Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19177


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Full Text
3BB^-
A1IOLIX
Tersjaa-lVIra 5 de fnnho de 1994
MMIHO 195
DIARIO
PERMMBIJCO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE I SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAQOES NA FRAN-
Por tres mezes adiantados. 8$000 gA E INGLATERRA
Por seis mezes adiantados. 5&000
Por um armo adiantado .... 30&000
Os Srs Mayence Favre & C.\ residentes em Pars34 rae de
Provence
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
161500
331000
1100
1200
Telegrammas
. Art. 15 As associages que nao adqnirircm leja presente, pelo menos, um empregado do
personalidad; jurdica aos termos desta Ici.JCorreio
reger-se-tifio pelas regras das sociedades o'is. I Art. 3.52. O con luctores de malas e estafe
SS37I5S
mir,M!
-,->,
:: ::si:
na
Junho, i
estaco s
noite, e entre-
minutos). -
Rio de Janeiro,
hora da tarde (recebido
9 horas e 5O minutos da
gue as lo horas e
Na Cmara dos Deputados o Si\ Nilo
Pecanha funJamcntou um requer ment
perguntando se a emissao de bonus
pelo Banco da Repblica fra fcita em
pro de estabelecimentos agrcolas e com
que garantas.
Esse requerimento foi unnimemente
approvado.
' O Senado far sessSo quarta-feira.
No paquete Olinda a segu ama-
nh:i para Paranagu o G." regiment de
art i t hara.
Consta que os oiliciaes que tiveram
a cidade poi menagem vo ser todos pre-
sor.
A taxa do cambio sobre Londres foi
hoje 9 09.'5 3 d. por i^ooo.
PABTEOFFICIAL
/VCrO< !<> PODER KXECTIVo
DsrsioV. 173 d i) de Seleiibro d- ISO :
Rogula aoranisicao das associagSa* qu so
lund uvni para Has r digiosos, inoraos, scien-
tiricos, artsticos, polticas ou de simples re-
creio, nos tormis do arl 71, J 3." da 'insti-
tu <; a >
O Vici-prisi le'nt- i. t 1..- : !'-' 1 -
Unid 3j do Bi"j/.il "-***
Faca -ibfMj i' 1 -' 1 agivsso Nacional diiro
t.i e eu saccion) 1 so-ruinn l;i :
a t l.' \- lsociag ana so fin lana pan
fts riligi h >-. m>raj3, sewatttlcos. artstico.',
poltica* ou simplss pj mo palera > adiu1
rir iu livi lualiJad juriJici. in v'rav m lo > con-
Irado social no registro civil dic'rcamscripcao
onda cstabalaeor.ii so 1 srt I:.
.- Art i.- A iujMimto lkr-33-ha a vi.ua do
contracto social, compro nissa oa eslatu'os di-
vidament; au'-h ntica lo. 03 qitw Hrao ar-
chivados 111 registro civil.
Art. :(.' Os.estatutos, bem como o registro,
declararao : "
H'.adenominaftr. fias c sed; daasso.nacaa
ou instituto 1
*, o modo |i lo qual a associago adm ni-
trada e repr;:'i!ada activa a pissivamintu a 11
iitaj e em geral. as anas re'agais pira coai
terejiro;
:t -1 os mamaros respondsm oa nao subsi-
diaria ne :ta palas obr ic.-s qua os rapressn-
tantes da asociaco contrahir oxpressa ou in-
tencin ilmente em nome desia.
Art. i. Ant;s da in?cripgao, os estatutos se
ra publicados integralmente ou por extracto
que coniecha as deelaraedBs mmcionadas co
arj. 3." no jornal otficial do Estado onde a asso-
ciagao 'ivera suasede. .
Ast. 5.".V3 aso.iacOiS assim consumidas
izam da cap-icidadi aridiei, coma pescas
stin :t:i = dos respectivos raembros, e podem
11 > o lo seu intitulo.
Ait 6" Todas as altoratSes qu? sj.rrereTh os
ejtatuo d-verao sor publcalas e inscriptas do
me ni > na lo. s >b peaa de nao poderom ser op-
.; c >atra t cetro?.
Art 7 ;.\i l;-.-laiMQi enentrano no= a-
tatul .
(. 0, 11 al iv. nslrtdorea repulam
se r'avistid >i I' 1 Utji pa-a pratiev toioi o".
aet03 1 i|.,, >:i-;ri.:at-s a) !i n e ai objec-
tda assciK" : .. M
f- nlopal rfl 1: nsiaiir renaa-aar dirett,
jjienar, h 'naar bensdia-s>
ciaco ; ,
3". serao ob iirala? a prastar cantas anaoal-
meole assemb'i faral ; _..,_-
4" todssOJ '.--;. 11 > terio direito de votar
nassembla garal, o as reaolocoes sarao tama-
das par rnaiona de votos dos membros presen-
ArL8.t Sios directores oa administradores
nto prestarem cantas noprazo do art. 1' n. 3.
ou na prazo que os ortatutos mararcn, pode-
ra ser citadas por qua'quer membro para pres-
tal-as em iaizo. ,
Art. 9." Os iirectores ou administradores se
rao solidariament: responsavp.is para cora a as-
sociac'O ( os torceiros prejudicados pelas in-
fraejes dos estatutos ou par excesso de man-
dato. ,
Nostes casos a associacjio sera r3sponsave!
para com terceiros, si tirar proveito do acto ou
si approval o posteriormente.
Art. 10 .4s associacOisextinguem-se:
i. Pela terininac&o de seu praso, si farara
por t;mpo limitado;
V Por consenso d: todos os seus membro ;
3. Cessando o lim da associaco ou tornando
se imposivel pre inchel-o;
i Perdondo a assiciajao todos os seus mam-
K." Nos cas)- previstos nos estatutos. .
Art ti. Dis-'olvida ou extincta a aaswaafiao
e liquidado o passivo, o salda ser partillia lo
entre os membros existint aa tioipauauH-
solacao, salvo si os estatutos prescreverera oa
a Asscmbla Geral houver resolvido, antes da
dis.ioluco, que o saldo- seja transferido a al-
gum estabelecimanlo publ.co on a outra asso-
ciacao nacional que promova (ins idnticos ou
anlogos. .
Art. 12. Verificando-se o ca30 previsto no
artr 10 n." i, 03 bens da a3sociaeao conside-
ram-se vagse passaro a p;rt:ncer a Uniao.
ATt 13. As assoctages que promov:rera
fia illicitos oa que ss servirem di m303 illt-
c;to>oa immo-aes serio dissolvidas por sen-
tenca mediante denuncia de qu lquer pessoa
do ovo ou do Ministerio publico, e proceder
ie-h' a iiquidaco judicial dos bens, nos ter-
mos do art. ti, ,
Art. 14. As associagOas nao poiam de betie-
ficio de restitnicao e lhes vedado coatractar
com os sens directores ou administradores. "
Paragrapbo nico. As dividas activas e pa3si-
vas, os direitos e "encargos reaes da3 associa-
cCef proscrevem. segundo as ragras geraes do
airtilo.
Art. 16. As assoeages fundadas para os
liiii declarados ni art I.*, que tomarem a for-
ma anonyraa, serao em tudo sugeitas s leis
decretos relativos s sociedades aoonymas.
Art. 17. O registro de que trata o arr. !.?
desta lei ser fjlto em livro especial a cargo
do olicial do regitro de bypothecas,
Ar., 18. Revasain-so as dispasicOas cm con
trario.
10 d". Setembro de 1833, 5
Capital Ped 1 al
da Repblica
AggregacOes
Por portaras deste Commando, de 18, e 19 e
30 de Maio ultimo, designei os batalhes abai-
xo menci inados, para a elles iicarem aggre-
gados os otciacs seguintes :
i." Ijalalhao de infantaria -Capitao Antonio
Barretto, e tenent Au-
ta3 a pe ou a cavallo nao poderfio por motivo
algum ser crabaragados no seu transito; e quan-
do commettere n crirae, pelo qual devam ser
presos, a autoridade que decreta a prisao, si no de Alb'uquarque Paes
lugar nao houver repartigao postal, providencia- gusto da Silva,
ri com urgencia para que a.s malas sigam com j 2." Batallio de infantariaCapitao Manoel
seguranca a presteza ate a agencia raais p oxi-, Joaquim de Miranla.
mi, qu<*, do mesmo mido, dever providenciar |_ 3.NBatalbao de infantaria1* Cap la > Biija-
para quo ellas clieguem ao seu destino.
Art 331. Os estafetas podsrao andar arma
Foriano Peicot'i,
-=
Fernando Lobj
Decreto n. 1692 A-de 10 de Abril de 894
Approva o rcgulamento dos Correios da
Repblica
Regulamcnto da Repartifao Geral
dos Crrelos a que se refere o de-
creto n. 1GS A desta data
PRIMEIRA PARTE
DO CORItt'IO FEDERA.!. E SEUS SERVICOS
TITULO I
DO SBBVICO POSTAL IMTERKO
CAPITULO XV
Dis caixas econmica ;ioj/ae
Ai I. 319 O Corrcio en-arregar-se-ba ilo Fer-
viyo de caixas econmicas poslaes as adminis-
travOBB, sub-admini.tracO'S, e agencias, depois
de regulamenta las pelo Ministerio da l-'azenda.
CAPITVLO XVI
Da conditro de [malas
Art. 310. O transporte das malas do correio
ser feito:
as hutas terrestres."
i", por estafetas a p5 ou a cavallo ;
i", em cajros e-peciaes ou em wagoni ordi-
narios de s'rada de ferro.
2." as linb.is fluviacs a raaritimas :
i, pulas embarcacoes brazileiras, Wbvencio-
nadas ou nio, vela ou a vapor, mercantes ou
de guerra ;
2, pelos vapores estrangeiros pertencentL's a
emprezas, ou companhias, subvencionadas ou
nao, pelo governo da Uniao ou dos Estados o
que tiverem contracta lo qualquer servigo ou ti-
zerem viagens regulares entre os portos do Bra-
zil e os de paizes estrangeiros ;
3", pelos vaparos estrangeiros que obtiveiem
patentes de paquete e viajarem regularmecto
entre portos brazileiros-
Art 321. No caso do n. Io do do artigo
antecedente, o servico ra pago pela Uniao,
coniractado por linlias, mediante concurrencia
publica ou t';ito por a'miniitragao, conforme
mais coavior ao interesse das reparticOes pos-
laes : e no caso d a n. 2 Jo
dos e receb;r3o das autoridades dos logares por
onde passarum todo o auxilio, inclusivo o pecu-
niario, por conta do Correio, quando necessario
para o desempenlio 11 seus d ueres.
Art. 334 As aulorid 1 les civii e militare?, nos
casos de acciJenie no transporte de malas, s.o
ebrigadas a prestar tolo o auxMio aos emprea-
dos do Correio ou encarregados des'e servigo,
sempre que por el! :s o auxilio Ibes seja requisi-
lado.
Art 33. Os omaregalos d> Correio encar-
regados do servico martimo du recebinocnlo de
malas a bordo de paquetes, navios a vclla ou a
vapor, nacionaes ou estrangeiros, teem o direi
to de entrar as ditas ennarcacoes sinulta-
nearaenie com a visita da Alfandega.
(Contina).
ir i :i-
rininCBstant da Canha Saltes, teneute Hermil
1- lo de Azeredo Cgutintio a alferes Manoel dos
Questura Policial
2.* seccaioX- 4 i 9. Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, era 2 de
Jnnho de 1894.
Sr. I)r. Uovernador.Particivo-vos que lion-
tem f 01 apenas recomido a Casado UetengSo
o individuo de nome Joo Praucisco Lonas de
Sou/.a, ordena do subdelegado do 3." dis-
tricto de S. Jos, por crime de furto.
Conimunicou-me o delegado do munici-
pio de Aguas Bellas que na noite no da 57 do
mez udo o individuo de nome Bellarraino tal, conhecido por Benjamn, assassinou com
un tiro de espingarda a Mmoel do Fre.las Ma-
chado, na occasiio em qu; este se diriga para
sua casa no lugar B-a-Vista.
Mtnoel de Prei'as qoe caljo mirtalmenti fe*
rido por urna bala, disparan anda una pistola
qu: Irazia, iujo projectH foi alcanzara mullier
de nome Sebastiana de tal. que s; ach em tra-
t amento.
A' referida autorida'Ie. que toaiou CODBOCi-
meuto do f^cto, deelarotl una irm do crimi-
noso que este assassinara a Manoel de Freilas,
suppo-ulo ser ello Manoel da Vicencia. com
quera dias antes navio lido una altercacao.
Contra o delinquent;, que se eva lio. procede
aquella aut'-rl hue na forma da lei.
Nesta data transmiti ao Dr. .lu/, da di-
roi'o do municipio de Agua Prata, para os de-
vdos Boa, o auto de perguntas feilas a Manoel
dos Santos, conli.'Cido por Manoel Pedro, que
me foi reraettido pelo jui^ do 3." dist-cto do
muiiicipio de C-aniellera, como um dos auto-
p^r-ride tRurrah lvs Aoa assassinatos prati-ados lias pessoas de
nn to" ""' ',0 ref. rulo munici.iio de Agua l'iela. s:n-
1 Eata '''' '|U', aliu M'} atlt0 ''" P*rSunt,s d^claR
dos, alean diob-iglcod.fo^^ Ul" *" nu
'SpeCSeK[eraS?e7t! ^^^1^^110 ao Dr. n, promotor
1' publico, para os dovidos tina, os autos de corpo
o!)-igilori >, sem limtle de p"so
ais estratas de Ha-.'o nacin es e as
nfi-im garant 1 de uros di L'nifto ou dos Esta-
car
bulantes, ex jpio nos perlenccntes a emp
particulares sa 11 aqu;lle favor, as qaacs, com-
tudo. sao obrigatlas a dar transporte graiuito
em carros ordiniri vs as malas e seus conducto-
res c bem assim aos onipragado do Correio,
quau lo em servip da repirlicio.
Art. 322 Alem das obrigacaoos acuna estabe-
lecidas para as estradas de ferro de emprezas
particulares, aamgaranta de juro, sao estas
an ia abrigadas, quandoo Governo ou director
geral julgar convenlen'e estabelecer cm suas h-
n!i is o servico postal ambulante, a dai iraego
gratuita c obligatoria aos carros do Correio qao,
em taor casos, serao farnecidos cusa da
Uniao.
Art. 321- Aguarda e responsabili lade polas
malas as linlias flu.aes e martimas cabe :
Io, n>s nivios de guerra, ao3 o.nmissarios ;
2o, nos pi)uet33 e vapores brazileiros, aos
comaianlant3, quando a bordo no houver
agentes enbarcilos. e quandos os baja, a
estes ,
3o, nos paquetes e vapores estrangeiros, aos
com uaa laates, quindo a bordo nao houver agen-
tes embarcados, eacarregados especialmente
nest servido ;
4o, nos navios marcantes vela, aos capitaes
oa meatres.
Art 32i. Os capitaes 01 mestres de navios
urea iles, vela ou a vapor, brazileiros oues-
trangaraa; que tiverem de sabir de un3 pira
oatrai parios da Brazil, deverao participar re-
pirtc'io pastal da locaidado
vesper.i da partida, ou em prazo mais certo, j
quando a demora nos partos for de menos d; 2*1
Doras, entre a cliedi ea partida';, a hora em -
qu>-. tiverwi de sala no dia seguiute einlicar
quaes os portos de dcstiao e 03 de escala
Art. 32 Igual declaraco, c pela mesma fr
raa, deverao fazer o; comnls-a-io3 do3 navio3
de guorra nacionaes, quiaJo tiverem de partir
de ns para o*utr.'S portos do Brazil, excepto
qum
r
e
de dolicto e de perguntas feltaa a Pedro Da-
masio dos Santos.
Coramunicou-ai; o sob delega lo de Afo-
gados que ante-liontem, as 9 horas di imite,,no
l'ugir Catana, daquslle distrcto, o individuo
de nonu Juvencio Alvos Santiago ferio, com
ama factda no peito osquerdo, a mulher de
nome Amelia Diouisia do Reg, sendo o feri-
niMito (considera.lo leve.
A referida nutori lade tomando coubecimenU
do ficto den lo_'o as iiecessarias prov leniias
e contra o deliiquente, qu; se BCtfa recolludo
na Casa de Deteucao, procede nos torraos da
lei.
Ao Sr. Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima, mui
to digno governador do Estado.
O qnestor,
Julio de Mello Filho.
?
d Pernam-
Thesouro du Estad r
bnco
Deipachts do dii 1 de Junho de 1894
Antonia Amalia dos Santos e Antonio Luiz d a
Silva.-Volte aoSr. n. contador.
Joo Rodrigues di Silva Duart-.-Cerli-
qui se.
Bacbarel Jos; Sosuaira de Sotizi.A Rece-
be loria p ira os devid )s dns.
Lourenca Mara da Concicao, Antonio Sal-
ira lo de lbu raerqu 1 H u- inliao. -A s !Cj8 o do
o dia'da iCon'!,1Ci0?0 P"* 0 JgJ iiiH-
Domingos Band Ira JOdJS da Silva, Do.uiu-
Ferraira 6& C, Mmoel Barb03a dos
Santos, Joao Cosario de Ifsllo e ktadeiroa Lay-
rae &C.Informa o Sr. De. contidor.
Pedro Jos Viera.- Vottnao Sr. Dr. conta-
dor.
Mariana 1 de Si Cavalcinte e bacharal Julio
Cesar" Furta'do do Miiilouci. -Hitja vista o Sr.
doria.
Mara
que-se.
Rosa Teixeira de Moura. Certi i-
^
do
ondi sabia, dever o mestre, capilo, comraan-
dante ou cornnussario, si o navio for de guerra,
entregal-as immeJiaiamente ao correio da loca-
lidade. si o mesmo navio nao as puder miis
transportaron si a transmissao della puder
ser feila por outro.com menos domora.
Art. 327 Os agentes e consignatarios de em-
prezas es!raug;ira3 de navega;ao, que se incum-
birem do transparte de malas, deverao commu-
nicar ao correio, com a raaior antecedencia po3
sivel, a dala provaval da chegaia do3 vapore3
e, logo que ell?s c!i3%uam ao porto, o dia e a
hora da partida.
Art. 321. A entrego das milas podar ser fei-
U a bordo, ou msrepartigoa3, aos coramandan-
tes, capitac3, mestres ou agentas embarcados,
mediante recibo, na Toj'ma por que for, eatre o
correio e elles, estabelecida.
Art. 329. As malas conducidas por paquete?,
vapores, navios mercintas vela, nacionaes ou
estrangeiros, so poderao ser entregues median-.,
te recibo, ou, a bordo, aos erapregad03 do cor-
reio encarrregad03 de racebel-a3 c conluzilasj
para trra, ou sero directamente dalli trazida3
pira serem entregues as repartige?, tambem
mediante recibo, sem que transite pelas agen- j
cas escripiorio de emprezas de navegac&oou,
dconsignagao de navios, -ou por quaesquer
outros logares estranhos ao Correio. .
Art 330 Asm lias transportadas por navt03 designado pelo Preeito da Canbotinbo para
de auerra brazileiros serao entregues directa- sob a presidencia do Delegado Litterario
Recebedoria do Estadu
Despachos d> dia 1 de Junho di 1801
Manoal Fernandas Valioso, Meranlolina
Nasciraento e Silva -"ertique-se.
Femantes dOlive ra e C.DeferidoJcro-
nymo Joaquira Severo dos Ris-Informe a Ia
Seccao.
Vscondesa do Livramento, Joo Paulo Mo-
reir Temporal, Bartliolomeu Lourenco, Irman-
dade de Nossa Senil or da Conceiyo do3 Mi-
litares, Veneravol IrminJade do Senior Bom
Jess dos Pasaos, Hermelinla Victoria do Es-
pirito-Santo -Informa a 1 Sooco.
Bac arel Jos N ogueira de S iu a -A l*
gao para 03 deviios fins.
O porteiro
Custodio B da Silva Gnimares.
Sec-
liistrai'i-.'i > I'uTiliea
Despa'Mo do dia 1 de Junho di 1S9
Jos Marques Bicalho.Como requer.
Nomeio os cidadao3 Dr. Bernardino de Sen;
na Ferreiro, Cabral, Octavio Augusto Furtado
de Menioac e u 11 pofessor publico qua
sera
mente ao Correio, pelos respectivos coramtssa
Art. 311. As malas transportadas por navios
de vella ou a vapor, nacionaes ou es'rangeiros,
qye chegarem aos portos do Brazil e flearem
impedidos por motivo de qoarentena ou de mo-
lestia a Dordo, serao entreguos aos ompregados
da Inspectora de Saude dos Portos, oa-quaes
providenciaro sobre o desembarque dallas,
para, nos lazaretos ou estacoes da inspectoria,
serem abortas o desofeetaaas as corresponden-
cias que contiverem e entregues depois ao Cor-
reio.
Paragrapho onico. As malas a que se refere
res-
Portuguez
Jeste artigo nlo podero ser abertas sem que e3- actos e oceurenctas
pactivo examinar o peticionario em
e Aritbmetica.
Secretaria da Instrucco Publica 4 de Junho
de 1.894.
O portetro,
Fenelon Atlico Leile.
Comvando SupeoP
Qnartel do Commando Superior da Guarda Na-
cional do municipio do Recife, de Junho de
1894.
ORDKM DO DIA N. 32
Fago publico, para conhecimento da Guarda
Nacional sob meu Commanto, os seguintes
sflin
Santos Araujo Mello.
4o BatalliSo it. InfanUria -Capit.es Victo-
rino Trajano da Costa Fialho, Adolpho Tei-
xeira Lopes.
5 BatalliSo de infantaria -Capitao Jo5o Pe-
dro da Cruz Nenes.
6." Batalho d9 infantaria -Alferes -Henri-
que Francisco de Moraes, e Liberato Flix de
Soasa.
8." Batalho de infantaria Capitao Jos
Anastacio Ferro ira da Costa.
3 Batalho de artilhariaAlferes Antonio
Gomes Leal.
*." Batalho da reserva Capillo AJeixo Ro-
drigues de Moura.
Licencas
Por portara deste Commando, de 5, 23 e 31,
ainda de Maio ultimo, conced 6 mezes de li-
cencia para tratar de negocios d: interesse par-
ticular na Europa ao major fiscal do 8." bata-
/ho de infantaria, Joao Benigno da Silva, e
na Capital Federal ao I.'tmente da L* bate-
ra do I." batalho de artilharia, Jos Flix de
Allniquerque e t:n rato-coronel comraaniante
do 5." da mesma arma. Antonio Luiz dos San-
tos.
Apresentago
Aprosentou-se neste Commando, com a com-
petente guia depassagim, conforme dlspOe o
art. 45 do Decreto n. 1130, de 12 de Marco de
1833,'o alferes da'.* .companhia do 42 bata-
lho de infantaria da Guarda Nacional do mu-
nicipio de Govaona, deste Estado, Izidoro Ro-
drigues das Chaca?
Ileforma
O tenenle-coronel commandante do extincto
1." batalho de infantaria, Francisco Faustino
de Brillo, tendo sido reformado no posto de
corond, por Decreto do Presidente ua Rep-
blica, de da Maio de 1891, apresentou neste
Commando em 28 do referido mez a respectiva
patente de reforma, para ser tegislrada.
Fallecimetito
Conformo partcipacSo a este commando,falle-
ceu nesta colado, em 31 do mesmo mez, o res-
peilavol cidaln tenente-coronel commandante
do 1" Batalho de Res rva, Francisco Botel'o
de Andrade.
A'miuha requisico firara-lhe feitas as Inan-
ias fnii'lires a quitinha direito p;lo 14 bata-
lho de Infantaria, ao baixar o seu corpo se-
pultura no Cemiterio Publico d i Santo Amaro
Commando
Determino qu: passema comnandar o 1 Ba-
talho da res rva a o 2o de Artilharia os majo-
res Tiacass; Manoel Bernardina Vieira Caval-
cinte e Lenidas Tito Louroiro.
JaaV> (U Meilo Fho
Coronel c) nai in lant i sup :rior interino.
Aoe/IormtnteaoadventodaRepnbira.qnel-jg^njBa,^ a deaptito de todas >a povideoctaa
Helaorio apreseatado ao vlce
presidente da RepablIci dos
IKstados-Ualdosdo Brazil pelo
ministro de estado e negocios
da fazenda. Felisbello Firmo
de 31 reir Frer.*, no anno de
1894, 6 da Repablica
SITUAClO ECOXOMICA B FlNANCEUtA
As dilcD'.dades econmicas e tiainceiras qrn
soccederam pbase de renasceigi da vida ac-
ciona), desjiertada ao impulso aodaz o vigoroso
du Repoolica, foram a resoltante necessuria de
aivivsis causis proxi'joas e remota?. Retrotra
hiodo pela cadela histrica em qne urnas ligau-
se .i ool'a*, i iimos encontrar o lo derradtiro
Dreso ao passado QUi precedso a nossa defecti-
va e iiicuo^lea eu:aac;pac5o poltica e social da
t'ieli'!ameiropjl
N5o fa'U de^tacir os factores qne prepande-
i tram desde mn toa anno? atrs p>ra o desequl-
linio fermaaco'.e e cada dis msis accentuado
e te os -.o moa da reee 'a e de^pea publicas, o
pviiriro dgs quaes uuuca tolo bdquir.r bstan-
le Itrea a:ecb.i m-r.o-, al a altilada pr-penJicular do bel do
Balanc* -orcamett-na. Por-llelameme com o
n-.--e ivolvimen o social e a marcha crea .enie das
n ;.; 'lides do Es.alo nio poda dfisar f
i te cij vci maa p oaaaalada, a teodeosta
ara o aiartQKnm oh dispendio'. S;ti lr-
gasa e ]a.titieavel ne.'essiJade, commov a todos
os pova?, vidos dos coclortos e se.u i es peta
magoiriceucica da civisaga, parucularmeate
oo periodo da p- ceira inaie j, era raio mala
pj-d qoe aa aira oiriracCescoii'.asgem 4os oofios
asegnraJjres da comiiaasac^', ablnio largos
nors>>ote3 activi-Jade i-.dotnal, protegenao a
ini in'iva piri.colar e avigo-anlo o e pri'o de
i3io:iac^o.
Tivesve sido emp.-cgalo com pargevaranja e
la'gie:i esta proess o cread r e prevdi.ote
tosdi a formacao de naisa mciovalldide, fosee
ma-.a acopla no descortino' ao fatura, a meaos
atroph adara da vitalidade dos muaiqiDros. p.da
arrocho da ceotrasasao a p:li lea imperta', de
certo as presentes Kerco;s esl.viam iraoauues
dos males qne as opprimem.
Eutre as causas priaonrdues das perturbacO.s
econmicas, qoe nos ifQ ge a, sobris va a ineti-
loicae, felumeate apagada do direito pairln, qoe
o eg.ismo dos colouisadore3 importan pira o
solo virijem do pala eim o tranco africano. Na
vcrdude, o eleneLto fervii, de soa calorea avti-
laote e ester'.l, teve influencia pbytica e moral
mo to perniciosa e eo'orpecetoaia do progreso
social. A repercas ao de seus effeitos ira anda
moito aliante. Abol u a es tavidao la-dlamea
te e qaaodo a cor'eote imp loosa e ululante da
propaga ida, vencen o todas as reprea3, ga'-
ganao as ante-mu?aej e rompeado oaoltiooos di-
ques, impox a solacSo do problema aos poderrs
pblicos, como asplracao nacin', qne j a oSo
admittii delongaa, o despertar da actlviddde
gricola e industrial fot agitado por accidentes
pe igosos, porque o pal nao egtva preparado
para a enbsioic&o da rratoi'iade do trabalbo
pelo salariado.
De om lado a insuflicUmcla do numerario para
a circolacio pelos canaes nuUtplicadoa do floxo
e refluxo do elemeato peconiarlo, qne para o
organismo social o qoe o saDgoe representa para
a economa aaiial, e de ontro lado o temor de
perder o apoio das classes conservadoras sugve-
nram a monarch'a, qoe se senta enfersta sea
acreditar se moribunda, o alvire dadivoso dos
joxiilos oo emprestlmos & lavoora. Mas, estes
de tinados, principalmente a sasUatar o tbrooo
abal do em seas msis fundos aliceres, lmente
aerlram para gravar o thesouro cesa a enorme
responsabilidad* de 88,000.000*. ro- palarldale ganha-se mBis fcilmente aediaa'.e a
forma imnaterial do reapalto le aa di'eia
do qoe oaglndo as iioT>:at pablicas ao earra
da pompa corte* aa ro comdMcfta a taso as ss>ro.
e novo genero ce proteccionismo, qot ea dina
co ce ultima vontade, se nao tivesee s do mera
astada do lostlncto de conservaco por parte do
imo-rl-3. cons'.ltaira se o plasma formader de
a'-o'ia.es roan.ar.a3, qor, operando sobro o
crdito, Driram margem la-ga a aventorosas
-mpreas e co-np-omls.o! ramosos.
O almo ministerio la co'oi, reformando a
lui ie 24 de Novembro de 1888, elle*.cea or-
partunilade asada as especa aces sobre ti'.c-
os, inicidas pulo aai sedactor d:s accOe* do
Bao N.cicnal.
A revalocao de IS de Novembro sorprenden o
pait oo pirioJo agolo de doas febres. qaal del
las ojala perlgosaa da jogo da t>oUa> e a dos
emp'esiiao os a lavoora.
sta sa=cajassas melln irosa estava pediodo
remedio heroico.
O Sr. Roy Barbosa descreva-a lsales termos .
Eatretamo forcoso era acudir as diflicalda
des argentes.
O pnmelro despertar da actividade nacional,
estimulada pela abolic&o da cap'ivoiro, sascitara
aa prsca emprez.s niearlas, inius riaes coa-
oerci es, cafa :jiportan da, 8ir sos doao'.io noe-
les (13 de Ma'o de 188815 de No^^mbro d*
1889,) Igoaloo a di todos os commettla-en'.os
aqal orgameados em aeesenta snaos do regioaea
anterior.
Bate mo'imeato acabarla po* ama explana',
j Immioeots, seo governo oSo decretases re-
medio preo po eseasae do meio circulante
Os Deos de ci-col^aa metalltca linbam con
'essado a loposstblllJaae ab oloia de voltar a
rila, viodo solicitar ao mini-un-o da faseada
nmprestimos de oap^i m jeJa, aos termos da le
de 18 ie ocio d 1835.
Oa limites desea lei (oram presnebldoa e ex
cedidos, sem beneficio apreclavel.
Er, pol, Imper osa a orgsncia de orna *ola-
'8Vj. qoe, se nfto rovestisie as proporcOes deom
ystema coo-de^ado, pratjco e immediatameote
applicavfl, eSo ofterr-c ira a.lnstant-neldade, a
permanencia e a elasticdade, reclamada! pela
instancia do Cas, p la nataresa estavel das ne-
C'gsinaaes, peb anedade das ctrcomataneas
e em periodo, cojo tirmo nlngo'm poderi
orpcisar.
' certo qa o govrrno da revo'afiio oppoa
n a diq;e a ooa tcpeluon e avoioaiada dos
empreaiimo- lavoora, syaiemj fallas e lesivo.
aisla pa-a o Tnsooro como par* o trabaitao na-
no tal, sorpeDdeodo a erecogaa ds ont contra-
tas e Msciadindo logo oatos, ds modo que ao
era"k) poolicofoi pon 'd* a coat'noaco da dea-
pata, na tcsportiacia de 39 UOO.a'O .
Mes as inst taigO :S naveaieo d4o devtam li
miar &e provitencia dessa empresa, omp.-e
gada para estauCr aquel'a fonte de pardas tao
seaslven, cu< ame;'Cavam faz>r o eagotamanio
Cas naciona s 9m vantagem real para a agricoi
tara.
A neceisidsdo, partaato, de agir, para evitar
ama catast-opne eocial, ann nci.aa P'la g-avi-
lae das circomstanclas, ae a alta preasSo dastao
nio fosee abena a vlvula e 8 HUtafia, e anda
dert itaa e justicada polo m'.aiitro da. diciacora
do reKOate modo :
. Aa coi icees lavoraveis a nUa ,da mblo
tlobam desapparec'fio com a abso.-pcSo dos em-
prestlmos externos, coj correte o elevara ano-
mala epbemToaieoie.
A circo! igio om ouro coaverslvel vista bem
cedo experi eentoa a ioanidade das soas eape-
rancas, qaando ao p-imeiro romor loronacieote
na pracs, o banco naci-'^al vio ee emeicado
pelo comeco de ama curi:?., qao a in erveogo
da palavra do governo repoollcano consagaio
alamar
A emissao m'tallica retrablo-'e lacaedlata-
mente.
NSo polia caoilnnar acm que o govemo a pro-
tegese com o corso foseada.
A idea ai paridade ne condics eatr? a oo1-
sa sitoac&o e a dos Fs i03-"oi3oa em 1863
acoase boa ao proieiro mlalsiro das QasDC'ts
republicanas a imi'.acao do enpiplo da g'aude
nacao oort-a-neriaoj, aae corrido a eacasiei
de especies meiallics, afu 8oa dos bancos locaes e oa effeitos da guerra se-
paratista, eatabelecendo a circolacio bancaru
sobra tltalis fedsraes.
o aeio daquelle po^o eminentemente opero-
so araelia foi benelica, prodoaiodo effeuos fe
|lses mmedla'o? e da-a loaros.
Euire nos a soa auopfiao com qae lypo olffe-
ren'e. afevido, origina!, Ibe uapUsava o ma-
recimecta em relacao ao3 ioiererses do Esta
co na parase e do senr do Sr. RajBir-
bosa, nao menta a es-ieilativa de bons resalta-
dos.
Os litlos do emp;edimo de 1839 tiver m Igo
alta, devido procora que detlcs nVraaa os no-
vos oancos de emissao-
E te phauom-no, que asslg.aija a primeira
prjaee da ex.erhacw da pratt :a aaericana, in
splron ao 8f. Roy Biroosa es'.i 8*6*9, qae bem
retrata o seo euibusfasmo pela -eform:
O mercado monttirio respiros eotio dea-
i ssoojDradi;, e o fo.ego da .renas-xog* oJos-
triil, incipiente no d:a mmsdato a ebahcao,
dilatau se. pateroso e creador, pj!as ampios
polaoCes da Re.publl ?>.
ai, oo po que a reforma naa sa adaplas e
perleita u ut-; a nossa siiuacSo, oo parque o buj-
eo do crdito e a incoi'tioencia d;s smb'tO.-a
periuroasitoj o funcclooame^tj regaij.- da novo
me-hanisao eco- onico-lioaacei'o as vanta^ers
foam lllasorlas e tempor^riaft.
As emprzae e compar.bias, como observon om
ds meos atccesaore1, nmltiplieararo-sa fm
orna prog'efsio espantosa, de tal so te que
attiaoameaie ja esca3seavam ao genio inventivo
denoffikages P3ra o latcamento de empreas
tantos eram ob incorporalores e oe tomadores
aviles. ...
O faclp da muillplicidEdo das emissoes rol
commenta da em orna reserjha Uaanceira, com
epig'amma :
Dentro em poneos das teretaos a estatistica
das uossa8 emi.-Oees aqui na iraca do Rio ca
Janeiro, em 1889, e o algarismo demonstrara
que Loadres tea de eecooler a cabeca bom!-
loada diante das enormes sommae qce a capital
da Repubika do3 Estados-Uaidos do Braiil ple
concairr as soa3 magaitlcentes empresas.
Poare Landre31
Bem merece que abramos orna subscripcSo
para qae qae se Ibe u ama noonifesiacao de
pesar, par ter perdido a prlmszla ctte os gran-
des mercados tioancelros do mando.
Doi iastiio'Of de crelllo obrl ados a faasr a
emlssSo soto-a spolices, o Banco dos Estados-
Unidos foi o nico qae satisfez o total do sea
compromisso, poia qae os oatro rectamaram a
redueco dos seos metade.
Porlanto, ao passo qae esies nao poderam ele-
var toas emissao so mximo dos limites esta-
beiecldo?, parillelamenie com a sospensao
brasca do diluvio monetario, falsamente fecun
daute e creador, fet-se sentir a eecassw do
meio circolanto, avidanente absorvldo pelaa de
masas do elasteha e^da peroeidade do novo or-
ganismo, engendrado pelos artificios da avena
ra e da ee pee ola gao.
Datam dabl a acceatoagao e a acaidade da
crise, em qoa eotroa a vida econmica e Bnan-
ceira do pan.
08 papis deprecia ioi sbitamente desceram
pregos vis.
repre.-fivs da especolagio dos agiatss.
Do capital qoe, coefiaola oa esiabidade e ao
prestigio da renaacanca, caracierisada pe'o ira-
balbo liv-e sob c lofljxo esiimolaale da de sao-
c-a la naacent entio-ee attrataido pela perspec-
tiva de empreo prodoc'ivo e sagnro, qoe pode
escapar vo a:idade dea aanges da bolsa e I
sedaegao doi papis, retrtalo-te apavorado e
emigroo para a Europa.
O meio circulante dosialoruoo-se al as ratas
em qaa p rmanece, da asa aviltameato Inai
dito.
Como coronarlos lgicos e loelociaveis. man
festn ae e perdara ainda boje a caresta dos ge -
oeroa de priaaeira necfssidaie de par com a ele-
vagao dos alagada a dos salarios, qae, por at
lado, aggrsvando aa diffi.'o:dsdes ds vida, fas o
aoppticio da classes pebrrs e, por oatro fado,
eatorpece o deseovilvinenio da prodocgo pela
falta de bracea don es, e. neis, aogments o ex-
cesso da imporiagSo sobre a exaortacao, >ymp
toma evidente'ce depvnoersmeota ecoacnlco e
Qoancairo.
Para aialbar a p-Os-rosso dos males qae jS
ameagavam attrgr as proporgoes de om kracb
foram emp'egadas as providencias fiasneeiras do
decre o n. 1.167 de 17 de Dezembro de I8M,
approvado, com ligeiras moditic g6es, p>la lei o.
183 C de 33 de Setembro de 1893
Mas, ames ae pronoaUade o acta legislativa. A
espera do qca! a reforma cancana nao se das-
dobrara rm tod< s oa sentidos e para todos os
fins de sea vasto saecaaismo. soo'eveio a grave
caUstrcpbe politca de 6 de Seiemoro do aaoo
paspado, a qoe nao foram ealraobos ioteresaaa
oconfessavets cootrarladoa pela lenaciiale da
polit'ca de vigllaacls.ioioeorada a 13 de Novem
b.- > de 1894
Coasegoiatemeale, atada olo naviam melbo-
rado os syaoptomaa da crise da eg itameoao e
anemia, qae accede-a i pletbor-, aaoaientada
pela viciosa circalacAo do papel bancario iicon-
veraivel, menos pe a aoondancia de soa masas
de que pala falta de garanta affeciiva, qaaodo
sargir^m improvisas, aggravando a aitaailo, ,'
de 81 niD'ti nqoetadorr, oa ccnopcac&e.s da
revoa cum todo o seu cot j de mal' s e misa
iia.
Naa apllelas c.rcumstaocias d*raa lata ver
daleiramanta pica pa-a c patriot (tao oaelooa
e as armas lo.-ass. que d^teoderam a repablica
.>o- vorem nella d&o a ic abstracn, otas a coo-
cretisagio do bem e da demo:racria, o Bio:oda
Repnallea do Brasil, arparvlhado com s coosHI
tolgao do decreto de 1831 e ** le de 1893. co-
operoo eflicaameot com o governo qsra acadir
s oecessidades sopremvs lo moxe.uo e aaoter
lllaso o era Uto naaooa'.
A paz, cojas v* como fates o effaito da guerrs, sendo comple-
ta e estavel, co jo oado esperar, nos compen-
sar sobejamenle dos sa rifici.s e u fortsno i qvae
no- coatou<
Ptra qoe, porc?, nao t.-FosmiUamca a reoioUo
gerag5es urna hera ga de ofac^ps eocargos e ia
dwftnidas eaoeraocas Ce bem-estar, o qae certa
tcJQ.-to. rusp'e quo. exoneraHos do triou'-o dt
sangoe, qae ootros paaaram So caro, contribaa-
mos com urna qioia Ce uossas ecooomiaa pira o
breve remedio uos erales presesles
Convsogamo nos ni qoe o coas do irp.sto
bem disiribo'do ? iolionameate rxencr lo qoe
os p-ejouos qua oos inf
da biix do casaoio
e do cnsequenle a?iltam'.n'o io papel-mo*da
ffenriamoe, Doiaoo, a ca agem ao sacr fl:ic
cempaiav;l e conbe :ido por lempo relativamen-
te co'to, de prefe'enc a aa pena localcalaveis
qoe 8'off e dos aiinato a miau'o e passzm de ge-
ragao a ge agio soa a ac.ao abso'venie, opprea-
sora e nsaciavel ao cambio, que :ffctaocon
satnior, a yatneae da C'-clividalf.
Ajadeuooi a repjablica a "oaiiaoar j loavavei
empeobo de selar o crdito Ofcons', asaarti-
aan io a divd f xteraa sem recorrer ao rc-gimec
doi en?rest!mo3 3ucep?siv.8. tonar commum
onde se ovearara lod-8 :s iummidaf'ei Bian-
e-iras ilo imperio.
Contra ai anoav'.ias ds iosiabililale do cam-
bie, caja^ csciildcJ em os o p mais ao caprebo da rsn-a aem escropoles do
que aos tff-.i>o-i oas lea econmicas, o resaadio
decisivo a cobraregs em coro doi direilOS de
coneomo, nao trnitoriamen'e,como ai p'aticoa
pala lei u. 1.507 ae 16 e Seiembro de 1867 e
recntenseme pelo? decreos ns 391 C de 10 da
Malo e 80i Je i de Oala^ro de 18>, mas persa-
versntsm^n.p at qu^ Icamamoa ore? ralo a cir-
cuir cao metai'lea t piop"'-' c tb-saaro s Kt
p-ezis e ao.u-los das HjctoagO:* oa praga
qoando tem neceacidale de coa-orrer aa compra
d^ raniiaps pa'a as deep i-j no xterlor Me-
dlantea alopcv-defti tx!gea:ia aseal, meni-
na la par oco'.ribuot i-els soopresao asa
dirptios a liie:a.aaer, ler, a is'. Iciado a correte
do rnro par'c o' evitar
a eno- s.i 'aW es f8" tic o-, que costao ao R-
talo as differeofJi oe cax.bi .
O ,m -oad o u tr ito-.-l ae mt
Un a ae co co melidaa ccmoleaea-
tare- ue ama reco-.-.ito gao riba :. ia pa'a car-
gi.- o 1t li'sjne, oe t.-ve a 0 i&o '"oto t irSuSff-
re-.ci. ,'.'- o: E;'al.-, ^e divartal feotu 4i re-
celta.
A renoiio do Convre.-o al ota aa a fPe"*-
gi de q e, em comp'eta turmonia de vataa
com n Poder Eie o ivo, ooparart P' Pl
fro;tnc,gao da par, migada fia saasjsjs
h"oes. "-a deail p-n-paixeot? a p-'**
teoacidjdo e civismo.'-oa qo' o has los na
le faa^nio tioleaeii i iaaai.os 1o leaf.meou-
lismo. ci trepidastes ea caapnr o dever de
fulminar o< ioixigos da repnolic-.
(Continua).
EXTFHIOR
EUROPA
qae estava
resab led-
Sr. infant D Af-
roritifc&i
Conclusoi
Eff-ctnou se a mis.-a cirnp!
p-ojecudr, ea argao l erjas pelo
meato da aaode de S. A.- o
fon 0.
Foi o-sa cevaccii imp. o. alee mageaiosa,
correa-io, rcdlm>" te. aaitoaln do espevdo.
O qa d*. e'a, ua verdade, moveote, taatis enreUgaVam oa sectimenlos
de religiao e ns pawia, e tao eaiaettca ra a sava
exaressaa I
A^ssiJieoiia foi en .rms.
O sol qois se- Ca solem-i laie, e ****'r'
porqoe, ce lado, s caroou com os seos raaos ae
Aoercoer a Dos t'da a multirii)Ji8sisJSJU.
estremecea a um frmito de wJi',c'^T*f^T
lade, ao ver atibar as tropa., so oa -o -
t-o..o da arlllaarii e es sons da a
goerra tocada pelas caaraogas e ao enxrfar/a
Hosi e o Clice por antr aa nnveaa do t-a
*A ceremonia celebroa aa aa parada do q
a e am vasto qui triltero, cojo redla
Uva se excedentemente a ella.
Ao topo da parada,, aproveitando ae o.
tbeatro naioral do tereoo, wteodarT*"*
calooaram-je as eadeiraii para oa o
Bcinlo em baixo o pavllbto real, eoo
para a corle a altos podares do Es'ad*, S i
* EiTaradaUvaeconslantemente, o cm- gg JJ{^JgfiSSi
bio ioi no deSlialo as t'xts Inftaus, daqo nio "-*^g^aa b^paraA** ^
tsi8idopo8iival raargoal-oparaamsm-rcnal M.^pnaBuwaaa s p. w
mimimmmmmmm~m*
\


I
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-r-r



Diario de Pernamfonco *- Terqa-filra 5 de Iiiiilio delS94
ervaram-n descoaertta du'au'e o a.to rellgii-
Boa'prafia mntalas oc-upaoaoloes are t-
gs.fdi..
Os eatral03 do al ar e*d trlbaoa real 8eo-
tavom en qit'O rol de reparos, tne'ra -jji'jp e-a Rm-oecdo de Drooafo branca e
o(ro lateado por (toas oanos de damasco ver-
aae'ho, guroecitoxie Ihimi doirala.
Vaaos de plantas guarne-.ian o est-ado e aa
escalas.
A tribuna raal tinta* o tent sioi o b-aoo en
gomaos, sanefas de oivllboas nuinaes; P*'aa
escalas e nos io'e-vallos daa qaairo columnas
sarituoi ^e trophe-js de espina irlaa e carablos
aotigis ; de algoas uesfes sirilbos, sob-etudo
doa do iad) posterior, eriuiam-se biadeiraa bla
tortea?, gloriosas, triuaiDaaes; orat della*. de
eSla vermeUw, um reliquia. A' esqierdi da
tribOT real un meio circulo de reparo cora 83
respe-Mivii pecas com as con'.elras enterrada?, e
do cntro sabia om troph-a de espingardas,
coroaias por ama banleira do regiment de ar-
lunaria 1..
Aiada aa tribuna e'ta7am plantr. ornameo-
taes as escadas e ao estrado.
A' esquerda do altar foro va om ampo de ba-
ter a uma das qoaes teve de c a-as salvas ero
numero de trea : eotrada e i sab la da f imilla
real, e ao ergoer a Daos.
A* subida e deacia do pai-e pi'a o altar rol
dado am t ro de pee, tendo sido o celer-rante o
ep"llao do regiment, acolyla port>doso>
capellada da guaraigSo e ajad n lo mls3a am
sargento.
A guarda ao al'ar f i de sargeotos.
A* direita do aliar ca'ara oa geoeraes e ofn-
ciaes da goaroigao e asaistiram tambera o acto
os alumno* da Escola do Exercito a do GoUegio
Militar, leoio estes a goarda de honra a asas
magestade?, com a banda de eagadores I.
As pracoa qae aasHrara a misa forata em
numero de tres mil, constantes de contingentas
aa a-mada relrg arda municipal. artiraarla i e
4 cavatWrla le. cacalores 1 e 5, intentara t
2. 7 e 16, teado sido a batera das salvas cam-
inan 2ada pelo caoito Dtts e o gropo de ba'e
ras fo-tnado prta V e 5" pelo mijor Sr. Jaymo
de Castro.
O ommaudo superior das torcas exe-c?u-o o
commandante do regiment de arlilbarla 1.
O povo teve encada, tirando entre o edibelo e
a I .ana de reparo, para alm da quai formavam
as tropas.
Acubada a missa, de.ram os contingentes
em coattoencia por deaete da tribuna re I.
Tolas as baadas de maslna presentes an acto
e cbaranga dos marioheiros, eoo a dirergSo do
mestre da banda da guara municipal. exect.li-
ram, dorante a celebragSo, as pegas de msica,
de antemto ensaladas,
Soas maeestades as ralnbas D. Amelia e D.
Mara P.a felicltaram o Sr. ministro da guerra
pela Forma como correo a missa campal.
O Sr. coaseltaeiro Pimentel Piato fe loeo a
communicagSo a officialidadedeartilbaria 1, pro-
motera da (esta.
Trata-se de selemnisar o centenario de
Santo Antcoio.
A Sra. ma-qu za de Froateira, coma vogal da
commiseao que promove a celebrugo do mesno
centenario, ir brevemente ao pac das Necessi
dades solicitar de sua magestade a raioba se
digne tomar a presiden 'ia da commHsio.
Q M todos os portogoeaes. qualquer qae sejam
os teas pulimentos religio es, se compenetrem
do qaa devem a Santo Antonio, como bomem de
vlrtude?, de talentos, como grande portugus.
Espera se qae seja aes'goado a cada mo
meato o decreto nomeando a grande commissao
central p ra organisar o programla do cente-
nario da de cobena da India.
E' provavel qae seja prendante honorario
de asa commisso S H. o Sr. D. Carlos.
Foi proposto na commissaa-de estados te
cbnicos da Socledade de Geograpbla, qaa no
congresso de romanistas que se projecta cele-
brar em Lisboa, p^r occaslSo do mencionado
centeoario sejam admlttiias todas as l!ogas
romnicas as communcaces qaer verbaep,
qoer eacriptas. nclaindo lalim.
Ser, poi8, hvri o em prego dos seguales idio-
mas : portaguei, caitelbano, catalbao, proven-
gal, fraocex, romance, dialectos italianos e ro
mano, alem do latim.
Algaos boatos tem corrido de retirada do
ministro da marioba, proposito do incidente
de Montevideo. De real nada transpira, mas o
Correio di Tarde alinde elle e ioBiste em acre-
ditar nos Doaios duendo qae Ihe 6 coGv.cfiao
profunda e inabalavel acbar-se demisslonarlo
aqoelle ministro, que iocompattvtl com o go
veroo que sffrontou publicamente a corpnraco
a que elle pert nce e que iggravoo a affronta
aiendj sabir dos proprios gabinetes miLlste
riaes, segundo publico e notorio,o artiga alten
tatoro di boora e i digoidade de dois 1 -aee
soperiores da marioha realam delles eonde-
ooradr. rom a Ldgiao de Honra e com a Torre e
Espada !
pdem (desmentir vonlade, accrescentaaqnel-
I? ona.cs boi-tis da demissao. q.e os felos
nao de plenameate jostiBcar nos-como j oo
Ot'.i'i :a e applaole a coosciencia : o Sr. minis-
ro da marinba nao bomsm que teoba doas no
;;j -s da bonra.
Re lisou-se a segunda bataiba das florea,
par cojo campo estau'" dete.-miada a Aveni-
da Central, foi tal a ; l lela de carroagen,
qae teve o mesmo campo Je extender se a a
Avenida Oriental taabem.
O aspecto do Campo Grande era um deslum-
b'amen'o : sob af a-vores, frescas e risonbas,
briocavam sebre minantes eqopagens as mals
mocas e tormoss senboras de L todas as alamedas maralbavaomamnlt.dSocom
pacta, varial. e pilloresca.
Nao eram muitos, em verdade, os carros en-
feitades, mas todos elles levavam acafeles de
flore?, eeodo a carruagem de sua magestade a
raioba. sem fbres; a de sua magestade a ral-
aba a S-a. D. Mara Pa, a violetas e rosa, a
de sua magestade el--ei a flores diversa-; a de
soa altesa o Sr. Iufmto D. Affonso, em postbo
romana.
0 mais liados eaf'ites se viam naa carroa-
gens dos Srs. e das Sras. Condesa de Valen,
cas, Condrssa de Penalva de Alva, Condessa d
Almediaa, Coadessa de Magalbaes, Conde d.)
Oli^aes, Henrlqoe e Jjrge Baroay, figurando
a d este oltmo orna corbelba, Jorge de Uen-
dooa, Romero. Carlos Corocbe, D-. Alvaro da
Fonaeca, Carlos Casillo Brinco, Jos Ignacio
da Costa, Mendes MoaU-o, Dr. Godinbo, D-
Loara Sassetil, Jos Antones dos Santos, Dr.
Bernardo Caria, D Saoios, Carlos Anjos, Vi3-
conde de Monsanto, etc.
Carriobos com crancas e tirados a carneiros
' tomaram parte na Ola ; cavallelrop, velocipidls
tas circolavam por entre as carrnagens, cencor-
reodo pan a viriedade do espectculo.
Ao eotr rem soas magestades as rainbas no
Campo Grande, a commiaso das meninas p-o-
motoraa do fest.val cffereceo, coro am ramo ds
flores Bllvestres, espigas e paponlas, a segointe
fas :
A da Sra. D. Amelia :
flores ser urna das nossas mais queridas e
iivartldag diter 03, o ponto que se att'em
ti res oa-a a dlretta e para & e?qu rda, para os
conheciloi e para O) descoobecido-. para a
aristacra-la e-p:r o povo, estbale eodo-se por
esta lrma um universal e eitbuaiaitico tiroteio,
mi" lo qnil roda ama cldale, toda urna popu
l cs<\ s" divertir sem haver parlga de nloguem
se d. jinuir on balsar da sai posico.
t para abono do que dlaamog e nue sugke-
-rido por um fa:to que presenciamos, vejamos o
que suezeden .-om ana mageitade a raiobc i A
augusta senbora, cajo iotelligeote tacto e tino
gouo noBStce am dos encantos di pa pesso3,
atiriu Aires para o povo, que a seu torno, aa
iti-oo a ramba, sendo at por slgoal, simples
malmeqne'es do campo, de iu *, pela circamstan-
cla do da, lina i xos cneias.
Por esse f.roteio entre a soberana e os saus
subtos, essa communhao no folgnedo de onla
bontem, fi, simultneamente, urna prova da af-
fecto da primelra para o> segundos e una fio
menagem de reneito e adorado a'eslej pira
sguella excelsa s ahora.
O a, generalisasse-'e esse ficto, is'o ba i
taibassem tolos sem disiinct'&es de classes e
sera p'eoccu3sc038 da ca'.hegorlas, e vHia'ios
oatao o mais animado a encantador eipe.ta-
clo.
E asseotemos nisto : a continuar se erra estes
dlvert'mentos. stga-se o exenplo de sna mages-
tade a raioba : nio pode vir de mais alto, a to
dos os respeitos, nem, acerca do seu resultado,
pode restar a menor divida.
O total da receia foi de 3:238*'60; e a des-
pea imoo-tou em 3li*7tO, resultaado o saldo
de i:97iloO,Jque reverte a favor da enferma-
rla de Sanio Aa'.oro para criangai pobras.
Acaba de publicar o D'.ir; > a acta da
d vl'.a floctoante relativa ao m z de Marco al'i
mo; e della resalta 8ubir a gua importancia a
S0.83i:683|16o, 8^o1o nu paz 19.583:370*105
e uo eslrangeiro 1.301:112*960.
No leas d? Zi.bezia o alguns pormeno
res 'icerra dos facto: occorridos por cau-a d>
coostroegao do telegrapio a ravet do territorl
portogoez. o qae noticias viadas do Natal exa-
earam, dandc-lbes a proporci de ua gnve con
Bietv.
E' cerlo qae a comp'.nbla Transafrica Tele-
grapb se. propooha a atravessar aquelle ter.-.t >
rio com a liaba leleg apblca, qae 'oam a Tato
as doas canhoaeiras ingleaas Mosquito e
11 raid,* qu? o commandante da priraeira, o
Sr. Car-, commanicon ao comandante ioilar
que no dia 16 de Pevereiro coarci-iam o ira-
balboa de eolio a;5o da liaba no nosso territo-
rio; mas a declaracu O'aqaelle commandante
oppos o commandante militar se razoe* fia ladi-
no tratado, que requeriam accordo previo entre
os dois goveroos. e alm d'isso as razOes que
se derivavam do cootracto fetn pelo govoruo
portoguez com a cempaobla da Zimbdia paaa
cooBlrucao das iiubas telegrapni:as d'aquella
re3iao.
O reo-eseotaate da compantaia, o Sr. Mariaono
Macbsd^, tamoem protesten con!'a qualquer
construejao ae Irahas talegrapbtcas e desde \cgi
se lirlgo para a fronteira do norte do I, xbete
a come^ar os trabalbos para a construego i
liaba devendo outro empregado comecilosdi
lado sal, esperaado-se que ?a ixassem us poo
tos da junj'ao na3vfrojt'irj, e agaardinlo-se
os ordern do g vernr.
O commandante do Mosquito traba convi-
dada para um jmiar o commandante da'lan^ba
nanboieira portogoez Obaz, bem como o Sr.
Mariauno Machado.
Timiem eslava era Tete o Sr. BowiiH, en-
caresam pelo cnsul garal, Sr. Joboatoa, i!e
reqoisitsr ao commandante do Tet? iiceoga para
desembarcar o material teiegapblco que ae es-
pera vs.
fNio ba noticias lelcgrapblcas que indiqu?m
qne depols a'este fr t o i rioavessem quaesqoer
outros que contrariem a fecao pacifica e rag
lar que teriam tilo as couaa3 al ao ratiado de
Fevereiro.
A cjmpanbta da assocar de Mozambique
apra8eiiton o se i rotatorio conce.Deata ao mov-
meato do anno a 18J3
A colbe.ta foi de 6.938 toneladas J: caonas
qne prolaiiram 603.331 k-.u^rjiumas do asm-
car.
cootluoaram as molestias do tubo digasti.-^, em nos bragas e veatre. Vmitos e dlarrba mal
geral de pequea graviOadei at 9 d Corda de los etherea,
Em que a ventara se engaste,
Ha de funlir-'e a miseria
Com 08 praotos qae eoxagaste.
A da Sra. D. Mara Pa:
Qaer o Eterno que se laca
O milagre qoe pretores:
Desapareca a desgrica
A cada passo qae dores.
A de soa alteza o priodpe rejl:
Tea destino porvlndouro
Ha multo Deas o escrevea
Nos teas cabellos, cor de onro,
Nos^teus olbos, cor do cea.
Pertencem ao Sr. Lopes de Mendonca estes de-
1 Icados e mimosos versos.
Sm varios pontos do Tasto parque tocavam
pandas de msica e philarmonlcas.
A concorrencia era enorme, calcolando-se em
mais de 10:000 peisoas.
C A proposito laofion o Jornal do Commercio
Blas liabas:
Positlvaaienle, pode este to fino qaanto
grancloso dlvertimento aceommodar-se entie
nos. E qmrem saber ama coisa? Achamos
mais dispotMt) para mo o poto, o elemento es-
pectador, qoe, propriamente, a classe.alta, o ele-
melo actor.
Palpia-noiaeiOM) que, peoetrindo-se no es
r to de atTertlntonto e do seo tinento de com-
manbio qao. Bim dado momento, deve unir e
Adir toda-sau mun o aau, i baUUu de
A eos coala de lucro3 e perdas no referid
anuo regist'a am saldo positivo de 31:3**1"7,
dosquaes sao apolicados 18:600*OJO a dividen-
do de 6 por canto, i K7 t ao fundo >i re-
serva, 3.13*^.17 aos faniadore?, 010*638 a
direceo'"1, e tiualmaati 6:031491* i c>nta nova.
Das empiezas yorluguezas na AFica essa
ama que ae mamt^sti com risonno fuioro : pola,
ap zir das graodea despezis que resu!:an do
transporte, a p-olcec5j lao v..-ta e a explora-
C?o industrial tao bem dirigida, que o assocar
ebega a Lisboi em coodi^ s de prego que coa.-
pitem con antros concurrentes.
Foi pequeo o movimea o das operagOas
aa bo sa duraote a semana fioda a 5, pilos ms
te idenclas que o mercado a,)re.ceotoa.
A divida laterLa da 3 do: cento suffrea forte
coutraeco prta precpitaco com que se effoc
tuaram aigotnss vendas; o que as faz dcscer
at 34 per cento.
Este prego naa sa acceatuoo, porqae js ven-
de lores ttveram o cuidado ae re'irar aa sm
ordaos, oa cnuvicco de qua se insistissetii nes-
se praposito so ccnsegulriam recusar con am
desvio dcquella cotajo, por nao se poder cal-
colar otide que a baila eococtraria resisten-
cia
Ten do aa cotacO s pormanecfdo a Mjpor ceoto
e 3*,20, 03 compradoras, qaa estarn esperando
meibor occasio, resulveram-ee a op.rar, palo
queja naque'.ie ultimo da ee eliotaarara ven-
das a 31 i2 por cento,
Pra divida exte-na a preca-a foi insignlfi
caaie regulando o preco de 8J.30, apezar das
molitio i.Os operadas nos canoiji e da meibor
coutao que esta faalo aajteva esta semana no
mercado de Londres.
As ob igicOeB de 5 por canto do caminbo de
ferro A'ravez o'Afnca regalarara por 6440J0,
apezar ue s faltarsm doas meies para o reo-
olmeto do coopon do Ja'ho, ra raiio de !2.30
francos por ltalo, a que corresponde a i*90).
Para as obrgagOiS byootiscara3 da 4 1(2 por
nento do Banco Niciooal U 1,-amarino coatinuoa
a liaver procara ao preco de 81*039 ; mas os
vendedores nao se aeixam ealevar por este ti-
tulo, porqae com justificada razio ecteridem que
dbve ser eqaif arado a outros ttulos de abto-
1 ta garanta qae sao pagos em oaro e oaten
lam ama cotao cima co par.
As acedes da companoia do acucar .'>. Mo
Qamtiiquo livertin algara ra) vi menta ao prego de
104.
Os oesaltad03 da exportago uo ultimo anno
oram os maisaatisfacto-ios, e o assucsr qae ja
velo ao mercado, eocoatrou aqu a memo; acei-
taco, nao so por sua saperor qaalidade, como
pelo prego porqae foi offe.-ectdo.
Ob negocios no mercado de cambios anima-
ra m bastante no decurso da semana, em conse-
qaencii d^ ter sido mnilo activa a procara de
cheques por parte do commercio.
Os moagoiros vi -rara ao morca lo, e aiad qae
as soas neceisidades nao foisem maita extensas
os effeltos do seo concurso reprodustram-se im
mediatamente na firmeza das cotagbes da divi-
sa Londres.
O cheque Paria tambera foi solicitado cora
afn qaando o seo prego era interior pari Jade
de Londres, cessando este movimonto qaando
as exigencias dos vendedores forano, alera de
710.
As letra? a 90 das sobre Loadres forano nego-
ciadas a 40 o8 e 40 9,1 '> : mas, em vista da fir-
meza dos cambios, esU d:vi.sa ebegoa a ser co
tada a 40 3|8 pira em seguida affroxar at ....
40 7 16, abrindo ao da 5 o mercado con ten-
dencias firmes, pois nao bavii vendedor de che-
que a 40 3,16 mas cerno a procura desapparecea
por tsrem sido preeacbdas bonts* as necessi-
dades de maior vulto, surgiram os vendedores
a 40 3|16 e mesmo a 40 1|4.
A venda do cheque regulou nos bancos pelos
seguln'.es pregos duraote a semana ;
Londres 40 3(8 a 40 118.
Pars 708 a 712.
Ha uurgo 291 1(2 a 293.
As libras tlveram procuro a 54020, mas o
movimento operado nao foi de gtande impor-
tancia, porqns os.vendedores jnlgaram que em
vista da firmeza dos cambios, chegariam em
breve aesambiciooados 64.
Anda deata ves nao foram satisfeilos os de-
jos dos qne esto guardando o bom prego dos
14500 de agio, e se nao bonver qualquer opera
gao flainceira em qaa o thesouro oa a compa
Saude publica
(O Ecouumlta do LisLda do S de Abril)
Hm clr umstaaciasactaaes, e depols da attita
de tomada pel Sociedade das Scieacias Medicas,
torna-se necesaarlo sem nentaam* raaeiM, ero
coiileinpljgii-j para quae.-qoer opioiOes per mais
autor8J as que possam ser, por bem ao aicance
de todos os. documentos qoe permutara a ca'a
qual f jrmar o leu julso, se o consigair em prc-
senga djs diversos p receres qus be ap-esec-
tam.
Demos bontem aa coucl<-6a8 approvadas pela
referida Sociidade das Scteaelas Medica"-, da-
mos hrje o relatarlo da commlseSo eseclal a'.-
qud'a Socledade, qae lora nomeada para eluda-
a actual epidemia, e iremos dando noticia das
opi :i m contrarias e da apeciagao dos dlffi-
reatea jijases acerca da altiinie da dita So;i'-
dade.
O relalofo a que nos referimos o segolsto :
Ssnho es: A ei ugo a que chageu a ett-
demia qae actualmente grasaa em L'sloi tem se
escUrecido bastao'e para qoe po'aamoa spre-
sen'a- i Sociedade ama eolo.ao positiva ,em
resposta ao maodatj com que nos Qonrou. O
inquino a qae procedeoocs, rpido como o ioi-
puohi a eBtreitez* do tempo. nio deixa duvllas
ao'nosso espirito. E' o ructo do aosao traba-
!bo que vamos PXfd", olbando especiaimeote"
para dcu! dos lados da quelaopliemiologia
e clnicae reeuminlo, qoasi apboristicamente,
fa^ o e argumentos, que ulteriormente podero
ser desenvolvidos.
1
EPIDEMIOLOGA
A "apldf z da d:fId5o da epidemia fez lembror
a al?uns mdicos a pos-ibildado de qne ee ira-
las8e de naia grlppe do f-mi abomlnal. Por
nm lado, parm, tuoitaa ,ezes a efeotera teai
oma expanoSo ISo rpida como a Q'aqoell' do-
eoca. For outro, se certo qua as epidemias
de grippe cbolenforme casos aa qoe labrera a
cholera, na malo: parte, seo>' em to os, acota-
raiham-St de um cortejo de symplomas feD'is
e nervosos, que nada teem qu-i ve: com a ac'nai
epidemia.
K nos;o ver, o t'w.o o5o f izemaa tenao repro
duzir as opio:-s correales, a anieo con tests cao
qae se pode levantar entie a cnolera noi'.ras e
i cholera asitico. S a este respailo e preci'o
acentuar bem o erro em quo esto cahlodo
aqaalles que defendem a idea de qne a docng
que nos atacoa a cltolerina o nao a cholera
morbo ; cholerina e cholera mo'bus eo urna e
a mes na doeoga, p-oduzidas palo mesmo agec-
te, coostitoindo a pimtra urna das formas le
ves da molestia cuja fo-ma gr.ve a cholera
'sphyxlca. E' a siga^fi-ago qae o palava cno-
terina* ligara boje pathologistas e epldemolo-
gislas. Se pois aquellos mdicos pretenden)
com ella desioar ama 'iff renga de aatorot*
ara relago cholera asitica caem no e ro, gt. -
ve pelas soas eonsequ^nci-.i', de confaodir a
cholera nostras oo estiv.l com urna das formas
attedadas da doenga ^sogelic*.
Mais do que om qualquer oolra, easeoeial
na quesao presente o malo* rigor da termtno-
logia.
A duvida, em relagSo actual epidem'3. eotrn
a cholera uostras e a cholera morbui n& pode
sustentar so por muito tempo,
A cholera ooat-as urna doonga d8 et g5o
de fina c"e es'.io e do oatomno, ataca por peque-
as epidemias, nanea cfferece a expamo enor-
me da cholera extica e nao contagio a. A
doenja reinante est grassando en oopo-lgao
com as coodig6es es>acionaes, ja constitae urna
graode epidemia de enorme expaasoa ci lade
oteira invadida, atacadas rauiUs lo-ialidadn
visinbas e doentes aos milharaa e fin transmitiese pelo contagio.
E' hoto qne algumas epidemla3 de choiera
nostras s- tem desenvolv lo fra das coudc&ss
estacioaaes qae Ihe sao proonas, attribuiado
se ento o seu apparectmeuto iufecgSo das
aguas.
Mas, em primeiro logar, sao pequeas epide-
mias, extremamente kcalisadas, sem naoca
apreseatarem tendencia para grande oa peqie
na expanso.
Em segundo logar, so tal fosse a irst-:-pr*:a
gao para a epidemia reluaot^, e: a;;u-s qae
serven ahmentago geral da cidade e pode-
rla att-ibui- a caasa da doenga, em vis a do sao
eaorme poder expansivo; e s a ellas po-qu-"1
razoavelmeate Inpossivel .aii tr a infecga
aimoltanea e da mesma ontnrea em aguas das
mala diversas origeas, da cidade e de (Ora da
cidade.
Ora, o qae podemos apurar que mrjtnera-
P-ssoas teem sido atacadas pela doeaca aoezir
de fazerem oso exclusivo de agaas eem ligagao
com a canallsago da cidade oa de agaas frvi-
das e miradas ou ate de neahum aso faxerem
d'aeu--. Sio fados GUlenticos, garantidos por
mdicos e que tem o grande valor de import?-
rcm a natureza traasmisivel da doenga. E-o a
ta* enomerago :
um collega nosso, qui ha multo tom por ba
hito ferver e filtrar a agua que bebe, caegando
o sea cuidado ao ex fe no de tratar elle proprlo
do sen filtro, foi atacado ocla doenga do mesmo
modo que saa esposa;
ama oes3<'oa qu<> s faz uso da agua da
fonte do Raslres, em Paibava, foi igaaiuieota
atacada;
do mesmo modo outra que e bebe agua do
chafariz de Pedroagos;
outra do chafariz de Dentro;
cutras da tote das Carrancas, que faz
pane das propriedades o Sr. Marjuez de
Froa; -ir em Bemtica era todos estes cas :s
trata se d pesaoas era coobecidas era Lisboa ;
una familia faz aso, ba aaao, u'agua que
ihe vera de orna naeconte que tem a'uma sua
oropriedale em Cint-a ; esta agaa vem para
LisDoi era bilbis fechadas a cadeado, em carro-
cas da quinta e couduzldas por creados da mes-
ma p-op-le tade. Pois d'essa familia doas pes>
soas, o marido e a mulher, liveram a doeoga e
alo a teve ara ttlho que esla' no collsgto de
Carapolide. *
era creado do nosso collega Joao Roir-
gues dos Santos, que est no serfico da cochei-
ra e come e bebe fra de casa, cahto fortemeu
te apalpado pela doenga reinante; p:u:o depois
cabio una creada e todava em casa todos oe
bem agua filtrada por filtro Chamberland.' Prc-
cedendo a averiguagoes, soube o josso collega
gol mais ou meaos maculado pravaniaate da
cama do dosnte da cocheira ;
n'ara recolnimenlo de Lisboa, constaos
o nosso collega Dr. Mendos Lage, nao se pea-
3a sequer em flltragao de a?uas; todas as reeo-
lcidad .ora estado Immanes excepg&o pre-
cisamente d'aquellas qne gabem para oa seas
peditorios oa outros Has ;
flnairaeate em Canegas, em Camarote, em
Montachtque, era Caparina, muitos casos tem
pavido da doenga; nao ha abi a sgaa r:a Com-
panbla ; o que em algumas ba Bao multa3 la-
vadoras que tm a sua f-eguetla em Lisboa.
A marcha da doeoga era Lisboa Idntica
da ma'or parte das epidemias de cholera tao
freqoeotemente precedlia3 do afleeges gastro-
intostinaes e do deeeovolrimento do diarrhas
premoaltarias. Nao tentando agora tazer am
deslringamento fmpossivel ds daas categoras
de doengs, sea-oos permitlido apresentar os
exemplos de casa, sempre mais convlacentea
que qoaesquer outro?.
Resulta do relatorio da epl tema de cholera-
xorbas em 1855 e 1856, to admiravelmente
elaaorado pelo extiacto conseibo de saie pu-
blica, que o'am grande numero de localidades
a epidemia foi precedida, durante um, dois e
tros meses, de affecges diSereotemente desi-
gnadas, mas tendo todas a saa sede no tubo
gastrc-!testinal e acompanhanic-a de diar-
rba. Estas localidades sao: Almendra, Piabe',
Co.-tigou, Villa Real, .Goarda, Esplnbo, Coim-
bra, Montemr, Campo Maior, Elvas, Alter do
Chao, Assnmar, Portalegre, Montalvao, Rio Maior,
AsBintis, Leiria, Aiambaja.
Em Portaiegre, alm de diirrha benigna que
durou tres mezes, Juaho, Julbo e Agosto, nao
houve maii qae tres casos qaando a epidemia
appreceu, em Oatubro*.
Em L'sboa, houva de Margo a Malo de 1855
casos de diarrba sem causa conhecida qoe fo-
ran benignos; a contar de Julbo prodailo-se
maior deseovolvimento de doeogag gstricas,
appa-eoeram frequ;nles casos d-Manado noi
bilhct-?s moruarios como gtt-(-nt-rites agu-
das : ero a d'arraa o prtacipil symptoma, fiaal-
mente a 10, o prinetro cas> da epiiema.
R'f->re-oo9 o nosfo oollega J. \. Ma't'as,
qa tm feito clnica em S. Vic-ote do Caoo Ve -
dp, que no fino do vera^ a< c>a<* ae passa-an
D'aquelia cidade, como hoja esiSo co rea io aqu ;
por mais d'am mez estive-am os mdicos em
prerenga o'aua e.ndemla benigna de diar.nas
qae os levou s mesmas co^testagOes que es-
tara e assistiodo, at qae o primeiro caso n'li
do e fulmioante velo sclarii-ce- para todos a oa-
nueza ca doeoga. Pez enio expios&o a phase
mor If^ra da Incontestavel epi icmia ctaolorica
qae u 'aqu- la tlha reiuou, da %al nanea nos de-
feudenos e d'ond- posalvel viesco o gj.-aien
da que roja seff-*mua.
Coisas anlogas se ln succedido com a aetnal
doenga reinante. O saa pjnodo ue diarrl s
premonitorias ja passou de lon^a ditaemanaa
a estamos em pleoa epidemia. Provm n'o oa
secuintts faclcs:
Nal* samana de Dazembro um nosio fI-
lega foi atacado de diarrba, vmitos, resl la-
ment ; a situagao foi tal qae a soa familia
fe as uitou e qutz mandar cuaraar algura col-
lega ;
Eoi 19 de D zerabro e das segutotea um
de nos obaer'ou na ra do Salitre, quatro ca
pos da doenga a'una familia, com dUrrha
aouQdantisima, aoa aVUs e^aoaa, n'ara u'cl-
les o eGfraqacC!annto 4o;xado pela doer.ci fo't
tal qua motivan una qu^da da doea'.e, em qcs
elia fractarou o scomioo ;
O nosso collega Alfredo Costa r2fer>noa
um caso anlogo;
O nosso collega Cuper'.ino Blbeiro t:m ob
servado, desde talvez dois raoz3, casoa disper-
sos da dlarrba .e frms inslita qa-3, comesan-
do oelos" ohj^cns focae?, se corttiouava oqaoja
por algum tempo e deixanda deprssso de forc*s
jos em alguis cu-os ;
Piaa'.meote o nosso eollega Joao Rodrigcea
dos Santos, que em um clin ca mu to rxteosa,
commuoica no3 qua desdo Noveaobro dojanon
passado v muitos casos de dTha, q >e tm
ido augmentando suteasivamente a o tica do
mez passado.
Batamos em fileno periodo epidmico do che
era-morbuj. Apenas se contesta uto:
1. Porqae a doeoga b-ngn-'. E' effictlva
mente urna epidemia benigna, prqaa s con's-
go' cinco bitos, o qae para os noesoa calclos
dara arca rnorialidade de 1 para 1C00. Pois
ha epldamia'' maito raa's benignas. A m irtaH-
dade da de Pars, em 1873 nao foi alm de i/2
ror mi. A'nU rraais : acidada de Brasaaga,
em 1835, aoeoas senlto, na pbrase do Relator o
c tado, o Influjo da epidemia, maoifes'aia pelos
symporaas premonitorios ; vemos o q-ie lato
qu-r dizer: mortalidada 0.
! Porque a saa expaos5o 'oi forraidave ?m
poucas sfmanas. Mas j o dis.-emo?, o facto :
frequent* no cholera.
Era 1831, em Algar, no primeiro dia da epide-
mia, 46 soldadas forera atacados era dvers s
qnartSM. Era Pa'is, na chole-a de 1873. o?
primeiros cases foram obeervadoi simuitanea-
raeata nos diversos arrondusements. Em 183;!,
ijz Lavpran. 4 nesseas que moravam era balr-
ros differentes foram atacadas ao dia 26 de Mar-
go e morreram em poucas bofa. Era 31 do
raeaooo mez, cinco das d-pols. 35 balrroa obro
43 eatavam invadidos "ela epidemia e logo no
da eeguinle osoatros 13 deixram de esta: pon-
pados. O-, bitos nos domicilios, daraDte os
piraeiros 14 dias de Abril, elevaram-flo Je 25 (i.
do me?) a 454 (no da 14)*
E' preciso nao cea llludlrmos. A actual epie
ma e con effeiio geira, mas quera aoubece o
modj p ir qae em tantas invasaza cholera avar.-
g.i e rr.fii, urna e mu tas ve3s, aat-e de fa e
mortilera explosao, naoplesecio acornoanbar
nos no receio de qoe o futuro nos reserve das
negros e qae precisamos desde j armar-nos
eoai teda a eoerg'a para ama lucia em que taato
podemos. (Bombarda)
P'-ja.o, fe vittssima, e faciea compltame-a
te t-ni'toraado. Na da 2i-: temperatura 4o ce-
ra a 3'i- 8. a fa-oe oUva mono alorada, c ool-
co U orraa e qua3t inpe:c;ptvel naa raiia-3
D;-ei no ventre e n*a "xtreraidades dixiuu:1-.
A d-a-rba ca menos f caloide, maa sem chel
tu. Os vemitos coat- aa Toapera at <> 1J i,J lesw ai- Si, a drate
nao art'ooa- A stt* Caatioaava con latan-i a
de. iiosui ba ic, c cpieta
sa ni ios e respi-dgao aodoat
cala se ama aare da reaegao
dora.
O a,iqut tama so;i.Madaalgaos casaa,tm qa-^
era parla oa oor con plato se reooonacam os
sjaijtomas g-avea a nos da verdduira caola
ra aslafiea.
Emlm. nso ba anda mui'os das qaa f liae-o
da morte rpida uai logiata oa roa de D. P:d:->
V. A:aiio-lhs um iin.rmacautico qu ev a
araaott! 1a-e ae noa Coa'.a: o qoe oras r>yu.
Odoeaie en qae?iij tioba camegaio o seu
j,Qt:r qoaado se sei'io a*ottOaogoldo ecoa
uraifore d no ea'oajago qio seo a ar. cpi-
nar. Poaco vomit^u. o qaa be cauiava u aa
aaci'iiada ex'.reo-!. Al raoso lempo d:nti>-
aioa loteo, iisi aa js pe mas qaa aran sAM
de c-ira& aa.
Pergac'.oa-ihe ta'Ao o Sr Ferrol, o BMBO la
formador, se aodava com dtarrbi e 00 e-e ras-
rosta negativa. En sugaidj, porm, a esa t sa-
ta, taaWestoa viva e fortemea e o d-s j i -i
evieatr.
Ddfosoa aba'jlaoteraoa'.e tazaa diarThotca^
amarellentaa e nesfa oosatiao oose. roa o r.
Ferrat qae l,o qoarto jaato I, ja navii era al-
a u*a vaio, com o ctirtro ear.ctarlat eo, o qaa
a fupporqaej aateE o aoe.tebavta voraialo
0 cataao alarman'.a da doaa'.a nao Iho parec ti -
aoaio iuv-.-s't.ago-s e saadoo o mo'.tc '
trern ;i-;:a o tracporar a oaia da aabitagao.
Saka-a qoe ah tal a.rado por d.us co l-'g
que a 7 oras a arle faa.tla, taodo dorada a
doen;a p >uio oais oa manos ka S hora!
A adlopst', fetti 20 jras depois palo no^so
co'l-g' PtMUoa, dea es eloqu ae a trala ra
sa'taio. Aales da abro v cadver, Ootoa e
improaaloooa-odoade logo o ausm u da patro*
' a%5.o a ucea rigidez moscartar ra na ero maca
da. A aor a om poseo ateeromatoa ni r-a'te
rn-is :ita e deac.nidente da eraaaa Ugetra era
pnjaaaa naa ap Cs a parte aaterlor dos pal
aies. His, ctreOro, vasos o-^.-brd -\o -
iag no-raae^. Oestoaaogo, qw contiaaaItqoi
do e albura a ira-alo, ao'ecea:av--53<:onse-.tiori.-
d-n e com um pontuado bemorrbagioo na regla
pfiortoa. O latoatreo exta-iorn-rate cotco ora.
c deoortao-U. Aoerto, moatrava-ae coegM
tiooado oa parte o-oxiraa da vlvula leo ce.al
Esiava revesino de maeo, e co sisteicti t-1-
tioosa e des torada. Destacodo es-e mulp, va
sa urna aeceaiua.la coogas'ao. N4j axbJ-ta
oetibom cboro. Parto do recto, f.ses dia -
rhai'dS levemente eorai&3 da cinzanic
Cora eita autopsia, que nenhama doen^n qa-
conhecemos msis grave e iratarnoa iodos os das
pode explica-, com e ta invasSoda dac-g!,c;mio
tautissiraas vetea temos c bservado Beata ep^ le
mia, hav ri davi ta da qaa eate doeo'e fot ur;
das sauti primetraa v;;i;ma;. ?
Nao esta qai a ree naacer-ae a talcinaate *
enrgica aceo da toxina etaa e i a, aoo duvida
u'am organismo lertaowota peedisposto ? Cre
moa qce sim.
Por tado isto domina era nosso oo-"i!o a ren-
gi de bctaroMM invadidos a verdadera cholera
aeiatca, s b a forme, aet? momento eauada,
de ctiuiarina.
[Tavares).
{ ussist'ntas em trom especia! pjaaoto i sua db
! pstelo palo digno gerouia !
de OlinJa.
i'a i sua alma.
.V pnposit nos rouiet'.eram a.- s
linhas:
Matbieu Fioruit Lbonnanr uasoau na
dada la Liage 'ni llolgiei
dilataca i :n aorta con Ti
Veio pira Peraanabuco coutraete 11 >p ra-
V, 1"*,. r \ >'"> Para o Ars .-nal da Marn
>ii..pp-1env.u,oloosl(.i|iJ.te(!a fi ,,, Tll ,;1,
gao, ruaca e salva- cllilJ ,!;IS oU..ul.l;:; cabeodo-Uio a
I!
nhia dos caminbos de ferro tenham de jfazarlmais frequeotes irri ages do tubo intestinal,
traaaferenlaa para o estrangeiro, nio vemos al tamOam benignas e sem forma de cholerina;
probabildade de BOce83iva elevagao no agio del em Agosto aa lrrltacoea gstricas exteaderam-l
PATHOLOGIA
A diagooce da epidemia actual ialaresaa viva
mate o medico, o publico e at o goveroo. Te-
mos sobre ella urna opiniSo s e Urm':asta-
moa em presenga da cholera raorbus sao as suas
formas attenuadas de diarrba cbolariforme e de
cholerina
So as coosiierages qoe precedera se ba'mo-
nisara com este modo de ver, nao menos se ha*
moniva a eyioptomatologia da doengt, qoe pela
saa uniformidade bem moslra Je-K-ar de nma
un a causa, qaer venba, corao natoralsieate se
pro vara, das agua', quer a'outra origem.
A'Ti'-ma se a existencia de om determinado
moboembqra se n&o revele com todos os sen-
ymptomas e sendo essenclalraente letbifera,
nao se nega, pdo facto de se apresentar com os
sympt ornas e a intensidade cera qae, era regra,
nao cestaraa dar amorte. Com mais forte razao
se dever cffectuar, qaando um caso s que saja
se aprsente com toda a nitidez symotomallca
no cu-so de urna epidemia e quinde, erabera
benigna, n'ella se registe urna morta qae s for-
gaado a verdade se attribua a ont'a. Aasevera
ea cufien com iodo o rigor ecieotifioo, qaando
ligada cssencial e indiasoluvelmente a nm agea
tavivo.se reconbece a presenga deste alilmo.
Ora, ee aoondam os casos ligeirosqoe poderiam
clnicamente delxar davidas no espirita do me-
dico, exced- m j a uiidade os que ao permit-
iera essas 'vidas. So, fellzmeote, pela ua ac-
ta! benignidad*, tem poupado a quiai (otalida-
de dos atacados, a doeoga epidraica reinante j
predozo, a losso ver, a mtrte de aigaas e sabe
Deas de quantos mais.
Para confirmar o que fies dito varaos dar no-
ticias de informages que colhemos d9 varios
collegas.
D'ura, que se impoo pela saa posfgSo officiai e
atada porque foi testemonha de mais drama epi
detnia cholerica do palz e n'ellas tomoa grande
eliuvav -1 parte, o S-. professor Pitta, recebe-
nosa seguiote informagao : vio na clnica par-
ticular dez casos. Em dois notoa que aos pri -
raeiros dejados diarrbeicos se segairam dejectos
r:z'form?3 e nos caaos mais intensos alterago
da face e alguno reaegao fabril.
O nosso colega, Sr. Santos, vi > era fljs de
M reo um seu creado j deso, mas robusto, por-
tador de ama hernia inguiaal e rauito saieito a
daaarraojos gastro lnteatinaes, accommetlldo de
vmitos, diarrba biliosa, depois aquosa, caira-
bras, encovamento dos oos, fraqaeza de pulso,
abaixameuto de temperatara voz sumida. Nes-
te estado se conservoa perto de 5 dias, segalado-
se urna coovalescenga muito demorada.
O mesmo collega vio na sua clnica particular
ama vaina, j enfraqoecida, que, alm dos v-
mitos que dararam cerca de 8 das, algidez e
aphooia, tavo diarrba riziformeqae elle meo-
rao observou. Esta doenta, qae ji esteva meibor,
accresoenta o colleg, parace-rae boje perdida
porque, alm da diarrba que voltou, tem ama
grande prostragae, abalsmenlo de temperatura
e eapianos.
Outro collega, o Sr. Dr. Cypriano Ferreira,
apontoa nos o caso de ama senora qae foi ac-
commettida na noite de 14 do corrate, caracte-
risaado-se a doeoga por diarrha freqaeatee
abandantissir-a, maita aocladade, caimbras vio-
lentas as extremidades inferiores, lgida*, II-
geira cyanose e engelhamento pronunciado da
pello das raaos. Na notte do segando dia ilaham
dcs'pparacido as caimbras, a diarrha ero me-
nos freqienie e menos copiosa, tendo o aspecto
de biltoaa, e a doente estova em plena reaegao
com febre e cepbalalgici. Ao terceirodia adiar-
ha, teguado o testemaobo das pessoas qae ca
davam da doente, era como agua de arroz, o
que nao preciso ser dootor para ae conbicer.
Asslm se conservoa at ao da seguate em que
cessoa, toado (Ido a doente desde o Inicio da
doenga at ent> completa anorta. Carou-se e
observou ao collega Ferreira que aa maoi, qoe
sempre tivera lisas, ae acbavam enrugadas e ib i
tioham desapporecldo ae barrigas das pernaa.
oosso collega Bslrao vio urna menina de 1S
annos, que depois de ama refeigio llgeira, foi
accommettlda de vmitos contlauadoae de dlar-
rba fecalolde de man cheiro. A sede era viva,
e vivas as dores no ventre, pomas e bragos.
Temperatura elevada. Qaando chegou o collega,
tinha j esta baixado a ponto das extremidades
estarem multo fras, ao mesmo tempo que a fa-
ce eslava completamente desfigurada, os olbos
encovadoa e sem brilho, a voz sumida.
A llogna aecoa, a ale cada vea mais viva, e
asdejeeges equosis e esbranqalgadas. Estes
Bjmptomas modiflearom-se ao tercelro dia.
Vio alada o mesmo eollega no da Ji umi
crianga de 9 annoa, que na madrugada tinha si-
do assaltada de dores as pernas a ponto de as
REVISTA DIARIA
ovo.
ae e trnaraa-ae mais gravea; no mea legulnle'ter encaracoladas obre o Tentre (ale) e aiada Eacroziraada de Belem, para onde foram os
Ministerio do InteriorFoi expedido
o seguate Aviso Ministeriodos Negocios do
InteriorDirectora Geral do Interior I* Secgao
Capital Federal, em 4 de Maio da 1894.
Ao Sr. Presidente do Eslado da Minas (Jc-
raes-Hogo fagis constar ao presidate engen-
ta execulivo da cmara municipal da Tas
Pontas, nasse Estado, em solugo da consulta
constante do otcio de 'ido rae/, lindo, (juo o
decreto legislativo o., I8i, da 23 da Setembro
ultian, providencila sobro a espacia revogando
o art 2.- da lei n. 09, da 1 do Agosto de le'Ji
e nastas condlcoea as cominissas que teem da
(ervir no alistameiito devora sor organisadas de
accordo cora o disposto no art. 3 a segointee
da lei n 35, de 28 de Janeiro de 1892Saude
e Fraternidade Cassiano do Nascimanto,
Secretaria do Goveruo do Estado
Por Portara do Exm. Sr. Dr. Goveruador
do Estado de i do crrante ruez, foi promovido
ao cargo de 1, officiai da 3" sess&o da Secreta-
ria do overno, o 2" da rn.-sma secgao Francisco
do Resto Barros,
Por Portara da mesma data fai promovi-
do ao cargo da 2/ oiflcial da 3o seceto da
mesma Secretaria o 3" da i* secgilo Adolpho
Curio de Carvalho.
Por Portara de. igual dat-i foi nomeado
Joio Evangelista Guimaraes Silveira para
execer o cargo de 3o oieial da i" secg. o da Se-
cretaria do Governo.
Senado de Pernambueo-Nao hou-
ve hontera sessao por tarein apenas compare-
cido os Srs. Aristarcho Lopes, Pirelli, 9a Pe-
rain, Luna Freir, Ermirio Coutinlio e Mala-
quias Goiigalvas.
A reuiiiao foi presidida polo Sr. Dr. Ermino
Cesar Coutinho.
A convite do Sr. presidente oceupa a cadeira
de 2. secretario o Sr. Piratti.
Por filta de numero legal da Srs. Senado-
ras, o Sr. Presidente declara que nao ha sessao
e disaolve a reuuiao.
Cmara dosdeputadosDeixouhon-
tem de haver sessao por falta de numero.
Exige correctivoDirigirara-no bon-
tem a seguate carta era que se nos di noticia
de um abuso dos bancos desta cidade, abuso
qua, se real, exige um correctivo.
Faltando-nos meios de verificar o alludido
abuso, sugeitaraos a carta era questo ao crite-.
rio publico, pedindo aos directores dos estalie-
hcmentos bancarios que contestem o que nella
sa aarrna, caso nao seja real.
E9 a carta:
lllms. Srs. redactores do Diario de Pernim-
bo-o.Venho pela presente pedir Vv. Ss. a
sua bondosa attangao para um caso serio, no
intuito de pr-sa um correctivo aos constantes
abusos dos bancos.
Como Vv. Ss. sabem, supportamos re-
signadamante a baixa, sem motivo plausivo!,
do cambio, no entretanto, par desse pesadlo
para complemento apparece (j de ha muito;
um abuso dos bancos aasta capital, principal-
manta o Lotidon & B. Bank.
Constantemente a cobranga dos saques
vindo do estrangeiro augmentada com mais
i |4 ou mais do cambio do dia, da forma que,
sendo o eambra (officiai) do 9 d. aa cobranga
addiciona-sa mais l|i d 9 lli d.
Quando se faz reclamagao, a resposta qua
do sempre 6 culpaudoa tabella porque nos re-
gulamospor 3er imperfeita; nao obstante a
mesma aballa servir cora toda exactidao para
os saques comprados aqui...
Sobre este abuso padimos a attangao do
Jornal do Recite quenao ligou a mnima impor-
tancia, sabendo este que o commercio soredor
tambem exige um sarvigo a bem da sau iute-
ressa. Como sabem Vv. Ss., um artigo as so-
licitadas nao tem tanta importancia como na
gazetilha de um jornal, mormente no caso
alludido qua nao deve apparecerum izolaio
reclamando, parcialmente, a sea bel prazer,
guando, como disse, a mparcialidade de um
jornal impOe-se por 3i mesmo.. -
Por este servigo quo prestarao ao com-
mercio, antecipadamente agradece portodo3, om
vosso velho assignante. Recife, 4 de Janbo do
1894.
Falleclmento -Victimado por urna Ie-
8ao cardiaca, falleceu na noite de i para 3 do
corrate o artista Mathieu F. L'honeur, mestra
das oficinas da Estrada de Forro do Recife
Olinda o Beberibe. .
Era o finado maior da 70 annos, e fot um
habilisstmo serralhairo, ajustador e machinis a.
Foi durante alguns annos operario do Arsenal
de Marinha, onde deixou bom nome, e desde
esse tempo prestan ptimos sarvigos 4 empre-
sa de9te Diario, cu-dando das respectivas ma-
chinas de impresso.
Era be'ga dejnascimento, mas quera ao Bra-
zil como sa fosse brazileiro nato.
O sau enterro effectuou-3e ante-hontem
tarde, sahindo o fretro da sta residencia aa
ter sido qneta Uta andar 11
metro locomotiva da oraj tohia. a qa
le 1870 e qu hontera : i
sau enterro jior um
aorvieo. Era habiliissini >
a linha aprovaitai
iilnria mecbaoiea.
- O sao oaiem j foi Mto tcaaU .
ahia cuja liandain: i; loto fcii bul a
pi donata tres dil I
reprasenttr daranl o -ct>i fa
Foi feito em trom
da, oad; resida, a<> Jk'cil
mao |ie'o Hospicio at o
:! baraa da tardo, aai ana
ment apesar da c'.iava tofrencial aje
tiro.
Sobra o fretro
[i.mnia u:na linda i ir Va fm
co -Ao mei amije c outra valiosa o u
collocida polos prniji.-gados da|( i
se.fizeram rapresenlp.r ; o i
Comparocoram co..i ui
dos da i ompanfea J: Caxaa
o j mp ttbiea conl
Ar: ;s 0
Silva i '. I Vieira
cjm maita atfci la le la
ao sar posto o ultinu tijollo n
Bulto difcil sara a Coi ..
outro amigo tao derado e
cioso.
Clieojada-No rapar
Ii):.!.h .Ij Botada I
reir G limarles, eh La ai
ma ':. dedada fie .
briea .1 chirotoa na ci lid* d -
la Esl
. poseo lemp i a nsamos a re
uma caixa da charav
rain rem ttli l"; pela.......
ca tara o booij de i',../'
l'oi.s bem, o Sr. Guim ira si
mero de amstrala loa prolactoj la ai
a os tom diapoga is inte
0 Sr. (uiiinr'ie.s po 11 or i i
! 19 >-. Ubin i Cruz, v C., ....
Agradeeeado a ii:i iza doSr. .-.
do saular-nos, c ns
Ferro-vita d- t<-ei M
easeoAnta-boal im,
Vri;iii)u o Kilicir,, .
trem que de auki part
mi iraa.
Dea causa ao i
i i lo ss naga 11. '. Ui :-
repentinamente i<:/. UTttpg io na I
o miriiinista pode ar tvaaii
Daste, faliamenta, a
:.: tamo > avat :
do uo lemaia aira.. i
marcha do reiar.de ;. uo, que
fe, uo recreaao, ep tisde 10
servigo dos doinaia ':
Vajoor AvisI
io nojr a iHminittnn.'Vt lo Coirei
o ilo de Janeiro.
Co desle m iru vai inser a orna pul
a qu il chamamos aatteogao d
referente a uma o
bem contacta oCf
diversos cavallier reapi la .
Taoa aadedad
producido excellcnl '
das ctasoa ponalarei ?". po
para que nao sartam d ella
dos era Peroaaaboco.
Mais do espaco voiUi-emos <
Tiieatro Santa Ir.:'--XV
realiaoH o seu primeiro
gitagao o Dr. Fanrc Ni ilay, aaxi
duas geotia tillias .
Nao temos davida em disd
eatra produziu-nos moito bAa npr
O Dr. Nicolay exliiloiu lr.il/..
dcnt(>3 e anda" uiua rol d m
saval do bom conceo que g rala
mado em diversos weal

ropa
seu espectculo qae divd
tes bem disiiiictas, conston de ti
mente de preatdigil
dar extraordinariameiite a platea l
scientifica e por ultimo, da exliibgao de
magnifico svlpoorama,
pleodidaa vistas, notaremos i
cialidade da Esquadrj Brazi
Niethero;, o canhau de Santa
e Paviioao Brasileir oa E ip
Ao apparecer na vista, da
te effeito. a platea rompo, un
e patriticos applai.
Na si-gunda parte juo nos a ti i I i
o Dr. Ntooiay, ios c > i raotaa mi ..
bypoolisagao de exl tivo
" espectculo de a .to I
mais ura BMeaaav para o hbil 11
duas discipular Pan
trouirara parajsemellia.
artistas coojeieociosas qu* j I ao.
Ao lindar oltim. acto, r sol
suas discipulas chamados i
scena, recebeudo entaopor parte do p
estroudosa, entliusi.ts'.i. a
0 novo espectculo do L'r."
ciado para quinla-ft'ira, qu mo i boa
tro resgvfjar de espectadoresp ...
nota veis trabalbos .! js di.
Conferencia--A conferencia pobiiea .juc
ioveria effectuar-se ante-bontem j
Arles e Oifteios, foi traosferda i
7 horas da noite.
Sanho aos nieuiuus-,' .
gienico da eoauna importaoci i i >u
sideraveliaente para u completo aw asal-
to doa meninos e a cooservagao .i
geral, o banho, o qual
temperatura, a os diversos m
pode ser mu inoio de t
trabalbos da vida, a vil a Bel tamb i
mo na cura de certos u!o u
rebeldes a outros me os.
Banlios egymnastii'j, liz D. Pasai, aran
factores do doaanvolvune
lactuai dos Oriaoiaes, i
tragos e romaBOs, pofae, pooJ
iobi
lo a natureza, deporwffi
e eraulago de triuinp'.io.
Quanto ao mol> Je habita
uso do banlio, couve n qu: M paos se \^'
mora fielmente s regras i. torios
scientilicos e pela experiencia, para nao ..
encontr aos muitos accidente: J' ooaj
mettam ordinariiimente a e
sao o effailo de uma deplor- agaVj
Sabe-se que ascriangas, j. .
hem de uraa temperatura que osLla doa 23
aos 30 graos R Por so a razi Udo
da previdencia o a pratica jornsleira da vida,
impe que nos priraeiros dius us inetnas craac-
gas sejam acauteladas de modo a ao oxpo-
rein-se as rpidas a fraquea;-' oscilLgoos, po-
dendo o diverso grao da tempeiaiUi-a, eapc
cialraente o fri, raes vir a ser tramensamello
nocivo.
Nao raro ver hygiantstas o sabios insigues,
pronunciarem-36 de modo ooalradictorio e
a proposito emittirem s vezes opiuiej Im:-
das.
Aiguns team aconselhado arafim, oora a
mais fatal seguranga, da mergulbar as crina-
gas n'aguafria des le o priraairo dia lo iiasci-
mento; c ba paos qua tem aogaidd c*te fuaos-
to conselho, com grava dara.no djs saos ma-
lizas filhos, qua nao teem silo poucis as mar-
tas, victimaa deate metliodo.
Convra portanto nao aeparar-se das boas
regras hf gieaicas commuraoote adaptadas, para
n&o coratnetter o risco de tornar-ae o aasassiao
dos proprios filhos.
Verdades iuu testa veio > Di to-
das as cdjsas do mundo o qua ha da raiis la-
certo % vida.
O chefa de familia que para aastantal-a i
coota com o seu trabalho da todos o* dias, al
pode garantir-lhe o futuro. '
Uma garanta segura para essa futuro so s
poder conseguir com uma apolica da uopor

_____
i IBWL 1
-_-_.s^-

-----!^"
i- i af*



Diario de Pernambnc Terqa**felra 5de affunlio de 1S3M
tante gocie'ade de seguro do vida- A 71*1-1 lodo transe procurasse realisar o seu intento
mia I foi-lli disparalo um tiro pela mesmi ajnti-
Estrada de Ferro de Casanga- nuil a, que attingioo. produzindo-llia amorte
Ncssa forro via tlosoiicarrnou, no sabbado
ultimo, o trem que do Recife W3 para Api-
puc^s nela linha principal s 6 horas e n mi-
nuto, \ia nootc. e o chefe do trafego para
utos da noute, -
substiUrl-o fe/, segur por a .uella linha o qu?
de via partir As 7 Horas e 18 minutos para o ra-
mal de ( axang, privando a-sim de con.luc-
Ce os morara da zona servida por esse ra-
mal. ...
K Co.no quer qu>-. 03 passageiros de-te ulti
motreai racWssem, oCdAm-;JMPpo-
dante lo chee Ja estacan da radobol, -
BUlto me fot preso *5f*.*-
Un istr Poeial ; persis'mdo. pqr'm. a direc-
cao da estrada em fater as* Vg**
principal o rom do ramal, que destartc foi sup-
uta uiloleraveis taes caprichos, mxime por
n importain desrespeito ao horario e regula-
jCDtos a <;- lanto mais qu-, oa liypo-
tJ justos redama-
Engroheira Fiscal da linha.
Monte Po Portugucz --EBB 1
cenne-se hoJe as ,,oras e lugar ''
s, ios .>s lnccionarios ullima-
ni.nta eleito _,
Asina esagnaria Duem-nos haver
Brande- '- nt: la le d'agua estagnada em alguna
ia ra 7 de Setembro.
' (1, arando o C limos sobre ella a at-
iri .le quem-competir providenciar.
ilibliotlieea Publiea do Estado
kdtando-se proniptos os trabamos prelnn.iia-
: cathatogo d'essa BibHotheca, e auad-
,.,,:, ^rapo no expediente da le un
., diaale estara a mesma Bibliotlioca
A autoridad--} competente deu as providen-
cia* na'form da le.
: das
3 3 da tarde das 5 da tarde
10 horas da
s 8 da
DOil''.
"o'maraviJnoso sfflientio -Da um.
mista jeira traduzimo3 o seg
k
, 3 nao livera ali enlj sen
lancias.
ctro-dynomismo vi-
tal 01 5es psychologicas do e.-pinto e
:. jtrada por experiencias no-
itema ncr-
l883;adeettCursotheo-
pratiodo braticodo braidismo ou hyp-
,,,.,';; publicada em 18b-; a leiiura
.'.;; seguramente que
a poca o autor linha entrevist a
i ra natureza c explicado o verdadeiro
m cuiismo loa nhenomenos de tiypaoi
Imitte agora, em termos pr
mito g ral. ...
o papel .1 precursor am toda a scien la i
Quando abordis urna quesio nova,
uiiiguem vos acflwite ; mas
,ouco as ideas raiem seucaminno, em
mais ou msnos anonyma
Sdo di observadores, estando
; la a qiusta apanli ido por algum
i, ,r >s i, cnei 1 d: autonda le e prefi-
n) das exposicSes qu 1 se im-
!HU 1 qua o assumpto saino in-
rebro o a inultilo nao hesita em
. .,. :. patrni ladel .tal, quo geraimsnta
;; p ;urj,. esquacido do seu nvnto. duas
lio- pela poca das suas observas 1 -
n.i.. ,;'.u'das s'iis uis-'rvai;o; pela cora-
, iftlrmativas aem se tai meayao.
a preciso a este um timperamento
,;,:, para nao sentir un sec- i 1 des-
: acato-i manifustaado-se com a pnbli-
gros o volume. _
i to umaObra .1 sla na'ureza. nao fi para
mullos elementos novos aos estH loa em
e njo plj s-Jr, senao uma obra de
Mtisfacao intima. MuitoUmpo esTe calado,
llar, u loo que tendea laventado achei
e diss3 ai)tes de vos tao beni como vos, senilo
melhor. E^o qae ruraioa o autor no sen
r,,- ,i n- seo n.o d..-. waramente, e d'ahi
:,i ,ni iQta no seu estro u;n tom de pole-
mica am ruido de langw qa^bradM que podj-
rio sorprcod as lucias descouhecid is das
causas, lano qu 1 adiamos muilo legitimo pen-
, qu nada mudar a das causas que fa-
lal. u. ,
lHirand de Gros, conta a historia do mesme-
rismo. timado inventor do magnetismo animal:
,1 braidismo ou fascinafiao seuso.ial a do
braidismo ou fasemaco sen-onal : a do r*no-
grimismo ou soggesl&o expressa : e moslra
quanto as explicaces por elle lormula.tas ou-
tron em relacio ess-s diversos phenome-
dos esludados d-pois sob ontros nom.'s, difff-
rem poueo das formulas hoj i classica?. iNes-
13 sentido, elle expSe uma insoria qu3 Ihe
boiii nessoal e qu: 11 .s parece, 11) emlauto, des-
liuada a muito SUCC3S30. Trata;se do poljp-
syclismo, i-o da exisfencii supposla de
os ervo os mltiplos, escalnalas no
trinco ervos 1 cerebro-esp nal e cuja aclivida-
d isolada, successiva, seria a condico dos
actos chamados aaioraaticos, soh-consciente uu
inconscientes. Beraqme.la theoria invoque
em seu anxilia considerares zoolgicas seduc-
oiivcj quj a explicacSo dos actos
aul imaliros e da cere'.narfio inconsciente, pode
afastar-se d :;a liyp.-lhjse singular dos centros
espina; e que,eireoulras, as hjpoUMsee de
dviiam gama a da exhibigao dos departamen-
tos c:renra-s sfio nr.iis simples, mas em rela-
rfto com os lados da pliysi >logia geral e muito
aceitaveis no esta lo actual da ciencia.
O livro de Duran! t:rmina por algumas apre-
ciages sobri o'culti-mo e os espiritis no. Sua
leiturii muto iBStrucliva e nteressante, ap.-
xar das reftartM qu: snggere ao leilor. E' um
livro de histiria que os historiograplios da sci-
en :ia lo ra> avil'ioso a onsultem com cuidado
e s preparem pira dar o Jesar o que de e-
Visitas doinleilarlasO Dr. Amaro
Wanderlev, visitn na rm Augusta, parten-
cenie ao districta de S. Jo- si d mici-
lios.
. 2S2. O apparelh) prtencente ao and.ir
1,,-, ) no canno obstruido o no do 1."
andar com o carino fura lo.
N. 230. o andar terreo est nimio estragado
e por <-st: motivo com pouco aeeia ; o cano do
rolho qoa H- pertonce est fura lo.
Colosos domicilios estflo acelado, apena'
os ,. 1 : ; aa lama devi $ is chu-
vas a falla le cano de esgoto.
Os appirelhos da r.iynag: sentem falta la-
cnia.
Di Arlhur Cavalcaate ri*ttoaS4 lomicilios
IK, ; encontrando tod>3 n con-
'
; loo domicilion. Wdo ra 10 R>
ncontrado pouco aseeia
ios da Drayuags n a
'mal M1 -,
O Dr. BaptstCFragoso, visitou 38domic
ia 2 de Junho na ra da Lapa.
fo predio n. 13 1." andar a cosiaba e sala do
juntar sojas. .
So 2 andar soalbo e paredes mjosea la-
no tem agua.
! r o as soalbo suj 1 a n tulnna
II ras.
e.-.
Iliohas no slao e a lat
r'ma prec d 1 1 -rto.
I
ir a la*
;; ma.
, ioaa. .
N 1 I
1 redes suja
Kj sujo pelas
VX/f'&uao e naarteN w. lia 16 de
' lia de 9 lunas da noute na
lito, os individuos
>:;! -loto de Miran ia e Francisco Sa-
1 eatatfc), diriiriram-
ilota resn;c;i a, oade, encontranlo s-
Miiinjlla, rorneciram um macha-
do ao crimiooiO de morte Ursuiioo, que, com
smeluaote intrummle, teniou evaso, arrom-
1 prfeao que era de madeira.
Intimado porein (la seniiclli por raais de
para qu: tal nao uesse, e como a
Aatoridade p >lieial- > c dado La
dislao Nunes de Souza, assumio, no dia 20
do mez ndo o exercicio de delgalo do muai
cipio de Flores.
Terminacao deprazo0 recolnimen-
to a bocea do cofre dos imposto9 de 40 "/, 30 0
e 20 / sobre o valor locativo de. estabelecimen-
tos coramerciae3 de 25000 por tonelada de alva-
renga, que esli procedendo Recebedoria do
Estado termina hoje impreterivelmeTitc. segn
do nos communicam d'essa reparlij^o.
Que fiquem, pocfcinto, do sobro aviso os inte-
reasadoa.
Teliv;rai:imi retidoA.cha-3'i retido
na estaco telegraphica do Recifo um telcgram-
ma para Valentin. procedente de Macei.
Hataduro> PablieoNesse eslabole
cimento foram abatidas 93 rezes para o consumo
de hoje da cidade do Recife.
Seguros da Russia0 Czar ds Ru-
sia assignou um decreto obrigando todas as
companhias de seguros de vida, funcionando
na ltussia, a pagarem dividendos annuaes sobre
todas as a plices depois de haverem os segura-
dos pago tres premios annuaes.
As companhias americanas representaran!,ao
Departamento de Estado em Wa3hing on, alie
gando que esse decreto violava as liceo{aj que
lies haviam sido concedidas o anno passado
para funecioaarem na Russia.
Parece que^a despeito do que disse o Minis-
tro Gresliam e doi vigorosos protestos do Mi-
nistro Americano em S Petersburgo, o decre-
to do Ciar foi posto em oxeoufiao.
Diz-se que o acto do Governo Russo e uma
modida de proteeso s companhia de seguro
de vida ruasas,
Caso anatmico9s hespanhes rc-
Bistraraffl um extraordinario caso anatmico.
Em .Madrid morreu recentemente, einum hos-
pital um doenie., em consequencia de uma le-
sao do cora<;ao, mas em condig a to especiaos
que foi ordenada a autopsia do cadver.
Com verdadeira sorpre-a vi'am que o tal in-
dividuo linha o coracSio, o pulrao de dom lobu
los, o bago, o silliaco e o pncreas, ao lado di-
reito ; o o pulmao de tres lbulos, o flgado, o
ceg e o appendice vermicular, ao lado es-
querdo.
(ier diier, que havia urna tranapo-iejio eoi.-
ptet 1 do viceras; caso raro, rarissimo. pois a
m nor narta dos autores que tratam tiestas ques-
tdas limitam se a apoatar estas transposigoes
u e nao jeraei, como o cadver apresen-
tava.
lio.nediatamonte depois da autopsia foram
photograpbadas as viceras toraxicas e abJo-
minaes e o cadver remo-id > para o mueu d
c .llegio de Sao Carlos, pira Ihe ser fcito um
estado esqtteJecHco, alim de melhor serem es-
ludados estes casos de teratologa.
CataatroffteaSo dia 29 do mez passado
deu sj no Canad, na aldeia de S. Albans, uma
caslrophc medonha, que quasi enterrou to la a
aldeia -seis uuhas quadradas de ierra sahiram
do seu logar e escorresraram para o leiti do rio
Nessa aldeia havia uma cascata de 150 ps iic
altura, O terreno inmediatamente jacente
formacAo da cascata direita cedeu, e a trra
e as pudras e:i ii -rjn o abysmo da cascata, en-
terrando u:oa serrara c tapando o curso do rio.
Foraia completamente arruinadas sete casas,
licando em afumas enterrados tolos os seus
habitantes.
0 prejuizo calcula-se ser de mais de una mi-
Iho de dollars, isto cerca de o.00:n(MS0 .
Esse desastre fez uma mudanza inteira no
mappa desse districto, havepdo mudado de. tal
modo seis milhas le estrada c os cursos de tre3
rios. que '_ unpossivcl recoihecel-os.
Prouesso BHasa '"gst attraiundo a
allengao publica o processo que est sendo jul-
gado em Roma, do Banco Romino, oceupando o
kin-o dos reos Taulongo. Lazzaroni, Mouzilli e
Agsazi. .
Como se sabe, ha mais de anno c meio, desco-
briram na Italia vanos abusos baucarios, que
algn- jornaes dramaran o pequeo PanamA.
Alarmada a apiniao, interv-:io a polica a do
processo resuilou serem pronunciados c presos
Bernardo Taulongo' Cesare Lazzaroni, Antonio
afoun'lli, Aggazi e outro<, que vo ser julgados
a levea. por estarem homisiados.
Laulongo. senador e governador do banco
durante muitos anno.', e Lazzaroni thesoureiro,
s5o aecusados de terem desviado em diversas
pocas, de Dezembro de 1835 a Janeiro de IS.J.
a somma de I3,0i3,&36 liras (i.U8:l82*i>80,.
Sao lambem aecusados de terem cooperado
para falsificar documentos, alim de occultar o
excesso de cireulaco de notas, de viciar a es-
crintumcao e falsilicar notas do banco em gran-
de quantidade.
Taulongo e anda aecusado de ter apresen-
tad > relatnos falsos sobre a situagao do bin-o
c ter distribuido aos accionistas dividendos que
nao procediam de operagOes legaes.
Mauzlli, chefe de urna reparligao do Ministe-
rio da Agricultura, foi condemnado por ter acei-
tado fri.O liras tlO.-ihOi'O) para execugo de
ordens illegaes e Aggazi aecusado de ter fi-
cado com 27,0> 0 liras (ifiOJi'WO), no exercicio
de suas fuHcgOes de cobrador do banco.
Lyeeu de rlese OiUi-ios\ biblio-
teca desse cstabelecimento foi frequentada du-
rante a quizena ultima por 228 pessoas que con-
sultaram 237 obras em 2.9 voluntes, assira clas-
sificndas :
Jornaes e Revistas 110
Litteratura 10
Lingistica 33
Historia e Geographia 2o
Mathemalicas 2_>
l'hilosophia 5
Encyclopedia
poldo A. da Silveira, da Agencia Litleraria, a
qu:m agradecemos.
Inspectora do Z. "dlstrleto naarl
timoRecife, 3"de Junho do t89.
Boletim metereologico
lloras. Term centi- Barmetro Tenso do Hiimi'
grado faCfi)
6 h. 2i,'3 759-19
9-. 24.'6 7o9-,9i
12 . 2i<-8 738-.91
3 t. J4,6 7S7-.5
6 2i/0 75S-0I
vapor
19,96
20,77
21,37
21,92
21,68
dade-
87
89
ai
92
98
Temperatura minima 2i,00
Temperatura mxima 27,00
Evanoragao era 2i horas ao sol i."0
Chuva tO^o.
Direcgao do vento SW de meia noitc ate b.
15 ra. da manha, NW at 2 h 25 m., ESl ate
7 b. 29 ra. SW at 10 h. 33 m., S at 11 h.,
SSW e 3W alternador al 0 h. 17 m. da tarde,
SSE al 0 h. 49 m., SE at 2 h. oi m ESE at
6 h. 0 m., E at 8 h. 2> m S at 8 h. iO m ,
SSE at Wi. 00 m., ESS ale 10 h 0 m S al
10 li. II ra., SSW at (0 h. ol ra.SW at raen
noite.
Velocidade media do vento 2m31 por se-
gundo
Nebulosidade media 0,99.
Boletim do Porto
Pr'a-mar ou Das Horas Altura
baixa-mar
P. M. 3 de Junho 10-h- 21 da m 0-3-i
B. M.
3 de Junho i-h- 30 da t. J.-43
Casa de Detesieo -Movimento do?
presos da Casa de Deteng.'io do Recife Estado
d: Pernambuco. em 3 de Junho de 189i :
Existiam .
Enlrarara .
Saturara .
Existera .
A saber:
Nacionaes. .
Mulheres .
Estrangeiios .
Mulheres .
Total .
Arrasoados .
Hons .
Doeates .
Loucos. .
Louca... .
4i%
7
0
i3o
4i8
12
15
0
35
421
400
17
3
1
2I
Religio
2
237
Pela respectiva ledaegao foram offerecidos os
dois primeiros nmeros d'.l Imprensa.
Continua essa bibliotheca a ser franqueada
diariamente ao publico.
Casamento elvl!0 e crivo de casa-
neuios que ruucciona nos districtos do Recife.
Sanio Antonio, S Jos e Afogados, aftisou ni
repartigo do legistro de Casaraentos a ra do
Imperador n 7-5 t- andar, editaes de proda
mas de casamentos des seguintcs ccntra'ienles :
Segunda publicarlo
Liberato Ouarte B; i lo, artista, om Jovita
ilv'mpia do Bora:im Fcireira, s lt-iros, natu-
raJs oeste Htalo e residentes 111 -reue/iade
3. Jos. n t
.lofio Bipsla Furlado, empregado nicom-
mercio residente na fraguaaia d-> Pogo, com
Idalioa ZulmiraAlves deAraujo, residente nfre-
te h Santo Antonio, solteiros e nalur.es
leste Estado. .
FranciseoCathariao das uhagas, artista, com
Igripina Maria da Conceigao, soUeirO', uaturaes
Sslado e residentes na freg) de 9
Jos.
Jacob Jos Martins residente na fraguezu dj
Santo Antonio, coai Francisca Mana da L.onci-
go. residente na cidale de Goyanna, sol tetro i
e naturaes deste Estado.
Jo'io Alves de Freitas, solteiro, natural de
Portugal, commerciante, com Auna daCuulii
Dias Torr:s, viuva, natural deste Estado, rasi
dentes na fragmia d; Santo Antonio
Jos Luiz Farreira de Araujo, empregado pu-
blico, r rilente natreguizia de Santo Antonio,
com Adelaide Guilheronlna da Ponseea Bm- .
residen!- na freguezia do Recife, soltoirose na-
daste "stai'o.
__fj cscn*So de casamentos da "oa-Vista.
Graca, Poco e Varzea, afBxou no dia i do
crente, wt repartigo do registro, roa do
Imperador n- 41. andar, editaes de procla-
mas de ca?ameatos dos sejrajnateecentrafccntos
Seguida publicago
AiUir.i Marques da Silva, commerciunte, rest
dente na rregu->ia de Sna'o Antonio, fom Anto-
nia' Maraes da Silva, residente na fregara da
Boa-Vista, solteiros e naturaes deste Estado.
Pedro do Reg) Chaves, cnpregado nonrn-
Oicrcro, rcsilenl" na freguezia de 5. to*\ to n
aira Franco da Cunta, resid-ots nifre-
fita, solteiros e naturass deste
Estado.
Mauoel Bonifacio de Sou'aOaedss, cabo do
isqn-nlra do U" hatalhao di infa.taria, co.u
francisca Maiia dos Santos Di n neyu, viuva, e
iquelic solleiro, residmtcs na freguezia da 13oa-
Vista.
Tra ;nila"p.-i d'3 dota -D esse njtavel
romance de Xavier d > Montepiu, recebamos os
asnculo? ^. 22 e 23 porioteimedio do Sr. Leo-
Total .......
Movimento da enfermara :
Te ve baixa :
Adolpho Candido Ferreira.
Tiveram alta:
Jos Alfredo oa Parias Machado.
Avelino Francisco de Figueiredo vulgo Caballito.
Hospital Pedro S! -O movimento desse
estabelec.mcnto a cargo da Santa Casa de Mi-
sericordia do Recife, no dia 3 de Junho foi o
seguiute :
Entrarara..... 13
Sahiram..... 7
Fallecern! .... 3
Existen!..... 766
Foram visitadas as enfermarlas pelos seguio-
tes mdicos :
Dr. Barros Sobrinho, entrou s 6 1,2 da ma-
nh e sahio s 8.
Or. Malaquias, entrou s 11 1/2 da manba e sa-
hio s 12.
Dr. Siraoes Barbosa, entrou s 10 3/1 da raa-
nh csatiiu as II 1/4.
Or. erardo, entrou as 9 1/2 da manha e sa-
bio s 10.
Or. Amobio Marques, entrou s 10 da ma-
nha e sahio s II.
D-. Lopes Pessoa, entrou s 8 3,i da manh
p sih'o A^ 9
Da. Vieini da Cunha, entrou s 11 dama
nh' e sahio s 12 3/4-
Dr. Bastos de Oliveira, entrou s 10 3/4 da
ma .ha e sahio s U 1'4.
>r. Tavares de Mello, entrou s 7 da ma-
nha e sahio s 7 1/2.
Ajudante do pharraaceuco, entrou s 7
da mnuha e sahio as o da tarde.
Cemiterio PablieoObituario do dia
de Junh" de 1894-
JoannaBelarmina de Macedo, Pernambuco. 74
anuos, casada; Varzea.
Carlos, Pernambuco, 7 inezes; Santo Antonio.
Maria Seuh'-rin a de Sant'Amii, Pernambuco,
42 annos, casada; Recife.
Jco Vieira di Mellp, Pernambuco, 2 annos,
solleiro; S. Jos
Joanna Maria de Sant'Anna, Pernambuco; 7
dias; Boa-Vista.
Mana Juvelioa de Barros Quinteiro, Pernam-
buco, 31 annos, viuva; Boa-Vista.
Luisa de Franca de Jess, Pernambuco, 40 an-
nos, solteira, Boa"-Vista.
Theresa Maria de Jesns, Pernambuco, 53 an-
nos. viuva; Boa-Vista.
Joo BaQtifU das Heves, Parahyba, 70 annos,
casado. Boa-Vista.
J .aauim Fagu ides de Castro Delgado, Per-
nambuco, 46 anuos, casado, Graca.
- 3 -
Ceme' tina Alves Aguiar, Pernambuco, 51 an-
nos cisada; S. Jos.
Rufino de Moura Pimcntel, Pernambuco, 48 an-
nos, casado; Recife.
Manoel Francisco Tavares, Pernambuco, 41
annos, casado; Boa-Visla.
Maria. '-ernambuco, 4 horas; Bca-visla.
Rosalioa Baptista dos Sanios, Pernambuco, 27
annos, casada; Boa Visla.
Malheus Florant L'honneur, Blgica, 73 annos,
casado; Graga
Joaquira Francisco da Silva Jnior, Pernam-
buco. 29 annos, solleiro; Boa-Vista.
Maria Ignacia Siraoes, Pernambuco, 17 annos,
solteira; Santo Antonio.
Elpidio, Pernambuco, 9 raezes; Boa Vista.
Luiza, Pernambuco, 2 dias; Afogidos.
Zosina Valeriana Baptista. Pernambuco. 4 me-
zcs; Boa-Vista.
Arman lo, Pernambuco, 9 raezes, santo An-
tonio.
Joanm, Pernambuco, I mez; Santo Antonio.
Apolinana Maria da Conceigo, Pernambuco,
20 auno->, solteira, Boa-Vista.
Bernr.rdino Felippe da Silva, Pernambuco, 30
annos, casado; Boa- Vista.
Albino Litis, Pernambuco, 6) annos, solteira,
Boa-Vista.
movimeuto a Trujano, cincoenta annos
depois, n'um relatorio que foi conservado.
Como admittir alias que a crenca n'um
mytho bastasse para inspirar aos primei-
ros christaos tanto enthusiasmo, coragem,
firmeza em presenca da morte, que lh.es
dsse os m3os de derribar o Paganismo,
de apossar-so do Imperio romano de
seculo em sculo, de invarlir todas as na-
9"e3 civilisadas ? Nao e certainente sobre
uma ficcSo que se funda uma religSo que
dura vinta sculos e revoluciona meio
mundo. E se remontar mis da immensi-
dade dos effeitos potencia das cousas que
os produziram, pde-se dizer com certeza
que encontraremos sempre uma parsonn-
1 dade eminente na Qrigem d'uma grande
ideia.
Quanto s theorias, que fazem de Josus
ou uma das tres pessas da Trindade ; ou
um ser puramente fluidico, parecem to
pouco fundadas uma como a outra [l).
Pronunciando estas palavras : c Pai meu
se possivel, passe de mim este calix ,
Jess ravelou-se qomem, sujeito ao temor
e aos deslalecimentos
Jess, como nos, sofie.11, cliorou, e esta
fraqueza toda hnman.i, ipproximando-nos
d'elle, fal-o ainda mais nosso irmo e
t^rna o seu exemplo e as suas virtudes
mais adrairaveis anda.
(Contina).
(1) Discord um tanto do author sobre
este ponto.
(Nota do traductor).
piein gao delxoo de ser locloldo nes'a s?cgSo
du Diario ?m sos edlgo de domingo.
DIRBYCLU3
A isiripco da corrija de Dom n?o prximo
no prado da Estancia encerra-ae hoja.
INDICACOES TEK
SPORT
n imvp.vi
iu
BT
A Vida depois ds Morte
rou
LEO I DE 'IS
Iradufo de Pedro d'Able
PRMEIRA PARTE
Vi0 C'insftauisni)
(Continiia(ao)
Certos authores tem negado a existen-
cia do C'aristo c attribaido a trad coes an-
terioras ou imaginicao oriental tuio
quanto foi escripto a son respeito. Um
movimento de opiniao prodozio-se n'essa
sentido, t.nl 111:0 a relazir s pcopor^o;
de leula as origaas do ChristUnismo.
E' verdade qin o Hoto Testamento con-
tm muitos erros.
Alguna acontecimont >s que ella relata
acho-se n-i liistoria d'oittrot .povos anti-
PiMdo {ara 1 taba tan
16 1 o: rila
No domingo effe.'iuau s; essa corrida da raa
do Hippo romo a C* upaG-n ic.
Ive-rioso CO' o unnif>'stou-S4 aquelle dio.
rj-eDiio-be a reeniSo rtefsa circomsian .la, j
por Bnconr-;be a coa 'u-renca, \l pa' nrar lu-
4 sj.T..<:0i idide q m n hjn Jia jommonlca A
joag(ir e keteniaiaio.
g ki Uto e assnn "n u-r ', mais eapeclalrjer.-
Id ce 8 1.6'ila 00: dixeriim n oa hlppicos, a qne
1 cha a &z perder a >a> lougmia, aborreceniu
sos sjocorreotei.
A corno, uois. |ai pv'm-ttia oelo pro?'am-
i e neU iuseripg.1i re lisa U un piaa enpj
divertida, de:*oa rtn i,- e te carao ei i 1. '.enjameole. Todavm, uievi nentou se le^alir-
a ,; i, sea iacidit i maior e com a animagao
jorrespoadeoie a' coneaieiMa.
Compre lazer om jns iga.
A clicva qae aecusamos, l-'ve ler Helo o seu
li >o boa ; porqae, s a'g .m ouj uoave-, eiu
o lavoa.
Pd83emo8 a's carreiras, cujos resu ti los foram
i- pjreoIaicioI Oi'O netres-Aninaes de
PerniiEt'U'o qae nSo tennara ao o p'ercioa nos
praaos no R- ifrt. couun 11 n oau vi lor >
premios: zo^JOOJ jo 1-, 51*9)0 ao 2 e 23*000
.0 3/
vi. 111 180*06, mo.ialo no: C nnvaiTe, 5i & >. 1"
Zuz-, ueui p>r L. (JMBeo, oi k' 2
A'iouaLMn 2 iiieui por P. Aiexiu r n, 54
k's 3
Tempj : 78"
H>t-io naa poi 1-s: Mouris-a-o -m 1*34*800
e em i 93000 ; Z HurimviiM das poule-1 : Circula am 4!0 1|3
Hm |- J79 eem i 1411|5, ni sommi de.....
1:101*000.
2- paree-II .ipjl'omo do CaooiG-ande
150 ii>et'0 Viii.uies d* PiTnain U-o. P.e-
ki .s : 250 03 ao 1 50*)0J ao 8 a 25*OOJ ao
3-
Aly ^op.ier. moatida por M- Mardas, 52
k.8, *
Ta-io-e. dem n.>r J- Campo-, 52 kt 2"
Tarca 9-, i I m po- H. RosejJ>, 5i k s. 3
Te^U'0: 91"
Rau-i-i iid.-i poales: A'ly topereml" ....
1330O.
Jlovimeatoda3 pooleaCTCUlaraia 364 someole
mi-, na-> teolj oavido j >go em i, na eomma
de 1:820*001.
3- pjreo I nrea^a Pernaubojana 1.400
me-u8 dii iraoAii n^e ae p^mumbaLo.
tvouio : 300*000ao I 60*90.1 ao e 30* O
013 Miseolio, motilado por P. AliXaoJriue, 54
aiks. *
,1 ,'j, dem por M. M-riins, (8 k'i 2-
i-j.a, 1 em t> i. aopas, 56 na. 3-
Teiniw : 10?"
K-t-^'o 101 ponls : Hi eu 2- 16*100; >9fo era 2- il*C0J
M > ifn^iii.i das i"Ujh: Cicul>ram 543 2,5,
em I 401 e em 2- 144 2|5, uj sj nm 1 de .
2:7275-09.
4,* pare>o-Darbyjlub de Peroaiboco1,250
me ro lmaYop Aoimaes P-m na: 30)*1.* ao i#, 60*000 o l' e 30*
ao 3".
Pifjmoo,-m jalado por Jos Marcelino, 53
k los *'
Bisnarck 2', idem por M. Rt "o\ 59 k -
los *
forco 1, dem por M. MriQ),48k-
los ?
Tampo: 93".
Ileii d poetes : Piernn em I 35*301 e
em Io 85900; Bi8mar.:k 2 em 2* 8*iOO.
Miv-meuto ia pjnles : Clrcjlaraa: 653 9 2/5,
m I 527 e eui 2* 125 e 2,5, na sera na Ue
2:267*000.
> 5> preo-Pornaxbaco 1,2K) m't'O'-Ai;
ma J "e Pernambuco. Prem s: v50*K0 no
l, 59*000 ao 2o a 23*000 .0 3o-
To.lo", moQial por P. Qi roz. 51 k-
los *'
lirat', i lem p:ir a lavarro, 52 klos 2
M.l i 1. i'-" ojr Jufto Cin.oi.5i kiloi 3
''' b|w: 9"-
R.tei. d* ponas: Toulm m T 13*;00
en 2 7*7C0; Pirita em % 79!9
vo-im-ntn das paules: i.-ca a-:am 018 e
2/5 Km 1-440 e em 2- 98 e f/3 :>a somM de
':r*i00.
6- oireo-Paalo Peroamba an.i, I.8K) meirou
-Uandeip Vi. mes de P. rnm'>u:o. P'-
.: 49140J0 Mi', 80*:00 a. 2 40*000
o 3*. ... mi
A rj-f, ra ma le per faSa ui b?i ,31 k-
las .
.Sipolitin'. Hem por M. Ran 3, 32 k ^
i*:. ooi'H- 'lem por Ni.ol'.o, 32 Wj 3
T ninj: 131'. n,
Bateoda* poaie* : Atl-nlcn 1- 9i CO oe-n
i Sil, Napolitano em 2- 5*500.
aovimantj das ponlfd: Cwjlara 37i
V". em I- 317 a e 2- 47 fc/1 aa sj am di:
1:874*0.
Medir*
O Dr, Berardo mdico e oculista do
hospital Pedro 2 tem consultorio -1 roa
do oin Jess n- 9. 1. andar. Residen-
cia : ra Real da Torre n. 29. lolephoue
n. 366
Dr. Sd Perexra, ra da Imperatriz n
li, d consultas medico-cirurgicas todo?
os dia3 das 8 i meio dia, menos nos
domingos e dias santiGcados.
Dr. Amaro Wanderley, Mulou
consultorio para a ra Duque de Cavias
a. 74 1. andar, onde d consultas de
11 horas, da manha 1 hora d.i tarde,
Residencia Rta Direita n- 41
Afosados.
Dr, Joaquim Loureiro medico partei
10, consultorio ra du Oadug n. 14,
resideacis na Casa ?orle n, 5, casa t
azulejo, defronti* da igreja da Campia.
O Dr. Simplicio Mavignier tem c
?eu cousultorio ra Mrquez de Qliodi.
a. 27 primeiro andar.
Especialidades.Molestias do appare-
Iho respiratorio, fabre e da pe le.
Consultas das 9 as 11 na pbarmaci<
Derva, largo do Terco e era seu con
"orio das 12 s 3 da tarde.
ResidenciaRa do Hospicio n. 41.
Chamados a qualquer hora e por es-
e.ripto.
Telophone n .566.
Dr. Pe>eira da Suva chegado de
Parta ; com pratica as clnicas de Whe-
cker e Lando!!, d consultas de I s 4
horas da tarde a ra do Imperador c.
63 primeiro andar.
Telephone n. 588. Residencia Ca-
xang.
O Dr, Lobo Hoscoso d consultas em
roa casa ra da Gloria d. 39 d:is ll
horas da manh 1 da tarde. Achan
do-se fra do ser vico publico offerece-s<'
para acudir a quiquer chamado com
promptido para fora da cidade. Espe-
alidiade, operaces, partos e molestiasc
de senhoras e meninos.
Clnica de molestias de olhns
ouvldos e nariz.
O Dr. Pedro Puntual, ex-chefe de di-
oica do professor Wecker, de volla de
sua viagem a Europa, tem seu consulto-
rio ra Nova n. 18. primeiro andar.
Consullas de 1 s 4 da tarde.
Telephone o. 539.
Dragaras
Braga $ Michado. Deposito de to-
da i as especia: idades pharinaceulicas,
tintas, drogas, productos cbimicos e ou-
tros medicamentos hoeopathicos, ra
La rea do Rosario n. 34.
Faria Sobrinho &C, droguistas por
taacadi. ra do Mrquez de Olioda.n 14
Gmmar&es Braga & C. Deposito
de Drogas e productos chimicos, espe-
cialidades Pharmaceuticas, medicamen-
tos hoinoopatie-as e tintas, leos, pin-
ceis etc., etc. Ra do Mrquez de Olin-
da n. 60.
Oftcnllstas
Dr. Brrelo Sampio, oceulista, da
consultas de 1 s 4 horas uo primeiro
andar da roa do Bario da Vietorn u
51.
Residencia a ra Seto d i S-rtambr o u
34, entrada pela ra da Saadido n. 52
PUBLISICOIS \ PEDIDO
;os, e certoa
factos attribnkfcs a Cliristo
Os abaixo assignados resolyeram or-
ganisar nesta cidade uma associago ano-
nyma sob a denominaclo de Coopera-
tiva Popular para o commercio de gene-
ros alimenticias e fornecimento de ou-
tras merc^dorias e convidam a todos os
representantes das classes operaras,
funecionarios pblicos, advogados, soli-
citadores a adherirem ao mesmo pensa-
mento de accordo com as bases do pros-
pecto que breve ser publicado.
Recife, 4 de Junho de 1894.
Francisco Teixeira de S.
Jos Juliao Rigueira Pinti de Souza.
Jos Candido de Moraes.
Pedro Alves de Souza Brazil.
Tranquilino dos Santos Castalio Branco,
J. H. de Oliveira Amaral,
Jos Antonio de Almeida Cunha.
Jos Candido Fonseca We Medeiros.
Amaro Tavares Continno.
Pedro J. de Oliveira Pernambuco.
Feliciano Andr Gomes.
Arthur de Mello.
Jos Nodden de Almeida Pinto.
Alfredo Gomes.
iros Ani-
"aram igualmente na vi la de Krishna e
na de Hirus.
Mas,por outro lal>, exUteaa numjro-
sas provas histricas da existencia -ie.Jesus
de Nizareth, e essas provas sao tanto
mws po-enptorias quuit) nos sao frn
cidas pelos proprios adversap03 db Chris-
tianismo.
Todos QJ rabinos israelisUs r*c>nh;
C3m aquela ciistencia. OTa'mul d'el'a
falla uestes termos:
Na vespera da Paschia, Jesiu foi
crucificado por ter-se entrgalo magri
e aos sortilegios.
Ta ito e Suetomo menjionam tambem o
su^plicio de Jess e o desonvolvimanto
rpido das ideas ehriatas. Plinio, Mojo,
governador da Bithymia, d noticia d'estc
7- p.rjo-L>'aoanci 1,100 niros-A
tnaes rf* PdroamOaw. frtv**-: 250* UO
1-.5 *00 ..2-e23*00Oao3 .
Palropoli 2-, mootadj pjr A. de Frinji,
S0tjciio, Ufen porM. r ios, 5! k
''" 1
T inio'O, td.'tn po- io Mrce.i 1 oi k -
los
Teap-: 85'\
Ritio Ij< pia'-'s:
Estado de Ala;as
n
A ADMJNISTRABO DO DR. ".VBINO
SOURO
i Servio de base a extinrcao do rororao de>
I Dr. Araujo Ges o haver adherido ao ola* de
Balado da 3 de Novemliro de 1891 e portaMo
incorapalivel com os intuitos da niula>;te de
do mismo mez dirigida pelo cnttoalfilaata
Custodio Jos de Mello, e por for?a da qaai -
suinu a alia administrac&o da Repblica o 1
prisidente Manchal Flonano Pcixuln
Foi substituido o Dr Araujo Gcs por aaM
Junta Governativa provisoria, a qual rhinma u
Barto de Traip, Prosidente do Senado e or-
tanto substituto I ^d do \ire-}.'verna'lor. seinl .
ao mesmo lempo convocado o Congreso Esta-
dual.
E preciso, porm, ponderar i|u o 1 freno
Kstadoal do Alagoas n.'io foi dissolxido. 'ao
surcedea com os demais Kslados, rnjos poleres
xantivo e legilaliva adheriram
Esta lo de 3 d 1 Novembr>. a que no> ref Timos
cima.
II 'un lo o Congresso Estadoal. 1 mosmo elegeu o coronel Pedro Paulino c Iir. Maeoel
de Araujo ioes para os cargos d-; governador e
vico governador, roonheceu e decretrou I
nuncia do Dr. Araujo loes. declarando ..
governo do Estado, inanlanl ->. proceder
nova oleicio.
Assun. vago o governo eslalual"
lidias ops a posse do primeiro go\ema coslitucional. sena contra o espint> da I 1 e
absourdo se ontinuasse a adiuinislracio u
mito de substitutos variav is. o que *' coeHr.;
todas as pHMM e preceitos <;oii>litiicii(ia -
VeriHcada il :sle molo a 11 cessida l -le nata
uova elriciio pelo nico poder o>ui(M>tenle par
iut -rprelar aOmstitu.rfto o 1.
se proceder respectiva elcicao petaiMaw o>-
tabelecida no art 36 da Coiistilu rao
Era. pois. a segunda eleiyao qu s<' tinlu
proceder, primeira pe) svst-ma dir cto.
ram eleitos simultanea 111 mi: n Ii itibiivi 1
zouro e Bara> ile Traipn. M -ni 1 lor aqu-ll' c
vice governador o ultimo.
Nina elcicao foi esta, procedida ir nm 11 >v
svstema. e portanto iniciou o Ir. zouro o novj peverns a 25 de M-in;o de I8M
principiando dest'arte lmili a perioato
gnveruamental do lr.-s aun .s. oni.i 1 1- d
da posse. segundo preccitua o art 51 la .11 *
ma Constituirn
Nestas condices, expiit o periodo do lr 1
bino Ue zouro iniprorogav'elmenlc no lia 45 1
ilaryo de 1894, devendo -se proceder NBB
va eleir.ia 45 da Xovembro 'lesle aniKi. qn.
tro me/es antes, confenne tambem fslihJic
o art. 55, Cap. II.
Descri|to como fica o cortejo de i-irrumsUu-
cias qu: precedeu c | resid a ele;** 4o
secundo governador conslilii'joiiil. hslnriatf*>.
os acontecimoiitos. em sua 'Til'-nosa Bfl
qo com a le bsica do Esiado eonsi-i
seiivolvimonto da importuna quitan qu
conveniencias parlidarias fizernm agitar mi Ba-
ta.lo. procurando prival-o do fecundo
do Dr. Uabino Uezouro
Proseguiremos. _
A ponts
Sun a (iosIus. bradaiiKis t.-imlioin la-
zendo coto com n patritico ciiilurial A
Jornal do Recife.
A postos contra a prclenco de >u-
bordmar-se o altivo Pcrnamluc< ao
Estado de Alagdat, confoniM* se vi-
dencia do recente decreto siiMiridintlo
a estrada Snl Pernambuco.
Convem antes d' ludo chamar a !-
tencao de lodos para o seguint':
Quando se procurou. ha dous annos,
mais uma ver encaminhar par 1 o Norte
do Brazil a iinmigravao cun|M;a foi no-
meado presidente da conimissa encar-
regad 1 da propaganda para os estado
entre Alagas e Gear o honrad Go-
verna or de Alagas, Dr. (Jabino Be-
sotiro.
O resultado dess;i commisso oi a or-
ganisacao de dados estatisticosc de urna
carta chorogra[hica do visinln estado
de AlagRS.
Nesta carta, rubricada e portaaeo au-
Ih-nticada pelo Dr. Gabino Besow. o*
municipios de Correles, Bom Coa^dho
e parte do de Aguas Bellas, tiguram em
um* zona que alli c$Ui inscripto coajat
terreno litigioso.
Tanto importa dizer que Al igs pre-
tende nao serem pernamhucan s os m-
nicipios citados...
Agora, lemb c-se qu- se faz partir
Barra de Canhto, em Alagas a pro-
j--ctada via-ferrea com direceo a tor-
rentes, Bom Gonsclho e Aguas BelLas, e
que se d a essa Ierro via > nome de
estrada de ferio Sorte de Afajixn. e
conclue-se...
........
A poslos. pois. pernambuc mos.
Frei *
BE
-
r. 1 u e.nn-i. -i
eni'-'p/rojrisS-e Sj^I ^ >'. ^'' f*l
liOdenn I7*!00, e aja '-i "- 1 l Jj*iw
ea-ni' i'.i'i).
Mivin-:ii> ias oaa'ea: C wr-ia > > e
fc/5,-1 1-391 .enl- l ^'3- **
3:579*0 0. -
Ca das apoaias : B.n f-0 3 k o-a cij)
p.a.iu:li ooinou i qnioiu te w *m-
Nao correram no l- pire) O.Jias'o, no e
4- N b.bo 1 no 6- Bo'Olly e G .' y.
0 forfit dsstes ires altlmo uliarte* a tard-
iSiDDado fol-nos eommoaiMd -rii-emoi
di ttojpo le no-Hil-o; ma parmciiea ew
Bstabilecef as bases e senciaes onde devem
se firmar as argumentaras sobre as magnas
quist;s* que aTeclain os retes interess3s da
S)C:daJ; seno um daver, ao menos mdis-
B osavdl ao jornaliSta que, alliyio as lucias par-
t larias, apr< ca os factos sob seus verdade1 W
prismas.
AnUs di encetarmos, pois, a discuss.'w sobre
o termino do periodo governamental 010 nosso
vuiiilio libado de .Vlagoas, urge apreciar am
que coudi33 assumiu-o Dr. Gabino Bezouro
a administrago daquelle Esta lo.
Havendo reeunciado o alto ",cargo de Presi-
dente da Repblica o inclyto Marechal Deodoro
em 23 de Novcmbro de 891, deixon, n itural-
mente toreado pelo imperio das circumstuicias,
a admiuislrasao do Estado o Dr. Manuel de
Araujo Ges, vice-governador que, em face Constituiso succadora ao governador coronel'
Pedro Paulino, que tambem haa renuncia lo
anteriormente.
Ambos foram elaitos pelo pierna indirecto
do accordo cm o art. 1 S DiposicOea
'transilorias da CoQStituic? o Estadoal.
Xewn Ywk IM9
Pede-se ao Sr. gerente la Succarsal lambuco qa 1 aproveil > P11" nee'^
rar pelos jornaes os MMBee lo- agent-s ja
ram o desfalque de .'/
prometlen e csU na restricta aafr -
zelo devoudo a isto obrigal-o o
Alj k' r
----------------------------^----------------
>'c\\ York Ufe
Me responda meu ben inlio
Meu querido e charo ente
Se de junta do commercio
Poste uiu da entao supplente.
l'os se lal acoot-ceaae
Morr-ria de r-p -ule
O coavaercio. sr iu fuetes
esla-junta irr-.de.ilc.
t m la****
MHthema'icus lilemeafarc
e E cnptuia^ao Mecaii-t
Mi.
Venancio Labatat tem cooif gnido
-e MtcH'dae m tarit --fio to
vi' iv uu ade U no nei*
UcrmUKil. ff-ndo.qua mt
-i orpp-atky 'aeiielra _.
jgc cram coaipletamaoie eatrea** m w
Om cemmeaciaea.
'..ntir.aa le;cionsr
I Da o* e. liaata* o 71.
ira
m
PBJIfff-1'" *?" l*aPt^ ***
i
amvt.
r*1 11


4
e*
MH retfaiva l?wgT*r 5 4* huIi<> <* 1SJM
A EQUITATIVA
SocieMg Iitn flo Segorat fle Yiia ios Mijs-*
I23-S;::iABLB UFE AKW3ASE-S3SIIT OF T28 110 STATES
vigeates
Activo
Excedente
Renda annual.
Riscos do vos.
Total dos riscos
Pago por sinistrcs e dotaco<;* ven-
cidas desde a organisacao da
Sociedade......
loforma^SM e pro*peo ALBIftT FABJBON,
Inspector de afeada.
Doarg 169 .056,506,00
# 32.366,750,00
% 42.022,605,00
205.280,227,00
f 032.532,577,00
| 192.572,734,00
JOS DE CASTRO PAES BARRETT O
SOB-GEREMTB
44-Ra do Commercio--44
if
1"
3
SI
C3
a
xer que toraarai a ver esta cidade, da qual,
mais urna vez, levo' to gratas recordac&es, e
toraarai a apertar a mao d'aquelles que me
distinguiram com a sua estima.
Esperando que em breve terei este prazer,
fago pela presente as minhas despedidas, urna
vei que nao posso dirigir-mo a todos pessoal-
mente.
2-6-94.
ViUoria Sulli.
o
3
-3
-VO
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w i.
II

Elcicao
Dos devotos que tem de festejar oglo-
r oso S Gonzalo de Amarante na Igreja
do Bom-Fim em Olinda, no anno de 1894
1895.
Juiz
Manoel F. de Christo Leal.
Escrivao
JoSo Gualberto de Oliveira.
Thesoureiro
Jos de Oliveira Ferrer.
Procurador Geral
Arthur Leopoldo Nunes de Mello.
Primeiro Procurador
Alfredo Augusto de Queiroz.
Segundo Procurador
Manoel Joaquim dos Santos.
Juiza por eleicao
Exma. Sra. ,D. Joanna Deolinda Rodri-
gues,
Escriva por eleicio
Exma. Sra D. Mara do Carino deSou-
za Matta.
Juizes por devocao
Os Sra. :
i Miguel Figueira Faria Sobrinho
Manoel Francisco de Assis.
Antonio Correia de Olivera.
Dionisio Maciel Monteiro.
Agradecimiento e despedida
A' impreasa pernambucana, a todos aquelles
que sempre me acolberam gentilmente, com es- "lu"w "^J "sr-
pecialidade s illustres familias que vivem Jos -stanislu daOunna.
neste solo hospitaleiro e generoso, venlio pela Arthur Osear de Britto.
imprensa, patentear a minha sincera e eterna Juvenci de Oliveira Franja.
8!llsdemoc6es que sent as noites de 8 e 101 Juizas por devoS5o
de Maio, nunca se apagarlo de minha memoria,' As bxmas. bras. D :
e quer por forca de contracto, quer como sim- Mara Enedina Accyolis Ramos,
pies visitante, ser sempre com immenso pra- Amelia Correia de Oliveira.
COMERCIO
D. da S.l-.a Cnamo e comp., 1
a Christiaoi
1 a A. de
Flora Januaria de Luna.
Mara Julia da Silva Braga.
Mara Magdalena dos Santos.
Sarah Cardozo.
Olindina Nogueir.
Auna Brilb.au te Souto Maior.
Mara ErvargUta da Morao Montar-
royos.
Julia Honorina Daolinda Costa
Izabel Januaria de Oliveira Ferrr.
EaMrivSas por davogio
Os Sra. :
JqA U acial Montso.
Jos Targino de Araujo.
Mario Figueira de Menezea.
Innocencio da Cunba Goyana.
Genesio de Figueira Faria.
Luiz EstevSo de Oliveira.
Arthur Candido daa Nev Fernandea
Antonio Synphronio de Luna Filho.
Escrivaea por devocao
As Exmas. Sras. DD. :
Lydia Izabel Parias de Texeira.
Constancia Julia de Oliveira.
Laura Ferreira da Silva.
Emilia Mamede daTrindade.
Eliza Francisca Nigro.
Mara das Dore.
Amelia da Silva Manguinho.
Mara Rufina da Costa.
Amelia Augusta Rangel.
Felina de Moraes Freitas
Mara Leopoldina Cavalcante f arques.
Mara Salust'anna da Silva.
Virginia Mana Vieira de Mello.
Felisbella Candida Ramos Bustorff.
Virina Augusta da Christo Leal.
Laura de Castro Rodrigues.
Maria da Gloria Nunes de Mello.
Mordomos
OsSrs.
Alberto Ferreira da Rocha Leal.
Jos Hermes Deolinda Costa.
Jos Theodorio de Freitas CosU.
Jos Augusto da Silva Braga.
Claudio Francisco Nigro.
Antonio Bernardo Ferreira Borges.
Manoel do Nascimento Pereira Machado.
Mordomas
As Exmaa. Sras. DD. :
Amelia Nogueir a.
Joanna da Cruz Pereira.
Amelia Luzia da Silva.
Euladia Luzia Bustoffr
Candida Julia Cavalcante Marques.
Elisia Angelina Deolinda Costa.
Mar Emilia Ribeiro.
Maria do Carmo Ramos Vallenca -
Amelia Leopoldina de Mello.
Anna Francisca da Costa.
Baselianna Vieira de Mello.
Olinda, 3) de Maio de 1894.
Capella de S. Vice.it-3 d
Paulo
Re.acSo daa canslas reeebldas
para a <"im la te Vlciute ne Paula do
Collegl da listancla
i joaii aica )
Trasporte 18:7^3*000
J iaqn m Ferreira das Naves Gol-
maraes 1*000
J.ao Aatoaio lt'nO
AIDliO 101-8 *"O
Bernardlao Gomes Maia 0 0
Isa CosasMercial de Peraasa-
bneo
CoTACClS OfFICIAKI DA JUNTA DOS COC-
BBTOBES
Praca do Recife, 4 de Junao de 1894.
>c boavecotaclo.
O presidente,
Augusto Pialo de Lemos.
0 ecretario,
Aatooio Leonardo Rodrigues.
cu sabio
P1AQA DO BICIFB
Os Bancos ab.lram com a laxa de 91/4 sobre .
Landres, couie-vandc-?e o mercado parilieado. |
Em papel particular noconelou irseeaccSo,
otaeSea de generes
Para o agricultor
ASSUCAR
CelQaa por 15 kilos. 6.800
Branco dem dem .... U500 a 5*800
Someooa, idemdem. 3-90) i 4SO0O
Mascavado dem dem U9M 3*060
Braio melauo......3*300 s 2*500
Retace idem dem .... I900 a 3*S0O
Algodo
Fifram-se pequeos negocios a 12*100 por
15 k'.Ios.
alI
?or pipa de 180 tUte< 355*000.
Afaardente
Por ""ipa de 480 litros 187*000
Coaros
5 Yerdc-s 485 reis.
arnasi9>a
Gota-se de 12* a 20*000 por 15 klloe.
Tel
Coisisos nominal a 130*000 por pipa.
AlfOM Cfcb j
'wi* i*-* 4* ftktlo Cotia
A loM fe Ua"ro
Pug Unt'i
Pit i* Crtao e ap.
JabOM
CubjMtf o kUm
Vi* L' r*i e Oliie;r
iiu> Jj. d Oliveira
tUtSal tV> 4* L)jmm
JU ttmm*M fuimirn
A a^aim A^c
>ilnOl F KMOO AM CtUgW
K*meU n AU4IOM *U-e r U Sill.
L*a. fi*A*. M.1U,
U. tur***
ttr*gM
tooass
Hele- i> Barreto
Aaiooi U h4
Fraacisco b.rno-.-a
Mwistni
rateu* (jit e cjmp.
AQtouo a ranna j
FraociM ILuiotl itaUUo B. -
tMM.
Au!i-n o Fc-Q-Dl-8 da S Iva Ha-
r.ira
Uiio tir#i
Djuj o^i-ti K.raacd-a de Az.veJo
Ca...n V. Du-a-
Kcqjiscu Q.u .jo d M.lio
Jjquji AUtooio ,:<> Cj.'.a Fer-
reira
Aflamo C. o ontu
PeJro 4arrjo
a*j~tu Accie>o doe Pratrej
Aj.I.oo d Soa
Vaaxik Irjiijr' a Como.
DaiJ tUjJi'lul HjJJakuu
JOcS U-nud
AotootO Lu z Ba t:sU
Hmori Aive. L p-a
AQhMiS L*bwO
Joaquim Sa^xa o
Jj o Uacedo
C.rv-o
Suiza e Coila
Guiint-ruie na S.lveira
Maoo i MariLj
Ju'.eii.i S.iva
AU^U-LO Le-i ,!
A.tuClj H.\dJiS
Virgilio (J rl'l
SeV;.-o Luj poj
Frai.ciico V kbua
Jos V.^ejte
.4-ljU B-aga
M-njt.1 d u P r Ira
tii,.'. i. S va
Joao U.It b. c cuIUp.
Alfreao da ka
JjSj G.U--.I.
!q&> L'.o Je Crf.L'o a riot
-aaiuel Ces.r
^artl auj ii^ H.r'oa Correia
D S ^u i F. p c Je 3...Z. L >
JaQ Or
Emiii > Ab*co
l) Tap.oca
' Fiq::s ;o Oaoriel J. s C tagai
U'OO
1*000
1*000
1*000
1*UX)
*00
uooo
ttfOOU
1*000
l*!XO
1*000
1*^X10
Soou
aoo
U.00
l>000
JiOU
vatu iyndesvr dao irregularidadao havidas
neata Suceursal ds Pernambuco por parte
do Sr. Lourin.
Faaamoa votoa para qus depois das
informa^dss tutaavtiSM po*m o Sr. Sim-
morss firmar da novo o coaceito que go-
aava a Naw York Lite aaate Eatado, l-
timamente faiteado por circunstancias
administrativas
Um segurado
t
Mario
UOO
1*iXiO Carolina Maria de Almsida Nogutira, seus ii-
*00 lhos, gnros, oras c nalos, teulo n-c^bido a
l*ou) dolorosa noticio de luver f*llecid cm Luiz
1*000.do Marunhao, sua cannhoza lilba, irma, cunlia-
UOtK) da e tia Muria Neoinim Nogueira vinhajs,
UOOO | coiividam a todas os s--us prenles e amigos
l*ii 0. parassislirem s inissas que por alma da sses-
ma mandam cebebrar no 7." da de seu passa-
manto, terca-fjira f> do c;rrente as 8 1|2 horas
na Ordem Terceiri de S. Francisco do Racift
e no dia 6 em S. Pedro Apostlo de Olinda s
7 horas, c dasde j liypothecim o sau lerno
00 i renonhecimento aos qua s: dtg.arem compa-
recer a esse act> de reliaai e rarida I-.
I*00o
(*> 00
l*i>0
uooo
i*
1*000
1*000
IfVlO
1*00 i
uooo
Ao publico
O .baixo a8sigoado io-
vent triante dos bens dei-
xaic s por pe i tio Jo- Joa-
!m! sexlo este procurador dos
pais to ab iix.i
1*00
i*roo
i*oo
i*'.-0'
1*0 o
ao k,
TABELLA DAS BNTBAOAS DS A330CAB K
GUDAO
Mes de Junho
A. \ f *
AL-
Enirada*
Barcacas.....
Vapores......
Aoimaes.....
Estrada de Farro Central,
dem de S. Francisco .
dem de Limoeiro. .
Soomms
Das
a 4
a 4
a 2
a 2
a
2
Aasn-
car
Saceos
235
36
277
A.go-
dao
Saccas
35
212
247
mporfacSo
Vapor ingles M.rIoer. entrado de Liverpool
em 28 do pasase:o e consignlo a Blackbnra e
comp-, manifestu :
ArmagOes p?ra sellos 2 calas all.l. Per-
man.
Arro 50 saceos a Ferreira Rodrigneg e comp.,
30 a Goocalves Rosa e Fernanda?, 250 ordem,
40 s Sania Casa de Misericordia,
Albo; 20 canastras a Cosa Lima e comp., 30
a Gaedes de A-aojo o Filbo.
Arcos de ferro 197 a Miranda e Souza, 328 a
Oliveira Bastas e comp., 103 a Pinto Ferreira e
cemp.
Barras de ferro 54 a Miranda e Souxa, 10 e 95
a W. Halliday e comp., 268 e 156 a A. de Car-
valbo e comp 354 a Paiente Vianaa e camp..
101 a A. Rodrigues de Soasa.
Bcga 1 barricas A. D. SlmOes.
Batatas 141 caizas a Solzer Kaoflmaan e
comp.
Botes 2 ao ebefa da commisslo do Lazareto.
Cbapos 1 calz&o a F. R. da Silva e comp.,'
ViJro. 40 calas aj L -:ii 11
a -dem, i a J a. Ve ga.
V.obo 30 Pipa< 13 nrrls i; Gji\ta'hi <
SjbMDbo, 33 a G. d. Ar-ujj o F I o-, U a C.
Loi ruoi.i., 1 a A. H d Souza, 20 e 80
CaiX.8 a N. Fooseca fc cjmp., 25 d 250 a oneui,
30 a A. i J-io e coiop., 247 a CoirnRi.hu
oc >t v 100 a r. V.lii. e codp.,30 G-
de Matice lrmija, 20 e6ba.'icas a A U. a r
Rodrigoea.
W'Qi.liy 15 can.* a U. Fia'.caer, 5 a ordem
Z cj 23 Toiomj a A a o Carvaibo e comp.
Vsjpar casa
aacir*. 1 o juiao os 1104
.wa 9 txtcrwr.
je comp. 1 a A. FernaJc ecomp
(Caetru e Silva, 1 a A. J Maia.
Cooroa 1 volame a A. o* Carvalbo e romp-
j C oanca 2 calas a Co.u Lusa e comp., 2 *
A. M. da Silva.
Cofrta de ferrj 4 caias a W. Ha'i ay e
romo.
i.algado-- 2 caiioes a C. Campos e comp.
GQa 31 volomes a o-de fm.inn e coaiD.
Cooservas 18 BaiAJ t G. de Araop e Filaos.
Gert-ja S>i calas Companbia de Eallva. 25
a R tiagaioaHS e coxp., 15 a G. de A. e F.laos
40 a J. F. do C.rv.lno o comp.
Cabos 103 rolos h J. A. da S. Santo-.
C>-D las 9 canas a G. de A. e Filbos.
Chambo 60 barricas a A. P. da sil va e comp.
100 a A. da Carvalbo e conp.
Estopa 6 fardoa ordem, 4 a W. Ralliday e
comp.
Elas ico 1 caixa s Braga e S, 1 a Frederiso
e comp.
Estanbo 10 volomes a A- de Carvs.boe comp.
Ferragens 50 voluxes a orcem, 44 a A. ds
Carvalbo e orno., 3 a G. ce a. Peixe, 8 a Mi-
randa e Soow, 3 a P Viaiaa e comp., 5a J.
A. da S. Saotos 1 a A- 0. C Viioaa, 49 a A.
Silva e comp., 15a W. H llld-y e comp., 80 a
A. P. da Silva e ..om,)., 1 a Oliveira Bastos e
comp., 27 a A Machado e tomo.
Fogos de bcD*ala 1 ca xa a crdem.
Fio 1 fardo a H. J Pirmaoo.
Folbas de F aurjs 9'J canas a A. de Carva-
llo e comp., 433 a A. P. da Silva e comp.
Farinba de trigo 19J0 barrica* a oritm-
Fe jao 10 saceos a C. Lima e comp.
Loaca 6 g'g.s e 1 barrica a J. de alacedo.
Livros 1 caisao a J. N. -!e Soasa.
Liite conlengado 5 canas a G. Rosa e Do-
mingos.
Lona 5 fardos a de Mallos IraSij .
Ltnba 21 caixaa a ordem.
Herradorias 20 volumen a o.-dem, 4 a Com-
panbia de Fipgao e TseUloi, 2 a B ga e Si, 47
a M. Sena, 1 a A. J Miia, 3 a Bagt e C's'ro.
2 a P. R. da Foosfca, 1 a U. J. R bK0 e comp.
1 a P. Antones, 2 a N. Kjoaeca e cutnp 3 a
Fredfrico e omp 31 a ordem, 4 a A. K
Braco, 1 a C- Lima e remp., 2 a Compmhia
deTecidos Panlieta.
Mjveis 9 citx's a Carvailu Jjnior e Leile.
Matriais 177 velases a Cardoso e I maos,
239 a Grpal Westero of 8-o-il Compaay. 16 a
Companlua Iodo^triai P^roaibucana, 18i aos
herderos Bowm na e conr
Oleo 5 barr a Miranda e Sj'jia, 8 a Compa
obla Tacidoa Paul sta, 40 a Coxpinaia de Ore-
gas.
Objectoe para gaz 10 valomes a Emprea dj
Gaz.
Papel 1 caiii a B-aga o Castro, 6 fardos a J.
Lemos e C, 1 cam e 22 LrJoi a C. Lima e
comp.
Dilo de emb albo 116 fardo3 a*Compacib!a de
Eva.
tTo'.iioea 7 caias a G. R sa e Domin^o3.
Presunto 4 barricas^ (Jompaobia de Setiva.
Pipas abatidas 300 a ordem.
Ps de ferro 50 felaes a A. de Carvalbo e
comp.
P cas para machinaj 16 volomes a C. de Mat
tos Ir maos.
Qn-ijos 6 caizas a Sulzer K-.aff -aoa e comp.
Soda caosttea 50 tambores a Santos e Ara ajo,
2 a ordem.
Salitre 100 barricas a A. P. di Silva e comp.
Saceos 3 fardos a ordem.
Sementes de algo Jao 2 saceos a S. flogueira
e comp.
Tazas de'erro 48 a Thomaz P/ggote ecomp.
Tecidos 4 volomes s ordem, 13 a N Maia e ditos de dito roascavado.
comp., 20a Aflonao Maia e comp., 81 a R. Li-1 No vapor al.emao Etroria*
carregoa -
aaamvb pa-a N:w-
sa:co3 com 277,500 k los
para Liverpol,
com 105 C03
ki os de
So vapor lnlez
Yji", carregoa :
R. Brothers, 3,7 0
de assacar mascavado.
No vspor logie Origen,
carrexaram :
Barbosa & Ciscao, 1.400 3c:os
kilos de a>socar mascavado.
Julio & C 320 sacos com 32.360
asoucar maeeavado.
B. Williams C, 2>2 fardos com 37,561 kilos
de algoiKo e 250 sac:js com iS,7iO kilos de
assacar mascavado.
No vapor allemao ATiazoaas, para L:s-
boi, carrpua-am
A. Irmaas&C, 100 saccas com 8,051 1/2kilos
de algodSo.
Compinbia da Estiva, 530 sacca3 com 35,913
kilos de aigodao.
M. Lima C, 100 saccas com 7.207 k los de
algodSo. ,
A. TabordiiC, 35 si'.coi com 2,515 kil > d-
as-ue.r brsnco e 66 cuiji om 4 930 d.tji d;
dito mascavado.
= N< logar po-tagaez Co3'.a Lobo, pira a
Porto, carregoa :
J. da Costa Ferrara, 116 coaroi salgadoi o_
1,512 kilos.
.Nj logar ooroegense Naati:k, paa Li-
verpool, carregaram :
H. Fj.-stf r C. 504 saceos con 23,100 kilos
de carocas de algoa).
Somma
1S:S
,0: ll-.J
UO'"
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IAMM)
1*00 j
1*000
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1*1.0.1
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1*001
*'Ot)
1*(0J
AOUO
1*0H)
ih i o
i*iiOi
l*0U)
l*6lVl
No vapor nacional
G-acde do Sol, carregoa
Para o mterter
fltabira
, para Ro
J. L. Ba-ro', 11,000 coco? frusta.
Para Ria deJaaeiro, carregaram :
BeitrSo 4 Miote'ro, 300 saceos com 18,000
kilos de asquear mascavado.
Ha vapor loglex Madeira, para Violj-ia,
carreea-am :
S. Goimaraea C, 10 barris com 4 500 litros
de agoardente.
J. Soasa, 1,900 ctizas com 15,300 kilos de
sabio. '
No vapor iDglez Avia, para Ris de Ja-
neiro, carregaram :
A. Taborda a C, 100 saccas coca 7,331 kilos
de algodo.
G. Paolle, 220 saceos com 13 200 kilos de
assucar branco.
P. Oliveira Maia, 25 p:pa3 com l 50J litros
de agurdente.
Guimirea A Valejie. 470 saceos com farinba
de mandioca.
No vapor oaiooai Santelmo", para Rio de
Janeiro, carreeanm :
P. Caroeiro & C, 250 saccas com 19 C2! silos
de a'golao.
C. Gaimaiaes Jjaior, 800 saceos oom 4,800
kilos de a?sucar branco e 200 ditos com 12 OJO
ma e comp., 48 a Machado e Pereira, 12 a L.
Mala e comp., 3 a Pereira e Magdtiaes, 10 a O.
Jardn) e comp., 14 a G. Feroaodes e comp., 10
a A. de Brito e comp., 13 a 6. Caoba e comp.
2 a R. ds Carta'bo ecomp., 6aM- Borges e
compv 9 a A.'Amorim e comp.' 7 a S. Nogael
ra e comp., 10 a M. Caminba e comp., 2 a O.
Coelto e Sosres, 2 a J. Goncalvea e comp., 2 a
SUveiraae comp., 20 a B.-rnat e comp-
Tintar30 barricas a Companbia de Drogas, 75
a A. Silva e comp., 190 a A P. da Silva e
comp.
para Sanios,
40 pipas cam 18.800
, para Babia,
Ccmpaobia de Estiva,
litros de alcoo!.
No vapor nacional Jacublpe
carregoa :
D. da Foogeca Ly ?, 17 calzas com 340 ki.'03
de doce.
No ligar bespanhol Nueva Paolo, para
Paran go, carregoa :
D. F. FortJ Bailar, 50 barris com 4.6O0 litros
de agoardente, 10 pipas com 4,700 ditos de al
1 cooi e 30 barra com 2,700 ditps de dito.
V Ribeiro da Silva
A synthe.se da houestidade o do traba-
Iho escriptor apreciavel, dedicado re-
publicano e advogado, meu parabais pela
laurea de hachare1, que acaba de Ihe ciu-
gir hoje a intelligente fronte.
Victoria3-0 94-
/. X. d'Albuqiierque.
---------------^---------------
A. Siimiioies
Este illustre e criterioso riscal da Di-
rectora da Companhia Naw York Life
No biaie Keua le guar., p.ra A-a y.
carreuoa :
Comaoh a d-- Ksuva, 3 oarrlcas com 140 kiji
^^ assuar 'eflrooo
Ni rilan .S-'piaoo, para Xatai, rirrsgj :
V. M. Ja C'Sa, 1 orriias cjjj ,40 k'tos d
a^su:a.- tetiddj.
- D.a 2 -
P-ra o exierior
N vapor inalet Xii*, t*tn Psri, carre
goo :
V. G andio, 6:000*00') eo ouro e p:am.
P%f Sooinavipuij, .a-reou '.
E. Karoo-r, J4 o.izaa coa) p.aawui vivas.
Para L.fl.ioa, CarrJOU :
C. N. d Sou-a .m,ios. 1 b.r-ica roo Si
kilos ue assacar rehoalo, 1 birril coas 42 liirjs
Je 8aa*rdeLte e .6 caias com '.05 kuos ue do--*
Para o interior
iNo vapor nacional Saoteimo. para o Rio
GraoJ do Sul. carre/ar^m :
t'. Carneiro t C, 50 pip.-.a com i'3 500 litro*
de agurdeme.
No vapor hll-rxo Sirena* para Sno?,
carregoa :
Companota de Estiva, 10 pipas coas 4,70J litros
le alcooL
i*ara ftiod^ Jao?iro car.'egbu :
Companma ae H-uv,, 30 p pas coa 14.100 I -
tros rjHsga.rdatd.
No vapor inglez Avf para Hio de J--
ceir G. Peasoa, 3)8 saceos co'J 3,830 ll>8 Je
a sacar ira 9o e 20. ditos com i2,140 ditos de
do in i.-iv.va u.
M. S. Ma, iftO me'oj de s la
Nj vapor iniozB.d-:i.*. *, para Rio Grac-
ae CjmpaDhta dt sttta, i0 pipas corn 4,70
li ros d-j at,u ir lente
Pa-a Victoria, r.-irregvj :
J. T. Carneiro, 50 bir.u cem 4,50) litros ce
agnvd t-.
N U'ae Dees teGua.-de, para Aracaiy,
arregaram :
M. A. Sena 1, 40 barricas :3m 3,'47 til.s
iie assacar branco.
PAUTA DA ALFANDSA
7AL0BES DAS MEnCADuMAS NACl.NAfS SUJElTA A
OIBSIIOS DB BZP0RTAQAO
Semana de 4 a 9 de Maio
Agaariente c.crnga, litro............ 354
Dita destilada oa aicool.............. 708
AlgoJao em rsma, kilog............. 74C
Arres con casca, dem............... 160
isBaca Drancr, iem.............. 3*0
Dito mascavado, dem............... I6n
Dito re^oada. dem.................. 360
Bagos de mamona, dem.......... 130
Borracha de leiie mang3beira, idem .. 1*610
Cacao, idem..................... 90)
Gaf bom, idem .................... 2*0CO
Dito ts.'clha oa reatolho, dem........ 1*.03
Dito mado, iJem................... 2i00
Cera em velas, k'lj.................. 1*000
Dita vegetal em bruto, kilo.......... 1*000
Carocos oa sameoie* de BlgoJac, ideui. 40
Carrapaleira .sement.............. 120
Carnauba idem.................... 006
Carvo^.epeira, tonelada........... 30OO
E&1TS
C<*il--
as^lgnado
Maaoel Ferreira de Az-
vevlo e mi;i muilier de reu
o M*aoeI afrauciVco
ph j sua iniilber e le
p r i -rio J iat{t i > in F; a 11-
Dia--* e sua mulher,
tan* lo qu* vigiii-m procura
receber os alu^uei* das caap
ISl pessoM-* cima declaro
qje titiicj encarrega lo
de receber os meamos e To-
llos CM M-il* ae^ocios.
tlecife, 1 de Juaho de
189 .
ueruardiuo Fmeira de
Azevedo.
Ti&tAiouro du BUiio(le
Peroambuco
EdlUI
O I.loa. Sr. 9'- ii*jciodta T-*> %r*,
maad< t~t4f patlicj qa ao ri* 7 o;< fo\ saos JaiiJ. i S s pr. p a<* jcn.a nt U-
a>io>-)isaiiu a 'ics^s sdius o >n>
a lMf i tUiajfci iMtu c.A*4e
m irjtatttrt a aaJau a *a .
fcr < c*<-*a mas, /) Aa |aai- a lia-ia
a 660 tig ff c+ ratid o -U .
Oa sBAA/aa R'waoSwt* <** -t\w-
la i.'i a/ a oa (orota maoarsa.
Sar-raur 4o Toj. 2) i< Mato
de 18*4.
i-i viada 4aa*croU*U-,
Epm oaca'aa P. B.odalra a. /. nn>to.
O tenenta-corouel Theodoinim fl>js pan-
tos Selva, presidente do Cmselli., -i. \{,...
viso da qualiticayo dos (uar.lns Sacio-
naes da parochia de S. Jos, faz saVr a>
quem interessar posea, qutt hontein **-
tiendeu o mesmo concclbn os sena t aba-
hos, devendo reunir-so de novo H do crreme para uttonder i- r-jclarn.ir.V..-
nao s dos cidadios pcssoalin^rit. inters-
sados, mas de qualquer que '>s foMm azer
nos casos admissivei-s. Us rcqiierimenta
deverSo ser asignado pelos reclansanta*
ou seus procuradores, s aproseiita.l's ..
primeiro dia de sua reuno ao StSMkSM
respectivo, tudo de conformidade om <
arts. 33 e 34 do Decreto n. 722 de !
Outul.ro de 1850, c 20 do de d. 1190
12 .!e Marco de 1853.
Sala das sececs do Conselho de P.:\;-
so da qualificaco dos Guarda Xacionaes
da parwlwa da S. Josi. Itecife, 4 d- Ju-
nho ."e 1894.
Eu Manoel Pinhairo, alfares aecretan <
0 eserevi.
Teiiessta Coronel Tfieodomir^ dos S.i.i:
Stiva.
PrefiJento
[hI^J
i
i* aaiiiuc
Dr. Uodolpho Gal va o
Partindo amanh no paquete Nile para
a Europa, onde vou demorar-me alguns
mezes, venho despedir-me das pessas
que me honram com a sua amisade e pe-
dir-lhes despulpa de nao tel-o feito pes-
soalmente.
Rodolplw Gafado.
Recife, 1 de Junho de 1894-
S Do eai rama, kilj .....
f*ta|*M (taaJtfTBj kala.....
Taboas aa xarsllj, aoi.a..
\r T-t|T! !m*t-"
j* *a JU'HJ
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a 2
3
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AlftMdtga
3J OSO8S7
.1:77.. 5'.5
9 155*051
1699.UU8
Somma total
yO:T75-.2i
S.24869
117.013*5,1
C 111 Al II **
PKAZ ) DE M DAS
Pe. irnpb..tiMa d. A f.oift a* f.-i ra I:
a a- 12 b '. 'la mau'.a H da 4 deJckj
Jii.locro, "-rao v tiJ. i> -ai p'-c* tb'ica -
rcsJ.in.s aSMSM e-o-ina ia- rji (.i-_>
I '.aj'.isdij n i-j-.iu La l ri.-anii uia-.uio
ijvu pru le 30 lias a ""jalir ir-u SMS '>
m>e >,s.a o. p.-. rti'.roi aaaj n-rj. B* .
>ua a >c ia na aUsaii r a r" laji. |sa a -
JCtDa
O T'aatait^ n r'i *ob !"n* 'tiit'.a tj-3
-i i>'eco ia arreiu.1 .i,aj i-niro >i.- 48 ora'
A"tik-.u:n da Tia^'rii
Ma'Ca NG. Di'Tti sm r-n-'- nn
da Ej">oa no a.ijr T a oe- -n W de .'a n-o
J6 1S93, -OOtalltd nU\i r-j,(.$ c-i W ." ?
aoJoltklo. e ajon'.kGij, -,>,-Sfsissjl -
S m marca. Uaii <1 ta <>"n nnm*- u < ai uj v.p r-o u,T.pi >i.i.n *m 1 i*
X.i: -u iS)3, ('o t "i i,) 11 c.'U'- I- ia.-
J->, paito la i'.ofio t'.h InrcO-ts is-aa to i *'
los e Igaran losa a i'j laigna k '.
L-irei-o Al-edo Lipes. U "k c-ua -'ia ni
r,r" ti:i1 iio :Ui -i i apor .irnii /.'ir.
-"i SjVssVas
ato uiol ara t-ov hh.I -s-.i o 4 k io> l>
noraodo se a ciii* A>faQdi{a ee 'e-o-xhao 2 Ce Ja.ri) 3e
1894
O haayaafjff.
Alexnndre iU "-'ouzi Perrii d> Cntmi
SagjnJ jeecao Oa Al'aucerfa t Hursiamooco,
4 a* Junao s ir 4
O cheft
J. Gongalves da Silva.
U l'isoareiro,
Luu Hauoel Rcdngnes Valeova.
RKCKBBDOrUA LO KSTADO
Do da l a
jd-am a
3:627A262
7.476*7i4
11.00349:5
0^ da i a 2
lava -i* 4
'g'.ifa OttALNAJa
2;8J31t>
634.100
8T3i0'.6
Mercado Sarjiclpaj tic 9. Jcic
O mor mea o dest- aereado ao a:a 2
Jonno foi o seguate : Entr. rsm.
44 bois p3sa. do 7.315 kos.
3o) kilos de Pixe a 20 rs.
11 compart. coa maripcos a 100 *s.
4 d tos com camarOcs 100 ra.
31 columnas a 600 rs.
0 cargas com gallinbas a 500 rs.
3 cassoaes com salinbas a 300 rs
5 cargas com milbo verlo a 300 rs.
1 cargas com lonjas a 30) rs.
5 cargas com fmetas a 300 rs.
40 carcas com farinba a 200 rs.
3 cargas com milho secco a 200 rs.
o cargas com fejao a 200 rs.
78 logaras a 200 ra.
27 somos a 200 rs.
11 comp. com saiaeiros a 1*
8 comp. com scineiros a 700 ra.
11 comp. com fressuras a 600 rs.
3 comp. com comidas a 700 rs.
63 comp. com faxeodas a 600 rs.
48 comp. cora verdares a 300 rs.
6i comp. com farinba a 400 rs.
48 comp. com talbos a 2*
Rendlmentos do da 1
Cooroi seceos espichados, fcilog.
Ditos ditos salgados, idem...........
r.os verdes, idem................
Coarinbo am.......................
Cocos em casca, ceoto.............
Farinba e mandioca, lit.............
Qraza sebo, kllog......'.... ...
Genebra, litro.......................
Jaborandy (folna), dem............
Meios de sola, valor nominal.........
el de tanqae oa mlaco, litro........
Uilbo, khogr........................
Pelles de cabra em cabello, valor do
cento............................
dem de caroeiro em cabello, valor do
cenlo.............................
Sem9nle de carnauba, o kilo.........
Sabko, kilo...........,,......#,,,.
770
720
437
2*0C0
10*000
ICO
700
480
800
7*000
145
103
190*
60*
40
Prscos do da :
Carne verde de 300 a 900 rs. o kilo.
Sulnos de 900 a 1* idem.
Carneiro de 1*000 a 1*200 idem.
Farinba de 600 a 700 rs. a cuta
Uilbo de 800 a 700 rs. a cuia.
Feii&o de 2*000 a 3*000 a TOla.
Xarque 900 rs. kilo.
Hovlmento do Porto
Navios entrados no ala 3 de Juoao
Hamburgo por Tenerife16 da-, vapor al:e
mao Montevideo, de 1,648 tonelada-', com-
mandante I. Riedei, eqnipagem 50, carri Ta-
rtos gneros; a Borsieimsnn & Z.
Hav-f16 das, vapar francs Paranaeaa, de
1,205 tonelaaas, comman 'ai t H. Baiieooot,
eqoipaeem 38, carga varios gneros; a Au-
gucto Lablile.
Sabidos no mesmo da
36"jjimbargoe escala- Vapor allemao Amaioq.*,.
i 0 commacdaite 11 Ki-r ; Carga tal ai n-u--
to Qros.
iWiOOO Porto Alaarea esc la-Vano' nacietv iflsaM-
trio, comman M c.T nk).. a ai w gooorpa.
S'wY rk eataiaVapo- i.i Nasmyi',
commaadaotd J. E.'.oj ar^> v r*M cae-
ros.
Santos e escaaVa:>r.r m^l-rn Li.'' >", !
miodante A. Mifh-en; m gi nrios g- f-
r.e
N.rioa u ira I n no Ja 4 > Jo re
Kic u. Janairn e es al.' ija. vapor rocl'oai
'.cenaDara. df 510 io.iatade, roa aaal n*
te Lua da Cotta Amaro, qu pa es 3\ ar^a
ranos geoeros ; a Amor.ut |-u>4o* A C.
L v. 'iool escala18 das, a p:o'a-, de 1,304 t<>oUdu, ro-umao an- H.
H. Jore, eqopaxem 28, carj va ic g -,"ro-.
a M. k-iQ-o & C
N-w Yjrk e eacala11 ii., vap-.r lulas .a
r.t.n P.-ioCd, de 1,235 wiala'la, c."a
Japte A. A kinson. equ nagem \.cl--- sa-
nos gneros ; a J bn t a PatP' 4t 0.
i N iio asftttJM no m.'SDjd;1
I L vfrpooiV. or n^'et Ori:->r!. rjjji-i
rtact. J. H4Tim; ra'g, vinos ge r> .
JliC'-Yapar lalas Cedar B.-auc. caa-
miolant^ F. I 'ff; ca-sa aaao'-s-
BarnadcaL4ai- s neneaM J. W. F H^-, a?.-
tao I. B. Wri' rt ra ; e jj i s ro.
.-aoTi! aperador
Bra ds Janeiro
Barra pr'ogotja Mi'-id.
Dj Pro
PaliEbota porutg>-i R.^o.l?.
De P -lotar
Legar ior uuei Hj:,
taKr : r.e.'-ifo 4 c-.-nger.
Escuna bol.o i- s- A'-.-a.
Pa arho por'.ngoet Sedal.
Palacbo portoun Mri:iu VI.
Patacbo loe"* Soie.
Patjr.ro : Mexfto J. 51, "Msa-k.
La- b I i::.! F-1. P barBeatieas.
Pa--- hj a leSo i": r:e.
Pvta:no Mem-i J. T tasase.
Fafecao o roe.a}>ue RafeAi.
Paia:.' o Ing'ei atsMatt
Pa:!-oo al- ra^c laral*.
Patatbo Ugles A-irra-.
Barca noruega 5,f.
Lu'r wgle Aurora. .
Patacho bolita es Seao.
Bngeeboilaadet Adsi-a<*l Trjnp.
Lagif Ingles Brcnet.
D- T-ra lata
Lugtr loles f!ara>to.
Lagar ragl a Mar.
L:gar Ingles Same-ai.
Legar birlas W I ian,
Lagal 'Dilx Vi cnia.
Lagar tnli Criad'.
Lugar- mgles DsDita*
Ln^ar i.,le Valia.
D Niw Pon
Barca noruega B.-a*c.
Dj nioG-a d. dj Sal
Lugar corueguiose Gora.
De Hambarri
Pa>cao al!en.3oTriai.
De Lre pivl
8arca loglcsa iliai:
Dj CardiB
Barca no ue*a Osmcod.
Bar a corneja Gand'um.
Barca pirj-ga EIjd.j.
D;- le!;? B y
Lujar lories Alb-',-aa-
Vapores a csatrtr
Mtz de Junho
Ca.ave Prince., de N w York,
Gnarant da libo G i>de, a 6.
Etrj4orer*, de Livprpcc I, f. .
Cang:, < o Sol. s 8.
Coleridgo, do al, a 9.
aPetotit*, lio Pi i 10.
Vapores a aaklr
IMez de Junho
Li bea e Hamburgo. Amasbrc,6. t S tkrat.
Sanios e esc,, Montevideo*. 6, i 4 bcraa.
Santos e esc, P. r. n'goa, 6. ss 4 to. ts.
New Yotk, Ctienda:*., 9. as 3 btras.
Santos e esc. Pelolu*. 12, ss 4 toril-
la
7*0<)0
t*<(;0
*40i
; 9*2i)0
7*500
*900
i*;oo
*300
1*500
8C0)
*60>)
uooo
.5*0 0
51400
i 1*000
5*600
6*600
23*800
3U80J
14*400
154600
99*000
279*800
264*700
544*800
i

V-\






TT


APS"
21
*
EDITAL
O Dr. JoSo Alvares Perelra de Lyra Juir de Direito do a." Distrlcto
Criminal da Cidade do Recife, etc.
Fago saber que tendo designado o dia a de Julho do corrate entro,
s 10 horas do dia para abrir a 3.* sesso ordinaria do Jury, que trabalhar em
dias consecutivos, e havendo procedido ao sorteio dos 36 jurados que tem de
servir na mesma sesso, nos termos do art. 13 da lei n. 15 de 14 de Novembro
de 1891, sahiram sorteados os cldados seguintes :
Beete
Jos Lcrarenflo da Silva Casino. ,
ko Pudro das Nevos.
Vaiit". Antonio
l/.idio Wanderley Lina.
Alipio de Franca Mello.
Jkithias Goncalves Lima.
Jos Raymundo das Cliagas.
Joo Licio Marques.
Jorge Fuscks de Figueiiedo.
Svbustiao Goncalves de Bruto. ,
Joo Fernandes Lope?.
Gaudenc o de Souza Lias.
Francisco Ferreira de Almeida Cruz.
Dr. Francisca Juc ntho de Sampaio.
Francisco Gomes.
S. Jos
Jos Alves da Silva Maia.
Jos Agapito da Cosa.
Jos Ai)Ionio de Leo.
Ramiro Antonio da Costa.
Jos Luiz da Costa Rocha.
Kostorgio Aastridino i* BrWo Mcenlo
Joao Ferreira BalUr.
Joaqutm Lins Vieira.
Alberto Dias Fernando*
Dr. Edeardo Augusto de Oliveira.
Eduardo Layne.
Eduardo Gregorio Goncalves
Major Jos Bonifacio dos Santos Mergulho.
Jos Bernardino Dias da Silva.
Jos Accioly de Miranda.
Afolados
Cbristovao Gomes Pedresa
Gracn
Coronel Augusto Oclaviano de Souza.
Joaquira de Barros Lins Wanderley.
Augusto Seixas.
Odn deGusmao Carneito
Varzea
Jjs '.'astro de Albuquerque Mello.
Antonio Correia de A'meida.
sados
A todos os quaes e a cada um de per si, bem como a todos os interes-
em geral, se convida para que comparecam na sala do Tribunal do Jury,
ra 15 de Novembro, tanto no referido dia e hora, como nos demais dias se-
guintes, sob as penas da lei.
E para que chegue a noticia a todos se passou o presente Edital que
;-er afnxado no lugar do costume e publicado pela imprensa.
Tambem se remettero iguaes aos subdelegados respectivos para pu-
bcal-os e mandar fazer as intimages necessarias aos jurados, aos culpados c as
testemunhas que se acham' em seus districtos.
Recife, 29 de Maio de 1894.
Subscrevo e assigno.
O 2.0 escrivao do Jury.Manoel Bernardino Vieira Cavalcante.
^Joao ^llvare rereira de Xyra.
Mf.LAKACOES _
Airando;? de Pci'nainbuco
O conselho para fornecimento de g-
neros s pracas, forragens a. cavalhadas,
dietas ao Hospital Militar, recebe pro-
postas no dia 11 de Junho prximo vin-
donro pelas 10 horas da manh3, no quar-
el general do commando do 2. dis-
iricto militar onde funecionar para con-
iractar o fornecimento de taes gneros e
ruis artigos constantes da relacio infra
dorante o siniestro do anno de 1894.
Aletria, kilo.
Agurdente de canna, litro.
Araruta, kilo.
Arroz pilado, dem
Arceixas passadas, dem*
Azeite doce de Lisboa, dem.
Dito, idein idera litro.
Assucar refinado superior, kilo.
Dito refina o de ia qualidade, idera.
Dito de 2a dita, idem.
Alfafa, idem.
Bacalho, idem.
Borrachos, um.
Batatas inglezas, kilo.
Bolachinha inglezas, idem.
Bolachas, idem.
Biscoitos, dem-
Btnha de porco, idem.
Bolaxinhas, idem.
Carne verde com osso, idem.
Dita, idem sem osso, dem.
Cha verde Hissom, idem.
Dito preto Hissom, idem'
Caf em grao idem.
Dito moido, idem.
Carne secca do Rio Grande, idem.
Dita de carneiro, idera.
Dita de porco, idem.
Cognac fino Champanhe, idem.
Chocalate, idm-
Capifn em fejxes de tres kilos, um
Carvo kok, kilo.
Dito vegetal, barrica.
Enterro por cavallo, um
Feijo mulatiuho, kilo.
Dito mulatinho, litro.
Dito preto, kilo.
Dito preto, litro
Farinha de mandioca buperior, kilo.
Dita idem idem. 1-tro.
Dita idera de Ia qualidade, kilo.
Dita idem de 1* qualidade, litro.
Frango um.
Fructas, 2 bananas ou 2 laranjas, rac^o.
Gallinhas; urna.
Gela, kilo.
Goiabadas em latas, idem.
Leite, idem
Dito, litro.
Lenha em achas de metro, urna.
Dita em toros, um
Limas, urna.
Lavagem e concert de roupa, peca,
Macarrao, kilo.
Maizena, idem'
Matte, idem.
Manteiga ingleza, idem.
ilanteiga franceza, dem.
Mermeladas, idem.
Milho moido, idem.
Ovos, um-
P3o, kilo.
PSo-de-lt torrado, kilo.
P8ssas, idem.
Pcixe fresco, idem
Queijo de Minas, idem.
Roscas, idem.
Sal, idem.
Tapioca, idem.
Talharim, idem.
Toucinho de Minas, idem.
Vinagre tinto de Lisboa, idem.
Dito idem idem litro.
Dito branca de Lisboa, idem.
Vinho tinto, kilo.
Dito idem, litro.
Dito Figueira, kilo.
Dito idem, litro.
Dito do Porto ruperior. kilo.
dem idem, litro.
BlntmTu-BcbiSoeko a.,1
Dito de pasto superior, k o.
Dito idem litro
Verduras e temperos
Batata doce, aipim ou cara, kslo
Verduras, agrio ou ou'ra especie, idem.
Couve ou repolho, idem.
Temperos, cebollinha ou salva, idem.
Pimenta verde, idera.
Tomate fructa ou massa, dem.
Abobora amarella, idem.
Qutros gneros
Alvaiade, kilo.
Azul ultra-mar, idem.
Amarello francez. idera
Cola da Baha, idem.
Cravas, cento.
Cal branca, alqueire.
Cal preta, dem.
Ferraduras, urna.
Gorama laca, kilo.
Lixa sortida, dazia.
Oleo de linhaya, kilo.
Medicamentos para cavallo, numero.
Peixe, kilo.
Pincel para caiar, um.
Pincel para pintura, idem.
Phosphoros, duzia.
Pos preto, kilo.
Rap, idem
Roxo trra, idem.
Sabio amarello, idem.
Seccante pheses de ouro. idem.
Seccante de zinco, idem.
Sapolio, idem.
Tijolo para limpar faca, um.
Velas Stoit, libra.
Ditas de cera, idem.
Verde francez, kilo.
Vasscuras de piacava, duz a.
Zarco, kilo.
Objectos de escripturacao
Atlas impressos, cento.
Baixas impressas, idem.
Brabante pardo, novello.
Caivete fino, ura.
Certificado de bito, cento.
Custaneiras para officios, urna.
Encadernago de Diarios Officiaes por
trimestre, volume.
Encademaco de ordens do diz por anno,
idem.
Enveloppes para officio, com 0^35 X0,n,24,
cento.
Ditos para officios com 0,'3-l>'.0,m20,
idem.
Ditos para officios com 0,'22'<0,09, idem.
Ditos para officios com O^i^O.lS, idem.
Grampos de metal de ns. 2 a 7, idem,
Gomma arbica em pao, kilo.
Lirro pautado para Pharmacia com 2C0
follias, um.
Livro de papel Carmen cora 200 folhas,
idem-
Lapis preto Faber n. 2 e 3, duzia.
Ditos de duas cores, idem.
Livrancas impressas, cento.
Livros pautados para receituario oom 80
folhas, um.
Livro pautado para o Almoxarifado com
200 folhas. um.
Livros de papel Carr cora 230 folhas, um.
Livros de papel almajo pautado com 100
folhas, um.
Matta-borrao, folhas.
Mappas geraes de dietas, c?nto.
Mappa parcial de dietas, idem.
Dito de movimento diario, idem.
Dito da Pharmacia, idem.
Dito Nosologico, idem.
Obliterador, um.
Obreias grandes para sello, urna.
Papel roseo timbrado para officios, resma.
Papel imperial, caderno.
Papel para mappas com. 45, 50 e 60 li-
nhas, folhas.
Papel pardo de linho para embrulho, mo.
Pennas d'aco Perry, caixa de :00.
Ditas de ac Mallat, idem.
Ditas de ac Talan, idem.
Papeletas impressas, cento.
Pasta para carteira, urna.
Pastas com ponta de couro, idm.
Papel almaco liso, resma.
Dito para cartas officiaes, caixa.
Reguas chatas de 0,60, urna.
J tas chatas de 0,8^, dem.
Dita Carmn, frasco.
DiU escarate Stephen, idem.
Vales impressos diarios, cento.
Condices
V Todos os gemiros serio de 1" quali-
dade os fornecedores de verlo satisfacen
os pedidos dentro dos presos marcados
nos respectivos contractos, entregando oe
gneros nos quarteis e Hospital e depo-
sitando na alfandega urna quantia como
cauc&o, qe ser arbitrada pelos cooselhos
de fornecimento.
2- s peopoetae eveatto ooirtar decla-
radlo exprese* de sujeitar-e o propo-
nente a multa de 5 t/0 da importancia a
que montarem oe nnmeros de artigos que
forem acceitos se deixarem de compare-
cer para assignar o respectivo contracto
dentro do jpraso que lhes for marcado
pelos jornaes.
3* So podero concorrer ao fornecimen-
to os candidatos que se habilitarem na
forma do art 18 do decreto n. 768? de
6 de Marco de 1880.
4- Os remecedores serio obrigados a
vender gneros pelos preeos do contracto
que assignarem aos officiaes dos respecti-
vos corpos e fortalezas.
5- Na falta de fiel cumprimento de
qualqner das obrigaooes contrahidas, os
fornecedores ficaro sujeitos a pa-
gar a multa de 25 /q do valor des
reneros e artigos regeitados por ma qua-
.idade ou nao recebidos em tempo,
obrigando-se alem disto a substitui-
ram-n'o ou pagar era continente os que fo-
rero, comprados pelos corpos, sob pena
de multa de 10 0/q do respectivo valor.
6 C s concurrentes sao obrigados a
apresentar as amostras dos gneros ou
artigos que forem julgados precisos pelo
conselho.
7 As propostas serSo apresentadas em
duplicata at s 11 horas do referido dia
em que ali sero aberts e apuradas em
presenca dos proponentes.
8- Os fornecedores que requererem a
reciso do contracto e forem attendidos
ficarao sujeitos multa de 10 0/o sobre o
total do fornecimento do semestro do anno
anterior.
9* Finalmente nao sero acceitas as
propostas que nao contendo as quantida-
des e qualidades dos artigos pedidos se
afastarem deste edital, nem tambem
aquellas cuj'S presos estiverem sujeitos a
abatimento ou descont por isso que os
mesmos preeos devem ser invariaveis.
Alfandega de Fewiambuco 3> de Mafo
de 1*94.
O inspector,
Alexandre de Souza Per eir do Carino.
DEBY-CJLUB
PERNAMBUS
\\mm\ do pbabo n
ESTANCIA .
rrojecto de inscrip^o para a 8.a corrida que
serealzari no da 10 de Junho de 1894
Companhia
Recifeos de Panificagao
Sao eoovidadofl oe ir*. tatiumUtm a n uoirca-
se do dia i de lauto p'oxitao, ao aeio da, M
errjptorio ra couapa^ha, rmasaa r. lili
ca ifar c*taA catala
do relaiorio, parecer fn\, oaMaa de anno ara-
xiir.o pareado, e aais foncatdadM f x ftiaa
pelocesutoiot.
O eM reatar aMatenle
Ottaaa Pal-f. _
Aviso
i
Pela fiscalifegao uo f ais rielo ua R Vieta, se fa* publico que t*ndo sido apprenen-
dido um bode cerle distncto, acba-3 i>o ani-
mai em deposito e *er. por crdem do D. Pre-
felo, levaco a \>'$t por preao, no ala 6le
corre ile, so meio uio. i poria do Faca ufjci-
ps'. por cenia ce qapm pertncer, para paca-
memo do deporito maia (espeas ftiU, fi
otes nao for reclamado pelo dono e pagaa as
mermas despesar.
Fifcaliracao do S districto da Poa V.sta, J o
laabo c lb94.
' 0 fiscal,
Jj9o Ba^titijda R-8urrelco.
mmmm
Fabrica de viohoee doces de
fructas dopaiz
O p<-efeito do municipio o Recite, em com-
prime tj o p-ectit.j l^al, rustida lazer publico
que o ciadao Jo< dp Uacedo reqeru a mu-
daoca de soa I bnca de tico de caj otaras
trocs? do pair, sita a rea da Aurora, para o la-
do norte ta ra-frrea do Lunoeiro.
Os que se juiesreai prrjadicaJos od iacom-
nioddc8, H|SB a pM-iiura eess roclamaco>s
no pra.o de 8 dias mp'O-o^aveis a contar da
presente data, para os devidos e.feitos.
S'cr-.laria da S-ip-riuieodencia de tijtikne
Maolcipal,30 de Maio U 1894.
0 secrfterio,
Francisco J. do Reg Barros.
Fabrica de vinhos e licores
de fructas do paiz
0 pr.feito do isuaicipu, em casapruaanto *o
preceito le^al, tasada fuer publko, tw es el-
dacaos S. Piodo a C. rrquerram a madiqa de
>ua fabrica de vnoos a licores, sita aa Magda-
lena e b?ai attim o aeposiio extente na roa da
Impea;.-,! d. 34 para as csas de di 330/ a
330D, mus roa Imperial, jauto a ponte de Ali-
gados.
0; que ;- e juUiarem prtjudicados oa incommo-
daaos, dinjam i preriiura esas reciacacOes do
praso de oito dias iicproro; res, a contar da
presente data, para os devid e effeitor.
Secretaria da superintendencia de hygl-n
muai"*pl, 1 de Jur.to ce 1894.
0 Berretario
Fraccn.'o J. do Reg Barro?.
Banco Emissor de Pernain-
buco
Acbam-se ne:te Sanco dieposicao dos Srs.
acrionisas os documentos a que fc r-fee o art.
147 o decreto n. 434 de 4 de Jono de 1891.
Re::/a, J de Maiu <;e 1894.
J-32ka Ales Femaodcs
Director.
Derhy Club de Per-
nambuco
Aeaembla geral esfraordinnia
Pelo presente sao coavHadis o? S'S accionis-
tas i comparecer na secretaria drsta fcciedade,
tea Duqu1 le Caxies >\ 20, Ia an.a-, no da
11 do correte, pel-s 12 bo-as do dia, pa a de-
liberaren) soore a substituido ricS debento'eg
doemp estimo emiuido p r eta socirdde, de
aecr.rdo com o determinado no D?c u. 1'7 A, de
15 de Se'emb-o de 1893, e finalmente resolve
:6j eob.e nma pro;oua de intereese eew>
dsde.
Sec cana do Derby Ctnb de Pernambuco, 2
de Jjsho d- 169i.
i. L. TV.xei-a.
Director Secretario,
00 apANa ia
M
ervQOs Martimos de
Pernambuco
De ordem da directora convido os Srs pos-
soidores de nbngagee preferecciaes testa Com-
papbia a Tlrem ao escrlptorio da C-mpanhia,
(Caes da Companbia Percaxbucaoa) effectuar a
-ub-titu;QHo des respectivos Utolos por out-os
em qoe es acbem preeocbirjas ns formalidades
exigidas pelo decreto legislativo o. 177 A de 15
de Setembro do anco ando, como determina o
art. 7 do mesmo decreto.
Recife, S de Maio d*> 1894.
Dr. Manoel Portella Jaoicr,
SecreUrio.
Companhia
Florestal Agrcola
De conformidade com o que determina a loi
das scc edaies anocyEas, tica diposicao dos
Srs. arcionistaf, do escrlptorio des'a cempanb-a,
roa Mrquez ue Oliuda n, 19, I- anclar, copia
do balaceo referente ao anno social fiado em 3
de Abril Diurno.
Recire, 30 de Maio de 1894.
J. G. P.nto.
PAREOf O Je cfuoJho I. ICO metros. Animaos da Pernambuco qoe
tio taahftio frspbo nos prados do Rseife, oottanm oa to victoria.
Pasmos : 250OC3 ao primairo, 50^000 ao segando e 25000 so
terceiro.
PARE*) AnJmafio 1.251 metros Handcnp. Animaos de Purcambuco.
pkkmios : 4fX 0U0 o primeiro, 8lW0U so segundo e 40)5000 ao ter-
ueiro-
Art. 5.Bisaiarck 2.', Pinatos.
PesaAvcftareiro 56 k.loi, Plutlo e lls'iri'.y 54 kilos e&da am, Triampbo 53
kdi^, Pjriiasipo, DcbJiu, HaaeaoU, Ally 3topor e Todo 52 kiles cada
am e os desass 50 kilos. .
PAREO PresperJ dad o 930 metros. Animaos de Pernambuco. pre-
mios : SGttfOOO ao primeiro, 600000 ao segundo e 300000 ao ter-
ceiro.
Art. 5. Os io preo An.rcSo e maia PlutH-, Hwurity, Triampbo. Pyrilampo,
Avectarbiio, Hujjuozote Dnblin.
PAREOItarby Club de Feraambuao- l.SOO metros Handcap.
Ammaea da quklquer pas- premios : &OO0OOO ao primeiro, 1006000
ao giuido e 50f000 o torceiro.
Peso -Gypi 65 kilos, Ptropolis, Atlante e Napolitano 52 kilos, cada us,
Apollo 64 klos. Ouay-a-j 50 kilai e os demais 46 kilos.
PAREO XaJppodxenU dtf Campe Craildo 1.030 metros. Animaea
de Percambuoo que lo uuiim gsnbo no Derhy. premios : 250|$000
ao prar.ei,-o, 50^000 so secundo e 250000 ao terceiro.
Art. 5.RuotJee.
PAREOPrado PeraaiBbneaJaO 1.063 metros4nimaes da Peraam-
ba>. premios : 3000000 ao primeiro, 600000 ac segando e 300000
ax teroeiro.
Ar. 5- Os do parou Animac^o e mus PuAj e Aventoreiro
PAREOfjsipreaae Pernaoibaeaaa 1.200 metros Aoi-sues de
Per*mbuco. prwKiuS 2o0000 ao primeiro, 500000 ao segundo
e '5^000 ao tercairo.
Art. 5.=0< do pareo aa.^3o e ProSperidsde e mais Turco 2.,Tado-/ Ally-
8toper, Badjai, Galleta, Ida, Pbilomomo, Talic er, Nababo, Pigmeo, H.-
roodolle, Isalaio, Tenor 2.a, Saas-S 8. PAR*.0PejT'a Carril 1.150 metras. Animaei de Pernambaco. pre-
mios : 2500C0 so primeiro, 50$000 ao segando e 250000 a o
teroeiro.
Art 5.* Oa do pareo AbboIo Prosperid-do e Imprensa Pernamjncana e mais
TaisDoao, Parata, M^aaotte, Vmgador, Toulon, Mabomeres e Honro.
Observa<^e&
Nnobaan das pareas coxitar victoru, cao se eoaaiderando realisadoe, o se-
gttado e qrto swsi aae ae i crevuo e corram 5 animaas de 4 proprietarios dille-
reotee, e as ou4roa pareos 4 aaina-M a 3 proprieUnua differentes.
A pcapsaia que oAo vier aooaapanbaajda rospacva importancia e qoe
no far aaeigoad* pelo reapeotivo propriotrio, ou qoem o represente le palmate ser
regeitada.
0 ootj*s aa ba do Prado da EsUnoia, serSo na semana da corrida de
*e#oada feira ate quiota.
A ioscip^ao fcer logar ^rca-feira 5 de Janbo no logar e hora
costume.
Secretaria do Derby Ciu31 de Hio de 1S94.
O FIEL DO THESOUREIROa
A. \. Gomes Penna.
3.a
4.
5/
6.
7.'
do
TBEATRO
SANTA ISABEL
s-
&a
oa

= 35
1


ADMiaACAO PARA TODOS
Quinta feira 7 de Junho Quinta-feira
SECUSDi XOITE BE MLAViLHlS
pelo muso nisioinsiA o doiob
FAURE NICOLAY
que tem obtido completo sacce^o nos prineip e* theatros do mondo oom o concurso
das tosa festejadas t'baa e diacpaUs
Rl
18
O MAIS BELLO E VARIADO E SPEOTACULO GONaECIDO ATE' HOJ
Priaielra parte
Oavertur* pela orchestraUm* h rH de magi.a elegante e do grande
prestidigitagao semepparatoaO DR. NI0OL4Y spreeentar s nelh:r.'s tr;.b.il.:cs
do sea repertorio, os mesmos que motivarsm a imprer.si e o publico da ambj.i os
mandos proclamarem-no o primeiro iliasionfata da epochs.
Segunda parte
Rymp'coLia pela orchestra.Esf)r;o3 menteos extraordinarios pe!a sibyiia
ROSINA NCOLAY.-=sercicics de grande can'osidade ptl rympalhica me-ina
PAULA.Prodigiosas doaspp ri',5ea e apparicScs instantneas.c=UI'im3s cresjS^s de
NIJOLAY
ritma parte (sympkonia pela orchesra)
Ora.-des novidades no sim rival
SflPliBlIi HlfElSM
Grande variagao de sublimes vistas
Pfjeecft-s elctricas de manho nalaral
Viagcm atravz do mundo das maravilhas
NOVAS SURPKEZAS INESPERADAS
Procos ao aloQoe de todos. a
Os bilhetes acham se venda co fbeatro quarta e quiota-fairs.
Trece para 01 eda e Apipueo e bonis para todas a< inba||
O Banco de Pernambuco
abooar soment? joros a
rzao de um por cento ao
nno as con tas correles
de movimento, contar do
dia 15 do correneem Jian-
te at segundo arito.
Recif 2 de Junho de
1894.
William M. Wibster.
Director-gerente.
Companhia Nacional de Ca-
rair-rs e Roupas 8raoc is
A&embla geral extaordmarie
De ordem Ca dfreeloria, coavUo oa Sr.'. accio
niataa para eooirem-se em aasenbia gp'alrx-
daordinaru, na seronda felra II de Jantn flfl-
dooro. ao mel da, em ama das sec^oea d di-
tcioda rubrica, esa f-rnle a mscl E entrada ds Perro Central de Pernio.buco para
aotoMsarem traussecae de credtlo cea etraotia.
P^ra qne leaba logar eru rrosik^ pr.
co que compareca accioniUs qoe rep'esca-
tem pelo ovos duot tarcos do capital coral.
Rseife, S6 de Maio 1894.
O secetarlc,
^^^^ ___ Aoguito 8lt.____
OOMPANBIA
Prgresso Colonial
Chutada oe casita!
De tecordo com o ari. 5- dos estatales, rao
convidado; Or scDhcre< aciooialas faz-r a al-
urna entrada do capital do raes acfoe!, na razas
de 10 P/q al dia 18 de .' untio po> loto, ae raa
do Commercio o. 38, e a apresentar os reciba
Jas eairadas em t'oca descetelas definiUra*,
que se>33 por ea ocufiko dlslribcidaf.
Redile, :8 de Kaio de I8fi.
J. A. Barres Go'msriei
_________Director societario.
Faculdade de Direito
De o*dem do Sr Dr. Tlce-dtre>t:r m exer-
ciclo e de coofo-ml-adecom o aviso o. I.SIS de
25 de Abril clamo, do Sr. oaiatro di jo i;i e
negocios interioras fsco pablieo qoe oca marca-
do o praso de 4 meses roo lados da Sala tffste
para a iuecipco dos que preiender*ta concorrer
a o lugar de lente cstnentico da I* (S'etra da
i* terie de cono oe scieorias jordrse (D: e:te
yomaoo) desta Pacaldade vago pelo f-lle -ns^ato
ao respectivo serTectoena D:. Jj- i ais dar-
reto.
O procesa deseo concert sert -^colada pe'o
decreto n. 159 de 3 de D timbro te 1891. cosa
fji ordenado a directora desta Pacoldaie pelo
mendonado iviio, excf rcao lena tfo qae Sis
respelto a ezhibicia dts provis rscnpui, eral
e da diseer'acfto, qae verterlo tmente scare
materia da referida cadeira-
Qaamqoer ootrae inlcrtoacfiee de qae portea-
te a ca recan os candidatos hs no orlo ser
ministrada* oetta secr-.Urn.
E para qoe ebegae vo cmnecioento d ilo*
maodoa o mesmo Sr. Dr- Tioe directo.- tffizw a
reteme qae f-ri publicado nos jtraaes eetta
cidade* lodaC'Piul Fderal.
Secreiaria da F-coldaJs e Di e '-o do P.'Cife,
26 de Uaio fe lee*.
O seereUrio.
J. Trlegrboro da Silva Prafiose
Pelo presante sa faz publico qne acata
data cncerraram-se os trabalbos da l.i
reuniSo da qualificaco e revisio dos
guardas nacionaes da parochia de S. Fre,
Pedro Goncalves do Recife, ficando alis-
tados os guardas constantes do Edital fi-
xado na porta da entrada dasse 'edificio ;
devendo reunirse novamente o Coosalho
no dia 17 do corrate para tomar conheci-
mento das reclamacSes aparecidas, podan-
do desde j qualquer cidado dirigir a
este Concelho qualquer reclaiua<*lo das 9
horas do dia as 2 da tarde, at o dia 16
do corrente.
Sala das sesses do Coaselbo de Qusli-
ficacilo e Revisio da Guarda Nacional da
parochia do Recife no Arsenal de Mari-
nha, 3 de Junho de 1894.
Jos Gmgd dj .1 mar/..
Capito Presideote
Leoncio Lobato.
Capito Secretario
Correio Geral
Malas a expai-r-se baje
Pela vapor nel's A'.!, esta admloi'rsela
ex pede males paraopcr'n dj Rij ii. Isa Ira.
,-scebendo impre.-8J: POjectM a at
as 12 horas do di;;, cartas cN!aartas i f. -a
at a entresra da ma'aj com por'? ioulo.
Aaaiois'.caco ce a de Per-
aambuca, 5 de Ja rCt i i 1891.
0 i'JrniaisIr ucr
_____________Ds; "a a P d.if Saiito.
SoiiipBnhia Progres^o
Alagoano
A dlre. oMa rie:'.a eamptnhla c:b i-:a ia* 5rs
aaacaisUs residente'' no R sf, fsz*-eai oe
B;nco de Percarrb'--. a: odia 20 de JmtM
prximo futaro, tai s ga id j- 2S )
oo eioital sjMaebs-re p-a oaairawna
vjtado na a s:m.lea g^ral ds 15 de Peverelrs
do corren'.e an?o.
Macet 19ceMiho> {89,
O' d:r itjrs
i A. Tersel B*a<>.
p.'opic PH'oas Bj'-fto.
Mioael ''. !*. Detraes Jaator.
fa^Talo Arcitco.>giCi) t Geogr-
phico Peraambaca3#
Qjnla feira. 7 do cbrenle. I bors aacasti-
se, bdver sfselo ordins'la.
S;cretaria do Ioslut >, 7 de Jcobo de 1884.
O 1- "ccretarlo,
Btpsta Begeira.
. Em comprimento da lei faz-se pu-
blico, a quem interessar possa, a altera-
Ic3o do valor locativo dos predios
municipio, collectados para p;
do imposto de decima no corrate
cicio.
l-'reguezia de Afogados
Ra Direita
Ns.
2 Luiz Engeuio de Araujo Pi-
nheiro
8 Dr. Manoel Raymundo de
Araujo Pinjjeiro ^^
xer-
3W#
rwm

x.
riMtapMaaSM



-V

raainbnc -Terca'narrt S d Iiinho de MfrtM
Cal-
Cal-
12 Joanna Maria Freir
14 Baroneza do Serinhem
24 Manoel Bento de Oliveira
32 Jos de Souza Nunes Braga
1 34 Irmandade do Santissimo
Sacramento de Afolados
v36 Vicento Pereira Iiapozo
38 Autono Jos Dias
42 Pedro Tertuliano da C.
44 0 mesmc
' 46 Irmandade do Santissimo
Sacramento de Afog-ados
48 A mesma
51 Joao Athanazio Lins Caval-
^*Ceanti de Albuquerque
68 A Justino Teixeirade
SfSgMoura
68 O raesmo
70 O mesmo
72 O mesmo
76 Maria M. de iFranca
das
80 Jos Luiz de Franca
das
|88 Manoel O. do Reg Barros
90 Manoal Jos B. Mello
92 O mesmo
1 llordeiroa de Joo Baptista
deS
I B Archias Lindo lpho da
Silva Mafra
girmandade do Santissimo
Sacramento de Afogados
3 Thereza Maria do Rozario
JS. de Abreu
11 "Padre Antonio G. Ferrei-
ra e Silva
15 Joseplia Rosa de Araujo
17 A mesma
19 David da Silva Maia
21 SimSo Ribeiro da Coneci-
co
Sidronio I. de Mello
S9 Maria Emilia Muniz de Al-
meida
37 13r.ron9za de Serinhem
ma
43 A mesma
Largo da Matriz
3 Francisco, filho de Fran-
cisco Ignacio de V. Mcn-
douca
, Leopoldina Ambrosina Pe-
reira da Silva
11 Sidronio Ignacio de Mello
13 Manoel Paulo de Aibuquer-
que|
i Si'lniio Iguacio de Mello
17 Baroneza de Serinhem
21 Antonio Justino de Souza
tftotocolomb
Ns.
(> Antonio Moreira Reis e
outro
12 Antonio, Jos, Belmiro, Je-
roncia e Maria, Ribos de
Rita Maria da Concaico
18 Maria Peruardina Monteiro
22 Maria Marcolina Ferreira
3G Manoel do Nascimanto dos
Anjos
40 Maria Isabel Cavalcanti de
Albuquerque
44 Baroneza de Serinhem
46 Lconilla Cavalcanti
Costa VarejSo
4 Isidro dos Santos Souza
'56 D D. Maria
56 E A mesma
115 Baroneza de Serinhem
II A mesma
23 Ludugero Magalhaes de
Figueiredo
s3? O mesmo
|37 Antonio Moreira Res
39 O mesmo
4 Joa<> Jos Joaquim e
Sant" Anna
61 B Padre Joaquim Pereira_
-.i-tire .
53 Herdeiros de Jos Lopas de
Souza e outro
57 Joaquim Farnandes
63 Maria Adelaide de M. Lay-
me
65 L Jos Carneiro
65 A P. de Souza Oliveira de
Albuquerque
Ra da EstacSo
N. _
2 Manoel Luiz dos Santos
Ra de Sao Miguel
Ns- n 1
146 Manoel Joaquim Goncalves
164 Maria C. Santos e Silva
168 A mesma
182 Manoel G. de S LeitSo
Travessa de Sao Miguel
Ns ros
22 Paulino Rodrigues de un-
veira
24 O mesmo
Ra do Bemfica
C> Luiz de Paula Lopes
14 Visconde do Livraraento
48 Francisco Franco daJCosta
Amia Joaquina Nepomu-
cena
Antonio da Luz Val-mtim
4 A tarnard--" L. da Rocha
Manoel N. Ribeiro Pessoa
;:48I Albina F. B. de Macedo
48 .1 Caetano Pinto Moreira
58 Manoel M. de Amorta San-
ta Rita,
60/62 O inflamo,
3 Vi a va e herdeiros de Pau-
27 Jo Antonio de Araujo Li-
.:. ato e outro,
3i A. [onteiro
Rua do Mendonca
Ns. :
2 '.'aria Julia do Nascimento
4 -Vugusto Garaldo Dias
Antonia Maria da Concci-
da
300,5
2405
3J0
30 ~8
2405
3"K)S
1928
1808
1805
2408
2048
7G88
30 "8
1445
3008
2405
5048
2408
6008
240S
24 8
4208
3608
1805
1928
24 8
3003
300*
7008
968
3008
24'\5
24 8
24^5
3605
1685
lo:
24-8
2408
3)0$
2405
2408
2:0
1928
3008
1885
1448
1925
1683
2163
1923
1925
1448
1:5008
3445
1205
2165
16-5
1688
12 8
1448
1088
1448
180S
2808
32^
de Noro-
01 i veira
2405
1805
1928
2408
2:3408
travessa ^dos Remedios
1448
L4 Francisco Avilla Mendonca
l(i J i > da Costa
88 Benedicto Jos Sant'Anna
Franetto de Paul Souza
Ra
Travessa dos Remedios
N*. :
5 A Joo Ferreira Baptista
7 A F-sydio de Castro Jnior
e outro
23 Jos Francisco Roque da
Silva
Largo do Remedios
30 Franctec de b Lei-
tao -
62 Augusto Carlos
nha
72 A Paulino de
Maia
82 Jos Ferreira Campos
84 O mesmo
Travessa do Leoncio
Ns. ;
2 Raymundo Bernardo Las-
serre
2. becco da
Ns. :
4 Antonio Ferreira da Silva
Ilha do Bemfica
Ns. :
2 Joao da Silva llagadas 1:2005
4 Adelaide M a r q u e b de
Amorta 2408
8 Maria Candida de Mendon-
ca e outra 3008
13 BL u iz Mauoel R. Va-
lonea 2048
Travessa do Lucas
Ns. :
6 Maria de Souza Martina
Brand3o e outro 4008
Prado Pernainbucano 485
O mesmo 435
O mesmo 488
O mesmo 968
12 Anna Franceliua de Mi-
randa e Silva 7208
18 Jos Elesbao Borges Uchoa 1508
20 Francisco Monteiro G. da
Luz 1508
1 Tertuliano Ferreira Passos 6 -08
3 Manoel da Cunta Brandao 6005
8A0 mesmo 6003
B. Da,miao Cavalcante
Pessoa 2408
Manoel de tal 96S
Manoel Soares da Silva 608
Eoquie! Athayde do E.
Santos
Domingos Jos Braga 3603
Estrada Real da Torre
Ns. :
20 Companhia Geral de Me-
lhoramento e:n Pernam-
buco
32 A Isabel Lucas da Silva
Florencio Jos dos Santos
50 Manoel da Silva Araujo
Manoel Tavares Carrairo
Manoel Jos Vieira
Luisa Maria da Concaico
54 Fmygdio Ferreira, Alleluia
58 Anio'iO Jos Moreira
78 Dr. Barros Sobrinho
1 '. A. de Arruda Falcao
11 Joaquim Bangel
11 A O mesmo-
13 O mesmo
15 Ignacio de Asis
M. E. da Annunciaco
Joo Angelo
23 A J. Tavares de Azevedo
Julia O. Peres da Cruz
23 C Joao Novaes Carneiro
da Cunha
Rosara R. Cavalcante Ca-
bral
23 D Laurentino Cavalcante
de Albuquerque
Hermina da Costa
29 Alexandre Americo de
Caldas Padilha
Marti ns de tal
Raymundo Lasserre
Iguacio Paulino
47 A V Barbosa Uchoa Ca-
valcante
Manoel Lins
O mesmo
51 Catharina M. de Araujo
Baro de Lucena
Armando de tal
50 Firmna Maria da Conce-
CO
joio Ansberto Lopes
14 Angelo Carlos da Silva
Borges
15 O mesmo
Laurentino Cavalcante de
Albuquerque
7 E Justina Maria da Con-
ceico
Amelia Ferreira de Souza
Travessa do becco da Estrada Real
da Torre
Ns. :
Flix Cypriano da Silva
Teixeira
A Antonio Pinto
A. Francisco Duarte
O mesmo
O mesmo
O mesmo
B Lourenco A 1 v e s de
Souza
Estrada do Rio
Ns. :
38 H. C rneiro de Almeida
7 A. Martina de Carvalho
Ra do Toque
Antonio Francisco da Suva
Maia
Cosm B. de L ma
Fabri'i 1 Jo3 Ribeiro
Antonio Jos da Souza
Arlindo de Smza Pinto
Francisco AfFonso da Oli-
veira
Berlina Joanna Pereira da
Silv& n 1 .
Antonio Ptntq Cavalcante
Mariana Francisca de Souza
Mana Francisca Cavakan-
3605) te e outro
Horacio Marques de Arao-
4 "03 i rim
1:8 Emilia Maria da GoacetoSo
Dr. Beltrao
Jos Talles de Souza
968 Joao Alves da Silva
10 Francisco R. de Paula Lima
Manoel Evangelista
96S Maria Rosa
Manoel Laurentino da i az
30 Joviniano de tal
723 Firmino Correia d> Silva
Anna Carneiro Campello
P2-S! 19 Flix .Tu venal da Silva
Antonio Martina Pacheco
O mesmo
1208 Joaquim Andr de Barros
Rosa Maria da ConceicHo
6003 Silvino de tal
Ra da Ponte do LaSserre
2403 SI*. a..
Elvira Isidora dabilva
Antonio Vicente Ferreira
7 Antonia Maria Barbosa
300S Rufino Jos de Sant Anna
9 Maximiano Fortunato Go-
mas Santa
Baro de Utinga
Jos Albuquerque Mello
Anna de tal
31 Maria Izabel do Monte
33 Maria d-\ ConceicSo
Joaquim Antonio dos Gan-
tes
Joanna Mana da Conceico
Ra do Rosario
4 Jos Tavares d'Arruda
Affonso Ernesto de Seixas
Ra da Concaico
1
h
Lnza M. da Conceo
Estrada Eova
Ns.
2 Elvira A. Arruda Falca
4 A mesma
6 A mesma
8. A mesma
12 Lniza M. da Conceiso
18 Carlota de Carvalho Paes;de
Andrade
V Flix C. da Silva Tei-
xeira
A O mesmo
Euedim G. Ferreira de Sou-
za
O mesmo
(Contin a).
20
2 i
36
38
120*
488
240J
2408
608
3605
1203
1208
1208
1928
2108
1443
12 -9
1683
1923
008
3T0S
965
12)8
144)
48*
488
4 08
1:5 f'8
603
483
48S
483
24 5
6 5
963
1:030 8
4"03
1:8001
3 03
1448
1208
1928
2408
96.3
12-91
2408
4005
6008
1208
120 i
12^8
1208
603
1448
24'S
12CI
1205
eof
1208
40><5
300S
3005
9008
485
608
1448
1418
728
758
48*
488
2403
24'-8
2408
86"S
1448
1208
Recebedoria do Estado
Da ordem do Illm. 8r. Dr. administra-
dor sciontifico aos Srs. contribuintes dos
imposto? de industria e profissao, com-
prehendidos na classe 41Tavernas
da tabella annexa a lei do orcamento
vigente, que, se acham collectados pela
forma constante das relaes abaixo e
que no i termos do art. 33 das instrueces
de 27 de Julho de 1831, lhes fica mar-
cado o prazo n 15 dias improrogaveis a
contar da data da publicaco do presente
para apresentarem nesta repartico quaes
quer reclamaces ou recursos ao Thesou-
ro do Estado, sob pena de nabserem mais
attendidos fra do ret'-rido prazo.
1. SecQao da Reaebedoria do Estado
de Pernambuco, .. de Junho de 1894.
O .chefe,
Fnderioo C. da Silva Guimaracs.
11
2
4
6
6
16
1218
95$
968
968
3003
3t)3
1208
24 O
150S
Classe n 4 Tavernas
Rs. 6:OO(.800O
Freguezia do Recifc
Contribuintes :
Maocelino Gomes &. Comp,
ra do Mrquez de Olinua
n. 2, lO1 dividi, quota
Menezes Schiape &c Comp,
idem, n. 50, 8aidem, idem
Antonio Mello 6c Comp,
idom, n. 30, 8a idem. idem
Pestaa doa Santos & Comp,
Bom Jess n. 38, 8- idem,
idem
A orantes 6c Comp, idem
n. 48, 14a idem, idem
Costa c Comp, idem n. 13,
5' dem, idem
Antonio de Azevedo Andra-
de & Comp, idem n. 27,
4a idem, idem
Jos Lopes da Costa & Comp
idem n. 37, 7" idem, idem
A .Ferreira da Silva &. Comp
idem u, 43, 7a idem. idem
Joaquim Lopes de Azevedo
6c Comp, idem n. 53, 3*
idem, idem
Gomes Fernandas 6c Comp,
ra do Commercio n. 23,
3* idem, idem
Amonio Casaense, idem n. 30,
5* dem, idem
Joaquim opes de Barros,
ra A. Cabraln 1, 5" idem
idem
Manoel Peros Rodrigues, ra
de Thorn de Sonza n 2,
4* idem, idem
Jos Antonio Moreira Jnior
idem n 10, 3* idem, idem
Andr Antonio Christalo,
idem n..3, 3* idem, idem
Miranda 6c Comp, ra do
Torrean. 1 ,4a idem,idem
Rodrigues 6c Machado, Lar-
fo ao Corpo Sant > n- 2,
a idem, idei
GiHmaraes 6c Valente, idem
n 4/*, 14 idm, idem
JoSd lves da bailes, ra do
Vigario Tenorio n. 4, 5a
idem idem
Marcelino Mart ns Gesteira,
idem n. 6, 5a idem, dem
Silvino Silveira 6c Comp,
idem 11. 21, 5\ idem, idem
Florindo Jos Baptista, idem
n. 33, 5' idem, idem
Silva 6c Comp, ma
Comp, ra da RestauracSo
1205} n. 42, 4 idem, idem
2408 Joaquim Antonio da Costa,
963 idem n. 7, 5* idem, idem
1208 J080 Antonio da Costa, idem
488 n. 57, 4" idem, idem
96f Manoel Moreira de Souza
ra de D. Maria Cesar, n.
3 5, 8' idem, idem
Menezes Sch:-ppe & Comp,
idem n. 9,5* idem, idem
Gomes 6c Silva, idem n. 15
3* idem, idem]
Manoel Ferreira Li s, dem
n' 39, 3' idem, idem
Quimares & Corapi ra do
Visconde de Itaparica n.
21, 3' idem, idem
Manoel Ferreira Coelho,
idem n. 25, 3' idem, idem
Abilio Rodrigues de Al-
meida, idem n. 47, 5'
idem, idem
Bento de Freitas Guimaraes,
idem iv 51, 6 idem, idem
Joo Martina Ja Silva, P.
do Charco n. 21. 5' idem,
idem
Joo Leoncio de Oliveira, ra
de S. Jorge n. 3 >, 3" idem,
iem
Joaquim Fernandos6c Comp,
idem n. 56, 3* idem,
idem
Marcelino Lupas 6c Comp,
idem u. 92. 6" idem, idem
Alfredo Paz 6c Primo, idem
idem n. 131, 6- idem,
dem
Manoel Gonyalves Estalla 6c
Comp, ra de S. Jorge n.
135, 10* idem, idem
Santos Lopes 6c Comp, idem
n. 139, 8" idem, idem
Alvaro Uchoa, ra dos Gua-
rarapes n, 14,4' idem,
idem
Francisco Antonio Carneiro
da Cunha, idem n. 15, 4*
idem, idem
Severino 6c Comp, T. do
Occideme n. 5, 2' idem,
idem
Constantino Rodrigues Mon-
des, idem n. 13, 5* idem,
idem
Cardoso 6c Comp, ra do
B do Triumpho % 35. 5*
idem, idem
Joaquim Antonio Dodrigues
Sobrinho, idem n. 53, 4
idem, idem
Jos Francisco Gominguas,
idem n. 6"\ 5' idem. idem
Ribeiro 6c Gomes, B. Largo.
n. 25, 4* idem, idem
87J612
1165612
878712
2048423
1168816
58S40S
58^408
Para
seguir
588408
588408
11638:6
146500
1163816
5884^8
583408
1468020
1468020
26-28836!
2048428
878612
O lugar ioglez Francez
nestes poucos da*
ecn direkura para o port >
cima, recebe anda algu-
ma carga, batar com os
frotadores Fonseca Irma<;s
4* Comp.Ra di>s Gua sa-
rapes d. 2.
Pan ariri, ^3^6^geID eacomseadu fl
roafrete trata-se com o
AGENTES
WIsmi, Scr^ I (L, Lifflilcd
10BA DO COKtfkCIO-10
LEILOES
tottmrfif)
Leilo
Iisprii Mili
LINEA MENSAL
O paquete Congo
Commaadante Rossignol
E' esperado
a'. o da
doa portos do ?u
1445
438
48 *
433
488
18?
331
363
488
'4^$
163S
368
051
'J63
243
483
848
965
483
36;
488
.'008
728
2 5>
243
333
24
2405
245
48$
\2T&
132?
de M a
Barros n, 2, 5a idem, idem
Joio Moura, idem 11 6, 1*
idem, idem
Autonio Luiz Correia, idem
n I, 5a idem, idem
Joo Pinto, idem n. 7, 5
ilem, idem
Domingos Rodrigues de Frei-
tas, Largo da Assembla
u. 11, 5 idem, idem
Gomas Vianna 6c Comp,
idem n. 16, 6' idem, idem
Severino A. Simas, idem n.
n. 17, 6' idim, ideo
lino 6c Simas, ra do
Amorim n. 2* idem,
idem
Pinto Castro 6c Comp, idem
n. 17, 4a idem, idem
Jlo Bez'in* de Souza, iden
n. 27. 3" idijm, i Harcolino Ferreira de Souza,
idem r.. 36, 2* idam, ide-n
jr.fto Rodriue'de Moura 6c
Camp, ra da V-oeda n.
29, 6:' idam, idem
,miro Jos Gonjal^ge,
ra de D. Jos Martina n.
48, 6* dem, idem
Luiz Pinto Sara'va, idem n
50, 61 idem, idem
Jo-^e Moreira de Souza, idem
n. 80. 6* idem, idem
Salvador dos Santos Araujo
6c Comp, dem !04, 6'
idem, idem
Carvalho Jnior 6c Comp,
^Travessa do Campello n.
4, 5* idem, idem
Manoel da Silva Nogueifa 6c
2623836
2)4^428
2045428
20484/8
3798652
1168816
878612
1755224
175S:-21
5884 8
588408
116^816
I
1168816
87612
5854 8
5884 8
8786i2
175824
3791652
1168816
H6J816
1165816
1168816
116 614
298204
11608 6
116386
1 64816
146802.)
146302).
i:',8806'
I
87K-12.
583408'
435806
8756 2
433806
1165816
1163816
8756:2
1168816
87S6-2
1.1918722
8 de Hiioh! dei84
(jalado depoi ta oece?eamdemora par,i Uor-
deanx coco escala \>0'
Daksr e fiJsfooa
As mercadorljs da Europa por dito vspor man
dac!o IIH1GRANDS por ordam M goerno es
lo suj ili3 a 5 por reala de premio sorfl
3 [r-t; rxsradj aos re?pecrlvoj conhecimen.
Ee'e paquete ItteSiatOf lu e'ectric?.
Fara carga, Dassagens, eocc-mmendas a di-
**** Wa,SSEOTEa
V'apor Charente
De aove)'. 1 \TM, 'c.
ou'.r- 1
Terga-feira, 5 do crrente
Ni cna r.. 'j iai: :
J..
A'S 11 I'
O ap.tDl ae'Ea t> o-:
ilvea V anrs, \w-i. a Mlio cea moi.i.m i\r a-
caracdA cor^ lampj ,-rwe
pies e ct
( rcentin---s, iD;iriii ronpt, wl te 'P'-
ihc, ol-i .if i."" -i'-\ >'u a J>' czi,
;':ez6-'3 pa:_ B.:tiro, b;-c a: i" 4
jir pfiItito
rM, Cdir!.8ce > ttto
:;, ec t>'a )'!-
. U W,
cr.t-c a :ios cae e.au
leilao.
Leil(
:!
3
i
Di em terrea da rus ia Cini'li u.
Bfada em cPSoe prop- .
|to#, CiSinli e (joartc f) M, >
qiai renie 2?*0lM) oeCfSPf.
Pial
Qitot-fei.
A't 11
\^ele
RA nn BOM JLSSS. *^
avisos m:

o da
primt*!'"-! an^-r.
q.il
0 a^nxods :H'Jd> v:-Q ;> o e cntt
| p^?c* q m (<* r .'. d) s a la : S1 'o.
ido l>r. f-itoii ec? Ierre* t>. i a t*aeen 4a
Cirmo, rr I e^r o>r n
an'i'^s pari-s e M ofa a P >
t-odo pay> wgil**8Wt6 :
dentp => mjh r:rfs.
Re: I de Jonfio fl !Mi.
5 de Jua%* de tt 84
semiiudo depuia da demora necessaria para
Baftia, Rio oi Jacoiru, S-^nto, HoBtVl-
do e Boeao3-Ayro
E;ta vapor entrar no porto
dem do goverao estSo aoj'itss s po?
ro 19.
CONTRA
"SEGUROS MARTIMOS
FOGO
Companhia PlKsni.v Pcinambu-
eana
IlUA DO COMMERCIO______
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
De Londres c Abcrdecn
Posicio financeira
Capital subscripto
Fundos accumulados
Rcccita annual:
De premios contra fogo x
De premios sobre vidas
De juros *
Agente em Pernambuco,
l3oxwell William 6c C.
CCDC^prtai'Pi'lT o frete raime
0 MfNBM c-flti'jiuietcS.
P^vine-w aindatoe tn. recebedoresde ssr
dorias que-6 se atteoder a. recUxa0es por
faiaa, t;r,e rorem reconitecids' uooeaslloaj
te3car;: dos voIuers ; ijue daPtro ds '.- I
Am
a
Lina
P ecisa-se le urna pm o Mrft da
casa de familin. tratar na ma ia
ras a eoatar do dia da csc^rpa das a.Tareaga3, nn r,0 n { 4
d^verao faser qaalqcer reclamaiao coocww8B- \_______,-------
e a vciainea qtie porventara teiitam segiidc
para os portes do sal, atim de serera dadas a 1
tjpo aa providencias aecessarias.
Rga-se ans Srf>. pr.Eiaj:ir'-.a de re asrasean-
aoj na vea pera ge cetada de vd)r para toma
'm as suas passagens.
Pra passsgeaF, carpa, frota e etc., trata-ea
AGESTES
Barle & C.
42__Sua do Commerco42
3.780.000
3.000.000
626.0000
208.000
155.000
THE IMPERIAL INSURANCE CONPASY
LIM'TEI) DE LONOUES^
Estahclccida em 1803
capital i,*oo,ooo
(Rs *4,000;000;000)
SEGURA EDIFICIOS E MERCADORIAS
CONTRA O FOGO
TA I XAS B A I XAS
l'ROMPTO PAGAMENTO DE PREJCIZO
Sem descont
Agentes
BftOWftSC.
Knott's riace L ineoftStea-
raers
LINH\ REGULA5 ENTRE OS
^Hd^-Viiios. iMl e ^ W
Prata
O VAPOR IWQrEZ
Chnese Prince
R' psrerfac do
New Yvk e sa
ira em pMncipr,
e Joobo pars
Pre i?a-be de ot erra aj* ralba mri nir e
coropii'. pan aaaa *e bjdb *6 p*Maa e <\t cao-
don- illareaaa : o r-t-- a u- 1 *> L vr.aaPi
d. U. Cr.a 10 h-rai do lia <*
Precipa-se de uia tu ros da Concordia a. i-5, 8- a^^-ar.___________
prrcira-*a par cosn-lur a W 6^ a"o-
rcet!co.j, para cata de poora tx.:Ut.' jae dar-
ais em osa '.o' putroV : f-ta: os ibrtca
Titre. roa La-a. da Vuawia %. ___________
Ana
P.-pc3 de c-uii axa qoe a rti^***.
pa-a Iirfar nm ettaaeja ; 4 rato di ra d *>r.
nutB3 Vifir*. la 5- ......
m
Santos
p-eri'8 e de cma p ra eeactcaar t.
vico'., para ra* de familia. t.oe ru r. ''
fra a cidadc, 1 iralit Q roa ds lairrtM 0.
2i l adar._________________
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COMPANHIA DE SEGUROS MUTUOS
CONTRA FOGO
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Capital do garanta:
RA d'aLFAKDEGA N. l6 RIO DB JANEIRO
AGENCIA EM PERNAMBUCO:
BUADOCABUG N. I 8, l.'ANDAB
Caixa do Crrelo 210Becije
Joaquini A. tic Almeida
Agente representante
SGRCNTRA FOGO
lloval Insurance Comaany de Li-
verpool
C kMTAL 00,000
A&asTss-PoaLsrAii &c.
LAMO DA COMPANHIA JY. 6
companhia tethys de seguros
' martimos e tbrrestses
BA DO VIGARIO N. 1, 1. ANDAR
Diroctorea
Bsr&o de Souza Leao.
Thomaz Coraber.
Julio Cesar Paes Brrelo.____
---------SEGURO'CONTRA FOGO
CoenpanMa ^'rli Brltlsli & Mcr-
o* o*
Para ca/ga. eDr.omroer.da9 trata-sj coa o?
consignatarios
Johnston Pater e Comp.
Raa do Commercio n. lo
Co.npanhiadePaqu ete *
Brazil Orental e Diques
Fluctuantes.
O paquete Guanabara
Commandaote Lacerda
E* esperado dos portes do sol
ate 9 da 5 do coTeole se-
Ja'iodo tople da oecessarla de-
Rio^'eTaneiro, Rio Grande do Sal, Pe-
lotas e Porto-Alegre
Para zaseos, carJI N*e etc., trata-ae cem
Rradaa-M de ona ama e .cite e r,^'I''
baa ; a tratar na raa tu L vr*m:'o o -
Hra dr ca'gaio, tB ca Ri-crui.il ia n> cu
do D-. Ay i- m--___________________________
Ama para cos nhar
Preci.a-s* de urna na rea do R.r-felo. it,
lja-_____________________________________---------
Pr(i?a-ae L".n- tna pa a o -er?no oam
tteo "o ew i- -mjmi f.nmia a raur m
roa do Liran#nl>) n. 6 8" ar**f ______________
prri* f eervic-M domsticos, para ea?ad- i
milla
na -Di do l p n. 16. 8- anea'
Prena- b i-
IrjjparJKi o '61.
Ama
mi aau v*'*
DjinDi
:%.
morim iranios
& C.
Sitio .
Ru do V .1
a'o':M'c .
DO'r;fTO Sfi
S__3na H i Bm Jeatis 8
Hambarg- Suedame ikanw-
cho "Or-m -Vschifffalirst-
Geselsc'.al
Barra de Jungada
bm arto-nr!i-, droT:oa#o
, a !.; rr d* Jara-.-, re0'la a*
ir, a bj r* do PKa d* P:ria
a
vapor
Motas
cautil Insurance
Capital .subscripto 3,000,"00
Fundos HCfumuiados &,t2,452,
RltCKTA ANNL'AU
De premios contra
Ko^-o .
De premios sobro
divida .
1.495.418 10* o'1
I992.379 '1- 1'
--
-- v. g- Haeraito do
. Prl a: o dalo"
- .! h wgol
pa-ij im-3
Rio ne .lre'ro e Santos
B 9*ytt bb rajrf ni porto
V?.
rom o?
2.48.19& 12- 11I,J
\; n.__A reparti-n,,) de fundos ccu-
146$ 20 ululados sobra eaguro contra forro, uio
'se responsabiliza pelas trnsacc3es Fe-
itaa pela de segiiro so^re v.
146J02 Wilsun, Sons 6c C.
146S02)
140^0:o
\C Z*it
1468020
1163816
Lisboa e Porto
Lff Pvf-o-'U'1 ,
Copta L ;bo
gwoirl brevemtr.ie, receberdodcEde Ja car?
para dd s po::o ;
aSoe tt C
a traiur com AmcHJ i'
,. ,. ajag etc. ****
Ote : '" '- '',,
M -,,---- 18
tfiA
\mpto%
-m-
iBHJf
&TKAIT3 OF IAOELLAM LINS
O paquete Orel! sn^
E'oera-re da ral s'6 dia
B do correte segoInJo i*epcU
a dmcr.-;docc yp.ro.xii com encala por
lbos, Kordeaax e' WSjwouin
f
Ule/i' S E>p r U Saialo
[RTEGKA.R: W0W00 LVfKBAtS
U-.-.oa dIo asooopolisi.
Extraer) <9 ,.a*t fel o, m orrtute
E mi doa luneoa at;crtc
FRANCISCO C0STA4G
n. 40 l*
Ensreuh
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Barr<


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o ns- > -ear-
rm'-e: :'*
QirSffiO .--- f *'"
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H irecada, f r-apr'^ : '-
rav*w t'e c ga-rc; ,
;:r:'n 13.
dewi os

C3 i*
De:-a^p r ce i
. No nhbaotn dd esrM^^VS TUS
M^io p. 43, DtKa prn:a do Cal-rtralraj
A:frfdo, re Id-ce ct8aonoj; pea tm a*
t
i lEtm i
W


HHj
rmm
Otario de Periiambuco
FERRO QUEVENNE
Un/co pprovado
pela AIADEMIA DE MEDICINA DE PARS
pXIGIR O ','iKDADSIIIO
Garantida absolutamente pura
/.
J ANEMIA,
4- FRAQUEZA
14, Ru des ux-Arts.PARIS $ POBREZA DO SANfiUE
Bolsas de pala
Um variado sortimento ac-iba de receber
Terea-fcira 5 de Jiiiiho ele
BHLOROSIS
MARCA DEPOSITADA
ezn. C^^ieEITT-A.aiT perto Isigny (FrangaJ
CASA ESTABELECIDA EM f830
Encontra-se esta Manteiga era casas de confianga.
L

ALIMENTO (JAS CRiAKQAS
DOS COKVALESCEKTES
E
Para substituir o chocolate, do diges'.ao multas vezes diractl, c o cafe com leito cujos offeltos debilitan
itojudicain em cstreu:o a sade Cas Senhoraa, os Mudlcos recominendam oKcabout do
B-
lica
Arabas
.o Delanprener, por ser um alimento leve, agradavel e muito sulstetctl; receltam-no tamban H
Qdaocas, pessoas Idosas ou ar.en;lea, numa palavra a todas as pessoaa que carecein de fortificante.
1 S3, n Vlriaun*. DEPSITOS SU TQDiS AS PHARHA.CIA* 1)0 MUNDO UiTBI**
DIGE37UZS
DIFr.S
ar
IBASIESTOMauO
Dyspspsia
Pona
\3 Apfittli\
TTORUCO CIQEtDTEVO
ADOPTA PO EM TODOS OS HOSPITAHS L
:<*i I'AIUS COIO o O*, roo
HJ

GASTRALGIA
ANEMIA
Vmitos
Olarrha
ctwonca
, OOOA e PEPSINA
o Qcxo e Dioioma* da So
. 49, o e u f arsmlii l~~
^N:NUTRITVgJ
[COM OUINAj
CACj
0 melhor e mais agradavel dos tnicos, receitado pelos mais
{Ilustrados facultativos de Parts, nos casos de ANEMIA,
CHLOROSIS, FEBRES de qualquer natureza, DOEN^AS
do ESTOMAGO, GONVALESGENgAS.
P. LEBEAULT & C, 5, Rae Bourg-l'Abb, PARS
SE ACHA AS PRINCIPAES PHARMACIAS
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuinte, de sabor excellente, mais efficaz para as
pessoas debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestias do estomago, Chlorose,
Anemia, Convalescencias; esto Vinho recom-
mendado s peascas Ja idosas, a jovena, mulijsae*
e ii criancas.
PARA VIRAR
a ANEMIA o BACHITISWIO
a LEUCORRHEA as ESCROPHULAS
o RHEUMATISftflO ^^^ /Ku. a TSICA, oto.
<2e
EZTFULCTO
mais etficaz inda
Nfc|
de F1GAJZO de BA.GA.LH.A.O
do que o oleo cr de flgado de bacalbao
-TO de Vinho Vivien e TAO AGRADAVEL que as
me&mas criancas tomam-no com prazer.
as 2>flnclpile3 phartnaeias. PARS. Ru Lafayette, 180
i imiiiiimii \
CunraiTo Aniunen S C
Teseoras, caivetes e nav.lbaa o que se pode
iesvjar de mais Bao receber5o
Conrudc, Auluset ft C,
A' B R I S A
Prac da Independencia
Bijouterias
Novo Borlircento ea alBnetes [.ara gravata-,
relogioc, pulceiras, broebes e boioes de ooro
remano; Receben
Courad.i. Antnne cft C.
Perfumera
Gr-.nde vsriedade em extractos, touicos denle-
felo?, leos, atuas de tciiel, pos de ooro e eabo-
nets; dos melborea fabricantes de Pariz e
Londres acabao de receber Unecto'.
Conrado raOluuei ii C
Bieos e .rendas, riovidades
fiece&ero
Conrado, Anlunei A C.
A MKISA
Praca da Independencia ns. 4, 6, 8 e 10-
:a mu- *
Jos ioaqan de Sema fcenaos
i- anniversa io
Hara aarte Pialo de L
Usnoet 1. deSoaza Lemcs. sea
Iber e tiihop, J^ i. de Sooia Le-
mos JoLuor, eoa moiber h flih. s
(etittg), Joaquim <.'e S. Lcmoa e
ata mnloer, Artiiur de S. Lemos e
sua muer e EIza Amalia de S.
Lemos coavidam os seus parto es e amigo* e aos
do flaado, para aaiil:rem a u a a:isea que por
altta de eeu Duaca esqaecdo e-poso, pal, so;jfO
e avo, maodam rezar 'a 8 hora* da manba de
qoiata (eir 7 do correot", m ordeai 3" de S.
Francisco, bypo'becaado a ua g.-jt dao a todos
aqaflles qce ee digriarem comparecer a tao pie
doso acto.
>:r.(
t
Coronel FmaoNco Uoicili de
Andrade
A moiber, (Unce, gecros. to-as 6
netos do tioatio coronel Fraacieco Bo-
telko de Andrade agradecem do intimo
d'alma t tod- r.aram assistir os aitimos fu"aio:
eito so sen finado marido, pal, ogro t a<6
icrOCC'S 5j o sec enlerrarjcnto ; e da novo
led'Q) &o eeus parnies e amigos, aadm como
aos do finado, para asri-tirem as missas qne
mandara celebrar no da 7 do corrente, a 8 bo
'a^ da manta, na nutriz da Bo Vista, e desde
j agradecem a mala esta prava de tmiz ttusmii mwmmeanmmmaaamm
f
Carriohos de Passeio
Para erlaneas
Forto8 e elegantes acabara decbegar pa>a
Conrado, Actnnes dk C.
A BRISA
Praga da Independencia
ESFEIIE4 PARA CABELLOS
Para tbetitro, casamenioe e bailes
Becebero novo sorlimcnto
Conrado, AnSunes i C.
A BRISA
O mais completo e variado sortiaento
pata ho.mena, seDhoi'&B e meniaos.
Sedas
Brencas, pretas e de cores, lisas e Ja
vraaa.
Cachemiras
Ccrtes bordados, e?parthoa, linozs,
peroi linas, levantinas, oretonea, zephiro,
chapeos de sel, caminas, pannos, coikri-
dJHMI e peitjibos,
Periamarifis dos melhores fabricantes,
etc., etc.
i'ado se encontra por prejos resnmi-
Eom&3
NA
La Gran Via
Gran
8 A-Boa da impratris-SU
DE
Otnon Suva 4-C.
Cuilnerxuna Cnr.'oso
Os Irmaos e cnnhadoB a tallecida Gailb*rm -
na Cardoso. agradecem se pessoas qne comps-
receram ao enterro de sua i;ma e cunbada ; e
de novo as convidam. e bem assim as demaia
pesseas de eua mlzade, para aesiretu as uva-
sas que maodam retar por sua alma oa matriz
da Boa Vista, pelas 8 boraa da maac& do uia S
do correte me*, stimo co sea fallecimebto ;
antecipao^o eua gratidao-
MKiito camello Pesaoa
Tercida Cecilia K-oger Peesoa, Rodolpho
Pesaoa, Urbano Pesnoa, Ma ia Lias Carneiro
Fessoa, Christiani Krogar e sna familia,
agradecem no intimo d' les qne couduziram ultima m;rada os reatos
mor sos to sen idolatrado espeso. fai.sog.'O, gen-
ro e cunbado Walfrido Camello Fessoa e de no
vo os convidaos para aeiistirem as missas que
por sua alma maadam rezar ca matriz do Cor
po Sanio, a 8 coras da maula, lerca-telra, 5 do
correule, Belimo dia de seu infausto pass?iren-
'o.
llano rvelor de Helio
A familia do inditoso M-'no-l Vctor
de Helio agradece do Intimo 'ala.a s
pessoas que ee dignaram acomp>nnar
os reatos mortaes de seo sempre lem
brado filbo. eepoao, pai, i-mo, conna-
do e (io, e de novo es convida, e es decais pa
re tes e amigo pa-a ass'stirem a missa i!e 7-
dia qce manda celebrar ca nutriz de S. Pedro
em Oi;tiJa, pelas 7 boras da manb do dia 6 do
corrente.
i
Rodolpho Antuoes- & C*
9 Slaa Daae de Casias 89
A
CADET
[CERTAtlNFALLIVEL]
m TRES DAS
^B^Dcnaln7j
"^e^A-QJ^S
9epositoa as priocpa^Uaratf
AGUA
WihtmI afvraf Purtitin
RUBINAT
rFonte do DoutopJLLOS AC3!
J* j)ifc/ii oadtmii da Hdicin t Ptrlt prott iiil Un* citttm 101'llt di lubilmciti fui Ou qtiei .
8l*AXO D& BODA X BULrATO DB MAQSB8U
Mjia T 3368
cost-
ar
Precisa-se de urna ama que saiba co
sinhar, no 3. anda- do predio n. 42da
ra Duque de Caxias, por cim ada ty-
pographia do Diario
FINAS COLCHAS para camas. LIN-
DOS cortinados para cama e janebo,
pregos sed competencia. Elegantes
sbjeetos de biecnit, vidro, tetra cotta para
toiletes. Grande sortimento de albuna
para retratos. Papel de fantasa para
cartas. Alera de muitos oatrw* artigos
qne o bello seso encontrar sempre na
b6a conhecida caBa de ROjOLPHO
ENTUNES C.
87Rea Pape de Gaxias67
Fabrica de movis a
vapor
DE
Silva Ferasndes i C
48Ra de S. Joao 48
Promptifica ea qualquer eneommenda
de meroecaria cu carpintera, oom ft
maior presteza 0 por pregos rasoaves.
Compra-so medeira de boa qaalidade.
Aceita-so artista* maroineiros e cara-
pin&s) que sejam peritos ; e tmbeos ad
mitte-se aprendizes pagndose desde lo-
go oigum ordenado.
DEPOSITO
40-Roa Bario da Victoria-49
I .Bordados
8 Completo sortimento em todas as lar-
S garas, brancas e mesclado, de coros.o |
crome e braceo, alta novidade.
Refeberatn
PEDRO ANTUNES & C.
NOVA KUrBBANCA
63 Ra Duque de Casias 63

arla ta* Dore* daSUvaDuarte
Trigsimo dia
Joaquia) da Silv Duar e e eaamnlber
convidam os seos amigos e parales para
assietirem a orna man per alma de ana
Bina tediada, no dia 6 do corrtnte.pels
7 bor:s da manfca, ns kreja do Espirito Snto, e
d-sde ja agradece^ a todos que comparece
rem.
mumatamammeamcmatm
t
Marcionila da Xeves Fariaa
l* aaniversario
O capitco Albino Leite de Farias o toda
a aua famia coavidam atod03 os seus
prenles e amigos para assistirem a orna
mise par alma da toa estemos esposa,
Marcionila das Revea Fariaa, pelaa 7 i/i boras
da maab, no convento da Penba, pelo que se
confeasa grato.
t
Amelia Augunta C.raelro Cbat-on
Urna amiga de O. Amelia Augusta Car-
neiro Chacn, convida aos seos parentea
e amigos para aseistirem a orna misaa,
que por eoa alma manda rtzar na matriz
da 'Boa Vista, s 8 boras i'a rcantia de 6 do
corrente moz, trigsimo dia de seu paesamecto.
'ntecipa a tndoa sincero aeradecimeoto.
t
a
ESPECIALIDADES
T. JONES
imiCMTE DE PERFUSRIA IUCUSJ
KXTHA-riMA
VICTORIA E8SENCS
O perfume mais delicioso no mundo.
Suma grande colleccao de extractos pao Mnoo
da meeraa qualldade.
LA JUVBNILB
P aem mistura ciumlca aLjiuna, pan> 0 sato,
abereote e lnvlslvel.
CREAS IATIP
Conaerva-ee em todos os climas; mn ensato
demonstrar aua super'oridado sobre oa outros
Coid-Greams.
AOUA DB TOUOADOM IONES
Tontea e refrescante. Excellente contn aa
picaduras de Insectos. _
BLIXIR PASITA SAABOHTI
Denti/rido antlpaco anteo- Branqaaa
flanua e tcanftoa ai aangiva
8S, BasAlsawS Um
PARIB
fPBNaS

'%-*H-*J'
Alta novidade
Orempoes a Mara Stuart para en-
feites de cabello o que ha de mais
nevo
Rsceberam
PEDRO ANTUNES & C.
?x
>a.ij.n*i!i
_ CATARRHO
+lO$Or!% TOSSE ANTMA
TSICA
Este remedio, sa
iranalos, nlo tasj
sabor sesfc
iMMAMMOi+W
Erpeclakdade para o toucadot
Nova remessa do Haravilboso Sabio
Rasao. nico deposito
Pedro Antunes *fc C(
NOVA ESPERANCA
63 Roa Ddqos db Cauas 63
.,^i> ,*
*-*
Cajurubeb
Este enrgico e proaigioso medicamen-
to, que oomegoa a ser vulgarisado em
1883, e qne to proficuos resultados tem
produci na cura do reamathismo, mo
lestias de pelle, euoorrheas, a6tbma,'.nos
soffrimeotos occasionados pela impuresa do
saogue, e tas differentes formas da sypbi-
lis, esteve por algum tompo paraaado por
oirenmetancias imperiosas; e hojo, porno,
reapparece com todo seu vigor; e de
esperar que continu a merecerdo illas-
trado publico a mesma ecceitagSo do que
lampea gosou.
Approvado pela respeitavel Junta Cea-
tral de Hygiene, por Decretos de 2 de
Junho de 1883 e 18 de Abril de 1885.
Contposlco
PS
Fifiino Candida de Flgaeireio
PROPAGADORES
Bapltsta& Figueiredo
A venda em qualquer Pharmacia.
Casa a alugar-se em Olioda
Alnga-sa a casa da roa da ladeira da Miseri-
cordia em Olioda o. 17, com daas salas, gabine-
te, & quartos, despensa, cosinba fora, quarto
para criado, quintal murado e com frocteiras,
agu; etc.; tratar oa roa 1* de Marco n. 17,
pr meiro apdaf
P eciea-8e de um cos, btii lu cosu.li<
tratar no eacrlpiorio arca do Cosme rr
irero ii.
m!
Saata Casa
Casas para alagar
Ni secretaria da Santa Casa alaam-3e as se-
gcint^s casas :
N. 8 no Ambol Varzea).
N. 26 na do Amorim. caaa terrea.
N. 41 roa daMceda, sbralo e leja.
Para
engommar
Precisa-se de orna ama para engommar e ou-
tros aorvicos domesiico; no 3- andar do predio
o. 4? ou tua Duque de Csxias, por cima da ty-
pographla do Diario. ____
Se lientos uivas de
uxXuXvft o u u m
Sampaios
E' Esm denominada orna nova marca de
magnficos cigarros, t brkados com superiores
tomos; na conhecida fabrica Meteoros, de J
B. dee Beis C. Saccesbcres, t ra larga do
Rosario n. 30.
Terreno
Veode-ee um terreno, na Torre com frente
para tres roas, pascando bonos jonto ; a tratar
na ra Duque de Casias o, 53, loja.
Casa na Torre
Aloga-se ou.a na trave?sa da roa Real n. 3,
com 3 qaartos, 2 s.las e poriao ; tratar na
roa Lirga do Rcaario n. i4__________________
Aviso ao coomercio
Gomes de Mallos Irmaos deciaram qoeo Sr.
Pedro Baptista Fragoso deisou de bq seu em-
pregado no dia 2 de Jucho corrente.
'feudo se extraviado a caniclia da reiojoa-
ria Vemet, sob n. 457, sa faz publico parS ser
lirada nova va.
Recife, 1 de Janbo de 1894_________________
Casa em Oliuda
Vende se orna ra Bcm Soccesso n. 5, di-froo
te da i?reja do Rosario, a tratar ao caes da Com-
nbia Pernambucana n. 6, escriptorlo de Baetos
& Corcp. '__________________r
'Cosinheiras
Pre!sa-se de doa? qaa sacara cos'.mbar na
rea da Concordia n. 10, e vc'.na n. 28.
Attencao
Precisa se de cui bona costo leirc oo coslnbei-
re; na -ua o Apollo d. 36, amazem.
Cixeir
Prectsa-se de um caixelro com p:
verna ; oa rui do rnm n. 33 B.
.tica de ta-
Raa Estreit* do Rosario (junto a Igra
Pocas Alendes i C.
Obras de Vime
Como sejam :
Cestos para compraa
Barg- a
Balaios para papel
Ronptir s
e lindas cadeiraa*
Ra Estreita do Rosario
(junto a Igreja)
Fojas Mwkt t
Ih
Vinho da rra
Estrella
:p*".i r
garrafrs,
enarca?
Em aneoretaa
todas es entras
mesa.
Ra Estreita de Rosario
lRrajS|
Pocas leudes i t
pr.fsri-a psss
(jante i>
Kerosene 'vcl
NEW ERA OIL
De la faik de Jciliiis^il
IBBFClMS05!
VEFS&iEa
.^onseca. Irmo
Galx&iro
Precisa-se de om oatxeirc com pratic de mo
Ihados, de idade de 13 i 48 aooos, qne d co
nheciojerto ds eu~- ecadneta ; tratar na roa do
Capitac Lima n. 15, em Santo Amaro.
Estrellas d'America
Nao ceaaa o luelcia
Ao queima ao queima l
Teiii cansado espeete, meaino admirscao, em
faca do cambio de 9, os precos por qnauto ven-
derxos ua fazendas to noseo eeta>e!ecimento. B
iocrivel I e ee veodo. m nasaeio AS ESTREL-
LAS D'AMEflIOA:
Madapolo Paniabo, lavado, pega 50CO.
La e iinua alcccbcado, alia novidade, lt o
covado.
Fulardiae de hilas, lindes padrGes, 700 rs. o
ce vado.
Cobertores de 15, grandes, 2*800 om.
Gargarioa de bolas 60C rs. o covado.
Mirina pretos de 800 re. a i000.
Sedas do lyrico foria-cores 2#S00 o cavad
C>m'jraias bordaias com um metro de largor
a 1200 o covado.
japtistab Moas 240 rs. o covado.
Gentil pernambucana 700 is. o covado.
Panam iinciissimo 600 rs. o covado.
Vestidos bordados e seda.
Las de qoadro. 300 rs. o covado.
L bo cbinez, 500 rs. o covado.
VerbuliaaB de lodas as cores.
Las americanas 240 rs. o covado.
Bapti6taa Enifmas 500 rs. o covado.
Fichas de i a li .
Ficbas de Iiobo, grandes, Jj> um.
Madapolo espacial de 10, 1 e 14#, peta 20
varas.
Cortes de casemira para ealca, 5 om.
Flanella de azul e preta 3 o covado.
Hirios de cores i200 o covado.
Mantilbaa preUs de seda 44 osa.
Hilas (le cores, de seda 7 uasa.
Ditas de algodo 3 orna.
Flanella de la pata camisas de bomem, 600 rs.
covado.
'.'aaemlraB de diversos padrOas, 2#5O0 o covado.
Etamines, 600 rs. o covado.
Sedas chinezas, U300 o covado.
Cumbraias de c.rts, arrendadas, 1*300 o covado
Cretjne babiano, 600 ra. o cowdo.
Cretcnes fruucezes e iagletea
Sirin3 pretos e e core3, iavratos, 1*800 o
covadq.
Vestidos brancoa tordaJos, diversos pregos.
Vestuarios para bapiisados, de 10 504.
Voiile de li i200 o covado.
Fueto de corea para cala *i o corle.
Setins de todas as ccres,
Surab diversas cores.
Cortiaadoa de cambraia 104 o par.
Mosqulleiroj diver60S precos.
Cortinados de crochet, de t42 a 40A.
Colchas de crochet iOi uma.
Cortes de colletes dd fustao, brancode es corei.
5/000 um.
-Colchas de cores, grandes, 44 orna.
Saeta encarnada e azul.
Las com lslras de seda, 24560 o covado.
Sedas pretas lavradas de 24500 84 o covado.
GorgurSo de seda pura de 64 a 104 o covado
Casemira inglesa, preti e azul, 64 o covado.
Brim pardo para roapas de senboras, 400 rs.
covado.
Cambraia transparente de4400 84 a peca.
Dita victoria de 44600 84 a pega.
Um completo e variado sortimeato de miodozas.
Completo e variado sortimento de ronpas fettaBi
para harneas. j
Om completo sortimento decasemiras de cores.
Lindo sortimento de vestuarios para malinos
meninas, oitima moda.
Marino' azul marin'no, o qne na de melhor nests
genero.
Crep azul marino.
Camisetas de flanella, QnicBlmas.
Completo sortimento de sobretodos e c.paa.
Cachemiras forta-cores, 14500 o covado.
Grandes redes da Bibla da Traigao.
Gentil alagoana, furta-esres, 14 o covadev
Voilts de las, lavradas, de '.odas as cores.
Vestidos brancos bordados, de 164 a 224.
Vestidos em carios, de cambraia de cores, ulti-
ma novidade, 224 om.
Musselina da India, 14 o covado.
Crepons de cores, 800 rs. o covado.
Pregos sem competencia.
Conttoa o queima
AS
Estrellas d America
l=Kua I- de narcoi
ANTIGA DO CRESPQ
WHISKY
Roy?\ Blend m irea VIAOO
Este esci-llete I i ferive: ao e-ogc&o ca HgunrdeaU ocuea
para orticar c carpo.
VdaJo-ae a retalbo r.oa maiovaa atia
seas de rao'u dos.
Pede Rova! !.
jo uouie e eeaSiesM s.o rcp&trndoa por
ido o Brasil.
_____________BR' *7Mg ft i ,
Licor depuraivo vctjetal sssVsii do tm
dice Quintilla
Este notabiiiioiiii epurauit> que vesi
precedido de lo graodo fun.a, iufailivel
na cura de toda as doeucas sypuiii'.icds,
escrofulosas, rheumatieas e de pelle, co-
mo tumores, skeras. dores reuaialicis,
osteocopas e ucvralgicas, blcuorrogis
agudas e chrouicas, cancros syphililicos,
inflaramac,es vlcera&s, d'olhos, oa virios.
gargantas, intestinos, etc.. o orr. todasu
l molestias de pello, sinfisi ou diulberi.-ss,
assim como na alsfscls os queda do s>
bello, e as sosBSts sterminsisi por ss-
turacao mercurial*
Do-se gratis folhetos oode se scos-
tram numerosas experiencias feiUs es
este especifleo nos nospitaes publicse
muitos attestados de SMofesi c documen-
tos particulares.
Faz-se descont em casa de
FAMA SOBRINHO 4 C.
Ra do Jfarytsa de Oliuda s. I
Taveina
Vndese ama taverna com poneos fondos, e
bem afregoesada, sita a eatrada do Madoro n.
42 tratar na meemi.
Os refinadores
Os refinadores desta cidada avisam aos seos
fregoeies qoe em vista do alto prego deste ge*
ero em rama, resolveram tender o refinado,
do principio de Julbo em diante, pelo prego ss-
gulnte:
1 aorta 74500
* sorte 64500
3 sorte____________________4500
Cosinheira
Preclsa-ss de ama para comprar e coalnhar:
na roa do Bom Jeaus n. 21.
Marques & Lima
LICORES, COONAO, VINHOS SI-
NOS gneros de prmeira qaalidade e
todo qnauto se pie desojar para ame
Ma dispensa, a pregos oa mais reaomidot
poasivel.
(Nao temos competidores,
Boa Estreita do Botono (jonto S
Pocas Hended C.
Pede-se aos Senho-
res consummdores
?ne queirain fujiOT
qualquer comiii*ini*a-
jao ou reelamacao, se-
jaesta feitano escrip-
torio desta empreza
rua do Imperador n.
29, onde tambem se r e-
ceber qualquer corita
qe queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os >Srs.
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira e HermiUo
Francisco P di ignes-
Freire, e quando for
preciso o Sr. Antonio
Martins Carvalho e
Joaquim Antonio de
Castro Nunes.
Todos os recibos
desta empresa deve-
ro ser passado se fir-
mados em talo carim-
bado e rmado pelo
gerente, sem o que
nao tero valor algum
Samuel Jones
Gerente




naan



8
&*-
FAZENDAS BARATAS
NA
Diario do Pofrfamlmfo Ter^a-fetra 5 de ofiniho de I*Q1
de Alargo
Este importante estttbe'ecimeDto contina & liquidar por pr.c/s aem competencia
08 srtigea absixo meoocados.
Brim pardo oom peinero deleito a 400 ra. ocovdo.
Licon com bolrcb: s, Irados psdroes a 240 ra. o corado.
Msd&pelSo pelle de oto, de 12000 por 105000 a peca.
Dito famoso para camisas a 10(5000.
Dito menosnos maito largo a 12000.
Crotones maito largas, Iind.a ptdrSea a 400 ra. o corado.
Flanellss branoas e de ocres para rostidos e para camisas t 4".0 ra o corado.
Brim braco d. 6 a 2S200 av.-n linbo.
Atoolbado braceo e de corea a 3000 o metro
Cortioadoa do cambraia bordados a 1(5000 o par.
Vistmrioa de jensey p*ra meaiuos todos os preeoa.
Mactilhaa brancas pretaa e da corea, a 35000 ama.
Mosqueteiros ame canos brincos e de e?r a 155 e 18$00am.
Cortinados de cor para janelia altima oovidade.
Comp'-to aortimento de fechas para todos oe preces.
Esteiua e alcatifa par forro de sala.
Merino preto daas Isrgur&s a J#200 o covado.
Cerod.3 de ii&ho para borneo; a 360C0 a duaia.
Eioletdido 8ortimt;cto de omiaas de flioella com e sem cclarmho 3esde 2(5 a lOfQOO
orna.
Ifeiaa francesas para bornea, a 125000 e 14|00| a dozia.
Sedas i z*s e lavradas, curraba e setins toda3 as cores.
Caem ra preta e de cor pera roupa de bomem a 24200 res o covado.
Cortea fieos de c-zcaiira prra caiga a 850C0 um.
Comises'para hornees dirmr.
Bit->B pan leokor, Um,
Zophtros lisos e c^m lis*:.; a 400 ri. o covado.
Cortes en ca:t3o pera vestido a 10030 peobischa
Esp er.didos eortimeato ao bordados por presos b&ratissiac.
Cols&Vs francesas grandes e pequeos.
Luvss.. loque, epirti!hi>8, extractes, loceos, e muios cetros artigos que vendemos
por preces bartitisflimos.
So na Loja do Poyo
e Mar$o-19
TELEPHONE 61
> AUGMENTA a
m H > m TNICO ORIENTAL CURA A CASPA IMP8DB A CAHiDA DO CABELLO 0 b m W W
. PERFUMA *
2SECXFX0CS
Sr. -TdTlTnhrgys de Nova orl
Em ) mal de S9 sonm, ilmilw, wrnro, CV
mA barrfu*. A me* ae< nrmfBriiu e i^Iuo
asrtffl prinetfar* e nuil tunnMm Jo Jlnino.
So. COK A
Itihi i Gmrr' IiiT.imTnao**...........
ffv e CilYc^iwsdM porlomdrlsa....
titira* Choroe Ir-Bnmnift (Ir*Crtj\r:^%......
i Btritr.nWL, Dtaoe Barriga, cViV.oitriws
I r rl Cnltra-lor*, Vojn Itoe^.. ..
" Ronquea. Prtnrhrra..
__ Car. KTrs!r!* ......
KacSMi*. Verdeen... .
akrrngil* t*it>....
rr"T i\ Krf'U. T*e-^ rn. P-r9.
mA* ........................................
r?. J'^*rArrHr* n-*liraacA, RfM*i
J. I'mi. Tu tfflnr.ct, PimcsiJgrff >
lirrP, V**" "'/'........
: IclMiwff'ati o-W nrwnnev..
p. fl^Rp, )|(fll, rfbr*l.riirt(-ntf.
Ira
, BAR0 DO TBIMFHO-44
Machinas a rgpoi

^ua
Tai. a fund;
raixaa bat!
Arador.
e batida*
sern cravs
v-
DERNIRE CREATION
WLHELM REGER
Frankfurt a M.
NIWANA
CHICAGO
La MaLon oblitv Fexposition
Chicago Fuique Medaille
e
' 'U
FOLEETIM
98
mo m wm
POR
QUINTA PABTB
OS ANZOES DE CAMELIA
XVIII ,
Folhas solas
(Continuay&o)
^enrique, em nome da nossa ternu"
ra, era'nome de meu repouso, da minba
elicidade, vamo-nos embora...
Meu marido batea com o p im-
paciente.
t Outra vez exclamou elle.
< Sim, outra vez, milhares de ve-
zes.
Uma tal insistencia Custa real-
mente a crer Eu digo-te que uo, mi-
nba querida amiga, cem vezes uo Pe-
co-te, portanto, que nao insistas mais,
porque te affirmo que farias perder a pa-
ciencia a un santo !
Para curar radicalmente a anemia, cb-
lorose, ou cores plidas, opl&c&o frial-
dade, e todas as molestias qua tem sua
origem na pobresa do sangue.
Nao h remedio mais efficaz que as Pi-
lulas ante anmicas Brazileiras do Dr.
Silvino Cavalcante.
Formula approvada pela Illma- Junta
da Hygiene de Pemambuco.
T*re5os de uma caixa 1)5500
Meia duzia 8$000
Urna duzia 15$000
BOTICA FRANOBZA
H. ROUQUAYROL
n Ra da Cruz n. M
Nazareth
Vende-se ou alu^a-se
Na cidade de Nazareth, veude-ae ou
aluga-se um vapor com for5a de 5 caval-
los, uma machina para descarocar algo-
do, com 50 serras e uma prensa, tudo
em perfeito estado, e bem assim tima casa
cora os cmodos precisos para taes obje-
ctos, que acomoda para mais de mil sac-
eos de algod3o. A' tratar u'aquella ci-
dade, com Joo Cleiuentino de Hollanda.
Bichas de Hamburgo
Vcde se ero erao^es o peqo inas p-^rcoce
ipplica-! ventoras eeccas
as Liran^eiras n. 44
de Jeife
v accaa ue
Vfndease m'.rtigiB: na Pinte de Ucho:, afilo da Capell.
AlfaJataria Moderna
ri8 -Rea Larga do Rosarlo~18
Acsha-'?e de ah'ir orna ooa alfaloiaria, com
esplendido so'l'm-dto de casemlras. ebeviotes e
?rlDS, oltifflia ovif.'des de Parla e Londres.
A caklca dirif:!ia po: uc baDil e conbecido
artists.
Os seos r-roprieUrios pidem caa visita no
eo es a'jelecisaenio
C\V)P0s A MAIA
Arma^o
Vnic-.:ecoii exceilpnie wtmt^a de amare!
lo 'o'3 rnvtr ja a, dcn< brfs de volt?, pro
;>r o p*ra fitfota : a lrs.tr oa roa do Raopel
nocero 3. |
ilen^ao
Veoieee orna inop rt?te aronco de ama
relie, foviiiraeada, cc~a, cote Dulci de pedra e
eecriptono ; queo Pretender di-ija se ao I
andar do predio ni 29 da roa da CouccrdU qae
acair com quet iraUr.
GianHeseme ateira
cafeseiros
^ faxer.da Ser.-a Graade do municipio da
Victoria. E*i.idj de Parnamboco, tsm pa^a ven-
der do da I* re Mi -m dianta, cerca de non
milbO'fs do fea de cafeaelro?, rojos nrecos, las
raaohus. qoaltdadeH e mais explicaces,veja-se o
Jorial do R-cife.
fallivelmente todo o futuro da nossa mo-
cidade. Conhecfti-te mal, jpinha querida
N5o saberei descrever o que se^ti,lBertha. Julgra-te intellgente e boa, e
ouvindo aquellas palabras qussi brutaes^
pronunciadas n'um tora de colera, a que
eu estava to pouco acostumada por meu
marido at entao. Occultei o rosto com
ambas as mos e derramei copiosas lgri
mas.
a Bom excbynou Henrique. Agora
choras !... Era s o que falta va !...
Depois seguio-se um momento de si-
lencio, fj S eia interrompido pelo rui-
do dos meus solucos.
Teria dado de bom grado metade- d
Eqg~rho venda
Veode te o erfr-T-ho Mirtinira, aatigo LsROa
do Malto, Eu'dr, no frecceita da Lo?, comsres
dA^'Sfcocrerc'i : i tratar com Joa Mara Car
ntiroda. CtCb'. i rm do Appollo n. 23, ls
Cav Yo de corrida
Vendi'-^" :s rrixaeR d" co"i.', Pyr'larupo,
Be.-lim, Eninte. cif rme. Traquinas e Froo-
i n, ; t atar ro C&SUatio Nevo n. 106
- -. __________J-l-
Bdrtba, disse-me elle com voz
breve e sacudida, rauito differente da sua
voz habitualmente ti\o meiga e acaricia-
dora, temos vivido at lioje perfeifament
felizes, alo verdade ?
a Obi sim, sim!. retorqui eu.
t Paree, proseguio meu marido,
parece que estas caneada desta felicidade
e que juraste pl-a em risco... Eu, com-
tudo, bei de obstar com todas as minbas
fprjas a esse naufragio onde perdera in-

ftrtrrA, >m>phtl

A, lVhl.latf* tt^vom, /^iium .
6S. KrfJ
Cuma
iolorrwf. Yartto
pr Im\, Sal di>, rjptUcorot Bl!e 6*
M. PpSt)irl<,'Ml'm'liyii'je".iiieu't -
. 0**SCStrM Chroatca*, VfitdrCabera....
C >1*-*1 rto Tir. yum,4ir**, it4 i a^'ii.^a >?**.
1 ,rTaHwUitoorT.Io.io :iiml^i.j%3
" n.vnxe.1 SOb-U*.-^ K).
UNIOS AGENTES
Para Teedas en gross em
Pcran%aeo
Faria Sobrinho
C.
CH
ZEVEDO & MENBONCA
SOCIO RESPONSAVEL
ILBBrOH0 BB AZBTKDa
Pb9r*c*tioo-CB>iico t> -?* Esesla de Modioioa do Rio de Janeiro,
Uro apemus>^>a'i do tlo*ph IkrrtiM da Santa Isabel, epha rma coutic i
ir do diversas c>ti>9M aredieaa do govoroo gTal e prortaei*! eo Osr, es os
effectiro, preleseor mt*4 do E!um**td.kde, M-n>ee>bro da ooasmsslo de pby siit
ez-inspeetor das mU do Iotir*s PV* i*ju"'j d Ro n Jnin, praaiado co
MED ALBA Di OOBO aiw laswMe ( ao bmui nfin.tH.), Jamao
Corso de Mee^eia*, s*o. *o.
Medicamentos magietraes e officinaes
CAPMCHSMENTB PREPARADOS
Crraade sort mentu da droga, productos oiumioos o especialidades f bi
oeatios, nviiocpee e estrasgoirta.
Fundas. &ord., irrigadore*. Boringas, pessartcs, polverisadures, oto.
Tiotas, ver^isefi, nieis e muios outros artigos de piutar*. Vistes a out f
firtigoa para fogo do Brtifioio.
ARTIGOS UE PHOTOGRAPHA
FRECOS RASOAVES
25 iA DO BABAO DA YIGTQHIA -25
Telephone n. 398
PERNAMBUOO
GKANDE LIQB5ACA0""
As sezoes, febrea ntermi-
tenfes, pa'ustre?,renitcnep,
dorrs de cabera, nevralgias
as mais rebeldes, sao cura-
das infallivelmente com as'
p lulas contra as sezes do
Dr. GosfaLeite
DEPOSITO
LOTEA FRANOEZA
H. Pouqaayrol
2 Ra da- Cruz 2 2
.FAMTAZIAS
E' hado a Btrtsmecto do tecidoB sendo
impossivel de se descrevw a grande va
riedsde de tecidos de factszia, sedas,
ISs, naaseiik, cambraias brancas e de co-
res ; pedo-so ao pnblico em geral o prioci-
palmoase as Exnrss. fumilias de visitarem o
Congresro das Damas
Carralho & Airneida
RA DO OABGa' n. 8 e 10
Telephone 196
Lrqaes it Gsze e Peonas
Ultimas novidades de Paria recebeo o
Congresso das Damas
Galoes e Guarnicoes
Oom vidrilho e stm vidrilho scaba de
reoeber liado sortimento o
GQN6RKSS0 DAS DAMAS
1
FAZEND
PAH
IUDEZ4S

ACABAR
NO
CENTRO DA MOD
H. 3-RUA BO BUSA'-1?. 3
A' saber:
MadapolSo, algodSo, ahitas, crotones, nwssok, brilh-ntioas. festorr, Lrms eras.-
ccb e de cor, vo>I^, merino prot) e de odv, cacbem r, lans. sedas, uusemirss do '.i*
as cjualidades, flanoflra, bramactos, atoalhados, pannos par mw?, goardenef %, bre
tanbes, toaib' s de linbo para mesa, esgoiSos, cobertorer., colchas, c rtiadoj de cam-
braia e crecbt. pelerinas, cortes para vestidos, c*mi8, coannbos. paobos gn-vetas,
bertaras, meis, Iodqos, laqaos, miodeEae, porrunsunas, 6ts. bic^s de seda al^-wt*
braacos e de cor, sombrtab>s eto-, etc.
Ourives oceu-
lista
Thtoiloro Jom uamon de Mellp
Ecta0elec]do>cocn cfficica de corives roa das
Larangetras n. i avie, sos seas fregueses e ao
rerpri avel publico, qoe manten] offlciaea bab
liadiseimos para extcn.ao de qoalqner trabalb
concernsnte soa arle, especialmente erara
cOfcs para brilbantes, ocolos, pencines, monocu
ios, etc.
Doora-ee, pratrla-se qoalqaer metti, cncer
loa em feqoes de madriperola ou ootra qnaltiaer
especie, garanllndo presos mdicos.
Ra las Laraugeiras d. 1
Fabrica de relo
Agnas I limonadas psosas de
tols asqoalidades
8o.}< wttr, gipger, ale, limSo, aranjas
ouraao, abacixiB, granad caj grosella,
banmiha, horte a pimonta, etB. e-.o
12-A5AES
DO CAPIGARBE12-
PrevBu-eo qos Hqnidc4o oomya s
ora* da tarda at concluir so cotias as fssoods.
8 h>r*a da manbS o ac l 3 !A DO GABGA' --13

i
1
!-
n
Ard
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\zo & Zrzno
Ra doBarao de Triumpho ns. 100 104
e ra So Viscon le de Jtaparica ds. 2 e 4
COMMUNI0AM a aes numerosos fregaea?s qns tom em deposito e rece-
bom regularmoata da Kurop-"*. o Ama '.ca todos os machi aisosoe o crrogecs prr>
agricultura 'cata Estadj como sejam :
MACHIMAS a vapor de torga de 4 10 oovallos.
CALDEIRA multitubulsres de todos os tamanhos.
MOENDAS as mais solides do morcado e 'e diieVMlM ffces
TA1XAS de torro batido e fundido.
RODAS D'AQUA.
RODAS DENTADAS diroit^s e aogalarea.
CKIVACSS de torro fundido e batido.
BOMBAS de repucho da difirante systemas.
LOO AMOVIS do diversos tamanhos.
MACHINAS de dasoarocar algodlo
- CANOS de forra gilvaDisados, pintados e de cha^ bo.
ENCARREGAM-SS de qaalqoer ooaoerte para o que ta eas cfGcio*-
hem mont das e com bastante pessoal e-dirigidos por daos eogenh^iros hastart pe*
icoa e co~nacidos.
MANDA vir da Europa o 3ncarregam-3e da octagem do Uac:s o Rea-
till.^Ses, ffffaUm saa boi qaalidade o to--.n;ioafmentor no pr vm cor as uivec-
ue eos mosteda. ,
VEN OEM praso cu a dilt-ht o eom dosco-ito a nron r'-nmid ..-
gesto pa-a me afastare replicou framente
minha supplica :
Basta de scenas como esta, minha
uerida Bertha, sito quasi nove horas, o
Ir. de Savenay e3pera-ine, e, francamen-
te, as tuas maneiras esta noitu para com-
migo n2o me aunuiam a sacrificar-ta as
minbas distrac<;oes.
E Henrique sahio da sala deixando-me
s e no auge do desespero.
Nao son, mas tenho senaocommum,
e sirvo-me delle para teu bem.
Mas que lacoa t3o fortes sao esees
quo te prendera a Pariz ?
Que motivos to fortes sao esses que
te iiupellem a fugir ?
J te disse que me sinto triste e que
soffro cruelmente.
E eu repito qu te hei de curar de meu marido contra mim Os meus es-,
forca de distraccoes. torcos, porm, eram impotentes ; e os
Nao quero ficar, meu Henrique... mes solucos, <^ue se ha vi am dj eerto
NSo obstante, nao ters remedia se- modo tornado convulsivos redobravam de
n5o ficar, minha querida Bertha, porque minuto a minuto. Henrique gyrava de
eu nao vou. um a outro extremo da sala,; e no andar
Santo Deus Se tu me fallasses as- irregular e apressado conbecia-se-lbe ca
sim era outro tempo !... Mas que entio ramente a progressao da colera. Afiaal
amavaa-me... parou
Amo-tc exactamenle como no tempo Comprehendi quefcetava em p e ira-
a que te referes. Maj entao, negar-me- mpvel diante de mim, fiz um esforco, um
bia como me neg boje aura capricho to eafbrjo sobrehumano e consegu compri-
desarrazoado, porque eu ceder a elle nao mr at convulsSes do corac&o ; eiui a ca-
teria sido amor, mas tmperuoavel fra- t,^ e atei em Henrique os olbos cbeiCs
quexa ., de lagrimas.
maito superior maior parte das mulha-
res que nfto passam de bojecas graciosas,
cuja razSo muda com o vento... Tinha-
me engaado O qfle se passou neste mo-
mento uma lico para mim, e uma pro-
va de que, como todas as outras, jogas
com a maior indifferenfa o socego da tua
casa cbnfra a realisajao do mais insensato
de todos os caprichos. E' uma desgraca,
uma grande desgraja, mas que eu hei de
saber combater com a minha firmeza: e
ass'tn como nao ced agora, nao cederei
minha vida, para por-termo s lagrimas nunca, convence-te, qnando me dirigiros
que eu perfeitamente comprehendia nao qualquer desses pedidos insensatos, que
conseguirem senSo augmentar a irritasao nem mesmo merecem respostas.
Acabando de dizer estas palavras des-
denhosas, pegou Henrique na carta que
pouco antes escrevra para o Sr. de Sa-
venay e que estava em cima do fogao,
rdsgou a em bocadinhos e dpitou-os no
lume. Depois pegou no chapeo, qyp quan-
\lo entrara pousra *em cima de uma pol-
trona e dirigio-se para a porta.
Eu colloquei-me rpidamente diante
delle, que logo parou e me fitou.
Aonde vai ? exclamis.
Que te importa? retorquio elle.
Nao saias, Henrique Pelo amor de
Deus, nao saias I... E erizando isto quasi
Henrique fez um
ajoelhava' a aeus ps.
Tudo se acabou para mim J nao es-
pero nada Adeus meus bellos sonbos
de ternura eterna de eterna ventura !...
HenAque j me nfto ama !.. Em breve
me engaar !...
Deixemos de parte por um momento as
tristes paginas destas recordaeyes, embe-
bidas das lagrimas amargas da joveu se-
nbora e vejamos como Renato, gracas aos
conselhos de Camelia, conquistara o pri-
meiro resultado que devia no seu modo
de pensar conduzil-o ao fim odioso a qne
se propuzera.
O Sr. de Savenay, com uma habilidade
machiavelica.cujo segredo nao teria acha-
do em si mesmo, se estivera entregue s
suas proprias torcas, explorara simples-
mente em seu proveito um dos sentimen-
tos generosos que residem aempre nos co-
rasrJes bem formados.
Referimo-nos ao nobra instincto que
impelle o Tiomsm de bem a esforcar-se
para tornar os outros melhores.. do qne
s3o.
Henrique de Croy, cuja vida tao puta
e irreprehensireis antecedentes, nos conhe-
cernos, resolver intentar a cura moral
de Renato de Savenay, que se tornara
seu amigo.
J sabemos que Mximo de Bracy f6ra
que para Henrique, baria no commettl-
mento um perigo sobremodo serio, por sso
que o nao conhecia e n.Tio poda portanto
desconfiar delle.
Conta um fabulario antisro de t^r havi-
do um devoto eremita que intentou a con-
varso do diabo, e que pelo contrario se
deixou seduzir e peraer por ellp.
Esta legenda allego ica encontrou fre-
quentes applicacoes na vida real.
Nito havia sem duvida o mnimo risco,
de que o Sr. de Croy pudessa ser corrom-
pido palo moco tentador; tinha nos seus
principios solida couraca contra os mos
conselbos e mos exemplos, e nada o de-
via perverter no sentido ahsoluto da pa-
lavra, mas afinal era homem. O espi-
rito forte e a carne fraca dizem os
livros santos, e Henrique podia sar victi-
ma das falaes comequencias de um arre-
batamiento passageiro. Era com isto que
o amante de Camelia conta va.
O Sr. de Croy, que dedicava a Renato
uma affeifio viva e sincera, lastimava
vel-o profundamente immerso n'uma vida
tao deploravel e tomara seriamente a
peito o seu papel de moralista. Dissera
elle para comsigo, que para nSo asiustar
Renato necessitava primeiro que tujdo fa-
zer-lhe acbar a moral attrahente, s e por
isso tornara-se seu companheiro, ? senao
das orgias, ao menos da sua vida' de d'8-
spajSo e de prazeres excenrieo e rui-
dosos.
Era por isso que todos os das os en-
contraran! juntos no Bosque 'i de Bolo-
nba, as corridas e nos corredores da
Opera.
Renato rodeara Henrique com os estroi-
ss. seus amigos. O Sr/ da Cr,oy em
[principio um tanto deslocao naquella so-
'iedade, cajos costuraos e Jinguagem eram
completamente mal succedido, mas, *para para elle anemalias, n3o por fim se ha-
Maximo, o nao cumpriraento era apenas bitura a-ellos, mas ct Ifcc^ achire certo
uma cofrariedade e" nada mais, ao pasa o I'encante.
/
A pouco a pouco a elegante eonrmpcfea
daquella bohemia dour&da M SC infil-
trando, nio DO coracao, mas pe!
no espirito do marido o Bertha.
Os brilhantes e moraes parado i
sera cessar ouvia, parecain-lhe umbos
odiosos quo d'antes \. o vicio engenboso e
espirituoso nilo lhe inspirava j o mesmo
saltitar horror. A rirgiudade m -ms
alma ia-sc perdendo de da para dia ; cao
se poderia j reconheccr nelle o fidal
singello a 'quasi selvtico, que apreseal-
raos aos leitores n'um dos precedentes ca-
ptulos deste livro.
A sua elegancia emparelhava com a
do mais elegante dos seos compauheini
habituaos. Inscrev6ra-se membro do Jo-
ckai-Club ; e finalmente a existencia Ja-
veras pariziense, qu3r dizar, intil, des-
praoceupada, e toda exterior, sedzfa-o
tanto quanto outr'ora o assombrro Peio
estudo se v a justeza dos clculos de Ca-
melia.
Tal era a disposjio, do espirito o
HenriquQqsan"Bertha, meiga c suppli-
cnte,"lhe pedir para deixar Pariz sem
demora, para ir viver a ss com elle ov
interior da provincia,
Conhecemos j a tristeza qua de tal
pedido resultou para a pobre senhora. A
scena que descrevemos tora um primeiro
e fatal abalo no edificio da ventura do*
jovens esposos. A'quolle deram suoce-
der mais terriveis embates.

At aquello momento nao tivera Henri-
que de se exprobrar em relaclo 4 su co-
posa, a rainima falta, ou polo monos a s-
nima falta grare. Achava-oe, porm, oso
maos que breve o doriam lorar a mait
longe.
(CcnttmU).
frtT^ do Dmri., a^-q-Jd.6ST
ifa 1




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