Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19190


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Full Text
AIMO LM
Qnara-fefm $G de mtho ff* 1804
DIARIO
PERMMBUCO
.)
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiaotados. 8#000
* Por seis mezes adiantados. 15$000
-* Por nm anno adiantado .... 30&000
1 BS M&K0S. f XOT3X&0& 9B *&B1& & FI3LH0S
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAgOES NA. FRAN-
CA E INGLATERRA
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Os Srs Mayence Favre & C.*, Residentes em Pars18 rae de
La Grange BatelierrJ
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
161500
33*000
1100
1200
Telegrammas
:::::: ?s::::i::, so ::s::
Rio de Janeiro, i9 de Junho, i
- horas e 15 minutos di tarde (recebido na
estago s 6 horas e So minutos da noite
e entregue s 6 horas e 50 minutos).
Foi exonerado Fausto Cardoso do car-
go de secretario da prefeitura municipal
e nomeado para substituil-o Ale.xandri-
no Amaral.
t A esquadra nacional ainda est sen-
do pintada na Ilha Grande.
Montevideo, i9 de Junho.
O vapor Pedro III, de volta de As-
cenco, trouxe alguns aspirantes, que
se lhe tinham escondido as carvoeiras.
Washington, 19 de Junho.
Foi decretada a livre entrada nos Es-
tados-Unidos da America do Norte dos
productos da Repblica Argentina.
I
I Madrid, lo de Junho.
As cortes solicitaram do Sr. Sagasta a
approvagao do tratado de commercio com
a Allemanha.
Rio de Janeiro, 19 de Junho, s 4
horas e 5 minutos da tarde (entregue
i s 10 horas c 30 minutos da noite).
Foi boje installada a Companhia Bra*
zileira de Loteras dos Estados, com o
^. capital de I: > o:oooJ/ooo, ficando a dire-
^kctoria assim composta : Presidente Bel-
larmino Carneiro; thesoureiro Marti-
* y murrio Lopes ; e chefe da cmisso Mon-
$ \ telro Galle.
V Brevemente comcear a extraccao de
loteras.
Foi exonerado o actual fiel de the-
., soureiro do Correio de Pernambuco, sen-
do nomeado para substituil-o Jos Accio-
ly de Miranda.
Em cambios fizeram-se hoje nego-
cios de 9 e 7/32 9 e 1/4 d. por iflooo so-
* bre Londres.
INSTRCC AO POPULAR
--------------------------.-----------------------------------
BD0ACA0
! imimmi, moral s tmu
HERBERT SPENCER
CAPITULO IV
A Edtcaco Ph Aqi: !i ; na lividez de cultivarem o es-
pj ; i ios, nao ti:iiam do.- sena
conos, esjuro -*! >e que o bomexitjno
mui'.'I' depe.ilo mus ila ciierpia do quo do
cstudo: o da que un >. sienta do excessivas ii-
fonnacjes, mi ?. a enerva b produz a sua pro-
prj.i r'oalade forte e a actividade
Jnd-.f? I vida-a om vigor animal abondan-
te, *-ii a: a m pensar at grande* defeitos
deciu'.'', c : inndo jautas ;qnella educagao
propria qua so obtem sem sacrtllcio Jo s^ulo,
teem certj urna vCoria fcil sobre concorren-
tes enfraquecidos pelo excessivo estudo, an-
da quo enes sejam uns prodigios de scien-
Cia.
Urna maquina relativamente menor e mais
ma' icit v, mus trabalbando com alta prcssj,
pode lazar mais obra do que urna oura maiore
maia perfeita as que Irabalbea baixa presrao.
Que liirura nao ortanto, querer aperfeigoar
a maquina a ponto do damnicar a caldeira, de
modo que nao po;sa produzir vapor! Mais urna
vez, lal systema um erro, prelendendoba-
sear-.-e a'uma falsa apreciag-io da folecidade da
vi Ja. Huppondo mesmo que elle fosse ummeio
de successo mundano, e:n vez de ser, como ,
urna fiustaco, ainda assim, provocando um
mau estado de saude, occasionaria um mal
sem c.iiipensaco e.quivalenl-'. Que vantagens
averia em so ganhar riquezas, se essas rique-
zas sao acompanhadas por doengas incessan-
es? Dj que valora distincecs, se ellas trou-
xerom comsigo a liypocondria? Com certeza
que nao necessari dizer-se a pessoa alguma
que urna boa dige-to, um pulso forte, a um
carcter alegre sao elementos de felicidade que
nao podem sor substituidos por quaesquer
vaniagens externas.
(Contina)
raettido a 30 do Julhode 1893, incurso? no art.
194- Cod. Penal. Sitio Gcnipapo, nao est aca-
bado.
Possidoniode tal, crimo commettido a 16 de
Novembro de 1893, lncurso no art. 134. Cod.
Penal. Sitio Repartigao, nao est acabado
Maitoel de tal, na no;te de 14 de Novembro
de 1890, no sitio Pacheco do istrict do Brejo
deste termo, ferio com um tiro de pistola a
Francisca Maria dos Prazeres e ao menor Jcao,
tilho da mesma Francisca Maria do" Prazeres.
Joo do tal, conhecido por Dd, seu irmao
Izaias, conhecido por Paisinho, no dia 81 de
Agosto de 1892, no districto do Brejo, mataram
Antonio Alvos de Souza.
Izaias de Barros Corroa Branco. Henrique de
til, conhecido por Cabaio, e Andr de Lima, na
noite de 47 de Fevereiro de 893, no Sitio Pogo
do Xovilho. deste municipio, feriram com tiros
a Antonio da Silva Souto Sobrinho.
Agostinho do tal, e seuirmo Manoel, no dia
II de Julno de 1893, no sitio Bivjo dos Porcos
do districto do Bicjn, assassioaram com tiros
a Joo Medeiros.
Francisco Soares da Silva, no dia 21 de Maio
de 1889, surrou com umi pfiia a Quiteria (ira-
cinda da Costa, deixando-a por Ierra,
Dativo Costa e Pedro Sahino, a 2 5 de Margo
de 1893 no povoado S Luiz Gonzaga, deste
municipio, feriram co:n tiros de pistola a Ti-
bartino Jos da Silva.
Acfes civeis
Manutengao requonda por Joo Manoel de
Frcitas, era 2 de Sstembro da 1893, contra Bel-
lar.nino Jos de Barros, finda
Acgo summaria a requerimenlo de Jos da
Silva Cruvello, contra Prudencio de tal, em 25
de Outubro de 1893, finda.
Dita, contra An Ir Jacintho da Cunha, a re-
querimedto de Francisco Antonio da Silva, em
7 de bnlde 1893, finda.
Dita, contra Izidcro Bispo dos Sanios, a re-
querimento de Francisco Joaquim de Azevedo,
em Io de Setembro de 1893 finda.
Acgo de minulengSo em que s5o aulore3
Joo Baptista da Costa e sua mulber.
dem idem, em que sao autores Manoel Leite
do Oliveira e sua mulner, julgada em 2S de Fe-
vereiro de 189o, appellaram.
dem de mandado de despejo ou acgo de
evacuando em que sao autores Jos de Mattos
Rangel e sua mulher, julgad;'. em 13 de Feverei-
ro de 189i, appl!aram.
dem de manutengo, autor Francisco Jos
de Souza Tururv, em appellago.
Inventario do fijado Capilo Manpel Tlioraaz
de Villa-Nova, julgado c:u 6 de Setembro de
18C-3.
Autss de urna fianga definitiva prestarla por
Hemeterio de Godof Vasconcellos.
Testamento de D. Francelina Camello da
Silva.
Registro do testamento com que falleceu Ma-
noel da Rocha Cavalcant' Lins.
Registro do testamento com que falleceu D
Francolina Camello da Silva
Arrolamento do fallecido Jos Forreira Arthur
da Si'va, iniciado a de Agosto de t893
Arrolamento do fallecido Manoel Francisco
das Chagas, iniciado a 6 de Dezembro de 1893-
Arrolamento do fallecido Jos Gomes da Sil-
va c sua mulher Maria Silveria do Espirito-
Santo, iniciado a 18 de Setembro de '893
Arrolamonio do fallecido Rpraldo Pereira da
Silva, iniciado a 4 de Dezembro de 1893.
Inventario do D Joanna Maria do Nascimen-
to, iniciado a 28 de, Novembro de 1893-
ArroUmanto da fina la Maria Quiteriade vas-
concellos, iniciado a 13 de Margo de 1893.
Arrolamento do linado Bernardo Jos Duarte,
inciido a?3 le Asosto del93
Arroiamento do tinado Jo5o Jos de Oliveira,
iniciado a 30 de Agosto do 893.
Arrolamento dj finado Francisco de Albu-
querque Maranho, iniciado a 23 de Agosto de
1S93.
Arrolamento da (nada Anca Joaquina Duar-
te, iniciado a 19 de Abril de 1893.
Arrolamento da finada Thcreza Paes de Lyra,
iniciado a 2 de Setembro de 1893.
Inventario do tinado Nicolao Improta, iniciado
a iodo Fevereiro de 1893.
Inventario do finado Francisco Basilio dos
Passos, iniciado a l1 de Setembro de 1893.
Arrolamento do finado Miguel Ferreira Ca-
vbanle, iniciado a i de Junho de 1893.
Termos de tutela
A requerimenlo do Tertuliano Salgado de
Oliveira Vasconcellos, era 2 de Agosio de I89J.
Alvar* de licenga a requeTimeuto de Umbe-
lino Jos de Barros, em 12 de Setembro de
ji.93
Justi icago a requerinunto do orpho Fran-
cisca de Paula do Reg Chaves, em 10 de Ou-
tubro da 893.1
Pelico da Hara Joaquina da (onceigo, em
4 de Fevereiro de 1*93.
Peticao de Jos Correia Paos, em 10 de Feve-
reiro de 1893.
Pego de Maria Francisca da (onceigo, em
o Io de Fevereiro de 189J.
Petigo de Francisco Lopes Lima, em 6 de
Jullio de 1893-

PARTE OFFICIAL
RELVTORIO apresentadoaoF.sra.
Sr. Ur. Governador do Estado
pelo Dr. procurador geral sobre
os traballios do ministerio pu-
blico.
(Continuacto)
MUNICIPIO DE GARANHUNS
Processos crimes
Hemeterio de Godoy Vasconcellos, pronun-
ciado a'i de Novembro de 1893, incursonos
arts. 330 e 331. Sitio Brejo G?ande.
Antonio Bernardo c outros.'crimj commettido
na noite de Io de Maio de 1893, incursos no art
303Cod. Criminal. SiUio Urub (despronun-
ciado).
Marcos rorreh MaurHo e outros. crirae com
Govcrno do Estado de Pernam-
buco
Despachos do dia 16 de Junho de 1894
Bacharel Aprigio"''arlos de Amorim Garca,
promotor publico do municipio de Beserros, pe-
(liinh Iros mezes de licenga Sim por dou3
mezes. .
Jos Antonio Flix de Lima, sentenciado,
pedmdo perdo do resto da pena que lhe foi
imposta pelo jury do municipio da Victoria-
Deferido
JoaoJFolix, sentenciado, pedindo perdao -De-
ferido .
Dia 18
Claudina Maria da Concego, professora em
disponibilidade requerenlo a gratificago de
mrito -Informe o Dr. inspector Geral da Ios-
tru-gao. Publica.
Dina da Silva Coutinho, professora era dfspo-
mbilidade, pedindo licengaInforme o Dr.
Inspector Geral da Instrucgo Publica.
Maria Josepha da Conceigo, pjdindo licen-
ga para embarcar com destino ao Presidio de
Fernm lo deNoronha, onde se acha seu marido
no cuir.pnmento de senlengaInforme o Sr.
Director do Presidio de Fernando de Noronha.
Marcellino Fonle &C, pedindo para embar-
car gneros com destino ao Presidio de Fer-
nando de Noroeha- Sim. .
Manoel Jos Pinto de Souza Neves pedmdo
dispensa do pagamento de dcimas para a casa
de sua proprielade em Nazareth -Informe o
Dr. Inspector do Thesouro.
Mariano Tavares Ledo, pedind) restituido
de emolumentos-Informe o Dr. Inspector do
Th'*sooro
Domingos Jos Ferreira & C, pedindo p iga-
raentos da quantia de 2.294*300, proveniente
do fornecimento a forga de cavailaria estadual
Informe o Dr Inspector do Tnesouro.
Flix da Cunha Macelo Franga. Io tabellio
publico do municipio de Barreiros, padindo
3uatro mezes de licenga -Idformeo Dr Juiz
e Dreilodo municipio de Barreiros.
Secretaria do Governo do Estado de Pernam-
buco, 19 de Junho de 1894.
O ajudante do porteiro,
A. da Fonteca.
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-e r/coa portagoeiea all estabelrCio os dSo oc-lrio,|CO a) m^,, epol.ador, t ba amor Iraler-
Ciltava 94 -11,8 y.opaihiaa pelos reTOltOJO',
com o pretexto de que a victoria deatss podia
molto bem ser o prerado da restanragio dos
Bragangas.
Certa impreasa (17.i1 osleatagao, em Lisboa,
de urna syopatila roidosa p.bs Insa'eeDtes, e
moitoB joroaeB lodoatrlaes disiiogQiam-ie pelo
calor da ana propaganda^ favor dos faatores do
proonociameoto.
Os revoltosos gabavam se alto e bom son de
aas relagOea amigavela com o representante de
Portu.al no Rio, o Coads de Pagos de Arcos,
que goveroo do rei D. Carlos se vio obrigalo a
cbamar.
A eituagao compllcoa-se no momento em qae
a eaqaadra legal do marecbal Florlano Penlo
psaeiroo na baha do Ro a 13 de Ma*go ultimo
para varrer os navios sediciosos qae ba mals de
seis mezes a atravesaavam.
Os revoltosos, redolido! ao extremo apuro,
burcaram asylo a bordo dos don- navios de
guerra portugueses estacionados na babia. O
Kjverno do marecbal Peixoto pallo que Ibe fos-
9'H .-utregues os refugiado', que elle com bom
dirtitj coo.-iderava cmo pirata?. Portasal re-
cusou.se a eotregaLos, toman lo o compromisso
solemne de os levar para Lieboi, e de os inter-
nar, de modo que nao ln.es lornasse a ser possi
vel entrar de doto do Braiil para cominea'- in
a Iota n'oatros] pomos do territorio da Rep-
blica.
Tomando este compromisso, Portugal nao fa-
na mais do que o sen deve*, pas que nem as
,-t ras ;.. navio de guerra eatraogeiro a translormar-sa
et meio de transporte para uso de iosurgaotea
eocidos.
Po togal nao pola on nao qois decsmpenbar-
s-dese couprumiso. Os ollieiaes bratileiros
< beld*, transportados s ak'os argeotloas
pa hl H'perarem om navio que devia traos-
por'a'-os a L*r>o>, pu desembarcaran! 00 t-r>. uno argentino, isto .
Da proximldade do nm>n Balado branlri-o em
qae bandos de Insurgentes ma 1 eem ainda a
campanba.
Perinte esta flagrante violagSo de todas as
regras do dire o internacional, teve o Brazli de
se res goar a romper as soaa relagQes diploma
t!c?s com aqoelle pequeo reino, que ladibrlava
a tua boa f.
Este romplmento ba de ter as rn is graves
cooeeqaencias para Portogal, que tem oomerosa
culonia e mercado seguro para o seo commer-
cio. Val, pois, encontrar-se no mais cruel em-
O-ago.
El Pait.. de Madrid, n'nm bello artko sob o
tito o Repblicas e oonarcaia? oceupa-se d)
,0 -Oicto luso b azileiro :
Tiata-se da preeeao que a IogUterra e a H>
pajba p'i Knilam exercer sobre as suas antigs
colonias americana-, que se emanciparam pro
cUniBOdo a Repblica.
Rpferindo se a Portogai escreve :
Sao aesim. pelo visto, Portogal, em cuja
corle se laueati a perdila coroi to raverio, e
d'oode, cum fondos caracteres de aggressSo i
Repblica Ur.xile'ra, se Drocun favorecer quin-
tos elementua de pe'to.'Dagao alum a na>ceui
K--paDlica.
Diga-se o t,oe disser em de?gravo do go-
ttrno portoguei, no conflicto com o Brasil, a
riiau esta do lado dest. ExIbih a vehemeale
gfpeua de qie ra foi casual nem inio:e.ite a
.ni-rveaga) da esquadra portogueza ojs dtstur
bios :o:enorea do paiz.
O fa:to jaa SiIJ*oba e os sejs ssqmes se
relugn.Mm n>s barcos portugoezes, fugiado das
iras do goveroo legal do seu pa.z.
Continua mais abnxi : Com ebT-ito, ape-
na refugiados os insurrectos nos navios poto.
goezes. ainda as aguas da Rjpubllca Argeuti-
1 ?, ou fa^irjm, contando com as comp'-^ceoi-ns
dos 8eus guardas, ou, o que raaU profavel,
luan postos tm libsrdade para qm con'.inois-
efli cjmbateado o governo republicano di sua
patria.
E termina :1 FjIu apenas sabar se 00 acto
pliciaade do governo partuguez e da oyoas'.U
do reini para favo'ecer ni que dulessem, es
insurrectos bratileiros? N3, como i-e o pre
sancaasiemos. responderamos afli-mativameuie
a essa pergoat. Oslados sa eocar.egaram de
dar-nos razo.
S?ja como fer, sirva o occo'M lo d' alvertst-
cia yes republicanos da America. S implan
taodu-ae a Reptblica na Pennsula p)dem edar
ao abrigo da toda a ag essao 01 das macima-
g daa mmarebias ej-opas.-
A velba Saropa monarebica hi da coaspirar
eternamente contra a joven Amarfea repabli-
can-.
na pelo povo e a oagio bratileira, on le 1
as de milbares de nosaos coapat-iotaa tea e-
cooirado ama segund patria, eupreg aara a
sua aciivida >e, muitlssimos a segaraoca 4o pto
para a sua velhice, e moilas fonaoaa avallada*.
0.a, sendo metade da vida de Portogal blatlra-
da 10 Brazit. como poderum portogaez?s pes-
iar em Jier qaalqaer affront* M deaaca'o 4 Da-
cao nossa irma f *.
O .C-apbn. cjohecid e apreciad* foi ha loa
Jrina, ioae-e os segrales coaceiiot na toa edi-
gao de It de Maio paisado:
Nestes ltimos anuos o goveroo portagstast
tem si lo de ama infellcidade espantoaa cesa a
soas relagoe3 ioternaclonaet.
Ha tres annos os cooselneiros 4o rei provoca-
ram o celebre ultimtum* da Inglaterra, a asa
ma Lisboa.
Anda ltimamente da fia pendeoca cosa a
Frang resultoa a retirad* do min-stro fraacas
da corte portogum. e agora o reino lasitaoo
esta envolvido n'um rompimento diplooaalico
com a Repblica do Brasil.
Temos pencas informagoes sobre a o-
desea questao, e de fite p:rtaguesi oeat
ob'i venes.
Os brat leiros qaeixam-se da injosiificavel b-
terveogao dos portugaeses ns saa recente goer-
ra clvii, e parucnl. rmer.te 4a escpala dos cac-
les da re volta naval, levada a ffeito pr aa
abaso do direito de asylo e par ama esp*"-
teza.
Aviaos chegados pela ul iraa mala 4o Rio alle-
g'cn que o commauJanta da corveta portagaesa
Miodello, qae dea refugio ao aiorrame da Gi-
ma a bordo do sea navio, alcanzando peraUaio
para sahir fra da Bsbia, sob areaieaaa s. lema*
do mioistro portugus le qae elle voltaria logo
qut esttvesse livre da febre amarella, logo aaje
se acboa no alto mar, esqueceo cyoi^aoeata a
soa promessa, delxando (agir da Gasea e sea*
collegas.
\ essas graves qaeizai o gabinete potugnea
aioda nao deu sologao satisfactoria.
E' possivel que seja ella dada de modo com-
pleto ; mas. ainda assim, os observadores daaa-
paixooados nao podem deixar de coavir sjae
Portogal com seas limitados recursos e iba pe-
saja carga oe embaragos domraticos teria teito
melbor, evitando desneceisanas complicsgO?*
com palies esiraogeuc8.
Oa seos ioteresses oao foram de fr a alga-
ma affctadoa pelos recentes acontecimeotos oa
babia do R mnte, olo bouve juaticativa alguma para a soa
io'erver.gio a.
EXTERIOR
Qucstnra Policial
2." seccoN. 134.-Secretaria da Quastura
Policial do Estado de Pernambuco, em 19 de
Junho da 1894.
Sr. Dr. Governador. -Participo-vos que foram
hontem recollndos Casta de Oetengo os se-
guintes individuos :
A' minha ordem Vicente Lop :s da Silva, ra-
m^ttido pelo juiz de 5." districto de Ipojuca,
como alienado, com destiuo ao asylo da Tama-
rineira ; Jos Felippc da Silva e Francisco Be-
zerra do Nasciminto, viudos do municipio da
Escada como vagabundos; e Herculana Mana
da Concoigao, vinda de Iguarass, como alie-
nada, at que possa ter o conveniente destino.
A' ordem do subdelegado da freguezia de
Santo Antonio, Julio Agostinho Bezeri'J, por
disturbios.
A' ordem do subdelegado do !. districto di
S. Jos, Domingos da Silva Furias, como ga-
tuno.
A' ordem do subdelegado do 1. districto da
Boa-Vista, Severino Theodosio Jos da Silva,
como desordeiro, Sebistiao Braz da Silva e
Manoel Feliciano por offensas moral publica ;
Jos ATves Correia da Silva, por embriaguen
Commuuicou-me o subdelegado do 2o dis-
tricto de S Jos que no dia 15 do corronte, s
7 horas da noute, tendo sahido para iantar a
raga do destacamento alli existente do norae
os Candido de Oliveira, fui nessa occasiao
aggredida pelos individuos de nomes Angelo
Custodio da Silva e Joaquim da Romana, os
quaes desarmaram c feriram a referida praga.
Chegando o facto a seu conheciirento aquella
autoridade fez seguir o sargento commandanta
do destacamento acompanhado de tras praga^,
afim de prender taes individuos, sendo, orcm,
encontrado somente o di nomo Angelo, qua
ainda lutava com a praga, resultando da luta
sahir o mesmo Angelo fondo na cabega, sendo
alinai preso.
Tendo, por offlcio ds 16 do corrente, re-
commendado ao commandante*da guara mi
nicipal que fuesse augmonlar com mais quatro
praga o destacamento do o districto da Graga,
onde ltimamente se deu o furto de 2 cavallos,
commun cou-rae o mesmo comnviudanto que
foratn dadas promptas providencias no seatido
de ser augmentado o dito destacara :nto.
O cidado Antonio Atheliano Pessoa de Moli
assu 1 io no dia 16 do corrente o exercicio do
ca go do delegado do municipio de Gloria da
Goyt.
AoSr. Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima, mu
to digno governador. do Estado.
O questor, T3
Julio de Mello Filho.
Beeebedoria do Estado de Per-
nambuco
Despachos do dia 19 de Junho di 189J
Brandao & Silva-Informe a I.* secgao.
Carlota Idalina de Moraes Santos -Informe a
I. "secgo.
O portero,
Citodio B.da Silva Guimaret.
INTERIOR
Confleto Laz)-B?aziieiro
Da red>cor do joroil par ieoss L* Jour
oatresiston, a p-ooosita do romp;mento de re-
I.cOjs entre Portugil e o Brasil, o 5.-. Saota
Aooa Ns'y, nossa compitriot^.
Eis aa uectaragO^s que fez o entrevistado :
E t' ."omplmsjio e-a fital e faz boira ener-
g a do niarachtl Florlano Pe xoto.
Dirante a guerra civil, e qusndo os e.--on-
tr-almiraolfl Catodio Jos de Mello eSilla-
u'ia di Giras, tosti de urna parte di marrana
qua o.cupiva a bibia da R o d8 Jonei'O, 09 es-
fo'g.ram por lateroeptar as comnnicsgSea
cam a g-anla prag bru leira e oasivam bom-
.- ija cllideab8-ta, no cer;o naaero
A Folbs, de Lisboa, em sea nuasro de 18
de Miio publica o segrate :
R ferem as folhis offi:iaes yia ogovo-no
cooiioa a nao ter noti:ia alguna do Rio de Ji-
Dtiri, apezar da sua diligencia pira oble.* lafor-
macos.
Diz o proverbio francez : Pa3 de nouvelles,
bones nouvtlls. Esse proserbio, piren, de
ve alterar- com respeito a lalta de nformagas
que o governo portugaez '.em d R:o pola seguia-
le forma : Nao ba noticias, mas noticia.
0 a, quando o goveroo aao rocebJ informa
gss do Rio deJioeiro, tendo alli o consolado
portugaez, qu? per obrigigSo lo'aa devia expe-
dir, a nao ter que o conul e os seos subordi-
Qjd.is Uve3sem aprendido com oSr. Auga3:o de
Uvtilbo a desobelecer as in.-t ocgjs e orden
Jo goveroo do seo paiz, nos moiio meaos pode-
mos Ur nc-ticias do Rio, o resignrnosos a e:-
perar peios periolieos brasi.et ros, se o goveroo
cosso seuhor permittir que esses jaraaes sejam
entreg es aos destinatario', e nSo jmandar ap-
irubeniel os no crrelo, como jl por ahi se diz
que far, para evitar qoe a raiprea a portasoezi
reproJuzi os esclarecimer.tos que as ralbas do
Braitl devem tratar sooreas cau*a3 justittca'.ivas
do rompimeno dis relagO'S diplomit cis do go-
veroo arazil-iro com o governo uocso ssah^r,
qoo mato capaz de fazsr o dio verdair'O-
Eatre'ajto, notemos aa a3ia qae oaosau a
malor eatranbczi soslisboetasr
A polica fez noticiar peloi -eporters dosj)r-
oa-s, que o edificio onda 03tava a legiga l>
Brazil acbava-se gu irdado por palliias para evi-
tar qaalquer desacato I I
1 10 vj.rda*erameate pya-uiJal I Em L'3
boa os classe3 popularas, oragaem peasoa em
praticar qaalqaer desacato legaglo do Brasil,
o isto tanto miis verdal?iro, qae a opiaiai ge-
ral faz ao triste caso do conflicio os mais aigol-
Bca'ivos comtnealario3, qa; nadi /n de hostia
para a nago braztleira.
Logo, a guarda do edincio oa le esteva a lega-
ga> o Brasil, s nao se* qoe obedeJ?sss a qial-
qoer la-iinlcs polica', nao tem jastU^agaa alga-
ma. So foi laiintce da p. lio a, esta pardea o
tempo e ofaitio TiTibam nao acreditamos qsa
os polica? fossem alli postados a p?dda do Sr.
consol do Bra 11, p-rqu^S. Etc. nso d^vs Ign:-
ra^ o qa* aclaa ditemos.
8' crio qae tjdo o povo porta :uez e todo o
commercio edo prof'ialauraie contristados
com a g-avissiua reralag) 1) maresbil Pioria-
ao Peixnto. Mas a suo alti'.ude nada tem que se
assemelbe a Ingnagio qae tao rpidamente se
apossoa do pavo por'.agaas no fatal da 12 da
Jm'io, qi oto teve ooiMa do nltimitoi
b otjl dt .ngUierra. Ss piitos portognz^.',
cale p;.*a nM) vivas e iaextiia'oi'3lo olio pa-
EUROPA
wuotrmaeri
Dcl.ragSo do re eppciia i a readalasao
i -.u.-ns. A qu-etao da revisto cons i
tociooal.\ vclsio do projecto gover-
nameotal pela coimUgto do parlamen-
to e a Bubsinuigo a elle .hic.i ,rt.
O ro Gailberme II de-laroo se francameo:
contrario a reentrada dos jesuius na Al eaa-
ooa.
Agita se no reina a idla de ama revis&o da
coo6tituigao.
Medida desde molto proclamila como neces-
saria pela opioho pablisa. eotendeu o go eroo
nSa demorar maia a satisfago, aproveiUndo
p irtmto a opporiuaidade actaal, fae de certo
o5o pod'ria ser melbor escolbida para modificar
a lei fundamental sem rgiUgio, nem perlurba-
g6'f.
Ora, nanea os espirites estircram to calmos,
nem as ^aixOes polticas mais aereoae.
O governo, pois, faz ama propoeta da revUac,
mas esta nSofoi acceita pela respectiva comuia-
eio parlamentar, que a sabstitoij por completo
n'am sentido mus amplameite liberal.
Suppbe se, a-i entretanto, qoe o governo Do
acceitar a contra proposta e qae se levantar*
conQ'Cto.
Tem por Om a revisio rollocar a iBpjsigac
das duas cmara* maia eua harsooia com c re-
ginen o aoclil mide 00, ama ves que l-eaa
tacto da ter o paiz desde 18J3 o faragio .ai-
versal pira a el?lgo dos seas depaUdo;, so
passo que aiila conserva na mi conaliioifift
vest'gioa do antigo resimeo, pouco compa'.ivela
cem o sy-tema tl.s minoras.
Assim, ba os do-1* cmara, alm dos d?pu-
tados Henos pelo sctT agio directo, om certo nc-
mero d represautaaies de cii-?ses prcvile.s:adai>,
pira dar, at certo pono. sMisf*c*o ao* vasM
da opiciao paoiioa.o gnverno propOi relcsirc
nomero de depatado< pr.vdegialos.
Na cmara dos deputados, qie cout ac Bal
mente 70 d-putsd s eleitos e 23 de sirelie, a
4 de futuro 73 inutada.< pleito' pelo soff i
universal e directo, 7 reprsent>ntes dss <-o p r.
c6es e nicamente 15 las classes prifli>v4a#.
E' eata a somma do projco e qae a comis-
sao pirlameolir eotendcu dar na sabstita'O.
Snecla Xorueza
V sgem do re a Fraoci.g*ico no Slon/.uj,
de eredtio pua as manobras do veraa.
SaspensJo da lista civd da principe
berdeiro da corfla ra mesroa cmara,
sen fundamento e respeata do pincip*.
A coovercao da rendo ncra^ganje da
*;..Faio de Bancas para esse tim.
O act o e passivo da nagao.
O re Osear segaio para a Frang, satr?ndo-sa
qoe jialli ebegara e Ion :ymath csmejteaca-
Em coBtlouacSa do cor.n cto parlam.n ar
entre 03 oes paiz9S do reino unido, o S/or/to*
ronegaenseac.bi e reaeltar por 77 contra ll
votos o crei o podMo pelo Roverno sue:o para
al manobras de verao deat anoa.
1\ antes o mesmo Storthinf. e conBma o le
legrammi do Ch-Utiaoii, Oavia rcasajo vour
a lisia civil uoraeguense do pricc'p? h -rleiro,
mu de Ve'meland, sob urna commauesgao
reslmeat'j aciotosa, qaal a de psrs s'.ir tal reao-
lujaoe^iquinto nlo se aegar ama pnraseatiri-
buida ao prh ia^ a respeit) da afea^alldade
de urna invasao rmala da Soech aa NirUiga,
pbrase qoe esta repotoj"um amengi.
A p-opos lo rtevo acr-'scinur, ea cocr^m'a-
to dsste iacideat. qn re -resssn'o o p-..icipa 4
Stockilm, e ateir^o daqaee po e;
ap-essoa-sea es:.-eve.- una cirla ai p:\tdnta
do StorthMg c;a.-na3finid- WP"c
iaal tez a;niir o s-;gutaie :
' Do vo'ta do e^faugero, soaia cam a mur
espanto o pezar do delate q je boave no Storlamf
sob-e a minha luti civil e da dacisai p 9'is>
ra qai se tomou sibre .a atarla.
Coasldero coma ia^.oapit'.vel coa a alaba
posico e mmb dignidaie. discitir <.a negar a
exp'03$ao qus se me att'ibae.
Alm dsso, qw'qi'r passo de mii>a pi'i
paderia s?r iiterpretali coa aa mo'.o ana
ancisss mia pira guarnir a paisa -i> su *
lista civil, e nsstn cailigOos ni) qasra sa-
passo asaltar tenelnate oacea-ao.
Em Dio o eso a arab eitias p:ia x> ae,
e os meas teatiaettM p^io' aaraga?usai pi
maoeceo seapre o^m^^'n', __ %
Oere-to ocnfes.ir qae I a oarreSa .>
altiva a respaila do Ui 1* i Viraslaa i 1
rii radical do SlorAiiV n)-aegia*
- Anana-::*- Pra o mes 41 Jiti* *Sl

4
_------
1 \
ILiHfli I



MM

Diarlo de Pernambuco f|mar;iroara *< de limito de 1894
II
e**1"

o>ue^ueMe de 4 *;
lo da
de 1889, em 3 1/2 /..
Estaotiencio ser eff)C(ai aar intaameta
de ana b.ocos. pa'a as--e *m rauatdosre ca*
eent'o de cco oa lijimi. er-sh m
bre a.-n captol nominal de lgjtjOS.&eo catis, ca ifelte, o
sei.m prximalamente i7 oflslOeaso fratK-og.
A eitaacas finaocelra -daodtaraafla jaotiQo
CO :erso DfOJ"Clad.
G:t3 oeqceoo Edad i de taoaibioonde habitaaa o giverna ee pnoctpe. Pero-,u la*, cejo orcaineato auoaal atMgpeuai 50 un*
lbC;s ieuore fo.ne iore toi calcsjloeworsiaiao'aaor
rendero c ca de 15 muros de tsorflas oo cnpl-
tulo de c.raiabo8 de fevo, correioa e telegrs-
phoa e no ce capiues activos e productos das
propiedades do Estado (o qae Bxa o algarismo
dos m o'tos aat>uies pagos por cada habitante
oa modetU 'ommade 25 f aacoah'iera aiem.dis-
so a g-aade vaotagean de oto possuir divida
poblic oo sentido qua ligamos a e te cap-tolo
nos divenos pa:^3 europear..-
C m edito, em duiaida-SO-de Ionoo.de 1892,
a divida oaciooal n-nro-aaaense cocoportava um
pasttoo ctal de 115 15*1-100 cerdas que sedecom
poe pela forma segrale? -
Divida amiga
Em presumo 1880 2/
1886 3 1/2
188 3 [.
8-2 4
241 50)
19 505.70)
30.774.400
63935.600
tO.OO.000
c.
D:. Rendsijer
estfaiaae.kr.o
1.080.00)
ToUl 125.541.500 C.
Mas pasea faaaniace asse pasr.vo o tbesouro
aoru-goenae potse aesaa mean data om aci
vo pro loctlvo qua era de:
Capities activos adaiais.raJos
pelo BWdofi iv
Eaca:xe atrailles -
Valer comioal das ctradbs da
ferro en. nsploracao terper-
teac-&l.aao Esado
28.754 500 C.
15705.O00
93.009.100
Total 137.468 000 c.
E' oa'.iral -poi?, upnar qne todos os emprea
timos cotmhutos pela floroe* lai sido felos
para app'.iear a emprezas productivas, e nomea-
dameote p3a estradas de ferro
Os fondeado Estado, oorueguanaes, negociara .
ee principalmente en Loud es.
Na dile da 15 de Abr ultimo o 4|. cotava-se
a 104 io, o 3 1,2 1886 a 100 I., Uto ao pir, e o
3 1S8S a 8 *|o. E n 20 da Abril corete, oo
mercos* Pars, o 3 t(t 1886 oeguciou-se la
COtaco de 10!. 10. ao e.mb'O txo de 25 f'. 20.
O oltlcau Da a cele do Baoco da Noruega,
fecOi.o em 2 te Fevereiro de 1694, loj'cava
que pjr* orna cireulaoao aluciara de 62.400
francos .Binco uohaiem caixa orna reserva de
33.600.000 fra o eos era o oro.
O eacaixe d?6t e tabelectmeoto emisor nao
peraiit e moeda.de prala.
ninamarca
Probabilidade de ceasacao de con-
flicto constitucional roxulgaco
e leis Onaoceira e de orginiaacao
do exerr.lto Maaoteofiao no poder
do Sr. Est'op at a solaceo de&oiti-
va da qoesto poli ica.
A recinci'iacaa entre o goverao, a direita e
ama pa.'te Ja esqaerla do pirlaaiento, veai por
tarmo a a.conflicto cooatilacioial que darava
ha viole anae?, e i fez com qae se promakas-
eem cmi lai flaanceira a outra lei de orgaoisa-
ro do PSBWita.
No ent^fiaoto loda a gene pergonta se o mi-
nisterio EsKcpjqai por laoto teaJto aasteotoo a
laca contra o parlamento, se nao demitte agota,
como deu.a.entendar darao'e as neg Isto ainda nebulaso, e nai passa de nma.pos-
aibilldada stmpfesm'otp.
Um cojfe poniente a&v informado.- porm.
diz qos fff^ctivameote M. Esroo pensa em rs
tra--e, ra^9 daa faiel-o qaando a qa^etao
pol tica estej detitiUmtnFnt-- resolTidae-lKja:
dada, isto depots ss'eJeiges geraesarO/ie se
vae proceder.
Serviak_.
Saspensao da reforma.conetita-
ciooa. de 18*8-Pedido*da demis-
s5o do gabinete a reooaa. do re
Ukase revogaado. varias fels Di-
versas jiomeacOfa-rDissolucao da
Sk )upobtiQaaRrisOes. inoiostve a
to ce.fe da part" raaicalOpi-
niftj m'"1" xncallaco do decreto
qne r-sti oia oa direitoe manta-
tt-.oa ao re MUdo pela corte su-
premaBoato da ida prxima do
re Alejandre a Conslantinopla.
Una prociamaco do rei Alexantlra declara
suspensa a Conei tu co de 1887 e manda rO"
em IgornUa sna integra, a Constifjico rte 1869.
O ministerio pn'io a ara demis mas o re:
Mgon-sa a darlh'a coi tinoando ella no poder.
b'j\ '.n^r-ia publicado nm tuktse revogaod)
tola3 as. ifis reUtivaa imprensa, ao conec-
Iboa maaicipaes e s ele'c6es, e pondo nova-
ment" en vigor as respectivas lais autigas.
O Sr. Ch'ititcb fo! nomaado prefi lenta do
Conaelho de Eslao, oSr Vafk'Jtab vice presi
dente do memo Gonselbn, o Sr. Babovltcb pre-
sidente do-novo tribunal de caa-;ac.ao e o S-. Ste-
phauo-ritcb, presidente do trlbanal de coalas.
Foidissolvida a Stoopecbtiolne.
A nova-.a^iatnrti legUUtiva ser cenvocada
con po leres conalitointe.'.
Foram presos rnuitos senadores a rtepot:-
doa. b^m como o Sr. Pagri chefe do partido
radieal, lairanio grande oanic>.
Mas apei-r emm recentes acontecimentos
polituos, a opUtfia prsblica continua calma,
seolo qoe-mtiUo- i^peram graves aconteetmea-
tas c at ass-guram immlnencia de revolu^ao.
L'n ceno numero de juizes do tribunal re
cii3ou-e .da reconaecer-a legalidade do ukise*
do rol, esrea do rei Milano, e den a soa de-
m;jsa;. .
O rei AJKiaJ'.e raaolveo caanter a saa raso
tac&o-
Ma-i o FupreTo tribanal ds ju.'Ilci acabada
aoa'lar aquello ikiae, con idaraado qae a
renone.'.a Joi de saa espontanea vontade.
fj Em *egodx a proel macao dos radirae?
c'avoci'ida retioiOia di protesto contra o oka-
se re!nlFgrnnc!o:os paea do rei Alexandre tos
eeas direjio, o oresidente do cooselbo ordeaoa
aos p'pfito?, -qaa. nem tolerem renai68.aem
admittam seqier a critica dest ckase, pro
cedendOr.igoroeam(Dt?. segando as leis.
Nos circuiosbia informados propals-3e que
S. U. o re Alxandre partir brevemente para
C-jnst in Inopia., onde tenclona ter ama entre
vista co n o SaUSp, sohre alta poltica.
Bulgrarfa
Agitacao poltica. Descobarta
do tentativa da couspirac.ao para
riegirorcsr o principe Fernando.-
Dems5o do ministerio Stambnlofl
c orgasiassifi do novo aob a prest-
deocii do S'. Stooff. -Dissoloco
dp.s cumaras Desordena promo-
v es ref stadaotas.Solnc&o da
quesiSo-das aselas e bispaios bal-
garea ni MaceJooia eaa maaifes-
lag6es ae regosijo por esse faci.
-! :aog'irc6o i'.o canal do Dana-.
o:c, na Roumaoia.
mi nrepruTuciiJaf pela soloca.) qae o suio da
Torqatabacaba de da a quaelia.das escaUa e
dostti'soasambaigawi daMacedaaia.
Abdul tta*ai<<, aMpoiadar loagaavaegooiafoes e
de Kiistaaeaas vtotoaQma*, aiMsou,ioati et
icaj. Mac loniBfsatcoacedw mportantwfpnviiegioi as
acolas bollaras dana p'ovincianomaoi
Todo isaasepreas&ta aargaadawiocea-n para
segaio po>trmo' sen(0j8 astn Softa e oastaotioapia, e qae po
derram, jtaam momeilo para oatro, origmar
nas csmplicac~8. lito basta para explicar o
entbastasmo com que o principe foi receDido
em sta resresso a Sophia.
A solncao destaa dilli:aldadea.com ttler
om aconlecimeoto mailo importante. p segara a inflaeocia da Bulgaria oa Macedoaia,
at aqu ojeita &s contigeocias do coaflicto en
t'e o s'fi lo e a igrej grega.
Por es-a solucac boave manifelac6>8 de re-
gosi|o, asaiaiiicoaij rearinraai-se o>is da cem
comicios poblicoa em que foram votadas moldes
de igradecimeafc) ao aalto.
onsuva ao Soptm qae aaBoumaoia fd-a
inaogorado o canal qae liga a cidade de Bcba-
rost ao Danubio.
O attJ foi presidido pelo re Garlse tee a
ass.stea ya do covpi d'p'oTntiiij.
Turfiuia
Poltica oaosa da Porta Ohout
Da referente aos negocios do Esjf
pto.Coa iraie aceroa doa ni-pos
e das escolas bu'garas Qa Ma;eao-
na. Cooie-a em Meea.
En Gonslantinopla vai-se faz-indo, cam pertl
Naca e nabilidade, ama p>itica mmaa que nao
.a desitaida da eaa gia; foo e:uio no qae diz
.; j i t u 4 politiza religiosa qae cenam^ote a
mais didicil para o sunao. porque precisa con-
tar com os variadiaalm a la eresses'qae as ques
lOes ca ilissionaes sempe oc:a!Um, soo.-euio
oo sea imperio.
O ceno qae Abdal-Hamid e o sea primi-o
miai:t-o, oo uive o dos negocios estmag-ros,
Said-PacQi, bornen baoil a potico discraoj oio
p-.riiem un ensejo de ir manifestando os seo i
seatimaotjs e tendencias.
Anda agora o fizaram a proposito do Egyp'o,
qaando a 1 jgUie'ra se leaibroa ae remunera-
cooi avaltadas dislincfioesuoaorittcas asu pei-
aoaida occapaQo na t-rra dos PDaras, a mais
panioolarmenta os fuo;ciona-ioa qae tinbam
l8afdado ao Kiediva ; po3 foi esta a occa-
so qae ,o saieraao aproveiloa para otferecer a
Abbas-Hiinir a na alia .i-imccao bouorinua e
para maailestar o aeu agrado qaelles dos egy-
petas gas tinham iacorrido no desagrada de lord
Cromer.
O meamo qae a Iogiaterra Bzera, mu s
teuMi
E' certa qae estas velleidades do olto sSj
picadas.de aifiuetea-qaenem-cnegam a incommo-
dar Loi Roseoerry; mas estas, e outras maltas
qae a Pona val distnnuindo direita e es-
querda, mo3traai que ella nao se deia aaorme-
cer da todo e ana o Ejyclo nao eat anda con-
pletameota desagregado do impe io Oitomano ;
do rn>-srr.o modo que bi pouco o mostron, tam
bem a'ama qoestao reiigioai, qae ee bi balga
ros nidepeodentes ou qaast'iuJepeadentes. nu-
da na> na urna Bogn* l'galmeato cuasii.aida.
e reconhecida por toda a pina.
O so tSo sssigaou um irad re'ativo quest
o dos b spos e des escalas blgaros ua Maca-.
dorna.
J em 1890 autorizara o eitarcbado a crear os
Pispados blgaros de-Uekd e Okbnia, o qae
dea moi'.o qae fallir.' a mu.te dcscooientoj a
Grecia; agora contina o meamo pao^ameao,
creandoimais doos bipado', os de Veles e Na-
vtvkof, e.u plena Macadorua.
E te fado qae desperoa o maior eothasiaiino
na Boigaria, caasoa viva emoco na Grecia, ca
jo;i joraaes dalle se ozcupam nos termos maie
veb-m-jates e revelado-ea de profundo descoa
lenta oento.
E atea na folha offi^osa diz, que a aotorm
g5o mostra qae -nicameols a iolo-cio dos trata-
dos e a espoliado pol :rn lufloi: a Tarqaia, e
qm o-i procesaos da boa vistoflaoca da parte da
Grecia e contribairam para dar om logar pre-
pooderacte eos blgaros.
O cho'era aopare-o em Meca.
Kegistram-se namerosos casos, sendo alguna
fataes.
Foram tomadas promptas medidas sanitarias.
Prnuala
Panhcaij ol'ia'i do calamento
do bardeiro do tbrono Opiiao
sympatblca da imprensaNomea
ci de embaixador junio ao Vati-
cano Aborda com a Aastria so
Dre a serviaOs Novoste e sce
pensar sobre a posi^aa do Egyplo
O nibihsmo a saas mamfesta-
0esDes.oberta de PonspiragSo
contra a vida do CsarG*ande nu-
mero de prisOe?, ioclasivo de di-
versas dalgasGolhita do trigo
rganisagio da exereno rueo
Dsst-aicSo da cidale Rtdizilow
O rholera-m irbns ni Polouia.
4 aglufi> poili2a..coclin6a, dando logar a
eaoel i adiocMim na capital
D.'sc-jO'o-sh i3mi Cdnspiracao nesta capital,
com o Os da destronar o ral. Fernando..
5 :. ti. qu 'oi preso em coaseq^encii, ji
acba > : ruido Itberiade .e lave demorada
coufe- n.ia a o rti.
0 Sr.. Stsmboleftdaa a demiasao coliectl-:
^a d. -^--a.-miais'a.in, .qae foi aceita, sendo ea
arre '; da fj-mar novo gabinete o Sr. Gre-
kcfl, 4^a (i.'i.) aceitando, a mtsso, foi esta in-
coair. ao S-. Sioloff, aob cbji presideociaror-
ganiSTi a o (iosouministario, no .qaal occapa o
Sr. Na Wi.'^ii-abanadaeairangeiros.
F-rafci diasolvidas as cmaras legislati-
vas.
O Si.- M le.:, om dos ssernbla aaeratu, t\ esbo-daaio. de dia a em
ple i ra por amaros] grapo de estadantes.
A pj.ieta /dio evitar qae o aggredido mer-
resse < aas-, n rapazas e eflectuou algamas
priscj. /
Timoeu i 'ODoaeram. ai estojantes. an'.ros4
confli:n<, indo ate ao.S-. Stambulol..
J'eu n-iSi i )!fia!tma.
tirat-d s,medidaarlamadai pelas autoridades
mili'.a-ei, esii restablecida -a crdem panuca na
captol > i.
O rei B a*a-ij aa rtgrassac .SDphia ulti-
ojame ;:'. oid foi necebido com aa-.maia calo
------------- ,- -~ -- -------------------------- .__iZli ich** Bliuonui ,. rail mroiro u~. animan* a.
rosas m;a,fcwsdia, de aUmmmo:T paolpal- A<4, 0 vii i Esti offi -.Ulms.ite anaanciado o casamento de
S. A. 1.8 granduqae be-duiro da coroaN-coIau
Alexandrow.tcb, com S. A. i. a p iiceza Allce
dff Bssse
Os principie!orgfioi da iapreasa rassa re-
gtstram com grande jubilo a fausta noticia
dosse consorcio.
A princeza neta da rainba Victoria e Blb*
da mallograda princesa A-i:?, victima de saa
iedicacao materuil, e do arcai-du iae Ernesto
Luis.
O ooivo nascea em 1858 e a noiva em 1871,
lendo esta mais tres irmas j casadas : a pnn-
ceza Victoria com o priooe Laz de Battea-
berg ; a princea Elisabstb rom o gto duqae
Se'gio da Ha -1 ; e a p:ia:s:a Ircae com o
p-incipe HO'iqoe da Prussia.
O casamento est tizado para 28 da Oatubro
prximo, e para assisteacta do acto sarao con-
vi lados diverso. sobjraaos 8 principes.
Corre em S. Petersoorgo qae no prximo ve-
rSo o prlacipe Hsanqae da P-uss.a vira visitar
a co"e imperial.
A visita du-ari as dez dias, parle passados
mS. fte-sbargo pirte em Paterbof
O Sr. Tswjlski foi no'jj2do embaixdor
da fto-sia junto ao Vaticano, teodo o goterao
ebegado a accordo com o da Aasta com rea-
gao interferencia nos aagocioi da Sorna.
Os Novoste, ds S. Ptersbargo, decla-
ram, a proposito dos recentes incidente* egyp
ele, qae o papel da Rusia na qaes'o do
Oente e a eaa u'iceasHa le, sano-e c.-esiaate,
de livres commaaicac6s man.mas com o Ex
tremo Orieaie, exi^em qu o Egypio volte a ser
um pais livra e neatral, pa-a qae o tar V-^r
melbo nSo sol a o destino do c:t-.i o de G.-
braltar.
Augmenta a ex::tagio nibista.
A polica viga alten.ament os agitadores,
acabando de ser deicoae'toa oavos tr?cos de
ama conspirago contri a vi la do Czar, tramada
pelos aaarebistas e nibllUta*.
Urna miea de dyaam te es:a/a preprala no
ediHcio qae: o Imperador dsverja oc;upar, du-
rarte as manobras, em Amnleosco.
Os (inocipaes cabega f jram logo presos, a j
eario- elidas para mais de 600 pessoas eob
iocalpacao de companei da coaaprac3o
Anbam-"3 tambem recolhino-j prisco a la-
communicavei8 a baroaezi Mi k-.U e outras -
dalgas rassa', afiliadas ao niniismo.
Est averigalo qua os coziobeiros destai no
brea damas liaban urde-a de.enveneaar oa
pratoa que serlam asrviioa ao fiar, qaaado.es
tivesse de visita em qaalqaer dessas caaaa que
cosiamava t'eqaentar.
En Varsovia foram presas mais de 200
pessoasqae biviim tomido- par-.u na maaifesta-
gio conmemorativa da revolucao.
Segando um do:umenio om ;ial, v se qae a
colheita de cereae attingia na Sassia, em 1893,
a cifra de 850 miibOss.de becioliiros.
Comparados catea amanslos com os da co-
lheita media basaada sobre os. aanos de 1838 a
1892 aecusam om augmenta de 49.1 0/0 rela-
tivamente ao figo, 21.4 0/0 a ,avea, 48.1 ce-,
vadar44.i 0,0 ao milbo, 28.4 0|0 s ervilbaa,
36.1 0,0s bautis.
-* No 1 de Janeiro leste anao 'o exercto. II:
aba ata e-gaaisago :
Minia er,o da gaerra Ministro da guerra,
presdeme do ceuseibo superior de guerra o ge*
ueral deiufaatan Vionoosck1 ; ebefa do estada
maior general, o general ds infantina Ab-n"'.
ebar;'8jadaa ei-l*> est^lo-maior co.-OJiis Veli
rcbkae Bildsring; grj mestre de artilbaria A
seo ajodame o general de artilhuia SoOaoo, ID-
pei-ti- geral4e.alro,^eaeaI Nolbeli, airelo'
geraide engentariapeoronel .Z*o>ktn; iift
tar ara-al das eauo a*-*Dilitaresi*fpao^tai M kn.li-
ae;-efcefa das trooje-wsgacav o-ral Bouaa
ko; di'ei'or g im! di ntea^encia, o-onel
Starjrtzo*; msoentof geral do service de san-.
dade, conselbeiro Remmsrt.
C'.reuma ;npcCes militires1* circomscrlpgo
de i. Petersbu'go :sua alteza-imoerial a g-o
daqae Vlademiro Alexaodrowiteb; sjudante, ge-
neral de infamara Robn ler,-.onefe do estado-
maior, co-oei atobrikov.
1* c rcumscnpgo, da FnlandiaGeneral ne
infamara, 'onie B-yden II. .jadante o co-onel
Gjut-harov. cnefedo estado-mai>r, general ba
fl K-U'bar>.
3 circomsiripcao, de ViloaG'oeral de in
fau'a-ia,*,jjnetrki. ajudau'a, general de infaota-
rii Tieoie.ziae, cnefe do estado-aiaior,- coron !
3 bolev.
4* ci*..:am8TiDCa-), da Va'sovia General de
ca vallara, Gju k\ ajoiante do commando, ge-
neral Paael v e corouel Z nero'.
5' circamscripcao, de K -w General da In-
famara Drsgomirov, ajudante, coroael T-.ois.
ki; cbele de estado-maio-, co o el Ben W:ki.
6* ctrcam-'critico, de OdessaGeno 1 i a
vallar;, eonda Moaai .a Pautkktne ; cbe'e uo
estado mi 7 oi-ca Inaria Kisuoda ; caefe da .estado-malor, geae
ral D.ukneoioe.
i 8 cifcumecnpco, d- K-sanGe-al de in-
faWarta Msicne-laoi", cbefei do .estado maior,
co'O'iel K'S-'a-kl.
9 ci-caai'cripcSs'do C-acaso Gener 1 de
cavallaria Cnremetioa; jalante general de in-
famara cond' Fatisciie--;: befe do estado-
maioa. coasul Perl k; comaoandaate do territo-
rio de K'u.-an. oroal Malania : commaodan'.e
Jo te.tu,no de Korek. coronel K kbaoor.
10* oire.U'iscnpgao, provincia da Alen-Caspio
-Oo onjIKiuropakiae; coefe da estado-maio-.
majo- Fduj-ov.
11 CtrCBscripco, do Tarketio CoroQ-!|
har* V'eo-k'; ebefa do esladomai.T, m*jo,
Rtro.-hk'oe.
12 C rca'nscripga'a. a'OrnskGeneraj de ca-
vallara, baro Taouo cnefe do atado mato
coronel Man I y; .
13' CircrimucrtpcSo, de I-kontskGeneral da
iofautsriMJere'nyk k J cb-sfa do esta lo maior1
major Cbebroor.
*4 Circo nspgSo, daTonsnrGener-1 DaJcno
v-kji, ^jatantT?, co-ia-oi Grodsko*; ebefe aa
e'iado-mator, major Ka.k'l.
15* circamscripcoi lerritorio dos Cosacos de
Don : general de cava.'Uria. principe Sviato
poik Mi-k II; -ja ante major Grekov ebefe de
etalo-maior, coraoel Marysove
Carpordo exercto I
Circumacripge ae S. Petersoorgo : guarda,
S. Pe:tr8bu-go, geaeral ae cavalian--, Mansai
t- carp, S- Petersbongo, general de infartarla,
Danilo ; 18;corpj, Iaure, coronel baro Zad-
dier.
Cirrumicripga) de Vilna2- corp", Vas
coronel M^Ximovi.k ; 3" co-po, Riga, sene:-l ir-
infan'-aria, Alc&azov; 4-corno, Minik, coronel
Ko8Yt-(h: 16-corpa, Vetebfk, coronel Rk'ter.
Circurasnriocio di Varsovia-5- wpo, Var-
savia, coriel.K'j'Vabltfki[; .13" carpa. Varsu-
ria.-corcnel Stobetorii
Circumscripcao deKev-9* oorpo, Kaa-kor.
toronsl Viooerg ; 11- corp. Jitomir, general de
tavallaria, principe Cbak>as8.oi; 12 corpo, Oo-
m-a, torone! Batianaa.
Circumscripgaa oa Odessa7- co'po, Simfe
ropal, coronel Janovfki; 8 corpo, Oaessa, cort-
nel de Giak.
CoreoiiscripcAo de Moscow G^anadeiro', Mo---
c-jw, coronel Malakiov ; 13- corpo. Smole-ian.
coroael Ja^lotrod ; 17 corpo, TiMla, coronel Lio-,
nov.
Ci'cumacripgo de Caucaso(Tiflis) ckdo ae
Cm:aso Tiflie, coronel principe Amilekav<-os
Foi destruida soor. incendio a pequlaa cld*-
!:i"(! rusaa da Radizii/w.
' O cbale-ai-morous est g*a'sanlo cm v
t^u pomas rib^irionos ao mar neg-o.
Na Poloa:a recudeaceu, augmenta da modo
assostalor. e teffl-'O desenvolvido rapidam'n.e
em t.ii9 o P'-u. apezar das energas medil!
sautanasiomadas pela mamcipalidade.
AFtICA
Egy Oto
S'lUgao poltica do paiz4 Joa-
etiuigSaiido ministerio. Hii?. pelo
gabinete N iba' 'recedentes 4-te
Viagem do kiiediva a Europa^,
coovrsj da divida e,;ypcia e seu
admenlo
REVISTA DIARIA
Temo-ao- oceupada ipor veis, desJ-? qne Ha-
bi ao tn,-oaa kuedlvaii da siiuagSo difficl em
quj se tocoulra o mico a sympitaico Abbas
H lai, oppnmilo pela;tyraa.nia da lord Croma:',
o dictador briannico, e obrtgado a dafeni^r
couira 63.e mcommodo protector os restos de
sooeraula que os seu- amigos ingleses loe reg-
team; maa.nem eempre padamaa acompiQQar
;ia~e > a paseo os acoalecimeatos que se euc:e*
lem as margena do ilo, a qaa se parecen! to-
das nos com oa om-osj po;-. ss cif-am r.m re-
sis.encias dos eyocia4 e Impjilgftes das aaiu
tutores.
E'indubitavei qua lorJ C-omer tem consa-
gai io rastabeiecer a ordem material as fina i-
gas egypci?8, qa9 as prodigalidades do p?aolii-
mo vice reiiinnam compraoaUiio graaJemcc
te ; e na menos ceno aaa vario3 melnorameo-
tos seasivais tsem sida introduzlos na adminh-
tragao paoiica, aagmeatsndo-ie a prospenaade
geral e-raeihjraodi-ie a disciplina ds exercto
nacional; mas, por oulro laio. praotao co!'
sar que as tropas nglazadfde oocap-igai cusiasi
rios de dinbeiro, e qae-as fuacciona js brltsu-
nicoB abasam quama po-Je-n da exoepcwnai si -
toago de que diafructatn-
Daqui nevilavaa conflictos, de qua ainba ba
poaco hoavera um exemplo frisante, par acose
aiao de urna reviso militar paseada par Abaat
pasa*, em qae este fes algaooi observagoe*
acerca ds cario bataiba, qas nao agradaram a
comraandaata em ebefa do exeroita egypoio.o
ipgiez Kr.cbsuer pacna.
Dsde esse mona-ato a situaco do gabinete,
a;qoe presidia Buz panbt, to-.noa aa lususteata.
vel; o- jornaes icg ezes comegaram a. ira'.ar o
infelis viee re com a mais desnb-Ma violencia
e amsagal-o em termos inequvocos.
Resistir era imposaive', veio pota a capitulaca
a tilas pacbaioi euostuido por Ndaap ;pacoi,
bamem espe'imeolado no goveroo. prad-sula e
dotado doa.elevadus dotes de iateliigenc-.;
Nao seria para estranbar qas a aoo-oina dcsa-
gradassn em Lcnl.-ea,'porqae este notavel es-a
dista afiyaciedeixura o poder en !883p?lo
facto de nao qaerer sajeiiar aa a certas exigen-
cias ontaouteas.
Porem tal nSo foi o casa, Lori Cro ner vio com
boas oaos a soa elevaeio ao poder e oa j ornaes
londrinas cantsram viciarla.
Parece, pois, quo Nabar sa ammlsoa ou ebe
gou com o vice-rei de fado, o vica-rel roritaaui-
co. aa necessano accaMo preetao-aobre a adml-
nialragao do Egypto^ n) sabemoa amda-oque
aasa accordo representar aemfQoa imaorta mul-
to ; o qae vemos, com prazer. que u
escolba foi bemreo9bida ao meemo lempo em
Pars e em Loadres e-isso una .serta-ga^aalia
da aue a famosa queaia egypcia nao dar de si
am prximo conflicto entre a Grau-Bretanba e a
Franga. consa qae oem peder ajceder-je pala
contrario, a poltica da occopaga exigase o
estaroaamemodeAbbas-Him ; temos-diaaiada
nos mais am compasso de espera, e a freite da
goveroo om borneen babil, qae ba da azel-o du-
rar o mais que pod-.r; antes assim
D su coma certa ama prxima viagem do
kaeva s prucipaes aortas da.Europa.
Sua alteza visitar a Austria, Franga, Iagla
tara e provavelmeate a Blgica. -
Postetiorin-Jote affiraa-se que em Ha de Jo-
uba ebegara elle a Franga,- e que nao ir a In-
glaterra. .
O correspouleale do Temps no Cairo jal-
ga poder afirmar qua, em cooseqaoacia da op-
POsigS-o que se levaalau por parte das potenzas
aa pr-jeeto da coaveraao daiivtdaegypcla, esta
idea foi poata de parta.
A Fraoga prat-gia am poaea este projs:to e a
Iaglate/ra combateu-o abertauenie.
T se qaa a resoluofta ao deve ter ag-aiado
matiq. g9?eTaTlr*acei
IiiiImHiS. Exc. o Sr. l)r. govornalor do
Estado aatpe iiu o sagulDte acto :
2a succfi-i -Palacio da governodo Estado
de Per lambaco, om 16 do Juolio de 189. .
O governalor do Estado resolve itidnltir os
desertores do Corpo Policial que se apreseuta-
rem no respeclivo quarlol ateo dia 31 do De-
aembro .lo crrante anno -AlexmdreJos 9tH-
boza Lina.
Autoridad a [mlicialO gnvernador
do Estado em 18 do corrate, sob proposta do
Dr. Queslor Policial, noineou o tenante-coronel
Sotero Marques-de Araujo l'inbero para exer-
cer o lugar do delegado do municipio de Pao
(i'Aliio. sendo exonerado, psdilo, o actual.
S. Jos do BgyploVo Etna. Sr. Dr.
governador do Estado foi dirigido -o seguinte
oicio :
Municipio de S. Jos do Eiyplo, em 30 da
Malo de 1894.
Exm. Sr. Dr. governador Alex-iudro Jos
Plnrfrnrn iaiar
Profundamente Jpenhirado pela estremeci-
do patriotismo da V. lixe. e tambera pelos aus-
piciosos acontpcime.itos dos dias 9 e 25 de
Abril ultimo, dd creayfio e installacao dosta co-
marca, nao posso deixar de patanteara V. Exc.
o raeu reconliecira snto pelo inqualilicavel be-
neficio a pro desta localida le, alm de outros
rocebi.los, fracas ao benfica e baai forrando
corac&o dj V. Exc qu? mu bora tem aquinlioa-
io do gracaa os diversos lcaos desta Estado,
felizraenie coa.indo a saba adminislrago do
V. Exc.
Manifeslo-rne pois, e em nome de todos os
municipos deste municipio, tSo agradecido a
V. Exc. que rao falto cxpresses diga is de me
exprimir convenientemente, o pela que pego
dosculpa.
Esia comarca se desvanece pelo ser rige
de V. Exc. a cuja detormnaga estamos som-
pre promptosa qaulquer occasio, que se offo-
recar. Aproveito o ensejo para reiterara V.
Exc. ineus rcs,eito=, esliini e consideraco
Saude e Fcatern.dado Pelo cMado Prefoi
lo, enronel coininnnd.into. Paulo oares di Sil-
va, Eloy Portino do Liun Uibeiro, Uiesoarairo
da Concellio.
Licenva Por acto da Exm. Sr. Pr. go-
vernador do Estado do 16 do crrente, foram
concedidos dous mezes de Hornea a contar de
II lo mesino inezao promotor publico do mu-
nicipio da Boz.iT-, o bacaacel .\prigio arlos
de Amorirn G-arcia, coraos veucira;utos a que
tiver direito,. na Xorma da lei, para tratar de
sua saude. onda lli' convier.
Senado .de Pero.anabu-iro N;\o hou-
ve liontein sesso por tereuxapeaas compar.'eido
osSrs. Piretti, Pinho 3or;es- Velloso, Luna Frei-
r, Ennirio Coulinlio e S Pereira.
A reunio foi presidula julo Sr. Dr. Ennirio
Osar Coutralio.
Nao liouve expediente do Sr. Io secretario.
Por falta de numero o Sr. presidente declara
que, nao ha seasio e diasolve a reunio.
Cantara dos Reputados Nao houve
sessfto lioiitem nesta casa do Congresso por fal-
ta de. numero.
Visitas domiciliarias -Da Inspctoria
de Hygione Publica rcmettorara-nos o seguin-
to:
O Dr. Amaro Wanderlej; visitou no i- dis-
trieto de S. Jos 28 domicilios, sen lo : 2i na
ra do Mscente e 4 no bcco lo Segredo.
Ra do Nascente Ha dous cortigos cora pouco
acceio c um delies b-istante estragado- e a h ap-
parellio. Todos os appirellios da Companlna
Drainage tm falta d'agua.
Becco do Segredo -Nete boceo s ha i do-
micilios estragados com pouco acceio e sem
apparollio. O despojo faite na ra.
- O Dr. Freitas uimnr"s visitou liontem 20
domicilios na ra Vellia e travessa da Joo
Fnmcisco..
Ra Vellia n. 6o, latrina com falta d'agua e
quintil sem esgoto para as aguas fluviaes.
. 67, est em idnticas condigOes.
N. 69, a latrina alm de nao ter agua, falta-Iba
a indispensavel torneira.
- N. "i o quintal precisa de esgoto. Xo Io an-
daf a latrina precisa agua.
. 75, tem falta d'agua na latrina.
Traveasa de Joao Francisco -As latrinas tm
falta d'agua e o quintal precisa de esgoto
o Br. Baptista Fragoso visitou 28 domici-
lios no dia 18, na ra do ComOfrcio.
'.Vo pi-edio n. 3i, no soto do 4U andar a latri-
na nao tem chavp.
No n. 36, 2 andar Urina obstruida e pre-
cisa concert urgente.
No n. 38, 2o andar, a latrina nao funeciona.
Nn n. 40, Banco d; Pernambuco, a lairina do
andar terreo precisa ser removida^visto causar
encominolo no logar onde est. No 2o andar a
Jatrina nao funeciona e pracisa de concert.
No n. 44, 3 andar, o soallio e latrinas sujos e
tem gott'ir.js.
Os oulros'cm condicSea regulares.
. O Dr. Alberto de Mondonga visitou na ra
do Gervisio Prese7 domicilios.
N 46, possua una eacimba qu3 se acha em
mus condiQOes por ser deposito da aguas servi-
das.
N. 81, hum'do.
\. 40, o apparelbo acha-se em pessimas con-
-digoes do acceio e existe no quintal um buraco
em que o locatario faz despaja
Os domis achatb-se em conJic5es nygt
regatares,
Nao sao suppridos d'agua os apparelnos dos
ns. 34. 30, 38, 40. t, 44, 46, 4S, 52, 81 (caixa
quebrada) e 83 B.
Em despedidaEnviou-nos um
cado carlo de despedida o Sr. Alberto
que aeguio liontem a bordo do vapor Manaos
para a Estado do Para:
Gratas sua gentilesa desejamos-lbe
viagem.
Gremio Seientilcn
Tobas Barretto -Esse
hoje-ew sesso ordinaria.
Tora lugar a proinulgago
elei'o da directora definitiva.
Gremio Idtterario Jos Bonifacio
Es'a sociedade reunio-se no doming >, soba
presidencia do Sr. Manoel do Sacramento.
Foi lida urna indicaco do br. Jaio de Deus
propondo- para socios effactivos aos Srs. Her-
uiinw Antonio Leo e Joaquim Taciano Ramos,
sendo approvada, bem como outra do Sr. Octa-
viano Rocha pedindo o jury dn Calabar.
N esse jury sSo promotor-e advogado os Srs.
Joo.da Dsus e o socio proponente.
Foram lidos trabalhos litterarios pelos Srs.
Joo do Deus, presidente, Ocraviano Rocha e
Elias liosas. _
Subdelegada da fregueela de
Santo Antonio-N'ossa subiolegacia aclia
ee depositad) um cavallo russo, com matadu-
ras, o qual foi lomado de um gatuno:
Pelos pobresTenio nos si lo remettt-
da a quinta do tO'HX) para distribuil-a por
necessitadas, convidamos a virem receber a
sua- quota as possuidoras do3 segrales-cartOes:
Ns. 88, 89, 90, 91, 92, 93, 94, 95, 96 e '-7.
-A's beneficiadas pede a pessoa me remetteu
a referida quintia, que rezem um P- N. e urna
A. M. por almas de seu pai a sun me
E' ama aoliaitaclo chriat a que nao so po-
dem nejar as almas religiosas.
Chalet em. abandonoromrelagao a
noticia qua liontem ufemos easirir soba epi-
graphe cima, baseados em umi caHa que nos
fn aederecada, somos informados deque em
Parnaraarim nao ha nenhura chalet em aban-
daoo, e que o qua se acha all em construcfio
ao acha sob a vigilancia do seu dono.
N5o duvidaraos assim em dar esta rectilica-
go em bem da verdade.
Falleciment .'ictima 'de antigos sof-
frmentos falleceu hontem D. Mara Amelia
das Neves Reis, consorte- da Sr. Henrqu3 Leal
Reis e filha .da Sr. major Justina- Epaminoa-
das da Assumpgaa Naves, agriculor na fre-
guezia da Luz.
Era umi senhora prenla-la-e virtuosa."
O seu enterro ter lugar boje a.a-horas da
tarda, saliiodo o fretro da-ra-do- AragSo n. I.
Paz sua altni, e-nossas condolencias i sua
familia. .
Vapor. "Lapl*ee*"Detxa hoje o-porto de
Santos cora destino-ao nosso, este vapor.'
Novas- Iocoatotivas-*-Na E tpasigao Co-
lombiana-figurarataseis typos .de locomotivas,
apresentados pela imprtante fabrioi- Brooks:
Locomotive Works-, caracterisando-seperfeila-
mente cada urna d'les- portod-n os requisitos
do trafaga a que dostinada. Entre esses-di-
versos typos expoitos attrauiu principalmente a
atteajao geral o-.de umi locjajaUra com tend-ae*.-
nemeas
deli-
Pinto
feliz
e Litterario
gremio reune-se
da consliluigo e
destinada ao trafago suburbano da Chicago
an-1 Northern Pacific Railroad.
De construcco elegante e bellissirao aspeclo,
difiere rauo essalocoinotiva-Leader das queem
geral sao empregadas no iiiesnio trafega dos e.a-
minhos de ferro iogle/-as, oirarecendo em rela-
5k> a estas ncontestaveH vantagens.
A Estrada do Ferro Central do Brasil acaba
de encoramondur casa Brooks 60 locomotiva*,
de tres do3 seis typo3 expostos, sendo : 2-5 para
Irene de pnssagetaos e 15 para trens da aargaa,
em hitla larga; a cinco para trens de passa-
geiro3 e 15 para os de cargas, era bitolaoatreila.
As '5 locomotivas para bitola larga so do
typo da machina com tender que foi exp >sta e
a que cima nos referimos, sendo destinadas ao
trafico dos suburbios; duvem ser constituidas
com todos os raelooramentos modernos, indis-
pensaveis a aamolbante trafago..
Conforme nos asseguram, as locomotivas do
mencionado typo ofTerecera aleen de outras van-
tagens, a da possuirera muito raa'or torga de
traegao do que as que actualniante esto em
tralego na Central.
As 15 locomotivas encoiiunendadas para trens
do cargas, da bitola larga, so de oito rodas
conjugadas e trucks. de quatro rodas (eohVia-
oiu. As cinco eucinmendadas para trens de
passageiros, da bitola cstroita, sao de quatro
rodas conjugadas, sendo do inesmo typo das de
bitola larga a 13 que.se destinara .aos trens de
carga de bitola estrei'a
Como se sane, d'entre as numerosas campa-
nillas que concorrerara -exposicao- geral de lo-
comotivas em Chicago, destacou se a < Krooks
Locomotive- Worics, que obteve o priraeiro pre-
mio.
Adoptadas e adquiridas as locomotivas a que
nos referimos, us coudigSes especiaes resuroi-
damenle d'oscriptas-, podernos esperar que em
breve sedera grandua mellioraraenlos no trafego
dos lrens di suburbios da estrada de fe ro Cen-
tral do lrazil, tendo assim larga orap-rasago o
enorme sacri icio que a sua acquisig.'.o acarix-ta
para os cofres publicas.
.-V.tpoleao III\ Rcue de Pan;, em um
dos seos ltimos nmeros, cont n urna das mais
curiosas revelagesarespe.ita da vi la privada e
do aaraetet real de Napoleo III. SSo onza car-
las escripias da Fortaleza de Ham e dirigidas a
urna son hora francesa que vivia era Fio enea,
as quaes o futuro imperador dos francezes ex-
trema va toda a sua alma, e comquaulo se nao
possim chamar de amor a essos singulares e
algo egostas epstolas, abundara ellas era ter-
nura o viva alt'eigao. Nao sabis, nao poilc-
rieis comprehender o effeito que as vossas car-
tas tem sobre mira escrevie o Hornera de Se-
dan,-Como volas .lescrverei eu ? l-mgarei
mo do umi oraparagn. J levis ter visto
ura bello quadro inglez mostrando Nosso Senhor
caminhando sobre as asuns, e com um olhar rea
vivando a coragem dosfallecente de ura dos seu3
apostlos, que parece que vai desapparacM- no
abysmo. -. Pois bem, a vossa gentil irrupgo na
ininha solido produzio o inesmo eii'eito do som
da vossa voz, sinto o raeu corago palpitar cora
mala calor, e como se torna m-iis leve a atmos-
phera da miaba priso.
Ouiro aspecto do carcter de Napolio III
que iransparece nestas cartas, a sua extrema
affeico seu pai, o ex-rei de Hollanda, Luiz
B .aparte.
Darei o meu direito de ?uc<;esso exclama
elle por urna caricia de raeu pai.
(inania nacional -Reant-sa hoje era
sessao extraordinaria u cons;lho director do
Club Central Beueficeule dos Odlciius da Guar-
da Nacional, l Inrn da Urde.
Juizodo districti municipal -
As audiencias dossojuzo tero lugar Bta se-
gundas e quintas-feiraa.
Gatuno -Hontem foi preso pelo subdide-
gado do Recife, o in lividuo de nome Joa) Bap-
tista dn Nasciraento, por liaver furtado um temo
da roupa ao Sr. Anonio Bizilo. ra do. Arao-
rim u. II, 3." andar. >*
O terno de roupa foi resluido ao dono e o de-
linnuente recolhido priso.
Lveea le Artes e OlBeos-A. Bi-
bliotnoca desse estabelecimento, loi ireqnea-
tada durante a quinzona ultima por -8 pes-
sOas. qu consullarara 293 obras era 207 vo-
lumes, assim clissirtcadas.
Jornaes e revistas *>'
Litleratura
Historia
Geosrapliia '*
Uatbematieaa
Linsuislica.
Artes *
Direito *
.Ml-t.lluaaa -
Poltica 2,
293
Contina essa Bibliotheca a 3er franqueada
diariamente ao publico.
As eidades---eogruttiellos -Mmitroom-
ci'fies, assim que os araericauos designara as
ci-ludes qua, do ura dia para ouiro, seinelhon-
ga do nwwroa-J, cogumdlo.se desenvolvem em
proporges extraordinarias.
Era Franca lia un exemplo caracterstico de
miishrooiii-i-iiif. E' Aivaclion, a linda praia do
sudoeite, sentada beira da magnifica baca
onde se criara to saborosas ostras. A sua divi-
a diz : 'Her sdilaio, hod e viam, cns ctvUa$.
Era menos de 20 annos, de 1850 a 1870, os tres
termos de progress&o foram percorridos.
Mas o qu* iat > ao p do desenvolvimento
pheuoineiial de certas cidades norl.-auioriciiris.
Basta citar Chicago, que era un periodo deciu-
dal, de 1880 a 1890, vio a sua populagc passmr
do 300,000 a um millio e cem mil habitantes, e
durante a exposigo do anno (in lo attingio a
milho e raeio. .
A descoberta das minas de our > da frica
Austral, atlraliin lo a sta pais, como Califor-
nia em 1850, um a Iluto enorme de mmigran-
tes, deu o ser a um numero j avultado de ama-
hroom-cim, Johanesburg, no Transvaal, qua nao
existia em 1886, coma j 30,000 habitantes.
Na corte de Mozambique, o porto da Beira, crea-
do pela compaaliia porlugu;za de Mogambiquo
em 1839, j agora umi praca activa, rarcan-
til, frequentado por navios de todas as naciona-
lidades. _. ,,
Beira, diz M. Guesasl, na Revut fle, est
destinada a ura bello futuro. .. .. .
Um dia vira em que, na Costa Oriental da
frica, se ha de ver desenvolver-so urna grande
cidade, ao inesmo terapo centro de activilade
coraraercial e foco de civilisagSo. Qual sera essa
cidade do porvir? Eliminemos Zanzbar que e
um inundo parte e ura foco de civilisago
mussulmana. Ser Mombiga, por 4 de latitude
sul? Esta praga tem-se dosenvolvido singular-
monte, des le que est entre maos inglezis :
tem contra si o seu clima equatorial,-que pode
limitar o o seu processo. Bagatnoyo e Dar-es-
Sulam, era territorio alleraao parece-ma incapa-
zes de lutar, esm igadns j pela concurrencia m-
gbza, que fez da Monbaca um porto prvido da
todos os recursos commerciaes e de Zanzbar
em porto frauco.
Na outra extremi lado do continente, Louren-
go Marques e Porto Natal acham-se em urna si-
tuaco excntrica.
Ser Beira ? O seu porto excellents a ac-
cossivsl a gran es-navios i as planiceis que se
est3ndera na sua retaguarda sao ferts e ricas
de agu, os planaltns que se lhos saguem forne-
cem a trairavais sanatorios e encerrara riquezas
mineraes que parecer consideraveis (paizes da
Manica e de. Maslionalutid). Condiges sao oslas
bem favoraveis pura ass;gurar a exisliucia a
favorecer o progresso de urna grande cidade.
Em todos os casos, parece-me justo qu3 os meus
... i. ...i 1^ .1 m annm am f.unPiS't n-
phenomenos que precedem o desabamento de*
taes construeges
Presentes rauitos eogecliairos, comee >u-se a
carregar a ponte com trilitos, attingiado 113.ttt
kiloiratnmae por metro.
Duraute a experiencia fez-se min
vagfio em todas as parles da amstru'^ao. seode
medidas as fon.las e Baxoea. Estas -adidaa ia>-
dicavam djformagOos cada \c i lenles
pequraas Tenias.
Taes perturbaces nao tonina
r jrges,sendoinij. .s^i. -I affirin ir iaria
a ruptura e cometaria o desabain.-nlo
Augmentada a carga, que cheuou a V lograinnias por in tro, au i. jfar-
magOcs, rans nao se p.'il'i pr-\ pinto 4a
principal ruptura, que ae ver.i. i mi,
quanlo ra:nos se aapatata,e> i.-sahaaaiaHo a-
rou apenas um aoguudo.
Ao quo paree o, esta exp -n.-uci o a
opinio dos eoganheinis sobro as par-
ticularidades de desabaiii-iilo de u n i a
Prorapto paacamento qae
urna apolica de seguro da vuln < pana
promptaiiiente sera descont ou viuk<. ns-
nhuma ?
Toraae urna anolica na -/'. i
Matadouro PatUlieo N
cimento foram abatidas Si rezes para o c i i^amo
de hoie dacidade do Kectfe.
Casamento civil-'.) eacririo de caaav-
meutos que funeciona nos distri.-to- do i;
Santo Antonio, S Jos e Afogados, afrtsoa aa
reparlico do Registro de tiasaaaeail m a roa do
Imperadora- 75 1 andar, editaos de procla-
mas de casamentos dos aecoiolea coutrabentea :
Segunda pobeteaf
Angeliu Ramos Bitlencourt artista, ua Ma-
ra Jos de Carqueira. sottairoi. n
Esla'O e residentes na fregu.-zia da Afutades.
Primeira publi .
Joo Alfredo Vctor de. IPora i fju ral n-
pra-frado publico, c.ra Maria H 11 iituea Barbeza.
solteiro-, naturaes desta Estado a resi Jcntes na
freguezia de Santo Antonio.
O eacrivio de casamentos di B>'.-VisU,
Graga, Pogo e Varzca, aflixou no da 19 do
correte, ua repartiera do ra di
Imperador n. 41, I" andar. ..lila, d
mas de casamentos dos scoiuinii' s contiabaalcs
Secando ubli.-u, ta
Bageaio de Morissou Faria, com L >opoldioa
Carolina Oalmaries,solteiros, rcaideutts aaIra-
goesia lii Boa Vista.
Antonio Ribeiro da Silva, reaidento ni ire-
guezia da Boa Vista, cora Can i Mendei da
liva, residenie na freg isia di Boa-Vista, -Sol-
teiros e naturaes ieote Bal i lo
Auausto da 8oataa Tarares, praca la jarda
Municipal, cora elraira Maria di L sol-
teiros, residentes na fregaesi i di 8oa-vi
Primeira p-.bi.c;;.
Emilio Nunes da Siho, eom Canuda Rosa
Gaimaries, solteiros, leaidoataaaa (aajBaaafeda
Boa Vista.
Luiz Ribeir de Sou'.a, residantes oa fiejoa-
zia da BoaVista, cora Anua Rita Maria Ji i.'oo-
ceigao, residente na freguezia d.. GrafO, ->|.
teiros.
Joao Felipe Carneiro Campel.o. com J ua Hachado Gaimaries, solien-j.;. raadaaaaa na
freaaeiia da Boa-Vista
Inspectora do'. distrcto marl
limoillecife, '8 de Juuho de <89i.
Boleiiui meiereo' .
Ten* cnit- Barmetro
votos de prosperi-iada sejam am favor di pe-
quona cidada latina, solada por assim dizer no
meio das ragas saxonicas que domiaam.ua fri-
ca Oriental a Miridional.
Um jornal franc :z, citando este trecho, accras-
oanta-de ana casa:
Sira, mas se Beira iprosperar,- ma3 da ma-
nos dia os ingleses deiUm amo, tanto no seu
porto eorao ao seu territorio; j am 189.) alies
axpoltaram Portugal as mesmas paragens e,
visto a ausencia taUUdo escrpulo qae carcter
risa a poltica colonial inglaza.nao devemos ad-
mirar-nos de >qae procurem, cusa de um v 1-
sinho mai*raco; astead >rero>se desda- Manica
at a Costa, para- orearem em- Beira um porto
de exportagao. _^ _
Ponte-e Ganalnho de Pe*rOf-Fei-
se na Suissa interessatita expononcia sobre urna
ponts-de carainho- de ixro construida:am 1874
Tenio de^sar destruida, os eogaubeiros qut-
?3iam submitter a urna prova extrema a -3eli-
ttez a raslstenoia- de urna poat*i,e esludar os
flora*.
h.
arado
I
9
12
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"'iI-I i i^.l 87
7*2.-34 i
760.".:l I.'-'! 78
To-.',* 08 77
78a\ I8,'2 7
T rnerutura Biaiaa B,7S
Teuperatavo mxima 2s,m
Evaporag4o em 2i horas ao sol T ?. som-
bra 3,i.
Chova mili i.
Dircccao do vento SW de meia
05 b. da maulla, SS'.V com inl SW
.. 3 al I h. i-' ni. da lar lo. S cora ti.ierrap-
gesde S.SW e SSe )at tueia non .
Velocidado media do vento i '> por te-
pundo-
Neimlosidade m-'-dia 0,47.
toletira do Porto
Pra-mar ou Dias Ai tara
baixa-mar
P M. 18 de Junho 10 h. 20 ni da ni O.-J
B. M. 19 411.30 ra da 2.-
Casa de Detencao- -M .-. :.i;--nto dos
presos da Casa da Detencao do Recife Sitado
.le Pernambuco, era 18 deJaoJk) .1 MH
E-cisliam
Enlraratn .
Sahiram
Existem
A saber:
Nacionaes.
Mulliares .
Estrantici'.os
Mulheres .
Total .
Arrasoados
Pons .
Doentes .
Louco .
Louca .
Mi
II
M
433
412
8
13

m
413
1
I
1
7l3
Total.......
Movimento da caermaria:
Teve baixa :
Man >el Felismino das Chagas
Teve alia:
Americo Joo Pereira.
'Hospital Pedro II-O -i tent lase
estabelecMiiento a cargo da S le Mi-
sericordia da Recife, uo da o' M o
seguinte :
Entraram.....
Sahiram..... 13
Falleceu ....
Existuin .... ~\i
Foram visitadas as enferman i
tes mdicos :
Dr. Barros Sobrinho, entrou
nha e sabio as 7 1/2.
Or. Malaqnias, eatrou a !0 di i iil e aa
hio s IOS,i.
Dr. Simos Barbosa, entrou s '.:
nha esahiu s :.
Or. Berardo, entrou as 10 1,2 da manni e sa-
bio s 12.
Dr. Arnobio Marques, entrou 4? 10 a ro^-
nh e sabio s 12.
D Lopes Pessoa, entrou s 9 1 i da aaaaM
e sanio s 12.
D,. Vieira da Cunha, entrou s l" I 2 da naa-
nh- e sabio s 12.
Dr. Bastos de Oliveira, entrou s 10 1/2 da
' .ha e sahio s 12.
I'r. Ta vares de Mello, eatrou s 10 3 4 da ma-
n!-a e sahio s 11
Pbarmaeeutico, entrn 3 9 4 da raantaa e n-
hiu s da larde. _
Ce.'eiiterio poiblieo-Obtuar:. di da >S
de Juuho :
Antonio Louroiigo da Silva Jnior, oirlogaaa,
lo annos, solturo, Sinto Anlmi.. ,
Jos MartiusSallanha, brazileiro. 33 annos,
casado, Boa-Vista.
Van la Raposo de Mello, brazileira, 58 rao os,
Bia-Vista. .
Luiz Mirtins Pacheco, brazihiro, diaa San-
to Aniouio.
Manoel do Nascimento, brazileiro, 24 nanos,
casado, Santo Antonio.
rsula Maa tos Prazeres, branleira, 88 an-
nos, sol dra, Boa- Vista.
Maria, brazilaira, 11 m;zas, Santo A-itonio.
Virginia, brazileira, 8 mezes, BOa- Vista.
SPORT
Prado rcraaaRfcacM*
Rseltaito -4a iaieiOiaco oaa 17* co-riia-fa
te' Ibk-r aa dia 24 do loaba :
Pareo ParoaaDaour-TruniDOO, .Piramoa, Bta>
to, B'.smarck AUi Stapano Tora* JK
P-reo Or lem-Nababo, Ta3- AUi S.ooar o
Tarca V.
P*ro Eipj-'eaJia-Barlim, Nsbaba. Milita e
Todlon.
'Pi'eaPranrrodad^-rViaavViaaaJor, Cila_
Tan^ftber, Mascle. Ctnea,>PJOubiai Wraia..8co-
ptiam)-i?a"'fl^>l8 ** -Nsrctae..
P.rea Ua ftn-PruuUoo^ivw, Lloaaira,
r.3, -iagioc e 3ela-F:or.
i
4
s
I ttHWH 1




IMitrrt PERNAMBUCO
:
s
+
sft
Lei n. 32
Ooncelho Municipal do ReciTe
RESOLVE :
Art. l.eFica o Prefeito autorisado a receber dos
proprietarios de padarias e refinacOea o imposto de que
trata o 43 do art. Io da lei n. 1 de 1893, independen-
te de multa.
Art. 2. RevogauV as disposicOes era contrario.
Sala das Sessoes do : .oncelho Municipal do Recife,
14 de Junho de 1894.
Dezembargador Luiz Presiderfle.
Asctico Mara Goncalves de Castro Mascarenhas,
1. Secretario.
Jos de Asevedo Maia e Silva.
Servindo de 2." Secretario.
Publique-se.
Recife 18 de Junho de 1894.
Manoe! Pinto Darnaco.
mtt**fci r 3*> fA^Anlw tkl?lS94
Sala das SessOes do ConoelhoJMiinicipal Jd
14 de Junho do i894.
ecife,
Dezembargador Luiz de Albuquerque Marttns Pereira.
Presidente.
Asctico Mar a Goncalves de Castro Mascarenhas.
1." Secretario.
y os de Azevedo Maia e Silva Jnior.
Servindo de 2. Secretario.
Publique-se. Recife 18 de Junho de 1894.
Manoel Pinto Dmaso.
Lei n. 34
Lei n. 33
O Cottcelho Municipal lo Recife
RESOLVE
Art. 1.'Fica o Prefeito autorisado a abrir o ne-
cesario crdito para pagamento dos vencimentos do ex-
Prefcito Dr. Joao Ribeiro de Britto, durante o tempo,
que esteve em exercicio do referido cargo.
Art. 2.Revogadas as disposicoes em contrario.
O Goncelho Municipal RESOLVE :
Art. 1.Fica o Prefeito autorisado a abonar aos
juizes de districto deste municipio a quantia de cin-
coenta mil reis mensaes para expediente, a contar de 1
de Janeiro deste anno.
. Art. 2."Revogadas as disposicoes em contrario.
Sala das SessSes do Concerno Municipal do Recife,
14 de Junho de 1894.
Dezembargador Luiz de Albuquerque Martins Pcrcira.
Presidente.
Asctico Maria Goncalves de Castro Mascarenhas.
1." Secretario.
Jos de Azevedo Maia e Silva Jnior.
Servindo de 2." Secretario.
Publiquc-se. Recife 18 de Junho de 1894.
~S\anocl Pinto Damaz'o.
/ara a alludidt disposigo regulamentar; 'nfloalargado' mais este campo,.>estendendo-o aos
sena muito de admirar, quamio 8. S formado
era engenharia, mathematieo de plpa, enge-
nheiro fiscal da primoira, e nnis importante
carros de rarga e bagagem 'da.sorte que raro
c o sacco de carne, eaixOes com saboi baa-
lho, caf etc. que nao cheguoineatado, rou-
estrada de farro deste Estado, ignorara al c bulo, ao seu destino ?
dia 31 do mez prximo findo, Mato, quando Ihe I O Sr. Dr. Felippe FiguelrJa conteste o fado
apresentei um conhecimsnto comprobatorio d3 que vou expor, se o nao ftzer, racoohega a for-
minhas allegagoes, documento irrefutavel,' ca da verdade do que tenho dito.'-quebrc sua
Bataneo da receita e despcxn
do muuicipio de Ipojuc-t no
exercicio le 48f>8.
RECE1TA
Saldo verificado em 28 de
Maco do mesmo anno,
data em que foi declara-
do constituido o nuni-
1.8323740
14.3783810
cipio
Importancia arrecadada de
diversos impostos
Somma
DESPEZA
5 O.j de gralific.ago ao
prefeito (1)
Com a for;a publica
Com o armamento e tarda-
mente) para a mesma
Cora a iastrucc&o publica
Com os juizos do i" e 2"
districtos
Com os escrives dos mes-
mos districtos
Com o escrivSa do jury
Com os empreados da Se-
cretaria ao Concelho
Com o procurador e thesou-
reiro
Com os iscaes do Io e '"
districtos
Com o advogado do Con-
celho
Com o carcereiro da cadeia
Com publicaces, livros e
objectos Secretaria
Com agua, luz e acceio ao
quartel e cadeia
Com a asignatura do dia-
rio oficial
Com obras publ'cas
Com jury, eleicoes e custas
judiciaes
Somma
Saldo em favor do muni-
cipio .
Prefeitura do Municipio de Ipojuca 31
de Maio de i 894.
O : refeito,
Antonio Luiz de Aellv Marques.
(1 Esta verba deixou de ser paga,
por haver o prefeito revertido em bene-
ficio do municipio o que lhe podia caber,
c nao ter o seu substituto requerido pa-
gamento do tempo em que esteve no
exercicio.
16.2018553
8
4.5i7900
9475600
3.9;8S9.'2
Ir0578753
2778762
137851)0
7723500
7803913
4598302
505000
1358000
1338600
758330
208304
14192)0
843720
13-5503252
2.711S298
'Lei i. H-ia'or o |U'e 6*1 vio. Reviso-es o jnlies
Co* R b-\ e T-ixe'-a de Si. Negoa se pro-
vimento, aainineaeote.
PA88AQENS
D) ja Cosa R.beiro ao jais Teixeiri de
3A:
App-'dleQSes enmes :
Dj ft eifoAnp-lUnte Harcnlano Hirmeae-
gjido C^valcaote Manis, aopeHada a justiga-
D) L'OMt-ir* App-dume U'bana Manoel da
/er. Crai. aopdlada a jastiga.
Apne l-t0.-3 civeis :
Dj RecifeAppellante MiooI Goncalves Mar-
(jtir F^rr^irp, a:u.> lalo Jis tf irqaes Ferrer*.
Dj KecfriAope'.lan'e Joaqun Hafbosa IV
vares, ^o-llado P roo too AppllactO ct.-mirerciul:
D i fteclle App"! ante a director!* dj D i.-bv
Oet, appaHano Heortqae lacnnei Srhotel.
Do jan Tei.xeira ue Si ao juiz Callad Bir-
et) :
%poellacad crime :
Dj rl.-e'N-AppeliaoteIsmael Renlo, ap-
pellada a jos'iga.
Dj ints i>ldaa Sirretoaa jais Almelda:
Aaprl! gao crime :
Di B:'r*r o-Appeliante Jjaquim Pereira da
Ro'ba, appellada a jastica.
Do jaiz Almeida ao juiz arlos Vaz:
A.'p-I: cao crime :
[)j K i-.r Vpne'.ian'.e AQtoiio da C>s'.i e ?
ppetd a js'iga.
Ao jala Galvao:
Ap> 'I 'o ommercial:
|)j ;_c.f.._A,.p(-hsnte Jjo Amnelo 'la Ssnta
Gru. aoreM Mo Mmo^l Eluaro do iSBciBecto.
Einbargos infnngentes:
Dj htafiBb*fttt D. Mi'ii di Aq-
cu-ic) BsstQJ Vi lfi', eoibjrgajo Acs'.rlclino
Sel^Btiai U-'n-onc*.
Dj j^'z Carlos Vz ao jaiz Galvao :
As-p-iugo crime :
De C-ruaraAofwtlMte Manctl Franci-co de
SOUZ", pprllaija j'Htica.
Ap..l a.aj Cooiinercial:
Dj Re.-.ifeAppel'-tr.ta a menor Zalmi", pjr
sea ooradji, appiUJu Aoioalo M>ri;ra iteia.
distbibui';3es
App:;llac58 crime i:
Ao juii Calda? Barreta;
D' U'.o '.ao vpp.ellanie o prjno'o- pablco.
ipuaildo Jo\o C'imnra Viaoa Du-ra.
A) ju'z Almeida:
Df Am;'rayAopellantes Jos Gj.tjpp, An-
in o P-mo e Aat^nio LJU*>, ppelUdt a josug
Kn'.?.-roa-S3 a seeso as 2 Horas e 4o ai natjj
4j tarde.
P13LI5U0ES \ PEDIDO
i --------------___-------------------^-----------------------
CEH08CA
Sapeiior Tribunal de 9n*tlca
8BSSA0 ORDINARIA BM 19 U&'*NHO
DB l&yi
PRESIDENCIA DO 88- DB.FRASCMCO L1Z
Secretario Dr. Vi-giliouCeelho
A's oeroa do cosiucse, preasHta,.DSr8. joizee
em numero legal e-o Dr.-t-uos*lO'0.do procura-
dor teral do Ust do, oi a>erta*a 9es?ao, d-poi"-
de lida e apo-ovada a aiia..dajintecedente.
Distribuidos e paswdoto* feilos, eram o-
egato tea
JDL Q AMENTOS
Rcu-so crime :
bo Brej) da Madre de Den* Reeorrenia o j >i-
ao, recorridos tvtt Rohm Npos>u:eno Lph e
Ul.'O. H-'laljr o jors Almelda.N ooorN p'i -
vimenl1, uuaaiieaienle, votan lo o S- r'Uio-
pela reapoosdbilldale tj cele-dj aj B^jj e
Rnbde:eada da Belio JirJim.
Aggravos de petigo :
; O.iadaAgvaute Hennqse Joie da 51
ta,aggravado ilnjel BUsaJoaiio. Realo: u
juiz t-oi.) RiJti'O. Adjuntos ca juizes G.ivao e
Caldaj.Barrelo.Nio e tojioa couneci Wio,
nan'i: euienle
q, j> |feA,'g'avan'e Antonio Joaquin Ca-
cSo, BKK'avaia h xu-oo L.>i>^. fVl.i.,-
aiota Cartoi Vaz. Ain:iU3 o juizes Calda'
Bc:re'.o e AlflWMa.Nao ee lomua coon-cu-eu-
!o, nv laim ale.
a.o de instrumento:
l). >Aggravaota Jui > dos -soio?
Ferr<, .i, oj?ra.ij J lo Cirdo lato ojaiaT S a'junios oa iuiea
Caldas iiir-rij e Almeiia.Dsa se proviuuoio,
unartCcOjr'ite.
Rjcuro muaicial :
P, j rent Ja io.-es da Silva L ra, ra >-
r :u rt-; t-due'.las. Ret'h-r
i 'Ja! las arroto. A Ijootoi o ;jaize^ C-js
iCarljjjVaa.Nao teto^ o caaaccl-
Dfi ';, oobb [nt-Ti^nte.
l\eci*ojcj crj
,._ ijtnaai aa F-.i~.ci--o [Ca
L ;Coala Ribro.-Fj a i n-
'Mi' cate.
Appellaves Crimea :
* De Caroa'A? (-it^jMa Sons- .i -.': a jjsiica. Me'ilor o jmz Al-
tD'^di. ioua a aeoteaas, unj.iime-
oteo te-
Di Oiin > Appellantf o premo o: PObHco
jp ._'.! a-i JoA A .'-o;r.o E'ja?eli-ta. R^la or c
juu ..-Dea-8fl provimeoto, oaaoi-
cemen'.e.
Dj R-Cif-"Apptlian'.ea Antonio Rjdrigaes 1i
Silva e ooire?, arpHda a jastigi. Itt'ia'ur n)OM
Cisia R'b^i-o C )ni'.')oi-i a BMHeac", en-
tra os vosw dts rs. Gaivio e Tuaira u- S.
Jroviao e solicitador :
)j; hifi ttnrrooaa.>M3deo-se a reno/a.
5S0 de so* i>ro Appe?ao civel:
Du rt-cilr^rAppalinie o jo'z), appelialo* Se-
baatiSo de Oisi-i.-a. Rieoie e ua ro lt?. K-^-
latir o fujZ'Ga'.vo.-ltotflaorfcs os joiM Co;ta
Rib'.io O'TriseKade-.-rf emoa'rfj', uooirae s*tT,do,Sf. Coala R biro.
De Jano*ii>-Appellan e Tinjaz de Garviibo
Soaes B-acdSj, appellido M.n>el Carnel'o
Estrada de Corra do Rooifo ao
S. Francisco
Sob esta cpigraphe vem o meu eslimavel
amigo o Sr. Dr. Felippede Figueiroi, engenhei-
liscaldesi estrada de ferro, ao encontr d:ura
arliyo que fiz publicar em o Diario de 9 Uj
correte mez sobre i continuaco dos abusos
inqualilicaveis dado^ cm mencionada estrada, e
p )r mim ja pro&igaJos em outras occasiOes, com
geral applauso dos que conliecem os fados es-
candalosos que all se do.
Eu derern esperar qus S. S. terminasse a
contradcta que se propOe faz^r ao3 tactos por
mim arliculados, para ento responder; porm,
com> o meu respeitavel amigo j se referisse
3 dos referidos tactos com urna acrimonia quj
me fez licar perplexo, entenli nao dever es-
pagar por mais tempo a merecida resposta.
Aindaque patatal rae aoja preciso levantar,
do Icilo onde me acho prostrado por urna forte
influenza, acompanliada de febre intermitiente,
em cujos intervcllos escrevo algumas linlias.
Eudirei do artigo de S. S o que M" Ro-
land dizia referindo-se a Danton nunca vi cou-
saque mais completamente caracterisasse o
transporte das paixjs brutaes e audacia m?ia
desenfreiada, encobarla sob urna affectago
de franqueza, iovialidade e candura.
No me sorprehendeu o apparecimento ao Sr.
Dr. Felippe Figuaira na imprensa, o que m
sorprehendeu foi sua linguagem sibyllina, senao
viperina co.a que procurou ferir a quem s leve
pira S. S attengs c considerags, mesmo
debaixo do ponto de vista do assumptoora em
discus o.
S S.deve estar lenbr,uio qu-, quando clie-
gou o amo passa-lo da Parahybu, por ter si lo
om.-ailo engeoheiro lcal da Recite ao S. Fran-
cisco, ao encontrar-so commigo em a ra Daque
de Caxias, deu-me a honra de conversar longi-
msnte sobre os artigas t>>? mun escriptos, di-
zeodo qpe os tiaua acompaaliado na leitarada
tolos, que ach'ava que eu ti.iin muita rasao,
iradiscordaaseem alguna pontos poracaar
a iccusac awito fort, senao exagaradam
mo, e precisou o facto da aecu-ago que eu ra-
zia aolelto la linba e respectivo material, di
zi'ii loqueas co npailliias le estrada do ferro
princip lmente o logh, linha muitocttidado no
le'no de uaj estradas, iu queconcorJei, dizen-
doqujsempre tinlia notado com satisfacAo o
qoe elle acabare de dizer, porm, qno ultimi-
incite acoasa estar muito di.i'ereiiie, cjmo
olle hnvia d: obervar, respondendo anda S. rf.
queseriium assumpto do sua especial utl.-n-
go.
Q Ao sepirarmos-no3 pedio-me que qualquerou-
sa que oouvesso Me communicasse, que nao pre-
cisava mus escrever sobre o assumpto, e qaaa-
do tivesse de fazer lhe dari.i mnita satisfagao
se consigo se ectendesse ante?, no que nao puz
nenliu n i duvida, e ao embarcar para o eoge-
nqoentivguei-lhe um artigoa^ue tinlia a dita do
13 de Hato, para S. S. mandar publicar, se jul
veniente, deixando-lliu lo la liberdade
e arbitrio, artigo que ;ne f)i cniregue depois
por S< S por naojulgar necessaria a publica-
gao, visto como j tinln tomado certas provi-
dencias por mim recamadas, do que loe ftquei
sumrrfamente grato
Dous ou 3 mezes depais cu lia na Recisla
Diaria que a estrada de ferro tinlia passado por
grandes mulliordmentos, oiferecendo boas cji-
dicOes de solidez, por isso que nella havia se
empregado. d >-m mentos, 16 mil cunlias o 21 milpirafuzos vguar-
dei este Diario, e p jucos dias depois tendo de
tomar o rem em Cinco Pontas, encoatrei S
na plata lorma da estagSo, me derivado a S. S
comprimeutii-o, e depois da troca de algumas
palavras, eu o felicitei peh melhorainenlo que
acabava de dar-se em o leito de referida estry,
da ; ento, perguntei lhe o Dr. nao disse que
achava exagerado o que eu tinlia avaogado
com relago ao estado di estrada. e urna
estrada que passa por to grande memoranento
ou concert nao eslava quasi toda desconjuncla-
da, desaparafuzada ?
S. S. respondeu-me6 verdade, o sobre re-
mullante facto ja eu ititerpellei ao Superint.'ii
dente, e elle respon leu-rne que aquillo linlia se
dado por nao ter havdo tempo e ter sido mui-
to o servigo, ao que ainda Morqui, e como ago-
ra snndj o servigo o mesmo ou mais, liouvc
tempo para se fazer o trabalho ?
8 S. ainda re'pondeu, para V. ver como
sao estas cousas, eu no podia acreditar que a
estrada in^leza cliegassc aquello estado.
Com relagfio aos abusos das delapidagoes, S.
S. me disse no primeiroencontr qoe tivemos,
que era cousa extraordinaria, que subia a cen-
tenas d; contos, eo Sr. Supenntenlente mes-
mo j tinba levado o 'actoao conhecime to do
ento Rorenador, o marochal Jos Sime jo, que
linha Una lo muito indignad) e que p:o.iutteu
dara as pravideucias, que nunca chegaram.
S. S. ihe3moalii na seu cscriptorio rre disse
que se o poder complente lhe desse os meos,
qne estirparia todos esses males, o que me-fe/,
nutrir esperangas, quando vi o olicio do Sr. Dr.
Governador a S. S. dirigido, 'que 03 escnda-
los desappareceriani. o que nao passou de nina
doce illusfto, enmo quilquer outra !
Como vir agora S- S. innocentando essa es-
trada adrando baldes sobre aquilles que sao
prejudicados ?
Sim, Dr. Felippj Figiuiri. os Rommisquan-
do levnam sitas victimis para o sacrificio co-
briain nas de dores, S 8. cobre as vietimts
.1 a abuz03 da estrada do Ferro, da que digno
fiscal, de insultos, como Bejaarexperogqne que-
rein haver pagamentos de damnos ftjurads '. ..
E milita obseeag'io, muiti falu da gentile-
za, c cavalheirsmo:
Nio sei mssnao que V9m a trala seguinte
preeitameitte no ano est' as qvnixa d> Dr. An-
l mo Venancio i $om a circunstancia ajgraoante
de que S. S. formado em direilo, e slbenlo ijtte a
ignorancia ia Iriiio aproveita d nnauem, um* sj
pude acoher a eaa sombra.
Fique saliendo o Dr. Felippe Figueiroa nunca
rae passou pela mente a relleidade de querer
n tesar por sabicho, jurisconsulto ou cou/a que
val ha, que eu conhecia lano a disposigo regu-
lamentar citada quanti s s tanto aasim que
as iirecaures tomadas em o cita lo reguUm mo
tmi por ftm garantir a estrada i ferro do fa-
zer uina in lemaizaco indevi la. !
Quando, em que da, emque occasio, eu fal-1
lei a V. S. em mdemnizacio f
Se S. S. nao esl le.nbrado eu lh: fago avivar
a lembranea dos fictos.
No da 5 de Dozembro prximo lindo, era um
dia de i.' fera, ao embarcar eu para o en-
genho levei a seu escriptorio ah na eslaco
Cinco-l'ontas o rolo de alb')do deque j fal-
lei, encontrado em inni barrica em lugar dos
objectos que forara subirahidos, cuja barrica ha-
via sido despachada em primeiro do referido,
mez; o qo'-lhe disse S. S ao ver a porgo de^
algolao por mim aposentado ?
Disse-mer. d o vir estmtica dos o-b]ce-
los que lhe for im subtrahidis.
O que lhe respond eu ?
Respond o sguinte; Sr. Dr. eu nfio vendo
pedir-llu indemnizado, de taes objectos, minha
qui>slo no 6 da ndeiiinisag&o, minha questo
demor-ililade em urna empreza destaordem,
do respeito dos direilos alhei >s, razao pela qual
traso estes factos ao seu conhecimento sera ca-
recer se mista enfadado commigo; despedi-
rae, entreguei o algodio ao Sr. Hermenegildo
e lomel o trein j em inovimerito.
Que applicigo tem o que S. S. respondeu ao
Sr. P. Jarreto e o que se tem passalo commigo?
Quan lo aquello, segundo di/. S. S., pedia ifl-
demnisago e cu repellia, cathegorica e ami-
gavelmente tal iudemnisago I istj com relago
ao facto de f de nezembro prximo findo.
Com relago ao facto de 30 d'Albril, nao me
darig' nnis directmninle a S. S.porqu jao
linha feilo ao Exm. Sr. Chefe de Polica por
m;io de urna carta, e de quem tenho muito a
esp srar p da grande somma de activi lade desen-
volvida no espinlioso cargo que to dignamen-
te exerce.
Com
a
relago ainda ao ficto de 39 d'Abril pr-
ximo findo, violago de caixes, s rae darigi a
a S. S. no dia l. do correal; ahi em a estnyao,
por ter sido por 3. S. chamado a baila. S. S. dore
estar lembrado que no da 4 de Maio prjximo
passado, euestive em seu escriptorio de reiacyo
onde fui pagar i artigo* com relago a poluigfn
d' igual de Uziua*.quand o eu estova na sala gran-
de contigua a da ndaegio, a fallar com seu irinao
Dr. Mgnel, entra S. S. com o Dr. Barros Gunn i-
raes. gantaram-se no sof, conferenciaram, sal.
o Dr. Barros Guimares, o ou logo aps.elle,
q laudo eu la chegiulo ao meio da slela, S. 8.
assoma a porta que communica com as tloas
sal w, e pergunta-me, ento como vai com saas
questOes .d* Iransoortes na via frrea, aj q i;
respond r,n :aii vez colheivh watt docu nentot
cjhi truinettedj ) i),-, deve estranliar, toHrez hrove me sja pre-
ciso dar mvj eslouro pela impren-a. ao q ie n
ls-: ,i retorquii o Sr. Dr. Felipp-, pois fique
sabend >, que eu ni> a tenho piup ido.
Isto foi no dia 1 .le Mai > las 3 1/2 pan i ho-
ras da tarde, da este em que liaba silo retira-
da as cargas acuna mencinalas da eglago,
i sab 'ii lo eu dos extravos ao clngir a caza
as 5 horas,.
De 4 de Maio em diante nao ;ne eajoatrej mais
com o Dr. Poiippe, no da 1." do cjrrente tendo
;u de embarcar antes do trem partir fui ao es-
criptorio fiscal de S. .S., ento, reviv a conver-
i le 4, a disse, ao chejir em taza ensontroi
que hacia matidtdo retirar, di tt tedo
. -i.i.i.l i os ciixis violados,
e faltando os objectos de qus j fal lei o n nen
artigo de 9; espuhli-ni: com certa vehemencia,
fiz inlo ver qu; semethante estado de eouzas
nao d-va continuar, nao lhe ped nnis provi-
dencias, e muito menos se filloa em iiidemuis i-
c>, porquj S. S j conhecia o meu molo de
pensara respeto, e se fdl-isse em indemnha-
go, seria novamente re lellida como j v oovia
sido repellida a primeira vez a proposla de in-
demnisagao, amia que a ella livesss direito.
Sendo aasim que applicago tem a resposta
que 8. S. deu ao Sr. P. Birreto, com os facto*
escin.ialozos enunciadas em meo artigo de 9,
para dizer que a resposta dad i ao Sr. P, lar-
retto, servia para o meu referido artigo, q lando
se em u:n psdia-so indemaisaefto, no outrooe
a repella por s se ter em vista a o&Q repro-
duego de semelautes abuios f
Essa deriva^o para a resposta de S. & ao
Sr. P. Brrelo, nao est indicando .uini pobresa
de argumento par combiter os f.iCDs epur
mim trazidos ao conUcimento do publico tortita
simplesmcnte veio para mostrar que eu aando
formado n*5o devia ignorar o* regulamentosvdas
estradas de ferro ?
Ainda quando provado estivesje que eu igno-
quanto paga va um kilo de assucir de Ribeirfio
as Cinco Pontas :! Tanto ignorava que tendo
diante dos olhos um conhecimento cujos dizc-
res, era 12.712 kilos a 8130:140, S. S. me per-
guntava 81, o que ? e eu lhe responda res, e
6 81 reis, por cala ko, ou por cala 13 kilos?
Eu ento me respond, faga a conU, multipli-
aue 81 por 12: M2 que la de encontrar, o resuita-
o, que nao 6 3,M4Ureis, e S. S. impaciente, ver-
melho, passa-me o conhecimento, e entregan-
do-me o artigo, diz que mandara publicar, mas
que respondera, me pulverizando ; eu ento
ergui-me da cadera em que esteva, e deitan-
do diversos papis sobre a mesa, disse quedu-
vidiva que S. S. nunca pulverizasse aquellos
documentos ; ia havendo, nao resta duvida um
principio de tempestade em copo de agua, po-
iv u, que serenoulogo, felizmente.
Com relago ainda ao facto de 19 de Dezem-
bro, desde que a estago despacha 7, a remet?-
te 6 barricas, com gurdente, indo urniKir
fra do despacho, e 8 ou 9 dias depois de 6 in-
do-serelirar dito barril se o eoconlra vasio, tem-
se mais que apurar 1 Se dito barril tivesse se-
guido com os outros, eu teria soilrido o pre-
juizo de 3i ou 33 cana las de agurdente, e
quem o causador do prejuizo nao foram os em-
bregados da companhia, como essa corapauhia se
obstina em reconhecer o meu direito?
Por falta de reclamigo, nao, porque recla-
me! direct'imentc de S S. expondo o facto com
suas crcumstancia3, tanto assim que S. S.
me disse que recebesse do chefe de Ribeiro,
nui S. S. o obrigaria a paagr, ao que eu respon-
d, que do chefe eu nao recebedora, porque
sabia qu i a agurdente tinln sido extravala
nas Cinco Pontas, embora elle ou seu ajudanle
concorresse para isso pelo f ic'.o de nao ter in-
cluido o barril no numero dos 6.
Quanto a nossos prepostos ellos teem.mais
m :1o de fazer quilquer reclamago aos em-
pegados, d'alli, do que o diabo da cruz, por-
que sao recebido3 logo na ponta da espada-, esta
a verdade, nao tem sido s um, nem dou*
que me teem dito isto, fique sabendo S. S.
Disse S. S. que sempre que o Sr. Dr. Ve-
nancio me procurou para externar suas quei-
xas fui solicito em transmittil-as ao 3r.' Supe-
rintendente. .
Nem outra cousa eu devia esperar de S. S.
porque alm de ser u n corollaro da conversa
que haviaraos Udo ao entrar .S. S. para a adm-
nistrago fiscal, eslava dentro das raas de
suas attribuicOes liscaes, seno o. tzesso seria
sera justificago o seu procedunento.
Disse S. S. alada no antepenltimo p:riodo|
de s:u artigo de 10 do corrente -que a exi-
gencia da reclamago ou protesto e perfeii-
mente justificada, creio qu ninguem pora cm
duvida caio das nuvens ao ver um nomem
da estatura intellectual do Sr. Dr. Felippe Fi-
gueiri argumentar por semellvinte mo lo, se
S. S. o primeiro a reconhecer que o regula-
ra ento da estrada de ferro de S. Francisco em
seu artigo 111, por S. 3. to decantado, n>
prohibe as reclaaniges, e sim aprsenla clau-
sulas, para que no'teiiham lugar indemnisa-
g^s incabiveis, indevidas, ou injustas, nao
tendo eu fallado a 3. S. em indemnisagOes, an-
tis nao acceitanio a que S. S. me propun-a,
quando nu pedio, que- desse o valor estimativo
dos objectos que ree iinham sido subtrahidos,
se estova de p a parte de Teguknnento que
nao prohibe' as reclamages, e eu nella firma
do, a que vem a sua tirada, era dizer que eu
340 lo formado nao devia ignoiar a lei, isto ,
ama disposigo do-regulamento de urna es-
trada ds ferro ?
s menta o desojo de censurar ou antes fe-
rir, nao assim?
Talvez supponha S- S. que esse meio me faz
recuir diante de seu perfil de.atleta da impren-
sa nao e assim ?
Engaoou-se redondamente, porque hei de
seguir, mo arrastando c por este mundo ter-
rqueo, a sombra dossa aguia em seus alta-
noros vjs, al vel-a tocar as abrazadoras re-
gioes elhereas, onde, incendiadas suas pes-
saoies azas, e Un la plumugera, ter de baqus-
ar no abysmo, porque, assim succede a to lo
aqueiie que esposa as causas ms.
Atada contina S. S. no mesrao piriodo se
prevalecessera as queixas posi factura, nao ha-
verla renda possivel para as linhas, por causa
dos espertos.
Se nesta nsinuigo ch;ia de ferina irona
S. 3. vizou attingir-me errou o seu alvo, porque
porum acto sj de minha vida S. 8 ver nelle
a regidez de man carcter,.que. sem jaca quer
na vida particular, quer ni publica, sera levir
raesmj em conta a modestia, porque tenho
consciencia, que o mellior amigo e a mais
prudente conselheira do homeat, pode affron-
lar todas as t mpestades, ainda mesrao as do
odio. r
Desdo 18G3 entrei na vida poltica, occupai-
do diversos carios da nomeago e de elegi,
fui deputado diversas vazes, ou em diversis
legislatura*, militan lo sempre nas lleiras.con-.
sarvadoras ao lado de S. S., amigo de todas as
autoridades, de ento, polendo conseguir, na-.
quelle lempo, como hoja fcilmente se conse-
gu passes na estrada de Ferro do Recife 8.
Frailesco, eu que sendo deputado, e estando
no Recife durante o lempo das legislaturas, li-
nha do vir aqui ai engenlto duas e tres ve-
ses pir semana, vindo no trem da larde, voltando no da minh soguintenara nao .faltar
aos irabaalios legislativos, uuna/ped um pisr
se, nunca vajei com passe, para que em lam-
po ulgum se podesse dizer que eu mu ,pre-
valeca da minha posigo para diminuiras,
rendas da estrada, e pezar sobre os cofres p-
blicos.
Or quem terauna susoeptibilidade tiin-
tangivel, nao ple consentir que, quilquer
esp'idanchi-n desses que co3tuman vibrar. u*s
li-evas o punhal na sua victima, e ao depais
saltando pira a claridala-ser o pnmeiro a cor-
rer a pensar a ferida, a pouco aberta, e que a
laia desses Clovnt rebequistis- lulo procurara
cansurir para denegrir, faca pairar qualquer
sombra sobra sui repjtagio, que lauto um
custado jiara lirmar. ,
Ignorantes e espartos sj os engenheiros fi--
pac*de gran les eompanbias de estrada de ferro
qu; d-scihecenlo a nobreaa de sua po*c4o,
trocara o ei;n> da ailgKD lairo* liscaes pilo ba-
rel da advjgido de umi conipanliia de lara-
pio* ostensivamente conhe".ida.
Nao est nesse ciso, folgj de dzel-o con-
venoida, o Sr. i)r. Felippe Figueir.i em que
recmh'go lo la: as qual dade; do u:n peifeito
cavalhouro.
Xo ultira) periodo do seu artigo nargunta o
Sr. Dr. Pelippi Figueiroa. Vh S. S. amoerar
o menni da pn-l'iiires d? sea; volunst entre sita
ret ientia no Itesife e no sen enjeilu Minas .Vj-
g g g i ,.',(") ( Jt eiti\i 11'/' ferro ?
RespoalO a irmitiviinite, poiso asseverar
tal a cooftanca gae deposito an portadores.
Da estago das Cinco Pontas a minhi resi-
dencia no Recife foram 03 carrega lores
ac 1:11)inhalo* por um filno meu, e do enge-
nlij tarara con luzilas porum hnn:m pobre
sim. porm, inoralor no lagar mais da dez
oa doze aauos, por quem m nulo conduzir as
cirgas da miis importancia, Berapre levando
e trazando dinheiro* da eicommen lis, e do
despachos defretas, nanea faltan lo un real,
dando sempre boas e fie s cantas, co no nao
asseverar por um homem na.-tas condigOes ?
emars em que condigss foi feto o trans-
porte do engenho p ira a estago ?
A's 7 horas da maulla eslava o carro na cai-
ga la da casi ".de viven la para tomar a carga,
approxim in loma iniadei mais duas pessoas
ajudarom a carregar o carro que devia se-
seguir com loda ittigeireza para alcang-ir o
trem de cafga.de 9 1/2 ou 13 horas, n ter una
degiwud*.dialaucia.a 1 veaoei-rdaoaminhss qua-
se iulransiiaveis pelas extensas lamas egran-
des atoleros ; o carro parti depois de ter das-
cido o tram da manh, ero quisi 8 hora?, se-
guio a.iU'lo o a mais, chapando na estagio mal
tendo o-lempo de deitar o* volumas nos car-
ro* oa tainpanhia, a seguirem, como de fac-
i parUoo, sera dar tampo de incluir, 03 volu-
ta is n 13 gu as do dia.
ieNestas.1 condignas -odie-so*admittir a hypo-
theeeui mais gratuiUno-oansi iiapossivel como
0wio B Dr. Felippe .Fwuxicja, da tereido o
.uau portador, com tanto que afiste a respon-
penna e nao prosiga na defeza de to1 ruira
causa.
No dial0oul2 do raez proximT passado,
chegaram a Ribairao nn* caixss d jjsabaoaber-
104 e cora faltada sabio, o che fe da estaco
raclamou para a e.stag > pas Cinco Pont is, e
no dia segrate chegou remettiio poraqualla
estigo o sabo que faltava, quer mais claro ?
Eu lino livro onde sao transcriptos os tole-:
grammas, o tefegraorma expedido de recia
mago.
Sr. Dr. Felippe Figueiroa, o peior ceg,
aquelle, de que fallam as sagradas escripturas,
que nao quer ver.
Continu S. S. a animar com sua incompre-
fcpnsivel e sorprehendedora defeza- oa'abuzos
actualmente escandaloso* da estrada d ferro de
8. Francisco, onde o Sr. superintendente man-
dilando pezar todo o meu assucar, sacco por sac-
co, e cnegando no Recife sendo repeaatlo e en-
contrando-so diflerenga,.n8o obstante a declara-
go no conaecimento de pezada tolaa eemessa,
recuza-se a nagar a9 differengas^allegando diffe-
renga de balangas quando de serelhante falta s
a companhia responsavel, ondo a serioade de
tudo isto ?
Onde'0 valor da.argosienaco de8. S. quan-
do todo hvrapreiro diz qae eu \i raeus prepostos
deviam reclamar noaclo, ou anlesderetirar as
mercadoria.*, o que tora sido feito diversa* ve-
sos por meus correspondentes, sem nenhum re-
sultado?
E' por este modo que se procura imbalur a
boa f da opinio publica, sendo S. S que se
incumba de semelhante empreitada?
No tempo que havia raorali lade na1 esleada de
ferro de S. Francisco, no meu primeiro anno d<-
agricultor, raandei urna remessa de assucar,
indo retiral-a o correspondente; certoquo na-
quelle tempo os correspondentes iam as esta-
gei", encontrou o* saceos; humedecidos, nao
pela natureza do assucar, pelo s-eu mo acondi-
cionamento na estigo. reelamou, o Sr. Mann foi
ao armazcm, raandou o corre3pondente retirar o
assucar, e qoe lhe tirasse a conta da dfferenga
^ue o assucar encontrasse na praga, c efectiva-
mente pagou 2K) ris era arroba, ponera, era
superintendente G. O. Mann, a personilicago da
aclividade c da energa, hornera que rara vez
deixava-se de encontral-o na estago do (abo
ou Cinc Pontas, e.n molu continuo.
Hojc roanda-se pezar o assucar sacro por sac-
co, na estago remetteute, na estago das Cinco
Pontas sendo repezado'por reolamago do pre-
posto ou correspondente, acha'ido-se differenga
nao se atiende, nao se paga, por culpa das ba-
langas, e porque o a3surar se volatna, isto
quando se reclama antes (le. retirar a mercado-
ra, se por qualquer ;descuido, ou circumslancia
outra, se reclama depois de retirada a mercado-
ra, nao >e paga por causa do art.-i 11 do Regu-
lamento !
Quanto dislate I
Faga-.=e com que carga oa mercadura minha
nao Segne no Rocife sera ser defroadada, man
dc-ie mesrao matar o meu gado quaado p )r
3ualquer descuido entre na linha, como succe-
eu nTilia 1i leste nv?, em urna recta de mais
de 400 bragas, onde se via ura gato, quanto mais
um boi I
Piquera 8. S. e o Sr. superintendente certos
que nao rao faro perder a calma nem me ta-
rea recuar, porque ainda nao descri, nao s da
benemrita e honrada directora da entrada de
Ierro do Recife a S. Francisco, euja sede em
Londres, e a quem miis cedoou mais tarde ha
de chegar o conhecimento destes facto* detnr-
padores dos crditos de to importante erapre-
za, e da longaniraidade de to gents-cavalhei-
ros, como da justiga de meu p*iz. onde dia vira
que um governo moralisado saber fazer res-
peitar a migestade di le
Minas Novas, 14 de Junho de 1891.
Antonio Venand> Cacaean'e de Almiterqiie.
das Cinco Pontas, on-teantgaraanta se hmita
va o campo de suas operaces, tendo elles boje
Kstrada de Ferro do Recife ao
S. Francisco
O Sr. Dr. Antonio Venancio- Cavaloante de
Albuquerque tomou a mi parte o que escrevi
no Diario de 10 do corrente como primeira res-
posta ao seu artigo publicado .19; e apparece
hoje nesta mesmo /i.tro com ura virulento ar-
tigo contra mira, artigo quecomo o outro, man-
dou para a typographia por cneu iaterraedio,
dizendo-me na carta de que o arorapanhou que,
se eu nao quizesse publical-o. Ih'o devolvesse
Autorisado por essa* palavras, ti previamente
o. artigo; e, posto que me seolisse raagoado pe-
lo* improperios de que elle seacha rncheiado,
nao rae julguei cora o direilo- de traooar-lhe as
portas do .Diario; e, pois, vai esse artigo puli-
cado na mesmi secco-em que devem ser estam-
padas estas linhas, que Uirabem me julgo no
deer de publicar para resalvar a minba dignl-
dade to violentamente molestada pelo 9r. Dr.
Venancio, quem .entretanto nao ofenli era
por. palavras, nem por obras, aera por pensa-
mientos.
A urova tem-n'a .0 publico no rajuireferido
artigo do Diario de 10, que abaixo fago repro-
duzir. Cumparein-u'o todos os .homaus sensa-
toscon o artig) da hoje darir. Dr. Antodio
Venancio, e ti'rem as .conclusesqui eu nao
quero, nem devo, ero posso tirar.
Deixando de. Lado tola.a parte nggrassiva
desse arligoy todos 03 epithetos cavulheiroios
com que o 8r.Dr. Ajojiio Venancio, sa dignou
mimesear-ine. cumpro o dever de recttlear al-
gumas assergOas feUs por.S. ., emquanto nao
recebo as inl'ormayes qui solicitei do Sr. Su-
perintendente da Estrada ida "Ferro do' Recife
ao 6.,Francisco,- inforraages que, pensO,foram
demoradas palo ficto da estar presa a attengo
do mesmo >r. Suprerintanlenta pelo, estado dara-
noso da linhit, em consequauca das dwiiis e
enxurr idas occasioaadas pilo jeigoposo inver-
n.
O primeiro ponto que preciso recliftear e o
em que o r. Dr. Antonio \ena.cio alfirmaqu:.
n'u.na-conversa qua commig) tivera logo de-
pois de adoba volt 1 di Parahjrba, eu llu disse-
ra que, ten lo hdo aseria da. artigos quiem
I8) -93 publicara,.achava qui S. &JMM mut-
ta r iso.
O que eu disse ento -8. S., e depois mais
de ama vez-ib: repet, como tenho dito imi-
tas peosjas. e o refer em documentos ocioas,
foi qua nao contestas-1 o faeto da serera d^friu-
kad is as msreadorias viudas do nftrtor para o
B 1 f;; mas accrascantai -e consta dos citados
documentos-um dos quies nustrei eliaS-
8., -qu: bonmenti aa.nfto poJia reanonsabili-
jar a Gompanbla por esses facto-;, porqaanto,
des le 18B7, era qu: pak vez primeiraatrai
pora a tiscalisaeo, observan qui a cansa origi-
naria a principal d>s mes nos tactos en a tira-
ran le ara siras u arm iz mis de C.nco Pontas.
Ainda disse en A 8. 8.: qu:, emquanto nao
so fizases c:ssar a tiragam da. Tainos tras dos
gneros em Cinco Pontas, no seria fa-il dos-
criminaras responsabilidades,atpu ossa me li-
la era a nica cipa', de pro lu'.ir bins effeilos,
como j eu li/.ara sciente ao Qaneral Jos Si-
neo quan lo, sanio Govenudor dj Estado,
conferenciara commig > i respailo.
Isto, beui se vi-, est muito loflga di a.hrmi-
tiva da 8r. Dr, Venancio, cuj mamaria nao lh 1
foi inteirament fiel. ,
Eu, pois, nao inoc.-ntei a aduimstragao !
Estrada da Farro, pirquiiito se sei, pirqie o
tenho visto, qua amostras volum >sas sao tra-
las uas Cinco Ponta*, ignoro se algum amora-
gado da estigo connivente n^is dafr.iudaciVs
dos gneros ali. Admit) al a p> siblida le
do ficti: mas, pjrguil), pode a ad uinistiugo
da estrada punir o* delinquent :s san provas,
onando, s: ellas OXiStem, esto acobertados |iela
tlragem de amostras f
Oiitro ponte qu: fago timbra em rectiacar
aquelle em qua o Sr. Dr. Antonio-Venancio ati
ra-se, eatira-se desinedidamcnta, con'rarai-ir
no falso supposto da Iha ter euacoiraido de
jrfroraawia d.i lei.
Quain lar o mau artigo da 10, hoje raprolu-i-
do, ver- exactamente o contrario disso. Eu
dou o Sr. Dr. Antonio Venancio com conlieca-
dor da lei, pois digo qua S. 8. -3.t&quea*jno-
raacit di lei au ajroveila a niniimm ; e a ciia-
co desse quasi aphonsmo nao visa sanfio salien-
tar a proficiancia do Sr. Dr. Antonio VenanciD,
pira tornar bem clara a falta di recl*aiao em
tempo em ralago .squeixas dS. 8., sobra as-
safciUdade dos la rapios que infestm a astagao, quae3nopda.a Uompanhio.faz.jr obra pi a.au-
S3ncia da niasma reclamago.
Supp3ndo a existencia desta, natural gil
en tralla fallado erain laranisacao. .aras aa
zendo ao Sr. Dr. Antonio "anaii aai JL"___
t-oor estimativo ao objeet, porqaantovo Reaate-
mento api rovado palo decreto n. JVjftldetl
de Agosto de <& ..Na renca, que s j depois verrfiqi ;i ser inf
dala, da que S. S. fizera a devida aarlamarao
em. tempo uiil, dissa cu ao Sr. Dr. Antonio
inncio qua.S. 8. liaba dirert s-riiideuioisa-
do ;no Ib* tit oJfaasa cora isso. nii > "ritma
isso o qua manda a le. coran tmbem por
qua, ora poca anterior, lora 1 8.'ind;mni->j4o
d s um seu volme da saceos vaz ios Ojaa s; ex-
traviara.
Nao houve, poi*ronr.a no fallar nisaco, e nem jamis cora esta s > tarn moles-
ta le diversos recebedoros de rarreadori is. rae,
no* termo* do citado Regulamaniu, a- leem r-
cebido, tendo feito suas r.rl luiacflif om t-maao.
O que diz o 8r. Dr. Antonio V'enaacto aaaaa a
ioinfca ignerancia das tarifas da Estrada de
Ferro, eu entrego pura e s'mplesai :n(-
ciago publica. O* leilore* qoe jahraeni ae
verosim.l qu: cu ignore u* basrs tarifae- da Es-
trada da Perro S. l-'ranciaco.
Eu nao tinba presenta as linfas .t^s-ivamos
u i escrptnrio da Radacgao n"o ,ir,v e < na-
tural que de moni ralo cu nao sai lia z r qann-
to paga til ou qual m-r;-al iriapda r.-sp-iliva
unidad a tarifa! entra S pontos da ios. Sao 1
lembrei na occasio do araco de tnn*piie de
10 k>l. de assucar entra Ribiro > (.'im-> l'on-
tas, para veniicar sa a Usa ind'c ida na i-ordi ri-
mrato aprjs.'ii'udo p:K> Sr. Dr. Antonio Ve-
nancio fora b:m oumilapplicad 1
Eis o qu: houve, e nala mais I)ahi 4-. la-
zio o Sr. Dr. Antoaio V ermncio a minha igno-
rancia, quan lo o qua podia r.isoavelaantls roa
cluir era urna falla de mem mu o fB t oa-
sequancia da idaJa e da OMillipiicMa le de oc-
cupages.
O ultimo ponto que, agora, precia i-. ii ao artigo do Sr. Dr Vnt mu > Vatunn'
que sa refera sna aturra itiva 1: ^w<> sao da
1111 a conanga os sus pnrtidore.*, < d qaa
os qm leva rain para sea rosidriiria ao 11 fc
os volumes por 8. S. despachado* eni niln-irto
no dia 1." do corrate, foram acimpanhadjspor
um de seos filhos
O Sr. Dr. Antonio Veaaiico sabe perf.-ita-
mente qoe conlianca nao se rap-, inspira se;
e eu nem ao turno* c mhe^o os sm*< portado-
ras. Demiis a le clara: ezig: a irclni
rio r.-ii tempo: e em neirtiau do casas de
S. S. se oceupa. ella foi feita.
Arcresco anida qu: S. 8. mesmo me dise
formal e positivamente, qne sea digna filho uto
tizara reclamago ao retirar oa rulamos. *fUt
acora pinhara de Cmco fon las a aua r -oden-
cia, por qu: (oes rol im:i n-in ti-kmm mit dr
er sido violados
Diente desse tasto, e na amencia da r li-
maran, c-0:111 respinsahili-iar a EMrMkt 4~ '
to 1 cono aillrraar s: forara Tiolaitus as taes
volura:s antes do icinl>;ir|u; em tuaeiro. dn-
rant 1 o trajelo d ali para o Itscifa. e na si 1 :
de Cinco Posana, as te Ha* alias antiver
trancado* n'um deposito esprial '
Nao sei cora leiiuir as responsabilidad *.
O mais qu: diz o Sr. I)r. \< iu o Venancio
110 arliii) qun vae hoj: |wli!icado nesJ- /'
hade ter resposta oppuriuo1111 ule Kspero para
isso as in forran-' M p lul.i-
Recife. I!) de Junho de ISfli.
Ftirnie df k\atirAt F.ma
Esti-atln tle irVriN do Rocifc ao
S. l"Van'!eo
O meu estimar al amigo Sr. Dr. Antonio V
nancio Cvalemli ds Alhaiincrqu-:. digno a_'-i-
cillorem Ribei-o. fez lio iprblicar. pelo Otan
de Pernamhu o. um longo artigo pan- ar- sa
e r.'sponsabilisa a adinraislracAo ta Betradn de
Ferro lo Recife ao 8. Kraiinsc-o |>da violro
d: ralumes e desvio de objectos sen* transpor-
tados nos treus da mesma estrada.
Na qualidade de Engenti -iro Fiscal dessa f^r-
rovia, nao podendo nein llvenlo rlear 1
farente ao I i bel lo formulado contra anu Ha ad-
niirs'rago, hoje sseaaw o'riei ao r. Snp;-
rrat radcnte e repmaatant d.i i'ompm
raando-lh: a attengo para o artigo da Sr lr
Antonio Venancio e pedin lo-lho ifr uag jes
detalhadas sobre o* i'en< do dito lih
Logo que rae rh-garem raaos ta irifr-
m igi's. aw oecnparei na impr rasa d > assvn-
pto. Entretanto, p vo vaina m Sr Dr. Vnlonio
Venancio pira desde j dizer S. S. que, a
face do Regalaniento e tarifa* approva4o* aanf
Decreto 11. 10.321 d- Si de AanstS W*, afta
proce lunas suas qu:ixa*. rer.lama^es e ac-
cusagos, aarinennrtuiins c f>r* le -qiialqner
meio' ao alcance la empraza da ferroru. para
avalar da sua razo de ser.
Isso mesmo, se n'o n ss-:., em nlris ter-
mos, tenho dito paricirlar.nente ao ilktsir: Sr
Dr. Antonio Venancio sempre qoe 8. 8. misa
se tem dirisido para tratar do ansampto; a
mais de ama vez lhe lanho indicado raroinao
i s iguir, que nao outro seno o qa f >i par
mira lomado publico no .ann de r\fn in%!-
de 2i da Agosto de I8!
Disse eu cno. tratando da orna rct
feita 110 Jornnl do Recife pelo Sr. P. tlsrrelo. a
seguinta :
Assim, claro qu se s: d*a a-rextravja
de que se qu:ixa o Sr. P. arreas, aSo podo
S. S. cora razo taananaaanaaf estrada 4a
farro pelo mesmo extravio, porque nrnhaam
rechnnagSo forniulou no acto de riteber os je-
ero s-crast mies de saa expadigo, feita Il
contra aqueiie extravio.
E*si reclamago era essencial para ter la-
gar .nao s a inieranisaco do anata v m
tambara para, apurada a. riponsaailidad: do
facto, ser punido d vidamente o cansador do
uiasrao damno.
E Hregue pela esirki de IVito a- m:rcado-
ria no axpaditor ou se prepo tago do cohacini-nto. sem n'iihnmaTeclama-
go, ce3sa coraplet imante a r.-Tjnal>ili !
da estrada, nos lerm H do art. III do R imia-
raenio. approvado pelo D-croto o lUitl le tt
d: Agosto de ISS'.l. qu: diz (xtuilmentc
A responsabilidad! da alraimstraro peles
volames traii-porta! >s. anda memo as qaa
contivereni jbjactos preciosos. r,nmif rm -
tir nii-oi sem > men >r /-
. oU.e 1 ettrag idj,eCn* Vlt V Ldal A EXIataV
iJQi dnt objeclos aotd'tlin'iltiri.....a *m / nsdi< nlieciwent '< i" dr- .!..(! 8C
. EOUVUB SOBRE ELLM l!ECl.\i>
ac.it 1 palochif-- da esl-ig.j< qu esasjn
prevista na dispjsicas 'I .nl>nenta,
co assuaspto da reclaung afta exiyir
("ago no.* vo'urais
O qne ca expendido p nso qoe
ante para conv;nc:r ai >r .' arr-1'
publico le qu foi "In qu-iat >'< la
no r<*^^^^^B
masrao lempo ssrvir de avisi \-* v
los :i .i Iransp >rt--< n-li Es'ra la
Recife ao Sa > Fr-ra -i-1- > para airirea a I
u a do cil -i iaganaiialo cui < .
an u igas-
i're.- -111 '.' n 1 i'isi sifi >as qn
Dr. Antonio Venan 1 a nrenat-i:m'*ia
agravante de qa: S. 8.. foniulo n Ir.-t.e
sab h o qne 1 I n
ainsttim, nao s*jp>i ea soaa-
bra. '
Qaer era r dag."o aos fados ao '" '" ''
D.-zerabro 1 ano 1 piss 1 lo. qa*r 1
cii ao ds 30 Abril ultira '. S. S
posto daix "i d ITrain ir a de.
a no acto da recap ;4o -l->s seus objecto* *^>^tai
firara reinados da tSBVi -I
se:n que livess Jtaaaaa ao art-
til dj Regulara rato, a.-iaa lraaaniio
Como, pois, apur.-r :; rjspoa_nbtli.la_tej
'0:111 dar se a indcninisa 1 prevista no eraaan
regulamenlo'
A base para tu 1 isto a rociara mu fajan
no acto da rac-p-.-o lo* ot>j.c:os A ana exis-
tencia liz ir rtvnpl:ta-
ra .ratea rasponsabilidade da empr: a,facc--
tisteem ftzer aaprafa de lar Syw'tM sot me-
nt- 11..1 > le terem sido rV>!, ). -mcliifil-
Desda qua os objectos salieiu das
sem reclaraigo, que deve *ier por a
cora testemunlias, inproeadante
queixa poUerioc, e nj pole
ma seque acia.
Ora, nao obstante terem sien
dos pelo Sr Dr Antolonio Veaanoy
prepostos os valumes nnasareawanii
qu.ixas, se n nenhurai redanaag
inesraa' reca|({o, c portasa a*
cessadn a rceonsamli i.ais-an aanannaiiaRi
forro-vii ; todas a-veeaeme o
nio.Yeeancio rae prxnvou pz
tas, fui sempre solivio, em
Sr 8up3riatandente, qns manlaaan
:as
awsana*

*~%*
WP-**-



"
-
4
&fari# erm
lia da reclama-
%
aamente examinal-as, csbarroiij
a impoasibilidade da verificar
nir as responsabilidades per l
fO que mais pdia poseo eu fazer em taes
casos quando iocontroverao, em face da lei,
que a reclamago a base para qualquer prece-
dimento oficial f
Que a exigencia da reclamacao ou protesto e
perfeilamente justificada, creio que ninguem
pora em duvida. E basta urna reflexSo para o
comprehender : se pre'Valecessem as queixas
a mi factum, isto se as estradas de ferro fos-
sem obrigadas a mdemnisar os queixosos por
faltas de merendonas, alltjadis depois de reti
rados os respectivos volumes da* estafes, nao
baveria renda possivel par cssas linhas ; ludo
seria poucopara pagar os damnos figurados, por
.que neste mundo nao faltara expertos.
uiSao est nosse caso folgo de dizel-o conven-
cido oSr- Dr- Antonio Venancio, em quem
recolieco todas as qualidadas de um perfeiio
cavaleiro Mas pode S. asseverar o mis-
mo dos portadores dos seus volumes entre sua
residencia no Recifj e no seu engenho Minas
Novas e as estacOes da estrada de ierro ?
Eis o quanto posso oppor, por ora ao artigo
do man amigo Sr. Dr. Antonio Venancio no
Diario de boje. Para o mais aguardo as mfor-
macoes que solicitei do Sr. Superintendente
da estrada, que, espero, se apressar atn minis-
jrar-raas-
Recife, 9 de Junlio de 189.
Felippe de Figueiroa Paria.
Engenheiro Fiscal.
Periodo goveraaaaaaeaatal
(Da Gazeta de Alagos)
Srs. rjdictores.-Com o maior interesss e
completa isencto de espirito, tenho acompa-
nliado a questao, debatida na imprensa, do ter-
minio do periodo g ivemamental, ncetado pelo
coronel Pedro Paulino e Dr, Araujo Goes, e
continuado pelo barSo de Traipu na qualidade
de presidente do senado, e posteriormente pelo
maior Gabino Besouro.
In.ciada desde muito as conversas particu-
lares foi a questo ltimamente avocada por
vos ao tribunal da opiniao publica, perante o
qual um debate luminoso levou a evidencia a
verdade de vossa afrmagao.
A claresa de vossa expo3ico, a sincenda le
de vossos conceitos e o vigor de vossa argu-
mentadlo, deram a opiniao publica urna orien-
tadlo tuo segura e tal firmesa de conviccao,
quj jamis podel-a-ha desviar a torrente do3
sophismas derramados com profusao na im-
prensa otcial e officiosa pelos escriptores pa-
lacianos. .
Vossa argumentado firma ss em estudo
comparativo e consciencioso dos artigos tle
nossa lei fundamental, referentes a matjria
controversa.
Isto prova a vossa boa fe no debate e o de-
sejo de penetrar no espirito da le, que nao
nodo inferir-se, em na hermenutica, da sim-
ples lt-tira de um artigo, tomado separadamente
do texto da mesma lei. (Incevile est, nisi tola
lege perspectt, una aliqua partcula cjus pro-
posita juuicare vel respondt-re).
Os que impuL'nam vossos edictonaes nao
procedem, porii, com a mesma lealdade; c
aferrados simplosmenle ao vocabulos do art.
51 da Constituico, sem oiharom ao absurdo, a
que i.sso conduz, revelara antes o proposito de
sustentar a todo Iranse una opiniao preconce-
bida, do que a intengao de descobrir o verda-
doirc pmsamento do legislador constituinte.
E q;iaino mais completa for a atmospliera de
luz que vossa palavra autorizada e eloquento
derramar sobre a questo, mais forte sera o es-
forco de vossos conten-Jo-es no empenho de
sophismar a lei, oscurecer a verdade c deso-
rientar a opiniao.
Ninguem podel-os-ha demovar do proposito,
em qua esto, de prolongar a existencia deste
govorno ty raimo e caprichoso, sanguinario e
sein escrpulo, alem do praso fatal e improro-
gavel, que a Constituico Iho tracoo.
Mais alto do que a verdade, do qua o bem
publico, Ibas fallam o interesse material, os
proventos "los cargos, a ambiguo de mando e
a vadade das posieOes oflieiaes.
Nao fossem cssas fraquezas e miserias huma-
nas, e o governo dos Ivrannos seria urna chi-
ira.
Mas si ellas que formam o pedesial, em que
asseuta o governo destes, bem natural e i-ouco
estraiiha.v.1 a leimosia de vossos contendo-
res ; a qua!, em vez de trazer o desalent, d .
ve ao contrario, servir de incentivo a tarefa
patritica, que vos impozeste e haveis desem-
penhado com umita pericia c a contento dos
opprimidos.
E en, IVaco o tmido argumentador, nppare-
cendo hoja na arena da discusso, impetro de
vos a ben volencia e delira a tolerancia, para a
conlribuic&a, modesta e despretcnciosa, queme
proponno'lrazer a e?sa questo de tanta raa-
gnitn le. que respeua a uireitos c interesaos da
mais elevada calbegoria social.
Tratanlo-se de que importa e resprila col-
lectivade, parecj que nao poder-me-hao laxar
de intruso, nem deixar de deferir-me a merc,
que a uns e outros solicito.
II
ra fcO tle i 11 iiho de

sempre com se abrirem, ao substituto cabe apenas completar Secretario
factos e defi-1 o lempo, que restava ao substituido. | O Illm. Sr. AntoDio Jos da Rosa.
i d n Isnn Pnnnnmiinlnmiinla ou um nonMln/- ~ J_ n__ I
Conseguintemente se um depatado renuncia
seu raanda'o, restando-lhe ainda umanno do pe-
riodo, biennal, a quem lor eleito em substitu-
gao nao 6 licito dilatar o seu mandato, muito
embora o art. 24 constituigao claramente deter-
mine que o mandato de deputado durar dais
annos.
Assim tem-se entendido e praticado na sub-
stituido de senadores e d putados; e assim
forgoso que tambera se emenda e 89 pratique
em relaco ao governador.
Muito de proposito escolhi o exemplo entre
os deputados, porque, em reiagao a elles, a Con-
stituicao omissa quanto a durago do mandato
do substituto: ao passo que expressa em rela-
fo aos senadores. (Vide nico do art. 30 da
Consl.)
Mas parecen a um articulista da folha ofBcial,
que a doutrina constitucional da subordinago
aos prasos nao tem applicagq ao governador;
e soracnte s assemblas, corpos collectivos,
cujo mandato deve terminar na mesma poca
para todos os seus mera broa.
E' palpavel e manifest o erro do articulista,
e o simples bom senso repelle a sua affirmagao,
por contraria, evidentemente ao principio bem
conbecido, de que a niogucm e permillido dis-
tinguir onde lei nao distingui.
Mas para tornar bem patente a inanidad* de
sua argumentago, concretisemos a doutrina no
exemplo que se segu :
No senado, corpo colleclivo, verifica-se a
vaga de um senador, a quem faltava um anno
para a conclusao de seu mandato, e a de oulro
a quem faltavam tres annos. Procede-se a
eleigao e preenchem-se as vagas.
Pergunlo : os novos eleitos exercem o man
dato durante os seis annos inherentes ao car-
go de senador t
Evidentemente nao : o mandato delles ex-
pira com o praso que faltava aos substituidos
E porque ? Ser porque seus pares termi-
nem o mandato na mesma poca ?
Tambem nao; o mandato dos senaDoces ter-
mina em pocas diversa?, em virlude do fado
da renovago biennal do terco.
Mas porque a lei subordinou o mandato do
substituto ao periodo iniciado p.-lo substituido ;
e esto nao pode, a seu talante, passar a espon-
ja n*aquelle periodo e comegar m outio, como
pretendo fazer o Sr. major Besouro, em rea-
gao ao 1. pari lo governamental.
Esta que a verdade, que transparece e se
impOe atravez mesmo do veo formado de sophis-
mas na imprensa, e de bayonetas no quartel da
seguranca.
Ao concluir o presente, queja vai longo, per-
muta o leitor urna pequea degresso histrica
de algum interesse para o caso.
Ao tempo em que o congresso estadual dis-
cuta o projeclo (la Constituigao, o Sr major
Besouro, presente tiesta capital, acompanhava
com todo interesse a discusso ; e as praticas
frequentes que fazia a seus amigos da opposi-
co, procurava inspiral-os as suas idias.
Estes, por sua vez, as levavara ao congresso,
consignadas em emendas que offereciam, no
correr da discusso.
Urna das i leas que elle defenda com mais
fervor e enlhusiasmo, era a redueco do perio-
do goveroamental ao praso de dous annos.
Os grandes inconvenientes de um governo
levado alm djsle praso, elle os demonstra a
com argumentos valiosos e com exempios c
licgoe3 da experiencia.
Cahiu a emenda, que consignara a redaccSo
do periodo governamental, e o Sr inijor licou
profundamente contrariado.
Mas como mudaram depressa suas daas :
Em opposgo, o Sr majorachava longo e in-
covenienta um periodo de mais d.; dons annos ;
e agora que o acaso empolgou-o no poder pelo
praso de dous annos e um fracco, S Exc.
acha que muito pouco e quer arredondar a
conta tres annos.
Tmpora mutantur.
Plato.
Joiitinua).

Srs, Redactores.Tomando lugar entre os que
discutem na imprensa a questo do termo do
priraeiro periodo governamental, de nenhura
modo alimento a pratenefto de trazer-lhe novos
elementos de evidencia, c somcnle almejo com-
monicar ao leitor as imprassoes. quo ni3 deixa-
rara a leilura dos escrptos publicados e o eslu
do reflectido de noaao pacto fundamental.
Para que maja fcilmente consiga o fin, que
tenho em mira, procurare! dar a niinha' expoai-
Co o malhodo qu: mais ciar 'sa me parece ore-
recer, e vem a ser a i'isuligo dos portos capi-
taes da queslao, para melhor encrala portoas
as Faces, em que possa manifestar-se a contro-
versia.
Os que lemacompanhuloo debate cem algum
interesse e altengS liio de Bonvir comigo que
a questo pode resurair-se as quatrj Ihe.-es,
que se segueta:
1." A constituigao estabalece periodos gover-
Damentaes d3 tres annos improrogaveis.
2.a O primeiro pari lo comacon com a p
rovern&dor e vice governador, eleito; pelo
congresso constitucional;
3* A interferencia io Sr. Major Besooronesse
periodo (por um ineio estranho constituigao)
nao pode alterar o praso fatal c-m que cl;
d: concluir-se;
4.' Finalmente, :> permanencia do Sr. Major
no pod r. alem daquelle praso, importa urna
uaurpaco, urna violaco dos prcebitos constitu-
cin
especialmente as duas ultimas mis tem
soffrido mus forte contestaco da parte dos r-
ticulisl is o(D ia '- da ; para ellas bei de
dirigir mais particularmente tambem as minbaa
- Mis cnmpr- nao desprezaraa prim
por que a eluciaacao dellaa Fornece dados pre-
das ultimas.
Primara. Ontr'ora, no rgimen monarcliico,
la a Iministragao das provincias, a ebefia do
poder exocntivo, era coaa la a um presidente,
Je lvrc nomeago e dcmisso do governo cen-
ral '
.V ihuma lei fisava prazo para durago de seu
rno; e elles o exerciam emqnanlo bem ser-
viam, a juizodo poder central.
Proclamada a Repblica e irganisados os Es-
tados segundo os m< Id > tragados na constitui-
federal, cada um flxou praxoa, mais ou me-
nos curios, para a de-agio do mandato dos
' menroros ou represenlantea dos poderes pbli-
cos, o l'eita do poder juliciari.
A este, que eu saiba nenhum Esta lo recusou
leferir o carcter de vitaliciedado, i
a > lir.n e lie! desempenlO de suas fonccOes,
3uasi sempre lilcieis, complicadas e eraraana-
as DO meo daonfu-o das leis e do torwli-
nho dos im.
Garanta suprema da lei a dos direos do in-
dividuo, da familia'e da collectividad social, o
loder jodiciario encontra na vitaliciedado um
Drte reducto como defeza contra a violencia d is
paixOes, o despeito dos interesses contrariados
e a prepotencia lorout'os poderes, nom-
nente o executivo.
Para <-> dona ramo i to poder legislativo a,
para o sxecutivo, a i-lituigao estjbele-
ceu prazos variareis.
Assim 6 que o mandato de deputado tem a
doragao de dous annos o de senador de seis, e
mador de tres.
A mesma lei subordinou ao3 prazos fixaiios as
fdnegoes dos depositarios da soberana papular,
-determinando expressamente que, as vagas "que
Ao publico c ao.Sr. Dr. Manocl
dos Sanios* Morcira
Tendo dado urna queixa perante o Sr. Dr.
/ oimo Cmara, contra Urbano Sabino de Pau-
la Costa, por crime de injurias verbaes por
este atiradas mlnha familia, tenho o mximo
empenho em fazer resallar a verdade dos fac-
tos. e assim tambem o de nao deixar sem a
merecida contestagao ludo quanto for contrario
ao meu direito no processo que intentei.
Nao me satisfago somen'e com o artigo que,
bem da minha causa, publicou o Dr. Caldas,
no Diario de boje, porque ahi, o meu advoga-
do. talvez por um-i excessiva tolerancia para com
o Dr Santos Moreira, nao referi certos factos
que precedern! ao parecer deste.
Eu, porem, entendo que nao devo ter essa
tolerancia em vista do irregularissmo proce-
dimento do Sr. Dr. Santos Moreira.
E' assim que mo grado os conselhos do meu
advogado, vou referir o que se passou.
No dia 9 do c irrenle mez, o Dr. Santos Mo-
reira encontrando-se com o meu advogado, dis-
se-lhe, depois de urna ligeira conversa sobre o
meu processo, que j tinua opiniao formada,
faliando-lhe apenas pa?sar para os autos o seu
parecer. Perguutando o Dr. Caldas ao Dr. San-
tos Moreira, se este podia dizer a sua opiniao,
respondeu Ihe affirmativamente, dizenlo que
opina va pela procedencia di queixa.
No dia Bagarais o Sr. Dr. S ratos Moreira
chamou o Dr. Caldas para dizer-lhe que pensa-
va de modo contrario.
Isto provocou entre o meu advogado e o Dr.
P'omotor urna discusso sobre o assumpto, o
que alias era muito natural, c tanto mais quanto
es'.ou convencido de que o meu advogado liga
um interesse extraordinario minha causa-
Dsse por essa occasio, o Dr. promotor que
as palavras da petigo de quxa nao erara in-
juriosas, e que erara equivoca. 0 Dr. Caldas
procurou-o convencel-o do engao em que
laborava, e ponderou-lhe que nao escrevesse
seiiielhant; COUSa nos autos.
Nao desejo.-ao menos por agora, relatar ludo
quanto ento se passou, salvo si a isto
for obngado no correr da minha questo, por
qu: ento dil-o-bei desassombradamente.
Nao tlcou ahi o Sr. Dr. Santos Moreira ; ainda
com maior surpresa da minha parlo, no seu
, j nao vem mais com injurias
. y. tooeat, mas com injuri is impessoaer.
Parece-me que S. S. nao quiz dar o braco a
, e ento uisistiu cms.T contrario pro-
ce i ncia da qaeixa, isto em ser contrario
rimeira opiniao, alias a nica razoavel.
A sem razad d) parecer escripto ja foi de-
monstrada, e sobre ella na Ja mais cu posso di-
z:r.
Arliei que davia tornar mslhor conhecida a
historia do parecer-.
O publico que faga os commantarios que elle
merece.
Recife, i(J de Junho de I89i.
I nio Soiret da Rochae Silva.
Proco'idor geral
0 Illm. 8r. Antoaio Pasirra de Br.ito.
Ta< aooreiro
O Illm. Sr. Aatooio P ancuco de Freitas.
Procoradorea
O Illm. Srs. :
Antonia Ko-iuiato de Preitas.
Antonio Loia de Franca.
Antonio Jos de Sani'Anoa.
Antonio Florencio d Barro*.
Caoalatorio da tgreja da Nasaa Sanbora do L'-
vrameoto da cidalu ao Divino Espirita Sania us
Pi 'Albo, 13 de Junho de 1894.
O virarlo,
Cooego Antonia Darjioguei de VEConoelloa
ArafSo. _
Peitoral de Cambar
CUBA DE ASTHMA ANTIGA
Sr. A. Diaa -o Fraitaa Valle. Itaaoy
(Rio-Grande do Snl). Sendo V. S. o
agenta noata oidade ao Paitara! de Cam-
bar, t Sr. J. Al varea de S. Soarea,
da Patota*, dirijo lhe a prosete, afim de
aUeatar que, aoffrendo eioha roulher, ha
maitoe anuos, de aH*ma, e agora e com
o nao oonaUnte do refend<> medicamento,
fioou radicalraeote oirada.
Paaao o preaaota atiekt-do pera ter o
eoaejo da reoommendar tilo baat-fi;o pre-
parado ia pAaaoa* viotimaa deaaa cruel
oaferjnidide, Qcaado V. S para Ul n
aatorisado a faaer d-aU dae r^clo o uro
qaa Ihe convier. Di V. S. alUnto vene-
rador e obrigado.
Basilio Pereira de Athayde.
(Estaaoieiro em lUquy, Rio-Gran '.o do
Rconheco verdadeira a aseigu-tnra au-
pra, do que don f. Em teatemunho de
verdade, o taballiSo Palemn de Miranda
Croa.
* onioo geote e depositario do P-i' -
ral de Cambar nesta K*tirio a C^mp-rabia
de Drogaa e Preductoa Cbimisoa.
O oleo de ligado de bacalhao da
Berth o nico cujos processos de
preparacao foram approvados pela Aca-
demia de Medicina de Pariz; duplamente
mais rico em principios activos do que
os leos de bacalhao preparados por
outros modos.
o oleo escuro que deve ser embre-
gado em medicina com excluso dos dais
OUtrOS. S PllOFESSOR TROLSSEAU
As enancas bebem fcilmente o oleo
de Bertb e chegam at a pedil-o por-
que nao repugnante. >
Propessor Bodcardat.
O oleo de Berth une reconstitunte
de primeira ordem, de nalureza a forti-
ficar as constituicSes fracas, os peitos
delicados. Com o seu uso constante
desenvolve-se a corpulencia. E' um dos
meios mais certos para fazer desappar
recer a magreza. Merece oceupar o pri-
meiro logar no;tratamento das bronchites
chronicas, das constipacOes antigs, dos
ozagreseengurgitamentos das glndulas.
O oleo de Berth o oleo de bacalhao
natural, preparado com figados frescos,
directamente importados aos cuidados
da casa L. Frere, A. Champigny e C, succ*"',
de Pariz, ra Jacob, 19.
S se vende em vidros junto aoa quaes
ge acha urna instrucc,ao.
E' nnioo agente o depositario do Peito
ral de Cambar neste Eatado a Companhia
de Drogaa e Pioiuctoa Chimiooa.
Carloa de Miraos Rodrigues Ferreira tendo
de seguir para Europa no vapor G yd*>, despe-
de-aa por este meio de todos oa aaoa smleoa e
frrgoeze, a quem nio pona procurar peeaoal-
mante, detido a preateaa da ina vlagem.
Oatrosim, declara, qan o Sr. Ttmioai Combar
flea com pileras para, dorante a aoa ausencia,
gerir oa negocios de sea av o 8r. Luiz Amonio
SQoeira.
Racife, 15 de Junho de 1894.
Carloa da Morara Kodrlffoea FarrelN.
-Ao Sr. na noel do Carato Ro
drigaeai Kttewe
Um intereaaado ao engenho Refrige-
rante pede a S S. para declar.r ae tea
autoriit-glo do oapitflo Joa Hermino Pon-
tua! para ceforour as obraa do mesmo en-
geoho.
18-6-94.
O Dr. Simplicio Mavignyer,
Participa aos seus amigos e cliente
que restabelecido continan dar consu
os em seu consultorio A ra Mrquez de
Olinda n. 27 e em attender aos seus
chamados.
Peitoral de Cambar
CURA DE BRONGHITE ASTHMATICA
Illm. Sr. Joo Alva es de Souaa So&rea
EDITAES
Ia aercSoSecretarla do governo do Sitado
de Pernamboco, m <8 de Jucho de 1894.
E01TAL
De ordem di Sr. Dr. jzovernador do Balado
Taco nubliro qna ao p-ovimeoto dos offlsioa de
1" ifficial do reglairo cnil e dos cin.ment.o
d8ta capital, coocorreram, 00 praso legal, o^
cidad&oa GarmaDo kto'ts, Jos do Patrocinio
Carino RiDeiro, Laii Femandea CaUte c Ma-
noel do Rgo Pesaoa de Hacedo.
O secretarlo,
Joao Augusto Ferreira Lima.
Estrada de Ferro Sal de Per
Eornecimento de carvao
EDITAL
Da ordem do Sr. diretor engeoh.i o ci.e'e
faco pobllco qoe at a S boraa da urde do da
10 do crreme, reepem sa propsstaa oa Sscre-
larla deata estrada para o foroecie->to, por
contracto, do crvao de Card ff. wessMo ac
aervico da m&sma estrada ao semestre ae Jln
a Deaembro do correte anno.
Oa propooeoi&i cao obrig.d >s a aprevena'
aoaa propoaiae em carta tediada, itevuimti.i-
selladas e acompaob-ndo conb'-iir-nio de ce-
psito da esocao |iroi-o-ia de zOOiOOO 40* fa 80
na T O car>ao ser d Ia qoalade, te- v tfi c-i
vado a po*io pelo cuntracianle em Cinco Po U
dentro dos carne da errada de ferro 00 It.ide
aoS. Frnciro. corrpndn por ca coc- todas ss
ileapeus t quede, ponto.
Oa f^raecirx/enuis eeij fritos por 1 e "W^a ta
1 signados palo almcxariie, icbr cadoa pelo di c
aa. Ooma mata viva aatisiacBo lanjo lor pnceoheiro cne.e e dentro do praic m.xiu;o
oe (0 alan.
0 coutraciarte
mao da penna para dar-!he not ca de ama
importante cara realiaada pelo Peitoral de
Qambar, a qual tervir de graode uttli-
dt'le para a bumanidade aoffredora.
Ha oersa da cioao anrvos pessoa de ni-
nba familia biha-so atacada de bronchite
sstbmatioa, qoe ftaia-ma viver debaixo
d-i mais acerba dr, d3 > obaUnte haver
ella usado por longo teap> muitos pr^pa-
rados e receitas u edieua u dic-das para
esse fim.
L9ndo, porem, o Jornal de Noticias,
deata capital, .nelle deparou-Bfl m uro
ainancio do Peitoral de Cambira', em que
eram reUtadoa '8 seus eBoaaes ff-itos.
Em vistu disto, re:-i,l?i e^mpn>r o pre-
parado o dei-a doente, qua xpczt.i &>m
doua frea oa ietbeleceu-se coai^.'eta-
mente do lerrivel itcommodo que par lau-
to tempo a ereg.:ra.
Sarprehindido por ta- adnsiiivel ar*t
ec-ux o corceo repl-.to de i-nmenaa .logru
n5o cesao de ft/..;r votos pela pioeper, u-.
de V. S squem iumanidado soffr^dorp
tanto deve
Autoria.'Jj-o h fszer destaa 1 nha o
aso qae Ihe convier, 8uborev<>-ma D-*
V. 8 st-.ento, entrador o criado. Jos
Casneirj da diva Rjgo, (3-livid.)
Reeonheeo a firmi u ira. Em taate-
nsonha de vcrdalo J;s Acgaatd de Al
moic'a
lica' Boj-lto i pn't:>cJo d*
van Larca, qoe. Dar ^aramia do contracni, .e i
tixada peto direcior engenLeiit em ce fe.
Oa pjgameniua rp 4o fri'os meotalroenii- i
vista d coa a em 2 vis ireeotaea pelo c tranant .
Sfcrt-lana da E^'raila Ferro Sol i'P P.-r-iara-
n; m.xco, l'aima-' s, 11 op Junho O 'aetaMarto,
Jof da Cunna L'be-sto de Mallos
\lfande r>
riambuco
Peitoral de Cambar
CURA DE COQUELUCHE
A ebaizo assigaada attests, a heru di
hamxnidade, que teodo sido aucid.a de
coqueluche aeea netiohoa, Antonio c Dja.
nira, e fiera terem podido oater tliivio
com o tmtameoto de eu illustr? u^dieo,
deu-lhes o oonhecido Peitoral de Camba~a'
do Sr. Jos Alvares de S ua S urt-s, e
com qa-tro vi-iro-i deato efSea remedio,
ficaram oomplelamoate restabelesHo< A
?errivel soffioento. Mara Jos R Bar-
ctU s. Pelotas)
Recooheco verdadeira a aaiigotetara
sapra, do qae doa f. Em testen.uoho de
verdade, o tabell.So Luis Fe'ippe de A'-
meida.
Dr. Julio Mario Medico liomeopa-
tlta, operador eparteiro, Resideucia-Rua
da Imperatriz n. 20, 1. andar. Formado
pela Faculdade do Rio de Janeiro, com
tonga pratica era partos e horaeopathia,
no norte doBrazil. Especialidades Alni
da de partos, molestias de mulheres (te-
ro, ovarios) molestias de enancas e mo-
lestias agudas das vias respiratoria c cir-
culatoria.
Attende a chamados para o interior
do Estado.
COMERCIO
Eielfftaj
Doa d.evo'.oa q:iu te m de f-^eia? o glorioso
Santo An!ou:o oa l Ltvameato. na tajjdo D.vtai Ksplrito-
Santo de i ao ..'Ano, no anoo de 1893.
Jmz O' *!e!c4o
O Ma. S :ap taa Ao oiia Baalasjaij Ib A!oa
qu-.r^ce Piq.j.
Jaita po.- le gao
A Bsaia. Sra. \at>aia alaria re S.uza.
J.r.z pjr cerocao
Ollla. S Aait/nio.Joaquina de SaUi'Anna.
a ; 0* rf-VG^So
A Btma. S a, Do Aatoi ia Beoedicla doa Res.
Jj z pro'ec or
O t lm. Sr lente Antonio da Abreu Marqaea
Baclhao.
Jniza poecto.-a
\ K-rai. Sra. D. Aauai CiValooatj le Lyra e
MrlIO.
E5:ivo pr e'ecSo
0 Illm. S-. alteres m o'j;j G^claoo-iJa Aidra-
de L'ma.
Ecrlva por ele'cSo
A Exm. S-a. D. Antonii d; Mideirai V.ila-
N.n-3.
E-trvaj por .oe'orjli
0I.1.U. Sr. Auiocj de A'bcq;.e-qae B rroa Pi-
raeotel.
E'Clvi par devofao
A Exmi .Sra. D. AntoBii Euaebla Ales Ci-
v.lcaote.
Mor.ianD3 e roo-lomaa
TjJos aqu-Mles que 3 en :mrm .ttonia.
Di-ector
O Illm. S-. A t>nii Tcrtu'aji> de Sant'Anoa
Rjis.
iojina coatmereial de Pera&s*-
bne
CXtAOOn OreiClABS UA JUNTA OO* COS-
KZTOBES
Praca do Recife, 19 de'Junho de 1894.
A^ges da Cjoopinhj. Pe.-oambn o Ppwier
Faitiry do vaior real 8 do de 150']00 ao p*r.
Na Bot8a vend'aa;-je:
10 A'-jea da Coaipanbia P.wt Faetory.
O presidente,
Augusto Pinto de Le.nos.
O secretario,
Aatooio Leooardo RodriRoef.
Cnaatfcl
k&.\x do 2 :GJ&
Os Bancos bbnram hoj; acaa eporavo.*' a 9
3/16 sobr8 Londres a 90 das, sem b^v^r movi-
m?nto.
En [pel par kalarnSs constoa oegosfo.
Olerecicm-ae leiiai a 9 1/i eos Jjuc.b 03
diam 9 3/16.
^Bia^iion de geuaro*
Para o agricultor
.SGAR
Dr. \uncs CoiindraClnica Me-
dico Cirurgica Consultorio, ra Mr-
quez de Oliuda 11. 56, onde d consultas
das 11 as 2 horas da tarde. Especiali-
dadesPebres, partos, molestias dese-
nhoras e enancas. Chamados a qual-
quer hora na sua residencia, na ra da
Soledade n. 31, esquina d$ ra do Atalho
ou no consultorio
fe&pvffae*
accinr. 18 at o-.VHO DB 1891
Edl tal o. 4 3
t-RAZO l)30 DIA3
Prla ir.gpe. :ona ua Alfandena ae faz publico
gue -i U boras 00 di. 4 d' Julbo viodon-o re-
30 rendidas, ia paca pnlira, as mercaduras
abaixo deacriptaa, que n"o foram rte-pCiada--
no prazo jo lo 1. ti a 1.o macado nevo i>rzo de
Odias, a con ;.r d^g a dita, sos ioifreesatos
p.ra as r'iarem, s. b pena de, realizada a ven
da. nao a aueode a rt-cloim.'cao algutna.
O arreaa'an'n n r.ra. um p-oa c: n ulta,
rom o priQ) ola ariete-ia5"io dentro ae H no-
ras.
A'mK<-m d* biz- gr-ra
bafea R M GUna rtoz -e-n ncne'o >io4a
da Eu-od:i no vapor Tnam^a >-nr 25 le Ja h i-
ro de 1893, cenicodo nove ta rafa.-. O'ii 1 ,;
pe-anuo ii k loa e nao corundo u ennata'aa
o.
Sem luarcaU Da dita > m nom r'. v n la >
gol no wmr puno^uea a-la'-- eaa 7 'c
AgOrtn ce 1893, c. oiendo do?.e cami-a-i d< ufo
n.i,ptie de li ho, e st lencos, pe.tti'o 3
kiloit e ipnorando-e a conainnaca*.
Mjrca Alfredo LopesU^a 'xa a-ra vi
ro viuda uo fot no vapor allemao Cuna im
22 de Abril d 1893. contendo i-rs qoadr -1
moldo'a>nve'Oisada, pe-a"'.l.' 4 kloe ignoran
do te a lonsignacao.
Alfandga de Peroaaibnco, 2 de J .niio de
1894.
O inspector,
A'exandre de Souza Pcriira do Careta
Pecebedoria do Estado de
Pernambuc!
Kj boeve
rara o exterior.
Para o interior
EdUtel n. O
0 admioi.t aier oaRjrbeiorN do RaUlo
fcint fi:a ios oecoclautea Jo ae Sou*< UjI.-
& C-, qce, por dt-ciso da ja i'- e.p- cal d To -
souro. toam fojeltos ao fngtaeeAO do ;mpo-:e
de rep^rtigao 0. 28 lm j.i de n. 29 em qoe )-
eo acbam collvctadcs ; ici .o la.-- aja o,
no termos o srtigo 40 djs 1 s ru.c6a -e ti
de Jg'ho de 1883, o pazi 1- 8 o.b p.ra pie
derem ulteiiormtnie com rnf^r>-ncia ao '** 1
de qoe trata o art. 41 daa referdsa inatroT'--'
Recibe-lona do Estado de Pernanbuco, ii v
Jucho de 1894.
Aflcnso de Alboquerjae Helli Jui.c
Srrrrtmrlm m aTataaV
uicipatl d* BuaiMiM
KDtTAL
De ordomiluSr. Dr. Prefeitoi
Municipio, faco publico par
cimento dos inierowdoa) qae, no alia
12 do Sotenibr.i do correiilo anno,
nesta Rcpnrtirao raetabent w pfopoai
tas que sern abortas em proseaea
dos propouotitos para consiruocaVa>
reparos lo calramento das nas (k*uta
capital, o rospectivas caii.alisa;'M>s de
aguas pluviaes, do accor.lu c 111 aujajo
gointea eajpeoifiofacdea o ctmdicdee
goraes:
1.' classeObras d> calraiwaato.
1.* Calcamonto Miu-Ad.im. for-
mado por carnadas alternauivaa ale
areiae podrabritada d- 0,"l.j a '',
de espessura.
2.* Calcamonto a parallHipijiedos
do 0,"20 a 0,"25 do comprim<>nto
0,"11 a0,"15 de largura, nsst'iiles so-
bre leito de aieia de O "l.** a o.-:W de
espessura, em terreno ptvviaBWaa
preparado.
3.* Calcamonto a parallclipipcdoe
tle 0,"20 a 0,'"2."> !< romprimonUie
0,"11 a 0,"15 de l.iivi: 1 eoan lume de
Um imm de 0,1S a 0,*C ale .apea).
sura.
4.* Trabamos le reparara d.....!-
camento.
5/ Construcco de lago.'. .m
calcrea com rejuntaunenl .
massa de cimento o areia em partea
ifluaea, entnrahada de o,"l no m-
nimo.
(i. dem de moio lio c : 11 jimtaMi
igualmente toaaadaa arga ia da
cimento e areia en p.n-ii'> ignaea.
2.' Classe Obras de c in.'i
comprehondendo:
1.* Galeii 1 i .
fundaeo(s de c ii,ere(o
alvenaria de tij-d s oot.striiilnt
argamassa de c;:ii*nl > u ar
proporefto.'. : d enmonto para "!
areia,ca|>oal:i c >n argamas>^i de i
cimento |>arj 2 de ar ia, lendo:
1:" lyji 1: e\ 1 maior l."5, ''i\"
menor l,"0, espe.ssura 0,'
2." I\ 1 : eixo maior !.
menor 0,"6G, esp .-- u a >,.'">.
2." Bjcaade loib'i para
rama d 1 0,70 de a lar-
gura.
I.lem. ide n do0," '' p -o M.
:!." (Ih.i "'::. 's 1! > v ,.!-
ras de o. !-- P itento lampo de
O >XD1 .
I
Aa obras s 1 o
f irmidade c ni os \
pela Pref ittira Mu liciji d,
sonhoaedescripc s p |r \-i-
ininad a c n( ir d- h >je, 1 1 <1 os lias uteis, do meio dia at tres
liu-as,
II
O c intraci mi >de naeaea
contados i.i data da a.ssijj
c mtracto aprot l'i.-.eiuira
Municipa: os U'.se ;; s do
naeacala do 1 lOil para c
o de 1,1*- 1 par i
obras cima ospoeioadas, ali
ni
III!
d si

i'
la
aWaadJaaieailea i>aailva
Si OB JlTN:iO DI 1894i
Alfandega
.Jisiajaio por 13 kilos. . t a 630J
Srtnco dem dem . . 6 030 11 644-M
iomenot', idem idem. . . 3,900 i 4*0 K)
'daotcmio itietn i-!em . . 2.9J0 a 3i0i:i
-ru'.o dem dem. . . 2700 a 2/580
iroto melauo..... . K40O 21600
elaine ideen dem . . 2U0y a 243
ilgod
Conslou vendas deate predaets a I2300 po
lo kilos.
a\lea>l
-or ipa de 430 ltrea 3S300O
or
f pide 480 litros 183J0O0
Scco3 eiUadoa na base de 12 kilos a 795 ria
Verdes a 485 rea.
Carnauba
tfte>M de 124 a 204000 por 15 kilos.
JBqI
Colinos nominal a 1304000 por pipa.
TABELLA DAS KKT3AOAS US ASSDCAB 3 AL-
QuDAO
Mea d* Junha
Bn'radas
a.-caeaa.....
Vaporea. .
Auiaiaes.....
Sstraia de Ferro Central.
dem de 8. Fraociaco .
dem de Limoeiro. .
Soturna.
Asan-
car
Aigo-
dao
SaecoalSiC-ta?
1L8I6: 200
| 50
1142; 45
2919: 67
20073 1033
1231 i 1S59
3741i 2974
Nj v-.por francs iColoDbi, p-ra Stotoa,
oarrezirsm :
Comp.nliia de Estiva, 20 pipaa con 9 400 li-
tros de ahool.
H. Barte k ., 100 aaccas com 7,414 kiioi de
Mgodao.
Pdra Rio de JaiPiro, carreearam
11. QmU SC, 500 caccu coai 5.109 k:los
de llgadan.
No vapor allemj Tjca, para Saa;oi,
carresratn :
S. Gi!;Cora'!i) & C, 7o0 saceos con 45.0.0
kilji Je atascar brjnso u 75) ultoa eco, 43,000
dito3 oe'dili maacavMlo.
J. BUtrir 4 C., UO aaeCH cor. G.COO kilo de
Msac>r braocj, > oipaa cou 1,350 luroa da al-
COJt, 10 pipis t 100 o.'?.'i com 13.7O a.toi te
.'Kuirilen'.^;.
No vapo.* allaBats R-jaa, para Sonto*,
Cjrregiran :
l\ Caroe.ro & C, 175 ftraoa co.n 29,655 kilos
du alto:o.
. ia a liio de Jicei'o, cirreeon :
J. M. L?Oe, JOOsaccoj coa 12.GO0 k loa de
aatCir :ua-;avad3.
Ni vipo: infiel HaibM, pa'a SaoJoa,
cirregaram:
E. K'Boac5 4 C. 10,000 COCOa :uc!a e 1,000
scco3 com 69.000 ito de astacat brasco.
No vjpor nacional BrdZtl, para Rio de
Janeiro, Ciirregaram:
P. J. A'.vc?, 25 cj'o; coa casca.
M. Oaimaras, ibarrltaa cjb 324 kli3.Je
aesu^ar branco.
-- Na carca partugoen Magarida, pra o
Para, carreearam :
J. Baltar ft G ; ICO sa:coi com 7,500 kilos d;
asaucar maeom
= o,ci vapo; cacionil aos, para o "ara,
carregarm .
A. N. Doarlo, ICO barricas coa 6,680 kila3 d3
asquear braaeo.
E. Kimnar. 4C, 13? barrica! com 10.250
iilos dsassucar branca.
P. de Ollveira Jaia, 200 barricas con 15.L80
kilos de aasaoar braaco.
Para Harasba, carregsrara :
F. Rodrigues (n ., 53 barra com 4,500 litros
do agoirdente.
Fara Maaoa, carro.;oa :
C. Oaim:i^8 Ja o-, 10 barricas cjm 3 092
kilos de assocar bracio.
Kj va?j; nctoaal Jaboa'.i, pa-a (Jear,
C3rregaram :
P. Garaeiro fi C, 3.C0O cocas truata.
No tiiite Barroso, para Bosscr, carre-
KOa:
J S. S-ixa?, 70 caixas 1,730 kilos de sacio.
Para Mico, carregoo :
M. A. E. da Roen, 1 barrica com 60kltoa de
aeaucar refinac, 2 di-as com 130 ditos de dito
branco, 4 ditas com 320 dito* de dito uscara*
doe 5 caixss com tlO ditas desabro.
Ni arccia UallJ Soclai, para S. Miguel,
Cir.-Piroa :
J. S. S-xj?, SfO calxaa com 1,20 kilos de
8abao.
ft jada (eral
9o dia i a 18
idtm da 19
47:772.893
Rn ' o .'vetado :
Od iU le 18 140.01 i933
Itmo ''. 19 1:4514712
922:337 20
Scmma total
l4t:tC6>.
t.OS3:86i4t63
%z sv%,Hq da Aiandega a Perran-D :,,
19 da Junoo as UN
O ebefe
J. Gorcaves da Silra.
uiciireiri.-.
Lo.x Hsiioel RcdiiR- e 7alaoci.
BSDO.tU ''- DO
o ia 1 a
Usa.
ia
18
18
. ,.Gi
19
86-2104517
li:0t74!l
98 1374728
11.961*3?
liC-
0
renda Saoieljti! i .4. Jos
eovioicaio daste msveado ao dia 17 de
Jjoitio tbi o aegakite : Batraram.
38 be. o 6,9.0 kilos.
230 kilos de peixe a 20 rs. ifiOO
0 comparl. com marircos a 100 -j.
4 ditos com cantarte* ? 100 ra. iO
31 columnas a 800 ra. 4S90t-
1 carcas com glilSobas a 500 re. 4300
1 caasuaejeom ga'tinbaa a 309 n 43
2 cargas com mtl*1.' farda a 300 rs. 4600
i cargas com batata3 a 3U0 ra. 430)
i car^a o macacboraa a 308 rs. f100
5 cargas com ger.r.am a 300 rs. 14800
i carga coa laraolal a 300 rs. 301
2 cargas com frnctaa a 300 ra. 4608
18 car^aa com farioLa a 200 ra. 3460O
4 cargas com mi!; a 200 rs. 4800
3 corgas com eijao a 200 rs. 4600
67 lagares a 200 ra. 13/4 0
15 sainos a 200 ra. 340!))
11 comp. cem eoi^eiros a <4' 114000
8 comp. com saioeiroa a 700 rs. 54600
11 comp. cm fresanraga 600 ra. 6fio0
34 comp. com cornijas a 700 rs. 11*1800
53 comp. com aseoda a 600 ra. 314800
49 comp. com vrTjjMs a 300 r?. (447iK)
66 comp. com far.aba a 400 rs. 26440:)
45 comp. com talboa a 24 04000
Rendlmenloa do d:a i a 17
26 04100
4-73048'JO
1 Presos do dia :
5.I4C4900
do a extou-si > qu <'n
ncsiiM Prf"iiura i* ijiic [mi ;
oonstruida dentro d aun, \> >\<*hUi
introdacir m>.liii."k.-a i
reaquejiiiffaroii|> >r
tanto, iiiuil ir > t> |
Estes deso di w ucv'tS a
vado > pela l'ivf itur Nimii
que i' id'.wi os r 'itar, n i li
(lias a : nilarda .-il i >la m-
e.devem cjuipreheiider :
1." l'l.llll-) O jHTlis ].)]l^fj:i i :
Carne verde de 300 a 900 ra. o kilo.
Salos de 900 a 14 Ideas.
Carnero de 14000 a 14200 idem.
Fartoba d.- 6 0 a 80) ra. a caa
Mitho de 7iK> ? 800 rr. a coia.
Foijao de 14500 a 240O a caia.
Xrq.ee a Ha\
V.ivlairnU o para*
N-i-i i e.ara :o< no iu I
New-Port57 dia, oj--a m j t.
de 431 loot-laJai, capilla '.). J
pagera II, cai'flB ea.-taa a | j>a-
nbla de F.acao e Tecii
Terra Niva40 diaa. i :.ci> i.;li ; ;ia,
de 156 HfMcaadas, etatalo Aasi .: ^aj.
f*cm 8. carga t a i. P
Ha1 >-> oa aeici Ha
Saa'rs escaleV c-aaj.
a ut T. P. Fu b ,ua>
U*E a e i-..
inandanto! Pftc;.''.j
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Luar iug ex Gana.
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iRinsa'*, I "' frpi, I
3 lana, oa Enrcpv > 23.
Goirsica, do Oi, a 24.
oXica. P.-toce. de N.w Yo.t, a 21.
vaperes a ai
Santos e aas. P I r .
Nona, Mn.of, lio- esa.
ii I, Me:uz>, boje, sa i b; ra.
Sol. B itaala, 23 ^ 2 horas.
Hivre. SofUea*. 25. aa 4 corar.
C-a e eic-, Jiboatlo", 16,4? 4 toril.
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mro ^Baiimwu W> e HiI *e gii
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I
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acompanhados dos competentes estu-
dos de nivelamento.
2. Desonhos parciaes dos typos de
galorias e mais dotalhes concernentos
s obras d 2. classe.
No caso de infraeco dosta clausula
pagar o contractante a multa do.....
503000 por di de demora, o, si esta
exceder de 30 dias considorar-se-ha
rescindido o contracto, perdendo o
contractante,no deposito a que se re-
fere a clausula X, alm da aeco ci-
vil por'maiores prejuizosquo lhe po-
der ser intentada.
III
Cada propononte far aco:npanhar
a rospectiva proposta do uma amos-
tra dos materiaos a empregar, conten-
do, om inscripso legivel, o nomo do
proponentcoadosignaejiodo material.
Estas amostras serao restituidas de-
pois de julgadas as propostas si recla-
madas dentro dos 15 dias que dccoi-
rerem conclusao dosse processo,
exceptuadas, porm, as que acompa-
nharom proposta que for acceita, as
quaes ficaro om deposito na Profei-
tura Municipal o sorvirao de padro
na oxecucao dos trabalhos.
IV
As obras abrangerao no minimo[a|
superficie de duzontos o cincoenta
mil metros quarados de calcamento,
com lagdo, meio fio o canalisaco,
correspondente, Meando, entretanto,
entendido quo o contractante so obri-
ga a oxecutar polo mesmo prego o ex-
eesso do obra quo for ordenado pela
Prcfeitura Municipal e poder ser rea-
lisado no praso de 1 anno a contar da
data da expiragao do contracto.
\
As propostas deverao indicar o
prego das unidades, escripto por ex-
tenso c em algarismo, notando-so
quo a unidade sor o metro superfi-
cial para as obras de ns. 1 a 5 da 1/
classe o para os 2 typos do galorias
das obras de 2.- classe, o o metro li-
near para as domis obras das 2 clas-
ses, nao se tomando em considerarlo
apropDsta quo infringir esta ondi-
na o.
VI
Os pagamentos serao feitos ncnsal-
mente e por quarteir&o do obra oxe-
cutada, iva dmheiro ou em apolices
da municipalidade de juro de 7 /. ao
anuo resgataveis no praso quo for
osipulado.
VII
As obras, medida quo forem ex -
catadas, serao classilicadas, medidas
e receladas provisoriamente, e so se-
rao consideradas como definitiva-
mente entregues tres mozos depois do
recebimento provisorio, doduzindo-
se em cada pagamento 30% da im-
portancia do sorvico feito, os quaes
licara > retidos nos cofros dothe-
souro municipalcomo caurao da
fiel execucao do contracto, solidez c
conservacao das obras, at sen rece-
bimento definitivo.
VIII
Das retencGcsde que trata a cndi-
lo precedente, 10*. ficarao om de-
posito at perfazer a quantia de cin-
cuenta contos doris o final conclu-
sao de todas as obras, e os restantes
30 so como garanta da boa consor-
vac/io dos recebimentos provisorios,
podendo estes sor levantados pelo
contractante medida que os recebi-
mentos de obras so tornaren) dilini-
vos.
IX
Cada concorronto mencionar em
sua proposta por si, ou por bastante
procurador, sou domicilio legal, de-
vendo cada proposta referir-so a am-
bas as classes de obras nao se toman-
do em considerado a proposta que
nao satisfizer a esta ultima condicao.
X
Cada proposta dever ser acompa-
nhada do conhecimento da Thesoura-
ria Municipal de ter o concorrente
feito o deposito de 5 contos de reis,
em mooda ou em titulos da divida pu-
blica, o qual lhe ser devolvido si a
sua proposta nao for acceita, e, caso
soja, ficar, como cauc&o que perde-
r, si nao se apresentar quando for
pela Pr< Municipal,
lido, dodusidas as
multas a que se a condicao lir.
XI
A concorrencia versars >bro :
l.' Idon e habilitaces de
propnente, devi mprova-j
.
->. Pri co da ibras.
::. Pras i de conclusa i de I des os
. dhos.
XI I
Prefeito solicitar doGoverm
Estado o auxilio pecuniario que for
ario para que as obras proyec-
tadas nao sejam interrompidas por
lat ursos.
Secretaria, da Prefeitura Munici-
pal do ; 12 de Junho ile 1894.
transversaes do proiecto das obras, tajio-a dos oficios de 2- tabeiiS<> do pu-
Wioo judici! e notas, esorivlo privativo
do jury e exeoavo"* crimioaes, civoi e
ineesot deste muaicifio, creados ero vir-
tuda do Decreto do 30 de Janeiro de 1844
o yutos pila e-j s'eoci* quo fes o r-
p-setivo arrventwari vitalicio Arseoio Af-
eo mo Pertfirm B-argee, o Kxm. Sr. Dr.
G <*ro*d"r do Espado, em offioio 4o 25
do moa ultt\>o, Mx!o qe te ? ffix-eee
aeves edita**, visto bao laver so habili-
tado de ountormi4*d-j wn & li o aoioo
oonourrente qoa te cpreeotoa ; p'o qoe
cuovid ui prtaad*tui e* raquea-a*utos, do "praso legal, dej
acoordo oou o art. 210 e aeoa paragra-
pbos do ReguLmento c. 9420 de 28 e
Abril de 1835.
E pare que obegae ao conbeoimeato de
todo?, m&ooa patas o prosete edital que
ser ffia>do do lugar do ootua>e.
Dado e paseado nesta cidade do Trian-
pgo, tos 2i de Mao do, 1894.
Ha De ere vi.
(Aisignado) Belaroieo Ce.r O .niim.
Certifico, eu, offioial de jost^s, servio-
do de porteiro interino dos auditorios, que
affisei no logar do costume o odiul supri.;
dou f.
Cid-de de T'iumpho, 21 de Maio de
1894
O < ffic*l D->mic'aro Pinto do Souta.
E*t confirme. Triompbo, 21 de Mal
de 1894. O esorivao'D SOCIEDADES >pectivo preco, conservando-sa em iuteiro
Refiaria eDestila^ao t*er- iigwM<*??s?i que baixaram, com o
nambucaoa
Empreza
Gaz
do
Aviso aos consumidores
O Gerente da Enipres;t de il-
luiuiuaetlo t gaz desta cidade,
ciu virtudc de ordeui expresisa
dos respectivos Empresarios,
avisa aos Sfrs. Consumidores
fue, do 1.- de Julho prximo
viudouro em diaute, o preco
do p cubico de gaz consumido
ser cobrado A razto de 13
res.
O augmento de dois res di-
minuto, altcndendo-se que,
pela clausula O do seu con-
tracto, tem a Empreza o dirci-
to de receher o preco da illu-
aiiuarao ao cambio ao par, o
ijiii" loria subir actualmente o
mesmo preco de 13 98 reis o
p cubico de gaz.
Pede-se aos Srs. Consumido-
res que iiio queiram sujeitar-
se a deliberaciCo tomada o fa-
vor de avisar no escriptorio
desta Empreza at o da 30 do
corrate para flus convenien-
tes : (cando entendido que se
sujeitam a mcsina deliberaco
todos os que at aquella data
nito derem aviso em contrario.
Mlccilc. 19 de Junho de
1*4 4.
Samuel Jones.
Aviso
O SECRETARIO
Joaquim lose Fcrreir da Rocha.
Secrasria do Goveroo do Kbuo de
P. 1.a SfC.'So em 18 de Jnnb
894.
EDITAL
Da ordea da 8'. D.-. Qoreroadoc o
E?tdo, c em obi to nu
; ri. 157 de R^gulOC :uxs ; >> 'k<--
o :9420 ds2S di Abril de J8iv
publico b SO tr
o prsM '> 3 i
d t3 n c ;' ir re fcoj' je 2 !-
bel'ij ti > p !'' j uinial e i tas, cfc^'v?"
o errme, civel e aonexis do mcuici io
da Triumpbo, v*goi pla dttatennia do
'.\;o M j Arierro AC
Pe.-eira Cj.-.^fS.
O no.
J:j'u Acgut-t ra L'taa
EDI fAL
0 Dr. Belarmino Cesar Gondim, j lia c^e
dirito do cunio:pio de Truspho, d>
Ectsdo de Pernarobu^"-, n frca da
ki, c!c.
Fez B;.bfr a quero i teressar p^ssa,
que, tecdo ido cncarso a serveetu vi-
O Banco de Pernambuco
abooar soraeote jaros d
Tbzao de urn por ce oto o
snno Das contas crrenos
de movirLeuto, contar do
dia 15 do correneem dian-
te at segundo ariso.
Recife, 2 de Junho 1894.
Wi!li,m M. Wlbster.
Oirec. Estrada ce Ferro Su I de
Pernambuco
De ordem do Sr. Dr. Director Engenheiro em
chafe se faz publico que, por conveiiienna do
sorrico e por motivo de torca BWior, rnenle
serio expedidos, a partir do dia 2' do rorrenle
(ni diante, 0 trena de carga semanaim me, sen-
ara o interior a segundas, guaras e sex-
tas e do interior as tercas, quimas a sabbados ;
ontrogin), a exemplo do que se tem pratica lo
era entras estradas de ferro e devalo as chavas
tantos e lorreneiaes, que teem rbido, pro-
duzindo estragos na linda, se fax publico tam-
ben) que, era beneficio dos propros viajante,
fica rednzida a veiocidale dos trens, nao sendo
possivei por esse motivo seren rigorosamente
obse vadis os respectivoi horarios; roed >'a
que permanecer at o.ue djsapparcca o
rigor do uverno.
Palmares, Kde Junho de 1891.
Jos da Cunha Libralo de Matlo*.
Secretaiio.
Secretarla da l'rclcilur..* Mu-
nicipal do Recife, em 15 de
Junho de tHOl.
De ordem do lllra. Sr. Dr. PrefJt), I
public.i que no dia 2C do corren te, ao m.'io dia
na secretaria da Prefeitura Municipal, ir i
i, por propostas em enras fechadas devi-
mh el selladas, o arrendamento do sitio do
nho, por temp > le tr ^s aun a lia-
se de 7000 annuars ; obrigando se o locata-
rio a faier a sua custa, daolro do primeiro iri-
mestre, os concertos precisos.
Secretaria da Prefeitura Municipal, i' de Ju-
nho de 1891
O secretario,
.', juim Jo-c Frreira da Rocha.
Facuidade de Direto
De ordem do Sr. Dr. Director ioterino foco
publico que, no dia 26 do corrente se receber i
n'esta secretaria at s 2 horas da tarde pros-
postas em carias filiadas para o (brnecim
dos arligo precisos para o expediente da Fa-
culdade, Bibliolbeca e Curso Annexo dorante o
erando semeslre do corrente anno.
(>s proponentes podero ter os esclar.'Ciraen-
los precisos n'esta secretaria.
Secretaria da I'aculdade de Direito d) Reci-
fe, 18 do Junho de 1804.
0 Secretorio,
Tdttphora Fragozo.
Atsembla peral extraordinaria
Sao coovida'tox os S's. acriooistas a se reoei-
em ea assemblt geral extraordinario no ta
28 do correte, i bora da Urde, oa ros do
Commerti o. 34, Ia indir, tflm de tratar-Be da
reforma dos estatuios desta sociedsde
R'dfe, 12 de Juutio de 1891.
Jos Goocalves Pinto
________________P-eidepie.
Companhia Progresso
\lagoano
A dlrectorU des'a comosnhla con>ida aos Sis-
accicoisUs tt,t>i^.les no Recife, fazeremoo
Banco de Pernaiuoac-. al o da 20 de Jodio
preximo fulero, sua a rodos entrada de 25 t/0
do csf'tt-1 cae Bubarreveram para o aoemeito
vat.do oa asmwla geral de 15 de Peverero
do cot reme aooo.
Macsi 19 de M-io de 1894,
Os directores
J A- Teixei'i Baeto.
Propicio Pedroao Brrelo.
Maotl B. P D'esoei ior an n

Companhia Florestal
Agrcola
Assembla Geral Ordinario
b'o convidados os Srs. accionistasa
se rfuninem em Assembla Geral Orci-
naria no dia 30 do corrente mez, ao meo
dia no escriptorio a ra Mrquez te
Olinda n. 19 Io andar ; a qual ter pr
fim julgar o balando relativo ao anuo
social findo em 3t) de Abril, relatorio e
parecer da commissao fiscal, assim cono
proceder-se a eleico da commissao fisctl
e supplentes, que tem de funecionar n>
presente anuo, devendo cada accionist;
depositar suas ac;oes nos cofres da Com-
panhia at o dia 25 do corrente.
Recife 15 de Junho de 1894.
7. G. Piulo.
Director presidente.
Edital publicado nos Diarios de 8 a 15 do
corrente "mez.
Secretaria do Corpo Policial, 16 de
Junho de 1894.
Jos Gomes P. da Silva.
Tenante secretario.
Aliantlcga de Pernambuco
0 conselho para fornecimento de expediente
aos corpos da guamigo d'este Estado e ao Hos-|
pital Militar, e para o tratamento a pasto dos ca-l
vallos do contingente do 9." regiment de caval-l
laria destacado neste Estado, recebe proposlas
no dia 20 de Junbo corrente pelas 10 horas da
man ia no Quartel General do commando do 2."
districto m'.li'ar onde funecionar para contra-
tar o forr .ment constante da relagao infra,
para o 2 .emestre de 1894.
Objectos de escriptura^o
Alias impressos, cento.
Baixas impressas, dem.
Brabante pardo, novello.
Caivete lino, um.
Certificado de bito, cealo.
Cuslaneiras para officios, uma.
Encadernas&o de Diarios Offlciaes por tri-
mestre, volunte.
Encadernago de ordens do da por anno, iderj.
J3n\e!opp;s para olficio, com 0,m35xOin,24centc.
D. 'v^s para ollicios com 0,m3ix0,"2\ idem.
Diu. nara officios cora 0,22x0,09, idera.
Ditos para officios com 0,40x0,1. idem.
(jrampos de metal do ns. 2 a 7, idem
Gorama arbica era pao, kilo.
Livro paulado para pharmacia com 2C0 folhas,
nos.
Livro de papel Carmen com 2 X) follias, dem.
Lapis relo Faber n. 2 e 3, duzia.
Dito de duas cores, idem.
Livrancas impressas, cjnto.
Livros pautados para receituario com 80 folhas,
un.
Livro pautado para o Almoxarifado com 200 fo-
lhas, um.
Livros de papel Carro com 20") folhas, um.
Livros de papel almaeo pautado com 100 foIha3,
um.
Malta borro, fHas.
Mai'pas g raes de dictas, cnto.
Mappa parcial de dietas. dem.
Dito de movimenlo diario, idera.
Dito da Pharmacia, idem.
Dito Nosologico, idem.
Obliterador, um.
Obreias grandes para sello, una.
l'apel rosado timbrado para ollicios, resma.
Papel imperial, carno.
Papel para mappas com 45, 50 e CO linhas, folras
Papel pardo delinho para ea.brulho, m5o.
l'ennas de ago Perry, caixa do 100.
Ditas de ac, Mallat. idem.
Ditas de ac Talan, idem.
i apeletas impressas, cento.
Tasta para ca teira, uma.
Pastas com pon a de couro, idera.
fapel almaco liso, resma.
Dito para cartas offlciaes, caixa.
Itesuas chatas de 0.G0, uma. *
Dilas chatas de 0,80, idea.
Tinta Bloc Black, boio.
Dita ( armin, frasco.
Dila escarale Stephen, idem.
Vales impressos diarios, cento.
Invernada para cavallo, uma.
Condicoes
i. Todo o expediente"s r de I.' qualidade e
os fornecedores dovero satisfazer os pedidos
dentro dos pravos marcados dentro dos respecti-
vos contractos entregndoos nosquaiteise hos-
pital e depositando na Albudeca uma quanlia
como cauao que ser arbitrada pelo concclh
de fornecimenlo.
a." (juant.i invernada da caval hada o con-
tractante briga-se a dar por dia duas reles, a
cada animal, de um kilo e nudo de ntilbo cada
nina sendo a distribuido feita pela minbS e i
tarde, devendo haver abrigo de Iclha ou palha
no terreno pura os cavallos, o accoramodagOes
para as pracas encarregadas do irala^iento dos
me?moa animaes.
3." As propostas deverio conter declarac&o ex-
pressa de sujeitar-se o proponente mulla de
5 o da importancia a que montarcm i s nuraero3
lgos que forem aeccitos, se deixarem de
comparecer para assigoar o respectivo contracto
dentro do prazo que Ins for marcado pelos jor-
naes.
4." S poJero concorrer ao fornecimenlo os
c indidatos que se habilitaren! na forma do art.
18 do decreta n. 7683 de ti de Marco de 1880.
5. Os fornecedores serao abrigados a vender
o expediente pelos presos do contracto que as-
signarem, aos ofliciaes dos respectivos corpos e
fortalezas.
6. Ni falla de Sil cumprim.-uto de qualquer
das obrigacOes contrahidas, os fornecedores fica-
ro ?ujeilos a pagar a multa de 25 0 do valor
dos gneros e artigos regeitados por m quali-
dade ou nao rceebtdoB em lempo, brigando-se
alm dislo a subslituirein n'o ou pagar e.u con-
tinente os que furem comprados pelea corpos.
sob pena de nanita de 10 ",' do respectivo valor.
6 o Os concurrentes sao obrigados a apresen-
lar us amostras ii g< eros ou artigos que r
rcm julirdos precisos pelo concedi.
7. As [ropostas sero npresentadas ern du-
plcala ai as II horas do referido dia, e.n que
ali sero abei'las c apuradas, em pressnja dos
neates.
Alfandcga de Pernambuco, 14 de Junho de
189 i.
O inspector,
Aiexanire V Sonsa Pertira doCarmt.
Corpo Policial do Pernambuco
De ordem do Sr, tenante-coronel com-
nandante, taco publico, que no dia 20 do
corrente, as 11 horas, da inanh n'esta
Secretaria, ser pelo Concullio|Economico
do mesmo corpo cnntractadu o focneci'
ment de carne verde para o rancho das
pracas, correspondente ao semestre de
Julho a Dazembro do crrante anno.
Pelo que sao convidados todos os pre-
tendentes apresentarem n'esta secre-
taria ati s 10 horas d'aqnelle da, suas
propostas, .devidamente selladas, em car-
tas fechadas, as quaes ser especificada
a mercadoria cima mencionada e o res-
Costuras do Arsenal
de Guerra
De ordem do cidadSo teoeote-eorooel director
deste arsenal, distribue.te costaras nos das 18,
19 e 20 do correo'e mes, COtn as oostorelrsg,
posioidorss dss frotas de ns. ( a 60, de cenfor
midade com ss orden- em vigor.
SeccSo das coeio#as do Arsenal de Guerra do
Estado de Pernambuco. 17 de Jonbo de 1894.
Pelix Antonio de Alcntara,
__________________Capiao adjoolo._______
Derby Club de fer-
narnbuco
Assembla geral extraordinaria
Terui-a convocac&o
Nao le tendo rearado numero suficiente de
accionistas, i a-a a ssseoiblea geral extrsordlna
ra, convo a Ja para o dia 16 do correte, lim
de deliberarcm sebre a sobitilui{ao das det ca-
lures do empreetimo emitido por esta sociedade,
de acord com o deternuaado no decreto n.
177 ds 15 de Setembro de 1893, eo de novo
convidados os Srs. acciooiaias pafaes;e Om.
A reuciSo ser s 3 oras da tarde, na secre-
tarla do Derby Clab, i ra? Djque de Caxias o.
20,1- indar, no ata 20 do corrente, fleando en-
tendido que se reaiisar com o numero de ac-
cionis'as que comaarecer.
Secretaria do Derby Club de Pernambuco J
de Jucho de 1894. ttiegonreiro
________________J. L. Trixeira.
Banco Eniiwor d$
No dia 25 do cor-
as 10 horas do 'Ha,
proceder-se-ha neste
banco a ra do Com-
meFcio n. 38, Io an
daraosortio das le-
tras hy p o t h e carias
que tero de ser pre-
miadas e resgatadas.
Recife, 18 de Ju
nho de 1894.
O director,
Jesuino Al?es Fer
nandes.
PRADO
PERMMBIMNO
PaOJECTO de nscwpcao
Para a 17.* corrida que se reaiisar no da 24
de Junho de 1894
7* y reo* pira i
NSo se teudo realiaado a iaaoripcCo para o 1*
que ter lagar em 24 do correcta fijo a abero o seguinte :
ConsolacS*800 metros. Animaos de Perataboeo qai alo U
premios nos prados do Recite, contando oo ole victoria. KM-
mos : 250*000 ao primeiro, 60*000 ao segando e 25J000 m Itr-
ceiro.
Art. 5." Jarde.
ObservaQoes
O pareo t se reaiisar ae insoreverem e corra re m 4 soimaes de tros pro-
prieUrios diferentes.
A inscripcSo encerrarse-H hoja as 3 horas dt Urde na secretaria do
a roa da Imperatris n. 26 1. andar.
Secretaria do Prado Pernambucaoo, 20 de Jauho de 1894.
PELO SECRETARIO,
Jos Gomes (ranches..
Estrada de Ferro Sul
de Pernambuco
Forvccimealo de Jaldo a De^
zembrn de 1894
De ordem do Sr. Director Eogeobeiro
Cbffa se fas poblico que at ai 2 borra
da taras de 20 do crrante, recebem-se
propostaa ta secretaria desta estrada para
o foraecimento, por contracto, no semes-
tre de Jalho a Dezeaibro do o-rrento an-
no_ dos artigos constantes da r.IaoSo aoe
sei facultada ao exime dos interessados
na agencia decta mesma estrada tm Cinco
Poetas.
Os propon-1 otes derorSo spre nesta rapart'co a hora cima indicada
lrzendo suas propost s em carta fechada,
devidamente aellsdas, datadas e assigna-
dss, com os precoa por ez'enso e sem
smeodas, rasnrsa e coisa que dovida faca
acompanhando-ss tanto qoanto possivei d. s
respectivas smostras principalmente doi
artigos cuja qualidade cSo est so na relaefio cima referida.
Para ser idmittido ccncnrrencia, cada
propononte far ns Tfaesooraria da estradh
um deposito da quantia de OO^OUO, per-
dendo o c.ireito de levantal-s, aquella quo,
preferido para o fercecimato ce qnl
juer artigo rsoasar-Ee a assincr o c c-
Iracto dentro do prrso de oito disa c.n-
tadoa da da'a en quo hoaver r*oebido o
iviso que pero tai fim, lhe for espedid>.
Na ageneia daeta estrada ea ir.eo
Pontea encon:rar3( os prcp'>n9r.te< os mo
^elo8 d<;s impressos, livros etc., se
,>rest' rio i s i-jform.i'.Ses recessarii.
Para gartntia da ^*oa eseeucSo d
jccpo ecn'rot'>, depoait:ia> ta e-isrtrao-
unte* oo erre d. estrada iitii quar.tio
<*da )e'c~ Director Bogecheiro Cocfe
de e-ooordo com iaipotiacaia do forue-
ciamoto cor.tr.ctado.
Secretaria da Bsfda de Perro Sal Prnarnbuo'>, 1 do Juobo da 1894.
Jos i& Caoba L b rato d* Mtt a.
Banco de Crdito Real
de Pernambuco
19* sorteio
No dia 20 do corrente, as 10 horas da
manli, na sede do Banco, a ra do Bom
Jess n. 26, proceder-se-ha ao 17 sor-
teio das lettras hypothecarias que teem
de ser resgatadas, correspondentes as Ia
a 8a series, e 9* serie do primeiro semes-
tre deste anno.
Como de costume, 20 destas letras sero
premiadas,
O local franqueado a qualquer accio-
nista.
Recife 16 de Junho de 1894.
Os administradores,
Manoel Jo5o de Amorirn.
Luiz Duprat.
Dr. Aristarcho Xavier Lopes.!
Instlalo Archeologicj e Geagra-
prico Pernambacano
Qainta feira, 21 do corrente, hora do costu
me, bavera sessSa ordinaria,
tecretaria do lQ8litoto,19 de Janbo de 183i.
O i- secretario,
Baptista Regueirs.
CompaQhia Nacional de Ca-
initas e Roupas Branc is
Terceira coavocagai
Asiembla geral extaordinaria
NSo tendo comparecido noaie'o '. accionistas
co-responilenie ao capital necessario pira ter
logar a reanISo de assembla geral extraorJioa-
rla, afim de deliberar sobre transaesoes de c e-
dito co n cara-iia, sao novamente coiiToeadc oa
Sfs, ecloaistaa para se reoiirem naseeuii:-
fera 25 do corrente, ao meto da. em orna das
sec^bes dj euieio da fabrica, em frente a p-u
c5o ceDtral da estrada de ferro ce. tral de P<---
nambuco, para deliberarem sjbre aaateriija
citada.
Seodo esta a ?rceira convocado, a aasemb
geral fuacciooar cem o numero qoe cou?>-
recer.
Recife, (8 Je Jacfij di 189.
0 secetirlo
Aaeoalo Sil?.
Thesauro do Estado lo Poa*-
naiubuco
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector
desta Reparticao, faco publico, que em
virtude de recommeuda'4o official do
Exm. Sr. Dr. governador do Estado, r
novamente a praca peranto a Junta de
Fazend, em sua sssso de 21 do corren-
te, o fornecimento de rayOes e dietas para
os presos pobres recolhklos a Casa de De-
tencao desta cidade, correspondente ao
trimestre de Ju lio a Setembro do cor-
rente anno, seryindo de base o piejo de
5G0 rs para cada ra$ao on dieta.
Os Srs. concurrentes se devero habi-
litar na forma dasdisposicoes em vigor.
Secretaria do Thesouro do Estado, 16
de Junho de 1894.
Servindo de secretario.
Epaminciulas P. Bandeira A. de Vascon-
cellos,
A Gl.\ do Gr.\ Arch.\
do Un..
Bao.*, fcoj.% Cap.*. c-aii.-. djt Crus
Val da roa da Impertira n. 2
8. S.-. S.-.
Da ordem do Reso Ir.-. Ven.-. Int. .,
confido a todas os MUembr. d'este Bom..
Qjadr. -. aass'stiraSess.-. Mago.-, dalnir.-.
que realsa es.'a Boaem. OJ.-. coro todas
pompa e brilbaoii^mo do acto, em i do correr-
te, dominco prximo, i 11 oras Jo da. em
solemn4c3o do ti" aaniventario de saa Ins
tal 1 ., e em baora ao Padro-r.-; de dob.-o
Sobl.-. Od.- o que lomo extensivo .*.*
-kAcg.-.eRRefo.- LLoj.*. a'este Or.-., aeu-
digno8 OObr.*. e Remata lilac.*, avtlos.
Out'osim rCieni-i^a ajj aioaoos o a> rs p?i-
tavel poblkcq'ie sobar bao nosao Tempi.-.
exposto, das 6 as 9 ti>fa 'a ruu'.a desse me mo
*ia, oondo pei- ra fltfi'o BH2S f.iTTlas ^ !>
jo* as pestocs que ejoipartc^f iieceotaieate
irsjados.
Orb.1, de R'cf-. 803 (8 ,!e Jauho -e 189,
E.-. V.-.
M. Isrtinj gr.. 18...
Secr,*:.-._________
itecebedoria \to Estad
Tnlo b'A> :e:ormali por 6*f$Aa da
Junta BspeoUl i> Taeioaro do Bstad ,
as divisoes dis impostu do, oleosa a. lo,
eoaforme ab.x aa ds'la ;, tooo ao o-
irstoato dea Srs. coatribabtos, na
m < a W.
1. 8sc;ao da ftaoebeiorii do Es'ao
da Pa naabica. 19 de Jra> di 18 J i.
q chfi.
Frcdcrieo C. da Silva Qumaraes.
1019166
I0ir5!G-J
Matriz de S. Jos
Mesa geral
DoorJem do irmo jni da veneravel imn
dade do SS. Sacramento de S Jos4, convido a
tolos osirmacs pira em mera geral onvlrera a
commissao que tem de dir conta de sua rntspao
com relbCa>J a nameacao de fab qoeiro, cuj
reaaifio ter logar lo dii l do correle, as 6
boras da tarde.
Soeis^orio, 19 de Jdnbo de 189J.
O e'crifao
al'gucl Meaeiea.
15AraaBStn de vencer dra-
ga i e nharmacias
8s 7 50C3JO3
Fraguezia da Qtra$%
C.ntiibuintas:
Silva Sebrinho, raa Jjiqa
Nibaao n. 27, diviilj 1 a
qaoU
Afcgaioa
Davil Ribairo di Silva, roa
iraai-. 58, diris&o 1.a.
qiata
Rec'.fo
U'.iirci.-a & IrmJj, tai B>m
Jeics n. 24, ensila Ia,
quota
Santo^Antonio
Frederioo Chaves, raa Pa-
ro da Victoria n. 37, di-
viSo Ia', q;iota
Agotinho Jos Soases, Lar-
go ''o Carmo n. 3, divisao
1 a, qaota
Elpidio Barbosa & C-, Li-
vraaeito b.87, divisio 1.a
queta
S. Jsi
Antonio Salgado do A. J>
ranhSo, Marci) Dia n.
135. divisan 1. qjot*
Theodomiro dos Santos Se'-
va, idem n. 139, divieSa
Alexandre doi Santos Salva,
V.dal ds Xjreirv *n 12,
diriS* l.*, qoeU
Santo.Aotoaio
Jo; Bras da Coacaola o
SiItp, lohaxan. 62, d>
vislo l.\ qaota
Boa Vista
Fernandas d'OUveira A O,
Irnpar.tr s n. 43 A, d:V<
sao 1.a, qaota
Santo Aatooio
Viante d'Aranjj d O Lv-
godo Uarm> r. 2, dtviiio
1.a, qaota
JoSo E thimio B. nd,
B. Victori p. 14, divitio
2.a, qaota
Alfredo Ferrelra 1 C, M,
D.as o. 9, divisSo 2.-\ qao-
ta
Victoriano do Ar/glo Ebla,
Iulna* o. 31, d.vi.fio 3.a
qaota
Boa VisU
Antonio M. Mrqi5- Fer-
rairA (Sajcasso), ;M. Pi-
nheiro a. 9, divi qaota
3-nto Antonio
Maitiniauo Jos Copos, Dr.
Faitosa n. 3, divisa >'4,
qaota
J. Sdiino L. Pinho, B. Vi-
ctoria r. 43, divis> 4.a,
qaota
Jos Asavedo jMau e Silva
J. & O., Largo do Rosario
n. 28, divislo 4\'q*:ta
Martini^no Ver. s, Cazas a.
57, divislo 4 ', qu-u
Sabino P nho, B. Victoria a.
51, divislo 4.", qaota
B.-i>g* & MacL J-j, Larga do
Rosar i n. 34, di visa i *.*
qaota
Recifi
Msnoel Alve B rbni. Mar-
ques de Oada r. 65, di-
vis2o 5.a, qaota
S;at;t Aot mo
Oraciiiano O. di Croa Mar-
tina, Casias n. 8?, divi-
sSo 5.a, qaota
A se vedo & Mendonca, B. da
Victoria a. 25,.divistc 5.a
qaota
R efe
H. Roquayrol, Bisa Jasas
a. 22, divisa. 6a qnofa
Baa Vista
Jo'.quira Ijaaci R'betr, M.
PtaiaifB u, SI, di,-i:a. 6 *
qoofa
Ricifa
raim rSos 3c- g* &. C-, M.
Ohada n. 60, d;vi*ii 7,
ajsjstB
Faria^^Srinh- & tj., M. da
Onia !, tisisfli I a.
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10i|MI
1015166
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156S249
2vS*31
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Mello, presidenta di T >so da
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nella, etc.
Faco publico que e:n .
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alistados 'le ."Lo, :<\r. to
do P090 da Panolia,
daos :
'Cantinm
Jos Burle.
Jos Rodrigues Alvos.
Jola Cosario da Mallo.
Jos Joa juim d 1 N nto.
Jio Ta.are- Canuto.
Joaquiu alaaoel Cardoi.
Joo da M >ura Araujo.
Jos Caetano da Aeaoria.
Jos Fortes Martins.
Jos Cypriao 1 i Aranjo.
Jos Bibiino ''
Jos Francisco RBSMO.
l(4f'.66 Jos Veva Cruz.
jJoao Paulo de
1/oioBa Lasa
IJoao (' no d Siqaeira.
Jos X'.-lo da Silva.
Jos Fernaada de Axevedo.
Jos Joaquim Rarbooa.
Ii.il'----->..: Iliiiiia
1.', qaota
Eugonie Pereira-
Jos Pereira Alv
Jos do Asavode Aiulrade. *
Jos Cl::. lbate.
Jos Barbosa do Lima-
Jos Ignacio da Silva Santos
Joto prigio da Ar.or;m.
Jos B Xnvier.
Jos Carlos Toixaiaa,
Januario Comes dos S.mtoa.
Joan d) M mte >1 <- Saatoa.
Alfares .1 fco Jorg
Joio Martij
Joo Peivira de Castro.
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W*rkm ile JPutUttbc# Qnarla-flra 90 de JiiibIio de 194




.
Jo5o Pereira de Lemos.
Jos Bernardo dos Santos.
Jos Antonio Domingues.
Jos Avelino da Costa Cabral.
Joao Pedro Ribeiro Pessoa.
JoSo Luiz Ferreira da Silva Falli.
Jo3o Gitirana.
Juvencio Ferreira de Castro.
Joociuim de Gouveia Cordeiro.
Joaquim Laurindo Bezarra.
Joaquim Porapeu Monteiro Pessoa.
Joaquina Jos Correia.
Joaquim dos Santos Coelho.
Joao Zacharias Ferreira.
Joao Paulo de Arruda.
Joao Francisco Evangelista de Almeida,
Jos Barbosa dos SaTitos.
Jos Rodrigues de Almoida.
JoSo Darnasio dos Santos.
Joao Augusto do Reg Barros.
Jos Antonio Pereira da Silva.
.Tos/' Antonio Riboiro;
Jos Rodrigues da Silva.
Jos Francisco da Rocha'
Jos Francisco Ribeiro.
Jos Candido de Carvalbo.
Joaquim Cavalcante de Andrade.
Joaquim Antonio de Araujo.
Jacintho Ribeiro da Luz,
Jos Mara Carneiro da Cunha
Dr. Joaquim Mara Carneiro Villela.
Jos de liveira Bastos.
Jos Barbosa dos Santos*
Joaquim Francisco de Paula Barros.
Jos Francisco do Carino.
Jos liara Olavo da Cunha.
Jos Mara Gomes da Silva.
Jos Arthur de Paira.
Jos Xavier da Costa Monteiro.
Jos Francisco de Albuquerque Mara-
nhao.
Joao Baptista dos Santos Almeida.
Joao Candido Gomes da Silva.
Joao Andr Avelino da Costa.
Joao Benedicto de Sant'Anna.'
Joo Severino Gomes Filho.
Joao Floro Morara.
Joio Bezerra dos Passos.
Joaquim da Silva Ferreira.
Joaquim Freir de Castro.
Justino Medeiroa dos Anjos.
Julio Francisco Cavalcante.
Dr. Lindolpbo Olympio dos Res Cam-
pello.
Luiz Francisco de Siqueira Netto.
Luiz Francisco das Chagas.
Luiz de Franca Campello.
Luiz dos Santos Aguiar.
Luiz de liveira Lima Jnior.
Luiz Viubaes.
Lauriudo Clarindo das Chagat.
Lino de Abren Cerqueira.
Landelino de Luna Freir Jnior.
Landelino de Luna Freir.
Luiz liezerra de Sant'Anna.
Luiz Vidal 11 d Moura.
Liberio Anizio Machado da Paz.
Ludgero Cavalcante de Albuquerque.
Luiz Tolano de Siqueira Macieh
Leonardo Gomes de Souza.
Luiz Januario da Gama.
Luiz Antonio Fe/reira.
Luiz Francisco da Silva.
Libanio da Silva Moreira.
Luiz Goncalves Lourenco.
Luiz Jos Bezerra.
Leopoldo Gomes Alcoiorado.
Leopoldo Damazio Franco Soares.
Lurz-tie Albuquerque Lima.
Ludgero Estovan de Carvalho.
Manoel I.vra.
Manoel Rodrigves Goncalves.
Marcos Antonio do Sacramento I! lino.
Manoel da. Cmara Lima,
Marcos Antonio do Sacramento.
Manoel dos Santos Amorim.
Manoel Rodrigues da Silva.
Mathias Ramos da Cruz.
Manoel Pereira de Cadro
Fanoel dos Santos Eloy.
Maximiano da Cuuha Teixeira.
Manoel Teixeira de Carvalho.
Marcal da Rocha Loreto.
Mancel Jos Monteiro Sobrin.ho-
Mariano Joaquim de Sant'Anna.
Manoel Jacintho Pereira.
Manoel Cavalcante de Mello S.
Manoel Abilio da Silva.
Manoel Antonio Al ves Mascarenhas J-
nior.
Manoel Martins Campos.
Miguel Baptista de Oliveira.
Wanoel Benjamn de Almeida.
Manoel Feliciano da Silva.
Minervino Areno Fiuza Lima.
Miguel Archanjo do Carn.
Manoel Ferreira da Cruz.
Manoel Ribeiro da PaixSo.
Manoel Simplicio Torres.
Manoel Joao da Veiga Seixas.
Manoel Francelino de Moura.
Manoel Juvino do Reg Barros.
Manoel Gomes de Freitas.
Manoel Pedrosa do3 Santos.
Manoel Mendonya Ribeiro.
Mnnoel de Carvalho.
Maximiano Jos dos Anjos.
Manoel Antonio de Soaza.
Manoel Augusto da Silva,
Manoel Joaquim de Jess.
Manoel Jos Affonso.
Manoel Joaquim do Reg Barros.
Manoel Ferreira da Costa.
Manoel Ferreira dos Santos Braga-
Manoel Francisco da Silva.
Manoel Francisco Elias dos Santos.
Jk'auoal Flix do Sacramento.
e! Antonio Coelho de Almeida.
fanoel Caetauo Demetrio.
Maurino Nunes de Azsvedo.
Manoel Fran '^r. V. Cbagas.
Manoel Ignacio da Silva.
Maoe.l Elias Airas de Faria.
Mano< .Frwfcsco Xavier Guedes.
ManoeljBwgno dos Santos.
Manoel Flix da-'C>sta.
Mano*! Sabino Ferreic dos Anjos.
Manoel Joaquim M. de Lyra.
Manoel Catano_ Machado.
Manoel Elias Coelho Cintra.
Manoel Lourenco da Costa Pereira.
Manoel. Gome 3 de Souza.
Miguel Alves dos Prazeres.
Manoel Silvestre Ferreira Bastos.
Miguel Joaquim francisco Borges.
Manoel Chrispi'm. da Silva Pereira.
Manoel Jos 'lavares.'
Manoel Joa^jjim da Costa
Manoel Joaquwa Pereira da Silva.
Manoel-Joaqun Carneiro Mentejro.
Maurino Praucisco Xisto. .'
ManoaU'errcira da Costa.
Manoel Ram^s Chaves.
Manoel Eduardo do Nascimento.
Marcelino Francisco da Silya.
Mathias Muniz. Tavares.
Dr. Manoel Enedino do Reg Valenca.
Matheus Jos Gomes.
Manoel Sotelino.
Manoel Antonio Vieira.
Manoel Goncalves da Silva.
Manoel Chrispiniano de Arruda Cunha.
Manoel Arthur Marinho dos Passos.
Manoel Lopes Cardoso.
Manoel Antonio do Espirito-Santo.
Manoel Franco da Silveira.
Manoel Jos Ferreira de Araujo.
Manoel dos Paagos da Rocha Lins.
Manoel Candido Rolim de Souza.
Manoel Machado Brando.
Mathias Tavares de Almeida.
Manoel Ribeiro da Silva.
Manoel Jos da Silva.
Manoel Alfredo Bazerrra.
Manoel Franciseo de Mello e Silva.
Miguel Joaquim dos Santos Carneiro.
Mig-uol Francisco Furreira.
Manoel Gomes de Amorim.
Materno Olympio Coelho Mendonca.
Manoel Carpinteiro de Souza.
Bacharel Manoel Henrique Cardim.
Manoel Jos de Olivera.
Manoel Martins Lopes da Cruz.
Manoel Turiano dos Res Campello.
Miguel Joaquim Pereira Jnior.
Manoel Materno da Silva. .
Manoel Geroncio da Silva.
Manoel Xavier Borges.
Manoel Antonio de Barros Lima.
Manoel da Hora do Nascimento.
Manoel Xavier da Costa Monteiro.
Manoel Redrigues do Passo.
Manoel Alfrodo Marinho do Passo.
Manoel Apolinario Ferreira de Castro.
Manoel Lourenco dos Santos.
Malaquias de Queiroz Barros.
Manoel Affonso da Costa Nunes.
Ovidio Teixeira do Miranda.
Othon Alves Pessoa.
Odilon de Barros Cabral.
Pedro Ivo Velloso da Silveira.
Pantaleo Ignacio dos Santos.
Ponciano Carneiro da Cunha.
Pedro Augusto de Alcntara.
Pedro Apolonio de Olivera e Silva.
Pedro Martins Vieira.
Pompeu Pacheco Pimentel.
Pedro Ferreira Brando.
Paulo Jos de Olivera.
Phamphilo Julio da Costa Cirne.
Possidonio Ernesto F. Lima.
Pedro Alexandrino da Costa.
Pedro Marinho de Mello Malta.
Philadelpho dos Santos Fragoso.
Pergentino Domingos da Silva.
Quintiniano Jos Maria da Costa.
Bacharel Rodolphod'Albuquerque Araujo.
Romo Thomaz da Motta.
Rogaciano Accioly da Rosa.
Regresso Cupertino da Cunha.
Rozendo Maximiano dos Santos,
Raymundo Leandro Bacdeira Lima.
Raphael Correia de Albuquerque.
Rufino Corre:a d'Albuquerque.
Raymundo Franciseo de Barros.
Ravmund'i Avilla de Miranda.
Romualdo Correia de Menezes.
Rufino Rodrigues de Vello.
Sebastio Barreto de Mello Reg.
Simo Ribeiro da Conceico.
Sima Theotonio da Silva.
Secundino Jos de Souza.
Severino Cezaro de Mello.
Semiao Pereira de Castro.
SoWstlao do Reg Barretto.
SebastiSo Jos Peixoto de Guimaraes.
Dr. Salustiano Jos de Oliveira.
Dr. Sebastio do Reg Barros.
Dr. Sebastio de Albuquerque Araujo.
Samuel Vctor de Amorim.
Simeilo Jos dos Santos.
Severiano Siqueira Cavalcante.
Saturnino Cezar dos Anjos.
Silvino Fintano Machado da Paz.
Theodoro Gomes dos Santos.
Thomaz Jo5o da Veiga Seixas.
Tertuliano de Oliveira Andrade.
Thomaz Jos dos Santos.
Thom Rodrigues da Cunha.
Theodomiro de Oliveira.
Theobaldo Francisco Dures.
Theophilo Ildefonso de Mello.
Tito Livio de Albuquerque Lima.
Ulysses Floriano do Reg Barretto.
Vita! Jos do Espirito Santo.
Victoriano Tobas de Mello.
Walfrido Barretto de Mello Reg.
Vicente Francisco da Costa.
Vital Jos dos Santos.
Vicente Osear da Gama Duarte.
Valentim Antonio da Costa.
Valerio Thomaz do Espirito Sonto Gama.
Vicente Goncalves de Lima.
'.' Falleneram os eleitores:
'Alberto Bandeira.
Antonio Guedes da Trindade.
Dr Belisario Alves de Britto.
Francisco Jos Guedes de Lacerda.
Jorge Hermau Augusto Curahott.
Joo Rodrigues Viana Bayma.
Joao Tavares de Araujo.
Levino Jos de Mello.
Malaquias Fernandes de Amorim.
Manoel Lopes Tavares da Silva.
Edui.rdo Jorge da Barros.
N'icoko Duarte da Gama.
Theodomiro Jos de Albuquerque.
Custodio Manoel Theodorio.
Zeferiuo Jo de Lima.
Muda rain de do.nici'.io os eieitores:
Bjllannino Fernandes da Cunha Almei-
da,
Bazilio"Duarte Gomes.
Braziliauo Alves do Monte.
Bened cto Rodrigues Chaves.
Cleodon de Aquino.
Custodio Domingos Codeceira.
Cicero do Reg Bar*js.
Domingos da Silva Ferreira.
D^'inbargador Francisco Teir de
S.
Francisco "Antonio.
Francisco Antonio de Assis Jaco.
Francisco Gunlberto Pereira.
Iririeu Henrique Cardim.
Joaquim Deocleciano de Clivera Cmara.
Jos Cesario de Mello.
Jos Chacn.
Joo Baptigta da Resaurreicap.
Jf^fl^Hk Brando.
Dr. Luii Francisco do Amara}.
Manoel falcante de Mello Filho.
Miguel Baptista de Olifllrfl.
Manoel tfhoimaz de Souza.
Marcolinp Jfos Pupj^
Olegario Pires da Luz Canta re le,
Olympio de Seixas Bcrge.
I Sergio Henrique Cardim.
Dr. Zozirao Zeinades da Camaaa rLm
Sala das reunioes da 7.a commisso sec-
cional da freguezia do .Poco da Panell,
em i Ide Junho de 1894.
Eu Flix Nogueira Cabril, escrivo n4
.wb.escre.vi.
. Arthur Henriqtu d'AItmqiurque Me/Jo.f
rSEGCRO~CNTRA* FG"
Rojal Insurance Company de Li-
verpool
CAPITAL. 900,000
ABEST2S-P0SLHAU & G.
LARGO DA COMPANHIA N. 6
THE IMPERIAL INSURANCE CONPANT
LIMITED-E LONDRES
Estabelecida em 1803
Capital f ,00,000
(Rs e4,ooo;ooo:ooo)
SEGURA EDIFICIOS E MERCADURAS
CONTRA O FOGO
TA I XAS BA I XAS
PBOMPTO PAGAMENTO DE PREJIZO
Sem deseonto
Agentes
rooTmmii Pifuaiicafl is a
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Mottor, Ara-
caty e Ceard
O paquete Jaboato
Cjmmandante Alfredo GuimarSes
.SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO 1 i
Companha Phcnix I'ci'uamlu-
cana
RA DO COMMERCIO_______
COMPANHA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
NORTHERN
De Londres e Aberdeen
Posicao financeira
Capital subscripto 3.780.0)01'
Fundos accumulados 3.000.COO-
Receita annual:
De premios contra fogo 626.0*00
De premios sobre vidas 208.')00
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
Boxwell William & C.
~SEGR~CONTRA~~FOGO
Companha .Vsrlh Britisli & Jicr-
cantil s- Insurance
Capital subscripto 3,000,C00
Fundos accumulados 0,452,452,
0'0d
18J5'
De
RECEJA ANNUAL
premios contra
Fos:o
De premios sobre
divida .
1.495.418 10' 6d
;'992.379 6 1J
2.4C8.196. 12' lld
N; B.A repartico de fundos accu-
mulados sobre seguros contra fogo, nao
se responsabilisa pelas transaccoes fei-
tas pela de seguro sobre vidas.
Wilson, Sons & C.
COMPANHIAnDE'SEGUROSlTUTUOS
CONTRA. FOGO
Capital de garanta :
RA D'ALFANDEGA N. 16 RIO DE JANEIRO
AGENCIA EM PERNAMBUCO:
RUADO CABUG N. I 8, 1." A N"D AR
Caixa do Correio 210Recife
Joaquina A. de Almeida
Agente representante
COMPANHI.r^THYS~DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
RA DO VIGABI0 N. 1, 1. ANDAR^
Directores
Baro de Souza Lej^o. _^_
Thomaz Comber.
Julio Cesar Paes Barrete
Seguir para os
portes ecimt
dteades rio da
te de Janbo as
i Doras da
^Recebe carga, eQCommeDdas, pafgatrens e di
nheiros a frete at as 11 boras da maobi do da
da partida.
ES1RIPT0R10
Ao Cees da Oompaobia Peroambcoana
________________c, 12_________________
CHiaGS *EUNIS
CompaDhia Franceza
DE
Xz veg cao a vapor
Leilo
Britto
Agente
Hsvre, .Lisboa,
Rio de Janeiro
Linh regular -otre o
Pernmbuco, Baha,
Santos.
O vapor
C orsica
Coramandante Esnel
E' esperado dos portOS do sol
a *4 do corr nte e seguir de
pois da demora necear-ana para o
Havre
Em direitara
Ec'crpr no porto
Roga-se aos Srs. importadores de cana pelos
vapores deta Itafa, qoeiram apresectar den-
tro de 6 diaa, a costar do da descarga das al*
rareogas qnalqnpr reclamagao concernente a vo
Inanes qoe porveatnra teatiatn sesolrlo jara <:
portos do 8u, ajiu rta 3? poderera dar a tempo
as provideDCias neceesarias.
B*pirado o referido praio a cotrparmia 'io sa
rwpjo&abiiisa por extravos.
R'-jpbe carga e (Dcommenda cj tratar cora o
AGKNTE
A uguste Labille
9Rna dn Coramercio)
LEILOES
Mossor
Segu com toda brevidade para o
porto cima, o Hyate Dcus te guie. Re-
cebe carga, a tratar na ra da Madre
Deus n. 8.
Para
A barca portuguesa
Margarida
De primeiraoUise
egoe para o P-s-m deniora.
para carga iratn-cdrom a
CONSIGNATARIA
Companhi Jadostrial e Commercio d Es
tiva
Ra do Amorim o. 58
Knott's Prince L ine of St^a-
raers
LINHl REGLaB ETRE OS
Estados-luidos, BfuZl e lii da
Prata
O VAPOR INGLEZ
Mexican Prince
F-' earer.-a:
New Yi-lc
dial "po or
eote e Ffhiri
depc:s <-n
ra aecessi-ia rara
Rio de Janeiro, Santos e
Bu nos-Ayres
Para ca.'?a. enc.omrr.endsiR, trr!i-?e ten os
_ CONSIGNATARIOS
Johnstoi Pater e Comp.
Raa da Hnrnm3m.\o n. 15
pany
6TRAII3 0P -iTAOELLAM LINE
Opujuee Britaiia.
E' sspeadf'da Eorcpa
at o dis 23 de Hito,
HeffiD''o dept-is d Difla-
penusel demora, para Vat-
'paraieo com es a!a pela
-Babia, Rio Janeiro o Montev do
Este vaporentrarno por-
to visto nao ter tocado em
portos portaguezes.
Para carsa. pa8apem.acuaimeQdas e dinhei-
ro a frete trata se coin oa
AGENTES
WIsoh, -Sm I l., lm\M
10-RUA DO COMMERCIO-10
H je. 20, leilao de oras armac/o.
Q-no'.a-fi'ira, ii, o de vc as tcornaa.
stxta.feira, 41, o d*aovei% lo> gi e viiros
ca casa da ra* Viscone de G.yasni D. 183,
perto daesiacao do -Macguinho, pira cade parti-
r a 10 e 1/2 horas nm bond.________________
Agente estaa
Leilao
De 2 meias a?oaa sitasao beccida A-.son pe
n. 3, edificadas em terreno rr.puo e ac:u m
logadas por 1600O meneaer.
Oaarls-fei^a, 20 do corrate
A'S 12 HORAS EM P^NTO
No armazem a travesa do Corpo Santo
n. 27.
0 agente Peetanp venan llvre e Hreembara-
ga-as e a qoem maia der as indias bgaas cima
mencionadas.
Leilo
De 10 barra cen manteiga franceza
Ooarla-feir?, 20dcJanuO
A'e 11 horas da maah
Na porta do armaiea n. 48 da travs .-a da
Mr-tre de Deas
0 agente Martins fjr ler;So por mjnrtado do
Illm. Sr. Dr. jeit de dlreitii da hxeaia municpal,
de 10 barri8 com manteiea rarfft-za, qoe foram pe-
nhorados na execotaique ove a meama fazen-
da coct'a Fipoeirdo Cota & C.______________
leilao
De 6 sarcos com arrea pilado
Qaarta-feira, 20 do corrente
AO MEIO DA
Na porta do armatem n. 43 da rea do Amorim
0 agente Mirtins far leilo pot maBJado do
lllm. S Dr. jois de dtreito da faxenda mnoici-
pal, de 6 aceos ctm arroi qoe fori-m penhora-
dos na ezecoto qas move a msma faienda
centra Costa & Rocba^_______________________
Leilo
Agente Britl o
De ama cata Terrea roa da 6 >oro da n. 47.
com-i porta e 2 jmellas, 3 quartos, -costara,
m agu* e divro movis ex'stentea na mes
ma casa.
Um foi?ao ecoom'ci, quasi novo, e todes os
eu' pertences, para fer ra 15 de Novembro
p. 16.
Qaarta-feira, 20 do corrente
A's tt tior^s_______
Lei?o
Da aTBCCa, b:-!cai e bal?nca.. repa't'mento
de eECnp'cri'j e msts (bjectos d lojado POb*3do
da esqoiiu da roa da Rjda n. 48.
Qar>>-fewaj 50 do corrente
A'S l HORAS
gente Pinto
"Av. vferldo ratAbelccImento
Agente BurJam^qui
2 leilo
Qaarta-fein, 20 do corrente
rVs H horas
>'a Ph:roja:ia Central i -oa 15 de No-
Vmbrc a. 38
0 aponte cima por rjasndddo do Exm. Sr. Dr.
ini* do civel vttsder e-m i leilo. vidros ae
divertos tamanhos, productos chmeos e ibi-
macoticoj, u tai e diversos objeutos prepnos
para pharmacla.__________________
Leilo
De i vaccas toorioai sendo nxa com cria
Quarta-feira 20 do corrente
Ao meio dia
r*3 prscado Commerc:o Liogneta)
Por interven^ao do agente
Gusmo
Hobillag de janeo, ditas de amarello, ecarda
looca, mesa elstica, cadetras de janeo e on'.ros
mullos movela.
Roa da C)ncei!o n. 8 1" andar
Quinta-feira, 21 do co/rente
____________A'3 11 HORAS_____________
Leiio
De 68 caixas c. ic foses cbineies nevos e
perfe tos
Onintt-fjira, 21 d> corrccU
A'a 11 hora
No armazem a ra do Mrquez de Olinda
n 48
Em Iotas vontaae dos compradores
Por interven^ao do agente
Gusmao
Leilo
De orna mobilia de janeo ^om 1 sof, i cante-
Ios, 2 caderas de bracos e 12 de guarnlco, ja--
res, qaadros, tapetes, 2 cadeiras de janeo, de
balanco e 8 ettasers.
Un linda toilette, 1 cara i fraoeeia, 1 guarda
vestido, 1 lavatorio, 1 comrao la inteira, 6 cajei-
ras de junro braoco, I cab'd-\
Um marqa'-zio, t lav^urio, 2 cadeiras de
lona.
Urna mesa elasi 1 oarda looca, 9 apara-
dores, 1 rts'qot-ii. 1 eoarda comida, 1 licore-
ro, 1 qnartiDbeira, 103a pa-a c la e jantar. ce-
pos, clices, g-irrafas, cempoteias, taboi de en-
gommar e cavaletes, latas, jarras moringas.
marinos, baldes e mal* a .-ce? sonos de casa de
familia existentes oa rasa terrea di roa Vtscoa-
de de Goyanna u. 185.
Sexta-feira, 22 e tai
Agente Pinto
As '.o hora= e 28 mioa'os partir o bond da
liaba de Fernandes Vieira que dar pessagers
gr-tis aos concurrentes ao ItilSo qoe prioei-
ptar
A'a i 1 horas
Franclae*
t
Mirla Z-fe hw B-:errs 4i |rn-te
seas tiln*. Arirt* Uootrio B. Ce
Henn' p ttiliJi agradeo-B a
p*sota g scMatwobaraB M l
no pcb.i o o cadver de rea nt
mando, pa filtio e i-mae, fiMcaaw Hiexto
Reierr-. de Menew., cu a aim rtrt fT-anaa
/omtlguuns mifaa fw aeran ol.b-.'ib M
i ir*|a da SaoU Crua, do a M *j c,--,-< z e,
1 7 ./S liara <*a m aui. Pare eaec arte "e ;
i:i; eca-H'de sio cenvidadee es ;
ira eos do fluido, e a todos quo caaearecejvsjij
fe cj fe?nrao iicd* cais agrade jaj aos sjm
fjrem a este cinviie.
Gl^Ci>iuent1ii<^l^iiniand3il
cante d'AHia(|n*>rqeM
t
1 Emilia Meneas <
e sees tlho. Mano-! GHtJH
da Cavaicant Aihoqii Tqu
Anselmo de llolla
bnquerqu Siliastin Jos'- Men I
Amalia Men da Stlvv convidaiii a seus \
para nsistirem as mis-a-* qu
inarldo, pai, irmSo cunead > ma
matriz da b >a-\ ista. a< x
(apella do eng-nho Pantorra ;is 11 ln>ra-
2t do corrente eeline i.
pelo que se confessatn shnaiii
cidos.
I! ilal-
- .m
k \l-
*,
eialJM
I HBJ
' na
I A
' !l*0
- 'C-
f
Leilo
Do cisco, mastros, torrpnlcs e ancoras 4o pa-
tacbo din.ma-quei Aune Caibanoe), de Ia
clas=e e forrado de corwe no mea de Julbo de
1892, de letae-a de 178 (oaelaias to registre,
t^'l qul se acha ;marradc na i* hnbe da fono
de descarga em frente au trapiche Lt-yo.
Em continua^ao
Graode quaniiia'e da vsas, ancoras, cabos,
viradores, correales, vellss para bites, 1 bote
lancha, pipas para $:ua,l tanque grande, ver-
gas, lats com oleo, gai, tintas, baldes, remos,
lanteroas, pha--s, baiucc-?, mei G?s, folbas de
cobre, bolachas e cairos eob-ecalente-'.
Sext-feia, 21 de Janbo
A's 11 horas
O agente GosmSo, aotorisado per M. A. War-
rier, capitao do talacho dioauurqofi A oe Ca-
iharine. com annur.enca e assi-ie -ci, d Mm.
Sr. cnsul de S. M. D namarqoexa com licenga d;
Illm. Sr. Dr. inspector oa AKanoega, em pre
lenca de cm emp-egado ca mepraa, para esse
tim nomeade, far leilao do p.t cbo adma
meoconaao, cojo leili sar efTeciuado a bordo
do mesmo navio.
As 10 1|I horas os S-s. concurrentes acbaro
botes no aea da L'ngaeta.
AVISOS DIVERSOS
Cari Vr< r. cala*ar Ecnlha Hiihdav Goijn- .s, j. a B x
Gu'ffiraes, Mara Eto'i' da OWn R 'ti ar.
Ao Perei-a da Con! t 'esaeaarj e seas irmae,
toj. cuomdoi e aeartntoa c<.iv-. i reas
paren'ea e omiecs par? e-l'i'na 4.- : s 4]ai
mana: m celebrar per alen Ce itu ;: iri-
pan,Na*,aere, mtii Lopes G hor.'sdo da 23 co rorrean*, 7- do lee
pass.imento.
t
Di Aenelta Dates de Brrr Ma-
(tnor aitTa
'lia
Ltndolpbo Hibe;!o Crreta t "Tj;>, sn
rrulter e liihci mar. i-ar m'S1 r. la
22 do cerrante, pttas t bo-ss ia l
trade Vartea, por ;lir.j c'ecca |re- '-iaa
prima, D. Amlis L : H I 'jfc
Sll/i, latteaea no Ru dt Jj: sil 1. &n
H os parentei e amigva
a!*' -
t
Antonio Jlmvtnn ela focteea
T'ig-tirpo da
Francisca OHnd:n3 ca pjn-era eeeavSM
Cuvidsm os eo nreatn > sjiges pa-a aseM-
i-em as misen qu> p lo r< c era
nrezbrio man o e pa', Anu 'o Jen *a Fo?te-
cs, msndnn reiar oa orcem as 8 boas oa niorh'i. ncei-Mra 52 <\ 1 es .'irte,
0- da e aro psssana-n'.o.
lerla Candida Irn ,> a- r ">
Precisare de uma ama para roeinnar : na
roa Barao Da Vicu-ia n. S. 2- aniar.
Esta para -alugar a
Viseorte de-Albauuerque
do; n. 77, andar.
caca n. 34 a roa do
, na roa do la:per. -
Alaga se acara n. 1 2 datravessa da Hora,
00 Esplnneirc ; a tratar na roa da Imperatm
n. 82.
O abaixo assignado contractou a
venda de sua pharmacia sita em Pao
d'Alho, livre e desembaracada de todo e
qualcjuer onus, com o Sr, Manoel Fran-
cisco de Paula Cabral, e quern se julgar
credor aprsente seus ttulos na Pharma-
cia Oriental, ra Estreita do Rosario n.
3, at o dia 20 do corrente.
Pao d'Alho, 14 de Junho de 1894.
Alfredo Janscn Goncalves Ferreira.
Cosioheiro
P eclsa-se de um co?i heiro on cosiobelro
tratar no eaeripiorio i roa do Commercio un
mero 44.
Caixeiro
Precisa te e um* caixeiro eom p-aiica de
metcearia, de idade de 14 a 16 annoi. e qee d
flanea Idnea, paea-'e bem ; 1 tratar no largo
da Paz n. 23, em Afogados.
Elpidlo de Carvalh Hiposo e a?r< a-
dam a lodos secs pa^-n-es e miro* fara m>
lirem a missa de tt'.'aao ,-tla. por fallen.Tenio da
sea mulner t ma, M.-ia Cicdiia li : Ra-
poso, no da 21 lo SanaMa, n g'eja ir*nx de
Gair.flltira. e derde ]l se coraiirrn,
Agrafecinrento
O abaixo aaclgcado p'tro*atete i- oc-r
pela immensa trova -e aroiaide nea
9ipr?os amitos por cciae do aV iif.'o
enterro do sea Helilrr-do pi Marcp'nn asi-
oio Pereira ; agradecimento este qoe ) ai
fes por acbar-ee aoserta naoc-ce n .*. i' ele,
ve m por meto da imprenta agradecer sala r-
bida prova de coDsUeraceo eesilaa "rtrea
por coraedea lio booav>o>. A lodr ;-.'!,
inolv davel gra idao- Recife, 10 de Jtcr-o tft
1814.
Garlos Vi*i- Per*i-a.
P-ec sa se de coi aai ; ni roa :a I j^eraMB
o. 2, :ezon lo andxr.
im
Precisa-ie de cm ama para caai nb: r 1 m cal
de fimilia de dots pesso;i ; a tratar ea raa
Cibuga n. 2. loja de f*enas.
Ama
Caixeiro
Precisa se d" u-n caixeiro com pratlca
veros ; oa ra do B'om n. 35 B.
de ta-
Leilo
De 2 raccag com arin| 2 beierras irrra?t e 1
novlba, tedas oorioas
Quinta**feir ,21 do corrente
A'S U HORAS
Agente Pinto
fo Urgo da Licgueta
Fedra^,p-ra calcada
Vende se ra roa do Padre Floriano n. 20 ; a
trata* das 6 horas s 9 da manna, oo das 3 da
tarde em iiant.
Aos hotelleiros
. Vende se macarro, aliria e aoeanba do fabri-
can le G.-Vaeeard ; a 40OC3 a cana ; na Perola,
roa da Imperarla n. 78
Acs ::ercieiros
Mt-carro a lOOOO a ralxa ; vende-re na Pe-
rola, rna da Imp^ra'n- o. 78.
Ao commercio
A5m de evi'ar dcvidas,filiaras o abaixo sss'g-
na -lo detlar* ter jos'o e con nrl-do con o Sr.
Alrreoiaoneu Gong'Ivs Ffrr.pc. a cocoi-ra da
phurajacia Ccunho fiti rm Po r.'Albo, vrn e
d89.obar2Ca-a d todo e qa;.;(u.)* onas e spq
respoci; i.iiiJa le de ?gj n^^^fn8 dividas arta
riort-s 'ia .cuca firma ; e pura rfealer "faraOM
considera ttrEinads a transarcao umx vez qa
au spparfQa ccolestasao de terc-ro interestao
lo -Tnio o* 6 di!3 a coniar aedia data.
Recifo, 14 do .'uiio de 189i.
Msnoel Pr-nc feo de Paula Cabral.
' o>!i atshia de TrilbUM Irbanoi do
HfcCife a Oitndn e Bolicribe
Ac^Ses perdidas
Declaro pea preeetite one hoje veodi as ntces
ele os. 413 a 4!S, 430 e 6'2 a 696,' que t-oovf
por beraega .;- m>a pa Manoel Bipt'tti do
Na*eii i h. \6 D. Antonia Mana do
Carpo s Uew flascimen'o. S como se leobsra
desi-neaminhsdo d'M aefflfli, teodo de fer nur:
Btltnttfas pr neva,-:- o fajo pnrlico paraos
devi'os ftns.
Re-ife, 9 e Jar.ho ne '894.
Como proceralor na Dr. Manoe^Carneiro B.'p-
tula no Et.8C'menU.
AKiaradre Fer-eir dos Sml.is Camlnh?.
C riado
.Precisare de sm criado; tralar.ca rna do
Com mi rcio n. 32.
Precisa-as de orna ama qaa s)a raid
para lidar com criuca ; :ralar na raa a Par*
n and es fielra.- riti a. 8.______________
Ama para coainhar
Precisa ee.de ama boa co*inb?ir noala)
da Santa Cruz n. 2
Ama
P ecFi-ae de aira asa
sano o. 30
>a ros L: ra do
CTAmLVXwCa*
Prerisa ce de aa,* au>:i
menino de don* anao?; e
numero 31.
para rm-lir da
tratar ra aa Ol
Ama
Preci?a-ee de orna ama para C0Mr: ; ; aa
pateo Ce S. Pertro r. t9.
Pardeo-" 'hira
Precisa-se de orna mu b-r an sal'i r'f ^bar,
para caea de f>n.i ; no Hta na de
Peir.an0es Vetra. ______
Eni^riho ven
Vende ?e o analto Man pie, i oa
do Ma'to, sitoadv ns freeetzia di Lar, airea
d* S. Loererco : S tratar c Zar-
nPiro Professora
Prcc-sa-sc de uma professora, que' di attesta-
do de suas liabililages, para ensinar em casa
de famiiia era um engenho, prximo a esta-
580 da Escada, as materias seguintes : Por-
tugoe'z, francez, aritbmetica, geographia, mu-
sica theorica, solfejo e trabamos de agulha.
Paga-se bom ordenado.
Para inf jrmages, ra Mrquez de Olnda
n. 56, v andar.
Engomm ideira per-
feita
Precisa ?p rte urr pt 1 ara
lomar ron-" d "OT1 d r t%
n-r^Ti-tr, daedo flsdor; a t:.r 1 aa aa)
Cn.me-cio n. (4, 1- andar._________________
Sao%3 Oa?a
Caea* pr.rr alocar
Ni seereuria du SjU. Gui tUitm
eintes cssss :
N. 8n3 Arabo!* Varxea).
N. 26 roa do Amorim, tu tama.
N. ai ros da Uoeds, sob'd >o e lata.
.-i
Sitio
Ali-ga-re co veode-se rtar.'it!, em
na t'aversa d-> M n. 4, o qaa I
moilo perto ^os arnds da eit ada
tfndo <=go jao'o pxoM'ente b- 1 v-, aa
tas f.*ocleiri.S'iaiiJo fraclo, .p 2" -l
roqueiros. com ca-a par? tirilla ; a tratar
ui de Saota T*fre>a n. 3S.________
locomparavel
O transparente em d*imoe, ta*a : BU en
Santo Antcpio. S. Joao ". I
< oclosqae vndeta Ccata Una t l'. raa
Amorioj n. 37.


^k



Diario de Pernambuco ^narta-feira H8Q de Iimlio de 18314

Q
uinmm
VIHHO FEBRFUGO
TOHICO DIGESTIVO
APFBOTASO PELA ACADEMIA JDE MEDIOINA D PAB1B
0 VINHO DE QU1NIM de Alfrkd LA.BARRAQUE, eminentemente Inico e febrfugo, deve ser preferido a
toda as outras preparacoes de quina.
O VINHO DE QUINIUM de LABARRAQUE, preparado com o QUINIDM (extracto de verdadeira quina),
constitue um medicamento de composicao determinada, rico em principios activos, e sobre o qual os mdicos e
os doentes podem sempre ter couiianca.
0 VIN HO de QUINIUM de L ABARRAQU E, prescripto com grande exi to pessoasfracas, debilitadas, seja por diversas
causas d'enfraquecimnto, seja por antigs molestias; ao&adttltus fatigados por um rpido crescimento, s meninas que
tim difficuldade em formar e desenvolver s mulheres depois dos partos; aos velhos enfraqiiecidos pela edade ou doenga.
NocasodeCHLOROSE, Anemia, Cores saludas, este vinhoum poderoso auxiliar dos ierruginosos. Tomado junta-
mente, por exemplo. com as vcrdadeiras PILULAS duV ALLET, produz efleitos maravilbosos, pela suarpida accao.
-gj A W.T7. 19, ra Jacob Ij. f'.E:ttE Casa A. CHAMPIGNT e O'
E Na MAIOR PARTE DAS PHARMAGIAS I)K TODOS OS PAIZES
Buce'1
t2 .S-
9 2 2
., T-,

-y ,V -r-t
fija
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^flftS CRE,
Broductoa
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Essencia.......DATURA INDIENj
P de Arroz. .... DATURA INDIENj
Sabao........DATURA INDIEN1
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A CASA DE FLORENQA EST SUPPR1MIDA. 0 Ser. ERNESTO PAQUAH0 poise
todas as remellas eicnpls pela prop ia mo do difunto Profettor JERONYMO PAOL.IANO, tea to.
Exigir sobre o frasco e a caixa a marca de fabrica tiepo$lt~di conformemente A le.
____ ERNESTO PAGZ.XANO.
Depsitos CIU Pernambnra: COMPANHIA do 030CAS e P20DUCTOB CUIVtXCOU
v km > >\s \s pm\c 'aks phakmaOIas di IBmxii.
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KUttE
jCUHOI
'OFtOltErJll)
JCO-fl
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r BcDfDO
57
I DOUTOR DUCOUX
Iodo-Ferruginoso, com Quina e com Casca
de iAtranja amarga.
i Quandu bu trata do curar a
DOENQAS DO PETO
ESCRFULAS LYMPHATISMO
ANEMIA CHLOROSE, etc.
os Mdicos dao sompro, sein hesitar, a preferencia uo OLEO de FIGADO
de EACALHO do D' DUCOUX, lodo-Ferruginoso, cora Quina
e Casca de Laranja amarga, poique ello nao tom mo gosto qual-
iuer o que a sua composicao o faz emiuantenieute tnico o corroborante.
Deposito geral: 7, Boulevard Denain, en PARS
Acha-ae para Teodor em todas as Pluirmacias e Drogaras acr^in.. i.u do Universo.
Desconfiarse da FalsiflcaeSe e Imitttfoe.H.
~\
jBsES^
VERDADEIRAS PILULAS DR BLAUD
Empregam-se com ptimo xito ha mala de SO aanoi pela maior parte dos Facultati-
vos Francezea e Estrangelros para a curada AKE3UA, CIILOBOSE (etfre* partido*; o a
formaco das meitittaa.
A Insercio no novo Coiex Prancet, eutrosim o factode uavor a futa d'Hytlene do Brasil
veialeado a eicacla d'esUs Plluloa, autortsando-laes venda, escusa qualquer encomio.
o tmntom inu i|!r tu mi e lirraur u |QdU m tan.
DE8CONFISM-SE DAS EMITA9Ea
NOTA. Ai Vtrctdo'.ru Pllulu do D' Iilnu i nio s nndtm tenia tm tti.KM f til /r*Koil
de ZOO 100 PIIUU*. IJU nano do* m/utfa.
PARS, 8, RA PATENNB. QSPOSITOS B A TODAS AS FBJNCXPAES PHABMACIAS

VOSAS
OPE HERY MURE
liom xito verilicado por 15 anuos da experiencias nos Hospitaes de Pars
PELA CURA DE
Epilepsia-Husteria
i tiorea
t
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W
>
ilystero-Epilepsia
Molestias do Cerebro
e do Espinhaeo
Mtiabete assucarado
ConrutsSes, Vertigens
Crises nervosas_
Enacaquecas. Tonteiras
Congestes cerebraes
1 nsomnia
Spe rm a torrha
Doi Fxlbeto mmto Imporlanti dirigido grataltamente i qnaiqner pessa que o pedir
HENRY MURE m PONT-SAINT-ESPRIT (Framc*^
VESDB-SE EM TODAS AS PRISCIPAKS PUAKUAC1AS E DaOGABlAS
9BIII.8IIIBi&illlHIII
IK'.
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LONCHAN.& MARTNEZ,. .
NEW YORK.
E Livc '2c Eip'^so, Fnmajca Olio Chairo
A venda em.to -s os.
E arr.ii.zems de seceos a mo
NIMA P0MPIL10
Cirurgiao dentista
Contina com o seu consultorio ra
BarSo da Victoria n. 54.
^Consultas e operagoes das 8 lloras da
manha s 3 da tarde.
Dentaduras peles systemas mas mo-
dernos e aperfai?oado8.
Regulador da Marinha
Concerta-se relogios de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronometros de
marinha, caixa do msica, apparelhos
electrices, oculos, binculos, oculos de
alcance, joias e todo e qualquer objecto
tendente a arte mechanica.
9 -Rm Larga do Rosario9
NAO HA (,
MAS jr\ %_
Oppn ssdo, Catarro, ftyafiMi
A=c3 C2I-JHUBl."32*.-
O.tre t mtit 'Itai rtcoi Dct-Oito em todas as Pirtokk'.
ATKINSOK'S
WHITE ROSE
encanta pela ana docure suave e delioad&..
Kmptegar a a it Atkikbon qnc original
e nica eeaeDcia Terddeira.
ATKiNSON'S
OPOPANAX i heuotrwe
W06B\H0LET PTREVOL"
e outros x>erfume celebre-s to suptriore
aoa piis i)cla sua forva e aroma u&ural
Veiidein-ae em coda parte.
T. &. JB. ATUYSjOMV :
24, Od Boad SLrcet, Uuaice.
!tVIS0! 1-epitiDias lmente com o ro'alc-
escodo azul e amarello e a mirca de
fabncaun: "Rosa t-ranca"' ci>ia
i > Partornar i dar ao cabella braneo a %nCOR PRIMITIVA
POMADA DE ALCAf RAO
e QUINA contra aa PELLICULAS
SEdUhDO A- FORMULA DO DOUTOR NVSTN
PARS, FiLLIOl. ra Lafa/ette, 53.
V nattil 'tu rIMaIMCO : O di raja k Pfadietm cnlalcn _
wmm cumtsva
\>o asurad
Di. Hiirihrevs lie Nova fflS
K VttxtaKMn Mawviiha do Sec-")-
aftSOVaHa B UaBMIMU
;et-". rfrmisil t;r>* fie ilyfrieno -
'i fftrirw.viilia (Ttu-atVva ft r-mcd'op.-ompa
parn 01 s,lot-
3 l :. pane* a f>;aKima>;A. r
ooiuo > '>
A Slitravili.i. l'nraiivo 6 aUivioprc:
can i., ira loneta i :-.]- it li
uf.uin..ifiura do Sol,< tutyoior aqunl oar<
A !)Sa.>'Kvllia Oarativa impagavi>l pff
totanust; .>-- li.i..- :., i. :oniaso, oaasHrni(.rru.kl04 .
Alniorroimaa --.i.-;:., mii* o ttacoa rnllia.
-. W5itW .
a r.ip.mv*.r-t c*i8**otK:-
:-!* lwife; ra3aai-iii i;t'foa na& Juntas A Itl&r-tia fyrntitn.* r-,
a,Aio>gu1'i<.'*ion :<-:
-sinpi-iF>!ro w nipivvfr.oa-a
A 3'm-.vHfeo- Corrilra A o' multo v*
iv..T.o i'i .-....! para n Luuuullla a <>u e-
I'luns Iiri<-as, e oati os oorrunentoa aeLUlu r le.
"* MaraTilba Craiva_ hnpecrH pa
3maPswrtc CTiagn antapta. Aint-niaa. ) ara
-v-,CntVF^ofra Jo^nrroseTi'!!;'"-.^
* MttrajrMSKi Vmrmtto *! awi*" ga
*r:i van .< ..'i]-!i -. a da Dlarrbea taiuaita.
-, -,:.<.-iilti CorutJTB. *> i-TcrUente .-*
tlHu5u, naH.V.Btu-ALarason*ij
Espeoiadacles o Dr. Eanipareyi,
Af-mcdioa EnpeclIIcc,
.'ugneato rdarn^HlnB^
Kt'iuadio" :-VP.'"'.' <" -
ReatcdiiM VeterSnnrf o*
*J Maoval ho Ur. Fanipti-)yi Me i^aiaaaoiK-:-
virfentetaeiaodoee'iraiai"o*'f*.s;.
ge o scu poUanfo oa ,
UOHVHitB VS-OaBDSCN O*
lWFalMailtvec*"... KSW-V6Slfa^ i
UNIOS ASENTEN
Para vendatj.ua groase em
Peraaaabuco
FariaSobrinioG.
Xaraoe de Sumar
Lsts grsdnvel e ener^ic j nadiosmeoto
o exterminado* das totaes resientes on
antigs, catharros, *uffoia33s, broocbites
ebronioas, touqaidSes, e em geral contra
todos os padecimentos provenientes da ir*
ritacao das vas respiratorias.
Conven come unitivo aos fysicos.
iCOMPOSlJAO
DI
FIlll, un...*
Approvaio pela respeitave
de Hygiene
Prop gado res
Baplista Figaeiredo
Eccontrs-se em qualquer pharmac.a.
ch-
Para curar radicalmente a anemia,
lorose, on cores plidas, opilacAo frial-/
dade, e todas as molestias qua tem sua | tam a efficacia.
DeLtes
Termina i Iiorrivei d ir do oexcellente pc-ej .c Jiaeol
Cardoso Jnior.
As cartas que lhe tett sido dirigida
pelos joruaes de maior circulacio, attas
Cafldo Ss H
Junta
RodoJpho Antunes & C*
8 Rata lOaajne de Caitas t
a
FINAS COLCHA-) para cama. U-
OS cortinados p&ra cama e jaaeias,
preces sem competeDcia. Elegantes
}bjeetoe de biacit, vio'ro, trra cotta para
toilette:. Grande sortirroLto de albuco
para trates. Papel dd focsKa ptra
cartsa. A!em de miitos osro artigos
que o bello Bexo esoontrarA eempre na
bem eochecids casa de RO-/OLPHO
ANTUNES & C.
S7-Rna Duque de Caxias67
O mais completo e variado sortirnto
para homens, senheras e meninos.
Sedas
Brancas, pretas c de core, lisas e la
vradas.
Cachemiras
Cortes bordados, e?partilhoe, Hnoss,
peroi linas, levantinas, ereones, zephiro,
'.'bapos de ao!, camisas, punhos, collari-
oh as e peitiinos,
Perfainarias dos melboreB fabricantes,
etc., etc.
Todo se encentra por preces rosami-
dissimos
NA
La Gran Via
8 A-na da iperalrz-S3 A
DE
Otiio n Silva 4* C.
Bolsas de ^alna
Um variado soriimento icab de receber
Crarado AuluneM *k C.
CTELAS*..*.
Tesooras, caivetes e navalLaa o que se pode
esejar de oais tino reo berSo
Cucradu, AulUHoa k C,
A' B R I S A
Pracfl da Independencia
iarrinhos ds lJaseeio
Para erlancas
Fortes e elegntea acabam decbegar paia
Conrado. Aniimea ft C.
A BRISA
Praga da In* -"^dencia
Bijouterias
Novo soriimento e:i Runeles para
relogios, poiccas, bfteheo e botCes
romano; Receben
Courad > Aatunrn C.
grvala ,
de oarc
Ferio m. ra
6r-iLde vsriedade em oxiractes, tpnlcos deute-
SriOP, leos, acnas de toilet, pos de onro e fabo-
netes; dos melhurpu fabricantes de Parla e
Londres ac15a de receber iom itnporiauto aor
imfnto.
Conrudo *n!utte A. g&WL ]*,&&.
Bi<
rendas, novidades
eos e
erebero
Conrado. Amanea dfe
A tsii*A
Praca da Independencia na. 4, 6, 8 e 10
ESFEITE o PAKA CABELLOS
Para tbestro, baMraea 03 e bailes
Recebsrao novo sortimcnto
Conrado, Antnnea & C.
A BRISA
Alta ovidade
GrampSes a Mana Staart para en-
feitei de cabello o qae ha de mais doto
Receberam
PEDRO ANTUNES & C.
Raua untan* de Castas
Erpecialcdade para o toucador
N'.va remessa do Maravilhoso Sabio
Riego. nico deposito
Pedro A\nuues dk G
NOVA ESPERANCA
53 Roa Dcqdk i>k Caxus 63
.Bordados
Completo sortim garas, braneoa e uesolado, de cor.", e
reme e braneo, alta aovidade.
Receberam
PEDRO ANTUNES A C.
nova esr cata se*
63 Ros Doqne de Caxias 63
Fab:ica de moris a
vapor
DS
Silva FeBndes k &
48Ra ue S. Joao48
Promptifca se qnaiqner enoommends
de marcenara ou carpintera, com a
maior prestew e por preoos raaoaveis.
Compra-se medeira de boa qnalidade.
Aeeita-sa artistas maroineiros e cara-
pinas), qae eejam peritos ; e tambera ad
mitte-se aureodices pagando-se desde lo-
go algom ordenado.
DEPOSITO
49-8oa Baro- da Victoria-49
Fabrica de gelo
Agna e limonadas gisosas de
tod s as palidaitos
Boda water, gioger, ale, limao, laranjas
origem na pobresa do sangue.
Nao h remedio mais efficaz que as Pi-
lulas ante anmicas Brazileiras do Dr.
Silvino Cavalcante.
Formula approvada pela Illma- Junta
de Hygiene de Pernambuco.
Presos de urna caixa 10500
Meia duzia 81000
Urna duzia 15S000
DEPOSITO
BOTICA FRANOBZ
H. ROUaUAYROL
n Ra da Cruz n. 22
Estrellas d'America
Nao ceaaa o queima
Ao queima i ao queima !
Tes caasado epecie, mesxo admiracSo, em
face da cambio de 9, os prtcos por quaoto veo
deir.od as faaendas do doso esta eleoment Rn
iQcrivel 1 i>e veudo. Um oaEseio AS EoTREL-
LaS D'AMRBI :A:
L5 c ;:i;..j u.o;L'.;iJJ, alta lio vil Je, 1 0
covado.
Folardine de balas, lindas padross, 700 M. o
ce vado.
Cobertores de 15, grandes, 5800 um.
Gargcrica de Lola,- 600 ti. o covado.
Mirii.03 pretcs de 8'JO >s. a W00..
Sedas doly.'ico tana cores ifoOJ fin
Cnv raiaa borda;?s Cm um metro de Urg
a itS2C0 o covado.
Japtiatas r.as 410 re. o covado.
Gentil peroa&bucana 700 rs. o covado.
Panam lio-lsiino C0 re. o covado.
Vestidos bordados s t-ena.
LaBde qaadro. 300 rs o covado.
L'nlio chines, 500 rs. o covatt.
Verbulinaa de tocae ss cores.
MadapclSo Pannicbc-lsva'o.
Camisas brancas para senboras e meninos.
Lioou de doas Urf>oraP.
Cn I-, de todas as qatlidades.
Brim pardo para seohoras.
Ate alnados de todos os padrQes.
Corles de casiriPtas finH.
Baptistas Cnisimas 500 r?. o cavado.
Fier.us de U li
Ficbos de Jinbo, granea0, 9f ore.
Uadapol5o espacial de 10/, 11/ e 14*, ptp 20
varas.
Flscella de 15 aiol e prf-ia 3f o cevade.
Mlriaa c!c cares IttOO o covade.
Haolilbas pretas e-e seda A/ u^;a.
Hitas de co'es, di apda 7tt urna.
Oas de aleolso 3/ orna.
Flaoella ; la para camises de uomem, 6C0 rs.
covado.
';asemiras de diversos padrOas, S/500 o covado.
Eiamiues, 00 ra. c covado.
Sedas chinesas, f/300 o Covado.
Ccmbroias de c rt?, irrendadss, !#300 o covado
Creloae bahiano, 610 rs. o covado.
Cretones fraucezes e iogleses
Mrins pretos e de cores, lavrados, 11800 o
covado.
Vestidos brancos bordados, diversos pregos.
Vestuarios para baptisados, de 10 50/.
Voille de !4 1/200 o covado.
Fusta de cores para cala 4/ o corte.
Setins etodta as cores,
Surabu ersss ores.
Cortinado de caaibrsia 10/ o par.
Uosaultel 3 diversos prejos.
Cortinados de crochet. Ce la/ 40/.
Cclcnas de crochet 10/ urna.
Cortes de colletes d> faatao, braniode es cores
5/000 um.
Co.cns de cor"-, grandes, it otra.
Baeta i-ocarriada e ssol.
Las com s'.-fs ce seda, 2/O o rtjvade
Sedas pretas lavadas de 2/503 8 o coved
Gorg.iSo de jj.1 pura de 6/ i 10/ o c...
Casemira injrleaa, ceta e aaui, 6/ o covado.
Caab'ais trsi Bpari e d1? */00 a S/ a pee:.
D.ta victoria nc 4/GCO k 8/ a peo
Uto completo e vallado surtinierjto da mludeaa
Completo e vafiido soriimento de roapas Mas
pa-a hemens.
Um completo soriimento re ceseroiras de cores.
Lmdo soriimento de vestuarios para mecios
masiBMi ultima moda.
Marino' aul marinho, c que ha de melhor ncte
peoero.
Crep azul taarinbc.
Camisetas de flaoella, flci?8tma.
C ,..:,ieto serUBMlltc* di- ?a- relodos e c pas.
miras forta-cores, 1/500 o cevado.
Gracdei- rede3 da B.bia da Traigi^.o.
Gen'ii al OBoa, furia c res, 1/ o covado
Voiffl de la?, latradMi de 'odas ae cores.
Vesticcs braceos bordados, de 16/ 22/.
Vestidos em cartfcj. de cambraia de cores, ulti
raa novidsde, 22/ um.
Maseelina da india. 1/ o covado.
Crepons d3 oorea, 80fc r;. o covado.
Presos eem compeincla.
Continua o iueiicij
INAS
Deposifo%
Drog-aria de Francisco Mano>l da Sil-
va ck C., ra do \'arques de Olinds
n. 23,
Pharmacia Martins, ra Duque de
Caxias n. H.
Pharmacia Orienta!, ra I".-tieit 4
Rosario q. 3.
Pharmacia Alfredo Kcrrcira, ra 4o
Barao da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lafsaj ra Ltirga
do Rosario u. 31.
Para ricos e po!#es
Tcrj pi al i para (aarlias e pj-'a.
Chicles ba-atos para earrov.
(.arriib:s e vele ipert.
Brlcqaedcs pira ensacas.
Ariigi-a de bil! mi
Roletaf, P a* i t ; i .
Vende-se ta Icji au *ca
de Eduarep j -r... r^.-. > Vj p 3.
Alta! h tana HoderM
18-Ru.. Laifa -o Boa-iul
Acsbc-se ce avir i nutaia, ca
esplendido Eoflim-du e easemiri?, enevio'ea o
(trios, otiraue Mtidji s te r
A clclna dirig'.', por u. b.o .ida
artista.
0< ^eus frcprielrios p^dem nma vis:ta ai
cu esabeletitnenm
_________ CAVPO; A MAIA
Attea^ao
V.nde-sc cma haatiOaata anosfla f" ama
reli?. euvidrsca.1.-, dvvs, ce" balcao rr.ira e
esciptirio QueT er:t. n o i.. t- ao t-
aodar to preu.o n. as rfa r.-u d
ae&arl rom Quem traast*.
Urgente
Pasada residente no hotel D. ,
esquina da ra do Apollo e da Victal de
Oliv.ra, daaaii sUat sosa o Br. JO
JOAQIM BARB08 \, tiil..> dos falldctoaf
Domingos Joso Barbosa o Marianna l'ei-
xoto, da Villa do Prado Portugal).
Ao commerc
Soui^. H anana aa
coromercic .< O peb ico q :.:*ta-
C'm 0 oegooto di irt; saa.
lienarde aou ente i .- .< e
oxpoittfjao o fabri i ie saa
propne tade, aa fna or de*
eDvolv.me'r.
A pro ve laoi o tu.- | a, ano
ne;ta di-ta oeixiu % $t.
Higo Fai-lo da Moni ..ago doo
seis lucros e it' ara.
Mo.-o., Ido M
Ce
Praeisa.^e *b l
do Rosario u 3 pe .a
oa carera
Que pechi
i..
Vende-fe na e- oHi>ao-
dromo e a P3'.ac*o o> C rrta cass
de taipa cjri! iquaM. >. 2 r*
ra*pnitiea eacimOa, c 1,20)0
palDing de fu: :. tratar a
oa dis L ra R Iros 6 i :
uilia
Qae .'-'' .
roniicoa orase pecoso
r.-rieocii jele pelo ees looor,
r.rt'.it n. 17, V ao
H
'A Li
>< a es*.
*n-prf casa
aiada o roa
O* 1
Luchas
ae
v-nde se ato tana
. ; '
ae LaraoceirM .. I.
aiuDurgo
h-oo aos
|:r'1
m&i

JdBJM
Na loja de ca!
sus u. 21, toiu anta reataor.
Je-
Aos Srs. fabrie .
i
cal-
', lo
Estrellas d America
13=Raa 1
ANT1GA
de Harco-
DO CRESCl
12
Marques & Lim
:
FAlTAZIAS ,
E' liado s sortimento de tecidos sendo
imposaivel de ae descrevor a grande va
redado do tecidos de fantsoia, sedas,
lSs, noesouk, csmbraiaa branoaa o de oc-
res ; pede-se ao publico em geral a prioci-
palmeote aa Exmes. fnmiliss de visitarern o
Coogrerfo das Damas
Carvalho & Almeida
RA DO CABUOa' n. 8 o 10
Telephone 196
Leqoes de Gze e Pennas
Ultimaa covidates de Pan recebou o
Congresso das Damas
Ka lujurie <-; ru.' dn
JrsiSB. I : VENF:E
Dnraqu preio sup Elaslicu patente .ni
Ferrameali
Cerdas axieas
Escallas pira ::'! I> i'.r
Licor depuraivo vel ytivoai dico Qi r.ett*
tsto notabi 'a
precttiiii de lao gru ..faiaioal
Da cura ce Mito as doe- i'itica,
escrofulosas, rl: -. .'. \. '.;, 'lo-
mo iMMfM, ui."o;s. ai Mlicas,
osleo'.opas n uev, rr
agudas e chronicas, !.!.ifat,
iuflaiiiiH.Kjes vie alsa
gargantas, inlssliuos, ais a eaa l.> !ai as
molestias do satis, si.. as.
assim como na a!op aes so ca-
bello, e as doeucaa iLlcrmiattias por aa-
lura?o mercurial*
Do-pt gralis o!h ea'*oa-
iraru numerosas
este especifico nos ho -..'Vosa
muitos alleba*!:.^
tos particulares.
Faz-so descont em casa
FAMA SOIi. C.
Ra do Marqutz >h C .1
Galoes e Guamiles
Com vidrilho e aern Tirbo acaba do
receber hodo soriimento o
G0NGUESS0 PAS DAMAS
WHISKY
Royal Blend marca VIADO
Este exeellente Whisky Escoces o pro-
ferivel ao cognac oa eguurddento oanna
para ortificar o co-po.
Veoce-se a retalbo nos maioroo arma-
tena do molh dos.
Pede Royal Blend marca Viao,
ujo nomo e eaibiema sSo registrados por
odo o Brasil.
______BRowsaa o,
Gerolstemer Sprudel
Caeeou a exeellente agua mineral natural J
oa;.b^.y<.^
baunilba, borteli pimenta, etc. oto
12-A-JCAES. DO CAPD3AiaB12-A
nico deposito atea Murquei datfiitda
camero A8.
frpoUf* mi ptiaeUnm P.
I

;
\ \

OiOD


m
8
Pitarlo de Pernambnco Haitrla-fcira feO de Jnnlto de 13Q4L.


r

* INOFFENSIVO ! H e H
B 0 GRANDE PURIFICADOR SALSAPARRILHA PISTOS* OU TODAS AS IMPWREIAS 90 8ANGUE E HUMORES
* EFFICAZ *|
FOGOS E SORTES
Para ss nuiles
DE
Santa Antonio.
S. .lea) e
S. Pedro
O que Ka de melhor e novo, tem a
Mercearia ftbeiro
16-TRAVESSA DAS CRZES
Esqniaa i:i raa Larga do Bogarlo
Aaeim remo preparam buii tiaoib'ee a 2O0
a libra, preparad^?.
Am disto tem o impsgavel vinbo para ea-
barvi' es tolos.______________________
LIVROS DE SURTES
A Fada <"e Morgana.
A Bohemia.
Os Trez Jacars.
O Diabo a Quatro.
Ora Bolas.
Disparates, versos e estallos para sor-
tes venda na
A ConsidcraciTo
20-RUA DA IMPERAThlZ20
Loja do Maia
Fogos que apitam
Phosphorusqaedo estrellas
Grande noviciado A venda na
A Consideracito
20-RUA DA IMPERATRIZ 20
LOJA DO MAIA
Fogos e sortes
Para as festejadas noites de
Santo Antonio,
S. Joo e
S. Pedro.
Grande e variado sortimento de fogos
e sortes nacionaes e estrangeiros k venda
na
A ConsideracSo
20RA DA IMPERATRIZ 20
Lija doM'4 a
n b
para na no: les de
Santo Antonio,
S. Joao. e
S. Pedro.
Completo sortimento, a venda muitas
novidades, e com especialidade
Fogos eooi api tos
Vende-se na RA DA IMPERATR
Loja do SOUZA
Nazareth
Vcnde-sc ou aluga-se
Na cidade de Nazareth, vende-se ou
aluga-sa iim vapor com forya de 5 caval-
los, urna machina para descaroar algo-
dTo, com 50 serras e urna prensa, tudo
em perfeito estado, e bem assim urna casa
com os cmodos precisos para taes obje-
ctos, que acomoda para mais de mil sac-
eos de algod.lo. A' tratar n'aquella ci-
dade, cura Joo Clementino de Hoilanda.
\accas de leite
V^cdea-se ta3 vascas de ee, leoriosa e
Istlcss: oa Ponte te Ucoos, si:io da C^prll?.
FDLHSTIM
SO
UUIal
Convida a seas freguezes para que venham aproveitar
os saldos que ficaram do anno passado. e que se
estao liquidando no anno novo, visto como o que
se receber este anno custar o dobro do que te
vende ; a saber:
Cortes de Linn bordados a 15J0C0 a 3TW0Q0.
Ditos do cachemira ricamente enfeitadoa a vellido A 96#0C9 e 80#000,
Ditos de cretene da a la a tai A a 12KX)0.
Cachemira de dots larguras de 20000 a 800 reii covado.
MadspolSo aeraaoo a 101000 a peass.
Dito com mi metro de largara a 14(5000.
Voiles Iindiaaimos deseches a 200 reii o covado.
Meltocs para roopa de homem a 155C0 o covado.
Cssemiras iogleaus a 300O e 34 00 o covado.
Ganga para coberta a 240 ros.
Cretoce de 700 a 320 re.
Gaardnoapos de 6000 a 35000 a duzia.
Bramantes de oho com 10 palmos de largara a 20300 a vara
Fichas a 500 res um.
Babadea bordados de cor a 600 e 800 reis cada peca.
Cortes de fustSo para collete a 18(00.
Lindsimos tecidos arrendados de cor para cortinados de 4 000 a 10000 e !2C
o met'O.
AlgodSo americano 50COO, 60GOO e 71000 a pe;a.
Espsrliihoe para eeshora a 40000.
dem para meninas a 20500.
Tonihto de foatSo a 60500 ms a dciia.
Flanella para vestido, lindas desechas a 400 e 500 res.
Merinos pretos com dus largaras de 20000 a 800 reis o covado.
Ssrfcepn de todas as corea a 240 reis o covado.
Linn s de cores, hodissimos padrSes a 240 reis u covado.
Flanella de qnadres a 500 reis o covado.
FustSo braceo lin os desonhos de 20000, 800 e 10000.
Beodas Escocesas a 320 reis o covado.
Panto da Cot. liftrado para mesa a 10600 o oovado.
Cortinados do crochet a 1( $0 0 e 80000.
Setiaa de cores n 8\.!0 e 10000 reis.
Cobertores a U300 sa*.
Assim como muitos utros artigos que se vende com
grande reduccao de precos.
Grande quantidadft de retalhos de chitas, brins e
lans.
56 e 58 Ra Duque de Gaxias 56 e 58
Telephone n, 210
Loja e armazem das Estrellas
44ROA B11A0 DO T81UMPH0-44
fachinas a vapor
Moendas
Rodar, dagua
Taixas fundidas e batidas
Taixa3 batidas sem crava$**
rum
B6WSAN
h mm m mu
POR
SEXTA PARTE
BERTHA E RENATO
II
A Marionette
(Continuaco)
Nao espere semclhante cousa,
Henri-
que Basta dizer-lhe que o amo. Que
me importa que seja casado ? Que importa
que tenha obrigacoes ? Se queria que eu
pensas.se em tudo isso, devia primeiro que
tudo obstat-a-que eu o amasse... Sou eu
acaso a culpada.de que n'um momento de
embriaguez me murmurasse ao ouvido pa-
lavras ardentes que eu tomei por palavras
de amor, o que foram dire:tas ao cor-
ceo ? Sou eu a culpada de lhe haver per-
tencido ?
Agora demasiado tarde para me re-
pellir .. a nica ventura da minha vida
reside em si, e por isso hei de seguil-a
por toda a parte e por toaos os meios.
Proponha-me morrer depois de o tertorna-
do a ver, que aceitarei a proposta de todo
o meu coraeo ; mas indispensavel que
torne a vel-... Pouco me importa que o
se*amor me mate, eu que nao posso
prescindir desee amor. brincou com o
fogo e ateiou um incendio, de cujas de-
vastajes nada o pode agora subtrahir.
Gontkia a manter em seu3 depsitos completo sortimento de utensilios para lavoura ven-
dendo sempre por precos mdicos;
MACHINAS A VAPOIt de differentes systemas e tamanh03, de Robiuson e outros fabri-
cantes, e de 2 a 12 cavallos.
CALDEIRAS A VAPOR multitubulares de Fletcher, para funccionir com o fogo das for-
nalbas das taclias.
CALDEIRAS A VAPOR Cornish e typo locomotiva para funecionar com lenha e bagago.
RODAS para agua:
BOMBAS de motuncontinuo.
MOENDAS e neeias moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeadas.
ARADOS de differeiites .ystemas,
CR1VACOES para fornallias.
XAS n
a voutade dos agricultores.
MACHINAS para descarocar algodo de ti a 50 serras com alimentadores e^empastadores
Fazendo parte da direcgo de sua fabria o Sr. engenheiro Augusto Clark, vantajosa-
mete conhecido dos Srs. agricultores pelos seas trabalhos de monlagem de grande numero de
Usinas fanecionando neste Estado, iacumbem-se de mandar vir e erigir garantindo a produegao e
ualidade de assucar ;
APPARELHOS e meios apparellios de vacuo
DIST1LLACOES completas para alcool e agurdente, a vapor fo^o n, para grandes f
pequeas fabrica.
52RITA BARIO DO TfffMPHO-58
E' possivel que lhe causo raedo esta
paixo que lhe descrevo ; estimo que as-
sim seja .. Temendo-me, pensar em
mim ; prefiro o seu odio sua indifferen-
5a, porque o odio de um homem a urna
mulher muitas vezes o caminho para o
amor.
Eu sou urna rapariga quasi selva mulher, irei procural-o sob as sombras do
velho castello de que usa o nome. O es-
cndalo nao me assusta mais a mira, do
que a tempestade assusta o guelande...
Quero-o e hei de tel-o... isto tito certo
como certo eu anjal-o... Repito, Hen-
rique, volte para mira, que o espero. Ou,
seno, acautele-se fe
a
ZEVEDO & MENDONC
8
SOCIO RESPONSAVEL
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico-cbimico p la Eac la de Medicina do Rio de Jeneiro, ezr-in
liro opharmaceatieo do Hospital Martimo de Santa Isabel, es pba rma oeutio ioasco
iar de diversas oommissSM medicas do governo gril e proviooial no Ceara, ex oa
effectivo, profwsor da Escola de Homanidde, ex-membro da commisolo de pby aijap
ex-iospee*or das aals do Initituto Pharmacevti MEDALHA OE 0UR0 do mesau Ioatituto ( ao mrito profis onat), alomno do
Corso de Medicina, etc. etc.
Medicamentos magittraes e officiuacs
I CAPRICHOSAMENTE PREPARADOS
Grande s< rtmento de drogas, productos chamicos e eapecialidales phsrms-
ceut icfaa, o^donaes e estracgeir&a.
Fondas, sondas, irrigadores seriogas, pessarios, pnlveriBadores, etc.
Tintas, veraises, pinceis e maitos oatros artigos o pintara. Vistas e cot os
artigo? para fogo de artificio.
ARTIGOS DE PHOTOGRAPHIA
PRECOS R4SOAVEIS
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GRANDE LIUDACAO
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A' saber:
MadspolSo, algodSo, nhitas, crotones, naosok, brilbantiaas. fusione, brins bran-
cos e de cor, vo>l>, merino preti e de c-, cacbem rs, lans, sedas, cssemiras de todas
as cualidades, flanellas, bramantes, atoalhados, pannos para mesa, gaardanepos, bre>
tachas, to!h-a de linho pura mesa, esgoiSes, cobertores, colchas, certinados de cam
braia e crochet, pelerinas, cortes para vestidos, omisas, collarinhos. panhos, grvalas
bertursp, meias, lencos, laques, miadesas, perfuaurias, fitas, bicos de seda e algodlo
brancos e de cor, sombriahs etc-, etc.
Previoe-se qaa a liqaidacSo com aya es
oras da tarde at conoluir se todas as faaeodas.
8 horas da manhS e acaba se si 5
MTHO DA M
N. 3 tul DO CABSA' -13
GRANDE
m t iH mmmmmimiffti
B3 Itfurga 4o Bosnio as Z9 SI
Telephone n.{52
Has Gara i t .coahecendo a inadiavel cecesaidade de oue se resoentia esta
grande capital, Bem poopr sacnhcios e depezas, soaba de tundir os antigos botis
C0MMCRC1AL E CONQRES8ISTA em nm grande estabelecimento com hospedan
snominando o
Grande Hotel Commercial
Alli encontrar o publico pernambaceno e os illuBtres viajantes, alm de bem
preparadas comidas, beb isa rias e eseolbidi-s, ama bem moneada e descante hospe-
dara, com todas as prescripcoes hygienicaa^ a par de nm servico completo por parte
o grande pessoal do que dispSe esse iropertante estabelecimento, hoje o primoiro em
seu genero cesta cidade.
McDtdo com a masima ceececc'i, dispSe o GRANDE HOTEL C0MMER-
''JIAu de um salSo de recreio artiatioame te preparado, onde podem ser realisados
9?aqsetes.
O propriet;.-rio deste estabelecimento pede a visita do publico Petnsmbacaoo.
GRANDE HOTEL COMMERCIAL
Ra Larga do Rozario ns, 29 e 31
tanto pelo meu carcter, como plos meus lh'o dig^o), acautele-s da
instinctos, como pelo meu nascimento.
Tenho as veias, segundo me disseram,
sangue de reis mouros; descendo de um
Boabdil pela judia Rebecca, minha ante-
passadaj que foi sua amante e de que fal-
lara os romanceiros hespanhes.
As minhas paixoes sSo indomave3, e
ninguem me ensinou nunca a arte de as
solicitar e de as fazer dobrar ao jugo da
razio e das conveniencias. Quando eu
tenho um desejo indispensavel que o sa-
tisfaga, ou que perega na luta ; portan-
te forcoso que torne a ser meu amante,
Hnrique, ainda que o deva ser a seu pe-
zar, e a pezar do mundo inteiro. .
Voite para mim, Hnrique, e creia que
em attengo por si, guardajei as conve-
niencias a que tamanha importancia d ..
Nao pisarei os preconceitos do mundo,
proporcionar-lhe-hei os meios de rodear
a nossa ligaco de um mysterio impone-
travel.
Mas se for desapiedado, se teimar em
fugir-me, ento acautele-se.
Repito, entre nos ha umlaco indissolu-
vel, e o meu amor assemelhar-se-ha ao
mais violento de todos os odios... Per-
turbar-lhe-hei o viver, destruir-lhe-hei o
repouso domestico, tornal-o-hei to des-
grayado, que o obrigarei a pedir-me a paz
e a vir procurar, junto de mim, as con-
solacoes que lhe reservar o meu amor...
Nao adaguo a illuso que poder, afas-
afastar-se
ama.Esther .
III
Um
amigo
O elTeito que esta carta causou em Hn-
rique foi rpido e fulminante. A ponta-
na de Camelia fora certeira.
Guiada palo conbecimento dos recantos
do coraco humano, nao hesitara a pecca-
dora em usar daexaggeraco afim deque
fosse certeiro o golpe.
Tinha a certeza de que a perturbado
momentnea, que lancra em todas as fa-
culdades moraes do Sr. de Croy, nao lhe
permittiria notar as incoherencias e as di-
yaga903s da monstruosa ep'stola. Nao se
engaara. Hnrique nem de leve se ad-
mirou de que a mulher humilde e resig-
nada, a Magdalena arrependida das pri-
meiras paginas, se tornasse na ultima
Messalina ameajadora e fogosa. N3o no-
tou nem o empolado do e3tylo, nem o
balofo e variacao dos sentiraentos, tirados
ao mais vulgar dos melodramas.
Nao vio nem comprehendeu sno urna
cousa, era que Esther o amava, ou dizia
Qualquer outro, mais habituado aos
acasos da vida, do que o conde de Croy,
achando-se era urna situaco semelhante,
teria guardado nx carteira a carta da sup-
posta filha dos reis mouros, e limitar-se-
hia a lanjal-a providencia de casaca i
preta que se chama commissario de poli-
vez que cia. O magistrado municipal teria imme-
mulher que o diatamente chamado sua preseuca a au-
daz cortez, a quem a araea9a de ser
mandada para S. Lzaro nao deixaria de
operar rpido e salutar effeito. Hnrique
uem se lembrou de tal expediente.
O papel fatal cahio-lhe das mos, quan*
do acabara de o 1er, e jazia no chao a
seus ps.
Hnrique levantou-o, e queimou-o na
luz da vela ; depois quando nto restava
j senao um pouco de cinza negra, dei-
xou-se cahir na poltrona, completamente
aniquilado, tanto de corpo como da espi-
rito. Quiz reflectir, mas uto o conseguio.
A sua alma tornou-se um cahos.
A sua posi'9ao, com effeito, do ponto
em que a encaraya, era insustentavel Ne-
nhuma sahida, nenhum meio termo, nada,
nada I Ausenta r-se Mas Esther perse-
guil-o-hia como urna fera perseguiudo a
sua presa, e cada vez mais encangada.
Deixar-se ficar Mas que diria a sua mu-
lher, que lhe nSo perdora senlo com a
condigao de sahirem de Pariz, e que con-
tava com a jornada no dia segrate !
Hnrique sentia passar por diante dos
olhos deslumbramentos semelhantes aos
que precedem as apoplexias fulminantes.
Nos ouvidos sentia zumbidos sinistro.
cortinados lhe gyravam era torno n'uma
roda infernal.
Estendeu os bra90s para se segurar,
ma3 as mos nao encontraram seno o
vacuo ; faltou-lhe o chao debaixo dos ps,
e cahio sem sentidos.
Sampaios
E' fs*o ('eaominadt ona nova marca <
magniM cifirro*. f'bri ama coss ea+ia'*'
foreo; na cinhpr.i'Ja fabrica Mttetrse. 4a"
B. de Rea C. Saccestcres, i rsjt Urn *>
Roaario c. 30.___________________________
Fundico Ge-
ral
Alian Paterfon Sf C. ati-
sam aos Rets freguezes e
amigos especialmente Srs.
agricultores, que receberam
um varia Jo sortimento de
arados os mai> ifamato?.
Syracuse !
.\rados a 2, b 1 !
Cubanos n?. 1 e 9 !
Kerosene inexplcsivel
NEW ERA OIL
De la fabrica de Jobosmita
New York
Esvlmioii y crmlinstia iutailam
YBNDBM
/onseca lrmo
Ourives oceu-
lista
Tbeodoro Jo^ Ramal !
EitaDelecido ccoa cfficica de ocrivet a raa das
Larangelras o 1 avie- aos tros [revertes e M
respei avel publico, qoe osaniem ofiru- hab
liiads?ia)03 para fxvra.cO de qua'qofT t*blh
concentrle I so srie, espera lteme crsvs
(Obg para brlbaates, celos, pencmex, moot>cc
los. cir.
Doora-te, prsteja ?e qnalqoer ictil, roncar
tos em leqoes de madriperola en onlra qa!iier
espece, garantilo preces nnaVros.
Ra las Laraugeirar n. 1
Chcgaram!
Se neotes bovm de horU^.s floras}
Rj<> Estreita do Rosario (jacto a Igra
pocas Hendes i C.
Obras de Vime
Como aejaui :
Cextofl p*ra conjp>'aa
Bero^s
Balaioa psrajpapel
Rcopeirca
e lindas cadeires-
Ri*a Estreita do Rot-ario
(junto a greja)
Fofas leadcs 11
Vinho da Serra da
Estrella
Em fine retas e garrafas, superior a
todaa a outras marcas, pr-prio par
mesa.
Raa Estreita do Rosario (junte da
I^eja)
Pocas Hendes I C.
LICORES, COONA i, VIMUOS rj-
NOS geaerot de primeira qaJijada e
tndo quBDto ae pJe desejar pan bbm
boa dispensa, a preces ua mau rcsomiaVt
possivel-
(Nao temes ompetidoret,
Ra Il'atreita do Rosario (jacte
Igieja)
Pocas Mendes i C.
tando-se de Pariz, afastar-se de mim, __..__------.....~. r.,_,
para toda a parte para onde for, irei eu cima da sua cabe9a, pendente de um
tambem Irei procural-o junto de sua como a espada de Damocles.
amal-o; que nao recuaria (como ella pro-! Conheceu que estava prestes a perder os
pria dizia), diante de nenhum escndalo ; sentidos. Quiz chamar alguem ; e cam-
que o perseguira por toda a parte e S9m- baleando como um hornera ebrio, foi di-
pre, sem treguas nem repouso, que o seu'reito porta, que tao cuidadosamente fe-
socego se fora para sempre, e que urna ca-' chara pouco antes, e que com difficuldade
tastrophe inevitavel e terrivel pousava por, abri.
Nao teve, porm, for9a para ir mais
longe. Pareceu-lhe que os movis e os
>or
io I
Quando Hnrique voltou a si, vio que
estav na cama, e que tinha na fronte
compressas embebidas em agua nevada.
Santada cabeceira estava Bertha, so-
bremodo paluda, com os cabellos em des-
alinho e chorando silenciosamente O Sr.
de Croy chligenciou levantar-se, mas era
tal a sua fraqueza, que nao conseguio fa-
zer um nico movimento.
Bertha... disse elle cora voz quasi
extincta.
A joven senhora erguou a cabe9a e sol-
tou um grito de alegra.
Falla !... murraurou ella em segui-
da ; falla 1... reeonhece-uie !
Depois ajoelhou-se junto da cama, pe-
gou em urna das mitos do marido e co-
brio-a prolongadamente de beijos e lagri-
mas.
O conde de Croy sentia ainda a intelli-
gencia e a memoria obscurecidas por urna
especie de loucura.
O desventurado moco estivera desde as
nove horas entre a vida e a morte.
Bertha, ao regressar do passeio, encon-
trou o sem sentidos.
O medico chamado sangrou-o immedia-
mente ; Hnrique abri os olhos, mas n3o
recobrou os sentidos.
Estava como doido. Triumphou, po-
rm, a sua organisacito robusta.
Hnrique, tornando a si, procurou saber
de tudo.
Bertha responda pouco satisfactoria-
mente.
Renato apresentou-se algumas vezes ;
Bertha nunca lhe quiz aceitar a visita.
O Sr. de Croy, porin, deu ordena para
fazer entrar o Sr. de Savenay.
Urna vez que estiveram a sos, approxi-
mou-se o barao de Hnrique c pegou-lhe
na mita.
Ah! meu amigo, nunca me perdoa-
r o mal que lhe fiz, sem querer e sem o
prever ?
O que ?... Pois sabe ?
Sei, proseguio Renato. Sai que o
terrivel ataque que o prostrou foi u .%
das consequencias da funesta ceia para
3ue o convidei, e de que eu mt arrepen-
erei toda a vida !
Esther disse alguma cousa .-
Disse ; mostrou a Camelia a carta
que o conde lhe escreveu ; disse-Ihe qae
lhe responder ; c a esta carta insensata
que eu attribuo a sua doenca, que rae
causou tamanha dCr e remorso... Euga-
no-rae, acaso ?
Nao, murmuron o Sr. do Croy, in-
felizmente n5o se engaa.
Aps um momento de silencio, proal
guio Hnrique :
E a mulher ?... A mulher 1
A infeliz disse-lhe a verdad, res-
ponden Renato, araa-o, coa nm amor seas
nome, que chega ao delirio, que paree
loucura ..
O Sr. de Croy estremecen: Renato
proseguio :
Quando soube o q>:c acontecen,quia
envenenar-se!
Meu Deus !
O Sr. de Savenay proseguio :
(Contina).
Typ. do Diario, ra Duque de Caxiaa
<.
awki



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