Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19194


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Full Text
Alfil EiXX
jTfojntlngro 2)4 de
19 Vi
DIARIO
RMMBUCO
PSOPRJSB&BS BS M&KOSX. TOf BR0& BI ? ABX& & FISOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 8J000
Por seis mezes adiantados. 15$000
Por um anno adiantado .... 30|>000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS, J)E PUBLICARES NA FRAN-
CA E INGLATERRA j
Os Srs Mayence Favre & C.*, residentes em Pars18 rae de
La Grange Batelire
INSTRUCCAO POPULAR
EBUCACO
:-:::s::::(sosal s psisica
HERBERT SPENCER
CAPITULO IV
A Educaco Physica
Desconliccc z vcrdade de que assim
como no fato toda a vitalidade Be gasta no i res-
cimento assim como na enanca a despeza
de vitalidade cm crascimento lamanha que
nao deixa seno urna parcella muito pequea
para qualquer outra acgao inlellectual i u phy-
sica: assim tambem durante a infancia e a ado-
lescencia, o cresciraento 6 a exigencia domi-
nante qual todas as outras sao subordinadas'
exigencia nos ordena o emprego de muitas
forras e no justica a ausencia de nenhuma;
exigencia, que, portanto, restringe a acco do
corpo e do espirito proporcionalmente rapidez
do crecimento exigencia que pnmlte as
actividades intelleduaes e phy sicas augfhenta-
reni na raso ayeres to grau do cresuinento.
A raziio em que se baseia aeducago de alta
pressfto que ella o resultado da phase pas-
msada da nossa civilisacio. Nos tempps prii-
tivos, quando o ataque e a defeza constitu aire-
as principaes actividades^sociaes, o vigor pjiv-
sico com a sua coi agem correspondente era -o
ideal; c- entao a. educaco era quasi toda com-
pletamente physica: a cultura do 'espirito des-
curava se e a(^,-como Das pocas leudaos,'era
tratada com desprezo.
Talvez coisa alguma aprcssar mais a poca
em que o corpo e o espirito hao'de ser cuida-
dos adequadamente como a diffnsao da trenca
de que a conservago da saude um dec'cr.
Pouca gente parece saber que ha urna coisa
chamada a moralidade physica. Geralraent&as
palavras e as acces dos liomens suppem a
da de que elles leem a liberuade de tratarem
do corpo como Ibes aprouwr. Os males:provo-
cados pela desobediencia aos ili-tames -da Na-
tureza, consideram-os elles como simples acci-
dentes: nao como efleitos de um procedimento
mais cu menos vicioso. Posto que as ms
consequencias infligidas sobre aquellea que
n'ellas incorrem e sobre as gerajes futuras
sejam Dor vezes to grandes como as que re-
sultarn de um crime, elles nao pensam que so
por forma alguma criminosos. Verdade 6 que,
por exemplo, no caso de embriaguez, o vicio 6
recouhecido como urna transgresso physica;
mas parece que ninguem infere d'aqui, que se
esta transgresso viciosa, tambem o e toda
a transgresso physica. O fado que todas
as infracces das leis da saude sao peccadus
pkysicos. Quando isto fr visto por toda a gente,
ento, mas antes nao de certo, receber.i a edu-
caco physica da mocidade a attenyo que ella
merece.
( Fim )
REI.VHIRIO apresenfadoao Evm.
Sr. Dr. Governador do Estado
pelo Dr. procurador geral sobre
os trabalhos do ministerio pu-
blico.
(Continuadlo)
rela^o dos processos que foram
submettidos a fulgamento as ses-
s5es do jury do municipio de se-
rinhem no anno de i893
I.* sessao10 de Maio de 18g 3
Processos :
Reo, Jos Aureliano de Freitas, aecusado por
crime de ferimentos, condemnado a 3 mezes e
15 dias de priso simples e as custas, cuja
sentenca cumprio.
Reo, Paulo Jos Soberano, aecusado por cri-
me de fenmenlo, condemnado a 3 mezes c 15
das de priso simples, cuja sentenca cumprio-
2 dia da l. sessao de 1893 12 de
Maio
Reo, Alfredo Garcez Atves de Lima, aecusado
por crime de bomicidio, condemnado a 17 an-
nos e 6 mezes de priso simples e as custas,
de cuja sentenca appellou.
Reo, Manoel Teixeira Lima, aecusado por cri-
me de-homicidio, condemnado a 7 anuos de pri-
so simples e as custas, de cuja sentenca ap-
pellou.
3." dia da /.* sessaoI y de Maio de
i893
Reo, Trujano Femandes da Rocha, aecusado
por crime de noruicMio, absolvido e posto em
liberdade.
Reo, Joo.Lconillo'dos Santos, aecusado por
crime de homicidio,; condemnado a pena de 7
annos* de priso sirftples e as custas, de cuja
sentenfa appellou o r6o.
Reo, Jos^i Loandro Frrroira, aecusado por cri-
me dei.furto'de cavaJtos," condemnado a 8 mezes
e 5 (fias de priso' simples, cuja sen tenga cum-
prio-
2.* sessao de i8gg:'-'tjV Agosto
Processos : Uniflo preparado
Reo, Laurfano Augusto;da Silva, aecusado
porcrime.de homicidio, co*ndemnado a 7 annos
de priso siaipleye as custas, de cuja senten-
ca appellou o reo.
Serinhem, 28 de Fevereirode 189i.
MA*PAdos trabalhos da promotoria pu-
blica do Municipio de Itamb durante o anno de
1893.
PARTEQFF1C1AL
Govcrno do Estado de Pernam-
bucu
Em uJIU tinento aos despachos do dia 19 de'Ju-
nho de 1894
.Bacharel Pedro Wanderley Jacques. juiz de
direito do municipio do Cabo, pediudo justiiica-
gSo de faltas. Justifique. Depois de notado
ua secciio do archivo, remotla-se ao Sr. Dr. Ins-
pector do Thesouro para os devldos flus.
Francisco Fontoura Brito, sentenciado, pedin-
do para regressar para a Casa de Detenco.
Imleferido.
Jos Eugenio Pacheco, offerecendo durante
seis mezes urna sua casa para servir de estaclo
telegraphica. Ao Sr. Dr. Prefeito do munici-
pio de Serinhem para que se digne de infor-
mar. ,
Bacharel Bernardina M irr.nlio, juiz de dire-
lc do municipio do Brejo, pedindo remogo para
o deltio Formoso. -Como requer.
Bacharel Sebasao Ildefonso do Reg Barros,
juiz de direito do municipio, de Buique idem
dem. Prejudicado.
Bachurel T-boma/. Soriano de Souza, Juiz de
direil.i o municipio de Salgueiro, idem idem.
Preiu licado.
Bacharel Francisco Botelho de Andrade juiz
dcdirit) do municipio] de Ingazeira, idem
idem.Prejudicado.
Bacharel Francia o S v, < Paes Barreto, juiz
de dirc 1 do municipio de Bom.Conselho, idem
idee. -rrejudica.h.
Bacharel Antonio Cezario Cardoso Ayres,
idem idem. -Prejudicado.
Bacharel Arthur da Silva Reg, juiz de Di-
reito do municipio de Taquaritega,idem dem.
Prejudicado.
Empreza de Obras Publicas do Brazil, pe-
dindo pagamento do aluguel do predio sito
ra do Dr. Jos Marianon.2, referente ao mez
de Abril.-Informe o Dr. Inspector do Thesouro
do Estado.
Fre Jos de Santa Julia Botelho, D. Abbade
do Mosteiro de S Bento, pedindo urna morato-
ria para pagar o que est a dever fazenda.
Em face do artigo 57 da Constituigo do Estado
allccj a este governo competencia para conce-
der o que requer o peticionario, jme dever.i
dirigir-se ao Congresso.
Secretaria do Governo do Estado de Pernam-
buco, 23 de Junbo de i89i.
O ajudante do parteiro,
A. da Fonseca.
Thesouro do Estado de Per-
nambueo
Despachos do dia 22 de Junho de 189 i
Contas do corpo de polica, oflicio do director
da Escola Normal, Rita de Cassia de Oliveira
Lobo e outros, e Silva Guiraares 4 CInfor-
me o Sr. Dr. contador.
Contas de Isabel Peretti Seve e Miguel Jos
dos Prazeres.Haja vista o Sr. Dr. procurador
fiscal.
Antonia Amalia dos Santos, Farias A Almeida,
Jos Maria Seve e outros.-A' secgo do Conten-
cioso.
Samarcos & C, Antonio Francisco de Salles
Dutra, Manoel Jos Martins e Manoel Paulo dos
Santos.Informe o Sr. Dr. administrador da Re-
cebedoria.
23
Contas da questura policial, Companhia San-
ta Thereza, Joo Baptista do Amaral e Manoel
Joaquini da Costa Cavalcaute.Informe o Sr. Dr.
contador. -
Banco Emissor de Peroambuco.-Dirija-se.a
S. Exc. o Sr. Dr. governador. nos termos do art
144 do Regulamento de 2 de Julho de 1879.
Jos da As8umpg5o Oliveira.Volte Rece-
bedoria.
Antonio Lutz da Silva, branles &.C., Argo
Barreto de M. Reg e Paulina Maria do Espirito-
Santo. Haia vista o Dr. procurador fiscal.
Gruz Mello & Irmos, Alexandrina Mara Viei-
ra, Maia & Rezende e contas da Recebedoria.
Ao Contencioio.
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EXTERIOR
Itamb, 20 de Fevereiro de 1894.
O promotor publico interino,
Joaquim Monteiro Quedes Gondtm.
Contina.
EUROPA
Heipanlia
O mioieterio Sagasta. sua posl*
gao perante as cortes e -em tan-
oameoto oa boatos de criseVota-
cSo do bill> de iademnidade
Resposta de Martnez Campos no
Senado s aecnsaedea do general
Paulo sobre a qaesto de Mehlla
Aggrava-se a sltnajao destaDe-
clarajao do governo no sentido de
qne ser executado e accordo de
MarrocosRjnoncia ao projecto da
um eoopreatimoZjrilla concita 03
republicanos accao e aliianc/i
com a Igreja\88ignatora do tra-
tado com a Rassia CaostrnccSo
de estradas de ferroSappresas
de qaarentena dos productos por-
tugaeies Accordo do gove no
c:m o Banco de Hespanna e unas
conseqaeociaR provafeis Desfal-
que n'esse BancoA eaqoadra e o
conflicto lazo oraiileiro Outros
fados;
Apesar dos ataques demasiadamente vehe-
mentes da opposicao conservadora, o gabinete
Sagasta vai conaegoiodo, rajas a energa e ao
tacto deste estadista, ssh r-se das difficaldades.
O bil de Indemnidad^ foi ja votado pelo
senado, a qnestSo dos tratados est prestes a
ser resolvida, faltando apenas rever as ultimas
reclamaces ; e finalmente o modns-vlvendi*
commerclal concluido entre a Franca e a Hes-
panba foi approvado pelas corles bespaabolas.
O referido presidente do conaelbo de minis-
tros declaron no senado que a obstruccao ado-
ptada agora pela cmara dos deputados, em op-
posicSo ao governo, tem por canea a ruptura
das relaces commerclaes entre a Hespanba e a
Allemaoba.
O deputado Robledo, com eSeito, coodemnoo
a poltica commercial seguida pelo Sr. Sagasta.
Alm disso, pede a demirso do gabinete, por
ser o culpado das divergencias polticas e c-
elas partidarias no reino.
Apesar da attitnde acensada e da opposicao
do ebefe do grupo reformista alil indicadas, nao
ba fundamento nos boatos de crise ministerial
que tem corrido estes ltimos das.
O general Martnez CampoB responden no
senado aos ataques do general Paulo sobre a
questao de Melllla.
As galeras maoifestaram-se francamente,
dando entbusissticos vivas ao exercito.
O governo Igualmente declaran as cortes que
o tratado de Marrocos serla ezecutado de accor-
do com as clausulas estipuladas pelo Sr. Mart-
nez Campos, Junto ao soltao ; e, no caso con-
trario, seriam a respetto tomadas todas as me*
didas militares.
Oa deputados republicanos e carlistas apre-
sentaram projecto innovando sobre o proceaso
criminal.
I O governo deliberan renunciar o projecto
de um emprestimo, esperando realizar econo-
ma.' no prximo exercicio.
Foi publicada urna caria de Zorrilla, cha-
mando os republicanos accao e advogaado a
allianca com a Igreja.
Foi asaignado o tratado de ommerclo en-
tre a Haspanba e a Rassla.
Durante o anno prximo passado, foram
inauguradas no reino as llnbaa de estradas de
ferro :
De Pueite Gem Linares, 107 kilmetros.
De AlcojCaojiia, 5i dem.
De San Cebnan de Muda Cillatnayor, 17
idem e S75 metro*.
De Valencia Rafelbunol, 15 dem.
De Guarnica a Pedernales, 9 idem e 500 me-
tros.
De Jtiva Albalda, 29 Idem.
De Hueaca Jaca, 111 idem.
De Elgoibar Deva, 13 idem e 500 metros.
De Bonar Cis ierna, 2. idem.
De Igualada i. Martorel, 38 Idem.
De Piaseocia Harvs, 56 idem.
De Ja ja a Caspa, 39 idem.
De Valencia a Torrente, 8 idem e 420 metros
De Las Arenas a Plencla. 15 dem.
Resolta, pas, um total de 534:695 metros,
oceupandu, por esae facto, a Haspanba o quarto
lagar entre as diversas uacOes europeas, como
se pode verificar pela seguinte estalisllca :
NacSes Metros
inaugurados
Rassia 1.536.000
Allemanba 641.778
Franca 613.365
Hespanba 534.695
Italia 339.384
Austria 251.450
Haogna 172.899
Paizes Baixos 38.000
Suisea 23.030
Blgica 2.180
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados
Por am anno adiantado .... 33#0<3
Numero avulso do mesmo da. fl(
Numero avulso de dias anteriores. J200
au
dito em ronia rorrete at
lbCes de (ocos.
Com estes recursos fica baiiilltado a sailsfazer
os seos malsi nstantes comoromissos pila nao
passar pelas forcas candnas dos negociadores
do emprestimo, qne nSo perdem orna eO occa-
fiaopara oimpor.
Alm disso, o governo protela a asslgnatura
do emprestimo, e lanc* mo de todos os expe-
dientes de occa8ao, para obter melbores condi-
ce8; mas, por mais que faca, tem fatalmente
de se conformar com tlgonus das exigencias, a
n8o ser que queira consolidar os bllhetes do the-
Bouro, em poder dos seua portadores, sem q:e
estes Ibe deem o coo^eoumento.
Com o Banco de Heapinba, tambem alguma
couaa poder conseguir no sectldo de retardar
qualquer resolcco deBniiva, mas pela mi von-
tade que bcuve em abrir ago a o crdito de 75
milnoes de pesetas, ja o governo rscoobeceu
que nao p6de contar com mais conceasfes por
este lado, apezar de ter promeiido que em tro-
ca deste ultimo eervigo o Banco de Hespanba
podesse eatabelecer urna succursal em Prx pa-
ra o aervico da divida externa.
No Banco de Hespanba acaba de descobrir-
se nm desfalque, a respeito do qual diz El lm-
parcial o segumte:
Na manhS do da 15, o Banco de Hespanba
den conbecimento ao juizo de instroeco de que,
ao proceder ao balanco do dia anterior, tinb
encontrado urna differeoca de 15:C00 pezetaa
(2:000*000 de ria) entre o escriptorado nos II-
vros dos negocios em giro e as importancias en-
tradas na calxs,
AnteB de dar este paseo, o governador do Bac-
co, Sr. Gullon e os viee-joveroadores, Srs. Fa-
rias e Ciudad, estiveram trabalbando, afim de
averiguar a ongem da referida differeoca, ebe-
gaodo a persuadir-se de que se tratava. nio de
um erro, mas sim d'om desfalque, nao Ibes
sendo possivel determinar desde logo o autor.
Parece que as 15:C00 pesetas de differenca
co:resp;ndiam a urna letra enviada para Barce-
lona, de que era posauidor um Individuo chama-
do Garca y Garca, que fot immediatamente cha-
mado a prestar declarages.
0 Sr. Garca, interrogado pe o juiz, minif.s-
tou que elle tmba entrado com as 15:000 peze-
taa e para prova apresentou a letra que se ven-
flcou ser verdadeira, depois de ser submettida
a um rigoroso exame.
O caixeiro que se nao recorda da ter vbIo o
possuidor da letra e assegura que a importao-
cia n&o den entrada, dndole a clrcnmsUncia
de que n^aquelle dia nao se tinba dado letra no
valor de 15.000 pezetas, mas outras de impor-
tanclaa malores e menores.
ff letra de que se trata estava escripturida em
alguna livros e em outros 1 ao, e o taiSo que se
entrega na caixa para recolber a letra nao ap-
pareceu, Ignorando-se se a letra .se pagou ou se
foi sub rbida.
lato o qoe ainda nao poode por em limpo o
juiz, pois que at esta madrugada nao se tinba
realiaado priso aleuma.
Durante a ta*de de hontem prestaram declara-
c0e8 todos os escreventes e empregados do Ban-
co, qoe tratam de letras e da caixa.
0 juiz teve qoe suspender es suas investiga-
coes s 7 da nolte, e dirigi a sua alinelo a
outros assompto8 do da.
Julga-9 qne o assumpto ser esclarecido .
A Bpcca orgao do Sr : Cnovas del Castillo
em artigo editorial eccopoo-ae do actual cooflic-
to luso-braslle'ro. e depo's de varias coneidera-
cOes referentes aos motivos determinantes, e Se
frisar a importancia do rompimento diplomtico
pela importancia das qneetSes de direito inter-
nacional com qoe elle se relaciona, conclue ues-
tes termos :
Quanto ao desenlace do cocnelo, o mai-
provavel qoe em serenando um tanto as pai-
xoes, se resolva pacificamente.
Ao presidente Pelxoto restam j poneos me-
zes do poder, e o seu successor eleiio, o Dr.
Prndente de Mo-aes, nSo participar de certo
dos rancores, mu explicaveis por outra parle,
do aetual ebefe do Estado, o qual tee de sus
tentar porflada lula, qne por mais de urna vez
parecen que ia resolver-se contra elle.
E alpm disto, ba orna razo mu poderosa.
Nenhuma das duas nacOes tem interessea em
inlmisar fe com a ootra, e sim deve tel-o em
viver em boa barmonia com ella.
Sem fallar nos lagos de sansue. unem-as vn-
culos commerciaea de importancia, e a sitoacao
econmica em qoe ambas, por diversos motivos,
se encontram, impede-as de se comprometieren]
em esteris e perigosas aventuras.
Mas antes desta conclusas ootou a poca :
Nao tem, poia, fundamento serio a attitnde
do Brasil, e explica-ae que as sympatbias das
potencias e as da opiniSo publica estejam ao
lado de Portugal- .
E' de crer que, se em vez do vlsinno reino, se
tratasse de urna grande potencia, nao tivesse
adoptado o governo do Rio de Janeiro attitode
to irada, qual, mais do qoe factos p3sitivoi,
a levaram sem duvida a suapeitas de que Por-
tugal sympatbi9ava com os partidarios de urna
restauracao monarchica no antigo imperio dos
BragaaC38. ...
O lluatrado publicista, porm, nao tem ra:ao
nesae asserto. Sa, ante de conalgnal-o, se ti-
vesae detido na rememoraco da bistoria, esta
Ibe indicara que a inconsciencia do scu con-
cello nSo alcanca ao Brasil.
Este, quando ferido em sua dignidade, nao
distingue o pequeo do grande, de sorte que em
Biiuacao a8aim preBaiva, expeoio paasaporlea a
legaco portugueza. tambem expeda loglater-
imite de 74e Maysa at a aMac<
del les, Malaqola-, e que m costarvava IiMm
entre o povoe defa:to ae taaiawra at pala
mundo intelro. co no provaa aa dujtjOw 4a T-
cito, Saetooio e Virgilio, qaa j Suasm.
Este descendente de AbraMo, cata M* ae
David nao liaba por objecto salvaraaaoas a pava
de Israel e de Jad* do poder de tasa laiaUos e
oppressorea immediitM.
Seu dominio la aer universal.
Suas mensagens eraa para a Hataca.
Seu povo devia aer o de toa a Tarra.
E mnit j claramente aaUva ata prsvata alo
ao na jurada promesaa do Creaaar aa Taataiac
do povo sacerdotal, cotas ea repetid aa taaaa-
racOes propbetlcas, duraato 1800 aaaos, e M
quaes basta-nos lembrar estas;
Todas aa genles O aerviro- (Faaaaa
LXXI.)
Pede me e Ea te darel aa nacoes ea tai
beranca e.em laa pstceasae aa exireaMadea *
ierra. (Paalmo 11)
Bis ah o dei por taatoaaaaa aaa pevaa.
por Capltia e por acetre a guatea. Em tm
cbamaris 10 a am povo aae ala cookeczaa.
(laLV.4,5.)
Levanta-te. esclirece-te, Jerasala. aerara
ebegou a tua los e a gloria da SenDor naecea.
sobre ti... K anda-la as geutee na laa las e
oa res andarlo no esplendor do lea
to. (Is. LX, 1,4.1
Ei8 aqu estoo Es qae te
lus das gentes abra de aerea ta a
Eo envo ate altima extremidade
Oa res te verlo, os principea ae
ellea te adoraro por caaaa do
LXIX, 6, 7.)
Todos os poras, todas u iribaa,
liognas o servirj. (Din. Vil, 13,14.)
E os povoa concorrerlo a Elle, e as
em turmas se darlo presea por licfeofar... >
liliqueas, IV, 13. ;
Assim. nota, a miaslo de Jeaaa Carate ni* m
crcmacrevta casa de Israel.
O aea Evaogelbo devia ser pregado a toa*
mundo, e a sua pas,a pas eme excede a toda
o entendimiento era para todos oa oosseua de
boa vontade que querea li?.-emente brear Ha)
agua da vida que Ibes livremtnte off recia.
Assim, nlo seno natural ajee eati faete Ma-
se um dos qae Deaa oa ana PrevMeacta r~
se reafirmar logo depois do naadaeotj
sus.
rrlncipe dos Jadeos, nucido
disso as coodicoes as mata humildes, o i
se sujeitado s ordenacoes marcadas aa Lea ias>
saica quanto aos recemnaacidoa. coao vwmo
nos Ca nulos antecdeme, oottvel qae Kaa
o seguate acto de sea vida, tal qaal 00a Bar-
rada pelos Evangelistas, aeja o oe receaer a bo-
rneo? cero, a adoraco dsaaellea qae ao Maajia-
quo Oneoie entregavaa ae peaqaiu da acaaa-
C1&
Nao era am simples de*ceadeaM de David de
que se tratava : era do CMdactoi das aaplaa,
da luz do mondo, aae aos veio ensioar aae a
Amor de Dos igual ao Amor do prona, aaa
nos veio faser verdaderaaaeoie llbos *e Deaaa
irmos nos dos oatro,' acabando, utate terree*,
com todas as barreiras eoire aa aactea da ter-
Esta homeosgem dss nscOea ao Cb'isto da
Deas est representada na bisiona oe
visita dos Magos, Uo cara aosaa laagici
Dis S. Matneus:
Tendo, pois, nascido Jeaos ea Belea oa Mi-
da em lempo do rei Heredes, eis qae vieraa do
Oriente nos magos a Jerasalea, disuade: Onde
est o rei dos judos que nascido T paraaa aos
vimos no Oriente a saa estrella, e vieaas a ado-
r"sta visita dos Magos Palestina por eceaatao
do nasclmento de Jeaos. tem dado oceasttea
moila discuaso entre ctmtios e os c&aaaaaa
racionalistas. Qaaoto aals profaado peeil,
o estudo dos pomos coutroversos, aseos davtaa
nra deixa no espirito sobre a BdrUdade da narra-
Uva do Evangelista. __.. .
A expreeslo ssaa (4'oude vea aa|i
origem csbldsica, ao qae aa eapaad; re|
de certo a dasse sacerdotal, e por coas
tambem a classe calta e illaatrada aee 1
persas, cabldos e outros poves do Orleate
nlo e os conseibeiroa dos res, aas^asjaua^c
conductores do povo, e nio raramate caefi
suas re voltas. nicos ministros da retigloM
7. noastro, oceupades ea manler o logo aigil
de Ormozd e em combaler ADriman, exeroaa
eraode Influeuca, acudo alm disso boateo
sadoe na scencia. Como iMaaeilea wiMjel,
porm, nlo ae procorava nes'a o lado prao,
que o seu carcter distiu;Uvo de bojo. j,***
gos estodavam e3pecialmeoie a Astr^oaate a
por meio do ccobecimeato dos grao>s ao
meos celestea procuravam prever acoJUtiiaaa-
los no futuro, saas moiBcacoes por aeso m
ageicia8 espiritaaea e mys e oaaa. joto
ron osem conjectoraB taes, qoe aooal, ctagaraa
a pasaar por magtcos adiv nooa, fcitijair.-a.
Eotretanto o abaso de seas saetcasatas acontecen com os pbarlaeo--) ola aaa deve aaar
condemnar a classe como era. "I*"
capivei'O doa jadeos em Babyionia, ella decar-
to gozava de toda a coosideraele. O pjaaa
Jeremas (XXXIX, 3, 13) Mere-se alsiiaaf
como am dos magoales do rei, e qae ara pna-
cipal Msgo. A esu classa sppellaram '&*-
dooozor oara a soloco do sono qae teve (I H-
U. 113/ e tambem Ba'tbazar, para a latera?
lafilo das palavras escripias na parede d n
do banquete, para cojo servlco aaadra aa
os vasos ssgrsdos qoe Nsbacoeaoaor tramen
do templo de Jerasalea. BsHhasar_ daa^ aa

ra para o sen ministro pela queaila Christe, uu iKUlv,v u<- .t..
rompendo com elia as suas relojOas, e portauto grande grito, diz o Propneta, e dmooo
nao tendo duas medidas para aquilatar offensas. trar os mgicos, cabldose i**'*" !"\
RELIGO
O total de metras inaugurados na Europa de
4.152.751.
O jornal ofBcial publica acbar-se suppn-
mida a quareotena imposta s procedencias de
Portugal, cujos productos j alo admitlidos
em livre transito, o que n&i era permittido des-
de o appareclmeoto da epidemia em Lisboa.
A situago contina a sggravar-se em Me-
lllla.
Os Kabylas mostram-se cada vez mais aggre?-
slvos e ouatava em Tnger qoe o aaltlo Moulei-
Hassan na vi a fallecido.
Attinge j a avnltada somua a eubscrlp
glo nacional abena no reino paja se erigir um
monumento ao illoslre patriota Kossotb.
Por canua da3 disposicOes relativas a enter-
ras, tem bavido desordena entre catbollcos e li-
vres pensadores em Bilbao.
Do conQicto que travaram, resultoa grande
numero de (eridoe de parte a parle.
Violento temporal desabou sobre Castilla,
cansando enormss prejolzos.
O governo conseguio do Banco de Hespaa
nba que foasem reformados os bilbetes do the-
souro, que se vencem no crreme mes, na Im-
portancia de 340 milboes de pesetas eaomei-
mo tempo esta diligenciando oblar am novo cre-
A Infancia de Iesas ChrUto
OS MAGOS DO ORIENTE-A FGIDA
PARA O EGYTO
Trataremos neate capitulo de dons dos impor-
tan es-asBumptos da Infancia do Salvador: a
adorajlD d .8 Magos Como ji di88emos na Iotroducso, toda a bisa
toria do po7oa'Israel to. apenas o exemplo da
misericordia e da justica divina que seriam ma-
nifestados de nm modo mais claro em tampo op-
portuno. ... _.
De3de a prlmeira desobediencia do bomem e
castigo que receben, foi-lbe felta a prome6sa do
segundo AdSo qoe viria inulilisar o tffelto da-
quelle castigo ; e ee beu que aates de se rsve
lar plenamente esta segunda creaco fosse pre-
ciso mostear n'am pjvo que olle nSo plesal-
var-se apenaB com a le moral, e 8em a graca
de Deus, a revelajlo nao podia limita'-se a esse
povo,mas devia esteader-se a toda a bamam-
dade.
A promesaa do Carlsto, do Messias, nao cin-
gio-se aos descendentes carnaes do Abrabo.
A este mesmo atrlarcba Deas prome'.teu que
o faria pai de ama oacao onmjru-lsslma e pj-
derosiaaima e qae as afies da trra nio de ser
bemdita3 nelle, (Gau.,XVIII, 17, 18), repetia-
do depois a promesaa, com juramento :
Multiplicurei a tua linhagem como 2as es-
t-ellaa do cea... E serio abenpadas na lu
geraco tolas as gentes da Ierra (Gu., XVIU
14), promesaa qne foi reiterada a Ja?oo e que
tol conservada viva, aob ama frma.cu ootra, pox
os sabios de Babyloola O araana .
ta Daniel salva-os da morte e iaterprau o eacn-
pto terrtvelj aeodo principe tw awycao,
dos encantadores, doscabldose dat a como elle mesmo no-lo dti (Doa. f). DaUia
v qoe na Babyionia, pelo aeoos. loica oa l-
meos sabios, tato versados aa accactoaasjaa-
rsl ersm msgicos, cacaasadoree, eahi. esa a
sgooreiroe .sobretodo os oaa procan a
os destinos da btmanidae e literaretrar aa
problemas do fatoro. .
O texto sagrado alo nosdizdeaaaaori _it
Oriente veram caaes magos; e aa v*"**
conslderava-se Oriente ludo o qae neaea a
do Jordao. al o Bupbrate. Trad'C*^'
meaos supersticiosas os nuemttr teataaai-
versos. Mas em toda a preaeat J^^
diam de paizes onde baviaa pera !2*"Z!
deus em captiveiro, onde por *^**1-"!
dieco messisnica em geate lio 9*&*
com os mysterief do fataro, de^arsaaBr
impressio. ._* _. _
Tambem nio tem valor a legenda qae ara
tres e todoa ellea rea. A ^"f*0 w2
at dado 08 nomos (Gaspar, Melenio- e Baizaa-
zar) as rsess, aa Idades o a apoareacu peanai.
De ficta, na Cathedral de Coiama na A
nba. aiada mostram ao devo'o, oa tres
dos Magos, a.* alloga-ae tarea rtde
toa peto bispo Reiosldo. no XII aecaio.
dos para Coostaotinopls, e dalli para
onde foram transportados para a
bre o Rbeoo.
Que a espectaliva do Maaalta,oi_
iotercarso com os ^aaeaa aa
causa, era geral ao Orteaae. vna-ao a"
prios escriplorea pa**- "'^J^JlZaaBi.
traordinsrio qae algaM Mi0*'.."'"!'? \Z7Zl
quisadores dea cot
aSft
oacOea e do sioaMa.
esperassem alfim granda
aotaon

11 k iMBiafcrsltfc

h-r-r-:-------- ..' *'," ..' .'. -' +
r
. U|
I





9
Diario de Pcrnanbnco Domingo 24 de aluuJio de 1804
de si
tena celarte Ja que elle* acrediuvan em
ratrntoaa Heicao otra porientos mu 10 moni. K oa* saova-
Jaatte pjrHoto foase oes'.e caao ama < estrella
{gaii importante pheaemeao astronmico
ni mito poaaivel, juUmraelin.; poib nao b-
faBUiaJo, oropheta e tilQj da Naanoataara,-*
mgfii de Aoranaovisto a estrella de lacob
XX'V, 1") qoaudo Balas, rei de Mj*o.
a ion onamal o exoreMamenle para araaMi-
1 o poo eacolbido, e elle o abencooo f Sj-
laa'.e propbecia, treie tcalos aates de
fiarislo, devia ser uioito correte em todo o
.te, como o e*am oatraa, que taato traba-
sjfcavam a su a imaginacao.
(n todo o caso, diz nos o Evangelista qoe
jixam da: Oade esta o Hei dos jadeas que aaaci-
4? po'qae cas vimos ao Oriente a sua estrella
Mmos adoral-o .
Observemos, aates de nos occaparmos da e-
Qestla que os magos nao tlobam davida sob-e
carcter do recem-nascido, ou da estrella ou
jiniiininTiT celeste qae Ibes apparecera na sua
rea: nem tao pouco tinham elles perplextd
i -aobre a trra! o pas em qae nascea o Rei dos
na: o mico poni que nao Ibes lora rev-
j inda, era o do loes I do nascimeato, nos do
pjiH governados por Herodes.
Para elles, M.goa, aquella estrella, como diz-
saM o texto, era a sua, a estrella do Mustias, a
foe Me perteocia, a qoe se rereria a elle seiruu
aka,u a reveligao qae tlveram, oa os principios
dbtaaa astronoma e os clcalos qae por ventara
sjreram, oa segundo taaibem as tradicOes cor
reate obre a espectativa geral, nesia poca, de
sas Heasias qoe vinna reformar o mando,
jwai sabe at, se os M'Kos eram da aotiga Aff-
arria, se nao conbeciam a probecia das setenta
tamaas de Daniel, qae tanto os ajodaria a rizar
4tiempo do apparecimeato do Ungido do Seabor
bb leraaalem ? (Dan. IX. 24).
Xas qae estrella era esta ?
lacerto nada ae pode afirmar. Moitos chrs-
Saos eatendem qae era ama estrella maravilbosa,
sspeclal, qae eio guiando os Magos a Jerasa-
1'. e qae di-b os foi guiando ootra ve at
jtrar ere cima da cava em que eslava o Meo ne
B; acham t&o fcil on 1S0 dicil iato, como
astro qua'quer desvio das leis da natureta com
Riacho a esta estrella.
S,m temos tambem duvida sobre este oltimo
a>aoto. Mas nao so o texto nao josiiUca seme-
fetate inierpretacao.-que nem tem o me-ito de
ser liiteral. como somos dos qae entendem
e devemos sempre procurar interpretar o
nato sagrado chamando em seo auxilio toda a
mes pesmvel. que multas vetea 6 bem ponca I
(teste caso da estrella que oa M^goa viram nn
Oriente d-se na facto, qae sem aser de^aopa-
de todo as difficaldades do assumpto, n >
xa de ser. pelo menos, ama coincide cu
losMmo notavel e como tal digna da seria
Biderac.D qae tem reces sabios astrnomos e
Jjtjffoa.
Em OutuD'O de 160* um discpulo de Kepler
wrvou ama estrella de primelra magnitnde,
issimo brilbante e falseando cores diversas^
Mi a sea celebrado mestre averigaou qoe a 17
i Oeiembro de 1603 occorrera orna coojunctao
i aoas grandes planeta, Jpiter e Saturno oo
do zodiacal dos Peixea e no trgono d'agua
aJCancer. Scorpiao e Peixes.) Qualro oa cinco
aeses depoia apparecea a dita estrella ao p de
QfMcbo, entre Marte e 8atarno. at que euo
arco de 1608 foi mingaando de brtluo, at des-
crecer. .
Ora, sabendo da importancia qne e3te celebre
fjheaomeno rieve ter aas imaginares dos orien-
taes, qau Kepler examinar se a estrella do.-
Siagos nao terla sido a meama de que esta agora
* o reapDareci-nento E>,la conjauccSo repo-
sat-ie de viote em viou annos, mas em cad
(aeraos aanos os aoas planetas passau para
oitro trgono e se reonem novamente depoi-
q[e paasam por todo o odiaco, o cabo de 79i
*Qas, 4 meies e 14 das. Calculoo, pois. Ke-
ffieqaaodo se tena dado oaquelle lempo orna
eaniao gao e acbo que se dea urna oo anno de
3tfc7 pfteoomeoo se repeuo a 27 de Oulubro e a 12
e Novembro do mesmo anno. Este eticlo d-
iefder foi revisto e aporovado com ligeiras rao-
MSca$6eg da data pelos observatorios de S. Pe-
asrsbargo e de GreeDWicn. (*)
Ora, se oa Magos vinbim, coto se suppoe, da
*ctiga Asyria, onde tinham vivida tantos ra"
.res de Jadeos, elles tertam gasto na sua via-
^m ans quatro oo cinco metes,como os Jo-
din qoaodo de volta do captiveiro. Bxplica-ee.
fMs, qoe elles viram o pbpnomeoo na eua trra
Tieram logo a Jeras^lm onde pergaUraiE
a.de eslava o Meuiao qoe nascea Ret dos Ja -
Ci,e,como veremos adiante. logo que soobe-
12 qae era em Belm, sete kilmetros apenas
ffrusa'm, partiram, e eis qae de repente
-.ra.ai no co a mesoia estrella e caram por uso
cs^T^mamente jubilosos.
jLssiro nm facto, ji bastante sobrenatural, fica
jw^Teitamente expllcavel pela propria 8Ciencia
asKleraa, sem precisarmos recorrer a pbantasia
at^tjTDa, nem tornarmos mais difficil o aobreua*
ara! qae j encerra.
Atinai de contas digno de Deus que Elle em
jreeoa assim a natareza para guiar a oosao Se
afear J:sas Cnriato aquelie3 que esto procuran
4o ai mesma natureta ama revelado mais cla-a
? Deas e de sua Verdade. Es3a licao sy.coo-
Jet maito mais profunda do qne a qae ios da-
ria o mero jogo arQitrario dos pbenomenos na*
.S-eaes.
Accresce neste caso da qaa nos occapamoe
jtk eotre os Jun a o trgono de P<*ixes foi sem-
swe considerado como aqoelle sob caja prote.--
fio estava a ana trra. Mais anda : elles ac.-t-
Sttavam que umacoojnacQo de grandes plan-
i-: p-ecedera ao uascimeutode Moyss, e muitoa
ranos abara, e talvez anda I ojo maBtenbam esta Ira-
ecao, e vamos dar disto ama prova.
um seclo antes de Redor later os seas calen-
tac, o celebre Kaobi Abarbanel (motto em 1308).
?ammeatanda o livro deDaoiel, uiz que a con-
ia'.\-o de Salomo om Jpiter vem sempre
-.''upanhida de algam acoatecimeoto extrao--
a\ao. e depois de mostrar qae o 8/gno fixes a coastellafio sob cuja protsejo se
caam os deslaos de Israel, di qae boae tal
ciajaocco tres annos antes do nascimento de
loyse ; e por igual motivo o llabbi osperava o
Jf?3ias quando se dase a sfguime, qae seria
MU.
O qae ba de maia notavel aind* nesta con-
g-gaccao. e nesta filsi espectativa de Abarbonel,
4 fae a poca do penomeoo qae attrabio os
Habeos a Jeroaalm, tal qoal a xa matbexa-
cameote a sciencia, precisamente no terceiro
ssoo antes de qae boje a critica mais rigorosa
atarea como a poca do nascimento do Salvador,
e iato sem o auxilio deste pQenomeno.
Nao se qoer dizer coa tato qae esto desbra-
TiEd toias as difficoldade8 do asaompto : ] o
aoe se pode provar, porem, mostra qu^ nao pre-
-cwamos recorrer inteiramente ao aobreoatural
para Fabirmoa desaas diffisuldades. Dir se-ba
^ae sanimos das difcaldades da f para cabir-
os na asiroloeu. Mas tal oSo ba, pcis, como
sais aiia; te mostra-emos, o proprio texW
4a Evangelista que nao autor sa absulotameate
* legendaque bouve ama estrella qae acompa-
araoo corpreamente oa Magos al qae paroa em
dan do berso de Conato. E qoaoio aatrolo
gia, ae por isso te enteade a'ioQoencia de cer'.o;
wrtentos celestes, ecorrelacao dellescom graa-
<8 factos biatoricoa, c >osa em que a bamanl-
**de tem sempre acreditado, Poderiamos citar
qae dizem sobre iato Lacano, Saet aio e Sene
a, e iembrar qae morto Jelio Cesar foi declara-
Ao deas por sappor-se qae saa alma emigrara
>ara orna eatrella qoe ento apparecera. O gran-
4e bistoriador Niebabr, qae oingaem de certu
-Caanra por credal) oa supersticioso, admltte que
raades catastropbea pbysicas e pbeDomeuos
axtrao'dioarios da natareza teem sempre acom'
facbado os grandes acinteclrneotoa na biston
a nomera,iaterpretemos como qnfzermos este
facto. {**)
.Entre os Cbaldoa e seas vizinbos e berdelros
a>ofle-se avaliar da importancia deatea pbeaome-
ts, e por consegointe da ferosimilbsnc de vi-
em Magoa a Jerasalm qae tiabam visto na -ui
erra ama tadicacao celeste do naacimaato do
Hite esperado reformador, qae seria ao mesmo
iemp; Rei dosJodis-
Continaemoa o oossa narrativa.
Os Mago ebegaram a Jeras o Rei dos Jadoi, qae qaeriam adorar.
fitt o Evangelbo eolio:
E o Rji H troles, ouv.ad) isto sa iuboa ; e
toda Jerasalm com elie. t. coavoeaono todos
oa pnacipe loa saoardrtss e o escnois no
pov j lies oereantava oo ie bavia de oascer o
Cnrisio. E elles loe disseraa : em Belm de
Jila, -oo-qo assim eu esvipto p-lo propbeta :
S ia Belo, ierra de Juia, cao a a de me-
nos coasi leracio entre as p'inuoaes de Jud,
pjrqua di ti sabir o Coadact >r qae ba de co n4
na ciar o men novo de hnel Smao Herodes
leoi-j ctiaaido secreta-na j:e os sas'OS inqaeru
dflles cjm ioto o cuiaio. que lemoo navia qoe
Ins ^ooarec^-a a "streili. E enviando lies a
B'-lTi. dissIbes: lie mfj'mai vos be a qae
menino esse; e depois qae o boaverdes acba-
do, viude-ms dte- para eu ir tambem adoral o. >
Podemo- imigioar oem qaai aao lena sido a
coosteraago qae a oa>icia da ebegada destea
Magos, que procuraa o o Ra dos Jadis, ca-
sara ao velbo de:rep'to e croento Herodas ; e o
alvoroco qae pnduxira em toda a Je*asalm.
(Gaotioaai
MEDICIN
XX
O Estes pbeoomeooa sao devidos talvet a
ajaensaaco-nbastOes de h drogeneo. V. Guel-
fJHnta. Os Gos; e Hamboldt, II.
*, i';tle0.s da Hisloru ae Roma, II, 103.
Febre amar ellaTypo continuo rpido
Vomito negro AlbuminuriaCura
pela Homoeopathia
Irmo Feliciano, leigo Franciscano,
trinta e poucos annos de idade, constitui-
dlo forte, temperamento sanguneo, est
no Brazil, ha um anno, teudo passado os
dois prtmeiros mezes na Baha e o res-
tante em Pernambuco, residindo no con-
vento de s"a Ordem, nesta cidade. De
tempos a esta parte queixava-se de um
lumbago, (rheumatismo dos msculos dos
lombos). De principios de Junho, porm,
este encommodo se foi sobremodo aggra-
vaDdo, at que, a partir do dia 3 nao s
os lombos, senao todo o dorso e membros
inferiores se achavam tomados.
'A' 4, raaego febril intensa, appare-
condo sbitamente, precedida de arrepios
em todo o corpo e seguida de dpr de ca-
bera muito forte. Neste estado continuou
at o dia 5, quando, encarregado do sen
tratamento observei, o que passo a regis-
trar : calor febril forte, uniformemente
destribuido, nunca inferior de 40 (nao
empreguei o thermometro neste caso );
pele secca,suor mordicante; congestao da
cabeca e troncoface animada, colorada,
com os vasos superficiaes da fronte a fa-
zerera relevo flor do tegumento, muito
trgidos, batendo visivelmente a distan-
cia ; labios tumefeitos, rubros, sceos; a
fac3 anterior do tronco avermelhada;
muita sede, bebendo muito de cada vez ;
lingua turva, esbrauquicada; irisao de
vent e.
Queixava-se muito da cabeca e das
dores na costa e membros inferiores, que
se aggravavam com os movimentos no
leito. A respiraco era accelerada, -lta,
envida i distancia, com 3G movimentos
por minuto ; pulso forte, vibrante, a 100 ;
ourinas vermelhas; insomnia.
Nem o figado nem o baco sSo conges-
tos.
Diagnostico Febre amar ella e p res-
ere vo Bryonia da 5 pot., para tomar 1
colher das de sopa de 2 em 2 horas. Die-
ta-caldo de gallinha simples.
Dia 6O mesmo estado. Lingua sec-
ca, como lixa, em toda a sua extenso.
Bell., e Metal!., alb. da 5".* ambos, al-
ternativamente, de 2 em 2 horas um dos
dois.
A mesma dieta.
Dia 7Lingua hmida. As dores de
cabeca, tronco e membros diminuidas; a
febre, sem descontinuar, com a mesma
intensidade, dia e noite; auzeccia de
transpiraco cutnea. Bryon. e SaVfW.,
alb. da 5, alternadamente.*
Dieta a mesma.
Dia 8Nenhuma modificoslo. Pede-
me um purgante para exonerar os intes-
tinos, opponho-me fortemente.
Cerca das 10 horas da' manha vomita
um caldo, vem tincto de um pouco de
sangue.
A mesma dieta e medicagilo.
Dia g Vomito negro, de manha,
abundante, cor de infusao forte de caf,
com grumos como borra do mesmo caf,
no fundo do vaso.
As 9 horas do dia, venho encontrar o
doente nauseoso, queixando-se muito do
estomago; a face perder aquelle co-
lorido e animacito dos das antecedentes,
estava paluda, abatida ; o pulso depres-
sivel, menos frequente, 70 batimentos,
respiraco pouco accelerada, silenciosa ;
transpiraco fra ao longo do ante-braco,
e fronte ; calor normal.
Persistem a sede e a priso de ventre.
Mando aviar com presteza urna formu-
la de argentum nitri da 3.' pot. para sea
applicada de 2 era 2 horas, as colheres. O
doente insta por um msio purgativo, de-
termino (para nao contrarial-o, em abso-
luto), que se Ihe conceda um clyster,
que produzio effeito abundante.
Cessa o estado nauseoso logo aps a pri-
miira colherada de arguntium-nitri,nao
reproduzem-se os vmitos.
Dia 10.Temperatura um pouco abai-
xo mesmo da normal. Continua o aba-
timento. Ourinas esj)essas, muito sobre-
carregadas de bile; trato-a pelo acido
azotico e pelo calor :.ibundantc precipi-
tado albuminoso ; nuzeucia dos vmitos.
O doente sente-sa bsm.
Dia 11.Apenas algum abatimento ;
ourinas sempre biliosas e albuminosas.
Dormio bem a noite antecedente.
ilantenho como medicacao-argentium
nitr.
Dieta, caldos de carne engrossados com
araruta
Dia 12. Conjuuctivas ligeiramente
amarelladas.
Ourina ainda muito biliosa, albumi-
nosa.
PrescrevoMetall., alb 5.a pot., 1 co-
lher de 3 em 3 horas.
Dieta -mingaos, caldos, sopas, meio
clice de vinho do Porto, duas vezes
ao dia.
Da 14 Ourina j sem bile ; preci-
pitado albuminoso quasi nullo.
Prescrevo mais urna formula de \1-
tal., alb., 30.1 pot., 3 colheres ao dia.
Permitto o leite como parte das refeijOes.
Dahi em diante accentua-se a convale-
cen;a. Liberaliso a dieta. A 17 sus-
pendo toda a medicacao. A' conselho mea
segu dias depois o irmo Feliciano a con-
valescer em um sitio dos Frades Capu-
chinhos na Colonia Santa Izabel.
Hontem publicavamos nos a cura pela
homeopathia de um caso de Ttano
traumtico, seguida de grangrena ; da-
mos hoje a estampa o de um caso de
Febre amarella, com vomito preto con-
seguido ainda pelos |mesmos procesaos
homceopathicos.
Se o methodo therapeutico que ra
taes pro vas de si, nao se impe esti da
e respeito pblicos, nao ae eleva altura
de um methodo scientifico, e nao enno-
brece quelles que o pratteara : nao ha
outro de certo que se possa apresentar
com taes credenciaos.
Com o vagar que nos permittem os
nossos affazeres, vamos atrando luz da
publicidade os factos que a clnica ho-
rnceopathica nos vai forneceudo n'esta ci-
dade: estes, ou sao verdadeiros ou falsos:
se falsos devem ser contestados, se ver-
dadeiros por quu nao confessar-se o valor
scientifico da homceopathia ? !
O diaguostico da febre amarella nao
ha de ser contestado no caso vertente.
O apparelho agudo da febre no pariodo
inicial, com fluxoes para a cabaca e tron-
co, lingua secca, rachialgia intensa, ty-
po continuo do movimento febril : de-
viain desde logona excluso de grave
affecco inflatnmatoria para os orgos
da cabeca e tronco, inclinar o espiritj
do pratico sobre o roorbus que nos oceu-
pa, tanto mais quando estavam appare-
cendo casos de febre amarella entre nos,
e o individuo de quem se trata era um
estrangeiro, recentemente chegado, ou
anda nao acclimado em nosso paiz. Por
isso, estabeleci desde o met primero
exame o diagnosti o que :'- marcha da
molestia veio confirmar. Quando, po-
rm, no periodo de que fallamos podesse
restar alguma duvida sobre a legitimi-
dade do diaguostico, desapparecia de to-
do estao periodo que se lhe seguio.onde
evidenciamos tres symptomas capitae?,
que reunidos constituem um syndromi
(Veunio de symptomasj caracterstico
ou pathognomonico daquelle mal : o vo-
mito negro, a albuminurisa e, a suffuso
ictrica tarda e ligeira;das conjuuctivas
oceulares, acompanhada de grande sobte-
carga de bile as ourinas.
A febre biliosa grave pode trazer o
vomito negro, mas, nesta sao mais pre-
coces, intensos, predominantes, os symp-
tomas ictricos ; a congesto do ligado,
nunca falha; e ao passo que na febre
amarella a albuminuria symptoma
obrigado no 2- e 3' periodos esta symp-
toma negativo, ausente, na febre biliosa.
Admittindo-se, porm, que cerrados os
ouvidos ao ensinaraento clnico, ouze al-
guem systemalicamente contestar o dia-
gnostico por mira aqui estabelecido, nem
por isso desappareceria a gravidade do
caso ou a importancia da cura, desda
qne, qualquer que seja a especie prefe-
rida, chega esta ao ponto de produzir
profundas alteraces da erase sangunea
a se traduziram por vomito negro e albu-
minuria.
No summario desta exposico classifi-
quei o caso febril exposto de typo conti-
nuo rpido. Alguinas palavras a este
proposito. Baseado na observarlo clni-
ca que exerci em duas epidemias conse-
cutivas de febre amarella, no Rio de Ja-
neiro, nos meus 5- e 6* anuos mdicos, as
quaesacompanhei especialmente no ponto
de vista thermometrico,pude na these que
apresentei Faculdade (Do valor das
invesligaces tJtermomctricas no diagnos-
tico e pro gnstico dos molestias agudas
febrisJulio Mario 'Ihese de Doutora-
mcaio, Rio de Janeiro 1872) reunir os di-
versos typos thermicos daquella molestia
em tres grupos qne denominei de typo
continuo rpido, typo [continuo cuto,
typo quebrado.
a) Typo continuo rpido : caracterisado
por ascenco brusca da columna thermo-
metrica, fastigio de horas a tres ou qua-
tro dias de duraco; desfervescene a
(queda da temperatura) rpida.
(b Typo continuo lento : aseen o ther-
mometrica mais demorada do que no
typo antecedente; periodo de fastigio de
dias de duraco caracteristerisado ou por
oscillaces mnimas em torno do mximo
attingido, constituindo a forma estacio-
naria ou por oscillaces ascendentes ou
oscillacoes descendentes.
c) Typo quebrado : dois cyclos thar-
moraotricos, o primitivo caracterisado por
ascenco rpida, periodo de fastigio de
horas a dias de duracSo ; desfervescencia
continua e brusca do calor, podondo
a columna do thermometro cahir em tres
niveis possiveis : nivel physiologco, hy-
pophisiologico (forma intermitiente) ni-
vel cima do physiologco (forma re-
mitiente) O periodo de remittencia ou
de apyrexia auzencia lo calor febril)
seguido da febre secundaria ; nesta
como na febre secundaria da varila o
mximo alcancado menos elevado e
manos persistente do que no eyelo pri-
mitivo ; em' menos do que este, o secnn-
dario percorre o seu trplice estadio.
Esta classificco, que me propria,
foi bem recebida e tem sido em geral bein
acceita. A respeito d'ella diz o Dr. Joa-
quim Goncalves Ramos em sua Thase
inaugural defendida perante a Faculdade
da Medicina do Rio de Janeiro em 187 j.
Sa quasi todos os observadores, na-
cionaes e extrangeiros, estabeleceram ser
o g/o do calor desta pyrexia (febre) mais
ou menos elevado no 1." periodo, s em
1871 foi que se comecou a estudar entre
nos a sua marcha thermica. O Dr. Ser-
ra Freir (Julio Mario) foi o primeiro me-
dico que publicou o resultado de suas
investigares e ao depois foi o distincto
professor de clnica medica (Torres Ho-
mem) em suas licoes sobre a Febre ama-
rella.
O Sr. Dr, Domingos de Almeida Martins
Costa, mental idade superior, que ao de-
pois oceupou cem muita distinco um lo-
gar no corpo docente da Faculdade do
Rio de Janeiro, a proposito do mrito sci-
entifico da classificco thermica a que
submetti a febre amarella e mais traba-
lhos constantes de minha These de dou-
toramento, escreveu ,na sua o seguinte :
(Do valor das investigares thermometri-
cas no diagnostico, pro gnstico e tratamen-
to das pyrcxias qne reinam no Rio de Ja-
neiroDr. D. A. Martitis Costa7/te-
se do doutoramentoRio de Janeiro 187^)
Das nossas observacoes que concor-
data perfeitamente com as dos melhores
praticos do Rio de Janeiro, deduzimos com
o Dr. Julio Mario que a febre amarella
p )de revestir um dos trestypos seguintes:
I." typo continuo rpido, 2." typo con-
tinuo lento, 3. typo quebrado. /Tag. 65.)
Aos trabalhos de Baereusprung, Trau-
jbe, Wenderlich, Griesinger e Billroth
na AllemauaSa; Claude Brnard, Roger,
jSpielmantt: Hardy, Seo, Charcot, Hirtz
a Jaccoud, em Franca ; Tyndall, Altkin,
Sidney-Ringer e Camptou, na Inglaterra \
Costa Alvarenga, em Portugal ; Bannet-
Dowler e Seguin, nos (Catados Unidos
da America do Norte; Torres Hornera,
Faria e Julio Mario, no Brazil, deve-se
em grande parte esse desenvolvimeuto
que tera faito do thermometro o compa-
nheiro obrigado do medico no diagnos-
tico o tratamento das affecjoes febris
(pa. 13).
Finalmente, para enenrtar citaces, o
erudito professor Torres-Hcraem diz, no
seu Tratado sobre as t Febres do Ro de
Janeiro fazendo raferencta minha
classificco dos typos thermicos da febre
amarella: esta opinio do illustrado
collega tera sido acceita por todos quan-
tos se oceupam de thermometria clinica
no Rio de Janeiro.
Continua-se.
Recife, 3 da Junho de 1894.
Dr. Julio Mario.
Me Jico Homoeopatha.
REVISTA DIARIA
Offlcios de f. OfHcial do Regis-
tro Civil c I')stv:t. dos Casainen-
tos do Nuuicipiuldesta CapitalPor
neto de ii do crreme, do Sr. Dr. governador do
Estada, foi prvido na serventa vitalicia dos
officios de 1." ofKcial do registro civil e cscrivo
dos ensarnemos do municipio desta capital, o
cidadao Germano Motn, rom o pmo de 13 das
para assuiiir o respectiva exercicio.
Senada de PernambiiuoNao houve
hontem sessfto por torera apenas comparecido
os Srs. Malaqiiias Goncalvos, Lima Freir, Gon-
Calvea Fcrreir.i, Perelli, Ennirio Coulinlio, Aris-
tareno Lopjs e Velloso.
A reuniao foi presidida palo Sr Dr. Ennirio
Cesar Coulinho
O Sr, i." secretario procede leitura do se-
fuintt; expediente:
Urna pelicao da empreza do Diario nambueo, propondo-se a contr.ictiir ;i publi<*acao
dos trabalhos d0'Senado no triennio de 9o a a7.
A' eommisaao de polica
Por falta de numero o Sr. presidente declara
qu- nao ba sesaao e disaolv a reuniao.
Ferro-va de S. FraneiseoAnte-
hontein noilinlia ao lomar o irem ascendente,
em Agua Preta, um servente dessa lintia Fr-
rea, fdf-o lo desastradamente que cahiudo ticou
com urna peros ssmagada.
Vinloliontein para o Rcicifi afim da s?r re-
eoilti lo ao I0s|)itiil Pedro If, f.ill iceo o infeliz
entre as ostaces de Ipojuc-i e Cabo.
A autorid.nie coinpjiunte tomou cjahecinun-
to^io tacto.
Ainda na mesma linlia frrea, o trara da
tarde de antchonteni. do interior, chegou ao Re-
cifecom utn atraso de i horas, eni cooseqaeacia
de se ter inulilisado o injector da caldeira da
locomotiva que rebocava.'en'reUnae AgoaPre-
la, o que motivan a demora da ida de outra ma-
china para substituir aquella. .
Igreja de S. G myalo Adiando-se in-
c.oinmodadOj o Exm. e Revio. Sr. D. Manoei,
digno hispo diocesano, nao haver hoje a r.-lmi-
n8tra(ao do Santo Ctinsma n'essa-igreja, para
boje annunciada.
A elasse typo^rahpica Na Unido
do visinlio Estado da Puraliyba, o nosso ex-col-
lega f)r. Thiaao da Fonseca publicou as seguin-
tes linh i>, sob a epigraphe supri, liabas que
para aqu trasladamos, salisfazendo um pe liuo :
Ao Congresso Federal, por inteniiedio d;
um dos representantes de l'ematnhuco, vae
ser presente utna longa e b^m redigida Hensa-
frem dirigida ao poder legislativo pela corpora-
gao typographica de Peruarabuco.
O documento, estribado em dados histri-
cos e em valiosas c >nsulerac:s, reclama, para
a elasse typographica a isenro de todo o Borri-
co militar.
A idea j foi discutida em Pernambuco no
anno transacto, tendo sido submettida, em os
ltimos di is do Cougresso passado, ao exame
dos representantes federaes, gracas iniciativa
do meu amigo Dr. Jos Vicente Meira de Vas-
concelos.
N'essa oecasio escrevi no decano da im-
prensa uortista o "Diario de Pernambuco, o^ie
entao redigia e ao qual me prendem indeleveis
recordages, alguns artigos raostraudo nao s a
justica da medida reclamada pelos typographos
de Pernambuco em noma da elasse, como ai-
bem constatando as vantagens que imprensa
advino com a isencao solicita la.
N'esses artigo, que me dero ensejo a re-
c bar immerecidos agradecimentoa das ociedade
Uniao Typographica Pernambucana, salien-
lei a urgencia de una le que li.rasse os tvpo-
graplios do dever militar, o que alus nao ser
una novidade porque diversos ovemos em di-
versas epochas, Icm decretado medidas n'esse
sentido.
Em breve vai o Congresso Federal oceu-
pir-se d'essa assumpto e a elasse typographica
le todo Brazil deve acotnpanhar os satis coni-
panheiros de Pernambuco em to nobre quao
til campanln.
A nos, os jornalistas, os que necessitamo.-
de to n;cessarios auxiliares para a propagaco
de nossas ideas, a questo deve interessar por-
que, indepeudendo os typographos do servigo
militar, podem estes dedicar-se mais conada-
mente ao progresso e melhoramentos das om-
cinas era que trabalharem, secudando-nos na
difficil e eS|)inhosa misso de encaminhar devi-
damente opiniao publica.
E eu, que em Pernambuco sempre pugnei
por esse desidertum, anhelo que seja a Mensa-
gem a que alludi cima, coroada do mais feliz
xito.
Parahyba, 17 de Junho de 1894. /. Thiago da
b'unseca.
Cirur^'iao dentistaO habilissimo ci-
rurgio dentista Sr. Numa Pompilio, um dos
mais antigos e conceituados desta ciuade, con-
tinua a exercer os misteres da sua profissao,
manten loo seu gabinete dentario ra do Sa-
rao da Victoria.
Vem a ponto noticiar esse facto para de3
fazer uns boatos malvolos que em sentido
contrario ti'm sido espalbados. O Sr. Nu-
ma Pompilio est muito metliorado dos seus
incommodos, e trabalba com a mesma pericia
que antej de ser por elles assaltado.
Matine"Realisa-se, ao meio da de 29
do corrento mea no theatro Santa Izabel. a
Matioce, j annunciada. em beneficio da Sra.
D. Custodia Eufrasia de Mendonca.
ExplosoA' 20 do correle, era Bebe
ribe, n'um deposito de fogos de artificio, deu-
se urna exploso de plvora, de que resultou
a morte de urna menor de 2 annos, de nome
Thereza, fllha do dono do referido deposito Ma-
noei Augusto do Nascimento, ficando tambem
bsstante queimadas duas outras meninas.
Visitas domiciliariasDa inspecto-
ra de hygiene publica remetterara-nos o se-
guale :
O Dr. Eraigdio Montenegro visitou 28 lomi-
cilios na ra do Padre Muoiz, i. districto de S.
Jos.
Ns. 24 -l, 2 c 3o andares do 26, 30, 32, '6,
38 e 42 os apparelnos da Draynage nao eram
suopridos d agua, que a Companhia obrigada
pelo contracto fornecer, notando-se que al-
guns desses apparelhos nao tinham a indispen-
savel torneira.
Dos apparelhos infeccionadas apenas foram
encontrados funecionando regularmente os dos
predios ns. 26, 28, t andar do 30, 34 e 40.
Contra outras infraccOes'encontradas foram
feitas as inlimaces precisas que sero obser-
vadas pelo respectivo fiscal do dislricto.
PassauentoVictimado por urna con-
gesto cerebral, falleceu ante-hontetn, s 51/2
horas da tarde, o padre Joo Rodrigues da Cos-
ta, vigario da freguezia do Poco da Panella.
Natural do Estado da Parahyba, o finado ti-
nha 50 aanos de idade, grande parle dos quaes
passou era Pernambuco, onde soube fazer ami-
gos pela severidade da sua moral e carcter
nobre.
No antigo rgimen mlitou no partido con-
servador, e teve muito prestigio na parochia
de sua residencia.
0 enterro teve lugar hontem larde, saina-
do o fretro da groja de S. Pedro, onde *
tava depositado o corpo, para o cemitsrio de
Santo Amaro, sendo grande o concurso dos
oraigo3 que foram acompanhal-o at a ultima
morada.
Repou'e o seu espirito no seio de Den*.
Gabinete di Leitura Instructivo
e Recreativo Gamelleirense fc^ia
Mitiga a guintes olleras :
Pelo socio benemrito Austricliino de Andr 1-
de :
Ciumes de urna ranba, romance por D. Tor-
quato Tarrago, 1 volume brochado.
Este senhor, romance por P. de Ivock, 4 volu-
mes brochado.
Anhorismos e Pensamentos, por A A. Moraes
f.arvalho, l volume brochados.
Pelo autor o cidadao Dr.C. Bevilaqua : Tra-
eos biograpliicosAlo Desembargador J. Manocl
de Freilas, um volume brochado.
Pelo socio bene.iierito Dr. Ribeiro da Silva :
Observacoes sobre o Cdigo Criminal, p-lo
Dr. M. Meiies C. Azevedo, t volume brochado.
RevUta Acadmica da Faculdade de Direito
do Recite em 189:1, 1 volume brochado.
Estudo elementar d.- direitos de uso-fructo,
p;lo Dr. J. A. C. Cunha Mirauda, 1 volume bro-
chado.
Lisboa em camisa Dor (i. Lobato, i volume
encad- ruado.
Pelo cidadao Dr. A. M. de Hollanda :
Tres mezes de licenca, porF. de Mendonca.
Pilo socio Joo F. Cavalcante :
Mosaico Pernambuca '0. [ior !'. A. Pereir.i da
Cosm, nm volume brochado.
Contos Portugueses, por C. .iardim, um vo-
lume brochado.
Pelo cidadao Amaro Marques :
Poesas de J. N. Sal lanha, ium vulume bro-
chado.
Pelo autor cidadao: RoJrigo F. Gomos Ri-
beiro.
Nevoas matulitus, versos, nm" volume bro-
chado.
Pelo socio Dr. Moraes e Silva:
Discurso pelo Dr. J. 11. uarte Pcreira na
sessm acadmica de II de Agosto, um l'olheto.
Pelo cidadao Alexandre S. Braga :
A Lanterna Mgica (jornal).
Pelas redaeyoes :
Diario de Pernamboco, GazaJ 1 da larde,
Commercio de Pernambuco, Kra Nova-, Li-
dador, Aurora lo Cavado Lisboa).
Sahii'.im para leitura 183 vobimes e entraram
52 obras em 38 volamea.
Cimgresso Littcrario Buhemios
de aliaresFunccionou rssa aociedade
no dia 21 do corn-nte sob a presidencia do Sr
Fernando Griz, havendo dissertacto da IImm
-Que influencia ezerce o meie'obrn o ho-
nicm ? Pelo Sr. Epaminoiuhs de Aievedo.
Man lou-se agradecer s respectivas redaccOes
a remessa do .Diario de Noticias, da Dahia s
iNortiSta do Rio (runde do Norte.
Arcadia Dramtica Julio de Sant'
.ViuiaE' hoje que essa iiociedade rea isa o
seu promettido espectculo, fazendo levar sce-
na a esplendida opereta A torre em concurso-,
da lavra do Dr. Mano I de Hacedo.
I'.' le esperar qu: seja una festa brilbante.
.Missa Na teira-u-ira prxima, na ma-
triz da o.u-Vista, celebrar-se-ha una ni.-sa
em sulfragio do Dr. Antonio .1 acorn Pires.
Essa missa inandan celebrar os prenles e
amigos do mesmo finado.
Gremio Kcientiieo e I.ittnrari:
T.iliias larreto K.n sesso deantehoa-
tem. leve lugar a eleic&a da directora definiti-
va d'esse gremio, a qual ticou assim compos-
ta :
Presidente Manoei Aro (reelelto).
Vic -presidenteErnesto Paula Santos.
Io Secretario Epaminoudas de Albuquer-
que.
2 sei rehiri -Os-valdo Poggi.
Aju lanle dos secretariosEduardo de Albu-
querque
OradorDr. Luiz Gomes.
Vico-orador-Arthur Bahia.
ThesoureiroPereira da Costa Filho.
Archivista-Gregorio Bello.
Conselho supremo-Silva Oliveira, Olympic
Galvoe Wvn.lrs Martins.
Lapetite biliothciiuc mnibus
Dessa biidiotheca nos enviaram diversas pra
spe tos os Srs. Hugo & C, da Papelaria Ame-
ricana.
Agradecidos.
"Falleeimento Victima de um ataque
cerebral, reudeu a alma ao Creador, s 2 horas
da tarde de antebontera. Thoma/.ia de Aquino
do Espirito Santo, digna niii do Sr. professor
Joo de Deus e Silva, a quera senlimentamos
pelo duro golpe que acaba desoft'rer.
A memoria e o genio -''.' para 111 un,
iiz Roatta, um dogma, psychologico, que a nie-
inoria extraordinaria exclue Ojn&si sempre o
genio creador, e quelles, que teem a deisrca
de pouo possuil-i lembrem-se do -'ran ie Mon-
taigne, que esquecia a Cada mmnanto o nome
dos seus creados. E recordem-se igualmeiii
dos tantos eruditos e polyglotas que nbem di/.er
um disparate em multas lingaas a citar moitos
autores; mas que nunca peusaram em toda a
sui vida nada de novo c de grande.
hombro o Ilustre phitosopho Miiniani, qoe,
quando era ministro, poucos dias depois de ter-
me visto e tongamente fallado de um negocio,
me tinna esquecido e do meo negocio.
Alexandre Dumas (pae) pelo contrario dlSU
nao t ir jamai- esquecido urna cousa aprendida ;
e no gjro dos meus conhecimetitos, eu admire
urna senhora, de iniolligencia mediocre, que li
uha esta mesma virtudo ou esta mesma des-
ventura.
E nol'allo em vo era desventura, desde qnejo
grande fortuna o poder esquecer tantas e tristes
vicissitudes da vida e outras tantas iqjnsticu
solTridas e miserias vistas.
Magliabechi tmlia urna memoria extraordina-
ria e sabia ou estava quasi corrente com os co-
nliecimcnlos humanos dos seus teus lempos.
Um sabio fingi ter perdido um manuscripto
promplo para sabir publicado e que Magliabe-
chi lhe tinha emprestado. Elle nem por isso se
mostrou agastado, dizendo que tinha na memo-
ra todo'aquelle trabalho
A historia nos tem conservado rauilos exom-
plos de extraordinaria memoria.
0 imperador Adriano (embrava se dos nomes
todos os seus soldados e dos negocios tratados
e dos lugares visitados.
Cyro e Scypio podiam igualmente nomear
todos os seus soldados um por um. Santo An-
tonio de Padua nada esquecia do que aprenda.
Luiza de Ambery, marquesa de Charabret, sa-
bia de cor a Biblia inteira e se notara pelo
mesmo phenoineno Contarim, Martins, Guicliard
e outros.
Justo de Lipsio expunha o peito a um pu-
nhal, se no recitar de memoria os Aunaos
de Tcito coramettesse um s erro. Macedo
transcrevia todas as obras dos Santos Padres
sem ver o texto Quanto aos restantes, que
sao rauitos nos limitaremos a citar os os no-
mes de Joao Mazzuchelli, que dava noticia de
50 mil escriptores italianos ; de Mithridates que
na fallava na respectiva lingua 22 nacoes que
lhe estaram sujeitas de Pico de Mirndola,
qne teve urna conferencia de 900 coneluses ;
de Sneca que repeta dez mil noni; e de
Torquato Tasso que conservava na mente tre-
senlos ou qualroceutas es-tancias.
Julio Cesar dava audiencia, ha e dictava a
varias pessoas ao mesmo tempo ; o padre Se-
raphim de Vicenza dava impulso al 18 ama-
nuenses, dictando ao mesmo tempo diversas
materias em latim e italiano, e em verso e pro-
sa e tambem sobre argumentos apxesentados
por outros Parece muito ? Comtudo ha algu-
ma cousa de mais. Um Musi Pignotello, jo-
ven de 30 annos, em 16 H), fez e acertou em a-
ples, urna experiencia de dictar escrevendo
tambem elle mesmo, a 25 copistas em diver-
sas linguas e assumptos -diz o livro que re-
fere o Tacto na presenca de muitos senho-
es grandes, que se espantaram. Convra sa-
ber que a admiracaoera justificada I
Vinho de Bomeaux- OsSrs.Paulo Co-
mes & Cinos do restaurant ra dasLaran-
geiras n. 8 e 10, offereceram-nos urna garrafade
vinho de Bordeaux.marca Saint Judien, C. A.Mo-
nard.
Provamo-lo, e achado-o bom, recommenda-
mo-lo aos nossos leitores.
\oi vados orisinaes.-A Empreza d'A
Provincia miraoseou-noscomum exemplar, bem
mpressonas suas oificinas, dos contos Noivados
Originaes produccao litteraria do Sr. Dr. Car-
neiro filela. |
Tem esse livro.de pequeo formato,5i2 nagi-1
as c ameaa a leitura em estelo agradavel
como sos ser smpre o anctor, j beaa Coobed-
do no mondo das let'rai.
Agneceado o mimo, tesaos a suiiilIsi
que o dito livr > >::tra veada aIIMe
ox -mplar no escriptorio da simsm etapreaa.
A Equitativa-Pne n quixer pMMir awaa
apoUsn roll icar-se ao abrigo de ej^T coa-
Ira lempo, faca um .- i-^mitmiici ot Es-
tados Unidos.
Casamento civilti ie csaa-
mimtos que funciona nos dstr ta.
Grasa, Poco e Vanea, af.iioa nidia U
corrente. na repartico do r.-ipstro, k roa 4o
Imperador o. II, i- andar, editaes > sraess-
mas de casamento* dos egu11r.icosS-ralteatBS :
Seganda publicaco
(uilhenne Alberto l.idingl n. resid 1 1 aa
fregaos.! da Boa-TisU, ooai Mu ia -rei-
r, residente na IVegu-/.:a i; s. Jos*, sol'eiras
e nalur.u.'s deste Balado.
Inspectora doS." uistr.cto aari
timoRccifi, 2s ile Junho de i89%
Boleli.i.
Horas. Ten* cea! - iil > #..:' J
grada fil r-f-
6 h. 22.11. 760 lijSJ
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12 2i,ri 76'.-7 i:..
3 t. 2G\0l T -SI l-S ' :
6 25',0i 7->,-! IM1 "1
r'Tperatura aanima -.25
Temperatura Btuinn ti6
Evaporaclo era nors ao ?>l I ">. I
bra i,-3
Chuva null-i.
Uirecco do vento : SW de neu M ole al
8 li. N 111 da nianh'i, S o:n
SSW <; SW al meia noile
Veloidade atedia do vento 5"9.> per *-
gundo
Ncbulosidade ssdia 0,". i.
(.'o!i'ti;:i dj Pono
Prea-marou Dias Hora;. Altara
batia-saar
P. M. 22 Junho 7 h. C5 m. <: 1 m
R. M. M____ i .,. .
Casa de nctsne&a- -M vi.nesjss dea
presos la Casa 1! I) : !': > I < .
de i'eniamiiuco. em 22 Je ..uili' de ;>9. :
E'iistiam....... 4V
Entraram....... 3
Sahiram....... i
Existein....... \ii
A saber
Sadoaacj....... M|
Mulheres....... 3
Eslrangi'os...... 13
Mulheres.......
Total .
Anaaiaasa
Rons .
Doeoles .
Laasaa.
Loaeas. .
m
7
3
i
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Total.......
Movimento da i-nTeraiaria.
Tiverarn alia :
An lr# MuiihI dos S?alo.
Jos Alexandria -iJa.
.Maiu.tl Tbcsli '
Ceiuiteriopu.*>Ho-i< lo ia U
de Junho de MR.
Esllicr Sabino. '
Antonio.
Podro Nstor ismbaco,
16 annos. aeileii isla.
1 lacar, Pernantbi1 i n4 .
Maximiano i!.i :
nado, s. .!
Osear Goncalves Coimbra, 1-Vrnamtiaca, 1 aa-
no, Recife
Solero, rcrnaaibo o, '!
S.-v Tino M. do I
anuos, vuvo, ase
Manuel Theo i ;:iliinu
annos, solleiro, Uraya.
Mana da Conceiro Santos, Peraaabac 1
mezes, Boa-Vista.
Cincinalo de tal, Pernambuco.
tero, (iraea.
Thoinc da Costa. frica, .i-iro.
Boa- V isla.
Rosalna Marques de Lemos. Pernaailuco. 27
annos, solteiru, i'ua-Vb'.a.
Maria da Conceico, l'arahyba. i' "l-
teira, Hoa-Vislu.
Maria Joseph:. le Mello, Pernaiiuaeo, 30 aa-
nos, solteira. ioa-\ ata.
Jos do Espnito Sanio, Pernambuco. W an-
nos, casado Boa Mi
Co nos, solniro, Boa-\ lata.
COMIUSICADOS
A inoiiai'(*]sii itca*il-ifM jui^adei
pelMi monnrcliinfaie cpola im-
prensa
Aspira coma o 'arao de ^m-
lou a sympathia puilua com
o deve, o Sr. \ iscon i: di -oa-
quistou-a tambem com sua ::< .
delendendo as classes oppnmidas i"lo saaar-
terio passailo, e proefassaada cesas asa prv
gramma as ra lis
Pois bem o r \ >
lo ncohereote eam a saa coala.:u na oppo-
sico, to arroja i o aos bro 5-
nico, porque na > diss a v -r: '
publico, qae innnlloa um
promissos polticos em qu-- ^pe-
nbada a sua propria dinidade ia > sadsa
em que o Sr. U. Pedro il. jm
vez o panno do no- ap-
parecer em scena, o Sr. All'ons lee SBfsa-
do dos ministros, ijae a pnu
Iheu, para a defe 10a
do, que nunca aa de ser laaajarada, .i.ii'la aa
para isso seja preciso o nos-;
Conquistado o poder, o ministerio : 7 nho, divorciado dos bomens de ras-
gou o prognuiima, de federaco da iias,
naugurou a mais iufrene r ra o mo
vimeuto democrtico, levou > impera !or a Mi-
nas em triste e\hibiyao carua\alos<--i. c aasa-
dou para c, para o norte, o prin raa-
te s aventureiro, que veio snajasalaf oasl a n*i-
sera qu nos afliire.
(Do jornal Ld>,riadorCcariem %) de A ne-
to de 1889.)
a
0 Sr. Visconde de Ooro 'reto 1. para a raa-
lezi a sua nliima lecepcao. 0concert pala-
ciano celebrad' credead eaa,
gresso liberal, que enconou o pi :sta
revolueo da coro 1, vae ter a sna ..aa
te, e os seus troph MSB de papelao nualoado.
lias os lacios raostram, sjaeS.Bi 1 peior
ininii_'o da monarcliia.
A federacfto acorda de 1831. A ln.-tona rep-
te-se.
(o mesmo jornal em 21 do Ahosto 1889.)
Cotegae, senhor s, a Roma
este p dai.o ila Europa, preso a 1; e
veris que em meio secuto, lomos crrnlo a es-
cala integral, e descido at as ultima epochas
da podrecida Bisancio.
(Silveira Martins em 1868 )
Para mira, nao resta duvida sobro o Insta
destino reservado as insluuicoei do impaha,
que parecem antes tubas, de expediente*
momento, exigencias do ioleresso indivir*
do poucos, do que um sy-tema argam .do |
garantir o direito de laidos e fazer a felicidae
da patria
(Silveira Martins; aa Assembk-a Oeral oa
1875.)
O imperador quera e ponsava pela,
que pareca satisuita de lerem-oa livra
trabalho de querer e de pensar.
Arbitrariamente oscolneu seo* iiiiniltehea,
que em geral muito agradecidos a ma
cia imperial por esse facto, promrava
ohar lhe o ment, que nada linha de re
Os representantes da aaco por saa ves I
queriam cousa diferente do que qaeriaa
ministerios, nem osles diversamente do sj
quera o imperador.
A le da abolico los acoites, nos
foi voladi em 2i horas, porqu 1 o il
quiz a chbala na uiarinha,, continuo j,
a inosiua vontade o qui.
( |BW V-
...


avara
l
a
!


Diario do Pcmambnco Rom!rs-o $4 do unho do 1804
>
At o cdigo commercial, por occasio da-que-
bra escandalosa de om amigo-do imperador
foi suspenso !...
A guerra do Paraguay, como o encarcera-
tnento dos bispos, foram obras d'aquella omni-
potente vontade.
Educada na escola paterna, a herdeira pre
sumpliva da coroa, raostrou na sua segunda re-
gencia, que tambera j sabia qnerer.
Capacitou-se que se abolase a escravdo, o
seu dominio real estava consolidado, e garan-
tido o futuro de seus filhos. Desde entao pdz
- por obras a sua natural indiscnpo, revelou
toda a sua racapacdade, para ser soberana, con-
vencendo a todos, de que ao lempo da morte de
scu pai, a monarclia cahiria por carencia de
successoridneo.
(Do jornal Ep->cha, redigido pelo Dr. Joo Bar-
balho e outros eai 1889.:

O poder 6 o poder.
Bata purase simplesmente cruel n'ura paiz,
que aspira os foros de constitucional representa-
tivo a despcito de quantas veleidades de inde-
pendencia queiram ter os nossos liomens mais
distinctos, resume perfeitameute a situaco do
pai/, quer se a encare, pelo lado poltico, quer
pelo ludo social, qU'T pelo lado econmico.
Ein qualquer delles a Coria, parodiando o
celebre dito do rei de Franca, poderia dizer se
quizesse, e o dia firmado na constituigo ;- a
uneo sou Eusou eu quem faz a poltica; sou
eu quem pode accelerar ou retardar a marcha
social: sou eu quera regula as liuancas, e da
tora s .ece.ssidajcs econmicas.
E os tactos, ate certo ponto, podem vir confir
mar esse coaceito tirado do esluJo meditado
do? citados dispositivos constilucionaes, princi-
palmente quando se ollia para o Parlamento, c
se o ve serapre debaixo ilo jugo dos -J -5 e G
do art. 101 da constituigo, ante os quaes se
_.. 1 -.......__..J ... .1.,,.-.,o Un... ., '
neroso, porque no dia da desgraca d'um gran-1 dendo mal oque seja autonoma municipal,
de desgranado, tal vez possa mostrar, quanto querem tornar-se outros tantos Estados nos
fraco deante da resistencia, que offerece a um i Estados, sera attender a mais do que os seus in-
grande poderoso
O parlamento 6 um espectro, sombra de outra
sombra, porque nao ba paiz constituinte nem
paiz constituidos.
(Dopulaio .Ferreira Vianna, em Julho da
(1884.
JURISPRSDEKGU
Jurisprudencia
Agita-se presentemente no foro de Mamangua-
pa, Estado da Paralaba, urna quasio interes-
si'nte pelo faci quJ Iba deu origem e pela no-
vidade da especie e qu3 por isso mesmo deve
ser incida imprensa para despertar a aiten-
go dos doutos competentes e ser evitada a sua
reproduccSo em ouiros logares.
Kssa qestfio urna acco de manutenco ou
forga nov.i turbativa, proposia p>r Jos Per-
nio les Ferreira, conseiilior de grande parte,
rendeiro a posi-uidor do. engenho Cotovetto, sito
teresses, alias alguraas vezes pouco confessa-
Vj-
Recife, 21 de Junho de I89i,
Um adrogado.
CHKONICA
A chronica de hoje tem de cobrir-se
de lucto ante a coramemoraco deum tac-
to que deve encher de pesar a alma gran-
de e generosa da mocidada qui eotuda e
investiga, que tem aspiracSes e seiva,
que tem esperancas e sede de glorias.
Quero referirme ao anniveraario do
passamento de Tobas Barretto, que se
verifica no dia 26 de Junbo, de Tobas,
aquella grande alma, constellada de
todas as adamantinas fulguracoes dos
genios, aquelle grande espirito que tan-
to soube luctar e vencer, e cuja pujan-
dependencias era extraordinaria a con-
currencia de sportsman.
Houve profuso luncheon, durante o
qual foram trocados muitos brindes.
oriundos do seguinte ficto
O Conclho Municipal de Mamanguapejulg ra-
do qua a attribuico legislativa, que lli; COB-
f ;ri la pelo actual rgimen, pjde ser exercila-
da de modo abs)lul e ilimitado (qxud prim tipi
ptacu'ii legi h ibci vigoran) promulgou una pos-
tura ou lei municipal, dividindo todo o munici-
pio em duas zona uina para plantaco e outra
para creag.
Ate ah nada ha di dizer, se por ventura essa
divisad fo feita de accordo com a naturesa e
aniquila a sua vontade, para deixar firme a condicges dos terrenos, qu deveriara ficar
naquelle municipio, contra o iesi.ectivo Conce- ?a anda boje como que se manifus'ta'em
Iho Municipal por actos de turbadlo de posse, tantog cerebros que n'aquel!a fonte iumi-
cruel verdade: O Po 1er e o Poder !
Assim, no o parlamento, queremos dizer a
sua maioria, quem faz a poltica, quem organisa
as Bnaocas, e regula a economa, e quem re-
solve as qoestoos peasoaes. Heduzido ao papel
de Chancellara, o narlaraento recebe o infiuxo
de cima, e os validos a seu bel prazer governaro,
Bcando o paiz reduzidoauma especie de Egypto
moral, sendo as aguas da cpinio reguladas pelos
diques e canaes de derivagfio que eslabelecco-
Poder como as do Nilo sao distribuidas ao
sabor dos que dirigem'as suas cneias.
(Do Diario de Pernamb ico, Seterabro 1883 )

Ser ministro quer dizer:
ap. lar de coup, com duas ordenangas e um
corre i i
Ir as secretarias assignar a'guns papis j
feitos;
Faz treneias todas as sextas-feiras, e
nellas discutir as rixaa locaes e as uecessidades
dos agvoles eleitoracs;
Partir para S. Chrislovo com alguraas con-
cessdes previai aos caprichos astronmicos do
imperador, a m de ohter a assiguatara para os
despachos da compadrice;
Tomar as.-enlo em torno de urna mes, e fazer
exposici s prolixas, e balota*, emquauto-o
lapis Ij tJiC'j laz caricaturas em um pedaco de
pape!.
Assistir a algumas Muncces da-corle ou da
Utreja -encadernado em rardad d I oo t.'
gala, 0 que quer dizer: mais ou menos sara-
pintado de canutilbos;
Visitar algoma reparlicao, em hora que nao
possa formar juizo do servico, mas que redumda
em espalhafate e gazetilbas ;
Acuomodar os ilhos, sobrinhos c genros, e
aliiliados as posicoes, de modo que lique ave-
riguado seren os lagares procurados e criados,
para os homens, c nao estes pira aquellos;
Esperar a abalara do parlamento, dormindo
o BOfflno inconsciente da clinsalida, a espera
dos trabalhos em elaboraco no seio de coinmis-
sOes ridiculas ou incompetenles;
Ageitar problemtica maioria a (brea de pre-
Bidentes ad:do, juises ajs punhados, e guar-
da nacional a roda;
Finalmente, mandar ao thesouro, receber a
ia_ i de lo los estes labores, e dormir tianquil-
j, s -uro de urna boa digeslad.
Lis o que s^r ministro do trazil.
(Do jornal Globo em 1^93.)
Cesar passon o llubicon. Comeca o perio
do da franqnesa .. preferimos a franquesa a
dissimulacao.
Tinbamos medo do absolutismo atraicoado
que esconda as narras no manto da conslitui-
co, absolutismo chato e burguez deselegante.
Mas o absolutismo que nao teme a luz, nao nos
mette nudo.
(Do jornal Diario do Povo em 18C8, redigido
por F. Octaviano, Tarares Bastos, Macedo, La-
favette Rodrigues Pareira.)
Acabamos de assistir a um espactaculo, que
assombrou o universo; a um dessea acooteci-
mentes pelos quaes d o Allissimo, quando llie
apraz, liccOes tremendas aos povos e aos res ;
un tlirono afondado de repente no abysmo que
principios desolventes medrados a sua sombra
em poucos anuos loe eavaram.
ppareceu o tlirono.
(Da Pastora! de Episcopado brabileiro em 19
d M^node 1880.]
A poltica da forca !;:/. mnrtvres, e os mar-
1} res, com > sabis ressucitam ; a poltica da
corrupcao faz mlseraveis, e os miseraveis apo-
di scem antes de morrer.
Vos encontrastes em vossos reinados, a inven-
civel resistencia dos cadveres vivos ; e eu, go-
vernei pac ricamente vivos cadveres: vede
que grande dtterenca.
(Da conferencia dos Divinos por Ferreira
Vianna : 18G3.)
A aacao cheia de pasmo vio por um sub-de-
legadj annulado o poder constituinte, nos das
nefastos para a liberdade, no anno de 8i3, e
desde cnio ella tem marchado de precipicio era
precipicio...
A iJeia da cinvocagao de urna constituinte,
que nos livre do estado de verdadeira excep-
cionadade em que se aclia o grande povo de
urna das mais Interessant-s partes dd America,
deve tambera ecboar no magnnimo coraco d
V. M. Imperial, a cuja perspicacia e tlenlos,
nao se podem oceultar suas mais salientes vun-
tagens.
A sociedade ressenle-se tanlo pela violaco
do seu pacto, como pelo despreso de suas u ais
palpitantes necessidades ; eo monarcha, que
inacessivel ios reclamos de um povo amargura-
do, se nio presta caricioso a aliviar seus sotl'ri-
mentos, sujeita-se a urna experiencia dolorosa.
(Representacao do Mr." Tristo de Alencar
Araripe ao Imperador Pedro II como Presiden-
te da Assemba Provincial do Cear em I8i9)
Est decidido, que o poder em nosso paiz
o poder. O povo j comprehmde por tal for-
ma a forca do poder, que nem si abala {para
exercer um direito, que a fallada constiluicao
outhorgada Iho conferio.
O paiz esta cangado de assistir a tao repug-
na il s e ridiculas farcas, e contemplar a morte
das instituicoes
Resta-oes a consolaco.de que un dia.quand.i
a pedra rolar da montanlia. iiingnein Cara sus-
tentaba emquanto nao ebegar base.
(Do Jornal do Recife do dia
de 1879.
1 de Dezembro
^.Mais um g >lpe de Estado acaba de inscrever
S. M. o Imperador na histeria do seu reinado.
Mais urna violencia sxercida em nome do
Podt-r moderador contra a vontade nacional e os
principios do governo constitucional represen-
tativo.
Mais um atlenlado a mostrar consciencia pu-
blica o predominio de urna vontade estranha a
estorvar oandameuto regular do nosso inaehi-
nismo poltico.
Mais urna porta aberta a corrate das novas
ideas, pela comprovaco de que o regimem
actual, concentra-se na vontade soberanna do
chefe da nacfo em ODposico propria nagao.
Mais urna vez a cora sera se aperceber de
3ue as aguas crescem, ameaenndo romper os
iques que amparara a monarchia, expOe se a
loria dos elementos, desencadeados pelo falsea
ment do sysjema.
(Do jornal Grao Para redigido sob a direcgo
do Sanador Padre Siqueira Mendes, em Junho
de 18ts9.
VComo ser cidadao na plenitude de seus direi-
tos se um delles resistir ao arbitrio venha
d'onde vir ? Fora da esphera da lei,rei ou ci-
dadao, ter em si um censor deslumbrante ge-
comprehendidos em urna e outra zona o sera
vexam;, nem prejuizo para os municpes.
No foi isto, porem, que se teve em vista, e
nem com a promulgaco de tal poslura se at-
tmdeoaos di eitos adqueridos que poaeriam
ser infringidos por ella para serem devidamen-
te acautelados.
Nada disto se attendeo ; e ao contrario, tira-
da a linba divisoria das duas zonas, agrcola e
pastoril, succedeo que essa liaba divisoria cortou
ao meio do terreno do referido engenho C'/fo-
vello, que por esse modo ticou fortiori reduzi-
do a ser propriedade de duas naturezas, embo-
la isto nao conviesse a seu preprietario, nem
estivesse de accordo com a natureza dos raes-
mos terrenos e a indivisibilidade das propie-
dades destinadas ao fabrico de assucar, alias
expressamente decretada era le.
Urna vez assim feito, procurou o Concelho
Municipal executar rettrutamenie a dita poslura ;
e dabi urna serie de violencias propriedade e
posse do rendeiro e consentios do engenho CV
toveo, que por esse motivo vio se quasi impos-
sibillado de explorar o mesmo engenbo, de ac-
cordo com o lim a que era e destinado, isto 6,
a plantaco de caima e o fabrico de assucar.
Foi assim que era Maio do correte auno, vio
0 mesmo senhor do dito engenho invadido os
a i- terrenos por um dos Hscaea da Muncipali-
dade, acompanhado de pessoal aoropriado, o
qual rnandou abrir urna picada as Ierras d i
engenho com o pretestG de tal divisad de zonas
prendeu e mnltou diversos moradores, alem de
oulras violencias, que soem ser praticadas em
laes occasiSaa.
Ora, eon-titaindo todos esses actos ferdadeira
torbaco de sua posse. requereu elle ao Dr.
jiii7. de direito do municipio um Brandado de
muiulengn e propoz contra o Concelho Muni-
cipal a competente acco de forca nova turba-
tiva.
Concedido o manda lo e proposta a a^co,
veio o Concilio Municipal com urna excepeo
de incompetencia do juizo, allegando que os
Municipio ettiio n i po*&e de su i au'onomia em
tudo oque rcipeita no su peculiar interesse;
i/ne tem competencia para legislar ; que ao juiz
falta jurisli-cao par ftjirar na hypothese, e ao
eontrart i mcorre tm i necio penal, por oppor-se a
cxxwd> de uid lei, etc
Por ahi se v que a excepgo de incompet !Q
cia do i-oncelhn Manicipal resume-se em falta
de jurisdiccao do poder judiciario para conhe-
cer de ama questao oriunda da applicacao e
execuco de nina le municipal, anida quando a
p irte que peder iiitervengao do poder judicia-
rio allega a inonslitucionalidade da le appli-
cada, por ferir o direito de propriedade garan-
tido em toda sua plenitude pelo art. 72 17 da
Consiituigo Federal.
O honrado l)r. Juiz de Direito do Municipio,
porm, nao se atemorisou com os arreganhos da
Municipalidade, e despresou a pretensa excep-
cao de incompetencia firmando por esse modo
a verdadeira doutrina de accordo com o actual
rgimen prtico.
O Concelho Municipal, entretanto, aggravou
dessa sentenga pava o Tribunal de segunda ins-
tancia, que 'leve proferir a ultima palavra so-
bre aespoeie.
Ser, porm, procedente tal aggravo ?
Falta cffcclivameule competencia ao poder ju-
diciario para ooobecer da questo, por tratar-se
Ja execugo de urna lei municipal 1
Parecemos que em boa f ninguem sustenta-
r a airmativa, desde que a lei expressa, a
louliina e al decisOes dos tribuuaes susten-
tara abertamen'e a negativa.
De facto, o poder judiciario, como guarda e
protector dos dreitos individuaes, o nico
competente para figurar na hypothese, desde
poslura mu-
nicipal, qns, embora seja le, pela forma, nao o
entretanto pelo fundo, ,por ser raanilestaraeu-
te inconstitucional.
Mas nao so isto.
O caso est perfeitamente previsto no arl. 59
n 3 i" b da Constituigo Federal que admitte
recurso para o Supremo Tribunal Federal das
sentengas das jusligas dos Estados em uliima
instancia, quando se contestar a validade de
leis des Estados era face da Constituigo ou
das leis federaes e a decisao do Tribun 1 do
Estado considerar validas essas leis unpugna-
das.
Por esse artigo da Constituigo nao s ex-
pressamente reconhecida a competencia do po-
der judiciario para conhecer da hypothese,
como tambem a competencia da justiga do Es-
tado.
Procdeu, pois, rerreciatenie e de accordo
com a lei, o integro i r. Juiz de Direito de Ha-
manguape.
Aqui ueste foro do Rscife, occorreu tambera,
ha pouco tempo, um caso idntico, que anda
mais vera Ilustrar a hypothese.
A Intendencia Municipal, sob o pretexto de
ameacar ruina um predio, sito na ra i. de
Margo, de propriedade dos filhos do Dr. Jos
Ventura dos Santos Reis, residente em Portu-
gal, e em execugo le sua que man la demo-
lir os predios, que ameagar em ruma, intimou
os procuradores do dito Dr. Jos Ventura, para
fueran a demoligo do mesmo predio, sob pe-
na de a mandaran fazer por si e cusa dos
proprietarios.
I'.eclamando contra isto os procura lores, alm
do mais por nao estar dito predio arruinado
1 modo a exigir completa demoligo, nao fo-
ram laes recl.images atlendidas pelo Prefeito
da ratuiicipalidade, que anual raandou proce-
der demoligo por pessoal seu.
Quando se quiz iniciar a demoligo, reque-
reram os proprietarios mandado de manuten-
cao ao Dr. Juiz do Civel contra a violencia, que
se Ibes queria fazer.
Esta, porm, julsou-se incompetente pira
conceder tal mandado, sob o fnndamento de
que tratava-se da execugo de urna lei muni-
cipal e nao devia o poder judiciario intervir,
creando dilficuldades a execugo da mestna lei.
Pois bem ; interposto o aggravo para o 3upe-
r >r Tribunal da deciso, pela qual o Dr. Juiz
do Civel julgou-se incompetente do mesmoTri-
bunal por unaniraidade de votos, deu provimen-
to ao aggravo e rnandou que o juiz conedesse
o mandado de manutengo e conhecesse da
questo por ser de sua competencia.
Eis, pois, um caso perfeitamente idntico ao
de Mamanguape, no qual a jurisprudencia ja
reconheceua competencia dasjustigas dos Es-
tados, para delle tomar conhecimento.
E' portanto de esperar que o Tribunal do Es-
tado da Parahyba manteoha a verdaleira (loo-
trina negando" provimento ap aggravo do Con-
selho Municipal de Mamanguape e reconhecen-
do a competencia do Juiz de Direito daquelle
municipio para conhecer da questo cima apn-
tada.
S assim ficar salvo o principio constitucio-
nal e poder-se-ha crear um paradeiro s exor-
bitancias das municipalidades, que, comprehen.
nosa foram beber a luz de que careciam.
Tobas foi um desses homens que assom-
brarn urna f^eraco inteira, e cujo no-
roe fica i.idelevelmente gravado n'alma
de urna nacionalidade, como as pala-
vras gravadas no granito sobra que
passam os annos e as geraces sem que
possara jamis apagal-as.
Revolucionarios pacficos que do si-
lencio do gabinete deixam voar as ideias
que vSo inflammar as multidoes em
peso, dirigindo-lhes o movimento, ind-
cando-lhes a ri.a a seguir, em busca
das conquistas do futurosao elles ca-
pazes de influeuciar o espirito de um povo
iateiro. fazendo o mudar de ideias e prin-
cipios, fazendo-o carmnhar na larga es-
trada onde mais ampias esperancas
o aguardam. E ao sen infiuxo, o veu
da ignorancia se rasga, o erro voa em
estilbacos, para desvendar ao povo o tem-
plo luminoso da sciencia, onde vo abri-
gar-se todos esses que teem sede de
acrescer, crear, subir na phrasa do ins-
pirado poeta.
Tobas foi um delL's : que o diga toda
essa mocidade que constituio a brilhante
ple;ade dos seus discpulos, todos esses
que ao infiuxo de suas ideias tem sabido
levautar-se com desm dida coragem para
corabater em prol da brilhantissiraa cru-
sada por elle emprehe.ndida -brilhante
trajectoria de um astro que mesmo do
seu occaso, faz chegar at ns,off uscando-
nos, as reverberacoes de sua luz intensa.
Felizmente, na patria adoptiva de To-
bas, em especial, e por toda a parte on-
de o seu nome echoou, a memoria do
grande mestre n.*io tem sido esquecida.
Oonta a leuda que as aves do deserto
io buscar agua nos bicos para espar-
gir subrea sepultura do rei Mennon :
e assim que, a semelhauga da lenda,
todos aquelles que souberam admirar
a elevaco de espirito de Tobas, verc,
sempre que se offerece occasio, relem-
brando tudo quanto elle fez em prol do
nosso desenvolvimento intellectivo ren-
dar um preito de homenagem memo-
ria d'aquelle que tanto soube impor-se
admiraco de urna gerajao inteira.
Mocidade dejoelhos que deveis es-
tar perante a memoria do mestre I
Mamel Arav.
1HDICAC0ES OTIS
Medie
Dr. S Pereira, ra dn linperalciz n
ij, d consultas medico-cirurgicas todos
os ilias das 8 ? dominaos e dias santificados.
0 Dr, Berardo medico o oculista do
hospital Pedro 2 lem consultorio -i ra
do Boni Jess n- 9. 1 andar Residen-
cia : ra Real da Torre u. 29. lelephoue
u. 66
Dr. Amaro Wanderley, Mu lou
consultorio para a ra Duque de Caxi.is
a. 71 l. andar, onde d consultas ile
' I huras, d.i mauh i hora da tarde,
Residencia Ra Dir.'ila u- i I
Afogados.
Dr. Joaquim Loureiro medico partei-
jo, consultorio ra t, Cadug u. H,
n,-sidencis na Cas- 'orte n. 5, casa Je
uofojo, defrout** da igreja da Campia.
O Dr. Simplicio Mavignier teca i
seu consultorio ra Mrquez de Olinri
o. 27 primeiro andar.
EspecialidadesMolestias do appar. -
iho respiratorio, fabra e da pella.
Consultas das 9 as 11 na pharmacia
i inerva, largo do Terco e em seu coo-
'orio das 12 s 3 da larde.
ResidenciaRa do Hospicio a. 41.
Chamados a qualjuer hora e por e-
nrpto.
Telephcne n .f>..i.
Dr. Pereira do Suva chegado do
Paris ; com praiica uas clnicas oe Whe-
i'ker e Latidu, l consultas de 1 s 4
Colonia Luecna (*)
horas da tarde a ra
63 primeiro andar.
Telephone n. 588.
do Imperador u.
Resideucia Ca-
MUSICIANA
EPHEMERIDES LYRICAS
24 de Junho
1836 Em Milo, no antigo theatro Conob-
bia vai a scena a opera llre mariti do
maestro Bazzoni.
887 No theatro i Waimer, vae scena
a op-Ta (posthuma) de Schubert Alfonso.
1887 Morre era Milao o notavel critico Dr.
Filippo Filipni.
1888 k Dtnorah de Msyerbeer, vae scena
em Terama.
1891 Era Genova, morre o celebra contra-
bassista Cario Erba.
25 de Junho
1810Paganini, componala italiano, faz can-
tar no Scalu, a sua ouera / Filosofial cimento.
1876 Em Florenca, no thaatrj Logge canta-
se o Alhgio militare de Deschamps.
18S7 Era Atri vae a scena p;la primeva
vez, o Faust de Gounod.
SP-)RT
Prado Pcrnambucano
O prado do Lucca realisa hoje a sua
17' recorrida.
O prog anima que acba-se 'em or^a-
nisado, consta apenas de seis pareos, v s-
to pretender a dir ctoria terminar a cor-
rida s 4 lloras da tarde em attencao ao
dia.
SSo esses os nossos
PALPITES
le pereo --Nababo Berlin -Ma'aio.
2 pareo -Beja-flor =VingancaPrus-_
siano.
3e pareoAlly-Stopper Turco 2-
Nababo.
4o pareo Z g-zag Aquidaban 2'
Furioso.
5o pareoVingador -Congo Pirata.
6o pareo Triumpho Pluto=Ally-
Stopper.
CARREIRAS LIVRES
Nao contam victoria os vencedores
das corridas dos primeiro, tercero, quin-
to e sexto pareos.
JOCKEY BLUB
No dia 10 do corrente realisou-se no
Jockey Club do Rio o grande Cruzeiro
do Sul com magno luzimento
S. Silvestre, da coudelaria Villalba,
montado por Francisco Luiz, foi vencedor
demonstrando evidencia o valente cas-
tanlio, filho de Raoido e Queennie, n tu
ral do Esta 1 > do Rio, nao ter competidor
na sua turma.
Vivande r.i, tambe n castanho, de S
Paulo, por Le Notre e Mulera Maid, do
sportman paulista, Sr. J. Guathemo-
sin Noguei/a, fez carreira notavel.
Kalakawa, outro castanho de S. Pau-
lo, por Petersham e Phoebe, mostrou que
contina a melhorar, batendo Kid, Kaf-
fina e outros, e alcancando o 3o lugar.
A victoria de S. Silvestre foi mito
festejada, sendo condnzido raa pelos
Srs. presidente e vice-presidente, e'Vi-
vandeira pelos Srs. 1- e 2' secretarios.
No pavilhSo central estavam represen-
tantes do Sr. vice-presidente da repbli-
ca, o Dr. prefeito Municipal, commissoes
das sociedades sportivas, niuitas sanlioras
e cavalheiros e na arehibancadas e mais
Dr, Lodo Hoscoso d consultas em
u-d casa ra da Gloria s. 39 das Id
horas da manha 1 da tarde. Achan-
do-se fra do servico publico offerec-si'
para acudir a (u.'uqtier chamado com
promptidao para fora da cidade. Espe-
jdiade, operacoes, parles e molesliasc
de senhuras e r*nioos.
Clli3ica le molestias de olhoa
ouvSdos e nariz.
O 9r. Pedro Poulual, evehefe do di-
oica do professur Wecker, de volla de
tia viagem a Europa, tem seu consulto-
rio ra Nova n. 18. primeiro audar.
Consultas de I s 4 da tarde.
I'eleph.one n. 539.
nrogarias
Braga $ Mxchado. Deposito de lo-
Ua as especia1 idades pharmaceuticas.
titilas, drogas, productos chimicos e ou-
tros medicamentos hoeopathicos, ra
Larza do Rosario n. 34.
Faria $orinho & C, droguistas por
taacado. ra do Mrquez de Onda n U
ChmarOes Braga & C. Deposijo
de Drogas e productos chimicos, espe-
cialidades Pharmaceuticas, medicamen-
tos liomoopjii*'- e tintas, leos, pill-
eis etc., etc. llua do Marquuz do Olin-
da n. 60.
OAAullstas
Dr. Barreto Sampaio, oecusta, d
onsullas de 1 s 4 horas uo primeiro
miar da roa do Barao da Victoria u
51.
EesideiMia a ma Selt de Setembru u
34, tLliada pela ra da Saudade n. 52
PUBLiflaCOES k PEDIIO
Ao I'.mii. Sr. Dr. Governailor
Pende de deciso de S. Exc. urna petico dos
funecionarios do Estado, solicitando oaugraenlo
de lo [o em seus vencimentos, para deste rao-
do ficarem equiparados ao que por actos da
Asserablea e do Se- ado deste Estado, foi con-
cedido aos erapregados de sua secretarias.
O acto do Senado, posterior ao de S. Exc,
pelo qual foi concedido o augmento de vinte e
cinco por cento aos funecionarios, que depoisda
proraulgaco da Repblica nao tiveram aug-
mento em seus vencimentos, e contra esse acto,
nfio se levantou para profligal-o urna s voi,
pelo es'rito de justiga que o in.'pirou, e pela
palpitante necessidade que determinou a sua
ezpedcao.
Muito erabora, nao tenha funecionado regu-
larmenti o poder legislativo, o que certo,
que o Senado, que vai proseguindo com seus
tr.balhos, como que o sanecionou, poisnenhum
do seus dignos membros contra elle se pronun-
ciou, lixando-at, segundo pensamos, e quan-
tum desse augmento, com o qua i seus empre-
gados conejdeo.
Ora, se os motivos justificativos do acto da
AssemblOa, muito influiram no animo de S
Exc, por serem especiis e restrictos urna
s classe, raas genricos, constiluindo at um
dos considerandos da portara de 30 de Dezem-
bro de 1S93 ; o se, esses mesmos motivos i:n-
pellirara o Senado ao acto que cima nos re-
ferimos ;e, se no cessaram as causas, que
muito legtimamente lhe deram exist3nca,
lgico concluir-se, que o augmento solicitado,
se impSe pela coherencia, se justifica pela ne-
cessidade, e sj ligitima pela consequencia que
fatalmente decorre do principio de direito que
s; contem na -la dem vatis, ipsum jus.
Portanto, o humilde funecionarb que se ani-
raou a escrever o presente, e os demais da clas-
se, accreditam, que S. Exc, palas razes ex-
pendidas, e pelas que maior valor possam ter
em seu esclarecido espiritonao retardar o
deferimento do pedido.
O estado prospero das t naneas, a cessagao
dos movimentos qua accarretaram maiore des-
pajas, o que nao poderao entretanto perturbar
a marcha regular e a-vida econmica deste he-
roico Estado, tudo faz crer, que S. Exc. comple-
tar o acto de 30 de Dezembro do anno prxi-
mo passado.
23--94.
Na louca pretenco de me fazer passar por
dono daquillo que lhe pertence, o Dr. Barata
Goes obteve que as pessoas s quaes transfer
210 aeces, que eram suas e estavam em meu
nome, da mesma forma que se acham era n me
d'ellas, viessem declarar no Diario de Pernam-
buco que me haviam comprado as referidas ae-
ces.
Foram estas pessoas os Srs. Lydio Jos de
Mello, Henriquj Bernardes de Oliveira e Jos
Victorino de Paiva.
O primeiro teve o desplante de declarar que
me baria pago as aeces no acto da transfe-
rencia, isto quando assignei o livro.
Foi o nico que teve esse arrojo, porque os
Srs. Henrique Berna des de Oliveira e Jos
Victorino no cnegaram essa infame inver-
dade. Disseram o que se podia concluir do
termo do transferencia, que apenas assignei
I or ordam do Dr. Barata Ges, cujo termo foi
mandado lavrar por ordem de S. S. transmitti-
da ao seu cotnmensal Lydio Jos de Mello :
nao disseram qua me tinham pago, que eu re-
cebera d'elles qualquer quantia pela venda.
Declaram apaas h.ivar comprado, e cu faco-
lhes jslica de nao confundil-os com o criado
do Dr. Barata Ges, capaz da infamia de asse-
gurar que me pagou no acto da transfarencia,
e o publico vai ver como isto falso.
O Sr. Lydio o portador do Dr. Barata Ges,
elle que leva os seus recados toda a parle ;
vive comsigo e alimenla-se sua mesa e faz o
que S. S. manda.
A prova disto tem-n'a toda a gente que co-
nhece S. S. e saba que entre os seus commen-
saes, o que mais se presta aos seus servicos
o Lydio. como elle o chama
Em urna carta de S. S. a mira dirigida, pe-
dindo-me para subscrever mais aeges, alera
das que eu j traba subscripto, no para ell ,
mas para mira, favor a que nao acced por no
ser to rico quanto o cotnmensal de S. S., di-
za-me o seguinte : i>' nao poder ir casa M
ao escriptorio do encorporador da Comptnhn
coronel Octaviano, diga ao Lydio que lhe apresen-
la rit o respectiro recibo.
Ora, o Sr. Lydio era o portador de cartas, de
recados ; dispunha dos livros de taino, dos
recibos, de tudo, da mesraa forma que seu
amo, que era accionista e andou mendigando
subscripces de aecas por toda a parte, coni-
tanto que podesse fundar a sua Usina.
E' e?se individuo o que me foi indicado
para eu transferir o') acedas e que diz me ha-
ver entregua a importancia d'ellas no acio da
transferencia !
Vejamos. No acto da transferencia estavam
present -s o guarda-livros da Companhia Sr. Gou-
veia, para quem appellei e declarou no Diario
de Pernambuco que retirou-se logo e no vio o
pagamento. Eu assignei o livro de transferen-
cia na Companhia de Panificaco. onde eu no
eslava s cora o commensal do Dr. Barata Ges,
e achavam-se presentas os Srs. Pedro Jos Pin-
lo, Antonio de Vasconcellos e Bento Jos Cor-
reia, que viram retirar-se ambos, isto o guar-
da-livros e o Sr. Lydio Joi de Mello, sera me
entregar este um real.
Estas testeraunhas presenciaes, sob um jura-
m rato em juizo, atfirmarao a verdade do que de-
claro.
i onclue-se pois a falsidade da declararlo do
commensal do Dr. Barata Ges, e a verdade do
juramento que prestei em juizo.
A prevanficaco de S. S. salta aos olhos de
todos, e at os cegos veem.
Tudo quanto reun constitue a mais robusta e
convincente das provas, a prova por excelen-
cia, que a circunstancial.
Est por tena a reputaco do Dr. Barata Ges
e a minha que S. S. atacou com impudencia
deve causar-lhe inveja porque nunca foi sus-
peitada de infidelidade, nem de improbtdade.
Poder S. S. continuar a perceber os seus or-
denados de delegado desleal do governo Fede-
ral, os pingues dividendos das suas 210 aeces
e at me3mo es gordos provenios das cannas
plantadas nos lotes urbanos; mas o que .S. S.
nunca ser, um hornera capaz de respeilar a
honra d'quelles que a sabem prezar.
Devo ao publico urna explicago.
Pode parecer censuravel qne eu tenha dado a
conhecer que no era proprietario das 210 ae-
ges do Dr. Barala Ges, devendo guardar se-
gredo disto.
Em defesa da rainha dignidade, quando na in-
timidade me arguiam amigos meus, admirados
de eu poder subscrever :35 acgOes na importan-
cia de i7-000000 e mais 25 de minha mulher
na importancia de 5:0002000, prefazendo a avul-
tada somma de 52:000300)-fiz-lhes ver que de
taes aeges somente eram minhas 25 e mais :5
de minha mulher, e que 210 pertenciam ao Dr.
Barata Gas, que ma linba pedido para subs-
crevel-as em meu nome.
Devia lazel-o, porque todos me conhecem no
coramercio e sabem que eu no pedia possuil-as
por no dispor de 5i:000000 Foi em virtude
desla declaragao obrigado a ir a juizo, onde fi-
caria reduzido a um Barata Ge-=, si frllasse
verdade.
Na defeza com que S. S. pretendeu illudir o
publico e o governo fez-me a maior injuria que
se pode atirar a um horaem de honra, qualiii-
cando-me de perjuro I Sou mogo, preciso ze-
lar a minha reputago, que a minha maior
riqueza.
Pode o Dr. Barala Ges pensar de modo de-
ferente, a responsabilidade sua, as desvanta-
gens disto para o seu carcter, para a sua repu-
tago sero tambem suas e suas smente.
Ha porm um meio de inflingir a S. S. o cas-
tigo que merece : chamal-o a juizo para que
sob juramento d'alma declare em sua conscien-
cia si as aeges sao minhas ou suas. E' possivel
que jure falso, em face da impudencia de attri-
buir-me a propriedade daquillo que seu.
E' amito possivel e at muito provavel; mas
o seu castigo est em fazel-o na presenga de in-
dividualidades iususpaitas qua estao convenci-
das de ser S. S. realmente o proprietario das
210 acgOes da Companhia Progresso Colonial,
est em fazel-o jurar diante dos Srs. Augusto
Octaviano de Souza, Jos Mara da Andrade, Do-
mingos Joaquim da Foaseca, de todos emflm,
que esto a par de tudo quanto se tem passado,
o sero convidados para assistir, para 9
o juramento, para tostemunharem o perjaraBy"
ultimo estalido de urna reputaco aja* |
Quero enfrentar-nie em joo coas o Dr.
Ges para medir-lhe o desp ante, tarto aaaaa-
quanto essa audiencia ser soieaaaaaian aak-
ponente pelo prestigio do convite publicado aaar
todos os jornae.-t. designando o dia e hora arta
de que no falte nlngaem.
E' assim que deve ser castigado o infeliz ajaav
ouzou attribuir-mc falsamente o crime intaaaat-
te de perjurio .*
Ao proprietario das alo acf :s qoe estava
em meu nome, assim como estao agora em aomm
de outra? pessoas j indicadas, todos tarto o.U-
reito de dizer en to. s um horaem sen honra ?
Recife. 20 de Junho de 1891.
Isidoro Lem*
(') Publicamos de novo este artigo por ler sa-
lud
io com erros de reviso.
A Redacto.
"cspodidH
Aprigio C de Amorim Garra e a
mulher, Anna das Marcea de Son Cid-
ria, partindo hoja para a Baha rionpa
dem-se das pessoas de sua amisade, m
tindo qua a presteza da viagem, motn
da por molestia, nao lhea permitiese
analmente receber suas ordena, que"
sero aguardadas com prazer.
Recife, 22 de Junho de 1894.
ELElf'AO
Dos devotos que foram escollados para
festejaren! a milagrosa imagen de 3.
S do Feliz Parto, na apolla, de X.
S. dos Aflictos uo dia 8 de Setaaaaa
do corrente anuo.
Juiz por eleicio
O Exm. Sr: Visconde (Jon$alves I'iuaaw
Juiza por eleico
A Exma. Sra. O. Mara Amelia dos San-
tos, filha do Sr. Josi Prudencio da
Santos.
Juizcs por devoclo
Os Exma. Sra. :
General Dr. Antonio Gomes Pimental
Y. Sigismundo Antonio Goccalvea.
Dr. Miguel de Figuei oa Faria.
Ilevd. D. Manocl aa Santos Pereira.
Revd. conego Antonio Kabricio de A. Pa-
reira.
R9vd. conego Joo .Francisco FernaaJav
Revd. conego Fernando Ranyol.
Revd. conego Valhriano de Alleluia C:^-
reia.
Dr. Arthur Henrique Me Albuqnemae
Mello,
Flix Pereira de Souza.
Juizas por devocio
*vAs' Exmas. Sras. 1)1). ;
Guilhermina, esposa do Sr. Antouio T^
nando Ribeiro.
Lucinda, esposa do Exm. Sr. Barfi
Petrolina,
Anna, esposa do Sr. major Captnlioo Ca-
sar Loureiro.
Esposa do Sr. Joaquim Joa de Anaa-
rim.
Esposa do Sr. capitao Liberato Jos*' ala
Silva.
D. Adalgisa Ganad do Amaral.
Esposa do Sr. Alfredo itastos.
D Mara de Brito. esposa do Sr. I nmat
do Carmo Almeida
Juizcs bem fe i t ores
Os Exms. Srs. ;
D- Joo Esberard, arcebispo do Rio 4Z
Jaaeiro.
Dr. Macoel da Trindade Peretti.
Manoel Joo de Amorim.
Tenente-coronel Raymund.i Magno da
Silva.
Dr. Pedro Correia.
Professor Joo P. Soares Rosas.
Revd. padre Manoel Jos do Amaral.
Revd. padre Ranlino Soares M Ce Al-
buquerque.
Revd. padre Antero E. Eurique de Vaa
coacal loa
Revd Fr. Peregrino.
Juizas bemfeitoras
As Exmas. Sras. DD. :
Mara Fiuza de Brito.
Mara Gentil de Franca.
Anglica Mara.
Guilhermina, esposa do Sr. Paulino la
Oliveira Maia
Esposa do Sr. Jos Theotonio Domingo
Constancia, esposa do Sr, A'anoel Nooe
da Fonseca.
E .posa do Sr. Dr. Silva Ferreira.
Esposa do Sr. Andr Ferreira Costa.
Mordomoa
Os Exms. Sr- :
Rodolpho Joo Barata de Almeida-
Jo3o Martina Rios.
Revd. vigario conego Joao EvangaliBaa.
da Silva Castro.
Revd Fr. Augusto da Inmaculada CaaV-
ceico Alves.
Revd padre Pedro da Purificarlo Paca*
Paiva
Mordomas
As Exmas. Sras. DD. .
Nathalii Caetana Moreira.
Esposa do Sr. Dr. Malaquias Ant
Goncalves.
Julia, esposa do Sr. Joo Franciaco da-
Mora^s.
Mara esposa do Sr. Dr. Gaspar de
nezes
Mara da Silva, esposa do Sr Fr
*anoel da Silva.
Philomena, esposa do Sr. Agostinho Jcef
da Cotta
Consistorio da Capclla de N. S. daa
Afilictos, em 31 do Maio de 1S94,
A cominissic
Faustino Joaquim da Silva.
Theaonreiro, encarregado da cpela
Adjunto*
Constancio Joao da Purificante
Jos Evaristo dos Santos Silva.
Graca, 10 de Junho de 1894.
O vigario, Zeferino Ferreira Velloso.
O Dr. Simplicio Mavieraii
Participa aos seus amigos e cli
que resta belecido contina a dar
tas em seu consultorio roa Mrquez
Olindaln. 27 e em attender
hamados.
S. THOaUS. e Descasare a
Sr. ageate toa Sr*.
Lniami K
Illxt. Sr.Par ara eaaai raatra-a a
qne V. S. lie- aaaaawaw iwhh^h.
pratnr de Mlenr ee h*i
eoa e minha familia o T
mao Keap e m >
aaaaao nao>ata.iiimaa
A qcanti ammaaa ari recaaaaaaaa aaw
caspa aa ba eawaa*.r4iaaia]
qoe asta prepsraea
para aagmeotar. i
Saaaaai


mimmmmim


Otario de Pwoamico Domingo 3 i de Jonho de 1804


Peitoral de Cambar
Cara de tost desesperado
IUm. 8r. J. A. o Sons BoareaPe-
lota! Sendo atacada miaba esposa de
ama tosae desesperadora e de oiraoter
grave, laooei mSo de diverioi preparados
em rebultado algam; toado, porm, cc-
nhooimeato das caras realisadas palo Pei-
toral de Cambar, mande! immodiata-
mento comprar dous frascos deste prepa-
rado e logo oom o primeiro te manifesta-
ran! as melboras e com o cegando vi-a
completamente restabeleoida.
Qaeira, pois, aceitar a exprsalo do
mea profundo reoonheoimento, podando
faaer deata o oso que Ihe convier.
De V. S criado e obrigado
Israel Antonio Cidade.
' (Serros de Taqaary, Rio Orando do
Sal).
ReoonheoemoB a assignatara snpra.
Jos Augusto Osorio BordiniFrancisco
Ribeiro.
(Porto Alegre).
Reconheco as daaa assignataras doB
abonadores. Em testemanho de rdade,
o tabellilo interino Joo de Oliveira
Vianna (Porto Alegre).
E' nnico tgente e depositario do Peito-
ral de Cambar n'este Estado a Compa-
nhia de Drogas e Productos Chimicos.
,---------m
Companhia de Seguros Contra
Fogo \III:IIH A\A
CapitaiM2:000:000#000
SEGURA EDIFICIOS E MERCADURAS
CONV&A. O FOGO
TAXAS DIMINUTAS
Pagamento de prejuizos immediato, e
sem descont.
Uaico agente n'essa cidade
Augusto Pacca.
Hotel de Patrie
Peitoral de Cambar
Cara d? osse desesperadora
Illni. Sr. J. A. de 8nz Soares. Pe
Iotas. Sendo atacada minha esposa de
ama tosse desesperadla e de carcter
gravo, lancei mo de diversos preparados
f>em resultado al um ; tendo, porem, oo-
nhecimento das curas retasadas pelo Pei-
toral de Cambar, mandei immediatamente
comprar deas Irascos Jeste preparada e
logo com o primeiro se manifestaran! as
melboras e com o segundo vi-a completa-
mente restabelecia.
Qaeira, pois, accaitar a exprselo do
meo protando reconhecimento, pdenlo
faaer o ubo qae lhe convier D- V. S.
amigo e criado obrigado. Israel Antoiio
Cidade, (Serros de Taquary, Rio Grande
do Sal.)
Reconbecemos a assignatura sopra. Jos
Angosto Osorio Bordini. Francisco Ri-
beiro, (Ptrto Alegre.)
Reconheco as duas asignaturas d^s
abonadores. Em tastemunho de verdade,
o tabelliSo interino, Jlo de O.iveira
Vanos, (Pcrto Alegre.)
E' nico agente e depositario do Peito-
ral de Camba: tiesta Estado a Compa-
ohia de Drogas e Productos Chimicos.
Legifio de Soccorros Mutuos dos
OHeiacs da Guarda .na-
cional
Em sua primeira sesso do concelho delibe-
rativo funecionou na terca-feira ultima essa as-
sociaco sob a presidencia do Sr. Major Leni-
das Loureiro.
Nao houve expediente.
Comparecendo os Srs. Capit5.es Augusto Silva,
Antonio Marinho Falco e Major Jacintho Cor-
roa Lobo, aquelles orador e adjunto e esse vo-
cal, empossaram se de seus cargos.
O Sr. presidente fez um appello aos consocios
para que cemparecam sempre associaco onde
melhor se inteirarao do seu movimento.
Sao nomeadas as commissOes districtaes de
beneficencia, conforme o annuncio em outrasec-
co desta folha.
Obtendo a palavra o Sr. Capito Marinho Fal-
co saentou os relevantes servicos prestados
pelo consocio Tenente Saldanlia e pediu que se
Fancasse na acta um voto de auradecimento pelo
muito que tem feito. O Sr. Capito orador em
face do art. 3. 4." pediu que se lhe conferisse
o diploma de socio bemfeitor o qual a requeri-
menlo do Tenante-Coronel Avelino Tauriano foi
i inmediatamente entregue.
O Sr. Capito Augusto Silva em face do que
lhe faculta os estatutos e depois de bem escla-
recido discurso requereu que fosse creado o curso
de disciplina militar onde os associados se ins-
truam no exorcicio, jogos d'arias, tiros ao alvo
etc. Acceita unanimente esta idea foi nomeada
urna commisss composta dos Srs. Capitaes Au-
gusto Silva. Karinho Falco e Leoncio Lobato,
para confeccioiiarem um regulamento e fazerem
acquisicao de tudo mais que fer necessario ao
mesino curso.
Nada mais havendo a tratar foi s 9 horas le-
vantada a sesso.
LEGIO DE SOCCORROS MUTUOS DOS
OFFICIAES DA GUARDA NACIONAL
De ordem do Sr. Major Presidente, publico que
em sessac do Conselho Deliberativo, em 19 do
correte, foram nomeados os cidados abaixo
declarados para comporem as commissOes dis-
trictaes de Beneficencia, no anno de 1894
1895.
COMMISSOES
Recife
Capito Antonio Lopes de Azevedo.
Tenente onstantino Bruno.
Alferes Porfirio Peixoto de Vasconcellos Castro.
Sanio Antonio
Capito Diogo Carnero R. Campello.
Tenente Miguel Jos dos Prazeres.
Tenente S^lustiano Lopes do Reg Barros.
S. Jos
Tenente Coronel Theodomiro dos Santos Selva.
Tenente Joo Ribeiro Guimares.
Tenente Paulino da Sil ve ira Pinto.
Boa-Vista
Capito Jos Flix de Britto Macede.
Tenente Leonardo Attico Lavra.
Alferes Abdisio de Vas concellos.
Afogados
Capito Custodio Barbosa da Silva Guimares.
Capito Theodomiro Thomaz Cavalcante Pessoa.
Tenente Paulo Vicente Conrado de Miranda.
Capunga
Tenente Coronel Ignacio da C. Rpgo Moateiro.
Tenante Joo da Silveira Boa-Vi3ta.
Alferes Albino Bruno.
Po Tenente Coronel Manoel Silvestre Ferreira Bas-
tos.
Capito Arthur Luiz Vieira.
Teoenente Luiz Correia de Mesquila Cardoso.
Olinda
Major Jos Figueirda de Faria.
Tenente Manoel Procopio da Silva.
Tenente Manoel Nunes Vianna.
Beberibe
Tenente Coronel Joao Augusto de Mello.
Major Francisco Jos Gomes.
Capito Adolpho Thiago de Farias.
Sala das sessOes em 20 de Junho de 1894.
Jos Miguel dos Santos,
Capito l. secretario.
IUm. Sr. Dr. Antonio Molinari
Laurin
M. D. GERENTE DA SUCCURSAL DA NEW
YORK LIFE INSURANCE COMPANY
Peruambuco.
Amigo e SrDirijo-!he a presente para
lhe testemunhar a satisfaco e agrade-
cimento pela prompta e satisfactoria li-
quidaco que essa companhia tem feito
por seu intermedio, da apolice do meu
finado marido, o Illm. Sr. Bernardino
da Silva Ramos, e da importancia de
vinte contos de reis que nesta data re-
cebi integralmente.
Queira acceitar esta declararlo e acre-
ditar-me sua recouhecida
Atta. Ven. Obg\
(Assignada) 0Hympia Amelia da Silva
Ramos.
Recife, 22 de Junho de 1894.
Peitoral e Cambar
Cara de toase com esearros de
sangne
Levo ao conhecimento do publico mais
um triumpho alcaocado pelo popular re-
medio Peitoral de Cambar, preparaclo
do Sr. Jos Alvares de ouaa Soares, de
Pelotas.
Havia seis annos que orna tossse grave
me atormentava dia e noute, tazando ulti-
mare cte deitar j abundantes esearros de
sangue; o pulmSea, com cortesa, acbe-
?am-se aSectados e eu teria iofaltivel-
meote de sacenmbir terrivel tsica pul
minar !
Um amigo, sabeodo do mea est do,
aeonseli'.iu me o precioso Peitoral de Cam-
bar, e someste com o uso de doae vidros
deste import'-ctissimo medicamento, c'in-
segu curar-me radicalmente, sen iodo-me
boje forte e po^eodo j eotregar-me s
lides de minba iezenda.
Depois dse caso tenho aconselhado a
muito gente o Peitoral de Cambar, e
todos tem colhido resultados impertan es.
actualmente faz uso de&ta preparado
com muito pprov3tamentu, minba filh*
Neufrides, que tambera ce acha soffrendo
do peito,
Bcr ardo Jos dos Santos.
(Faierdeiro no Serrito, Rio Qrai.de do
Sal.)
Reconheco verdadeira a firma supra.
Em testemunbo da verdade, o escrivlo de
paz Rold&o S. de Goova (Serrito.)
E' nico agente e depositario do Peito-
ral de Cambar Deste Estado a Compa
nhia de Drogas e Productos Cfciaieos. .
^A-O
-v*v~ .*m.-y**
~av*_0-w^--i
KSPARTILHOS
ELEGANTES!
CONFORTA VEIS !
Receba grande Bortimento
parado segando as regias pharmaceo ticas, scon
selbadas petos autor.* modernos e de recoobe
elda capaeldade scientifles tanto no pas como
oo eetrangeiro.
Rale Blixir o producto nao so do grande es-
tado das aceces physiologicas das substancias
como tambem paiaologicas.como tambem o re-
saltado das mmensas applicaces nos diversos
casos de febres de fundo palustre.
A apolcacao deste Elixir na grande epidemia
de bexigas de 1890 a 1891 mais orna vea de
monstroa a sus eficacia ; pois no principio dos
primeiros svmptomas a bexixa aborta, e em ca-
sos mais adiantados a bexiga passa a ser orna
doeaca febril vulgar apresentando pequeas tn-
mefacoes que com a coutinuaco do Blixir de-
sapparecem sem todava apresentar receios de
aerlgo.
Os multes attestados publicados oo diario de
Pernambnco eGaieu da Tarde provam o que
li sernos.
Nos casos de febre amarella o effelto e admi-
ra vel,apresentando pbenoroanos tao maravilbo-
so8 qoe neata cidade do RacKo e no db Rio de
Janeiro pooco receio causa a febre amarella.
mesmo estaodo o doeote com vomito preto e
sanguneo oestes oltimos periodos eolio ne-
sesario a applicacao em alta dose, despreiauoc
a tallbea aonexa.
Kste Elixir j coohecido do pnblico e de nm
grande remero de dignos mdicos apresentado
para combater os differentes ocommodos todos
elles de carseter febril.
Por muito tempo tivemos ocessiao de 'ater a
applicacao as 'eb;->s erysipellosas e com to
bom resaltado qoe Acabos admirados de tao al-
ije effeilos
Pala pratica ebegames a coobecer que nos
ataqoes de feore erysipeliuo^ ot erysipeila como
valgamente se da Desasarlo j uao de 10 dta
do Elixir.
Nos grandes incommodOB das senhora3 mens-
troacSo. gravidei e oos casos de pao om ta-
bre de nm resoltado rxuu certo e segD'o e t
a fu co.nposico taf s mpies que nao cff'reso
receto de apphcar o Elixir nem mesmo em do -p
sopenores s indicadas na tabella infra.
Pedimos aos dignissimos medico? ane deseja-
etn faxer aso deste Elixir em sua cumia au e
sojeitarem oossa prescripcao, mas sim faxer a
applicacao em harmona com os casos qne dese-
jarem combater, uertos de que o medcame) lo e
da comnosico innocente para o organismo ^cr
mts frgil qoe seja.
Modo de osar
T&A'a cnanc at om anno 10 gotas de 3 em 3
horas em urna colber das de sopa cheia d agoa
fra.
De un anno a tres tri zoitas.
Da 3 a 10 annos em diante. 40 gottas etc.
Ratas doses devem sempre ser appiicadaa en
agna fria.
Depoaltoa
Companhia de Drogas e Productos Chimicof
Recife. roa Nacional PUarnaca, ra Larga do Rosarle n.
35.
Pharmacia Oriental, rea Estreita do H- .ra
o. 3
Pnarmacia Alfredo Ferreira, roa do Baro c!a
/ictoria n. li.
Pharmacia Martin?, ra Duques de Caxias n.
80.
Pharmacia Ribeiro praca Haciel Pin'ieiro Si. I
PDarmacia Victoriense de Laiz Ignacio de Ao-
drade Lima, cidade do Victoria
Para qnalqner informacSo ser encontrado c
totor na ra do Rosario Estreita o. 17.
Os nossos frascos sao qnadrados e conta go-
las. N'nm lado teem gravadoElixir anie-febni
no oatroManoel CardosoPeraambuco, e lo
dos os orospectos sao assigoados por Kan.*-
Cardcza Jaaior, eendo falso os que nSo forem as-
sigo? eos.


--e*A
7HEATHQ
'SASISAS 2S TSSATBO
em teoido de seda a renda, S
alta phantasia.ltem o A
AU PAB&DIS OES D1HBS |
^fo^aws&t es9y9***,
Dr. Joo Rangel Medico operador.
Especialista em molestias da bocea.
Residencia ra do Baro da Victoria
n. 3, 1. andar, onde da consulta todos
os dias uteis de meio dia s 2 horas da
tarde. Attende a chamados a qualquer
hora do dia ou da noite, para dentro oti
fora da cidade. Telephone n...
ED1TAES
Alfandega de Per-
nambuco
Edltal n. 4
PHAZO DS 30 DAS
Pela Inspectora da Alfandega se faz publico
que as tz Doras do da i de JulQo vn Juo-o se-
ao vendidas, em praca publica, as mercadoria
abaixo descrilas, que nao foram depacbada
do prazo da lei, tirando muerdo novo p'azo de
"0 oas, a coalar dps para as reli^arem, sob peoa dr, realizada a ven-
da, nao se auender a reclamacao alguma.
O arrematante eoir-r. sob pena de T.olta,
com o prt-co da arremaiacfto dentro de 48 bo-
ras.
Armazem de bagagem
Varea R M CUsa ^a da Europa oo vapor Trame em 26 de Janei-
ro de 1893, conieodo nove garrafa* com iioho,
pe^anao Hielos e nao constando a consigna
5o.
"Sem UiarcaUna dita 9em nonur, vola do
sol no vannr poriogoes Malanga em 7 de
Agosto 'e 1893, c ntendo dozp c^mifaj de aigo-
nao, pei'O de lho, e se:s lencoep, pp-anuo 3
kilnn e ignorando-ce a cnnsigoaco.
Mirca Alfredo LopesUba \iixa era ame
ro viada itii ui i" v loor alleroo Coi-a em
22 de Afirii moldnr nve ni; u, petardo 4 k'loa e ignorau
(Io-sh a r.ot.'Sifc'nac&o.
AifanGr^a ce l'eriiariibuco, 2 de Jacho de
1894.
0 inepector,
Bsmborral *raojo A Moateiro, Ja-
neiro a Joobo de 1894 6:650*000
Colho Joaquina (Jrlbo Llte e
Dr. Jo6 Joaqaim Per, ira Lflip,
JulDo de 1893 a Junno de 1894 13:78(1300
BandelraBaodelra A Si jueirr,
Janeiro a Joobo de (894 7:000*000
GuerraOiyopio de SS e Albo-
qnfrqoe e Candido Das. 19 de
Marco de (891 a 30 de Juibo de
(894 SI: 186*680
LostosaCompanhia Floresta
Asnela, .Janeiro a Joobo de
894 8:020*833
Corma da Silva Carlos Sioden
& C, Janeiro de (89 i a Joobo
de (89*. 13:766*662
SalgadoDr. Bnto Jo da Costa
e Francisco do Reg Barros,
Janeiro a Junho de 1894 6:250*000
Cactioeira Lisa Silva Borgea a
C.r Jaldo de 1893 a Junho de
(894 17:390*700
Mara das Merrif oila Reis, di-
neros & C, Janeiro a Janho de
1894 5:130*000
Secretarla do Theioorn do Estado de Pernam:
buco. 23 de Junho de 1894.
Servindo de secretario,
Epammondas P Bindeia A de Vaconcllis
O Dr. Jd&o Alvares Pitreira de Lyra, jais uc di-
reello do commercio do Recife, capital do Es-
tado de PeroambocQ, em virtude da lei, etc.,
etc.
Fc i saber aos que o presente edital vlrem ou
delle noli' ia tiverem, a quem Interessar possa,
que por pane de D Afra de Paula Lopes me foi
dirigida a peticao do Qt-or segolote :
PetlcSoSr Dr. Jas de direlto do comme-
ciD. Afra de Paol Lopes, lnvenianantn e
sea finad uiarido, cjrouel Lalz de Paala Lop^*
e admioistraaora o- ceas tilnes Deno'e^, quer
protestar para resalva dos direuos se ie e um
es, contra o acto da directora da Comoanh a
rteclf-nse de Paniflcaclo, decretando, Ci-qo w*
creiou. o comn sso de 11,241 acQOes peneac-n
les cu sen niia lo marido e aos s-us rib m
aiteocao ao dixposlo oo decrt lo n 850 de 13 de
Oambro d 1830, e a rn,t'os ji bfoa relavantes.
E'porqce can ie pa'ie das un s ac.6 s fd-
dada em ciaeiu o*l finado ao Binco Kuii-for
de Pernacnbui'.o e an B nrc ce rernaxbuo eu>
garanta iie vidas coulrabidan < in p-'>-11 > u
re'erlaa Caasinti hia Mecifi-nce e Paniticaga.-, e
talvez ooiria -na-.i goea d 'Desrua hiotih
tenharn sido i ir--co-ias cou; rsaors l* -gora
ignorada, qnrr ismbeaa p'ot'Mar a sopM c*ni<-
contra a nos'i'e1 o*a ijoe ta>-s credorri.
facam a Companhia Recifeoe -ip Pnin^cJ>
das accSes caucionadas, caso es's pague as
dividas ulladiiias, sob n-na de pardas e damnus
porqoanto SotSecta a supplicariie podo reocDer
as accOes mencionadas.
Keqoer, pois, ta V. S. que digne se msn'a
'ornar p ir i. rrn.i o pro e-to qoe ora faz, par
depois ser niimado re-s uim'Cie tu dieoiona-
da Companhia a Bancos indicados, p por eaiial,
pobiirado, aos terceiros deaconnec dos,
Protesta jooar pocarago oo crtotio. Feie
defrimenio e esnera recebar rntre.
Recife, 12 de Janba de 1804.O advogaco,
A(S??^.2Sa,.Ud.)
a :::,::: ::s mu
Dr. Cuites CoimdraClnica Me-
dico Cirurgica Consultorio, ra Mr-
quez de Olinda n. 56, onde d consultas
das 11 as 2 horas da tai-de. Especiali-
dadesFebres, partos, molestias de se-
nhoras e criancas. Chamados a qual-
quer hora na sua residencia, na ra da
Soledade n. 31, esquina da ra do Atalho
ou no consultorio
~M*Q'Y**
ESGfirPTDfilO GOMKIJIL
.RA DUQUE DE C.XAS N. 72. 1. ANDAR
Venado Labatul fc C.
TEluljaPUO^E N. 144
Endere$o telegraphico
COMMERCIO
IITIGOS PAR NOIHS
ESPARTILHOS DE SEDA BRANCA
l,I(a.V DE KDA
Cape/las de flores de cera e
pellica
FINOS LEQUES
GRANDE SOETIMENTO DE SEDAS
BRANCAS, PRETAS E DE CORES
Corles francos bordados
Sacket de seda para camisa
Almofudas cordadas a ouro e
ex alto relevo
COLCHAS DS SEDA E RENOA
CA&CAM DE SES1
Na impossibilidadS de mencio-
nar o sortimento que temos, pe-
dimos aa Eamas. femilias a hon-
ra de urna visita
Ao Paradas des Daa.es
33 Ra do BarSo da Victoria
TELEPHONE 59
Bolsa Conijnereia! de Pernam-
fcuco
COIAQOBS OFFICIAES DI JUNTA DOS CORRECTORES
Pra^a do Rect/e, SI de Junho de 1894.
Nao bouve coiagao.
0 presidente
Auo?'- Pinto de Lemos.
J secretario,
Antonio Leonardo Rodrigues.
Cambio
PRAQA DO RKCIFB
Os Bancos abrirain com a lasa de 9 I/i so-
bre Londres a 90 di.s, bavendo rnegoclos lin i.
ta"os.
Em papel particular bonveram negocios a 9
5|16.
Cota;cs de generas
fara o agricultor
HA AsBocar
Gristalisadopor 15 k los 1 a 6J300
Braceo dem dem .... 500 a 7i200
Smenos. dem id-m 4^000 a 45i0
Ua8Cavado lien dem ;-:SuiJ0 a 3i00
Brolo dem dem .... 2i8UU a 3U
Broto melado.....24500 a 27C0
Relame dem dem. 2*2J'J a 2i00
Algodiso
ai negociado a 12Si0 pjr
lo kilos.
Mathematica Elementares
e Escriptura^ao Mecan-
til.
Venancio Labatut tem conseguido os melho-
es resoltados com applicaclo do metbodo in-
tuitivo quo adota do eoaioo de Escriptoracao
Mercantil, sendo que em menos de 30 ligOea
tem preparado ibeorica e praticamenie, pessoas
qoe cram completamente extranbas s iraosac-
Oes commerciae8.
Contina a leccionar as materias cima rna
Daque de Casias n. 72,1 andar.
FINOS B NODULOS
DI
MADREPERDLA
RECEBBU O
An Parads des Dames
Elixir Anti-Febril Cardoso
8EGUNDO A FORMULA
de
Manoel Cardoso Jnior
Approvado em 21 de Marco de 1890 pela inspe-
ctora geral da uigna junta de bjgene do Rio
de Janeiro.
Bste Blixir da composico toda vegetal pre-
mltmml
for pipa de 480 litros 3&5JQ0U.
A^ieardenfct
Por ipa de 480 litroB 186J5000.
Conroa
sccos salgados na base de 12 kilos e '
Verdes a 485 res.
C*9i*aam!>a
Cota-se de 13* a 2U000 por 15 kilos.
8lel
Cotaoios nominal a 130oo por pipa.
isp*raeao
Bioin, 22 o junho di 1894
95 ris
rara o exterior.
No vepor inglez Heveleus, para New-
York, carregaram :
S. Nogueira & C, 900 peiles de cabra e 562
ditas de carneiro.
fio vapor allemso Pelotas, para Lisboa,
carregou :
J. 6. Valente, 25 pipas com 11,250 litros de
agurdente e 100 saccas com 8,483 kilos de
algodao.
Para o interior
No vapor ingtez Delambre*, para Santos,
carregaram :
P. de Oliveira Maia, 54 saceos com 3,240 kilos
de aesucar mascavado.
Companhia de Estiva, 69 barra com 6,290
litros d agurdente, 1,700 saceos com 102,000
de assocar bronco e 100 ditos coa 6.000 ditos
de dito maseavado.
No vapor allemao Pelotas, para Santos,
carregaram :
M. 8. Maia, 100 barra com 9,000 litros de
agurdenle.
C. A. Burle, 400 saceos com 24.000 kiloj de
assocar braceo e 300 ditos ua 18,000 ditos de
dito mascavado.
Fara Rio de Janeiro, carreearam :
D. F. Porto Bailar, 25 pipas com 11,750 litros
de agurdente.
B. Williams & C, 50 fardos com 8.833 kilos
de algodao.
No vapor austraco Meduza, para Santos,
carregaram
Thesoury do Estado de
Ptrnariihuco
EDITAL
DJ orden do I l-n \ D\ ln:pecto' des'n *-
nani'jao conv.no p lo D."-te>'e os S s. conces-
ionarios .-.s u.a \.,\--t i' i ii>:>a: s a vem
recoiber aiC o 'Ha 30 to c^r-euie mea, n&o s ol
ros eorreepondeoua ao semestre a
n'"i'i-.ie da, com relac.) a< p-t-siagoes rece
bidas, confio.1 nriem a imporU"fi dos oie'mo-
juros referentes a 83m-t"-s nljro es, timando
scienles de qu nio satlsfazemo o recolhiioenm
no prazj supra indicado, tica-ao sujeiios aos
loroi da mora, na rax&o de i oor cen i ao
mex, nos lermos dos decretos de 15 de Ou'obro
ne 1890 e de 21 de J;n"iro de 1891.
Trapiche Gaspar Mensas de
Orommond, Janeiro a Jonbo da
1894 7:00*000
Cara-Ass Capito Joaa Paulo
M. Temporal e coronel Joo Cir-
ios M. de Vasconcelos, Jane ro
a Joobo de 1894 7:O01*XO0
P. AUe< A C, 500 sarcos com 30,000 kilos dr
assucar braoco e 2.1OO ditos cu, 120,000 ditos
de diio mascavado.
fara Rio dd Janeiro, carregi'am :
P. Al ea & C, 1.500 saceos cum 90,000 kilos
de assocar branco.
Amona l.-icos & C, 25' pipas com 11,750
litros de agurdente.
V. Fer aira. 10 OuO cocos fmeta.
A. de Carvalbo, 4 gurrafOes com 40 uros de
agurdenle.
.No vapor nglez Babeos, para Victoria,
car-egou :
Companhia de Estiva, 50 saceos cono 3 000
kilos de assocar branco e 500 ditos com 30,000
altos de dito mascavado.
ro vapor nacional Dlinda^ para Minaos,
carreccu :
T. Lapa, 3 pipaa com 1,236 litros de aguar-
de ule.
Na narca portugueza Margariila, para o
Para, carregaram :
M del -os & C, 5 barris com 4,500 litros de
viooo oe caja.
No vapor nacional Jaboato, para Ceara,
:arr>garam :
P Carueirp & C., 30 barris com 4,503 litros
de agurdente.
Para Aracaiy, catregou :
J. Cardoso. 2 cai .as com 16 litros de coga:-,
5 ditas com 40 ditos de licoeJ, litas Com 16
ditos de capil 1'/pipas com 6,990 ditos de
aguardante. 1 barril com 90 ouos de nlcool, 7
1 ditoa com 630 ditos de vinagre, 66 cixs con
464 ditos de ge^ebra, 31 barris e 30 cauas con
vinDo d f ucias pesan jo 1,842 litros.
No baa Ueus te Guie. para Mossoi,
carregaram :
L. Altiairo 4C, 4 barricas eom 240 kilos de
assncar brarco, 35 Raizas com 720 kilos d sabo
e 36 ciixas cotn 252 litros de seaebra.
Companhia do Esuva, 25 volumes com 1,500
kilos de asquear branco.
A. Sieuae, i-) canas coaa 1,150 kilos de si bao
Na narcaca Julia Meodes, para Pilar de
Alagoas, carrejar- m :
L. Ferreira a C, 30 canas com 1,150 kiloa
de sabio.
- Dia 23
Para o inter.or
Fara o exterior
Rostad, para Pe-
peticSo, na
cit.iDuisao
E mais ssoao on'inba eai dita
qual nroferi o despacbo, e leve a
sepointe:
DespachoD. e A.. iorn-se por termo o
protesto, juntando a p.oocracao, e no mais como
pede.
Recife, 14 de Junho d-> 1894.P. de Lyra.
DistriDuigaoA. Giralda. Oi:eiraD-uois do
que o escrivao coaipetenie lavrou o lerojj de p-o-
lesio do ibeor segumte :
Teru.o t- n'uicc -Aos 14 dias do m-;; 0'
Junno iie 1334 r.i-su cidade do K-*c;i**, >-!0 mi
'nriorio, velo a supp IfMie l). A'a de Pn,b
Lopes, por 8fU rlvotJ'lo D-. AolUiiK) Rsfvi..
oe Oliveira, ypra.iie 01 un e as tt-sienui li :
iti i:xo aaignadhr, dis-e q-j relima a Mi o
seo prnlpsto coij-linte "i KQIltjftO PUO'a, QU"
tica fazeodn oarin do pre-enie. E iW com as-ni
o disse, aarigna asie con a mesmas ieste.au-
nfns.
E :. Antonio A-i.'U-to Oa Km Meo t>s, escri-
v5j in et"o. o f---ri. v Oii"pira, Hjrmin" E le B-zerra Castro,
E mais se oi (.onlinba em dito terrea, rriui
fle I mete copalo. W, era _
despacbo exar.oo aa pmicJ* m tea if
la. o respectivo esenvo aaasaa a 1
tal, xmIo uteor do aal kei par Mt
de protesto m val traaaertada
-.Uro Mleresimlo-, a M M N-rsi(
da peticao, e qo>- oi3 Ao aciaalaaMa
dos pea i-oppii -nle.
E para qoe cdegpe ao coa her -a- ala
a qoeaa ioieres*r poti-a, o a* moa
ooDlicado pela imprenta e aSta4a aa la
cosame.
Dado e passarto netta cidade do Rfvi'a.
do Eatado de PeroaojMico, ao* 21 dr
894
Paifoo 81200 At ello e 500 ti is >
io4 pela a.ignatora.
Ka, Antonio Aadflo da Frota
Crivao lolerino, o esrrevt.
J.^o Alvaro* iVrvira < Lyra.
*leerwUaria alta Prr4WlMrt tJat-
n< ipl la KVc.Tc
EDITAL
Be ordem do Sr. Dr. Profoito Municipio, faro publico para niho-
cilllOUtoduS lltlMVSS;l.!.is ijllr no dia
12 de Setembr > il>> ciUtciiIi- annn,
nesta Rop;irtr1o recelHm-sr |ir|i
tas quo sero a!x*rt.is nn p.-'-acBafi
dos proponentes para ohis
reparos do enl(,*ainonio das rnaa (afjjk,
capital, o respectivas can.ilis; s aguas pluviaaa, eV^aaaMiaia --de-
guintes esjK'ciiicaccs < -..lica
gomes:
1/ classeObras do cal';a:n.
1.* Calcamenlo i Mmt-A -r-
mado por carnadas a
aroiae pedr.-i brita.la .1.- (.",lo a ,
do ospossnr.i.
: Calcaimento a ii.-'ril!''iipt)aWe
le0,"38 a 0,-25 de roinpr 1
0,-11 a 0,"i de largura lea so-
lo-e leito le arek de >>:".'> a 11 > k-
espessiira, 0111 terr
preparad).
.' ir



& C. 5 narria com 430 litros l
& C, 60 calxas com 375 litros de
P. Piolo
slcool.
P^darbosa
genebra.
Para Aracatr, carreearam :
J. Sooza, 12 caixas com 276 kilos de sabio.
J. Cardoso, 2 ipas com 940 litros de agur-
dente e 10 barris 3om 400 litros de viobo de
fructas.
Rarbosa & C, 13 taixis com 153 litios de ge-
nebra.
:;." Calcamento a aral!
le 9,mM 1 0,"j
0,-11 .' n,"15 i irgnra c
Mmc-Atm da O, i,"25 d
snra.
i. Tnbalhoa d.-
Qainento.
o.' Cnns'.- ;("-".t de
calcrea 00 u rejun
matea de ciinei ia
iguaes, c ttrauh lo
nimo.
<;.' I-Je i .! meio fio
igualmenl t>ni de
cimento > arei
2.* Classe O
c 1 npreht nd< ud :
1 Galeri i
fundacoea do c mer
alveoaria de lijo! c
argain.issa A-1 v 1 :n
iroitorcfto de 1 doc 1 '. {
area.capeada c mi argam: --
cimento para ^.' de ar in, ion lo:
1:" lyp 1: etxo mai >r l."3 isi
menor 1,-0, espeaanra 0."2T ti."."*>.
2." typo: oixo maior I.' dito
menor O,"tjf, ospeesura 0,20 .-i it,ft.
Bocas de 1 ho para 11 .1 > dos
ramaes de 0,70 de altura ',;i lar-
gura.
Ideai, idem de O,-JO 1 a*0,* M.
3.* Chaminsde ventilari >e riele*
i.-is de0,"80 por 0,") 1, e aa < 1 nm-
potente lampo de forro fundido.
1 avaaBBBBa-JBaa-aa=i.aB
Carne verde de 3^0 a ftW ra. o t<
Solos de 900 a 14 dem.
Carneiro de 1*000 a if*. 0 idea*.
Faltona d- 440 a SO) ra. a caa.
Mho de 700a 800 r*. ? -3ia.
F^ijo de < V'OO a 2'JO a coia.
X rque a !>00.
Readfimeaces pmieilo
sai 01 juxhO o 1894J
Randa reral
Do dia 1 a 22
Kcm da 23
Alfandega
10SS.842J802
33:602*774
Rinda da Ksuao
Do da 1 a SS
leas <--. 23
1,102:445 576
168.200J746
4l:3S8J5id
Somma tota!
20):5S9i79
1,312.054*833
Sagenda cec^o da Alfandega d? Pernam D ce 1
23 da Jnnbo a 1834
Servindo de ebefe
H. L. Perelra fiactos.
O isesonreiro,
Lois Manoel Rcdtignas Valenjt.
RECKBSDOR1A DQ ESTADO
Nada bouve.
Do da 1 a tx
dem da 23
ECIFE
Do da 1 a 22
dem d 23
DRAlNAGi
= No lugar norueguense
Iotas, carregaram:
A. Irmaos & C, 80 pipas e 20 barris com....
39,400 litros de agurdente.
No vapor nglez DeLmbre, para Santos,
carregaram :
Compadbia de Estiva, 100 barris coa 9.000
litros de agurdente.
E. C beliro & Irmao, 210 saceos com 14,400
kilos de assocar mascavado.
A. Irmos & C, 1,200 saesos com 72,000 kilo?
de assucar branco e 1,850 ditos com 111,000
kilos.
Ni ve por ingles Rubens, para Viciona,
carreeoa :
Companbia de Estiva, 1,125 barris com 96,750
litros de agurdente e 1,100 saceos com 66,000
Kilos de assocar mascavado.
Na vapor allemao Pelotas, para Santos,
carreearam :
J. Bailar & C, 20 pipas com 9,400 litros de
alcool.
Para Rio de Janeiro, carregou :
J. S. Guimares. 85 pipas com 39,950 litros
de agurdenle e 65 ditas com 31,300 ditos de
alcool.
Na barca portugueza Margarida, para o
Para, carregaram :
J. Bailar C, 50 barricas com 1,425 kilos de
assucar braoco.
S. Campello, 3,000 caixas com 39,000 kilos
de sabao.
No vapor nacional Jaboatio, para Ceara
carregaram :
J. Cardoso, 16 caixas com 80 litros de gene-
bra, 48 barris com 1,728 ditos de vinagre, 50
barris e 3 calxas com 2,040 ditos da vinao de
finbo de fructas.
C. Piulo & C, 1 pipa com 450 litros de vi-
nagre.
134057*2!1
12:319*758
145.376*979
13:181*325
e28*0tl
14'0o9*336
Mercado Municipal de M. Jom
0 movimento deste mercado no dia 22 de
Joubo foi o 8egointe : Entraram.
36 bois pesando 6,891 kilos.
515 kilos de peize a 20 ra. 10*300
28 compart. com mariscos a 100 n. 2*800
11 ditos com camarOes ? 100 rs. 1*100
32 columnas a 800 rs. 19*200
6 cargas com galliobas a 500 rs. 3*000
2 cassaaes com galliobas a 300 rs. *600
31 cargas com milbo verde a 300 rs. 9*300
1 cargas com batatas a 300 rs. *i00
1 carga cojo macacbeiraa a 300 ra, f 300
3 cargas com gerimom a 300 rs. *900
1 carga com canoa a 300 re. *300
4 carga com cananas a 300 rs. USOO
3 cargas com loucas a 300 rs. #900
3 cargas com fructas a 300 rs. *900
56 carcas com farioba a 200 rs. 11*200
5 cargas com milbo secco a 200 rs. 1*00C
IS cargas com fejao a 200 rs. 2*400
67 logares a 200 rs. 13*400
19 suinos a 200 rs. 3*800
11 comp. com sutaeiros a i* 11*000
8 comp. com soineiros a 700 rs. 5*800
9 comp. com fressuraa a 600 rs. 5*400
34 comp. com comidas a 700 rs. 23*800
63 comp. com fazeodas a 600 rs. 31*800
49 comp. com verduras a 300 rs. f 14*700
76 comp. com farioba a 400 re. 30*400
42 comp. con talbos a 2* 84*000
Rendlmentos do dia 1 a SO
Precos do da:
S89*t00
5.874*200
6.163*800
vlaiealo do pon
;oav:os entrad:s no da SJ
Live'poc e r-n-ala 17 tiasVpor io* z an-
1. oit, -'2ia, c.'tnm.riJaQie H.
Br wj, eqo;pag<*.ri 93, carga RaOM g-a?rM;
a Wilacu Sons & C.
S. Vic-r.tj9 dus, vapor ingez Wy4ale. a
1,186 lonelidis. comaaao;*-J. G Ma.eaai-
paeem SI. em latro; a B>iwl! W ua*.
aracaje es~iiii;-6 a-Vapor oacioiial iara-
hyp, d,- 38! U'.'irlaJas, romnand^n 1- Alfre*
d lIootB'rj. eq ipavm 30. crj. alo* ri-
te vs, a Coitp >nuia r>raatnbarar&
Navioa sabidos io tafttoa Valp.raizo e escalaVaaar lag'ea Brtaaia.
cjxmandaue H. Breva ; carga sartal fue-
res.
BataM-Usilaa rfo Bar -J.rLr i. 1-z .
Paal, c>pilAd C. Jack-aa ; earaaa aaaar-
CjO-I ';it.-: -i'r.t l. boaadex .' b iv.
capiiio B. vVigrdiuioi os goao
rna.
\V:l ImiBgtOB B.'Ci COTl'iCC:. Las,
Cdjl.uj 1 Lar sa ; ^'n :,: :r^.
.-avio*- eafgrad:
Palbaboe pone
. ..
Lugar noruc ".*.
Pancho itf.: : .
Loga' ooraega< ..k.
Pdi,cno tU-
Lugar ponuge-: Ho:
U r noroeuen.p -.crancer.
Luujr por;ag: i M 1 i.ibo MI.
Escaoa bol ao -fs,; Ana.
Pa'.rfco por'ogu-z laekaL
Patacho partagaei artUa VI.
Patacho allemao J. M. Saatt.
Locar bcandtz Fnt, Paker Laanaax.
Patacho ailemo HrUuate.
Patacho aemao J. T. Lissen.
Patacho aaraaaaaaaa Uabbi.
Patacho ingle: lmlaa.
PaUcbo alian'o Harald.
Patacho Ingles Atlbur.
Lugar ingles Aurcra.
Patacho hollaodez A lene.
Brigoe hoilandes Admirare! Troip.
Logar iuglez Bionet.
I ;Ds Tarra Nova
Lugar !ogicS Willian,
Lugl '.Qatlea Vidonn.
De New Port
arca ooro3.
Barca noruega Gang.-r R If.
De Goitaenbarg
Barca sa ec.Heidi.
Dj Rio Gracdd do Sal
Logar noruegoeose Guaa.
De Kambaraa
Patacho allemao Trina.
Barca noruega Ro-i'a
De Uveratol
Barca inglesa Lilia 1:
Vaperea aeitrtr
Mez de Junho
Jacuhype, do sal. boje.
Corsica, do sal. noje.
Hervel.'os. de New York, t U.
Ol'oda, ao sai. a S6.
La Plaev. da Sanios, a 27.
Mexicau Prloce.. de New Tan, a SI.
Taame8, da Karops, a S8.
Magdalena*, do ral. a 29.
Iiaparica, da Europa, aM.
Yaperea a
Hez do Junho
Santos e etc. Patotas*, aoja. As 41
Havre, Corsica. naje, ai 4b
Cear e etc., Jaboatio, Sa, as 4 l
Norie, Olinda, V, as 5 horas.
Bueno. Avies a ose., Taaass, II tel ha
Soulhamptoa esc. lagdaloaa, *, *j 2

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v.
[ UmRL


-J r-'*?^ 1*

)
1
'
I
ggwmmdif Domingo *4Lm* fmtkv tte i**
GERAES
CONDIC5ES
I
As obras sero executadas. do con-
formidade com os typos adoptados
pela Prefeitura Municipal, cujos de-
senhos e descripc5es podero ser exa-
minados,' a contar de hoje, om todos
os dias uteis, do meio dia at tres
horas,
II
O contractanto no praso de 5 mezos
contados da data da assignatura do
contracto apresontar Prefeitura
Municipal os desonhos de execugao
na escala de 1/100 para o conjuncto,
e de 1/4 e 1/2 para os detalhos das
obras cima especificadas, abrangon-
do a extensao quo fr designada pola
mosrna Prefeitura o que pudor sor
construida dentro do anno, podendo
introduzir modificaQo de pormeno-
res que julgaropportunas, scm, entre-
tanto, mudar o typo geral e matorial.
Estos dosenhos devoro sor appro-
vados pola Profeitura Municipal
quo poder os rejoitar, no praso do 15
das a contarda data da apresontaco,
o devoin comprehonder:
1." Planta eperfis longetudinaos e
transvcrsaes do projecto das obras,
acompanhados dos competentes estu-
dos do nivolamento.
2. Desonhos parciacs dos typos de
galeras e mais dotallics concernen tos I
as obras d 2.* classe.
No caso de infraeco desta clausula
pagar o contractanto a multa do.....
50S000 por dia de demora, e, si esta
exceder de 30 dias considerar-se-ha
rescindido o contracto, pordendo o
contractanto,"o deposito a que se re-
le'- a clausula X, alm da acciio ci-
vil por maiores prejuizosque lho po-
dora ser intentada.
III
Secretaria, da Prefeitura Munici-
pal do Recife, 12 de Junho de 1894.
O SECRETARIO
Joaquim Jos Ferreira da RocJta.
0 D-. J.a Jaiifto muer* Pinto de Suata, jal
e direito aa Faienda do Estado de Pernauj
boco, etc.
Fas saber pelo preseo'e qae no dia 25 de ju-
cho do correle tooo, o rgeote Francisco luna-
rio Pinto vender ero leilo publico a qoem
mais der a casa o. 4 no Pooial da Cabanga.
Iregaeifa de S. Jos, coro porta p jaoella de
frente, 3 salar, 1 qoarto, comba Interna, me-
diado de freme 3 metros e 80 cea'imetros e de
faodc 8 metros e 40 centmetro*, edificada de
t.boaa, avahada em 60*1000. Perieoce a Tbeo-
dosio Grado de Alencar e ep acba peoborada
por execucio da faseoda do Estada.
E para constar passon se edital da forma
da lei.
Dado e pagado oesta cidade do Recife aos 16
de Junho de 1894.
Eo, Jos da Costa Reg Lima, eecrtvao, o sob
fereto.
Jos Joliao Rigoeira Plato de Sooza.
BECLARACOES
De ordem do Illm. Sr. Dr. Prefeito
faz-se publico que no dia 26 do crrante,
ao meio-dia, na porta da casa n. 104
ra 89, j'outr'ora Imperial) iro a pra-
9a para pagamento das despezas com
apprehenso, deposito e pregSo, nove por-
cos que foram apprehendidos em correicao
fiscal.
Secretaria da Prefeitura Municipal do
Recife, 23 de Junho de 1894.
O Secretario,
Joaquim Jos Ferreira da Rocha.
A GI.\ do Gr.\ Arch.-
do Un.-.
PUADO
PEMAMBICANO
PR0GMMMA DA 17" CORRIDA
QUE SE REALISARA*
pompa c brilhantismo do acto, em 24 do cor-
rente, domingo prximo, s 11 horas do dia,
em solemiiisuco do 2i" anniversario de sua
Insiall. e em honra ao Padroeir- de nossa
Sobl.-. Ord -., o que torno extensivo s
AAu;,'.-. c RResp.'. LLop.-. d'este Or.-.,
sena dignos OObr.-. e demais toMac. avul-
sos.
Outrosim, scientiiica aosmesmos c ao respei
tavel publico, que achar-se ha o nosso Tcmpl. .
exporto, das t s 9 horas da noute desse mesme
dia, quaudo pdenlo visual o suas familias o to-
das as pes80asque coniparecerem decontemeute
t rajadas.
Orb. de Recife, aos 18 de Junho de !89i,
E.-. V.-.
. 18.-.
Secret .
M. Marlins gr
Ben.-. Loj.a. Cap.*. Cavall.*. da Cruz
Val da ruada lmperatriz n. 2
S.\ S.-. S-.
De ordem do Resp -.Ir Ven--, int. -
convido a todos os MMerabr. d'este Benem- .
Cada propononto far acompanhnr|QUadr...aassistiratess.-.Maga.-. delnic.-.
a respectiva proposta de urna amos- que reaiisa esta Benem--. 01'. -. com toda a
tra dos materiaes a eniprogar, conten-
do, em inscripc&o legivol, o nomo do
propononte e a dosignasaodo material.
Estas amostras serao restituidas dc-
pois dejulgadas as propostas si recla-
madas dentro dos 15 das quo deoor-
d e mclusao desse processo,
exceptuadas, porm, as que acompa-
nharem proposta que for acceita, as
quaos ficarSo om deposito na Profoi*
. Municipal eserviraode padrao
na execuc.au dos trabalhos.
V
As obras abrangero no mnimo a
superficie de duzentos o cincoenta
mil metros quaarados de caifamente,
com lagdo, meio lio c canalisac&o,
correspondente, lie-indo, entretanto,
entendido quo o contractanto se obri-
^r,-: n execntar pelo mesmo preco o ex-
cesso do obra que for ordenado pola
Profeitura Municipal e poder ser rea-
lisado no praso del anno a contar da
dala da oxpiracao do contracto.
V
As propostas deverfio indicar o
proco das unidades, escripto por ex-
tenso c en algarismo, notando-so
que a unidade ser o metro superfi-
cial para as obras de ns. 1 a 5 da 1."
classe o para os 2 typos de galeras
das obras de 2.' classe, o o metro li-
near para as demais obris das 2clas-
ses, nao so tomando em consideracao
a propasta que infringir esta condi-
cao.
VI
Nonaea
o
s
4
Pello
*atura
lid.
Cor da1 vesti-
menta
1. PareoExperiencia1250 metro*. Animaes de Pemambaco.
ao 1., 50*000 ao 2. e 25*000 ao 3.
Berlim.....
Toulon......
Naba 00.....
Malaio-------
Zaino....... Peraamb..
Rosilbo.....
Alazao......
Mellado......
53 i Rosa e preto.........
46 lOuro e preto.........
oi [Encaro, branc. azul..
50 I Verde e amarello.....
Premios: 250/000
'A. Silva.
Oro* & C.
Codo. Cruzeiro.
J. Moraes.
2,' Pareo iniao 900 metro. Animaes de Pemambaco.
504000 ao 2 e 25*000 ao 3."
Premios: 230*000 ao t,a
Vivaz .....
L'meira.....
Vfourisco... .
Viaganca ...
8eija-For2..
Prusiano tx
Saota-f .
Caataaho
Rolado.....
Alaziio.......
Russo.......
Rodado......
Peroamb.. 54
54
54
51
c 54
< 54
Verde erosa........
Rosa.................
Eacaraaao e Dracco.
Sreaat e azul.........
Encarnado e braaco...
S. Doria.
C. Oliveira.
U. do Nascimento.
J. S Rezeade.
'.. Abreu.
3. PareoOrdem1.350 mptrosHandcip-Animaes de Percan)bu:o.
07*000 l>, ao t> 30*000 ao 3-
Braaco e encarnado.. .J. O. P.
Premios:
500* ao
Os pagamentos sero foitos mcnsal-
e por quarteirao de obra exe-
cutada, em dinheiro ou em apolicos
da municipalidade do juro de 7 % ao
anno resgataveis no praso que for
estipulado.
VII
As obras, medida quo forom exe-
cutadas, sero elassiiieadas, medidas
<; recoljidas provisoriamente, e s se-
rao consideradas como definitiva-
mente entregues tres mozos dopois do
recobimonto provisorio, deduzindo-
se emfeada pagamento 30% da im-
portancia do servico feito, osquaes
ncarao retidos nos cofros dotiie-
soro municipalcomo caucao da
fiel execucao do contracto, solidez e
conservaQo das obras, at sou rece-
bimento definitivo.
VIII
Das retenedes de quetrata a condi-
(: 1 precedente, 10*/. ficaro em de-
posita at perfazer a quantia de cin-
tcontOS dereise final conclu-
ir 1 "las as obras, c os restantes
s como garantiada boa conser-
vaba 1 dos recebimentos provisorios,
podendo estes ser levantados pelo
iniciante medida que os recebi-
mentos de obras se tornarem difini-
vos.
IX
Cada concurrente mencionar em
sua proposta por si, ou por bastante
procurador, sou domicilio legal, de-
vendo cada proposta referir-so a am-
bas as classes de obras nao se toman-
do em consideracao a proposta que
nao satislizer a esta ultima condicao.
X.
Cada proposta dever ser acompa-
nhada do conhecimento da Thesoura-
ria Municipal de ter o concorrento
feito o deposito de 5 contos do rois,
em moeda ou om ttulos da divida pu-
blica, o qual lho sor devolvido si a
sua proposta nao for acceita, e, caso
soja, ficar, como cauco que perde-
r, si nao so aprosentar quando for
convidado pela Prefeitura Municipal,
sendo-lhe : restituido, dedusidas as
multas a que so refere a condicao III.
XI
A concorroncia versar sobre :
1. Idoneidado e habilitaces do
proponente, devidamente comprova-
das.
2. Prego das obras.
3." Praso do concluso do todos os
trabalhos.
XII
O Prefeito solicitar do Governo do
Estado o auxilio pecuniario que for
nocossario para que as obras proyec-
tadas nao sejam interrompidas por
falta de recursos.
Club Internacional do
Recife
O ai'aixo assignaJo tem a boora de convidar
os 8eobore8 foriu^ e su3 Ertia?. famr-a p^ra
a reoniao 'anillar que te.-a logar quiota-feira 28
do crente
Recife, 23 de Jooho de 4891
B. H. TtKKnise
Director domez.
Companlna Pernajibu-
Cuna de JVavegaco
De ordem da directora, convido aos
Srs. possuidores de Obrigacoes .Prefereu-
ciaes desta Companbia a comparecerem
na sede da mesma, 3 12 horas da ma-
nila, do dia 27 do corrente, afina ds as
sistirem ao sorteio das obigacoes que
tem de ser resgatadas.
Es riptoro no Recife, 21 de Junho de
1894.
Antonio Ulysscs de Carvallio.
Gerente.
COMPANHIA
Industrial e conimer-
cio de estiva
IVodo ee ezt-aviado tres recibos oerteoc.n'e*
ao Sr. Aot.mio Fumino Floree, da iropor.aDtia
uial de 1:200*000. oe Bejam 30 0/o de sonser.-
tradaa de 20 atgea rifsta i-ompannia, declar-ee
qrjp taes recibos ttcai&D de neobnm eff.-lt", se
al 30 ii'.as da dita deste rinoncio. nSo furem
aprsemeos no es^riptorio desta companb a.
Recife, 20 de Jocho de 1894..
A. D. Fernandos
Di'eolo- ucrtflaria.
Nababo......
Tudo ......
Al 7-Siooer..
Turco 2.,...
Alazao.....
Mellado ....
KU"80.....
Alazao.....
Pernamb.. 50
5
Si
,-.., 52
Encarnao e azul.....
Verde e amarello.....
Oaro e preto..........
G.-eaat e azul..........
Cood. Cruzeiro.
J. Moora.
A. M. de Almeida.
J. E. Ferreira.
4 o PaieoCansolacfto 800 metroe Animaes de Pemambuco que nao tecbam ganho
prerrtos nos Prados do Recife, contando ou nao victoria.. Premios:
ao i, 50*000 ac i* e 25*000 ao 3."
P.lbaco.....
Leiroso. ...
Harslho.....
Z'R-Zlg.....
G^rOio......
Aquidaban 2o
Oman.......
Furioso ...
Sncqcedo...
Castanbo
Rasso...
Caviaabo....
Mellado.....
Hu-.-o. ,... .

Roseo talbid
Rodado..
Mellado.
Peroamb.. 54
54
:-n
54
Sii
54
54
m 54
54
Encarnado...........
Ouro e preto.........
Brancoe Eacarnado..
Encarnado e pret3....
Preto e ouro.........
Atnirello e rxo.....
Encaroaio e 1 reo...
t're o e azul..........
Grenat e azul........
F. M. Gillote.
D. Kelly.
4. M. oe Almeida.
Coud. Arrayal.
Goud. Fratern:dade.
M. S. Barro.
Cood. V. doR. Braaco
F. J. Mareira.
J. C- Ferreira.
Pareo Prosperidad1.609 met'OR. Handcap.Animaes de Prnambuco.
300*000 ao i.*, 60*000 ao 2. e 30*C00 ao 3."
Premios
Vingador....
Vivaz........
CjIosso.....
Taliapber....
Mascte
npro.....
Pontable.....
Pirata........
S^epticismo .
Metrpolis 2.
Narciso.....
Rodado......
ias:anho....
Rotado......
'"astaobo.. .
P-eto........
Castanho
Pre'o.......
Castanbo.....
Rodado......
Caetanho-----
Peroamb..
54
46
5
50
54
4-5
54
54
52
52
Vzol mar.0 e braaco..
Verde e ro^a........
Ec. braico eazol
Amarello e rozo......
Azul e ouro.......
Ciumoo............
Eacarnado..........
Verde e amarello.. .
Encarnado e i>vto...
Azul e encimado....
46 ll'.-e.D e mangas cr*nc.
Coadela a Portueose.
Severo Doria.
Coud. Cruzeiro.
:. Olivelra.
Cood, Mouri--cana.
Ooud. Hivma
M. S M. Jonlor.
agalria-8 de C.
A. M. Almeida.
J. Francisc;.
Cood. Estancia.
6." PareoPernambneo1.400 meti-ogAnimae d Pe'nnmbuco. Premios : 300*003
ao i.', 60*000 ao *. e 30*000 ao 3.
Triompbo..
Piramoo.....
Piai&>......
Bisma'ck 2.*
Turco 2'...
Ally Smper..
Me'iado.....
Castanbo....
rtodado......
Rodado......
Husao .......
Alazao......
Peraamt) 5i
56
52
60
48
1 48
Encarnado e preto....
Branco e amarello....
Verde e amarello.....
Encarnado e azul
Grenat e azul.........
Ouro e preto..........
Cood. Arrayal.
Coud. Bella Vista,
Coud. Nerundlo.
?. C- llezeode
J. C Ferreira.
A. M. Almeida.
Mt'IIKI5.ll>fS
Reinaria e Ocstilagao Per-
oambucaca
TeDio de se pro:eder no dia 26 do eo-rente
rcez, 'l bora da tarae. o sjrteio teres aeta soc.pdade. sao coovidados os Sr.
accioniftas e pTitidores das mesmas, a *itir
o dito eo'teio que tera Ioc-t n seo escriptorio
roa do Ommercio 0.54.
Re. :\-, 22 de Joor.o ce iS9i.
O pre8derte
_______________J- GoocalVf8 Plrto.
Club Carlos Gomes
A directora det- clob resolveo a pedido c
grande cmero de socioa transferir o sarao ma
i-al e caD8nt. cjtrexpoDde te a este mez.
para a noute de 30 do Trente.
Secretaria do Club Carlos Gomes, em 20 de
!unbj ae 1804.
.!va?o Pinto Alvee
Banco da
Bolsa
De conformidade com o art.
104 do regutaniento das so-
ciedades anonynias, convida-
mos os Srs. accionistas a se
reunreni terca-feira 98 do
corrente ao nieio dia, na sede
deste llanco aflni de proceder-
se nos termos do n. 9. do mes-
mo art.
Recite, 'O de Junho de
184.
Os liquidantes,
los Marcelino da Rosa e
Silva.
Pedro Jos Pinto.
Qfcsro$09
As corridas terminaro s 4 horas da tarde.
Os animaes inscriptos para o 1. pareo deverao acbar-se no enshamonto
ds y \\" horas da munha.
Os forfaits sero recebidos at sabbado 23 do correle s 3 horas da
tarde na Secretaria do Derby.
Os juckeys que uto se apresen'arem convenientemente trajados com as
cores adoptadas no progrmala por seus paltes, nao serao admittidos pesagem,
e serao multados de accordo com o art. 51 do cdigo de corridas.
Previne-se aos senhores accionistas de procurarem os seus ingressos na se.
cretaria do prado ra da lmperatriz n. 26 1. andar.
A Directora chama a altenco dos Srs. proprietarios e jockeys para o art-
21 e seus e o art. 46 que sero restriclameule observados e o horario que for
marcado na pedia ser rigorosamente cumprido.
Chama-se allencao dos Srs. proprietarios. e jockeys, para procurarem os
seus carles, e cademetas na Secretaria do Prado atim de seren entregues aos
jotteiros no dia de corrida.
O porlo do ensilhamenlo s d entrada as pessoas que vierem CGm animal.
A archibancada do centro, fica exclusiva-
mente reservada para as directoras congeneres
autoridades civis e militares e imprensa.
PRECOS
Entrada Geral ...... ^OOO
A Entrada para Senhoras GRATUITA
Secretaria do Prado Pernambucano, 21 de Jacho da 1894.
O secretario,
Jos G. S. Gouveia.
Da 24 de Junho de 1894
Propretart
Companha Florestal
Agrcola
Assembla Geral Ordinaria
Sao convidados os Srs. accionistas a
se nuninem. em Assembla Geral Ordi-
naria no dia 30 do corrente mez, ao meio
da no escriptorio a ra Mrquez de
Olinda n. 19 Io andar ; a qual ter por
fim julgar o balanco relativo ao anno
social findo em 30 de Abril, relatoro e
parecer da commiasao fiscal, assim como
proceder-se a eleico da commissao fiscal
e supplentes, que tem de funecionar no
prsenle anuo, de vendo cada accionista
depositar suas aeces nos corres da Com-
panhia at c dia 25 do corrente.
Recife 15 de Junho de 1894.
J. G. Piulo.
^^^^^^^ Director presidente.
Alandega de Permmbuc
O conseibo par? o contracto do trataneoto a
pasto dos cavalloa do contingente 4o 9* regi-
ment de cavallara deaiacado oeste estado, do-
rante o V semestre do corrente anno. recebe
P'opostas no dia 28 de Jonbo crreme, p las II
boraa da manba, eo qnurtel general do com-
mando do 2, dptricio a i itar.
Pa-a a cava'liria
Invernada para cava no, orna.
ConojjOes
1.a 0 conlractante ob.-igar-sr-ba a dar por dia
doas racSes a cada animal, de nm kilo meio
de milno cada orna. .-enJo a itistriioicao feita
pela manta e i tarde, deven o baver abrigo de
telba co p. Iba oo terreno para o cavalloj e ac-
comrxodaQea para as pravas encarregsdas do
trtamento dos rxesmoa animaea.
2.a O cootractant; depositar na A'hodega
orna qantla como cute/o, qae sera arbitrada
pelo coo-tibo.
3.* As propjstas deveraa ronter declaratao
expresfa de sojeitar se o prooenente a malta de
5 /. se deixar de ceiipareer para assignar o
respectivo contracto deatro io prazo qoe ibe 10
marcado pploa jonae?.
4.* Na falta de Del cumprimeoto de qoalqaer
das obrigacoes deque trata al* r.nnilc*", o
coiitractao'-e ti ara sujeito a multa de tOOOO por
cada cavpo.
o* A3 propostas sero anreseDtada' em dorli-
cata at sil boras do relerl*o dia, cm que te-
rao yhertaa e apu-a iaj em pre-e'igi dos popo
nenies.
Alfandega de Peroambuco. em 21- de Jonho
de 1894.
C inspector,
Alexandre de Sonta -ereira ao Carme.
.ramma*
Banco Emisss? d
No dia 25 do cor-
rente s 10 horas do
dia, proceder-se-ha
neste banco a ra do
Cosnmercio n. 38, Io.
andar ao sorteio das le-
tras liy p o t h e carias
que tero de ser pre-
miadas e resgatadas.
Recife, 18 de Ju
aho de 1894.
O director,
Jesuino Alves Fer-
nandes.
Sub.-. Cap.-. R/. C~
Vigilancia c degredo
AO VAL.*. DO RECIFE
Ses. mag. quarta feira 27 do cor-
renta para regularisaco deste Sub. .
Cap. s 7 horas da noite.
Sio convidadas as uossas BB.#. co-
irra"', AAug-. e RR.*. LL.*. Con-
cilia5o e Cavalheiros da Cruz, bem como
todo M.Mac. no goso de seus direitos.
O Gr.*. secret.*.
G.-. F.-.P.-. F.-. 18-.
Costuras
de
do Arsenal
uerra
8J01EDADJS
Renaria e Destilado Per-
nambucana
Aaaembla geral extraordinaria
Sao convidados os Srs. accionistas a ae reooi-
rem em assembla geral extraordinario no dia
28 do correte, a 1 bora da tarde, na roa do
Commercio n. 34, i- andar, alim de tratar-ae da
reforma dos estatutos desta aociedade
Recife, 12 Ce Joubo de 1894.
Jos Goocaives Pinto
Pieldeoie.
Companhia Nacional de Ca-
misas eRoupas Brancas
Terceira convocagSo
Astembla geral extaordinaria
lito tendo comparecido numero de accionistas
co-reepoodente ao capital oeceasario para ter
logar a recniao de assembla geral extraordina-
ria, atim de deliberar sobre transaccOes de cr-
dito co i' garartia, eSo oovamente convocados os
Srs, icciooistas para ge reanirem na segunda-
feira 25 do crreme, ao meio dia, em ama das
secces do edificio da fabrica, em frente a eeta-
5o central da estrada de ferro te. (ral de Per-
namboco, para deliberarem sobra a materia ja
citada.
Sendo esta a terceira convocafo, a assembla
geral funectonar cem o numero qoe compa-
recer.
Recife, 18 de Janfio de 1894.
0 secretarlo
Augusto Silva,
Santa Casa de Misericordia
Jo Recife
Foroeclmeoto de pao e bolacba
A Iiloja. junta administrativa em esso do
dia 26 do errante, contrata com qoem melbores
va tagena offerecer, o foroecimeoto de pao e
bolacba dorante o trimestre de Jalao Setembro
do corrente an o, sando de p-imeira qo>lidade
e entregue nos eatabeleclmentos por coma e
risco dos contrataates.
As propost-.s serao recebidas at as 3 horas
da tarde daqoelle dia e deverao ser fettae em
cartas fechadas, devidarr.ente selladas, declaran-
do os proponentes sojeitarem-se a molla de 5
0/0 sobre o valor toal do fornecimento se no
praso de tres das nao comparecerem nesia se-
cretaria para asalgnar o respectivo contrato.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 21 de Jocho de 1894.
O rscrivSo
Jos Honorio B. de Menetes.
De ordem do cidado tenentn-r-oronel director
deste nena!, d;s!i-iCEe&e c^sto-as Des olas 23,
16 e 27 to cjrren'e mez, com as wstoreiias,
por-^D'doras daa golas de ns. iii 100, de con
formidade n-n asorden e a. vigor.
Secgao 3 costuras do Arsenal de Gcerra do
Esladj de Pemambaco, 24 de Junho ce 1894.
Flix Antonio de Alcntara,
Capito nrij-into.
Veaeravel
CoiTraria de Santa *\fa te
Cassia
O Caal cocaelbo detsa veneravel ennfrar a,
nelo presente Cerlara nada dever do preaaot
annoadmimstravo, mas se ai^cem se jclga
credortqoeia apresentar Eoaconta co praso de
tre* das para ser verificada e paja Data irme:'
riel SebasaSo Pereira Plnio, a roa de Marnli'
Das d. 31, armazem, das 9 horas da manba 4
da tarue dos das oteie.
Consistorio, 24 de Jonnn de 1894.
O secretario
Miguel dos Sanbs Costa Junio-
Matriz de S Jos
Mesa geral
Terceira cocvacacSo
De ordem do Sr. juiz da veneravel irmandade
do SS. Sacramento de S. Jos, convido a toaos
os irmaoi para, em mesa geral, ouvlrmos a
commissao qae tem de dar conta de soa mieec
com relajo a nomesgo de fabrlqaeiro, roja
reoaio lera logar oj da 26 do correle, as 6
horas da larde.
Cocslstorio, 23 de Junho de 189.
O esenvo
Mien*l Meneip*.
Alfandega
>Icdii-ain'iitis, drogas e utensilios
para o presidio de Fernando
De ordem do Ilustre Sr. Dr. Inspector desta
repartigao, rica designado o dia 2 de Julho pr-
ximo futuro para o recabimento de propostas em
cartas selladas e fechadas adra de ser contrac-
tado o fornecimonto, que fica em concurrencia,
dos medicamentos, drogas e utensilios abaixo
relacionados, destinados ao abastecimento da
pharmacia do Presidio de Fernando de Noronha
durante o prximo semestre de Julho a Dezem-
bro.
As propostas senao organisadas, tendo-se em
vista as unidades que vao mencionadas, atim
de que se possa fazer, sem difliculdade, o cotejo
dos pregoa offerecidos e julgar na mesma con-
formidade os mais vantajosos.
Devem tambem consignar as mesmas propos-
tas, a declarado expressa nao s de que os ar-
tigos fornecidos s W >
mate recefeMoa depato Uva commiartodo presMi, i
todos oa demais artlgoa. ei
InspecUr de Hygiene PoMica, i
qae as despezas de :
ci correrlo por i
A entrega das pronoatait 4ere ar foto al *
11 horas do referido dia 2 4 ."
Assucar de turbina, I sorta, kilo
Assucar refinado especial, iem.
Assucar candy, dem.
Amendoas com cascas, deaa.
Aramoniaco. liquido,
Alecrim, idera.
Alfazema de Lisboa, id -u.
Alcatrao de Noruega, dem.
Alvaiade de xinco o 1, idrm.
Alvaiade de chambo idea.
Amarello francez. idem.
Acetato de chumbo crystalisado, id
Altlia em p, idean.
Alcafus em p, idem.
Acido pbenico negro, 1 lem.
Acido phenico crystali?ado. i Jera
Antipyrina. idem."
Acido tartrico em p, idem.
Acido rolfurico puro, ideui.
Acido chlorydrco puro. idem.
Acido ntrico puro, idem.
Acide ctrico cristalisado, idem.
Acido brico, idem.
Acido oxlico, idem.
Arroda em p, idem.
Ahnecega, idem.
Arseniato de sodio, graanus
Azul u'tramar, 'kilo*.
Alcoolatiua de r.iiz da acoaito,
Alcool a 40, litros.
Alcool a 3t", idem.
AcaMn, grammas.
Algotlo iodoformado, kilos.
Algodao phenicado. id'-m.
Ataduras odoformadas. numero.
Ataduras phenicadas. dem.
Agua destilada da H. de laning^ira lii
A-ua dcstillada de rosis, idem.
Agua dcsdllada mollis*a #M in^le/.a de l.isboa. garrafas.
Agua AM de Robinal, nlcin.
A-u;i de Vals, dem.
-\..ua do Juna, id"iii
Balsamo de lolii, kilos.
lii-carboiiato de sodio, i La.
Borato de sodio, i tm.
Krotnuretn >l: su iio. -r.imma;.
Bromureto de polassio, kilos.
Uromureto de aiumoniaco. iraaaa*.
Breo, kilos.
Banli i Aa poroo. i 1 -:i.
Bjnjoim narional. I m
Bciijoiin do Lisb'i.1. idem
n i m a r mm uiri.i-- i'l-m
Cnlorjdrato de eocamn, j ramma*.
Chlorolormin puro, Mam
Caapkora, km*.
Carbonato do |K>lassio, i-lena.
Carbn*!* d.- s mh*, i toa.
CapMlaa i.uirina-, eaixa*.
Colloiii > elstico, kilos
Cognac Sno, litr >.
Canrao asiaal, kilos.
Carvao vegetal, saoe
t'arvio de liflloc. vidro*.
Calomelanos, kil >s.
Cochanilha, idem.
i'hlorureto deeskio :dom.
Crmor il: laitaro soluvH
Cariwata da narfnrsa, *
Cn'' pr.'parado. Mea.
tabocas de papiulas, i lem.
Conta-gottat, anneros.
Can -lia em |i. I
Cautil irida em po, i iom
Cevada. Una.
aseas de laranjas amargas, i>l m
Cera amarella, dem.
Cera branca, id in.
Colla da Baha, idem.
Cha Cliambard. caixas.
Cr para artes, kilos.
i onfeitos do ergotina de boenjoim. vidros
Capsulas de l.imousin ns. I, i, 3. lilhoiros
Capsulas de esseacia de tlurobcnliii.1 Clertat
vidros.
Capsulas de cliloroformio, idem.
Caixas francezas. grozas.
Cxaa com parata, ktoa.
Caixas d ma'lciras. Baai
Extracto Huido de rascas Ae laraiijas.
Extracto Huido de quina, idem.
Extracto fluido do salsanarilha. kilos
Extracto fluido do genciana, ki
Extracto fluido de ihcrcbenthina, kilo*.
Extracto do carne do Li-liis's, potes.
Ergotina c Bonjeaa, vidro*.
Extracto de digital i-, grammns.
Extracto de rhuibarbo. idem.
Extracto de belladona. dem.
Extracto de cicuta, idem.
Extracto de quina, id ;m.
Enxolre dourado de antimonio, idea.
Enxolie era bastos, kilos.
Elher sulfrico, idem.
Emulsao de Kflptor, vidro*.
Emulsao de scott, idem.
Elixir de troz, dem.
Eliiir de papauu Martins Costa, idea-
Elixir do cabeca de mgro, i 'a.
Elixir de -alsa, caraba e cabacinbo. idea-
Elixir do Tisy, idem.
Emplastro poroso, duzia.
Emplastro Meliloto yrainmas
Emplastro dyaektU goaaado, IiIo*.
Estopa para filtrar, idea.
Eslanlio laminado, idea.
Fios curtos de lindo, idem.
Pios longo* de linl.o. i ern.
Fundas arcitaa a eajnerdas, .minero,
'un las duplas, dem.
KI ira* de tilia, kilos.
boinas malva*, i lera.
Folnas do -o:.
Pollas de digitalis, idi a.
Perro Rrav.-is. xidros.
Parini a \m toa, ata.
ierro iobim, vidro.
Pecala .1 batata, kiro.
Soasada aratadn,

Qoaaa arbica int< ira,
Graaaa arbica ea p
Glvcerina u itra, idea
QriH de sal de Er.-nck. oaa
Goaaa lacea, kiios.
vpopiijspinto do cal. eraaan**
indurlo de paaato, kilo,
iodureto d* so lio. graaam.
lodureto d i ammomo, idom.
Iodol, idoIU-
lp;ca rais, kilo.
Incens, idem
Litbargirio em po, idem.
Lpulo, idem
Lanolina, idera.
Lacre ea paus, duzia.
Le Roy franc.z purgativo,garrata*.
Laclo pliosphalo do cal, graama.
Licor de Laprado. vidros.
Liobaca oin rao, kilo.
Mel do abolhas, idem.
Mana c.imtiiu. idera.
Man em lagrimas, idem-
atoasanasMn de Murray, viro.
Muflanla ingloz, idem
Mammadeiras forma canoa, numero
Moscas do Milo, idem.
Mercurio doce, kilo.
Mercurio meiallico. i lora.
(Maltina, gramma.
[BMteiga de noz moscada, gramaa-
jNitrato de pilocarpina. dem.
Nitrato do prata fundido, idem.
Noz moscada, kilo.
Oleo de ricino ltrado, dem.
Oleo de amendoas doce*. dem.
Oleo de oliveira, idera.
Oleo de linda a, idem.
Oleo de ligado de bacalhau Je Bertbc, vidro
Oleo de figa lo de bacalhau de Daeoox, idas.
Oleo de ligado de bacalhau de Chenier, idea.
Oleo-le ligado le bacalhau creozotado de Cle-
nier, idem. ^
Oleo de ligado de baca'hau ferruginoso de Che
nier, idem.
Ocul-is de grau, numoro.
Oculos de cor, idem
Oculos do cor, rayopia, idem.
Oxydo rubro de mercurio, kilo.
Opio broto, idera -
Pyrophosphato de ferro citroamaonarAI, |
BJP
Pomada mercurial dupla, kilo.
aa
+
aaaaaa
Mal
Mi
n m.a.ii
aaHuuJ


-*
i
Biari* tf a jP^rnambncg Domingo feI de Jnnlio de 181*4
peltos para mamaderas, daza.
Pos de Roa, vidro
pos de Vichv, ideni.
Pflulas da Biaocard, idem.
Pi:ul;i3 de Bland, idem.
pilulas de Vallet, idem.
Pilulas do lleutar para o flgado, id;rn
Plalas de vermfugas de Calasaos, caixas.
Pedra hume, kilo.
Pedra pomes, dem,
Phosphatina Fallibles, vidro.
Perceorureto de ferro liquido, idem.
Peza xarope, numero.
Pos pretos, kilo.
Papaina em p de Martins Costa, gramma.
Paslilhas de Dilohun, vidro,
Paslilhas de Nal', caixas.
Paslilhas de gomma Candy, kilo.
Paslilhas de Keunir, kilo.
Paslilhas de Tol, idem.
Pasturas de Ipeca, idem.
Piiceis de peona, glosa.
Pinceisde virola de cobro ns. 10, 6, e 2, na-
mero.
Pinceis de chatos, 3, C, 10 linhas, idem.
Pioceis Arrochampier para traeos sonidos, nu-
mero.
Penetras de seda, dem.
Peneira de dina, idem
Papel de cores lustroso, resma
Papa) de cores sem lustro, idem.
Papel de filtro sortidos, kilo.
Papel de cartao, idem.
Papel para embiulhos azul e branco, resma.
Peitoral de Auachauita, vidro.
Peitoral de Cereja, dem-
Peitoral de Cambar S. S., idem.
Quina amanilla em caixas, kilo.
Quina amarella em p, idem.
Quina amarello-rubra em p, idem.
Quininun Labarraqoe, gramma.
Roldas para i|2 garrafas, milbeiro.
Rolhas para garrafas, idem.
Rolhas para vidros, idem.
Ri'uxo Ierra, kilo.
de salsaparnlba, idem.
Raz de genciaca idem.
Sospensorio terzicalar, dmia.
Subcarbonato de ferr\ gramma.
Secante de hoco, kilo.
ito de cinco, idem.
Sulfato d'3 ferro, idem,.
Sulfato de cobre, idem.
Sulfato de magnesia, idem.
Sulfato de sodio, idem.
Sulfato de quinina, idem.
Sulfato ue Sparteina, gramma.
Sulfrelo de potassio secco, kilo.
MARTIMOS
Knott's mers
LINH\ REQLAB ENTRE 03
Estada-luidos, BfaZil e Rio da
i"
ble
creoso-
Solucode chlorvdlo phosphato de es
Indo de Paotanberge, vidro.
SabSO medicinal, kilo
Salan para opodeldolk, idem.
Sabao sulphuroso, duzia
Sabio pbenicado, idem.
Sabio alcatrao, idem.
Sabao acido brico, idem.
Sabao bi-cblorureto de bydrargirio, idem.
Sabao Ichtvol, idem.
S)lucjio de iodnreto de stroutium, vidro.
Seringas de vidros. doria.
Seringas vulcanizadas sortidas, idem.
Seringas para jacto continuo, numero.
Saliaparrilha do Ayer, ndros.
Salycilato de sodio, kilo.
S] ermacete emrama, kilo.
Sahl, arammas.
Sedlitz Chaoteaud, vi iros.
Sal detractas, idem.
Subnitrato de bismutbo, kilo
rimara de juca, litro.
Tintura de Neciandra amara, vidro.
Thridaceu. grammas.
Tanino, idem.
Terpinol, idem.
Terebeathina de Veneza, kilo.
Tubos negros de borracha, metros.
Tubos Uravnage sortidos. idem.
viudo braeo de Lisboa, litros.
Vinlio de quinino Labarraque, garrafa.
Vinho de Chassaing, idem.
Vinho de Bellini, idem.
Vinho de Moitier, idem.
vinho de Chapoteaut, idem.
Vinho de Laroche sonidos, idem.
Vinho de Girard, idem.
Vinbo de Silva Araujo, idem.
Vinho de Dusart, idem.
Vmho de Defresne, idem.
Vinbo de Malaga, litros.
v; -ilina branca, kilo.
Vesicatorio de Albes peyrs, dem.
Veroiz copal branco, dem.
Vermelhao da China, idem.
Vinagre branco, litro.
Vidros para Opodeblok, rento.
Vermfugo Fabnestok duza.
I "Je rrancez, k:lo.
Verde reme escuro, idem.
Xarope de ioflurelo de potassio Je Larose,
viJro. _, ,
Xarope de odurato de ferro de Blancard,
I. i' ITl -
Xarope iodur. do de Gibert, dem.
Xarope de lactophospbato de cal de Dusart,
idem. ..
Xarope de agrio, ju e cmara, dem.
Xarone de seiva de pinho martimo, dem.
Xarope de iodoreto de strontium, dem.
Xarope de codeina de Berthe, dem,
v, Xarope de bypophospluto de cal de Churchill,
idem.
Xarope de rbano odado, dem.
Xarope de Cromureto do strontium, dem.
Sueco de grosellias, litro.
Utensilios
Vogao inglez de Peat>l, numero,
Lampeo pequeo, idem.
Espumaderas, idem.
Cacarolas esmaltadas sortidas, dem.
Capsulas de porcelana s/c sortidas, dem.
Capsulas de porcelana c/c sortidas, dem.
Torneiras de metal tamanho medio, dem.
Sa arrolbas, idem.
Lampada para alcool, idem.
Tubos para ensaios, idem.
Espilladores de penuas, idem.
Machina para ventosas, idem.
Vidros ou copos para as mesmas, dem.
Batanea de precisao, idem.
Balanza ordinaria para 10 kilos, dem.
Collecjao de pesos para a inesma, dem.
Bacas pequeas Agaui, dem.
Potes para uifusOes para 12o,0, 250,0, oOO, tUUU.u,
Copos "graduados para 15,0. 30,0. 00.0, 125,0,
2^0.0, 500,0, 101)0,0, idem.
Graos de romposico ns. 25-8.
C; ecos de louca par 4, 8, litros, dem.
Caneco* de louS para *, 8. 16 litros, dem.
Caivetes, idem.
i;- rivania, idem. ~,nn
Funis de vidro para 60,0. 125,0, 250,0, 500,0,
200 \0 idem.
Tesouras 6 porgadas, Mero.
|i, .relbo proprio para desinfecto, dem.
Prateador para pilmas, idem.
Porta-Sos, idem.
Porta-tubos, idem.
. < rta-flltros, idem.
Vidros bocaes esmerilhados para 8 libras,
Vidros bocea estreita esmerilhados parj 3 li-
tros, idem. ,
rafoea vasios para d. psitos de vinhos em
macerares, para 16 litros, dem.
Flanella branca para coadores de xaropes,
metro. ...
Botulos para receituano, milneiro.
Boiulos para uso externo. dem.
i ros im branco de papel de Hollando: para
e descargas de medicamentos e copias
(l uffieis, de duzent s folhas, idem
Livros para copias de receitas, de duzentas fo-
lhas, dem. .
Impressos paraopodeldok, milheiro.
Formulario Dowantt ultima edieco, numero.
Formulario Bouchardat, ultima ediccao, dem.
Formulario Dujardim Baumeiz, ultima ediegao,
3 SeccSo da Allandega do Estado de Per-
oambuco,23deJunhodec18e94.degecso
Luiz P. Codeceira.
O VAPOR INGLEZ
Mexican Prince
K' djperrac de
NewnTork at o
da SS do car
eme e eahira
depois da demo
ra opccsiria para
Rio de Janeiro, Santos e
Bu nos-Ayres
Para ca.fra. encomroen CONSIGNATARIOS
Johnstuo Pater e Coiiip.
Ra do Commarcio n. Ib
Bsnl Ma fjshi ir
mi
O paquete Fhames
Commandanta B. S. Armstrong
Espera-ss da
Europa no cia
S* ne Juotoo -e-
jiuiiido o:-pcisda
(letrera necessa
ra para
Babia, Rio de Janeiro, Montevideo e Buc-
Buenoa Ayres
Para carga, passagens encommendas e di-
oasirc a frete: trata-se com os
Agectas
iT.T) oireitura
Ec(rr no poto
Rojf-e aos rtrs. itapori"'"'-* <<> Ctrgt pelos
vapores rte-ta li'r., qopi'am uoor den^
lo ie fi d'aa, a cooixr do da vareabas dubiser rocumneito cor, rerEente a vo
Iijotm ^uf ooren:ura tmtiadl sczcllfo jara os
po'!> *o snl. aira t*> je podeTem dar a lempo
as providencias ueepseanas.
Expirado o referido prazo a companoia uo s*
resp ogat)lIi8a por extravos.
R-'iebe carga e encommenda c^ t:a!&r com o
agknte
LUg-uste Labille
9R" do Comtner A'S 11 HORAS
Agente Pintt
RA DO BOU JKii N. 45
Por mandado do Ulm. S Or. joii dos ff>ilos
da fasenda para pagamento do que dee i ta-
zeoda.
Agente Oliveira
Para
Para o porm cima s^goe ne-t^s alas o
Pat> cho BEDtriea&o
Ha vil a h
De primeira classe (A I)
Recebe carg fpi-s" i- ^ra a
CONSiaNATARIA
Crmparh'x Isdcstrial e Commerco de Es-
tiva
Ra do Amorim n. 58
O paquete
Mardalena
O. R;gsad
spaMi Hob. H, StOiDjns Line
O paqaeta
C a pa
E' esDerado de Baltimore
ele o cid 8 de Julbo.
ara carga, passagens, eDcommcndas e diobel
ro a fre*: trata-ee com os
AGENTES
Psreira Gareeiro .
Ra do Commerco n. 6
i andar
T5
Commandants H.


E' mperao do sol al o
rt,b 89 o eorreota seguiu-
do deso d demora indis
peosavel para
Lisboa. VSg e Sowiasa'i' M
. B.Prevne-?j aos Srs. recebedor?a de
Qjercatorias, (jne a Compaobii 2Ja Real Ingle-
za, co3;?C-oa coa aGeoerEi Steam Navegation
Companjom servigo da vapores sfmaoaFB qus
paraao de Bordeans, 'ognuc.C.aresc ele, de-
em chegar a Sjctoamptori a lempo de badeia
rem as ca'gas destinadas a America do Sal.
pira es vapores desta eoaptabia*
RedncySo uob pregoa das pasia^ess
l'-a iitiio
A Lisboa 1 clasae tO 30
*8oatmusBton i c'.as.'.^ 3 a
Casaroes rsssTYados para o paaugeira e
Pernambaco.
Pirapa ,:r.~-x.'a."..'vr**.a t
com os
AGENTES
A.morm Irraao^ & C.
W. 3Sai do finm JiwnnN. 3
Ccmpanhia Pem^mbocna de
Navegaba
PORTOS i O NORTE
Parahyba, Natal, Maco. Mossor, Ara-
caiy e Cear
O paquete Jaboato
Commandante Aifredo GuimarSea
Seguir p
portos sci
dicad'.s d
ss de Joq
4 oras.
"Recebe carga, eocommenas, passagens e di
shriros a frete a!-' Moas da manb do da
da partida.
ESIRIPTORIO
Ao Caes da f/'ozcpaohiaPeroembaoan
-., 32
Hfirmienii ssi-
Bamburg- Suedamerikanis-
cho Dampfschifffahrst-
Gesellsc'.iaf;.
O vapor Cintra
HWM
PORTO DO SUL
O paquete
La Place
R' esperado de Santn at o dia
* do corrente esegori com
pequea eccora para o mesmo
porij uire^i cente.
Receb cargn, ecccmmendas. passageos e di-
nheiros frete.
ESCBIPTORIO
Ao caes da Ut ipanhia Pernambucana
n 12
Companhia Babiana detoega-
^i a vapor
Maeei Villa Nov, per.odo. A^acaj, E-
t&ncia Baha
O VAPOR
Principe do Grao-Para
Commandacte Liv:.mento
E' esperado den portos
scimac dia *S de Ja
nnoe depois da demora m-
dispensavel .-egreesara para
%&mc^^-
E' esperado do
bI a o da O
deJciho, RHgatii-
do depois da de-
33
mura neresfa-ia para
Lisboa e Hamburgo
Este vapor illaminado !uz elctrica
cfferoce ptimas accommodaejea aos
S-s, passageires.
Este vapor ectrar no porto
Para carga e eaeetiimenflas etc., tratar com
Consignatarios
Borstelmann & C.
18-RA DO COMMERGIO-18
\ andar
Llofd Brazeiro
PORTOS DO SUL
O paquete Olinda
(Jommandaute o capitSo de fragata Gui-
llienne Waddington
E' esperado dos portos do sul
at o c ;..* do frrenle se-
jgttindo depois da necessarla de-
mora para
Parahyba, Nata!, Cear, Amarrado, Mi-
ranhao, Para, Obidos e Manoa
As encommeDdas sero recebidas ai 1 bora
da tarde do dia da eahida, no trapiche Barbosa
no Caes da Coropaoh'.a Pernambucana n. i.
Aos Srs. carreeaderes pe.limos a sea aeocao
para a clausula 10" dos cnnbcciiueitcs que:
No caso de baver ilguma reclma^so cont'a a
companbia, por avarla ou perda, deve ser feila
por escrlpto ao agente respectivo to pono de
descarga, dentro Ce tres dias depo'3 oe aali-
aada.
Nao precedendo esta ormalldade, a compa-
a ca iaenta de toda a respocsabllidade.
Para passag ns, fretes e eccommendas Ira-
la-e com os
AGENTES
Pereira Carneiro & G
6Rus do Commercio6
1* andar
Leilo
De 25 saceos com arroz marca JPN, com pe
quena avsna d'agaa do mrr, descarriados do
vapor allemao Amazona?.
Ter^a-feira. 26 do corrente
A' 12 horas
No trapicbe Livrzmento
O agcn'e Oliveira vender dito saceos em lei
iao por coma e risco de quem perteocer.
Leilo
Di rr.sa ip ta;pa d. 32 no largo dos Remedios,
'rpgaezi ce Afolados com porta e jao^lla d
frente, 1 alas 2 qoartos e cosinha exterta,
avallada <-a 15 )0i;o.
Ter^a-feira, 26 do corrente
A'S 11 HORAS
No armazem ra do Marques de Olin-
da n. 48
O apete Gosmao aotorisado |.nr mandado do
Exm. Sr. D'. ja^a de drei'o doe eitus da fazen-
dj, far leilao da casa acma, pericmcente ao
Hxecotado Aitonlo Doarte Pereira, e penborada
para D?aoien'o hienda do fstario.
Leilo
De urna mala com roopas uzadas
Ter^a-feira, 26 do corrente
A'S 11 HORAS
No armazem ra do Mrquez de Olinda
n 48
Por interveacao do agente
Gusmo
Leilo
De mobiliae, quadrjs, jarros, bracos a gu, re
gistro, comm da, cadeires do bal>rco, mezas,
cama de lona e 1 espelho oval, doarado.
MadapolOes, alpacas para chapees ele soleve -
luanes para bonhos saleados.
Terga-feira, 26 do crtente
Agente Pinto
RITA 1)0 BO< JESS N. 45
Leiiao
De i grupo ferrado a pelucia. com I divao, 2
poltronas e 2 cadeiras de i'uarcicSo, 1 mex.na
de centro, so's, cadeiras de ^uernico, lapetor,
eiager^s, reloem?, candeins belgau de sn^pen
s;i e para mesa, sacefas, rotmados, qoadros
tinos, espelbos. caruss, eabidea. aparadores,
commedas, mtzas, jarros, pUntas, !c c ... por
cehna-", vidros, lalberea, olnerei>, quantiuade
de enfeites paa parede e cima ^e mesa, t'em
*>> consmba c ootros muitos objecios de UM de
familia.
Quarfi-feira, 27 do corrente
A'S 11 HORAS
Na casa u. 68 ma o lar?o do conselbeiro
JcSo Alfredo, em Magdalena
O agente Gismo aotorisado por nma familia
eslrangeira que retir:u-se para fra do S-taio,
fara leilo dos nrvi' ex^ten 13 ca dita rasa.
O bon dar passaf Ci8 gratis aos coouorrec: 1 ao leili.
AVISOS DIVERSOS
VENDE-SE u.11 terreno em A(tua9inbH rio
Beberibe : tratar a roa { 6r Marg" oja o. 16.
do
Compra 1 e acus coio em acoluces
tLdo : a ra Lar,;a do Rasarlo o. li.
Ao publico
Constando ao abaixo asignado que algaes.
propala nollilicar a sriemat?c&o do aobrauo n.
6 4 toa do Vigario Tesoro, roiorig.i-'a pelo Dr.
juiz de orpbo a reonerio-MOt ia invenc^nan'e
do espolio de D A'ina Mana Tceodo a Pereira
DurSo ; o como o mesmo .baixo a-i^naoo ?eja
o arrematante des?e predio, vem fjzer eeteote
a quem quer que se jclgue com rfire to ao cea
mo predio, a vir a joizc .'llegar esie direito Antes
de passar em jolgado a sentenfia que bomolcgou
aquella arr^malafo.
Recife, 23 de Jnnho 94.
Ma'celi'no Martina Gsteira.
Cosinheira e criado
P-ects -se na roa da Palma n. 40 : paga-3e
bem.
COMPANHIA TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
BU A. DO VIGARIO N. 1, 1. ANDAR
Directores
Baro de Souza Leo.
Thomaz Comber.
Julio Cesar Paos Barrete.
os meemos.
Para carga, passaceos eacommendaa e diohsi-
ro a lete, trata se com o
AGENTE
Pedro O.^oiode Cerqu^ira
Ra do Vigario n. 17
! andar
CIAIGIDftS 'EilHIS
Companhia Fraaceza
oe
rtaTeg^^o a vapor
LiDba regalar entre o Havre, TLtbJjoa,
Pernambaco, Babia, Rio de Janeiro
e Santos.
O vapor
Corsic.a
Couimandante Esnel
E' esperado dos portos 00 sol
a 4 do corr nte e seguir de-
pois da demora oeceesana para o
iiTTff
Havre
Hatnburg cJuedamerikanis-
che Dampfschf'fahrts-Ge-
sellschaft/
O vapor Itaparica
E' esperado dos nonos da
Eorooa ate o da SO do cor-
rerte e fegui' depois da ce
xora inndispensavel Dar
io de Janeiro e
Santos
Baha,
Este vspor illumioado !tu elaotrica
e oftoreee ptimas u^'omm da^ea Sui
Srs. passageires.
Qaaesquer reclamabas s serSo etien-
didaa 48 tiorea depoic da ultima descargo
do vapo na Aiandega.
Ectrar ne porte
Para carga, encornmenda3, paasagoca e fre-
te trata-as com os
CoQ-cignaturioa
Borstei^an & C.
Ruedo ommeroio n. 18
i- andar
Collegio aa Escada
Joaquim Por'io de Arauo participa aos Srs.
pais de farmli>, uoe ao comecc de Julbo prxi-
mo aorir na referida cidade un? extrnalo e
intrnalo, para lecciooar as materia ce ios rnc-
co prima-ia e repodada._________________
Hotel Caxang
Ao commercio:::
Ransseada. S. Joao a pona ; Dolos, rognsc
cervja. viobos, licores e cbampagoe gelado* .
(oges de feogala e urna sorpresa para quem
vier at c.
Os surperflnos cigar-
ros S AUPAMOS, ven-
dem-se as priiicipaes
mercenrias o na fabri-
ca de J. B. do Res ti
C. Successor^s, ra
Larga do Rosario es. 3
LEILOES
Leilo
Da a-msgSo. mercadorias. otencilios e dividas
da loja de allaiaie n. 52 sia ra do 8om
J-sos.
Segunda-feira25 do corrente
As \\ horas
O a~ente Gusrrao autorissdo pelo proprietirlo
do estabelecimf nto cima, fara leilo das mer-
cadortas, armao e dividas para psgameotc
dos seus credees.
Leilo
Da casa n. 4 no Pontal da Cabanga, S. Jos,
com porta ejanelK avallada tm
60*000
Segunda-feira 25 do corrente
Urna importante firma
commercial de Nova-York, bem acredi-
tada, offerece-se para ali representar
urna casa activa e de confianca, para a
venda de assucar, algodo e outros pro-
ductos do Brazil.
Referencias ptimas ser?.o dadas.
Qneiram communicar em inglez, al-
lemao ou francez, com J. G. Strohmeyer
e Coinp., 84, Water Street, New-York.
Doce de arafanha
Cbegou noa remessa oe doce, i rna Isr^-a do
Rosario n. 0.
Aitenco
Da rna dos Goelhos n. I d^sappareceu a carda
Joanna BapU'U, tot-nor de 10 ai.nos do iiate. e
fu mai uo8ma Darriana do Rosario gratificara a
quem der noticias da menma sua fiilia na refe-
rida ca.ca do Coeibos n. 1, on na roa de S. Gi.n-
5alo, EoCrado o. 29. __^_
aia
Aluga ? leja do sobrado o. 3 no caes do
Gasmetro, ca'..na e p'.nuda de novo e ladrilla-
da, coai 2 salS. 3 quartoa, cosioba fo'a, peque-
o quintal e agua ea aada : Ir^ia-se no arma
zem de mstertix1* n. 3, P-aca da Concordia.
Bichas de Hamburgo
Vende-se em granees a peqomas porgoe
appllea-se ventosas eeccas e sarjada, ; ca ro
s Laraogeiras n. 14-
K
A PEROLA antigo estabelecimento
de miudezas, sito ra da Imperatriz
n. 78, impulsionada pelo'grande sopro
evolutivo d'esto fim do seculo, acaba
de passar por urna verdadeira trans-
formaco.
O sou propriotario, solicito em sor-
vir de modo satisfactorio numerosa
clientela que o procura com justili-
cada avidez, resolvou, apezar de sa-
crificios, de nao pequona monta, ex-
por a apreciagao do publico um es-
plendido sortimento ele artigos cstra-
nhos ao genero principal de commer-
cio, eom quo a casa, ento muito
mod eta, iniciou sitas operagoes.
O bjectivo da PEROLA formar
no espirito publico a conviccao de
que a profissao do commerciante ,
nao raras vozes, um verdadoiro sacer-
docio, pouco importando a cessago
de lucros, toda voz quo fiquo paten-
to a satisfaco de haver contribuido
para tornar menos illlicliva a vida
nestes duros tompos de alta prossao
cambial.
E, por isso, quo importa que a
PEROLA se aprsente boje ostentan-
do as galas do um grande centro de
artigos de luxo do mundo elegante,
de bijouterias, do di versos para os
lindos Bebs, si ella pode anda de-
monstrar que tambom um grande
emporio de fazondas para as veneran-
das o econmicas Mitos do Familia f
A PEROLA sabe de ante-mao que
o sou novoMODUS-vivENDi produz cor-
to prurido de despoito entre espiri-
tes acanhados c refractarios mar-
cha ascensional do progresso.
Mas liga pouca, ou mesmo nenhu-
ma importancia s fraquezas do pr-
ximo, una vez que prova, dia a dia,
quo so acha em eircumstancias de
concorrer ventajosamente comqual-
quer negociante de fazendas.
Para isso, para que o publico con-
von'ja-se de quo o presente artigo nao
um mero reclame, nada mais Ihe
preciso do que verificar de visu o que
ica exposto.
A PEROLA realmente una bolla
joia, c o sou engaste feito do mara-
vilhoso, do deslumbrante sortimento
do artigos j conliecidos e dos que em
resumidissima lista submette con-
sideracao das amavois Icitoras e dos
respeitaveis leitores.
Eil-o :
Merino, com duas larguras e de to-
das as cores, a 1000 o covado.
Toujours le memo, especial, para
blusas de menino e senhura, com
duas larguras, a <>00 rs. covado.
Sargclim diagonal a 320 rs. o co-
vado.
Especial morim.
Fio torcido.
Morim PEROLA.
Camiseiro legitimo.
America do Sul.
Para carnizas
Drap Flamboyaut, para noivas.
Pelie de ovo.
Flor do Brazil.
Amoroso.
Sempre na pona.
Morim invencivel.
Morim desojado.
Viva a Repblica.
Boa Vista.
Estacilo Lyrica.
Soledade.
Reforma.
Liberdade.
Elegancia do seculo.
Especial para noivos.
E outros artigos, assim como o aprc-
ciavel Moscatel e cervoja Pschorr e
algumas morcadorias com muito love
avaria, que se vendoin por qualquor
prego, a ventado do comprador.
Domingos Fcriiandcs
A PEROLA.
Bonecas de louca com
molas a 1:000 a duza.
Brim preto de linho
a 600 o covado.
Vende-se na ra da
Imperatriz 78.
1T
Para curar radicalmente a anemia, ch-
lorose, ou cores plidas, opilajao frial-
dado, e todas as molestias qua tem sua
origem na pobresa do jangua.
Nao h remedio mais efficaz que as Pi-
lulas ante anmicas Brazileiras do Dr.
Silvino Cavalcante.
Formula approvada pela Illma* Junta
d Hygiene de Pernambuco.
Pre9os de urna caixa 15500
Meia duzia 8$000
Urna duzia 15$0G0
DEPOSITO
BOTICA FRANGEZA
H. iOUaAYftOL
n Ra da Cruz n. 22
Regulador da Mariana
Concerta-se relogios de algibeira, pn-
dulas de torre eigreja chronometros de
marinha, caixa do msica, apparelhos
elctricos, oculos, binculos, oculos de
alcance, joias e todo e qualquer objecto
tendente a arte mechanica.
9 Ru* Larga do Rosario9
Santa Gasa
** par Ingar
Na secretaria da Santa Cada alojam-je at ee-
golntes capa* :
N. 8 no Ambol Varzea).
N. fi roa ^o Aroortm, rasa terrea.
N. ti roa da Moeda, sobraao e loja.
E' incrivel!! s se
yendo
Os propietario dasESTRELLAS D'AMaV
CA,i ra 1* de MVc/-' n. iS, tag* d-i C*
1 rtTlt.am sa tm dizer a t dot qss
derem o praier de. Ir pile ronir.'-ra.
todas as merca o-ias aqai deacrtpus ei!w H
no seo esiabrlennjpno.
E' incrivel! I s se Ttodo, e casta poaco sjb
rseeio t este lindo rstabfieciTeoto ond" n-
coMtrarao o qo ha de rnic, boa e barata.
S querem o descosto.
S.ia: cbeeadmbaibxctem, Percamb?:o ca poe-
ta, 8*400.
rlioa P.nnoi M crochet para stta e <8Cp r
Gri-iores iogl-:ts, 6<0 rs. o co'.cda.
Semp-e v>?t, o noe ti- de eMe, ta cetawe,
700 r?. o co?a.-0.
LTocido de nnantazia, 4*000 o envado.
NSo me '6Qoe. pbantazia, i*tXX) o corado.
Lindos apetps pira sif e carca.
La e
v-.do.
Pnlardire de balas, ndos padio 7Cn m.
tafia.
or.brtcrts de la, crr.ii> SerRartsa d,e bola 600 .-. o it Mf-nn? aretos oe 800 re. c tiV-
Sedas di Lyricoforia-cores ?00 c :-*t4:
OniniM bordabas com um tae'.ro le i**imra
it i*20 o avado,
japtis'fs finas VO n. a rotai o.
Gpnt'l pernarenocaca 700 ;s. o cavada
PaniBl lio :ie8imo tUO rs. o coa o.
Vestidos brdanos MjdJsj.
Las de quadro. 300 rs a covjo.
L ntn tfcinez, 500 rs. o :oadb.
Verbu^nas de todas es corp?.
Md&pclo Panniobc-'aTa:o 3*000 '*fa.
Ca le& de odas as qoalidades.
Cor!e.j e caetMM ftoas.
Bapriftes CniwtoM 400 r. o evado.
Ficus de i* a la*
Piches de hnbi, Rranies. ?* ora.
Muiisnv'oesp-clil de 10*, 12* e i*. '^ w
yaras.
MenoOs de eafM 11C0 o covsdo.
Mantilbas pre'.^s de seda Kt osa.
Ditas de cores, de seda 7* orna.
Ditas d>- sleoiao 3* nma.
fi'.ammp?, 600 rs. o corado.
5e<;s6 caneza, 1*300 o coado.
Carntirnias de c res, rrpnd rw, 4*IM cavado
Cretone babiano, 6'JO rs o ccaCo.
Creicn^o tranrezen e, iD^ete*
Meri28 pretos ede'xres, bT-idj, UfOO c
covado.
Vesiido:" orando bo'sdcs, diverja vr-
Vesloanos par* bafiJdadM, d 0 a 60*
Voile de '5 1*300 o coadi, ii, fssia
fos'i de cores para cale,? ** o c
Sbds todas r.s ocres,
Sarab di d ersaa rorer.
i.'ortinadr de camhrsia 10* o par.
oifMiclr i {5*000.
Cortinades de !. oo 14* 40*.
Colabas de crochet Id* otes.
Ccrtpn d" col letee de fostao, branco .rat
o^OOO om
Co.cbas de cores, (trandea, 4* oel.
BPta crc.rnada e azul.
LSs com hsfsa e anda, i'00 c nmCv.
SHdr. pretaa 'atadas : lM) i M a do.
(.iraro de eda pnra de 6* i II1* o covado
Cmbrala transparm e de 4*600 S* a pee.
O ta Victoria de 4*600 a 8* rpea
Um completo e variado eortimervo a>
Completo e variado 8ori!mpn:o de rcupa* f^afeM
para i.crotns.
Um completo oriirctr. o deCEsea?; as di corea-
Lindo 8ortlaientu de vpgtnarios pa'a a-'r.inua e
sertinas, ultima nroda.
Merino' oznl marinlio, o qie bs ce xeib?' ne^te
genero.
Crep nzol ma^-inho.
Cami3>'a6 de fljr,- la, Bnifsima?.
Completo sortmento de so re.onos p c pas
CachTaias fcr'a-cores, 1*200 o corado
Grande,* reies da B-bia 01 TraigSo.
Gectil alpgoana, lura c^rea. I* o cavnic
Voilea de la, larr-di-s. de toda ;.s corea.
Vestidos braceos bordados, de 16* a St*.
Vestidos em cartte*. de caosbrait l' tire, ulti-
ma novidadp, 2* om.
Uc.-.-f ".na da India. I* o covado.
Crepoos de co es. 800 rs. o covado.
Preces aem competencia.
Um completo .variado eonim?n'o de '. c-pa-
fei'aa para bornees, meninos e meninas.
E' lncrive I! f sp vende.
NA PONIISSIMA
Estrelias d'Anenca
l2=Raa 1- e larfo-lt
a.NTIGa DO CBtSKI
Marques & Lima


v
?
Chegaram!
So ventea novaa do hortaliza c flo.-aaja
Roa Eatreita do Rosario (Boto a Igra
pocas Hiendes C.
Obras de Vime
Como aojan :
Ceztoa psra comp^aa
Barc a
Balaioa parafpapel
Ryupeiros
e lindaa c*de.:: 5
Ra Estreita do Rosario
(junto a Igreja)
Fos lecdes I C.__
Vinho da 8m da
Estrella
Em aoccreUa i ga>r*hUh aupiior
todaa aa entrar aarca--, -'I'-' wtr
mesa
Rea Estreita do RoaAric (jacte da
Pc^as Meades t
L1CUKES, cOtiMA ;, VIHOUb J-
NOS geoero. de prin>r;;
turo qaacto ao pie denejar par oaaa
bfia tiiapscsa, a pregea ca ir >a resom poiswel.
(Nao temos competidores,
Baa iatroita do Roa&rio (j'ir'n
Igreja)
Pocas Mendes i C
FundiQo Ge-
ral
Alian Patereon fy C. avi-
sam aos seus freguezes e
amigos especialmente Srs.
agricultores, que receberam
um variado sortimento de
arades os mais afamados.
Syracuse !
grados a 2, b 1 !
Cubanos ns. 1 e 9 !

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Diario de Pernaiabiieo Domingo ^4de Jnnho de

-3lr^t3l

FRANCISCO GBGEL & IRMAO
CASA DE CONFIANQA
Fazenda^ fioas, modas e confeccOes
Sortimento permanente de tecidos e outras mercadorias cui-
dadosamente escolhidas as principaes pracas da Europa, principal-
mente em Pars e Londres, de onde recebem* as principaes novidades
E' sempre vriadissimo o sortimento que mantm emse das
brancas e de cores, las, linhos, tecicos d'algodo, enxovaes para cas
mentos e baptisados e imiitos outros artefactos.
Superiores tapetes, alcatifas, esteiras da India lindos tecid s
para reposteiros e muitt-s oatros artigos para decoracoe, de casas
PRECOS MDICOS
Kua Primeiro de Margo n. 20 A
____TELEPHONE158
FEMLAS
de ESSENCIA Pura de SNDALO ,
experimentada com o maior suceesso pelas celebridades da
Luropa e da America. E inofensiva, mesmo em dse elevado e
nao occasiona nein diarreas, uem dores de estomago nem
^otoo?-m^^,HJ,emfrelIllen,crni-'ntea A ?.S^G^fLRA DE NDALO nao exhala cheiro revelador
As PEROLASDE SNDALO do D* CLERTAN, preparadas por ur<>
oesso appro vado pela Academia de Medicina de Part, contem essencia
purae sua eficacia certa nos Gorrimentos contagiosos, os Esquentamen-
-w v tos e todas as Inflammacdes ou Catarrhos dos orgos genito-urinarios
Podem ser tomadas em todos os periodos da Blennorrhatria.Tomaiido as PFROI A'; '
de SNDALO do D- CLERTAN, os doentes tni certela de ter um prod^to
que merece toda conflanca. Exigir a Firma do B' CLEBTAJ". Fabrica e venda por atacado
wBlZ, 19, ra Jacoo Cas* L. FRERE A. CHAMPIGNY E C" SacC" 19. ra Jacoo, PARIZ
tespe-s m mioR part das rnimiiciu
EPILEPSIA
.*.* % XX
HYSTERA
Xarooe de Sumar
Este cgraHvel e enrgico medicamento
o estermi: ador 6o toases ressenteo oa
aDtigss, cathsrroe, saffocajo'Bs, brecchites
ebronieag, 1 caqui does, e em geral costra
todci os padecimentos provecientes da ir
ritacSo das via reepiratorir.e.
Conv.rj (t-ibo unitivo scc tysico.
(C0MP0SICAO
DB
m GanSMo fe Eli
Approvaio pala respaitavel Junta
de Hygiene
Propagadores
Balista Figaeiredo
Eoconrs-se ero qa&lqner pharmacia.
Rodolpho Antones & C,a
9 Eiaa k>aue de CaaJas 09
A
FIKA8 COLCHAS para cama*. LIN-
DOS oortinaaca par cama e jnelas
precoe boio competencia. Eiegantce
objeetoe de biscuit, viro, tetra cotta para
toiietbC. Grande aoriisrento da albuna
para retrates.. Papel de festasia para
cartas. Alen- de m ai tos ostro? artigos
que o boo seso encostrar Edmpre na
bem conhecids casa de R.JLP
ANTONES & C\
67 Raa Dnqae de CaasO
XWX.XSX.A.S ~
O deis completo e variado sortimenj
para homens, senhor&s e meninos.
Sedas
3r'eas, pretaa e de corea, lisas e la
vradas.
Cachemiras
Ccrtes bordados, espartilhos, linozo,
perct Unas, lsvaatinca, cretonea, zephiro,
chapeos do sol, camisas, panhoe, colisri-
ebos e peitilhos.
Perfumaras dos malhores fabricantes,
etc., etc.
'fado se encentra por precos resum-
dissimos
NA
La Gran Via
8 A-lloa da tmperatricS8 A
DE
Otnon Silva 4" O.
Fabrica de movis a
vapor
DE
Silva Feruandes I C
48Ra Je S. Jao48
Promptirica se qualquer encommendi
de marcenara oa carpintera, com a
maior preateaa a por precos rasoaveis.
Compra-a; madetra de boa qaalidade.
Aceita-se artista* marcineiros a cara-
pinaa) que sejam peritos ; e tamben ad
mitte-se at-rendizes pegando-se desde lo-
go sigan ordenado.
DEPOSITO
49-Boa Bario da Yictoria-49
i arrinhos de Paseeio
Pera erlancas
Forte? e elegante.; acab.m "de chfpar pata
Conrado. Antiane*. fe C.
A BKISA
Praga da bi'l "n4encia
Biputerias
Novo sorlimeulo ecn alSnete- para favatap,
relogtos, PQoci'as, b.-ocecs e botOes de ooro
romaoo; R:"-fd?c
Courad '. 'ulunr* & C.
Bicos e rendas, novidades
Heeebero
Conrado. Amanea S: C.
A &RISA
Praga da Independencia ns. 4, 6, 8 e 10
ESPE-3'13* *At% C*rKI.Ll^
Para be^tro, cat-iraeTos e bailes
Recebaro novo sornaicnto
Conrado, antune* A C.
A BRISA
Alta Dovidade
L'rsrapoos a Mana Stoart para er.
fetee de cabello o qae ha de mais nevo
Receberam
PEDRO ANTUNES & C.
RCaup nncii d- casias
Erpecialcdade para o toucador
Nnva raine8Ba to MaravilboM Sabio
Ruaso. Uaico deposito
Pedro .Daaes & C<
NOVA ESPERftNCA
63 Roa Odqos r Caxu 6:t
.Bordados
Comp'eto sortimento em todaa as lar
goras, bruno b e reeecla'lo, de c6resr e
reme e branca, sita oeviade.
Refeberam
PEDKO ANTONKS ft O.
nova est:ua xca
63 Ka Doqoe de Caxias 63
m
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e^3
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Bolsas de **ala
Cffi variado sortimento acaba de rceber
Caado Aalonei
C
ITTEL1HI4
Tesopras, caivetes e navalbas o qae se pode
desejar de mais fino recebero
Conrado. Aolaaea A C,
A' B R I S A
Praga da Independencia
Perfumara
Grande variedade em extractos, tnicos dente-
fictos, leos, asnas de toilet, pos de onro e sabo-
netas ; dos melborea fabricantes de Pars e
Londres acabao de receber inm Importante sor-
timento.
Conrado aatnnes de C
O

n.2 .
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Aluga- se em Olinda
A casa i ladpra do Varadooro oa roa do Co-
ronel Joo ue Sa n. 20. com 2 portas e 3 janelUs
de (rente, i sala?, 6 qua t .s, gabinete e cosinba
fra, agua encanada, cacimba, qnmtal grande,
todo mnra-'o e porlj nara o becco da poeira ;
tratar no Recife. roa Direifa n. 45, cobrado.
fc DELICADO 5^
AGUA
o FLORIDA 33 m
< O PURA SEM m
ce RICA P*ffi-S RIVAL O)
< lu&l O
L 't* es -=f >
? WfTTt? KW ^
D 111IJ'Ai Ai _A A H
Ll ce hAMMM rn
L Mantem sempre a ua popu- rn
laridade. Cautela com as
IMITA^OES.
U DURADOIRO ^
MOLESTIAS
NERVOSAS
Ciwa quasi sempre/
Allivio sempre/
POR MEIO DA
SGLCAO ANTINERVOSA
Laroyeiine
VENDA EM OROSSO
PARS, 7, Boulevard Denain, 7, PARS
PHARMACIA DOREL
DEPOsrros cu todas as pmxcipaes Pharhacias do Brazil,

mm MARTIAL-BODIMam!!)
%\ Qo8t a?^dwIeliJ?* a dar-com "P'lez ao sangue sua riqueza e "orea. Nao d /
*\ d.' venra nao ennegrece os dente* nao irrita o estomago. /?
_V"'B' 50- r" E-I"n- ~ Deposito em fernambuco : C" di DHOGAS & PBODDCTOS CB1K1C0S. /#^
TNICO
ANALEPTICG
RECONSTITUIRTE
O Tnico
mais enrgico que devem
em pregar os Convalsscentss,
as pessoas idsss,
as Mulheres, as Criangas dbs
e as Pessoas
tracas de Constituico.
f&l
touti
COM QUINA
SUMO DE CARNE
PHOSPHATOdaCAL
Contposfo
com Substancias necessrias
e indispensaveis na
formaco e no desenvolvlmento
da Carne
muscular e dos Systemas
nervosos e ossosos.
O y inho DE VIAL a Associcao feliz Jos Medicamentos mais activos, para combater a Anemia
^}'j^e-a T's,ca-a Dyspepsla, as Gastralgias ou Gastritaa, a Diarrlia^atnica"alTla-lecnU a
rouxlao coral, as longas Convalesccncias. etc. Em urna palavra. touos qucUes estados de un* |
Su.fe ^"lab'rcciuiento. do Esgotamento nervoso, aos quaes os temperaiaentosdchoje esfa
fatalmente predispstos. Em r.Von, fharmar.ia J. VIAL, rita de Jiourbon.14.
Depositas en Per;iambuco : FRAN= m. da SILVA & C" e tm Jai-j is Hitmuia n Drosari.
Cora certa
PARS 7, Boitlevard lienaln, 7 JPARI9
Denositos em todas as princioaes Fhamacias e Drogara."-
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Para as festejadas coites de
S. Joao e
S. Pedro.
Grande e variado sortimento de fogos
e sortes nacionaes e estrangeiros venda
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A C'ouileraco
20RA DA IMPERATRIZ -20
Leja do Maia
m 11
para as noites de
S. Joao. e
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Loja do SUZA
Completo sortimento, a venda muitas
novidades, e com especialidade
VERDABElftAS POLOLAS D" BUUD
Enipregun-sa com ptimo xito hx nul de AO inora pela m&lor parta dos FacultaU-
vos Frauoc-zes i-iraueelroK para a cura da AhjUJUA, COLORSE (tere pullUbui e a
J*ofwav(io am tiieuinaa.
A lnserco no novo Cortea Prancez. eutrosImof&ctodabaYer a fnsta d-aygiene co ara
verificado a etricacia d'esU.s Plala*, autorlsando-Ihes a venda, eacuaa qualquer eacotalo.
Ot nijraoies deico iiiglr we asai U lotaaor ntf,i carean m asi flala ama ttm.
EiSSCOI!>--EM;'Si DAS 2.1MLXTA ROTA. 4a itratiwu Plhlai c% D' Blaiuinio sa nndim uni a tnynt a llt trtrxsl
it 2QQ1100 Ulula, i ,ti aune* do? miud*.
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. i rs-.^-.
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I ^oPE
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Contra as AFFEIQES dos BOFES e dos BRONGHIOS, acalma a TOSSE
e supprime a INSOMNIA. _________
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A Fada de Morgana.
A Bohemia.
Os Trez Jacars.
O Diabo a Quatro.
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A Consitlera^fto
20RUADA IMPERATSIZ20
Loja do Maia
Alfai atara Moderna
[i8-Roa Larga rio Rosario18
Acabi-se de abrir ama gova alfaiataria, com
esplendido sortimedto ce casemiras, cbevlotes e
orina, oltimas novidades de Pars e Londres.
A officloa dirigida por ana bail e conb-cido
artista.
Os fea nroprletarios pedem urna visita no
en eslabelecimento
__________ UAMPOS St MAIA_____________
Para ricos e pob"es
Transparentes para janelias e portas.
Cblcotes baratos para carros.
(.'arrioboF e velocipedes.
Brioqaedos para mancas.
Artigos de bilbar e comorama.
Roletas, p-ados e jogo .
Vende se na leja de Instromentos de msica
de Edoardo Palva. rqg Nova n. i3.
Jaboatao
Preeisa-se de nm caixeiro com bastante p-a-
tica de mo>ba.ioa e padari, piga-se bom orde-
na assim elle d feupenhe bem o logar para
que se precisa, como tambem se da lacro na
mesma casa, rea da (mperatriz n. Si.
Fogos que apitam
E
Phosphoros qaedao estrellas
Grande novidade A venda na
A Considerbalo
20RA DA IMPERATRIZ-20
LOJA DO MAIA
FOGOS E SOitTES
SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO HOLLOWAY
Sn^"0 de H.olIoway i"? remedio iafallivel para os males de pernas e "iiga cnagas e ulceras. E famoso para a gota e o rheumatismo e para todas as enfermidades de peito nao
se reconhece cgual
^ara os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhame e para os membros contrahidose
juncturasjecias, obra como por encanto.
Essas meicinas silo preparadas smenle no Estabclecimento do Professor Hollowat,
78, NEW OXFORD STEEET (antea 533, Oxford Street), L02DEES,
E vendemse era todi as pharmacias do universo.
t3T Os compradores sio convidados respetosamente a examinar os rtulos de cada caixa e Pote se n*0 teem a rUrecsao,
________ 533. Oxford Street, *o falsificacoes.

- CURA CERTA
de todas as Affecfes pulmonares
s.
ara s noites
DE
oao e
r
-j
Ot leanolii doea, (Da raolb-r e Sir.o, K. o L->rx r .
done Edmundo Upe- 4r Men o W
Lopes de Mrndorc-!. Joo 1. r;.-- .- J|.t.-_.
Mariana Lre^f s^n
Lope* dr Menudee cMvicaa *-o
e a- igos i ,ra awU'trea rr mm qof .-,
We.- Ofc i oa a ,.4^
irmac, coubado e to, .." :,.*:.o i, m. at %m-
dooca na icsiri! n.r.b ui au M do corete, srtioo %%%%
infaas'.o Dassameme, p^\j que >rfe se
eternamente gratos.
it-_ .-.-
Jom arla Feraio ait-n
2 at,i. ersario
twrm roraaaMi**
fono Cu ,
1' aocive .rio
Mancel Goncalves Ferosrde*, tm Bileer
fiibos, M.noe! ica^oic Fernn-le- Gjwh, A
Gonclves Fcrnaadeg, tfa-i? G. F.-rosia>f. I^m
G. Fernaodes, Custodia t. Furas^aa n.oit>]
Ffrcandea Qjmes. Hattiiar Fernn Caju.
Oomingos F. Gomes, Marc-I'^ Ff, -nd-s. *e-
bastiSo Fernaodes pkWkWmt 'jn'MatJi nm*
prenles e amigos para a*ftsrea a Hiaat ca
mandam celebrar por i\n,-. ele mis ecnorv l*a
braaoa lrmaoe. conn la*ai, Jj M -
fanrie* e Jco Goncaiv-s I- < *, ra 1. .
d.i Cab-i, pelas 7 notas da oauba ao da Si ao
corrfo'e.
t
arla Amelia \ete Br'<
ennqie Leai la*, s as ri.110* trai., J je>
tino Epamioondas c'j-.-Q':.pfao .\ ", -o.
Iber. BIbjs, genro e 00 Kr-'.>ex
mente as pe?so-is q? sj igaaram acmaaaoMr
4 eterna rrorada c r>,,.0' mortse* fe r -
teada e-:reEe;!d3 wpo.. asi, lliba. :ra,J #
cor bao-, Mina 'lia R a4e go.j<
convi-ia.. para ata stirem aa oikh qce a>
alma -c nesma, se.o relebralM ne at-i? a
Bci Vista, a 8 ama Jo dis % co cv:r>i:e, so
timo de to trrste pa-amento.
Ildefouau Ens-aalu ana I^k* eJa
Oltvclra
tLydio Porpurario Saoi'l
ra, boa molber, ti b j e c*nro roofMNa)
a lodos os parete* e aaat< s para ag* a-
tireui as miesae qr- pelo r.p^utj part
de eo presado iilbo, mano cnib ao IheloB-
to Ea;ea:o S oflago d>- Oliuir man aa re-
tar na Igreja da anta Crax, as 8 bo'< da bm
nba de qoiota-feira 18 do cor>nf, 30 du 00
seo passanienta, e desde ]i se coofeaaa eterna-
mente igradecidos.
Bacbarel Antoaait* Aaaaea 41. Pll
tA fartiili" nsefta V' -
A':a**s J^r-.-rup t'irrs acraeke^ o '>
a este pres attor> pelos prs'oss qu :.**]
tirsm aso '."ausento e pela f w
Jignaran oe oaasrerr ao eaterraaento.
Convida tocas filas e aos parentes e .algos 4j
mesa linaoo para saaif Iras a m
da ce'ebrar por >uz ?lm--. no da 26 do carreo
7* do s?a pairan:, nto pelas 7 Doras da raaaM,
na matriz 4a Boa V;
t*rdru etarlMBk aasoaa
tllisbello Ba--ota d? Silva. Aon? BialslH
Barbota da Silva. Emilia Aep> staB.rtota
da Silva. Irmao, co:.bjia fobr:
agradectj o ^d t3 p.Bi: qoc ,
panharam at ao ceof torio o a raMej mortacs e
eo preaado irmic, coobaco e rio Pedro fterbo-
sa da Silva e conviiiam de oovo todos os oow
prente.; e auigoo para ssitrej; i aitsa qoo
mandam retar na capella ataatdada 8. i.-:4
<
corrent?, 7* dia de en r.a'6^!?
yeraacigc. < ee>wir-
A directora 00 M^nte rio Portogoes nanda rfur
uia missa na igrji da H-' < re D c.-. coarta
fe ira 27 do correte pe s faatai mar ha
trigsimo dia do paeea&eato do Roada csaoste
Francisco Jote Goces, para cajo M cao vi la
a Exm fanva e rnri/ni -"o fln">.
'> M,r
Mnr.mno Felen
D. Maris Amelia Ma: ti a convida aa aaat atJd
gas e prente- pora -s i*: -emajmi->sas qce osr
alma de sen pres^-to pai r:*oda mar na tgrcia
da Santa Croi, ii 7 bora da maobl do <:* **.
do correnl<-, t> inn;versarlo do are "acoaantO.
Jlv.XSX^
P.-ec sa f- de na ac-s ; aa roa a I-
n. I, etun'o anor.
Preclsa-se de era aaa pira eer.ar"3r ea cas
s familia de dos pe*?c?s ; a iral i. m
Cabogl D. 2, loj de fa?e
Ama
Precisa-83 de orna ama qae ,a ^t^rfn.
ion Iiaar com o'nft ; i -ratar ia *n do Por-
: r-f.es /leira, i.lo c. S.
Ama
S. Pedro
O que ha de melhor e novo, tem a
Keiwria Ribeiro
16-TRAVESSA DAS CRUZES
Bsqaiaa da roa Larga do Basarlo
Assim como preparad bcn a lib-a, preparados.
Alm disto tem o impagavel vinho para sa-
borear os cdlos.
Professora
Precisa-se de urna professora, que d atiesta-
do de suas nabilitagaes. para ensinar em casa
de familia em um engenho, prximo a esta-
cao da Escada, as materias seguintes: Por-
tuguez, fraocez, arthmetica, geographia, m-
sica theonca, solfeio e trabalhos de agulha.
Paga-se bom ordenado.
Para informaces, ra Mrquez de Olinda
n. 56, i- andar.
Todos aquelles que sofrem
Ido peito, devem experimentarl
[as Cpsulas do Dr. PournierJ
Pepoa/loi em (odJi ai principaes Pharmaclai
_________ do Brasil.
ATKINSGN'S
WHITE ROSE
Original t nnle Terrladelm, Oonheclda
em tod a parte como eendn o pcrfnrae
o maid delicioso. Eriur as controXaccOsi. I
ATKINSON'S
FRANGIPANNE I STEPHANOTIS
ESS.B0U0UET I J0CWYCLU8
I outros partnmes celebres sao aop (lana
I oos outros pela sua forca e aroma ustaral
Yeudem.se en.toda a parte.
J. A K. ATXEZZTSOBF,
24. Od Bond Street, landres.
1VIS0 LsglUBSa som&ate em o rotulo
escudo uul e tmarello e mares is
ubr.Lt una "Rota hranc*" cos
o completo enderezo.
Ua.a peasoa iov.;-reiiitmente b bilitao'a 1
grande prstica - aiminirtrr qvafquer iraDalbo ; a tra ar oa
oa da- Pnloia n. i O.
Que pvchincla
Vende-fe di esir^-i "- R^lem, entre o Hippo-
romo e a patoedo re Camp" G:-udP, nrra casa
f> talpa coa 4 quar. s. 2 salas, cosioha fora,
t'ific* caciooo. em bao priprio, com 1,100
p. irrit.f de fondo e 118 ie frede ; i tratar na
U das L i'ar-a-.i'8B Dh 8 e 10.
oia ins*leza
Na loja de calcado a ra do Bom Je-
aus n. 21; tara para vender.
Feitor
N- ftigonho Minis Novas d. freeoezfa de 6a-
meiieira, di.-unte a t-. aco de Ribelrlo ama
\mr,*, precisa-se de nm feitor para coidar de
'rcicop de rr mro 1 a trati r all a oo Recife
rt.ii Marqner. ie Oiion--. r,. 66, 1* andar.
Caixeiro
PreetoaM de nrr^ caixeiro cjro pratica de mo-
hid-;s, qu- i ria:or ana coniocu ; na rna
Padre Macis a. 7, aatiga Santa Rita Son.
P.-ec'sa-se de ana m ; u rna Larga de Ro
arlo n. 30
Ana
cin-80 Je exa asi na ra* Bm fl Sutt
[lita n. 38
Criado
Precisa ?e de rriado ; traUr na roo do
Cocx' rcio o. 31.
Nazareth
Vende-sc ou alui?n-atc
Na cidade de Nazareth, vende-oe oa
aluga-se um vapor com forya de eavaJ-
ios, urna machia para deacarogar,
dOo, com 50 serrar e urna preaa
em perfeito estado, e bem assim ana i
com os cmodos precisos para taeo ubje>
ctos, que acomoda para mais de mil aa
eos de algodlo. A' tratar naque la ci-
dade, com Joo Cleuientino de H^llanda.
Aluga-se
Dm chalet i estrada re:! Aa T rre, e aoaa itda
do precio o. 1 i rea 15 de ,v.wco<-, aa aaaa
encanada ; tratar c* roa Dsqoe de C i,a# o.
60. leja.____________________________
Tainhas
Acabaa de c egpr m Ha Gniie tj ofeis do
rnmeira qualIJs ip, p ienr!e se do nciploiio 4t
M. S. Mal, roa do Gamm--. ^ n. 1,______
Aos Srs. fabricantes de cal-
cados
Na loja de ctamelo a rtaa ola aaaaa
Jess a. ti: YE.\'aE
Doraque preto superior qualidade
Elstico patente, idein idem.
Ferrameotas modernas.
Cerdas inglezas, brancas e pretaa
Escallas para medidas e outros artigos.
Ctsiiheiri
P ecisa-oe de om cos beiro oej
trata* no escr.p.crio t roa do
aiero ii.
GeroL temer Sprude
Coegoo s eic-llLt at-oa atoar; I
erols'.elner S.,-olel, a m I r agna a.
teii vndoao B
nico epc-uo a ras M roatu ele
nenaeroaS.
!
oatc-a'
Ccsioheira
Precisa fs de ama c Minbeiri; a tratar
Bario da Victoria g. N, t- agav.


a. rtm
I
PPayarMnaarataieai
.itttyjyrii lea^^^PBI.




K
s
Diario de Pernambnro Domingo fc i de el mi lio de 1*1 t
fasiua D3 Doaaxirao
SOB A DIRECgAO
DO
rs. ;:s saptisia as:usiu cosu
X
Oh! Daos!
Hernani
Dona Sol
E' veneno
Drama em cinco actos
POR
VCTOR HUGO
VERTIDO PARA O PORTUGUEZ
POB
ERNESTO DE AQUINO FONSECA
ACTO QUIXTO
A B'DSA
S a ra g o s s a
(Concluso)
SCENA V
Hernani; o Mascara
O Mascara
Em qualquer circumstancia, ou sitio ou hora,
Como te praza, velho; se pensares
Que eu de va logo terminar a vida
Approxima-te e emboca esla buzina :
Nada mais mister-perece Hernani.
Morios testemunhar,am esse facto.
Entao, cumpriu-se tudo j?
Hernani baixo
E" elle i
0 Mascara
Precisei vir aqui para dizer-te
Que tempoquando a hora me cabia,
E te encontr em atrazoi
Hernani
Bem. Que queres t
O que intentas fazer de mim ? responde.
O Mascara
Tu podes escolher -ferro ou veneno.
' Commigo os trouxe.Partiremos juntos.
Seja assim.
Hernani
O Mascara
Nao oramos ?
Hernani
Que ra'iinporta?
O Mascara
Que te flz en ?Mysterio horrivel!
Tu me enganavas, Don Joo !..
Hernani
Devia
Occultal-o de ti.Eu prometiera
Morrer ao Duque, que salvou-me um dia.
Aragao pagara a Silva o debito.
Dona Sol
Mas nao s d'elle, e s de tua esposa!
Que me importam tsus outros juramentos ?
a Don Ruy
Sabei, Duque, que o amor me torna forte
Contra vos, contra todos lDefendel-o
Sabere, sen or Duque !
Don Ruy Gomes
Pois, se podes,
Defendc-o contra um pacto j orado.
Dona Sol
Que juramento?-.
Hernani
Eu o jurei de certo.
Dona Sol
Nao o podias, nao !Nada te liga !
Isso crime loucura !
Don Ruy Gomes
Vamos, Duque l
Hernani faz um gesto de obediencia. Dona
procura delel-o
Hernani
Deixa-me, Dona Sol, pois 6 preciso
Cumprir minha palavra dada ao Duque,
E l do ciiu meu pai em mim attenta.
Dona Solo Don Ruy
Antes fosseis com mo impiedosa
Aos tigres arrancar os tenros filhos,
Que a mim o mea amado : Porventura
Conheceis Dona Sol ?- Por largo tempo,
Em attengao aos vossos sesseuta annos,
Apparencias guardei de urna menina
Singela, terna e tmida; mas vedes
Estes olhos agora humedecidos
De lagrimas que furda raiva espreme ?
tirando do seio um punhal
Vedes este punhal?Ah 1 velho insano,
Acaso nao temis o ferro aleado
Quando os olhos fulminam ameagas ?
Tomai tcnlo, Don Ruy -Eu sou da raga,
O' meu lio! Escutai-me : quando fosseis
Meu proprio pai, havia de ferir-vos,
Se tentasseis matar o meu esposo '.
Dona Sol

Sol
Depois de ouvirem-as,
Meu Don Joo fars quanto quizerei t
arranca-lhe o fiasco
Est lia minha mao :
Elevando o frasco aos olhos de Hernani e do
velho espantado
Don Ruy Gomes
Se n'esta casa,
Nao encontrei seno duas mulheres,
Don JoSo, vou algures buscar homens.
Tu fazes expelientes juramentos
Pelo sangue que herdaste, e eu sobre enes
Vou fallar a leu pai na eternidade 1
Adeus t
D alguns passos para retirar-se. Hernani o
detem.
Hernani
Duque, esperai!
a Dona Sol
Por Deus, me atiende t
Queres ver-me traidor, falso, perjuro ?
Queres que eu me aprsente em toda a parte
Com o ferrete da traigo na fronte ?
Por piedade, d-me esse veneno
Restitue-m'o. Por nosso amor te rogo l
Por nossa alma immortal !..
Dona Sol sombra
Tu sempre queres'.
bebendo
Eil-o agora !
Don Ruy Gomes parte
Ah nao era para ella!
Dona Sol entreganio-o a Hernani
Toma.
Hernani a Don Ruy
V isto, velho abominavel?
Dona Sol
Nao te queixes de mim. Dslxei tua parte.
Hernani lomando o frasco
Dona Sol
\
O que escolhes ?
Hernani
Veneno.
O Mascara
Eil-o; recebe-o
aprsenla um frasco a Hernani quz o recebe
empallidecendo
E bebe logo para que eu acabe.
r le nani approxima o frasco dos labios, mas re-
cua.
Hernani
Oh : por piedade -Deixa-me Dor hoje :
Duque se ainda um corago te resta
Ou ao menos urna alma ; se um espectro
Tu nao s, vomitado pelo inferno,
Um phuntasma, um precito ou um demonio;
Se o estygma jamis na tua fronte
Ainda n'o tragou a mo divina;
Se sabes o que a summa dita
Efe amar na juventude c por esposa
Receber a mulher que se idolatra;
Se alguma vez nos bracos estreitaste
Mulher amada, trmula de jubilo
Procura-me amanhan, que liei de seguir-t3 !
O Mascara
Que simpleza Amanhan iTu escarneces :
Tua sineta esta manlian sonndo
Annunciou-te o funeral a ponto.
E eu ? O que faria n'esta noite ?
Morrer de desespero! E depois disto,
Quem vina buscar-te para o tmulo ?
Sumir-me ahi sosinho Nao, mancebo !
Cumpre que me acompanhes sem tardanga.
Hernani
Pois respondo-tenao e me liberto
De ti, demonio vil !No te obedezo.
O Mascara
Eu duvidava disso.ptimamente !
Mas. sobre que juraste ?Sobre nada :
De teu pai a cabega pouco vale...
Pode esquecer-se... -A mocidade leve !
Hernani
O' meu pai! O'jneu pai! Eu enlouquego :..
O Mascara
Poique .'S se perjura e se atraiga !..
Hernani
O Mascara
Duqu-j
Mas urna vez que os primognitos
Das casas hespanholas hoje folgam
Qom faltar s palavras que juraram...
dando um passo pira retirarse
Adeus
Hernani
Nao vas!
O Mascara
Ento..
Hernani
Cruel!
recebendo o frasco
Tomar-me
Na hora em que cu do cu chegra porta !
Entra Dona Sol, sem ver o Mascara, que est
me p. junto da escadaria, ao fundo do ihealro.
SCENA VI
Os mesmos ; Dona Sol
Dona Sol
Nao pude achar o estojo que pediste.
*
Hernani
Meu Deus! E' ella !.. E em que momento chega!
Dona Sol
Que tem elle, que aterra-se e estremece
A' minha voz ? --Que tens na mo ?-Suspeito!-
Que tens na mao ? responde-me.
O domin tira a mascara. Ella sola um grito,
reconhecendo Den Ruy
langa fora o punhal,
Duque
cahinio de joelhos ante o
Ah, nao Aos vossos ps me prostro humilde I
Apiedai-vos de nos Ai de mim! Graga !
Senhor Fraca mulher eu sou apenas !
O meu esforgo na minh alma aborta :
Bem frgil sou, e ante vos m3 prostro,
A supplcar-vos para nos piedade !
Dona Sol:
Don Ruy Gomes
Dona Sol
Perdoai!-Nas hespanholas,
Como bem o sabis, a dr violenta
Em palavras colricas se expande!
Ah nunca fostes mu! Tende piedade t
Vos me matis se lhe exlsis a raorte !
Compaixo, meu tio! -Eu amo-o tanto !.
Don Ruy Gomes sombro
Amais-Io muito ?
Hernani
Dona Sol, tu choras ?
Dona Sol
O' meu amor, nao quero que tu morras!
o nao o quero !
a Don Ruy
Oh sede generoso,
Que hei de amar-vos tambem !..
Don Ruy Gomes
Simdepois d'elle!
Cora sobejos de amor ou de amisade,
Ou inda menosporventura credes
A sede mitigar que me devora?
apontando para Hernani
Elle 6 s Elle t'ido!P'ra mim basta
A amisade outorgada por piedade
E q>;e p'ra nada serve-me -Obligado !
Para elle o coragilo, o amor, o throno,
P'ra mim, de um vosso olhar a parca esmola !
Se a minha ancia exigisse urna resposta,
Os termos d'esta dictaria elle,
Como achasse bastante, maldizendo
L corasigo a avidez d'este mendigo,
A quem se deveria dar smente
Restan'cs gotlas de vasia taga!
Vergonha e zombaria insupportaves!
E' preciso acabar com isto.-Bebe :
Hernani
A palavra que dei-lhe cumprir de va.
Don Ruy Gomes
Vamos!
Hernani approxima o frasco de seus labios.
Dono Sol lncese sobre o braco d'elle.
Ainda nao!Dignai-vos ambos
De ouvir-me...
Don [Ruy Gomes
Aberta est a sepultura
E eu nao posso esperar.
Dona Sol
Um s instante,
Senhor! Meu Don Joo Oh que vos ambos
Sois bem crueis!.. O que 6 que vos supplico ?
Um instante E' tudo- tudo que reclamo!
E porque nao se deixa a esta misera
Desafogar o corago oppresso ?
Oh! deixa-me fallar !..
Don Ruy Gomes a Hernani
Eu tenbo pressa!
Dona Sol
Senhores que terror me infunds n'alma !
Em que vos offendi ?
Hernani
Ai! as entranhas
Lacera-me o seu grito angustioso l
Dona Sol retendo-lhe o braco
Teuho tanto a dizer-vos Nao o vedes ?
Don Ruy Gomes a Hernani
E preciso acabar!
Deus!
Desgragada !
Tu, nao me farias outro tanto,
Pois nao possues o corago benigno
De urna esposa christan, nem amar sabes
Como ama urna Silva. V priineiro
Bebi eu e tranquilla estou. Agora,
Bebe tu, se te apraz.
Hernani
Ah! que ftzeste,
Dona Sol
Nao foi tua vontade ?
Hernani
E' urna morte horrivel!
Dona Sol
Que me importa ?
IHernani
Este philtro conduz 4 sepultura *.
Dona Sol
Nao de vamos hoje dormir juntos ?
Pouco importa em qui leito.
Hernani
Mereci-o !
Meu pai l eu te esquecra, e assim te vingas!
leva frasco aos labios
Dona Sol
O' cu! Que estranhas d jres me traspasaam !
Para longe de ti langa esse philtro !
Os meus sentidos todos se perturbam.!
Para, meu Den Joo Esse veneno
E' mui activo Esse veneno gera
No corago urna hydra que o remorde
E devora incesaante com mil przas '.
Eu nao sabia que a tal ponto fosse
O soffrimento !-0 que pois isto ?
Nao bebas Por demais padeceras !
Hernani
Quanto cruel tua alma! Outro veneno
Nao adiaste p'ra ella?
bebe e arroja o frasco
Dona Sol
O que tizeste ?
Hernani
E tuo que fizeste ?
Dona Sol
O' meu espeso l
Vem abragar-me 1 Vem 1
assentam-ss um junto d-> outro
Nao 6 verdade
Que estamos a soffrer horrivelmente ?
Nao.
Hernani
Dona Sol
Nossa noite nupcial comega.
Muito paluda estou para urna noiva
Ah'..
Hernani
Nao vs clarGes na sombra ?
Dona Sol
Ainda nao...
Hernani dando um suspiro
Aqu... aqui...
Don Ruy Gomes levantando-lhe a cabega
Est morlo
Dona Sol
Morto ? Nao!.. Nos dormimos! Elle dorme !
E'meu esposo .. Vs?-nos nos amamos!
N3 deitamo-nos juntos, como noivos
com voz que se extingue
Silencio! Senhor Duque de Mendoza '.
Elle est fatigado!
voltando o rosto de Hernani
Volta a face
Para mim, meu amor ; chega-a mais parto,
Aindamis...
cahe
Don Ruy Gomes
Morreu!Oh! sou precito!
matase
E' fogo
Hernani
Don Ruy Gomes
Cumpriu-se o destino t
[Hernani
O* desespero!
O' cr tormento! Dona Sol padece,}
E eu o vejo!!
Dona Sol
Estou melhor. Socega.
P'ra novas regiOes de lu em breve
Vamos juntos abrir as nossas azas !
Para um mundo melhor de par veremos l
m beijo s Um bejo !
abracam-se
Don Ruy Gontes
Que supplicio!
Hernani com voz a extinguir-se
Bemdito o cu, que se urna vida deu-me
Povoada de abysmos e de espectros,
Permitte que eu cangado d'essa lida,
Possa morrer a tua mao beijando !
Don Ruy Gomes-
Ah! como sao felizes!
Hernani com voz cada ves mais fraca
Vem, querida...
Vem, Dona Sol escuro tudo... Soffrea^..
Dona Sol com voz igual
Nao-., nada mais. .
HISTORIA PATRIA
O
combate do reducto do Rio
Fornioso
(Concluso )
Refermo-nos ao pedaco de urna peca
de artilharia, de palmo e meio de dime-
tro na culatra, que se encontrou na parte
inferior do oiteiro, onde pela baixamar
apparecia mergulhada na areia.
Os que escreveram sobre esse combate
mencionam que Pedro de Albuquerque e
a respectiva gu'arnigo defenderam-se dos
hollandezes com duas pecas ; pelo que
por demais admissivel que tao preciosa
reliquia .houvesse pertencido a qualquer
dessas cumpl ees de sua gloria; tanto
mais quanto a bala, que ella poderia ar-
remessar, deveria ter de quatro a seis li-
bras, o que concorda com as Memorias
Diarias do marquez de Basto?.
Ouvimos a moradores do lugar que as
endientes tm feito desmoronar d'alli di-
versas carnadas de trra ; sendo prova-
vel que, de envolta com ellas, vesse esse
pedago de pega, ou que alguam, lavran-
do o terreno, fizesse de cima rolar aquel-
le historeo fragmento.
Em todo o caso a descoberta de um
instrumento de guerra, abaixo do oiteiro,
revela que no alto delle existiu outr'ora o
reducto, visto que, em vrtude de seu pe-
so, que de duas a tres arrobas, nao po-
da ter sido transportado para all pela
correnteza das aguas.
Convnx igualmente notar que ainda
distinguem-se, segundo nos informaram,
traeos de fosso, no qual impossivel pe-
nei'rar-se em razio do matto. que ha
crescido no fundo e as bordas ; que as
visinhancas se tem apanhado balas de
diversos "calibres ; que finalmente tra-
dicHo geral entre as pes3oas mais antigs
que o oiteiro daquella forlificacao o que
confronta com a propriedade Mariass.
A frente do reducto era para o rio e
para o lado da povoaco da Barra do
Ro-Formoso, o que se conclue do plano
abracado para o combate.
O esquadrao, que devia subir pela fren-
te, vinha embarcado em lanchas e navios
pelo rio, o que nos induz a crer que ella
olbava para ahi: mesmo porque na parte
opposta que foi collocar-se o segundo
esquadrao que devia galgal-o pela reta-
guarda.
Deprehende-se que ella deitava sobre-
tudo para a povoaco da Barra do Ro-
Formoso, porque dest'arte dominara elle
com mais vantagem o ocano eu vigi-
lando ou impedindo a approximaco do
inimigo, logo que este tentasso passar a
destruir ou aprisionar os navios fundeados
a sombra de sua artilharia.
Mais poder-se-hia averiguar mediante
excavares, ou desbastando o mattagal,
que cresse principalmente ao sul do oi-
teiro.
Entretanto, si pouco verificamos, con-
corremos de alguma sorte para que nlo
continuasse ignorado esse local, que ali-
menta um capitulo interessante na his-
toria de Pernambuco.
Aquelle que sentir bater no peito um
corago amante das glorias patrias deve
tomar-se de enthusiasmo, ao contemplar
esse oiteiro.
Ha urna forga de attracgo secreta, que
nos prende ao solo em que esteve enera-
vado qualquer baluarte, representante da
nossa grandeza no passado.
A lembranga do que temos sido, o es-
timulo de sermo3 mais do que fomos, ac-
corda em nos as mais gratas emogoes,
suspendendo-nos do sitio, sobre que de-
moramos os olhos.
Foi por isso que experimentamos urna
impressao que nao se define, ao respi-
rarmos a frescura daquellas auras, como
que impregnadas anda de patriotismo, ao
titarmos aquelle ocano, para onde na
mesma direc?ao se aloagavam ha mais de
duzentos annos as vistas das vigilantes
sentnellas; ao pisarmos aquella trra,
que recolheu o sangue de tantos hroes,
e que talvez estivesse sendo profanada
pelos nossos passos.
E' deploravel que alli nao se tenha al -
gado um padro ao denodo dos bravos,
que se bateram com os hollandezes.
Embora o maior monumento, que se
possa consagrar a esses desenove homens,
seja proclamar que elles morreram
pela patria, comtudo convina que no ri-
mo do oiteiro se realisassa a ereceo de
urna lapida ou de urna columna, que,
perpetuando o local do reducto, certifi-
casse ao estrangeiro, que o visitasse, que
elle estava diante de um altar de hero-
smo.
E, si sobre a base dessa lapida ou des-
sa columna nos fosse dado escrever, es-
tas seriam as nossas palavras :
Aqui, ao mando de Pedro de Albu-
querque, vinte intrpidos guerreiros, no
anno de 1633, repelliram quatro ataques
de seiscentos hollandezes, produzindo-lhes
urna perda de oitenta homens.
Sendo intimados para capitular, pre-
ferirn! morrer ase entregar ao inimigo.i
Honra a essa pleade de bravos, que,
rendendo-se morte, tornaram-se im-
mortaes.
y. Baptista Regiieira Costa.
calor, lu, electricidade, etc, entra-se
dominio das ciencias physicaa, qaa i
prehende a Physica e a Chiie.
A Physica estuda os pinoos
os corpos inorgnicos e terrestres apreso-
tam sem alterar a sua constituicio ia-
tima.
A Cbimica estuda os pbenemenos a*'
os corpos aprsenteos actuando un sobre
os outros, alterando, porm, a sua cosv
stituigao intima.
Um corpo que se dilata sob a inflaee-
cia do calor, um outro que se aqoeee,
outro que se funde, outro que te ola*i-
lsa, urna imagem que se produz em ese
espelho, a agua que gela, sao outros tas-
tos phenomenos physicos. Em todos es-
ses exemplos os corpos, sujeitos a acee
dos agentes, nio alteraram a sua coastt-
tuigo intima e continuaran! a ser o ave
eram antes da experiencia.
O cobre aquecido com enxofrc em esa
cadinho se une com incandescencia fsr-
mando um corpo novo ; o ferro exporto a
humidade se enferruja, o cobre cria a-
nhavre, o caldo dacanna fermente t-^traaa-
forma-se em vinagre: sao outros tantea
phenomenos chimicos. Nestes exs
se ha de notar que todos os corpos for
alterados em sua constituicio e muda-
rara as suas propriedades.
Os corpos se caractersara por soai
propriedade e estes sao : organolpticas,
phvsicas e chimicas.
s proprifedades organolpticas sao aa
modalidades dos corpos apreciado paisa
nossos sentidos : coloraco, sabor, odor,
transparencia etc.
^As propriedades physica sSo a aa-
dificages que os corpos aprataataai
sob a influencia dos agente pbysieas :
densidade, peso, dilatacao pelo caler,
conduccao de calor e electricidade e'c
As propriedades chimicas sao aa rao-
dificac5es que os corpos apresentera acta-
ando un3 sobre os outro.: oxydagio, hy-
dratago, combinagao, decomposic* etc.
Todos os corpo sao formados d.- to-
mos e tomo a menor parte da materia
que o espirito humano pode conceber, fi-
gurando em urna combinagJb cbimica.
O tomo jamis poder exitir iwlado
na natureza.
A junecio de dou ou mu tomo*
constitue urna mollecula.A forra qae
une um tomo a outro, para formar a
mollecula, chama-se affinidade a qae
une as mollecula entre i para consti-
tuir os corpos chama-se cohe**o. A ata-
ludado e coheso sao por este facto co-
nhecidas tamviem com o nomo de forgas
Os corpos encontram-se na natureza esa
tres estados : solido, liquido e garoso; e a
tausa de cada um d'estes tres estelos
especialmente attribuida a maior ou me-
nor forca de coheso existente entre sosa
molleculas, sendo intensa nos corpos sa-
lidos, fraca nos corpos lquidos e tuan
nulla nos gazosos.
Os corpos, em chimca, dividem-se esa
POESA
A TORRENTE ILSA
(HEXRI heixe)
Moro na rocha ilsnea e sou princeza;
Usa a lnguida, a bella, a dos extremos
Vem commigo, penetra em meu castello,
Felizes nelle impvidos seremos.
S
Banho-te a fronte em crystalinas vagas,
Curo o mal, que te mina, ao que presumer;
E ho de findar essas crueis saudades,
E hao de morrer esses fataes cumes.
Sobre o meu seio alvintente e puro,
Nos meus bragos de nev, sem quebrantos
Viras dormir... e arebanjos, fadas, gnomos
Os sonhos teus povoarQ de encantos.
Quero ardente em meus bragos apertar-te
Com forga e amor. Assim j^fiz outr ora
Quando abragava o imperador Henrque,
Temo e t3o bom que se finou agora.
Mas... os mortos, sao mortos, ja.se foram ;
Os vivos, sim, a vida que os agita...
Usa a princeza bella e florescente,
Seu coraco tem risos e palpita.
Oh vem commigo, vem No meu palacio,
Todo crystal ha dangas e magias ;
Meus cavalleiros, minhas damas folgam,
Meus escudeiros fartam-se em folias.
Sedas me arrufam nos salSes as damas,
Rodam, telintara mil esporas de ouro,
E violinos e trompas e timbales
Taugem ledos anes em bello coro.
Quando os sons se escutaram da trombeta
Tapei de Henrque o> tmidos ouvidos ;
Como o enlacei te enlago nos meus bragos. .
Vem! Vamos, vamos docemente unidos I
Almcida CunJia.
Maio 1894.
s
GHIMIGA
por
intus-
Elcmentos de cliimica geral
PELO
Dr. Euzebio Martina Costa
Capitulo i
Forgas molleculares.Mistura e
combinago, suas leis.
Todos os' corpos sao formados de
rnateria e pertencem aos tres reinos da
natureza: mineral, vegetal e animal.
Os corpos pertencentes ao reino mine-
ral distinguem-se dos outros, porque sao
inertes, nao crescem e se crescem por
justaposigao e nao se movem.
Os pertencentes ao reino vegetal dis-
tinguem-se, porque crescem
cepgo e nao se movem. >
Finalmente os do reino animal dstm-
guem-se porque crescem por intus-
cepgo, se movem e s2o dotados de in-
stincto e de vontade.
A Mineraloga a sciencia que estuda
os mneraes assignalando o seu estado,
a cor, forma, dureza e densidade-
A Botnica estuda os vegetaes, sua or-
ganographia, forma, estructura e func-
c3es.
A Zoologa finalmente estuda o remo
mineral.
Estas tres scencias s3 conhecidas
pelo nome de scencias naturaes.
Quando se estuda n constituigao inti-
ma dos corpos e as moaiiieacoes que elles
podem experimentar, quer em sas pro-
priedades, quer em sua constituicSo,
ob a iafanein im agaa pbyr^cfia,
simples e comoostos.
O corpo simples ai^ielle que, por
menor que seja a partcula que se tire
d'eile, representa sempre a mesma espe-
cie de materia.
O corpo composto o que formado
de corpos simules. Entre os corpos coas-
postos existem uns que sao simpl.-s mis-
turas, e outros que resultara de urna cosa
binaco cbimica definida
Confunde e muitas vetes aa Iingaa-
gera ordinaria o sentido das ex pn1.artes
misturar c combinar \ ha, entretanto,
grande differenga entre o que se chama
urna mistura e urna combinago
Tome-se o p de urna substancia zal a
outra de urna substancia amarella e mis-
ture-se bem; a certa distancia a maca
parecer verde ; mas, com urna forte len-
te, notar-se-lia que as duas substancias
so podero separar
Tome-se um pouco de enxofr* em po
e ferro tambem em p, misture-se es
dous pos. E' fcil separar-sa o eoxofre
da mistura, por meio do sulphiireto ae
carbono que o dissolve com a maior pres-
teza, deixando como residuo o ferro, aa
separar-se, por urna vez, esta ultima sub-
stancia com o auxilio de um imn, qae
attrahe todos as partcula frreas, dei-
xando o enxofre.
Pois bem, estas separagAes ti M peleas
effectuar quando se trata de urna simple*
mistura.
Agora, se a mistura ds enxofre e ferro
fordeitada em um cadinho. e depois for-
temente aquerida, ver-se-ha a mistura
tomar um aspecto differentc e presentar,
depois de fundid* e resfriada, proprieda-
des que nao sao nem as do enxofre nem se
do ferro, e n'estas condiges nao mais
possivel separar-so esses dous elementas
pelos meios empregado para separa 1-es,
quando estavam simplesmeate m'ista-
rados.
Formou-se urna combinago.
A combinago o producto da unio
intima, duravel e homognea de nm eet-
po com outro, segundo proporge* cartas
e determinadas.
A produego das cembinage cliinu-
cas favorecida por diversas causas, ai
quaes passamos a descrever.
1. Estado do corpo -A cobeslo que
existe entre as molleculas dos corpos so-
lidos oppe-se a sua separacao e conse-
cutivamente a sua combinaco com aa
molleculas de outro corpo Solido. Sea-
do assim, para que baja combinaco
tre dous corpos solidos, torna-se ae
rio que se facilite essa desaggregaof'o jun-
tando um agente de dissolugfi como a
agua, para que immediatamente se asta-
beleca urna viva reaceao e justifique, par
este modo, o velho aphorismo: corftr* aa
agunt nisi soluta.
Co'Hinm
XOTA
Na publicarlo do Hmi*M, I
Diarios de 10*e 17 do corrate, da a-ee
os ^eguintes erro, que cumpre coma:
No Diario de 10, columna 1 esa asila
de D. Sancho, em vez de .
c Marques, Umbrat-vos, etc., deve HT-
se lembrais-vos. m_m_
No Diario de 17, columna 1', d*V?***
exclamaco de Hernani Son feu i
deve dizer Dona Sol Soa ditata_!__
nao : Que me importe




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