Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19198


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Full Text


i
AXIIO MI
Sesta-felra 99 de Junllo de 1994
\rMEBO 146
3PS0PBI8B&BB BE 1EAH61X. F1G9BX&0& BE P&B3& & FXLSOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mczes adiaotados.... 8$000
Por seis mezs adianlados. 15$000
Por um anno adianlado .... 30S000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBUCAgOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre & C.*, residente em Pars18 rae de
La Grange Batelift
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mczes adianlados. .
Por um anuo achantado .
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
161500
331000
#200

$
^
- Telegrammas
Rio de Janeiro, 2S_dc Junho, as 11
horas c 40 minutos da marina (recebido
na esta?So s 2 horas e 45 minutos da
tarde, e entregue as 3 horas e 2-2 minu-
tos).
Prestes Giirnaraes e Gurrurcindo com
suas breas reunidas travaram combate
com parte da divisao norte do general
Lima. Este os derrotou repellindo-os
com impetuosas cargas de cavallara*
O combate durou 6 horas, e o inimigo,
que teve perdas avultadissimas, foge na
fcrecqao de Passo Fundo.
O presidente do Estado do Espirito-
Santo telegraphou ao Ministro francez
dando pezames e lamentando o assassi-
nato de Carnot.
A imprensa da Victoria consagra arti-
gos memoria de Carnot.
Montevideo, 28 de Junho.
Custodio de Mello nega que pretende
servir como soldado de Gumercindo.
Rio de Janeiro, 28 de Junho, s -7
horas c 20 minutos da noite (recebido na
estaco s 10 horas e entregue s lo horas
e 25 minutos )
Na Cmara dos Deputados entrar
amarilla na ordem do dia o projecto so-
bre o estado de sitio, tendo sido rejeita-
do preliminarmente o voto em separado
da mi noria da oommissSe, voto que re-
salvava as immunidades parlamentares.
_ No Senado foram approvados : os
provectos n. r do mesmo Senado, em i.
discossao, e n. 33 da Cmara, em 2-1 dis-
pussao : o p irecer n. :'j F ; e o projecto
n. 43, do Senado, em 2.1 dicussao.
Foram rejeitados os projectos ns. 42 e
44 do Senado, n. i2) do anno de 1898,
d:: Cmara; e foi adiada a 2," diseussio
do p: >jecto n. OS de &j2.
O presidente da Bahia apresentou
condolencias ao cnsul francez pel mor-
te de Carnot.
O presidente de Minas Geraes tele-
graphou ao Presidente do Conselho de
Ministros da Franca e ao Presidente da
Assembla Nacional Franceza dando pe-
zames por igual motivo.
A taxa do cambio foi hoje 9 e 7/32
d. por Ir?
PARTE OFFICAL
Caverno 1 Estad de Pcrnaai-
buco
. 11 de Man de X91
Acl. 1
o g vernado E ladc, tendo em vista o
de Abril n !o em >j|l!' Proferto
ile Canholiiiho commanica t.-r
-1 1 effeito o acto em virtude
doqual Tu iprnv iWoia iganisagao do ma-
lo mesmo w'-nicipln i ra Es-
Uiei Manso. d'-Iermica que flqac em
ilida le .1 menc na i., protessera, visto
pala Coasti uicao,
ral da Instrac-
1

ios de 25 e 33 do citado
me/, -i'i'.-'i-.iv-s: as oecessarias coinmunica-
1 t
Oficios :
Ao Dr. ras da Alfi a -u. -De con-
.: com o disposlo nos icretos n. 781
de 23 dele
1890, remette-vos para sor b ido ao Sr.
Ministro da Fazenaa o oiiciri junto eai qua so-
licito isengo d direitoa aumentes a objectos
importados para uo Ja (.' le Bom-
beiro?. nos termos da clausula 7.* do contracto
clele-a lo em 28 de Julho de 1881, com os or-
ganh la atestas Compaabia.
Ao Dr. inspector doThesooro. De acord
com a vossa roforaacao n. 230, da 28 de Abril
findo. nun tai escripturar a imp irlanda de..
98iMX) a qae teta direito Joo Baptisla da
Silva Prxedes pelos eoncertos e fornecioMnto
de globos para a illnminacao o croarte! do
Corp'o Policial, conforme se verifica da conta
que vos foi remedida com oiticio de 27 de
Marco ultimo.
---------------.*--------------
(juerstura Policial
2.' seccSoK. iUtSocretaria da Qaestnra
Policial 10 Estado de Pernambuco, em 27 de
Junho le IST*.
Sr. Dr. Governador. Participo-vos que foram
hootem recomidos Ca da Dotancao os se-
gnintos individuos :
A* nimba ordem, SimplicioCelestioo Pereira,
Maiiccl Uuliao Nascimenlo da Silva, Manoel Joa-
guim de Britto, Tertuliano Avelino dos Arijos,
Felipp:- Fernandos e Joo Juvencio dos san-
tos, ou Jofio Juvencio, como desordeiros.
A' ordeno do Dr. delgalo do 2." districto da
capital, Feliciano de Abren e Joaquina Bar-
bosa da Silva, coiiliecido por .loaquim Ama-
relio, tambem como desordeiros.
Communicou-mc o sub lehgado do dis-
tricto de Beberib:, que hontem s 7 1|2 horas
da noite, 110 lugar Agua Fra daquell 1 districlo,
ao passir por alli o individuo d nomo Miuoel
de tal, couhecido por Branco, montado em um
cavado, na occasiao erar quo o trem descia da-
quelle povoado para Encruzilhada, succedeu
espantar-se o dita carado, que, indo de en-
contr a locomotiva foi por esta esmagado, sa-
bindo Alanoel Branco com urna grande contu-
sao na cabsca e o braco direito bastante mal-
traltado.
A referida autordade tomou conbecimento do
facto e deu as providencias qu? o caso extgia.
Communlcou-me o delegado do 1." dis-
tricto da capital qu\ em companhia dos Drs.
I. e 2." promotores pblicos da capital e es-
crivao interino do Jury, foi hontem, feila a vi-
sita da Casa de Detencao, sendo aili encontra-
dos 427 detsntos dentre os quaes 2 loucos, 236
em cumprmento de pena, inclusiva 21 appel-
lados, 70 pronunciados, 10 em formaco de cul-
pa os demais pira avnriguices policiaes e
corregfio.
Poralguns dos detsntos foram f.itas recla-
magoes, nao so sol) o cumprimjoto de pena,
como sobre a demora em serein submettidos a
julgamento pelo Jury, tendo os referidos pro-
motores tomado nota de faes reclamac:s,
afim de rcqu!rerem as precisas providencias
de quem dj direito.
Quinto ao esta lo de acceio e ordem no es-
tabelecimenio, nada tiveram que notar os allu-
didos fuiccionario-.
AoSr. Dr. Alexandre Jos Barbosa Liraa.mui-
to digno govern;idor do Estado.
O questor,
iMltode Mello Fitho.
2 S-cco N 142Secretaria da QueUura
Policial do Estado de Pernambuco, em 28 de
Junho de 1894
Sr. Dr GovernadorPartieipo-vos qu fo-
ram hontem recu'hid >s Casa de ^tenco os
seguintes individuos :
A' ininlia ordem, Manoel Joaquim Vieira o
'"aetano l'into l.uleira, para averiguacSea poli
eiaes EuJoxia Francisca de Oliveira, vinda di
Jalionto, por elimo de turto.
V ordem do subdelegado ^a fregueziado Re-
cife, Lih) Somos da Silv, como gatuno; Jos
Enedinoda Araujo Pinheiro, por offensHS
moral publica.
A' ordem do -uodel ;g 1 !od) I.* dislrico de
S. Jos,. Hermino Viciar da Silva, como dirsor-
deiro-
ordeai do ubJdegado da Vanea, Cario-;
S irarirm da Konseca Carraih ), por rimu da fe-
rimeoios.
-- Commuuicou-rae o dfiegado do municipio
de Jaboalo que no dia 21 do corrente, as 9
horas da nont;, no lug ir (Ju.itro "'a los da ]i 'I-
la cidade, travaram lucia os ii:disiduos d; no-
mes Francisco doi Anj >s. Joao Porto e Aito-
n o Ferreira do Naeim -uio, resultando d 1 mes-
ma lucia -alurem fjri los 11 primeiro e o ultimo
daqnclh's Individuos o b:m assim o soldado de
nomo Andr de Barco?, que faria oarle ria pa-
trulha de r.md 1 e auxiliara a mesma autori la-
do na priso dos criminosos, sendo anual pre-
sos os de nomos Francisco dos Anos e Antonio
Ferreira do Nascimenlo, contra os quacs proce-
deu aquella autordade de accordo com a lei.
Quao'o ao de nomo Jo'io Porto, que conse-
guio evadir-se, procede-se as neoessarias di-
ligencias afim de ser elle caaturado.
CQinmunicou-mj o subdelegado da Varzea
que ante-lionteuit por rolla de 1) horas da nou-
te, no lugar Corredor de Sai Joo, daquolle
di Si ric to, o individuo de noiue Carlos Severi-
no da Fonseca Carvalho disparando cinco tiros
le rowolver, tocccdcu qua alguns dos projec-
tis atngissem Geraldo Alves da Silva, fa-
zendo-lhe diversos ferimentos.
A referida aut-sri lade tomando conheciinento
do fado, fez transporta! o offendido para o Hos-
prtal Pedro II, afim de serem extrahidas as bal-
la-- e ontra i>'offra*ir, rjue lo: preso -"m fla-
gran to. procede na forma da lei.
Pelo subdelegado da freguezi 1 do Recibe
foi hontem preso o individuo de nomo Lino Go-
mes da Silva, por haver fuado do Sr. Joaquim
M. de Mvra Wanderloy, estabeleci lo com leja
de colgado no Arco da Conccico. 9 pares de
botinas, das quaes vender dous pares ao Sr.
Nicanor Avelino Alves de Araujo, estabelecido
ra do Livrament", sendo-llio estes entregues
pelo mesmo Araujo e restituido ao seu dono,
deixando de sel-o as demais por terem sido
vendidas a diversos malutos no largo do Mer-
c-ido Publico de S. Jos.
O cidadao Frederico do R*gO Barros assu-
mio no dia 22 do corrente o exeicicio do cargo
de delegado do municipio de Serinhaem, na
qualidade de 3 suppiente.
Ao Sr Dr. Alexandre Jos 3arboza Lima,
M. D. governador do Estado.
O quetor,
Julio de Mello Filho.
Tliesouro do Estado le Per-
nambuco
D$*paoho$ do da 27 de Junho de.1x91
Pililos Adolino da Costa Doria, Manoel Jos
Pinho de Souza Naves, F. P. Bolitreau, Eugenio
Moscoso, Domingos Jos Ferreira e Bernardiuo
Pereira Ramos. -Informo o Sr. Dr. contador.
Joo Rodrigues do Honra.informe o Sr. Dr.
administrador da Recebe ioria.
Dr. Antonio Bruno da Silva.-Junto o conbe-
cimento de quitag.o.
- 28 -
Emprozas d 1 obras Publicas nj Brazil. In-
forme o Sr. Dr. contador.
J. S:ve & C, Joaquim B. dos Reis & C, Suc-
cesso .1 Baptista do AmaraLHaja vis-
ta o Sr. Dr procurador riscal.
Jos Francisco de Figueiredo. Junte o co-
ohecimento relativo ao pagamento do imposto da
transmissao.
io Ignacio di Medeiros Reg.A" sacgfio
para proceder de accordo com a informagSo da
Contadoria e devolver.
Francisca Oliudiua da Ponseca e bacharel Pe-
dro Marqu.s Cavalcante de Albuquorque. -De-
ferido de accordo com as inf.irmaces,
Luiz Cavalcante da Albuquerqua Uchoa.-Ras-
titoa-s
Jos Paulo Botelho. Indeferido, porquanto
nao est provado que a casa n 39 ra d
Caldoso estoja as cmdigos do art. 17 da ra-
il rvagfio do contrete da Rocifa Drainaga.
Antonio da Silva I'ontes. -Deferido, "afim de
sar respectiva collecia modilicada de acord
com as iuformagoes da Recebedoria.
Jooaqmm Nicolao Ferreira. Diferido, para
sar considerado irrasponsavel pelos dbitos de
anteriores aquilinos do predio n. 56 a ra Ba-
ro de S. Borja.
Recebedoria do Estado de Per-
nambuco
Despachos do dia 2H de Junho de 1894
M. Ferreira Leite & C, Cortez c Saldanha,
Joao Rodriguas da Moura, Antonio Henrique
Rodrignes, Francisca Feliciana Lopas Bastos,
Aneaste Gomes da Silra, bacharel Augusto
Coellu de Moraes. -Informe a 1.a secgao.
Jos Joaquim Cavalcante.Gertiflque-se.
Adriano Peraira da Luz.-A 1.a secgo para
o davidos 'ins.
Dom'ngos Gongalves Villa Verde.Informe
a 1." secgao.
O portiiro,
Custodio D. d-j. Sdca Guimares.
ftolpc em ra'sa
(D'O Faiz ae 17 O J-a.-h^)
Sob a epigrapOciJ^cjDinjs-, e^crevem^s b*
di 1um artiga cbaaia la a atnajaa dos pje
r< pob'icos para un gra?? W, coa es;a ae-
o''minago, eDceioo telan rota a.*] iouiitorlaei
d'O lempo, 003a p Mp*geda v oeoia e iiiep a
con ra todos qua Sa commungsm as unas idi?,
oa nacienirs oa eatrsgeK'f.
Ate agoa r tiaba suryi.o nal colamoas dos
>aped!, como evangelisador dessa doot-in.
deoai!"gica. um ei-wtio (restoocado, sem ico-
pauDdiaii poltica algoaia e qoe, d#pois ds
ler feio ati redondo Basco 00 cipitum da* de-
1-gOo Dorlsscas, deixaado de pobl.'-ar >s ItstM
prometuda doj ofli:'aa da P-'ga'a policial,
ailersog, no seo juzo, ao rpi-niri rnTiaoli :aoo,
eoveredar* aberUnieote polo losalto a popula-
cao esiraoifeira, ameafando-a, Coaao coasta don
dIi'.idos arilgoa, com o darraaiacnen'.o de satiu
oas rus da capital. Soppaobamos qae neubam
hornera de espirito ad antado e callo, rom res-
ponsabilidades oa coaservacao da rapnolic, se
abalangasoe a endos'ar ero pobllco programma
tao rriioo e i\o. fiweptocrelino, porgue a-
port? 00 re:ro"es-o da ctTlIisagao nacional a un
ex'remo (ra a.- if^putinrai poltico e de Mola
ineoto social, oiv^undo no cim n Paraguay sob
a dictado-a de Lcp'i.'cu ceco a C'iina aates da
inlerwogo oarapt e ame'lcaoa ; funsto, por-
que e'le exige pira a oa lroplaoiaco o def-ao-
dameu'o. a coa cao, o anaolonsmo e&ppliaior e
3auuiaai". Vmjdar ca fanlam-mto i:
80panS'C'>0.
O jacoft niam 1, tal como o enteode ease rubro
incgn 'lario aagiiador, tem a o seo programa)*
irraciosl Csaa.dois monslreosldades :- a oa-
'ioaal'.sigao do so'j e a aacionslisigao da !-:iu -
lia i-rajileira .
Co ijioclaajrotd rajia aarinta.ao 'to'orot
ram-oa serbio a ida d" ao jornal, idj qae
nao pola sr letada a eff-ito, porqu-, apesar da
*oa fa-c:naglo e da sai p>p lart :a'e, .iir..'necn
qoix prftvr avllisaglo nacional o oosco'o serJ
sigo ds Mear com ara argao deasa aia'a e i'lBq
inm id e npreza. onoaciou-'e ao mosmo lem-
po u.'dbem a creigio d? ama socieJade s-m o
rioimd mag^narh poltica orazil-dra enj--
1 'Utos, cono o liialD inltci, devi-.o er >,. -
ract-ir di eoreioa, Imoortando asaiai q'oib
*n--xrt% rff-T. iv, p-'-roan^ot. aaooyoa e. irai-
geirj a iodas a ca-sai ociaes, aao n.-iiaa-
ifj com a-'a an-'onla opp'eso-a. D'O refiado
I* 2 d- Mam e de II do mesmo aes ci-i in o
o"ig,-a.i!D e o coa'it 4 :no>'i.l 't'taigi'' dfssp b 'O'imvfI club.
J-'r--!.c:o[iiJ.! a i.'.a de onc/onallaagao do
>ul 1 e Ja familia Oraideira caloreza secreta
la aoc'elaie, maiitaida pira 1 propagagSo rea-
'erial d"naa dont-:ci. p-ls-si i iiar bem o qoi
t-a-iUi o en une. a moni o d^asis formol-s aga-',
inep'a*, ma 4-tiagi'i'r4i na sai dema osoori-
4*>ie ".n aeati.ia. NcioailagS) ds solo ao
p da letra, emarlme no* ioaaa date meotd,
orna extravagancia na intaptiyici da *$OMta.
e iodo o floo por su ninrea oaeioaal, a
ijae veoj a cailnadi >ia ruilonrtan'ia ? S-i a 'a-
nih 1 brasiletra oao oem po le ler out*a na-
oioojI dade eeoao a qo-; o aijevivo lodicon,
ijoaliriciodo-a, a qae vein essp, na apoarencia
s-Kpfrflao e ileonaaiico, vocabuio 03 nacionaii-
ag-.)?
Uai a naaa eroctago oaiivisia o carcter U
agapi'ceilj m;coaico e tuto se acl-rever;
leren dacifraio o tun^oro-o eoigma. Naciona-
Uar o bOIo qoer duer impedir que o ral-an-
?teiro aqu se torne proprielarlo, empregae aa
soas economas na compra e na occupagSo de
orna parcela do territorio; nacionalizar a f .rn -
Ha eqoivale a i*ioobstar a qoe om homa o iho
cldo em oalras ierrjs aqo> se Macule i aiolner
brjz li"a. aqai eatubeleca familia, aqal bnr*-
'lamente se reoronca. "Sis aqat, na su. e
J'o<-,:'a e abearda :.:: iez, o jacobinismo o sd"
ooa .TiediclO'laes >i'*0 Temoa>, averuelhuiio.
agor por a-nesgas entupidas e ferozei como
as qaa coostam dos a pedidos* do collega
de 11 Jonbo, decla*ando que o parlido jacooiao
erti dispoato e far correr mallo sango* oaa
os da capital e fra della.
Jalgavamoa qae doatrioas 1S0 atteolatorlaa
da eatabilidade social, to alf-eotaJeris da nos-
ja civilisago, tao deprimentes para a oosaa cal
lora e para o nosso progresse, nj padiam ser
amparadas por quem qaer qoe tivesse a con-
; "::.' :i das enaa reapoosabilidades polticas no
eredo na eetuDilidada das inst'loig-s. Dc-
1 rosamente confeagamos o aosao profaado erro :
1 oosso Illastro colleea do T-.mpo advoga a
D--raa ciDEa. pertilha-a, eecoda-3 em nome do
sea zelo partidario, em n imo da sua iacan^n?-
a dedicagao patritica, em nome dos seos sen-
timentos reaoblicanos.
Poqup, p'eciso dizel-o: o onlco program-
ma at acora puolicado com o rotulo adulterado
de jacobinismo, verdadeira contrafaegao da er-
cola revolucieoaria franceza, e-le que abt tam
andado a servir de pendao escarate, pelas ro
lomaas iaedc.oriaes d'OTempo, a uoi gru-
po de smotinadores o chiofrioejros se n a mni-
ma ispQtabilidade social. Pela esta'ura do
ebefe ae afere a reqnenez do partido Ojicr-
biDinio b**i!e'ro, per o:a, iato e, e inais
ca.
Taoto : emioeate cenf ada tem a con3ciencia
da irisrgoiflcancia da faegao e da impopularida-
de das anas doolrinas. qae por axa estrategia
de polemi-ta, identiflcoa a nogao estreita, obce-
cada o o-.oleraote de, jacobinismo, ial como o
escalpelaiop. com a nogao alta a lcminosa de
Legelidade, de Patria e de Repablica.
Esta generilisago capciosa so ple sar em-
prgala para rodMtr aa intellieenclas me.10:
incidas e p?ra digniricar o qae b merecedor
ie condemnag e de desiirezo. Contra esta
ld*at'.Bssao de smmenlos e de DogOes pro-
toniiameote ccniradicto.-ias qae vimoi hoje
pretera', varrendo do espirito dos menos mos-
tradas o germen de preveogo e hostilizada qoe
0 nosso aotagonista la proccrou deposita" ; ralta
ae argumentos solidos para a palveriagSo do
1 bello.
g|Uma cocsal ser repuolicano, ootra couaa
ser jacobino ; urna cooaa defender as iostitoi-
q'^3 I goa al a marte, oatra cousa Insoltado ?
t-angeiro e propaetisar o derramamerto de san-
gee urna coasa aaatentr po- todos os recios
a ordem constituida, o goverao lDgal da nagao,
oa'.ra coosi fazer ameagas, espatifar baoiei-
ru-, organisac magooarias; urna cooaa def-'n-
d-r a oosa iodependencia, repe'lir qaa'.qoer
il-rveogao iosultuasa, oiCra coasa obs ar a
que om nornem aaacido sob oatro >.o pes-a ser
doao entre nos de aai alqaeire de trra virgeaa
ou ligar se pelo santo e fecundo amor a rvoasa
ti Iba cu a nosea irraa. treciaamas distinguir,
rollega...
Como corollarlo lgico da premissa qoe faiaa-
meate estabele:ea, affirma o Teaopo qae ja-
cobina a mocidade das escolas militares, qoo
j-cebino o exercito.qoe sao jacobinos os patrio-
tas, os co'pos de polica, a guarda nacional, to
eos emfim qae expozeram a vida pela minuten-
filo da ordem legal.
Mas, abual de conta?, o que enteade o collega
po-" jacobino 1
Nos ja o disemos, atacamos e atacaremos,
sem t-epidar. o jacobinismos at bojs conhecido
e doutrioado, o jacobinismo qoe anda negocian-
do com maior ou menor aomna de inepcia e
poltroneira, 'pelas suas columnas ioeditoriaes,
o jicobtnls:: o que tem por direc;.or ment.l o
grazioador e Irrequieto cidadao, a cuja morbi-
dez pbyeiologica se deve o programma qoe atraz
bislarisamo8. E' esse qae o confrade eodeosa ?
Se outro, defina o primeiro, deaeavolva-o, ac
cenloe o, demarqoe-o em liabas laminosas. Se
o mesmo, com a estructura defeituosa abor-
tiva qoo aponamos, proclamando o restabeleci-
meoto da pena de morte, a revogago da lei de
grande naturalisago, a sesquipedal cre'inice da
nacionalisafao do tolo e da familia braziletra,
entao, descalpe-nos o eminente confrade que lbe
asseveremos ter abasado mnlto da chimenea
procuragao que a si proprio estabeleceo em ne-
me do exercito, da mocidade das escolas e de
todas es cas tea e individuos empeobados oa
cotservjgio do principio de aatoridade e do re-
gi-nen repabhcano.
?ela Repnnlica batemo-nostambem nos arden-
t-rbeote, tiquebrantavelmeate, sem desaaim>a
neo heaiiagO-*, com am> temei lade e orna f,
qas, sej^-ios peraiiiuda a vaoglorla, foi por
miuo nala la. mas por nioi>em, abaolntamen-
te oor nifijuen. f-i escola.
Qoaniono (eaeor.no da 6 tie Setemoro i noi-
te nos eotavamo3 i oosaa baaea de irabalbo
pa*n eacrever o primeiro artigo sobre a re*o>ia,
cjodemniodo a abartameot*', ainia na saba-
mos ao certa o* elementos -te apoio e resistencia
com qoe comava o illast-a ORoemertto mare-
cn*l Florlano. deposlUrlo no Po ur Bxecalifo.
iN'-8i' mom-nto j>gavim a o noa.-io bem-es a*,
o coof^rto e a senaraaca da familia, o nosao fu-
toro, e, digamos, a noasa vida.
SaJa os mtimldou o animo, naiaaosfez
tropegar a pena, eacreremos esae artigo to se
roaos, lo despreoecupados, tSj furte3 00 noaao
^reiter, to em paz com a noasa conacleocia.
como se base lotnoso dia loase para ni um dia
de boaaog e ae foata
O que nos laapirou ? o amor pela Repabliaa,
a deotcagSo pela Patria.
pA por jacobmiamo que arriscmo* eniao a
nvtft cMog-i. enfrentando, com a alna encoa-
rajada da l, a ametga dos revoltosos, a fana
ioclemenie dos caadiibas ? Nuica I
Me.cuo nos dios m<.s angosiiosoa de D ;ei-
bro e de J metro, a noasa peona de ooiliiaote
apdxooado noa da derno^a.ji 1 f-ruz, aobso'eendo proisatoi ja-
coblao.', viva cono eslava no ao?S) cerebro a
menoria deesa lula sanguinaria da Kevjlogao
Fr.oceJ, em qae os magarefe-i a os gailbotin--
soes d* yespert eram as rezea e oa coolprno*
ios do da aegaune. A niol^rancl aan/ami-
ri* um veatre ab ir>v devora com te-r'val ippetue oa qos o sne
tala ral 0 q2 sempre viriliaoi a noasa >enda,
aBl'itaal.soa a o xa pa'.avra, fila dedicagi
iQco-jJicionil a le', f'd. o aoaso culio o*la jmti-
0, foi o nosao e.u h islas no P"!a ordo o, fui o
noasa fautiamo pelo direilo. lito eu pne
ri-obama. anao oa rna do Oailor, ao esc-l-
puino a'0 Tempo, tem o nono de jacobi-
nismo.
Jacouiio entio te-ia sido Waahiogion, a c\ la-
dio Imioo-tal cojo espirito de Murdale e d
ordem. coja boeg*gao sem exemplo co isolidoo
eteroamenle a dem;craca aascicana oia-
g>-ein maia do qae e'.le, o sjlfaio iiori.nmimo
das camparlas da iadepenienoia, detestoa esae
eipirlto se!vaem da inioleraaoia d-iapot'Cj, qua
triste nenie celebroa a dictadan rorjspierreana.
Jacoo'oo ento foi Lincoln, o emioente so
t8n-.ador da U nao, o miacula e incomoa-arel
ojjjiaaJaotn civil da valoro-aa t-i5-a qu-
tiruram, r/aioalla comoaw ptl 1 aboltgao do
escravjgipmj do Sol, a i do borneo, o ni/eiameato do igr> alfo*"iado
ao branco expoliiior,> eut-etauto em n^n-
bomaalmicomo ni esie peusno janaia, bmli-
camante lerna, a po Da alvigarei-a da espa-
raaga e do perdi.
Jucobino f.-i en i Tniera, o enrgico eminto
coniervador, nieiramente devoUdo a ins'diui-
gSo repoolicana qua a Frang a:bara de re-
:-.a-Merer, o forte defensor da ordom social
Vajea'-idj p~io ot/aamoniam) -nirle.-o, 1 1
V>'Bom Diatum como elle, o signatario dss
..-: ') d luzlamento aos salteadoras da f.rtu-
na pualica. foi moderado e pacil o aa ocr. da
caosoliJagao do redimen, a cojo sarvigo edl-
coa todo o fnlgor Ja >u* intelgeacia a toda a
adutravel borabridade de seo civis ao. Da me*-
ma ndole enrgica, oa a, ord'i'a e paciri :a
Fioriaao Piixoto, o benemrito cidadao qas en-
tre c1, com om si,i. .-lamo e u aa clarividencia
de eatadina s comparareis sai e'tritegica e
ao sea valor ce soldado, trmou na coascleacia
brazdelra os aiieerces moraes da edilicsgao re-
poblicaoa.
Oa legionarios de Wasbingtoa, como 03 com-
bat- ntea de Lincoln, como os oldados de Toiera
o exercito braztlelro, aa corpo agOes armadas,
emtim, derrmenlo o rea aangae ooa campoa de
basta, foi tanto Jacobino bontoao, defeadendo
aa loelUG c5.s doa bandos uaa'padores 3 or-
dena de Custodio e de SalJanba, com foi ba
aooos defr-ndendo a integrldada nacional e oa
crditos da lber da de aul a uerieoaa das aSroa-
ias a do doapotisavj di Solano Lioez.
O exercito eae corporagoes armadas do Bra-
il sSo 03 mantenedores da ordem publica o es-
teto da ins-itaigo democrtica, os defearoras da
le e da C:Vihs'ic3o-scionalnuac3 se presta-
ram a ser hostea impatrioticas da demagogia
inepta, oa pretoriincs da barba'ia eita dogma,
do masacre coiiflcado era lei.
E quanto raoci-Udo das escolas militares,
rave injuatiga lbe fez o llutradfl coantempara-
neo, auppoodo a sectaria de,aae ignobil jacobi-
mo poniicado por um Irresponaavel obscuro.
Educada no culto de B?nj .mm Coastant, a!m!i
serena e luminosa, toda enrgica e brandora,
aegradal aaflirma- q;e elia ab Mcoa ur.to da
aaa antoaomu peo jante, que escuda com a tra-
digo do seu patriotismo e de seu vdor os aran-
zela da magonarh politl-a brazeira, formu'aaa
por um gritado-, cajo analpliabe lamo raia con
a inconsciencia e arrogancia.
Temos pena de aoaDar com isto : a dlaccjaao
empesta-Dos.
J enumeramos os prlnc'paei pantos ds p-o-
paanda denominada jacobina ; nao qceremo-,
porem, rematara aailyae d'.st?. vesania, sem al
riicionar a Inquerlto psy.hologlco esle 'laus
documentos loalimavela, um forcoctai r> lo Tem-
po de2S de Abril, oatro ;-s!o Tampo de 5 de
Malo.
Abi vai um .
U aqnica vontaie pjasae acloalae-te :
deaejaria ser eu o operarlo e prup-ieUro na.; )
nal, porque ae om 6 jolpo fri>. desappareeer,
aoesiroado sauae Je ubj patritica djaami-
le, essa casa luzdaaa e de miserias qae ss ap-
pailida Cmara Minlcipat II!
Abi vai on'.ro : *
A febre amarella aqu Je vez cm quandj da
eos ares de patriotismo, pelo qae lla-se duria
mente 07 o'itos de ettraageiraa e... 55 da n-
cionaes II!
Lestes bam, alma? amorosas de mais?
u jacobino folga com o failedmenlo de 23 nt
clonaes por dia, borneas vr-lidos, crhngia alo-
gres como as auroras, mogas que eram para vo3-
803 lares t bengao divina de esponsses delicio-
sos.
Mas nao tem coracSo e?ta bom m ?
Nao tem Qibos esta byeaa?
Nanea sentio esta alma f-.-roz a saudade de um
ente bem amaJo, qm oor entre o negror do ve-
rano maldl o se evolaa para o co?
Para longo, para looge oaos audosos e coa-
doidos l
E que a razao vos iliamlae tofoj, csrobros
traoatomados que fazeis o louvor da paste o a
apoiogta do tmulo 1
EUROPA
Blgica
Approvagao do nrojer.o eleitoral
na cmara dos representantes e de
modilcagao da le sobre daeaa na
dos deputadosEucerramento do
parlamento-A ex-ixpiratriz Car-
lota-A queatao de delimlta^io des
tronniraa do Congo eo:ra a Franca
e a BlgicaSobre aexposigmie
Antuerpia -Explosao de orna bom-
ba da dinamite e sus conseqieo-
ciaaO sacbab da Perala e o Pe-
lit Jouraal, de Broxe.'lasOs tnar-
cbistas.
Coui a a?pro*ag4o qoe acaba de obter na c-
mara dos repreaeotanei, depols de alguns me-
tes de diacuaa\>. o orojacto de le eleitoral,
acbi-38 cooctaida a obra d ravlaao cooslitocio-
nal, em qoo trabahava o parlamento.
A votago regiatroo 70 roaln li votos.
k cmara doa deputadoa approvoa a moditi-
cagi' da lei sobre daallos, aggravaoJo as rea-
pj- ivas peaaa.
O partimento eacerroo sais sesadas legis
lativa'.
P..r essa ociasiao nao houve meosagem regia.
A ei-inperat'jz Cario a, viuva de Mixlmi-
laio peioroo de seu a'.aiae de loacu'a.
Tea um accesso furioso e dizem os medico 1
qua esta prximo o desenlace fatal.
Corra qae o goverao. continaiva a oppor
aaa re3iatjncia i arbtragem na qoestao do on-
g>. Mac jt s -abs qie o tmpjndor Guiin-irme
II 1a Allama hi aceitn a rxiasao d9 inlervir
amigivelmeate nessa qoeaao sobre a dplimiia
gao da fronlaira daqaella paiz af.-i :mo, pandate
autre a Franga e a Blgica.
Ta nbem eonbecido en Bra'ellaa, qae o go-
verao allemao proieatoa peraote o do Eitida
Inlep8tuenie do Coogo cacira a relente conven-
cao angio coogolea.
iN* exooagi) de Aatae-pta, caja inanga-
rogSo o reallsaJa palo re Leopoldo, a galera
los expositores, eu jua eoresentido o cora-
man) i miuu-la oniniei, ocoopiames'
pigj da 33,030 metroi qaiialoa, a caja diretta
estao eilaneleci meato aa carvejari* belga, onde
ae encoat'a toda a e^pcie demurameoioa em
pregaioa aa aaa labnciga', aegulnlo-aedho a
expolio de armaa bralaraa, espingardas e
piaio'aa de todos 03 calibras da G. Liport 4 J.,
de Li.'e.
Ha exporto o amer d 1 caaa Videazan I : o b:-
ler e 91 lirores da SoOooaan econp., mo
qamioa oeceasarl) ao eaoipoianaat' pira a
exp>riagS> : a Ciicoria da Aituorpu apreaaoia
da 30b ni.eraaa formas; u^a variali3aimi qaa -
tldaie da nalai e cales d 1 viajera, tapela-ia
de tola a esoeiie, boneta e birretes da casi
Dojird e ;omp.
A cermica esta purreitameote represantaaa
faieagai artsticas, qaa iros e.o porcailaaa, crai
iobr# tram a oa le se po ta lavar o oslo artis :o.
Ha a admirar lamosm srmiluna da idade
meta e reauceog, trabalbo^ pnoiograpbicos
fwrfclgoaliaalam por um proierso eaoecial ac-
m me'al. .asual-p, setim, ma'li n e oa-.re ; mi-
vea Je poaatasta de apurado goata e muitoa ou-
troa objeotu qua oceupam a expoalgai baigi
qua aa da da expo'.igao liaba aiali mullos ea-
pagia vis )
Era outras gile-iaa ha a adrainr qaa os tra-
balos da ounvearla da Casa Guercbe de Paria:
diversos fraacoa cora Cignac di cusa de Sagau
e comp., com mroeira e coatJor, yayera to
engeabojo quanto pratic.
A secgao mat3 nter-saaate da expa3icis
aem dovMa a d> protesto da oidade Je Aaiaer
pa, areprodu-g! dos seos aatlgos monamou-
toa. naoi o coruraea.
Atgan pasaj sod o i>>jba1ado da urna porta
com oonta levadigi e ra'tilb\ qifl d entrada a
Pomp fl>meaga b que guarJaJa por solda-
do? cm morio.a, e laogaa, tranaportamo viai-
ante e nimios sjcalos antes-
trios V, Pe poi II, Marji.-iia de Parren,
Alvaro d'A'bi, o Djqae Je Alengon, tolas easia
grandes t?a ai da tala heroica -do Aa'ue"D a.
ao Uio daa Jodiis, do? Babeos, doi Vao
Oyk, qa tizearn sai gloria ar ts.ica, revivem
aesse qualro da vemoa elittcioa, de casas com
aipeodres, tectoi com e.ciiaa. piradas p>Ai-
da?, conetrnldsa segando desechos da poca,
6m madeira, pedra e lijlos, em qoa a acgto do
lempo est perf-itane ta imitada; e a t;dos
aqoeilcs persoaagens qu a imag'nagao evsra
mouar:bas, priioipes, damas nobre, senjoras,
cavalneiraa, voltassea 4 e^sa citada dejappare-
ctaa, qaa o sealo da alguis arlistas reauactou;
certamente nao se ad uirarum elles do que va-
sem em derredor, como nao o ex'.rantianam
outr'ora, ao d 'ap-rtar de oea somno.
O qaa completa a UlflSO a vi i qae raiaa
por lo Ja a oarle na cilad: finstica I
Os Rabilante* tr,.jim moda do scalo XVI;
os arteibos, os balirinheiros qaa mercam n raas, vesiem gibao e altos colarnos; a gente de
oe?ocio qoe discute sobre camnios na Balsa,
onde 03 judeua acocorados atraz de balcOe?, ven
aaa letras e me'.aea preciosos, trazem eapaia,
manto e aloma no chapeo; as caseiraa que vSo
boscar agaa ao pogo em reoto ao aatigo Palacio
Municipal, ama jola archeologica destruida em
1568, as3im como as mogas que se dirigcm
igreja prxima, cora a lt7ro de horas na mo, e
as que iaa na fozem eaia irazdos eslreos
caixiihos verdes daijairsilcs entra aberlos, usara
toda? tocaa e v. s iraBspareates.
. Nada destoa nesae qu-iro, eujoj an:cnubioi
sao maatiJos toaos com ara ticto lannlto. em
qae a exaetioao bis'.orici religiosameo'e gur-
dada-
Em sarama, essa evoisgso de idadea aortia,
asee coojnacto de coasti eseres qce repoast-
va a sileaciosos e esqaocidoi nu poeira dos se-
clo?, aos ajnaes resusjiiua om simples passo e
va-a'jjigioa, constitae, ao lato das miravllhas
da cilisagao co-T-euporinea, um vasta aiu
earontsmo taoglvel e sorpreaiente ; urna re
cons'.i'u'c&o 1o passa'o admiravelmente conce-
bida, cojo ella 10 deixt no visitante o trago de
urna impreesSo profunda.
A expoigo congolesa tambera um pacto
qua attrahe a attengao; plis cala miis admira-
vel que essa canto da frica transportado para
Faodres.
Qoando Ge lraasp5m os roobedos vermelhc-
eacuro qoe sombream de todos oa hdos o vasto
bemiryelo de3cob?rte, que forma esas parte da
exposigo, acbe o visitante em preseaga de orna
on'ra nalnrcza em pleno cootmen e mysterloso.
Sao pslraelras a sombra das qaaes se cscod-
dem cqai e alli elegantes e l'geiras conetruc-
g-s furopas feitas de bimLs.
No meio desta vegstsg"io extica vera e vio
negro?,- algcoa armados rarecem p'oraptoa a
partir para a caga qu ;3-a a g?rra ; malbercs
oas portas das cabanas emquano qae os bandos
da negrinbas aaltam e relam an berva.
No meio da om vasto lago sinuoso de aguas
claras e profundas levam-se ca jaoas lacustres,
cojos abitaateB concertara re e fazera pi-
gas.
E' muito completo o museo do Congo e admi
raveis os panoramas das rsgoes congolesas do
piolores Maes e Engtleu.
Nessa expoaigao oceupa a Inglaterra a.000
met'oa qaadradoa ; as arles mslltirits 3,000; a
Italia 3,500; a Ra.-sia 2,000; e lambem lera ah
logares a Austria e a Hungra, cojos exDOsilorea
nSo acabaram anda as respectivas iastalla-
cfjes. *
SS. MM. aistiram execagao da canuta do
maestre flamengo Pater Benoit Degentus des Va-
derlands, o genio da patria, coa a qual leva lo-
car a abertura da exposigo, acto a que prece-
tram ealaa pila-rae, proferidas pelo minit'o
das obras publicas o honrado Sr. Bocyn:
Senbor, senbora.Em 1885 acaben se na
Blgica a prlmeira exposigo nacional. Teve
esplendido succeaso. Hoje, orna nova exposi-
go orgaoisada, mata importante qae a antece-
dente e prometiendo resaltados nSo meos f-li-
xes.
A noasa grande metropole commerclal perten-
ce a grandi iniciativa desias aaa manilestagOes
do poler das arles da iodoatria e do cora ar-
elo.
Gragis i nmS de toda a popolago da An-
tuerpia e especialmente a aciivioade infatigavel
e fecunda de algana cidadoa devolados ao pilz
e dcsejisoa de desenvolver anas riquezas, vemos
as nagbes eatrangelraa participar con agodamen-
to deia g-ande fasta para a qa l foram convi-
dado', soore aea solo boapitaleiro noasa Ba'gica
hvre a iodependente.
Oa Has los prjooiore da exposigo acham.se
deferido na circular dirigida aos productores de
todoi oa paiies. Ellea querlam procurar para a
m lustria novas sabidas; abrir ao commercio
campoa de acgo maia vastos ; multiplicar as re-
lagdes commerciaea doa Estados da Eumpa, e
esieadel-aa mata com aa outras partes do
mundo.
Coi o meamo fin o goverao prestou-lbe o
coacurao o mala completo.
O aaccessj coro;o aoasos esforgoa.
Ai aagbea esiraogeiraa em grande namero
reaponieram a essa convite, albrraando aasim a
estima que profeaaara pelo nosao paiz; ellas oc-
capara aqat 43,000 metros quadrados de ter-
rao.
Os prrdoctorea belgas tambem demoostraram
a vitalidade da no.-si iodaatria por ama coopera-
gao excepcional.. Constara de mais de 2,000
expositores preeoebendo oas galenas da expo-
sigo um eapago de 4 ',000 milbaa qaadradas.
No penoameoto dos orgaoisadorea e do gover-
ao, era necessario mais do que ama exposigo
de productos da arte e da ioduatria : o momen-
to pareca opponuoo para submeiter aa Jelibe-
rages aos bonaoa competentes de lodos oa pai-
zea certaa queatOaa da grave interesae social e
scieotittco. D'j.ai a organisagdo Oa numeroso
coogresao; coogresso internacional da legisia-
co adaaaeira e da regalamentagao do trabalbo,
coogreaio nacional das nabitagia operaras e
daa oslila^Sas da providencia, coagreasos iu-
ternacioaaea da cbnica applicada, alinen'agao,
etc.
Sanhor, ambara.A solamoidade qae rene
em torno de Voasas Mage.-tidas os grandes cor-
pas do Estado, os representantes doa pauea es-
iraageiroa a esta lite de bomena qae procurara
coustaoteraaote novoa carandas as arles, a In-
dustria e ao' commercio para todos urna ga-
rauda de paz eda prospeniade.
Andamia, sempre digna de sea renome e de
sui nisto-ia, pedio Balgca para arraar sc-
lemoemaate ama vez mus, sua gradeza anisiica
e industrial. A seo appeilo, a ntgao inteira
roapondaa para rea.ua- eaia pensaraeuto de glo-
ria nacional.
Nao poJeraos eaquecer, aeobor, o succeaso
autea i-i ludo aa concurs qae Vosas Mageaiade
se digaoj coa :-der ios aceitaado a alta .rotec-
gao da expoaigo, de Sua Alteza Beal oSr. Coa-
'e de FlanJres. qaa qa.z aceitar a presidencia
Ja loara daala uOra da uaiaa e de progroaao.
Aos povjs estraogeiroa, cojo concaro aa8ego-
ra a noasa exposigo mais araplid&o e brilbo, e
pa-muie aos aoasos ernnal-iotas melhor conbe-
car a varieiada e a ri^Uiza di prodacgOas da
industria e daa artes, co3saa mala ca'oroaoa
agradscimsatoa a lodos os qae coolribatram*
para o bom xito daala obra grandiosa e aodaz,
depols da exposgftj de Pariz de 889 e a de
Cjloago a 11 1893.
O comit ex-cqlivo tam diraito a soaaaa f li-
citagbea pela fo iz coacepgi > daaiaa aoasos lo-
ciea elevados lao rapldaraeata e conaa na.oral,
prestes a rec-bar 1 reraesa dos co.upanicipan-
lea muitoi m -z'i da dala tjxaJa para a abertura
da exposigSo.
O com niaaariado geral, oa commissarios bel-
gas e eatraa;eiroa e os eacarregados da o-gani-
sagio dasse torneio Internacional rivalisarao em
zelo para i;va- ao campo aa Exposigo esse to-
do sobarbo aa productos 03 maia variados.
Toda a noasa gratidao adquiri tamoem o caa-
selao coramaaal e a provmcia de Antuerpia, qae
por ara coacurao generoso, vierara poderosa-
mente em aaxio dos organiaaiorea da em-
presa.
Siohor. No momento dosaa solemailadea
Batgici sante-3e feliz em podar renovar a Vossa
Magostado a expresso de raconbecimenta que
ella tera uelo san rei, cujo reinado tem trazido
ao paiz nm peno Jo ja longo de paz e de felici-
dade.
Ao dcsaavolviraeto da todas aa forgas proda-
ctor.13 da aago V. M. qulz oflerecar pela crea-
gao da ana vasta colonia as sabidas qae recla-
ma ura paiz muito coortraag lo em sua activi-
dad?.
\ pois, com seatimaalo de legitimo orgalbo
qae reaieraoa 30 rei protector daa artes e io-
oustrias urna solamos noraenagam. v"
Esta testeraanbo de reconheciraento e alie-'
ciuosa affagio a aosi raiabae a S. A a prin-
ceza Cienentina, cuj sympatna peloa uossos
a_tltas maaifes'-a e cuj oeaovoleacia se exer-
ce sem reservas em relagao s noasas classes la-
boriosas.
En nome d33 n?g5a3 estrangai'as aqai repre-
se ita las. i>i n:mo do todos 02 expositores ;e-
nno a honra de pedir a Vosea magestade para
declarar abarla aeiposigao uteruacioaai de An-
tuerpia .
Acba ss ligeiramen'.e enfermo o Sr. Vol-
i.'ara, um dos cbsfa-i do partido socialista belga.
Explodio ama bomba de aynamtte n'um
palacio da ra Royala.
Hoave mortes a ferlmea'os e effectuaraa se
algumis pr'ses.
E' esperado, segundo corre, breveraeote
na Eorop?, o Sersah da r?eraia.
A prooosito oecom dizer qua urna folb de
Bruellaa, o Pett J.urnal, disse cobras e lagar-
tos lo acberano oriental aecusand'-a de crimes
mont-uosoa, de ronbo, incendio, aasaeslaalo,
etc.
A legagio da Peraia msadou querelar a redac-
gao iU foina Belga.
U.na bomba de dynamite fez exploao nc
dia 18 era Broxellas, nao havendo, felizmente,
nenlioia vi -tiras.
A polica tmprtga esforcos para a captura aos
criminosoa. qoe aaoa se serem anarcblataa.
REVISTA DIARIA
Supostas violencias-Sao imaginarios
os factos uqe se refere a comraunicagao supra
do Sr. major secretario do commando do dis-
tricto, factos que a Gazeta da Tarde narrou ao
sabor da sua paixo poltica.
Desde alguns dbs essa folha trazia invaria-
veltnente artigos offensivos diversos ebefes de
repartig5es federaes, c os vendedores da folha
apregoavam-n'a pelas ras mencionando aquel-
es artigos.
Chegando isio ao conbecimento do Sr. Dr-
Questor Policial, chamou elle a attengao de seus
auxiliares para dito facto, reconimendando-lhes
que nao tolerassem o abuso, contra o qu .1 pro-
videnciava a lei.
Era observancia csaa recommendagao, e por
estarem os referidos vendedores apregoando a
folha do dia 26 de modo oensivo ao Exnr Sr.
Dr. Governador do Estado, em plena ra 15 de
Novembro, o subdelegado do districto de Santo
Antonio prendeu alguns de taes vewbdores.re-
colhendo-os ao quartel central da guara muni-
cipal.

OD


h





a
I^iario de Pernambuco Sexta-rer a
le Jiinh^ le 1804
E
A
Entralanio, aenha
nem 4 pessoa alguma que ostivesse lendo a
Gazet'i li Tirde, segundo informou aquella au-
toridade ao Sr. Dr. Questor; cumprindo obser-
var que pouce dnrou a detengao dos ditos ven-
dedores, por que o Sr. D Qu.'Slor nnadou logo
p6-lo= m liberdade, depois da a 1 vertidos.
Alguna d'elles declararam que os pregues que
folian eram de ordem 4o gerente da folha en)
ques!
Nada mais occorreu; e, pois, sao raeros in-
ventos da Gazeta da Tarde, tudo mais que ella
referi, adoban lo suas palavras com o sal do
sau oli-"' poltico is autoridades superiores do
Estado.
Nao fora, pois, o acto do pregan no3 termos
pm que foi insinuado c era feito pelo3 vendedo-.
res d.. Iba, e nem mesmo aquelle incidente
ttr-SC-hia dado, pois que o artigo censurando
ao Exni. Sr. Dr. Caverna lor do Esialo o acto,
perfeitanvnte juslilicado, da demissao do pro-
motor publico de Tacara! i, no era coma que
desafiasse a cocsiderago de pessoa algumi.
Era apenas urna eewmpostttra cama sabe fa-
sel-as e tema-a's feto rauita gente a Gaveta
da Tur. |ue prilDOO seuipre nesse genero de
liUeratura. s apreciada por Individuosejatatm
[arfa
Guanta a intriga que a Gazela da Tarde pro-
curou fazer entre o Exm. Sr. General Comman-
daa e Districto e as primciras autoridades
estadoa a, beni po-le ver essa folha, pela alludi-
da communicacao do Quartel General, que per-
deuo ?eu folim.
Nao p >di i escapar ao Ilustre general Pira-:i
tel cu iterio corre parelhas ora o seu per
feito c mhecimento das cousas ds Pernambuco
e com i -11 .. >a HerceP"
cao d.' novel da iaxtta da Tarde.
&. Exc. da-lbe, pois,, ana lisio de austro
que 6 ejar aproveite
SaSitarnot O digno Cnsul de Fran-
r-a.Sr. lososooosse-
: amentos, ana, agradecen a gen-
tileza, damos pnbiicidade :. .
. /. ... ... Taambuco, lo Juin
J.Oi
"v r B< tacfa r. -Jai l'lionneur de
Voascomflaoniqaer la dpohe salvante ene
vicnt de me traaamettre Mr. le Ministra de
France resident a Rio. .
Cnsul de France Reeife _
Lis uhseques aolennelles de M- le Prea-
dentde 11 Republiqua auronl lieu le UUDl
' L 3eil de Ministre a decide que les
Avens el les fouctionnaires de tout ordra perle-
rot la d3 deu pendant trente (M)} Vuiulls communiquer cctle i
oliensa Ihes foi feita. mente!, commmidante deste Districto Militar,
\
Sr. Dr.
Si
Peretti
Piuho
do 1. do 2." se
se nomeie
commisso,
i ad-
atim
Agen;- reiavantde votre circooscripuea cn-
sul aire. ,.
(Signe; Utnutre it t 'tire.
(Assjg&ado) Gejrget ReeoU, Cnsul de Franco
KLubUqiu Franca, Pernambo.ro, le 28
luin <804. ..
Mansier le Presiden!. Aunom du pajaquej ai
l'honneur de repfttsepter, au uom de la colme
franc se de ma resideoc, permetles mol d ex-
priiner par votre aimible internudiaire, aux
Chambres de Pernambuco, les sentiments de
profonde gralitude dO.es a la manifestation
spootane par laquee. lavaut Icurs seances
des la prenure nouvelle de l'atteatat comoia
sur la personne de notre Annute president,
elles s jssociaint au dcuil cruel de notre mere
Les lemoignages de douloureusc sympathie
qu, arriveot la Franc: des quatre coips
mnil -. ;i sauraieut doouer le crep qui la voi-
lera pour longtemps.
M& Ha seroataamoins pour elle comaii
door ses enfants la plus douce.cousolation du
malhiC!' 'jui les atteint. ,
lis engendraron! de legitimes ct sinceres re-
connaissancea. .mK^
Qu: 1 -s bonorables chambres de Pernambuco
venii: nt bien agrer, Mousieor le Presiden!, le
modeste t respectueuse liomraage de celles que
nous eprouvons, et que cet bommage Badreese
par leur rgano toule ja populatiou de cet
Etat, que leurs membres represent.
Ifse ios v.bux 1er plus ardents pour la pros-
perit el la gloire de votre nonle. pays Mori-
sieur" le Dr. Ermiro Coutinho-Preiident du
Snat de l'Etat .le Pernambuco.Georje* Re-
cot, cciisul de Franco
Waaa4orea pblicos O Exm. sr
Dr guvernador do Estado, por acto de 22 do
corrento, considerou. sem effeito o de 4, que re-
moveu o bacharel Leopoldo Cear de Gusmao,
do cargo de promotor publico do municipio de
Agua Preta, para o de Palmare?, (cando-exo-
nerado do referida cargo.
_ Por acto de igual data do mesme Sr. Dr.
wvernador, foi nomeado o baciiarel Ernesto
ieira dos Santos para o cargo de promotor pu-
nco do municipio de Palmares, com o prazo
de 15 dias para assuinir o exercicio.
_ Por acto da mesma dala, foi nomeado o
bacharel Joao Baptista de Miranda Souza Go-
mes, i ara exercer o cargo de promotor publico
do municipio de Tacarai, devendo assumir a
eiercicio no pr.:zo de 40 dias. -,,,
S-: ulo de PernambucoEffecUiou-
se a 2 sesso sob a presidencia do br. '
Ermiro Cesar Coutinlio.
Estiveram presentes os Srs. Luna treir,
Pereira, Velloso, MaUquias Gonfialves,
Artstarcho Lo|ies, Brmirio Coutinno i
Fui I i l-i, sen lo approvada sem d bate, a acta
da sessao 'antecdeme.
N i houve expjdieuii nem
cretai
O Sr Pereira pede qu3
toe uai membro para a i.' .
de lhe ser presente urna indicaQo, sobre a qual
jooradordju ha dias parecer.
O Sr presidente nomeia o Sr. Pinho Borges.
E-a seguida o m;sm) Sr. presidente coramu-
mca que amaoh a t hora da tarde, na sala das
sesso"3 do Senado, elTeciuar-se-lia o encerra-
mento doCongresso, c que hia oiciar aoExm.
Sr. presidente da Cmara dos Deputados fazen-
' do-lhe a devida communicago.
C Sr Aristarcho Lopes, ora declarando que,
norin^ommododesaude deixara ultimament
de comparecer ao Senado oque o privou
apresentar em tempo un projecto de proroga-
co da .-csso legislativa, e, depois, pela ordei
fez obsarvacocs no mesmo sentido-
V.;m a mesa, sendo lido e indo a.imprmir
um parecer, sob n. 11, da 4* commisso accei-
tando a indicagao do Srs. Aristarcho Lopes,
Pinho Borges e S Pcreire apre3entada em ii
deste mes para que o Senado se dirija ao Con-
grego Federal etao vice-presidente da Repblica
solicitando providencia no sentido de ser susta-
do a construegao da estrada de ferro de Barra
da Cublo a Correles, em ssr prejudicial aos
int;reses econmicos e attenlatona da auto-
noma do Estado de Pernambuco.
O Sr. Aristarcho Lopes pede e obtem que
seja discutido inmediatamente o parecer, que
approvado sem debate,
Paswu-se ordem do dia,
O Sr. Velloso pela ordem requer e obtem que
seja invertida.
Bubmette-se 2," discusso a emenda apre-
sen! :-li na 3* do projecto n. 3, deste anno (mo
nummto Repblica.)
Depois de orarem os Srs. Aristarcho Lopes,
Velloso e aquelle Sr. senador para nova expli
cacao pessoal 6 approvada a emenda bem como
o projecto emendarlo que reraettido 5* com-
misso para o redigir.
Vom a mesa a segrate declaragao de voto.
Delaro ter votado coata o projacto n. 3
emendado como seacha. Aristarche Lopes.
S il>metteu-se a 21 discusso o projecto n. 2
deste anno (instrucco primaria estadual) de
que trata o parecer n. o da 5" commisso.
O Sr. Velloso requer que volte a mesma de-
pois de orar o Sr. MalaquiasGoncaives, pede e
obt.n a retirada do seu requerimento.
AditrSe a discusso pela hora.
O Sr. Arisiarcho.Lopes, pela ordem indaga da
mesa o que pretende fazer sobre a indicaba,,
approvadapel parecer n. 11 respondendo-ihe o
Sr. presidente qua a mesa vae dirigir se ao
Con^resso Federal e ao vice-presidente da Re-
pblica expondo os sentimeufos do Senado de
accardo com o que se vencer.
O Sr. presidenteilevanta a sessio.
S Districto Militar-O Sr. major Leo-
baldo Augusto de Maraes, digno secretario do
Exm. Sr. general rcommandaute do 2 Districto
Militar, dirigio'nos a seguate rornmunicaco
emnome de S. Exc.: ...... ...
Secretaria do dominando do 2' Itutncto
It'or, Oitar( teneral no Reeife, em8 dt-totlho
de 1894.
Srs. Redactores do fttario de Per*ambo.
man la declaAr que com relago local da
"Gazeta da Xarde de hontem, na parte em que
se refere a S. Excs, deu-se o caso 4elo modo
por que passo a expor:
. Na tarde de 2o, foi S. Exc. honrado com a
visita d'uraa commisso da eavalheiros que, por
paite, da Rauacc5o d'aquella Gazeta, veio pe
dir-lhe garantas para a sua folha, visto como
haviam sida pres is os destribui lores e rasgados
os joruaes.
A isso respond\ioSi'. general qu: nenbumi
intervenco empragarjSi nao e porque nao tem
por costuma invadir at!ribuit;6es allieias, por
nio aimittir a interferencia de outr;m, as
suas,como tarab;ra porque aclianlo-se em com-
pleto accordo com as autoridades estadoaes nao
deva imniiscilii-se na administracao em que
nao tinlii ingerencia.
Entretanto de novo expondo um dos civa-
Ihairos presentes a ameaca, segundo dizia, em
qu : s: va u fo!h i, instou pela interferencia de
s Exc. no convicto, ao que accedeu o Sr. gene-
ral declarando que s o fa/.ia por meios offlcio-
sos, p >r nSo disp .r d: outros, se a Gazeta lhe
garanUsse mular de sy.-enn d accosacoes
acre.-, ao que c impromett ai-se a commisso
presente, peb que o Sr. general foi em a noite
d'aquelle mesar) da pedir ao Sr. Dr. qnestor a
concluso pacifica do incidente, no qu; foi ca-
valheirosam inte alten lido.
atretaato, Srs. Redactores, daclaro-vos
por parte dvSr. general qae bastante sornre-
hsndiio icou ai ler a local a que se refere,
onde mais d'uma vez veriucou, cjafor.ne di-
commisso que o honrara, que alguna argos
esss folha eram por domis duros ao pont) de
parecer qua O joven escripior aos elaborar des-
calcava a lava do pellica qus devem conservar
eavalheiros, ,;rn to las as discussoes.
Ain la, forgoso declarar, que o Sr. Gene-
ral cao garanti soasa alguna, soaao com a
condiciona] cima rebrida, e quauto publi-
ca$ao da folha, tendo um dos cavaeiros ret-
rancas do Sr. General, para a pu-
blicaco no dia iguinte na intuito de nao per-
der a >: i.iip >siyo, comprometeu-sa S. Exc. de
conseguir que, se qialquer motivo houvesse
o eocerram-nto da ioa, Ber exceptuada
a distribuicSo d'aqnjlle da, tu lo muito dille-
rente do modo de dizer na local a que me re-
tiro e que, para os e terferencia neonvenient.e de 8. Kxc. para com
o Governo esadoal, quando, lu lo ao contrario,
i 8r.General Pimentel d'aquelles que nao
prescinlem da solidariedade das autoridades
em toda a sociedade mir.ilisau'a.
Dando essa re lacgo publicidade a dc-
daracao cima do Sr. General Pimentel..muilo
penhorado tica- o vosso constante leilor e
amigo. Leobaldo Augusto de Moraos, major
secretario.
Supremo Tribunal Militar -Na acta
da 7!)." sesso ds39e tribunal, publicada no Dia-
rio Ofiinl de 15 de Janeiro foi relatado :
Pelo Sr. ministro Dr. Bernardino Fer-
reira:
Serapiao Alcides de Figueiredo, ex-alferes,
Grisinu Sander, 2." sargento, Joo de Freitas
Queiroz, cali de esquadra, Pepino Cathardo,
Antenor BarbosaeJoSo Brasil, soldados tolos,
do 2." regiment de cavallria da guarda nacio-
nal destacapita acensados de tentativa de de-
sercao para os revoltosos di esquadra condem-
nados pelo conseio de cuerra o ex-alferes 8a
rapao Alcides d; Figueiredo, 2. sargento
Frassman Sander e o soldado Joo Brazil
pena de marte, sendo absolvidos o cabo de es-
quadra Joo de Freilas Queiroz e os soldados
Pepino Cathardo e Antenor Barbjsa.Annul-
lam o processo do consellu de guerra, por lhe
faltar a base legal do consellio de investigado,
como j tem decidido este Supremo Tribunal
Militar em virios acc >rd)S. E, assim julg ni-
do, mandam que sejam os reos submettidos a
novo processo, em que sero preenciiidas as
necessanas formalidades.
Club Carlos Gomes Essa destincta
sociedade relisa amanh o seu sarao municipal
e daosante do expirante mez.
O programma da parte consernante, derigida
pelo talentoso Sr. Euclides Fonseca, o sj-
guinte:
E. Fonrcca. -Fosca, fantasa para flauta, cla-
rneto e piano, cen accompanbamente, de ou-
tros instrummtos-Joo Alves de Albuquerquc
Alcides Lima e alumnos do Club.
Maverbee- Romanee di Africina,Exma.
Sra. D. Canl;da Lvra.
E. Fontana S-rcniie-para instrumentos de
corda e sopro pelos alumnos do Club e o sen
professor Smtino l'into.
Hetten-O. Juan transenpcobrilhante para
dous pianos, Mara Emilia Guimares e E. Fon-
seca.
E. FonsecaRomana para clariaeti -Manoel
Bandeira Filho. .
Heierer Duran i Sexteta pan flauta, clan-
neto, dous violui03, orgo e piano, Exma. Sra.
D. Theresa da Soledade, Joo Alves de Albu-
buquerqao, Alcides Lima, Alderico Fonseca,
Santin Pinto e Manoel Bandeira Eho.
Matine E' boje que, no Theatro Santa
Izab I, etl'ectua-ie a matinee em beneficio da
viuvo e filhos de Tude de Meadonca.
A festa comecar ao meio dia, e seu program-
ma e.-te :
i.' Parle
Ouverlura pela orchestra, 3ob a direceo do
maestro Joo Alves.
2.' Pa '
I-ILombardi (Jeras
linj e piano pelos Srs. Riben
da.
II -GalhD. Carlos de Verdi, f intasia pira
flauta e piano, pelo Sr. Joo Alves d'Aibuqu.-r-
que e Exma. Sra. D. Anna Poggi.
III Air de Louis XIII para violinos e piano
pelas Cxmas. Sras. DD. Lucrecia Nery da Fon-
seca, Izaura e Maria Pogi de Figueiredo, Dina
Miranda, os Srs. Ral Poggi de Figueiredo, Jos
Rubn, Sito de Miranda, e Exma. Sra. 1). Anna
Poggi.
3." Parte
A carida-le -poesa de Affonso Olindense, re-
citada pelo Sr. Antonio de Maraes.
4.' Parte
Comedia era i acto Urna experiencia.
5.' Parte
MonologoUm nave ineonsolavelpelo actor
Lyra.
Club MarceJinoCleto-.Xa 3.* feira, 26
de Junho, rcone-Sfl este Club em sess) ordi-
naria.
Foi sem emendas approvada a acta da sessao
anterior.
Na hora do expedinte foram Iidos os parece-
res da coram sso de syndicancia relativamente
aos Srs. Herminio Vianna de Medeiros. Paulo
de Arruda e Antonio de Barros Pimentel que
foram unanimente approvada. Mandou-se offl-
ciar.
Foi proposto para socio do Club o Sr. Pedro
Vianna de Medeiros, pelo Sr. Sabino Luz. A'
commisso de syndicancia.
O Sr. Joaqum Lacerda deu o resultado da
consulta que fra incumb lo de fazer Caixa
Econmica, em vista do que foi promulgado o
Decreto n. 3.
Passou-se a ordem do dia que constou da lei-
tura e discusso do projecto do regulamento
das aulas, o qual foi approvado e mandado por
um Decre'o, sob o n. 4.
Domingo, i." de Julho, s il horas da manli,
rounir-sVh o carpo docente do Club em eoa-
gregaco; tendo lugar a sessao ordinaria ao
meio da.
Patrocinio Communicam<
admiravelcorreccSo diversas peca3, e cabe dis-
tinguir os h.ymnos, sendo o canto conliado aos
meninos do Patrocinio, que se conduziram com
regularidade.
Ao evngelho pregou anda o Rvd. Padre Jo3
de Maria, que em bem elaborado .discurso, diri-
do em particular aos mocos, exaltou as virtudes
de S.Lniz Gonzaga,terminando por incilal-os
ao seu exemplo, para o que loriiou saliente, com
maMHlcos fados da historia, a necessidade d i
cdJpco pedos principios da Igrcja, de que o
sacWdote-rsatholico 6 impreseiiidival apostlo.
Terminado que foi a missa, seguiu se a
procisso, levando, por algumas ras circ:n>
vizinhas, a imigem de S. Luiz, depositada afi-
nal em a residencia dos Padres da missSo, on-
de permanecen. A ella tomaram parlo a ii -
mandado de S. Goncilo, por nimia delicadeza ;
os meninos, dividido em duas extensas alas e
precedid03 do respectivo estandarte, e par ulti-
mo os mogos da Sociedade de S. Vicente de
Paulo, sendo por estes conluzido o andor, bel-
lamente preparado para este acto.
Foi urna festa de jovens mocos e meninos
aos quaes a irreligio vae avassallando nos dias
que correm com seus perniciosos ensiuimentos,
e o que de edificante se observo a n'essas ceri-
monias dgam-n'o todo3 quantos tiveram a fili-
cida Je de assistilas.
Al hora da tarde realisou-se os compri-
ment03 ao Exm. Rvdm. Sr. arcebspa Joo.
no palicio de sua residencia, onde ivcebidos
todos cam a gentilisa e amabilidadeque o ds-
tiaguem, e ao sal'o principal, foi pronunciado o
discurso congratulatorio, ao qualS. Exc. Rvdm.
responden com patarras extrema affectuosas, e
por vezes arrebatadoras.
Allu lindo a sua separego do povo pernam-
bucano S. Exc. Rvdm. o Eei A: modo a provocar
smidas lagrimas de quantos o escutaram, ter-
minando or conceder abenco.
Visitas domiciliarlas -Da Inspectora
de Hygime Publica rametleram-nos o seguin-
te :
. O D-. Arlhur Cavalcaato visitou no caes do
Capibabe 21 domicilios.
S. (5 A, pouco asseiado e quintal com muil-t
lama.
X. 22, propredade da Companhia Serra:
O Dr. Avila visitan hontem 2i domicilios
na ra da Concordia e'Praga do H-erval.
Ilua da Concordia
tarreo e 1."), 59, 35, 53,
'os.
hados,
os u. 63, fi9, 55,
Ns. 0>, 63, O i, (andar
51, 49, 17, 45, e i, a
N. 43, 41 e 2, (ai.
Os apparelhas d?
33, 45, o e 4, tem agua os demai3, ^p
Praga do Herva'f:
Ns. ?, 3, S, 7, 9, 11, 13 e 15, asseiado? sobre-
sahiudo-se os de ns. 7 e 9 (Companhia de Bam-
beiros), onde ha mu'ito asseio.
Os apparelhos dos de ns. 1, 7 e 9, tem agua
03 domis, nao ; exceptan lo o de n. 3 que nao
o tem:
O Dr. Baptista Fragoso, visitou 26 domi-
cilios no dia 27 em continuago ra da Sen
zal.
N. Bf\ 1." anlar, o soilho di cosinlia sujo.
N. 52, andar terreo e 2.'a litrina na lem
agua.
" No 1." tem gotteiras e a latrina precisa con-
certos.
N. 5-1, o quintal uo tem e3goto c a latrina
nao funecionava.
No l. e 2. andar a latrina nao tem agua eo
soalhe sujo.
O solo nao tem latrina, leudo morador difi-
rante.
N. 5G, andar terreo 1. c 2., as latrinas nao
tem agua.
N. 38, a latrina nio funccioni.
N. 61, agougue, cammunicando com u;a quar-
to.
N. C,, acangus com una porta no fun lo, mas
tapada, e una janjllinha commonicand'j com
um soto.
No <" -in lar a latrina nao funcciana.
N. S6, o soalho sujo.
Os outros em condigoss regularas.
Reorganisaco naval -Subordinados
a esta epigraphe, o Sr. 1." lente da armada
Joo Angosto dos Santos Porto acaba de reunir
em l'olheto urna serie de artiges que ha poucu
publiCOU no fiis do Rio de Janeira.
O irabalho typ igraphico fci magniricamente
feito na Conpanliia Impressora da mesma cida-
de. em ptimo papel, comportando o alludido
folhelo mais de 70 pagina'.
O Sr. tenente Santos Porto escreveu com has-
Pera imbucana, tem o quintal compleiarja-jaUj ^^,.3 nVodciencia sobre o assumpto que consii-
cheio de lixo.
N. 42, fabrica de geaebra, falta de asseio.
N. i4 e 44 A, estabules, nao tem cana'.isago
para urinas d>s animaos e aguis pluviaes, e
esto transformados em enorme lamagil muito
prejudicial a visiuhaiuja. Os donos foram in-
limadoj para fazer os m'lhoraraentos prqpia03.
N. 8, tem o aaparelho desarranjado.
N. 1', 33, 4i, 44 e 44 A, tem rossa3 em mis
condiges, para dep>sito de materias fecaes,
que convm ser substituidos por apparelbos da
Dnynage.
O Dr. Flavio Bre lera les visitou 2t do-
micilios, sen lo 3 aa ra da Areial do lirum, II
no largj do Pilar, 10 na ra do Pharel.
Ra do Areial do Brum :
l'reo n. 3 >, loja co.n dais domicilios pouco
as-ciados, seado apenas um d'elles prvido de
latrina. l. anlar em ondiges regulares.
Larjjo do Pilar :
Habitacoes em geral sem conafCoes ttygi >-
nicas, quasi todas precisando de reparos e mu
poucis com o asseio conveniente. Todas sao
servidas por latrinas providas d'agna, a exc-e-
pgo da de n. 11.
Ra do Pbaral:
To los em ms condig5es bygienicas e preci-
sando de reliaras ; poucas tm o asseio pre-
No 3o providas 'agua as latrinas dos do-
micilios ns. 6 e 4.
Precisa de latrina o a. 6.
Os deinais sao servidos par lalriuis em caa-
dicOes regulares.
O Dr, Emiirdio Montenegro visitou 21 do-
micilios na ra do Padre Muuiz, 1." distr.cto de
N.U e \. andar, 46, 43 A, 43 B, 52, 5G A, l.<
andar do 56, 58, 6J, 6i, 66, 7i e 74, os appare-
lhas da Drain.ige n&o eram suppndos d agua ;
que a campanilla obrigada a fornecer.
Apenas funecionavam regularmente os appa-
relbos dos predios as. 1), 56, 63 e 7.).
Os predios ns. 48, 54 e 64, estn lo fechados
sero posteriormente visitados.
13, livres
as n iges
la gmrra. _.
s um lalcnto paraloxal como o Girar-
je o afflrma ; nao foi s aquelle potente
fantasa para vio-
e Tita de Miran-
Obra do
nos :
Conforme fra annunciado, celebrou, no do-
mingo ultimo, esta instituigo a festa de seu
excelso patrono S. Luiz Gonzaga, tendo lugar
os actos religiosas na igreja de S. Gongalo.
Em vista dos incomraodo3 d3 que fra ac-
cammettido S. Exc. Rvdm. D. Maaael, que por
isso ao gpoude comparecer, e do tempo que
conservou-se chuvoso durante quasi todo o dia,
tornou-se irnpossivel observar-se o programma.
Nao obstante revestio-se de mximo esplendor
a parte realisada.
Pela madrugada o Revd. Padre Ventnnni,
tnfatigavel director da Obra, dlsse urna missa,
aconpanbada de can-ico3 sacros o distribuio a
sagrada communhao a grande numero de pes-
soas que para isso se haviam preparado nos
dias de retiro anteriormente pregado com apro-
veitamenlo pelo Revd. Padre J03 Mara,, sendo
que a elle compareceram tambera os meninos,
muitos doa quaes pela primeira vez apresenta-
ram-sea Mesa Eucharistica.
A's d horas celebrou o Revd. Coneeo Curio a
missa solemne. Por essa occasiao fez-se ouvir
O Exm. Sr. general Dr. Antonio Gomes Pi- ocorpo mofiicai ^e. S. ^Luivexaratanilq-a>a-
O Dr. Freilas Guimares visitou 12 domi-
cilios na ma Velha e becco do Quiabo.
Ra Veltia :
Os ns. 114 o 116 as latrinas na sao suppn-
das d'agua. ..
N 112, pertencente a IrminJade das Almas,
muito hmido devido as innmeras goteiras
que tem, e o apparelho alm de aao ter agua
et muito estragado.
N. 110, precisa ser ladrilhado e o apparelao
tem falta d'agua.
Becco do Quiabo :
N. 4, quintil immanlo e a latrina sem agua.
N. 6, muito hmido e a latrina nao 6 suppri-
da dagna. ., ,,
Ns. 12 e 14, as latrinas lera falta d agua.
N. 10, o esgoto da cosinhi est obstruido.
Os demais domicilios esto em condiges re-
gulares.
O Dr. Baptista Fragoso visitn ao dia 26,
24 domicilios em contiuuaco da ra da San-
zala.
Na n. 21 o quintal em pessimas condiges.
Junto ao n. 22 tem um becco com muito eatu-
Ibo e que est tapado.
No n. 24 latrina suja e quintal sem esgasto e
com lama. .
No n. 28, andar terreo muito hmido e a co-
sinba precisa ladrilho.
A entrada do Io andar precisa ladrilhar.
No Io andar a latrina nao funeciona e a cosi-
nha precisa concert; goteiras e precisa con-
certar o telhado.
No n. 34 no andar terreo precisa concertar.
No ti. 38, andar terreo precisa caiar.
No Io andar precisa caiar a cosinha e a latri-
na na funeciona, e nao tem agua.
No 2 andar a latrina nao funeciona e nao tem
agna.
No 3o andar a latrina um canao de esgoto ;
muitas goteiras e entulbo.
No n. 5 a latrina precisa concertar e goteiras.
No n. 42, Io andar, a latrina nao funeciona.
No 2o andar precisa concertos.
No n. 4, 4o andar, o quintal nao tem esgoto.
Os outros em condiges regulares.
O Dr. Baptista Fragoso visitou 20 domici-
lios, Arsenal de Marinha e dependencias, e urna
cocheira, sendo 11 em contiouago da ra do
Torres. 3 no becco do Mscate e 6 ni ra da
Sanzala, no dia 22.
Na ra do Torres n. 16, andar, a latrina nao
funeciona e precisa concertos.
No n. 13, l e 3o andares, a latrina na fune-
ciona.
No 2 andar a varanla precisa concert ur-
gente.
No becco do Mscate n. 1 precisa concert ra-
dical. ,. ,
Na ra da Sanzala existe um posto policial
que encommodado por urna latriaa publica e um
mictorio em m is condiges.
. No n. 18,1- andar, precisa urna lalnna.
Os outros em condiges regulares.
O Dr. Alberto de Menlonga visitou na ra
da Intendencia 8 domicilios e o quadro deno-
minado Sebastio. -
No n. 1 perlencente ao becco do Atalho adia-
se bastante hmido e o apparelho nao suppri-
do d'atua.
Os demais satisfazem as prescnpges hygie-
tuiu o Ihenn de sua serie de rticos, conseguin-
do produzir urna obnnha de incoa!estavel utili-
dide. ,
Soraos-lhe gratos pela remessa que nos tez de
um exemnlar do seu Irabalho. .
Era XovaO'esse peridico poltico c re-
lig oso recebemos e agralecemos o n. 27 do
Slatadouro PublicoNesse eslabele-
iiraento foram abatidas 77 rezes para o consumo
de hoieda cidade do Reeife
ForneeimentoNao tendo apparecido
hontem concurrente ao forneeimento de varios
artigos ao Hospital Militar e ao tralamento
pasto de cavallos do e3quadro de cavallria,
foi a concurrencia adiada para 7 de Julho pr-
ximo como consta de edita! da Aliandega, in-
serido na competente secgo deste Otario.
A sapiencia das armas de Podro
Stavrbar-Sapiencia e armas naosimijus
tenaos qu! tenbam necessidade absoluta de
achar-so junios. Ss bem que cu mei hon-
ra de fizer d> Krante exereito dos pacifico*,
que vagueara o promavem o Arbitrainento de
preferencia guerra na soluco dos litigios en-
tre naco >s, nao duvido de afirmar que sema
merra" a Familia Human i nio tena jamis sa
fiido das faixas da barbaria, nem oncmlrar-s
hiam boje dentro das proprias fronteira?
debaixo do sceptro da propria raza
civihsadas do mundo.
As P.ages da Europa sao em sranlo parte
lilhasda gusrra.
Nao
aviador de Ideas ""de Pedro'proulnn que fo>: a
defeza da guerra e da virluie gu'-ireira no
nassado da humanidade, mas a sua historia
que o narra, a demons/ra e a prova no3 Obnga
a descorrer da Sapiencia das Armas- em urna
obra que contempla a Sapiencia da vida
Balooexalteu immaderadamente as virtules
da vida militar, collocando-a sobre as civis :
nabre exagerago de um coraca nobil ssuno,
que foi soldido, c pai de hroes martas pela
patria debaixo das vistas do re Carlos Alber-
to e pela Italia c o re.
De Anv.cis pinta alguns dos aspeems marao3
do viver em quartel. __.
i Terncio Mamiani talla na tribuna do senado
ias virtudes patrias que se apre dem no quar-
Lsi
Antonio Julio Barrili no Montanaro.Mescre-
ve as virtudes que se exercitam no campo, em
lempa de guerra. Della falla aselo cora du-
plicada autoridade do exemplo. Macluavelle a
esculpe na Arte di Guerra. Canillo tlaus-
set, da Ac lemia de Franca, na .Conqnete de
LAlgerie nos olferece um bello quadro vivs-
imo e sobrio ao nnsrao tempo, c Jos iaerzo-
ni na Vita de Nio Bixio, Jos (jaribalde
as suas Memorias, e em outros trabalhos,
uo menos escan lecentes de sentimmto pa-
trio ; estes e outros livro3 vos auxtliara a fr-
mar ao vosso anime o pleno conceite da sapien-
cia, que podemos colher da vida e das ordens
da mil ca.
Lcsio de soccorros Mutuos dos
Officias da Guarda Xanioial-Sab a
presideacia do Sr. majar L^oailas Loureiro,
funecionou na terga-feira ultima esta ulilissima
Associago.
Lidas foram approvadas as actas
do corrente. .
O expediente constou do s guate :
Um oficio do Sr. capito Maaoel Clementino
Cor-ea de Mello pediado dispensa da compa-
recimanto as sesses par se retirar para lora
desse Estado. _.._
Outro oficio do major Jos Gomes da Silva,
acensando a communicago feita e despedindo-
sedaLegio visto seguir para a capital reue-
ral a chamado do Governo. .
Urna propo3ta para socio que foi asubmettida
commisso de syndicancia. nnoan^
Urna outra presentada na sesso passada,
dos terrenos a cultivar, os raeio3 de eollocacao^
de que dispe, a localidade das casas destina-
das a residencia dos colonos e suas (condiges.
bygienicas.
Conveniente informar a V. S. o seguinle :
o colono curopcu ser eotregue na estago da
via-ferre* mais prxima do seu deslino, dis-
pendeu lo v. 8. com elle, ate e3se ponto, se fot
maior da 12 anuos, 10 francos ou 653'0, ao
cambio de 10 ; se tiver de 8 a 12 anuos, 5 fran-
cas ou 4*770, ao masmo CMabio ; se fr de 3
8 anuos, 2,5 francos oa -2385; se for o colono
asitico, 340 francos ou 3242360.
Estas importancias, porem, devaro ser me-
nores com a provavel elevayo da taxa cambial
e nem urna sera paga pelo fatendeiro, se o
immigrante for pela Cmara Municipal qus ti-
ver fndalo hospedara para recebe-lo, ehou-
ver accordo com o giverno nesse sentido.
O trabalhador asitico indemnisar ao Esta-
do 106 francos ou cerca de 1002, que o fazen-
deiro ou industrial deduzr do salario e re-
colber collecturia do municipio.
Quereado V. S. a explicago dctalhala sobre
qualquer duvida qae lhe occorra em relago a
este assumpto especial de obteneo d colonos
etrangeiros pode dirigir-so directamente a
mira que coraprometlo-ma a ser prorapto em
corresponder ao vosso appello. Pedro .Xavier
da Maura.
Esta circalar fci expedida aos fazeudeiros e
induslriaes dos municipios de Lavras (
Boa Bsnenaco, Campo Bello, Piumhy, Bambu-
hy, lahami, Formiga, Itapecerica. i!om Suc-
ceaeo, Oiveira, Para, Pitangur, Abant.e na-
res do lodai.
Apolices dotaes As apolices dolass
da Equitativa, vencidas e pagas no anno de
1892, mostram resultados superiores aos de
qualquer ontra companhia da seguras de vida
da mundo intoiro.
Lucia e fferimentos X i da 23 da cr-
lente, no municipio de Jaboato, s 9 horas da
noiic.no lugar denominado Qnatro Cautos, tra-
varam lucia os individuos de nomo Francisco
dos Anos, Joo Porto e Antonio Ferreira do
Xascimenl), resullaula da mesma lucia sala-
re in feridos dous d'esses individuas e o si-
da lo de nome Andr de Barros que fizara par-
te dapatralha que auxiliara o respectivo d-
lo na prisao dos criminosos, d'.'S quaes fo-
ram presos os de nomos Francisco dos Anjos e
Antonio Ferreira do >. ... ato, mitra os
quaes se proeode de accordo com a le.
Juizo dos Fcito.i da Fazenda -A
au lieneia desse jui/.o ertectuar-se-ua araanba
har do costme.
Accidente- N) dia 2"j do corrente no lu-
gar denominado Corredor de S. Joo do dis-
tricto da Varzea, o individuo de nome Carlos
Severin da Fonseca, aa disparir alguns Uros
de revolver, snecedea que alguns dos projectis
allingissem a Geraldo Alves da Silva, prodo-
zindo-lhe ferimentos. .
O offendido foi transportado para o Hospital
Pedro II adra de ser medicado, e coaira o of-
fensor procede a autoridade competente.
Crueldadc Hontem, S 2 horas da tarde,
no bocea da Linguete os italianos de nouws
Luiz Cany e Emesia Gualule, por motivas
frivolos ialtraaran cruelmente um pobre ho-
rnera que se ocenpava em vender bilLietes, rom-
pendo at alguns d'estes.
Qneixando-se a victima ao Sr. subdel"..
do Recita essa autoridade maadou-os .. paa-
seiar ao palacete da Detengo.
Falleciuicnto -No dia 20 do corrente
falUceu o cstudanie do Gymnasjo Pernambu-
can), Sel) istio Horacio da Silva llamos que
centava apenas 19 anuos de idade.
No dia seguinle foi seu cadver dada se-
pultura, fallando n.esso acto os Srs Graccho de
Sena Freir o Oswaldo Poggi.
- Guarda nacional-O conselho director
do club Central Beneticente .ios oficiaes da
guarda nacioual, deixa de reunir-se boje, para
reunir-so quarta-foira via loara, l hora da
larde.
O cholera e o tabaeo -la tempos o
Secufo puolicava a seguinle informac&o :
De um interessaate artigo publicado najl/e-
de:ina Contempornea, aos seus ns. 4 e o de
189J, e que temos a vista, v se que as expe-
riencias fetas por occasiao da terrivel epidemia
em Hamburgo pelo Dr. Wernick. assistente do
Instiluto Hygienico de Berlfm, de accordo cam
os trabalhos de Tassinari, Meiller e Cudwig, de-
monstrara :
l.oQae em charutos manipulados com agua,
,!.!. m-,,e da I h\ l-lilft m iCTOhin (If C.hO-
nicas. .
O quadro Sebastia comp5e-se aternamente
de 24 domicilios e possue urna populago nu-
merosa relativamente rea de cala domicilio.
Em geral os domicilios sao pouco as3eiados.
Os 3 apparelhos s5o destituidos de asseio e nao
sao sappridos d'agaa.
Dous outros domicilios perteacentes ao mesmo
quadro sao tambem pouco asseiados e os appa-
relbos nao s5o sappridos d'agua.
O Dr. Emigdio Montenegro visitoi 20 domi-
cilios aa ra velha de Santa Rita 1." districto de
S. Jos.
Ns. 2, 6. 8, 1, 14, l. e 2." andar; 16,18, fe
2. andar;-20,-22, 24, 26 28 os apparelhos da
Drainage nao teram suppridos d agua, que a
companhia oorigada a brnecer. Apenas fune-
cionava regularmente o apparelho do predio
n. 30.
Os predios ns. 4, 10 e 32, estando na occa-
siao fechados, serao posteriormente visitados.
Contra as infxacc5es encontradas forara feitas
as intimagSes precisas, que sero observadas
pelo resuelvo -fiscal do districto;
de 12 e 19
ndo cora o parecer f iv eravel declarando so-
cio effectivo o cidado capito Bellannino Gue-
des Alcoforado.______
A ordem do dia constou de diversas cotnrau-
aicaces faitas pelo presidente e oatros conso-
cios relativamente aos enterros de pessoas ap-
parentadas a diversos socios, em qae tez-se
representar a Legio. ^
Ao embarque do tenente-coronel Alfredo de
Vlmeida compareceu urna commisso.
" Foram esclarecidos quaes 03 deveresjdas com-
misse de beneficencia
Oalferes Abdiso de Vasconcellos faz urna
declarago por parta do capilao Joo Rodrigues
da Silva Du'arta. n
Trataram-se de outros assuraptos sendo as 9
horas levantada a sesso.
immlgracao de minasO Co'rreio de
Lavras publicou a seguinte circular:
, O governo do Estado,no patritico erapenho
de raelborar o estado afflictivo que, pela difh-
cuidado de obter trabalhadores ruraes c ope-
rarios enconira desde a aboligao do irabalho es-
cravoanossa lavoura, autonsado sabiamente
nelo poder legislativo estadoal, contratou a n-
troduc$o no Estado de mmigrantes europeus
3 Kranrelie'ndimento de to elevado alcance
precisa ser auxiliado e correspondido pelos
bons raiaeiros, e principalmente por aquellas
orne sao no seu desenvolvimiento e resultados
praticos directamente interessados, como o
V S
Convenco-me de que nada se pode esperar do
trabalhador nacioaal, seno em futuro remoto
e, quando convencidos pelo progresso do tra-
balhador estrangeiro de que do cultivo da trra
pelo systema de salario ou de pareen a so se
noder pela constancia e pela poupanca, che.-
gar a obter os meios de gozar na velhice de
urna independencia relativa.
Assim conetto-vos a reflectir sobre este mo-
raentoso assumpto. .. ._..j
Se entender que o patritico empando da-aa-
mimstrago e3tadoal corresponde a urna neces-
sidade urgente, de interesse duplo, do agri-
cultor e do Estado e quizer corresponder com
o seu osforco em bem da prodaeco agrcola,
aoroveitando nossas trras cullivaveis, podera
dirigir-se Cmara Municipal da circumscrip-
co era que reside, pedindo o numero de traba-
lhadores de que precisar, designando nesse
pedido a procedencia dos que prefere, o nume-
ro delles e genero de cultura ou industria em
tambera ouvimos que
os manipuladores de ta-
contendo mais de 150 ):000 microbios de cho
lera por centlmentro cubico, ao cabo de 2i ho-
ras se verilicou haverem morrido todos os mi-
crobios. ,
2." -Qae o examo dos charutos fabricados em
Hamburgo em Agosto, no auge da epidemia, re-
velaado a existencia de varios oulros microbios
inolTensivos, nao revelou, porm, a do microbio
do cholera.
1Que microbi03 do cholera postos em con-
tacto com as capas ae charutos de tabacos-
Brazil, Suma ra, Seedledf e Havana morreram
respetivamente ao cabo de mola hora, 1 hora e
2'horas.
4." -Que o fumo de meio charuto mata em o
minutos as culturas de cholera antigs e mo-
dernas. .
3. -Que a saliva propicia ao desenvoivi-
mento do microbio do cholera, mas que o fumo
do tabaco mata em o minutos urna cultura de
cholera feita em saliva.
A isto podemos accressentar que lemos idea
de que o relatorio do conselho de saudc sobre a
epidemia do cholera que grassou era Lisboa em
1856 assignalava ja aimmunidade dos operarios
do tabaco para o terrivel flagello. A razao
d'essa imraunidade o qae a sciencia moderna
parece que veio agora revelar.
Na epidemia reinante
teem sido poupados "
baco. .
Estas ultimas affirmagQes sao agora corrobo-
radas pela Voz d) Operano, orgo dos raaoipu
ladores dos tabacos nos seguintes termos :
E' certo que em 1856 poucos forara os ope-
rarios manipuladores de tabaco atacados pelo
terrivel BaffeUo.
E arada assim, dos que foram atacados e
que nos conste, dentro da fabrica, so o foi um
e muito poucos forara os que falleceram dessa
terrivel molestia. __
Na doenga a que actualmento grassa em
Lisboa, tambera tem sido raros os operarios do
tabaco atacados por ella.
Partido Republicano Federal
Remetteram-nos o seguinte,
Acta da organisaco d> dtreclorti do partido
Republicano do municipio de Rom Conselho.
Aos 18 dias do mez de Junho do anno de
1894, sexto da Repblica Federal dos Estados
Unidos do Brazil, nesta villa de Bom Conse-
lho, na casa da residencia do coronel Augusto
Martioiano Soares Vilella, s 2 horas da tarde,
presentes os abaixo assignados, eleitores deste
municipio, muitos ;dos quaes representando
tambem grande parte dos eleitores, que por
motivo3 justos, ao poderam compirecer a esta
reanio.
O coroael Vilella, como convocador da mes-
ma reunio, assuraiu a presideacia da mesa que
devia dirigir os trabalhos inherentes reuoio,
e conridou aos cida los, capito Tertuliano
Pancracio Villa Nova e tenenta Maaoel Candi-
do Ferreira, para ocraparem os lugares de 1."
e 2. secretarios, na ordem era que se achara
collocados. ,
Explicando os lias da reanio, o coroael
Vilella fez urna clara cxposigo, lindando esta
exposigo, que era de inteira e urgente neces-
sidade organisar-se neste municipio, um dire-
ctorio poltico de 7 membros, o qual procuran-
do interpretar os sentimentos nacionaes e os
do partido que representa, preste franco e leal
apoio ao go-erno legalmente constituido, urna
vez qu'-, a todo cidado curapria o dever de
contribuir cfficazmente para salvago das in3ti-
tuiges do seu governo e a do 'crdito do seu
Paz, e queconcluindo dava a palavra.a qual-
quer membro da reunio, que della se quizesse
u'ilisar.
Ninguom querendo usar da palavra e todos
manifestando-se de perfeito accordo com as
ponleragoes feitas, passou-se a proceder a
elego do directorio que em face da rnesina,
ficou assim organisado : coronel Augusto Mar-
tiniano Soares Vilella, presidente, tenente-co-
ronel Francisco Teixeira de Macedo, vice-pre-
sidente, capito Tertuliano Pancracio Villa No-
va 1 "secretario, tenente Manoel Candido Fer-
reira, 2 secretario, tenente Antonio Olegario
de Barros Quilula, 'capito Joo Ferreira de
Barros e major .Candido Carlos da Costa Vi
?ySs^r^8.r.?s ^u^.*..,. .
ipilo Tertuliano Pancracio Villa Nova, que ser-
irama do partido Republicano de
/com Coaseliio, 6 programma discutido e ap-
provado aa Capital Fe leral, pela maioria dos
renresentantes da Nagua, em 30 de Julho do
anno passado conforme consta da respectiva
acta, no que fosse apphcavel ao3 partidos lo-
ca^;s.
Fallou era soguida o cidado lente Mi-
noel Candido Ferreira, propondo que a acta des-
la reunio fosse langado em livro especial
todos os actos das subsequentes reuniOes do Di-
rectorio, afm de constar em todo tempo a
forma pela qual o mesma Directorio, desem-
p.'libara o mndalo que acabara de receber, o
que foi approvado.
Autes de diasolver-se a reunio fallou anda o
Coronel Vilella, agradecendo aos seus amigos, o
terera era to grande numero comparecido a esta
reunio concorrendo assi n para oi^anisago,
pela nica forma regular de um Directorio que
acabara de receber a honrosa miss'io de repre-
sentar um dos mais numerosos o disciplinados
partidos ocees.
E como nada mata h uvesse a tratar, dissjl-
veu-se a reuciao, lav.-.mdo-se para constar a
presente acta em que mencionci tudo quanto
occorreu.
Eu Tertuliano Pancracio Villa Nova, l secre-
tario da reunio, a escrevie assigno cora os de-
mais membros da m
Augusto Marliniano Soares 'Vilella, presi-
dente.
Francisco Teixetra de Macido, vice-presi-
dente.
Tertuliano Pancracio Villa Nova, 1 secreter
rio
Manoel Candido Fereira, : iris.
Antonio Olegario de Barros Quintella,
Joo Ferreira de Barros.
Candido Carlos da Costa Vilella-.
Candido Ayres Villa Nova.
Cesar Eustaquio Soares Vilella.
Jos Pedio Albino da CrU.
LUlz Carlos da Costa Vilella.
Bernardo Lucas d: Figueiredo.
Urbano Sergio Soares Vilella,
Jos Pinto da Silva Souto.
Hemc.terio Piulo da Silva Souto.
Joo Jacialho de Mello.
Luiz Teixeira de Macedo Reis.
Theobaldo Pinto Teixeira.
Manoel Pinto de Oliveira Viej" is.
Jos Manoel de Oliveira Cavalcanti.
Antonio Cordeiro de Moura
Nemesio Carlos Soares Vilella.
Tude Paito Crespo.
Vasco Gama Araujo Barros.
Jos Antonio da Costa liico.
Joaquim Jos de Sonta Luis.
JoaquiraC-ongalves de Mello.
Francisco Henriquo dos Anjos.
Eduardo Francisco de Souza Lias.
Jos Joaquim Duartc.
Jas Francisco Pivoa.
Jos Piulo Teixeira de ''arras.
Lourenga Pinto Teixeira Sobr.nho.
Antonio AftOStintve Pereira.
Juvenal Correia de Macedo.
Joaquim Vieira de Souza.
Nic.icio Lopes h Silva
Marciano Pinte de Barros.
Jos Francisco da Sacramento.
JosCaetano Lima.
Paulo Ferreira Dantas
Nicolao Pinta Teixeira.
Cicilio Jincinats dos Sanioso
Jos Ferreira Dantas.
Joo Tiatino da Rocha Gico.
Maximiano Ferreira Dantas.
Manoel Herculaco de Souza.
Paulo Ferreira Dantas.
Antonio lerculino de Souza.
Joo Herculino de Souza.
Manoel Alves de Souza Almeida.
Tilo Alves da Silva.
Jorga Lopes de Azevedo.
An'o.iio Francisco de Moura.
Francisco Vieira da Silva Leite.
Sebastifio Joaquim dos Santos.
Joaquim Correia L.ma
Francisco Alvos Fcitosa.
Elias Firmino de Barros.
Francisco Caetauo Correia Lima.
Henrique Alfs Feitosa.
Anto no Peixoto de Andrade.
Vitalino Francisco da Silva.
Manoel Jos da Silva.
Antonio Jos de Albijqucrque.
Antonio Pinto Vilella.
Gerainiano Teixeira de Macedo.
Joo Vieira Leite.
Jos Antonio dos Anjos.
Joo Soare3 dos Prazeres.
Jos Cordeiro de Maura.
Jeronymo Cordeiro de Moura.
Zeferino Cordeiro Mongo.
Juvcacio Soares Vilella.
Ladislao Soares Peixoto.
Alvaro Pinto Teixeira.
Manoel ongalves de Mello.
Joo Francisco Gongalves Lima.
Antonio Ferreira de Carvalno e O iveira.
Jos Alvos de Souza Oliveira.
Lenidas Eustaquio Carnoso.
Bartholoineo da Silva Fragoso. j>'
Francisco Pereira da Costa.
Manoel Saraiva do Reg.
Jos Alexandre de Souza Calanbo.
Manoel Cherubino de Mello.
Agostinho Teixeira de Macedo.
Andr Lopes de Azevedo.
Manoel Laurindo do Rosario.
Francisco Peixoto dos Sanios.
Joaquim Bezerra Malaquias.
Joo Dantas Teixeira.
Antonio Pinto de Aragjio.
Anloaio Florencio da Silva.
Carlos da Costa Correia Vilella.
Bellarmino da Silva Cruvelho.
Clarindo Ferreira dos Santos.
Manoel Joo Cancio da Cruz.
Jos Gil le Abreu Pereira.
Jos Antonio Campello.
Honorio Jos dos Santos.
Antonio Florencio Mogo.
Alexandre Vieira de Souza.
Jos Pereira de Souza.
Joo Pereira da Costa.
Antonio da Silva Pougas.
Manoel Pinto de Araujo Madeira.
Jos Malaquias dos Santos.
Antonio Ignacio de Andrade Lima.
Joo Jos de Figueredo Lima.
Jos Saraiva do Reg.
Francisco B. da Fonseca.
Joo Peixoto Soares.
Izidro Barbosa dos Santos.
Manoel Venancio da Cunha.
Manoel Teixeira de Macedo-'
Gamillo Soares Carneiro da Cesta.
Augusto Gongalves de Mello.
Claudino Xavier Ramos.
Antonio Caetano de Moraes.
Luiz Braulio Gonzaga de Carvalno.
Lauriano Bisno Moreira.
Candido A. dos Santos.
Francisco Gongalves de Mello.
Jos Bonzavilla.
Joaquim Athanasio da Silva.
Manoel Dionisio Vieira Bello.
Joaquim Francisco da Costa Peixoto.
Lourengo Bezerra di Silva.
Joo Paulino da Silva Ponvoas.
Methodio de Abreu Pereira da Silva.
Clarindo de Abreu Pereira e Suva.
Lucindo Severo dos Anjos:
Horacio Taveira dos Santos.
Joo Felippe Barbosa.
Joo Flix daSilv.'.
Antonio Ildetonso da Suva Amaral. J
Jos Bezerra dos Santos.
Henrique Soares de Moura.
Pedro Soares de Moura.
Antonio Vieira Dantas.
Lcovigildo da Silveira Costa.
Joaquim Vieira Bello.
Gaudencio Ferreira de Anurade Nio.
Nicolao de Mello Laranjeira.
Emvgdio Ferreira da Silva.
Pedro lavares Jos Santos.
Vicente Ferreira Leite de Miranda.
Antonio Borges da Costa.
Jos Vieira de Souza.
Antonio Borges da Costa aobrinho.
Aureliano Ribeiro Pinto.
JoSo Ferreira Ferro.
Joo Correa Sobral.
Lourengo Borges da Costa.
Manoel Jo3 Pereira Jalob.
Pedro Ferreira Pierre.
Nicacio Lopes da Silva Sobnnho.
Jos de Albuiuerque H. Cavalcanta.
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Dmr^d^ l^pfwainlinc Stota*ietra 99 de funlio Lourenco Ferreira Ferro.
Manoel de Carvalho de H. Calateante.
Manoel Flix do Nascimeutp.
Solero Antonio dos Aojos.
Jo5o Francisco de Araujo.
Firmiano Soares Vilella.
Firaiiano Soares Villla Neto.
f.ntonio Vieira de MedeirosJ
eleniaco Tenorio de Albuquerque.
oaquim Antonio de Oliveira.
A!saudrc Pereira Pinto.
Antonio Goncalves de Mello.
.ourenco de Barros Pinto.
Antonio Pereira Pinto.
Jos Pereira de Vasoncellos.
A. traeco eletriea nos Estados
Unidos Do Sr. engenheiro A. F. d'Avila re-
cebemos a seguinte communicacao, diz o Jor-
nal do Commercio, do Rio.
A traccao clelrica tem ltimamente tomao
tal desenvolvimento nos Estados-Unidos queja
hoi o syHjraa preponderante naque le paiz.
Na Iraecio eletriea tem tilo melhor aceitacao
o conductor aero, que, entretanto, tem alauns
defeitos quenio existem no conductor subter-
rneo. Por outro lado este ultimo exige condi-
ces indisp.nisaveis, que at aqu nao tinnao
sido satisteitas : o conductor de electricidade
para o carro deve ser descolarte e entretanto
deve sor bem solado da trra, e o isolamento
de ura conductor subterrneo era taea condi-
rSea torna-se muito ditficil.
" Os Srs. E. K. Johnson e Robei t Lundoll, se-
gundo annunciao Ele:tric Maio, acabo de vencer esta ditficuldade, par
meb dj urna con3truego especial, e ja tem em
Nova-York, construida pela Interior Conduit
and Insulation ha meaes as meltnres condicoes.
Nosle systema urna barra m^tallica entre os
trilbos substitue o cabo aereo. A barra divi
dida em secees isoladas urnas das outras, e a
medida um'o carro pas a sobro cada :eccao ella
recebe a oletricdadc condusida por ura cabo
subterraiuo bm isolado ea transmitte a urna
escova ligada ao carro. A eleclricidade passa
entae pelo motor e depois pelos trunos, que
sao senlos de pengj, visto que as seceosda
barra metallica intermediaria s recebem elec-
trcidade do cabo subterrneo medida que o
carro passa sobre cada urna dellas.
utro apert'eicoamento dos autores deste sy<-
tema consiste no modo de parada, que t leita
exclusivamente pela eleclricidade, tornando-se
por 1890 mais suave e econmica, pois n mo-
mento da parada o motor transforma-se em ge-
rador de eleclricidade, quo passa para o circui-
to geral, deixando de haver perdade energa,
como acontece com os freios defriccoes.
Os carros sao tambera munidos de acumula-
dores elctricos, que fornecem luz e raovimen-
to no caso de interrupcao no circuito geral.
A incineraeodos corpos -No lio-
letim da Sociedade para a propagago da nci-
neragao encontramos interess;uites pormeno-
res a respeito da incineraeo dos corpos. Oes-
de a promulgado da lei de t889, que autonsou
a incineraeo facultativa, at 9 de Marco de
1894, isto 6, em cinco annos, bouve 16.ao8 nci-
neracOes em Franca.
Nesse algarismo, as incinerages solicitadas
pelas familias figuro apenas cora 632,as nci-
neraces dos destrogos de araphitheatros c em
brjoes complelo o resto. A tarifa das nci-
nerac-s est assim fixada propornonalmeole .
importancia dos lumraes : .' e 2." classes, 2a
francos 3." classe, 200 Trancos ; 4 cla3e 150
francos ; 5.a classe, tO'J francos ; C.*, 7.', 8
classes, 50 Trancos.
Nos Estados-Unidos da America do Norte a
lo, Mara-da Conceico. Stero Augusto Ser-
rano-
Chegados do Sul no rapor naciona' O'.in-
da:
Emvgdio P. Ribeiro e sua senbora, Manoel
I. S. "uimaraes, Adeliao L. Ferreira, Dr. Al-
fredo P. da Costa. C. de de Agimi, Joao Caldas,
Dr. Alvaro W. B. Cavslcante, aua senbora e
sua inTi, Dr. Luiz F. do Amaral, Dr. Marciano
S. Moura,Laudan3 G. da Silva esua irma, Dr.
LimaMoreira, Carlota Moreira e 5 tilhoi, Getu-
lio Gomes, sua senhora e 1 riada, capitao Al-
berto G. Pereira Pinto, Manoel C- V. Sobrinbo,
Manoel Amorim da Silva, Severino Santiago,
Francisco T. de Souza, Francisco Valentim e
Marra Valentira, Tito Cardozo, Jos M de Oli-
veira, Jos Francisco de Freitaf, Antonio de
Souza Gomes, Dr. Alfredo Ramos, sua senhora
e filhos, Lazare Schwars e sua senhora, Joao
Fortuna, Paulo Bis, L. Bignol, Poldoro Bitten-
court, Manoel Pinto, Leonardo Guimarao9, Joao
Farias, Cassemiro G. Augusto, Joaquira Mordei-
te, Margarida dos Santos, Cezar de Goe?, Ma-
noel Pacheco, Jos S. Ferreira, Jos S. S. Ma-
ri nho, Je9uino S. Pinto, Leoncio J. P. de Fa-
rias, sua senhora, 1 liltio e i criada, Manoel G.
Fonseca, sua senhora e I criada, Conego Anto-
nio Manoel C. Brandao, Alvaro de Souza e Ar-
senio Pinto Leite.
Casa de DetencoMoviraento dos
presos da Casa de Detengao do Recife Estado
d3 Pernambuco, em 27 de Junho de i89i :
Existiam....... 427
Entraram.......
Sahirara....... 5
Existera....... 429
A saber :
Nacin aes....... 408
1854No mesino theatro, canta se a Ariete,
opera de Len''.
1892 -O barytono brazileiro, Lima Braga, rea-
liza em Pernambuco, um concert vocal e ins-
trumental.
OPERA NOVA
Em NapJbs, no theatro Mercandante, acaba
fxle ser cantada urna nova opera do m icstro Sa-
mara, de nome La Martire>, pelas artistas Sta-
gno, Bellincioni e outros.
O FALSTAFF EM LONDRES
Na capital ingleza tem causado grande suc-
cessos as representacOes da grande opera do
maestro Vcrdi, assistindo a todas as represen-
taces o Principe de Galles.
MAIS UMA OPERA NOVA
Em Vienna fot muito apreciada a opera Gun-
trarado, do maestro Riccardo Strauss.
Era muito breve, diz um jornal, comegar ella
a perconer outras scenas.
Mulheres
Estrangei!03
Mulheres .
Total .
Arrasoados
rtons .
Doentes
Louco .
Louca .
6
15
0
"429
391
375
14
1
1
~39l
incineragao parece estar mais em voga que em
Franca ; ella pralicada
era 18 localidades,
o "correr do auno de ;893 registraram-3e 592
ioeioeracdes, das quaes 43 era Nova-York. Na
Inglaterra iucineraram-se 131 corpos em 1893.
A .vlein inl'.a mais refractaria : s se encon-
Iram 50 icinerages em Hamburgo em 1893 e
53 em Heidelberg. Na Italia no mesmo anno,
praticaram-36 era Miiao 66 incinerages. Lm
Zurich incineraram-se 47, mas a estatisca nao
registra casis de outros pontos. Na Suecia pra-
ticaram-se 250 em Stockolmo desde 1887. Na
Austria e Kollanda. nao se assignalou caso ne-
nhum Em compensago houve no anno passa-
do 250 incinerages em Bueuos-Ayres, eras este
alaarimo elevado foi devido urna epidemia.
Como se v, sao muito lentos os progressos da
incineraeo; a geragoactual paiece apreciar
com mmta consideraco esta innovago.
VoOt:s-eisleriias-A Companlna Pars,
Lvo a Mediterrneo adoptou para o transporte
do Tinhos, cidras e uvas comprimidas urna for-
ma do vages que deu os melhores resultodos.
O estrado infer.or um quadro metallico de
dous eixos, sobre o qual hxada uraa cisterna
cvlindnca de forte lela ; esta tem urna capaci-
dad..- de carga de 12 toneladas e o vacuo inte-
rior, calculado pelo peso especifico do vinho,
pode conter 12 al 500 toneladas. O interior
separado em dous compartimentos por um com-
sarUm uito obliquo, cora buracos : em cada ex-
tremla lo da cisterna se encontra urna cunla
espteosa com um tecto, podeiido ser fechada
hermticamente, que pode ser levada para tras
para facilitar o enchimentoou o exame do coa-
leudo, assim como para deixar entrar no inte-
rior, no caso de reparagao. Alm disto, sob um
tecto especial, aclia-se uraa vlvula de seguran-
za, deixando escapar os gazes produzidos pela
fermentado ; e3tas tresabertur s, assim como
as torneiras e tubos combnalos, dcbaixo da
Cisterna, para adaptaco dos tubos de escoamen-
to ou aspirago do liquido, e urna vlvula dei-
xando limpar inU-hormente pdem ser chum-
badas regularmente. ,. ,
Todo o arran;o esta estabcrecido de moao a
assegurar o enchimenio e escoaminlo rpidos,
assim como urna manipulacao fcil e limpa
Alera de ludo, o techamento hermtico impede
toda a f aude emrelagao ao pagamento de im-
posto.
Casamento eivilO esenvao de casa-
mentosque funeciona nos distrintos da Boa-Vista,
Graca Poco e Varzea. aflixou no da 28do
corrente, na repartigao do registro, a ra do
Imperador n. 41, andar, editaes de procla-
ma-' ^c casamentos dos seguintes contrahentes :
Segunda pubicagao
Joo Caetano de Medeiros, com Maria Dellina
Tellenam, solteiros, residentes na freguezia da
Boa-Vista.
Jes Avelino Rodrigues da Silva, viuvo, cora
Maria dos Anjos d'Abreu, solteira, residentes
na 'reguezia do Poco da Panella.
Primeira pubicagao
Francisco Correia (!e Araujo resideute na fre-
guezia da Varzea, cura Mara da Conceigao For-
jaz de Lacerda, residente na freguezia da Boa-
Visla. solteiros.
Herculano das Nees Gomes, residente na
freguezia de S. Jos, com Joaquina Neves de
Oliveira, residente na freguezio da Boa-Vista
solteiros.
Inspectora do S. dlstrleto mar-
timoRecife, 27 de Junho de 891
Boletim metereologico
Term cent i- Barmetro Tenido do Humi-
Total.......
Movimcnto da enfermara:
Tiveram baixa:
Vicente Ferreira dos Santos.
Eudoxia Francisca de Oliveira.
Hospital Pedro II O moviraento desse
estabelecimento a cargo da Santa Casa de Mi-
sericordia do Recife, no dia 27 de Junho foi o
seguinte :
Entraram..... 27
Sahiram..... i
Fallece-am .... 3
Existein .... 747
Foram visitadas cn'einiarias pelos seguin-
tes mdicos:
Dr. Barros Sobrinho, entrou s 6 1/2 da ma
nha e sabio s 7 3/4.
Dr. Malaquias, entrou s 11 da manba e sa
hio s 12 1,4.
Dr. Simos Barbosa, entrou s 11 1/4 dama
nh esahiu s 12.
Di Uerardo, entrou s 11 da maab e sa-
mo l.
Dr. Arnobio Marques, entrou 3 9 1/2 da ma-
nila e sahio s II.
D Lopes Pessoa, entrou s 10 1/4 da manha
e sahio sl2.
Di. Vieira da Cunha, entrou s 11 da ma-
iih"i e sahio s 12 1/2.
Dr. Bastos de Oliveira, entrou s 10 da
mi ih e sahio s 11.
Pharmaceutico, entrou s 9 da manh e sa-
biu s i 1,4 da tarde.
Cemiterio publico-Obituario do da 27
de Junho de 1894.
Maria da Annunciago, Pernambuco, 28annos,
casada. S. Jos.
Francisca Candida de Souza Fradique, Per-
nambuco, 34 annos, casada; R cife.
Francisca da Penha, Pernambuco, 3 mezes,
Boa-Vista.
Antonio Marcos da Silva, Pernambuco, 28 an-
nos, solteiro; Boa-Vista.
Vctor Pereira de Alencar, Pernambuco, 19
annos, solteiro; Boa-Vista.
Antonio Gomes da Silva, Pernambuco, 1 anno,
Boa-Vista.
Maria Juliana da Conceigao, Fernambuco, 2
annos, Boa Vista.
Manoel Francisco da Cosa, Pernambuco, 31
annos, viuvo Boa-Vista.
Mara Ludovina de Piguoiredo, Pernambuco,
3S annos, solteira; Boa-Vista.
Ramiro Jos de Lima, Pernambuco, 55 aanos,
casado; Gragi.
Cyrillo Francisco dos Santos, Pernambuco, 28
annos, solteiro; Boa-Vista.
m
SPORT
Horas.
6
9
it
3
6
h.
t.
grado
21,'08
25.'00
2-5/01
26,05
25'\04
vapor
16,16
19,50
20,48
2),64
!0,46
dade
82
8*
78
80
86
faOl
761,-52
761,-37
761,-33
759,-73
7dO,-45
fereperatura mnima 21,50
Temperatura mxima 28,25
Evaporago em 24 horas ao sol 5.-0, som-
bra 2,-0
Chuva
Direcgo do vento : SW de raeia noite at
9 h. 45 m. da manh, Sat 0 h. 38 m: da tarde,
S e SSW alternados al 2 h. *8 m., S at 6 h.
19 ra, SE e.SSE .Remados al 8 h. 38m-, E e
ESE alternados at 0 b. 40 m., ESE at 11 h.
16 m.. ENE al iceia noitc, 3 horas e 15 ni. de
calma pela madrugada.
Velocidade media do vento 2-46
gundo.
Ncbulosidade media 0,40.
Boletim do Porto
Pra-mar ou Dias Horas
baixa-m
P. M. 27 Junho 10 h. 46 m. dam. l;-95
B. M. 27 4 h. 55 m. da t. ^-35
Passa:. iro Sabidos para o Sul no
vapor inglez ritania:
Pal Jourd Jos V. da Boeha, Dr. Antonio
A. Pereira d Lyra. sua stnbora, 4 filhOAfl 1
criada, Dr. A...iur J.Paa>|itiyn,Jos fiumettda
Silva, Wijsses P. de Aitouauerque, coronel Ma-
noel C. da Cunha, sua senhora: e i criad,.co-
ronel Joo Manoel C. da Gunba,4Eknitto Manoel
H Moraes Pires. Manoel- S. dos Santos Figuei-
ra, Josephim Cerutb, Manoel C- Correia de Mel-
.1 unta Commcrcial do Recife
ACTA DA SES8AO DE 21 DE JUNHO
DE 1894.
PRESIDENCIA DO SR. EPUTADO COM-
MENDADOR LOPES MACHADO
Secretario,Dr, Soares cCAvellar.
As 10 horas da manh, abrio-se a ses-
sao, estando presentes os Srs. deputadoa:
Figueirdo, Gurgel do Amaral. Olivei-
ra Bastos e Parante Vianna.
Lida e approvada a acta da sesso an-
terior, tomou-se conhecimento do seguinte
Expediente.
Officios :
Da Junta Commercial da Fortaleza, de
11 do corrente, aecusando o deBta Junta
de 17 do mez passado.Para o archivo.
Da Junta dos Corretores, de J.8 do flu-
ente, remettendo o boletim das cotaces
referentes a semana de 11 16.-^- Ar-
obive-se.
Foram submettido a rubrica oa seguin-
tes livros: Diarios do Banco Popular, de
Souza Pinheiro & C. e de Francisco Nu-
nes Monteiro.
Copiador de Luiz Jos da Silva Qui-
mares.
Despachos. -
Peticoas :
Da Ernesto 6c Leopoldo, pedindo o ar-
chivamento do seu disteacto social.Sa-
ja archivado.
Da Aristides Jos d'Oliveira, agente
de leilSes desta praca, pedindo o regis-
tro do conhecimento com que prova ha-
ver pago o imposto de sua profissao, re-
lativo ao 1. semestre do corrente exerci-
cio. Registre-se
De Leopoldo Jos Felippe Santiago e
Francisco Nunes Wouteiro, pedindo o re-
gistro de suas firmas.Mandou-se re-
gistrar.
Nada mais ha vendo tratar, o Sr.
Presidente encerrou a seasSo as 11 h/2
horas do dia.
Amateur Sport
Hoja no prado da Estancia realisa-se
urna fasta sportiva promovida pela colo-
nia ingleza desta capital, sob a presiden-
cia da Mr. Tem Robson.
Deve ser um brilhacta entretenimento
pela variedade de seu programma e nao
menos pela interessante execucao que a
colonia ingleza eempre liga eos seus fol-
gares.
Os seus precedentes sSo a affirmaj&o
deste conceito.
MULTAS
A directoria do Prado Pernambucano
resolveu por irregularidades havidas em
saa ultima corrida, multar em 2038000 a
cada um dos jeckeys :
Balbino Moreira, Cassimiro Fernandas,
Manoel Martina Pedro Alexandrmo, Ma-
noel Ramos, Joo Campos e Luiz Gomes.
Derby de Egson
GRAND PRIZE
Foi disputado esse grande premio in-
glez, cujo resultado foi o seguinte ,
Ladas vencedor ; Matchbop e Renun
der, segundo e terceiro.
O vencedor propriedade de lor 1 Ro-
sebery, que esparava ganhar com o men-
cionado animal, contando tambem reti-
rar-se do turf.
MANCGESTER EUP
Tambem teve lugar essa corrid1, em
Manchester.
A corrida era do valor de 2,0C0 sobe-
ranos (um objecto de arte de 5 ) e
mais um sweepstakes de 25 soberanos ca-
da um, para animaos de qualquer idade,
na distancia de cerca de 2,880 metros,
dando o seguinte resultado :
1.* (Dead-Heal) Shancroth, por Geo-
logiat e Pannier, 6 annos, de Sir Bucha
nan, jockey J. Woodburn ; e Red En-
sign, por Paradox e Red Flag, 4 annos,
de Sir R. Jardine, Jockey F. Finlay.
3. Progression, por Peter e Improve-
rnent, 5 annos de Mr. G. Mandew, jo-
ckey G. Brown.
A inscripyo comprehendia 51 animaes,
dos quaes correram 16.
A sahida foi boa e os vencedores che-
garam em dead heat: o 3o tevo apenas,
a differensa de pescojo.
Tempo 186 2[5 segundos.
Esse pareo foi ganho o anno passado
pelo mesmo Shancrotha,
GRAND PRIX
A fe3ta do sport hippico conhecida
pala denom nagao de Grand Prix, teve
este anno urna enorme animajao de con-
currencia.
O publico soffreu urna decepeo, pois
ganhou urna cavallo que de modo algum
era o favorito dos entendedores.
Venceu Gospoda de Ephrusi. Ha-
via apostas consideraveis em favor da
Poligone
GRAND PRIX DE PARIZ
Rualisou-se na capital franceza esta
grande prova internacional, cujo premio
principal era de 200,000 francos.
- Dalla aahio vencedora a egua franceza
Dalma Baghtch seguida do cavallo in-
glez Matchbox e do cavalla francez Man
sour.
Dolma Baghtch filha de Krakam e
tem um brilhante tirocinio no turfi da
Franoa.
Pectence ao Ba-4o de Schickler.
Eusou, porm, o principal dire-
ctor da Companhia e nao lho poder
caber responsabilidade; tratando-so
do sua gestao econmica administra-
tiva, n'aquilloque nao rao caiba tam-
bem.
E alm disto, de tal naturoza sao
as notadas irregularidades, roceb-
das som commontarios, quo fcil-
mente por ellas se ver comprometti-
da a dignidade profissional de um
engenheiro quo, como o humilde sig-
natario destas linhas, nao trabalha
s para fazer jus a um ordenado.
Accresco que foi attendendo a um
podido meu que o Exm. Sr. Governa-
dor do Estado nomeou a digna com-
missao, sondo que ao annuueiar esta
minha rosolucao bem correspondida,
em rosposta a accusa?ao que se vul-
garisava contra a Companhia, affir-
moi nao serom fundadas tao insiston-
tes condemnaQQes e que o demons-
trada em tempo com o proprio pare-
cer profissional.
Peco pois alguns momentos de at-
tencao a todas aquellas pessoas que
team acompanhado osta questo e
tenhamlidoo importante e minucio-
samente rigoroso relatorio publicado
na parto orticial do Diario do 13 do
corronto e no Jornal do dia seguinte.
III
Attribue a illustre commisso
falta de recursos necessarios, nao
fornocidos em tempo, para melhorar
as condigOes da via-ferroa do Olinda
o quo, isoladamente, desligado de
innmeras relatividadese particulari-
dades, de indispensavel mensao para
a oertada comprehensao do publico,
chama do possima conservado da
linha o do material rodante.
Em sessao extraordinaria do as-
sembla geral dos Srs. Accionistas,
do 23 de Margo e 3 do Agosto de 1893,
a maioria presento me negou recur-
sos que ped para augmentar o reno-
var todo o material da Companhia;
segundo corre impresso pela pubi-
cagao das actas feitas do accordo com
a lei.
Nao deve ser porm a esta circums-
tancia quo so tonha reforido a Ilus-
tre commisso, em cada um do cujos
dignos mombros rooonheco onorgia
suificiento para rosignar o logar, si
estivesso no meu caso o fosso evi-
dente quo d'ahi avante se tornada im-
possivel, ou polo menos um descrdi-
to, a administracao da Companhia.
A miuha roclamacao baseava-so
no facto do se estarom tornando cada
vez maiores as despezas de conserva-
gao do material fixo e do material
rodanto e tinha toda a justificagao
em fronte do concurronte desonvol-
vimento extraordinario quo tomava
o trafago de passageiros, consoanto o
demonstram os dous quadros abaixo:
- -. --. a-.
e !- e C

tr sr sr sr
o o o o
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oo OO 00 ce
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dos os esclarescimentos necessarios
para bem julgar, a digna eommissao sa-
hio do particular para cahir no geral, na
conclusao que dsvia tirar, do ifacto ob-
servado. .
A companhia a que os illustres enge-
nheiros se referiram, nao a nossa, c a
syntliese de. ama idea commum ; o pro-
fissional, que isentaram, nao est no ca-
so do typico engenheiro de companhia,
sujeito a urna directoria de leigos cheios
de pruridos de exhibico e cuja medi-
da real dos merecimentos proprios es-
t exclusivamente nos capitaes que
possuem.
A verdade que, administrar um ca-
minho de ferro de urna companhia,
muito mais complexo, e porconseguin--
te muito mais digno de desculpa pelas
irregularidades commettidas, do que
administrar um camnho de ferro do
Governo.
Basta lembrar quer n'um caso, se tra-
.ta de urna exploracao industrial e do
emprego de um capital que reclama um
juro ; e que, no outro caso, o que ha a
administracao exclusiva de um proprio
construido a custa das rendas do Esta-
do, que apenas sao geralmente a som-
ma dos mpostos pagos pela populacao
a qual se pretende servir.
A frente de urna companhia, alm
dos preceitos technicos a observar, tem
o proffissional o dever restricto de aceo-
modar o que sabe solucao do problema
especial a que se impe considerando o
meio em que tem de agir.
Acceitando, pois, a justiga que me
foi feita pela digna commisso, nao de-
vo consentir que sejam aecusados de
mal entendida economa os5rs.|Accio-
nistas da Companhia. E poqrue assumo
toda a responsabilidade me referir um
pouco a sua historia, caracterisando por
fin de onde emanoiv para nos a real
falta de recursos promtos e facis.
IV
A via frrea do Recife a Olinda e Be-
beribe foi construida quasi sem calculo
e sem orcamento.
Subscripto o capital pedido de......
300:oooSooo, antes da terminaco das
obras mais essenciaes, reconheceu-se a
necessidade de pedir mais 200:ooo$ooo,
que ainda assim nao deram para a sua
conclusao ; sendo aberto o trafego provi-
soriamente tendo-sealiaz, plena convic-
go de que si a iniciar urna exploracao
cujo capital era reconhecidamente
insuficiente.
Quaes as consequencias, nao difncil
imagina, re para caracterisal-as bastar
dizer que as suas accoes de 2cxj$ooo
vendiam-se a 90S0O e annunciava-se
a liquidacao da Companhia, quando a sua
frente surgi o meu illustre antecessor
Major Laurentino Jos de Miranda.
Dez longos annos elle a administrou
com pleno appoio dos Srs. Accionistas,
pois gracas ao seu grande bom senso,
ao seu especial tino administrativo, c
aos valentes e dedicados auxiliares'de
que soube se cercar, salvou-a do com-
pleto desastre a que estava ella fadada
rasoavelmente.
Nao era bom o seu estado em 31 de
Outubro de 1882 quando por doenga
grave do illustre Major, que depois veio
a fallecer, fui por indicaco e convite
seu, apezar de nao ser accionista e ser
ento engenheiro da Municipalidade do
Recife, collocado em seu logar ; mas
estava firmada a orientaco administra-
tiva e facilitado o plano que se tinha
em vista para chegar ao necessario
augmento do capital.
Assim, era o seguinte o estado de
suas financas :
e a do Pire6 e as de Agua Fria (Chapeo
de Sol) e FundoJ
Quanto ao material rodante eram
constantes as explosoes de tubos da
caldeira das locomotivas, as rupturas de
eixos de wagons e locomotivas em-via-
gem, e estavam completamente estra-
gadas as molas e toda a infrastructura
metlica dos carros e wagons.
As locomotivas, em numero deseis,
as mesmas que tinham viudo para os
trabalhos de construccao e abertura do
trafego, dir-se-hia mesmo que s tra-
balhavam gracas aos verdadeiros mila-
gres de dedicaeo e profissiencia doMou-
sado operario, Chefe das Officinae da
Companhia desde que foram montadas,
Mthieu Florant L'honneur.
Colocado a frente da Companhia pelo
prestigio do illustre Major Laurentino
a quem os Srs. Accionistas applaudiam
e o publico respeitava, louvando-o por
lhe conservar umeaminho de ferro que
ainda assim era melhor do quenenhum,
desde ento a tenha administrado'sem
interrupcao.
E n'este novo periodo deadminisracSo
foi reconstruida toda a linha com-trilhos
de afo, foram reconstruidas de ferro a
ponte do Varadouro, os pontillvoesv de
Agua Fria e Joo de Barros, .todos os
boeiros de esgoto, construidas as esta-
la coes do Porto de Madeira, Estrada No-
va, Principe, Hippodromo, as Officrnas
da Encruzilhada, Armazens "no Vara-
douro, os abrigos do Salgadinho e
da Curva de Agua Fria ; remonta-
das as machinas n. 1 e 2 e compradas
as ns. 7 8e 9.
Concurrentemente foram distribuidos
os seguintes dividendos :
DIVIDENDOS
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a
<

O
o
N
o>
VXVX
oc
VO
eo

PHBLI(iOBS \ UiljO
O material
por se-
Allora
da via-errea
alinda
I
de
MUS-MANA
EPHEMERIDES LYRICAS
29 DE JNHO
1847Flolow, apresenta. na sceiKrparisiense
a opera Boscaiuolo'.
1847i Em Klorenca.vaa a scena lopers-S.
Paolo* da Men Jelssohn.
-1897 -No tbeatro Politaama da denota, vae a
ecana a opera Napoli di Carnevale.
30 DE JC5H0

1818 -Boiidieu, apreeenta no theatro Per
deao.de Parir, aopera.Lo-.#elit-JHuMe..
1825^-JaseB'flia FraaQu,. cocponiataaRan
jjestrve-, o.aator de grande imm>T(tope
Matv
-iMhJie diralrwfiilocInaMttHM* **** *>e
a acea a opera nicet.
Em carta escripia ao Diario de Per-
nambuco, promotti apreciar o relatorio
da digna commisso examinadora do
material da via-ferrea de Olinda, logo
que S. Exc. o Sr. Govornador do Es-
tado d'olle rao fizesso communicacao
official, publicando para tal fim a
respoitosa rosposta que a S. Exc. di-
rigira.
Essa communicacao, porm, at
agora nao mo foi feita ou porquo, a
eua'oquivalha a circumstancia.de tor
sido a publicaco do importante do-,
cumento feita na Parte Official, ou
porque, apreciando devidamente S.
Exc. o digno parecer dos illustros
Engonhoiros, comprehendosso (jue
nao estavamos nos attentando contra
a seguranza publica e me fizosso a
Justina de acreditar que, esforcos
meas as irregularidades apontadas
desappareceriam independentomonto
de qualquer intimaco .espacial.
Ao tomar, osse compromisso tive
exclusivamente om vista'oxplicar pe-
rante.o publico o que sopor pcofis-
eionaes poderiaser devidamente coin-
prohendido y concorrendo para que
nao paire a duvida rondo s a .venda-
da se deve assentar; no sentido desor
acoord a sensata canclusao do tem
elaborado 1 parecer com a descripeo
apparentemente contradictoria do
estada .ruinoso do nossa.material.
Era oquojiao oabia fazer.-ailkistro
commisso que ao -escpeveu-um.arti-
go ajoiaaale> sim. rmou .um.parecor
official.
II
Os ilUurtresi. ongaaheiiros tseotam
Isentando-mo, porem, de responsa-
bilidade, apezar do me ter submetti-
do a essa negativa resoluto, os il-
lustres engenhiros o fizeram porqu,
como cada um do Ss. Ss. dignamen-
te o faria, lancei mi dolrecurso ex-
tremo quo mo competia.
No intorvallo de urna a outra- sea-
sao encommendoi por autondade
propria o material mais urgentemen-
te recclamado para que o trafego
nada soffresse o na sossaov de 3 -dte
Agosto nao s foi concedido por istb
VLmbill de indemnidade por votacao
unnime como tambem foi approva-
da una Proposta minha para levan-
tar um omprestimo de. druujsuuu
para pagar esse material alom de
uutras medidas a que tere occasiab
tde aqui mo referir.___________
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Estavam ao por as accSes e os accio-
nistas tinham recebido os seguintes di-
videndos :
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E mantida a cotacao das acfoes que
nos creava a facildade de ir na medida
das necessidades levantando os empres-
timos em debentures de modo a consti-
tuir o augmento mprescindivel do capi-
tal at i ,oco:0O0SO0O por urna parte
fluctuate, a juros de 7 "/, e que seria
consolidada ou nao segundo resoluco
e condiccoes futuras da Companhia.
COTACOES
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metido'-ESGisabididadft;-aalas.irre-, .be*uap*ic-ateik>dawet.
. Diante.do oahBimoivvTOn*wwre
culpam a Companhia. da falta de recursos promptos e semto-
Nao podero assim. ser culpados os
Srs.vAccionistas,, porque,,o humilde si--
.gnaiario deste linha*prsidenteda recteria a gB9ae dat-Gompwiiiaf mou*
I
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. O material quer fixo quer rodante r.e-
clanava.muito serio reparo.
Quanto a linha .permanente, que se
.tinha comecado- a substituir por trilhos"
de ac, era-.quasi que 1 exclusivamente
oompQsta.de -trilhos..esraagados', ou de
^a^uBnos! pedamos de teilhos aproveita--
dos da parte s dos que j tinham ido
substituidos entre a estacao da Aurora
A baixa de 8 para 6 / que em Julho
de 189i.se deu nos dividendos distribui-
dos resultou de urna deliberado da as-
sembla geral dos Accionistas que, gra-
bas aos esforgos de um illustre accionis-
ta, resolveu, unnimemente, que da
quta destinada aos dividendos fossem
deduzidos 2 "/0 para a amortisaco dos
emprestimos em debentures, visto ser
desde ento condemnada a velha orien-
taco, caminhando-'se para outra ah
julgada mais accertada qual a de ir aug-
mentando o capital com o addiciona-
mento dos excedentes da renda liquida
e a eliminaco dessas obrigacoes.
E com igual intuito foi em Janeiro
do corrente anno, pela mais numerosa
assemblca geral que temos tido, resol-
vido unnimemente suspender o paga-
mento dos dividendos a proposito do
um desfalque de 51:7648810 dado pelo
director caixa, velho coinpanheiro de
Directoria que alias tive de denunciar
;perante os Srs. Accionistas.
S s perturbares resultantes e pe-
culiares a qualquer mudanca de .direc-
r;o, inherente alias a natureza das> ex-
plorares da classe de que dirijo e
que no nosss caso lesimiram-se no na-
tural retrahimento no levantamento.de
emprestimos tornados mais difficeis e
desvantajosos ; s ao inesperado des-
falque da caixa 5 poder-se-ho' respon-
sahilisar pela falta dos receursos me-
diatos a que se refinram os dignos
engenheiros em commisso; mas que
no entanto nao deram o resultado pre-
cario-que se pode deduzit da/ooitside-
raco incompleta do exame- minuciosa-
mente rigoroso a que procedente illastre
cmmiesS. de engenheiros.
Via permanente,
V
'Tnlio side o- -pri-
U *!-*
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7i ', ;.y.**"
_, iiijl




Piarlo de IVxyanUtgtw Sexta^feira tO de Junho de l*tM
meiro a affirmar' que nao perfeito o
astado de conservado do nosso mate-
ral _i
Accrescentando apenas que a este
respeito nao extraordinaria >mormente
m um caminho de ferro de companhia
entre nos e com o trafego que temos,
encontrarem-se irregularidades da na-
tureza dos que ^am aponaos EU
digna commissao; muitos dos quaes
alias at se constituem mot.vo de con-
troversia e discussao. r
A este respeito ha urna g^nde pe -
fecao typica a qual absolutamente
nunta atinge, mas para o qual se
deJe sempre caminhar ; cabendo pos.-
SamSSe a urna commiss&o do carcter
da que pertencem os gust. en-
nheios nomeados por S. Exc.* Sr Go-
vernador impol-o e tomal-o para ver-
dadeiro paradigma. ^^nAn
S assim foi julgado pessimo o estado
de conservado de nossa va perma-
nente, avallado pela simples inspeccao
SaHnha e nao pelas relaces as quaes
nao se pode fugir de seus reparos con-
stantes que absorvera constantes des-
posas e de seu crescente deteriramelo
que cada vez mais dificulta a conser-
VaOquadro, cima publicado das des-
pezas de conservado, mostra como tem
sido vigilante a Companhia, e o que
abaixo publicamos, da natureza das sub-
stitucdes, a necessana noticia.
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Sendo para notar que abrange este
quadro o periodo posterior recon-
strucgo da linha e que a falta de substi-
tuido em grande escala de grampos no
anno de 1892, quando fomos forjados
a rescolher os retirados da linha por
inserviveis, e a falta completa n'esse
anno de substituico de parafusos, se
deram excluvivamente porque pelas
difficuldades da caixa, aggravadas pela
baixa do cambio em desproporfo com
os precos fixos da companhia fomos for-
jados a dever um anno inteiro urna
conta ao nosso correspondente em Lon-
dres perante quem n5o nos quisemos
sobrecarregar.
Dormcntes. Tomando para a base o
minucioso quadro organisado pelos dig-
nos engenheiros c preciso que se Ihe
accrescente as seguintes indicaces.
TRECHOS DA LINHA
Do Pires ao Principe. .
Da ponte de Joo de Barros
Encruzilhada.
Ponte de Joo de Barros. .
Do Varadouro ao Carmo. .
Pontes e boeiros de Olinda.
Ponte de Agua Fria. .
N. DE DOR-
MENTES
660
1036
11
1170
98
11
Total
2990
0 quadro a que alludimos d para os
pontos da linha, afora estes cima indi-
cados que foram todos reputados bens,
10780 dormentes em bom estado e 755
podres ; ou 11,53 5, repartidos de forma
que nos habilita a, com os dous quadros
e o quadro das distancias, organisar o
nosso quadro abaixo:
Assim, a relago total dos dormentes
podres para os dormentes bons de 1
podre para 18,50 bons.
Sendo para notar que entre os dor-
mentes podres "estelo considerados di-
versos que foram encontrados com cu-
pim em um trecho onde deviam ser
novos, pelo tempo da substituido, en-
tre o abrigo do salgadinho e a ponte de
Duarte Colho.
E sendo para notar ainda que o nume-
ro dos novos dormentes em relagSo ao
desenvolvimento da linha o restricta-
mente necessario, e que se existem es-
pacamentos maiores de um metro isto
exclusivamente devido a d^slocafes
que lhe sao peculiares durante o trafe-
go e communs em todos os caminhos de
ferro.
Para evitar o seu natural movimento
de translaco mando-os repregar S3m-
pre dous a dous segundo os lados de
um losango ideal o que infelizmente
nem sempre tem sido cumprido por
falta de intiligencia ou relachamento
dos cafacos.
Terminada a reconstruegao completa
da via permanente cm 1889 de cnto
para c tem regulado a substituico dos
dormentos na razo de 1,492 p:>r anno,
conforme se verifica pela consideraco
do respectivo quadro synoptico cima
publicado.
Grande parte dos dormentes exis-
tentes sao de aroeira do serto, mdei-
ra cuja duracao secular, e para obviar
o nconviniente de serem constante-
mente refurados, o que acaba por tor-
nal-os inserviveis apezar de saos, tenho
adoptado a resoluco de reprega-los
com grampos de maior grosura para
esse fim especialmente encommendados.
Trilitos e accessorios. As rupturas de
trilhos de ac em servico, mormente
no principio do invern ou apz mu-
danzas bruscas da temperatura athmos-
pherica commum a todas as linhas
frreas desta natureza.
Os profissionaes discutem o facto
attribuindo-o, uns mudancas brus-
cas intermoleculares da estructura do
metal, outros a falhas ou falta de ho-
mogeneidade da mesma provinientes
de um resfriamento rpido na occasio
de serem fabricados os trilhos.
E tambem peculiar aos trilhos de
ac, ao menos pelo que tenho aqui ob-
servado, a deformacao do patim por
esmagamento ou effeito de laminagem
entre o grampo fixo e as dilataces e
vibrares do trilho durante os dias e as
noites e a passagem dos comboios.
Nestes casos o que se pode fazer
snbstituir o trilho ou amarral-o conve-
nientemente por chapas de juneco,
quanto ao primeiro caso, e substituil-o
ou reviral-o ou ainda correr os dor-
mentes para livrar o grampo dos pon-
tes deformados, repregando-os na par-
te sa ; e o que temos feito.
Sao de afo fundido as nossas talas de
juncfo ou fixas; e com certeza, ha
n'este ponto um engao de observacao
dos Ilustres engenheiros que afrirma-
ram serem ellas de ferro fundido por
terem, sob este ponto de vista, exami-
nado algum desvio de pouca importan-
cia ou o interior de alguma estaco ex-
trema onde ainda sao de ferro os tri-
lhos. "
Creio mesmo que nenhum caminho
de ferro entre nos, empregando trilhos
de afo, empregar fixas de ferro fun-
dido.
As que teem se quebrado nos furos
dos parafusos, como em toda a parte
accontece, teem sido substituidas por
fixas de ferro forjado que teem custado
Companhia ultimameute 9$000 o par !
Alm destas irregularidades notadas,
e que jamis poderSo caracterisar urna
falta de conservacSo, desde que nao
seja provada a sua constante perma-
nencia, o que a illustre commissao no-
tou de mais, quanto aos accessorios me-
tlicos da via permanente, foi o afrou-
xamento das porcaS e parafusos e a fal-
ta de uns e outros que poder ser urna
consequencia desse afrouxamento n5o
remediado em tempo ou consequencia
de ruptura que se teaha dado no para-
fuso.
Ihor conservacio entre nos se obser-
vam taes irregularidades de tendencia
natural nos movimentos da linha frrea
e gracas ao relachamento e ignorancia
do pessoal de que por via de regra se
pode dispr para os trabalhos de con-
servacSo, relachamento que muitas ve-
zes chega at ao mestre de linha que
com a sua experiencia de homem pra-
tico se fia de mais nos outros accesso-
rios destinados a fixar os trilhos : ti-
rantes, grampos, cavas dos dormentes.
Na nossa via frrea viajam consecu-
tivamente tres trens que fazem cada
um 14 viagens em cada seccao, desde
as 5 1/4 da manh at as 10 horas da
noite, diariamente; a fra os trens ex-
pressos e o trem de lastro que tambem
diario.
Para obviar o desandamento ao qual
constantemente esto sujeitas as porcas
pela resultante geral dos movimentos
da linha, procurei usal-as do lado de
dentro dos trilhos, como em certos ca-
minhos de ferro allemaes segundo a no
ticia de Couche ; pois n'esse caso havia
urna reaeco proveitosa opposta pelos
rebordos das rodas ; mas o desgasta-
mento dos trilhos no sentido da verti-
cal e a pequea altura d'elle em pouco
tempo (dez annos) fizeram-me abando-
nar tal resoluco para ficar na depen-
dencia exclusiva das turmas de conser-
vaco que nunca tivemos em numero
inferior de duas.
Em nenhum caminho de ferro, po-
rcm, a perfeico exigida pela conser-
vafo typica mais difficil n'este ou n'a-
quelle ponte.
A illustre commissao refere-se desi-
gnadamente as agulhas e cruzamonto
como pontos sensivelmente descurados
ao passo que conforma-se em afKrmar
que as curvas achou regular a co.iser-
vaco.
' Ora quanto as agulhas e cruzamentos,
to extraordinarias sao as causas de
deterioraco durante um trafego per-
manente, que'o uiau estado d'ellas
sempre um.fraco indicio de que seja
pessima a conservaco da linha.
Temos ouvido ate dignos engenhei-
ros fi caes do Governo nao culparem as
companhias pelos descarrilhamentos que
se deem n'estes pintos, por via de re-
gra defeituosos apz prolongada expo-
raco !
Dizer isto, sei que nao c justificar a
existencia das irregularidades a cujo
encontr para desvial-as deve ir imme-
diatamente aquclle sobre quem afinal
cahe a responsabilicLtJc de todas as ir-
regularidades, a partir do mais nfimo
trabalhador de p.
Mas, qual o caminho de ferro no qual
entre nos taes irregularidades nao se
encontram em maior ou menor escala ?
Onde est esse profissional que no caso
poder atirar aprimcir.i pedra ? !
Por isso foi que comecei por affirmar
que a digna commissao sd disse que
era pessima a mossa conservaco da
via permanente porque nao tinha de
julgar o facto seno em absoluto e ten-
dendo sempre a attingir a perfeico ty-
pica a que j alludimos e que na prati-
ca nao passa de um ide il ou utupia
para o qual se deve estar sempre olh.ui-
com o fim de obter o melhor possivel.
Asscntamcnto das fitinas.. A via fr-
rea de Olinda foi toda reconstruida,
quanto a superstrut ura metlica, de 1882
a 18SS, e quinto a substituico c regu-
larisaco dos dormentes e lastro, de 1888
a 1889.
Mas, nos caminhos de ferro de me-1 marcha observado quas sempre nos
descampados.
O desgastamento dos trilhos e dos
rebordos salientes das rodas, que
ainda assim nao se pode evitar as
superficies em friccao; os disnovela-
mentos transversaes ou longitudi-
naes pelo recalque do terreno; sao
causas que concorrem sompre om
qualquer caminho de ferro para irre-
fularidades e alterac5es relativas a
itola, em razao da distribuicao de-
sigual do peso que os trilhos suppor-
tam.
Ha alm dessas urna razo especi-
al, quanto a nos.
At Outubro. ultimo estava o servi-
co da conservaco d'linha directa-
mente derigido pelo fallecido Manoel
Livino de Amorim Lima, engenhei-
ro pratico de provadas habilitacOes.
E n'este particular levava elle a sua
tolerancia ainda alm da minha, ado-
ptando para a sobre-largura urna po-
iegada ingleza ou O^OSd.
E nao era isto motivo que me le-
vasse a contrarial-o em sua loriga
pratica de construeco e conserva-
co do caminho do forro.
Ch. Goschler, a pagina 3 do 3 volu-
me do sou, j citado tratado, diz quo,
na Franca essa tolerancia vai justa-
mente at 0ra,025; e M. Ch. Coucho
na sua monumental obra Via e Mate-
rial rodante, a pagina 242 do tomo 1."
cita urna noticia de M. Bieneau, em
viagem na Inglaterra, pelo qual so
v que n'aquelle tempo a sobre-largu-
ra nos caminhos do ierro inglozes era
de 0m,050 ou duas polegadas inglezas
cjm a particularicado do ser unifor-
mo as rectas e as curvas !
Esta ultima sobre-largura dara
para bitola da nossa lm,37 ; justamen-
te a que os illustresengenhoii-osqua-
liicaram do oxageradissima c defei-
tuosa, spelo factodosordiscontinua,
estou bem corto, pois quo ten lo as
coras das nossas rodas do wagn
0',083 de largura alem dos rebolos do
0n,02, a partir dos pontos em quo so
considera a bitola, o sondo de 0"',060
a largura das cabecas dos trilhos. nao
seria preciso nenhum milagro do
equilibrio para quo o material ro-
dante nfto corrosse o risco do descar-
rilhar, mesmo na hypothoso do nao
estar gasto, at com largura entre
trilhos de 1"\38 para nao dizer lm,40 ;
c >.ao ser fcil"cosnproh'endor con-
feccionando una ligoira domonstra-
C&O graphica.
Nao rao cansaroi do ropolir, porem,
quo a illustre commissao i\5.o cabia
entrar om to minuciosa discrpeo.
Era complemento as obsorvacOes
at aqui fcitas n'oste sentido ofieroco
a consideraco dos quo 1110 toom lido
o quadro abaixo polo qual so prova a
oquivaloncia entre os alinhamentoa
rectos e os curvos as diversas soc-
goos da nossa via-forrea o quo tom
muita importancia diante da afnr.ua-
co daillustrocoiinnissodeque go-
rahnonto boa a bitolagein as cur-
.vas.
Feito sob a minha direceo immedia-
ta posso garantir que o assentamento
da linha foi o mais perfeito possivel.
Alguns pontos ainda hoje o attestam,
notadamente o desvio duplo do tronco
da linha na Encruzilhada, que vem a
proposito aqui citar om vista dos jus-
tos elogios merecidos, por occasio da
visita da commissao, de um de seus di-
gnos membros a quem tive de indicar
o nome do hbil mestre de linha da
Conpanhia, Joaquim Silva, hoje infeliz-
mente fallecido.
Mas, >> assentamento da linha o
mais perfeito soffre constantemente
altorac-osuos perfisquer ao '.acanto a
aeco do matorial rodauto, quor no
tocante aos recalques c as outras ac-
cOes do tonipo.
E na nossa via- forrea ha duas cou-
sas originarias quo especialmente
concorrem para esse ultimo genero do
alteracoos.
E' a primeira, a disposicao trans-
versal da linha em varios pontos,
parte sobre o solo natural, parte so-
bro atorros do pequea altura niar-
gom da ra publica.
E' a segunda, o trafego geral das
entradas ce rodagein oclas ras pelo
qual cm cada ponto so ostabeleco urna
passagom do nivel quando nao so do-
sonvolvo olio sobro o proprio leito da
via-forroa
N'esta rcconstrucQo, quo fiz pro-
porcoquo rae foi possivel, segu de
preferencia o typo-rndicado para una
inha bom construida por Ch. Gosch-
er (Tratado Pratico do Caminhos do
Ferro).
Bitola e desenvelamento.A bitola
da linha nao devo ser a mesma do
material rodante.
Estou de accordo, porem quo a sua
sobre-largura nao elevo sor uniforme
entre as curvas e rectas, nem to
pouco divorgonto, a nao ser nos pon-
tos do concordancia destas com aquel-
las.
Mxima na curva deve ser mni-
ma as rectasje uniformo, sempre di-
vergido apenasdiscontinuamente as
approximaces dos pontos de tangen-
cia.
Por isso, na linha de Olinda e Be-
beribe sendo a bitola do l",32 para o
material rodante, de 1",33 e ln,35
para as curvas.
A primeira vista parecera que nos
alinhamentos rectos, deveria ser
igual a bitola da linha e a bitola do
material rodante; sendo que |ha pro-
fissionaes que assim pensam, comha-
tendo-a sobre largura como causa
de jgo do oomboio om movimento.
Nao sou, porm, desses quo creem
influir a sobre-largura directamente, no
bambolea^ lateral dos" wagons em
SKCCES DA LINHA
Rocife a Encruzilhada..
Encruzilhada a Olinda.
Encruzilhada a Bebo-
riije.
Curvas
1166"
2533"
2331ra
Rectas
1730"
3091'"
2310-
Assim do 6333 motros o desenvol-
vimento total em curvas e de 7131
metros o desonvolvimonto total om
rectas, sendo a differenca entro os
dous dosenvolvimontos do 793 metros
aponas om favor das tangentes ou li-
nhas rectas.
E estes alinhamentos reettos esto
distribuidos pela seguinte forma :
o C
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O
O
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O
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O
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pre com a chamin para a frente, a
que se refere a illustre commissao, nao
pode ser usados em toda a linha mes-
mo na hypothese de estarem concerta-
dos os gyradores. No ramal de Bebe-
ribe nao ha gyrador e o da Encruzi-
lhada dentro das Officinas e isto dif-
ficulta muito a manobra.
D-se, porm, que esta obediencia ao
preceito techinico de maior utilidade
para a empresa do qne para o passagei-
ro, visto como della o que resulta, con-
forme lembraram os dignos engenheiros
um melhor aproveitamento do traba-
lho da machina.
Certamente a compra de mais dous
gyradores nao se far esperar muito
desde que os Accionistas e a Directora
esto plenamente accordes e convenci-
das de que j chegou a epocha em que
se deve ter como preoecupaco princi-
pal o completo melhoramento do nosso
material.
(Contina)
Anni versarlo
A ampulheta do tempo marcou hoa-
tem o anniversario da Exui.* Sr.* D. Je-
suina Argemira Muniz da funha.
Faco votos para que esse dia de summas
felicidades seja por longos annos comme-
morado, entre as mais expansivas demons-
tracoas de intimas alegras
Americo Campos de Medeiros.
-T^g-iifi^e) e/igCy^ -y^r

Coai[>U>ta hoje ni 1 fl
urna primavera na gii-
nalda de fOa preciosa
exislrncia a Exraa. Sra.
D. Ser.tflna P. arneiro
de Almeida, que eci-
laino?.
*9 de Junln 9i.
(i
1
//.
E.
M.
QS9 "w"e) -^r=? Pe3l
Coiupanh 2Seir^ia^ !e fi"a-
ntilcaeSo
Na acta cVusta Cumpanliia publicada
no Diario de 6, .ha alguma cousa
Dcsempenhando-se, por meio desta publica-
co, da primeira daquellas incumbencias, a jun-
ta resolveu com a maior satisfaco que oppor-
tunsmente seja cumprida a segunda, relativa a
distrihuicao dos premios, ficando estes, desde
logo instituidos para as duas cisas de educagao
a cargo da Santa Casa.
--------------?
Pragramua da Festa do Se-
nbor Bom Jess das Cha*
as.
Ao meio dia de 30 do corrate, urna
salva de 21 tiros, acompanhada de di-
versas gyrandolas de foguetes, ao som
da banda marcial do 14 batalhSo da in-
fantaria annunciar a vespera do grande
dia em que a igreja catholica, festeja a
milagrosa iinagem do Seohor Bom Jess
da Chao-as.
A's 7 horas da noite, entrar o ultimo
septenario, executando-se a ladainha do
Seuhor Santo Christo, de composijao do
maestro Colas.
Domingo, I de Julho, pelas 4 1/2 ho-
ras da manh, resar-se- urna missa em
tenco d'aquelles que concorrerara com
suas esmolas, linda esta subir outra sal-
va real acompanhada de diversas girn-
dolas de foguetes.
A's 11 horas da uianhi entrar a festa
sendo precedida de tercia e oceupar a
tribuna sagrada, o eloquente oador co-
nego Dr. Joo Machado de .Vello,
A' orcliestra est confiada ao nosso r-
mao Provedor, que ara executar o gran-
de gloria Natal, do maestro Colas.
A's 7 horas da noite, subir a tribuua
sagrada, o nosso carissimo irmo frei
Augusto da Iminuculada Conceicao Al vea,
findo o qual ser executado o 7c-Deum
Espito-Santo, Je composico d< maestro
Colas.
A armaco acha-'e cargo do conhe-
cido artista Bernardino.
Pede-se aos moradores do pateo para
illuininarem a fachada de suas casas.
Secretaria da Veneravel Irmandade do
Seuhor Bnn Jess das Chagas em 28 de
Junta de .801.
0 secretario.
Pedro A. Franco.
aro.
que precisa de r Nao menterc?sa saber ([ii9 proveito a
Companhia po.ssa tirar do qud inandou
escrever ; mas nao posso deixar passar a
intriga sem protesto.
Eu nao tratei sobro o estad) da casa
do ex-gerente (com i[!iem estava diver-
gido d'esde 1891.)
Eu disse que n Companhia foi consti-
tuida sobre bases falsas e carcomidas,
sendo urna filial (h- Banco da Bla e o
Sr. Pedro Pinto, Director Geral.
Que os Srs. Directores Presidente e
Secretario nao podio ignorar o que se
passava: porquanto, p.uc> tumpo depois
da constituida a Companhia, endosssvo
lettras, at de pequenas quantias, para
p iderem ser descontadas ; facto que se
reproduzio murtas vezes em 1892 e 18U3,
ao passo que o Bmco da Bolea venda a
Companhia, quantia elevada de ttulos ao
portador.
Que es Srs. Directores apesar d'isto,
nunca protestaram contra a gerencia,
nunca levantaram urna queixa, quer as
reuniSes da l irectoria, quer as Asssem-
blas Geraes, c sanente, agora, guando o
ex- Gerente nao pode defenderse ou justi-
ficarse, que S, S. procura/u eximirse
da. responsabilidade solidaria, atirando a
conta do fallecido o mo estado da Com-
panhia I
Entre o quo ahi.fica e o que est na
acta, ha grande differenca.
Recife, 28 de Junha de 1894.
C. de P, Lopes
A eoiumereio
Joao Francolino do Nascimento, decla-
ra para fins commerciaes, desta data em
diante assignar-se-ha
JoSo do Nascimento e Silva.
Recie, 28 de Junho de b94
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ES Bsito
Devido ao iamacal da rigorosa inver-
nada, estamos infestados djtodaa espe-
cie de eogumclos.
Bota, apetite aos esfomeados que abu-
sam dos nomos dos Xixicos e Archilos
d*ndo-lhes autoria de prendas que nao
posiiiem porm tennam, paciencia que
emqnanto nao for alijado do Bonito o tal
distinctissimo clnico -^gritaremos urbe ct
orbe, que bons ventos o leve para longe,
E quanto ao desejo de nos conhecei,
venham no brando !.. comparacam en-
tre os 8obreditos [cujos ingratos do Dr.
Moreira Lima e Joo Bento,
que daremos resposta.
Em 27 de Junho de-1891.
Os bonitenses.
U\7.och que raz'.-m do cfared
ro::C' O(ie0Ui< i ui:!a t1i;.t e ex'ini u-u :e lo-
i f pr i.'i-'.i6" di e,0' c\(e ; na p rf.'o-
oa, .u^ae i'a. su hjj p e.ei? < tjtame**
cjDi-iit. x':-[)i c p rero>-itsit' : iol.
ja d ejs T c6'|4j a**II*- r;'D-i d : fflMa*-
ceniy o asrebro B%tm.if da o crec:zierto
do cjL.?;Io.
Protfai oc rn.'i.T s Jinl'SW.j IT -i<" ?:t'e a
3srD ** es o'iai-t: *'. y.n eo>iri8'* u
ari.no e a ca.:lilio3l ila ;'', ao ::.' isa e:3-w
i'je eai u u 11 jsSj er.aJoirsiarse j-'?n-
A i6
A. iateur Sports
DERBY C.L'B 29 DE JUNHO DE i894
A. Testa sjorti'a promovida
pchx colonia in^Icza trr lu-
gar no nerkyClub, s o dia 8B,
priiiciiiiaiiilo as l Si. e m.
.!'.<* 212i>ras pariir irin trem
da ESua do Ho\ o llavera o!sds
at o torillo do Prado.
mitos ds socios.
Goa. H. Fellows.
Hon. Seo.
Btespodida
0 Dr. Barros Sobrinho e sua nu-.lher,
embarcando para a Europa no vapor in-
glez Magdalena no dia 29 ou 30 do
corrente, despedem-se de todas as pes
oas com que entretecm rolayoes de ami-
sade e offerecem-lhes os seus prestimos
onde se acharera.
Cidadc do Cabo
Aviso ao Sr. Joaquina Thomaz Ribairo
Varejao que no dia 30 de Junho compa-
raca em minha residencia no engenho
Massangana para assistir minha presta-
5o de montas como advogado que fui de
Mara Francica da Conce5ao.
Cabo, 27 de Junho de 1895.
Luiz Fernandes de Oliveira.
E' bem de notar que as grandes rec-
tas sao compeletamente raras em todo
opercurso da via-ferrea.
Giradores. Os defeitos destes appa-
relhos sao provenientes do apodreci-
mento da cruseta de madeira sobre o
qual repousa o fino da mesa e os trilhos
roladores.
Para substituir essa peca principal
necessario desmanchar todo o appare-
lho, o que infelizmente nao se poda
fazer na epocha de maior trafego da
Companhia, attenta a necessidade ur-
gente de taes giradores.
No momento actual, porem, j o do
Carmo foi concertada, sendo para isto
durante dois dias feito o servico de um
s trem com duas locomotivas.
Infelizmente ainda a acertada dispo-
sicao da locomotiva, trabalhando sem-
Agradeciuiento
0 Exm. Sr. conselheiro Joaquim Correa de
Araujo, digno provedor da Santa Casa de Mise-
ricordia, remjtleu, do Rio de Janeiro, 4 res-
pectiva junta administrativa, um cont e qui-
nhenlos mil rea quo alli recebera da Exma. Sra.
D. Marieta de Souza Oliveira, viuva do mareclial
Jos Simeao de Oliveira.
A. ref.-rida quautia, aqui arrecadada, para se
offerecer urna espada ao mesmo marecnal, e que,
pelo deploravel facto da morte deste, passou a
ua digna viuva, foi por esta recebida, como de-
clarou ella ao Sr. conselheiro Correa de Araujo,
na intencSo de offerecel-a Santa Casa de Mi-
sericordia do Rocife, a quem, entretanto, pedio
nao s que, em seu nome, tzesse um publico
agradecimento a todos os que concorreram para
aquella demonstraco honrosa de aprego a seu
finado esposo, como que instituase dous pre-
mios (que poderiam ser dous livros), para se-
rem entrems annualmente duas meninas da
Casa dos Expostos e Collegio das Orphas, que
melhor procederem.
A junta administrativa, extremamente reco-
nhecida Exma. Sra. D. Marieta de Souza Oli-
veira, pela preferencia que deu Santa Casa de
Misericordia, nesse donativo, e que veio ainda
mais relembrar e engrandecer o muito que, em
beneficio da mesma Santa Casa, flzera o fi-
nado marechal Jos Simeao de Oliveira, quando
governador deste Estado, resolveu que se agra-
decesse a doadora, e que se cumprisse as suas
duas recommendages, constantes de publico
reconhecimento a quantos concorreram para a
malograda offerta, que se pretender fazer ao
tinado marechal, e da instituico dos premios
s duas educandas de cada um dos estabeleci- a?os mentos, cima mencionados.
ED1TAES
.&lfandega de Peruaiubuco
Fornecimmto para o presidio de Fernando
de Noron/ut
EDI TAL
De ordem do Sr. Dr. inspector, Caco publico
que nestu Alfandega recebem-se propostas at 4
de Julho prximo vin.louro, s (i horns da ma-
nila para ser contractado, com quem maiores
vantagens offerecer, o forneciinenlo '.'j artigoG
para o presidio de Fernando de Nbronha, no se-
mestre de Julho a Dezembro prximo vindouro.
As propostas sera em cartas fechadas com a
declaracio expressa, ,le que os proponentes se
obrigam a p5r os gneros e artigos uaquelle
presidio, occorrendo a toda a dcapeza de acon-
dicionamento e rete, e correado risco de qmit-
qner avaria ou contra algnraa ev.-ntualidade du-
rante o transporte at final recebimento 11) logar
do destino.
Os proponentes deverao habilitar-se na forma
do costumj perante a inspectora desta rep irti-
go, requerendo previamente oeste sentido e
provanuo que sao negociantes matriculados.
Segue-se a rel.icao dos gneros c artigos a
contractar, os quas deverao ser de primeira
3ualidadee proposlos pelas uaidades menciona-
as aqui:
Arithmetica de Castro Nunes, urna.
Arroz pilado, kilo.
Araruta, dem.
Assucar branco refinado, idem.
Alcool de 36 a 40, litro.
Agulhas para costura, papel.
Azeite doce, litro.
Assucar mascavado, kilo.
Assucar mascavadinho. idem.
AlgodSosinho, metro.
Algodo trancado azul, idem.
Aguaraz, kilo.
rame de ferro, idem.
Arcos de ferro solidos, idem.
Alcatro, barril.
Aletria, kilo.
BotOes de osso com dous furos, grosa.
Bacalho, kilo.
Bocaes para candieiros, patentes, um.
Banha de porco, kilo.
Boi vivo com 150 kilos e pasto, um.
Brabante, novello.
Breu, kilo.
Bandeira nacional, urna.
Balanca decimal com forca de 200 kilos, idem.
Balanga decimal com forca de 20 kilos, idem.
Cartas de A B C, duzia.
Chapeos de palba, um.
Colla da.Bahia, kilo.
Caivetes finos, um.
Collieres de metal para sopa, duzia.
Colheres de pedreiro, idem.
Chumbo era barra, kilo,
Copos de yidro, um.
Cimento Portland, barrica.
Carvo de pedra, tonelada
Cordas de croa, peca.
Cabos de mamlhas, idem.
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Chamices, patente, urna.
Canelas de madera, dnzia.
Chicaras e pires, casal.
Caf em grao, kilo.
Cabos para enchada, um
Cb Hysson, kilo.
Cera branca em vellas, idem.
Couros para forro, um.
Cb preto, kilo.
Cal branc.n, litro.
Cal preta, idem.
Cabos de linho, kilo.
Couros curtidos, um.
Cobre em folha. kilo.
Doulrina christa, duzia.
Doce de goiaba, kilo.
Enveloppes io-foliuto, um.
Enveloppes para officio, om.
Esleirs de palha, urna.
Estnnho em verga, kilo.
Buchadas de 3 i/2 a 4 libras, urna.
Esteira de pa'ha para cangalnas, urna.
Fnmo em lata, kilo.
Foges americanos, um.
Farinha de mandioca, litro.
Farinha de trigo SSF, barrica.
Fio de vella, novello.
Farinha de tapioca, litro.
Flandres, folha.
Gomma arbica em p, kilo.
Grammatica Portuguesa de Castro Nones, uma.
Grammatica Portugueza de Abilio, idem.
Geographia, idem.
Gomma-laca, kilo.
Gomma arbica liquida, frasco.
Giz, kilo.
Gesso ere, idem.
Hostias, uma.
Historia do Brazil, idem.
Incens, kilo.
Kerosene, lata.
Lacre, pao.
Livro t.de Leilura, um.
Livro 2." de Leilura, idem.
Livro 3." de Leitura, idem.
Livro branco com 50, 100 e 200 folhas, idem.
Lapis de borracha, duzia.
Dito Faber, dem.
Ditos de carpinha, idem.
Ditos de cores, idem.
Lixa branca, folha. .
Limr.s sortidas, meia canua e triangular, uma.
Lioha de costura, carritel.
SI muscriptos, um.
Mantciga francesa, lata de k'lo.
Dita ingieza, idem.
Harmellada, kilo.
M.ncarro, idem.
Madapolo, metro.
Manta de 13, uma.
culos de alcance, idem.
Papel almasso paulado Fiurae, resma.
Dito cariao malta borrao, folha.
Pedras para escrever, uma.
Paos de jangada grossos para balsas, dem.
Pavios para candieiros, duzia.
Palha de carnauba para chapeos, cento
Pennas de ago (de iOj, caixa.
Prego* francezes, kilo.
Pratos de louca Agatha, duzia.
Papel de llollanda pauta.lo, folha.
Presidias para papel, caixa.
Paos de sucupira, um.
Parai'usos de Ierro grandes, dem.
Ditos Je Trro grandes, idem.
Ditos de ferro, pequeos e sortidos, Rito.
Pise, barril,
Hox-terra, kilo.
Sjstema mtrico decimal, um.
Slda forte, kilo.
Sola, meio.
Sabo amarillo, kilo.
Sal commum, litro.
Sellins, um.
Seccante de zinco, kilo.
Ti-boadas, duzia.
Pinta preta para escrever, garraia.
Taboas de louro para soalho, uma.
Toalhas de algodao, duzia.
Tboas de amarello para soalho, uma.
Travs de diversos tamaito?, uma.
Teibas da bar, cento.
Traslado?, colleccao.
Vidro para vidraca, um.
Vassonras de piassava, uma.
Vinhodo Porto, litro.
Vellas stearinas, kilo.
Vinagre de Lisboa, litro.
Vinho branco, idem.
Verde ehroaW kilo.
pie, ideflk
Xamples para prensa, um.
Batano horizontal de o a 20 kilos, urna.
Balanca romana, torca de 4<0 kilos, dem.
k O chefc de secgao.
L. Frederico Codeceira.
O Dr. Jos Jacintho Borges Diniz, juiz de
direito do municipio de Palmares, Es-
tado de Pernambuco, em virtude da
le etc.
Fsco saber aos que o presente edital
vireo ou delle noticia tive em, que nao
tendo liavido licitante na primeira praca,
rio a segunda praca na forma da lei,
na o abate de dez por cento, no dia 5
de Julho viudouro, a uma hora da tarde,
no Pajo do Conceibo Municipal desta ci-
\ dade os bens seguintes : raetade do enge-
\ nhe Humayt no valor de vinte e dois
tos e quinlientos mil res /22.500I000)
cujo engenho foi avaliado por cincoenta
pontos de res e metade das trras do ex-
-to engenho Conselheiro no valor de
e^coios de res ^OO^OO'V avaliado
por "inte coritos de reis, cujos bens fo-
ram penhorados aos herdeiros mcertos
! Carlota A cioly Lins, para paga-
ato da execucao que lhes move An-
Hermino de Senna.
;.';. nos mesraos quizer lancar,
t mpareca no d;a, hora e lugar cima
designados.
E nara constar mandei passar o presen-
, porteiro dos auditorios publicar
ffixara na casa das audiencias, la-
- ando a competente certido.
Dado e passado nesta cidade de Pal-
.1 s aos 27 do Junho de 1894.
i. i hermeliudode Almeida Alcofora-
rivao o escrevi, Jos Jacintho
- D'.niz. Estava legalmente sel-
Sada maia continha no edital a cima
iado do proprio original que foi affi-
xado ; dou f.
O escrivao,
[_____Hermalindo de Almeida Alcoforado.
-d
, Joa Ja'iSo Pa^o de Sua. jai.
s Feifan ds Fasenda do Estado de
Porn-iabnco oto.
F*z 8-O.t que finios os das da lei, se
ha drrrsmtr p>r renda a quem mais
der, depois di audiencia no dia de Ju-
lho pr.ximo viodouro oa predios abaixo
rlfcUrsdos, penhorados por execucSo da
fsseca.
Rtcife
Hetude d* casa a roa da Hoeda n. 33,
caja cana tem 1 porta o 2 junellas, 5 mo
tros de f ento, 10 metroa e 50 centme-
tro d9 ucdo, 2 sabe, 2 quartoa, cosinha
.,-^Bot5'> em BlSo oon> jaoellas, e quin-
ta' avalista dita met*de em 400(5000.
perteneeate'i Flora da Seixss.
S; Jo
Casa ra do Padre Nobrega n. 75,
cera 4 metros e 80 centmetros de frente
7 metra, e 50 ceotiuutroa de fondo, 2 a,
1*1,2 qiartos, aera quintal, per 3600000,
j feito o abate da lei, perenoento a Ma-
noel Gomes Viegas.
Caaa rna de Antonio Henriqae n. 28.
c m 4 metros e 50 oentimetros de frente,
4 metros e 50 cestimetros dt> fundo, I
p^ra s janella, 1 sala, 1 qnarto, pr 1621,1
\
por ser a 2 praca, portendote a Mara
Jeaima do Oirat.
Btt Ttfav
Gasa a raa Jo LeXo Coro- n. 28, 4
metroa 40 ceoti otro de frente, 12 me-
tros de fundo, porta e j.aoil, salas, 2
ecartes, coaioba fr,qaiDt4, por 53of000
por ter s 3.a prac*, perteeoeala a M-r
da Lus.
Csa a ras da S. Gronoalo a. 28, ooj*
test l porta e 2 jtnellfc*, 2 salas, 3 qa-r-
to,coinba, serriado de bsw a qsaatta
ds 185250, por ser a 3.* praga, pisa-
coto a QaiihersM Qossaa PadUaa.
Afofaioa
Casa no Bea.fi >a n. 28 H, cosa 5 Jo-
tres e 250 oata>etroa da frauta, 11 me-
troa e 90 o*etiaiatro4 ds fuado, i W>pa,
porSa ja)U,}8 salas, 3 qoartai, oosi-
nh, abitada as 25O0JOO pertsoaat a
Hercaiaoo Jos ds 8nt Anxts.
Casa a Estrada do Gaqui a JaboatAu
o. 319, com 3 aaatroa 50 caotijaetros de
frente, 12 metroa e 20 ca .timetrog de
t. rid.;, 2 salas, 2 qaartos, ds taip, quin-
tal e oosioba, solo foreiro, por 162#000,
por ser a 2.' prao* portenova'.e a Maoo*l
Antonio de Magaih&es.
E pata que cfagae ao coobeoiaseoto de
todos, paasoa >e o pre*aote \aa ser pu
b!icdo e anisado.
Dado e passado nesta cidade do Bcife.
aos 28 de Junho de 1894
Eu Alfredo Diamantino de Torres Bao-
deira, escrivSn.
y os Juliao Regueira Pinto de Souza-
ll
r er-
\lfandega de
na m buco
EDITAL N. 44
(** Pr*f)
Pela inspectoria da Alfandega se faz
fublico que, s 11 horas do dia 4 de Ju-
lio vindouro, serio vendidos, em 2* pra-
ca, as mercaduras abaixo declaradas :
Armazem n. 2
Marca E. S. H. Cinco caixas ns.
9382 a 9385 e 93S7, vindas de Liverpool
no vapor inglez t Actor em 6 de Maio
de 1893, conteudo obras de vidro, de
borracha, de ferro, louca, papelo, ba-
lancas, saes, medicamentos reagentes chi-
micos, propriospara laboratorio chimico,
p sando 44 kilos e consignadas a Com-
paohia Industrial Assucareira.
Armazem n. 1
Marca diamante F. F. em cima e B.
C. no centro. Uma caixa n. 274, vinda
de Hamburgo no vapor ailemao S. Ni-
cols, em 19 de Outubro de 1891, con-
teudo estampas nao classificadas (retratos
em grampo), pesando 10 kilos e consig-
nada a ordem.
BMarca risca V. &.C. em cima e C.
W em baixo. Uma caixa n. 7, vinda
de Hamburgo na vopor ailemao Ama-
zonas, ern 10 de Janeiro de 1893, con-
teudo um kilo e 400 grammas de fil
nao especificado ; seis kilos e meio de
cambraia de algodo lisa, medindo 100
metros e 2 kilos de tiras bordadas de
cambraia, consignada a Villela &.C.
Outro-sim ser vendida em 3 praca
urna caixa, marca B. L. &C. n 2o9,
vinda de Hamburgo no vapor allemo
o Argentina em 10 de Abril ultimo, con-
teudo 60 duzias de leques de papel e
abandonada aos direitos, na forma do
art. 231 1 da consolidado das leis das
Alfandegas.
Alfandega de Pernambuco, 27 de Ju-
nho de 1894.
O inspector,
Akx&ndre de Souza Per eir do Carmo.
Thesouro do Estado de
Pernambuco
EDITAL
De ordem do I.ira Sr, Or. impecior desta re-
partido convido palo presente os Srs. conces-
sionarios das usinas iafra mencionadas a virem
recolher a' o da 30 do arrate mez, nao so os
j'-ros e irre-pondecl'.-a ao semestre que se do-la
'aqu?;ie du, com relacSj a> prestagrjes rece
Did8, corro lambem a mpirt-ncia dos meainoi
joroj referentes a semestres ai tirio es, timando
cenles de que n5o sasfaZfGflo o recothiiceaio
no prazo supra Indicada, f'.carSo suje.tos aos
aros da mora, na razau se 1 por ceoio ao
me?, n8 termos iIo decretes de 15 de Ou'.ubro
de 4890 a dtll d-JOiro .le 1891.
lie 6asaar UrnHZ^* e
Drammond, J.neiro a Junoo ae
189i 7:OGO00O
Ca'-Ass Capitac J-o Paulo
M Temporal e coronel Jj&j Car-
los M. de Vasco.-,ceb., lanero
a lODOO dei89i 7:003/COD
Bamba ral ^rtji 4 Monteiro, Ja-
D< iro a ItfDba Se 1894 6:650*'.'00
C Slho Jouqoim (Jc'hD L-"it; e
Dr. iof Jor.qoim Perti'a Lflte, *
Jotoc de 1893 a Janfco de 93i 13'81300
Randeii a Bandera & Si ,ueir?,
Janeiro a Juoho de 1894 7:0CO0J0
Guerra0 yjipio de Si e A'Du
gn-fq;e e Gandido Das. 19 de
M.rco i-- 1891 a 30 de Ju^Co de
1894 2t:lL66SO
LustosiCotnpar.hia Floresta
Asnela, Janeiro a Janbo de
1894 8:0201833
Crrela da Silva Carlos Sinden
& C., Jmeiro de 189. a Junho
de 1894 13 766*662
Cacao, ira L'.ss Suva Bi-rgej *
C, Ja!do da 1893 a Junho de
1894 17:390*700
Maria das MerrJ Co As R-ia. C:s-
oero b C, Janeiro a Jucho de
1894 5:250*000
Secretaria do Theeouro do Eslado de Pernam:
buco. 23 de Ju iho de 1894.
Serviodo de secrftario,
Epaminondas V. Bindeia A de Vascocell os
Alfandega de Per-
nambuco
Edital n. 42
PRAZ0 DE 30 DAS
Pela iospec:oria da Alfandega se faz publico
que as U Horas do dia 4 d>- Jaldo vindca-0 pp-
-80 vpudidas, em p-?cs publica, as mercadorias
abaixo rescriptas, que a?o foram depschada-i
no praza ds le. Brando muerdo nevo praio de
Odias, a contar des a daU, aos interessaio
p*ra as rt tiarem, seb prna de, realizada a ven
da. na-3 se atieader rdamacao alguma.
O arrematante Fn'.rsr, eob pena de malta,
eom o prtgo da arreicatagao deutro de 48 ho-
ras.
A'mszetn rie bagsgem
i'arc R M Coa na*xs seo oomero vinda
da Europa no vapor Tames pd: 25 da Janei-
ro de 1S93, ciiendo nove garrafas com vinho,
pesando 11 k los e oao coaetando a consigna
cao.
Se ai marcaUna dita si-m nnxerj, vinda do
sol no vapor portcRuez Malaoge > em 7 de
Aoto de 1893, c; ntendo dezp C3mifai de sigo-
dae, pei'C de liiho, e seis lencoes, pesando 3
kilos p iROorand-fe s consigDaco.
Mares Alfredo LopesUrna zaixa sem ame
ro vinda do ;ul no vapor ailemao Cintra em
S de Abril de 1393, contendo doas qasdros com
moldara knvunisidi, pasando 4 k lose ignoran
40 te RoosuiaacSo.
AlfHi i* Pirnaa.baco, I de Jsnho de
OM.
O laapector,
Alexadre de Souza Penira do Carmo
coimero
de r-Basa
termal
MUM
coTAgas orncuss da junta dos costaBCTORBs
Praqa do Recife, 88 de Junho de 1894
Can i j >o>r. Lod ws s itss* V 1|16 d|v por
1*000 oo Banco.
O prasiasnio
au,'6.4-) Pinu de Lomos-
J **Cf*iarif,
Aaiaoio Lsaardo Uodr4gna.
OasHblo
pbq.k do Bucrrs
Os Bancos b.-iri.m Com a taza Se 9 3/(0 s -bre
Loodras a9'Jdi.s, lfadsaDJo se lraassc{0es I.-
mi
as.
O marcado abri so posicSo manes Uros.
E u iui prticalar fiaeram se negocios s 9
5li6 i te u fin ii Jo tu
Cotacoes de gneros
fara o agricultor
Alca car
C'!8Ulis.-o por 5k,ija a 645CO
Br.oc dem dem .... 5*300 a 7i50U
SomMos. Idem Id m 41000 a 4*300
Mascva it. h en id -a 3*000 a 3*100
B-uio idrm Idem .... 3*000 a 3**00
Broto melado.....6U0 a *8C0
Rtame ldem 3aaiis^ psajsfttya
tmt oa juxho o 1894
Kfandega
Oo da 1 a 27
dem ds 18
1 300.249 990
53:8J1*J64
K*n'' *<> >< :
Do i'is 1 a 17 116.6011589
-** 28 6.747495
1,354:082 ..354
S 333:349*054
1,587:431*405
~<'.:fi J*ccu da llt.cdJga Peroaoioc;.,
28 o /nabo de tr-4
Se'vlndo de chefs
M. L. Pe reir Bastos.
J inesooreiro,
Le* hauul Rcdtignes Valencu.
RECEBE 00 Al A DO IMT&D
Do Jit l >. 27 161:780*372
dem .-'e 28 8:152*620
^SCIFB OSAOUOI
Do U 1 a 27
lecr Q 28
169:932*992
17:081*448
*
17:081*448
ffofjoieulo Jo porto
Navios etradjs na dia 28 de Joobo
Sjuthampton e escala 12dl.s, vapor inglez
Tb-me*,* le 3.369 tonelides, commaodsnte
Arm8'.-ong.equipacen 133, carga varios g-
neros; aJAmorim I mao3 i Comp.
Eio de Janeiro e escala 7 das, vapor belga
H velins, le 1.653 toneladas, commandantj
Sbaplender, equip-geai 47, :argi varios gena
ros ; a Barktn-rn e Comp.
Fe n ndj de Nircnha36 oras, vapor nsclocal
.Bebe'ibe, de 382 toneladas, cemmandante
Fab o R no, f qu'n-agem 30, carga varios gene
ro<; i Companbia Pernambocana.
Peiji.5 22 dms.bngoe bollandei Admira!
Troun,. ae ?08 :on. a 'a, capitaj K Grooi
equipacE 8, rarg xirqae ; a U. S. Ma'.a.
Navios sabidos no mesmo dia
Baenof-Ayrjs ejescalaVapor ioglez Tbamea.
commandaot? Araittrooge, carga varios gece-
r"S.
New Yj k e pscalaVapor belga Hevelios.
co no andante ScbapIeodtr,.'carga varios gene-
ro?.
Havre e e^c.laVapo- francez Corales,* com
mndame A. Ernol, c.rsa varios geaeros.
Par Ea ra ponogoeza Margarld, csplt&o
Tnadeo de C mpos Souza, carga .v-rios gene-
ros.
Outervacao
Fodeoo no Lima Si ;s 4 1/2 horas da tarde
o vapor Inglez Uineal* e naj commaQicou com
a trra.
Vapores a entrar
Mez de Junho
L3 PlaC' de Smtes, boje.
Magdalena, do sol. brje.
I apatice*, ua Europa, a 30.
Vapores sahfr
Mez de Junho
Havrp. ^o'8ica. h j-, as 4 horas-
Ct^ai e ec, J.Doatao, h.je, s 4 horas.
SjulDa-r-pt lo c esc Magdalena, boje, *s 2 h.
SESi
Alfandega de Perutiiubuco
O conselho para o contracto do fornecimenlo
dos gneros s pregas, dietas ao Hospital Mili-
tar e para o tratamento e pasto dos cavallos do
contingente do 9." regiment de cavallaria des-
tacado neste Estado, recebe propostas no dia
17 de Julho correte, s ti horas da manhS, no
Quartol General do Commando do Districto
Militar, onde funecionar para o referido con-
tracto, de 16 de Julho 31 de Dezemhro de
1894, constante da relajan abaixo.
Para a guarnigo e Hospital Militar
Aletria, kilo.
Araruta, kilo.
Azeite doce de Lisboa, kilo.
Dito dito dito, litro.
Assucar relinapo superior, kilo.
Borracho, um.
Biscoutos, kilo
Carne de vacca com osso, kilo.
Dila, iJita seru osso, kilo.
Cha verde Hvsson, kilo.
Dito preto, kilo
Caf em gro, kilo.
Dito moido' kilo.
Carne de carneiro, kilo.
Carvo vegetal, barrica.
Feijao mulatioho, kilo.
Ditodilo, litro.
Malte, kilo.
Marmellada, kilo.
Pexe fresco, kilo.
Tapioca, kilo.
Toucmho de Minas, kilo
Vinho tinto, kilo.
Dito dito Miro.
Dito Figueira, kilo.
Dilo dito, litro.
Verduras e temperos, kilo.
Vinho branco, litro.
Feijao preto, kilo.
Dito dito, litro.
Frango, um.
Gallinh, uma.
Manteiga ingieza, kilo.
Dita franceza, kilo.
Sal, litro.
Dito, kilo.
Vassoura de Piassava, duzia.
Vinho de pasto superior, litro
Leite, kilo
Dito, litro.
Azul ultramar, kilo.
Amarello francez, kilo. J
Pincel para caiar, um.
Dito para pintar, um.
Roxo Ierra, kilo.
Secante fezesd'ouro, kilo.
Dito de zinco,kilo.
Cal prota, alqueire.
Batatas inglezas, kilo.
Para a cavallaria
Pastagern dos eavallos. urna.
Condicoes
i. Todos os gneros serao de 1* qualidade e
os fornecedores deverao satisfazer os pedidos
dentro dos prazos marcados dentro dos respecti-
vos contractos, entregando-os nos quarteis e
hospital e depositando na Alfandega uma quan-
tia como cauco que ser arbitrada pelo conse
Iho de fornecimeeto.
2." Quanlo invernada de cavalhada o con-
tractante obriga se a dar por dia duas rages, a
cada animal, de um kilo e meio de milho cada
uma, sendo a distnbuigo feita pela manha e
tarde, devendo haver abrigo de telha ou palha
no terreno para os cavallos, e accommodagOes
para as pragas encarregadas do tratamento dos
mesmoi animaes
3. As propostas deverao conter declaragSo
expressiva de sujeitar-se o proponente & multa
de 5 % da importancia que montarem os n-
meros de artigos que forera acceilos, se deixa-
rem de comparecer para assignar o respectivo
contracto dentro do prazo que lhes for marcado
pelos iornaes.
4." S poderao concorrer ao fornecimenlo os
candidatos que se habilitarem na forma do art.
tu do decreto n. 785 de 6 de Margo de 188*.
5." Os fornecedores seroobrigados a vender
o expediente pelos pregos do contracto que as-
signarem, aos officiaes dos respectivas corpos e
fortalezas.
6.' Na falta de (iel cumprimenlo de qualquer
das obrigages conlrahidas, os fornecedores ti-
carJo sujeitos a pagar a multa de 25 0 do va-
lor dos gneros e artigos rejeitados por m
qualidade ou no recebidos em terapo, obrigan-
do-se alt'in dislo a substituirem n'o ou pagar
em continente os que forem comprados pelos
corpos, sob pena de malta de 10 ,". do respecti-
vo valor.
7." Na falta d3 fiel cumprimenlo de quaesquer
das obrigages a que se sujeitarem pelo trata-
ment dos cavallos, o conlractante ficara sujeito
multa de 10* por cada cavallo.
8." Os concurrentes sao obrigados a apresen-
lar as amostras dos gneros ou artigos que fo-
rem julgidos precisos pelo conselho.
9." As propostas sero apresntadas era du-
plcala als ti lloras do referido dia, em que
alli sero abertas e apuradas, era presenga dos
proponentes.
(0. O conlractante obriga-se a fornecer por
mais 30 dias. alem do prazo do seu contracto.
Alfandega de Pernambuco, 28 de Junho de
1894.
O inspector.
Alexmdre de Souz'i Pereira do Carino.
Coinpaiiliia Pernainlincana de
'avegacfio
De ordem da directora, convido aos
Srs. possuidores das obrigacps preferen-
ciaes, cujos nmeros vao abaixo men-
cionados, e que foram sorteadas no dia
27 do corrente para resgate ; a compare-
cern! no escriptorio desta Companhia,
do dia 2 de Julho em diante, para cora
a apresentago das mesmas receberem,
nao s a sua importancia como tambem
os juros decorr dos de Janeiro a 33 de
Junho deste anno, certos de que depois
dessa data nao vencero juros.
Outro-sim, convido aos demais pos-
suidores de Obrigacoes Prefereuciaes, a
virem receber os juros das mesmas, rela-
tivos a dito tempo.
Nmeros das Obrigacoes sorteadas
3 15 76 10o' 469 491 499
92 93. 941 1045 1063 1230 1258
1350 1400 1546 2110 2149 2205 2239
2262 2333 2392 2783 2821 3042 328
3376 3467 3499 3626 3664 3847 393)
4140 4178 4210 4397 4629 4879 4948
4988 5034 5219 5310 5d75 5485 5499
5504 5541 5547 5659 5681 5714 5839
60'2 6063 6127 6349 6391 6529 6647
700-i 7102 7 32 7141 72 9 7223 7238
Escriptorio no Caes da Companhia
Pernambucana n. 12, em 27 de Junho
de 1894.
Aftonio Ulysscs de Carvalho,
Gerente.
Companhia do
Beberibe
Prcvine-se aos Srs. conces-
sioiiarios de peniias d'agua-
jne nos termos da nova disipo,
sicto do art. 5O do regulamen-
to de pennns d*agua eeui vista
da eertidtto da Junta dos Cor-
retones, |e declara ter sido de
9 l-f- d. por 1-tPOOO o cambio
medio sobre a 'praca de Lon-
dres, nos trinta dias decorri-
dos de 95 tle llaio a '4 de Ju-
nbo to corecute anno, o p.ieco
d'agua s casas pelas peuuas,
ser na raziiode 03)000 para a
taxuniiiiiina, e de 414 res por
prximo metro cubico exce-
dente, no mez de Julbo.
Recife, 9 de J u n h o de
1*94.
Companhia do
Beberibe
Mo escriptorio da Compa-
nbia do Beberibe ra 45 de
Movembr u. IJ4 esto a dispo.
si^aodos Srs. accionisto a co-
pia do bataneo e mais docu-
mentos exigidos por lei relati-
vos ao anno social lindo em 30
de Abril do eorrente anno.
Recife, *8 de Junho de
4894.
Graclliano O. da Crux Martlns,
Director gerente interino.
Fstrada de Ferro Central de
Pernambuco
De ordem do Sr. Director Engenheiro
em Chele se faz publico que a partir
d'amanha ser restabelecido o tralego de
passageiros e cargas entre Victoria a
Gravat, sendo, porm, os trens de car-
ga expedidos apenas, tres vezes por se-
mana, enquanto nao ficarem completa-
mente concluidas as obras Me reconstruc-
S&o a que se asteo procedendo em alguns
pontos da linha u'aquelle trecho.
Secretaria, 27 Junho de 1894.
O Secretario,
Victaliano P. Ribeiro da Silva.
DERBY-CLUB
PERNAMBUCO
PROGiUMMA OA 9.a CORMDA
QUE SE REALISARA>
Dia l: de Julho de 1894
Momea
*
o
l
Pello*
Natura
lid.
s
m

Cor da vesti-
menta
!. PareoI,* de dulbo -1250 metros. Animaes de Pernambuco.
ao i., 504000 ao 2. e 25*000 ao 3.
Narciso.......
Violador ...
'aicnouly...
Frontn......
Telmoso.....
Mas::oue.....
Peiropolis 2.'
C0I0880.....
Ponaole.....
Scepticisaio..
Tib rio .....
PiraU......
Castanno
Rodado..
Russo
Rodado...

Casianno
Rodado. .
iii' 0....
Castanbo ...

Rj'lado.....
Preto........
Pernamb.
50
50
50
51
50
50
50
50
8
50
50
Preto e mangas b anc.
Atol mannho.....*..
Bacaroado e branco.
ttosa e preio.........
Verle erosa........
Aiul e ouro......
Preto e branco.......
Azul e branco........
Encimado e preto-----
Preio e ouro...-
Amarello e roso......
Encarnado..........
Proprletartaa
Premios: 250*000
Cond. Estancia,
'.ocd. Porloen8e.
Coud. Campo;.
A. Silva.
3. G. A.
Cjud. Monrlscana.
Jo3o PrancisCJ.
Coud. Cruzeiro.
M. h M. Jnnior.
A. M. A
C. Reieode Regx
Uagalbies & Q.
2. PareoConaoiacao-800 metrosAnimaes de Pernambut-o qm ao teoham ganho
i.0' e 2'" premios eos prados do Recito coUiado ou nao victoria a' esti data
Premios: 250*000 ao 1, 50*000 ao 2 e 25*000 aot3-
Palb-iCO.....
FU'080 ...
Distrow....
H.-mqjedo ..
BaralUo.....
Favonio.....
Triumviraio.
Castaaho.
Ruso
Oastanho.
liado...
Castanbo
Mellado ..
lazo...
Peroamb. 51
51
51
m 51
a 51
51
51
Verde e amarello...
n :a"Q. e smarello.
sncaroado e azul..
Eucaroado e azu! .
Amarello e preto ..
Encamado e p'eo.
i.m PareoFerro
Carril i.C00 metros Acimae da Pe.-caaiba.O.
1>, 50*000 ao 2.' 25*(00 ao 3/
Viogado: .
Pu'. luuly.
Meu'O. ...
Frontn...
Coilosec.
Poctable..
Cingo.. ..
G liante...
Toolon.. .
Tiberio..
Camaraia..
Pirata -
Rodado......
Russo.......
AlazSo......
Rodado......
taaso.......
Oastaobo....
Pre'o.......
Castanho.....
R-iilbo.....
Rjdado......
Russo........
Peto......
Peraamb . 50
to
50
50
50
u 50
m 50
w 50
50
50
a 00
Azul marinbo.......
Braaco e encarnado.
Azul c ouro ........
Preto e rosa.......
Azul a branco. .....
Encarnado e pre'o..
Gouabo.............
Encarnadoe ooro..-
Grenat e amarello
Roso e amare.llo...
Eacarnado B obo
Encarnado..........
F. M.G.
F. J. Nogueira.
M. T S. ixolmar&es.
Juardo G. Ferrolra.
A. V. de Almeida.
Julio de Oveira.
Coad. Arrayal.
P emios: l!0* ao
Cood. Pertuense.
C. Campos.
Gond. Mouri-icaaa.
A. Silva.
Coud. Cruzeiro.
M. L. M. Jnior.
Coud. Harina
J. R C
Grrta & C.
". Rezen e R'gc.
J aquim Correia.
Magalbes & .
40 Pareo -Prado Pern*mbucano-1.060 metros-Aniaaes de Pernambuc
250*00 so I, 50*0C0 ao V e 25*000 so 3."
Premies
Pyrilampo
Berlim.....
Nabaoo.....
Torco 2.....
Triumpho ..
Tordiiho.
Caxito...
Alazfic. ..
Mellado..
Peraamb.. 50
a 50
50
c 50
50
Rosa e preto .......
.
Encarnado e branco.
Azul o encamado...
Encarnado e preto ..
A. Silva
dem.
Coud. Cruzeiro
. E Ferreira.
Coud. Arrayal.
5 PareoPrado da Eatancia-1.609 metro?. Handtap.-Animaes de qualquer piiz.
Premios: 400*000 ao Io, 80*000 ao 2* e 40*000 ao 3.
Atlaote......
'Juayanaz..
Doroiby.....
aypsy.......
Napolitano...
Alasao
v s:a"H.c-
Aiazao...
Pernamb.- 51
< 50
Inglaterra. 55
64
S. Paulo . 51
Verde e amarello------
Ou-o e prelo.........
Azul, br. e encamado
(trauco c encarnado.
Escarla'e e ouro...
:i U'i-Independencia.
Coud. Fraterndade.
Coud. Cruzeiro.
Cood. Niva.
?. C. Rezenda
6* PareoProaperldade1.303 metro. Han
3C0*000 ao 1.', 60*000 ao
(md.Animaes "e Peru-mbuco
2. e 30*C00 ao 3.'
Premios:
Pluiaj......
Pyrilampo...
Todo......
Aventureiro.
Turco 2.
Triumpbo..
Rodado...
Tordilbo.
Me lado..
CasUcho.
AUzo...
M liado..
Pernamb. 52
50
50
< 55
52
c 54
Verde e amarello
Prelo e rosa.........
Verde e amarello.....
G'enat e mu*o---------
Azul e encarnado
Encarnado e preto
Coud. Nerundio.
A. Silva.
J. Moraea.
T. L.
J. F. Ferreira.
Coud. Arrayal.
7* PareoHippadromo do Campo Grande-1.C00 m.troiAniones de Peroam-
trnco que nao teDbam gando no Dert>y. Premios: 250*000 no 1.*, 50*000 ao
J. e 15*000 ao 3.
PrsfeiaQO... 5
Garimpeito.. 5
Tcimoso..... 5
Mascte..... 5
Galante...... 5
5
Rodad .i.
Cas'aobo.
Castaobo.
RoJao...
Pernamb.. 50
50
50
50
c 50
c 50
Encarnado 8 amarello
Encrnalo e preo...
Verde e rosa........
Azul e ou o.......
Encarnado e branco..
Rxo e amarello ...
Jo. G. Texsira.
Figueiredo C
G. C. A.
Cond. louri-cana.
J. R. C
Correia Rezende.
8 Pareo Unlo1.230 astros. Acimaes de Pernambac.
sn/OOO an 5o n KS003 ao 3
Premios : 230*000 ao I,
Malaio......
Tjdo-....
Naoabo.
AllySopnr
Mslladj.. ..jPernamb..'

Alazn......I
alo......1
Ver Je e amar, -lio.....

Azul, b-ancoeencaro
Grauat e ama'elta....
J. Moaes.
1. Maraes.
Cond. Cruzeiro.
i DAlda A C.
iuim*"l a
A. extr&c^ao dos premios ser depois do 6- paieO
Entrada gratuita ao bello sexo
Os Sra freqacntadores, munidos de sena compsteutea bilhates, raaSo d
15000 ca-Ja um, *erao direito ao premio que a aorte deaignar por meio da machina
Os premios a'ibam se expostoa na Livrsria Franceza, raa J de Marco,
onde tatabem se eneouo venda oa roferidoa bilhstis; bam como na Secretaria do
Darby Oiub, ra Daqua de Casias n. 20 1- aadar dea 10 bo-aa s 3 da tarde, an-
terior to d. corrida, e, no d;a segaiote nos portSes di Prdj da Estancia.
Gonliuuo era vigor todas as resolucOes al hojo adoptadas pelas socieda-
des hypicas desle Estado, constantes de scus cdigos de corridas e instruccoos \d
publicadas. .... -
Dentro da casa djs apostas, na sala destinada a venda de poules, nao
lera ingresso pessoa alguma alera da directora, coramisso fiscal o erapregados
Os Srs. juizes so' terao ingresso na sala contigua a da venda de
Os Srs. empregados devem estar no Derby Club s 10 horas da tnanh
era ponto, sob pena de nao seren admitidos no ser vico.
Chama-so a attencSo dos Sra. apoatadorea para o horario qav aera restricta-
mente obsrvalo, techando o 1 preo s 12 horas em ponto.
Os jockeys que nao se apresentarem convenientemente trajados com as
cores adoptadas no programraa por seus palres, nao sero admittidos pesagem
e sero multados do accordo com o art. 51 do cdigo uo jornaas.
Os animaes Inscriptos para o 1, pareo deverao acbar-se uo ensiihamonio
as y li2 horas da manh.
Os forfaits sero recobidos at sabbado 30 do corrente s nora> da
tarde na Secretaria do Derby. -
As poules qui nao torera pagas no P.-adro da Estaoea uo da da cor-
rida so' sero pagas 3 dias depois na secretaria do Dorby. _.-
Os premios sero pagos 48 horas depois da eorrhia na secretaria do Uerby
Club ra Duque de Caxias n. 0 1.- andar.
O expediente para esta corrida encerrar-sa ha uj da 30 do crreme as
3 horas da larde.
A Directora chama a attenco dos Srs. propietarios e jockeys para o
art. 21 eseus e o art. 46 que sao restrictamente observados.
Secretaria do Derby-Clab 27 i" Jauho de 1894.
O FIEL DO THE30UREIR >,
A. A. Gomes Penna.
/-i
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naBn
Itl 'W.....W
i/%ii aiirn
-.1



tf
Bi&^& -S35S
J
i
\
CLUB
Programina
DA PARTE CONCERTANTE DO SARAO
DE 30 DO CORRERTE
. Foaseca.Fosca, funtasia para flauta, cla-
riueto o piano, com nccomp, de oufros
inslrumcatos Jo&o Alves de Albu-
querque, Alcides Lima e alumnos do
Club.
Mcverbeer -Romance da Africana Esma. Sra.
D. Candida Lyra.
E- Fontana Serenadc -para instrumentos de
corda e sopro pelos alumnos do Club
e o scu professor Santino Pinto.
HetlenD. Juan,transcripcfto brilhante para
dous pianosMana Emilia Guimaraes
e E. Fonscca.
C. Gomes Balala do GuaranyCandida Lyra.
E. FonsecaRomance para clarineto-Manoel
Bandeira Filho.
Hettersr Duraud-Sextta para ilauta, elari-
neto, dous violinos, orgao e piano,
Kxma Srd. D. Thrresa da Solndade,
Joao Alves de Albuquerque, Alcides
Lima, Alderico Fonseca, Santino Pinto
e Manoel Bandeira Filho.
(Assignado) E. Fonseca,
Director de concertos.______
O cldadae D\ preMto do municipio do
Ocda manda fazer publico, a qiem tcteressar,
que no da 30 do corrite oda-ae o praio do
receblcoeolo, sem multa, dos Impostes de dci-
ma urbana, 100 ris por p de coqueiro de
froc'o, 12 por dent sobre o valor locativo de
estobelecimentos de compra e venda em gro6eo,
qo'.'snla, scoogoes de animal vaceum, suino,
ovelburn e cabrom, ni rcadores ambulantes de
fressuiap, de caree de animal soloo, ovelbum e
cabrn, imposto? estes mencionados no art.
1; 23, 41, 44, 51, G. 57, 74, 75 e 112 da
da le n. 49 ce 22 de Janeiro rindo.
Secretaria da P.cfeitn-a Municipal de OlQd
em 25 JcJcti de 1*9i.
O secretario,
Manoel iocquvn Botelho.
Moccdailc Refinnriae Destilla-
cSo Peruitmbiicaua
Tendo se procedido ao 4' sorteio do 40
debentures desta sociedade coube a s'orte
as dos nmeros abaixo declarados : pelo
que convi lo os possuidores das mesmas
a virem resgatal-as do dia 1 de Julho
prximo em diante, as quaes uo corre-
rSo mais juros depois desta data.
Igualmente convido os portadores de
debentures desta sociedade a receberem
os juros das mesmas relativamente ao
semestrea findar em 31 do corrente mez,
assim como trocar os actuaes titules pe-
los novos de accordo com o decreto 177
A de 15 de Setembro de 1893.
Nmeros :
flmpoDRonio
DO
CAMPO GRANDE
56 134 387 685
82 149 409 686
83 !64 442 687
93 166 457 708
95 170 458 724
1C7 187 481 726
114 208 547 768
118 246 558 775
130 272 604 789
131 273 684 791
Recife, 27 de Junho de 1894.
y os Goncalvcs Pinto,
Presidente,
ssociacao dos Emp regad os
co Commercio de Fer-
Dambuco
Ele.'cSo
Segunda e ultima convoeacSo
Da ordetn do caosccio presidente, teabo a
boa 3 de cenvidtr a to-ios ob Ss. consocio?.
ce'? sgnn C:!iia viz, para s
em asembla geral rrnsria, as 5 doras oa
urde, de sexta (eir, 29 deele aei, fim de pro-
cederem s eleicOes da mesa desta a>sembla,
directora e commiseao de ccnUe, que tem de
fr.C"'0Par 19 P"?F!0 SV9 serval.
D* oufrmldad ct 0 diposto no l8 art.
27 de uoeea coostitolc-o, > aseemula se reall
ara con qualqoer numero de eocios que com
carecer. ,. i
Sfcretaria da sesembla ce-l Ha *asoriaao
dos Empgalos no Cothmercl9 ue Pern.mbuco,
27 de Junbo de 1894.
Ildefonso Pinheiro,
Io secretario.
Derby Club de Per-
nambuco
Assembla geral
1' convocado
Pelo prefenie sao convidados os Srs. accionis-
us desta soc'edade comparecerem no dia 3 de
Julho vindouro. na secretarla desia sociedade
arca Duque de Carias u. 20, andar, s 12
horas do da, aftm de tlegerem dous directores,
visto os eleitos cao terem acceltado, e uo haver
substitutos.
Peo e'ana do Derby Cob de Pernamboco, zo
de Jocho de 1894.-0 director thecoureiro
. J. L. Telxeira.
ara a
ie>
MOJJSCTO DE INSCR1TCA0
18a corrida a realizar-se no douinsro
8 d Julho de 1894
1. PABEODerby Club 1.250 metros Handcap. Animaes da Pernam-
buco. pksmios : 3O0A0O0 ao primeiro, 60A000 ao aegundo e SOf 000
ao tereeiro.
FCSOSB'rmarkIL 59 kiloa / Piramon 57 kilos ; Triampho, Jard<, Debiqae,
Mahomeres 53 kilos ; PiotSo e Torco II, 52 kilos; e os demais 46 kilos.
2' PAREOPrado PernanbacaDO 1.050 metros Animaos do Peraam-
buco. premios: 2000000 ao primeiro, 50(5000 ao segundo e 25$000
ac tereeiro.
Art. 5.*Bismark II, Piramon, Triampho, Jarde, Debiqoe, Mahomeres e PlutSo.
3.* PAREO laprensa Pemam'iicii-1.530 metros Handcap Animaea
de Percambnco. p.-kmios : 350000 so primeiro, 70)9000 ao segando
e 35^000 ao tereeiro.
Art. 5.Us co pareo Prac*o Peroambacano mBi's Pyrilampo, Dublin, Ally Sro
per, Tsdo-, Tarco 2o, Huguenote, Hirondelle, Nababo, Maarity, I la, Pigmeo e
Aventureiro.
Pesos-Brlim, Tonlon. Malaio, Tenor 11,57 fci'os; Patobonly, Vineador,
Mascotte, 55 kilos ; Regente, Colosao, Petropolis K, Poatable, G.rimpeiro, 53 kilos ;
os demais 50 kilos.
4. PAREO- -Anlnae5o 1.250 metros. Animaes de Pemamhuco. Premios :
250)9000 ao primeiro, 504000 ao segundo e 25-5000 ao tereeiro.
Art. 5Os do psreo Imprensa Pernambucaoa o m-is Berlim, Touiun, Malaio,
Tenor II, Patchooli, Mascotte, Qarimpeiro, Viogador, Ciego, T-licier.
5.-PARtOTrilhos Urbanos 1.100 metras. Animaea de Pernamboco.
premios : 2500CO *o primeiro, o0|OCO ao tegundo e 250000 ao
tereeiro.
Art. 5."Os do pareo AiimasSo e Collosso, Talispher, Teimoso, Gllete, Rean-
te, Pontable, Pirata, Petropolia II, Tapy II, Fiizileiro, Beij-Fo: II, Narciso, Traqui-
nas e Phariseu.
6. PABEO8 de Julho 800 metros. Animaes de Percambuoo que nao te-
nham ganho premios nos prados do Raoi'e, cootndo ou nlo victoria at
a data da inscripto, prkmiob : 25C003 ao primeiro, 50^000 ao se
guedo e 25^000 ao tereeiro.
Art. 5.Jarde.
PAREO --iHppodromo do Campo CJrao.de1.250 metros. Handcap.
Animaea de qoalquer pas. Premios : 350000 ao primeiro, 70$000 ao
segundo e 350000 ao tereeiro.
PesosGypBy 64 kilos, Dorotby 5 4klos, Petropols, Atlante, Apollo, Guaja
ni z 52 kilos, Nspolitano 50 kilos ; os demais 46 kilos.
PAREO Consolaco 1.350 metros. Animaes de Pernambaoo. premios:
3000000 ao primeiro, 600000 ao segundo e 300000 ao tereeiro.
Art. 5/Os do pareo Prado Perasmbaoanoe mais Maority, Torco II e Aven-
tnreiio.
8.
Observares
S contar victoria o pareo 8 de Julbo-
Os pareos Imprensa Pernambucaoa, Hippodromo do (Jaropo Grande e Console-
p*o s serao considerados realisados iacre7endo-e 5 animaej de 3 proprietarios dif-
(erentes, e os demais 4 aLmaes de 3 paoprietarios diflereates.
A inscripjao encerrar-se-ha na terja-feira 3 de Jolho, s 6 1|2 horas da
secretaria, ra Larga do Rosario n. 16 1. andar.
Hippodromo do Campo Grande, 28 de Junho de 1894.
O secretario,
M. L. Vieira.
arde
ca
sob a direc-
fantasia
Rubn
COMPANHIA
. Industrial e commer-
cio de estiva
Tendo se ext'avlado tres recibos pertenc.nies
ao Sr. Antonio Fumino Flores, di importancia
titsl de 4:fX0C0, oc sejam 30 C/o de snae en-
tradas de JO accoes desta companbia, declara-se
qoe Ues recibes ficarao de neohnm effeito, se
al 30 as da data deete armando, nao forem
aprsenndes no pseriptorio fiesta companbia.
Recife, 20 de Junho de 1894.
A. D. Fernn des
Director secretario.
SOCIEDADE
Beneficentc dos Empregados h
Estrada de Ferro do Recife
Yarzea e Dous Irntos
De ordem do r. presideo'e, fago scrnle aon
Srs. e,)';i-8 que no \3 19 do corrente, na sede
desta sociedade, ba sesco extraordinaria para
lrat3r-e de negocios de iateresse para con a
mesma.
Recife, 97 de Junho de 1891.
O secretario
Antonio Jorio dp Alencar.
Campanhia Manufactora
de Phosphoros
SSo convidados os Srs. aicionist s a
realisarem, dentro de 30 dias, a contar
da presente data a 6.a entrada de suas
prestares razo de 10 O/o do capital
subscripto ou 20$000 por accSo em mao
do thesoureiro, ruh da Madre de'Oeus
n. 22.
Retife, 26 de" Junho 1894.
O director secretario.
J.P. Gowalvfs da Silva.
De crdem do Dr. prefeilo do municipio do
Rscifo, ir o a p-aj, na por'a do rd rielo muni-
cipal, ao mel uta de 4 de Julbo prximo, dous
bezerres loarinoa nlilisados no cervico de va -
cinagao, sendo entregaos ditos animaes a quem
mais der, sa a ollera tor sarita pelo prefecto.
Secretaria d i Prefeitora M niclpal do Recife.
7 de Junbo de 1894.
O secretario,
__________loaquim Jos Ferreira da Rocha
THEATRO
Santa Izabel
Sexta-feira 29 do corrente
Esplendida matine em b3neficio da
viuva e filhos de Tude de Mendonca,
com o concurso de eximios artistas ama-
dores e alguna socios do CLUB DRAMTICO
FAMILIAR.
1.* PARTE
Ouvertura pela orchestra
5S0 do maestro Joo Alves.
k2 a PARTE
II Lombardi /Jerusalem)
ara violino e piano peloa Srs.
ito de Miranda.
IIGalliD. Carlos de Verdi, fanta-
sa para flauta o piano, pelo Sr. JoSo Al-
ves d'Albuquerque e Exma. Sra. D An-
na Poggi.
111Air de Louis XIII para violinos e
Siano pelas Exmas. Sras. DD. Lucrecia
[ery da Fonseca, Izaura e Maria Poggi
de Figueiredo, Arganlina Rabello da
Silva, Dina Miranda, os Srs. Ral
Poggi de Figueiredo, Jos, Rubn, Tito
de Miranda, e Exma. Sra. D. Anna
Poggi.
3. PARTE
A C aridade
Importante poesia do sempre pranteado
poeta pernambucano affonsoolindense
recitada por Antonio de Moraes.
4.' PARTE
Urna Experiencia
Espirituossima comedia era um acto,
ornado de canto.
5.a PARTE (para terminar)
Um viuvo inconsolavel
Monologo cmico, ornado de msica,
pelo impagavel LYRA.
Come9ar ao meio-dia em ponto.
e supplentes, que tem de funecionar no
Sresente anno, devendo cada accionista
epositar suas accoes nos cofres da Cora-
panhia at o dia 25 do corrente.
Recife 15 de Junho de 1894.
y. G. Piulo.
Director presidente.
Alfandega
In'iffugao
De o dea do lila:. Sr. Dr. ioapector, tica pelo
preseote lotimado o ex collfcl r do auoicipio
do Brejo, Jor da ?ilva Amaral, a vir a esta re
particao allegar o qoe for a bem de sen direi o,
relativamente ao alcance de J72:632 re. veriOca-
lo aa 'ornada de suas catas de 11 deNovembro
de 1886 a M.'co de 892, exercicio de 1888 a
(887, >' 1892.
AUwtegi do Estado de Pemamboeo, 38 de
Joob.0 de 1894.
0 chefe da seceso
Lu* Fedprtco Uodeoeira
INSTITUTO- BSNlFlEaTS
os
Officiaes da guarda nacional
De ordem do (Upliao vice-presidenle, convido
os 5r. soc'a do matmo para 00 domingo II de
Jtlbo, Aa 6 1/2 |borss da ta-de, comparecerem a
rm Vidal de Negreiros o. 137. arim de tratarse
de negocios urgentes >o meemo la?titulo, tieaodo
logo avisados os Sn. socios que se effeetnar
com o ramera qncomparecer.
Ptcifc, 27 de Junbo de 1891,
O 1- secretara
Nones tf Fooeeca.
Alfaudega
A beneficiada pede o auxilio ao gene-
roso publico pernambucano; assim como,
roga aos Srs. convidados o obsequio de
darem as suas esportulas na entrada para
o Theatro em mao propria ; com o que
muito grata se confessa.
Companhia Florestal
Agrcola
Amembla Geral Ordinaria
Sao convidados os Srs. accionistas a
se reuninem em Assembla* Geral Ordi-
naria ;no dia 30 do corrente mez, ao meio
dia no escriptorio a ra Mrquez de
Olinda n. 19 Io andar; a qual ter por
fim julgar o balando relativo ao anno
social findo em 30 de Abril, relatorio e
parecer da commissao fiscal, assim como
proceder-se & eleico da commissao fiscal
Medicamentos, drogas e utensilios
para o presidio de Fernando
De ordem do illustre Sr. Dr. Inspector desta
repartigao, tica designado o dia 2 de Julho pr-
ximo futuro para o re'cebimento de propostas em
cartas selladas e fechadas, alim de ser contrae*
tado o fornecimonto, que fica em concurrencia,
dos medicamentos, drogas e utensilios abaixo
relacionados, destinados ao bastecimento da
pharmacia do Presidio de Fernando de Noronha
durante o prximo semestre de Julho a Dezem-
bro.
As propostas seno organisadas, tendo-se em
vista as unidades que vo mencionadas, afim
de que se possa fazer, sem diflicnldadc, o cotejo
dos prego otlerecidos e julgar na nesma con-
lormidade os mais vantajosos.
Devem tambera consignar s mesmas propos-
tas, e declarago expressa nao s de que os ar-
tigos fornecidos s se consideram definitiva-
mente recebidos depois de acceilospela respec-
tiva commis8odo presidio, embora sejam, como
todos os demais arilgos, examinados pelo Dr.
Inspector de Hygiene Publica, como larabem de
que a9 despezas de acondicionamento e cenduc-
cao correrao por conla do proponente.
A entrega das propostas deve ser feita at as
11 horas do referido dia 2 de Julho.
Assucar de turbina, 1.a sorle, kilos.
Assucar retinado especial, idem.
Assucsr candy, idem.
Amendoas com cascas, idem.
Aramoniaco, liquido,
Alecr!m,idem.
Alfazema de Lisboa, dem.
AlcatrQo de Noruega, idem.
Alvaiade de zinco n 1, idem.
Alvaiade de chumbo, idem.
Amarellb francez, idem.
Actalo de chumbo crystalieado, idem.
Alinea-em p, idem.
Alcagus em p, idem.
Acido phenico negro, idem.
Acido phenico crystalisado, idem
Antipynna, idem.
Acido tortarico em p, idem.
Acido eulfurico puro, idem.
Acido chlorydxico puro, idem.
Acido nitnco.Mjro, idem.
Acide ctrico cristalisado; idem.
Acido borico/ldem.
Acido oxaUm^ttem.
Arrudajp6i idm.
romureaflile sodio, grammas.
Almecega, dem.
Awenialo *e sodio, grammas.

Azul u'tramar, kilo?.
Alcoolatina de raiz de acnito, grammas.
Alcool a 40, litros.
Alcocl a 3t, idem.
Acafro, grammas.
AlPodo iodoformado, kilos.
AI'do phenicado, idem.
At&duras iodoformadas, numero.
Arduras phenicadas, idem.
; Agup destinad de U, de larangeira, litros.
Agua deslillada de rosas, idem.
Agua de.-tillada raellissa dos carmelitas, duzia
Agua ingleza de Lisboa, garrafas.
Agua de Vichy, idem.
Agua de Robinat, idem.
Agua de Vals, idem.
Anua de Janos, idem.
Balsamo dejol, kilos.
Bi carbonato de sodio, idem.
Borato de sodio, idem.
Bromurelo de polassio, kilos.
Bromureto de ammoniaco, grammas.
Breo, kilos.
Banlia de porco, idem.
Benjoim nacional, idem.
Benjoim de Lisboa, idem.
Botes de rosas rubras, idem.
Cblorydrato de cocana, grammas.
Chloroformio puro, idem.
Camphora, kilos.
Carbonato de potassio, idem.
Carbonato de sodio, idem.
Capsulas taurinas, caixas.
Collodio elstico, kilos.
Cognac fino, litros.
Carv&o animal, kilos.
Carvao vegetal, saceos.
Carvao de Belloc, vidros ,,
Calomelanos, kilos.
Cochanilha, idem.
Chlorureto de calcio, idem.
Crmor de trtaro soluvel, idem.
Carbonato de magnesia, idem.
Cr preparado, idem.
Cabecas de papoulas, idem.
Conta-gottas, nmeros.
Canalla em p, kilos.
Cauth irida em p, idem.
Cevada, idem.
Cascas de laranjas amargas, idem.
Cera amarella, dem.
Cera branca, idem.
Colla da Babia, idem.
Cha Chambard, caixas.
Cr para artes, kilos.
< onfeilos de ergotina de boenjoim, vidros.
Capsulas de Limousin ns. 1, 2, 3. rnlheiros.
Capsulas de essencia de therebentina C lertan
vidros.
Capsulas de chloroformio, dem.
Caixa3 francezas, grozas.
Caixas com gaveta, idem.
Caixas de madeiras, grozas.
Extracto fluido de cascas de laranjas, kilos.
Extracto fluido de quina, idem.
Extracto fluido de salsaparilha, kilos.
Extracto fluido de genciana, kilos.
Extracto Huido de therebenthina, kilos.
Extracto de carne de Liebig's, potes.
Ergotina de Bonjean, vidros.
Extracto de digitalis, grammas.
Extracto de rhuibarbo, idem.
Extracto de belladona, idem.
Extracto de cicuta, idem.
Extracto de quina, idem.
Enxolre dourado de antimonio, dem,
Enxofre em basles, kilos.
Ether sulfrico, idem.
Emulso de Kepler, vidros.
Emulsao de scott, idem.
E'ixir de Groz, idem.
Elhir de papaina Martins Costa, dem.
Elixir de cabeca de negro, idem.
Elixir de salsa, caroba e cabacinho, dem.
Elixir de Tisy, idem.
Emplastro poroso, duzia.
Emplastro Meliloto, grammas
Emplastro dyachylao gommado, kilos.
Estopa para filtrar, idem.
Estanho laminado, idem.
Fios curtos de linho, idem.
Fios longos de linho, idem.
Fundas direitas e esquerdas, numero.
Fundas duplas, idem.
Flores de tilia, kilos.
Folhas de malvas, idem.
Folhas da sene, idem.
Folhas de digitalis, idem
Ferro Bravais, vidros.
Farinha lctea, lata.
Ferro Hobim. vidro.
Fcula de balata, kilo.
Gommade aratuta, idem.
Gomma de batata, idem
Gomma arbica inteira, dem.
Gomma arbica em p, idem
Glvcerina'noutra, idem-
Graos de sade de Franck, caixas.
Gomma lacea, kilos,
ypophosplnto de cal, grammas.
odureto de potassio, kilo-
nduretode sodio, grammaj
Iodol, idem.
Ipeca raiz, kilo.
Incens, idem-
Lithargirio em p, idem-
Lpulo, idem.
Lanolina, ide.r.
Lacre em paus, duzia t
r'e. rtoy francez purgativo, garrafas.
Lacto phosphato de cal, gramma.
Licor de Laprade, vidros.
Linhaca em grao, kilo.
Mel de abelhas, idem.
Man commum, idem.
Man em lagrimas, idem.
Magnesia fluida de Murray, vidro.
Mustarda ingleza, idem.
Mamraadeiras forma canoa, numero.
Moscas de Milao, idem.
Mercurio doce, kilo.
Mercurio metallico, idem.
Maltina, gramma.
Manteiga de noz moscada, gramma.
NilratO'depriocarpina, idem.
Nitrato'de .prata fundillo, idem.
Noz moscada,-kilo. t
Oleo de ricino filtrado, dem.
Oleo de amendoas doces dem.
Oleo de oliveira, idem.
Oleo de linha.a, idem.
Oleo de ligado de bacalhau do Berth, vidro.
Oleo de flgado de bacalhau de Ducoux, idem.
Oloo de ligado de bacalhau de Chenier, idem.
Oleo de flgadode bacalhau creozotado de Che-
nier, idem.
Oleo de figado de bacalhau ferruginoso de Che-
nier, idem.
Ocalos de grau, numero.
Oculos de cor, idem.
Oculos de cor, myopia, idem.
Oxjo rubro de mercurio, kilo.
Opio bruto, idem.
Pyrophosphato de ferro citroammoniacal, gram-
ma
Pomada mercurial dupla, kilo.
Peitos para maraadeiras, duzia.
Pos de Rog, vidro.
Pos de Vichy, idem.
Pilulas de Blancanl, idem.
Piiulas de Bland, idem.
Pilulas de Vallet, idem.
Pilulas de Reuter para o ligado, idem
Pilulas de >ermifugas de Calasans, caixas.
Pedia hume, kilo.
Pedra pomos, idem,
Phosphatina Falliheres, vidro.
Perclorureto de ferro liquido, idem.
Peza xarope, numero.
Pos pretos, kilo.
Papaina em p de Martins Costa, gramma.
PasMlhas de Diloh;m, vidro,
Paslilhas de Naf, caixas.
Pastilhas de gomma Candy, kilo-
Pastilhas de Reunir, kilo.
Paslilhas de Tol, idem.
Pastilhas de Ipeca, idem.
Pinceis de penna, gloza.
Pinceisde virola de cobre n9. 10, o, e t, na-
mero.
Pinceis de chatos, 3, t', 10 hnhas, dem.
Pinceis Arrechampier para trigos sortidoa, nu-
mero.
Peneiras de seda, dem.
Peneira de cima, idem
Papel de cores lustroso, resma
Papel de cores sem lustro, idem.
Papel de filtro sortidos, krlo.
Papel de carto, idem.
Papel para embrulhos azul e^HrtWir*TB*B.a. -U os.
Peitoral de Anachauita, vidro.
Peitoral de Cereia, )dem.
Peitorsl de Cambars. S., idem.
Quina amarella em caixas, kilo.
Quina amarella em p, idem.
Quina aniarello-rubra emp, idem.
Quininun Labarraque, gramma.'
Rolhas para li2 garrafas, mitbeiro.
Rolhas para garrafas, idem.
Rolhas para vidros, idem.
Rouxo trra, kilo.
Raiz de salsapajrilha, idem.
Raiz de genciana idem.
Suspensorio terzicular, duzia.
Subcarbonato de ferr gramma.
Secante de zinco, kilo-
Sulfato de zinco, idem.
Sulfato de- ferro, idem,.
Sulfato de cobre, idem.
Sulfato de magnesia, idem.
Sulfato de sodio, idem.
Sulfato de quiDina, idem.
Sulfato de Sparteina, gramma.
Sulfrelo de potassio secco, kilo.
Solucao de chlorydio phosphato de cal creoso-
tado de Pantauberge, vidro.
Sabao medicinal, kilo.
Sabo para opodeldolk, idem.
Sabao sulphuroso, duzia.
Sabo phenicado, idem.
Sabo alcatro, idem.
Sabo acido brico, idem-
Sabo bi-chlorureto de hydrargirio, idem.
Sabo Ichtyol, idem.
Silugo de iodureto de stroutium, vidro.
Seringas de vidros, duzia.
Seringas vulcanisadas sortidas, idem.
Seringas para jacio continuo, numero.
Salsaparrilha do Ayer, vidros.
Salycilato de sodio, kilo.
Spermacete emrama, kilo.
Salol, grammas.
Sedlitz Chanteaud, vidros.
Sal defructas, idem.
Subnitrato de bismulho, kilo.
Tintura de juca, litro.
Tintura de Necjandra amara, vidro-
Thridaceo, grammas.
Tanino, idem.
Terpinol, idem.
Terebenthioa de Veneza, kilo.
Tubos negros de borracha, metros.
Tubos Uraynage sonidos, idem.
Vinho braeo de Lisboa, litros.
Vinho de quinino Labarraque, garrafa:
Vinho de Chassaing, idem.
Vinho de Bellini, idem.
Vinho de Moitier, idem.
Vinho de Chapoteaut, idem.
Vinho de Laroche sortidos, idem.
Vinho de Girard, idem.
Vinho de Silva Araujo, idem.
Vinho de Dusart, idem.
Vinho de Defresne. idem.
Vinho de Malaga, litros.
Vasilina branca, kilo.
Vesicatorio de Albes peyrs, idem.
Verniz copal branco, idem.
Vermelho da China, idem.
Vinagre branco, litro.
Vidros para Opodeldok, cenlo.
Vermfugo Fahnestok duzia.
Ve-de Francez, kilo.
Verde crerte escuro, idem.
Xarope de iodureto de potassio Je Larose,
Xarope de oduroto de ferro de Blancard,
idem.
Xarope iodur do de Gibcrt, dem.
Xarope de lactophosphato de cal de Dusart,
idem. ,
Xarope de agrio, ju e cmara, dem.
Xarope de seiva de pinito martimo, dem.
Xarope de iodorelo de stroutium, idem.
Xarope de codeina de Berth. dem.
Xarope de hypopbospliito de cal de ChurchiH,
idem. ...
Xarope de rbano iodado, dem.
Xarope de Cromureto de strontium, dem.
Sueco de groselhas, litro.
Utensilios
CogSo inglez de Peabl, numero,
Lampeo pequeo, idem.
Espumadeiras, idem.
Cagarolas esmaltadas sortidas, dem.
Capsulas de porcelana s/c sortidas, dem.
Capsulas de porcelana c/c sortidas, dem.
Torneiras de metal tamanbo medio, dem.
Saccarrolhas, idem.
Lampada para alcool, idem.
Tubos para ensaios, idem.
Espanadores de pennas, idem.
Machina para ventosas, idem.
Vidros ou copos para a3 mesmas, dem.
Balanja de preciso, idem.
Balanca ordinaria para 10 kilos, dem, i
Collecfo de pesos para a mesma, dem.
Bacas pequeas Aga*i, j-'em-
Potes para nusOes para 123,0,2oe,0,5W, iouu.u,
Copo graduados para 15,0, 30,0, 60,0, 123,0,
210,0, 300,0, 1000.0, idem.
Graos de coraposicSo ns. 2-5-o.
Escrivania, idem. ..
Funis de vidro Fra 60A ,2i).0. 2a0'0- 'K^'0-
200rt,0 idem.
Tesouras 6 polegadas, dem.
Apparelho proprio para desinfecsao, dem.
Prateador para pilulas, idem.
Porla-fios, idem.
Porta-tubos, idem.
Porta-filtros, idem. ,.,m
Vidros bocaes esmerilhados para 8 unras,
Vidros bocea esfreita esmerilhados para 3 -
Garrafoes6 vistos para depsitos de vinhos em
maceraces, para 16 litros dem.
Flanella branca -para coadores de xaropes,
metro. ... _
Rtulos para receituano, mtmeiro.
Rtulos para uso externo, idem.
Livros rm branco de .papel de Hollanda para
cargas e descargas de medicamentos e copias
de officios, de duzent s folhas dem
Livros para copias de receitas, de duzentas ro-
lhas, dem. .
Impressos para opodeldok, miineiro.
Formulario Dowautt ultima ediccSo, numero.
Formulario Bouchardat, ultima edicco, dem
Formulario Dujardim Baumeiz, ultima edicgao,
3,' Secco da Allandega do Estado de Per-
nambuco, 23 de Junho de 1894.
O chefe de seceo,
Luiz F. Codeceira.
ras a contar do dia da descarga das a'.varcngas,
deverao faxer qualqoer reelamacao conec-r .ec-
te a volumes que porventura lonnam seguido
para os portos do sol, afim de serem dadas
:mpo as providencias necessartas.
Roga-se aos Srs. passageiros de se rprssenta-
,'em na vespera da ebegada do vapor para toma
rem as snas passagens.
Pira a carga, passagens, enccmmeBd33 e di-
Cbelro s (rete, trata-sa com os
AGENTES
H. Burle & G.
42Ra do Commenno42
Companiia Pernsmbncana de
Navegafo
PORTOS DO SL
Macelo. Penedo, Aracaja e Baha
O paquete Beberibe
Commandante 1- tenecte Fabio Rio
Sepne n o da
SO do corrente
: 4horas da
tarde.
Recebe carga, encommendas, passagens o d!
nheirosa freteats 11 horas damanba do dia
da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Companhia Pernambucana
o. 12
Hamburg- Suedamerikaniij-
ch Dampfschifffahrst-
Gesellsc'aaft.
O vapor Cintra
E' esperado do
ful a. o da
deJniho, tegnln-
do tepois da de-
mora necesfa-ia para
Lisboa e Hamburg
Este vapor Iluminado lus elctrica
e offerece eptimas aocommodecSes aos
Sra. passageiros.
Este vapor entrar no porto
. Para carga e encommendas etc., tratar com
os
Consignatarios
Borstelmaui &C.
18-RUA DO COMMERCIO-18
_____________Io andar
Haiaburg Suedamerikanis-
che Dampfschifffahrts-Ge-
sellschaft/
O vapor Itaparica
dos
portos da
c:r*
de>
Babia,
E' esperado
Europa at o da 30 do
rente e regolfa depois da
mora inndispensavel nara
Rio de Janeiro
Santos
Este vapor ^illumiuado lua elctrica
e oflerece ptimas acocmmcdacSes aos
Srs. passageiros.
Quaesquer reciamajSes s serSo atn->
didas 48 horas depois da ultima descarga
do vapot na Aifacdega.
Entrar do porto
Para carga, encommendas, passagens e fro-
te, trata-s com os
Consignatarios
Borsteln an & C.
Roa do Commercio n. 18
1* andar
Bayal; Mal Sieai Fislsi di-
0 paquete
Magdalena
Commandante H. C. R'gand
B' dia do corrente seguin-
do depois da demora india-
peesave I para
LINEA MENS AL
Paquete Equateur
Commandante Lartigne
E' esperado dos portos do sol
a'. o dia
Td allio de 14
gezoiodo depois da necessana demora para Bor-
deaos com escala por
Dakar e Uafe-on
Para carga, passagens, encommendas a di-
nheiro a frete gg^^
Vapor Cordouan
Entrar co porto
E' esparado da Europa por
ILHA GRANDE at o dia
5 de Julbo de 1894
egniudo depois da demora necessaria para
Rio de Janeiro, Santo*, Montevi-
deo e Buenos-Ayre
As merendonas da Eoropa. pelos refer:-
dts vapo-es mandados iUfa Grande
.por ordem do governo estilo sojeitas a 85
por.eento de premio sobro o total do
*-' frete (arado nos respectivos eontawimen^
Lisboa, Tigo e on^ampow
N. B.Previne-so aos Srs. recebedores de'
mercaderas, que a Companhia Hala Real Ingle-
sa, conJraetou com aGeneral Steam Navegation
Companvnm ser vico do vapores semaoaes qoa
partindo de Dordeaux, Cognac, Cbarent etc, de-
vem cbsgar a Sontbampton a lempo de bldela
rem as cargas destinadas a America do Sal.
pira os vapores desta companhia.
ReduccSo nos preces das passagens
Ida lia tollo
A Lisboa 1- olassa 30 a:SO
A'Sonthamptcn clase S8 42
Camarotes reservados para es passaguiros de
Pernamboco.
Para passagens, tretas, encommandab, rsla-sa
com os
AGENTES
Amorim Irmos & C.
H. 3Roa doBom JasasN. 8
/
Para
Para o porto cima segu re:tes dia; o
Patacho americano
Havilah
De primeira classe A I)
Recebe carga a frete a tratar om a
CONSIGNATAKIA
Companhia Industrial e Commercio de Es-
tiva
Ra do Amorim u. 58
8 fr
Pwine-se aindaao* Sm.-mcsMNoi
dorias qoe e se attendera a roclamacoes por
falas, que forem reconhecida na occasiao di
descarga dos volaaes; a o esotro # Who-
cipaia hmmmi
PORTOS DO SUL
Taraandar e Ro Formoso
O paquete Una
Commandante Csrvalho
Segalr paro
porlos cima
dicados do
3o do corre
as (Phoras da tira
iRecebecsrfai/eocommemlas, passagens e di-
naeirai.fro ateto. 4-borss dsttartle do da
d'Molida.
Ao Cao da Companhia Pernambucana
a. 12

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Diario de Pernambo^o exta-fcira %P de Jiiufio de.JSM
. "I i i ; i mmBBBSSSB*-------1 .------- I ., ., "II --U-J-lJ----------J
Picilc Sieam Navigatwn Cea.-
t
STRAITS OP MAGELLAM LINE
O paquete Liguria
Espera-se.di sal al o da
T de Jolbo seguindo depois
da demora do c Mame para Li-
verpool com escala por
_lt*S>o, >'* P*He e Pi/Bioah

Este vapor, asslm como todos os outrosdeata
Conracliia, ao toiarSo mais ero Pinillac (Bor-
dean)') o sim em La Palito (La Rocbelle) as
flagena de ida e volta.
Devido a es'a alterado os vapores em viagens
de ragresso cLegarao a Liverpool am da antes
do lempo c in-tcum da viagem.
Para csrg.- pu agera. encommeades edinhei-
roa :C.e trau-se rom 08
AGENTES
Wmu Seas I C, Limited
10RA DO COMMERGIO10
fe: Sahuma de Navega-
i, a vapor
Mao Villa ort, Panedo. Araeaj, Eo-
tercia e Baha
O VAPOR
Principe doGro-Par
Cozamttndante Livr&mento
* > E' esperado dos por'.os
-* cima t o dia ao de Ja-
gr naoe depois da demora in-
'.-ispesavel regressar para

I
\
*
KS
I
elEO.
Pan carga, pa=sagens encommendas e dinhei-
ro a trete. trata ee com o
AGENTE
Pedro Osorio de Cerqu^ira
Ra do Vigario n. 17
1* andar
Kaott*8 frunce LineofStea-
mers
LISII_ REGULAR ENTRE OS
Ksfed9s4'iMts, Bi\Zil eBio da
Prata
O VAPOR INGIEZ
Mexican Prince
E* esperrac de
New-York e sahi
ra dejle da de
mora necessara
para
Rio de Janeiro, Santos e
Bu< nos-Ayres
- Faia ca.ga. encommenda-', trs la-se com os
CONSIGNATARIOS
Jhnston Pater e Comp.
Raa do Commorcio n. 15
Goepanta M. Stoiaans Lioc
O paquete
C a p ua
excelleote plano do fabricante DtoffenDacher,
1 mobiiia de janee com Hcaoeiras de gcard a ,
l de braco, 2 de balaoco, i sof e mislos
com (ampo de pedra, 1 mesa redood?, 1 mar-
cjunao de amarelio,3 cade rasde -itc, 1 cadeira
de balance. 1 guarda locci, t quar.ihelra, i
commoda, i costareira, 1 guara-ronpa, i m- a
elstica, 1 marquesa de ao-arello. i toilette c m
pedra, 1 tapete, loncos, vuiros mulios ctros
Qbjectos pertencentes a casa de familia.
Ter^a-feira 8 ueJclho
A'a 11 horas
Na roa da Crracord:a n. 130
O agente GasmSo, autorizado ror ama familia
que relira se deste Estado, fjri IcilSo dos ibjec-
tos cima mencionados.
Agente Sllveira
lao
Terc,a-feira, 3 de Jalho
As i\ horas
No pavimento terreo n. 5 no pateo do Ga-;;.o
O agente bilvrira, por mandado e com Desis-
tencia do Exm. Sr. Ir. ja z de d.ret. da prove-
dor s, reque;nu to do inventarame do tinado
Jor .'oiquim Ferreira de Souza, levar a li-ilo :
Um cofre francez, 1 alie-nao, 2 carte-rae, 2
oznea?, 1 meaa, i jarra cora to-n ira, t qaani-
ntiei a divereos movis, diversos livros mt-.-
rUes. 1 cateia de ocro, 1 relogio de prata.
Leilo
Do fzend8 av.riadas cft-mpas, costando de-
i pegas de m-idapolS'", avaria ae, iS ditas de
chita e 6 ditas de ea'.ooa, lambeui abanaos e
130 dit b de madanc So limpo.
Terca-feira, 3de Juiho
A'3 11 HORAS
No armazem travesea do Corpo Santo
n.27
Pelo agente Martina
Af lll u
Leo
E' esmerado de Baltimore
al o da S de Jalbo.
Para carga, passagens.enccmmcndBse dinbei-
ro a frtte : trata-se coas os
AGENTES
fsreira Carieiro i C.
Ra do C^mmercio n. 6
\" andar
GGuipanhici ii Na^ega^ao
Carioca
PORTOS DO SUL
O vapor Cometa
E' esperado dos portos do sul
.at o da O do Jalbo se-
guindo depois da necessarla de-
mo:.i nara
Rio de Janeiro, Santos, Rio Grande do
Sul e Pelotas
Paia passagccE, fretes e encommendas tr
la-M com os
AGENTES
Fcreira Carneiro & G
6Ra do Commercio6
i* andar
Da rasa de (aira n. 42, sita estrada do Ha-
dare assim cemo dz a'EoacSo, otenalios e g-
neros existentes na dila casa que ee seba bis-
unta flfre^afzada.
Qaria-feira, 4 de Jalho
A'S 11 HORAS
Na rrop-ia rasa cima
O aeente Ohveirj, loiorisado pelo prrp-laia-
rio, levara a leilo a BNHfltf, geoeros e me -
ci110-1 da tav raa cima e em seguida vender
tambera a casa.
0 sr. pretendenles desde j poderSo ir exa-
minar.
AVISOS DITEBSOS
VENDE-SE um terrono em Afcaaslcba rio
Bebenbe : tratar a roa { de Marco !oj* n. 16.
Aluna se a casa asf obradada si taj ra de
iojqom Nibaco n. 22 (GipoDgai com excellen
tes commodos pata familia ; a tratar com Gni-
Iberme Piuto fc ra Uarqnez de Oliada p. 7, ar-
aazem.
Pncia-s de ama niuiber idosa oa cietmo
moca, Que seja de Dons eos ames, para fazer
corrpanbla a urna familia de deas peeseas, e
prest r algoos serviros, dando e raa ; a tra-
tar na travessa de S. Jos de Riba mar n. 13.
Na meema casa trabalha-se em flores e tecebe-ae
eocoameodas, servindc-se com preslesa e mo-
dico prfCQ.____________________________________
Aviso no coniniorcio
A firma efrance Andreux45 O, esta-
belecida a ra do Commercio n. 24 com
o restaurant conhecido sob o nome de
Lunch Room Internacional convida os
Srs. negociantes fornecedores desta casa
e as otitras pessoas que se julgarem ere-
dores de Andrieux i O o especial favor
de apresentarem seus ttulos na Camboa
do Carmo n. 9, at o dia 3 de Juiho de
1894 s 5 horas da tarde para se proceder
a verificado e regularsa$o dos mesmos
com os antigos donos Audrieux C.
Recife, 29 de Junho de 1894
Dcf ranee Aadricux & C.
Agente Silveira
Lei De movis, qoadros, espelbos e loucas
Segunda-feirs, 2 de Juiho
A's 11 horas
No predio rea Coronel Saassnna ns. 11 e 13
; O agento Silveira, por mandado e com assis-
tencia o Exm. Sr. Dr. juiz de direilo da prove-
darla, t reqoerlmento do inveotariante do finado
Jos Joeqom Ferreira de Soaza, levara a leilo:
Urna mobiiia de Jacaranda, 1 boj, 12 cadei-
ras de gaaroicao, 2 de bracos, 2 consolos, 1 es-
pelbo, 1 mesa redonde, 1 guarda-rcopa, 3 mar-
qc ..), 2 cabides, 2 banqainbas, 1 mesa para
i antar, 1 commoda, 1/2 dita, cadeiras de guar-
DicSo, 1 espre^uicadelra, 1 qoartinbeira.l cama,
lonfia?, qaadrc8, livros, 1 relogio de parede e
movis patentes no acto do leil&o._______________
Leilo
De cerca de 119 saccas de algodao, 68 fardos
e trapos diversos, 20 toneladas de es03, 10
ditas de aunas e 15 mil chifres de bol, avaria
os d'agaa do mar e salvados da alvarenga Ita
asirica e depositados no armasen do caes do
so?.
Segunda-feira, 2 de Julhc
A'u ll horas
No caes do Ramos
O agente Pinto, legalmeote satortsado, lev.r
eilao por conta e risco de qnem pertencer,
3 accas de algodSo, fardos de trapos diversos,
nabas, oeos, cbifres e mais objeclos avariados.
alvados da alvareng Itapissirica. existentes
os arm?zrn do raes do Ramos.
Leilo
De movis, pianos do fabricante Deeffenbacher e
mais objectos, constando:
De 1 mobiiia de Jacaranda, com II cadeins de
rtarnico, J de bracos, l de balanco, I sof, 1
consoles e 1 jardlneira com tampo de pedra, 1
Hotel Petropolis
E
BesUuran da lioha iagleza
Palmares
A partir do Ia de Juiho prximo, a
tabella de precos a seguinte :
Almoco ou jantar sem vinho 2^560D
->ito, dito com direito a meia
garrafa de vinho. 3#G00
TpymNgF
Fabrica de Charutos
DE
&UI2U3AE3 SOLISASS & C.
S. Feliz Baha
Os exellentes charutos d'esta nova e j
acreditada fabrica, estio a venda n'esta
cidade na antiga e conceituada casa com-
mercial dos Srs.
Joaquim B. dos Reis ^*C.
Successores
RA LARGA DO ROSARIO N. 30.
AVISO^GOIBSEDORBS^DONAS
DE
Exjase am otda lata
a Marca da fabrica abaixo
Para fazer Boa Cosinha
e preciso Boa Manteiga
mmn
USAI, POI8, A

de
DE
Frres
em VALOGNEB (Frauda)
A MAI6 IMPORTANTE CAZA DO MUNDO
Manteiga garantida absolutamente isenta de cido Brico, Margarina,
Azelte e qua.lquer corpo gordo.
GRANDE PHEiWO Exposigao Univeral de Paria 1889.
.A- '-A-.
A A A i -k. -J*ti J Wu -Ai ^_AA.
-TTr^---J^'at,:

O^AQSAS OtHIAZIRI
Inspectora ds Hyaieno do Ereuill
IOSURETOoe FERROc CASCARA
Contra ANEMIA e GHLQJU18E
Ap'.'roTadas 3?ol*
CACARA SAGRADA
Vei-au.ieiio MetntUlo Muir
PRSSAOoE^E^Tn^
ft'flo prailiniHdo a l'iimao de Vonre
Eopolto ocriil : PHARMACIA O. DEMAZIBE. 71, afenu d VUllcn, PARS
Km PtrntmtuM : C i BH06S & PaiiDDCTOS CliUOCOS. I

EPILEP
*>
CONVULSO!
MOLESTIAS Laroyenne
NERVOSAS

Cura quasi semprel
llivio sewpre!
POh MtIO DA
S8LSA0 AITlIEBYOSi
Depsitos em todas as pnisciPAE
VENDA EM GBOSSO
PARS, 7, Boulevard Denain, 7, FARIS
PHARMACIA DUREL
PilARMAClAS DO BraZ
*******
/ Prepawto \
[em fro;
3

o lOBO, combinado otra os micaou das plantas antlBCorbuUcaa,
prdHa is Crano detaioa os majs relevaistefl serrt^os, para cora-
bair eianauto* do peMOfo ImHM Palliae*-
% JBttgorgttaiutmto* eterofuUtoa Stvlerntiat tm
pello Ceoefxm IttctAa; eta
ET preerlyel ao olees de O-
jado de bacalhao; aira da ssr-
um floidiacont, tamben
dpar*tlTO aeritlc.
raii,u ots. ni mwot v f zar.
OH
FABI5
1M
K
i.

fiBMACQi
Gosto agrada-el torna a dar com rapidez ao angue sua riqueza c Torca. lm da /-.
priso de ventre nao ennegrece os dentee nao irrita o estomago. /*?
PAB1S, 50, roa Boilsaa. Deposito em fernatnbueo ; C" da PROSAS tt PbODOCIOS CHIMICOS.
juaun" Tnn"ij i iiMfiarawnr^f-'
n
nwsiMieai timgMiin'
opsuis mmm i. aoui
OBREJAS
Vacre
TINTAS PRRTAB
db oona
Colla UfuUerrk
"P'IS STV" XSSS. G--3LA.X5 O
a-. 53. Cv
rHT*)vW:a!BNWitadoam'<9'1n'>lll,
M east: OleoaaFIgk'n Ir. B>calhao, Oleo Ricino,
Balaento da Cepan.**, Opiatc, Aloatrio, .
TODOS OS ETDlCiENTOS liM P
a. got&zm *. ni*, 14, rta ti Taojit, n PBt^. ts Pomatobiioo: rsuix- 9C> la sJSiVA a
HOSTIAw
Fdes JUQ/Wm
par* Pbarmtei*!
HOSTIAS
raratattttnu
Aocommccio
Gongalvea de A rao) o & C, eelabelecidos com
mcIQados a roa da Palma d. 4. deciaram ao pu-
blico em geral e ao ccmrr ercio em particular,
que nests data veoderam o sen referido estabe-
leclmento au Sr. Joao Pia.eniel Pereira, livre
deeembaraca'io de qoalqur ceas, e qaem ae
jolgar sen credor, qaelra apresentar euaa con
tas co prato de 3 das, atiin de ser pago.
Recife, 88 de Joobode 1894._________________
Caixeiro
Precisa se de nm caixeiro que lenba bastaote
pratica de mclbados e Dadaria, paga se bom or-
denado, assim elle dese-penhe bem o logar
para que se precisa, como tamoem se d lacro
na mesma casa ; roa do Imperador n. 61.
Ao commercio
Declaro que ne4a da'a ccmprel aos Srs. Via; -
na Irmao & C. o eetabelecioiento de molbsdos
alto roa da Imperatrit o. 55, livre e desecaba
racado de qnalquer oons.
Recife, 28 de Jaoho de 1894.
Manoel Pedro da Silva.
Bom negocio
Ven Je se nma casa de molb ios bem locali-
sada, com peqcunos fondos, live e desembara-
zada e com garanta da cbave ; a tratar na roa
do Amorim o. 37.
Que pechncha
Vende-ie na estrada de Belem, entre o Hispo-
dromo e a eslajao de Cimpo Graods, nma casa
de talpa com 4 quartoa, 2 salas, costaba tora,
magnifica cacimba, em chao proprio, com 1,100
palmos de fondo e 118 de fredte : a traUr na
oa das Larangura ne.-9e 10.
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuinte de sabor excellente, mais efficaz para as
pessoas debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestias do estomago, Chlorose,
Anemia, Convalescencias; este Vinho recom-
mendado s pessoas J idosas, s joveas, mulhere
e s criangas.____ _
*m*m* **> anata* tttimm &^ittWi*mmbfrm**mmli>ta*dti.
SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO HaLLOWAY
O Ungento de Holloway 6 um remedio infallivel para os males de pernas e do peito; tambera para as. fendaa
antigs chagas e ulceras. E lamoso para a gota e o rheumatismo e para todas as enfermidades de peito nao
se reconhece cgual
Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestia da pelle nao teem seraelhante e para os membros contrahido e
juncturas recias, obra como por encanta
Essas medicinas sAo preparadas smente no Estabelecimento do Profrsscr Hollowat,
78, NEW OXFORD SIBEET (antes S33, Oxford Street), LONDRES,
E vendemse em todas as pharmacias do universo.
tZff Ot compradorea sao convidados respetosamente a examinar os rtulos de cada caixa c Pote se nao teem a duccao,
533. Oxford Street, sao falsicaeoes.
REMEDIOS
LE ROY
Populares em Frasca, America, Hespenh e
cu colonias, no Braxll, sonde stao autorizados
pelo Oonaelho de Hygiena,
Vomitorio Le Roy
ltimamente empregado como prepa-
rafao para o nao do Prgame.
PurgantesLeRoy
rm doiolos eooloraa a Hada.
Sao proprio; para qualcruer doenoa.
Urna nol/ca MpMoatira nro/ra cada tarrifa.
Mas Le Roy
Etraoto concentrado do$ Ittmadloi liquido!.
Ob irstiacU iiplliatlY mtoIti sida Iraico.
O Irasco de lOOpU. O' O Irasco de 25,1>BO
Acautelar-se das lalsiiicacoo
qasUqner -frodoeto jai lia lavar o ende-
rezo a piarsuaU COTTII Saan da LE tMT
B1, Rus) SMus), SI, su sHi
DCPOSITOS BM TOBAS AS PRaMMAOtaal
POMADA
ROSADA
TAHti.N0
Par tornar a dar ao cab 1)- bra"c; a sua Cfl PRIMITIVA
POMADA DE ALCATRAO
e QUINA eontl% as PELLICDLAS
SEGUNDO A FORMUL\ DO DOTOR NVSTEN
PARS, FlLLIOfj. rvn Ltfi/ette, 5J.
V^tspiiBila fm H|UI8rC0 : C- di Protrs h Produtoc ctimlms ,,
ueroleteiner Sprudel
Cri32v>u a excellent1 apna mioersl oatoral
Ge-olsieiuer Sprooel, am-Ihor agoatuineral qne
e.i viedo 30 Brzzll-
Unira depoio ro: M^rquc-r de Clcda
Domero 48.
vope
e Grageas de Gibert
AFFECCES SYPHILITICA8
V VICIOS DO SANQUEl
Verdadelroa productos tacamente tolerados
pelo wtemago e ob lnteetlno.
, f'W firmti to
ID* QIBERT i BOUTIQNY, PturBataiUio
Seceitadot pela celebriia&tt m*iVMt*%
DMCOWWJt-l DA IlUTApag. ^
AtVTiaT'RS, MATtowa-LfTtTTS. PiaTS. .
??????????????????
FALTA DE
Anetnia, CMor**i*, Debilidad*
Kxtenuaeiio
GUHA RPIDA K GEHTA PBLO
PEPTONATO de FERRO ROBU
UNIOO FERRUGINOSO
Reconhtcido assimilavel e prefarldt
: pe/os melhoras mdicos do mundo,
DeaeooOir-ae du filtmraollea taiao*wa>
POR ATACAD*
13, Rae Orenier-SMLaxare, an PAJHf
OspoiifM am foda aa principies Phtrmaoi**,

SCOLaTi" com SANTONIHA y
IsU VonuirnoineB uisitar f.riila'el I ewserracia ioje&iida.
P/UtIS, !l, r. to rnp/e. CxWr i r.tmt
B^bs Ptrnamtmce i C- da DK06AS & PBODCnOS CHIMICOS.
BIBSSSBSSBBJiBBBaSBJBjaaMIiaBaBSBKSBaaBPSaBaSBJSBSAsSSJSaBSBSfli
'M
Br. VaSptauo da Cunlia Keg i
Ia aDDivereario
Mara da E Menezes da Couoa Reg, T-r-reca
0. de Menezes, Argeotioa de Mecezes BsIo:
Arma Brzerra de H^oezeit. Arlctidcs B. B.
de Meuezcs e Acuello Bezerra de M-nezes.
moliier, cuobadc8 e so'gro di linado, convi 'ha
ao prenles e >mtgos pa.a assistirem a misa:
qae mandara celebrar no eatbado 3U do corre-
te, s 7 oras e me;j, na matriz da Boa Vala,
1 aniversario do passsmento do s a nanea
erque-cide, idolatrado e chorado espoo, Volpla-
no da Cnnha Rpo. pelo qae ee confessam eler-
natLeate gratos.
t
Sebcaatioo Hoiac'o da Wlva Bf.iao*
Pedro Jorge da 8i!a tamo<', eoa mnlhsr, ti-
i^cs, getoe, nurjo e n=;;-:i tgrtadeoem to iotimo
d'almd a tudas es pfscbs qoe re cigna'Effi
a^ompacriar ti o Oru leio Publi:o os re.-tos
mortaes do seo setj,.re E^cdostmente lembradc
riiric, i'L:o, CCRbcdu e t o SEbSt'So B
Suva Ramofl, e ce novo as convidam para'3
alsijr 83 misa3 qne pelo repouso pterao clt
sua alma mandam tesar na igreja do Carmo, t
8 Coras da icah de cesoda-feira, 2 do Jufali,
eticco ala de Heu infonato passameLlo.
Deed6 j ee c-.Lfc^aai glos a lodos por
maia eaia prova de verdaceira caridade de
ni-.a enrita rfli^'So chriRta
t
r-znaclai Tliomaz de rtretia
J-ria Ffsccieca da CoaceicSo Freita^, JoSo da
Roiba arvaiho, Mana losqoina da Roca ar-
valbo. seos Bttaof, Jos Tnomai de Pretaa, Joo
Papiiaia Tbcmp.z co Prafa, muiber c tlios,
agradecen) a (oias as pedeoas que acofflf anba-
im oa restos morlaca do seo prezado BMiido,
cal, BOsro e avo guaci Tbom z de Freitas ; e
d novo cenvidau-as para a.-sistirc-m as miaas
que maodm celebrar tegunda feira, 2 de Jalbo,
ciqu dia do aeu passaoiento, na crptlla de
Casanga, s eele bors da manba ; cenfessan-
do ee desde j agradeoides.
sgaaaBajaa|i^BB9BHHHMaVsBBS*l

t'iinclajCQ Fcrubiades di 'Carvaifao
Xelvu
Primeiro arnivereario)
Vicente S. de Carralbo Neiva a soa Alba n-sn-
daoi resar nma mi.-sa por al*na de soa tinada
esposa e m5i, Francisca F. ce Carralbo N?iva,
s 8 boras da mana de sabbado, 30 do cornil-
te, La igreja do Terco, primeiro anniveraario do
seo infaasio passameato ; desde j se mamfes-
am gratos a todos que comparecerem a eate
aclo de religiao e candade.
Os surpepQiios cigar-*
, iros KAHP.UOS, vea-
aazsfi dciu-**(-a> uim principa es
niercetarias e ua lubri-
ca le J. II. do Heis C. Successores, ra
Largn do Rosarlo n. 3
Cosinheir e criado
Peeis-se ca oa da Pairra n. 40 : paga-ee
bem. _______________^^__
ISoSa Biigle^a
Na loja de calcado a ra do Bom Je
sus n. 21, tam para vender.
0oce de arafauha
tbegon nova re.nesfa de doce, t ra lar.a do
o n. SO.
Aos Srs. fabricantes de cal-
cados
Xa leja le c-aU-ado a ra do Bom
Jesusa, 21; VENDE
Dur.ique preto superior qualidade
'co patontc, dem idern.
F irramentaa modernas.
Cenias inglezas, brancas e pr
Escallas para medidas e outros artigos.
Caixeiro
Precita te de bib mc-nno aue tenba pratica
de padaria ; a tratar no paleo do Terco n. 10
P3dariaLeao to X.-ip._________________________
V accas de leite
Veudtm-se t.s Macas de Ifie, taurinas
c"!l~i'z'-if: na Ponta) de Ucnoa, si:io da Capella.
PiL'isa-e de um copeiro para caea de fami-
lia ; a tratar uo Cvjneirn o. 4, ou i ra do Apollo
numero 5!.
CosiiiwiM
P eclsa-te de um cosirbeiro en cosioheiro
rala no esenpiorio a ra Jo Commercio nu-
mero U.
-
Cosiaaera
Precisa-te de cma cosinneira ; na ra Deque
de CaxU8 n. 86, i- andar. ____
Ilaiia Aieouaititia Kugueira
Van lina? i
Carolina Baria de Almeida Na-
gueira, seas f.iios, genros, oras e
netos, convidam sea* parantes e
amiges para aeeietlrem as mistas
que par alma de f ua idolal-ada fl-
lba, irrr.5, conbada e t'a, Mara
Neomista ogoc-ra Viobaes, man-
(ao celebrar na Ordem 3' de S. Francisco
s 8 horas d manb do dia 30 do correte,
30* do sen iofausto passamento, e desde j pro-
testara os seos agradeclnentos aos qoecorepa-
rpr^rem a PBte arto de religin e. r-ari.iade.______
m*V*W*W*W*W*W*W*9*W*W*9*W*Wa\WE*WM
Corauel trranciuco Kutellao le
g Andratle
TritreBimo dia
tTbeopbila Cimpello de Andrade, seus
filbos, genros, noraenetos, convidam sos
cus prenles e amigos para astislirem as
miesas que por alma ta sen prezado ma-
ride, pai, aogroe uto, Franc^st'o Bolelbo de Aa
draae, mandam rezar na matriz da Boa Vista,
no dia 30 do presente, 30" de sea pasFarcento,
pelas 8 lleras da manb, confeesando-se desde
jl agradecidos.
f
vigario Joo Rodrlitaesda CdM'a^
SSo convidados os pareles, amigos e paro-
chunos do vigario Jo5o Rodrigues da Cos:a para
assistir a mes do settmo dia que por sea alma
se presta o Revro. vigario de Santo Arlooio a
celebrar s 7 1/2 da manb de sai*nade 30 de
Jucho, na igrfja d? S. Panta'eo no Mon'.eiro.
inloatio Francisco do leau*
A mnlber, mi, filbos. irmS, conhados e sobri-
nbos de Antonio Francisco de Jess, agradecem
aos amigos qoe dienaram-se a condnzir o sen
cadver para o cemiterlo, e de novo convidam
para assisdr as mic-sas do stimo dia do seu
oassamenlo, que sero celebradas na matrii do
Lixoelro, pelas 5 boras da manb do dia 2 ae
Julbo, e na do Monteiro, pelas 7 boras da ma-
nfla.
kmd
Precisa se de nma ama para cosichir; na rn3
de Pedrc Affanso n 4 (aritua da Praia).
Ama
Precisase de nma ama para casa de familia :
a tratar na ruada Palma n. 77.
Ai!CCu
Ua pes.'oa compeleaumcLle babitada e
grunle pratica, iffirece-s para rebeber cootas
e administrar qoafquer trabalbo ; tratar na
uada P-il.-c-i n. na. ________________
Ao comsnorcio
O abaixo as ignado pede a qaem se jolgar
credor o obsequio de apresentar suas sontas at
o dia 30 do corrate, He&odo desde j avisado,
que Bndo e6te praso Cea vre e cesembarafia-
dp de qua'qoe cnus.
Recite, 26 de Junho .e 1894
U n.el do riascimento.
Ama
Precisa-se Je urna ama ; na ra Nova de Sania
Rita n. 38.
^\.J.VX*/tfo*
Preciea-ee de urna ama para cosinbar ; na ra
Velba de Santa Rila n 83.
Amas
Precisa ee de dnas sm.e, sendo urna para co-
siobe? e outra para lavar e engoormir ; a tratar
na rna de Domingos Jcs Martina (antiga da Sen-
salla) b. 80. _
llata Virgorn
AO PUBLICO
Avisamos ao Ilustrado publico, espe-
cialmente ao commercio, que para o Re-
cife seguio desta povoago, um rapaz,
sem barba, grosso, feico grosseiru, etc.,
de nome Prxedes Pinto d'Oliveira, no
intuito de obter riualquer emprego por
aquella cidade ou seus arrabaldes, qua
procedeu da seguinte forma antes de dei-
xar este povoado.
Aproveitando urna occasiao em que
o abaixo assignado estava oceupado em
sua loja ; e em que estava com a chave
( que por esquecimento deixei em urna
caixa que tenho em um dos quartos) foi
a ella, e pode, furtivamente tirar de den-
tro da mesma caixa, a quantia de un
cont e cem mil ris. Depois de ter
reconhecido rcubado, nao tendo scienci
quem foi o autor ; procurei indagar e pela
mesma indagaco, pude descobrir que
aquel le fino larapio andava trocando no-
tas de cem e duzentos mil ris.
Indo a elle, pude entretanto .obter oito-
centos e noventa e cinco mil ris.
E' apenas para o publico reconhecer o
bello proced ment do digno rapaz, que
faco esta declara5o..
Matta-Virgem, 15 de Junbo de 1894,
Manoel Luiz da Silva.
Ama
Na rm de niao d. 1, preciea-ee de urna
ama para todo servico, para casa de pequea fa-
ojia._________________________________
Professora
Precsa-se de urna professora, que d attesta-
do de suas habilitages, para ensinar em casa
de familia em um engenbo, prximo a esta-
Cao da Escada, as materias seguintes: Por-
tuguez, francez, arithmetica, geocraphia. mu-
sica theorica, solfejo e trabalhos de agulna.
Paga-se bom ordenado.
Para informagOes, ra Mrquez da Olinda
n. 56, Ia andan_______________________________
AttenQao
Qaem tiver ama casa commercial oa Industria
de qualqoer ramo, e qoeira vender oa admittir
nm socio com capital, deixe carta no escriptorio
desta folba com as lnlciaes S. M.
Feitor
No engenbo Minas Novas da freguezia de Oa-
melleira, dietinte da estaco de Ribelrao ama
legoa, preciee-se de am feitor para cuidar de
servidos de campo ; a tratar all au no Recife
raa Marques de Olinda o, 56, Io andar. ^Sfe
Boneeas de louf a com
molas a 1:000 a duzia.
Brim preto de linho
a 600 o covado.
Vende-se na ra da
Iiperatri-, 78.______^_
Bichas de Ham burgo
Vende-se em granees ts peqamas porgte
pplica-se ventosas seccas e sarjadafj; na raa
as Larangeir;s n. 14-
TINTURA NICA
i_.9-*-a._.'tt*_iest
P*a a BA.RSA e o o_.____0
(Cm *6 frasco) sem preparapio alguna oam Ui|
Pars, -Xiiox,, Rui lafaybttb, 53
fcso I
i
'
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I
,
I

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sHHCa.
-.--.
it-n-ni ~**i*4tm.
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w
I 1^(1 -ai aaaaaaaaaaaailia^BHB^aaaBaMBJ
......

$
V
repre
TIEO. JO
Casa de commisses e
sentages
EXPOSICA
DOM [MPLE?e SQBTIMEHTO DE
de innmeras fahxicas de lodos os paizes da Europa
das duaa merieas, de toda especie de mercaduras, de
machinas e materia prima.
Deposito do afamado cCREOLfM OESsfeor des-
infectante ecp-aiiecitio.
Deposito da beza conbecida QDQNTINA do
Dr. H. Rirde!.
Diario de Pernamhoco Sesla-felra 9 te I mi lio de 1894
-retaso & Xrnaao
Ra doBareo de Triumpho ns. 100 104
e ra do ViscoiHe de Jtaparica ns. 2 e 4
GOMMUNICAM a seas narrerosos reguezss que tem em deposito e rrce-
bem legnlarcente da Joropa e Ame ica todos os machiotamcs e ferrsgecs prfsa
agricultura d'cste Estado come cejam ;
MACHINAS a vapor de forca de 4 10 cavallos.
CALDEIRA mu!t ubulres de todc o* tamanhoa.
MESDAS s meis solidas do mercado e *5e diferentei teme c bou
TA1XAS de ferro batido e tundido.
RODAS D'AQA.
RODAS DENTADAS direitas e togulares.
CBIVACS de ferro fundiio e batido.
BOMBAS dfi rppucho de difJrcotei eystemaa.
LCOMOVEIS da diversos taiaanhoB.
MACHINAS de descarocar algodSo.
CANOS de ferrn g^lvacisados, pintados e de ebur bo.
ENCARREGAM-SE do qualquer concert para u que tam sosa officina
be: montdas e oum bastarte peesoal e dirigidos por ous er.genheiros bastante pra
tic ja e eoabaddo*.
MANDAM vir da E-ji-opa o oaecnegam-se da ontagero de Usinas e Ros-
tibC.JJes, garactem eu* b6a quahdada e auciionsmento no pr^vam cot ta diver-
ue tem montado.
VENDEM h preso oa a diinhero com descont a a precoa resumidos*
maravilua curativa
ixanst
ft. Hamphreys de Nova te
A Ve.ciadeira "/aravitru do Ser- >
APPEOVADA E LICEKCIADA
eln tas*c:taria Oral JlnpcHo il Brnri'.
> M
jera as
>*lur *, vorra-iura., ou I-ttc-racOa
Honca o ; .ngue. fju |*ra.- a fiiflarnmaoo. m
u India-;..:, timo de&corarneulo,efasa&rai a fe''
coiao >ir ci '.can "o.
A IU"Mvll'u dirruir i allrrlo piumpto.
iur rpida para OueliijaOi.ras. Zaraltladuraa.
uelmadura de Sol.ee superior a qual<,u*r ouot
A fficrnTiihii Cuntir I re paga ve! pe i
5pdasesHor.rrliaKln. neja do Narlx, lea iiIt.
ios raliriow. do Kt toniago, os a nrnn.rrb-.Wr- oa
4Unorrcl:n&3cura mprf a nunca faiha-
, i: -.-- ., t"> *r--~.
a"MinTiJ* e% e precioso cara Dcra imi* J"?'S V-T^x1. r *
Klgidez naa Jonlas on r^nart.
A >T;. vllkn *rillrA to-gfvti nt TW
P'-r Eanulnc-ueia. *.gl:ia. Vuiyv*** i^chr^s^
uJI.-unmadaa- aerrpf- ecgiro, sJhpre ffDr^i.
A Mnrevllhe CerMiva Je moJto .^_
^..-Yio lnleT;e pfirn n l':i'.?rrri. a ]>K',(ea mj r
Florej lrraaewi. e oirros eorrlfl^ritoa acijiUwcr.
.> Mr*mv1 f'.rr^rl-'kTraa. CbajraAP^fli;*. MMMemaa i'^rKt
'"o, Ccllt-s. Fr'riri.". Ju-mjcIC9 Eifiocrea
A MuraTi'hn CnvHliTarrmeJiopToajp*.
r-ara Dlarroea ?:n.r]e^ o da Dlarrhoi i'iroica
A M^rnvilbn Ccrutlvn ^zceHeme a:.
rj*retwtr!a# e Cavullj'ica'. parn roreedurB, I^,
Picaduras foladuraa. Cont *.', Laccraci.. JU
Especialididss o I*. ai^cparsTS.
Tui/ncuto ItZaraviUivatH
Kemwaoi S;?L!i1elcats
"resoto Votorlnai-iix
C M:in:r.l f.o Vr. Rniaphr\;y* *. jv^lrisfi-^v.r;.
c ao sru liof lea* Je o*i i
UJMPHUEVS' BIKDtOINatCXk.
18 Fallen S-ti, tOCtf TOKH.
UN OS AGENTES
Para vendan em grosso eua
P-r-aatn!uco
Faria Sobrinho IC.
Especiajidade


RIEER
Frtnk furt /./M///r,

/Come -o tncCfyz, mux> pctfeit
de- Veda .o c^4c^4c oifct'te.
Depsitos nasprincipaes
gs Perfumaras ,T)rogarias il
PrPharmacias *&?? do Brazif!
Sabao transparente cristalino
Ayisj ao respeitaTel publico que se acha no mercado
oraa imitafao milito inferior ao* meu sabao cristalino, uni-
versa Imen te conhecido e qae 6 inuito mais caro do que a
miaba produeco, visto nao ter duracao alguraa e alem disso
mito prejudicial liygieno.
f.i "ir o verdad-eiro sabao exija-se sempre minha
firma.
W. JTiiegar, Fr.ikfnrta. Maio.
FASTAZU8
E' l:ndo o sortimeot) de teoidos sendo
impossivel de se descrevttr a grande va
r>edsde de teaides de fantaeia, aedas,
12a, Qf-CBOuk, Cflrabrtic.b brancas e de ci-
res ; pede-Be ao pobiion em gert-I e Prioei-
palmeate as Esmts. fri)ias de visitaren] o
Congrego das Damas
Carvalho & Aiu.eida
KUA DO CABUOa' d. 8 e 10
Telephone 196
Lrqaes de Gze e Vonas
Ultimas covidadea de Paria recebeu o
Congresso das Dawas
Galoes e Guarnicd* s
f)om vidrho e sein vidrilbo f-cuba de
recebar liado sortimeoto o
GQNGRXSSO _BAS IAMAS
WHISKY'
Roy al Blend marca VADO
Este escellente Wbieky Escoces ore-
ferivoi ao oograo oa aguurddeote ommt
par ortidear o co- no.
Veo de-se realbo nos meior^a arma-
aens de raolh-dos.
Pede Roval Blend parca Viiv,
ujo aome e e-rbiema sio registrados pr
cdo o Brasil.
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Cirurgiao dentista
Contina com o seu consultorio ra
Baro da Victoria n. 54.
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b
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FOZSQBIXM
tN
; g
POR
A7ISS ES K3HrS?l
IRTE
SEHTHA E RENATO
4 A
tvos
"Conlicu*co)
O accordes do piano haviam-sa extic-
iva o palpitar impetuoso
do coraco do I
rfloctio rjutSo pela primeira vez ua
ia do p^.; que dr.
Teve medo.
K.iirou a tremer como varas verdes; a
ixaOj porm, tranoalliaon-a um tanto
ou quanto.
Lembrc ,,m tioua inimigos
e como nuDca urna palavra Iba fr pro-
i .ni ada ao ouvido por outros labios que
fosBflm os de seu marido, nem sequer
lne surgi no espirito a idea d que al-
a enamorado desconhec'do bouvesse
litado e armado smeliante ciiada.
i tranquilla^ pois, esperou. Decorreu
j, pouco uiais ou manos, um quarto
bota sem ser reRijompido o silencio
iinava eir. torno. Onusto da pobre
i ora tornou anto a assaital-a ; a sua
renunciando soluco que all fra bus-
car.
Da repente abrio-se a porta pela qual
Bertha entrara pouco antes. A Sra. de
Croy mal pode comprimir am grito de es-
panto, mostrando ao mesmo tempo no ros-
to a expressao de mximo assombro. Esta
expressao, porm, modificou-se quasi
instantneamente.'
Bertba reconhecra o recem-chegado
So Ja wster, ginger, ale, iiraSo, Israrjafc
onraolo, abacexis, granadina^ groseii,
baoniiha, horteia piments, ate. te
12-A-CAES DO CAP.BABIBE J2-A
icllis
De ra^a
BILHARES
No Louvre encontra-se
grande sortimento destes
artigos por precos mdicos.
i I-BM i', DE Ii|0-20
Francisco Gurgel & Irmo
ri>
Cada pe^a.
cortinados
do 4 000 ?. 1O0O e !fJ20l
^e ven(
le
::oin
sr;ns e
Oaxias
5o
56 e 58 Ru Duque de
Telephone n, 210
Loja e armazem das Esli
e58
las
Vende-se na ra do
meicio n. 26-^
Om-
ea-tJi
teda forrada do seda cor de folhas seccas,
e que era o mais encantador boudojr que
se podia imaginar.
Circula va este boudoir, illu minado por
um candieiro de alabastro pendente do
tecto, um divn rauito baixo.
Renato pegou na mo de Bertha e fel-a
sentar-se. J
Senhora condessa^disse-lbe elle em
seguida, queira tirar d'seu chale e o seu
Era Renato de Savenay, que se inclina va chapeo... Aqui nenhum ouvido indiscret
! n com para vel
O transpareole em decido?, para ;a ictsasdc
S:iso AntoDio, S. JoSo e 8. Ferro, vinbo ce
olflo que vndrro Cosa Lima & C. roa rio
Amorico n. 37.
Aos Srs. propcietarios
Vendemse coia gr.e 'Terenca dos setnaps
'pccs rio mercao, B?Dle|o9 com iad:s ifl'p.s o
sorp'ehrn.Jenea dB.;ecbos, no lar^t A* Aifao-
drta s. 2.

diante dalla com o aspecto do mais hu-
milde e absoluto respeito.
O Sr. de Savenay !... murmurou
ella. Aqui!...
Renato levou um dedo aos labios para
ihe recommendar que se calasse.
Depois avancou dous passos e disse- lhe
em voz baixa :
Quer fazer-me a honra de aceitar o
meu braco, Sr. coudessa?
Aonde quer levar-me ? perg-untou
Bertha, no mesmo tom.
A inuito perto d'aqui.... mas pego-
1 he que nao me interrogue ueste momen-
to. .. Poderiam ouvir-nos e importan-
tissimo que ninguem suspeite da sua pre-J
senca.
Vel-o-hei ? murmurou Bwtha com
voz quasi extincta.
Ha de vel-o... vamos. ..
Pertha apoiou-se no braco que lhe offe-
B o Sf. de Savenay, a sanio com elle
do gabinete para o vestbulo.
Apezar da sua commojao, notou de
passagem ter-se fechado sem ruido a porta
que dava para o jardim.
No extremo do vestbulo havia urna es-
cada, que conduzia ao primeiro andar, e
com os degros icobertos por um bello ta-
pete.
Renato e a sua companheira subiram a
escada, em seguida percorreram um cor-
impotente parar combatel-o redor muito comprido, e final o Sr. de
,0dg que ae lavautou paraa retjrar Savenay introdnzio a condewa n'uma casa
pode expiar-nos, e eu vstou prompto a
responder a todas as pergnntas que julgar
conveniente dirigir-me.
Machinalmente, e tambera para dar um
pouco de ar cabeca, que lhe parecia ar-
der, e ao p-ito devras oppresso, fez Ber-
tha o que Renato dissra. Quer dizer :
deixou cahir o chale e desatou as fitas do
chapeo.
Valha-me Deus murmurou ella era
seguida. Sito tantas as coustis que desejo
perguntar-lhe, tenho o espirito, em tao
grande confas3o, que nem sci por onde bei
de comejar.
Renato Fine!inou-se novamonte, di-
zendo :
Esperare:, Sra. condossa. .
Aps um momento de silencio, prose-
guio Bertha :
Nao ignora da certo o motivo que
me conduzio arroi V
. Com effeito, nao o ignoro, replicou
o mancebo.
Talvez saiba tambem quem o au-
tor destacara. ; accresc'entou a Sra. de
Croy, apresentando a Renato a carta ano-
nyraa que mostramos aos leitores.
Sou eu, responden com a maior
tranquillidade o Sr. de Savenay.
Berthajefitou-o com manifest assom-
bro.
tom
O senhor !..
qne provava
exclamou ella n'um
claramente a grande
difficuldade que sentia em dar crdito s
palavras que ouvia pronunciar.
Eu mesmo... affinv.ou Renato, in-
clinando-se pela tei'ceira vez.
O senhor. o amigo de meu ma-
rido ...
Sou-o anda mais de V. Exc.
E esta carta a expressao absouta
da verdade?
Da verdade mais litteral.
Logo, esfa casa...
E' o thea'ro habitual dad orgias do
Sr. de Croy.
E acha-se aqui neste momento ?
Nao, minha senhora .. retirou-se
pouco antes de V. Exc. chegar... mas
creia que nao tardar em voltar e que en-
tilo finar convencida.
Nao sei se devo agradecer-lhe o que
fez, disse Bertha, erguendo os olhos para
o tr. de Savenay. O senhor diz-se raeu
amigo c patenteia o abysrao em que cahio
meu marido... mas nao ter o Senhor
contribuido um pouco para esse abysmo
se abrir ?.. .. Eu creio firmemente que, se
Henrique o nao tivesse nunca conhecido,
bastantes rgonhas e dores teriam sido
poupadas, tanto a elle como a mim.
Isto foi dito com urna dignidade t"o
8ngella e commovente, que Renato sentio
urna especia de abalo e prestes a surgir-
lhe do lodacal da alma e do coracilo um
santimento muito semelhante ao ramorso.
Este movimento bom, porm, durou
pouco.
Sra. condesa, murmurou elle, vejo
que injusta para commigo ; a'ccusa-me
de ter contribuido para a perdigo do Sr.
de Croy, e eu juro-lhe que pelo contrario
em todas as occasies e Com todo o meu
poder tenho lutado sempre contra a peri-
gosa torrente que o arrastava... Os meus
esorcos forana sempre inuteis e afinal tive
de me confessar vencido.
Quero crel-o... Mas porque razio,
44RA BA8A0
achinas a vapor -
Moendas
Rodas d'a
0 TRUMPH0-
S
gua
t'ixas moci :a e batida
A
m
l

:iiullLL.ll 1M13 M________
Convida a seus freguezes para que veuham aproveitas**
os saldos que ficaram do anno passado. e que se
estao liquidando no anno novo, visto como o que
se receber este anuo custar o dobro do que se
vende ; a saber:
Cortea de Linn bordados a 150OCO e 90,5000.
Ditoa de cachemira ricamente enfitad(s a veladoa 25$00C s SC't'OCG
Ditos de cretoae da alsassia a 25000.
Cachemira de duas larguras da 25000 a 800 reia o covado.
M*dapolSo tcierioaoo a 10S0O0 a pass.
Dito oom u*n metro de largara a 14i"00.
Voiles lioc.'asimos deserbes a 200 res o covado.
Meltons para roapa de bomem a 155 Casemiras inglesas a 3$000 e 3<5"O0 o covado.
Ganga para coberta a 240 reia.
Cretoce de 700 a 320 rei.
Guardanapoa de 6t5000 a 3000 a dozio.
Bramantes de bobo com 10 palmos de largara a 90800 a vsra.
Fichas a 500 reis nm.
Babados boi dados do c8r u 600 e 800 reia
Cortes de fust3o rara collete a 1J.O0.
Lindi'simos tecidos arrendados de cor para
o metro.
AlgodSo americano 55COO, 6f$000 e 7#000 a pe-.a.
Espj*!"cs par sesbor a 4^000.
dem para moninas a 9>J500.
To illas de fuatao a 6$500 reis a dasia.
Flanella para vestido, lindas desenhos a 400 e 500 reis.
Herioa pretos com dus largaras de ^(5000 a 800 reia o covado
Sargelica de todas as cores a 240 nis o covado.
Linons de cores, lindissimos padrSes a 240 reis o covado.
Flanella de quadrrs a 500 reis o cevado.
FustSo b.aoco linos desenhos de 25000, 800 e I<5000.
Randas Etcoceaas a 320 reis o covado.
Par.ro da Costa letrado para mesa a ijJGOO o covdo.
Cortinados do crochet a l SO 0 e 85000.
Setms de cores a fio'O e 15000 reia.
Cobertores a IfSOO ssst
Assim como muitos dutro* artigos qvse
grande reduc^ao de presos.
Grande quaotiJads de retamos de chitas
{ans.
>
i
-

.
>
:-
visto fallar-me ha pouco do interesse que I
eu lhe inspirava, porque razo me nao!
preven!o mais cedo ?
Ah minha senhora, uin tristissi-
mo papel o de delator !...
Nio obstante, aceitn boje este pa-
pel...
Renato corou at menina dos olhos.
Hesitei por muito tempo, creia. Mas
chegou afinal o momento em que deixei
de poder ter mao em mim... Nao pude ;
e o motivo que me impellia era tito pode-
roso, que lhe teria sacrificado tudo.
Renato hesitou.
Nao me coraprehende, balbuciuu em
seguida, porque nao faz idea do que se
passa em mim... nao me comprahende,
porque ignora...
E Renato interrompeu-se.
O que? disse a condessa... Queira
dizer...
A physionomia do mancebo passou suc-
cessivamente da cor da purpura mais
excessiva pallidez.
Os labios agitaram-se-ihe quaes os de
um mudo esfbrcando-se debalde por arti-
cular urna palavra que nao pode sahir-lhe
da garganta contrahida.
Bertha, sob o influxo da ingenuidade
candida da sua pirreza anglica, nto
previa o pertgo, e por isso nto se assus-
tava.'
Mas o que ?... repetio ella.
Esta inlerrogaco, porm, extinguio-se
n'um grito de terror.
A audacia de Renato por um momento
paralysada, readquirira o seu dominio.
Renato ajoelhra-se aos ps da condessa
e pronunciara as terriveis e ameajadoras
palavras :
Amo-a !
Por i::i momento permanece i P
como que fulminada.
ha.
A incrivel audacia dot'Sr. de-Savenay
paralysra-a. A sua alma (]vdia-,;.: en-
tra o pasmo e o terror, mals]ii6 deixaado
iiberdade de reflectr. V .
Fura attrahida a urna citada : j nao
podTa duvidar, e a cilada fr-a armada
com infernal habilidade. \
A infeliz senhora achava-se quell\ ho--
ra da noite, naquella bairro afastad^'iflo
centro da cidade, a sos com aquella "jrj-
raem. em cujo clhar, pouco antes r-esp ,
toso e submisso, via ento urna chamma
insultante.
Aquella mancebo, aquella devasso,
aquelle estroina, nao combinara com tanta
arte, com taraanha paciencia o seu infa-
me projecto, para se limitar a ficar em
meio caminho. Conseguir o seu intento ;
empolgra a presa.
Cora toda a certeza, no a deixaria es-
capar ; e nao recuaria ante cousa alg-uma
para saciar a pa'xito, cujos rdanles refle-
xos lhe illuminavam sinistramente o rosto.

%


-
-..
'i
a
Amo-a
O boudoir
repetio Rcasc.
Em poucos segundos disse a Sr?. de
Croy para corasigo tudo que acabamos da
narrar.-
Julgou-se portanto meio perdida; e
comtudojurou combater emquanto Deas
lhe conservasse forjas para a luta, e nao
ceder com vida.
Do seu coraco subi ao co urna sup-
plica, curta, mas fervorosa; e mal for-
mulou as ultimas palavras desta supplica,
pareceu-lhe sentir no rosto a aza do sea
anjo da guarda.
(Contina).
i
Tro. do Diario, ra Duque de Casias 42
r
Ea5"
1


Full Text
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