Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19191


This item is only available as the following downloads:


Full Text

iMMOlxx
Qniiita-fcirn I de Jnnho fe 1994
NUMERO 13
PERNAMBUCO

PBOPBJBB&SS BB U&HeSL VXGeBIBOA 03S FABIA & VILBOi
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por Ires mezes adiaotados.
Por seis mezes adianlados. ... d
Por um anno adiantado .... 30$00D
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAQES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
av**** "
t
Os Srs Mayence Favre & C.a, residentes em Pars18 rae de
La G.rango Batel ire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiaotados. .
Por um anno adiantado
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
165500
33000
1100
1200
Telegfammas
Rio horas 30 minutos di tarde (recebido na
esta;ao :- S horas e 3o minutos da noite
e entregue s 8 horas e 50 minutos).
Fordm norneados directores : da Es
trada de Ferro de Timbaba Nova Cruz,
o e _-enheiro Antonio Salles Nunes Bel-
siprtj da Estrada de Ferro Sul de Per-
nambuco o engenheiro Marianno d'A-
guiar Morara, cm substituicao do enge-
nheiro Saldanha Jnior, que foi exo-
nerado.
Foi exonerado do cargo de chefe de li-
nha da Estrada Sul de Pernambuco, o
eqjenheiro Beronides Costa.
O Senado, em sessSo de hoje, conce-
d licenca parase retirarem: aos Drs.
Cocino Rodrigues, Felicio dos Santos,
Correa de Araujo e Paulino Horm.
Foi reconhecido senador por Minas Ge-
raes o Dr. Goncalves Chaves, que tomou
assento.
Telegramma de Porto Alegre diz
que a imprensa applaudio a circular ex-
pedida pelo chefe de polica do Estado
dando como terminada a revoluto, e
dizendo que incumbe enrgica repres-
sao policial o castigo dos bandos que de-
predam o interior.
Em cambio foram effectuados Moje
negocios taxa de 4 r/j d. por i#ooo so-
bre Londres.
S. Exc. o Sr. Dr. goraraador do lisiado, manda
communlcar-vos p.ira vosso conhecimento c de-
vidos efffos, que nesta data no n querimonio
do Club Dramtico Familiar pedia lo o tneatro
Santa Izabel para realizar um espectculo na'lembrar a dispos'gao do artigo 5 do decreto 11.
noute do dia 6 do corrente, exnrou o segumte | I8i de 21 da Setembro de i93, em virtud e do
daspacbo : : qunl fi..-ou revogado o artigo 2o da 1-i 11. 69 para
Concedo, sera prejuizo da empreza que ac- o fim do proceder-se annualmmtc, de accordo
tnatmenle funeciona. rom o artigo 3o da lot n. 35 de IH92 is revisos
Sr. engenheiro fiscal da empreza de iliu-jda al islam utos eleitaraes: eque indep endent-
mirjacao a gasS. Exc. o Sr. Dr. governador do.mente da .aos-ua circular, poderla em toutpo tor
Estado, manda recommendar-vos que provideu- 'sido cumpriJo osle precedo legal,
ciis atim de seiam Iluminadas as fachadas
LXSTIi ICC AO POP LLAR
i
BDGACO
itnmmUh mm s pstsica
HERBEIT SPEXCER
CAPITULO IV
A Kd 'agio Ph'jsici
Jul.mi-e-.se pais qnaes devem ser as conse-
quencias quando um eorpo que est cresce ido,
lomago fraco fornece un sangue insullici-
na quantidade e pobre na qualidade
(piando o coragao debilitado impulsione este
sangue pobre o mesquinbo com urna leutidio
desnatural.
E se a deg-meracao p'iyaica uma coase-
iciado estu !o excessivo, como todos os que
rvam esle assumpto p.idem ver, como nao
se 'leve condonen-:r gravemente este avalenta
de exceaaos de qa: cima demos exemplo'.
V. um terrivcl engao, do qualquer ponto de
qeao se encare, um tal systema,
Naa malbaras os defeitos d'esta systema tor-
rado Bao, se possivel, aiada maia nocivos do
iju aos bomi
Priva las ... 5o em grande escala dos ex-
elegres pelos quaes os ra-
tigam os incoar mentes dos estados
vos, as meninas soffram todos 08 males
1. ios idade D'aqu r alta o
scein beni pro-
'.' tasas meninas
. de 1 sito chato, to abun-
de L i Ires, nos vemos os
id >sa sem o
. rcocidade; e essa
d muito mais a
- :-.:i todas as suas
iam por ver attrahentes
as 'ollier 11111 s- .-
t iste, que sacrifica o
cor i a; nao se importan)
. as, ou entio
mu! : :: fazem das anas
Os b 1- pouco a*> importam com a eruli-
daa mulheres; mas importam-see muito com
a suibal com o seu bom carcter,
USO. Quuntas conqui-tas
tara urna sabichona por causa dos seus oxten-
-' Que o homem
me Be apaixona por urna mullicr por ella saber
italiano?
Onde est o dwin qu1 cae aos ps de An-
gelina porque ella falla o allomo? Mas as faces
cor de rosa e os olhos risonlios sao grandes at-
ractivos. Uva rosto bellamente oval atlrae
olha; lmirJ{o. A vivacidade e o bom
humor que urna saude iorescente produz
concorrem poderosamente ]nra as perpetuas
inte conbece muitos casos
em qu; as psrfei^O is pbj -: 18, na ausencia de
todas as otitras recommendaeCies, teem incitado
paixoes irresistiveis, mas pouca gente baver.i
que possa aponlar um caso em que o desenvol-
vimcn'o inteileclual, desasomp nhulo dcoutros
attributos moraes ou physicos, dispertasse um
tal sentimento.
(Contina)
PARTE OFFICIAL
Governo di Estado le Pernam-
buco
E adente di dia 2 de Maio de 1801
Cilicios :
Ao l)r. director da3 Obras Publicas-Envian-
do-vos, por copia o officio n. 6 de 25 de Abril
ultimo do Dr. delegado da inspectora geral de
Trras e Colonisaco, recommendo-vos que
providenciis no sentido de ser avhala a casa
a que o mesmo se refere, dando opportunamen-
te conta a este governo do resultado dessa in-
cumbencia.
Sr. director da Colonia Santa Izabel-De-
volvendo o qnadro demonstrativo de movmen-
to havido na caixa dessa olonia, uo prmeiro
trimestre do corrente anno que acompanhou o
Vosso oficlo de 3 de Abril (indo, recommendo
qne especifiquis a despeza alludida no mes-
mo documento.
Expedien'e do Dr. Secretario
Officios :
Srs. membros da inspectora dos theatros
dos edificios em que uncermam 13 rap*rtlc6es
do Estado as noutes de hoje e de amanh de-
vendo igual providencia ser tomada para todos
os diis de fi'Sta nacioial e feriados do Estado
e bein assim as das vesperas e dos dias feria-
dos c de festa nacional.
Espediente do di t i de Maij de 1891
Acto :
O governador do E-'tado, tendo em vista a
proposta do Dr. director geral das Obras Pu-
blicas, emoficon. 39, de 3 do corrente, rc-
solve desig.iar o engenheiro Gustavo M-Tinond
para o cargo de auxiliar da Repartico dos che-
fes de districto da mesma U-parii,o e a dia-
ria que Ihe fr arbitrad 1 pelo director iU mes-
ma reparticaa e que nao exceder de tres mil
rei-. -Coramunicou-se ao )r. mspictor do Tne
souro do lista to.
O governa lor do E-lado, resol ve prbrogar
por um mez ni for.ni la lei a licenca em cu/i
geso se acha o prom itor ^pibco do munici-
pio do Cabo hachare! God dredo Mosc-iso di
Veiga 1'essoi Communicou-se ao Dr. Juz de
Direilo.
Ao Sr. gerente da Companhia Ferrocar-
ril -Em respos'a ao vosso o!Hei) de 18 de
Abril prixiiii) passado, d<'c!aro-vos cm prim-'i-
ro lugar que este governo mantean o pen-a-
ment que dictou o sea acto da 7 do mesmo
raez por isso que t-ntsnde eai contrario ao
que alli'gi s, que p rfeitamente justa a im-
posico de nosso onus mesma corapanha por
occasiio de Ihe ser feia urna conceasfto e nao
reconhecido um direito, 11 j dizer lo citad) of-
licio.
Vinlo aos ponto? eapiUes da reclamego
contuia n'aquelle oflcio declaro-vos que os
concertos exigidos pela condico n I r.'du-
zem-s: pintura da ponte e reparos do cala-
mento da in-'sma pente em toda a sua pxtoocjk),
por isso que segn lo a disposicio feita na por-
tara de 7 de Abril passaro as carrocas e ani-
raaes de carga a transitar somente pela ponte
Buarqui de Macedo.
Quant > a 2a parte da nossa reclamar&o, con-
forman lo-me com o ana allagaes, declaro para
vossa intelligencia o lias convenientes que nao
devem ser levantados os trilitos da ponte Bu-
arque de Macedo, Instando que cesse o tran-
sito de boads per e.^sa ponte, logo que esteja'
restabek'cida a via dupla na 7 de Setembro, e
s pdenlo esse transito ser restabelecido em
caso de forja maioi', a juiso ao Governo d j Es-1
tado.
Isto posto e assim atlendida essa companhia!
naquilla aua a asta Govermi parecen rasoavel,'
cumple que nao liquen; su fu conicstai,.lo ulgu-
mas asser^es do vosso officio.
Em Io lugar o pretenso direito que dizeis ter,
de restabelecer na pinte 7 de Setembro, a li-
nha dupl-i, s pelo Dr. procurador geral do Es-
tado foi de algoma sorte reconhecido, sendo en-
Iretanlo forte'tnente contestado por oulras au-
toridades entre as quaes o Consellio Municipal
desta capital : c assim como este Govern) se
conforniou com o parecer do mesmo Dr. pro-
curador geral para conceder que restabeleces-
sais aquella linlia, poderia ter acceitado as pon-
deracOea do Conseho Municipal, oppondo-se a
tal coocassao.
Trata-se pois de urna verdadeira concess.lo
que este Governo podia fazer ou deixar de fa-
icr.
E tanto estaris disso convencido que con-
cordastes, a insistencias deste Governo que
mais vi o inleresse do publico do que os da
companhia, em acceitar as propostas em
conferencia desculi las.
Por outro lado cuuipre que fique bem enten-
dido que continuam cm pleno vigor todas as
clausulas dos contractos entre essa companhia
! Queiroz,
Questur.'i Policial
2.' seceo X. '35.-Secretaria da Questura
Policial do Esta lo le Pernambuco, em 20 de
Junho de IS'..
Sr. Dr. Gevernalor. -Participo-vos que foram
boatem recollude-s a Casa de Detencao os se-
guintes individuos :
A' minlia or ni, Miguel Joaquim Sebaslio,
vindo do municipio da Escadi, como desertor
do Corpo l'olici I ; Pedro Jos Ferreira, vin-
do de Quipao, como ladro decavallo c Lu-
percio Ignacio de Mello, vindo de Muribeca,
como gainno
A'ord.'in di subJ legado da freguezia do
Rdfe, Macario Ferreira de Souza e Manoel do
Nasclmento, conhecido p>r Manoel saldado,
por embriaguez, Joo Diptis'ado .Xascinieuti,
como gatuuo ; e Mara Isabel da Hora, por of-
fen3as u moral publica
A' ordem do subdelegado da freguezia de
Santo Antonio, Joo Paulino da Silva, como dc-
sordeiro c loroulnto : Joo Bastos Itib uro. 1
por disturbios: Joo Lopes da Silva, Jos Fran-
cisco de Paula e Boebi9 Florencio (
co 110 desor leiros
Co'iimunic iu-m! o delgalo do municipio
de S-Jos do B^yplu que no dia >4 de Maio
ul'.imo o individu de ntma JosThamotoo Jos
Santos, co-;liecid) por Jos Mircolino. ferio
gravemente, com duas faca las, a Mariano
Atnancio.
A referida aut>ridade tomou cinhecimen-
to do facte. e contra o delincuente, que se eva-
di procede n >s termos da lei
P.do delegado do municipio de S. L^uren-
CO/la Mat'a fui ante l)QDt<>>D, capturado o indivi-
duo <\i nome Antonio Francisco das Chagas,
um djs autores do issa-inato de que foi victi-
ma naqu'il- municipio infeliz Manoel Piauliy.
O referido individuo confessou serem cum-
plice3 cm tal crime os individuos de nomes Jos
Pedro e Manoel Francisco, contra os quaes pro-
cede a mesma autoriale as demiH diligen-
cias, am de;captural-os.
'Resta dita remet) ao Dr. 3. promotor pu-
blico da capital, para os devidos fus, as dili-
gencias procedidas pelo ex-delegado do 2. dis-
tricto relativamente a diversos roubos e furtos
commettidos nesta cidade o pelas quaes se ve-
rica qnaas os chefes di quulrha de ladros
de cavallos, que ha muito, existe cm u.n dos
arrabaldes desta capital.
O cidado Lourenco Bczerra Cavalcante as-
sumio no dia 16 do corrente, o axercjcio do car-
go de delegado do districto de Tracunhaera do
municipio de Natarolh.
Em igual data assumio tambera o serrado
do cargo do subdelega lo do i." districto de Mu-
ribeca, o cidadao Manoel Sylvio Cameiro Cam-
pello.
Ao Sr. Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima,
mui digno governador do Estado.
O questor.
Julio de Mello Filho.
dar nov ,)oca legal |#ra os respectivos traba- c6 8 diplomticas e coamerciaes estSo crtalas
dos ca'>Mdo-m;, entretanto, fazer-vos sciente c t grande Repobica Snl Americana, povo ir
que a circular ulIudMa 110 vosso citado officio, ix-fco e querido da naco poriogoea.
embora reltrda la na entrega, s liulia pjr fim : A ir3te realita e que lemos fechado o prio-
' cipa) contro dos nossos producios agrcolas e
u3aoa'acturad8.
A triste realldide qce uo Brasil ha m lbare
e (silbares de portugueses sem prolecc&o do
.tu pais.
A t'iste reaii !ade e que o ccmm'rcio nacional
j da si fraco e abaddo acaria de eof/rer o mais
do dos golpes, como ss f a o golpe de mis- -
ricor:ia.
A irlste realidade qae o pov) portugus nao
lea cotoa nem respoosabil iado oa quebra de
re'uc-s rom o Brasil, qoe desde serapre estre-
meepu e com qoem sempre rnaateva relacoes
fratarnas e comises
A trete reall.lade qoe essa; rsponsabllila
des p-rteneem p:r Intslro ao governo qae, di-
verciad-j do p cloaal, tem gov-roa1o pelo seo arbitrio, domi-
joado sfmure por facetos emos monrcicos, e
or pr-j-idos louccs de defesa das tastitatyoe.],
sacrificando a essa defeza os altos iateresses da
raci.
A triste realirfade que da atilinto di lu
(precaa mooarcliic, orgos de goveraos e de
ciitfea rDonarcbicos preponderantes, reeulteu a
fritn d= r^lac5es com o Brasil, e qoe na erra te
ioli-a i lernacional de todw s m:o!teres
Udo nos conselhos da cor, de*da a
g 1 do p|bo impe'ador e velho r^ganga,
e rJe !:ar o desastre qoe o pis esta sof-
fr B4c.
A tr.sle reaJade que a po Itica dyn-stiea de
B'Hgaocas 3 Orleans aeve 1er c-jtnouno para
a r.-il 1 cao da ma voota >e s desccnSar-sas do
Brasil a rcspeito Je Portugal.
A titte realldade qoe o Brazil su?panieo
egOes com a patria m5e, e qoe este pob-e
piiMiU poasra sopportar o golpe, que por cal-
p* iob altee pede.-es acabam de Iba vtorar ao
eoragae.
O rompiaeco repentino uas reacoas com o a pbT-iJOomla do Sr. :Citi'.bo
5 -axil tem provocado orna moltid&o e bca'os,
sendo um aeles qte deviio a conflicti entre a
tripolaco da Affenio do Aibi.qaerj.ae agora
00 R o .ie J.oetro, e a popalacao.
paaaoa
Nu iremos mais longe, bojj, nesta ordem de
cimideracOes.
Pesemos votos pura que aiada se possa encon-
trar um xeiode re-uneiliacSo, que 31'xilareaao'
nos limites de ooms fecaldades no nteres-e do
povo portugus, e da uosa todustri, com:nerclo
e aancoliura.
Aguardamos os ess'arecimentoi ollii-iaes. qu-
poiem t.lve tradazir correccSo offi -1*1 <5o no-
"ocicSS. mas que rertameote nao reve!a ae a
poita de ?urda3 consptrjcOT's. qii5 ba tanto
nos coianrometie deeirj e fOr das frooteiras.
H'Je r.o pedimos 1 jeeda para respoa}f>r p-los seos actes, c con'iooe io-
ve-naado sem pa*lameatv para eui v(?rgoalii
L'qollada a oenieacla, se o pas qni.er, man-
t?ora no poder o se^ipre ministro e fatal Hi.laj
Rt>ei-o, applauda os favoritos Juao Fa co e
Cortos Vaibom, o festeje a obra taiuur J13 ca-
'arilnast.
Thcsouro do l>.J;nIo de Per-
nambuco
Despachos do dia 19 de Junho de 1894
Companhia de Servicos Martimos de Per-
nambuco.-Da-se provimento ao presente re-
0 drreio do Norte da pnesma data concloio
assim o escetlecte artigo de fondo qu3 p'ibl -
coa : *
* a ?a$- tronamos a aaniffstir o profnnao seotimauo
!.e o facte oos inspira e que inspira ao pais
in.ei'o. A ?en t^mac, depola de oem es?la-e
cida 1 ques-ae, e qaanlo ebegar a oppo-tonita
de, imponemos, a qoem competirem, as reepon
sabilidades deas hmeotavel acont'Cimento, qae
representa a pagin* mais dolorosa da aos^a h s-
toria 00 meiado do scalo que tai correado.
Agora nao vn 'ora de p-opo3ito os segaint s
teleg animas publicados pelo Times de Lon-
dres. Vao traduxidos llferslmen e e desacom-
pantiaios deqaaiqaer critica, porque esta ji Ins
fas ijap-eoia lisbonense, disp'ns^ado n.^s da
EUROPA
rorlas*
'Ibegada dos commandantes da
Mmdello a Affenso de Alba
qaerqaeUrna carta maadaote Castilbo Apresentaco
dos memos commaolantes ao Al-
mirana lo e a pr sao de Castilbo,
pora ser jnlgado em conseibo d
guerra Caegtda do Angola
cem 148 insurrectosA!gans por
menores a respeito sua imer
naci a Penicbe e AbraateaSobre
o couQicto IsiobrastleiroTermi-
n3C/io do lncidette luso-argentino
R>titicac5o ao tratado de eitta-
diccao celebrado com a Inglaterra
Rece?c5o do ministro franc.iFa-
sao don Bancos do PortoK pere-
.rin so de SimeiroA noticia de
fusilan-cotos de franceses na Rio
dasmen'idaDeclaragao offi Jal da
exiicca) da epidemia.
curso, cm vista da
Dr. Governador de 27 de Setembro do anno
prximo passado.
Companhia Industrale Commercio de E3I1-
'va, Dias Fernandes & C, e Fraga Rocha & C
'Nega-se provimento ao presente recurso em
J vista da3 infermacOes dos membros da claise
convidado3 para fazer parte da Junta...
Santa Casa d Misericordia, Empreza de Obras
Publicas, Francisco Xavier Camello Pessa, Ge-
rente da Companhia de Caxangi, Isabel Go
deciso de sua Exc. o Sr.! drtara.l.?al Incambencia :
o Governo, para o fim de ser fielmente cum- mes de Almeida e Silva, e Luiz Cavalcante de
prido pela companhia tudo quanto estipulado' Albuquerquc Ucha.Informe o Sr. Dr. con-
tador.
Dia 20
Antoni > Fernandes Pereira Braga, Antonio
Bruno da Silva Maia, Domingos .los Ferreira
& C, Estanislao Cardoso, D. J. Seve, Ferreira
Vieira de Andrade, Herdeiros de Manoel An-
tonio de Magilhaes, Parolina Maria do Espirito
' Santo, contas do collector do municipio de Ca-
1 brob, Joaquim Bernardo dos Reis, Mariano Ta-
I vares Lefio, Manoel Jos do Pinho de Souza Ne-
[ves. -InfoiThe o Dr. contador.
Candido Luiz Villa Nova selle, volte queren-
do, Bcrnardno Ferreira de Azevedo, Emilia
'Benicia de Farias Gomes.-Certiique-se.
Joao Ansberto Lopes.A secga do Conten-
cioso.
Patricio Jos Tavares de Va3concellos, Estra-
da de Ferro Central de Pernambuco. -Informe
a Recebedoria.
Alexandre Jos Maria de Hollanda Caval-
cante Filho.-Haja vista o Sr. Dr. procurador
fiscal.
CommssSo da Or Jem 3* do Carato, officio do
Dr. Questor.Informe o Dr. contador.
Recebedoria do Estado de Per-
nambuco
Despacho do dia 20 de Junho de 1891
Rocha Pereira & C Feliz Pereira de Souza,
Corlez & Saldanba.Informe a 1" secgo.
0 porteiro,
Custodio D. da Silva (luimares.
em ditas clausulas, nao Uver sido de qualquer
forma modificado pelas condiges ora impos-
tas.
E mais que da tal e vigorosa execugo do
que essas condiges preceiluam a juiso do en-
nheiro fiscal depende de semelhante con-
0 por tal forma que o Governo se reserva,
1 lii rito de prohibir o trafago cm linlia dupla
por qualquer las luis pontea logo que veri-
que o nft,' cumpnmento d'aquellas justas exi
ias.
Outrosim convai que nao fique sem resposta
a aliegaco que fazeis de ser tal concessao re-
clamada pido commercio e pelos particulares,
porfiajanto bom conhecida a divergencia de
opinioea a esse respeito para n.o consentir que
fallis em nome de TODA a populagao, ira-
.' jiiiercio.
A quem principalmente aproveila tal conces-
sao a companhia que fica assim libertada da
fortissiraa rampa e da curva de raio mnimo
existentes na estrada da ponte Buarqne de Ma-
cedo, condiges techinicas estas que maltra-
tando e sobremodo os animaos de tiro, causava
grande despesa para remonta desses auimaes.
Quanto ao que usis acerca das companhias
de carris u'banos em oulras cidades, flear
sufficientemente respon iido por um simples
cotejo entre 03 contractos de taes companhias
e o da Ferro Carril de Pernambuco.
Expediente do Dr. Secretario
Officios :
Ao Dr. director das Obras Publicas.S. Exc
o Sr. Dr. Governador do Estado, manda com-
municar-vos que, de accordo com a proposla
constante do vosso officio n. 3J de 22 do cor-
rente, mmeou por portaria de hoje o engenhei-
ro Gustavo Mermond para exercer o cargo de
auxiliar dessa repartico, percebendo os ven-
Instrucci Publica
Despachos da Inspectora Geral di dia 20 de
Junho de 1894
Maria Leopoldina Machado de Mondonga.
Certifique-3e.
Secretaria da Instrucgao Publica do Estado
cimentos dos chefes de districtos e a diaria nao de Pernambuco, 20 de Junho de 1894.
exceder de tres mil ris.
Expediente do dia 5 de Maio de 1894
Actos :
O Governador do Estado resolve cousiderar
sem effeito a portaria de 8 de Margo ultimo,
que exonerou o cidadao Elpidio de Carvalho
Raposo do cargo de escrivo da collectoria das
rendas do Estad) do municipio de Gamelleira.
-Coramunicou-se ao Dr. inspector do Thesou-
ro do Estado.
O Governador do Estado, attendendo ao
que requereu o juiz de direito do municipio de
Agua Preta, bacharel Manoel Florentino de Al-
boquerque. Montenegro, e tendo cmvistaoat-
test ido medico exhibido., rasotve conceder-lhe
30 dias de licenga, com os vencimentos |a que
tiver direiro, na forma da lei, para tratar de
sua saude. devendo entrar no goso da referida
licenga dentro do prase de lo dias.Commu-
nicou-se ao Dr. presidente Superior Tribunal de
Justiga.
Officios :
Ao presidente do concellto municipal de Flo-
resta. Sciente pelo vo33j officio de S de Abril
ando dos motivos pelos quaes deixou de ter lu-
gar no referido dia a reuniao dos membros do
concelho e de seus immedlatos para proceder-
se reviso do alistamonto eleitoral desse mu-
icipio, declaro, era resposta, que deveis aguar-
0 porteiro,
Feneon Attico Leite.
INTERIOR
Conflicto Luso-brasileiro
Damos hoje o ar igo vibrante, que em toda
largura da pagina, e em typo difieroote, p.'bli-
cou A Batalha, de Lisbd<, em 15 do passado :
Temos mais do que um ultimtum, o repre-
sentante do Brazil recebea ordem do sea gover-
: o para sem demora sahlr di Portugal. OS*.
Costa Motta confereocioa ante-bontem com o
Sr. Presidente do Conseibo e Ministros dos Es-
t-sngeiroB pela ultima ves, e val retirar para
Pars.
Ao me;mo lempo qae isto se passava, os jor-
ases mlnistertaes e ontror. pnblicavam a noticia
-:e que o governo brazdei.-o reabrira em breves
dias os seus portos as mercadorias procedentes
de Portugal. Tea sempre por taes artes llladi
do o pas, qae apenas sabe das suas desgracaB
qa-ndo in'as commanicara do estraogeiro, ou
quando o governo as nao pode oceultar por
mis lempo.
A triste realidade que todas as nossas rea
De T-mes de 17 de Maio:
Leboe, 16 de Maio. O governo portagaes
'tem dirigido copias da correspoolencia telegn-
Ipblca relativamente aos refogiades bnstleiros
i eos seus representantes no estraagei'O, assim co
mo aos representantes de paites estraogeiroseat
Lisboa. As potencias pnncipaee eurepeai ee
sido consltala coocernente ao rompimeoto
con o Brasil, e a meliagai (intervengao) da In
gtaterra particularmente foi solicitada.
Esie ultimo pisso devido antlga amisade
existente entre Portugal e a Inghierr, a respsi-
to de qaeam ministre de Estado de Portugal l-
timamente iss, que era profundamente arrai-
gada para ser quebrada.
O romplmento das relages cem o Brazil che-
goo aqai como ama completa surpreea, tanto
iuais qae o encarregado dos negocios do Brasil
em Lisboa teve algumas horas antes ama entre-
vista muito amistosa com o primelro ministro,
dando esperangas que os regalamentos de qaa-
renteoa, imposios por cansa da epi lemia reinac-
te.. seriam i ^mediatameate cancelados uo Rio e
faoetro.
Nenham metivo jastlBcado por emquanto pele
s=r e.tribuido > aegao do governo brasilero e
somante conjectara-se qae o rompimeoto de-
bido a hostil dade dentKfl'.rada pira coa 03 per
tugueces por alguna meme*os em orna reuntSo
das corte (Gonnresso) no R'O de Jtaei'o.
O procidimento de Sir Jorge Wiulbam, o
minit'0 brttanoico no R o de Janeiro, prot> -
geodo as corvetas portnguezas para evitar que
ella? f08aem molesladas pelo fogo das ba'.er'as
quando s biram deste porto cornos refugiados
mu louvado aqu
Lisboa, 15 de MjIo (4 noite)0 Diario do Go-
verno de boje, qae foi Impre330 mnito tarde,
oouta a copia de toda a correspondencia relati
vameate a qnestao dos insurgentes brasilelros
do dia em qae se refugiaran! a bordo dos navios
pertugoezes em Ma-go 11, at esta manbi, qaan
do foi recebido um telegramma -oanrmanio o
Jae tlnba sido enviado a noite passada do Rio de
anel'O pelo encarregado dos negocios de Parlu
gal, declarando qae elle tioba recebido urna com-
mooicago seria go governo brasileiro junto cora
es pasaportes para o pes?oal da legagSo-
A correspondencia publicada mostra clara-
mente que o governo portnguea sempre fea o
que foi poasivel para manter estricta neatrallda-
de e para evitir a todo casto offender ao gover-
no brasileiro, cu parn permitttr aos insurgentes
de desembarcar em outro log.r, que nao seja
territorio portugus. Em 19 de Margo o governo
britnico approvou a aegao do governo porta
guez em recusar entregar os refugalos ao go-
verno brasileiro. e eta i de Abril os governos
francez, italiano eaostriaco combioaram com e
Inglaterra solicitar com insistencia do governo
brasileiro para deaiittr de reclamar os refugia-
dos.
Apezar de que parece qae o governo portu-
gus isento de culpa, grande neglUenc'a cabe
ao oflKial e aos ilbomens da Affjoso de Al-
buqoerque, os quaes, ancarregados de tomar
coa'a dos refugiados a bordo do vapor fretado
Pedro III, estivoram dorutiado e delxaram 2.3
fugir sem resistencia para Montevideo em i7 de
Abril.
Quando foi informado disso, o goveno porta
gaez telegrapbou immediatameote em J8 de Abril
ao eocarregaao de negocios no Rio de Janeiro,
ordenando iba qae exprimase o ooaior sentimen-
to ao governo brasileiro e declarando que os com-
mandantes das corvetas tlnbam sido demitti es
126 refagieloB tambem ascaparam para o terrl
torio argentino em 9 de Abril e urna reclamago
para compeneagao por parle do governo argenti-
no tambem est pendente agora, visto qoe 30
desteB refugladoe foram retomadoa e novameote
levados a borlo dos navios portugaezes.
Cbegaram os commandsntea da Mindelio e
Aflunso de Alou inerqae, os Srs. Cistilho e
Teive.
Pouco depuis de chogados ao Lazareto, e'*m
procurados por algaos jomalistas e visitados
pelo distiocto poeta Sr. Balnae Pato, amigo par-
ticnlar do Sr. Castilho.
Com Brmeza e lealdade reapenieram que
maoteriam a mais absoluta reserva e aiecngao
at apreseotar o sea relatorlo ao governo, agna'-
dando as resologfles deate, e affirmanlo que *f-
p-rariaj traaqollos a sua ju'ttca e qoe, quaa
d elli oao ln--8 fosse toita, a forcarlam.
DifferenleB offieiaes foram deixa* ca'toe* a
casa dos recem-'boga loa.
De Lazareto dirigi o Sr. Castilbo ao Diario
de Noticias esta cana :
Meu charo Brim Araoha Lazareto, 28 de
Maio de 1894.
Agradego p^nhorado o a?u tolegramma de
boa vioda enviado em nome da redaegao do
D'ario de Noticias, e ap.-oveito desJe j4 o
offereclmento qae me faz daa aaas eolomnaa,
para dlzer qualquer cous com qae en possa
esclarecer a opialSo publica de Portoga', em
geral incompleta ou erradameute infera -.1a so
bre os ltimos palpitantes assnmptos brazi-
leiros.
E' claro que nao poseo, neot devo entrar eoi
re-elagOes po:dic-s de causas em qne oos ulti-
mas mezes tlve de figurar no Ra de Janeiro
no Rio ca Prata, antes de tr ao governo apra-
sentado os meos relatorlos. O que posao, po
rm, e devo, 33m o miurmo aiiamento, rectl
U'jn iiguui] k a-ea i,ioAi-ci-5t3 propaladas
na imprensa b-a.il gem do marecbl p-e=ilente daqoelle Repobllca
ao Gongre8so, m 7 do corrente, da qaal o S-
culo de huiitem faz ;lguns etractos.
S depois da miLha partida do Rio de Janeiro,
a 13 do crrante, que ebegou raine mo o
Diario dn Noticias d'aquella citado, de 16 e
17 de Abril. O p-imeiro trazia cma ocu de
conferencia celebrada no d'zer deqaelle peri-
dico) a bordo da coretj Mmdello, etu 10 e
41 de Margo, en're mim e ma a onze ofltoia-w
superiores, commaodaotes de navios de guerra
Ingleses, francezes, italianos ealleraaes.
!*a tal acto, qoe se diz ter sido por mim man-
dada Inserir nos livros dos quartoi to3 doas
navios 80b miobas ordens, era por tolos o> si-
gnatarios tomda ama attitade abertamoate boa-
til ao geverao do Brazil, e rasgadamente favora-
vel ao almirante Saldanba da Gima e & sua
gente. O seeando numero do peridico ras,
em artigo de fondo, algaas commentarios sob-
a dita act?, inclinanlo-3e a opioiSo de qae tal
documento n3o veridiso, oo obstante ter
affirmido na veepera qae o seu Informador de
Baenos-Ajre3, qae maalara o mannscrlpto, Ihe
mereca inteira f.
Sjm entrar aqai agora ne aprecisSo de na
trio extraordinario escrio'o. o qual ea nunca
poieria ter assignalo. nem nenhun dos outroi
commanlantes saperiorea de fo^ca navaea es-
traagelras sartts no Rio de Jadeiro a'ajuelle
lempo, cumpre-me declarar qae a referida acta
falsa, e o informador do joro! braiiinro um
vil calumniador, que assim abusn Indignamente
da idgenuidade daquella folba e do publico qoe
a l. O qae elles queriam todos era continua-
a inlispor-me e a todlspor os po-tugaezes no
espirito do publico brasilero meos instruido,
e sempre avilo da noticias de seosagao. como
alias natural em oecesioei de crise angustio-
sas como a qae o Brazil acaba de atraveasar.
O qae devraa triste, qaa urna folru qae
preteode ser seria leogasse ue poollco aqociie
doeamento sem ter tido praviaai"n*.e a lembraa-
ga de interrogar os diversos rep eser.tantea es-
transeiros acerca da saa aatbeaticidile.
Vamos agora meoaagom do ma-ecbal ?,o
riano. Diz S. Exc. qae ea ibnse do dlre-0
de aeylo e Ibe dei o carcter de offeusa i sobe-
rana naciona:. N5o pensava entao, nem anda
noje pens assim ; nanea en t ve cem poderia
ter tito inlengao de offender a a;beraoia de urna
nagto entre cujos cidadaos cont muitoa amigos
e mesmo pireotea maito prximos.
A mmha dtfeza alm disso bem fcil.
Direi slmplesmenle qae o marecbal Floriano
Peixoto, a qaeni na noite de 11 de Marca espss
leal, do^aasombraJam-nte, e animado domis
sincero espirito de coocihacSo, t que ia fase',
nada eatendea dever oojectar me; pelo contra-
rio : fes am significativo aseDtimeato da cabe-
inda mais: 00 dia segalote, 12, o fr. mi-
nistro das relacoes exterbres, Cassiana do Nas-
cimeato, dls-t-ie tambera, na sua secretaria,
que a concessao do asylo era am dever sacra-
t sficao que estova no meu pleno direito de
exercer. .
Em tSo boa companhia, pois, nooca ms pode-
rla possar pela idea que eu eslava errando, e
multo meos affendendo a aoberania nacional
do Brazil.
Por boje nada mais, mais telvez ate Breve.
De V. etc.-Angosto de Castilbo.
Terminada a qusrentena, apresentaram se no
altdiraatado os Sre. Au^uste de Castilbo e
Paula Teves, ent-ando p'imeiro na sa'a ondes
reaoe o conseho de investlgacfio, e'.abi acba -e
vam-se os Srs. Co3ta Cabral, prbsidente do coa-
seibo de ove-tigaco, Lope3 Banboa, promoto-
de justiga nos consolaos de guer a da marrana,
e Moretra de S\ secretario do conseibo.
O appareetmento dos dou3 officaes causn
viaivel alvoroco: todos se levantaara e os
abragaran).
Penet'aram depols os ex coramandaotea na
secretarla do almireotado, onde ae acbavam os
Srs. Baptista de Andrade, Jlo Tbeodoro e Sar-
gia de Soasa.
O Sr. Castilbo, satiafeito com a recepcao af-
fec uosa de momentos antes, apresentou-se pra-
senteiro, contando, naturalmente, com a repet'
cao des mesmos comprimamos, quando o Sr.
urna rpida transformajc, to mpreviate e
perado fa o cojue que receben; io'imi
pailido, nervoao e fot pesa de in
aaecuxbimeoto.
Lego loe lo: 00 a espada o S'. i ao Taeae
ro, e em seguida entoa o Sr. Castilbo coajMT-
to de vestir J'Ste s-c collega, onde j.aoea ate
jraje e ti oa Incommaotcavel: de. grmte
forme, como se ap*etentara, pasao* 1 atrm 1
casaca 'rbapo alto.
Pjoco]epoi3 foi o ex-comnaodante da lia-
dallo candando em tem a) qa-t-l de aaatl-
nheiroj, em Alcaotara, a-oraparrdo de Sr
Serg.o de Soasa, ji t nio recoerado ammo. a
pareatava ama c 'to .^reuilade. mas era vtttfet
o esfu'go qoe para isao empregava.
O d-i'C'-o d S-. (.as.itbo 6 ceoiderade c
alta i'ahi.e, ten lo silo a o-lera da ea n-isi
as'gaada par odo os sembroa decoo'Hae
almtrantado, incioaive o Sr. mtnitro da mtri
noa, presidente do meamo coaselbe.
O Sr. Paula Teves conservo s; em libaraeak
e fe interrogado pelo cooselno de ioveUga3Jia>.
Em Ordem do Almiractado fei pebl'Cslo .
Ap-esea aram-ee oa capuana d* f gata cae
lbelro Augusto Vidal de Ca.-tiluo D.rrHoa Ni.
ronbi e Pruelsco ds Paula Teve, recetkMSJt-
preso ao quatel do corpo da roa; io' -i 01 de
armtoa, para eer jolgain em coaseibo te geernj
o cayii5o de Irzgata r ios- hei'O Aagntt) Tiata
de Caatilho Barrera e Noroar*.
Tem on'inua lo no almi-antido, 9 exaaie a
que o capillo da mar e ee-ra C>ti Cib-al, <*>
e etariado pelo S-. ten-r.'' Mote ra ds Si, eatt
procelendo as differeaes pegis, qae ata 4m
formar um orocesso d inveaugicao, tendo as-
tado com o Sr. Coata Cabral o Sr. L esa Ba-
nboa.
A bordo do Angola suegaraa U3 revel-
tesos bratiHro, entre os qae; vieram feridee,
cim coosequeo-i 1 de laca a brd) di Iffjna
-e Albuqo<>rqa3, qgando tentavam fagir 4at>
casto do Valle oaeta Gi a 1 a ., ami-anra, e
eata o de malor gravt tale ; Trajano Aogasta alai
Carralbo, ispian'.e; Afinar T.rre, gaaria-aa-
rmhi ; Artour AlesaaJre C-M'h > M-eieader, as-
pirante ; Jos de Lona Campe!t\ aspiraaai;
primelros .teo^n'^s Luiz Tr.ma'.eo Pereira da
Risa e Octavio Nan -s de Aloaeid a.
Eatre esacs revoltosos xiatem aigana aerta*
guasea, e ana mdicos, om doa ajaaea ts>
nbo.
Todos os iosarrectoa *rao para Peni.h?. aa-
cepto 1 contra almirante, 1 capt' 1 de fragata. I
medi o civ?l, 7 primelros tecoote*. 1 gaardaa-
mariubis commiasa-ias. 1 tenen'e e I alf*re- a>
guarda nacional, 5 oQiciars de m rr.rii aaercaa-
te a 1 raacbiolata de I* clasaa.
Anda se nao aaba para onde rao este oaa
ciaes ; pois Caxias e AOrautes qae se ndigstV
vam, nao ls podem re~eber.
Neste aeatlda telecrapboa o S*. ministra di
goerra para Elvas, Sxtremos Alcoba^*, s
qo-* at s'.g-m o aea destino ftealo a R r
India para onde pi>sarao ames da parta1 l
Aogol'.
k bao ser os toritos c am on'.ro do^nte, o l
pedo dos chega os, erea gercl .' ei >ilol
Qoanio a uniforma eaeatate t-lie. qiando
o'um bjnel cu caig< de litis.
O S-. coaaeiuciru sargu Se S.-asi, r< qesB-
dade d-* secretario do conaelho do almrantade,
e teva a Dordo do ngel.', uao ti aun do ata
todo esse dia aeoo de as.-umptos relativos aaa
insarre'os.
Coota se qae na occaeiao da fotri do Pe.
dro III o medico oaU Dr. Gai uarS-, oevfoaka
o impedido diser qae estavam p-omptas ar aav
laa, respoaleu sereoimeate :
O mea logar aqut as ord:aa do gavras
portogaez .
Conu-ie tanbem aue o teceate da 1 rutad
portuguesa Sr. Oliver, que commandava a fatfa
de 30 afaeaa 1a Mm lei'o, desta :daa a rarae
do Pedro III, dj e'.EVi dorara 4ao
da faga, maa qae Ibs nito'am gao, fas alo
porta do seu camarote am- o.rricada de asalaa
e eoleboea.
Atiaal reaolveu o ^ove hfenar o a*)tft>
doa braaileires, qa j* s^e-lram, aa Peoijae,
praga forte a 80 kiiomi'r -a de tost*, e sa
Abraotes cidate forte : 3^' e .aJura.
Pablirasm os jorn dcgraMU:
Londres, 17 de Mo, Urd?.
O goveroo b-atilelro acce tou a med'cla da
loglaterra para terminar a sua pendencia dlfaa>
manca com Porta al
E'ta un icl3 caneo : 1 i;eal no pas,
por ana >to todos anteveea orna so'jao slroet t
qae.-tio asc-braitlet-r.
E' ino'.Mvei qae a r.'o'a'? daj r Ucof diple
maticas con o Brasil ca --a' impraa-
sao em to1a as ct- i n rural-
mente o c mm r.to tae i ila ae arr9aa-
va dos effeitos econmico > teaaa qoetjra de rv>
lagoe?. .
A noticia da acealtaealo ios (Moa rwciaa sa
Inglaterra, como ce i oet*a s;oe-
veroo rio mir-emai Ptona-r, v.i.v pa-
cionar-noa a eD*raroga ri.1 qoa o govarao porta-
gu^s, manteado-se nos lirn;te-- qae le traueem a
d.gol rada da a*gao, d qu laotaesta
iD'.erprete, empre-ari ;oi:. -usa ii'i.rnta
para que o confl.-to aaraj-Bfl o ', cos hoart
para as daas nsgo-s s-parad > -te truaate par
am Umeitavel equivoco.
Hoa e coas'.too de rai'iis'.ros c^ vbinetedo
S'. H atze Bibeiro, te
a-.-unpo-, com especiaiilede da qaeatlo s
Brazil.
Fui apreciado ira memoro.am, *las
pelo Sr. conselheiro Aateato Eines e qae
re^e perfeitarceate o anumpto. tno ese SM-
moran-ium de aer nt-eue i toglati-rra. caja
mediacto toi acceita pelo Iras*,
O Jorc.l do Comme::i3 dlas8 a raapeito am
edictoriai :
A qaestao laso b-azi'.eir entra n ama naa
pbaae : por orne par:e 1 6 "> P *l*
maniou prendero camBa^-aate CalBa*ve par
outra o governo bast- iro acaelloa a eaaaps'
do governo brltanni'o.
O que significa todo to.e a 11 coadus t
Dis se qce o Sr. Castilho fot pre o f-a ae
todos os termos l:gas e ea sjle* boaenafajal
ao governo b asile-ro.
Nao queremos crer, pola Isso pr'.a a raaaiaw
da indigoldalea. Certamen'e a le foi reaaetaa-
da, e em relaco ac Sr. as'iluo algasaa eaaaa
de.ve existir que justifique o rljor qae na
elleemprega^o e que no coau da corras-
ponlencia publicada.
Pelo que repeita i rn^ncao da (jrt Bretaa
n5o debemos oocal'ar qo- por mait" <'fB soae
seja, o que nSa certemente ltaoojird para a
nosso amor proprio. A- oa leawraafi*
e todOBaindioagao ie na tre anno aa-
tra o procedimento por .'Ha aaado centra
nos. A manife.tagio '-i geral, e a ell ae aaaa-
ciaram nomeadamen 1- Re e gore.-no. san
bilodo para a aub8--ipcto nacional du^crtpsaa
essenchl :cd' de p*ot rs'?
Agora e a essa mesma loglaterra qae
pedir novamente prit-ccao!
Era necessario soje'.ta'mo-noa a eassi
cao?
Nao disse-era oa jona9 governamvotn
todos a goverooa eram aymoatbicoa a
CaDSia ?
Por qu nio recorre o govarno portaifta a
outra naci T _K. ,
Oxali so meos ella conalga W'
verno brasileiro a devida reperacio aau 1
nos fes na iuolita en te?a i
s
v,o.pdeaPMBo^adra(,e ,wa"iiMndo-9e' ^jea MysSp^s"*^^
ILfBfVEL
*****


w


Diario de Peraambiac QciLiiUafelra I de Itinlio de 1804





gjConfttodo nos a urna forte e poderosa nacii*
temo* delto ao rneao^ a esperar qae a so in-
tervencio Da de prevalecer aolemnemenla em
tolas as soas consequeoeias o interesaea da
instic e do nosso decoro-nacional.
O inctente diplomtico levantado entre a
Repblica Argentina e Pottogl por occauito da
o>p-nra a bordo do pooiao areeotino Pepltn
Donato d'ons refogiatos Drajllelros^ acaba de
ler ama eoloclo honrosa, (ragas as babeis nexo
laco-1* condolidas pelo Visconde de Fara cora
o Dr. Qairin.' Costa, ministro das relaefies exte
rlores daquella Repblica.
DepoU de urna troca de explicares cordeae3
toram assignadas as uotas que p5em terme ao
incideite, como ia o commuolcoo ao gpverno t
S-. Viscoode de Paria, consol geral de Portogal
em Buenos- 4yres e encarregado de negocios aas
repobl'.cas do Prata.
O iocldenie lusc-irgenttoo, poli, estcomple
ta e definitivamente termnalo.
E solemnisa-jdo este laclo, o Sr. Dr. Qahl no
Costa offerecea un banquete ao Sr. Viscoade
de Paria.
35 Na folba cffi rial pubiicou se a carta reg.a
confl-mando e ratificando o tratado com a Ingla-
terra para a reciproca extradigo de criminosos.
Em pre?eoca de todo o ministerio realisou-
se a audiencia de revalidacfto das credenclaes
do ministro fraocex Binaurd.
Entre el-rei e este memb-o do corpo diplomi-
tico trocaram-se os discuraos amistosos da eti-
queta.
O aecntecimento mais pilpitante de interesse
para a praca do Porto e que mais fallado est
aendo, o convenio relativo fusSo dos Bancas
do P-jrio e do regulamento das soas contas con
o estado.
O respectivo decreto foi assigoado |.
O convenio trata da fusSo de seis bancos, qu1
sero incorporados ao Banco Commercial do
Porto e da transferencia do emp-estimo das clar-
ees inactivas para o Banco de Portugal.
O saldo a favor dos bancos desta cidade no
contracto das classes inactivas de cerca de
2,500 contcs, os qoaes sero pagos em dnis
p'restaces. sendo a p'imeira no da 1 de Jomo
e a seaunda em 31 de Dexembro.
Destes 2 600 contcs de ris sao retirados 60)
cotilos perteneeotes ao Banco Allianca, qae nao
entra na fusSo ; por conaeqoencia, pira o novn
Banco Commercial do Peno sao destinados 1,900
cont?.
O novo banco comecar, de certo, a foaccio
nar no i de Jolho, sendo a sai primeira opera
cao o recebimento de 950 contos do Banco de
Portugal, que, juntos aos saldos da caixa que os
seis 6tabelecimeo:os unooados apresentaret.
nessa data, elevaro as soas disponibilidades a
mais de 1 300 contos, com os quaes o banco ini
ciar o? seos negocios.
Por este contracto, aoe aotr>rlsado pela le'
de 26 de Fovereiro de 189 e lem o voto unni-
me da proenradoria geral da corda e faxenda,
todos os bancos do Porto serio redolidos a doos
gmente, sendo aro delles o Banco Allianga, qu
continuar, como at aqu, e o outro Banco Cox-
mercial do Porto, em que se fandiro todos os
ootres bancos.
Esta transferencia da divida do goveroo aos
bancos do Porta para o Baoco de Portugal, como
resultada que esse capital entre as condicis
de conta crreme com o mesan bnco, Bcjodo
aseim o goveroo a pagar 1 oo 2 por cenlo ape-
nas, emquacto qoe at aqu, pelo contracto das
classes inactivas, pagava aos bancos do Po;lo,
afora a amartiragio mais 6 %
A conta de amonieaco do crdito do governo
Obre o syndlcato de Salamanca, crdito liqui-
dado em 31 de Dexembro de 1891 o cifra de
4 387.703*818, serSo levadas as verbas seguin-
tes: o juro de 5 '/o sobre o dabiio do governo
pelo contracto das c'asses inactivas, joro ago'a
combnalo, pois qae pela le'.ra do contracto das
referidas classea seria superior a 6 %, Uto a
partir da liquidacSo reallzida em 31 de Deiem
bro de 1871 at 30 de Juobo protimo; a Impor
tanda devida pelas garanas de 135:000* 6 de
270:030* nos termos daa leis de 22 de Julbo de
1892 e 20 Je Agosto de 1889.
O saldo que aioda restar a creJIto do goveroo
ser* sacceasivameute amortiado pela forma ae
goinie: pelas iuportaicias qoe se liauidarem
ym>n, dmi ia p[a garanta do juro de 270:000
a que o governo obligado peU explerec&'i das
linbas de Salamanca ; por todo o rendimento 11
quido que ee aoferir deasa explorado at 5 /.
O govnrno liberta as caugoes qae tinha dali
pelo Cintrado das ciaasea loadivas; ma3 fkau
sub'tiudo, como garaaiia do saldo a crdito
do governo pelos adenla- entro felioa o eje-
dlcato de Salamanca, as que pelo contracto d*s
clrsses inactivas forano, prestadas pelos banco-
do Porto.
guacancos d> Por") agr reconstituidos pres-
tam a sea responsabilidad* individual e ro'le:t -
va 4 sega-a-jc do crdito do governo pelos
adianUme itoa faltos ao syn-licato da Silamauc?,
especilmen'e coosignandc-l9 a importanci.
dos seas crjditos sobre o syocato pjrtueme-
sjbre as emprens concess'onar'ai e exolorad)
ras das linbas de Salamanca, com as garanta;
e privilegios que es'es crditos leem sobre o
valor das inesmas lichas frreas, com todo o
seu material rim e ci-culante, tudo officlalueote
ataludo na importancia de 7 400:000*.
A almtoisiracSo das linbas de Salamanca
frentei a pT'.ug.ea cootini confiada : dire:-
cSo dos eamioboa de ferro do Silabo e Doro.
Reuniram se as direcgSes e cooseibos fiscaes
dos bancos da igni cidade, sendo-lhes aprs-
sentado pelo Sr. Haoriqui Kendall a copia ao
thentica do coctracto celebrado com o governo.
O raesmo cavalbe'O deo depois ampios escla-
reclmentos eobre o assumpto, dando-las a a>-
aembla os mais exprassivos votas de locvor
pelos eeus b os servicos.
Trablba ae agora no sentido de celebrar at
30 de Jonho u na assembla coojaocta dos ban
eos mcorpjra'los, aflm de qoe o Baocj Commr-
cial possa entrar no 1- de Jaiba no exercicio das
Ecas ope-acOes.
'n ?ua pis-iagem pelo Pirto con destn
a Bruga, teve o nuncio apostolizo mooseohor Ji
eobini urna recepco aff-ctuosa, seodo esperado
por ama grtnde parte do clero, geoeral Coaby
nomerosos ofliciaes militares, etc.
Foi -o npauiMo por ara esqaadra de cavi-
lara e mmtos (res, ditend) missa jno oratorio
do collegio de 8aaa Mana.
Seguilamente aimocoo, bavenlo briades do
Sr. general Cbaby ao bispo de Coimbra e aun
co, f (uia real, a Soa Sanlidade La5o XIII,
aa exercito portogaez, prosp:rila le da patr:a,
etc.
O naneo seguio para Braga com o bispo con-
de ; em todas as es'ac^s da lima do Miobo es
tava mnita gente distinga; e em Nioe am grapo
de camponexes ungoa flores sobre o nuncio e
entrega vlbe am formoso boaqaet.
Em Brag i a peregrioacao foi acolada eo'.bu
giasctmeote por milbares de pessoas, baven I
msica, fouueies, vivas s aeoho'as de Lisboa e
ao papa, e sendo adradas (1 jre3 das janelhs
passagem dos perigrinos.
Estes entoaram canucos religiosos dura-Je o
percu'so atraver da cidade.
O '-.nncio celeb-ou missa junto do monumento
da Virgen do S.*me:">'.
Os comb?iee para Braga vao repletos de pas-
sagerjs, sendo j aUl niameos os forasteiros-
Os peregrinos dao b*f esmolas aor templo^
qoe visitac.
A propsitos. H. a rainba dirigi este tele-
gramm* ao Sr. arcebispo de Braga :
Asaocio me do fundo do coracao imponen-
te maniffstac&o que rene n'um mesmo Impulso
de f e devocao as laboriosas e fervorosas po-
voagOes e Miobo e os peregrinos viudos de tan-
tos oooa do paiz.
Juato ae miabas preces aquellas que se levan-
tara para psdir a Mal de Deas qae proteja a noe-
sa tSoqueridi patria.D. Amelia,rainba.
O Sr. arcebispo primas responden a sos ma-
ges'ade:
A pe-egrinajao sorprebendeate i mas de
cem mil pessoas.
Telegramma de vossa magestade lido publica-
mente ao Samelro pelo Sr. biapa-conde, acolbi-
do com entbuslasmo Vossa magestade e toda
real fanaa eaodados com delirio.
Manifesla(o imponentissima, da qual, merc
de Deus, re*oltarao grandes vaotageos para a
religiao e para a patria.Arcebispo primas. >
A msioMa da impreoss europea desmente a
noticia d fasiiamenlo de franceses, no Rio de
Janeiro, que fora iransmittida falsa e prfida-
mente.
EaU fficialmeote declarada extincta a api
demia do ebeiera-marbus aesta capital e em oa
Iris cidades do reino.
HISTORIA PATRIA
CATALOGO
DOS
vices-reis, govern'adores geraes,
capites gexeraes
capites-mres donatarios e
locos-tenentes, que houveram no
br.\zil durante o tempo
colonial
organisJado
POB
Jos de Vasconccllos
(Continuando)
Capitana de Pernambuco
CAPITES GENERAES
Posso
govornou
8. D. Podro de Almeida.
em 17 de Janeiro do 1674
at 14 do Abril do 1678.
10." D. Joao do Souza. Posso em
21 do Janeiro do 1682!; govornou at
13 do Mato de 1685.
11." Joao da Cuaba Soute-Maiur.
Posso ora 13 do Maio de 1685 ; go-
vornou at 29 de Junho do 1688.
12." Ferno Cabral Belmonte. Pos-
so om 29 do Junho de 1688; govor-
nou at 9 de Setombro doste mosmo
anno de 1688, quando morreu.
13. O Bispo D- Matliias da Figuei-
redooMello (interinamente). Posso
em 13 do Sotenibro do 16^8 ; govor-
nou at 25 do Maio do anno soguinto,
1689.
14. Antonio Luiz Goncalves da
Cmara Coutinho. -Posso om 25 do
Maio do 1689 ; govornou at 5 do Ju-
nho do 1690.
15. D. Antonio Flix Machado da
Silva Castro, Mrquez do Monte Bel-
lo. Posso om 5 de Junho do 1690 ;
govornou at 13 do Junho do 1693.
16. Caotano de Mello do Castro.
Posso om 13 de Junho do 1693 ; go-
vornou at 5 do Marco de 1699.
17.' Fernando Martins Mascare*
nbas de Lencastrc. Posso em 5 de
Marco do 1699 ; govqrnou at 3 do
Novombro do 1703-
18." Francisco do Castro do Moraes.
Posso om 3 do Novombro de 1703;
govornou at 3 do Junho de 1707.
19." Sobastio do Castro o Caldas.
Posso om 9 do Junho de 1707; govor-
nou at 7 de Novombro do 1710, quan-
do fugio para a Babia.
20." O.fispo'D. Mainel Alvaros da
Costa (interinamente). Posso om 15
de Novombro do 1710; govornou at
10 doOutubro do anno sesuinte, 1711.
21." Folix Jos Machado de Mon-
donga Eca Castro o Vasconcettos.
Posso o:u 10 do Outubro do 1711 ; go-
vornou at Io do Junho do 1715.
22." D. Louronc > de Almeida. Pos-
so om Io de Julbo* do 1715- govornou
at 23 do Jnlh > do 1718.
23." Manool de S >uz i Tarares. Pos-
so om 23 de Junho ou Julbo do 1718 ;
govornou at 11 do Janeiro do 1721,
quando morreu.
21." O mostr do campo Francis-
cisco do Souza {interinamente). Pos-
so em 11 ilc Janoiro do 1721 ; gover-
nou at 11 do Janeiro de 1722.
om 1. de Julho do 1817; govemou
at 26 de Outubro de 1821, quando foi
eleita Junta Provisoria do Governo
Constitucional.
Foi o ultimo.
Capitana de Itaiuarac
DONATARIOS
Foram seus donatarios, at 1709,
os meemos da Capitana do Santo
Amaro,pois como sabido, pertenciao
ambas a Pero Lopes de Souza e
passaram a seus herdeiros.
Vondida aquella a coroa pelo dona-
tario Mrquez de Cascaes, ficou-liro
esta, que por sua morte em 27 de Ju-
lho do 1720 passou a sou herdeiro D.
Manoel Jos do Castro que veio sor o
oitavo donatario e fallecen a 29 de
Agosto de 1742,sucedendo-llie D. Luiz
Jos Thomaz de Castro Noronha, que
veio a sor o nono donatario,e fallece
soin geracao a 11 do Margo do 1715.
Passou ento a capitania ao Mr-
quez de Lourical que veio a sor o seu
dcimo e ultimo donatario,pois a ven-
dou a coroa.
LOCOS-TENENTES DOS DONATARIOS
Muito pouco so sabo com relacao
a estes funcionarios, e esse pouco
mesmo, com exgepgao do tros, nao
auttentica, por dizer assim, a mencao
que delles so faz. Como basj para
melhor organisacao aqu vamos men-
cionar o que pudeinos colher as in-
vostigaces quo fizemos.
1." Francisco de Braga. Nao se sa-
bo quando comecou a governar o ora
quando acabou.
Froi Viconte do Salvador diz que
elle fora doixado pelo donatario Poro
Lopes do Souza, quando tornou para
Lisboa, o que nao exato.
Quando Poro Lopes estove ali a
segunda e ultima vez, om 1532 ainda
nao era o donatario, o ao partir no dia
4 de Novombro dosso anno deixou.
Commando na fortaleza quo toma-
ra aos francezos a um Paullos Nunos,
segundo o Visconde do Porto Segu-
ro ; e somonte dous annos depois,'
om l."de Setembrodo 1534, quo teve
a doacao.
Diz o mesmo Froi Vicentoque o
mencionado Francisco de Braga se
parncie, a sua composiglo, tudo qil se
refera a esta foco vivificador, intera sa-
nos directamente, porque o destino da
uossa humanidade est esseucialmante
ligado ao seu.
E' paixao do M. Jansen pelas obser-
vajQes solares que se deve a construejo
do observatorio do Monte Branco.
Inaugurado era. Satembro ultimo, esta
observatorio acha-se erigido no ponto
mais alto do Monte, o pico mais eleva-
do da Europa, 4.8 0 metros cima do
nivel do mar.
Todos julgaram, a particularmente ns
pessoas familiarisadas com as gafeiras
destas parageus qua a empreza seria ir-
raalisavel.
O sabio astrnomo physico do Institu-
to, director do observator o de Meudon,
acabou por concluil-a. gra9as a nina in-
fatigavel perseveranca e a urna fe pro-
funda no bom xito final da sua obra.
Ha oxyganio na atmospbera do sol ?
Tal o problema de qua M. Jansen
procurava a eolucSo, lia muitos annos e
sobre o qual fez bastantes communica-
5?5es s academias-
A presenta do oxyganio nos envolu-
cros gazosos contestada.
Assim, emquanto M. .Jansen nao acre-
dita que a atmosphera salar contenha
oxygenio, um eminente pbysico ameri-
cano, M. Draper, julga poder concluir o
contrario, em consequencia das observa-
yes da pbotograpliias espectraes.
E ser muito importante elucidar esta
questao ?
E' certo que o seu interesse pratico
est extremamente afastado : mas sob o
ponto de vista sciantifico, seria bem im-
portante que se determinasse.
A questo em todo cao das que pro-
vocara a attencao curiosa de todos aquel-
es que as maravbas d* craago preoc-
cupam ura pouco e que se divartem a se-
guir os sabios as suas pesquisas do des-
conhecido.
O sol, cuja potencia calrica confun-
de o espirito humano, seguramente
constituido de modo a distribuir ainda
durante longos seculos o seu calor vital
aos mandos que prende em volta de si.
A sciencia concede-lhe, sera mudanya
apreciavel urna existencia variando entre
10 a 15 milboes de annos. Ha inda mar-
gene.
Provavelmente estes multos da auuos
passaro como passaram outros milhCes
da anuos sem encurtar de urn segundo a
eternidade do tempo que nao tava come
ombarcou para as Indias de Castella
(Antilhas) em virtude de nao se poder
vingar do Duarto Coelho, donatario
de Pernambuco. que lho mandn dar
urna cutilada no rosto, ;por questoes
qno entro ambos houve, levando tudo
o que poude o ficando acfala a capi-
tania.
2." Luiz de Scixas. Nao so sabe
quando tornou posso o nom quando
deixou do governar, e s consta a sua
estada no governo da capitana por
um trocho da carta que Jeronymo de
Albuquorqno dirigi ao Rei D. Joao
111 a 28 de Agost j do-i555 na qual lho
diz : como Luiz de Scixas que scrv\ di
capitao na Illia de Tamarac era levanta-*
iiu com aevtdas detxando a dita capitana
desamparada.
governo
sabo
e
25. Manool H^fm do Moura. Pos-
so em 11 do Janeiro do 1722 :
nou at 6 do Novombro de 1727.
govor-
26." Duarte Sodr Pereira. Posso
om 6 de Novombro do 1727; govor-
nou at 24 do Agosto do 1737.
27. Honrique Luiz Pereira Freir.
Posse em 24 do Agosto do 1737; go-
vornou at 25 do Janeiro de 1746.
2^. D. Marcos do Noronha o Brito.
6," Conde dos Are is. Posso em 25
de Janeiro do 1746 ; govornou at 5
do Maio do 1749.
29." Luiz'Jos Corroa do S. Pos-
se om 5 de Maio do 1769 ;Jgovernou
at 16 de Fcvoroiro do 1756.
30. Luiz Diogo Lobo da Silva.
Posse em 16 de Fevereiro do 1756 ;
.governou ar 8 do Sotembro do 1763.
31. D. Antonio de Souza Manool
de Menezes, Condo de .Villa Flor.
Posse em 8 do Setombro de 1763 ;
governou at 14 de Abril de 1768.
32. D. Jos da Cunha Gra do Athay-
de o Mello, 4. Conde do Pavolide.
Posse em 14 de Abril de 1768; gover-
nou at 3 de Outubro do 1769.
33. Manoel da Cunha Menezes.
Posse em 3 do Outubro de 1769; go-
vernou at 31 do Agosto de 1774.
34. Jos Cesar de Menezes. Posse
em 31 de Agosto de 1774; governou
at 13 de Dezembro do 1787.
35. D. Thomaz Jos de Mello. Pos-
se om 13 de Dezembro de 1787 ; go-
vernou at 29 do Dezembro do 1798.
36. Caetano Pinto de Miranda
Montenegro. Posse em 26 de Maio
de J804 ; governou ati 6 de Margo de
1817, quando foi preso.
(Periodo revolucionario que durou
tres mezes).
37. Lu/ do Reg Barrete P.osse
3. Jcao Goncalves. Nao so
quando tornou posso d:>
at quando governou.
Em 1.' do Janeiro de 157 ) assiguou
nina carta de sesmaria doando a Dio-
go Dias cinco mil bracas do torra a
margem do rio Capibaribe Merim no
valle de Goyanna.
4. Em 1573 govornava ali como I. -
co-teuenteAlfonso Rodrigues Baccl-
lar citado por Frei Vicente do Salva-
dor na sua Historia do Brasil na la so
sabondo sobre elle.
5." Lopo Delgado. Nao se sabo
quando tornou posse do govejno era
qundo o deixou.
Em 17 de Marco de 1577 assignou
um Alvar de licenca para que Bo^
ventura Dias podosse vender as torras
quo bavia hordado de sou pa as
margons do rio Capibaribe Morim 119
vallo de Goyanna.
6. Em 1585 govornava a capitania
um tal Pero Lopes, quo ainda so con-
servavajno governo dola em 1591.
7. Em 2 de Junho do. 1661 o gverna
dor geral do Brazil,Alfonso Furtado de
Castro do Rio de Mondonga nomcou
a Jeronymo da Veiga Cabral capitao-
mr govornador da Capitania do lta-
marac.
Em 6 de'Maio de 1679 ora o mosrao
individuo novamento nomeado para
o mesmo cargo polo governador ge-
ral Roque da Costa Barreto.
Em Marco de 1690 govornava a ca-
pitania o capitao-mr Carlos de Sepul-
voda de quem nada se sabe.
No anno do 1693 tornou posse do go-
verno da capitania o Ouviuor Antonio
Rodrigues Pereira como procurador
do Mrquez de Cascaes, donatario
della.
Em 1729 era capitao-mr governa-
dor Jos Fernandos da Silva de quem
nada se sabo.
(Contina).
- -____!-----JP,m!--------- "^
PHr. Jansen concluio qua as raias do
oxygenio aprestadas palo espectro so-
bu4 s o inteiraineute davidas ao oxygenio
da nossa atmosphera.
Taas verificacSes sao muito delicadas,
ao qua parece.
Exigem de urna parte co muito puro
e d'outra parte um aparelho de grande
volurae, armado cora cuidado, posto ao
abrigo do vento a da qualquer luz extra-
nha ; isto nao podara ser feitas em boas
condic5e8 seno em uraa casa fechada e
e bastante espacosa para a colloca;ao do
apparelho.
O observatorio de Monte Branco tinha
precisamente ustas condicSee e foi para
este estudo qua se antecedente.
E' provaval que experiencias posterio-
res confirmen! as inaugurou,
Conhecemos j as admiraveis coudices
realizadas na constituicSo do sol, para
assegurar a abundancia a durajo no seu
irradiaraento.
Sabemos que a sua superficie iucan
desente de fraca espessura relativa, e
em que reside a sua virtude de irradia-
raento, protegida contra o contacto dos
espagos celestes gelados por rauitos invo-
lucros gazosos, onda o hydrogenio domi-
na e que vai dogerar-s a si proprio as
formidaveis reservas da calor da massa
central.
Quando a ausencia de oxygenio nos
involucros solares estivar indiscutivl-
mentt- demonstra a, veremos que, por
ama disposiyo nao meaos admiravel do
que todas as outras, o nico corpo (pie
poderia perturbar o fu'uro solar ter si-
do cuidadosamente affastado.
yo cem fim, e um dia vira fatalmente
at
qua
des-
SCIENCIAS
X' roda do sol
Entre os estudos astronmicos mais
attrahentes, devemos primeramente cif&p
o do astro radiante, que nos envia, bem
como a um numeroso cortejo da planetas
a luz, o calor e a vida.
A longa serie das transformares do
sol, sua combustao collossal, qua envia
em ca la segundo um calor igual ao qua
resultara da combustSo da onza quatri-
lioes e seiscentos trilies de toneladas de
carvao de podra ardando conjunctamanta
os phenomonos que se passam na sua su-' abaixo de si.
salvo sataclysmo imprevisto d'aqui
l em que o brilho de Phebus,
tem j empailedecido notavelmante
de a nebulosa primitiva, chegar a di-
minuir e em que o sen poder radiante
declinar cada vez mais.
Ora, sa durante os periodos ein que se
der esse abaixamento de temperatura, os
envolucros gazoso3 to ricos em hydro-
genio que cercara o globo incandescente
contivesse ao mesmo tempo oxygenio
chegar o momento era que a combina-
co dos dous gazas, que produz a agua
teria lugar, e entilo enormes quantidade
de vapores aquosos appareceriara na at-
mosphera solar.
Esta atmosphera aquosa, segundo o
que se oabe dao mam propriedades absor
vente3, teria por effeito oppor as radia-
Qes calricas do sol um obstculo cousi-
deravel; nao tardara a formar um ex-
penso veo, urna verdadeira cobertura que
di > inuiria n'uma proporgo enorme o po-
der j declinante do radiamento solar.
Sentir-se-hia immediatamente o terrivel
phenomeno superficie da trra.
As temparaturas abaixariam em todos
os pontos n'uina propjrcao terrivel.
O clima dos polos avancaria rapida-
moute para o Equador a as condices da
vida vegetal a animal sariam destrui-
das Seria o fira do mundo pelo resfria-
ra ento.
Por sem duvida taes catastrophes nao
asto a ponto de se proiuziram.
Ha tarap de S3 raodificarem em quin-
ze milhes de anuos o talvez mais.
Mas alm desse aconteciraento contra
o qual se nao lucta, acabar por dar-sa,
qualquer que seja a duiaco de tempo
que nos separa delle; a trra nao est
s em face do sol.
Ha planetas, taes como Jpiter e Sa-
turno, de que as massa3 sao incompara-
velmente superiorss s da trra, que nao
esto seno as primeiras phases da sua
evoluco a que tm necessidade de um
longo* futuro parante si, para ausegurar
o desenvolvimento da vida na sua super-
ficie.
Ha, pois, um interesse da futuro se
nao immediato, para o nosso mundo pla-
netario, em saber sa a atmosphara do
sol contm oxygenio a qual o periodo
em qua as condensayoes aquosas obscure-
cero o astro.
Mas, como chagarmo3 a este conhaci-
mento ? O maio seria simples se nos po-
dessemos transportar aos limites da ath-
mosphera terrestre ; a e3ta attitude nao
havena mais qua racober um raio solar
espectroscopio.
As raas a linhas produzidas palo oxy-
genio, sendo perfeitaraente conhecidas,
ficariam rpidamente seguras.
Infelizmente, impossivel elavarmo-
nos a taes alturas.
Como se sabe a athmosphara terrestre
centm li5 de oxygenio.
Segu se qua quando sa analysa um
raio solar que atravessou a nossa atmos-
phera e por consaquencia soffreu a sua
aeco, as raias observadas no espectros-
copio podem simplesmente recebar a pre-
sensa no oxygenio terrestre.
E' aqui que appareca a utilidada da
tde urna estacao como a do Monte Branco,
qua promatte ainda muitos outros resul-
tados, se se chegar a installar alli ins-
trumentos de grande potencia.
M. Jansan, as suas observ c5es no Pi-
po do Meio-Dia, em Faulhorn (Suissa),
sobre os planatos do Himalaya, verificou
^ue os trajos de oxygenio desappara-
eiam do aspecto solar propor$ao que
se elevava.
Por occasiao das suas ultimas expe-
riencias no cume do Monta Branco, em
Satembro, obteve resultados similhantes
e poude notar alm d'isso que o enfra-
quacimento das raias do oxygenio no as-
pecto parecia proporcionado espessura
atmo8pherica de 4,800 metros qua tinha JcUco'do Tego Barros LacerdaTa quem incumbe
S'romotur K*ui>!ic -S :;-.c o Sr. Dr.
governador lo Balado, em 12 >lo corrento, c sol
proposla do Dr Quostor Policial, removeu o
b.icliarel Jou> Pacheco de Qu-'irog, do cargo
de promotor publico do municipio da Oaricary,
para o de delegado do 2.- diitricu da Cap-
lu
Senado de Peniuui'ni" Nao hou-
vo lionloin sessfio por lerein apenas compare-
cido os Sr?. Velloso, Goncalves Ferreira, Lana
Freir, Puno ltorges, Enuirio Coutinho e Sa
Peroia-
A reuaio foi presidida p:lo Sr. Dr. Er.nirio
Cesar Coutinho.
A. convite do Sr. presidente oceupou a ca-
deira de 1 secretario o Sr. Goafuvea Fer-
r i re.
Nao ha expediente do Sr. I" secretario.
Por falta de amen) o Sr. presidente decan
que nao ha sessao e dissolv a reunio-
Cmara dos Depuados Xo (unc-
ciooou honti-m por taita ue numero.
Promoco -Um nosso amigo, actualmen-
te com assonio 110 Congresso Federal, passou-
noso seguie telegranuna que snosebefon
s mfios liontem :
" Rio de Janeiro 19 de Junho, :s 2 h. 33 da
tarde.
Diario da Pernamlmso Recife.
Foi promovido alfares brigada policial, i"
sargento Joao Pinto Cavalcanie.
Tornamos publico esse telegramm:i, por que
tal foi sem duvida o intuito do nosso referido
amigo.
Club Dramtico Familiar. Essa
SoCiedade, 110 dia 23 do corrente oes, >\ibhado
i um sarao dan>ante nos salfies da RecreaTa
Juvenlu le ; c no dia 8S, qoarU-fsifa da sema-
na vin.loura. um espectculo no l'healro Santa
izabel.
.-vtnbas as Fastas proraettm ser altrativas em
rala dos prepiroa (aitoa para ellas, e de es-
perar sejom muito concorriias, nao t atien-
to; os cradiios da.Societladu, iaaa lmbela leit-
do-se era vista o numero de convites expedi-
dos.
Somos gratos aojque nos derigido para
ambas as fastas
Concert Miranda-!) Sr. Tito Hy-
gino de Miranda realisou aute-hontem osen
annuncado concert no Tbeatro Santa Isabel,
com auxilio de sua familia.
progrmala foi rigorosamente obsjrvado, e
pode-se ailirm ir que alguns dos ir.-clios n'elic
conlidos foram magistralmente esecutado?.
De passagam notaremos o Carnaval de Ve-
nise, qnarteto de violinos, o Do BrillanU
sobre a favorita de Doni/.ettt. e as Variiiions
brillantes de Heuri Hery, que nos agradi
era especial.
O Sr. Tito de .Miran la deu urna prova
cabal do seu tlenlo o do grande progresso que
tom feilo na arte que cultiva com tanto apro-
vcilamento.
Felicitamol-o p.'lo bom resultado da seu con-
cerlo.
Lanterna Mgica-Distribuio-se on.
43'J do anno Xlll dense pcriolico humors-
tico-
Visitas domiciliarias Da Inspectora
de Hygiene Publica remetteram-nos o legnia-
te :
0 Dr. Flavio Brederodes visitou nos dias
18 e 19, 3i domicilios, sonlo um na Praca lira-
dentes, seto na trav -ssa (ruararapes e vinte e
seis na ra B iro do Triumpho.
O predio da Praca Tiradeutes est em con li-
gues regulares, precisando apenas de canal isa-
co (Tagua para a lalriua.
Na travessa Guararapes estSo em condic<5es
reguhres os predios de ns. 2 e 4.
No predio 11. 6, pouco acceiado. Ha urna rea
descoherta onde preciso construir esgoto para
as aguas de charas.
No predio n. 1 ha urna cacimba para ou le
correui as aguas servidas e de Chava, que deve
ser aterrada.
No predio n. 3 ha pouco acceio.
Todos os predios desta travessa tem o solo
muito humedecido, nS> s pela insuficiencia
dos esgotos, como pelo continuo cscapamento
d'agua de urn chafari/. da Corapanhia de Bebe-
ribe, que nao tenlo sahida fica estaguada
na ra,
Ra Bario do Triumpho -O predio n. 53 re-
gularmente acceiado, mas precisando de esgoto
e d'agua para a latrina.
No predio n. 66 pouca acceio.
Nos predios ns. 55 e 57 em regulares condi-
ces de acceio, 6 preciso construir esgoto para
as aguas servidas e aterrar urna cacimba que
serve di esgoto.
No predio u, 59, em conds5es idntica*.
Em condigOes regulares os predios ns. 65 e
70.
No n. 49, em reforma, a latrina nao tem agua.
No n. 63 ha uraa cocheira para carrosas, pre-
cisando de esgoto para as aguas serridas.
No prodio n. 63 ha falta da esgoto para a3
aguas servidas e em um compartimento que tem
entrada pela travessa Guararapes n&o ha ac-
ceio.
No predio n. 67, falta de esgoto para as aguas
servidas e de chuva. E' preciso aterrar urna ca-
cimba que est immunda. Resente-se de falta
d'agua a latrina.
No predio n. 69, cora oficina de barricas, pou-
co acceio. Nao tem latrina nem esgoto, servindo
para isso urna cacimba que se deve aterrar.
Os predios n. 71 e 73 em boas condicOes o
pavimento terreo. Pouco acceio no quintal de
serventa do Io andar do predio n. 73, cuja la-
trina nao tem esgoto. Cacimba servindo de de-
posito de lixo.
No n. 79, quintal sem acceio e sem esgoto.
Predio n. 79, era regulares condices de ac-
ceio, mas sem agua para a latrina.
No n. 81. pouco acceio no quintal.
Era condiges regulares todos os mais.
O Dr. Arthur Cayalcaote visitou no dia 19
8 domicilios na ra da Aurora, compreheodidos
do n. 69 ao pavimento terreo do n. 81, encon-
trando todos em bjas condices, fazen io porro
excepcao o n. 79, pavimento terreo, que tem um
apparelho particular, cujo cano pasas pela sala
de jantar e d desprendimento exhalaces f-
tidas. E' procurador deste predio o Dr. Fran-


. 11
fazer melhoramentos,
O Dr. Bapt.sta de Carvalho visitn M
tnicUioa na ra do Imperador, Largo do v ele-
gi e ra Estrella do Roza
Ruado Impcradcr-N &S i. e 3. andares, oa
apparelhos ntt i>"ii
as iiicsma-* eoonicOea c -lio os apptrsl
do n. 54 loja, 3. c 4 u4m
.V 5i prediu v.'lhu, como aoaJho I
do cm diverso- lugares, tend 1
do i. an lar e o s t i.uiuuudos no .-' exil-
ie servindo'le appar dho Di aao
de follu de flan Iras, iu< ,n hcflVr
Ra Estrella do Rozario 11. S. andar, *p-
parelho com a caixa muito i.i roraiB.
Ra Duque de Caxias n 0) da
ra Batreita do Rozto pro lio II:
soallio muito estragado em mis B hj-
gienicas.
Os outros regular.T.eiite asseiau
O Dr. Alberto do Mrndooca ..si1 ju : 1 :ii
de Gervazio Pires, 18 domicilios.
N 69 pouco nsseiaJ.0.
N. 61 c t7 hmidos.
N. 91 precisa de esgoto para as aguas
das.
Os dermis acham-se cm boa cowlifiiV-
gienicas.
Nao sao suppridaa d'auaa us -trj>.:
ns. 61. 63. :i">, 67 e 88.
O Dr Avila visitou hoaU ..
lios na ra 24 de Mi1 >. do 11. 54 uj n _
%Ns. 51 51,80, ., i. i" n. :: -
16 e 2 oorlico com dous lomicUios muit > i.i.j
co tMeiados eos :.
agua.
Ns. 14. 12. V chado-.
Ns. 48, i; 38, : I i, M, i > I I -
asseiado-, p itvni os a
excep i 48,
O Dr. Baptisl;
cilios no alia Ja
do Cumia :
PJo pre li.-. '. '.i 10
e da coziafa
Non. 7 a narle posltTwr lo 1 andar .j
de inorad ir difireme a lalrisa 110 -'; I
conando bm.
Um em boas cndilo es de asseio
guhovs.
A K<|.iit;ti..i':
seguros de vid.. loa Balad 1 Unid
nuuciado com 11 1
Sucurtal n > Bratii lera n facalda I
apoiieea e saliafcaw miatrai
va a G H Iris I 1 S V
E' medico copsulior o Dr .'.
ealvogii!) consultor o Dr. L-ilo '
Toda correapoo lcta l.\ nar <1 ..11
Sr. Albert Farjeon ; roa do ("onmerco ;:. .i
Recife.
Assoc-iaco Mc:lic> i'Iiar-.i-. >
(ico leiiu>-- lugar a a hora des cosinm .
Arcadia Dramauici Jallo rl.- San-
flnwwi Fita sododad
do corrente n seu especl
opereta de coatnaies uraa
CoiKiirzilindando o i--,.
acut qu era 1 dese:;i;
res.
A voz las ot'tuin-t'i (rula-*
J sainamos que os uu 1 '
sor i;-ini i- acaba 11 o icm is
Ifojosie. Ni ninha proxim
dm a essa curi js.i coma
l'ormigas c as irutas :
tor?
OoneceoMs p las for u;gas
este respailo a uitima 1
Os dantos e a lingos r ;>
ci humana panel imp 11 >
da vo/. c dos sons. X >s iuverl
perflcie do eorp 1, e lea,
o nttricto de urna parle lur.i ... c
outri. Disto resulla ana 1- ,
muito pouco rarnuUa, h i---
de que se sirvam r -..
sotre os indivioos. Sahe-aa, coai 1
muitis insectos ; li
cominuin-'ar uns >.-om o- 1
ques e '. 1 urna mmica mais uu .
va. Masoistingu.'iue. sobri't.i
lies n :: y; r.llltOS O II II
O hd 1 prov i .'i. mas 1 ia on^ 1 '
BMiniliii 111 Como se coasporiaia .
nata pariicalar '
At noie ainda nao tora po
sons pio.u'.idos |hm eales nu
n :t acaba de o conseguir, accu 111
looomerodo tbnaigaa entra daa !^.,
vidro. Applicando estas d: enana!
distingue-sc 11111 gninnn 1 JOliiltM -
lar, que recorta o ruido pr*xluz: lo p" urn li-
<|uido ferveodo dev-..
to, a em breve se nota, em ajota deesa
um coito Damero '
Oii lo as I'i'm. .
estridentes tornam-se pai ionlar nauta
numerosos. Mr. Ja ti ta
atiricio dos tinos espinaos ra
cnlncea das pata- -11- aaiate.
Eis liqui laja
Vej unos toa .
Costuma-ee diaer
Lia s ibio
sil F;"l, o fio d -'
qoe 1
recer de qoe, se n
gem dos poves, u m 1
se correspond'T catre si
a bom das provas m t u .':...
sil PieM :
Se deitarem urna 111 i:
de Irutas di SI. Anlre-. e
logo em volta della gran I:
raco de todas as Irnta
deitarem oulra mosca 1
gado agua o p iin 1
ou tres trutas se a.
Teutcm de aovo;
urna so quando mu
te, como de mi > ilad Has |
rema sido apaulu las e 4e novo 1
embora a lagd 1 seja vasta s
xepodem deiura BMsena lana
rem, as trucas nWMtnr n e -
ia las e nao se deixnrao npanhar
guard irem. |
ontraa continnarfi ,. -...i 1 a
ana provavel qoe as 1 aatitu I
s outra- a sua les igra I 1
E eis com e incorrecl 1 li
um peixe.
A volta do Mundo >
dos os leitores di noticia qu
follus iaglo/.as sobra o aodarios pr
Sr. Jorge Gri.nih de bit :r o immai
cord estabelecid i p.D fl.o.j 11
Fogg em 80 das, dando a vol'a ao aado em
66 das.
O Sr. Jorga (riiili sanhou a aposto. TmJo
partido de harmi' Crosa a t horas 'a nnuha, alli aaeaanh 11
horas e M miontos depois, por ac 1
vapor, lanliou
40 minuios sobr-'
Fogg gaui ra ai din.
Aos reporters qu o i.nn >r'u aam declai a
que s se servir dos meios d n 1 -r i,
naria e accrescentou qu^ ;e -
trens espiciaes, po Icr sc-hi 1 I >l
do cm 5i dias.
O viajante original ain i qu ." Iracada
por Julio Verne'permi'
dor. vio r -alisad >s aaasi I
o previses : s cm Ho.-j
qu iti-) hora-; raais do qua c
xaudo Johokonnu perdan ain la 40 horas soire
os adan lamentos gaohos.
Gremio do* Prof'*or^i nriiavai-
rija-E^ti nai 11 ilne rawaa n hoje, ao ana
da em spssSo or linaria.
Atropellauaento -lionl-m. cerca de 3
horas da tarde, um carro le alaguel, cajo an-
m ;ro nao poude ser "ob- sr-.. lo. 1 u na
moc, qu-i, em c np uiliia Ja sua familia, ama-
vessju a ra do liaraoida Victoria.
A moga flcou conlosa fenda, e perdeaoa
sentidos, s alo c mduti H para aafcnrnnicia o
Sr. abiuo Pinhi, inda Ih3 fr>ram aranoMOsaaa.
corros p;lo Sr. Dr. Barreto Sampato.
O cocheiro do carro, logo qua vio canana a
moca, fustigou os cavallos e parti a daa atoan.
tide Janano -l-iformam-nos no na nei-
te de i4 do corr-mte sera festejada, no legar
Zumby. com urna passaiata, depou da qual sa-
rao queimados fogos da artificio, tufado ato
pela ma tragada u na banda da msica.
Cerimeaito ffn* -"J dia li da nnan
flndo, no municipio de S. Joto do Bgyp'. na
divido de nome Jos rtiimotheo dea santos, cn-

u- alaal BJ




tm
*-ic-
ario lie Pernamboco 4fcniasui-f>ira fel de Jim lio do 1804
W*?
I
nhecido por Jos Marcolino, "tario gravemente
cora duas tacadas a Mariano Amnelo.
3bbre o fado o delegado do mesmo munici-
pio tomou as necesarias providencias.
CapturaPelo delegado de S. Lourengo
da Muta, foi no da 48 do correle capturado o
individuo Antonio Francisco das Chagas, um
dos autores do assassinato de que foi victima
Manoel Piauhy.
Oallu.li lo individuo declarou que haviara si-
do conniventes no crime .-s individuos de n >-
me/us Pedro e Manoel Francisco contra os
qu.i- murga a mosma auloridade, deligen-
5 a Un le captural-os.
A Semana -D'esse peridico fluminense,
uh>'-[ui iiias com os ns. 43 c 46.
>s demais, esplendidos, trazendo
ivel historia dos sete dias, e boas
das de Aranpe Junir, Olavo
Mlac, Vatantim Magalha.es e oulros.
i SAosSrs unjo ,tC, somos agradecidos pela
icssa tosa!ludidj3 ex .-raptares JA Sema-
na." ..
Pelos pohresAfim de que se;a dis-
tribuida ror pessoas desvalidas, remetieu-nos
a quanlia de 17*500 o Sr. Manoel Pardal (Jar-
cia proprietario do Restaurant Commercial,
roa La'-a do Rosarte ns. 29 31, saldo de alu-
goei! opartimento desocupado ha pou-
eos das ispectivo inquilino.
Convidamos, pOS, a vircm recebera quola
par sai loras dos cartees indicados em
snas nomeracoes :
Ks. 98 99, 100, 10, (02, tO.l, 'Oi, 103, 106.
107, 108, (09, 10, III, 1, 2, e3.
Fallci-imento A urna conge3to cere-
- leceu liontem tula midrugada, o Dr.
Antoui AnnesJacOme Pires.
O Dnado que era um espirito b:m cultivado,
,.\i r argos pblicos e era ultima-
[3 ofRcial aposentado da secretaria
do Governo
Era maior de 70 annos c pelas suas manei-
lhan.es sonbe conquistar bem boa sommade
Qtre tolas as pessoas do seu c-
lmenlo,
o gen ca laver foi dado a sepultura hont-m
a larde, r o sahimmto da Estrada
d Jo > 11 Barros on !e resida.
Nisdamis sincaroa pozamos sua familia,
tmpangida por to sensivel per-
,la .
KniJaf|u -No paquete nacional l>ra-
, I s- guio du dia 16 do 'corrente, para o Es-
lado da Baha, o Sr. Dr Cassiano Lones, dig-
no secretan i la Qnestnra Policial de Pernam-
buco.
A ; i .- :u carato de desped las.
qu su hontem no- chegou as roaos, desejamos-
lodas as ventoras oa viagem que, empre-
ben i
GatUJio jireeaei; Hontem o Sr. altere;
. i Mai i, subdelegado da paroehia de S. l"re
PeJn Gon ilvej do ltacife, prendan u;n menor
de ta annos de i lade, por tai furia lo um 10-
gio perieneeate a> Sr. Manoel Pacheco Barbo-
sa, res tanl a ra do Occidente n. 6.
o relogio apprehen litio, foi entregue ao
dono.
Es mi i > pronutte.
Epaaeaoaeato -Francisco Bezerra. em
estado de ib agu?z, esteva a espancar hon-
teiii. na supra-mencionada parochia, um po-
bre homem, quando, snrgindo-Un pela frente a
I !U-0.
Foi c )/.-! a tornea na Cad da.
ImmundielEscrevem-no3 rectaniand >
.-obre o estado de iminundicia em que Be achara
dive iteea da ra Lomas Valentinas,
des quaes constantemente exhala um ftido
borrivel e insupportavel.
ES] .a:i dadas providencias em
fiera dos moradores que soflrem com semelhan-
ladode cousas.
Caseta Pastal D'esse bem redgalo pe-
no lu-o paraense recebemos o u. lOJ do auno
V que registramos agradecidos.
Rttz&es -Rec ibem >s um folllo conten lo
ra; 5 s do recurso de revisita no processo instau-
. a raj contra o Sr. Beato
Aramia, pr ipri tari > do Corroo P intense.
Origin li;l.ili* Lemos em folha de Nova-
V k que foi apresentado no eartonq do Sorra-
gale, magistrado que naquella cidade tem a
cargo a hotnologagao dos testamentos o de
partha das herangas, um documento muito
:i,il peta sua frma exterior. E'om testa-
mate encerrado entre duas placas de vidro fi-
chadas por tiras de borracha
Es." (estamento fot feito em Noventn de
18'i por tal Ogden, que mais tarde em momen-
to de bucara furiosa, rasgou-o e espalhou-lhe
O? pedico'. Esses fragmentos en numero de
47 fora.: cuidadosamente apandados pelo lega-
tario e como testamento era esenpta nos dona
- di papel, coliados em doas folhaa de vi-
dro. de modo a lornal-o lo lo Icjivel
Agora i '-'!-irado tem de dividir o testa-
mento as-i.a restaurado e valido.
A CKiversaei na Inglaterra -O
D;\ Ainger iz em Ponybas Hall urna conferen-
cia sobre a Arte da ConversacSo*, que os jor-
naes indezes analysam ou reproduzem. O Sr.
Ainger dia cousas justas; que, por exemplo,
Conversar nao discu'.tr, nem l&o pouco fazer
fogo di- artllete do ancdotas ou de phrases fe-
lizes : uina amavel troca de ideas, um leve
contacto de espirito?, etc. l'udo aso tao justo
que n> valia a pena o dizer, nem meno3 de o
reproduzir. .
A esse proposilo a imprensa do Reino-Unido
affirma, quasi com unanimidade, que o ingles
nao sabe e nao gosta de conversar. Depoisda
rellirao o caf e o fuaio absorvem-no quasi in-
teiramente. No club, escreve cartas, joga bi-
lhar ou whist. Na estrada de ferro, le jornaes ;
no campo, caca, moma a cavallo, ou entrega-se
a qualquer exercicio vilenlo. Quando quer
fallar, luz um speech* em publico, por vezes
dispula, mas nunca conversa".
O quadro nao 6 encautador, mas irregular-
mente exagerado
A proflssa le escriptor-O New-
York ritic proclama que a lilleratura faz viver
na opulencia aquelles que a praticam cora al-
enm xito, e cita por exemplo Mrs. Humphey
Ward, autor .le romances populares: Nos mer-
cados da i menea e Inglaterra somonte ella re-
ceben 16,0)) libras esterlinas por .David Orie-
ve<: nao coahecemos com exaclidao a somma
que receben pelo mesmo livro as colonias ori-
tanicas da India, Australia, etc., mas esta somma
nao pode ser mediocre, porgua os paizes em
qu es ao i grandes amadores de litleratura ro-
manesca \ untar mais de 16,00) libras por
rMarcella e bjOOO cora Robert Elsraere. n-
eo atrs assim u.ii'lotil muito superior a 40,'ou
lilu-.is esterlinas, em um espago de tempo de
cerca de seis annos.
O PIiino?rapho no Triunal O Sr.
Sjlvanus m acaba de empregar o pbo-
de ura tribua! de Londres.
Os habitantes de nraa casa, tendo-se qneixado
,1,. : iveniente de urna fabrica recente-
menle la na visinanca, nomearam o
ista como perito. Este traospor-
- dTerenles andares do iinmovel ni-
commod ido e recoleu assim os ruidos contra
os quaes se proleslava.
uto cas placas i audiencia,
que fcil ie foi reproduzir os sonsque
ira lugar ao p: 0 juiz, com perfeito
i, den razio aos locata-
rios, sen que o advocado dos fabricantes, que
iavia preparado longo discurso, encontrarse o
que dizer.
taryng-c artiflfial -Encoulramos esta
notn acto de alto valor .-ciontilico c po-
. i, em um telegram-
ni. para orna folha do Nova York :
ipnecnton no dia 2 de Maio i
Bina u:n homem de 41 annos,
qne perder a voz em coaseqaencia da opera-
rte um tumor. O Dr. Uranos l'ibricou para
O mudo um larynge artificial que, applicado ao
paciente, restiluia-lbe o asa da patarra.
O tal larvnge artificial, accrescenta o tele-
im u p de >r lirado e collocado i vontade,
e sem dr ne'.huma. O apparelho corape-se
de um tubo de forma espiral, de prala, coerto
de borrac
Slatatloar. PublicoN'esse estabele-
cimento foi am abatidas i rezes para o consumo
de boje d lo Becife
C amento vilf> escrivo de casa-
men na nos districtos do Becife,
Santf Antonio, Jos e Afogado?, affl xou na
repartigo, do Registro de basamentos a ra do
Imperador n. 73 1 andar, editaes de pro'la
mas lalos dos segrales coiitralientes :
la publicatao
Aiitonio Ricardo de Silva, artista, residente
oa freguezia da Boa-Vista, com ^Candida Jhn;
des da Silva, residente na freguezia (de SMC
Horas. Tem ce
grado
6 h. 24,-OS
9 2.).'08
12 . 23,03
3 t. 26,04
6 23 ,0i
vapor 8.!2 ide-
79
19,19 78
{8,27 71
17,04 67
'.8,42 76
Antonio, solteirose naluraes deste Estado,
Primeira publicacSo
Guilherme Alberto Lidingtoo, residente na
fregui'.ia da Boa-Vista, cora Mari Alvos Perci-
ra, residente na freguazia de S. Jos, solteiros
e naturaes deste Estado.
O escrivo de casameutos da Boa-Vista,
Graca, P050 e Varzea, afxou no dia 0 do
corrente, na reparliga do registro, ra du
Imperador n. 41, 1- andar, editaes de proclas
mas de casameutos dos serrantes contrllenles :
Primeira ps.blicao
Constancio Pereira da Cuaba, cora Minervi-
na Joaquina dos Santos, solteiros, residentes na
Boa-Vista.
Antonio Iridio Ferreira, com Anna Caroiini
Teixeira, solteiros, residentes na freguezia da
(raca.
Heracleo Mireira Ribeiro, cora Laura Ilenri-
queta de Carvalho, solteiros, residentes na fre-
guezia da B a-Vista.
Manoel Gomes de Souzi, residente na fre-
iruezia da Boa-Vista, com Antonia Alves do
Natctmento, residente na freguezia do Red fe.
Tele^rammas retidosAchara- seno
Telegrapho Nacional osseguintes :
Para Lu'. Vieira Ferreira, de Rio ; Miguel
Faustino,de Mossor Julia, de Babia ; Anto-
nio (jomes da Silva, de Parahyba, Gracie, de
R:o, Dominghes, de Natal; Castilho, de Cama-
ragibe ; Geroncio, somealo de Jaragua.
Inspectora do 8." districto aiari-
timollecife, i9deJunho de 1894.
Boletira metereologico
Tem cnit- Barmetro Tenso do Humi-
aUl
7*>>,-l2
7K|,5'3
700,-72
7o9,-53
739.-8
f'.'Tperatura mioiraa 24,00
Temperatura mxima 27,50
Evaporaco em 24 horas ao sol 7."6, som-
bra :t,m5
Chuva nulla.
Birecc&O do vento : S com i.nterrupges de
8SW e S3E de raeia noile at 9 h. 30 m da
manh, variavel de S\V e SSE at raeia noile
Velocidade media do vento G"''y por se-
gundo.
Nebulosidade mi'dia 0,15.
toletira do Porto
Pra-mar ou Dias Horas Allura
baix a-mar
P. M. 19 ile Junho H h. 05 ra. da ra. 0,-50
B. M 19 o b. 15 ra da t. 2."25
Pa^saijeirais llegados do Norte no va-
por 11ac10n.il BrazU ;
Almirante Joao Gonclres Uuirie, Io Tenente
ivmo tabello De La liare, Julio C. G.Doar-
to Jnior, A'iteni) Pereira LeiUto, Jos Toleda-
no, Simio L'erbeiiie, Leopoldiao Ferreira e G-
neros 1 di Concei$4o, Antonio Moreno A. Costa
e Silva, H. Blaner, Francisco Jos de .Melle
rizonte Brazein, Francisoo Gurgel, Muioel de
Sonza, A- Bastos e sua senhora, Dr. Guimires
L. de Castro e sua senhora, F. R's.-ineli,sus
senhora e 2 tilhos, Hara Beny e 2 criados, Lui-
gi Fogarelli e J comp.inheiros, Ur Joaquim
Lobo, soa senlnr;'. e 2 filtras, Dr. Enzebio A.
Uartins Costa, Aigusto C. de Araujo, J03 A
Sampjio e sua sennora; Joao Rapto, Feliciana,
i i icisca e Le na, Joao Pedro Oas, Antonio
beal, Dophia Campos, Dr. Sibiuo Tneop.'ulo, Eli-
sa Bandeita, Carlata Itaubinson, Luiza S. No-
gu ura, F. A Paugitio, sua senhora e mouo-
1 Thomaz P Hodigues, Francisco Joaquim
Correia, Carlos E. larrozo, G. A. Ribeiro. Car-
tos Alberto, sua senhora e sui sogra, Geneslo
\ Martios Pereira, Fahr cu Maranh), OJ1I011
Lcbarre, J >o Cossendino, Amelia Uusmo e
Pnmenia Gusmao, Joao c. Rodrgaes Pinto,
Dr. \'. Bittenconrt Simpaio, And- A Sonso e
Allomo Arlhur, Mjsael C Lyra, Manoel B de
liveira o Thomaz d) Moilc, Antonio Pessoa,
Antonio de Paula, Pr. dilon F. ar.alho Dr.
Aprigi C Pessoa de Mello, Caetanj Gomes de
Al n.-ida, Manoel Ferreira, Hara das Dores, J.
Vinagre, Isabel M mdonca Pinto Pessoa, I me-
nor e cria los, Dr. Jos Cmara, Francisco
Leite, Manoel Cyrillo de Araujo.
Chega los do Sal no vapor nacional ^Ha-
naos* :
Teamte Fi-edorici G. Annral, Jos Joaquim
A. Teixeira, sua senhora e sua mai, Dr. Joa-
quim Ignacio t. Buleto Alteres Manoel Bn-
Ihes, Dr. Lois Ayres, sua senhora e 3 libios,
Dr. Alberto M Rocha, Dr. Lui/. C. Brillo sua
senhora e 4 tilhos, 11: irujoa Hajtins, Rosa M
da Conceicao. Dr. Manoel Luis Ajres, soa se-
nhora e 1 criada, Josepha Mara da Conceico,
Antou'O A. Cavalcanli, Antonio T. Aqu no, An-
na da Con '.eigao, Fortunato Djmiagos, Bernir-
dino H. Lima, Dr. Lindolpho Alvos e! tillus,
Jos: Joaquim Dias Femandes, Gleramcia M. Pe-
reira, Joao F. Freitas, UmbdiuoG Albuqner
que, Alfredo Taylor e sua senhora, Miria da
Piedade, Antonia G Leao, Halhias da Silva, Al-
teres Jos Antonio Marques Josepha MenJonga,
Jos Rozendo, Julio Mondonga. Eneas Hara, An-
tonio FreireCesar Ges, Francisco da Silva,
Conrado \loura, 4 pracas c 1 desertor.
Citegados do Su! no vapor ingles Glyde:
Jos da Costa Medeiros Vareda, Jos Joaquim
de Carvalho, Alexandre de Medices e Antonio
de Me tices, Dr. Esmeraldino Uaadeira, Emilia
Brawn e I filho, Jlo G. da Silva Marqu;s, Joa-
quim da Silva Carneiro e sua senhora. Antonfo
nio da Silva Couto, Julio Mondonga, Joanna C.
d Castro e t lilha, Thereza, Augusto Pinto Pac-
ca, Domingo] S. Boa-Vista, S''bastiao G. Bacal-
lar, Jjiquim S. t- Ganbaldi, Candido F-. Nasc'
ment e sua senhora, Francisca Baptista, Au-
gusto Frangwell, Jofto P Miranda Ges, Dr. Ber-
nardo Fredenlhal c i Dinas, Manoel Por.irio,
Carlos Laudy, Dr. Bernardo Sampiio, Antonio
A de Alraeida Freitas, Albina T. do Nasci-
mente, C. Ramos, Francisco Lopes dos Santos
Leal e sua senhora, Padre \V. E. M. Cray, G.
Latean.
Cusa de DeteneaoMovimento dos
presos da Casa de Detengo do Recife Estado
de Pernambuco, em 19 de Junho de 1894
Candida Mara Lins, brazileira, 44 annos, S.
. Jo<.
Joaquina Hara do Reg, brazileiro, 80 annos,
casada, S. Jos.
Mara Claulina de S.nl'Amia, brazileiro, 2d
annos, solteira, Graga.
Antonio Xavier Lemos, brazileiro, 17 annos,
solteiro, Santo Antonio.
Augusto Alves Hartins, brazileir*, 39 annos,
solteiro, Boa-Vista.
Francisco Ribeiro Pacheco, p>rtuguez, 18 an-
nos, soteiro, Boo-Vista.
Cicero, brazileiro, Smezes, Graga.
Joo Paulo do Espirito Santo, brazileiro, W
aun )?, solteiro, Boa- Vista.
Rita Odina daConceigao, brazileira, 25 annos,
solteira, Boa-Vista.
Furlunato Jos Lucas de Soua, 60 anuos,
viuvo, Boa-Vista.
Joaquim Manoel dos Santos, brazileiro, 22
annos, casado, Boa-Vista.
Salustiano Jos da Luz, brazileiro, 30 annos-
viuva, Boa-Vista.
Existiam
Entraram .
Sahirara .
Existem .
A saber
Nacionaes.
Hnlneres .
Estrangeiios
Mulheres .
Total .
Arrasoados
Rons .
Doentes .
Loucos. .
LoQcas. .
433
43
19
437
435
6
16
0
437
409
3S7
17
3
2
4* 9
A monarehia brazileira jul^ada
pelos monari'iiistas pela iin-
prensa
Ha eom eTeito urna causa, que perturba, era
uosso paiz o djsenvolviraento do sjstema re-
presentativo, faicndo-nos retrogradar alm dos
pnmeiros lempos da monarehia. Esse principio
latente, conhecido apenas por aquelles que pe-
netraram os arcanos lo poder: a opiniao igno-
rava a ex stencia desse principio de desorga-
nisacfto. Por muito tempo duvidaraos do facto.
Hoje, porm, elle est patente, e o yoverno
u se ostenta a to lo o instante e nos acoi-
tecimentos de cada dia. Parece que perdeu a
timidez, ou modestia d'outr'ora, quando se re-
catava com estndada reserva. Actualmeole faz
garbo do seu poder, e se acaso a resp insabili-
dade ministerial insiste em euvolvel-o no man-
to das conveniencias, acha raeios de romper o
veo e mostrar-se a dcscoberlo.
Como um polypo monstruoso, o govarno pes-
soai invade lu lo desde as transcendentes qu;s
toes da alia poltica, at as mezas da pequea
admioletracao,
[i it dWlenvir: -depoisqui foi miustio;
Euzebio de Queiroz, m>n.ircbisti extremado,
mas homem de bro, e de carcter severo, el
gou urna vez a ser ministro, em 1848.
Lut ui, porm debilde, pira t'r Ib rda'de de
governo : uao o p le conssguir. tetirou-s
caneado.
N': j foi mais chamado ao ministerio, nao
mais o acceilaria. O Re detesten a vontade,
que nio era a sua; o lioin.mi brioso regeltOQ 1
res^oniabiiidade por actos que nao fossem
seos.
Dizia a seus amigosj sempre que delle Be
!: nbravam para o Jgoverno : San, nesta trra,
na 1 se pie ser ministro.
Reste reinado nao se pjde ser ministro;
o qu: elle quera diz:r.
E i'01 tamo o desagrado do -Re para com
elle, que jamis o coasilerou, era mesmo na
distrinuico de ttulos cora que des le Itanna
at Jequitinionh 1, obsequ ou a seus affeicoa
dos.
Horren qoasi com) um simples particular.
(Saldanha Marinho : em i8a9).
A anarchia ni poltica, na ann.inistraro, nos
espirites, a anaraiia em ludo; atlinge asui
plenilu le.
A deslllnsao nacional cjmpleta, porquia
nagao ja nao deposita conian;a as uistitui-
t6is, nao a-redita nos homens, que exercema
direcco, nao er no patriotismo e na capaci-
d.ul: dos govenns, nada espora do partido que
aspira governar.
O que farao amanh 03 liberaes quando o
di;t 1 liroi despedir?
ACcnsal-0-hao pela despedida huiudhanl; i
Mi> hade faltar-Ibes autondade moral para
erguer aecusaces, porqu: applaadiram a con-
stitacioaalidade do aclo, que em 187S despedio
os conservadores.
(Da jornal A Pteracio: Janeiro d; 18Sr.
Qiem de longo examinar as institu-go:s bra-
zileiras pelos erl'eitos da perspectiva; quera
contentar-s: era observar o raagestoso l'ron-
tespicio do templo constilunonai, suas inser-
pcoes p raposas, sua arehitectura rapten lida,
nade sem duvida exclamar : eis aqui um po o,
que possue a primeira das coudiges d) p-o
gressu e da grandeza.
Aquelle porm que um da estender o campo
da observacao at o interior do cdiricio4ia es-
perauga de ah admirar a realisagaodosfc'emeu-
tos de telicidade que as formas ostensivas do
governo affl-ingavam, e o regira ;n dartiberdade
tem desenvolvido em outros lugares ; exclama-
r que decepgao! !
( Jornal Corroa Mercantil de 8'8, redigido
por Pirraran da Silva, Savio Lobato e oulros. )
Total .......
Movimento da eoferraaria :
Teve baixa:
Manoel Titeis ou Dedis.
Tiveram alia :
Joo Leopoldino da Silva.
Aiuelo Custodio da Silva
Hospital Pedro II -O movimento de3se
estabelecimento a cargo da Santa Casa de Mi
sericordia do Recife, uodia 19 de Junho foi o
3eguinle :
Entraram..... 27
Sahiram..... 13
Fallecern .... 4
Existem..... 752
Foram visitadas as enfermaras pelos segura-
tes mdicos :
Dr. Barros Sobrinho, entrou s 0 1/2 da ma-
nila e sabio s 7 1/2.
Dr. Malaquias, entro* s 10 da raanb e sa-
nio s 1 12.
Dr. Simos Barbosa, entrou s 11 1/4 da ma-
nila e saliiu s 12.
Or. Berardo, entrou as II 1/4 da mann e sa-
bio s 12 1.2.
Dr. Arnobio Marques, entrou s 0 3/4 da ma-
nh.a e sabio I i/2.
D Lopes Pessoa, entrou s 9 i/4 da uiauba
e sabio s 10 1/2.
Di. Vieira da Cunha, entrou s 10 i/2 da ma-
nb- e sabio s 12.
D-. Bastos de Oliveira, entrou s 10 1/2 da
ma da e sabio s II 3/4.
Dr. Tavaresde Mello, entrou s 10 3,4 da ma-
nlii e sahio s 12.
Pnarmareutico, entrou s 9 da manh e sa-
hiu s 3 da larde.
Cemiterio publico -Obtuario do dia 19
de Junho :
Maria da Paz Cecilia do Sacramento, brazi-
leiro, 46 annos, solteira, Graga.
Seos actos do poder moderador irritam o es-
pirito publico, intil atravessarem por deante
qualquer barreiri a opinio hade rompel-a,
para ir a vontade superior fon te exclusiva dos
decretos soberanos. A autora Ihe pertence.
O povo francez entendendo que Lum Felippe
nao tiiina bem governado, cassou-lbe a s.b;ra-
nia e defa'Orou-o da patria >
{Jos d'AUn:ar. Erasmo, 1865. )
Tudo est estremecido : a ordem, e a liberda
de. Se o presente afHige, o futuro assusta
A harmoaia imposta a paz de Varsovia, ou
a obediencia dos Turcos.
Nao pode haver harmona entre opprimidos e
oppressores, entre usurpadores e usur pados
entre algoses e victimas : Se os opprimido,
supportam, chamai-os resignados : S nao pro-
raovem a leivindic.igg) : chamai-os cobardes.
Mas em respeito a es que tudo v, itao cha-
mis harmona dos brazileiros, o despreso das
leis, a dictadura disfargula, a desgraga privada,
o rebaixamento da dignidado nacional.
(Diario do Rio de Janeiro, em Junho de 18"8.
30b a inspiragas de Ferreira Vianna e Baro
de Cotegipe )
Partidos sem prideipios gerara esta listas sera
f, os quaes por sua vez constituam governos
sera unidade moral, rujo interesse consiste e n
alimentaren! a corrupgao das suas materias,
com quera vivera da permuta de favores, sem a
f.idiga da luta pelas ideas, pelo progressoe peta
honra ........
Nao tinha pas raza) o A. Figueira em miar de
impropriedade a e&pressaoeom que Beinpre s 1
dcsignou esta historia de dote ao duquj de
Saxe quando a lber lade foi constituida em
favor de sua lina la sonsorte. Nao trah ; por-
que esse distico obra do instincto anonymo da
opinio, ticou designando a causa pelo que ella
foi urna iratilicago Ilegitima do govern ao
principe sobrevivo sem base nos direit js da con-
jugo pre-defnnta.
geutilesa das esternas regi'es devem velar
a face auteesses desv 03 dos dinheiros publi-
cas em proveito dos prenles da dimnastia co-
reada > Factos deesa ordem disse o Sr. Lou
1 d"Albuquerque -espirito absolutamente
co lra-rovoluciouario ; prejulicam asinstitai-
ges monarchicas. Acrescentemos que nao pre-
judicara menos as instituig5es parlamentares
porqu; quando a bajulacSo palacga, ra parlamento aos ps do throno violand) por sub-
servpncia rortesan os direitos de contribuinte,
a riscalisagao parlamentar do orgamento 6 urna
m-mtira roto, que hale acabar por insurgir o
povo contra a forma politice que o defrauda-
se ministros parlamentares nao sao proveda-
ros da uchanados principes,governos que su-
bordinara a estas, aquellas funcgSes, nao nodem
fallar em rchabilitacio das fraangas, e mafalisa
gao da despesa I
(O .tono poltico de 18 7 : da Gazeta de Noli-
das). (Rio..
A historia nos diz ; que ha tempos em que os
povos veera risonhos e indifferentes caminhiv
seus parlamentos para o exilio; mas accordan-
do de lethargo destroera as Bastilhas, que per-
sonificara o despotismo.
(Senador Nabuco : no Senado em 1858,.
Para oConcelho do Estado, tambera, j se nao
requer saber,posigo-experiencia poltica e
administrativa. Sem embargo de mostrar-se a
coroa to zelosa de laes nomeagOes, sendo ne-
cessario, por motivos particulares j se pode
ser conselheiro de eslade, sem nunca'ter sido
senador, nem denotado, ministro era presiden,
te de provincia, e sem se distinguir par inslruc-
go, nem raerecimenlo Iliterario de qualquer
especio. Neste paiz ludo tem rebaixado o seu
actual imperante.
{Diario do Brasil: editorial de 7 de Seterabro
de 1881).
No Brazil, o que vale a opinifio publica ?-
l'udo a auloridade;tudo o governo;
por isso que o povo tmido -appella diariamen-
te .para- o imperador quando j nio pode sof-.
frer a oppresso dos delegados da -ala admi-
ii,s'raco do Estado. E' por isso que os Tes'.es
c Cabieres di Brax andam impvidos pelas
ras, zorabando do povo, que os contempla
sovpreso da desmoraltsafo que grana as n!t *s
h edificio tooied, e da gor.miedo.
Entro nos o governo transgi ide lei, dando-
lira a. inlerpetrago que Ihe apraz: o governo
poc e dispoe da nago a seu livre arbitrio.
A polica to-no-se um poder temivel, que
nao respeita nem os direitos pessoaes, nem o
santuario da familia que ameaca, insulta, pren-
de semexplicago a viclim don seus caprichos,
; de suas veleidades; que omnip/tent-: lodjs
a temem; lods tremen diante do simples leihs-
tre; a polica s alta crear tambera, para si, o
classico -beija mi.
\L. A. Navarro de Andrad,', na Cmara Muni
cipal do Rio, em Oulubro de 86!).
Contemplando o indrecroso espectculo, que
otTcrecera os partidos iraperiaes -nos,
grato ver, era ludo o que se esl passando, os
syraptouas da liquidago Mnal deste imperio
corrupto.
(Oa Fcd-raci", jornal de Porto Alegre, em
1883).
O poder executivo conspira contra a no cao.
Um dia, porm, o bora senso publico desper-
tar, rcconliecendo que as nossas descordias o
Iransviam, e Ihe tirara lo la a perspicacia, lodo
o apercebiracnto de um inimap oceuUo e ma-
hAoso, que nii.-'.tiliea a opiniao do paiz,-para
solapar as nossas instituiges liberaes impune-
mente.
Ento a luta se travara no desespero, que ex-
cita a conscioncia da traipd <. e quera Ihe pora
diques ?
Quera esse inlraigo occulto e nianhoso ?
Esse mvsliticador da opinio?
Esse solapador da liberda le .'
U nperadir.
(D jornalConstitucional Margo de I8GI:
erara redactores, padre Campos, Aranpe, Joo
Alfredo e Aguiar.
E o poder moderador o absolutismo pralico
e tao transparentes e improprios )he sao os an-
drajos democrticos que o adornara que nem sa
quer urna illuslio se nutre j i de que, tendamos
oulro poder que nao aquelle.
Silljuha Marinho.
L sete miserando Crazil patria de nos todos ; nao
precisa de eleiges de poltica de lilhotismo -
le escandios -precisa, porra de justiga de
administragao de economas de garantas de mo-
raliiUde.
(Do jornal tfra:i7 Cjtholico (Rio) Fevereiro de
1880/
Esta siluaco desaparoeari com todas as suas
violencias e torpesas, logo que baja governo
serio que administre as provincias por seus de
legados, o nao por candilhos das coinraa iditas
partidarias ; e que e.n vez de fornecer instru-
mentos, que Obedecen) a taes coramanditas, e
leve a magistratura Horneando s juizes raorali-
sados. Espereinoi: a reaego nao se far es
parar.
,D\ Joi Menees no Diario MereantOde 8
Pauta.
Rto nefaria absolutainenle o seu voto de
relos, 1 qualquer ministro fosse quera fosse,
absolutamente de qualquer parcialulade, por
que nao tinha .questo nenhuraa com os brazi-
leiros. Entretanto V lixe. me julgar parado-
xal : -neg os raeios, e neg os raeios; nao ao
nobre presidente de concellio; nao ao brazi-
leiro, qu: estivesse na direcgo dos negocios ;
neg os metes porque nao tenho outro meio, e
modo de pronunciar ninha indignago contra o
prin :ipe conspirador.......................
Liberaes e conservadores republicanos-110-
meiis de todas as seita*, reunidos era roda do
estandarte da hberdade constitucional, tempo
le sacudir estojugide uraaoinnipolencia -u-ul-
pteiora e iltan-que te.n estragado todas as
torgas vivtflTda nagao." c que nao posso repre-
sentar mellior do que dizendo ; ella o delicit,
e o deiicit ella.
O Sr. Andrade Figueira apoiado.
t
Cuarenta an ios de oppresses de omnipolen-
, de victorias incruentas do poder armado
filtra a opinifio do paiz desorganisada : qua-
centa annos de desfaleciraento, de sujeigao de
munnuragoes de tmidos p olcstos: quarenla
4inno3 de usurpagOes bem succedidas de liber-
dade constitucional quasi suppriraidade, tero
talvet animado o poder a afrontar a opinio do
paiz, e a desfertr sobre a cmara o golpe da
dissolu o. Sobre as minas de principado po-
pular o novo Cezar caricato ousa encorajar
aos que vacillam. ou ternera lepetiodo : -Qni-
dale times? Cesirem nonvehes?
(Deputado Ferreira Vmnna na asserabla ge-
ral em 1884).
CHKON1CA
A G.vseta de Nolicias do Rio, n'um d >s
ltimos niimeros que tenho vista, aca-
ba de abrir um concurro litterario.
Muito bem no meio asphyxianta em
que vivemos, na athinos 1 hera carregada
de poltica que se tem respirado n'estes
ltimos tempos, digno de encomios o
proced ment da Gazeta que dest'arte
mostra-sa animada dos melhoras intuitos
rd!ativa:n;uta a mocidade que se dedica
s lettras.
As bisas do concurso nio podiam ser
inelhores, sobratudo porque excluam de
si a ideia infeliz de um carto bairrisnae
que na. raro se ve surgir l pelo sul,
atravez das entrelinhas dos artigos de
cortos litteratos.
Ao norte, pois, agora sa proporciona
bsm boa occasio para dar mais urna
prova elogiante do seu valor a do muito
de eaperaafas qua pronidtte na formacSo
da una litteratura, verdadeiramen'.e nos-
so, perfeitementa modelada as nossas
ten tencias, cora a nossa exacta cor local.
E1 de aeperar que ist>* saccada: nao
poda sor mellior o ensejo do que o que
nos offeraca a Gazeta^ cujos intuitos sao
dignos de todos 03 applausos.
* *
O Thaatro Santa Izbal ir agora ser
entregue nevanuatt s moscas"?
FonuB-ae o Sansone e o Nicolay, e
agora aoena-nos de longo somente a cora-
pnuliia dramtica Apolonia Pinto.
Dapois da estaco lyrica, dos espect-
culos de prestidigitaco, paraca qua o
publico aecsitaria com agrado urna com-
panliia boa como nos pcoraette a Apolo-
na ( Boa conforme dizetn os bem infor-
mados ).
Tue venha... mecessario dissipar a
insipidez inqualifiavel que no3 propor-
cionara esses longos dias sem sol e e3sas
intarmiuaveis noites sam estrellas.

Prego abaixo a opiuiao de alguem que
teve a fineza de enviar-me algraraas li-
nhas a proposito do assuinpto em qua
fallaram osjoruaes aqui da trra Os
jonialistas devem casarse ?3 de.que me
oceupei ligeiratnente na minha uliima
chronica.
Eil-a :
Lendo o que V. disse no final de
sua chronica, publicada ha poucos dias, a
como V. d.aejava sabar a opiniao dos
seus leitores sobre o assumpto, transcra-
vo em seguida as seguintes linhas que
por sua vez foram enviadas a um redac-
tor de 11ra jornal fluminense, e que syn-
thetieando perfeitamente o que pens, me
livram do trabalho de expender a minha
opiniao por palavras proprias.
Eis as linhas qua me reporto :
O jornalista nao dave casar-se por
amor simplesmente da paz de espirito,
que o supremo ideal. Veja-se o enthu-
siasrno e a fecundidade inexhaurivel do
Alfonso, que nao quiz sabar jamis dos
lacos embrutecedores do conjugo vos, e
triumpha sempre na reportagam e as
galas do estylo. Veja-se por outro lado
o trista O.. poeta gracioso da out os
tempos, espirito folgazo de outr'ora, con
demnado boje a alinhavar s pressis a
mala do sul e os reclamas theatraes, e a
dormir nos plantos exhausto de fadiga.
depois que uni a sua existencia a de
urna encantadora menina.
1 A esposa ininlga instiuctiva do
jornal e tem l seus motivos para detas-
ter as saduegoes infalliveis da vida mun-
dana do jornnlista. D'ahi as recritnina-
ges quot dianas, os arrutes intorminaveis
da mulher, as reticencias malvolas das
cunhadas, as iras tremebundas e as tem-
pestades das sogras; d'ahi o inferno do-
mestico em urna palavra.
A beata independencia do jornalit.ta
solteiro o germen fecundo da paz inte-
rior, e como eu sou pela paz, nimigo
das revolugoes na poltica como adepto
fervoroso das digestoas tranquillas, voto
com o inglez .
Quem quer que fosse o antor d'ess 1
curiosa mssiva, deixou de assignal-a, tai-
vez temando a somma de maldiccoes que
Ihe iriam pesar sobre o nome.
Eu pela minha parte, declaro alto e
bom som que, publicando-a, alo assurao
absolutamente aresponsabil dada das ideias
n'ella exaradas.
Varro a testada .
Manoel Ardo.
MSICLANA
EPHEMERIDES LYBICAS
19 d; Junho
182-)-En Pars, na lliectroItalienvae a
cena o Viaggio a Reini3de Ilossini.
1873-Canta-so em Vienna a-Alla, -diii-
gindo Verdi a orcheslra.
18 !) .No th satro Dal-Verme -de Milo, vae
a scenaa opera Matelda-de Scontrino.
18*1 -No theatro -Bellini -de aples, appa
rece a-Tuza di Th, -de rscarano.
O FALSTAFF EM PARS
O Falstaff, de Verdi, tai muito bem recebido
em Pariz.
A julgar pelos applausos a opera agrados
aos parisienses. Os criticas museaes mais au-
torsados mostrara algumas reservas. Street,
no Matin, diz que encontrou ao talo de pagi-
nas vigorosas outras iufantis ; ao lado de ace-
as de brio oulras de deploravel banalidale.
0 Gaulois e mais alguna jomaos fazeiu observa-
gOes anlogas.
O maestro Verdi (em sido muito festejado
pelos parizienses,
Um jornal de Pariz publica o segrate sone-
to, que foi dirigid ao. mestre da msica ita-
liana :
Salut: arand espirit glorietx,
Jovau de l'Itale altire ;
Ton Uiuvre, comme la Immire.
Vibre en la majest des cieux !
Salut! astre de l'Harmonip,
Pars le fte et, l'oiteusoir
En raains, lve un reposoir
ton resplendissant gme :
Lame de ta inusiqu; d'or
Beree des millions de eosort,
Faissaal oul.'lier les rauceears
Rt le rve obscur de la Mort!..
Salut: Toule une nation
T'exalte en sa d votion!...
PHEDRE
jornalista francez Henri Biuer fez rec;n-
tcinenle urna conferencia sobre a l'lidr,; de
Racine, no (heatro da Ren issanc.; de Panz.
Depois de ter-se oceupado da pega era lingua-
gein escolhida e elevado o liauer, collocau >
auditorio em presenca dos dous campos rivaes,
o de Racine e o de Pradou. Pratou exacta e
briihantjinente as rivalidades que, como na
aclualidade, existiam entre autores. Citou em
seguida os principaes interpretes de VieJrc : a
Champraasl, Adrienn; Lecouvreur, Racuel, d:-
inonslian 10 que as qualida les de todas estas
artistas esto reunidas era urna so :.Sarn Ber-
uhardt.
THEATR03 NA EUROPA
A cidade da Europa que con'a, proporcional-
ineute a sua populaco. maior numero de ihea-
tros Catin:a, na Sieilia. onde para cada gru-
po de 9.80 almas ha ura theatro Vera dep >is
Bolo.iha, que tem um theatro para 20.0M al-
mas, Vimeza que tem ura para 23.000, Milao,
Tor 1 e dnalmeute Roma que tem um theatro
pira 31.000 habitante--.
Era outros paites a proporco a segmnte :
em Broxellas um para .JO.OOJ habitantes, era
Antuerpia nm para 6 .0.10, era Berlira un para
Sl.i', era Ha nburgo um para UC.OOO, em
Vienna um pira I3S. <00 e em Condes ura para
l4o.O h) a em Pariz, a cida le dos tbeatros, um
para l OJO.
MI!
I3MDH
\ Niiihi)
Coni}uIiiii Americana do Se-
%nvo* MtitaoM contra fogo
Augusto Pinto Pacca, devidamente autonsa-
do pela companhia de Seguros Muaos, cora
sede no Rio do Janeiro, declara para 03 nns
convenientes que qualquer negocio relaliva a
dita Companhia deve ser resolvdo com c mes-
ura, nico representante da referida Compa-
nhia nesta cidade, pudendo ser procurado no
Hotel de Europa.
_-------------?.---------------
Perioilo governnmotaI
tDa Gazet.i de Aligoas )
III
Concluso
Srs. Redactores.Itor amor a clarea, no ar-
tigo precedente procurei resumir a questo era
qualro theses era torno das quaes girasse a dis-
cussao cora raaior facilidade.
frasladando-as para aqui minha intengao
trazel-as serapre aos olhos do leitor, atiin de
que mclh ir ajuize do valor c propriedaie da
argumentagfto cora que as justifico.
!.* Acoostituicaoestabeleee pnriaiu jiuu
namentaes de tres annos improrogavla.
.2 O primeiro periodo caaecoo com a posta
dogovernalor e vice-goveroador, MfeMaelo
congresso constitucional :
3 A interferencia do Sr- Major Besoaro oes -
se periodo (por um meio estranho CMMtitai-
gao) nao pode alterar o praso fatal ein qae elle
tem de concluir-s;
4.* Finalmente, a permanencia do Sr. Maj no poder, alera daqu lie praso. aporta n oa
nsurpigo, urna violagij dos pracritos eacsti
tucionaes.
No raesmo artigo apenas pode oxaf r mt da
primeira, dando-lhe o desenvolviinente fac pa-
receu-mj necessario elucilagio do pir<-eilo
constilueional que nella encerra.
Agira, proseguindo na trela qua meienpa/.
abro espago para o exaroe das deuui*. ooaar>
vando-rae fiel ao melhodo que adoplei e taalw a
cuidado de nao eaoi ir a paciencia do leMar.
Sejiinda A nossa lei fuudainenial. 110 art l
das Disposice* Transitoria* estabelc.-u proces-
so para a eleigo do l" governador e vice-gover-
na or do Estado; e no s 2" do me 1 es-
tatuiu que os cleitos exerceriain snn* Oin-oes
durante o /" periodi gorern imrnul
Promulgada a e aistituigo no dia II le Ju
nho de 189', o congresso, cm o!
disposto no ci ado artigo pa-sou hu: iatt
mente a fazer a elcigio dos dous altos fon \ >
narios, que tiuliam de assumiras
veruo durante aquelle primeiro penod< r-a
hindo a esculla no coronel Pedro Paulino 4*
Fonseca, para goveroador, e no Dr. Maaoat
de Araujo Ges, para vice-governador.
No da immediato comparecern! ambos pa-
rante o senado e tomar un o coinpromisso I -ga
de bem servir.
Desde raas dia, 12 de Junho, contena a cor-
rer o p: ira uro periodo povcrnamenlal, < parte final do art. al di eonstituigo, ptrioO
que terminar a 12 de Junho prximo e d'aqni
por diante, era quanto nao for alterada a nossa
le fundamental, de tres era tres anuo-, ai igoa
dia do rae/, de Junho, terminara um periodo
governamental e coinegara outro. juntanieate
como se a le houvesso marcad) aquel'-: dia. a
mandra da constiluigao feuer.il M de outros
Estados.
Esta e que a verdadera doutnna da conla-
gein des perio los govrnaiuenlaes. romo de-
pois mostrare i.
Mas n3o entenJem assim os ucriplurM pala-
cianos que s > buscara iuspirag; s for da ows-
tituigio, ou mellior, nos doaajai do Sr Ma,>r
Hisjuro, manifestados por aclos iu-qui\ocos.
de permanecer no goveru), Dt'us sab" !' que
te upo-
Pr isso ni"sino. os arrmenlos em qae m
'imam sao fr.igeis, qiial lio.ha de tabko. e M
.lerfazem nu choque .lo evime nv.u> -oj>er ".
Cial.
O primeiro periodo, di zea riles, terainoa
cora a renuncia do vae-govrrnador a 2. d N >-
veiubro de 91.
Nao entro na apreci i< do faeU da renan
cia, alias contestada, e acedo a allogai
verdadeira.
Mas era que parle do mundo p >rganl < em, ja
se viu a renuncia de ura funcciowrin tor fura
de revogar disposig.o expressa de i;
mente de lei conslilucional 1
Seraelhante opinio. por ingaJar e eslrava
gante, s pode originar-.-e i 1 fal 1 d 1 bota ten-
so ou no eclipse da rito.
Tanto isso venta le, insi-leai t-l'?. qnc
congresso, reunido em sesso cxtraonlinaria.
autorisou a eleigo para pn-enchira ; va
gas.
Aqui perraitta o leitor una ligeii
que esclarece o assumpto e daensejo a ara jai-
zo seguro.
Em face d>s ac nlerimentos que ci
no dia 23 de Noveuibro. aqui e 110 rio de .ta
ro. o vice Governa lor, Pr Manoel de Araa>
Uoes, ,no potando pjiaant.crr iw goverao,
passou-o ao sabsiilut que ento artava u
capital, O presi.lento da in'.en lcmia miinii-i|ial .
e n) querendo e>le assumil-o, n governo da
Estado foi ler as raaos de una junta, que na
mesmo dia, por telegratnma, caoi I n i?aa>i
de Traipii, parsid ule d > Miud a \iv assuunl
o como Ihe competa.
Logo que foi chegada e assumio as redeas do
governo, o presidente do s*ndo. dep o dr *-
vir amigos presentes na i\ aona a
congresso para urna r.-aaiao ntraaaaaaria e
subinclU'U a sua deliberarlo a qu >lo da sa-
stituigao.
O conaresso, por meio .! nina indcacao. a-
presentada na cmara pelo .1 pula h. N >lrego a
votada era ambas as cmaras, romtMlem* vaaaa
o lugar de uovemaior e o de vicc-jj v na I--r a
autonsou a eleigo para o pr .enchunculo 4a-
sas vagas.
Nao occasio de avrrizoar se ti o um
correcto o acio do congr -- 1, ii"ii-elhalo tem
duvida ior c;rcuustaacias do momento e foaa-
mentadas, ao qu : se di/., rom dis|.osi< Ge sk-
sidiariar da Constiluigo Federal e M cotras
E-la I03.
Enibora houvesse perturbar o pmrrsM tNW-
titucional de subsliluigio e sw;- ?s*o ofmemt-
no, nao derrogou, coiinudo ,11 1 urna das dis|K>-
sieG -s (te nosso pacto flilldain ntal
Eom cltaito, as reformas >ia ^'imstitii
tadual segueiu a marcha r ol m|.t.-,ii sm pro-
ceilos determinados no art. 147 e sea ff.
Iniciada a proposta na cmara ':- mnt -
e volada n>r deas tercos, ao ana* sra*Mrl
successivelineate ulimetlida a Ip di-> m--"> ^
nas duas cmaras em ambas < tala |ior doM
ttergos.
(Ira se cm vez disso, o c iiereso apena-
tou urna in licago em qu 11 m H W\e lic
no periudo gov.rna n-mal oni > < qme ?
prettute que essa indicar Inih 1 animllal>
este periodo creado por dispo-iro consiliario-
nal clara e expre--i
Isso, realmente, nao
No iuteresse de prol iiiu.i: o s u n i.. no'oSr. major emprsitue iodo os i;io .arm-
aos que Ihe aprover, augmente i-i leliii'dam-iite
sua torga de srguranca. jUique nsas vne-de
cadveres o solo alagoaa 1 mas ara a cer-
teza de que nao arrancara a oiiimo publ ca a
crenga inabalav d de que o psfaa governa
mental, que S Exc quer d I lar 1 *-.-u I iot
e de seus amigos, cora gou cora |> -se do i- ,
gvernndor e I :rm:n 1 irapror.','iveliujBle a lt
de Junbo prximo vin.louro
IV
Srs redactores- A nos a emMimaffut paMka.
em sms arts. H e U, roasigM > mr**'**f*
substituigoe successio >11 go rno do Btao,
dspondo (lira, expressa e 1 :ro.inaatam
que aogovernadr substituir!) mi
te o vice-goveroador, o presi i s.-nute. a
dacaiinra (tas d pula >- iualill
concellio municipal da capital;
O legislador eoasl lum a proruroa, e\id ule
mente, evitar deste 111 1 "- iif mente* da
urna eleigo no COM
Retari, poira, n.i ai ti. an 1 mea
romo sob a influneii pr
meatos que, deterra nan !o a rcnawia do pro-
sidente da Repblica, r.prcuuram aqu ao
governo do Estado', n ioi.gr.*#w |- rtuite*
aqu-llj proesso d sub-litl'iv-'. B*ataaBdO
eteicio para vagas de go\eruidor e viee-fa-
ve mador. .
Foi portnnto. por uina infrarro o a|H|
iiago da c uisti'lnigao, que < ^r. u ijor Uesara
fez sua entrada iiiy veroo dota Ierra tto
iligaa de nielbor s rW.
Mas a intertreicia 1 Sr. ma.or ao pena
dogovernaraental inic aio ptr ,-eu aut:resar
pode alterar O pra/o fatal, em f,ae eo tan 4c
concluir-se ?
E' esia a 3a ihcse drntre as que formaiet para
a discuss.o des-a que-'.'mi. qu. nunca ter-fcs-hu
ventilado si o actual g>vinaUir mvc mais
um p uco de respeito s 1-is deste paiz e no
[Beatamente c inslitoirSo de auo Maio.
0 largo deseino vim.nio qu1 dei as daa Usa-
ses pnmeiras e os arrunenlos jue ato a ldn-
zi nao permitiera mais duvida sobre a rcspsU
que vae trr a pergunla (oiraulada
A raen ver, o governo do Sr. M.wr
nao pode ultrapassar o prazo fatal, i
que a constiluigo Ihe asstanilou.
1 porque ella subordina os de|
soberana popular e seu ^ulwt^ate^_ a [
que limitam a duragao de ceas ananas
f Porque a pretend la exlmccao do pe-
riodo governaroental no cBCoatra 1
nem u na disposigao de In. neai siaaer na acta
do congresso ,,. .__.
3 Porqu; porania a constituigao o actanl
govemad .r apenas aa MkaUMo, embt *
purio, do eleito pelo coagreseo : t WC*
quahdaie nao te periodo sea, coai pleta a |
quelle a quem ve;o substituir.



r *-


If-


Y

4 Porque a renuncia do governador e vico-
!overaador nao acto quo annulle prazos qua a
ei creou para limitar mandatos.
As razies cima expostas tiveram deseuvol-
Timento completo noj artigos antecadentes ; o
que dispensa-rae de voltar ao assumpto e evitar
repeticOes fastidiosas
Mas em relaco a ultima, permitta-me o leitor
ama observacao ligeira.
A indicaclo do congresso que autorisou a
eleico. firraou se na renuncia du mandato dos
eleitos para exercer as fuocces no primeiro
periodo governamental.
Por sua ve, a imprensa goveroista, justifi-
cando o congresso e a extincco deste periodo,
lem-se entrincheirado por vezas no facto dessa
renuncia
Ora, ninguem por certo renuncia mais do
ene os direitos que possue ; e esta restricco
igualmente se impOe a quem autere 03 benefi-
cios da renuncia.
Logo os que houveram o poder em virtude
% renuncia, nao podem ir alm do praso dos
renunciantes
Na Constituicjio Federal e de muitos Es-
tados, acreditam os articulistas orflciaes haverem
icnado argumento vaiioso em favor da preten-
co do actual governador.
Elias determinara que se proceda nova elei-
eao para as vagas que se abrirem no governo
em apocas que ellas fixam e mais ou meno3 se
apprtmraam do comeco do periodo governa-
awntal- i V
Mas este argumento, de que fez grande cabe-
dal ura dos articulistas, si alguma cousa pro-
Ta j justamente contra o actual governador;
porque todas ellas, com rara excepto, subor-
dinamos novos eleitos ao penlo encetado por
seos antecessores-
Em observancia deste preceito cinstitucio-
nal, tenho noticia de que no Estado de Minas
acaba de proceder-se a eleico do presidente
que tero, de exercer o mandato no 2." periodo
governamental
Este argumento pois, conlra-procedente.
Outro argum;nto que o Sr. major a seus
defensores tem em muita conta, um supp sto
direito novo, creado p.da revoluc&o de 2J de
Novenibro.
Vou examinar o que foi esta revolucao em si
e em seus effeitos
No dia 23 de Novembro de 1891, urna parte
da esquadra nacional, no porto do Rio de Ja-
neiro, insurgiu-se contra a autoridad i do pre
sitente da Repblica, que a 3 do maz liavia
dissolvido o cong-esso e issumido a dictadura
No intuito nobre e patritico de evitar urna
lucta fitricida e o derrame do sangue de seus
patricios ; e alm disso adiando se debil, can-
eado, quasi agonisaub-, .pode-se diier, o presi-
dente da Repblica reiiyn>u O poder as mos
do Tica presidente, o bravo merechal Florinno
Peixoto, que anda hoja conserva as releas o
govarno da Repblica
ObtiJa a renuncia do marechal Daodoro, os
insurrectos submelteram se ao governo legal
que o succedera.
A repircussai que aqu leve aquelle aconte-
cira:nto liniitou-e a exaltaco do espirito pu
blico e manifestacGes hostis ao vice go ernador,
que nio adiando garantida a sua autoridade,
passeu o governo ao presidente da intendencia
muni'-ipnl, que nao o aceitn, indo o governo
parir as mos de una junta, que immedata-
mente convidou o presidente do senado pura
ssumil-o.
Ora, si na Capital Federal os cabecas lo
contra-golpe qne restaurouo imperio da Cons-
tiloic&O nao iuvocaram em si-u favor direitos
Botos, nascidos da revoluco : como que aqui,
onde nao vericou-se nenhum dos elementos
eonstitulivos de una revolucao.onde a propria
junta rccouln'ceu a legittmtdade dos substitu-
ios do goveruator, como 6, repito que apparece
agora quem invoque direitos creados por una
revolurfio, que nao existi ?
Nao, nio exislem usses direitos.
Aqu, como no Rio, as manifestagoes de hos-
tilidad : viveram por alvo os dep sitado.* do
:i I r dictatorial e por iim o reslabelecimento
a ConstituicSo rasgada peio acto de 3 de No-
Tembro.
Agora vou abordar o argumento capital
dos que suspiran pela continuadlo do paternal
fove-no do Sr major Besouro, a saber o art.
I da UonsUtafco, que trauscreverei aqui e:n
sua integra
Art. 51. O governador daixari oexerci-
eio n> mismo dia em qu terminar o periodo
goveriiainenlal contado do acto da posse
Agarrados, como ostra, a leltrj deste artigo,
em s qu r aeanerceb un dos absur los a que
sra" i lavados pela interpretacfto litteral.
Blttrto te Pc^anfesioso Qninta*felrq ti de tfunho de 1H04
flPMI
3cr;i
e comegar outro ; 3. que o tempo decorndo li
quolla epocha em diante, seja por quem for exer
cido o governo, entra no periodo governamental
eleito para, durante elle, exercer suas funeges.
Desculi a questao por todjw as suis faces ; ar-
gumente! com toda lealdade ; refutei quinto em
mim coube, os argumentos dos articulistas offi
ciaes; e agora que cheguei ao termo de raeu ra
cocinio, erga a proposigao segurnte, como urna
conclusao geral:
A permanencia do actual governador alm do
di* 2 de Junho, termino do 1.' periodo governa~
mental, importa urna murpaco e urna violacao de
precedas constitucional. .
As in'.engOes do Sr. Major este respeito, sao
bem conhecidas e nao deixain duvidas i S. S.
nao fez a eleico da seu succeasor, como a con-
atituicSo determina, e a impreosa offlcial decla-
ra, todos os das que seu governo vai at Margo
do anno vindouro.
Com este attentado da o Sr. Major a prova
mais completa do pouco respeilo que lhe nspi-
ram a lei eos direitos da colleclividade social.
E quem duvidar diantc dos actos arbitrarios
com que S. S. affronta diariamente a opioiao pu-
blica?
DispSe como lhe apraz dos dinheiros pblicos,
distnbue gratificagoe* e pcnsOes a amigos, como
ao ex-commandante da seguraaga; aagm na a
forga publica, emprenle obras, encommenda
navio a vapor para recreiagao de autoridades ;
ludo isso sem autorisago legislativa.
Massacra o povo inerme, como em Penedo, Ja-
ragu e outros'lugares; arma a polica de cace-
te para espalderar desaffectos em plena ra;
reame juizes inamoviveis; adultera as Icis nos
Kegularaentos que organisa, autorisa os inten-
dentes a inflingir toda sortede vexamesaopovo;
depOe concelhos e intendentes, que n5o se pres-
tam a instrumento de suas paixes arbiti arias
A liberdade do voto estj confiscada, o poder
judiciario e o legislativo desprestigiados e avas-
salados, o espirito publico* abatido e o governo
da Uniao de bracos cruzados, pode dizer-sc. an-
te o despotismo de um governador de Estado.
E no meio deste descalabro social, que o Sr.
Major geitosa e astutamente preparou surge o
braco armado do tyranno a irapor a sua autori-
dade alm do praso que a lei liavia tragado.
Continu, Sr. Major, na sua obra de absorpcSo
e usurpag&o dos poderes publico5, de3preze os
dictamos da lei, da razao e da consciencia mas
guarde a certeza de que colloca-se em urna po
sigo arriscada, donde pode rolar at o abysmo.
Lcmbrc se que o sorimento, que a dor con-
tinuada c intensa leva ao desespero.
Lembrc-se tambera que a forga publ ca as ve
zes recusa manchar as maos no sangue di seus
concidados, de cuja coraraunhao ella faz parle
e cujas dores reperculem era seu coraco de ho
mens que sao.
Lembrc-so finalmeute que Alagoas nao um
paz conquistado, mas um Estado que pertence
a Fcdcragao Brazileira, e CO o tal tem direito
a protecgo c garantas que a Conslituic.o Fe-
deral permiltiu.
E' lempo anda do Sr. Major reflectir e pedir
inspiragoes para seus actos somente i lei c a
sciencia.
A ambigao das camarilhas sacrifica os gover-
nos, fuja de seus conselhos.
Porto Caico.31-5-O i.
Platao.
cala das cores a a dossons, entre aphoto- A o tenentc>c?on?l Antioj^enos At- agua ftida e nauzeabunda que anconi--,.. .-
\ dymauia e a phono-dynamica.l tM&l!Ltt*alme^?Jft molam at os transentes e sem duvida'"' T^
1 E. mianto ao rithmn. aiifi naiva ralleoimento deBlanor, eu I5- ,.pima onnnnrram nara ;n0ik;ij. n"0- ?6 l
E, quanto ao rithmo, que equiva
le ao que em grammatica chamamos syn-
taxe ou phraseocracia e a que em msica
chamamos phonocracia ou governo dos
sons, notamos que a sua educacao musi-
cal foi ecletica, mixta, inspirando-se em
as rituinagSea musicaes das differentes
escolas.
Poram depoisexecutados // Jrova-
tore pelo Sr. Jos que, justija lhe seja
Taita, to ou com bastante correegao.
Seguio-sa a Chacone\ e o Andante
com variaces da Sonata de Beethoven que
foram ejecutadas pelo Sr. Tito correcta-
mente .
O Trio de Mendelssohn, msica mimo-
sa e delicada pisa brandura dos sons,
mas que a meu ver nao tem a profundeza
artstica da Sonata em D menor de Bde-
thovan, onde vasa a sua alma genial e
infeliz vida, foi tambera exacutada com
jus eza e precisao.
<*ente lilliinliu
Morreo ? No. Despiu apena)
Sau envoltorio infantil ;
Vejo-o d'uqui as serana3
l'aragens de cor de ail.
Olhae: no cu que apresenta
Asiros e astros sera conta,
Attentae a vista agir :
Mais urna estrella defpjata.
E' que Deus todo bondade
Mostra aos paes por entre os brilhJ3
Da noute,-uma claridade :
Os temos ollios dos filhos.
Um amigo.
Urgente
Pess6a residente no hotel D. Mara n. 2,
esquina da ra do Apollo e da Victal de
Oliveira, desoja falar cora o Sr. JOS
Seguem-se finalmente a Aubxde Ve- JOAQUIM BARBOSA, filho dos fallecidos
nitienne, bam como as tres composicSas \ Domingos Jos Barbosa e Marianna Pei-
posterlores Do, Romance e Aragoaise xoto. da Villa do Prado (Portugal).
que produziratn um lindo effetio, aspe- ~ ^
Aviso
cialmente o oberco Dui da Mjndelssohn
onde o acompanhamento com avoz prima
traz urna harmona singular tao notaval
que at pa a os ouvidos pouco instruidos
e cultos salienta-sc
Durante a ininha auzencia,
eui viageni para os Estados
,. r~_ .. Unidos, delxo encarreaado de
hsta lip-aira apracia;Jio fajta expon- ,
v i toJ'js os mens ncsoeos com-
isa e hvremente fez quem nao pode
msrciaesolr. Fraucisc Igle-
sias L.opez.
D^spedindo-me. espero que
os ui.Mn amigos e freguezes
continuem eom o mpsm grao
de conflanea, jii.- tau genero-
tanea e vremente fez quera nao po
furtar-se aos efluvios da umi alegra in-
tima, vendo queem um paiz tao atrasado
como o nosso onde a civilisagio crapus-
lar e a sciencia bem como artes est >
tilo pouco desenvolvidas, oFerecj urna
familia como esta de artistas, espirito s
cult s, que fazem lembrar a familia do*
Bach na Alleramha e a educicao musical samante teem-nie dispensado
successiva dos typosda fam lia do Granda at lioie.
Mowrt. Recire. 18 de Juulio de
Nos testemnnhamos a nossa admirn-
fao a familia Miranda e dzamos-lbe
como o grande sabio allemlo Haeckel:
Imp.avidi p ogradiamini.
1S94.
Convem examinar >-m separado as duas par-
les tinque se pode dividir o art. 51, para que
leitor possa acompanhar o raciocinio com
maior proveito e facilidade.
A priineira parte ordeniao gorvernador que
deixepexercicio improrogavelmente no rnes-
o dia am que terminar o periodo goveria-
mcntal.
Esta dispOsicSo applica-se a quam tiver em
snas raaos as redeas do governo, no da em
que op.'riodo termraar, quar seja o governa-
dor, propriaraente dito, quer algum de seus su-
bstitutos
Nem possivel almitlir-se urna opiniao con-
traria sem cahir no absurdo de conferir aos sub-
stituto a faculdade, que a lei expressamcnle
recusa ao governador, de prolongar seu exerci-
cio alm do prazo que lhe compatia.
Parece-mi que isso c rauito claro c nao ha
sobre ella controversia.
A s 'iuii la parta do acto, pora:n, censlitue o
redacta forte onde se entrincheiram os amigos
do actual governador.
jJE' ella que mauda que se cont o perioi) g>
rerni.ii tal do acto d i posse dos eleitos.
Mas, refkctlodo um pouco o leitor vera clara-
mente que esla disposigao nao pode ser applica-
da ao actual governador.
Ella pertence s nenie ao governador eleilo
por di-pasigao da rtie-ma Coastituigo e nao ao
actual, que o foi par forg de un a 11 ipreis-
to e nao cogita 1 > en nosso p ido fun lamental.
EIi s autorisa a eleigo do governador em
dous casos : n i art. I." das Disposigoes Transi-
torias, para o primeiro periodo governamental
e D0 aM. 56, '/tiro mezes antes de terminar o
h que eiticer em exercicio.
A estes, somante a estes tem applicagao o li-
na! do art. 51 ; porque a lei nao poda estabele
cer disposigOes para una entidade qu: ella des-
conhece.
Si a eleigo do Sr. Major una excepgo a
eonstiluigao, n5a pede entrar na regra geral por
ellacstabelecida para os eleitos nos casos cima
citado-.
Bmfim, a '.* parte do cilado art. 51 applica-se
ao actual governador, porque o acta do congres-
so deferiu-lbe a qualidade de substituto do co-
ronel Pedro Paulino ; nao lhe applicavet a 2."
parte, por que o mesmo acto nao alterou o pe-
riodo governamental por elle iniciado.
Domis, era hermenutica ensina-se que 6 falsa
ainterpretag&o, qua tira da lei conc!us5es ab-
surda s.
Figure-se que se procedeu a eleigo para o
governador e o vice-goyernador, que tra de
exercer o mandato no prximo periodo gover-
samental.
O vice-iiovernador, que est presente, toma
posse no dia em que comega o periodo; ao pas-
ad que o governador, por molestia, ou outro mo-
tivo qualquer conserne-se ausente, e s apre-
sente-se para tomar fosse poucos das antes do
termo do iriennio.
Ora, si o periodo se conta do acto da posse do
governador, segundo a lettra do art. 51, temos
que elle eleva-se, neste caso, a parto de seis
annos, tres exercidos pelo vice-governador e
tres qua o vo sar pelo governador; o que
contrario ao art. 43, que marca tres annos para
cada periodo.
Anda mais; si o governador c o vice gover-
nador accordarem com seus substitutos, podero
elevar o prazo governamental a 9, 12 e at 15
annos I
Para isso basta que os substitutos entrera suc-
eessivaracnte em exercicio, e faga cada um tres
annos. ou urna fraego deste prazo, sendo o ul-
timo destinado ao governador, de cuja posse se
eoraocar a conlal o, segundo a lettra do art. 5'.
V-se, portante, que nao a lettra e sim o es-
pirito da i :i que se deve levar em linha de con'.a,
quando se traa de resolver duvidas, que por-
Tenlura se susciten) na execuyo da me3ma le.
Do qua rica exposto resulla :
l.'quaaposse do govarnador mplici a do
vice-governador e vice-rersi; 2." que para evi-
tar a anomala de governo fora dos periodos
Iriennaes, torcoso admittir que de 3 em 3 an-
Concerto ilado pelo Sr. Tito II v-
giuo de Miranda e sua ami-
lia.
I
Teve lugar anta-honteut no Theatro
de Santa Izabal o concert que havia an-
nunciado esta familia de artistas.
Correu em rauito boa ordein tudo.
Muita atteuco por parte das pessas
que all concorreram com a sua presenga
para abrilhantar o acto, entre os quaes
grande numero de artistas cujo testemu-
nho invocamos em virtude do que dize-
mos na presente apreciavao.
Apreciemos ora primeiro lugar a Ou-
verture Symplionique de G. Pierne exe-
cutada pela veneranda rai de familia, a
Sra. I). Amelia e o maestro, seu filho, o
Sr. Tito de Miranda.
Foi tocada com expresso e, sendo es-
cripta, como em forte quasi toda, em
estylo vivo e animado, nao perdeu em
nada do seu espirito, da viveza caracta-
rittica, d'aquela dyuamica musical to
expressiva E, se por veutura os dilec-
tantes que pouco da arte e, pego venia
para dizel-o, menos ainda da sciencia da
msica cntendem, pois pouco acostnma-
dos esto as diferentes escola^, acharara
algum som spero, isto sem duvida de-
vido questao de gosto e educagao do
ouvido, urna questao de temperamento
e que se prende at mesmo de accordo
Coronel Jos i* Finca de SSliveira
1." auaivarsari:i
Mara Carolina Tavares de Ollveira e seus ri-
Ihos convidara seus prenles e pessoas de sua
amizade, para assistircm as rassas qu; ina-i-
dam rezar ni matriz, do Corpo Santo no diu ti
do correla, s 7 horas da manlia, 1 anaivar-
saro di fallecimento de seu esposo e pae Jos
Fiu/.a de Oliveira, e desde j antecipim 0J 83u
sinceros agradecimentos.
Alfredo .llmelda.
Despedida
\A poJenda. por falta de
tempo. despedir-m? de todo.*
os iniv.14 amigos, fueo-o pela
presente pedindo-lhes deseal-
pa.
Il.-il>, fO de Junio de
1S81.
Alfredo ilos iantos Almeid.
alguraa concorrem para a insalubridade
daquelles quo all raoram.
Os moradores da ra.
Companuia de Segaros Contra
l;i.-lUIIIHl\\
Capital-12:000:000^000
SEGURA EDIFICIOS E MERCADURAS
COMUV O VOGO
TAXAS DIMINUTAS
Pagamento de prejuizos immediato, e
sem descont.
nico agente n'essa cidade
Augusto Pacca.
Hotel da Europa
--------------
Peitoral de Cambar
Cura de conitipatjao e to se
Sr. J. A. da Soasa Soaroa. Atacado
da urna forte cocstipi.c3u aoompanhada de
toase e teodo tomado varios reaiodio.
sem o menor proveito, a oonjtlno d- um
amige, cxpenmeotei o ou Peitorai d*
Cambar o tao lisongeiroa forim a f i -
tos, que oontiouei a utal-o at res'abelu-
oer-me compietAmanto, pondo de arte outrea preparados.
A v.rie arni^oa atacados do ro-am i
mal tenho jolgado pruatar um aervico re*
ooromeno-i du Ihaa u aau peitorai qaa
- Qaeira acnitsr iciahaa felc>te$o> por
tSo u-il descoberta e orsa me De V. ri.
aXteoto, oriado e obrig.do. Arthur Otear
(Genera de brigada )
ala
dae, sido me o atti 4
moleatia grave, aoaanltst ca caHeoa 4m
mair reputaco deu cd diagooaticaraa r o auffriaaeaiio mm* to-
be realoae agada. Per *- ao de as*ti
dnameles iijeitei mioha fitfei Mm>
mento dea** illoatre f*ou|:Tn : asat,
moleatia, aombtodo de tade,
para o destecho tata!.
Neka oiroaaet*aciaai oaa aevge
cado aconaalhoo-aaa m ezpriaccUr o ei
toral de Cambar, medi.ramoi.to a > r. J.
Alvares de Suuaa Sttarec, de Peitea, -.
em to boa taor aeitoi raai ciecelfee,
qne no fim de e:a d>a a meifcoree es
foram aecenta.do, teedo diaaiaei
toase e oatroa pheaoaaenoa n
ohem csaa d<-. Mn.be
filha tomn duoito fratesa i-- Pe'tmml de
Cambar, a hje p de-as c-ci irr%r *>*
plet>roe.'.te retabalecid^.
Conij"o, o-ei st0ii, de qu c Pe't*r*l
de Camb.r um preioao retate p-r
aa affaecSx doa pul-8 *, rou.iu e tesms
re.'-'mm-nd-do pet-3M de tr, .haj re-
UfaeW.
Joo Antonio Persers 5 /*#.
(4.c:s da 6 m> c mmmr i dat>eam
I<-j.4.> A. C, j Rtu laMkTe )
Beconhec/> vrdaJrita a fir-
Em X* trttnnnhi de ve dJ3 P.-u
^eltat* de C'tatro.
retro.
Evw-
P-
ODr> Simplicio Mavlg^nyep,
Participa aos seus amigos e cliente
que restabelecido contina a dar con u
es emseu consultorio ra Mrquez de \ sobre tins cano's de eagotos qne do Hos-
Olinda n. 27 e em attendar aos stus pital Pedro II abriram para a ra do
Hospital Pedio li
Pede-se, a quem competir providencias
chamados.
COMERCIO
Bolsa Cammerelal de Pernam-
hiro
corxgHS orricuKs da junta dos correctores
Proca do Hecife, 20 de Juho di 1894
Cambio tjuu eLouurea a 90 '/' V l/i pe i*X O
do bauep.
O prepidente
Au O ffcreiarn,
Anionlo L'-jiiarJo rtirigD .
Cambio
PBAQl DO BECIFB "
O? B^iiCia 8i>*i' m oai a uxi ie 9 3/16 eo>
bre L nJ-ed a 9'J Qwa.
Pelo i. eio oa elevaran) a tax pa*t 9 li rea<
l.ssiMo se i-a s...O.-.-: lintaJa, baixando de-
po'R p^r? 9 3/t(j, soajeol^.
Kji panfl pa'iicolar onv^ram pequeos ne
to 108 a 9 5| 16 .
Rr-nco dem dem
Simemos. dem id-m
Mascavado k es Idcm
B oo id< ra tem .
Broto melado -. 2/4U0 a
R"ame dem dem. Jjo'J a
i a
5*000 i
34200 a
2^900 a
2700 a
Cota^oes de gneros
rara o agricultor
Aaeecar
com a philosophia da msica e a physio-lCr.g.alisadopor lokloo .
logia dos sentimentos ao clima a a raca.
t O facto de que alguera sa nao tenha
agradado desta symph na, depende, pois,
nao de defeito na execuco, por quanto
nos que entendemos ura pouco, tanto da
arte como da sciencia da msica, l esti-
vemos e presenciamos tudo.
Em seguida o Carnaval de Veneza,
msica de escola italiana, foi executada
pela gentil senhora D. Dina e pelos seus
irmaos os Srs. maestro Tito, Jos e Ru-
bn.
Este quartteto agradou muita ao povo,
pois, alera de ser um trabalho de espirito
doce e brando onde a phonodynaraia est
de accordo com a nova ndole, foi ejecu-
tado sans rcproclicdigam-no os profis-
sionaes imparcialinente e os amadores
que estiverem na altura de exercer una
critica sensata e cavalheirasca.
Depois o maestro Tito de Miranda
executou. a Barcarolle de Sylvia e La
C/ievaleresquc, msicas que, afastando-se
do espirito suave e brando das bailadas e
trovas italianas, notamos bem, nao agra-
dou, especialmente o estudo artstico,
seno aos proflssionaes, pois urna mu-
sica variada onde a chromatisaco das
notas componentes das escalas varia tanto
que aos ouvidos pouco acostumados a
estes accordes chromaticos successivos e
64O0O
6iOr(>
i 00)
3*000
2JS00
2/6C0
2*300
feitos, como alli a proposito, nao pode
deixar de produzir o conhecido eTeito de
extranheza. Foram bem executadas.
Vera em seguida o Duj Brillanl moti-
vado sobre a Favorita de Donizetti, exe-
cutado peli Sra D. Amelia e o Sr. Ru
ben que interpretaran! perfe tamente a
motivafao branda e sentimental d'aquel-
la opera que to fi luiente traduz a bel-
leza e limpidez do ceu da patria do cysne
de Mantua e do inspirada Verdi.
Depois a Marclia do Cid que foi, segun-
do o nosso entende -, executada com toda
a proficiencia pelo Sr. Tito de Miranda e
a Sra. D. Dina. Em questao de mathe-
matica e dyn.imiia musical, isto du
tempo, do corapasso e da forca da msica,
bem prova este senhor que aproveitou as-
saz os seus estudos sobre harmona
feitos no Conservatorio de Msicas de Pa-
riz.
Tarabem o Lakm a motivac&o sobre
o Guaranycorreram bem.
II
Em as Variations Brillantes o Sr. Tito
mostrou-se conhecedor de harmona a pon-
to de, ouvindo-o, lerabramo-nos de urna
comparaco estabelecida por um escriptor
de Philosophia Musical, entre a cadencia
Aigodo
Golamos a 12*300 por 3 k les.
a S -o. pipa de 80 litro* 3S5**X)
JlKaardnnTsi
rot rlpa de 480 ii.-oe (86*^0J
-floare
i"ccos salitadcs na base de rl Kilos a 795 -.-
Verdes a 485 iei
VsresHOtit&
;ota-g de IH a 20*000 por 15 kilos.
md
Joiax-os nominal a 130*000 por pipa.
abella da8 kntraoas d3 assuc4b g al-
godXo
Mes de Junln
Kn.radf
Assa-
car
Ag.
dao
: mesmo nomc, de cu jos esgotcs sahe urna
Gr.Vitj i caixz a.Fraocisro Co-g'l & Irma 8
1 > M. Primo ., 1 a GiMOerue Pur.o. 1 a
O mo JirMai dt C.
Li~inag da cauuibo U caixs Borl Sa-
c stor
L US- 7 alus i ord.m.
L polo l Ci\xa ord-m.
Machn d9 costara 2 i aixua a oruem, 13
a Bels A Siutoi, 33 a A. D. de Luna.
Hjvms 1 ca xa a orlem.
M--cid'iria 4 v. um i* a \f. J. R-bet-o 6 a E
V. Hi 3 i N. Fooi.ra t 'J, 66 a 0M"rn, 8 a
Manoel C lag dt .'. iiA. ^ mp > 4 Irxao-,
4 a M. S. Fr^iico. : a N. i;.n>03 C 6 a tt*x
Drecboier. 2 a S. No 6 t a Aiave'o 4 1 a B F' <>ir i 4 C,
4 a Lite Bi is 4 ;. 2aA C. V.ara, 2
a S la Fern^Dlej 4 C 5 a A. eai'wk. 10
a A. J. da C. Arajo, 3 A D de Lina. 6 a
0V Basios 4 C, I d R. .le Cavm & C. 2
Sll^ Amones *C.,1 Si' Ca i-poi 4 C 1 a
Cirvalho Junio 4 Leiu, 8 T Juu', 1 a J. ?.- -
reir & C
Pa-"tl ia ?! ca xaa a A. C. B. d s Sanio*.
P""K08 109 j xt* a aIdi.o S lia 4 0
Pa -i 8 uixat a or.iern. ( a M. J.ymi 1CI
a B. Fer-Hira 4 C. 1 e 3 fa'dng a Cuiopanhla d<
Cb.p6o8, 8 a G. Lima 4 C, 47 a A'Vedi G ,
7 a J. T. Carrairo, a F. T. B I lea 5 l A.
Ffnaniea & C, I e I cixa t Hoo 4 C.
Dio de lanireflao 20 f rdus a M.uo-I Fi^oj -
ro d Farh & -ilnm, i ao Jorual do Re lf-
PboiphiiroH 5 caixOi- a G. L'aia C-, fO a
Uanoel Cu ia(o 4 C.
Piaooo 2 ealiroea a P--ill 4 C.
Q i j 8 18 caixa- a Affong Taborga 4 C.
Reinal 4 fa-'o-> i or.;e;.
Soda l barril a Miranda 4 Soat*.
T cidtw 6 vnlom -s a ktaues Csoila*u 4 C. \ *
Guerra Fer andea *C.,h Onnio JaMini 4 C
!2 a o-Jun. 4 a R3drlue3 L'toa 4 C., 1 R. di
D-i'3'oa 4 C, 1 a Goncalvca Cueba 4 G 3 a
Ba-ne! &G.. 2 a u. M.ia <*r... 1 a F de A.e
ra lo 4 C, 2 a Craxer Frey 4 C, i a AtTooso
M-.iC.
V d es 4 vr>lnme3 a E. V. Htfe, 1 a J. S. e
P:nh Lima
Vr.hj 3 caix.8 a N. Fjtuei. C, I i o<-
u....
Reeonheco a aaai^natara sopr-. Era
testemuoho da vtrdi.de, o taboiSo F-r
aaodo Atlvoso d Fieiuaa N.iroc
Grande.)
E' nico agenle o depoait-rio do Peito
al de. dzbji miste Eetado a C rapa
nhi. de i roes sf oiocti s ChiatitM.
----------- ? ------------
.& K^'ii /.- s br*iie?rn as pela sumpteodidade de seo Cabelli s q i' t
maitas enrolvm t- o.i aoe.'eUM pe 'ca.o cm
manto i' brilrn t<8 t .Jo>%.s ood* aefie',
fc.S'> f'ii ui-tau a-4 le Busne uhI >f' p tu
iro 1.0 eeu. oviji aigaaa a .n.> ao ojo '
>r- o.Tii's.oo (i^("f< ;>i>t. j 0'K>a .1 cono |i"- *>-
can o robre o pficra;ie, ptBiwtta no tm e>
pouco tempo e ?u- aiipli acao uoi Bread esta
natural ao-indrate, e ooiciluo an ;- ao eae^l
lo tai irilo-', coa .oa*iiaJe, ora* p olo-io c
U a:< Op'PZji .'ororeQce'ne-. L> p. partea*
(. u-aa cao<-ilo e a ba b<. -
Peoral de C.inbaw
Cara de urna tu- n!.sc
aada
Eu abaizo aaaigoado, Dorador m
S Pedro n. 20, no Rio de Janeiro, drcKro
K' nnio'i afete e erodur.c ai
ra) de C'tnhar ne.t^ *p-
.bia da Dr > e PftMlen"- ('."'"sie:!.
--------------^---------------
Dr. Hercailitai> Han4ir r Nrlle
Medico optrmder c part ir .
saltas das 11 horas da in.-inli a- _' .? tar-
de ra Marquv, de Olinda :.. ''-. 1
dar. EspecialidadiS:Mol .. ,-
tema nervo.-o, do lafcaaaatia
'/"""/V* de apparclhu frenito enaario.
Peiloral de Cambar
Cnras de tos^cs, m*)\ o .df.
E'. b*iso *sjjni-i'.ii H..-i
e cu com > fer'.. n ^eaeeM
fircili-i tm>'i fo '! u tai
Cainb-r, uo::Le id p p.- S
S aea la >, P-.i-it.-i ha
aerapre o a tiefaeeri
to<-e, r rqu el" Mi i t*
viaa r33j>roton a inv u ., le tae
moa de c nielo. ; > pea aae
reJefeVe. K pr e-r eereWe, : bt*.
ae". Alfredo '. /'./ !; J,-
n:iro, na S. Lu-'s Gtntsgo n 7
Recorheco verdadera s firsr* aapra.
Eco teateraonh.i de verdad*.. E/irto
Va Is de Brroa,
E' nico apete e depjsitario de P it
ral de Oambr neate Estado a 9 ahia dr Drop e Pro -'uctos Chic
-I -
Das |Sa.-:ix:3 S;C;
ia,-caca8.....1 a 10, 12212
Vapores...... a 20
Animaos.....1 a 19. 1284
Satrada de Ferro Central. 1 a 19 2919
dem de S. Francisco .1 a 19 2232i.
dem de Ltmoeiro. .i a 18
So urna.
.
1231|
40019
4.0
298
45
67
1067
1559
3476
aos, no dia 12 de Junho, teroiinar um periodo jehromaiiea e a cadencia phonetca,|a -as
Imporlaeo
aamtn'g>, vapor aliemao T.jaca. eat'ado
em 11 do correle e consignido a Bortt-lmiu
4 C, maniresloa :
AmojtraB 7 vo'am>s a diversoa.
Arames 400 felxes a F. Cox.
B'latas 50 cixas a J. F. de Carv,.lhu 4 C.
Gerveja 60 calas a I. F. d Almeidi. 1) a N
Fcnse.a & ti. 15 a J. F. L'xa, 15 a G. de Ha -
to< IrmSoi. 50 ordem, 30 Abraates Si C 40
a -uIzt Kaaffaann & w.
Candleiros 11 caixas ordem.
Gevadi 30 barricas ordem.
Ca 3 voiamea 4 ordem.
Coaservas 4 cnxa3 ordem. 3 a Abraates
u C.
Cbapos 1 caixao a Cbristiaoi 4 C, 1 a M. S.
Cirvalno & ;., S a.Rapuce! D as 4 C, i a M.
L. Urques 1 a Samarcos & C>, i 1 A. Feo -
dea i G., 2 a Rabello 4 AieveJo.
Cdcados 1 ciixo ordem.
Comioboe 10 saceos ordem.
Drogas 10 volases a Cumpaoia de Drogas, 6
a A. II. Was 4 C.
Frascos 820 volotees ordem, 500 a L. Ctstro
4 C 350 a L Pinto.
Ferragens'13 volomes a Miranda 4 Soat, 161
a A. de Carvalbo 4 C, 7 ordem, 3 a Maooal S.
Perrelra B.stoi.
Ginebra 50 caixas a Ab. & C.
faX^<-*.ai *
BECirv, 19 I JUNHO DE 1894
rara o exterior.
N> vapor i.'glsz xpltrer, pira L ver-
n >ol, car ou :
A torira Compaobia, 2,517 siccjs com 188,773
il u de aasucar mascirad i
Nj vpo iogiez Ilevalejs, para New
Y>rli, narregou :
D. Gouoea, 91,632 pelies da cabra e 21.588
d.uB de carneiro.
No l^ir ingles S. Paulo, pa-a New
Yiric,errBza-am :
B. Willhrca 4 C 372 jaccos com 24.633 kilos
de a aucir mascavalo.
Para o interior
No vapo- iagl -z De'ambre, para Santos,
carragaram :
A. Tabo'da 4 C 500 s:cos com 30,000 kilos
de asquear braaco.
Nj vapor allemao Tejo^, para Santos,
carregaram.:
M. S. Maia, 100 barris com 9.000 litros de
aguar lente.
P. de Oliveira Uaii, 20 pipis com 9,300 dtros
de alsool. '100 barris cem 8 800 ditos de agur-
denle e 80) saceos com 49,000 k.los de assacar
ajases vado.
J. M Horeira Jnior, 20) barricas com 12,000
kilos de assucar .-ei lad j, 200 saceos con 1] OJO
d tos de dito braaco, 400 ditos c.m 21,900 dttos
de dito mascavado-
J. B .l'.ar 4 G, 800 sacos coa 48,0X1 k ba
de assacar brinco e 40J ditos com 2. OOt) ditos
de dito mascavado.
Para lt,o de Janeiro, carregarao ?
Guioturaes 4 Valeote, 400 aaccos eom 24,000
kilos de assucar b-aco.
i r,. Marros, 20,000 reos frocta.
P. i. Oliveira Maia, 30pipas com 13,W litros,
A* SKUirden'e.
J. A. Coatj Viano:, 30 fardos com Chapeos
i) carnauba.
Nj vapor na.looil U.qjl, para B^j de
Ji'iei'O, carreso'J :
M Grioso, 21 pi ?a3 con 11,283 litros de
agurdenle.
Na narca portuguesa Margaridia, para a
Par, carregararo :
Goncilves 4 Barop, 15 pipa coa 1.7W ifc-
tros de iiguvdeate.
JA. IrmSo 4 C 40 plp.. ..um 18,800 l.ro d
alcool e 20 ditas com 9.4jO -iioa d^ .gaara mi
fi. M. de OllVdira, i) ij.a co.u 9 400 ln oi>
de alsool e 20 ditas coji 9 4H) tum* 4t *#***
deo'e.
= so vapor naciooal Uanaoe*, para G a-f.
carregaram
P. Carneiro 4 C, iJO barricas coir. 2.14' k>w
dH :s-u-ujr branco e O) a xo i-joi 1,2 '0 f o
de dio masavalo.
Para o Par. carreearam :
P. Garaeiro 4 C, 100 Darioas con 7,3-JO k >-
de assucar Draaco.
A. Irmaos & C, 325 barrica' com 22,175 k Ij
Je assacar braaco.
P. Alvee 4 G, 150 barricas coa 10 959 .ilo
du assucar branej.
Para Maaos, ca-regaram :
P. Al.s 4 C 30 dame com 2,880 li ro ir
agu-rden-e, 5 barricas co^ 300 k ln de awi ,-.:
reinado, 115 das coui 10,019 nraoco e 10 ditas com 5o) dt'S de ea ite
animal.
P. Garaeiro de G, 20 Darris com I 80J l'tro-
de aguarden e e50 barricas com J.4-7 k assucar branco.
A. Irmaos 4 C-. H0 barricas eom 8.475 o
de assacar braco, 3 pipas e 1 barril com 1.500
litros oe alcool, 2 pipas e 110 barris com 10,840
lliroa de agoardeate.
No data U us le Guio, para Mee
carre^oa :
M. Viegas. 2 barris com 90 litros Je viaagre
6 caixas < ojo 42 aitjs de eoebru t 2 di so >(D
14 ditos de capile.
sa barcaga Crrelo Parahb.a>., pa-a
Pa'abina, carr^haram :
L Fc-reira C, 60 caixas cjm 380 kilos di
aabj.
tica
Mrcetelo Municipal le m. Itxie
O moTimeoto deste mercaao ro J inri j foi o segointe : Boirtnai.
37 hcis pesando 7,11'. kilo?.
460 kilo de peixe a 20 ra. .?x.'im
12 coupa-i. com mariacoa a l-.'j 1^200
9 ditos com camirOf > 100 rs. It
31 columnas a 600 rs. !***
3 cernea cora gallinbaa a 500 ra. !>jc
3 rassoa^scom ajallaatiM a 30' : i*
12 cargas coa milbo rJe a 3C0
2 carnea com am-.aic.m a 300 t
2 eafgej com batatas a 3GO ra. M |
6 carga com anacas a 3 >C rs.
2 carga com Uranjas a 3 >J ra
2 car.-a' com i >ojjs 30 < ra. iti
6 csrgac com iruc'.a* a 100 re.
1 carcas coro ger.mu'u a 300 /3<>i
1 carpt coro c<-b)!3Jo a 3t>0 rs
26 c 'ks coc faiinba a *fl r*. ;;...
10 carca* com mho aecro a 20 i 2100!'
5 .. ,j. i som fejSo a 200 rs. i. >
69 I.V.-S a 200 rs. 13;'
17 M.iuos a 200 ra. 3>-
11 comp. com sni^eiros a M ll#0 8 co'np. com scmeiros a 700 ra. 5*eV.i
11 omp. co-n fresairasa 600 re. 6MHU
34 comp. com comidas a 700 n. S3snVw
53 comp. coa faseula a 600 re. 3l|9>
49 comp. coro vrrddrcs a 34<0 r>. 144700
ei comp. com farinna a 4X) r*.
43 comp. com talbo* a 2* COfOM
aendtmenlos do da I a 18
2:?A3Ui'
B.lKISin
*cfltjellflBf.efl i*3fel<-
MI ou JUNuO ai 18?4
rtu4e Ke^a'
!)o da 1 i 19
i-itm de iO
A/and;;a
921:3 .Ji:.0..i-'
0> la 19 ii4:66JJ>5
/.i t) 10 064,356
'
975:872a0di
15 i.53 001
Scmma total
l,127:U)3iOO
degaida seceo da Altanoega $q lferaamo*>,
90 da Junho de ia4
O ebefe
J. Goocaives t Silva.
O tbdsoereiro,
Luix Kauoel Bcltigaes Valenj;*
Do da 1 a 19
Idea 20
RKCXBSDOIA D SsrADO
98 237X728
5:256X679
Do da 13
Idea d 20
.HEGIFB
19
DRAlNAGa
103:494X407
14005X567
41/437
14:015X024
MorJoieao o porto
Navioi ntralos no da 20 de Janno rd
L'verpoolJi diai. vapor iaglet] Rabeng.""de
1.033 loaeladas, commanJante M. H. Fa irleu,
equipavem 28, carga varios gneros a Bla-
ckborrj e C.
Par e escala-13 das, vapor allemo Pelota?.,
de 1,559 loaeladas, commaaJ ame H. HiO^a,
eqaipigem 31, carga varios gneros ; a Eo-s-
teimaon e C.
Navios]sabid08no mesmo dh
Santos e escalaVapor ingles Hjlaeln, coa-
mandante W. S. Bilis, carga varios gene roa.
ParLagar inglea Francs*, capliao Broser.
carga varios genero.
Observaco
Procedente de Terra Njv feodeoa no Lama
rao o logar ingles Corisaoi., e nao commua'
evo coa a trra.
Pr?cos do da :
Carne verde de 300 a 900 re. o k
Sal'.cs de 900 a U tdem.
:. ,:;.eiro d<- UCOO a 1X200 I
Palta* de 5 O s 80) r. a cu;*
yiio de 7>>0 a 900 r>. cuc.
F-jac de < 1*00 a 2k'00
X rajce i OJO.
Sarlja acrala
Do P, ,
Palbabote poncgO'-i P.->o Ij.
De Peaataa
Locar r.o-c gcecs-.H oa
Pancho a.**eeUae li ;.nu
Lugar i,( r: ga*a*M Rfitk.
P.iacrio cu en lliipa.
Logsr f.ono^a-1 Bor
Lunar non-e^uen-e BciriBror
Lagarportega-a I Vil
Bscooa bol.oi< aa A.
Pa -tho peiiajgaM s
PaiactK. portOkUiz Hariobo VI.
Poiacdo slle^Do J. M, Ra k.
Loar l.tlaodei FrIUi F..:.
Pataiho ailriLo He^an
Potacnc iiemo J. T. L atea.
Patacho a..n;e.u-M-e R&bi.
Paiacbo ioglex Almlca.
Patacho allemio liara.' I.
Patacho Ingles Arthor.
Lugar Ingles Aurora.
Patacho hollaudez Atiene.
Brigoe tollaodei Admira .ei Tromp.
Lugar iuglet Brone'.
J)e Terra No;a
Lugar Ingles W.luaa,
Local ocles Vtrfoaia.
Legar ingles Corisaade.
Lagar ingles Gratla.
De New Po:t
Barca noruega Bravo
Ban.a noruega Gt-g-r R lf.
De Goloenbcrg
Bircj ea eciHeldi.
Do RioGraed: do Sai
Logar noiuegoeuse Sau.
De Ham-'S*. l
Patacho allem&o Tria.'.
Barca noruega Ro.-i;a
De Lifepi
Barca inglesa Lilia i:
?aparea a ca -ar
Mez de Junho
Jacohype, do sol. boje
Ruoeu;., de L'verpool, fioi".
Brilaaia, oa Bnropa. 23.
Corsita., do fui, a 24.
Mexicaa Prlo e., de New fei, 3 ti.
vaparea n aaalr
Mez de Junho
Santoa e etc. Peiotaa*, r.oje, aa 4 oras.
sel, Melosa., boje, aa 3 biras.
Sol. B itaoia., 23 A* 2 nra*.
Havre, Soratca., 2f. as 4 bo'tf.
O'i e eic, J.biatto., 2#, u 4 botas.
5.3x*v

em
BweteejeaeiaBBBaBB]
f sm
a ^

-t. .



)
f
Eleicac
ED1TAES
Alfandega de Per-
nambuco
Edital a. i *
PRAZO DE 30 DAS
Pela inspectora da A;.facdea se faz publico
que as 12 ora* do da 4 de Jalbo vindouro se-
tao vendidas, em praga publica, as mercaduras
abaiio descrlptas, qoe nao foram despachada*
no prato d* le, ticaodo mircado novo prazo de
O das, a contar desta data, aos interessa-iog
para as rttirarem, sob pena de, realizada a ven-
da, nao se attander a rtclamscao algama.
O brremataiMe eotrir, eob pena de multa,
com o prtfo da'arrematacAo dentro de 48 ho-
ras.
A'mazem de bagagem
IV es R II Curna erxa sem camero vio-la
da Btrcpa do vapor .Tbames ea 26 de Jaati-
leicao
Dos devoto-" qoe teem oe feateur a GlorioM
Snior* SoI'aq ua ir>j da Santa Croa, oo
da 19 de Apealo do correte aooo.
Jua por eleijao
A-Exraa. 3ra. li. Carlota Marta Ferreira fcsto.
Becriva por eleico
A Exma. Sra. D. cUibioa Lavra Bato.
Jjiz protector
O Ilion- Sr. Jca Joqotm Gooc^lves Baltr&o.
Jaita protecto'a
O Ei. Sra. D. Tbsreza de Jetos 6Vt io Mo-
" reir.
Juiea por de tocio
Os Mmoa. Sra. :
General Dr. Antonio G^mes Pumente!.
Cornnrl R. jrr.iiuo Ifajtio da SI va.
frfeito Dr. M.no.l lulo Dam-w.
Ceme ni'no de Parida Tavr.-s G uc.lvej.
Co rmao.iador Maoorl Goicalves A*j-a.
Manoel Medeito*.
Comxenoador Antoo.o Fernaoo.es Rioeiro.
Dr. Jote Joliao Riffiaira Pinto de 8ooia.
Dr. Pdro Prunclac Cor'eia de Ouvei-a.
Commaodado- Joa *e Olvela Basto.
Coroaal Fraocco F*muoo de Bruto.
Capitao Manon Prrvira Btnbo'.o Jucior.
D AoUnio aa Siiv Fe-relra.
H or.q-i" Beroarde d Oieira.
Capito Ca.ixlo Jos d Mello.
Pedro Gixaraes.
Adero de Vascoocellos.
Cai>iiao Pabio Rioo.
CapUo Francisco Emilio Pae* 8j r.to.
Capaa. F- Ux Antonio de Alcaaba.
Mtuoil Sjirej no Norte.
Pedro Amero E.tsnialao Ouriques da Vatro -
cellos.
Antonio Piolo da Sil*:.
TVoenle M-ooel Da-ncsa de Campo Filbo.
Teuente A-'liur Basilio Lopes P reir.
A "'.nulo S t:e.
Aaioci > Florencio Goncalves Braga.
Dr. Manee! Aives Vilella.
Manee! Joaquim Ribeiro.
Jjao Jos de Figuelredo.
Juaqu m Ol'.nto Rasto.
Commeadador F-ancIsco Ribeiro P. UC Gaina
lf.
Ao'cmo de Oliveira Bario.
Izi ico Pialo de L'rcos.
D Maro Tollo Jos R a Lima.
Cccepo Jjs Lop>a ne iuei-a.
Jesuiua Alves Fe'Uaades.
ftjdr tta CartalOo.
D loao TtIerpboro da Silva F tgoso.
Pedro Alves.
Amonio Mananno de S.nza G uveis.
Aitooio BllciMM do uuto Soares.
Adriano fcastes de atnuqaerqae.
Clon Rege.
Alfreic H u;im de Carva'bj.
Manoel Licio Marqaos
Strspbim V.clor de Miranda.
Francisco Caiaciolo.
Frsi cisco Jo9 do R-'co Barrea.
io.t Venesimo Marques.
Mareetitra Jjs Bipus'.a.
J .<*. Joa '1e Jess Am-rio.
Profesaor Manoe; Axerico.
Miguel Antonio da Cosa e Silva.
Charles Voga.
Jro Jjaqj'm oa Cosa L'it*.
Cj.jitneu i3 D-. ij&3 T.icm da SIIvj.
JCaqaim Cur gtovo.
Cosmendador Jos Ferreira Baltar.
Antonio Machado Pcreira Viaoii. -
Pe lro Rsmires.
Fernn Jo Pcreira da Silva.
Goameo lado- aii onio Gjtfies Miraoda Lfal.
Arihuf Aogurt de Alm->i> Comm-ndalor Laiz Dnprat.
D-. Vicente Frrrer de.Brrt/8 Wan ( r" y Araejo
D-. AdiilhJ Tocio di C s'.a Gime.
r. Jo"io RaogM Poi'ut'.
Cammendador Frao U o Laaria.
Ma-i ti da Cooba LoOo.
C-jmmen ador Jo- Maria de Andrade.
Deifico da S Iva Tigre.
j's Antonio da dona GuiaoarSes.
Dr. Pedro Affocso Ferreira.
Domingi a Coelbu.
M.dopI Jo Soares '>e Aveliar.
, H'in qoe Pinto de L->co3.
Coronel Tra.aoo A'.L io Crvalbo M-todocca.
ioizas por devego
As Exmas. Sras. DD. :
Clementina Octavia de Sooz.
Raroneza de Morenos.
Ma'ia Au.Plla DonjiugofB.
Mana Anna d. R^oMede.ros.
Ra Amelia Dias da Silva.
Mana IsaDel Barros de Coaxa.
Adelmde Ce Lemo Bas'.cs.
Acna Tecla de Oiiveira.
M -r a loaqnina das N^ves.
Mi la Igoai di Silva Neves.
Canrila Baso de AiOoquerqu'.
An33tia Basto Lavra.
Lo-a T?ixeira Basto.
Paolica Gurra-a-s Basto.
Esme a Goncal'^e CaSo.
Mara r>o Carmo Braga GaimarSes.
Maria Cirtlioa Hraga Paraizo.
Maria Anna Cavalcar.te de Albuqu-rque.
Foilunata Maria da Cnce c5o Mariins.
F.snciscaE. Soares braocao.
L-itLs de Aracj > Barbosa.
Anna Hygina de Oveira
Olicdina GoimarSesMouteneg'o.
Ma;a Adelaida de Carvalbo.
Jolia T^vares Vielra.
Maria Adeiaide Boa-Vafeem.
Maria Camnoa Pereirs.
acc Pcreira da Cruz Alfarra.
S0| usa co Si". co"0D,'l Jcl'o de Mello Filbo.
Ksnosa rtd Sr. Dr. Jo Marcelino d Ro.-a e
Sil'a.
Davina, spoj do Sr. Jo5j T^ixeira Bastj.
An ?, esposa do Sr. Maroel Vieira NevS.
Baposa oo Sr. eoron I Laia Francisco de A -
drade-
Eaposa do Sr. Ruino Crdese
Ma do Sr. corojo! E-aeao Vieira de a aa
jo.
Rlrquelino do R"go Valerja.
Esdo?2 do Sr. Manoel do Reg Valenca.
Esposa no S-. A'ip:o Ferreira Aniones.
Usa, esposa do Sr. 03 Mara da Co ti C a
Lio.
Ria de Sonza Ribe'rj
Annr, esposa ao Sr. Francisco Lqs b;rrt:o de
Alo el da.
Mana Amelia a'.ir!ins.
Eulalia Gjmes Perrera Porte.
Rota Lavra Basto.
Supbia tendea Jamanes.
Elvira no rigun* M niej.
Esposa do Sr. Dr. A~ qseque Mello.
Maria Canuda, esposa do St. Caetaoo da Co ta
Morera.
Joiqniaa da LonceicSo R beiro Pires.
Umbeiina de Souza Rooba.
Esposa do Sr. Jos de Az?vedo Maia c Sll't.
Cecilia Ramos e Silva.
Tbereza Hvppo '.i Botelbi.
Consistorio da irm n.dade de San.'Atina da
Santa Cruz, em 1 de Juobo de l9i.
O secretarlo,
Leonardo AUico Lavrc.
O vigario,
Argosio Fackl o Moreira da Silva.
oda 47
ro de 1893, c ofendo nove fiarrafa pesando 11 k toa e nao coostsndo a con
Ci.
Sem bjarcaUrna dita s-m aomero, vind
sel no vapor porasuez Malangu eo 7 de
Aco*h) re 1893, o nteodo dote camia* de aigo-
kilOR e ignorando >e a conaigoac&o.
Marca Alfr-do Lop.-sUo
o viada do -ui "<" vapor alletnao Cintra rm
ti de Abril d- 1893. coole.ndo nnng quidmg
moldara rove'oiaada. peracd.j 4 k los e ignorao
do re a copsignacao.
*lfndega de Pe-Daa.buro, S de Juobo de
181-4.
O io'nectop.
Alexandre e Souza Pe Jtira do Carno
Secretaria da I*rtiVittirn Mu-
nicipal de Recife
EDITAL
Do ordom do Sr. Dr. Prefeito deste
Municipio, faco publico para conhe-
cimonto dos interessados que, no dia
12 de Setembro do corren le anno,
nesta Repartico recebem-se propos-
tas que sero abortas em presenca
dos proponentes para construcclo e
reparos do calcamento das ras desta
capital, e respectivas canal isacoes do
aguas.pluviaes, deaccordo ornasse-
guintes cspecifcaces e condicos
goraes:
1.' classeObras de calcamento.
I.8 Calcamento Mac-Adam, for-
mado por carnadas alternativas do
areia e podra britada de 0,m15 a 0,m25
, de ospessura.
2." Calcamento a parallelipipedos
de 0,m20 a 0,"25 de comprimento e
lO,"!! a 0,"15 de largura, assentes so-
bre lcito de areia do 0,m15 a 0,m30 de
espessura, em terreno previamente
preparado.
3." Calcamonto a parallelipipedq
tic O.-'O a 0,'n25 do comprimento e
0,mll a O,"15 do largura com base do
Mac-Adam do 0,m15 a 0,m25 de espes-
sura.
4." Trabalhos do roparaco de f3ai-
ca liento.
5." Construcgao de lagctlo de podra
calcrea com rejuntamento de arga-
massa de cimento e areia en partes
iguaes, ontranhado do 0,ml no m-
nimo.
0." Itlc.ii tie meio fio com juntas
igualmente tomadas argamassa de
cimento Q areia em partos iguaes.
2.a Classe Obras de oanalisaoao
comprehehdendo :
1." Galera de aeccao ovoide, com
fundacoes de concreto e paredes de
jalvonaria de tijolos construidas com
argamassa de cimento o areia, na
proporcao tic 1 de cimento para 3 de
aroia,capeada com argamassa de lde
cimento para 2 do areia, tendo :
1:' typo : eixo maior l.m5, eixo
menor 1,'0, espessura 0,"25a 0,m30.
2." typo : eixo maior l,m0, dito
menor 0,"66, espessura 0,20 a 0,25.
2." Bocas de lobo para juneco dos
ramaes de 0,70 de altura e 0,50 do lar-
gura.
dem, idoni de0,"60 por0,"40.
3." Chamins de ventilara o e visto-
rias do 0,,n80 por 0,m80, com o com-
petente tampo de ferro fundido.
CONDICES GERAES
near para as demais obras das 2 clas-
ses, nao se tomando em consideraco
a proposta que infringir esta condi-
cao.
VI
Os pagamentos sero fetos monsal-
mente e por quarteirao de obra exe-
cutada, em dinheiro ou em apolicos
da municipalidade de juro de 7 % ao
anno resgataveis no praso que for
estipulado.
VII
As obras, A medida que forom exe-
cutadas, sero classificadas, medidas
e recebidas provisoriamente, e s se-
ro consideradas como definitiva-
mente entregues tres mezes depois do
recebimonto provisorio, doduzindo-
se em cada pagamento. 30% da im-
portancia do servico feito, os quaes
licaro retidos nos cofres dothe-
souro municipalcomo cauco da
fiel execuco do contracto, solidez e
conservaco das obras, at seu rece-
bimento definitivo.
VIII
Das retencSes de-que trata a condi-
co precedente, 10% ficaro em de-
posito at perfazer a quantia do cin-
coentacontos dereiso final conclu-
so de todas as obras, e os restantes
20% s como garanta da boa conser-
vaco dos rocobimentos provisorios,
podondo estes ser levantados pelo
contractante medida quo os rocobi-
mentos de obras so tornaron) difini-
vos.
Cada concorrento mencionar'em
sua proposta por si, ou por bastante
procurador, seu domicilio legal, de-
vendo cada proposta referir-so a am-
bas as classes do obras nao so toman-
do em consideraco a proposta quo
nao satisfizer a esta ultima condico.
fregaezia de 8. Jos, rom aorta e jaoalla da
frente, 1 aais?, 1 qaarto, cozinha Interna, me-
diado rt freuie 3 metros a 80 centmetros e de
lando 5 metros e 40 centmetro, edificada de
tsbcaa, avahada ai GOJ000. Pertence a Tbeo-
doaio Gracio de Alencar e te acba ptnborada
por execocio da faieoda do Estada.
B para cooslar passoa se edital da forma
da lei.
Dado e pausado aesta cidade do Racife aos 16
de Jaoho de 1894.
Ea. Jos da Costa Reg Lea, escrivao, o sob
scevo.
Jos Joliao Rigoeira Piolo de Socxa.
O Dr. Jos Jolido Rigoi ira Pinlo de Saoza, jan
de direiio da lateada do Estado de Pernam-
bleo, etc.
Faz saber pelo preeeole qoe no da 26 de Jc-
obo do correte anno o ageoui Taomaa Jos de
Go.mJo vender! em poblico leilJw a aaem mie
der a ca-a de ulpa n 3! no Largo dos Reme
dios, (rrgaena de Afogados, cem po'U e janeili
de frente, 2 tilo, % oartos, cozinba externa,
terreno foreirc, medindo de frenu S aaetroe e
10 ceocimetroe e de fundo 9 metros, aa ata
estado, avallada em 1604000 Prriaaee a Aoio
0'0 Doarte P'rel a e ce a<*ria peoborada por xe-
coco da fazenda do Eetado-
E para qoe cnate, p&saoa se edital na forma
d. bf.
Dado e passado nesia cidade do Recita aos 16
de Jaoho de 1894.
Eo, Jote da Costa Reg L ma, (6C,vio, o ob-
EC/evo.
Jos Juliao Rigreira Pinto de Socxa.
0 Dr. Jos Jui.o Rigue ra Piulo de Sooza, jai1
da direi'o da fazenda > Bala lo de Per;am-
bnco.
Fas saber palo presente qoe no dia vinta e
ras de Joobo do corre: te aooo o agente Jos
a^ntbo Silveira ventera em leilo poblito
qaem mais der a armaco encaxllbada e env:-
drjgjda de madei'a de amarello, oalco da mis-
ma m;dei'a. bataneas, i eis e neaidas, todo em
bom talado, avadadas em treseitos mil r(is, ex
sientes no esiabeletimento nntr.t-ro qaarenla e
o.tj rna do Conrelbeiro Prrttu, pertencem a
Mauoe Vieira ft Con p e ao ser vendidos por
exp( acao que loes move a fazenda do Estado.
E para qoe ceo-tj, pas.on- e edital na form-
da Ivi.
Dado e pasado nesta cidade do R elfe ios de-
zeseis de Juobo de m.l ollocemos noeota e
quatro
Eo'Joa da Co^ta Reg Lima, escrlvSo seb-
screo.
Jjf Joliao R. Pinto de Soota.
INDICADOR C0MMERCI4L
DO
DIARIO DE PERNAMBCO
Diversos ramos de negocios
Escriptorios
I Secc&o.Secretaria do Goveroo do Estado
de Pe-oamouce, eu 20 dn Julno de 1694.
EDITL
l>3 ordem do Exm. Sr. Dr. Gov.-roador do Es-
tado fajo paolico, para os devidos tfffito?, e ao
observancia ao art. zo do Rcgulamei.to expe
As obras sero executadas. de con-
formidade com os typos adoptados
pela Prefeitura Municipal, cujos de-
senhos e descripcocs podero 8er exa-
minados, a contar do hoje, em todos
os dias uteis, do meio da at tres
horas,
II
O contractante no praso do 5 mozos
contados da data da assignatura do
contracto apresontar Prefeitura
Municipal us desenhos de execuco
na escala do 1/100 para o conjuncto,
e de 1/4 e 1/2 para os detalhes das
obras cima especificadas, abrangen-
do a extenso que fr designada pela
mosma Prefeitura e que puder ser
construida dentro do anno, podondo
introduzir modificacao.de pormeno-
res que julgaropportunas, sem, entre-
tanto, mudar o typo geral e material.
Estos desenhos devoro sor appro-
vados pela Prefeitura Municipal
que poder os rejoitar, no praso de 15
das a contarda data da apivsontaco,
e dovem compreheinler:
1." Planta e perfis longetudinaea e
transversaes do projecto das obras,
acompanhados dos competentes esta-
dos do nivelamento.
2." Desenhos parciaes dos typos do
galeras o mais detalhes concernentes
s obras d 2.a classe.
No caso de infraeco desta clausula
pagar o contractante a multa de.....
500000 por di.i de demora, c, siesta
exceder de 30 dias considerar-sc-ha
rescindido o contracto, perdendo o
contractante, o deposito a que se re-
fero a clausula X, alm da aeco ci-
vil por maiores prejuizos qu lbe po-
der ser intentada.
III
Cada proponentc 'ara acompanhar
a respectiva proposta do u:na amos-
tra dos materiaes a ompregar, conten-
do, em inscripeo legivel, o nomo do
proponentce adosignaodo material.
Estas amostras sero restituidas de-
pois de julgadas as propostas" si recla-
madas dentro dos 15 dias que decor-
rerom concluso desse processo,
oxceptuadas, porm, as que acompa-
nharem proposta que for acceita, as
quaes ficaro em deposito na Prefei-
tura Municipal e serviro de padro
na execuco dos trabalhos.
IV
As obras abrangero no mnimo a
superficie de duzentos o cincoonta
mil metros quadrados do calamento,
com lagdo, meio fio o canalisaco,
correspondente, ficando, entretanto,
entendido que o contractante se obri-
ga a executar pelo mesmo proco o cx-
cesso de obra que for ordenado pela
Prefeitura Municipal e poder ser rea-
lisado no praso de 1 anno a contar da
data da expiraco do contracto.
V
As propostas devoro indicar o
preco das unidades, escripto por ex-
tenso e em algarismo, notando-se
que a unidade ser o metro superfi-
cial para as obras de ns. 1 a 5 da 1.*
classe e para os 2 typos de galeras
das obras de 2.- classe, e o metro li-
Cada proposta dever ser acompa-
nhada do conhecimonto da Thesoura-
ria Municipal de ter o concorronte
feito o deposito de 5 contos de reis,
em mooda ou em ttulos da divida pu-'^o'em"23 e h'tUlre do no passado. i
blica, o qual lho ser devolvido si aitxecaco da le n. 15 de 14 u'e ovembro dn
sua proposta nao for acceita, c, caso *89l, qoe se acba vago o cargo de joiz de direi-
spit linv rnnin faiir'm nno nor,l(.-',0 do municipio do B-ejo, ea con eqaencia da
seja, ncaia, como caucao que .ru ir(1Dooao ra, si nao se apresen lar quando for .rai,ld K,rauhau para igu=l c.rgo ua de R>o
convidado pola Prefeitura Municipal. Ftrmosn.
scndo-lhe fi-estituido, dodusidas as1 A vaga ne qoe t e t ata se-ft proenrhida po
multas a quo se refere a condico nU^^^l^^^ Jg;
XI j u- da da a da poll'csgo do p'esnte Ot?l; si
A concorrencia versar sobre : "ei ti^m a teqae-e- o provimeiio ser feito pela
foma d-terminaoa no nn. 24 1o citado Regola
Bascos
Banco EmissorDirectores, Drs. J. E. Ferreira
Jacobina, Jos Marcelino Rosa e Silva e
Jesuino Alves Fernandes......Ra do Commcrcio n. 38.
Banco PopularGerente Gustavo da Silva An-
tones.......,......Ra Bom Jess n. 64.
Banco de Pernambuco-Gerente William M.
Webster........ Ra do Commercio n. 40.
Raneo da Bolsa-Gerente Pedro Jos Pinto. Praca do Corpo Santo n. 1
Compaahlas de Navegacio
CariocaAgentes Pereira Cameiro A C. Ra do Commercio n. 6,1.* andar.
Cbargeurs Reuns (FrancezaJAgente Augusto
Labille...........Ra do Commercio n. o,
Companhia Pernambucanade Navegaco a vapor
Gerente Coronel Ulisses A.de Carvalho Caes da Companhia Pernambacana n. 1!
Companhia Messa^eries MaritimesAgentes H.
Burle ft C...........Ra do Commercio n. 41
Lloyd Brazileiro Agentes Pereira Carneiro fe C Ra do Commercio n. 6,1* andar.
Norte e SulAgentes os mesmos.....Ra do Commercio n. 6.
Pacilic Steam Navigation CompanyAgentes
Wilson Sons A C. Limited......Ruado Commercio n. 10, andar.
R Cross Line o Steamers. Agentes Johston
PaedterAC............Ra do Commercio n. 15,1. andar.
Compaahlas de Segaros
Companhia AmphitriteDirector Arthur Augus-
to de Almeida..........Ra do Commercio n. 48,
Fidelidade da LisboaAgente Miguel Jos Alves Ra do Bom Jess n. 7,1. andar
IndemnisadoraGerente Joaquim Alves da Fon-
seca. ............Ra do Commercio n. 44
North British Mercantile-Insurance Company
Agente Wilson, Sons AC Limited Ra do Commercio n. 10.
Phenix PemamDucana=.Adnnistrador Gerente
Luiz Duprat....., Ra do Commercio 48
Coaspaalas diversas
Companhia Adiia.Agentes Jotinston Pater A C. Ra do Commercio o. 15,1/ andar.
Companhia de Productos Calcreos.Gerente
Cae tao da Costa Moreira......Caes do Apollo n. 73.
1." Idoneidado o habilitacocs do
propnente, devidamente comprova-
das.
2." Prego das obras.
3." Praso de concluso de todos os
trabalhos.
XII
O Prefeito solicitar do Govorno do
Estado o auxilio pecuniario que for
necessario para que as obras projec-
tadas nao sejam interrompidas por
falta de recursos.
Secretaria, da Prefeitura Munici-
pal do Recife, 12 de Junho de 1894.
O SECRETARIO
Joaquim Jos Ferreira da Roclia.
! seicaoS*cre!ar| do goveroo d.. Ksiao
de Pern*mboco, em 18 d- Joobo de 1894.
EOITAL
De ordem d S'. Dr. Kov-rnador dn Estado
tsro puhlico qa-> ao poviment., dos oiB ios de
Io ollicial do registro civil e dos casumentjs
d'sta capital, coocorreram, no prazo leaal, n^
c tadSo Germano tioiu, Jos do Patrocinio
Cinco Ribei'o, Luiz Fernandas Cal tete s Ma-
noel do Reg Po*soa d- M^oedo.
0 ?ecr'iario,
Joao Augusto Ferreira Lima.
Secretaria do Goveroo do Estado de
PurDsmbuoo1.a SeccJo em 18 de Jucho
de 1894.
EDITAL
De ordem do 8r. Dr. Goveroador do
E-'taHo, e em observancia ao disposto no
r. 157 do R^golameoto acnexo ao IV-
creto p(9420 de 28 da Abril de J8 3,
faco publico o edital ^baizo transcripto,
poodo em concurso, com o praso de 30
disa a contar de boje oa offioioa de 2 (-
be|i3o do publico judiiial e notas, eecriv?.o
ro crirc?, civel e aoa^xos do mi nici'ic
de Triunjpbo, vagos p^la d-a staccia do
respectivo iervontut.fio Arac ;io Afionso
Pneira Borgea.
O secretario.
JoSo Augusto Forre ira L rna
EDITAL
O Dr. Beiarmino Cesar Godins, juii re
diriito do municipio de Tr'unpho, do
Etdo de Pcrcambuco, ua forma da
iei, etc.
F*z pi.ber a qaem icteress-i pona,
qoe, tendo ido c>noorao a eervcotu vi-
talica dos .fficios de 2- ubeli>8j do po-
blieo jodicid e notF, cajrivlo^.privativo
do jury e eztC':c5=a crimioaes.
< ent e de accordo cio acto e lnt u 'co-. de
12 ce AkooU o'mo.
0 sa'rtario,
Jcj Angosto Ferreira Li; a
BECLAfeCOES
Ra Mrquez de Olindan. S3.
Ra do Torres n. 34, andar.
Ra do Commercio n. 9, 1- andar.
Ra do Mrquez de Olinda n. 52, r aada -
Ra do Commercio n- l, 2- andar.
Ra do Vigario n. 31. 1 andar.
Ra do Bom Jess n. ii. 1. andor
Ra do Qpmmcrcio n. 15, 1.* anda
Ra da Cruz n. 16 e 18,
Ra do Vigario n. 19
Hua do Commcrcio n. 7, l andar
Ra do Bom Jesns n. 4
Ra do Commercio n. 6, I* andar.
Ra do Commercio n. 5 1- andar.
Ra do Bom Jess u. 7.
Aviso
de
oive: e
*r.. ases deste maa cipio, cradoa em vir-
tud-i do Decreto de 30 d* Janeiro Je 18'4
e var/os pela tad'Steoci que fee o res-
pectivo eervontuario vit-lijio Arseoio A'-
foaao Pereira Borgea, o Exoj. Sr. D-.
Gjvernador do Estado, em officio do mea ultico, maudoa qae se tffix^sse
novos editaefj viato no baver se habili-
tado de coniormidado oom a lei o nico
concurrente qae te spreaeotca ; pelo qae
cmvidu aos preteodeotee apreeentarem
seas requerimentos, no 'praso legal, de
accordo nooi o art. 210 e aeoa pareara-
pboa do Regulamento o, 9120 de 28 de
Abril de 1835.
E para qae chigue ao conhecimeato de
todos, maodoa pasea o prosete edital que
ser kffixodo do lagar do co&tume.
Dado e paseado nesta cidade do Trium-
pgo, aos 21 de Haio de 1834.
Ea De.-dr.tc Mioteifi-, escrivSo o ea-
crtfi.
(Aeaigaado) BeJwaao Cesar Gondim.
Certifijo, en, ofiL-Lai de jastiga, servio-
do de porteiro interino dos auditorios, que
affixei no lagar do cotumo o edital sopra;
do a f.
Cidade do Triotopao. 21 d Mao de
1694
O ffij'fcl Domiciano Pmto de Souea.
Eat confo.rme. Triompho, 21 de Mai >
do 1894. O escrvU Deodato afuteiro.
O Dr. Jjf Jahaj Rieoeir-t Pinto de Souza, jai
de direito aa Faieoda do Bstauo de Pernam
bqcc, etc.
Faz eaber pelo preen'e que ne da 25 de Ju-
nbo do correniAJano, o gente Francisco Igna-
cio Pinto veodera era leilo publico a qaem
mais der a ciu. \ no Pqntal da Ca
O Banco de Pernambuco
abonar soment^ ja^os a
Tazao de un por ce ato 2.0
anno as con tas correntes
de movimento, contar do
dia -15 do corren ce em diac-
te at segundo aviso.
Recife, 2 de Junho
1894.
William M. Wlbster.
Director-gerente.
Arsenal de Guerra
0 Conseibo Econmico da Companhia de Ope-
rado Mulares e Aprendaos A-litices recebei
propostaa do da 21 pelas 11 boras da macha
para o fornecimtnto dos arligos ansjzo declar -
dos dorante o semeaire de JolDo a Dezmbro do
corre ite anno:
Arroz pilado, kilo.
Aseocr mascavmtn refinado, kilo,
ftanba de porco. kilo.
Batata irglesi, kilo.
Caf --ra caroco, kilo.
Caree oe porco, kilo.
Carne tecca, k lo.
D.'ce oe goi;it.j kilo
FmjSo molatinbo, liiro.
Frt.'.na de mandioca, litro.
Majteipa, Breiel, kilo.
Q'Hjn l.mengo. k.lo.
M.I. litro.
Toocinto do re nj k !o.
Viu gre. li ro.
Chineas, par.
E?covas para fa.a'os. utta.
Lata com g'axa, ama.
ErOht, acDae.
S.p.tos de couro de be?erro, par.
ODpeva0es
Todo3 os gneros te ao d? prineira qualida
de e poio8 no A seos I p^r coma do contractante
q-je ocara snjeito r. trulla de 5% 0 clsj de se
fe-usar a sslgo>r o Contracto.
O contrsc'aote ser cbrlgido a entrar cot o?
generes que lbe forem ptdidoa no ptaio de 2
horas, que n'n las s-. ro comprados no mercado i
tat-< s por coota do contiactante.
As nropo.-tae deve 5o ser em dopcats, rom
relajo a cada especie de artigo e drverQo trazer
no alio o nome d p'oponente, a mdicaco da
casa comme'cial. p Bcmero e marcas da^ amos-
tias, o praso improrocavel pa-a entregar, a de
;laiacao expresa e te sojeitar as penas jo R
golamento em vigor.
Os prtpcneotes meicionarao, no subscn'pt
e toas propo Ub, a e-i e-ie do srii.ro p-oposto
marcas e nmeros das amobtris que apresenta-
rem a dita eecc&o.
Svcretarla do A-sennl r'e Gaerra dr Pe'naoi-
Doce, 15 de Junho de 1894.
Jor Francisco Rlbei-o Machado,
Secretario.
Companhia de Drogas e Productos Cliimicos.
Gerente, Francisco Manoel da Silva. .
The North Brazilian Sugar Factores Limited
Gerente Henrique Swales......
onslgaa^e e commisses
gu sto Labille.Casa de Commiss6es e Con-
Pigna^es...........
Beatty Altgeldt A C Casa de Commisspes. .
BorstelmanA C Escriptono de CommissOe e
cousignacbes..........
("arlos Rabello & C. Casa de commissfies.
Joo du Meira Lias.. Casa de Commissos
Johnston Pater 4 CCasa de comniisses e
consignaces.......
Max Drechaler -casa de agencias e coiumissos
Machado Pinto A C. -Importadores, exportado-
res ecommissarios..........
Manoel a Silva HaiaSaccessores de M. Maia A
CEscriptorio de commissooB ....
Manoel Ferreira Bartholo A CEscriptorio de
corara isses c assucar .......
Pereira Carneiro A '.Casa de commissoes. .
Silva Guimares A C.Escnptorio de commis-
sOcs e conigna^es .... .
Souza Pinheiro <6CEscriptorio de comraisses.
Agosliuho Costa & Fiuza successores de raya-
res de Mello, Genro & CCasa de commis-
soes ...........Largo do Corpo Santo n. 15 l andar
Theod Jo3t=>Casa de commissoes e represen-
ta{fes............Roa rio Bom Jcsas- n. 82,
Wilson Sons & C. LimitedCasa importadora de
carvo depedra de todas as qualidades Ra do Commercio n. 101* andar
Arniazeas e loja de fazendas
Andrade Lopes C. Annazem de fazendas em
grosso .........Ra Duque de Caxiasn. 52.
Andrade Maia & CArmazm defazendas em
grosso e a retaluo.........Pateo do Livramento n.- 22.
Francisco Gurgel & Irmao.Loja de oiendas c
modas...........Ra 1 de Mar,o n. 20 A
Joaquim Luiz Texeira 4 C. Loja e annazem be
Fazendas das Estrellas..... Ru-i Duque de Caxias ns. 56 e 58.
Loja do Coellio Sortimento de Fazendas e
Modas.............Ruada impcratrii n. 56
Olynth.o, Jardn: & C. Armazem de azendas
em grosso,...........Ra Mrquez de Clinda n. 16
Rodrigues Lima A CArmazem de fazendas em
grosso............Ra do Mrquez de Olinda n. XX
Oliveira Basto & CArmazem de miudezas,
quinquilhaiias e ferragens em grosso .
Vianna Castro A C. -Loja de, ferragens .
Hassames
Joaquim Alves da Silva SantosArmazem de
macames.........
Litographa
. Purcelt Ljthographia o TyDOgrapliia a
vapor ............
Farlnha de trigo
Machado A Lopes.Armazem de fariaha de
trigo. Importador.......
Armazem de bacaiho
Betxas IrmSosImportadores de bacaiho .
Leiloeiros
Thomaz Jos de GusmoAgei.it de leiles.
Fundces
Ra Martraer. de Olinda n. 17.
Ruu Du Rna do Vigario n. 13.
Ra do Mrquez de Olmda n. I
Caes do Apollo n. 47.
Largo d'Alandega n. 3
Ra Mrquez de Olinda n. 48
Ra do Baro do friura ibo n. 44.
.dem a 66.
Ra do Bom Jess n. 61.
Ra ao Bon Jess n. 5, t-
Ra 1 de Margo n. 18
Ra do Livramento n. ii
Praea Ja ndependenci.. a. :a
A Gl.\ do Gr.#. Arch.*.
do Un..
b-ii.-. I Val da roa da Imperaine d. 2
8. S.-. S.-.
De ordem do Rso -. Ir.-. Ven.-, iot. .,
convido a todos os MMembr. d'este Benam. --.
Quadr. aassistlraSees.-. Mago.', dolairt. -.
que realisa esta Beoem. O!.-, com toda a
pompa e brilbamismo do acto, em 24 do corre-
te, domingo prximo, s 11 oras do da, em
solemnisacSo do 21 aoolversario de eua les
tall ., e em honra ao Padroeir.-. de nossa
Sobl.-. O'd.- oque torno extensivo 'a
AAug. e RReD. LLoj.*. a'este Or.-., eeus
dignos OObr. e demais MMac.'. avclsos.
Octroiim sciennlica aos mesmos e ao re- pei-
tavel poblico,qoe acbar se ba o nosso Tempi.-.
esposto, das 6 s 9 bores na nuote desse ae^mo
dia, qnando nod-rao viii'a'-o suas familas e to-
das as pesiots qae comparecer decentfxene
trajados.
Orb.-, de Recite, aos 18 de Jonbo de 189,
E.-. V.-.
M. Mtins gr.-.18...
ectev.'.
Alian Paterson & CFundicSo geral. .
Cardozo A Irmao Grande lundigao de ferro e
bronze............Idemn.lOi.
Luiz d-i Cruz Mesquita.Ca'deiraiia e fundi-
go de bronze .........
Diversos negocios
Abe.Stein A C. Negociantes de couros em ge-
ral e borracha .
Rosbach Broters.-Armazem de couros, pelles e
diversos gneros de exoortago .
Fabrica e lojas de calcados
Albino Cruz & CBotina Mi'ravilhosa -Loja de
calcados estrangeiros e aacionaes
Braga S & C. Fabrica de calcados .
Fabrica de Cfcapecs.
Chapeiaria VictoriaVariado sortimento de.
Chapeos, para hornera e senhoras. .
Serrarla rapor
os Runo Climaco da Silvs.- Senaria a vapor. Caes da Regenera;; o n. 24.
Armazem de fumo
Almeida Machado A CArmazem de fumoj.
papel e outros gneros.......
Arsaat-n de s!lv Domingos Ferreira da Silva & C.-Aamazeui de
genaros d.-estiva em grosso.....
liachtmcD'.o Fabrica de vnoos, agurdente emel. Pinto
Ferreira &C........
Enchimeto do alcoo!. fgurdente e mel.- Pinto
Ferreira & C .......
Mercearias
Neves Pedrosa \. C Mercearia.....
Pogas Mendes & C. -Gneros de Estiva em
grosso e a retalho......
Typosraphia c Lito^raphia
Ateliei- Mirauua Typograhhia e litographia a
vapor, pautaco e encadernaso
Kerozene e cemento.
Fonseca Irmos &C Grandes importadores e Largo da Alfande^ri n 2 e ras do Barte <*
Ra da Madre Deus 36.
Travesea ii fcaYc Djm
Afogados.
Caos da Coinpaiilii.i
Ra da Penda n i-
Rui do m arij Mi Mi ... "
Ra Duqu-- 4a Caxias n. 37.
n. 13
exportadora?. .........Triliump o ns 6 e 8 e dos (u.irarapt-s
SJ1EDAB
Reficaria e De^til^^ao Pe-
nambucaca
A'sembla ger.l ezt >odioaria
Sao convida los os Sr. atcijnlsias a se reaii-
rem em ?rs mVt getal exua rdinaro no aia
28 do co-reatj, I hora da UrJe, na roa do
Commercio n. 34, 1- aad-.r, stimde iratar-se as
reforma dos ea'.ato'-os desta so:ledade.
R-cife, 1! de Jjuhode 1894.
Jcs Goncalves Pintu
P P'irlpnip.
Companhia Florestal
Agrcola
Asemillen Cidral
iua
Matriz de 8. Jos
Mesa geral
De ordem do irrnaj jaz da veo^ravcl irnan
dade do S8. Sacramento de S J s, convvi.' -
todos osirOiScs pin eao mesa cerai oavlr^u a
commlsso qae tem de dir cooia de ai BHi^ao
com relejao a ooieacSo d" fjT?qieiro, ij
reunlSo ter lugar to dia l 2o corrent 6
horas da lardp.
Cooelstorio, 19 de Janbo de 1891.
O esc?&o
M'guel Meaezee.
3o convidados os Srs accionistas a
se rtiininem em Assemblca Geral Ordi-
naria no dia 30 do correte mes, a meio
dia no escriptorio a roa Msrqu-z da
Olindan. 19 Io andar; a qual teni pmr
fim ju!gar o balanyo relativo ao asnee
social findo em 3! de .vbril, relator e
parecer da commissao fiscal, assim coaso
proceder-se a elcico da commisaio fiscal
e supplentes, que tem de funecionar ao
presente auno, devendo cada accionista
depositar suas accoe* nos cofres da Cass>
panhia at o dia 25 do corrate.
Recife 15 da Junho da 1804.
7. G. Pimi0.
Director



M*


'. '. ~ \ '-."L"
^ "ISti i ria


&
m
-



Empreza
Gaz
do
Aviso aos consumidores
O Gerente da Empresa de il-
luminncto gaz des! ilde,
em virtude de ordem expressa
dos respectivos Empresarios,
avisa aos Srs. t'onsuiuldores
que, do Io. de Julho prximo
vindouro em diante, o preco
do p cubico de gaz cousumido
ser cobrado raza de 13
reis.
O augmenta de dois reis c di-
minuto, nttendeudo-se que,
pela clausula l\ do seu con-
tracto, tem a Empreza o direi-
to de receber o preco da ilSu-
ctiinai'a ao cambio no par, o
que faria subir actualmente o
mesmo preco de 13 2 p cubico de gaz.
Icilc-so aos Srs. Consumido-
res que nio quciram snjeitar-
se a deliberaclo tomada o fa-
vor de avisar no escriptorio
desla Empreza at o dia 30 do
corrente para osflns convenien-
tes : cando entendido que se
sujeitain a mesma deliberaclo
todos os que at aquella data
nao derem avisa em contrario.
Rccifr. de Junho de
1S94.
SamueS Jones.
Sociedade Auxiliadora
da Agricultura de Per-
nambco
Assembla geral
1)e accordo com as dispos c.oos do artigo 27
aos estatutos desta sociedade, Beam convida-
dos lodo os senliores membroa da mesma para
una sessSo extraordinaria, que lera lugar na
sido social a 1 hora da tarda do dia qunta-
le ira 28 do corrente mez
Nao havendo" numero para constituir-se a
assembla geral, funecionar o ccncellio ad-
ministrativo as condic -s previstas pelo ar-
30 dos estatutos.
Recife, 22 de Julho do 1894.
Hemrique Augusto Milet,
Gerente.______
No dia 25 do cor-
rente as 10 horas do
dia, proeeder-se-ha
neste banco a ra do
Commereio n. 38, 1.
andar ao ^ortio das le-
tras hy po t he carie s
que tero de ser pre
phico PernfSlcaii
Quinta feira, 31 do corrente, hora do costo
se, llavera sesaao ordinaria.
Secretaria do lastitato,l9 de Junbo de 1894.
O I- secretario,
______________Baptista Reuelra.
Hippodromo do Cam
po Grande
Em reumaa deeta directora fui rcsclvldo o
segolote : por desobedecerem vi ordena da di
rsctor>a no acto das p*rtilas. totarn molalo*
em 50*000 rada om dos jockey*, Lu'x ue Pran-
ga, Manoel Peretra. Pedro Q .ei'ox, Joao Cam-
oo?, Roieodo, Casimiro Fernandes, K-Iiy, Bal-
bino Moei.-.i. Peiro Alejandrino e Manoel llar
tos, de accorJO cora o 3- o art. 51 do cod.
de corri<'a ; em 100* o jockfy Manoel Gnnavar-
ro, de accordo com o mesan e art.
Secretaria do Hiopodroroo d.i Campo Grande
20 de Jucuo de 1894.
0 secretario
Lt e Club Carlos Gomes
A directora de-ti clob resii'eo a pedido de
grande numero de socios .transferir o sarao mu
tieal e Cansante, crrespoideite a este mes
pa-a a ncote de 30 do corrente.
Secretaria do Clcb Ca.-lc3 Gomes, em 20 de
Juuhj a* 1894.
Alfar? Pinto Alves
1 secretarlo.
OMPANHIA
Industrial e commer-
eio de estiva
Tcn-1o se ext'aviado tres recibos pertenente
do S'. Antonio Fi.-anna Flore?. d.< itnporiancia
tital de !:2000C0, oc sejaoi 30 0/o de soas en-
tradas de 20 acg.5 doeta com amia, declara-se
qoe taes recibos Bcara.) de nenbum eff-ite, s>
al 0 lias da data defte i dimuo. n3o forem
ap-eseni'doa no escripto-io dsata coropanb a.
Recife, 20 de Jucbo de IS94.
A. D. Fernandes
Di-ector secretario.
fc reniaiiibne Qiiinfa-feira 1 de fu si lio de 1894
SEGURO COXTRA F0G0
Companhla Nurtk Britlsh & Mer-
cantil < Inaarance
Capital subscripto 3,0,<;0J 0' 0d
Fundos accumulados 9,452,452, 18d 5*
RF.CE'.TA AHUPA!
De premios contra
Fogo 1.495.418 10
De premios sobro
divida '992.379 6S
6d
ld
2.4*8.196. 12' lld
N; B.A repartico do fundos accu-
mulados sobre seguros contra fogo, nao
se respousabilisa pelas transaccoes fei-
tas pela de seguro sobre vidas.
Wilson, Sons & C.
COMPANHIA DE SEGUROS MUTUOS
CONTRA FOGO
Capital de garanta:
RA d'aLFAVDEGA N. 16 BIO DE JANEIRO
AGENCIA EM PERNAMBUCO:
RADOCABUQ N. I 8, 1." A SI1AU
Caixa do Correio 210Recife
Joaqun! A. de Almeida
Agente representante
Entrar no ponto
Roga-se aos Sra. importadores oe car^ pelos
vapores desta lio'.s, qaeiram apreseotar den-
tr j iie 6 d'.as, a cootar do da descarga das al
meneas qoalqaer reciamaco coneerr.eot8 a vo
lames aue porventura tebaaj gasr&ida para a
cortos to sul. aim de se poderem dar a tempo
as providencias neceasartes.
Espirado o referido prato a cettpannia nao w
reep.^osabllisa or extravos.
Rosflbe carga e encommenda ca tratar com o
AGKNTS
A-Uguste Labille
9R(ia do Commoroio-fl
LEILOES
mi:
id
as
e
eife, 18
resgatadas.
de 3\h
R
oho de IS(J4,
O director,
Jesuino Alves Fer
nandes,
Companhia Nacional de Ca-
misas e loupas Brancas
Terceira convocagao
As embla geral extaordinaria
Ko tendo corspirecido nomero de accionias
co""spond^n(e ao capital necesgario pira ter
logar a reoniSo de afsembli gerol extraordiaa-
ra, arim de deliberar so6-e tranfacgOea de ce
di'.o co Eararita, sao novamente eooTOeftec o
8k, tcclmiHtas para se reqnirera Da enjiuuii.:-
feira 25 do conen". ao racio dta, em otea da
seccOes dj edificio da fabrica, em frente a et-ta
530 central da t-sirada de ferro tral de Per-
nambaco, para del'.berarem sjbre ac.aterisji
citada. ,
SeTdo esta a erceira coovoc'C&a, a asVmblo
geral fjnccionara Ciic o cumero qoe compa-
recer.
Recife, !8 de Jtf>i de i89i.
O ecetarto
AcRoato Si!':.
Pede-se aos Senho-
res consum mido res
me queiram fazer
jualquer communica-
Qao ou reelama^o, se-
jaesta feitano escrip-
torio desta empreza
na do Imperador n.
129, onde tambem se r e-
ceber qualquer conta
q^e queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs.
Jlanoel Antonio da Sil-
va Oliveira e Hermlo
Francisco Rodrignes-
Freire, e quando forj
preciso o Sr. Antonio
Martins Carvalho e
Joaquim Antonio de
Castro Nunes.
Todos os recibos
desta empreza deve-
ro serpassado se fir-
mados em talo carim-
bado e firmado pelo
gerente, sem o que
nU> tero valor algum
Samuel Jones
Gerente
SEGURO CONTRA FOGO
Roja! Insurance Company de Li-
verpool
CIP1TAL 300,000
A&SSTSS-rCSIiSAI! & C.
LARGO DA COMPSIIIA .V. 6
Para
A barca portagaeza
Margarida
De primair clfi33
segu para o P'A sera demora,
para carga tra'--a rom a
CONSIGNATARIA
Cvmpaohia Icduetriftl e Coniaiirc'o de Ea-
tiva
Ra co Amorim u. 58
Knott's Priace L ine of Stea-
mers
LINHA RBQOLAB ENTRE OS
Esl Frata
O VAPOR INGLEZ
Mexican Prince
K' eaperrao de
New-Yo-k ate o
dia 8S do cor
eo'.a e aabiri
depoia da demo
ra aecessaria para
Rio de JaDeiro, Sant03 e
Bu'Dor,-Ayres
Para carga, encoromenda?, trita-se cora os
CONSIGNATARIOS
Johnston Pater e Coaip.
Ra do Commsrcio n. 15
Pacific Sieam Navigatioa Cem
paay
STRAIT3 OF MAGELLAM LINE
O^paquete Britania
E* e?perao*o 3 Europa
at o dia 93 devJoohi
fegoin-o depuls ds indH-
ptrifaveldeEora, para Val-
paraso coro es ala r.c.!-i
Bahia, Rio Janeiro o Montev do
Este vapor entrara rio por- i
to visto Bao ter locado em
portos portnguezes.
Para cara, passagem.encommeDdas e dinbei-
roa frete traa se com oa
AGESTES
Wilson, Sons I G., Limited
10RA DO C0MMERCI010
Companhia Bahiaaa de Navega-
Cl) a vapor
Ma:e Villa Nove, penedo, Aracuj, E-
tenei e Bfihia
O VAPOR
Principe do Grao-Para
Commtndante Livramenio
E' esperado dos portos
8Cmanto dia 2H de Ja
nhoe dep-iis da demora in-
dispeDsa^el regreesar para
Q v:ni;-.-f ira, 91, o de vaccas toorinas.
SeaMra, 22, o de movei?, lonja e vtdros
oa casa da 'xi* ViscooJe de Gcyaaoa o. 183,
perto a wtacio 0 Mancuinho, para onde parti-
r i 10 e 1/2 horas um bood.
Leilo
Da ra;x' toarca A, vtodo to Rio de Joi*o 00
vapor brazileiro tMmos, com 150 pacotes cem
chocolate com avarin 'atrna do mr.
Hoje
21 do corrente
A' 1 bora da tardo
Agente Pinto
_______RA DO BOM JESS N. &5_______
Leilo
D dq cavallo rotado, grsnde, gordo e an-
dador.
Um selim e fertences.
Hoje
21 lo corre ni e
A'S 11 HCRS
Ageate Pinto
Na Ltagneta, por orcaeiSo do leilSo Leilo
D3 7 pecaa te alpaca para chapeos de sol.
66 JltM de coilas.
20 i.i!a8 de r:)i-dapc!6?s.
B^upa para !>aoho salRado.
Qaiata-feira, 21 do corrente
A mel dia
rente Pinto
K.D0 BOM JESS N. 45

Leilo
De 2 vaccas com cri?s, 2 bezerris irmaes e 1
novha, tedas toorinas
Quiuta-feir 2! do corrente
A'S 11 HORAS
Ageate Pinto
No largo da Lingneta_________
Leilo
Agente Britto
Mobill38 de junco, ditas de amn ello, guarda
looca, me' elstica, cadtiras de jence e ontros
mullos mcvels.
Roa da Cincelo n. 8 landir
Qainta-feira, 21 do co/rente
A' 11 HORAS

Estrada de Ferro Sul de
Pcrnambuco
De ordem do Sr. Dr. Director Eogenheiro em
chele e faz publi or conveniencia do
servico e por motivo de torca niaior, someiito
Ir I-j oa 20 do eorrenlfi
em diante, 6 trena de carpa semanalmenle.
ira o int 'or as s iguii las, qoartaa b
tM B do llt Tkir 9 !'!' ::toS ;
outrosim, ;i e lo que se tem praticado
em ootras estradas de Torro e devido s chavas
consl iciaes, que teem cabido, pro-
duzindo oaJinh9,se faz publico tam-
em beneticio dos propnos viajantes,
. raduzida a velocida ens, B&o sendo
poisi%<'! por ecsa motivo si nente
obse vados os respectivos horarios; medida
que permanecer at que djsapparcca o
do invern >.
Palmare inho de 1891.
J
croterio.
Club Dramtico Fa-
milias
AVISO
A directora scieotifica aos Srs. Socios
que o sarao mensal t rlugar no sabbado
<;3 do andante, nos saloes da Ilustre so-
ciedade Juventude, e o espectculo a 28,
noTheatro Santa Isabel.
Outro-s!m convida-os desde j a se po-
rem quites de suas mensalidades, com a
thesouraria do Club.
Bonds para Magdalena e Fernandes
Viei a, os quaes estacionarSo na ra do
Livrarnento.
Recife, 19 de Junho de 1894-
THE IMPERIAL INSUBANCB CONPAMY
LlMiTED DE LONDRES
Eslabclecida em 1803
Capital 1,900,000
(Rs S4,000;000000)
SSOOKA BDIFICI09 E MERCADURAS
CONTRA O FOGO
TA I XAS B A I XAS
PROMPTO PAGAMIENTO DE PREJL'IZO
Sem deseonto
Agentes
BaOWKS c.
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Plienix Pernamlm-
i-ana
RA DO COMUERCIO
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
De Londres e Aberdecn
Posic&o financeini
Capital subscripto
Fundos -accumulados
Reeea amina I:
De premio contra fogo
De premios sobre vidas
De juros
Agente em Pernambuco,
Boxwell William &C._
COMPANHIA TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
RA DO VIGA.RIO W. 1,1." ANDAR
Directores
BarSo de Souza Leo.
Tbomaz Comber.
Julio Cesar Paes Barreto.
3.780.000
3.000.000
626.0000
208.000
155.000
os mesmos.
Para carya, passa^eos encommeodaa e dioei-
ro a frete, trata se com o
AGENTE
Pedro Osoio de Cerqu^ira
Ra do Vigorio n. 17
1* andar
oipan mmmi u n
PORTQ3 DO NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Moasw, Ara-
caty e Cear
O paquete Jaboato
CjEcmsnianto Alfredo GuimsrSes
Seguir para os
portos aeim
dlcados l>o da
SAdeJoobo as
4 boras da r
?Rerpb* c?rea, pncomracodaa, ptissarens e di
aheiro3 i freta al as 11 horsa da mi-cn to da
da partida.
ESJBIPTORlO
Ao Cce3 da Ccmp^oha Pisrasiabucniua
Companhia Franceza
DE
Waveg ^ a vapor
^eiiao
De 68 caixas c-m fogos cbioeies novos e
perfs'tos
Oainl:-W^a, 21 do correte
A's 11 boras
No armazem a ra do Margues de Olinda
n 48
Em !ot39 voataje dos compradores
Por intervencjio do ageDte
G u smao
ao
De orna mobilia de junco com 1 sof. 3 conge-
les, 3 cadeiras de bracos e 2 de guarnlgao, jar-
ros, qoadros, tapetes, 2 cadeiras de junco, de
balango e 8 ettaaers.
Um lindo toilette, 1 cam'. francera. 1 guarda
vestido, 1 lav-.torio, 1 commoda ateira, 6 caiei-
ras de junco Dranca, t cabid?.
Um marijafzao, 1 lavatorio, 2 cadeiras de
lona.
Urna mf-sa elstica, 1 guarda looca, 9 apara-
dores, t marquen, i guarda comida, 1 llcore -
r^l qna'tlnbeira, loaca pa-a ci e jantar, co-
pos, cauces, garrafas, compoteiras, taboi de eo-
gommar e canaletes, laias. jarras, moringas,
mcinbos, baldes e maH acceasorios de casa de
familia existentes na rasa terrea da roa Viscon-
de de Goyanna n. !8o.
Sexta-feira, 11 de Jsaho
Lei-o
Pinto
Agente
K* tu horas, e 28 minn'os pa'tir o bond da
iinna de Fernandes Vielra qoe dar paesagem
grrtls ecs concurrentes ao leillo qae princi-
piara
A's i 1 horas
Leilo
Havre, Lisboa.
Rio de Janeiro
Liuba rogalar estro o
Pernambuco, B ,'uia,
e Santos.
O vapor
C o rs i ea
Coramandante Esnel
E' esperado dos portos do rol
a *i do corr nle e regnlr de-
poia da deoiora necf ee;.na para o
Havre
Em aire i tura -
Do seo, mastres, c-^rrentes e anco-as o pa-
tacho dinima'quez Anne Caibartce), de t'
classe e ferrado de crh-e do roez de Julho de
1892, de htacV) de 178 to lelaiias de rrgisirc,
tal qoal se acha matrado na i* nba do fono
de descarga en frente ao trupicbe Loyo.
Em cootinua^ao
Grande qcantiJaJe ds vallas, ancoras, Cibas,
viradores, cerreutes. veUs para b-Jtes. 1 bote
laDCbr>, ripaf Pra :ua,t tanqn-- grande, ter-
(80, lats com oleo. Ra, urnas. baldeB, remos,
laoternus, pbaiei, baiang^s, moi'.fl'e, folbas de
cobre, bolachas e outros sobiefaleote.
Se,3-fcra, 2! de Janlio
A's 11 horas
0 ?geota Goamo, olorii-do por M. k. War
rier, capitSo oo patacho ioaiurquez A' ne Ca-
.ihirinp con aroaoeocr* e tmWtensia 'Ijln.
Sr. cnsul de S. M. D narearqnea cos> icenfa d?
l:ltr. Sr. Dr. inspector da Alfaode^a, em pre
Iscngade um empegado da mesma, parar-ese
fim noraeado, f.' l-ilao to patacho cima
meoconaeo, cujo Ic-llS sari, effociuadi a borde
to mesmo navio.
A- 10 1|2 h-jras os S-s. concurrentes acbarao
" balea no aes da Lingoets._________________
Leilo
De pecas do brlm p'eto, dd algolo avariaio
d'agua do mar. p^rte di caixa marca diamante
i M embalio e-.SMG no centro, n. 457, vioda de
Sootbamptca no vapor Ingle Nil entrado era
7 de Jnnho de It9*.
S-jbbdo 2 de hm
A'S 11 HORAS
No armazem ra do Mrquez de Olinda
n 48
Por mtervenc,ao do agente
usmo
De orna mobilia a Liiz XV, perfeita, esleirs
brancas e de co~es, forros de sala e quarto, i
tapete de arfa e 6 de portas, om piano pira
principiante e ontros movis de casa de familia.
Siliha!o, 2,i de JoDbo
A' 1 i hars ds raanh
Agente Pinto
Rui da Saudade n. 14
Entrega em acto continuo, por j etar a casa
llagada
f
AVISOS DIVERSOS
Precisa-se de urra ama para coeiniiar : na
roa Ba-5o da Vi.no-ja n. 5, 2- an jar.________
Esta para alugar a caa n. 34 tt roa do
Viscoode de Albnuoerqne ; na ra do Impero-
do- d. 77, 1- andar. ^^^^^^
Vende se cmi bsrcacinba proprla par
carregar cal ; a tratar na prac.a 4a Caocordia
nnmero3 13 e 15.________________________
Ao commereio
Sonza Nogaeira & C, de Mkseor, avleam ao
commereio a so publico, qni resoiveram acabar
com o negocio de importacao nesta cidade, con-
cuando tmenle rom o tae/ocio de gneros ce
exportacao e fabrico de sal as salinas de so
prepriotade, as quaes pretenden! dar maior des
eovolvimento.
Aproveitam o ensejo, para scien'.ificartm, que
netta data deixou de ser seu aseoefado o Sr.
Miguel Fausto do iloote, que retiron-se pago dos
seos lucros capitalisalos na rasa.
Mosaor, l'da M^io de 169^._________^^
Cosicheira
Preclsa-sc. de orna ccslnhei'a ; na ra estreita
r*o Rjsario n. 3 ctiarm^^ia.
Carlos !,>* UalaaarCea
Emilia HlliaY Gaimaraes, Jo moa Emita
Goimaraes, Mara Emilia da Cuba BatUday.
JjSo Peret-a da Cunta (3useutr) e seos ir Seo,
Vo, cunnados e lobrtoboi c^iividam asa hm
parelos e omlgos para >s>tstirm l BiMN ajM
mandara celebrar por ai xa de sen pretaaoct-
poso, filho, eeoro, cunbalo e ebir. -o, Cario*
Lopes Gaimrae8 n: mt-iz da Boa V.aa. ti 8
boras do da 23 do frrente, 7- do sea sentid
passaoeoto.
t
D* Amela
huleo de Bs.ri-;*
eha1 e ativa
36- da
Lindolpho Hisbello Crrela de A-arjo, tes
raulher e tilhos mandam celenrsr missss co da
22 do corrente, pelas 8 ors dj ma* L
triz da Vcrea, por alma de toa orezadlMlma
prima, D. Amelia Duke de larrea Bacsado da
Silva, fallecida no Ric de J aoa
seos pareotes e amigos o caridos: obseqolo tfo
aaalaiM-ao.
Hatocl da Cmba BiMr*
t Ensebio oaCd.::a tfeltrao (ic ")e
rna rrnlbar D. Arna Gandid Be) rae
Filha, Tnomax da Gonha W. M a '
muiner D. Gett-udes Aln o
sens ibos. e JvSo ra Conaa L'elt'lo,
convidaaj sos seos prente* ^ ?rr tlrem a eissa do 30- d!a ri- paj:: >o
prezado irmao. cn'.badj < lo, M. tal
Beltro, a qual ttr logar S 8 ;0Ta? d: mai ^a
do da J3 do crreme, ua mitna da da Ti ta,
P"lo que c'eRd ji se coc,asaam ilor
Que pechincha
Vende-se na estrada ''e Belem, entre o Hiopo-
droroo e a estacSo de Cimp Grande, orna casa
de talpa com 4 quartcs, 2 salas, cosinba lar,
msgoBca cacimba, em chao proprio, coto I,i00
palmos de fondo e 118 de frerlie ; i trtlar ca
u1* das Liracg- iras ns. 8 e 10.
Bichas de Han)burgo
Vnde se eir> Rranscfl pequ-nss porcSts
apnlica-se ventosan eeccas e Sanadas j na ru
as Laracpc-iras n. 14
Na loja de calcado a ra do Bom Je-
ss n. 21, tem para vender.
Aos Srs. lubricantes de cal-
gados
.\ :i loja de calcado a ra do Bom
Jess n. t: VF\K
Duraquo preto superior qualidade
Elstico patente, idem dem.
Ferraraentas modernas.
Cerdas inglezas, brancas e prelas.
Escallas para medidas e cutros arligos.
Os Nurperflnos cigar-
ros fti A II P.VlM, ven-
deni-se nas |irncipacM
merecarias c na lubri-
ca le J. 1S. do* Rea ci
C. Siiceissor*N. a ra
Larga do Rosario n. 30.
Urna importante firma
conimercial de Nova-York, bem acredi-
tada, offerece-se para all representar
urna casa activa e de confanca, para a
venda de assucar, algodo e outros pro-
ductos do Brazil.
Referencias ptimas serlo dadas.
Qneiraic communicar em inglez, al-
leinao ou francez, com J. G. Strohmeyer
e Coinp., 84, Water Street, New-York.
E' s 500 ris
As aeces que tem este titulo correm
no dia 27 do corrente e nao no dia 2.
Olinda, 20 de Junho de 1894.
Bilhar
vC79k.> '#V9A.. v<>A
P-ec sa se d- im> Has ua ra da I u pera tria
o. S. telonio andar.
luir*
Prccisa-se de i.m ama para coainh; r em cisa
de familia de du?8 pescoas ; a tratar na rj- da
Cabuga n. t. loja de- te.en-'-v.
Ama
Precisa-s-: de ca ama sidadaM,
para Iidar ci.>m cfisuga ; :rali* na roa ~ Par-
n:-ndfcs Vielra, tino o. 5.
Ama
P-ecisa-se de uiaaca sa ra tap ll Ro-
sario n. 30
A.xyx-A.1
Pr>cisa se densa ama pir:, raioar da aoa
menino de coas annos; a tratar na rr i
nnmero 31-
Ama
Precisa-."e o'e orna ama pa-a c>M"b-' ;
palto de S. Peiiro r. 19.
Paw coainheira
Preclsp-se de m mnlh?r q-ie tai' eosioisr,
pa^a casa de Nm'a nc sitio i 5 la de
Pemaodea Vielra.
Eng^bho venJa
Vende se o en^enho Martioica. MMgi La roa
do Eatto, situado na fretue'.ia de Ln?, ar
da S Loatenco : a tratar com Jo=' MarlL
neiro dalGunha, ro do Apnallo S",
Engonimadeira per-
feita
Precisa-se a"e uros perfeita ^op?rr tade; i para
lomar conta de ronpa de hem^r: pi'j lavare
engomoar, dsodo Hedor; a trf:r na ra do
Commereio o. 'i, I- ?ndr.
Santa Papa
Cooao pora olncor
Na secretaria da Saja Cu wl-j^aic-ie as ae-
gntntes casas :
N. 8 no Ambol Va-zea).
N. 56 ra do Amorm, casa terrea.
N. 41 roa da Mneda, sobra m e loja.
Sitio
Vende-se na b'.ibar era perfeito estado com a
respectiva taqueira e tacs, e trea temos ds
bolas, novas o grances a tratar do Hitel Mon
teJro na villa i" GmeUelra. _____
Gato
Desapoarecen da casa toa Vidal de Negrei
roa n. 109, um ato grande, castrado, rajado,
com a pelle da barriga tr da pelle oeooco.*
multo manso ; aira-iece-se e ser bem gratn
calo qoem o tlver e levar a mesma cafa.
An'maes furtados
Da engenh> Penderama, sl'.oado no municipio
de Ipojoca, foram furtados na noute de 18 para
19 do corrente, om poldro mella 10, de cauda e
crinas preas ; om cavallo mellado baio, de cau-
da e crinas brancas, atacado de catarrbo, e ora
outro castaoho, de roaos prelas e om do? ps
blancos, esgoio, com listra bneca na testa,
estes dtu* sao de carga : a quem arprehen-
del-os e leval oa roa do Hospi io n 51, on ao
referido eneenho, e'i He. r pe-ha._______^^
Aloga-fe oo veo de se raioto!. em a fe ?do,
na travessa de Molccolornr n. i, o qcal fiea
muito perto dos bonds e das tst-edas ce Ierro
tendo logo junio exctente ba-.hr. ',"'?, uoi-
tas f-nctrir s dando friift\ laclMrio V f-6* aV
Jcoqueiros. com casa pars km!;- : s tra-ir
ua de Santa Teresa o. 48.
In com para vel
O transparente es a-irflot, paa i e a*.rsaa de
Saoto Antonio, S. JoSo e S. I'ecr i. v:r1 deh-
ociosqoe venden Coau Lina at C. rja oa
Amorina n. 37.
Pcdras p^ra calcada
Vende se na roa dr Padre Plo'iaro i W; i
trata" das 6 toras kt 0 da mar H ra das 3 la
larde rm diantr._________________________
Aos hotelleiros
Vende se macarraso, aleiri e ar-ir.ba do fabri-
cante G. Vaescrd ; a MMOG'd a cala ; ta Perola,
ra da lmper^t-!x n. 78.
Ccsinheira
Precisa sa de orna cnMnheira ; a t-atar n roa
BarSo da Vitoria r. FO 2' andar. ____
VtlCfiCoO
Urna pessoa competent-mente b.tillada *
c-an'e pratica, i ff-rece-S" para receber centss
e admmi.-trar qaa'quer irabalbo ; i traar na
ra da Palma n. 09.
Doce de araianhs.
Chegcn nova remes?a de doce, a ra larca do
Rosario n. 30.___________________________
Atten^ao
Vcrade-se r-ma Iroporia.tle arensgao da ama
rolle, epvid'acad-i, cot, com balno de cedra e
escriptorio que-n uretenier^'dt'ia fe
aodar rio r-reiio n. 29 da fea da Q
BCbar com qnem trat.-r.
ao i
Concordia qu
Ht

Alaistaria Worteraa
[18-RU3 Larga do Rosario18
Acoba-ae ce abrir orna neva slfala'aria. coro
esplendido sortim^rlto de casemlr38, chevio'.es e
.rio?, nitimas novidsrtes de Taris e L<-ndre*.
A officlna cirifeirJa par um Lbil e eoObMtdo
artista.
Os seus prrpr!e!?rios peder urna vlst? n e
ua esiaoelecinjer'p
G*VP03 A UAIA
Para
pob
es
ricos e
Transparentes para janellas e portas
Chicles baratos para carros.
(;arriob:8 e velocipedes.
Erlqoedos para c'.aoc's.
Artigos de bilbar e cesmorama.
Roletap, P a-os e jogo .
Vende-se na lr-]a de ir.st'umenios de msica
da Sdnardo Paira, roa Nova n. 13.
Criado '
Precisa-se de om criado ; tratar oa rna do
Com ro: reto n. 32.
Acs ^nercieiros
Hhctrrao s 10>000 a caixa ; vende-Be 03 Pe
rola, roa da Imperatrii. c. 78.
Professora
Preciaa oa do o proVaMna do de suas habilitacfies. para isinar era can
de familia em um engeoho prximo a oolB-
go da Bscada, a= materias Por-
tuguez, franecz. anllmietica irecirrapliia. ma-
sicajlicorica. .-Il'cjo e trabadlo- .!< .ulm.
Pafa-sa b" mi otamMao.
Para inf rinatjou, ra MMOJMO a Oliada
n. 56. 1* andar.
CtsikMre
P ecisa-se de um cot befro ro ro
trata- ro eacr:p oric A rna
mero 4 i.
Caxoir
Preciss se fe ero c x?,r.-> n i
BWcoarta, de idifle de lia I i
Sanca Moma, aajm< ; < r.tar ro Urct
da Pazn. 3. ero A'oc-'do.
fe
Fabrica de irdb
Agnas e lanH rsmi
tod s wqsJJ-' les
So-J otar, gioger, tie, iim^", 1
carolo, cWxi8, granadina g:
bauorlha, hoHeIS p:
12-A-CAES DO CAF E: I3S-lo-A
NUMA PMP1LI0
Cirurgiao den lila
Contina com o seu consnjtorio k roa
Bario da Victoria n. 54.
Consaltas e operac<5es das 8 hora* da
manlii s 3 da tarde.
Dentaduras pelos systeraas mais ato-
emos e aperfoicoadoa.
Uerohteiaet Sprude!
Cbegoa s excelbnt- a^ni: ruteen I ai oral
Ge-ols'etner Spro'iel, a r a aicenl oae
teo vindo ao Brttil.
nico depo?ito i rea Mwrqoi dr Clitta
oorcero 48.

na t


' '-;;
X,
Diario de Pernambaco Qmiiita-fgira 31 de 11111 lio de
^^^Mjpi-.JAJajj^^^^^^^j^1^1^^MHW' III
Rodolpho Antunes & C.4
3t !Ub kuHe de Camlas
FIKAS COLCHAS para camas. LIN-
DOS cortinados para oama e janelat,
presos sera competencia. Elegantes
objoctca erb3Coit, vidro, teira cotta para
toilette. Grande sortiento de albaca
para- retratos. Papel de faatasia para
ctrtas. A!em da maifoa ostroe artigos
qne o bailo sexo encontrar aempre na
bem conbecida oasa da ROJOLPHO
AKTNE3 & C*.
$7
de Caxias87
O mais completo e variado sortimento
para horaons, seDhoras e meninos.
Sedas
Brancas, protas e de cores, lisas e la
vradaa.
Cachemiras
Ccrtes bordados, orpartilbos, lines,
perc: lcta, levantinas, cretonea, sephiro,
chapoB de eol, camisaa, panhos, coltari-
nhos e peitiihos,
Parfamcria3 dos melhores fabricantes,
etc., etc.
Tudo 83 encoatra por presos resum-
dissinios
NA
La Gran Via
8 4-lna da ImpratriisS8 A
DE
Otaca Silva 9* C
Bolsas de pala
Um variado sortimento .ic*ba da receber
i>arak -varase
Cavado Aainnet ** C.
CITELAIIA
Te^oo'as, caivetes e navalbas o que se pode
desejar de mais lino receberSo
Conrado. Auiuaet C,
A'BRISA
Praga da Independencia
arriohos de Passeio
cara erlaneaa
Feries e plegantes scabam dechegar para
Conrado. Antnae* ** C.
A BRISA
Prag da In-"nd enca
Bijouterias
Novo sortimento era alBneles para gravstaj,
relogios, potceira8, broches e boiOes de ooro
romano; Recfbeu
Coiirad-i. Antanes & C.
Perfumara
Grds variedt.de em extractos, tnicos dente-
, oleas, asuas de toilet, pos de ooro eeabo-
nctes; c!os mtlborea fabricantes de Pariz e
Londres acabao de re:eber (om importante eor-
Umento.
Conrado entune* fc C
Bicos e reodas, novidades
Beeebero
Conrado. AntnneM A t>.
A B3R1MA
Praga da Independencia ns. 4, 6, 8 e 10
JBJJlFS.l TE4 PARA CABELLOS
Fara tnustro, casamea'os e bailes
Recebaran novo sortimento
Conrado. Anlnnei d> C.
A BRISA
Alta novidade
Grsmpoea a Mana Staart para en-
feites oa cabello o qoe ba de mais nevo
Rcceberam
PEDRO ANTONES & C.
83ua Ba^aedeCKtet_________
Erpecialcdade para o toucador
Nva retuessa do Maravilhoso SabRo
Rasso. nico deposito
Pedro Aiifuaes k. t\
NOVA ESPERANCA
63 Rda Do,pk oa Casias 63 .'"
.Bordados
Ccmp'eto sortimento em todas aslar-
goraa, brencos e mesclado, de cores, e
crene e bronco, alta novidade.
Rcfeberam
PFDP ANTONES & C.
NOTA KsrBBAXCA
63 Roa Duque de Caxias 63
Fabrica de movis a
vapor
DE
Silva Feroandes C
48Ruade S. Jao48
Promptifica-se qualquer encommendi
do marcenara oa carpintera, com a
bjsjm presteza 0 por pregos rssoaveis.
Compra-Be msdeira de boa qualidade.
~Aceita-se artistas maroineiros cara-
piebs) que sejam peritos ; e tmbeos ad
mite-ee apreadises psgando-se desde lo-
go algam ordenado.
DEPOSITO
49-Hoa Baro da ictoria-49
Cajurubeba
Esta enrgico e prodigioso medicamen
o, qne comcoa a ser vulgarisado em
1883, e qne tSo proficuos resaltados tem
produzio na cara do reamathismo, mo
ostias de pelle, eaoorrbeas, astbma,"nos
soffrime::tos occasionados pela impuresa do
aangue, e naa differentea formas da syphi-
18, esteve por algam tempo paralisado por
sircumstancias imperiosas; e hoje, porm,
reapparece com todo sea vigor; e de
esperar que continu a merecerdo illas-
trado publico a mesma acoeitacSo de que
sempro gosoa.
Approvado pela respeitavel Junta Cen-
tral de Hygiene, por Decretos de 2 de
Junto de 1883 e 18 de Abril de 1885.
Composlco
M
Firmino Candidt de Flgoeiredo
PROPAGADORES
Baptista& Figueiredo
A Tend* em qoalquer Pharmaoia.
Estrellas iT America
Nao cenan o faelma
Ao queima ao queima !
Tem cansado especie, mesmo admirscao, em
face do cambio de 9, os prtgos por qoaoto veo
dep-.os as fastndas do uoaeo esta elecimeot En
iocritel 1 1.6 pe veodo. Um nasseio yS EaTREL-
LaS D'AMFRIUA:
La eJhtK* alcocboado, alta noviitde, lo
coado.
Fulardine de balas, lindos padrOes, 700 rs. o
ce vado.
CoSe-rio.-f s de l, grsndes, 2^800 um.
Goruorloa de bolas 600 re. o covado.
Hirios pretos de 800 rs. a 00.
Sedas dolyrlco furia cores 2#S00 > e>ni
Cmsrsias brdalas cem um metro de larga
a l2C0 o covado.
dapnatas oas 240 rs. o covado.
Geotil peroambocana 700 ra. o cevado.
Panam lincsimo fC0 rs. o covado.
Vestidos bordados a seda.
Las de qaadro. 300 rs o covado.
L'nbo cbinez, 500 rs. o cevada.
Verbutiaas de todas as cores.
Mad>ptlo Paurimbc-lava o 000, peca.
Cq 1:8 de todas as qu Corles de casinetas Unas.
Bapii8tas Cnietimas 600 rs. o covado.
Ficbus de if 14
Piches de huno, fr-aie.>, 5f urr.
Uadapolao especial de 10J, 12 e 14, pt^a 20 !
varas.
Plcnella de ia azol e p- la H o ctvadc.
Mneos de eres 14200 o covado.
Uantilbas pretas de seda 4 usr:a.
Hilas do co'es, de seda 74 ucea.
Dlt83 de aleo'lao 34 urna.
Planilla l para camisas de borneen, 600 rs.
covado.
Eamines,600 ro. o covado.
Sedas chinezas, 14300 o covado.
Cmbralas de c r>s, irreudadas, 14300 o covado
Cretooe babiano, 600 rs o covido.
CreUoes iranrezes e icglezes.
irica pretoa e de Ctwes, lavrados, 14800 o
covado.
Vestidos brnros bordados, diversos pregos.
Vestuarios para b?pt'sados, de 10 604
Vole de 14 14200 e covado.
fofta ce cores para calta 44 o corte.
81-iins e todas as c* res,
Sarab c, erras -orea.
Cortinadc de cambr-cia 104 o par.
Mosqultclr s divertos pregos.
Goninados de crochet, de 144 a 404.
Gclcbas ce rrocbet 104 ucoc.
Cortes de colletea d fustao, trancode es cores
54000 um.
Colchas de cores, grandes, 44 orna.
Baeta encarnada e azcl.
Las com sras de seda, 24"60 o covado.
Sedas pretas lavad.s de 24300 84 o covado.
GorgurSo de seda pora de 64 104 o covado
Ca.emira inleza, preta e azul, 64 o covado.
Cambrala tranepar-n de 44C00 84 a peja.
Dita victoria de 44600 84 a peca
Um romplrto e variado sc:tiaeoo de mindezae.
Completo e vanado sorumento de roapas fritas
para Lumens.
Um complat sortimento de casemlras de corea.
Lindo sor'lrxento de vestuarios para mesiooB
meninas, ultima moia.
Merino' zul marinho, o qoe ba de melhor nefte
peero.
Crep azul marinho.
Camisolas de fljneila, flniesmaa.
Completo sortimento do potreicrto* e c.pas.
Cachemiras urta-cor.v, 14500 o c vado.
Grandes redes da BBla ua Traicao.
Gentil al freana, fu-ia c res, liJ c cevado
Voiles de lp, lavridas. de 'odas r.s cores.
Vestidos braceos bordados, de 164 a 224.
Vestidos em rarloov de cambraia d3 cores, uti
ma novidade, 324 um.
Muselina da ludia. 14 o cevado.
Crepoos de cores, 800 rs. o covado.
Pregos eem competencia.
Contada o neima
MS
Estrellas d America
fl=Rua f
ANTIGA
de Marco1*
DO CRESFC*
arques & Lima
ANBMIA
Para curar radicalmente a anemia, ch-
Iorose, oa cores plidas, opaao frial-
dade, e todas as molestias qua tem sua
origem ua pobresa do aangue.
Nao h remedio mais eficaz que as Pi-
lulas ante anmicas Brazilciras do Dr.
Silvino Cavalcante.
Formula approvada pela Dlma- Junta
da Hygiene de Pernambuco.
Presos de urna caixa 15500
Meia duzia 8*000
Urna duzia 15*000
HV.POSTCO
BOTICA FRN0B2A
H. ROimUAYROL
22 Ra da Cruz n. 22
EANTAZIAS
E' lindo a sortimento de tecidos sendo
impoxsivel de se descrever a grande va
riedade de tecidos de fantasa, sedas,
!3s, nicaoi k, cambraiab brancas e de co-
res ; pede-se ao publico em geral e princi-
palmente as Ezmas. familias de visitaren! o
CoDgresfo das Damas
Carvalho & Aimeida
RA DO CABUQa' n. 8 e 10
Telephone 196
Lqoes de Gsze e Peonas
Ultimas novidades de Paria receben o
Congresso das Damas
Galoes e Guarnices
Com vidrilho e seta vidrilho acaba de
recebar lindo sortimento o
GQNGRKSSQ DAS DAMAS
WHISKY
Royal Blend marca VIADO
Este escolente Whisky Escoces pre-
fer ve: ao cognac oa aguarddente oaana
para ortincar o oorpo.
Vende-se a retalho nos maioras arma-
seas de molbados.
Pede Royal Blend marca Viado.
ajo nome e emblema sBo registrados por
odo o Brasil.
BROWNg 4 O.
Regulador da Marinha
Concerta-se relognos de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja ebronometros de
marinha, caixa do msica, apparelhos
elctricos, oculos, binculos, oculos de
alcance, joias e todo e qualquer objecto
tendente a arte mechanica.
9Ra Larga do Rosario9
">..
nxaquecas! M evralgias!
nxaquecas!
* PER0LAS !=: D' GLERTAN **X^.
tos as mais dolorosas Nevralgias, que eejam ellas de caneca, dos mem-
bros ou de qualquer outra paite do corpo. Nunca de mais o recom-
mendal-as aos doentes que soffrem d'essas crueis affeccoes. Para actuar bem
a Esseucia de Terebenthina deve ser perfeitamente rectificada.
Enja-se a Firma Se CLEBTAH obre o totolo dos ridn de Pirlas U Estocia de Terebenthina.
Ea PARIZ. 19. ru Jacob CASA L. FRERE n. CHUMPIfiHy e C", S~* 19, ra Jacos, em PARIZ
A. VARBJO ESI qV.\* TUAi ia rUABliClB DE TODOS 06 PA1ZE8
LINIMENTO GNEAU
jFairet os Cavalloa e 3VIxila.s
Suppressao do ogo
E DA QUEDA DO PELLO
S esto precioso Xoplqo o nico que
l aubstitueocaaatlcoc cura radicalmente
i em poucos das as manquelras, nova3
'e antigs, as TorceduraB,Contu5e,
k Tumores 6 Inchacooi da pernos,
' Baparavo, Sobre-Cansas, rraquea c En-
| torsltarr-euto das pernos dos potros, etc., seui
I occaslonar nenhuma chaga, nem Queda do pello
i meemo durante o tratamenlo.
Hiir.
DB FABRICA
40 Annos de (Eko
SE32H RIVAL
Os resultados extraordinarios que tem '
obtido ras diversas AffeccSee do i
t Pelto, s Catarrboe Broncbltla,
Molestias da Garganta, Opbtal- |
ma, etc., nlo dio logar 4 concurrencia.
A cura faz-te com a mo em 8 minutos, tem '
dor e sem cortar, ntm raspar o pello.
Depoiito era Paria: PhirnucU G1VEAU, Ra St-Honor^ZT^cemtoisasPbiraMiM.
HOMO TRATAME^^
INJECGAO VEHBE DOPERRON
Novo preparado, neiu c&uttico, asn irritante : acalma es dores dentro de 24 oras,
destre o ulcroblo espc-cico, e cura com maln soguranca e promptido que outro qualquer.
BSATIGO-SAHTeAXi D1TFERRON
Not forniiila de cnicacia certa : supprlriic o Copahu c o Cabeba, e cura radicalmente, sem
perigq de rncldiva, pcla_biiii acc.ao ecUmulante eantlseptica^ao mesmo. teinpo.
Faz-s uso do Sla,IZCO-BAalffTAXi"s, ou jiii/tamente com a H JECt?i o
U>E.
Extracto concentrado da verda
Vegeial-Iotlurai'j
ra salsayarrillia yermea, nica eflicaz. mils poderoso e
ao mesmo lempo o mais brando dos depurativos. Especilico dos Vicio do tiangue, dos
Jfhruuiatinuu'i*. das B*lettias *fc Pelle, e das aK-ccOcs especiacs, que elle cura,
conjurauQo os ecidentes tarrlrels que, to frequentemente, sio a consequencla dessas doencas.
Exigir aActlqnatura So rabncantf Dli'PCRKON. rh" de I" el. 3'", ruc des Boalers, PARS
Deposites em rmu.b> CUE BROCAS t PBOSliCTCI SMMUOS nacprincipare Pharmaciae eDrogariae.
LC^A
ALYS0-PHENIC0
ao D' DECLAT
Tosse, Catarrhos, Grippe, Bron-
j chites, Tsica, Coqueluche, etc.
Avenue Victoria, 'Poris, e Pharmaclas
DO C DECLAT
Antisptico poderoto, Higiene do
toucador,da Bocea, Curativos, etc.

.;-.-.--

tr.J 06 is.noe desi;sneS3. IJstrm:i Qmmic- BxpomiO&O Universal, Parir 8S9.
t-t JifJcaaceeia IIozz-a, i(3 JOedalheta de Onrs o Q ZZeduiiuis co fraim.
I
C3J BaSS o BSM JVaa-iiB (*
K* o melhor anaieato para as cflaarjas de ierra Cdde. SapnreS
insufticiencia do teHegiat"falefacUlUodearneftvi.-.Cwnacnsy
eso uio Liadiarrlioa rieinvouiiLo.susui.di^ei.o lacile corr.p;.ei4.^f^
Eiiprei-f4 tamben vantxjofamente como alimento para z
Adultos e ConvalescenizS qce tem eitr,;af,os delicados.
p^Ailei '''0"1S 11 fca
Jbyc iril I FiVitVl1 eki&W sJ bVsIbb
a*a> Terdadetro X>ET2 Ptrno x)S VACCAS 67:ssas tendo conservado seu aroma e
''todas suas aualldadesnutritivas. Alm dos grandoa enrricoa que esta conserva presta Frota.
tao Exercito e aos Hospites, ella tem gauhado sua portcao na alimecUcao dos parUculares,
,aaa luaes ella as6egura um leite agradavel, saudavel ^ uatural.
Bxtgtr i rtrai: BEmu snti8TXi e a Ski i> Turica : Jvxxuo si passaxos.
A casa Xenrl neutle nSo tem jiais, como outr'ora. nm nico agente para o Brasil;
seu productos acbam-se naa prlnclpaes casas Importadoras, drogaras, pbariaacias e lojas
_ lernTABI*. *....
( lr.<. ZiOSiUtiSH, 9, HilfUI Jiill.
C
KZMRI MESTL, era VEVEY. i S? "S *- d" ^'-" *"rtl
SINAPiS
Csfriementos Drea
H
ifTfiTn r>"' iflsiiV
Gongestrjes
CH>4I eaS TOkU A
EXIJA-SE a ABGIQKATURA,
ph jajtosaei a s
edr ENCARNADA,

fr-AjiCA na FAliklCA
Tirar Fdrinfta de Linhaca qualquer causa de alteracSo e falsi-
fica^So, fazer d'ella urna Cataplasma inalteravel; tornal-a
antisptica e instantnea e evitar o emprrgo da roupa, tal
o alvo conseguido pelo Sr. Al-lause, com seu LXNlO AUL.AGNE inluitamente
supeor a todos os productos similares. Cinco minutos de imiuersao na pa fervenda
bastam para obter umu cataplasma flexivel, leve, localisavel a vontade, conser-
vando durante muito tempo o calor e humidade e permittindo, sem deterioi-a$&o, u
addicSo de substancias medicamentosas. Experimentado nos Hotpitaea.
Deposito geral : E. ATjx.AOirE, Ph del* cla.-se, om Saint-Etienne (Franca).
Vndese em PERNAMBUCO, na coaspux> usiogaa a PSM>7CToa o
Que tem em seu po'ler amostras a di*posi?d ^>AA^V>>^A^*A^V>>I PRgVINAM-SE COM AS IMlTAC6E$ tef+Sr+tMlet+MI+fk
ORIZA-POWDER
Flor de A.rrbz
FRESCURA E PERFUME I NCOM PA RA V EIS
PERFUMARA oriza
de L. LSGRA2TD
** Inventor do Producto VERDADEIRO e acreditado ORIZA-OILi
X X, Placo de la Madeleino, X=*a.x-ia
ACHA-SE EM TODAS AS CASAS DE CONFIANCA
>WS^*r>r>r>r>W**r>^iV*fl>^^
VINHO QUINA PYBOPH0SPHATO- FERRO
^ PREPARABO SA
rHLAJK2VEA.CI-A. ROBI
MBMBRO DA ACADEMIA DB MBDIOTNA DB PARIZ
Esta prenaracio proveltosa s Crlanca* fraca* e mrii<*iMi e favortsa-lhes o crescl-
mento; convem tambera s SetUtoran frueaa ou r.nenilctiu, as quaes facilita a Jfftie.
truaco e previne as dlfllculdades da idaete critica, activa o reata beleci me tito da
sade depols do parto. Restabclece a forra viril ion homens enfraquiiclUos e ratlllta-lhes
es BigenteM laboriona, dosperta o appetlte sem produzir os ardores proprtos as outras
preparacoes, rio d lojjar a prlsao de ventre, diarrhea ou fadlga do estomago.
' por Isto que deve ser considerado como o melhor Ketjenerador do Sanrne.
Alm da evitar ti Imitaciles s Fulniflcac'A h fraudulentas, eiji-t* tuignturt
1 BBSSB, unho sucesor de Robiquet Levasseur
TPT^ ^ ta-tv ^ e-iT a BOBXQITKT. 23. rita de la Monnale, PABIZ
Depoaltarioc am Pernimbuco Pirana M. da Silva Jb
Para ter a Verdadsira Agua de
VICHY
(FRANCA)
Eakglr o neme da FonXe lobre o Letrelro
e sobre a Capsula.
CLESTINSr^^''
GRANDE-GRILLE. -*-H
HOPITAL.--"-0-
Ter i cudalo di designar a Fonti.
SnstiUs aa Pernambuco: AOS. LABlLLE MASA
sg.Ta JSBWI i mj praatu rausAUAi "rqriir
tf^^r*^
DELANGRENIER ^
DE PARS .
Quilo de ume fem ultt'set e
teeeeem eHesclt cs'te
CONTRA AS
/.........,
| Otilio de umu lim, unlti'sel e "t*'
i ^ teeeeem eMced cs'te p> \
' <; CONTRA AS Q. '
BRONGHITESg'^ INFLUENZA |
< e ii Irritjcii do Frito e do Garganta,
a Sem opio, morphlne ncm co-
p. delna, sao receltados com c/ ,
ptimo xito e seguranca ^ -
s crlangas padecendo J*'^
^ TOSSE M COOUtLUChE r-
^ as PnerfC1
>*.
e oc-*". gra> -^Q
A VOSSA AGUA MINERAL
anloga di aguas natura!
coa os
ICOMPRIMIdSdeVICHYI
DE
FDIT
;?C.ifg3s]gttnmwNllf*Cv
suraatorados com agua das tontea
f CHILLE, CLESTINS, HOPITAl,
HAUTEMVE, r-rORRE, He.
PARIZ 23, Aoenue Victoria PARIZ
.> fe
S "? S
O O r~*
OS 03 ,
OI

.5 w S*
sK
5C
3 ^2
.S.a-3 S5
.03 .05 < .h
.5
r.
n te
es es
e3 i
9 i
illlll
Deates
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do o excelleute preparado de Manoel
Cardoso Jnior. i
As cartas que lhe tem sido dirigidas
pelos jornaas de maior circula?ao, attes-
tam a efficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
va &c C., ra do Mrquez de Olinda
n. 23,
Pharmacia Martins, ra Duque de
Caxias n. 88.
Pharmacia Oriental, ra Estreita do
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, a ra do
Barao da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes,rua Larga
do Rosario u. 31.
! LUZ
iDIAMANTHwi
L0RGMAJI A MARTNEZ,
NEW YORK.
sai Livre de Exploso, Fuican Meo CtuWe a
A venda em to os eei
D armazems de seceos e mo
Ourives oceu-
lista
Tbeodoro Cunt Bamea de ellst
Ettabelecidu coto oflicipa de osrife* i r sfl
LaraoRelrag o 1 tftt* sm oe frseseses e M
refpri.avtl poLlico, qoe ijiruoi ofj-art luM
lltai8?!Qio? para ezeca.ao de aaltser trabalb
conceroeoie a Pea ari, 'Stwlilmsilie crsTS
(6tg para brbatites, calos, peocioes, iMOeVe.-
los, etc.
Doura-se, pratefa-ie qoa'nirff m-til, rscer
tos eui Irquea de uiadrip.irola oo cutr- cj(ot
especie, garaotlodo preos aidlcos.
Ra las Laraugcira^ o. 1
V accas ie ieite
Veodem-se boas vaccas de asila. Brjase
mittii3 na Ponte de U;oo., sitio da Ctsslls.
JMAASAAAAiUAAAAAiM*
MatUlhal M Puro m attpoaipSai TJai I el all 9*
o
i
cmtxnsfiX)
'1t\mMU$reW,
J. 1?"
V

lesa
commissoes e repte-
sentaces
POSICAO
bm v mam m
J4.3MCaSX3FULS
ie innmeras fabiicas de lodos os p^izes &< Jas duas mericas, de. toda especie de mercadoriat. de
cachinas e materia prima.
Deposito do afamado cCREOLIM e 9 mS** m-
i afectante econhecido.
Deposito da beca conhecida ODOWTiNA do
Dr. H. lrdet.__________
U0MI
MM
FIfiAM
PBQUIsliAS FILVIsAS 99
Pifjedo entorpecido cura-se pcsilivamecte cotn estas rillas, lu
s.o nm remedio purgaiyo livre de perigo para o hornern ssafa frsco. tac btm
-cao bastante activo para o hornera mais forte, e nao constipa sel*
* sio medica dos Sstados-UDidos. Sao as macares e mais (acata a i mar.
Qsarenta em cada frasco
JTJ9Q T$& UE0TK
SABAO
Tumores, cravo, pelle venaeiba, spera e oleosa n pidide oa estado
.of o mais grande de todos os aformosesdores da pelle, o Sabio Curativo dt
Rentar. Produxa a pelle formosa, oranca e clara e mana brandas; alriclute-
.-iito puro, delicadaiaenta medicinado, extremamente in;omparevei cobo
tibio prt a pello bem como do mocador, do banbo e do {aarts das crisaeas.
CA&iEEiA.Nao genuino sem cada envoltorio ter- marca ro-
^uurada de Barclay & Go, New-Yurs.________________________________^__
B rABsaS
TRICOFE&O BE Si&mmT
Urna preparagSo elegante, extremosiente perfotoada, resMVf todas as ia;
raresas do crneo, peraervatlv'o contra calvicie e cabello cunelo; fsx o o!)f
o creseer espesso, brando bermoso. Inellivel para corar erupoe., doeacu
ia pelle, glndulas e ms3C0U'.,s cura rapidam. ;t^ooradur, fsciaadsras,
tridafi, torcedoras, etc
CAIJTKIaA.ISSo (.jnico soto cada frasco ter a atarea 'aijir^*
PAIAO
CABLLO
a nui
fE~TD.i! mEtnrwK.
ixr.

Como renedio uE-i cao Calmosa, Porilcador dosangse, dktroticc,
e aperiente, nerihsiE ouro apellidado depurativo oa saissparnlba se *r
xitua seqcer ao Xarope de Reuter o. t. Combioa qsatro grandes proprieda-
? ^ague, os rins e os intestinos.
Absolotamente neotraiisa xpi!;a peics canaes IntesUoses, nao
poros &z pelle, os germeus r tranapiragao.
depostaseos oestes pbodoctos A oompaahio de Drogas prodaotot
Roa Marquaa de Oiinda s. 24-
L lIRiriOeVDO
PAMA
NAVfBUB.
LLH PATERSOH A 6
--RA BAH0 DO TRIMPH0
fachinas a vapor
Moendas
Rodas d'agua
Taixas fundidas e batida
f aixas batidas sem cravatj?'
Arados.
44
$
^mR*W

JJ-




\
I
8
Diario de Pernfimbnco Quinta
GRANDE.
m^^ BnlIlIBIlIltf.
uvaif ww%nmm%wmm
Bus Larga da Rasara as 19 a 31
one n. 152
l>e Qara .conhecendo a inadisvel neceseidade de aue se rescentia est*
grande capital, sem poupar sacrificio e de-pesas, acaba de tundir os aatigos bote
COMMERCIAL E CONGRE3SI3TA em om grande e9tablocmento com bpedaria
nominando o
Grande Hotel Commercial
Alli eneon^rar o pc'olioc- pernamboc&ao e os lluatres viajantes, alm de bote
<* preparadas comidas'bebi >ui finas e rBSoIhidwa, ama bota montada e descont bospe-
'dfcsia, com todas as presenpeoea bygienicas, a par de nm servico complato por parte
do grande pessoal de qae disp'e esse importante eetabelecimeato, boje o primeiro es
.sea genero nesta cidede.
Montado ooro a mxima cercene'*-, dispo* o GRANDE HOTEL COMMER-
CIAL da om calSo de recreio artisticame te preparado, onde podem ser rr alisados
baaqaetes.
O proprietario deste estsbelecimento pede a visita do pab'.ioo Pernambacaoo.
GRANDE HOTEL COMMERCIAL
Ra Larga do Rozario ns. 29 e 31
sarsorrtcers
D. Mw de ^57a Tor
$1 le limito de 1S94
En HWEBae 0 nr.nm. tanate* fmro\
ti**f htfstj. Afinrta nm Drogara i- P
I
se irU.cfferf c awl it;MMb do Hondo.
Cl'BA
l-ClluM, Cm.-c
'.. pia'STIe do
i bvif.jKKi.-i,
. !erln-v. Ce
i rr rfi- Pp
Burdo Qnfisco, tncha-jw-rn, J
r- .ipir.ff.^sA Itrern. teca
_ nti.rlpu... r
CHaai;n.. ., -
Oriatcaj e Adultos
, W.rrs '! Ba: rtgo, rollen UUobJ
lolcra-M"-!*', Vomito*.
p,^%>, CewtlPRalo. kou*iuid;\0, Eronclift.
.ir ?)riitr'e !< Cara, eevpilfiK..
rada
>,n, Ver'lv-m.....
- v. un......
Eecaesa ou wmo-
l\ l.nn-urtBM, rUrwBraaoa. Rp-n ?rofti
1* rrniK, tp-whia^mni-uMadeeleaiilca
M. MpTP,yK8p>,BTyrlU.. .. .........
A 7Cn<- n 10 B-Vm rkeuiuillc. .... ._
i* >*-zc, /Tinti*. Jet>re ta.ermli lenta.........
r. EJMaorr rmna. alni>ei o aacjo-tutaa.......A._..
niutt oa acartou...........
1iS, 13
' rfaTta \ cS Tbiatms.
lit". ule arva, ou jhyslc
ULULAS
DE BRISTOL
.._ gevai. ou n^sic.........-...
Jf' VrrrB^i i A*-i\uiuiai;oos uulou..._ .
a. ttxjua de iflri. ..'ausa. Voniltoa.
ZEVEDO & MENDONCA '
SOCIO RESPONSAVEL
ILDSF^RSO DE J.ZEVEDO
Pharrcaceaticc-ebimico p la Ecola de Mediciaa do Rio de Janeiro, exr-iu
iro epbarrDaceatieo do Rispital Martimo de Sat- Is^bi!, ex pb raa ce tic iosco
iar de diversas bmbavsSm medicas do governo gTal e p-oviusial no Car, ex oia
effectivo, profe8sor d Escola d9 Hamaaidodc, cx-membro di. commissSo dd phy sijsp
ex-)C8pector ds3 salas do In3t'tati Pharmce- ti ;o do Rio de Janeiro, premiado corcm
MEDALHA DE OURO do mesaso lastiutj ( ao Betito prefija oni), lamno do
Curso de Medicina, etc. etc.
Medicamentos magitftraes e officinacs
! CAPRICHOSAMENTE PREPARADOS
Grande s ceuiicss, cicionacs o estraDgeirss.
Fudss, soed-js, irrigadores. seringifS, pessario?, pu'verisadores, etc.
Times, versiSM, oinceis a muiros outroa artigos c'e potsWis. Vistas e out os
artigc? para fogo de ert'ficio.
ARTIGOS bE PHOTOGRAPHIA
FRECOS RrlSOAVEIS
25RA DO BARAO DA YiGTDMA -25
Telephooe n, 398
PERNAMBCO
GRANDE LQUDACAO
FZM.S
PAHA
DE
E
ACABA
NO
CENTRO DA MODA
N. 3-ElA DO CABUfiA'^. 3
A' saber:
Madapc!2o, algodc, 'Litas, cretoaes, naiis->k, brilhioti i.a. attoa, bns brsn
eos e de c8r, vo?, mrito pret; e de c6', cach^m ra, lana, sidas, cassmiras de todas
as qualidades, flnellas, bramantes, atoalbados, pannos para me?>l gnsrdsnftpo, bre.
tsnhsB, tos!b s de linho pc-ra mesa, esguiSes, cobertores, colchas, oor'.tpadoa de cam-
brtiife crcchst, palerinas, cortos pira vestido?, c^rnj*;*, co!arabos. paefa 3 gravatss,
ertaras, rceias, lecgos, loques, miudesas, peitamwic?, ftis, bic^a de seda e algodSo
braceos e 3 cor, sombri^hre ,.-to,f etc.
nleotluaariia.rias, CulculoUH'i*
na Pejik*.............................^.4"
p I nii^ttenele. "i>blll . K sau'.uh:nii KiK'ra. ou Aonla........
i Incouilcoucia de Ourlca. OurlnKX-sjos
Ciaia..................."JC1M5.............
;>. Slpiii.f.'mi'o ooro9ft. Pronto..........
.- Klsieotin do Corrido. PuJ<ac.-. ftc
S'. Krvlru-lH, >sl '.-atlu-'o. ollacorul. Baila ile
. v*!3...................................
SI r;?!itherlf., Mal maligno de .agaiita------
?. CtmgOtff C'UroulcuM, LMrduCabeQ. ..
O Uanool do Dr. Hamiihri:ys. VA paglnaD 30**
- HiienoMadS o o moco rio <:Uf*i-ta).ii?i!34to
rtM! 10 u MWno 00 i
fu 'ic dirtei. ti*/ Vvitt-.
UNIOS AGENTES
Para vrndaa em grose eis.
Pcraasabaco
Faria Hobrinho C.
Chcgaram!
8euentes qovas de hertslic<<8 e florasja
Raa Estreitd do Rosario (junto m Igre
Pocas Mendes & C.
Obras de Vime
Como srjam :
Cextos p-.ra compras
Bsrc s
Bi'aios pracpapel
Roopeiros
e lindas cadeirss-
Estreita do Rosario
VEGETAES
ASSCARADA3
SEGURAS
R
ra
(junto a Fgreja)
?fas Sleades & C.
Vinho da
Estrella
Serra
La
garrafas, superior a
marcas, pr?prio par?
Em anc retas
todss as oatras
mesa.
Ra Estreit do Rosario (junto da
Igreja)
Pocas Mendes & C.
LICORES, COGNAJ, VlNOt J-
NOS gneros de prinneira quslidade e
tndo quaato se pie desejar para urna
b6a disparaj, a precos os maia resomidoa
poseivel-
(Nao temos eompetidore.^,
Ra I streita do Rosario (jurtc a
Igreja)
Pocas Mendes & C.
Fundico
ral
G

V. avi-
uezes e
Provbe-se que a Hquld>cSj coc sya as
oras da t^rle it concluir se todss a Caceadas,
S horj6 da mabS e Beaba a- f.s 6
N. 3 DO 0ABOW---N.3
Alian Fate.eon
sam aos rets fre
amigos especialmente Srs.
agricultores, que receberam
um varia Jo eortimento de
arados os msis afamados.
Syracuse !
grados a 2, bl !
Cuban; s ns. 1 e 9 !
Fogos e sortes
Para as festejadas noites de
S. Joao e
S. Pedro.
Grande e variado sortiraento de fogos
e sortes nacionaes e estrangeiros venda
na
A Considerbalo
20RA DA IMPERATRIZ 20
L^ja doMa IfSllBTES
para as noites de
S. Joao. e
F. Pedro.
Complelo sortimento, a venda muitas
novidaaes, e com e^pecialidade
Fogos com api tos
Vende-se na RA DA IMPERATR
LojadoSuUZA
L1VR0S DE SORTES
A Fada re Morgana.
A Bohemia.
Os Trez Jacars.
O Di abo a Quatro-.
Ora Bolas.
Disparates, versos e estallos para sor-
tes venda na
A Considerbalo
20 -RA DA IMPERATBIZ20
Ldja do Maia
Fogos que apitain
E
Phosphoros qaedaoestrellas
Grande novidade I A venda na
A Cousiderncto
20-RA DA IMPERATRIZ-20
LOJA DO MAIA.
FOGOS E SORTES
Para as noites
DE
S. Joao e
S. Pedro
0 que ha de melhor e novo, tem a
Hercearia Ribeiro
16-TRAVESSA DAS CRZES
Esquina GTTANDE LIIDACAO
NA
LOJA DO POITO
19- Ra 1 de Marco 19
Os propietarios deste sstabeleoimento resolvern liqaidar m *rtnrl
abazo meno3ada4 o^m graade reduooao da procos vit' o grande deposite de c>er-
cadorias qae tem msis antigs
Como sejam:
C;cbemirae, ama largura de listse e Iie*i e oom te, faaeoda de 1|.*00
per 400 reis e eevatto.
Et*mies weo3a4e Ditos idem de asa so cor a fO) reis o eovado.
Brim pardo n-,m toqoe de molo a 400 reis e oovado,
FLneilas btaooas e de ocres 400 rs. o corado.
Brim rrso o com t#tM p:ra vestidos 4C0 re-s e covaN.*
Cretoces rrnceaes o americanos a 400r3:s o covs-'o
Mantbes de renda todas m coree e rascas a 4000 urna.
Colchas de cor para cma ds casal 5#000 urna.
Caemira preta e de car para re apa de bomem a 5M200 rci;
Cortea de cachemira em ertSo para vp> Ditos do easemirM fioae p*ra c<)ya a 83000 nm
Atoalbado braoco e dp oores para is'ss a 3){000 o metro
Ob:dc< a de Jerc-y pt-ra eencora r 5)>00 i ao.
C^miaas branjHg da liebo p*ra hmeos e meni.-tos a 6C00 a dasi.
MttapelSo pella de ovo, de 120000 p^r 10(5000 a pee.
Dito ameriens muito largo a 12000.
Cortinados bordados o 105000 o pr.
Oepeilas com vosa p-ra eoivas a 12|J009 uma.
GarticSes de oroobet para c-deiras e sr>t- a l0O>?.
Camisad bordadas para bomem dormir a 0(5000 ama.
Dts oom ren^a para so< br&( dem a Ifr 00
Moequiteiros grandes biaDoo e de cores a 18.5000 cm.
Ditos prqaencs brancos e de oores a l(j>00 um.
Vestuarios de jer<3-y p^rj meainot rodos es preces.
Merir preto duas lrgt!ra9 a 000 n cavado.
Camisas de roca o do lil para senhoroa e para hornee?.
ColsoVt; fraDcee?s graades a 183COJe pequeos a JfdOOO
Soriimenfo comp'eto s?m fioh* de 5 e de lioba a 1(55 00 um
Flaoea prets e t-zul para roupi de bomem faeard de 6JC0') p r 4$(JQf)
reis o covvdo'
Dita preta e asul prra r upa de bomem lateada de 50CO por 2|5C0 o
covado.
Esteirrs, elcatifas, tapeted, bordados, lencos meias, etc., tnd oiuit l-
rato psra acabar.
S na luja do Poto
MBL8P Xt, 81
SOsMIMBO
43Rua Da juede Caxias n.- 43
Os proprit-torioe de?te muito acre.-iit3i)o esia^lt-ciueoto Exma8. familias qu scaDam de reeeber um compl-io sortimento de sedi-s e me.;, s oclras f
das initi'smeDt^ Dovilaiee veneai por P'pco.* sem sesi pesen ta.
A saber :
Uuj 'ico sortiiDcn'o de eJos o que ha de ts <-bic e moderno. Um orm^let) W'ssfl' a>
cach?u)T9 liet-aJ a pela, surtiloe em ^ores. Me-ic6 d cor-s lavrseos p: r p c 1--'iSl-
mus. o espier.ndo .-ortimenio ce creio.ies f-aDCzes. thics. Faze..d?s :r : hx us>. Ti
arreodaoo', fu-iiit>i etr corr-s. Bramante metro. IkWapr. o fli> '0#, tito d- li com SO T^ri. Algodaaepbo ii 7* a 81 a p-,-. I
les de slretifa e >pp|lui.'-do? para nofa e c.sroa, eBtsTjpas-liii^a.'. a e rtimi-co d
baratos d S$ a 10. Ditos de seda par uoiva*. Laqces de ppacan. Bllractcl
las ron veo para casamento. U.ntiload de Mea e ue li h-, pr-ts v de ee*w. P (bo atriles.
Toslhis de core-. Roopas pi-a menino*, branca- e 1e cores. Cspss n-clr cr,m fM-iNh i a 3|.
Salas e caroieas para seohorH. C rtlnados ictricos de cro:bet a 13 e 30i. Di > j-sra .
tas. Flanellss com ancoras bolla/. Crie* de vestidos bordados a -de dt 35* t 30> r cafas
outras f'.ifnda* que impoi-ive ft torna ties^rever.
Tecos om grande sor'imeoio ds caxemirvs e faz?ajos ::u??? ro: ItCOBsl r ':. I ;
mdicos. S- co
Aseim como preparara boa*
d Ibra, preparados.
Alm disto tem o impagavel
bor ar os bdlos.
Hambres a 2000
vinbo para sa-
ou
,HETM
OO
POR
SAViaa n mnm
SEXTA PARTE
BERTHA E RENATO
III
Um amigo
(Continuacao)
IV
A paite iwpossivel de salvar
segunda. \
Fo: preciso toda'a influencia de Ca-
melia e dir-he-hei niesmo que foi neces-
saria a minha intervenco para obstar
que ella causasse um escndalo enorme,
diligenciando vir procural-o... Teimou
que lhe occultavain o seu verdadeiro es-
tado ; quera vel-o; dizia querer cravar
urna navalha no coraco, ao p do seu
leito, se acaso o visse morrer... emfim,
loucuras incriveis.
Quando eu vinha aqui saber noticias
sua, ficava ella a esperar-rae na rua, oc-
culta n'uma carruagem, e eu era obriga-
do a fazel-a guardar vista palo meu ve-
lho criado de quarto, afim de fiear certo
de que me nao seguira.
Quer que repare o que fiz ? pergun-
tou Henrique.
Sim, retorquio o Sr. de Savenay ;
sim, possivel, e eu me encarrego disso.
No niesmo instante illumnoa a fronte
do visconde um relmpago de alegra ra- qUe a ternura que elle
pidoepnsagf*iro. mos q-ie min'Festava a
Reparar... repet o Henrique pela
com a expresso do inais
completo desanimo. Parece-lhe possivel ?
Mas como ?
Meu caro amigo, replicou Renafo ;
socegue, restabelega-se, sabe que sou in-
capaz de o engaar.
Henrique esteudeu a mo ao Sr. de Sa-
venay.
Renato,;murmurou elle, faca o que
diz...
O Sr. de Savenay fez um gesto de que
enxugava occultamente urnas lagrimas
que nao corriam, e apertou com commo-
co mentirosa e hypocrita, a mao que
Henrique lhe esteudia.
Adeus... meu caro amigo, disse
elle, vou-rne embora.
J?
Vou trabalhar em seu favor.
Quando toruarei a vel-o ?
Todos os das.
Esta visita fez revivar o Sr. de Croy.
Renato allivira a alma do seu amigo
da um peso que o esmagava. Fizera-lhe
nascer a esperanca, fraca, muito embora.
Renato vollou no dia seguinte.
E voltou em todos os demais das. Hen-
rique instava com elle para que se expli-
casse, mas nao obtinha resultado. O Sr.
de Savenay obstinava-se em dizer que nao
dizia nada, emquanto n2o visse completa-
mente restabelecido o seu amigo.
Bertha, em vista dos assiduos cuidados
apparentemeute tao afectuosos que Re-
nato prodigalisava a Henrique, sentia dis-
siparem-se-lhe a pouco e pouco as graves
prevencoes que de novo a tinham assaltado
a proposito do moco estrotna. Pareca-Ihe
Nazareth
Vende-se ou aluga-se
Na cidade de Nazareth. vende-se
aluga-se nm vapor com forQa de 5 caval-
los, urna machina para descarocar algo-
di'o, com 50 serras e urna prensa, tudo
em perfeito estado, e hem asaim urna casa
com os cmodos precisos para taes obje-
ctos, que acomoda para mais da mil sac-
eos de algodSo. A' tratar n'aquella ci-
dade, com Joo Cletiientino de Hollandn,
tabelecia entre ella e elle um laco de cora-
mum sympathia.
Assim, pois, as sou maneiras para com
Renato modificaram-se insensivelmente,
tornando-se pouco a pouco benvolas e fa-
miliares.
Decorrau assim urna semana.
Ao cabo desta tempo, pode Henrique,
pela primeira vez, erguer-sa, e dar um
passeiosinho pelo quarto. Apezar de ter
emmagrecido extraordinariamente, re-
adquirira vigor a flexibildade nos mem-
bros ; o rosto tornara-se-1 he fresco e co-
rado.
Bello disse elle a Renato naquelle
dia, quando este foi v3tal-o hora cos-
tumada, e depois de Bertha o deixar a
sos com elle ; parece-me que me acho j
sufficentemente bora, a que agora nao
tem razio para continuar a calar-se...
Nem procurarei motivos para o fa-
zer... retorquio Renato ; conversemos...
Pois conversemos... tornou o conde.
E sentaram-se em face um do outro.
Primeiro que tudo, meu caro amigo,
proseguio o Sr. de Savenay, ouca-rne
tranquilamente, e sem se tormalisar a
cada urna das minhas palavras, que de
certo no primeiro momento, lhe hao de
assustar os escrpulos e inquietar a con-
sciencia... Quando nao ha senSo um ca-
minho que conduza ao fim que se deseja
attingir, e ao qua se precisa chegar, n3o
ha remedio seno seguil-o, nao var-
dade?
Sem duvida... replicou Henrique.
Promette ouvr-me com serenidade a
paciencia ?
Prometto.
ptimo Principiarei por um apolo-
gosinho, a modo de parbola :
Supponho eu, meu caro amigo, que pe- [
gou fogo n'uma grande cidade, a qual
Kerosene inexplosivel
NEW ERA OIL
De la fabrica de Miwm
H$w York
TBffOBM
^onseca Irmo
in a
Torrad or
a I. o 4> C.
C o u t i
SYStemas e lamanhw, Je Robiuson c ootro*
ameaca destruir inteiramente, nao pou-' quin/tdo do fogo.. .
,- pando palacios, nem t3mplo3_ era mu-' Mas como ?
zeus ; que.resoluc&o se deveria adoptar,
na sua opinio, para salvar de tal desas-
tre, os monumentos sagrados da realeza,
da religi.to e da arte ?
Renato interrompause e mostrou espe-
rar urna resposta.
Seria nacessario, disse Henrique,
que nao saba aonde o seu interlocutor
quera chegar, seria necessario, se fosse
possivel, solar o incendio, afim de se po-
der ter mao nelle, concentrando-o em um
s ponto.
Mas como sa haveria para o conse-
guir ?
Faria demol;r tudo o que pudesse
offerecer alimento" chammas, as vis-
nhancas do foco do incendio.
Mas assim, sacrificara muitos pre-
dios ?
Sem duvida.
Um quarteirKo inteiro, se fosse pre-
ciso ?
De certo, e sem hesitar.
Seria cruel.
Talvez ; mas sem essa crueldade,
propagar-se-hiam as chammas, e devora-
ram a cidade inteira.
E sane que nome se d acgo sa-
l'itar a preservdora de que fallei ?
Toda a gente sabe que se chama a
isto talhar o quinlido do fogo.
Renato ojio poda reprimir um gesto de
triumpho.
Pois muito bem... disse elle ; o que
o meu amigo ordenara sem hesitar n'um
grande incendio, o que deve por em
pratica anda hoje em relacao a si raesmo.
Nao sei o que quer dizer... obser-
vou Henrique.
Renato proseguio :
E' necessario, cuate o que custar,
salvar a sua vida, do desastre que o amea-
ca; necessario, n'uma palavra, talhar o
Gon'tna a manter em scu3 depsitos completo sort'mcnto de ukml.Iio para lavoM*
tendo seiupre por precos mdicos:
MACHINAS A VAPOR de diff, rentes
cantes, e de 2 a 12 cavados.
CALDEIRAS A VAPOR multilubulares de Fletcber, para fon -ciomr com o fogo des lor-
nalhas das taclias.
CALDEIRAS A VAPOR Cornih e lypo locomotiva para funcci RUDAS para agua:
BOMBAS de motun-continuo.
MENDAS e meias moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeada.
ARADOS de differentes systcmas,
CHIVACOES para fornallias.
MACHINAS para descarocar algodo de 1 a 30 serras com alimentadores c eeips'tad ires
a voutade dos agricultores.
Fazendo parte da direceo de sua fabrica o Sr. engeimeiro Augusto Clark, vaalajoas-
mente cmhecido dos Srs. agricultores pelos se-ds trabalhos de montagem de grande numero da
Usinas funccionando neste Estado, iacumbem-se de mandar i'\- o erigir garaohndo a prodm
ualidade de assucar;
APPARELHuS e meios apparelhes de vacuo
DISTILLACOES completas para alcool e agurdente, a NM fofo n. per mudes e
pequeas labrica.
58RUA B U 0 DO TRIMPH0-8I
Indo visitar Esther... respondeu re- cede a vol'.- casa della, i
dondaracnte o Sr. de Savenay. inteiramento o pr-rigr, e aquella
Henrique estremeceu, a mostrou invo- ter mais um ponto de emolhan^a coa
luntariamente no rosto a expressSo do agua contida n'uma caldoira,e qu-? se va
susto. i pora na ebulico.
Nunca exclamou alie, nunca Kis o que eu tinha para ett
Olhe que ras interrompeu, proseguio
o amante da Camelia ; deixe-me portanto
chegar ao fim, e depois me dir se tenho
ou nao razSo. .
Depois, como Henrique Ihefizesse sgnal
de que o escutava, proseguio Renato:
Depois da ceja funesta, que eu dese-
jra apagar para sernpre da memoria, te-
nho visto Esther todos os dias. A mulher
ama-o com urna paixo fogosa, que se as-
seraelha raiva hysterica da lea do de-
serto. Eu, porm, conheco Esther
sua paixito fogo de palha ; em o fogo
cousumiudo o pouco alimento, que acha
em si mesmo, extinguir-se-ha, e nem
mesmo ficar urna scentelha debaixo da
cinza.
lato, quanto a mim, rduz-se tudo ni-
camente a ter paciencia
Neste momento, a diablica judia, a
quem o senhor transtornou a cabeja,
capaz das mais terrivais loucuras para se
lhe approximar .. Dentro de oito dias,
talvez capaz de nem do seu nome se
lambrar. Bom que tudo se limite, e na
minha opiniao o nico ponto importan-
te, tudo se limita a contemporisar, afim
de nao dar pretexto s temiveis extrava-
gancias qne ameagam o seu socego.
Ora, em circumstancias taes, conhece
por ventura outro meio de ganhar tempo,
que n5o seja o de fingir que Cide um pou-
co ? Repito-lhe, neste momento ou eutSo
nunca, o que necesariamente opportuno [ Perde'!'e.tio seguramente como o faria
talhar o quin/tdo do fogo. Se taima em escndalo...
prolongar a desesperacSo de Esther, im-1 ,,. /
pellir-Ihe-ha at ao delirio o amor exalta-' (Contiima).
dissimo que a invadi, mais pelos sentidos ------- ii
que pelo cerebro 5 *r p#!o eoQtrftro, e-' Tff- do Oiariot roa Duque de Ce*
o nico remedio que me panvo possivel
por sua disposico... Pense portanto.
maduramente, o decida-se...
O Sr. de Croy ouvio, com pr-tuoda
attenco os sophismas de Renato.
Encostou a cabeca s untos e MImU
por muito tempo. Quando levuutou a ca-
bera, parecen ter em parte adoptado a
opiniao do Sr. de Savenay, porque dias*
com voz pausada, e um tanto embara
gado :
Mas, suppondo que o meio que me
prop3e seja cora effeito o nico caioi&bo
de salvnrao, embatemos logo aos priinei-
ros passos n'uma impossibilidade mate-
rial.
Que impossibilidade ?
A seguinte:
E Henriijue descreveu a Renato a soeoM
que houvera entre elle e sua mulher,
ap3 a caia em casa de Camelia, e a pro-
messa que fizara de se ir de Pariz, pro-
messa cuja exacucSo fra adiada nica-
mente pela fulminante a imprevista dion-
ea a que estivera sujeito, a ponto de suc-
cumbir.
Pareca impossivel ao Sr. de Croy fixar
para a partida poca mais afastada do qae
o momento em que se completaseo a coa
convalescenca.
Recusar-se a partir, seria deitar todo a


8^1
ti li'"'-
^ v


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EQXSCYVDY_9GEY0D INGEST_TIME 2014-05-19T18:23:02Z PACKAGE AA00011611_19191
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES