Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19206


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Full Text
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ANUO LXVI-NUMERO 154
Q4CARTA-FEIRA 9 DE JULHO T\M 1890
DIARIO DE PERNAMBUCG
Propriedade de Manoel Figueira de Faria
PARA A GABITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. .
Por seis ditos dem. .....
Por nm auno idem......
Cada Damero avulso, do mesmo dia.
6*000
12*000
230000
IOO
Os Srs. Amede Prince & C.
de Pars, sao os nossos agentes ex-
clusivos de annuncios e publica-
$oes na Franca e Inglaterra.
Filhos
PARA DENTRO E FORA DO ESTADO
Por seis mezes adiantados. ... 13*500
Por nove ditos dem..... 20*000
Por um anno idem. 26*000
Cada numero avulso, de das anteriores. *100
TELEGRAMMAS
SSB7ISQ 14 AE-UCIA 2LW
MADRID, 7 de Julho.
Os embaizadores da Hespanha om Pa-
rs e Londres pediram a soa demissao,
que foi acceita.
Consta que o Duque de Mandas substi-
tuir D. Len y Castillo em Pars e o
Mrquez Casa la Iglezia substituir a
D. J. L. Albarreda em Londres.
Agencia Havas, filial em Pernambuco,
S de Julho de 1890.
INSTRCGO POPULAR
ASAS2TA2ILUa4SES0SASTSQS
POR
JOS SCOBJBH-Q FSH?S
CAPITULO XIII
O movlmrnlo do antro*.-O mando
InHnllaraeiiK- pequeoA flor mi
( Contin u af So)
m
Estes animlculos, imperceptjveis vista do
bcmem. sao tan diminutes, que. se repetidas ex-
periencias e iovestigaces microscpicas nao
ttestassem a sua existencia e excessiva peque-
nez, nao poderiam tomar se a serio, a mcades-
te assumpto as asserces dos cabios. Entretan-
to, observemos os seguintes exemplos :
Dividamos orna pe legada em qoaronta mil par-
tes : cada urna destas dar nos na urna idea appro
ximada do tatnanho d'aqnelles seres. Aoalvsemos
tamfcem tres centmetros cbicos de trpili ; ahi
encontraremos qnarenta milbes de infusorios
fosseis, approximadamente.
A nossa admira cao subir de ponto quando
soubermos que estes viventes se acbam prvidos
de orgaos locomotores, de vasos nutritivos e de
nm systema nervoso, perfeilamente definidos e
adequados a satisfazer todas as suas necessi
dades.
Descaremos anda mais na escala do infinita-
mente pequeo. Quanta nao sera a tenuidade
dos aggregados muleculares que constituem o
corpo de um infusorio, quando este possoe as
exiguas proporcOes que temos indicado !
Se das molculas passarmos aos tomos que
as formam, poderemos entao dizer que atingi-
mos o extremo limite da diviso infinitissima da
materia Ignoramol-o completamente.
Por outro lado, mister reconbecer que na
Natureza nao existe alto nem baixo ; nem direi-
ta nem esquerda ; nem grande nem pequeo ;
nem visivel nem invisivel : tudo relativo, tudo
se refere a nos mesmos ; porque o criterio do
homem to estreito, que nao pode formar juizo
das cousas, nem aprecalas devidamente, se as
nao restringir a si proprio, se nao proceder por
comparac6s e aualogias.
Nao b ex ste no muado do irapalpavel e invi-
sivel um verdadeiro reino animal, mas tambem
um reino vegetal, nao sufucientemente explora-
do, apezar de, por meio do microscopio, termos
descoberto alguns dos seus productos.
Segundo as investigacOes recentemente feitas
por M. Bolestra, as sementes de urna planta mi-
croscpica sao a causa primordial de muitas fie-
bres maligaas.
Esta pequea planta desenvolve-se na super-
ficie das aguas, e em todos os sitios impregna-
dos de diluvios bumidos e deleteros ; a sua se-
ment, que transparente, de urna cor verde-
amarella, e que tem a miilesima parle de um
millimetro de dimetro, ao fluctuar na atmosphe
ra, d vida aos germens, que produzem as febres.
M. Bec'iamp de-cobrio uns animlculos invisi
veis, que elaboram urna especie de aguardante
cem a agua e o ar ; e foram precisos seis mezes
de continuas experiencias e trabalbog. afim de
reunir certa quantidadede alcool, suficiente para
alimentar por algum tempo o fogo de urna
cbamma.
Para a vida dos seres microscpicos nao ba
condicoes em a Natureza. A forja inicial dos
seus germens to poderosa, que se desenvolve,
vive, e cresce em todos os climas, em todas as
latitudes, em todas as temperaturas c profundi-
dades.
Ora as regiOes abrazadoras da zona trrida,
ra entre os gelos dos mares e trras dos polos,
encontra se urna popnligao animada, que se
agita e dissomina por to la a parle, desempenhan
do as funeces da vida com urna actividade pas-
mosa, incomprebensivel.
Nc vasto Ocano Pacifico, durante milhoes de
acnos, de seclos talvez, geracOes inteiras de
animlculos microscpicos teem se accumulado
urnas sobre outras. e construido sobre robustas
bases, com as suas petrificayoes, formosas Ihas
que a longa sccesso dos lempos transformar
em continentes, e as quaes desenvolve boj a
Natureza toda a profuso das suas galas e ata
tos.
Por toda a parte vemos que a inunda e abran-
ge a creacSo ; porque to exuberante, to fe-
cunda, to excessiva, qn nao encontra obstcu-
lo? nem diques que a contenbam.
Assim como o no, entumecido peUs chovas,
trasborda do sen leito natural, da mesma sorle
a existencia universal se expande no infinito.
E8 aqu, poia, nma prova, lgica e irn-futavel
da nabitabilidade dos astros. Pois tanta exu
beraocia, profuso e plenitode de viia, haviam
de circumscrever se ao apertado circulo do nos-
o alomo terrestre ?
(Contina.)
ment e tins devidos, que designei ne.-ta dala o
Sr. alferes do 2o batalbo de infamara. Joaquim
Francisco Figueira c Faria, para exercer inte
ria ment as funecoes le meu ajudunte de or
dens de pessoa.
(Asignado). General de brigada, Joaquim
leudes Ourique Jacques.
Manoel Hennques de Miranda Accioly.-Corno
requer.
Mara Barbosa de Araujo Freitas Eocami
nhe se.
Joaquim Jos de Moura. -Encaminhe-se.
rBTE OFFICIAL
(omm:iudo da Armas
.ABTL G&KKBAL DO COMMANDO DAS AB-
ITAS DE PEBNAMBCO, 8 DE JLHO DE
1890.
Ordem do dia n. 3
Pago constar 4 guarni$ao para se cooheci-
Govcrno do Estado de Pero
buco
DESPACHOS DO DIA 7 DE JULHO
Dt 1890
Capito Antonio Ignacio de Albuqnerque.
Deferido, com officio desta data ao inspector do
The-ouro do Estado.
Jos Soares lo Amaral.Ao inspector do The-
souro do Estado para tomar na devida conside-
racao.
Vicente Ferreira de Araujo.Informe o Dr.
chefe de Policia.
Secretara do Governo do Estado de Per-
nambuco, 6 de Julho de 90.
O porteiro,
H. M. da Suva.
Repartieo da Polica
2. seceo.N. 152.Secretaria de Po-
licia do Estado de Pernambuco, 8 de
Julho de 189J.
Cidadio governador. Participo-vos que fo-
ram boniem recclhidos Casa de Detenco os
iadividuos de nomes Vulpiano Ferreira Bastos,
Francisco Tavares, Manoel Teixeira Lima, Joo
lonocencio Pereira, Manoel Innoceocio Pereira,
Miguel Arcnanjo de Freitas e Benicio Jote Fer-
reira.
Na noite de 5 do correte foi preso na ra
da Santa Croz, condozindo um bahu de folha, o
individuo de nome Adriano da Costa Mina.
Apresentado na 4a estacSo e sendo interroga-
do pelo subdelegado do districto confessou
Adriano ter furtado o referido bah de urna pa-
daria ua Casa F( rte, pertencente a Joao < aval-
cante de Albuquerque e que achanio-se fechado
o mesmo bab quebrara a fecbadura na bomba
da Jaqueira.
A tal resp-ito procedeu-se na forma da le.
Commuoicou me o delegado do termo de
Agua Prela, que em observancia s ordens ex-
pedida i por esta ebefatura em data de 16 do mez
fiodo, abrir inquento contra as pracas do des11-
camento daquella villa de nomes Miguel Pedro
de Carvalbo, Joaquim Jos Pereira da Motta, Ma-
noel Joaquim da Silva e Andrelino Bispo Profes-
sor, por haverem espancado a Antonio Lopes
Alves Feitosa.
O referido inquerito foi remettido ao juizo
competente.
No dia 23 do mez fiodo, no lugar Marapic
do termo la Victoria, os individuos de nomes
Rufino Rodrigues da Silva e Manoel Rodrigues
da Silva assassinaram a Antonio Tavares e feri-
ram gravemente a Jos Francisco Gomes dos
Santos.
Contra os delinquen te?, que evadiram se, pro-
ceden se nos termos da lei.
O subdelegado do 2* districto de S. Jos re-
metteu ao juizo competente o inquerito policial
a que proceden por crime de fenmentos contra
o individuo de nome Manoel Andr.
Pelo subdelegado do 1 districto de Bebe-
ribe foram lomados a diversos desordeiros e re
mettidos a esta repartico 5 faccas de ponta, i
caivete e 1 lima.
Hootem, tarde, fallecen repentinamente,
em nma casa mortnaria existente no largo do
Carmo, e individuo de nome Manoel Francisco
das Cbjgas.
O subdelegado da f regnt zia^de Santo Antonio
mandou vistoriar o c da ver, declarando os pe
ritos ter sido a morte proveinente de tsica pul-
monar.
0 Dr. Luiz de S Lima assumio em data de
bontem. na qualidade de 1 snppleote, o exerci-
ci do cargo de delegado do 2 districto desta
capital.
Sade e fraternidadeAo cidadSo Dr.
Albino Goncalves Meira de Vasconcellos,
muito digno governador do Estado.O
chefe de policia, Ernesto de Aquino Fon-
seca.
Thesouro do Estado de
Pernambuco
DE8PACH08 DO
DIA 8
1890
DE JULHO DE
Antn io do Carmo FerreiraSellados os ducu-
mentos volte quereodo.
Claodina do Espirito Santo Braodo, Manoel
Marques de Amorim.Informe o administrador
da Recebedoria.
Bernardino de Lima e Silva.Certifique se.
Sebastio Cyrillo G. Penna, Fielden Brothers,
Anna Seuhorinha de Franca, Antonio Dias Al-
ve da Silva, companhiade Santa Thereza eEmi
lia de Oliveira e Silva.Informe o Dr. conta-
dor.
Recebedoria do Estado de Per
buco
DESPACHOS
DO DIA 8 DE
1890
JCLHO DE
Jerouymo Jos Bustorff. Affonso Joao da Silva,
Vctor Neesen e Porcia Cousianca de Mello.
Informe a i* seceo.
Benjamn Amos Jos da Fonseci e Jos Anto-
nio PilroSino, com relajo ao i semestre do
COrrente exercicio.
Geroncio dos Sanios Teixeira Sim.
Paulino de OLveira Maia.-Requeira ao The-
sou'o do Estado.
Moreira CosU & CA' i* secfio para oshns
devido?.
Joio Goncalvf s Torres.Deferido, em vista das
'nformacoes. .
Joan Goncalves de Souza Beiro.Indefendo,
em vista das informagoes.
Caetano Ferreira da SilvaA' 1" seceo para
os fin" devidos. ,
Dr. Vicente Ferrer de Barros Wanderakat^-
Iuforme a i* secco.
IspeetorU eral daMstrncco
Publica do EscadodiPeroaai-
buco.
^'l
DK8PACH08 DO DIA 8 DE JOLHO
DK 1890
M aria Francisca de Barros.Como requer.
mi\ms E LLTTtf AS
O Hayrakyt
ESTCDO DA OBIGEM ASITICA, DA CIVILISA-
CAO DO AMAZONAS NOS TEHP08 PBBHIS-
TOBICOS, POB J. BABBOSA BODBIOCE8
(Continuago)
V
A raiz da arvore antkropogonica americana. Par
etuna. A inda os caraibas. Os carinas. Os
muyrakyts mexicanose peruanos. Os arauca-
nos e as ikamidbas.
No primeiro capitulo, a pag. 14, apresentei a
arvore genealgica das tribus americanas cilios
galhos se preodem ao tronco Mjya e Nahua-Qui
che, teodo por n vtala palavra Ap, do qual sao
raiz'es Tuna e Par ou Pru, que se prendem a
Kholan, chamada tambem Yu thian, a trra da
jade no capitulo IV, a pag. 43, mostrei o itine-
rario que seguiram as bordas, que desse distri-
cto partiram, segnindo caminos oppostos; e
agora, a trajos largos, mostrarei que, si, pelo
muyrakyt, acbamos a origem de algomas tribus
amazooenses na Asia '.entral, pela lingua vamos
ver, tambem, que os seus aniepassados beberam
as mesmas aguas, que sao aquellas por onde ro-
lam os seixos de nephnte.
Sabemos que desde o anno 207, antes da viuda
do Redemplor ao mundo, at 454. depois do seu
nascimento, do centro da Asia partiram numero
sas bordas, que nmas aps outras, como vagas,
se espalharam pelo sul da Europa, como foi a
dos hunos, (i) depois da queda do poder de
Hiongna que, devastando, conquistaran: e con-
seguiram fixar-se ahi, vindo dessas emigrafftes
tartricas os actuaes turcos, turcomanos, etc.,
etc., e a adu teraco de alguns dialectos ; sabe-
mos que os museos esto ebeios de objectos, de
oephrite, achados pelo sul da Europa, os quaes
perfeilameote, para mim, balisam a marcha de
um povo que os cooduzia sabemos que foi da
trra da jade (Yu thian,) como disse que part
ram esses emigrantes, e, porque nao seriara, elles
os portadores dos amuletos que encontramos
hoje?
Pens que para a America, na mesma data,
pouco mais ou menos, partiram tambem emi-
grantes, levados pelos mesmos motivos, que
obrigaram os Hunos a irem para Europa, e que
foram aquelles os posadores dos mesmos taha
mans, que, como marcos, estendem se de Kbo-
ten, por Yunoan, at ao Amazonas.
Para mina fra de duvida que os ikaras-to-
lans,) que levaram para a Europa, os vocabu-
los Ap, Par e Tuna, usados ainda hoje da Mol-
davia Herzegovina, foram os que abriram pela
China, a estrada das emigraces que conduziram
os muyrakytas, ligados aos mesmos vo;abulos,
que ainda no Amazonas perduram.
Pelos Nanuas. Mayas e Quichs, passaram aos
kara bas, modificados como sem modificarse
lodos os vocabulos, quando nao ba urna llitera-
tura e no meio de lulas, odios, disperses e ern-
zamentos. .
Porque razo ba de se encontrar a jade, na
Europa, manufacturada em amuletos, s por
onde passaram aquelles que, ainda hoje, teem
na sua lingua eses vocabulos e ha de, na Ame-
rica, s se achar o muyrakyt no3 lugares em
que perdura a palavra kara (2) (propria da Tar
taria) e se v nos seus dialectos os vocabulos
Ap Par e Tuna, com o mesmo significado ?
Em nm dos dialectos da patria da oephrite Ap
sigoifica agua, Par, rio, e Tuna, trovoada, chu
va agua em quanlidade, rio ; na America, ve-
mos Ab, A e Atl, significar agua, entre os Qui
ches, Mayas e Nahuas, que usaram os chalchi-
huis. de nephnte; Tuoa, indicar agua e rio,
as tribus que nsaram o muyrakyt, de oephrite,
e, Par, perpetuar-se com o significado de rio.
em varios lugares, todos da regio do muyra-
kvta. _
Assim conheco o Par afluiente de Apunmac;
o Par, ou Paru, affluente do Amazonas ; o im-
propriamente chamado* lago Parir, prximo ao
rio Trmpelas, o qual d i u nome serra e
costa da regio onde miis muyrakytas se teem
encontrado. ,
E' ver Jade que tuna, de trovoada chuva, agua
em quanlidade, passou a "ser indifferenie
mente rio, e agua, m s ahi temos duas ques-
tfies : on urna modificaco phonetica do Ap,
pela nasalisacao e pelos alfixos, como creio,
pelos exemplos que tenbo encontrado na pratica
dos meus estudos, ou mesmo modificou, um
pouco, o sentido, o que natural e proprio
mesmo as linguas cultas e que teem lilteratu
ra. Para nao citar exemplos, que por si o leitor
fornecer em todas as linguas, citerei apenas
lous, entre muitos : poracei e nheengara. No
Guarany do Sul a primeira palavra significa :
(1) Os Hunos, que descendiam de sete familias,
formavam um povo composto de hordas difieren
les, 108 segundo Hornio, que unido aos Mongo
los e aos restos dos Alanos que venceu, espa-
Ihou se pelo sul da Europa, devastando tudo
como se ira um flagello de Deus, na phrase de
Altila.
(2) Devo recordar que sempre emprego kara,
como nome genrico que dou au novo sahido da
Asia, por nao. saber positivament#qual foi e qual
delle8 boje conserva as ultimas reliquias da sua
lingua. Como foi conquistador soberano, guer-
reiro, forte e pode-oso, di esse nome porque
o que exprime esses predicados entre os povos
americanos.
Lembro, tambem. que esse nome exista entre
os Aryanos com a pronuncia k u, significando,
segundo Max Miller. o que coola louvores aos
deuses; o que grita, da radical kar, gritar,
louvar, donde se deriva o vedico kire poeta e
birte gloria.
O- annos modificaran) o sentido pelo que o
pregoeiro, entre 03 Aryanos, passou a ser
senhor poderosoentre os Turamano-. ntreos
turcos conserva o sentido de poderoso e,
ainda titulo, igual ao que se dava aos res di
Per. Tanto era kari Manco Capac como o foi
kara Mustaiiha a kara M>-hmet.
Pliio diz que kara foi o inveotor dos agouros
pelas ara, ectre.iajti Fre Gregorio Garca,
apoiado em Bocbano, alfirma que essa radical,
entr* os phenicio, quer dizer cidade.
Se con effeito kar s tivesse este dignificado
nao veramos empregadj para exprimir ros
iibas, desertes, ele
Pens que kar, que significava cidade, e por
isso vemos Cartagena, Cartago, Carteia. etc. O
contacto com os diversos povos, todava, modi
ficou Ihe muiio o sentido, e por i3so que vemos
tambem significarvtnto represen ado por um
grante, como semp e os barbaros, germanos,
personificaram as forcas da natureza.
No Brazirsoffreu/aodificbco, tambem passou
a ser o hbil, o destro, o mai.hoso, o lisongeiro,
o astuto, quahdades que se ligara ao emigrante,
ao invasor, ao guerreiro, ao conquistador, ao
forte, ao poderoso, ao sabio que o que verda
deiramente exprime o vocauuloKara.
O lugar em que predominaran! aquelles que
tinham estas quahdades, perpetuaram o facto, e
por iiso vemos a palavra dietinguiodo cidades,
ros, ilbas e tribus, etc.
cauto e a segunda in.erprete, ou rallador, e no
tupy. do norte, que o mesmo Guarany, signifi-
ca a primeira, dansa ea segunda cantoria. Se
bouve a mudanca pela analoga, ou pelo lo que
prende a dansa ao canto, a mesma razo ba en-
tre trovoada e rio, on agua, porque aquella
que fornece a >gua que forma o rio. Assim
como de tallador passou cantoria, a trovoada
e a chuva desfizeram-se em agua.
Este Tona, Tuna ou Tuna (3) com o correr
dos annos e em meios diferentes modiicou o
som e o sentido ; assim o vemos na linha mi-
gratoria, estabelecida pela nepbrite, apparecer
com significados diversos, todos, porm, ligados
a urna origem commnm, com urna s idea, que
o Firmamento e a radical A modificada pelos
propnos sofios.
Tuna exprime a idea de brilho, esplendor,
abundancia, subsistencia, e d'abi vem significar
agua e rio, na America do Sul, porque molnam
as trras qne do o alimento e a abundancia ;
sol. no Mxico, porque udo illumioa e vivifica ;
la e estrellas, no Japo, porque as suas pilases
influem sobre a vegetaco, qne d os fructos
que alimeatam os animaes, com os quaes o ho-
mem subsiste ; trovoada, cbuvaeaguaem quan-
lidade (rio) no Turke tan, na Hungra e na Tur-
qua da Europa, porque purifica com sua luz a
lena e a atmospbera, acompanhada qnasi sem
pre das chuvas, que formam os ros que regam
o solo e o ferlilBam, para produzir o < lmenlo e
a subsistencia.
E' na Turqua Europea, que foi sempre um
mixto de povos, de religio e de dialectos, con-
sequencia de invaso, de cruzamentos e con
quistas, que existe um dialecto proprio que se
estende da Hungra, pela Hersegovina, Bosnia,
Servia. Bulgaria, Valachia e Moldavia, (Illyria
Mesia e Dacia) compr hendido entre aquelles
que, Max Mulier diz : < les debria sonl tout
fait insuffisants pour determiner quelle famille
de langnes oous devons les rattacber, e que
possue os vocabulos Ap, Par e Tuoa que se en
contram naJAmerica
A propria Bulgaria foi conbecida por Tuna
Vilayete.
Emquanto os turcos, proprios, dixem Rika
(rio) e Vboda (agua) e os slavos Rika ou Riga, o
povo illetrado, em al e Tuna (4) sendo para notar-se que. qnasi todos
os que fallam esse dialecto to christos e se
exprimem no mesclado Roumain, dialect. lati-
no, levado para a Dacia, no lempo do romano
imperador Marcos Ulpio Trajano, no principio
do segundo secuto (104105) da nossa eia,
pelos escravos que tinham com o honesta missio
obtido o jus commercii e jus canoubii. Estas
colonias romanas cruzaram se com os barbaros
e posteriormente uoiram se aos Hunos, que atra-
vessaram o Danubio para protegel-as. Da pro-
teegao e da subsequente unio commerclal nas-
ceu ua novo dialecto, no qual, pens eu. tica
ram perdurando e&ses vocaoulos da lingua noa,
que tambem se perpetuaram na America, como
persiste foragido o Kara, da mesma origem.
Nao posso oeixar de apreaentar urna circum-
stancia, que merece attengo. Os Hunnos, como
vimos, estavam divididos em 108 bordas, qne
se liliavam a 7 familias ou linhagens, tanto que,
segundo Nicephoro, citado par Frei Gregorio
Garca, 03 seos monarchas tinham o titulo de
R -i de Sete Gantes, e sao estas sete familias que
vemos apparecer na America reDresentadas pelos
Aztecas, que, como vimos descendiam de outras
tantas auilias.
Alm do qne prende a nepbrite s emigraces
trtaras, ainda se nos offerece esta coincidencia
como diro os que forem adversarios da emigra
cao asitica.
Alm da nnidade de berco, isto considera
r m-.-e os povos Hunnos e Astecas, oriundos
ambos de sete fontes, temos ainda outra conci
derago. Em 1881, o Sr. Le letayer Masselin,
(5) explorando, em Franca, as ruinas do templo
de Merurlo-CanetU8, destruido pelos exercitos
de Attila, (451 depois de Cbristo) encontrn
soterradas, sob o paono das muralbas do mesmo
templo, ossadas de alta estatura, tendo ao lado
as suas armas e macbadinhas de jade. iguaes
em cor, forma e natureza, s que encontrara an-
terormente no Canad.
Este acnado, nao nos falla a razo ? 0 amn
leto, junto ossada do sen portador, nao nos
prova qne se atiraram tambem para a America
outras bordas do mesmo povo condozindo os
amuletos d>- nepbrite?
Tuna e Par foram as raizes que, metonymi
camente, origioaram Ap, nao que o exprimam
as radicaes, mas porque d'ellas se origmou a
idia que formn a palavra que tornoo se raz.
Pela trovoada, disse, desfizeram se as nuvens
em chuva, que ensopando a trra produzio o rio
d'oode se tira a agua.
Compre notar que o povo que invadi a Ame-
rica, nos primelros lempos da Christandade,
para mim, traza comsigo um mixto, urna amal
gama de .ajase de linguas, fructo de cruza-
mentos por dilatados annoe e posteriormente o
contacto com novos invasores produzio nova
msela
Domioava nma raga mais numerosa, cuja lin-
gua era de agglutinacao, mas trazia, como en
xertos, vocabulos de fl-xo e reminiscencias
semticas e aryanai, talvez mesmo do lempo que
estiveram em contacto, posto que em lulas (6).
Nao dominou o Turaniano puro
Esse povo, durante a longa marcha, vencendo
e sendo vencido dividia-se, isolava se e sem
modellos e rearas grammaticaes, com rapidez
modifleava a lingua; adoptando, por um lado,
termos dos paes, por outro, os das mes.es
quecendo-se e perdendo ainda outros ; adnite
rando aqu e acola o sent lo d'elles e foi assim
que posteriormente alguns appareceram, cujo
sigoihcaio se ignorando, conservaran se e pas-
saram, muitos de substantivos communs, que
eram, para proprios e d'ah vieram : o rio Rha,
(7) o rio Par, o rio Duna, o rio Tuna, o no
Ria, como os hespaahoes fizeram o rio Mayo.
(8) e os por uguezes o no Paran, (9).
Coin o correr dos seculos e as grandes disper-
ses modificou se comoletamente a lingua pri-
mitiva e d'ahi nasceram os centenares de dia-
lectos americanos, filiados a diversos grupos :
todos com vestigios de linguas Asiasticas, e que
ca la vez mais vo se modificando.
Affirmou me um israelita n. scido prximo do
Monte Lbano, na Palestina, que ainda o rio
Do conbecido pelo nome de Nabar Tuna.
S- bem que a Salestma nao esteja na liaba da
nenfinte, ;omtutlo at ahi inttuiram os invaso-
res da Europa e, naturalmente, nao couhecendo
os rabes o significado d. Tuna aceitaram a
deuominaco e aare-rentaram o Nabar, rio.
Devo lembrar, que apezar disso, existe em rabe
a palavra toona, que indica nm grande vaso de
ierra cota, que enterrara, para servir de deposito
d'agua, (10). y
A falta de ar de familia nos dialectos-1 Tura-
oanos, diz Max Mulier, forma um dos seus ca-
racteres, tanto que, pelos constantes mo vienen tos
de disperses, como se movem as areias dos
deseitos, nuls lois, nu's chante, neis recit3 ne
8urrivaient la geration quiles avait vus naitre.
Les suosiantifs les plus indispensables que pre,
mere, filie etc Bis,se sootsouvent perdus, (11).
Offerece-se, entretanto, fazer ainda asdras se-
guintes consideraces. Primeira: Tuna que no
baixo povo da Turqua si ni tica trovoada, chu
va, agua em abundancia e rio, como vimos, peo
so que, ontr'ora, signilicou tambem rio, porque
os Hunos iavadiram a Europa, snbiodo o Rha,
hoje Volga, o primitivo Rhabon passou a cha-
marse Tuoa ou Duna, modificado boje para Dui-
na ou Divina. Este conbecido ainda na Pales-
tina, como disse, por Nabar (rio) Tuoa.
Segunda: sabemos, pela linha tragada pela
historia, qne os Alanos, depois de batidos pelos
Hunos, a estes se uoiram e foram para Paoonia,
boje Hungra passando pela Polonia, onde dei-
xaram vestigios Esses vestigios sao as macha
dinhas de nepbrite que se encontram na Polonia,
e em Agrara. Os daquella infeliz nago esto
hoje no Museu de Moscow e os de Agrara no Mu
seu do mesmo .nome.
A coincidencia de baver no mesmo territorio
da antiga Panonia, entre os actuaes Magyares,
ramo Huno, duas localidades as maFge .s do
no Danubio (Duno) com os nomes de Duna Foi
dvar e Duna Vecse, nos vem mostrar, que sem-
pre o vocabulo Duna andn ligado neparite,
pelo que parece provar que o mesmo povo que
se estenden para Europa, era da mesma raga do
que atravessou tambem para America.
Accresce ainda s duas considerages cima,
mais esta circunstancia : as nascentes do
Don, Dun, ou Tun, (ro) antigo Tais, Sea Tu-
la. Dun a radical de Duna, como Tais pa-
rece ser Dun-ais ou Tunis. O actual no Dun
tem as suas nascentes no territorio que foi ou
tr'ora dos Alanos, e communica-se com o Volga,
por onde subiram os plati.cephalos filbos de Yu
thian. os Hunos.
Coincidencias, parentesco forjado a martello,
por um espirito illudido por urna idea fixa, di-
ro, os que querem sugeitar tudo a um esialo
e que nao admittem moditicages caprichosas e
impossiveis n'um vocaoulo com o correr dos se-
culos ; mas direi eu, porque s apparecem Tula
e Tuna na linha da nephrite ?
Ap, ab, atl, a, que nos serve de radical, per-
petuou se uo Mxico ena America Central, porm
Par e Tuna, ficou entre os ramusculos da gran-
de arvore qne se esgalhou pelo Novo Mundo, in-
dicando os lugares por onde passaram os que
traziam ao pescogo precioso amuleto, que os Ka
raybas conservaram, como saudosa e ultima
leinbranga dos seus avoengos.
Os Galibys (12 ) das Guyannas conservara
mais o termo tuna ou duna, do que os Karaybas
das Antilbas. Entre elles, parece, que chegou
puro o termo e nao pela midificago du a, ya
como acentece entre ouiras tribus amazoneh
ses.
Diferentes, como disse, foram as herdas que
desceram para o Amazonas, com lagos asiticos
e americanos, mais estrenos de um lado e mais
frouxos de outro.
Cmas traziam j o vocabulo modificado, outras
modiflcaram depois, e d'ahi o denomiram, tuna,
ora, agua, ora, rio.
Pru por par, ainda dizem os velhos tapuyos
do baixo Amazonas, quando querem designar
um rio em geral.
Este par conservou se pnro entre as tribus
Karaybas, primitivas, porem, corrompeu-se mo-
dificando o sentido entre os Karinys e os Incas.
De par, rio,fizeram aquelles, para, significan-
do mar, e estes para, expri-cindo chuva como os
Russos deram a Prom a sigoificaco de van. Os
Karinys on Tupys chamaram entao os ros de
prenles do mar, para-ana, do qual originon se
o parana, (no) que j pronunciara oaran. Os
Incas entretanto conservaram a modificagao do
Ap.qoe pelos Quichs passou a ya, modlficando-se
posteriormente gelo suflixo co, qne originon
yaco, que significa ainda boje agua e rio
Os Galibys, que sub.tituera o r pelo 1, que os
Karaoys nao tm, fizeram de parana, palana,
siguicaudo ora mar ora, rio.
Sei, como muito bem diz Hovelacque, que
deux mols dont le sena est presque le meme
dans deux langues diffrentea, dout le sens si
l'on veut est absolument le mme, penvent n'a
voir ren de coraraun e, nao apreseotaria a coo-
frontaco dos vocabulos. por nao poder demon
strar a identidade grammatical, se nao fossem
os factos etimolgicos que se prendem ao muy-
rakyt provarem que ba 'um encadeameoto de
circunstancias, que levam para o solo asitico
os portadores do mineralgico amuleto. Por s ao
a parle etynologica dss vocabulos, que neste
trabalbo, diaote aprsenlo, que se ligara pela
phonetica e pelo sentido, nada sign.fi aria, se
nao fosse o cortejo que acompanba o muyraki
t. e aqui apparece, como notas destacadas, no
coro que o clama producto de origem migrato-
ria das trras de onde sahiram os filhos do sol
e das serpentes.
(Continua.)
(10) D'este tonna nao se originaria o tonel
portugus ?
(111 Max Mulier, Science du langage, 1876,
pag 851.
(12) Galibys urna corruptella da Karibe, pela
mudanga do k para g, e do r para 1, commum na
pronuncia da Guyanna franceza.
LITTERATRA
(3; Herrera, na D^c. III. I ib. II. Cap. XI traduz
Tonallau por lugar deTuiia, isto e, oode se en-
contram os fructos da Tuna. Tem este nome
urna Cactcea, de linda fl.res veruielbas e de
estames limito irritaveis, a Opnntia tuna de Mil
ler; dada porm de commum tem os dous nomes
a nao ser a bomopbona.
(4) E>te tuna nao o tana latino, como peo-
sarao muitos.
(5) Le Canad pre bis arique. Cong. des Amer
de Nancy, II pag. 270. / ,
(6; Segundo Max Mulier, anda hoje, na lia-
eua lurca existem numerosos vocabulos que to
a'yaoos, persas e rabes, como a sua religio e
se.oilica.
(7) Rha. em saoscripto rio.
(8j M yo, em kechua significa no.
(9j Paran, em tupy tem a ~
gao cima.
mesma sigaiuca-
Os de veres do Estado para com
as sclenclas
POB
SIR LYON PLAYFAlR (OE LONDRES)
Traduccio de A. Zhiprat, autorisada pelo
autor
IV
A SCIENCIA E AS CNIVEBSIDADES
O Estado sempre considerou- como de
ver seu melhorar a educacao das univer-
sidades quando mesmo os seus recursos
tornem intil o apoio pecuniario do orca-
meoto.
Quando as universidades sao pobres o
parlamento auxillia as por meio de tazas
impe iaesentre n* semelhantea subsi-
dies tm sido pouco prodigalisados. s
universidades e os collegios da Irlanda,
porm, tSin recebido annualmente cerca
oS trinta mil libias; a mesma somma foi
garantida a quatro universidades da Es
cossia. Esta aomma torna se insignificante
qii'-ndo se a compara com os crditos con
cedidos universidades estrangeiras Urna
s univer8idade da Aliemanha, a de Strs-
burg ou a de Leipsig, recebe annualmen-
te 40:000, cerca de 10:0j0 mais do
que todjs os colegios da Irlanda e da
Escossia. A Universidade de Straburgo e
a sua bibliotheca castaram 710:000, o
seu orcamento annual attinge 43:000.
Reconstruindo se a Universidade de Stras-
burgo apparelkou-se oito laboratorios ea
condicoes de corresponderem ao ensino e
s investigagSes dos tempos modernos.
A Prussia, que representa a nac&o mais
econmica do mundo, despende annual-
mente 391:000 com as snas universida-
des.
O movimento que se tem declarado
em Franca nestes ltimos tempos ainda
mais notavel.
Depois da guerra franco-prossiana, o
Instituto de Franca discutio a importante
questao : c Pourquoi la France napas
trouv d'hommes superieurs au moment du
prdf > A resposta unnime foi: por-
que a Franca deixon decahir o nivel das
suas universidades. Antes da grande re-
volucSo a Franja possuia 23 universidades
autnomas as proviacias ; Napoleao quiz
fundar nma grande universidade em Pa-
ris, cora a mao ue um despota. Subver-
teu as outras e fundn a Universidade de
Franca com o espirito de am sargento
instructor. A Universidade Central de
cahio tal posto que em 1868 o seu orca-
mento era apenas de 8:000. Amedren-
tada pela esterilidade intellectnal que se
traduzira durante a gnerra, a Franja tem
envidado gigantescos esforcos afim de
readqnirir a su\ antiga posigao, e neste in-
tuito reconstrnio os collegios departamen-
taes, para o qne empregou a somma de
tres milhdes e duzentas 9 oitenta mil libra
esterlinas; o orcamento annual d'ellas se
eleva d>ze mKSes e quinhentos mil fran-
cos. Afim de tornal as acceBsiveis aos
mais merecedores, a Franca creou 500
bolsas, que prefazem a somma de 750:000
francos annuaes.
Presentemente a Franja reconhece que
nao pelo numero de homens em estado de
combater que ella pode competir com a
Aliemanha, por isto decidio-se igualal-a
em intelligencia (1).
E' fcil comprehender agora porque a
Aliemanha, ss bem que de mo grado,
vio-se obrigada a gastar tao importantes
sommas com as universidades da Aisacia-
Lorena. A Franja e a .lie man ha es tao
perfeitamente convictas de qne a sciencia
a fonte da riqueza e poder, e que o ni-
co meio de fazel-a avanjar consiste em
estimular as universidades na direejao das
investigares e de familiarisar a massa
com os conhecimentos existentes. As ou-
tras najoes da Europa v&o entrando na
mesma via.
A Suissa bracos com difiiculdades
natnraes, nos demonstra o que pode al-
canjar um povo p.r meio da sua educajao
scientifica. Ella do possue nem carvao,
nem as materias primas de que carece a
industria e acna-se separada dos outros
paizes por barreiras de montanhas ; entre-
tanto, grabas ao seu systema de escolas
superiores e particularmente sua Escola
Technica de Zurich, um paiz manufa-
cturero dos mais prsperos
Na Gra Bretanha nSo possuimos insti-
tuijao alguma que posea ser comparada
com quelle collegio de Zurich, quer
como importancia, quer como profic lidade.
A Blgica est reorganisando as snas
universidades; o Estado atliviou as cida-
des dos encargos de edificajoes e para o
futuro dever prover as despezas das uni-
versidades por meio de verbas inscriptas
no orcamento.
A Hollanda com urna popu'aco de
4.000:000 de almas e as restrictas rendas
de 9.000:O(0: gasta 136:000 com as
suas quatro universidades. Que contras-
te entre esta liberalidade do estrangeiro
em favor da instrucjSo superior e o que
se passa entre na!
Como a Hollanda, a Escossia possue
quatro universidades e pouco difiere d'ella
como p"piilac5o, entretanto, s recebe do
Estado 30:000. Por urna clausula es-
pecial inserida na lei sobre as universida-
des da Escossia, o governo exigi das c-
maras que a subvenjao em caso algum
podesse exceder 40:000. Conseguin-
temente a guiarse pelas vistas do minis-
terio das financa8 britannicas paruce que
ha um limite para a sciencia e a vulgari-
sajao de conhecimentos.
As prosperas universidades de Oxford
e Cambridge vao gradualmente consti-
tuido laboratorios para a sciencia. Os
principaes negociantes de Manchester in-
stallaram laboratorios similares na Uni-
versidade Victoria
A Universidade de Edimburgo e de
Glascow fizeram outro tanto, em parte
custa do Governo e sobretudo devido
subscripj5e8 privadas. As universidades
de Aberdeen e de St Andrews, mjis po-
bres do que as precede tes, ainda se
acham insufficientemente apparelhadas para
o ensino das applicajSas moderns da scien-
cia.
Londres possue um peqieno collegio do
governo e dous outros privilegiad s, mas
uo diso5e de universidade docente.Mui-
to provocarei a adoiirajao ca Thesonrana
emittindo aqui o modesto parecer de que
Londres com 4 milh3es de habitantes de-
via gozar das mesmas prerogativas que
Str sburg que tem 100,000 almas, re-
cebando como esta ultima 40,000 an-
uuaes para e ensino acadmico e *.....
(1) O monumental e gigantesco certa-
men de 189, pe.empior.ament demons-
tro que nao foi debalde que a Franja de
170 para c fez sac-ificios em favor da
mstruejao publica. N. do T.
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V


r


Diario de Pernambuco-Quarta-feira 9 de Julho de 1890

700,000 per o* seus edificios universit*
rios. A estupefaciente anomala de Lon
tes sem Untveraidade docente dev cea-' e Aristteles easinavam e philosopbwram.
ar o niais breve possivel.
A' despeito da indifferenea do
ment, as grandes cidades do reino come
cam a manifestar-se pela necees dade de
ama instruocao supe ior Manchsater j
tem a sua Universidade. Natt'.Dghffc Bar
minghsm, Leed e Bristol, possuen col
legios mais ou menos completos. Liver-
pool acaba de transformar um velho asy
lo de lencos abandonado em nm collegio
para a gente s.Cardif destrnio um hos-
pital para delle fazer um edificio escolar,
grecas a Lberalidade privada. Dundee fun-
dou um Baxter Coege. Tudo isto sao
ymptomas animadores de quo o povo dse
ja um ensino adiantado da sciencia, mas os
recursos das instituicSes ainda nao corres
pondem nos fins que ellas devem-preen
cher. Os ooucoa labo ^atorios que exis-
tem assas abastados para as exigencias
do ensino sao insuficientes quando se tra
ta de investigacSes. Nestas condic&es a
Commissao Real de Sciencias externou o
parecer de que eram precisos laboratorios
na:ionaes para investigacoes.
TaeB laboratoiios cuja subsistencia exi-
gir urna verba no orcamento, tem tanta
iazao de ser qaanto as galeras de pintu-
ra e de escultura.
Roceio todava que nlo correspondan!
s esperanzas que nelles se funda e qao
a sciencia nao venha assim a receber um
profundo glpe.
A iueu ver seria mais vantajoso que o<
Estado subvencionasse Universidades e
collegios bem estabeiecidos, os quaes fun
dariam laboratorios de pesquisas por sua
conta e risco.
Semelhante proposicao com certeza mo-
lestar O'chanceller de Exchequer, que
nos dir que o nosso est muito cravado
de dividas e que elle tem que construir
encouraendos e prover arsenaes.A nos
sa riqne. relativamente maior do que
a dos estadal estrangeiros que vio dis-
pensando'.tajtos esforcos em favor da in
truoca superior. Elles acham que se-
melhantes despezas traduzem-se por euo-
nomias e nao aodam tomando os seus vas
tos exercitos permanentes como pretexto
para mantsr o povo na ignorancia.Nes-
tes ltimos dez annos a Franca tem gas
to annualmente cerca de um milhao com
a educaco universitaria pezar ; de indera-
nisacao de guerra qua teve de pagar;
entreunto a sua marina* pode medir-e
com a da Inglaterra
De duaa urna, ou os paizes estrangeiros
ie tea profundamente engaado admittin-
do que a concurrencia actual de ordem
intellectual, ou entSo nos mostramos ma-
lvolamente indiferentes diante das tran-
sformad-oes que vemos em toda a Europa
perar-se no que diz respeito a educ*cao
do povo. Os preparativos de guerra de
modo algum poderlo nos proporcionar
as vantagens e a segu anca de urna escla-
recida paz. Despender para proteger
muito avisado, porm despender para pro-
duzir mais avisado ainda.
Were half the powers wbich till the world vrith
(terror
Were half the wealth bestowed on canrpsan i
(courts
Oiven to redeem human mind froin error
These were no need of arsenals aod forts.
(Se a metade da forca empregada par,
encher o mundo de terror, se a metade das
riquezas gastas nos acampamentos e as
cortes fossem empregadas para fazer des
apparecer o erro do espirito humano, nao
haveria necessidade de arsenaes e de for-
talezas).
As universidades nao sao meros arma
aens de conhecimentos; ellas representam
tambem o lugar onde elles se cultivam
e conservam. No Mxico exise urna
especie de formiga que emprega certas
eompanheiras inactivas como verdadeiros
potes vivos de mel, e cuja misso de
fornecer companbia a quantidade neces
saria do precioso Raido que se acha ar-
mazenado no seu abdomen. Os profes
sores da urna Unwersidaie tem urna mis-
sao mais nobre; nao s elles devem cen
servar o mel, mas tambem devem fabn
ear novo. Alargar os horizontes dos co-
nhecimentos, quer litterarios, quer scienti-
cos, tai a aureola de gloria da vida uni
versitaria.
Na Allemanha as funccSes de prole:sor
e de investigador acham-se reunidas as
Diversidades, ao passo que em Francia fa
zem parte de instituicSes diff rentes. O
primeiro systema se acha mais de accor
do c im os nossos hbitos, mas para que j
elle d resultado necessario que as nos
sas cadeiras de scieucias ejam auffioiente
mente providas afim de que o corpo do-
cente nao seja mteiramente aOsorvido
pelas ex gi-nuias do ensino
A Allemanha subdivide as Sjiencias em
diverjas caieir^s e tornece aos professores
laboratorios especiaes.
Jomo condico para galg&i as altas
fanecoes universitarias ella impoe a dos
candidatos darem provas de aptido para
investigacSes originaes.
Nestas cundiyoes ensinar e fazer pes
quizas nao se tornan iucompativeis.
Quando a Commissao Scientifica termi
nou os seus trabalhos, muitos pedirain que
e homens preoecupados com as investiga
eoes d!o fossem sac ificados no ensino;
que valor tem esta opinio quando em urna
Universidade ha s um professor que en-
tune, por exemplo, as scieacias phyoicas ?
Eu espero que um tal estado de cousas
nao perdurar muito, pois estamos arria
cados a oceupar um logar inferior como
nai;io na coaipetico intellectual que s
tem apoderado da Europa.
Inv}stigac,5es e ensino relativamente a
ramos limitados da sciencia nao sao cousas
incompativeis.
. E' exacto que Gadileo queixava-se do
encargo que lhe impunham os seas nume-
rosos discpulos, e mesmo depois delle
alguas outros sabios deixaram escapar a
sesma queixa.
New.on, que pos ordem no universo,
Dalion, que classiflcou e ordenou os ato
mus, regozijavam-se com os seus alumnos.
Lalande formou astrnomos como Lie-
big, e Johannes Muller biologritas. que se
espalharam no Universo.- Em Franca
Laplace,. Lagrange, Dulong, Gay-Lussac,
Berthollet, Dumas eram proteasores ao
mesmo tempo que investigadores. Ka
Inglaterra ob nessos sabios foram ao mes-
mo tempo professores.
Com effeito conheco apenas tres que nao
taaham ensinado ; Boyle, Cavendish e
Joule Isto sempre deu-se assim ; PlatSo
Pdese nao fazer do professor nm mes
pariMtra -is osela, eomo o era Dalton, e Orno
na realidade sao os nossos professores de
hoje, que ao lado de verdades elementares
tem que transmititr as mais altas coneep-
c5es da soien ia ; mas salutar que elles
se achem em contacto com o mundo no
qnal vivem, fim de conhecer as suas
necessidades e aspiracoes.
Elles poderam oeste modo desenvolver
as intelligencias ferteis que os animam e
communicar a outras sua propria forca e o
seu amor pelas pesquisas.
As nossas universidades esto ainda
longe d terem combinado ensino e in-
vestigares. Oxford e Cambridge, que
uestes ltimos annos tem feito muito pelos
laboratorios, e o seu corpe docente se
acham ainda a um nivel inferior ao de
urna Universidade germnica de segunda
ordem.
As facilidades profissionaes das univer-
sidades inglezas vio se elevando ; ellas
chegarao cortamente a despertar entre os
estudantes o gosto pela sciencia, mas o
corpo docente ainda se acna muito absor-
pto pelo ensino para poder cuidar em alar-
gar os limites dos conhecimentos adquiri-
dos. As fatuidades profissionaes sao abso-
lutamente essenciaes existencia de uni-
versidades em regi5es pobres como a Es
cossia e a Irlanda; tal a historia da
Uuiversidade de Bolonha desde a sua ori-
gem at nossos das.
Nao foram as billas de papas que de-
ram origem s universidades, mas sim os
desejos nutridos pela class. profissional de
elevar-se por um saber real.
Si a educaclo se tivesse confinado em
meras escolas techuicas, como a escola de
medecina de Salerno, que floresceu no
XI seculo, a instruccSo poderia se ter es-
tendido, porm nlo alargado.
Foi por isto que as universidades mu
judiciosameate ao ensino profissional jun
taram o cultivo da scien ia
Os paizes pobres, como a Irlanda e a
Escossia, devem ter o seu systema aca-
dmico baseado sobre faculdades profis
sionaes, ao passo que universidades pro
speras, como as de Oxford e Cambridge,
podem imprimir ao seu systema ae in
s'ruccio um carcter mais geral. Afim
de que as universidades pobres possam
tomar parte no aiiautamento das sciencias
torna-se imperioso que o Estado proporcio
ne-lhes a creaclo de cadeiras puramente
scientificas.
Eu j fa'lei da fundaclo de novos col
legios em cifferentes partes do reino. O
collegio de Owen desenvolveu-se brilhan
temente na Universidade de Victoria. Au-
tigamente quanto aos graos ella dependia
da Uuiversidade de Londres.
D'ora avante nlo ser mais um satelliti
que apenas reflecte frgidos e paludos reos,
para o foturo ser mesmo um sol, um
centro de int lligencia, que aquecer e
allumiar as regioes que se acharem na
sua rbita.
Os outros collegios que se formaram
por si nos grandes districtos manufactu-
raros constituem eloquentes provas de que
a sciencia deve ser protegida.
Comprehendidos os collegios de elevada
cla8se, taes como o Univertity Coege e
King'8 Coege em Londres e os tres
Queen's Coeges na Irlanda, o numero dos
estudantes nos'collegios sem attribui^Ses
universitarias se eleva a 9 ou 10 mil', o
dos estudantes das universidades a quinze
mil.
Nlo ha duvida que existem muitos col
legios provinciaes cujos methodos de en
sino teriam vantagem em ser modificados;
alguas delles adoptaram erradamente pro
grammas ao passo que teria sido mais til
para elles se terem constituido em facul-
dades.
Todos se desenvolvem fiados em si
meamos e alguna como Owens Coege
esto destinados a no futuro se transfor-
maron em umverbidade. Isto nlo deve
assiistar os amigos da instrucelo pois que
isto de bom agouro para os grandes
centros industriaes.
Na Inglaterra existem poucas universi-
dades auto jomas relativamente denai-
dade da sua populaclo
A Escossia cuja populaclo de 3 3[4
mil fules conta quatro universidades para
6,500 alumnos, ao passo que a Inglaterra
com 26 milh&es de habitantes possue
mesmo numero de universidades docentes
para 6,000 estudantes.
Si tal a ambicio dos collegios ingle-
zes, elles poderlo transformar se em fa-
bricas onde se preparam exames e con-
cursos.
Os collegios superiores deverlo sempre
lembrar aos seus discpulos qne a sciencia
por si s a Ubica digna do respeito
dellet:. P'>r traz da vida de collegio exis-
te um terreno de investigares cheio de
promessas e de alegras para aquelles que
souberem cu tival-o.
(Continua).
Ao terminar, o i lustrado magistrado agrade
Mt em'tollo dWcarsoajaeltawepootanea ma-
Tfesti|lwi'ftendeotos para'' qe -povo ga->
oietleiNM*conti(Hia a ser-digoo do spplau^odos
!iome*NN bem.
N'esWhoseasiao foram etrtregues por diversas
seoboras da lite gamolleirense ao digno ma-
gistrado diversos bouquets de flores nataraes.
D'abi seguio o iliH.-ttado Dr juiz de direito
acumpanhado do poo aolfestante para o paco
da loieodeneta, para dar principio aos trabalhos
da sesso do jury, cojo resultado foi 'o se-
guate :
No da 2 foram submettidos a julgameo'o os
reos Aotonio Rodrigues e sua mulher Luzia Ma
na da Conceicao. pronunciados as p oas do
grao mximo do art. 205 do cod. crim. Tiveram
por adrogado o Dr. Estevao P B. Perrao C.
Branco, sendo iulgada perempti a acedo.
No da 3 foi julgado Joaquim Lias Piraj, pro-
nunciado as pena* do urj mximo do art. 193
do cod. enm Promoveu a defesa o acadmico
Ribeiro da Silva, sendo condemoado a um auno
e seis mezes, grao mnimo do art. 205.
No da 4 foi julgado o reo Jos Perreira, pro-
nunciado no grao mximo do art. 205 do cod.
crim. Promoveu a defesa o acadmico Ribeiro
da Silva, e foi unnimemente absolvido.
N'este mesmo da foi julgado o reo Villarino
Jos da Mlva, pronunciado no grao mximo do
art. 172 do cod. enra. Teve por advoga lo o ac
demico Augusto Mend-s de Hollauda, sendo con
demnado a 16 annos de gales e multa de 20 %
do valor roubado.
Terminados oeste dia os trabalhos do jury, o
Ilustrado juiz de direito agraleceu aos ciaados
jurados o valioso coacurso prestado justiga pu
blica, depois do que seguio para o escriptono do
juiz muir!pal do teimo, Dr. Joao Lopes de Si
queira >antos. acompanhado dos cidalaos jura-
dos, Dr. Joo Lopes, Dr. Henrique Martios, pro
notor publico, e povo.
Ao chegar ao eacriptorio fallou em nome dos
cidadSos joizesde facto o acadmico Ribeiro da
Silva, que em simples allocucao interpretou os
seotimentos do jury para com o digno juis de
diieito da comarca, ao que o illusiralo magis
trado agradecu, signicaodo o quanto se achava
reoaijido pelo procedimento do jury, do qual
declarou ticar lhe a mais grata e agradavel re
cordac&o.
Continuara ainda por excessiyos precos os
gneros alimenticios trazidos s feiras.
No ultimo sabbado ainda observamos isto, e a
fera foi pouco coacorrida ; uoemtanio o iover
oo tem sido aqui criador e bom, e nao sabemos
porque nao soffrem baixa nos precos a farinha,
o milho. o fcijao, ets.
eohum facto criojiuoso tem aqu Be dado
que incommode a justica publica, gracas regu
lar marcha e direceo da polica do termo, eu
trege a cida laos activos e respailados.
At outra v z.
PERiiAMBCO
Banco Stil-Amer cano
mee no Rio de J loelro
Capital do Banco .... 20.00 >:000$000
Capital realisado .... 4.000:000*00 i
BALANCO
DA CAIXA FILIAL KM PENAMBUCO, 1" SE-
MESTRE EM 30 DE JNdO DE 1890
Activo
Ttulos descontados
Letras a receber
Valores depositados
Contas correles e empresli-
moa garantidos
Diversas contas
lobilia e utensilios
Caixa
169:029ioi0
93:811*100
1.477:903*240
9i8:080*700
860:i4l>/937
7M8W5I0
710:003*791
4.266:259*838
Pauivo
Depsitos:
Por contas correles, coro avi-
so, letras e prazo fixo
Diversas garantas e depsi-
tos voluotarios
Diveras contas
Letras a pago r
2.242:965*818
1.477 903*240
49o:390<7'<0
50:000*000
4.266:259838
illKKESI'll\li\AS
Do Diarlo de Peroaabaco
GAMELLEIRA, 6 de Julho de 1890
Picamos em plena paz.
A presente ms-iva o cumprim-'nto da pro
m --si que na nossaultima lizemosde dar lheco
n:iei::;n-rro do resultado dos julgameatos na pro
xi.na liada sesso do jury.
Antes d'isto, porm, nao podemos deixar pas
sar desapenebiJo um facto que muito abona aos
haoitaotes d'esta villa, e que muito honra a,
digan magistrado que o motivon
Eil-o, amia que esmaecido e synthetlco :
Ao saber se aqu que no dia 1 do correte vi-
na pela primeira vez a esta villa o bonrado e il
lustrado Dr. juiz de direito da comarca, Fran-
cisco Altino de Araujo, iniciar os. trabalhos da
sessao do jury, o gamelleiren^es embandeiraram
e ermararo com .arcoa triumphaotes a maque
vai da estacao da va frrea at o paco da Inten-
dencia, pir onde devera ser conduzdo o digno
magistrado.
No dia 1, no trem que aqui chega s 11 horas,
velo o Dr. juiz de direiio, si'ndo a desembarcar
atacada urna girndola de foguetes, e S. S. rece
bido por diversos cavalbeiros que o esperavato
na estaco. Segniolo d'abi acompaobauo do
pjvo e do juiz muni ipal do tarmo, Dr. Joo Lo
pes de Siqueira Siotos, ao chegarem prximo
ao paco ;a Intendencia urna outra girndola de
fogueies feodeu os ares, seudo entSo o Dr. juiz
de oireiio saudado pelo cidadao Argemiro Leude
g-10 de S.'ona, qne em nome dos gamelleiren
se* irigi ao digno magistrado urna breve allo-
cucao. .
Aps o eidadSo Argemiro Leodegano, fallou o
aeademieo Augusto Meodes de Hollauda, que em
nm Improviso maaifestou as qoalidades que or-
nam o digno Dr. juiz de direito Dr. Francisco Al-
Uno.
S. E. & 0.
Pernambuco, 8 de Julho de 1890.
F. A Pacheco,
Gerente.
A. Th. Glama,
Sub-gerente.
REVISTA DIARIA
<>nttiii sexta fera, it do correte mez, s 7 horas da
ooile, u'uin dos salOes de palacio, deve reunir
se a commissao incumbida de formular o pro
jecto de Constiluico do Estado Je Pernambuco
rlee-sjovermaderConsta-nos que o
Sr. Dr. Hanoel Gomes de Mallos pedio exonera
cao do cargo de 2* vicegovernador do Estado
de Pernambuco.
Ao que parece, sao puramente religiosos os
motivos em que o lluslre vice governador oa-
seou a sua resoluco.
Agente* lo CrreloPor portara de 5
e 8 do corrente, o administrador dos correios
nomeou os cidad&os Adolpho Cabral Raposo da
Cmara e Jos Amonio da Silva Braga, para os
cargos de agentes do crrelo das eslacOes de Mo
renos e Tigipi, na estrada de ferro do Recife a
Caruar, em substituido a&scidadaos Tbeophilo
Ildefonso de Mello e Jorge Francisco Coutinho,
que nao aceitaran as nomeagOes anteriormente
fetas.
Maquen para a EuropaNos dous pri-
roeiroa semestres dos annos de 1890 e 1889 fo
ram os seguntes os valores saccados e as taxas
medias cambiaes, na praca do Recife :
Sobre LondresValorTaxa media
1 semestre 90- 4.850:000 23 5/16 d.
89 2.260:000 27 3/8 d.
Mais em 90-* 2590 000 4 1/16 d.
Sobre ParsValorTaxa media
! sem. 90 -francos 2.43' > 000 4z6 5 ris
. 89 1.930.O00 349.5
Mais em 90 500.000 77,0
HamburgoValor Taxa media
398000- 5ii5 ris
296.000-431,5
94.000 80 0
Sobre
semest e 90 reichs
89
Mais em 90
Sobre Porlusal -ValorTaxa media
sem. 90- rs. forts. 3V.000* 235 5 %
89
Mais em 90
278.000* 193 5
62.000* 42 0
Elixir anll febrilA efficacia desse re-
medio oo curativo das varilas comprova-se
pelos allestados que em outra seccao deste Dia-
rio i unos ao coniiecimento do publico.
Importa, pois, nojdesprezar esse remedio que
n'uma molestia como as varilas produz os etloi-
tos de.-c iptos nos attestados alludidos, cuja ve-
racidade incontestavel por serem firmados por
pesaoas conhecidus, e assim estarem a salvo de
suspeitas em sua auinencidade.
terlamaro-i/ingem-no3 as seguiotes
linhas :
Ha urna lei municipal que prohibe a venda
de bebidas aos domingos depois de meio da.
Pois bem, nao obstante ssa probibico, aqui na
Magdalena a mesina le leitra mora ; pois tal
mercado faz-se at 9 e 10 boras da noi'.e por
alguas laverneiros, que da infraeco da lei ti-
rara proveito, miando outros da sua observancia
s lucram os eneilos dessa desigualdade.
Esta evidente, nao deve continuar; e quem
tem o dever de fazer respeitar a le nao pode
deixar que corrara assim a) coasas sod qualquer
pretexto, urna ves que as suas presuripcOes sao
geraes e nao comportan) excepcoes odiosas, como
a tolerada a que alludimoa.
Appareca, pois, urna providencia, qne tudo
impoe oo caso citado.
Fechem-se os olnos ao patronato e anram
se para ver corrigir o abuso.
. Com isto somonte flcar&o saafeitoaOs
pejradicados. >
aapectoria da lo trucri Publica
- Por actos do i>r. inspeolor geral, de 3 do cor
reme, foram designados :
O archivista Manoel Csvalcante de Mrllo Filho
tpra o lugar de secretario, o amanuense Felicio
B uarque de Mace lo para o lugar ae archivista, e
o amanuense Manoel arihur Mariobo do Passo
para o lugar deoffioal.
arena do OdioA' Livrrie Quintas
chegrfrara exemplares d'essa prodeceo de Guer-
ra Junqueiro. posia em msica, que lhe an-
nexa, por Miguel Angelo, e Ilustrada por Bor-
dallo Pioheiro.
A bella poesa, de peosameoto original, bri
Ibamemente traduzida na lioguagem da msica,
dedicada colonia portuguesa do Brazil.
Agradecemos o exemplar que obsequiosamente
nos foi remetudo pela referida Iivraria, onde
estao veuda os folhetos brocliur.ido3 e niiida
mente impressos.
Mympathica manireelaco -Fazeodo
houtem aouos o digno professor de mano e canio
Sr. Claudio Idelburque C irneiro Leal, as suas
disclpulas foram tua resideaci, oo Chacea
apresentar ibe as suas felicitacOes ; e, como io
terprete d'eilas, o mogo Villares Fragoso fez lhe.
preaeote n'easa occasio de urna caixioha de
velludo conteodo urna abotoadura de ourMttuj
brilhantes para coliarinbo, peo e pulsos. ^P_/
Foi urna verdadeira e agradavel sorpreza a que
leve eoto o Sr. Clau lio Leal ; e cbeio de reco-
nhecimenio, manifestou-o commovldo s suas
gems diacipulas, s quaes por seu torno com
sua familia obs iquiou coin cavalheirismo.
N'essa expan-o de boos sentimentos, Impro-
visou-se um concert, no qual zeram se ouvir
diversas discipulas ao piano e no canto, fechaa
do essa festa com um modesto, mas aprazivei
sarao.
Congreeao DramticoEm sessao de 7
do correte elegeoessa sociedade a sua nova di-
rectjria, que ajha se composta dos Srs.:
DirectorD- Zefenno Gjncalves Agr.
Secretario -Joao Francisco de Souza.
Tnesoureiro-Joaquim F. ile Sam'Anna.
D rector de arena Antonio Paes da Lacerda
8. Jun da Boa EaperancaEscrevem
nos d'essa locaiidaue em t do correte :
N'esta data o professor Inoocencio Mendes
Lopes de Mendonga abri, na pharmacia Molla,
um servico de vaccinaeSa ; e j 11 pessoas foram
vacci nadas.
O Sr. Lopes de Mendonca falta de lympha
vacciniea, qne extingui se toda a que tinba,
aguarda opoortunidade para comiuuar o servico
por innoculaco de braco a braco.
oclac&o do* Praticoa Essa asso
ciaQo aune entre si e ocuramrciu urna sub-
scripto em b n-dicio da viuva e mbos do rema
dor Manoel Vicente de Luna, que ao sinistro do
Montevideo perdeu a vida no da 1 du corrate.
A raesiua sub -cripcao chegou quantia de
928*70^, que acha se depositada na Caixa Ecj
noraica, e cujo produco resolveu a mas ua asso
ciaco applicar compra de um predio para a
viuva.
0 enierro do infeliz Manoel Vicente foi feito a
expensas da referida ssociacfto.
.' Ferro va de Bibeir& Esta empreza
est emit indo aec.-s de 100*000, ao par, com o
juro de 6 /'30 anno, garantidos pelo Governo
Federal.
i'neaourarla de Faienda-No dia Io
de Outuoro pioximo viud uro, proceder se-ha na
Tbesourana de Fzenda d'esie Estado a concur
sos de 1* e 2* entrancia para lugares de fazenda,
na cooformidade das leis vigentes.
Asnaaelnato e ferimentoEm 23 do
mez lindo de Junho no lugar Marapii do termo
da Victoria. Rutino Rodrigues da Silva e M.noel
Rodrigues da Silva assasinaram a Antonio Ta
vares e feriram gravemente a Jos Francisca Go
mes dos Santos; depois do que evadiram-se.
Centro Lltterario Bern niivo Na
zareno -Esta amiga sociedade. cuja sede na
cidade de Nazareth, tendo passado por urna re
forma, j meinor.ii.lo de sede, ja augmentando
a sua voiumosa biblioihsca, prepara-se para no
dia 31 do corrente inaugurar a sua "arte recrea
liva por occasio da festa auniversaria da Socie-
dade Benelicente de Nazareth, iniciando a com
novo e engranado ib atnnho que acaba de le-
vantar em sua nova sede, do qual fazem parte
i s socios do Etlio Dramatizo Familiar Nazareno,
levando sceua um bonito espectculo drama
tico.
Segundo nos informara, ser urna festa impo-
nente e agradavel que preparam o Centro Lute-
rano e a Beneficente.
ervleo militar-E' boje superior do dia
o cidadocapito Magalbes, e faz a ronda de
visita o cidadao alteres Reg Barros.
O 2 batalno dar a guarnico da cidade.
Joio Moreno E' um arsenal ambulante
qu ', pronunciado no art. 193 do '.o<. Crim., re-
cusava oceupar o palacete da DetencSo, a que
tinha todo o direito. Mas, o m jor Luiz Cintra,
subdelegado do 2o districlo da Boa-Vista, por
mu maneiras fel o Ir oceupar aquella resi
deocia.
Por essa occasio, em que fez-lhe a doce vio
lean de insialal o n'aquelle aposento, liaba o
Moreoo em sen poder um bacamarte, nma faca
de ponta e um alentado ccete.
Viicrina publica-Foram honiem vacci-
nadas u inspecioria de hygiene pelo respectivo
inspector e seu ajudaole 54 pessoas.
Eansoiaa0 cidadao subdelegado da fre-
guezia do Recife distribuie pelas familias abaixo
o dinneiro encontrado em diversas casas de ta
volagem, de que se oceupou a Parte da Polica
inserta em-nossa foiba de bootern :
A' familia da ra da Moeda n. 25, 1* an-
dar 5*000
A' da ra dos Gaararapes n. 31 5*000
A' da ra da Guia n. 55 5*000
A' viuva de Jse Pereira, ra Mrquez
de Olmda n. 4 5*003
A' D. Mai-launa Lins, viuva, moradora
ra de S Goncalo 5*000
A' familia do fallecido Ignacio Borges,
ra do Bom Jess 5*000
A' viuva de Manoel Luiz dos Santos,
ra Mrquez de Olioda n. 64
Foi levantada a sessao as 4 e meias boras da
tarde etddiada pa boje s <0 horas.
Intendencia Municipal do Beelfe -
Kendimemo do da 1 a 5 : 5:188*343
dem de 7 1:590*070
6 778*413
Oireetorla das sural de ennurt.
c ao dan porto* de Pentmkaco-Rec
f, 7 de Julbo de 1890.
Boletim meteoroloeic
------------
floras S8? Barmetro a Tenso 4 o
3 0 do vapor 1
H>
6 m. 22,4 761-54 18.02 89
9 240 762-77 20,27 91
12 26%3 761-98 21,13 82
3 t. 27M 760-50 21,16 78
6 25,7i 761-08 | 18,73 76
Temperatura mximai7,u50.
"Dita mnima22.00.
Evaporaco em 24 horas : sombrai",5.
Cnuva6" .6.
Direccao do vento: E de meia noile s 6
horas e 52 minutos da manhS ; SW at 10 horas
e 15 minutos ; SE com aigumas interrupges de
ESE al neia noile.
Calmarla durante 6 boras pela manb.
Veiocidade media do vento1,-38
guedo.
Nebulosidade media0,"51.
Boletim do porto
por se
a| 3 = S Das Horas 8-27 da manb 2 -29 da tarde 9 10 301 da manila Altur
P. M. B. M. P. M. B. M. 7 de Julho M 9 8 de Julbo 2-,37 0-.55 2-16 0-.77
Cana de Det<*ncaoMovimeuto dos pre-
sos da Casa d<- Deu-nco do Recife, Estado de
Pernambuco. em 7 de Julhu de 189o.
Exi8tiam 474. entraram 9, sabiram 6, existem
477.
A saber:
Nacionae.- 442 mulberes 19, estrangeiros 16.
Total 477
vrraco.i'iO" 408
cJoas 373.
i)oente> 27
uoucos 5
Loucas 3.
-Total 408
Movimento aa enfermarla
Tiveram alta :
Mathias Pereira da Silva.
Jos Dionizio da Silva.
lio pitai de Santa gueda0 raovi
raemo desie esiaoeleciin-mto (para variolosos
no da 7 do corrente, foi o seguiote:
Homens Mulhere Total
Exi-tiam 158
Entraram 10
Sabiram curados 0
Faileceram 4
Existem 164
Huspltal Pedro it o
stabeleciniento de caridade, no dia
foi Q seguinte .
16
14
2
450
as respectivas enferma.-.*
114 272
4 14
9 9
2 6
107 271
moviuieuio desie
o dia 7 de Julho
2*920
Tribunal do Jury do BecifeFuoc-
conou lioniem esle Tribunal no Paco da Assera-
bla, soba presidencia do Dr. FranciscoDomiD-
goes Ribeiro Vianoa, juiz de direito do 4a dis-
triclo.
A's 11 horas da manh, presentes juizes de
facu em numero legal, foi aberta a sesso e
submettida a juigamento a r Guilhermina Maria
da Conceico, pronunciada no art. 05 do Cod
Crim. por despacho do Dr. juiz de direito do 2
disincto, e aecusada de baver em 22 de Junho de
1889. na ra de Limas Valentinas, desta cidade
ferido gravemente a Isabel Maria da Coocei
cao.
Oceupou a tribuna da aecusaco o Dr. Joo
Evangelis da Frota Vasconcellos, 2 promotor
publico da comarca, que, allegando terem con-
corrido na p/ati ;a do enrae, as eircumstancias
aggravanies da noite e superioridade era ar-
mas, previstas no art. 16 1 e 6 do cdigo
criminal pedio a condemnaco da r no grao
maxo do dito art. 205.
Deduzio a defesa o advogado dos presos po
brea, Dr. Jeronymo Materno Pereira de Carva
Ibo
O juiz reconheceu a autora do crime com a
circurastancia aggravante da noite e attenuaoie
do art. 18 g 8 do Cod. Crim. e negou a gravi
dade dos ferimenlos e a aggravante da superio-
ridade em armas-
De accor Jo com estas decisOes, foi julgada
perempla a aecusaco, visto nao ter sido presa a
aecusada em flagrante delicio.
Tambem foi julgado o reo Joo Negreiros da
Silva, ineurso no art 201 do Coi. Crim. por
que em 11 de Novembro do anuo passado, no
mercado de S Jos, ferio levemente a Joo Ao
tolo Ferreira
Deduzio a defesa o Dr- Luiz Drummond.
0 jnry reconheceu a autora do delicio com a
circumstancia aggravante do 18 g 6 do Cod.
Crim. articulada pelo aecusador e a nao exis-
tencia de attenuaotes, pelo que foi o reo con
demnado a 1 anno de p.-iso e multa correspon
denle metade do tempo, grao mximo do art.
201 do dito Coi.
FunccioBaram em ambos os julgamentos os
seguintes juizes de facto :
Domingos Jos Ferreira.
Manoel Amando Lobo Gomes.
Vicente Perreira Nobre Pelinca.
lo Land'elino Dornellas Cmara.
Jos Pedro Velloso da Silveira.
Frederico Augusto Ferreira de Novaes.
Dr. Ezequiel Franco de S.
Anacleto da Silva Ramos. '
Sydronim Silvano Nunes Selle.
Dr. Jou Telesphoro da Sirva Fragoso.
Manoel Amonio Cardoso.
Henrique de S Leitto.
Eulraram
Sabiram
Faileceram
Existem
Foram visitadas
-los Drs :
Perreira Velloso s 9 3/4.
Berardos 11 |2
Malaqnias a 8 1/2.
Pontual s 9 1|2.
Estevao Cavaicante s 9.
Simoes Barbosa s 9 3/4.
0 pbarraaceuiico euuou s 8 1/2 da manh e
afiio s 2 da Urde.
O ajudante do pharmacentico entrn s 7
e s-ihio s 5 horas da tarde.
Leiie -Eflectuar-se-bo os seguintes :
Hoje:
Pelo agente Brito, s 10 1/2 horas, no pateo
do Paraso n. 28, de loucas, movis e vidros.
Pelo agente Silveira. s 11 horas, ruada
Esperaoca n. 8, em Beberibe, da casa e sitio,
no mesmo lugar.
Amanb :
Pelo agente Gusmo. s 10 horas, ra do
Bom Jess o. 44, de 140 barris com plvora.
Miaaaa runebreaSero celebradas :
Hoje :
A's 8 horas, na matriz da Boa-Vista, pela ti-
ma de D. Julia Halliday Garca.
Amanb :
A's 7 boras, no convento da Gloria, pela alma
de Joo Eduardo de Souza Coutinbo ; s 7 ho-
ras, na matriz de aanto Antonio, pela alma de
D Marcolina Furtado da Silva Sonto-Maior.
Pa*aK>-iroSabidos para o norte no va-
por nacional .Mandos :
Dr. Crockall de S, Alfredo do Monte Bello,
Anna Mara Monte Bello, Se veri oo Esteves, Jos
Silveno Barbosa, Mocis de Monaca, Eli de Mo
naga, Hermn Philipson, Candido Jos Alves da
Cuuha, Francisca Mara do Naacimento, Dr. An-
tonio Ibiapina, Maria dos Santos, Maxwell Wri
ght, Joo Teixeira da Silva, Joo Nazareth da
Silva, Clanoda Al lina de Souza, Joaquim Fran
cisco e Jos Alves Lopes.
Loivri doEatadode Pernambuco
- A 10" serie da 1* lotera deste Estado, ser ex
trabida impreterivelmente no dia 12 de Julho
(sabbado), 1 hora da larde, no consistorio de
tu reja p e Nossa Senhora da Rosario, de Santo
Antonio.
botera do Eatado do eram-Para
A15* serie da 31' lotera deste Estado, cujo
premio grande de 250:000*, sera extrahida
no da 12 de Jnnho (sabbado).
A 2* sene da 41* lotera cujo premio gran
de de 60:000*000 ser extrahida no dia .. do
corrente.
A 1* serie da 36* lotera, cujo premio gran
de de 120:000*000 ser extrahida no dia .. do
corrente.
Lotera do Haranb&o A 22* serie
da 1* lotera deste Estado, cujo premio grande
de 300:000*, ser extrahida no dia 16 de Ju
lbo (quarta feira).
cemiterlo publicoObituario do dia 7
Je Julno :
Joo Ao onio da Silva Cabral, Pernambuco, 71
annos, casado, Graca ; albuminuria.
Carolina da Silva Das, P rnambuco, 50 annos,
viuva, S. Jos ; varila confluente.
Mara, Pernambuco, 2 mezes. Boa-Vista; at-
trepsia.
Beatriz, Peraambuco, 5 annos, Recife ; varila
confluente.
Mana, Pernambuco, 3 annos, S. Jos varila
confluente.
Ludgeno. Pernambuco, 3 annos, S. Jos; va-
rila confluente.
Mana Francisca da Conceico, Pernambuco, 40
annos, solteira, S Joc; ulcera gangrenosa.
Francisco Jaouario de Araujo, Parahyba, 32
annos, sol.eiro. Graja; varila gangrenosa
Minoel Francisco das Chagas, Pernambuco, 66
annos, viovo, S. Antonio ; tuberculose.
Angela, Pernambaco, 2 anuos, Grapa ; varila
confluente.
Cecilia, Pernambuco, 4 mezes, Boa-Vista; gas
tro entente.
Antonio, Pernambuco, 9 mezes, S. Jos, ra-
cbilismo.
Mara, Pernambuco, 5 annos, Santo Antonio ;
vanla perniciosa.
Jos Rodrigues de Freitas, Pernambco, 23 an-
nos, solteiro, Santa gueda; varila.
Joaquina Mara da Conceig-o, Pernambuco, 20
annos, solteira,Santa gueda: varila.
Jos Bellarmtoo da Silva. Pernambuco, 19 an-
nos, solteiro; Santa gueda; varila.
Antonio Jos de Mello, Peroambuco, 28 annos,
solteiro, Santa gueda ; varela.
Maria, Pernambuco, 20 annos, solteira, Santa
gueda; varila.
Jos Caetaoo do Naacimento, Pernambuco, 20
annos. solleiro, Santa gueda; varila.
Soetoia, Pernambuco, 3 annos, Santa gueda ;
ari0,a-
Jos Alexanrino,'Pernambuco, 22 annos, sol-
teiro, Santa gueda; tala.
Fibronio, Pernambuco,40 annos, solteiro, Boa-
Vista; diarrha.
Maria Magdalena de Mello, Pernambuco, 2t
annos, solteira Boa-Vista; tubrculos pulmona-
res.
Lino Ferreira do Espirito Santo, Peroambuco,
32 annos, solteiro, Recife ; varila confluente.
Antonio Pinto, frica, 100 annos, solteiro, Gra-
ca ; diarrha.
Jos, Pernambuco, 9 mezes, Boa-Vista; con-
vulses..
Ura feto, Pernambuco, S. Jos; nascido morto.
Leopoldina Mana da Conceico, Pernambuco,
Boa Vista; varila.
Manoel, Pernambaco,7mezes,S. Jos; varila
heraorrbagica.
Vctor Jos da Silva, Pernambuco, 20 annos,
solteiro, Santa gueda ; varila.
Luiza Mara da Conceico, Pernambaco, 61 an-
nos, viuvo, Santa gueda; varila.
CHRONICA JDICIARIA
Tribunal da Relaco
SESSO ORDINARIA EM 8 DE JULHO
DE 1890
PRESIDENCIA DO CIDADAO DE8EMBARGADOB
QUINTINO DE HIBANDA
Secretario, o cidadao Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costurae, presentes os cidados
de8emi)argadore8 em numero legal, foi aberta a
sesso depois de lida e approvada a acta da an-
ticedente.
Distribuidos e passados os feitos deram-se
)s seguintes
JCLOAMENTOS
Habeas-corpus
Pacientes :
Jos Hygino e Jos Candido. Mandcu se sol-
tar somenie Jos Hygino, unnimemente.
Severo Maooel do Nasciaento. Preiudicado.
J.aquira Pereira do Nascimento. Mandou-se
soltar, unnimemente.
Jwo Manoel do Carmo. Ngou se a soltura,
unnimemente.
Recurso crime
De Quipap Recurrente o juizo, recorrido
Seuastio Goncalve* de Oliveira laixa. Rela-
tor o desembargador Alves Ribeiro. Negou-se
provimento. unnimemente.
DeTimbaba Recorrente o juizo. recorrido
Mioel Tnom de Oliveira. Relator o desem-
bargador Tavares de Vasconcellos. Negou-se
provimento, unnimemente.
Aggravos de petig&o
Do RecifeAggravant'S a Viuva Cunha Gen-
ro ck C, aggravado o juizo Relator o desem-
barga ior Delfino Cavalcante. Adjuntos os des-
embargadores Pires Gonyalves e Alves Ribeiro.
D u se piovimento. contra o voto do desem-
bargador Pires Guncalves.
Do Recife A- gravante Francisco Xavier Ro-
drigues Campello. aegravado o juizo.. Relator
o desenibargador Alves Ribeiro. Adjuntos os
desembargadores Monteiro de Andrade e li-
veira And:aJe. Negou-se provimento, unni-
memente.
D- Jaboatao Aggravante Fabin a Gregoria
do E-piriio Santo, aggiavada Heliodora Jacinlha
dos Prazeres, Relator o desembargador Silva
Reg. Adjuntos os desembargadores Almejda
Sanios e Alves Ribeiro. Negou-se provimento,
unnimemente.
Prorogago de inventario
Inventaran e Silvestre de Gusme e Vascon-
cellos. Concedeu-se o prafo pedido.
A|>pelJac.oes crimes
Da ParahybaAppellantes o juizo e Joo Bap-
tisla do Reg, appellado Francisco Pereira da
Silva. Relator o dest rabargador Silva Reg.
Mandou-se a novo jury, unnimemente.
Da Parahyba Appellante o juizo, "ppellado
Joo Ribeiro Campos do Reg. Relator o des-
embargador Delfino Cavalcante. Mandou se a
novo jury, decretndose a responsabilidade dos
eaertves Maximiaoo Aureliano Monteiro da
Franca e Jos Bezerra Cavalcante.
Do Cabo Appellante o juizo, appellado Anto-
nio loo Pereira. Relator o desembargador Sil-
va Reg. Confirmou se a seolenca, unanime-
menie.
Do Bonito Appellante o juizo, appellade
Francisco Anamas. Relator o desembargador
Oliveira Andrade. Connrmou-se a eentenga,
unnimemente.
Appellages commerciaes
Da Parahyba Appellante M.noel Rodrignes
Lima, appellauo Jos Joaquim Ferreira Barbosa.
Refator o desembargador Oliveira Andrade. Re-
visores os desembargadores Martins Pereira e
Silva Reg.Reformou se a sentenga, unnime-
mente.
Do Recife Appellante Joo Ignacio do Rege
Medeiros. appellado Luiz Abianches de Figueire-
do. Relator o desembargador Tavares de Vas-
concellos. Revisores os desembargadores Sil-
va Reg e Almeida Santos.Foram despresados
os embargos, unnimemente.
PA88AGENS
Do desembargador Delfino Cavalcante ao des-
embargador Pires Ferreira :
Appellaces enmes
Do RecifeAppellante Ivo Celestino de,Carva-
lbo Noia, appellada a justica.
Da Parahyba Appellante o juizo, appellade
Manoel Eduardo Corroa de Barros.
De AtalaiaAppellante o joizo, appellados Do-
mingos Amonio Kilo e outro.
Da Parahyba Appellante o juizo, appellade
Angelo Rodrigues Piolo.
Appellaco commercial
Do Recife Appellante Florencio Domingues
da Silva, appellado Francisco Joo de Barros
Jnior.
Do desembargador Monteiro de Andrade ae
desembargador Alves Ribeiro:
.A p pe I la ciio crime
Da Parahyba Appellante o juizo, appellade
Salyro Jorge Holmes.
O desembargador Pires Goncalves, como pre-
motor da justica e procurador da Soberana Na-
cional,-dea parecer nos seguintes feitos :
Appellaces crimes
De CaraaragibeAppellante o juizo, appellade
Manoel Torres do Nascimento.
Da Parahyba Appellaote o juizo, appellado
Placido Pereira de Figueiredo.
Da Victoria Appellante o juizo, appellade
Joo Fragoso da Silva.
De Panellas Appellante o juizo, appellade
Manoel Marianno do Nascimenlo.
Do CaboAppellante o juizo, appellado Jere-
nymo Leocadio da Silva.
De AssemblaAppellante o juizo, appellade
Joaquim Jos da Silva.
Appellaces civeis
Do Recife Appellante o juizo, appellado Ma-
noel Figueira de Faria.
Do CondeAppellante D. Constanca Freir Ma-
riz, appellado Pedro Crrela de Amorim.
Do desembargador Alv2S Ribeiro ao desem-
bargador Tavares de Vasconcellos:
Appellaco crime
De Tirababa Appellante o juizo, appellade
Anselmo Das Corma.
Do desembargador Tavares- de Vasconcelloi
ao desembargador Oliveira Andrade:
Appellaces crimes
Do Recife-Appellante o juizo, appellado Ma-
iheus Jos Fernaiides da Silva.
De Atalaia Appellante Antonio Cabello de
Nascimenlo, appellada a justica.
Do Bonito Appellante o juizo, appellade
Francisco Florencio.
DILIGENCIAS
Com vista ao desembargador promotor da jus-
tica :
AppellacOes crimes
Da Parahyba Appellante o juizo, appellade
Romo Jos Fernandea
De Maragogy Appellante Minervino Cuno*
do Nascimemo, appellada a justica.
DIS TRIBU IQOES
Aggravos de petigo
Ao desembargador Tavares de Vasconcellos:
Do Recife Aggravante Francisco Vctor de
Carvalho, aggravada D. Clefia Augusta Leite.
Ao desembargador Oliveira* Andrade:
Do Recife Aggravantes Radolpho Pessoa e
outro, aggravado Laurentmo Pires da Caivalke.
Qneixa
Ao desembargador Martina Pereira :
Do bacbarel Fel sbtno de Mendonca Vascoi-
celios contra o hacha re Joo Antonio Correal
Waodrley, juiz de direito da comarca de Bar-
reiroa.
Appellap6es crimes
Ao desembargador DelUno Cavalcante:
De GaranbunsAppellante o juizo, appellade
Miguel Mauricio Wanderley.
Ad desembargador Pires Fsrreira :
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Diario de* ^ernamhuco-Quajpta-eira 9 de Julho de
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V

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p .;:


Do Brejo -Appellante o juizo, appellado Fran-
cisco Barbosa de Oliveira.
Ao desembargador Monteiro de Andrade :
Do RecifeAppellante o uizo, appellados An-
tonio Gomes de Sonta e ontro.
Ao desembargador Alves Ribeiro :
De TacararaAppellante o promotor publico,
appellado Jos Mansinho de Nascimento.
Ao desembargador Tavares de Vasconcellos :
Da Victoria Appellante o juizo, appellados
Jos Francisco da Silva e ontro.
Ao desembargador Oliveira Andrade:
Do filarAppellante o juizo, appellalo Sera-
fim Jos dos Santos.
Eocerrou-se a sessao 1 hora o 45 minutos
da tarde.
INDICARES UTEIS
Mdicos
Dr. Cerqueira Leite, tem o sea escripto
rio i ra Nova n 32, onde pode ser en
contrado do meio dia a 2 huras e for
destas horas ra do Barao de S. Borj;
O 22. Espe alidadesmolestia da crian-
9 senhoras e parto. Telephone d. 326
da casa de residencia.
Dr. S Pereira, ra da imperatriz n. 8
d onsultas medico-cirargicas todos os dias
das 8 ao meio da, menos nos domingos e
dias santificados.
Dr. Freitas Quimaraes, medico, tem
se consultorio na ra Duque de Uaxiaa
n. 57, 1. andar; d consultas nos diaa utei
das 11 1 hora da tarde e reside no Ca
jueiro n. 4, onde attende a chamados em
qualquer hora do dia e da noite. Telepho
ne n. 292.
O Dr. Simplicio Mavignier.Clnica me)
dico-cirurgica. Especialidades : molec ,.?.
Salmenares e partos. Ra doMarqi-* dt
'luida n. 27, 1. andar. Consultas uas 1]
a 2 horas e na Casa Forte (Poco da Pa
nella) das 6 as 9 horas da manha e i
tarde Telehone n. 392
Dr. Joaquim Loweiro medico e parte;
ro, consultorio ra do Cabug u. 14
1." andar de 12 s 2 da tarde; residenc,
no Monteiro.
Dr. Castro Jess medico e operador,
Pratica a lavagem do tero quando e co
me aconselhada. Consaltas das 11 as
3 da tarde em sua risidencia ra di
Bom Jess (antiga da Cruz) n. 23, 1.'
andar. Telephone n. 389
Dr. Joao Pauloespecialista em par
os, molestias de senhoras e de enancas,
com pratica nos hospital de Pars e de
Vieuna d'Austria, d consultas de 1 s 8
horas da tarde, ra do Barao da Victo
ra n. 6), 1. andar, e reside na estrada
dos Aflictos n. 30, junto & estacao do Es
pinbeiro. Chamados a qualquer hora. Te
lephone n 467, na residencia.
Advogados
O baeharel Joaquim Ihtago da Fonsec.
tem seu escriptorio de advogado ra d<
Imperador n. 14, 1. andar.
Occulista
Dr. Ferreira. com pratica noa prino
paes hospitaes e clnica de Pars e Lon
dres, consultas todos os dias das -
horasdao meio-dia. Consultorio e resi
dencia rus Larga do Rosario o. 20
Dr. Brrelo tiamjiaio, occulista, d con
ultas de 1 s 4 horas ru 1. andar d*
casa ra Barao da Victoria n. 51. Resi-
dencia a ra 7 de Setembro n. 34, entra
da pela ra da Saudade n. 25.
Drogara
Faria Sobrinho < C, droguista por ata
oado, ra do Mrquez de Oiinda n. 41.
Francisco Manuel da Silva & C. deposi
tarios de todas as especialidades >harma
ceuticas, tintas, drogas, producto chimi
cas e medicamentos homeopatic' ra d<
Mrquez de Ohnda n. 23.
vico telegraphico, variedade deartigos etc.; s o
servico de transporte, e de transporte em bonds,
que deve ser igual ao melbor do Rio a> Janeiro,
seno de New-York, onde es industria tem
attingldo a maior perfeicao.
Os doos no vos esptalos de aecusacio que tras
sao : nm bond de Santo Amaro que deu prego
na subida da ponte, tantas veses que os passa-
geiros se resolveram a seguir a p.
O facto den se urna vez e foi logo providencia
do para nao se repetir, coUocaodo-se all ama
sota.
Como nao poda negar esaa nova pro va da ha-
bitual des'jttenco e despreso com que o gerente
trata o publico, atiribue o beneficio aos empre-
gados subalternos, comoseesaes podessem fazer
alguma cousa contra as ordens e a vontade do
gerente. Kin todo o caso agradeco a declarajao;
nesta companbia s nao preatam os superiores;
todos os ootros empregados sao tao bons qne
vivem a reparar a m direccao dos pnmeiros. Ao
menos ama qualidade me d, a de saber esco
Iber auxiliares e me deixar rorrigir por elles.
A outra accusac&o de tributar os frequenta-
dores do theatro, suspendendo para elles a van
lagem que don aos dos prados.
Fui regra por algom lempo nao se receber
pa sageiros oe 100 ris nos carros extraordl
uanos. Aconteca, porm, que nos dias de cor-
ridas, que se tornaran: de grande frequeocia e
nos de [estas publicas, muitos passageiros to
mavam por engao taes carros e contrariavam-
se por se Ins exigir passagem inteira.
D'abi questes, conflictos, desagrados, pela
qut a gerencia, sempre no empeoho de contra-
riar e desattender o publico, resolveu suspender
tal regra.
Mas essa concesso nao aproveitou absoluta
mente aos frequeotadores des prados, porque
esees em caso algum teriam de pagar 100 res,
porque se des passagem inteira. Antes prejudicou os, por
que at entao tioham os carros extraordinarios
-o para si, e passaram a ter n'elles a concurren
ca ios pa-sageiros de meia viagem, a tomar
Ihes os lagares para ebegar s a meio caminho.
A Provincia quiz fazer urna insinuicao, da
qual nao percebo o alcance, de minha preferen
ca pelos pridos, com prejuizo dos amadores da
arte dramtica, como se o dinheiro destes fosse
inferior ao d'aqoelles.
Suspend as passagens de 100 ris nos carros
extraordinarios dos tbeatros, porque, sem baver
inconveniente algum para o pu lico, tralava-se
de um servido que nada tem de commum com
os servlcos ordioarlos da companbia, podendo
Ues carros ser considerados al alugados, por
que a companbia s os expede por accordo com
as com. ainas que trabalham no tbeatro, as
quaes se comp.-om-tt m a pagar a differenca,
caso o reodimento nao attinja a certa somma mi-
aima coovencionada.
O digno gerente da companbia de Oiinda an
nonciou pelos jornaes resolucao mnito mais pe
ada a de cobrar as passagens pelo dobro e
nenbum repiro merecen da Provincia.
Finalmente, para provar a minha m conlade
aos frequentadores do theatro, em cujo numero
muitas vezes ten lio estado, bast i dizer que eu s
torno effectiva a garanta de receita de compa
nbias ou clubs, cujos espectculos so em gera!
pouco concurr los.
Sempre que se tem tratado de companhia me-
Ihor e mais frequeotada nada tenho exigido,
:omo aecntece com a que trabalha actualmente
no tbeatro Santa Isabel, apesar de ter tido mu
tas occasies de obter, camo receita de alguns
carros, quantia inferior a 2000, o que que- di-
zer, a Ferro Carril expede carros a horas ayan-
cadas da noite, sem tirar, ao menos, o ordenado
uos empreados que n'elles trabalham, por me-
nos do que cobrara urna carraca de bois para
conduzir alguma carga
Recife, 7 de Julho de 1890.
Carlos Alberto de Menezes
Gerente.
PDBLICACOES A PEDIDO
Os fados de hontem
Estava em palacio, quando recebi bontem a
noticia do alternado commettido pela gente do
Sr. Jos Manando contra a pe9soa do men dis
tincto e presado amigo Dr. Joao Augusto do Re-
g Barros.
Immediatamente dirigi-me ra do Impera-
dor, co.no me CUmpna, para saber do occorrido.
Cbegando defronte da lypograpbia da Provincia,
onde bavia anda grande ajuniamento de povo.
e avistando me com o major commandaote da
guarda cvica, lamentava a falta de torca publi-
ca no lugar do atleotado, diante de urna reunido
de povo to num rosa, profligando ao mesmo
tempo o procedimento do Sr. Jos Marianno,
responsavel pelo desacato feito aj meu presado
amino. quando ouvi vozes do alto da lypot-'ra-
phia da Provincia, e ventiquei que era o Sr. Jos
Marianno quem me provocava e insulta va. acom
paobado pelos seus dignos amigos.
Repelli os insultos com toda a energa, que
me propria.
Quando fallava com o major commandante da
guarda cvica, impressionado. coso estava, na
turalmente elevei a voz, estytrmatisando o pro
cedimento indigno doSr. Jo.- Marianno.
Se o nonroso cargo, queoecupo. incomoati
vel com os bros, com a dignidade e com a ener-
ga do cidadao diante de oceurrencias de tal or-
dem ; se o cargo de Io vice governador meobri-
ga a abaixar a cabeca, mudo e silencioso, sen*.
levantar o mais solemne protesto contra alten
tados taes, declaro solemnemente que prefiro
ser den ttido detse cargo, se o governo da He-
auh'ica assim o entender.
Recite, 8 de Julho de 1890.
Ambrosio Machado.
A Companbia Ferrocarril de Per
na mi* ni o e a I'HOVIMII
Ja admirava que a Provincia me tivesse deixa
de tanto lempo em paz-
Em seu numero de 5 do convnte volta ella a
repetir as mesmas ac :usaces que tem variado
em todos o ions, sem esquecer a prepotencia do
gerente, contra a qual concita os tuncciun-irios
da repblica, j que os da monanbia nao Uve
rain iorca pira abatel a; prepotencia to grande
que nem to ga teve para obter al agora dj go
venio solucao de um pedido que fez para reali
zar gratuitamente um melboramento de incon
testavel vantagem pra o publico, apoiado por
penc-s de todos os interessados, porqu-
nma sua alilhada, que ser prejndiada, tem tido
a fraqueza de oppor-lhe toda a sorte de emba-
razos.
O qne a Provtncia nao tolera que a Compa-
ahia Ferro Ca ni nao tenha um servico da L
ordem em todos os sentidos, .orque melnor do
qne o de todas as capitaes de estados, to bom
como o de afumas companbias da propria ca-
iHal federal, ella confessaria qne o tem, si a n
eh'. nao eslivesse para ella excommungada.
E para o publico faze idea da imparcialidade
com que O importante orjjo me aacusa, basta
recordar-lbe qne ella anda nao aehou um reparo
t fazer sobre O servico das duas outras compa
nbias de transporte qne servem esta cidade ;
todo all esplend 1o, ideal; qualidade doma
teriai, frequeocia de coodnrcao estado das li
nhas, empregados, gerentes todo.
De forma que as condices precarias desta
cidade explicam que raras coasas tinnamo? de
i.a ordem. inclusive o joma ismo, de que faz
parte a Frotxncia. qne nao pode se emparelbar
com o que se faz em outroe.lugares mais adianta-
dos. com relacao 4 impresriio, reportagem, ser-
Os acontecmentos de hon-
tem
E:ta cidade foi hontem testemunha de
urna scena, que dev envergonhar, na cal-
ma posterior aoa desatinos, quelles que
delle foram protogonistas.
Nao precisamos carregar as cores ; o
facto descarnado, si afleamente descripto,
suficiente para dar a nota justa do des-
graesdo acontecimento. A indignao de
que nos possuimos, s ignal a tristeza
por Termos temar parti em aventuras de
ba-xo quilate individuos, que j figurarsm
em nosso paiz. Eis os tactos que se pas
saram.
Havia, como o publico sabe, sido con
vocada urna reumao poltica de antigos
liberass, para hontem, s onze horas da
manha, na sala da redaeco de Jornal do
Recife. Para essa reuni&o foram distri
buidos convites nominaos, pelo que s po-
da ter ingresso quem houvesse sido con-
vidado. Do numero dos que convidaran!
como dos convidados haviam sido exclui-
dos o Sr. Dr. Jos Marianno Carneiro da
Cunha e alguns amigos seus. Devendo
so resignar es3a exulusSo, ou protestar
contra ella, appellando para os que o po-
dessem acompanhar em outra reuniio,
como annnnciou que o faria, o Sr. Dr.
Jos Marianno preferio perturbar a re-
unido convocada, anda que laucando mSo
de meios, que nSo sao confessaveis, nem
derrubando cadeiraa e dandq vivas ao Dr.
Jos Marianno !
Formados grupos na ra, em frente ao
nosso edificio, e aos quaes o Sr. Dr.
Joa Marianno e alguna dos seus amigos
foram associar-se, comecaram vaas e
insultos aos membros da reuniao, qne te
retiravam. Urna das victimas, e esta
offeadida physicamente, foi o nosso Ilustre
amigo Dr. JoSo Augusto, ex deputado
geral e memoro da Intendencia deata ci-
dade.
Ao sahir roa, o Dr. Joao Augusto
foi insultado palo Sr. Dr. Jos Marianno.
Re.pellindo os insultos, afrmou nos o
Sr. Dr. JoSo Angosto que o Sr. Dr. Jos
Marianno fizera um movimento indicativo
de puxar urna arma, em virtade do qual
procurou, por aua vez, resguardar Be com
o chapeo de sol, sendo nessa occasiao
aggredido pelo individuo Laurentmo de
Azevedo, que descarregou-lhe sobre a ca-
beca um golpe, com o casto de urna ben
gala, o qual era formado por massa de
metal, soffrendo de ontro individuo urna
cacetada sobre o hombro, que pegou o
mal. O golpe descarregado na cabeca do
illustre Dr. Joao Augusto poderia ser mor-
tal, se a violencia- delle nSo tivesse sid i
enflaquecida pelo chapeo alto, que o nosso
amigo usava, e que fcou partida pela
bengala. Seria anda o nosso amiuo vi-
ctima da capangagem, se, ferdo, nlo fosse
soccorrido por um nosso empregado, que
puxou o para o escriptorio deste Jornal,
sendo impedida a contiuuacao da ag-
gressao.
Sabendo, em palacio, o honrado Sr. Dr.
Ambrosio Machado, 1. vice-governador do
Estado, que o Di. Joao AugUEto havia
sido ferido, chegou ra 15 de Novem-
bro, e em frente typographia d'^4 Pro-
vincia foi grosseiramente insultado da ra
e das janellas d'A Provincia, sendo ga
rantido por muitos amigos, que o cer-
cara m.
Os membros da re mio, que anda se
achavam em nosso sala o, acompanharam o
Dr. JoSo Augusto ao palacio do governa-
dor, onde teve lugar o corpo de delicto,
feito pelos Ors. Dantas Bastos, Eduardo
da Silveira e Thomaz de Carvalho.
Por esse exame, os mdicos encontra-
ran! sobre o parietal esquerdo urna ferida
contusa, em trma de V, de dois centme-
tros de extensao, de bordos irregulares,
contusos, sangrentos e afastados, dirigida
obliquamente e da direita para a esquerda,
de diante para traz, tendo attingido ape-
nas parte da espeesura do couro cabellu-
do, e mais para abaixo e para a esquerda
urna contuaSo, na qual tornara se bem
visivel urna bossa sangunea.
Gracas s providencias tomadas pela
autoridade, os ajuntamentos formados dis
persaram-se, sendo restablecida a ordem
publica.
Eis os acontecimentos selvagens, in-
dignos, de que foi hontem teBtemunha
esta .idade !
(Do edictorial do Jornal do Recife de 8
de Julho).
o Dr. Joao Augusto leve de repellir expresses
grosseira com qne o insulten o Sr. Torres
Em seguida o Sr. Jo Marianno lnveste con-
tra o D Joao Aueustj e nm dos seus capangas
desfecba no mesmo Dr. ama cacetada que o ferio
na cabeca.
O Dr. Ambrosio Machado recebido por pes-
soas que estao na redaeco da Provincia com
tal berreiro, que moita gente snppoz que os mo-
teques que vendem a Gazetu da Tarde estava m
na varanda do predio ao servico do tribuno.
Eis o que se passou.
Fazemos a exposijo desles facto?, de que fo
mos testemuohas, meaos para condemnar esti
procedimento que para estabelecer urna norma
de conducta para os cidadaos livres de Pernam-
buco.
Sigam todos cegamente o Sr. Jos Marianno,
sejam todos instrumentos de suas paixOes, de
seas interesses se tem amor pelle e vida.
Os qne se oppoem ao Lpez peroumbacano ou
morrena como Ricardo Guimares, treapassado
pelo punhal de um sicario qne sabio da casa
onde funeciona a Provincia para commetter o
criavs e a ella se recolbeu depois de o commet-
ter, on sao por generosidade do marianismo ag
gredidos e espancados, como o cidadao qne dis-
cutio pela imprensa com a responsabihdade de
sea nome, o desfalque da Tbesourarla de F zen
da oa como o Dr. Joao Augusto, que commetleu
o crime de nao se acobardar diante dos insultos
e ameacas do dictador.
Convm notar que entre o assassinato e o es
pancamento est como mediador plstico a mu-
tilaco.
0 mariannismo j cortn a orelha de um cida-
dao que contrariou os interesses do tribuno.
Sadi Carnot.
3 Manifest Republicano
Liberta, decus, et anima
nostra in dubia sunt.
po
'em ser qualificados.
A' hora annunciada para a reuna >, o
Sr. Dr. Jos Marianno, acompanhado de
individuos desjonhecidos, e tidos como des
ordeiros, tomou um lado do edificio do Jor-
nal, em quanto que de outro postaram-se
alguns de seus amigos. O Sr. Jos Ma-"
nanno de papel em punho, no meio da
ra, abordava as pessoaa, que se dirigiam
reuniao, incitava-os ao nao comparec
m-nto, tomava nota dos que entravam, e
alguns diriga baixos gracejos!
Comecando os trabalhos da reuniio, um
crescido numero de ind viduos, conhecidos
como de8ordeiros, penetrou em nosso edi-
ficio, postndose no corredor, que d
eommunicacSo para a sala e a. que a re
nmao tinha lugar, alinhando-se outros
pela escada do edificio.
Durante a discussSo, esses desordeiros
comecaram a dar demonstrares favoraveis
e vivas ao Sr. Dr. Jos Marianno, em
quanto que este e amigos seus enfileira
vara se na varanda do edificio d'A Pro
vincia, que contiguo ao do Jemal; e
desaa varanda, com apartes em alta voz,
nos quaes a grosseria era a nota domi-
nante, procuravam intervir na discissao.
Estes factos, por si sos, revelam os
nenhuns escrpulos de quem os praticou.
Como tentar, por meio de desordeiros,
perturbar urna reanio pacifica, composta
de p.ssoas inermes, altamente quali
cadas ?
Como intervir de urna varanda em dis
cussao travada em urna reuniSo, da qual
propo8talmente se havia sido excluido ?
Havendo receio de que os desordeiros,
que penetraram no edificio do Jornal con-
seguissem o sea intento, isto inutilisar
por actos de selvageria as resolucSes, qu^
deviam ser tomadas, a discussSo foi abre
viada, deixando de fallar os honrados Srs
Drs. Malaquias e Altino de Araujo, que
tinbam se inscripto.
Votada quasi sem discrepancia a inr?i-
cacSo apresentada por varios membros da
reuniao, e dissofvida ella, os desordeiros
retiraram se fazendo enorme algasarra,,
Manifestaqao
Os abaixo assignados, passageiros do vapor
Mandos em viagem do Rio, de Janeiro paraos
poitos do norte, suiniuamenie penhorados pelo
modo distmcto e ob equio o com que teem sido
tratados pelo illustre commandante Guilberme
Waddineton e pessoal de bordo, ag adavelmente
sorprendidos pelas transforunicoes operadas na
economa e rgimen des se paquete, onde a par
do asseio e do conforto, os passageiros gosm
de nm tratamenlo. ha muito tempo, digno ao
adiantamento das populares do norte, se apra
zem de consignar aqui um protesto do sea re
conhecimento ao velho navegante e ao Lloyd
Brasileiro que vem de tomar a sen cargo o ser-
vico dos paquetes do norte.
Accrescentain tua manifestaco um voto
para qne, compenetrados do seu dever e do seo
uleresse, os que transitam veuham em auxilio
das ivf i..iijs esiabelecidas em proveito do pn
blico, fazendo prava de educaco e hbitos de
boa socieaade.
Porto da Babia, 3 de Julho de 1890.
Maooel Ildefonso de Souza Lima.
M C. Rocha de Andrade Filbo.
Dr. Pedro Dellino de Aguiar.
Lino i.avalcanti; de Albuquerque Lins.
Emilio A. de Castro Martin*.
Mxima Leal de Castro Martins.
Jos Tnomaz Leal Murtins.
Mara Annunciada dos Passos Miranda.
Guilnerme Cezar da Rocha.
Francisca Leo Velloso da Rocha.
Joaquina de Aguiar Cascaes Telles.
Caaete Alfredo S de Miranda.
Joo Brigido dos Santos.
Aatodio Marques de jliveira Sucupira.
Felippe Antonio. %
Joaquim Alves Rangel.
Mdiioel Loyo.
Ar.sudes de Oliveira.
Antonio Francisco Carneiro Monteiro.
Zeaobio Marques Lias.
Jos Populo de Vasconcellos.
JeroDymo M. de Albuquerque Maranho.
Dr. Aristides Amenco de Maathes.
(Do Diario da Baha, de 4 de Julho).
O desespero
Quem observasse na ra 15 de Novembro no
da da reuniao liberal a attitude do mariannismo
e do seu ebefe, vena que o aesespero cemecava
a doainal os.
All na reaniao convocada pelos Drs. Sigis-
mundo, Ulysses Vianna, Cosa Rib -ira, coronel
Luiz Cesano e outros o que havia de mais selec
lo no antigo partido liberal.
0 Sr. Jo.- Marianno. que pela Provincia linba
condemnado o motivo desta reuniao, senta se
desautorado, vendo sens conselhos despresados
Issiallou-se com sua gente as mmediacoee
do predio em que devia ter lugar a reuniao.
Cada cidadaj que ebegava era alvo dos ditos
apimeiitddos, das criticas causticantes do fri&u-
no, mas nao obstante suba para tomar parle na
reuniao.
Ridicuiarisava a reuniao. dizia ans seus inti
mos em altos brad03 breve teremos anossa I
Poni de parte o que ha va de ridiculo ueste
proceoimeoto, vislo s ffcctar a que-u proceda
com tanta levnaade, todos suppuuham que
aquellas manobras nao passariam de exbibices
carnavalescas.
Engao manifest.
O sr. Jos Maiianno, que nao adnitte que al
guem tenha opioiSo contraria sua. fez subir
para o predio na reuniao parte de sua gente, dei
xou o resto na porta do predio, bloqueando as-
sim os que estavam em cima e foi para a Provin-
cia.
Vendo que os seus nao conseguan] perturbar
a reuni&o e esta liona sido dissolvida depois da
approvaco da ndicacso que resuma o motivo
da convocaoao, desee enfurecido da Provincia e
-e colloca a frente de Ben rupo, ja tendo encon-
trado os que tioham subido para perturbar a
reuniao.
Se at ah o procedimento do Sr. Jos Marian
no condemnavel, o que elle fez depois s re-
vela intolerancia, a preteoc&i de dominar des-
pticamente a consciencia de seus concidados,
coagindo pessoas inermes no exercicio de um
direito de reuniao para tomar urna resolucao po-
ltica.
O primeiro cidadao qne deseca do predio o
Visconde de Gaararapes, foi vaiado ; o segundo,
Generalsimo Deodoro da Fonseca. Conflae
as leis absolutas das verdades eternas, e ren
de!-vos discricao do genio popular, porque
necessaria ou fatalmente a nova patria devera
oigaisar se nos moldes da democracia ; do con
trario a repblica, o vosso mais brbanle tro
pbo na conquista de 15 de Novembro se torna-
r iliusoria ao bem estar econmico, industrial
e mesmo poltico do povo brsileiro.
Sem completar se nesses moldes a revoluco,
o vosso alto renome nao atnvessar coberto de
luz e de glorias as geraces futuras.
Vos sabis oue o poder organisado e consti
tuido com 08 principios sociae? de liberdade,
igualdade e fraternidade nao dever traduzir se
na pratica pelos efleitos antinmicos que se no-
tara esses principios na vida passada e pre-
sente das naces antigs e modernas.
Tal organisaco, ao contrario, constllue a base
d -stes d jis pbanaes de vosso programma social
Ordem e Progressocomo objectivos das re
formas a Lamen te reclamadas pelos soffrimen
tos nacionaes, e que nao serio reformas, si nao
forem revolucionarias.
0 Governo Provisorio, devemos confessar, af-
fasiou se inleiramente desse program na na sua
parte econmica, industrial e financeira, porque,
j o d8semos, a revomgo brasileira teve e con
unua a ter um carcter duplo.
a ,arte poltica precisavamoa das liberdades
que nos foram plenamente saptisfeitas pelo Sr.
Aristides Lobo, vosso primeiro ministro do in
tenor.
Na parte econmica, porm, libamos e te
mos seJe das reformas socialistas e autoritarias,
para impedir a anarchia econmica e financeira
prevista pelo talento do Sr. Ruy Barbosa quando
virulentamente atacou o governo da ultima si-
tuacao monarebica.
Bastara que elle rmasse ah o sen principal
ponto de apoto para tornar se invuberavel e dar
um grande exewplo de ordem e progresso to-
das as naces do mando civilisado.
Si o Governo Provisorio houvesse dado ao pa
dro monetario da Repblica o carcter naci
nal e democrtico, que a sciencia econmica e
o direito publico reclamam, si em lugar dos ban-
cos emisso.'es de papel particular e privado, ser-
vindo de moeda, mantivesse o nosso me'u cir-
culante, nao s abobado a lei de 24 de Novem-
bro de 1888 a.-sim como despresando a pratica
dos metos urtificiues para tixar o cambio, o Estado
ticaria salvo da crise assnstadora e da Banca
rota que o aguarda na fatal execuco daquelle
decreto, a qnal tornou se urna das causas pnn
cipaes da revolucao e continuar a produzir ao-
vas reaeces contra os poderes pblicos.
Nesta parte estamos cvidenlemeoteseguinlo a
mesma rolma impopular do individualismo eco
nomico com o systema errneo, que, partindo da
propriedade como principio ocia. chega aos
resultados da concentracao dos capitaes, e ao
monopolio da moeda, sysiema este admiludo em
todas as nac5es, verdade, e que foi seguido
pelo Sr. Visconde de Ouro Preto eseus ade-
ptos, quando no exiincto >enado incaulamen
te decretaram aquella lei impossivel aos desti-
nos da nacionalidade brasileira!. .
Quaes sao os recursos financeiros com que
poderemos atravesfar o abysmo ncommensura
vel, evitando a banca rota, que a execuco da
quelle decreto uecessanamenle vae provocando,
em assnmpto to momentoso e serio, entre duas
siluaces inleiramente contrarias?
Alm de ser imposto i por demais vexatono,
a falta de dinheiro, e o aviltamento dos pregos ob-
tidos aos productos nacionaes lm-se tornado do
torosos, dse peradores
E qual a medida geral dos valores, que o
tbennomeiro da propriedade, do trabaiho, do im
posto, do salario, das rendas e transaeces
praso, adoptada pelo ministerio da fazenda t
N&o precisamos, nem desejamos para criticar
esta infeliz situaco social, em que a moeda tu
do avassala, d.-monsirar as regras de applica
cao no desenvolvimento pralico dos principios
scieotiflcos.
0 nosso intuito simplesmente apontar os
seus erros manifestando ao governo e especial
mente ao elitorado pernambucano quaes as
nossas tendencias e modo de proceder no caso
de sermos eleito no prximo suffragio de 15 de
setembro que nos propomos.
Bastara ter o ^r Ruy Barbosa depois da que
da do Imperio, feito convergir para as fndus
trias a activida le e os capilaes do paiz empenha
dose dislrahidos at ento, e principalmente de-
pois, as epeculaces do crdito e monopolio
da moeda, monopolo e especulares sempre fa
taes, improductivas, desastrosas e anarchicas,
para que a prosperidade raJiasse logo no =eio
da Repblica.
Se assim > Uzease veramos como coosequen
ca diminuir e acalmar se logo a grande onda
popular, que avulta e se agita ameacadora na
mesma proporcao do desenvolv ment dessa es-
cola perniciosa seguida por esse ministro, qae
se ba tornado o predilecto dos argntanos e ju-
gadores da Bolsa; veramos om o prodigioso au
mentu da produegao depappareceram mais tar
d- as queixas dos prolectarios, desses nlhosen-
geitauos do systema individualista, os quaes na
opinio de Mattlms devero ser eliminados pela
morte por nao haver oeste mundo mais taiheres
que Ibes d assento commum no banquete soeal.
Si assim o Bzesse, em logar da enorme con
currencia de bons cidad&os aos empregos pu
blicos e as posices ofliciaes, causa funesta das
revoluces e pnneipalmente da desmoralisaeu
e desastres de todos os goverooa e partidos po-
lticos apesar da superabundancia do funecio
nalismo e da burocracia, veramos ainda como
coosequ. ncia tio si) elevar 3e assombrosamenie
o nivel da riqueza publica e privada, assim co
mo o Brazil as mai3 lisongeiras e seductoras |
condicges de provocar a immigraco espontaoe
a de iodos os paizes.
Se assim o zesse, veriamoo finalmente for-
ruar-se nos estados da commuoho brasileira
urna opinio publica sensata e patritica mais
respeitavel e poderosa do que o mais respeita-
vel corpo de exereilo era defesa da patria.
Mas, desenvolver om systema anti-demecrati-
co no seio da repblica, promever a centrahsa
gao dos caoitaes e o monopolio do meio circ.u
lante, encarecendo o principal instrumento da
troca e da produeco, restringir a vida mdus-
trial do povo, depreciar o trabalbo, criar es-
ta classe numerosa de mendigos, de miseraveis
e de aspirantes ao poder aos quaes o vosso go-
verno, bem ou mal, tem considerado fra da
lei.
Ainda mais, constituir-se elle a cansa primor
dial, oceulta e efiect'va da situaco anmala das
industrias entre daas classes. urna de parsitas
especuladores e outra de vagabundos sem tra-
i
balbo. e depois levantar um exercito, ou apoiar
um partido conservador da ordem assim conce-
bida para reprimir a segunda destas classes, se
nao for a tyrannia da escravidao autiga ser o
disfarce da escraviao moderna.
0 pavilbao nacional democratisade pela rep-
blica nao deveria fluctuar exclusivamente nos ar-
raiaes do mondo poltico, porque o poder publi-
co, por melbor dirigido e administrado que fos-
se, sem as leis reguladoras da elaboracao da ri-
queza nao subsist'ria e oio abrira margem
ordem e progresso na satisfaco das variadsimas
neces8idades physiologicas e moraes do cidadao,
da familia e do Estado.
Era, pois. necessario fazer tremular a bandei
ra da democracia nos campos da induet ia, era
preciso que o projecto constitucional garantisse
em toda sua plenitude nao s o pnenomeno da
propriedade como as cansas elementares de sua
cnaco entre as quaes figura principalmente o
trabalbo; era preciso cpifar ah todos os privile-
gios contra o equilibrio social, loase qual fosse a
n atureza de lies, e sua maior apparencia de legi
timidade.
Se para isto no estado provisorio, que o pe-
riodo mais popular da revolucao, nao se dispu-
serem, com a precisa antecedencia e solidez, os
elementos indispensaveis para as grandes refor
mas sociaes, ficaro insoluveis entre nos asgra
ves qustes pelas quaes se. agitam todos os
paizes em um plano inclinado de injosticas, no
?ual a luta pela vida se torna violenta desigual e
ratricida, e a revolucao ficar reduzida a ama
simples mudanca, tantas vezes tentada, de forma
de governo.
No projecto constitucional nao existe ama s
reforma que nos possa salvar da ruina financei
ra e do abatimento industrial, em que se acha
esta naci predestinada a om melbor e gran dio
so futuro.
A revolucao ficar assim mutilada e restricta
uos interesses polticos do paiz; nao inscrever
em sua baadeira urna s proclamaco de oovos
direiios do bomem, qne possam aproveitar bu
manidade, e os nossos males, ama vez declara
dos incuraveis pela repblica, nos levando
anarchia e banca-rota, urna nova revolucao se
tornar necessaria e inevitavel.
Ento veremos desapparecer a baodeira da
paz e da fraternidade no horisonte vermelbo da
communa para resurgir fluctuar mais larde sob
oovos principios sociaes, se for vencedora ; ou
para vollarmos antiga ordem, sempre fatal,
dessa va dolorosa entre o be.co e o tmulo dos
povos oppresaores e opprimidos. se for vencida.
E vos* infatigaveis obreiros do abolicionismo I
comparai o quadro tocante e sombro da mise
ria com aquelle da escravi lo que vos tao glo-
riosamente combatestes ; relembrai as palavras
do valeote p rlamentar, que foi o vosso chefe,
quando disse, leudo no futuro da patria, que o
abolicionismo nao linba lindado com a abolico,
e erguei-vos I
Desfraldai as vossas bandeiras, reorganisai os
vosso clubs, marcbal unidos e altaoeiros
como o exereilo que, urna vez victorioso, vai en
trar em segundo campo de bataiba 1
E principImente vos generalissimo, frente
dessas pbalanges de bravos, iodicai-lhes com a
pona de vtssa invicta e salvadora espada o que
escreveu o abbade de Laraennais, o grande phy-
losopbo e profundo poltico, na sua famosa obra
intituladaLivro do Povo.
-a--_j_ jjl_ v
dos Estados, dos municipios dos cidadaos ate
onde chegarem seu recursos, seas estreos,
seus mritos e suas virtudes; a fraternidade na
uniio formando d'esse todo, pela bomogeneidade
poltica, urna s unidade, forte no seio do pas
constituindo a Repblica ; e a igualdade, coma
lei de justica e de equilibrio coasistmdo na de-
mocracia como poder oderador; para corregir
as perniciosas tendencias qualquer dos extre-
mos, esses dous escolaos de todas as sociedades
polticas, e para onde to cedo nos procuram im>
pellir e arrestar impensadamente i
Viva o generalissimo Deodoro da Fonseca I
Abaixo os privilegios, as espetulaces, o mo-
nopolio e a usura!
Viva a Repblica federal e democrtica 1
Recife, 29 de Janbo de 1890.
Manoel Netto Carneiro de Souza Bandeira.
HliViWHBBPBfc
SbRE A CAMPA
DE
aaranss :. r. ba silva '
derrama'uma lagiima de saudade inunda, no 1.'
anniversario de seu fjllecimento
Sua sobrioha
Francisoa Leite.
9 de Julho de 1890. _____
Declarado
0 abaixo assignado tendo lulo um communi-
cado sob a epigrapbe -Ao publico eao commer-
cio-, no Diario de hoje, em que est envolvido
seu nome, emuora nao esteja assignado dito
communicado, declara que nao foi elle autor da
aviso feito ao commercio com relaco ao Sr. Ma-
noel Francisco Das Campejio nos Diarios de 4,
5 e 6 ; portante o Sr. Campello, que parece o
autor do communicado nao assignado, procure o
autor de taes publicares, pois tendo eu dado
um attestado a elle favoravel nao havia de retra-
tar me.
Recife, 8 de Julho de 1890.
Joaquim Martins de Oliveira.
Somno calmo e mitigago da dor, esta z di-
visa do xarope de Follet que triumpha da in-
somnia seja qual for a sua causa, febre, moles-
tias, trabalbo. agitaco nervosa, preoecupacao
moral, etc., etc.
O xarope de Follet produz o somno verdadei-
ro. isto o sorano natural, sem perturbago.
sem mo estar, sem prigo; o somno que o re-
pouso calmo do corpo e do espirito.
Em um vidro de xarope de Follet se acbam cin-
co oa seis noites de um repouso completo, na-
tural e restaurador ; e este producto de fabrica-
cio franceza, 19, ra Jacob, Pars, acha se em
todas as pbarmacias.
Em certos lempos e em certos paizes o ho
mem tornou-se proprieade do bomem, tera-
se traficado com elle, vendido, comprado co-
mo urna besia de carga .
< Em outros paizes e i m outros tempos, sem
Ibe tirar sua liberdade, se te n procedido de
forma que o fructo de seu trabalbo volta qua
si no todo quelles que o conservara son sua
dependencia .
E onde a causa permanente deste facto per-
turbador da ordem publica 11
E' fcil reconbecer na sublime obra da redem-
peo da patria que a grande propriedade, nao
aquella que se tixa pelo trabalbo na industria
criadora e pastoril, agrcola, commercial, fabril
e m mufactureira, mas a grande propriedade
ambulante, que se torna bancaria e parsita des
tas industrias a sombra dos privilegios, das es
peculac-'s, do monopolio e da usura, esta cons
pirou sempre e conspira ainda na desorientaban
do governo da Repblica, para desnaturar os in-
tuitos da revolucao, criando utn estado no estado
coma olygarcba do capital, e a suzerania da
moeda.
E o povo ou a naco, mesmo a parte incon-
sciente aella, se que essa parte existe diante
dos soffrimentos dolorosos que a opprimem
mostra se boje neutra, e na espectativa das re-
formas indusiriaes e tinanceiras como slvalo
ros do proletariado, que a consequencia de
um systhema errneo escravista e mesquinbo,
originado oa perversidade scientifica e hi de
molraticada escola econmica denominada in
dividua lisia.
Por este lado, porm, o vosso governo nao pro
cara inspirar se as conquistas do movimento ci
vilisador que as necessidades do seculo altamente
reclamam. Ao contrario tem seguido os systemas
detesiaveis d'essa escola e at se regulado por
leis esiabelecidas em circunstancias muito di
versas de outras naces da Europa e da America
principalmente em seus tentamens bancarios.
Acaso o governo provisorio com as suas illus-
tradas commisses de legisladores, reorganisan-
do e reconstituindo a patria entre os applauso.-
universaes que tem merecido a revolucao de No-
vembro, querer limitar se a offerece.r nos sim-
plesmente copia dos cdigos p uticos das naces
estrangeiras, e at mesmo dos Estados monar-
ChC08 I ?
Acaso nao divulgaram esses compiladores, en
tre os preceitos da democracia moderna, nma s
das reformas pelas quaes se agitam actualmente
todos os povos cultos, que procu'am devassar no
vos horisonles, e que tal vez, n'este momento, es-
perem de nos um grande exemplo de altruismo
digno de ser por elles imitado! ?
Acaso nao ter a sciencia ecooomica, como tem
a jurisprudencia, a moral e a poltica principios
geraes e immutaveis que devam ser combinados
para consolidar-s? na constituico d'um Estado
como cormas de proceder ao poder publico I ?
Essas commisses precisavam abordar, discu
tir e resolver as mestes econmicas, principal
mente sobre a moeda e o crdito, para redigirem
o projecto constitucional com o programma da
revolucao. ou deveriam se coofessar impotentes
para desempenbar a obra espinhosa, que foram
chamadas, da reconslrucco da patria.
A democracia ao mesmo tempo principio e
lira da Repblica.
Mas, este desideralom seria impossivel obter-
se sem a cooperaco simultanea nao s das leis
autoritarias que regem a comraonhao social na
ordem publica, corregido o poder que oa civili
saco antiga produzo o senhor e o escravo, as-
sim como das leis individuaes que regem a lber
dade as relaces privadas, sem os abusos da
propriedade que engendraram, com o direito mo-
derno, o rico especulador e os mendigos do sa-
lario I .
Ento todos os povos da trra aegoindo o nosso
exemplo e rehabilitados da miseria cantariam hu-
sanas e cobririam de bencaos e de flores a gera
cao ingente d'esta jornada histrica, a mais orl
Ibante de todas as campanhas revolucionarias do
mundo.
Agora, to altamente quanto erguestes a ban-
deira democrtica, vos loterroga o povo:si
apezar do carcter genrico d'essas le orgni-
cas, seus variados assumptos em artigos diversos
poJenam, sem maoifesta cootradieco da ideas,
i.er 8ubmeitiios a um s voto, em um soescru
timo, no suffragio universal I ?
O plebiscito torna va se, por tanto, impossivel,
como impossivel sommar quantidadas helero-
eneas em um s resultado
" Por mais plena que seja a adheso do paiz ao
governo provisorio, a outorga viria perante as
geraces futuras deturpar a CDnstituigqo da Re
publica deixando este lado vulneravel seus ad
versarlos, quando o carcter predominante da lei
fandamental dever ser o da eslabilidde.
Smente o povo impellido pela necessidade de
constituir se, smente elle tendo o direito e de
cretar a lei, a legitimidade de sua organisajo
s poder encontrar se na constitninte soberana
e livre.
Entretanto todos reconhecem que, presidindo
vos aos destinos da revolucao desde o memora
vel da 15 de Novembro, impondes vos gran
do de seus filbos, por que raostraes-vos dignos
das glorias que tm de mmortalizal a.
Preveni-vos contra os ulicos econflai na mag-
nanimidade do povo brasileira para a todo o tran-
se acompanhar vos na organisaco democrtica
da patria uoida pela liberdade, igualdade e fra-
ternidade ; mas a liberdade con.-istindo no fede
ratismo com a independencia e engrandecimenlo
NSo ba hoje em dia quem nao conheca
e aprecie as vantagens do VINHO VI-
V BN de extracto de ligado de baca-
lho. O illustre facultativo francez, pre-
parando as dose de extracto de ligado
de bacalho por um novo processo, para o
qual tem privilegio, cons guio dissimular
o pessimo *abor do oleo de figado de ba-
calho, o seu cheiro repugnante, de sorte
que os enfermos e 08 convalescentes s
sentem o gosto de um vinho generoso e
agradavel. Ha urna voz mais eloquente
do que a nossa, a da experiencia que
si encarregar de demonstrar as excel-
lente9 propriedades do VINHO VIVIEN.
Protesto
O abaixo assignado. de conformidade com a
lei eleitor, e protesta com as formalidades da
le pelos ir balbos felos pela mesa tleitoral. Se
mullos eleitores foram corlados, com maior cer-
tesa e bem provado est mais da metade da
turma s5o moradores fora desta freguezia que
pela lei nao podem votar. Pergunlo aonde
nasci, aonde sou morador ? j abandonei a fre-
guezia do Recife ? talvez seja morador na fre-
guezia da Cegueira.
Jos Miguel dos Santos,
Eleitor do 11. quarteiro.
Freguezia do Recife, 7 de Julho de 1890.
O abaixo assignado vem pela imprensa
declarar que deixou de ter escriptorio de
negocio em 30 de Junho findo, o que fea
communicar a todas as repartieres, para
evitar duvidas futuras.
Outro-sim, declara que desde a morte
de seu pae, ocorrenmdador Antonio Igna-
cio do Reg Mederos, deixou de tsr no
seu nome o distinctivo Jnior.
Recife, 5 de Julho de 1890.
A. J. do Reg Medeiros.
Aos agricultores
O juiz de direito JoSo Baptista Gitirana Costa,
tendo cootrabdo diversos emprestimos com o
Banco do Brazil para agricultores deste Estado,
da Parabyba e Rio Grande do Norte, contina a
incarregar se desse trabalbo, adjuntando as
despezas necessarias, mediante mdica retri-
buido. Pode ser procurado nesta cidade, ra
Baro de S Borja (antiga do Sebo) n. 48.
Dr. Joao Rangel
MEDICO
Pode ser procurado para os misteres suade
protisso rna do Bom Jess n. 45 1. andar.
Consultasde meio dia at 3 horas da tarde.
Chamadosa qualquer hora do dia on da noite
Telephone b. 160.
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ex-chefe de clnica do Dr. de
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gem Europa, d consultas de
1 s 4 horas da tarde, no Io
andar da casa n. 51 a ra do
Barao da Victoria, excepto nos
domingos e dias santificados.
Telephone 285.
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bro n. 34. Entrada pela ra da
Saudade n. 25.
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participa a seus clientes e amigos que inudou
sua residencia para a ra Bario da Victoria n.
61, andar, e contina a dar consultas de 1 s
' as da tarde, no sea consultorio, ra Duque
de Caxias n. 57.
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Diario de PernamhucoQiiarla-feira 9 de Julho de 1890
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Dents
Termina a horrivel dor de denles atando
excellente preparado de Manoel Cardoso
Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigidas
pelos jornaes de m ior circulacao, attestam
a eficacia.
Depsitos:
Drogara dos Srs. Francisco Manoel da
Silva & C, ra do Marquea de Olinda
n. 23.
Pharmacia Martina, a ra Duque de
Caxias n. 88.
Pharmacia Oriental, roa Estreita do
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Fer reir, roa do
Barao da Victoria n. 14.
Pharmacia Imperatriz, ra da Impe
ratri n. 49,
Ficderico Chaves Jnior j]
Homoepatha
39 ROA BARO DA VICTORIA 39/ '
Prlrarlro andar { j
Dr. Silva LeaJ
CLNICA MEDICO CIEDBGICa
Consultorio e residencia rna do Llvramentc
a. 6 1 andar. Consultas das 11 s 3 horas da
tarde. Chamados a qualquer ora,po rescripto
X$e
Leonor Porto
Rua Larga do Rosarlo i
mero <
SEGUNDO ANDAR
Contina a executar os mais difnceis j
tk'urinos recebidos de Londres, Pariz,<
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicSo de costaras, em
em brevidade, modicidade em precos e
fino gosto.
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i
Advogado

ss.a. :l:i::::::ss:sa
Mudou o sea escriptorio para a rna do
Imperador n. 32. pr.meiro andar, onde
pode ser procurado de 10 da manila s
da tarde.
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parte iro trata com especia!) -
dade de molestias de senhoras e creanas
Consultorio e residencia ra da impe
ratriz n. 18, Io andar.
Consultas de 8 s 10 da manhl.
Chamados (por escripto) i qualquer ho1*
TKLEPHONE N. 226
s familias
Ensino de prmeiras lettras, por-
tugus, frncez e inglez ; pelas
residencias dos alumnos, de: tro
da cidade e em seus arrabaldes :
a tratar na ra do Imperador n.
75, 2. andar.
Dr. Bastos de Oiiveira
tem o sea consultorio medico-cirrugico i
roa do Mrquez de Olinda, n. 1, 1. an
dar, onde p/!e ser procurado todos os
dias nteis das 12 s 3 horas da tarde.
Chamados a qualquer hora em sua res i
dencia, ra do Hospicio n. 46.
Telephone n. 365.
Cirurgio Dentista
DR. BOBERT P. RAWLINSON, for
mado pela Universidade de Maryland not
Estados-Unidos, tem aberto o seu cnsul
torio, na ra Barao do Victoria 18, Io an
dar.
Consultas das 10 s 4 horas da tarde.
COMMERCIO
Revista do JVercado
Rkcifb, 8 ds julho >k 1860.
O movimento oa praca liraitou se a transac.
Oes no mercado de cambios.
Bol
sa
COTA9CK8 OFFICIAES DA JUNTA DOS COK-
RETOBES
Reae. 8 tu Jutho de 18SO
Aceites do Raneo de Pernambuco. valor realisa-
do de 40* a 47* cada urna.
Cambio sobre Porto, 90 d/v. 127 0/0 de premio,
do banco, hontem.
Na Bolsa venderam-se
30 accCesdo Banco de Fernn-buco.
O oresidente,
Antonio Leona do Kodngues.
O secretario,
Eduardo Dubeux.
Cambio
PRACA DO RECIFE
Da 7
Os bancos abriram a 23 1/2 nominal, saccan
do at 2 boras da Urde a 23 5/8 o Sul America-
no e o Banco de Pernambuco.
Daquella hora em diante recusaran! todos car cima de 23 1-2.
Em papel particular no bou ve negocio.
PRA(A DO RIO DE JANEIRO
Taxa naneara 23 3/8 nominal, negocio parado
por emquanto.
PRACA DE MONTEVIDEO
Houve pnico no sabbado uliimo no mercado
monetario.
PRACA DO BECIFE
Dia 8
Os bancos mantiveram a taxa de 23 1/2 at
meio dia. qnando baixaram todos para 23 d., fa-
zendo pouco negocio.
Papel particular foi pastado a 23 3/4.
PRACA DO RIO DE JANEIRO
O mercado abri a 23 3 8 baaeario, baixando
at a taxa de 23 d.
Mais tarde nrmou-se outra vez, fechando fli
me a 23 /8 baocario, com negocio em papel
particular a 23 3/8.
Algodo
Nao bove negocio, colando re o de 1' sorte a
84200 nominal.
Aexportacio feita pela alfandega neste msi at
o dia 4 constou de 2.000 kilos, para o interior.
As entradas verificadas al a data de hoje, so-
bem a 1.042 saccas, sendo por:
Barcacas.....
Vapores .... 298
Animaes..... 7*
Vis-terrea de Carnar. 44
Vii-ferreade S. Francisco. 20
Via-ferrea deLimoeiro 6O0
Somma. 1 042 Saccas
Assaear
s Breos pagos ao agncnitor, por 15 kilos, se-
gaado a Associacao Commercial Agrcola, Ibram
SST': 3*700a4*0o0
Branca..... 3*000 a 3.6 O
Semenos..... 2*800 a 2*700
Mtfo purgado 1*400 a 1*700
KT. 1*300 1 1*800
.... i*fl00al*2O0
A exportaco feita pela alfandega oeste mez
at o da 0, constou 666.409 Utos, sendo 800.000
para o exterior e 366.409 para o interior.
As entradas venOcAdas at a data de oje so-
ben a 4.856 saceos, rendo por:
Saccas
%
Residencia Ra Imperial n. 148
TelepnoBe n. 102.
3S&.
fc
-&
AS YIGTIMAS DAS PEBRES
O Elixir iii fibrll Cardase, appro
vado em 21 de Marco deste anoo pela Inspectora
Geral de Hygiene do Rio de Janeiro, vem boje
apresentar-be humanidade soffredor do mun
do ioteiro, como taboa de saivacao que ao infe-
liz naufrago lhe enviada por mo omnipotente!
O Elixir anli f toril CardOfto, appli-
rado em muitissimos easqa^e febres, tem, como
eor milagre, levantado do lelto da dor a comple-
top moribundos.
srste remedio, com posto smente de vegetaes
E inteiramente iooffensivo, ainda mesmo na mais
mimosa e tenra cria na.
As senhoras, no estado de paridas, oa no pe-
i odo de incommodos naturaes, podem usai o
sm receio algum.
Depsitos
Drosaria dos Srs. francisco Manoel da Silv
4 O, ra Mrquez de Oliod > n. 23.
Pharmacia Martins, ra Duque de Caxias
o 88.
Pharmacia Oriental, rea Estreita do Rosario
o. 3
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra do Barao da
Victoria n. 14.
Pharmacia Imperatriz, ra da Impera triz
o 49.
Para qualquer explicacao podem dirigirse ao
autor Manoel Cardoso Jnior, ra Estreita do
Rosario n. 17.
Dos innmeros atteslados que temos, damos
em seguida principio a sua pubiieacao ; e isto
bastara para que sejam conhecidas as virtudes
do Elixir anti febril Cardoso.
Ate-taJos
N. 46
Sr. Manoel Cardoso Jnior. -Presente-Recifc,
30 de Juoho de 1890.
Amigo e Sr.-Tendo adoecido, em Janeiro de
1889, minha tutelada de nome Thereza, de 7
anoos. com ffbrf, con rspaco de dous diasap
pareceram lhe urnas pintas pelo corpo. indicando
bexigas. Appliquei o ,-eu El.xir auti-febrii que
me bavia sido reetmmendado por uui aniio e
com o uso do me.-mo Elixir durante tres dias.ao
tei com graudo adiuirayo as pintas estarem sec-
cando, apparecenJo em >egui >a dous pequeos
tumores. Chamei o medico para tratar e o pro
prio declarou me que linha sido produzido das
bexigas, ticando ella lugo completamente resta
belecida.
Por acbar que o seu ptimo Elixir anti febril
deve ser conhecido do publico, llis dirijo a pre
sent.
Sou com estima e coasider cao seu amigo e
aliento criado.
Manoel Jos du Silva Oiiveira.
Barcacas ....
Vapores.....
vmmaes....
Via-ferrea de Caruaro.
Via-ferrea de S. Francisco,
"ia-ferrea do Limoeiro
Somma.
3 195 buceos
... G
H'J
15!
1.083
uo uros
ris
Cftiiro
salgados 395 re.
4.556 S.ceoB
e os verdes a 240
.gurdeme
Cota-se a 93*000, por pipa de 480 litros.
Alcool
Cota-se a I85*00u por pina de 480 litros.
Mel
Cota-se a 55*000 por oipa de. 480 litros.
Pauta da 4.Ifasaetea
>E3iaia ds : a 12 de jolbo de 1890
Vide 0 Diario de 6 de Julho
Cavos descarga
Barca noruegnense Carta, varios gneros.
Barca noruegnense spes, carvo.
Barca nacional Mariannutliu, xarque.
Barca uoruegueose Floke, carvao.
Barca allem Edwaids. varios teneros.
Barca uacionl Mana Augrlma, xarque.
tiar:a norueguen.-e BratUu/n. carvao.
Bngue uoruegueBse FaiitUien, carvao.
Brigue norueguense Supine Siculine, carvao.
Escuna allem Jo/wmi. xaiquc.
Lugar nacional Luyo, xarque.
Lugar nacisnal Tigre, xaiuue.
Lugar norueguen:r- 7111 ca vao.
Lugar nacional D. Lu Patucho noruegueuse L/igus. .xarque.
Patucho uuruezuense Heunk Wergelaud, xarque.
eaiacno ueco Sin, xarque.
Patacho dinamarqus Jugor. xerque.
Patacho nacional Manuku II xarque.
Patacbo hollandez Voowaarts, xarque.
Patacho hespanbol Joieiii'ura. xarque.
Putocbo bespanhol Batlcsin; xarque.
Patacho uorueguense Rabbi, xarque.
Patacho nacional Rival, xa 1 que.
Insportaco
Logre inglez Sunbeam. eutiado de Terra Nova
em 8 do crreme e consignado a Blaikouro
Needbam & O. tnan'.feetcu :
Bacalbo 2.300 Darricaj e 1,600 meias ditas
orden.
sSiooriaco
becifb, 7 os julho i> 1890 m
fara > exterior
No vapor inglez Actor, f*n Liverpool, car
reuaram :
B. Needhan & (*... 13 barrios com 950 kilos
de borracha le mauualc ..
r'ira o auenor
No vapor franciz Vcrahyba, para Santos,
carregaram :
H. burle & C, 850 saceos com 51,000 kilos de
de assucar branco cbfiO dilo ccoi 39,000 ditos
de dito mascav.do.
P. Carneiro O. 1.400 saceos com 81000
kilos de assucar branco
Maia & Rezende, 10 jipas com 4,800 litros de
alcool.
No vapor nacional Guakj, para Bihia, car-
retn :
F. A. de Azevedo, 100 caceos com 7,500 kilos
de assucar mascava..
Para Penedo, o rre;uu :
M. Tavares, 4 oarnca com 240 kilos de assu-
car refinado.
No vapor oacioo.l Muos, para Manaos,
carrecaram : *<,-,
P. Alves & C, 52 harr.s rom 4,492 litros de
agurdenle, 3 latas ..om 180 kilos de assucar
rentado 78 barucas com 4.418 ditos de dito
branco.
J. Borges, 80 volumes com 5,889 kilos de as-
sucar branco.
P.Pinto 4 C, 65 barri cem 6,240 litros de
agurdente.
N. 47
Sr. Manoel Cardoso Jnior. -PresenteHa vea-
do sido o nosso empregado Sebastlio Antonio da
Silva, com 12 annas de idace, accommetti lo de
ama lebre gravissima, appllcmos lhe, a con
seibo d'um hbil sharmaceatico, am soadooro
de jaborandy, mas eem proveito algum; tetnpo
depois demos lhe um purgativo de ricino, qne,
como o primeiro remedio, foram infructferos.
Desengaados assim do resultado que almeja-
vamos colber d'elles, resolvemos empregar o seu
Elixir antifebril, e com successo tao feliz que
no dia seguate j o enfermo nao manifestava
signaes de febre, comecando, porm, neite a
apparecer lhe pequeas erupces caracteristicas
da varila,que ticaram circumscriptas nos pontos
onde assommaram.
Continuando com o mesmo tratrnoslo em do
ses mais moderadas, acha se boje o referido em-
pregado livre de to terrivel flagello e portanto
em convalescenca.
O que deixamos enounciado amrmamos 30b
nossa palavra de boora, que a genuina exprs
sao da verdade, pelo qu 1 nao cessaremos de re-
commendaro uso do alludido Elixir a quem quer
seja atacado por febres.
Coocluindo, tomamos a liberdade de nos sub
screver
Com particular estima,
De Vmc. atiento e criado.
Ra Duque de Caxias n. 105.
Recife, 3 de Julho de 1889.
A. M. da Rosa & C
N. 48
Recife, 3 de Julho de 1890.
Cidadao Manoel Cardoso Jnior.Presente-
Para livrar a bumanidaae da terrivel varila, en
vio vos a presente, narrando urna maravilnosa
cura d'esta molestia com o emprego do vosso
Elixir anti febril Minha sobrinha de 4 annos de
idade, foi accoamettida d'ella e tratando a ras-
dicinalmente, va a quasi me ribunda, melborando
aps 30 dias de atrozes soQVimenios.
Sendo a mae da mesma, minha irma, contami-
nada pela mesma molestia, asei do vosso Elixir,
ministrando urna colber das de sopa, de hora em
hora, da maneira que recommeodais, tirando o
melhor resultado possivel.
Em 4 dias vi debellado o horrivel mal e minha
i-maacba-se completamente restabelecida, nao
bavendo o menor indicio de ter soffrido d'elle.J.
Seria falta de gralidao drixar no olvido o occor
rido e permitlindo-vos que facaes d'esta o uso que
vos convier, firmo me, com toda a estima,
Vosso amigo criado e obriuado.
Ernesto Rosa.
N. 49
IHm Sr. Manoel Cardoso Jnior.At'eslo que
fui accommetlido de varila, no dia 10 dn Juoho
prximo paseado, e fazendo uso do Elixir anti
febril Cardoso, conforme manda a receila, logo
que coniecararu a sahir, obtive o melhor resul
tada, pos ellas nao tiveram fo-ga para augm-n
taredesappart-cram completam-ute com es paco
de 4 dia ; acbandome al hoje com perfeia
sade. Fago o presente, podendo o Sr. fazer uso
como lhe convier.
Recife, 3 de Julho de 1890
Do criado respeifaror
Joaquim do Reg Medeiros Vasconcellos.
N. 50
Illm. Sr. Manoel Cardoso Jnior.E' pessuido
do mais profundo sentiinenio de gralidao que
n'este momento dirijo me a V. S.
Accommetlido da terrivel lebre amarella que
prostrou me no leito por 8 das, foi chamado
para tratar-me o Sr. Dr. Antonio Jos Ferreira
Alves que receitou-m'i o Elixir antif S.; leudo experimentado, dentro de 21 horas o
effito prodigioso d'esse milagroso remedio, que
por si s restabeleceu me da terrivel molestia
que tantas vidas preciosas u' u ccifado, na > po.-so
resistir ao desejo de vir teslemuohor a V. S. por
meio d'estas liohas a minha gralidao e admira
cao. Realmente, os homens que como V. S. no-
gitam dos meios de debelluroses males que tan
tas veze.* le.n derramado a viu.cz, a orpbandade
e o lulo em urna cidade inteira.sao merecedores
da gralidao da humanidade.
Aqui, do antro da m na obscuridad*, envio-
Ibe esta modesta pro va de ininha gralidao e un
toriso-lhe a fazer d'ella o uso que lhe convier.
Sou com estima
De. V. S.
Admirador, criado e amiga ohriaado,
Antonio de FigneirnL).
(Estavam selladas c recouhecidas as tirinas).
4m.
Cidade de Pelotas
Attesto que o Peitoral de Cambara,
preparado pelo Sr. Jos Alvares de Soasa
Soares, um excellente medicamento,
empregado com muito bons resultados as
molestias broncho-pulmonares.
Dr. Seraphim J. R. de Araujo.
(A firma est reconhecida.)
ajA. Moohard, 22 barricas com 1,5.17 kilos de
assucar branco.
M. J. Alves, 40 barricas com 1,992-kilos de
assucar branco.
Para Para, carrecaram :
A. Cesar da Silva. 40 barricas cora 2,689 kilos
de assucar branco.
Amorim laaos 4 O, "50 barrios com 3 845
kilos de assucar branco e 50 barris com 4,800
litros de agurdente.
Para Maranhio, carreffou :
J. Marlios Dias, 2 caixas com U8J i/2 kilos de
rape.
Na barcaca Theruinha, para Paranyba,
carregon :
J. baptista, 30 saceos com 2 000 kilos de
ilbo.
Keudluaemo* pblicos
HBZ D> JUi.'i.i
Aijandega
Renda eeral
Do dia 1 a 7
dem de 8
54518*488
14:522506
Renda do Estado de Pernamliuno
69:040/994
Do dia 1 a 7
dem de 8
15:154*379
3:1162il4
Somma total
18 270673
87:311*667
Segunda seccao da Alfandega de Peroamouco,
8 de Julho de 1890
O toesoureiroFlorpnmo linmingues.
O chele da seccaob. J. m Fonseca.
Reeebedorla do Estado de
Pcrnaaobnco
Do dia 1 a 7 58 8967U
dem de 8 12.785*333
71.682*044
Recife Drslaage
Do dia 1 a 7 1:413a83
dem de 8 ,
lliuhelro
1413*803
RECEBIDO
Pelo vapor nacional Guany do sul para:
Pereira Carneiro *C. 4.c05*o00
Francisco Ribeiro Pinto Guimures 850*000
Fonseca Irmaos 4 C. 5O-*8.10
Mendes Lima 4 C. :lls*o!
Euzebio da Cuuba BellrSo 1U2*'J70
Pelo vapof nacional Para,- do noru, pare:
Seixas 4 Irmos l0.4O*O0O
Fonseca Irmaos 4 C. 4 000*000
Rodrigues Luna 4 C. 3 500*000
Ferreira Guimaraes 4 O 3.344*380
London 4 Brazilion Bubk 3.160^000
Jobnston Pater 4 O 3.000*000
Amorim Irmos 4 C. 2.336*fiOO
Duarte 4 C. 5 Ol'OOOO
Fraga Rocna 4 O 1.666*370
Antonio Duarte Simes & C. 816*550
David Bailar 7t 1*380
Pelo vapor nacional Manaos, do sul, para:
Bernardina Lopes Albeiro 4.000*000
Martins Fiuza C 2000*COO
KXPKD1IX
Pelo vapor naciom.1 Para,* paia :
Rio de Janeiro i 53 200*000
Movluteato do porto
Navio entrado no dia 8
Terra-Nova- 37 dias, lugar in>lei Sumbean,.
de 195 toneladas, capiao Richard Wolbar,
equipagem f, Cr^a bacal ha o ; a Johnttou Pa-
ter 4 U
Navio tahido no metmo dia
Babia e escalaVapor oaclocal Guaby com
mandante Domiqjog Viega, ca-ga varios g-
neros.
A thyslea elrurgca
Nao s se curar radicalmente mediante
o uso do Peitoral de Anacahuite, todos os
casos ordinarios de toase chronica, bron
chites, catharros, asth na, etc mas sim
tambem mesmo quando a molestia haja
. ffectado seriamente os orgSos da respi-
racSo, seus progresos podem se atalhar
pelo sspago de annos intuiros, e a appli
cacao do remedio proporcionar am allivio
instantneo e indefinito.
Nao ha necessldade de abrigar oa ter o
menor receio relativamente aos seos affei-
tos, mesmo durante os periodos mais
avangados de debildade.
Na sua elaborada composicilo nSo entra
opio, nem acido prussico, nem antbimonio,
nem nenhuma outra droga nauseabunda,
e sim tao somente composta e preparada
da extr-coao dos suecos d'uma arvore bal
samica do Mxico, a qual possue as pro-
priedades as maie admirareis e curativas, e
as suas caras silo realmente msravilhosas.
Como garant 1 contra as falsificares,
observe se bem que os nomes de LaDman
& Kemp venaam estampados em letras
transparentes no papel do livrinho que
serve de envoltorio a cada garrafa. Acha-
se a venda em todas :s boticas e droga
ras.
Barra IVlaaga
O Peitoral r Cambar, importante pre-
parado do Illm Sr. J. A de Souza Soares,
de Pelotas, pr>ssue propriedades balaami
cas pronuuci-das, e exerce icflueneia be-
nfica em todas as affeccoas citarrhaes,
principalmente as do appareibo respira-
torio e geoito urinario.
As i.ffcyoes catharraes do larynge, dos
bronchios e da bexiga, quando primitivas,
cedem promptamente ao uso reiterado do
Peitoral de Cambar.
As secrecSrs muco-purulentas, aympto
matiaas da tuberculoso pulmonar, modi-
ticarn se vant .josamenje, tornando mais
desembar<*cado o campo da hematose pul
mimar.
E', portanto, o Peitoral de Cambar,
um heroico meio preventivo e um auxiliar
no tratau.^nto da tysica pulmonar, tao
frequente no Rrazil.
Dr. Uria A. da Silveira,
(A firma est reconhecida.)
Muita atten^ao
O abaixo ossignado, legitimo cessionario dos
beus dcix idos por Jo?e Cordeiro do Reg Ponies,
fallecido n'eMa CKlatfe do Bi-cife, Ueuarando com
um aiiniiucio no Diario du 3 do correnle, offere
cend d'aquelles Deiis ClgOOB predios venda,
previne ao coinmercio e ao puolico d'este e dos
UHdsEsUdo, que uao facain trans-ccao alguma
com os Dos aO.ixo declarados, perteiicenies ao
de *.
uo da 7
neceado JSBuaiclpal
U djovuueiiiu oeste mercauu
foi o seguitue :
Entraram :
27 bois pe*ando 4,146 kilos.
804 kos de'peixca 20 ris
8 1/2 cargas com fannha a 200 rs.
27 ditas de tructas '1 versas a300rs.
1 32 1/2 columuas < 600 rs.
101 talioieiros a 200 rs.
6 .sumos a 200 rs.
1 eseriolorio a .100 rs.
lose
de Julbo
16*080
1*700
8*100
19*500
20*200
1*200
300
73 coiii|;artimeuio8 com farinha a 500 36*500
15*000
3o ditos de comidas a 500 r.
'.U ditos de legumes e fazeuas
400 rs.
15 ditos de suinoi- a 700 rs.
9 ditos de fressura? a 600 rs.
S dito* de cainaies a 200 rs.
37 Utihos a 2*
Reodimcnto de 1 a 6 do torrente
364400
lOioOO
5*400
1*100
74*000
245*880
1.425*840
1.671*720
Precos do dia:
Carne verde de 240 a 480 ris o kiJo.
Suinos de 56t a 64o rM mem.
Carneiro de 640 a 800 iuem.
Sirinha-Je 500 1 640 ris a cuia.
ilho le 36o a 440 ris ideui.
Feijo de 1* a l*i00,itlrm.
mesmo espolio, pois que os tribunaes do paiz
anda nao se pronunciaram definitivamente a
respeito, por isso estando disr.osto a bavel o do
poder de quem os tiver oblido por qualquer rao
do, faz a presente declaracao para que mais lar
de nfio se allegue ignorancia oa ba f por quem
quer que seja.
Os beos sao os seguintes : casa terrea ra
Imperial n. 48, dil?. na ra do Nogueira n. 33,
sobrado no pateo de S. Pedro n. 3, dita na tra
vessa do Carmo n. 12, 7 armazens ua travessa
da ra Pedro Affooso, antiga da Praia, ns. 2 a
14, am armazem ua roa Nova da Praia, antiga
Ci.es do Ramos, n. 24. um sobrado da ra Pedro
Alfonso, antiga da P.-aia, n. 57, um armazem na
mesma ra n. 61, um dito na mesma ra n. 63,
um dito oa ra Nova da Praia, amigo Caes do
Ramos, n. 42, um dito na mesma ra n. 44. 44
apolices geraes ns. 300.022 a 300.029, 208 914 a
208,915,248.665 a 248,671. 248 67 a 248,676,
163 589 a 162 593, 162 594 a 162,598. 84,346 a
84 355, 248 663 a 248.664; 24 apolices p-ovin-
ciaes, ns. 1,885 a 1,888,1.170 a 1,182, 1,269 a
1,278 17 accOes do Banco do B-azil, ns. 152,639
a 152,658.
Em tempo, o abaixo assigmdo declara lia ver
do mesmo modo todos ss rendimentos e os mais
que at esta da'a tm sido recabidos pelos p-o-
caradores de Antonio Jos Machado, residente
em Portugal, Manoel Roberto da Costa oa Costa
* Medeiros, da ra do Amorim n. 39, uesta ci-
dade do -Recife, onde sao situados todos os
bvu.
Recife, 5 de Abril de 1890.
Jos Soares doAmaral.
ras da maaha s 2 horas da
larde. s
Secretaria do Hippodro-
mo do Campo Grande. 8 de
Ju!hodel890.
* O presidente,
Joaquim Innocencio Gomes.
i-B
Elixir sedativo e anti-rheumatieo, formula
do pharmaceutico Hermes de Souza
Pereira.
SEM MERCURIO
Approvado pela Inspectora Qeral de
Hygiene
Este poderoso medicamento j bem co-
checido ha mais de 10 annos e cujos ina
ravilhosos effeitos tem sido af estados por
amitos mdicos e numerosos doentes, cura
radicalmente os bhecma ismos, erysi
PELAS, SYPHILIS SSCROFOLaS -e todas as
molestias que teem per origem a impuras
do sangue.
O verdadeiro e mais antigoElixir de
cabeca de negro o da formula do jthar-
maceutico Hermes de Souza Pereira, e
para araotia dos consumidores traz eile
em seus rtulos e envolueros o retrato do
autor.
Vende-se a varejo era-todas as phar
raacias e om atacado na pharmacia Fer
reir, praca de Maciel P-nheiro, n 19,
(antiga do Conde d'Eu, e na drogara de
Francisco Manoel da Silva & C, ra do
Marque de Onda, n. 23.

MEDICO HOMEPATA
IN D EMNISADORA
(iompaflliia de Segaros
MARTIMOS E TERRE3TRF
Eoiabrlrcldaem 1SSS
Estado fiaancelro em 31 de e-
zembro de 1889.
Capil.il l,0U0:000>000
FoiiiJo de reserva
Sinisiros pagos 1,776:683^000
4 4Ra do Commer^'n44
(Dr. Baitiaw da Silveira
Especiadadefebres, molestias
das criancas, dos orgos respirato-
rios e das senhoras.
Presta-se a qualquer '.hamaco pare
era da capital.
AVI
Todos os chamados devem ser di-
rigidos pharmacia do Dr. Sabino,
ra do Baro da Victoria n. 43,
onde se indicar sua residencia.
DECLARACOES_____
Devedores daFazenda
Por esta secyao se faz publn o que lie i m r a 'o
O pratO de 8 mas, contados da Jala da pRWO
declaraeo para os devedores do imposto de in-
dustrias e profissoes, relativo ao exercicio de
1890, virem pagar os seus dbitos amigavel-
mente, ce-tos de que se nao o fuereui serao as
respectivas cerlides remettidas ao juizo dos
le i ios para a cobrauga execuliva :
Anlonio Cundido de Araujo Maia 18400, An-
dr Affonso A FtHios 393rO0. Alves InoatH C.
98900. ^nlonij Adoipno Leite do Rejjo 283751,
Alvt-s & Santos 39 res de Mello 28*750, Francisco Alves de Mello
Tico 9*200, Guilbrrrae Low 28*i90, Goocalves
Ferreira v C. 40250, Jos de Hjllanda Cav.il
ranie20i25 Joao Duarte llibeiro ::4lo0. los
FetjO d'Alhuiuerqne 57*500, i jaquim Ferreira
Alves 18*400. Lu.z Augusto Coelno Cintra-----
27*600, Maia Rodrigues 4 C. 51*750, Marcelina
da Conceicao Mumz Moraes 31*050, M.moel Jse
Ferreira Netio 24*150, Silva A C. 40*250. Souza
Borges & C. 42*550.
Contencioso da The.-ouraria de Fazenda de Per
namluco, 7 de Julho de 1890.
O 1. escripturario,
Jos Guates da Silva.
Pede-se aos Senho-
res consummidores
que queiram fazer
qualquer communica-
Qao ou reclama^o, se-
ja esta feita no escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
29, onde tambem se r e-
ceber qualquer conta
que queiram pag-ar.
Os nicos cobrado-
res externos sao os
Srs. Hermillo Fran-
cisco Rodrigues Frei-
r e Manoel Antonio
da Silva Oiiveira, e
quando for preciso o
Sr. Antonio Martins
Carvalho.
Durante a minha au-
zencia temporaria to
dos os recibos desta
empreza devero ser
passados em tales ca-
rimbados e firmados
pelo Sr. engenheiro,
Samuel Jones, sem o
nao tero valor al-
que
g-um.
George Windsor,
Gerente
-
Thesouraria de Fazeoda
London St Brasilian Bank
Limited
i2u Sacca por todos os vapores sobre as cai-
cas do mesmo banco em Portugal sende
im Lisboa na dos Capellistas n. 75. No
'orto, ra dos inglezes.
SEGJKOS
MARiTIM0S contra fogo
tepanhia Phenix Per
namhucann
RA DO COMMERCIO N. 46
0 Dr. secretario da junta da Thesouraria de
Fszonda pede nos para fazer constar aos abaixo
declarados que na R'aruco dos Correios desta
cidade acham se detidos por falta de pagamento
do respectivo porte offi;!0* dirigidos ao coverno
eral a iuleresses particulares dps meamos se-
nhores:
Manoel Silvest-e Ferreira Bastos.
Frederico Figueira de Saboia.
{ i 0:376$000 Saoder Broth, rs C
P.y. /no*n Domingos da Silva Torr.;?.
Tenente coronel Francisco G mgalves Torres.
Firmioa Al-zandrina de a guiar.
Casemiro Fernandes & C.
Baro de 1 tamb e outros.
North Brazilian Sugar Factories.
Great West, of Brazil Rairwjy Limited.
Malaquias Jos Pereira.
A. D Carneiro Viauu. ,
Cooselbeiro Joo Silveira de Souza.
Silva Guimaraes & C.
Coronel Sebastiao Alves da Silva. .
Manoel da Cunba Lobo.
Francisco Lauria 4 C.
Candido Sodr 4 0. -<
Fernando T. do llego Barroca.
Telesphoro Lopes de Siqueira,
Antonio Francisco Corga.
Bernet 4 C.
Henrique A de Alboquerque Milet.
Sania Casa de Misericordia.
Jobnston Pater 4 C.
Cbargeurs Reuns. _
Vapore a entrar
MEZ DE JULHO
Europa....... Parahybu........ 9
Sul........... Vle de Ceai..... *2
Norte......... Alagos........... 14
Europa....... Buenos- Ayres...... 16
Europa....... talicia............ 17
Sul.......... AUtanca.......... 21
Norte........ Admnce....... 28
Vapore a sahir
MEZ DE JULHO
Babia e esc Jaculiype.......... 9 as oh.
Santos e esc.. Parahyba ....... 9 as 3 b.
Havre e esc.. ViUed Cear...... 13 as 3 h
Sol.......... Alagos........... 14 as 5 h.
Fernando___ Beberibe.........15 as 12 h
Lyerpool.....Galicia............ 17 as 11 h
Santos e esc Buenos-Agres...... 17 as 8 b.
New-York ... Alliattfa.......... 21 as 4 h.
Sal.......... Advance.......... 29 as ib.
Hippodromo do Cam-
po Grande
Convido aoscidadaos pos-
suidores de aegoes preferen-
ciaes, emittidas por este Hip-
podromo, para receberem da
mao do cidadao thesoureiro
os juros correspofldentes ao
1. semestre do ?. anno, que
serao pagos aos portadores
de hoje at segnia-feira,
14 do correte, das 10 o-
\a Rrcwiarla ds naoiu Cura de Mi-
Ni-ricoriiia alugam He a aesuinte
canal :
Ras :
Seie .le Setembro n 22 40*030
Viracao U. 19 20*000
oronel Suassuna n. lil 20J000
Dominis Tbeotonio n. 38 16/666
Hestauracao n. 25 15*000
Dita n. 27 15*000
Bom Jess 3 andar n. 13 15*000
dem Ioandar loja n. 14 41*666
Amorim 1 andar n. 23 15*000
Dita 2 andar n. 23 15*000
Dita armazem n. 64 30*000
Vigano Tenorio Io andar n. 25 25*000
nia 2" andar n. 25 20*009
Dita lela n. 27 15*000
Bispo Sardinba 1 andar o. 11 16*666
Domingos Jos Martins, terrea n. 16 20*000
Dtan 18 15*000
a n. 118 16*666
Dita 1' andar n. 132 15*000
Dna 2* andar n. 132 15*000
Jompanbia Pernarabucan loja n. 30 15*000
Madre de Deus armazem n. 2 12*500
Burgos terrea n. 21 14*000
Lapa o 2 14*000
Becco do Abreu 2o andar n. 2 8*000
S.Loorenco da Matt?., terrea 5*000
Quadro da Detenco n. 4 6*00
Banco do Brasil
'"; Paga se o dividendo das acQes deste Raneo,
relativo ao semestre nodo, oa razao de 10*000
por cada urna das antigs accOes, e na de 3*000
por cada urna das novas, no escriplorio de Pe-
reira Carneiro & C, a ra do Commercio n. 6,
p-uneiro anda'.
Sociedade Refinaria e Di?ti-
lacao de Pernambuco
Sao convidados os senhores accionistas a rea-
lisarem a oitava entrada de 10 0/u, equivalente
a 20*(KW por acro, at o dia 16 do correte
mez, de accordo com os arta. 8 e 9." dos esta-
tutos, no esen pt. rio do Exm. Sr. thesoureiro
Bariode Petroliua, entrada pela ra do Jorres
n. 48,1- andar.
Recife, 1- de Julho de 1830.0 presidente, ,"
Joo Fernandes Lopes.
Banco do Brasil
Pelo presente sao convidados os .'euhores ac-
cionistas desle banco a realisarem no escriptorio
de Pereira Carneiro & C, a rea do Commercio
ti (i 1" andar, do da 2 a 25 de luido prximo,
10 0/0 de entrada ou *0*00j por accao.da nova
emis. ao. >Nessa occasiao 8'.*r facultado aquelles
que quizerera entrar cem mais 10 0/0 ou 40*000
poraeo, re alisando assim 50 0/0 do capital.
Recife. 16 deJunbo de 1890._________
.idminitracfl ao* Cttrreio do E-
(ado de Pernambuco. em S de da*
Ido de 18tM
Por esta reparlico se faz publico, pira conhe*
cimento dos interessados, que de conformidade
com a circular da directora geral dos Correios
n. 85 de 26 de Jucho lindo, os magos de exera-
piares de ioroaes que as redaccCes deste Estado
hooverem de remeiter para serem distribuidos
pelo correio, devera) conter n'om dos ngulos
do respectivo endereco as palavras Para di-
versos
0 administrador,
Alfonso do R en Barros.
Empresa da estrada de
ferro do Ribeiro
Bonito
Emittj accOes a preco integral.'lOtt cada
orna, venceqdoiaros de 6 0/0 ao.annd, garanti-
dos pelo gemino geral. E!rjptorio 0. ?4, a
rnaD-jqoe- C i

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. Diario de PernambucoQtarla-feira 9 de Jtalhp de 1890

*.
Veneravei irmandade
S. Sacraaiei
DO
lo a Matriz do Corp*

Xo tendo anda comparecido numero legal
e irmos ara proceder so a eleico doj novos
Jaoccionarioj que leeai de dirigir a irmandade
darante o tnno coroprorois-sal de 1890 a 18U1.
yor ordem do irmo juii, convido de nove a 10
Ice 03 i.ossos irmos a coriip-recerero tm o dos
m> sonsistono d quima fera 10 do crreme,
pelas 3 horas da tarde. Coaforuie o cotnpro-
nisso sera constituida id. si. teja quul ftr o nu-
mero de irmos que comparecer.
Consistorio da irmandade do SS Sicroroento
a mairix do orpo Santo, 8 le Julbo ce 18K).
O e^envao,
Gabriel I. da* Nev* Cnrdneo.
Sociedade
DOS
Artistas Mchameos e Li-
beraes
De ordem dadirecteria, scienlifico a todos es
siembros de.-tu associacao, que se achara em
atraso no pagamento de suas conlribuictes men
saes que foi rtsolvido em assembla geral de
19 do mez lindo a .'oncesso de um indulto me-
diante a entrada de 10J00O dc praso iniproroga
vei de noventa dias, a contar da data daquella
res-luco, g> .ando os indultados de todas as
vant'geas da beneficencia de accordo rom o res-
pectivo rt-gulaiDbtiio, teis eros depois da data
da quit; cao, dentro do men ionaJo praso. licau
do eliminados lodos aquel les que no mencionado
praso nao se utilisir do referid indulto.
Secretaria da Sociedade dos Artistas M> ch.ni-
eos e Lioeraes de Pernambuco, 1 de Ju.ho de
1890:O 1 secretario,
Joaquira Lopes Teixeira. \
PROVINCIADOFAaZT
Obras publieas
ESGOTOS
Em virtude do que determina o decreto n.
135, de*!! de Abril do correle auuo, c (e or-
em o cidado director d'esta reparticap, de
liaro em concurrencia, por espaco de 6 raezes,
contados da data do presente dual, o estabule-
omento de urna rede completa de espotos para
a capital d'este Estado, de accordo mi as se-
ynintes
MstraccOes para a concessao de um privilegio para
esbeUcwieiUo de urna rede completa de esgo
tes conloante os principios tecknicus e clausulas
thuixo desenptas.
Concurrentes e propostas
1.* Os proponentes devero ter pieno conhe
omento de todas e* circomslancig locaes e
ispr dos recursos necesanos para iniciar e
jimar os tratalhos e a presen tarto garantas
para fiel e completa execuco das obras.
As propostas e todos os papis que a acompa
nharem devero vir sellados e reconhecidas a:
armas.
Os proponentes assignaro as propostas com
es Domes por extenso, indicando a sua residen-
cia.
As propostas devem ser acompanhadas:
I. De um conbecimenio de deposito da quan
lia de dez contos de ris un dinheiro oo apoli
ees da divida publica geral ou d'este Esterio, nao
se tomando em consideracao as que omittirem
ale conb'-cimento.
II. Dos documentos que pro vito ter o propo-
xrnte a necessaria idoneidadc pt< ll.-.-icnal.
II. Das tabellas das laxas que deverao pa-
jear semestralmenle na inesina oceasau da co
hrani,"i da decima urbana e sob as mesmas con-
Wices. todos os predios existentes uu que foreui
construidos dentro dos limites da cidade e su
karbios servidos pela rede de esgoios. segundo
i valor locativo, para occorrer au 'U.-teio do
servieo. remunerado e araoriisac& do capita
eSeclivamente etrpregado na lonstructao. Es-
aas laxas sero arrecadadas pela leparligo com
plente do Estado, conjuntamente com a dcima
arbana as mesmas ronuites e entregues
fajpanhia cu empieza que se u-'gamsar, per se
esir-s vencidos
IV. Da redueco das dilas laxas oo case em
.roe seja dada companlua ou euipreza a isen
;io dos direnos de importayao para o material e
Itr/aroenia importados do estrangeiro.
V D > praso, para ap^tseoiaco dos esludos e
planos definitivos das obras, e de lodos os deta-
lles das inesmas que sejam exigidas pela dir
tloria das obr. s publicas, pelo e"genheiro liscal
etc.. e bem assim os pa.-o.- paia o unci e con
tajo das obras.
Condices technicas, construeco esaceament
1* O auto-projecto e a memoiia descriptiva
"as obras a execuiar. que acompanhareui as
proposlas, especiticarao com o uiaximo de dela-
te*:
]. 03 limites da cidade e suburbios aos quaes
ae eslender o servico.
. As canaluaces principaes e secundarias e
saas ramiuracOes as vas publicas com indica-
rao dos" respectivos diametios, espessnra e decli-
iidadC8, e a natureza das maierias, tendo em
sta nma populago urbana e suburbana dupla
4a actnal.
Hl As canalisagOes a construir nos predios
terrenos, assobradados ou de sobrados, pblicos
m particnljres. existentes ou que forem cons-
trsidos at concluir se a execuco dos traba
Ifccs aentro dos limites da cidbde, cem ludicaco
JtDtica lon. 11 ; descripgao dos apparelos
roterceptores do3 gazes as derivaces do colle-
tior geral. para os predios, cbsmios de venilla
rao, su* colloeaco material, etc., e altura sob
oponte- mais elevado do predio dos piediosuc
riiinho?.
lv*. o-iyp- e a natureza das latrinas inodoras,
jasemlorios u'agua para ellas, bacias. ralos,
tasques de carga para lavaft-m das galeras e
eaeanamenlos e sypliOes interceptores, appare
Ibos separadores das materias gordas da> cofl
Dbas. chamins de arojaniento e irnis apparellios
aecessarios ao funci-ionarmoto regnlar e liygie-
nico do sysiema p'oposto.
V. As estacSes de servico. snas dimense. e
irstema de couslruccao. localidades onde sero
tD3troida8, numero, dimense* e especie de
Hiajur i para juntar, des feclar e filtrar os p.o
asnos dos esgolos, lypo > Torca das machinas
jacios de desinfeceo pontos de nivel as em
baeadoras das arteria.;.
VI. Systema de latrinas e mi-torios pblicos,
aro funecionamento, limpeza e saneamenlo.
VD- Sysiema de lavagem das canaliscOes ge-
nes e secundarias e do respectivo lornecimeiito
'anua.
V1U. Systema de ventilacao da rede de caua-
jacSu ooblica e oarlicular.
R Systeoa de ligacjko do e?goto de cada
predio, para a caoalisaco das ras.
X. Systema da consolidado do terreno pera
proiercao do conductos e para evitar a deprrs
o do 80l0.
XI. Sysiema de ca .slisagao qoando tenha de
atravessar pantanos combinado com o n. X.
XII. Indicaco das p-ecaucOes a lon.ar quan
o as canalisates lenbam dc passar sob muros,
predios, etc.
Condices geraes
a O cootractante extender, sempre que o
Eterno exigir, o servico dc exgtto a novos
irrosou a novas roas situadas fo a do pe i me-
tro em qne Fe obriyar pelo contracto a exeeu-
tal o desde logo, nma ves que a renda corres-
pondente, em vista do orcaaeoio orcauisado
peta empreza e pprovado pelo governo, nja
jsivalenle a 7 "(. ao anoo tobre o valor do Jilo
arrmenlo.
4. O servico de exgoto dos estabelecnnenUs
Micos e dos pos, nstenlados ou auxiliados
pelo roverno, ser fe.Ho graioitamecile.
R No numero das obras reclamadas pelo
Ljs!ema proposto e que o contractante. eniprcia
oa compaobia obrigulo a reconstruir a sua
casta, estao tambera ioc'uidas as seguioles :
1 Todo o encanenlo dentro don predi h para
os cigotos das materias feca-s, agua' >ei vidas
e pluviaeg. dos pantanos e reas. alfUbn e u
ioroeeimento de nma tatrina (lypo apj.iova.1o
pelo governo) em <*ada pavimento do predi.t
caaa a respectiva caixa d'agua e um ral com
ajpMo por cada rea oo pateo, urna chamin
*e aenti'ac e o appareibo ioterceplor dos ga-
ta da canalliacSo geral para o da do domici
i; pagando, poiem. o pioprietario, que qui
ostros encanamentos e apparelhos, a iopor
_j do material e mi de obra, por tabella
e ser approrada pelo governo.
D. O ornecimento completo e asenlamento
fea latnnas e miciorios pblicos.
III. A con-truccio dos tanques de carga para
a lavayem des encanamentos e galeras, segan-
do o lypo e dimensbes upprovados.
IV. u ornecimento e assentamento de ama
baca e sypbo as estalagens denominadas cor-
nees para cada grupo oo fraeco de cinco ca-
sas.
6.* O governo do Estado concede o privilegio
eoip eza o. companbiaque se orgaoisar at
30 anuos c arante os juros de 6|0 nnuaes so-
ore o capital que fdr usado; tratndose no
ronracio tioal das disposicoes relativas amor-
sacao da renda liquida, do modo do pagamen
lo oh juros, etc.
7.* Pind o prazo do privilegio, todas as obras
revertero ao dominio da muuicipahdad6 desla
capital, se.n Demnisacao lguma; cabendo,
poiem. ao cont'-actante, preferencia em igual
dade de condic,6es pata o arrendamento do mes-
(Bo servico, se nao convier dita muncipalida-
de execorw o administrativamente, e indemni-
zas lodas as quaniias que o Estado tiver des
pendido no servico e garanta de juros.
8.a Ao coiitraetante o governo do Estado con-
ceder o direiio de desapropriaeo. na forma da
le, para os terreno?, predios e nemfeitorias que
forein necessarias execuco do servigo con
tractado.
9.a O overno do Estado se compromete a
otile a bem da empreza, mas sem por isso as-
-umir r> r-ponsabihdade alguma, isenco de di
relies de impurtaco do material, ferramenla,
maclMoas. carvao de pedra, productus chimicos
e apparelhos necessarios ao servigo contractade.
10a O conlractanle, a companhia on empreza
recolbei a-M cofres da Tliesoura-ia do Estado,
no pniM>.o de cada trimestre, a qnantia que
de accordo ce-m a tnezma empreza lr pelo go-
verno 1.\-'J:: jura o pagamento da liscalisajo
d>> comea.io.
li.a O proponente preferido dever a;sigaar
o contracto dentro do prazo de 30 das, coota-
dos da data em que for publicada no jornal en-
carregado das punlicaces officiaes deste Esta-
do a ac.eitaco de sua proposta, sob pena de
perder a cauco.
Palacio do overno do Estado Confederado do
Para. II dc Abril de 1890, 2" da Repblica.
Juo Lede CUermont.
No da 6 dc Nove-nbro, s II horas da manh,
na sala do palacio do Joverno deste Estado
onde funeciona esta repartido, o conselho com-
pleme tomar conbecimento das propostas
a presentadas.
Todas as pesseas residentes era Franja, In-
slaii-rra. Portugal, Estados Unidos da America
do Norte e em oulros paizes onde chegar o co-
nhecimento deste edital. bem como as que resi-
dem neeie e nos differentes Estados da Rep-
blica Urasi eir, que se qoizerem propor, podem
fozel o, aprescr.iando S3 ou fazendo se represen-
lar por procurador legtimamente constituido,
no dia e bura marcados para apresenlacao das
propostas, nstruindo estas com as clausulas
constante* das instruccOes cima ditas.
Repariico das obras publicas do Estado do
Para, 6 de Maio de 1890.O a manuense secre-
tario Olimpio Antonio Yaz de Limtr__________
Grande Conipanhia de pera-Cmica, Operetas e Mgicas do
THEATRO SANT'ANNA DA
CAPITAL FEDERAL
EU?BSZ DOASIISI SELLES
BOJE OuarU-feira, 9 de Julho de 890HOJE
SSsjP2SCTB.;?SLOS JE BESPSBSB&
ULTIMA SEMANA QUE TRABALHA A 00MPANHIA
Recita extraordinaria
Jegundarepresentagao, por esta ;ompanhia., da populanssima opQra-comica em
3 actos e 4 q'ia iros, e que maior successo tem feito em todos os theatros do Brazil,
msica do celebre maestro SUPfE'
Ovapor Advance
E' esperado de NewYorc
at o dia 28 de Julbo
o qoal depois da de-
mora necessaria seguir
para a
., Rio de Janeiro e Santos
Cara carga, passagens, encommendas e di
aheiro a frete : trata-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
8Ra do Commeeior8
^ 1 andar
Baha,
Leilo
SEGUROS
CONTRA FOG
heXiverpoei Hondn k Globe
HT3UHAWCS CC.PA1TY
Ra do Commercio n. 3
SEGUIOS COMBA FOGO
EDIFICIOS E MERCADURAS
TAXAS BAIXAS
Promato pagamento de prejuixo
SEM DESCONT
A COMPIHI.1
IMPERIAL
DE IUMIIIIS
Estabclecida em 1803
CAPITAL Un. ie,0O0:O00**0O0
AGENTES BRO^VNS & C.
N. 5-RA DO COMMERCIO-N. 5
FEESOXTAGrSNS
D. Pomponio (alcaide). ....
Sir Douglas (coronel inglez)
Oastao (espillo do exurcito francez)
D. Ruo (e.-crivao) .....
Gil Polo (hospedeiro) .....
Lausac (e< Renato (moleiro). .....
Pedrita (irm2 de Oil Pol ) ....
D. Olympia Cmulher do alcaide) .
Um ajudnte (inglez) ....
1. estudan'.e .
2. dito.......
3. dito.......
4. dito.......
Um picador .
Um aguadeiro ......
1. peregrino ......
2." dito
Um criado .
Sr. Peixoto
Sr. Mattos
MI le. Massart
Sr Colas
Sr. Nazareth
Sr. Lsal
MIJe. Lopiccolo
Mlle. Blanche
D. Isabel Poto
Sr. Barros
D. Mathilde
D. Virginia
D. Leonor
D. Eugenia
Sr. Andr
Sr. M esquita
Sr. Pecci
Sr. Esperanca
>
HkMKK
Lioyd Brasileiro
PORTOS DO NORTE
O vapor Alagoas
Commandante Joao Mara Pessoa
E' esperado dos portos do or -
:e au o dia 13 de Julbo e de
nois da demora indispensavel
'seguir para oe portos do sol,
recrbeuoo la'jem carga para
Paranagn, Manta Catharin.
Rio Grande do Mu. Pelotas e
Porto-.% legre-
As encommendas sero recsbidas no trapiche
Barbosa.
Para carga, encommendas, passagens e valo
es trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6^Rua do Commercio=6
lo andar
!
peregn-
sido
re
Soldados inglezes, ditos francezas, patriotas faespanh.es, estudantes,
D( a, ridalgrs hespanhoes, banda de msica do exercito francez, povo, etc.
Epocfaa1 '.12 Aceito na cidade de S. Sebabtiao, na Hespanha.
A pega sobe scena com o mesmo luxo e esplendor com que tem
presentada por esta companhia no Tbeatro Sant'Anna do Rio de Janeiro.
Scenarios esplendidos do celebre tcenographo CLAUDIO ROSSI, vestuarios
riquissinios, feitos sob a direccao de Mme. Pozzana, primeira costureira dos theatros
do Rio de Janeiro.
HISK-E.I-8CENE DO ARTISTA
HELLER
A's 8 1/t horas.
Haver trem para APIPUCOS e OLINDA e bonds para todas as linbas.
LEILOES
Agente Bfito
Movis, loucas e vidros
Urna mobilia de junco, 1 cama franceza de
amarello, 1 gnarta vestido, 1 lavatorio de ama-
relio, i marquezes, I commoda de amarello, 2
cabides de parede, 1 dito de columna 1 guara
louca, 1 aparador, i mesa elstica, 2 banqui-
nbas, 1 quartinbeira de columna, 2 bahus de
couro, I mesa larga de amarillo, t machina de
costura, 6 jarros, candieiro para keroseae.es-
carradeiras, bacas, etageres, copos, garrafas
para vioho, loncu para almoco e jantar, mesa
para cosinha e outros moitos objectos.
O azenle cima, autorisado pela Sra. D. Car-
minda Alves de Oliveira, vender os objectos
cima declarados, ao correr do martello.
SAbBADO.12 DO CORRENTE
Pateo do Paraso n. 16. entrada pela ra de
S. Francisco
A's 11 faoras da manha
AVISOS DIVERSOS
Retirardo-se a Companbia para a Baha no dia 14 do corrente, teem lagar du-
rante esta semana os seus ltimos espectculos.
Espectculos de despedida
Os bilfaetes dos Srs assignantes sent reservados at ao meio-dia.
E
DDresa
W
inerva
Cmpaitljia >e Segurf
C2sia re:-:
NORTHERN
de Londres e Aberdaen
^osigo financeira ('Uezembro de 1887y
Capital subscripto 3.000,000
Fmidos accumulados 3.421,000
tteeelta annnal :
De premios contra fogo 607,000
De premios sobre vidas 197,000
Dc uros 143,000
O AGENTE,
John H.BoxineU.
SJ CONTRA FOGO
K.oval Insurance Compan^
de Liverpool
CAPITAL *.000:000
AGENTES
R. Drusina &. C.
13-SSna Xlnrauez deOHnda-13
AGENTES
(looipaniia de Seguros
iitli&n&z it ^iisbija
AGENTE
Miguel Jos Alves
\. 9Ba do Boa SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
.Vestes ltimos seguios a nica companbia
.esia braca que concede aos Srs. segurados semp
2o de pagamento de premio em cada stimo
r.uo, o que equivale ao descont annual de cer
a dc 1S por (([] o em favor dos segurados
Costuras do Arsenal
i de Guerra
A-disiribmc) se far em quinta-feira, de
boje por (liante, e o respectivo atiso sera publi-
cado na 7< spera. A matriculada que nao justi-
car. dentro -m la das, o sen nao compare-
cimi-iit a cbamnda do sen numero, ser ex-
cluida.
Coilurus do rtemil di Querr
As matriculadas de ns. 343 a 380 comparece-
rio Hinanna.
Ao* NOC*
O cidado Jos Gosm- de Oliveira, competen
temente autorisado pelo cidado Verissimo Bar
bosa de Souza. inventor e gerente da mesma
empresa, faz sciente a todos os socios e socias
da referida empresa, que, aqu> lies que acharem-
se em estado le deficiencia a nao poderem pa-
gar suas measalidaiies atrasadas at O dia 28 do i
correte mes, comparecam na sede da mesma
empresa, ra da Aurora o. 89. oara jnslilcar '
se. Outrosim. os que uto acbarem-se em dia
com as referidas meosalidades at a mella dala,
perderoo direito de socio, marcando a referida
empresa o praso, depois de 60 da?, a cor lar de
29 do corrente mez em diaote, oara, nao s es-
tes, mais os que j acbam se eliminados, nave
rem oa empresa as suas importancias com que
entraram. Recife, 8 de Julbo de 1890.
Jos Cosme de Oliveira.
ompanhiaBahiana de Na-
vegacao Vapor
lcelo, Villa-Nova, Penedo, Araca-
j, Estancia e Baha
O VAPOR
Principe do Gao-Para
Lacerda
Commandante
E' esperado dos portos cima
at o dia 14 de Julho regressan-
dopara os mesmos depois da
demora do costme.
Para carga, passagens, encommendas e dinuer
r i a frete trata-se com o
AGENTE.
Pedro Osorio de Cerqueira
17Ra do Vigario 17
Agente Pinto
No armazem da ra do Bom Jess n 43, ecr
vendido um vanado sortimento em t equenos lo-
tes vontade dos compradores de meias garrafas
de cerveja branca e preta, ginger e soda, bif-
outos em latas de 9, 2 e i 1|2 libras, tinta para
escrever, sabonetes, e cheiro finos, copos e
garrafas, guarDicOes para lavatorios, servia de
porceana para cb, objectos de agatba, can
dieiros gaz, um variado sortimento de globos
de cores, mobilias de junco e muitosontros mo-
vis.
Leilo
De encerado para enfardar e encaixotar,
avariado, urna parte do sobrado da r.a
das Triocheiras n. 19, e um repartimen
to de escrip*orio.
Quarta-feira, 9 do corrente
A's 11 horas
Agente Pioto
No armazem da ra do Bom Jess n. 45
/ Em conlinuacao
vender o mesmo agente : bastidores, pannos de
Bocea e mais pertences de um theatrinho pro-
brio para co:lejjios aovis, gneros, roupa usa
dVamuitos outros arligos existentes no mesmo
armaiem.
Precisa se de urna ama para cosinbar, e
oulra para engimmar : na ra do Vigarion
armazem.
AMA Precisa se de nma, para casa de
lamilia : na ra da Palma n. 80._______^_^_
Alugam-se casas catadas e pintadas nos
undos de S Goncalo, a 84000; a tratar na ra
la Imperatriz n. 76.
Una professora estrangeira, offerece-se-
para leccionar francez, inglez, getigrapbia, his-
toria e daosa, em collegios e casas particulares
prefere poder contractar se para urna casa de
familia aqui on fura da cidade, e para informa-
c5es no escriptorio deste Diarto.
Vende se a bella casa de Olinda, no pateo
deS. Pedro Novo n. 2, com grandes commodos,
quintal murado, terreno proprio; ebeio de sapo-
teiras de primeira qualidade, mullo fresca, com
gaz e agua, cosinba fra, rende 500 a 6001 por
anoo, est sempre alugada: a tratar no Caminbo
Novo n. 128.
Pataces e outras moedas de ouro e prata -
compram se pelo maior prego ; na ra do Com:
mercio n. 4.
Precisa se de um rapaz de 16 a 18 anuos
que tenha prattea de palaria e d fiador de sna
conducta ; a tractar na ra da Praia n. 12, ou na
ua imperial, padaria Victoria
Urna senhora vtuva sem filbos. desejando
emp;egar-se em casa de familia como protesso-
ra de pnmeiras letras, dentro ou fra da cidade,
pede a quem pretender os sus servicos que
deixe nessalypographia carta para M. F. F L.
ama para cosinba
2o andar.
na
Precisa se de urna
ra do Imperador n. 79,
Precisa-se de urna ama para cosinbar e de
outra para engommar; na rna do Vigario n.,a
armazem.
\ JLeilo
MARTIMOS
< i H I" A MI IA
H CA-\A
Aracaty e Camossim
Segu nestes poucos dias o hiate Deus te Guar-
di para os portos cima, recebe carga no caes do ,
Loyo ; a tratar na ra da Madre de Deus n. 8.
CHARGEURS REUNS
Fran
a vapor
o Havre, Lisboa,
Comptnhl
DE
XaTega^So
Liaba quinzenal entre
Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro t
Santos.,
O vapor
Ville do Cear
Commandante Lainey
Espera-se dos portos do sul at
o dia 12 de Jolbo, seguindo
depois da indispensavel demora
para o Havre.
Entrar ao porto
Conduz medico a bordo, de marcha rpida
t otferece excellentes commodos e ptimo pas-
tadio.
As passagens podero ser tomadas de ante-
nao.
Recebe carga, encommendas e passageiro?)
jara os quaes tem excellentes accommodagbes.
Para carga, passagens, encommeuaas c vi
ibeiro a frete: trata-se com o
AGENTE
' Aligaste Labille
9RA DO COMMERCIO -9
Roy al Mail Steam Packei
Company
O vapor Thames
PEBNAI
DE
laregacio costelra por vapor
PORAOS DO SUL
Hacei, Penedo, Aracaju e Baha
O vapor Jacuhype
Commandante Esteves
Segu no dia 9 de Julbo a;
S horas da tarde. Recebe car
g-j at o dia ...
Encommendas, passagens e dinheiros frete.
tt as 2 horas da tarde do dia da partida.
ESCRHTORIO
o Caes da Companhia Pernambucano
________________n. 12________________
(MP.tMIlA PEKMHBICAW
DE
%'avegafo costeira por Vapor
Para Fernando de Noronha
O va por Beberibe
Commandante Fabio Rio
Segu no dia 15 do corren-
te s 12 horas da manb.
Recebe carga at o dia ...
PassagoLS at s 10 horas do dia da sabida
ESCRIPTORIO
lo Caes da Companhia Pernambucana
n. 12
Esoera-se da Enropa ateo dia 17 d-
Julho, seguindo depois da demo-
ra indispensavel para
Baha, Rio de Janeiro, monte-
video e Buenos-Ajrr
Para passagens, frete* e encommendas trata
se com os AGENTES.
Instituto Arcneoiogico e tieogra-
phico Pernambucano
Qu'nta f-ira, 10 do corrento, ahora do costu-
me liavet ge^ao ordinapa.
SecieUna do Instillo. 8 de Julho de 1890.
O 1.a secretario,
Baptista Regunra
Banco dePernam
buco'
Os senhores accionistas sao convidados a vi
rem receber do dia 16 do corrente em diante o
primeiro dividendo de st.as acc6es, a razio de
8 O/ ao anno on 14000 por aeco relativo ao 1-
semestre flndo em 30 de Jnobo. Recife, 8 de
Julho de 1890.
Jos Adolpbo Rodrigues Lima.
O vapor La Plata
m m
E' esperado do sol no dia 20 'le Ju-
lho seguindo depoia da tunon ne-
cessaria para
Lisboa, Vigo e Santhampton
RedueqSo de pauagm
Ida IdaevoUo
A Lisboa classe 20 t 30
t Soothampton 1*ciaste 28 42
Gamarotei reservados pa a os pieaageiros d*
Pemambnco.
Para passagen?, frates, encommendas. trata-at-
an os
AGENTES
A morim Irmos & C.
N. 3Rna do Bon JessN. 3
\* \ Pacific Steam Navigation
Company
STRAITSOFMAGELLAN LTNE
O paquete Galicia
Espera-se do portos do sul
ateo di 17 de Julbo e se-
guir depois da demora do.
costme para Liverpool
com escala por
Lisboa, Bordean* e IIj monlh
Para carga, passageiros, encommendas e e
heiro a freie: trata-se com os
AGENTES
Wilson, Sons i d, Limited
14RA DO fCOMMERCIO14
United State and Brazil
M. S. S. C.
O vapor Allianca
E' esperado dos portos oo
M< at o ial de Julho
o qual depois da de
mora necessaria seguir
pura o
Para, Barbados,
Martinique e Sew-
Agente Britto
De loocas, movis e vidros
Urna mobilia de pao cargo, urna cama france-
za de amarello, dous marqueies largos, urna
toilette de amarello, um lavatorio de dito, dous
coosolos de dito, um sof, seis cadeiras de pao
carga, um guarda louca. urna tnes'i elstica de 3
taboas, um guarda comids, urna estante para li-
nos, duas cadeiras de balanco. urna meia com-
moda, um espelho oval, um dito, dous cabiJes
de parede, jarro.-, louca para almoco e jantar,
lanternas com casiicaes, bacias e outros muitos
objectos.
0 agente cima, autorisado pela S>-a. D. Fran-
cisca A. da Conceico, vender os objectos ci-
ma ao correr do martello.
Pateo d1) Paraizo n. 28, Ia andar
Cuarta felra, 9 do correte
A's 1U 1\2 horas
Roubaram da estribara do engenho Libe-
dade dous cavallos, sendo um rodado pedre-
grande, e outro castanho amarello, com um ca
rogo de um lado da mo ; foram ronjados no
dia 3 de Julho: quem tiver noticia, escreva para
a esiago dr Olinda, que ser pag, ou na ra
Direita n. 7o.
| Precisas e de amas
ala
na ra de S. Goncalo
nlmero 20.
Sapatos de fel.ro para quem soffre de dlor-
uencia e frialdade nos ps. d'onde causam di-
versas molp='n-\ |.... esto se acabando ; pro-
cos mnito i. .'00 rs. o par, tanto para
nomem coi, i s-uhoras e criancas.
LOJA A ;. l'A IMfERATRIZN. 80
Alngam Si- casas catada ,.. aias s-.a a
nos fuds de Goncalo, a 8& t.iai- i,j rna da
mperatr z u. 76.
AMAPrecisa se de urna, para ra i. r..
milia ; na ma da Palma n. 80.
Preeisa se de urna ama para ro-iu-iar. uou -
prar e mais servicos.de asa de familia : a Ira-
tar na ma 3aro rta Victoria n. 13, 2- andar.
Pede se ao Sr. Manoel f. Araujo Saldanha
urna vez que Vmr. -pp r<-ci no dia 20 prximo
pa=sado. eden i- i pira o flm do mez, ve-
nba restituir o que ilw uci eai conlianca, na pa-
dana do paleo do Terco.
LEILO
~
0 Sr. J s Francisco da Costa Ferreira,
pralican!'- o Correio, disse queapparecia no
dia 3. po era estamos em 7 e anda nada.
Vr.udese o imporiante estabelecimento de
Da casa terrea com pequeo sitio, em Beberibe, [molhados, sito ra Visconde de Albuquerque
no lugar denominado Fundao, a ra da Espe- B< 54. a razao por que se vende ge dira a0 c^
ranea n. 8.
Quarta felra, 9 do corrente
Ao meio dia
Effectnado no mesmo predio
0 agente Silveira, autorisado pelo cidado Ma
noel Francisco de Paula, levar a leilo a refer
da casa, com armaco para estabeleciaenlo de
molhado, tendo ella unas salas, um quarto, um
gabinete, cosinba fra, cacimba com excedente
agua poiavel. fructeiras, medindo 100 palmos de
frente e 300 de fundo, sendo dita casa de taipa
bem construida, em terreno proprio.
Os Srs. pretendemes podem examinal a.
Leo
De iiO barris con plvora marca S avariados e
e descarregadoj do navio Cortez
Quinta-feira, O de Julho
A's 10 horas
No i andar do sobrado ra do Bom Jess n. 44
POR IXTERVENCO DO AGENTE
Alfredo Gu i maraes
Os Srs. pretendentes podero examinar os di
tosbarri no palol da Imberibeira.__________
Asente Britto
Leilo
Urna mobilia e junco com encost de palba
do fabricante Howe, em bom estado, 1 cama fran-
ceza para casal, i guarda roupa, 1 commoda, 1
toilette, 2 marquezes. sendo um de Jacaranda.
2 cabides, 2 banquinhas, lavatorio de amarello e
de ferro, i mesa elstica de 4 taboas 1 guarda
louca, 2 apparcdo.es, l marqueza, 8 cadeiras
de amarello, 6 caderas de janeo, jarros, louca
para almoco e jantar, copus, e outros muitos
objectos.
0 ageoie cima autorisado pelo Sr. Joaquim
Estevo de Souza que rellra-se para o Estado
Federal vender os objec'os cima ao correr do
martello.
Ra Augusta n. 190
Sexta-felra, 1 1 do corrente
A's 11 horas
prador ; a tratar na ra da Imperatriz n. 88, ou
na Capunga, ra das Pe'nambucanas a. 38.
Precisa se de nm caixeiro para taverna :
na ra das Pernambucanas n. 23 B, Capunga.
Precisa-se de urna criada para copeira e
mais ser'igo interno de urna familia ; a tratar
oa ra da Soledade n. 82.
Precisase de urna ama secca para tratar
de urna menina de mez e dias. com a condicao
de viajar para o Rio de Janeiro : quem estiver
em condices, dirija se ra Duque de Caxias
n. 28, 2- aodar.
Vende se urna taverna bem afreguezada,
sita na ra da Amizade n. 23, Capnnga.
Compram-se pa-
taces portuguezes,
hespanhoes, etc., etc.;
na ra do Commercio
n.
7
paga-se
bem.
jLeilo
Do sitio com casa era ruina, no Fundo. ero Be-
beribe, junto casa que loi do general Wan
derley.
eita-felra, f 1 do correte
A's 11 horas
A' ra Estreita do Rosario n. 8
O agente Sttwtra, autorisado pelo procurador
dos nerdeiros do finado Maooil Dias da Silva
Scutcs, levar a leilo o referirlo sitio.
Maranhao,
Thomaz,
York.
Pare passagens carga, encommendas e
neiro a frete:. trata-se com os AGENTES.
di
Agente Silveira
Leilo
Do sobrado de I andar sito roa Vidal de Ne
greiros n. 55 (antigo pateo do Terco), com os
lundos para rna dr Forte n. 24 A.
Sabbado, 1 do correte
A's 11 horas
No armazem ra Estreita da Rosario 8
O agente Silveira, auiorisado pelo cidado te-
nenie Antonio Gomes Correia d Miranda, leva-
r a leilo o referido sobrado em terreno pro-
prio com os seKU'ntrs commodos :
Duas salas, 2 quartos. cosinba fra, urna sale-
ta, quarto com bauheiro, agna encanada, pavi-
mento terreo, lo;a, um quarto e grande quintal
murado.
Os Srs. pretendentes podem examinar.
A chave p le ser irocurado no armazem do
mesmo agente.
Engenho Carneiro
Nenhum valor tem o protesto que pelo
Diario de Pernambuco de hontem fazem
o capitao Jos Bernardino de Baurbon
Arantes e Mana Nympha, orphaos de Ma-
noel Alexandre de Souza Oliveira, contra
a venda que pretendo fazer do engenho
Carneiro, baseando-se esse protesto na al-
legacao externamente vaga de que elles
tem direito adqui ido.
Provoco-os a que no prazo de oito dias
apresentem qualquer prova, que justifique
o seu protesto, sob pena de ser conside-
rada falta e injuriosa sea allegcao.
Recife, 9 de Julho de 1890.
Joao da Cunha Wanderley.
Albuns
oara retratos, precos que admiram, a 1580 e
U800 um ; na loja Violeta, rna Duque de Ca-
xias n. 65.
Engenho Unirerso
Vende-se o engenho Universo sito na comarca
de Santo Agostinbo do Cabo, distante urna legoa
da esiacio de Ipojuca, movido a agua e tem
bastamos casas de lavradores, tendo proporces
para safrejar de 1,000 a 1,500 pes : quem dese-
jar compral-o dirija se ao Sr. Rotilio Toleotino
de Figneiredo Lima na cidade do Cabo, ou ao
engenho Muliaole, qne encostrar com quem
tratar._________.______,__________________
Farello superior
a 14800; ho largo do Mercado n. II.
Atten^o
Vende-se a taverna sita a- ra do Rosario da
Boa-Vista n. II ; trata se na mesma.
.1
Boa acquisicao
para nm homem acosiuinado a trabalbo e qne
posa dlspor de 3004 a cima, para negocio in-
dustrial ; a tratar na ra da Madre de Deus nu-
mero 16.

I -
-



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?.-

-I

.
i -
.


6
Diario de Pernambuco-*Quarta-feira 9 de Julho de J890
i ir i i i r



I

.
--
Engenho Guarany
Arrenda se este eogenbo situado na comarca
_ Jaboatfio, distante da eetacoo de Tigipi urna
legua : quem pretender dirija se ao largo do
Corpo Sanio b. 18, i andar.
Arados de Cuba
Ns. 1 e 2
Vendem-se
Na Fundicao O eral
Elixir M. Morato
PROPAGADO POR D. CARLOS
De poisde 6 anuos de atroz soffrimento
de rheumatismo, estando verdaderamente
desoorccoado, sarei completamente usando
o-Elixir M. Morato=que declaro ser o
lelhor e nico anti rheumatico at hoje
8. Paulo, 2 de Novembro de 1889.
Cetario Rodrigues Alvim.
Farelo do Rio da Prata
a 18500 o sacco
CORPO SANTO N. 6
jBwHpwie ti: Vale o te____
Feitor
Precisase de um feitor. preferindo-se porto-
juez, de idade, para tomar conta de um pequeao
Sitio em Beberibe ; a tratar na ra estrella do
Rosario n. 37, 1- andar.

A luga-se
a casa terrea n. 51 ra do Fogo, tendo 2 salas,
2 alcovas, cosinba e apparelho : traa-se com A.
A. de Souza Aguiar, ra do Amorim, armazem
somero 49.
lj-t"*---(---^Tr-J--f- f
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-!
Preparado tms* epuratite
Approvado pek Ilustrada Justa de
Hygiene Putliea da Corte.
Auctorisado por Decreto Imperial
de 2o de Junho de 1883.
COMPOSICO
de
Firmino Candido de Figueiredo.
Empregado com a maior efficacia no
rheumatismo de qualquer natnrea,
em todas as molestias da pelle, as
leucorreas ou flores brancas, nos
soffrimentos ocasionados pela impureza
do sangue, e finalmente as differentes
formas da syphilis.
Dse Nos primeiros seis d;as urna
colher das de cha pela manha e outra
noite, paramente ou diluida em agua
e em seguida mudar-se-ha para colhe-
,-e das de sopa para os adultos e me-
tade para as crianzas.
Rgimen Os doentes devem ab-
ster-se apenas do alimento acido e gor-
duroso; devem usar dos banhos frios ou
momos, segundo o estado da molestia.
DEPOSITO 5ZK7EAL
Francisco Manuel da Silva & C.
Droguistas
23 Ra Mrquez de Olinda
Pernambuco
VtTW+"++++
v+-Hfk+v++'+++ <
\tteneao
Beirao & Almeida
participara aos stos bons freguezes que conti-
uam a ter todos >s dias as saborosas bolachas
denominadas Demcratas. Previnem mais, que
ao se illudam com a mitaeao das mesmas bo
lacbas de que ha, pois devem ver a marca e flr-
va que contm no circulo.
Telephone387
Ra Duque de Caxias n. 30
A luga-se
predio da ra Visconde de Camaragibe n. 79,
aatiga fabrica Apollo; tratase na ra 1- de
Marco n. 16.
ESPECFICOS
DO CELEBRE
%:. Kimphreys de Nova York.
['uni n___.de 80 annos, simple*, setntros, efll-
' ~es e frftrmtft A Tendr as Drogaras c Phar-
C"-J*3 jrtnclpaee e malh K_ra_tUda_ do Mundo.
c. < I "- .
1 frebrca, Oongeatao. innaaimacQg...........
- l ebree Clica causadas por Lombrigas....
Caliea, Choro e Insomnia das Crianza......
. Dtarraea de Crtancas e Adulto .... .......
5. Dyaeateiia, DAre de Banlg. Clica btlloaa
ft, CeriBa, Colera-Morho, Vomito
. Diaaepaia, IidlgeaO, fttso de Ventre.
1. ^opareaso do Kegra Escaasaou>Demo-
rada.......................................
"!. Leacarraeo- Flore Br .icas. KegrajTofusa
Eraaa, Toase Rimn. DiHicaldadede Kesptrar
crrm. Erupffoe, Eryslpata ............
-'- Rkeaaialismn, IV>re8 rheomapca..........
ib esoea.Haielta, Febre bitralttente.........
.' Ir morrhoid-., bnorrfjma. Internas cu
ezleni.11, limpies ou saD ' Onhtar.lmia, Olnos fraco9 on Inflanimados.
3. .rarrn, agudo ou chronleo, Defloxo.......
0. Caaaelaehe. Toeee espaMnodlca..............
SI. Aaa,lia>PracaodliCcultoia..................
JO- Sapparaco do Oiaaj_>uru...........
25. Kscrolula, luchacOes encera ............
i. Uebilidaae cera!, ou phylca.............
:"_i Ilydropela, Acuraula^i^ BuiO*...........
26. En ja* do Mar, Nausee. vomlto -.
Si. Molestia ounnaria, calculo on reara
M laapatearla, Dehldade nerrosa, seminal..
'-acaiaha na Booca,.ou Aphta .........
coatlaeacla de O o ria. Ourlnar-se na
Cama..........................................
:. itlentraacadolaro.Prurito.......
s. Moleatlaada.Coi^ao.falpltaf^oK
E^'evTS
ia. Mal caduco. Oottacoral. Baile de
3 ................................
i. Dlphthoria, Mal maligno* Umaut^.....
S5. ConreadChronicm,I>ordeCaneo....
O Manual do Dr. Humpnreys. 1 pakina obn
a Bnformldadee o modo de cu ral-as. ne da gratis,
acrti ao seu boticario ou a
llt'MPHKF.l>- MEDICINE CO.,
1*9 Faltn Street, NEW YORK.
U1COS AGEKTES EM PER-
NAMBUCO
Vendas em grosso Faria Sobri-
nho & C rua Mrquez de Olin-
da n. 4.
Superior vinho de Al-
eo baga
0 acreditado e antigo armazem do Lim par
cipa ao publico e aos seu fregueses croe acab:
e receber urna nova remessa deste especia
Tinho, escolhido propriamerjte pelo enere desfc
tasa tornando se recommendado por ser puro t
e boa qnahdade.
Jos Fernandes Lima & G rua Barao da Vic-
toria n. 9
Telepbone 383
Urgente
Vende-se om sitio arborisado e com boa casa
ie morada, na estrada do G qui trata-se na
ro a do Imperador n. 61, 1- andar.
Aluguel barato
Visconde de Goyanna n. 159.
Largo de S. Jos n. 74.
Pedro ASonep n. 46, 1* andar.
Becco Gampello n. 1, i" andar.
Pedro Affonao, armazem n. 46.
Rua do Bom Jess 2*. andar n. 47
Rua Aguazinbas em Beberibe n. 7,
Rua ltaparica n 43 1.a andar.
Trave8sa do "armo, 1> a n. 10.
A tratar 4 na de C mermo n. 5,1 anda.'
notorio de Silva Guimaraes A C.
Para engenho
Offerecese um homem casado com pouca fa-
milia para ensinar a Instruccao primaria em al
gum engeobo ou povoacao no centro do Estado ;
quem precisar pode dingir-se rua da Madre de
Deus o. 11, casa de alfaiate.
Caixeiro
vPrecisa-se de um caixeiro de 16 a 18 annos de
idade, com prati a de merceanas, dando coohe
cimento de sua conducta ; na rua Vidal de Ne-
greiros a. 23.
Vaciaa^ao
Pao f Albo
cidado Alfredo Janeen Goncalves Ferreira
contina a vacioar a todas as pessois que o pro-
curaren) para este fim._______________
Caixeiro
Precisa-se de um menino ; na taverna da roa
do Lima n. 68 Santo Amaro._______________
Tnico Ju-Mutamba
Este tnico, preparado com plantas de pro-
piedades coobecidas pelo nosso publico, a
melbor de todas as preparares at boje deseo-
bertas para impedir a queda dos cabellos, dissi
par as caspas e ts conservar no mais formoso
estado, alm de ser um magnifico perfume para
a toillete.
Bacontra-se venda em to das as principaes
pharmacias e lojas de miudezas.
Duzia 101000 I Vidro 1*000
Deposito
Pbarmacia Martins. Rua Duque de Caxias n. 88
ttenco
Os proprietarios do antigo e acreditado arma
zem do Lima, site rua Barao da Vi -tona n. 3.
participara ao respeitavel publico e aos seu?
diBtinctos freguezes, que trt nsferiram tempora-
-iamente seu armazem para a mesma rua n. 9,
ce ntii uando da mesma forma a receberem snas
01 dens para Ibes servir com o costumado e ba
o tual desempenno.
Jos Fernandes Lima k C,
Rua Baro da Victoria n.
Teleph,ne323
Enere nho Carne, ro
o
0 capito Jos Bernardioo de Bourbon Aran
tes, Mara e Nympba, orpbas de Manoel Alexan-
dre de Souza Unveira, protestam contra a venda
do engenho Carneiro. da -omarca de Serinbaem,
iue o inajor Joo da Cunba Wanderley pretende
azer, previnem ao commercio e ao publico deste
e dos mais Estados, que nao facam tnnsaccao
alguma referente ao mesmo engenbo, pois que
teemdireitoadquirido. Sirva, pois, aprsente
declaracSo de i rotesto para que mais tarde nao
se allegue ignorancia ou boa f por quem qtier
que seja.
ESPECFICOS
DO CELEBRE
Dr. Humphreys de Nova York.
Em uso mal de 30 annos, simples, ftpfruros, effl-
caics h baratos. A venda na Drogaras e Phar-
maclas principaes e mais garantida do Mundo,
fo. CURA
i Febre, CongestAo, InflommacCe............
2. >bree Clica causadas por Lombiigas
X 'olica. Choro e Insomnla (las Crtam;......
i. liarrhea de Ormca e Adulto .-
5. lyaenterla, Dfr de Barriga, CollcabUkaa
f. nlerina, Colera-Morbo, Vomito. ..........
7. Tmi ( onstlpacao. Rouquldao, Bronchite.
S. I)or de Dente* c de Cara, e Nevralgla
. Hor de Cabrea, Enchaqneca. Vertlgem.....
10. Dispepsia, Indigestan, Prlsil de Ventre..
11. Supprcsso da Kegra. Escassa on Demo-
rada ....................................i----
12. I.earorrhra, Flores Brancas, Regra protusa
13. t'roap, Tosse Ronca. Difllculdadcde Respirar
14. Herpe, Erupcet. Erj-sipela ............
'.j. Hh.uuiiili-mo, D."ircs rheumatic-ns.
16. Seze, Malelui. Fchre intcrmutcnte.........
17. llrmorrhoidn, Almorrelmas. Internas ou
externas,simpleou aangrenta...........
18. nphtbnlmia, Olhos fracos ou. intammado.
19. Catarro, agudo ou chronico, Defluxo........
20. Coqoeln--he, Tosse 21. Alina.' -*iracao dlfflcultosa.................
22. Suvpnrbyiiodas C 'o.Surdex ...........
28. E.rolnla,Incnaf6es e Cceras.............
24. Dbil idade geni.. "U Cbrtc?-.............
as. Hidropesa, awmwlaeneaWna...........
2fi. Knjoo de Mar. ..ausea. Vomito.......
27. MoletiaBonri>iarlaB, Calculo ou Pedia
naBeztaa............................. ;
25. Impotencia, Dehllidndo nervosa, seminal..
29. Cbacalnhaa na Bocea, ou Aphta .........
30. Incontinencia de Onrina.Otn-lnar-sena
Cama.........................................
31. MenMraacfto-T^loroBa. Prurito. .........
32. Molextin do Coraba, Palpltacoes. etc .
33. Epylepsia, Mal caduco, Gottacoral, Baile de
8. Dlphtberla, Mal maligno'de Oarganta......
35. Conreat6eBChroolea,I>ordeCabeca.:..
O Manual do Dr. Humphreys, 144 paginas sobre
as Enfermidadeae o modo de i-unil-a*. seda gratis,
pede-se ao seu boticario ou &
HCMPHKEYS' MEDICINE CO.,
1*9 Faltan Street, NEW YORK.
nico deposit o para yendas em
groso na imperial drogara de F.
Manoel da Silva & C.
Cal virgem de Jagua
ribe
Depon.to ato Caes do Apollo n. va
Esta amada cal, p-opria para o fabrici
de assocar, continuase a vender pelo mes
mo preco e abatimento do costume. No mes
mo armazem veodem se todas as mais qnali
dades de cal de Jagnaribe branca e preta, en
p, assim como todos os materiaes proprio-
para construcc0e3 e reconstruccoes por preco>
menores do que em outra qualquer parte.
Patacoes velhos
Compra-se na relojoaria David, rna do Cabo
g n 14.
Cera
Vende se na rua do Cabug n. 2, segundo a
qnahdade, de 14 a 14500 a libra, e sendo de
arroba para cima, faz-se na de 1* o descont de
0/0. e a* de l.*det0 0 0. No mesmo esta
i-i-iD- id ten m*c binas para costura e mesas
ra n omnn of 10 i cadauma. _______
WISIf
Boyal Bleed marea VI.4D
Este excellente Whisky Escoces pr-
ferivel ao cognac ou agurdente de can
pan fortificar o corpo.
Vende-se a retalho nos melhores ann
zens de molhadoa.
Pede Roy al Blend marca Vlado,
cojo Dome e emblema sSo registrados par
todo Brasil.
BROWNS C, agentes.
Vinho verde e maduro de
Amarante
A 450 rs. a garrafa ; vendem GuimarSes &
Vleme, no Corpo Santo n. 6.
Destlaces
Cardoso A Irmao com fondicao de ferro rua
Baro do Tiiumpbo ns 100 a 104, roandi-m vir
por eocommenda ou ajuste previo alenme,
ou franrea* de Pavalle. mandam itental as
e garaotem seu bom trabalho : os pretendentes
podem>examinar as das l Joo Alfre
lo e Tropiclie ltimamente montadas por
elles.
<-
t
a^:
Rlojaria David
Rua do Cabug n. 14
Este novo eatabelecimento de relojoaria
acaba de receber um grande sortirneato de
relogios de ouro, prat e nikel, d* impor-
tante iabrica americanoWalthan Masa,ver
dadeira especialidade emaperfeic2o e re-
gulamento infallivel, e se vendem por pregas
mdicos. Aismcomo relogios de parede e,
de cima de mesa, com despertador o que
ha de mais elegante.
Convidam-se as pessoaa que quizerem
um relogin de confianca a virem a este
eatabelecimento que caprcha em vender
relogios dos melhores fabricantes, com o
fim de bem servir os seos amigos e fre-
guezes.
Rua do Cabug n. 14
e-
Criado
Precisa-se de um criado ; na rua do Paysan-
d n. 19.
Tintureiro
Precisa-se de um bom tintureiro para diversaa
cores : a tratar na rua da Cruz n. 42.
Compra-se
urna armacao de amarello, envidracada, propria
>ara taverna : quem tiver dirija-se a tratar no
argo do Carmo n. i.
Compra-se
um estabelecimeato de molbados, situado em
arrabalde desta cidade ; a tratar na travessa da
Madre de Deus n. 18.
XWXaA.G-aA.
Especifico muito efiicaz as dores de cli-
cas, areias e nos clculos da
bexiga e dos rins
vi: \ II E SE
NA
Botica Franceza
E
Drogara Rouquayrol Freres
S. 22RUA PO BOM JESSN. 22
t
Jalla Halllday Barcia
Alfredo Garca e seus Albos (aucentea), Emilia
Hallmay Ndtto. Elvira Halhday Cmara, William
H .lliday e Cailos Halhday, marido, filhos e ir
nios df 0- Julia Halliday Garca, fallecida no
ear, coovidam aos parentes e amigos a assis-
tirem as mistas do stimo da que mandam ce-
lebraros matriz da Boa Vista, quarta feira 9 do
correte, as 8 horas da manb, coofessando-se
gratos a todos que comparecerem a este acto de
re eiSo e caridad*
.lose Eduardo de Nonata JLandlm
Excel lente morada
Aluga-se a grande casa e sobrado do r. Ay
fGama, na estrada de Joao de Barros, pert'
das estacCes da En :ruzilbada, das ferro-vias di
Olinda e deLimoeiro, com immensas accommo
daces, jardins, arvores frnctiferss da melbo
qualidade e vasto terreno, quer para plaotaces
jner para craco ; a tratar no mesmo sitio.
Cautelas do Monte de Soc
corro
Compra-se Cautelas do Monte de Soc
corro de qualquer joia, brilhantea e relo
gios, paga-se bem na rua do Cabug n
n. 14. Loja de relojoeiro.
Segundo andar
Aluga-se o da rua 1.
Crespo n. 17, com agua ;
de Marco, aotiga do
a tratar na loja.
uerem ver?
Aiuga se um sitio com muitos arvoredos, ten
do boa casa, caiada e pintada ; a tratar no tra-
piche Vianna, no Forte do Mattos. ___
Qi
Pao centeio
Mello & Bisel tendo recebido nova remessa di
farnba centeio, avisa aos seus freguezes qu>
continuam a fabricar este delicioso pao centn
todas as tercas e sextas-feiras ; na rua larga d<
Rosario u. 40.___________________________
PatC&es velhos
Comprara se na relojoaria David, rua do Ca-
bug o. 14
Oleo Silva
O verdadeiro restaurador do cabello, experi-
mentando-se o seu benfico resultado dentro de
30 dias de uso successivo. As suas virtudes
sao: evitar a queda do cabello, promover o seu
crescimento e destruir as caspas, a par de um
perfume agradavel.
Vendem:
Fabrica Camacan. rua Larga do Bosaric n. 50.
A Florida (miudezas) rua Duque de Caxias
n. 103.
O Novo Mundo (miudezas) rua Barao da Vi-
ctoria n. 24.
Proco1$000
Engenho
Vende se urna parte ou a meia accao de un
engenbo moente e rorrente a agua, quatn
legoas da estacu de Palmares, com capacidad)
para safrejar mais de 2,000 pes, pdenlo i
mesmo comprador arn-ndal-o ; a tratar na rtu
Mrquez do Herval o. 144.
C. Lombrosq
L'Antropologie Crimioelle et ses
ri'/nls progr j
l'ima pub'icaao dest notavel criminalista,
acaba de chegar a
Livraria Franceza
Ru 1- de Vargo d. 9
CBa volaia encadernadoe 3aOO<
1 riado
Precisa se de um criado ; no largo da Penha
n. 33, botel.
Criado
Precisa-se de um criado de 16 a 18 annos de
idad ; na rua imperial n. ilL_______
Agua mar vil no sa
Com a applicacao desta agua, quem soffrer de
esoinhas. pannos, sardas e vt-rmefhinao do ros
to fiara perfeitameo'.e corado, reconhecendo-a
desse modo, como nico especifico efiicaz. Alm
desses effeitos, tem ella a propriedade de, tor
nando a cutis limpa, dar lbe a rr natural. A
cada vidro que custa 1 OOO, aiompanha a respe-
ctiva iodietcao do uso.
nico deposito
Drogara de Faria Sobrinho & C, rua
Mrquez de Olinda n. 41
Aos senhores pretendentes
Vendem se vaccaf r-rioula?, novas, muito boas
leiteiras, pindas de novo, ver para crer; na -na
da Concucao n. 24, antigo armazem do sal,
acbar com quem tratar.
Joaquina das Mercs Ferreira Landim e seus
fllhos convidam aos parentes e amitos de seo
finado esposo e nai, Jos Eiuardo de Souza Lan-
dim, para a-sistirem a missa que mandam cele-
bra no dia 10 do corrsnte, 3." annivereano do
neu fallecmeoto, no convento da Gloria, s 7
horas da manha, pelo que desde j se confessam
aeradtridos.
t
arcolllna Fuado da Silva
Souto Maior
Para assistirem a urna missa, que ter lugar
s 7 horas da manha de 10 do correte mez, na
igreja matriz ds Santo Amaro de Jaboatao, por
alma de D. Marcollina Furtado da Silva Souto
Mato*, stimo dia do seu passameoto, sao con-
vidados os parentes e mais pessoas da amizade
ra familia
t
D. Hermelinda Mara da Costa
Araujo
Antonio Jos da Costa Araujo, Antonia Mara
da Costa Araujo, Ludovina Maria da Costa Aran
jo, Blandina Mana da Costa Araujo, agradecem
cordialmente a seus parentes e a lodos as pes-
soas que se dignaram acorapaobar ao cemiterio
publico os restos mortae* de sua prezada irm,
D. ErmeliDda Maria da Costa Araujo ; e de novo
convidara os mesmos e a todas as pessoas de sua
amizade para assistirem as missas que pelo re-
pouso eterno de sua alma mandam celebrar no
dia 11 do correte, pelas 8 heras da manha, na
igreja da Santa Cruz.__________________
Tenenlc coronel Nllva Cabral
D. Maria Joaquina Cavalcann Cabral, bacharel
Joaquim Francisco de Arruda e Zulmira Cabral
de Arruda, Heiiodo: o da Silva Cabral e Maria
Eu alia de Arruda Cabral, U ysses da Silva Ca-
bral. Joao da Silva Cabral, Hermogenes da Silva
Cabrai, Octavio da Silva Cabral, Alcihiades da
Silva Cabral, Julia da Silva Cabral, Antonio Le-
onardo Menezes de Amorim e Maria Alexandrioa
Cavalcaoti de Amorim. major Jos Vieira de Oli-
vara Maciel e Candida Bosa Bodrigues de Oli-
vara Maciel. Joaquim Cavalcanli de Albuquer
que Mello e Francelina Amelia Cavalcaoti Cabral.
Jeronymo Cavalcanti de Albuquerque Meho e
Anna Laadelina do Bego Cavalcaoti, capitao
Joaquim Z> ferino da Silva Cabral, Joaquim Fran
cisco de Uollanda Cavalcanti, Anna Alexandrina
de H llanda Cavalcanti, Cincinato Cabral de Ar-
ruda, Joaquim Octaviano Cabral de Arruda, Am-
brozina Amelia Cabral de Arruda, Maria Amelia
Cabral de Arruda, Alexandnna Amelia da Silva,
professor Augusto Jos Mauricio Wanderley e
Zulmira Augusta Wanderley, Alexandre Aloert
e Maria Albert. Francisco da Silva GuimarSes e
Paulina Augusta da Silva Cabral, Aprigio da
Silva Cabral, Joo de Mo~aes, vigario Manoel
Jos de Oliveira Reg e professor T. ajana Fe
lippe Ne- v de Barcellos, viuva, filbos, irmao,
Dora, cunbados, netos, sobrinhos e primos do
falleciJo teneme-coronel Joao Aula
nlo da silva Cabral* transidos do mais
acerbo nezar, agradecem do intimo d'alma a
todas as pessoas que tao generosa e dedicada
mente se prestaran)- durante a molestia e com-
parecern! ao enterrameDio do fallecido, e de
aovo Ibes rogam o cardoso obsequio de assistir
s missas que pelo seu ter jo repouso mandam
rezar, s 7 horas da manh de sabia m 12 do
crrenle. 7." dia do seu passamento, no hospicio
de Nossa Senhora da Penha, Becolbimeoto da
Gloria, capella de Belm matrizes de Paod'Alno,
Virencia. Grvala. Llmoiro e Bom Jardim.
iiilinnonio Antonio de Helio
Auna Pereira de Aqumo Fonseca convida seus
pareles e amigos do seu lina 10 irrafio Guilher-
mino Antonio de Mello para assistirem as mis-
sas do selimo dia do seu passamento, que manda
celebrar pelo seu repouso, na matriz de S-nto
Antonio, no dia 10 do corrente, s 7 horas da
manh ; confessando se grata a todos que com-
narecprpm a esse arlo de candarle e reliio.
Cosinheiro
Precisa-se de um cosinheiro ; na rua de Pay
and n. 19.
Vinho puro de Santarem
Da quinta do Barra!
Os proprietarios do Armazem Central, ru
do Cabug n. 11, avisam aos seus distinctos fre
^uezes e ao respeitavel publico que receberan
nova remessa deste especial vinho, o qual si
-ecommenda por ser puro da uva, e so se reta
i ha em sen armazem.
Joaquim Chriatovao & C.
Telephone 447
f.ovissimo livro de interessantes sorles
para recreio das festivas ooites
DE
POR
OLIVERO JUNIOS
CONTENDO
Uan linda e variada colierco de sortes e de
iogos de cartas, como o E'eait e de sociedades
comoo^PBOVERBIOS.
Brn'ocfo, urna immensa lolleccao de receitas
uleis e de (n-rfum na e cosmtico, um utili simo
kalemiano agrcola, urna enorme quantidade de
logrognpbos, enigmas, charadas e problemas e
urna infioidade de contentes baiatas, fbulas,
modu has, lunds, anexms, anedoevas, romn
e inst ntaneos, definices espirituosas, poe
sias e outras cousas mais, alm de urna nova e
saltitanie polka decompobico do festejado pro
fessor
Claudio da Gama
o inspirad i autor da Stella, A Moreninha, Isto
Sm, Sensivel, Bisos de Amor, V Entrando,
Tais toi, moncoeur?, Nao creio?, Marieta, Bieos
de Yaya, e tantas outias polkas e walsas que de
oonlinuo se toca e se dansa aos sons das
Hermas, con-tnuindo delicia des melhores sa-
oes, denominada O Ten Encantos! e
cereclda ao bello rsexo pernarabucano e edi'.a-
m pela LIVRARIA FR NCEZA roa 1 de Mar
ln.p 9, PernambHco, de I. "W. de Medei-
ro.
Prego de um volume ntidamente impresso em
K' rontendo 112 paginas, inclusive a msica,
8*000(1!).
Precisa-se de nma boa
cozinhera, na rua da Sole-
dade n. 82.
VIGOR DO CABELLO,
DE AYER
Preparado sob bases scientlficas
e physiologicas para o fim. de
beneficiar os cabellos, restaurar
a edr, impedir a queda, e promo-
ver seu vico e abundante cresci-
mOaatO.
Esta apurada e excellente preparacSo,
sem dnvida o melhor remedio at hoje
conhecldo para os differentes defeitos da
cabelladura, merece a Intima attencio de
todas as pessoas que tm tido a infelici-
dade de perder em parte este mais rico
ornamento natural da physionomia.
Com o sen emprego intelligente tem-sc
conseguido resoltados realmente sorpren-
dentes. Em muitos casos, porm sao
sempre, a propria calvicie tem sido carada
permanentemente.
Sempre se consegue fazer parar a queda
tos cabellos; emquanto qne para opente*,-
ao das senhoras, 6 o objecto mais til
mais agradavel qne se pode empregar.
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYER & CA,
Lowcll, Mass., Est.-Unidos.
A' venda as lejas de armarinlio e per-'
fumarias.
DEPOSITO GEHAJ
5; i
use
Aos agricultores
O bacharel Petronillo de Santa Cruz Oliveira
contina a encarreaar se de levantar empresti
mos para auxilio da lavoura sob bypotheca de
proprtedades e penbor de safra ; na rua do Ira -
derador n. 96, 1 andar.
Criada
Quem tiver de embarcar para a Capital Fede
ral e precisar de urna criada de confianca e que
noenj., para cuidar em criaucas, dirjase
rua Vidal de Negreiros n. 91, que acracom
quem tratar.
Chaves perdidas
Perderam se duas chaves, sendo urna de bahu
e outra de gaveta, ligadas por um barbante, no
trajelo oa rua do Hospicio ; quem as tiver
acbado e quizer restituil-a?. pode entregal as na
rua da Imperatriz n. 80, i- andar.
Injeccao
Se nlo morri desesperado, soffrenck
muito tempo ama molestia chronica que
ninguem podia curar; foi por encontrar o
santo remedioInjeccao M Moratoque
insta tuneara ente poz termo ao mea hor
rivel soffrimento.
Taubat.
Augusto Cintra Magalhbl3.
Agentes depositarios em Pernambuco
Francisco M. da Silva & C, rua Marqu e
de Olinda n. 23.
UM
REMEDIO
KFAILIYEL
em todo o caso da
RHEUMATISMO
Impurezas do Sangoe, Ercpgoes, Escr-
fulas, ulceras, SipMis
e toda affeecao de natureza
eruptiva cu venrea
SALSAFABHILfli
DE BEIST0L
!) Remedio de Familia por excedencia 1
AMA
Precisase de urna ama para comprar,
cosinhar e fazer ensaboado em casa de
familia. Prefere-se pessoa que seja s e
que seja matriculada. Na rua do Hospi-
cio n 6 se dir quem precisa.
Ama
Precisase de urna ama que saiba conchar,
que durma em casa do oatro e seja matricula-
da ; na rua de Gervasio Pires n. 85.
Ama
Precisa se de duas amas, urna para cosinba e
outra para o servico domestico ; a tratar na rua
Barao da Victoria n. 54,
Ama
Precisa se de urna ama para lavar e engom-
mar ; no Caminbo Novo n. 99.
Precisa se para o Arralal
de ama para cosinba, de urna pi quena para na-
dar com meninos, e de im rapaz para criado .
a tratar junto ao arco de Santo Antonio, casa
numero 2.______________________________
Ama para eoslnha
Precisa se de urna muiher de conaoca para
eoearregar se de urna cosinba, paga-se bem ;
rua 1.* de Marco n. i
lAISDE 10:000 IAT
S na tevoliicao
48Roa Duque de Caxias48
Em vista do proprietario deste grande es
tabelecimento querer liquidal-o, resolveu
vender por menos 50 V0 tanto iazenda
de lei como de moda.A SABER :
Cortes de etamine de 145000 por 8(J000.
Surah de linho fazenda muito larga a 320
rs. o covado.
Luvas de seda a 10, 10500 e 200"0 o par
Vole de algodo a 240 rs. o covado.
Etaminea de cores a 28, 300 e 320 re.
o covado.
Colchas de c6res a 20COO, 30000, 40000 e
50000 urna.
Zephiros de cores a 120 e 160 rs. o co-
vado.
Merinos lavrados a 500 rs. o covado.
Toilettes para baptisados a 60000 e 08OOi.
Lindas las de cores a 200 e 240 o covado.
Cachemira de quadros com listras de seda
a 1000 o covado.
Pannos de crochet para cadeiras a 500
is um.
Cortes de metim par vestidos a 65000
um.
Voile de 1S ultima m da a 800 rs. o co
vado.
Cortes brancos bordados a 120000,140000
e 150000 um.
Fichas de todas as cores de retroz a
10000 um.
Cortes de cambraia branca de quadros a
10600 um.
Ditos de cachemira bordados a250000 um.
CorfnadoB bordados a 60000 e 70000 o
par.
Atoalhado de linho por 20400 o metro, com
deffeito.
Cortinados de crochet finos a 100000 um.
Camisas finas de meias a 1 t000 urna
Cobertas forradas para casal a 20501
urna.
Madapolao americano com 24 jardas %
50000 e 60000 a peca
Batistas de cores a 120 e 160 o covado.I
Toalhas para enanca a 10o rs. urna.
Ceroulas francezaa, a 10OOO urna.
Atoalhado de algodSo a 10200.
Algodao trancado para toalha a 10OCO c
metro.
Bramante de algodao com 4 larguras, a
800 e 10000
Lencos de algodao a 10200 e 20000 a
duzia.
DitoB de linho a 20500 e 30000 a duzia
Collarinhos e punhos, prejos sem compe-
tencia.
CretoneB escuros e claros a 200 e 240 rs
o covado.
Cobertores brancos de 1S, para acabar a
20COO um.
Bramante de linho a 20000 o metro
Brim pardo trancado a 240 rs. o covado
Panno para meso a 10200, 10400 e 10600
o c< vado.
Vtstidos de Gersey para creanga a 60000
um.
Camisas de linho para homem a 20000,
30000 e 40000.
Granadinas pr.antasia a 360 o covado.
Uostumes de cachemira para homem a
140OOC o 150000 um
Cortes de casimira a 400C um.
Cortes de fus tao para collete a 600 r..um.
liuardanapus c m franja a 200^0 a duzia.
Espartilhos couraca a 40000 um.
E muitas outras fozendas que s comoa
flk poderao avaliar, assim com aprom
pta-se em sua officina um costame em 24
horas, garaotindo-ae toda perfeicfio e pre$o
muito commodo.
S na Revolucao
HENRIQUE DA SILVA MOREIRA
a-.CP.T3 SC HSEMATI510
DORES DE DENTES
JCr^fkJtiuaitrV* Ju oXhA
PREPARADO NICAMENTE
POR CALASANS & C.NA BAHA
Medicamento heroico contra os rheuma-
rismos, inchajoes, dores sciaticas, nevrol-
gias, dormencia, etc., empregando-se em
fomentagiSes sobre os lugares affectados,
Cura o beri-beri,. as paralysias e as dores
de dentes.
Todos os frascos levam direccSes para
aso d'este medicamento admiravel.
Prego 10200. Descont de urna dazia
jm diante. ____
DEPOSITO NO RECITE
Francisco Manoel da Silva & C. rua
Mrquez de Olinda n. 23
______
IjOOO e 1500 urna
Caixas de phantasia com fechaduras de mola
(maaeira de pinho flngindo charao); vende-se a
l-500 cada urna em perfeito estado, e a lOOt
com algum defeito ; na rua do Amorim n. 49,
armazem de Joaquim Felippe Aguiar.
Bom negocio
Admitiese um socio com aleum capital e que
tenba alguma pratica de padaria, para assumir
a gerencia da casa ; ou vende se a mesma, em
um arrabalde perto da praca, a qual desm: ncha
nove arrobas, podendo desmanchar mais que
isto. Faz-se este negocio por ter o dono de re-
tirar se por incommodo de snde ; a tratar na
rua do Imperadjr n. 16, loja.
Armazens importan-
tes
Alugam-setodos juntos ou separadamente, os
importantes armazens do largo da Assembla,
antigo Forte do Mattos. ns. 15,17, 19, 21 e -3.
Informac0e8, na rua Duque de Caxias n. 84,
loja. ___
Escriptorio
Aloga se urna grande sala, preoarada para es-
criptorio, combalcao duas secretarias, machina
de copiador com mesa, relogio e caaeiras, rua
do Vigario Tenorio n. 19 1 andar ; assim tam-
bera o 2- andar do mesmo predio.__________
Casa e sitio
Aluga se urna casa em perfeito estado de as-
seio. com agua, gaz, jardim, um ptimo banbei-
ro com chuviscos, tanques para lavar roupa, di-
versos arvoredos dando fructo e com bastantes
accommodac6e8 na estrada para o sitio do Ca-
jueiro n. 6 a tratar na rua daronceigao da Boa-
Vista o. 43. das 7 s 9 da manb e das 4 s 6 da
arde.
Vende se este en-
genho, situado no ter-
mo da Eseada, meia
legua de di^taneia da
Esta Quem pretender diri-
ja-se praca do Cor-
po Santo n. 15, 1.
andar.
Pede-se ao Sr. Francisco
de Souza Motta. ajudante de
guarda-mr da Alfandega
para vir ou mandar rua do
Barao da Victoria n. 50, loja.
liquidar aquelk negocio que
S. S. nao deve ignorar, visto
nao saber-se o seu domicilio.
.*
:

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s


>+>- )'. ;).ff
iiiaro de Pernambui*o--Quarta-feira 9 de Julho de 1890
?
:
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LOJA DO POVG
(1 Ra Ia de Marco 11
GRANDE NOV1DADE
Esta ora loja contina a ter ura grande eortimento e sempre pechinch&a, em
rejos ninguem lbe pode exceder, capricha na exactidlo da quadade e as medidas
e snas fazendae, que podem ser compradas por qualqaer enanca. Muitas de suas
fazendas sao recebidas directamente da Europa.
Descont de 10 [0 em compras de 200000 para cima.
Grande sortimento de fazendas de pbantasia para S. JoSo e S. Pedro.
Voile de 12 e algodSo, lindos desenhos, a 240 rs.
Lis imitacSo de cachemira a 240 rs.
Chitas de 200, 220 e 240 rs. o eovado.
Setinetas de cores, desenhos lindo a 300 rs. o covado.
Zephyros lindos a 120, 160 e 200 rs. o covado.
1 'orles de casemira de 3500 e 6000.
dem de costumes e de casemira de cor a 12G00.
dem dem dem preta fina, a L4($000.
Ricos "asacos de Jersey, bordados, a 6(50(0.
Toile de seda de 10600 o covado a 650 rs.
Granadme de beda, de 1)5800 o covado a 800 rs.
Merino preto a 500, 700, 1,5000 e 102UO o covado.
Dito de cor, liso, a 400 rs. o covado.
PARA CIUANCAS
Redes de cores, pechinci'ST a dweom-------------
Vcotuari. -de Jersey, a 6(5000 e 70000.
Capinbas e jaquetas de malha para crianca, a 1(5000, 1(5500 e 20000.
Bnns de core, covado 00 rs.
Merinos lavmdos, lindos desenhos, toalhas felpudas inglesas com pequeo
defeito para to lo* os preos, grande sortimento de lencos de seda a 400,800 e 1(5000,
len;os de algodSo com barra grande a duzia a 106 X), bramante de nho e algodao.
atoalhados, cortinados, colchas, fichus chales, sedas, setins brancos e de cores e
Toiles, lindos desenhosNavidades !
CURA CERTA
--, MOLESTIAS NERVOSAS ,./.
XAHOPE HENRY MURE
Bom xito verificado por 15. annos de experiencias nos Hospitaes de Pars
PELA CURA DE
Epilepsia-Hgsferia RS CoitvulsGcs, Vertigen
Chorea Crine* nervosas
Husfero- Epilepsia Exaquecas, Tonteiras
Molestias do Cerebro Congesfifes eerebraes
e Diabete atsucitrado jj| Spertnatorrhu
Um Folheto muito importante dirigido gratuitamente i qualquer pessa que o aedir
; HENRY MURE, em Pont-Saint-Esprit (Franca) |
10 TRITJUOR!
E' hoje a casa que vende mais barato!
Fazendas de novidade
V.M)b-bK KM TuliAS AS l'RI.NGil'AtS PHAMAC1AS K LIBOOAUA&
I *
rrartr*
in*dc* pela uupcurli di IjftaM da liaarM d< kVull.
QUINA E FERRO
Chlorose, Anemia, Debilid&de
Cu.ra das Pebres
Crep de alg do a 240 rs. o covado.
Cambraia branca com salpicos a 40000.
Crep matisado a 440 rs. o covado.
La Amazonas a 400 rs. o dito.
La escoBseza a 240 rs. o dito
Voile a 12 a 800 rs. o dito.
Linn de ramagem a 600 rs. o dito.
Z pbyr com padroes de voile a 640 rs.
Cretone voile a 400 rs. o covado.
Chitas percales a 200 rs. o dito.
('ambraia Victoria a 2800 a peca.
Gazes arrendadas a 440 rs. o covado.
Cachemira de listras, duas larguras, de
2*000 por 1*200 o dito.
Vestidos para crianeas a 4*0 :0 um.
Baptistas finas a 26 rs. o covado.
Setim do J apilo a 240 rs, o dito.
Cortes de metim, en cartSo, a 7*000.
Cortes de zephyr, bordado, i 10*000.
Co tes brancus bordados a 18(5000.
(Matacos Jersey a 6*000 um.
Popelina branca de seda.
ovifiis de e<5i*es a t-CO rs. o'corado.
Brilbantina de listraa a 600 rs. o dito.
Atoalhado pardo de linio com matizes
brancos a 3*OC0 o metro.
Mantilha de seda, creme e preto a 4*500.
Capas, visitas Pelerina e mantilhetes (ca-
chemira e seda)
Grinalda para noiva a 10*000 e 12*000.
Toalha felpuda palha
Luvas de seda a 2*000 e 2*500.
Paletots de seda para rosto.
Merino de duas larguras a 4*000 o covado.
Ricas caixas para presente.
Cortes de collete de fustSo.
Bicos de cores e brancos.
Variedades
Camisas allem&es a 36*000 a duzia.
Cortinados bordados a 6*000 o par.
Ceroulas de bramante a 14*( 03 a duzia.
Meias para homem a 3*500, 4*500, 5*000,
650t 0 e 7*000 a duzia.
Madapolao trancado a 9*000 a peca.
Merino preto de 800 rs. a 2*000 o covado.
Fostao branca a 380 rs. o dito.
Leques transparente a 2*000.
GuarnicSo de crochet com matizes a 7*000.
Madapolao com nm metro de largara a
6*500.
Carairas de flanella a 4*000 e 5*000.
Bramante trancado de duas larguras a
500 rs. o metro
Panno da Costa a 1*200, 1*400, 1*600 e
1*800 o covado.
Lencos, meio-linho, a 2*500 a duzia.
Lencos com barras a l 4' 0 a dita.
Toalhas pura banhos a 1*800 urna.
i Esguiao pardo a 360 e 400 rs. o covado.
Tapetes grandes e pequeos.
i Baleias a 240 rs. a duzia.
I Colchas de eSrm-a 2*000, 3*000, 4*000,
5*000 e 6*000.
Colchas de damasco de 11.
Sabidas de baile a 1*009 urna.
Ramos para peito e cabello a 2*000.
Esguiao de algod&Va 3*500 a pega.
Vasos para p de arroz a 1*500.
Punhos e collarinhos de celluloid.
Abotoaduras americanas.
Paletots de alpaca preta.
Espartilhos a 5*000 e 6*000.
Baptista de cores a 160 rs. o covado.
i Renda hespanhola a 3*000 o metro.
! Bordados e entremeios.
AGUA ASITICA
DH. BOSC
PARA TINGIft A BARBA B OS CABELLOS
A AGUA ASITICA do Dr. BOSC urna prepararlo de um effeito admi-
ravel para tingir instantneamente a barba e os canellos, da mais bella cor preta fl
castanna. E' absolutamente inoffensiva, d'um emprego fcil e d'nm perfume a agr-
davel. N'este genero a nica composicSo que tenha alcancado dar aos cabellos urna
cor natural perfeita sem alterar-lhe o briho.
DEPOSITO SKBJJL
Botica Frarceza e Drogara
ROlOlAYRil FRFRES
22RA. DO BOM-JESS22
*


t>
ViiHgSTPsOSSIAig HENBYj
tfia Aceiim* M:Hcm 4t KarU. itaU ctlhiiniU: M #cfta tjorx**.
A. fell-' reunlSo, n'este prepa .ido dos dous tnicos por excllTicla. a TIWA I
e o TSX30. coDSlllue um precioso medicamento contra a lihlormatt. -o"e
;kt fiiiaiH, .liirtnto, f'lurrn Oranean, fontitituicSei fraca, etc.
PARI3, BUsH & FOUBNIER, 43, ra d'Amsterdam. M
Dcpos:Urlo3 em FerHambticit : FRAN" M a SILVA Cu. Jw
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N. 21
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Aventaes bordados a 1*500 um.
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Sorti-rento completo de cestas de palhas e vime de 3*, 4*, 5*, 6*, 7*
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Espartilhos para senhorsa, todos os nmeros e prefos.
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Voile de la de cores claras e escuras,, os mais lindos desenhos, de 8C0 r-
covado. \
Dtnass de cores a 700 rs. o covado.
Merino liso, duas larguras, a 400 rs. o covado.
Dito, ama s largura, fazenda franceza a 280 rs. o covado.
Diio lavrado, cuas larg> ras, a 5'K) rs. o cov do.
Sargelim branco e de cores a 200 rs. o covado.
Vestuarios de c .mbraia transparente, enteitados cem rendas e bicos, de diver-
sos precos.
'Ditos de phnntasia, idem.
ditos de Jersey para meninos e meninas.
T"ile com ramagens a 7'/0 rs o covado.
Chitas escura e claras de 200 rs. o covado
Dt;.s panno de cretone a 2^0 e 320 rs o covado.
Fe us praeados a 1*000 um.
Pi-nteadores para senhora, bord.dcs, a 3000 um.
Setim br^ncol iso e de listras.
Dito preto idem idem.
Meias pretas finas para senhorae e criancas.
Fyls de cores para vertido a 320 rs o covado.
Cortes de casemira de cor a 3*0u0 um.
Di'os de casineta a 1*000 m.
Brim de cor, fustao para roupa a 500 rs. o covado.
Dito de brim pardo de linho a 220, 36 e 400 rs. o covado.
Coiarinhos, punhos, gravatas, lencos de algodar., ds nho e seda de todos
Extractos e leos. i Escovas e pentes.
Suspensorios americanos. I Regatas e lagos.
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e ine.omparavel Corroborante.
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Depositarlos em Ptrnambmeo: jiajt- ac <** silva **.
de FI0AOO FRESCO d BACALHO, NATURAL MEOICIKAL
Pmertplo d* MfaaBtteM apao- Ajnylcanaa. palea irlawlr.
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ua linha da Magdalena
Os proprietaros d'este estabelecimento parti -ipam ao publico que, tendo con-
tractado mais um perito cozinbeiro, estao babitudos a acceitar pensionistas noi-
camente para comida, sem inoradla no Hotel, as seguintes condi^s;
AlmoQO, sOmente 40^000 mensbes.
Jantar, i 5|000
AlmoQO e jantar 75^000
Fora o vinho
PAGAMENTO ADlANTADn
Um bom lmoc> avulso 26000, um excel ente jantar avulso 20500.
AlmocoB das 8 boras da manhS ao meio-dia. Jantar das 5 horas da tarde s
8 horas da noite.
Recife, Julho de 1890.
E. Chaline Sf C.
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tNOADBRNAQAO PAdTAQAO

Qanoel J. de CQiranda
- 39 *- RA DUQUE DE CAXIAS *- 39 -i
NUMERO TELEPHONICO 194
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Recebe directamente todos os mezes analtas novidades
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Remedio soberano para as molestias dos orgos 'respiratorios,
approvado pela Exma. Junta de Hygiene Publica, autorisado pelo go-
verno central, premiado com duas medalhas de ouro e rodeado de
muitos e valiosos attestados mdicos que garantem a sua efficacia.
O Peitoral de Cambar preparado em Pelotas, em larga esca-
la, pelo seu descobridor, o Sr. J. A. de Souza Soares, no conhecido
estabelecimento Agrcola Industrial do Parque Pelotense, expressamente
creado para esse eflfeito.
E' urna preparacSo perfeita, de corpo volumosn, transparente e
de um gosto agradabilissimo ao paladar.
O melhor attestado hoje da superioridade deste precioso medi-
camento est ne seu consumo grande e progressivo por toda a Ame-
rica do Sul.
A cha se venda as principaes pharmacias e drogaras desta
capital, aos precos do 20500 o frasco, 13|JOOO meia dnzia e 24(5000 a
duzia.
SSo nicos agentes e depositarios no Estado de Pernambuco.
FRANCISCO MANOEL DA SILVA & C. '
23RUA MRQUEZ DE OLINDA23




CURA CERTA
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J ANEMIA, CHLOROSE
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Minoconnmiaii,dnnuii 1 me* i
VINHO EOBIN
A loni-Hulntm feconi-
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3 GRAGEAS ROBN
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VERDADEIROS
AGUAzPdeBOTOT
Os <&nicos Denhrficios
approvados pela ACADEMIA de MEDICINA
Branqueam oa Lentes. Forticam as Qengivas.
DEPOSITO : 17, Ru de la Palx, PARS.
Antigaunante : &OQ, Ha Saint-Honor.
OESCONFIAR-BB DAS PALBIPICACOB8
^CHAM-SB HAS PRINCIPABS PrOOARIAB B f B R T U M A RIA S ______
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hn ttrtti k m li bjb MMotlaikaaaltas Mlldat' lifi'dN,
taeaeaw: Ola* di rifado dUBacalaao, Oleo d Ricino,
liliano da Copahlba, Opiato. Alcatrio, etc.
TODO* OS HXDICAJCENT08 EM P
M^OOm^^M\Ttla,ii,niltrmt\t.ml^rU.lmP,rrlmbucoM^tI^'a^barL-vA.a. ao*ae4>>>d>ia a>a)iiaioooaioiOB)w
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ESTADO DE PERNAMBUCO
EM BENEFICIO DA
Santa Casa de Misericordia a. *
INTB6AE8
A 1.0.a parte da l.8 lotera desie Estado ser
extrahida iiupreterivelmente sabbado 12 do
corrate.
Todos os pedidos de biMietis desta loteria
devem ser dirigidos a thesouraria rna larga
do Rosario n. 9 i. andar.
PELOS CONTRACTANTES
Bernardino Lopes Alheiro.
Todos aquelies que sofiTem
[do peito, devem experimentar
as Capsulas do Dr. FouRNrtB.
Depostanos em Pw.-umouoo
rRANCISCO U. df 1ILVA .
Ouro prats
Compra-se, como tamben
moe(Jas, ra do Cabug
n. 9., loja de Ahsusto Reg.

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Francisco 11. da S&VA i Ca
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PAUS: B&mettB, 24, rra f Eif Mea ^
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Bruxllis {B7-88)
Sem labor ilnm de
^r-^mm.-^k,-AW 9TT0, eS*8DCaJmll#
nprttomu^o J^^^^LW aaBimllavel.occasioa
-^^.^>^^ oa* pessoas que nAo ae
prestara a qualquer tra-
tamento terruguweo, os
realtados os mai* rpidos e
conjunte. aen> uanca occa- ,
sioaar dflra de eetomaigo nem |
ooBStlpacafo (piifio de Teotre).
leHili pal: Pb' ROBU, n BNrfM (ttat)
rErr rtrnamftuco : Frar" M. a SH.TA k f
Vinho Maduro
Pelo ultimo vapor recebemos urna importante
remessa do delicioso vinho maduro, analysad
pela junta de hyuiene dat.apital Federal.
0 VINHO MADKO, poro da nva, o melhor
que tem vindo ao mercado, j neste estabeleci-
mento se enennira
SEMLNTES NOVAS de flores e hortalicas de
todas ;i- qoalidades.
AZEITE puro de oliveira em latinhas de meio
e um litro.
Em bebidas tinas, como sejam : champagne,
cidra, vinbos Bordeaux, Porto, Douro, Chamber-
tim, licores de diversas qualidades, nao temos
rival. .
Queijos de todas as qualidades e o apreciada
requeijo em latas.
Errlim. comoleto sortimento de gneros de
primeira quadade para urxa boa despensa e 03
prtjos sem coi. petencia
Ra estreita do Bosario numero 9
Pocas Mendes & ^).
TelepUoneZ<*9__________
Curso primario uocturno pa-
ra adultos
Raphael de Azevedo tem aberto era soa rea-
dencia um curso primario nocturno para adultos,
e pt-lo seu mettdo de ensino garante rapid
a prove lamento aquelies que desejam roultipl-
car e enriquecer a vida interior, associar se a
vida de seus semelhantes, unir-se e fraternisar
om os homens; isto ler, .escreveoe contar.
Hurano da-1 6 s 9 da noite.
Ruada Gloria n.49
VERNIIF8E COLMET
CHOCOLATE oom 6ANT0NINA
rjFaOITIi #r Wriir ai LOaSaiau .
Isu Vermlfofo i nematniUt ttt (u* ,
sei 6>ttr t|T*ia>6l 6 Mirr$l iidttaidi. Jf/
Exigir t tuigntturt : f
PBria.3e.roadaTaa|>ltallrtaawrBMMda*j
I



Diario VEHDAS
Vende-se o sobrado n. 7 ra Visconde de
Inbama ; a tratar na ra Duque de Casias n.
IOS, toja de calcados.
VeooVseo sobrado o. 7 ra Visconde de
ulbama ; a tratar na ra Duque de Casias o.
105, lojm de raleados.
Cofre
Vende se nm importante cofre prova de foRO,
euma armacao envidracada eenvernisada, pro
Erna para quaiquer negocio ; a tratar na roa da
mperatriz n. 12._________________________
Attencao
Vende-se
ama boa machina de numerar e diverso cofres, 1
sendo um multo grande, e que foi da antiga toe- j
L souraria das loteras ; a tratar na ra Mrquez
I cteOlindan, i, i andar.
Vndese a mnito e bem afreguezada meroa-
ra Lusitana, : ropria para principiante, na ra
Paulino Cmara n. 3, antiga Camba do Carmo;
a tratar na mesma.
Cal nova de Lisboa
J ebegon para Gaimaraes Vtente, no largo
do Corpo Santo n. 6.
db. CAKL0S_ BnBSCOlIRT
silsipiTlm ribj
GRANDE DEPURATIVO DO SANGUE
Elixir anti-rheuniatico, anti syphilitico e smpregado em todas as molestias de
pelle, erys'pea, darthros ou empigens, beri-beri, anthrazes ou carbuncul s, cancros
venreos, feridas cancerosas, ulceras, gonorrheas chronicas, boubas, bubSes, escrfu-
las e todas as doen^as que depender da impureza do sangoe.
Este remedio superior a todos os outros do sea gonero, o que est provado
pela preferencia e acceitacao que lhe d o publico.
Um frasco 3S000. urna duzia 30SOOO.
Xarope d jaramacaru composto
GRANDE PECTORAL
Tratamento e curativo de todas as molestias do peito e da garganta, defiuxo,
tosses simples e convulsas, coqueluche, constipares, asthma, bronchite, catarrho
chronico e tisica pulmonar e do laiynge.
E o primeiro peitoral que se conhece at hoje na medicina.
Um frasco 2#500, urna duzia 24*000
VINHO TNICO
Com lacto-phosphato de cal e ferro, coca, cascas de laranjas amargas e quina.
O melhor remedio que se tem formulado pela combinacSo destes heroicos
medicamentos. Empregado no tratamento das molestias do peito, do estomago, ane
mias, menstruales difHceis, debilidade geral, cores paludas e todas as vezes que se
quer fortificar o organismo e dar desenvolvimento ao systema osseo e muscular
Convm s pessoas ou senhoras que criam para tornar o leite mais nutritivo e robus-
tecer as criancas. Ette remedio superior a todos os tnicos estrangeiros que Be
aanunciam por ah.
fm frasco 3$000, urna duzia 30$000
y
d geaitds puaiPi^naH na saxtuue
O empvego da CAROBINA deve dirigirse a combater as seguintes molestias:
aa diversas formas das doencas chronicas, os desengaados, soffrimentos do tero,
affeccSes cancerosas, beri-beri, escrfulas, tumores brancos, ulceras chronicas, effec-
g8es venreas rebeldes, paralysias, molestias do coraclo, da garganta, rheumatismo
chronico e gottoso, molestias de pelle, assim como todas as enfermidades derivadas
da impureza do sangue.
Um frasco 3^000, urna duzia 30#000
ti
MECCAO BETTENCORT
_ AHf-BLKNORBHACICA
^ Gura radical em seis dias
Empregada com ptimo resaltado nos corrimentos agudos ou chronicos da
urethra ou vagina, leucorha ou flores brancas. Este medicamento de urna grande
Um frasco 1#500, urna duzia 15$000.
j
i

lum |g jiginnii ffitt HIAHn

TNICO FEBRFUGO desobstruente
Empregado na debilidade geral, doencas do estomago, convalescencas depois
do parto, febres palustres, molestias do figado e baco, falta de appetite, anemia, chlo-
" rose, cores paludas ou falta de sangue e doencas nervosas.
E' um reconstituinte de energa, aromtico e agradavel ao paladar.
Um frasco 3$, urna duzia 30j>000
nicos exportadores
COMPANHIA DE PRODUCTOS MEMCNAE8
31--RUA DOS 0URIYES--31
RIO DE 4 \ MI IIO
Vendas em grosao e a retalho em Pernambuco %
Francisco Manoel da Silva & C.

FOLHETIM
ftMP
POR
PULO D UtRElOM
SEGUNDA PARTE
A victoria do mal
(Continuado do n. 151)
V
ir
A ORPHA
Que podia haver no mundo mais sao e
ais immaculado do que aquella regi&o
das neves e dos pinheiros, onde' o ambien-
te saturado do balsamo vivificante desse
vegetal e dos aromas de resina, dos Der-
rames do incens, ou entao impregnado
das einanacSes mais suaves dos enos cor-
tados nos prados borda dos caminhos, ou
anda carregado dos vapores salinos do
mar, cujos rugidos de furor se ouvians em
oceasiBes de certos ventos ?
Pouco a pouco nascia o dia, desenliando
em contornos mais claros as formas har-
nsaniosas das montanas, que pareciam va-
gamente inclinar se sob a corda ainda t-
mida das suas nevoas vaporosas.
E de repente o sol, emergindo de urna
montanha mais larga, mais alta do que as
outras, inundou sbitamente a natureaain
teira cem os seus raios quentes, sob os
quaes resplandecan) todas as cousas.
Urna grande calma, calma de alegra e
felicidade intimas,exhalava se da admiravel
paysagem, tranquilla e magnifica, onde as
nevoas dos cumes, as steppes fulvas que
lhe cobriam os prados que scintillavam ao
orvalho da manhS, as arvores que Be er-
guiam erectas e soberbas, os regatos bran-
cos de espuma, formavam um quadro de
perturbadora e inolvidavel grandeza.
AL exclamou Jacques, transportado
ao inebriamento, como isto bello!....
Nao poasivel que nao se seja feliz aqu I...
Entretanto, laucando os olhos nos con
fina do horisonte, descobro um tenue pen-
nacho de fumo.
L est o trem, exclamou elle; de-
pressa Pedro, volta para a astacao.
O cocheiro bearnea fustigou ligeramen-
te os trotadores.
O landau rodou entao a toda a brida em
direccao ao valle.
Um quarto de hora depois Jacques re:
cebia Branca nos bracos.
Margarida acompanhava-a, adormecida
no eolio da ama.
Comecava a fallar, a caminhar: a intel-
ligencia brilhava lhe nos olhos azues muito
meigos os olhos do pai.
Se nao fora a sua pallidez de rosa bran-
ca, jamis colorida pelo mais ligeiro ru-
bor, ah como Jacques a acharia bella I
Como o castello ? perguntou Bran-
ca ao marido, logo que a carruagem co-
mecou a rodar na admiravel estrada que
vai de Bayonne a Pau
Nao sei, responden o Sr. de Rhodes,
ornado.
Ella fitou-o, tomada de grande sorpreza.
Como, disse Branca, nao sabes ?
Nao, ainda l ni i fu;. Comtigo que
eu quiz entrar no castalio pela primeira
ves. Pois nao t mandei dizer isao ?
Vendem-se os seguin-
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O Dia de S. Nunca, romance, 1 vol.
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A igreia e o Estado, por GanganeUi,
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ca, 3 vols. enes, finos, com grava-
ras 12*000
Eca de Queiroz0 enme do padre
Amaro- 2*000
Castello de Grasville, romance raro,
3 vol, ene. 3*000
Leonor, D'Ambolse, 1 vol, ene. 1*000
As obras de Julio Verne, 42 vols,
enes. 30*000
Tres Poemas em proza, e verso por
Gomes Jnior, 1 vol, ene. 3*000
Typos de cara dora, 1 vol, brocb. 1*000
As viagens de Guliver, obra critica
ejocoza (rara,) 1 vol, broch. 3*000
Vozes da historia pelo Paare Gui-
lberme Dias, 1 vol, brocb. 3*500
Guarrigues'breve leitura sobre sci-
encia, 1 vol, ene. 2*500
0 matadouro, historia da Lavadei-
ra Gervazia o Io. vol s. 1*500
Ponson do Terrail A beranca myste-
rioza o 2o. vol s ene. 2*000
Repostas consisas e familiares por
Mr. Segur, 1 vol, ene. 1*000
Carta sobre a Companbia de Jezus,
1 vol, brocb. 2*000
Miscelania Religiosa por Pinto de Cam-
pos (obra rara) 1 v. broc. 5*000
Ao cidadao Aoicete, versos do Cigano
ao Dr Cbinez (raro) 1 v. broc 1 *500
OragSo fnebre do bispo D. Vital, 1 v.
broc. 2*000
Propaganda religiosa Cbristo e Papa em
prosa e verss 1 v. broc. (raro) 2*000
Deseseis de Maio, puemeto, 1 v. broc.
(raro). 1*00
Fados da Historia de Pernambuco,
1 vol ene. 2*000
Bibliothca do novo, 31 caderninhos
broc. 4*000
Um misterio de familia, por F. Tavora,
1 vol. broc. 2*50 0
Um casamento nofarrabalde, 1 vol.
broc, mesm< autor. 2*500
Romano*-* em francoz por llllOO
rel rao a ana volume.
Tnatre com piel de Eagne Labiche
Eogne Chavette Le Saucisson Pattes
Premier Amant par George3 Duval
Catalogue le Muse d'Artillene par O Penguilly
L. Haridon
Henry Rabusson L'Epousj
Lopold Stapbaux les Vicieuses
Lucien Descaves La Teigne
Emile Ailaim Rio le Janeiro
Edard Montegne Les Affems de Londres
Tiennot des Ablestes grapinos de Girondas
Marcel Trvost Madamoiselle Jaafre
Louis de Hessem Loeavre de la Cbair
La Comiie de L'Apotre par Cbampflenry
Le Fils do Jesuite par Leo Taxil
Odyss Barot Les Usurlers de Paria
Prosper Mrime La Double Mprise
Carolus Bro Par Desses ?Les Moulins
Prosper Mrime Les Deux Heritages
Lceur d'or par charles Merouvel
Le Rve par Emile Zola
Ella apertou amSo de Jacques. Os seus
requintes de delicadeza commoviam n'a
jempre.
No carro, Branca recostou-se risonha e
satisfeita ao hombro do marido ; a crianca,
ainda adormecida, repousava no regajo de
Catharina, a sua ama.
O landau tornou a rodar naquella regSo
sem ijual, cujas bellezas Jacques. tinha
admirado momentos antes, illuminadas por
todos os esplendores do co nascente.
A coberta da carruagem tinha sido ar-
riada, um ar vivificante perpassava embal-
samado e suave ; Branca respirava a plenos
pulmoesf narinas dilatadas, maravilhada e
contente.
Como isto bello exclamava ella,
extasiada ; como bello, e como havemos
de ser felizes aqu no meio deste grande
silencio, desta calma que conforta e agra-
da !...
O Sr de Rhodes, muito satisfeito, escu-
tava-a.
EntSo, escolhi bem ? perguntou elle
sor rindo.
Qual a accSo da tua v ser boa, intelligeute e refiectida como tu
propno, meu querido e amado marido ?
respondeu ella, fi ando o com amor. Esta
regiao de paysagens, grandiosas, de hori-
zontes infinitos, faz-me recordar o raostei-
ro em que te esperei. 3entia me desgraca
da com a minha anciedade, mas aquella
natureza tao pnjante e tSo suave com as
suas harmonas tranquillas, dizia-me entao
que esperasse. Hoje ella me restituir a
saude, fortificar Margarida.
Com os olhos rasos de lagrimas, o arma-
dor apertou a m&o de Branca.
Oh murmurou elle, quem dera que
estivesses fallando a verdade !
Dentro em pouco os trreles ponteagu-
dos do castello d'Astarac, a residencia
principesca dos velhos duqaes de Canda-
Le Pnnce Zilah par Jules Claretie
Un gendre par A. Maiihey
Len Heorique Un Caractre
Le Enfant de 36 Peres
Lon Michel Tonis
Le Casier Judiciaire par Odiase Barot
Albert Delpit Solange de Croix St Loe
Adolph Belot Les Fugitivea de Vienne
Ho escriptono deste Diario se dir qnem ven-
de todas estas obras, e faz-se grande abal-
mento a quem comprar todas juntas
CHUGARAM
B.OEDBDSIMUG. ,
Ra flarqnez de Olinda a. 18
Annazem de cerveja, vi-
nhos, champagne, licores,
cognac, agua mineral, con-
servas, etc., etc. nico
deposito da afamada, cer-
veja Phcenix de Dortmund
do chocolate Ph. Su-
chard de Neuchatel pre-
miado com a medalha de
Ouro na Exposic,ao Univer-
al de Pariz em* 1889.
Agencia da grande fa-
brica de, charutos Danne-
mann&C., S. Flix (Bahia).
KOVIDADES
Cortinados de cores para porta ou janella
a I 5600 o metro.
Crochet branco e de cores para cortinados
a 160 0 e 1*5500.
Flores para cabello ou enfeito de vestidos
a 10UOO, 10500 e 201.00.
Sabonetes para pannos e sardas a 100
Extractos finos, frasco com 20 gotas, a
2 Ors.
Lxpis de ouro a 10500 e 20000.
Tesouras com mollas e caixa a 10500.
Porta-luz com phosphoreira a 1(5000.
Relogios para ver no escuro a 80000 e
100000.
Albuns para 10 ou 25 retratos a 30000.
Para nao domestico
Bramante de 4 larguras a S00, 10000 e
10200.
Panno de linho com 4 largura a 10600 e
2*000.
Atoalhado adamascado a 10400.
Panno da Costa, com quadros e listas, a
10000 e 10200.
Guardanapos fiaos a 10800 e 20000 a du
zia.
Toallas felpudas a 60000 a dita,
('retoces para cobertas a 300 rs.
Colchas de cores, muito grandes, a 20000,
Cortinados bordados para cama ou janella
a 60000.
Oleados de cores para mesas/ cada repar-
timento 40500.
AlgodSozinho largo para todos os precos.
E muitas fazendas qne se vende por
quaiquer preco.
D se descont a quem comprar de
2< 0000 para cima.
NA LOJA DAS LISTBAS AZUES
A0PBLIC8
O abaixo assignado resolveu participar
aos seus amigos e freguezes que contina
a ter sempre o mais completo sortimento
de :
COGNACS destacando o afamado
Paulino, que um dos que mais se pres-
tam a tomarse com leite.
V1NHOSO Palhete sem prejuizo das
outras marcas, especialisando tambem o
magnifico Bordeaos Republiqu Brt-
lienne.
LEGUMESem conserva, especialida-
des como nao se encontram em quaiquer
oaaa.
CARNE S em conserva, especiaes como
nunca vieram aqu.
PEIXEStambem o que na de mais
variado.
CERVEJASonde se destaca a bem
conhecida e digna de celebridade Paulino
Bier.
CHARUTOS nm grande sortimento
das melhores marcas, e por precos muito
commodos.
Alen destes artigos acha-se o sen esta-
belecimento sempre supprido de tudo
quanto se possa desejar d'um bom esta
belecimento d'aquelle genero.
Roa do Imperador n. 28.
Paulino de Oliveira Mdia.
Os mosquiteros amoricanos
Com armacSo e carritel conforme a estampa
Pre^OS : l2^ooo, l5^ooo e l8$oo de cores
Loja das lastras Azues
61 -RA DUQUE DE CAXIAS-61
Os Barateiros! !
.!
Us, ob descendentes dos sntgos condesde
Foix, sargiram aos olhos encantados aa
Sra. de Rhodes.
Vio se mal ainda a velha e esplendida
casa, oceulta como se achava pelas verdu-
ras do parque, mas de longe as suas cer-
canas assemelhavam-se, com os seas bos-
ques enormes, os seus massicos impene-
traveis, de todas as especies, a alguma gigantesca
floresta virgem, inviolavel e nunca violada.
Que se iria encontrar atrs daquellas
impenetraveis muralhas de verdura? O
tobellao havia dito : nm castello magni-
fico.
Jacques desconfiava da exgeracSo dos
gascSes e commaoicava a Branca os seus
re oeos.
Talvez seja algum velho casebre, cu-
jas paredes desmantelladas as chuvas e os
ventos do invern tenbam todos os annos
destruido ao-i poueos.
Ella, muito contente, responda a rir:
Tanto melhor se nlo restar nada
mais, nos conservaremos as ruinas como
cn-iosidade, e tu mandars construir casa
nova a teu gosto.
E o landau avancava com rntis ousto
medida que se approximava do castello,
sempre dissimulado por urna muralha de
folhas, como o era, as velhas. legendas, a
morada silenciosa da Fada do bosque.
Finalmente a floresta parecea menos
espessa ; surgiram algumas. clareiras, se-
melbantes a grandos pocos abortos no co
deslumbrantemente azul.
N'uma dessas clareiras, bem ao fundo,
do lado dos massicos que comecavam, de-
baixo de um grupo de ; rvores mais ver-
des e mais altas, descia de immensa ro-
cha coberta de. Hera urna fonte marmurosa
e saltitante.
domo isto fresco e bonito I excla-
mou Branca. Ha de ser o meu passeio
E' s neste estabelecimento que pode
se encontrar fazendas finas de gostos lin-
dissimos j or prejos razoaveis, como se-
jam:
Voiles de S, padroes ioteiramuute no
vos, merinos idem, idem, cachemiras la-
vradas, o que pode haver de mais lindo
em gostos.
Cambraias da China, idem catitas, idem
com salpicos c lisas, Victoria e transpa-
rentes, grande sortimento de crotones
(padroes de voile) de gostos attrahentes-
Crepe da Chiaa, inteira novidade.
Etamines de cores, lisos e rendados.
Fustoes b-ancos. Linons com Darra, o
que ha de mais rico para vestidos, chitas
idem, idem e muitos outros tecidos a phan-
tasia.
Lis de quadros a 200 rs.
Merinos idem, fazenda de 800 rs., por
240.
Voiles de 12 e algodSo a 240 rs. o co
vado.
Zephyros de cores a 320 rs. o covado.
Merinos de urna largura a 280 rs. o co-
vado.
Baotista republicana a 200 rs. o co-
vado.
Madapolao americano a 55000 a peca.
Vanado sortimento de setinetas e cre-
tones, para chambres.
Grande e variado sortimento de chitas
claras, de cores e escaras. dem chama-
lot, padroes exquisitos. dem voiles, gos-
tos inteiramente no vos. Casacos de Jer-
sey para senhoras, vestuarios idem, para
criancas. Toalhas felpudas para rosto e
banho, brancas e de cores. Grande sor-
timento de aventaos, idem, idem de ba-
beiros, para criancas.
Para honens
Grande sortimento de camisas de fla-
nella, linho e algodSo.
dem de collarinhoB de linho e cellu-
loide de cachemiras pretas e de cores, en
tre ellas destacam se as de 70000 o corte,
para costumes.
Alm das mercadorias que cima dicta-
mos, temos um esplendido sortimeoto de
cestas de palha e chagrn e muitos ou-
tros artigos que sena enfadonho mencio-
nar.
E' so nos barateiros!!
A' RA Io DE MARQO N. 1
Beroardino Campos & G.
Pl* LER Y Vende-s em toda a mi*
Bom meio de vida
Vende se um bom rancho com casas e immen-
so terreno, na estrada da Imberibeira, rendendo
o rancho 8 a 10/ diarios; a tratar na ra d
Concordia n. 60.
Massa para bolos
Pateo do Carmo n. 2
Garante-se a qnalid ide por ser tratada a ca
pricho, e por preco sem competencia ; venbam
ver para crer.
favorito. Jacques, preciso mandar-roe
arranjar esta clareira.
Da qual a ultima duqueza de Can
dales de vi a igualmente gostar ; olha l...
Eflectivamente, encostado aos destroces
carcomidos de um velho banco de madi-
ra, va se ainda um cupido de marmore
branco, risonbo e chacotedor, com um
dedo pousado na bocea, urna venda nos
olhos, meio coberto de musgo e parieta-
ras, as amigas das cousas abandonadas.
A seus ps, o regato corra com o seu
bello e su ve murmurio, saltitando como
um lonco, lmpido e azul sobre o seu leito
de areia, debaixo do grande co azul.
Atrs del le distingua se vagamente a
negra abertura de urna grata.
Branca estava commovida.
Elle nos sorri, disse ella ; que felici-
dade ser o nosso primeiro encontr aqui,
elle que nos desoja as boas vindas...
Jacques nao raspondea.
A carruagem acabava de transpr urna
volta do caminho, e agora, a poneos pas-,
sos, por detrs de um portao de ferro fun
dido, oxydado, mas soberbo com a sua co-
rda ducal, apparecia um magnifico cas
tello.
Os contornos das avenidas, das aleas
areiadas, dos granudos, dos terracos, dos
jai dina, comquanto invadidos pelo matto,
viam se de longe, no seu conjunto, ntida*
mente desenhados, soberbos, magnficos,
muito vastos
E, bem ao fondo de nm chaos de ver-
dura, o castello erguia-se altivamente,
com as suas vinte janellas de fachada, a
grandeza altaneira da sua escada exterior
de marmore branco, o seu corpo principal
grandioso e as suas daas varandas em vol
ta, soberbamente cobertos de ardosia e as
suas pedras emmolduradas com admiravel
cordlo de marmore, sobre o qual se acha-
vam esculpidas grioaldas de Adres mais fi-
A Florida
Acaba de receber pelo ultimo vapor a
que de maior novidade tem a populosa a
grande cidade de Pars, os mais importan-
tes artefactos da ultima moda.
Papel bordado com muita fantasa, piosuia
para cartas.
Cromos de seda e de oleographia.
Caixas de msica com manivella para f,
20 e 30000.
Caixas de msica, com corda, fechadas
com 1 a 3 arias para 7, 8, 9, 10 s
120, proprias para presentes.
Ricos enxovaes para baptisado a 70, 8JL
90, 100 e 120000.
dem muito finos para 160 a 200 om.
Tmaosinhos com sombra com fitas e
de c mbraia transparente a 30 e 305OOL
Um grande sortimento de porta-4raagB
para 500, 10 e 10500.
Grampos dourados e com perolas a 200
500 rs. um.
dem de celuloide e dourados a 200
300 rs. um.
Estojo para desenho de talagarca a 30003.
Bandeiras de 13 dos Estados-Unidos do
Brasil a 1050 30000 e 40000, anear-
me o tamanho.
Grande sortimento de bolsas de pellica
de chagrn para 2, 3, 4 e 50000/ para
senhora e meninas.
Carteiras cem estojo a 3, 4 e 50000
10500 e 20000.
Grande sortimento de bicos de algodia
de seda, brancos e de cores,*
Livros de sortes a 300 rs.
Albuns de pellucia e de chagrn, gasea
moderno, imitando um leque.
dem para cromos, poesas e msicas.
Espadmhas para crianca.
Boleas de couro para cobran5a. ,
Na val has da Roger AmSo americanas ta-
ctrcas e de 2 laminas, e afiadores eeai
a massa propria para affiar.
Ramos de flores para baile e c&sssxata
de 10500 a 40000 om.
O Cabelleira engenheiro invento & 500
res.
Galoes e bordados de cores.
Bordados de cambraia de 600 a 10500 a
peca.
Sabonetes para tirar nodoas de casemraSj.
sedas, las e outras fazendas finas la
800 ris.
Ocolos e pince-nez finos, dourados. im-
falo e nickel.
Tinteiros para viajantes.
Espartilhos para 4, 5, 6 e 70000.
Collarinhos e punhos de borracha.
Caetas de vidro a 500 rs.T
I **



-
-
I
t>
I
bola
Boleas para menino de eschola a 20300.
Sabonetes para banho com desinfectante
a 40i ris.
Palseiras americanas para 3, 4, 5, 6, 7 0
80000.
Anneis e brincos com pedra imitando br-
lhante.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 103
Farelo
superior do Rio da Prata a 1 800, dito do Bia
de Janeiro a i 750, pesando 42 a 44 kilos ;
dem Franco & C, 00 pateo da Peoba n 8.

/Vi
as do que rendas.
A carruagem parou.
Ao ruido que produzo ao pateo silett-
cioso acudir um nomem, trajado de roa-j
pa grosseira, e trazeodo cabeja um hur-
go chapeo desabado.
N'uma das janellas do pavimento terrea
mostrou-se urna cabeya feminina curiosa,
ainda bouia, comquanto nao fosse muita
joven, com os seus olhos negros e o sea
lenco de foulard, faceiramente enrolado aa
alto da cabeca expressiva.
Ao aspecto de Jacques, apeando se da
carro, com a sua elevada estatura apra-
mada, o homem do chapeo desabdo des-
cubri se respeitosamerte.
Vio se entao o rosto bondoso e intell-
gente de um individuo de cerca de quarea-
ta annos.
O senhor sem duvida o noBsonova
patrio... disse ello, torcendo nos dedos a
chapeo.
Com um olhar rpido, o Sr. de Rhoea
bavia-o examinado da cabeca aos ps.
Q seu rosto, de olhar honesto, agradaos
lhe desde logo.
Sim, respondeu elle. E voc Ma>
theus Puyioo, o antigo admin strador do dN
que de Cndales, nao verdade ?
O camponio nao abaixou o seu olhar
lmpido.
Sim, Sr. conde, para lhe servir leal*
mente, como serv ao defunto Sr. duque..
Nao digo que nao, havemos de ver
isso... O castello acha-se em. estado da
nos receber?
Sim, Sr. conde.
Chame me simplesmente de senbsjr,
e conduza a senhora ao melhor quarto da
castello.
(Continuarte-hafk
Typ. Diario, Ra Duque de Caxs a. X

ti
'i-i> -^ a..---, v-


Full Text
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