Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19147


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Full Text

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TLgA-. JM 31 CE JANEIRO DE 1(
'. "i. ... .. =g=gB====g==g=Be=sa^=5-g_----------l.
IMtti DENTRO M lU i 01 PRO VIVCIA
P Por nova'ditos idem................
Por um anuo dem............
Cada nuu-ero avulao, de das anU-rLrxs ......
1WM
20*000
27|800
#100

proprUftafre bt Mmo Mm**** ** ^ra alijos
I
O Srs. Ainede 5rrloco t C
de Pars, Silo es noatoo apeales
;-Acla>ivos de aaauneios e pu-
blicasrs na franca e Ingla-
terra
INSTRDCCiO POPULAR
tCIXUDDS. LIS5W E
' IBAUBa
tJ
DE
'ORTltiU E BRAZIL
PELO
Conselheiro JDao Manoel Pereira da Silva
i
(Concinuacd o)
Erguid so apogeo de sua grandesa e msgnifi-
Mfeeis, es que pelas partes eopten ri nats turo
pon do iinp r.o romero comecaMm a interromper
e pr-ci,itar-se bordas da novos p-ivos invasores,
que so haviam transferido igoaljeu'e da Asn.
8en!!rar*-ee aaconvaltSa e presentiram.se os as>
figos unti* aioda d. twmiuar o a-.culo III.
O imperador Constantino tratoa de segurar e ga
nuil r inlhor a tde de aeua estad a. R.ma, gec-
gr, p! r.-nr.out.', acba va-so muito exposta ac risco-
de mvaades sbitas. O Oriente offerecia maia ele
tneot a de iefeea ao impeli. Por outro lado
B m< inp.rava- de r.unuiaceoei republicanas
e de t-.oda c3 e veetigiot. do culto pagio. Corren
do es o^bos pilo mappa dosaeua estados, die_'ob:i
O local de Byeancia marg^m do Bosphoro, do-
mina-.do a Eur.-p-t e a Asia, com to 'os os recursos
nece;s%ri. s. Para l tranaplaalou a capital do
eus estadas, abanJonando a antiga cidaie do
Dacin.
Coceum -u-.-e cem ette acto ama grande revo-
lucio O christiani-m > tomoa-se a religo do-
minante. Apelado em su*a d.utrinas, tcrtilic.u
o o imperador, estabelecendo sua residencia rm
Constnnnopla, adornada j4 com todas aa riqne-
tas u'arte que m-iuJou ir de Roma e das provin-
cias, habitada p. as maia importantes familias que
preferiram desamparar a Italia para acempauhar
o msaarcbi, enriquecida com momentos publico:
e t' ni.ilos sob rbos queso inmdsrnm construir.
A- 'ribns baibarss se f rim no rmtanto preci
pita Jo do no entre o IV e o V rcalos. De orig. m em geral
germnica, d-vidianj s'-m francos, godoa, vanda
loa, alanca, suevea, alleniais, saidea, borgunbeaes.
lombardos, que se empurrsvm nms s mitras, e
abmettiara sota m<' as aotig .s po.-ulaves
das Ojrmhuiaa, Otilias, Hespauhas, Britinnia e
Itaiia septentrional, arrancaudo->is ao imperio ro-
mn^ e reiasindcias esciavido.
O i r. perio rorna'j. se f i assim desmorona ido na
Europa occidental. At a iropri Rema abando-
aatic da su* corte reu'acida eidad ala pro va
ca, i.ho eacapoa ao cataclisma que d.sar.ba sobre
o mundo. Aaaaltada por diverjaa veaoa, dcsta-
cou se por Em de sua subm6sSo ao Oriente e a
Coi tantinnpla. Na margenado Bosphoro e at
o ecoio XV pode anda res-sur o imperio do Cc-
sare?, mais cu meocs atribulado de sustos e cerca-
do Jtf perigos t' merosos, moldado porm j aoa
usos e '.oxo asiat'co e aoa vic' a qo torroiam po-
pu.'-co:s gastas e drsm'iraiisadas anda que con-
servou a religio ebrista, proelamou caao chefe
espir la .1 um novo pontifica indeotndente do ro-
mano, e roi^u por tim a liugua latina pil grtg,
que fnilavam a mxima part? dos povea que se
lhe conservaran! adbeso c obedientes.
No i-ntanro, como a inteligencia eoverna seto-
pre o universo e eo itipe for^i e aos himnos,
ms tribus teutuu.c. iros a apode.aram dj muodo
rsm- BO i ccideotal se deizaram influenciar peUa
(taurinas do culto cotholieo, e o aCoptaram bem
como a liogua Utiaa que a igrej uuiuvava e fal-
lara, de*appareee-cdo ante a par ta e ospir^cio
d religifto de Christa os dogmas eztravKgantos
dos p.vc barbaras i aute a h iua lati o* seu
aejvagyns idiomas.
Ap-aar >tra dou factos aalutarrs par* a ci-
vilis-c", a anarqua espalhau-, a baiburia co-
brio o mundo dj occidente, as trevas de urna noit
tembr si rubituirxm a :u do dia que ablhan-
tar. o imutrio romn j.
O restos de lauras e asi' o; as escouderam-se
e aninharamae nos conventr-s, que se espalharam
por toda a parte, e oo seio da igiej* cathalica de
Roma, que continaou a cultivar os camp s prove-
toaos da intelligencia. Ta'cutos pperi;rescontou
glori.S'.rceute a igreja chris'a tanto la lina como a
grega entre aeaa aacerdotes, que se noMtaraa
Selas lettras e sciencias, e exerccrum bem fica in-
avtw-ia pelaa auaa virtndt e gem<\ Cimsi1 mo-
ram com jubilo e gratidjestfrs pudrs illustra-
fo.., ,ue em grego e latim fuiavaio e estreviam,
ensiunudos os p.vo e couttudo uuclueoa impur-
tante de ; ooi'Mci" no re>-peitoaa loi c institui-
oots, na !.do ibriot'i'immo e a ortica da vir
tudes. Curve&safr nt-ant^.-rBaalIio, Atbana
ios, l-.n's su-oj .", A -'.ibis, Gregorio, e Jero-
Dvm -'. quj e: H.aui su.r oa melh.r-e ex* mpl da
vida pratica a scieucia o 4 iuspiacSo eloqueute.
Pjm ntinuver todava a athmoapbers, spa as
tribus sermrnica m^straram-se as hordas llaves,
Sne sk fiiioderaram ds magvus do Danubio, d
ch<-u ia, da Pdtaria e dos paiaes do n.rte. Poram
anda ai*>:uidaa de outraa familias de selvageos,
que ataaitiram a Hungra, onde se coiicrvaram.
e depoi as Oallias, Gern nia e Italia,que tveram
de bb.indonar pela resistencia efficas que eneje
trsram : aei:oujnavau> se hunna e blgaros.
Durante os aeculos V, VI at o VIII, erupcoe
abro erupc5ea de povo bjvo se epaia'ham -
aim pet* Eoroua, baraihando-sa combtendo-se
mu usiooute, quaoslo am govern-, epaderos go-
yeruo, tecteu organisarse.
(Cantiiii.)
*Jtt8a,jSJ|r embriagueaj
a
PARTE OMLI.U
nlnlsterio da luslira
Por prrtarifS de 19 do correte deternvnou-ee
que o mal r Jote Alves dos Santoa e o capitio
Jo- intonio do liveira, aqexlle afuiante de or-
dena, s cietaro geral e rBe^quart-l-mestre do
eomuiand > suprior da gaard nacional da comar-
ca d-. S Leopoldo, na provincia do Rio Graude do
Sul. pass' ra a tf cxercicio oo cimmacdo anperior
da comarca de Santa Christma do Pinhal, da mes-
ma provincia.
__ Deaigaou-se e -t:do muir do commsnao
auptri.r da uarda nacionul ds coirarca de Pa-
rintii.s, na provincia do Am'i'nn, p.ia a elle srr
sggregdo Conrado Cnstancio Nicolao, cpitSo
quaitel mestrr do commando rop riar d guatd
nac.'nal da cocarOi de bidos, na provincia d
Par.
Nio tonda sclictado a respectiva pateute no
praao l?gal ficou privado do piatn o cornel ,ao-
aaand-u e ca guarda nacional da comarca d la-
drpeu.l ueia, na pruviocis di Parahyba, Virginio
Banano de Almetda, ra %ina do ar:. 85 a. 602 de
19 de Set. moro de 18:0.
I', i -uterisada a presid.'ccia d profiucia
daa Aiaj;'a a pr rogar o praxo marcado na eir
cal r de 30 ^JttljpKi de 1886, oficc de se igre
cela um fardadoa prcirptia para o tetvifo oa of-
fciaes subalternos d* gualda nacional, aoa qua<*i a
meama presidencia se refere no officio dd 11 de
Agosto ultimo.
-----------------StSi*------------"
Ministerio da -uerra
Fur m transferidos,: para o 1.' batalbio de ar-
tiiharia, ae qoal as ach addido, o soldado com o
oso de dietinctivo de csri'e de 3.a classe, Jco
Baptista da Silva Carvathj : para a provincia do
R:o Grande do Bul, o 2 cadete do 7.- batulhao
de infaotaria, preao na fortaleza da Santa Crus,
Antonio Joa da Barros, e o saldado eom o uso de
distiuctivo de cadete de 3.a classe, Alfredo Jote
Rodrigues Torres.
Foi traniferido do 1.' batalhio de intentarla
para o 17.- da meama arma o 2.' cadle Jo2o Ra-
uulpho do Naacimento Meneses, conforma pedio.
Koram transteridos : para o 12/ o alfares do
17.- batalbo de infantina Jos Candido da Costa
Maia ; do 16.* para este mesmo batalbio o alteres
Guilherme Marques de Souxa S are, e para o 11.-
batalbo de infantaria o aoldado do 2.' regiment
de cvallara Cvpriano Ferreira de soasa e de in
fantari para o 12.' batalhio o 2.- cadete 2.- sar-
genta do 17.- Manoel Zuarte de Mello.
Repartlcao da Polica
2* secfo. N. 82.Secretaria de Po
licia de Pernambueo, em 30 do Janeiro de
1888 -Illin. e Exm. 3r. Participo a V.
Eic, que foram recolbidoa Casa de c-
ten^So oa aeguint a individuos :
No dia '8:
A' minba ordem, Fraociaco Antonio da Coata e
Belarmioo Jos de Alm-ida, c.ma alienados, at
que teoham o conve ente destino.
A' ordem do 0r. juiz de direito do 3a districto
cr in 'i J'.s P rceili. a segunda ordem.
A' ordem do t delegado oo 1* districto da
capital, Joaquiui J uudo, m.uha diposic>*ao ; Lacas Paes da Silva e
J. o Evangelista d
disturbios.
A' oidem do Bubdelegado''davfo>gataia de Santo
Antcnio, Antonio Miircl.ei da Silva, Bernaidino
Francia'o Nssaro, Manoel Felippe dos Santos,
Joo Francisco da.Lima, Cosme Uamiio Marques,
Rita Mara lia ConeeifJo, por cmbriagaes a dis-
turbios, e Mara Faustiua da Conceico, eomo alio-
nada, 4 minba disposicio.
A' ordem do do 1 districto da fregueaia de S.
Jj9, Luis de Fime i p -r crime de ferirn ntos le-
ves, e Raymuodo Jos dos Santos, por ciiae de
furtf.^
A' ordrm do do 2* Jistricto, Candido de tai, An-
tonio Manoel dos Santoa e Manoel Francisco S a-
r-s. por embriagurt, disturbios e uso de amas
ilefcsa.
No dia 29 :
A' ordena do subdelegado do 1 diatrieto da fre>
gu sis de S. Joa, Eua -bio Manoel d'AsaampcaV),
JoSo Bap'ista da Silva a Antouio de Ramos Gal-
vo, por disturbios.
A' ordi in do do 2* aistricto, Jos Alexaadre de
Sonsa, por disturbios.
A' ordem do da Torre, Bernardino da Trindade
dos Prasores, por embriagues e disturbios.
A' requisicao do delegado do termo da Agaa-
Preta, tai capturado ao poroado Jaea'ps^a ^sra-
vinc a da Aiagoas, o individuo de neme JJaaoel
Pon ira, que se achava all homisiado, por Mu
sassinado, no annode 1873, a Jos Ignacio, no logar
Chaliuho do termo de Bom Jardun, a'esla pro
vincia.
Commuaicou-me o Dr delegado do i* dis-
tricto da capital, que bontem aa 10 horas da noite
e no b-.-cco da Lama, da fregaesia do Reefe, o in
dividuo de n.me Jos Leal, condecido por Cabo
co, ferio a Manoel Floriano de Limen-a, evadindo
se "go kjaM o crime.
O respectivo subdelegado tomou conhecimanto
do tacto, remetUu o off.-ndido para o hospital Pe-
dro II, afim de ser medicado, procedendo a tal
respeiio nos termos da le.
II je pr volta de 8 horas da inanhi e na roa
da Guia Santos, ferio com um ferro a cab ci de Herme-
lioda Celestina da Coata, evadindj-se em
goida.
A meama autoridade, tomou canhecmento do
favto e abri o competente inquerito.
Pur'i'ipou-me o delegado do termo do Bo-
tuto, que no dia 20 deste mes, prended ao indivi-
duo de nome Manoel Ignacio da Silva, por ter roa-
bado de Maaoel Borges de Castro Mus a quantia
de 55O0. Manoel Ignacio da Silva, sendo nter
rogado, confesaou ser desertor do 2* batalhio de
infantaria.
Acerca deste tacto procedea-se nos termes da
le.
No da 24 do mes paaaado e na povoacSo da
Pedra Tapada di 2 districto do frino de Li-
ino.no, o udividuo de neme Theotonio Correia de
Amorim, furtou am cavallo pertencentc a Vicente
Gomes da Silva.
O respectivo subdelegado tim a cooheeimento
do tacto, bro o competea e luquerito e -diligencia
capturar o c/imiooao que evadio-ae.
O cidado J.aqunn Custodio Juarte de Asr-
vedo participon-me ter aasamido o cxercieio do
cargo de delegado do termo do Cabo.
O delegado do termo de Taquaretinga acom-
ps.nhu.do do Dr promotor publ:", do escrivao e do
respectivo carcereiro, fes a visita na cadeia pu-
blica, oade encontrn 10 presos.
Nenhoma reclamacio Gaerain.
Communicoa-me o subdelegada do districto
de Bel ter nesta data feito remessa ao Dr. juia
de direito d i 4 districto criminal d is inqaeritos
policiacs procedidos contra oa indiviiuoa de nomea
Manoel de Sant'Bnaa liveira, Jos Antonio dos
Sunt s, Salostiano Ferreira Bastos a Jos Antonio
de L ms, por crime de roubo praticado em aasa
de Francisco Cecilio da Silva Gaimar&es.
Belstiramente ao incendio que na noite de
28 deate mea manifesiara-ae do predio n. 6 do pa-
teo da Santa Crus, do 1* districto da Boa-Vista,
apres'-nto a V. xc. a inf rmacSo jauta, p r co-
pia, que a tuL respeito prestou me bontem o sob
delegado respectivo.
Deua gnurde a V. Exc-r- I!lm. a Ezo>.
Sr. Dr. Maooel Euphraeio Correia, muit
digno presidente da pro vi u ia. O obefe
de poli j, Francisco Domingues Ribeiro
Vianna.
-
urna pi-qnena constrnecio.. que aorve de cosi&ba da jus{i de Pariz, e frente a frente com o m-
todo queimado, prejoiso este, que poder attinf ir j peradof*TMexamlre II.
Ke tas gas peilas tiveram fundameuto, a sus
ceptibidade do actual czar excessitnente rae-
lindroa^iua Opinio dos francezos. Parece^ com-
a 50 jlOlO, cumprindo notar qnq este o nico
pr dio que acba aeguro na (.ompunbia Ampbi
trite.
de n. 4, (casa terrea) onde moia Joaquina
Mara >la CcueeicSo, establecida eom quitanda,
ficou com o telhado irrombido, .o 0,06 foi precs
faser pars dar paasagem e. s b mbeiros.
0 predio n. 8, (sobrado) propriedade do mesmo
Paula Lopea, ficou com dous pequ"nos al jamcut s
destruidos, alm ce oatros pequ no damnos.
Fin-.luiente a casa terrea n. 58 ra d Rosa-
rio, contigua a estaco da guurria cvica, pr. prie-
dade da Santa Casa de Miaericordia, onde i>-aide
Augusto Figaeired Qu. ;ioz, ficou com o telhado
da sala de jantar e da coaiuha, bastante estra-
gado, por ter d ao pasiagem aos boinbnirot.
Fia diatribuir a for^a que ao local c nipirecci.
de modo a permi'tir ue a Cimpanhia de Bom
batiros, toneciouaste eom toda a liberrtd>, fan nd i
tambem impedir qne le m extraviadoa oa objec-
toa que eram n tirad, a dos ponina amea^adoa |.elo
incendio, cooio tudo foi peasoalmente verificado
por V. 8.
A'a 4 har da mauba acbava-e completamente
extincto o incendio, retrsndo se > pesa al de bom-
Ueiros, ficando entretanto no lagar urna bomba
com a rsapectiva guarn ca para occorrer a qual-
quor eventaalidade.
A totalidade doa pr'juiaos calculada de tres a
quar cont de ris.
Acerca do facto abr nquer to c a V. S comu.a-
nicarei o resultado a'elle.
Den gusrde a V. S.IMm. Sr. Dr. Francisc
Domingues Ribeiro Vi anua, mu diguo chefe de
polica de Pernambueo Elias da Crua Ribeiro
Stla)tft>ir.i de P>,lici de Pt-ro.-.inbuco em bO de
Jaiiciro*de 1883.
Conforme j-Pelo secretario, Francisco Gtrido
da Moa Barroso.
Thesoiiro Provincial
DESPACHOS DO DA 30 DE JANEIRO
de 18S8
Dr. Joa Flix da Cimba M-nezes. $
Registres o e fajara se os assentauentos.
Cont .s da Comfoia-o 11-l'-rp'pra <* do
oolleuUf de Buiiue, t tificio > Dr idsate
de polica.H ja vista o 3r. Dr. procura-
dor fiscal.
Diogo Augusto o* R-ia.-lJrove a des
ocjupayo jante eobeci>aattfo de decim
do ultimo semestre.
Commeadador J & Filippe da Costa (
Antonio Clementino L'ite. Entregue so a
quaD'.ia e o dV|i< cito-
3*=
\s!*R!0 m tnstim
ih
d<.
Subdelegada de polica do ].* districto da Bi
Vist ca i) de Jaa.iro Je 1888 Illm. Sr.Com
monico a V. S. que houtem, is 11 horas e 20 mi-
nutos da noite, a igreja da R*nta Croa desla
freguisia, dea siual de incendio, que e maaife-
tata em parte poatenor do (predio ss.brad\do
n. 6, ao pateo do mesmo nome, pertencente a Luis
de Paula Lopes, stabelecido com padaria no pa-
vimento terreo.
Inmediatamente para all me dirig, cnnpaic-
c.udo t mbem, p meos miuutoa a pos o sigoal dud ,
a Cumpauha d* Bombdr., eujo'ci mmaodaul^, na
lrma do respectivo regulara- uto, aauaio a uiiee-
co de todo o servico da xtinesi >.
0 inceudio localisia-se no ponto em que oonae-
cra, ( obre o foruo), ee b^m que houvcsaem > r
dido cerca dr treamta. bavicaa vasas que prxi-
mas se acbavam depositadas; localisav&o que M
devida a hbil dirercSo do alludido ser vico da ex
tID' ci.
Kicuram damnificados os predioa viaiobos que
acffreram ca seguiotcs ratragos :
O brado n. 2. pcrlenceut-.: ao mesmo Paula
.Lope, em cejo andar t< rreo sio < stabel cit'oa eom
fc'erua, J.aquim Costa A C, ficou o as..aibo de
RECIPE, 31 D& JANEIR!) DK
s*etro9pecto poltico
POLTICA PABTICULAB DOS ESTADOS
EDB'PES
e.*ae
i C ontin uac.Ho)
Nao foi propriamente a questo orcameiita-
ria que determinou a queda do gabinete Goblct.
0 que tinba elle, na verdade, feito em tal as
sumpto que podesse autonsar os rigores a que
sucenmbia? O presidente do conselho havia
dito :
So pude projectar econo mias no valor de 25
milbes de franeys, e nao vejo possibilidode de
que se consiga ir alem nesse cannnho. Comtu
do, se a commisso chegar a melhores resulta-
dos, queira entender-se comigo, porque estu-
daremos em commum as providencias que
aconselhar, e talvez cheguemos a um ac-
cordo.
Nao havia linguagem mais harmonisadora,
resolueo mais criteriosa. apezar de tudo quan-
to por ventura ensinem as praticas parlamenta-
res inglesas e o respeito que a ellas tivesse pres-
tado o illnstre lord Palmerston ou outro qual
lord de mais saudosa memoria.
Indigilaram-se como reaes motivos d'aquena
queda os receios que inspirava aosinimigos das
dictaduras a attitude mais theatral do que pe-
rigosa do ministro da guerra, bem como o des-
contentamente de muitos republicanos modera
dos ante as concessoes que o gabinete, por me-
do ou inclinao. ia fazendo ao ambicioso pro-
gramma radical. Emtim, a questo linanceira
foi apeua3 um pretexto para a condemnaco
do ministerio Goblet, como a dos sub-prefei-
tos havia sido a causa occasional, a razo ap-
parenle da derrota do 8r. Freycinet. Em am
bos os casos serviu a disr.usso do orcamento
de mero ensejo a' ac^fio perturbadora dos ele-
mentos an aren icos da cmara.
A nova crise prolongou-se por quasi 15
dius, durante os quaes foram chamados ao
El y seu todos os homens polticos em quem se
pode suppor forras bastantes para resolvel-a. O
que mais se esforcou nesse sentido foi o Sr. Frey-
cinet, cujas continuas tentativas para subjugar
a anarchia da actual situaefio parlamentar fran-
cesa, denunciam urna tcnacidade igual a' con
lianca que elle deposita na sua viva intelligen
cia, no seu Gno senso pratico, no raro talento
com que procura coriduzir os homens e os
partidos, equibrar os interessas e as paixOes
para mais fcilmente dominal-as.
Segundo certo biographo, esse distincto es-
tadista capaz de pastorar um rebanbo em que
lobos e cordeiros obedegam igualmente a' di-
receo do mesmo cajado.
A forma pittoresca do conceito nao lhe dimi-
nue a grande somma de verdade que encerra
Todava, a crise de Maio foi superior a' hnbi-
lidade experimentada do patriota que prir.ci
piou a nobilitar-se como benemrito colabora-
dor de Gambetta na obra heroica da defeza na-
cional. Tambem nao poderara triumphar n'es-
se momento as symp athias de que geralraente
gosa o -r. Carlos Floquet, presidente da c-
mara, e um dos mais habis e criteriosos que
c'Ia tera tido, no dizer insuspeito dos proprios
adversarios polticos do outr'ora reo no celebre
rrocesso dos Trex'.
A dar crdito a's .suspeitas de alguns jornaes,
foram mais urna razo para que o Sr._i loquet
nao conseguisse organisar ministerio, como
pretendeu, as boas relacOes existentes entre a
Franca e a Ruasia e o receio que houve de pre-
judical-as de qualquer modo, pondo a' frenle
do overno quera, como simples advogado em
1867, se lembrara de sollar um estridente
Cita a olonial em pleno recinto do palacio
tudo, que a causa certa, talvez a nica, do mau
xito da* diligencias empregadas pelo ?r. Fio
quet pira constituir governo, foi exactamente
a ruesraa que impedio o 8r. Freyeinet de vol-
tar dejBvo ao poder: ambos se enconlraram
com. a desharmouia incuravel dos republicanos
do paesjjnento; ambos queriam conservar na
pasta da guerra o general Boulanger. Os mo-
derados oppuzeram se.tenazmente a essa tran
saejao ^.com os fauaticos admiradores do
jactancioso militar. 0 presidente da cmara
s tiuha de mais sjutra si as opinies radicacs
de certo manifest queem tempo subscreveu.
Mostrava-se agora disposto a transigir, a cer-
car-se de opportunistas, de gente de sangue
fri, para conseguir a sempre fallada, mas nun-
ca chegada concentrago republicana Era, no-
n-in, uiii presidente de coaselbo da extrema
esquerda, o que daria ao seu ministerio um ca-
rcter partidario, embora os elementos que pe
dissejlijiitros grupos da cmara.
Eoitaes eirenrastancias impossivcl lhe seria
triumphar onde a hbil tctica e espirito erni-
nenteaente conciliador do Sr. Freycinet haviam
naufragado
Masjjo tinha Sr. Clraenceau;declarado, desde o
priurfirodia da crise, que nao se senta mais dis-
posto a auxiliar combtnagoes bastardas, que es-
tavam consuinruados os tempos das transacgOes,
e que era nece3sario formar um ministerio mo-
derado, com a unio das esqufirdas, ou radical,
com eterna esquerda ? Porbem : o Sr. Rou-
vier aettou a theoria, e pol-a em pratica contra
os radicacs, cujo grupo representa pouco mais
deum quarto do numero total dos membros da
cmara, c que nao obstante, tinham pretengoes
a formar um gabinete exclusivamente seu. O
ministerio de 31 de Maio, ao contrario, leve urna
feicio accentuadamente moderada. S dous de
seus membros pertenciam esquerda radical,
mas os correligionarios combriram n'os de ana-
thenus.. escreveram-lhes os nomes na lista
dos aitnegados. O Sr. Rouvier, presidente do
conseUtu. ficou na pasta da fazenia ; na dos es-
trangeiros o Sr. Flourens, nico ministro apro-
veitad dos que tizehsn parte do precedente ga-
binet'4 na do interior o Sr. Fallieres; na da
instrtwrao pulilica, cultos e bellas-arte3 o Sr.
Spuller; na ila guerra o general Ferron ; na da
justija o genador Mazeau ; na das obras pu-
blicas o Sr. Heredia; na da marinha o senador
Barhev na do comraercio e industria o Sr.
-i Du^ .- ; na d4agriuttWiao-,9r. Barbo. *
Anda o novo ministerio nao eslava definitiva-
mente constituido e jera alvo da mais violenta
opposicao, da3 censuras ra^is acrimoniosas e das
mais positivas atfrontas por parte dos radicaes,
de aute-mao scientes de que auxiliares se ia cer-
car oSr. Rouvier. Este, como presidente da
commisso de orcamento que derrubara o ante-
rior gabinete, tinba, em vista dos usos parlamen-
tares, assumido papel importante no meio da
crise que de certo modo havia provocado. 0
presidente da repblica nao nodia, portanto, es-
quecel-o, nem qualquer organisador deixar de
contempla-o entre 03 seus collaboradores. Elle
havia conquistado naturalmente a pasta da f-
zenda em qualquer combinaco ministerial, por
isso qua era, na occasio, o representante das
ideas Hnanceiras da cmara
Diziam, porem, os radicaes que o gabinete
Rouvier ia govemar com o apoio da direita; que
e3sa coadjuvaco tinha sido objecto de um pacto
a que o Sr. Grevy nao fdra estranho, e por forca
de cujas clausulas os conservadores scriam beni
liciados com a suspensSo dos effeitos da ultima
lci relativa ao ensino primario e com a retirada
do projecto'da reforma mititar dentro os que se
achavam m discusso na cmara. Tanto isso
era verdade argumenlavam as folhas intransi-
genles que o Sr. de Mackau, chefe dos reac
cionarios da cmara.'tinha ido alta noite ao Ely-
seu, onde pouco depois compareca tambem o
Sr. Julio Ferry, que de todos os opportunistas
aquella que os intransigentes mais ternera e
odeiam. fropalavam ainda que as bases do
monstruoso contracto haviam sido submettidos a'
approvacao do conde de Paris por uraa commis-
so da direita parlamentar. Era um novo 16 de'
Maio que se preparava, as instituic&es republica-
nas corriara perigp imraincnte.
Essas asserces ennontrarara certo echo as
ras, calaram em muitos nimos. Chegaram a
esperar-se desordens em Paris. Nao obstante, o
ministerio Rouvier apreseotou-se ao parlamento
As suas declaiac&es foram bem acolhidas no se
nado, na cmara, porem, deram lugar a vivas
intemipctes da extrema esquerda e da esquerda
radical. O depulado Jullien, presidente deste
ultimo grupo, dirige immediatamente urna inter-
pellagao ao governo : quer saberque reformas
esle projecta realisar. Responde o presidente do
conselho que espera obter as economas que a
cmara tiuha exigido do ministerio Goblet; que
applicaria escrpulo sa e integralmente a lei das
escolas; que nao tinha compromissos de especie
alguma, e que desejava manler^e no poder com
o apoio da maioria republicana. Depois vem a'
tribuna o genera' Ferron, ministro da guerra.
Declara que, em thesc, esta' de accordo com a
raaior parte das disposigOes do projeelo da le1
militar, apresentado pelo seu antecessor: tam.
bem quera o servigo do exercito por tres annos
para eada cidadio, bem como que o voluntaria-
do fosse abolido e augmentados os offectivos em
tempo de paz. E como lhe perguntassem se os
seminaristas licariam ou n5o sujeitos a' lei com-
inura, respondeu o general Ferron : Teremos o
servico obrigatorio para todos; acceitarei tudo
quanto me derem seminaristas c professores I
E deputados igualmente f interrogou um dos
membros da cmara. Esta' .claro! ajuntou
espirituosamente o presidente do conselho.
Os intransigentes nao se deram por satisfeitos
cora essas explicagoes. Aps o Sr." Jullien, en
tr.vam na discusso os deputado3 Leisant e Mil-
leand, ambos da extrema esquerda. O itimo
sustentou cora vigor, e no meio dos ferventes ap-
plausos dos amigos, que o ministerio representa-
va urna reranche do Sr. Julio Ferry, que nao que*
ria resignar-se a' queda desastrosa de 30 de Mar-
go de 1885, a essa humiltago devida ao inci-
dente do Tonkin, e.da qual o Sr. Rouvier havia
participado. Sustentou ainda que 6 gabinete a
que se diriga era incontestavelu'fiMe o protegido
da direita, e apenas representava urna parte da
esquerda, que viera dividir. presidente do con-
selho protesta contra essa especie de excommu-
uho, e pede a' assembla que decida se sim ou
nao pode contar com o apoio da maioria republi-
cana. Responderam allirraativamente 362 votos
contra 149. 0 gabinete vio raainfestarem-se era
seu favor 199 rae:>ibros da esquerda, ist e, *f
maioria dos republicanos da cmara.
0 socego publico nao foi, como se receiara,
alterado com esse triumpho ministerial para que
0s monarchistas concorrerara contra os radicaes,
como de accordo com estes haviam antes concefr-
rido para a queda do gabinete Goblet. Apenas
a' noite se ouvia em algumas ras e pragas, por
entre ajuntamentos populares pouco compactos
a can*go era voga: :
Reudez nous Boulanger
S'il vous plait,
Reudez-nous Boul... Boul... Boulanger
S'il vous plait,
Sur l'air du tra la la,
Sur l'air du traden dera
Tra k la.
Ou est'outra:
Grevy, tu dore,
Boulanger va trop vite,
Grevy. tu dors,
Boulanger va trop fort I
(Continua).
da
\"olelas da Pac!fleo, Alo
rat e sal do Imperio
O paqaete intl x Neva, que ante houtem pss
sea para a Earopa, treme do sul as seguales no
liorna :
Pavctflro
Dataa Ub'graphicas tt 13 de Janeiro :
O conselho de i-atado cbili n spprovoa o prot:-
collo de transaccio daa reclnmav5"s itaianaa re-
lativas ultima garra, p>ando a repaalica
297,000 peana de prata.
OiO dst I'rala
Dataa de Montevideo ate 17 e de liueoos-Ayres
at 18 de Jatwizu :
Aveatnra-se em Buenos Ayr s a idea de dar
um prem nte ao Dr. Henriqne B. Moreno, pelos
a< rvifoa que presten ua coicmS33o interuacioual
sanitaria desta lrte, na qaalidade di- miaiatro ar-
g atino.
Fdra firmado o contracto para a constroccao da
via-ferrea iuturucaanica, de que ao c.nceaaio-
aarioa os Sr. Cuatamanto it U-, oa quaes conser-
va a proprirdfjtasa linfe
Diiii-se qujj JyfWasearevgtneate a-primeira
emijtai de ojfl BJbV'0 milbo s d* pes"s.
C.>ucaHr^ae o governo Italia .o baria f-
uasado o ezequatar a um consol argentino, qne
talliru iinti-s de ir para all e dopois enriquecer
((,e> ulando na bo i>a.
ttegrrssara a Bueuoa-Arrea da sas eicarao
pelo Chae-', > explorador francs Viscoode de
Urett- a.
A diphteria eatavs gr-issando u.ia escolas.
No nnnii | assa i.i morreram na capital 12,206
puss-iis. Este f Ueciieoto 1,290 foram oc&isio-
nadts pela variuli, 975 pe i diphteri. e 72 pela
febre typhoida.
As folhas roontevi leaoaa publicaran] dia 11
a nova le daa alfaadi g, contra a qual ae levan-
taram qu'ixa do commercio.
Noticias do Rosario refercm que se calculava,
em um milhao de pes;a o valor das aeces aaj>-
sPriptaa pata o Banco 'le Hespanha. ?6 na 8tql
r' ae subsereveram iOOOOO.
N* torta foram publicados estes teli-gra'm-
mas : **
Moatevidi, 22 de Jaueiro.
tem a gruu^e alario- cm Mercedes m copse-
queocia de diversos atindalos contra a vida e a
propriedade ; ha compiicidade das autoridades. O
governo vai tomar as medidas necessarias.
IJu-.-i.oj-Ayres, 2 de Janeiro.
Peloiffito que prodasio a lei municipal ante-
v s qae ser* eets n-vogad* ?elo respectivo in-
tendente. Oa botis c-i-.tnn.im fechado.
Qjasi que dea.-ippareeeu de todu o collera em
balta ; apena aa conum alguns caos de cho-
ierma tem ^raviiade. f
Buenos-Ayrea, '3 de J ineiro.
Ua coiheirc e pideir-' desta cidade mea^am
tas-r parede *m t.uasc-quencia da lei municipal exi-
gilo cadernetas que ind.quem ai profisLos e
!ucucao de servic s.
lo (.raaade da Sal
i Dataa a I 15 de Janeiro :
A rropfncio, da capital, publiojn a 31 do pa-
aado am numero eapeciul de homenuge.n ao jubi-
leu sacerdotal^) Sua SxotidadeLeio XIII, acom-
P'ii A iiapreaso de luxo e ntida
in S. Lais de Gouzga dea-ssum herr-
os crime, como su x da seguate nJccia pubn-
catjp pelo Conservador.
< M..ia am brbaro crime deq

ey
8SU1I
i"ci
e neste mu i
cipio.
No da 14 de Dczemhm, foi ssiassioado o ooSso
amigo Joaqaim Schora de Almeidqf/no 1." dia-
trieio, prximo a S. Liurenco.
Um grupo de taciniSras, ao cerrar da. noite, iu-
vadiado-loe de sbito a caaa e em hora qoe ceiava
junto k familia, dciam-lhe quatro tiros, todo mor
tara, a em erguida trea grmd.-s gdlpea s espada,
um sobre o h mbro eaqa ri.' do alto a bnxo at o
ventre !! v
I..t maram iue.-utioente a poire eaposa nesse
moiceaio de terror, qa'< de mSoa poataa pedia, que
uao a mutaseem e nem a aeus filbiuh.s, que eutre-
gaase o dmbeiro que havia, e disendo ella que mo
iinhs, imoiediafamente tomiram c, na de ama
ca>xa que inutilisaram o machado e dalla re-
tirarais cento e tintes mil ris", uuic^s que ha va
O finado era uegociaute e d-s poucus fAeros
que tinbs, retir- ram os bandido aa fax-ndls que
poderam, os arreios de uso du iufelis, a sua roupa
de uso e a da/toda familia, e ooinu uada mais po-
deaacm funrr, Dor faltar-Ibes meias de conduecao,
i espada iaaiiiisaram toda a lonc* qa&havia naa
prateleiras e nio conteutea ainda com iaso, apo-
deraram-ae do borrador e rsegram todas as f -
ibas do livro, lanosudo na tragmeuto ao vento 1
As rtirarem-se, lyuit-amente um aos bandidos,
apartando a mi da inconsolavel %iu\a, ordeoou-
Ibe qae nio o lenonci^sse, e se o fisnsse, qae tam
bem nierreria.
Comquanto fosee esse malvado coohecido pela
aunhora, nepoudeu tila que uio poda deauncial-o,
porque nio-sabia con quem failava.
Este estava sxxs o rosro tintochamava e Pau-
lino.
F i dt nunciado, e a pvilvia lumou I.-go a pro-
videnciuj que o c-eo reclama va.
si. ramio
Datas al 23 de Janeiro :
Em Santos a emisio da f.rim -ira serie de
500 accoea do Bi.nct Popular foi tuoacripta trea
v> sts, reaolveado se por isto quo fosse emitlido de
v>x o capital tod- de 2( ,000
aquella praca ss>s mil aeooes alias
tas.
Sa ultima s'iaao do ja y so vrls> i
Cruz di Bio Pardo, Georges Ani-r.- n L*ad-s, ma.-ln psm
accoaado de ter feito o '-aaasaeato sjasat a
em o eoDSeotiment do pai. I) i ndido pci
Antonio Tcx-ira 4a Silva, f ji b*jlvid aasaf
mente. *
Os fazead. '.ros da l'iraeieaba tsaSaaB dar ama csixa, afim da aata.etar-aa aVa
menta lo '.al. Ji esto aubacnatos 2.1
Enloaqaecca re,uliaas ale, cas l
am prcto qae se -chava esa trataascasto a.
da Mioricordia. FieauJo |jri so, t-aluai
car c m am eattie, asa menor ojsm ssMb a
O rntercaciro Sjanrrodo f.-astar-lkw *
rr dj peW i.ueo, qae qvasi Iba
o c-ni asa formidavei obstada. O
de polica mandn rrcolH-o i cajera.
Abrio-se no dia 21, is 8 horas da .
rap -l'a do JSeniiuario Episcopal, a i
do Syaodo Dioceaan >, tob a presideaea i
u Revdm. bispo Sr D. Lisa.
Esiavaas para ese fino na c-ipita! a sa-.i r paaS
Jos p- roch s d-ate bi.-pado, sacerdutes sh BV rao
lo, do Sal d: Mina e Paran, ea naatero da OSias)
du 2<0.
O Syaodo deveria terse eeeaand.
'es qa.st5.-s, relativa nos nag.ev- .
da alcese, e a uas del ib rajo-
influir na marcha criterios e illa*'. la
uulrjciJ da Igreja Pao op.litana.
R fere o Diario do Bio-CImn,
tim :
Na c .ci -. deata cidade embarcara I
oro di atino a !:- r l fi.acn-'.-s -es^e aa
tunta c tantra liberto nbdoa boD'.i
ia;p .t :..te f- s-cdt Lar-inja/A-'d, ie nrcnrida
de do Exm. Marques da Tris-R' s.
Ao que consta o Sr. saarqsjrs dVeanru aa
seus estraves que eataVa franca a aakda patra SO
que o qaiseatem fser.
A cmara n.uun ipil de Bragaaea, < as ss fi
de 16 do correte, nomeoo aana <
posta do Srs. Dr. Joaqsjsa A. Fe
Firmiao Joaqaim de Lima, eorv
A. Valle, tenente Felippr R de Sa
te Olegario E. da Silva Lesa*-, alea de |
um coocurso de lavradorss do oaieipie,
delibere : 1.a, s bre a r-xtiace) o el.
cr.vo, no maia corto espaeo posaivai ; i.*
a acquisifio de bracos l.vre qae
necesiidade da lavoara.
O Rio Nvente rec-brn da villa *k o.'.
aegninte ccmmunicacio :
A 6 do corr nte, o preao qne ao |
na eadeia desta villa fugi-ao lodos, em
le tres, ea qoaea eram crunisX'Sos pos
de asaassiuata, am d'eilee eom
muito aggruvauti 3. A antoridade panno OI
roso inquerito.
Sob o titulo Movimemto deforcm da a /so
oineio S. Pauto dt 22 :
Confirmando a noticia qne aontrs daaaso aana
este titnlo, temos a aecreacentar qae a) 4
de algumas faxeidas do municipio da ,"
cutaram -aa ao traba hi, exiginlo lberJ
lario de 8# 00.
a Nio ha, por coua- qu n ia, |
dera publica.
Fjleceram : na capital
i ef.roido" Tbecdoro Airea F^rasad so
de, e Rapha. 1 Tobas de Olireira M>stioa, e
Campin-s o subdito p.itugoe I
Soasa.
lo deJaarlra
Dataa al 24 dr Janeiro i
Sob o tituIr-Z/j/ereae agneolms t.
buco eeereren, em 24, o Jornal t
O Dr. M. Euphrasio (Jorr-ia,
provincia de Pernamtnieo, araba i
com Joa da Silva L yo Juniir a
aso e g zo de doas rngeoaos teaCraaa, osa
qaaes, o de"Jaior typo e do eaato de KD-MnftCQ,
seri fasdado o val e do Capionrib, roanasoa da
G-yanijF-e-i'aiio, do uicipio de Muribera. T.v a asiosra I
Ticas Capacidade para esaaagar,
cem dias otis, 25 a 30 Buharen de I
de cumia, e a ssganda a forca precia j_
igual periodo, i amagar motada a'aqnetlas l
dade de materia prima. No t
cto, (crio appsrvlhadaa amb aa
os mais aperfeieoados mecanwanoa, de anas
psesam extrahir da canoa a sos maior ;
gem de saecbarina.
Trata-se de iniciativa eaelaaira dea |
proviuciacs, da qaal o. nhoui eaearg)
para o Estado, a consta acs de carta saut
qae a presidencia aao tardar a eoatraetar a faa-
docao de outra f bric, daa de ssaior ijfso, ao ao-
portante uiuoicipio de Paimarea.
" Nio acri oeceHario raenreecr o alta vasar
econmico do taea ralb^ramate* ras na
assucareira qual a de Pernambueo, aoie a I
cacao d i assucar, desde os lempo eo eaia s,
feta por me i nodo que 'muito e appi ossm asar-
ganiaacij do engtakce cratraea, ia>aa ao
principio ds diriaaa 6o trabaiko r-fartido rara*
os praprietarios do ritabeiecimentcs aasa: ir'iras
e os o mii.a.ioa lavradore, qoe oeeaoaada ter-
renos d'aqudfes i
na, qae estra
croe. No g'rol
as fabricas centrara ahsrio i
meatos quasi coostilaidoe para a avalaei> i
I qae derem realizar.
a Ai'.da hontcm tiveme seeasiaa de iswiecraa' a
movimento da prodnecio do a--ncar esa rasaaas
bueo, no doa ltimos qoinqnenasea. A sseVsa
annaal de 1,635,444, rerificada a qai
1878tfS-2, eleoo-e a 1,805,777, no i
oio ioimeliato, mostrando assim esta grande ass-
duccio o oogmento -de M, 41 *|. Peati sjot
provincia de rernambneo sej* iaeooteitaralasanat
aquella onde a iniciativa particular mam tea lo-
to pelo melboramento do fabrico de isrsr, ti-
tando-se all d sd? maitoa son a grande aaanara
de rogenhot bem apparelhadoe, aeradic asee aada
exagerar, preamii-d> qae tres qaartas
sua produefio assacareira Sabesa da i
impcrteitos, pe saaior paite radinv-nfario, aa :
tulv z nio utilisem ua necia nem aque-
ja porcentagenr saecbarina da
que o solo de extensas sones da proviact* O
eonoices eajeciae de f rt lidade. f.
que, se rita coniideravrl riqueaa mta
apioveitadn, as m-imai foreae agara
na preduceio > seueareira dara
muito maior, permittiodo aseas dista
centraea qne oa p'anradoTa, a- p
tan fa industrial da fabncaei >
4 cul'ura o cuidados qne ella n-qner, a aso i
tio pooca attenado Sfpars dedicada. ij
a Este dea-dtraiina'iiia seri eertioaati a
cado por iu-ui e fabricas, eada naadaei
teri'de circomscrover a ana n fl-seaesa l
nuda zona, mas quanto snior tiro nem-re a> aa-
genbo centrae aperfeieoado, masa aaaltar aav*
i-rte Udo a produevio da rtorioei. O amia-
iii-- de Pernambaco tama-m pata err d>te a l
peito d tuda a provincia '
canoa est desenvolvida oa aaMa tmmtwtn da
di sevolvimentn.
A meama foiha eserevea cesa a I
forcado :
Honti m, pela manri, fji q
susp uto em am caibr > da letrina aa
d'Eu o. 279, Antn o Carlos Fortso )
de 13 1/2 annos ie idi.de, p- alista,
anno do coliegio de Pe ro Q.
O Dr. Guetni \ 3* d- lgado de
all dirtgio-er, aco'i.paiibado du e-ria
l estabaiecim atoa, paaotaaa a
ufiliaflb, mediante diviaao d
I afeita a lavoara a asar syel


a>
tfio de ffcraaiiiliiifX1 Teryr-fcira 31 de Janeiro de 1888




interrogon Autania Carlos Madeira, gaar 1
Vroe, pai do meuar, o qaal fes M eeeeitec dora
lacees:
A's 9 oorsa .da miaba, poaeo mais ou meaos,
M* mulher, sabcudo que seu filba tnha, ha muito
lempo ido 4 casino da latrina e alli te demorava
ciado, e buspritauo aue alguui desastre ti*
veas-, acontecido," eisfca iiaresponder elle aoc sene
ham.d as, mandoa .niaMr porta e encentren
Ita filbo suspenso pelo pesooco a um lac de c *-
te fia*, cuja poata catara atada a una ripo
fico com sorpresa e auguuia qas a ociaoca *-
Cava enforcada uai sabe atinar anal o motivo
que levou-o a praticar tal acto do espero.
a Diese maia que o meamos:a muito estudio -
ao e preparava-sc para entrar na escola 4n mari-
aha.
a O Dr. Thamas Coelba examino* o caoaver e
Terificou que a mora fui decida a aspbyxia par
snspeasb do pescaca pai cscio de ume corda de
linbo muito fina.
< A autoridade policial abri inqnerita sobre
cate caso tio singular.
Le se na mesan fjlba de 22 :
Do exame das matriculas da provincia de S.
Paulo ver;ficou-se uii bave.- sido alli inscripto ae-
nhuin escravo psrteocente Ordem Beligioca. Eu
todo o imperio un mente poeeuem ecersyos : a
de Ni.asa SeCahora do Cara, do .VUranh -, yia
feamtrieu!ar 157 ; a de Nssaa Seahora das Aler-
cs^da mitraa provincia, que den a naatrku a 40 ;
e-a de N sea Seuhara do (Jaroso da Baha, qae fez
anicular uin asertivo no a anicipio da Villa N -
ve, da provincia de Bcigipe.
H .alera disto neUea do terem sido matricu-
lados Klguus eserawos perteuocntea a irmandades,
aesUbtdiacimentoa piase ao patiinoui de igrejas.
Silo os seguintes : em 8. Paulo, no municipio do
Cuau, uta eacravo pertenceute a Koaaa Seuhara
da Coaceica ; e, em Minaa-Gecaec, um jeeravo
pertcncrutu irmaadade do Senhar Bom Jess,
muniaipio de Qaelur ; um pertenceote ao patrimo-
nio da naatrix de Sanl'Anaa, no municipio do Pa-
ie. no municipio do Bom-Successo, nm pert u-
aearte a Casa de Caridada ; e oo de S. J -as d'EI-
Mt, cinco perteaoeutes Gasa de Cartdade e um
ao patrimonio da matris de S. Miguel.
Ao tosto 20i eacravos perUnoeates a ornaos
religiosas e 10 perteoceotee a irmandedee, festa-
beleciswntos pioa e patoimauie de igrejan.
Nao aera ueceasario diacr quinto iato ere-
pa.naate, nrmente agora que, o episcopado jul
ou ebegad a o.-casiio de, man activamente em
oenear a txia grande influencia moral por bem da
redempeao dos captivos, e quaodo vos dos icus
prelad.a, lio numerosos meinbr js do clero tm ma-
umittido es seos eacravo,
> As ordraa de S. Beato e do Carino, deaU cor-
to, logo que foi proaMlgada a >e Bio-Braoco, al
farriaiam todoi aeus e?ravoa, Apa 17 annos
paree- *er tempo de imiur. eatea nobrts exen-
ploi.
Datas at 27 de Janeiro : _____
Apiu* -. ncontramo no Jornal de Noticias a
seguiute local :
De Santo Amaro recebemos boje o seguinte te-
fcsramma, enviado 3 6 horas e 45 da manbS :
Encbeute assuitadora eata noite no rio. Das
9 da troite a 2 boraa da madrugada, a aua che-
goo A rut DU-eits. Em toda a margem do rio ba
grandes pre)uisos.
O rio aiuda se conserva muito cbeo.
I.T1.ST DIARIA
Ylasem Imperial-Limos oo Jemal do
Commeroio da Corte :
Em data de 3 de Deatmbro, eacrevenos de
Ganne8 um c.rreaponieute:
No di 23 de Deieujbso, o Isaparaiter foi ao Ho-
tel tt. Charles oavir um concert de msica daa-
lica.
No din 24, vespe a de Natal, Sias Magestede*
iorasa oiivir missa, is S 1/2 hora* do maubi, na
sapella de Nas* Senbora da ApresenUoio. e, e-
poia de se desobri^arem, leoeberam a santa com-
Mafcio. A ceremonia tai muito cosnmoveoie. Os
BroBtrehaa, argnidoa tos camariaUs e do medico,
orui tomar asiento no coro da capilla, e durante
a miset, commsHijata tad't f,rm ao beervatorioe VHtaram a eolleccio
de pinturas d Bario Turckheim, aomirando cosa
esDcciali.lad nm e impoaio pnitado por Orease e
nm r. trato da princeaa Potocka, de nm pintor dos
fina do SL-cnlo piissado. A' njite, honve orna ar-
Toic de Natal em casa da princesa D. Antonia
de H.benzollorn; SuaaMageadeaasaiatiraQiaquel
k reeuio intima.
o lia de Nata!, jopo.8 da misss, Suas Mases-
todes sowsi ps3eiar de carro at Mongin, e,
oite, S. A a Sra. CouJeaaa d'AqmlIa veio cooi o
filbo e jantou ejm o uberaooe.
A 26, Suas M ige.tadea foram ao golpbo Juan,
foseado'a avtade do camiubo de carro e a metade
s p.
No dia 27, o Imperador e o principe D. Pedro
fisemm urna excaraio, de carro, passtndo pelo gol-
pho Juan, at a villa d Vallauri, que Cuot* Ornas
5,000 almas. D'al torim ao obiervatorio da Cor-
Biena. 6 M. a Imperatris paason a tarde em Nis
sa, eoaa S. A a Cond. asa d'Aqutla. A' noit?, um
prestidigitador, o 8r. Lambcrt, deu urna rojfcesea-
taeao ao bolel
A 8, Canuea amauheceu eobarta de nev, mu
o tempo era esplendido, embor* fri. O Impura -
dor fax nma excuri) m vapor at St. Tropas, a
31ii h.:ra3 de Cannes. Embarcou no Cano\M, e
para l aegaio eo't and > as margena e avisttndc
St. Rapno-!, Fiju e St. Mxime. O chefe da mu-
aoi,vil. i-ic d St. Tropel, eatava espera de Sua
Mogas la de, a qoem mostruu a cidade, levaudo o a
virirnr urna fabrica de rlhas. C priucipe Ferusu-
do, filbo do principe dcH'jbenzjlhern ac;jip:.h u
ao Imperadoi n ota excursio. A noite, hauve con-
eerto na b te!, (o ando com muito gosto a ora. Piu
salta,
Ho)e, 29, Soas M.jestades foram a Monte-
Carlc lUvir o t." concert cUs&ico,.durante o qual
ser executadn a sympbonia da Pero/a do Brail,
de Vlici D.v3.
CttlonUac.io Conforme previ.m^s, trata
S Lx- c Sr. :"e. lente da provincia de spreasar
o fst-i\> '-cuia^io dos pri nciroi uucleos colonia!s
nesta prov.nc:'., j.'ra o quo procura/ remover al
gum-.a'tiirUoul lodsa momentaueas que lempre cos-
tum nlpp-ri:eer a. i-ni^r -h ndimfento e rtalisa-
eo oe C'Vt. i *: >, '' -<*:iin procede S. Ere, com
o iat'B.'i.d-! ve. rtuiiiida e b_tn auccedida toda e
ut'.iv nasae au'i '), e de aiegurar
j*i'tn:ol. dol fructos que Iba po-
avoizracao que p .<-a a sua aecluoa
aili a psVPBridade precisa da terreno p.cviaraent
prep irado.
Campreheaealo bein S. Ere. que o problema
da isoajsgxafii nio pi' sar resolv.do com vistas
limita las ifj juppiimau'.o de orav >3 ao3 -atubele
eimenWa agrtaolAS, e qus lie visa outro fien, qul
0 estiba! ciu.eata da i'n'l'as immigraiUus, per-
teaeentes a rayas intelliganies o laboristas, as
Boasa ferris sena-, Sm de tornal-as proJuetivas
e daaeiiVo ver a uo=sa a^ricaitura e iuiuitr a no
ioteresa era', dopopulauio e riqueza da provin-
cia ; pro uroJ etadar aa eo.i.li^o s dssta, rtlhrs)
do nitormicoei di peaaou C btliladas, e ao mes-
sao teaapo adoptar certas meiida preparatorias c
Und'otes assegurar umf.-l'a resultado, na erca-
io de'om servieo n*vo, em urna provincia onde,
poueoiou aenbnm c>nb cimento se tem dalo.
De a jeordi c un a inspectora, especial de tetras
e eolostaafao da provincia, tratan S. Exc. da esco-
la de trrrenos apropriados, o aa medidas que de
Tem sertomadas relativamente i aceammaiacej
arovisorias, receocao, agaaalbo e eslab-.l.cimeu'u
dos immigrantearproeoraoio'ao meamo tempo tor-
nar c^nhecidas as vantagans que offereee a provin-
cia para a qual se pretende attraoir ama crrente
iaaig ratona.
- Ontro ao p .dia ser o caininho de S. Exc, apro-
veitando-ae da experincia colbida na sua provin-
cia natal, onde vio sendo cornadas de suocmoo o
as torco? empregados no servino4a im mi graciae
do eotabolecimento de nuclaoa coloniae*.
Praeuwodo poiioutr > lado dasempeuhar o com-
aiiasio.que le fai confiada, ti ato u o De inspec-
tor das terral e colauisacie, obedeeeodo ao pen-
aaonuto ao goveruo, de percorrer alguna pontos da
provincia, escolacndo de pref reacia as socas cor-
todas pelas divsriaa estradas de ferro, ou as que
Ihe ncivam wais prximas, apresentaado u sub-
OKttenda em segoida a apreciac^o de 8. Exc. ama.'
sKBoaioio do que vio e obaervau.
Meata axp'Mioao, que por extensa nio oes dado
jabucar nos estrenos limitas docta noticia, iudi-
a a n ct rio especial, algunas tartas prximas
laobsl e as da attiocta Colooia Soeacr-
ro, como as taais apropnadas para Quilas .se eita-
belecerem os doua pruaeiroa anseos ealoaiaea, fa-
I sobr< sahir estas ultiows que tom contra si
j o dtsvaoUgem da longitode em que fieanv
ferrea de S. Francisco.
"" Ostros pontos onde esse servSc) polo seresta
belecidoeom vontagem pata a provincia, e poro
aquellos que para ella procurarem.ioiinigrir, forom
tambem indicados nessa expoaicSo
Em vista deste trabalho e de utras iuformacSes
encarregou S. Exc. o engpi.li iro Dr. Lyeurgo de
examinar dar ama noticia minuciosa das referidas
trras afim de preparol-as convenientemente em
quanto se org.nisa bm servido regular derecepcio
e Hgalalho para inmigrantes.
Fasend i a Justina de que merecedora a ins-
peotoria das torras e eolouisavao desta provincia,
cussfirr fiisti.que nio tesa ella estado inactiva ;
portiuiiiit i at-lit de confeccionar urna minucias.
ftuucsa Eobio a pruviuea de Pernambuco>tsa
balbo ente que deaanda eaf^rvo e que tem p r Bas
tornar cn.becida a nosea provincia no estraugeiro
pata o que emprehi-ndeu-se a impresao desse tra-
balho aaa linguae portuguesa, francesa e italiana,
e ao qual nddiei ncu Um rtieumo dvB favores que
o goveruo do Braxi! concede aqu lies qna nrllr
procurara estabelecer-se, e urnas Iudicacoes
alis ais immigrantes
NfBs Breve Noticia, acbam-ae descriptor
com methodo, regular.dade e exactidio, o aspecto
pbysico, clima, extensio, fertilidade do selo, pro
ductos naturaes, as cidades, e villas, em resumo
oeatado aetutl do desenvolvimento do commercio,
da isdustria-ed agricuitara da provincia.
E' ate um trabalho que julgaaws da utilidade,
principalmente para aquelles q jo immigram para
um lugsr do qoal pooco ou t.c-nhum conbecimtuto
tetn.
Tudo tti indiea trabalho e eoforco e eooeritne
uvedidaa prefr.iUrias tem as quacs inotil seria
qualquer tentativa oo eosaio cok nial.
Iocubivel por ora qualquer censura i 8. Exc
e aqoellis quein cabe a direacio a raspos
bilidade de tal nervino aa provincia, na demora da
roalisaeio de tV til ideia.
Ni> se pode xaiuavilmenie oretender, que em
urna provincia como a noesa, onde tndo a tal
respeit l eatava -por faser, e onde a iniciativa indi-
vidual qnaei au la, e o espirito de asoociago
anata a dresenvolver-se, se organise de momento
um servieo regular e se eatabokca de um dia para
a tutro ama eorrente rmmigratcTa.
A imraigraeas i* a colooisacio, -ao plantas que
precisara paro ana acclimaeao de terreno bem pr< -
paraaV e de medidas que Ukr ataegurem um cesto
bem estar, nio a encontrando, tornam-se rachiti
cas sena i esteris.
Pera LBierinra urna corr.nte ieBaagsateria que
canatitua um elrmento de riqeesa e prosperidad*
para a provincia, compre preparar esta para re-
cbelas.
Preceder de amdn diverso e ama o tino preciso.
ser prejndioar s ideia e aunas i condijao de
mendigos, e isto em descrdito da propria provin-
cia, aquelles a quem procursmus attrahir, com a
promeasa de enc^ntr-ir uella nma certa atansaa de
favores e vaotagens, e que nos trasera seus bromos,
ai u trabalho e sua industria.
Com o reconbecido criterio que poseae, e com a
experiencia de que dotado, K. Evc o .r. presi-
dent*- i pode faeer um graude beni ficto a esta
provinciaestahelecer n-lla oaervi$o culenial de
modo a dar elle um bom resultado.
Para uto uecesiita elle tambem nao s da ini-
ciativa individua1, que estamos certas nio ee
far esperar, correspoadeado asara ao appel-
lo que Ibe fasemos, come do auxilio de todo-
aquelles que seriamente se inUrcaaam-pelo eugran-
deciment desta provincia.
laceadlo vto comr\ute-boat>:m, i i 1/2
boraa da tarde, toadeoa oo Lamario, com o fina
de r-eebr ordens, e seguir ao seo destino, o pa
tacho sueco Siylphde, do commaudo do capitio
Kcot Turnell, o qual deelaron que tiobr 4 leu bor-
do o eapiti> Joaepb Cnmmius e 23 tripalantes da
galc. inglesa Galgale, encontrados por aquelle era
docs eseaIerra, oo dia 19 do carrete en sito mar
Pelo cap tita Jo Ga'gale foi lefurido que, pro-
cedente de Calcuta diriganse para New York com
carregameuto de salitre e ootras materias ioflam-
maveie, qnando, na dia 15 do crrente, e catando
aa lot. sal 17* e loog. oeite 12* 50', se manifest m
incendia a b rdo.
Depois de grandes esforcos para domnal-o, e
nio o tendo conseguido, .poia pelo contrario o in-
cendio cada ves augmente v mais e, toma va gran-
des proporces, resol veram aband mal-o orna de
fado o fiseram no da 16, tomando os esca ere ,
com alguno mantimeoto.
Beoolhidos pelo cita lo patacho Sylphide, cb--
garam os indieados trpilantes som maior mvida-
de i esta cidade, e aqui desembarcaran), sendo os
dous tsc lleras reco Indos gnarda-moria.
TU isa 11 s anta Isabel- A companbia
hfspsnnola r.tf.ireceu ao publico na noite.de aab-
bdo ultimo em pnmeira reprevdsfsscao a satzuela
de grande e 'pertaculo O povo diTaio e toaros ou
a riespanha em 179 original de D. Jos Picn e
msica do maestro Barbieti.
Esta peca que tanta aeeiUtCia tova em Madrid
quando foi all levada a scena, incunt'.,etave:meo-
ta.uma boa prodcelo iraroatica na qual ao lado
da verdade histrica ae eueoniran ^couusbem de
liaaadni e batmoniosos vereos, mas q ic entretanto
s pode tfr real merecimeuto para os que c .nb-eeta
a historia do povo bespanhol na epocba em qu
se paasa a accio, viudo a toruir-an para os dentis
urna aimplss obra de um bem d -lo-ajo-in iv i.nen-
io ; raxao pela qual perde s*-npro metade do leu
valor quanda levada ai cena lora do paisem qu.-
se passaram a rcaior parte doa facioa que coasti-
tnem o sea argataento.
Em gcrsl os types qae dio vida a pecasio des-
criptos com aeguranea, c>mqnanto nio nos pare-
Cm de suffici nte forca para formar o crdito de
qualquer artista.
A m sica, pirm, que orna o libreto bia e ex-
prusaiva coso i si>mpre a msica de Barbieri, e,
mai's-nuM eccasii) em qu este firmsfbiuixo daquel-
les que a -red t-.m ser o maeitro o cread-r da
transida i da mostea bespauhaU puta, para a mu
sica italiana.
Ene ntrara-s? aa partitura trechas de grande
cxpeiio e simvi lade taes uimo oquarteto ca-eado
da pr ce no signado acto e uma.ana do acta final,
'ao mamo tempo qu se eacootram -otros trechos
qna sendo igualmente cipressi.'.s sia entretanto
francaiceute rnarcises em eujo numero podem ser
aonados alguos coros, ama arta e um concertante.
Sao persooasens principaes a princesa de Lusan,
o eapitao Pearanda, o Abade e o Corregedor, a
pnmeira das quaes c>ub? a Sr"a. 8. Camps enter-
p- tir e cujo deaerapeubo foi bisunta regular,
cantando cura arte alaa te cutres nmeros de mu-
.m, a preaa do segostdo e a aria do terceiro acto.
Os Srs. Doran, Garrido e Hamos foiam os re-
presentantes Jos tres ouu-os personagens e Cimo
boas a'tistas toram interpretea consieneosos, j
aa parle cantante ji na parte na declamatoria ;
tendo b Sr. Duran cantado alguns trechos com
bastante faiicidade.
A 8ra. Heroastdes tevo ama pirte superior as
suas foioas, a de Pepita, faltando a esta persona-
gem a vida, e en-rgia que Ibe eraos precisas, Un lo
porm, esta artista foito o p^saivel para salvar a
parte cantante.
?js Bra. Onavos liisset e inreu, tiveram papis
de pooc valor artiitico pelo qi.e como dos domis
personagens nio r.ejeasitmis < mu'ir juio.
Os oorosatstiveram afinados cautaram com re
gularidade.
ecrllrl -Pai hr>j\,benfieio a .tiple Brta.
Sopbia C lina ciega e a Menina Pincha concluindi o espec-
tculo com um novo bailado
Gozan lo a beneficiada dassimpatbiasdo publioi
de esperar que ao theatro concxram atritos es-
pectadores.
Teulallva de ontelallo Ante-hontem.
s 10 bora da noite, o sentenciado Adelino Jos
de Vas Salgado, preso da Casa de Deteocio, teo-
tou suicidar-se cortando a pesnoc-i, pelo lado da
frente, com um pedaco de vidre .-
O seu estada grave.
O lafelix desde das dava inltios de estar com
as faculdadea alteradas, e o acta que prsticou con -
firma a docnca mental.
Cara o aAnte boniein, por volta de 9 horas
da noite, prxima do Gyinnasio P.-rnambuoano,
-dous individuos armados, e tal ves exareebadoa por
.ibacoes, encontrndose com Joio Baptista do Ba -
irasento, conbecido pot Joio Grande, o agred-'
ram e feriram gravemente com urna tacada n* la tal
diseito do peito.
Qi daos agbressores, que aoa discm chamarree
Sabino e Liberato, evadiram-se.
O feride foi reeolhdo ao Hasaita 1 Pedro.II.
Feattldade relloi>aa No domingo 5 de
F. vereiro tora lugar ajfec!* de Nossa Souhota dos
A til otos cm soa apolla, com a pompa do ees tome.-
Ha veri missa solemne tjpelsi 11 horas
osando oo evangelho o Bvd. vi rario do fregoesia
padre Z-jferina Fereira Velloso, e a tarde, tacar
uo pateo da igreja uaaa bindt de msica.
As 7 bcrs da noite, entrar o Te Dtum subin
do o tribuna sagrada o Bvd. Fr. Podre da Pnrifi-
acojo Paos e Paiva.
Fiealisar o acto.pelo arriamnato da estandarte
da meama Senhora dos Afflietoi.
* S. acrimeolu de irojadoi
Ante bonitas procedeu se a eleicia para o auno
coropr.'.raisi-al do 1888 a 1889, desta rjj.ndade,
sendo este o resultau
Juis
DeodatO Tertuliado da Cuubi.
Esjrivlo
Joio Bijitista Estevas de Soasa.
Thesoureiro
Jos Antonio Pinto.
Procurador grral
Adolpho AlvoiFa'cio Taques.
Procuradores
Eitevio Ctorindo Cielho da Silva e Tenlas
H'iiriqu-j (iacsmjad de Almiii.
atesarlos
Fulgencio Jos JoaquimC'Valcaote, JoSo Fran-
cueo K gs L>bo, Jos Gomes da Silva, Jo<
Mrtir a KtMiro, Aatouij Ascendino da Cruz
vistro, Belftrmina da Cuiiha Cortes e Thamas Do
minga o T .ares.
llavera esta auna sermes quaresmaes c
alguna actea da mana santa.
L.iiieinn msKlca-Distribuio-a i bontem
o o. 212 dente periodic livre e humorstico. -
Lllurl icOt-a Sr. Joio Digno Carneiro d
M raes proprietario do engenbo Cajuoiro da eo
marca de Po d'Alho, declarou am 20 deste mes,
livreaem cnudoio algosaA a sua eaoravisada Se-
verina, pelos bina rerviess que Ibe tem prestado.
U Sr, Joio Dina Carntiro de Albuqo- rou -,
tambem em 20 do correute, proprietario do euge-
nho Crepc. da freguecia da^ Lux, eom.rca de
la Pi 'Alho, declama que a eootar-de 1 1# Pe-
ven-iro de 1889, lia coniiderados livres os seas
rscravisadns : Il^que, Lux, UenaJicta, Joio, Ma-
u .el, Mari-., ti-.a^a, Savenna, II -nriqueta c C tstiaoa.
Declarou tambem que alm dess serio igual-
mente eoosideradas livrej da mesma data em
diante, Sevenuo c Viaeutc, qae se ocbam auasates
si se apiesentareaj no praso de dous mesetV
Sio actos.-.ses qae registmmos com a maior
satiafieia.
Inoeudlo No sabbado, os 11 horas e 80 mi
nutus da noite, manifastou-se na predio a. 6 do
pateo da Santa Cras, ende estabelecido com pa
dara o Sr. Luis de Paula Lopes, um violento in-
cendio cuja ururein fui o exc-'sso de futigesa esca-
pado do chamtu e comuiunicado em 300 barricas
Vasias e exiiteutes em uin satio prunuio ao forno.
Ouvido o -igual, ocmpareeea immediatameate a
coatpaabia de bombeiros, em o material dos Ar-
seaoes de ttutrru e Manuia, e pos term ao j
adiantatlo <-pavoroso iuceu lio que, totnaria ruir
certo pr.porgues assusladoras e devastara tudo
quarteirio&e nio foasem as acertadas proyiden
cas dadas pela compaubiu de b .mbem-s, eujoi of-
fieiaes e pracas azoadamente sfi-'i-ontarato as ebutn
mas e aa doioinavam.
J principiav.i o fago a propagarse peloi pre-
dioi visinboH, que felizmente nio foram grande-
mente prejudicadoi, p ir t-.-r a ompauhi.i de bom-
beiros, umitado o f..go cibarta do forne, onde o
incendio era mais-pronunciado.
Comparcceram o Dr. ebefe de polica, Dr. deje-
gado do l.i districto, ajudantes de ordens do pre-
sidente e comas a rante das armas, auperiur do
da, eoma-iiiidaute. gural a giarda cvica, pique-
tes de tropas de liona, -palma o guarda civica e
um coutingeate da artfice di Arsenal de Guerra
Dos pre-dios atacados s nm est no segu/o c
este qttaai naaa .rfiea. Aos demaia as averias
ti* patucas t a va liados em 8:50^000 No sersti-
c- foi )evem-iute ftido no ngulo externo do olba
esqu rd<>, a. prai,-1 n. 19 de nome.Manoel Cbrreia
da Coate.
Oenaticiasj O Sr. Dr. Oriveira Eseorel, 2."
promotor pabiloj uesto capital, deauaciau us indi-
vidnos segu otes:
Zeieriuo Candida a> Silva, por ter, no dia 8 do
correte, tentado obter do negociaste Jos JoSo
de Auaorrm, por meio de ama carta falsa, a qu ni-
lia i- eincu uta mil riis. .
Ao i oki.i .Leandro bVii.a, or ter, -no da 2 de
Desecibra u limo e-oa itegucsia da" Varsaa, assas-
sinado Luiz 1 er. ira.
Adolpho de tal, per ter, no dia 1 do eorrente e
-no logarParta d'Agua,fvegoesia do Peco, psa
ealo na p i-a ni de Artnur Napuleio di-oleJLj
Carneiro u .quehaO Sr. Dr. Oiiveira Eseorel, 2." pro-
lot. r publico J-sta capital, apresantou queixa
xintra Aatuiiio G -oaec Maetel, portar teuta^rde-
fl >ror sua propria filh. de 9 h in..a do i .lade. -
tria*-a tro de luiloA sociedade drami
tica M poin'Kte Oliodenae, em aseemb'.a geral de
21 do n! cadente, prooedeu i elt-iyao dan-ova o-
fectoria, que assim fieou constituida : '
Presidente o Sr. Manoel eniardss -*-51.
veira. j *J
secretario o Dr. Jos odrignes dts rwsos
Netto.
TbHSooreiroo Sr. Joij Juvina Palmira.
Director de soena o t menta Manee! Jas de
Caatro ViNla I recluito).
fis'i uvifodo o da 3 la Fcvereiro, a 6 e 1/2
horas da tarie, para a seaaio de paisa.
F.-rmenlo leve Por volta -le 10 horas
da manhi de ante h mtein. no neceo dn Lima, da
fregnesia ds 8. Fre PeJra Goocatves, Jote Las I,
coaihccilo por. J is Cabocio, f-rio levemente c-m
urna tacada ni eabecs a Manoel Flotiana de'Li-
ineira, cvadindu-sc cm seguida.
O f-rido tai reui"t'ido pelo subdelegado respec-
tivo-para o bospital Pedro II.
H ntca, aa toa da Guia, da meima fregue-
sisa r par volta de 8 ho as da manhi, Hermenda
Celestina di Costa foi ferida com am pedaco de
ferro levemente na eabeoa por Joio Antonio dos
Santos, que ae evadi.
Sobre estas factos abri o respectivo subdele-
gado os competentes inqu- ritos.
OlioilaCommunicaram-nas o seguate :
< fi-'hlisou-se no ib abado noite como c-.C-iva
determina I nos salot da antiga academia, a
tir'te prom.vida pela siciedude Recreio Familiar.
o Achaiam-se presentes quasi todas as farmUas
sqai residentes terriporariaineiHea que esli ge-
stado ds nachos Mitrados, elevuo ic-iie a oiteata
o numero le sentaras do caihor sacieiade.
< O sali prim ipal apresentava um aspeeto
agradabiilssimo, c esteatita correa nuito animado,'
senrlti o servieo feto a m mu ti ordem, graeosaas'
eatorcis da commisai encrregada dessu festim
que doizou asjsjCaj reoordav.'s a todos que ti veram
o priser de la se acnartm.
lit-c alivH ameail Uta s.ciodade d
ou sarao caruisValtsao uo-saSbido 11 de Feverei-
ro pr.i.mi.
Oa runas do Olrmpo Cora este tWo
acaba de ser laudado na cidade de Oiiuda, por
luiiriativa d sir. teuentn Castro Vileila e d mais
aiguus chafes de sTamiliu um club carnavalesco,
alisa-tic roaliaar.-ii. urna snire laiciliar no st^ruudo
liidi caruhVsl (3 de Fe.vcreir.), en o maxim
esplendur.
Foram e aitjs : presidentaa Sr. capitn Kre-
dar.e.o Guiuiarie, thoaoureiroAutouio Mirlins
Pe.r, ira, mestre salaCastro Vilel-a, commisaio
"da fiscalisatao c racuubecimeutaDrs. Jos Joa-
qiiira Alves da Almquerqua, Fraucieci Liis Cal-
d.a e Lilis do Amara I, sondo uoinaadas 08 dcjmis
Cjnimisso-a
O club ear.4 orgunisado de forma a aeaatear o
capturar o autor desta tentativa de rouba e asas-
siaata, qae, iuterrogudo, apenas reipondeu :
. tifo me chamo G*raier; mis nio digo o mea
verdsdeiro nome. Nio conheo a porteira nem o
tal eoipregada do banco. Nio comprehenJo nada
do que se passa I
No vestuario desto mysterioso crimiaoao nio se
encontrou nem dinbeiro, nem papis.
Foi enviado para o Deposito.
O estada de Csbors grave, porque o malteitor
o ferio profundamente na nuco cam urna navalha.
Forminas ladaatrieao testa o profei-
sor Besson, n'uma revista icieutifios, que, ba an-
uos, Jocaupaudo-se de sericultura, onliucara bichos
de seda u uma pequea amoro:ra~plantado no a-u
jar.iiui, rssa>uardaudo-a das ve.spai e -ios pardaes
com Binas coberturas de algolij. As farmigao
dispoceratn-se logo para o asulto, subiram peia
amcreira e logo que utn bicho cabia, aa formigas
que tmaosu ficado no chio, eur/e^ iv^ui com a vi
eticas.
Para impedir a usse.ifio das formigas, o Sr.
Besson guarueceu o tronca da am ireir.-i eo n nm
annel de visco. Durante quatro dias, o visco foi
urna birreira aespupiavel. No quintojdia, porm,
urgi ama engenbeira.
Qoauu ebeguei junto da umir.ira, as formigas,
cm ves de se conteutaram com a busca des bichos
cahidos accidentalmente, entregavam-se a um ex-
ercicia iuteiraraente diverao ; formavam ama Ion
ga fila trepando pela arvore. Qaando a da frente
ebegoa ao p do onnel de visco, depois sobre ello
um grao de areia qae trsxia as maadibulaa e ca-
incoou a descer. As ouiras formigas da columna
vierato sacceosivamentc apalpar este embryio de
ponto e deaoeram.atrus da pnmeira. Ao cabo da
uno des minutes tajas as formigas subiam a arvo
re com um grao de arda as mandbulas. Maia
bora i-pois, a p-ute atravessava o saoel de visco
h era bastante larga para que as formigas pudes-
sera passar o quatro do tundo.
O profeasor abau lona i-lhes eatio a sua amo-
reir e os seas biebos da seda em reeauueacio da
quelle trabalho de inteliigeaeia.
llwiuesjs original II imern origiinl o
Sr, Stragosa, negooisate de agaas deotrifcas, ua
passagem- dos Panorama!, em Pariz.
Na porta de sua officina prego i um grande car-
tas com a aeguiuta iuscripcio :
Toda a p os a que aqui entrar qaeira tirar o
ehap -, conaervar-se respaitosamente e nio 1 u-
oiar. s
O Sr. Siragusa entendeu qae tendo unnunciado
tal deliberarlo bavia de taaer cumpril-a riaea.
Imagiue.ii os leit.res a vida que l'evava o pobre
hornean.
Os seus c i.-utas, na maior parte, uio fasiam
easo da recommaudacio ; dahi resuUavam eoastan-
tasjsiterca^oes.
Alguos mais calmil, Lvam o uegoeio de galho-
fa ; oatros, mais irritadioes, sangam-se e umitas
eses v. em s m.Xos, tat-s s i os inaultos qus Ihes
dirige o tal ne/ ciante.
A polick fruncezt est inteutandi processo
contra alie, qur, na mi passudo, sabij do seo es-
tabelecimeato, de revlver em punbc, peraeguindj
um fregus, qae desrespeitra a sua reeommdn
dscio.
IsB BaiaerLe Baiser o titulo de uso iate-
resantissima comedia em to acto de Toe id ro de
Banville, ltimamente representada eoi Pars. E',
a i que parece, ama cascata de rimas bri ib antes,
urna verdadeira joia.
O s u enredo o seguale :
Pierrot enoontra-se nos bosques de Vi7ofl*y com
a fada Uiyei, transformada cm velha. a qaul s
poder voltar a suas formas primitivas, ae obtiver
o beija de am Boa cente.
Este beijo ella pede-o a Pierrot, que lh'o d e
v-st: loga di.'ite de ama encantadora menina.
A-ba-a bella e pede-a em casamento naquella mes-
ma oecMsiiio, sob o asar do c->, em presenca dos
rouxin 's, como testamouhas.
Alada v-se quasi vencida pela vos d> mortal
enamorado. Cantos celestes ouvt-m-se entre a fo-
Ibagem : sao ai cimpanhairas de Uryal qae a cha-
mara. Uryel nii podo resistir ao des jo de reu
nir-se a ellas; restitue o beija a Pierrot e foge.
Pierrot deixa-se a principio dominar pelo des-
espero ; mas de repente, olhaodo para a platea
etiea a bailas esaotcUdoCU, acha qae mu ti i des-
consolar-sa, reconheceado quj era Paris ba mana
mota bonita, capas de faxer esquecer a fada in
fiel.
CruciUxo alteoAcaba de ser deposita
do no thesauro da catbedral de Branswicb o mais
antigo crucifix-i conhecido, de madeira tea a
data.de IX seculg, epacba.em que .foi empegado
na local em que se encontra actualmente a cathe-
. al ral de que se trata.
O Christo est revistado de urna tnica, que
pende at aos joelbos, tendo na cintura a palavra
Gerrard,-gravada plo eecalptor que trabalbou o
oruciOxo.
Us tatigoo chriatioo ovitevam repreiootar a
crucificacio e t desde o meado do secu.o VI
qae se fas meneas de pintaras e de trusiico figu-
rando o Cbristo ca'Crus. Mae nio se conhece
crucifixo esculptrad anteriormente aquello a que
a refecioras. a nio ser am ds seeulo III, ancn-
Ua-lo Jia alguna auuos, as ruinas do palacio .dos
Cesares, em Boma, senda todava esta obra de nm
pagio, que reproducid o assompto em eaculptura,
por irriso ao obristianismo.
nUsss fnaekrec-Serio celebradas :
Hoja:
A's 7 1|2 horas ao L;vramanto, por alma de An-
tonio. Bibeiro da Coste e Silva ; is 8 horas na
matris de Santo Aitonio, por alma de Joaqaim
Ugoliao da Silva Fragoso.
Amanhi:
A's 7 l|2 horas na matriz de Santo Antonio, par
alma de Vicente Josif Ferreira ; s 8 horas, na
Ordsm 3 do Caima, por aira* de Josquiaa. Rasa
,VelioiO.
Sexta-teiro :
A's 7 1/2] horas, na Ordem 3* de S. Francisco
por alma de Antonio Francisco Mareira.
PaaaasjelroaChegados doa partos do sal
O vapor iuglez Neua :
Eiueato Correia, O. de MesquHa Vosooaselles,
Joia Cirdoaa, Hvgna Camargo, Antonio Pinto
Correia di S iva, Jo;io Autouio Velloso, D\ Joa-
quina. Rodrigues Teixeira.
Sabidos para a Europa na meamo vapor :
Auua Ricarda de M lio o 1 fih-i, Antonio Pedro
de Mello e sua seahora, Permiuio de Unto Lvra,
Mara P, i-fira, Florindo Teixeira de Carvalbo, sut
senhora, 1 filha e 1 criada, Jos Mara C. Bifbosa,
J ihn l-.-iny S ewart, Manoel J. Goncavea Gui-
marics, Joaquim Bento Pereira, Manoel Francisco
das Nve.s e Thamaz Cawi.
7 Chsgado da sal uo vapor ingles Chan lia-
ekay :
Arsenio Pinto Leite.
Chegados do sal no vapor uraiileiro Canillo :
Albino da Silva Martina, Luis Rodrigues P reir. Jo mu Mora da Conceicio e Jos Das.
Sabidos pora os partos do sul no vapor bra-
sileiro Man lah :
Jos de Bai ros e Sebastiaua de Jesas Caval-
cante de Barros.
ireomna doyi essrsso a> wasaervst-
fo dea iiiiiliiaUoletiu; ui-leoralogico do
din 29 de .le,, iro de (8S8.
mximo deooro e espoito s Exmas. familias ;
tpenas einjusto ae 40 socios, cuja admi-oolofoi
-esrupulusanuiute syuslicada.
Farcmoi votos para que os promotores da idea
vejara realisada.
Usa rrlisae moirlaieaaeUsa tentativa de
Lassaasmato, premeditado de langa data, tove lu-
n*r u-.i .di-- 31 de Ikisembro, carca de 1 1/2 bora da
Urde, am circumstanciaa .particularmente dram-
ticas, no n. IC da na Tiqoetoane, em Paris.
No dia 20 de Novembro ultimo aproceniara-oe
j?aaa um udividuo de 28-aaaoe, dirigindo se
portsiia uiistoa termas :
Tem algn, quacto paraalugar?
Tenho dous pequeos aposentos no segando
andar, respiodeu-lbe a mulher.
- Ser ve -ate; ehego de .-Marcdha onde tocho
um rmio.Oktabeiecido. Quero crear.cm Pariiuin'
deposito de mercctljrias. Aqui tem o mea nasoe :'
Joio Gan.ier.
E retiroa se, depois de pegar a renda de quatte.
No dia c<)-da.I>oocsnbr>o.vloltou e disce.brqica-'
jacote 6.porteira :
Espere-me smanha sem falta.
Efectivamente, o dia 91, o myiterioso tocata-'
|~rio suba para asco qaasto.
_A' 1 ara *iai laude fii fracasado por Mr. Oa-'
Oars, um r..pas de 28 annoc, empregodo no banca
de Franca.
Eiti e oa dous passeu-se alguma cooaa extraor-
manhifdinaria, ponrtie, pouco depois, ooviom-se gritos de
ooorro,* Uroniei? sohio prccipilodameote.
Qaaoslo a.policia chogau vto Csbors cabido e ba
nhado em sangue. Levado' uma.pharmaciatal
ram-lbe pejsudos ib fenmentos. Conloa nier Ibe proentse.. roabar corea de lfKrrOt'O fran-
cos qoe levara, ctUahiada-o pata i sao qaclle
quotto
Mr. Brnioad, mmiiiario de polica, conaeguio
Expccleuclao ruriuaoa Na Sei'.atif
American vem extractada amo coaterducia feta
pelo cbimico Munroe cobre os curiosas effei-
taf obtidus p- lo detonscj de explosivos sobre
chapas tnetallist.s.
Fasendo detonar s-bre umt lamina usetaliica, de
13 milmetros de esp'ssura, um cartuxo cylinlrico
de argodio-plvora de 68,9 millmetroe de dime-
tro a 50,8 dualtura, niatou.Mnurae que as lettras
gravadas afiase do oartuxo eppareciam depois
da explosio, fielmente reprodjixidas Sobre a lami-
no, e nao em relevo, como sena man para presa -
muyales gravadas.
Munroe, -desejando coaaieer causa de tid
ih -eperado rqsuliado, ftx militas esperiancias, cu
jos-resultados foram tambera nataveis, corno se
pode coociatr por algamas que pascamos a expor.
Coliocando entre o mtaUiea, uotou, depois da expkkxis, qae a lele
dVaOppareoera; porui, o tecido ficava nitidmen -
tarepr.dusido sobre a chapa. As mal as euira-
baixo, un araioes era relevo e os pontos di cruza
OOtO acentuaudo-se muito elartmeote.
Gravando algntnae lettras sobre-urna lamias
oatall-ca e sobrep ,udj-lba outra, sabr a qoal
tes detou-tr om cartuxo, vio que as letras grava
das tiuham sido reproducidas, correspondendo.j
iiioi, agora o gravado ao re.evo e reciproca-
menta.
Outra experiencia de Munroe, eocta oiada mais
Jifficil de explicar:
Sobre urna lamina, aa qual cstavam gravadas
aa duas letras (Je S, fea detonar um cartuxo.
) resultado foi appareeer repet la a letra 8 co-
bre a lamina.
Tratando da averiguar o quo sucedera se col-
lecasse entra o cartuxo c a lamina um carpo p^u>
co consistente, e tanda escolbido a folba tlinias
evore uotou que esta ficava .depois da explosio
delicadamente gravada em relevo sobra o iama>a 1
Qual.a.expcacio dVstes.iactos?
N-nbuma dis qae teem sido>apreceatasas o abrigo da critica. Eatreta-oto apresootal>as\
oleosos como ei mantos de rstu-lo.
Una suppuuham que ceria o ar que exiala nos
vasios do cartuxo, quo sendo submettido a urna
violenta compresiio actuara mocbanicamente co-
bre o metal.
Nio satis tas pata o easo da reda.snetallias.
Cutres, que a Lrca viva dja gasea augmenta
com o caminhd a percorrer. Ora esta expliuaco
apenas admissivel para distancias infinitamente
pequeas.
Outra byoutbece que'a foraa expansiva-do.-
N[ases estara em rulaoo com as superficies de
emissoo.
Como fcil de ver neohuma dcstas bypotbeses
xplica todos os paeoomeaos obsorvadoi d'actoi
laeMsIOO iFsaacttmtrjiesJio;
.Hoja: -
Pelo agente Britta, s 10 laboras, na ru do
Bom Jess o. 45. de movis,.vidrps, lour;a e mais
obj actos.
Pela agenta Pinto, s 11 aoraa, ua roa alarqvies
deObndan. 62, do awjvoia, koaas e cidros.
Pelo agente Biito, s 11 hnraa.na,ra 4o Podro
Aff.nso n. 43, deum prodio.noembol
Amanhi:
Pelo agente Stcpple, 4c 11 hars, eo laogo de
-Paraisoo. SI A,da fcavecaa. abi-sil*.
Pelo agente Brito, os 10 o molo horair ra do
Bom Jess o. 45, de,movis, laucas,.vidros,.etc.
Pelo ageote Martins, s 11 boros, na roo to
'Bario da Victoria n. 55 A, do octobitcisaecita- aai
cito.
Pela agente Guarni, clibaras,.o armecom
do largo da Alfaodega n. 4, da gneros de estivo
e obj tetoe de eceriptorio.
Soras IR Barmetro 0 Ttasao do vapor 3 c 0 'i a a
6 m. 25-8 759046 19,04 M
9 2ff>-5 760 "66 20,24 tj
12 . 29- 9 760ol3 20,11 M
3 t. 2'4 75861 19,77 6
fi 27* -3 758-36 20.18 75
I aolpera'.uia uiaxiuua- 30a,2
Dita minimn25",75.
; vooiraf-Ij 10 2i mtea oo-aol: 7," ; som-
bra : 4%6.
Cb'vinplla.
Direceio do veuto: E de meia naita at 3 horas
e a mioutob da maabi ; ENE at 3 hars e 3d
minutos ; NE al 4 boraa e 13 minutas ; ENE at
8 horas e 20 inmutas; NE at 10 turas e 4 minu-
tos; ENE at 10 horas e 31 minuos; Nt, a- 11
llama 16 minutos ; ENE a ti 1 hora e21 minutos
da taide ; NE e ENE alternados at 5 boras e 9
minuto ; ; ENE at ti boras e 45 minutos ; SIS ate
8 horas e 44 minutos ; ENE at soou noite.
Velocidads miia do ve-ito 2 D,7 por segunda.
Sebulosi-lide media: 0,46.
ttalal-iin -lo oor'o
II Dia lloras Altura
5a - , -
H. 1!. 29 do Janeiro 11 13 da'manba . 0,o36
P. M. s s 514 da tarde 2,i0
'i. M. s a 1145 0,-25
P. M. 30 de Janeiro 537 da manhi 2,-50
esta-
8 e
deste
Casa tte lleieosjioMoviraanto doa pr--
ios da Casia de D Laucad .di Koeie uo dia 29 de
Janeiro de 1388 :
Exiliara 112; entraras 5; sabio 1 ; exs-
'em ilfi-
A saber ;
Naeonaea 391 ; mulharee 10 ; ailrangciros 5;
escravoa s8dleaaiado3 7; i leu pruceissdo 1 ;
idem de coi-t'-'-aeio-9. Tatal 416.
Arrauo.dcs 374.
3*ns 352 ; dueutes 22^-Total 374.
Movimento da enfermara:
Teve baixa :
Antonio Geraes de Mello.
Tevo alta :
Manoel Velloso de Molla.
Foram bontem visitados os presas dsite
bele.'iinesta por.193 paasias senda fijnens
raulhered 113.
Ilosvpltal t'i'dro IIO mov,menta
ruspital no dia 28 do Janeiro, foi o seguinte :
Enttaram ............. 11
Sahiram................. 13
.PuUecerara...............
Exutem................. 523
Foram visitadas aa enfermaras palas Drs. :
Mostoso, nii comparecen.
ysoeiro, nao compareceu.
Barras Sobrinho, s 7 1/2.
Berardo, a 11.
Viveiroa, uao cocqparecea.
Malaquiss, s 11.
Pontual, s 7 Ift.
Estevio Cavalcoute, naa compareceu.
Simoes Barbota, nio .comperecea.
Cirargio denticta ama PompiUo, nio compa-
reca.
O pbarmacoatiao entrn 8 o sahia s 2
da tarde.
O ajudante entrn s 7 hars di manhi e
sabio s 2 d tarde.
Lotera do Gree-ParEis os premios
do S* srte da 16* lotera do Qrao-Par, extrahida
em 30 de Janeiro :
6417 120:C00000
6263 12:OJOjI0uO
112 3:000*000
028 3:000*000
2186 3:C00#000
939 i:20J000
933 1:200*000
231 1:200*000
6404 1:200*000
6642 1:200*000
Approximacoei
6416 1:200*000
6418 1:200*000
6262 630*OuO
6264 630*0C0
Estio premiados com 600*00J os seguintes a-
maros :
6411 6412 6413 6414 6415 6416
6418 6419 6420
Eatio premiados com 3*0*000 os seguintes n-
meros :
6261 6262 6:64 6265 6266 6267
' 668 6269 6370
Todos os nmeros terminados em 17 estio pro-
ra iodos era 120*000.
Todas os nmeros terminados em 63 eatio pro-
mitios cora 120*000.
pipa os nmeros termiaados em 7 estila pre
miados com 54*000 excepte os termiaados em 17-.
Tojos 03 nmeros terminados em 3 estio pre -
miados ooai 54*000 excapto os terminados era 63
.^A jegqinte lotera do piano grande de 120:0C0sJ,
foorre no dia 7 de Faeereiro
fcecerie dprovlneia-A 3a parte da.11
lotera pelo novo plano, cujo premio grande de
100:000*000, em beneficio da Santa Casa de Mi-
sericordia do Recife, se axtrabir nidia .. do
eorrente ao meio dia, na igreja de Nossa Senhora
da Conceicio dol Militares.
Ceanllerlo publtooObituario do dia 28
de Janeiro :
Antonia Med ros de Souss, Peroambaco, 22
aun-s. soltera, Gcoca ; gastro-eoterite.
Beato, Peroombuoo, 62 anuos, sol oiro, Greca ;
beriberi edematoso.
Laura Roberta da Conceicio, Peroambaco, 90
ancos, soltera, Recite ; lyaka.
Mana,Pemambuco,9 meces, Boa-Vista; entero-
colite.
Antonio Fernandos Moreira, Peroambaco, 50
annos, cando, Boa-Vista ; dyarrba infecciosa.
Caroliua Marta dol Anjos, Pernambnco, 40 on-
uos, solteirs, Boa-Victo ; tubrculos pulrronarea.
Jos, Pernambuco, 8 meses, S. Jos ; convalaoei,
remettida pelo polica.
Marta, Pernambuco, 4 o 1/2 meses ; toia con-;
vulsa, remettida pela polica.
- 29
Antonia de Oliveira, Alagoas, 22 aunas, loltero,
Boa-Vista ; anemia profunda.
Argentina, Ptroambaco, 5 cnuos, Groes ; coo-i
gestio pulmonar.
Bruno Francisca Xavier, Graos ; encepha-
lite.
Joanna, Peroambaco, 11 meses, Santo Antonio;
convulsSes.
Silvia, Pernambnco, 3 meses, Santo Antonio
oonvatidec.
Severino, Porosmbuia, 5 meses, Beato Aiitcooc;
dyarrba.
Ignacia Mara doa Prasoroc, Peraasabao, 34
annos, viura, 3. Jos; carcinoma do otero.
Paulo, Pernambnco, 1 anua, S. Joot:
tioio.
Jsaquim Pernambuco, 2 mices, 8. Jos } 1
rite.
Manoel, Pernambuco, 2 boras, S. Jos: ba
rhagia umbelical.
Manoel, Pernambuco, 8. Jos; ao nacer.
Jos, Pernaubaco, 5 mese Bo-Vala -
gite.
Raymnulo Evaogniist* de gaasi, Pe.
buco, 34 unnas, casad Boa-Vista : aaasarec.
Joa-quim de Sant'Aum, Peraascoeco, 26 ta-saa,
soltera, Boa-Visto ; acceuo pernicioso.
M^rcaliao, Peroambaco, 40 anuos, soltera, Bs>
im ; remettido telo p.lcia.
CHROHICA JUBICIARIA
Juuia C oiuuicrcial da elae i
Recife
ACTA DA SESSO EM 36 DE JANEIO
DE 1888
PBESIOKSC A DO ILtX. SB. C IMMEJtDAIMa -aTOSfO OO-
HE8 OS MICACDA LsUL
Secretario, Dr. Julio Gnimarie$
A's 10 horas da manhi declaroo-so aborto a
icssio estando presentes os Brs. depatodos OUssta
Bastos, Be!trio Jnior e Hermiao Je Jfigaiiee-
do, laltaudu o-m prticipavio o Sr. coaicMaV
dador Lopes Machado
Lina, fui pprovada a ooto da jtacia a.iieriav
e fez-se a laitura do seguate
BSBJSSSJSJSJSJI
-'rHcios :
"De 21 do cirrante, da Jim. d>i Corn^oroa
dessa praca, raoaelteado u b-aialim das cat .goa
ofS'ia-.-s da 16 a 21 d presente ases.Para o ar-
chivo.
O n. Ido correte CCCK do Jornal do* Iy*o-
imst. 1?ieja archivado.
Otarios Ofiaiaet de os. 11 13. oVjisa *r-
chivados. '
Fnram distribuidos rubrica 01 Jivraa
tes :
Diario de D P. Wil & C., dita d; Bitva, Fr-
paadaa C, eipiaf.r 4 R.drig C^rrarka Jk-C.
DcsrAcnos
Peti^oes :
Da Bartbolomeu Lourenca, dec'arxndo que per-
deu-su totalmente ua bar, do T it, da pra-lacio
di Maranhia, o ni ate 6'. Bartkolom-ji lo qsc: era
o supplic-.ute armador, para qae ae faeasa aa
petantes annotavocs, .,.a ,-3.; baix > teruva ste '
reaponsabili jarte Com rdojaar.
De Joaqaim Lure: (> dos Base Ferrairv, :-a4o '
vendido a Capital da Pari, a 1 ie Ab da
1837, o seu hata 8 Lo trenca, pade qna 'i t rs-
. inda so arebivo a reap aojaa carta de r-J.-i.tr?,
dando-sa baix-t ni terma da reawosabiiidsie.
Pr.gair.-ee as competentes 1 riutacea.
Du Antonio da Silva Ciato, Jomqaim A'-.bar
dos Santos e Epipnanio Lapas Maabtio Ramaa,
pjjra que Sfj.1 arc'i.vada C coatracr OO aocialaie
a ni nene colleelivo qus as ebraram ib tita tira**
aut >, Sant is 4 C, com e cptal da 66.00C*'X>),
para o cornmxrcio da f-.zend-. par grassi e a ro-
t-ailu. nc-t-i prafat Arabiva-ce, aa Israi la
le.
Da cominTciante raariciilalo l>ialioa d: Ott-
veira Mina, para qne *. registre a pr >-urania qsw
passnra a Jas Rodrg-jcs da Silva, Francisca <3a-
mes e Dr. Augn.'o Va* de Oliveira, para g-ivir O
administrar leu cstabeiecimento ei-navrcial reo
t0 I.u.-ai a mji- : '26.- j, registra :..
Do gente ai leiloes Francisco Joaqa R aairo
de Britto, ap-eSMitanl, i approv ;c;Vd da Jaita a
noraeacio de seu praposto Meuriqae Deicle aa
TaVsres dos Santos. Registre-se a o-'in tela,
depais de sati^feita nltima parte i i oare.--r Ss-
cal, erestitua-ce o -tala de eleitor. aaaali accsao
o prepado .previamente habilitada O ni u'i a:r o
supplicante em sea impedimento por icol es'i a te-a-
porari-i, mis semelbante substicuieia s padcrA
rcalisar-se qo isa] o s apctdte nartieiptr t pre
var peran'a ast.t -Juna o impedimento, o--'ss lo) O
qual dever a-nbn cenar o es :reico >t> prsj-
pasto.
De Manael da Silva Nogneira C para qo>c se
d baixa ni registro da nnea.ji, de -.en -x-cai-
xeiro Haraeo da Gasta Gala lia, a r Ristre a
u tm-aco de Carlos Aires da Silva. Cdsso re-
quer, depoil de satisfei'-i o p-iraon- fiscal.
De Carvalbo Juaiir de Luite, iJern qian'a ao
ex caixairo Joii Francisco A'v s da O ir tiro,*
quanto ao caixsiru Francisca Matirilio la 'hisros
Lepes Como pe lera.
De Domingas Joaquim Ferreira Croo. Cmiow
de Carvalbo Nanee c Antonio Francisco Lau eir,
para que M archive o c^n'rscto de sacia Uds aaa
nome ccllectiva, que celabrarsm soa afir na de
Domingas Crns ir- C, c-ara o capital de 15": )00,
para a coutinuncio do e -nn 'rcio de gener ,s e
estiva, por grof so, nesf praca, 4 tiavcsaa da Ma-
dre da Daos ns. 9 e 11. -S^ji arsOivii'.
De Manoel Criosa Jnior e Francisca Pc.-eiro
Cardoso, para qne se u.-cb vo o eontraeto de smsc
dade em nome callectivo que celebraraoi sob o Ir-
ma de Manoel Cardoso ic C.. com o capital ir....
1:808*000, para o ex--rs:eio da arfo de b-trbesra
e cabelleireiro nesta praca, ni, EstreitO do Ro-
sario n. 17.Nio svodo mercan'', ooi t-T-n -s do
art. 19 da decreta o. 737 de 25 de Sovembra do
1850, a sociedade das cupplieantes, registre-
o contracto ns livro avu'so. .
Da Fragoso A O., pira que raj crebival o
distra'ito da dita tiran, ticinld o et-so.-io Daa
gos Fragoso de p'ssj da activo e d> estabrI
ment desta prafa, obrigado pe ti neta sociedade e com a faculda Id de contil
a usar da mesma firma, retiranda-sa paitos a oa-
tisfeitos t s ex socios Alfredo Valeale G racifve
Oas e Jos Pedro dos Reil. Archiva-te.
Nada mais havendo a despaehar, o ida. Se.
commedflador presidente eie.nau a iccsio s. 11
horas e 1(2 ds manhi
INDICARES DTE1S
edieee
O Dr. Lobo Mosco*,, de volta de com
viagem ao Rio de Janeiro, ountia sos
oxercicio de soa prossao. Conataos das
10 s 12 boras da io&ah. tSspe.;i ,' i dea
aperares, pi.rto e molestias des-ph'ir c
-eeainos. Ra das GHvirii n. 39.
Dr, Barreta 8amj>ain >1 cor.salt. dk
iioio-dia a 3 boraa no 1.* anear do eoaa
a ra a Barao da Victorn, n. 5. Ileei-
doncia ra Sete de Satorobre u. 34, aav
trada pela ru da Saudade o. 25.
Dr. Joaquim Loureiro medico e p ir.eire
Consultorio na ra do Cabugi o. 11, 1*
andar, do 12 s 2 da tarde reside -ota eo
Monfcir,).
Dr. Gama Lobo medico operador e per
teiro, rosid^rtia ro do B. de S.Borjt n. 26.
Consultorio: ra Larga do Rosario n. 24 A
OoBoultao dea 11 boras da toeeM ac i de
tarde. Espocialidade : nsoj^asjsa c
g5es dos orgaos genito-arinarioo do
* do mulher-
O Dr. Alvares Ouimaraee chegodo de
corte, dedioa-se medicina ere *ral, e
com especialidade s molestias do corceo,
pulmSes, fgado, estomago e intestinos, e
tambe ms oonvulsSese oatros molestias aaa
criaocas. Reside praca Conde d'Ea,
n. 28, 1. andar, e tom eonaoltorio rae
do Bom-Jesos, n. 45, onde diariomaats d
consultas do mtio-dia s 3 boraa de tarie,
aceitando charoado3 em qualquer d'esaas
lugares. Telepbono n. 38L/*
O Dr. Catiro Jeta medico o operadora,
consultas das 11 s 3 da tardo, i rae de
Bom-Jess n. 23, 1.* andar. Residencia
Travesea dos Remedios -Pasaogem, pcrtla
n. 7.
Cllstlce ssaecttesi
O Dr. Matheut Van, volta de mov jav
gem, contina no exercicio de aaa pnda
sao, para o qoe aera encontrado de 11 ae-
ras da manhi s 2 da tarde na rae da Ba>
i-
I
F
;

-
-f


I' '*
ikisrfft it Vmmmtme- Ter^a--fclra 31 Janeiro de 1888
1 o ndw Min! ss en
ra ds Piincza Isa- !

r
;

,
.



Ira qualquer bora u
bel n. 6.
O realista
Dr Ferreira, com pratica nns principis
bospitaes e clnicas de Pars e Landre,
d consultas todas os (fias das 9 horas m>
msio-dia. Consultorio e residencia a ra
Larga do Rosario n. 20.
O r. Barro* CattMarwae*
Pode ser procurado em sea eseriptorio a ra
1. de Margo n. 4, 1.* andar.
O Dr. Milet teus o sea eseriptorio de
advocaci, na ra Duque de Cz-.s,
n. 50, 1 andar.
Drotaria
Francisco Monoel da Silva & C, dep-si
tarios de todas as espeoialiiadt s phanm-.-
ccuticas, tiutas, drogas, productos cbmi-
ccs e medicamento? homeopticos, ra de.
Mrquez de Olinda n. 23.
Drogara
Faria Sobrinho 4 C, droguista por
atacado, ra do Merque de Olio da n. 41.
Nerrarls a vapor
Serrana a vapor e officina de carapina
do Francisco dos Santos Maeedo, caes do
Cspibi-ribe n. 23. Neste grande ostabele-
"cimento, o primeiro da provincia neste ge-
nero, {".otnpra-se e vetide-se madeirrs
de tonina as qualidadee, serra-se raadeirae
de con ti libis, abim como se preparad
obras de carapina por machinas e por pr*
50 seiu competencia Pernambuco.

PimiCMMS 4 PEDIDO
Salvados do Baha
.totas recolhldas
DEFEZA DE JOS MARA CAHNEIRO DA, Cl'NIIA
PRESENTADA AO JIZ DO 8o DISTRICTO
CRIMINAL DA CORTE.
A df feza do denunciado Jos Mara Carneiro da
Cunba versar sobre es dous seguintts pontos :
1 O facto, que tas tbjuto da deuuucia, uo
ccnetitue rrime de motdt falsa ;
2 Qualquer que seja o carcter criminal desse
facto o denunciado nao tein crimnalidade alga
na. .
Fcrmul&iei oestes termes a qoesto da classifi-
caco do pr"tendido delicto.
Aquello que, tendo obtido notas do tbescoro ji
rc Ihiiist a regularmente carimbadas por funceio-
nario e taptente, apsgr por un proeesso cbirai-
eo o s'gnal do e-.rimboe levar cesa notas Ciiza
da AmorMsac para serrn substituidas, commette
o criove previsto do srt. 174 do Ccd. Crim. c-ombi-
ntdc c m o art. 9 da lei ce 3 de Outubro de
1833?
PeL83 que nao.
Oait. 174 do Cod. Crim. considera prime de
motda falsa fabricar ca falsificar qualquer pa-
pel de crdito que se receba as eatatea publicas
cerno m .! cu intr dosir s mueda falsa fabrica-
ds ero pais estrangeiro. >
O srt. 17,j do mesmo Cod pune tambero o in-
trednrir dolcs'-.mecte na circulado inoeda f .Isa ou
pap11 de crdito que so receba osa estaco -s publi-
cas coinj iroeda, sendo falso.
A lei de 3 de Outubro de 1833 nao altern a
in. riaint:ei 1 destes dona rticos do Cod. e e fes
aggravar as penas do delieto.
Diz o srt. 9. deeta le : Na ni'smi pena
(nene onada nc art. i' ) incrierao es fabricadores,
introductoies e falsificadores de notas, cautelas,
cdulas e p-.p. is fiduciarios da Naci ou do Ban-
co, de qualquer noalidsrie e demminaco que se-
jsro. ,
Assim a lri de 1833 tepete analytcsmente o que
synthe ticamente est dito do art. 174 do Cod. Os
pspeie de crdito, a que este artigo ce retere, sao
jcstsmrnte as notaa do tbesouro en do banco au-
torisado a emtttil-as. Os factes, qu" constitnem
o delieto, sao tambera es mismos : a fabricscS), a
falsificando e a intrnduccao da moeda falsa on
papel d crdito que se receba as estacos publi-
cas, tomo mceds.
Si sob o rgimen da lei de 1873 os elemente
constitutivos do delieto continuara a ser os roes-
moa, uro deanes elementos ou condicSes esteneiaea
que cnoeda ou o papel de crdito falsificado
te liba curso legal.
O requisito do curso legal exigido por todos
os cedigoB ; e neste sentido tem sido interpretado
os arte 8 e 9o da lei de 1833 pelos tribnnaes.
(Acc. da Rol. de Pcrto Alegre, sesa data, no pro
creso instaurado a Francisco Grille- Tasis e Re-
vista d,: 9 de Marco d 1879) e pelos criminalis-
tas brasileires (Thr re. Alves, Annolacoes, v. 2-, p.
687 ; C. fcrdigio. Manual do Cod. Pen., v. 1, pag.
603).
Para o caso vertente pouco importa saber
qoestao alia importante a outros respeitosqul
a verdadeira inteligencia do que soja curio legal.
Ou seja o curto forjado, ou tambem o curto sim-
Palti/lcar adulterar a ssoedts verdadeira em
orna de anas partes eneneiacs para augmentar
ibe o valor.
A primeira destas tr/potbeses oso se den ; ai
notas em quato foram emrttidss peto Estado, os
indiciados nao as fabrictram, nem disto sao riles
iccutados.
e deu tambem a cefda bypotbese : essas
twtas conseivam todos os seos sigaaes oaracreris-
ticos, nao sifxrrrarn alteracii em ncnbiam detlos ;
sao verdadeiras na estampa, no v .'.or, to oumoro.
oes assignaturas, etc.
A moeda m tallioa pode, certo, eer falsifieada
sem porder a sua foreri exterior em qualquer de
suas notas carac'eristicas de moeda, como qaandu
se ibe aitiuutj o peso, iubtr)hindo-se assta urna
psrte do seu valor intrnseco.
Niisuccede pirm ists com relacao ao papel
moedn, que dS) tem vt lor intrinneoo, e t pode
ser falsificado, quando s> altera algom dos s us
biguaes constitutivos, algum doa caractersticos'
que Ihs dao a firma legsl e o authenticam como
moeda.
Ora, o signal do resgat > nao fas parte da no'a
do tbesouro, nao a constitue, serve polo contrario
para tirsr-lhe o carcter de mooda. A euppros-
sio dj carimbo nao importa, pois, fahificac&o da
nots. .Com ou som carimbo, a oota verdadeira
m todos os se us elemeaUs caractersticos.
O vn'go pode d-nom uar falsa ou falstfioada a
nota do tbes uro, cojj aignal de carimbo se aup-
primio fraudulentameati ; mas, em face da lei,
esta expresado incorrecta- A filaificac;io da
moeda nao urna Hlt-raijo qualquer que a iro :i
soffra, e sim tmente nquel a que a transforma,
adulterando-a > m alguma de suas partes cssenc pare dar-lbe a apparenoia de ama moeda de m.uor
valor.
E' bem conbecida a regra que ss leis crimina a
nio edmittem interpretacio exteoiiva oa por via
de snaT gin ; regra que, errtamente, ni pbde sof-
irer excepc&o, quando se trseta du um crime, qual
o de moeda falsa, que a lei pune com as penis as
msis rigorosas.
da verdad-ir** % con t ssnt dt 19 Deembre 1807 que Csbonrdia s'ait | Orpkan.lsO d|o C r.ieirs ITneba- f F^4-,A* ,J^ D '
*. ,.s..-., ri. j^.s. AiOiena co rara
le fiox. |P
O criioe de faux en enture est previsto no
art. 147 do Od. Franc. que corresponde so art
167 do nosso Cod.
Assim doutrioa seguida em Fraa;a pelos crimi-
nalistas e pelo tribunal de cassscSo que a sjippres-
eio do signa' de resgate em notas do tbesouro ou
do biinca nio constitne o crime de falsificacdo de
tees actas, (tria o enme de faUidaae em escripto.
Mas, si ettsu em erro, si o facto de que se trata
dsve ser clsssificado como crime de falsifieacao de
o atas do tbesouro, aesse caso nullo todo o pro-
cessadnpor incompetencia do meretissiioo juizquo
for-mn a ca'pa.
Nestt by|j tbtse a ioeompetencia com effeito,
msnifeBta.
Segundo o Cod. e segando a lei n. 1833. o crime
de moeda fal-a se com' t.te por alguna destes tres
act's : fabricando, faltificafo, introdcelo.
Ora, uests corte nao se iabriearam, nao se fal
sificamm oein foram introdusidas na circuloslo as
notss do tbesouro que se duro falsificadas.
8i ho'jve/a'st'tleafcli, rsta se fes a juiso ds pro
prta acousaye, na cidale do Recife.
Jss -"oares do Amara!, tendo ebegado a esta
edite a 80 de Outubro d anno passado se apresen-
toa 8 Caixa da AmortisecaV) bo primeiro da til
de Novembro, e off ireeeu ao troco as notas que
trouxera do Recite, e de U vieram tirmbem as ou-
tras qne, depois da pnso de Jos Amara!, foram
apprehendidas peU polica.
Nio bouve introducc&o Ninguem dir seria-
mente que seja introdazir notas falsas na circula
cao leval-as a Ciixa de Amortisaco para serem
ssbstitaidas.
Eata repartilo incumbida, como dis o art.
126 do seu regu lamento de 14 de Fe ven i ro d
s-ssiiwo de l?iis
A 6 de Fevereim prximo abrir-wt-h nesta or-
pbanato dirigido por senborits brasiieiras e trsn-
ei'xas um corso de cusioo primario da liogna per-
tngoesa e entro da lingua francesa, para meninas.
Queni pretender mandar para abi seas filbss qu.'i
ra dirigirse i D. Aan* Hrtalo oa i D Mara
Csmpeilo, no mesmo orpbsaato, ra do Hjspicio
n. bfy.
Reeife 25 de Jaoiiro de 1888.
Si a suppresso do signa! de resgate de urna
nota do tbesouro nao crime de moeda falsa, oo
se segu d'ahi que esse tacto nao se acbs compre-
henii i i em outra d ep sica> do Cod. Crim.
Por saa nataresa e pela definicSo legal, elle en-
contr claasificsco no art 167 do Cod. 2 aliena.
Fsser em urna escriptura tu papel verdadriro
alguma alteraco da qual resalte a de seu sen-
tido.
E' o crime de faltidadt em ecn.itura publica ou
privada.
A nota do thesouro urna nota ptomissoriaj nella
se proniette que o tbesouro pagar ao portador tal
importancia. O carimbo ou aigoai de retgite a
doe arhta-s de que essa prcmessa fo enmprida.
A notado tbesouro resgatuda co itm, pois, dous
setos : um atiesta a c>brigaco, e o nutro attoata
a exoueracao do (heaouro polo cumprimento d .s-
obrigacao.
u-a, a suppreasia deeta segunda declarac;o
alteraco feita em urna escriptura ou papel verda-
deira, da qual resulto a do sea sentido
O papel faz.a i da obnguco e do respectivo
cumplimento ; e agora, por um artificio fraudulen-
to, s<5 atiesta a obrigaco. O sentido do docu-
mento est alterado.
O c i 1 p- rfcitiiir.eiit.' semelbantc ao da letra
de cambi-, cuj> pjrtaJjrf .1 emb Isado e na mes
ma letra leneon o recibo. S essa qaitsco for
supprimida pra se exigir novo pagamento, (rive-
ra, sem duvida, alteraco de um papel verdadeiro
com offenta de seu sentido.
Suppundo pois real e provado (3 que agora ufio
discot) o facto qoo fas objeeto da denoncin, claro
6 qoe elle ee acba comprehendido uo aluna do
art. 167 do C >d., e me partee que em nenbutna ou-
tra diapisica pode ser capitulado.
Assim, nao psie ser o crime de estellionato de-
finido no srt. 261 4 do Cod., victo como dou-
trii.ii corrente que nao ba estellionato, quando o
facto pt>\isto o'puuido por ulguma disposico
especial.
A generalidade do sr. 26, 4* do Cod. Crim.,
diz a Revista n. 1781 de 9 deMaici de 1&64
(Mafia, v 3, p. 181) c comprebende os casos que
u) esto prsitivemene previstos no mesmo Cod.,
e de forma algoma pode ser applicavel sos crimes
que teem urna classificacao e ponico especial.
No mesmo sentido a Rev. n. 2272 de 21 de Fe-
vereiro de 1877, e Acoordio da Re. da Corte de
19SJe Novesnbro de 1858 noUs807e817).
A primeira das citadas Revistas fes apnlicaco
dt=te principio justamente a um caso de falaidade
em esciipto, que j punido por si coa penas es-
peciis nao pode servir de bsse cu elemento para
a existencia de um crim* de estellionato.
Ora, a falaidade, que consiste em alterar um pa-
pel verdadeiro com offenea do sea sentido, e o uso
do papel sssim falsificado, sao factos previstos a
ponidos pelo art. 167 do Cod., e por onsequeocia
a nao serem aeompanbados de outros artificios
fiauJlenlos, o que na denuncia oo ie allega,
nio podem servir de bsse ou elemento para a exis-
tencia do crime de qoe trata o art. 264 4o do
mesmo Cdigo.
1885, de trocar ps notas dilaceradas e de tub
stituir hs de estampa que, por apparecerem fal.-as
oa por qualquer outro motivo, a junta mandar re
ctlher. As notas asaim recolbidas, depois de
examnalas : postas em ordem, sao pissadas ao
carimbad que as golpea (irts. 149 u 150), e Pm
dia designado sao levadas 4a foranlhas (art. 155)
Por consequoncia levar notas, Caixa de Amor-
tizacao tiral-as da circu~>oi>, recolnel-as
repartic; competente para serem inutilissdae e
destruidas.
Excluida assim a bypotbese da introdnecao das
notas na circulaco, nada mais resta para firmar
a competencia do meritissimo jais formador da
culpa
E' districto da colpa, dia o art. 160 g 3.* do
Cod. do Proc aquelle lugar em que foi commett-
do o delieto, ou onde residir o reo >.
O meritisaimo juis nao do logar do delieto
nem do domicilio tos reos, pois qoe no Reeife
que s f--z n sopposta falsifieacao, e l 6 qoe todos
os indiciados t-a o seu d. micilio.
O sguinte dilemma se estabelece inevitavel-
mente :
Oo nao se trata de um erime de moeda falsa,
oa o meritissimo juit incompetente ratione loci
e radicalmente nullo todo o proeesso, visto como
inssDsrel a nullidade qoe proveen da incompeten-
cia do juis.
Outro po'm, o can si se trata de um
crime de falsidade^ previsto no art. 167 do Cod.
Como aqu se fu uso di papel falsificado, este
facto basta para firmar a c.inpfctmcia do juiz do
summario e pode-se mto dizer que o supposto
crime foi preparado no Reeife para ser doosumado
aqu.
( Contina ).
Unas pal arras solrre o or. <&
foalo Varictro da -Uva no
trigsimo dia do sen passa
Meato.
Ha tnnta diaa que a maV> t'trioa da morte ria-
ooa da lista dos vivos o Ur. Antonio Carreiro da
Silva;
Espirito i mpreheade lor e bumfatejo ,bem de-
prosas soub; captar a estima e (Onsiiersfo de
qnantos o conhicinm. Ssmppe solicito em so cor
rer aquellos qoe o procoravam'em qualquer ocoa-
sio, o Dr. Gurroirj da Silva jamis paotou os
seas sotos pela biwla istreitu do meroantilismo
srdido. Sempre Ibano e desinteressado elle, o
medias dos pobres, soobe s guir a risea os dicta-
mes da soa eooscieocia e os preceit s do nobre sa-
cerdocio da medicina.
BsixMndo ao tmulo no dia 31 de D> sembr de
1887 o Dr. Carreiro da Silva deixa um vacuo im-
mensono coraco (Tos prenles e amigos.
Aote a sua memoria curvamo-nos respeitoso e
deixamos cabir urna lagrima, como penhor sincero
da admiracSo qoe coot-agramos aqu'-lle- que com-
prebend.-u a verdadeira religio da h'im>,nidide
Urbano Saldanha.
A 3 extraeco da 16. ter luar no
dia 30, pelo boto plano de 120:000(5000.
a *------
Cog ac Hrazile o
Fabricado por A. M. Veras & (J. c^ra
ocias as regraa proscriptas pela eciencia,
e de pureza o sabor idnticos ao cognac
"str ngeiro. O Cognac Brszileiro urna
ezcellente bebida, o raelhor nctar que..
M pae conhe er.
Acha se na fabrica e
teis, restanrants, cufs,
i'esta cidade.
lie experimental-o l
etn todos os too
buhares e vendas
Nao enecntra-se nos nostos snnaes judiciarios
nenhum jclgado sobre especie idntica d.stes
sotos, lde-se, porm, invocar a doutiiua dos
criminalistas e a jurisprudencia doa tribuna' da
nleameiite tolerado ola le. certo aue, si a mee- -,,,,-
r *j." r. \ ', Franca, cuio Cod Crim contu) discoaiLO^s equt-
da cu o papel de crdito falsificado nao for corren-1 '. *"' """ v _." ^ v "*"
. r r ,, ____ __ valeiites, o que at serviram de modelo aos arts.
te, nao circular como moeda, nao pode baver, na ,. ,,,' Xv 0 ,
' ,. c '. r 167, 174 e 264 8 4 do noaso Cod.
bypotbese, crime de moeda falsa.
Dieta premisas decerre a concluso de qne
falsifieacao da moeda metallica desmonetisada on
do fspel-moeda qoe cessou de ter curso, nao
constitue crime de moeda falsa.
O facto de falsificar a motda metallica ou pa
pel-mceda qne nao tem curse, per muito immoral
e perigoso qoe s letra nem uo espirito doa arta. 173 e 174 do Cod. :
oa letra, perqne estes artigos tratsin da moeda
qne t>m curso ; no espirio, porque e legislador
propcsitalmene quis reservsr paraos falsificado-
res da moeda corrente o rigor das penas cosa que
pune o crime de m'eda falsa.
Tal a doutrina des criminalistas. Urna ves
qne es arts. 132Ne 133 do C d. (criminal frsneez),
dis Bl anche, sao applicaveis soment- ao caso em
que a moeda centrafeita oo alterada tem curso
legal em Franca, a contralacco on alteraco da
moeda desmonetizada nao ponida por issas dis -
posices. > Elude* Platiques, v.3, n. 23-
Drsde qoe a moeda posta fra da circula-
cao, diz Carrara, oo mais moeda. Quem a
adultera para vendel-a nomo verdadeira a um
amador, co para emittil-a come correne, tentar
urna fraude, e etsa fraude se consumar, si o
engao produzr o seu eff-ito ; mas nao havci
enais do que orna fraude, perqu o objeeto j nao
moeda ... Parte especial do Curso de Dirto
Crim, v. 7, 3512.
No mesmo sentido Cbaoveao e F. Helio, Theorie
du od. Pen., v. 1. n. 1387. Dallos, fp., v
Faux, n 3a; E. Pessina, DirUto Pnale, v. 3,
pag 153.
A fslaificaco da moeda desmonetisada um
facto especiHUnen'e previsto por alguna codiges,
qae o qu.lificam cimo um delieto mi gentr >, e o
poncm cono perros mais brandaa. Tai o Cod.
da Blgiea qoe no art. 164 prev secntrafaecao
das moedsa de onro on prata qoe oo teem carao
legal e a pune com a pena de reclus&o, so passo
qae o crime de moeda falsa, srt. 160, ponido com
a pena de trabalh s foread s de 10 a 15 anno
Ora, a especie destes sotos justamente a da
supposta f t --iticaco de papel-uroeda que cessou de
tLr c'^rso. As notas do tbesooro, deade que rece-
ben] o carimbo, qae o aignal do resgate, eto
fra da circulaco, e se rtmettem psrl a Caixa de
Aroortisacjio para '.serem qneimadas. E'appel
tu-eda desmonetisido, e portan a aua falsifieacao
uso pode constituir crime de moeda falsa.
AaccQsacoenvolvecjstradicco, quando affir
ma simultneamente que o crime moeda falsa e
ri as netas lulsificadas haviam sido desmenetiM
a ites do crime.
(Nestas comliees a prova do facto, tal como se
acba referido na denuncia a ti. 2, aeria tambem a
demonstraeo de qoe nao se trata do crime pr. -
vis'o no art. 174 do Cod. combinad* com o art.
9 da lei d- 1833.
Um crim; nao existe, quando Ibe fiita ti/ama
d roas eoodicos essetietaes. Oo essa eotidade
ogica, o pbeaos de Cirrarm, esostituida pela
lei asas t tus os seswelenirntcsmatoriaes e laorass
oa nao /urda.
Alm disto, anda quando o carao lea; J da moe-
da fitJsiicacU vio fiase, soase, osa reqoesilo easea-
etal ora coastitaieo di daeto san qoestao,
t lt.r-h' bia um outro reqoesilo nao menos iadis-
paasavel.
O art. 174 do Cod inenaatna a fabrwfo ou
/oist/feaedo da moeda legal.
Fabricar crear a soda, falsa pela imataeio
lo. districto
A6RADEC1MENT0
A vota^ao obtida oo ultimo plei o pelo
nosso distincto am'go, conego ^.atonio Fa-
bricio de Araujo Pereira, que, embora in-
justamente preferido na organisacllo da
chapa liberal, merecen adhesao to lison
geira, impoe-nos o dever de agradecer ao
digno e independente eleitorado, quem
apresentamol-o, a espontaneidade ero auf-
fragar de preferencia o nome de um co-
religiooario syotpathisado no districto.
Fiqu moos aprnaados para a futura el. i -
yao e teremos o nosso partido bem repre
sentado na Assembla Provincial.
Muito$ eleitores.
Poco da Paaella
Projamma di
Salaaparriiria de Brlalol Oa inven-
tores de poderosas machinas de destrnice taes
comow-Armstrong, Whilney, Duh'grenimmorta-
liaaram-se. O _)r. liiistil, quo c m a sna prepa-
raco tem salvado mais vidas de quantas se per-
dem em uma de-sena de batalbas, m-raeepor certo
um altr.r to alto ao menos como o daquelles, do
Templo da Fama. Qoando os tranquilos e phlog
mticos observadores, e oa mdicos os mais dis-
tinctos de todas ae partes do pais, volaotariamen-
te se spresentam a qualificar os effeitos da salsa-
parrilba de Bristol, como verdadeiramente mila-
grosos 09 mais incrdulos nao podem refutar es-
se testcmuuho com desdoro, duendo nao o creio.
Pelo CTpaf i de 35 anuos, tem eate remedio, o
maior e o melbor dos modernos alcanzado taes
victorias sobre as enfermidades escrofulosas en
eerosss u eruptiveis, e o rheumatismo etc., que o
mondo nunca as boovera crido' posiiveis. Tem
triumpbanteinente proseguido, a sua marche por
sobre oa decadentes tmulos do cem falsificacoes e
imitscocs diversas, e cada ves dienta e angmen*
ta mais. Acba>se venda por toda a parte em
todaa as procipaes botijas e lejas de drogas.
Todos os diastuvimos discr qus o sulfato de
quinio* ser substituido por um novo producto
mais activo e menos caro ; i.lguns chnateos asse-
guram mesmo qae vio preparar breve a quinina
de um modo artificial. Em quanto oo se realisa
este desejado progresso, es mdicos e os doentes
est) convencidos de qae o molbor salfato de
qninins o de Pelletier, chamado das Tres Firmas
o qoe .esta prep&rac >, encerrada em peqnenas
capsulas com o nome de Pelletier como garanta,
o mais poderoso tnico, febrfugo e antinevral-
gico qae se conheee. Muitos medicameut>s pre-
conizados coutra a gota e o rheumatiomo Jevem
a sua etScacia presenca de quinina.
As pesoas obesas ignorara geraimente quo! %
cansa real deesa ent.rmidade; .entretanto ella
existe e vem a ser a digesto lenta, sobretudo
quando a alimentaco abundante e mnito suc-
cuieuta. E' por isso que, depois da refeico, as
essois que comem muito sentem a cabera pesada,
experimentim desej.i de dormir. Nestes casos,
recorreado-se as pero/as de peps'na dyalisada de
Cnspotetu, observa-se que a digesto se regulari-
za e que a circulaco sangunea se opera livre-
ment;.
Curso nocturno
Naa segundas, quartas e s eius fcira
Os academices Augusto J. V. Braga e Ermeral
dio O. T. Baodeira participara especialmente aoa
empregaJos di cumicercio, que tan wb.-rto nm
curso nocturno, coostaat-o das materias: portu-
gus, francs, infles (pratica tbe ricamente) e
arithmelica.
Outrosim, faaem notar qae es excrcicios de com-
posiejo cous:o:om sobretudo em cartas e corres-
pondencias coir.ui TCia s.
As auls comecaro a fuDcrioaar do dia 23 do
corrente no 1 andar da ras Duque de Casias o.
50, das 9 horas em diante.
Dr. Mn Me
HEOICO
Tem o sen eseriptorio ra Duque de Caxias
u. 74, das 12 as boras da tardo, e deata horu
em diante em sna residencia ra da -Santa
Cruz n. 1.
Especialidadesoaoes'ias .1; ssenhoras o cria-
cas. Telopbone n. 326
mlneraes de
Pontevedra na
O srt. 139 do Cod. Franc equipara aos falsifica
dores de moeds, e pone c m ss mesmas penas
< aqaelles qoe tiverem falsificado, quer effeitcs
emillidos pelo tbesouro cem o seu sello, quer i
Ihetes dos bancos autorisado9 por lei, ou que ti ve
rem feito uso deeses effeitos en biltetes alsifica-
dos, ou que os tiverem introduxido no territorio
francs. Como se v, corresponde ao srt. 174
do nosso-Cod.
Eutrcu >.m duvida si no art. 139 estava com-
prehendido o facta da sappresoo do carimbo em
notas de banco re.-gutadas. Eis eomo diacorrem
Chavea u e Hlie :
La question s'ert lve de 8. voir si celui qu,
pcar fare revvre des billets de banqoe retires de
la eirca.'ation a| frapns d'un timbre iudiquant
qu'ils sint annuls, fait disparaitro ce timbre par
des procedes chimiques, coma t le crispe prvu
par l'article 139.
Li rootifs dedouter sont qn'il n'y s p-s dsns
ce fait fabrication de faux bidets de banqoe, puis-
quo ceux doot il a t fait ussge taiont dos bl-
ts vrais ; et qoe la talaification peut galement
re coutecte, poisqne I'argent u'n falsifi i.uoun
des signes, aocun des caracteres qui coostituent
le blet de banque, et qu'il s'est borne fare
disparaitre nn mol, le mot annuli, qui u'appar-
tenait pas Vfuetee de ce billet.
Mais la eour de casretion a jag qae ce.
dlit est une sltration de billete de banqoe s-
nales,en grsttantest dtrnisaot le mol annul, dae
le desseio de les rentettre en circalation et Ce
s'ea appropri r le montent; qae cette altrstion
cousliioe nn crime te fanx a dessein de nuire.
(Arrit 19 Dee. 1807)
Cette decisioo nous parait fsrt rigoureaae.
Lt dispoaition de l'artelo 139 ne s'applique qu'aux
billets de banqne ajaat cours ; qnsat aux bMIrts
hors de coars oa snales, la loi u'a plus les n"
mes motila de le-s proteger... Easaite l'artiete
139 ne puoit pas l'altraticn dea billets de ban
qae, mais bien senlrment iour ejntrefaetion et
leu* falsification ; or d .na l'es) ;e, on ne p.-uf
voir rellement ai l'on n: l'autre de c.s deux
actee; 1'intontion do noire peut tre la rcme,
mais le fait matiiel manque poor I'existen ce du
crime... Noos poovons tayer notre opinin d'un
arrt de la eour de eassation rendo le 25 terrier
1836. (1 horie du Code Penal, v. 1.". o. 148 )
Dallos, Hp. de Jurisp v. faux, o. 75, deten
de a merma dootrina, e repete ss ratoea e argu-
mentes de Chauveao e Hetie.
Ambjs porm se enganaraw, suppondo qoe o
tribunal de caasaco, em seu ar..k> de 19 de De-
sembro de 1807, tinha julgado que a facto em
qoesto con'-titue o erime previsto no-art. 189 do,
Cod. Franc. BlancbcEludes PraUques, v. 8, t>.
83mostra que ootra a indiligencia daquelle
julaado : tratava-se de ama qaestlo-de competen-
cia, o o trib'Jnal de eassadki eeafirmoa a rotcn-
ea, nao pon os o i eonitituisae crime de falsi-
fieacao de notss do banco, e sim porque cooctituii
o crime de falsidadaesa t-scni.ro previsto do art
147 do Cod. Frsoe.
Li eour de eassation, da-este jurisconsulto,
n'a pas jag et na pouvait ps joger ejue la fait
imput a Cabourdin, qui d portait sur aoenne
des partiet intgreoste* da blet -de banqoe, en
constituait la falaSfleatioa; alie a'eac borneo
reconasitre qae, daos ee fait, il puavait y avorr
nn faux en criture... Elle n'a fait qo'nne saine
interprtationdola loi, ea ooosidraat daas on
feal* da Vlrgem 0
saiide.
Ao alvorecer do dia 2 de Fevereiro ser
ancunciido aos devotos da freguezia, por
uma salva real, seguida de innmeras gy-
raodolas de foguetes que, ebegado o dia
da Excels* Padroeira da christandade a
Virgem Sonhora da Sade.
A's 11 boras da manhS entrar a missa
solemne, sendo o celebrante o Rvm. Sr.
vigario Jao Rodrigues da Costa, e ao ter-
minar o Uvangelho subr a tribuna sagra-
da o Rvm. conego Eustaquio, capelln da
irmandade.
O maestro Candido Filho apresentar
uma das melbor- 8 raissas do aeu vasto re
i rtorio, a qual ser desempenbada peles
uielbores cantores e msicos desta cidade,
*Z'-n 10 Be oavir > mesmo maestro em um
solo de sua maviosa fl.uta, antes da ora-
50 evanglica.
A s 7 horas da Quite entrar o le-Deum,
precedido de uma oragao sagrada pelo
Rvm. Fr. Augusto da Imiaculada Con-
ci-icio Alves. Seguirlo ha o orrir ment
do sagrado estandarte da Sonhora da Sa
de, coiu a pompa e brilhantismo do bastea
ment, afin de aer entregue a no/a juiza.
A tar le soltar se-bio diversos baiSes en-
feitaloa e de salvas reaes.
Divertimentos populares teco lagar para
dist.acySo do publi o tocando em todoa os
actos a magnifica banda de msica da po-
lica
A'a 8 1/2 horas ter lugar o grande e
bem elaborado fogo artificial expreBSamen-
te encomroendado para a t3o tradicional
fest* da Virgem da Saie, Padroeira da
freguezia do Poco da Panella.
A commiss&o da festa julga ter satisfeito
cabalmente o compromisso que conlraliio,
sem responsabilidad! da irmandade de
N'.tsa Senbora da S-.-le.
AttenQo
adame Fanny Kilva, convida as
Exmas familias a visitar seu atelier de
modas e costuras, e participa que acaba de
receber do Paris, pe.li vapir Ville de Ma-
ranhao, um eacolhido- sortimento de sedr
pretas, feulards, broches, etamines, gases
e outros le idos proprios para nasamentoB,
bailes, tbeatroaf, passsins, visitas, etc., ca-
pas dolmans, pollerines, com vidrilbos, de
todas as lrea, esp?cialmento furta-cdr,
guarnicSes,-palana, enfeites de vidrilbo de
todas as cores, para vestidos, tudo' por
precos rasoaveis. Recebeu tambem os co
nheoidos espartilhos da afamada casa de
Mme Vertua Scsurs, de Pars e muitas ou-
tras novidades Con'ni' n confeocionir
vestidos para c-saim otos, pasaeios, visita?,
tbuatros, etc., etc., sendo os precos de
1200 para vestidos de percalle ou linbo,
15(|000 do l e 204000 do seda.
LUTO EM 24 HORAS
Ra do Barao da Victoria (; ntiga Nova)
p. 15, J. andar
.OjDr. Virgilio Tavarea de Oliveira tendo. estado
aosonte d'esta capital temporariamente, pode ser
preearado para o ejercicio de sua profisso ra
da Concordia n. 136.
Aos amadores do Carnaval
A bem coohecida kij de miudesas Basar da
Kecifs roa Mrquez de Olinda n. 11 (aotigo
ra da Cadeia) recebeu grande e completo sorti-
meoto de mascaras caricatas para horneas, seobo-
ras e enancas, e grandes colieco.'s para clubs e
socied|!dcs carnavalescas. V ue-sepor preco mo-
dlcof^faerem p.qajoas en grsudes porc-'s; vale a
pena visitar o Basar do Reeife para ver o melbor
sortimento de mascaras qu tem vindo a este mer-
cado.
Tem grande so. ti meato de bisnsgas a preejo sem
eompet uci. ^
No Bazar do Reeife ra Marques de Olinda n.
11.
Bscola irarticDlar Ha instracca-j uri-
naria para o seio masco lo
36-Rua Velha-.36
O abaixo assignado, participa o Ilus-
trado publico desta cidade, que abri sua
Escola particular de instrurc2o primaria
para o sexo masculino, ra Velha n.
36, (Ba Vista) onde esmeradamente se
dedica ao ensino de seus alumnos.
Educa e instru a infancia pelo melhor
systema dos procipaes collegios da corte
de imperio, onde por algum tempo demo-
rn-se 4 passeio, cojo systema a delics-
eesa a vocaco, a pacieocia intima pa-
ra o ensino, fazoado com qu-* na seus dis-
cpulos sigam o caminho da intelligenuia,
da honra e da dignidad? com santos con-
selhos, ss lices, fim de que venham a
3 r o futuro sustentculo da patria, da
religiao e da lei, e um verdadeiro cidadSo
brasileiro.
Espera merecer a confanos e a protec-
(Uo dos pais e tutores das criancas que
quejram aproveitar um rpido adiantamcu-
to de seus tilhos ou tutelados, e em parti-
cular tem i robusta em todos os seus
compatriotas peroambucaoos.
Comquanto ousaia seja eeta tentativa,
todaviu espera que os seos incansaveis
esforcos, e os seus puros dest-fas eejam co-
roados com a feliz approv&cSo de todos os
flhos do imperio da Santa Cruz.
Espera finalmente, que o rcspeitavel
publico siba apreciar de perto o seu ver
dadeiro t-nsino primario, 011 le rpidamente
a8 crianzas ahra9m e atnam du c. a< s livros, as sciencias, as l'ttras e as artes.
M*-ris>.lidde 2|J000 pagos adiantados,
no acto da matri.ula.
Horario ds 9 boras da roanb as 3
Ja lard. ,
Recebe meninos internos pir 30|jr00
mensaes. :
Meio pensionistas por 154000 mensaes.
Por cada um preparatorio 40000 nua-
saes.
Prime iras lettras 2G00 mensaes.
Msica e piano 4e5000 mensaes.
Pagamentos adiantados.
36-RA VELHA-36
Julio Soare* de Azevedo
Istias aleilia;is
Hondarlz em
Hespanha
88PECIALI 'ADES PABA
Molestms do stomagn, taes eomo : dispepsia-,
gaetra gia, catharro ebroaico do estomaga, olee
ras simples.
Mblestias doa intestino!, taes como : enfarta-
meoto do fjalo, icteritfis, clcu!os biliares, dar-
rha ehrouica, ele, ete. -
Molestias das vi^s urinarias, taes cornac: das
teses ricas, cathtrro vesical, diabetes ssccarina,
albuminuria e g tt.-\
as aaemiis, chlor sis, psoriasis, prunigos e
lores artrticas e nutras muitas molestias.
As aguas alcalinas de M mdariz nascem de ro-
cbaa granticas na temperatura de 19 centjgra
d s, sao e'aras, upBetgrOal de cheiro parec lo um
ponco aos do ovos cosidos, sabjr alcalino, pro do
zindo uji ligeiro *ib r pisaste na oceanao de to-
mar-se. Ellas s3o I .-i-iticidas no numero da.j
alcalinas e bi-carbonatadas de soda.
E ooico depositario em Pernambuco o Sr. Anto
nio Affoaso Simo-a catabelecido roa Visconde
de 'or >y.amia n. 1.
lLAiUSSl'
Dr. Paes Barreto
PROMOTOR PUBLICO. E
Advocado
DO
Dr, Alfredo Gaspar
EspecalidalePartos, molestas de senhoraa
criancas.
ResidenciaRa da Imperatns n. 4, 2. sndni
Mephone n. 126.
Clnica da Or. Silva Ferreira
de Senbras de
Especializaics : m.iestias
peile.
Consultas de 1 fS 3 horas.
Ra da Cade* n. 53.
ResidenciaRa do Cor.?
Telepbone n
da Boa-Vista 24 I
41
Colegio Prylaoo
% RA it DE ti lio M. 13
Io sndar
O director desea casa de tducueio e ensino avisa
as pais e interessados de seus alumnos, e ao pu-
blico em gr-rnl, que do dis 9 do corrente em dian
te acham-se abertas de aovo aa anUs des enrses
primario e secundario do Collegxo PrytanSo.
Pe oa estatutos ha 4 classea alumnos internos,
semi-iuternos, externse sc-mi externos, aos qoaes
aao ensilladas, alm das primeirss lettrss, todaa
as materias para a matricula em qoalquer corso
de instruccao superior do imperio e mais as segua-
tes lioguas italiana e allem ; escripturacio eom-
mercial e sciencias oaturaea.
Todas essas materias esto a cargo de professo
res habilissimos e demasiado conhecidos no ma-
gisterio pernambueano, como os ara, Ora. Ayres
(iama, Joc Dinrs Barreto, Arthur Orlando, Ma-
noel J. R. Pinheiro e Prederico Uivsses de Almei-
ds e Albnqoerque. O director tambem loma par
te no ensiuo do curso secundario ; e a aula prima-
ria especialmente regida pela mii e irma do
mesmo director.
A casa 01.de fuoccona o Collegio Prytaneo, sita
ra 24 de Mato, (aotiga da D.'tencao) n. 13, 1*
Amor material
a's mZis DE FAMILIA
Acabamos de 1er no importaate )i
que v e luz ds ptrbli.icrsde ira espiral u
Imperio < O Paiz s a seguinte
que, sem m;.is conBJci.t .ros, jai
crevemos :
Dizia Napoleo I qae, edi
a mulher preparara se o tuturo. s
1 de faetc.
a A mulher principal ateter sV sW-
envolvimento humano. Qnanto msis tr-k
tuosa e illustra.la Cr, melhcres e ssass
bem educados serZo os bomens.
A mai a sentinella vigiltnte sjsw
vela a vida preciosa ds cris oca, auossita
nbando a, desde es priaeiroa vigidoa al
o momento em que, icito bonsetB,
p5e os humbraes da vida resl.
E quaoton desgostos, e qae tort
angustiosas, os de uma loli qae v
filbo sioda pequenino, sem ter ezprrs
para dizer o que sent e, todava, gea
do, chorando sob a influencia de am sa-
co in modo que, muitas vezea, sabida a
tempo, po.luria ser debellado ?
1 Quem se record a destas sitai tjtm
criticas, tao comsouns ao vivrr de aasa
mi, dSo poder de-izar de curvar se ras-
pe tus? mente ante a mull- r a p-;rioasC-
cscao do devotameoto, da >bo*gaci'o e das
mais puros e grandiosos sentisassUsa asta
se aninham no coroso humas!
t E como n fl xo desse muito resp jss
que temos per ella, dirgimo-nos ger* s
mis de familia, s delicadas e-lujadcrai
da futura g'Tojao.
Mais do que as p< ssoas adultas, ss
criancas esto snjeitas as toases, deiozoa,
constipa(,5 s e entras Sv^oc* congos -roa,
j pela soa dbil compleicoio e d-Lcada
organ38cao, j pela sua carta idade ja*
nSo lhes permitte o *>sqnirarem-se d*J asi
golpe d'sr, por ezempl 1, oa d'oarro qoal-
quer descuido.
f Todos ssbem o que scentecs)
caso.
s A crianga, um dia, deita-se
voz pouco alterada e ama tosa^inh*
signifi-ante qno, aes propros pas,
ili-s-per 'billa ; depois, do dia
j aquelles pequeos n-ii -ios
se, vem-lbe uma febrcolssiaha, 11
se Ibe a garganta e dahi ama aigia
garrotilbo, um momento.
c Chama se o medico, quando, s vea
j nao ba mbis remedio para a q
aquella innocente craneinba, e
fagu-ira de uma familia inteira,
rece repentinamente dejxando os paii
mersos na rnis acerba dor. .
< Ob 1 mis, para quem es.rev.
leuobrai ves que a Providencia Banca
de soccorier qoem a ella confia (
t E essa presciencia omnipotente,
cebo, manilesta-se noPeitoral de
r remedio ezcellente, qnio r>iLgroso
para as molestias dopeito, gvrraisradaa, a
maior parte das vezes, na criauca por
descuido da naturesa dos qne ''eivsnsss
spootados.
s Comprai, pois, o Peitoral e Cas
bar e toreis prevenido s evea:nLd^
terrivel de vos verdes privados de
flhos.
i Aquelle remedio ser mais aos
liar do nosso devotamente, do rosto
maternal.
HtitOT.

Collegio Meira
Este Collegio, qne contina a faoc.
na ra da Iraperatriz n. 63, abri saai
las boje, 9 do corrente nva da Jaa
O director deste Collegio, ab.iza
gnado, convida aos pais de familias,
desejam o real aproveitamento da sesa
lhos, a cunfial-os a sena cuiiados, ga
tindo-lhes o maior interese* saej edi
delles. O lado raor^l da rduega^ de sosa)
alumnos, do mesmo modo que o intell'ctaas,
Ihe merecer sempre grande interesas.
A'm dos preparatorios exigidos para a
matricula as Facoldades de Direito, ca-
8Dsr-se-ha tambem a tradosir e falsa* a
Dgua allemS, ti.ando a regencia ds res-
pectiva esdeira a cargo do Sr. Algerasn
Sidney Scbiefler.
O resultado dos ezaose prestados aa
fim do anno prximo fiado, na Facoldada
de Direito, pelos alumnos do Cvllegio Mei-
ra, sao a prova mais el. quede esa favor
das vcnlagens qoe offereem este CoUeajja
Assim que, dentre 46 r xa mes, sjsm fis>
ram prestados no fim do anno
pasBedo por slumncs deste collegio,
te 3 foram mal snoctdidos,
dous delles distinegao e sendo ptei
22 e simplifcsdos 19.
Contina a funecucar a anla priasaria,
que poder receber slumncs da ssais tsata
idade, pois dirigida por daas fitas* da
-
andar, est em muito boas eondicoes byzienicas e 1 ,. r
..fferece vastos e sadios commodos aos alumnos. I director, das quaeB ums lumss sis
I ceiro snoo da FacuMade de Direito do +
cife.
Recite, 1 de Janeiro de 1858.
O director,
Tranqu l lino Gracianno de Mello Le tas
Collegio Partlienofl
Bus So Hospicio ss. a
O director deste estabeleeimeuto de iostrueclo
primaria e secanlaria, declara sos pas de seos
alomaos e ao publico em trsral, qne as aulas da
sen erllejtio esto taoeeioaissdo desde o dia de
Janeiro ; oatrcsim, qae recebe alumnos internos,
semi-intern.os e externos.
Reeife 97 do Janeiro de 1888.
O dlrecror,
Ovidio loes Maana.
Dr. Coeltio f.eitc
Participa a seos clieut s e amigos qne
tem seu ooasaitorio a rm Duque de b-
zias n. 57 Io .dar, onde ser encontrado
de 12 s 3 da tarde todos os dias c
reside provisoriamente na ra do Hospital
Portugus n. 14.
Casa Feliz
PRACA DA INDEPENDENCIA N. 37 E 39
DE ANTONIO A SANTOS PORTO
aos ootooostoa*
Venden da 2.' extracco da-11 lotera eztrabida
h nem, 18 de Janeiro, a sirte de 1:000 J n 1891,
a sorte 500*000 o. 3123.
Tem exposto venda oa seas felises bilbetes
garantidos da 3 extracc&o, a beneficio de Santa
Casa de Misericordia que se extrahire breve
mente
&
MEDICO HOMEOPATHA i I
Dr. Balthazar da Silveicajj
Especial i dadeefebres, molestias rks ;
eriancas, Jos orgaus respiratorios e das
senhoras.
Presta-se a qnalejaor caasnada
Cor* da capitil.
1
Todos r>s obunad-s devem ser dingi 1 1
dos 4 pharmaeia do Dr. 8abin0, toa oa j \
Barao da Victoria n. 43, onde 15 indicar \
saa residencia.
81-
11
Admitiera se pensionialas,
nistas e ezternos.
Entre os ezeroicios pbvsieos, sjse tasas
convm s u-h dos niatnn*, ensioar-so-fca
este anno a esgrimir espada.
Tambem poderao prender a
alumnos que o qnizerem.
O ensino de allemao e de
pago parte.
Ra ds Imperatriz n. 63, 2* andar.
Reeife, 9 de Janeiro de 1888.
O director,
Atcencio Mivervino Stira de Vatctmtsilm.
Dr. Mello Gomes
Medico parleirs -
24--EoaL8fiiIoBiaaiia-2i
Onde tem seo eoarssltorio e
do chamado e podendo ser
aera de dia e da nnte. Dediea ss
dad* a partos, molestias de sniores, febrm,
lis, affecces pulmonares e tstrwsssmstttt
TELEPHONE 374.
i


kiicui de i cruiiiut
a-feira
le Janeiro de 1

Institution franfaise
de demoiselles
Mine. Irma Adonr, director d. estabeleoimentu
de edueacio assim denominado, e sita ra de
Bario de 8. Borj n. 90, participa aos Sn pais
de'familiaa que respectivas ana; ae reabrir! .
no da 9 de Janeiro proxim roture, e qoe eonti-
d* a reeeber alumnas pensionistas, temi-pensio
pistas e externas.
27 de Deaembro de 1887.
Ocuiisla
Dr. Barreta Sampaio, medico ocu-
lista, ez-chee de clnica do Dr. de
Wecker, di consultas de incio dia as
3 hora* da tarde, no 1. andar da casa
o. 51 a roa do Bario da Victoria, ex-
cepto nos domingos e dia santificados.
Residencia ra Sete de Seterabro n.
34. Entrada pea ra da Saudade o. 25.

i
h
Collegio de H. S. da
Penha
un da Aurora n. 8 7 atailai. es
quina da ra Pamoia
As aniaa deate collegio priocipiari) a fuuceio-
nar a 7 de Janeiro: io truecan primaria, secun-
daria e prendas.
A directora,
Augusta Carneiro.
Dr. Simoes Barbosa
Clnica do Dr. Simbas Barbosa, Espe-
cialidades : partos, molestia! de enhorna
e de criancas.
Consultorio na do Marinea de Olio-
da n. 64 consultas de 1 s 3 boraa da
tarde.
Residencia Espiobeiro. Ra de Santo.
Elias n. 8.
T-Uohonp n. 213.
nOMEBnl
BUa com/iereial
OTACK8 OFF1CIAKS DA JUNTA DOS COK-
KKCTORB0
fiecsr*. 30 d Janeiro de 1888
Acedes da companbia do Beberibe, do valor de
100* a 156*000.
Cambio soore Santos, 30 d/v. com 3/4 0|0 de
descont.
Cambio sobre Pelotas, 30 drv. com 3[4 0|0 de
descont.
Cambio sobre o Bio Grande d > Sal, 90 d|V com
2 3/8 0/0 de descanto.
Cambio sobre Para, 15 d/v. eom 1|4 0/0 de des-
canto sabbtdo. ,
Dito sobre dito, 6 d/v. ao par sabbado.
.arabio sobre I* adres. 90 dv. '24 7|8 d. por 1*,
do banco.
Cambio sobre Lisboa, 90 djv. 113 0/0 de premio,
do banco. _
Cambio sobre riambiugo, i vista 478 rs. o R M ,
do banco, s-bbido.
Descont ae letras, 12 0/0 ao anno, sabbado
Na ora da bolsa
Veuderam-se :
20 acedes da Companbia do Beberibe.
reeidmfe,
Augusto Pinto de Lr-mus
O secrete r:o,
P. dro Jjf Puto.
Havirnento brincarlo
ascn, SO Da jamao dk 1888
PRAQA DO RECIFE
Os banecs mantiv. ram no bilcio a taxi
24 3/4 d. sobre Londres, off-rec udo 24 7/8.
Mt&ARMES
erceira |>ra$a
Por esta inspectora se fas publico, que is 11
horas do dia 1* de Fevereiro prximo vindour1,
serSo vendido) em praca, trortt do trapiche Ba-
rio do Livrsmento, tito n* Largo da Assemb'a.
25 b'irrif,mai ea A*C, vindn do P>ito no patacho
portugus Doui Irmot, eutrado em 13 do corren-
te, contando 494 k logrronlas, peso liquido legal,
de peixes em sl, abandonados aos direitos por
Joequim Felippe Si Aguiar.
3- seccio da Alfandega de Pernambuco, 28 de
Janeiro de 1883. |-O ehcfe,
Cicero B. de Mello.
Quarta pra^a
Por esia inspectora se fas publico que is 11
horas do dia 3 de Fevereiro prximo vindouro
serio vendidas em praca porta dest repartilo
as seguiotes mcroadoiias :
Armavra n. 4
Marca diamante iJj era 're angun O L D
e no centro P--Uma caixa u. /, vio la di Ha-
vre no vapo- francs > Ville de Macei, entra
do em 9 de Desem'oro de 886, a J. C. Levy 4 C,
contend 93 kilos de vinbo medicinal nio eepecifi
cado e 25 frascos com paocrcatins, pesando 2,160
grammae.
Armasem n. 7
Marca diamante toado eai d uj ngulos QS FB
e no centro M em cima e G >m bn'xo Q i ir- nfa
barricas ns. / a 40, ideui de Cardiff, idrm no bri
gao noruegnense Alk.r, id-ra em Ib de
Janeiro de 1887, a TV Central 8. Faetones of
Brasil, co.itundo l 7S4 kilos de calera |
Marca diamante e no centro 642-- Un b.rril e
idem de Liverpool na vapor ingles T idem em 24 de Fevereiro id.-m, ord m, coutea
do 208 k los de o! o de i-aroc > de algoJij.
Marca diamante e no esntro 642Una birrici
idem idem, contea'Io g-uso em p, peao.to bruto
li:> kil,.
/j3 aec(io da Alfandega de Pernambuco, 30 de
Janeiro de 1888.
O cli, f.',
Cici-ro B. de Mello.
sociedad? BenrOeeole Cosiclllacao
* roa da losperatrla
De ordem dj irinao presidente, scientifico a to
dus oa asa ciados qu no ia 31 do c >rr nt-s s 6
horas da tai de, i>-r lugar a Ia sessio do cnente
nne Recle, 28 d-- Jauciro de 1888.
O s'eretario
Marat.
As tabellas expostas aqu foram estas :
IV) Lanos Bak*
Wd/v vitta
ujdres...-.- 24 3, ! 24 1/2
pars........ 384 387
. . 3S7
Baibiirgo...... 477 481
Portugal...... tfew-York ....... 215 217
24040
IX> InsuwiHii. :
yo di vitta
24 3/1 24 1/2
Pana........ 384 3s7
Ualla........ . . 387
477 481
Lisboa e Porto..... 215 217
rVincipaea eidades de Portu-
gal........ . . 222
Sew York...... 20i0
L)o Eaousu Babb : \
M dlv vitta
uwdres....... 24 3/4 24 i/2
^na........ 384 387
Italia........ . . 387
Haiaborgo...... 4.7 481
Uiaboa c Porto..... 215 217
Principies eidades de i'ortu-
p. ....'.. . . . 222
!|Q* dos Acores .... . 225
. . 222
Nev-lork..... 2/040
Mansos: 96/2 barricas, 754 e 3: latas Com as-
sucar branco, 3 pipas e 60 birris do i* com agul-
dente e 5 fardos de xarque.
Carreg. divirsos.
Vap. nac. Maudih, para :
Mace : 20 fard,s dr x.irq'.e e 1 caixa com
calcado n .ci mal. -
i enedo : 60 fardo- J xarqoe.
Carreg. diversoa.
____ i 'i
\iivin dnspaehado
B r -i n rucg L-vctmo, p .r.. :
Canal : 7.982 saceos e->m assoc ir msseavad i
Carreg. Julio & Irmos.
Cdiiln lia Mfa'.-ga
SfcMANA OB 30 DE JNfclBO A 4 DE F^TSBBIBO
DF 1">8
(Vide o D ario de 29 \nvlna carju
Barca portaguesa Nuao Silencio, par L abo e
Porto.
Barca portuguesa Q-iileria, para Lisboa e Porto.
Barca iQgle.a Erminia, p.ra Liverpoil.
Bru al euii Siiiui, para Estados-Uuiiios.
Barca iugl> t- tanavolu, p-.ra a l'ar.
Barca uorui'g'icaae owleeenen, para Estados-
Unidos.
Barca inglesa Be-te Mark'ian, pira Es'.adoa
Uodos. l
Barea portugus i Lopes Daurtt, para Lis oa e
Porto.
Barca americani '^'aktfield, para Esttdss-Uuidos.
Barca amerieaoa EteL, pa-a New-Ynk
Bara* ingles Bcrtha AnltrtM, para E Uoidos.
Brigu." ingles A Imirul Tromp pira Ri)Gr..uK
do Sol.
Escuna din tmarquesa Ezpr do Sul.
Escuna norugueuso Sjerdrap, par Rio Graud-
do Sul.
Lgr nicioaal Loyo, para Rio GianJe do Sul.
Lagar uacioaal Ztqunha, para IU i Grande ilj
Sul.
Patacho dinamsrqu>'s Harr'iel, para Pelotas.
Patacho americauo Agnu barloa, pira NtW-
Y,.k
Patacho portugus Dous Irmiot, para Lisboa (
Purto.
Patacho nscional Taborda, par. Pari.
Vapor ingles Gratar, pa
Vapir ii.g's i'tct-cy, para L'Vtroool.
Vapor francs Sullj/, para Mantos e escala.
ttv drieargn
Barca inglesa M>ria. bacalhio.
Barca portug'ieaa Ailanca, varios geceros.
Barca americana 1. H. hadwich, ferro.
Barca norueguense Dux, carvio de pedra.
Brigue sueco FriU, varios gneros.
Lugar hile mi Aetninia varios gneros.
Lugar rortugU'S Ventas, varios g meros.
Lugar ingles L.eander, bac.lbio.
Lar ings Pertia, varios gneros.
Lugar ngl s Fiorence, bacalhio.
Patacho aiirmiu O. Pedro, xarqoe.
Patacho ingle-a Hobim, bacalhio.
Patacho americano Dauy, farinha de trigo.
2^2 ^Vapor nacional CamUt, varios gneros.
Vapor ingles Clan Mackay, varios gneros.
d..
Jasarlao de assueur
SI 3(1 OB JAHBIBO DB 1888
A At$ociae&o Comntfrcial Agrcola, registrou es
precos abaixo, pagoa ao agricultor, p:r 15 kilos :
27UU
280.<
tio a a*sou
- 2*600 2*700
2*300 a 2*400
2*000 a 2*20U
I 7(10
1*54') a l*Hi:o
1*300 a 1*400
l.rJ a 1*20J
Usina Pinto
Colonia Isabel. .
Turbina puiverisa 1
Bis neo 3.* superior
. 3. boa .
" S.s regular
S turnos ...
.Wascavado porgado
broto.
Ketarce ."*
Cotaeats d U 30 DI JABBIBO DB 1888
Nio constoo vendas.
Entrada* de aiiuear e algodta
Mil DI JAHBIBO
AS8UCAB-
Entradas Das Saceos
Barcacax...... 2 i 27 139 808
Via-ferrea de Carnar - 2 i 20 20.02.1
Animaes..... 2 i 30 12.562
Via-ferrea de S. Francisco . 2 i 26 131.262
Via-ferrea de Limoeiro ., . 2 6 k. . 70.168
boro ID 8 373.83
AI
Entradas Das Saccas
Barcadas...... i i 28 2.828
Vapores ...... * i 28 2.744
Via-terrea de Oarua: . 2 i 28 1.159
Animaes...... 2 i 30 1.601
Via-tenes de S. Francisco . i i 26 1.674
Via-ferrea de Limoeiro . 2 i 26 8.071
SorncDH.
18.077
Freame at 3
Foi fechada bonletn oda pareaallemi Jorgu,
para earregar na Par.hyb cotn destino ao CansJ,
ordem, careaos de algodio a 28/6.
Vaparea deapachades
Vap- nac. Espirito-Santa., pra:
Ceai : 5 fardos de surque.
Marsnbio : 10 barricas comassncsr branca.
Pari : 90 saceos, 100 barricas, 1 600/2, 1.760/4
e 260 barriqainbas eom sssaear branco.
Iiuporticao
Vapor trances Ju'ly. cutraao do Ilnre e Lis-
boa em 28 do currvuie a c usiguaJu a Augusta
Labille manifeitou :
Larga co Havre
Amostras 7 volumra a diversos.
AlvaiJe ziucOytO birnc.b a F.rfira & Incit..
Agua miueral 20 caixaa a Salxer K uff.^^na i;
C-, o a R uquayiol Fr^res.
to o i 1 cana a Qomcs de Wat os lrmios.
Batatas 200 1/2 caixas ao consignatario, 100 a
P*iva Valeul: & C, 75 a Sulser Kauffmsnn & C,
20 i ordem.
Caixa do msica 1 esixt a Francisco de Asev- -
do 4 C.
Chapeos 1 ca'i't) a A do li-'go Barros, 1 a Sa-
marcos a C, 1 a RjdrigU'.-s Lima & .
Cidra 25 caixas a II. Nue Calcado 1 caixio a R. de D.-usine & C
Cachimbo 1 caixao a Ai.v. do 4 O.
Dr^gaa 3 valans a Francisco Manoel da Silva
C, 7a F.neir. 4 Iruiio
Esptlbo 3 caixas a Salaear 1 C.
Excractos 4 volamos a Ro'jquay.rol Freres.
f'ellro 1 caixa a A. Ctuz C.
Ferrageos 4 voluines a Miranda & Souaa, 6 a
Albino dilva & C 5 a Oliv. iia Basto & C, 8 a
Vianua Castro & u, 8 a A D. Carneiro Vianna,
1 a R de Drusioa & C, 8 a Ferrcira Guimaies
<*C.
,H euques 3 eaizas a Sulser K uffoiaun & C.
liislruuiint de cirurgn 2 caixas a J. P. Pontea.
Lixa 1 caixa a A.biuj Silva c C
beques 1 caixa a Goiinuiae* Irni> de C.
Linos 1 caixio a J.i> W. de Medeiros.
Louca i volme a A mor ni lrmios 4 C
Mauleiga 100 au ia e 160 m -ijS ditos i ordem,
40 e 40 a Paivs Va ente C 1) e 30 a J sqo'm
Buarte bin.oea C, 10 10 a J,ao M reir a C,
20 e 40 a Feruauoi-s o Ii mi i, 40e60aicon-
signa'ario, 20 o 2 a Skto Amorim & C,
40 c 60 a Joi. Fernandes de Almcida, 9 caixas a
Pal va Vleme 4 C, 12 uo C-UilguatariO.
Mercadorias diversas 3 v duro s a U. Ducatble,
5 a Prente Vianna U, 1 a J. Ag stnho, 5 a
J. Beaena, 2 a F. Ln.iia 6t C, 4 a U de Mattoi
lrmios, 3 a H. Nuc.cu a C 1 a tCugeuio Gou-
(alvs Caaco, l'a E, itoti.Ko, 3 u R. Ue Drusioa
4 C, 1 a Joio Aives W. Gu maraes, 12 a G. Li-
pn i C, 2 a PeirG-Hille 4 lruii>, 8 Nooes Fon-
k< o C'^ 1 a J. Luis Teixeira, 3 a Guimsries
Cerdoso, 7 a Salasar C, 2 a Mauoel CollaOO
* C.
Papel 2 csix is a C. Wacbsmano, 6 a Manoel Gil-
laso C.
Prego* 2 birricas a Albino Silva h C.
Monte de So cerro
Sin convida los os possuidores das. cautelas dos
nmeros abaixo a virem resgatar as mcsmts al o
dia 8 de Foverro prximo, avisando se-lhes que
fiado este prato serii ellas levadas a leilio pu-
blico.
13 924 14.052 14.190 14.222 14.247
14 661 14.668 14.825 14.836 14.838
14 810 14 857 14.858 14.860 14.862
14.863 11.867 14.874 14.875 14.877 ,
14.'-86 14.916 14.924 14.931 14.9*0
14 954 14.962 14.968 14 976 14.979
14.982 14.987 14 992 14.991 14.995
14.996 14.^97 15.004 15.008 15.009
15.011 15.012 15.015 15.027 15.034
15 038 15.043 15.045 15 OS 15.049
16.052 15.056 15.058 15 066 15.067
15.068 15.071 15.074 15.075 15.076
15.077 15.084 15.035 15.089 16 092
15.098 15.101 15.102 15.104 15.112
16.122 .15.130 15.131 15.132 15.134
15.137 15.144 16.152 15.158 15.159
15.160.15.163 15.164 15.165 15.180
16.171 15.174 15.176 15 177 15.184
15.189 15.190 15.191 15.193 J.97
15.193 15 203 15.225 15.227 15.228
15.234 15.242 15.240 15.248 15.251
15.254 16.255 15.256 15 258 15.259
15.261 15.263 15.64 15.265 16?67
15.968 15.269 15.270 15.272 15 278
15.274 15.275 15.276 15.277 15 278
15.279 15.280 15.90 15.306 15.811
15'.313 15.316 15.3 15.35 15.326
15.328 15.331 15.837 15.814 15-353
15.354 15360 15.361 15 863 16.370
15.871 15.376 15.377 15.888 15.389
15 391 15.396 15.398 15 416 15 417
15.419 15.432 15.435 15.441 16.445
15.459 15.460 15.466 16.472 15.473
15.482 15.483 15.485 15 493 15.495
15.497 15.601 15.509 15.514 15.515
15.517 15.518 15.525 15.532 15.534
15.535 15.533 15.537 15 546 16.555
15.558 15.565 15.566 15.570 15.571
15.573 16 581 15.584 15.587 l.6-9
15.691 15 694 15.695 15.599 13.06
15.607 15.613 15.614 -15.615 16.618
15 619 15.620, 15.622 15.526 15 636
15 638 15.641 15.642 15.613 15.617
16.659 15.662
Recite, 18 de Jsnciro de 1888.
O gerente
Felino D. Ferrara Coelho.
O procurador d s feitos da fasenda provin
ciel leudo recebido do Tbesouro as relaeSs abu-
so iianacr.ptas dos dr.vedores do imposto da dci-
ma das freguesias uo Pogo da Paoelia, Varara e
6, Liuieoco da Matta, doexercieio de 1885 a 1886
que deixaram de pagar no lempo co.up:ini", de-
Parafiua 6 caixas a F. J. dos P.tssos Guimsrce.
Puno* 2 caixOe* a H. Vogeley.
Qoe'jos 6 canas 8. It.chi & C, lia D. Crus
4 C- 18 a M. J. Cirios Cardoso, 33 s Paulo Jos
Alves 4 C 10 a Sulser K.unmaon ft C, 10 a 8.
Basto Amorim 4 C, 10 a Silva Marques it C, 15
a Blatkburn Needbam 4 C, 20 e 4 fard.-a a Paiva
Valente 4 C. /
lii 1 igioa 1 caixa a J K.-ause 4 C.
T-jc los diversos 3 volumea a H. Burle 4 C, 3
ordeoj, 3 a L. Antonio Sequ ira, i a Gsimaris
In.io 4 0,7a Berne'. S C 4 R. Lima 4 C,
1 a R de Ca.-vaibo 4 C, 8 a 9. de Ar.,-v Jo a C,
3 a A. Santos C, 5 a D. P. Wi'l oc C, 1
M lia lu & Prreira
Tintas 2 barricas a Ferr-ira 4 Inni .,
Vidros 10 yolumes o B. D i rrta Ox ajoft. 2 a Sa-
las ir C.
Vinbo 15 caixas a Carvolbo a. C.
Carga de L'sbo
Aseite de oliveira 35 caixas a Djm:ngus Alves
Miirwus, 8 a Ju C uservas2l caixas 4 or :. m .
Ob las 30 caixas a Paiva Valcuto U. C, 20 a
C rvalho 4 C.
C'miaboa 2 Saceos a J. V- lipp ; Agnur, 10 a
F. tt. Pmto Guimarics dt C. ^~
C vadioha 10 barricas a D. F. rrcka da Silva
4 C.
I.'al 60 barricas a Pinto A'v. s 4 C.
Diogas 17 vo'umi's a Francico MartdkJ Si'v
4 C, 2 a Ferr-ira -M Inni>.
Figos 2 Clisla a J. Kl pie 4 Iguiar.
P .ssas 5 eaixaa a Ctrvalno -C.
i' .mol) 1 b.rrica a G i:m.r.ie> Ri.-ha 4 C.
Rolbas 8 saces a J. Feiipp>-4 Aguiar.
tjardiuha 40J barricaa a silva Guimaries C,
15 J. Teixeira 4c U. m
Ueas 60 1/2 barrica, a '). Perr,ir* di Silva
4C.
Vmho 20 pipas a J. Forren a de Carvalho t C-.
10 fi a Ferntu le da C Uta te C. 1 /;> e 10 ;10 a
II. Beruaroea d- O ifein, 10 /4 e 6/10'* M ;-idci
Lima 4 C. I /4 DSinMig s Crus s C 10 /l a
Moura B.Tg.-s 4 C
Ligar infles Floretue, eotrud de Tena Nov,
em 28 do cuente e consignado a Johukto.i Pat'-r
t C, manitestso :
Bacalhio 2407 barricas e 2200 m.-ias dita, i
ordem.
Burea i.in-rieaua J. H. Chordrrich, i urrada do
R-aario de Santa F, em igual data e consignada
a P reir Carneiro te C, mau testou :
A fata 863 tardos i oroem.
Patacho aiteriiiano Dauy, tutiNsTo d
baltimore na mrm data e ooo^igiado a
ti. Forater & C, manifeutou :
Brea 400 barricas a Manoel doi Santos
Araujo.
Farinlia de trigo 468S b-rrijas aos
consigna tarios.
Barca norueguanse Dux. entrada de
N.w Port em 29 do corrent? e consignada
ordem, manifestou :
Carvao de pedra 558 toneladas or-
dem.
Brigua nprufgueris^ Fritz, entrado de
New Yoik Da mesnia data e consignado a
H. L indgr a & C ', manitestou :
Agua-raa 1(>0 caizis.
B id ia 100 barris.
Bi nbaa 1 c/.ixa
lireu 10 b rii.-ag.
C rj'lieiroa 5 c >^x 8.
Caueiras 35 caixas.
Ferrsgens 54 volumes.
K-'rosene 4,000 cix M .deira de piolio 4,651 p -cas. "
Mercadoras diversas 2 volumea.
! o 100 birris.
Plvora '0 caixas.
li-iogios 36 volumes ordi-iu.
Vi Iros 17 volumes a Lt'bre, Irunio
o.
Al
Vapor n.oioual Camillo, entr.nlo Jo Rio
iriido do Sul e escala em 30 do curren-
la e consignado a Pcr t .-'. u :
Al'afa 5 Lrius o dcin.
Caf C sj.is a A. Figueireiio,
100 a Domingos Cria & C, 15.9 ,i J. D.
SirrS s, 45 P. de Qarvallia 4C, 615
ordem.
Couros 1 ci.ixao a D. Augusto dos
Ra.
Charuto l caixao i Manoi A. P'-rei-
ra, l'a Quinarios Ir.oajs & C, L" Sul-
aer K Cbolas 4,u72 resteas a J. da S. Car-
neiro.
Fu-no 25 volumes a Su'z'T Kiuff.oanu
&C, dita em ruaba 40 fardos J. F. L-i-
le, 40 a F. Jos da Cola Babello.
Fiijio 15'sucos a A Du-.rt Far'ob.i de trigo 600 b.rrivs orlero.
M-bsas uiimentiiiiaa 50 oaixts a P.iva
Vi-ote & C, 100 a Domingos Cruz & C
Pipas Tasias 30 a Pereira C irueiro &
C, 100 a J. RjdrigiKs Hacicira.
Pauuo de algodSo 10 tardos a ordem,
20 a A- Santos d U., 5 a A. Brito & C ,
clara aos mismos devedores que lhs fisa marcado
o praso de 30 das, a eou'ar da pubcafio do pre-
sente edital para reeorberem Roceb6doria Pro -
vincial com guiada siccio do contencioso a im-
pertaocia de seus dbitos, etilos de qu fiodo
aquella praso se procederi a cbranos judicial-
mente.
Rcife, 3 de Novembro de 1887.
O procurador dos feitos.
Miguel Jos de Almeida Pernambuco.
Relava) dos devedores da freguesia do Poco, do
exercicio de 1886 a 1886 que deixaram de pa-
gar em tempo competente.
Estrada do Brejo n. 10. Josquim Ma-
u,el Peroira 14832
Ditau. 4. Josquim Maximiano Pes-
taa 184540
Dilan. 14. Omesmo 804901
Ditan. 6. Omesmo 184540
neanamento n. 26. Joaqaim Ribel-
ro de Barros 74116
Estrada de Sanl'Anna n. 8. Jjaquma
RisadeSaut'Anna 41*202
Sant'Annt de d-intro n. 6. Jorg-iJi-
come Tasso 304901
Ra do general abreu o Lima n. 2 8.
Jos Antoio 64180
Estrada do Arraial o. 33. Jos Anto-
nio de Sousa 2046 II
IIha dos Ratos n. 6. Jos AnUn-s 94888
Estrada de Aplpucos n. 8 C. Jos do
Carmo Ps 141832
Roa da ('asa Forte n. 2 C. U mes-
Di 84652
Travessa do L. de Casa F^rte n. 1.
O mesuio 244721
Dits n. 3. O meara o 124'60
Dita n. 18. U osesai) f 12436)
Dita n. 15. O me-mo 124360
Dita o. 17. Omesmo 124360
Casa Forte n. 24. O mimo 14 4812
Dita n. 26. O mesmo 144832
Ra do Rio n 9. Jos Clementioo II
da aiiva (parte) 54768
Eocanamento n. 23 A. Jos Felippe
de H,llanda i.'svalcante 71416
D.la n. 25. Omesmo 124360
Estrada di via-frrea do L:xoeiro n.
6. Jos Pernaud<.s4C. 94853
Estrada do Parnameirim n. 6. Jos
Francisco de G s Cavalcante 301S0l
Estrada do macaco u. 1. Jos Fran
ciseodi Reg 224249
Dita n. 3. 0 mesmo 184540
Apipncos n. 30. O mesmo 2 4601
Apipucos n. 32 Jos Francisco do
Reg 204601
Travessa da P nte do Mmteiio a. 1.
O mesmo 94888
Dita o. 3. O mi-emo 948S8
14 a Rodrigues Limt & C 5 a M Colis-
eo & C, 12 a L. Maia & C 5 a Lua
Antonto Sequeira, 5 a Andrade Lopes &
.. 30 a Machado & P reir, 15 a Jo.-
q ui ni Goncalves.
Posta de eabr. 32 farlos a II Luul-
gren
Fiassava 61 molhos a J. A. da S lvi
Santos.
.t.ecos vasios 160 f.r.ios or it m.
Xurque 709 lardos a Pereira Carneiro
d C. 1,154 a Baltar Oliveira d O., 116
a j\uqui.u da Silva Carneiro, 168 a M .ia
& Rezende, 1,10J ordem.
ICxpartartlo)
nacira, 28 ob jahbiso na 1888
furo o exterior
= No vapor ingles Orat .r, carregaram :
P..ia Liverpool, S. K Jounslo.1 C. 621 saceas
com 45,895 kilos de algo 14. ; J. Pater te C- 45 i
saceos eo n 3o,70 kilos de sanear mascavado.
__ Ni lgi-r americano Ages Bottoi, carrega
ram : _
Para NiW York. Julio & Irma) 20 ss cjs
com 160.000 kilos Je assuear ra-.seava -o.
= Na barca americana Coryphent, carrega-
ram :
Para Kcw Yuk, J. S. L yo m. Ftiho 4,298
saceos com 800,861! k'los de assucar mascavado.
No vapor lug' s Neva, carregaram :
Para Sunioamuion, J. J. Alves te C, 6 barricas
cjm 600 kilos de p'-',,. <
Psra Lisboa, A*, i'. charetos.
Para o inie.ri -----Na saesma uoru.-g hsb Soe'druj, eariegm:
Para o Rio Gran ie do Sul, T. de Asevedo Sou-
za 80 barricas c;ni 8,250 kilos de assucar bramo.
__ Uo pitach.) nacional Taborda, carregaram :
P^a Pari. T. de \s4vedo S.usa 150 barricas
com 10,240 kilos de sssucar branco ; A or ira Ir
inios i C. 550 v,lu>oes com 36,815 1|2 kilos de
assucar brauco.
Ci vap jr nacional Eipirlto Santo, carrega
ram :
Para Pari, Amorim lrmios 4 C 89 pip s com
42,720 litra* d- agur lente e 10 diUs com 4.80'
ditos n alcool ; M. J. Alves 110 volumes eom
3.011 kilos de assucar branco ; J. M. Da 500
harneas e.rn'2i.5 0 kilos de assucar branco.
Para Marauh/o, V.va de rfauel F. Marques
4 Filho 10 barricas com 1,123 k los de assucar
branco.
Na brcs i ngl. xa Hanavola, carreg u :
Para Para, M. A norini 6 pipas Com 2,8^0 litro
da agurdente.
No hiate uiciona) Deui te Guie, cirregoo jS
Para Mossoi, A. Barajes 10 birricas cim 825
kilos de sanear branco.
Diulart'O
RECEBIDO
Pelo vap ing. Neva, para
Do Rio de Janeiro :
Banco Internacional.......... .... 375.0004000
EXPEDIDO
Pelo van. nac tEspirito-Santo., para : -
Prbyb........................ "2
Natal........................... 660400 i
Ceari.......................... 20 196437 i
Pari .................... 2010004000
P^v,P...,.Mand;h. par.:^
Ar^ia:::::::.:::::^._....... 100004*0
Heailimento publicas
nas na j>ibibo
Alfandega
Rends eeval :
Jo dia 2 a 28 938.0914911
!dm e 30 45:1284461
iieuda provincial :
Uo dia 2 a 28 179.1921693
dem de 30 12.5:4 72*
Soturna tota'
983: 15372
191:707'824
1,174:922 696
Segunda seccio ds Aifaodigs, 30 de Jaueiro de
1887.
O thesoureiro Florenc o Dom'inguet.
O caefe da secesotoseca.
Berettetlorn aral
o da 2 a 28 37:0734834
Idoin 30 2:6341232
- 89:7 84066
Btecestedorla provincial
l>o da 2 a 28 89:754*155
Idi.i- SO 4:2974357
Dita n. 13.
Dita n. 17.
Dita n. 19.
Dita n. 21.
Dita n. 23.
Dilan. 25.
Dita n 27.
Dita n. 29.
Dita n. 5. O mes.no
Dita n. 7. O mesmo
Dita n. 9. O mesmo
Dita n. 11. O m-ismo
Estrad i do Acude u. 9. Jos Francis-
co do Reg Maia
Dita n. 11. O mesmo
O mesmo
O mesmo
O mesmo
O mesmo
O inesmj
O mesmo
O mesmo y
O mesmo .
Travessa do Acule n. 18. O mesmo
Encinamenton. 12. Joslsidoro Bas-
tos
Rus do Ri n. 3. J-s Jucome Tasso
Dita n. 5. O m.'smo
Estrada ds Ponto do Miateirs n. 11.
Jos Jojqu ui Gonc-.tv.-3 Bastos
Travessa do Marques n. 4-A. Jos
Joaquim Lima
Roa-do (' < o. 9. Jos Lipes Risa
Dita n. 11. O nje-raj
Dita a.2.0 mesmo
E-trada da Via-F. nea do Limoeiro n -
7. Jos Manoel di Si
Casa-Forte o. 34. J s Mara dd
Mello
Encauaiii-u"..i ii. 10. J.'s Vlirq'i03 da
F ns -ca G ista
Oita n. 3. J.-s Paulino Lpil Gui-
miris
Dilan. 8-I. Jos Per-ira de Araujo
Eslrida do Moutetro n. 55. Joa dos
Santos Oliveira
Lirgo de ApipiCJS n. 1. Jjs da Si-
v.i Hevea
Eitrada do Brej) u. 18. J .. Vicente
da II r.
Encan im-uto n. 19-G. Joviniauo
Ra Real n. 7." Jvino B indeira de
Millo
Estrada d'Agua Fra n. 6 A. Juo
Mus T-i -i o .
Dita do Arraial n. 46. Javeucio A.
da Cuoba Cesar .
Pedra Moli n. 3. Juvenci fl-jrm-:-
n.'giloo de Vascott-elios
Dita ii. 8. O mesmo
Dita u. 10. O ineitno
Travessa do M irques n. 5. Liara
Dias e outra
Estiala do Arraial n. 14. Liiz Fia i-
eisco do Mello Cavalcante
Dita Je Siot'Anna u. 2. Luis d'Oii-
veira Lima Jauior
Travessa da P~nte.de U.-Liu. 10.
84652
8465-J
84662
94888
64180
44H41
64180
64180
64180
6(180
6il8
64180
64130
64' 80
74116
124360
14483J
244721
104300
144332
74116
114832
]24360
6418)
124360
9*838
74116
94883
4142'2
2J4601
64180
741V6
364051
84652
244721
124330
124361
14360
144 i
494442
414202
300 rs.
20 taboleiros a 200 ris
47 Sumes a 200 res
Korain oern nados :
56 .'iiiiimnas a 600 ris
40 compartimentos de ari.'ina a
fi-l ris
41 ditos d<- ct-uiioa a 500 ris
161 dit'-sJe le^ i.iuts u iO ros
72 dit s de fsicud a 400 r s
84 ditos de suiu .> a 700 ris
22 ditoa de Ireaawas a *iisi ris
2> talhoe a i l
6 ditos a 14
A U'.tveira Caetrv 4 C.
108 lalh.s a 14
Jcve ter sido arrivadniia n^e'' s
dias h i'j inda de
be'idi'i,erito do din 1 8 27 do cor-
rent-
Foi srrecadado liquido t boje
i'r.-c/JS do dlfi :
'_;:;;ie Vi-lii< C- 24 ) a 480 ris o h.il
Car-fir-> de 7*1 a 800 ria dem
.-va,'. *} 560 640 r- ideji.
rur>pJia>4 M a 24 I ris a cun
.:UiS le 'i < a 28) ris idi'iu
- e^o d< 560 a 64 > dem.
660O
44000
9400
33;(l60
9O4O00
20450U
644>0
288O0
238O0
1320)
4^000
64' >i
lOSpOOt
421080
5:o9620
6:013J70'J
t

Mat&di'iii'O publico
'-rmi, .0^.1-mu ji.,a.uro da CaOauga :'i
relea para o cousuiih. do da do boj*.
sendo: 70 rases pertenc.eiit.-s a Oliveira Chati .
e C, e 25 a diversos
KinliaT-caeot'i suri** no ,iorto
em SO e 30 de Janeiro
WACIONAES
SU VI os
Camillo.........
Giqoii. .......
Ipijuea..........
Loyo........ ...
Lame.go.........
VIsrinboXIV ...
M iiinh > IX.....
Mandaba......
Osear............
Pirapam*........
Taborda.........
.coaaasATABios
Pereira Carneiro te C.
Companhia Pernambucaoa.
Cimpanhia Pernambueana.
Loyo 4 Filho.
(canhoneira de guerra).
Loyo 4 Filho.
L'-yj & Filho.
Companhia Pernambueana.
A. Oliveira Maia.
C-impanhia Pernambueana.
A- Oiiveira Maia.
Z-quinba.......... L y) 4 Filbo.
ESTRANGEIRAS
BAVI08
Arlutos...........
\gues Barton......
Admira! Tromp....
Allianca..........
Acmacnia.......
Adler.............
Bes8e Maikham ...
Berths............
COSSrOHATABIOS
Empresa do Gas.
A' ordem.
A' ordem.
Liyo te Filbo.
H-rmaun Luadgrin 4 C.
A' ordem.
Pereira Carneiro & C.
H.-rmann Lnndgrin 4 C.
BJgen.......... Hermano Lnndgrin 4 C
Bondevcnen
Bertha Anderson...
* Corypheoe.......
Charles R. L wis...
Clan Matk iy......
Cecilia............
Carita
Hermaon Lundgrin 4 C.
J. H. Boxwell 4 C.
A' ordem.
A' oricm
J. U. Bo:wll.
A' ordem.
N. J. Lidstone.
D. Pedro.......... Pereira Carneiro 4 C.
D u9 lrmios....
Daity.........
Dux .. .........
Elyse Hoy ...
Eito.nia........
Express..
Hilv. Guimaries te C.
Heury Forstcr 4 C
A' crdem.
Wils.u Soos 4 C.
A' irdem.
Hr-rmann L'indgrin 4 C
Ethel............. Borslelmaiiu4 C.
Eucaru oio....... Amorim lrmios 4 C
Eui us......... Fouseca lrmios 4 C.
Fiorence.......... Johnston Pater & C.
Freinsborg....... A' ordem.
fe raiaas<<
.; dia 2 a 28 4:895*518
30 1:060 ..603
94:051 512
5:966*121
flerrado Municipal de los
O BBO/isaositDdqste Mercado nrs das 28 e 29 t
Janeiro foi o aegninte:
eAi a ram :
721/2 bois pesando .... kilos, sendo de 01iv< ira
Castro 67 ditos de 1, 1 de 2* e 14 1/2 de
psrtienlares.
1089 kilos de peixe a 20 ris 214780
105 cargas de farinha a 200 ris 214000
22 ditas e frustas diversss a
Friis
Grid.............
H lene............
Hendeik R. L..,
linda.n.........
Harnronia........
li.rriet ,..........
Jobaona...........
Jurg n............
Jacob.............
J.H. Chadwic>.....
J. Walier Seammel.
Jeisie............
Lovetand..........
Lillisn. .........
Lnpes Dnurte......
Latimer..........
Leander...........
Hazla............
Novo Silencio......
Natal.............
N.va...........
Norceman.........
Orator............
Ora..............
Ofuatll............
Pafejr............
Plesaty..........
Persia............
,Qoiteria..........
Raymond.........
R-tnat ola.........
Rnb'n............
Robert............
Sirius.............
Sequ d............
Swordfish.........
Soerdrup..........
Sylpide...........
Suliy..............
TbomsC.8eed-----
Ventas......^...
Wakefield........
WelshGirl........
Hermaon Lundgrin 4 C-
Herm.uu Lundgrin 4 C'
Uermaun Lundgrin 4 C
Herma nn Lundgrin t C.
A' ordem
Hermanu Loudgrin 4 C.
A' ordem.
A' ordem.
A' crdem.
Hermano Lundgrin & C
P- reir Carueiio 4 C
A' crdem.
Borstelmsnn 4 C.
WiUou Sons & C.
Henry Forefer 4 C.
Am rim lrmios 4 C-
Bia.kburn Needban 4 C.
Johnston Pater 4 C.
Men les Lima 4 C.
B.liar Oliveira 4 C.
A' irdem.
Amcrim lrmios 4 C-
Compvnhia Telcgraphic.
Samuel L Johnston
Hermann Lundgrin te C.
A' ordem.
lleudes L;ma 4 C.
N. J. .detono C
Fonseca lrmios 4 C.
Amorim Irmiis 4 C.
A' ordem.
Wilson r)ii8 & C
Johnston Pat Hermano Luudgrin 4 C
Fonseea & lrmios.
A' ord->m. ,
A' ordem.
A' orden.
A' or lea.
Auguste Libille.
A' ordem.
Amorim lrmios & C.
A' ordem.
Johnston Pater 4 C.
Luir Pereira d'- Faria
Dita a, t. O mesmo
Tr.vessa do Acode a. 90. sfaeoel
Estrada do Acude n. 85. Manoel
Lamario n. 9. Manoel Alexandie Be-
serra
Eitrada de Sant'Aona n. 23. M>sel
Alves de Carvalho
Dita n. 1-A. Manoel Aotoaio ds.
Silva /-,
Eocanamento n. 23 H. Manoel Anta*
ni.: dos Santos
Dita n. 28 J. Manoel Bra-a
Dita n. 28 N. Manoel D miaga**
Travers. do M.rqaes n. 12 A. Ma-
no:! Deminga'!:. Ribeiro da S.lva
Dita n. 12-B. O mesaso
Oita n. I2-D. Omesmo
Dita n. 12-E. O mesmo
Oita n. 10 A O mesmo
Dita n. 10 B. Omeama
Travessa do largo da Casa Forte a.
2. Omesmo
Dita n. 4. O mesmo
mi
194TW
37JNI
12
7441*
7441
7441*>
641
7.
3*11
V*
Companhia de e4fc.0#
Commuuico aos senbore i-eeimist baaa*4v-
re* das seco -s de nmeros ab*ix>, qo fiad.i k>f
tem o primeiro praso a que referr-se e ari. P* osa
eslatutoe, e qe por torca d i mrsmo artigo ;k-s
marcado novo praso di- SO dias, eoatados d h je
a 23 de Fev.rc-ro viudonvo, para r'slis- r n a
nona prrsl-cio, mediante o juro de 12 0,9 aa
1:200 i-s por ai vi.
633, 9,1 a- 970, 1246 i 1255, 1446 i M 1 9i
A 1595, 1705 i 1715, 1716 i 1725, 1816 4 1>J&,
1801 i 1865, l!i91 i 10j5, 1856 i 1860, 567 i at,
618 i 62:, 648, iOHi 1245.
Recite, 24 de J neiro SM 1 &&>.
Ricarda Meni-z s, Grrea'e.
Reeebedorii (.eral
O administradnr da Rrtcbedoria de i* ailae
Gerai s, faz publico qu- a o nltiaso de avz dar
Fevereiro proxim i vindouro ae pnxwVti, s -as
multa, a cobranca ao 1* s. mestre Os rsap>M de
industrias e pr tisroes do ex?rpieio de 18*: dado
o qual seri cobrado eom a malta de 10 ; rarr -
rim, convide ao* d- v-.lores do dito iotp-sio d de
foras de tern-uos de marinh*. doe l lasa 4' n-
cri.vje predial r.Utiv.isai 1* e 2a seasesfr de
exereicio de 1886-1887 p.ra ajas ae rrf. r. l. ases
tambein compareci) mesm* Rep.r'ica>, lias
de satisfazer-.ro o pagamcut to que em Marco v n looro terii aa eoatas r m t-
das a Tbeeooraria para serem cobrada* teii*l-
mente.
Reo bedna Geral, 25 de Janeiro e> 1868
A'exandre de Soasa Pereira do Car
Vaporea a entrar
MBS DB fETBBBUO
Liverpool..... Edictor........... S
Sol......... T.juca............ *
N.wYoik ... Portoeaee......... 3
Sane......... Permmkmm ..\____ Z
Europa....... Srntfat ..------,..:.' 4
Eurpa ...'.... VilledeS tari.... 6
Sul........... MaranhSo........ 6
'ul.......... Finanee .......... a
Europa....... 7a a*............. 9
Euvpa...... Mavllan ........ lf
Noite......... Para _____....... 19
Sul......... Trem............. 14
Estad js-Unidos AUxnca.......... 19
Sul........... Manaot........... 19
Sol.......... Orewtqme......... 1
Norte........ fipir.iv s-imti .... 29
Europa....... raaser.......... 24
Sul.......... PerHan.teo....... 29
Sul.......... La Plata ......... 2
Vaperes si sah r
MBS DS JABBiaO
Saetas c.ss. SuUy..............b je is 4 b.
-m
Sul.........
Sul.........
csr "ese...
Moni video .
Norte.......
Est.-Uaidus.
Buenos Ayres
Montevideo..
Sul.........
S atbsmptou.
Santos e esc.
Norte.......
Bordeaos ...
Sal,........
Ilu nes Ayres
Norte.......
Southampton.
mus db rsrvEBiiao
Pernambuco........
Senegal...........
Pirapama ........
Ville de Rotirit....
Maranhao.........
Finanee...........
Tagne............
MagtUan..........
Pari.............
7Vea.............
Atimnca...........
Manai.t...........
0--aooe..........
lupirio Santo......
fanav............
Pernambuco......
4 i* Sb.
* i 1 k.
4 i 5b.
. 4b.
7 4* ft b.
9 i* 2 a.
9 i* 3 s).
12 is 2 k.
14 is 5 k.
14 4 19.
17 as 4b.
17 is 5 b.
1 Ib.
94 a* Sb.
24 s 2 b.
27 ii5 k.
j
La Pista.......... 29 i 1 b.
!
eras
O sigual indica ter a embrreselo sabida.
Maviaa *% rairar
Colnmbt.......... New-P-tt.
Constance......... Terra Nov s.
Daily............. Balti.t*.
Edioa............ De Cardiff.
Freidig.......... De Cardiff.
Fras............. llamburg.).
G. C. St.nford..... New-Y o k.
Mette Jobanne.. .. Cdiz.
or.............. Bio de Jaceir x
Pers-v rant........ De L>verpxL
Sod............ Caid-ff.
Hovimentn do porto
Navios entrado* no dia 29
Buenos-Ayres e eseala -11 1/2 dias, vapor asa* s
Ncvai. de 1774 toneladas, toasisaiassti J.
D. Spioner, equipeoras 99. carga var-es g-
neros ; a A'Qirim lrmios 4 C
Havre e escala22 dia, vapor frasees Sesr*-
de 987 toneladas, c.-m.nandante A. V-isin. reat-
pagem 28. carga varios ; a Asgaate Lakslsr.
Marinhic9 das, vapor ingles Norteases* dk*
826 toneladas, cmmandante W. Laey, eeeiaa-
Sm 55, carga appsrelbos tekgrapbieo; 9
mpanbia.
New Port48 dia, barca ora gaeaee Das*, de
351 toneladas, espira. T. P. Terjeera, eoai-
psgem 10, earga car vio de pedra ; 4 oras**-.
New Y-Mk 48 da, brigne sueco .Frita. 9* 248
toneladas, capilio A. F. Gaeib, eqeipagem 9.
carga varios gneros ; a H. Luodsrrea 4 C.
C-.p-Towni;3 dias, barea sueca Fredassaorg..
de 821 tonelada; capitio J. Jaaeoa, cesaafrsa
9, em lastro ; a ti. Lnndgren 4 C
Macei 22 horas, vspor infles *Clan Mackay ,
da 1422 toneladas, cipito Harry Ssbrrj,
psgem 49, carga vares generas; a
te O.
Sonidos no ment dia
Southsmpton e escalaVapor ingles
commondante J D. Spoc-net, earga
nert s.
MacioPatach. d ismarq-irs Elisa Bey*, eaat-
tio Chris iaui, em lastro.
New YoikB.rca americana Coryphe, camal
G. Grosse, carga assucar.
Entrad* no dia 30
Rio Grande do Sol e escala 17 1/2 dia*, tsar
nacional Cau-.ill.-, de 665 toaeladas. esassaB-
dante Frank Cnditl, tqaipsgem 36, carga va-
rios gneros : a Pi reir Csrn iro 4 C.
Caat L-indon (Afrie:) 38 dias, aats.bn sao
Sylpbide, de 332 toneladas, eaprtae K Toe-
nell. eqoipagem 8. em lastro ; i oriea.
P.rt Elizsb. tb26 dias. barea sueca Cecilia, et>
.335 toniiaiar, cipitio A K. Obi,ja, eamaa-
gem Id. era lastro ; i ordem.
Port Eiisab-th 90 dias, ligar saee R berta,
de 311 toneladas, captio C. Nigrea, taaia-igea
9, em lastro: s H. L-indgreu C.
(iu. nos-Ayies 38 das, br ene alleasaj Adler.
de 250 toneladas, capitio H. Steenk n, esjaip -
gem 8, em lastro ; i ordem.
Port Elisab.-th33 diss, patacho iagUs C^vito*.
de 274 toneladas, captta-> Wliam Patiiek.
cqoipi gem 8, em lastro ; a N. J. Ltintmr.
Bue'.ioc-Ayrcs33 dias, bare ingina J. W.
Scammell, de 910 toielada, capilio Jsases M.
L-l, eqnipagem 16, esa lastro; i rala.
Maco4 dias, lugar americano Jes*** M. Gre-
gro, de 587 toneladas, capitii O. W D.w,
eqtiipagtm9, em lastro; a B>rte*aae 4t C
Sahido* no mmmo dia
Aracsj e escala Vap aackmal M^adais..
commandante Jos Joaqoim de iJbaajBssssjee,
carga vsrios gneros.
Ri > Grande do 8nl-Lugar sb'.laadis He
Robert Leerohnis. capitio A de Joegb, earg
astncar.
Rio Fermjso e TamandarVanee naeseasi '
qui. comm.ndante Soasa Martsaa, esa laetra,
New-YorkBarca amerissaa
F A. Curts, carga)
ilmU


Diario de PcraanibucoTerta-icjra' 31 ie Janeiro de 1888

t
.
forroio gml
Malas a expedirse hoje
Pelo vapor trances tully, esta dir,iuistr>.c,aj
cxpede malas Dar o o.rius da Babia e Rio de'
Janeiro, recebendo impressos e objectos a regis
trar, at 1 hora da tarde, e cartas ordinarias at
2 horas ou 2 l\' com porte duplo.
Adimnistraeo dos correios de Peruana bu jo, 31
de Jaaetro de 18880 administrador,
Atonto do Reg Barret.
(jmnasio Pernainbucano
Km IB de Janeiro de 1888
Pela tecrt-tnria do Gymnssio Fernambocano ae
declara a>i seoliores p.s de familia, e a quera
lamo interessar p>s, que a ab'rfu a solemne do
cu: 3 i scientiiico e litien.i lo lera lugar no dia 3 d
Fevereiro prximo vinouro, e desde ji se acba
aborta a inscripta dt matricula para aquetles
que pretenderen eslud..r as S'guiutes diecipiluas :
Lingua nacional.
Dita latina.
. Dita francesa.
Dita inglesa.
Dita alterna 6 iuliant.
Gergrar-bia anliga e m id'roa.
II st<.ra sagra (u miga e iqod .-na.
Q.:cmctna e trigonometra. v
Ar'tbmetica o algebra.
Philoaopbia.
Rhei. nea e potica.
H-stiria e cliorjgraphia do Brasil.
S.ii nciu* oaturaes.
O Corp docente d) iustitut) comp sto de 19
pi-ofessore, oceupando-se cada uro delles fomente
com a uiateiia euaiuada ein >u> respectiva ca-
de ira.
S.'iu> Hi .i i ti Jos ii > Gru i n'o alumnos iut i-
ao*, ufio p nionistus e externas.
Uo pensiinistas residir Bu atrita fe, tend di
rcito Je cstudar a serie de disciplinas de que se
compoi o estadio cieu'i6c- <-. liitiKiio do Uym-
uaaio. de conform J.d coui o Srywi estsjM-
lee-ido ; a s-r mIiii- urn i sadi < i>bu>diitemeu-
Ic e a sur tratados em suas' pequeas entermida-
doa, O iustiiut < f ru c >r aind medico, meica-
m. ni in, cama, mesa, eideira, lux, corte de Cabel
lo, gsardasap >, lavar io, bsih > msica.
- Ua meio peabioiiial.c su a presentar, u eola-
b lecimentu eos dias lectivas, s hor-.s em que as
aulas se abrir^ ui, o d< sde entilo at icnio eoccr
radas i tarde ; sao equiparados ara p nsionie'; ,
quan'o aus estudus, aliu-icn: acao c recrcio.
Oj alumnos externos 60 teem d-reito s licoes e
explicafoes dos respectivos profesantes.
A peueao animal de 31 O que pigam os a!u:i-
d s miemos da Gywnasio, a; e- bror pet i -nn
lectivo somante, tiividita em prestacoes de ICO*
caia orna ; i' utc.m>d- a p: itncita e Fevereiro, a
segunda 'in M-io a t rueira em Ag sro. e termi
n.ira nu fi ii de N >v nibr.1.
Para o* luirnos de iustroc.i) primaria que
deven se ac r no tChbeviiii n'.i no dia 16 de
J-.nciro, a prioieira prrs?ac: > ser antee pairasen)
aigir.eut de per.sio.
A oeesad ni ual d' b meio pen>i ritas, s-i de
130 iiu tres pn staco s de O > caita orna, < ti u-
t*ia la a cebr^re; i d < mesm i modo que p&ra s in-
It'rie. r
i>a .ilu.n '8 iuternos d qaa'qner eateg ti* pa-
gla- r.a eulidd. e por uir ^ v-s, urna j ia de
W$ ; dous irma a 3j. aed I.'ij p ir cad um e
i:'u biverii lois augmento de j.iia crescendo ci
DUiero destes.
O Institu'.' enean g ir ac-ha da lavageni da
r.upa doa alumnos interu s qoc nlo tiverem qu m
o faya p i (ora, e :s:o nu U-ta '. Esie pagAineuti se f..ri de modo idntico
o da p nso e c uji'.n-inm-ii e m elle, dando di-
rcitj u cocertos das pee.** arrniaaaat does-
xoval.
As d spezas com ;ivr s e mi.' obje.et'is iudisr
p-.'iv ia para a rscripiuracio, corr in p >r califa
d s alumu a iuteruos ; eveiido3eu8 pus ou quem
r>s representar dcixar quan'i i snffiente para ene
ruroeciuieuta.
Oj ex', ruos s tcem direito as lico-g c explica-
^es d .t materias enainadas :.o enrso, qoaeeqinr
qo-; ellas Srjiir, pa faiid > apenas du acto da mu-
KrieQla a laxa igual a qtt- p^m es alumu s no
evi! -gi.i riaa si'es. O secretari ,
LVlao Te.-in iann P. Qnintelia.
Norte Bristb &
9:000.000 de libras sterll
AGENTES
Aiiaiii>oi Howe C.
em casa do
SR. JOHN H BOXWELL
J6 Ra do Commercio 26
Companhia de Seguros
AGENTE
Migurl Jos Alvcs
IV. Ha* tl<> Mom J" u -\. 9
SEGUOS MAKITIHOS E TERRESTRES
Nestcs ltimos seamos a ume i ci.mpanbia n-s'a
prsoa que cineed'- ana Srs. segurad' s iaempcio de
pagamento do piisaia em cad stimo anoo, o que
equivale, ao sTcisauali anuual do cerca de 15 por
rento em favor dos segurados.
London k Brasilian Bank
Liuiiled
Ra do Gommercio n. 32
Shjch por toios es raporca Bo*bra as cal-
zas do mesnio b*BCO em Pitugul, gend.0
eu> L'aL', ru.i dos (%pel!it-a n. 75. No
Porto, ra dos Ioglez.-s.

D1IIBA FO&Q
Tiii Uraioi i L'infloa &
IJXTSURAITGE CCMPAITY
Blackburn, \ee Ra do Commercio n. 3
Cumpanljta ht &t$nxos
CONTRA ?DG3
NORTHERN
de Londres e Aberdeen
Posifao Gn.inctira fDczembro de 1885)
3.000,000
3.134.34S


4 0.
1.50,
9.30,
Estrada de ferro do Ree;f a Ca-
xanga'
AVISO AOVUBLIOO
Fesfa do Pc^o
No dia 2 de FcVcreiro prximo os trens
da inacba sao os da t bella ordinaria para
dias shutinctdo, e Urde terlo xpedi-
dos pela tabella saguinto :
Ida
Do Reife a Monteiro pe* lioha prin i-
pal 12.35, 12 55, 2 15, 2*50, 3 25, 4 "O,
4.30, fi *0, 5 30 1U.10.
Do Recife ao Monteiro pela linda do Ar
rainl 1.35, 6.0. 6.M0, 7.10, 7.40, 8 10,
X'40, 9.10, 9.40.
9 Kecife a Doas Irm&os pela liuba do
Arriial 12.5.
D Recite a Vanea 12.45. 2 15,
5 30,7.10,8.40,10 10.
Do Cald reiro a Dous [rmaos
3.10, 4 20, 5,30, 6,30, 7 30, 8.30,
10 3).
Volta
i Do Mont-iro aoRxifo p.-la lioha prin-
tipal 1 55, 2.5, 3 35. 6.35 7.-10, 7.35,
8. 10 8.35, 9.*10 935, ICIO, 11.0.
Do Moutciro ao Re ifj pela linda do Ar
r^ial 3 5, 4*15, 4.40 5/15 5.40, 6.5.
De Dous Irralos ao CaMeiteiro
2.50, 4 0, 5.10, 6.10, 7.10, 8 10,
10.10, 11.10.
Da Varzea ao Recife 2.0,3.45, 5.10,
7.5, 8.35 9.55. % ~
Os rs. passageiros do ramal da Vanea
balicam no Eatroocamento, qaer na ida
quer na volta, menos os do trm de 12.45
do Re. ife.
Os trens int.icado8 cooi o presente t-ig
i. .1 signidca s-r expresso na ida do a-
troncamento bo di-h-ireiro, e na rolta, da
jasa Forte MoEntroncameotu pela liaba
principal, e na buba do Arruial do Mon-
t-iro ao EntDiicaojento na volta e vi> e ver-
H na ida.
N,D a vend-t des bilbetes nos tr;ns
liuoithda a cada secgSo. Os Srs. passa
g< iros que quizaren aproreiiar os billiete
de id> e viilia por pregas mais commodos,
d'jve > pro .-tralos as tsUc,oes.
Esc. ptorn da aeaasjasrWa, !8 de Janeiro de
1838.
O gerente,
H. W. Stonebewer Bird.
Capital suba"ript'.)
^Fundos a(-cuiDulado8
Heceita aonnal:
De premios Contra fogo 577,330
D; premios tobre vidas 191,000
D: juros 132,000
O AGENTE,
John H. Boxwell.
tompttta t Sfqfam
martimos e terrestres
Elabeleclda < m 18S&
CAPITAL 1,000:000$
SINISTROS PAGOS
At 31 de Dezembro de 18S4
Martimos..... 1,110:000^000
Terrestres..... 3I6:000$000
44 Ra do Co oiuercio 41
EMPREZA ARTSTICA
MPillA IBS
de
ZARZUELA E BAILE
Terga-feira, 31 de Janeiro de 1888
3.a reeHa da 3.a asslgoatur.i
Beneficio da tiple cmica
1.- Estra da zarzuela em 2 actos :
LA GALLINA CIEGA
2.-Ana Ha opereta Travt.lta :
O MO FFA\A\\1H>
cantuda pela beneficiaa.
3- A pedidoa zarzuela em 1 acto:
DLNTXaNTJL DPaA.3NTC^CA.
4. O bailado grfgo: :
u SHUIMPATRA
llavera trens parj Aplpucos, Ollada, Beberlbe e bond
para .nmtJalpu togados, Manto Amaro, Fernando vielra e
sicol fe
------):o(----- -
A 4 recita da 2.a sssignstura ter lugor na quartf-lcra, 1 de Fevereiro, com
a aparate* znrzti-l em 3 actos e 1 quadro i
EL RELOJ DE LUCERNA
ou
Vejam-se os pro^rammas.
COHPA\lllt PEBNAHaUCaNA
DE
Aavegaeo CoMtelraoor Vapor
PORTOS DO NORTE
.' rrahi/la, Natal, Macdu, Motsor, Aro
'aty e Cear
O vapor Pirapama
Commandante Baptista
de zrnveij, looca, vidros, espelboj, qusdros, can-
dieiros de gss, viuhos, talbercs, eolhrrfS, um
piano, l^sersfija, 1 carteirs, 1 secretaria e ami-
tos ootros movis existentes
No armazem ra Mrquez de Olmda
n 52
Agente Pinto
Terqafeira, 31 do corrate
Leilao
Agente Britto
O sgeute acims a mandado dollloj. e Exm. Sr
Dr. juu de dir.io da prozedoiii levar a lei'ao
osobjectos absuo declarados pertenemtes a oa
esnolii: 2 estantes envilrscadas, 2, di-as, lonca
dejaoUre almocjo de porcelana fin., cnd-labros
1 lavatorn grande com pedra e espelbo, 3 mesas
grandes e outros cbjectos.
Qunrta-feira 1 de fevereiro
A's 10 1[2 boras
Una do Bom tJesus n. 4-"
Ao publico
OQraaj... Or... MeKt.. P... ft. 4
Esp Tujt...Br.s..eCor... Lt. aW.
em l'erusnjbuco, scea.ifi-... stid.. rsQw
d... Circu. > -, ,,j
reservadamente, a 10/d aesao saagna tWasM-rt*-
sario de soa instailneio R-cifp, 2&-I-W
OQr.... 8,,,...
B. 416-J. D-. C-. W..
Leilao
&M
DO
Capital
BRASIL
0,000:0009
De Uotbschild oiFr.'r -
>eutscne Bnk.
Baiiqai* d'Anver
BauCH fleneralr e sni
Rgeneiita
-.
SEGKOS -
M4RITIN0S COMBA FM.0
Companhia S'hcnlv Per
nambiicana
RUADO COMMERCIO N. 26, ANDAR
dem reallsdo 19,000:0004
A caixa filial d'cste Banc 1 fanccioia roa do
Con racruo a. 40, sacca, S vista ou a prazo, cen-
tr os seguintcs correspondentes no estrang'ir<:
Londres......... s/N. M. Kothsebild tt Sons.
Pars...........
Hamburgo....},.
Berlim..........
Br-mente........I
Fr-inkfui 1 / Mein 1
Antuerpia.......]
Boma........
Senova......
apolcs......
MilSo e mais 340/
cidades de Ita-
lia.......'.....
Madrid..........
Barcelona.......
Cadi..........
Malaga.........
Tarragoue......
Valeuci t
cidade
Miaba
Qaarnis
Lisboa. .
P.irto- e ir:>
dudes a.-. f^r 1
tugal c IbbS... '
Buenos-Ayr> s... .)
Montevideo......
So va York.\..
Segu no dia 4 ai
Fevereiro as 5 horas
da tirde.
.ecebe carga at o
Idia 3.
Esommendas, passagens e dinbeiros frete at*
U 3 horas da tarde do dia 4.
ESCR1PTORIO
Ao Can da Companhia Pervambucann
n. 12
De genero de estiv, 1 cofre prova de fogo
de Milr.ers, carleiras, ropartim- nto de es
criptoriore prensa de copiar.
Quarta fera. f de Fevereiro
A's 11 horas
No nrmaznii do largo di .(Ifandr^a
CONSTANDO
de 12 saceos com arroz avarindo, 4 caixas com
airite doce refinado, 25 caixas com esperidina, 50
caixas com genubra murji medalbs, 5 barra de 5/
cun vinbo branca, li caix-is cota vermooth, 6 sac
c 8 ccoi rlhas, 4 ditas com rolbes, 6 caixas com
leite condensad;-, 12 garrstes coa evadinha, 4
caixas com farinba, 24 queijos suissds, 300 latas
com leite poro, 10 barrquiubas con amendoas,
latas com ostras, ditas c m biseontos, 10 caixas
com vinbo eberes e muitos ontros gneros.
Por intervorjg3o do agente
liusicao
Fesla de S, Severiit
Osabaixo assignados, t<>iidoestaaelaesdrsa ter-
r-s do engenho Ramis deata frrgnesin, arante a
testa de 8. Severin >, um gr: nde r-'staaraac b w-
pedaria provisoria, coro os roaoioi aeeourias
para familias, chamam r. atfrnc i da* ITiaus ta-
miliaa da eidud- du Recif- e de unir* loealaaadsa
para o novo estabelecieto, paleada aaafsjsni''
fam.lia vir a fetti qno encontrar c.iMsaoaoe ser
bem servida por mdico pr--co.
Pao 'Alho, 29 de J10 110 de 1818.
Elias Baptista da Wlva Kaaaca.
Joao Baptista de Soasa Uartsu.
__________ Candido de Barros Wamtwkj.
Pedido
O abaixo assigoadu pede i psao qm*
a soa carteirs, que v re.ntai a exa a
que esto dentro, os qaaea sd po 'esa servir a
uso do mesmo abaixo asignado, que jrsMM^avisw-
gredo ; podendj dvixar m saa rssislaasiaj. : ~m
< asa de saa mi, 4 roa Sos Msrtyrtnt \Vi.
Maximino da Siva I
Leilao
1
i'j'r.if
- Bes
;H8!
Banco- H
Espanx
c.s.
teeario de
rll-S ApfO-
.:.)
Banco tle Portugal e
jfliteil States k Brasil 1,8. C*
0 paquete Finance
E' esperado doa portos di sal
at o dia 8 de Fevereiro depois
da demora, neeessari* seguir
pn--
Maraobo, Para, liarbados, *
Thoinaz e Wew-Vorli
.l>ara arija, passagens,e i8 aaneoilas idiabau
* ir. ">;, :r:ic*:i-s>- coul 0-;
AGENTES
Oa armacao e m-rcidorias da loja de cigarros
sita r'jfi'- un;i. dn VictTia n. 55 A, em uro
ou mais lotes a vootace dos compradores.
anana felr*. 1 de Peverelri
A's II horas
POR INTEBYENC/O DO AGENTE
- Martins
-aj
Da taverna n. 31 A, no Larg> do Paraso
limrtn-felra, I de Fevereiro
A's 11 horas
O agente Steppla competenteaiente snforisudo
levar a leilao a arma^o, gneros e mais utensi-
lios da taverna cima, em nm cu mais lotes a vjo-
tade dos compradores. Q-iriiute-se a casa.
Vinlios setn coifeicM
Bm qaisiloa. anrirrls
Verde e Fieoei.-a.
Collares e Maduro.
Porto e Madeira.
Vuscati'l e Buce 1 c
Uva Branca
Cal nova da Lisboa.
Aze te do Dooro, poro, em latas p-oaenaa.
Lidibfs em mosaico d- Lisboa, booftos
droes.
Vindero Conba I rmaos 4 C
" => aladre de afeas > = 9*
r'recos sem compet!
Baila de capim
Arren la-se ama importante baisa de ea,
Fernandes V|eira ; na roa d> Principe a. 5t se
dar inforataces
tten^o
Leilao
suas ageucias.
Ui
1.30,
9.10,
Seguros contra Fogo
EST 1803
Edificio e mercadorias
Taixai baix'as
Prompto pagamento' de prejuizos
CAPITAL
Rs. I8,00:000oll00
ao sorras
I01V\* dk C. .
N. 5RA DO COMMERCIO-N. 5
trrt'iiilnni ae na Snnta (A< unte
anime predio
Ra do lu;c od r
Sobrado n. 24 834333
Bus Imperinl
Casa terrea n. 151 254000
VisCuade de A.lbnqa ique
dem n 61 ^*000
l!;i- dos bu'gos
dem n. 21 12*V>00
Quadro da D tencio a: 1 6#000
Dito a. 3 6*000
Ra do M .rqur-z de Olinia
L ja do sobrado n. 53 83 5333
Ra do Vigario Tenorio
2 andar 22 15*000
3' dito id uj 124000
Ra da Mocda
Cusa terrea n. 47 254000
Dita n. 49 540U0
Ra do Am.riui
I i. m n. 61 304000
Ra da M id re de Deus
I-iem n 10 2040 0
Kua '.o Vicaria Tenorio
10 andar o. 25 8.1*000
2 dito idem 254' 00
3>> d.fo dem 2"400
COMPANHIA Dt EDIFICAV0
Tcm sempre n ven-
da: '} <
Tijirlos grossos eommons
Ladrilho diversas
Ditos quiidraio grande
Ditos foroil t ingiez
Telhas comn.uns
Tijolos lnbnbrs de diver-
sos formatos
Telbas francezas
Cristas para CiiniieH
Cannus, curvas e cetovel-
los Ce diverjas di aten
Para v<'M>s e
comeadas exclu va-
lente no chcriptorio da
companhia no largo de
Pedro II, n. 77, 1. an-
dar, das 9 horas da
manila s 4 da tarde.
Ln^s'i U-.nk ol tbc
vr Plato, Lnite i.
O. Amsiok & C.
Compra saqrtes i^twe qn-ilqver praca "do impe- *?
-\i e d eatraugcri.
Recebe dinheiio em cinta aarreate de movi-
mento eom jorrara raza i de V/e o aano e por le-
'ras.a praso a juroe conveuciouador.
' O gerente,
William M Webster
SARITilOS
tOHPANUIE IIENWI^NV
KII3 HlHITItl!
LINHA MENSAL
Paquete Sene gal
Commandante Moreau
,E-
0 nw Alliaipi
Ifispera-se de .ti*- r .-r -.ewi.
ate o dia 18 le Feverriro o qoal
seguir -icpo'F. d- domors ne
asa ii.'iii
Baha, Rio de aanei ro e Santos
Para carga, passageus, e encoiiunen>!as tractu
< eaaj os
AGENTES
ilenrv h\%hx 4C.
:J 8 R DO COMMECIO N.8
1 andat
\ cujucsuis mm
C'ooi|iffnM.n Franccza re Vavega
C&o a Vapor
o H
vre
Lis
Rio de Jneiro e
Espera-30 da Europa at a
dia 4 (dr Fevereiro seguindo
depois da di mira do costme .
para
llahia. Rio de Janeiro Bneuos
Ayres Montevideo
Lcmbra-ee sos senhores passageiros de todat
ia elasses qne ba lugares reservados pnra esta
agencia, qne podem tomar em qnalqner tempo.
Previue-ae aos seuhores recebedores de merca
dorias que s se attender a reclamaces por fal-
tas nos volumes que forero reconhbcidas na occa
siao da descarga, assim como (lev. rao dentro de
48 h iras a c 'litar do dia da descarga das al varen -
gas faserem quatqu.i-r reclamaji concernente a
"volomes quo p.v.-n.iura tenhim seguido para os
portos do su I, i ti ;r: de pid-r-se dar a tempo as
providencias aiauSsiivas.
Para aata pasaa^ai... -ui:nendas e dinbsir
a frete : 'raeta^wtaB <
AGENTE
iiOTte Liibilie
UIA DO COMM-:u.''> -* '
J
Cli-
Telephone 358
CaManas-Ha lira Ilcira de Xave-
ga PORTOS DO NORTE
0 vapor Maranho
Commandante Jo2o Maris Pesaos
E' esperudo dos portn do su I at
o dia 6 de F> fretro, e seguir
depois da demora iiidispensavel,
para os port< donarte at Ma-
nsos.
P*r* <;'r^a, passagens encomra.-7ndas a valeres
tracta-s*' ua agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
fORTOS DO SUL
O vapor Pernambuco
Commandante o capttdo de fragata Pedio
.Hyppoltto Duarte
E' asperado dos portos do nor-
te a'o da 3 do Fevereiro e de-
pois da dinorn indiepensavel,
iaaniri pin o--. f"*asj do sul.
Kecetie tanio.-ui carga para Santos, -^cnta Ca-
tbarinrt, Pelotas, Porto Alegre e Rio frande d i
ul, frete modie .
Para carga, pasji,".'i;a, oacavmaiydas v>,lnrei
trata-ac na agencir.
PRAQA DO CORPO SANTO N 9
Linha quinzena) setro
boa, Pernambuco, Baha,
Santos
0 nm Villa He Rosno
Comiuandfccte Portier
E' esperado da Europa
at o dia 5 de Fevereiro, se
guindo depois da indispen
savel demora para a B-
tala. Uto de Janeiro
e Kanlii.
Rogu-e' aos Sr. importadores de carga p.-le
vapores deata !iaha,q-aciram aprestotar dentro de f-
dias a cont:tr do da descarga Jas u'.vurcng (
quer recUfusv-lo .uiccrnente a voiu.-nos, que po-
vniu. ii tenbau. eoguiuc p;;ra os portos do sul.afir
dase poderem dar a tempo as providencia* ucees
sarias.
Expirado o referido j.tis a c-n.-:p..uii -u n se
rjjpouiabisa por extra vios.
Para airga, paisagens, eiicoinmendas e diuheir i
a frete : trata se com o
AGENTA
Augusto Labilie
9 RA DO COMMERCIO -9
Olha de S. Miguel
Ligre portOKurt Veritai r'Cibe carga a f..te :
a tratar Para
Seguir com trevidade para o por'^aeima mco-
eiunado, a veleiri b-trea inglesa Rauavo'a, de
primeira claese, por ter das tercas de seo carre-
g-.iiitu o pijinjlj, c p ia o restiute trula se ioiu
sru eonsignatnri).
L^rgo do Corpo Santo n. 9
Cear
Segu c-.rn brtvidsde no dial- de Fevereiro
pira o aorta cima o hite Deus te Guirde. rece-
bs carga ; a tiv-t^r Ba rna da Madre e Ueus n.
6, oo no caes do Lyo 4 bndo, com o nastre.
s
Lisboa e Porto
Barca portaguesa > Lo >rs Duarte r. cbe ca-
ga a f re ; li tratar o m Amoriin IrmSos & C.
Para Maranbao
Seguir dentro p.ucoa das para o parto
ma a btrea' portuguna AUianfa ; para e rest
carga o pa-sageiros, tratas- com os c nsigaa'.a-1
rios Jos da Silva Liyo & Filbo.
Terca-tir<, 31, deve ter lugar o leilao de mo-
v.'ip, lote'., vidr. s, quadros, rspelhis e cognac em
garrafas no arinss-ai da raa Marques d Olinda n.
62.______________________________________
4 e ultimo lerlo
Agente Brito
De urna casa com sotZo e sitio no Anbol,
perto est(;ao de Cnxuig
O agente cima a mandado do Iilm. e Exm. Sr.
i Dr. juis direita do crpbos e a rcquorimento de O.
I Antonia Francisca da Jess Ct-neira, inventa-
.riunie )< ti.o o-.s*l, levura leil) a referida casa
I servindo re b.s' a ultima off-rta.
cj Terca-feir. 31 do corrente
A's 11 boras
Na roa de Pedro AfLuao n. 43
De raove's, louga, crysti.^, candieiros a
gaz, jarros e tapet 8
A ssber:
Sala de visita
Urna mobilia com 1 sola, 2 consolos, 4 rsdeirss
do braco c 12 de goaroicao, 2 figuras de bronze,
i quadros, 4 vasos para fljrea e i lancas.
Qaartoa
Urna t iij, 1 i il.i-i. i guarda vestido, 1 mar-
qcezio, 1 lavatorio, 6 cadeiras, mesas, caMdes.
Urna ciimmoda, 2 lavut ri s, 1 bjrc 1 marque-
sio.l cabida e 1 mejnh<4.
Nata de Jaataj
Uma u..-.:: fWNM, 1 guarda-Ijuiji, 2 aparado-
res, 1 qu .i iii.li.-u-'i, 2 resfriadeiras, 1 relogio, 1
sola de junco, 12 c*deiras do gnarnica, apparc-
lbos para cb.e jantar, oopoa, garrafas, compstei-
ras, bandejas, talheres, colbeies, chicaras e pires.
Coulnlm e Uma jarra, 1 pratileira, fjgareiros, trens de co-
sinba, flindres, potes e mais objectos de casa de
familia, existeutts
No 1 andar do sbralo da esquina da
Concordia n. 23
Entrada pela ra das Flores
exta-felm, 8 le Pe O ag-nt-' PINTO autorizado por urna familia
que modoo de residencia, levar a leilao os ni)
veis e miis objtctos acim i m ocionados.
Principiar s 10 l\2 boras
O abaixo assignado, kndo coaspraa rs
lecimento d.' tava na, sito i raa de 8. Qaaea la a.
27. fregueiia da Boa-Viata, aos 8rs. MasxMl Sal-
lete A Filho, liv.e e d.setaharac;-ida de qa'imi
ocus, previne aos credores da mesata a eosnaw*-
cerem no referid) estabeleeimeato, dentro do praso
de tres das, a erntar do presente, ana a as
stUodidos. Recite, 39 de Janeiro de 18B8
Geovanai Laaalvir-t.
Attciifio
Uuia senbora vinva e i.m familia, teada aa ne-
cesssrus babilituves, iff.r.-cew para sasi i
primeiras lettrss crianfas ral aai uj, aan si !
ootra qoalqu r parte fra desla capital : aa p~-
tendentes deixecu carta fechad* i raa Har a. 8>,
eslabeiecim-nto, sfim de tere nrocaradaa.
Engenho
Trsspassa-se o arrradamento do ra^anbo Jar-
diro, do termo d- S'rinhaea, e rende a? aaaans
para mais de 2,500 pies, perto d > porto de eah>r-
qop ; tambem v> nde-s<* a biiada, barraam, carra*
'um dosprimeiros eagecbos do termo da sari-
ubiem : quem o pretender pote catcder-i' aa
mesmo engenho com o ral id.
Caixeiro
Precisa te de bm eaixeim de 12 16 saaue, r. sa
pratica de rn.Jh-.djs ; a tratar na raa dos flan
rarapes n. 49 A. Fra de Hortaa.
Gralidao
M inoel Cardoso Jnior, grato a ladea aa i
gos qoe o visitaran) dorante toa rs
vem por este meio agradecer-Ibes o iut
tomaran pelo saa resUbelecisienta, c ssgsiair-
Ibcs o sen sinceri recinh-eiroenfo.
Atteii(&o
Precisa-se de um perito effical u-
rua do Visconde de Inha n n. 54.
ro:
VISOS DIVERSOS
Arrenda-se o sitio dss Jaqoeirss, com gran-
de casa de vivenda, arborisado e cercado ; a tra-
tar no mesmo sitio ou na roa do Conde da Boa-
Vista n. 9.____________________________________
Precisa-se de nm rapas para criado e ds
um i ama para osinhs ; na ra Visconde de Al
buqui rque n. 28, 2' andar.
Aluga-uc casas U#tx-U ao becco dos Coe
ba, junto de S. Goocalk tratAr na rna d
iinperatris n. 56.
AMA Na ra Augusta n. 280, preciaa-sc de
uaia que saiba bem cosiobar.
MA Precisa se de urna consinbeirs; no
iurgo do Corpo Santo n. 17, 3- andar.
l'r. eiaa-se de urna cosinheira ; na M i it -
n sitio do commendador Barroca.
Auga -se o cobrado de um andar n. 282 ra
Augusta, cem sotSo, 3 salus, quintal, 8 quartos e
gas, aluguel de 50'.'00 mensues ; e o 1 aodar
n 9 ra de Hurta.--, com 2 salas, 3 qnartos eco
8iuba (-a, aluguel de 33^330 menaaes ; a traNr
na ra Imperial o. 19, 2' sudar, ou na ra da
Soledade n. 30.________________________________
= Alaga-so o tereciro andar n. 52, rna do
Impera i-ir, est ass-iado.
Pricisa-te de um cosinbeiro mi otinheirs,
perfVifos, e de urna ama para andar cea crianca :
na ra da Mutris da Bou Via u. 3.
Precisa ac de urna ama para cosinhar, nm
menino para criuu e ama inulber idesa para an-
dar com crianza ; ua roa Duque de Caxias n. 1U3,
loja.
A!ug*-ee urna casa i-um cmmod's p:>ra fa-
milia, calada e pintada de novo, no foto da Pa
nella ; a tratar na roa da Imperai ji n. 38. phar-
maca central.
Aloga-ee o s.brado n 4i ra da Roda,
com bons c.mrnodos e waito fresco ; a tratar oa
ra do Cabug n 10, l.j.
Alnga-se a loja do sobrado n. 26 rna das
Larangias pelo a'uguel meusal de 2'flkKJ ; a
tratar na ra Duque de C->x;8f, loja n. 81. ____
Amas
/
Precisa-se de um caixeiro com pratica de
miiba t--e ; a tratar com Antonio Duarte, ra da
UniSo n. 54.
Eflgenho Rom Jesns
>tando peuh r-d i o engenhi Bom .lesas, da
comarca do Cubo, im vlrtude de excur;ao que
promovemos, prevenimos a quem interessar posta
que o mssmo engenho tem de ser arrendado em
basta publica, fi.-ando a respectiva renda tojeita
ae pagamento da rxecucJo.
Recif;, 24 de Juifiro d? 1883.
L^i & 1-
Aluguel iW.ittt
0 1" nndar e sot. A ra d> Caldtreiio n 4
piolado e eakd e com rxcellentes cotruioos ; a
tratar no largo do Mercado n. 12.
Precisa se de um criado, neoor ta 14
snnos ; na raa Duqne de Caxias a. 41,
3. andar, por cima da typogrspfcia sa*
Diario.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro i ue tenha bastante
pratica de molbsdos : na ru- Dir-ita n. 93'
Precisa-se de dus amas, seado n-na |
nbar e ootra para eogommar e aa s
casa de familia de dn*s pestoas ; a tratar aa saa
Duque de 'axias ns. 93 e 95, l.ja
Pendes toase saaTrela da pea 4) t
Usa> o melhor remedio, qoe o PCITOatAL DK
CAMBARA', e veris cont vosa> i
apparece. Vende-se na drogara dos i
sea e depositarios geraes na pr.vintia,
Manoei da Silva 4 C. ma do Marque de
n 23._____________________________________
8B)(LL\A
DeBrons AC,deClasgev
Este srtigo, preparado por asa aova aras
de trigo de melhor qualida I posase es alai
tes neceesarios para nntnjao de criaaeas a 4
tea, e muito aa recotmneuda por ser Ja
gestSo e gcVo nioito agra'.avel ; tambas
faier nma excellente papa, misturado e
igua?s c im a maiaena doa nv-saot
addi;-ionan"bi-i>e-lb< algom leite. Ua
oesta oraea, SaondersBrether &, raa a Cem-
mercio n. 3, rscriptorio do Blackbara Kecanana *
Teiloral de CniNirt (3)
Descoberta e prepararla de Alvares da S.
Soares, de Pelotas
Approvado pela Exma Junta Cea ira I de HvgSr-
ie Publica, anctorisado pelo governo apenal, pre-
miado com as medalhas de oaro da Aeadrana Na-
cional de Pars e Exposiio Brasilrira AlLaai dt
1881, e rodeado de valiosos atistalos
de muitos outros d essws cu-ad^s as
simples, bronchites, asthma, r^o^oi ;i)
mooar, coqueluche, escarria de stngae. 'etc.
Precos as agencias : Frase) 4500,
dusia 13*000 e drsi 34#0C0.
Precos as eub-*geneias : Frasco 2*800,
dasia 15*000 e dosis 28*000.
Agentes depositarios geraes nesta
FRANCISCO MANUEL DA ILVA 4 C raa
Marques de Olinda n. 32.
RIADO
Para cosinhar
I recita se datura ama para 'aaiokar.
sendo bda ; n> 3.* andar d.. predio a 4X
da ra Duque de Caaiaa, por -iaM da
Diario de Pernambuco.
Atten^o
O Carlos Sinden receban < renca aar-
to frascos Cvm agua inglssa proprio |
tirar nod'ias da caaenira, cbapoa m
tro e toda a qualidtde de tecidoa
algodfto e seda ; v nda aa raa da
da Victoria n. 48, Ooja de aUaiata.
1


)DW"-Tergft-feira 31 de Janeiro de 1

*
i


Cosinheira
rer*"
tfuA : ff -; W
do Conde da Boa-Vista o. 24-F._____________
Cosinheiro e engommadeira
Preci8i-Bfl na ra do Viiconde de Coyanne n.
207 (Manguinhi) de urna br-a PBgctrmadeira con
perfeito eoeroheir.,.
LQMB
RIBA SOLITARIA'
CAMr^A DA LOMBBI*. arfrBLMP |
1) C5TU0 DB 1 HOBAS PBLAH
LOBULAS SECRETAN
[HURUCEUTICO, UUftEABO, PR! MUIDO COU MEMIH .
O nniro renf'in m<*-iTo InWluj l
[ADOPTADO NOS HOSPITACS DE PAMS 1
L OB^ERVACAOObom iio diiGLOTOLA!
SECRETAN M erig nido virio mus proartort
afeitares: t irnsiet r*sunjr-le d elle* con tO-O-j
icoida.i.. -,
H*MlU Jiral. 51, rufitciaji. a Mr
Iptrnarnuco FRAN- M-da SILVA a G
Seda de todns as co-
res, a 320 e4f0rs.,a
corado.
S d Loia dasFstTBllas
56Ron Duque de, Uxias--S(
Tele pilone n. 210
Boa casa
Alaga se a da ra Imperial o. 169. cem todo
iscemmodos e beta pr. paraoa, atol'jo na frente,
ladrilho de mosaico, lustre e randeliaf, educida,
quintal murado s dependencias ; a tratar no 1'
andar a rna larga do Rosario o. 22.
Oleo Florea
0 meibor para o cabello
Oleo Floteas
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a. a
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*.tonto Fra clapo orelra
Vicente L-pee Braga, ana mulher e fiho con-
vidan] a aena parentet e amigos e aoi do finado
Antonio Francisco Moreira, para aaiistirem a
urna misas que por alma de sea sempre lembrado
compadre e amigo, mandaai celebrar p ordem
tere* ira de S Francisco, s 7 1|2 horaa da maoba
da da 3 de Fevcreiro, stimo de lio infausta no-
ticia, conft asando se desde j eternamente jrra-
toa.

D, Joaquina llosa Iloao
O Dr. Ignacio Alcebiades Velloso, ana mulher
D. Luna Mana Brrelo Velloso, O. Luisa Velloso
Baptista Vieira e Dr. Francisco Buptis'a Vieirs,
pal, mai, rmi e canhado de D. Joaquina Rosa
Ve lioso, com oa e' meo s feridos pela mais pro-
funda dor, veem agradecer coas a raalor gratidio
O obsequio que Ibes fiseram as peasoas que se dig
naram aeompanhar os reatos mortaes de saa es
tnmecida Giba e irmi ; e de doto aa convidam,
assim come a todos os sena amigos e prentes para
aasistirem as missas do setim > da, aa quaes fe-
rio lagar na igieja de 8anta Thereza da ordem
tereeira do Carmo, no dia 1* *e Feverei-o, s 8
horas d* manh.
t
Vos sapateiros
Cbegeo nt>fn rener t osa"*, e i >.
aos negociante Tanwaee a 32* e 34* o <-
a iuiitheiv da Forro 70* o e-nto : 6 na roa ao
Livntrocnto n. 19.__________________
Borracha para limas
de primeiru qnalMkde, renden fcopes, Msgalhae
a C Soccessores de Jato Teira C, assim
como en> eempr usa coar^rato soreimeoto de
obras de rfir*, de apeTrctcoado gotto, e que vtn-
dem por preeos sem ecrnpftencia ; na ra aa Pe-
nha n. 8.______________
Altei0o
Vleenle foa Frreir
Conyida-se pelo presente aesparentes r amigos
do inditoso Vicente Jos Kerreira, tallecido no
dia 1 do corren te, para assistirem s)S missas que
alguna de sana amigos mandara resar por sus al-
ma, is 7 1(2 horas da manhi do dia 1- de Feve-
reiro, na igreja matria de Santo Antonio, trigsi-
mo dia de sea fallucimei to, por cajo acto de csri-
dade ebrist emfeeaem -se altamente recottae-
cidos._______________
^sBBaBBSBBSBBaBaaBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBalMsIsBBal
Convida-ce acs herdeirre J> fiodo Andr Joa-
qoim de Carvalbo a c .mparecereni i ra rio Mar-
que de Bnda n. 56, 1' a :ar, a nfgacio de
ceas intererees
1 --------------------------1-----1'
\ma para eugommar
Precisa-se do ufo que bem deaetnpe-
nho ett rjsjBior, teacst) caderneta, no 3.
andar n. 42 da roa Duque de Caitas por
cima da typograpbia do Diario.
Arligs para acabar
21
Setinet is de cores miudinlias a 240 ra o co-
vado.
ortimento c mpUto em las de cores, 320
360, 500. e 640 ra o covado.
Gorgo'nnas de cores, lindissimos padrea, 320,
400 e 500 ri. o covado.
Meti trancado, ntsgnifios padroes, de 860 n.
o Covado.
Bramante de duas largaras para leceoes, 503
rs a metro.
Dito de quttro lafgnraa, muito boa fazenda, a
1*200 o metro
Dito de linho, francer e inglea, de 2* e 2*500
o metro.
Atoalhado Urrado para mei, deaenbos lindo,
a 1V00 o metro.
Qoardanapoa com franja, 24"CK) a dnsia.
Zefires d corea, oeste artigo completo o va-
riaoo, de 200 4 800 rs. o covado.
Merino lisb e de todas a coree, a precos di-
versos.
Dito lavrado, magnifica fezenda, 1* o evad.
Merino pre'c, esplendido o sortimento e gran
de reduccAo no pree-., 'de 800 rs. 1*000, 1*0
1*500, 1*800 e 2* o covado. ,
Setinetaa francesas, lisas e de-todas as cores, a
4C0 rs. o covado.
Baptiataa de cores BaDzoks, padroes lindos,
200 rs. e 280 o covado.
Sargelim de toda* as corea ( preco redazido.
Crinoline para torro, branca e preta, teda de
qaadros.
Crotones trnceles, bruscos, d cores e escaros.
Alrm de grande sortimenti de outros artigo
sjue nos Tmpjssivel menciom-r, mas que se ven-
dem sem reserva da pr t r- na roa do Crespo n
21, loja de Ovaira Campos & C.
Novidades e phanlasias
21
Vesitts d* seda, meriad e cas- uiint, preto, en-
feitadoa a vidrilbos.
Sedaa oe cores, padroes modernos.
Crep de cor para coberta.
Cambrlia bordada, branca e de cor.
Manteletes pretos.
Setim de todas aa corea, tinos.
Seda branca para caja monto.
Veos e cspellae, oevidade.
Meias brancas, do cores e arrendadas, para ho
mena cenboraa e criaacns.
Casemiras de cores e pretas, e panno preto e
a sol.
Cortinados bordados e crochet.
Colchas idem.
Cortea de tustao par* cllete, e seda.
Esteira para forro de sala, branca e de rdr.
Alcatifa tapetes grandes e pequeos na roa
do Crespo n. 21, loja de Olivera Campos C.
r;
f *-~
I
Oriental.

W*
MBB SECLO DB BOM XITO
43 JPrralos
ALC00L"H0RTELA
DE RICQLS
RBOOMM1T.-DA.DO
pelas niustra^oes Medios
contra
IndigestBs, Dures t Estomago
dt Coraota), de Henos, de Caoeca, etc.
IidispiMiel DURANTE m CALORES
PTIMO TAMBEM PASA
oTOUCADOReosDENTES
Grande Preart stiro em tempo
Fabrica em LTAO
O, Coors dHerbouvill
Cua em PARS, 41, roaRicher
Sxigt-M note de mtCQi.CM
M Ptnitmtmo : FRAN- M. da UILVA O.
s sa tssas n Mu fbirmiclai t mjarui.
Pao tcteo
Melle & Biset avisam ao reepertavel pubheo
que todas aa tetras e sextas MrM te.ew este sa-
boraao po ; a run larga do Rcsario b. 4Q. '
Fabrico de assucar
N. H. Stnart, represeutaute dos Sr. Dgncan
Btcwart & G de Olasg w, annuncia aos e-nher- a
de cngenbo e ontros interessados que esta prompto
a centractar o lev..ntamcnto de usinas completas
de quslquer tamanho, sf tambesn torneco machi-
piamos para os engr-ibos existentes, etc. etc. ,
Taia serii do mais moderno e aperfeieoado.
As moeodas terao a preaaSo bvdranlica patente
de tilewart, que augmenta a expresado considera
velmente.
As caldeiras tero de syatema econmico e aa
tornalbas feitaa para queimar bagseo verde.
Orcamentos e meis laformscdes em esa de
Browns & C.
Ra do Couim-Tcio b. 5, Ia andar
Escola mixla particular
Hu \>lhl s.
Laura A. Saraiva Oalvio, titulada pela Escola
Normal, i cargo da socledade Propagadora la
Icstrucfio Publica, avisa aos pais de seus alum-
nos e aquellas pessess que lbe quiseirm confior
a ins'ruf eSo de seas filbos, que no dia 46 do cr-
rente reabre sua dita eseola, onde alein da* ma-
terias que coostituem proprismeute o ensino pri-
mario, ensina tambem s meninas trabalbos de
agolha.
Sement de carrapate
Compra-se s-j me otes de carrapato na fa-
brica fio leos Vegetaes, rna da Aurora
n. 161.__________________________________
Sementes de carrapato
Compra se em grandes e pequeas quantidades;
na drogara de Francisco M. da Silva & C, A ra
o Mrquez de Olinda n. 23-_______________
Empreza geral de Mu-
dan^a
Alugam-ae carros de molas, proprios para traos-
p rte de m.Tcis. marmores, estelhos e mais orna
mentos de caaas de familia, botis e estabeleci-
n.rntoa publica, para toda e qu .Iquei parte da
cidade e eeus suburbios e arrabaldes, por preco
commodo ; a tratar na ra do Padre Nobrega,
outr'ora do Alecrn), n. 24.
Professora
m
Urna senhora competeiit-m ntc habilitada pro-
poe-ss a lect-iouar em collegios e casas particula-
res as a- guintes materias : portugus, francos,
msica e piano : a tratar na rna Marques do
Herval n. 10._________________________
Soccorro a veflia
A moradora do becco do Bernardo n. 51, anda
se fas l>. mhrtr s almas a ridosaa, que nao se sa-
que cam da proteccAo que sempre Ihe dispensa-
ran!.
Criado
As Ptalas Catharticas
Do Dr. Ayer.
A experiencia do tempo, aplicado as Plliit.ia do
Dr. Ayer, tem rlailo api>rov:iaie^oni os resiillados
ohti-lor rorii as menomi. I f -i nmiaao quarenta annos
I' 11 i u,n una popularidale uni-
versal, qoe rsBBOOfvka ootni medecina purgativa tem
podido rivasar.
An Pili las do l;a. Avi:ii, ssrranm eompleta-
m-'iitfl o Ventre com suavklade, c csliniulam o or-
tilicain oSorgos digestiros e assimilatiros.
s Pilulas do Df. Ayer
curara inrtf-'iMtAo e lmi>(1itnentfr, c oritAin maltas
serias c a miinlo futaus, eiifcritiltl-dos, mollva-las
ixr ptMl]:ia desonleiis.
j*rll B Uossichs cilios eymptoDias o aa Kn/eriiiltladcs <\i relie.
Ardor e Peso no Kntoinaffo, Nnuora, Males,
.Are* .te t'fibecn. Hlito Ftido, Febre llllos
Clica* Drea do ustomaeo coStnn e oBjaifnr*!,
ItifhacoVfs- MydropifnisVetc., nada a alllvia
-'i a sernran<,'a e promptVao como as PiiX'tAS do
Mt. Avpr; aa quaes sito de gramle niilidado no
cnratiTu laa Homarrholdna.
t'mno rmeJo domestico nao tem egual.
i'i'.ri'Aiaias pei/>
DR. J. C. AYER e: CA.,
I,owell, Mass., 13. U. A.
A* renda as prlnclpaes phartnaciaA e .lroffarlas.
Alaga -se barato
una Vicorrde de Itaparica n. 43, armasem.
Ba do Bom Jess n. 47, 2. andar.
Ra do Rosario n. 39.
Fratfc-se na ra do Coiomereio n. 5, l astd&r
essT'ptnrio de Silva OuimarAev & C.
ga-se
as aeguintes cfssss : a da roa do Lima n. 30,
gn i;do casa com agua, gaz e apparelho ; a ia roa
da Fandico n. 10 ; e o 3- andar do sobrado
ra do Imperador n. 26 ; a tratar na lytographia
de J. E. Pa cell, ra Mrquez de Olinda u. 8.
AlU!
g ii se
o 3" andar da roa estreita do Rosari j n. 32, com
muitos commodos e muito fresco ; a tratar aa roa
da Imperatris n. 16, 1- andar. .
Aluga-se
o 1' andar e sorSo do asbrado roa dos Guara-
rapes n. 90, com 2 sales e 7 q-.tartos, agua, gas,
quintal grande ; a tratar na rua'Danvogos Jos
Martina n. 50.
Aliia-se
a casa terrea com 8 quartos e 8 salas, com penna
d'agoa e banbeiro, e com outra casa unida, est
limpa, sita ra dr- Santa Hita n. 89 ; a tratar
na ra Domingos .) t Hartins n. 50.
Ama
Precisa-se de urna mulher de meia dade e de
boa conducta, para, o ser vico interno e externo da
casa de ama senbora : a tratai na roa Bario da
Victoria n. 58, 1 andar.
Ama
Precisa-se de urna ama para comprar e
cozinbar em casa de familia : na na Du-
que de Caxias n. 14 se dir.
Ama
Na roa do Cotovello n. 46, precisa-se de ama
ama para todo servico de casa de familia.
Ama
Na ra da Uoilo a. 31 A, precisase de urda
cosinheira e de ama ama para menino.
Ama
Precisase de um criado ; aa roa de Pavsandi
n. 19, PassRgem a Magdalena,
Mad
uro
Joaqulm
da Uva,
HuRoItsss
Ps-a)fS)0
A vi a va, filbos, mai, genro, irmaos e canbsdos
do finado joaquim Hugolino da Silva Fragoso,
agradece cordial*ente a tAlaa as pessess que
se digoaram 8C0mpanbar sea ultima morada o
cadver do mismo 6n ido, e de novo Ibes pedem o
eavidoso obsequio a assistirem as missas que
aaadasB celebrar na matris de Santo Antonio,
pelas 8 horas da maona do dia 31 de Janeiro.
Aaifonlo Franrtaro relrat Q|
D Jov na Gomes M- reir e D. Vivina Amalia
da Costa Moreira e seas filbos, c nrtdam a seos
parantes e acs de soas mitades, e aos amigoa do
finado Antonio Francisco Morrra, pata sss-atirem
as missas que per saa alma rcaodam celebrar >aa
malhar, eunbada e *oirmbos, *a ordem tei reir
de 8. francisco, is 7 I 2 horas a nraaM dq dia 8
de Fevcreiro, tatimo de rio loftaeta noticia c-m-
fessando se desde ja eternamente gratos por este
acto 6*0 caridsde.
HMMfiMMIssMB
SEM RIVAL
O sorprendente vinho Madorc. paro, sem mis-
tara algum, proprio para mesa acaba de ebegar
nova i saessa.
Sem querernos depreciar asqctalidadee paras Jos
vinhoa diariamente annuaciados. podemos garantir
aos nosao fregus- s e uo pnbliro em geral, que o
vinho Maturo -i- ># = d< eiali capaa de ama boa aotricio, conseirando todos os
requisitos da byeiene, c mo um des principaes a
faaer urna digestio fcil, alimentando os globnlos
sanguneos, principaes motores da saode da huma-
n i dade.
Em OBRAS DE VIME uingvem compete coin-
oosco : temos
erro cod-esi t o tu re Ira a
Fatjaelroii
Papeleiroa e balaios para loop* soja, assim
como cestas eir compras, de 'odos os tamanb*
Em TAMANCOS DO PORTO
tarobem ningnem compete : Para hom-os sio so
berbo, mas para senboras sio sorprendentes.
SEMENTES NOVAS
de bortaiieas e flores, temos sempre em tod- a
os vapores, a eacolbi mais rigor sa que desejar se
posea
na Estreita do Rosarlo a. O,
junto Igreja
Pops Mendes g C.
Ama de Feite
Precisa-e de urna asna cem b m leite e sem fi-
lbos, na ina do L'rra n. I, cu na ra Baiio da
Victoria n. 45, das 10 horr.s a- meio dia.
Os pr-prietari-s dett.a muito estabelecida e acre-
ditada -ara, trem o praaer de participar aos tea
amigoe e fregueses e is Exmas. fe.mi tas que ac
bitn de receber peles cltimos vapores e das pri-
meiras fabricas da Enropa o mais Completo e mo
derno sertimtnio de chapeos de sol de todas as
qoslidacs e precos baratsimos !.. Qacm j
vio de fes precos ?...
Chapeos de setim, para senbora, lisos e bordados a
contas, seda frooxa, gestos modernos, de 61000
a 12*000.
Ditos ditos sedas lissa e lavradas, com lacos, de
4*000 a 101000. "
Ditos de setim, para enanco, lisos e bordados,
rendas e bicos, de 3J000 a 6G00.
Ditos de seda, inelrze?, franceses e suissoa, mol'
demos, de 3*000 a I2f000.
Ditos de (ores para biabo, de tedos os tamanboa,
de 1*000 a 4*000.
E muitas oairaa qualrdades, qoe vtndesa em
grosso e a retalbo.
Fabricam-se e concertam-se chapeos e bengalas/
em meia hora.
Pedidos pelo telrpbone ti. ? I a
Jos* Ferreira & C.
15 RA BABO DA VICTORIA- 15
l recisa-se de ama i>ma para o servico interno
de urna casa de pouca familia ; a tratar na ra
Velha n. 75.
Ama
Precisa se de urna ama que saiba cosinbar, para
casa de familia, e que d boa ioformacio de saa
conducto ? a tratar na ra do Progresso n. 7.
O
Cofres pro?a de fogo
O Carlos Sin-!rn, i rna Bario da Victoria n.
4^, loja de alftiate, receben de consignacio
vende sem compe'cneia.
L-si '-tIb. i! P r^ m.
Alaga-se o- au'ih* db predio n. 27 A rna do
Imperador, com grandes commodos eagua; as
chaves para correr, aoaudar terreo
Aviso
O Dr. Villa Nova, medico, fizando a sua resi-
dencia na cidade de Garanhuns, iflereee ao res-
peitavel publico desta comarca e da crrotimvisi-
nhas os gervicos de sua profiss). Garanhuns. 8
de Janeiro de 1888.
Papel pintado, inglez
Para forrar salas e r-ttabclecimentos, desenhos
lindos e precos baratos ; vende-sn na fabrica Glo-
bo, ra larga do R sario n. 28.
Manan?
O Dr. Barros 6 brinhi mudou a ana residencia
para a ra Viscoode de Gjvanin (antig Coto-
vello) n. 129. Telepbone a. 90.
YENDAS
jl Vcnde-se a taverna sita ra Lniz do liego
n. 19, o motivo se dir ao comprador ; trata se na
mesma oa aa ra da Oetencio n. 9,
Vende se urna parte de engenbo Sicapemi
nba, no valor de 2:000* assim como outra paite
do engenbo S Joio, em Gamelleira ; qaem pre-
tender difija w roa velha de Santa Rita n. 61
Engenbo
Vende se nm c o,i de isrxo : a tratar :
cheira do Deodato i ra da Imperatrt n. 4i
Vinhos da Garr^feira
Fiaos
Carc; vellos.
Madeira.
Moscatel.
Uva Bastarda e de Paseas.
PARA MESA
Genuino do La vradi a 500 rs. a gnala.
Na mercearia de Manoel Corris 4 tZ.
9*rmtm ala Caanle d'Ku si. la>
WHISKY
Roy il Blend marca VI.4D0
Este ezcellente Whisky Eaco.cz
ferivel ao cognac oa ignardente de c
psrn fortificar o corpa. .
Vende-ie a retalbo Mi melborea t
zens de molbadoa.
Pede Boyal Blrsasi merca 1'.
todo Bracil.
BROWNS d C agentes.
MAIS BABATO "
>\ Loja das Lslras Kmt%
Duque dr Cnaia
W$m 211
A* roa Duqae dr Cnia* sa
Ama
Precisase de urna que eosinhe para tres pes-
soas; a tratar na rna do Marques de Olinda n.
41, armasen. _
Ama
Precisa-se de urna ama que lave e eagomme ;
na ra de S. Francisco n. 10.
Ama
Precisa-se de urna ama rara coiinhar e de nm
criado ; a tratar na ra Mrquez do Herval nu-
mero 37.
AMA
Criado
Na ra da Santa Crus u. 10, precisa-ie de um
criado para s. rvc> domestico.
Cosinheira
Precisa-se de urna cosinheira, tendo boa con-
ducta, para easa de familia : dirija se a ruado
Commeroio a. 5, 1 andar, ecnptorio da frente,
das 9 horas da manbi as 4 da tarto.
Cosinheira
Precisa se de uva boa cosinheira, para casa da
adqoena familia : na na do Payeand n 19
Passagem da Magdalena.
(osinhcira
Na roa da Santa Cruz n. 10, precia se de orna
boa cosir-heira que seja soat culada ou traga car-
ta de flanea
Atiene*
Cha rvfco
O Carlos SioJ, ti reeebei nava remetsa vende
por menos do que entro qualquei ; aa loja de al-
fsiate .rta Bario da Victoria o. 48.
Precisa-se de urna ama para cosinhar, lavar e
eugommar, para casa de familia composta de duas
pessoas ,- a tratar na roa Viseando de Govanna
numero 72.
AMA ~
Precisa-se de urna ama que compre e cosinoo :
a tratar em Santo Amaro, estrada do Luz do
Bego n. 46, em frente ao quartel general ou no
largo do Arseasl do Guerra n. 1, prensa de al-
godio. ________"v_______________^_^__
/% mm %

Precisa-se de urna ama para poueo trabalho,
que seja de idade ; a tratar no hotel Pitlo, i rna
da Madre de Deus n. 3.
Precisa se de orna ama que eosinhe e engoman e
para duas pessoas sem filbos, e que durma em casa,
i ra da Conquista n. 29, ou ra do Amorim n. 56.
Amas
Precisa se d. duas btni.s, orna para coalnbsr i
outra para engosnmar ; na ra do Hospicio no-
mero 81.
AMAS
P, i pisa.se re duas ama, sr-ndo ubm rara eoss-
nb-.r e i.utra para tarar e engomebar, para easa
de n mena familia ; a traiar na roa to Livia-
m<- '> n. 24, 1- andar.
Ama de leite
Precisa-se de no- ama de 1 ite : a tratar na
ra Bario da Victoria n. 6', armasem de mo-
lbadoa.
Cautelaslio Soccarro
C'mpra se csutelas do Monte Soceorro : na ra
Msrcilio ias n. 26, das 7 as 2 da tarde.
Criado
I recisa-s? da um criada para compra, manda-
dos e sovis w rviea de casa te fatniha, que seja
tnati colado ; nj caas da Csapanhia n 2.
Vcnde-ae o engenbo S. Gregorio, dis ante urna
legoa da estaco de Gamelleira, ci-m fenagem e
vapor noves, boaB nr.atr.s, o prbporcio para eufre-
jar 2,500 pies annaaet. Est arrendado por____
2:000* por armo ; a tratar era caea de Tavares
d'- Mello, Genro C., no Corno Simio n. 15, pri-
meiro andar.
A FLORIDA f
Recebeu grande sortimento da pulceiras
americanas de4,>000, 5A000, 6&001), 7$000
8A000 e 10*000, o par.
dem para menina, a 4(J000, o par.
Bieos brancos e de cores de 2, 3 e 4
dedo de largura, a 20000, 20500, 30000,
30500 c 4-SOOO, a peca.
dem 5r*de ceme, a 30000.
Porta-erobrulhos americanos.
Invveis douradns e prateadoB.
Lindos leqaes transparentes de 20000,
3000, 40000, 50000, e 60000.
Lindan latas de seda de todas as cdies
de 20000, 20500 e 30000, o par.
Lavas de pellica, a 20500, o par.
Encbovaea para baptisado, de 80000,
100000 a 120000 at 160000.
Cpellss o voB para noiva.
Suspensorios americanos, a 20500.
Oleo Florea.
Lindas pastas, a 500 rs. 10000 e 20000,
orna.
Lindos broches, a 20000 e 30000, um.
Linba de machina n. 50, a 800 rs a
duzia.
Lindos pannos de crochet para cadeira.
Caetas americana que eaerevem sem
ser preciso molbar-se a penna, systema
a S. T, Y. L. O. O. R. A." H. I. C. para
viajantes.
Bicos de fil branco, a 20500 e 30000,
pe 5a.
Lindos bicos de 1 ores, gosto moderno, a
30000 e 40000, a peca.
Lindos bicos de edres com 3 e 4 dedos
de largura, 40000, a peca.
dem de linho de cores, a 20000, 20500,
e 30000, a peca.
Bicos grip para correr babados, a 10000
e 10500, a peca.
Luvas de seda para meninas, a 20000;
diversas cores.
dem para senhora, a 20000 e 20500, o
par.
dem com palmas de missangas e de
seda, a 20500, 30000 e 305( 0, o par.
GalSes e bicos de vidrilbos, gosto mo-
derno.
Lindas rosas de vidrilho preto para cn-
feitar casacos e capas.
Collarinhos e punhuB de borracha pro-
prios para baile, por seren inquebraveis.
Contas lapidadas para enfeitar vestidos,
granad, broozeadas, prateadas e douradas
Mascaras de maesa, seda e cera.
Collarinhos e peitos de seda para se-
nbora trazendo urna gravatinba tambem de
seda. .
Fivellas de molla, ameriranas pera calca
e coleto.
*em competcneia
Panos de crochet para cadeira a 800 rs
dem idem para sof a 10000.
dem idem para cadeira de braco a 10000
Cortinados brancos de crochet, com 4
jardas da coroprimento, a 160000 e 150000
Pannos de crochet, idr de rame, o qoe
raio no mercado, a 250000,'o par.
linbo bordados rosa Hst
muito largae de iis-i-s
Vende fazenda' finas p;r todo preco e 0.1 *la>
conto a quem comprar de 20* para cima. As)
Exmas. familins ni) devem comprar em otarra
leja sem primeiro ver 00 mandar buscar 1 -rasa)
tras que t- dio eem penhor
Fazendas de no.idade
Tecidoa de
qnadre, fizenda
800 r.
Sellan de Maciu, preto e de todas
liso 00 de listas a 800, 900 e 1*0 0.
Velludo preto de seda bordado ene.ral
de setim a 4*0< 0.
Mirles infestado preto e de todis as 1
700, 800 e 1*000. -
BMasiste de cores e com listas cor le sa
a 500 rs.
Eagalsto pardo infestado paraves-idee al
e 400 rs.
llano bordado, urna i ccr i 243 rs.
Vellutlntji preto c de todas aa cores a
centas a 1*800.
Renda hcspsnbola com aire, preta oul
de seda.
C ssat Nanzuc padroes m uiohos a 280 ra.
Croelttfl branco e de cor, deaenboa Hadas
para cut- udoa a 1*1,00.
Orinalrtao coa ricas v; j de B'ood a 8A.
104 c 12*000.
V&n de qaadros, pa Ires notoi a 320, 360
400 rs.
Mima des Alpes faz-nJ* de lUUs .-jeliataia
a 300 rs. .
Slletelas lavradas de lindas eores i JIOts.
Faatsta branco a 3.0, 360, 400 50 .-.
lidsde soperior.
Fazendas diversas
Braxnanle.de 4 larguras a 700 e If-'.OOaa.
perior qualidade.
Hailaplio arr.erican) T.iitat czuu :oxb 4
e meio palmos de largara a 6*500 com 20 r^raf
garantidas.
tlgoiiiio americano moito Iarg3 superior
para lenco s a 5*5C0 a peca, mais etreito s 3*509
e4*00).
Cbllns e cretones eicuros, claros e t.rada-
nbosa 200 e :40 rs.
Cassas indianas de cores a 160, 00 o 240
ris.
Lli. ho lisos e de qaadrinaos a 100, 1-X ICO
e 200 rs.
Brlna psrdi para roupa de menir--. 300 o
320 rs.
Caalnelas escuras imitacis de casen: ral
500 rs. *
Ilaela azul encerpada para ronpa da banho a
700 e 800 rs.
Las de quadrinhos, pajioes novo;, a 300, 3k0,
360e400rs.
Crepea de lindas cores a 500 rs.
Lenco braceos e de cores a 360, liOOs
1*5 0 a duzia.
Toalhai felpudas e aleoxoadas a 3*500 5* o
6*000 a duzia.
Irlaa de cores, brancaa e croa para asalta
ras, bomens e meninos drtde 2*800 at >>*000
meibor qualidade.
Enehovaes para baptiaados ccsaple'os a
100 p 12*000.
Coi Uado bordados para coma oa aceta
a 6* e 7*000. >
Panno da Cesta, de quadros oa .ta a 1*200
o covado.
Aloalbado lavrado, lindoa descube a i
e 1*500.
Ouardamapoa a 2*000 a duaia.
Especialidades
TimSesinhos para enanca, do fustao e
cambraia, bordados, a 30000.
Lindas boneess frr.Dcezas a 30000.
Para o carnaval .
Mascaras, bisnsgas do ebeiro, p de r-
roz e ouro.
turbosa A Santos
RUA^DUQUE DE CAXIAS N. 103.
Venda k sitio
Veude-ee .a permuta se por predio nesta cidadi
um bon sitio con b easa, muitss fructeira,
excellente banho do rio, boa agua de eaeimba,
extensao de terreno para baixa de c.-pim, todc,
murad ona frente, com p- ri-> e gradramento, coa
caminho de ferro e estacio jotito ao dito sitia nc
Porto da Madeira, conbecido pelo sitio da Joae
Selleiro, junto ao Dr Ernesto de Aqnino Ponse
ca ; quem pretender dirija-se prsca da lude
pendencia n 40, d 11 horas s 4 da tarde.
Livranietito & C.
vendem cimento port'aad, marca Bobina, do 1*
ualidade ; no ca?s do Apollo o. 45.
Lava* do seda oa peliea a 2*000 2*530.
niroM brancos < r de crema, 1 matizados a
2*000, 2*5C0 : 3*000 a peca com 11 metro.
Canina lapidadas paraenfeite de veatidss ara-
tas e de todas as cores a 500 c 800 rs.
Bordadoa, hbads t '-ntreeaeio de fastio a
transparentes a 300 rs. a peca com 3 metros.
EaparlIltsoN cotrnca e smrrieacoa a 5*5V0
4*. 5* e 6* 00.
Grande quamidade de chitas em retalba ona
vende se por qnalqner preco. *
\g6flcia de retrates aasriceos
Plniadaa a oleo, coa rica moldara e eorcoea
por -5*000 ; rstio expostos alguna retratos para
o publico as Exmas. familias vetean o qnaato
sai lindos 1 baratos e fcil a qaalqaer pesara ter
um em sua sla de visita.
Para enrnmmrndtr baatant asnadas
um pequeo retrato em carto de visita, nao na-
porta que seja antig -, dizendo a ecr o olhoa a da
cabello -hega ore linio retrato tejado.
Agencia de artigos americanas s cnrimbta da
borracha.
Na Loja dss Listrss Axu.-s
Jos usrusto Dias
Azeiles
de coco e de peixe, em pe rci<) e a ratalho
dem Joio Kerreira A C., i ra do Ra.-igel a. 66.
Terrenos venda
Os terrenas do itio qoe na estrada dos Asoretoo
fica contiguo ao da apella e defronte do esa qaa
reside o Dr. Manoel Portelia Juni >r, eatio snaslo
retalbados a 3*, 4*, 6*, 60 e 7*000 o pala, pu-
dendo oa pret> adentre proearsr iofotmacaa sosa
o mesmo Dr. Portelia Jfcnfcr, em saa iisiissia
oa em sea escriptorio ron do Imperador a. 05,
primiiro andar.
Vcnde-se
DlaiSTftlt
DIFPIOIII
Dyspepaias, Oaatralgiae, Anemia,
Perd rio Appetite, Vmitos, Diirrb,
Debilidade das Griancas
CtOHA SBOUBA. BjlPIDA PBLO
ElUdRGREZ
TONICO-DIQESTIVO
som f^iiaa, Cm%a Pepmtna
I Adoptado em todos 03 Hospitaea
MEMLHA& m lPQtHfit
I AUS, r. LiBl7re,34, e satos u RursucUi.
ama cass teir. a na traveese d C-mpo Alegre a.
2, fregoezia da Orac*, peno da lacio d > Campa
Grande, coro 2 qoart 2 sala*, eoawka Mra, ea-
cimba d'agoa do beber, con peqamn satas asba-
risado; a casa de pedra e eal, a ssoaVran. a oor
preco commodo ; a tratar no pateo do C-Urgi a.
81. 1- andar, das 10 i 3 hra da toere
Fntff9 do Pira
Vende-se oa rna da Peaha o. 2b.
Atten^o
Vende-ae ama arv cao enradneada nata quesa
qu;zer ptiacipsr qoalooer arfacia, sor banit
preco ; n roa estreita do Rosara a.


Mario de Pntft(MHo---Terfa-Mra 31 de Janeiro de 1888

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ANEMIA, CHL0R0SIS CORES PALUDAS
Aoeonselbadoeom ptimo ezJtoASVntutnou detntedM/ira rf/sposas o eapoleeimtoTm
con> iw d o a do finito, cada refeicio. Wuaerosas teitefOM. t a a tm
ImprialtovtmllUL- Deposito na mor parte das PharmaciaT BSAVAIS,
URUBEBA
c
s
-trea
MELHOR MEDICAMENTO DEPURATIVO
. Approvurio pela junta cendal do kyjptnp publica da corle, hutor8d.i por de-
creto imperial de 20 de Junho de 1883 e manda o n luir nofrmul-rio o Hospital de
Marinbi e enfermaras por aviso do Ministerii da Mbdaha n. 1,523 de 9 de Outu-
bro de I88f, ooaa audiencia do cirargio-a.r d* frtnada, que Dfuroju ter este aiedi-
cament pruduiido excelentes r tultdos no Hogfit-1 e na dinica civil, e ea>pregado
actualmente pclojmelbores climicoa, como o mais nergioo prodigioso medicamento
na cura harfical dfb rheouiatlsp/ioa d qualquer qaturea, em todos as mole*
tas dfi pelle as leucorrhas (flores branoag) 1168 differentes formulas da
syphilis e em gral em todas as molestias, occasiooad^a pela Impureza do san-
CQMPOSIC\0
DE
i
VENDE SE EM
Candido de Fjupredo
GRO
ei
aooooooooooooooooooooooooo
DE
MELISSA dos CARMELITAS
TTa3d.co Si'ooessor
doe Ccrmelitae
1 PARS X, lina de VAhhaye, 14 PARS*
COWIRA :
Aj>Ci)le>-ia i Flatos
' Ciolra Caucas
;,ujo '2o maz j Indigestas
Fe!y amarel'a, tte.
_er o protp?co .:s jaal ni tnrehide
ClS ridro.
;>c vr-ec cxif ir o letreiro bnneo preto,
on t. cj qual loi |
Descop ia.2?
AS
FALSIFICAgES
DEPSITOS EM TODAS AS FHJLRMACUS
DO l'nieera*.
ooooooooooooooooooooooo
VOLUCAO
SO E A RETALHO
P|?w ^ A. M H mj fCa
A ra 1." de Marco n. 9, n iiivrart-. Fr^nceza o em tojas as provincins.
|PILIAS DlfiESTITS DE PANCRBATINA!
de DEFRESNK
Phurmaceutico de 1 OUisse, Fornccedor dos Hospitaes de Pars
A Pancreatlna eaipregada nos hospitaes de Paria, o mais poderoso
digesiivo, que so conhega, visto como tem a ptoprie/iatla de igcrr oR,
tornar assimilaveis n5o smente a carne e os corpos corduosos, mas^l
tambem o pao, o amido e as fculas-. l5
Quaiquer cjuc seja r. causa da iotolerancia dos alimcntu=. dtpfarfio
'ausencia de sueco patrico, ir.naiini:>Co. oa ulccracOos do sKMr
ido intestino, 3 a 5 lulas de PancEe^tin^ de Da*'es--ne tlt^ois da i,-
imid.-i, sempre alcan^nm os nieltiorcs resaltados e Fr'o por issp prmayipiiaK
IpeJos mdicos conira as teguintes fecefles:
Falta de appatite. { A-namia. } Gcstralria^
'Ms d?ges.Ses. Dinrrliaa. |leerf^-% carir-r.-T-
Vomit' Dysor'vrie. { Kafenrii^dos do flMtfo.
i-iatulencio estonane^i.j Qafttri'.te. ) Kfton)&,*r\&\:-yvtr><
Somnolencia tepois je comer, ev: aucciiut PANCRETICA 6F^fS^fc eW ,;^uu,;.os com a .:..-,- u. 3 a k c-:iie-
raaazmins d pfis da c :ni.;.i.
|&d casa de DEF^ES^ autor da Fvpio^.a, Pi,!.:^. ,.... a }h:*x\ts
0,1 ff
j- r
V

(Mu Dnn fe Caiks--4e
Esplendido sorluienu d faz* iidas finas
Cortea de seda, lindas cores, para cutete, a 6600, un.
Sedas de listras, lindos gostos, a lfrfOO o covado.
Sns de cores, lisos e de lisiriohas e qua Iros, a 800, liJOOO e 1|>200 o corado
Dit.s roaravilhosf), de listras e quadror, a 320 SCO rs., e covado.
Damacs d. -jtlg> , E-pl 320, 360 e 400 r. o covado
FustoVs brancas o de cores a 360, 400, 440, 500 e 600 rs. o cavado.
M Cachemiras auol<--hoadaa para vstidos, a 500 rs. o covado.
L5 de qoadros o listras, ultima moda de Pars, a 320, 360, 400, 500 600 rs.,
ovad...
Merino1 pr-to, ccmpl t > sormento.
Dito .;a*etinadi, a 1(J400, 1^600, l800, e 2*000, o covado.
Coipplttto s i ti.nfi-.to de zephiros de listras e quadras, lindos padrSes, a 100,
120, 200, 240 e 280 rs o cavado.
C^rt^s de eretooe cora eofeites, com 18 covados por 6(5000.
Grande s.rtimciito de colabas de cores e brancas, a 2^000. 200, 3000,
4#000, O-M e 0*000, unta.
Lindos leques du gazc de suda, ul(io:a moda, 6f$< G.
Cachemirus de Ifaadros, de seda, o mais liu^o o no ierno qno />;- pode d ese jai, a
ljJ600, o cov.,do.
Entri-meios e bbados bordados o bicos de o6r por oaret pr^o.
Camisas francesas, br^n.-as, para homens, a 2000, urna
Completo sortimpnto de casemiras, pretaa e de cArss, a 2000, 2J500, 3000,
4*000 e -1*500, o covdo,'
Leques de papel regatas, muito lindos, a 500 rs u Muitas outras V.zn:l.s de gesto, que com a presenca das Exmas. Familias e
,rel publico podcr&o apreciar.
ONZE DE AGOSTO
DIO1CTOR
BaeliarH IHanwl Sebasliao k Aranjn Pcdrosa
95ii fiscHij m tuiinu- 9S
o externos, tanto para .o otso primario
As aulas desle colJ gio fictra^ ab-rt>8 do dia 9 <\fi Jinjyro em dianto como
det-.rir.inam fi catatuti.--.
Aiinitte sMjenta.alun.iOs internos
como para o secunrii-r'o,
AA\SO PRIM VI\U>
A cargo do pr.fessor Isaac Servio F.rreira, denle 1882, oowprehende as
a-.aterias st-guintes : leitura de proa.: e ver^o .m Irttra redonda e manuscri ts, oalli-'
grapfcia,
tica, gecgrphi>> eU-mentar, rspexii 1mtft 1 d Br2!, grnimatieT ii:ion..l, resumo
de bistoriii Im Brazil, recitaciU' na tribuna qom'psaicjlo de Cortas, recibos, etc. A cal-
ligraphii csi cep?< ialni^at- a ^ t.) protVssor Mr Hedi A]-r> Liausu
Conripreh'-nde e material exigid*s pora as mtri ulas as acuidades do
Imperio.
O r.f-ulttdo dea ul:imos efetnoea foi eup ii >r ao do anno preiMtn^e, li. vendo
apenas i-is r<-pr>v!Zw: pendo tres ern porjigu^B du.s em rit}:m.>tfut:a e urt* em
geometria, '-.prebenden !> eess' numero os inhabilitados na pro* tiCrjtfslts.
O -iircclor i.nifina a cnjicnhar tod,,* os csifrf s par^ o oMSSf aprovciiMivento
de seus PkBjii*j # con vid oa intereat-idos 4PPJNP p'SB.t. cuente tomar eonheci-
mento do s.u coll-gio, aadf recfberSo as i xpi<':-.',o>s que dea.-jar8,m.
MMit* I <**< ssssMiasssssssstatal
re.:
Heirique du Silva Ulmm
Em casa de todos os Perfumistas e Cabelleireiros
da Franga e do Extrangeirc
,6s de {Flrd*,gnfl especial
PBWARADU COM BISMUTHO j
CH. PAY, Perfumista
Ra do la Faiac, 9, PABIB iP
TSNTURARI
23Rua de Malhias de ARiuquerque-S
(anliga roa das Flores)
DE
1CLEMENS KUGLER
SUCCESSOR M!
Otto Schneider
Tinge e limpa com a baior perfcicSo toda a qualidade de estofo e an
em pe';- u 'm ebrm, chapen: de fe|tro oa d.> pnlhn, fyfi n 'T-fi-dns Ua&lAvi
o trmliilbt) feito por in"ic> oc inacLinismo cpcrfeic'-d,>, hoja cnaLe^iHo.
Tiol > pr.-Li ii- s V re e c 8?xU-feir-.i <- de ; r a UajMMi iii.s.
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Srtn>1?^'o4s^1a,r0-rt^,a-- J* J
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1 m. u sicrs o,
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razmras
LINCNS lisos, moito finos, a 240 rs. o covado.
BRIM pardo para roupa de enanca a 320 rs. o covado.
TOALHAS f-lpudas, a 3*500 4*f 00 e 5.J5O0, a duxia.
BRAMANTE de algodSo de 4 larguras, a 800, 900 e 1*000, o metro.
DITO de linho de 4 larguras, a 10800, o metro.
PANNO da Costa de listra e de qaadro a 1*000 e 1*200, o covado.
ATOALHADO bu-dados, a 1*200, 1*503 e 1*800, o mefro.
ZEPHIRES de qaadro, pdr8es novos, a 200 e 220 rs. o covado.
ATOALH^JX) trangado de 2 larguras, a 16*200, o metro.
VELBOTINA8 de todas as e6res, a 800 e 900, rs. o covado.
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GARDA-PO para bomem a 5*000, 6,5000 e 7*000, o.o
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CAMISAS nglezas de flanella, a 5*000, urna.
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CAMBRAIAS bordadas, bransas e de edres, a 6*000 a peca
SARGELIM diadas as cores, a 2><> rs. o covado.
CHAMBRES, para bomem, a 4*500, 5*000 e 6*000, om.
MADAPOLAO americano, a 6*000 e 7*000, a peca.
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CORTES de setineta com uro p-queno toque a 6*500.
GUARNIDO de crooh t, 7*000, urna.
MERINOS preto e de cSres, a 800, 1*000, 1*200, 1*300 a 2p000,a
CHEVIOTS preto e azul, a 3*000, 3*500 e 4*000, o covado.
BOLCAS pab visgeni, a 4*500, 5*000, 10*000 12*000, ama.
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SEllOULAS de bramar:., 15*000, a duiia. i
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LEQUES de setiui branco, a 60000 e 70000, osa. .
FUSTOES brancos, a 400, 440. 500 e 700 rs. o covado -^.
CAPELLAS e veos, 80000, 10*000 e 12*000. '---------
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DITOS pnra senboras a 10O|p
DITOS para meninos a 5*000.
TOALHAS para o wr*-no fim, a 1*500, urna.
NA AUA 1. DE MAJtyQ S. 26
DE
AMAR AL & C
/
5 7, Ra do Dupe _de Caxias,5 7-
'speeinl:dade iesle estableiimento
Elr a Mi
ixit defltifficio
>>ri- o aciollecimoato e dSr.>s de dente.
tudas
todjOt
ffBIAfi

BRAXA LQUIDA IMPERMEAVL\
SMPREOA-AB mi~.1V? EBCOVAB
O mmynico ,U3TfiO I'sata gz-mxa
conofrva-e durante usa amana,
Ja, qaal tur o tempo.
BALMOAL BL0SS Comma mima lUifta para as Bettir.js ios Vn^>r(,I
API.TCA-eB EM EBOOVA8 J
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/Jr. ir
3A3
.>8Ka do Imperador38
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As pr< serpfsOes mi iingps estrangeiras >o fielaeitc
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convida es Onicos dssta c.idado qqe queiram honral-o com soa confianca
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deposita e d <>pin.
r


8
I
Diario de PcrnarabcoTerpHeira 31 de Janeiro de 1*88

LTTERATDR^
O JOG-O
POR
JULES DE GASTYNE
Seaada parte
XVII
(Conftnuac&o)
Laica diese irnicamente
de juntar uai novo
DepoU Jo roubo ao
Seria um roco
brilho ao teu nome.
JOgO, O 8Sft88D6tO.
JoSo dea uro passo para ella, medonho.
Misaravel i ^
Laica nao recuou.
Ergueu se diante delle, e fulminava-o
com o olhar.
Foi ello qaein dsu um passo para trac.
Esta hora, inurir.urou ella, paga-mo
no, cntuplo todos os males que Uiiho sof-
Vi-te a raeua pea, supplcando... Vi-
te diante de mim rngindo, impotente, des-
espralo. Os papis inverteram se. E
tou viigada. Nao tiveste compxSo, tana
bem eu nSo a terei. Podes rogrr, amoa-
car-me. As tua? suppli:as nSo me com-
moverao e t.s tuas' amelgas nSo me farao
medo.
O duque, dezesperado, lonco, disse:
Bem %s, infame, que foste ta que
me perdeste '
Jenny Clarkson repetio diversas veces,
com ama especie de alegra feroc :
Sin, fui eu nao te engaas, JoSo
de Morlac 1 Fui eu que volt-. a Paric
para junto de ti, para te fazer deitar algu-
nas des Ingrimas que ficeste derramar.
Qaiz humilbar-te, como tu me humilhas
te... Quiz arrestar peli lama esse nome
que te julgavas tao hito, e que ns quises-
-e baixar at mim.
Ergueu-se diante delle, face a face, com
a bocea junto da bocea :
Olha agora para mim Qual de nos
mais baizo t qual de nos mais vil V
O duque nao reapondou.
Ella pros guio:
Agora bou eu, Luica Potevio, a
aveatureira, a somnmbula, que j te nao
quero, que recusara ser duqueca de Mor-
lac, mulher de um trapaceiro, de um la-
drSof...
O duque deu um salto de furor.
Aa mSos cahiram-lhe como garras sobre
os nombro de Jenny Clarkson que aoltou
um grito de dr.
Fallaste de mais, Luisa... Aca-
ba* de te perder. Proclamaste a nimba
innocencia, confessando que foste tu que
me mandaste aesusar, para te vingares.
Tivesie cumplices... (Na tua falta, esa%s
cumplices fallarlo. O ouro Ibes deeenro-
lar a lingua. Sou rico..V Qaatarei to-
da a roinha fortuna, se preaiso f5r, mas
hei de salvar a minlia boora I
Ella olheu para elle coto/um ar ironiso.
Acreditas n'iaa
O boffi.ro" a qaein seste praticar
urna infamia por dinheiro nlo recusar,
por mais dinbeiro anda, facer na boa
acgSo I Elle nao pode querer me mal.
No momento em que o duque acabava
de pronunciar estas palavras, urna porta
abri se. Willi-.ro appare.-eu.
JoSo de Morlac teve um sobresalto.
Tinba reconbecido o criado do club.
Dirigio-se vivamente para elle
Nao verdade, dase elle, que falla-
rs T Eu nao te fie nada I Tu nao me
ocnhe.es 7 !
William'du un passo para di.nte e
disse :
iLHETlH
VICTIMAS E ALGOZES
POR
EMILIO DE RICHEBOITG
Etfectiramente nlo o conheco, e en-
tretSnto sou sen filbo !
Jo5o d? Morlac recuou desorientado.
Um grito'do pasmo o de terror ao mes
mo te ropo sahio-!he des labios.
Jenny Clarkson deu urna gargalhad.
xvni
William approximou-89 mais, collocou
se boro defronte do duque, e disse, des
gnando lhe o aposento do onde tinba sa-
bido. _
Eslava all... Ouv tudo. Minha
roai nSo clpala.. .N Fui eu quem fec
tudo. Fui eu quem tivo a idea da va
ganga e quera exeerotou... Foi tTrivel,
nao Verdade T
Csame a honra e a vida, u.urmu-
inurou em voz baisa Joo de Mora.'.
O aeu abandono nos custou mais do
que isso, disse William Emqusnto o se-
nhor esta a aqui, rico, feliz, honrado, edu-
cando a seu lado o outro seu libo, a quem
tudo sorria, e qua nSo tnlia mais direito
do que eu su* proteegao o ao seu amor,
sabe o que eu faza, o que eu era, eu, o
seu primeiro filbo, o srrogue de sea san
gue tambem ?
0 daque sentiu um cnlafrio, mas nao
respopdeu.
Separado de miaba mli pela mis-ra,
proseguiu William,-roubado par uns ban-
didos, por enVs iniciado no crirae, l;vei
pelas espeluncas de NcwYork urna vida
roiservel, degradante Cresci entre os in-
fames de l um nome tal, que fui obrigado
a mudal-o, para sabir daquelle lodacal.
A a la instante va diante de mim a pri-
sto e mesmo a forca. E cu, que podia,
que devia rbamar-nie JoSo de Morhc, co-
mo meu pai, que poda ter brazSes, fui
baptisado, pelos meu companheiroa de Cri-
mea o de orgias, com urna alcunha que me
fazia corar, e o fara corar tambem, se o
s.'iihor o ouvisse. Davam-me um nome in-
glez que significava o Limpa carteiras por
que torne!-me de unaa rara destreza nesse
genero de opemgSes.
JoSo de Morlac e Jenny Clarkson fize-
ram o mesmo gesto de berror.
Luica olhon para o filbo.
Nunca me disseste isso, disse ella.
Para que ? respondeu William S
servia para causar-te desgoto.
Ella murmurou em voc baixa :
Meu pobre filbo !
JoSo de Morlac era presa de estranbas
sensacSes.
Havia dentro a'elle, como que dominan
do todas as outras impressd'es, um senti-
mento de medo mysteroso.
Mereca tudo aquillo.
Era justamente punido.
Nada tinba a pedir quelles que tantas
humilhae.oes tiobam soffrido por causa delle,
e a quem elle havia mergalhado em taes
vergonbaa.
William voltou-se para elle.
------------------------------------
0h porque, proseguiu rapaz, o
meu destino mu laucn oeste inferno? Nlo
tinba nas.ido para vver o'elle, un voz
m'o dicia. Mais tarde o acaso, cu antos
a providencia f> c me- esbarrar como mi-
nba roSi. Ella estendeu mo a mito, oon-
tou-ite a sua historia. Nlo tiaba censura
alguroa a fs r lhe. Tinba sido to des
gracada como eu.
Luica cnxugou furtivamente as lagrimas
quo lhe cahian pelas face.
Joao do Mora?, coramovido, conserva-
va os oliios b .icos, setn se atrever a levan-
tal-os, nem para a sua antiga ansate, nem
para seu filbo.
Dir-se hia que o duque estava na presto-
ya de dousjuizes, enJarregados de pdi-
rem-lhe contas de su .a faltas.
Willwm cootinuou : .
Quando encontrei miilha ini, per-
guntei lhe : E meu pai morreu, nao ver
dade ? E la respondeu ice : Ebti vivo !
Minha mai senta effejtivaraente que o se
nhor estava vivo.
Tinba o instinato, murmurou a anti
e-a Luica Poitevin.
Coroprehende agora, meu pai, quaes
os sentimentos de raiva e de odio qu deve
ter alimentado a miaba mocidade, contra
aquellas que' me tinhara d do ao mundo,
e que me deicaram em semelhante charcol
Passei os oieus primeiroa annos a maldi-
ce! os S3m os conbecer, pois que rauito
cima da miaba poaijao fioaram os meus
instiactos, que erara honestos. Depos,
pouco a poaeo, o seoso moral foi enfra-
qaecendo em mim, como em meas compa-
nh'iroj, o roubo attrahiu-me, como os
havia aitrahido. E eu nao tinba outra pai
xSo, outra felicidade, senSo descobrir e
levar a boro xito algama expedicSo cri-
minosa e ielic... Julgava me nascido na-
que' meio despreeado, e acostumava-me
a elle, ou pelo menos esforcava-me para
acostumar-me ; mas quando encontrava
as ras de Nora-York algum rapaz de mi-
nha i lado, bem veatido, acompanbado por
pas respeitaveis, as lagrimas vinbam-me
aes olhos, Ugrimas de p na e quasi de
raiva.
Um eaJmfrio correu pelo corp do pai e
da roS.
Iotcr/oguei-a ainda :
- Era um raiseravel ?
. Ella replicn :
Um miseravd ? Teu pai era filho *de
um duque.
O criado do Club voltou-so p?ra Joo
Um filho de duque I Eu, o Limpa
carteiras, era filho de um duque? Compr-J-
bende que sentimentos agitou cm mim esta
revelaco ?
8im, sim, disse vivamente Jiao de
Morlac, comprohendo tudo
E fez um movimento como para afastar
se.
William reteve-o com um gesto.
E rnais tarde, continoou elle, quando
ella me mostrou em um salto onde ambos
tiulianiCB entrado para 1er o futuro, quun
do ella me mostrou um homem do urna
certa idade, bem vestido, condecorado, ao
lado de um rapaz resplanlevente de mo-
cidade e de ventora, eme disse: tSSo
ellcs 1 o duque e o filho, tou pai e teu ir-
mSo, o olhei para rom, tratado oora des-
den) por todos os fidalgos seus amigos, to-
do o odio, ba tanto tempo accumulado, ex
plosiu de chofre Voltei para casa sonban-
do cora mil projestos de vingan^a, cada
qual mais extravagante, e resolvi-nie por
aquello, que tSo bous resultados rae dou.
Era o meio de o trazer outra vez para nos.
Se eu fosse sua casa, se me tivesse da-
do a conbecer, o senhor ter-me-hia manda-
do por fra pelos bous criados. ,
O duque fez um gesto como par pro-
testar.
Oh I nSo negu, disse vivamente
William, conheco-o.
Joao de Morlac cao protesteu.
O filbo de Luica continuon :
Hoje procranos, porque precisa de
us, porque vem implorar nos. Os papis
estSo envertidos. O senhor soube tambem
quanto costa curvar a cabega, verse a
gente desprecada. Teve de corar e de
chorar.
O duque levantou a cabega.
Retomou oa seus ares de dalgo. a
J nao imploro, diaae elle, agora que
sei quem o senhor NSo peco mais nada.
Fie lhe mal... Retribuio-me. Estamos
quites... Adeus.
E antes que Jenny Charkson e seu filho
tivessem pouido facer um geato para--*S>
ter, o duque tieha aberto a porta e desap-
parecido.
MZi e filho olbaram um para o outro,
com um ar assustado.
NSo esperavam por aquello desenlace e
nSo tinbam anda voltado a si, quando
annanciaram o coronel Boislaurier e Mau-
ricio de Morlac.
Recebo os, disse William desnortea-
do. Eu corro para junto de meu pai 1
E, precipitando se fra, fot no encalco
do duque de Morlac.
Quando o coronel e Mauricio entraran,

encontraram Jenny CLrkson desesperada,
&ra de si.
Em poucas palavras ella con toa lhe o
qae B'V-b&va de passar se.
Tenbo me lo por meu filho... tenho
meio pelo duqu, disse Luiza.
Mauri.'io estremecen.
O coronel sentio tambem um calafrio.
Onde eatarao? onde o encontrare-
mos 'i
Urna idea acudi a Mauricio, que se fez
p llid ).
Santo Dfiuj 1 disse elle.
Depos : voltando ss para o coronel.
- Veoba, mea coroael! venha I
Jei.ny Claiksoa olhava p:.ra ellos a tre-
mer.
Collocou se na frente d'elles.
Recea alguma desgraca ?
Tedas as riesgrxyas, disse o coronel.
Lstza poz a raaos.
- Dcixe-i) que eu oa acompanhe.
Boisliurier olbou pir* ella.
Para o insultar na sua ngonia ?
Nao, nao, disse ella vivamentd; p.n
lancar-me a tus ^s, pura pedir-lho per-
dSo. Fomos muito longe.
Mauriolo nSo podia priaunciar urna pa
lavra.
Solutiva e pareca nao comprehender o
que ac passava.
O coronel estava indeciso.
Luiza deixciuso cahir a seus ps.
dupplico lhe, aSo recuse o meu pe-
dido Em nome do nosso primeiro amor..
Eu uao sou m.. NSo quera a des-
grana de nnguero Mns temos soffrido
tanto, mea filbo e eu. O desejo de vin-
ginja 4usvairou-nos. Mas haremos de re-
parar tudo, tuda, juro-lbe.
Seria tarde, disse em voz baixa
Boislaurier.
Mauricio j tinha sabido.
Jenny Clarkson sgarrava se ao coronel,
que, veacido pela dr quo ella manifesta-
ba, disse:
Venha, minha senborn. venha ^contem-
plar a sua obr. .
Luiza soltou un grito de s-'. fagSo e
sabio atraz d'elle.
O duque tinha sahido da casa da adivi-
nba em ura estado iniescriptivel. Estava
=
acubido. Nada mais tinha a esperar ''. a
disprezo eo odio que mo inspi-
(tlI\TA P.IRTE
t=
quelles que o haviaoi perdido. O seu cas
tigo era merecido. O momeoto do veoci-
ment tinha chcg do ; era preciso pgar
a traillo antiga, pagar as ;nfamias com
raettidH8. O duque ia executar se como
ura fidalgo Era o nico meio de salvar
seu filho, do nao o arrastar comsigo na ca-
tastrophe final. Era a nica solucSo.
Nao arrestara 8sim nioguem na sua
quia. Boislaurier o estimara, e toda a
gente o havia de lastimar. Nao baveria
nada a censurar sua memoria. Elle
mesmo se casstigava pela falta commettida
e tal vez deixssse sua antiga amante e a
seu filho, qae se tornaram juizes implaoa-
veis, saudades e at remorsos. Alen
d'isse, a sua vida estava acabada desde
aquello momento. Tinha g.izado baatante.
Chegara o momento de ceder o lugar aos
Outros ; a existencia s lhe podia trazer
erobt rapos e decentes. A sua soorte era
um desmlace, oollocava um abysmo entre
a sua primeira familia e a segunda, asso-
gurava e felicidade de Mauricio e d'aquella
a quem -He amara.
NSo hesi'ou mais.
Atravessbu a praca de Vendme em
passo rpido. Entrou pela ra de La
Paix, chegou ao boulevard, cbamou urna
oarruagom que estacionova defronte do
Grand Hotel, e ectron para ella.
Mal havia entrado, quando William,
que sahira ao seu encalco, como ja dise-
mos, ohegou por sua vez ao boulevard.
Apenas teve tempo de o ver partir. Saltoa
por seu turno para um carro, e, mostrando
ao coche iro a carruagem que lev a va o du-
que, disse-lhe :
Sia aquella carruagem, custe o que
cusUr. NSo olho a preco.
Q MQ50 DE REGADOS
* (ContinuacSo do n. 24)
m
To cm.su de elaea
Ougam, vio ver, oontinnou ella. Ha-
bitavaraos em urna caainha, casa da praia,
quasi na beira do ra-r. A meu marido,
que me tieba dirigido palavras ultrajantes,
en respond: Insulta sua mulher, um
covarde, e>u tambem soi cjvarda, porque
apezar de tudo, amo o ainda : mas agora
desprexo-o e sinto que ero breve deixarei
de o amar.*
Elle deixoume logo, mas tinba visto
que eDe tinha horror ao seu proedimento
e quo o ari"pendimento lhe havia enjrado
no coracSo.
t Tinha chegado a noite, as horaa de-
corriara lentas e tristes como tolas as ho-
ras de espera e anciedade. Tinham dado
den horas, anda nSo tinba despido minha
filha para a por no berco. Tinha a deita-
do na minha cama e dorma. Eu traba-
lbava lus do lampero e esperava meu
marido, disposta a perdo'.r-lhe e a esqae-
cer tudo. Um homem entrou, esse bo-
rneas, chamado Oarasse, havia sJo, desde
quo esta/amos em Mxrselht, o m3 g'isio
do visconde do Mralle. O que quera
elle ? ah I o que quera o raiseravel I....
Havia all ama horrive! conspir^yao contra
mea mando e contra mim e esse hornero
sabia que nioguem im defender-m*. tre-
veu-sa a fazer me proAfstt-s infames; r s-
jui colffctispindo-lbe no ros-
to o meu
rava.
De repente, uro grande grito, que foi
seguido de outro, ecou beira do m.r,
reconheci a voz do meu marido e fui ac-
r.ommettida por um indizvel terror. En
tSo Dar as 86 disse-me :
c Seu marido denuuciou os contra-
bandistas, esses condemnaram-n'o roorte
e aoabam de executar a sentenca. Viscon-
de esa de Mralle, a senbora viuva I
Como recordacSo do momento mais ter-
rivcl de sua vida, Qabriella teve nm ca-
lafrio, paasou as mSos pela testa e conii-
nuon :
Ouvindo quellss terfeis palavras,
nao sei dizer o que se paasou em todo o
meu ser, a miaba memoria ainda me falha,
as recortaySes tornam se-meconfusas; mas
comprebendo porque: sabendo que meu
marido acabara de ser assaasinado, pertur-
bou se me o espirita, fugio-me a razao.
c Do que eu posso reoordar-me que
houve urna luta entre mim e etse hornero,
fer lhe a cabeya cora um objecto que ao
achava perto <1e mim, ella oahio e ficou
estendido sem movimento.
t O monstro bavivme dito que perse-
guira a miaba filba com o seu odio, que
a roa baria e que a fara matar pelos con-
trabandistas, como tinha matado seu pai.
c Ah I nessa oscasiao j nSo pensava
em mim, na filha maldita ; era minha que
rida tilha, a minba Lourencazinha, quj eu
quera salva Sem perder um instante,
Kgarrei-a nos bragos, fogi de casa % puz-
me a correr, julgando-m-J perseguida por
Darasse e pelos aseussinos de meu ma-
rido.
c Cbeguei arquejante, com os cabelles
em desorden), a urna casa onde morava um
homem bora e generoso, que se havia ble-
ressado por mim e por minba filha.
Salven, minha filha, gritei eu a He e
mulher, os bandidos perseguerame, que-
rera tirar me minba filba, querem natal-a 1
aalvem-n'a eu lti'a entrego I
Di repente julguei vero miieravel Da
rasse ou outro qualquer, armado com urna
grando faca, dispoeto- a otirar se sobre mi
nha filba para degolal-a. Devo ter dado
um grito terrivel, d<>p'is coiri para fra
daquella casa bospitaleira.
Onde fui e o que fiz j nSo me lero
bra. Foi sem duvida nesae momeoto que
perd completamente a razSo.
Ahi est, miat a Lourensa, minba fi-
lha bem amata, como taa pobre roSi te
.bandonon.
Oh! raioha roSi, minha mSi, ex
clamou a moga, desatando a solugar.
O visconie tiaba o rosto escondido as
mSos e occultava tambem as suas lagri-
mas.
__ Estava louca, continuon Oabrella, e
recordo-mo vagamente de haver sido en-
cerrada em urna casa de alienados Foi
s depos de muitos annos que a rasSo n>e
volton pouco a pouco ; desde esse momen-
to teria ficado completamente curada.ee,
faaendo eaforcos persiaten'es para me lero
brar % reconstituir o passado, eu tivesse |
conseguido recuperar a memoria
B:m, senhor, disse o automedonte
instigando o cavalfo e paitindo A galopa.
Vamos deixal os seguir o seu caoinho
e preoedel os no lugar pira onde ss diri-
gom.
XIX I
Viuba cahiado a noite, urna noite de Ju-
Iho, toda estrellada.
O campo estava era comple o silencio.
Ao looge, na sombra iroiuensidade, brr-
lbavam como pequeninaa estrellas, as my
riades de bicoa de gaz que illuminavara
Paric.
O carro do duque, que havia atravessa
do Saint-Cloud e rpida acate corria pela
estrada da Marche, sbitamente estacou
em frente a urna portinha aberta ero uro
muro alto, quasi novo, ue se estendia por
um dos lados da estrada.
Era abi...
JoSo de Morlac apeou se.
Pagou ao coebeiro, e, apenas este frz
rodar a carruagem, tirou da algibeira
urna pequenina chave, abri a porta, e,
depois deeatrar, fechou a cuidadosamente.
Havia lineo minutos penas que elle
entrara, quando outro carro passou em
frente portp-
Era o carro de William, que seguia len-
tamente, como perdido.
Quando chegou ao extremo do muro, o
filho de Jenny Clarkson puz a cabega de
fra:
Pare 1 ordeoou elle.
E saltou rapidameote.
Est certo, p-rguntou ello ao co-
ebeiro, do qun a carruagem que segui-
mos, a que acaba de voltar para Pariz?
- Sim, nenhor, certiasimo.. E' um
carro particular. Eu conhego o coebeiro
e tivo vontado de interrogal o.
Era o que devia ter feito.
Segua innito ligeiro.. Ii long^
quando tive essa idea.
William fez um gesto de cootrariedade
Mas nSo deve ter ido omito longe,
murmurou.
Certamente. .
O duque de oerto entrou era algu-
ma parte, disse William como se fallasse
co.nsigo mesmo.
E com o olhar explorava elle os arre-
dores, que ae lornavaro mais e mais soro-
briof.
Ruga dentro delle uroa colera surda.
Tinha perdido a pista.
E ag/ra j nSo lhe restava duvida...
O duque procura va esse lugar deserto
para suicidarse.
E era elle, su filbo, quero lhe fornecera
a arma fatal.
Arrependia-se agora do que tinha feito.
Seria para elle um eterno remoras).
Deixara-ae levar por uro ex^easivo desejo
de vinganga
At eulo nSo tivera elle nem sombras
de arrepeodimento., Falicitavase mesmo
pelo boro resultado dos seus planos.
Pirin as ultimas palavras do daque
haviara producido um effeito extiaordi-
nario.
Se JoSo de Morlac tivesse suppcado
ou araoagado, pro7avelroente vel-o-bia in-
flexivel sero p'edade.
A phrase altiva e resignada do duque
havia revolucionado sua alma :
Nada mais Iho pego... Conhego-0
agora. >
Depois a sua partida precipitada, par-
tida cuja signifioacSo elle bem comprehen
dera acabara de descoaoertalo.
Quera ver de novo sea pai, ter com
elle uroa nova entrevista, e desta ves
ajoelbar se a aeus ps para pedir-lhe per-
dSo.
O odio, que tinha conduzilo at alli,
desapparecera. v-
O sangue fallara* mais alto.
E agora nao o tornara a ver mais ?
NSo 8 ibia onde encontral-o.
Trema por ter chegado muito tarde.
Procurara por toda a parte, ero urna
nica lus se via.
Ii o viuba pela estrada, como ua ico-
esperado.
Tinha im petos de gritar o de chamar
pelo seu nome.
O cocheiro olhava para elle estn* faeto.
Quer que espere ? pergantoa elle.
airo, sim, espera all.
Comegou a camiuhar pela estrada.
O cocheiro des.en d* ni oofada, apprssj
ximou o cavilo da reir e eomegja a fo>
mar o seu cachimbo.
A estrada estava deserta, a caima i ri
profttnda.
Ouvia-se nnicament) 03 grillos, que chil-
ravam aa relva.
Durante este tempo, a uqaa, depois de
ter, carao j dissemos, fechado .. po:t,
atravesaou u na espacie de jardm sem ras*
tura, coberto de arbustos bstanlo : ltos m
ervus, naa quaes os aeus ps ai embarav
gavam..
II .ua muito tempo que nSo ia al, e
que tudo aquillo estava abandonado.
O duqui aebou se fia dtente di inte 4c
ama c.-.sa bastante Tasta, mas icai;o uui
xa, coro uro nico andar e cujas port.s e
janellas, pintadas da ver e, estava* la-
chadas.
Procurou de novo no bolso, tirou a aa
chave a BBettaa-sr n* fecbadura.
A porta abri se com um raido qui
ecboon aa casa, qu-: estava vasi. .. Jlo
de Moriac entr-ro...
Ac. en leu uro pbosphoro e vio um i.-aa-
tgal quo centiaba ciada. um pedazo do
re, aecendeu-a a i'irigio ss para a*
sala onde estava urna secretan*, que coa-
tinha tudo quanto era ne cosario para c-
crever, urna outru pequen i m> sa, ua pol-
trona de cauro e algumas cadeiras. Toda
isto estava impregnado de uro chairo a
ido ib >- de humidade.
O pai de Mauricio foi jaoella, abrio-a,
e ficou um instante iroroovel, pensado, a
contemplar o co.
Era noito escura. Nlo se ouvia ap asa-
co ruido. AquelU calina liuba algaba
cousa de mysteroso o de solemne.
O duque sanio da jaoella.
Sectou-se junto secretan, pf**
n'um papel e na penna e com coa a es--re-
ver.
Escrevia com a mSo tresnal 1 <* rapiia-
aiente.
Quando ac*bou pegou em um envalija
e tragou este sobscripto :
c Ao 3r. presidente do C'ub, boala-
vard dos Italianos.
Naquella carta narrara a sua historia,
hupplicava ao presidente que rebab-
tasse a sua memoria, par causa de s-o i-
Ibo.
t Acredita-ae as pessoas que to saaay
rer : e eu mato me, dicia elle, pr* lyar
a felicidade de Mauricio, coropronaettiia
pela vinganga barbara, irrtflejtida do ac
irmSo.
Al r\ disso, S'ria fcil certificar-s da
veracidade da sua aarraglo.
O ccronel Boislaurier, qae eiUf* aa
facto de tudo que se tioba paseado, podia
em caso de necessidede testemioh^r.
Esperara, alm de todo, iaaer lta.-.paa-
recer com a sua morte oa odios qoe so cr-
gueram contra ell?.
Quando terroiaou aquella epistol, escre-
veu outra pra seu filbo, p*ra o coronel, o
depos urna outra para Laica Peiteva a
seu filbo.
Fechou as e lacioa-aa coro sa siswtte, da-
pois levantou se, pegn na vela o pa
para urna outra sala.
Estava ainda mais calmo.
A reBolugSo toma la pareca ter
fim k agitagio que o faaia termer aro poa-
co antes.
No silencio da casa diserta ouviaos-so a
raido dos seas passos, despertando em tor-
no delh os ecos adormecidos.
MrulU-, Deas perdoou me todo o mal que
oausei, visto que, depois de me haver feito
achar minha filha, fac-me achar minha
roulhir I Qabriella de Saulieu, Ernesto de
Mrutle a seus ps implora o seu peraSo
E curvou a cabega.
Lourenga tinha-se posto de joslbos so
lado do pai.
Qabriella p6z as mSos na fronte do vis-
conde e obrigou-o a levantar a cabega.
Euto, com o rosto illuxinado, olbou
para ell, fixou os olhos nos olbos delle,
c Emfiro, gra'oaa a ti, minha Lourenga, I depois ioalinou se leutaraen'e, depoclhe um
e grag.s ao senhor, recordo-roe 1 Ahl|beijona testa e exclamou, deixando ex
quanto roe grato dever Ibes a minha cura l plosir uroa immeosa alegra :
c E minha mSi perdoou-me... existe ain-
da... bei de tornar a vl-a.
Deu uro profundo suspiro, e como alque-
brada pela oommogSo, deixou-se cahir em
cina da cadeira.
Depois de um momento de silencio, non
tinuou coro voz raeiga e melanclica :
Lourenga, minha filba, record roe..
Viro agora pensar em teu pai, fallramos
delle multas veces e havemos de orar (un-
tas pelo repouBO de sui alna.
O visconde, qu* pareoia esperar aquellas
paiavras, teve um tremor que percoweu-
Ihe todo o corpo.
Qabriella, disse elle coro voz vibran
te, Ernesto de Mralle nSo merreu.
O senhor diz que meu marido nao
morreu ? exclamou ella.
Digo. O vscoade do MrulU, ferido
pelo puuhnl de um contrabandista, foi ero
seguida atirado ao mar, mas reeolhido lo
go por um barco de guardas da alfandega,
toi chamado vida e, gragas aos cuidados
que lhe foram prestados, couservouosaros
oas. Deus quiz que elle vivesse, para que
podesse arrepender-se dos seas erro para
coro Qabriella de Sauliou e para lhe facer
expiar as colpas do pass do, duraute vint
aunos de miseria e de Boffrimento.
Mas, ontao, quem o senhor, qae
me rssttue miaba filba, que me ajudou a
recordar me e que me diz que meu esposo
vive anda ?
Com lagrimas nos olhos o visconde res-
pondeu :
A miseria e os soffriroentos tero mu-
dado bastante Ernesto do Mrulle, visto
que Qabriella de Saulieu, coro os olhos
fixos nelle nSo o roe >nh -ce.
Meu pai meu pai I exclarooa a
moga.
E langou se lhe ao pescogo.
Mas o visconde cabio de joelhos diaute
de Qabriella qu--( abalada por um tremor
nervoso, se oooservsva nuda.
Galiriella, Qabriella, disse o Sr. de
__ Reeonhego-te o contino a amar-te I
Sentio se iuamodiataroente aportar ao
mesmo tempo pelos bracos da mulher e da
filha. *
Tinhm-ae approximado aa tres cabegas
e confundiara se os beijoa e as lagrimas de
ventura.
A dona do casal, uni.ro testemunba da
quella acea commovedora, estupefteta,
oborava tambem ardentes lagrimas.
Alguna instantes depois, JoSo Soulisse
eutrou coro os dous pequeos pelt mSo.
Os pequeos quiceram beiiar a mamS
Pallidacinha e receberam tambero uro beijo
do Sr. de MrulU e de Lourenga.
Em poucas palavras a Sra. Soulisse poz
o marido ao tacto do que se passava.
Este por saa vec, deixou ver a sua ad-
mira iSo. 4
Comtudo, foi elle o primeiro que pensou
no almpgo para todos.
A mulher foi logo diaimfr o gallinheiro,
emquanto o marido corra aldeia para
tracer o que faltava no casal.
Entretanto, todos entregues sua ale-
ara, o pai, a mSi e a filha, trocaram pa-
ltvras de ternura.
Eraro daas horaa da tarde quando o
nossos tres personagens deixararo o casal.
Agradeceram aos esposo* Soulisse e o vis-
condo de Mrulle obrigou-oa a aoeitar mil
francos, oomo primeiro teatemunho da re
conhecimento.
Os pequeos cboravam e sgarravam o
vestido do mamS Pallidacinha para nSo a
deix-rero sabir.
Beijnndo-os pela derradeira vec, Qa-
briell 1 diss". Ihes:
- NSo cborero mais, meus queridinhos,
proroetto-lhes que hei de vir vl-os.
para um hotel do boulevari Poissooira,
onde puderam por disposigSo da Sra. e
da menina Ana- lroo um aposen'o composto
de dous quartos de dormir e de ama pe-
quena sala.
No caminho de ferro, tinham conversado
largamente e Qabrielh nada tinha j que
saber a resoeito da mSi, do marido e da
filba.
Como receassera uroa commogSo muit
violenta para a velha raarquez, tinha-ae
decidido que o Sr. de Mrulle ira primei-
ro procurar a Sra. de Saulieu e, sem se
dar a conbecer, prepara-la para a felicida-
de evidentemente inesperada de tornf.r a
ver a filha.
Fallar Ihe-bia, em seguida, de Genoveva
e dir-lhe-bia qae essa moga,
recolbio'a ao
\
IV
asnombru
Os nosses viajantes ebegararo a
vis onde condmio a mnlber e
Pariz;
a filha
Asylo Qabriella e qae ella tiaba tido dous
das na saa coropanhia, era Lourenga de
Mrulle, sua neta.
Enofim, dira marquesa que a fi'ha 9 a
neta eatavaro ambas em Paria o esperavam
o momento de irero langar se-lbe nos bragos.
Ora, depois de ter estallado a mSi e a
filba o de as baver recomroendado muito
ao dono do hotel, o visconde dirigio-se ao
seu quarto da roa de Charonne. onde tor-
nou a vestir o trnje de mogo di recados,
menos o bonet de grande pala.
Tornando a ser o pai Anselmo, oaminbou
com passo ligeiro para a ra de Varennes.
Estava apenas a alguna passos do pala-
co Saulieu, quando vio] sabir de l ama
mulher. Era Paulina Dsrasse. Esta, re
coohecendo tambem o mogo de recados, foi
a toda pressa ter cora elle.
Ah l o senhor, disse-lbe ella ; tenbo
bastante satisfago era o ver.
Tambem en, Sra Daraese.
O senhor tero qae me por em pre-
seog* do assassino do mea marido.
E' verdde, assim Ih'o proraetti.
E qaando cumpre a saa promesas?
Queira ter ainda paciencia por mais
dous dias ou tres.
Pois aeja. Ah I egora quer saber,
tenho urna confianga no senhor...
Muito agradecido.
O senhor ennarregou me de diaer
Sra. Marqueca de Saulieu.....
Ab I verdade I EotSo, deu o meu
recado ?
Nao podia deixar de o facer. O
senhor nSo se engaara, o que annunciava
Sra. marquezt realiou-so quai logo.
Nao oompreheodo. O que que se
realiiou ?
Ora, sabe perfeitaroente I A Sra.
roarqaeaa encontrou a neta.
O mogo di recados estremeeeu.

J
(Continua.]
disse eJsV, o qua eat para
marqueca en ostroa a
Jepoia,
roa
Hein?
ahi a dicer?
Qae a Sra.
neta.
Ora, vamos i a saber, minha que-
rida senbora, a s robora est doida?
- Como, nlo ms quer acreditar ? Ea-
tretanto.. .. pois bem, sim senhor, a 8ra.
marquecs. j tem a aua neta, e ainda agora
tive a honra de vtr a menina de Mrafia,
que urna moga encantadora.
A aenbora vio, em caaa da Maraae-
ca de Saulieu, a menina Lourenga da M>
rolle ? exclamou elle, com uroa agitigio
extraordinaria.
Sim, senhor, mss o que qaa tasa f
O olhar do pai Anselmo tiuha-se earra-
gado de relmpagos sombros e a sa pay-
sionoraia tinha tomado urna exprsalo ter-
rivel.
Ficou por instantes peaaativo,
batodi na* testa, mormurou coi
surda :
Ora esta ; isto ainda peior qoa aav
s>ssinar uro homem!
Coro tora brove, iroperioso, isss ero *lu
voc :
Sra. Darasse, a aaabora vem com-
migo casa da Sra. de Saulisa I
Perdi, 8enhor,uS>as...
Acaba de sahr de Casa sMca alo
importa ; posaivel quo lenba pr.? isa da
senhor.), venha, venha!
O mogo de recados fallava coto tal aa-
toridane que cortava logo qualquer ubjeccSo.
Paulina Darasse seguro-o.
Foram recebdos primeiro por Dorotea*,
que nSo pdlo cooter nm movimento do
sorpreca, vendo o pai Anselmo.
Esto explicou criada que, tendo ra-
contrado a Sra Darasse oa roa, tinha-lao
pedido que o acomjanhasse ass d Sra.
Mtrqueza de Ssuleo, que, a guol> ella
esperara, se dignara recebe loa iasiuesv
tamente.
Dorotba toi tsr coro a ama, qaa a*
quella cccasiSo ae achara sozinba na cala
de visitas. '
Sra. marquezdisco a criada, ff
annuni'iar lbo urna aeganda naita da 9
Darasse; volta acompanhadi por uro ase-
de recados, e esse moco de recados, 3ra.
marqueca, o pai Anselmo, qae fda
durante muitos annos 4 esquina da 1
Barbet-du-Jouy e-fec rnuitoa resadaa i *e-
nhora marquesa.

(Concmuar-s* ha\

I
Typ. do Diario, roa nam d* Caasas





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