Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19182


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Full Text
A\MOLXX
. <--
Domingo lO de 9mi lio fe 1994
s
fr
ERO 130
DIARIO
PERIVAMBUCO

PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adianiados. 81000
Por seis mezes adianiados. 15&000
Por um anno adiantado .... 30&000
I Bi MAHOBS. FIGtSIK0& BE f&BI& & FILH0S
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAgOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre & C/, residentes em Paris34 ru de
Provence
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adianiados. ,
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
161500
330O0
1100
1200
*>-

Telegrammas
Rio de Janeiro, 8 de Junho, s 6
horas di tarde (recebido na estaco s n
hora e jo'minutos e entregue meia
noite)
O Dr. Rangel Pestaa retirou seu pe-
dido de demissao do cargo de presiden-
te de Banco da Repblica,
Em cambios sobre Londres fizeram-
se negocios hoje desde 9 e 9J2 at ye 5/16
d. por i^ooo.
ltio de Janciru, 9 de Junho, s 5
horas c 20 minutos da tarde (recebido
na estago s 7 horas e 5 minutos da
noice, e entregue as 8 horas).
Na Cmara dos Deputados nao houve
hoje numero para se votar.
Foi exonerado do cargo de vice-
director da Faculdade de Medicina dcsta
capital o Dr. Pizarro.
A taxa do cambio foi hoje de 9 e 5/16
d. por 1 (000.
Cruz e prolngamento da Estrala da Ferro
Conde d'Eu de M lung a Campioa Grande,
com sede rio Pilar e com a denominado de
Estrada da Ferro Ti nbibi a Nova Cruz.
Arl. 3. As despezns n;cassarias para elTe-
ctuar esia9 divis5es correrao por conta dos cr-
ditos attribuidos construegao das Estradas
Central Art.*." Fjcam revo_'.idas as disposiges em
c nlrario.Floriano Peixoto Bibiano Sergio
de Macedo Foutoura Costallat.t
Ministori da Fzenda
Poi demitlido Gaspar rio Reg Monteiro do
lugar do tlissouroiro da AlfanJega do Rio
G-ranlc do Norte.
Foi aposentido o thasourero da Imprensa
Nacional Filadolpho d: Sou/.a Castro.
Foram nomandos :
Chafe da sango central, o I." escripturnrio
Antonio Ririeirao Perreira, I." escriplurario, o
2 Jofio Antonio de QVeirog Rosa e 2." o 3,"
Gomes da Silva Seabra.
Bjrcellos e Fernando Abbot o Salvador Ayres
Pinheiro Machado, pelos servidos prestados com
dedicago e valor na defesa da Repblica, em
diversos combJtcs contra os inimigos da patria,
no Estado do Rio Grande do Sul.
LXSTRUCCAO POPULVR

j
j.
EDUOACO
HERBERT &PENCER
CAPITULO IV
A F.d cacao Ph'jsica
Os -sanies severos, juntos ao curto perodo
consagrado sua preparagao, forrara a recorrer
a un -;sl un que inevilavelmente enfraquece
a sad d: todos aqnelles que verem de se su-
jeitar a elle ; sao prova nao de crueldade, ento
de lamentavel ignorancia.
Este raso ser e:n gnn le parte excepcional
talvez s encontr paralleto as outras insti-
_. tuicOes do mesmo genero.
Mas p r mais raros que sejain>sts pasos, sa
bast.n'js para provarque o esplfta 19 geracao
nova e*l t muiio sqbrecarregud ) A.- exigencias
d'essas escolas iiornaa;-. exprimi lo as ideias
das classes Ilustradas, raesm > m falla de qual-
qu r outra prova, indicaran] urna tendencia ode
minan lo para um arstema desnecessamreaita-
tinstante de edocacao intollectual.
Parece extraordinario que haja tao pouca
consciencia dos perigos da educago excessiya
dorante a mocidade, quaudoha urna consciencia
tao gcr.il dos p-'L'os lessa educaco durante a
infancia. Mnitos paes ha que ao menos canh
1 parcialmente as ni i> consequencias que sa
' m ii precocidad^ infantil. Em todas as con-
versad-Gas se pode ouvir a rejjroya^o diqu.-lles
que excitam muilo cedo o espirito .los seus fi-
hos. E o medo desta estimulagao prematura
proporcional a>> coiihecimciito que se possue dos
seus eireitos, como o testemunha a opiniSo de
om dos nossos mus distinctOS professores de
physiologia. que nos disse que nao tencionava
dar lico aiguma ao lilho, antes de elle teroito
ynnos de idade.
Has apezar de para loda a gente ser urna ver-
' imiliar me nm dos nvolvimeuto forgado
ia na infancia tras consigo a lra-
I physica, : Fraqueza iutelleclual e ate a
irece o se qoer comprebender
esta mesmajutrode impera anda na ju-
. ella 6 ioquestionavel. As fa-
ilvem n'uma certa ordem
e !
nfcrma a essa
rae muilo bou le
. s altas faculdade.s sao
: .ra o stuJo
becim '1! mais comple-
xos abstr.n mi sn epoclia o espirito
p ; use,p3 excesso de
estu a 1 m garal s lese avolve
Q'jm l iquelle que f naitiral a ida-
de. ia aiKirmal quj se conquista ser
inevittvelmenle acompanhada por aJgam mal
equival me, ou [wr mais do que equ\\.ilente.
[U3 atureza 6 um caizeiro exacto, e
. pjdirdes emqu tlquer verba mais d > que
ell no I: disp 'lid 'i-, o bataneo teri de ser (Vito
com urna le lucco a qualquer outra. rti se d .i-
sar a atureza seguir o s ju processo regular,
l)en..s eui la lo 'm llie Tjrnecer em
qu inti lades c qualidades proprias, os materiaes
b:u!"5 qus cada idade reqner para desenvolvi-
mento pliysico e espiritual, ella opportunaminte
.rmla/.ii''um individuo mais ou menos perfei-
I tain inte d .envolvido. Mas si se insistir ni des-
envoivimento prematuro ou improprio de qual-
qi; r pirte, ella poier, com mais ou menos
pro: :=to, f.izer a vontade ; mas para que ella
possa satisfazer esso excessi de traoallio im-
proiirio ter de por de ladj outra qualquer t-
rela importante.
(Conttnu .
Ministerio da Industria e Viacao
Foram muneados: o thesoureiro da directo-
ria geral dos Gorreios Antonio M ircira de Oli- mezes
veira c Silva pira o lugar de thesoureiro-al-
moxarife da mesma repartico, conos venci-
muntos que llie com teliivn; Jos Francisco
da Rocba, iel do thesoareirb da directora ge
ral dos Correios. para o lugar d! tliesoureiro da
admini tracao dos Correios do Districto Fede-
ral do- Rio de Jaaciro, com os veocimen'os que
Ihe co npetirem.
Foram demnlid >s, a bom do sjrvico publico,
Jos Vieira Ban leira, do lugar de contador o*
Correios da Babia ; a bem do servigo publico e
como traidor Repblica o lelegrapliista de 2a
classe da repartii.ao g;ral dos Tilgraphos, An-
tonio Simplicio d 1 Silva a bem do servir |>u-
biico, o engenheiro Augusto Fauslo de Socza
Ju ior, do lugar de engenheiro do porto de
1.* dlasse, do 3' rUitcio de p>r:os m nti-
mos.
Foram aposenta toa : los Galansancio Pe-
reira, no cargo de carleiro da administracao
dos Ccrreios de Matto Grosso, com os venri
raentos que llie competirem ni forma da lei ; o
eidadao Affbflso HenrqniH Cirrade Si, no
lugar de ebefe di contabilidale di repartigo
geral dos Telegraphos.
Os telegraphistas chelas da repartig> geral
dos Telegrapbos, Jos Antonio de Oliveira Cos-
ta c Joo Hermogencs Pimenlel.
Foram Borneados pira a administracao djs
Correios da Parahvba:
Tbeoureiro, o ra-ijor Jos Lucas de Souza
Rangel; otile al, AiToim Joaqun Teixeira.
praticante da mesma reparticao ; Alipio Morei-
ra Goarim, praticante da administracao dos
U irreios de Mato-Groso, para o cargo de oti-
cial da mesma repartigo.
Foi exonerado Antonio Dias Pinto, do lugar
de thesoureiro da admiinslrago dos Goneios da
Parahvba.
Foram promovidos a amanuenses os pratican-
tes Joaouim Hanoel So ires de Me leiros, Gus-
tavo de Oliveira e Mello e Antonio Benriqoe de
Alrneida Monteiro.
Foi nomeado porteiro Joj Paulo de O'iveira
u Souza.
Jos Antonio Brando, praticante addido da
administrag'io do Correios de Matto Grosso,
para o cargo de porteiro da mesma repartigo, e
Bdlevao AaasUCH) Monteiro de Mendonga para o
lugar de amanuense da mesma repartigo.
Amanuense da repartigo fiscal do governo,
junto Companhia Rio db Janeiro Citij Improve-
ment*, Jos Daniel de Oliveira Martins.
Foi demiltido o engenheiro Pedro Luiz
Taulols do lugar de director da estrada de ro-
dagem D. Francisca, a bem do servigo publico e
como traidor a Repblica.
Foram demiidoa, a bem do servigo pu-
blico e romo traidor Repblica, os seguinles
funecionarics da repartalo dos Telegraphos.
Telegrapbistas de 8." crasse, Manoel Francisco
Lodos, Paulo Manoel de Godoy e Antonio Va-
DoeJ da Cosa ; inspfftor de classe, Luiz
I'hillipowschy : insoeores de 3 classe, Luiz
van der lluff e Carlos leasl Jnior.
Foi nomeado o engenheiro Marciano de
Agmar Moreira para o lugar de director da Es-
trada de Ferro Sul de Pernambuco
Ministerio da Harinha
i Foi Humeado Manoel Candido Barbosa, para
exercer o lugar de escrevente da armada, per-
pertencendo respectiva brigada,
i Foi declarado ao quartcl general da armada,
. que os oflieiaes reformados capito-tenente Ma-
! i.oel Gonealmg do Valle Guimares, I." tenOTtW
' Arthur Waldemiro de Sorra Bclford, Francisco
. de Paulo Oliveira Sampaio e Olympio Tompson,
Le tenente ;: "nardo ulando Pereira Ferreira.
devem ser considerado^ todos no noslo em que
, se achara ; percebendo o 1." o sold por iuteiro
e rifis iluas quotas de grattflcacao adiccional
por contar 27 annos, 2 mezes e 2 dias de servi-
' go ; o 2. deseis vigsimas quintas partos do
respectivo sold, vist ler de servigo 16 annos,
ID me/.es e I (lia ; o lerceiro desoito vigsimas
I quintas parles do sold, por contar <8 annos, 1
hoz e ti dias de servigo ; o 4." quatorze vigesi-
i mas quinta-< partes, por contar 14 annos e 1
de servigo ; e o ultimo, a terga parte do
sold, visto ter 5 '.annos, o mezes e 8 dias de
servico.
Gaverno do Estado de Pernam-
buco
Despachos do da 6 de Junho de 189
Club Dramtico Familiar. -Informe a inspec-
tora do- Ihealros.
Maria Eugenia do Nascimento. Informe o
com uandante do corpo p dicial.
Pedro Jos Montenegro Remettido aoDr.
queitor policial para Fazer entregar ao peticio-
narios os documentos junios.
- Da 7 -
Bacharel Cassi'.no Amaro Lopes Jnior. -Co-
m) requer.
(i .-rmano Molla. Inform: o Sr Dr. juizde
direl > dos cisamentos do Io districto.
F. P. Bouli'reau. -inform i o Dr. inspector do
Tii"souro do Estado.
Fraiicjliin Americ > de Albuquerque Mllu. -
Informe o Dr. inspector do Thesouro.
ilerculan > Ferreira il 1 SilvaInforme o Dr.
jais de direito do municip o de Cimbres, man-
dan lo juntar os documentos de &U3 tratan os
arligos 2 e 3" do decreto n. 2,5Gb' u : i8 de Mar-
code 'GO.
Izaba) Francisca do Quent.d.Os docunun-
tos iram entregues i peticionaria em 27 de
Margo de 1889.
Joaquim B. dos Rjs & C. -Informj o Dr.
iu-p:clor do Th;sourj.
D. J. Sve & C, Inform: o Dr. inspector do
Thesouro.
Medeiros, Laync & CInforme o Dr. inspe-
ctor do Thesouro.
Mainel M. Gouvcia.=Ao Dr. juiz de direito
de municipio de Rio Fornnso, para man lar jun-
lar a certido pidida.
Dia 8 -
Amonio Gomss Crrela. -Indefirido.
Eufrazio Jos de Mosquita.A' junta medica
do Estado para inspecciona" o peticionario, que
se loe apres ntar.
Joaquim Fianciseo 'le Miranda.Informe o
Dr. inspector do Thesour 1.
Jos Bezerra de Mello. -Ao Dr. juiz de dir
reito do municipio de Nuzuvth, para man la
juntara certidao pedida.
Pedro Jos de Oliveira Mello. Informe o
Dr. inspector do Thesouro-
Secretaria do Governo do Estado de Pernam-
buco. 9 de Junho de i9i.
O aju lante do p irteira,
A. id Fotuec 1.
a o deve pagar o respectivo contribuinte tac pe-
q'jfla differenga: de acconlo com o parecer
tos ioeinbro-1 da c asse convida los para fazer
parte da Junta.
Samurcos & !'. -Deferid >s unicamenle para
serjin ricluulos na 2.* diviso.
Jos de BoJsca Mello & G estab decides no
predio n 4 A ruu l." de Margo -Quaoto a inclu-
r-.o do estabelececimento n. 89 a ra Duquj de
Gaxiac, nao existe; e iudef rido quanto a ser
alterada asua collecta em vista do parecer dos
oesabwdt da classe, coavidados para fazer parte
di Tunta.
Braga & Machado. Deferidos alim de serem
considerados no.A.' divisao, conforme o parecer
os membros da classe convidados para fazer
parle da junta.
Vicente de Araujo C. Deferidos alim de se-
rem clossilieados na divisao em vista do pa-
recer dos membros da classe convidados para
fazer parte da Junta.
Femandes daOliveira & CIndcf'-rido por-
ijnanto das iuformag5e3 quer da Iteceb doria
quer dos me9R>s va classe coavidados para fa-
zer parte da Junta, lem o recrreme aroiazein
de vender drogas.
1'0*~
Ma alavanca da revol'a e tan'd-.OoJtduoa eela
Cipitaiao dia 13 de Setemor$ tarie e a ms tu-
ras recoah-'ce os intuiics jo* c efes e co nja-
niiHiroi que o aesvairaran.
Conversando en Mmievdo, t'um botel, con
n c otficial da arm que Bi-iopre Bel ao governo, exoronrava tea p'o-
cel.mmio, o ex-cajitaa-ieoenie Lira declaroo
q*, par.lJano exaliaJo da revo'ia, cuafiderav*
ag ira urna feticid tat se o rebeliej t lumptiissem. o Braza lM-
na de^gragaJo pan s 'iipre, lies eram as amo -
gOes desurd as dos ejs cojipaoe.ros, qae ja
de :-y.i raj faz'a a i r.'ivei partilm da admt-
aH'-rsgSo o paii.
E era a imprecisa epnblicaca qae meo ia I
Recebedoria do Estado de Per-
namhuco
Despachos do dia Ode Junho de 18>i
N. R I-elippe-Certitiqui-se.
Furias & Aliueida. Joaquim Pereira da Silva
Reis Informe a i'Secgo.
O porteiro,
Custodia B. da Suca Guimares.
INTERIOR
A revolta
Questura Policial
2.* secgo N. 125.Secretaria da Questura
Policial do Esta lo de Pernambuco, em 8 de
Junho de 1894.
Sr. Dr. Governador. -Participo-vos que foram
honteni recolhidos Casa de DetengAo os se-
guintes individuos
A' minlia
PARTEOFFICIAL
,t
ACTi>S DO PODER EJECUTIVO
Decreto n. 1705 A de.10 de Abril de 1890
m ArL i." Fica dividida a administragao da
Estrada de Ferro Sul de Pernambuco era duas,
constiluindo a priraeira o trecho comprehen-
dido eitre Palmares e Garanhuos, com sede em
Palm ires e com a denominagao de Estrada de
Ferro Sul de Pernambuco, e a segunda os tre-
chos d! Paquevira a Uniao e da Barra do Ca-
nlioto a Aguas Bellas, com sede em Uniao e
com a denominaga de Estrada de Ferro Norte
das Aiagas.
Paragrapho nico. Todo o prolongamento ou
rama' que de futuro derive da Estrada de Fer-
ro Sul de Pernambuo para o sul flear subor-
dinado adminis.ragao da Norte das Aiagas.
Art. 2." Fica Igualmente dividida a .adminis-
tragao da Estrada de Ferro Central de Pernam-
buco em duas, comp'reliendendo a primeira a
Central de Pernambuco, proprjamente dita, com
ade no Recife, e a segunda- as linhas de liga
jo do Timba ba ao Piare Guaiabira a JJfova
Ministerio da Guerra
Foi nomeado membro Jtfcttvo da commisso
technica militar congulti\ai'o capit5o de fragata
Afronso de Alencasiro Graga. ^^
Concederam-ie as honras mwiato de alferes
do exercilo aos alumnos da Facwilqde de Medi-
cina do Rio de Janeiro. Osear Vinelli e Augusto
do Amara! Peixoto, em attengo aos bos servi-
dos que prodaram durante a revolta.
Fui promovido, na arma de iofantaria ao pos-
to de alferes o alumno da Escola Militar dosta
capital Luiz Soarea Harta Barbosa, pelos Borri-
cos que prestou, com toda a dedicago e bravura
no holophote da Gloria, durante a revolta.
Foram demittidos: o rmjor do corpo de es-
tado-maior de .1.' classe, Alcides Bruce e o c,a-
pio do mesmo corpo Jos M iria de Beaure-
paire Pinto Peixoto, dos cargos de substituios
da E-cola Militar da Capital Federal.
Foram Horneados :
O capito Antonio Pinto de Almeida, director
da Fabrica de Ferro S. Joio do Ypanema, lugar
que ja interinamente exerce; o escrivao do al-
raoxarifado do Laboratorio Pyrotechnico do
Campinho, Jos Casado Accioli Lima Jnior,
para o lugar de almoxarife do mesmo labora-
torio.
Goncederam-se :
Aposenladoria ao almoxarife do Laboratorio
Pyrotechnico do Campinho Honorio Gurgel do
Amaral.
Reforma:
Com o sold por inteiro e valor da frinha, ao
cabo de esquadra do corpo de enfermeiros Lud-
ero Vaz Cardoso, visto contar mais de 30 annos
Je servico e haver sido em inspeegao de saude
julgado incapaz de nelle continuar.
com o sold por inteiro aos 2.M sargentos do
i.' batalbao de arlilharia Clarindo Gomes da
Silva e Jos Domingos dos Santos, por haverem
sido julgados i'icapazes do servigo do exercilo
era consecuencia de ferimentos recebidos em
combate, este na fortaleza da Lage, no dia 10
de Novembro do anno passado, e aquelle na de
Santa Cfuz, era '.0 de Outubro anterior.
Honras de postes do exercito:
De major ao tenente honorario Brazilio Nunes
de Menezes, em attengao aos relevantes servigos
que tem prestado Repblica;
De capillo-medico de 4.* classe ao Dr em
medicina Pedro Queiroz de Almeida Godinho,
pelos servigos a]evantes que prestou durante a
revolta.
Foram nomeados :
Instructor da cavallara do Collegio Militar, o
tenente dol3 regimeDto da mesma arma Ray-
raundoide Abreu.
Pharmaceutico adjunto do exercito, com ex-
ercicio no Laboratorio Chimico-Pharmaceutico,
Militar, o pharmaceutico civil Guilherme Langs-
dorff. .
Declarou-se sem effeito a portara de 19 de
corrente, "que nomeou o JDr. Joaquim da Silva
Naiareth, professor interino de nogoes concretas
de minneralogia, geologa, botnica e xoologia,
do Collegio Militar, visto nao ter aceitado a no
meagao. ____.
Foram concedidas as honras do posto ae
coronel do exercito aos Drs. Ramiro Fortes de
que sj adiam reco-
procede se nos ter-
distiicto da capital
promotor publico as
orlcm, Julio Cezar Teixeira de
Macedo, vindo de Garanliuns, como alienado,
com destino ao asylo da Tamarincira.
A' ordem dosuo lelogadi do 2" districto de
S. Jos, Rosalina dojaesus, por off Misas mo-
ral publica.
Cominuoicou-ico o delegado do municipio
do Brejo que tendo sciencia de que na noute
de 32 para 23 do mez ultima um grupo de cri-
minosos hara assallado a casado coronel Fran-
cisco Cordeiro Dias dos Santos, morador uo lu-
gar denominado Barra, para all se dirigi, ve-
fifteando terem os ladr:s subtralii lo jotas, di-
nheiro em ouro, prata, nickel e cobre 110 valor
estimativo de dez > vmte coutos Je ris.
Procedend > a outras diligencias efl'ectuou
aquella autoridode a priado dos individuos de
nome Luiz Ferreira de MjIIo e Antonio Cordei-
ro Feitosa, in ligitados co no autores do critn
Constando posteriormente mesma antorida-
de qaa o individuo de nome Antonio Francisco
de Paula ora chafe do nlludido grupo, mandou
cercar a casa em que elle reside 110 lugar i'ilio
d'Agua conseguiudo a sua prisao a^s 1
resistencia, da qnal rosu'tou seren fendas gra-
vemente duas pricas das que faziam parte da
forga.
Contra os delinquentes
Ibidos cade a respectiva,
mos da lei.
Pelo delegado do 1
foram remettidas ao Dr. 1 .
diligencias policiaes a que procedeu contra o
sentenciado Eduardo Candido da Silva, por ter
no dia 7 de Maio ultimo fendo na Casa de De-
tango, ao saucompanheiro de cellula Pedro Nu-
nes de Oliveira.
O alferes Ermirio Jos Francisco de Souza
assumio no dia 3 do corrente o exercicio do
cargo de delegado do municipio de Barrei-
rosT
Ao Sr. Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima, mu
to digno governador do Estado.
0 questor,
/u/10 de Mello Fiiho.
Thesouro do Estado de Pernam-
buco
Despachos do dia 9 de Junlio de 1894
Joaquim Ferreira de Sant'anna, Emilia Adelai-
de Nelto, Manoel Alves Barbosa Successores,
Maria Anna I avalcante Reg de Lacerda Brre-
lo e outros Informe o Sr. Dr. Contador.
Medeiros Layme & C.-Ao Sr. Dr. Contador
para mandar escripturar.
Gomes Augusto Gayo de Miranda e Cassemiro
Alves de Souia.Haja vista o Sr. Dr. pjocura-
dor fiscal.
An'onio Gomes Miranda Leal. A' secg5o do
Contencioso para os devidos fias.
Jos dos Santos- Barbosa e Barao do Limoeiro.
Certifiqese.
, Borel & C. Declare o fim a que se destina a
certidao requerida.
Antonio Fernandos Pereira Braga Informe
o Sr. Dr. administrador da Recebedoria.
Eugene Goetchel 4C. e Coucelro Irmaos.
Deferidos aflm de proceder a Recebedoria de
modo que ha]a mais proporcionalidade na dis-
tribuigao da quota da respectiva clase, urna vez
que iocontestavelmente diminuta a differenga
entre os contribuimos das diversas divisoes em
(0 Paz. Em volta dos fugitivos do Paraoi, esta horda
de r-'P'otioB que se mova "ara o crlme ao ace-
00 mi ir de entre ell8s=-3-ime-8indo Sarai'a
-4ugiD?na e eoerena o cur iao de Roldados re
pu> i,3li jj, ver udi-ira huta le s- que tem por fim bvrar a IJaiAe do heduaJo
birbaro coj 1 existencia de hornera (6 e ai-ie-
nula po- EUorddaees e a'tentaioi qoe ha mana
o colloca-am f ira da lei.
Temes cornado, cara o telegraroms do nosso
coliega Osear Gaanao^fino, a per-egoigi eai
)uh, para vioaicia toril), se empeoniram o
i avo' conmaodadis pelo her icos e illustra-
d is j ia-'s ijue rvem a Kepu^lica.
O dei.'Ola'lor?3, inceuli res f oien, c .rri >m ii luido, soiiQl)a f.tili-
i-aa inhara arrogancia paraos Iracoi e venc 1^
1 r en proear:n.e a mi'.taj proteewai de
nfun enojes,
E obronhaL-se ni fl re-ti; p-i;v.iram os des-
til iieires conhecilo, por onde gsnh>r a uar-
;a ^a loa de un teTitorio neutro ; mas todas
g pa-3'.? '.'3 ast.1 o lomadas, molt'plieJiD ge Ibes
em lo'R 1 os violadores di hoa-a e dos b'ios
nacionar aspieir.bidos peles maldito.
As mai*SM.fliresUi, ai Bayan ai dos co-
unas, as carnadas das Tjjonianhaa erigam-
s-1 de satres : saj or b nalhOaa e rgimen o?
armados p ia eooblica I N-tsfileiras compactas
rmala a binaeira da Ordem e Propaso, t
Cunsag ata no faeno d3i co-nbaiea, vacada pelas
bal s das inimijos da Patria I
Vibra o ry oco d Rapub ica e os notaos bra-
vos bascara atroidlaa dluperta, p-ocarau-a naa
famas, n s fseonderijas mais t acasos, oide
rada un d*qaelles tlgre de boitem procara
> d- vida I
Um telegramma do general Ewerto 1 Qasdroa,
qile ra'S ab'ixo inaerimai. da a certeza de que
os (actos se pa sam assim mesmo, no I m^mqna
extrema do Ss'.ado do Paran, e que breve ser-
Qog-hi dada a v^n ora de uociar que Gauer-
i-lmo e seos fero:ei seqn e<. se nao pigaram
com a vida 03 eens cimes, cablram em poder
dos nos30S bravo?, para a jaatiga sopreua e
iadefectivel
Osear Giaoabarino adiaota alguna consa a
es e d-gpiobo. A 2* d bao do exercito em ope-
rag6e3 no Pirana segnio ante-hoatem para o
territorio osde se desdooram os ol irnos aconte
cixenios da invasao nos Estados do Paran e
Santa Catharina.
O (elegraoima do aosso querido collega de
relacgao traz outra* noticias da loteresse para
os noagos leitareg, como se val ver.
Coriiioa, 30
A V dii-o parta boo'.em para a Ria Negro^
jado'vai estteitar o cerco a Gumersindo a su
^OTTfee le quartel mestre do rej?ira*nto da
artharia de po ig5o ds eusrda nacional, Jo
Aj es Pinto Jaaior, era reultado da queda de
cavallo, na Lapa, fracluroo a artU'uUgio do p
e.qaerd".
O dwlmcio officidl fai transportado para
ddada e 8ch3-se era boas coadigOss.
A temperatura daseta aq&i a 1 grao abai-
xo de zea. C*he muita geada.
iD'O Pai: do de Jooho)
O 8r.' Salda ubi da Gama val voliar; ordem,
pelo meacs, na de receue-...
Ora, co vennamoa que a commisso directora
da re?a!'.a est abajado do seo poder I... Em
ba'qaa o Sr. Saldanba I... Sia o Sr. Salda.
nha 1... Regresse o Sr. Saldanba I... A coinmis-
ao deve ter bem em mente que o embaixador
perante os syndicat03 europeas pode revoltar-se
e... fogir. -.
E' exacto que o pro lucio do cofre do tVeno3
deva estar muito dafal.-ado... Por ieso mesmo,
a porqae eao eoberanamente ridiculas estas
marchas e coaira-marchas, que peusamos qae
a commisso nao anda acertada no que nos diz
o segrate teleiramma :
Montevideo, 31.
Te'egrapham de Bneos Ayres dizeodo que o
"omite revolucionario brasileiro resolven fa
zar reg easar o 8r. Saldanba da Gama aquella
cidada. _
Esta reaolugSo nao bem vista por infiancias
federalistas, que recuaam acreditar em qne mi-
se tomada.
Esta marcado o dia 3 da Juano para a sa-
bida da eequadra do almirante Jeronjmj Gon
galTes. ... j.
^Bminni' o seu cargo em Sam Anna do
DflEeuto o intendente joroael Sebastio Bar-
I diatincla republicano foi acompanbado pelo.-
ebefes legalistas Castello e Joao Francisco Pa-
A".ham-se em trras contlneataes portu-
goezas, na Ear. pa, e ji foram Hateraados, os
asylados da esquadrllba portuguesa qne segul-
raui ao Rio da Prata escoltados pela corveta
Affonso de Albnqoerque. Esta commanlcagao
da 00a o Sflgointe telegramma :
Lisboa, 31.
Chegaram boje 149 offilsea e pragas doi re-
voltosos que 00 Rio de Janeiro tiveram aeylo
as corvetas portogaesas.
De ordem do governo e conforme as disposl-
gO js ji tomadas, esta gente (ol distribuido por
Pentche e Caxlas, onde flearao Internados.
A verdade seajpre apparece e manda Deni
qoe se a diga.
O ex-capltao tente Lara, que, c
esta
(D'O Pjiz Je de Jamo)
Os revoltosas, desmoralzalos par tantas dar-
otas e hnta ootiNiS, contiauao no Rio di P:a-
ta, ni r^carisj trauqaitlo da oeatraliJada de
Montevid o a Basaos-Ayres, a guerrilbi dos
boatos, das meot.ras desarrazoadisl...
03 homena que can vezas p>' ea*e processo
tomaram Crugaayaoa, Bag e S oi'Aioa do Li-
vrameoto, recamagam o mesmo e-ufad o y'te
ca das victorias coloidal oos cafi daqaallas
capltaes. Terriveis enonsleirosi
Saoe se qae 8aol'Aaai do Livranenio estere
por rrjolio lempo desocoapada. Eolio es revol-
tees uso t:veram a Mea de en rar na praga
aoandonala. Posbaml Agora que a cidade
esta oaroejida, qoe ts aotondadei rapublici
as ji voltaram a seus pasto--, que os federa-
listas, br.gSes do3 buteis e paasO'8 aterres de
Montavi leo, se lembtam de qoerer mpiuitir a to-
mada do LTamanto e ou ras necedades igaaes I
Esta cc-uaa sem nexo e faldamento cania-oos
asslm um dos oossos correspondentes :
Montevideo, 1.
A i i.prensa desla capital fez-s ecbo do romor
absurdo de haver sido procla oadi polos revol
10803 a separagao do Rio-Grande da Sal e qae o
respectivo govaruo provisorio vai ser organi-
sado.
Accresceniam os jorcaes que Rapbael Cabeda
entrn em Sa t'Anna do L vrame it), tendo an-
tes tomado as muaicOsa a'aqal envudas par* as
ao o'iia les ligua.
Nao ba nenbum fundamento para semeaaules
noticias, qae nada tm de verosimeis.
Ctieuu a este porto o transporte l.aqui >.
O chela r:voiocinnario de aome Balsamo
fot batido em Poocb-t Verde.
Para qae os eitore ata la mais se compe-
oetrem do absurdo do que propal.vam daqoelle
modo os vadios de Mraievido, damos agora os
seguales documentos -ia desmo-aiisag) qoe la
vra eoire os ^-aodes cheles mititires, da sepa-
ragao coaipleta qaa eslate eate elles e, portaa
10, da impotencia absoluta pira um golpe de tal
form importan'e, que lejuer um cobereocia
entre todas as torgas, o que nao ex;ste.
Bueaoi Ayes, 1.
Augmentan! os oonfltetos eaira os rev:ito;os
brazileiros refagiados a'-sta eldaia
Piragibe. Jacqaes Oa iqoe, Seoasilio Bande-
ra e Gnil Figoelreto OocaotiMB tela Prensa a
expogigo 10 Sr. Custodio de Melt > a.ibre a at'i-
tuda daquelles ofiicues oa sublevagao coacgada
DoHod: Janeiro, por occacio ias proposiaa do
coregDOudente do Times.
Montevideo, 1.
La Prensa de Bae-os Ayres, em sja nomero
de h-niera pnOli-ou um cammani-oalo Mr.
Ak-rs, corropoodante do Times, oe^and i o qae
disse o 3'. Casio lo de Melto auttn o auxilio ot^
ferecido por aquelle jornalisia.
Na mesma columa em qaa pobllcoe a cont-s-
tago, La Prea boje Insere urna carta do Sr.
Cdstoaio da Mallo, caj .3 termos sao os segua-
les :
r. Akers tem por corto frnca memvia,
visto qne e inacreiiiavel que o cor.s oiieate
de um jornal to importante como o rn < por
tanto um cavalbeiro, negaa o qaa disse na to
p:uco lempo.
Em apoi-a da affirmagai coiteatadi po* esae
cav Itiel-o, Daetaria a minia palavra, pareo
desde qua ha pessoas que ma nao coane en,
appel'o p>ra o testemnabo dos oftic.aes qae eo-
lao se acbavam embarcados no Aquidaoau*.
dons dos qaaes, o mea ex-3ecr".aro, cap;tao-te
nenie B'llort, o ex-immedlaio do referio coa
ragado, o capitao-ieoeate Pinto de Si, aqu se
acham.
Eaton certo que estes doas officlaas vlrSo i
imprensa afim de sustenta* a miaba affirmago
e para avivar a memoria da Mr. Afce-s.
Record lhe qae a proposa que mj fez, e da
qurl trata na citada exposigao, foi a;:3 ni cma-
ra do Aquiaoan, em p-esang do comma'i-
danta do Norsemao, vapor 10 serngo te'e
graphlco ubmariao lo Rio de Janeiro, e a;nJa
inai? que entre os arawneetcs aidazidos fi a-
ram qneixaa amargas contra qaast tolos os bo-
mens nolaveis da Resubiica.
Una nota iteraasoie:
A Gasa di moeda tem como oprra'oa 303 e
tantos bomeos; dessea, cerca de 140 bdtram-se
pela RepuDlica, de 3e:a obro do aono passado
a' Margo ultimo.
Fallece-ara quatro dessea patriticos coraba-
ten;e3. m oos Ambrosios, dous r> Armacao e
um ao forte do Gragoaia. _-,-.
-_ Foi preso ante-faatem S ta* ie. em31y3'
CE infDhu.na occaoio man asada para 1
inante empeobo da qoe eti. poa a4a 4
attr toa de lO'.eresse ; te raodaqaeal
pode tomi' com a ama' ralas asas
edas, seo qae estas possaai tur
ras polticos, oa exolicar-M por
dar as.
O arador combata a doatriaa l qae qaalaajar
elaigio nio proteaula valida deve ser jatfB-
da rr-gjla'.
Por meio de expelientes a-aiir .nos m ia-
lanos, ple imsetir-se 1 inercSa aaa a-tisjan-m tD'osd-po-n los n
iPa^sj-ioa pa'a fazer at ao seto do '
sais qaeixas e reclamigoes.
Proca leo lo, pms, da accordo :om o fraaci-
pios axoostos. i 5a ceamissaa fomvoa tato* aa
votos obtidoa D'los candi latos, na Uieaaeae-
le.'gao de zetas.
Dapo s, entretanto, somaoa tio sostente aa
votas das autae aucas osa -encero 1
diada as lasOas e ci solo a l-i qa 1
sua oplmo.
C j'oji'arte haver se deaenp-otiado da lo-
irambeno a ja- Iba 'ora commetida. qiaprtsia
lielmen'-a o aea dever.
B mais nao hoiiv. raaUnla agir sja* ai aa-
tras comcissOes figam o meaao qa loe a J
(Gazeti de Noticias da S de Joobo)
Mais om Sr. Jep-jtado tomoa asbalo httatea
entre saos pares. O S*. Joaqoim Ignacio Toata.
represen aata do Estado da Rab*.
As coinni8-6*8 -ncarregadu das aparaeflaa
eleitoraes de pr*ideate a vice p*esideaia da ra-
paolica cra-lairatn os seas irattil k>-, seoio
presentad-* o da 1* eonmiaaV), dado anti- aaai
iem i mesa *epou de deolarada acerrada a
aeaaao.
Aa 1", 3' e 4 comanaaoe* declara-aa qaa
seas trabalbos eatavao coaclaiaos o (llanda
passar a limoo os relattrlog, qae ten ana tiantaat
mesmo aprasaatados.
Em vista disto, o Sr. p-esidcnte declara* ae*
ana vez qae nao haver* sexsao por astea dits, al
qae a mesa confeccione o sea relalo-m, qazaia
convocara nova seasao da Congreaao.
B nada mais baveodo, levantoa se a
EXTERIOR
oor erdem do governo
federal, o D."
Francisco, qae ji esi de viagem oa'ra- tal a ordo
de Barros .
do traaaporte do guerra
EUROPA
rranfa
Em ommemoragao aa 8 anoiversi'io aa-
tal! cu do re Affanio XIII. hoare no da 17 fa*
cepgao em palacio e festejos popeta-es.
A ratona ratate s-igaoa por aqaeHe mitivo
varios decretos da indalio, nos qoaes compre
h-a.i-.n se algnoa cn-apliva de aoarb'SUi da
P .lias ; e, -aoabead 1 os depa'ados rrpab ica
qoi aire: raa 4 mooarcba, felicuaa-oa
eesa reaoiagio.
Palo mesmo motivo hoj.c ignlm.'a s fe
britaantea em tolo c remo.
Tim-ja-n "n commemoragao as fstt* in I
lz Iro, orago da ctdade, a ranha re*nta assig-
'ou decretos de inlato e aaurtl* por deltetar
de imprenaa.
A Iraorecaa diacsts o p.-ojecto fae drver
se* preent- i* edrte#, relativj a repreMaa do
aoarcnism tendo ji ado dece'adas sanas ae-
ve-aa ns*e proposito u ora r^u'zaen'o -pa-
ca! cooceraeote a raada Je materias *x.Jost-
ras.
A!m disso, foram e"factaada p-ises ae aaar
chisus, sobra os naaaa recaswm saapaiu-i de
preme litados atienta ios. Sea-maartja, pardas,
auas macbia3f6>3 nio cetsam e o* (acto* -a ra
proluzem e a p*ocadenia sa manit-su clara.
Ni capiul aac-ss urna explosao de dynaxiie.
da qual nao haveado teiisaiaoU vvcUaax a ia-
maatar, limitara a se os esi.-a^o a preja sos sia-
p'esaenle matenae-.
No piteado Carralza, p-ox mo a cidale de Bi-
l- (explodio orna bomba de djnauU c.ajaa-
do grandes aastrogos em diversas casas.
j.m Perro I scibam da ser deseo roerlo diver-
sos pacotas comeado ayaamit'.
A polica msl'-urou nqaento a respaltt e les-
coati.-aa que e acba oa puta de ama tentativa
.os aoarcbatas.
O procarador fiscal, 10 sea relalorii sobra
o atteoiado contra o uj'.eral Mar u'z Campas,
o^d'.o a pena de merta pan s caaplices da
Pollas; e foram effe:tiv*m- t- covi-anaJoa i
pioa capital dea-tea aoarch tlaa, oos m*- oa
p! calos n'aqaaila atteiUdo, -ola :-:do o oa>
tros menos compromatddos, aa aassaaro at 4,
conlamnados s ga'e- parpaai
Negado o indulte aos rtTt e-sdidoa a sota,
foram reco bilo*#o ur'.torio,a a'-ibi saolraai ata
idos pa- i -i:ti, al
forte escolia, acom-ianta'
logar da execag.\ na es mada 2e Maattaa*
tiram alies Archa, '
.
Sabal e Berna'., catapUcea na Palios, iao
lado.
A primaira descarga do fHot5o, eccr -.aa
do lasilamenu-, oJina > P-gas loabaraa,
lera ada^a tt-cs e leva*ax a tiros de Q
cordiassaaiouvios
Era oaajaenu o namcro d; pcs'oaa p-seena
exeengio Nao ievfra l- .-xcrdi^o o 3M.
Oa joises qae taasntaaajJM
'
.:. ^. a,
cwd.-os da
Ieuire us cuumuuiuiea ua uncs uiiisum im v -w-r. ---r- --- -Z_h.. a una.-,
relagao a de n. 25 que pela forjare seu negocio'do o crosador t R publica coastuato-ae poae-
Botetim
(Gaiefi de Noticias, de 1 de Jonbo)
Nn'lm ect dies quo die nao entra para a
cmara oa para o senado um novo representante
da nagao.
Hontem foi o Sr. Ganaroso Ponce qae prestou
o compromisso regimental e tomoo asseoto na
cmara alta.
Mas nao foi isto.
O Sr. Mllton, como presidenta da o' commis-
so, das encarrogadas de aparar a eleigo a que
se procedeu em i de Margo deste aano, para
presidente e vl:e-president'e da repblica, apre-
sentou o relatorio Je s<.U3 traaalos, segundo ti-
nnamis annandado.
A f* commisso s leve de estada' as actas
do Estada de S. Paulo, poia qne nos Eatadosjic
Paian, Santa Catbarioa e Rio Grande do Sol
nao bonv; eleiglo, pelos motivos especiaos qae
tolos conhecem.
A commiasao, no entanto, proceden a demo-
rada e con8Cioclo3a analyse de todas as nthen-
ticas, alim de verificar sa por ventura foram
nellas observadas (odas as pres:ripges da le)
qae regal* o aeanmpto.
Era isto preciso, nSo s como bomeoagem de
regpeito i mesma Iel, votada pelo Coogresso
meemo, esmo ama oaceisidade para Armar ares
loe qae no lataro podem ser ae grande impor-
tancia, e dar exemplo da serieade com qae o
corpo legislativo deve encarar as qnasioes sobre
qoe ae tem de pronanciar.
Actualmente, accrescenta o orador, certas ir-
regularidades e diflerentes omisaO s,-qae a com
miisao apona, grande valor talves aio tenbaa,
pota qae se trata de ama qoaal-acclamecao.
De oatra ves, porm, podes ellas inflalr do
rosoltaio do pleito, e coovm Armar preoeden
tes, qie orienten 03 congresso fnjroe.
mor te.
A esquadra IranctsaJld^Jed'ie-raoej aa-
eoron emCidix, genio re^ebiia eam Kraadae
fesias. AN.fficiaiidaie I01 tffareczlo aa laato
banquete e eap-ctaculo de gala. ,
A mesma officilidade e goaroigao da eeaae-
dra lem ldo alvo de oaaiiilesi .fi-s eaaaasiaa-
ticas.
Em Xerex tambem celeb aram-ae fetaal aa
honra da mesma esquadra.
Foi dem ttido o cvernaJo- da rr
de Valencia, lando sido garalmeule bem accatta
essa providencia tomata pelo governo av eas>
j anclara occarrente. ____
Depois da cremouia do *ea ca*aas)aaia a
pretndante D. Cirios de Baarbon '* *
guate telegrm'.e Carrdllio, aaa
logai lente em Hespuaba :
Praga, 18.-Ao eair da celebrasao e aaa-
so caaamento o\ai'*ino. Berma, e eo, ajae jMS-
so primetro acto saja enviar, por tea iadarasedae.
aaa carlnhoaissima sandagao aos asVi
Hespanba e lestemaobar-lbea a n-seap
graUiao pela esp-rataneiiade e aotbnstaaaaa aaaa
ate aa aaaciam a nossa fcUlctdade.
A nica somora d'esle dia tao vantasaao
nao os bavermos tido laoto a nos, niaa aapw-
mos t-r em breve o praxer de oa receaaevsaae.
Carlos. ___ .
0 mesmo prebndente asaagara-se, m eacra
ve#a a Leio XIII a prop*iio do sea diaear
peregrinos bespanboee. dando i S. 8.1
pjlas qaaes nao lbe 6 poesivet abdicar das 1
pre eogoes ao tbrono de 8 apania.
No entretanto, eeae dtacarw caaaoajaa 1
dnd geralmenle boa impreeaSo oca dreaaea
liticoa. _. .
Ora, o Santo Padre, ajea
amabldade pira com a agio
veltoa o entejo para reaovar oa
uniio patritica de todoaoeida
ta do tbrono de Afooao W.
da proepertdade da Boaca a ca
nilidade. ... ^
Matto corroctiaeato atertats t <>.
ssmpra lea prC5* *f lVVftJflTwm
tfttaaaaaeata eeaatitaiae, Lela Xat aa asa <
\

;-------TT-



%
Diario de Pernambnco Domingo MO de Jnnho de 1*94

eltioa o aale-aeteadee-e prudan-
ffcado a qoeatao como qov oa carlistas nao
te outro camina a seguirse au. sabmetter-ee
i poder leijitanumeote constitirdo, > aob peo*
a*e rebetiareafetoQtra o cnefa superior da egreja
rita-anca.
C aasim qntcomo cot\ o Sp. No:eda!, dr-
xtado, antigo-.eflefe do partido ^carlista, dire-
rtar do jornal -ntlholico II Seilo Fotaro, de-
3*roa n urna grande reooio doa sena partidi-
awt que, como bois citholicoa, leu de obede-
,- ftquellas ir:3ira'\0e8 de Leso XIII.
Os se aioda*qae o Sr. Nocedal ap^oveitar
ea* ensfjo para adherir monarebia de D. A'-
? age te facto tera para a poltica hpspanbola.
Sr. Nocedal bomem de granie prestigio
*)BteKectual e moral, e a sua aune-ao a monar
sta aff.rasina deve influir poderosamente no
ama amigos correl glonarics, qae da certo se-
avrao oseo ejemplo.
jsperara-ae importaota3 decla-agGas publicas
-nos carlistas, de que obede-erao aoa conselboa
* papa.
Em Acal de Henares reazon-je ama so
teoaidade religiora em corntcemorscao do an-
aiivorsano da morte de Cervantes, o celebre au-
..*a*ro D. Qttixote.
Assistram ao religioso ac o poeta aue* de
urce, presentantes da impruosade Madril e
actos peraonagens.
epoia da ceremonia religiosa houve umi pro-
c^asao cvico militar, que fol depr ama co Oo
afcn a estatua de Cervantes; e nesa occaeiao
jraaiociou nones de A-ce un eloq-iente dls-
4ro em boara de Cervantea.
__Pol ama ceremonia ltnnonenta e mlabil's
astas a seaeo de recepgao do illu'tre aramatu--
gchegaray na Academia ue Madrid.
Ao en diacar3o responden o eminente Gaatel-
Sm, produzindo entre aa pesaoas illaatradas
jfftade sensaco oa trabalnos de amhos.
.. O Sr. Celleraelo, posaibilista amigo do S-.
"itatellar, fallando ha ponco no congrego, one
<-'Zbsb apoio leal mooarcba.
ete aclo iodignon o Sr. Salmern, que accu
so om vehemencia o Sr. Celleruelo. O iaci-
KEte tornoo-se tomoituoso, e o congrego em
aae&ida reosio se em sessao secreta.
Como medidas preventiva para o caso da
(Mate, que g-assa em Lisboa, 'ornar am ca-
rcter de gravidade, que a' agora nao consta
ajea apre ente, o goveroo mandn iosiallar ea-
ae de desiafecgao do systema Pasteur, em Va
jOECia de Alcntara, Badajos Toy e Pregena!,
orjo os viajantes snjeltos & inspeccao medien.
feegaram noticias de ter apparecido o Chole-
a em alguns casou dados em Coraoba, Orease
.aluza e Tuy; o que tem feito- redobrar-se
t* vigilancia na fronteira portogaeta.
: f06terlormente, verWcadoa esaes caso?, foi
esasmeotida oflicialmente easa noticia de iovaso
. 113 bolera no reino.
*.T. Segundo noticias offictaes anteriores, rela-
bris ao estad; das culturas em toda a Hespaona.
navas fertilisaram a maior parte das trras,
i cereaes tiveram um grande deseovolvimen-
os- A vinba coraega a mostrar frncto abandao
as, taiendo- todo esperar que haver boa co-
taita.
Aa fructas e-bortaligap, que cooat'toem ama
ATKade rlquesa para a exportagao de Mu'Ca,
ffcsncia e Alicante, estao dando extraordinarios
-- timen tos.
las, posteriormente con'ta, que em rasSo das
meadas perigam as colbeitas em todo o reino
-flatasi.
Sa.Gallita tm sido eraes a.tempestades de
r3seve;epor esse successo excepcional, mui'.o
Sffreram Saria, Burgos e Avila.
O aervico de eetra'ae de ferro e d08 telegra
^tosem direcc&o a esses pontos acbam-se pj'a
jOf, teodo o aido tambem o servio da es-
aw
vi doa respectivo empregadoa.
A impren8 reprova a enppressao da lega-
--Jfeo argentioa em Madrid.
Do porto de Gyon, no golpbo da Biscaya,
'-.^simunicam a explosSo das caldelras do vapor
Itordin.
i aeponea importancia foram os eatrag03 ma-
*rtaes, mas lamenta-se a morte de 5 pess aa e
as fe i Tientos de moitas ootraa.
ambem, nsa mioa8 de carvo de Calera de
.-eos, deu ai orna explo;So de fogo grisoo ; em
-sssoUado Ja qusl -a-.o.arbirar 7 peasoaa.
O escriptor Martines ViHergas acaba de fal
.ser.
lambem Boccnabio aos ferimen'oa que rece-
aera de om touro, em cccasi&o que com elle li-
4i oa pfaj doa tonro3 de Madrid, o ceiebra-
o 4b espada Sportero, caja iotrepidea e peicia
eRm geralrxieot'i coihecidas no brutal entrete-
teaento, qua Ihe pos fien existencia, e era, e
-ratinas a ael-o. as delicias do povo heaoanhol
O seu cadver foi transportado para Sevilha, e
ac ealcul)-8e em 10.C00 o numero das peasoas
ierro, os reatos mortaes do lo-1:loso tourelro.
O Banco de Hespaoha augmeotou a cren-
ijco 8 incuria em I8,72j ?00 Dsela, aacen-
leudo, Dortjnto, o passivo a 935,203,50) pese-
A crise operar a da Andaluzia, a ma:8 tr
?el que tere bavido cestea ltimos tempoa em
iesaanba, conina no mesroo pstado. t?ndo os
a)Gnlcipi03 esgotado ladoi os recursos ordioa-
Toa e extraordinarios, de qoe podiam d:>pd-
ec ornaes e socorre?.
O governo envicu fundos pira se continuar a
aaatrucQao de elr?das. lato, porm, nao pnde-
-- ri remediar a iaens&o da crise e conjurar o pe
asno qoe della pode rejulta'.
A ermara dns -epatados, aoa
orevi8oe8 para erpro^essado o de-
putaoo T ussaint e interferencia
do governoRfE^icoe? de projec
toaIn'erpe&cOes, ordem do dia
e moc5es de cooflacca concernen-
tes a queslOes religiosasBequisi-
gao ao Vaticano para retirar o nun-
cioCasamentes dos diplmalas
Visitas pnacipeecaa ParirEx-
roiico de bellas) artes e eoncorso
de eymnastica m Lyon e as deca-
rr0eBde Perier e RaynalRetiraos
do gabinete Casimir Perier, sua
causa e riilficuldades de orgonita-
co de novoCombinacSo do Sr.
Dopoy, que foi aceita e constitue o
novo mioisterlo Conttrancla in-
terncicnal de tarifas das estradas
de ferroCen'enario da Escola Po-
'lytechnicaOa anarcb'aUsExecu
gao de Em'le : aryGrande festa
am Notre Dam. a proposito da
beatiHcacSo de Joaona d'Arc A
eobaixada amanita Outras noti-
ciasNoticia d9 Mrcalo.
fL cmara doa deputados conceden permiaaao
Bata ser praceeaado o depotado socialista Tons-
*tet, acensado de fomentara give geral.que
ateni?va por todos os meios.
Antes deata aotori-aco, circulon oca corre-
otorea da cmara e caosoa grande Impressao a
aoticta de qoe o governo, qo^ a principio. mani
Seetava estar resolvldo'a se nao eovoWer na
-"^aesSo, drfenderia, pelo contrario, o pedido de
Itoriaagao, sustentando-o mtsmo enrgicamen-
te al ao ponto de por, ee preciso toase, a ques
Cao de conHanca.
2jlito causava estranbesa, porque ae trata va de
b asaompto envelveudo duplamente a dignlda-
-#e da cmara e a questo das immooidades pa'r-
tameotarea; mas o Sr. Casimir Pe'ier, esiav
- ectivameote resolvido a proceder por esta tar-
tos, e deu cma grande prosa de coragem lasen-
O presidente do coeaelbo p clartmen:e a
. fteetao, faseado comprehender que Della ie r,5.
tratava daa prerogativas da cmara, mas da
oriea'.acao- dada pelo, goveroo dlrecg.So geijal
400 oegocioa.
5fcSo heaitou em diser que o pedido de antcri.
-ac5o-para p-oaegomeato do paoceeao ormufa
4ocootca o.Sr.Tou8saint havia- aido>reiectld:o,
-e que (ora da eoa parte em acto poiico, qae-
ado provar qae os depatado* nao t .ifreitos do qoe oa ootros cidadfcoa ptrante aa lela
rio eeo paix, e que a juatica igual para teaop.
Coiocidtodo com a reaolucSo da amara, ai>-
parecen am violento manifest socialista dec-
- raudo qoe o procesa 6 *r.Casimiro Perier,- presidente do oonselho fe
*; ntatroao ao parlamento.
a\ meama cmara regettoa Qt projectea ten-
- temes, orna problafr i im prensa a pablicacio,
. tm capital, e outro a substituir as execocOesta
zalhotina pelofOBliamento.
JS,i proppjjtonfci deaeobertoiam (rima aa^r-1
chista, enjo titi era d<(trair o eliio em qaa
guardda aqu lia masnina da vindicta social.
J Sr. Pomcarr, d^pottlo, r>i nomeade
relator da cammissao da orctmeito pa'a o pr-
xima -exTcicio.
Iate'pellai'j o governo a3, refera caorora
sobra-a qaestao la escolas Motea, responden
soore o asaompt) da mji> quo a seasao foi en-
cerrad;; i-o: ama ordem io dia deconflanc ao
ministe.i., que teve graate miioria na vota-
cao.
U'uatm !nte agitanlo o goveroo a questao re-
IRi->sa,.jirov,icoa a cmara urna mogao de 600/
risnea, que fot approv^di pj- 33i voIjs coaira
i.
A vista de'te facto e consecutivamente foi paa-
sada pelo comprtea e miniaterio una noli ?o
Vaticano, pedndo a reii-aia do nan i o ap stoli-
cj, mcnaonjjr F;rra'a, teodo-se 8abmeltid)0
arcebiepj de Pjs resoloco do goveroo aoore
eo'errs'reotoa.
O :aii3lro da guerra, general Mercler,
apreaeotou om projecto da l.i ceaodo um cor-
pe de tropas aahinanaa; n fii promulgado ub
decreto que prov sobre o camieoto da dipio-
matase agenta consulares con estransteiras,
pois, eeguu o o rslatono qua precede o maamo
lecreto, salien'ou o mioistro, que taea ca3amen
toa tornaram-se maisfreioeotea, e para ell antorisa^ao nao deva ser a regra, maa a gxcop-
C&o.
O decrato es'abeleco : I- qne nerjnuo agente
oa funccionarij Jos servicia diplornat coa ou
cooaular poder contrahir mat-lmonic sem pr
va auiorWaj) do ministro doa oezocio3 ea'.ran-
gelroa ; S* qoe, en so iratando de caaaaento
com paasoa do nacionjale est-angeira, p?-
dido de autorsagao dever ser dirigido ao mi
nisiro da modo que este o receba pelo menos
um mea antea da data da prime'.ra puoiicago
legal; 3- quo a iufr:cgao de.sas diipo^g-ea
acarrelar p.ra o agente culpado a exclusao do
corpa dipljma'ico ou consular oa dlaroaioili-
dade.
E' correte as rodas diplomticas que-eaae
acto fol provocado pelo3 recente3 conaorcioa do
Sr. Puenotre, embaixador em Washiosgtou,
com urna norte amerl"ana, e do Sr. de Mjntac-
loa, ministro em Atheaaa, com a lilba do niiois-
tro da Italia, o conde F d'Oniani, aa im como
pelo do conde do Lougier-Villarj, enviado ex-
traordinario e ministro p'eoiaoleociaria na Re
publica de Hiity, que tambem se diaposoo-coui
ama aorte-am rioaQa.
A proposito c'ou nm correspondera fraocer,
qoe N.poleao I disia a Duquesa de Abiaatss, a
esposa de Junot, invasor de Portugal:
A iiulaer pega moit. miis importante do
que se soppOe em ama embaixa'a E' aceres-
centava com a forma brutal de qaa cocuma re-
ve- t r as suaa ida8 na intimidada: Por veses,
duas pote ciaa sao capazos oe ebegarem a ir s
do cabo f porque duas singanas terao brigada
eatrt si. Mo crea que e3lou Mrincando; a
pora verdade.
Rumereja-ae qae oa acceit3 a reeleigao
para o cargo de presidente da Repblica o Sr.
Sadi Carnot, a quem acaba de visitar S. M. o re
Osear II da Snecia e Noruega, qae ebegoa a Pa-
rs, onde tambem se acbam o re Ca loa I. da
Roumacia, a prioceta Josepbina de Flandrea e
o principe Carlos de II-.ienio!e.-n, prximamen-
te casados, qae passeiam a la de mel.
Nio faUoa a ioauguragac da exposic&o las
bellas arles em Lyao o Sr. Casimir Perier, pr .
Bidente do cooaelho de Ministros, que atii pro-
nnnciau am discurso poltico, a que se;liga gran-
da importancia.
No banqueta que Ihe f i offarecido em nome
da cidaje. o presidente do conaelbo dase que o
governo tioba urna s6 ambigaa, a de representar
a democracia trlumpiaote.
A ser v-r, as reformas nao podara ser reali-
sadas contra o governo, mas sira com o aeo con-
curso e pela aua iniciativa. E' necessario re
formar as leis e oa costme', que as preveng6es
caiam e qae es prejuizos desapoaregam, que us
privilegiados da vida compreeodam maii esa-
lamente as ob'igagOes sociaes.
O actual governo t leu urna aobig'o : o rc-
conbecimento da democracia.
Tambem o ministro do ioterio-, o S-. Raynal,
que acbiva-ae na mesma cilade e presidio as
fastas do concurso de eyaonaaticr: ah bavido,
ena banquete que lbe fui offe.recido nronuacioa
nm discurso, aoqiul condemaoa severjmeaie 88
tbeorias dos ioternaciooacs sem patria qae pre-
tendes] desorganizar o pas, por meio de crimea
Infames, no estado actual da Europa, deda'cu
que por ai quer o governo fo'te c >m reaccao.
accrescentando que o apitilguamento universal
talves posalvel no faturo, maj que no eotrettB'O
o governo deve cerrar fileiras e armar a Pranga;
por lim, allndindo campaona proteeeiooisia,
disae qae Lyon e Birdeaux for?m b-tidos, iras
espera no futuro y-e cambista quo as relaces
commerciaes da Franja com todas aa partes do
mundo devem alcangar a mxima expansao.
Ainda em Poitiers o Sr. Spc-elle', m'n'a'ro da
in3trucgao publica bellas artes o cultos, rece-
bando a magistratoa local, manifeatoa sea
neceaaidade abeoluta da unio dos trvs poderes
do Estala para collabiirarem efficzca'?aie na
delesa da ordem social ; e respoudendo i allocn-
gao do clero, recordou a p:omessa feo por ella
oa cama-a dos depntados de u;. r d'am ampio
espirito d? loteraocia naa s.ca3 relag5=J erm a
Egreja, a tim de eritr melindres e desuniao.
N'um banqnet3, na meema cidade, precouisoa
taaobem o mencionado ministro a nniao e a re
couclliaco de todos os franceses a sombra da
baodfira da Repnblica. que s?, li-rosa forte e sr
fes res, A grande qaesto moaicipal de Pariz, sab'e
a residencia ofliclal do r.ofelto do Sena, foi de
cid da contra os ralicaeado Conselho Municipal
O Prefelto do Sena deixou, pea, o pavllbo da
Flora, no pago dnsTuln-rias, para residir defin
tivamente no pago da Mu-.ii ioadade, Isla no
Hutel de Ville.
Qaando noenoa se pensava, sobrevpio nm
iaddoate, do qual resaltoo a retrala coecva
do Rabinete Perifr.
Foi o c ir.o :
Ao goveroo foi dirig la urna proposta, convi-
daodo-o a autorisar aoa ODtrarics e aos emprega
r"os daa estradas de ferro do Esta le a f jrmarem
um ayodicato.
O mlDiaterio, oSo cancordoa com esaa p.-opos
t), faseodo della queato de gibicate, qae fot
combatida e e-a seu logar votada orna ordena do
dia, convidando o governo a accear aquella pro-
posta.
Esse facto p.-odezio senaagSo e motivoa qoe o
ministerio ds*e immediatarxente demlssao, que
foi aeccia p lo chefe do Estado.
Foi axa sorpresa a demisao do miaiaterio e
atiribuida a hostilidade que mova o presidente
do coneelno ao socialismo.
03 presidentes das duas casas do parlamento
declararan! ao prndente'..la Repblica qae a ai-
tuacao apresemnva graedea dillicoldadea ; e com
effeito nem Sr.'Bourgeuis que primeiro foi con-
vidado a incumbir se da o-ganisagao do novo
ministerio, nem o saador Bolanger qae se Ihe
segaio no convite, e ainda o Sr. Peytral, acceila-
ram a incumbencia, declarando esteao presiden*
te da-Repoblica, aue, pelos meamos motivoa al-
legados pelo S-. Bunrgeois, a presente tiluago
poltica era daa mrls criiicas e offereoia immen-
aas difficuldades para de empenbar-se da delica
da miaao, de qae o eacarregava.
Eotao o Sr. Sadi C.rnot vultot-ae para e Sr.
Bri son, qae acceitoa a incambencia, eceoitao
do jo bpm xito das confe'eaciaa-com aeusaml
gos polticos, e se di8se qae com a rlau ala de
p'eitear aquello Sr.. a aoa reeletga". Ou por
esta ccodigSo. oa por desaccordo com os peas
amigos, fa.nuu o eeo Irabalbo ; e o presidente
recorren ao Sr. Dupay, [presidente da* Cmara
doa Depatados.
Bate aenhor acceiton a mlsso e acredltoa-se
geralmeBte qae seria bem-f>ocedido. Comees
ram as conferencia", snrgiam- aa diffieoldadea e
elle todo eavidava para removei aa, ohenndo
por altimo a formar ama rombinago am de
preseotal-a approvag&o do Sr. Carnot. Po
reno, mesmo aseim, essa combinacSo, reeebeo o'ganisador a recasa de diversos polticos qoef
entraras aa combinagSo miniaterial e q*e fa
ram parte da lista, sendo -aaaim oeceaaario mo-
diticar aquella comblaagao ; o qoe fes e babili
tou-se a apresenta r ao presidente da repotca a
coTposigao sagoiots, qae foi aceita pelo meimo
presidente i Dupuy, preaidente do conaelbo e
ministro do interior ; Haootanx, doa negocios
eairaoe-dros ; Poiocarr, da fazeoda; Garin.
da jnstiga ; Leyguea, da instruegao publica e do
cultos ; general Mercier, da Guerra ; Paove, da
manaba; Lourties, dos trabalboa pabilos ; Bar
thou, do commercio, eorreioa e telegraphoa ; Vi
ger. da agricnito-a, e Oeleaaae, das colonias, i
Acha-se, portanto, organiaado o gabinete Di
pay, teodo- q"eDnitlvameote cessado a criae.
O novo ministerio ja ap'eaentoc- e ao par-
lamento e aeu programis fot maito applandldo.
Pira presidente da etmara d > rtepuialoa
ernsta qae ->r nomeado o Sr. Casimir raner,
eai suast ta'go do Sr. Dupay.
Reuai-31 e a Pars r.e'a nrineiri veza
confera icia internacin)!, rrj|os ira naiboa coa-
Bisiem em tratar ae da qa stan de l rilas in'er-
nac'onaea das estrafas de ferro ; e na mea-na
cipr.al celeiroa a escola Polytecomca com gran-
ae pompa o primeiro centenario desaa inst.ta'-
gao militar.
Foi immensa a coadarrencia, nitando s-o a
presenta de diversos ministros e altos per?: i
gens civis e militares 1a repjbllra.
A polica preoccapoa sa com as medioas lo
orden necessanas duri ;te o meeting aaei
do d,a 27, ena c mnemor-gio aos eommanuas
fasadoa.
Neste sentido nao permittio a real3a"f\o de
raeetuigs comm3morrtivo3 projectadoa. M i
da poateno', os partidarios aa cotamu; i rise-
ram roido-aa mani/e3lag5ea no Pire Lachis",
sem que fosse pirem a'terada a ordem.
Fot descoberto am novo eagenbo de tiyna-
mi'e e renemdo cau'eloaamente prefe iu-3
onde se Instauroa rigo'oso inqaeritp ; e ncabam
de ser oreaos oa ebefes aia'cbistas Gaccb, Gae-
rio e Beaoliren.
Na Avenida Kleoer explodio uaia bomba de
dyij.ni'e. Nao prodnz'o offansa .paasoal alga-
sa. mas destruio divera *s predios, inclusive o
palacete do coronel Mossicg, .qoe con tJio ar
ruinado.
A pnltc'a que poi-3a logo na plata do crimi-
nlo acaba de prender am aoareniata que, pelo
interrogatorio a qae fpi stiomettldo, pare-e se'
elle o aut;r. de atteotado. ap^s-ir da Bias den0
gacO'.se ailegagao de ano alibi.
O celebre ana-cbii-ta Eaoe H'ary, qoe-^oii-
demnado a morte. .testen evadi^-sa da prtsa
onde e'perava o cumprimento da seotengi. fo
na madrugada de 21 gailhotinado, morrenio
com coragem.
O condemnado at o momento ical g'jarloo a
maior sobranceria a antes de collocar o pescog
sob o ctela da goilbotina deu eae'gicja vivas a
M rchla.
Apezar da hora, grande mcltiao est-ve pw
aeute n exeengao.
Na igreja de Noaaa Senhora da Pars teve
logar ha p meo ao solemne Te-Deum pela bja-
tiflcagao di herona francesa loanoa d'Arc, olB-
ciaodo o cardeal arcebiapo de Paria com asis-
tencia de 5 biapos n de tolo o clero da cidale.
Distriboos 10,000 convites, a calhedrai acba
va fe repleta de deis. Viam- e ahi o ex- ei de
aples, or orincipea de Joinville, o prioclpa
Henrique da O lesns, os duques de Namoirs p
Chartres. o nuncio, "rabaixador da Austria Ha -
g-ia, o miois'.-o da Saiasa. chefe de estado maior
general Saas-i^r, o general Chareto, roiesio de
ramios ex-zuavus po titicios, numerosos milita
res de todas as g adoagas, commiss5e< da es
cola de Sa'ni Cyr e da Polytecbnica, o ministro
da guerra, o marecbal nrcbert e q aei todos
os sanadores e depatados monarebicoa e cansar
vadores e o meroaas oa'.ras notabiiiiade'.
O templo acbava-se decorado con tr. pheus,
baodoiraa e escudos, nos quaea eetavam inscrip
tos os nomea daa batalbas ganbas ptla v.rze j
de Orleans aoa inglezaa ; e sobre um c.nafal
destacava-se ama enorme (a'xa com a legenda
Deas protege a Fraoga.
O aspecto do templo era ?u prndenla e ma.
nico.
Um eloqoeole dominicano fez o paaegyrico de
Joaona d'Arc, o qaa! impreesionoa oautoro,
sendo em segadi levado ante o tbrono, que
oceupava o areablspo, o estandarte de Joaona
d'Arc, qoe ro bensldo pelo p-elzdo.
Durante a ce-emi>nia ouvlram-se oa accordea
de ama magnifica oreneatra e nm coro de fotafl
admiravelmeate organisado.
Parece que os.radicaes ss most'am .dea-o:i
t-ntas com o governo, por delxar qu-i a reja
ae aliaotasse a celen.ar lestes em honrad
lo inca d'Arc.
A cmara d08 deputados acolhen o project.)
da lastitalr urna festa nacional em hoopa da li
bertadora do te.-rltorio fraoces.
O almirante Gervais foi noaeado para re-
presentar o governo da Repblica na soiemnl la
de do casamento do principe bardei'O da Hoj-
ala.
Foi ab?ol?:do o individuo de nome Renoui-
le. guarda do paquete Siua'ear, qae respon-
da como autor da exploaio tu vida em terrjpo a
bordo daquelle vapor.
Na Parpienan ten havilo conflictos de a!
goma gravidade, entre operarios llaliaoa e
francezea.
A caoaa deatea factoa 6 a concurrencia qu*
fazem oa primeiros, engaand--se por salarios
muito redasidos.
Um deases conflictos, dado na cidade da S3-
tagel, trouxe ferimentoa de parte a parte.
A polica intervmdo nessa lua 3oazigooa os
nimos.
Chegon a Paris urna ernbaixada amna'nita,
qaa acompoabou no seu regreaso Frauga M.
Lanoe38an e esta conjanctamen'e com M. Bou-
lap.ger, ministro das cjlcuias, ju' apresentoa z
M. Carnot, presidente da repblica.
Um dos digi'a*io8 auaamitas, o ministro dos
ritos, ealresou ao presidente a carta que Ule
dlr'io o imperado-, an-esen.anlo'he en se-
guida C p-esentea, entre oa quaea om d-
mala ricos orna cran.la coberta da sela ama-
relia teodo pintada ima s&n.lagSa ao presidente
da repablica e a proaperidade da Fr ngs.
Fcram p-estadas a e^Diixada todaa as boo'as
militares.
O .suc -asan que ob:ev o emprestima mool-
::ipol da cidade de Pars um faci ioaamo'
pois pe odo-sa 200 miinoes aos pee-le me1 a
dos,lvor^u?se8 que.ecoaomsam, estes offerece-
ram 17 milhares de milhOea, iato nada manos
qae qaaai 95 vezes mais noque aa reclamav.-.
E' iaacreditavel a somma de onro qaa existe
em Parla, o d'uheiro qae acode em cauva tor-
rencial apenas ee sonancia urna boa colioogo
do capital.
A cidr.de de Paris emittio 588.235 obrigages
de 3iO francos e Paris subscrevea por .
47.570.276 obrig:;gaes, teado s as entradis de
20 francos prodaziodo logo 9o2 mllbOes.
Todas a sociedades de crdito aoxiliram a
o > -.t-,':_> rio ncei-a do xunicipto, sendo que a
c. mpanbia de agenteri ae cambio sebscrev^u
por (res rniltOea e V.O mil cbrigagaas adepoai-
tou I go 56 mllbOea de fra coa ; o Crdito in-
duatrul 58 OiiSea ; uoia eociedaJe geral 183
milhOea ; o Crdito Lyonez 43 milhOea, o qoe
repreaenta s para este estabelecimlnto banca-
rio, a sqbacnpgo de 22 jnilhOes e 150 mil obri-
HoJBea.
Oa bureaux d'emission eram 115 no todo :
16 ae Ho el de Ville ; 20 as viota Manes de
Para; 15 as aaccaraaea do Criit Lyoonais* ;
32 aoa eacriptorios que a ociet Genrale*
'.em pelos diversos bairros de Pars, e 22 as
succareaes do omptoir d'fiscompte e Criit
Indaatrial.
O aervigo de ordem era feito par 800 agentes
d:flrirjui'ioa par tolos oa locaes onde 80 sib-
screva. Tiveram om irabalbo enorme para fazer
cooler todo ojpabllca, qae per volts das 10 no-V
ras, a abertura doa eacriptorios de emissOea,
paresia bastante irrequieto, cbagaado a baver
serias desordena em frente de rautos eatabele*
cimentos banca-ios.
Mas todo o pitlorcsco do formidavel empres.
timo se caneen ira va as ilaa doa subscriptores
qoe de^le a meia-ooite esperavam i porta dos
estabaleclmeotos de crdito a hora da abertara
daa-reoanigOe.' onde devia ter logara a aociad
oparaco floaoceira. Era am espectculo un co,
extremamente curioso. Oa canel.ts, oa des-
gragados aem pao e sem abrigo correram tolos
em masaa, formando langas tilas em frente dos
martes e dos estabelecimeotos de crdito-.
Vendiam a vez*, iato o lagar. Os borgues s
qae ctaegavam mata tarde compravam o loga'
occopado peto canelai* por 5 oa 10 fraa as
segundo o local e segundo a concurrencia N'o-
ma tila de 10 mil peaaoaa om logar do primeiro
plano valia 20 francos.
Os rolos e oa vagabaados occopavam os la*
.m-'s de f-ente em qnasl todaa- as manes.
Traban violo pra all ao cabir da noi'e, "eale
a vispera. Em oatroa locaea, eraoa oa-peqaeaea
Tideiro8, os pequeos.Ourgaese?, oa aabsenp-
tores de 3 oa &oorigac&ea, qae. n inaiailavam
desde maobi cedo com aa provIsOes de carne
fHa-e gacrafa de vinbo paaa o.alnogo. N'ontroa
pontoe-n4ava posobos com presanto .e copos de cerveja ;
"ra om manjar barato, ao alcance de todaa as
bolsas.
AlBert Sorel Paul Boatgetoatriram para a
Academia Francesa.
Tarlo, o celebre indostriai do escndalo
da melinlte, voodei im govarno allemSo o prlv!
lejil^ e tnv ngo da cma melralha^ora qaa dl.dou.s tenentes, alferes, cabos, etc., all estado-*
2 ',000 ti'os oor minutes e espilha um gtz d-
especie mortfera.
Ogovdrno fraocei rfjeltou o mesmo canho,
eala AHemanbi fol por 5 milhOea de
marcoa.
Oa negocios na Bolsa estiveram animado",
pr ncpolmente pj-ju- o volme de dispc-olrj'.r.
dea nb-igi a urovo-ar movimeoto.
O conaoltda o francs proseguio a sua ma-
cha aaceactonil, moa os vendedores a deacobe.-
lo, qae nstavam altamente comoromettido'a^
ve'em que nao deverlam esperar ma^s tempo
po-a 'esgiiar as us poalgOes, aitffa teatram
utn xneiieiti' de occaaio, part vei-seevt.
vam moio.-es oreja'zos, fazodo ci-caUr o bono
laque eoauais*ao de fazenla oa Goman e-
lito Toe 11 se laugado am imnost.i soo
a i.ia f-svezi. para assim sa oblar o eqoil-
orio do orcimenlo, sea baver necesaila.ie lu
ider lubonosaa reformi3 das cootriba
cOas existentes. O boato encon'roa fac, c-i-s
npiri-3> o cmsdi lado deseen at 100,15. no
BUTientO de ser ma'a vivo o ataque, mas aper,--
'h lo las w dr'-sic-is dos especula '.Tea, na
foi posiivel atiiogi- a pr--go mois ba-xo, p-irqu
'ie"0is da se con-iierdr no aasam.to todos qoi-
zer:a psoerar p-lin daclar^cSes qu1" o S-. tj.
O'St-o da hseda farl "a Cmara, ffeetivf-
maute ao j secainie o Sr. Bo'd-au fec o mus
formal desment lo do boato, nffirraaato q <. es
83 irapOto se-ia um erro inperdoivei, po's
,orejudlcar a siagu'a-raenta o cretr.o da Esta '
qae aofere das couve eOea ja feitas, e das qaa
i-ol r elfectuar, um beneficio mu to miiseonsi-
le-arel. do que poderia tirar da qaalqaer impos
o sobro a renda feanec-sa.
Eb'.b firmal deila--?gao n'um periodo em qa?
rea o oao l 3r>osto p ^.ra a baixa prj-
dosla os sena nalor.es reaoltsdos, povjcando a
IU (t:! iO c:otimos no eofl-olidado.
Os funio-- beapi'ina-a conejar tu as. a'tei.
poea dos jjao-ea durante a aeaiaaa, peloa di-
versos (slt-unaolo* que sobr- ellas prenondararjm
Primeira no-ite dia-ae qae o Uiesoaro be-p .-
nhol sa eacootrav ni cootlogencii de aad po-
der psgar ao Banco de Pa-is e des Pasea B xos o supprimenio 1 50 milb5ea de francoa. qo-
eate lbe fez. n p r consa^cinte p-'siva soare o
mercado at;e;_udJva da venda forgada dos ltalos
da exterior, quo oram dados como cau;o.ao
banco.
Com esta ntela e com a fal'a de firmea do
mercado de Londres oa f.indos baioaa-loea de-i-
ce"* n a' dk 1/8, mas apesir de todos O' cfor
gos o mrcalo moatrava certa resistencia liara a
baixa, tanto qie apenaa sa tjs-'rjm uan 'e*e
allBes lariidi para Madrid de um po1e-us>
b3nque'.rj, lamaliaiam-ate apotrn-eram com-
pra loras pira o acfitosMr a 6i 3/i e d-*pois a
5 4 repat'iago di m "da de orjti italiin i fez
inc teutalocote opoard-er ota no/oelcm-nio da
receia para o tiesojro francs, roa o qnai se
nao contusa qoe pode-a eilicazniaote s-r unli-
sado. A rao'-a italiana de p-ata iiii que em Franca aa eata i -an i j da ci-cjltcao
comprebender urna aomni nao inferior a 70
m.lnes de francoa. e Dor coaeja-ncii eata im-
portante (r-c.".:LQ de ama moada qca e Uw*
aaai nilada na circulagao gem do paz, dev-ra
provoca^ '*-tracgOes, porque a moed. qae ti:s'
no gyro nao preencher todas as n-cessilades
dos trocas. Peius traoalhos a qoe se proceieu
oa casa da moeda de Pariz, venflc.u se que a
cuchagem da moeJa miuda de prata ainta n.>
attlagij ao s -a I: une, para o qaal faltam 12 mi-
lhOea de francos e, portanto, mea no qne a moe-
da Italiaaa uo foase retirada, ai i a bavia 1 -
posigo legal para o complemento dajuelu
a.n eMga.-. Retirada a moeda italiana, evl
dente qoe necessario sabatitoil-a em pir e, e
por conaequen-ia a cunhagem doa li miiae-'
de fraacoa eata nata-aimeate indicada.
?r a cunhagem .ies*a moeJa tem o governo
dona mek.3 de ana po lera asar: oa a comur<
1e barras moedas de 5 francos. Este aii.mc m-io o q i-
jol^amoa asis p-oiicuo, ambo-a o9o p-oiun li
ero aiRum pra o Balado, porque e?nda mu -
to carreeada a circulagao da moeda da pra.a ie
i ranioa, qao tem pal.* liberatorio igaai a.>
ouro, aa grave erro rao apro^itar o eoa j i
a inverso daasa raoe a, em vista da ea irm:'
ditlareuga qae exis e eotre o seu valor bol ti-
lo e u da mrcalo. Con a compra e pra .
p.ra o complemento da cuohagam de moeda di-
vi-icn ir:a, o lli-'soe.ro francez arrecaiar a dif
fereooa en'r** 83 francos, prego actual di prata
do-iheor .le 833 miilea'mo?, com qoe fabricad*
-q.jn.i8 moe-Ja de tro -os e o de 200 francos, em
ne -mitudi. Para ellectua* a cuabigem d
12 m'InOes 'rancos em moa ia3 de 2 e 1 fran
co e50 cntimos ui carece o governo de adiu-
tar mais da 5.100,000 francos, porque com '-.*
dispendio lngara na circoiago c valor da 12
mllbOes de francos.
Ora, sr a Frasca consegu > deaembarag^r a
ana circulagao da moeaa -le prata ituuoa, que
sea trocada por onro. pr.v.urari po." todos oa
meios conservar a po*igao qae alcangoa, que lbe
permiti Mear em melbores eircomslanolaa uin
cooservar o sea sy-lama m Baiano, a por sao
ireririra ihandonar o laJro imp-nvtsto doa 7 mi-
InOes dn franeof, a langar ata elemento de >er-
torbago na sua economa.
REVISTA DIARIA
Ofllciacs !e Justina-Por acto do Ex.
Sr. r. Governador do Estado, de 9 do corren-
te. foi p.-o\i lo nos olHcios de Io Tabeliio do
publico judicial e notas, escrivao de orpliaos e
annexos do municipio de Uravat, o cidadao
Manoel Fraaciaeo Botcllio, com o prazo de 15
dias para assumir o exercicio.
Senado de Pcraainbuco-Nao liou-
ve hontem sessao por falta de numero teodo
comparecido apenas os Sra. Velloso, Luna Frei-
r, Aristarcho Lopes, Si Pereira, Pinlio Bor-
ges, Ermirio Coutinho e Goncalves Ferreira.,
A reuna o foi presidida pelo Sr. Dr. Ermirio
Cesar Coutinho.
A convita do Sr. presidente oceupa a cadeira
de Io secretario o Sr. Pmbo Bordes.
O Sr. presidente dis30lvo em seguida a rou-
nro.
Cmara dos D.c-putailos"Nao hou-
ve sesaao iiontem aessa Casa du Cangresso por
falta de numero.
Eoxi*e correctiToVoltamos este as-
sumpto para por os pontos nos i i i, declaran-
lo que o nosso communicante trouxe-nos o. sa-
que que nos referimos e dcixou-o em nosso
poder ; pelo que podemos apresental-o quem
tiver irrteres3e em vl-o.
Esse saque veio de Limoges, na Franca ; do
valor de 3 820 francos e 5 cntimos ; foi feito
31 de Janeiro cueste anno e acceito 90 dias
em 1 de Margo ; e nontualmonte pago ao Lon-
don Bank em 30 de Maio ultimo.
N'esse dia a laxa cambial oflicial sobre-Lon-
dres foi 9 e /, d., taxa que d Jpara valor do
franco t* >30 res.
Pois bem, o acceitante do saque, pela ganan-
cia do Banco, pagou pelo referido saque......
4:056*890, o que corresponde 14061 e urna
fraego, ou quasi '4062 por franco.
Ora, taxa de 9 d. per 14000 o cambio-sobre
Londres, sendo o valor do-franco 14060, dar,
clarissimo, evid*ntissimo que o saque em ques-
illo nao so n5o foi pago ao cambio do dia (9 e y)
mas tambem foi cobrado e pago um pouco
menos de 9 d., isto com notavel prejuizo para
o seo acce-itante.
Imagine-se agora qae se contam por milh5>'
esterHnos os saquee aqui pagos ; e veja-se^quai
nao o prejuizo do oommercio devido ao pi
que assim o banco Ih mette pelos olhos I
i Itepetimos : caso esse qae exige una correc-
tivo ; e, na falta do oulro, aconsejarnos ao
commercio que use do alvitre de, qaando tiver
de aceitar saques do estrangeiro, fazel-o com a
declaraco de que os pagar pela taxa oflicial
do da do vencimento.
Estas linhas sao darigidas ao publico, e nao
quem nos tem contestado como se fossed-
vogado do London Bank
Invasao do Territorio nitaolvo -
Lemos no Jornal do Commercio d/o Rio,; da&-d,e
Junho
nada, fu constantes irrupefes no territorio m-
neiro.
Ainda ha poucos dias, a mesma forca as-
saltoa e arromhou a recbedoria nineira da
Serr.n do 1'rub. perto de Nativulide.
Varias casas de mineiros all jasen* ar-
rombadas e deshabitadas, sem que ao menos se
faga o c nipetente corpo de delicio, por falta .11
autoridades mineiras.
O Estado do Espirito-Santo, a titulo .le
tratar da trras de fronteira, est venlendo c
j t >m rendido varias sesmams do trras ini-
neiras, estabeleceodo no lugar um commissa
nado de Ierras.
Escotas [afeliameateanda ha entre tAi
: qu i .'.' > comprelieodem que a liaapeza
e o aceib, mxime daa vias publicas, eoodi-
gao ess ncal para a salubridade.
Mease caso se achara aquellas que fazem J ta
gargetas las ras repositorio de quanto tem do
intil cm casa ou de prejudicial, sem se pcao-
cuparam de que asshn concorrem para damui-
ficar i si proprius e aos outros.
Ha at quem leve esaa ni -uria nociva at o
ponto do depositar as sarstlas animaos mor-
ios, que podein ser arrastados pelas euxurradaa
para as galeras de eagoto, transformando-a eai
focos d ;io lindos, qando ellas visam o sa-
neameulo !
Tal ficto, aiis contrario hvriena, e or
bao. expresamente prohibido pelos zelladores
da salubridade e pelos encirregaJos da saniti-
cag.o das esgotos; til facto. diomos, foi atada
hontem praticado por un caixeiro do Sr. Ma-
oocl Gomes, p-oprlaiari) da tavorna A reforma
dn .Vtj Mundo, sita na rui de Santo Amaro
n. 8.
Esse.individuo, tendo prximo ai esUbele-
ciraento um san^radouro do sargeta ou bocea
de eagoto, le/, nelladcsp-jar urna erranJe por-
gan oiiix;o. que foi todo para o interior da ga-
lera. Apilaba lo, par o, com a bocea na bo-
tija, foi multado c preso, sendo rocolbido
Casa .le Detengo por ordem do Sr. Dr. Qu.es-
tor.
Sahio-llie cara, portanto, a infraego ; mas
to:n iu elle, u na ligio, qu i s mica lambeni para
outros que se acharein em idnticas condigos.
Aparte a autoridale as inalhas da|n*de. e con-
seguir reprimir taes a quejandos abusos.
Visitas domiciliarlas rDa Inspectora
de Hygisna Publica r;metterain-no3 o seguin-
le : --.,,-
O Dr. Frailas Gaimaraea visitou o uomiciii >s
nos be eos do Veris o d > Quiabo, e as ras do
Alegra o Veras.
Boceo do Veras :
N. -o, lem um-lamagal in quintal devido a fal-
ta de esgoto
N". 7, tem o nivel do quintal superior ao da
sal.i de janiar o que oecasio.ia a inundago da
casa.
N. U, perteocente ao Dr. Ges Choleante,
estft imoaondo e.precisa ser loio ladtilbado.
N. 13, parteoeante a Santa -si di Miseri-
cordia tem a latrina inmunda e urna cacimba
para onde atiram diariamente pircaras da i."
andar n. 7, da praga do Conde d'Eu.
N. tero, urna cacimba human la e grande
lamaral no quintal.
Baco do Quiabo :
N. t tem a latrina com falta d'agua.
Ra da Alegra :
N. :9, necessit'. ser ladrhado, reparar aa
g-oteiras e a latrina tem falta d'agua.
!t. l, te n falta d'agua na latrina.
Ilua Velha :
N. vo, a latrina nao saponita dagua.
N. 97, pertencente ao Sr. Bariolomeu Lou-
raoco, n o tem esgoto e a latrina al-*m de nao
ter ana falta-llie a competen'e ton-eira.
N. 99-pertencenta ao Convento do Carino,
almdo grandi accumulo d s a^uis de chava
uo quintal devido a fltale osgoto ; a latrna
tem falta d'ajiua. .
N 1J1 pertencenta ao Sr- Joaquina (.osla,
accumulanJo-se grauda quantidade d'agua n)
quintal por falta de esgoto c sen lo o nivel do
mesan quintal superior ao da sala do jantar lia
nos dias eliuvosos urna verdaleira ionadacao
deulro d; easa. Observa-so aiuda falta d'agua
na latrina
N 103 -temo cano da latrina furaito.
N 10 a latrina nao tem toroeira.
N. 107 -e muito liu ni lo o a latrina res lte-
se da fa!t;t d'agua.
N. 111 -esta em idnticas con iiges.
N- 113 -pertene.-nte ao Sr. Teixeira, precisa
ser reta.hado e a latrino necessta de concert.
N. 115tem falta d'agua na latrina
O Di'. Amaro Wanderhy visitou 21 doniiei-
lios na parle .la ra do Mrquez d. Herval,
perteneente ao distrieto de S. Jos.
N l7<-0 apparel^o (sumidouro) que i par-
ticular ac acba ein ms condiges.
N. 18.A casa eslava pouco assciada, o quin-
tal tetn muita lama e quatro porcos.
Nao lia apparelhos da ompanhia Drayuage
alguns domicilios tem sumidouros e outros fa-
zem o despejo cm un terrsno que tica atraz i M
quintaes.
Quasi todos os quintaos estao alagados devi-
do as chovas e a fafta de cano de esgoto.
Teie^raphu NacionalDo Telogra-
pho Nacional nos pedem para que scienliuque-
mos ao publico, que nao se njeme a una
foiuiolidade que legal, pois o artigo 125 do
regulamento do inesuio Telegraiibo dispe que
o empregado da estagao exija dos expclitores
tie telegraramas o come e inorada, no lugar
para to destinado nos impressos, constituindo
segrodo lelographico some liantes indicagoes
Fiquem pois disto avizados os intoressados.
Coasrcssa UMerario Bohemios
de PalmaresFuuecionou essa soeiedade
no dia 7 do correnle sob a presidencia do Sr.
Fernando (iriz, havendo dissertago de umx
those pelo Sr. Joao Carvalho e analyso sobre
varios irabalhos litterarios.
.Vlaiidou-se agradecer a offerta de 68 obras,
feila ao Congresso pelos Srs. Ramiro Costa
& C.
Hospital PortuguezEntrou de se-
mana ueste pi estabeleaimento o rnordomo Sr-
Abilio Bodrigues de Almeida.
A plices dotaesAs apolices dotaes
da Equitativa, vencidas e pagas no anno de
1892, mostrara resultados superiores aos de
qualquer oulra corapanhia da raearaa natureza
do mundo.
recebido
s entr
doa tucecis qu
Paquete Clydelelegramma
pela agencia da Mala Real Inglesa dz que o
vapor Clyde, dever satiir do Rio na terga-feira,
12 do corrate.
H!Iark T*vaiia'l grande humouriHa ame-
ricano a<-aba de passai alguns dias em Pariz,
onde lez una cinferencia era beneficio das es
colas angloamericanas da capital franceza.
Essa conf Tencia foi de principio ao tira urna
gargalhada ; Mark Twain tem tan'o espirito a
fallar como a escrever.
Eis urna amostradesso espirito. QuerenJo dar
urna d-etinig > dn carcter americano compara-
do ao carcter franciz, eis o aplogo qua elle
improvisou instantneamente:
Um americano, ao pesaar por urna ponte de
Pariz, para a examina um pescador linlia-pla-
cidamente sentado beira do rio, a muito en-
tretido em iscar o peixe liypatnetico.
Durante um bam quarlo de. hora, o- i*ri4e
examina a manobra do pescador e como dola
nao deriva o mnimo resalado, decide-se a ap-
proximar-se do bomein e a iaterpella-la em ao
francez: n-Aohl . ahi ?
ti pescador jlta-sa sem .ae perturbar : Es*
tou pescando, americano replica : No, voce
nao est ahi para pescar o uo esttt pescando
cousa nenhama.... indet.\.Sedentreiam cinco
ininutoa-flio liverpescado sea o que ;fr, aliro
com voc ao rio.
O paseador, sappondo.que brincadeira, tor-
na a Jangar a lrnlia, mas lao nultiment^como
at ahi. O am-ricaoo, quo ftcou de pe.por de-
traz delle, puxa pelo i-elogio.'. Pa3sam os cinco
minutos.
O pescador nada apanhbU Ento sem o pr-
veninsagunda van, o americano d-lhe um eia-
purri, o-iromamdasapparece a o .touriste afas-
ta-se assoviando, muito satisfeita.de.baver^up-
0 Pharol de Juiz de Fora, de ante-hontem priraidp um individuo intil.
publicou o seguinte:
Da Seara do Urub recebemos hontem a
seguinte car-a, que denuncia um facto de sum-
ma gravidade-, para o qual chamamos a atteq-
gao docongres90 mineiro:
Sr. redactor. j
.Habastetetempo, mantorno aoverno.dp
Espirito Santo, na fronteira do afcmhuas, ama
forga permanente de 60 pragas.
de effeito com*-
da diegao e a exf
fera
Eis mna dellas. .
cia.hs-aperad.. Twai J; i-
t iStldas .1 U':i : '
logaiata molo :
V sua ida le r
Dezesete ann
Parece t- r aaai:
Talvez.. nao digo .ju: BBB MI ;| km
extraer linario f
AcaJmat-ao i -u'
i-si agora qus Iti I
me l.'inbra ao cari > Eu ira I
Na .Vrica ateridional lal
Xo. jiare." n .pi f.v n i Lip>nio .. l
arraaie l iasoe mm
- Mis ea i
Vejamos, v panda com clareza. Tem ira
Hura- s:in i"' > ""i i
K aquella r
= AHI sini i-v'
irmn William ; Bl
Pobre lliil:
Morreu *
Crea ana sim
Como entio '
3-. en
e... aqi: :'
'

. i lC-SC d...:: .1 I U'.

I
'<
Sira-
ral...
Temos ahi um nial trio
K un mist rio tri- li
.- >oto. Eram is a iom
seminas de ida le ^ 13:11 u 1.1 ; ni
Ira ; la/ .luis samanta d
una lina ; i ouv.; m de ROS |
mas nn.i -i aa pAda mi r mal.
Ond i que '- .
A!i no > a livmli -. I-I
maa nfm o repi'a par il
pero urna fimilla mi lira
grande verruga na mi >, n
rerroga quo s-erva a >ipr i i ai
reconli;cini2iitos Poi b
que se affoffou e ea '
Basa criauca?
Era en !
B uo. c u'inua Twain a j
vantou-s! a... [ni I i
do ana i";z
Grande silencio O au !t |
\h agora, agora! '.. ivanl
reu!
Era qoe tintn de melhor i
Iteuelleente il>s Vrlis' *s i-" *.-
triaesBaaa a~- I
horas Aa larde, ata d tratar an gra I
resses qu: Ihe disem reap i! i.
O futuro na piliiio da aai
bom Iivnnlio d sortes assira inMn-i''
! sabir las offleinas tvnoejrap*iica
pograpnia Industrial.
Coala i8 paginas e a '. 1 un iin|
o ana em lodo caso predi B
A. parle recrealive est l. m rea.
de aUmims anaa pn InejOes ':: -
escripia cora rhi Sonaos anradecidos ao exeaaplar > '- "
delicadameiile ofTer ido.
Dr. Faure >"l-i>lay. Fei Ir mal -ido
para no> o eso clacntn em ben
e discipulas d,i' Dr Nieolav
Paula a Mossina.
Trilliiis Urh:in ni :o din do *2do crrante miz, ni -.-
ra la Anrora, .1 v rao ranoir-s mi
eral os accioniatas san i errn-fia, para
ceram d >s cantas do
a nova coninusso fiscal
Dcrity Club do E-rti:tnba-o
>r.
1
- A.
'.
' a
nli. aoraaie dia, reuni --ha..;
desea oajBreaa, i ru-i l>njoe
r
-.
atiui de djlih'i-ir. em as
acerca da substbuca > ns44en,re*. c >m taao>
b 3iii sobre urna pmpista 1- talaras.'
na empreza.
Ferro Carril11 Innzito lo-
dessa Couiiiaiihia, qu m- de ida quer
ar-se-aa 2a bote om dtaote pela |
Setombro, sagunio amuni-:)U a musas i
panliia.
- Por esse mot seguido avi
fetnre Municipal. 6 \ lado pela ra
em qualquer direceo. .ii,;il. d :
coiiiiiiuii de transp m te J ra.
lndeiuuisaecs Ctiiteno .Yn 'i'lam
nos.\..-aba .1.: aor rcaolvida, 'i
gr.uuaia da Washingtoa para u MI -
peas, a qu'slai das iadem lisa
Chile por motivos de amorra
No mea de Agosto di 189', fi i
Santiago do Chile ama com i
Brrazuria, ministro dos n;_
doChiie, e |o Sr. Bgaa eoti t-lo
dos Estados t'nidos em Santiago E i
vongo submettia aojalgai i nlod
tribunal de arbitramento as
podessom ser apreaenladas conti
dos Eatadoa-Uoidoa lo Cfa le pe
de ama ou outra Rapublic b
mentes da tactos la raerra civil in HH
nal,
Determinava, a!, n disso, qu
do arbitramento, imenpoaaa
lo, designado pelo
nistro chileno en, VVa
como terceiro. do minial i da I '-
ftica em Washington, i Sr.
de, fuucc.ionasse eiu \Va i I u
mezes, que racebei ia, | I
189. todas a- re .....
e que passado esse i rmo, :r:i na
nenhama e formularia a ana -:
breve posaivrl
Essa nnntanp acaba do -ci .re
das ro.'a.iiacos ehva-.-e i 1.'
posos-our.o; o tribnnal
total a reaponsabilidade
apenas a sorania de fr)J6 pes ,
'
.o-
' -
' a
Mark Twaio .um sujeito de.rnea estatura,
am.tanto magricella, com uina cabaga enoFie
que os compridoa cabellos brancos fazem-pm-
car maior atada, a boca fina omraeldacada eutoe
ae duas aspas de um
pellos 1 um grisaho. amarelladoyollitis vioac
pajiotrautes, arrorujcidos por.aapossaa leates.w-
doudas. Appareolta- njenla e oito annos. .
Falla devagar, emondando-se, hesitando^aara
forga permanente de 50 pragas. rana aevagar, emouuaaiuu-se, ue3iiauau^ja
t t Essa foflcai commaadada por nm capitao. laehaaUe eempre. termo .justo-e i dakttai gran
proporgao de l i|V a cargo dti liile.
euinstaneias anlogas, por oec
gao das mderanisuc.V-'- Dran '-.':. :
exemplo, e das indemniaai Bes i-r| i
as, a proporgo das inderauis,i.;
das pela deciso dos tiilmnajs ar!>il
los Estados Unidos, se tirana elevad
vamcnle a 1 3|i e 2 [..
Este resultado to nota ve!, levi I
plmente i habiliiade rom a ajnnl a d
chilena souhe eouduzir as ne.
zaque dasenvolveu na defsa
nacionaes. Tara como primeira e :n .- :m,iOr-
tante elfeito co solidar a aitua.";. ira do
Chile; alguns jornaca inglezes. pr.t-nl-iido
qae a deciso lo trihuu.il da arb.tram io at-
ria absolutamente desfavoraval aoChii a|fi
mavam j que, a:m de aatisfazer ao paga^mm
to da soturna enorme das indemiiisai;o recla-
madas, o governo chileno sa ver: i a !, a
langar um emprestimo. Isto nio ae in -ta
contingmcia, que pnlena s-r fatal ivrga
cliilenas, esta assim evitada.
Uma institureao til Arab ': fun-
dar--: em Pariz ama escola pin ni .joe
se nao propOe aensinar-llies n-rn sei*ne i= ireni
lUteratura, nem artes mais ou men
vas. Os assumptos sobre os quaes \er-1 o ea-
siuo que l se ministraro d: rna*.
molesto, mas o leit->r apreciara d. a ana
utilidadc percorren lu asoguini: enr-
sos em que se divide o prograioni .i i me-
ritoria mstituigo : II.v.'i-:.o peral, bvgi d-
infancia, economa domoatiCB, arta d- < illu-r
costura e cozinha
O intuito deste ensino nao 4c mo lo algnm,
preparar as alamnas para pi :seindireiu 1.- cru-
das, mis siiupesmaute habilitnl ma-
rera a sua casa,sci incia esta que de dia para
dia canta menos adeptos e da qu al AnaoanAa t >
davia a 'elicidade e a paz da familia.
A funda ora la nova escola ataa 'abet,
que tem recabido cartas de felicilag-i las jiri-
mejras notabilidad-s da impronsa e !. littem-
tura. Citare os par.graplios anguiatas Jaqa**
lbe escrevenC'Opp.e:
Pessoalmeute Ceodrillon mais eoiiioaote
.o men corae i do que l'helamiota. Ma a scien-
cia est na mo la. Venhain de la as iiialherm
sabias Ilaa que ao menos aiib un 'u I a
mica, a panel.i. as cansas da Rstninca Pran-
eaza e a arte de pregar botoes. Mull : as*
sim serao-inaprectaveis ihaaouros a taav r i j :m
as desposa sera dote -talvez.
Em todo ocao, admiro o vosso plano da ca-
tados pera farruar. para aperfeicoar. nts un:
dvagjrs dos vint-a.uios as noivas dos noanw
Jugada aapoae; feit wbnnhoa e p-raines dar tantos con'ie i:rcn-
aa-aesenciaosdesposa e a mi. En.-i-lar-ihcs-
bii bastante *ygi("o para qoe poaaain intarj
set-mac lo 3 ens dlhos e trabalho- de
taraa-parA que saobam, saoeee-ssario f '>r, pr
dir cout :ego de nm ves ido da eriaiiga, d



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V V

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tr
}


Diarfo I ff^eminlwieo Panriiq^^ WE fte jiiininr rfe jMmi*'
dia
,s*r um falo para algum,ftObr. que lha ins- CemltcrtoFn&lleowObituario do
Chesareis mesme a inocular-Ins no- 8 deJunuo deWM- ,
; >s de economa domestica e* at de cozinha gueda Paulina deJesus, Parabjba, Vanos,
i modo que ellas possam tirar-so de embara- soltra, Boa Vista.
c-
. tar. o i[uj aucceder era- breve. -Eui easos
13 graves, as vossas discipulaspaderao dar
,-dens.'porque hio de saber como se executam.
rediente. E todos os espirito*
: lisiaos su podem louvar-vos e applaudir-vos
r>r aemelhantes tentativas.
Casauentu olvilO escrivo de casa-
aentos que funccion-i nos districtos do Heciia,
Antonio. S loses Afosados, artKou na
> Registro de Casamentos a ra do
idor u- 73 t an.lar, editaes de procta-
aentos dos seguiotes contrabente3 :
u~da publicarlo
, Ruul Joaquim dos Santos jornaleiro, cora
talum :. Praneeliiia de Maceaa, solleiros, na-
tural residentes ua fregaetia
le Afoza los.
Amar Marques da Silva, commerciante, resi-
' Janto Antonio, cora Anto-
la Silva, residente na Ireamena da
natura deste Estado.
Id lo Reg Chaves, empregado no cra-
me:, ;ia de S. Jos. com
neo da Cunta, residente na fre-
a, solteiros e naturaes dests
E^ 1
, da Silva Manta, cigarreiro, com
j,, en ra, solteiros, naturaes dt-s-
, Lentes nal texia de S. ,
iManoel Genes da Rocha, natural leste
Estado, vil Joanna Bapiiata Alves Mont-uro,
natural Estado Al paa, soltaros e rail-
Sent e n i fregnexi* de S Jos.
meira .uMu-acao
o Manoel dos Anjos, solteiro, cabo
do 2 i le infamara, com Mana s>enno-
rinha lo Espirito Santo, uva, naturaes
Esta lo -i lentos na freguezia de S. Jog
C i 'lio la Silva, natural desl: Esta-
do cab do 2* batalhSo, eom Felicia Anna Pi-
nhi'iro natnral do Kio Grande do Norte soltei-
1 tes na fi igneiia de S. Jos.
ra, artista, com Felicia
U :ooceic&o, solteiros, naturaes
Est
Deoclerio de rrada '.'amara, solteiro, ena-
.,, tercio, com Rosa Jansenvel-
-. naturaes deste Estado e
residenti s na fregueaia de S. Jos.
Tele&ratfBatiaaa retidasAchara-se uo
Teiegrapliu N sseguintes :
o de Larangeiras, Guimaraes.
,; tjo, do Rio; Antonio
I Jos Lobo, de Largo
Maeti: de Mucei ; Calla-
lentes na fregnasia de Santo An-
d0 tea Santa Mara; de
Govann; ,. K,
Si '.j >uro PnMIee-Nesse eslabele-
,..... itidasi'O rozos para o consumo
.! le do i!t'
I,i letorla >t '-5. 'Ihwlet mari-
i .le Jonho de '89i.
igico
Maxiuiiana. Perrnmbuco. 3 das, S. Jos.
Mana do Carino, Peruambuco, 3 auuos. S.
Um foto do sexo masculino, Pernambuco, S.
Jos.
Francolina Rita Maria da Conceico, Pernam-
buco, 30 anuos, casada, Boa Vista.
A monarehia hranleira julgada
pelos inonarcliistas e pela im-
prensa
O imperador .0. Pedro II impera, goterna e
administra.
( .Visconde de Han -.raliy : Presidente do
censal lio de ministros, no senado em Julho de
1869 )

Aqu o absolutitmo julga mais comtnodo Je
andente nao dar batallm em campo aberio
s ideas da epoolia, inra derrocar as institui-
ces ; elle prefere enfranquecel-as, despresti-
giabas pela fraude, pelo sopbi3ma e pela cor-
ruu;ao.
') despotismo na America nao pode prescin-
dir de ataviar-se cora as galas da liberdade.
Aqu, elle tambera se declara enthusiasla
da democracia, mas trapasseia obrigado a ac-
ceitar as suas consequonc a? lgicas e tonta
abafar-lbe as aspiraces, antepondolhe a dic-
tadura ; defend o systeraa representativo. BBM
delurpa-o em sua ongem, e burla-o nos seus
elTeitos ; apregoa a pureza das urnas ao passo
que o -Imperador elege os representantes da
najo. pede reformas, que garant&o a liber-
daae te voto, e decreta medidas violentas e
oppressivas.
Do jorual Correio .Nacional,* em 186!))
Caeguet a conviejo de qi)e o vicio nao
e tdor Silvxira da Molla, em 1869.)

A sodedade brasileraap'is meio scula
de exiitericia, como tcolectividade nacional
indeoendente* eocoutra-se hoje, apezar dteso
em face do problema da sua orgaatsafifl po-
ltica, como se agora, surgisse dos ciios co-
lonial.
Lotrico Braxiense : -Programtna dos pal-
udos :
ttaao
i
} nutro
i
58
761.-08
737,-52
758,-'7
1'ans.o do H n i
tapar
8,W
I8,5
2 >,48
i- '.!'
20,61
71
78
Si
88

6 h 3,*08
y ; M
12
: 25.09
6 .
fenperatura mnima 23,25
l,....i.tura mxima 87,73
Evap iracao em 2 i horas ao sol u.'"9
Cbovi ....
h ri ccao Jo vento SW de meia noite ate 2 b.
2 ra -" at3h 2 ra-, SW al
4 h 47 rn S eSSW alternados at 6 b. 2/ ra.,
W i 6 h 18 'i SSW al 7 b. 07 m., SE co n
interrupces J S e SE al 11 h., S8E e S al-
t rna I at i h. 43 ra da tarde, SE com nler-
ra .-.. ESE ato 9 h. 33 m., ESE al
ce ~ cci? alternados at meia
0 poder moderador, nao teni o drreito de
despachar miaistros, orno despicln delegadoi
delegados de polic
Por sen dunda, vos nao podis levar a lau-
to a attribucao que a c .nsbtica > cml'ere a co
de nomear livremeate o seus ministros*
nao podis ir at ao ponto d: querer, que,
nessa faculdade, se eurolva o dir t) de fazer
tica, seiii Interteacio nacional, o direito de
, titnii tfiftes como Ibe appruuver.
ora dizci-toe: noisto urna farca ? Nao
u.n v; ladeiro absolutismn, no estado
ie Bcham as eleigea no nosso paz ?
Vede esta sorte fatal, e3ta sorle, que aca-
;.n a existencia.do systmni representativo :
o .poder moderador pode cbamar quem qui-
zar para organizar ministerios ; esta pessoa
fas a eleicao, porque hade fazel a ; esta eteico
fa a maio ia tas abi est o sy-tema repre-
sen'ativo do aosso paiz.
(Senador Nabuco de Araujo, em Julho de
1868.)
II h l3mr,SE e SSE
noit"
Velo lade media do
gnndo
Sebo lade media 0,.7.
oletim do Porto
Pra-marou Dias Horas
baixa-mar
P. M. Sde Ju- Lo 8 -n. z B. M. 8 de Jubo 2-ti. :
vento 5-68 por se-
Aitura
da m 2-:0
da t. t.ra53
no va-
P:ssaKeirosCbegadoi do bul
por nacional Pernnnihuco :
Francisco Lui/., Jos E. Cordeiro e sua senbo-
ra, Joao Pimenta, capitao Jos Jpaquim do Reg
Jarros -andido Gomes Mouro, Loronel Luiz
V Ferreira Januario Silva, Jos Ribeiro de
Bruto Fex Martins Iteis Joaquim h. das Do-
res. Antonio da Costa, Feliciano Jos Teixeira,
Jo^O Antonio de Oliveira, Libanio M. S Gomes,
Francisca Roma c Leonor Roma, Candido Fer-
raz Ti maz Figueredo e sua senhora. R^ul AI-
meida o criada, Jos E- Soares Amaral, Joao
UFerreira, Manoel Litis Coclho, J.H.Ruch,
sua senhora, i filbos e 1 criado, Antonio La-
nos, sua senhora, Jos A. Duarte, Manoel Cal-
lado le Almeida, Vicent; F. Silva, Joanna Ma-
ria Tiindade. 3 pracas o i mulher
Chegados do Sul no vapor france/. -Con-
Carlos Pereira. Dr Manoel Pinheiro, I)r. Vir-
gilio Gordilbo, Roberto Schwen, Actonio Joa-
quim Ennes Rocha, Antonio da Silva Guerra.^
Chegados do Sul no tapor nacional .
Francisco ; ,
Antonio Atnerico Ribeiro ue Carvalho, Jos
Ignacio Rol', mberg, Vicente Cajueiro, Teneote
Abilio Moraes. Capitao Laurentno Lima e 4
pessoas de sua familia, 37 pracas, 20 volunta-
rios, 2. mulheres, 1 preso, Jos Connolv, Dr.
Jos Tavares da Costa, Francisca Emilia de
Gu-mao, Jos Ignacio Pereira Reg, Antonio
Cardo/o Pago. Candido Va'eriano da Silva, An-
tiochio Ferreira,sua senhora e 1 menor.
Sahidos para a Europa no vapor francez
Congo : .
Carlos Vilella, Alfredo Lopes, Mana Lopes,
Mario Lopes, Maria Cavalcanti, Luiz de Casti-
lbo, Eduard Morlier, Jos S. Monteigmer, Ba-
rao e Baroneza de Suassuna. AnnaCavalcanti.
Casa de Deiencao-Movimento dos
resos da Casa d; Detencilo do Recife Estado
Pernambuco, em 8 de Junho de 1894 :
s
Existiam
Entraram
Sabiram .
Existem
A saber:
Nacionaes.
H liberes .
Estran^eii'o:
Mulhers .
Total .

Doentes
434
8
438
416
6
16
0
438
49
399
18
2
0
419
0 principio regulador de um povo livre
goyemar-se por si raesmo, a nova orgauisa-
oao judiciarta exclue o p >vo brasileiro do di-
reito de concorrer a administracao da jnstica :
-tuJo est perJido, senhores abdicamos da
liberdade para entrronos ua senda dos povos
possuidos. ,
Antonio Carlos : -em 184', discusso da le
de 3 de Der.embro de 1841.

Disro umi verdad; quando afrmo. de que su-
bmdo ao poder o partido liberal a reac-
co ser to forte, ou mais forte, qu; a do
partido conservador em 1868.
( Discurso do senador Saraiv;
a era 2 t'e Abril
de 1-77)
i; ......
ira:
!
al Podro II -U
Sania Casa d
lia 8 de Junho foi o
..... '*
..... 22
' ..... *
I .... 702
um
Dr. Barros Sobrinho, eoL-ou as 6 i.2 da ma-
ir. i, entrou as 12 da
hio s '2 1/4.
nr Barbosa, entrou as ti t/i da ma-
nh'i ''2 14.
Or. erardo, entrou as 11 1/4 da mantia p a-
bio s t2.
Dr. Aroobio Marques, eutrou s 9 1/2 da raa-
nb e sanio s 12-.
Di. Lopes Pessoa, en 8 1/2 da manb
e sabio s 10 1/2.
Di. VeS anta, fetrou s 10 \l da raa-
nh e sabio As 12.
Dr fastos de Oliveira, entrou as 10 3/4da
ma hS e sahio s 11 1/4.
Dr. Tavares de Mello, entrn s 10 1/1 da ma-
nila e sabio U.
Poarraaceutico. entrou s 9 1/2 da maoh e sat
hiu s 2 da tarde.
Aiudante do pharmaceutico, eDtrou s 6 3/4
da manba e samo as 4 1/2 da tarde.
A -liberrtaiie apparente, 3 o despotismo real ;
a forma dissimul.nido a substancia, taes sfio
os characteristicos da nossa organisagao poli-
tica constitucional.
O primeiro como o segundo, reinado ; sao por
issso semelnantes.
(Dr. Americo Brasiense :-- do? progrs.Ti-
mas dos partidos.;
Tudo o Imperador ha querido sor, e oro tudo
ha feto fiasco, embora elle esteia convenc i i
do contrario, a vista do que lhe diz a na rola.
Ha annos, assistindo a certa arguigao de mese
na Faculuade de Medicina da Corte, ouvio um
triste dizer, que se ochava voxado sempre que
tinha de fallar em medicina, dianie de S. M.
mais mestre nisso, do que to los os lentes da
Faculdade
O Imperador cou muito grato ao lente, que
dsse tal san tice, e, pensou de veras que era
sabio em medicina
Quando desembarcou na cidade do Kio uran-
de do Sul, em marcha para Uruguayanna. hou-
ve urna f.lha, conservadora d'aquella cidade.
que disse : a presenta de S. M. na provincia
vale um exercito.
Elle tcou to satisfeito com sso, pensando
que era serio, que mandou comprar 50 exera-
plares da fo'.ha, e os distribuio ao seu squi-
to e quando chesou a Urujuayanna, a pri-
meira cousa que fez, foi dar um exemplar da
tal folba de presente aosgeneraes Mitre e lio-
rss
(Da Gazeta da Tarde do Rio em 1887.)
Eu acredito, que os'dus velhos e decrpi-
tos partidos que a escravido explorou at a
ultima, e que pjr sua vez exploraram a escra-
vido ;um e outro esio quites) nao podem de-
fender a monarchia liberal', contra a agi-
taco republicana.
A continuarem esses dous velh09 partidos a
sua velha poltica, a monarchia tara anda rae-
no* vi.la do que leve a escravido, desde o
dia em que surgi a agitaedo abolicinista.
Pois faxeodo -viscondes, marque/.e3. bares
que so pretende dar sangue novo a monarchia
e popularisar a abolig.'io eutre as classes de-
sal'e"ti '.
E' fechando osollios a mar que sob3, como
admiravelmente descreveu Ai'onso Celso J-
nior, a risio poltica dos conselheiros da mo-
narebia, que ha de empedir de subir ao seu
leiro nivel? .
(Joaquix Nabuco, no Pa- jornal em 8
de .Tu >8-
O Sr. D. Pedro II, chelo de nanitas, asi
diziam os couserradores A Pen
i orgo rn impreasa xOo Jeto a
. t?a ten pai, quando iemit-
i ministerio, o dizia, -'|ue assim pr>-
i; n constituico lhe dara o I r
o deutttr lifremcni i sem miis-
Por temperamento fraco, hesitante por
:i-;,f rafals toi o nao ousan lo ^':
de frente ; aMira com os ministerios fora, sem
1 '"'"'' ,.
i iazeta da Tarde do Rio em um de 18^7.
O l'CMin la,Vs||io pai ata-
;. ; da ma -t rio '.ou-
Ba] at fon levantar o germen d'ella, cabra-
do la vouude irrespoasaTal mostroo como
poltica foi pr.uic-imo.nl.! a eorrapc&o la
nacSo, un in> a as aposiasias iinpu-
. s ; evidenciou qu ella gerou no espirito
publico a subserviencia, arrebatandi-li
crencas uoieaforc entemaatm as energas, a
liberdade e a ind pe-: leiicia de um povo.
Emlini denuociou, que o marquez do Parau -
foi o instrumenlum regni.
stas e Parlara jalares bwwteiros por
-TIMN.
A poltica do Senhor D. Pedro II, anti-pa-
trintica e limitada exclusivamente aos nteres-
ses da sua dynastia. era urna poltica mansa
e raatreira Prefera as perseguices vi-
lenlas corrupcSo magnnima, ao derrama-
ment de sangq* o suborno, aos gritos das
victimas as louvaminhas dos apostatas.
No proprio,campo de combate revoluciona-
rio, a poltica imperial ia recrutar mi
nistros futurosvcadores do da seguinte.
senadores mais > imperialistas que o impera-
dor.
S. M. o Imperador Pedro II coraprasia-se
com o despotismo sem garras, essa tyran lia do
ocano sobre o naufrago, a quem suffoca com
espuma e salsagem. a quem mata sem alterar
o seu movimento habitual.
( Gazeta da Tarde do Rio em Fcverelro
de 1887.) .

Os dois partidos chamados constituciunaes.
parece ra o$chl mente condomnar o exerci-
to. Isso una rasan basiante, para a mo-
narchia acabar com a malfadada questo mili-
tar, deiuittindo o ministerio.
Se o nao ti/.er, ella ver o espirito militar -
que coineca, isto o espirito da dignida-
ile militar, ou por outra da nacioualisago
do excrcito, nascer repuolicauo ; e como se
nasce assim se tica
r. Joaquim Nabuco : em Fevereiro de
1887, no Paiz. )
Um poder soberano -privativo ptirpetUJ
i irraspoosavel forma, a seu uto, o poder
ejecutivo, escolhendo os ministros ; o poder
legislativo, escolhendo os senadores, e desig-
nando os depulados ; o poder judieiario. Horne-
ando os magistrados removendo-os, e apo-
seotaodo-os.
Tal ', -ni essencia o raecbanismo poltico, a
carta de i82i. tneS sao os sophismas por meio
dos quaes o imperador reina, governa e ad-
ministra.
(Dos Programas dos partidos.
laucando os olhos, para os priraeiros linea-
mentos de nossa organisago poltica, veramos
desde logo, que a transpiantago da monar-
chia portuguesa para o continente americano.
n;> visou os mteresses da nacionalidade bra-
xiteira, mas sim, o seu proprio interesse.
(Dr. 3. Campos.,-na Assembla Provin-
cial de S.-Panto era i38Si.
O Parlamento ao o wso baiz, na pro
ment" um corp lecalavo, cuidando nos al-
tos negocios conferidos sua competencia ;
a reuniao de especuladores, tratando de neg
cos particulares.
il)r. CamposSillos, -na Assembla Pr at'ii-
ciul de S. Paulo)
A organisarao ministerial com que acaba-
lo k de ser sorprebendidos cpustue um tal
: Tt-riito, urna tal quinta essencia dopalacia-
.. i, (jue excede os limites da imaginagao nos
espinas mais pessimistas.
Os nossos ministros da gueera e do imperio,
oao representitm nada inste paiz, senao-a
corte imperial, com a qnal tambera se acba
em relag">es de-senii-imnidade-e terceiro
ministro extra-parlamentar, que na pastada
marinlia concorre para a forraago do estupendo
gabinot;............
Ainda nao tornamos a nos do espano dessa
noticia, que derrama sobre este nove periodo
poltico urna triste claridade reveladora ie fu-
turas hitas, das quaes hade sabir, -em multo
menos lempo-, do que at hontem se soppuntla,
a revolugo republicana.
Os acontecimentos pi-ecipitam-se, para a re-
publica, mais depressa do que se despenhava >
para a aboligo. A federagao era o preservativo.
Retardando-a o gabinete actual, est destina lo
a ser provavelmente o -eliminador da terceiro
reinado, o Ierra leiro ministerio da monarchi i.
Do Diario do Noiicias, Rio. em Junh le
1889 .
A evolugo los partidosj sob a dextra
imperial submissos -levau'.ou successivamente
os fautores e adversarios da maiorirtade ao po-
der em curta praz >, que servio para firmar a
influencia le Aureliauo (viscoade de Sepetiba)
o qual era o representante do-conse!ho da
Joanna. .
Desapparecendo o primeiri ministerio do sj-
gnndo reinado, Honorio Hermetto organisou
urna a l:niiii.straco com elementos conservado-
res, figurando, p'orra, nella o visconde de Se-
petiba tido e havido como ulico raanhoso
A violencia do altivo carcter do luturo -mar-
quez de Paran, tornou impossivel a durago
deste ministerio. Os liberaes reapparec?ram no
poder. .
O perioJo. que ricou perpetuado com a deno-
mnago de -lusia-, foi laborioso para o
dous partidos, que se dispatavam a direegao
dos negocios do Estado.
historia dessa epocha, est i escripia com
- '..gue, contm as revolugOes de Minas, S. Pau-
lo ; desde a maioridade, at o pleno dominio
lusia, o paiz passou por continuas agita-
50 visconde de Macah, cojos ttulos a preemi-
nencia poltica todos contestam, organisou um
gabinete-tirando das prisOes os ministros, se-
gundo a tradiego.
......
Os homns' polticas do Brazil, nao fazendo
caso do -presente, nao vivendo pelo influxo
e prestigio da opinio, s acreditara na torga
do poder que os eleva, Ilustra, uobilita, e en-
grandece. ,
O conceito da nagao no presente, e da pos-
tergada no futuro nao Ihes importa.
Estadistas e Parlamentaresbrazileiros -por
Tiraou ; vida de Euzebio.
A Junta tende presente o orHcio do Exm. Sr.
Dr. Governador do Estado, de 22 do correte, e
recebido a 28, em que communica para os de-
vidos flns, haver dado provimenlo ao recurso
interposto pelos commerciantes Madoira & C,
do despacho da mesraa Junta datado de 31 de
Dezembn do auno passado, pala que man.lou
suspender, a requerira mto do comraerciante
Jos da Macedo, o registro da marca destinada
a assignatar o vinho de caj dos ditos commer-
ciantes Madeira & C, declara em observancia
d'aquelle provimento sem efTeito o alludido des-
pacho, ficando assim em seu inteiro vigor o
menciouaio registro, e ordena que nesse senti-
do se faga a devida publicagao por e di tal.
Nada mais bouve e foi encerrada a sessSo s
111/2 horas da manha.
PERNAMBUCO
Le si. 30
O Cooelho lluniripnl lo
BftV
RESOL VE :
Art. nico Ao augmento de 35 0/0
tam direito os erapregados exonerados no
corrente exercicio, antes da promulgacTio
da Ivei n. 7 de 29 de Marco ultimo.
Sala das Sesses do Concellio Munici-
pal do Rocife, 7 de Juulio de 1894.
Desambargador Luiz de Albu Mar(iis Pereira,
Presiienti).
Assenco Maria Goncalvcs de Castro
Mascartnhas.
Pnblique-se Recife 8 de Junho de
1894.
Pinto Damazo,
1
SI anco
Capital
dem reali.sado
Fundo de reserva
BALANDO EM 31
ACTIVO
Accin stas
Letras descontadas
Fundos pblicos
Emprstanos a caijcues
Adiantamentos
Diversas agencias
Mobilia
Latras a recebar
Cauco3s da directora
Valores depositadlas
Diversas contas
Caixa:
Em moeda
corrente 169 153$080
Em conta
corrente
n o Banco
de Pernam-
buco 903.00039 0
.-tillar
1.500.0008000
7V).OOOS0i
65.0'OgOOO
DE MAIO DE 1891
750.00)5000
1.162.719$52
103 154*010
l.f02.038318)
26.4333100
1.363.766Sl-:0
11.9 5S009
1.563.33 312.
30.0 OSO 0
S.432.937 37.1,
4.162 >350
1.069.1535083
Rs. 11 390.65532 0
PA3SIVO
Capital
Fundo de reserva
Lucros suspensos
Contas crranles
Contas com aviso
Contas de peculio
Depsitos a prazo rixo
Depsitos voluntarios
Diversas garantas
Diversas agencias
Dividendos :
X 1,2,3, 4e5
Diversas contas
1.500.0003 !00
65.C00$0iO
22.15684)0
1 264.2753810
4o0.4233790
53 1.6548310
2.157.K58S670
67.8198070
3.395 1183669
L99 7965950
3.1735400
1.824.5783J90
S. E- e O.
11.390.6553200
Recife, 9 de Junho de 1S94.
Gustavo da Silva Antuncs.
Gerente.
A. Lambert.
Contador.
SPilRT
eeaoiit iubuibi
disjpluco
publfta no
a corrupgao s;eral dos parlidos, a
dos principios que nutriam a vi la
Brasil, o que sa conyowOMO chamar -con-
ciliagao ; termo honesto e decente, para
c qualiflear a prostitigo poltica!
( Jos d'Alenear : antJ8> de ser minis-
tro.)
Junta Coinmereial do Recife
ACTA DA SESSO DE 31 DE MAIO DE
1894
Presidencia do Sr. deputado eommendador
Joaquim Lopes Macliado
Secretario Dr. Soares d'Avellar
1/8 10 h iras da manha foi aberta a sesso,
3Stando presentes os Srs. deputados Kigueiredo,
Gurel do Amaral, Oliveira Basto e Prente
Y anna. .
Lidae approvada a acia da sj sao anteceden-
te, toraou-se conhecimento do seguinte
EXPEDIENTE
OiSci X :
l); Junta C .ramercial de Porto Al grs, d tU-
do de 2 do corrente, acensando o desta Junta
Abril nlUmo. Archiv.-- >.
Da Junl 1 i >s Corre! -- do
ttando o bol il m <1".; cotai
ana de -'i a -Para 1 archivo.
por 1 Diario
de Pereira Carneiro lor da Campa-
nb a Recifense de Panifti >
Tiveram Les] aiotes
Pet 1 .,
Di Companhia d Cecidos de l'jr-
namb inmero de ipa
c.tor pr istd ral., para o registro le su a marcas
destinadas a assignalar o algodao manipulado
em sua fabrica. Vista ao Dr secretanp.
Da mesma Companhia, para o archivamento
la ac( ral eitraordlnaria reali
Lo roer ; la 00
, que junta -Soja archi-
Valarioil los Santos Ribeiro Maia e Bernar-
dina Jos Lisboa, socios compouaotes, da Arma
Lisb >a & C, para o archivamiito de s;ll con-
tracto social. ~eja archivado. .
De Braulino Pedro de Miranda e Flonano
Martins da AlbuqueraU), pira o archivamento
de seu distraclo social sob a firma de Miranda
& Albuquerque.Archive-se. .
De Francisca Ignacia Pinto, agente de fil-
les desta praga, pedin to o registro do conha-
cim.nto de haver pago o seu imposto relativo
ao t semestre do esercicia corrente. Regis-
trase
4." pareo Triumraho PlutioD11-
bKn.
5." pareo Garimpeiro -Toulon\fas-
cotfe.
6.* pareoAtlante-Xapolitano Da-
rothy. :J
!. pareoTriumphoDablin Pyri-
lampo,
8.- pareo GarotoZigzag Aquida-
ban II.
Oarby Clu3 le Pea-nmuiuieo
Depois de executados e afinal conclui-
dos todos os reparos e a pintura geral do
edificio, reabre hoje o Prado da Estancia
o raesmo edificio concurrencia publica
e effeota a 8.* corrida na propria ra a
As obras de renovagao e o trabalho de
asseio apresentam actualmente o estabele-
cimento as condicoes de um vardadeiro
mimo degosto e de um primor deexeeuco
eo trabalbodereparos.executadoacuidado-
samenta na raa, onde terraplenoucapri-
cho o solo e fez-se a limpeza precisa, tor
na a mestna raia era estado de addquar-
sa perfeitaraante s carreiras sera possibi-
lidade de imprevistos como resultado da
ciroumstancia de imprestabilidade do es-
tadio.
E' mais urna condigao de regulandade
que offarece a corrida, urna vez que
acuelle pretexto nao poder ser invocado.
Afasia hippica do Derby Club auuun-
ia-s3 boje, pois, sob os auspicios mais
apr.i'.iveis a diando-se o edificio vistosa-
meata de orado a todo ernb-.ndeirada.b-im
como os pavhoes e postes.
As archibancadas adornain-se de flo-
res, para receber os concurrentgs, cuja
numero ser cresCio, pala procura prin-
cipalmente dos bilhetes.espaciaos de in-
gresso e sorteio das prendas offevectdals a >
publica pela directora, e que COUStam de
um magnifico relogio e corrente de ouro,
da urna rica abotoadura do mesruo metal
e p'i!ras precosas, e de duas apreciaveis
bon^alas de canoa da India coro casto de
marfim.
Sobre tudo isto, que influa para o bn-
Iho da fasta, mas nao se liga, salvo o as-
tado da raia, immediata corrida, nota-
se que esta, co que llie concerne substan-
cialmente, movimeuta-sa por magnifico
programma e dispe de urna inscnpgo,
que0era numero e quaiidade apartou-se d >
Commum e abri urna excepc > pratica
ordinaria das iscrip:3es.
O publico teta hoje, pois, um bailo pae
samento no Prado da Estancia, que tudo
tendo envidado pira tornar--se-lhe agra-
davel, adquiri.sem duvida tambera ubi
certo jus sua aasistenaia. que certo se
manifestar expressiva, grandiosa, como
tudo prenuncia.
PALPITES
Consignamos os uossos prognosticos- a
respeito das carreiras :
I.- pareo Sceptcismo Batchouh. -
Petropo4is II ..
2.- pareof-Hirondelle -Nababo-Ally
Kstrada de Ferro do Rcrifc
no Mto Francisco
O meu estimavel amigo Sr- Dr. An-
tonio Venancio Cavalcanti de Albuquer-
que, digno agricultor em Ribeirao, fez
hoje publi<:ar, pelo Diario de Pernambu-
co, um longo artigo em que aecusa e res-
ponsabilisa a administracao da Estrada
de Ferr 1 !-> Rcife ao Sao Francisco
pela violceo de volurnas e desvio da
objectos sens transportados uos trans
da raesma estrada.
Na ([ualidade de Engeuheiro Fiscal
lossa ferrovia, nao podondo nem deven-
do ficar iuditferente ao libello formulado
contra aquella administracao, boje mes-
mo officioi ao >r. Superintendente e re-'
presentante da Companhia chatnando-lhe
a attenco para o artigo do Sr. Dr. An-
tonio Venancio e pedindolhe informacoes
detalhadas sobre os iteiis do dito libello.
Logo que me chegarem s ruaos taes
informacSes, me oceupare; na imprensa
do assurapto Entretanto, peco venia ao
Sr. Dr Antonio Venancio para desde j
dizer S. S. que, era face do Regula-
manto e tarifas approvados pelo De-
creto n. 10.341 de '2 de Agosto de
1889, nao procedem as suas queixas, re-
c.amagas e aecusages, por inqortunas
e fra de qualquer meio, ao alcance da
empreza da ferrovia, para avahar da
sua razao da ser.
Isso mesmo, se n3o nasses, em outros-
termos, tenho dito particuliu-mwte ao
Ilustre Sr. Dr. Antonio Venancio sam-
pre que S. S. mim se tem dirigido
para tratar do assuiupto ; e mais de urna
vez he tinho indicado o carainho se-
guir, que nao 4 outro seno o que foi
por mim tornado publico no Diario de
Pernambuco de 24, da Agosto da 189 l.
Disse eu euto, tratando de urna re-
clamagao feita no Jorual do Recife pelo
Sr. P Darreto. o seguinte :
Assim? claro que, se se deu o ex-
travio* le que se quaixa o Sr. P. Barreo,
nao pode S. S. com razo responsabilizar
a estrada de ferro pelo mesmo extravio,
porque nonhmiia reclamaco formulou 110
acto de receber os gneros constantes de
saa axpedic&o, feita 14. contra aquella
extravio.
Essa reclamaco era ssencial para
tor lugar nao a a indemnisago do dam-
no, como tambero para, apurada a res-
ponsabilldade do facto, ser punido d.jr
vidamente o causador do mesmo damno.
Entregue pola estrada de ferro a
mercadoria ao expedior ou seu preposto
pela apresentaco do conhecimento, sem
nenhuma reclamago, cessa completamen-
te a 'responsabilidade da estrada, nos
termos do art 11 do Regulameuto ap-
provado pelo Dacreto n. 10.321 de 22 de
Agosto de 1889, que diz textualmente :
A responsabilidade da administracao
pelos volumes transportados, ainda
mesmo os que contiverem objectos pre-
ciosos, consiste em entrcgal-os sem o
menor indicio de terem sUlo violados
ou estragados, e CEsSAR O MI A EN-
TREGA dos objectos aos destinatarios ou
aos portadores dos conlueimentos de
despacito, SALVO SE HOUVER SOBRE
ELLES reclamaco aceita pelo che'e
da estaQo a que estej.i viste as
disposiges deste Regulamento, e o as-
sumpto da reclamago nao exigir veri-
ce ficacSo nos volumes.
<( O que fica expendido pens que
suficiente para convencer ao Sr. P. Bar-
retto e ao publico de que foi serodia a
queixa publicada no Jornal do Recife de
20 do corrente, e ao mesmo tempo ser-
vir de aviso 03 interessados nos trans-
portas pela Estrada de Ferro do Recife
ao Sao Francisco para agirem nos termos
do citado Regulamento em emergencias
anlogas.
Precisamente no caso esto as queixas
ido Sr. >r. Antonio Venancio, com a cir-
cumstancia agravante de que S. S., for-
mado em diraito, e sabendo que a igno-
rancia da lei nao aproveita niuguem,
nao s pode acolher essa sombra.
Quer em relagao aos factos do 1." e
19 de Dazembro do anno passado, quer
em referencia ao de 3J Abril ultimo, S
S. ou o seu preposto deixou da formu-
lar a devida reclamago no acto da re-
cepgo dos saus objectos e estes foram
retirados da estaco de Cinco Pautas san
que tivesse execucio o disposto no art.
111 do Regulamento, cima transcripto.
Como, pois, apurar as responsabilida-
des? Como" dizir quam o clpalo?
Como dar se a in 1 mmisagfio piwriaa no
cita i < regulamento?
A basa para tudo isto a redan
feita no act>di racepcXo dos objectos. A
nlo existencia de tal redamacfto faz_
har'comjetamentsj a responsabilidada M
empreza, qoe comit
taes objectos sem indicio im te
sido violados ou estragados.
Dea 1 l" 1 >s objectos saham
"es sem reclamaco, que deva ser p w
Que a exigencia da reelamac&o ou prt-
test perfeitaraente justificada, ene qaw
ningnem pora em duvida. E basta oca*
retlexlo para o conprehender : ae piusa
lecessem as queixas post factuin, isr
se as estradas de ferro fossem obrig&'i-
a ndemnisar os queixoaos por f*lu- -
mercadorias, allegadas depois de retira-
dos os respectivos vol urnas das estag'js,
nao haver ia renda possivel para eaass
nhas ; tudo seria pouco j>ara pasrar av
dainos filtrados, por )ue neste aanda
au fallara expertos.
Nao est nesse caso, folgo de di>
convencido, o Sr. i;r. Antonio Venar.
em (juera reconhego todas as qualida./*
de um perfait cavalheir". Man )jdm
S. S. asseverar o mesmo d j>'rta dos seus volumes entr saa n
Recife e no se nho Mina- N
as estarea da est r ida i* ferr ?
Eis o quanto posso ipa'T. por oru
SftigO do meu amigo Sr. I)r Antonio V
naneio no Diario de boje. Para o rnasa
aguardo as informagSes que solicit
Sr. Superintendente da estrada. Baja,
pero, se aprassur em ministrar-ai as
Recife, 9 aa Junho da WH
/',://"< ,:' Fig ir ia F,
Euir'!.'heir' i
Uralida
10 I)lt. FRBITAS ; >E.-
Esse distmeto ii eni th :-*=
: mili''! 1111 lia ;:
cadas de obr pala '
simo cural
Sou-lhe. pois. tenredor da iaaawasa \it\U i
.: j:t pIa cura rualisada. ja p dos dv*> I
prova o grao d n : lenl ;
graodexa da indivi luali la I- nor*l k iHi
clnicovonho pela imp1 1
Mica aiBi a I 1 itwi la I le misan
tdao, o '|: 11'. 1 ie\ sar ii
111! tata la
Recife. t> de Junho de al
1 /)../.
Superior Tribunal d<* Jnttl
Vi alo dos trsbalbaa o Sof*-
rior Triboaal da Ji tica I aj-ss um 1
voco bam .se.ii!.
Os emba-g's apr por '
Antonio Soares Jnior, na
m f 1). Maria Vctona Oarr
foram recebids (e ni rageita
n votodo Dr. Carlos Vas, pire, aana
se todo processadi.
Kio mesmo consta da acta da
e foi taetamnnhado par todos os aiae*.
Recife, 10 de Junh. de 1

lo publico
Tcmlo lido um UJUSfH n > 'ia.
2 do corrente mez, > -sisnad Vctor Goncalvcs de Smiz i lV:ir."t
o qual pedia o nMaflM Sr.
que suspendesso qualquer jaia -
que eu harta uto no meu artigo :
cado no Diario de 31 J- M
ainda urna vez torn&r bem patent.
veracidade de tudo quanto disse
quanto e a exprsalo riel ds wrd
Continuo pois a dizer que corrq
tamente falso o pretenso dir d
Joo Gonca'.ves de Soasa Beirao
dizer-se credor de meu sogro J
Maria Ferreia daCunha,, falsidadc
que acha-se plenamente provada l
meu artigo de 31 do mez prosa
sado, e que nao foram e nem poo.
ser contestadas.
Um individuo que c credor de
e cujos ttulos acham-se perfeitaam
em regra, nao se furta a receber
citaco para urna accao em que se }
tende provar a falsidade da me-ma
vida e dos ttulos existentes, escond -
do-sei como fcl-o o Sr. Joio Itr
ao ser enviada a primeira nTecatiaTrf
para o lugar onde se achava. tendo ?
preciso nova precatoria que tev.
cuco nao no lugar indicado pelos
ciaes de justica daquelle Reino mi-
lugar para onde tinha ido a prirru r
precatoria, e para o qual ha va se refu-
giado o gretenso credor !...
Longe de tudo isto, um cree".
quando garantido pelo seu direito >
pela real existencia da divida, nio tsa>
pidar em vir juizo provar a exist<
cia da divida, apresentando prova? cu-
pazes de confundirem o devedor, \
cipalmente quando este averba de fei -
a divida...
" E ainda que nao fose o direito, q,^
impelisse o credor verdadeiro, pora
justificar a divida quand. 1 post.. em du-
vida, elle o credor a bem de sua
propria dignid.ide e do ajaja de >tm
noma, devia ser o primeiro a procura-
todos os meios afim de defen 1
confundindo assim a ousadi.t de seu u. -
vedor, em affirmar a falsidadc. d.;
vida
Nao o fazendo, com na 1
Sr. Joo Beirao, claro est, q
fcitamente cabivcl quallficathas
calumniador e de forjador de lett-
falsas...
Ainda mais o orincipalm m
averbada de
o pretenso credor .
f iunteat 1 1
I
n 1 1
incln :.e de
I
De Leits, Porto & C, para o archivamento d:
seu distracto social, urna vez quj salisazeram u Stoper.
exiaracia ia Meritissima Juuta, Arclnve-se. o. Dar8tTi-Tetmo80 Mftscotte Fa-
e Ferreira Barbosa & C, para o registra I V*t ,.*'
sua firma social.-Saja registrada. cnouu.
d>i
senpto e com testemunhas, improce-
dente qualquer queixa posterior, e nao
roda dar azo nenluiraa saquanca.
Ora, nao obstante terem sido sampra
retirados pelo Sr. D Antonio V,);v\n \ 1
ou saus prapostos os vol 11 oes que se
referom suas queixas, sem nenhasaa re-
clamaco no acto da mesma recepcao, e
portato quando j tinha cassad a
pons tbilidada da administragaio da ferro-
via i todas- as vezas que o Sr. Dr. Anto-
nio Venancio me procurou para externar
queixas, fui sempre solicito em transrait-
til-asaoSr. Superintendente, que, man-
dando pre3Surosarnente examinal-as, es-
b*rrou-se sempre com a impossibilidade
de verificar os factos* e definir as respon-
sabilidades por falta da reclamaco.
O que mais podia a posso au fazar em
taes casos, quando- incontroverso, em
face "da lei, que a reclamafSo a ba
para qualquer precedimento offioial ?
da em Agosto d
E' roui'to cynisai) e Baoita ansad
N a desejo por a
sobre este assumpto, iimi
pedir ao autor .
a 2 do corrente m
dor ou mesmo a seus defeosura, q
contestem, se poderem, o que W
mim ditoem o artigo que pubqoei
do mez passado, e digo no prca
figo, e nao se limitara a pedir sospesad-
de juizo ao publico.
Refutem as allegares que fiz
trem a fal-idade das mesm
nisto ha interesse para todos e
palmenre para o publico- que tera-tnart
urna wez occasiio de recoahecer sasan
um dos ornamentof da nosa sociodadn
Defenda-se o pretensa credor, e essa
funda-me se pudor, certo de que *
sua fronte de ha muito tempo acka-s
C
I


_
}


[
. v -
M1



-m
i
55

\eo ioming<
gravado o estigma de falsificador de gamconta alguma atitutlo de descarga oa bra- lemnc de duas sacrosantas imagens do Crucjfi.
lettras i Cagem, visto que tanto os navios como os iva-, cado e urna de Nossa Senhora da Cooceigao, to-
Ai,;' <;r,m nnrtanto Ae> a todas as Vs Procedentes de todos os portos nian san ohr a- do Arsenal de Guerra, a qual son contracto, per-
manecer nesta localidade durante todo o dia u
parte da noite.
Na referida cerimonia servirao de paranyra-
phos os Exms. Srs. Barao de Pioho Borges e Se-
nador Dr. Jos Maria Carneiro fie Albuquerquo
[ho de J 804
l
' pe v fS ?a> Araerica *o Norte o da Unifio, sSo obriga-
allegaces que tiz.ee o quanto basta dos pela praxe a botarem as suas cargas nos
por hoje, voltando porem, caso julgue caes d'este porto, salvo condigao
necessario.
Recife, 9 de Junho de 1894.
Joao Gualberto de Andrade Lima.
Agradecinicnto
Elpidio Rodrigues de Souza agradece
aos Srs. Gomes de Mattos IrmSos as ma-
neiras attenciosas e affaveis com que
sempre o trataram durante cerca de seis
annoa que foi seu empregado.
Recife, 10 de Junho de 1894-
Elpidio Rodrigues de Soma
cargas
em contrario
expressa nos respectivos conhecimentos.
Recife, % de Junho de 1894.
(Assignados :)


W

Joaquim Ferreira de Carvalh.> &. C-J
Costa & Rocha.
Balthazar Magalhes & C.
Ferreira, Rodrigues & C.
FernandesJulio & C.
Fraga Rocha & C.
Silva Marques &C.
JoscTavares Carreiro.
Joao Fernandes d'Almeida.
Figueiredo Costa & C.
Lopes Alheiros & C
Domingos Ferreira da Silva & C
Carvalho & C
ElGoncalves Roza & Domingues.
Dias Fernandes & C.
Castro, Lemos & C
Costa, Lima & C.
Guedes d'Araujo & Filhos.
Pereira Faria & C
Pela Compannia Industrial e Cornmercio iTEb
Uva, o presidente Antonio Guedes Valunte.
Sulzer Kauffamnn & C.
Barros Geppcrt.
Por procurado Guimaraes & Valente, Joa-
quim Guedes Valente.
UCoimbra & Sobrinho.
Trapiche le rcoollier
Os abaixo assignados negociantes e impor-
tadores de gneros de estiva, declaran) aos Srs.
administradores e donos de Trapiches de reco-
llier, signatarios da tabella ltimamente publi-
cada, que nao se conformam cora os procos
n'ella exaradas e portanto nenhum genero vem recolher em seus trapiches sein aulorisa-
<;ao por escripto dos signatarios do presente,
sob pena de nenhum direito haver para a co"
branca das armazenagens.
Declaram anda que nao accaitara, nem pa-
COMMERCIO
Dr. Antonio Mnnoel la Cma-
ra Sampaio
D. Catharina Eulalia da Gnmara Sampaio, Dr.
Barrctto Sampaio e sua mulher, Dr. Octaviano
Cavalcante e sua mulher, Dr. Bernardo da C-
mara Sampaio, Arthur Sampaio e Julieta Sam-
paio, convidan] seus parantes amigos para as*
sistirem ao enterro de seu filho, irmo, e cn-
nhado Dr. Antonio Manoel da Cunha Sampaio,
qne ter lugar hoje Domingo 10) ao raeio dia
110 Cen i torio.
Carros na ra do Impenulor.
Nao ha convites por ca las.
Prorainina ({a festa o procis-
Mtto de eucerramento dos sa-
cros exercicioM* do mcz ma-
riano eui Tigipi.
No sahbado 9, ao meio dia, as 3 e 6 da larde
grande numero de logeles aununciaro aos de
votos servos da preclara Rainha dos Anjos que
nesse dia a vespera do em que el les em solem-
ne e festiva romaria Ihe virao prestar as mais
generosas homenagens na sua ermida desta fio
rescente localidade, sendo que s C horas ser
lambem queimada urna salva real de vate e um
tiros.
A's 7 da DOte a orchestra hbilmente regida
sob a batuta do insigne maestro Fraucelino Li-
banio Tenorio entrar urna ladiinha em louvor
da Virgein Mai de Deus.
Antes edepois desseacloa msica se exhibir
com melodiosas cavatinas e fender ainda o es-
nago crescido numero de logeles.
A's 5 horas da manha de 10 urna outra salva
real seguida de foguetes repercutir alera o gran-
de regosijo dos f igipioenses pelas suas expon-
taneas manifeslaces religiosas desse da.
A's 10, precisamente, ter lugar a benjao, so-
Lacerda e os lllins. Srs. Graciliano Martins e
Raymundo Lino dos Santos Gouveia.
A's 11 horas ter comeco a resta grande or-
chestra. elebrar a missa o respeitavel vigario
da freguezia de Jaboato, Rvdru. Sr. Padre Es-
tevao Dionisio Torres, servindo de dicono e sub-
diacono dois outros venerandos sacerdotes.
No evangelho subir a tribuna sagrada o fes-
tejado orador Frei Augusto da Immaculada Con-
ceicao Alves, que discursar eloquentemente so-
bre as excedencias da grande mensageira do
christianismo.
Finda a festa, que ser precedida e succedida
por harmoniosas pegas da alludida msica mili-
lar, um grande aerstato, (Caprichosamente feiio,
fender os ares e urna salva real atroar no am-
biente.
A's 4 1/2 da tarde sahir a procsso, sendo
carregado e circulado o andor por geuiis senho-
ras solteiras e precedido elle por eres'ido nume-
ro de anjos, figuras e innocentes meninas, con-
du/.indo estas sacros e elegantes emblemas e es-
tando as primeirase ultimas vestidas de branco.
A comuiisso expedio convites a algumas au-
toridades e diversas assocages civis e milita-
res e espera que todas ellas se faro representar
para mam realgar e estender o prestito religioso.
A sahida do cortejo piocis-onal ser saudada
pela aserncao de um aerstato, |.or urna salva de
vinte e um tiros e muilas gvrandolas de fogue-
tes, reproduzindo-se o mesho no seu recolhi-
mento.rom excepgo apenas da salva.
A's 7 horas da noite ser celebrada urna la-
dainha entoada pela orchestra, oceupando antes
a tribuna r!a verdade o mesmo Ilustre pregador
da fsta.
Ao terminar esse acto um outro aerstato fluc-
tuar no esorco.
A ermida se achara decorad e Iluminada in
terna e externamente com o niaior brilharaiisino
e loao o seu exterior, comprehendido at a estu-
c5o de Tigipi, estira ornamentado festivamente
cora arcos c postes de folliag^ns encimados por
bandeiras e galhardetea multicores, e dorante a
noite, toda aquella extenso ostentar urna ele-
gante illuminnrao giorno.
A comuiissapede ao. moradores locaes que
nao smente mundem limpar as testadas de suas
habitacoes. mas tambera que ifluminem as facha-
das dellas as noiles de'J e <0.
O muito digno Sr. Dr. Tneophile de Vascon-
cellos. provecto director, engenheiro chefe da
Estrada do Ferro Central de Pernambueo, a pe-
dido da commissao, far expedir os seguinies
trens especiaos, sefli prejuizo dos do horario;
um que partir de Tigipi para o Recife s 9 1/3
horas da noite de sabbado 9; outro que sahir
do Recife para Tigipi as 9 e 20 minutos da ma-
nila de domingo 10, e anda outro que sahir de
Tigipi para o Recife s 10 huras da noite de
domingo.
Por geneosidade da directora tero passa-
gens d" ida e volts em qualquer Irem, mesmo
os do horario, 03 musico-i ida orchestra e as ban-
das militares e civis que no sabbado e domingo
vierm em direitnra para Tigipi.
A Conimi. sao.
1 casa, que Ihe pertence, ficando na porta da casa
um vigia. Nao poda effectuara priso s, e
nem poda sabir pela frente de minha casa
para avisar a polica a tira de ser preso eco.por
causa do viga.
Ento resolv saltar o muro, ganhar um quin-
tal da casa da ra da Viracao para seguir e
chamar a polica.
Sahando o muro, cahi no quintal da casa da
esquina da dita ra, e a queda provocou alar-
ma, sahindo ento tres individuos, aos quaes
contei o que ia fazer e seguimos todos para o
quartel.
Ahi o subdelegado ouvio toda histora; con
venceu-se do que eu Ihe disse, e nao me pren-
deu, como diz o Sr. Cazaquinha e seus com-
parsas.
Se nao fosse a queda, que dei no quintal
eco Violeiro tiuha sido preso: eu perd a
cicada.
Mas o que nao se faz dia de Santa Lnzia fai-se
n'outro qualquer dia, erabra me rondasse hon-
tem port>, Sr. capitosinho, ura capanga com
boas olh 9, que akgram.
Agora urna palavra.
S. S. deve estar sciente que a priraaira in
fluencia poltica de S. Jos, quera protege
eco Violeir.\ ou Manoel Alexaudre Bezerra,
a ponto de sacrificar at a vida.
l'anto esforgo porque eco d bom lucro,
mesmo assim o chalet ufio est acabado.
Mas capitaosinh), S. S. j foi enxotauo de S.
Jos, e em Santo Antonio os republicanos tm
meninos mais bonitos, e nfio quere a a influen-
cia, que protege eco Violeiro, Vicente Brito,
Berardo do Mercado, Silvestre barbeiro, Anlo
nio Joaquim e outros.
O capno me entende: eu bam Ihe disse
que nao bulisse comigo.
Acomode-se com seus capangas, porque eu
nao pego garandas a ninguera, e se nao quizar
ver eco Violeiro preso treme a vida.
9-6 94.
Miguel F. de A$$i$.
Era quasi todos os paizes, os mdicos
roceitara, com confianca, as Perolas de
essencia de Sndalo do Dr. Clertan em
todos os periodos das nflamtnacOes a dos
corrimeatos da urethra Essiis Perolas
contem essencia pura de Sndalo, debai-
xo de ura envolucro gelatinoso, fino,
transparente e completamente soluvel e
digestivo. O seu mdico preco, pennitte
que todos os doantes possim emprear
este reaiedio.
Slaa
de Beraa-
Coautorelal
IMHM
COTACOlt Ofl-riCIAES DA JDNT4 UOi COE-
nmn
Praca do Recife, 9 de Junb.0 de 1894.
Nao bonve coiag&o.
O presidente,
Augusto Pinto de Lemos.
0 *ecrelario,
Aatooio Leonardo Rodrigues.
CMBUo
Os Bancos abriram com a taxa de 9 i/4 sobre
Londres a 90 dns.
O movimemo fot peqaeoo.
Em papel particular oao coostoa negoci;.
Votaf5es de genero*
Para o agricultor
ASSUCAR
Usiaas por 15 kilcs. ... I
Crisiali8ado......i
Branco dem dem .... iSW
gmenos, dem dem. > 3-90:
Mascavado dem dem H9M
Broto dem dem.....2*600
Broto melado......24300
Relima Hem idem .... 2i(
74000
65300
64000
44000
34000
27O0
24500
242X1
AlgodSa
Colamos a 125100 pur 15 kilos.
?o.- pipa de 480 Utro 365500';.
Por
AgaardcQ'?
-;pa de 480 litros 1834000.
Ceoro
Seocod saldados na Dase Verd?s a 485 reis.
;2kilosa795ris
Juta-S6 de 12 a 204000 por 15 kilos.
Mel
Cotamos nominal a 1305000 per pipa.
TABELLA DAS ESTRADAS DE ASSCCAB E
GoDAO
Mez ^0 Junho
AL-
Ferrageng 3 volumes a Goucil'es Sanio, 1 s
A. Ribeiro e C, 8 a Ramos e Geppert, 1 a \V.
Halltdj e C.
Flores l caixa a Coeloo.
Limalb.i 3 caixas a ti. Braga e C.
Llvros i caixn a 1 neo e G 1 a R. M. da
Costa e G., I a J. N. de Souta e O.
Manteiga 25 b<"iJM 30 meios Hito-" a H. J.
Perman, 53 e 60 a Lopes Alhelro e C., lio e 230
Compannia le E-tira, 20 e 10 a J. i. Aivese
C., 18 e 15 a Ge calves Rosa-, 170 e 173 Joo
F. d'Almeid8, 40 e 60 a Joaqora Ferreira ie
CarvalDo e C., 45 e 50 a Csu e Rocha, 275 e
37 100 e 100 a Fucuolredo Cosa e> C, 25 e 40 a
Castro Lemos e C. 15 e 50 a Pereira de Carva-
lho e C, 10 e 80 a Santa Casa de UisencoraU,
2") e 20 a Santo da Figoeira e C, 11 eaixi a
Compannia da Es iva, (9 ordem, 5 a Santos da
Figoeira C.
Mercadorias 3 volames a Manoel da Confia
Lodo, 4 a Oliveira ttasios e C, 2 a C. Ribeiro, 6
a Manoel Collaco e C, 3 a Primo eCli
Francisco Gareel e Irm)s. 1 a Guimaraf-p Car-
doso e C, 1 a E. Samarcos e C, 5 a A. Da arte
iC.,i A. d B'iio C, 2 a N. Ponseca e C,
24aoraex, t a Cirvalooe Almeida, 1 a J. A.
M. Goimares, 1 a Azeved e C, 1 Compaohia
de Gnapoi, 8 a Hugo e C 1 a Ollvelra Bastos
e C, 4 a R. de Drusioa e C i a J. A. R. rt*>
Barr. 4 a R. Me S. irmos, 2 a Uaia e Silva. S
a Rimiru M. da Costa e C, i a A. da Si:7a, a
J. Ooekerleio, 8 a Gom-s de Matos Irmao, 3 aj
1. Gaones, 5 a .Vito Cimpng e C. '
Ao cupito Joo Curoliao
Nao ti'iiho culpa de ter sido v. t. enxotado
pelo lente Emilio, quando se Toi queixar de
haver eu cahido era ura quintal visinho.
l'>se faci, como passo a expor, leve lugar,
quando eu persegua sen protegido-eco Vio-
leiro, como sabe.
eco anda escondido, porque fra pronuncia-
do em crirae de r ubo, e vndo alta nouie em
casa, eu, na qualidade de risicho, tive ordera
do capitiio Selva para o prender.
Procurei cumprr a ordem. mesmo porque
que;ria saldar contas com aquella crea tora.
No dia 5 esperava eco, occul o era rainha
casa, quando pela meia njule elle entiou n-i
Uespondendo a um anonyiuo que se a
apresento hoje, no Jornal do Recife,
aggredindo minha reputacV> de fui.ccio-
nario ziloso, tenho
tintiarei a pusrnar
a E. V. d szaj-A" & -
a Comianhia ie Coa-
a SoUer K'nrTm.inn
Entradas
"
Barcacas.....
Vapores. .
Aoimaes.....
Estrada de Perro Central,
dem de S. Francisco .
dem de Limoeiro. .
Somma......
Dias
a 8
a 8
a 8
a 8
>8
a 7
san-
ear
Airo-
dSo
Saceos
6520!
457J
8971
10914'
' 709,
Saccas
200
50
35
35
309
762
i 9497) 13H
mportacao
Vapor francs Paraoagaa*. entrado do Ha-
vre em 3 do correte, e consignado a Angoste
Labille, manileetcu:
Amostras 7 volme* a diversos.
Calcados 1 caixfio a P. Barbosa e C.
Crvtaes i barricas a A. Ribeiro e C.
Cidra 10 caixas a M. Borle e C.
Conservas 4 caixas a GoimarSes e C.
Conros 1 caixo a F. Barbosa e C, 2 a J. A.
Ferrara, 1 a D. A. Reis, 1 a PiIrQo e Mala, i a
T. R. da Silva.
Cbocolale 3 caixas ordem, i a Goedes de
Araojo e Filhos.
Chapeos 1 caixao a Soares e C, 1 a M. da S.
Carvalho e C, 1 a B. da S. Carvalho e C, 1 a
Raphael Das e C.
Drogss 10 volames a G. Braga e C., 3 a Fran-
cisco M. da Silva, 21 'Jompanhla ea Drogas, 7
M-A- Veras, 2 a F. P. Leal, 5 a G. Martina e
C, 20 a M. J. Campos, 4 a A. J. Maia, 4 a Fa-
ria Sobrinho e C, 1 a C. A. V. Linden.
DoceB, vraho, licores, biscontos e manteigs
122 volamos a Costa Mendes e C.
Espelhos 1 caixa a ordem.
Materiaes para euaeoho 4 volomes ao consi-
gDaiario, 1 ordeaj.
M)veis 1 caixao a A. de Azevedo e C-, 2 a
Carvalho Jjoior e beite.
Ooje^toa pira chapeos de sol 1 caixa a A. P.
Areias.
Queijos II caixas a J. J. AIvhb e C, 11 a
Ferreira Rodrigues e C, 10 a vt. L-^pus ^le 3,
15 a Costa e C, 12 a 1 fardo a I. F. d'Almeida'
50 e 5 fardos Companhia de Estiva.
P de fono 1 barrica a E. Morel.
Pap.il 1 calxa a E. Paiva.
Pedra de fugo i barrica a W. Halllday p C.
Pelles 1 caixa a A. D. C. Viaoua, 1 a Gdrard,
t oriem.
Roupa 1 caixa aoDr. Ualaquias.
Tectd08 I ca'xa a G- I. Buri y, l orde-n. 1 a
A. Baylon, 2 a Ferreira o C, 6 a Hernet e C. 3
a Oliiitno Jardini e C, 2 a Soaia No^aeira e C,.
1 a J L. Ceibo, 1 a Gatmares Lima e C, 8 a
Rodrigoes Lima e C, 1 a A- Martim>, 1 a Alfon-
so U-ia e C, 2 a Domltigos e Coclo.
Tintas de impr^sao 1 caixa a F. P. Bolitresa.
Tunis 50 a E. Billioo.
Tratas 2 caixas a Gaocalves Si toa.
Ditas e drogas 62 volumes & Companbia de
Drogas.
Tintas e limalQa 16 velamen a a. P. da Silve
eC.
Vraho 15 caixas a A. Soases e C, 17 or.
dem, 2 e 2 Darrls ao consignalario. 2 a R. M
Fachaine.
Vidros 8 caixas a J. D. Moreira.
Vrpor attemao Amazonas, entrada de Ham-
buigo a Lisboa era l do correte e consignado
a Borstelmaon e comp., manifestoa :
Carga de Hamburgo
Arri 100 sacecs a Costa Lima e comp., 25 a
ordem.
Amostras 32 volumes a diversos.
rame 340 felxes a F. Cox e comp.
Cerveja 35 caixas a ordem, 5 a J. F. Lima,
30 a G. de Mattos Irmaos.
Cha 1 volme a M. Decksler.
Couros 1 caixao a Compannia de Chapeos 1
a ordem.
Cnapos i caixao ja Raphael Dias e comp., 2
a Samarcos e nnia do Cnapos.
Calcados 1 caixSo a Paiva Oliveira e comp.
CandieiroB 2caix0es a B. Ribeiro e comp 2
a B. Ferreira ecomp.
Droga 10 volames a GoimarSes Braga e
comp-, 2> a J. N. da Fooseca. i 17 a Compaohia
de Drogas, 3 a A. Stolie-j'-a-.k.
Espoleta 2 caixas a Gom9s* de Mattos Ii maos.
Ferragens 12 volames a G de Mattos Irmos,
75 a A. de Carvalno ecomp-, 5 a Miranda e
Sooia, 2 a A. P. da Silva e comp., 1 a W.
Halliday e comp., i a A. Silva e comp., 2 a M.
Collaco e comp., 2 a Goxes Vianna e comp., 7
a Reis e Santos, 1 a Vianoa Castro e comp., 6 a
ordem, 6 a Miranda e Soasa, 4 a Oliveira Bas-
tos e comp., 32 a Prente Vianna ecomp.
Move's 2 caixas a ordem, 1 a S:uza Noguelra
, comp-, 5 ? M. A. Oliveira.
Machina i caxa a ornera.
Ditas rte Coatora 25 caixas a None* "n**
comp., 5 a A. D. "-Lima, 2 a B. llM'" ,
emp., 5 a Pirene Viauoa e comp., 3 j l'mi > 4
Silva.
Mercadorias ( velme '>. Gaimarftes (doeo *
comn. I a Pe o, 1 a E. Abren e comn., 5 a N-. Caaip n e
comp 2a A D. C. Viaona, I a F. P. B)li-
treao, 2 a Maia p Suva e como., 4 a M-x tret-
ckale, 1 a N. Fooseca comp.. 20 a 0'dfl>, 2
F. Liar a e comp.. 3 a E. H. a Azevrto. 4 a
G. i- M -to* l'maos, l
poa. 7 a J. K'aos-3. 4
comp.. i a A. J. M. Gai ara?*, 2 a Parante
Vianna e comp., 1 a A. Stjlzemnack, I a Ben-
tJ Rioelro e ono., 2 T. Ju^t, 3 a Uliw-ira
Bastos e comp.. 2 a J. de C. Nunrs, I a Cunna
Lima e como., 2 a M. a. te Oliveira e c>mp.,
6 Comoanbii FrtrroCar'il de Peroambuco-
301 jo 5 calas a orJem, 1 a B. Ribeiro ecomp.
7 a V. Neeseo.
Po ceilaoa i caixa a nrrtm.
Papel 6 V. V. B >Ht'<>aa< 6 e 6 C3ixai
a oraem, 3 a Maia e S it, i a F. R. Jo Silva, 7
a Mano*) Collaco e co-np.. 3 a Oliveira Bastos e
como., 1 a J. N. da P.j'ispca.
Objectos para chapeos de sol 5 caixas a Leite
Bastos e comp.
Papel dfl imorese&o 15 fardos a Maao-I Fi-
aeiroa de Paria e Fiinos, >8 ao lornal do Re-
cife.
Pregos 7 eai^ae a W. HalHday e comp.
Pnosnho-o-i 10 caixo^s a M. i. Rioetro.
Ppela) 27 fardos a ordpm.
Piao 3 catxGfv a ordp-n. 4 a Pfpalie e coma.
Qiieijo* 15 eaizaa a Suizer Kaoffman e comn.
Kotim 1 fardo a A. Silva e coiap. 1 a A. D
C. 7iaona.
Raleas 1 farlo a ordem, 1 a J. N. ds Fonseca.
2 a Compannia de Drogan.
Tecldas 2 volumes a N. Mdic e como.. I a A.
Lopes e comp., 5 a Pereira e MagalbSe', 3 a M
a dizer-llie que con-
em beneficio da po-
breza qua est, sendo explorada pelos ga-
nanciosos, vendedores de carvo, nos caes
da freguezia da Santo Antonio.
O inspector do calcamento e lirapesa
publica
llcliodoro GoHcalvas de Azcvcdo.
Recife, 10 de Junho de 94.
------------------~4>_-------------------
^cn Yurk. Liifc Iiisiiimuec
Coni|imiy
AO COMMERCIO E AO PUBLICO
Previno que tendo-se extraviado o sa-
que n 363, da liquidaco da apoliee
n. 2-25.892 do Illru. Sr. Jord> (da
Baha) saccada pelo Sub Departamento
do Brazil centra a nossa caixa matriz
de New-York, que ningueni faca trans-
accoes algumas com referido saque.
Recife, 7 de Junho de 1S94.
Dr. Molinari Laurin.
Gerente
S. Goima'S-->, i a Machado e Pereira, 3 a Mi'.
Jalla to-' riprUio.
Timas 35 voraces a A. Silv* e C.,4 aG
Mani* e C.
fexp*-r.aeo
>SCI. 8 JC.NHO D8 1894
rtra o extertor.
No vapor togl-i Orelana, para Li e-pjal,
ca'retroa :
F. Freir, lO saccas com 9,600 kilos de aliio-
dio.
No vapor iiglez tixplorer*, para L ver
pool, c-arreeou :
V. Neesrn, 160 fardos com 26.916 kil) de
resi>iaos aL'jdaj. 43 dito^ com 7,96 diios Jm
trapos e 450 saceos cora 25,650 ditos de s mente
de mamona.
No vpor inglez Daltoo, para NewYorK,
r.arrei'aram :
P. Carneiro & C, J8i sacejs caca 30.732 Kilos
de assaca' raasoavaJo.
No vapor francez Charene, para Mete-
video carregaram :
i. T. Car'eiro. 26bar!is com 2,340 litros de
vinno 'ie cajo'.
L. S. GoimarSes & C, 10 pipas r.m 4.700
litroj de aguar fr.te e 100 saceos co.a 7,500 kilos
de assucar nranco.
Prospecto
A sociedade que os abaixo assignados
pretender fundar nesta cidade denomi-
nar-se-ha sociedade cooperativa per-
NAMBUCANA.
Serfto accionistas todos que subscreve-
rem urna ou mais acc5es at o numero
de 50 e representado as suas clapses,
qualquer que seja o numero de accio-
nistas e accoes.
A sociedade dividir-se-ha em 4 claa-
ses :
i*Funcionarifjs Estadoaes e Munici-
oaes, activo8eern disponibilidade.
2.a Fuuccionarios Federaos, activos e
em disponibilidade.
3.*Operarios
4 *Accion8tas"qus nao pertenfara a
nenhuma destas classes.
As classes se faro representar por 4
commisses geraes e 4 parciaes.
_As commsses geraes se compororle
'5 merabros, que sero eletos de dois
em dois annos por todos os accionistas
de cada classe.
As comraissoes parciaes sero de 5
membros escolhidos seniestraliuente pela,;
geraes e tiradas de seu seio.
Era caso de fallecmento, ausencia ou
vaga de membro de qualquer das com-
misses ser substituido pelo inmedia-
to em votos.
As commisses geraes e parciaes sero
corapostas por quaesquer dva accionistas,
seja qual for o numero da accoes qiu re-
prese t) tem.
O capital social .ser de 500:00 & 00
dividido en; 25.0.0 acc-js de 20^00)
cada urna
O capital ser reilisado at dous ter-
cos em pivstac;oe.s, sendo a |, de 20 0 .,
e souti- s de i<> 0/,) com intorvallo nun-
ca inferior a 30 dias.
Este capital ser apncado na com-
pra de raarcadorias pira revenda,
Os lucros da sociedade sero destr-
buiios: 20 0/o para ntegrali.saco do
capital, 10 ()/0 paPR n,Ucl.> da reserva.
15 0/1 pare instruccao inrale mater al
do accionistas e seus descendente.s,25 U/ij
para aadiniuistiaco, 20 .' q para os ac-
cionistas na razSo de suas compras e
W 0/o para dividendo dos accionistas.
Logo que ustiver integralisado o capi-
tal os 2v /o destinados a esta verba pas-
saro 5 /' para instrucijo, 5 "/,) para
fundo de reserva, "> 0/, para a destribni-
yo com os accionistas na razo da Biiaa
compras e 5 0/q para dividendo.
Dos dividendos sero entregues
accionistas 50 0/q e os outros 50 J-q soro
acciiiniiladi.s para seren entregue* cm o
valor das accoes. segundo o balando
terior. aos herdeirosdo que fallecer.
Na vaga do accionista fallecido
admittido outro em igtuldade de
diccGes, preferindo-seo herdeiro.
O fuudo de reserva quando attingir a
importancia de 2 ) :<-0 '8 0 i poder ser
applicado na razio da raetade em indus-
;ri.iR ou ncqni.sico de emprezas de re-
para
s
Ude conservada em deposito em
Banco de confian?* ou emprag-ado *
ttulos da divida publica, de modo a ga-
rantir o capital social.
O recolhirnento da primara entra*
de capiUl se onectuar no acto da insoif
cao dos accionistas em livro
Sin ap pro priado.
O recibo sari passado per urna
rniss&o nomeada Jentre os Mcorporad*-
res, a qual r.-coIbera a am Banro desta
capi.al a quantia que for arrecida**
diariamente*
O* encorporadores nealinma vsntsir^
auferirio pelo trabalho da encorp ora^o
da sociedade e avisaro pela impreni
data e os lugares em que devora se e
tuar a inscripcio.
lieefe, 8 de'Junho de IS'.U
Pedro Jos da OH: eir Per/.;
Jos H. de Oliveira A mar al.
Franciscolcixeira de S.
Pedro Ahrs de Smm* BrmmL
Jos Noddem de bmidm Pi.' .
Jos Candido Rnsee.i dt Mede-ros.
Jos Julia,' R. H. ,ie Sonza.
Tnuianlin,- do S. Casel.'o Bnmm.
Feliciano And re Comes.
Arthur de .Vello.
,osc Antonio de .lime;,i.: I
Alfredo Uoiii s^
Jos Cand do dt M,r,:, i.
Amaro Tarares Contiu/i .
i-.iiii-.traiiM
(J)K
HWIa.'l Pfato A -S* Facultain aos remanentes de i:v: odo>
ras a consignar) saesar avista H)['>
TEftQOS da Mapartaosm :
as mnsmas condicoes
COXTA PBOPRIA .lualqoar al
PRESENTA i-E AMOM'iMS
Execatamos qualquer ei)-.' .: uien.la dos
prodiic'-s )im ,, Estado da I'mi.
exporta: C- >N"!)!( '()ES A \ < :\ [ADE I >' N
NEGOCANTES (UE \ S II >XKA-
REM 0011 SUAS OROEvS
Machado Vis;In A IodrisucM
Firma reffistrada aa danta '':::-ircia!
de Parnambuco :
Enderezo Telegrapki <. MA HAPISTO
lina do Vigario a. 27.Psrnatabeo.
an-
con-
conheeida utilidaie c vantagens a juizo
da Assembla (Jaral, sendo a outra ins-
Primo e comp., 1 a Soaza Nngaeira p ciap 2
a Goilherma Porto, i a Max Drechsler, 3 a Mal
tos Camioba o coran., 4 a J. R., as Fooseca p
comp.. 1 a G.!rra Feraaode n coaip.. < a J.
Goncalv>s e comp., i a M. Oliveif. e comp. 2 a
a.. VieKa e comp., 2 a Rerne,. e CGmp,, 2 i Gqn-
cnlv8 Cucha e coto., 4 a L. Msia <> o op 3* s
Olioto Jardim r como., 8 a o'djm, 17 a Affonso
Maia e comp., 1 a Das Loureir j e comp., 8 a,
Kadrigoes Lima e conp., i a Machado e Pereira
l a G. de S. Paixe, 2 a Casado e Oliveira.
Tintas 8 barricas a A. da Carvalb; comp
Vidro8 1 caixa a A. da Aznvedo e comp., 2 a
oMm. 16 a Companbia de 0ro?as.
Vinbo Bbarris a V. Neesen, 2 a Conpaabia de
Drogas.
Carga de Lisboa
Batatas 130 caixas a Coropanhia de Estiva.
Ceblas 50 caixas a mesma.
Mercaderas 2 caixas ordem.
Vinbo 20 caixas a J. F. Lima, 10 barr s a Mi-
randa e Soaza.
-arga do Sol
Barrn 1,4?9 a diver6cs.
Pipas 688 a diversos.
Pelles 5 fardos a Deimiro e Corris.
Vapor inglez Magdalena, entrado dos portos
da Europa em 31 do passado e consignado a
Amorim Irmaos e C. :
Amostras 32 volames a diversos.
Coa 4 volames a ordem.
CalSEdos 3 caixes ordem, 2 a Costa Cam-
pos e C.
Esseaciss 2 caixas ordem.
SIectro-plate 2 calas ordem.
Drogas 37 volumes a Comoanaia Folha* de unzo 3 volames a A. Silva e C
Fio 5 fardos a crdem.
Graxt 3 caixas ordem.
Mercadorias 3 volames a Oliveira Bastos e C.
leo de liobaja 10 barra a M. J. Cimn js 10
aA. silva eC, 5 aG. Martins eC. '
Presumo 2 caixas ordem.
Quelios 15 caixas ordem 40 a Compantiia de
Esuva, 10 a Gaedes de Araajo e Pilaos. 6 a J.
F. Lima e C.
Saliire50 barricas a A. D. C- Vlanna.
Sal i barrica ordem.
Tecidos 14 volumes a Olioto Jardlm e C 13 a
A. Maia e C. 3 a A. Amorim e C, 7 a D. Loo-
reiro e C, 10 a G. Fernandes e C, 4 a Ai Vieira
e C.,24 a ordem, 3 a Mattos Caramba e C-, 3 a
L. MaaeC, 9 a M. Primo eC, 2 a 8. Nogneira
e C. 1 a Monra Borges e t;., 8 a A. de Brillo e
C, 7 a Pereira de MagalhSes e C, 6 a M. Das'
Para o interior
No logar hespao)ol Na^va Paolo, oara
Paranau, carrejaran) :
Amono) Irmjs & C, 200 accos com <2,ii'M)
kilos1 na 888Ca.- o-a)'o e 400 altjs era 2i,000
diiOit iiti .lio raascavado.
Compacnia Dashlacao C->.ntral, 200 ssccos com
2 000 kilos de asiocar branco.
D. F. Porra B.l.ar, I00sajco com 6,000 tilos
Oh abocar Pranco e 100 diras coa t,000 ditos
de diio mascavaio.
Nj vapjr alemo Caanla, para Rio de
Jmd ,-o. crrearam
P. Alve3 4 C, ,000 saceos com 60.000 kilo?
de assocar branco.
J. S. da Casta Moroi/a, 322 ueo ctu 19,320
Uilci de assacar raascavaao e 29i ditos cora
17.P40 aj ae di lo t.-a-ico.
Nj vapor alterna.) R):na, oirz, Rio da
Janeiro, "m-eaaram :
Corte Je SalJanba, 99sac;is com 17,9.0 koB
de assucar branco.
No vapor aostriaco P tjl, para R:o de
Jineiro, carregon :
M. F. L<3ite, 410 saccas coca 14.600 Vllos de
assacar braaco e 43 ditos co.ii 2,580 ditos di
dito masca?ado.
Nj vapor nacional Goanibara, para Rio
de Janeiro, carrecarim :
a. Taburda d C, 5S3 sacco3 com 33,780 kilos
de assucar braaco.
A. I-mSos 4 C, 8,000 cocos frecta.
ro vapor francez Cbareule, p ra Rio ie
Janeiro, carregaram :
P. de Oliveira Mal, 20 pipas com 9,300 litros
de agua-riente e 3 ditas com 1,395 ditos de dita.
G. faaite. 400 3accos com 24,000 kilos de
assacar branco.
N> lugar inglez Fraocea, pari o Para,
carregaram :
J. Soaza, 2,500 caixas con 32,500 kilos de
asi.
A. N. Dnarle, 500 arricas con 33,280 kilos de
assacar brinco.
E Kaotback & C, 5 pipas oora 2,350 litros de
agurdente e 5 ditas com 2.JL0 ditos de alcool
o vapor nacional Pemambaco, paa
Manos. carregaram .-
P. Alves & C 60 saceos cora 4,500 kilos de
assucar branco.
C. Gmmarges Jnior, 40 barricas com 3,094
kilos de assacar branco.
Para Para, carregaram :
P. Carneiro A c 6 barricas com 543 kilos de
sssucar refinado.
Para Cear, carregaram :
P. Carneiro & C, 2 barris com 180 litros de
alcool, 50 saceos com 3.G00 kilos de assacar
branco e 50 ditos com 3,000 ditos de dito masca-
vado.
Para iaranhio, carregaram :
P. Carneiro & C, 50 barricas com 5,454 kilos
de assacar branco.
N) uiaie Deas te Guarde, para Aracaty
carregou
No hule Mctoria, para Micao, camvn |
Uiban V. da Coxia, ii barricas coio 916 il
(de .socar reOnadj e 10 ditas coa i.065 dtli
Of dll" h'-iiic.i.
Na brcHca Pr carregoa :
1. Sooia, 50 eauas -o-u 250 kilos de vallas e
100 ditas ciu 1,300 tilo* de s-ioao.
Na barcaca Oivina ProviJcacia, para S.
Miran, ';*.rr-Kou :
J. S. Seixa-, 30 caixas coui 660 kilos d< sa
bao.
.-dim.r'a't pnftlki
CBt DN JUNHO 01 1894
Ktfandega
"O abaixo a-siguado Ktfa i e fkm are lu-
-Vntoiiio Pemira, n< w, n' i .i. ...
praca ora prensa da d rl
dat-i jin dwnit) toilos << urocios
dita cusa, dav iin r !'.-iio- r i
so coasenlinicnU li m r m i .
evitar davi.ias futuras.
Recife, 8 de Ju Car /. i /
Hccife Draviiase Coji-
o
paoy Liiuiied
AVISO
C'liam iiudo h
cito do iiihlic
iiilra piihlhMtlo ti<.<
le 31 dv A^.-ts.i le
|iti*<


ullen-
tt\M
joruaeM
!*. r
? *i" .Millo lo mino |iii I ctii ewta J'omptialiia a le-
H*D4a Oo dU 1 a 8
idm d< 9
383:761*618
So:41197
Raneta >o ttaoo
O) tfia l>8
W-9 a 9
59.56ifil6
23:. 4U098
434:1741815
83:303*714
Somma total
5l7:.7839
SqteiHto flc&.io da Alfaodejt Pam^MiMoa,
9 .i, Jonao da i34
O Ctief';
J. GoDQalves es Silva.
) ic-esoiiretro,
iOSi Mauoel Bcingoc.3 Talas,*,
Do ft
dem
aCSn39CiU& DO ESTADO
la 8
d 9
Feiiio de 3AOO0 a i MU a "la.
X,iryue 900 ra. ktla.
Mavinicnto lo Porto
Navios enlrados no da 9 de Junliu
Rio de Jan'iro e escala -7 lias, va|xr inglez
Colerin tei. Urown, cqui|i;iL'ein 47, carga varios g-
neros ; a Blakliurn 4 C.
Rio de Janeiro. 6 lias, vapor nacional -Ilmisi
de 512 loacladas. coininandant' A M. K"inp,
equipayem 27, carga varios gener i
Ignacio Guedes Pereira.
Terra Nova, 43 dias. Barca In^leza < aipasian
de 270 toneladas, capitao \\ liaui Laan eqw-
pagm 11, carga bacalliu; a II J ^eraHB-
Saludos no mesmo dia
Ne\v-\or!. vapor Ingles Coleridi-e >: rann-
dante J. Orown, varios genei -
Porto Alegre, lugar Allemo I'risin .apilao
O. Brusker, caiya assucar.
Macan, lugar Noruega -Wikiii
Fonneseu, em lastro.
Mari cHFicratf oc
Rio d Janeiro
Barra porlOKoea Margards.
D Pono
P.'ltiabole pnrra^o^z R^soolo.
Lagar ingles Si Pac.
De Pelota*
PatacOo sll-mao Hilna.
Logar ponogae* Huracra.
Ta^ar oorae^aense la'anqer.
Escuna boliaadesu Aaoa.
Pa'^cbo ponegaex Soetil.
Patacio portoguez MariL;.. VI.
PUcho noe o Selle.
Palacbo alleoSo J. M, 'BOt*.
LoKar !;nl>andi Fr;t'i Paber Beol
PaUcho aimo H.-, ,
Ptaciic leraao J. T. L
PabetM re .U' ate EU!>bl.
PaiCto ing'er. ainica.
Pa tacto alhmao Ha-,-::
i-api lao E.
49-79fi(l Va':c{'1 la Ds Os 1 a 8
dem a 9
BCtFS DRAIKAGS
ni:S05#216
:014M87
LOOSiS
3032*615
r.
Mercado Huairlpal d. Jone
0 movimen'.o deste mercado no da 8 de
nbo foi o seguintp : Entraram.
4 38 bois pesa::do 6.9,6 kilcs.
uJ25 kilos de peixe a 20 rs. 8/500
30 compart. com mariscos a 100 's. 3000
9 ditos com camarOes ? 100 rs. 4900
31 columnas a 300 rs. 84900
3 cargas com gallinbas a 500 rs. 14500
2 cassoaes com gailiabas a 300 rs. 4600
12 cargas com milbo verde a 300 rs. 34600
2 cargas com batatas a 300 rs. 4600
1 carga com cebolinbo a 300 rs. 4300
3 cargas com germum a 300 rs. 4900
2 carga com canna a 300 rs. 4600
1 carga com oananas a 300 rs. 4300
2 carga com laranjas a 300 rs. 4600
5 cargas com rrnetas a 300 rs. 14500
57 carcas com farinba a 200 rs. 114400
15 cargas com milho seseo a 200 rs. 340CO
6 cargas com fejao a 300 rs. 14200
66 lagares a 200 rs. 134200
(5 soinos a 200 rs. 34000
11 comp. com saineires a 14 114000
8 comp. com seineiros a 700 rs. 54600
11 comp. com fressnras a 600 rs. 64600
34 comp. com comidas a 700 rs. 334800
54 comp. com fazendas a 600 rs. .324400
49 comp. cora verduras a 300 rs. 144700
57 comp. com farinba a 400 rs. 334800
45 comp. com talbos a 34 904000
I I Tjp
Rendlmentos doldia 1 a 7
2804500
1.9Z24400
Prscos do da :
Carne*verde de 300 a 900 rs. o kllo.-
Suioos de 900 a 14 dem.
Carneiro de 14000 a 14300 dem.
2.2024900
>>ck"u t>arneiro ae i*juuu a i#zuu rae
J. Cardoso, 3 pipas com 1,4(0 litros de aguar- ( Farinba de 500 a 909 rs. a cala
4eate. Milbo de 500 a 4 rs. a cuia.
Palacbo hoilanda An^nc.
Brigo io;iiiodz A '.Eira
Logar Ittgiei Uror.e'.
Di
L^R.-.r lagle Carpairtaa.
Lu^ar ini.'lrr Fl,r.
Laxr ingles Samb aa.
Laxa.- ne Wilan,
Lagal Qfl< i Vidonia.
bagar lnlez Corisaad
Lagar ratlez Dacnre-
Lo>;ar inxlez Gra'ia.
f, \-,v Po-I
Barca noruega Brao
Barca noruega Krno.
Do lii^ Gal. ,i^ Sol
Lagar noruegneo^e Gna.
De Hambor >
Patacho aliemao Trina.
Da Lwarst
Barca inglesa Lilla a:
De Ca-dilT
Barca noruega Otxond.
Bar.-a noru.'Ra Good-am.
Barca noruega Elandj.
Vapor** .i evicar
Mez de Junho
0>elns, do sol, traje.
Pelotas, lo Paf, boje.
Delembre, do al. miaba,
Clyde, do sal, a U.
Las Palmas Dadnos, da Euro a 13.
Jaboato, do or'., a 13.
Colombia*, di Europa a 14.
Jarahype, do sal. a 14.
Brazil, do nott?. a 15.
Slrab, i New Yo.lt, a 17.
Rabea*, de Liverpool, 18.
Vapra a
Mez do Junho
Plyaotb. e esc. Orei.-^, hoje, as 2 toras.
Saotaampton e mc, Criar e esc, Una, 11, \s 4 horas.
Genova s esc. Las Pilmas, 13. as 3 noru.a
Santos e esc. Pelotas, i2. as 4 oras.
Buenos Ayres e esc Danubo, 13, s 3 horas.
Sintos e eso, Delambre, lo, ai 4 hora*.-
Rio e escala, Brasil, II, as S horu.
Sal, Golomol, 16, 8 horai.
*
o
m
l&fr:.


^'



itfarfo Oto namflmeo Domingo
T
r
^
clarar que estando siempre
proiupta a attemlrr as justas
recluniacoes do publico, toda-
va nao possivel attender
siuiultaneamente as reclama-
eSes constantes que ora sur-
Sem. devidas a forra inaior.
en consequencia das copiosas
ehuvas que tem cahido, que a todos os meios de trau ment, anda qoe
em v5o, at qu, cando j cuneado e
acabildo polo siffrimeto, um amigo mu
w roa irstancias a vida se ms fes insuppcr-
tavel. Todo* qaaotoa me oonbeciam cada
dia me ao hvhid peor ; obaerv..v ji a eflr
aronrclleota rio* seua olhoa e pr.lle, o mou
antrHqueiaoeo'o, a nimba debiliaado a
(dovela gor^l par uro tim, d qaal 1.8
I10S eStK pecB-r nnri f.|.r.
c Devo diaer 'ha que, a aenielruoGa todas as pestoaa que e&o victimas da urna
enfermidad-, recorr, un. atrae do outro,
enchendo as cacimbas e enca-
namentos dos apparellio pro-
transbordaiurn-
duzem o seu
to, visto como nao silo os mu-
cbinismos construidos para es-
cotar a^uas fluviaes.
Compreheude-se de que tra-
tando de perto de 10:000 ap-
parelhos nao possivcl pro-
videnciar promptamcnte nao
liavendo assim motivo para
invccti%ns a C'ompanliin.
y I^Mcriptorio 5.*l ICua 15 de
\ovrmbro.
(i de Junho de IS I.
I. I'. Nackintosb.
Gerente
AVISO
i'OPa.l Constando a esta
4'ompanhin que algim* pro-
prietarios estilo couMtruiudo
canialiwar'liv* para cscoament
das a>uas servidas, e os 1-
si!i.|:> ao enranamento desta
< ompanhia. previne-se que nao
p.-.'em assim fazcl-o uirsino
porque pelo contracto em vi-
sor, bem como por
litposicoes de leis.
pile tocar nos encaEtumcnlos
me aconselhuu a que perim^ntaase um
remedio chamado X-ropn Onr.tivo *
MSi Seigel. C<>naeotin-> .11 iii.an, t..i
pharmacia de Viceote S>rribas, e troa
xe-ms quatro frascos, aj{< r* quitudo es-
toa fcabaado o teroeiro, po-o > t-f&rmni, e
tkffirmo Com a tumor l<-|jii m*e ealou
boos completamente t. Tnho boat appe
t te, digiro perfdltacnente oh alimei t.iu a
realidad* featu restituido A via-i. Es-
orevo-lbe por o- tonao a que publiqu-t iio p r b< oebeio
de quaotoa eoff-nn c ni.' e-> s. ff>. D-
voc d'dma'lo (AaaitfoBdu) Jo** Perea L>-
pff, tdal^uon 54, 2 *, Aicaote, 9 de
aguato de 1833
Dea a D" ti' >ra t.'.o frii* to-n.in ai u
grande e dujor a* espsrjrooia n r. P.
Lopes. A sua eo'Tinidade erg do syte
n. viu.1 di^e*tA\< iim a a-a i.urn-
vel de klAuliv^K ymptom*a que p-overa
da dyaperuia. O aesm que <> curvfio
accao D'utn quarto som vmtili-eio cav-
ena o ar, aas'Ri o eotorpa timoneo do es-
tomago e do i,-ndj ei:'i:i! o oorp hu-
mano. Os reoultad.,8 sao laeitvs, a
causa i urna s>.
Escotado no* parece tizar qoanh> tiw!
ganbo o 8f. Lop-a i-m toe encnt.-Jo i-n-
nos anteo o Xarooe Curat'vo da tj Sej-
gel ; mas teliam-iiite ouno faltar ce 1-s e o
usen a tempo p*ra salvar vid^ e n*o per
diversas' "er a Oerteaa de usa tiic.d Quantcg outroe ua meon situado i^t^e
l!e lerao eBfciB h.-.haa ? UeotOJ, uilve
(assim o esper. mis), laua os qjafs se
Tobas Brrelo : ns. 3 e 7.
Travesea dos Mrtjrrios: na. 1, 5 e 8. j
Travetsa do Pru : n. 20.
Lomaa Valentinas: ns. 55 e 104.
Ra do Jardim: ds. 1, 2, 46, 14, 20 e
da C'onipa'ibca. cujas obras sao g.ivarSo cerno elle se salvou.
cqiiipnraiaN a obras publicas
5 ;oza::a ttvas dcstas.
Outro ssm. a t'ompauhia pr>-
Icsla ndo Enais responsabilisar-
se pelas ir regularidades ou in-
terrupcSes que por .entura ve-
nba a soirre* o serviro a seu
cargo em raza o de tnes obras
e far valer a lei contra todo*
nqiellc* quedamuificarcmsiia*
obras.
O perico eat a na obsccri.^rfe e na
ignorancia.
O X&rope Ccrstivo da Mai Seigel e>
ve&aa em todas ao Pbarm-ciaa.
ED1TAES
Advocado
Eduardo Corroa da Silva mudou .seu
escriptorio para a ra 15 de Xovembro
n. 2G, sala da frente.
A brisca dos rapazes ta
escola
Nps cortas da minha mSo dirti'a
quasi
tenbo
4 g*-cc*o.Serr-t*r!:' Gm^dh d" Si
tado de Vero^tDbuco. tn 7 e Jodii ot- 1&94.
EDIT* L
p,li p-ts-o'f faj'i p.ihltco qoe arhj-^p mFla
8*cretria 11 D-orarjrjao -cten-d. piloSr.
Mlniatro (ia R*lc0*" Exi"!orer' com viso n.
i 30 mj Ua>o linio lira d^ ser ?n,rai;p
Aoiotiio JoE le 0 i'P'ra S. Joaner.-, p'uOora-
dor oe Jro ot i' 0 vel'a.
0 BwtpUiIo.
J |l AuUi'tr Ftffira Lima.
___________________,__.------- ...... a
Estrada de Ferro Cen-
tral de Pernambuco
Kdital
De ordem do Sr. Dr. director enge-
nheiro chefe fa5o publico, para conheci-
menio doa jinteressados que, em conse-
21.
CfaristxvSo Colombo : "na. 4, 10 e 23.
P-disj lonano: oa 3, 5, 7* e 76
Vidal de Negrem-s : os. 2. e 86.
A'itonio Heortqoe : n. lo.
D.asCardoso : ns 19 36 e 60.
Cxi-rnca* : ne. 1, 19 A e 34.
S-nu Riu : ns. 29, 19, 21, 28, 32,34,
50 70.
TraveaSA de S. Jo- : 9.
Roa de S. Jo : n 51.
Padre Morris): n. 48 e 70.
LhTQO'o Mercado : na. 9 e 25
Wanla (.eolia : u. 27.
S. Ju2o : n. 83.
Praia do aidereiro: D. 29.
(J Dr. Jo- Jui &> R'ueira Pinto -*e Scnia, joii
ue 1 r- 10 de cafHijeOioS Bi Io dmirl 1 d
n orji-ipio do R-cile eai l.e- da .ei.
P-Qii g-bi-i- a qoeui in-ereas-ir poi^a joe rom
o pr.to 'ie 3t) da', a ruviar jesta data, xia
abeto o c n u-o para o pn.'vir&>-nlo iio
de Io oiBcial no rt-glniru e ea-Tlv" de ral*i|.
tos dedta capital creado peln ne re >> D. 320 H de Aoril d- 1890 vago ein o 4^>itw ii de
iiavrsidi) n.m-iioo efcria D-ctivti i*, rv. uiuaijo XaOel viim ue Bito-
Faicao.
Oh concD'rintea (fe*'5o jooiar ert> original.
ii Soa "t'tigot-.x <>a f--a'UlIit'H du*-D os :
_ *. stit-i de e-sme de 8ofliciPOi.u ;
2, .p.raode
3*, orificado da exame Ce portoguet e antn-
rxji-t ts ;
. iha ccrrlda ;
5,i tfBtad.i meaico de ca"ac|dade phyira ;
6, P'uco'acao ttpe.i-l se requerereiu prucorsiior ;
"\ tinaljieo!'', 00T.-18 douoifotos qoe fo'Pm
coov-nii-tea ara jiova d- canacidmie profia-
sional. todo <1 i'UD'ormidade coqi dii>P' s)c6-s
d retn 1*03^1.1.) armexo ao dree-o u. 9i0 r
28 de 4i>rn ue 1885.
K r'a que cneue an conbcitnenio dos ioie-
rpiia.'Orf rii p^rar o ("fieiive Que sera po^hra
du pfla iaip'eusj n sffixaio uo )0-ar do ci
lu ne.
Cldsrfe do R rife, 15 de Halo e 189i.
Eu, G-ririi c Molla, eseiivaa inienuo de z*-
rcentor o rfer*t.
Jj. Julias Re*ue;ra Pm'o de Sonta.
BEGLiEiCOES
^siamante cerca do centr<> da m3',
urna pequeca cicatriz. NSo a observa-1 quencia da interrup^o do trafego desta
a>____________^.a,________ -^ 1 TT* 1 *_ "1______a. JL *
r eu a nSo ser que eu a voe moctrasse^ e
anda assim terieia de olhar com attenySo
pera v-a. Mas sempre talli et do
mesmo modo*, e estar at que a mila
m^ e t-rne p5. Isto data de quareota
amo?. Vcltando um dia da escola para
casa, um raras e eu questioomos e bn-
garon, e, por estroho que pareja, ne
nbnma das r!uas cousas foi por urna ra-
pariga.
Seja o que fr, e caso que o ootrn
pachn pelo sen esnivete e mo ferio as
costas da mSo direita.
A ferida, pelo qae me Lmbra, terdou
em cicatrizar 3, e epreseotou chaga e io
flammacSo por espago de varios meiet, e
como apenas paasava um dia sem que Ihe
dste oom alguma couss, oa qae Ihe dsse
ama pancada, pnnha-ae peor. Todo o
resto do mea corpa sSo pareca estar con-
centrado naqaella chaga ; bem sabis o
que sau estas cousas.
Na mesa qae tenho diante de mim est
una csrta na qaal o qoe B" escreve dia :
cA vida toruava se-me inauppurtavel.
Agir bemjnechum de no tao forte e
doro qae p.-asa ser prora de cior, mas
qu&nd.i um bomem se considera inoap&7-
para snpportar a sua vida em todos os
seas aspectos ; riaando o mal contrapesa o
bem rt tal ponto de fazer deeejar a esse
bomena o seu proprio aciqailaxaento. Por
qr.o est cnt2o e36a homem tao senstvel e
esentido ?
Porque se acha erido e inflamado du
oabafa t>cs ps. E bem o taba D.i.b,
qne bjo &c 1 cca&iora-o 0 pe;8r ; ccaasiona o a ptrda
ce hers; eccadooa o a doeng'..
0 rae escrev; carta fas refere
ter estado i3renuo d'-ima enermio".
por espaQo de qainze anuos. Qoem '' e
imaginar o que ato significa ?
Otempo voa come um agaiu ou se Rr-
tast-^ como urna tartaruga, o mesm-- que a
ros, a?8graca:0B, eos saccede. No ama
ooasa que &e poesa m:dir pelo tic tsc de
am relogio, nem pelo nascer e o por do
sol. Quinze anuos de doenja sSo ama
efernidade.
Tinba (reqaentes e.iolentas dores,*
continaa elle qae esoreve a carta, e qnan-
do coma alguma coasa immediatamente
se me azedava no estomago. Multas ve-
zes desejavo vomitar para atirar (ora o
qae tinba comido. >
NSo tamoa mais do que cbmar a atten
cSo para b faeto de que a vida depende
da digestSo doB alimentos, para insginar-
raos, at ao seu mas leve grao, a condicSo
de um-i peasoa que se v obrigada a atirar
fra os sana alimentos; o desta procesen ,
cedo ou tarde, a morte. Por oerto que
nozso amigo tinba qae digerir alguma
coasa, pois do contrario uS.j teria vivido
para col-o contar, mas era um modo bem
miseravel de viver. .
Poderiamos comparal-c a um animal
terido esteudido, sem auxilio, na sua ca-
verna.
Mas pro6gamss : A minha lingua,
estava sempre Eoca e coberta d'uma
capa especialmente pela manhS.
Nascido |u com ama protana inolifja-
yBo para a gravidade e para a tristeaa
nSo s no corpo como tambem na alma,
j tinba perdido o animo, senta melanonlia
e nlo tirita vontade de trabalhar nem anda
quando tivesse forcas. Em seaelhantes
Estrada entre Victoria e Gravat, deter-
minada pelos grandes estragos produzi-
dos no leito da liuha pelas enchentes dos
rios, acham-se depositados na estacao da
Victoria as mercadorias daspachadas na
estacito Central do dia 22 em diante, com
destino as estacs lem d'aquella ; sendo
facultado aos seus respectivos donos ou
recebel-aa alli, restituindo a estrada a
differenca do frete pago, ou deixar que
ellas l "permanesam at que, resta bele-
cido o trafego, possam s r levadas a seu
destino, sendo que neste caso nenhuma
taxa de armazenagem ser cobrada.
Quanto s mercadorias despachadas
no interior com destino Capital, pode-
ro igualmente, ser retiradas pelos inte-
ressados restituindo-se-lhes o frete.
Secretaria 29 de Maio de 1894.
Victliaano P. Ribeiro de Souza.
Secretario.
Alfandega de Per-
nambuco
Edilal n. 4 'i
PRAZO DB 30 DAS
Pela inspectora da Alfandega Fe faz publico
que a 2 bora do da i d>- Julbo viodooro r#-
30 veriJidas, em p'*ca pnlica, as mercadoria-
abaixo "escripias, que nao foram despachadas
ao praz da le, tirando marcado novo prazo e
:0 oa, a coalar des a data, aos iotereesaic;
para as reliaren), sob pena dp, realizada a ven
da. nao S3 atieoder recbmacao alguma.
0 areroaianie enerara, ton pena de multa,
'.om o prego da arreu:aiac!lo deutra u i8 to-
ras.
Armazem de bagr-gera
1 rca R M CUua caixa sea oamero viada
da Europa 00 vapor Tbamcs ero 26 de Jaati-
0 de 1893, contendo nove carrafas com viobc,
pesando 11 kiLs e nao constando a ccnGuv <-
So.
Sem tuarcaUrna dita sem numero, vnda dn
sol no vapor portegnez Malange em 7 ae
Ago.-iu ce 1893, contendo dozt camisas de aigo-
dao, pei'O de liano, e seie lencoe?, pesan "o 3
kilos e ignorando-ee a consignaco.
Marca Alfredo LopesCoa eaixa sem ame
ro viada oo ;ul no vapor allemSo Cintra em
22 d" Abril dr 1893, contendo oos quadres rom
moldura tnve ipada, pesando 4 kilos e ignoran
do-ee a consignacao.
Alfandega de Pernambuco, 2 de Jcnbo de
1894.
0 inspector,
Alexandre de Souza Per eir do Carino
Inlimacau
Praso de 1 & das
Por forca das rlisposigSas constantes do
ar'.igo 6.* e sjus paragrapbo?, capitalo
1.a, titulo 2.* da lei municipal n. 4 de 27
de Fevereiro de 1893, intimo aos pro-
prietarioB dos predios, constantes da re
lacSo abaizo declarada, para, no praso de
quinte das, contados da data oa presente,
inandarer canaliaar as aguas servidas dos
referido* predios pa.a a galera publica de
esgoto, oa facer aamidoiros para extrava-
bSo das referidas aguas, devendo para esse
S8rvso reqaererem licanca a Municipali-
dada, sob. pena de ser ibes imposta a mul-
ta a qae se retere o paragrapno 12 do ci-
tado artigo, a qaal ser elevada ao doplo
na reincidencia.
Fiscaliaacfio do 1.' diatrcto da faegne-
aia de S. .Jos, em 8 de Junho de 1894.
O Fiscal.
Ernesto de Ahneida Freir.
Relagao-a que ae refere e edital aopra:
Ra Coronel Saassuna : n. 152, 140,
16,114, 53, 45, 86, 90, 116, 144, 178,
155, 191, 193, 195, 197 e 149.
Coiupanhia de Bombei-
ros doRecife
Pela presente convida-se aos Srs. pro-
ponentes e contratantes a apreseutarem
na secretaria desta Companhia as suas
propostas para o fornecimento de 50 (cin-
coenta) cintas gymnasticas de cadarco
de l encarnada, iguaes a as adoptadas
pela mesma corporaeAo.
As propostas deverSo ser feitas em
cartas fechadas, acompanhadas das
respectivas amostras do cadaryo e com-
petentes precos, e serao abenas na pre-
senta de todos os concurrentes, as 11
I horas da manhS do dia 11 do crrante
I mez.
Os mesmos Srs. concurrentes encontra-
rlo na secretan a desta Companhia a
amostra dos referidos cintos para exa-
minarem o seu confeccionamento.
Secretaria da Companhia de Bombeiros
o Recife, em 5 de Junho de 1894.
Joo Taypto Lugam,
Alferes Almoxarife.
Estrada de Ferro Cen-
tral de Pernambuco
Fornecimento de Jullio a Dc-
zembro
De ordem do Sr. Director Engenheiro
Chefe se faz publico que at urna hora da
tarde o dia 14 do corrente mez recebem-
se propostas na secretaria desta estrada
para o fornecimento, por contracto, no
semestre de Julho a Dezembro do corrente
anno, dos artigos constantes da relacao
que ser facultada ao exame dos interes-
sados na mesma secretaria.
Os proponentes devero apresentar-se
nesta repartidlo a hora cima indicada
trazendo suas propostas em carta fecha-
da devidamente selladas, datadas e as-
signadas, com os precos escriptos por ex-
tenso eseii emendas, rasuras ou cousa
que duvida fa$a, acompanhando-as as
respectivas amostras, principalmente aos
artigos cuja qualidade nao esteja expres-
sa na relaco cima referida;
Para ser admittido concurrencia ca-
da preponente far na thesouraria da es-
trada um deposito de 200S0O0 perdendo
o direlto delevantal-o aquelle que pre
erido para o fornecimento de qualquer
artigo recusar-se a a-signar o contracto
dentro do praso de oito dias, contados da
data em que houver recebido o aviso
que para tal fim Ihe for expedido.
Para garanta da boa execujo do
contracto depositaro os contactantes no
cofres da estrada urna quantia fixada pelo
idrector de accordo com a importancia
do fornecimento contractado.
Secretaria, 5 de Junho de 1894.
Victaliano P. Ribeiro de Souza,
Secretario.
A-visc
O Banco Je Pernanabico
abonar soraent; jaros a
rzao de urn per cen.to &o
anno Das con tas correntes
de movirxento, contar do
dia J 5 do correneem dian-
te at seguedo aviso.
Recjfe, 2 de Juaho i!e
1894.
Wiilium M. Wlbster.
Director-gerente.
THEATBO
SANTA ISABEL
GRANDIOSO SCCESS0!
oca
OO
rren
B
|bb)
s
l
i*



AVISO
P r ososa do mo tempo espeotacolo anunciado em beneficio das fentei--
d*s fi has di Dr. F-ure Nie 1 y fic^n tranaferido para
OompaDhia
Ferro carril de Pernambuco
Aviso
Teodo de ser concluido aozanb o servico do
re^sseatamento da lioba na pome 7 de Setem-
(*ro, o prximo domingo os carros deeta com-
panhia farao a vjita de anas fisgeos por ci.a
ponte.
Recife, 8 de Jonbo de 1894.
Felippe de Araojo Sampaic
Gerente.
Oominoro 10 de JuahoDomingo
AS 8 lpi HOBAS DA NOITE
Os bilbetis j vendidos darSo entrada e o programma ser o mesmo ja' an
nunciado.
DESPEDIDA
i^ovas surprezas no sem rival sylphorama
LT1M4 NOITE DE MA.R1VLHAS!
-------):o:(-------
fflT ^S>^OTAPor falta de tampo nao podem Rosioa e Paala distribuir oa bilhn-
H^"-^5 tes para o seu beneficio. Assim rogam as pees, as que quiaarem favorecer
oom suas pretenceB a esta rocita ztr^ordLiaria em seu beneficio, te ham a bond^de de
mandar buscaros bilhe es no theatro.
Deade i' antecipam teus si-ceros auradpcim.'.r.t >s a todos quanto as auxi-
liaren] com sua preseoca ROSINA E PAULA NICOLAY.
Precos e horas do costme.
Trei.s para Olinda e Apipocos e bonda para tod> s ai Jinhas,
DO
AMPO GHAND
PAOJEOTO DE INSCRPCAO
Para a 17* corrida a realizar-se no domingo
17 de Junho de 1894
1 PAREO 1 7 de lunho 1.000 metros. Animaos de Pernambaco qae
cao teobam ganho primeiros e segundos premios nos prados do Recife,
contando oa dSo victoria de 30 de j-.ho de 1833 at data da
insonpcSo. premios : 505000 ao primeiro, 400003 ao Bogando e
0(5000 ao terceirc.
Art. 5.Jarde.
2.* PAREO-Turf PerBaabacaao -1.350 metrosHandeap Animaes de
Penambuco. prhmios : 300i>000 ao primeiro, 60^000 ao segando e
308000 so terceiro.
Pesos -Bismarck 2. 60 kilos; Piramon 58 kilos Aveotoreiro, Plata ,
Maarity e Trinmpbo 53,kilos; Pyrilampo, Da;blir, Ally Stoper e T=d?-
51 kilos; todos os domis 48 kilos.
3.' PAREOA Mpresasa Pernambucana 1.200 metros Animaes de
Percambuco. PrtinoB : 250/JOOO o primeiro, 40fJ000 ao segando
e 00000 ao teroeiro.
Art. 5.Biamarck 2.% Piramon. Aventareir
M,
o.
6.
Hirt'v i Triompho.
PesosPyrilampo e Dubln 57 kilos; Ai y 3'- u i >H k <; Hugaeoote e
Tudo 54 kilos; Taroo 2, Nababo, 11 o II .f.aa.i > k los; todos os
demais 46 kilos.
PAREO- -Ave Libertas 1.000 metros. Auiauea da Penambuco. pbb-
mos : 2500000 ac primeiro, 4O0OO- ao segando e 20000 ao
terceiro.
Art. 5.Pyrilampo, Dablir, Huguenot e Aly-Stopere os do pareo A Imprensa
Pernambucaoa.
PAREO Animaf o 1.250 metrosHandcap. Animaes de Pernambuco.
PBEMIOS : 3OC0OOO ao primeiro, 6(?C0U ao segando e 300000 no ter-
ceiro1
Art. 5Os do pareo Ave Libortas e Tadc-, Nibabo, Turco 2.", Ida e
Hiiondelle.
PesosMalai, Toulon o Teo- 2" 57 kl)s; Berlm, P.Jnttbh, Patbahouly,
Talispber, e Sus-Souci 56 kilos; Gallet, Mahomere, Pirata, Mascotte,
Regante, e Cclosao 54 k'los; Po'.repolis 2o, Froutin, Pioasomo, Scaptcisnao
Vifgador e Tei^os 52 kilos; os demi>U 50 kiles.
PAREO-Trilito Urbanos 1.400 metros. Animaes de Pernambacc
premios : 3000000 ao primeiro, 600000 ac segundo e 300000 ao ter-
coiro.
Art. 5. Os do paieo Anim.cSo e mais Malaio, Tener 2o, Toulon, Sabomerea,
* Sons-Souei, Talispber. B:;rlim, Pontable e Patbeboaly.
7. PARE^-Conso!aco 1.150 metros. Animaes da Pannimhuco. pbb-
Mos : 2500000 ao primeiro, 400000 ao segundo e 200000 ao ter-
ceiro.
Ar!. 5-~ Os do pareo Trunos Urbanos e mais Visgsdor, Fi.-Ma, Colosso. Ta-
lcier, Regeote, Malanga, Philomomo, Teimoeo, Scopticiaoto, MaecvUe.
?roDt.n, Tupy 2", Petropolis 2o, Phariaeu e Gllete.
8 PASEO Illppodrorao do Campo raade 1.400 metr-s. Handcap.
Animaes de qaal roer paia. PREMIOS : o50000 ao primeiro, 700000
ao segundo e 350000 ao letceiro.
FCSO -Qrypti 65 kilof; Pdropolis, Atlaate Djrothy o Napolitano 52 kilos;
Apu'i'o 4-j kilos; Guyanos 48 koa; ob demais o mnimo que consognirem.
Observado es
Neabum des paros contar victoria, e para serem considerados rsatydos,
preciso qae se i' scrovam e corram 4 ac:o.aeB do 3 propretaroB diflfarentea.
A prooost que nSo estiver acompanbada di mpori;anc:a correspondente
ao teroeiro premio nSo seta lida.
A inseripcSo encerrar-seha na terga-fuira 12 do corrente, e 6 1|2 horas
ia tarda ca secretaria, a ra Larga do Rosario n. 16 1. andar.
Hippodromo do Campo Grande. 8 de Junho de 1894.
O secretario,
M. L. Vteira.
Companhia Frogresso
Alagoano
A directora desta companhia convi aceicoistas residentes no Recife, a fazerem oo
Banco de Pernambaco. al o dia SO de Jnntio
Hoxtma fatiro, sas Bffonaa entrada de 55 0/o
do capital qne subs -reveam para o anfimeoio
votado na asscrntla geral de 15 de Fevereiro
do coireuie anoo.
Macelo 19 ae Maio de 1894,
Os directores
J A. Teixeira Basto.
Propicio Pedroso Brreto.
Manoel B. P. Diegoes Jnior.
Companhia Nacional de Ca-
mir s eRoupas Brancas
Asamblea geral eztaordinara '
De ordem da directoria, convido os Srs. acelo
nistas para teanirem-se em "asaembla geral ex-
traordinaria, na segunda feira 11 de Janho vin-
doaro, ao ineio dia, em ama.das sec.Oes do edi-
ficio da fabrica, em fenle a pniagaj central da
B eetrada ds Perro Central de Pernambaco, para
autortsarem tranaaeco de crdito com garanta.
Para qoe tenha logar essa reuniao pre-
ciso qae cempp.recam accionistas que represen-
tem pelo menos doos .-rgos do capital social.
CRecife, 26 de Malo 1894.
0 secretario,
Augusto Silva.
Corpo policial de Per-
nambuco
De ordem do Sr. teen te-coronel-coa-
mandante, em cumprimento do que foi
determinado verbalmente por S Exc. o
Sr. Dr. Governador do Estado, faco pu-
blico que no d a 15 do corrente, as 11 ho-
ras da manhS nesta secretaria sera coa-
trac tad o pelo Consolho Econmico o for-
necimento dos gneros abaixo declarados,
destinados ao rancho daspracas, correspon-
dente ao semestre de Julho a Dezembro
do corrente anno
Pelo que s3o convidados todos os pre-
tendentes apresentarem nesta secre-
taria at as 11 horas da nianh daquelle
dia suas propostas, devidamente sellada*.
m cartas fechadas, as quaes serio es-
pecificadas todas as mercadorias que
cada um se propozer fornecer de accordo
com a relaco abaixo, e os respetivos
precos.
Agurdente de cana, litro.
Arroz pilado, kilo.
Assucar refinado 3*, iden:
Azeite doce, litro.
Bacalho kilo.
Batata ingleza, ideiu.
Caf m ido. idem.
Carne verde, idem.
Carne secca, idem.
Carne da porco, idem.
Poce de goiaba, idem.
Farinha de mandioca, litro.
Feijo, idem.
Fructa 2 bananas ou 1 laranja, ra^io
Lenha, kilo.
Manteiga franceza, kilo.
Pao, idem.
Sal, litro.
Toucinho, kilo.
Vinagra, litro.
Vinho Figueira, ideas,
Verduras e temperos, i*fio-3 MES*
Ciiidicts
IaTodos os gneros serao de priasks
qialidatle, e os forne-edoi'.- 4vsa*e sa-
tisfazer pontualmcnta os padidos, entre-
gando os gneros uo Qaari : mesmo
Corpo ; ; sujeitando-se ni lia de i
sobre o valor das mercadorias regarte
por sua ni qualidade oa nao rerebidu
em tempo ; obrigando-sc aleta diaM, a
8ub;titu-o8 ou pagar incontinenti as
que foran cmpralas pela C *,
pena de multa de 1! do p HV'i
valor.
2aOs proponentes devero apare-
cer no referido dia 15, petnafei a C ine-
lho a quem entregarlo a oaatie de qui-
nheutos mil ; -is (6US' colhida ao Tho>ouro do Estado, oo I
ou em parte, conforme for arbitrado pelo
Conselho, para garanta do riel cumpri-
mento do contracto, que ser lavr.id > em
seguida, ou restituida em acto continuo
se nao for acceita a sua proposta.
3aNenhuma indeinnisacao ser fcita
aos contactantes por excessos de procos
das mercadorias quaesquer que sejio as
condieous do mercado.
4a Pelas demais infraeces, os con-
tactantes ficain sujetos a multa de vinte
a cem mil reis (SOK) a 100000 pelo
commandante do Corpo com approvaclo
do Exm Sr Dr. Governador do Es-
tado.
5a Os contractantes ficam obrigados
a vender os gneros pelos precus do
contracto que assignarem. aos ofnciaes
do Corpo e bem assim a fornecer taes g-
neros .as mesmas condicoes ,s pracas nao
arranchadas, mediante valles asignados
pelos commaudantes de companhias e ru-
bricados pelo fiscal
6a As propostas devero conter tam-
bem a declaracXo expressa de se sujt-ita-
rem os proponentes todas as clausulas
estipuladas ; nao sendo acceitas as que
nao se acharem as condicoes exigidas
no presente, nem aquellas, cojos precos
estiverem aujeitos abatimentos, ou des-
contos, nem anda, s do signatario que
deixar de entregar a quantia estipulada
no art. 22.\
7ao contracto ficar dependente da
approva?o de S Exc. o 8r. Dr. I iover-
nador do Estado, que tamhem resolver
sobre as duvidas que occorrerem na sua
execuyo.
Para melhor clareza podero os int.-
ressados dirigir-se a esta secretaria das
10 horas da manir s 3 da tarde dos d
otan.
Secretaria do Corpo Polica1. 8 la
Junho de 1*94.
%,'s, Coins I*.
Tenen j-secretario.
Companbia
Fi oresta Agrie o i a
De eesforsMd o- : :ei
dasstceda.e Bm .. 'dos
Srs. acriiooiaiae, < eacr:pi :ic ir; .'arnia.
roa aroses ae Oilads D, lt, copia
io hi'a'ico rer i aue i>-' a '
de Ab oi'ULO.
Beci, 30 t- Mato de 1*94.
___________J. G. Pinto._________
eiedide
fcfonte Po Bom Sdc^eno
Pelo prenete conio os ncsiJCf rari iasas
irmo a co areeet'-m *' r- ">-.*tivaB
io-igmas no domingo 10 o < r ) hor
do di^, ra Igrej S S rio L'vramen'o flai
de Biisttrem mura ctnta4a qa.' b .-"c^l ctm-
selbo ra?.nd'i. i -- Vrr-
g.-3 Seor-ori no Boa Sa >*tr
Secre i la da Sr' '* Mon t V n Seo
cr-so, 9 de Ja:i!ij ie 1f9i.
_______H--IJ Alv.M d S'tvt.
COMPANHIA
Progresso Colonial
CaucEilA -i? csp'tal
De accordo comea!'. 5- des esi^'ctee,efc
conviirdo o' aennore< acctseaMM aswr a al
'ima entrada do rpita de suaa < ,6-3, ca raxio
de 10 ti/o at ia lt d* Jaofj'-. p o-irs. la roa
do Comme-cio n. 38. r-reseotor o> reOat
das enirada8 ea troca ds caotela 'elmives,
qae ee-So por e*sa oran-ao dlstriDciiad.
Redle, '.8 i lelo de 1894.
. A- Barros 6uimS'5e'
Director secretario._______
Club Carlos Gomes
Tendo de realisar-sc ghbarto 1C do ro-reot,
o sarao mni-al f a niau:e convi.ikuja* aot se-
Dhores socio? qne ae acU. qoites com os co-
fres sociaes para nrosira''-o seu^ ca
ineaooraria do Clob. dai 7 as 9 hera" Sa nwlV,
BCieutes Ge qae, tre c. aformida^e cot os esta-
tntoe naoseadmi tern cnnTida.os.
Secretaria do Qub Cartos Gomes, ea 9 4e
Jnnbo de 189.
Alvst Pinto AIvpb
1- aecrciaiie.
-
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:& ^e rtJf afHbe--Pofnifiyo
,.,.-..'
Ifnitm te 1M
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DERB^-CLB
PERNAMB1IC
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1T 1 PRADO Di
ESTANCIA
QUE SE REAL1SAK A' NO
Dia 10 de Junho de 1894
% mm
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ninaatia
a
a
I <
r.-^jo
datura
lid.
-

Cor da vetli-
BBaBSBBB)
ProprittH'U
!. PareoFerro-Carril-i. 13Q m-r-tris. Animaes de Peni Premio?: 25'000
io 1 50*000 ao 2" e 2o00u ao 3
1
2
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4
5
6
7
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Castanho...
Perora b.
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50
50
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.SO
50
50
50
80
Asul e eacarnadj. ..
roado a preto
Greoat e amareilo......
Azul braocf........
Bm a, n-r.u -craSo...
? \o e ora .........
li-a e preo ........
Ene;.ruado a lu
c
Encarnado e preto___
Verde e amareilo ...
Verde e encarnado....
Prtto e mangas bracc
2 o par yfroHp>rd^df 930 BMlro*. Anlmae de Peroartboco.
H i.\ 605OCO ao 2. e 305000 ac 3.
Maiaio......
Al y S;op< i.
.....
)......
i elle...
Mellado....
i.. .
.....
0.....
Castanao .
Pern i 50
- 50
50
5U
50
Verde e amareilo.....
Greaat e araarelio.....
Rosa e preio.........
Encaruato e branco.
Roxe e prpto..........
C Rezeode.
U. 10 da Haio.
A. a. A.
Joan Motia. .
eotel.
A. Silva.
J. F. C.
Cood. Campo:.
A. J. Mai>.
J. Gomes Ferretra.
Ciud. Havana,
iCoad. Estanca.
Premios : 300*000
J. Morara.
Alcnedi&C
A. Silva,
i'oad. Cruzeiro
.4. Cav;.lcanir.
3 Pal solapreona PernaaBfcncana1.200 roetros--Ammaes de Peruambucc.
mo? : 2S0* ao l., 50 ao 2.* e 55* ao 3." .
Pre-
liVmgador. ..| |Rodado.
iP'.rrjatab.
Tftoa.......
Pharireo.....
.......
atenocly....
.....
M i 0 '".....
vi-.,.ola 2.'
Teimoso.....
< aslsabo
Prc't;- ...
Ruso-----
Preto.....
Castanbo.
Roeao-----
Rodado...
50
o
50
50
50
50
50
50
50
Azul e encarnado.
Grenat e amareilo.
Azul bronca.....
Roxo e piolo.....
Bicarn. e branc..
Encarnado.......
Azul e oaro.......
Encarnado e preo.
Azul e oaro.......
Ccod- PortDentK
Croa 4 C. *
Joto Motta.
Viaunel Plmentel.
Coud. Campos.
Magalrces & '-.
Coud. Moor: caoa.
Coud. 10 de ya o.
M. J. G. de Miranda-
4 PareoAnimaras-i.250 metros. Handcap Aoicnaes e Permmbuco. Premios :
400/00 >\ 80GC0ao 2 e 40*000 o 3.-
.....
Triompho ..
Allv-Stoper..
D. tlirn ....
t>..
retro.
RaBM......
Mellado.....
Rodado.....

Alaio.....
Balo......
Castanbo .
Peroamb.. 54
53
m 5S
5!
50
52
a 56
Verde e amareilo..
Encarna :o e pr^to..
Grcoat e amarillo..
Uuro e preto........
Encarnado lisirado.
Verde e amareilo...
Grenat. e musgo..-.
Coud. Nerondlo.
Coud. Arrajal.
A. M. A.
Azevedo de C.
J. Moura.
J. iluraea.
A. Meira.
P* Pareo-ippodrom:> do Campo Grande-1.000 metros Animaes r>e Pmmbuco
qoe nao tenb->m ganbo do Derby. Premios: 250OO ao i.*, 50*000 ao i.'
e 25*000 ao 3 -
Pazileiro....
TiDlon.......
loo...........
Ganmceiro,.
tx-Pbilo-
roomo.....
Be-ja-fldr....
Mascte-
Ttimoso.....
Rodad 0......

iMelado.....
Rodade.
Casianco-----
Rodado......
Pernamb.
50
50
50
50
50
50
50
Encarnado e preto. -.
Encarnado e amareilo
Encarnado e preto....
Branco e encarnado.
Branco e preto......
Azul e oaro......
Verde e roea.......
Coud. Arrajal.
Cro* & C
Runo Cardse.
anoel 1. de Mir and
Coud, Mouriic-ana.
. i. G. de Miranda.
0.'
PareoDerfey Club de Ptrnsmbnro- 1.800 roetro Handcap. Aoimaes de
quaiquer pan. Premios : 500*000 ao 1, 1CO*C*00 m 2 e 50*000 ao 3'.
A-d'O......
Napolitano...
Du:vtba-----
Gvpy.......
Atiaoie......
Petropolis....
Aiazo...
Casuuno.
Atdio...
R. da Prata
S. Paulo..
laglsterra.
Pernarrb.
54
o
46
65
52
52
Preto e ouro.........
Escaria e ouro.....
Azul, brencoeencarn
Branco e encarnado..
Verde e amareilo.....
Verde e amareilo.....
Coud. Fratern:dade.
F. C. Rezeode.
Cood. Cruzeiro.
Cood. Nova.
Ccud. Independencia.
7.* PareoPrado Pcrnambaeaaa-1 060 metroe Animaos dePernambuco. Premios :
300* as 1.*, 60*000 ao 2.* e 30*000 ao 3.
Triompbo..
Dubliiu.....
Pjf.Umfio....
Bt-rhm......
U; guenole .-
y : .'];.....
Rjaado......
Bodado......
Zaino.......
P.ttj.......
PeraamQ.
50
50
O
50
50
Encarnado e preto..
Preio eouro........
Preto e roa.......
Branco e azul
Coud. Arraya!.
Azevedo & C.
A. S.
A. S.
Ams.-ello e idxo.....B. C. Campos.
PareoIO de daano1.100 metrosADimaes Pernlnbuco que cao teoham ganbo
aog Prados do Recfc, contando ou nao victoria. Premios: 250*000 ao Io,
5C*0CO 30 2 e 25*000 ao 3.
Z^-Z.g.....
(Jarcie......
Ea.........
O-rr.ao......
Aquiaban-.
M'Hado..
Rodado...
Castanbo.
Rodado...
Pernamb.
50
50
50
50
50
Encarnado e preto...
Preto e ouro.........
Encarnado e azul
Encarnado e preto
Amareilo e rnxo......
Coud. Arrajal.
J. Tno'.onio.
G. Mtideiros.
Dr.J. C. doR. Barros.
M. Ba'fO.
afimal
Ob$$rTa0s
Entrada gratuita ao bello sexo
Oa Sro fr :t:-atadore, maniaca de seaa competeutea bilhatea, raaSo da
l^iOO cada um, t<."'x dircitj ao prsasio qto a Bore designar por meio da machina
Rebet.
O precios a-hirn 83 esprnt">8 ns Librara Francesa, ra l* de Marco,
onde tsaibei aa eoi io venda oa reftr6i-8 bilh^'-s; b^iii ootao na Secretaria do
Der'.-y O ub, A rn Deque d:i Caxiaa c. SO 1- acdr dsa 10"'o-b s 3 da tarde, an-
terior O --, bo di emulte nos portSes di Prado da Estancia.
Colinuo em vigor todas as resoia$0es at hoje adopttdas pelas socieda-
des hypicas desic con i totes da soaa cadigos de corrida e iaslrucijoes \d
publicadas.
da casa d apostas, s sala destinada a venda de poules, nao
tr iogresso pessoa atgama alam da diroejtoria, comroUsSo fiscal 8 era prego dos
Os Srs. juizes su' terao i sso ua sala coatigoa a da venda de
poules.
Os' pregados devera esla^ ;;o Derby Club s 10 horas da manh
pm ponto, sob pena de ah seren admi' .s no servie.
leBo dos Sre. p tad rea para o horario qr; a^r reitriota

0 jockeys que dio se apresenturem eonveoiani ados com as
cores adoptadas n-> programma por seas palres, nao sero admitidos pesagem,
Je accordo com o art. 51 di cdigo do con idas.
Os aainiaes inscriptos para o I." pareo deveruo achar-^e no asilhamento
as J) 1|2 horas d^ n.anha.
Os forfaits sero receidos al sabbado9 do correrte s 3 horas da
larde na Secretaria do Derby.
As poulea quj nao orem p.igas no P.radfo da Estancia no dia da ^cor-
rida so' sero pag;is dias depois na secretafia do Derby.
Os premios sero pagos 48 horas depois da corrida.np secretaria do Derby
Club ra Duque de Caxias n. 20 1.- andar.
O expediente para esta corrida encerrar-se h na. dia 9 do corrente s
3 horas da tarde.
A Directora chama a attencco dos Srs. propietarios e jockeys para o
art. 21 e seus e o art. 46 que sao restrictamente observados.
Secretaria do Derby, 9 de Maio de 1894.
O PUL DO THESOUBEIRO,
A. A. Gomes Penna.
Companbin Trilito** Urbanos do
Recife u Olinda e Beberibe
ASSEMBLEA GERAL]
Ultima convoca(do\
Nao se tendo reunido numero sufficien-
te~ d accionistas de novo convocada a
asbernblca geral para o dia 12 do cor-
rente e segundo a lei funecionar com o
numero que comparecer.
Como j foi annunciado tem esta as-
sembla por fim o julgamento das contas
do exercicio findo e a nomea9o da com-
misso fiscal para o exercicio corrente,
Funecionar ao meio dia na sala das
reuni3es da estacito da Aurora.
Em nome do Sr. Presidente da Assem-
bla-Geral.
Antonio Per eir Simoes.
Presidente da Directora.
Costuras 4o Arsenal
de Guerra
De ordem do r-JB^So !w>enl*-coronel director
ata arsenal, dWtfWo na cosio'as nos dtas 11,
12 e 13 do corren'a mes, com as costorelras,
m^Beena forrairt* Secgao ilns costuras do A'fenal de Guerra do
Batado de Pernsmbaco, 10 de Jnoho de 1894.
Flix Antonio de Alcntara,
OoitSo adjaDto.
Thesouro do Estado
de Pernambuco
De ordem do Dr. inspector do The-
souro do Estado faco publico que no dia
11 do corrente mez pagar-se-ha nesta
Repartico a classe de professores de 2.a
6ntrancia em disponibilidade.
Thesouraria do Thesouro do Elstado, 9
de Junho de 1894.
O escrivSo da despeza,
Alfredo Gibson.
Derby Club de Per-
nambuco
ABBembia ger6 uxtr*ord*nr.ria
Pelo presetitp *fto coaviadig o? Srs. accioois-
tsa comparecer na pecretsrla desta sociedade,
rea Duqu? le Csxias n. 20, l andar, no da
11 i'o correal'*, pel's 12 n:)-as do u, pa*a de-
Iibera^em soire asutistltsico ?s debeatu'es
do empreetimo emutido P eta sociedade, de
eordo con o determinado no Dec. n. 177 A, de
15 de Seiwnb-o de 1893. e finalmente resolve
re sobre orna nroposta de interesse da aocie-
dad*.
Sece'aria do D?rOt Club de Pernambuco, 2
de Jen fio do 1894.
J. L. Telxeira.
Direc^ Toeeoureiro
Transito pel ponte Sete de
Seteinbro
Tendo de ser reetabdecido dede Domingo
prximo o tieafl'a de Donds pia ponte Se^e de
S^temt)ro, rica, de o'deio do D Prefeito do Re
Ciff, ve'JHda ao vedlcolos parB care a pat-
S3gem de inirrepao ou regreeso por esta ponte,
sendo par? iste destinada a pon'e Buarqee d
Macedo-
Secutarla da P^effitU'a Municipal do Resife'
es 8de -Juno ae 1894.
O Secretario,
Josquim Jos Ferrera da Rochs.
Royal Hs.il
Seam Paokei Company
Os agentes do vapor inglez Nile pro-
vinem aor Srs. recebedores de cargas
pelo mesmo vaport que v5o proceder a
cobranca de 12 shillings e 6 pence por
toneliada,. como iudemnisaco das des-
pezas de quarentena a que foi sujeito o
mencionado paquete.
Os agente,
Amorim Irmaoe & C'.
Bjte mow entrar no Porlo, visto o5o ter ta-
cado em Lisboa.
Ropa-fe aos .Srs. importedorea de car-a pelos
vapores deta linfa, qaelram aoresecinr deo>
tro de 6 dias, a cootar do da dascarirt dasal
varelas qu:ilc,U'r reciamacSo corieerrente a vo
lome! qoe Dowenlcr? teobsta sccsldo rara o
oortoj o pul, .im de b podarem dar a tempe
s;proytdeiicta8 ryeassaria.
Eioirado o referido praio a coaipatrtrta o4o v
rasp'asf.bllisa par extravos.
9, Tehe carpa, aira-r coro o
AGENTE
^.ugusttf Lakiile
9 R" (.i CotnruTCo ^
KJ
Bu
n

O novo e esplendido paquete
Dnuhie
Commandante 6. G. Hicks
EsDera.se da
Europa do ata
13 ie Junho oe-
o dppcsda
demora D6M0M
ra para
Babia, Rio de Janeiro, Montevideo e Bue-
noa-Ayrea
Este vapor entrar no por-
to vito nao ter tocado em
porten* portuguezes.
Para carga, passatreus encommendas e di-
ladro a rete : rela-ae cm os AfiSIfflCa
O paquete Clyde
CtTamaodante A. E. B-.ll
DI
te. 2 escaradelrss, 1 fsnpiho oval, 4 iarro<, 1
cama U nreza, 1 caoi reara, 2 baocas, 1 esp-etoicadeira. 6 ca-'elras,
1 marqoezao. 1 moiuho, 1 qua-liau-Jirs, 2 can-
dlelrjt. aeea para ]ar\t.ir, dit de coitnb. bar-
r" vaijo, loceos 3 oiffirectrs objectoj de casa
de familia.
Vs II Hm
Ao correr do tuartr-ilo
Agente Sveira
^eilo
Segcnd .^feira, 11 do coi reate
Ao meio da
So armczeai rata 16 da So
> vembro n. 45
Di casi terrea a ra Viscuorle da G>yaroa r-..
4, em i-rr.'Do proario, teotfo 2 ijuartos, 2 latu,
.o:iia f-a grande quintal e cacimba proprh-
Leilo
O aernte Pinto levar em leo as merca lo-
ria* da inja roa Marques de Ooda n. 3 A,
sendo armagao, collann-oe, prjr.hrs, grava'as,
.-barotoF, el -arros. belfas e 0o?s perfurcariaa.
as quje serao 7ea idas por coata e race de
q: etn perteocer, em lotes a vontaae dos compra-
Jor^s.
Le i la
'-^rr^ -" E' esrtoradn do sel at
''*%. is ** c,e Jo^bo se-
'.y.i.A. guindo depois da demora
, indis peoeavel para
LAsboa. V3gO 9 4-vias2S *-=a.-
?. B.~Prevlne-?a aos rs. recebedores de
x-e-caoris, qae a Cotnpanbia Mala Real Ingle-
za, conimciofi com aGeneral Steasn Navegation
CompanyU'Ji servido de vapores seminara qu
par'.iado"!e Bc-rdeaux, ".ognac. Cbarent ptc.de
vem ebegp-r a SootbamptoD a lempo de caldeia
reru as cargas destioadas a Aoaerica rio Su!.
para oa vapores fiesta compau^a.
RednccSo ees preeoa da3 passeaana
Mi Heuvctto
a IMot i en a 30
A'Sos:;.i,r'i',-;.i 1 chut** U
mrvtdM 'psra ee oiuntztt&nr dt
eerssaumeo.
Par r-i' rn.i?.4,f3t*-
.-oas '
AGENTES
A.TnorirB irmaoe $z G,
*.3%>Rn ioBon 3eaaw4K 3
-
FORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Mononf, Ara.
caiy e Cto.ru
O paquete Una
Commandante Carvalho
aq
Para
O lugar inglez Francez
seguir oestes poucos dia?
ern direimra para o porto
cima, recebe aioda algu-
ma carga, t;a?ar com os
fretadores Fonseca Irmaos
fy Comp.Ra djs Gua"a-
rapes n. 2.
GoccpanhiadePaqu etes
Brazil Orental e Dique i
Fiuctaantes.
O paquete Guanabara
Coajma'<,.'>rte Luia Amaro
""""-Ns, Seguir reBtes
^\/,.> ^ns^ c.^crsdias para
,- V e e R o
BH^i^^Jace:ro, receben-
do carga pera os ajeo ioaadoa portos.
Este vap^r dlcrainado luz elctrica
e offeceoe eptimai E8oemqigd>{8ea aoe
Sra. p'esr-geirca.
te., trata-so c:m
03
AGENTES
A.moriiD Imios &
3Ra do Bota Jesna3
ciAiGna 'wm
Compaohia Franceza
DE
aTeg?5o a vapor
Linba r&galar entre o Havre, Lisboa,
Pernambuco, Bnbi^, Rio do Janeiro
e Santos.
O vapor Colombia
COMMANDANTE VIEL
E' esperado da Boro
pa| at o dia 14 do
crreme seguindo de-
! -pola da lodispensavel
,* demora para
Macei, Babia, Rio de Janeiro e
Santoa
Seguir para os
portos cima in-
dicados no dia
11 de Junho s
4 Doras da tar
Receba carga, encommendas, passageos e di
nbeir08 i frete at as li oras da rrcob do da
da partida
*CS JRIFTORiO
Ao C&ea t >'/otBpwVwi
clamburg- Suedame ikanis-
cho Oampfschifffahr8t-
GeseliscLat.
O vapor Pelotas
E' esperado do
Para a o da IO
de Jocho e "egol
depo. da de
mora neces?a*ia para
Rio de Janeiro e Santos
Este vapor en'rar no porto
Para passagens, <"-a'g, frete etc. trata-se
com os
Conaigc atar toa
Borstelmann & C
18Ra do Corxmercia18
1 anda-
Hamburg uedamerikanis-
che DampfschiFfahrts-Ge
sellschaft/
O vapor Tijuca
E' esperado des portoB oa
Eoroca a" o (lia 1* to cor-
rente e seguir depois da ce
mea ir-,t!ispens3vei DBfa
ao
De 35 caixes cora ceb :las novas ttodae pelo
vapor Cravellae
Terqa-feirs, 12 do corrente
A' 11 HORA>l
So lirgo Al-m2gi
Por iotmengfr) d agwite
Agente BurlamaquI
Leil*
Quota-feira, 14 do co rente)
A'S 11 E 1/2 HORAS
So era23.:ena rna 15 3e Xo-
vem3>ro a. 41
De urna grane casa >.erre.i
e boca sino
0 ageote cima, por mancado do Exa. Sr.
Dr. ]ci7. 'h "iretlo de orpUor, vi-oderi era lei-
lo, a r^querimento to tetor daa meooraa Ma-
na e Olivia Ribas < os rinsdiin Antonio Au.:n>>io
Pereira da Silva e >:; ;r?uiher. urna grande
casa lerrea n. 74 a roa Vi cumie de 6ejUM,
coa: 3 ] todo moraoa, eoo opUffio biuneim. bastele
arua terreno ptoprio, e.-canrait-nos no vos
d'sgoa e g.?. com nons nemBetret.
Os Sr. p'ete:idenie.s podem examinar a refe-
rida casa e eio.
para as noites de
5anto Antonin,
S. Joao. e
ro.
Completo sortimuut>, a vende tea
novidades, e com especi%lidade
Fogos cor> api tos *
Vende-se na RU A DA I MI *K R TRIZ
N. ]?.
___Lya do 9UUZ4
Afoi'
Alega ->e .- ree
de S M-ae! o I
familia e snk oicrbdo. a ra < pee
ver; a trrtar na rna M_
Pre-i#a-* _
com p" ^
so i cor.-'B'.' ^
^i.. bei
EfMJlae ae m mam tmtniti i !x
psra'.nz d. 1 S Mal '.
Precieae de nm -
v!co de ceon ; ia rq 11 :de .. *K
da do Bi-rr."' de
'
Peaetie varee b
Co
Piec,-a-sr-di-urna :'-Mohe;ra ; Ma
rio Ro=;--io a. i, \
.- r
Predoe-M i ce
para c-.

lar.
l
Crh
Prelae-ee ce in cosinbem, oms eo-
gommadeira e nm criado ; na ra da Imperatr;i
o. 21, pnmmro audr. /
Precisa se de oto portuguez j Idoso para
tratar de vaccas ; na roa de S. Gongalo nume-
ro .
AlDga-se urna boa casa rom 2 ralas, 2 cuar
toa, coeina 'ora e con ptima sgoa. ni nova
deaiwberta. Torre ; a tra'ar na roa co Rio a. 5,
CJBfronie a fabrica.
Ve-^ce te, arrenda -e ou aloga-sa ooa?
casa Ocas p?ra bacbo?, na Praia dos Milaares
d?. S9 e 19 ; a trotar erm Vif>nna Castro & C,
raa Duque de Cax'ae, loja de. f.-'rragens.
Ama e criado
Preoi#8-se dnatai don post-oas para casa d"
familia ; tratar no sitio d-j Jjo de Barros nu-
mero 19.
Ama
Preclsa-se do urna sm para coninbpr, na roa
Ma qaez de 0!iiv;n o. 59. 3- andar
Ama
Precisa-se de orna aTa para .tuas pessoas ; na
ra do Bom Jeu.- n. 34 3- indar.
CamAOCJL kCAt
Precisase de orna ama qae saina .-osinhar e
comprar, pera rasa de dujp e pesaba ; tratar
na roa do Livramento n. 34, das 10 Poras do
da em disnte.
Mereeana
VeDde-B nma em mui'o bia localiade ra
f-egurzla de S. Jos, eta rende mrnsalmeote de
dou.- a tres cootos qu.imetos, a qoai se toro
urna boa acquisicao para qoem se quizar eolio-
car, nos por dispor de pouco capital, assim
como tambt-m pelo augu-l ser razoavel ; pr--
informacG*, raa de S*nto Amaro n. 5 A, ta
veroa.
Jesintieiro
P eci?a-se de nm cosi. beiro ou cosinbeiro
trata* no escrlpioric res do CotDmerclo od-
mero 44.
S^
~,
Precfae-M ee i de
Corrn.erci-i 3.
Caixeii
qu 1 letba da 14 a 18 u 1 o *-
'8izn d, I i.
Movmentr p.-^ra a;na
O abaixo asaigna i- i 1 ier
urna roda d'agua oom v ..: ,>an
d'arco em perfesto estado, de
moendas de J8--l(> paloja m ro-
detes perfeitamente bous.
Queni pretender procme .a
d'Agua l'reta oabaiio eeaignado
sobrinho Manoei Jos d- (M r Dfcli
qne far negocio.
Agua Preta. 'i e Jsmho e !804
Manoei Das fitrn 1
Costureini8
la
Precisa re d.' peietM BMOTtN .
Gloria r>. SI.
Ao cocamsrcio
O aoa'xo aseigrain' r--- u > ser
errp'egr.1o del Bre. ^-: r'a S f* -. I C
d-*sde o iii-i 7 do -o teale rnp?
RcClfs, 8 de Jcnb; de J8V4.
__________________ic--rrii? r
PajPH coainlieira
Precisase de erra malh-- q:8 sr coriut .r,
para casa a- familia; 00 riti c. 5 ra esl da e
Joo Kernaodf Vifirs.
a i>aea
Baha.
Ro de Janeiro e
Santo?
Qnaesquer raalai.- ac3 sttnn-
drdas 48 borti depic da ultima des
da vapoi ca Aifaod
Para carga, eacomEedaS, paj
te, trata-sa cotn os
ConsignatsrifB
Borste!-? ai ^.
Roe.do Oonnoeroio d. 18 -! andar
O vapor nao tem e seccir para a I b
por ttr smente tocado na porto de Tanerilfa,
portanfo, entrera no pjrio.
rata* para alagar
Na secretaba da SaDta C?S3 alo-em-ge as se
gulntes casna :
N. 8 no Ambo!.1 Vanea).
N. 26 ma do Amorim, casa terrea.
N. 41 roa da Muerta, seb'nrto e loja.
Sampaios
LEILOES
De movis de junco e jaca-
randa
Segunda felra, II da corrate
NoJargoda CoDCordia n. 331* andar
O agente Aiartms
Fars leilo de movis da om familia que ?e
retira para Eoropa no Io vapor.
Vender os segoinies movis : l rr-obilia de
junco composta de 12 caderas, 2 de bilanco, 2
de brafios, 2 consolos com pedra, 1 dita de ja-
caranda completa com pedra, 0 qoadros, 1 tape-
E' asnm denominada u~a nova marta de
magnficos cigarro*, f brkades com superiores
fumoa; na ceonecida fabrica MeteoroB, de J;
B. doe Reis & C. S i, i raa iarga co
Rosario o. 30-_____________________________
1 c^mmercio e ao ;c:
O abati taalgoi ;'o > 31
de Abril do cerr-o
que lir.ba eci e e*l
ros B li 1 a firrfl-. de
J |1 T '..
oo?'8, e i n i'a
,
I ..
declarar esp 'iu e
:
Abril a 2 d Iu
gida ao i
Vidal denegreiros o. i
Rec.fe. 8 de 1894.
Marcos R!beiro Prea.
Ao commerco
O." preaei
"lao pnblico o qne
[Bh
ci"' q te 1
isito roa da U il
resto social de Moreira Sobricbo. ti-.
o eacio Joaqun; Mireir: R asatM
tod"u capital e acra e'lsen'.a d'
sjvalieer reapoacati 'd
Gando de oosse dj arttvo e BEi'.o respoc
pelo passivo o socio Moracho Moretra Ribetro.
Recife, 8 de Jont-o do 4894.
- j rwra Rlbiro.
Hi-rB'-li.i ifo-era Ri"eiro.
Que pechiocha
Vande-ee na eetruda rte Beleas, entre o Hipo-
drorao e a estaco de Csmpo Grande, cma casa
de latpa com 4 quartog, 2 jaba, cosinba fora,
magnifica cacimDa, emebo proprb, com 1,500
palmos de fondo e 118 de fredte ; tratar ira
na das Lirangvlras ns. 8 e 10.
Precisa-
De nxa ama par> cssinbar, i tratar o~
da Inoepuodeacia n. 27, lojd ae .-sirados
Regulador da Mari lia
Concerta-se relogios de alg^ibeira, peo-
dulas de torre deigreja ebronometn i.
marinha, caixa do msica apparelfc
elctricos, oculos, binculos. ocnl<>.-
alcance, joias e todo e aoBlquur 1
tendente a arte mecbanica.
9 Ru Larga do Rosario'
Deutes
Termina a horrivel dor de dea tea ufan-
do o excelleute preparado de Manoei
Gardoso Jnior.
As cartas que lhe tert sido dirig dea
pelos jornaes de maior circulaco. atte-
tam a eficacia.
Depositas
Drogaria de Francisco Alano el d Sil-
va & C., ra do Mrquez de Olinda
n. 23,
Pharmacia Martina, rna DofBJ de
Caxias n. 88.
Pbarmacia Oriental, a. ra Estreita do
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferrcira, ra J<.
Baro da Victoria n. 14
Pharmacia Virgilio Lopes. ra Larga
do Rosario u. 31.
NUMA P0MP1L1
Cirur7ao den'oa
Contina com o seu cnsul 1 ua
Barfio da Victoria n. 51.
l onsultas e on. da
manhii s 3 da ta
Dentaduras pe
tiernos e aperfei
NEW ERAOIL
9

hw f

VKDKa.
1 Oi^eea Ir;uo
Fabnc? ^e sr *
Agws IBonada8 smkfu 4#
10 J
5^ |8

So^a wstfcr. ginger, ale, iian-
oor?c5o, sWcni'!, granaduia
baamlba, hortelaVoimcata, et
12-A-CAES DO CAPIBARUB-19-A

nan
T*~T"

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I.
!T
*F
Diario de Pernambaco loMPiigo 1Q de Funlio de 1 }M
4A-II..MH.MIIKIW O JWU
YIKHOoeEXTRACTOd^
i Phannulaf
i3i^^HsjBdar
Dep ral .
ji-'jb.TZI'JB
FavbQurg Montmarlre, 21
O V.TNHO de Extracto de Figado de Bacalhao, preparr.do pelo Snr. CHEVHIEH, V. elasaa,
em Pariz, jwssue ao mesmo tempo os principios activos do Olio dd Fijado da BacalliEto e as ropnedad a Ma-apeaticas dos
preparados afeooHcos. E' precioso para as pessoas cnjo estomago nio pode supportar as mmhfltepriaa praxa& O ssu afeito,
oomj o do" Cls de Finido da Saca3]uo,- soberano contra as Escrfulas, Racbiiisrno, Anemia, Chlorose.
Bronchite e todas as Molestias do Peito
eEXTRACTOoFIIADOdeBACALW
JPAJ-jrSZ
Vtido-ce
tu Wa princlp.'3> ?farmacias
e Bramarla*.
A CREOSOTE de FAIA suspende o trabalho destruidor da Tsica pulmn f*;\
desperta o aopetite, fui cessara febre, supprime os suores. Os seuseffeitos combinados c-
fezem do VINHO de Extracto de Figado ds Bacalhao Crec30t~.
ezceencia contra a TSICA declarada ou imminjnto.
porque diminue a expectorare
C'ocv:''; s c 3s.rtr!rtaQ
FTT2er>--1*t..


JHVK
Xarooe de Sumar
ibt i(jidwl etsergico medicamento
o esteroiioador da loases res sent hi
antigs, eatrv.rrof, suSvcagoes, brenchitt
ebrerjics. i yuqui i"d, o ern ger.'.l ccc'.r*.
todcB ob paJasasS natos proveniente* :L ir-
ritacSo da vitta napataiiM.
Cor;?*rn cr.mr> !ir,i!o os tyaicoa.
GOMPQSigAO
rteiti M& A. Fiiel
Afprovado pl* -cspjitavel Junta
de Hygiene
Mr gadoreo
lista & ftgielroio
EaCOCtrs-M em qctilouer pharmacifi.
SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO HOLLOWAY
O Ungoeato amigas t.'iagas e ulceras. E tunoso jara a gota e o rheumatismo e para todas as enfermidades de peito nao
se reConhece cgual
Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante e para os memore* oontrahido t
juncturas recias, obra como por encanta
E&sas medicinas &fl 78, NEW OXFOSD STEEET (antas 633, Oxford Street), LONDEES,
E vndeme* em todas as phannacias do universo.
t3T Os compradores ttu convidad reipei tusamente a examinar os rtulos de cada caixa e Pote se nao teem a ctfrerjcao,
533, Oxford Street, sao falsificase**.
U,
VIU4 i 1*1
FRANCISCO 6RGEL & IRMAO
CASA DE CONFIANQA
Fazeiida^ unas, modas e coofecces
Sortimento permanente de tecidos e outras mercaduras cui-
dadosamente escolhidas as principaes pracas da Europa, principa-.
monte *m Pars e Londres, de onde recebem as principaes novd;
? snnpre vriadissimo o sortimento que manten) enise Ji-
brancas e cores, las, linhos, tecicos d'algodo, enxovao* para a
atentos e baptisados e mu tos .nutros artefactos.
Superiores tapetes, alcatifas, esleirs da India, lindos lecid s
para reposteiros e niuiti-s outros rticos para decoracoes de casas
PREQOS MDICOS
Ra Primeiro de Margo n. 20 A
TELEPH0NEI58
Alia umkk
GruapS Uan Stuat pora ec-
foitv de otxlj o quf toa de maie ntvo
heceberam
PEDRO ANTONES & C.
RWna SCe5e (SeCKtai_______
Erpecialcdade para o toucador
]S-a remesaa go ftEaravilboao SabSo
Bono, tic-i depoeite
Fe NOVA *>!- RAHOA
63 )ol ajoa* 63
f? *K ,^5totUdeV^B^^room Lactucarium'^ NFLUENZA
SAPPHOV A QAO OA ACADEMIA OK MEDICINA o( PARS
Contra as AFPEIQE3 dos BOFES e dos BRONCHIOS, acalma a TOSSE
-i e supprime a INSOKNIA. ------------
2 F. COMAR FILHO. 38, Rae Saint-Ciando, PARS. EM I0DAS AS PHARMCWS.
.Bordados
Cciap etj Bortc: gnrMj braoc i mImIo, do oree; e[
sreiiie e braceo, vita nuvidado.
Rcitberam
PETtHO MTDNES O.
XO,fc KFDZA.IIA
'J> H:i ioqec do 'Jaxiaa
Bolsas de **a 1 n&
rr*> variado forliaiaU) acaba de receber
Cicratlu Aaiune
A C.
pproislas fa Acaemls
Sao recommendadas para curar a Chlorose, a Atewi'a, as
Pcrdas de Sangiie, as Perdas brancas e qualquer estado de esfal-
famento e fraqueza geral.
AVTQfi As PILUI.AS de VALLET sao brancas e em
A V 1jU cada urna d'ellas est impcesso o Nome VALLET.
PABDL19. ra Jacob Casa L. FRERE A. Chmmpignv e C", Succ* -19. roa Jacob, pabu
Sa HAIOB PAEa DaS FHaBJUCUa DB TODOB OB PABM
CLTF.LABIA
Teacora, caoifelM e K'.vcibaa o que 99 pade
iatajai i raeebertto
CunrarJa. Autnaei fe C.
A'BIUSA
Praga da Independencia
Bijouteriae
i
%\ Gobio agrad:tel torna a dar_com rapidez ao sangue sua riqueza c for?a. Nao d /3
-^\ pris&o do vontra nao ennegrece oa dente* nao irrita o estomago. /*
\ rxtli, 51. roa Bolilla. Deposito em 'ernniiibuco ; i" di DttuGlS k PR0DCCT0S CBUUCOS.
Novo EortimeDto em alinetes para (ravats
relcgio?, po!cir?,3, broches p. boloea de ou-
roniar^; Recebeu
Coorad.it Ar.sune ti C.
'.arriohos
de
Pas?eio
Para erisncat
PorU>8 e eleRaBtei acaban duch^gor p^r
Contradi:. Antnnei A C.
A BiSA
Praga da ld- "dencia
rfamaria
G--: dos, tODlcta deoio .
.-, aaaaa da loiel, pos de coro aaabo-1
doa mt-Ulorea f-bricaDtea de Pariz e'
res acab&a Je receber ltu uapoMaDte sor-;
tlii.-I.tO.
t'0mvt.< otuoet ?*. C
Biccs e rendas, novidades;
Ueecaoro
-.ocrAtaO. ADtnoet & C.
A r. risa
Praga da Independencia ns. 4, 6, 8 6 10
EXFEI'E PARA ClilELLOS
Pj"j tbaalrOj cieutut'os e bailes
ReceberSo novo sotUmmlo
Conrado. Aulnnea Sr C.
A BRISA
***************** PREVINAM-SE COM AS IMITAQES ^^^******^r^
SABONETE ORIZA-AVELDADO *&-.
O Melhor Jw)
e o xnais Suave dos Sabdes
PERFMARIA-ORIZA
de L. LSGEAND
IV Inventor do Producto VERDADEIROe accreditado ORIZA-OIL
1 X, Placa ele la, JVtadeleino, 3Faria
ACHA-SE EM TODAS AS CASAS DE C0NF1ANQA
TNICO
ANALPTICO
RECONSTSTUSfaTE
O Tnico
M$ enrgico que devem
am pngpr o* tonmhtoBattt,
as pessoas idsas,
as Mu/tures, as Criangas dbis
e es Pessoas
tracas de CsnstituJgio.
ar
\-.
t.
w
fc.'
IBJBi
v^s. COM aUiNA
SUMO DE CARNE
PHOSPHATO*CAL!
Composto
cem Substancias neesssirat
9 ndispansavels na
for.n&cio e no desmvolvlmento \
da Carne
muscular e des Systemai
nervosos e ossosos.

Fab.ie movis a
vapor
Silva Fersandes i;
48Ra Je S. Joao- -48
Pronspifica ee qa&lqoer encovrmendii
da m&rcenari& ca carpintoria, oom t
m_ic.r peeteBa o por pretjos rasoaveia.
Ccmpra-Bt. Bi.diir2 Je boa qaaiidado.
Acaitfc-se :.rBta maroiceiros a cura,
pinaB) qy* aejata peritos ; e tambis t
miite-ae aar!niz.e8 pagando-ae desde lo-
eo aKuis ordtsDdo.
DEPOSITO
OVINHO DE vial a AssocicSo feliz'Jos Medicamentos mals activo=, para combater a Anemia,
a Chlorose,.a Tsica,a Dvspepsia. as Gas'.ralgidS ou Gastrltas, a DlarrliGaatnica, a Idadecritica, a
Krotizltlad eeral, as longas Convaloscencias, <*<;. Km urna palavra, todos aquelles estados de Lan- >
guidez, de Emma(recin.ento, de S^gotamento uervso, as quaes os temperamentos de lioje eslo
fatalmeute prelspostos. Em .yo.;. Pharmacia J. VIAL, rtia de Bourbon, l,
sitos ta Pernamouco : FUAH" M. DA SILVA h O' en tadu u Palmadas DrtuariaS.
RodolpHo AotHBC8 fk C*
FISAS OOLQB ? p- .. eataca.. Lli-
DOS c.;tinsai s para asna }r*Im.
.-'.-<;>,- aan o*n>pimfia i t- >.'< -
otijt,e t-^!''teB Gr-.iarfs
49-Ma B^ro a icloria-49
nasto de aiborn
taarnii a. | i -- ai....... 'r -'- -
iKi. A! '- r^" artigra
Duin i -uJieiitOi ('-
BTHB8 a; Ca.
de bO.JOI.PHU
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O usb completo e varillo aortimeaii
para hensana, enboras e meoiDoa.
Sedas
Brancas, pretaa e de corea, Haas e la* j
vradaa.
Cachemiras
Ccrtea bordados, partiliioa, iino^i, i
perct licaa, levaoticaa, cretcea, epiro, I
chapees de sol, UKtaicas, punhc, ooh
nhos e peitiloE.
PerioBKtrias des nuibrse. fabriactoa,
etc., f-tc.
Todo -ee encostra per presos rasare!-
diasJa.es .
NA
La Gran Via.
8 A-Roa da imperatrE--S8 A
. f DE
Otnon'Silva^ C.
Ffusel am casa
e c*m grande economa
A VOSSA AGUA MINERAL
anloga s aguai natura*
coa os
ICOMPRIMdOSdzYICHY!
(nrMttaxadoa oom agua da* tontea
V CHUL, CLESTIHS, HOPITAC,
HUTERIVE, S-rOHHE, fe.
PARIZ 23, Aoinut Victoria PARIZ
rKU-n ^\a
cazada com o A *
Vardad.-ito
,o Laxanto
ff*** certo, agra-
daTti ao Pala-
* dar, iacil da tooor
afaaui .viascaia, a, a ui
taWafUllMHhiHti'"1111111"1 ^ii^UWS
MKDASLllASth- ilHO
M4aa ICxponicth'H i'iiirertme. lie
Paria 1H7H-1HHV
Brdeos, DILDBA BE HOHBi na Eiposicio de 1882
-^fcg
ATKINSON'S
HITE
Or.ifimaj i ualcm Terrladci-*. f, na^ix\
i eu) toda a paite como wifci o p>rfnai6> j
I o maif .daiiciuao. kritdkr a ooutcaiucvOai. I
ATKINSOKS
FRAKGIfAHNE I STEPHANOTIS
ESS.BOUQirET I JOCafY CLUB
f ootto. patutiw ode broa to supt^ini j
aoutros pela -oa /or?a e aroiaa ^-tJT&T
Vondaifi em't.oda a paute.
J. v x. ATjLza-aoR-,
24, Od Badal Street, Londroe.
.AVISO Legiaiaa noagni caoi o rotula-*:
escudo aml ajiareil ea marca i
fabrica ama Roa i-rauca" com
complaio odereco.
^
h3
>
P3
<)
fr
NOFFENSIVO
O GRANDE
PURIFICADOR
%
SALSAPARRILHA ;
* H
ouaar odas as iMPumias oo 11
SANQUE E HUM0RE9
W
E F F I C A Z ^
Nazareth
Vende-sc ou alujra-se
Na cidade de Nazareth, vende-se ou
aluga-se um vapor com fora de 5 caval-
los, urna machina para deacaroyar alg-o-
do, com >0 serras e una prensa, tudo
em perfeito estado, e bein assim ama casa
com os cmodos precisos para taes obje-
ctos, que acoiaoda para mais de mil sac-
eos de algodao. A' tratar n'aquella ci-
dade, coin Joo Ciernen ti no de Hollanda.
Bicha* de Ham burgo
Vn1! |p ?!" i"' '( pMia'BaB ptrcfl p
aprJica-p venloafi nwcs asnadas ; r.a ra-
Crangein
a
:eiras n 14
9
Vm^
r
Alfaiatara Moderna
{18-Rd! Larga do Roiarlo18
Acaba-ae ue abrir ama Dova i alfaiataria, coi
esataodido sortiai.diu de casemlras, cbtnotes e
rinsj oltimas DOiid.des de Pars Londres.'
a ofhdna dirigida par oai bibii.e cooteJIdc
artieta.
Os sene proprielarios padem ooib visita i uo
d eaiabeleciaiaoto
___________CAMP03 a MAU
\ acca8,de ieite
VeadaBi-Be duas faocaa 4e lite. tcarinas e
msticas! oa Ponte de Ucboa, Bluo da Ce pella.
Atten^ao
Veado-se sica Importaste araiacao de ama
reli, ecviigads, nova, coai ba'.cio ds pedra e
ecriptoi-io ; queen pretender dirjase ao
an^ar do praaiva. 29 *a roa da Coa irdta fae
acbar coai ijjct trt;: i- ____________
Gi inrft emeatmra de
Na tataada Serra Giande do monicipio da
Victoria. Ssiao ci Peraambaco, tero pafa vea-
de^ do dia 1* de M*io i m diaate, cerca de ;oa
a:ii6ea do ps ae eaJeaelro?, cejos rneos, tas
OMDbCBi qoatidede'; o oais 'Tpiicsges.veja-? o
Jonal do Rfcift-______________________
Engcuho venda
Veno'c-Be o eDg?r.:o Murt olea, aatga Lagfla
\o lalto, situado na fre nei a da Lai, -'cmarca
i S. Loarenco : S tratar ccp Jos" Mt:ia Car-
neiro Ua Caoba, tea do Appollo n. 28, i
1 anuii w
rr*acellci& alai-in **> mX-%" *<-llo
Aateaia A'.v. I t :.
iio de Ar;|
Araeje L"n Mar:
Masoel Vicnnte da i j qae
...a.".;. n : \.i- ":rs
!- ':);; 'Vlio--.
lo ate .T!-.!, I la in' iste
falle inien taeaaita kaaeraia e trnraia
- j.r-., .'I'. P.'aOC .'
Reto Mello, cr
a este 3C5 'f retiflla
t
Taveina
Ven-ie se o^ia brreraa ce z pM<*ai fj-,.'l08, e
beta afraguez;iiiD, r''.u j i >rad Bu Msuaw n.
i2 a tra'ar oa meada.
Incomparavel
O trt span ite en dedaioo, para as m-sascp
Santo Aotonio, 8. I-o e 8. Pedia, alabo
coso qee Tendera Costa Liaia < C ra ..<
Amoriai n. 37._________________
Madapolo
Chsgc:! iiava re plebe Vi.nra,
Foi e oo Mallos.
Vend3-S9
Urna artuasao ca amarello, enveroisada e eo-
vicragada, propria para loja e aiiodezas en ta
psito ca C'garros ; a tratar d. becco da Boaiba
Dtiiero 13-
t'.!Ot;l. *a*a)aaO lerftUa
Vtaaawi
Jara d MCtifiaO C r:( te V. i j
H. Pereira Viaaca e BuQJ S: :., U jaea y. Pe-
relra Viaaa, soa,ucl!s.ir a Blucs, e a dx-I Ao-
loQto Carrfoao ^rade-etn
todos aquellos qa ia nerada
tas resto? rroiae J: p pal
sofc-ro, av6 e conba^o, Ao a > ? r.-i'a
Vianr,3, e de no-.o pedea l ea t
amibos assttn atase ^os i o l r ascisti-
rem as misi,a qon por sui ?'i: i tea raa -lar
aa aatrix da Boa Viata, fti 8 bora :
segania-feir? 11 o corrente. 7- da (o fi :ae-
seoienio. pelo que i io-
tjs por mal Pito pi m h sauade
t
Joao Xof^ da Cu.-tu
Anea Julia da t'ost:. Gervasio las Ij -' l
Bentn de Asis I ri |0 e aaa aariner I> Ane
Isabel la (J-ta Britto, csadam a seas
e amigos para assietireai m '
mauJm celebrar ua aiatrii i -'isla, no
dia 14 .io corrente, u S horas 'la maoM, por
alma de seu irraTio e to .loo Joe da i ati
Desde j i agradaoeai es.
t
Para curar radiealmante a anemia, ch-
lorose, ou cores plidas, opilaclo frial-
dade, e todas as molestias qua tem sua
origem na pobresa do sangue.
Nao h remedio mais efficaz qua as Pi-
lulas ante anmicas Brazileiras do Dr.
Silvino Cavalcanta.
Formula approvada pela Illma- Jtmte
da Hygiene de Pemambuco.
Prejos de urna caixa 15500
Meia duzia 8$000
Urna duzia 15$ 000
DEPOSITO
BOTICA FRANOEZA
H. ROQAYftOL
22 Ra da Cruz n. 22
S8Z85
As sezoes, febres iotermi-
tenes, pa'ustref, renitentes,
dorc de cabera, nevralgias
as mais r-.beldes, sao cura-
das ifallivelmente com as
piulas contra as sezoes .do
Dr. GostaLeite
DEPOSITO
BOTICA FRANOBZA
fl. Rouqaayrol
2 2 Roa da Cruz 22
Gaixeirot
Prscisa-se de ara catxeiro com pratic de mo-
Ibsdos, de idade de 1S a 18 aooos, que de co-
nb-cimento de soa condona ; a tratar na taa ao
Capltlo Lima n. 15, em Santo Amaro.
Joe r l*e>ve< % i io
Viova Mis e Silva, wa-
rjs, coavic'tn es, u: d -* e > ladol
aselHiiwm awfci
de Sar,to iutoaio, lj du li 0
^Attai^4ae^SSralTc f>cuec
tOa S'ata
Cbss ie Mi*. tarao c#-
lebrar a:na tu,.sa ae uia l do cjrrn-
;e, Li 8 boras da maaL, a matria da
Boa VtaU, u- ^otf.-a:o d'alau c?u c.mpa-
neico e re^i.-tia., Aagato Jo~ Ge i < lves
Lessa, fdllecido bo da 4 d*ste mes. para esse
acto de religiao e cndale coavidam sos amigos
e prenles do mftao tinado.
Precisa-se rte uoia a'"a qoe cojiabe betn ; oa
rea da Conjoriia a. 8S, i- sudar-___________
Preciea-se para cosi^bar a mais srveos do-
msticos, para cata de porra familia e qoe der-
tna em casa doa polres : tratar na tabrica
Tigre, rus Bario da Vr -ria n. >.___________
Ama
Precisa-ss de orna ama qae s^ja cuidadssa,
para Iidar cem erlanca retar n? roa de Per-
-.indft Vieira. eitio d. S.

Precisa-se de orna pata coosiebar e mais ser-
vicos, para casa de familia, qoa -jceira ir para
fra da cidade, tratar ns roa l Imperatrit 0.
24 f sadar. _____________________
Ama para cosinhar
JiPrecisa-se de ama na roa do Rangel n. 19,
loja. __________________________________
wc\*JuVXicV
Prscisa-se de urna ama para o ervico domes-
tico es> casa di pequea familia ; i tratar oa
ra do Livramento o. 6,1- sosar-
Piecisa-se de orce wma para sinln- e oatra
servicos domsticos, pe"1 <*?> poneos fe
mili oa rea do Crespo n. t6. t andar.
Prseissee de ama ama para aosinoar oa roa
da Onilo o. t5. _____^,.^___
Ama e criado
Precisa-g-' na roa da Palma o. 40.
Ama
Precisase de orna a para andar coi erian-
ca ; l tratar na roa Daque de Caxias n. 63.
'. f
HrfllH 1

X M.
t*> -

r
'.' .'*


9
Piarte *le Pernamjmco Domingo 1Q de nfiinho de ltl
SOB A DIRECQO
no
rs, joo baista se&eisa costa
Drama em cinco actos
por
VCTOR HGU
VERTIDO PARA O PORTUGUEZ
POB
ERNESTO DE AQUIXO FONSECA
ACTO QUIXTO
Saragdssa
l ni turrado do palacio le Arapao. No fundo,
rampa de urna escadaria que se entraaha qo
jardim. A." direita e a esquerda, duas portas
dando sobre esse terrado, que 6 fechado ao fun-
do do theatro por una balaustrada sobremon-.
Uda por duas ordens de arcadas mouriscas, por
Cima e atruvez das quaes avistam-se os jardins
do palacio, os repuxos na sombra, os bosque
les c m luzes que ahi grrain, e ao fundo os
roracheas gothicos do palacio illuminaflo. B"
Ao boga sam EmEufU. Mascarados,
dminos esparsos, solados 011 guipados, atra-
vessam, aqui o all, o terrado.Na frente do
Bcenario um grupo de jovens fidalgos com suas
mascaras na mao, rindo .miando ruidosa-
ment s.
Hernn;
Dona Sol
Don Ruv Gomes de
Silva"
Don Sancho
SCENA 1
Don Mathias
Don Ricardo
Don Francisco
Don Garca
Don Sancho, Snchez do Zumga, conde de
llonterev Don Maiias Centuriao, Mrquez de
Almuna'n, Don Ricardo, condo de Casapalma,
Don Francisco de Sout> Maior, conde de ve-
ale izar, Don Garca Suarez de Carvajal, conde
de Penalver.
Don Garca
X' fe:Viva a al jgria e a desposada
Don Mathias a caranda
Contempla a testa Btragdssa em pezo!
Don Garca
E tem razio, porque jamis se vj;a
Boda mais resplendente e divertida,
Noite mais grata e noivos mais formosos :
Don Mathias
Que hom imperador:
Don Sancho
Mrquez, lombrai-vos
11 aquella noite em que ia uos com elle,
Ambos visando o premio de bom xito r
Quem nos dira euto que essa aventura
bello da assim lermioaria ?
uoD .Ricardo inlerromoendo-o
En lambem tomei parte n'csa emprexa
00' '
E ouvi a uiM irla. -Eram r uantes
Um bandido vota lo ao cadafalso,
l'ni dnqo e mais um ra, que ao mesmo lempo
D"m fiminino coracio sitiavam.
Dado o assalto, quera tom ira a praca '
O bauaido:
Don Francisco
Que ha nisso de admirare! '
Em oossa Hespanha, como em toda a parte,
i amor e> jogos de trapaca.
mto, o ladro quem nales gante.
Don Ricardo
Vendo galantear eu liz fortuna.
Prhneiramente conde : depois, Grande,
Por iim, Mcaide-mr.Oh! curtamente
Muito betn empregado foi meu tempo I
Don Sancho
0 talismn d'este Seuhor consiste
Em > guir serapre o Rei a toda a parte.
Don Ricardo
Direilos o serviros exhibindo...
Don Garca
D.i- saas distraes** lorastes tuJo.
Don Mathias
Que :
Occnpa-se e
ais do vclho Duque .'
gjfji sua tomb i ?
Don Sancho
Mrquez, nao gracejis, porqu'esse velho
E' altivo, brioso, e amara muito
A Dona Sol. Os annos llie li/.eram
Grisalhos os cabellos, e um s da
Embranquoceu-os todos :
Don Garca
Ser certo
Que em Sarag Jssa nunca mais foi visto ?
Don Sancho
Pois querieis que em meio d'estas festas
Viesse o desditoso exhibir luto l
Don Francisco
E o Imperador que faz?
Don Sancho
Actualmente
O Imperador entiega-se tristeza.
Luthero o inquieta assaz...
Don Ricardo
Luthero ?
Tanto cuidado causa esse sujeito,
Do qtial dara eu cabo fcilmente ?
Don Mathias
O Solimo tambem lhe empana o bnlho.
Don Garca
ra !.. Luthero, Solimio, Neptuno,
Jpiter e o dlabo-que m'importam elles ?
Damas formosas, mascarada rara
E dizer mil louenras, como hei dito...
Don Sancho
E' isto o essencial.
Don Ricardo
Dix bem Garca.
Em dia festival nao sou o mesmo,
E a mascara que ponho sobre o rosto
D-rae nova cabuya, na verdude !
Don Sancho baixo a Don Mathias
Ah nao serem de festa os das todos !
Don Francisco mostrando a porta, direita
Nao all a cmara dos noivos t
Don Garca signal afirmativo
Nao tarda que os vejamos vir !
Dod Francisco
De veras ?
Don Garca
Oh! 3im.
Don Francisco
Melhor!A noiva to formosa !
Don Ricardo
Quanto bondoso o Imperador !Hernani,
O rebelde cingjndo o Tosao-d'Ouro !
Casado Perdoado -A meu juizo,
Melhor faria o Imperador, doando
Ptreo leito ao galn e plumeo dama !
Don Sancho baixo a Don Mathkis
Com que gosto pranchadas o estourra !
Contrafeito fldalgo, apavonado
De ouropeis recosidos toscamente !
- Gibao de Conde em corpo d'um esbirro !
Don Ricardo approximando-se
*
Que dizeis vos ah '
Don Mathias baixo a Don Sancho
Conde, eai tal sitio
Nada de rixa !
o Don Ricardo
Est me recitando .
De Petrarcha un soneto sua bella
Don Garcia
Senhores! Porventura roparastes
Entre as flores,* as damas e as vestes
Variegadas da festa, n'um phantasma.
Que em pe, fronteiro a urna balaustrada,
Com seu domin preto e triste aspecto
Enodoava a bella mascarada f
DOn Garca
E' mais urna razfto. Parece
Que elle com isso se diverte :faga-o.
V contando, e daremos:
a Dama d-lhe a mao e sahem
Don Sancho pentativo

E' singular:
Realmente, {
Don Mathias
Os noivos vm: Silencio !
Entram Hernani e Dona Sol, dndose as
mos. Dona Sol veste magnficamente de noiva.
Hernani perfectamente trajado de veludo com o
Toso d'ouro ao eolioatraz d'elles multido de
mascarados, de damas e fidalgos que Ihes fazem
squito. Dous halabardeiros, com libr rica, os
seguem, e qualro pageni os precedem. Todos se
arrumam, inclinndose passagem dos noivos. -
Fanfarras.
SCENA II
Os mssmos; Hernani, Dona Sol, Comitiva
Hernani saudando
Caros amigos raeus!
Don Ricardo dirigindo-se a elle e indinando-n
Tua ventura
Faz a nossa tambem, Excebentissimo !
on Francisco contemplando Dona Sol
Meu San-Thiago !A companheira Venus :
Don Mathias
Quem feli'. nao si julga sm tasa momentos :
Don Francisco mostrando a Dm Mathias a ca-
mara nupcial
Scenas graciosas all vao passar-ss I
Ser rada e tuio ver sera embaragos...
Oh : nao seria encantador o quadro"?
Don Sancho a Don Mathias
E" tarde j; devemos retirar nos.
vo todos comprtmenlar o nafas e sahem, uns
pela porta e outros pela escadaria do fundo.
Hernani conduzindo-os
Guarde-vos Deus!
Don Sancho fxcando por ultimo aperta-lhe a mao
E sede raui felizes !
Sahe
Hernani e Dona Sol fkam sos. Rumor de
pass e de vozes que se afasiam, ctstando depois
inteiramente. Durante todo o principia da scena
se,ju extinguindo gradualmente, A imite e o silencio se
rest ibelecem pouco pouco.
(Contina).
PESi
l t
% VI.H !: O CORPO
HENRI HEINE
Don Ricardo
Sim. por Deus:
Don Garcia
Quem elle ? c
c
Don Ricardo
A altura, o porte-.
E' Don Pancracio, general da armada.
Don Francisco
NSo
Don Garcia
Nao tinu nunca a sua mascara.
Don Francisco
E nao tractra com pessoa alguma.
E' o Duque de Soma, desejoso
De ser notado. Nao 6 outro, creio.
Don Ricardo
O Duque me fallou. Estis engaado.
Don Gar. ia
Quem 6 pois esse mascara ? -Eil-o comnosco !
Entra um domin prtto que atravessa lenta-
mente o fundo do thcatr.K Yollam-sc t-odos eo
acumpaiiliam com a mata, lem que elle di mostr
de reparar nitso.
Don Sancho
Se os morios andam, seu andar esse !
Don Garca acancandi para o domin
Bello mascara !
O domin ootta-U c para. Garcia recua.
Don Garcia
Senhores por minh'alma :
Viva chamma nos olhos vi luzir-lhe !
Don Sancho
Se o diabo-a quem fallar encontra'.
dirigindo-se ao dominsemprc iiumoel.
m
Mu: -Vieste do inferno ao nosso encontr '
O Mascara
Nu vim do infernopara l caminho.
retoma o seu andar t dttappareee pela rampa
da, escadarit. Toaot o segiutn com os ollios, de
alyum modo t Traaos
Don Mathias
A voz e sepulchral, em termo proprio.
Don Garcia
Passou !O que araedrontra n'outra parte.
No baile s faz rir.
De mu gosto i
Don Sancho
Algum joce-so
Don Garcia
E se o proprio Lucifer,
Que veio ver-nos a dansar, emquanto
Esperamos seu reino eia : dansemos !
Don Sancho
E' certamenie alguma chocarrice.
Don Mathias
Nos amanhan o saberemos.
Don Sancho a Don Mathia <
Ide
Repararvol-o peco. Onde elle parar
Don Mathias balaustrada
Desceu a escada. Nada mais diviso.
Don Sancho
Algum truao!
sdstnando
E' singular I
Don Garcia a urna dama que passa
Maraan,
Dansamos esta, sim t
saudando-a e apresentando-lhe a mao
A Dama
Meu caro Conde
Nao ignoris que men marido as conta
Com vosco..
Diz a alma ao corpo; Eu nao te deixo, amigo,
Fico adherida a ti. Abysma-me comtigo
Na morte, que te espera, em noite angustiada ...
Quero comtigo haurir isso que chamam : Nada.
Foste-me um outro cu, perseverantemente ;
Constante me abrigaste, affavel, castamente.
Vestida de setim forrado em fofo arminho
Pude revigorar-me flux do teu carinho.
Mas... agora mister que fique triste, nua,
Sem mais te possuir esta alma, que era tua!
Que eu me transforme em ser ecentrico, isolado,
Como um nada-feliz, sem norte, inominado,
Pelos reinos de luz, no espado infindo errando!
E hao de ver-me em silencio, afrentas, bocejando
Senis Eternidades, fras, ronceirentas,
< Alpercatas de chumbo a arrastar, macilentas,
>< Cumprindo o triste fado Horrivel, meu amigo!
Nao me abandones, nao Quero ficar comtigo!
D'alma responde o corpo s queixas e aos extremos:
Nao te affljas assim Consola-te. Devemos
* Resignados soflrer da sorte a crua sina.
Pavio, que alentava a luz da lamparina,
Consumi-me; findei. Mas tu, predestinada,
No alto eco brilhars, estrellasinha amada,
Purissima a luzir. E o que sou eu, de inicio ?
__ TJm farrapo. Materia. Roda de artificio
Urge que gyre e queime e torne ao que era d'antes;
Um pugillo de cinza! Ambos fomos constantes,
Porm tudo acabou. Convem nos separarmos
E, assim, votos de amor. cessa de apresentar-m'os.
Mas. talvez haja alm, as regies immensas,
Muito mais diversoes do que julgas ou pensas.
Se tal for e a Grande-Ursa achares pelos Ccos,
* Mil recommendafes. Abandono-te. Adeus.
Maio 1894,
Almeida Cuniia.
CONT
O sabio c o crocodilo
(Continuacao)
A palmeira de Adamson estava por
fatalidade collocada n'uuia latitude, em
que a Ghuva escurece o co, mas nao o
molha.
Para distrahir-se, recitou ele urna
passagem da Jerusalem, em que Tasso
descreve os cruzados, bebando de urna
chuva miraculosa, qu3 cahiu depois dos
longos rigores de um plmbeo co.
Esses versos fizerara-lhe vir agua
bocea, ainda que pronunciados em ta-
liano-ingle?.
O crocodilo pareca avinhar o soffri-
mento do Tntalo de Belfast; beba agua
do Nilo em abiiLdancia e lancava olliares
furtivos e maliciosos para a palmeira.
As zombarias dos monstros sao insup-
porWveis.
Adamson revoltava-se, o que tornara a
sua sede anda mais intensa.
Elle olhava para o Nilo na esperanca
de descubrir alguma embarcaco do vela
ou remo e gritar peiindo soccorrp, mas
tal esperanca illusoria nessas pa-
ragens, por estarem situadas, segundo
Bruce, em direceo opposta s correntes.
A soldo conservava um silencio de
morte; s se viain ruina< denegridas,
on^e pousavam algumas cegonhas, im-
moveis como pontos de admiraco.
O pensameuto do sabio volvou-se onto
involuntariamente para Rob nson Grsso.
* Este insular, dizia elle, nao devia
lamentar-se, considerando desgraca o que
realmente nao era ; meu compatriota
passou melhor do que eu
Nascera inventor ; fez pao para comer;
um chapeo de sol, um vestuario e at un
cachimbo. A privayo tornara-o enge-
nhoso.
Sobre esta palmeira Robinson teria
adiado agua. Mas de que meio usara
elle ?
Adamson reflectiu por muito tempo
para inventar dgum processo igual ao
de Robinson, e cada vez mais o fogo in-
terior do pensamento queimava-lhe a lin-
gua ; pareca ter brasas na bocea ; em
urna palavra, havia attingido quelle
grao de delirio, que faz o condemnado
do inferno pedir urna simples gotta
d'agua
E o Nilo rolava diante delle suas oudas
doces e magestosas
Oh 1 necessidade, mae da industria!
tu nunca abandonaste os discpulos de
Robinson.
O sabio bateu palmas, como se applau-
disse a si mesmo, porque descob-ira um
processo hydraulico. Quo pouco basta
para contentar a pobre humanidade!
A prova est nesse homem, nesse ago -
nisante votado a guela de um crocodilo,
que ficou muito satisfeito s porque in-
ventou um meio duvidoso de dar a seus
labios algumas gottas de agua salobra
do Nilo.
Orgulhoso de luctar com o seu compa-
triota de York, Adamson metteu mos
obra ; arrancou diversos ramos dos mais
compridos e ligou-os por meio de fios ti-
rados do tronco e rolados entre os dentes
e os labios.
Feito isto, esparou que o crocodilo des-
se um passeio a outra parte do rio, para
praencher os seus deveres de amphibio, e
deixou cahir sobre as margens do Nilo a
sua bomba aspirante, na qual bebeu
muita agua pelas folhas esponjosas, que
nuctuavara na extremidade.
Essa corda vegetal foi retirada depois
com muita cautela, e dous labios calci-
nados collaram-3e s ultimas folhas,
embebidas d'agua, duas vezes doce.
Jamis gastrnomo, sentado a um fes-
tim pariziense, saboreou com mais gosto
um calix de vinho Bordeaux.
O nosso sabio ria-se a bandeiras despra-
gadas pela felicidad^ de que estava go-
saudo, e, nao tendo de que oceupar-se,
entregou-se sem medida a todos os exces-
sos da intamperanca, para descontar o
atrazo de seda em que estavam seus pul
mGes
Tntalo nao tinha inventado isso.
Adamson ria-se principalmente por
tnystificar o crocodilo, que, co a effeito,
mereca samelliante logro.
Certo j'i dos dous meios a empregar
para satisfazer as duas necessidade? da
vida, lembrou-sa elle que tinha soffrido al-
giiiis parfidos calefrios as horas hmidas
da ultima noite ; a ausencia da roupa,
em quanto nadava, ihe yarecera favora-
vel durante os ardores tropicaes do dia,
mas, para preservar-se do fri intenso da
meia noite, tinha necessidade da vas-
tir-se.
Outra razao obrigava o .sabio a de.sco-
brir, como Robinson, urna roupa decente
Com que cara, dizia o judicioa sabio,
ousarei apresentar-me em publico, se al-
guma barca de sal vacio passar por a-
qui
Pasando e dizendo taes cousas, Adam-
son colheu em sua alcova aerea urna cer-
ta quautidade de folhas enormes, e as-
sentando-se como um alfaiate, fez um
palito! vegetal, que, sem pertence a ulti-
ma moda, tinha um carcter primitivo,
asss pitSor^sco.
Duas folhas foram sufhcientes para o
bonet nocturno, que nao dexava de ter
alguma elegancia e nao fazia sentir a
falta dos feios chapeos que usamos de
dia.
O autor de todas estas invencoes mos-
trou ento a sua satisfaco, apertando os
bracos contra o peito; cousiderava que
estava alojado, vestido, alimentado e que
o fro da noite n&o o poda mais offender.
A felicidade, porm, relativa. Adam-
son julgava-ae muito feliz e nestes e nou-
tros expedientes olhava com desdern para
Robinson Craso de toda a altura de sua
palmeira.
Refi.ctindo sobre isso, observou o cro-
codilo ao p da arvore e o monstro paro-
ceu-lha agitado de um mao pensamento.
O aabio nao se engaara.
Por seu lado o crocodilo reflectia.
Nio podendo tomar a palmeira nem
por assalto, nem por bloqueio recorra a
astucia e sapa.
Os grandes dentes do monstro comeya-
ram a trabalhar e roiara a parte interior
da arvore com una sanha feroz.
Elle pareca pensar que era tempo de
acabar com aquillo.
Adamson ouvia o raoger da monstruo-
sa queixada sobre a base de sua habi-
tagio.
Nesses apuros teve a felicidade de en
commendar-sa a S. Simeio Este Hita
A disposi,cao dos dentes molares e in-
cisivos dos crocodilos tal que nio pode
offender a base de urna palmeira ; s r-
em de lado, tocam na superficie e nio ca-
vam.
A natureza quiz des'arte dar o asylo
das palmeiras aos infelizes perseguidos
pelos crocodilos.
O sabio ignorava tambem que por urna
particularidade orgnica, esses animaos
nio teem forca alguma nos queixos.
Apezar de PUnio e Saavers assegura-
rern isso, naquella occasiio nao podia con-
sultados a respeto no capituloCrocodi-
lo, porque nio os tinha a mi.
Adamson olhava para a base das ope-
rajoas, mas, estando em urna altura eon-
siderave' e em m posicio para observar
o perigo, esperava de um momento para
outro ver desabar a arvore que tinha s-
do a sua sal vacio. Os cabellos tretni-
am-lhe no turbante de folhas, s em pen-1 ^ .
sar que cahiria na guela do monstro, e
entrara cruelmente decepado naquelle
tmulo de escamas, sem epitaphio que
aiinunciasse as suas virtudes posteri-
dad.
Militas horas trabalhou ua sapa o cro-
codilo, e de alguma sorte os seus queixos
pareciam ter enfraquecido ; pelo que re-
correu ao expediente de escalar a palmei-
ra com a cauda de bronze.
A arvore resista, mas agitava-se to
suavemente que o sabio ainda nao per-
cebia; elle senta apenas urna especie
de tremor de trra,* e o seu tecto de fo-
lhas movia-se com ondulages convul-
sivas .
De espaco a espago desprendia-se dos
ramos um cacho de tmaras, e cahia so
bre as escamas do crocodilo ; o monstro
enfureca-se mais, como o sitiante de
urna fortaleza que recebe um projectil.
A queda das tmaras fazia Adamson fi-
car com mais medo; o que sera delle si
a sua provisio de comida fosse desappare-
cendo assim pouco a pouco ?
A sua angustia nao tinha igual ; con-
vencido, porm, de que nada vale a vida
para ser defendida por tal proco, re-
solveu precipitar-se do sea tecto vegetal
e encontrar descanso na morte.
Animado por esta idea de desespero,
pz-se de p 110 cimo do tronco ; afastou
os ramos que poderiam prendel-o a borda
do precipicio e adiantando um p, reteve
o outro com forca e nao se preciptou.
Suspendeu-o sobre o abysmo um pen-
samento honroso.
Adamson nao tinha familia, nem rau-
lher, nem filhos, nem natos ; devia pois
ficar sobre a trra como o nico repre-
sentante dos Adamsons.
O hornera sempre engenhoso quando
so trata de transigir com o desespero.
Si tem familia o filhos, qner viver para
elles; si s no mundo, quer fazor um
servico sua individualiJade, e nao mor-
rer de todo. Non tumis moriar, diz o
poeta latino.
Adamson mostrou-se grato a si proprio
por ha ver tomado essa heroica resolucio;
qualificou de infame o projecto, que con-
cebera de servir de pasto voracidade de
um monstro amphibio ; cumprido este
dever, sentou-se em sua cadeira de bracos
vegetal e acautelou-se o mais que poude
para se livrar de urna queia.
Oh quem sondar o corago humano
e sobretudo o coragao dos sabios ?
Quem acreditara que o solitario da
palmeira, recobrando a sua antiga cora-
gem, convertesse em divertimento o es-
pectculo dess crocodilo em lata encar-
nizada com o tronco de urna arvore, for-
tementa enraizada sobra urna rocha tao
en> lernida ?
as ondulagoe3, que tanto o atemori-
savam a principio, achava 'lie agora um
grande prazer, que era '^alancar-se
suavemente ; com ares paternaes sorria-
39 dos esforgos do monstro, dirigia-lhe
epigrammas era inglez ; tratava o atesta
de goose, de rasca!, maughty boy.
0 accento anguloso, que elle imprima
a esses insultos, irritava o monstro, que
responda, fazendo soar as suas escamas,
ruido este bastante harraonioso para os
ouvidos de um sabio de Belfast.
Decididamente a palmeira era nabala-
vel e Adamson triumphava.
Adamson recordou-so daquelle capitulo
do livro de Sneca, que ensind a sar feliz
as differentes stuag5es da vida.
Um futuro feliz acenava-lhe de longe.
"Nada lhe faitava. (xosava de, um bello
clima, sua comida era, frugal, porm suc-
culouta; estava dianfce de urna solido
encantadora; beba agua doce em abun-
dancia, esparava mesmo cagar pombos
da Ethiopia, e assal-os ao sol para aug-
mentar a sua provisio de comida
Como objecto de prazer tinha a seus ps
um rio raaravilhoso, ruinas mysteriosas ;
um crocodilo interessante; tudo emfim
que preciso para se passar a vida de
modo agradavel.
Alem disto, em suas horas vagas, elle
poda escrever, tomando por assumpto o
estudo antigo dos paizes, que se desfral-
davam sua contemplftcio at aos mon-
tes das Esmeraldas e de Ajax, solidos
inmensas, onde se elevam as ruinas dos
templos de Jpiter e de Apollo entre Be-
renice e Nechesia.
Alimentando essas e outrs ideas bui-
dou logo em estabelecer urna commoda
habitacio.
Dividiu a palmeira em tres rooms dis-
tinctos e separados por meio de reparti-
mentos de folhas; feito isto passava de
um room a outro para fazer um exarcicio
hygienico, e saborear as delicias de pro-
prietario. Seu gabinete de trabalho con-
tinua diversos ramos de folhaa de palmei-
ra, sobre ag quaes podia escrever como
em pergaminho, com o auxilio de urn
atylete de cortica.
A sala de jantar dining room estava
che i a de tmaras frescas
cboyiam era sua bocea
A* bomba hydranlica, j aperfeicoada,
estava arcommodada em um lugar espe-
cial O sabio s senta urna couam, a
falta de um par de lavas
A felicidade nio completa.
Todos os dias amanheciam para e
puros e serenos ; ao despuntar da aurora
Adamson voltava o ouvidt para o desarto
e ouvia a cavatina do colosso de Masa-
non ; tinha portante todas as manhi o
sen espectculo da Opera.
Depois entretinha-se em ver o crocodi-
lo ; o, quando estava contento de soa sor-
te, atirava-lhe algumas tmaras, que o
monstro devorara ; o que fazia iuorrer da
riso ao grave Adamson.
No intervallo de urna comida a outra.
es tuda va e medita va ; abra a bibliot be-
ca de sua memoria, e. lendo Herodoto,
visitara com elle o Labyrintlio. ou aa
margens do lago Mcrris, 011 A reino**, aa
provincia das rosas. ^
Outras vezes acompanhava o impe-
rador Adriano pelas margens do Nilo at*'-"
a cidade de Autinou>.
Qualquer pensament" pnAanAa que
illuminavn-lhe o cerebro elle
sobre o papyro e experimentara
grande satisfaga em rel!- urnas vate
veze.
Em seus pequeos passei 'i:i;
ramo horisoatal gostava de coni sn piar 1
.alie de Caabysaa, que Ihi laan 1 la-
e enviava urna lagrima de ddr ao
sainos e desgrayados egypcios victima.-
dos persas imb-cis e ornis.
Antes de dormir estu lava a tronoinia
.ko dessas constella(;">es tito caras
aed 1 lialdeus e aos esculptore-^ zodia-
co de Tentyris.
Nenhum rizinho curioao diseivuva o
sen modo de proceder, nem censurara
suas accoes ; nenhum joinal --e uecupara
de sua pessoa ; nenhum guarda e poli-
ca o prenda ; nenhum cobrador 1* im-
postas o inconiiodava.
Era livre com o ar que porova a sua
cmara, e zombava de 'todos sn ananasa
com que 0 misanthropo Alceste fulmina a
humanidade.
< Porque, dizia elle. Alceste n e re-
fugia n'um capitel, ou n'iuna palmeira,
como Simeo ou como eu ? Cm certona
elle nao teria febres, nem cuidados.
Daixeraos, porm, o anase feliz ana-
choreta sobre a palmeira, e des*;amoa a
margemesquerd' do Nilo. onda a desgraca
de Adamson vai occasi mar um aovo in-
cidente desta historia.
Mr. Darlingle, sabio botnico inglez,
procurara lotus amarallos as margeos
desertas do Nilo.
Herodoto viu lotus ainarells. mas He-
rodoto tinha o privilegio de ver coiuas
ausentes e entre outras duas pyramidas
de seiscentos ps de altura no meio do
lago Mivris. Podia muito bem ter ri~*
Iotas amarellos.
E' verdade que desde esse tempo ellas
desappareceram, o que obriga os botni-
cos consciencioaos a procural-os s anpte
Mr. Darlingle pois camiahara atravez.
da cadeia libyea, esquadrinaindo todas as
concavidades, que elle suspeitava encer-
rar os saus lotus.
Acompanliavam a > sal.io daa a ral tea,
armados de carabina-
Ha cousas que dio tratos 1 imaginario,
quando encontradas no daarte.
O viajante Caillaud annfesaa qna h
com medo, quando deseobria m anananln
pvramides da peninsul.i da Mero.-. Cail-
laud nao tinha razio.
Razio teria elle si no meio do deserta
encontrasse. urna linda ra-inln ai esta
taboleta : Galiute de Iciiura.
Darlingle portant aftnvn no san direi-
to. quando dea um grito (! surprezs, a
margem esquerda do Nilo.
Acabava da ver duas jotas, urna em fk
e dura, e outra mollemente iuclin^da so-
bre o p, como que caneada de um I
repouso.
Nada mais exquisito da que duas ba-
tas, espera do seu dono mas in'x-
primivel a sensagio, que ellas produzeni
irargem deserta do Nilo.
"a-se um -rrito a recua-se 'le modo.^
As duas se'rpentes de Mercurio inspira-
riam menor terror.
Convem diar que a roupa, ene Ad.nn
son daixara sobre a praia x Nil-. hnria
desapparecido, ou porque a orrente-
za do rio a tivesse levad, 011 ponjue al-
-im crocodilo omnvoro u kan '>-
! i em sua pnssagem.
as '.otas fiearaan da p, um
apartadas e em um pedato! da Pankn>
dos.
D'ahi o' medo legitimo do btame >n
glez.
O seu primeiro pensame.it) foi que
aquellas duas formas do ca-;ado eram
um lirinco da natureza e urna dupla aa-
peridade da rocha libyea. mas logo que
approximou-3e verificou a anthenticwja
do couro e recuou de med, como o tana
diante de um espectro, que s tires* dei-
xado ver as suas botas.
Os dous rabes, naturaes de Oinbee,
nunca virara botas em sua vida ; espan-
taram-sa tambam como o botnico e n-
zeram fogo sobre os dous nadaros de cou-
ro, que cahiram feridos por quatro balas.
Essa execugo nao podia tranqnilhssvr
ainda o espirito de Darlingle : apeaar dla-
to ellfi louvou a dedicacio dos rabes e
ao-radeceu-lhes com gesto expressivo.
O botnico comecou a contemplar as
duas botas esteudidas, e nesU nova posi-
gio parecerara-lhe ainda mais extrava-
gantes no meio do deserto.
Do alto da palmeira Adamson ouvia
os tiros dos rabes, e tremeu; um ruido
de armas annuncia sempre entre os sel-
vagens a presenga de um homem civili-
sado.
Elle sahiu da sua cmara de dormir,
entrou no vestbulo ; apartou alganaa
folhas que cobriam a direcgSo de Estece
viu tres homens parados mrgaos do
Nilo.
eu primeiro dasejo foi malduer os im-
portunos, que rinbam perturbatl-o ens sam
solidio ; renceu-o, porm, a fraqoeaa a
mana, e elle resolreu pedir s sea tres seres humanos, por an| a\ any-
naes.

(CvUma)

r
1


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