Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19144


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Full Text
P AH A CAPITAL E LIGARE* 0.\DI
Por tres mezes adi&ntados .
Por seis ditos idesa ....
Por um auno dem ....
Cade numero avulso, do mesmo di
\

6,5000
125000
23*000
5100
"TLlflA ZI vi !u vi^IsHI
PARA DENTRO E PORA DA PROVIMCIA
Por seis mezes adlantados.............. 13*500
Por novo ditos dem................. 20*000
Por um anno idem.................. 27#000
Cada numero avulso, de diaa anteriores........... 1 #100
NAMBUGO
Propriftafc* bt Mmo Jf\%ntvc6& i>* -lana IUjob
mi
k

*
pS^
s.

TKEfiaaMAS
SERVfCD 00 CENTRO TELE6BAPHIGQ
DA IMPBENSA
{Para o Diario de Pernambuco)
BUCHAREST, 26 de Jsn-iro.
O ministra ras > nesta cidade ameaca o-
terromper as anas relapsa com o governo
da Roumania.
PAKIS, 26 de Janeiro.
O Arsenal de Toolon est em activida-ie.
A Hespanha tem encom mondado pe-
trechos bellicos.
Foram devorados por um incendio os
eataleircs de construccjlo naval de Gran-
Ule, onde bavia pglorr.erai.ao de materias
infla ratn a veis.
Sio incalculaVeis os prejuisos.
ROMA, 26 de Janeiro.
S. S. o Papa Leao XIII receben em au-
dien i-i as deputacSea africanas.
De raro se innundacSes em conseqnen-
cia de temparaes na bahia de Lickle.
RIO DE JANEIRO, 26 de Janeiro, as
5 horas e 35 minutos da tarde (recebide
s 8 Loras e 45 minutos da noite pela'linhe
terrestre).
A Cmara Municipal de Ouro-Preto pro-
oedeu a apurado dos votos para senado-
res na ultima eleicio, organisando a lista
trplice assim :
Commendador 'Manoel Jos Soares 10.049
iBarSo de Leopoldina 9.961
Dr. Jos Cesarlo de Faria Alvim 9.020
O Diario de Noticias declaro que
a volla de S. M. o Imperador estava" re-
solvida para Junho prozimo.
Foi preso, requiaicZo da L^ga-
cao de Portugal, Francisco BrandSo de
Castro, tbesoureiro do consulado gerl,
como accusado pelo desfalque all verifi-
cado.
O mercado dos cambios esteve
frouxo.
Prosigue na Babia a libertacXo pelaa
ras da cidade.
Os abolicionistas recusam votar ni eon-
selheiro Sodr, visto possuir elle escra-
VOB.
O directorio liberal pronsette obter a
libertacSo desses escravos.
Na provincia de S. Paulo torna-se
'n ten so o m o viro en t o abolicionista.
A provincia brevemente estar de todo
libertada.
INSTROCqO POPDLAR
LZIEBATIBA
DE
P0RTIJG4L BRAZIL
PELO
Conselheiro J0S0 Manoel Pereira da Silva
(Coutinu ac o)
Furam essss tribus de homeni ezpellidas da
Asia, un sentirn espontneamente neceesdade
de emigrar ? Pontos anda nao perfeitam'>nte es-
clarecidos, pasto quo so nao duvide que imbta as
correntes transbordadas da Asia para a Europa
pertenciam familia aryaoa, que habitava os ter-
ritorios situados entre e mar de iral e as monta
nhas de Hiudo k).
Oe toda essa descendencia dos antigs invaso-
res foi o povo romano, o maisjaetavel cooquistador
e colonisador. Dominou o oriente, o occidente, o
norte e o sul, ubmettendc com suas armas e cur-
vando a seu jugo qo >ntas aacSes encontrara, da
modo que a maior parte da Allemaoha chamada
pelos romanos Qermania, e dar Inglaterra denomi-
nada Britanoia, todos os pases do Danubio, e
Franca entio condecida pelo titulo de Galla a
comprehendeudo os Pases Baiios, a Italia as
Hespanbas, es estados da frica hachados pelo
Mediterrneo, at o extremo di Mauritania Tiugi-
tana oa Marrooos, o Egypto, a Syria. a Grecia, a
Asia menor e vastos territorios at a Arabia, a
Persis, a Armenia e o mar Negro ; tudo Roma
avassallou, tudo avassullou a seu imperio, tudo
obrigou a obedecer a suas leis e subordinar-Be a
seu sceptro.
Podia-se diser romano o mundo conhecidotia-
rante os tros prmeiros seculos da era ebristi.
Soma governava as colonias numerosiasimas que
submettera e as desenvolvis 4 sus inagem, impoo
do-Ibes sos lingua, sus leis, suas instituices,
seus costumes, suas tradiedos : assim se assimila-
va os vencidos e os fuudia na sus propria naci-
nalidade.
Cada ama cidade, cada um estada Be adminis-
trava pela mesma forma que a propria sede do co-
lostal imperto, que a poueo e ponco foi conceden -
do a todo* os povos subjugados os foros e ttulos
de cidadais ronnu n, e formando assim como que
urna unicaficacao da su soeiedade. A lingua la*
tina tornou-je portento universal, lutando apenas
com a grega, que sempre cultivada fora e at pelos
rumanos que com ella se educavam e della rece-
biam luaes proveilesas.
Nada ha de mais curioso q i-- a marcha e trans-
ormacio paulatina do imperio romano. Eztincta a
repblica por Cesar, reioaram alguna membros da
sua familia. P^ssou depois o tbronoa os romanea
predilectos dos soldados e lictores. Espalba I o o
direito de cidadio sos varios povos conquistados,
estes iguaesem tuio aoa romanos, collocarama co-
loa na cabeca ao priucipio de italianas, depois de
hespanhoes. Gallos e africanos se segniram, e por
fim orientses europeos e da Asia, e at rabes,
que comees varo a apparecer.
Tornoo s sss>m o imperio n'o 4 rumano, mas
universal, e oceuparan, igaulmeute empiegos im-
portsotes civis e militares gallos, hespanhoes,
africanos, gregos, asistios e germanos.
(Contina)
PARTE OFFICIAL
.O\ CUNO A. PROVINCIA.
Ri-iulamento orgnico dst admlalalrarao do eas>s-
do publico
(Ctminuaco)
, Seef&oll
Do procciso e imposicao das penas disciplinares
Art. 195. O processo disciplinar dos professores pblicos que
iocorrercm em alguma das faltas de que traca o art. 191, pode co-
mecar :
I Por ordem do presidente da provincia ;
II Por iniciativa do inspector geral ;
III. Por meio de re; -sentacai do chefe do esUbdeeiiiiento a
que pertencer o profesa r, dos delegados litterarioa e inspectores es-
cu ares : e -
IV. Por queixa do: nais doa alomse on denuncia documentada
de qualquer cidadXo.
Art. 196 O inspector geral, tasendo autoar palo seu secretario
a rdem, representado, denuncia, ou qaeixa e documentos, si oa
h urer, ou declarando em portara as taitas commettidas pelo pro-
tessor, que tenham ebegado a seu conbecimenio, mandar oavil-o
s)Dre os tactos argidos, remetiendo-Ibe copia da processo
1 o O praso pira a resposta ser de quinse das, pdenlo ser
prorogado pjr msis dea pelo injp^otor geral, e eorrer Uj da se-
guate quelleem que o accus>tdo reeeber a commuoica^o otSal,
da qu 1 deve dar recibo, sob pena de pracoder-se sua revelia.
1' 8i o professor se h juver ausotado da tde d sua cadeira
cu sendo difliiil transmittir-s j-lbe a commaoicaoi ser a intima^o
feita por eiitaes publicados pala icnpreaaa, correntio do dcimo quin-
to di* da pu licacio o praso do 1.*
3. A resposta do aovasado com os documentos qu: a acom-
panbarcm d->ver s >r entregue, miaota recib, o dalegido ilite-
rario e com inf jrina?;i j deste remettida ao inspector geral.
N, caso d, i 2. yolera ser tsmbam entregue ao secretario da
re.-mrticao d* Iubtruccio Publica.
4." Findo o praso, o processo com a r.-sposta do acensado, si
este a bouver dado, ou a>m olla, no caso contraro, ser entregue a
sec(o cooopetents do c use u litterario, e esta em 5 das o exami-
nar consultando sobre a nacessidade que baja de novas informa-
coee, prodoccao de pro.- is e o mais que cjun-r ao escareensnto
des tactos.
5.* Em segnida passar o processo ao nombro do conselbo
Iliterario de que trata o 6.> do art 4, o qutl no mesmo praso po-
der reqnerer o que for a o^m do aecustrto; e cobrados os autos pelo
secretario, nudo o nraso deste paragrapbo e do antecedente, o in-
spector geral orovidenciar no sentido de serem com brevidade sa-
tisfei'.HS as infornuccs e dgenciss exigidas pela seceo e pala de-
feza, ermtanto que esUs nao s>-jam coutrarias s disposicSes vigen-
tes e nao prolongo- m sem necessidade a marcha do processo. Uto
leito, o inspector geral designar dia para ser interrogado o acensa-
do e produzr a det za e provaque tiver.
6." No dia des;gnad >. p^r.iote os membro* do einselb^, qu*
eomparecerem, se proceder ao interrogatorio do accoaado, e nio se
auhsndo elel p esente, continuar sua revelia o processo.
7.o Si houTerprova t>*atemanbal, comecar-ae-ha por esta, ou-
vdas primeiro as testemuubas da aecnsauo al o numero de 6 e
depiii as -ia lefeza n igual uxero, seo lo .ncerraia o processo
coin o interrogatorio do acensado.
8.0 As inquiricoss e interrogatorio serio fetos pelo relator
da 3* seccao do conselbo, podeudo qualquer dos membros deste e o
acensado faserss p?rgunt*s quo pnteaderem conveniente, e slo es-
cnptis pelo secretario da repartico da Iostrnccao Publica. U ju-
ramento das testemunba" sei deferido pelo inspector geral.
9* Ultimadas as diligencias e juntas ao proc.-sso s allega-
cors esciiptss que o acensado tiver otferecido, e os demais papis
tioe foiem relativos, irio oj antos por 5 das ao mambro do conselbo
a que se refere o g 5 deste artigo, para que deduza a defeaa, poden-
do juntar nesse prazo quaesquer documentos que snteriormente nao
1.1,ha apreeentado.
Cobrado o processo, passar elle secc'.o, que far o- sen rela-
t.rio ( 10) e juntamente apresentar parecer motivado, coocluindo
pela absolvico on condemnclo do acensado, declarada ueste caso
a pena qne se Ibe deva impr.
j 10. Na conferencia que for marcada on na prxima conferen-
cia ordinaria do conselbo littersrio, lido o relatori, -que se limitar
U rxposicao summana dos tactos e provas,a defez* de que trata o
paragrapho antecedeote e o parecer da seccao, examiuado o processo
na occasio pelos meabros do couselho que o quiserem, votar-se-ha
o noesmo parecer.
U. Como resoltado da deliberacio do conselbo, serio conclu-
sos os autos ao inspectorgeral, que tendo em vista essa deiibaracio,
proferiia decis&o com o recurso que coober. (Art. 217 )
12 O parecer e decisio de qne tratam os 9 e ll deverio
tic motivados" e serio re/istrados em livro especial.
Art. 197. Quando o'processo fr por faci que motive ou possa
motivar remoco ou denvssio, o inspector geral o rematar at dea
das depois da intiaacio do aecusado, ao presidente da provincia,
que podar ordenar novas diligencias, si o jalgir necessano, e re.
solver em nltimt instancia.
Art. 198. A st-ntenca disciplioarser intimada ao acensado, re-
aiettendo-e-lbe copia, tu p ;r edital, si nio se acbar na sede de sua
ead.ia. Oaccusldo, no caso do artigo antecedente, podar juntar
ao pr.cesso oovos documeatjs e allegacoS dentro de oito das da
irimnCio ..
Art. 199. Quando o procasso disciplinar houvr s do remetcido
ao piesidnt- da provineis, ser'devolvido coui a docisao deste i se-
cretaria 1* Iosrruecii Pob ica, onde dre ser archivado.
Art 203. As penas de multa e sospensio serio impostas pelo
inspector ;eral, delegados Iliterarios e inspectores esc Jares, por
portara motivada.
1." Quaudo pelos delegados luteranos, oovido previamente o
erofessor, serio ao inspector geral remettidas as intormico:s e pro-
vas qne as justifiquen], afim de que possam ser por este confirmadas.
(Art. 3" g 18.)
2.* Entre essas provas, si o (acto for impugnado pelo profes-
aor em saaraiposta, deverio ser presentes ao iosoacior geral, at-
testadoa pelo menas de'tres pas de familia eom filbis na escola do
acensado, e de autoridades ou de pessoas qaalificadaa da localidade.
i 3 As multas serio eommnoicadas ao Tbesouro Provincial
paraos deidos effaitos
Art 201. as saas visitas s escolas, as autoridades fiacalisa-
doras do ensirio se absterio de dirigir aoa professores em presenc^
dos alumnos quaesquer advertencias on admoestaodes que os possam
desprestigiar, guardando-as para comouoiear-lh'a por meio de ot-
ficio, on laogando-as na eolomna cimpotente do livro de matricula.
TITULO V
Capitulo XV
Du substituicoes
Art. 202. O inspector geral ser substituido por pesaoa idnea
nomeada |>elo presidente da provincia, podendo ser proferido algum
dos membros do conselho litterario (art. 23o). Quaudo o inspector
geral tiver de sabir em seivico fra da capital, por mais de cinco
das, designar um dos membros do oonselho litterario que ficai
encarregado da direcoao do expediente ordinario da repartilo (art.
3.' g 1., 4., 5.', 6.o, 10, 13, 15 a 18, 20 e 21.
Art. 203. Os professores pblicos de iostrucci primaria serio
substituidos em seus impedimentos na t->rma do art. 3. 20 o art.
17 H 2 s e 3. Para a< escolas nocturnas, si no lugar nenver ou -
tros professores pblicos, ser eos desses designado para a interini-
dade.
Art. 204. A nomeasio de protasor interino (art. 17 2.*) ser
feita por portara do delegado litterario, a qnul servir de titulo,
sendo rubricada pelo inspector geral. O nomeado entrar inmedia-
tamente em exercicio, bastando para titulo a portarla anterior com
apostilla do delegado e rubrica do inspector geral, oas novas nomea-
coes dos que j houverein servido. A coofirmayio pelo inspector ge-
ral nio precisar repetir-se duraota o anno a respeito da uoineacio
interina, qne recahir em pessot cuja nomea^io j tenha aido appro-
vada.
Art 20o. Os delegados litteiarioa sao substituidos em sena im-
pedmen'.OJ : 1.* polo promotores pblicos, 2.* pelo seu adjunto, ende
o honver, na sede dos termos, 3." fra d'ahi pelos parochos, 4. nos
respectivos distretos pelos repplentes de juiaes municipaes e 5. pelo
juiz de pas que estiver em exercicio, devendo communiear ao sen
substituto immediato o impedimento que tive'.
Art. 206. Os ebetes e professores do estabelecimentos Iliterarios
serio substituid 's de couformidade com o disposto nos respectivos
regolamentos.
Art 207. Na presidencia do conselho litterario, nio se dando o
caso do art. 202, 2.* parte, o inspector geral ser aubstituido :
1.* Pelo director da Escola Normal;
2.* Pelo regedor do Gymnasio Pernambacano;
3.* Por quslqner dos membros do conselho que fox designado
pelo presidente da provincia.
Art 208. Os membros das commissoes examinadores serio sub-
stituidos por nomeaeio do inspector geral, desde qae hora devida
nio eemparecerem.
TITULO VI
Capitulo XVI
Do ensiao particular
Art 209. O ensino particular poder ser exercido nesta provin-
cia por qualquer nacional ou estrangeiro, sem dependencia de liceo-
< nem de provs de capacidade profissiooal, ficando todava os pro-
fessores e directores de estabelecimentos de instrnecio sugeitos s
seguintes obrigatoes :
g 1.* Conmunicar, no praso improrogavel de um mes, ao dele-
gado litterario do districto, a denominado e local do estabelecimen-
to que houverem fuudado, o programma dos estudos, o pessoal em-
pregaoo no ensino e as alterncoes que se derem.
2 Bemetter mesma autoridade, em Novembro de cada
anno, urna relami dos alumnos qua frequentam o estab leeimento,
com declra{ao da natnralidade, hliacio, idade e aproveitamento ;
seado que, em relacio s aulas da instruccaVo primaria dos lugares
onda o ensino for obligatorio, daveiio remoller mappas trimeosaes
da tr quencia dos alumnos, declarando o numero do faltas e os mo-
tivos deatas, quando sabidos.
3.a Mubmettor se fiscalisa^io do inspector geral (art. 3 1),
delegados litterarios ou commissarios do inspector geral, restricta
ao que for relativo estatistica, observancia das leis do nais, aoa
prcoeit-B de moral e da bygiene, de vendo franquear as snlas, dormi-
torios e mais dependencias dos estabelecimenloa aquellas fuoecicua-
rios, quaudo os quiserem inspeccionar.
Art. 210. Os collegios de meninas t poderio ser regidos por
seohoras, e nelles nio serio adoittidos alumnos internos maiores de
des anuos, nein poderio residir adultos do sexo masculino, com ex-
cepcio do pai ou marido da directora, c dando-se disso sciencia ao
aelegslu litterario. >
Art 211- Os directores de estabelecimentos particulares de ins-
truefio devero remetter ao d< legado litterario dous exemplares do
regiment interno on estalotos, que deverio formular para regu'arl-
dade dos trabalhos e disciplloa dos institutos a seu cargo.
Art. 212. O tnsino no domicilio do alumno icento de toda ins-
pec?ao o das i brigacoes declaradas no presente espitlo, deveudo
apanda o chefe da familia communiear ao delegado litterario onome
e resuieucia do urofessor e enviar-Ibe em Novembro de cada auno
urna relacio d s alumnos cem deelaracio dos nomes, filiacio, e idade
delles.
^ uuico. No caso do ensino domestico ser tambem dado a alum-
nos de outras familias, o professor obrigado a remetter ao mesmo
funccionsrio, nos primems das de M-.io e Novembro de cada anno,
um mappa dos a'nmnos qoe assica ensinsr, declarando seus nomes
idade, filiscio e aproveitamento.
Art. 213. Q'iando em qaalqier escola ou collegio fr perpe-
trado slgum delicio, o professor immeaiatamente o communicar
nesta capital so inspector geral, o as diversas localidades sos de-
legadoa iitterarios, os quaes o le> ario ao coobeciineuto daquella au-
toi idade.

ArL 214. Os profassires o direi-torrs de quaesquer aulas e esta-
belceimentos psrticnla'es de instruoeao primara, secundaria uo
especial, de na m de ontro sexo, incorrerio em multa de dez a cn-
coenta mil ris pelas infracedes do art 209 gg l'e 2; arta. 211 e 212
uaico, e de cincoenta a duzentos mil res pelas do art 209 3o, e
arta, 210 e 212, imposta pelo delegado litterario ou inspector geral
em portarla motivada.
Art 216. O resultado das visitas feitas pelo inspector geral e
seds agentes s escolan e estabelecimentos particulares de instrne-
cio, dever ser publicado nos jornaes de maior circulscio, sendo
declarado si foi verificada a fiel execocio dos estatutos, progrsm-
mas e annuncios do esl abelecimento visitado e tudo mais qne possa
ioteressar aos pas dos alumnos e ao publico.
Art. 216. A's escolas particulares de instrnecio primaria fun-
dadas a 2 kilmetros de distancia da escola publica mais prxima,
teddo frequencia de 15 ou mais armeos, poder ser concedido pelo
presidente da provincia um subsidio annaal de 3004 a 600"..
| 1 Poderio ser tambem subvencionadas as escolas qne fnnecio-
nsrem, nss condic s cima ditas, em lugar onde nio seja suffisiente
o namero existente de anlas publicas (art 45).
2* Para obter a subvencio dever o professor exhibir orna
relami dos alumnos matriculados e trequont.es, attestacoes das auto-
ridades locaes sobre a habilitacio do mestre, legnlaridade de sua
aula, local o condicOi:8 de escola.
* | 3 O subsidio ser pago em vista de attestados mensaes dos
delegados litterarios, rubricados pelo inspector geral.
| 4o O subsidio ser retirado ao professor toda ves qoe se pro-
var mal cumprir seus deveres, e os alumnos nio mostrarem aprovei-
tamento.
TITULO VII
Capitulo XVII
Dos recursos
Art 217. Da imposifio das penas de qne tratam os arta. 33 a
35,191 1- e 192, cabe recurso voluntario. D-se recurso necee-
serio sempre quo se tratar de facto qne possa motivar remocio ou
pe Ja di cadeira e nos casos do art. 200 1-
Art. 218. O recorso ser interposto para o presidente da pro-'
viacia, nos casos doart 191, e para o inspectorgeral, nes casos dos
arts. 33 a 35 e arts. 190 e 200 1.
Art. 219. Os recursos terio i-ffeto suspensivo, sendo os vo-
luntarios interpostos por meio de peticao documentada, e devendo
ser apresentados dentro do praso de des diaa, a contar da intimacio,
sob pena de nio ser n admittidos.
1. As peticSes de recursos serio entregues, mediante recibo,
ao secretario da Beparticio da Iostrnceio i ubiiea ou ao delegado
litterario. No recibo se mencionar i a data da entrega e os docu-
mentos apresentados.
2. Nio serio recebidas petcoes de recorsos nem documentos
a ellas aanexos que contiverem expressoas injuriosas on desrespei-
tosas contra os funecionarios fiscalisadore do ensino.
Art. 220. A autoridade, de caja deliberacio ou sentenca se
recorrer, dever no praso de dea dias fsser snbir o recurso a autori-
dado superior com sua informacio.
TITULO VIII
Capitulo XVIII
Dipos i toes diversas
Art 221. Os cargos de inspector geral, director de estabeleei-
msntos pblicos do instrnecio e professores pblicos de q lalqoer
catbegoria, sio incompativeis com quaesquer ootros geraes, provio-
ciaes e municipaes, salvo os qoe torem de eleicie popular, (uio com-
prebendido neata excep(io o primeiro dos referidos funecionarios),
podendo entretanto qualquer d'esses funecionarios acceitar commis-
soss nao p.-rmanentes, que se retirara ao ser vico da instrnecio pu-
blica provincial e cargos de coefianoa poltica, oms ves que nio
.'jam pbliciaes.
' Art. 222. Os jubilados, aposentados on reformados, qor te-
nham pertencido ao funecionalismo geral ou provincial, civil oa
teelesiastics, nio poderio exorcer cargos remunerados do ser vico da
instrnecio publica, anda mesmo a titulo interino.
Art 223. Aquelle das fuoccionario mencionados no art. 221 que
aceitar cargo on oommissio ineompativel, entonde-se hsver |rennn-
ciado o qne exercia na instrucel > publics provincial, e o qne exer-
cendo ontro emprego, for nomeado para algum cargo na instrnecio
publica provincial, e vier por qualquer circamstsncia, anda interi-
namente uu por substitaioio, a exercer aquelle ou ontro emprego,
perder o logar na instrucio puolioa.
Art 224. As licenoas e aposentadoras dos funecionarios da
Bepartici) aa Instrnecio Pnblica e estabelecimentos pblicos late-
ral ios, que nio torem professores, serio concedidas nos termos das
disposiooes respectivas do regulamento do Tbesouro Provincial.
Art 225. O praso da lioeo(a concedida aos chefes dos insti-
tutos pblicos litterarios se cootar documpra sdo inspector
geral e o da concedida a este, da commonicac^o por elle feita ao
Theaouro Provincial.
Art. 22d. A frequencia mensa! das escolas se calcular divi-
dindo a somma da frequencia diaria pelo numero dos dias em que
honver funecienado a aula.
Art. 227. Os professores tff-.olivas que anda nio houverem
completado o praso da vitalicia lado, polerao ser demittidos inde-
pendentemento de processo disciplinar si nio tiverein cinco annos
de exercicio ; desos desse prazo, mas nio tendo aido anda decla-
rados vitalicios, nio p rderio a cadeira aem qoe s ja ouvido o con-
selho litterario.
Art 228. O producto das taxis, multas e emolumentos ser re-
colbido conpete ote estacao fiscal e applieado s despesas da in-
spectora geral ou dos. estabelecimentos que os arrecadarem, quando
por le nio liverem applicaoio espacial. ,
Art 229. Aos alumnos que forera matriculados, nio tendo sido
vaccinados ou ci tendo signaos de haver soffrido varilas, o pro-
fessor far vsccinar at 30 dias depois da matricula.
Art 23). O inspector geral, por intermedio dos delegadas litte-
rarios, proporcionar aos professores os meios de cunpiir o disposto
no artigo antecedente.
Art 231. As cadeiras que se tenham de pro ver por meio de
accesso, si annunciado esto por duaa vezes, nio f .reui n-queridas,
serio providas por meio de concurso.
Art. 232. O inspector geral, quando sabir a servico para al-
gum lugar tora da capital, commuuical o h ao presidente da pro-
vincia, e sendo psra onde nio haja transporte por via-fVrrea on ma-
rtima, ter urna ajoia de custo ua razio de mil ris por kilmetro ;
quando, porm, baja esse transporte, ter direito metade d'aquella
quantia, alm do passagem.
Art 233. Os exames prestados ui Escola Normal da Soeiedade
Propsgadora da Instrucco Publica sio equipsrados quanto aos
seos effeitcs aos da Escola Normal oficial, gozando os titulados de
ambas de ignaes dreitos e prerogativaa (lei na. 1636 e 1766 art.
6e8\)
Art. 234. Quando vagar qualquer ca leira o presidente da pro-
vincia, ouviodo o insp-ctor gerai, poder supprimil-a, urna ves que
nio hsja prejuiso para a instruc^io publica.
Art. 235. As cadeiraa mixtas terio a mesma catbegoris das ou-
tras do logar em que funecionarem-
Art. 236. Os nomeados para substituir qualquer dos funecio-
narios da instrnecio publica pereeberio o ordenado e gratifica ci,
si o lugar estiver vsgs on o empregado effeetrro
si o impedimento fSr temporario, o substituto ter direito i
gratifica ci.
Art. v37. Das delibersces da reg doria do Oyssssasw e sVt *S-
rectoria da Escola Noimal, bem como das da con^re^jaeio de ssst
de outro desses estabelecimeotos, hiver recurso volsntsrie pira
Inspector gersl, como principal fuuccionario da repartieio da Is
strnc(io Publica.
1 O recurso pode ser interposto at 80 dias depois de pu-
blicado o acto e cabe qaelles a qcem prejudiear a decisio rasos
rida, e a qualquer dos membros da eongregaeio, m tratar de are-
videncia que seja contraria lai on possa ser ioeonveaiaasa aa arr-
vico pnblico.
I 2* A decisio da inspectora definitiva e ser tosa* ata-
diante audiencia do coaselbo litterario, si se tratar da saatrra da
competencia deste.
Art 238. Poderio pelo inspector garal ser sospeaaoa do .xas-
cicio os funecionarios de qua trata o art. 16, si a juiso d'acaaaa
funeciooario assim parecer conven ent- ao servieo.
Art 239. E' applicavol aos cm pregados da rapartieao da la-
stro ocio Publica adisposicio do art. 55 d: regalssseato da sus
taria da Presidcneis, de 9 de Setembro de 1884, e aoa profesoste do
Gymnasio Pernambueano a do art. 19 3 do regul.taeato da Es-
cola Normal, de 27 de Deaembro de 1887.
Ar'. 240. Aa di3posicoes deste regalaotent qae se sale rasa-
ren) designadsmente elasse dos profearores de iastraeeia pri-
maria, comprebendem todos os membioe do magisterio aaaaseav
inclusive os de instrucco secundaria, sea distinccio qaaaTa
cathegoria, vitaliciedade e modo de provioseato, salsa
BMffiaV
Art. 241. No primeiro de Agosto de cada aaao, o
da reparticao da Instrnecio Publica, por edital aos prof
blices efiectivos, vitalicios e contractados de ensino pr.Mario,
de nm, qur de ontro sexo, annunciar qne sa trata da Draeeer
eleicio de nm d'elles qne os represente no conselbo litterario.
Art. 242. A eleicio dever recahir ea osa dos
primarios das cinco freguiaa da capital.
Art. 213. Cada professor enviar secretaria da
Publica nm officio declarando o nome (por extsssso) do
que preferir.
Art. 244. O officio dever traser no end-reco esta deelaraejo :
Para a eleicio de u"m memoro do conselho litterario.
Ciomente terio recebidos os oficios eatigoes ao portero da
secretaria da Instrnecio Pnblica at o da 14 de Novaatar.
Art. 245. O porteiro no fim do expediente diario oafiagu aa
secretario os oficios, dando recibo s pessoas qae ea ectsagarasa.
se Ihes fr exigido ; declarar no envolocro u dia da estrada da usa'
ci, e u ordinalmente numerando cada nm a Viles.
Art. 216. Proceder spnracio urna misal i tosaaasta:
De inspector geral, qne a presidir.
De um membro do conselho littersrio, [por este isnilaida.
De tres professores pblicos, a saber : o substituto do i
electivo do conselbo (art. 4 H e os dous iassediatee es
eleicio feita anteriormente.
Art. 247. No dia mareado pelo inspector geral,
edital publicado pela imprensa, far-se-ha a aparacio,
aquelle funeciooario nomear pessoas qoe subttituasa os s
que por qualquer causa nio compareeerea.
Ck-rio admittidos a assistir ao acto, mas's sa iatervaaeio aei
quaesqner professores pblicos que se acharen presea es.
Art. 248. O membro do conselho f ri a leitara de eais i
dos oficios pela sua ordem numrica e oa ir lubricando. Oa I
serio tomados por cada um dos professores.
Art. 249. S ornen te deixsr-se bao de aparar os votos
tes de oficios que nio vierem assignades, que eoativereai
on que recahirem em professor qne nio poeta ser votad >.
Art. 250. Nio poder ser votado o profesan qae s
no caso dos arts. 241 e 242 e o qne t s ti ver soapeaso do i
sentenca judicial oa disciplinar.
Art. 251. Terminada a apuraces ser declarado tleito
do conselbo litterario o professor qoe obliver aseria rala.va da
votos, e sen substituto o qne se Ibe seguir sitistftats a se-
deo da votacio.
Art. 252. As davinas qm se saseitarea serio rasolvidaa aata
commissio, cabendo voto d deseapste a sea presidate, e p-.s
este, conforme a gravidade do caso, leval-o ao i
qne resolver a final.
Art. '53. No caso de i gas Idade de votos,
eleito o mais antigo dos votados.
Art. 254. O mais moderno dos professores da i
r de secretario d'ella o redigir a acta respectiva,
nomes de todos os que votaraa ea livro para esse fia
Art. 255. Livrada a acta no mesmo di da aparaoio, laa-
pector geral mandar faser as commumeacoes nteesairiae do raaai-
tado, e na piimeha conferencia do coaseiho litterario
eleito.
Art. 256. Sendo por este recusado o cargo,
vo olterier qne o prive d'elle, paitar effeetivaaseate a s
logar o immediato em votos, considerndole sabatitato d'e
suguir-se na ordem da votafio.
Si por alguma circumstancia cxtraordiiara sVe se poder
car em tempo a eleifio, oa doe vetados neaaua aceitar o I
prevalecer a elticao do anuo anterior, at qoe as proceda i
Art 257. O ensino de gymastica nao ebrigatono para i
fessorea uella nio habilitad s, bem como o de aosiea a da
de sciencias naturaes, para os soasad is antes de existir a
Normal. Considerar-ge-ha servieo relevante, para oe csTuales i
125 e 138, o ensino dessas disciplinas pelos professores i
sendo a elle obrigados, entretanto par seos estudos I
soal habilitaren! o a dal-o e effeetivaaseate o darra da atada
veitoso aos alumnos. *
rt. 258. Quaudo, no Gymnasio Pernambucan >. vagar asea
cadeiras de maihematicas ou ootraa diseipluas leeeioaadascas
(excepto a de latino), considerar-se-ha extincta a qoe vacar,e o I
fessar da outr far o curso das dnas.
Art 259. Fica estabelecida no Oyanasio Per
aula de escripturacio mercantil teudo o p'ofeasor o vtu.
nual de 1:200i000, e funecionando i nuite.
Art. 260. O lagar di regador do Oyraoisio P roa
de director da Escola Normal serio rxereidos por aa dos !
sigaado para isso pelo presidente da provincia d entre os de i
um desses estabelecimentos, e percebendo a graficateao de 1:3"
Art. 261. Q ando vier a Vagar a aula de iustrucgti arias aria
do Gymnasio Pernambacano, passar a ser rogida por aas dos ase-
nitores, urna v>a qae seja titulado p>li Eszola N rail, oVasigaada
pelo regedor do mesmo instituto, e parcebendo aaia assa gi ataasa -
ci de 30 )#000.
Art. 262. Os professores qae.por oceasa de exaadir-ee are
sent regulamento torem removidos pora cadeiraa da aaMMsaev ea-
tegoria, conaervam os vencimentos qae actaila'n'.j rata* aoeee-
beudo. As primeiras nameaces dadas aa mesas oeeasia toa-ale
conferra direito a vencimentot de 1' entraucia, quslqa -r aa* s-jss
categora da cadeira.
As permutas autorisadas a titulo provisorio antea I
ment, serio consideradas definitivas.
(Contma)
.;
a
DESPACHOS DA FBB8IDENC1A DO DU 25 DE
JANEIRO DE 188
Braga d S.Informe o Sr. inspector
da Thesourarii de Fazeoda.
Cienointiti i Paschoa de Freitas.Remet-
tida ao Sr. inspector do Tbesouro Provin-
cial para mandar liquidar o debit >, uob
termos da ordem tiesta presidencia de 22
de Dezembro ultimo, e da ioformacoSo do
mesmo Tbesouro de 9 do corrate n. 10.
CapitSo Canato de Pontea Siu.3?s.In-
deferido.
Domingos Teixeira Basto. Kemettido
ao Sr. inspector d Theaouro Provincial
para fazer cumpcir a precatoria junta, nos
termos da sua informacio n. 33 de hontem
datada.
Fielden Brothers Remettido ao Sr.
inspector do Tbesouro Provincial para fe-
zer escripXur'ar a divida de que se trsta,
nos termos da sua informacio n. 34 de
hontem datada.
Francisco Jos do Nascimcnt?. loar-
me p Sr. juiz do direito de comaroa, do
Rio Formoso.
Gcnesio Libanio d Albuquerque Mon-
teiro. Iadeferido.
Gabriel Agostinho dos Santos. Iifor-
me a Cmara Municipal da S. Jos do
Egypto.
Juvehtude Florentina de Alenoar.Io-
deferido.
Miria Joaquina Barbosa MagAlbaes.
Rnmettido a junt medica provincial, a
quem a supplioante se apresentar para
ser inspeooionada.
Rodolpbo Pires de Carvalho. Iuforme
o Sr. inspector geral da instruocio pu
blici.
DeBembargador Victorino do Rgo Tos-
cano Barreto. Encaminhe se.
Saoretaria da Presidencia de Pernam
buco, em 26 de Janeiro de 1888.
O porteiro,
F. Chacn.
Hepartico da Polica
21 scelo.-N. 75.Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, em 26 do Janeiro de
1888 -Illm. e Eam. Sr. Participo a V.
Exo que foram hontem rebolludos Casa
de Deteiiflo os seguintes individuos :
A* minha ordem, Lzaro Antonio Mar-
ean atoar-
Naste,
ta, Florentino Jos da Silva,
deiro, minha disposi^lo.
Communicou-me o delegado
de Jatob, que no dia 9 do
panhado do Dr. pro notor paesseo,
crivao e do respectivo carcefar~
sita na eadeia publica, onde
presos, sendo 5 pronun iodos e 1
do em crime de ferimntae.
Nenhuma reclamacio fiseraa
Participou me o Dr delegado da 1*
tricto da capital, que honto n, por
1 1(2 hora da Urde, no Huel |
4 ra de Tnom de Sooaa da fr.-|
Recife, onde se ach-m boapeJs
sos artistas da Conpaobia de Zi
corista da mesma Companbia de ;
riano Eusebio Saochea Ooaaeba CrS iras)
feri-nentos em sen companbeire
Valle.
O respectivo sobde^gado all
ceu, fea proceder a vistoria pe) Dr. Jaa
Joaquim de Souia, qn* decr jsj brea ao
tiniano, vindo do Presidio de Fernando de ferDjenl0, e f,^^ ^^ U** wm
Noronba, como sentenciado. Uraot da lei.
A orlem do subdelegado do 1* dis.ric-
to de S. Jote, Maria Joaquina do Silva! C .inmunicou-me o deleosls) da I
Oliveira e Antonio do Souza Santos, por Garuara, que dea 7 para 6
disturbias e offensas moral publica. !a 2l do crrante, o individ
A' ordem do do 1 distrito da Boa-Vis-1 Bellarmiao Vigas feno n a a


.... I- '






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Wr

a Chris vi > Becerra O qu .1 [>cr Ba vez ferio o n-i MBteader,
qu-* veio a f^ll-cer urna hora depis.
O criminoso logrou evadir so tog i sps
o crime
Aquello deiega-lo toraou conheci neoto
do facto, fe proceder o competente exanie
cadver co e abri o competente ioqnerito,
que j teve o eoareuienta destino.
Deua guarde a V. Exc. Ulm. Ezm.
Sr. Dr. Manoel Euphr&aio Corroa, muito
digno presidente da provincia. -O chufe
de poli .da, Francisco Dunngiiet Ribeiro
Vianna.

INTERIOR
Sota* falsIQcadas
(Do Jornal do Commercio da corte)
Tei minados 03 depoimentos das tebtemuohaa,
pesBon-se so interrogatorio doi reos :
Jos* Sestee do Amaral, aegoeianW residente o .
Recife, o qual disae que nio m conhecirnento de
neoham crime, estava entretanto, no Recife, quan-
do ae aeh iram as notas no paquete Bahia
C irbcct: as pcssoss que d- puxeram dj procesio,
i exerpyio de ura empregado da policia, e quanto
aos empread)! da caiza d dizer quu nio depuaeram s verdade quando dia
sern nii saber so o respondeote es:ava trocalo
notas na occasiio em que fji preso, pois moa-
trou-as a rolos, desde o primeiro at o ultimo, e
todos as vin at coro certa curiosidade por causa
do que loca narrou a respeito dellas, nao ficando
nenbum ni ignorancia da procedencia das ditas
notas ; acurescendo que declaron anr pre enea do
theauureir >, do ebete de seecao e de mai'os em-
pregados que all estavum que entre as u-te.a sal-
vas do Bahia, havia algumas com o carimbo du
inutiliaadas, mas essas pasera f a por j 'gil -as
em valor.
Ten mu i tos inimigos gratuitas, mas nao pule
afirmar que delNs baja partida qualquer cum-
municae,2.>, pela qaal se tenba f--ito obra no p.' >
ees so.
A arrematacio do cisco o d;i salvados do Ba-
hia por 1:> U, al'u da commusio, fji feita a 30
de Junh) ultimo, depois dos annaucios, durante 60
dias, dos jornaes da corte e J1 R'cfe. Arream-
tou o Angelo Cardeal, que deu. ent i > o norae iudi-
vidual do respondiente.
Conviden para socio Jos Mara Ca'neiru da
Conha, entrando ambos com o capital e devendo
ser dividid 1 o lucro liquido na propircio das en-
tradas de cada socio, tica o do a direccin do n-'go-
e:o ezetnsivameate a cargo do respondeote, que
eoutr.actou merguihaJores e organsou todo o res
tante servieo. *
Tratando se de tio pequea empresa, toosoa aio
ocio, uio p lo valor da arrematado, mas pela
importancia total das despesas futuras que do-
riao ser avultadae e poderiam fiear inU ramete
perdidas.
O caizotinho de madeira que foi achado dfotro
do cofre de ferro cmtinha na ma'or parte bilh t-s
de lotera fin peasirao estajo, alguna dos quaes
pode aproveitar e pretenda, trocar as Alag is
se viesse no paquete brasileiro.
Acbeu diobeiro em rotas do thesoaro e alguna
pataches d prata qoe vinham juntamente com
jornaes, cartas e papen avulaea achados den ro
do cofre de ferro, tod.s suj n e mais ou menos di-
lacerados.
Nada reparti com cea socio Jo? Maris, porque
goardava a final 1 i u: Jacio do negocio para Ihe
prestar concas.
Commuoicou a Jos Mara tolas as oe-drre.i-
eias da empresa qne o podiam intererstr mais,
orno por exemplo, que tinba contractado mergu-
Ihadores, o que sn havia Bal vado do casco do na-
vio, o estado em que se achavam as notas salvas,
etc., sem ostras minudencias, isto at ao d?a em
qne sabio do Recite, pois dahi em diante nao se
commanioo mais directamente com Jos Mara.
ae este de altuma cousa acabe, foi por interme-
dio de telegramma um que ccmmuuicava a sus
chegada e que ia trocar as notas qne havia tra-
sido.
Quaoto a trecho da carta de Jos Mara qne
ae ai-ha jun'a aos autoa e se refere a diobeiro dase
que tratava elle de dinheiro em boa especie, qne
fosse remettioo dos cofr.-a de urnas para os de ou-
tras tbeami-ariai, diobeiro, qne noa term .8 dos
anuncios da arrematar), devU, com) tad) mais
que fosse salvo do cseo do Bahia, pertencer ao
arrematante.
Acbava w em Ponta de Pe Iras, mais on menos
prozimo do lug.r do ainstro, quando receben a
carta de Jos Mari*, e este o lagar a qu: Jos
Mara se refero quando folla em visita.
As cartas de fl,. 25 dos aut s sio do puoho do
sea guarda-livros Joao Gancalves Pereira e a as
signatura da eegunia de eeu irmao Joo.
As notas estavam como se bouvecsem sido re-
volvidas dentro de urna porco de lodo e eceadas
depois, por quanto achivam-se aJb' reate1 amas
com as oatras, polen-Jo ser ueparadas, oai com
soaito cudalo.
Este servil;} foi feiro pelo respondente at a f u 1
viada para a corte, ficando enlo iucumttido disto
sen irmio Fortunato, nao tendo seu irino Joao
tomado a mejor parte no negocio do casco do va-
por Bahia, a nio ser assi^uar a carta de fl 28,
csjoassumpio estranho a.tete negocio; e nem
para isto tmha tempo por estar s tepre muito oceu-
pado no arm^zem de ama de suas casas comn r-
eiaes.
A Inpesa que se tazia das natas consista cm
despegal-as, SHuadil-as, laval-as d> lodo, tornal as
molbar drpois qne ee-.-cavm.. sem que cstivess m
anda desppgadas^; pratiear, cmfim, oque preei-
so para separar p .p is no estado e disse, se achavam as notas.
Efte serv.yo toi feito pe) rasponl-nte na sua
fabrica de ceiveja e depois p r s u irmao Fortuna-
to na casa de morala, onde Ibc era maiscoinmodo
Pergantado se tinba tactos a allegar ou pravas
qne juslifiqn> ra o ai -itr .m a su 1 inoocencii, r o
pondeu qce pedia os tres das da le pira apresea-
tar por escripto a bu-i d: i. mu desda ji d^cla
rava qne o qnn consta do inquerito feito na poli-
ca, tai fiel e verdad>-irO.
Attribuem se-lhe cousas qu nio disse, algama-'.
das quats peicbco medida que o delgalo aa ia
dictando e contra ellas protiston logo ; mas o ie-
legado, diae i> que a redactas Ihe competii>, nao
quis admittir o scus protestos nem meim Ihe p r-
anittio ter a seu lado um advogado qne por el e
falla*ae ou i- q 1 :e i -.
Oatras lOii.-a. 1 as^aram despercebidas, porque
nio enteodia do que se tratava, se era de am de-
poimen'o, de arn auto d.i apprebenao ou de qiit-
sjaer entro, c p'-Ios jornaes Vij a ssber as res-
postas que se Ibe attrbuiarn.
E' aasim qne, tenlo-se-lhe pergaolado quantis
rmav* tinba no Recife e respond lo quetr-s, dous
dos quaes erara seas socio 1 e nm estrxnh > sua
casa, eacrevera.a errado os nomes de scus irra ie
e declararan qu um dalles era su so.'i) e os 01-
tros dous empr-gados ua su* casa commrcial no
Unto Re tras Jos atara, qae tratara earmba tas
inb-m val ir algu,-n e j>ii- isso, fuiJovas echa-
da no easco do vapor Bihts, pilas .-a.
A'.tribue-se-Ih: iguImeuts lar dito qao n) ha-
via declarado na Caifa de Aoi.rtis>.%I< que chara
e pasera f a notca cir mb .aa, quando consta o
cau'rario Jos depoimai.toa d is proprios eroprega
dos da Caiza. E fioalmeate, (em que os inqusntos
lie fosseni I i ios, assiga u js eob protesto, que
aliisnS) Ib: t .i tomido.
Jalo Jss Soares do Amara 1 declaron aer portu-
gaea, cintasterassate e residette na eidade do Ri-
civ, em Peranabnec.
Ni j sabe de que criase se trate. E s-ndo-lks
esta explicado pfto juiz, diss^ que nftitein c >abe-
oismeato dj facte, e que no ase paesao nio aa -
bo de Recife, eeoii en Agos:ope*a it 4 Goyaaae,
de O'.dc regreisou quatro ou cinco da* depois.
Coofaeee tace Sm testoasanbas qne dapoxeram no
proeosso, Masaos, Rsoise Ur. Portocatreiro o Bada
teas a diser caotra eliafc^p"
Nio sabe a queTa,ttrJ(rir a uceusacio qoe se Ihe
faz, a nio ser i m Vvontade ele algum desaffecto ;
pois nio tomn absolutamente parte alguma noo
salvados do vapor Bahia, na lavando notas, nem
praticando qualquer outro acto ref rente a este
assumpto, e n m parar isto Ihe deiz'ivam tempo as
ctus oceupaeo s de eoaaprar e vender, receber e
pagar ao rmaz-m da sum casa couinorcial sob a
finai de Soares d 1 Amaral & Irmioa.
Pergantado qocm fcoo incumbido de impar as
notas salvadas do vapor Bahia na ausencia de seu
irmio Jos', que tinba vindo para, a t.-le, respen-
deu que foi sea irmi> Fortunata
Pergantado se verJade o qao depde fl 275
Francisco Eagenio Torres da Paz, que disse ser
einpregado da fabrica de cervej?, pertenccn'.e a>
itaclaraute e aem irmioa, e cojo juramento f 1
lido, resp.-ud- u que nc conbece esta t atemuuba,
ao menoa pelo noine que deu em juizo, e o seu
juramento f Uso; pois nanea esteve tranca!o
com aeu irmao Fortunato, no s rvi.-o de lavagem
de notas, nem outro de qualquer ordem, e que h
mnitos meses a sua vid-i 1.0 Recite sabir de ma
ubi muito celo afim de tomar banho de mir, por
-star aoffren lo de rheamatiamo como diziam os
mdicos de l, on de beriberi, como disem d'aqui
Dj mar viltava para o armazem da casa du neg-
cu. onde trabalbava at 6 o 7 b iras da tarde, e
d'alli ia para a fabrica de cerveja, onde estava
al 10, 11 u 12 horas da ncite, voltaudo entio para
casa de sua residencia.
Perguotado se a arremata^ao dos salvados do
casco da Bahia ioi negocio particular e exclusivo
de aeu irmio J is cu negocio da firma Soares do
Amaral e Iruiii; responden que nio foi negocio
da firma, e nem soabe se esa arrematacio foi
eita em nomc individual de J a& Amaral ou se no
no-jie social, o qoe certo que tol feita txclosi-
vamente por Joa, que nio participou couea al-
gumi a seos irmioa e accios, como alias ten feito
cu ontros muitoa negocios, de que o respondeote
: seu irmli Fortunato vea a saber depois de
leste-
Tesa tactos a allegar que o jastificam e pedio
os das da le para u seu advogado apresental-os
por eacripto.
Fortunato Jos Soares do Amaral, declaron ser
portn^uez, residente no Recife, em Pcrnambuco,
ha 20 annes, commercianti.
PergunUdo, onde estava no dia em qne se diz
ter sido commettido o crime, responden que nio
sabe que crime lbe attribuido. sendo Ihe ex-
plicado pelo jaiz o coot-io da denuncia fl. 2, res
pond a que nio teve parte alguaia nos factco
couatautes da dita denuncia. Nio foi socio de
seu irmao Joa na arrematacio dos salvados do
Bahia, ua arreeadaci) do que fui aaivado, nem no
concert de notaa do tbeaouro durante todo o tempo
ca que aeu irosa j Jos estove no Recite ; tovute
este, depois qoe vcio para a corte, em 25,ou M de
Outubro ultim", foi que o incumbi de limpar
urnas notas do tbesooro, de diversos valores, Sal-
vadas do vapor Balda, e que estavam aujas de
lama, ferrngem, etc., cunsistiudo o trab.ibo da
lirapesa, em despegar as notas que estavam em -
pastadas eu> bolo e amarrotadas, sendo preeiso ir
tirando um 1 por urna, estendendo, lavando, fa-
sendo euitim o que era preciso para sepralas e
seccal-as. Durante o tempo deste aervifo e do
que ioi feito por aeu iimio Jos, nio sabio do Re-
cite.
Disse mais que, entre as notas quo esteve lint
pando, neunuaia vio com o carimio de inutir.auJa.
e o serrino da limpeza das notas fui f i(o na rm
do Riachuelo, casa onde inoran! scus irmioa Jos
e Joao.
Pergnntado quem remetten ao reo Joa, aqu na
corte, as notas assira limpadas, responden que tvi
o interrogado.
Perguotado se seu irmio Joio e Jos Mara
Carneiro da Cuoha temaram alguma par'e aa lim-
peza das notaa, respoodea que nio. Accresceo-
tou que t veio a saber por lr nos jornaes qui
ua corte, ou antes, a bordo, quando para c vinba,
que sen irmio Jos tinba t ito so?eiade ton Jos
Mara, pois nio consoltou o responlente, nem ao
socio Joio, u m Ibes participoa e .-usa alguma, fo-
seada a arrematacio t por si, sem participacio
da firma Soares do Amaral Se Irmioa.
Perguotado se nio havia lecebido no Recife te
legrammaa de J.is Soares, paasaloa d'aqui; rus
poudeu que vio na sua casa cominercial dous tele-
grammaa de Jos, um paitieipando a sua chegada
e cairo avisando que mandasse receber at a
qaantia de 25:0i OOoO da casa de que gerente
Victorino X >vir de si uaa.
Perguntado se desses telegrammas teve parti-
cipacau o ii Jos Mara, respondeu qne de sua
parte nio teve, u ignora se Joao In'os particpou,
Coabece algumas daa testemunbas que jursram
no proeesso e nada tem iJrr contra ellas.
S u tdvogado far a su 1 defeza pCr escripto,J
tpr. Sentando os f*ct,i que mostrara sua inioceu-
cia ; pira o 01 pedio o praso da le.
J i- Mara Curnciro di Cuoha, deelarou ser
uer umb.cAoo, reeilenl: na eidade do R.cife, ne-
gociante. ^_
Pergun'aJo onde estava quii) ae dis que f i
perpetrado o crim-', respoodea que no Recife Daa
teit- ii:-.n.h ia que d-puzeram no proceaso, apeona
conhece a de nomo Simas; nadi tendo a oppor
contra ellas.
dito na praca, mettendo-se em negocio dezito iar-
certo; faite miis que seas amigos rnaiariaapaa
com quem mais contava, pergaatavam Use pete re
sltalo da empresa, a elle nio sabia recoonler.
C >m eff.-ito emorotou 2:OOU000 a Jos Soares
do Amaral ao din 30 de Oufibro, se bem se re-
co'da.
N s'.e estado de ignorancia das circnmstaneias
do negocio permanecen at a chegada de Jos
Arniral a esta c.-te,. depois do que soaba no Re
cife que Joa Amaral havia remettido para ana
eisa commorcial D quantia de 35 ou 2o:000tOOO,
por interaaedie du eaaa Simas, da mesma eidade,
da qual i gereatt! Victorino Xivier de Simas ; o
aoube p>r oacir loio Amaral cootar que tivera
tilo u na diseae:tieom Victorino, que lbe havia
recusis case piraaseato.
Pos" rioitaaate siu'ja tambem quo Soares do
Assai .1 Jk I.aslci racebesam a dita quantia.
A' vlas aUot-j ecreveu a Jos Asasral pelo
lifaaVf.tr qu* pataca nalo BV-cife no dia 6 de a-
sembro que, visto ter recebidi dinheieo, Ihe man-
dasse pagar 00 a qnota correspondente is tuas en-
tradas ou ao menos a.'qnantia com que entrou ; pois
que at entio, asuim como at boje, est do dea-
embolso do capital e lucres; carta a que Jos
Amaral ni respondeu, nio obstante ter nella
aasidj diser qui era 2 ou 3 qoe lata eserevia,
nio obstante nao ser senio a oom o fim emen
te de estmala!-o.
Esta carta chegoa aqai depois de Amaral preso
e foi ella qne o respondeote se referi n'um.ar -
tigo qoe sobre estas oceurreocias, escrevea no
Jornal do Bec'fe de 25 de Desembro e aa Prov n
cid ; pensauio qua casa tivesse sido a carta aqu
apprehendida na oasa de Jos Amaral. Attnbuio
o silencio de Jos Amaral ao facto de estar prese,
se que receben a allalida car;*.
Perguntado a qne dinbeiroe se refera na sua
carta- de fl. 21, remet id aa de amas tbesourarias
para'entras, respondeu que se referia a dinheiro
correte, que eio remetliJos de nmas para outras
provincias, e que,.se cstiveasem ao csbco do Ba-
hia, seriam do arrematante, pois estavam compre
ptebendidos na carta da arrematacio e nio cons
tava protesto ou resalva por parte do governo,
quaoto a essas quantia.
u- m su poda referir a dinheuo que nio fos-
se bom, u notas carimbadas, p>.r ezemplo, porque
easaa nenbnm valor tiuhaoi. Aa despezaa de sal-
vamento eram considera veis, nem havia certeza
do aer encontrado o cofre do vapor, qne devia ter
conduzido oa valorea, e tudo iato dedusido de cr-
ea de 120:'J03#y00,qne ae disia terem violo pelo
bahia, era um negocio tao eventual qne, com cer
teza elle respond;i>t;nio se deizava tentar.
Pergantado por qne ruzio ci quena qoe Be
propagasse qne era socio de Jos Amaral no ne-
gocio dos salvados, como consta da sua carta de
fl 24, responden que, pela razio que na mesma
carta se l, da dovida qoe havia ate incuso entre
advocados sobre se poda p "-tenoer a particulares
dinbeir) do governo qne fosse Hchado cutre oa
salvados, embora dinheiro bom B correte, com-
preheadido nos termos du arremataeio sem pro-
testo da parte do governo. ra esse dinheiro que
elle respondente p)deria ir passando de moda a
evitar difficuldadeJ, que podan ser oppostas por
emprtgidos da fatenda ; quando elle responden-
te tinba a sen favor opinioss de advo6ados qoe
opinavam que a pr pnedaJc de todo e qualquer
salvado inclusive diubeiros on ontros valores do
governo, pe tence ao arrematante dos salvados;
sendo at absurda a ppiniio contrara.
Final .ente disse que cea advogado apresentaria
os tactos qne justifican sua innocencia.
' HMTOHIt l> BataZIIi
CARTAS DE ANCHIETA
( Diario Official)
(Continuaco)
IX
ciara DB 8. VICEJTTB B0 1* DE JU.NHO DB 1560
No auno de 155S no fim do mez de Maio escre-
vi, Reverendo em Cbristo Padre, o que se passou
aasim crea de lo outros, como da conversio e
doutrina dos Indios, e de entio a esta hora nanea
acharaos occasiio de poder escrever, visto oeste
ultimo tempo nao partir d'aqiii navio algum, por-
que mais para se compadecer da nos outros qne
para ae irar, que tanto tem;: o carecemoa daa car-
tas dos nossos irmioa, e vimos i tanta falta qu-
at para dizer missa nos falt.ra vinbo per alguna
das. Darei agora conta do que epois aucr?4deu,
e primeirumente que receb aemos grande alegra
cora as cartas que a;ora recebemos, mxime em
aa de V. paternidade, em as quaes se mostrsva o
paternal amor c singular cuidado que tem de na
outros, porque, alen de V. paternidade nio cesaar
de nos iff recer Divina Mageatade em suas oru-
ces, ordencu que todos nussos irmaoa noa encom
raendem muito particularmente a Nosso Seohor,
do que est claro qne noa ha de vir muita ajuda e
proveito. Porque, como era possivel qie pades-
semos sotfrer tanto terap) e com tanta alegra,
tanta doreaa de corceo dos Bratii que encina-
moa, fio cerrados onvidos palavra O'.vina, to
fcil xennnciaotea dos hons coatumrs, que alguns
bao desappreodido, tao prompto relaxo aos costu-
mes e neceados de seus autores, e finalmente tao
pouco e n-nbuu cuidado de sua propria salvaco,
se as c -ntinuas oraches da cempanbia nos nio dcs-
sem mu- graude ajada ?
Ha lio poncaa cousas dignas de so escrever que
oio sei que escreva, porque, se escrever a V. pa-
ternidade que baja mnitos dos -azw convertido?,
engaar-se ba a aua esieranca, porque oa adultos,
a quem oa moa c.i'amcs de seus pas teem con-
vertido em natureaa, cerrara os ouviJos para nio
uvirera a alavra da salvacie e converterem-se ao
verdadeiro culto d Dens, nio obstante qne con-
tinuamente trabilhamos pelos traser i, todava,
quando cahem em alguma eutermidade, de que
parece morrero, proenram is d os mover a que
queirum receber o baptis'rao, poique entio cimmu-
ra-nte estio raaie apparblhados ; mas quantos sio
os que conbeam e qu rain estimar lio grande
beneficio ? Nao sao pur deas ou tres txemplos
que isto se pode entenier.
Adocceu nm d-.-sses catechumenos em uraa al-
tribua a que:xi ou denuncia, respondeu. que I uc, "-""" """""
ado praticado facto algum criminoso, ni01 para Ihe dar algum remedio, p/mcipalmente para
quo attribu.r a dcoaocia. ** alu,a : daiamoa-lbe que oluaase para sua al
Recife, o qua ai > poda ter dito.
Pergnntou-se-lhe ae J_.se Mana Carne i ro ia Cu^.
ha era aeu a -co e isto depo.a du lbe haverem paa- f^j/* ..^^j, i:5u0|0J0; e
juntado pelo socio de tua firma commcrcial; e, -
pareceado lbe qoe ta p -rgnnta era c mtii nac i u
eomaHuaaeoto tiesta, respondeu que nio, iato qu--
alos afana ui.o f ix a parte da aua firma comoa-.-r
aial; entretauo, escrevea ae que J s Mara :.a i
era sen socio nos salvados do Bahia, cousa que lh >
ara impossivel negar.
Aitnboe-se Ihe ter dito qne, quando foi preso,
estava trocando notas, quando o que diese foi qoe
as estava recebendo daa mios de nm empregado
da caix-f, a quem aa tinba dado para ooocertar e
eatregava-as a ootro para o meamo fim.
Teado dito na po'ieia que quem fcara'no Recife
ao servifo das nolaa e na rera -aaa dellas para a
aorta tinba silo seu irmio Fortunato, escreveram
que tinba sido san irmio Joio, que nem disto'poda
eccupi r-ae, por causa do servifo no armazem.
Tendo se-ihe pergunladoo que aigniGcava a p
tavra cadver, do 1* periodo da carta de Jos Ma-
ra, e o qoe esto quera dizer com ella, reapodeu
ro etnprego deesa palavra era uraa brincadeira
Jos Maris, que figuradamente se referia ao
cseo do vapor naufragado, entretanto escreveram
que a carta ert. de Joa Mana e tudo qnantj nella
arta seripto orna brincadeira, com se a carta
ario trataaae de asaumpto reno.
Teodo-ee-ih' pergantado a qie diubeiro do go-
verno Jos Maris se refera na dita carta, respon-
den qne naturalmente a dinheiro vindo de umae
atara cutrbs tiw sourarina, diubeiro bom, correte ;
entretanto escievjstl*se o contraro, attribuiudo-se-
HkC ter dito que Jos Mara ae havia referido a
jotas resgatacaa, notndo-se que o respoadente
Doaaa empregoi a ai svra reagatadas, mas aim
carimbadas, e tmha explicado qoe bem saban,
Pergantado se tem algara m>tivo parlicuar a
qeeattribua a quelrtou denuncia, respondeu, que | d' no errabalaes de Piratimnga e fomos l
nio ten
sabe a q
Perguntado se foi :-s iea 1 > de Jos Soares do
Amoral na arrematacio do cuse) e dos salvados
io Bahia ; respondeu qte aim ; que para iato fo
proenrado por Jos Soares do Amaral, nio por
causa do preco da arreanatacio que Amaral nio
quera por mais de 2:0004JO'), se bem se recorda;
mas aim por causa dus despezaa subsequpute
que pod;au ser avultadae, como de facto se vio,
'j/i; eram logo qne foi fito o centracto da mer-
gu'hadoree. Nao tendo idifi. mada aobre as pro-
uahilidades do ne.'u.-ij, p lia igoorava o que ha-
cia conduzido o Baliia, pedio luf irraacoes a Ama-
ral, qoe loe disae ter s&bido de alguem daqui da
i-i te qne o Bahia devia ter coadnsido cerca de
120:0004010 era dinheiro tan'o do particulares,
COtaO do gjvi'ra, isto dinheiro remettido de
umis para outras tbetonranas, s.nio este na ira-
po.-tau .ia de cerca de 30:0004-
A' vista disto aceitou a proposts de Amaral:
fez-se a arrematadlo; e o respondeote mtrou com
seguintes q untias ; 3:50 '4000 etn tres pies
ama de..
5O40J0.
N> p.imeir. recibo que Amaral Ihe piasou.fi
zoa em 33 1/3 0,0 a parte dos lucros lquidos que
competira ao respondeote ; mas depois de termi-
nad) o fl'-rvic.i no casco do Bahia, pelos' mergu-
Ibadores e tetase as despesas, Amaral fes-lbe ver
qu nio lbe poda dar o terso d >s lacros proraet-
tido, porque anda bavia deapesas cagar o elle
respond ute apenas ba va entrado com 3:5004.
Annuindo fie u por fizar a sua quota ; e foi es-
ta a razio p r que depona aa polica, no Recife,
disse por lealdade para eom Amaral, qne seas ln--
croe nio forana eitipulados; pois o priraeito trato
tinba tic ido sem cO.-.to.
Amaral nunca lbe den coatas do arrecadado nem
dodes pendido, a tanto quo o que s- pagon aoi raer-
gulbadores e reetaote pessoal a veio a saber aqu
em juieo, ruvn lo depor a testemonha Ramos, so-
ci > da casa Z :nha, Ramoe 4 C e das quaotiaa que
Amaral tronxe do Recife s son be o qnautum,
tambem aqu em juiso, ouviudo depor a teatemu-
nha Xavier de Simas. Quanto ao arrecadado pe-
los mergnih idore, Amaral Ihe ai ti a qte elle anes-
rao nao poda dizer, porque as no'as tinbam sido
acbadas em estado de se nio poderem contar. Por
cstaa r-.zoes, nio possnindo esclarecimentoe al-
guns aobre a empresa a qne se achava associado,
toi pardeado a confianea noa resultados della ; e
quando Aun al lbe pedio osis dinh-iro, negou se
i entrar cora qualquer quantia mais com) socio,
nio duvidando, poim,dar por emprestimo a Ama-
ral individualmente on i sos casa comme-rcisl,
qoe Ihe merecan toda a confianea, alguma qaan-
tia, de qoe polcase dispor, pois sendo principian-
te e pobre era de ssu de ver ni i ari iscar o sea ere-
r.a o qoe, deizando os costuinea paasadoa, se prc-
parasae para o baptismo : re.pondeu que o dei-
xassemos aarar primeiro, e eala respeata smente
.i .s dava a tudo que ibe diziamos nos outro.- ; de
claravamos abreviadamente os artigoa da fe e os
mandauentos de Dcus, que muitas rezes de ni
outros tinba ouvidu, c rc:-p uJido como en jado,
ja tioba os ouvidoa tapadea, sera ouvir aa que lbe
Jizism- s, em todas as o-uiibb c-.usas fra deste
proposito rcip ndia proutptamente, que bem pare-
ca nio ter tapados os *uvidos docorpo e sommte
os do coracio.
Al- eceu outro em outro lugar, e como maitas
vezes o i.dno>auvum 5, o mesmo disia, creado
queosararis; mas augraeutuu lo-se cala da a
eufermidade, visitai-o, e vendo por ou'.ra part
estar j tn rx'.rttnit: eom patavraa brandas o p-r
anadia a tomar o baptismo, e rile, mu indignad >,
levautou a vos que nio poda, gritando quu o nio
molestaaae e que estava sio : iravoi se com talo
por todas as vias ; desde j alguna irmioa bavlaoi
tentado ganhal-o para o Senhor, trabalhando niato
com muitas pa'av.-as que pirecia jA baver dado
oonseniircsnto e disBe : pois que assira te bap-
tisario 4 alcanzars a eterna aalvacio; mas uio
-oseute nio consentio, que cobrindo a cara me
den on, ten dizer maia palavra, e no outro dia,
permauecendo na r coia ubstmacio, morrea.
Que direi da outro, qne voltando da guerra com
frecbadaa e quasi para morrer, enramlo c ira
teda a diligen:ia, o qu tasemos a todos at que
cobre a aade. Aquella, com a dr das chagas,
promettia de receber o baptismo e de viver bem,
conforme os manliment.s de Deas,e elle nio me'
n-a S-: tornou ti coatures antigos, como si ne-
nnura mal bouvera acontecido. Deixo outros qu
faaem da m-araa mancira, para os quaes seria
miater longa oracio, qne nenhum cuidado lera das
coaeas futuras, para que nio d coa nossas cartaa-
a V. Patornidade maior motivo de dor qua de ale
gria, vendo que uqu lies que o piedoso S nb >r do
lio innmeravel moltidio snjeita ao jago do de-
monio nio deix >u- s trssnr i sua Igreja e" vestii a
de gloria immnrtal nos G'us, nio dallando n s in-
nocentes, que m rrem mmtoa baptisados e vio go-
aar da vi le eterna, os meamos a joltoa tiabam tam-
bem uouita occaaiio de irem pira o Sonbor, rece-
ber grande conablacio.
Havia um C'inati), casado legtimamente, q>)a
bavia maito terap) estava enfermo; tom a visjtal-i
ao logar cisco railhaa de Pvratininga ; esnsolon-ee
muito, coafeasou-ae com muita dor e contriccie, e
voltamos para casa; ebegoa am benzedor do ser-
illo; o enfermo, aasim pr leviandado do coracio,
como pelo desejo da sade, sa deix.u esfregar por
aquello e chapar, segundo o rite dos (J-utios ; atas
como nio seotisae aignal de aaie que esperara,
arrenpendido eom grande dor,nniu seans ontros
a oonfesssr o sea peccado, e estando jauto da igrej*,
oode com frequentes censsoes poude limpar a sua
eaaa, onde cabio em urna doenoa incuravel, ocla
qual s i fez tras r a Pviatlaioga para ah acabar
de espirar. Os das que ah vi vea nio os pasaon
osrioaaasente, maa antea conf irtando-ae com asii
dnas oraedaa, coufias.-a a admoestacoia anda veis
dos Irmioa, se apparelhava para paeaar o restante
da vida : ebegando depois o termo della, mandn
chamar es Irmos, e pedinda nm sacerdote com um
interprete, dissse : Asaentae-me um ponco, em
quanto me dura o nao da razio, para procurar o
qne pertouee aalvacio de minba alma ; encom-
m-n-lae me a Dens quando tiver fallecido," erjter-
rastdo ose na igrej* ; molher e filhos morem aqu,
para apraaderem as causas da F e booa costu-
mee ; disendo estas e outras maitas eoaasa si-
milhautes eom muita devoeao, d'ahi ha peaco se
partiu para a eterna, segaado creases.
(Continua.)
IoatrarfAo PablieaEm 18 do correte
mea a presidencia da provincia balxou as seguin-
tes portaras referentes a cadetrs e profeasorea
de ensino primario:
Palacio da Presidencia de Pernambnco. 4.*
seccio.Em 18 de Janeiro do 18880 presidori
to da provincia, asando da autoraaco conferida
pelo art. 9. g 8. da lei n. 1884 de 30 de Abril de
1887, resolve jubilar, eom a peosio corresponden-
te aos vencimentoB a qua tiverein dreitos oe se-
guintes prof. ssorea : Joio Jos Ribeiro de Moraes,
da eadeira da ma de Marcilio Das ; Luiz Igna-
cio de Oliveira Jardim, da de Apipaos : e Fran-
cisca daa Chagae Ribeiro de Oliveira, da 1 da
freguesia do Santissimo Sacramento da Boa-Vis-
ta. Manad Euphrano Correia.
Palacio da Presidencia de Pemambaco. 4*
seccio.Em 18 de Janeiro de 1888.O preaiden
te da provine a determina que dos profesaorea exo-
nerados por po. taria de 27 de Maio de 1887, ae-
j un readmitirlos no magisterio publico Msaocl
Delflao de Medeiroa Pavilla, Leonardo Beieira de
Siqneira Cavalcaote e Mara Florencia da Paz e
Cunhj, deveudo ter exercicio : o 1.', na eadeira
do Bexo masculino de Salgoeiro ; o 2 *, na eadeira
da villa de Buique ; e a 3', na eadeira do aezo
femenino de Leopoldina.Manoel Euphrati Cor-
rea.
falaeio da Presidencia de Pcrnambuco. 4.a
sceeao.Em 18 de Janeiro de 1888.-0 presiden-
te da provin-MH, em virtude da reforma autorisada
pelo art. 9 2. da le o. 1884 de 30 de Abril de
1887, determina a transferencia das segaint *s ca-
deiras de eniino primario :
A de Ba; r- iras de 8. Loare: co da Matta para
o lugar Bom Successo, em OiiuJ i.
A de Q leiraadas, em Panellaa, para Jarema,
tambem em Paoellas.
A do Bri-jmbo de Fra para Taearat.
A de Jaqueira para o lugar Mayara!, com a
respectiva proiessora Taeiaos Alezandrina Mu
teiro Lopes.
A do eexo masculino de Santa Cruz dos Sitios
N< vos, Ourieury, para o lugar Queimadae, tam-
bem de Ourieury.
A de Tabocas, Ez, para a Penha, em Floresta
A do sexo masculino de Couro d Anta para
Mandacaia.
A do sexo femenino do Olh i d'Agua dos Bredoa
para o povoado Salobro, em Cimbrea, que sera
mixta.
A do sexo masculino do Oihc d'Agua dos Be
dos para o povoado, antiga villa de Ingaseira,
convertendo-ae em mixta.
A do sexo masculino do Rio Formoso para Fer-
naones Vieira, com o respectivo pr--fcss.r Qaspar
do Nascimento Regneira Costa.
A do sexo maeculino de 8-ria Verde, Bom Jar-
dim, para Surubim, no m-.-mi lugar.
A 00 sexo masculino de Aesumpcio, Cabrob,
para o lugar B.-anJa tambem em Cabiobo
A do sexo masculino de Bella Vista, Ei, para
o lugar Masssp, tambem no Ex.
A do sexo femenino de Caehocirs do Roberto
para o povoado Caboclo, Petrolina.
A do sixo masculino de Bella Vista, Granito,
para Beln, tamben em Granito.
A do S9xo tcmooino de Bella Vista do Exii, para
Belmonte.
A do sexo masculino de Santo Amaro de Seri-
nbem para Estrada dos Aflictos, com o respec
tivo professor.
A do aex f-minino de Vicente (Mate Ale-
gre) para Tima, em S. Vicente.
A de Ptadoba, que foneciona em Serrinha, para
o lugar Freitaa, Boa Jardim, que admittir alum-
nos de ambos os sexos.
A eadeira do sexo masculino da Ponte dos Car-
valboa; regida pela profeasore Mariaona Caval-
cante de Albuqoerque, para o lugar Chacn, sem
preju so da meama professora.
A de Jang, em Olinda, para a Casa Amareila,
Ja freguesia de Noaaa Senhora da Saie do Poco
da Panel la. Manoel Euphrasij Correia
Palacio da Presidencia de PemambacoEm
18 de Jaoefro de 1888.4. seccioO presidente
da provincia, em virtude da autorieacio conferida
pelo art. 9' 2." da lei n. 1884, de 30 de Abril
de 1887, resolve remover es segaints professores :
J viuisn i Jos tiniioea, da eadeira de Alagoi-
uha, en Pesqueirs, para a de Apipucos.
Bacharel Francisco Silverio de Faria, dado Es
pinbeiro para a 2.* de Santo Amaro das Sa-
linas.
Sebastiio Antonio do Albuqoerque Mello, da
de Santa Tberesa de Pao d'Alho para a d Porto
da Madeira, <>ia Boberibe.
Maria Fransifca Becerra Cavalcanti, da du li,
aarinbo de Pao d'Alho para a de Santa Tberesa de
PAj d'Alho, que admittir alumnos de ambos <8
aexos.
Rita de Casaia de Oliveira Lobo, da do Curato
la S para a do sexo femimno de Santo Amaro
daa Salinas.
Manoel Beserra de Vaaconcellos Cavalcanti, da
lo Sitio, em Caruai, para a da eidade de C -
raar.
Jos Vidiciano de Mello, da de Caruaru' para
a do Espirito Santo, em Tacaratu'.
Ion cenco Mendes Lopes de Meudoucn, da de
l.ob, em Tacaratu', para a de S.Jos da Boa
tCspcranca, ni Kscada.
.Ics Xavier da Cunba Alvsrenga, da de Fio-
resta para a de Quipap.
Jolia Candida do Reg Barreto Alvareogs, da
de Foresta para a de Quipap.
Sebastiio Tavarea de Oliveira Brandio, da de
Qipap para a de Floresta
Maria da Cunceicio Rodrigues de Mello, da de
Quipap para a de Floresta.
Amalia Prudeocia AI vea Lima, da de Maiba da
Pedra para a mixta de Taieac, em Tacaratu'.
Alexaodriaa de Albuqoerque Aranjo,da 1. do
eexo feraini no da Eaeada para a do aexc iemiaino
da Casa Forte. '
Candida Hermogenes de Mello Msscarenbas, da
da Cisa Forte para a mixta de Jagaaribe, em
Itamarac.
rsula Sisenanda de Andrade Liraa, da de Pes-
queirt para a de S. Jos da Ex tierna, emQ.ituel-
leira.
Joio Baptista do Espirito Santo, da de Barra
da Ja ngada para a de Juremi.
Mara Bermina dos Pasaos Ltma, da de Tim-
baiioa para a do sezo femioino, em Pesqneira.
Fausta Felicia da Cnnha Rosal, da de Una para
a mixta de S. Benedicto.
Isidoro Bes-na de Oliveira, da de Gtamelleira
de Baiqne para a de B-ejio de Santa Crui. em
Garanhuns.
Antonio Vieira de Barros, da do Porto da Ma-
deira para a do Espinheiro.
Prancisco Deodato Lina, da de Urnou'-mirim
para a de S. Joio dos Combos.
Casino Augnsto Pereira da- Lus, da de S. Joio
dos Pombos para a de Urncu-miru.
Ernesto da Silva Miranda, da da Estrada de
Frecbeiras, de Qoyanna, para a da eidade do
Cabo.
Benedicto Marques Vieira, da de Ncssa Se-
nhora du O'de Ooyanna para a deTimbanba.
Felippa Fioripes de Faria Vieira, da de Nossa
Senhora do O' de Ocyanna para a de Timbanba.
Antonio de Menezes Cysneiro Bandeira de Mol-
i, da de Crnangy p ira a de Nossa Seubora do
O' de Goyanna.
Pedro Bata de Inojosa Varejio, da de Cama-
tanga para a de Crnaugy.
.Manoel Antcnio Leite, da de Salgaeiro para a
de Leopoldina.
Lra-nia Genuin Das, da de S. Benedicto para
a de Goyanna.
Joanna Evangelista Qon$alvea Lima,da de Olho
d'Agua dos Breios para a mixta do povoado de
Iugazeirv
Jotquim Pedro da Rocha Pereira, da de Cim-
bres para a da eidade da Escada.
Jnlio Cesar Gongalves Lima, da de Gamelleira
para a de Trampbo.
Latiran* MariaRiuios, da de Jasuanbe de ta-
marae para a do a-xo feniuino d Granito.
laT.ea Lidciras de
Iguarusf: a> em Odraahuus.
i-ity; da Je Aug-licas

tsr a Joe reasoa Ayfe?, da de Varzea Redon-
da m Tacaratu, para a de Muraabba, em Limo-
eiro.
Anna Senhorinba Monteiro Pasaoa, da do Murua-
bba para a mixta de Uaa, em Rio Forraos.
C eiliano Jos Ribero de Vaaconcellos, da de
Alag* Secca para a de Tres Laieiras, em Igaa-
raaa
Antonio Bdllarmin dos Santos Leal, da de Cor-
rentes, em Garanbuas. para a de Bclm em Gra-
nito.
Jcio Jos Ribeiro, da de Gravata para a de Ga-
molleira, na Eaeada.
Donatilla Julia Quimara>'t de A'bnqui rque, da
de Jaboatio para a do Marcilio D as, qac admitti-
r alumnos de ambos os sexos.
Waldetrudea Primitiva da Fonaeca Telles, da 4
eadeira do sezo feminiao do Recife para a 2a da
tregnezia de Santo Antonio.
Tbei eza Josephiua da Cnnha Salles,da 2* eadeira
da freguezia do -unto Antonio para a 4* eadeira
do sexo feminiao do R ef \
Francisca Amelia de Alboqaerqne, da da Mag-
dalena par i a 5' eadeira da freguezia da Boa Vis-
ta, qne admittir alumnos do unb s os sexos.
Alexauirina Moreira Res, da de Teuda para a
de Serra-Verde, em Bom-Jardim, que admittir
alomn-iB de ambos oe sexos.
Mara Rosa Pereira, da de Serrad-Verde, em
Bom Jardira para a mixta de Tenla^em Nazsretb.
Precilla S mhoriuha Mendes de Albaquerque, da
d-Cipoeiraa para a de Barra da Jangada, que
admittiri alomaos de ambos os eexos.
Flonmena Joaquina de Mello Montenegro, da da
Estrada Nova para a da Magdalena
Gaspar Aitonio dos Reia, da de Traounhiem
para a da 'Jasa de Detcncio.
Puil.me.il Raymuad) Nunea le L ma, da de
Santa Cruz do Brejo para AIsgoiuhas, era Pea-
queira.
Joio Ferreira Viil.la do Arauj, da de Agua
Preta para a da eidade de Patinares.
Jos Fe ici no B serra de Agaiar, da de Pindo-
ba (Serrinha) para a de Tracuubaeo.
Tu le Guodes de M.:li>, da de Pontas de Pedra
para a de Cirue de Vacca.
Maria da C nemeio dos --antis, da da Carne de
Vacca para a de Goyaninba, que admittir alum-
nos di. ambos oa sena.
Jos Belisario Murinho Fulcio, da de Triumpho
para a de Cimbres.
Mona L'ipol-Jiua Piros Ferreira, da do Cedro
para a da Mal ia da Pedra, em Caruar.
Idalino Icidlo da Costa Vieira, da de Cedro
para a de Caboclo, em Petroliua
Vicente da Siiva Monteiro, da de Sfejo para a
Ce ir era Caruar.
Paulma Geouina da Silva M inteiro, da do Bru-
jo pa;a a do s:xo feminiuo di Cedro, i.m C-
mara.
Jos Tne.doro Cordeiro de Birros, da de Bel-
mont', p ira a da ci Jale do Brejo.
Antonia dea Aojos da Porciuncola, da de Igua-
raaai paro a do Curato da S.
Q ir- :ia de A'meila Bastos, da de S. Jo* da
Ettreoia para a 1* do sexo fetniusio da eidads
da Escada.
Mar launa Pereira do Carma e Silva I'int da
de Allianca para a de Alaga do Carro.
Floriano Baptieta de O.iveira, da de Serra-Ver-
do para a de l zarra, em Limoairo.
Luisa Amelia de Drurr.mouJ, da 1* eadeira do
sexo (eiimino de Rio Formoso pws a 1 do sexo
feminino da fr;gaesia da Boa-Vista.
Ignez Barbalh) Uch ia Cavalcanti, da de Panel-
las para a do sexo feminiuo de Iguarass.
Maria Rita de Aguinr Fooscc. da de Bsrreiras
em S. Lourcnfr da Matta, para a do Porto da
Madeira, era Beberibe-.
Rita de Jess Bastos, da do Porto la Ma ieira
para u de Gravat.
Amelia de Mello Pires Gal vio, da da ruado
Atalho, na tr,guezia da Boa Vita, para a da
Torre.
Maria Prescilna Vi'ella d8 Santos, da da Tor-
re para a da ma du Atalho.
D ra.ligia Nuiles Ferreira, da do Ribeiro Fundo
em UtBOro para a de Nazareth.
Jos Fecio da Cuoha, da de Nazareth para a
para a de Anglicas.
Maria da Nati y id a de Ferreira, da de Cha de
Capooiras para a do sexo fe-aiuino do Bom Suc
cfcsoo em Olinla.
Mara Joaquina do S crarnentn, da da Praia
dos Carnciros para a 1* do Rio Forntoso.
Maria Leopoldina Chaves Peixoto, da de S. Joio
de (lar.abuns para a mixta de Pi de Assucar,
em Cimbres.
Francelliaa Vieira de Aranjo, da de A'sgia do
Garro para a mixta de Freirs, em Bom-Jardim.
Annuociada d.; Mello Montenegro, da de Ita-
plasuma para a dj sexo feminiuo de Capoeiras.
M-.rii 7. ilraira de Barros Lima, da de Pedra
Tapada para a de Sitio, era Caruar.
Jesuino Firmo do Azevedo, da de S. Jos da
Aoa Eaperanea para a de Gravat.
Joaquim Jos de Moura, da 1 eadeira do sexo
masculino da Eaeada para a de Qucimadas, em
Ourieury.
Mariaona Ferreira da Costa Coelbo, da do Ooy-
anninba para Camutanga.
Hercolaao Rygino Nunes Bandeira, da de 3i>
aarra para a de Allianca. Manoel Eupratio
Correia
Palacio da presidencia de Pemambaco.4. se-
ccio.Em 18 de Janeiro de 1888.--0 presideote
da provincia, uaandi da autorisacio conferiia pelo
art. 9/ i da iei n. 1884 de SO de Abril de 1887,
resolve uomear professores publicoa effeetivos de
ensino primario aos seguintes alumuos-mestres :
Mari .Joiepbiua VergUeiro"da Costa, para a ea-
deira de encino primario Jo sexo feminino de Ita
pissama.
Jos Fioncieco Florencio de Soasa, para a ca-
eir-, do sexo masculioo do Rio Doce do Brejo.
Emilia Eulalia do Albuquerque, para a de Fre-
ebeiras de Goyann:., que adraittir alumnos de
ambos oa sexos.
Francisco Alexandrino de Panla Rocha, para S.
Beato.
i Iguaeia Maria de Jess, para a eadeira de en-
sino primario do aezo temimno d Tacaratu.
Frauciara Siseuaudo de Sonza Ribeiro, para a
eadeira mixta de JabOatio.
Mana Cintra de Lira, para a eadeira de ensino
primario do sexo femeuino da eidade do Brejo.
Agoatinbo Ferreira do Amaral e Silva, para a
eadeira mixta de S. Joio de Garanhuns.
El'sa Candida de Figaeiredo Mell?, para a ea-
deira mixta de P Jra Tapada.
Maria Seoborinha da Silva, para a eadeira dV
ensino primario do sexo femioino de Nossa Senho-
ra do O* de Goyanna.
Auna Oliveira Barros, para a de Cbi de Capoei-
ras de Pau d'Alh-).
Affooai Monteiro Pees*, para a de Surubim, en
Bom Jardn
Mana Francisca de Barros, para a de & Jos
do Egypte.
Mana do Car no de Orummond, para a eadeira
mixta da Estrada Nova.
Ermelmda Colleta de Souza Ribeiro, para a
de ensin) primario do sexo mascalno de Agua
Preta.
Francisca Emilia de 8pencer Netto, para a ea-
deira mixta de Allianca.
Jos \ntouio Baptista de Souza, para Santa
Cruz do Brejo.
Maria do Patrocini) Cavalefenti Uchoa, para a
da Praia dos Camriros.
Z ilraira Philomena Bats e Silva, para a adeira
mixta da Casa Amareila.
Aauo Carolina Pereira de Lyra, para a eadeira
mixta de Pindoba de Crnangy .Waneei Euphra-
eio Correia.
AaiorldAdeM pollclaesjPor portara da
Presidencia da Provincia de 25 do corrente o pro-
posta do Dr. chefe de polica fe 23 e 24 foram no
meados :
DetegUdo do termo de Florcata o alferes do
corpo de polica Antonio Cadena Bandeira de
Mello, em substituidlo do alferes do 14 batalhio
de infantina Francisco Affjnso do Reg Barros,
que pedio ex rarselo.
l.o 2 e 3 sappleates do delegado do t'rmo de
Limoeiro, Antonio de Pootes Marnho, Manoel
Simp'icio Goncalves o Antonio Luis Bioni, n or-
dem em que vi> collocados, em substituidlo de
Firmino Jos da Silva, que pedio eioneracio,
Walfrido Moreira da Costa e tenente Jos Ssve-
rino de Almeida Pedros i, que foram exonerados.
.. Para o cargo de subdelegado do 1. districto do
termo de Limoeiro, o tenente Pergentoo de Hol-
laoda Cavalcante, em substituicao de Ernesto de
Oliveira Cavalcante, que pedio exonerado.
Para os logares de .* e 3.* supplentes do mesmo
aabdelegsdo Hercalano de Oliveira Cavalcante e
Antonio Pereira de Mello, on substituioSo de Ma-
noel Barbosa de Pones e Aoizio Tenorio ',
de Moruea, que foram ex noradoa.
Para o lugar de subd legado do distriste da)
Pedra Tapada do roesrao termo o a'feres Feraaaaia)
Antonio Vieira, em subsutnici) de Jos
de Castilbi Cibral, que foi exonerad >.
Para 2* e 3 supplentes do mesmo sable.t^_
Feliciano Jos de Barros e Bellarmino Jos Daarte,
era substituicao de J i Pereira da Silva Maga-
Ihiea e Manoel Florencio Monteiro, qoe fui asa
exonerados.
lasailtnto Archooloatroo e tlajajaja
pblaoHoje, o Iuatitato A rene lgico e Oao-
graphiso Peruambacaoo commemera o SO assai
versarlo de sua i nata I Lei) e 234 da rmacneea
de Perntmbauo do dominio hu .ndez, celebrosla,
1 hora da tarde, ama seasis aigoa Iliteraria.
qual asaistirio as primeiras autoridades da pro-
vincias e oatras rauitas pessoas para o caso aast-
vidadea.
a l5!lSK f? ."-a aeariaswi.
da Facnldade de D.reita com -cario boje ae -
triclas para as antas preparatoria*, as quies
seguirlo at 8 de Fovereiro prximo, ini?p ;
temente de despacho do direetor. Deasa dal
porm, em diante, e at o l- de Abril, ma'risil-
la ser dependente de prova justificativa ds da-
mora.
Peata de Mtalo Aamaro da* aninaua
Com Boiemuidade fot-^iSontea bast?ada a bia-
deira da testa de Santo Amaro, que se enera m
r. apectiva capelle de Se.nto Amar > dis Saiiaasa,
com jinJo hoatem ra sao mn tri Joo.
Depois d'.. manbi (er lujar a,-testa, qoe ccasta-
r de missa solemne s 11 boro do dia, eom ser-
mi) pelo Rvd. Fre Angust da.Jraraac.ulida Ca
ccicio Alves, o de ladainba i noTte.
A' tarde, no largo de Santo Amar-, teri Ofar
um lindo bazar de prendas, vi-nalos t i iilaaj
gymuaBticos e a exhibijio da fantoches.
A' noite haver gran lo il;u n n ,ca e d -pois
da ladaiulia aera arreada a bandeira, a .;.inio-ee
o queima de um grande fog> de artificio.
A C'mpanhia Ferro Carril firi um serric>-i-
pecial de carros para tnn porto dos concurr:ntes)
festa.
"eoia de aeveriae e ii iinc
Na capella de Santa Ther-zt, comer-ario h)j. as ooveiia da feta dr Si> >en-
tino, tendo ceta lugar no dia 5 ie Fevoreiro pr-
ximo, e constando de missa sil orna: IV ti iras
do dia, cora senuao pelo Rvd aiajrgii Manoel Jos
i.iartina Alves de Carvalh, e de 'a inh u >ite.
No da 3, ooite, ser ex.-osto ara h.:. de
prendas, Invento nessa e as s.gimt s u.tee
illumiue.cao.
A' tarde de 5 haver corridis i', cavaloa am-
tras div;-rsoea p .polares, e ooite, dejiue du la-
rJainha, aera queimado ura gran le f.-gjd: arti-
ficio .
A ferro-va de Lim >ero exp dir trsoi du ea-
cursio no da da testa.
Helpimene Olimleo.e- Hafai U 6
horas da tarde, fjnccion:- esta aasTatayl i, e-i. as-
sembia geral, para el-ici) d-j sai aova cire-
ctoria.
Imperial octedanle dea rMwlastj
Hechaniea* e Lil>i-raeE em 8easio de assemb'a geral env^cai i par aa
6 horas da tarde de h ije, priceder eleicio doe
oovoa funecioaarios qu-o devem dirigila ao cor-
rate gano.
Tnarids eos Jabalio-U p.is i'aasa-
nhii, haver tonrada em Jabo-.tao, sendo corridos
dous toaros de boa rapa.
Falleciiueulo II ntsm. pela malrugida,
aucuembio de beriberi, moleatia 4 > que acffna ha
annos, o arrecalador de rapost.ia da Reeu;Joria
Geral, Joaquim Hugolino da Silva Pr-jgoeo.
Era o tinado nuao comprovinciano e cncava
cerca de 50 unnos de idade.
Dotado de um aaaBjeter serio, probo coa) q isa
mais o fosse, era digno da estima que lbe votr/aoi
todos quantoa o conbeciam.
Deixa viuva e fiiboa na pobreza.
O seu cadver foi hontem tarde fepu'tedo no
cem'terio publico de Santo Amaro.
.lu tomroerclal Baaterate En aa-
sembUa gerai que teve lugar em 2 do correte,
procedeu se uesta sociedade eleicij dos novoj
funeci raari. s, que sio 03 Sra.
Directora :
Direetor, Joio Francisco da Costa.
Vice-director, Antonio G. Mendooca.
1 secretario, Frederieo L. Vieira.
2* dito, Antonio Oliveira e Silva.
Fiscal, Augusto Carueiro.
Bibliothecario, Dr. Ferreira Pinto.
Thesoureiro, Francisco Joaquim Ribeiro.
Adjunto de thesoureiro, Antonio Mello.
Vogaes, Carlos Villaca, Jos Santos Soasa.
Commissio de ex .me de coitas, Jo.qaim
Sobrinho, Joaquira Amorira e Francisco
rim.
Marcou se segunda feira 30 do corrate, pira a
posse da nova directora. .
Club os. rnnriou i de Bsala* A
reuniio familiar desta semana ter lugar aabbam
28 do corrente.
Hiver trem para Apipaos e boa i para a Mag-
dalena.
EclypaeAmaabi, segundo rezara o k*lut>-
durioa, haver am eslypse de loa visivel n sta pro-
vi icia. Conrear s B horas e 7 minutos da tar-
de, e ter sua ultima phase a 11 b nutos da noite. Ser total.
Baile carnavalescoAlguns socios da
Club Internac nal de Regatas, precedida liceafa
da respectiva directora, dio ura baile de phanta-
aia, no sabbado, 11 de Fevereiro vindonro, nosaa-
loes do mesmo club, ra da Aurora.
A commiaaio incumbida dos prepares o convi-
tes para o baile, composta de respeitaveis negocian-
lee, tem envidado earoreos para que aeja a festa
esplendorosa : e de crr qu aesim acantees,
tanto mais que todas asfeatas do du si pomDO-
aaa e sempie bem concorrida8.
Iiaraploo -Estes industriosos, aos qnses to-
do coavera, conaegnirara roabir 18 celas qae es-
tavam nos altares da igrej* do Diviso Espirite
Santo.
A geatileza foi praticada noite de ante-hoo-
tem para hontem ; e parece que os cujas tiuham fi-
cado occul'os na igreja, visto como apenas foi en-
contrada violentada a porta qua d en ti a Ja do ca-
ro para o corpo do templo, su indo ellea provavel
mente pelaportada torre, onde se acba o teiegrapba-
optico.
Ferlaiienio e morle-Em a noite de 21
do corrente, entre 7 e 8 horas e em Carnar Bel-
larmino Viegas ferio com uraa facada a Chryto-
vio Beserra de Menezes, que por sua vez ferio aa
sea off naor, que veio a fallecer urna hora de-
pois.
O assassiuo evadi se.
A resp ctiva intoridade policial temou conheci-
ment do facto, mandou proceder a viatoriu a
abri o inquerito, que j tcvn o couvenieute des-
tino^
difera de ornamenlos-A' irmandada
de Santa Cecilia toram ofT retidos oa ornamentes
da devocio de Nossa Seubora da Couceico qae
deizou, por forca maor, de faocii )aar uo conven-
to do Carme.
v/tlo por ellesNa secretaria da plicia
acham-se deposi ados um broche de ourc e diver-
sas coiheres de prata, de varios ta oauhog '
Quem se julgar com direito a esses objectos,
deveapresentar ae all reclaraando-oa, afim de lbe
serem entregues.
EntradoEm outro lugar inserimaa um edi-
tal d> Sr. Dr. chete de polica, tranecrevenlo oa
arta. 70 3 71 das posturas munieipaes, relativos
prohibici i dn jogo de entrudo.
o ruubn de Braxeilaa. Oa jomaot
bolgaa trazem esclarecimontos interessantes acer-
ca do roubo consideravel que toi commettido eia
BruxcIIas. Por occaeiio da cmveraio Jos empree
timis da eidade de Bruxcll -a lora combinado entra
a admini8tracio'corx,raunal e oa bancos quo firiara
parte no sindicato d.- conversio que estas deviata
enviar respectiva direccio geral ca ttulos per-
iurados o cumuladas de modo a tornar imposaivel
toda a negociac > ulterior.
No calor das eperaeoes da conversio, nm des-
ses bancoso banco de Pars e dos Pases Baixoi
enviou para o hotel de Ville um maco de quaii
dous mil ttulos, eaqueeendo-se todava de os per*
tarar.
Una tal negligencia forneceu a am dos enpre-
gados que rec-ibera oa titnlos, de uome Baudet, n
idea de se utilsar dellea por sua conta, e feitn
agora a venfieacio eonstat i s1 que desvii-a tita-
loa no Valor de trezentos e cincuenta mil franco
approximadamente.
Entre enea ttulos achava-ee am qae na tira-
gem respectiva fra corteado com nm premio da
cem mil francos, e otttro que tioba o premio da
vnte e cinco mil francos : Baudet conseguir re-
ceber este ultimo premio, e bem aasim vendar
grande numero de ttulos em differentee casas ban*
cari s.
Baudet disia-ae doent: e nio compareca ka
Maia
Amo-

\
J
,
!

_;<



de 1888
'o (m ea* a*
j m-smo resultado s
era eM de tu nSi
l
m
ioi enismtrado. Tiveram
diligeniis qae se fiterain
Por So, apparece em eaaa d amante, omi ))-
Ten densarina.
Em una base dad simultneamente em cama
desta e em am qusrt de hoto', que Bandee ala-
gar*, lt;C>briram te diversos titalos e dioheiro
ainda a avuluda quantta de eem mil francot.
' Igualmente foram ar.rritad*a diverta joima de qae
0 lsdrio fiser presente dansanns, e anda s
ama outra muiher.
Baudetfet confinles eompl'taa. "A polica apj-
derou-t" daa duna mulheret, mas parece que estas
nem sequer suspeitavam da origen daa liberalida-
des de Iliudet
A aii do acensado e orna de Bas tas foram
tambero presas.
nrmioria da onra de roosrra-
co ltm portoBoletim mtteorologiso do
da 25 i-' Janeiro de IS?8.
VMS*
cb*"xf
AJofpb
licia.
s. solttiro, wroettido pe, po-
BotM
6 ta.
9
12
3 t.
6
aso
o a -a
18 9
248
9-0
30-3
27'9
24-6
Barmetro
0
761*48
761"75
7rJl>89
761*65
761-23
Ttnsio
do vapor
17,96
13,30
19,31
19,87
Ih.96
o
'i
a
77
63
61
71
87
Tempia'ura mxima30\75
Dita tnninu24V5.
Evapc rucio em 24 brax r. sol: 5,"3 ; i som
bra : &,.
Chiiva,n'i.
Directa o do vento: E de m^ia noite at 2 horas
e 5 m~nu'os da taide ; ESE at 3 horas e 17 mi-
nuta ; HB H' 4 horas 29 minat s; E ata 4 ho-
ras e 50 .oiontos; NK al meta u-.ite.
Velocidad? mlia do vento: 2n,30 0"r segando.
(Calmara di- 6 biras da tarde meia noite.)
Nebulosidade media: 0,57.
Boletim do porto
W-
P.
B.
P.
M.
M.
M.
Dia
25 de Janeiro

26 ce Janeiro
Horas
240 da tarde
848
3 8 da manha
Altura
2," 09
0-57
2,-06
i '
- i-

-

.^tf ftefc'ecluar-se-toio :
Hoje :
Pelo agento Stepple, a 11 horas, no pateo do
Paraso n. 31 A. do estob'-lecirneoto ahi sito.
IVI agrnte (}.:;ui:Io. s 11 hars, ra du
Marques de Olinda n. 19, de bisosgas.
Amaobi :
Pelo agento S' ppi', s libaras, na roa do
Imperador n. 22, de predios.
Peb agente lin' >, s id 1/2 horas, na ra Du-
que Peb agente Pinto, ia 11 horas, ra Marques
de Olindii n. 52, de movis, sriigs Je toilette,
bacas, Vi iros, etc. i
S:.rs Hojij:
A's 7 1/2 horas, na mstris do Jaboatao, por al-
ma de Frunciste? Xavier Carneiro da Cunha.
Ama ubi :
A's 7 horas, na sedea tere ira do Carmo, por
alma du Manoel de Fj it.-a (ornes.
Passiiiielros-Sahidos para o tal no vapor
nacin! GuWiy:
FrsncUco Patury, Mancel Joaqnim de Maura.
Rcunloea 'lolac* -i! h je a seguate :
Da Me prm em sua ede, para te proceder elcicio da nova
directoria.
Douvngo terio lugar as aegaiates :
Do lastitato Litteraru Olindense, s 10 horas
da manta em soa ede, da onselho administra
tivo.
Da Mi'epra Progrraso Pcrusmbacsno, s 10
horas do ciia, em sa sede, para em ase*mDla ge-
ral ir tur de negocio diversos.
Operares clrtsrglca Foram pratica-
dss no hospital i' drjll, no dia 26 do corrento, as
seguintes:
Peb Dr, Pontual :
Talha perineal peb p-ceesso de Nelaton, recla-
mada p r calculo vesical.
Extirpado de nm kisto sebceo da regiao su-
pra byoidiin*.
Pela Dr. EstevSo:
Extraccao de um sarcoma da regiai infra rotu-
liana.
Cs ses da C&i de D- entilo do Reciie no dia 25 de
Janeiro de 1888 :
Exialiiir luO ; er.traram 29 ; tahiram 2; exit-
tem 427.
A saber.
Nacional- 403 ; malhue 7; ntrangeiros 5;
escravos rienleneiadoa 7; iiwn procetsado 1;
idem de cirreccao 2 Total 4"7.
Arraconica 372
Bcns 348 ; docutes 24.
Donpital Pedro IIO movitneoto dette
hospital no dia 25 de Janeiro, foi o seguinte :
Cntraram............... 14
Safairam................. 22
Fkeccram............... 2
Exiatem................. 524
Fortn visitadas as enfermaras pebs Drs. :
Moscos), s 8 horas.
Gysneiro, s 11.
Barros ti ibrinbo, s 7 1/4.
Berardo. nao comparecea.
Viveiroa, 4s 8 3/4.
Maiaqniaj, s L-< 1/4.
Ponto', s 9 ty4.
EstevSo ('a< lcante, s 8 1/2.
Siu.0 j II irboj-i, s 10.
Cirorgtci dentista Nnma Pompilio, s 7 1(2 ho-
ras.
O pharmaceatico entrn s 8 1(2 e sahio s 4
da tarde.
O sjuJante entrn s 71/4 horas da manb e
sahio -i 5 la tarde.
olera da provincia A 3> parte da ll*
lotera pelo novo plano, cojo premio grande de
1CO:000*000, em beneficio da Sant Casa de Mi-
sericordia do Kecife, se extrahir no dia .. do
corrente ao meio dia, na igreja de Notsa Senbora
da Conceico dos Militares.
Cesalterlo publicoObituario do dia 23
. de Januro :
QManot-l Francitco da Costo, frica, 70 annes,
solteiro, B-Vista; asystoli.
QAnna EUmos Michado Teixeira, Pernambnco,
30 anota, tusada, Qrac ', tu wrculose.
Oacnr, P- rin.n buc 2 annos, Santo Antonio ;
gastro inti'rite.
Mari Auna Vieira, Pernamboco, 20 annos, ca-
sada, Kec-fe ; encepbaliie.
Frsnciacn de Paula Lir.s de Carvalbo, Pr-
nambuco, 20 snues, solteir, 8. Jos; erisi-
pela.
Anna AdeUide Agripina, Pernambaco, 38 an-
nos, c.shOh, Afogados ; uremia.
Joj Frhppe dos Santa, fernamboRO, 37 an-
nes, casado, Afogados: tubrculos pnlmcnares.
Jos, Pstaambaeo, 11 meses, Boa-Vista; sa-
rsmpo.
Jote Jaqnim, Pernambaco, 40 annos, casado,
Ba-Viata ; parslesy.
Marianu Mara da Conceicio, Pernambaco, 25
anaos, solteira, Boa-Vista; tobercalos palmo-
nar'S.
Umbelina Maiia da ConceicSo, Pernambaco, 20
annoa, solteira, Boa-Vista; dyarrha.
25
Mano< 1 Corris da Costo. Portugal, 40 annos,
Boa Vate ; l.to cardiaca.
Silvina Marta da Conce^cao, Parahyba, 48 an-
nos, viuvii, Boa-Vista; dyarrha.
Manoel, Peraambuc, 6 das, Santo Antonio ;
totano dos recemnaseidos.
Raymuudo, Pernambaco, 4 meses, 8. Jos;
athreptia.
Jos, Pfrnxmbuco, 2 snoos, S. Jos, aa-
rampio.
Eieqn ti J. s Gomes, Pernambaco, 32 aunes,
esmdo, 8. Jote; plenrisis.
Andr, JVrnambaco, 70 annos, solteiro, Boa-
Vista; en't rite.
Manuel J s de Lima, I'ersMtSxMeo, 15 annet,
so'teiru, Ej-Visto; varillas.
JoMqnini, Peroambaco, 3 an?s e 5 meces, Boa-
Vitta ; bbre,
Alice, t'erntmbuco, 7 metes, Boa-Visti ; caque
loche. .
Adolpbi, Pernambaco, 3 aseses, Boa Visto;
mstro entente.
CHRONCA JUDICIARIA
Juuta commerclal da Idade do
Recite
ACTA DA SESSO E 19 DE JANEIRO
DE 1888
PBE8IDENC A DO 'UM. SU. COWTBHOAOOB jHTOHIO SO*
MBS DB UIS1KDA LRAL
Secreorio, Dr. Julio Quimar&e
A's 10 horas da manha declaroa-se aberta a
aessao estando prctentes os Srs. deputados Olinto
Bastos e Hermino de Figu-ireJo, faltando c m
participavfio os 8rs. commeodador Lopes Ma-
chado e BaltrSo Jnior.
Lida, foi approvada a acta da sessa> anterior
e fex-se a leitura do seguinte
XFBDiaim
OflScios :
De 14 do corrente, da Junto dos Corretones
desta pmc*, reioettendo o boletim d>scotac'i
onleiaes de 9 a 14 do presente -nes. Para o ar-
chivo.
Lriario* Officiau de ns. 359 a 362, e de ni. 1
a 10 do correute auno. \rcbivem-te.
Foram dittribudos rubrica os livros seguin-
tes :
Diario e copiador de Ucnlca Ferrelia Irmoa i C, diar-o d; Seixas & C.
DCSFACHOS
Mappas :
Do armasen a1fandeg*d:s ru do Commer-
cios. 3, 5, 7, 9 e li.
Do trapicho albndeg-do d> largo ca Aaeeui-
bla n. 17 e do trapiche Buril ds Livramento.
Arebive-n-sa.
Petiooes :
Da Fr. neisce Joaquim Eibeiro de Brita, agente
de leilSes desta prnoa, apreseotando aproviclo
o titulo de nomeacao que passara a H'nrique Doo-
ceciano Tavares dos Santos para exereer as faoe-
c5e de sea preposto e pediado qae se restitua o
titalo de eleitor. Adiada, por ser a assao de
mero expedieota-
De Joaquim Das da Silva de Asevedo Lomos
e Francisco Jos da Silva Lapa, para que se ar-
ehive o distracto da sieied.ide que gyrou4eaU
praca acb afirma de Dias Silva 4 C, fiendo ao
ex-socio Lapa de p^sse do estabeleoim.-nto de
r-rap feita por medida ru Primeiro de Marco
a 18 s do activo, e obrigada p^lo pastivo da ex-
tincta sociedade. -Archive-ae, n forma da le.
De Almeida Rangel 4t C, para que se archive
o cootracto do sociedade de capital e industria
qae sob dita firma c^lebraram D ming-a de Al-
meida Portugal e Anteaio Fernlra da Silva coro
o capital de 1:500*MKO, para o r; mnirrcio do mo-
Ihadosnests pr*cn. Seja archivad), depois de
pago o sello resp.ctivo.
De Jihn H. B fcjjII, sacio da firma John H
Boiw.ll it C, da prac* de Macei, para que st
archive o additameDto do sea contracto social ar-
chivado em 1885, relativamente entrada do ci-
pital, entre elle celebrado o Flix Vandesmtt, sob
firma Vandeemet & C Archive-se.
Do Albino da Costa Man >el Simio dos 8antos
Ferreira, para que se archiv-; o dwiracto da s>
ciedade que tiveram sob a firma Ramos & Sao
tos, ficaodo o ex-socio Albioo de posse do atabe
lecimento de molhados ra do Viscoude de
Iobama n. 75 e do largo da i'enh o. 62 B e do
divo, obrigado peb passivo. Archive-a-.
Nada maia hsvendo a detpaehar, o I'lm. Sr.
commeodador presidente e-*c-rrou a sessao s 11
hjras e 1(4 da machi
quer qupatio sg.tada peraote a junta, p le ettel
letestpatal-a, oaaJo iSiiX 1 oWns votos ? A
> antora, dii-se ex adoeriu, mas entio dc-
via ficar sem solaeoio nms questio importante, e,
[na bypjthete, capital ?
Not parece que nao, e sobretud > si te attender
a quo as attribjitdes das juntos aparadoras foram
tiradas das cmaras municipaes, onde os piesiden-
tes teem o voto de qualidade.
Si o jais de direito, segundo a dontrna asten-
ia da pelo poder competente, eom 4 membros de
jautas, pode dsr diploma, entbora urna grande
maioria, d'elle se afaste, como uij o poier faser
qaando ha empate ?
O procedimento do]r. Dr. Silva Reg, portaoto,
nio dsvia desafiar as vehementes ceosuraa qoe Ihe
foram jirigdas peb autor do artigo a que respon-
demos. Elle o mais rasoavel do mu a Jo, e senio
qae nes diga o articulista como havia 8. Exe. de
resolver a diflbutdade, que se lhe antolhava.
E por hoj'i fieamos aqai.
Recite, 26 de Janeiro de 1888.
Un eomervador,
^^V os tssiguAtarios do artigo do Jor-
nal do Refe, de 25 desto, coro quom nao
quero entrder poleVoioas, e sim uoicameo
te em atteogao so Exrs. prelado diocesa-
no, a ciaste a quera portento, e ao res-
peitavel publico, direi daas piltvras ape
as.
Nao corri do convento a devoejao da
Ezcelta Senhora da Conceigao, qne muito
PUBLIGOES A PKUIUU
sstsssssssp
\o Em. Sr. presidente da pro
viuda
A Asaembla Provincial do anno pasta-
do crcou uto imposto de cinco cont de
rie annuaet para todas ns casas quo ven-
dessem bilh-tea e outru provincias e de
duzntos m;l res paraos vendedores ambu-
lantes ; iluss casas pagaran um semestre
e consta que fiado este nao so habilitaran)
: ais, e ainia ooatiauaratn vendando ditos
bilbetes.
Os vendedores apregoam publioamento
pelas rnss da cidaie d toa bilbetes sera te-
rem pago o referido imposto. V. Exo.
sabe que esss imposto foi decretado tab so-
inent para d'ffi ult ,r a venda de ditos b
llietes, para dar impulso aos d loteras ; porem tem sido etqueuida pelat
autoridadet etta impotiyao
V. Exc. sabo que as nossas loteras tao
de grande utilidale, pois gr m io parte
destinada Santa Casa de Misericordia do
Kecife, e ella est sendo prejulbada; esta
instituigao, que os poderes publi os de-
viam olhar e concorrer pira o seu engran-
decimento, pois o arrimo de milhares de
desvalidos !
Exrd. Sr., esta em vossas mSos es se
melhoramento, fasendo recommendar a
todas as autoridades para darem cumpr-
mento a reterila lei, e pu .ir aquellas que
uao so tujiitarem ao pagamento do refe-
rido imposto.
Portanto, recorremos a V.
qualidade de administrador da
pedindo enrgicas providencias.
V. Ex.\ acaba de pretenciar a prohibi-
do da venda de bilhetes de outrat pro-
vincias, no Rio de Janeiro, em beneficio
da Santa Gasa de Misericordia.
Um mernbro di Santa Ca$a.
prezo, e sim nicamente a p?s^oa do
Sr. Manoel Gouveia por nao me mere-
cer mais acolhime-uto neste convento *
nada tenho oom irmandades, pois nao son
juiz.de capellat.
Convento do Carmo. do Recif?, 27 de
Janeiro de 1888.
Pr. Alberto da S. A C- de Vaaconcellos.
Vigario Provincial.
aUasUUtl i_.ji
Vbollclonlsmo
E' mais ama accii),
Digna e mu nobre
feita por um pobre !
Bem merece saudaoio.
Programma
r.OMMNICADOS
Exo. na
provincia,
Resposta necessaria
IV
Em o teu artigo de hontem, o autor dos pontot
not ii, apreciando :o modo por que te hoave o Sr.
Dr. Silva Rgo, como presideate da junta apura
dora do 2 dittncto, atira-lhe mais algans dtj-
tos e mais algumas injustas accusacS^s.
Ja esperavamoa que assim se exhibiese o arti-
culista. Elle e oa seas emigos nio poJem d sf*r-
car o despeito de que se achiro possuidos por se
ter dtscoberto e provado a limada de que lauca-
ram mi, para consegurem faser mais um depu-
todo provincial-o impvido Sr. Dr. Maxmiano
Lopes Machado.
Vejamos, porm, quaes os motivos parque Uto
maltioado o 8r. Dr. Silva Reg :
lt ter-se deixado dirigir peb Sr. Dr. Goocalves
Perreirt, que nio era senil urna sombra do Exm.
Sr. Dr. Eopbrasio Crrela ;
2* ju'gar-se com direito ao voto da desempate
que a lei nio deu aos presidentes de juntas.
Nao exacto que o honrado Sr. Dr. Gonoalves
Perreirs, caja discripcio todos condeci e admi-
rara, se fisesse director do Sr. Dr. Silva Reg. 8.
Exc, como fleitordo 2o districto, tomou parta na
discussio que peraote a junto se travoa e nio foi
nico. O mesmo fiseram 03 Srs. Ulyases Vias-
na e Lopes Machado, como annunciou o proprio
Jornal do Hec'fe, na sua gattlilha.
O diguo presidente da junta, ouvindo as r n s
allegadas, e conhecedor, cmo da lei, decilio a
questio que se suscitara, coso maia conveniente
e rasoavel lhe pareceu, e, porque se ioclinou para
a opimioemittida peb 8r. Dr. Goacilves Feriei-
ra, qoe era a verdadeira, segue-se que fosse por
S. Exc' dirigido ?
Urna tal conclusio t poderia ser tirada por am
argumentador da ordem do redactor do partido li-
bfral, aproveitodo discpulo de fre Gerundio.
O Sr. Dr. Silva Reg e os mtaarios, que vota-
ran) para que nio se apurasse a eleicio, cuja acto
lora falsificada, nio fiseram senio cumprir o sen
dever.
Desie que se provou, do modo mais evidente,
qae, no intuito de pr< judicar ao candidato c nser-
vador, que consegaira eleger se, trocoa-ae a vo-
tacio do Sr. Dr. Jos Marianno para o Sr. L-pet
Machado e diste paraaquelle, si a jauta conferis-
te diploma ao ultimo candiaato liberal concorre-
na par que fotse recompnsalo o crime, o que
nio aasenta eettamente em horneas de bem.
O Sr. Lopes Machado nao obtivora votos sufi-
cientes para ser elcito, e portaoto nio poda ser di-
plomado. Os deputados se fazem as urnas e nao
no gabinete do* olohimas.
O 8r. Dr. Goocalves Ferreira o que diste e o
que fes na junta, assim como o que disseram e
fiseram os Srs. Lopes Machado e Ulysses Vianoa,
foi por conta propria. O honrado administrador
da provincia na Ja tova, coto a apar acto, e o arti-
culista perde o sea tempo em querer envolvel-o
nessss qaettSes.
8. Exc. sabe manter-se na sua posicio, o qae
cortamente nio saberiam faser signo ex-presi-
dentes que a reoViefao do partido liberal conbece
maito de perto.
Isto posto, pstseaiot ao seguodo ponto da secu-
sacio.
Atienda o publico. Comparecern! junta apa-
radora 15 presidentes de mesa, ns votacio proce-
dida sobre si devi"ter, oo nio, apurada, a aeta da
4' seecio do Poco, votarsm p pela negativa 7 de seat membros ; votando de
accorda com estes o Sr. Dr. Silva Reg, estova
empatad a queeto.
Mngoem negar, certamente, que nio techa c
jiis presidente q\a junta o direito de voto, e a C-
mara dos Srs. Deputados nio reconbece, como di-
ploma legitimo,,senio o que vai finnalo pelo jois
de direito, embora posaa a maioria da junta, como
tem succedido, rcbellar-se oootra a decalo do sea
presidente, donde se concluc qae o voto dette
preponderante.
Mat, empatada con o voto do presidente qual-
\ empieza do gaz ealeiii. 1901
Sem pretender entreter polmica pela
imprensa sobre negocios da enpreza do
gz, da qual sou representante cesta cida-
de, nao posto todava deixar passar sem
protesto o que foi publicado no Jornal do
Reeife de hontem, sob esta epigraphe.
O servico de illuminacao contina a ser
feito com a mesma regalaridade com que
fora iniciado, e di accordo com o contrac
to, que fiscalisado pelo governo por meio
de empregado competente e profissional.
As reclamar^Ses injustas que ora se fa-
aem pela imprensa, mal desfargam a m
vontade contra a empresa, no intuito de
prejudical-a em beneficio talvez de preten-
deres soffregos sua posse.
Nao exacto que a empreza tenha crea-
do embaracos execncSo da lei.. o que tem
feito e continuar a fazer, ntar do direi-
to de reclamar contra a violacSo e poster-
garlo do seu contracto.
Do mesmo modo qoe se app-lla para o
actual presidente da provincia, a empreza
tem bastante confianga as luzes e espirito
de juslica de S. Exc para acreditar que
S. Exc. nao consentir na violacSo de seus
direitos.
Se a empreza comecou a oppor-se a
a valiagao, foi nao s porque, deixou de ser
convidada, para presentar sea arbitro,
que com o do governo dsse sea parecer,
segundo se p.\.tica not arbitramentos, co-
mo porque oerto que o valor real da em-
preza, a poder ser dado no fim do prazo
do contracto, como se acha expressamente
determinado no meemo contracto.
E notavel, que eonfessando-se adiar-
se assim concebido o contracto, diga-se en-
tretanto qae este n*sta parte iooxequi-
vel!
Na opiniSo do articulista do Jornal do
Recife, o contracto deve somante ser exe-
cutado em fa^ir de ama das partes, e con-
tra a outra, cleando-se assim ama juris-
prudencia nova, que pode ser commoda,
mas com certeza ioiqua e insustenta-
vel.
A f publica dos contractos, a sua fiel
oxecucSo nada devem valer quando se tra-
ta da emprcza'do gaz, o jo que nada mais,
nada menos se pretende.
A' isto, porm, opponho a certeza que
tenbo deque as bis des te paiz sao como a
doa outrot, que devem ser respeitadas e
obedecidas, agraden) oa nSo a quem qutr
que seja.
Tudo serve de capitulo de aecusayao, e
at o facto da constraegao e renovlo do
g-zometro, alias indispensaveis para a Cuu-
tinuayao do se -vico.
E'sqaanto curepre-me diier, continuando
firme na disposicSo em que me acho de f.i-
zer valer os direitoa da empreza, confian-
do as leis e autoridades do paiz.
:' Empresa do gaz. Recife, 26 de Janei-
ro de 1888.
feorge Windtor,
gerente.
----------------m
A o publico
Jos Manoel de S, tendo de retirar-te
temporariamente para Europa, dixa por
seas procaradores ao Dr. Antonio de. Sonsa
P-'nto, Osorio Jos dos Santos e Manoel Jo-
te Vieira, declara que nesta data nada de-
ve a pessoa alguma; porm, se alguem jul-
gar-se seu redor, appareca roa Larga
do Rosario n. 14.
Recife, 26 de Janeiro de 1888.
Jote Manoel de Si.
Francisco Gromos de Aadrade Lima, se-
nhor do engenho Retiro, em Nazaretb,
adiando se um avanzada idade, o por con-
seguate perto de terminar seus dias, re-
sol vou faser oom os saus escravos, em
numero de 5, sendo dous escravos e tres
escravas, todos na fl r da idade, um con
tracto concedendo plena libsrdade asa mea-
mos escravos, poden lo estes irem para
onde bem lhea aproavor, pedindo, por n,
o ex senhor amorosamente aos seus ex-es-
i-ravos que lhe fiquem trabalhando, qas se-
rs indemnisados do servico que produ-
zirem.
Pelo que de enthusiasnio ,
Ergue-se este filho lo povo
Dentre ell:s mais novj
Para comprimental o.
D. L. Lyra.
Encalha meato
Sob ett epigraphe appareceu hoja no
Jornal do Recife urna noticia de ttr sido
encalhado, em sua sabida para os portos do
sul, o vapor brazileiro tManost, na noite
de 24 deste mez.
Tenho a responder que tal encalhameri
to nSo so dea, pois j dito vapor l-.rgou da
boia s 9 1|2 horas ia noite, e como ti-
vetse tomado urna guiada para tiren em
frente ao Arsenal de Marinba, dei fundo,
e to.-ando atraz filai a corrente d'^gua
que era de endiente, e nesta oocasio sus-
pend seg lin I > barra fra ; exitia no ban-
co por onde devia pastor o sManost 17
ps d'agua e elle do nandava somante 15
Portan to \ o publico que foi calumnia
do intrigante que deu noticii aquella Jor-
nal.
Como testemunhas apresento o patrio da
balieira e sua tripolaglo.
Rodfe, 2o do Janeiro de 1838.
Herculano Jos Rodrigues Piohsiro, 2 te-
nente pratico mor.
Jos OJorico Facundo Lima, patrao.
A rogo de Rufino de Al mi ia e Paulino
Jjse Barbosa.
Francisco Jos Soa rea de Oliveira
A rogo de Joao Ignacio e Manoel Vicente.
J. B. Este ve j da Gama.
Francitco Jos Soares de^Oliveira.
N. 384.
K ferm Ida den causada-i por eipo-
sileo.Oa mioeiros qoe trab*lh*m en toda a
clssse de minas achiram ns Silsaparrilha de Bris
tol, ama salvaguarda segara c utra todos os des-
manchos inherentes i ama vida de privacSea e
condonadas exposices taes como rbenmatismo,
dyapepsia, febres uterrnittent s*e biliotas, S-.
ccio do figado, abaessos, ulceras, inflamms^oas
glanduUres, erup.ojs, nevrslgia, molestias ven-
rese, etc.Em todos os casos anda mesmo qoe
se tuh*m aggravado por desmatisgarante-se
a mais compl'-ta cura.Todo aquello qne toma
de ves em qoando coioo pr. veutivo, fortalece seu
syatema contra as eufarmidades, vigora eaagmen
ta at torcas vitaes at tal pouto, que preciso vel-o
para crl-o. y
Um medico eminente deolarou, que ella se ap-
proxima ease tabuKso Elixir da vida, mais do
qoe nenhum oatrj remedio conhecido.
A Salsajarrilha de Bnttd acha-se venda em
toda a prj<( o mondo civilisado, em todas as prin-
cepses boticas e 1 j ia de drg: a.
E' preciso-qae as snboras saibam, qae, quando
os criaocas apiesentam a pelle quente, a cabeca
ardente, o pulso acoderado, todo acompanhado de
profundo abatimento, exstem symp'omas de mo-
lestias que tende a declarar-se. Compre provi-
lensiar, e sem perda de tempo, ministrando am
purgativo, qne possa .faser abortar urna molestia
grave. O mais indicado e o mais appropriado a
Fructo Jalien que criaaca toma sem a menor re-
pugoaocia, como se comesse um ccaieito.
Emulso de Lanman
& Kemp
A Emlalo de oleo de figado de baoa-
Ibo com os hipophospbitos de cal, soda e
potassa, preparada pela acreditada casa
de Lanman d Kemp de Nova York,
melbor, a mais perfeita, e a mais efficaz e
agradavel que ai agora se tem offerecido
ao publico.
' um regenerador poderoso das consti
tui^oes debis e am remedio certo para
todas as affeccSes do peito, da garganta e
dos pulmSes.
Use-se t a Emulsao de Lanman d
Kemp ne confundindo-a com as oatras.
Vende-se em todas as drogaras e phar-
macias.
s
\ bem da hninanldaile (2)
E' fcil reconhecer as propriedades cu-
ativas do Peitoral de Cambar des-
ooberta do Sr. S. Soares, de Pelotas, con-
tra 08 catarrhos, bronebit-s, bemoptyeisa e
outroa estados mrbidos da membrana pul-
mimar, e a sua poderosa efficacia nos va-
rios peos periodos de tysiua
Sob a influencia d'este poderossimo re-
medio v ae cessar os esoarros de sangue
e-as expectorares sangiuolontas ; dissi-
pam se as tosses mais rebeldes e tambero
desaapparecem as oppr-stSe, dores do
deito e alterac5es da voz; pouco a piuco
desenvolve-se appetit, reapp-rece.u as
forcas perdidas e, n'uma palavra os doen-
tes experimentare urna mudanca muito no
tavel e, por assim diser, tornara vida I
Os unios agentes depositarios geraes
Francisco M. da Silva d C.
Lotera do Para
A 3.* extraccao da 16 ter !a*ar no
dia 30, pelo novo plano de 120:000000.
Da festa do milagroso martyr 8. Se-
verino
No dia 26 do corrente mes, s 5 horas
da tarde, na capella de Sania Tbereza
desta cidade, ter lagar a bencSo da ban-
dera o milagroso martyr S. Severino,
officiando o Revm. conego vigario Augus-
to Adolpho Soares de Kus* w-ttter, com as-
siatoncit de irmandades e da Sociedade
Philarmonica Po-d'Alhense, que tocar
escoltadas pecaB de seu repertorio : sahin-
do em seguida a meama bandeira, proces-
sionalmente/" para a capella do engenhi.
Ramos, conduzida por mooinos de ambos
os sexos, ueceotsmonte ^rajados; e, ao
cheg&r na referida apella, ha ver ladai-
nha, antiphona e o hymno do santo ar-
tyr, grande orebestra, s-nlo depois has
toado o estandarte, tocando em todos os
actosa Philarmonica Pod'Albense, e subin-
do os Ares diversas gyrandolas de fogua
tes,
Era Copclusao ser largado um importan
te balito.
No dia 27, oomecarao as novenas, que
serao cantadas todas r.s noites, s 7 h ;ras,
pequea or.mestra, sendo s^mpra exju
todo o bymno do milagroso sitito martyr,
acompanhado da mesma orebestra.
No dia 3, noite, S'ir expisto con-
currencia publica um bazar de prendas,
cujo producto, ser applicado em favor da
festa do san-o martyr, havendo dessa noi-
te em dianto, illuminagao a giorno.
No din 5, s 5 horas da manba, urna
salva <<9 21 tiros, diversas gyrando'as de
foguetes e o festivo epique dos tinos, des
p-rtarilj os de rotos oo milagroso S. Seve-
rino martyr, annunciando-lhcs que che-
gado o dia da festa do augusto tanto mar-
tyr, o a 10 horas da manha, ter cornejo
a miss. solemne, graade orcheatrs, re-
gida pele hbil professor Gabriel de Aze-
vedo, sendo offi ante o R;vm. conego An-
tonio Domioguea de Vascon ellos rsgao
e'n.inistros os Rsvms. cenego vigario Au-
gusto do Kustwctter e padre Graciano
Villar Barreto Coatinho: o^ctipando ao
Evaogelho a tribuna sagrada o Revm. ca-
pito capillo do exercto, cooego M.a>;l
Jos Martina A1 ves de Carvalho.
Ao terminar a missa solo.nne outra sal-
va de 21 tiros ser ouvida, e diversas gy-
randolas de, foguetes fendero os ares.
A' tarde, hi7cr cavalhalas e outros
divertimentos populares.
A' noite, s 7 horas, haver ladainhi o
antiphona, cantando se en seguida o bym-
no do santo martyr: depiU do que ser
arriado o estaniarte com a devila solem-
nidad*'; queimanio se em conoluaSo um
pequeo logo de artificio o hrgando-se al-
guns arost*t03 ; o assim terminar a
festa.
Con vm. notar .ue haver trena de ex
cursi i para aquctlea quo quizerem assi^tir
a fe ata no dia 5 de Fovareiro, segund > de-
liberou o digno superintendente.
Pao d'Albo, 24 de Janeiro de 1888.
O encarregado da fetta,
Jos Dirceu. Padilha.
A vuva D. Eulalia Ernestina Qarnero Caval-
cante achandose gravemente enferma e sem re-
curso algum para si e para cinco filhinbos, que
msis a affligeto em torno de teu leito, roga a al-
euirj is poeaoas um obulo de sua caridad?, urna c.i
mola pelo amor de Deus. Resido ra das Car-
recae n. 32.

ESPERExMOS

Aos amadores do Carnaval
A bem conbecida I ja de miudesas Basar do
Recife & ra Marques de Olinda a. 11 (sntgt
ra da'Qadeia) receben grande e completo aorti-
meoto de mascaras caricatos para homens, senho
rus e enancas, e grandes coecSes para elubs e
sociedades carnavalescas. Vende-se por prec,o mo
dico quer em pequeas eu grandes porc.-s; vale a
pena visitar o Bazar do Recif* par ver o melbor
sortimento de mascaras qus tem vindo a os te mer-
cado.
Tem grande so. timento de bisnsgas a pn co sem
competencia.
No Basar do Recife ra Marques de Olinda n.
11. #
Quem nao acreditar....
Olinda, 11 do Julbo de 1887. -Illm. Sr.
Firmino Candido_,de Figueiredo.
Entre as numerosas curas, operadas
pelo Cajurubeba, pode V. S. mencionar da
um filho meu, que, soffrendo de asthma,
havia mais de tres annos, restabelecen-se
inteiramente, depois que usou por algum
tempo daquelle preparado de sua invenyao,
o que tenbo a satisfaco de communiear a
V. S., de quem aou com estima e consi-
derado
Respeitador e criado,
JjUj BaptUta Regueira Costa.
Dr. Coellio f.eite
Participa a seus clientes e amigos que
tora seu consultorio na ra Duque de Ca-
xias n. 57 Io andar, onde ser encontrado
de 12 s 3 da tarde todos os dias c
reside provisurameato na ra do Hospital
Portugus n. 14.
Casa Feliz
PRACA DA1 INDEPENDENCIA N8. 37 E 39
DE ANTONIO A SANTOS PORTO
Aol 100:000*000
Vend' u da 2' exiric*<> o 11* luteria extrahida
b ntem, 13 d Janeiro, a sirte de 1:0004 n. 1891,
a sorte 500*000 a. 3123.
Tem expsto venda os seas felises bilbetes
gHrantidos rt 3 extraccao, a beneficio da Ssntx
Casa de Misericordia qae se extrahir breve-
m< nte
CHul a meilca
O Da. Alvabbs GdimarIrs, recen-
chegado da edrte, oode ennieou por lon-
gos ano tem rie-bi cns^iltorio ra
do Bom J-sos (ntiga da Croa) n. 45,
|. HO'iar, onde foi o eomultorio do di*-
tinelo medico Dr. Teixeira, e ahi di con-
sultas todo* os -Has do meio dia as 3 bo-
r>a da Urd. rV.ide i praca do Ciada-
a.'Eu ( ntig da Ba-Vista) a. 28, V an-
dar, p, qner aqai. .jaer all, aceita eba-
madot.
C=3K
Programma
D> tradicional festa do milagroso Santo
Amaro das SalioS, que ter lugar ao
dia 29 do correte
Eftinndnrio
HAiTBAJtEBTO
Q ilnta feira 26 do c-irrente, s 7 horas da tar-
de, sabiri da respectiva c%pella o estandarte do
milagroso .Santo Amiro das Salinas, o el poit da '
percorrer o espacoso p*to, ras de Luis do Reg
e Boa) GroBto, acompanhndo oor crescidisimo aa-
roero de seuhorsa e gentis rinnvas, brsn como da
banda marcial do 14 batalhio, que dar Execuco
a Todas pecas de Beu vasto repertorio ser so-
lemnemente hastiado ao atroar de diversas girn-
dolas de fognetea. Dorante o trsjeetJ serio quei-
mados fogos de beogala.
Trtdno
Fiado o acto d, htsteamento eutrar a tridoo O
qual proseguir n.-s dias de sexta-feira e sabbade
peUs 'l horas ds tardn, tocandi a referida binda
de musiea ; bavendo as referidas tres notes
ap) o triduo, diversos ba.'es, e um p qutno loga
de arteficio.
Ve.pera
Sabbddo, 28, ao meio da, a mesma banda de
msica ex>cutar ns capella, tres liodas pefaa de
seu repertorio, e urna salva de 21 tiros e diversas
girndolas fenderio os sres.
Aurora
Ao deipontar do faustoso da 29, ser saudada
a aurora com ama salva real e diversas girndo-
las, annuncianio aos fi:it devotos do milagroso
Santo Amaro daa Salirias, ser chegado o dia de
todos pressurosoB virem leader cultos a tio mila-
groso santo. w
Featst
A's 11 horas da m nh do referido da, depois
que a banda de msica tiver executado lindas va-
rincSes, entrara a testa solemne, sendo a missa
denominada Santos Pinto. Ai Evaogelho se fara
ouvir da tribuna sagrada o eloqu -nte pregtdor da
pe I .i imp.-rial Itevd. Fre Augusto da I nmaea-
I ida Con je i co Alves. A orcheetra est confiada
o njsao irioo di finid r, o maestro LvJio de
Oliveira. seudo os solos nxecu'adoa p.-ics mais
li :beis c-.ntires desta cidade. Finda a fests, ana
Silva real e diversas gira.o1jlas fenderio es ares,
b:n como ser largad > um migestoso bala).
Tarde
BAZAS DI r.lE 1A3
De 3 horas da tard; por dianie, no immenso pa-
teo estar exposto a concurrencia dos fieit devo-
tos do milagroso Santo Ara *ro, am importante
basar, constando de lindas 'f costosas prendas,
offertas dos maitos devotos que conta tio mila- -
groso santo. .
Exerciclo gymaaatlcoH
A's 4 horas da 'arde, a coropanhia, sob a diretv
c) do talentoso artista Martina Ja Cuaba, exibi-
r diiJieeis trabalhos gymuasticos.
Nosro divertate oto
Das 5 horas da tarde em diaute, o artista Ca-
nha promover n'um tabla io novj genero de_ S-
v-:-, liento intituladoO fantoches de raonsieur
Sam'ocl, e da jvea'Tnrm lina, que nuito agrada-
r aos respeitavel publico.
Triadade
A's 6 e 1/2 horas da tarde, urna salva real e
algumas gyrandolas, bem como usa s-oberDi aers-
tato, sobirao aos ares, annaneiando aos fiis a
h .ra em quo deveioos entoar a A/e -Mana.
Iiadalsins
A's 7 e 12 horas da noite ter lugar a lalainha
cantada ao milagroso Santo Amaro, faxendo-se
cuvir de novo o mesoio insigue prega Jor.
Eslandarle \
AgBiAxmro
Apa a lsdainba ser arriado o estandarte, qne
com a dev da solemnidade ser entregue a nova
ji: ei, subindo ao ar- diversas girndolas, e um
bem acb do balao, ejecutando a mesma banda de
msica variadas peQas.
lOffO
Eta conclusio do toda solemaidade, ser qnei-
mado, um grande fogo artificial, de pecas pcaco
c inmune, feito a capricho, pelo notso irmio defioi-
doi Olympio de Millo e Sil a. o qual nio tem
ponpado esforcos para bem servir ao respeitavel
publico. A capella ser ornamentada cem todo o
esplendor. A baoda de muaica tocar em e rale
durante toda a tarde.
O espacoso pateo, para maior brilbautismo es-
tar primorosamente emba ndeirado ; e a noite U-
luininado a capricho.
Aviso
A coropanhia ferro carril expedir durante todo
o da grande numero de carros para facilitar a
concnirencia da fiis romeiros do milagroso Santo
Amaro das Calinas.
Consistorio da Irmindade de Santo Amaro das
Salinas, 23 de Janeiro de 1888.
O escrivio,
H Magaihies da Silva.
u'iip pri-
naria para o sbio BascD'ino ;
CAU DE eHJSINO nODR\0
36Rua Velha.36
O abaixo assignado, participa o illos-
trado publico desta cidade, que abri sua
Escola particular de instrueco primaria
para o sexo masculino, ra VelLa n.
36, (Boa Vista) onde esmeradamente se
dedica ao ensino de seus alumnos.
Educa e instrue a infancia pelo melhor
systema dos principaes collegios da corte
de imperio, onde por tdgum tempo demo-
roo-se passeio, cujo systema a delica-
eeza, a vooagio, a paciencia intima pa-
ra o ensino, azendo com que os seas dis-
cpulos sigam o caminho da intelligeneia,
da honra e da digoidade oom santos pon-
silbos, sas licoes, -:n de que venham a
s-r o futuro sustentculo da patria, da
religiao e da lei, e um verdadeiro cidadSo
brasileiro.
Espera merecer a confianja o a protec-
<&o dos pais e tutores das criancas que
queiram aproveitar um repido adiantamen-
to de seus filhos ou tutelados, e em parti-
cular tem t robusto em todos es sebt
compatriotas pernambucanos.
Comquanto ousala s<-ja eet> tentativa,
todaviu espera que os seus iocaneaveis
esforz?, e os seus puros desejoB sejam oo-
roados com a feliz approvacSo de todos 08
filhos do imperio da Santa Cruz.
Espera finalmente, que o respeitavel
publico saiba apreciar de perto o seo ver-
dadeiro ensino primario, onde rpidamente
as enancas abragam e amam de coracSo
aos livros, as sciencias, as lettras-e as artes.
AL ns-ilidde 2000 pagos adiantados,
no acto da matricula^
Horario das 9 horas da manba s 3
da tarde.
Recebe meninos internos por 30000
mensaes.
Meio pensionistas per 150000 mensaes.
Por cada um preparatorio 4fJ000"*rjien-
saea.
Frimeiras lettras 2f:00 mensaes.
Musiea e piano 40000 mensaes.
Pagamentos diantados.
36-BA VELHA-36
Jttfio Soorea de Azevedo
HOMEOPATHIA.
DE
Catelan Preres
De Pars
Glbulo, Uturas. earlel-
rat). etc.
Veade-se na botica francesa
BaadaCrasa. 99








Cognac Brazilci e
Fabricad c por A. M. Vera* & C. OjB>
odas as regras proscriptas pela ciencia,
e de parean e sabor idnticos ao cognac
estraogeiro O Cognac Braaileiro urna
exoellente bebida, o melhor nc.tar que
e pode conliQcer.
Aoha se na fabrica e em todos os bo-
tis, rssUu.TnB.ts, cafs, buhares o vendas
deaU cidade.
Ido experimental-o 1
Curso nocturno
Os acadmicos Augusto J. V. Braga e Enneral-
dioo O. T. Batideira.participial especialmente ao*
empregados do commercio, que tin aberto on
curso nocturno, cnstanti das materias : portu-
gus, francs, ingles (pratiea e tericamente) e
unthmetica.
Oatroeiai, faxem notar qu* is exercicios de com-
posicio coosiatem sobretodo em cartas e corres-
pondencias coinmerciaes.
As aul-s ctanecarSo a funccionar do da- i do
correte no i" andar da roa Duque de Casias n.
50, daa 9 hor.i em diante.
Agaas alcalinas mineraes de
Moadarlz em Pontevedra na
llespaniha
ESPECIALIDADES PABA
Moles ti aa do estomsgo, taes eomo : dispepsia,
gsstra gia, embarro chronico do estomago, ulce
ras simples.
Molestias dos intestinos, taes como : eofarta-
mento do figa.lo, ictericia, clculos biliares, diar-
rha chronica, ele etc.
Molestias dan via urinarias, taes como : dios
teses ricas, catharro Tesical, diabates saccarina,
albuminuria e gotta.
as anemias, chlorosis, psoriasis, prunigos e
dores artrticas e outraa muitaa molestias.
As aguas alcalinas de Mondaria nascem de re-
cuas granticas na temperatura de 1H* centigra
d.-s. sio claras, incoloros de cheiro parec io um
pouco aoa de ovos coaidoa, sabor alcalino, produ
indo uji ligeiro sabor picante na occaiiio de to-
mir-n. Ellas sao cjassifieadaa no numero daa
alcalinas e bi-carbonatadas de soda.
nico depositario em Pernambuco o Sr. Anto-
nio Affonso Simos estabelecido a roa Visconde
de Goyanna n. 1.
IGUAit*SS' {
Dr. Pae* Barrete
PE O MOTO a PUBLICO E
idvogado
Clnica medico-el rurglca
DO
Dr, Alfredo Gaspar
EspecialidadeParcos, moleatas.de aenhoraa r
enancas-
ResidenciaRa da Impera'ns n. 1, 2.* snda
Telepbone n.226.
Clnica do Or. Silva Ferreira
Especialidades: molestias de Senborss de
pelle.
Consultas de 1 a 3 horas.
Rus da C*deia n. 53.
ResidenciaRus do Conde da Boa-Vista 24 I
Tel-ph'>n-; n. 41
C0IIBRC10
Colegio PryaDo
' A Rl DE H.410 M. 1S
1* andar
O director deisa casa de educaclo e easino avisa
ara pala e interessados de sena alumnos, e so pu-
blico em geral, que do da 9 do coi-rente em dan
te acham-se abertas de novo as aulas das cursos
primarlo e secundario do Colltgxo Prytanto.
Pe os estatutos ha 4 clssses da alumnos internos,
semi-iuternos, externos e semi externos, sos qui.es
sio ensinadas, alm das primeiiss lettras, todas
as materias para a matricula em qualquer corso
de instrueco superior do imperio e ma;s as seguin-
tes linguaa italiana e allem ; esenpturacSo com-
mercial e scenciss naturaes.
Todas essss materias esto a eargo de profeaao
res habilisaimos e demasisdo conbecidos no ma-
gisterio pernambucano, como os Srs, Ors. A y rea
Gama, Jote Dima Barreto, Arthor Orlando, Ma-
ooel J. R. Pinbeiro e Frederico U.ysaes de Almei-
ds e Albuqu erque. O director timbem toma par-
te no ensino do curso secundario ; e a sola prima-
ra especialmente regida pela mi e irma do
mesan director.
A casa onde funcoiona o Colleyio Prytano, sita
roa 24 de Mato, (antiga da D t. oca o) n. 13, 1
andar, est em muito boas eoudicoes bygienicas e
cfferece vaetos e sdica commodoi sos alomos.
Recife, 1 de Janeiro de 1888.
O director,
Tranquilino Graeianno de titilo Leito
Iastitution fraiifaise
de dciiioiscllcs
Mme. Irma Adoor, directora do estabelecimnto
de educaco aasim denominado, e sita ra de
Bario de 8. Borj* n. 50, participa aoa Srs pas
de familias que as respectivas au'ai se reabririo
no dis 9 de Janeiro prximo futuro, e que conti-
na a receber alomnas pensionistas, cemi-pensio
nisUs e externes.
27 de Desembro de 1887.
Collegio de J. S. da
Penlia
Basa da Aurora n. S* 9 andar. es
quina da rssa Formina
As amas deste collegio principiar o a fuuccio
nar a 7 de Janeiro : io truccao primaria, aecun
duria e prendas.
A directora,
Augusta Carneiro.
Gollio Amor Dirino ;
'Roa d Imoeratriz n. 3S
i' As auUs principiadlo a funccionarl
ja 9 de Janeiro.
A DIRECTORA,
Olympia Afra de Mendonqa
Dr. Mello Gomes
Medico parteiro operador
24Raa L^rga flo Rosarlo- 2 4
Onde tem seo consultorio e residencia, receb n
do chamados e podendo ser procurado qualquer
hora do dia e da nnite. Dedicase com especiali-
dade a parlo, moleitiat de senhorai, febre, typhi
t, affeecoeipu'monare* eeitreitomento da uretra.
TELEPHONE 374.
* Bslia eomucreiitl
OOTaySS OFPICIAKS DA JONTA DOS COK-
RRCTORB9
Kecsre. 26 de Janeiro de 1 68
Apolices provinciaes de juros de 7 0(0, valores de
2004, 5004 e 1:0004 ao par.
Letras bypotbecarias a 934500 cada nma.
Cambio sobre o Rio de Janeiro, vista, ao par, do
banco, bontem.
Cambio sobre S. Paulo, 60 d/v. com 1 1/2 0/q de
descont, hootem.
Jambio sobre Londres. 90 d,v. -4 7)8 d. por 14,
do banco, bontem.
Cambio sobre Lisboa vista, 116 0/0 de premio.
do banco, bontem.
Na hora da bolsa
Venderarn-se :
4 apolices provinciaes de 1:0004-
2 ditas de 500*.
1 dita de 2004.
62 letras hypothecarias.
'ffereceram Vender
100 letras bypothecanas 94*000
' i reaid nf-,
Augusto Pinto de Liaos.
' > secretario.
P.dro Jos Pinto.
_-
lio viinento bancario
atcira, 26 oa Jisaiao na 1368
PRAgA DO RECIFE
A's 10 horas mudaram os bancos suss tabellas
de 24 3/4 para 21 7 '8, dando todos, nn correa, do
dia, a 25 d., acbando poneos tomadores.
Houve pouco movimento em papel particular a
25 d. pea manbi, e 25 1/8 e 25 3/16 mais Urde.
PRAQA DO RIO DE JANEIRO
As ultinoai noticiaa por i j recebitas davam os
bancos saccaado a 24 7/8.
Entradas de sanear e algodo
Mil DI JAHSiaO
* ASSUCAR
Entradas Das
aruacas..... 2 4 25
Via-ferrea de Garuar 2 4 25
Animaos..... 2 & 26
Via-ferrea de 8. Francisco 2 6 23
Via-ferrea de Lim'-iro 2 24
tsomma.
AIXJCDlO
Entradas Oas
Barcacas ...... 2 4 25
2 i 25
2 4 25
2 4 26
2 4 23
2 4 14
Saceos
13o 688
17.372
11.190
110 841
62 928
333.022
Vapoies.....
Via-terrea de Car un; .
Animaes.....
Via-tenes de S. Francisco
Via-ferrea de Limoeiro .
Somma.
Sapeas
2 234
2.744
1.011
7.22
1.479
7.165
21.65'i
C uprar
93450-J
As tabella! expostas aqu forain estas
Do Lohoob Baaa :
'.codres
Perla. .
.talia. .
iambargo
Pcrtngal
\ew-Vork
H) d,'v vi*tu
24 7,8 24 5/8
382
47 >
213
385
3S5
479
215
24030-I
Do IsmasiCioaiL : '
U.-udres.......
eans........
.'ralis........
aamburgo......
i>isboa e Porto.....
^rrocipaea ei ladea de Porta-
gal........
New-York......
Jo Esqlisii Basx :
-. udres.......
-'tais. .......
isa!......
Saiaburgo......
is'ooae PorUi
^rincipaes cidddcs do Porto-
Si- '......
Oba dos Acores ....
i ba daMadcira .
Sc-v-York.....

90 d/u vitla
24 7/8 24 5/8
382

475
213
385
385
479
215
220
2 030
SO dv vi*ta
' V4 7/8 24 5/8
382 385
. 386
475 479
213 215
. 220
. 223
. S20
2030
Vapor despselaado
Vsp. nac. Ouaby, para :
Macei : 20 fardos de xsrque e 1 barril de 5
com slcool.
Penedo : 88 fardos de xsrqos.
Carreg. diversos.
ostacSs de assuear
au 26 de jaaarso os 1888
Aoctaf'o Commercu Agrcola, rcgistrcu os
abaixo, pagos ao agricultor, por 15 kilos
[Pinto
Isabel. .
i puiviirisad .
13.' superior
3 b. .
' 3. rugular
noa ...
H.-.acavado purgado
< bruto.
iictame .
24700
2/800
24200 a 24300
24600 a 24700
24300 a 24400
24000 a 24200
U700
14540 a 14600
14310 a 14440
14100 a 14200
CstiicS* de algodtlo
ani 26 os jatrciao db 1888
Honre offeites de 64250 para o d 1> sorte do
serto.
Pauta da Alfandrga
saouBs na 23 a 28 ob jabsuo db 18(8
(Vide o Diario de 2 de Janeiro
Mavlas a earga
Barca portuguesa Novo Silencio, para Lisboa e
Porto.
Barca portuguesa Quitea, para Lisboa e Poito.
Barca ingiera Erminia, para Liverpool.
Barca americana Curyphene, ptr Estados Uni-
dos,
Barca noruefruuuse Lovetand, para Estados-Uni-
dos.
Barca americana Iludan, para Estados-Unidos.
Barca alleoii Siriui, para Estados-Unidos.
Barca inglesa Ranavola, para a Para.
Barca noruegueuse Bondeoentn, para Eitadoa-
Uoidos.
Barca inglesa Bei'.e Mark'iam prra-Es'Adsa
UjJos.
Barca portugus Lope Duarte, para Lisboa e
Porto. ,
Barca americana Wakefield, para Eatsdss-Unidos.
Barca americio i Ethel, para New-Yik.
Barca inglesa Berlha Anierion, para Ettados-
Unidos.
Bnguc ingles Admiral Tromp, pira Biu Grande
do 8ul.
Escuna dinamarquesa Expreii, para Rio Orando
do Sal.
Lgr nuciooal Loi/o, para Rio Grande do Sal.
Lugar nacional Z'.nunha, para Rio Graoda do
Bol.
Ljrar hollandea Leemhue, pira Bo Grande do
Sul.
Lugar ingles Clutha, pira Liverpool.
Lugar ingles Eva Lynch, para Estados-Unidos.
Patacho Zinamarqurx Harriet. pira Pelotas.
Pataebo americauo Agnej Barlon, para N w-
Yoik
Vapor ingles Estrella, pirs Porto-Alegre e Rio
Grande do bul.
Vapor inglez Grator, pa>-a Liverpool
Vav oh descarga
Barca inglesa Arbutot, csrvio.
Barca inglesa Maa, bacolho.
Barca portuguesa Allanen, vari.s geceroi.
Lugar bllrmio Alleminia. varios gneros.
Lugar rortngues Veritai, varios gneros.
Lugar ingles Leander, bucalbo.
Patacho ancoso D. Pedro, xarque.
Patacho ingles Robim, bacalho.
Itaportaco
Hiate nacional eua te Guarde, entrado de
Maco em 25 do crtente e consignado a Bartho-
lotoou Lonrenco, mauifrslou ;
Bal 300 alqueires 4 ordem.
Vapor nacional tSaudann, en'ndo de Araca-
j e> eadala em igual data e cuaaignado a Compa
nhia Pernambucans, msoifnitou:
Algodio em rama 100 aaceSa a Pereira Car-
neiro & C.
Couros seceos salgados 5.0 s Antora. Irmaos
s C. f
Collegio ]\feira
Este Collegio, qu3 contina a funacionar
na ra da Imperiitriz n. 63, abri suas au-
las hoje, 9 do crrante mea da Janeiro.
O director deste Collegio, abaixo assi-
gnado, convida aos pais de familias, que
desojara o r 'al aproveitamento de aens fi-
Ihos, a confial-os a seas cuidados, garan-
tindo-lhes o maior interesae pela educacSo
dlles. O lado moral da educacSa de seas
alamuos, do mesmo modo que o intelleotual,
Ihe merecer sempre grande iutereese.
Alm dos prop irstorio exigidos psra a
matricula as Faculdades do Direito, en-
sinsr-se-ba tamben a traduzr o filiar a
lingaa allemS, fioundo a regencia da res-
pectiva cadeira a oargo do Sr. Algernon
idney Schiefler.
O resultado dos exames prestidos no
fim do anno prximo fiarlo, na Faculdade
de Direito, pelos alumnos do Collegio Mei-
ra, sao a prova mais eloquente em favor
daa vantagens que offerecem este Collegio.
Aasim que, dentre 46 exames, que fo-
ram presta ios rc fim do anno prximo
pssssdo por alumnos dcste collegio, somon-
te 3 foraio mal suoct didos, merecendo
dona delles Histincco e sendo plenificados
22 e simplificados 19.
^Contina a funecionar a anla primarin,
que peder receber alumnos da mais tenra
idade, pois dirigida por duas filhas do
director, daB quaes urna alumns de ter-
ceiro anno da Faculdade de Direito do Ri-
rifs.
Admitiera se pensionistas, meio pensio-
nistas e externos.
Entra os exercicios pbysicoe, que tanto
convm saude dos alumnos, ensn*r-3s-ha
este anno a esgrimir espada.
Tambem poderao aprender msica os
alumnos que o quizerem.
O ensino de allemao e de msica ser
psgo parte.
Rus da Imperatriz n. 63, 2* andar.
Recife, 9 de Janeiro de 1888.
O director,
Ascencio Mnervino Meira de Vasconccllos
I!
H
Oculista
T
Dr. Barreto Sampaio, medico ocu-
iiata, ex-chefe de clnica do Or. de
Wecker, da consultas de meio dia s
3 horas da tarde, no 1.* andar da casa
n. 51 4 roa do Bario da Victoria, ex-
cepto noa domingos e das aantifacudoa.
Keaidencia ra Sete de Setombro n.
34. Entrada pela ra da Saudade o. 2o.
11
Ci&sio Parlheneu
Collegio de Santa Lucia
Para o seso feuiinlno
Desde o dia 7 do corrente que est fuoc-
cionando as aulas deste cunceituado colle-
gio, sito a ra Duque do Caxias n. 70,
2" andar, j tao vantfjosamento conhecido,
ondo seda esmerada educacSo pr^pria dn
sexo femenino.
Peloseu pregrarama s3o adrnittidas alum-
nas pensinalas, meio pensiotdstas e ex-
ternas.
Barca norueguence Euxinus, entrado de Ham-
burg.) em igual data e consignado a Foi c.-ea lr-
ina-a C., manifeatbU :
Aacostras 7 voluntes a diversos.
Bittcr 20 caixas i ordem.
Balaceas 10 amarrados a Antonio L>. (inciro
Vianna.
liarras de ferro 996 Albino Silva oc C, 1.2u0
a Harente Vianna & C, 166 a Ferr ra iuiaia-
ia-a 4 C, 1 612 ditas e 4 feixcs urdem.
Cevadiuha 30 garral'8 a ordem, 5 a Guim .-
rs>s Rjcha & C.
Cimento 250 barricas a II. Nueach < C.
Chumbo de munioio. 20 barra a C. Wjchs-
mann.
C-rveja 185 caixsa rdnm, 50 a Augusto Fi-
gaulo& C, 50 a Fraga Rocha <* C, 50 a
JoaoFeruaudea de Almeida, 25 a Giimaiacs 6t
Peimann.
Cm vio de pedra 20 tom-ladas a Soarea 'Ama-
ral IrmSoa.
Candieiroa 6 caixes a Guimares & 'ermann, 5
i ordem.
Eapelboa 2 caixSes a C. Wacgsroaoc.
Krvilbis 20 garrafs ordem.
Ferragens 89 volames a Samuel P. Johnaton, 1
i erdem.
Garrafes v.s os 300 a Joao F. da C >sta, 150
i ordem.
Genebra 100 caixas a Soasa Baato Amorimj A
C, 56 i ordem, 2 i a Gomes Pereira, 25 a Sil-
va Marques & C] 115 a Jo&o Fernaudcs de Al-
one ida.
Louoa 34 grades a Fernandes 4t Irmao', 67
ordem, 8 a Deodato Turres S C, 24 a Fernandes
da Costa & C, 20 a Paiva Valente rj C-, 26 a Soa-
res i'Amara1 Irmios.
Mcrcadorias diversas 1 volutne a Msnoel ('.il-
iaco 6c C, 8 a ordem.
Oleo 1 barril a J.e A'v a da Silva Santos, i a
Aaevedo & C.
i'menta preta 10 saceos a Sousa Basto, Amo-
i im J: C.
Pesos de ferro 2 barriets a C Wachm mu.
Papel 5 cnias ao muaoio, 1 a Affnao Olveira
& C, 4 fardos a Guimaries & Pennann, dito pa-
ra imbruiho 481 lardos A ordeno, 146 a Joaquin
F lippe 4 Aguiar, 434 a J "u Femanles ti A'-
meida, 300 a Joaquim Duarte Sin.o *.
Plvora 120 barra a Sautui-1 P. Johnatoii A C
10) a Ferreira Guimaracs ft C
iii.splio.-03 ib cuido a Sousa Bas'o, A uorim
; C 15 ^ Cji L-in i A G 'O Baiva Valente
<4C, 91 o.-Oeu), &J .. slasaal Collayo &. C 10 a
Gomes de Uattos Irmios, 10 a Fernandes & Ir-
mAos, 10 a Araujo Castro A C, 5 a A. B. Lima, 5
a Guimariea Bocha 6& C, 10 a Fernaules da Cos-
ta a C.,5a Joo *'. da Costa, 5 a Domingos Fer-
reira da Suva & G. 25 a Jofo Fernandes de AI-
ii.-1 i, 10 a Ferreira *i I uiao, 25 a Soares do
Amaral IrmAos, 15 a Guiuiarca & P<-rmaon.
P-necis 1 caix'j a Courady Wacbsmauu.
Freg 1 0 caixas a Paren'fl Vianna A C 41 a
Antoniu Duarte Caro iio Vianna
Kotin 11 fardos a Forreira Guiinarea < C, 1 a
C. WachsiDaun.
Sag 20 garrafes a Frauciuc. Gueilea de Arau-
jo o Filo, 30 ordem, 5 a Guim*i-a Bocha
& U.
Vidros 3 caixas 4 ordem, 2 a JoSo de A'aujo
Veia & Vtlas 60 c.ixis ordem.
iExpsirtKC uaoiora. 25 os jahbibo i>h iSfc8
fura o exterior
= No vapor ingles Oratjr, carr.garam :
Paia Livorpoot, Carlos Liu-ieD 131 saccas coui
9,825 kilos de algorfa > : VI. L;xa A C. 150 saccas
com 13,794 kilos de alg'flao.
- Na birea inglesa Erminia, carr; garam : ,
Para L'.verpool, J. Patcr & 2., 77S sao- us com
59,013 kilos de aieooao.
= No lugar ingles Cluta, carrrgaram :
Para Liverp>o', P. Carneiio & C. 250 tae;<*
coro 19.1.00 kilos de assuear masca vado.
Na barca uorurguensa Bjndevene, carre-
gou :
Para o Canal, M. Cunh.a 5,000 tace s com
375,000 kilos de assecar mascavadj.
Na barca americana Budson, carregaram :
Para Ntw-Yoik, P. Carneiro d C. 183 eacco
com 13,725 kilos de assuear manca va io.
Na barca americana Coryphene, carregen :
Para New Y-rk, M. Fontoura 2,510 saceos com
188,250 kilos de assuear masca vado.
No vapor americano Advance, earregaraas :
Para New-Yoik, H. Nueach a C. 1,570 palles
de cabra.
Bustos* llsiaplclo n S
O director deste estaoelecimento di inatruccAo
primaria e secundaria, declara aoa pas de seos
alumnos e ao publico em geral, quo as aulas de
aeu colegio esto funcciouaudo desde o dia 9 ds
Janeiro ; outrosim, qae recebe alumnos internos,
seno -internos e externos.
MEDICO HOAiEOPATHA
Dr. Ballhazar da Siiveira
Especialidadesfebres, molestias das
enancas, dos org'is respiratorios e das
enhoras.
Presta-se a qualquer chamado loara
fora da capital.
.VISO
i
Todos os chumados devem ser dirig-
) dos pbarmacia do Dr. Sabino, 4 ra da
Bario da Victoria n. 43, onde'se indicara j j
sua residencia. I j
Dr. Sims Barbosa
Clinics do Dr. SimS s Barbosa, Espe-
oialidales : partos, molestias de aenhoras
e de enancas.
Consultorio ra do Mar.iu.ex de Oiin-
da n. 64 consultas de 1 s 3 horas da
tarde.
Residencia Espinbeiro. Ra de Santo
Elias n. 8.
T-Iobone n. 213.
EDITAES
O Dr. Joaquin Corroa de Oliveira Andra-
de, juia de orphaos d'est* cidade do Re-
cife de Pernambuco. por Sua Magestade
o Imperador o Sr. D. Pedro II, a quem
DeuB guarde, etc., etc.
Faeo sabtr aoa que o-presento edital virem que
as audiencias dos das 10 e 17 do corrente, foram
allomados pela 7.* quota do fundo de emancipa-
cao os segaintes e acra vos :
Ernestina, de D. Ludo7ns Ucha Carneiro Com-
peli, por 400*CKXi.
Luisa, do tenente-corouel Jos Dustte de Albu-
querque Maranhi i, por 400 OJO.
Silvestre, do Dr. francisco de Paula Correia de
Araujo, por 450*000
Emiliano, de D. Francisca de Paula Cabral, por
350*000.
Juio, de llanoel Curreia de Araujo, por &00*000.
Theodoro, de Silva e Alvaro, por 600-000.
Francolino, do Bario da Soledade, por 670/00J.
Herculana. de D. Joaquina Emilia da Silva Vil-
laca, por 200*00.).
Rita, do Dr. Francisco de Paula Correia do Arau-
jo, por 300*"000.
Maria, de D. liarla Mitana Munteiro, por...
350*000
Francisca, de D. Mara Militana Monteiro, por
500*000.
Manoel, de D. Maria Militana Monteiro. por
60-1*000.
Agcstinho, de D. Anut Maria da ConceicSa, por
640* 00
Marcelino, de Fraucisco Antonio de Oliveira,
por 380*000.
Maria, de Francisco Antonio do Oliveira, por
130*000.
Sabina, do Dr. Aotouiu J.squim ds Moraes c
Silva, por 200*000.
Na barca portuguesa Novo Silencio, cane-
gou :
Para o Porto, P. J. da Siqueira 35 couroe sal-
gados com 420 k'los.
Na barca portuguesa Qa'iter'a, carregaram :
Para o Porto, J. Salgado A C. 6 barricas com
450 kilos de assuear branco ; J A. Fernandes 2
barricas com 158 kilos de assuear refinado.
Para Lisboa, Amorim Irmaoj & C- 500 cour.s
salgados com 4,500 kilos.
I'ara o interior
No l Para o Rio Grande do Sul, J. Birles 500 bar-
ricas com 37.60 kilos de assuear branco e 50
ditas com 5.450 ditos de dito mascavado ; F. S.
Mi.cedo S brinho 256 saceos com 19,200 kilos fe
assuear branco e 44 ditos eim 3,300 ditos de dito
mascavado.
No brigoe hollcndex A. Tromp, carregaram :
Para o Rio Grande do Sul. Viuva de Manoel F.
Marques & Filbo 503 aaccoa com 37,500 kilos de
assuear branco
No vapor ingle r'tlreXla, carregaram :
Para Porto-Alegre, I*. iJainviro A C. 600 barri-
cas com 48,910 kilos de assuear branco e 201 vu-
lumes com 16,410 ditos de dito rniscavauo
No vapor francs Snlly, carregaram :
Para Santos, S. Guimares 6c O. 200 aaccos
com 12,000 kilos de assuear branco e 300 ditos
com 18.000 ditos d diu mascavado.
No hiate naciooal Deui te Guie, carrega-
ram t
Para Mossoi, E C. Botris A IrmSo 8 barricas
com 819 kilos de assuear branco.
Na barcaea Fel Sociedade, carregaram :
Para Mamangnape, C. Beltrio & IrinSo 7
barricas com 418 kilos de a.sucr branco ; P.
Al ves & C. 6 barricas com 30) kilos de assuear
refinado ; A. Barbosa 5 barricas cun 517 kilos de
assuear refinado e 1 dita com 115 ditos de dito
brar.eo.
Sebastiana, de Ignscia Alves Moiteiro, por
350*003.
Justina, de D. Mara Clara Carneiro Machado
Risa, por 800*00.
Luisa, do Dr. Luis Salassr da'Veiga Pesada e
Mello, por 450*000.
Isabel, de D. Mara Magdalena de Avellar, por
300/000.
Joanaa, ds Antonio Jos Duarte, por 400*000
Leopoldina, de D. Francisca Leopoldina da Bo
eha, por 400*000
Vicencia, de Jos da Soasa Nones Braga, por
820*030.
gueda, de Jesuioo da Costa de Albuquerque
Mello, por 540*030
Dulmira, de Jesuioo da Costa de Albuquerque
Mello, por 480*f 03.
Antonia, de D. I.abol Emilia de Oliveira Ferrei-
ra, por 250*"00J.
Antonia, de Manoel Josquim Alves dos Santos,
por 320*1000.
Geral ds, de D. M iria Clara Carneiro Machado
Ros, p r 300*030.
Arminda, de D. Grovaria de Meadouca Alves e
Lima, p.r 300/003.
Silv-i riii, de D. Josephina Tbemudo Lesas, por
410*000
Justa, de Ignacio Ferreira Themudo Ltssa, por
350*003.
Francisca, de D. Auna A. Lins Vilella, por...
440*000.
Mara, de Manoel Jos da Silva Oliveira, por
200*000
Quiteria, de D Maria Leopoldina Parrar* Leitc,
Dor 350*000.
Aotoaia, de D. Maria Jor de Jess Peretti, po.-
450/000.
Benedicta, de D. Dclmira Candida de Sant'Au-
na, por 4-' 0*000
Aut-, de Frailesco An'oaio Correia Carioso,
por 320*000.
Qoiutir.o, de O. Maria do Corma Carneiro Cam-
pello, por 670*000.
Silveria, de D. Maiia Galdina da Silva Braga,
por 250*000
Augusta, do Bario de Murbcca, por 350j50'H).
E para constar naaudei pasear o pres'n'e p*rs
garantir direitcs de quem quer quo o tenha sobre
o preco dos rresmes libertos.
Dado e passado nosta cidade do Recite de Per-
nambuco, a s 23 de Janeiro de 188cl.
Eu, Manoel do Nascimento Puntes, cscrivao o
fiz esctevnr e assiirnc.
Joaquim Correia de Oliveira Andrade.
O Dr. chcfo de polica dn provincia para.fiel
exccucSo manda publicar os scguintes artigoadas
posturas mnoicipaes relativos proh'.biclo do jogo
de entrudo :
Alt, 70 Fica prohibido neste municipio o brin-
quedo de e itruJ >, com agua ou qualquer outra
substancia, de qualquer maueira que so > mpregue:
os infractores pigaroa multa de 15$ e suffrerto
8 das de prui.
Art. 71. Fes prohibida a venda de limas de
cheiro : os iufracWres, alm de as perderein, pt-
garo 4* de multa.
Art. 72. Fica prohibido andar qu tquet pessoa
mascarada as ras des'e rriun'c^pio, ainda que
eeja vestida a carcter: ya contraventores pagara
30* e solrerao8 dia dn pnaao. Esta prohibffolo
:ij couipn'heode ub 3 das do carnaval, nao exee-
denao df 8 b -ras da u tita.
Secretaria da Polica de Pernambuco, 26 de Ja-
neiro de i 818.
O secietario,
Joaquim Franciico de Arruda.
BECLAMCCES
Pjr esta rcpirtlcio se faz puoiio, de orJem
io I'lm. Sr. Dr. ch*le de polica, que ss acnam
ti pos i'ad,s na ni"jin:i, um broche de o oro e di-
versas tolherea de prata, de vari a t.mnili s. pelo
que ai; >,:a -io se julgar e :m direito nos ditos i>b -
j-;cti a, aprsente-te reclamndoos.
Seccetaria de pilicia de Pernambuco. 26 de Ja-
neiro de 18S3.O secretario,
Joaquim Francisco de ArruJa.
Pelo vap. nac.
Macei
Dinheira
EXPEDIDO
Guaby, para:
30.800*000
Iteadlmentos? publico*
MBS D JoUEIB'I
Alfaude,u
Renda aeral
Do dia 2 a 25
dem de 26
843:-94*112
28.284*209
^Brskda piotineial :
Uo dia 2 a 25
dem de 26
871.578*321
161:614 4629
3ii 3U 746
--------------64.6463?l
Sommi total 1,036:24J696
Segunda aeceao da Alfandega, 26 de Janeiro de
1887.
O thesoureiro Florencio Domingaes.
O ebefe da seccaolo >sc:a.
Uerebedorla (eral
Do da 8 a 25
dem de 26
32:354*303
1:495/514
33:849*817
ReresordorlB provincial
:io dia 2 a 25 87:148.860
!d *> dt 26 192*272
e dia 2 a 25
Idea o* 26
Becire Oralnage
5:009*721
187*405
87.3414132
5:147*126
Mercada oBualcIpal de S.
O u.oviolente dte Mercado uo da 25
ueiro loi o segniute :
Kncraram ;
351/ hoia posando 4,893 kilos, sendo de Oliveira
Chato 25 1/2 ditos de 1* e 10 do participa-
res.
568 kilos peixe a 20 res 11*360
66 sargas de farinha a-SOO ria 13*200 Orator
33 ditas e fruUai diversa* Ora
100 ra. 9*900
H Uboleirn* a 200 ria 2*200
10 Suinos a 200ris 2*000
f'o.'ato oceapados:
alOS
de Ja.
28 cciumuHS a 6tK> res 16*800
20 compartimentos de farinba a
. 500 ris. 10*000
23 ditos de comida 500 ris 11*500
64 1/2 ditos de lesrumes a 400 ri 2t800
36 ditos de fasendaa a 400 r s 14*400
18 ditos de suino a 700 ris lt.-(j
H ditos de tressuros a 600 ris 6/.60J
ll talhos a 2* 20*000
3 ditos a 1* 3*000
A Oliveira Castro & C.:
51 talhos s 1* &4JOO0
Deve ter sido arrecadaiia neet* s
di- s a quuntia do 2I3*3C0
Reudimeiitu Uo da 1 a 24 Jo cor-
renM 4:963*680
Foi arrecadado liquido at hoje 5:177*040
Precos do da :
carne verde de 240 a 480 ris u kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris dem.
.Sumo de 560 a 640 ris dem.
Farinha d 203 a 28.1 >-ia a cu i a
Milbo de 24) a 28) ris dem
Feijao de 560 a 643 dem
tlaad<> uro publico
Foram antidas no Matnauj.ro da Caoanga 92
rexea para o consumo do dia do boj \
hondo: 70 reses pertencentfs a Ouveira Castro
\ C, e 22 a diversos.
EinbareacOes aurta na t>orto
en 'H de Jao.eira
NACIONAES
COHrlONATABIOS
Dimingos Alves Matheus.
Companhia Pernambucana.
Companhia Pernambucana.
Layo & Filho.
(canboneira de guerra).
L yo & Filho.
L yo &i Filho.
(.'. iipanbia Pernambucana.
A. Oliveira Maia.
Companhia Pernambucana.
A. Oliveira Ma:a.
L yo A Filho.
ESTBANE1BAS
COHSIOHATABIOS
Empreca do Gas.
A' ordem.
A' ordem.
L ya & Filbo.
Hermaun Luadgrin & C.
F'ereiru Carneiro & C.
II ruiuuu Londgrin t C.
ilermann Luadgrin A C.
J bnston Pater & C.
Ilermann Lundgrin 4 C.
J. H. Boxwcll & C
Blackburn Ncedban & C.
Blackburn Needhan & C.
A' ordem.
A' i-rdcm.
Pereira Carneiro & C.
Siiva GuinaiSes ot C. <
Wils n Sons & C.
A' crdem.
H imaun Lundgiin & C.
J..hnston Pater & C.
Recebedoria Geral
O administrador da Recebedoria de Reodas
Gerai,' faz publico qu al o ultimo do mes de
Fevereiro prximo vindouro se proceder, ssm
multa, a cobranca do 1* semestre do imposto de
industrias e protisces do exerciio de 1888 ; fiado
o qual ser cobrado com a multa de 10 |o ; ootra-
aim, convida aos devedores do dito imposto dos de
foros de terrenos de marinbs, dos de taxa de ea-
crav'oe predial relativos ao 1 e 2 semestres do
exerricio de 1886-1887 para que no referido toes
tambem comparecam a mesm* Repartico, afim
de satisfaxerem o pagamento de seua dbitos, vis-
to que em Marco v.ndouro sero as eontss rcn.et-
dasa Thesouraria para serem cobradas judie s-
mente.
Recobedona Geral, 25 de Janeiro dn 1888
A'exandre de Souxa Pereira do Carmo.
Thesouraria de Fa-
zenda
De crdem da IHm. Sr. inspectur, fuco publico
que perante a sesso da junta do dia 28 do cor-
rente, se recebem proposlas em carta fchala,
par a venda de 6,120 cocos de prodcelo da ilha
de Fernando de Noronba.
Os eocos acbam-se depositados cm um Uot ar-
mazins da companhia pernambucana, onde ;i.de-
rao su- examinados pelos propoaenles.
Thesouraria de Fazenda de Pernambuco, 25 de
Janeiro de 1888.4^4) secretaria,
-.^s^ Luir EiDVgdio P. da Cmara.
ti
KOO.VI08
* Guaby..........
Giqui...........
Ipjuca...........
Loyo..............
Lamego..........
MsriuhiXIV .....
Mariobo IX.......
Mandab..........
Occar.............
Piapama.........
Taborda..........
Z-quinha..........
Monte de So cerro
So convdalos os poEsuidores das cautelas dos
nmeros kbaixo a virem reag itar as m sra -a at 0
dia 8 de Fevereiro prximo, avisando se-lhes L que
rondo este orato sei a.1 eilas levadas a leio 11U-
b ico.
13 924 14.052 14.190 14.222 14.247
14 661 14.668 14.825 14.836 14.838
14.840 14.857 14.858 14.860 14.862
14.863 14.867 14.874 14.875 14.877
14.t86 14.916 14.924 14.931 14.910
14954 14-962 14.968 14 976 14.979
14.982 14.987 14 992 14.991 14.995
14.996 11.! 97 15.001 15.008 15.009
15.011 15.012 15.015 15-027 15.034
15 038 15.043 15.045 15 048 15.049
15.052 15.056 15.058 15 066 15.057
15.068 15.071 15 074 15.075 15.076
15.077 15 084 15.085 15.089 15 092
15.098 15.'01 15.102 15.104 15 112
15.122 15.130 15.131 15.132 15.134
15.137 15.144 15.152 15.158 15.159
15.160- 15.163 15.164 15.165 15.180
15.171 15.174 15.176 35 177 15.184
15.189 15.190 15.191 15.193 15.'97
15.l9) 15 203 15.225 15.227 15.228
15.234 15.242 J5,240 15.248 15.261
15.254 15.255 15.256 15 258 15.259
15.261 15.263 15.264 15.265 15.267
15.268 15.269 ^270 15.272 15.273
15.274 15.275 15.276 15.277 15.278
15.279 15.280 15.290 15.306 15.311
15.313 15.316 15.321 15.325 15.326
15.38 15.331 15.337 15.314 15 353
15.351 15.360 15.361 15.363 15.370
15.371 15.376 15.377 15.383 15.389
15 391 15.396 15.398 15 446 15 41T
15.419 15.482 15.435 15.411 15.445
15.459 15.460 15.466 15.172 15.473
15.482 15.483 15.485 15 493 15.495
15.497 15.501 ?5 SOI 15 511 15.515
16.617 15.5ia la.o 15.592 15.584
15.535 15.53o 15.537 15 546 15 555
15.558 15.565 15.566 15.570 15.571
15.573 15 6*1 15.5*4 15.587 15.5-9
15.591. 15 594 5.595 15.599 15.606
15.607 15.6L3 15 614 15.615 15.618
15 619 15.620 15.622 15.526 15.636
15 688 15.641 15.642 15.613 15.617
15 659 15.662
Recite, 18 de Janeiro de 1888.
0 gerente
Felino D- Ferreira Coelho
Ranavola . Wiison Sons & C.
Rubio .... ........ Jobnston Pater StU.
Sirius..... ..... Fon9cca & Irmaos.
Sequel ... ........ A' ord'-m.
Sw -rdtioh . A'ordem.
Soerdrup.. ....... A' ordem.
Vaarbud .. . *...... A' ordem.
Ventas ... .. . Amorim Irmaos o5C.
Wakefield. .....- A' ordem.
Welah Grl ..... Jobnstan Pater & C.
s
O si^ual indica ter a embarcacSo sabido.
Vapores a entrar <
HRS DE DE JAN81B0
Europa...... La Plata......... h je
Sul........... Espr.to Santo..... hoje
Europa....... Sulty............aaoanha
Sul.......... Neva............. 59
Sul........... Camilla..........". 29
HEZ DE FEVEBE1BO
Norte......... Pernambuco.......
Europa........ Senegal...........
Eurcpa....... Ville de Roiario....
Sul........... oMaranAo.........
*ul........... Finance ..........
Europa....... Ta ut.............
Norte......... Para ............
Sul........ Trem.............
Estados- Unidos Allicnca .........
Sol........... Atanoi...........
Orenoque.........
Espirito Santo.....
Tamar..........
Pernam'juco........
La Plata..........
Sul...........
Norte.........
jEuropa.......
Sul...........
Sul...........
a
i
5
13
b
9
13
14
16
16
19
3
34
86
29

XAVIOS
Arutos...........
Agues Bsrton......
Admiral Tromp....
Allianca..........
Alemania.........
Bessie Markham ...
Bertba............
Bolgen..........
Beltrie* ....'.......
B onde Vi neo.......
Bertba Anderaon...
Blncbe.........
Clutha ............
Coryphene.........
Charles K. L.wis...
D. Pedro..........
U. us Irmics.......
Elyse Hoy........
Eim'uia...........
Express...........
Eva I.yi.ch........
Etbcl............. BorstelinaiiB* C.
Buenos Ayres
Norte.......
Santos e esc.
Sautbampton.
Aractj eesc.
Rio Fvrmoso.
Vapores a suli r
MES DS JAEIBO
LnPZao.........-
Espirito Santo.. ..
SuUy.............
Nevo.............
Mandahu'........
Gtquii............
27 s 2 h.
28 s 4 h.
28 s 2 b.
29 1 b.
30 s 5 b.
30
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.




. -i
1
c-
Eucarn (io.......
Estrella...........
Eldra......'.....
Euvuus.........
Gril.............
H l.''i"............
Hendoik R. L.....
Budson...........
fiara onia .,......
Hirriet..........
Johanna .........
i. P. Laseen.:..
Kathlecn.
Amorim Irmaos & C
P- roira Carneiio 4 C
M.-iodc a Lima i C.
Fonaeca Irmios & C.
Hermann Luodgrin & C'
Hermann Lundgrin & C-
Uermaiiu Lundgrin & C.
A' ordem.
Hermann Lundgrin & C.
A' ordem.
A' urdem.
A' ordfnn.
A' ordem.
Culumb 1..........
Constauce.........
Das..............
Daily.............
Edina............
Freidig...........
Fras.............
Florence.........
G. C. SUufoid.....
Mette Jubanue.. ..
Moteor............
or..............
Pers^v rant........
\iivioa a 1 airar
-----..... New-Part.
......... Terra Nova.
N^w-Port.
llalli ai ri\
De Cardifi*.
De Cardiff.
Uamburgo.
Terra Nova.
New-Yoik.
Cadix.
Terra Noya.
Rio de Janeiro.
De L>verp i'.l.
ft
Lovetand.......... Wilaon Sons Li Ilion..........
Lopes Duarte....
LktintvT... .....
Leander..........
Maria...........
Novo Silencio....
Peny .
Pleas Quiteria
Raymond......... A' ordem.
Heory Forster & C.
Am.rim IrmS.-s & C.
Amorim Irmics 4 C.
Jobnston Pater & C.
Mendes Lima & C. *
Buhar Oliveira & C.
Samuel L. Jobnston.
Hermano Lundgrin & C.
Mendes Lima & C.
N. J. Lidstona & C.
Amorim Irmios & C.
Solid............ Caidff.
Movituento do porto
Navios entrados no dia 26
Tencrjfd 11 Ii2 dias, vapor inglez Ples-
seyado 1.121 toneladas, comutandanta
Jl.-k--.-ott, equipageo 24, em lastro, a
N. J. Lidatone.
Tcrra-Nova -33 dias, lugar inglez L;an-
dei, de 227 tonsladas, equipagem l,
capillo James M. Congrlon, carga bu-
calbo, a Johnaton Pater A O.
Aracatjr -10 dias, hiate nacional (Drfus te
Salve, de 75 toneladas, inesti'e Vntoni-
Jorge do Nascitcento, equipagem 5, car-
ga sal, n Bartholomeu Laurenco.
Sahidos no mesmo dia
Bahii Lugar inglez Eldra, capitao E.
Willia, carga bacalba
Liverpool Lugar inglez iBlar.che, capi
til o i. Palfery, casga aisujar.
Rio Grande do NortePatacho ioglez *Ko
thleen, capitao J. G. Cock, em lastre.
Maco Patacho Dinsmarqucz J. P.
Lissen, capitKo J* C. Iens9.n, era las-
tro.
PenedcVapor nacional cGauby, con:-
mandante Joaquim Mnrtins dos Santo?,
carga varios gneros.
MrtiHZl


co-Sextafeu de Janeiro de lfl


*

*.
<
Segunda pra$a
Por esta uspectorla se faz publico, que s 11
loras de dia 28 dp orante mes, sarao vendido
prafii, na parta do trapiche Bario do Livra-
atento, ilo ni Lirgo da Assemb'a. 25 brri..
arca AAC, viudos do Porto no patacho porta-
jnei dotit JrmSo, entrado em 13 do corrente
cs, erntendo peixes em cal, pesando liquido le-
gal 49 fot Joaqoim Felippe & Agaiar.
3' seceo da Alfandcga de Pernambuco, 25 de
Janeiro de 1888.-0 chefe,
Cicero B. de Mella.
aetcao. Secretarla da preaidrn
ca de iVriiamuc), 96 de Janeiro
de IS88
* Ue o dea. do Ext. Sr. presidente da provincia,
iaep publico, para ua devidoi effditos, que no pro-
viinento doa officioa de 1* e 2* tabelliiea e snnexos
do lrao de Gorrenas, conearreram os senhores
slh-rea honorario doexercita Joio Evangelista
se Sois, Francisco Airea dos Santos, Francisco
de Arro.cellns Galvo Carapeba, Francisco de S..u
sa L So Juuior e Architiclino Augusto do H Hun-
da Mirtins.
ServiuJo de secretario
Emiliano Ernesto d Mello Tamborito.
iRni\oinu
ai
:\ossa Senbora da Luz
De oriem do irmo juia e^aVC accordo emo
art. 19 du I1D383 co-ppromsso. convido a toaos os
ri>d pi juica, ex-aecretarios, ex vite ju'sea,
ex-tbesaureiros, para rcuuirem-se em noeeo cou-
tistorio n > doui iu > 29 do correte, polas 11 h >-
a di m nih, afitn de em s.-etai de misa provec-
ta, jruiu arem as listas triplicas dos irruios em
qae (i Vi recahir a votacia dos funcionarios
ara a luturi un-sa administrativa de 1888 4
iem.
Baerstsi'M da irmandsde de N. S. da La, erec-
kano convento do Carino do iiecife, 26 de Janeiro
ae 1888-0 secretaria,
ShIviho > Luis de Siqueira.
8ocied;idcAnxiliadour da Agrl
cultura de Pernambncfl
EMPREZA ARTSTICA
mniu iiminu
de
ZAHZUELA E BAILE
Sabbado, 28 de Janeiro de 1888
9.a recita da segunda asslgnatura
, GRANDE SUCCESSO
Es EL PUEBLO DE PAN Y TOROS
LA ESPAA EN 795
------):o:(-----
llavera trena para Aplpneos, Olinda, Beberlbe e bonds
Sara Magdalena, Alagados, Santo Amaro, Fernandes vieira e
leelfe.
a:tos
Vejam-se os programmas.
Estrada de Perro de
Ribeiro ao Bonito
Assembla (eral ordinaria
Em cumplimento do art. 27 dos Estatutos, a
directora desta empresa convida aos Sr. accio-
nistas, a se reunre>n em assemb a geral no
dia 7 de Fe ven iro prximo a 1 hora da tarde, no
eicriptorio n.73Praca de Pedro II, afim d
assistirem a leitura do relatorio e o mais que pre-
ceitua o citado artigo.
Recife, 5 de Janeiro de 1888.
Jote Mellar mino Petara de Vello.
Director secretario.
CHARGEllSmm
(ompanhla Frauceza d# Navega-
eo a Vapor
Linha quinzenal entro o H vre, Lia-
boa, Pernambuco, Babia, R.ro do Janeiro e
Santos
O nw Villa de Boa
Asiaembla ceral
SEGUNDA CONVOCACAO
Doord-in d Mm. Sr. vice-gerenta Dr. Paulo
ae Arnoii-n Silgado, sao convidados todos os Srs
Memoro* da sociedade para, constituidos em n
aesnbla gem, proce lercm a reuovacao de todos
cj fnneciauarios electivas da mesma sociedade.
A reuni ter logar na s le social ra da
t.n-31 (enquia dad r*rin:ezi Lb-I) 1 hora
di tasda do dia sexta frita 3 do fevereiro, n p;r
ser ti aoin convocaba i, motivada por r.a ter
comparecido primeira numero sufficientj de so-
trr--, poder constitoir s a assembla geral, de ac-
eido er.oi o di aposto no art 54 do esta'u'op, com
a pre.iuu(.it da terca parte dos Srs. tocios que a-
aeiwm em di. com opagainenta de tas asigna-
turas.
Xeeife, 27 de Janeiro de 1888.
Heonque A 'gusto Milet,
Secretario geral.
itio ireooolonco o tofflM-
O fnsfitotc Archoologico e Oeographico Per-
BiDbnctiio celebra o 26.' anniversario de sua
ioaarrac) e o 234* da restauracio de Prrnam-
t-aaa d. poder boilaudes, n? nia27 do corrente, a
i hora d. tarde, ni edificio da csco'a SWdalo.
Sao conviJados para semelh.iote fim, em aasrsa
h i g'-ra!, todos os s'ici s benemritos, bonora-
B s, : S. ctiros l or tp';i:d-ni'e, que se mh.rim
sama ti a..Je
A* NKsoas quo quisercm hinrar a seseio com a
rus aotorisadn palavia, dev- m previamente cn-
seiider com o 1* secntario para este provideo
>xr n irma do art. 28 il-s tstatutos, ultima
y Se.
A palavra ser dada :
''Aj orad >rea do I istituto.
-" As oradores das commissors prebentes.
j* Ao cavalleiroj que se bouverem luscripto.
S-eretaria do Instituto Archoologico e Geogra-
fte\rt Peraarr.bucano, 22 de Jam ir de 1888.
Joo Baptista Ke'uciru Costa,
1* secretario.
C. mpanhia do llebc-
ribe
l*'r- vine ee aj pu'il 11 que vai abrir-s- o nova
servicj as roas U-r.'.o de S Dorja, Viseando de
C'juum, travesa i..a K- rmr.is, t-oucedeodo-sc
i / inesmo n ivas peonas a' gua.
K-.cife, 17 de Janeiro de 1888.
Cecilianu M.une le,
Director gerente.
PROJEGTO DE INS0RIPC4O
Para a terceira corrida que se realisar
UomiogA, 3 de Fevereiro de 1888
1. parcoConsolacSn800 metros. Anira.es d.i provincia que simia nao te
nh&m ganbo. Premio : lOOtJOOO ao primeiro, 20000 ao eegundo e o.terceiro vra a
entr-da. Eutrada 10^000.
2. pareo Progr aso1,000 retros. Aoimacs naciooaes. Premios: 200r}000
ao primeira, 40)9000 ac i egun.io o o terceiro 1. vra a entrada. Entrada 20000.
3.* pareo Olyrnpio L^upAndares Gentlemsn ri lers 3,200 metros. Pre-
mios : ao primeiro, ao segundo e terueiro objeutos do arte. Entrada 20^000.
4. preoDr. Gonyalves Pm'o 1,000 metros. Animaes da provincia. Pre-
mios : 150j>000 a>j primeiro, 3O|50OO ao segundo e o terceiro livra a entrada. Entra-
ba 15,5000.
5o pareoDr. B-;tro1,000 metros. Egifas da provincia at 5 annos.
Premios lOiJOOO so primeiro, 20ft')00 ao segundo e o terceiro livra a entrada. En-
trada 15#(K0.
6. parto-Prado Pernambuoano 1,600 metros. Animaes de qualquer paiz.
Premios : 400(3OCO ao primeiro, lOOfOjO ao segundo e 50(5000 ao terceiro. Entrada
40$000.
7. pareo Abolijao800 metros. Animaes nacionaes. Premios : 200)5000
ao primeiro, 405000 ao segundo e o terceiro livra a ntrala. Entrada 20)5000.
8 parcoCommendador Liiz Duprat -1,000 metros. Animaes da provincia
Premios 120)5000 ao primeiro, 20)5000 ao segundo e o terceiro livra a entrada. Ea-
trada 12,5000.
A inscripcio encerrar-se ba no dia 30 de Janeiro, s 5 boras da tarde, no
Prado,
Nenbum pareo se realizar sera qai 80 inscrevam e corram pelo menos tres
animaes de proprietarios differentes.
Reeife, 19 de Janeiro de 1888.
O GERENTE
Marcolino Rodrigues da "Costa Jnior.
jaboto
Dedicada aos amadore do
BE CIPE
Serna picados dois touros de boa raca
O empresario da tourada que domingo passado
se dea em JatoatSo, acaba de transformar o cor-
ral da lucta e o palanqoe dos espectadores em am
verdadeiro circo touromachico.
No ampbitheatro que circumda a arena, cara-
Ihdros e srnboras achiro domingo, 29 do cor-
rente, logares eommodos e seguros d'onde ae goza-
r orna esplendida corrida de touros de purissima
raca em qae Mitrara os noesos icelbe' es ai listas
vestidos a Carcter.
Dorante a lida, que enruecara as 4 horas da
tarde, tocar urna dus primeiras bandas de msi-
ca 00 Hecife.
4 LO TOROS
Comraandsnte Portier
' esperado da Europh
at o dia 5 de Fevereiro, se-
gurado depois da indispon
savel demora para a Ha-
bla, Rio de Janeiro
e Samoa.
Roga-se aos 8rs. importadores de carga pdos
-apores desta linha,queiram aprescatar dentro de 6
das a contar do da descarga das alvareng. ^.iJ-
quer reclamaco concernente a volumes, qui po-
ventuia tenham seguido para os portoa do aul.anm
de se poderem dar a tempo aa providencias neces-
sanas.
Expirado o referido prase a companhioa a se
r3spon3abilisa por extravos.'
Para carga, patsagens, encommendas e dinbein
a ftete : trata se com o
AGENTE
ieilao dosegointc: 1 pieno de Blond. cadeira
estrado, 1 mobilia'de j^ca^u u, i dit de ama-
rillo, 1 cama francesa de Jacaranda moderna 1
nurques, i meta de janear, 1 thear, 1 ommoda
1 bidet, 1 lavatorio com pedia, 1 mesa pequea,'
2 bancos, 1 mesa do ecsinha, 1 lastre de crysta
de 8 luaes, 1 prensa de copiar, jarros, copos, ca-
uces, lencas, candiei.-os psra kerosene, 2 lantr-
naa, 23 latas de doca de batata, 2 caixas com fa-
rinha maisena, 25 fraseos com conserva, 6 frascos
com doce em calds, 20resmas de papel di irapres-
sao, quadro, bandejas, tapates e oatros objecto?
avalaos.
SABBADO 28 DO CORRENTE
's 10 1/2 horas
No 3' andar da casa n. 73 raa Duque
de Caxiaa
3'leilo definitivo
0 7apor Sully
Commandante Voisin
ais
i
o
Yjpores nacionaes
EMPREZA NORTE E 8UL
Rio de faaeiro, Mantos, Rio
Ctande do Snl, Pelotas e Porto
Alegre
paquete Cantillo
Espera-ee ao dia
29 de Janeiro dos
pjrtos cima e se-
ga ir depois da
demora do cos-
iu:i t paraaa mes-
mas portos cima indicados.
Recebe carga, encommendas e passageiros para
os meamos portos : a tratar coi
Espera-se da Europa no dia
28 de Janeiro seguindo de-
pois da demora necessaris
para
Baha, Rio de Janeiro e Santos
Conduz medico a bordo, de marcha rpida
e ofi'erece excellentes eommodos e ptimo paasa-
dio.
As past agens poderao ser tomadas de antemo.
Hecebe carga encommendas e passageiros para
os quaes tem excellentes accommoda^oes.
Boga-se aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta linha, queiram presentar se dentro
de 6 das a contar do da descarga das alvarengas
qualquer recamaco concernente a volumes, que,
porveotnra tenham seguido para os portos do sul,
afim de se p iderem dar tempu a provi-i-mcias
necessarias.
Expirado o referido prazo a companbia nSa se
responsab'lisa por extravos.
Para cara, passagens, eneommmdas dlnbei-
ro a frete trata-e- com o
AGENTE
De 7 casas terreas de re. 20, 22, 24, 26,"
28, 30 o 32, sitas a liba dos Carvalboa
(antiga ra Bella) ero solo fWeiro.
Sabbado, SS do correte
A'i 11 horas em ponto
No armazem ra c'o Imperador n. 22
O agente Stepple p r mandado e assisicncia do
Exm. Sr. Dr. jais de direito da (.-revedoria de
aapellaa e residuos, a requerimento do Ustamen-
teiro e nveutariaute, levai ii leillo as 7 casas
cima, pertencentes ao espolio de D. Aana Z irich
Ramos, servindo de bse ^s uitiu.s precjg do 2
leil&o.
Os Si:-. pretendentes desde j piderSo examinar
as ditas casas e para qualquer irrfvrraaco o mesuro
agente dar. \ ^_
YERSO?
Augusta Labiile
9 RA DO COMMERCIO-9
PEREIRA. CARNEIROit C.
N. 6.-RA DO COMMERCIO N. 6
DO
1-
COMMERCIO
andar
DO
Capital
BRASIL
0,000:0#
idm reallsado II.ooommmm
' A eaixa filial d este lianco fuuccionH roa do
Cea raercio o. 40, sacca, vista ou a praso, cen-
tra o seguiotes correspondentes no eatrangeir:
2ydrea......... s/N. M. R.itbschild tt Sons.
Par'.s..........
Oaiabarga.......
Berlia..........j
Bfataente........'
Fraakfurt s/ Main j
Anlueryii.......)
>oa...........]
ee*o*a.........i
>apores.........\
Sfiio e mais 340 (
sidJei de Ita-1
W............/
Mair.d........
Sse.-lo'>a.....
tuiz........
alag......
Tanagoor.......
VJerwi e outraf
eidadi: i 2 Hes 1
partea t i:has|
Canarias ...../
,iboa........\
futte e mais c-i-t
dadts de Por-J
De Ru;hscbild itPrtt .
Dvutaesjaj 3auk.
Manqui; s'Aavars
Baen (4enerale
agencika
snas
liaucv Kypi. tcario de
Espaa e sus agen-
cia!.
Banco Je Portugal
suas agencias.
togai e ilhaa
3oenos-Ajre8.
3ootviio...
ova Y,rk...
)
Iti
Eugsh Uank of the
ver Pate, Limited.
O. Amsiak & C.
Coojprn saques lobre qotlquer praou do impe
**> eatranger 1.
Rece' o diabeiiu eui conta enrente do movi-
meoto ejo> jurosra ias5o de 2% ao annoo por h-
lm> p az a joros convencionadoe.
O gerente,
Wiiliam M Webster
arr: ndans ste na Santa Casa oa ae-
gnlniea predloa
Ra do Imperador
librado o. 24 83*333
Ra Imperial
Casa terrea n. 151 25/000
' Viseando de Albuqaerque "
frita n fl 2000
Ra dos Burgos
*fc*i n. 21 12*' 00
Quar > da D tcoco n. 1 6*000
Dito a. 3 60
Ra do Mirqoez de Oiinda
1 ja do tobrado d. 53 88 :333
Raa^o V'gario Tenorio
2-aodarD. 22 15*000
3 dito d.in 12*000
Ra da Moeda
t'asa terrea n. 47 2'>*000
D.1 n. 49 25*000
Ra do Am;rim
Jrn.64 30*000
Ra da Madre de Deus
lie n 10 20*0-0
Ra do Vigario Tenorio
1 andar n. 25 30*000
3* dito ideas 25*000
3iito dem 20*000
Projeclo de ioscripeo para as corridas a p
velocipedes qne se effftduarao
DOMINGO, 29 DE JANEIRO
e a
1. pareoCorrida
obje -tos de arte
2. dito dem para meninos d
rasa pira homena150 metros.
6 a 10 ann-js com
Premios ao 1., 2 o
3.
Premios ao 1 2 e o 3." dem dem.
vantagens, 100 metros.
coHPnmt NMtnai c*>4
DC
\avcgaca" costeira por
PORTOS DO SUL
vapor
3. ditodem
idem.
para hotnens250 metros. Premios ao 1., 2/ e 3. idem
Premios: ao l.o, 2. e 3
4. ditoIlem psra meninas de 6 a 10 annoa com vaotagenslOOmetros.
Premios ao 1 2.' e 3." idem idem.
5. dito Saceos tpysterlosos 100 metros. Premios dem idem.
6. dito Vi-1'jfipedea204 metros. Premios idem idem.
7.6 dito Corridos cora obstculos 200 metros. Premios dem idem.
8. ditoCorda dos dous estadosPremios : urna sorpresa r.o lado vencedor.
9. ditoCorrida rasa para hotnens600 metros,
obj-ctos da arte.
As' entradas s2o de 2 X)^- em cada pareo.
As propostas devem ser a presentadas em carta fechada e acompanhdas da
respectiva importancia ra do Imperador n. 83, 1.* andar, at 23 do corrente, ? 3
horas da tarde, e st! .bertas em pres?nca dos senhores proponentes no Prado, no
asesino dia, s 5 li.ir-s.
Rxifi, 19 de Janeiro de 1883.
O GERENTE,
M.reclino R drigues da Costa Jnior

ESTtDl DE FERRO DO RECIPE A S. M]0
FESTA DO CABO E DA FMH-VIAGEM
Domingo, 29 do corrente
Al m dos Irena ordinario* de paaaagelroa harer o aezulnie inin
eapeclal castre an eataeftea da 1'mcuH tata* e Cabo
TREM ESPfcCIrYL
Ua (tarde)
Cin^o-Pant (partid) '. 12
Afogadcs I ... 12.10
Bi Videra n ... 12.20
Prazeres p ... 12.30
Ufe* ... 12.50
Cabo fchegaa) ... 1
Cabo, 18 de Janeiro de 1888.
Cabo Ilha Volta nolic (partida)
PrssertB B8a-Viag-m Afogidos Cinco-Pontas (chegad)
Vells Hood,
St perintendente.
10.30
10 45
11.05
11.15
11.30
11.40
Imperial Sociedade des Artistas
Hectianicos e Liberaes
De ordem di cooselho administrativo, convido
aos irmfios que se achara de aecardo com o quo
GftDipanhia de edific.fo
C mmunico sos sanhjre scciinistis, possuido-
res das arco .s de nmeros ab tem o prinseiro praso a quo relere-se o art. H* dos
estatuto, e que por torca d i mermo artigo Ihcs
marcado novo prBo s 3(1 dias, contados de hoje determina o art. 51 do ear. 6* de nassos estatutos
a Vi do Fcvreiro vindoaro, para rfaliasrem P'"' compareeitrera na sede de nossa saciedade
nona prfstco, mediante o joro de 12 [0 ou seata-tVini S!7 de corrente, 6 horas da tarde,
1:200 ris por aceito.
633, 'Jal a 970. 1216 A 1255, 1446 1455. 158G
1595, I7t>8 l7l5, 1716 & 1725, 1816 A 1825,
1801 lt6>, 1D91 i 195, 1356 1860, 557 581,
618 4 621, 648, I28f. 124E.
Becife, 24 de Jineiro de 1888.
Ricarco Menexes,
3erent.
afim de reunidjs em as~emb;a geral, so proceder
a eleicao dos nevos func^ienano, que deixon de
haver no dia murcado pela lei por fa'ta de nume-
re, devrnio esta t-r lugar com onumero que cem-
pjrecer.
Secretaria da Imperial Sociedade dos Artistas
Mecbaatcos e Liberaes do Pernambuco, em 23 de
Janeiro del "AS. 01 secretarlo,
Pa teman o Barroso.
Hacei, i'cnedo e Aracaj
0 vapor Mandahu
Commandante ^llbuquerqoe
Segoe no dia 30 de
Janeiro, s 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 28
Encommendas passagens e diabeiroa a frete at
is 3 horas da tai Je do dia da sabida.
. ESCRIPTORIO
Caos da Companhia Pernamlmcana
n. 12
r7tii-\4in: ii:s nis^i i
mv.% n iiti un s
LINHA MENSAL
Paquete Senegal
Comuiandante Moreau
Espera-se da Europa at a
dia 4 (dr Fevereiro seguindo
depois da demora da costume
para
Baha. Rio de Janeir Baeuos
-%.vrcs e Montevideo
Lembra-se aos senhores passageiros de todat
aa clasaes que ba lugares reservados para est*
agencia, que podem tomar em qualqoer tempo.
Previne-se aoa senhores rece be Jorca de merca
dorias que sd se attender a reclamaces por fal-
tas nos volumes que forem reconhecidas na occa
sio da desearg'i, asaim como uevero dentro de
48. horas a contar do dia da descarga das al var-n -
gaa faserem qualqoer reclamaca> c. ucernente a
volumes qu portos do sul, atim de poder ao dar a tempo as
providencias necessarias.
Para ouira, p.-issayeus. eucomuaeudas e dinb-.-ir
a fre- : r:u'iH-*t'cmo
AGENTE
Uipse Labiile
9 RA DO COMMERCIO -9
ROYAL MAIL STEAM I'AKFT
COMPARY
Vapor La Plata
E' esperado da Europa no dia 27
do correte e seguir depois da
demora neceasapara
ahla, Hlo de laueiro Monte
Tldo e nenos Ayres
O paquete Neva
esperad, do
sul at o dia 29 do
c rreote e seguir
epois da demora
necessaria para
Lisboa, Viga e Soothampton
ReduccpA> de passagens
Ida Ida e volta
V -outhamptou 1* elasse t 28 42
A' L-sbo 1' elasse 20 30
Camarotes resr-rvados para os passageiros de
l'ernambncc.
Para passagens, fretes, etc., tracia.se u os
AGENTES
Amoriiii Irmos &C.
i. 3- RIJA DO BOM ESUS N. 3
COMPAtlI! PKR1IHnt(i\.
DE
%avcsaeo Costeira por Vapor
PORTOS DO SUL
Tmandare Rio Formiso
O vapor Giqui
Commandante Monteiro
Segu no dia 30 de
Jaaeiro pelas 4 ho-
ras da manb.
Recebe carga at o
'dia 28.
Encommendas, passagens e dinheiros a frete
at s 4 oras da tarde do da 28.
ESCRIPTORIO
< ae* da Companhla Pernamba
cana u. i '
Alnga-se casas a 8*000 no becco dos Coe
boa, junto de S. Goncallc : a tratar na ra d.
luiperatria n. 56.
AMA Na ra Augusta n. 280, precisa-se de
urna que saiba bem (csinbar.
Aluga-se o 1 andar da casa u. 13 ra de
Padre Monis ; a casa terrea n. 40 ra de Da
Jos de Martina caiadas e pintadas, tem agua ;
tratar na ra estreita do Rosario n. 16.
AMA Precisa-se de urna consinheirs; no
largo do Corpo Santo n. 17, 3- andar.
Precisa-so de urna coslnheira ; na Mugdale-
nj, sitio do commendador arroca.
Compr.-. se urna casa no bairro da Boa-Vista
que tenha 3 ou 4 quartoa ebiio quintal, que ruste
3:000*000, pouco mais ou meos : a tratar na
ra Duque de Caxias o. 90.
Vcnde-se orna padaria bem montad, no i-en-
tro desta cidade : quem pretender dirija se rn
larga do Rosario n. 16.
Aluga-se o sobrado de am andsr n. 282 ra
Augasta, com sofao, 3 salas, quintal, 8 qcs'rtos e
gaz, aluguel de 50*000 mensaes ; e o 1 andar
n. 9 ra de Hurtas, com 2 salas, 3 quartos 6 eo-
sinba fra, aluguel de 33*330 mensaes ; a tratar
na ra Imperial n. 19, 2- andar, ou na ra da
Soledade n. 30.
= Aluga-se o terceiro andar n. 52, roa do
Impera v>r, est asseiado.
Precisa-se de um cosinheiro ou casinheirs,
perfeitos, e de urna ama para andar com crianca :
na ra da Matriz da Boa Vista n. 3.
Precisase de urna ama para cssinhar, um
menino para criado e ama niulber i J sa pora an-
dar com crianea ; na ra Duque de Caxias n. 103,
loja.
Para
Seguir com brevidade para o porto cima men-
cionad, a veleira birca ingiera Rauavo'a, de
primeira elasse, por ter dous tercas de seu carre-
gamento prompto, e pra o restante tratase com
seu eonsiguutHrio.
L.r(ro do Corpo Santo n. 9
Lisboa e Porto
Barca portuguesa Lopes Duarte > recebe car-
ga a f.ete ; a tratar c ra Amorim IrmSoa & C.
Lis! 08 8 Porto
i Aluga-se a loja do sobrado n. 26 roa das
Larangeiras pelo aluguel mensa! de2<>000;a
tratar na ra Duque de Caxias, loja n. 31.
> a ra da
Para engommar para duas pessoas
Aurora n. 23.
Caixeiro
A baiea partngueza Qn ler a reerbs carga a
frete ; a tratar com Am-.rim IrmSoa & C.
Pura Maranlto
Seguir dentro da piucos dias para o porte aci
ma a barca portuguesa AUianga ; para u resto da
carga e passageiros, trata-si som os consignata-
rios Jos da Silva Loyo & Filbo.
"Ilha de S. Miguel
Logre portuguez Ferian recebe carga a frete :
a tratar com Amorim Irmos & C.
LELa
Leilo
Da taverna, gneros, armadlo e maia uten-
ciiios
Paleo do Paraso n. 81 A
Sexta feir 27 de Janeiro
A's 11 boras
O ag-nle Stepple competentemente autorisado
levar a leilo a te.venia cima, armac'io envidra-
cada e envernisiida, gneros em bom estado, ga-
rante-se a casa a quem ficar com armscao em nm
on mais lotes a vouiade dos compradores.
Precisa-se de um caixeiro at 16 annos de ida-
de, que fenba pratica de molhadas e eeja nacional,
e que d garante sua condneta : a tratar na ra
do Visconde de Goyanoa n. 1.
Bseoslos do Rio Grande do Sol
da fabrica de Custodio da Sil-
va BrancoC
rharles Pluym Je C. acabam de receber um va-
riado sortimento destes deliciosos biscoutos.
Vendem em latas de um e dous kilos a precas
teai competencia.
24RA DO COMMERCIO -RECJFE
Criado
am menino pan
na raa Forraoss
Lngenho Bom Jesns
Precisa-se de um menino para comprar e ser-
vica domestico ; na raa Formots n 37.
De cerca de 8 caixas chm bisnag^a do di
versos tamanbos para fechamento de
contas
Sexta feir 27 do corrente
A'S 11 H9RAS
No armazem da ra Mrquez de Olinda
n. 19
Em continuado
De movis, pianos, quadros, jarros, espelhos,
loacas, vidros, quinquilharias, fi z ndas e minde-
zas que serSo rendidas st limites.
Por miervenro do agente
Gusmo
Lei
No
Conip'^hia ftra.ifeira de .\ave
gaco Vapor
Vapor Espirito-Santo
Commandante o Io tente Carlos An-
tonio Comes
E' esperado dos portos do sui at
o dia 27 de Janeiro, seguir
depois da demora indispensavcl,
para os porte do norte at Ma-
naos.
Para carga, passagens encommendas a valares
traeta-se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTO N. 9
de papel de cores, jarros c vasos de maj alies, sa-
bonetes, candieirr-s a gas, rooveif, mobilias, pia-
nos, misa elstica, guarda-louca, aparadores,
commodaB; berc.se, camas e mottos outros movis
SABBADO 28 DO CORRENTE
Agente Pinto
armazem ra Mrquez de Olinda
n 52
Em centinuaco e por liquidaeao 10 dusias de
cognac, 3 dusias de chump*gne, vinbo do Puttoe
rbum.
Urna carteira, 1 secretaria, repartimento de es-
criptorio e prensa para copiar cartas.
Sabbado, 28, deveter lugar o leila de movei*;
candieiros, jarras e vasos para fLres, paprl de co-
res, l secretaria e muitos outros movis existentes
no arnasem da ra Marques de Olittda a. 52.
Estando peohorda o eogenho B >m Jess, da
comarca do Cabo, em virtude de execocao que
promovemos, prevenimos a quem interessar possa
qu o mesmo engenbo tem de ser arrendado em
basta publica, ficando a respectiva renda eujeita
ao pagamento da execucao.
Recife, 24 de Janeiro de 1888.
Leal & Irmao.
Leitc puro
Quem qnixer tomar fregoesia de leite paro, de
vaccs nacionaes, ba quem se respansabilise por
su* qualidade e se incoaba de mc-niar entiegsl-o,
logo que a pesaos deixe o endereco de sus cass,
usina do Imperador n 55, 2- andar, on na typo-
graphia deate Diario.
Pedido
O abaixo assigoado pede pesaca que si btrabio
a sua carteira, que v restituil-a com on papis
que esta dentro, oa quaes e poiem servir para
uso do mesmo abaixo assigoado, qqe guardar se-
gredo ; podendo deixar em eua residencin. ou em
casa de sua mi, ra dos Martyrios u. 15a.
Maximino da Silva Gusmo.
sen)
iiO
garrafa
Agente Britto
De um piano, movis, eta.
O agente cima autorisado por urna Exma. fa-
milia qn se retirou para fora da provintia, far
Em quiiitoo. aacoretaa
Verde e Fieoeira.
Collares e Maduro,
Porto e Madeira.'
Moscatel e Buccllos.
Uva Branea.
Cal nova de Lisboa.
Azeite do Douro, puro, em latas pequeas.
Ladtilhc8 em mosaico de Lisboa, bonitos -pa-
droes.
Vendem Cunha Irmos & C.
34 = aire de Den i = 34
PrecoB sem compettncia
Baixa de capim
Arrenase urna importante baixa de cipim em
Fernandes V dar nfonnacSea. ^__________
ico e ao ciiimerco
Os abaixo assignados participara ao respeitavel
publico e ao commercio que nao sao respensaveis
p-ar qualquer debito contrabido par Joo Borges
de Moraes, assim como desta data em ais ate sao
os UBieos d nos 1* 1 ja de calcadis da ras do Li-
vramento u. 7 Recife, 26 de Janeiro de 188-
Jos de Araujo & C.
,4o commercio
SEu, baixs assigoado, polo prese;:t declaro que
nesta d ita vend oieu^ estabclecimcnta de molba-
doa sito ra de erranto Pirts n 40 so Sr. Joa
Fernandes de Asevedo Valoogut.ro, livro e de-
sembaracado de todo e qualquer onus. De
mais nada dever nesta praoa ou fra della, mas se
a'guem se julgsr rredor, queira apresentnr soas
sontas nc prszo de oilo dias para seren eonferi-
dss e pagas. Recife, 28 de Janeiro de 1888.
Jos Lopes Alheiro Sobria bo.
,i-J
.



rVe'Sl (-> |* e ?, y?a
.IS, 'lltmgBm J aUgdbieua.
rosluhelra
Precian- te de urna boa coanbeira, para casa da
odqnena familia : na ria do Paraandn n 19
Pasosa rio da Magdalena.
Allencao
Convic t -te aoa berdeirca do' finado Andr Joa-
quicD de Carvalbo a c parecer* i roa do Mar-
ques de Olinda d. 66, 1' andar, a negocio de
aeus oterrsaea.
Boa casa
Alaga-as h danta Imperial n. 159, era lodos
cacemmodos e bem preparada, azul.jo ua frente,
ladrilhe de mosaico, lustre e randellas, estueida
quintal murado e dependencias ; a tratar no 1'
andar 4 uta larga do Rosario u 33.
Precita e
para (averna } as
?iro
m b:
picio n. .
CUIDADO COM
AS aLS*
Aos sapaleiros
Chegou nova remesas de I5rm aoa negociante* Tasianooa a 32* e 344 o cento ;
a imitaeJo do Porto "04 o cento : so na roa do
Livrasaento n. 19. II
Criados
Preciaa-ae de dona criadoa qne deem coobeci-
mento de aoa conducta : a tratar do hotel C amo-
poliU, & roa da Madre de Deua n. 30. _____
1
Cosinheira
Precisii-se de nma ecsinbeira, teado boa con-
ducta, pura casa de familia : dirjase roa do
Com mere io o. 5, 1- andar, eterptorio da frente,
daa 9 bonis d manbi aa 4 da tarta.
Cosinhclro c engommadeira
Preciaa-ae na ra do Via onde de oyanna n.
207 (Mantuiuh >) de urna boa eagomaeadeira e nm
perfeito cosinheiro.
RIGAUDeG8
Perfumeiros, Fornecedores
dn tu ii Reitt de Hstptnht,dt fl>ecs di HolUadi.
ELEGANCIA PARISIENSE
loros *faai aararafidoi stli iristoerHii 4a Pars:
ZEPHVIIO DOS PARPAS
HEI.IOTROPO
ESt. BOUQUET
PINOOORTADO
IXORA D'AFRIOA
JASSSIM
JOCKEY-OLUB
KAIAIHA 00 JAPAO
*XyErirx
Grama DentirriciOdiRigaud,**:*
aiatta ae toras os denle sitos costo o sarta.
Dante ria igaui, p*m,mt a boca,
s rita s car/o ios usutas.
Em PARS, 8, Ba Vivienne.
LIRIO DO VALLE
MAGNOLIA
MELATI DA OHINA
SEL D'INOLATERRA
OPOPONAX
PATCHULI
RlREDA
YUiarLAMataMIlUiA.
da Boooa i
Pciloral de Cambar (3)
Descoberta e preparado de Alvares de S.
Soares, de Pelotas
Approvudo pela Exma Junta Central de Hygie-
ne Publica, auctorisado pelo governo imperial, pre-
miado com as medalhaa de ouro da Academia Na-
cional de Paria e Exposiio Brasileira Alloma de
1881, e rodeado de valioaos attestados mdicos e
de mu toa outroa de e a so as curadas de : tese,
simples, bronchitea, aathma, rouquidao tsica pul-
monar, coqueluche, escarros de saogoe, 'etc.
Precoa as agencias : Frasco 2500, meia
dnsia 134000 e dosia 244000.
Precos as aub-agencias .-Frasco 24800, meia
dusia 15*CU) e dusi 284000.
Agentes depoaitarioa geraes neata proviacia
FRANCISCO MANOEL DA SILVA d C, ra
Msrqo> i de Olinda n. 32.
Compra se cautelas do Muitte Soeeorro ;
Marcilio Das a. 26, daa 7 is 2 da Urde.
AttWo
Cha pr* to
Seda de todas as co-
res, a 320 e4?0rs.,o
corado.
SnLoja da Estrellas
06Ruu Duque de CaixiasS6
Telephoae n. 210
0 Carlos Sinden receben nova remeasa e vende
por menos de que outro qualquer ; na loja de al-
faiate i rus Bario da Victoria n. 48.
Borracha para limas
de primeira qoalidade, vendern Lopes, Mugalhaes
da C Soceessores de Jujto Teizeira & C assim
como tem aempre um eotrpleto aortiaseoto de
obras de vime, de sperfeieoado gesto, e qne vta-
dem por precos sem competencia ; aa na a Pe-
nha n. 8.
Criado
1 recisa-se de um criado para compras, manda-
dos e sasis servieo de casa de familia, que eeja
matiiculado ; nj caes daCtmpanhia n. 2.
Papel pintado, inglez
Para forrar salas e < ttabe cimento*, deseobo*
lindo* e precos barato* ; vende-se na fabrica JIo-
bo, 4 ra larga do R aario n. 28.
OleoFlor&T
0 raeihor para o cabelle
Oleo Floteas
Farallo fia caroce de digoaao
Chegou a primeira remeasa do precioso farell.
de careco de algodio, o mas barato de- tudoe os
alimentos para animis de raca cavallar. vaceum
anie, etc. O carneo de atgodSe depoia de ex-
trabida a casca e todo o oleo, o saais rico ali -
atento que se pode dar aoa animaes para os torta
lecer e engordar com admiravel rapidez.
Nos Bstsdoa-Uaee da America du Norte e na
Inglaterra elle empregado (com o maie felis re-
sultado) de preferencia ao milbo e outroa farellos
que aSo mui'o maia caro e nao aSo de tanta ans
tancis.
a tratar sao Beetfe eassaFraara Rncna
Ama para eugooimar
Precisa-Be do ama que bem desempe-
os este royster, tendo caderneta, no 3.
sndar n. 42 da roa Duque de Casias por
cima da fypographia do Diario.
PAH.%
O t.EN<70 O TCl'CADO*
E O BANHO
Pao tenteio
Melle & Bise*', avisam ao respeitavel publico
que todas as terina e aeztaa teiras teem este sa
boroso pao ; na 'arara do Rosario n. 40.
Fabrico de assucar
N. H. Stoart, representante dea 8ra. Danesa
Stewart A C de (rlaag. w, anonncia aos sentares
de engenho e ootros intereeeadoa qne esti prompto
.a detractar o lev..ntaminto de usinas completas
de qnslqoer tanranho, e tatnbrm fornece onchi-
oismoa para o* engenbos existentes, etc. etc.
Todo ser do mais moderno e aperfeiooado.
Aa moendaa terio a preaaio bydrauiica patente
de rjtewart, que augmenta aexpressao considera
vehnente.
A* caldeiraa serio de ayatema econmico e aa
tornalbaa feitaa para queimar bagado verde.
Orcamentos e maia informacSea em caaa de
Browns & C.
Roa do Commereio n. 5, 1* andar
Escola mixta particular
Ra V<-lr>at a*. 8
Laura A. Saraiva Calvan, titoiada pela Escola
Normal, cargo da aociedade Propagadora da
Iostruccao Publica, avian aoa paia de aena alom-
os e aquellas peasoas que Ibe qoiserean confi .r
a inslrueco de sena filboa, que ni da ^6 do c r-
reote reabre s' dita escola, onde alem daa ma-
terna que coustituera pmprtsmente o ensino pri-
mario, ensins tamben as meninas trabalbos de
agulha.
0 PEITORALdbCEREJA
Do Dr. Ayer.
A-venfermUTulrr! n-.ni? riolorosns e fHtaes da gar-
guata e ilos pulmfii 3, or.lti!iir!ar.it.'iite dasanvolv.-ni-
se, tendo por prinoip-lo bases pe'iuena, cuj.w
resultados no sao dilficls inei-te fie tratAo com o remedio conveniente. Porem
o progre&fto pode fier angapsao o a ileniorq fatal.
i ia Kesfrindo* e as Toaaoa dio reciprocamente o
multado de Lnrliigilid, Aathma, BronchltU,
ArTeccSo Putinoanr o a Tialra.
Todas aa familiis qne tesa criatifas devcni icr
0 Peitoral de Cereja do Dr. Ayer
m pnr.i o twar era cm*o de rc*P8 per ta de tun t* din, poe em mnftOB casos accarre-
tar serias conpeqner.cns. Por tanto nSo ae devo
perder tempo precioso, experimenta mo remedios
de cfficacia dnvidosa, cmquanto que a enermi-
dade se apodera do Kystema e se arraiga prornnda-
*ipii te, < en; 2o que se uocersitA tomar neaae i altante,
o remedio nial cerfo e activo e;n sen etTelto, e esta
remedio 6 sem dnvida alguma o Peitobal db
Cebkja do Db. a vr-it.
pacrARADO PELO
DB. J. O. AYEB k CA.,
Lowell, Mass., E. U. A.
V venda aas arincipacs pharmaclaa drogarlaft
Aluga-se barato
Kua Viscoadc de Itpnrica n. 43, armazem.
Ra t Bnm Jesua a'. 47, 2 andar.
Ra do Rjaario a. 39.
Irata-sc na ra de Coiooaereio n. 5, 1* aada
es Tptorio de Silva QuimaraV:* & C.
AttenQo
Cofres pro va de fogo
O Carlos Sindrn, rna Birlo da Victoria n.
4S, loja de slfaiate, recibeu de consignaco e
vende sem competencia.
^S
Alugn-ae o 2- andar do predio n. 27 rna do
Imperador, com grandea commodos engua; aa
chavea para correr, no andar terreo
Aviso
O Dr. Villa Nova, medico, fizando a aua reai-
dencia aa cidade de Qaranhuns, cfterece ao res-
peitavel publico desta comarca e das circnmvisi-
nhaa oa aervicna de aua profiaaSo. Oaranhuns, 8
de Janeiro de 1888.
Mudanza
O Dr. Barros 8obrioh> mudou a sua residencia
para a roa Viaconde de G jyanna (antiga Coto-
villu) n. 129. T^lephone n. SO. ________
Ao commerco
^Quem; ae jolgar credor do novo hotel Estrella,
sito ra de Tbcm da Sonsa n. 8, que ae abri
om principio de Dezembro de 1887, qneira apre-
aentar suaa cenias ni praao de tres das a contar
de boje.
Recife, 26 de Janeiro de 1888.
VENDAS
Vende te um cup de tuzo : a tratar na co-
ebeira do Deodato ra da Imperatris n. 45.
Viudos da tiarnfein
Finos
Carc vellos.
Hadeira.
Moscatel.
Uva Bastarda e de Passaa.
. PARA MESA
Genuino do Lavradio a 600 rs. a gairaft.
Na mercearia de Manoel Corris 4 C
'rara do Coaade d'Ra n. Id
. Royal Blend marca VI4D0
Este excellente Whisky Escocez pre-
ferivel ao cognac ou gurdente de carina,
para fortificar o corpo-
Vende-se a retalho nos melborea arma-
zens de roelhados.
Pede Koyal Blend marca Tlado,
cujo come e emblema sao registrados para
todo Brazil.
__________BROWNS & G agentes.

! ^



M
Mctade da caaa n.
tratar na meaoaa.
Aluga-se
15 i ra de Santa Rita, a

a
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M
50
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B
e
H
O
Arlig.,s para acabar
21
de cores miudinhaa a 240 rs. o co-
las de cores, 320
Cosinheira
Na ra da Santa Cruz n. 10, precita ae de urna
boa coainheirt que seja mat icnlada ou traga car-
ta de Banca ; a tratar ra Dnque de Caziss n.
85, loja
Manoel de Fonlea torrea
A utonio Goncalves doa Snntos deade Ja sgra-
et daa au peaaoaa qne ae diaraaram acompa-
nhar a cemiterto publico oa reato* mortae* de aeu
presado amigc e socio, Maaoel de Pontea Gomes,
e de novo con pida aa mesmaa pessoae, prente* e
amigos do fina do para aasistirem aa miasaa de s-
timo da, qae por aua alma se bao de ceiebiar no
sabbado 28 do eorrente, a 7 horas da maubS, na
'greta da orden terceira do Carmo.
RSB9HUu*a*
Setioetis
vado.
'ortimento completo eso
360, 600 e 640 rs. o eovado.
Gorgurnaa de core*, liadiaaimoe psdroea, 320,
400 e 500 rs. o eovado. _^
Metim trancado, magnifico* paarcres, de 360 rs.
o cavado.
Bramante de duaa larguras para leccses, 503
rs o metro.
Dito de qnatro largaras, muito boa fazenda, a
1*200 o metro.
Dito de Irnho. francs e ingles, de 2* e 25C0
o metro.
Atoalnado lavrado para me?a, desechos Jindoa.
a 14500 o metao.
Guardanapos osas franja, 2*500 a dosia.
Zefirea de cores, neste artigo completo e va-
riado, de 200 800 rs. o eovado.
Merino liao e de todas aa cores, a precoa di-
versos.
Dito lavrado, magnifica fnzenda, lVq cavado.
Merindpreto, espleudid> o sortimento e gran
de redcelo no presb, de 800 rs.. 1*003. 1*l00-
1*500, 1*800 e asTcuvado.
Setinetas francezas, baaa e de todas aa corea, a
400 rs. o eovado.
Baptistas de coses e nrnsuka, padroes lindos.
200 rs. e 280 o eovado.
Sargelim de todas as cores e preco reduaido.
Crinoline para tetro, branca e preta, toda de
quadros.
Cretones francezes, braaoos, da corea e eacnroa.
Alea de grande sortimeuto de outros artigo
qne nos impoaaivel mencionar, maa que se ven-
den aem reserva de preco : na roa do Crespo n
21, loja de Oliveira Campos 4 C
Novidades e pbantasias
21
Vesitfs de seda, merino e caseoairs, pretor, en-
fetadoa a vidrilbo*.
Sedaa de corea, padroes modernca.
Crep de cor para coberta.
Csmbraia bordad.*, branca e de cor.
Manteletes pretos. ^_
Setm de todas as corea, finos.
Seda branca para calamento.
Veos e capellas, novtdade.
Meiss brancas, de corea e arrendadas, para ho
mens aenhoras e cranaas.
Csea tras de cores e pretas, e panno preto e
scul.
Cortinados bordados e eroebet.
Colchas dem.
Cortes de tustio para c Esteira para forro de aala, branca e de cor.
Alcatifa e tapetes grandes e pequeos : na rna
do Crespo n 21, loja de Oliveira (ampo* & C.
Sement de carrapate
Compra-se sementes de computo na fa-
brica de leos Vegetaes, roa da Aurora
D. 161.
Semcntes de carrapao
Compra se em grandea e pequenaa quantidades;
na drogara de Francisco M. da Sirva & C, ra
o Marques de Olinda n. 23.
Empreza geral de >Iu-
danpa
Alugam-se carros de molas, proprics para trans-
porte de movis, marmrea, espeihis e maia orna
mritos de eaaas de familia, hoteis e eatabeleci*
mentoa pablieos, para toda e qu .Iquet parte da
cidade e aena auborbioa e*arrabaldea, por preco
commodo ; a tratar na ra do Padre Nobrrga,
outr'ora do Aleerim, n. 24.
Assucar caodi
Eapecial aaaucar candi, o melbor qne at baje
se tem fabricado neata cidade. Aasocar especial
eztra refinado, Usina Pinto e Colonia Isabel.
Reflnarao
J. Salgueiral & C ra Marcilio Das n. 22
________Numero telepbonico445
Aluga-se
aa aeguintea casas : a da roa do Lima n. 30,
gr tide casa com agus, gnz e apparelbo ; a da roa
da Pundicao n 10; e o 3a audar do sobrado
ra do Imperador n. 26 ; a tratar na' lytographia
de J. E Pa celt, roa Mrquez de Olinda n. 8.
Alug'i-se
o 3 andar da roa estreita do Rosario n. 32, com
mnitos commodos e muito fresco ; a tratar na ruu
da Imperatris n. 16, 1' andar.
o 1' andar e sotao
rapes n. 90, com 2
quintal grande
Martina n. 50.
Aluga
se
orado 4 roa dos Gusra-
7 quartos, agua, gas,
JoB
Veade-Ee orna parte do engenho Sicupemi
nha, no ralor de 2:000* assim como entra parte
do engenho S Jo&o, em Gsmelleira ; quera pre-
tender dirija se rus velha de 8nnta Rita n. 64.
Engenho
do
salas e
a tratar na ra Domingos
Ama
Preciss-se de orna mnlher de meia idade e de
boa conducta, para o servieo interno e ezterno da
casa de urna eenbora : a tratat na roa Baro da 1
Victoria n. 58, 1 andar.
Ama
Professora
Urna senbora competentemente habilitada pro-
pSe-se a Icccicuar em collpgios e cssas particula-
res as segointes materias : portugus, francs,
mneica e piano : a tratar na ra Marques do
Herval n. 10.
Soccorro a velha
A moradora do becco do Bernardo -a. 51, anda
se faz lembrar s almas earidoaaa, que nao se ra-
qoecam da proteceo que aempre rae dJapeosa-
ram.
Cosinheira
Precisa-se de urna que cosinae bem, para caaa
de pequea familia, qne durma em caaa ; na ra
do Conde da Boa-Vista n. 24-F.
Precisase de ama ama para comprar e
coziobar em casa.de familia : na ra Du-
que d Casias n. 14 se dir.
Ama
Na rna do Coto ve I lo B.-48, prreisa-ae de urna
ama para todo aervico de caaa de familia.
Ama
Prrciaa-se de urna ama que saiba casinharbem
a tratar na rna da AmisaOe n. 10, Capunga.
Ama
Na ra da nio n. 31 A, precisase de urna
cosinheira e de nma ama para menino.
Ama
61000
Alocase a easa a. 16 4 roa da va-frrea em
8 Joi, com 2 salas, 2 qoartos, cosinba fra, 1
solio, cacimba, quintal, catada e pintada ; a cha-
ve est no n. 18. O- andar 4 roa do Apol/o,
n. 63, por 20*0-0 o o 2- andar 4 ras da Guia n
62, e.t limpj e com baataotes commodos,
20* ; trata-se na loja.
Preciss-se de urna ama para o servieo interno
de urna caaa de pouca familia ; a tratar na ra
Velba n. 75.
Ama
Precisa-se de urna ama qne aaiba coaiubar ; na
ra do Imperador n. 38, armaa-m do Paulino.
Ama
Crecisa se de urna ama para casa de peque-
a familia ; m ra de. Paysnud n. 33-C (Paa-
sagem).
Ama
por
Precisa ae de urna ama que saiba coainhar, para
caaa de familia, e que d boa informacao de ana
conducta ; a tratar na ra do Progresso a. 7.
Ama
Precisa-se de urna que coainhe para tres pes-
aona; a tratar na ra do Marques de Olinda n.
41, armazem.
Preciaa-se de urna sma
de Pedro Affoaao o. 34.
Ama
para eosiabsr
na rna
Ama
Precisa-se de urna ama para coiinhar e de um
criado ; a tratar na rna Marques do Heraal no-
mero 37.
Mad
uro
Frauaclaco Xavier Carmeiro da
casas Bm
1 anoiversario
D. Joanna C^lbo Carnero da Cunba e seas fi-
Ibo* Manoel :tavier Caroeiro de Alboquerque,
Inao Coelbo es Silva. Jovino Coelho da Silva,
nuiber, fi hoa, rrmio e eunasdos, convidam s to-
dos os prente* e amigo. prH M,,,trPra a mieaa
quemandam retar ,, d, Jwbotta i 7 a
hora* da maoba do di. 27 do carra.*, pw. ,.
loindittMorrauciaco X,vir Caraeiro da Conba,
i' snniverssno do seo infausto paaaaaaente, cae
iv logar pa pwoaco da Los na ootte de 27 de
.Janeiro de lai, aas.cioa o all brbaramente
per tres aicari i.
SEM RIVAL
O sorprendente vinbo Maduro, paro, *em mis-
tura alguma, proprio para meaa. acaba de ebegar
nova ii meaaa.
Sem qnerermos depreciar asqualidades puras Jos
vinhos diariamenteannunciadoe, podemoa garantir
aos nossoa fregueses e ao publico em geral, que o
vinbo Maduro de noaaa especialidade o nico
capas de urna boa nutricio, conservando todos oa
requisitos da hygiene, como nm doa prneipaes a
faser nma digestio fcil, aumentando o* glbulo*
sanguneos, principaes motores da saude da huma-
nidade.
Em OBRAS DE VIME ningnem compete com-
aeaco : temos
Berros Cendecaa toslnrelras
Faqnrlroa
Pspeleiroa e balaioa para roupa soja, sssim
como cestas para compras, de todoa os tamanhas
Em TAMA NCOS DO PoRTO
tsmbem ningnem compete : Para bomens s2o ao-
berbos, mas para senhoras sao sorprendentes.
SEMENTE8NOVA8
de hortalicas e flores, temos sempre em todoa
es vaperes, a escolba maia rigorosa que deaejar se
possa
oa Estreita o Hosarle a. 9
Immtm Igreja
P^as leodes & C.
Oa proprietarioa desta mnito eatabelecida e aere
ditada caaa, teem o praser de participar aoa sena
arigoB e freguetea e 4a Ezmas. familia* que ac
bam de reeeber pelea ltimos vaporea e das pri-
meiras fabricas da Europa o mata completo e mo
derno sortimento de chapeos de sol de todas as
qnalidades e precos baratiaaimoa I... Quera j4
vio detes precos ?...
Chapeos de setiro, para eenbora, liaos e bordados a
contas, aeda frooza, gestos modernoa, de 6*000
Dito* ditos sedaa lia
4*000 a 10*000,
Ditoe de aetim, para erianoa, liaos
rendas e bieoa, de 8*000 a 6*000.
^^TfcfiS"" e '*'"* mo-
D,dr,S'r4?(S,blDbo,'de todM ".
E inultas ouiraa qnalidades, que veedem em
groseo e a retalbo.
P*bream-ae e concertam-ae chapeo* e beae-alas
em meta hora.
Pedidos pelo lelephone sa. t
Jos' Ferreira k C.
15RA BARAO DA VICTORIA- 15
e lavradaa, cota tacos, de
e bordados,
Ama
Precisa-ae de nma ama para
na ra Formosa n. 37.
avar eengommar
Ama
Na rna Nova n. 46, 2- andar, precisa-ae de
urna sma que aaiba coainhar.
AMA
Por35#0ir0 ~~
Aloga-se o 1 andar do predio n. 45 da rus
estreita do Roaario, eom muito bons commodos
muito fresco e eatjliropo.
Attenco
O Carlos Sinden receben e vende bara
to frascos cum agua ingles, proprios para
tirar nodoas de casemira, chapeo da fel-
tro e toda a qoalidade de tecidoa de 11 e
algodSo e seda ; 4 renda na roa do Bario
da Victoria n. 48, lofa de slfaiate.
Preciaa-ae de urna ama para eosinh^r, lavar a
engommar, para casa de familia composta de dnsa
pessoaa ; a tratar na ra Viseando de Goyanna
numero 72.
Precisa se de urna ama que eoaiahe e engomma
para duaa pessoas aem filboa, o que durma em casa,
4 ra da Conquiata n. 29, ou ra do Amorim n. 56.
Amas
Precisa-ae de duaa, sendo urna para engommar
e outra para servicos de casa de familia ; a tra-
tar 4 rus do BarSo da Victoria n. 7, 2" andar.
AMAS
Vende-se o engenho 8. Gregorio, dis'snte urna
legoa da estaca de Gamaeirs, com ferragem e
vapor novea, boas matns, e proporcio para safre-
jar 2,500 pea annuaei. Est arrendado por....
2:000* por anno ; a tratar um caaa de Tavares
de Mello, Genro & C., no Corpo Santo n. 15, pri-
meiro andar.
A FLORIDA
Receben grande sortimento do pulceiras
americanas de 40000, 5.J00O, 60000, 7$000
8^000 e 100000, o par.
dem para menina, a 40000, o par.
Bicos branco e de efires de 2, 3 e 4
dedos de largura, a 20000, 20500, 30000,
30500 e 45000, a peca,
dem cor de ceme, a 30000.
Porta-embralhos americanos.
Invisiveis doarados o prateados.
Lindos leqnes transparentes de 20000.
35000, 40000, 50000, e 60000.
Lindas luvas de anda de todas as cores
de 2^000, 20500 e 30000, o par.
Luvas de pellica, a 20500, o par.
Encbovaes para baptisado, de 80000,
100000 e 120000 at 160000.
Capellas e veos para noira.
Suspensorios americanos, a 20500.
Oleo Florea.
Lindas pastas, a 500 rs. 10000 e 20000,
urna.
Lindos broohes, a 20000 e 30000, um.
Linha de machioa n. 50, a 800 rs., a
duzia.
Lindos pannos de crochet para cadeira.
Caetas americanas que escrevem sem
ser preciso rnoinar-se a penna, systema
a S. T, Y. L. G. R. A. H. I. C. para
viajantes.
Bicos de fil branco, a 20500 e 30000,
pega.
Lindos bicos de cores, gosto moderno, a
30000 e 40000, a peca. .
Lindos bicos de cSres com 3 e 4 dedos
de largura, 40000, a pega.
dem de linho de c6res, a 20000, 20500,
e 30000, a pesa.
Bicos grip para correr babados, a 10000
e 10500, a pesa.
Luvas do aeda para meninas, a 20000;
diversas cores.
dem para renhor, a 20000 e 20500, o
par.
dem com palmas de missangas e de
seda, a 20500, 30000 e 3051 0, o par.
GalSes e bicos de vidrilhos, gpsto mo-
derno.
Lindas rosss de vidrilbo preto para en-
feitar casacos e capas. '
Collarinbos o punhus de borracha pro-
prios para baile, por serem inquebraveis.
Contas lapidadas para enfeitar vestidos,
granad, bronceadas, prateadaa e domadas
Mascaras de massa, seda e cera.
Collarnhos e peitos de seda para se-
nhara traxendo urna gravatinha tambem de
seda.
Fivellas de molla, americanas para calsa
e coleto.
Sem competencia
Panos de crochet para cadeira a 800 rs.
dem dem para sof a 10000.
dem idem para cadeira de bmp a 10000
Cortinados brancos de crochet, com 4
jardas d coroprment, a 460000e 150000
Pannos de crochet, c"r de crame, o que
raro no mercado, a 250000, o par.
TimSosinhos para criansa, do fustao e
cambraia, bordados, a 30000.
Lindas bonecas francezas a 30000.
Para o carnaval
Mascaras, bisnagas de cheiro, p<5 de ar-
roz e onro.
Barbosa *fc Santos
RA DUQUE DE CAX1AS N. 103.
Na Loja das Lstras Ames
A' ra Duque de Caxlaa n. Tele 211
Vende faaendaa finas por todo preoo e ri des-
canto a qu. m comprar de 20 para cima. As
Eimas. familias nao devem comprar em outra
loja aem primeiro veroo mandar bascar asamos-
tras que se d3o sem penhor
>*
Fazendas de novidade

linbo bordadoa com liatraa cu
mu::o larga e do lindas ocres a
Teeldoa de
qnadroa, fazenda
8'0 ra.
Spilm de Macan, preto e de todas ai edres
liso ou de listas a 800, 900 e 1000.
Velludo preto de seda bordado ou cem lista
de setm a 4'li 0.
Mirlo infestado preto e de todas as edres
700, 800 e UOOO.
Bast^ataie de cores e com listas cor de crem
aaOOrs.
Enc/al&o pardo infestado paravetidoa a 360
e 100 ra.
Linn berdado, urna cor 4 240 rs.
Velladinbo preto e de todas ae cores com
contaa a 1800.
Renda) faeepsnbola cooi bicco, preta ou branca
de seda.
Cessaa Nanznc padroes miadinhos a 280 rs.
Crochet branco e de cor, desenhos Iind03
para curtinados a 1 3" .00.
trlnaliini com ncoa vaa de Blond a 8C
10 va de qnadros, patroea novos a 320, 360 e
400 ra.
Mimo des Alpe3 fazenda de listas assetioada
a S00 ra.
Setinetas lavradas d: lindas corea a 210 rs.
FiiMitto branco-a 320, 360, 400 e 500 rs. qua-
Iidade superior.
Fazendas diversas
4 largurss a 700 e 1*000 au-
T
Tjitaa atuu com 4
6*500 com 20 varas

Bramante de
perior qualidade.
Hadaplao americaao
e meio palmea de largara a
garantidas.
Algado americano muito largo e superior
para lenco a a 5*500 a peca, maia estreito a 3*500
e 4*00).
Cultas e cretones eacnros, claros e miudi-
nbesa 200 e 240 ra.
Cassas indianas de corea a 160, 200 e 240
ris.
Bjinho* lisos e de qnadrinboa a 100, 120, 160
e 200 rs.
ffrlm pardo para roupa de meninos a 300 e
320 rs.
Caalnetas escuras mitacSo de caaemiras a
50(J rs.
Baeta atol encorpada para ronpa de bauho a
700 e 800 rs.
lia* de quadrinhoa, palroes novos, a 300, 3-0,
360 e 400 ra.
Crepea de lindas corea a 500 rs.
lenco* brancoa e de corea a 360, 1*200 e
1*5' 0 a dusia.
Toaibaa felpudas e alcozoadaa a 3*500 5* e
6*000 a duzia.
Mrlaa de cores, brancas e cruRa para senho-
raa, bomena e meninoa deade 2*800 at 6*000
melhor qoalidade.
Bnehovaes para baptsados completos a
103 12*0UO.
Cortinados bordados para cama ou janella
a 6* e 7*000.
Panno da Costa, de quadroa ou listas a 1*200
o oval>.
S toa I hado lavrado, lindos desenhoa a 1*200
e1*500.
Gnardsnapos a 2*000 a dusia.
I

Especialidades

Lavan de aeda ou pelica a 2*000 o 2*500.
Blcoa brane is c r de creme, o matizados a
2*000, s*5(.0 e 3*000 a peca com 11 metros.
Cuntan lapidadas paraenfeite de veatidos pre-
tas e de todas as cores a 500 e 800 rs.
Bordadoa, babadoa e entremeto da faato e
transparentes a 300 ra. a peoa com 3 metros.
Eaoarlllboa col raca e americanos a 3*500
4*. 5* e 6*' 00.
Grande qnantidade de chitas em retalhos que
vende se por qualquer preco.
;
Venda de sitio
Vende-* ou permuta ae por predio neata cidad.
om boas sitio co ba caaa, multas fracteiraB.
excellente banbo do rio, boa agua de cacimba,
extensao de terrena para baiza de capim, todo
murad ona frente, eom porto e gradeamento, com
caminbo de ferro e eatacae junto ao dito aitio, nc
Porto da Madeira, eonheetdo pelo aitio da JoJc
Selleiro, junto ao Dr Ernesto de Aquino Ponae
ca ; qnem pretender dirija-ae pmca da Inde-
pendencia n- 40, des 11 horaa a 4 da tarde.
Pintados a oleo( com rica moldura e coraos*
por 25*000; esiio ezpoetos alguna retratos para
o publico e aa Ezmaa. famiiiaa verem o qnanto
gao lindos e baratos e fcil a qualquer pesaos ter
um em sua sala de visita.
Para enrommentlar bastante mandar
um pequeo retrato f m csrto de visita, nao im-
porta que aeja antigo, dizendo a cor dos olhos e da
cabello (liega nm lindo retrato desejado.
Agencia de artigoa americaooa e carimbos de
borracha.
Na Loja das Liatraa Azues
Jos Augusto Dias
Azeiles
>
Arma$o
Preciss-se de dnas amas, rendo urna para coai-
nhar e outra para lavar e engommar, para casa
de pequea familia ; a tratar na rus do Livia-
mento d. 24, 1' andar.
Ama de leite
Precisa-se de urna ama de leite : a tratar na
rna Bario da Victoria n. 60, armasem de mo-
dados.
Criado
Na ra da Santa
criado para Krvfco
Crus n. 10, precita-ie de nm
domestico.
Vende-ae urna linda armaeao de amarello, toda
envidraoada, em perfeito estado, e propria para
qualquer eatabelecimento ; a tratar na ra do
Bom Jeaits n. 33.
Livramento & C.
vcadem cimento port'and, marca Robins,
oalidade ; no caes do Apollo a. 46.
de coco e de peixe, em prroo e a retalho ; ven-
dem JoSo Perrera & C, ruado Rangel n. 65.
Terrenos venda
Os terrenos do itio que na nstrada doa AiHictos
fica contiguo ao da capclla e drfronte do em que
reside o Dr. Manoel Portella Jnnijr, eBto sendo
retalbados a 3*, 4*, 5*, 6* e 7*000 o palmo, pu-
dendo os pret- ndentea procurar informacoea com
o mesmo Dr. Portella uni.r, em ana residencia
ouem aeu escriptorio i ra do Imperador n. 65,
primeiro andar.
Vende-se
a tararea aiia ra da Conociese n. 11, bem
afregnezada, por motivo de o dono querer retirar-
se para fta por ee'ado de molestia ; a tratar na
mtama.
de)-
Faino do Para
Vende-ae oa ra da Penba n. 85.
Attenijao
Vende-se rima armaeao envidraoada para qnem
qniser principiar qnalquer negocio, por barato
preco ; p ra eatreiu do Boaarie n. 23.
IVprcno
Vende-ae nm 'err.no cim 25 palmos de trente
e 90de fundo, sito travessa do Principe ; a tra-
tar com Delmonte Pinbeiro na Altandega, arma-
sem n 8, ou na ra do Gasmetro n. 19, daa 3
boraa em diaate.
averna
Vende-ae a taverna aita i roa das Fiares n. 3
a tratar na meama.


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Diario de FrBambnmSexta-fdra 27 de Janeiro de 1888
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Ph:.r:-n2.ceutico, 19, ra Te,col>, IPariz
CAJURUBEBA
MELHOR MEDICAMENTO DEPURATIVO
Approv^do p?!a junta ccotrl do fcygicne publica da corte, autorBado por de-
creto ropterii.1 de 21) de Junho 4e 1883 e mandado ih. luir no formulario do Hispital de
Marinba e enfermaras por aviso do Ministerio da Mariana n. 1,523, de 9 de Ontu-
bro de 1885, com audiencia do oirurgiSo-mr da armada, qu^ iuformou ter este medi-
camento produido eacellentes r aultados no Hospital e na clnica civil, e empregado
actat>lmentc pelos melhorea cIiluos, como o ra is enrgica e prodigioso luedicamento
na cura radical dos rheuiuatlsnios de qu-iquT Qdtureza, om todos as moles
tas de pelle una leUCOl rbas (floras brancas) naa diff rentes formulas da
sypbilis e em g x; 1 era todas as molestias, occnsior.adas pela Impureza do au
DE
Firmino Candido de Figueiredo
VENDE SE EM GROSO E A RETALHO
em
P E W I^ A II B 1] C
A ra 1. de Marco o. 9, na Livrari Francesa e em tolas as provincias..
XAROPEnSEIVAfcPINHEIRO MARTIMO
i LAGASSE, Phannaceatlco d Borde a di
ApprtjTado pala JanU da Hyglena do Rlo-do-Janalro
Os nadicoa francezes mandlo para Arcaohon, perto de Bordeana, os
doentes fraooa do peito, afim de que respirem o ar embalsamado doa seus
' pinheiroA beb&o a selva que se extrabe do pinheiro mar imo. Bates
fadmiraveis principios balsmicos sao os que o Sr Laoasse concentrou no
i seo Xarope e na Pasta de Selva do Pinheiro Maritiiro, exoellentes
peltoraes receitados constantemente contra a Toase, os Resfriamentos,
os Catarrhos, a Brouchite, a Rouquido, e Extincco da vos.
Ci*i fruoo tim i mirt t ftbrlet, a trmt i e alio nal d non otu.
Deposito em PARS, 8, Rae Vivienne, e as prineipaes Pharmaclaa
Ra Io de Narco d. 6.
Par'.i ipam ao respetavcl publico que, tendo augmentado sen
estabelciiu.cnto de JOIAS com mais ama seccSo, no pavimento terreo,
com esp'u'Llidades em artigos de ELECTR-PLATE, convdam as
Ex;i is. familias e seus numerosos freguezes para visitar seu estabeie-
cimenio, onde on. ontrarSo um riquissimo sortimento de joias de ou- t
prata, peroUs. brilbantea e outras podras preciosas, e reiogios de aro.
prata-e nikel.
Os artigos que recebem directamente por to ezecutados pelos mais afamados especialistas o fabricantes da Europa e
Estados-Unidos.
A par das joias de subido valor acbarSo urna graede variedade
!e objectos de ouro, prata e electro pate, proprios para presentes de
jasamentos, baptisados e anniversaries.
Nem em relacSo ao preco, e nem qualidade, os objectos acims
mencionados, encontrarSo concurrencia n'esta praca.
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lia :if-r,i:::l.i!-j (los
As C.f PiU, ,,3 GUYOT contem alca-
pmo. As'wiacs i*?!' 'lo duas
no BNManta da* r.'fcifSos.
VstJAfSyiL.sS SV.TOT rBCjmmeudSo-
PifiG''-S c SA GASTA 9 TCS?AS Th??A"ES
nos CA 3EIQA >. TSICAS, BH0SGH1TAS. A8THMA
t!SPL^S!A
O QOODRCM GUYPT eaaitplM na
epoel;'. doa eatnr a o era l-rapn i!j
a bebida a uaais hjigisiiia
RLS.?r.A^ETOS>
A CAPSULAS CUVOT sSo brancas
pMn;as o cada uita lava impreatf em preto a firma :
m
i

Absolutamente ii:-ii3pcnmaval
exigir a Firma
ESCniPTA ESI TRES CORES

._ ..
A
i
FaJjrica : Casa L. FRERE, 19, ra Jacob, PARIZ
A REVOLUfAO
'
le-
as-
^

%*
Esplendido sortimento de azendas Gais
Cort;a de. seda, lindas c6r-s, para cllete, a 6)5600, um.
Sedes de listras, lindos gostoe, a 1/1500 o covado.
Setins du cores, lisos e de ls!tir.hs e quadros, a 800, I^KXJO e ltJ200 o covado
Ditas n-.aravilhoso, de stras e quadror, a 520 o 360 rs o covado.
Damacs de algodSo, lindos padrS b, a 240 rs., o covado.
Espl.'n -i lo sortimento de cretones de quadros, stras e Adres, lindos padrSes, a
320, 360 e 400 rs. o covado.
Fnst5.'s brancos e de sirca a 360, 400, 440, 500 e 600 rs. o covado.
Merinos, lindas (ores, a 700, 800, 1000 e 1200 o covado.
Cachemiras acoUhoadas para veahdo, a 500 rs. o covado.
Li de quadros e lats, ultima moda de Paria, a 320, 360, 400, 500 e 600 rs.,
aovad.
Merino pr?b<, cornpl to sortimento. *
Dito asseiinud", a 1^400, 1^600, 15800, e 2)9000, o covado
Con-p! to s^rtilnetlto de zephiros de stras e quadros, lindos padroes, a 100,
12, 200, 240 e 280 rs., o covado.
C Tt'?B de cretone cora enfeit*s, com 18 oovados por 6(5000
Grande sortimento de colabas de corea e brancas, a 2,5000, 2A500, 3,5000,
4#0), 550JO e 6u00, urna.
L'ndos lequ-^8 de gaze de sed, ultima moda, 6)5500.
Cachemiras de qudroa, de seda, o inais lio'o e i.-, jderno que se nde desojar, a
1#600, o covoe.
Knti-ni! i is e babados bordados e bicos de cor por bareto prego.
Can iias francesas, br >n-ks, pura homens, a 2000, ui.a
Completo sortimnt> de casemiras, pretas e de cores, a 25000, 2)5500, 3)5000,
4,0000 e 4500, o covado,
Leques de p&p I regatas, rouito lindos, a 500 rs., um.
Muas oulras t-z-ni^s de gosto, que com a presenya das Exmas. Familias e
rcrpeitavel publico podcrSo apreciar.
Heorique da Silva Moreira
fiDADEIROS GRAOSqeSAUDE do D^FRANCK
^ItADS^
(UiMU
\ da iaetsar
V* UCESCIADOS PELA TOSPECTOBIA GERAL E HTGIBKB DO XMPBBJO DO BRAZ^
\* porlenfa, Catomaohlcoa, Purgativo, Depurativa*
I ;oatra a Falta de appetlte. a Obitracco, a Eniaqaeca, as Verttsema,
/* as Cong-eatosa, etc. Dose ordinaria : 4, t i S gr&ot.
rS Desconfiar as falsificaces Exigir o rotulo junto imprimido em trances
v .... Je^_**!KrS220.-. 0 Sel! a Oit des Fibriuites.
cada urna letra de urna cor dirterente e
Im PAXJI, Pbarmaela X>SJM>T.
hiiloseUaUf-Ut#aaiHarmiai.
.
m
9
TINTRni
i3--Rua de Malhias de Alliuqiierque2o
(arttiga ra das Flores)
DE
CLEMEISS KUGLER
SUCCESSOR DE
Otto Schneider
Tinfje e limpa com a maior perfei';ao toda a qualidade de estofo e fasendas
em pega ou em obras, chapeos de feltro oa de palha, tira o mofo das fazendss; todo
s trahalbo i feito por wi> de ma< hini-mo aperfeigoado, at hoje conhecido.
Tinta preta as fc rys e s-xtae-feiras e de tr e lavagem todos os das.
VEROADEIRAS PILLAS do D" BLAUD
Fondos preparados ferruginosos podem apresentar-at i coaA'aaca dos Mdicos
0 dea Doentes apoiados em documentos to antbenticos com os aeguinten :
Sao smpregadas com o ntellior xito, ha mais de se annos, pela maior parte dos Mdicos,
pan airar Anemia, Colorete (Cira pjlllUu), e facilitar a f*roui(ae Uu raparlos.
\ Se be ni que \ msercao oestes malas no novo Coiex rrancez rus dlspennt de tnd elogio.
I nos n6> limitaremos i u;r.a unlia cltac&o, a ao IH TfiVMXtM
: t Taum SS anaoa que exei jo a medicina, da el'e. reconbeaw aaa Pitilla* ae Man ti
< Tani.ixena incsnteatavela obro oa ostra* reira;Boaoi, aa aaaldero como o
imellior anUcblorotlco. >
D- DOJBM.C
ti-fim'dmtt m Audunii dt m-a.nm t ftrli
&*VD.
1>
[aBti(l>-llairMUrU>iBtfiMMInifl.aiSTNdiJklffiaja^
mtmdovt-te rstlr oue o noma di initnior teja rarac* em eatfa Ulult cama SQuIJotto.
cutirme, desconfiar das [sjiTAcdss ___
Btaaiiu |!rl ea PARS, 8, rea Puyenne. Em M'ernambneo : F. M. ca BILVk. a c
\mt\m\tm\wmmmMmmmwmummswmmmimmwm
GOLLfG-XO
ONZE DE AGOSTO
DIRECTOR
Bacharel Manoel Sebaslido de Araujo Pedresa
95Ena Yiscoflile UAltiiuiw--95
Teleplume 302
As aulas deate colegio ficarSo abertas do dia 9 de Janeiro em diante como
determinara es estatutos.
Admitte sbente alumnos internos e externos, tanto para o curso primario
como para o secundarle.
ctjivso muMuuo
A cargo do professor Isaac Servio F< rn-ira, desde 1882, comprebende as
materias seguintes : leitura de prosa e verso em 1 -ttra redonda e manuscri. ta, calli-
grapbia, catbecismo, theoria e prati.a das quatro operaySes fundamnntaes da artbme-
tica, gecrrrapbia elementar, especialmente do Brasil, graromtica nacional, resumo
de historia do Br^zil, reciteco na tribuna e composicito de oiirtas, recib), oto. A cal-
ligraphia est espe('ialmnt' a cargo dn professor Mr Pedro Mfcra Liausu.
'CIjRS 'SCI3Nll\MO
Comprchende >s materias exigidas para as uiatri ulaa as faculdades do
Imperio.
O resoltado dos ltimos exaro^s foi supeii>r ao do auno precedente, havendo
apenas seis reprovacxJa, sendo tres em portaguK, dus em arithmethica e urna um
geometra, eomprehendendo ness^ uosero es inhabilitados na prova cscripta.
O director contina a empenhar lodos os esfore/s para o maior apreveilamento
de seus i.lurnnos, convida os icterrssados a vlrer.. p'ssoalfDente tomar oonbeci-
mento de seu colegio, onde receberSo as cxplica^Ses que dfsejarem.
Lotera da Provincia.
O abaixo sssignado, tendo de realisar impreterivelruente no dia 28 de Feve-
reiro prximo a extracfao da grande lotera em substituido a de quatro mil contos,
em tres sorteios, e precisando de tempo suffi :ieote para a organisac3o das listas dos
bilbetes nSo apresentados, segundo lbe foi ordenado por acto da presidencia de 16 de
Agosto do anno prximo fin lo, vem pelo presente communicar aos interessados que
smente at o dia 30 do correte se admittir n'.esta tbesourararia a troca e venda dos
respectivas bilbetes Cumpre-lbe, porm, avisar aos Srs. portadores de bilbetes que se
at a mencionada data nao realisarem a solicitada substituido nao se admittir mais
reclamado alguma visto como nao sero prejudicados em seus direitos; porqaanto
serSo relacionados por seus nmeros os bilbetes nao apresectados troca, dando-se-lhes
outros quaesquer nmeros do valor correspondente na presente lotera, como tudo cons-
tar de urna relacao que iz publicar pela imprensa, ficaedo o possuidor do bilbete
primitivo com direito ao novo numero que ihe for designado, e a receber, depois da
extraerlo, o preiiio que lhe sabir em aorta.
Outrosim, os assignaotcs de nmeros certos de bilbetes das loteras d'esta pro- >
vincia encontraran tambero at o fim do-correte mez os seus bilbetes de sssigoatura
nos pontos do suas encommendas, a saber n'esta thesouraria e o as csaas dos Srs.
PILUL AS GUILLI
PBGsTIYAS
do O*
PILLAS r GDILLI
PAUL. OAGE
Phir-sal'clase, D*rnilfedicioadelaFacBlteusdcPilii
neo rBorsiniiio d^stehedicadit
f-lRil, I, nt de Snni-iiSt-G*rmiin PAHIt
sto/aif/a
do FI gado
e. do EstommfO
fiorts
R.*istmi*tfsir)a
t'tit Plalas roDl^m ..'-tiio le rnn ppqn^no roame >',..,
i+4rtoci v jnc-.i.- doE"ixlr Gullll, o quil remedio coohtrido.
ra biiif ^e --* nti fcunvs. wor ter un dj wu ee<
rurg.nl#*reparativ<
ceafl
Febret
Epidemias
fluxb-s do peito
molestia*
das Mulheret
e das Crianeaa
ESCliSrU u ratSrr.ClC^. ei!;lr ai LESITIAS PILOLS 6CUJir f^pirHai ;- PAL ItlaT.
jie|K)-it..iios esa Pemmm tico : FBAH~ M. Aa SILVA a C.
garantid ores.
Thesouraria das loteras da provincia. 9 de Janeiro de 1888
O thesooreiro,
Jos Candido de Meraes.
3u JT,
0 mili Simple, o *< > '_ i c Caja OteiJ tal REVULSint
EnsrsA.-v-jcr. ai f* ^h.ab atoa "VTaj
USADO NO aBWMOC IKTEIRO
C/fieUOr p-l# ao* Sos* ;.( a sompradoraa aja* <
VEROADEIRO PAPB HIG0I.L0T
ftw m cada toa
tra\ tsenpta
M Tiat* Incaramim
Firma-
l
IS
MEDICAMENTOS FUNDAS E TINTli
TOCAS AS QUALIDAKS f
C_
Lf^PHrVRMACE UTICOS
CtJ CKIUICO-PHARaACiUTKIS C
E.PECIAUOAOtS DS TAU
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i
V
5 7, Ra do Dupe de Caxias,5 7.
ilesie esta
E'iiir e litote Ai \\w\t\
Elixir (l^atifficio
C<'Btra a '-art-j e ;m Y.nho, xiropc e pliji-is fe jur.,'-e,,
Grrnle soriimentti do pi-r. i-f, pr st:li..{.. ^ranul s c inluUs dos u>elhores fabri-
cantes europeus e amcrieanse.
Gra 'de coltecjao de alsW*s o* HM modernos e rres. *b
Aguas niiocr** de tr Para phfttog^ajslita e IiosBMrjopaihia
Alcool rectifi/ado i- iievinf^etudo, cliimi amerite puro.
A Pharmacia A:oericn bms, saata seej'. to i ce potinca onde sn encontrar
alm dos iiiedicamentos prep^riiiios com tod;> stnefa e segn o os formularios hahene-
manios mais acro't.'a^s, c^rteir s, vidros avuss de to-lna os tuineobos, glbulos
inertes e medicarcentoeos, ti-ituras do plntas irrdig uas ee-xtieas.
Recebe medicamentos directamente do todas M fabricas da Europa e Amrica.
Manipulado por pre$os commodos o a qualquer hora do dia e ^ noitc.
DE
WOLFF& C.
N. 4BIJA DO CABGA'--. i
Veste niut* e nhecido est n bel ec i men-
t encentr*r re.ipeitavel publico o mais
variada e cansplet* sortimento de JOIAS
receidas senapre directamente dos anelho-
r9a f brlcanteo da turopa, e aja s primam
pelo apurado gosto do mundo elegante.
Ricos derecoa completos, lindas palsel-
ras, a)i!netos, voltas de ouro cravejadas com
brilb >ntes, oa perolas, anaels, cueoletas.
botoes e outros multo* artigos proprio
des te generes.
ESPE ALIADE
Esta relogio de uro, prata e nielcelades,
para hewrns, senhorae e meninos dos mais
aereiitados fabricantes da Europa e Ame-
rica.
Para todos os artigos desta casa garaat-
te-e a boa qualidade, aesim como a mod ci-
olade nos preeos que sffo sena conapetaela.
Vcsta casa tambe ni concorto-so qual-
quer ebra de ouro ou prata e tambem reio-
gios de qualquer qualidade que seja.
4-Ru) do Gabug~4

MOLESTIAS oo C0RACA0
Ai Gragai Taicas-Carflsacas LE BR N. tonadas na dose de 4 6 por da carie as
ENFERMIDADESiloCORA(!O,PALPITACOESeasHYDROPlSIASal6asiaIsa7SJioailai
LE BRUN, Pbarmaceatico-Chinico,Pars, 50ct 52, F" Monimartre, e 41, ra Latayetts.
Depositarios em Perntmbvco : FRAN M. da SILVA e CT.
Licenciado pela Inspectora Oer&l de H?gine do Imperto do Brazll.
PREMIO- NACIONAL
di 16,600 ir.
Grande Medalha de OURO
M-Laroche
Encerrando todos os principios das
APERITIVO, TNICO e FEBRFUGO
quinas
Omesmo FERRUGINOSO
Recommendado eaotr o depauperamento
do SANGUE, a CHL.ORO ANEMIA, 6 M
CONSEQUENCIAB DO PARTO, etC
' Pars, 2, ra Bronqt. e tas prtnclpaes Pharmaela* ala Uado
Agradabilis8imo e de superioridade prc-
Tada sobre todos oa preparados de croina,
ontra a DepressAo de Forcas, as Ar-
FEcgdEs del Estomago, as Fesres re-
BELDE8, etc.
s?
25
QuinlnadaPelletier
ou Has tre armas
0 Sulfato da Quinina PelUtier
preferido por todos os medios, por
ser inteiramente ryiro, contra aa
' Enxatraeoaa, as Nevralgias, os
Aooesios de f ebrsycontraasfebres
IntermJttenves e paludosas, a
gota e i neumatismo.e os auores
nocturnos. Cada capsula, da gros-
sura de urna ervha,contmlOcenti-
frain.nas de su"*to, e nella l-se
PELLETIER.Estaap8Ulastem,
aoc&o mpis prompta e maisf
segura do que as pillas e>
confeitos, e engolewi-se mais fall-
mente do que as hostias.
Deposito sm PARS, 8,Res /ivaoans
a r.n crinalBitt Ftirmieie* Snliris



JULES DE GASTYNE
i


y

i

s
Mesnada parte
XII
{Continuado)
Nlo nascera com mos instnotos." pe-
sar do meu abandono, da minba vida irre-
gular e dos mos exeroplos que tinha sob
08 olhos, nunca fui deshonesto ; sabia a ti,
aem duvida. O roubo repugnava-one o era
incap.z de fazer roal a urna mosca. Mhs
cbega a a oocasiSo de me aproveitaretn pra
outra cousa que dIo fosse mendigar. Ti-
nha crescido... Parec. intelligente. En-
tinara id me a roubar.
A. roubar ? exclamou Luisa aterrori-
sada.
A roubar... Eusinaram-me a fur-
tar aa amostras das lojas e depois a iotro-
duzir-um as casas., t Era pequeo e
delgado. Gomia pou o e poda introducir-
me por lugares que um macaoo nao podia
tranepor. .
E oio te revoltavas ?
Btiara me '
Mea pobre filho I
Os olhos de Luisa pareoiam duas
fontes. As lagrimas corriam sem inter-
rnpcSo.
Oh por que, disse ella, alo tire eu
Distante coragem, bastante energa para
te conservar unto a mim T Maldito dial
E os seus olhoa negros reluziam.
Maldito seja antes o bomem mur
moro a elle.
Luiza nlo respondeu.
Agora quasi que tinba ruedo.
Sen filho precisava raais ser acalratdo,
conticlo, do que excitado.
Sim, continuou elle, omitas vezes
tente i insurgir me, resistir. Mos de cada
vez a dr e as torturas triumpharam da
minba revolta, era simples vencido. E de-
pois tinham-me mettido uu til rnado com
os policas, iaziain-me urna tal pintura de
que ficante ceria, se nos fossemos aorpren
ditos, que eu receiava, tanto como ell-s.
ser preso, e tomava tolas as preeauco.-s
aeoee.sarias pra u'ij ser rilado. Fiznram-
me, pois, um gatuno dos mais habis.
Eslava alistado no exercito do crime. Os
aieus signaes estavam tomados, o meu no-
me registrado. Fazia parte dos bandidos
perigosos que pululam em Nova-York.
Meu p..is aJoptivos tinhaua orgulbo de
mim. Por isso coraegaram a ter por mim
urna certa eoosideragio. Alimentavam e
eerviaro-ina menos mal.
A mli ouvia tula isso, como quera est
oom um pasadelo, com as carnes arrepia-
das de terror. Nao podia crer no qu-i
ouvia.
Sju flbo, a principio mendigo e depois
ladiao 1
Nada deixars da soffrer. E ella propria
senta agora o seu odio contra o homem
que perder ambos, oras -er, creacer o at-
tingir s proporgo" :s d aquello que domina-
ra seu flbo.
Oh 1 como ella o tomprehendia I
J nao pensava em moderal o, nem o n
lhe dizer que se exceda.
E com a voz sumida perguntou :
E nanea foste preso, coudemnado ?
Oito vezes, em poucos annos.
Luiza repeli com horror :
Oito veze8 !
Oito vezes... Eramos presos, sol-
tos, e prendiam-nos novamente...
iuza disse anda:
Preso, meu flbo, meu Jcao...
K Elle prosegnio:
Greavamos pelle nova. Mudavamoi
de nomo, de roupas e de cara tanto quanto
possivel. Houvo lemp) em qia nao po-
damos por o pcoa barros do Nova-York.
Ella olhou par, elle, presa do mais vivo
interesse.
E agora?
Agora j naj se oceupam de mim.
Ha mais de tres raeaea quo nao pertengo
quadrilha. J nao roubo... Sou livre
e trabalho.
E elles ?
Os msus .ilgoz-. s? Foram presos
urna ves depois da nosia separaglo, e
provavel que est-jam catrafilados para
s.-mpre.
Luisa ainda perguntou :
Mas como podeste separar-te delles ?
Vou contar-t'o. Uoi da foraos apa-
abados juntos era urna aldeis. -Encerra-
ran)-nos em urna prislo que estava era rui-
nas. Eiles fierara todos em um quarto e
eu h em outro. Duraato a noite descobri
meio de ae evadir, e nunca mais os >r-
nei a ver. Fiquei em Nova York. Madei
de roupa e a forma da barba e parece-me
que modifiquei bita a miaba phyaionomia,
porque nunca me reconheacram. Arran-
jei um emprego em urna casa de jogo,
onde bou oi/teiro, e julgo qne se esquece-
ram de mim, porque nao tenho sido a
coinmodado.
E esse norae de William Wataon ?
Esse nome e que eu tinha quando
a condemnaglo e torne a tonal o.
Quando William terminou a sua narra-
glo, sna mli cobrio-o de novas caricias.
Agora, disse ella, pertenees rae, s to-
do meu. Vais partir com migo para a
Franca.
Elle olhou para ella.
F fars com que ea coabeca meu
pai T
E hei de pdr-te no camiaho delle.
Os seuB olhos relaziram.
Ha de verter lagrimas de sangue I
exclamou elle. Ha d) ser ferida em sen
orgulho, en sua honra, em tudo que o faz
grande... E' preciso que expe osea
opprobro, a vergontia q'ie langou sob
miaba inocidade... Fez-rnj arrastar pela
lama ao nascer, hSo de arrastar se elle o
os seus tambem pola lama, at a sepul-
tara.
Luiza extremecea; mas nlo teve cora-
gem de o censurar.
O daqus de Morlac, depois da sua volta
da America, nao usara remito tempo no
castello, que despertava to tristes reoor-
dagoes.
Senta pressa de voltar a Paria e de
ahi reapparecer em todo o esplendor da
sua nova fortuna. Fizerara-lhe o melhor
acolbimeoto e nenhum dos seas amigos
teve curiosidade de saber o que elle havia
fcito dorante o seu eclypse. Um ou dous
pediram-lhe noticias da formosa morena
que baviam visto com elle. O duque li-
raitou-se a sorrir e elles nao iosistiam.
Era urna paixlo extiacta. O duque,
depois que estava feliz e rico, pareca ou-
tro homem.
Era espirituoso, amavel e alegre, e nao
tardou a constituir urna roda aasidua de
admiradores e amigos.
Era figura obrgada em todas as feslas
e nenhnma reunilo elegante se realisava
sam ter sua frente o brilhante duque de
Morlac.
Como Luiza Poitevn o scu flbo esta-
vam entlo looge da seu pensamento I
Nem seqaer ponsava nelles, nem mesmo
o preoccapava a maneira por que elles
podiam viver. Luiza suppanha-o morto
sem duvida e a ello nao passava pela ca-
bega que um da a tivesse de temer.
jJCerca da tres annos se passaram aasim
Depois o duque, cuja fortuna bavia sido
desfalcada nesse prazo de tempo, enoon-
rio de PcrnambflcoScxta-
FOLHETIH
VICTIMAS E ALGOZES
POR
EMILIO DE RICHEBOURG

QUINTA PARTE

a Maca de regados
(Continaacio do n. 21)
Alearla e vellora
< Faga idea da minba sorpreza e da mi-
aba comrooglo, pai Anselmo, quando de
repente ouvi a cabreira cantar com voz
mi bdios e com uraa pureza de afioaglo,
que revelava urna artista, aquella meloda
maito antiga, que eu tinha cantado Sra
marqueza e que at lhe tinha feito correr
as lagrimas.
Menina Genoveva, que meloda
eisa ? perguntou com animaglo o mogo de
recalos.
Chama seCanelo Velhs.
Conbeco ease canto, conhego. Ah !
mea Dcus !.. Mas continu.
.Para nao ser mos sorprendidas poi
nina tempestado, que se ap prxima va,
tsnto cu como as miaas discipulas nos
refogiamos erj urna casa de cultivador, qaa
tero o nome de Mlzee. Fomos perfeita-
me-jt- roeebdos. A dona do casal failoa-
me da Pallidasinha o nome que dera n
pobre mulhere contou-me oomo ha cer-
ca de oito : anos, ella havia chegado ao
casa!. Interrogad;1., nao pode diz-r nem
quem ella era, ero de onde ella vinba.
Emquaoto a raulb: r Lllou e que eu a
escutava com vivo interesse, rebentou a
t;mpestade.
< Entao, expulsa da moatanha pela ebu-
va, polos relmpagos e pelo trovao, a Pal
Idazinlia apparoctn diante de miu. Esta-
la mclbada o a dona do casal fez lhe mu
car a roupa.
c A miaba preseoga na casa nao a as-
t ujtou precisamente ; mas parecame ti
loida, Jescoofada e nao cenara de olhar
ron no aeu sameote rica, que se fascinara com a luz
dos seus o!bos e co a quem ule csou.
Era a viuva da um industrial, que hav'a
feito em poucoa annos, introduzin.lo no
mercado um pro lucto novo, urna fortuna
qus orgav por vinta milhSjs ; morreu jus-
tamente quando podia gozar toda a sua ri
quezi, quando hara vend io a sua offiu
na, o seu priviUgio e quiudo peasava em
ir descangar sobre as notas do banco, que
para ella eram os verdadeiros louros da
victoria.
A viuva ji havia pascado dos quareota.
Era orda, vulgar. Vivera sempre com
humil.lade e modestia, mais depois do xi-
to do marido, ella foi. presa de urna espe-
cie do prurido de orgulho e da ambigao, e,
quando o marido morreu, s teve um pea-
samento : trocar o nome que elle lhe dexa-
ra, nome brilhante pelo ouro que refieotia,
por um ttulo a urna corSa de condessa,
duqueza ou princeza.
A sua riqueza pumittia-lhe esoolher
vontade ; mas o corando j se havia pro-
nunciado. Era duquesa que quera ser o
duqueza de Morlac.
ErTe^tivameno ella bavia sido seduzida
pelas maneiras distinctas do duque JoSo,
que vira em sua casa, em duas ou tres
grandes fastas dadas por sea marido e
tambem palo que se dzia das suas aven-
turas e mesmo das suas extravagancias.
Pensava em prenier essa grande vence-
dor.
Tivera por marido um homem maito
terra--terra, ao qnal nunca attrbuiram
urna amante, um bomem simples, nica-
mente oceupado com o seu trabalho, que
nao andava pelos thoatros, nem pelos bai-
les, e que ignora va at o nome dos praze-
res parisienses. Sentia-se como que ha-
milhada com tao bom oomportamento do
marido.
Agora ia mandar roalsar um dos seus
sonbos, que era ter um marido estroina
de quem se fallasse lamentando a. O-cu-
paria assm a attengao, julgar-se-hia por
isso tnuito tiz.
Pobie mulher i Mal pensava ella quan-
to lhe devia custar a realisagSo dos seus
romanescos sonhos.
O daqu de Morlac realisava o seu
ideal... Mas, como ebegar at elle ?
Como Ih'o fazer saber ?
R fliotio n'isso, durante maito tempo.
Travou Cilag5es oom um grande numero
de mulher.8 losas, grandes casamentei-
ras, intermediarias de unioes interesseiras,
mas neanuma dellas oussva apalpar e du-
que, como se diz moralmente, e a viuva
Morelera assm que ella se chama va
esperava sempre, cada vez mais impacien-
to, mais ambiciosa do nome o do titulo
que almeja va.
Um da, emfim, vio relusir am raio de
esperangs.
Urnas das mulberes a quem ella se ti-
uba confiado, a condessa de Tramar, urna
bespanhola magra e macilenta, de cabellos
grisalhos, com um vestido de seda preta,
faado e esguio, como a bainha de urna
espada, apresentou so em oasa della, com
ares de grande confidencia.
Tinha a attitude misteriosa e solemne
que intrgou e fez palpitar a viuva, a qual
se apressou em maodal-a sentar.
Ha alguma novidada T perguntoa ol,
j com a agua na bocea.
A condessa, depois da haver olhado em
volta da si, para ter a certeza de que nn-
guem a ouvia, deixou sabir estas palavras,
cheias de promessas :
Maitas novidades.
A viuva Morel estremecen.
E com a mais violenta commogao balbu-
ciort estas palavras :
A reapeito do duque ?
A velha olhoa ainda em torno da sala,
e depois, inclinaado-se para o oavido da
sua ioterlocutora, disso em voz muito bai-
xa, quasi imperceptivel :
O Sr. duque peosa em casar-se.
p ra mim con ama expressSo extraordi-
naria.
c O dous pequeos do casal, que ella es-
tima maito e que a chamara a mi Palli-
dazinha, obrigaram n'a a cantar ; ella cao-
toudeaovo A toutiaegra mas a memo-
ria negou-se, eu continuei a oaagSo, ju-
dando-lbe assin a lembrar-se, ella oanton
commigo.
c Entao, a aua attitude mudou sbita-
mente, approximou- a de mim e falln-me
como a ama amiga.
i Interroguei-a e ella respondeu. Ha-
via o quer que que a impellia para mim,
do mesmo modo que urna corrate sympa-
tinca me attrabia para ella.
c Nao podeado responder a todas aa mi
nhas perguatas, fazia inauditos estoreos pa-
ra .se recordar e notei qua em certas o:ca
siSes o cerebro illuminava-se Ibe com lam-
pejoa fugitivos. %
Nao podondo responder a todas as
pefguntas, fazia inauditos esforgos para se
recordar o notei que em certas occaaiSes o
cerebro illuminava-ue lhe com lampejos fu-
gitivos.
c Tudo na sua Kaguagam, na sua atti-
tud *, na expresso do rosto, dcixava adi-
vinhar que ella nao tinba nascido as ca-
rnadas escaras da tociedade.
f lato, a velha canoto que era a aria
favorita da velba rr. arque-za e outros repa-
ros que fa, fiaeram me pensar que a mu-
lher do casal de Mclzes, podia maito bem
ser essa Uto chorad a Gabrella de Saulieu.
< Ainda ha eetas palavras, que ella re-
peto maitas vezes, que sSo na eua bocea
como um estiibilho que. exprime os seus
sentimentos de outi'ora e qua tem relagSo
com a roaldig&o con qua a Sra. de Sau-
lieu ferio sua filba :
Sua mi amaldigoou-a e por isso que
sempre deigragida.t
O pai Anselmo estava em ama posigo
impossivel do desetever.
Tinba os cibos anudados de lagrimas,
mas no rosto brilb'.vam a alegra e a feli-
ci lade.
Basta, basta, nada tem mais que roe
dizer, n*) pie haver maia duvida : ella,
ella I Ah I queri la menina. Sinto a ne-
cessdae de a beijar, venha, venha I
A moga langou-83 nos bragos do velho,
que a apertoa de oooatro ao geito.
Ojvorava o com beijos, mas como lie
aoffria naqueIIa o jc asilo, por nao poder di-
ser flha :
- Genoveva, eu sou tea pai I
H
(( e ramilla
Dapos do um u omento do eifusSo e tor
nando se seuhor de si, o mego de recados
continuou :
Meaina Genoveva, quando deixou a
casa do Sr. Lionnet, collocou-se sob a pro
teegao le Deas, pois bem, desde entao, foi
Deas que dirigi conatantemente seas pas
sos, como se a levasse pela mSo. Foi a
aua voatade qae a conduzo ao aaylo de
noite da ra Saint-Jacqaes e em seguida
casa da Sra. de Saulieu, qae desejava con-
serval-a na sua companhia.
t Ah I Genoveva, a narureza tem sempre
os seus dir'-itos e por toda a parte e sem-
pre faz sootir o sea poder !
f A menina deixou a Sra. de Saulieu,
aasim era preciso, era Deus quem o que-
ra. Era preciso que entrasse como pro-
fesora naquella casa ; sem isso nao teria
ido s moatanbaa do Daupbin, onde en-
controu essa mulher que tanto a intoressou
e to vivamente a commoveu.
c Ah I querida menina, Deus servio-se
de Genoveva, para reunir, depois de deoor-
ridos tantos annos, aquellea que a desgra-
ga e a fatalidade tinham separado. A me-
nina achou a Gabrella de Saulieu, a flha
da marquesa.
. Er.tlo, pai Anselmo, penaa como eu
que a Pallidazinha pJe ser a flha da Sra.
de Saulieu T
E' ella, Genove/a, ella I Nlo te-
nho a menor duvida ; estou certo disso.
Ah jomo eu vou toroar felis a mi-
nba querida protectora, exclamou a moga.
Si'O, tornar feliz a marquesa de
Saulieu e mais anda do que pensa, porque
ella encontrar ao mesmo tempo a flha e
a neta.
y. neta ?
Sim, a neta, qae ella teve dous das
aa sua oompanbia. que ella amou *sm a
conheeer e da quem -nao quera mais se-
parar se. Ab I oomo era bom o coraglo de
urna av qae fallava 1
Meu Deus, pai Anselmo, mas que
est disuado ?
.0 mogo de recados levantou so e disse :
Menina Genoveva, responden elle, oom
olhos brilhantes e com a fronte Iluminada,
digo quo a marquesa de Siulieu sua av
e que a roenin filha de Gabriela de
Sauli 'u, visondess'i de Mrull-, essa dea-
gragada a quem chamain a Pallidazioba.
A mo(a deixou escapar um grito, depois,
pallida, fremente, deu tres passos para
tras.
Com os olbos fxos no mogo de recados,
perguntavu a si mesma se nao aoabava de
perder iubitamente a razio.
Vamos l, menina, disse elle oom vo
doce e terna, socegua e alo trema assm ;
j alo est em presenga da Sra. Lionnet.
Em seguida, ergucu-sa bruscamente,
como assu^tada pela audacia que tivera de
pronunciar aquellas palavras a foi at
porta verificar se nJo havia sido ouvida.
Voltou depois para junto da viuva, que
tambem se levantara, rubra de felicidade.
Est certa disso ?
Certissma.
A oondessa approxmou-se da viuva Mo-
rel o disse-lho, sempre confidencialmente :
O duque est quasi arruiuado, mi-
nha querida. Se continuar a vida que le-
va, dentro de dous annos fuar sem nada.
E, levando a unba do de Jo pollegar aos
dentes, deu um estalinho significativo.
E pros 'guiu :
Elle j comega a iaquietar-se... J
langou as suas vistas para a direita e para
esquerda ; mas as mogas da sua classe ou
nao sao bastante ricas, ou nlo o querem,
assustadas pela sua fama de homem na-
morador... Cbegou, pois, o momento. .
Aasiuva Morel hesita va.
Mis o qua hei de fazer? disse ella.
O que azer T Bam v que dio posso ir eu
mesma mett. r-me caaa do duque.
- laso commigo, dissa a condessa
impertigaado-se.
Depofs accresceatoa, fazendo agitar li-
geirameate os seus oaraces.
Tenho um nome bastante Ilustre pa-
ra me apresentar em oasa do duque. Os
Tramar alo grandes de Hespaaha da pri-
meira classe, contando muitos marquezes
e duques e condes de Santa-Fente, ba-
r3.'S. ..
J sei, j sei, disse a viuva impa-
ciente .
O duque nlo pode, pois deixar de
me recebar.
Mas a senbora nlo pode assm
queima-roupa. .
A condessa impertigou-se am pouco of-
fendda.
PardSo, eu nlo sou nenhama imb-
cil. Sei perfeitamente como se enoaminha
um negocio desta nataresa. O que pre-
ciso que me d carta branca
Certamente, replicn a viuva, nm
pouco embaragada.
A condessa tornou a ssntar-se, junton
as saias ao corpo, pdz a luneta e saccou
do indispensavel alguns papis
Agora, oase ella, ba am outro poo-
to, que preciso fizar, antes de entrar em
campacba.
Um oulro pinto ? disse a viuva Mo-
rel.
Slo as condicSes.
As condigSes.
Eu son inteiramente desinteressada,
pelo que me diz respeto ; mas meu ma-
rido, o conde de Tramar e Santa Fient,
bario...
J sei, j sei ..
Mea nobre marido s pensa em urna
cousa : nlo morrer antes da haver recon-
quistado e restaurado o castello de seus
pas -
Er um projecto digno de elogios,
murmurou a viuva Morel.
- Infelizmente, pros=guiu a condessa,
meu marido tem maia ttulos do que di
nheiro. E' astucioso oomo am rato de sa-
crista ou como am grande de Hespanha.
Comprehendo.
Se conseguir o que de se ja, cont que
O ajudar n'essa restaoraglo.
Por certo. .. pode contar.
Entao va assigaar este papel, disse
a oondeasa.
E apresentou-lhe urna folha de papel
sellado. t
Assignar? repeta a viuva.
Vai oomprometter se a entregar-me,
no da seguintj ao seu casamento com o
duque de Morlac, a qaanta preosa para
compra e restaurado do castello de meu
m rido. Quero dar-lhe esta alegra antes
de morrer.
A viuva Morel, ligeiramente desconfia-
da, perguntou :
quinhentos
um sobresalto
mil fran-
e excla-
mnos a
condes
que
E quanto T
Cousa do una
eos.
A viuva teva
mou:
Quinhentos mil franoos '
Nlo possivel fazer por
restauraglo do castello dos antigos
de Tramar, e de Santa-Fiante.
A viav Morel fez um gesto de enfado.
Bem se importara ella com o castello
dos Tramar
Era grossa a penna que lhe queriam ar-
rancar.
Ha.iUva.
Mas a condessa insista.
- Ameagou fazer abortar todas as propog-
tas de casameato.
Poz-lbe em relevo todas as vantagens de
urna unilo com o duqua de Morlac.
Falln com um enthnaiasmo bespanhol
do elegaute fidalgo, a coqueluche de todas
as parisienses.
Fez-lho ver a vida brilhante, invejada,
quj ella ia ter; fez-lhe brlbar diante dos
olhos o brazlo de prata das suas carrua-
gens, da sua baizella, o aspecto grandioso
dos seus movis, com a corda de duqua.
Emfim, deslumbrou por tal modo a po
bre viuva, que- ella aturdida, pegou na
penna e assignou.
Seis roezes depois eatava realisado o ca-
samento.
Fallou-se muito do caso, em Pars.
Una censurav.n o duque, outros ap-
plaudiam-o.
Do que aerviriam presentemente um
ooid e.um titulo, ae nao houvesse quem
os comprasse ?
Foi um aaoo depois desta unlo que
aascea Mauricio e o naseimento dera-se
justamente no da em que Laza Poitevn
icahia desfallecida as ras lamaoentas de
rova York, desmaiada, com o filho
agonisava nos seus bragos.
A viuva Morel nlo foi duqueza muito
tiempo. M rreu alguns mezes depois de
haver dado luz seu filho.
Tudo ia pelo molhor para o duque' de
Morlac.
Ficava s, livre outra vez, com *a im-
mensa fortuna dos Morelpque sua mulher
lhe havia deixado em testamento.
Cada vez o passado ficava mais e mais
longe.
Nada lh'o fazia recordar.
S se lembrou delle, no da em que lhe
apresentaram, muito tempo depada mor-
te de sua mulher, e dous ou tres annos
smente antes do comego desta narrativa,
o ooronel Boislaurier, que era apenas te-
nente-eoronel.
O offi ial superior aspirava a honra de
entrar para o Club, no qual p duque de
Morlac era entlo, para assim diaer, o
grande eleitor, e do qual devia ser, poucoa
annos depois, ignominiosamente expulso.
Qa-ndo fallaran em Boislaurier ao du-
que, elle nlo lhe prestou attengao alguma.
Havia maito tempo que Jlo de Morlac
esquecera a aventura da mocidade, que
pela primeira vez o oollocara na presenga
do filio do l.vralor.
Foi este quem lh'a recordoa.
O rosto do duque ensombrou se.
Veio lhe a memoria o modo por que seu
adversario o suspender cm cima do lago
do bosque de Verneuil. Mas emfim nlo
Ibe podia querer mal.
Olhou apenas um instante para o coro-
nel, cuja phyaionomia franca e leal attra-
bia a sympathia, depois estenden-lhe cor-
dalmente a rolo.
- Entlo j nlo me quer mal, coronel?
Ha muito tempo, dase elle, que es-
queci tudo... Casei-me... tenho urna fi-
lba.
E eu am filho.
Conversaran) em generalidades, e de-
pois, sahiaa, o ooronel perguntou em
vos baixa :
_ E Luiza T
Nlo lhe disse eu que nlo era urna menina
pobre, aem familia e sem nome ? tirara ra
lhe o nome de Lonr.et, eu doa-lhe outro I
A menina j se nlo chama Genoveva, cha-
ma se Lourenga, Loareoga de Mrulle e
da familia Saulieu, a derradeira vergootea
desea nobra familia, ama das mais antigs
e das mais Ilustres de Franga.
Meu Deas, murmuiou a moga, estou
inteiramente transtornada I ..
E appreximou-ae do mogo de recados.
- Mas, pai Anselmo, exclamou ella,.
isso ver dada ? diga, todo sao verda-
deT
O viscoade de Mralle fioou par insten-
tes calado, contemplando-a com amor, de-
pois tirando do bolso um papel dobrado
em quatro, abrio-o e disse :
Lourenga de Mrulla, anda agora
nlo sabia, se tinha um eatado civil, pois
bem, aqu est a aua certidlo de baptis-
mo.
A moga agarrn o papel, percorreu-o
rpidamente oom os olboa e deixou-se ca-
bir aobre ama cadeira, solagaado.
O mogo de rosados aentou se junto della,
agarrou lhe urna das mos e disse :
Limbre-se do que sentio quando se
achou primeiro na presenga da marquesa
de Saulieu e en seguida, no casal de M-
lzee, dia.ite da Pallidazinha ; entlo nlo
podia comprehender, mas agora pode com-
prehender tudo. A mesma poderosa at
traegao pro luzda por sentmentos natu-
raes, attrahi irresistivelmoLte para a me-
nina, aua av e sua mli. Como ella a im-
pellia tambem para urna e para outra !...
Ah l sim, murmurou a moga, com-
prehendo, agora comprebendo.
-- Comprehendo, nlo vardade T Mas
ouga : nlo bastante saber onde est Ga-
brella, preciso que acabe a sua obra,
proeiso que ambos nos decifremos as tro-
vas do cerebro de sua mli, que rasguemos
o espesso involooro em qua a sua memoria
est eaoerraia. Ab I havemos de conse-
guir, parquo Deus est comnosco.
A moga levantou a cabega com um mo-
vimento aoberbo e, oom um tora convenci-
do, ex -Lmou :
Sim, havemoa de conseguir I
Esta noite mesmo, menina Lourenga
da Mrulle, saturemos de Pariz para nos
dirigir ao casal de Mlzes.
Aasim o desejava, maa nlo posso.
Nlo sou livre.
Adiviuho o sea panaamento, mas na-
da pode nem deve dtela, a neta da mar-
queza de Sauliea j alo pode ser ama pro-
fessora,
Entretanto, Sr. Anselmo, nlo me
Ainda pensa nella ? disse o luqae s
aorrir.
Depoia accresoentoa ligeiramente:
Ha muito tempo qae ella me abaa-
donou. Nlo sei o que feito della.
Foi a nica voz qua entra os dous aa
tratou de Laiza Poitevio.
Boislaurisr, como dissera ao duque, ea-
tava casado, havia j muito tempo.
Foi no seu regresso Italia, na cidado
para onde tinba sido enviado a fa:ser par-
te da gukrniglo, em Saint-Maixent, que
elle ae approximou 'la moga quo devia ser
sua mulher e dar luz a Branca.
/Era entlo tenante... Voltara da Cri-
mea, no posto do sargento...
- Seu pai vivia ainda, assim como aua
mli.
Apents o irmlo morrera.
Nlo teve]a menor difficuldade am o't>t-r
o consentiiuento de seus pas.
E depois, o casamento qua ia contrahir
era muito conveniente.
A noiva era encantadora, pertncentoa
urna das familias mais honestas do lugar,
possuinio urna fortuna sufficiente para lhe
fornecer o dote regularmente. *
Casada, acompaabou sempre o marida
para toda a parte onde ia em servigo.
Aroavainse como dous pombiahis e ni
poaiam separar se.
No segaado anno de casados, nasceu-
Ihes urna filba, Branca, noiva de Mauri-
cio ; mas a alegra que lhes caasoii esta
facto foi empanada por duas noticias, qaa
Boislaurier receben seguidamente, a da
morte de sea pai e de sua mli. Vea de-
pois a guerra. O nosso hera, qua acaba-
va de receber os galSos de capitn, foi um
dos primeiros a ser chamado para partir o
teve do deixar sua mulher sosinba, ra- .
frendo ainda as co'nsequengias do parto.
Foi penoso o momento da sepuraoXo.
Nlo sabiam se se tornariam a ver. A
guerra podia ser longa, fatal... Entre-
tanto, Boislaurier arrancou-so dos braga*
de sua mulber e de sua filha e parti a
cumprir o seu de ver...
Bateu se com grande coragam o ganhoo,
durante a terrivel companha de 1870
1871, as dragonas do commandante a a
cruz de official.
Encontrou sua mulher muito mudada
muito magra.
A infeliz nls se restabelecera inteira-
mente das consequencias do parto.
S o desejo de tornar a ver o marida
pareca dar lhe alent.
Efectivamente, pouco tempo depois im
regresso do marido ella fallecen.
Boislaurier, cuja ddr foi enorme, pedia
transferencia, veio para Pars, foi chamado
para junto do ministro da guerra e fi.com
servindo na secretaria.
Tambem j nlo havia guerra. Poda
prestar tantos servigos na ra Greaeils;
como na fileira, e nlo deixou Pars at a
da em que o encontramos com o duque
de Morlac, de quem se tornara amigo, e
ao qual o prendem agora anda mais a
lagos que se formaram entre sua filba e a
filho do duque.'
Luiza Poitevin estava n'esse montala
bem longe do seu pensamento, e taires
ainda mais longe do pensamento do du-
que.
Nem um nem outro podan s.uppSr quo
o espectro da mulber trahida, abandona-
da, ia erguer-se sbitamente diante d'eUea
e tazer fagir-lhes a felicidade e a de seos
ti I nos.
Era, porm, nssa mesma hora, qus
Luiza chegava a Paria, com o nome da
Misa Clarkson, acompanbada de Wtiliaet
Watson, aeu filho, mais aedento de odia
e de vinganga do que ella mesma.
Ao hegar a Pars, com seu filho, Luiza
Poitevin, agora Jeny Clarkson, quis, sa-
tos que. nos a vissemos, dar um golpe de
msstre.
-
A

[Contina)
posso ir sem prevenir a Sra. princesa de
Melikoff, ella pode nlo querer.
Como, nlo querer T Ora essa, aem
pre quera ver isso l entlo, essa senbora
tem direitos sobre a menina ? Mas, deixe
estar, eu vou yi-a e hei de fasel a compre-
hender fcilmente, qae a menina nlo p
de mais ser professora de suas flhas.
Entao partimos esta tarde ?
Partimos. Esteja prompta s oito
boras ; virei buscal-a.
Devo r prevenir a Sra. marqueza,
minba...
Pie dizer sem hesitar, micha av ;
nlo, nlo deve prevenil-a. A Sra. de Sau-
lu nada deve saber, demais, reoommendo-
lhe que nlo diga a ninguem que neta da
Sra. de Saulieu. Antea de tudo Ga-
brella, sua mli, que de vemos ir procurar.
Curemoi-a primeiro com o auxilio de Deus,
e oonduzamol-a para Pariz. Entlo, ah I
entlo, para ella, para a menina e para a
marquesa de Saulieu nlo haver senlo
dias de ventura.
E meu pai, que o senhsr esquece?
O visconde estremecen, envolvea a f'ha
em am longo olhar e respondeu :
Ab I sim, seu pai, quando chegar
mos ao casal de Mlzes fallaremos delle.
Dopois dessas palavraa levantou-se, aper-
tou a mo da moga, sabio do quarto e pelo
primeiro criado que encontrou, fez se oon-
duzir ao aposento da princesa, qual an-
nunciou que a menina Genoveva tinl a en-
contrado sua familia e que, chammdo-a
immediatamente um dever imperioso paral
perto de sua mli, via se obrgada a pedir
Sra. princesa o obsequio de dar outra pro
fessora s meninas Melikoff.
E como a fidalga russa deixasse ver a
admiraglo e a pena que senta por sao,
I apressou se em diser-lhe :
Trata se, Sra. princesa, do futuro e
da felicidade da menina Genoveva, e la-
meato nlo poder entrar em longas expl
cagSos a tal respeto. A menina Genove-
va deixa a esta tarde; eu hei de vir bus-
cal-a para a levar a sua ma, que est lon-
ge de Pariz; mas ba de voltar daqui a al-
guns dias e tora a honra de lhe faaer ama
visita, antea da aua partida para S. Petera-
k
urgo; entlo, Sra. princesa, ella mesmo
e dir o que eu alo posso dizer agora
Separo-me com pena da menina Ge-
noveva, disse a prinoeza, e as minhas fi
Ibas, que j se tinham acosiumado a ella,
terlo verdadeiro desgosto; mas logo que
se trata da felicidade e d futuro da me-
niua Genoveva, nada teobo que diser nem
que objectar. E depois, sua mli que a
chama. Meamo que f u tivesse dircito, so-
nbor, nlo a detena.
O mogo de recados despedio-se da pcfo-
ceza e dirigise com o passo rpido pra-
ga da Magdaleine, onde subi para a im-
perial de um mnibus, afim de voltar ao
barro Saint-Antoioe.
O coraglo transborda va-lhe "-de alegra,
tinha a embriaguez da felicidade.
Gabrella havia sido encontrada, na
davidava, nlo o quera duvidar, havia da
leval-a curada Sra. de Sauliea, porqu*
Deus nlo poda recasar-lhe aquello darra-
deiro favor, depois de tanto que havia feito
por elle.
Outra causa anda o extasiava, o traaa-
portava ao stimo co.
Quando tinha fallado flha, do que ella,
sua mli e sua av iam gozar om breva, s
moga tinha exclamado :
c E o mea pai que o senhor esquece ?
Oh I como aquellas palavras tinha a vi-
brado no fundo do aeu coraglo I
Lourenga aceitava a felicidade, maa que-
ra que seu pai tivesse nella um quinlo.
Ao lado da mli e da av bavia ao co-
raglo de Lourenga, um lugar para sea pai.
Deus havia lhe, pois, perdoado uta*
p9rdoariam a marqueza e Gabrella ? B
quando a filha conhecesse a lgubre histo-
ria do passado, nlo o repelleria tambem,
como um rniseravel 7
Mas, como sabemos, se bem que elle ti-
vesse expiado severamente suas falta*, a
viscoade de Mrulle estava iispost-a sa-
crificar tudo, mesmo a propria vida; ala
pedia nada para elle, mas tudo pasa Ga-
brella e para Lourenga.
Chegado ao b^irro Saiat-Aatoiaejalmo-
gou na loja do vendedor da vnhos, wagal-
mente, como sempre.
Quando se lovantava da mesa voio um
mogo entregar-lhe um embrulho para levar
immediatamente ra MontrnartrisH
Era ainda mogo de recados, partencia
ao publico, agarrou no embrulno aem pea-
tenejar o fez o recado.
Mas despachou 8a para nlo perder aa
segundo, porque s duas horas, depois da
se haver feito annuueiar, entrava no gabi-
nete do Sr', Lionnet.
O negociante estava s.
O qua ha de novo ? pergutrtoa ella,
estendeado a mo ao visconde.
Lourenga de Mrulle est em Paria,
desde bontem noite.
Ah I mas como o sabe ? -
Escreveu-me para annunc-iar a sua
volta.
Ah I
E esta manbl vi-a.


A
(CoHtinuar-e ha)
Typ. do Diario, ra Duque de daras a li.


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