Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19211


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Full Text
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ANNO LXVI NUMERO 159

TmjmmK 15 DE JLHO M 1890

DIARIO DE PERNAMBUG
Propriedade de Mano el Figueira de Faria efe Filhos
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres meses adantados. .
Por seis ditos idem......
Por um anuo dem......
Cada numero avulso, do mesmo dia.
60000
124000
23Q0O
ftOO
Os Srs. Amede PrinceSc C.
de Paris, sao os nossos auipntes ex-
clusivos de anuncios pyblica-
goes na Franca e Inglaterra.
PARA DENTRO FORA DO ESTADO
Por seis meses adiantados. 13J0O
Por doto ditos idem...... 901000
Por um anno idem...... 260000
Cada numero avulso, de diaa anteriores. A100

TELEGRdMAS
sutco ?si::;: so siasic
RIO DE JANEIRO, 13 de Julho, as 3
horas da tarde.
Foi aposentado r.om todos os vencimen-
tos o desembargador da Relat,2o de Per-
nambuco, Dr. Manoel da Silva Reg.
Foi nomeado desembargador da Re
lao.5o de Pernambuco, o juiz de direito da
comarca de Olinda, Dr. Jos Antonio Cr-
rela da Silva.
Foram removidos :
Da comarca de Jaboatao para a de Olin
da, ambas no Estado de Pernambuco, o
juiz de direito, bacharel Antonio Ilenrique
de Almeida;
Da comarca de Limoeiro para a de Ja-
boatao, ambas no Estado de Pernambuco,
o juiz de direito, bacharel Francisco da
Cunha Castello Branco ;
Da comarca de Inga, no Estado da Pa-
rahyba, para a de Limoeiro, no de Per
nambuco, o juiz de direito, bacharel Joe
Novaes de Souza Carvalho.
Foi nomeado juiz de direito da co-
marca de Inga, no Estado da Parahyba, o
bacharel Jos de Castro S Barreto.
HSTBDCClO POPDLAR
A SASITASILXSASE SOS ASTSOS
POR
JOSfi-QiRiS'Q FEOT2
CAPITULO XV
A 1>I de \pnlon, ou sratilaro uni-
versal Forra* e harmona de al
iruct;u e repulto
( Continu ac So)
II
Encost se uoia a outra as cbammas de duas
velas ac esas e ver se-ha como se attranem e
UQem essas cliamm is.
Colloque-se prximo a dita cbamma um objecto
qualquer, e ella a proeural o eseudenuo-se
para eile.
Estude se detidamente a poderosa attraccao
qne axercem quasi todos os nossos metaes e pe-
dras preciosas. Lance se em nm receptculo de
agua dous corpos sobrenadando ; nao tardarn a
unir se. Pegue-se em duus pedajos de pao, e
friccione se um contra o ou.ro rpidamente;
ambos se incendiario, porque com a velocidaae
do movimento, as parles rezioosas e pbospbores
centrs que nelles se conten attrabem-se amas
as outras.
Estes efleitos de attraccao convertem se mu,tas
vezes em manifestajes e effeitos repulsivos.
Existem algumas plantas, para as quaes o coa
tacto do bomem e pernicioso, porque, apenas o
presentera, parece que murebam e perdem logo
parte da sua loucania. 0 arbusto denominado
sensitiva, por ejemplo, ao ser locado pela mo
do bomem, cdntrane mmediatamente a haste e
as folbas, como que fugindo quelle contacto,
qne a sua organisajo repelle.
Nao exislirum em os nossos campo3 o rastei
ro musgo que atapeta os roebedos, nem a corpa
lenta uogueira, se nao attrabissem da Hi trra
0 sueco alimenticio que os faz vegetar e desen
volver-se 10 mesmo modo nao existiriam se,
ao absorver a seiva que adquirem da trra, nao
repellis?ein as qualidade morbosas que aquella
ntem, porque, se estas penetrassem nos vasos
^veia dos vegeiaes. feril os-hiam mortalmente.
1 Por que macbioismo ou forja de attraccao pene
ra a seiva no vaso e Abras do vegetal, se eleva
at ao seu vrtice, e nao tica nem ramo, nem baste,
nem folha, por distantes que estejam do tronco
principal, aonde nao chegue a nutncoe a vida?
Porque ser que, se murgulnarmos a extrem-
dade de nm lenco em agua, preodeodo a ouira
extremidade, observamos que o liquido transpa-
rente vai sublndo pelo= nos do tecido, um a um,
at o ensopar todo f Que forja de absorpjo o
impedir a isto 1
Que effeito repulsivo sent na atmospbera a
raz do vegetal, quando, pela ui collocajo da
semeHte ao ser sebeada, apparece fldr da ierra,
e, depois de crescer alguns centmetros, pende,
sobre simesma, como queiendo fugir da luz. e
se mergulha as entranhas da trra, que seu
natural elemento ?
Por que e que a baste dessa sement, uascida
em sentido inverso, eflVctua a mesma evolucao
repulvisa que n raiz, e vence, com urna forja e
tenacidad incriveis, todos os obstculos, que se
opoonba no sea caminbo ?
Tem horror a trra, e, tnumpbaote e louca,
sai loz do da, para se erguer na atmosphera
com todo vigor da sua juveniude.
Que oceulto mysleno, que forja attractiva, m-
pelle as folbas das arvores a apresentar sempre
um lado a luz solar, de que tanto gostam, qne,
se as voltarmos em sentido opposto, se retorce
rao as respectivas bastes, farao incriveis esfor-
J03 para voltar a sua posijio primitiva, e .llu-
dindo a final os muos que empregamos para tea-
Usar o nosso intento, obtero a sua liberdade,
em que nos pese ?
As folbas de alguns vegetees seguem diaria-
mente o curso do movimento appareote do Sol.
Assim pois, de manba se voliam para o Oneute,
$ de tarde para o Occidente.
(Contina.)
StlEUU>EUTTtt\S
O fluyrakyl
ISTDDO DA OBIGEM ASITICA, DA CIVILISA
c2< DO AMAZONAS NOS TEMPOS PREHIS-
TOEICOS, POB J BAKBOSA BODBIGUE8
VI
O symbolos de Yang e de Yn chmezes, ligados a
Votan e aumMuyrakyt Amazonense.As Va
afilies e Teyupar Amazonense
(ContinuacoJ
O symb jIo chioez ja fot encontrado, tambera,
em Kotan (America Central) gravado sobre um
altar, o que dos prova que se Ibe ligava ama
dia religiosa como se liga ao amuleto.
EBtes s jmfiolos de Yang e de Yen que se en-
contram no* .mimos v,i-,>- nocido etnnez qutr
o outavi-l americanista Dr. Hiuiyque n-uioaieu)
dmente ao secuto XIII da nosoa en, poreiu com
bem fundadas ratO-a o Sr. Conde de Charancey
os leva para o Um do 1 e os faz companbeiros
de Votan (i)
Oc estudos que fajj e a aifiaidade que encon-
tr entre o amolelo amazonense e os sjmbolos
de Yang e Yen, ligados as viagens de Votan,
confirmara a opinio do illnsire Conde, e me
levam a crer jue t-lie veio para a America com
os primeiros emigrantes.
Se nao fora um objecto sagrado, nao seria
recolbido a urna urna, com os despojos do morto
d'oo-ie o tirei. dando se mais a circomstancia
de serem as urnas mortuanas pioladas com as
cores branca, preta, vermelha e amarello, que
sao as odres symbolr-as da China.
Devo anda observar ^qae entre centenas de
objectos cermicos que me tem passado pelas
mos. anda nac encontrei em aeobum a perfei-
jo que se nota oas urnas e nos otij-vtos que se
deparam na oecropole de Mirakanguera.
A corre cao dos desenhos, as formas syme
tricas, o bem laojado das linbas, a boa quali-
dade da ar. illa e o seo bom preparo, tudo nos
mostra um povo adiaotado ni carreira das artes.
A descnpjao dos objectos do Mirakanguera po
der-se-ba 1er em om ouiro trabalbo meu. (2)
Abstrabindo mesmo da mudanja do meio e
do correr dos seculos, que deviam modificar o
symbolo cbinez naturalmente coosorciaram-lbe
otras ideas e a esse amuleto eslo ligadas duas
cousas importantes para o arcbeologo : urna
raiz svmbolica asitica e ama represeotajao
V.iianica. isto : o sy ubolo ao poder supremo
Seo naga co, symbolo de Votan, influenciado
por um dos symbolos de Yang ou de Yo, como
nos uostram os pontos S.
Este amlelo, usado p--los Aroakys ba trezeo
tos ancos, mais ou menos, conservado entre as
cinzas dos ossos d'aqaelie qoe em vida o troaxe
ao pescoco, este ve oceulto por seculos debaixo da
trra, mas apparece boje, apezar de frgil por
oatareza. para sustentar o que o seu congenere,
exposto s intemperies, tem perpetuado com a
sua dureza, isto : a origem da civilisajo ame
rcana transportada da Asia.
E' a fragilidade da argilla que permute n'ella
se gravarein os symbolos, que vem le maoa da-
das nepbnte provar que as veas das rajas
americanas corre om sangae que tem glbulos
I que nadam n'um plasma asitico, periLitta se-
1 me o dizer.
Para terminar este capitulo anda mais algu-
mas palavras.
Pela iradiccfio os muyrakits, de nepnrite, lo
ram usados pels mulberes, porem os amuletos
de arga creio que foram trazidos pelos bomen -.
Quem m'o afnrma o facto de ter encontrado,
o que nos d assumpto para estas digressOes,
dentro de urna urna qoe tinba em relevo os or-
eaos sexuaes masculinos. O ser, entretanto,
Feito de argilla, sapponho ser devido a falta de
nepbrite e como oaquella fcil era gravarem se
os symbolos com exaelid i, fcilmente tambem
foram elles assim perpetuados de gerajao em
geraja).
Nao vi, porm, no Per, me informaram que
alguns muyrakytds de nepnrite disciformes,
acnados em'Cajamarca, sao oruados de ligaras :
e nao perpetuara alguos delles os mesmos sig-
nos ou os mesm >* symb dos de Yang e de Yn ?
Terminando e.-te capitulo, no qual mostr as
anilogias que encontr entre o symbolo chinez
e o amuleto bratileiro, nao posso deixar de ac
cresceotar, para esclarecimenio, que apesar do
Sr. Loa de Rosoy, no Congresso de Nancy, ne-
gar que haja semelbanja entre a lingua cbineza
e a dos Othomis, urna das do Mxico, o Sr. Am-
pre, na Rvue des deux Mondes de 1833 affirma
que ba muita aflimd-nie entre ambas e se aooia,
taabem, na Dissertation sobre la lengua OAomy
escripia em laiiiu ebespanbol, do aun> de 1815.
pelo Sr. Manuel Crisostomo Naxera, que da
minha opinio
Na tao debatida questo d< emigraco asiatic-
para a America cest la preuve qui fait loujours
defaut, diz o mesmo illustre Sr. Lou de Ros-
ny ; pois bem essa agora se aprsenla, palpave,
para tirar a duvida. representada pelo ii.uyr.ky-
t de nepbrite, confirmada pelos symboios asi-
ticos gravados nesse oulro de argila.
tra rea cao lingua chioeza cbamo tambem a
atteojo do leitor para o seguinte facto. Existem
no departamento de Lambaeque. no Per, dous
pueblos, o de Eten e o de Monsef distantes am
o oatro tres milbas, cojos babitaotes falUm
dialectos tao diflerentes que os de um pueblo
nao entendem os do outro, e, entretanto, ambos
se entendem perfeitamente com os cnins que em
grande Damero affluem para o Per.
Eten, no dialecto deste pueblo, significa o
mesmo que Talan, isto : o lagar onde o sol
nasce, nome que perpetua o que diziam os Tol-
tecas que tinbam vindo do logar onde o sol
oasce.
Que coincidencia anda, esa de ter esse la
gar um nome que commemora a lembranja do
lugar donde saniram o- habitantes do Pe. u que
parece indicar ser o mesmo do dos Tul tecas ?
Conclao dizeudo que havera simples apparen-
cia entre os symbolos asiticos e o bradleiro e
naaa de cooimom, mes no, terao, porm aqu
deixo registradas estas considerajes para que
o futuro melbor esclan-ja.
Pooderarei. entretanto, que Man o Paolo as
snas Peregrinajes ditadas em 1298, na cadeia
de Piza, diz que ao oriente da China o mar es
tava coalhado de ilbas tao afastadas do continen-
te asitico, que demandavam para ida e volta am
unno intei o. Urna dessas grandes i has era a
trra de Fou-Sang. a America.
Depois de ligados os xignos do mayrakyt
amazonense ao &y>ubolo cbinez, devo anda apre-
sentar um faci que se prende nephrue regs
ti ando om d..lo cbronologico, na falta de um
ebronometro meibor.
At aqu temos visto que a origem da jade
toda asitica e que a sua patria o Yuthiao,
asm como que so tem sido encontrada iin ar-
tefactos.
E-tes sao ceitiformes na Europa e anthropo-
morpbos e zoomorphos na America, e sso bem
no prova duas epochas disuoctas de dispersao
e dous estados de civilisajo. Urna prebisto
rica e outra perience a idade media.
Encoutram se esses oojectsespalhados, po-
rm sempre marcando urna Unba sobre a qual
baseei a mareba das emigrac6e.s, que ja vimos
em um capitulo anterior.
A uepbite nos mostra duas epochas distinctas
para as emigrojoes : urna moderna, para i Ame
rica, inuicaua pela Iradicjio Voianica, no cone-
jo Oa noasa era ; ouira, a mais auliga, para a
Europa, anterior a aquella, que coincide com a
ua drsiruijao do templo de Mercurio Canelos.
SO ai E' saoido que nos lempos historeos grandes
(li Rev.delaSocii de Geograpbie 1889 pag.
144.
Devo lembrar que este Votan ja foi o terceiro
qoe cbgou a America, t-n'o qoe elle mesmo
diz : ter seguido o caminbo aberto por seus
iriuos as serpeles e no qual deixuu mouujien
tos > Del Rio diz, combinando o manuscripto
com o qoe diz Cabrera, o m-8mo segundo as ir-
diccOes tstndaes qae a rhegad.. do p .meiro Vo
Un a America loi 290 anuos aturde Cbmio.
Ordonez d para a sua ebegada i 000 anuos, e o
Codex Cbimalpopoca 9->5 aules de Chnsto.
(1) Veliwa, Contr. do Muse Bot do Am^z.
1887,1 e vols.
einigrajoes bouve para a Europa e a que se deu
entau ja se tinba dado >m epochas prehistricas.
Diversas fo am eoiao as iavas6:s, porm apenas
iralare de urna dellas, a introductora da ne
phriie que me oceupa.
Assim como os asiticos acompanharam a mar-
cha appareote do so' para o Occidente, assim
tambem a nepbrite os acompanbou para perpe
turo fa ;to a vir boje, :omotestemunha contem-
pornea, revelarnos o segredo qae os seculos
occullaram.
Em que epocba se deu o facto ?
Os autores fraucezes dividiram os lempos pre-
histricos em e tochas que denominaran! da -
pedra lascada, e da-pedra polida, qae os in
glezes. porm, denominam palaeoliihica e ne -li-
ihica, tendo sido creada pelo Sr. Mortillet a eol:-
tnica, que caracterisa a do periodo terciaria
Alera dessas epochas temos a de brouze (broo-
saldern). dos Normandos, qoe corneja l.oOO an
nos antes de Chnsto e ac.bi pelo seu nascmeo-
to, dando eolo cornejo a idade de ferro, (jornal
dern que termina no lira do scalo XI.
Dizendo qae data do periodo prehistrico a
introduccao da nepnrite na Europa, quero dlzer
q ie incluo nesse periodo dados qoe se ligara
quasi a era ebrist e se emmolduram oa ebrono
logia actual, isto factos que contara apenas
alguns (minares de annos e que se pasaram
poucos seculos antes do corar jo de nossa era,
por coDseguiote ja nos (ins da poca n-olithiea
e na idade de ferro, quando ja a agricultura, co
mejava e o boi, o cao, o porcoestuvam domesti-
cados.
Levo a iotroduejao da nepbrite, na Europa,
para o XV seclo antes da viuda do Messias, por
conseguate ha 4389 annos. Vimos qae a ne
pbnte e a jadeite ba 4520 annos usada e apre-
ciada ua Asia, porcoii.-eguinte so 1136 annos
depois do reinado de H >ng-ti. isio no reina
do Wuwaag, na dyuastia dos Ctuw, ella appa-
recea na Europa.
Estas pocas nao precisara urna chronologia
absoluta e sim relativa.
A base que se me offerece para assim me ex
pnmir sao as Palaflttes ou ha >itaj5es lacustres
dos lagos da Suissa descobertas pelo Sr. Fernn
do Keller, presidente da Socidade dos Antiqua-
ros de Zunch, ao invern de 1853 a 1854 e, se
me sirvo desses monumentos porque a nepnn-
me marca abi am longo estadio, depois de terem
os retirantes deixado as trras de Yutbian.
Os arcbeologos soissos, mais fellzes do qae
os narmandos, que nao poderam anda determi
nar a sua idade da pedra, tiveram a ventura de
aihar as palatittes, cuja idade calculam pelas al-
luviOes dos lagos. as explorajes que tize
ram as saas ruinas acbaram, nos lagos de Bien
ne e Zurich, celtes de nepbrite, qae para mim
determinara o povo qne levantoo es as babita-
jOes lacustres. De diversas pocas sao as pata
fines, urnas anteriores e Jess Canso, outras
da idade de ferro. O facto ue nao serem todas
as habitaces feitas sobre as agua* dos lagos, e
sim em maior numero em trra, vem nos pro
var isso.
No norte da Italia e na Saboya encontraram-
se mratas minas de haDitajes terrestres coa
temporneas das lacustres, e aellas que se en
contamas pro vas da idade de ferro. Das daas
urna: oa sao contemporneas as babitjoes e a
agua deslruiu o que a ierra conservoo, por con
seguate sao mais modernas do que se suppoe,
tal vez posteriores ao nasc ment do Salvador,
contemporneas das emigrajOes par a America,
ou a nepbrite foi usada por largos seclos qae
atravessoa acompanhando o progressivo movi-
mento da civilisajo.
. be assim nao foi, posteriormente bouve novas
entradas de emigrantes, anteriores inva ao
daquelles barbaros que traziam ao pescojo
o precioso amolelo, que deixaram com a vida
nos compos de ualalba e sob as ruinas das rau
ralbas dos templos que destruiram no terceiro e
quarto seculos de nossa era.
Foram da raja dos constructoros das palafit
es os que levautaram os monumentos architec
tnicos a nencanos, que se nao deixaram estes
ua Europa, foi pela simples razo de que ainJa
os seus amuletos eram cell>formes (3) e lisos,
emquaoto os que os irouxeram para a America
ja <>s traziam ornados e ecculiurados, porque ja
iotiam dado agngantados passos no progresso
civilisador. ioda assim, pens que tiuhara re-
miniscencias dos avoengos que a negra raorta-
iba do tem ao envolva, porque acbando se ees,
muitos seculos depois e ja com costumes e lio
gua inleiramenle diflerentes, no Amazonas, nes
re construirn] palatittes em tudo ignaes aquellas
que as aguas eocobriram por largos seculos.
Quero lalar nos leyupares, que anda boje o
viajante v pelas margeos dos parans, que cir-
cula n as linas que formam o archipelago do del
la do gigaale dos nos, e que os indigeaas le-
vantan) pelos modello3 legados pelos aniepassa
dos, que de gerajao em gerajo ebegaram aus
nossos dias- Nj lago Maracaybo, antigo Coqoi-
nacoa, baviam babiiajoes lacustres encontradas
por Ojeda, tanto que por is de pequea Veueza. qoe onginoa o de Venezue-
la, que comprehende, boje, todo o territorio da
queila repblica. Anda noje os Guarauaos (4i
que se estendem desde o delta do Orenoco al
Bohvar tm oabitajoes lacustres armadas sobre
os mirityzaes.
Nao sei se algum lo unir esse passado tao
distaute ao presente; nao sei se aos lagos e
nos do amigo imperio dos Toltecas exlatiram as-
sas construejoes lacustres, mas aquideixo a ana
logia notada para que os adversarios da emigra-
jio asiati a digam mais urna coincidencia for
unta I ...
Os leyupares amazonenses como os plahibau
leu suidos sao casas de paredes de oudeira e
coberts de palha, asseutadas sobre giraos e
construidas sobre esteio e estacas (pilo is) que
pela encbenle das mares tlcam debaixo d'agua,
amarrando se as cauoas pona.
Sao 'i taveis, em ge al, essas casas, por
faci que nao devo calar, o de serem todas con
si-uidas com os productos da palmeira min.y
(Mauntia flexuosi. Mari). O assoalho. os Caihro
eas npas ao lelhado sao teitas do l^nho externo
do espique, as paredes externas sao talas da
parte medullar dos lougos peciolo- das folha-,
ligadas em forma de esleir por cordoalha fina
dos grelo- das folbas. As portas sato feitas ds
mesm's talas, porm. ligadas a me-rai npa
espique, pormeio da mesma cordoalha e as ja
neilas ou yapas semelbanies a venezianas, un
tecid das uiestuas 'alas, ligada* arada pela me
ma cordoalba. O telbado coherto pelas folhas.
Os habitantes dormMm em redes ou maicyras
de cj. dan do grelo da mesma palraei a.
Este uso dos leyupares lacustres parece re
moutar a -pocha do rauyrakyta, porque em iodo
o B azi', em regioes lacustres, na i s encontrara
babUaj6>8 .-t-iiielliaules.
Os radios Pomarys que vivera sobre as aguas
f) 0 machado, que como utensilio, serve pa
ra o servijo domestico e c uno arma de guerra
foi considerado um dora divino, pelo que ren
diam Ibe um culto particular e toraavara a sua
forma para a dos amlelos.
(4) Guaraunos, nao mais no que o Karauna,
auuii'-iado pela uhoiieiica haspauhula, que ue
Ki'any fez tambem Guarany. Esta adulleraj&o
lev- a dar se urna mlerpivtajao errada o no e
js.si.u, em v. i Je ei o C m juisia lor pre'o ser
o Guar preto Guar olois 'Uiier, ave alu
ual que nada tem que se ligue ao bomem, entre
tanto muiios, sera razo, qoerero que seja esta
a verdadeira interpretaco. por viverem esses
selvtgens em casas lacustres.
dos rios e dos lagos nao usara baoitajOes ti xas
e sim fluctuamos. Fazem sobre duas ou mais
canoas as suas casas e n'ellas hab tara No Per
as balsas alo feitas da mesma forma.
Paramunas hapitajes lacustres da Suissa
servera parapos mu|trar o grao o; adiaotamen
ro dos primAos infroductores Je nephrite na
Europa e prcar approxiraaJamente 3 dala da
eraigrajSo fatica.
Devo lembrar ijuesemjlhantes aos leyupares
paraenses eiisMm as naDItaj&es la rastres de
T-herkask. sora o Rio Don, na Russia e as de
Dore, na Nova Cfalo, assim como as ds ilbas
Clebes, na Ocdania, estas ultimas descriptas
por Ouinont d'U trille. Estas babiiajes se ligam
tambem nephrite, porque os natu^-s anda fa
zem usu d'ella eapregaudo a era pequeos ma
chados. Dlr se-b* qae a nephrite d'ah nao tem
importancia porque naOceania existem tambem
jazidas e qae sero estas exploradas pelos nata
raes. Daraour e Fischer dizem. verdade, qu'il
y a tate certitude qu'il existe des gisemems*
que nao se sabe aonde, devendo se notar, tutu
bem, que a jade ah de duas qualidades, ama a
de que na jazidai qae a jade conhecida por
Oceaoiana e outra que a asitica, difieren
jan lo-se ama da outra pela densidade. Posto qoe
pela cor e pelo biilho seja a jado oceaniana mul-
to semelhaote asitica comtudo aquella tem a
densidade mais elevada, vai de 3 09 a 3,31 em-
quanto qae esta Tai de 2,94 a 3 06.
Ha anda uma particularidade a observar se.
Em toda a linbj migratoria da nepnrite pela
America e pela Burapa encontrara se sempre os
vocabalos KaraTe Ton ou tana, ligados ella
e dessa ligajo nao se exime a Oceanta. as
ilbas Hawai, existe o kirai e o Ton, o prlmei
ro com o sigoiriifedo de poderoso, e o segun-
do com o de agba, rio, como na America e na
Europa. Assim < K i-ai Pahoa, e Karai Mahou
sao oomes do deas Haw nano e de am chefe. que
foi baplisado a bordo da Oceanie. pelo padre
Qaelen, como nos diz Duraout d'Urville, e -Ton
dao o nome de am no e o dos seus habitan
tes, significando bomem d'a?aa, de ton,
agua rio e dao bomem. Assim como no Don
ou Ton da Europa anda existem babitjoes
lacustres, ao Ton, da Oceaoia tambem as ba e
es seus cefes tem o tratameoto de Karai.
O facto de nao se ter, at hoje, achado jazidas
dessa rocha e so ser ella encontrada manufactu-
rada, em objectos que serviam de amuletos, nos
prca que os potadores dos Crlts das palafit
tes saturara de Yutbian, como d'abi sahiram os
Kiras que posteriormente mtroduziram os cal-
chihuitls e os muyrakyts, ornamentados, no
Mxico e no Amazonas.
Aberta nos lempos primitivos a estrada mi
gratoria, fcil fn posteriormente a invaso dos
exercitos Hunos, que foram. creio, os ltimos
portadores do sagrado talismn para Europa.
(Continua).
que a capacidade e a carga mxima dos vagues t A
tambera se elevaran) na razo de 10 para 10 e
at para 30
Na ha outra regia) do globo onde pbenome
no de igual natureza se baja manifestado com
intensidade sequer approximala da que paten-
teiam os algarismos cima registrados.
IMJtSrKIAS E ARTES
E n Guimares, no reino de Portugal, deve ter
se aberto a suoscripjo pa*a a nova Companbia
de F ajo e Tecidos de Guimares auspiciosa
erapreza industrial, de que devem resultar abuo
dan tea bunefici^ nao so para o conseibo da sua
sede, como pata o incremento geral da industria
portugueza.
A projectada fabrica, desuada para oceupa
jo de mais de seis centos operarios, comer*
11.000 fosos e 300 teares, pelos systemas mais
aperfeijoados.
A situija i vantajosa oa margem esquerda
do Ave, servida por boas estradas, em centro po
puloso.
O Ave, com uma queda de mais de doze me-
tros, ser o principal motor da fabrica, com o
que a companbia realisar evidente economa.
Acabara de contractar os Srs. Paulo Machado
Florence e Joo de Deus S .mpaio, hachareis em
direito. H--arique Florence. engenheiro, e Heori
que Desiaades, negociante com o ministerio da
agricultura, por si ou por meio de empreza, a
collocaco de pelos menos 5.000 familias estran
geiras e nacionaes em ncleos situados em diver-
sos pontos sob a denomnajo de Burgos Agrco-
las.
Pelo menos a fundajo de dous burgos dever
ter sido encetada dentro de um anno e coocluida
dentro de tres annos.
Cada burgo contera pelos menos 500 familias
collocada8 em lotes alternados de 15 hectares e
em cada lote haver casa para residencia do co-
lono.
A's familias fornecer a empreza Instrumentos
agrarios, semenles, e, pelo prazo deum anno, os
gneros necessarios alimeotaco, aereado o
custo dos mesmo3 gneros ser levado conta da
divida do colono.
as sedes dos ncleos "construir a empreza
ca-as para escolas, para exercicios dos cultos ca-
tholicoe protestante e para pbarmacia, bem como
engenho ceoiral para beneficiamento dos prioci-
paes productos.
Cada familia, ao ser estabelecida, receber ti-
tulo provisorio de propriedade da ierra e casa,
o qual ser convert lo em titulo dednitivo, amor-
tisada que seja a divida, devendo effectaar se
esta aioortisaco em 20 anaos por meio de pres
lajoes de 5 %
O governo fornecer empreza os immigran-
tes estraogeiros e pagar-lhe ha, alm de 2501
pelo custo de cada caa construida, igual quan
ta por familia estraogeira estabelecida e 200
por familia oacional.
Assegurar-lhe ha isenjo de direitos de airan
dega sobre os maieriaes e instrumentas que hou
ver a e preza de importar para estabelecimento
dos burgos e u-o dos colonos, bem como, or 20
a inos. garanta anaual do juro de 6 % at o m-
ximo do capital de 15:0U0J por k.loraetro de
vas Nrreas construidas pira servir zona po
voada pelos burgos e ligal os aos ceiros mais
prximos, comanlo que resalvados sejara os di
reitos preexistentes de terceirose se acn esta
belecida em cada ncleo metade lo numero de
familias que cada um devera contar no mnimo.
A empreza lera direilo de desapropriajo da^
trras que Ine forem necessarias, limitaJo, po
m, o mesura direito s trras incultas, imprj
pnai para a especialidade agrcola do proprieta
no ou superfluas para maoutenjo da sua la
.0U'8 "
A res pello diz o Jornal do Commercio :
Trata se de ncleos odouiaes para estraogei-
ros e nacionaes e tnuias vezes temos manifesta-
do a este respeita o nosso modo de ver para qae
nos sej preciso insi8iir_uo aprejo eu que temos
as i -man vas i Vate genero.
N.io lulo ii.tmdutir iram'grantes. Off-recer-
liies coilocaji prorap'a e fcil em .erras Dem si
madas, que cou-tituaui propriedade sua, em
p.-uiio de uieis resulia los econmicos cujj valor
nao pode ser eucarecid .
S gundo dados officiaes, a rede da viajo fr-
rea oos Esialos Unidos da America do Nnp
ugairoiou, no periodo de 1877 -1889 de 79 088
raillias para 156082, ou ceica de 100 "/..
o correr uo rassmo periodo os car.os de pas-
aageiros elevan am se de 11053 "ara 21 425 ; o
dos vages de c ga de 392 175 para 1,005.116,
e n das looinotivas de 15,Jil Jara 19,398.
Nem hasta por si s a comparajo d'esles al
ginsmos para dar idea exacta do augmento do
trafego na rede americana.
i.om effeito, alm do cousideravel augmento
dos vagos e carros, preciso levar em conta
Sob o' litlo de Qnna-Calisaya, poblicou o Jor-
nal do Ccmmercio o sega inte :
Em 1868 o ento ministro do Brazil oa Boli-
via, Sr. Bar > de Lopes de Netto, reconhecendo
a alta conveniencia de fazer acclimar entre dos
a cmchona qne, com a denomnajo de Quina-
Calisaya, lloresce na cordilbeira dos Andes, em
altitude maior de 1,500 metros sobre o nivel do
mar, tomou a iniciativa de remetter ao nosso mi-
nisterio da agricultura seraentes da preciosa va-
nedade a que nenbuma outra parece disputar
primazia
O ministro d'aquella pasta, Sr. cooselbeiro Ma-
aoel Pinto de Souza Dantas, ligando ao objecto a
devida importancia, deu-se pressa a confiar as
mesmas seraentes pericia do Sr. Dr. F. Gla
ziou. que as tez plantar em duas fazendas de
rtierezopolis e oa de Saol'Anna, do Rio-Novo.
Da- tres semeateiras, e de outras de menor
importancia, tao rnente deu resultados apre
ciaveis a que f >i fundada na Barreira do Sber-
bo. fazen la periencente ao Sr. Henrique Jos
Dias, e simada a meio da serra dos Orgos e oa
raiz da de Tberozopolis.
N'aquella situajo, nica em todo o Brazil.
contam se actualmente para mais de 20,000 qui
ueiras, nao s da variedade calisaya mas de ou
merosas especies que o infatigave propnetano,
no periodo de 20 ranos, tem cultivado com ex-
eraplar perseveranja, posto que sem nenhum re
sultado comraercial.
Por lodo o auxilio do governo tem o Sr. Heo
rique Jos Das recebido quania nao maior de
10:o00/000.
A diversos exames tem sido sojeitada a casca
das quineiras de Taerezopolis e, salvo o parecer
do Dr. Olio Hesse, de Berlim, qae presamida
nenie leve de examinar productos de variedade
pobre d alcaloides (pseudo quii), todas as ana
lyses tm ebegado a resoltados satisfactorios
quanto riqueza da calisaya rrp.oJuzida no
Brazil.
De taes analyses mencionaremos as do Dr.
Peckolt, Baro de Capanema, pbarmaceutico M
Alexandnoo da Silva e Dr. Mallo Oliveira, sendo
que o sulfato de quinino, obiido por este pro is
sional. fui appl icado p-lo Dr. Martins Costa com
xito prompto os hospital da Misericordia d'esta
cidade.
Esta primeira, e eremos que nnica applicajo
do sulfato brazileiro, occorreu pelos tas de 1*83
e, ao que aos consta, francamente manifestados
os pheno nenos do quininismo, nao reappareceu
a febre de fundo palustre por tal modo comba
tida.
Ha um anno sem duvida para habilitar se a
tomar a este respeito deliberajo segura e defi
niliva, deu o ministerio da agricultura ao Dr.
W Micbler a incumbencia de oessoalmente exa
minar n silu as quineiras de Tb rezopol3 e de
sujeital as a analyses que Ibes delerminassem o
valor.
Devia o eminente especialista applicar sobre
tud) atienen i quina calisaya por ser aquella
que se mostra cercada de melbor fama ; apre-
ciando no emtanto outras variedades que o Sr.
Henrique Das tem acclimado em Therezopolis.
Lamentavelmente a prematura morte de Mvhler
ioter'-orapeu o n'esie e em outros uteis trabalhos
com que que liJava assiduo e chelo de arJor e
competencia.
Tal erofira, o estado d'essa tentativa Inicia
da em 1868 e bastar recordar suramariaraeote
*stes factos para despertar por semelhante ob
jecto o inieresse mais vivo.
A Hollanda e a Inglaterra nao recuaram anle
sacrifici >s para acclimar qninas veras as suas
possesses, mas as costas de Malabar e os raon
tes de Neighecras, Bengala e Ceylo esto an
nualmente expor>ando o valor de moitos milhei-
ros de libras esterlinas em casca de quina-ca
lisaya.
No Brazil logramos acclimar, ba mais de 20
annos, a rica cinchona sem que al aora tenha-
raos passado da phase primitiva da acclimajo,
que alias nao tena vingado sem a perseveranja
de am homem cheio de eoergia e de aedicajSo,
qual tem sido o Sr. Henrique D.as.
se em seu f vmt l>-
fosse ocidadlo Jos Feueira d<* ?> .**...
Oun>pre ao Dr chefe de pul ci^ /h-
ciar como o oaan urg-, pois i-a **#**.
primeira vea que o ggreji>r jraa,- *k -
actos.
A Intendencia pnjecta a fu um mercado para rarinhu. licand < m-- .
particulsres o ayunque. ntendeaa*j w
seria it.elbor am merca 'o para veis todos os vveres.
Morrea na segunda -'eir ma p-W
ruulher, qoe indo aquescere m i-*
queimou-se a ponto de e tornar-imactx.
A tome o a miseria anda n i -jsrr .:*
com os rigores das chuvas.
Temos alguos legumes, purera, a &r
nha contina por nm preco enorme
Grajas Deus estamos Iivr<* t,a te
bres, qoe aqu fizeram alguns d.,r<.
Acha se aqu destacado o'act r aecs
Oeometerio.
Projecta-se a fundacito de fsct<-
chtholieo.
O numero doa oleitores q gundo o novo rgimen, de xii.
Por nosso intermedio pe.liuun an z-i
dSo governador qoe compaaeja-e % <*.-
deia desta tern, alias d goa de toa^i
sorte.
' um immnndo quarto onde eraate-
vinte e tantos pres.s! Ep.;iae-n wc
atiendidoe.

OOBRESPOi^DE^lAS
Do Diarlo de Peroambneo
TIMBABAll de Julho de 1890
Pedimos vos um pequeo espaco as
columnas de vosso criterioso Diario.
Nao pretendemos tomar aos hombros a
ardua tarefa de mssivista, uma vez que
nos conhecemo8 baldos de recursos para
tal raister. E' apenas um preito que ren
demos a est torrao, rico de tantas glo-
rias que hoje vive inteiramente condem
nado valla commum do esquecimento.
De todos os cantos deste tstalo vemos
erguerem-e clubs, que em um grito unisono
apoiam o manifest do club 2 de Julho,
que pugna pela causa republicana, reco-
nheceudo cemo chefe o joven tiilentoso
Dr. Martins Jnior
De todos os lados vemos cada um re
clamar os seus direitos, bens e tranquilli-
dade ; nos os habi antes desta cidade con-
servamo-nos mudos e silenciosos tudo.
Nao parece que aqui aliara a espada, o
inclyto Maciel Pinheiro, cujas I,5-js se
achara g avadas em nossos orneos.
Mas nao foi de todo esquecido, porque
ah est um vigoroso discpulo do graule
obreiro da patria, o Dr Manuel Pereira
Borba, mojo bastante talentoso.
Delle sentimos a falta, porque nao te-
mos a paz e seguranca de nossos direit"S
de cidados, pois emquanto el.e occopou
aqui o cargo de delegado de polica, a
vag buudagem, o assassinato e o roubo ces-
saram e oje vemo-nos cercados des tes
eiemeutos dileterios. A prova est no
que vamos narrar.
II. ti'.ora pelas I i raras da noite no In
gur denomm do T mbabioha, foi tri-
cneiramente aggre-lido em uma eaa um
caixe ro do n g iCiante Fraucisco Pegad. ,
por mu des irdei o de nome Po, que o
Jr. Manoel Bmb.t havia feito retirar-s
da craade em visca de nao querer assignar
termo de bem vivar.
Este iulividuo que tem por costume
pertu bar as familias, baiendo pea* port>s
eita hoite, em estado de embriaguez .e ar-
mado de faca e ccete, contina na mes
ma vidinha, passeiando as barbas das an
toridades policiaes.
O pobre moco aggredido seria victima
VILLA DE S. BRNTO, 4 de Julho te if.
KuiiKiu se a qualiHcacao eleiio aU t r*-
h.-uilos em todo municipi >. 886 pes.-Mis sjAc
si ve os amigos eleitores.
Deixaram de ser alistados, nunca v.i-
i( 0 Cidados, nao f6 devido S'-cca r.iu mt*Q*>
inruliram no animo de moitos ndavLMS. *}>?*.
qualiticaco ltimamente procedida, --v t,
fin do overoo man lar poreo (:>,-i .-.
tipo systema de recniUiiieoto.
Moitos deixaram de ser alistado, t>* *'-
a considerajes qne Ine erara friu* ni!'
O presidente da Iiitend-ncii, p <~ -iiInk-"<
acha se occopado. io preeociiirnemo ni* i *. t
los novos alistados, abra de que, >Mte *!.
15 de Setembro, estejam os eleitves m ttrg
ciiva posse.
Consta que o referido presidente, buwfws.''.*
tem de ir a CaDhoMobo. faz r n t\:a"
ajude, em vista oa ordera o illaslre ^-i.>.
d'este Estado, ao dito n^sidenle.
Para a capital d'este Ks'ado, se^uiruui i ^/
afira de serem all recolhidi s Casa fe *.-*
jo-
D)S cinco, sao dons sentenciado*, i en*, *;.
pellados, sendo qoe, um d;s aopeH<#t'***
praja Garcea, aolor doaisassinaro do itit-i
fe res Paiva, no sitio Luz, do te tan te. "iisir*,
nho.
^No leve elle escropolos de vir r"cifc.v r<* im-
permanencia da sesso oo jury uitnn h.w' j -
ced la n'esie lenoo, com prume.-sis di* t.-.i>
mindoes tfaldea. de serabsolvido uiiannai-Rt^at'
Nao obstante a gran le proteceo fee ite w
d -..-ensaJa, apenas pode ooier tete votm ra's*
cinco.
A ex praja, J >aquim de Mallos Garor*, **
are dizia, que, tendosenu-nciado. iavistasfs>tc
os meios. alim de ob er escpula na tm-i .- ; r.
como a ca'1eia.*lt8ta villa nao orti-rwvjr sw.-tj
o juiz municipal d'este termo, Dr. los Isspwb
Borges remeiteu o referido G rc a Delenjo
Chamamos atienco do illasrre D e wrc< c
para o numero insigniticaoic de i raj *fn <~
tacionadas.
Sao apenas oito on oove; e mes-ni fsr*<**
vinie prajas seria poo:o, para f^eer- 6r>.>
da polica.
0 delegado de policia.o cidado Ij ra Cintra, adivo e campridor dos *f*r*
e do cargo qoe moito bem Ihe loi con** V*
policiado optimameoie este termo, os ** *'
Kan lo a qaalqoer hora, (mesma a {. -i.
que procurado; sempre est prometo *^a '-
irimir o crime, tolas as vezes que ite* *
seu conhecimento, mesmo, com a pe/Ka f ?> -
de que dispoe.
Ai breve.
QlJlSTlS SOCIAL
Mar*aac?k*VA>-
i*>
A lastraefe nacional
C ondusao)
Esta (itajao, olm = ftn lamentar "<'
que I g.mos ao prigramma pii nano mjw-*..
raonstra ao eiior que oo o teuios itnui ^ >
de evaogelho e que julgamos potsive t* t-
ra.is profi uo, fazendo Ihe cena (uo-l*ic<;*
Mas como uo estamos aqui prora a < Ka-
lar un programma .daptavel s escolas *e*i
era nosso paz, nos absteremos d toda *. v*
quer critica.
Pelo que ah fici exposto venus ,*-* na-
do que manifest o noss^ atrazo em nment h
00*mo primario a nao rec ara >s ww" *"
z-udo que os rogrammas aciiia esa" '- *
at mesmo superio es aos que ,.r<*-xi*t
entre nos ao ensino sacondart, prucfllitk4)i(
no tocante lmpua materna.
Nin^uem p dei contestar e-t ^e A* ; >-
os fictos qu ja temos exposlo e qo n**
remos a isculir euifi^ro o let-or, at <: ^fl f
ja nao est ed.Iicado.
E' d.* iodos conhecida a completa \n--n *-
don principios mais elementares d s sgimh -
-ra rae geralu nte se aihaui os alttiwrw frequeiitain os cui aos 8"cu id ros d- o >
colas, e o que mais -ifficil de con}p>"**Bv*.'>
que os mojos que m pe s nossas escolas superiores, lanibrm e '
jm-a a vida p tilica descmihec o o <--e. raemos scieniticor qoe aitaalmente .i > **i&i
taineute iodispen-aveis para toda e sjaJc.*^
carreira, pois < lies foranai a i usu ~<.!.-.' <
repousa tudo o aciecmio e t.uo <> <> w &*
nenio U'.elle:llial. Nn reamcnlt; V t<
mar, e poss-) dtiet-o ve'gorh<-o > <* *.'*-
eslU laUteS de p ep,rloriii8 e ult4 o.rBu&.-tt*-1, -
i haris >g mar ira ee* uno iui-* *i*t'-
io familiares eot e ea r>*s s rr r-r .s 'u >:-*:
las priman s da Sbis-m ?
r^'e pnrUlHi., subo-Uer a O.- .' '<'''
u 'lien a orad rvf ra g-T'l i-v m i <
era eouia u uitrucj* piiin-n., p >.*' *-'
a IIU eIa -i.r.-"-ni.a eivi ''< "-
Ui tilo < qu es deve leptiQar o js*oti p'<' *" <
deraocr ca.
Ja la se forara o lempo' era >' '^'- a *
formas tierra neciam em e.-t. d n ;.< -i ..
piraaiido unl.-s de io-Io a polo c-, .;-
ana poiiiica que rom j.3 > nioUvu ii.-uia *
(*)P.r equivoco da p..io .*;.> t*h'" f-*
noutetn a i* parle Jesle artigo com "ni* <-!??
phe que Ihe nao perteoce. E*le iri *?
Nota u Ikuus;*.

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Diario <\e PernambueoTer^a-feira 15 de Julho le. iv90
I

S
. fe.
I
es tanto preoceopa os govemoa euro eos, que
se achaaj cootiouamenle a bracos cono outras
difliralJaie* que nao ae encontrau entre nos.
Se os armamentos coastituem ama coalioua
preoccupago dos governos europeus. ati de
poderem laxer tice u moa situago perigosa que
i aposta p*la paz armada, era por sso tiles
deixam-se desviar da senda n je ge.-alrnente lo
dicada coxo a nica que pode elevar urna na-
go a altura que Ihe permute encarar cun con
tiauga o faturo. Haje os governos europeus nao
procurara someni- ter exercitos numerosos e
aguerridos ; a lula actualmeii'e eslende se a um
outro campo inuito mais nobre, muito mais
digoo de ser imitado entre no-. A Europa no
presente 6 um vasto theatro em que ps diversos
povos se eiopenbam em disputar a supremaca
scien-ilica, em faxer penetrar a asirucgo no*
lugares mais recnditos, pols como muito bem
disse Luthero : A ignorancia mais p-ngosa
para un .ovo do que a i armas do immigo.
Para nao insistir demais, apresenlemos um
facto que pora fora de toda e qualquer Uuvida a
veracidado da causa que aqui estara-a defended -
do. os que te n po- habito apr .fundar os
acontecimeutos tor a se obvio que a victoria ger
mamca eoutra os franceses foi exclusivamente
devida a onentago se entilica que dominava as
intelligencias de alm Hheno.
Ai paso que tin FraiiQ i os fanatos da corte
embriagaran) v cspiritos na sua totalidade, a
pont) de liZ'los e quecer os deveres iic-
po-to- 4 naco pelo pausado glorioso que, a
custa de t nlo sanyue e dedicigo. Ibe couquis
taram os seus tilhos que .-e imiuorialisaratn mj'
rendo pela causa da Imerdade ou trabailunJo e n
prold.il>, causa nao somante naeoual, m s
anida de mteresse universal, e cujo oojectivo
fra conservar intacto o fanal da scienc.a que,
quanno uada, tanto coocorreu para a emancipa-
go intelectual e poltica dos povos ; a Allera*
nh i auproveitando e uos enslnanjenios dos s*-us
visiatios consagrava se de corp i e alma a dirgir
o seu po o de forma a conseguir resolver de um
modo definitivo o orobu a que a Fr oca at
ento pareca a nica hamlilada a resolver lato
, a supremaca poltica na Europa e podante
all.iencia scientili a sobre todo o .iniverso.
A victoria de 870, como j foi dita por al-
guera, conslilue a victoria da setnela alleiu i 80-
or.-a scien la ranceza. Grapas, p.irm, ao ar
dor e d votamento, coa que esie povo vencido
eiiireizou se depois cultura da sciencia ali.u de
rejarar os rancVs prejuuos que Ihe causamui
a ociosi'iaie uilt-liectoal e a errnea Ihearia de
qie o piogre,-so pode marchar a sombra d-
pionas pagadas, a Franca euipenhou se -em r-
stricg.w em preparar ? eout'a oeu ni migo, re
conemio as mesinas armas de que elle se serv:
ra li ira p riudical a.
Na siuneule a tradigo por si nao basta .ara
comen:- a um paiz van ajoso lugar enire os po
vos que .-ora el e dispuum o lu^ar de noura i.o
x i'!!/. da ierra, mas tamtietn o principio pou ;o
. i .le viver a CUSta d.S coi|iil-las lOlel
le .. fe :as extr; muros Se a Frauga se ti
vesse apea as limitado uestes ulti.uo-> vi ile an
uos a compenetrar se do vertiginoso movimento
SCientilico que se operara no paiz los seus vjsi
ohos, bergo dainstiu xo popular, nao tena lnj-
que registrar nas annaes la nua historia a bella
victoria que Ihe confe-io a monumental Expos'
gao Uuiv.-n.al de 1889.
E la fez maia ; Uepois de ter bebido as tontea
de. seas propn s iinu gos as nucOes de que, lio,e
car cem os povos para prosejiU r na seu la io
progr 80, trausportou as ao seu s--io, a-suni-
lou-a- e impo ido se como dever aperfeicoal s
a leico do eu eaptnto nacional ; coosegoio li-
nalnr.'iiie aenao unr.ipassar, p-io menos igualar
briihantemeuteos seus .erriveis competidores.
H je o nosso Brasil um citado republicano
e como tal urna democracia ; mas porveutura
e.-taujos ri preparados para tirar desse regi
meo todo o proveito que elle comporta? Nao o
creo.
Urna democracia ignorante, diz Laboulaye.
una democracia coudemnada.
O mesmo escripior, querendo mostrar o ira
portante papel q ie a lusti U povos democrticos, condico une qaa non p ira
que elles prosperem. aectesceuiu : Jnde se
tem visto de nocracias razoaveis *e-& na HjI
lanua, na Suissa e nos Estad. Unidos, i-to ,
po- tola parte onde a usiru^ij Jo pvo tem
sido c maiderada como o pruneiro interesse e o
pniueiro dever do goveruo?
P..ra po:mos quanio possivel f.a de duvida a
importancia que a ustroccao tem no pro^reaso,
ile eiivolvimeuto e sigur nca dos estados de
mocath os, passamos a Irauscrever um trecno
devido autorisa la peona do Sr. L^on D innat:
E u um paiz livre, diz este escnp or, n i qual
o suiTragio uoiveis.l acha se em visor, a manu
teucuo Jas iosltiui(;-!S e a seguraoca do Estado
esig a que a nstruccao esteja ao alcance de to-
dos, j
Se anda fo^-e necess;;rio demonslrar esta ver-
dade os seyumtes dalos fal o biaia co:n profua
da eloquencia.
En u rectoro apres.'ntado c>mara do>
de.nt.idis JO Franca, relativameite ao, orga
i ii m vi :;e-- lvH da uslruccaj puolica, diz o
r. B>yiiet: Diraute o primetro iiaper.o
ala; < escolas priinarias oo eiistiam; qua:i
toaoslY:euse cjl'.eio-, as reroas quelites
eri o ilficialas iuj uubam destiao preciso, e
ac i> iji se un capitulo dos cultos.
O u >rf j) i ijr t.nenio app irece co n a lles-
tauriQta, ver ladero embryj, pois o crdito
ins-np o pa.-a a instroccao primaria em todo o
reino era de Ctncbefl UMI iran.-'-s; quaoto a um
Tersidade, ou-tavi aje.ms I 8o Ulk) Iraucoi.
F >i wmatte a partir d (836 i|0 o orijaaieato
da instiac;aj pabtica conucoa a wr un p iy
siono ma pessoal, elle era d- iuilns d qu .es o milhOes e meio para a uatrucso pruna
na.
ti annos depois em I8i6, elevavam-se a 18
m dhes.
U^do o impulso, a pro^re^sao nao se deleve
mais, a bem que t-nha sido muito lenta aoo o
imperto aj. em 1870, a con sagra va a instrnc
cao pabica 24 raillioes, sto apenas 3 niiltiO-s
lie mais io que sol) a reoublct de I8i8, cojo ul
timo ui'ameato o d-18i9: foi del milhes.
Desde 18;2e irincioai ueme depois da COI
stituiCJio de 1375, a marcha ascendeate tem sido
coiisunie e r. p da _
Em 1876. a iii>truci;o publica te.e 38 milnOes;
etn 1877, 49 tnnhOe-: em 187, 53 imlti-s e li
nalmente em 1879, at ou 57 ur.ilies sobre os
quaes 30 mlloO;s era.a desiin >d0 ; aj ensiao pn
i/j no. Acbamo oos louge dos5J,Ot,0 francos de
1816.
All u de b:m fazer sobrasalnr a preponderan
cia cada vez muis intensa q>ie o urgaueu o da
in-trucj;aa puulica vas exererlo nos orgamen
tos i uropeus, completaremos o dados do Sr.
Boysaet, suuineiten lo aos l-itores as cifras cor
re-po ideales aos dous ltimos exerciciofl de
Franca
O crdito abonado pela le de lipaofias de 29
de Deieintiro de 1888 ao ministerio ua instruc
cao pa dica para o exercicio de 1889. tan de. .
1352-3 483 Ira ucos a i ae 17 .le Julho de
1889 coucedeu ao mesai) ministerio paran
exercicio de 1890 a blla somuia de 139,984,038
francos.
Na Suissa, neste peque io paiz ODde a nstruc
cao publica tem sido coastantemenie a principal
preoecupago dos governos. os quaes a cous
derara a ae.npre co uo a quesiao de vida ou le
morte de u na oajj, o oreara-oto do mini-terio
d < guerra mnito inferi, ao da iostruci,ao pu-
blica.
Os auissos a ob .a essrs graal-'s recita-
dos a prego de enormes sacrificios, m 13 a edu
cacao a sua principal preoecupago.
O orgaineuto da instru. gao, em qu ni to tos os
cantOes, 6 mais elevado Jo que o do exercito,
se Dein que este seja o exercilo L>aciona. Oa
tota-- geraes.para esses dos aervico* foram em
1870 :
Orcameato das tropas caotooaes 4-508.901 fr.
Orai*:aio d a escolas cau'.onaes 5 OA-zab Ir.
^ (H. Dixon.) -
instsumos sobre esses dados, parque sao as
saz eloquetes e xnosuam nos a qdaato pode
ebegar om povo que deaavautajado pela n am-
ia ivm eatreuato a peito exercer iBfluencia uo
do nioio da expanso otellectaal.
rermtnaremos a nossa serie de algansmos ja
um tanto oiga, refe-ialo oque se passa nos
E-t dos-Onidos a respeito da nstruccao..
Nesie"paiz a p-opriedade escolar Taliaiii
era 900 raUhes Je francos ; a despeza anuuai
do enfino elementar corresponde a 10 francos 90
por habitante contra ii francos 50 as mesma-.
condigOes no tocaute despea do matt nal es
COtar.
Entre nos nao smente a questao da verba
qne defe ser levada em conta, numerosos favo ,
res ooocorrem para diQicultar a tarefa daqoetles I dade em tornar as luncgOa do governo accesei-
que tiverera a felicidad de proceder a refor-
mas daa nossaa eacotas primarias.
Do que preceda remuu cora eaowgadora evi-
dencia a grande influencia que exerce a lOSIra
cc4o nacwnai oa a edaiagao sobre os destmo
de um povo. Desgraciadamente para nos, alm
de ludo o problema se complica por se ter
igualmente de reformar as escolas d'onde aabem
os nos-oa mestres. A reforma da scolt prima
na branleira requjr radical transforra*co das
escolas oorraaes de omiado, e de outro preci
so fazer desapparecer do espirito social brasilei
ro a idea mu perniciosa e profundamente erro
nea de que o papel do prolessor primario de
poaigo secundaria e s uente digna daquelles
que foram jugados incapazea de galgarem qual-
quer outra poaigao.
Nao ; o papel Je mestre de escola a lncum-
beocia mais ardua e mais meritoria que pode re-
vestir um individuo, pois que a escola por as
sim dizer o laboratorio onde -o engendrados oa
elementos que ievem constituir a democracia.
Ni Suissa, a escola, o discpulo e o mestre. lal
o priacipal oojecto do pensameato publico.
( nxoni. *
Anda nao tudo: Em om secuto qne falla
tao alto da i;andade, do amor do povo, diz La
ooulay-, bavera por ventura urna cruzada mais
santa do que a que ae dirig- CcOtra a mus tria
le e entretanto a mais curavel das miserias ?
Nao possivel proporcionar a todos os bomeus
o bem estar, mas pode se ensinar-lnes a anren-
ier a servir M da sua alma e tereiu consciencia
do que valem. Cultivaodo o aeu espirito pde-
se sal val os da degradagao e da barbaria.
Promovamos, pois, em favor da imtrucgo
publica nacional a mesma p-opagan la que tizo-
mas ra prol da destruigao da vergonbosa arvo-
re da -escravido ou urna semelbante aquella,
cujo painoiic i tim cousisiia em federar as nos
sas antipas provincias. Que os oos-os politi
eos se conveogain de que, quando o povo brazilei -
ro fr un povj ms.uido. elle nao precisar de
leiders para reivindicar os seus direitos on dar si
tislaga.) as suas justas aspiragoes. Quandio
povo brazileiro fr um povo instruido tera as
suas proprias mitos o seu futuro e nunca ?e
achara a raere de faegao alguraa.
H.ije que o povo brazileiro acha-se emancipa
do do redime i doa privilegios, e que as diver
sas ragas que cobrem o s-u territorio vo mar
chando de ai&oa dadas, em que era theoria na-
la ihea possa tolher a marcha, latamente pre
ciso consolidar a b^-lla conquiala de 13 de Maio,
cuja dita le realisagio aerapre aera urna man
iha pa escravos lo solo orazile.ro, isto 6, aevi :tando
contri a ignoraucia que a peior daa eacrav
.'Oes. Um povo ignoante um pavo escravo e
sua escravido tanto mais degr daute quanto e
Hila de o-d rn jlellectuaL Ja Aristteles dizia :
a esc-avidio s deixa de existir a partir do
da era que o fu A larefi ardua, mas se o reiormaaor *-o ti
ves-e diante de si a ignorancia, a ignoranci:
primitiva, qual terreoo incul o que ^ pede ser
fenil sado, a victoria ou im-lb^r os muros a co
her nao se fana.n tanto esperar. Eatre nos. ae
lado da i.'00rancia nstructivel, existe a |gno
rancia instruida, a ignorancia de casaca, a igno
rancia ffi ial, o peior d is fl >gello< que ama so
cie.dade ienh. de combater. Elle s leria
como obstculos a v-ncer a ignoraacia natura
e e-ue obstculo ordinariamente menor do que
aquelles que resultara dos raaos estudos e daa
ideas preconcebidas espalhadas oas suciedades.
(J. Morand).
Elevemos o nosso ensino nacional altura da
sua aobre misso, fazendo do ensino primario a
onte onde o povo v beber os eleraen'os neces
sario para se erapenhar fructuosamente oa
grande lula que tem por mira o engrandecimen
to i.atrio
Nesia ordem de ideas nao recaemos diaote de
sacrificio aigum.
A' imitagao d)3 Etado3-U idos e la Suissa
fagamos const air edificios especiaea para as a
colas; instruarnos e eduquemos o Ulho do povo.
o hab tante da modesta cboupana em bel os pa
lacios, se fr possivel, pois. assim oa pratica e
nao em ibeoria cora factos e nao cora bellas pa
lavras iocuremos no espirito do j iven cidado
braz.leiro que rea I mea te existe um terreno con
mura a todos oa lilhos da democracia brazileira
e este o da arena intellectuala escola pu-
blica I
E' preciso demais que nao consideremos de
ora era diaote a escola primaria smente dig la
das cnangas de cor e dos desamparados da lor-
tona. Nao. a escola publica tem coma misso
diatribuir o pao da scieocia a todos os memb-os
la aociedade sera indagar da carnada a que el
les pertencem ; braocos e de cores, ricos ou po
bres, nacionaes ou estraageiros, sob o co bra
zileiro todos sao iguaes peraule a lei e coase
guiutemeae peranle a e cola. Lo^>> que esses
s)s priucipios occoparem o lugar a que tra di
mito no espirito dos nossos concidadaos, ipto
facto teremo8 a democracia arraigada no solo
irazileiro. A escola tornar se-ha o meio mal
flicaz p^ra demonstrar aos nossos ilio* nue a
nica differeng entre os horaena reside oo rae
nto pe soal conferido pela uteliigeacta e a per
severaog* no trabalbo.
Quando as no^sas escolas publicas tiverera
sido convenientemente organisadas, em vez de
-em um artificio eraprega lo pelo gwerno para
se a..? satisfacao s exigencias da poca em que
vivemos. ali.-aeQ'aodj escolas primarias que
d'elias s leera o norae, o cidado brazileiro lera
orgulho em preferir a escola publica ao estabe-
leetm-mo particular, porgue alm de ludo elle
aco-numiri s-u lilho desde tenra idade a aito-
v-.!a-aquellas que mais tarde forgosara nte de
vera eucoutrar na scenano da vida publica.
O qu- mais o aeutirneulo do patriotis no
nao ser un pcllida chmala que pira se por
em mov rento requer profuudas iocitages, mas
sin um sentim'Mito natural predominante. Con
tunta nen'.e activo, qui alimentar era todos os
coiigs o amor ao trabalho e oa prm ipios fra-
ternaes que devera domina' em toda a democ-a
cia, e que em su nra i nao sao outros sena i aquel
les que coiistiiutra a igdaldade.
U.n suisso nao cons lera como boro republi -
cano aquelle que para SeU filno prefere a escola
partie.olar es o a publica.
Seudo o mestre a pedra angular de urna de
moc-.cia, convera que nao smente o apreciemos
e o estimemos de vid iinenie, mas anda que nao
recuemos dianie de sacrificio algam, tea lo como
resultado proporcionar Ihe a dec-ncia e mantel o
na altura requerida pelo seu papel
A esc ala primaria bem orgausada nao somen
te instrue. mas ainda educa.
Um professor suisso conversando cora Dixoa
disae : Nos prestamos tanta attengo s cousas
da vida .o do s cousas da sciencia. E' assnn
que nos uos i ocupamos das m.idos da c.-eanca,
ihe eosinam)s a se apreseutar a andar, a fallar.
Kxiiimjs d'elia mos limpas e caderaos bem
co iservados. A habituamos a considerar urna
nodja na falha do se^ livro como peior do que
una mancha de tiuta uo rosto.
A escola, quaodo bem oiganisada. confere ao
cidado os dous requisitas necessarios para que
ele passa d;sp ir ura luar na soeiedade, a
saber : a instruego, a edu;ago.
Lo i> effeito o pipel de mestre de ese-ola, isto
veis a lo ios e a deixar a maior liberdade possi-
vel Maae*cMai4os dot4o*Mjlipass. *
Maris, lid- J,)i*o!^h M0
Augvto Hfgmo dt^franda Juntar.
e, daquede a |uem oeuadu incu nne le formar
o -lado, l'.iliamos a dizei o. corresponde
mais arlua larefa de que alguera se possa en
carregar.
G. Minns defioe o papel do institutor do se
guinle modo : O de.e; lo m neen-hido pela limpies cul ura da intellien
ca: elle deve cultivar o corago. Pai algura
considerara como digno de preenener .-ua mis
sao. ura professor que nao reprimase a mais li
geira infraigo moralidade, mas anda que se
na i esforga em elevar a sua escola a um alto
Slaiio de excelleeicia moral.....0 tn-sire deve
vvUr com diligencia para que a creanga adquira
.u:is hioliosbabitos de obediencia, de ordem.
.ie pontaattdade, deanethodo, de clareza, de ap
pi.uagiVi. de gentileza, de cortesa, de de'erencia
para a idade, de respeito para com a le, de
amor e d devotaiuento para o seu paiz.
\>d<-j pi prolongar raais este artigo, que j
vii longo, e sobre cujo assnaplo teretnos de volr
lar, teuninar-inos c ..u a segrate passagem do
discurso do Sr Johu Swett :
Maraulay d'tia em 1847 Camaridos Com-
mun- : -Imum o povo, foi a-uJtNoa recoojraeu
dagao do povo commnjiida** fu-elle fundou ,
i istrai o povo, tal foi o ultimo vota de Washin-
gton. Instru o povo, nao cessava de acooseJbar
J. ffirson, sim. p proprio Jefferson, e cito a oa
autorrdade-eem orea saUsfago teda particuter ;
pois que de todos os horneas de estado que tem
xistido, foi elle qu-i fez consistir a maior feiici
(iafe aiarwn< 4olrBstu assoeago
ceit-brou-Antera, no ireatro Santa Isabel, a sua
fasta litieran eommaotoraiiva do (4 ae Jotho,
festa que eateve brilbante.
O ibeatro acbava se lindamente decorado, ten
do no efeatro do palco, sob um rieo docel, os re-
trato dos presidentes da Repblica Fraoceza,
Sadi Carnot, e dos Estados Uoidos do Brasil, ge
uerahssimo Maooel Deodoro da Fooaeca. A' di
reita eslava a mesa directora da feata, e ea
querda a tribuna para*os oradores.
Foi o merosissima a concurrencia de especia
dores, entre os qnaes notamos o Dr. goveroador
do Es.ado, 0 geoeral coinmandaiite das armas,
o Or. ebefe de polica e diversas outras aatori
dades, c cnsul dos Estados-Unidos, os cotnma.i
dame- dosarposdagoarnigao ? artosofciaes,
coraraisses de differentes sociedades, rep.resen-
lantes da uuprensa, magistrados, negociantes e
funcionarios pblicos. E.u alguns camarotes
bavia seobora>.
P.eaidio a fes*a o Dr. Martins Jnior, tendo
sua e.-querda o presidente da soeiedade. cidado
Angelo Tavares, e aos lados o Dr. goveroador do
Estado, o com.naudante das armas, o coo.-ul
-'inericano e div. rsos represen antes da colonia
franciza e cjuynisses de soledades.
Aj meio da, o Dr. Martina Jnior abri a sea
sao, proferindo um eloqueme discurso, depois
do qual a han la 10 co-po de polica tocou o
hyrauo nacional e a Marselheza.
F.illar.iiii em seguida o orador official da fes
la, )r. Olilo Vctor; o orador d.> Club R.-pu
olicano da Boa Vista, Val devino Wanoeriey; e
os cidado- L-onidas oe S, era n.ime do E-ta-
lo do Piauby, JoSo de Dens e Dr. Aquilino
Pono.
Nao haveodo mais oradores inscriptos, o Dr.
Martins Juoior, em ph.-ase eloqaeute e vibrante,
f. z uraa bnlbanle allocugo a Franga moderna e
.10 15 de Noveuibro oe 1889, e eucerrou a ses-
ao.
Tocaram as bandas de msica do corpo de
polica e do 14 balalho de lofanlaria.
Era toda a testa nouve mullo eulbusiasmo,
sendo os i.radore- muito applaudidos.
F..1 uraa esplendida festa, na altura do acon-
lecraenio commemurado.
Tttealro Os tre- ultiraos eapecuculos rea
usados no Santa I-aoel, o pnmeiro no sabba io e
os dous ultimo- no domingo, ura larde outro
a tioite. attrah rara tal cunearn-acia e foram pre
texto para laes euihusiasraos do publico, que com
venerara se era vrrdadeiras fesus.
E'que esp-cta lores t c.-ra .a-ibi.i. depois da
m< Ibor convivencia dar o'e inui'.as traites da
mais agralavel distiacfao, fa'am suas desped
das e trocavam as mais vivas i 'mom-lra^is de
syrapal.iia e reconhecineuio. E por bdUra.-PaFa
o mais merecido elogio i, platea peruaniDucaAa
couvra aqu assiguaiar o facto, digno do mais
lisougeuo reparo, de nunca ter bavido a mais
breve perturbago da orde n, de uunc.a ter s-
dado o mais hg.-iro choque entre o grupos stt
uados pelos ddraiiadores de diversos artistas,
grupos que, loage de se disputaren! primasias e
Je coiivrierem suas preferencias em motivoi
de odiosidade, ao contrario, mutuamente e au-
xiliara) com a mtior cordura e com a mais ca
valheiresca geuerosidide.
O Sr. Helier e sua interessante compauhia de-
vem levar de Pernamouco as melhores recorda-
ges do mesmo modo que deixam de ai as mais
.-y npathicas irapressea.
Ni sahbado la levado scena a A FUha de
SI -ia Angu, paro liada por Arlhur d'Atevedo de
L, FtUe de Siadame Angot, partitura de Lecocq.
Msica basianle couhecida c ra lito oopular,
nao poda deixar de agradar, e foi ptimamente
recebida pelo publico, tanto mais quanto de sua
e^ecuco derau exoeUente- canta as $M#^tas-
sari e lanche e i Sr. Colas.
Si algum reparo houvessemos de fazer, como
crticos, a respeito da porodia de Artbur d'Aze
vedo, seria no seutido de lamenta raos que ella
sacrifique parte do bom effeito que podia pro-
duzr, forga de ser demasiadamente chula e
.-xeessiva de baixo comii em algomas aceas e
persoaagens ci que o defeito nao provem de
in ooraprebenso e exagero dos^xecotores
A msica de Lecocq na FtUede fiwiaw mgot
nao tendo a elevaci da de ou ra- o.ieris-eomi
as cora.. AGirrnd'Afor Josepha Vendida pels
Irmans. Amor Moluudo, Mosqueteros no Convetto
e i.ulrds. e.ure a- qua-s-alsiU as das velbas crea
cOes de OIT:uoack, e ja roniio ouvida e lecorada
p-lo publico, era cuja memoria se iusmu ra sem
sforcj, corao acontece a todas coraposiges
musicaes constaules de melodas facis, soffre,
actualmenle, qu mi > vai ja pass do o mrito da
novidade, as raesrais coisequencia expen iien
talas no dominio das g andes operas, pela Tra
vota. po< ex-mplo, 0 ate oel i Trovador ex
pujada grande .arle lo 4." acra en up iradas enm
outras comnosig-s do proprio V-rli e, phnc
;palraenie cora os Huguenottes Propktta. Hebrea
Moyses, Africana e tan lo utros primores da arte
e insoiraco, inclu las as notaveis produge3 do
festeja lo Carlos Gomes.
Seja porera :ooo for, a A Fdhad* Marta Angu
ri muito bem recebida pelo publico.
No doraing) repre-enlou -e tarde, a D. iva
ma. e iione, a A Gran Via, a resoeito de cujo
merecime to e exeuugo ja por mais de urna vez
iVm.8 externado n>aao juixo. Daremos, por iaso.
noticia mais Ircuraslaooiada soraent das duas
nondades exhibidas, o episodio cmico Impe-
rador e Rep olitoe a scena cmicaVwgn a
loriado mtui'to, a p origiaaes do festejado actor
o Sr. Varques.
Depois de Joo Caetano. aquelle enarme talento
aqu lie verdaieiro genio, que adivinhou, sem
escola e sem mestres, os seg-edos da arte era
foi notabillisaima celebridade, que soab-
menino qae resmunga, mogas que tagarellam
a 4a que falla, ama negra mina qae briga,
'fcacez que falla o partogoez com o seiaque
ie MKingua natal, outro qne canta ana caogo
Hletana propria lingua, ura ioglez-que dansa,
tn totoano que cauta, ara allemio qae conversa,
m-pouugaez qae can la rola bo Cbtado e, por
rtn>,B mano, oantaado ama chula ongn il.
No la d'essa eogracad'a sceaa nao foi fcil ve-
rificar quem mais fatigado -siva, si o Sr. Vas-
ques Ha execugo da ceoa-c<*nca, qne tea-
ga e trabalhoaa si o espectador pelo muito que
se no e gargalhou.
Pena que o Sr. Vasques nao tenha tido op
portaoidade de execotar mullas outras coraposi-
ges do mesmo genero e ta bem de sua lavra;
as de que acabamos de tratar, eotretaoto, bastara
para Ihe darem direitos s nossas felicitages
Consta-nos qae, si o vapor fraocez em qae deve
partir a companhia para a Baha nao seguir boje,
naver ain la ura espectculo. eonsUnte da ope
ra-comica Os Mosq-ieteiros no Convento e da sceoa
dramtica A vida de um-nturinheiro, pelo Sr. Vas
ques.
Se assim acontecer, offerece-se magnifi a op
portunidade aos admiradores d'este sympathico
ar:iata para urna mmifesiagao de aprego.
Cunlr -manirealo A' Llvraha Qaiolas
agrade, eraos o mimo que nos fez de urn exera
piar do foiheioem que n-uii'o o H Joaqum Nabuco e o > ontra Manifest do cidado
Candido Fuado de Mi-udi.iica Jnior
"iiniio poiiiic II j a- 7 horas da
noite, na casa de residencia do conselheiro Rosa
Uva, na Passagem da Magdaleua. reunera s
qae _
enar s cora os recursos de sua adrairave! ios-
p.ragao diversos papis que aos theatroseuropeu-
tizerara o n-n"me e a gloi-ia de celebridades ar
tisticas, nao sabemos s<- houve e se ha ainda. no
theairo branleiro um vulto que se compare a
Correia Vasques.
Nao nos aecusera de exagerago nem de mo-
vidos por parcialiiade e syrapalbias pessoaes.
0 cmico tambera um aero oa arte drama-
tica, e tem seus aegrj loa e pode, como qaalquer
outro, ter seus tnumphos e suas glorias. O Sr.
Vasques o Joo Caetano desse genero, porque
at boje boje anda nioguem como elle o culti
voa com tanta vaniagem e perfeicio no theatro
brazileiro.
Na valenia de seo talento, na eapontaneidade
da sua graga, na fetiliiade de seu espirito, na
feltctdde de seui repentes e na tlexibtlidade d
sua pbisionomia, nao tem rival, porque nenhum
outro artista reone lo completamente, como elle,
todos esses predicados.
0 notavel artista capaz de, com intervallo de
alguns minutos, fazer o espectador rir s g-irga-
Ihadas, no papel de capito firsac, por exem-
pio, e tazel o cliorar e sentir o espirito annuviado
de raagoas e tristezas, na scena dramtica-A
vida 'le un marinheiro. Essa flexibiliJade de apti-
do, essa variedad- de manifestages de talento,
s por si.do ao Sr. Vaques o direito mais per-
frito aos maiores elogios.
Alm de tudo isto, o Sr. Vasques tambem um
autor frtil e muito festejado; ha diversos dra
mas, comedias, parolias e sceaas cmicas de sua
peona, das quaes nao nos p.rrailte dar conta mi-
nuciosa e demorada a estreiieza d'esta noticia.
Aiada no espectculo de domingo foram sce
na duas de suas coraposiges : -0 Imperador e a
Repblica, e a Viagem roda do tnmdo, a p
A primeira c ura episodio coraico, cumposto
depois dos acontecimenlos de 15 de Novembro
du auno liado, o qual, representado no Rio de Ja
ieiro. devia ter tido g-ande successo pela oppor-
lunidade, o que aqui faltou, di .-iuuindo lhc o
effeito.
E', entretanto, incootesUvelmente engrasado o
qui pro quo em que o enredo se fuooa, e tea,
muneosa i r local a celebre reuniao dos featei
ros d i Espirito Saolo. 0 cateret final, especial-
meote, raereceu estronuusoa applausos.
A sexuada compuaigio urna scena-comica.
em qae o Sr. Vasques se liura em viagem pelas
ras do Rio de Jaueiro e por diversos paizes da
Europa, fazendo urna espirituosissuDa critica de
coa turnes e imiuodo com a mais compjeta natu
rahdade, modos, phrases, gesios e pronuncia de
individuos de diversas nacioaaltdades.
E' difucil assignaJar em que parte da aceni-co
mica mais perfeitoo trabalbo e maia engrasada
e imitacao, porque o Sr. Vasques aucceasiva
mente arremeda com immeoaa propriedade um
os memuros do direciono dos amigos iranserva
do-es pira tratarem de aasump'o poltico.
Feutu dr Nos .u eaaora do Carmu
Na Igreja de.No.-aa Sennora .o Oarmo celeora
se amanli a festa de su* padroeira, constan-
do de mi-sa solemne s 101|2 horas da raanh
e Te Deum s 7 horas da noite. Pregaro : m-
Io co o viguno da Graga, Padre Z de.nno Fer
ri lia V-lloso, e no 2o o conego are diago da Se
de Olinda
Companbia IndemniNador.i Esta
corapanhid de Segaro.- esia pHg.nido aos seus
accionisjas ura dividendo de lOdD por ac ao
correspondente ao seraeatre de /uoeiro a Junbo
proximi. lindo.
Peroambaco-Esse vapor, do Lioyd Brsfi-
leiro, em Ui rugara le procedencia do sui com
desuno ao noite da R-publica, sahio honiem
lar le do porto da Habla, devendo por Cn^e
guate locar bote no uesta capitul.
A PatriaDea hontera o seu n. 28 era ho
UICII.:i m ao 14 de JulllO.
ei>s escripios sao de assurap'os exclusivos
coinraeiuoragaO da celebre data francesa, que
pelo nos-o goveruo foi consagrada como de festa
nacional ; e a primeira pagina constitue a apo
tueose da mesmadata.
Club de Ju'-bo Esse Club Republi
cara el.-bra uo da ti do inrraate s 7 1/2 ho
ras da noli no sala do tbealro Santa Isabel,
urna -esso magna coraraeraorativa da organisa
gao do .pesinu OuD.
Prnn Sr. majnr hui Cintra, SU3dele
ga-odo 2o distncto di B -Vista, acab de rea
tizar a pnsao de Juo Fn.nci-co Cirneiro. qan
li i lempos, na taverna de hico barrigudo, no
b-c-o das Facala-i. e:n rixa cora ura individu-
appellidado Jfo-ua bruta, ferira a e te cora urna
tacada e d'elie receoera u as paulad is, te ido se
desde eolo podido esc m ir pnoigo, aoezar
de pronuici de u-i art. 257 lo colig i criminal.
Mas, sem iembrar-se de que tanto vai o pote
fome ate q ie l urna v i se quebra, meitea se
n'uinas iiiniillia las de uves de pennas e de pa-
pa capun. que nc soaram bera aquella auton ia
de ; e foi conse|uencia de cidado livre passar
a a iado pr<-so, comme ks autres, isto as gal-
trabas e is cavallos que aprisionara.
0 Crrelo E- l publicado o n. 4, do 1*
anuo, doote peridico ae propaganda e instru-
. gao para o povo. Traz urna saudago ao 14 de
Julho.
Club Republicano Fre Caneca -
Ilojc, a 7 horas da ooiie, fumxiona este club
para tratar dos meios praticos de soiemniaar o
seu 1" anniversano, no da 28 do crrante mez.
-Club H.publirano da Boa IMIa
A'a 7 horas da- notle de boje, rene se esie club
em sesso ordinaria, no lugar do costme.
Nova Era E' una ni. vo campea) da m-
prensa pernarabuc-oa. qae hoatem sah'oi pu
bhcida ie om a circalagao do sea 1 numero.
E' orgo do partido c -tholico oeste E-tado,
seudo o seu prograinroa o desse partido, que elle
represeota na uioreosa, programma qae resu-
me o colLga Dos dous montos culminantes:
l'niirnraraente trabalbar por todas oa molos
para miroduzr aos aossos cnsinmes, oas nosaa
leis, na coiistitoigo poltica da patna, dorante
o periodo de reorganisago qae atravessamos,
os saos e puros principios do caibolicisrao. ni-
cos capazes de formar nacionalidades grandes e
i res.
A pregago esta cruzada ser a segunda
misso do partido catboheo.
Saudamos ao novo collega, caja visita agrade
cenaos.
Carece providenciaA'ruado Mrquez
do Herva existe urna casa d'oade pelos respe-
ctivos futidos faz se na iravessa do Peixoto o
despejo de todas as aguas servidas e de residuos
de cosinba, de molo que, tendo abi abatido a
calca la, taes aguas e residuos fu mam urna po
ga esiagoada, apodrecem e derramara n'aquellas
pal-agen* as suas exhalacex peslilenciaes. qne
de combinago cora as de um lamagal podre qae
ahi ha e se procura aterrar com cisco, mais vi-
ciara o ar que respirara os visin.is.
Par a esse verdadeiro f-o de infecgo chama-
mos a attengo das competentes autor ida es,
municipal e sanitaria; pois singular a tole
rancia que parece havr-r em negocio lio serio.
Club Lillerariu de Keiembro
Instailou-se ante-houiem nesiacilade, urna so-
eiedade cujo oome encima estas linbas, e pro-
ce.tendo se a eleig} da directora, ticou ella
assim constituida :
Preriideote-Theodoro J. da S Braga.
1 vicepresidenteE-tevao Castellao.
2 vice-pre8idente-Jos P. de Abren e Lima.
l.< secretarioJoo E. Guimares Silveira.
'2 8ecretenoManoal Joaquim ferreira.
OradorJos J. Lobo de Carvalbo.
Vice-oradorPedro E. Iluniz.
TbesoureiroOlympio Galvo.
Archivista -Carlos P. L. de Carvalbo.
Depois da posse, o Sr. \. secretario proceden
Intua dos estatutos, e os postes em votago,
foram approvdo. Nao haveodo mais o que tratar
o Sr. presidenta marcou o aia 20 do corrale,
a 10 horas, para ter lagar a outra reuniao, e
declarou encerrada a sesso.
Soeiedade Recreativa Comanerclal
feudo essa soeiedade procedido eleigao dos
funcionarios que deverao compor a sua direc-
tora no anno social de 1890 a 1891, for.m t-le
tos os seguales senhores :
Presidente e vice-presMeoteAlfredo dosSan-
tos Almeida e Antonio Frauique.
SecretariosIo Leoncio Campos Jnior e 2o
Manuel Eusebio Simes.
OradorArlhuoio Vieira.
Tnesoureir. e vice thesoareiro Maaoel Do
aiingues da Silva Girio e Jos Nogueira da Sil-
va.
Bibliotecario Monoel Francisco Al ves da
Costa.
Directores de mezAyres Augusto dos Res,
Jos Joaquim Vieira da Silva, Antonio Torre6
Galindo, Hygioo Leito, Felippe Nery Mello Bar
reto, Aotonio da Silva Castro, Archeiao de Bou
ra Suares Brando. Manoel Runo GuBrao Fllho,
Manoel Jos de Miranda, Manoe. Florentino de
Seona Filho, Manuel Gomes da Costa e Joo
Baptista da Costa Pereira.
A sesso de erapussamenlo da nova directora
ter lugar as 5 horas da tarde do da 20 do car
rente.
tremo Recreativo do ReclfeEm
sesso di na t3doeorr.nte teve lugar a elei-
gao da directora desse gremio no searestre de
Julho a Dezembro correte.
Foram elertos:
Preaidente e vice-presiden teLoureogo Pinto
dos Sanios e Albino da Silva Brito.
5ecretrio8-4 Justino S- G^nea e 2' fiilvioo
Jorge da Silveira.
Orador e vice orador -Aatoaio de Albuqaer-
que Melol Abilio da Silva Galvo.
Th-soureiroRicarda Rodrigues dos Santos.
ProcuradorAugusto Brito.
Nao procedeu se a eleico dos directores- pete
adiantamento da hora.
O empossamento da nava mesa deve realisar-
se no domiogo prximo pelas 5 horas da larde.
Tribunal do Jury do Beclfe Deve
ser aserta boje, sob a presidencia do Dr. Anto-
nio Domingos Pinto, jan de dirrito do 5. da-
melo criminal, a 5." sesso ordinaria deste
tribunal, que funecionar na respectiva casa
raa do Imperador.
Para a mesma sesso acbam-se sorteados oa
segrales jume- de facto :
Fregvtzia do Recife
Fraoiisco Teixeiro d.- Carvalbo.
Pedro Jote de Oliveira.
Adoipho de Bnto Tavares Cordeiro.
Fregurzia de Santo Antonio
Maooel L*-ite Ferr-ira Bastos.
Manoel deS.uza G l-a.
Antonio Pereira Baatos.
Pbiloraeuo II rraiiiio dos Guiraar'js Peixoto.
Pedro Rodr gues de Souza.
Vicente Liciuio da >:osta Campello.
D,'. Joo Bastos de M-llo Go oes
Freguezta de S. Jos
Jrauario Jos dos Santos.
Jos Joel Esdras de Souza.
Antonio Jos de Souza e Silva.
Epiphaoio da lio lia Wmderl y.
Freguezia da Boa- Vista
Pedro francisco de Paula Baplista.
Francisco Antonio d'Oliveira.
Joaquim Manoel d Medeiros.
Manoel Francisco F'ago.o.
Amonio Gomes de Mallos.
Aggeo Barr to de Mello Reg.
Antonio Manas de Carvalbo.
Dr. J> ffersoo Mirabeaux de Azevedo Soares.
Geroncio dos Sanis Teixeira.
Hodolpbo Pessoa.
J.io Jonqora de C. L*ite.
Fraacisco Eduardo de Miranda.
Benveouto de Souza Tavasso.
Sebastin Anonio do Reg Barros.
Jos Fraocisco d Sa Luito.
Francisco Jenuuio S m'S
Juatioiaoo Cavalcanie de Albuqnerqae Bello.
Joaquim Pedro do Reg Cavalcante.
Manuel do Nascim-uto Ceza> Burlaraaqai.
Freguezia da Graca
los Ueltino da Silva Carvalho.
Ly 1.11 Pnrpuno Santiago d'Oliveira.
Jos Rolngues Alven.
Leniel Augusto Pereira.
Augusto Ociaviaao de Souza.
Antomo da Silva Farias.
Joo Mauricio de Anreu.
Adolpuo Tlliago de Parias.
Joaquim T.eodoro de Albuqaerque Mara-
nho-
Freguezia de Afogados
Antonio Mendes oa Cunta Azevedo.
F aucisco de Pinho bvrges.
Eugenio Marques de Amorim.
Leopol uno Co-nelio F-rrei a da Silva.
Freguezia do Poco
Alipio Jo- Fehx dns Sanios.
Francisco J.is Al ves
Operacen rirursieaiForam pratica
las uoho-pila! Pedro 11 as seguintes :
Pelo Dr Berrdo:
I ideetoiuia-rameada por mancha da cornea e
etaponoioa incipiente. .
P.lo Dr. E-tevao Cavalcante :
Exiracga de k.sio scoaceo ulcerado da ca
bega.
Pelo Dr. Malaqutas :
Exiracgo de kisto sebceo da f-ice esquerda.
Posihotomia com pinsa de Riord e continua
g i com iheruin cauterio, indicada por phimosis.
'^uierisago a thermo cauterio indicada por
cancros venreos.
Po-thotomia in licada por phimosis.
Cuna de Deteneao Movimento dos pre-
sos da Gasa de Detr-go do Recife, Estado de
Pernarabuco, em 13 de Julhu de 1890.
Existiam 453 entraram 12, saturara 7, existem
168.
a saber:
Nacionaea 437 mulberes 19, eetrangeiror. 12,
Total 468
irragorfdo- 395
dona 375
Doentes 18
Uracoa 2
-Total 395
Movimento oa enferman
Tiveram baixa:
Ignacio Paz de -caza Gama.
Manoel Francisco da Silva.
Pedro Jos da Si va.
Maibias Pereira da Silva.
Tiveram alta :
Jos Pereira da Silva.
Apolinar! Vieira de Carvalho.
Gahriel Tnora Ribeiro.
Falleceu :
Honorio de tal, alienado.
Forara visitados oa preao? deate estabeleci-
mento por 214 pessoas, sendo 66 bomens e 148
malberes.
Uuopital Pedro 11 -O movicnenio deste
'Ubeleeimento de candade, no dia 13 de Julho
foi o segrate
Entrara m
Safliram
Fallece.ram
Existem 46i
0 Dr. Malaqaias corapareceu s 1|4.
ajudanft- do pHaraiacauuco eQtrou as 7 1|2
t simo -s i horas da larde.
Clibes ElTectuar-se-ho os seguintes:
Araanh :
Pelo afete Alfredo Guimares, s 11 horas,
ra do Bom Jess o. 44. de umacaixa com sa vj
patos avariados para horaens e senhoras.
Pelo agente Pinto, ao meio da, em frente ao
Pernambuco, 72 anuos viuva, Pogo, congesto
pulmonar.
Manoel Virgi.io da Silva Gaedes, Pernambuco,
21 anuos, soiteiro, S. Joa, febre palustre,
Lu'z, Pernambuco, 2 anoos, S. Jos, varilas.
Joo, eernambuco, 2 annos e meio, S. Jjs,
vanlos confluenies.
Laura, Pernambuco, 8 das, S. Jos, varilas
bemorrbagicas.
loo. Pernambuco, 2 meses, Santo Antonio,
gistro entente.
Euclide8, Pernambuco, 3 mezea, Boa-Vi8ta,
entero colite.
Bernardina Maa da Conceigao, Pernambuco,
42 annos, solteira, Recife, vanlas couflueuies,
Avelin i Fi aasco Crrela, Pernambuno, 30
ana s, solteiro Boa-Vista, tubrculos pulmona-
res.
Mana Luiza da Conceigao, Pernambuco, 50
annos, viuva Santo Aatoaio, entente.
Donan a Juspi ia de Mello, Pernambuco, 28
annos, casa ia, S. Jo-, l^so cardiaca.
Mar a da Conceigao, Parahyba do Norte, 11
anno soiteira. Boa-Vista, eclampsia.
Mara, Peioambuco, 4 annos, Santo Amonio,
vanlas tierno' rh. gicas.
Virginia Parnambuco, 10 mezes, Boa Vista,
vanol .s confluentes,
Elvira, Pernambuco, 5 meze3, S. Jos, atrep-
sia.
Odn, Peroarabuco, 6 ano )s. Recife, vanlas
coi. fl a en es.
Diimisia Maria da Conceigao, Peroimbuco, 30
annos S.nt.i gueda, varilas conflut-ntes.
Anna Francisca do Nascira nto, Perni-mbuco,
20 anuos, soiteira, Sauu Agueaa, vaioias con-
fnenles
Manoel da Cruz, Pernambuco. 30 annos, sol-
teiro, Santa gueda, vanlas confluentes.
Rosa Au elia de Carvalho, Pernamouco, 38
annos soiteira. Boa Vita, metrorrhagia.
David Liudos Santos, Pernarabuco, 50annos,
aolieiio. Boa- Vala, ulcera gangrenosa da perna.
Manoel Flix dos Santos, Pernambuco, 18 an-
nos, solteiro, Boa Visia, ulcera gaggreuosa da
perna.
Pedro, Pernambuco, S. Jos, varilas.
Honorio Santo Autouio, paralysia dos aliena-
dos.
Joo, Pernambuco. 2 annos, Roa Vista, febre
tyiihca.
Enfrazio. Pernambuco, 2 e meio a anos, S-
Jos, bexigas.
UMPOUCO DE TUPO
Tres leis contradictorias governam o
mundo.
Nos outros, bomens, christSos e civiliaa-
do, somos goveriiados pelo menos por
tres cdigos d"vemos, quaB lo apenas de-
veriamos obedecer um somete.
At a lei escripta hyp icrita e semeia
a faisi iade nos uaminh s d< justiga, desde
que os tres cdigos nao dizem eeropre a
uesma cousa e multas vezet se cootradi-
zem ib rta. e imp ident-mente.
N> Evang-elho esta es ripto, q-ie se um
homein ce bater n'uma face, ihe offerecrs
a otra paraqne n5o seja violada a lei da
syireria.
N.. codrgo penal eta ecripto qne, se
forea esp.incado, devu8 aecusar o offensor,
e elle ser punido pela lei.
lo cdigo da opiniSo publica, que n2o
est nem mpresso era escripto, sendo no
entretanto mais forte do que s* utros dous,
imp5e se, que quando receberes urna bofeta-
da, devea mandaros teus padnnbos ao offen-
sor, com o qual te bater em duello, ma-
tando ou sendo morto, segundo os revezes
da ortuna.
A qual dos tres cdigos devea tu obe-
decer para conservar-te bomem moral ?
A qual destas leis deves obtemperar
para crer te e conservar-te homem r
*
No cdigo de Deus est escripto que
peccado mortal at o desejar a mulher
d'outrem.
No cdigo ci"il est escripto q ie o
punid i
as sevens-
knblteno
simas.
No cdigo da opiniSo pu^ ca um gra-
cmo gentil, ou um cumprime i a pun-
5ao que se inflige infidelidade do bomem
ou da mulher ; e ninguem recusar a
propria estima ao marido galante.
Mas qual dos trez cdigos deverei eu
seguir ?
P rque em materia tio delicada tanta
diversidade de juizos ?
Porque ?
Porque somos sempre os bpedes pre-
sumpeo os que camiuhamos em andas e
trazemos azas de papelao; e no theatro
da vida passeamos sempre vestidos de
trapiche Livramento, de cimento com avaria. huvas de'aoios e de hroes em andas, com
Pelo agente Gusrao, s 11 horas, roa da J ___*.:?
6 de movis de diversas qoal.da- oa com vtstosos enfeites.
Imperatnz a.
d. s. vidros. loucas. etc.
Pelo agente Martins, s 11 horas, raa da
Imperatnz n. 20, de armago, realejo e diversos
movis.
Pelo agente Pinto, s 11 horas, roa Nova de
Sania Rita de movis, generoa, etc.
laaa* fnebreSero celebradas :
Amanba :
A's 8 horas, na igreja da Santa Cruz, pela alma
de Manoel Luiz Ribeiro.
Lni r.. du Estado de Pernambuco
A 11* sene da 1* lotera deate Eatado, sera ex
trahida impreterivelmeflte no dia 22 de Jalho
(teega feira), 1 hora da larde, ao coaai8torio da
igreja de Nossa Senhora da Rosario, de Santo
Antonio.
ajotarla du Entado do tiram-Para
A 2* serie da 41* loteria cujo premio gran
de de 60:00ii000 era extrahida no dia 19 do
correnle.
A19* serie da 31* lotera, deste Estado, cujo
premio grande de 250:000*. sera extrahda
no da de Julho (aabbado).
A 1* sene da 36* lotera, cujo premio gran
de de 120:000*000 aera extrahtda no dia .. do
corrente.
-Lotera da naranbu A 22* serie
da 1* lotera deate Estado, cujo premio grande
ae 3uO:UUO*, ser exiranidaamaoh 16 de Ju-
lho (quarta feira).
Cemllerlo publicoObituario do dis 12
de Juitiu :
Fruonsca Leopoldina Riheiro, Pernambuco,
24 annos, casada, Santo Antonio, varilas he-
uiorrbagicas.
Manuel Fernandes da Costa Torre3, Portugal,
3o anuos, casauo, Santo Antonio, epilepsia co-
matosa.
Josepha Caetana de Jess, Parahyba, 22 an-
Saua gueda, varilas.
Porque somos todos, grandes e peque-
nos, actores dramticos, ora caractersti-
cos, ora buffoes, ora tyramnos ; e nao
raro mesmo as tres cousas ao mesmo
lempo?
Entre as cento e urna definigoes do
Homo tapietis do Linneo, deve-se accrs-
centar tambem esta, que a das me-
lhores :
O homem um animal por excelencia
vmico.
E quando nos rimos aos momos do
macacos, sem sbelo, rimo-nos de nos
msalos, qne somos cem mi' vezes mais
buffos que elles; nos que enrugamos des
vezas ao dia a nosaa olympica fronte as-
signalnda pelo dedo de Deus aos eternos
principios do verdadeiro e do bom; mas
que entre o franzir as sobrancelhas da
semi-deus, cocamos as costellas o as vi
nllaas, aborrecidos tambem da eterna co-
media a qne somos condemnados por na
mesmos afim de represeotar d'Agamemnoa
ou de Achules, adornados de elmo, de lata
e espadas de paos, com coras de talco e
chocalhos de polhaca.
*
No curso de pesquizas relativas ao b-
culo typhicd das aguas de alitnentagao da
cidade de Marselha achou o Sr. Cassede-
bat novo bacillo que considerou digno de
atiento exame pea aemelhanga que mostra
Q0S, soiteira. aau;a gurua, .m. -
Jusiiniano Jos da Rocha, Pernambuco, 23 an- com o da febre typboide.
noa, soueiro, Santa gueda, varilas.
Cassiano Rodrigues Fereira, Pernambuco 19
annos, cotleiro, Recife, varilas hemorrhagicas.
Flonoda Mana da Conceigao, Aracaiy, 49 an-
nos, viuva, Roa Vista, anemia palustre.
Josepha Mana da Cuoceigo, < ernambuco, 60
acnos, soiteira, S. Jos, clica gstrica intesti-
nal.
Anna Muda de Jess, Pernarabuco, Ib annos,
soiteira, Roa-Vista, varilas eooflueales.
Isabel Juvencta da Silva, Pernamouco, 17 an-
uos, solleira, Santo Antonio, tsica galopante.
Buclides, Pernambuco, 7 aunos, S. Jos, ne-
pinie agada.
Jos ftayiauodo RaptisU, Pernambuco, oUan-
aooos, casado, S. Jos, paralysia.
Manoel, Pernambaco, 2'das, Graca, vari-
las.
Laurrado Jos dos Santas, Pernambuco. 18 j
As-culturas das duas bacterias pa ten
tciam Cftiasi perfecta identidade a ponto de
ser impossivel a principio distingu! as.
A nmea dierenca notada tao smente
moatrarem-as eloaias typhicas, ao cabo
hie tres ou pustro dias, colomeao nm pou-
co mais amarellada.
Em commun)cagSo dirigida Academia
das Sciencias b P&pz dechirou o inves-
tigador qne o aeu bicillo pseudotypbioo
jiarece ser ordinario babitaote d'agua, pois
que o aokou so veaes sobre den, em
amostras d'agua da parte do canal do
tkarseiia meaos rica em baoterias.
orno iqv.ee que. a ipresenis do bacillo
typlnc > tenha sido'ewgnalada m grande
umero de amostras de agua de diversas
anuos, solteiro, S. Jos, varilas confluentes.
- 13 -
Jo* Leancia de Frange Caldas, Pernambuco,! procedencia, iulgou. t ra iavesteador
oos.saJieiro. n.o^mibtrcjdm^iMOfes.. 'os bacterioiugos se acaulelfem contra O
AUtooio Vctor Oornellas, Pernainbpca, 63^4*.' prigede|C9o<|luaSes pramatumeaueposaam
nos, casado, Santo Antonio, asthmaticb. exool-os a indicar o bacillo typhico em
Francisca Alexandrina Alves de Albuqnerqae, e

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Diario fte **eriiambweoTiea^a-(eira 15 de JulhoH* 180
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i,
ii*

aguns que Da realidade nao encerratn sa-
nio outro bacillo com semelhante appa
rencia.
No Uiion Square Tkeater, de Nova
York, em ama pega intitulada A forqa
do paiz oa autores introduairam urna ver-
dadeira corrida de cavallos. espectculo
que est hoja muito em moda, gracas ao
coacuno da electricidade, c< ncarso de que
o Sr. Neil Burgers, o machinifta do thea-
tro, soube utilisar hbilmente ; a scena
foi reproduzidn com urna fidelidade como
rsraa veas se tem visto.
O effeito do quadro, a acreditar-ae na
iiifj nuil americana, e simpleameote ma
ravilhoso.
Para produail o comeca-se por escure-
oer completamente o theatro, depois faz-
ge apparecer os cavallos galopando no pri-
meiro plano da scena em urna atmosphera
luminosa. Liles parecem envidar todos
os esforcos para gaohar a corrida e per-
correr o espaco com vertiginosa rapidez.
As barreiras, as arvores, as collinas
desapparecem detraz delles como se elles
fendessem realmonte o espaco.
No tim da corrida, quando um dos ca-
vall s approxima-se do starter batendo
os concurrentes por meos de cabeca, fez-
se de novo cscundSo por algum tempo e
a luz de quadro s g ante v se os cava I
loe terminar a corrida e desapparer nos
basiidores.
dragas a urna judiciosa applicaco dos
motares elctricos ootem-se estes diversos
efe tos scemcos.
Um dos motores elctricos installados
sob o palco tem por m enrolar unifrme-
te a tela sobre a qual est pintada a pai
segem que deve desfilar aos olhos dos es-
pectadores acompauhando a corrida ficti-
cia.
Outro motor faz desenrolar se no mes-
mo sentido, com velocidade conveniente,
ama taboa continua sobre a qual os cval
los correm sem sahir do meio do theatro,
seodo a llnsao da corrida produzida pelo
deseorolamento do panno do tundo.
Um outre motor faz achantar se a ba
laustrada que limita a p sta ; como para
a taboa, e*ta balaustrada forma urna ca-
de i a sem tira cujas partes vm peridica-
mente pas8 Um outro motor elctrico especial-
mente encarregado de agitar um ventila-
dor que desprende urna form.davsl cor-
rente de ar .obre a cabeca dos cavallos
e dos jockeys enuhe as blusas dos ltimos
e contribue assim para augmentar a illa
sSo.
A possibilidade de Iluminar e apagar
todo o thatro em um momento contribue
cortamente muito para o effeito produzido
e toda a manobra effectua se com o auxi -
de um quadro collocado direita da sce-
na com reUcSo so espectador.
Na opini&o do Sr. urgiera, o emprego
dos motores elctricas nos theatros, em-
prego que p3e todo o movimento as maos
de um so homem, simplificar bastanta o
machinismo, tmara as manobras mais
simples e mais rpidas e emfim permitti
r reduzir o tempo dos intervallos, vanta-
gem caja importancia os espectadores
bem de pressa saber9o apreciar.
PPBLICAyOES A PEDIDO
A.o publico
Li no Jornal do Recife de 6 do correte
um edital do Or. jms do commercio, cha-
mando licitantes praca d'uma parte da
casa de minha propriedade e de msus en-
teados, sita ra da DetencSo n. .
A respeito devo explicacoca aos que me
conhecem e nao conhecem o ..negocio que^^onceicao, moradora na ra Augusta, partic po
deu causa execucSo contra mim movida
polos Srs. Fraga, Bocha & C.
Easa execucSo nao indica insolvabili-
dade e nem reluctancia de pagar da minha
parte.
Em consciencia nao devo aos Srs. Fra-
ga, Bocha, qae se hoje estilo de pos se de
urna letra de meu aceite, ella lhes foi
transferida menos licitamente.
Desde que ha litigio sobre o legitimo
dominio d"sse titulo, entend e bom aviso
sobrestar no seu pagamento at se que se
verifique qual seu verdadeiro dono.
Sei que a obrgacSo do aceitante pa-
gar a letra ao portador, mas sei t. mbem
que difinuldade sobrevem para repetir se
o pagamento inlebitameute feito que s
mais daB vezes importa completo pre
juizo.
Com o procurador dos Srs Fraga, Bocha
cheguei ao acardo do aguardarmos a so-
lucSo do negocio, porque ento, disse eu,
pagar-ihe hia a letra.
Mas como quer que teuha proseguido a
execucSo, bom que exponha as condicSes
dola.
Os Srs. Fraga, Bocha nao negarSo que
contra si ha o litigio sobre o dominio da
referida letra, dominio que est sendo
disputado pelo Sr. Bernardino Pinto de
Paiva, seu saccador.
O mais que poderia dizer, reservo para
discusso nos autos.
Becife, 14 de Julho de 1890.
Manoel Tavares da Costa Martin.
cbido e neceado com u&a espantosa rapidez sem
mais soffrimeiito para o pacient), alera do pruri-
do que seotem na desearaaco, achandose este
porsua ves restablecido.
Desejando que estes factos ebeguem ao co-
nhecimefito do publico, fase o aso que vos ap-
prooner dista minha decUracSo.
Son com estima e subida consideracao.
Vosso admirador, criado e maito obligado.
Joaquim Coelbo.
N. 5t
Recife. 3 de Julho de 1890.
Sr. Manoel (lardoso Jnior. -Eu, Mara da
ENDICACES TEIS
Medico
Dr. Matheus Voz, medico,
rio: ra do Imperador n 42,
Consulto
1. andar.
Consultas das 12 s 2 horas da tarde.
Residencia, ra do Pires n. 27. Encar-
rega-se do trata ment das molestias de
oaos.
Dr. Cerqueira Leite, tem o seu escripto-
rio ra Nova n 32, onde pode ser en
contrado do meio dia s 2 horas e fon.
destas horas ra do BarSo de S. Borjt
n 22. Espe uajidadesmolestia de crian
5 senhoras e parto. Telephone n. 32b
d. casa de residencia.
Dr. S Perora, ra da imperatriz n. 8
donsultas medico-cirurgicas todos os diat
das 8 ao meio dia, menos nos domingos e
dias santificados.
Dr. Freita GuimarHes, medico, tem
se consultorio na ra Duque de UsUEMi
n. 57, i." andar; d consultas aos das atis
das 11 1 hora da tarde e reside no Ca-
jueiro n. 4, onde attende a chamados em
qialquer hora do dia e da noite. Telepho-
ne n. 292.
O Dr. Simplicio Mavignier.Clnica m<
dico-cirurgica. Especialidades : moler -a>
Salmenares e partos. Ba do Marqi--* d>
linda a. 27, 1. audar. Cousultas uas 1
s 2 horas e na Casa Forte (Poco da Pa
ueiia) das 6 s 9 horas da manha e >
tanta Chamado por escripto. Telehone n.
392
Dr. Joaquim Louteiro medico e parte
ro, consultorio ra do Cabug a. 14
1. andar de 12 s 2 da tarde; residenc-
no Monteiro.
Dr. Castro Jess medico e operador,
Pratica a lavagem do tero quando e co
me aconselhada. Consaltas das 11 s
3 da tarde em sua risidencia ra d
Bom Jess (antiga da Cruz) n. 23, 1.
andar. Telep'aone n. 389
Dr. JoSo Pauloespecialista en: par
os, molest las de senhoras e de enancas.
com pratica nos hospital de Paris e de
Viefcna d'Austria, d consultas de 1 s 3
hora* da tarde, ra do Bario da Victo
ria n. 6 l. andar, e reside na estrada
dos Aflictos n. 30, junto estacao do Es
{tinbeiro. Chamados a qualquer hora. Te
ephone n- 467, na residencia.
.id volado
O hachar el Joaquim Ihxago da Fonseco
tem seu escriptorio de advogado ra di
Imperador n. 14, 1. andar.
Occulista
Dr. Ferreira. com pratica nos princ
paos hospitaes e clnica de Paris
dres, consultas todos os das
horasdao meio-dia. Consultorio
dencia ra Larga do Bosario u. 20.
Dr. Barreta Sampaio, occulista, d con
altas de 1 s 4 horas n-> 1. andar d
casa ra Bario da Victoria n. 51. Besi
deacia a ra 7 do Setembro n. 34, entra
4a pela ra da Saudade 25.
Drogara
Faria Sobrinho & C, droguista por ato-
cado, roa do Mrquez de Olinda n. 41.
Francisco Manoel da Silva A C, deposi
tarios de todas as especialidad >harma
ceticas, tintas, drogas, producW chim
cas e medicamentos homeopata! ra d<
Marques de Olinda n. 23.
Festividade do Carmo
No dia 16 do correte mez de Julho, pe as 40
boras e raeia da mann, ter lusjar a grande fes
tividade da Excelsa Virgem do Carmelo, prece
dia de vesperas solemnes s 6 horas e meia da
tarde do dia 15, pregando o distincto orador Revd. Zefen no Ferreira V-1-
loso, vigario Ja freuezia de No.-sa Senhora das
Grabas.
No mesmo dia (6 pelas 4 boras da manha
principiar a celebraco de um crescido numero
de mispas, que terminar s 9 boras em ponto,
bavendo cominunho geral para os devotos que
se apresentarem preparados com a coo6sso sa-
cramental, e d'abi por diaute eniquanto durar o
Oitavaro para ganbarem ojubileu concedido no
indulto do Summo PuntiKce Clemente X.
0 Te Deum entrar s 7 horas da noite pre-
gando o RevJ. Sr. Dr. arcediago da Caibedral,
cujo talentos e dotes oratorios sao reconbecidos.
0 Sr. Joao Pulycarpo Ru-as, maito conbecidu
professor de msica desta cidade, desempenbar
coui capricho a grande orchestra, que dirige.
Convento do Carmo do Recife, 12 de Julho de
1890.
Fr. Alberto de Santa Augusta C de Vasconcellos,
Viguno provincial.
Aos agricultores
O juiz d* direilo Joao Bapti-ta Guirana Costa,
tenuo contrahido diversos emprestimos com o
Banco do Brazil para agricultores d'este Estado,
da Par-ohyba e Rio Gr. nde do Norte, contina a
encarregar se d'esse trabalbo, amantando as d.,s
pesas oecessanas, mediante mdica retribui
cao.
P le ser procurado n'esta cidade, roa do Barao
de S. Borja laotiga do Sebo) n. 48.
Recife, 3 de Julho de 1890.
e Loii
das I
e res;
AS VICTIMAS DAS FKBRES
O Elixir nti-ret>rll Canloto. appro
vado em 21 de Marco ueste anno pela Inspectora
Geral de Hygiene do Rio de Jdneiro, vem hoje
aprsentele bumanidade soffredora do mnn
do inteiro como taboa de salvaco que ao infe
iiz oaufrago Ibe enviada por mo omnipotente!
O Elixir amtt f toril Cantoso, appli
cailo em muitissimos eacos de febres, tem, como
eor inibgp-e. levantado do letto da dor a comple-
top moribundos.
srste remedio, com posto smente de vegetaes
E inteiramente inoffensivo, aiuda mesmo na mair
mimosa e tenra enanca.
As senhoras. do estado de paridas, ou no pe
i odo de incommodos naluraes, podem osai o
sm teceio algum.
Depsitos
D<-ojar-i dos Srs. Francisco Manoel da Silv
& C., ra Mrquez de Olind n. 23.'
Pharmacia Martina, roa Duque de Caria*
n 88.
Pharmacia Oriental, ra Estreua do Rosanc
o. 3
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra do Barao da
Victoria n. 14.
Pharmacia Imperatriz, ra da Imperatriz
n 49.
Para qualquer ezplicac&o podem dirigirse ao
autor Manoel Cardoso Jnior, roa Estrena do
Rosario n. 17.
Dos innmeros attestados que temos, damo:-
em segni la principio a sua publicaco; e isto
oantar para que sejatn ronhecidas as virtudes
do Elixir anti feDril Cardoso.
Atiewtados
Scientiramos ao respeitavel publico quealm
dos attestados a que damos pubncidade hoje,
f.iram curados cento e oiteota e cinco vario-
losos. ,
Pedimos aos incrdulos para irem examinar
os tratados pelo Elixir anti febril.
I Kl
Recife, 14 de Julho de 1890. _, /__,
Cidado Manoel Cardoso Jnior. Em benefl
ci da bumanidade soffredora e n* quadra epi
demica d vanlas que estamos atravesando,
levo ao vosso conbecimento para que tornis pu
blico se assim o julgardes convetiiente, do tra
lamento de duus casos de vanoiab pelo vosso
inestimadoElixir anti febril.
Em flns do mez de M*.o prximo passado, ro
um sobrinho meu de 9 annos de idade accom
mettido de grande febre com dor de cabeca e
vmitos continuados toda a vez que alguna cou-
sa engulla, acooselbei o uso do vossoElixir
na dose de 5 gotlas em ama colher d agua ae S
ein 2 horas e no dia immedialo estavam as va
rilas manifestadas, tendo de anle-mao oesap-
parecido todc-8 os symptomas f^bns, hcando o
doente restabelecido no fim de 14 das e duran
te este periodo nao soffreu a mais leve alteraco
a ponto de ser preciso estar de vigilancia por
querer o mesmo sahir do quarto antes da com-
pleta Bcca das mesmas.
O segundo um homem maior de 30 anno?,.
artista, morador no becco douominado Fundo a
ra Visconde de Albuquerque, de nome Launa
no Marques de Ferias, que teodo no dia 1 do
correute apparecido com viole ita febre, pros
traco, dores muscolares e cepbalalgia com for
te pbotophobia, aconselhei o oso do Elixir, na
dose de 12 gotlas de 2 em 2 boras e a lerceira
colher que tomou a febre declinou coosideravel-
mente e dePappareceu a dor de cabeca, no da
mmediato manifestaram se as manchas de va
olas e neste caso aconselhei o aso doElixir
na dose de 50 gottas n'om copo com agua e des-
ta tomar urna colher das de sopa de 3 em 3 ho-
ras, dando se o caso de terem as vesculas en-
a Vmc que no dia 10 de Junho adoeceu meu li
Iho Jos, com bexigas, tendo de idade tres an
nos e seis metes, e por mdicacao d'uma amiga
Iiz uso do seu elixir desde os pnmeiros symplo
mi: 8 al ao competo restabelecimento. Se Vmc.
quizer conbecer do caso pessoalmcnte, pode vir
ou mandar s nossa casa
A rogo de Mara da Conceico,
Luiz JucetUmo Silva.
N. 53
Recife. 10 de Julho de 1890.
Sr Manoel Cardoso Jnior.Presente.Parti
cipo a Vmc. que no dia 21 de Junho adoeceu
iniDba tilha, de idade de 6 mezes, de bexigas e
que, faieodo uso do seo Elixir anti lebnl Cardo
so, a menina em poneos dias ficou perfeiUmente
boa.
Do caso pode Vmc. verificir mandando ou
vindo ra Augusta n. 201, e a bem de nos
todos pode Vmc. fazer o uio qae Ibe couvter
desia minha participacio.
Carolina Amalia de Albuquerque.
N. 84
Recife, 28 de Marco de 1839.
Illm. Sr. Manoel Cardoso Junio1-.Caro se-
nhor. Esta tem por Qm avisar e agradecer a
Vmc. a segumte :
Tendo sido accomtnettida de febre amarella
urna pessoa de minha casa, e tendo empregado
os meios ao meu alcance am de combater o
mal, e nao teodo obtido resultado satisfact rio,
e vendo que o seu estado -ra grave, resolv a
pedido de alguem e com autorisaco de um nos-
so facultativo, serv me do Stu pn parado deno
minado anti febril, do que appliquei tres doses,
conforme a sua prescripeo. que foi o bastante
para desappareier immediatamente a febre,
c ndo a pessoa completamente restabelecida.
Nao quero com isto dizer que seja um remedio
mfaliivel para todos os casos de febre e siin fa
zer ebegar ao coDbecimento de Vmc. o facto
observado em miuha casa, qae jamis poder
-er contestado.
Subscrevo-me.De Vmc. admirador e criado,
Antonio r'irmmo Flores.
N. 55
Recife, 20 de Agosto de 1888.
Sr. Manoel Cardoso Jnior.Diinte do resul
lado que acabo de ooter Cum o seu Elixir anti-
febril, cunpre-me o dever de vir perante o pu
blico expor o caso :
Accommettido ha dias de urna febre intermit-
iente, recorr a varios facultativos desta capital.
Todos elles me receitaram quinino, como o
nico reageote contra a feb*e. Conbecedor por
experiencia do quanto me nocivo ao estoma
go tal medicamento, resolv nao fazer oso delle
e recorrer, por infonnaces de um amigo, ao
seu delicioso preparado, dando-me em resulta
do flear completamente bom com cinco d^es.
Aceite, portanio, os meus protestos de grati
da j, pela offerta que delicadamente me fez de
to maravilboso preparado.
De Vmc. criado obngadissimo,
Justino Vietra.
Travessa dos Expostos n. 4.
(Estavam sellados e reconbecidos).
Tosse asthmatica
De JaguarSo foi enviado ao descubridor
do Peitoral de (Jambar o seguinte attes-
tado :
< Eu abaizo assignado, major reforma-
do do exercito, attesto que soffreudo de
urna tosse asthmatica, de muitos annos,
cho-me hoje restabelecido com o uso do
Peitoral de Camb r, do Sr. J. Alvares
de Souza Suares, de Prlotas.
Fernando Jos da Oama Lobo.*
(A firma est reconhecida )
Vaciua Pod'Altoo
0 cidado Alfredo Jauseu Goncalves Ferreira
cmnna a vacinar a todas as pessois que o pro
cararem para este fim.
Milita attengao
O abaixo assignado, legitimo cessiooario dos
bens deix idos por Jo* Cordeiro do Reg Ponles,
fallecido n'esta cidade do Becife, denaraodo com
um annuncio no Diario de 3 do crreme, offere-
cendo d'aquelles bens alguns predios venda
previne ao commercio e ao puolico d'este e dos
mais Estados, que nao facam transcco alguma
com os bens ab.ixo declarados, pertencenles ao
mesmo espolio, pois que os tribunaes do paiz
ain la nao se pronuuciaram definitivamente a
respeito, e por lsso estando disnosto a havel o do
poder de quem os tiver obtido por qualquer mo
do, faz a presente declaraco para que mais tar-
de nao se allegue ignorancia ou boa f por quem
quer que seja.
Os bens sao os segumtes : casa terrea ra
Imperial n. 48, dil?. na ra do Nogueira n. 33,
sobrado no pateo de S Pedro n. 3, dita na tra
vessa do Carmo n. 12, 7 armazens ua travessa
da roa Pedro Affooso, antiga da Praia, ns. 2 a
14, um armazein na ra. Nova da Praia, antiga
fres do Ramos, n. 24. um sobrado da ra Pedro
Alfonso, antiga da Praia, n. 57, um armazem na
mesma roa n. 61. um dito na inesma ra n. 63,
um dito ua ra Nova da Praia. antigo Caes do
Ramos, n. 42. um dito na mesma roa n. 44. 44
apollas geraes us. 300.022 a 300,029, 208 914 a
08,9I5, 248.C65 a 248,671, 248 67i a 248 676
163 589 m 162,593, 162 594 a 162,598 84,346 f
84 355,248.663 a 248.664: 24 apolices p-ovn
ciaes, ns. 1,885 a 1,888,1,17o a ,18, 1,269 s
1 278 17 accOes do Banco do B-azil ns. 152,638
a 152 658.
Em tempo, o abaixo assignado declara uave
no mesuro modo todos as rendimentos e os mais
que at esta da a tm sido recebidos pelos pro-
curadores de Antonio Jos Machado, residente
em Portugal, Manoel Boberto da Costa ou Costa
* Medeiros, da ra do Amorim n. 39. nesta ci-
dade do Recife, onde B&o situados todos os
bens.
Recife, 5 de Abril de 1890.
Jos Soares do Amoral.
V
a palavra quelles que pa
dect ui dr ihyslea
A expectorac/ao de mucosidodes, fosse
fatigadora e continuada, pulso precipitado
e pulmSes inflamaados, tao symptomas
desfavoraveis, po, m oem por isso deveis
desesperar se acaso depositardes toda a
vossa confianca no Pulmonico o mais po-
deroso e admiravel entre todos os mais
conhecidos, isto o Peitoral de Anaca
huita. Em milhares de casos similhan-
tes, os enfermos se restabelecerSo e ad.
quirirao a sua saude.
Usai, della, pois o mais breve quevoB
possivel, ainda mesmo que seja a en-
rermidade j teuha feito terriveis progres-
sos; nao tenhaes medo, que j se ache de-
masiado tarde para u sardes deste grande e
impagavel remedio, o restaurador da vida
e da saude.
Como garanta contra e falsificajoes,
observe se bem que os nomes de Lanman
A Kemp venham estampados em letras
transparentes no papel do livrinho que
serve de envoltorio a cada garrafa. Acha-
se de venda em todas as boticas e dro-
gr arias.
ti vo vegetal,
O
Fornm'a de Angelino Jos
dos Santos Andrade
Approrado pela Inspectorio Geral de Hy-
giene Publica do Rio de Janeiro em 20
de Julho de.1887.
Este depurativo de grande eficacia as mo
lestias syphiliticas e impureza do sangue ; assim
como em todas as molestias das senhoras.
Tem curado radicalmente umitas pessoas v
commettidas da terrivel molestia beriben.
MODO DE USAR
Os adultos tomaro qnatro colneres das
sopa pela manb e quatro noite.
as criancas de 1 a annos tomaro urna co
Iher pela manh e ontra noite, e as- de 5 a 11
annos tomario duas eolberes pela manha e duas
noite.
Devero tomar bandos fros oa momos pela
manb e noite.
Resguardo regalar.
Cuidado com as ralNiflcare
N.H5
Recife, 6 de Setembro de 1887.
Illm Sr. Angelino Jos dos San'os Andrade.
Tendo ebegado da cidade de Maco (provincia
do Rio Gran Je do Norte) com urna molestia que
todos julgavam de morpbetico, e em estado de
naquella cidade dizerem que nao voltaria mais.
por estar disforme pela grande erupeo de pelle
proveniente de syphilis.
Procurei dous distinctos mdicos, recentndo-
me ; mas, aconselhado pelo meu amieo o Sr.
Dionisio da Silva Guimares, deixei as receitas
para tomar o seu Elixir Angelino que comprei
em sua casa, e to feliz que no espaco de 15 dias
liquei restabelecido de to terrivel mal, tendo
tomado tres garrafas desse remedio prodigioso e
maravilboso 1
Dou pravas do que cima digo com os Srs.
Olinto Jardim & 1., Antonio da Silva Campos e
out.-os que me v rain saltar do vapor Jpopica,
disforme.
Eu lri agradeco, e a bem de quem soffrer ibe
aconselbo sea remedio.
Son com estima e consideracao
Be Vmc. atiento respeitador e obrigado.Ma-
noel de Araujo Costa e S.
N. 116
Recife, 12 de Janeiro de 1883.
Illm. Sr. Angelino Jos dos Sanios Andrade
Padecendo ba muito tempo de bemorrboides, e
tendo lomado diversos remedios, receitados por
mdicos, sem que acbasse melboras. recorr
la'onselbado por slgoem) ao seu Elixir, e rom
o coutedo de tres garrafas estou completamente
boa-
Faco esta delaraco para quem padecer do
mesmo mal. nao ter receio de fazer oso deste
bom e prodigioso Elixir.
De Vmc. atteoU e criada.Leopoldina Mara
do Nascimento.
(As tirinas estavam reconhecidas.)
A' ra do Baro da VicUria n. 37 se dar toda
e qualquer explicaco que for precisa acerca
deste preparado.
Lde com atten^o
Sr. Redactor.Durante dez annos viv
sempre acabrunhado por tenaz enfermi-
dade pulmonar, que nos ltimos tempoa
tornou se agudissima, privndome at do
allivio que o somno proporciona.
J estava desanimado de restabelecer
me, pois que tinha easaiado innmeras
classes de medicamentos, sem colher re-
sultado^ satisfactorio.
Em hora feliz, porem, li em seu con-
ceituado jornal as virtudes que eram attri-
buidaa ao Peitoral de Cambar, do Sr.
Jos Alvares de Souza Soares, de Pelo-
tas, e deliberei experimental-o, confesso
que sem a menor esperanca, tal era o de-
sanimo de que me achava possuido.
Desde que principiei a usar esse ben-
fico medicamento, experimentei melhoras
sensiveis : os escarros sanguineos desappa
receram e a dolorosa tosse que nSo me
deixava um s momento de allivio, prin
cipalmente noite, foi cedendo gradual-
mente, de forma que hoje, aps ter to-
mado cerca de 15 frascos do alludido
peitoral, vejo-me completamente curado
de urna enfermidade que tinha resistido a
dez annos de nSo interrompido trata-
mento!
Rogo-lhe, pois a publicaco destas li-
nhas para, em forma de attestado, mais
robustecer o merecido crdito de que gosu
esse excellente medicamento.
De V. S. atiento amigo obrigado.
Vasco Jos Pereira d'Avla.
(Extr. d'O Eovo, de Santa Victoria do
Palmar, Rio Orando do Sul.)
Dr. Alfredo Gaspar
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i j Contina a executar os mais dimeeis ]
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(j Lisboa e Rio de Janeiro. ( j
Prima em perfeicSo de costuras, em i
em ti re v idade, mo di cidade em precos eM
fino uosto. (j
.9"
Dentes
Termina a horrivel dor de dentes'usando
o excellente preparado de Manoel Cardoso
Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigidas
pelos jornaes de rm.iorcirculacao, attestam
a eficacia.
Depsitos:
Drogara dos Srs. Francisco Manoel da
Silva & C, ra do Mrquez de Olinda
n.23.
Pharmacia Martina, ra Duque de
Caxias n. 88.
Pharmacia Oriental, ra Estreita do
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra do
Barao da Victoria n. 14.
Pharmacia Imperatriz, ra da Impe
ratriz n. 49,
Oculista
Dr. Barrete Sampaio, oculista,
ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, do volta de sua via-
gem Europa, d consultas de
1 s 4 horas da tarde, no Io
andar da casa n. 51 a ra do
Barao da Victoria, excepto nos
domingos e dias santificados.
Telephone 285.
Residencia ra Sete de Setem-
bro n. 34. Entrada pela ra da
Saudade n. 25.
Telephone 287.
Dr. Coelho Leite -
participa a seus clientes e amigos que inudou
sua residencia para a ra Barao da Victoria n.
61,1 andar, e contina a dar consultas de 1 t
as da tarde, no seu consultorio, ra Duque
de Casias u. 57.
MEDICO HOMEPATA
Dr. Balita? da Silveira
Especialidadefebres, molestias
das criancas, des orgaos respirato-
rios e das senhoras.
Presta-se a qualquer ;hamado para / j
Ora da capital. j |
4V,so (1

Todos os chamados devem ser i
rgidos pharmacia do Dr. Sabino,
ra do BarSo da Victoria n. 43,
onde se iudicar sua residencia.
Dr. Joao Rangel
MEDICO
Pode ser procurado para 09 misteres suade,
profisso ra do Bom Jess n. 43 1." andar.
Consullasle meio dia at 3 boras da tarde.
Chamadosa qnalquer hora do dia ou da noite
Telephone a. 160.
DECLARACOES
Alfandega
Edital n. 61
Sexta e stima prra
Pela inspectora desta Altandega se fas pu-
blico que s 11 horas dj dia 16 do correte mes
sero arrematadas porta desta repartico as
seguintes mercaduras :
Armtzem n. 9
10 pipas marca SF. viudas de LJboa no vapor
francez Ville de S. Nicols, entrado em 16 de
Morco do corrente anno, contendo vinlio com-
mum, medindo 4686 litros, abi.n.lotiaas aos
.ireito por Fernandes da Costa & C.
10 pipas marca VA, viudas de Lisboa no vapor
Francez Ville de Pernambuco, entrado em li de
Abil do corrente anno, contendo vjnho rotn-
uinm. medindo 4348 litros, liquido legal, alian
donadas aos direitos pelos negociantes Rumos,
Geppert 4 C.
2* seceo da Alfandega de Pernambuco, 12 de
Julho de 1890.
0 ebefe,
Domigos Joaquim da Fonsec.
Veneravel
Ordem 3.a de N. S. do Carmo
do Recife
Convido, de ordem do carissimo irmo prior,
a todas os carissimos irmuos desta veneravel
ordem, para comparecerem .,os dias 15, pelas 6
boras da tarde, e 16, pelas 10 horas da manh, e
a noite s 7 ; am de assislinnos os actos so-
lemaes da festa da nossa Mi Santissima Virgem
do Monte do Carmo, os quaes tero lugar no
respectivo convenio.
Secretaria oa veneravel ordem 3" de N. S. do
Carmo do Recife. 14 de Julho de 1890.
O secfelari'j,
Joo Goncalves do Santos Jnior.
Club Esgrima
Sesso para prestaban de cuntas, no dia 17, s
6 horas da tarde, ra do Rosario da Boa-Vista
n. 36. Nessa occasio se far o 1- dividendo,
na razo de 23 por cento.
Recife, 14 de Julho de 1890.
0 ihesoureiro.
Caldas Paddha.
Concursos de 1.a e 2.* en-
trancia
De ordem do Dr. inspector, fago pu-
blico que, no dia 1 de Outubro prximo
vindouro, proceder-seha nesta thesoura-
ria a concursos de 1.a e 2 a entrancia, os
quaes serJto regulados pelo Decreto n. 10
e 349 de 14 de Setembro de 1889, que
dispoe o seguinte:
Art. 2.
< As materias do concurso para os lu-
gares de primeira entrancia sero :
Grammatica da lingua nacional (jit'io-
graphia, analyse e redaccat);
Grammatica das linguas, franc-7.1 e in-
gleza (leitura, traduccao e analyse);
Arithmetica e suas spplicacoes ao com-
mercio e s repartieses de Fazenda;
Algebra at as equagot-s do 2. grao ;
E8cripturac3o mercantil por partidas
dobradas. >
Art. 3.
i As materias do concurso para os em -
pregos de segn ia entrancia sero :
LegislacSo de Fazenda ;
Pratica de repartico.
0 exame se lar, salvo a hypothese
do art. 28, por um questionario que ser
publicado pelo Thesouro.
Art. 4.
Os candidatos a emprego de primeira
entrancia, que quizerem gosar da vanta
gem indicada no art. 45 da consolidacao
das leis das alfandegas, deverSo prestar
tambem prova plena de que sabem :
1. Falar correctamente pelo menos as
inguas franceza e ingleza;
2." Stereometria, aeometria, theoria e
pratica dos methodoa e uso dos instru-
mentos modernos de arquea^ao de navios.
Art. 10
Paia que sejam admittidos ao exame
de primeira entrancia, os candidatos pro-
varao perante a commissao :
1. Que teem mais de dezoito e menos
de 25 ancos de idade ;
2. Que sao de bom procedimento
t Do mesmo modo, p^ra a ioscripgao
no concurso de segunda entranci?, os can-
didatos devero apresentar commissao :
1." Certidao das notas que tiverem no
ponto de sua repartico;
2.' Attestado do competente chefe so-
bre a sua aptidSo para o servico publico.
. Art. 28
Os aotuaes empregados de primeira
entrancia nao poderlo ser nomeados para
lugares de segunda sem dar prova plena
de que sabem, nSo s a pratica da repar-
tilo em que servirem, mais tambem as
n. ateras designadas no art. 2..
Os que nao se habilitaren! dentro de
dous annos contados da data deste Decre-
to, considerarse hao desligados do Ber-
vico da Fazenda.
Como se v, serao admittidos ao refe-
rido concurso de primeira entrancia nao
s os actuaes empregados quo ainda tao
tenham se habilitado de conformidade com
o rgimen establecido pelo ultimo Regu
lamento, cima referido e cojos Bposi-
coes vo em parte transcripta-:, coxo
tambem os cidadaos que pretenderem em-
pregos de primeira entrancia.
Quanto ao questionario de que trata :-
ultima parte do are. 3.-, deve elle constar
das instruccSes qae de accordo com o que
foi declarado pelo Sr. ministro da Fazen-
da em te'.egramma de 2 do corrente, fo-
ram expedidas em 2-3 de Junho proxim;
fiido e brevemente serao enviadas a te
Estado. /
Thesouraria de Fazenda do EstAdo
Pernambuco, 7 de Julho de 1890. '
O secretario da junta,
Dr. Antonio Jos de San?Auna.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
A* amas que se achara incumbidas da (iriacao
dos expostos. devero comparecer com eiles no
salo do respectivo estabek-cioieoto, no dia 17
do corrente mez. pelas 8 horas da iiinli, aim
de receberem as mensalidades do seoiestfc lindo
em aOiieJunhu ultimo.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 10 de Jultlo de 1890.-0 ecnvio,
P. Rourigjes de Simza_____
sil. J.
Sociedade Recreativa Ju-
ventud e
Baile em solemnisiiCo ao26' aiiniver.-srio di
mstallaco desta sociedade e 3." da de &u
banda musical.
Convites nes'a secretaria; alista cm ffiSoup
Ihesoureiro ou nesta secrtala.
Secretaria da Sociedade Recreativa Juvcntude,
11 de Julho de 1890. 01 Secretario,
M. J- Banasta.
Banco di* BrasU
Pelo presente sao convidados os icnbi n s ac-
cionistas deste naneo a real isa reta no t>
de l"ereira Carneiro 4(1, r
n. 6. 1 andar, do a a 23 da i:
10 0/0 de eutrada ou 20()OJ pr a nova
emiso. Nessa occasio s;r f^culnido 4i|oWies
que quizerem entra"- ceai miis *' G -U00
poraeco, realisaodo assim 30 0 0 uo ca
Recite, 16 deJuoho de 1890.


-

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Diario de Peraambiico--Terca-feira 15 de Julbo de 1890
*
jftilriz de Santo Antonio
f 'riiiiiii. ^-*> ** Ki '"" in-rcsdos os interessados
^< m*"uarem o* ossos existe* tes aesU ma-
n-f.<3-*- AiiSto ou om s se ac&aca completa
*< nuam le, leuao bavitfo asa peqaeno oo-
v: -* 4 r etfe\6, pelo preaeote sei-ntih o
i uto- r.xtaix que estt iraisodade ja requeren
* Tin f i"" '< apado par. este indi aro
*r .j- >-e Je ve dar a eases o** ; perianto
>a r i" coo'o midade cmb a delih-er co da
>*r* >* > r *a" concedidos ais 10 das coa
,-* a ttuolicaco uo prsenle para lodoi os
, wwii in'eresw na conservaban desses
. f. .j. ,u ivcM - *. r n-ia nadi s inhumados cou veoiente-
... -*- m aniLMi i-emiti-no dsu maim, com
^ -*-ri.i d<> llvdia parocho da fregoeiu.
orlMim 9 Je Julho le 1890
U escritlo,
Y docisco Jos dos P.HMM Guimaraes
demn'sadora
C~ r^(iih a de segaros esta pagando sos
- > weo.ni ia ato dividendo di 12/000
. if-i onlenie ao *-,. eslr de Jaoei
i b.> |ii>ihm lind >, eo sea escnptono
> *'!) r in n. 4V ]
meo dePeinam
buco
. .^lh.-e-i qaiin(Wl sai convidados a vi
.- u- r .i>> .ha (6 do curre->( em diane o
. *..i>H'Mni.' >i- s as ar$o h, a raxo de
>
i ti
mvo
J >sr Ad.ilpho Rodrigues Lima
por cada ama da* n tu, no etcriptorn de Pe
reir Carneiro C, a roa do Commercio d. 0,
p-imeiro andar.
v .. ?
1
u l*60 por acyao relativo ao i
iii 3t> de J julio. R-cife, 8 de
x i [~.-;t i d k*sU C*aa le Mi-
MNorMa nlucara caasetuialva
22
** S-* mbro n
.u .. 5
MIW> *' II- Id
'a ?
i.v -. ., :.r e lija n. 14
4 af ate' 'i. 23
' ....-- ,. 2.1
' > *!!< II I4
, i., f. mmih i andar n. 23
'- .n..i... i nlar n II
Own J>.-e SarlUM, terrea o.
- / .
t*A
j. IP"al ijr n. 132
< T -h.?> 112
_,*.,.*tv. friiiiiibacana loja n. 30
Mru* amiaxcm n. 2
'. r ra u. 21
*
V>ren 2" andar o. S
' h iifi 4ao n 4
16
4OJO30
201U0
to(J00
Ial00
ti*i.ir,
I5*0ii0
lWOO
3O*0 O
VHMH
20*00
15*000
I6*6rt6
2ll*i 01
1 -">.-< H I
I6*C66
15 000
15*000
I5*(HNI
12*500
14*0)0
lijIMI
8*000
>*<00
.|>uioia Triiho Urba-
Visti Recif a O inda e
llrh' i be.
II v'.dt-aj
^.- II, i' e l <> corren e me*
o v .-!> y;npt d* C-niipantiiA o 31
.- Sr*. ccion staw.das 10 hora
.vi. di rtuuttt de 8 "j^; o u-, cuati-
ur >s a nf>r'jj;i ojj * '
^. a
.'
.- .
.rc i w> i-sr enhi ji l.tt.
i^--cn d h* aeritw > p*(fame.>U>i'
> v-ibimd*, q ic ni I iiciu das
*-iii do ge.ei.te^ 9 de Julo** de
Ant nitt PerrM-i Situoi.-t.
ii.iico d Brasil
*aa?muiiifn ila i<;i)s w*i .v inc-iif find.i. hn rav.4j ite 104'f-'
> i Mtj '.i* un; a- GOIMERCIO
\isla ili Mercado
tt CIK> 14 IMf 1KO l>K IftiO.
fe m jU, { iado. reos rvjraot se ffrhadra
' .--^ v a>nii'.i. ( C ni'Uk-rcial, oeuaudu
'i mkM a jioiia ;i! r4reOtei.
3,1 -* ni fot ii HumtaraJs aa pra<^.
%l&aja
7E> *w-ac ne. d a.
* wr- (fin f it p~a ir^Kfcjt oeste o ate
_ ^. .: u.-i. o ur ;.tNXrlu>utf, |i-fa o iirtefiwr.
*-'i**a*a at a Oata deh>je, so-
Botea*
:-sac m i S.M ca-, ?* wr .
>8 3V 7U
i. /'><.'. s.etaaiu S*#u
1 MW 0O0OM
.* .?*
I' irr-i ai. 4CKMMW| p*< fa-tihM, .**-
......-.ao j/^.tfiert-a *4zrxe4a. oran
. > >
-- o*
A .J*
X>- '-'
3*7iO a t0 <('
3**ki a 3 0
l*"i a 27<0
<* a !*7:*l
*.Mt 1*"0
1*hj a o*
,,iv
r. i :< i" la atf^odeea oesle m-s
K. -i .te I :#h 32 kilo*. -kIh.
.. wr km* c Ui.*82 fM.'a lite-

, H .-a. ^
.> t>roar-
*> r'incwro.
.iv i.iiiinetro
S4-.na
<-!- O
adnadoB 3 0 "^0. e
ftoft ao-
3 711 S*C4-u.-
2 3
i a&>
5 712 > r.os
erak* a 225
Prolongamento da Estrada
de Ferro do Recife ao S.
Francisco e Estrada de
Ferro do Recife a Caruan
De ordem do cidadSo Dr. director
engenheiro em chefe, faco publico que,
at o dia 21 do correte, ao meio dia,
recebem ae propostas em carta fechada,
uo escriptorio da administrado central
destas estradas para o fornecirrento dos
artigos ibaixo mencionados no semestre
de Julho a Dezembr > do corrente anno,
de conformidad) com as especificacSes
existentes nesta secretara e que poderao
ser exanunads pe .a interessados.
Artiqot
Aceite de edeo, litro.
Estopa ingleza de algodSo, kilo.
Graxa ki-tificial, k lo.
Dita do Rio Grande, kilo.
Oleo de mocot, litro.
Dito de mamona, litro.
Secretara do Prolongamento da Es-
trada de Ferro do Recife ao S3o Fran-
cisco e Estrada de Ferro do Recife a
Caroar, em 10 de Julho de 1890.
O necretario,
Victaliano P. Ribeiro de Souza.
Sociedade Retinara e Ditti-
Ja^ao de Pernambuco
Sao convidadjs os senhorts accionistas a rea
lie-rem a oitava entrada de 10 0/0. equivalente
a20*"00 por aeco. at odia 16 do corrate
me, de accordo com os arte. 8.* e 9." dos esta-
tutos, no escript.no do Exm. Sr. ihesooreiro
EUraode Petrolina, entrada pela ra do Torres
a. *8. I andar.
Recife, 1- de Judio de <830.0 presidente,
Joo Fernaodes g.
Sociedade
DOS
artistas Mechanicos e Li-
be raes
De crdem do iifcclor, sao uovamente convi
dados todos os eocius no goso de m-us direit is
socaes, para n u.i c;u se em i.-m-iiiIi u gerul,
te'i;a fira 15 Mu curente, i 6 I 2 horas da
tarde, sendo qO'" es-: convocaco sera rehusada
com o nombro >te fo;ios que comparecerem, na
frm.i dOS e-talu 0*.
Secretaria da Sociedade dos Artistas M- chani-
cos e Lioeraes de l' 1890.0 1 secretario,
Jmooomi Lopes Teixeirn.
EmprevSa da estrada de
ferro do Ribeirao
Bonito
Emilia sce- a preco integral, 100* cada
urna leocendo juros de 6 0/0 ao anno. garant
ios n-lo goveino t;e al. s;riptorio n. 74,
maD.ique eC-.ixas.
London &. Brasdian Bank
Limited
Ra do Corrmwrcio n. H2
Sueca por todos os vapores sobre anea-
as do mesmo banco em Portugal sen di
id Lisboa ruados Capellistas o. 7.). N"<
'orto, ra dos Inplezes.
SMKOS
ARRIBOS COMRA FUGO
Ci^anhla i'hculi Per
uatuliiK'aiiit
ROA DO CilMMRHt'.IO N. 16
Ltfar nacisnal T'Qre, xarque.
L^ar otMajoms 7" c.ivao.
Litar lurtes Sambenn. tWCaliO
Patacho noiaeg Patacho iMirues'i^'ipe Buink Wergeland, xarque.
'aiacno sfjtn &'", xarque.
Patach i dioamarqiif Jugar, xnrqne.
PaUcbo nacional ilarmho //.xarque.
f.tdcno holiand-'K Voowaurtt, xarque.
f .locho httspao'inl B'/c*Vr. xarque.
Haucho noroe:"- n-. Rabbi, xarque
eaucDo nacional Hcat xaique.
ereao Hitatclpal de flU Jos
O movimeato deste mercado nos das 12 e 13 d
Julho fot o seguate :
knlraraiu :
61 bois pecando 9,122 kilos.
898 kilos de peixe a 20 res
ih cargas o (M ditas de 11 ocias I versas a 300 rs
64 l.'2coluouias a 600 rs.
230 taboeiro- 200 rs.
26 8DDOS a 200 rs.
2 escriploi o a 300 rs.
17*900
tfUQ
18*000
118*700
47MN
35200
60o
11. RompariiuieiiiKS com fariuha a 500 fi|*500
6 ditos de comidas a 500 rs.
r.'l ditos de legumes e Tazendas a
400 rs.
30 ditos de sumo- a 700 rs.
18 ditos de fressuras a 600 rs
17 ditos de camaroes a ilK) rs.
72 Uioua a 2*
Ken lmenlo de i a 11 do Correaie
30*000
7ti*400
2i*00o
iO*8oO
3*400
144*000
"478*960
2.637*340
3 61300
*,*y r- .', ior OM*t .* **-' uro.
tlrox!
... -Si .x: u- M*SV %*? ttr*i
'1 -
.l
n-^< "Ha 1! UHM "<
Sj.w u uuitu .ya.- jajtrjissnws >-i|mc.
y. 0-iti 4t arur. n.weri.
. ... i .i-i <% Amfim*. xrw.
. i. (I IfJ CTtiu.
i U -f x.. -MiaL
h'.mdir*
.. :..m. a iifi-
frenos do da:
Carne verde ,c 240 a 480 ris o km.
Sainos ue-36i a 640 res dem
Carneiro de6U> a 800 dem.
arioha de 5in> 600 ris a caa.
Hillw le 360 a 440 res dem
heijao del* n 1*200 o! iu
Hoviuirnto lo porto
Navio eutrodo no dia Vi
olierdam 62 das, bngue allem.lo /;'-/'//' ilury.
de 250 tonelada*, rapito II llolt/. equinauem
9, carg' carteo de [tedia, a Livrameido & C
/tuoii- fihitto no mesmo dia
L'tanad.is 1 utinio* (Mxico)Barca allem
Edwar, cai-iii- U. Vir'-nkei in la^ln.
t96*eiTaca
Naohoove entnJas neto sabidas no dia 14.
Vapor**! a entrar
UEZ DE JCLHO
Sol.........-. VMe de Cearti.....
Sui.......... /'- do GrioPara...
Europa...... yute de Pernambuco.
Enrona....... Rtumot-Ayret......
Sul......... I'ernainbacu.......
Europa...... lialida ...........
Earoia...... Tkamet...........
Sol........ Latala.......... 20
Sol.......... Alanfa.......... 21
Norte........ .tdwa.......... 28
t'j^iori'k h nhlr
ME/. I>K JLXHO
1>
15
15
16
tu
17
17
Havre e esc.-
atuos e ec..
Buenos-Ayres.
Lve pool.....
sootos e ese .
.\orte.....
.^otunamptoa.
New- York...,
titirite Cear..... 15 as 3 h
VMede l'ernambua) 15 as 4 b.
Tlur*cs........... 17 as it h
t'Ul-Ht............ 17 as 11 h
HnfHax-.\>l> rs...... 17 as 5 h.
t'entawbtuu....... 17 as 5 i
/..i Cluia....... ?0 as 11 b
JUianca.......... 22 as 4 b
Jslrvjtot -.. ... 29 as 4 h
TIIKATR MU ISABEL
Grande Comp nhia de Opera--odiic, Operetas e Mgicas do
THEA1RO SANT'ANNA DA
CAPITAL FElfEHAL
SKrSSZ D9 ASSI aSLLES
BOJE Terca-l'cira. 15 de Julho de 1890 BOJE
ULTIMO ESPECTCULO
DESPEDIDA DA COMPANHIA
Representar-se-ba a opcra-comica em 3 actos, traduccao de EDUARDO GAR-
RIDO e FKANIS O PALHA, msica de Luii Vurney (autor da esplendida opereta
o Amor Aolhado)
Brissac, mosqueteiro
Gontran, idem
Brii-idne
O Governador
Sima .
Mana, educanda .
Luiza, idem .
Sror Orportuna ..
A Superiora .
Ritiobeito
Pichord, estalajadeiro
Langlois
Fanmj. .
1. Fr*de .
2. dito
Jacqu".lina .
Joanna.
Agatha.
Mosqueteiros,
candas, etc.
Se en arios
FERSCWAG223
Jara paasagens, tretes. ucomiuendas. trata-s
'O u os
AGENTES
A morim Irioos & C
N HKu do B..n JessN. ft
Lli-yd Brasildro
PlKTOSDOSUL
> vapor Pernambuco
0 malandante Antonio Ferreira da SUvt
E' esperado dos portos do sd
ate ti da 16 de Julbo e se
uuindo dopou da iiemora indis
pensave.l para o portos' do or
te du- Jlaii^.,;.
\s encommendas s serao recebidas na ai;e:
ai at 1 hura da larde do-dia da sabida.
?ara carga, eacooune mas, pasaagenB e vair.
aa :rata-se com o i
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6'=-=i2a do Commercio=x&
' andar
Sr. Vasques
Sr. Colas
Sr. Peixoto
Sr. Leal
Mlle. Massart
MI e. Blanche
Mlle. Lopiccolo
D. Isabel Porto
D. Ignez Gomes
Sr. Rang-1 Jnior
Sr. Andr
Sr. Nazareth
, Sr. Mesquita
Sr. N z reth
. Sr. Mesquita
.....D. Mathilde
0. A. Athayde
.....N. N.
aldeos, aldeas, soldados, vendedores de flores e
fruct^s, edu
vestuarios e aderemos novos e
deslumbrantes
M1S^K\ StUVi: DO RTIMT.t
A 8 ti horas.
Haver trem para Apipucos e bonds para todas as linbas.
A gradecimento
Esta emprezs, tendo de partir para o Estado da Bahia no Vle de Pernam
buco, agradece ao generoso publico pernambucano todo o bom acolhimento que Ihe
dispensa durante a sua estada n'esta capital.
SEbliKO < 0\n;\ FttliO ca reclamacao, se-
ctoyal Insurance Cotnpanj ja esta fetano esenp-
de Liverpool
CAPITAL. t.OM>:0M
AGENTES
R. Drusin &. C.
13-ltua rucz de Olinda-13
AGENTES
companhia PEa.viaiui'CA.va
DE
%'aTegac5o costelra por vapor
PORTOS DO NORTE
Pirakyba, Nata'-, Afaeo, Moitor, rtica
vj e Ceara
O vapor S.Francisco
Commandsnt- Carvalho
Sc^tw ao d:a 21 de Julho as -;
horas da tarde. Recebe carga ate c
,dia 49
Sncommenas, passagens e dinheiro freu
i i as 3 horas da larde lo dia 21.
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-1 Cao* da Companhixi Pemamhrtcan'.
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N0&THKRN
de Londres e Aberdaea
Josicao financeira (ezembro de l887j
Capital subscripto Ji 3.000,000
Fundos accumuladoft 3.421,000
eeeita aootial :
De premios contra logo 607,000
De premios sobre vidas 197,000
De uros 143,000
O AGENTE,
John H.Boxine.
torio desta empreza
ra do Imperador n.
29, onde tambem se re-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado-
res externos sao os
Srs, Hermillo Fran-
cisco Rodrigues Frei-
r e Manoel Antonio
da Silva Oliveira, e
quando for preciso o
Sr. Antonio Martins
Carvalho.
Durante aminhaau-
zencia temporaria to
dos os recibos desta
empreza devero ser
passados em tales ca-
rimbados e firmados
pelo Sr. engenrieir;),
Samuel Jone-, sem o
que nao tero valor al
gum.
George Windso\
Gerente
Pacific Sieaiii Navi^ation
Cotnpaoy
STRAITSOFMAMELLAN LINE
O paquete Galicia
Espera-s do portos do sui
ateoili 16 de Julho u se
goira depois da demora do
cotuuie para Liverpool
com encala por
Msboa, UordeatB& e B*lyniouth
'ara carga, paKsa^elro^, encommendas e d
neiro a fre.ie: trata-se cora os
AGENTES
WilsoQ, Sons & (i.. Limited
14RA DO ^O.xrMEKCro14
.-iled Stai.e? and Bra/.ii
M. S. S. C.
Ovapot4 AliiaaQa
E' esperado dos ptirlus o>
sul ate o da 21 ile. Jalhi
o qual dejKiis di !
mora necessaria seguir:
utra o
llaranho, fara. Barbado. %
l'houta/, artiolqiie e Xe
Vork.
t*r passairens carga, eiu-oinrnenrtas e di
illiiro a frete:. trala-se com os AGENTES.
Ovapor Advance
E' esperado -le NewYor-
die o da 28 de Julhi
ii qual depois da o
pora uecessaria seyuir
para :t
ttthla. Rio de Janeiro e Nanto
-ara carga, passage is,
aheiro a frete : tratare rom o-
AGENTES
tampo de pedra, urna jardineira, ama machina
de costnr, urna raesinha de Jacaranda com ga-
vetas, tima cama Iraoceza oe Jacaranda. 1 guar-
da vestidos, meia commoda, 2 marqunoes, ama
cainii para menino, urna cadena secreta 3 cabi-
llos de parede. 1 cabide de coluiLna.-, 1 lavato-
rio, urna m-'se elstica de & tahuas, 1 guarda
hinca de amarello >-nvidracado, 2aparadores tor-
neados, 6 caiieirus de amarello, 1 aparador de
arinaiio, 1 deposito de jacarandi para cha, 1
sof, 4 etagi-rts. 4 qoadrus, urna quailinheira, 1
relogio, 1 armario grande, urna escala t;rande,
iouqjs prra altnoco e jamar, una linda frucleira
de electro piale, cop.s, garrafas, compoleiras,
tallieres Huos, colberes, garlos de uie'al 6uo,
guardanapos .loalhas, d versas qualidades de be-
bidas e mmtos outros objectos du uso domestico
de casa de familia.
Qu arta-fe ira, 16 do corrente
A's 11 horas
No Io andar do sobrado ra da Impera-
tnz n. t
0 agente Gusmao, autirisado por urna familia
que mudou de resideoei, Fin leilo dos objec-
to aciwa mencionados, os quaes foiam transfe-
ridos de Parnaioerim par. o sobrado cima re-
ferido.
Leilo
De movis, gneros e quadros
A SAR :
Um un pui tan te guarda roupa, 1 linda cama
franela na Jacaranda, I candieiroagaz. 1 espin-
garda, I inarqnezio, 153 canasiris com albos, 6
aquilinos Com comin. o e 19 resmas de papel
paia embrulho.
L'ndo quadros, jarros para flores. 1 comino-
da, 1 mpsa oval com pedra, 1 lavatorio com pe-
dra e outros movis.
iti arla 'elra. lftdo corrente
A's 11 horas
Agente Pinto
Ra Nova de Sa.ta Rita n. 5, defronte
do Mercado
Leilo
de urna armacao envernisada e envidnicada, 1
balanca decimal, I realejo com dois nyiindros, 3
canditiios. 1 quartiubeira, 1 talude de columua,
1 tite.ro e 1 jWtrflO.
Utiarta-feira, 16 do correte
A's 11 horas
Na roa da Imperatriz n. 20
Pelo agente
Ao
Martins
correr do martello
Leo
Da bem soitida taverna ra de Mariz c
Barros n. 2
CONSTANDO :
de annacio, balean, pesos, medidas, halancas,
carieiras e, no; magnilico rotre prova de fogo e
muitos genero, em pcrfelio estado d-j cunser-
vaciio.
Em h'tes a vontad' don Srs compradores.
tttiu ;. feir*. I 7 do corrate
A'k 11 I." n.s
0 agente Alfredo Goimaie*, competentemente
auionsaito. lerara a Iclo a relWrid* tave na, li-
v e e riesembaracaJa ne lunlquer onus.
0 bal ncu pode, ser encomiado no escriptorio
o ief'-riio .gfii:i',a ra do Bom J-sus n. 44.
Leilo
D- 93 barricas marc P. V. & C. com cimento
avi.naiio d'rfgoa to mar. u bordo da i are norue-
tuense CortfZ.
Qumta-feira. 17 de Julho
A's 11 horas
No trapiche Vizconde Llv-amento,(.sito no
Ca-s do A pullo
0 agente Gasuio, fari' l.ilo por cenia e risco
de quem pert^ncer'te i)3 bai ricas com cimento
avariado acuna declarado.
encommendas e o;
Henry Forsrcr & C.
'r'tiKil'Or-----t
l* andar
Leilo
LEILOES
Teiy.i l'-'ra, 15, s II liora*. no trapiche da
Alfandeua. 120 barricas com cimento variado,
abandonado pelos dr^itos.
Ai meio da, em c>niinncao, em frente ao
trapiche LivrsoM" l.. de tl li.rncas, f6 meias e
25 tercos coin cimento tau bem avari-olo.
Quar a-feira, IB deve 'r loaar o leilo de mn-
vp. iipn^j. na na N.iva de Sania Rila u. 5.
defronte do Mer xo.
8ARITI10S
Lisboa e Porto
Palhaboteponuguez Piresl"
Pretende em bre.vu canegar para os
portos cima ditos; a tr'tar com os con-
bignatarios Amotim Irmilos C. &
M?tfto
De barricas c>m cimento avariadi
Sendo :
MAS ifteifi, 27 meias e 7 tere' 8.
A & S- 21 mei.is.
G V4 inieua.-, 8 meijs e la tercis.
<)H inteira e it meias.
158I--I2 InMra* e o meias.
A O 4c C-37 luieir.i.-
R S--I inieia, II Riflaf e 3 terco=.
Terya fera, la do corrente
Ao vicio dia
Em frente ao trapiebe Livramecto, (perto
da guarda- moria)
0 agente into levara a leilo por ordem de
diversos e por conia e risco de quein ne tencer
a* harneas con cimento avanano d'agua do
mar. pari Jocane^amento d.i barca norueyuen
se Cortez, existentes no tr.piclie Livromonto.
Anteriormnete
elsil Horas d m- su,o tiia. dever ter lugar ro
trapiche, da Alfao'eii o leilj do- 1U barricas
com cimento t.'inib'tn avarnio e descarregadas
de bordo do bi^ce nawjBe^ueCM Famihcu a
abandopadas pelo, .rr.'ji,,-.
eita-cira, ih do corrate
A's 11 horas
Ra da Aurora n. 61, 1. andar
0 agente Stepple. competen mente autorisado
lavara a leilo os movis pertencentes ao tinado
Francisco de Paula Gomes, constando de urna
iiu"ortante mobilia estufada, urna dita de jaca-
randa, um piano novo de cauda, 2 cadenas para
o mesmo, gnnde quantldade de msicas, as
quaes anda nao tiveram uso, cantoneira9, estan-
tes, cominodas, 1 lustre de 3 bicos. araodellas,
mesa elstica, cadeiras de junco, aparadores,
cama, toil i ti-, lavatorio, guarda louca, guarda-
ve m .i .>, marquezOes e muitos outros objectos que
estarn patentes no acto do leilo.
Leilo
Leilo
IH D EMNISABORA
Companliiii de Seguros
MARTIMOS E TERRE3TRK
Estabelecida en i *.">
Estado flnancelro em :s ic De-
zembro de tS.
Capital7 i,U0:000|0:
Fundo do resero H0:H76^000 \
Sioislros pagos 1,776:683^000;
44Ra Uo Commercio44
K
ova
i
Mail Steain Pvcke
Company
0 vapor Thames
Bspera-M da Europa atoo da 17 u
Julho, sijguitiilo dt-pniB da Otweti
raindpiosavH ;.ara
Hahia, Hio derfanciro. Votr-
vldeo e Bucuofi-Ayrea
Para paatagens, rretei e encnniietida trat
se i'om os AuteNTES.
O vapor La Plata
Pede-se aos Senho-
res consummidores
que qu eir a m "a z e r 11
qualquer com mmica- i rt
E' esperado do sul no dta 20 de.
Iho sguiinio dnuwi u aVttv.-r.
..* .-.e.i'.u ^fiTih
L:bbor., Vigo e Santhatipt:n
Ja
n-
U'vdttcfdo dt: ;''-"'_-"-
liWUM i.;.- ..-
oailiati".-U)i 4# c[;;s.e
BJEbUJ.
tllS
f. ( a .
1 ', i i 1 l-L ,.
r. 40
X i
' Us*vJ-i fl'
De orna c ixa rom calcados par.i homnn e se-
nhora, avariados e descarreiMda de burdo de
vapor allemo -Montevideo., entrado nesto
porto a O de Junlio proxiii'O p.sfaiiu.
Texca-feira. 15 do corrente
A'a 11 horas
No I indar oh sobrado da ra do Bom Je-
ss n 44
Por intervenan do agi-oli* Aredo Guima'fies
puf coma b ns.-.j je 'uem peneuc.-r.
Agente Brilto
Ultima lei'ao
Urna armaco, balccs. onrinoes, bacas jar-
ros para llores, luoya pai I jiv,co e Jan lar.
Eiu segu.'da venuer o inesuio agente 9 han
cas yineric;n:is |iar.i erfiOlaS, bail'OS. mdirir.,
lima gr. ne i-si.iuie, uiu uuiua louca c uniros
oiudos movis.
II a a da Eaixv^.Urz a I S
Tora f ira 15' do corrente
\ < 11 liorit.i
Di alfaiataha sita ra Duque de Caxias n.
67. co.;stvndo da nnnaco "e amarello, mesas,
cabide.s i^prinos. ii;oi.-,.-. fcgoe mais ulensilics
e mercaduras como sej.nu casennras, pannos,
cor-es Je seda para collttes. faseiulaa para forros,
linio;'?, Iiuhns. grvalos, meias collanlios e mui-
tos outros artigos pertencentes ao mesmo estabe>
ieimemo, que serao vendidos em cm ou mais
lote, voniade dos compradores ; garaniiudo se
a ^as.i uq com piador do estabelcimeiito ou da
armaco
fext-\-fcIra, 18 do corrente
A's 11 horas
O agente GosniSo, autorisado, fa^ leilSo da
exi.-ltiile iliaiaiaria acuna mencionada.
fm
VISOS DIVERSOS
na
Precisa m de utna ama nara cosinha
ra do Imoerador n. 79, 2o andar.
- KoaljaiaiLi na estribarla uo eugeuuo L.oe-
d.j.le dous cavallos, sea to um rodado pedre-
rande, e outro castanho amarello, rom um ca
roco de um lado da oa.i; foraiu rou ados Do
du 3 de Jul lo qnern tiv> r notnia. e>creva para
:\ estayn d- Olinua, que ser pago, ou na roa
Direita n. 73.
Alugaiu se casas catada e pintadas soa a
nos uds de S. Goocdo, a 85 ; tratar na roa da
'iiperatr ?. n. 76.
AMAPrecisase, den, pira ciwdef*
m.lia ; aa ra da Paiiua n. 80.
Precisa-i e de urna criada para copeirae
nii'is Ser>ico interno de urna familia ; a tratar
na rea da Soledade n. 82.
Pede se a quem achar a cauti la n. 22,925,
que oueira ler a honda ic de entrejal a na roa
o Imperado,- ii. 24, i- andar, que sei ben re-
compensado.
Compratii-se pa-
fnces portuguezts,
e>p?
ni
loes, et ., ec.
n?i ra do Commercio
Leilo
De urna u;i !i;!i d,- yv\yfi}i ipipsla de 18
caoiius iie nti.iioieai, 4 Olas 4ji piaco-. I ><>i\\.
2 ;onsons e 1 n.-ci>i inconila com pednt,. I pa
i o, urna cadi-iru p.iui (Wv, I estrado para dilo
'2 quadros, 1 L-tpellic, 1 i.ird-'-lirp. i jarres p..;a
llo.-i", dnu? < i'--' lis.-, 3 ,.iii:;ei:o^ "ara l<-
loseiit, ti caiiaijiu> de paiiia, iiaia mohilia. de
junco compleiii iom eocos'o de paljia e ljBpfi
de pedra, ama tuesa rdiMi ti.

/g*a-sc
bem.
Veoiie-M: o t.e.n tnh i Jo Bol. I na trates-
a -o Qyoinwnto, cri-.-o b ixo do Pcixe Frito,
te-o -i.i,u i.^' ; truini mi uciuo.
- Ala^a.-ea k.ij.i tu soi.ii '. i na do Cor-
lo I Suassuna n. 1,19 pi r iO'l com agua.; a
"i.;:r liarba da Impein'"'. u ii
AluV mi i OUa .;.i ma ng l'ane hl-jiiano
ii. 09; a l.j1 do b-c:o do Padre n. 10 a casa
i| i lan'o d Peralto o. 3 ; na ra do Apello nu-
mero 11.
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Diario de PernambucoTer
10 TM1M!
E' hoje a casa que vende mais barata !
Fazendas de novitla* ; Vari* dados
Criado
na
Crep de alg. dSo a 240 rs. o covado.
Cambr&it branca com salpicos a 46000.
Crep matisado a 440 rs. o covado.
La Amazonas a 4 L2 escossfza a 240 rs. o dito
Voile a la a 800 rs. o dito.
Linn de ramagem a 600 rs. o dito.
Z-phyr com padr3es do voile a 640 rs.
Cretona voile a 400 rs. o covado.
Chitas percales a 200 rs. o dito.
Cambraia Victoria a 280O a peca.
Gases arrendadas a 440 rs. o covade.
Cachemira de hbt.as, duas
25000 por 12iX> o dito.
Vestidos para criancas a 450 O am.
BaptisUs finas a 260 rs. o covado.
Setim do Japilo a 240 rs, o dito.
Cortes de metim, eco cart3o, a l&'A 0.
Cortes de zephyr, bordado, l(f$ Co tes brancos bordados a 18;L'0j.
Caeacis Jersey a 6(5 >UO um.
Popelina branca de seda.
Setins de cores a rCO rs. n covado.
Brilhantina de listras a 600 rs. o dito.
Atoalbado pardo de linio com matizes
brancos a 350C0 o metro.
' Camisas allemaes a 365000 a duzia.
Cortinados bordados a 65000 o par.
Ceroulas de bramante a 14< 0 ) a duzia.
Meias para boroem a 35500, 45500, 55000,
6J01 0 e 7#>C0 a daaia.
Madapoln trancado a 95000 a peca.
Merino preto de 800 rs. a 26000 o covado.
Fusto braLCJ a 380 r. o dito.
Leques transparentes a 25000.
Guarnilo de crochet com matizes a 76000.
Madapolao com am metro de largura a
ti65:,0.
larguras, de |Carairas de flanclla a 45000 c f>'':00.
! Bi amante trancado de duas larguras a
500 rs. o meto
Panno da Costa a 16200, 15400, 15600 e
15800 o covado.
Lencos, meio-linho, a 25500 a duzia.
' .enc'S c: m bn.-ras a l 4"0 a dita,
'l'oalhas p*ra banhos a 158(10 urna.
Eoguio pardo a 360 e 400 rs. o covado.
Tpeles grandes e pequeos.
Baleias a 2-'G rs. a duzia.
i Colchas de cores a 25000, 35000, 45000,
55 I Colchas de damasco de 12.
Precisa se de um crudo de boa conudcia
roa imperial n. 17.
--------------------------------------------------------------------------------.------------------1-------------
A o commercio
0 abaixo assignado, procurador e represn-
tame de sua mai Rosa deL'ma Antunes. declara
que vliii-u o estabilecimmto de fazendas que
foi de seu fallec do irmao Francisco Joaquim
Aniones, so a ra do Mrquez de O.inda n. 47,
livre e desembocado de qualqoer oous, julga
nada devtr, mas se algoein se julgar credor do
lallecido, \mt qualqncr (iluto, faca las recloma-
ces no praso ue 5 das, a ra da Madre de
Deus D. 11.
Recite, 2 de Julho de 1890.
Kr procurgo, Jos ooquim Antunes.
Ao comiriercii)
Pedro d'Able A C. avisam qoe modaram o seo
armazem para a roa do Bom Jetus n. 61.
LOTERA
300
ESTADO DE PERNVMBUCO
EM BENEFICIO DA
Santa Casa de Misericordia t.
Loja
Alog se a loja do preuiu n. 16 a ra Duque
de Casias (autigs das Cruz-) muilo propria
para iH'iitiiio de tarros t pas-eie. marctuena.
ulfaiaU'Hr, ele. a tratar ua ma do Imperador
numero 73.
Gasa
AiDfts-se ama boa caa a ra Luiz do Reg D-
33 ; a miar nu laipo 13 de .\oeinhro n 45. 1- Hlar.
Mantilha de seda, creme e prcto a 4500.
Capas, visitas Pelerina e mantilhetes ca-
chemira c seda)
Grinalda para noiva a 105000 e 125000.
Toalha felpuda palha
Lavas de seda a 2,5000 e 205 X.
Paletots de seda para rosto.
Merino de duas larguras a 45000 o covado.
Ricas caixas para presente.
Cortes de collete de fudjfa.
Bicos de cSres e brencos.
Extractos e leos.
Suspensorios americanos
Sabidas de baile a 15000 urna.
liamos para peito e cabello a 25000.
Esguiao de algodSo a 365.O a peca.
Vasi>s para p de arroz a 15500.
Punho e collarinlioo de cclluloid.
Abotoaduras americacas.
Paletots de alpata preta.
Esparti hw a 55000 e 650C0.
Bautista de cores a ]G0 rs. o covado.
i Renda hespanlioln a ojOOO o metro.
! Bordads e entremetas.
Ksc.ov; s penses.
Regatas e .'te ?.
Cu;np!eto soitirnento de cachemira
E OFFICINA DE ALFAIATt-i
20Ra I. de Marco20
Amamal & C.
loji ns m
Srando liquidacio de fabadas
Tendo se dado balando
na casa
N.58
separou-se os segantes artigos para acabar,
Sedas.
Cortes de vertidos.
Lar?.
Tecidos de phantasia.
Cretones.
Nanzuks.
Carabraias.
Fustocs*
Casera i ras.
Cortes de casemira.
Brins de diversas .qualidadrs, brancos e de cores.
Cortes de collete.
Meias para homens, senhorase meninos.
Macla poles.
Algodaozinhos.
Atcal hados braricos.
Ditos de cores.
Camisas para homens e memitios.
Lencos.
Espartillios.
Ceroulas,.
Collarinhos.
Grava tas
Todos estes artigos se acbam com um pequeo toque
de mofo, razaoporque se vende por me-
lad e de seu valor.
Grande quantidade dertalhos
DYstrs artigos nao se dso imo^rrs
. 58 -- RA BUQUE DE CAMAS 58
'I elepfaoce n. 210.
do BrazU
US
AED-cvada &\a. Xnr>e>torla do Htb1"1
CASCARA SAGBAA :I0DUSET0^rEf?89tCftSCARA
nuil nc:i-o lias &rrugkn,
,',frr**c> ,.-.-Jo
;
,U.+ U '-.' '..Y,';-. e'rni
t ... n
A
.-Ja .fsmrtt .?**- e*K. C J-
Aiu^*a-se
2 casa (erre* n. Si ra do fQg\ 'en.lo 2 salas;
alcovaas. cosinli e ippurelno : tiaiH-se com A.
a. de Sonta Aaijiar, a ra du AuiuMm, armaiero
aomero 49.
Precisa-se
de tave~na
de um menino com prain-u
Mrquez do Hrva n. 141.
na ra
Farelo superior
a 2*200 ; no largo do Mercado n 12.
Vende-se
a (averna fita ma da Dettnco n 20, esquina
da traves-a do Peixolo : a tratar na mesma.
Vende-: e um muito bom e fino de
tecido de la c feda, prnprio para mn
rico prsenle ; no 1." aiular desla ty-
pograpbia, a fallar com o administra-
dor.
INTEGRAES
A 11.a parte da 1/ lotera deste Estado ser
extrahida impreterivelmente sabbado 22 do
correte.
Todos os pedidos de bilhets desta lotera
devem ser dirigidos thesouraria rualarg-a
do Rosario n. 9 1. andar.
PELOS CONTRACTANTES
Bernardino Lopes Alheiro.
&viso aos (gregnezes
s a
L
Oa PEODTJCTOS da
".
Instituto Emular*
Para o nexo masculino
49 -~ Ba fr filoria
Rapbael de Azevedo, com urna Ionga pratica
de ilaunosdeenino, tem aberio sol a denorai
nagao cima um cor-o especial de iihtniefflo
primaria para menino*; espera por isso merecer
a coHllanja e proiecg.r) do llusir; do publico e
de lodos o seus compatriotas peroambucono^,
c em pariiculr dos pas ou tutores das criancas
que desijam o real ap ovciiamunto de seus b'lhoj
ou lutelados. Dedicando o mximo cuidado para
dar-lhe o neiessario desenvoivimen'o CODM
guintememe para elle que hilo de eootercir 10
dos os seu8effjrgos e sacrificios, para dar bons
cidadaos que venbama ser.o futun) sustentculo
da patria e da religio, da ramilla, da jusiica e.
da lib. rdade, que sao o bbeiDacoio de todos os
prouresos Admitte igualmente aluxoos inter-
nos emeio pensionistas mediante as seguintes
Meus. Iidades pagas adjuntadas
Alumnos internos 33i'0G
meio-pensionista IOlO
externo 20O0
49Ra da Gloria49
AVISO '
Jo5> Pedro de Miranda tem para vender ultn
sitios para padari a escolber de duas que lem
neste povoado.
Boalocrilidade
Aluga se a grande loja do sobrado da ra r'a
C-uz (Ketife) a. 41, com salud. (mrn a la da
Senzala velba, propria para alloma loja de al-
faiate, aarheiro ou quahuer illiiua. e tumbem
dous armazens na ra da Senzala velha ns. 5% e
68; a tratar com Velloso, ra do Pilar n. 5b\
Pedido
Urna peesoa chegada oo Rio de Janeiro ha
: o-u-os das, sabendo f. llar e <: :re\er grammat
caltnen'e o portuguez e diversas especies de
contas olTerece su para caixetro e escriptorio.
em -rraazens elrapihes, dan to altestario de sua
conducta ; quem pretender ole- dirigir cartas
com as devidas explicacO-s para o escriptorio
dejia redaccao com as Iniciaes abaixo.
J. S. S.
Place do la ]Vtadeleine ? pars
antic/mente 207, ra de Saint-Honor*.
m: ORIZA 0!L E8S. ORIZA ORIZA1ACK CRME ORIZA
ORIZA VELOUT ORIZA TNICA 0R2ZAUNE SABO ORIZA
DEVEM SEU GRANDE XITO BEM COMO 0 FAVOR DO PUBLICO;
1* Ao cuidado perfeito com que estao sendo fabricados.
2" A. sua qualidade maltera^el e suavidade do seu perfume.
IVJS, COMO SE FAZ CONTRAFACQES D'ESTES PRODUCTOS ORIZA
com intuito de /er zssim a cusa de fama de que gozan,
pono de sobreaviso os Ireguezos no fim qne se nao deixem engaar.
. OS VERDADEIBOS PRODUCTOS SE VEHDEM EM TODAS AS BOAS CAZAS OE PERFUMARA E OROGARIA
Manda-se Parts o Catalogo illustrado franco o;-porto.
PARA EM6EHHO8
QUIMA .AES VALENTE, partei-
Ipaui aos seus freguezea e Illma. Srs. d
engenho que, como sempre, tem grande
depo-ito dos artigos abaixo mencionados
garantindo tudo de primeira qnalidade e
presos sem competencia, a saber:
Cal nova de Lisboa.
Dita de Jaguaribe.
Cimento Portland.
Oleo de mocot.
leos americanos
especiaos para machinismos.
Azeite de coco.
Dito de carrapato.
Dito depeixe.
Pixe em lata.
(5 galSet)
Kerozene inexplosivo.
Graxa em bexigas.
Gaxeta de linho.
Potassa da Russia.
, em caixap, barriquinhas, latas grandes
p equenas.)
Formicida Capanema.
6 rpo Santo -6
S intureiro
Precisase de um bom tintureiro para dirersas
cores : a tralar Da ra da Cruz n. 42.
BRONZE
DE
CABDOZO IRMAO
IH.CUUCB'
DE MURE
Ht mtlt tfe oinocsr.tt tnnot gm I
11 pntix i medicina, e jtmalt M- '
oontrw rtmdio mili tltctz n e
ctrtol contra u irriliiO do pello.
f Cisanu, ls tatfellbr.
Este Xarcpe, de sabor ex-1
cellente. de ama poderosa
efflcacla contra as MrrUavOcm
da Garganta e do Pleito,
S\ FluxBe, Tome rebelde,
ej Catarrho Agu*m oa Chr-

ai
toK
?V 2TO. PNt-Salat-Eortt (Pnap)
A. 0 ?' r b, Gaoro Sicoetwr
e.v"-- .- '"* ;*-'-
t .

ImPtr+itttvco: rRAi" f. v
Ao comir.:::

Roa do Sarao do Tnnmpho ns. 100, 102 e
Deposito ra do Apollo ns. 2 e 2 B
Tem para vender o egninte:
VAPOKES de diversos fabricantes para fogo 're tpcr& o ou fogo de sse
imesto.
' MOENDAS de todos ob tamanhos
RODAS d'agua.
RODAS d.e espora e angulares.
CRIVACOES de differentes tamanhos.
TAIXAS de ferro batido e fundido.
LOCOMOVEIS de 2, 2 1/2, 3 e 4 caraiba.
ARADOS americanos.
BOMBAS de todas as qualidades com o respectivo encanamento e finabno! '/"^/VS/fc JTO/S ?\T^T'/k
-das as ferragns precisas para a agricultura desta provincia. %/\fB*jL *J JX\T iiil \^1 A
ENCARREGAM SE de qnalquer concert e mandam buscar por encomie. Prpfisi sr Hp hma V^ or
a, mediante ajuste previo ou urna mdica commissao qnalquer macbinismo.
MACHINAS de descarocar algodao.
VARANDAS de ferro fundido e batido.
Mignel Machado R.imos de Olivcira, proprie-
tario_da fab ica Sultana. A iua larga do Rosario
n. 15, pirlicip: nr-e Bif^ aaiigos e fregnezes,
(;ue de."i> i*Ma ir Minute ser encontrado roa
DarSo (",:' v -i.-, i, 4, fabrica Tygre; e multo
espe luiu ir i- inttif "os> s< us frrguezes de Seri-
nhic;n. Brneiros. Rio Formoso e outros lagares
ciid". irm lido tran^acciM. o especial favor de
f"-"1'1 rem os seus pjihaej oara a mencionada
.'drica Tygre, onde scrfio promptamente
unos.
sats-
ugam-se
o 3- andar to predio n. 52 4 ra do Imperador,
fresco e ssf iado : o 3 andar do predio n. 30.
i na Maiquez de Olinua ; o tilio n. 17.', na adei-
ra do Burro, mano a'bonsn:io e por 8 meiiMil:
:i tratar na plarmacia franceza ra Barao da
Victoria n. 25
CONTRAOTAM fornecimento de apparelhos para usinas, garantindo a b
axlidade e bom trabalho dos mesmos, o que podem provar com o bom resultad.
btido com as duas USINAS montadas ltimamente a saber:
' anta Filonilla e Joao Alfredo
Vendem a praso ou a dinheiro com descont.

P#*tW#*A#*****AA*A**A*'W*A*AAAA'Wi*^'WVV*^*VV*l
^iURUficer \
eparado tino parsir
i
Approvado pc!t Dlmussa asta de J
Hyglete Pcbliea 2a Corte. R
Auctorisado por Decreto Imperial |>
de 2o de Junlio de 1S83. j
COMFOSICAO |J
de. f
firmino Candido [te Figue-redo. |
,4,
-----------r b?
Empreado com a maior edicacia no |.r
rktuhiati.mo de fjualijuer n.-.mrn'.n, )"
cm todas as moltxt.-as ifa pe/le, tas |C
leucflrrlu'tis mxjloies bruncm, no.- (-
soffrinient'jsoeca.sionadoipela tiupun-u \
do sanrtu, e finalmente na* diflrento* ;_"
fm-.as da syphi.'ii. j.
VINHO MARIAMI
______ DE COCA DO PER
O VINHO W*BIAWI que fol experimentado nos hospitaes de Pariz,
f prescripto diariamente com xito para combaler a Anemia, Cnlorose,
Si^ectSeB ms, Molestias das vas respiratorias c Enfraqueci-
mento do orgio vocal.
O* M&OOS rCG 'mmcniijii'iio w Patsoasfifica* e ih-Ucada*. exhaustas pela molestia,
aos Vcl/ios e Crianc'is.
E' o Reparador das Perturbagoes digestivas
e O PORTIPIOANTB por EXCELLENCIA
O VINHO MARIANI SC EXCOSTRA EM CASA DE
Sar. MAXZAJTZ, Fh"l>aris, ii, toulenrd EAusmuii; Vew-Tork, 19, las!, 16", Slreet.
Depositarios em Pernambuco : FRAN" M. da SILVA c C*.
*********>*****rV*Ml>sts*s<*sl*r^^
sinheira na rua da Soledade
i). 82.
SAP^ BMT/FMOIO
At*f
BE. EUEDfX
ITO
AOmlolKlrando diariamente um lnjee
soiii.-nuiia com o conteudo de urna aerl
de Pra vix (modelo Lo Urna) obela de
SUOALYPTIMA LB BRUII
CUSA-SK
a Tsica, as 2Srnchitea
a oa>
atarrha* pultnonarea
X Booalrpfaa :.ao conim morpuj
LE BRUN, Phsrmaesit^-QiimicoI
?AKia. 60 621. Farbcura Hontmaryj
+'', n L.n'f f uto. P.HI3
f*Ejai Peiiuir.lnw: tti! t. i Sft?.tS\
MlUA ..ATTEXCAO
Os melhores cigarros, que ha hoje
tanto de fumo picado como desnudo sae
obMINHA ESPEP.ANQA.
Olhai com attencSo para o envolucro dos
A melhor preparaQao hygieuica para carear e conservar f8^? onde se lc a Pal-vra espe-
Approvda pela junta <)e t:ygiene do Rio de Janeiro, com a marca r3gistrada
ora todo3 os Estados Unidos do Brasil.
YEXDK-SK AS SEGU1NTES CASAS:
Mai* Snbrinho & t". Muma i->mpilio.
Castro Medeiros & C.
Dnarte & O.
Pedro Antunes & C.
Jo3o Hrzerra & O.
Xett< Campos & C.
Manoel Jnaquim Ribciro & C.
4?| Dse Nos primeiros -ei* rl-ia nmn )'r
4(j jolher ilr.' de cha peta ra.in.C e ataif 'f
5j noiie, puramente ou dilu.!a -An 31a '.
_! e t-m argiila mudar-sc-lia para Guie- >
-j /es das de >pa para os adilU .-
li t.-.de para as csOfat.
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^ ter-e apenas dti r.liineiiln acido v 1- ,-,'-
-mi duroso; devem usar dos hanhos trim ni ,"
momos, segundo o estado da mi>Jet;io. i'
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Maia e Silva & C.
Barbosa ti Santos.
Burros & C.
Nones Fnnteca & C.
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N.-s grandes merciarias, as casas de
ref; roes, nss tab:crias, nos saldes de
cabelle.reros, vende se os nossos ci-
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Trousseau, Bnssy, Bouchardat, oto, demostrad a superioridad*
do ole* ale Osado ale kacaihao ae evSh.
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Machinas a vapor.
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f aixas fundidas e batidas.
Taixas batidas Rem cravaca
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XAROPE de PAGLIANO
Privilegiado pelo Ooverno de S. M. el Rei d'Italia
x>o no
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UMat luOMMor do asfuats Profsssor JEROMVMO PAQLUNO, s
VANDB-SB BXCMJSIVAUENTB BM
aples, 4, Calata S. Marco (Casa propria)
A CASA DE FLORENCA EST SUPPftIHIDA. O 8er. ERNESTO PAGLIANO pout
toda* as certas ateriptat pela proprie mo ao difunto Professor JERONYMO PAGLIANO,
eeu lio, outroaim um documento que o designe como nico successor :
ERNESTO PABUAHO.
Dej ositos em fWwia / F**-
E KM TODAS AS PRINCIPIS PHARMAC1AS DO Braxil
Capsulas de Quinina de Felletier
Hoje oto fia quem Ignore qne rNsffeoer 4 o inventor da Quinina e que a sos
marca de fabrica foi adoptada por todos os mdicos, por ser inteiramente pora,
contra as Enxaquecas, as Nevralgiaa, os Acoessos de febre, contra as
Febres intermittenees e paludosas, a Gota e Rheumatismo, e os Snores
nocturnos. Cada capsula, da grossura de urna ervilha, contm 10 centi- / N
grammas de sulfato, e nella l-se PEU.ETIER. Estas capsulas tera scvacninsf
mais prompta e mais segura do que as pilulas e confeitos, e engolem-se \^y
mais fcilmente do que as hostias.
Vendem-se em frascos de 10, 20, 30, 400, 200, 500 e 1000capsulas. E" o tontee
mais poderoso que se conheoe. urna capsula somonte representa um grande
capo de vinbo de quina. ..........
Deposito su PARS, I, ras Tifienaa, e as principies Phannaciss Drogiriai.
*6 anuos ae successo. Premio Oronda.- Exposic&o Universal, Pariz
14 Diplomo de Honra, 18 Medalhas de Ouro 0 6 Medalhas da Prat*.
^sr^^B?asBi
z taso. -W
FARINHA LCTEA NESTL
i
CUJA BASE o BOl
ET o raelhor alimento para as crlanras de tenra ldade. Soppre]
insufliciencla do lelte mati'mal e facilita o desmamar. Com seul. .
uso nao ba dlarrhea nem vmitos e sua digestao fcil e completa.aav
Empnga-a tambem vantajosamente como alimento para ot S
Adultos e Convaletcentes que tm estmagos delicados. W
^^aru de Fasrlea M
SLEITE C0NDENSAD9 NESTL:
tm Verdadelro LEITE PtTRO DI VACCAS ST7ZSSAS tendo conservado seu aroiua e^m
Stodas suas qualldades nutritivas. Alem dos grandes servlcos que esta conserva presta Frota, a
so Exeicllo e aos HospitScs, ella tem ganhado sua posiro na allmentacao dos particulares,
os quaes ella assegura um lelte agradavel, saudavel e natural. ^T
Eligir 1 Firma : HENBI VZSTaV I Mirc de Fabnca : BrZsTBO SE PASSAEOS. W
Verdadelro LEITE PURO OS VACCAS STTISSA8 tendo conservado seu aroiua el
'todas suas qualldades nutritivas. Alem dos grandes servlcos que esta conserva presta Frota,
fao Exeicllo e aos Huspltaes, ella tem gaunado sua posicao na alimentaco dos particulares,!
,aos quaes ella assegura um lelte agradavel, saudavel e natural.
Exigir 1 Firma : HENEi nesti 11 Marea di Fabnca : KISHO SE passabos,
A casa Benrl sresU nao tem mais, como outr'ora. um nico agente para o Braxil ;]
'seus productos acham-se as principaes casas importadoras, urogarias, pbarmaclas e lojas
[de comestivels.

HENRI NESTL, emVEVET. \ %5 f3# ^i SBT"^*
\mmmnmmn*mn*mmm*mn*mm
yal. g
CURA SEGURA os MOLESTIAS SECRETAS
Medalha de Prat na Exposicio Universal de Barcelona em 1888
Medalha de Ouro, Paria, 1885. Diploma de Honra, Pars, 1886
eInjeccao de
KAVA KAVA
DO D0UT0R FOURNIER
BLENNORRH AGAS
8PERMATORRHAS, CYSTITES
URETHRITES. CORRIMENTOS
Estas enfermidades, recentes oa antigs, curnm-se radicalmente em alguns dias,
m segredo, sem rgimen nem tisanas, e em cancar nem perturbar os orgos digestivos.
Exij*-Me sobre cada plala, sobre cada eaixa. sobre cada rotulo,
a assignatura WAMsj
PAEIS, 22, Praca da Madele:ne, 22, PARS
O NOVO THERMOMETRO
MEDICO de LON BL.OCH
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PARS. X, rna de VEntrept, 2, PARS
HO BSTVAHOBnto, EH TODAS AS PKINOPAES CASAS. I
Babjoaria Barid
Ra do Cabug n. 14
Este novo estab lecimento de relnjoaria
acaba de receber um grande sortiruento de
relogios de ouro, prat e nikel, d- impor-
tante fabrica americanoWslthaB Maas, ver
dadeira especialidade em perfeicao e re-
gul*mentoinfallivel, e se vendem por precos
mdicos. Asa mcomo relogios de psrede e
de cim* de meta, com despertador o que
ha de mais elegante.
Ciinvidam se as pessoas que quizerem
um relogin de confianza a. virem a este
estabelecimeoto que capriebs em vender
relogios dos melhores tabricantes, com o
tm de bem servir os seus amigos e fre-
gueses..
Ra oCabug n. 14
Criado
Preri-a-se de um criado : na ra do Paysan
d n. It._____________________
Compra-se
um estabelecime >to de molbados, situado em
arrabalde desla cidade ; a tratar na travessa da
Madrp rte TW-u n tR
^utUde^
r*.#
o FERRO
BRAYAIS
,U ruods mi exftritm cIaa 1n baa coaktcldM medies
"um um mc d'Ahi raeulu a mraor p-rlurbA(o. e do mano p*aee
oareetituA u aah Ru a iua cor AAUraJ dA-xe riser i
. 1111 n 11 r*eeaatituiDdOH>.Oulr qaAUdAS* tem lAm-|
ItemoftrroBrATAlAqa* e de aEoeaegreoer oedeatM.1
Heje fotfs attele eem ae ImlttoStw eu
ContreMlcei.
I tUjlr arme R-iiRAVAisomprimid* vsrmsDu
~ MSOSBO KA Kan FABIS BU PSAHACIAA
.ISaatacam: 40st 42,r.SULsssr,rsHeI
Agua maravilusa
Com a applicacSo desta agua, qnem sofTrer de
esDintias, pannos, sardas e veraielhinao do ros
to ficar perfeitameo'.e curado, reconbpcendoa
desse modo, corro nico especifico eflkaz Alm
desses effeiio?, tem ella a propriedade de, lor
Dando a cutis limpa, dar lbe a er natural. A
cada vidro que custa lOOO, acompanba a respe
ctiva iodiccao de uso.
nico deposito
Drogara de Faria Sobnnho & C, ra
Mrquez de Ohnda n. 41
Cosialieiro
Pr"ci8a-se de um cosinheiro
aDdn o. 1S.
na ra de Pay
AttenQao
Beirao & Almeida
participam aos stus bons fregueres que conti-
nuam a ter tolos >s dias as -aborosas boicba-
d- nominadas Demcratas Previnem mais, que
nao sp illodam com a imitago das mpsmas bo
larbas de que ba, pois devem ver a marca e fir-
ma que contm no circulo.
Telephone387
Ra Duque deLaxias n. 30
0 melhor enWrlrto \
*a
3
'S mpregada com
f Odoniana
W 'T K3IIIIA, DAPtlsi CAIBIS M HU
^ PARS: Enselli. 24, tro ITvBgMn_-
Venesianas usadas
Quem tivpr algumas para vendpr, qoeira dei
xar nota no esenptorio deste Diario.
Vinho puro de Sautareiu
Da quinta do Barra I
Os proprwtarios do Armazem Central, a ro
10 Cabug n. 11. avisam aos seub distinctos fr
oezps e ao respeitavel publico que receberai
iova remessa deste especial vinho, o qual t
'commenda por ser puro da uva, e s se re':
ta em seu armazem.
Joaquim Chrstovao A O
Telephone 447
f
ioel VerauasMlea da Costa
Torres
Joanna Digna da osta Patro. Maooel Patrao
do Nascimpiito, Alejandrina Mara da Silva Pa-
t'4j, Pbilomena Hara da Silva Patrao, Maria
Brasida da Silva Hatr&o, Justioa Mara da Costa
Patrao, Jos Antonio da Costa e Maooel Jo da
Costa, agradecen) do iutimo d'alma a todas as
pessoas que se dignaram acompanb: r at a ulti-
ma morada o seu sempre chora 10 esooso, genro,
cunbado e primo, Manoel Kernandes da Costa
Torree ; e de novo as convidara a assistirem as
mineas que pelo descanco eterno de sua alma
maodam celebrar no da 17 do correte, stimo
do seu passameoto, s 7 boras da manb, na
mal iz d* S. Jos.

Manoel Liilx Ribeiro
A viuva Anoa de Souza Ribeiri e seus tilho-,
Silvio SatyroLuiz Ribeiro Joaquim elso Luiz
Ribeiro (ausente), Bita Marcellina de Souza Ri
bt-iro, Francolina de Souza Ribeiro, Gervasio de
Saboya Luiz Ribeiro, convi lant a todoj os seus
p.rentes e amigos par> assistirem a urna missa
pela alma do finado Manoel Luiz Ribeiro, na
igreja da Santa Cruz, as 8 boras da manha
do di 16 do cor rente, mez, e desde ja Htam
summam-nte agradecidos a todos a assinrem a -sip acto rplitiaop caridnrie
t
D. Mara de Cprquclra Castro
Mentelro
Augusto de Castro isonieiro, spus irmaos Josa
de Castro Mooteiro. Antonio de Castro Mooteiro,
seus albos J >s de Castro Mooteiro Sobriobo-
Joao ae Castro Mooteiro, Cristina de Castro Mona
leiro, sua sogra D. Rosa Ant nes de Oliveira
Monteiro tendo de mandar rezar missas por
.limada sua sempre leiubrada esposa D. Ma-ia
de Cerqu ira astro Monteiro, trigsimo da de
seu pas-amento. as qnaef terao luga' no dia 18
>o correte, na matriz de Santo Antonio, s 7
1/2 boras da manba ; para este acto de religiao
" ca ida ie, convidam se- s prenles e amigos.
Dead j aniecin:.iii spus agrade impntos.
Tnico e Cam- can
(Restaurador vegetal dos cabellos)
Dentrt todas as preparacOes congneres que
detidamente propalam seus etTeitos, nao surgi
anda urna que aicaocasse o xito do Cam can
que pela sua comoosicao assaz poderosa e sua
ve, tem a propriedade exclusiva de curar e pre
servar os cabellos de todos os males da calvice
que pos-am sobrevir-lbe Composto somente
por Jos Gomes de Amorim i.ucces>or de Mal
tina & Bas os) e premiado na exposicao de Pars
de 1889, o Camacan foi submetiido a lonjas ex
perieocias, as quaes deram maravilhosos resul
lados : a venda em todas as lojas de perfuma
ras e no deposito geral da fabrica ra da Au
rora n. 163.
AJ ugue i barato
Viscocde de Goyanna n. 159.
Largo de S. Jos n 74.
Pedro Affooso, armazem n. 46.
Ra Aguazinbas em Beberibe n. 7
Ra Ilaparica n 43 1. andar.
Travessa do armo. I' i n. 10.
Largo do Mercado n- 17, lija.
Ra do Calabouco o. 4, dem.
A ratax a rea de C mercio n. 5,1* and)
riptono de Silva finimarftpp & r,.
Atten^o
Alugam se as se^uintes casas :
Ra do Livramento n 6, 2- andar.
Ra do Paco da Patria o. 12.
Ra Mrquez lo Herval n. 96. solao.
dem, idrm idem, idem, loja.
A tratar na ra Mrquez de Olinda n. 25,
andar, ou a ra de S. Joao n. 4.
CURA CERTA
u io4*s as A!TecQcs palmjkres


Todos aquelies que soflrem
jopeito, devem experimentar
as Capsulas do Dr. Fournieb.
Depositarios em Psntinswe -
shancisco m. di silva a .
INFALLIVEL e RADICAL
no curativo de todas as affeccoes bronchiaes :
Mal de Garganta, Tese e Tsica
-o
PEITOKAL
VIGOR DO CABELLO,
DE AYER
Preparado sob bases scientficas
e physiologicas para o fin de
beneficiar os cabellos, restaurar
a cor, impedir a queda, e promo-
ver aeu vico e abundante crescl-
mento.
Esta aparada e excellente preparaco,
sem duvida o melhor remedio at noje
conhecido pora os diferentes defeitos da
cabelladnra, merece a intima attencao de
todas as pessoas qne tm tido a infelici-
dade de perder em parte este mais rico
ornamento natural da physionomia.
Com o sea emprego intelligente tem-so
conseguido resaltados realmente sorpren-
dentes. Em muitos casos, porm uio
sempre, a propria calvicie tem sido carada
permanentemente.
Sempre se consegue fazer parar a queda
dos cabellos ; emquanto que para openea-
ao das senhoras, o objecto mais til
mais agradavel qne se pode empregar.
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYER & CA,
Lowell, Mass., Est.-TJnidos.
A' venda as tojas de armarinho e per->
temarlas.
DEPOSITO GKBAJ .
Aos agricultores
O bacbarel Petr.millo de Santa Cruz Oliveira
continua a encarreuar se de levantur empresti
mos para auxilio da lavoura sob hypotbeca de
propriedade- e ppnbor de safra ; na ra do Im
derador n.96. 1 andar.
Urgente
Vende-se um sitio arborisado e com boa cas,.
demorada, na e.-irada doGqui; tratase na
ra do imperador n. 61. 1 andar.
Cofre
Vende se uro importante cofre, prova de fogo;
a tratar na ra da Impera'riz o. 12
c
era
Vende se na ra do Canug n. 2, segundo
qualidade, de l a 12500 a libra, e sendo de
arroba para cima, faz-se na de 2a o descomo de
0/0, e n* U l.* l*t)0'0. ."Ii nnsino esta
lecimento tem machinM para sestari e mesas
raa s meemas por 101 cadauma.
D.
Ensi
De S
orocaha
Declaro que sofFri muito terrpo, fazend.
oso de medicamentos sem resultado, e
usando tres aias apenas daIniaegio M.
Morato sarei completamente de um
chronica gonorrha que me atormentara.
Faca uso deste como convier.
Antonio F. Fontoura.
Est reconhecida a firma pelo tabelliao
Agentes depositarios em Pernambuco
Francisco M. da Silva & C, ra Marque
de Olinda u. 23.
MMtMS>MMMMM|
limP*fS78
CrsixAtCbTilief
lUUfei KtAWPtHtEI
E.COUDRAY
SITA kW 1 UBf
rrtcssiiate para tascada. cm BEiarissi
eoasUBteaHBV tAve -* eseutee,
sf rvjDdo da peiis c do eaotam surkas.
ARTI6CS RC0HHENDA0OS
PERFUMARA de lactena
tu Mtu blAtrUsdsi Iieieu
00faS CGNCEHTRABAS para' *to.
0LR0COME sara a belIeM dos ^eUss.
OTE! AITIBOS cHM-r. It FXBiM
nm 13, m d'Eiiiiiei, 13 hms
sino
0 bacbarel Americo Fernandes Trigo de Lou-
reiro, professor particular de instruccSo secun-
iaria, provisionado pelo ronselho geral da iu
struccao publica, em 1859 t. m ab> rto. na casa
te sua residencia, ra Vidal df Negreiros, o.
174, um curso partn ular das linguas nacional,
la ina e fraoceza, das 10 boras da manb ao
meio da.
P op6e se igualmente a ensinar as mesmas
ingeas por collegios e casas particulares a pes-
soas de ambos os sexos, m boras e dias para
irso convendonados, para o que pode ser protu
ado na mesma casa de sua residencia, a qual-
jut'i hora do dia.
Demarca^oes de terra
O enti riheird C C. Carlini coutin a cncar-
re(ar- plantas ti potraprncas, m\ellameatos, projectos
d> paques, jardins, etc. : na ra da Atalaia, aa
cidade da Escada.
Cosinheira
Prpri a se de urna perita cosinheira, para casa
de pequpia familia, paga se bem ; a tratar na
roa Harao da Victoria n. 50
ous miiagres
Illm. Sr. D. Carlos Tomei o aeu re-
medio o Elixir M. Morato e foi com
elle que pude sarar das boubas que soffria
ha muito tempo e que descorocoava por
nunca melhorar ; um meu visinho que
tambem soffre j largou de tudo que lbe
receitaram e est tomando o seu mesmi
remedio.
Agradecido pelo conselho e bou obriga
dissimo.
Santos.
Albino Jos Couto.
Ulm. Sr. D. Carlos. Eu e todos de
casa, faz muito tempo, que soffremos bu
mores de boubas, com dieta sem resulta-
dos. Fizemos uso agora do Elixir M
Morato, propagado por D. arlos, t
sarmos completamente. .
O remedio, alm de ser muito bom.
a inda tem bom gosto, pois as coiancar
bebiam com facilidade, misturado con
agua.
Sap.
Firmino Agu.
Patacoes velhos
Compra-as na rekjoaria David, ra do Cabo
* p_ 14.________________________________
Tnico Ju-Mutamba
Este tnico, preparado com plastas de pro
prledades coobecidas pelo nosso publico, a
melhor de todas as prepatacOes at boje deseo
bertas para impedir a queda dos cabellos, dissi
par as caspas e es conservar no mais formse
estado, alm de ser um magnifico perfume para
a tolete.
Enconira-se venda em to das a3 principaes
pbarmacias e lojas de miudezas.
Duzia 10*000 | Vjdro 1J000
Deposito
Pbarmacia Mariins Ra Duque de Caxias n. 88
Preven;o
D. Justina Maria do espirito Santo faz sciente
ao publico, que,em dala de 10 do corrente, tem
dado projuracao bastante aos Srs. Aotonio Luiz
aptista p ao D Ferrer, la\rada em notas do
tabeiiio Mrrgultiao, pura os mesmos senbores
traiarem de iodos os seus negocios fijando
daqurlla data em 'liante sem effeito qua'quer
procuracao anteriora esta. Recite, 11 deJulho
de 1890.
JaWlir1""" 4m ABMriCB*
I........>!

Charutos a Martins
Jnior
Propalando se qne a fabrica Vendme nao re-
vina mais charutos republicanos a Martins Ju
oior, int xacio, pois mandamos abrir o anno
passado quaodo a tpareceu a dita marca. 10.000
rtulos para as caixas, nu E-tado ta Rabia, as
quaes acompanham sempre a segrate inscrp
cao :
Cbarulo*) a Martin". Junior
fabricados expressamente para a fabrica Vendo
me, ip D. J Seve 4 C.
PERNAMBUCO
O FUMO
Higyenico NapionaJ
E' isento de qualquer composiclo
mmica e nociva,.
E' eccolhido dss melhores qualidades de
inmo.
Um pacote de 50 grammas custa 200 rs.
Fabrica Minha E>peranca
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Os propietarios do antigo e acreditado arma
:em do Lima, site ra Barao da Vi -tona n 3
participam ao respeitavel publico e aos seo
distraaos freguezes. que tr nsferiram tmpora
lamente sen armazem para a mesma ra n 9
:onti uando da mesma forma a receberem suas
(reos para ibes servir com o costumado e ha
oitual desempenbo.
Jus Fernandes Lima & (i,
Ra Bario da Vicioria n.
Teleph. ne323
De AN AC AHUITA
_ Remedio Vegetal da Natureza para o alli-
vio e cura de todas as molestias
Do Peito o dos Pulmdes.
Ama
Na ra da Imperatrz n. 26, 2- andar, precisa-
se de urna ama para cosinbar para tres pes-
soas.
Ama
Precisa se de urna ama que cosinhe e eneom-
me, para p>qnena familia, paga-sebem ; trata se
na Soledade b. 72, ou caes da Companhia Per-
n.mliuiana n. 4.
Amas
Precisa se de duas amas, sendo urna para co-
sit.har e outra para eneommar e mais servicos :
na praca do Conde d Eu n. 32, 2 andar.
Ama
Na ra da matriz da Boa Vista n. 26, 1- andar,
precisas de urna codnheira para casa de pe-
queua familia.
Ama
Precisase de urna ama para cosmbar, para
pequea familia ; a tratar na ra Direila a. 64,
t andar, sendo matriculada._______
Amas
Precisa-8e de urna ama para cosinbar e outra
para engommar, para casa de pequea familia,
preferindo se que dormam em casa dos patrOes;
a tratar na ra da Uniao n. 5.
Ama para eoslnha
Precisa se de urna mulber de coutiaoca para
encarregar se de urna cosinba, paga se bem ; a
ra I." de Marco n. a
, Precisa se para o Arralal de ama
para cosinba de urna pequea paro andar com
topoinos, e de um rapaz para criado ; a tratar
junto do arco de Santo Antonio, casa o. 2.
TIHTUB& BIYIHA
JCSTS SO BSaUT!SZ dores de dentes
^&. aH.cIv.Xj jTS x ^v
PREPAKADO NICAMENTE
POB CALA8AN8 & C.NA BAHA
Medicamento heroico contra os rheuma-
smos, inchacSes, dores sciaticas, nevral-
^as, dormencia, etc., empregaodo-se em
tbmentacSes sobre os lugares affectados,
Cura o beri-beri, aa paralysias e as dores
de dentes.
Todos os frascos levam direccoes para
aso d'este medicamento admiravel.
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Francisco Manoel da Silva & C. ra
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E' a melhor cerveja que tem vindo a
ei-te mercado, escura e clara ; nao precisa
de .testado para se impr aos aprecia-
dores.
Encontra se em casa dos Srs. Antonio
Mello <& C*i e Antonio Nascimento
Rtcife.
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Um doB melh< rex cog acs e que de ve ser
preferido a outra qualquer marca para usar
puro ou com leite
vinho Palhete
O melhor vinho portuguez e que tem pre-
sentemente um dmiravel consumo, assim
como o puro < ollares, remettidos pelos
proprio8 viticultores
Retaiha e vende em porgoes o importa-
dor directo
PAULINO
28 Roa do Imperador
Cal virgen, de Jagna
rihe
Depon.lo no Caes do Apollo n. 99
Esta amada al, p opria para o fabur-
de assucar, continua se a vender, pelo mes
mo prego e batimento do costum No mer-
mo armazem vendem se todas as mais qual)
dades de cal de Jaguaribe branca, e oreta, en
p, assim como todos os materiaes proprio
para construcgOes e reconstrncgOes por prego
menores do que em outra qualquer parte.
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Ido FOSO
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O FOGO
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sem ior e sem cor r, ne.. raspar o pello.
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Raro do Tiiumpbo ns 100 a i<4. roand. m vir
por encomroenda ou ajuite prviu allemaea*
ou francesa*) de .avalle manuam seutal-as
e fiai'iiiiiein seu boni irati. ihn : o> i retend- ntes
pnil m examinar as da- lletnan Joao Alfre
do e Trapiche ltimamente montadas por
elles._____________________
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Armazem de cerveja, v-
anos, champagne, licores,
cognac, agua mineral, con-
servas, etc., etc. nico
deposito da afamada, cer-"
veja Phcenix de Dortmuud
do chocolate Ph. Su-
chard de Neuchatel pre-
miado com a medalha de
Ouro na Exposicao Un ver-
sal de Pariz em 1889.
Agencia da grande fa-
brica de charutos Danne-
mann & C, S. Flix (Bahia).
A bem da umanidade
Beceberam Pedro Aotuoes C, um especial
remedio para dr dedentes, e contiouam a ven-
po com grande vaaiagem o maravilhoso remo-
rar ededna calos, ra Duque de Caxias n. 63.
>.


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dos intestinos.
lee...- a sande das constituepes delicadas e sao d'um valor incrivel para todas as enfermidades
peculiar? ao sexo ferainino em todas as edades. Pata r s meninos assim como tamtem para, u
pessoas de idade avancada a sua efficacia e incontestaveX
ssa nedicnas slo pr^paiada^ smente no Estabelecimento do Profescor HollowaV,
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dirr^ao, 533. Oxford Street, sao talsmcagoes.
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Depsitos em todas as principa= Fharmaciaus e Drogaras,
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Dito, nma s largura, fazeoda franceza a 280 rs. a corado.
Diio lavrado, uas larg ras, a 5(i0 rs. o cov-do.
Sargelim brinco e de cores a 200 rs. o covado.
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fos precos.
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Ohlts escuras e claras de 200 rs. o covado.
Ditas panno de cretone a 2H0 e 320 rs. o covado.
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Os innmeros e valiosos attestados tsedoos e pirticularc em
favor d'este preparado, do Sr. Souz Soarss, de i'e otas; os mars altos
premiosmedalhas de ourocom qne foi di-tioguido ; a sua approva-
c3o por urna sabia junta, como ade Hygiene publica do Kio de Ja-
neiro; a autorisaco de aeu -uso' em todo o Brazil por decreto do
governo central; o eeu conBummo extraordinar o e aerqpre progressivo
a sua fabrica especial fundada no grande estabelecimento Agrcola In-
dustrial do Parque Pelotente, expresamente criado pira eese eFeito,
em Pelotas, honrado com a visita de notaveis pers>>ngens nacionaee e
estrangeiros, bLo m^reeimentor, que e os adquirem preparado* muito
importantes e reconhecidamente efficazes como o Peitoral de Cambar
tornando-se um remedio garantido.
Vende-se, au prego de 2J500 o frasco, 13J0C0 meia duzia e
24(9000 a dusia, em todas as boas pharmacias e drogaras da capital.
Sao nicos agentes e depositarios no Estado de Pernambueo
'Faiioisco M. da Silva & C.
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Aluga se urna casa em perfeilo estado de as-
seio. com agua, gaz. jardim, um ptimo banbei-
ro com chuvrricos, ranques para lavar roupa, di-
versos arvoredos dando fructo e com bastantes
accommodacoes na estrada para o sitio do Ca
jdeito d.'-6 a'tratar na rua da'"onceicao da Boa
Vista n 43. das 7 s 9 da maDha e das 4 s 6 da
arde.
MEDAI.HA X>E OURO
DA ACADEMIA NACIONAL
DO DOUTOR
V .1V l E IV
com =EXTHACTC k
FiGADO de BACALH&6
Hall tfflcaz anda do que o oleo escaro. Oe tai-ir
multoagrataiel. Semdelxar -Krceberomctttrmogjito.
receltado por todos os mdicos pftra s
Vcachitiamo, Escrophulas, Anemia, Tsica,
Catarrho Pulmonar, Constipac ea.Chloroso.
Molestias do Paito, etc
Em todas as Pliarisimciaa
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Copahiba e Es senda ta Sndalo.
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sndalo.
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M ATHE V- C A YLUS
pslo DOUTOR CLIN Gremio Montyvo
TllhSrJCayl^s com.tyivlucro actuado 'de Gluten n^o fati'gso nuncfc
iSAwaimsndatras pelos Professores das Faculdudes tfoMeatena e l
pltttBsgaB'Paris;Loiidres e New-York, para a errta rpida dos? '
saiigos'ou secentes, a Gonorrhee. a aiannorrhagia, a Cystlte
tarrno e as Molestia a Bexigas e dos orgaos.gtno %rinarM.\
expliotcio dttalhada scoinoaittia srfa Fraseo.
CUrfamlaaMathey-Caylus de tJttf 4 C", de WAlS, j
oekoe em cota dos Droguistas Pharmaeeutiooe.
AGUA.
DR
PARA TNGIK A aKBA E OS GABKLL8S
A AGUA ASITICA do r. Bosc urna preparscao de um effeito admi
nivel para tingir instantneamente a barba e os ra ellos, da mais bella cor preta e
castanha. E' absolotamente inoffensiva, d'um emprego fcil e d'um perfume a agr
davel. N'e8te genero a uniaa composicao que tenha alcancAdo dar aos cabellos nma
cor natural perfeits sem alterar lhe o brilho.
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^ftNHt) de OUfNlM
4^^ LABAHRAQUE
approvado pela Academia de MedicinaddParte,
o resumo, a oondensacAo de todos os prin-
cipios activos de quina. < Atgunsgramnuu
de Quinium produtem o mesmo effeito qm
varias kilos de quina, t (RoWquet, lente da
Escola de pharmacia de Pariz).
raudo precurado por muito tempo um
asneo poderoso, etuontrti'O no seu auiniun
quat considero como o restaurador pt
awulfaiiiii d eonttituicoes exhaustas
D' Cabarbt
a 3 Vinho d. Quinium
Labarraquo O mais til comple-
ment da quinina no tratamento das febre
Ot effeitot do particularmente notavev
as febret antigs de aeeeseo ncachexu
paludosa. (Bouchardat, lente da Academia.
tu todas u pairante -: Pabr. L. Prere. t*. nu
Engenh-o Care5ro
Nenhum valor tem o protesto que pelo
Diario 'de Pernambueo "de botem fazem
o capitSo Jos t^rnardino de Bourbon
Arantes e M na Nympha, orphaos de Ma-
noel A exandre de Souza Oliveira, contr-
a vend que pretendo fazer do engenho
Cam- iro, baseando-se esse protesto na al
legaiSn 'ict ems-me-nte vaga de que elles
ttm ilireto dtUfuido.
Prcvtico aprese te ra qua'lqoer prova, qUe justifique
o seu protesto sob pena de ser conside-
rad;- fa-sa e injuriosa sea allgac3o.
Recife, 9 de Jubo d 189U.
Joo da C'uiUla Wandefbey-
BJTS
lo Bf"otffl
y a w^
34. Dbil idade geru,, on pnrslca...
25. nydropeaa, A"uinula<;oe8 Unidas...........
S6. Erija* de Mar. causea. Vmitos......--.--
27. Molestias oarinsrias, Clcalos oa Peora
na BeHga.....................................
28. Impolcnria, Dcnllldade nervosa, seminal..
29. CHasnlBaaaBa Bocea, ou Apata .........
SO. Incontinencia do Oaiina. Ourlnar-aena
Cama.........................................
31. MenstraacAo'^olorosa. Prurito...........
S. Melestias do Ceracao,Palpitares, etc..
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reme?.-a do delirioso vinho maduro, aoalysado
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que tem vindo ao mercado, j oeste estabeleci-
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lodas a-> quulidades.
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uum litro.
Em bebidas Roas, como sejam : champagne,
cidra, vinhos Bordeaux, Porto, Donro, Cbamber-
tim, licores de diversas quididades, nao ternas
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requeijao em latas.
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Bastos, contina a leccionar, nao s em casa ds
sua residencia, como em casas particulares,.
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isstrucco primaria, das 4 as 6da tarde.
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tuenla
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Largo do Mercado n. 1S
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Vende se junto ou reparadamente e por pre-
0 muito barato, o .seguidle: urna machina de
va sor de terca de '6 ca vallos; nma caldeira
grande tubular; nma moeada de 3 tambores;
dous pares grandes. 1 de cobre e outro de fer-
ro ; um assentamento de 7 tai.xas novas de ferro
batido; duas taixas'menores de bater ; 125 for-
mas de ferro, grandes e aovas, ualces, tabo-
leiros, taboas de furo, destillaeao cem serpenti-
na de cobre, carro de engenho, bombas, carros,
eti:.;'todos estes objpctos recommendam-se por
estafem quasi noves e com pouco uso : informa-
Lcoes na genciv do leiloeiro Pestaa, travessa
do Corpo Santo.
A LflR%RIt FRi^CFZA,
avisa ao respitvel publico que acaba de
receber nm esplendido sortimento de ar-
tigos de Pars, de alta novidade, taes como:
Chromos artsticos
pai-agens
religiosos
pbantasmagoria
e um grande sortimento de CHROMOS
ORNAMETAES para sala de jantar.
A' venda a precos sem competencia na
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a 1-S500 o sacco
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Cinimarfiea fc Valente
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0 verdadeiro restaurador do cabello, experi-
mentendo se o ?eut>*1'ltte-i,f<3ijltrtlo dentro de
30 dias de uso successivo. As suas virtudes
sao: evitar a queda do cabello, promover o seo
crescimento e destruir as caspas, a par de um
perfume-agradavel.
Vendem:
Fabrica Camacan. rua Larga do Rosario n. 80.
A Florida (miudezas) rua Duque de Caxiai
n. 103.
0 Novo Mundo (miudezas) roa Baro da Vi-
ctoria n. 24.
Proco1$000
Superior \inho cobae,a
0 acreditado e autigo armaiem do Lim par-
ticipa ao publico e aos seus fregueses que acaba
de receber urna nova remeesa rfeste -especial
vinbo, escomido propriamente Balo clwfe dests
casa tornando se recommendado por ser puro a
de Ooa qualidade. .
JosFerwndes Lima 4 C, rua Barao1ratVic-
ttaaa
Tete*>aone 3S3
Engenho Universo
Vend-stjso engeeo'WTVerso'Wto'na comarca
de Smoio Agostioho do-Cabo, distanre urna lego
da esiacao de Ipojuca, movido a agua e ten,
bstanlas casas de lavredom, tenda, prosorcei
|<^fBa^i^re'l^0tn*i;9pe8?^ea dese-
jar compral-o dirija se ao Sr. Rotilio Tolentmtr
de Figoeiredo Lima na cidade do Cabo, on ao
angenbo Mulinote, que encontrara com qaem
tratar.
^pajjpm


ario ue errjarnouco--Te''Qa-feira 15
lt 1C
1890
I

I

mmmmmmm
VERBAS
I
Gallados
Vende-se p-ir barato preco urna moeoda
em perfeito esiado, capaz de fuocconar em'
qualquer parte, cora seus pertences, como se
jam : manjarras, fugantes, gradas, 4 taixas.
sendo 3 luodida* 1 ba'i<1a-: quem pretender,
dirija se a engenbo< a Vainto, na roa Real da i
Torre n. 6i. que achara cum quem tratar.
Aos senhores pretendentes
Veodem se va ca < rioiil-, novas, muito boas
leiteiras, pandas de novo, ver para crer ; na ua
daConcncao d. 24, antigo armazem do sal,
achara cun quem tratar.
Sapatos de Teltro para quem soflre de dor
a enca e friald ide dos ps. d'onde caosam di-
versas molestias, pois estao se acabando ; pre
(os maito baratos a 500 rs. o par. tanto para
nomem como para senhoras e enancas.
LOJA A' RA DA 1MPERATR1Z N. 80
Pao centeio
Mello & Biset ten do recebido nova remessa a-
fannha centeio, avisa aos seus freguezes qo>
continuam a fabricar este delicioso pao centn
todas as tercas e sextas-feiras ; na ra larga u<
Rosario u. 40.
M. CARLOS BETTENGORT
SlLSirllLH R0B1
GRANDE DEPURATIVO DO SANGUE
Elixir anti-rheumatico, anti pyph.litico e empregado em todas as molestias de
pelle, erysipella, dartbros ou empigens, beri-beri, anthrazes ou carbuncub-s, cancros
venreos, ferelas cancro-as, ulceras, gonorrheaa chronicas, boubas, buboes, escrfu-
las e todas as doencas que depender d* impureza do sangue.
Este remedio superior a todos os outroB do seu gonero, o que est provado
pela preferencia e acceitaeo que lhe d o publico.
Um frasco 3^000> urna duzia 30$000.
Xarope d jaramacar composto
Gk\NDE PEITRAL
Tratamento e curativo de todas as molestias do peito e da garganta, defluxo,
toases simples e convulsas, coqueluche, constipares, asthma, bronchite, catarrho
chronico e tsica pulmonar e do larynge.
E o primeiro peitoral que se conhece ate hoje na medicina.
Um frasco 2500, urna duzia 24$000
VINHO TNICO _
Com lacto-phosphato de cal e ferro, coca, cascas de laranjas amargas e quina.
O melhor remedio que se tem formulado pela combinadlo destes heroicos
medicamentos. Empregado no tratamento das molestias do peito, do estomago, ane
mas, menstruales difficeis, debilidade geral, cores paludas e todas as vezes que se
quer fortificar o organismo e dar desenvolvimento ao systema osseo e muscular
Convm as pessoas ou senhoras que criam para tornar o leite mais nutritivo e robus-
tecer as enancas Ette remedio superior a todos os tnicos estrangeiros que se
annunciam por ahi.
Um frasco 3$000, urna duzia 30$000
d BRAios PtiairoAraa aa sansue
O emprego da CAROBINA deve dirigirse a combater as seguintes molestias:
as diversas formas das doencas chronicas, os desengaados, soffrimentos do tero,
affeccSes cancerosas, beri-beri, escrfulas, tumores broncos, ulceras chronicas, < ffec-
c8es venreas rebeldes, paralysias, molestias do corarlo, da garganta, rheumatismo
chronico e gottuso, molestias de pelle, assim como todas as enfermidades derivadas
da impureza do sangue.
Um frasco 3$000, urna duzia 30$000
INJECCAO BETTINCOURT
AHTIHBItKHOBBHASICA
Gura radical em seis das
Empregada com ptimo resaltado nes corrimentos agudos ou chronicos da
urethra ou vagina, leucorha ou flores brancas. Este medicamento de urna grande
eficacia,
Um frasco 1#500, urna duzia 15#000.
TONI O FEBRIF-UGO E DESOBSTRUENTE
Empregado na debilidade geral, doencas do estomago, convalescencas depois
do parto, febres palustres, molestias do figado e bago, falta de appetite, anemia, chlo-
roee, cores paludas ou falta de sangue e doencas nervosas.
E" um reconstituinte de energa, aromtico e agradavel ao paladar.
Um frasco 3$, urna duzia 30$000
nicos exportadores
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RIO DE J1MIIK
Vendas em grosso e a retalho em Pernambuco
Francisco Manoel da Silva & C.
rOLHETIM
POB
picho d \k;reiio\t
SfcGU.NDA PARTE
A victoria do mal
(Continuado do n. 157)
VI
DIANA DE CNDALES
O vehculo sahio como urna flecha e che
gou rpidamente estrada de Bayonne,
onde estava situado o convento que servia
de prisao a Diana de Cndales.
A superiora receben a Sra. de Khodes
logo entrada.
Entao, querida irma, perguntou esta,
que se passa?
Nao o comprehendo absolutamente.
Diana nao tem febre. Teima, apezar de
tudo, em recusar qualquer alimento, e as
auas forcaa desapparecem, pois ha cinco
diaa j que ella nao engole urna gotta de
agua sequer.
D-me licen9a que a veja ?
De certo, e vou lvala onde ella
est.
A Sra. de Ehodea, conduaindo Marga-
rida pela mao, atraveasou entao urna ex-
tensa fila de corredores ampios, claros,
arejados, de assoalhos luzentes como es
pelnos.
Finalmente na eztremidade de nm del
les va se urna porta em cujo alto ergua-
se urna Virgem de biscuit, com um meni-
no Jess nos bracos.
Em baizo da estatua grandes letras pre
tas, dispostas em forma de corda, forma
vam esta nica patarra:
ENFERMARA
A superiora entrou na frente.
O aposento ero alto, espacoso e bonito,
apenas guarnecido de seis cammhas bran-
cas, cobertas por cortinados immaculados,
frescos e asseiados como se fossem no-
vo s.
N'uma dessas camas, a que ficava mais
prxima da janella, estava estendida urna
menina fio paluda que, se nao fossem os
seus cabellos n-gros, que lhe formavam
urna aureola escura, poder se-hiam con-
fund la com os travestiros.
A' cabeceira do leito urna religiosa sen-
tada rezava pelas coritas do seu rosario
Ao ruido que f z a porta, Diana volveu
os olhos moribundos para a entrada.
Nao vio a principio, ou, melhor, nao
quiz ver sen&o a superiora.
Meu Deus I murmurou ella, mamai
recusa vir. Vou entao morrer sem abra-
cal a; miaba pobre Margarida tam-
bera !... Ah eu o merec, mas muito
cruel!..
Tantas quantas lagrimas podem provo
car o desespero, a dor, o desguato a man
festarem se na voz de urna crianca, senta-
se no modo por que a menina de Canda
les pronunciou estas palavias.
Mal, porm, tinha terminado a ra ulti-
ma ajilaba, Margarida precipiten se sobre
Vendem-se os seguin-
tes livros
Lourecco, romance histrico por F.
Tavora, 1 vol. ene 4000
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Brazil e a Hu I and a, 1 vol. ene.
fino 5*000
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Morte de D. Joao, romance, i vol.
ene. 3*000
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P rocesso Lerouge. romance hist-
rico, 1 vol. ene. 3*000
Gabriel Malagrida romance, 1 vol.
ene. 3*000
Neto do Acoitado, romance histrico,
1 vol. ene. 3*000
Viagem no dorso de urna baleia, 1
vol. ene. 3*000
Chiqninbo, Eocyctopedia da Infancia,
por G. Bruno. 1 vol. ene. 3*000
Caricaturas em prosa, por Luiz An-
drade. 1 voL ene. 3*000
O Pastor e a ovelba, obra rara e es-
sotada pelo finado biepo D. Joao, 1
v. ene 12*000
O birajara, lenda, 1 vcl. ene. 3*00u
Arnaldo Gama- Um motim ha cem an-
nos 1 vol. ene., obra rara 5*100
O Dia de S. Nunca, romance, 1 vol.
ene. S3C0
P. de RockJoao, 2 vol. ene. 4*000
As mil e urna mulberes, 4 vols. enes. 6*000
A caca de um baronato.l vol. ene. 1*500
Arraldo Gama0 filho do Baldai, 1
vol. ene. 4*000
Os berdeiros de Caramuru, romance
histrico, 2 vols. ene., finos 6*000
A igreia e o Estado, por Ganganelu,
4 vols. ene. 10JOO0
Serpa PintoComo atravessei a fri-
ca, 2 vols. enes, finos, com grava-
ras 12*000
Eca de Queiroz0 enme do padre
Amaro 2*000
Ca8tello de Grasville, romance raro,
2 vol, ene. 3*300
Leonor, D'Amboise, 1 vol, ene. 1*900
As obras de Julio Verne, 42 vols,
enes. 30*100
res Poemas em proza, e verso por
Gomes Jnior, 1 vol, ene. 3*000
Typos de cara dura, 1 vol, broch. 1*000
As viagens de Guliver, obra critica
ejocoza (rara.) 1 vol, brocb. 3*000
Voz-'S da historia pelo Padre Gui-
lberme Das. 1 vol, broch. 2*500
0 matadouro, historia da Lavadei-
ra Gervazia o 1 vol s. 1*500
Ponsoo do Terrail A beraoca mvste-
rioza o 2 vol so ene. 2*000
Carta sobre a Companhia de Jezus
1 val, broch. 2*C00
Miscelania Religiosa por Pinto de Cam-
pos (obra rara) 1 v. broc. 3*000
Ao cidadao Anuete, versos do Cigano
ao Dr Chinez (raro) 1 v. broc 1*500
Oraco fnebre do bispo D. Vital, 1 v.
broc. 2*0*0
Propaganda religiosa Christo e Papa em
prosa e veres 1 v. broc. (raro) 2*0*0
Dpseseis de Maio, puemeto, 1 v. bree.
(raro). 1*500
Factos da Historia de Pernambuco,
I vol ene. 2*0)
Bibliotbeca do povo, 31 caderoinhos
broc. 4*000
Um misterio de familia, por F. Tavora,
1 vol. broc. 2*50 0
Um casamento nolarrabalde, 1 vol.
broc., mesan autor. 2*500
Bornaaceiem francs por lAooo
re cada um volume.
Thatre complet de Eogne La biche
Eogne < havette Le Saucisson a Pattea
Premier Amant par Georges Duval
Catalogue le Muse d'Artillene par 0 Penguil.y
L. Haridon
Henry Rabusson L'Epousc
Lopoid Stapbaux les Vicieuses
Lucien Descaves La Teigne
Emile Allaim Rio e Janeiro
Edard Montegne Les Affems de Londres
Tiennot des Ablestes grapinos de Giroodas
narcel Trvost Madamoiselle Jaufre
Lois de Hessem Loeuvre de la Cbair
La CnmJie de L'Apotre par Cnaapfleury
Le Fila du Jesuite par Leo Taxil
dyss Barot Les Usuners de Pars
Prosper Mrime L Double Mprise
Carolus Bro Par DesBes ?Les Moulins
Prosp- r Mrime Les Dem Heritages
CflBur d'or par charles Merouvel
Le Heve par Emile Zola
Le Prince Zilab par Joles Claretie
Un gendre par A. Maithey
Len Heorique Un Caractre
Le Enfant de 36 Peres
Loo Michei Tunis
Le Casier Judiciaire par Odisse Barot
Albert Delpit Soiange de Croix St Luc
ella com urna vivacidade que nao era ha-
bitual na affectuosa crianca.
Diana querida! ezclamou ella, mi-
cha irmasinha adorada, eu te amo, bem o
sabes, aqu estou eu Trata de ficar boa
agora, fica boa j!...
Ou devido commocSo causada pela
visita de Margarida e Branca, ou a qual
quer outra impressSo profunda e muito ez
traordinana naquella crianza de doze an
nos, Diana soffreu urna sbita e fulminan-
te emocSo ue a transtornou... O tacto
que a menina de f Cndales respondeu s
effusoes de Margarida com urna syocope,
que a prostrou inerte e fra nos bracos da
sua amiguinha.
Margarida soltou gritos dilacerantes.
Oh mamai !... mamai !... escla-
mava ella, nos chegmos demasiadamente
tarde ; a alegra de nos tornar a ver ma
tou-a !..
Desde hoje pela manhl, dase a re-
ligiosa, que ella est assim, atacada de
syncopes assustadoras, que a deizam ca
da vez mais iraca, tornando se mais e mais
prolongadas.
Daquella, effectivavente, pareca que
Diana nao tornara a si.
oruente ao cabo de urna hora ella abri
os oihos, murmurando:
Mamai, Margarida !... Eu era in-
digna de voces, Deus punime... Prefi
ro morrer a viver ionge de voces!
Nao tmha quaai forc .s
Toma um pouco de caldo, mnh
queridinha, supplicou a Sra. de Khodes,
apresentando-lhe urna chicara. Bem vs
que nao te abandonamos !...
A' vista do caldo appetitoso e substan-
cial, e cujo vapor delicioso impregnava o
aposento de um cheiro con vida ti vo, os
olhos de Diana bnlharam como os de um
lobo em jejum.
Dir-6e-hia que ella ia atirsr se como
Adolph Belot Les Pogitives de Vienne
No escriptono deste Otario se dir quem wn-
de todas estas obras, e faz-se grande abat-
inento a quem comprar todas juntas
PflP
majmmmmmmmmmmj
S u Uevoluclo
48Roa Duque de CaxJas48
Em vista do proprietario deste grande es-
tabelecimentoquerer liquida! o, resolveu
vender por menos 50 /, tanto tazenda
de lei como de moda.A SABER :
Cortes de etamine de 140000 por 81JOOO.
Surah de linho faz nda muito larga a 320
rs. o cu vado.
Luvas de seda a H, 155(0 e V50 0 o par-
Voile de algodao a 240 rs. o covadO.
Etamines de cores a 28j, 300 e 320 rs.
O oovado.
Colchas de cores a 2k 00, 35000, 45000 e
55000 urna,
ephiros de cores a 120 e 160 rs. o co-
rado.
Merinos lavrado- a 500 ro. o covado.
Toilettes para baptisados a 6AOOO e 58001 .
Lindas lita de cores a 200 e 240 o covado.
Cachemira de quadros com listras de seda
a lOOJ o covado.
Pannos de crochet para cadeiras a 500
a um.
Cortes de metim pan. vestidos a 65000
um.
Voile de 1S ultima m da a 800 rs. o co
vado.
Cortes broncos bordados a 125000,145000
e 155000 um. / .
Fichs de todas as cores de retroz a
15000 um.
Cortes de cambraia branca de quadros a
156U0 um.
Ditos de cachemira bordados a 255' 0"' um.
Cort-nados bordados a 5000 e 75000 o
par.
Atoal hado de linho por 25400 o metro, com
deffeito.
Cortinados de crochet finos a 105000 um.
Camisas finas de meias a 1*000 urna
Cobertas forradas para casal a 2550(
ama.
Madapolao americano com 24 jardas a
55000 e 650uO a peca
Batistas de cores a 120 e 160 o covado.
l'oalhas para crianya a 100 rs. urna.
Ceroulas francesas, a 15000 urna.
Atoalhado de algodao a 15200.
Algodao trancado para toalha a 15010 c
metro.
Bramante de algodao com 4 larguras, a
800 e 15000
Lencos de algodao a 15200 e 25000 a
duzia.
Ditos de linho a 25500 e 35000 a duzia
Collarinhos e punhos, precos sem compe
tencia. '
(.'retoes escuroB e claros a 200 e 240 rs
o covado.
Cobertores broncos de 12, para acabar a
25000 um.
Bramante de linho a 25000 o metro
Brini pardo trancado a 240 ro. o covado
Panno paro mesa a 15200,15400 e 15600
o o* vado.
Vestidos de Gersey para crean9a a 65000
um.
Camisas de linho para homem a 25000,
35000 e 45000.
Granadinas pbantasia a 360 o covado.
Costumea de cachemira para homem a
145000 o 155000 um
Cortes de casimira a 46000 um.
Cortes de fus tao para collete a 600 rs. um.
iuardanapos c m franja a 250L0 a duzia.
Espartilhos couraca a 45000 um.
E muitas outras fazendas que s comoa
v sta poderSo avaliar, assim com aprom-
pta-se em sua oficina um costume em 24
horas, garantindo-se toda perfeicSo e preco
muito commodo.
S na Revolu^ao
HENRIQUE DA SILVA MREIRA
misil
Boyal Blend marca VIA
Este ezcellente Whisky Escocez pr*
rerivel ao cognac ou agurdente de cana
para fortificar o corpo.
Vende-se a retalho nos melhores arma
sens de molhados.
Pede Roval Blend marca Vlado
cujo nome e emblema sao registrados pan
codo Brasil.
BROWNS & C, agentes.
Arados de Cuba
u. 1 e 2
Vendem-se
Na Fundi^o .Geral
CHftGARAM
Os mosqmtsiros americanos
Com armagao e carritel conforme a estampa
Pre90S : l2$ooo, l5^ooo e 18^ oo de cores
Loja das Lis tras Azues
- 61 -RA DUQUE DE GAXIAS-61
>
Os Barateiros!!
E' s neste estabelecimento que pde-
se encontrar fazendas finas de gastos lin-
dissimos i or prc9os razoaveis, como se-
jam :
Voiles de 12, padroes inteiramunte no-
vos, merinos dem, dem, cachemiras la-
vradas, o que pode haver de mais lindo
em gostos.
Cambraias da China, dem catitas, dem
com salpicos c lisas, Victoria e transpa
rentes, grande sortmento de crotones
(padroes de voile) de gostos attrahentes-
Crepe da China, inteira novidade.
Etamines de cores, lisos e rendados.
Fus toe s b-ancos. Linons com Darra, o
que ha de mais rico para vestidos, chitas
idem, dem e mu tos outros te c i dos a pban-
tasia.
Las de quadros a 200 rs.
Merinos idem, azenda de 800 rs., por
240.
Voiles de. S e algodao a 240 rs. o co
vado
Zepnyros de cores a 320 rs. o covado.
Merinos de umal argura a 280 rs. o co*
vado.
Bautista republicana a 200 rs. O co-
vado
Madapolao americano a 55000 a peca.
Vanado sortmento de setinetas e cro-
tones, para chambres.
Grande-e variado sortimento de chitas
claras, de cores e escuras. dem chama-
lot, padroes exquisitos. dem voiles, gos-
tos inteiramente novos. Casacos de Jer-
sey para senhoras, vestuarios idem, para
criancas. Toalhas felpuda para roato e
banho, brancas e de cero;- Gran do sor-
tmento de aventaes, idem, idem da ba-
beiros, pa-a enancas.
Para no na eos
Grande fortimento de camisas de fla-
nel!a,U nho e algodao.
dem de collarinhos de linho e cellu-
loide de cachemiras pretas e de cores, en
tre elias destacam-se as de 75000 o corte,
para costumes.
Alm das mercadorias que cima dicta-
mos, temos um esplendido sortimento de
cestas de palha e chagrn e muitos ou-
tros artigos que sena enfadonho mencio-
nar.
E' so nos barateiros!!
A' RA Io DE MARgo N. 1
Bernardmo Camp k C.
raOHMU
NO MillS,____________
*^ OLERY Ynd9-i em todia or*
urna lojca chicara que Branca lhe es
tenda.
De repente, porm, os seus dedos em-
magreados crisparam-se as cobertas, as
suas teicoes contrahiram-se violentamente,
e todos os msculos da sua face distenda-
ram-se sob a pelle
Depois, fechando os olhos, deizou-se ca
hir para tras, murmurando :
Nao, nao quero !... Nao quero !..
E, estendendo a mao, sempre sem abrir
os olhos :
Por piedade, mamai, disse ella, leva
d'aqui ease caldo, se soubesses que hor-
ror elle me causa I...
Mas queros qualquer outra consa ?
Um pouco de vinho com assucar, um bis
couto, urna laranja ?
Nada, nada, nada... de i xa, suppli-
co-te !
Voltava lhe a pallidez lvida, Branca te-
ve medo e nao insistir.
Mas que tens tu ? perguntou ella
ternamente.
O arrependimento da minha conduc
ta. O desespero de nao estar mais cem
voces.
Pobre pequea... Olha, quanto a
mim, te perddo de todo o coracSo I...
E padrinho ?
Elle nao sabe que ests doente.
Ah elle nao me perdoar, eu aei.
Fui tito m, tao culpada, tao indigna das
iuas bondades!..
Branca e Margarida choravam, olhando
ambas com urna ternura sem nome para a
rapariguinha, que pareca tocar os ltimos
limites da existencia.
Jacques bom, replicn Branca ; se
acreditar na sinceridade do teu arropen
dimento, elle esquecer o passado.
E hei de implorar-lhe de tal modo,
uccrescentou Margarida, que elle consen-
tir que ta voltes para casa.
Farelo
superior do Rio da Prata a 1*800, dito do Un
de Janeiro a 1*750, pesando 42 a 44 kilos ; ven-
dem Franco & C, oo pateo da Penba n 8.
Cautelas do Monte de Soc
corro
Compra-se Cautelas do Monte de Soc-
corro de qualquer joia, brilhantes e relo-
gios, paga-se bem na ra do Cabug n.
o. 14. Loja de relojoeiro.
E' demasiadamente tarde, suspirn
Diana; sei perfeitamente que vou mor
rer.
Estava fio branca, tao fraca, tao exte-
nuada ; a sua voz sahia lhe a custo e tilo
eztincta dos labios lvidos, que a Sra. de
Rhodes teve medo.
Diana, que nSo despregava os olhos do
seu rosto, conheceu perfeitamente essa im
pressSo.
Mamai, disse-lhe ella, tu que foste
sempre t2o boa para mim, concdeme um
ultimo favor.
Qual ?
Manda chamar o padrinho, para que
eu lhe pe ya perdi. Vou morrer esta noi-
te, sin too; nao posso partir deste mun-
do ant s de o ver.
Branca, impression>da at o amago do
coracao, escreveu a Jacques :
t Meu amado marido Margar ida e eu
estamos junto de Diana moribunda. Ah!
como a enanca se acha mudada, phy .ica
e moralmente !... Estamos ambas deses-
peradas
f Odesgosto de estar separada de nos
fl a cahir em si; mas es^e desgoato ma-
tou-a tambem. Es nos limites da vida,
e pede desesperadamente para alcancar o
teu perdao. Nao p les recular isso a urna
agonisante; nSo pedos sobretudo recu-
sal-o a Margarida, cujo desespero pode-
rla aere atal se succedesse urna catastro-
phe.
< Tu s com a tua energa, o ten san-
gue fro e a influeucia que ezercea sobre a
no-sa tilha adorado, p es conjurar o gol-
pe que ella vai rec pressa possivel.
c Tua mulher que te ama
Branca. >
Logo que chegara do sea ucriptorio, o
Sr. de Rhodes correu sala em que Bran-
ca e Margarida costumavam estar.
A Florida
Acaba de receber pelo ultimo vapor o
que de ma or novidade tem a populosa e
gn-nde cidade de Pars, os mais importan-
tes artefactos da ultima moda.
Papel bordado com muita fantasa, propris
para cartas.
Cromos de seda e de oleographis.
Caizas de msica com manivella para 15,
25 e 3501)0.
Caizas de msica, com corda, fechadas

*
10 e
85,
com la anas para V, 8, 9,
125, proprias para presentes.
Ricos enzovaes para baptisado a 75,
95,105 e125000.
dem muito finos para 165 a 205 um.
Timosinhos com sombra com fitas e bicos
de c mbraia transparente a 35 e 35500.
Um grande sortimento de porta-tranca
para 500, 15 e 15500.
Grampos dourados e c m perolas a 200 e
500 rs. um.
dem de celuloide e dourados a 200 e
300 rs. um
Estojo para desecho de talagarca a35000.
Bandeiras de IS dos Estados Unidos do
Brasil a 1550 35000 e 45000, confor-
me o tamanho.
Grande sortmento de bolsas de pellica e
de chagrn pra 2, 3, 4 e 55000, para
senhora e meninas.
Carteiras cem estojo a 3, 4 e 55000 e
15500 e 25000.
Grande sortimento de bicos de 'algodao e
de seda, broncos e de cores.
Livros de surtes a 300 rs.
Albuns de pellucia e de chagrin, gosto
moderno, imitando um leque.
dem para cromos, poesas e musieea.j
Espadchao para crianca.
Boleas de eouro para cobranza.
Navalhas da Roger AmSo americanas el-
ctricas e de 2 laminas, e afiadores com
a massa propria para afilar.
llamos de flores para baile e casamento
de 15">OU a 4#b00 um.
O Cabelleira engenheiro invento a 500
res.
Galoes e bordados de cores.
Bordados de cambraia de 600 a 15500 a
peca.
Sabonetes para tirar nodoas de casemiras,
sedas, las o outras fazendas finas de
800 ris.
Oculos e pince-nez finos, dourados,
falo e nickel.
Tinteiros para viajantes.
Espartilhos para 4, 5, 6 e 75000.
Collarinhos e punhos de borracha.
Caetas de vidro a 500 ris.
Boleas para menino de eschola a] 25000.
Sabonetes para banho com desinfectante
a 40 ris.
Pulseiras americanas para 3, 4, 5, 6, 7 e
85000.
Aunis e brincos com pedra imitando br-
Ihante.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 103
^
V*

*
bu-

Pechincha
Passa a correr com a primeira lotsria deste
Estado, que se extranir no me* de Setembro, a
rifa de um piano rom o titulo cima.
Onde est a senhora? perguntou
elle, encontrando o aposento vasie.
A senhora sabio de coup com a me-
nina e urna religiosa ha cerca de duas ho-
ras, respoaderam-fhe.
Nao disse para onde ia.
Nao, seuhor. Mas a senhora pare-
ca muito afilete, e a menina solneava tao
profundamente, que poda se julgal-a ac-
commettiua de ataque de ervos.
Jacques franzio terrivelmente as sobran-
ce 1 has.
A religiosa era das do asylo de or-
phas protegido pela senhora ? perguntou
elle ao cabo de alguns segundos.
Sim, senhor.
O armador n5o acere se en ton palavra ;
como, porm, comecasse a passeiar agos-
tado e preoecupado pelo aposento, o cria-
do sahio.
Mais) algsraa comodia daquella sata-
nacreatura! diaia elle comsigo. Esta-
va muito admirado de nao vela inventar
algum plano depois que me desembaraoei
delia. Mas fica descansada, minha vibo-
raainha, que nao has de penetrar mais no
meu uinho.
E ontinuava a passeiar, repetindo de
qua- do em. quando, devorado pela impa-
ciencia : /
Nao, a mim que nao Iludirs, ,o-
mo a Branca ; bou senhor em minha i*8a,
e provar tu hei.
Jacques enganava-se.
A sua vontade tao firme e to inabala-
vel dominava tudo, fazia curvarse tudo,
excepto o tomo adorado e e*caQt&dor, a
creatuuuha tao fraca f tSf branca que
dir se hu um floco de nev desprendido
de ama avalanche, a sens-^va dbil e fran-
zina que se chamava M*rg*rida.
(Coi#war--s-*o)




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Dwru>, Ra que de Caxias n. U


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