Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19143


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Full Text
PAHA li:\TRO FRA A PROVINCIA
Po/sois DHWe. tUdoi..............^
Por nore $tos ide ,........
Por* um seno idem .
Cada noraero avulso, af*dia anteriore
13.J600
' V
Proprufrai* '* Jlanofl itg&croa i>* Jara Jll)o*
O r. Ameii* Primee k C
de Paria. aSa aa nosa<* agentes
exclusivos de nnauoeios e pu-
UieaeSea na Frasea e Ingla-
terra __
TELEGRAMAS
>

z~<

SERVICO PARTICULA DO DIARIO
RIO DE JANEIRO, 24 de Janeiro,
1 hora c 35 minutos da tarde. (Rebebido
s 10 l r -s e 45 minutos da manbS de 25,
pela linha terrestre).
II nt;m e boje, o Jornal'do Commercio
oocapcu-se de ioteresses econmicos de Per-
nsmbuco, fozendo sentir a importancia do
tr&balho livre na provincia, e revelando
grande apreijo pela iniciativa do Dr. Ma-
noel Euphnzio Corris em reln,2o aos con-
tractos '1 > eDgenhos centraes.
A uiesrn folha decl -rou ser trabslbo no-
tavel o Retrospecto Commeroial do Diario
ie Ptrnambueo.
RIO E JANEIRO, 25 do Janeiro,
1 hor e 35 minutos da tarde (pela linha
terrestre)
Foi njmeu lo meatre da officina de appa-
relho do Arsenal de M.-rinha de Pernambo-
co, M noel Francisco Pe reir.
Falleceu o engenbeiro aphael Ar-
chanjo GalvSo.
SERVICO 00 CENTRO TELEGRAPHiGQ
04 IMPRENSA
(Para o Diario de Pemambueo)
VALPARAIZO, 25 de Janeiro.
Fuilecou o ministro doi negocios extran-
geirjs do gabinete chileno Amanategui.
O gov rno decretoa que lhe fossem fei-
tas pomposas exequias.
App.receu o chol r^-morbus em Val-
divia.
RIO DE JANEIRO, 2a de Janeiro, as
5 horas e 55 minutes da tarde (pela linha
terrestre).
A imprensa publicoa am projecto do abo-
lido da escravidSo, projecto que attri-
buiio ao B rAo de Cotegip, presidente do
conseibo de ministros.
C nata o Vis :oudc de Figueiredo
Tai Europa em misao fioanceira por par-
te do gobern, cujo intuito resgatar opa
pe moia.
A taxa do cambio sobre tioodres,
foi boje A 90 d. v., de 215/8, e reservada
de 25 (1, por 10000.
SLflVICO DI AGENCIA HAVAS
ROMA, 23 de Janeiro, A tarde.
Os jornaes felicitam Mr. Crisp pela so-
lacio dada ao incidente de Florones e re-
conhecem que o xito lavoravel do conflicto
devido A inoderacio de Mr. Flourens, mi'
nistro dos negocios estrangeiros da Rep-
blica Francesa.
NOVA-YORK, 23 de Janeiro.
Contina rigoroso o invern nos Estados
do norte.
LONDRES, 24 de Janeiro.
Diversas Libas inglezas tinham assigna-
lado movimentos de tropas allemls, otas a
noticia nSo foi confirmada.
MASSOUAH, 23 de Janeiro.
Nenhama noticia ebegou de Saati.
LISBOA, 24 de Janeiro.
Est nomeado ebefe de agencia fnancial
do governo portugus no Rio de Janeiro o
Sr. Mariannd Presado.
Falleceu o Sr. Andrsde Corvo, antigo
ministro.
KAKI, 24 de Janeiro.
Os jornaes italianos o franceses mos-
trim-se inteiramenta satisfeitos com a ao-
lu(;Ao dada a questAo provoo ada pelo inci-
dente de Florenja.
HAVRE, 24 de Janeiro.
Acaba de ser oommettida aqui contra
Louise Micbel ama tentativa de assaasioato
na ocoasiAo que estar fasendo ama con-
ferencia sobre as questSes da ordem do
di.
O assassino disparou doas tiros de revol-
ver A queima roupa sobre a victima que
cabio gravemente ferida na cabeoa e so-
bretudo as orelbas.
LONDRES, 25 de Janeiro,.de manbl.
Assevera-se que o Papa Lelo XIII re-
cusa-Be servir de mediador entre a Ingla-
terra e os oatholicos irlandeses-
MADRID, 25 de Janeiro.
Corre o boato de que a Rainba Christina
regente da Hespanha deve partir breve-
mente para Rom.
BENOS-AYRES, 25 de Janeiro.
A greve dos cosbejros e cosinheiros j
diminuio. Um certo numero de grevistas
voltou ao trabalbo.
SANTIAGO. 25 de Janeiro.
Acaba de fallecer de urna pneumona e
depois de poncoa dias de molestia o Sr.
ministro dos negocios estrangeiros.
TEHERN, 24 de Janeiro.
O Schale da Persia resolveu a fazsr
prximamente urna viagem na Europa.
SANTIAGO, 25 de Janeiro.
Deram ae aqui 16 fallec cuentos de cho-
lera de hontem para hoja
VALpSaIZO, 25 de Janeiro.
Deram-so 18 bitos de cholera as ulti
mas 21 horas.
BERLN, 25 de Janeiro.
O principe de Bismar k spreaenton ao
conselho federal am projecto de empresti-
mo de 230 millo es de maiks para serem
applicados a aedidas militares.
DUBLIN, ^5 de Janeiro.
A recusa de S. S. o Papa LeSo XIH de
servir de mediedor entre a Inglaterra e a
Irlanda produaio aqui urna roa impreasSo.
MADRID, 25 de Janeiro.
NAo se connrmou o boato de ama via-
gem A Roma de S. M. a Rainha regente.
Agencia Havas, filial em Pernambuoe,
25 de Janeiro de 1888.
IHSTRDCCiO P0P0LAB
SACI08ALISASE. LIVHA
1IIEMISA
DE
PORTUGAL E BKAZIL
PELO
Conselheiro Joao Masoel Pereira da Silva
luido boje ama serie de conferencia acerca
da historia da nacionsiidade, lingo e lilteratnra
de Portugal e Brasil. Da penimala Ibrica pro-
cede a naci portugus*, e desta a brasilea.
Ao principiar o seclo XII deatacara-se Portugal
do tronco betpanhol para formar nm estado inde-
pendente. No XVI, descubri as trras do Brasil e
priDcip'oo acoiooisal-ase povcal-aaeom soaraea.
No XIX, proclamou o Brasil sus emauclpacJo po-
a social, e toraou-se amalmente impejio au-
Nenbam estado me parece otis interesaeute e
iastrncti vo para por tugue rea e brsaileiros. Inda-
gar snaa origeas, apreciar sua historia pastada,
coahecer o desenvolvimento e progreesos de snaa
patrias respectivas, urna necesaidade para que
ambos os p ovos europeo e americano avaliem snas
circamstaoeias actaaea, prevejam sen futuro, e
mais se eatimem, conaiderem e respeitem recipro-
camente.
Devem os portuguesa* commetter todos os sa-
crifieios para manterem Ilesa ana independencia
de Hespanha. Poataem todos oa elementos e con-
dices indispensaveis para a firmarem e perpe-
tuaren). Nao pdeos, portn deizar de prerr os
seos visnhns da peninsnla Ibrica, oriundos como
todos sio da mesma familia. Idntico proced men-
t cabe aos brasileiroa em relac'o a aeat maiorea
de Portugal, a cuja historia se prende a saa pro-
pria, durante o tempo do rgimen colonial, com
todas as snaa venturas e desastres, perigos e cala-
midades.
E' boje tbido que a Europa receben da Asia
seas primeiros habitadores. Sinio timnltanea,
quati simultneamente, lusa correntes d'emigra-
co se f jram derramando, ama pelo norte, que
ioandou a Europa septentrional, Allemanht, Scan-
dinavia, Franca, terral do Danubio, Pases Baixos,
Inglaterra e Hespanha. Dividida em familiaa ou
grnpes, esm a dencminaoAo genrica de Celtas, to-
mararo varias denominaces em cada um solo que
occoparaco : aqui gallos, all aqnitaniot, maia
alm bretes, belgas, lusitanos, galaicos, asanos,
helvecios, seqaanos, etc.
A eguoda correte transferio-te do Egypto e
Syria para a Qrecia, aa costas septeitrionies dm
frica e i has do Mediterrneo. Desta al tima de-
rivara povoi que se illnttraram pelo commercio,
navegacia, guerras, lettras e scienciss : pheni-
cios, cartbagiueses, romanos e gregos psrticalar-
mente.
(Contina)
1'AhTE OFHCIAL
V>V VAVXO IVV PROVINCIA.
R. Kulumenu ur{aolio la ailmliiUIrarn do cual
no pnbllro
(Continuacdo)
Art. 137. As precedentes dspoticoot serio observadas qasntt
sos prufessores de entino secundaria, na parte que Ibes applica-
vel, qcr elles sejam de aulas avulsas, qor de estabelecimeatos
ondeae profese curso regular da uattaecio seeandaria, especial oa
normt. guardada! es aeguintes dip.-eices :
1*. Os requerimeot-is serio, quanto a piofeasoret de aulas
kvuiam, encaruiouadjt aa i>isp:ctor jaral pelo delegado littararia
c .ti iiil'.irin.islo sos, quinto sos outros professores pelo chele do es-
tabali'eiiento a que pertencer o requerente.
8 2*. O numero dos alumajs habilitados em exorne seri pelo
met' s nm terco dot matncu'adjs nio te contando entre estes os
que o bouverem sido nos d^us primeiros annos, nem os que tiverea
aband' nado a aula ou perdida o anno.
Aproveitam a taes profassoret o exam? ftfito par seas alumnos
em oQtro inetitato provincial ou geral, feita a prova dalles pir eerti-
di. competente.
Art. 138. A gratificacio de mrito nio se eontidera eomprc
hendida nos vencimentos de professor para a sa* j ubi lacio emqaal-
qu-s tempo, sa-vo m'-diante prova especial de qoe.depo's deila procea-
ada e obtida, o professor eontinuou temer a ser dutmeto, revelan-
do dedicacio nio eouimam para o magisterio, e prestando novos
serv? t extraordinariose relevantes.
o cato de ser o professor jobilado antes de 25 annos de exer-
ciciceffectivo, abona-sea gratificavi'J de mrito propofciooalmente
ao tempo de servico.
Art. 139 As gra'ifi.-.coei de b ns servicot e de sntignidade
se'3o contadas aa jubila^i", ti esta tiver lugar 6 annos (arta. 126 e
127) dejwis da dt-. da mpeciiva concessij, haveudo durante esae
temoo-estad'! o pr Tenor eai tff-ctivo exercicio.
Art. 140 Ai ijratificHCO fxtraordiaariat, de qu* trata O art.
124 poderio ser e ncndida ajqua quer tempo, seudo p >rf m abonadas
d. data di coucesaio e pjderio ier asp*Msas ao piofeisor qa* a dei-
meieco' plo -a proceduneut. u u-.rior, ou fr punido nos trimat do
art. 191 Io 2* dest rrgulamento, preeeclendj acto faudameutado
dn pr- tioeute da provincia.
Art 141. P' rroorte di prof.ttor reeeberi saa vinraou osoihcs
por elle mantidos, a tere parte dot veneimentos do mesmo, dorante
nm sdb dtdui'd dos d seo so.rC'tt^r n eadeira
N > cato de luppressio pela vaga da eadeira, aioia ana se pa-
gai quaatia equival" ote.
Art 142. Ot profestorat exnaadoi para cadeirat aitnadat a dis-
tancia de mais de 100 kilometns ds localidade de toa residencia,
teem direito, mediante prett*(io de flanea, ao adiantamenu de
quatrocentot mil ris, que serio dedasidoa de seas vencimentos men-
eaos aa rasio da quinta parte.
Art 143 A hanct ser prestada par simples termo de abonscio,
asaignado parante o f beaooro Provincial por p isoa reconhscida-
mente idnea.
Art 144. Sio garantidos premios pt cuniariot aot professores que
compaserem oa tradusirem compendioa ou qaaetquer obras concer-
nen tes Instroi'ci > Publica, los trueco s especiaos regolario o pro-
cedimeoto que deve observar-te pera o exanre das obras e rttabele-
cerio o jntto prego com qu devetn ser premiadas ( rt. 6* | S).
Art. 145 Em igualdade de condico i serio preferido* ot filhos
de profettores pblicos pan ot lugares de alamoo! do Gymnasio
Pernambacano e ai filbas dos que falleceren?, para ocollegio dsa
orphis.
Art. 146. Ot provisores da aulas nocturnas somente perceberio
sus gratificacio qnando liccionarem a 16 alumnos pelo ibenot, de
treqaf ocia u.en*i. Para regel-at aerio preteridos o pr. fesior s Saa
aulas diurno Qnemelbom ser vicos tenbam prestado.
Art 147. Quaodo se tenba da prover aiguma escola nocturna
em lugar onde baja mande um prole sj r puolico, serio elle pi-
edital convidados a f*er a prova de leut aervicot e mediante d, Mr
beracio do conselho litterario terio seos requerimentot subnettidos
i retolncio do presidile da provincia.
Em igualdade de circomataociai de mrito preferir a mail an-
tigo em exercicio, e omait veloo m tdade, ai a tempo de exercicio
f5r o au-im".
Art 148. O prefiss res noxeadot ttm concuo para cideiras
de quaesqoer entrancias, oia pjderio nos accett i preterir asa que
tiv.-rent sido prvidos mediante aquella pruva e pi-reebetio, quaudo
Ibes competir, i.1 gratifica^ s extraordinarias (art 124) com des-
cont da quaita parte.
Art. 119. Trattr-s -hado institaicio de am Mente-Pi para n
proferiorea publico! e guas t'.milai, 1 go que aa circomstaocias da
provincia Iperuitam faaer-se as deap i.a ueeesSarist pira a sua
fundafio e gaitoi nos pninri.-, s monos.
O conselho litterario, meuute um pr< jecto elaborado por profes-
sores para asodesignados pe inspector g Monte-fio, que aera aubmettido ao prt-siuente da provincia.
Capitulo IX
Das Ucencia, aboaoa e jui ificaclo de faitaa
SecfAoI
Dai lioncas
Art. 150. As liceocat concedijai aos pufaiorea podess atr :
I At trea meses, com crdeuado, e '
II Por mais de tres meses, nunca excedendo de seis, com meta-
de do ordenado.
Art. 151. Os reqoerimentos de lioenca deverio ser acompanha-
dos de aUestados de facultativos, onde boover, reservada presi-
dencia da provincia a faculdade de submetter o requerente a ama
iospeeco medica.
art. 152. No praso de qainxe dias, contados da concessi) da
licenoa, deve ser apresentada a respectiva pertaria ao inspector ge-
ral,jfra o cumpra *, marcando eate o praso dentro do qual ba
de eatvar o professor no goa da lic:nca.
I \J> Eate praao deveri ser Atado, attendendo-se i distancia da
lo.jalidade em que residir o professor.
Ji 2." O praso da licenca comeo ir a correr da data do visto
legado litterario oa do ch fe do-estabelrcimeato a que perten-
cero nrciessor, si ootra nio determinar a respectiva partera. Si
a licenca fr concedida a professor qut por icotivo legal j tenha
ioterreaspido e exercicio, poder o inspector geral mana!-a contar
da cianea qae'comeenu siaa interrnpcio.
J 8. A aatoridade que laucar o ineto immsdiatavjente o
coiou onicar ao inspector geral, que por sna ves o far ao Thesooro
Provioejal.
| 4.* A portara de licenca ficarsem effeito, si o professor nio
tirata dentro de 15 dias, oaainio entrar no goso dells no praao
marcad de eontormidade com o g Ia deste artigo.
5.a Nio se e nceder licenca ao professor que nio tiver an-
da tomado potse e effectivsmente ejercido sosa funches na cadeirs
para que tenha sido nomeado oa removido,'o qual, si o cao fiser no
pr, io do art. i- 15, perde a eadeira.
Art 1S3. Aa gratificaste extraordinarias nio se dsseootam as
lieencaa.
Seee II
Das faltas
Art. 154. Asfaltas de exercicio do magisterio lio olaaaifica-
das embonadoa, jastificadas e injuatificiveit.
Art. 156. Serio abonadas as taitas ocasionadas :
J Per servico publico gratuito e obrigstorio por torca de lei oa
deterainacio do governo;
II Por servico de commissiu nio estipendiada, incumbida pelo
presidente da provincia cu pelo inspector geni.
III Por anojamento, em caso de morte de conjugo, ascendente,
descendente, tio, irmio oa canhade;
IV Por occasiio de casamento do profetas, nio ercelendo de
8 is faltas;
V Por motivo de molestia, nio excedendo de tres sa faitaa.
Art. 156. Poderlo ser jastificadas as faltan motivadas:
j. < I Por molestia attestada por facultativo qoaodo por mais de 8
dias, on qnando, sendo menos, o exigir o inspector geral oa o chele
do stabeleoimento, a que pertencer o professor ;
II Por servico em commissi-. estipendiada, incumbida pelo go-
verno ;
III Por aceeaso ru remocio aa que nio excederem o praso de
que trata o art 8a 8 15.
Art. 167. Aa faltas por motivo de suspensio e aa nio compre-
bendidst ns doDSartigos sntecedentes, sio consideradas injastifica-
veis, e as que nuccederem s licencas anda que jastificadas dio la-
gar a descont integral dos veneimentos.
Art. 158. Ai faltas abonadas contam-te como tempo de servico
efiV-'ctivo. Ai jnatineadas, nio sendo motivadas por servico em com-
missXo do governo e ss iojustificaveis sio, porm, descontadas.
Art. 159. Asfaltas deqoe trata o art. 157 fasem perder todo
o viBcimento, as jattificadas do art. 156 a gratificacio, e as abona
das nio dio lagar a descont algnm.
Art. 160. O abono e a jaatificacio das faltas sio da competen-
cia 4a inspectorfgeralje dosebefes dos estabelecimenios litterarios, a
que pertencer o professor.
Art. 161. a'ono ejoatifiescio prodateta sena etf'eitcs com
retadla eos veneinumtos pela eommunicteio feita ao Tbetooro Pro-
v' i pelo Daptctr geral e.chefes de estobelecinuatoa littsrarioi.
..rt.. 162. O fempo ale ferias para a percepcio dos veneimentos
considerado como de servico, e bem assim para os demais effeitos
cora relacio s vaatagens dos professores de qualquer cathegoria.
Capitulo X
Das rcmoroSes
-Seeedo 7
Da remeci por accesso
Art. 168. Vagando oa aeado creada urna eadeira de instraccio
primaria de segunda entrais, acra para ella removido d'ontre os
professores que reqnererem-na, o de primeira que contar maii tempo
de effectivo exercicio, nio tendo soSrido aa penas do srt. 191 g Ia e
2. Quanda dous ou ma ci, cabera o accesso para segunda entrela ao qoe bou ver habili-
tado maior numero de alomos, e sendo igual o numero destet,
preferir o professor mait velbo em dade.
Art 164 O conselho litterario verificar de entre os requeren-
tes, a qual na ordem da antignidade do magisterio, dever cabsr o
accesso e esse aera proposto ao presidente da provincia pelo inspe-
Art 165. O accesso deveri ser requerido dentro de 30 dias_da
vaga oa creatjio da eadeira, nio podendo ser admittidas as petices
presentadas depois des e praso. Dille se dar sciencia aoi inte-
rcalados por -ne.iu de editaea publicados pela imprensa.
Art. 166. Qnando ae tratar de provimento de eadeira de terceira
eatranc'a, o inspector geral com audiencia do conselho litterario,
organisar ama liata de 10 professores, sendo 5 os mais aotigos do
magisterio e 5 tirados de entre oa que nelle mais se hajam distin-
gu 'o eomtaoto qoe se achem na segunda entrancia, e easa liata
seri presentada ao presidente da provincia, qoe dar o aceesao a
am dos profeasores oella incluidos.
Art. 167. 8i bou'er mais de urna eadeira a preeneber, ae addi-
eionario lista do artigo antecedente mais tantos ajines, quantas
ferem as cadeiras accresuidat.
Art. 168. 8i o professor a qaern e aber o aceesso o renanc'ar
por nio entrar em exercicio no temp devido oa por declaracio
cscripta, dirigida por elle ao inapectjr geral, de novo se proceder
nos termos dos artt. 163 e 166, nio podendo, porm, aquella profes-
sor passar para eadeira de otranea superior sinio 5 annot depois
ds renuncia.
Art 169. Si dentro de quinze dias da vaga (arts. 163 e 166)
fr requerido o concuo, por individuos titulados pela Escola Nor-
mal, sospendem-se oa term a do aceesao e procede-se na forma dos
arts. 101 a 111. A este .concuo sio admittidos tambera os pro-
fessores pblicos, de qualquer categora, que o requererem, e terio
preferencia, em igualdade de condcSes, sobre os que o nio ttem.
AVcfo II
Da r movi voluntaria
Art 170. Nio ser removido o professor que nio tiver pelo
menos 5 annos de exercicio na eadeira em que se acbar, salvo o cato
de conveniencia do aervico ou aceeaso ai eae Ibe comp-tir, e de
submetter ae a c ocurso e ser preferido entre os concurrentes.
Art 171. Nio poder ser antoritada a permuta de cadeiras
ntreos pr. tessores primarios, si ni i forem ellas da mesma entran-
ca, nem entre os de ensino aecund irio qnando nio leccionarem oa
tiverem leeeioncdo a m ama materia por nomeacij effectiva em
algum estabeleciotento pnblicn.
Vcfo ///
Di remo?i> diociplinar
Art 172. A remocio disciplinar ter lagar oci casos do art.
191 | 2' para ca<*eira de inferior entrauca, medante eentenc* pro-
ferida em processo disciplinar confirmada pelo presideate da pro-
viocia.
Art. 173. O presidente da provincia opportuoameota designar
ao professor n-m ividj a eadeira em que pautar a tar exercicio. Si
a deaignacioti i fdr feita dentro de doas m sea, o prufesaur fica
avalao, ree beodo dona tero ja de s js veauimtso:oa.
Art 174 O pruf-asor que ob'iver remofi) d-ver en'rar em
ixercicio de saa nova caoieira no pr >so do art 3 g 15, sob peaa de
.perder o acce;S >, si for cato detle, ou ti o nio tor, a cad -ir i qoe
r'gis.
Na hyp theie do art. 172, ti cm ig-sal praso nio paitar a reger
a cader que lhe tur designada, peider teu >ugar no magiattrio,
sendo xcimrio do reipectiuo qnad.o.
Art. 175. A quaeaquur prof taorss removidos a se psgario
vencimentoa depois de devidameaw apostillado o titulo.
Coa (ato XI
Da j u b 11 a vio
Art. 176. O* professor.s pblicos poderlo ser jubilados :
I. 8i uverem mais de 60 anoo ;
II. frovaoao-se que esiio imp >ssibilitadus, p continuar a exeruer o magiaterio, um-. vea qoe t uham pelo menos
des annos oe s^rviQo;
I I. Tendo mais de 25 annos de ex rcicio effectivo no magiste-
rio puolico.
Art. 177. Ajubilac^o ser decietrda pelo presidente da pro-
vincia, ou por inicial v sua, ou sob propjita do iospset* g--ral, ou
a requ^r.o ento do pruf>sai.
Ar. 178. A iubHbilitacio de quo trata o art 176 o. II ser ve-
rificada por urna juuU medwa uomeada pelo preaideute aa provin-
cia
Ari. 179. A jubilaQio dar-se ba :
| 1 Com o ordenado prjpireiooal, ai o professor contar me-
nos de 25 aunos do exercicio oe magisterio.
2.a .Ccm o ordenado, si contar 25 anooa d servico.
8.* Com o ordenado e gratificacio ordinaria, si tiver mais de
27 aora de tervioo.
4.a Com o ordenado, a gi aficaeo ordinaria e a de bous
aervicot, bija tiver percebdo etta dorante cinco annos.
g 5.a Com o ordenado, ai gratificaces ordinaria, de bous ser-
vicoi e de antignidade, ti j tiver percebido esta por cinco annos.
(Art. 139.)
Art 180. A gratificaci) de mrito s te computar na jubila-
cio oas condicoes especificadas no art.go 138.
Art. 181. Coota-ac para jobilacio todo o tempo de exercicio em
cadeiras publicas por Bemea,ao nterin* ou por contracto, na ra-
to da quaria parte o de servioo em aulas nocturnas estipendiadas,
e da tena parte ti nao sido gratuitas e em ambos os casos provsda
ficqnenea regalar e constante e o aproveitameoto dos alumnos.
Art. 182. Os professores qne se jubilaren) havendo-ae distingu
do por servicoa relevantes, poderioser considerados membeos hoao-
ranoa do conselho litterario
Capitulo XII
Dos deveres aos profeasores pblicos
Art. 183. Ao professor de ensino ormario incumbe :
g 1.a Comparecer com pontoalidade aula, decentemente ves-
tido, e proceder aos excrciuios escolares, nos termas do programma e
regiment.
g 2.o Manter a ordem e regnlaridade do ensino escotbr.
| 3.a Leccionsr pelos compendios e livrot competentemente ap-
provadot (art 3a g 10), podendo propdr ao inspector geral a adop-
cio dos que lhe parecerem convenientes (art. 68).
4.a Inapirar e desenvolver cm seus alumnos o amor e appli-
cafio ao eetudc, e eaforcar-se pelo seu adiantam nto
g 5.* Iocntir-lhes no animo, pela palavra e peloexemplo, o san-
tmento do bem e da virtude.
g 6,o Eagotar os meios suasorios antes de applicar a seos dis-
cpulos eorreccio disciplinar, e asar desta com moderacio e criterio
(art 69).
g 7. Bemetter de tres em tres meses aos pas, tutores ou pro-
tector s dos alumnr.s, um boletim sobre o comportamento, assidui-
dade, applica^ao e aproveitameoto de seas filhos, tutelados oa prote-
gidos, dorante o trimestre.
g 8.a Faser vaccinar, a 30 dias contados da data da matrtH-
cul8, aos lumnos que anda nio o tiverem sido en nio mostraren!
indicios de baver soffindo varilas (art. 229).
g 9 o Faser a matricala des alumoos e proceder com regulari-
dad*:, exactidio e aiseio a scriptuncio a ten cargo..
g 10. Organissr es mappat e relscet exigidas polo regiment
e remettel-os, na epscha marcada, ao delegado litterario, sob ss pe-
nas do art 189 o. 2.
gil. Proceder perante o meamo funeciooaro ao inventario dos
movis e utensilios da escola, qnando aasamir o exercicio e posse da
eadeira ; quaodo boover de deixal-a oa lhe forem aovameote forae-
cidos.
12 Ter sob saa guarda oa objeetss que constituem o mate-
rial da escola, sendo respoosavel pelo sea desspparecimento ou de-
terioracao culposa.
13. Participar ao delegado litterario qualquer imp.dimento
qoe o inhiba de fnnecionar (art. 157).
14. Fanccionar nos exames e concursos, qnando para isso f8r
nomeado.
g 15. Auxiliar, tem pr. iuizo do expediente de sua aula, acem-
miseo de qne trata o art 28. y
16. Propor ao inspector geral a adppfio de qualquer metbo-
do de ensino qne julgar de vantagem naira a ioitrucfio e ss altera-
(5es que a experiencia aconielbar novegimen disciplinar de ana au-
la (art 3 12).
g 17. Camprir as demsis dspoticioes vigentes na parte que loe
incumbe, e o que nos termos das meamas Ibe fr determinado pelo
inspector geral da instru-cao publica e delegados litterarioa.
Arl. 1*4 Aos mestsos professores prohibido :
1. Residir fr* da'sdc da escola e ausentar-se della sem li-
eetica noa diss lectivos (art. 150),
2.a G mmerciar, advogar e exarcer qnalqaer outra industria,
officio ou profissio incompativel com o bom desempeaho de suas
funccSes (art 191 3a n. IV).
g 3.* Bequerer ao presidente da provinc'a, nio aendo por Inter-
medio do delegado litterario e do inspector geral (art 189 n. 1),
salvo o cato de qaeixa contra estes.
g 4.a Oceupar-se e oceupar os alomaos, dorante as horas da
sola, em objectoa e miateres estranhos ao ensi-oo.
Art 185 Ao professor de ensino secundario oa qae fr consi-
derado tal pela cathegoria do estab leeimento em que leccionar,
prohibido (art 192 segunda parte) commerciar e exercer qnalqaer
outra induitria, cfcio ou profissio, incompativel com o bom desem-
enho de iuas tancedet, e incumb -, alm do que se menciona no art.
63, na parte qae Ibe tpplicavel:
g 1.a Comparecer sscongregacOesoa reuuioes do corpj docen-
te, tob pena de se lhe marcar falta, uos termos do art. 157.
g 2. Dirigir icot requerimentos ao presidente da provincia oa
inspector geral por intermedio e com informacio do chefe do esta-
belecimento a que pertencer (art 189 n. I) e s directamente nos
casos de qaeixa contra elles.
8 3.a Nio a use u tar se acm licenca (art. 150), nos dias lectivos
da sede do estabel- cimento a que pertencei.
g 4.a Substituir qualquer oatro professor do mesmo estsbele-
cimento, quando lhe fdr determinado (art. 2o6).
g 5.o Camprir as instrucc, 5 s qae, para desempenbo de seas de-
veres, expedir o inspector geral oa o chefe do instituto a que per-
tencer.
Capitulo XIII
Das conferencias pedaggicas
Art. 186. Ot profeasores pblicos nesta capital poderio reunir-
se nos diaa feriad s para confareociarem aobro pontot qne interet-
sem ao rgimen technico e disciplinar daa escolas.
Art. 187. A* conferencias serio publicas e annanciadas pre-
viamente pelos jornaes. Nellas se observar o qoo se acba deter-
minado uas instrucc6et respectivas.
Art. 188 Os profeasores que mais se distioguirem as confe-
rencias pastara a ser considerados membios honorarios do conselb
litterario, mediente propoata do napelo: geral e apostilla no titulo
de nomeaco, assignada pelo presidente da provincia.
Capitulo XIV
Das penas e procesaos disciplinares
Secf&ol
Das penas
Art 189. Os professeret pblicos que por negligencia, m ven-
tado ou qualquer outro motivo condemoave', nio cninprirem seus
deveres, instruindo mal os alumnos, nio se etforQando pelo adianta-
mento dalles, exercendo a disciplina aem criterio, deixando de dar
aula se m causa justa e participada, iofringindo quaesqoer diapoai-
cSe* legaea on regulamentares e instrnc^des de seas superiores re-
lativas ao eusin i, aloi das penas em qu-' possam incerrer pela le-
gisiiicio geral, ficam injeitos s segaiotes :
I Advertencia ;
II Multa de in a 30*0O ;
III Sasppnsio do exercicio com perda de veneimentos por oto
das a t: e.- mest-i ;
IV Bem. ci, e
V Perda da eadeira.
Art 190 Podem ser impostas aos professores deiostruccAo pri-
maria (art 201) :
g 1.a Aa ptoaa de adverteocia e multa, peh inspector geral, de-
legado litterario e inspectores eicolarea (art. 200 )
g 2 a A de luapeoaio de eiercicio por oito diaa p litterarioa inap-ciorea eacilarea,e por oito a viote dias pelo in-
spector geral, nca cates de reincidencia em faltas pauidas com mal-
ta ( rt. 200):
Art. 191. Aot meamos professores poderio ser impostas pelo
inspector geral, mediante deliberacio do conselho litterario (art. 6.a
S 9.o. :
?1 A pena de ensoensao por nm a tres meses (art. 217).
No caao de in> ffi :acia das penas meooret, nio ae tendo o
professor ci-rrigido da falta pela qual sofrVera panioio on eom-
mettendo ontr.s que o revelem pooco solicito ne desempenbo de
seus deveres.
II Quando o professor der m03 cxemplos a seus alumnos, oa
tiver pr *edmento immoral e costames reprovados, nio sendo do tal
ordem que devam d. termoar a aua demiaaio (g 3 n. I).
III Qaand, estando elle em acto de servio", desrespeitar sena
superior, a, ou quan io acbando-se estes em algum eatabeleeimsBto
ou repon icio publica, o professor por qualquer modo o desacatar,
ou aiuda quando em qualquer instituto ufficial proceder por modo
repr henaivel coutra qualquer dos fu.icei .nanos ou alumnos. ^
8 2.a A pena de remtcio para a eadeira da mesmo ou inferior
rntmucia, quaudo o profesa t reincidir em falta p -la qual- hija ia-
c .rrido Ba aaocco do paragr- ph j ant-c d nto, ou quand't pelo seaj
mo proeeaiinen'0 te tiver ha vi lo por m ido a ni poier con tintlir
na loeadado a- m grave jr j nao do eoaiuo (art. :'17).
S s A perda da eadeira :
Q lando o pr..feaeor praticar, fomaotar oa consentir iarmorah-
dade euireoa alu.nu a.
II m i"u> causa ittendivel e j istifioavel d-ixar O exercicio da i
fa.dair- p>r maia ae um mes.
^11 Nio e haveoao corrigido d'pus de dua* veaes susp'.nsn
n s cau u. l.* ou 4o removido urna ves, noi termos do deste
artigo. _
*

'

'



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c *

i de s'triiamiiiini Quinta
IV Qiandu commercisr, s'dvoger ou ex-rcer qualquer outra
indeatra, offieo ou prufiesl iammjpMs^l sea o basan diiiamsssli]
de seus deveres.
Art. I9S. Ais professores que nio forera de easino primario
poderilo ser impostas, pelo cbefe do estsbelecinaento a que per ten-
cerera ouielo ioapector geral, aa penes do arl. 190. e por este, me-
diante dHfci'iaei do eooseleo lrtterario.es do arl. 194.
ha fnem qae por fosca do art. 191 g 8 a. IV podem acor-
rer os pr fes.rea primarlos, incorrem ea domis que iofriogirem aa
prohibir da pnmeira parte do art. 185. (
Are. 1U3 N-s casos qae affeciarem g-raveiaeute a moral paMi-
ca, ou ero que f> pYejadical a leooora da de ibcracio defiuitivs,
cao como oo do-art. 19* | 1 III. ca fuoccionarios de ae trata
o art'go anteeedeotedeverio suspender desde logo o prerissar.
Art. 194. Isegosaue ooutra o prefassor publico lr proferido,
em procese* ornee, aeapaoho d. prwaenois. oo, noa ftasaa que
eata nio teta lagar, acnteoc con.lamnt torU, du Idr julgada proca-
dente aun accua.cto nao proeeaao iliacip inar por facto qae motive a
9erda da eeieir., fiear elle luapanao do ex-rcieio e da seus
yenoimeotos, teuio, por.n direto ao ordanado uo caso de ebiol-
rici.
(Contina.)
=*
OBSPACBfis da PBK8iDJCaA do ma 17 dk taaibem Bao ba governo que possa contar com; cora este jMttecommentario, resumo de longo





apoio doradouro, urna vez que nenhuma das
\ faccOes repuiteanas da cmara pode por ti s
JASXIKODB 1HH8
Mana Cava lante de Aibuqoerqaj* Rosba.
Sim. constituir maioria.
Th.ma. Aotoaio Maeiel Moeiro.- *m, coro a ^^ ^^ n4o admlra que Franca
pensio carresroadeete a ordeaado rsporeicnsl
ao tempo do ezesaieio efectivo o ntaftsterio pu-
blico.
28
B*mvindn Argemira daa Nevaa Prove o que
llega e junte certldo d.-. idade do meocr.
- ---
Argemiro Peieira da H.lveira.Dinje-ee ao Sr.
director do Arsenal de Guerra.
Baenarnl Fraaciecu Kilver da Pariea.Uim
prido o .1. apacho de 20 de Maio de 1887, volte
querento. .
Filden Brothers.Remettido O 8r. inspector
do Taeaoaro Provincial pra mandar pagar de to
cordo cam a aua informaco de 19 do eorrente,
n. 28. '
Praucieeo Manoel Beserra de Vas.oneellos.
Informe o Sr. inaoector do Tbesouro Provincial.'
Jo. Bufioo Ctimaco d* Silva.Informe o Sr.
inspector da Th orara de FaZtnda.
O meamo.Idea.
J s Paulo de Maura.Informe o Sr. Dr. juix
de direito dn comarca de L'moeiro.
Jos da Croa Kreitas. Remettido ao Sr. losse-
ctor do Tbeaouro Provincial para attenlar ao
uppiioaole de accordo com a aua informaco de
30 de corrnte, n 29.
Jos Mondes d- Silve n.B-qoeira a autonda-
de competente
8evrrio. Jos de Sant'Anna. Deferid.) com
officio ao 5r. brigadeiro eomroandente. ia armas.
Secretaria da Presidencia de Peinero
buco, eui 25 de Janeiro de 1883.
O porteiro,
F. Chacn.
Hepartico da bllela
2a seccio. -N. 72.Secretaria de Po
lioia de Peruambuco, eru 25 do Janeiro de
1888-Illrn. e Exro. Sr. Participo a V.
Exc que foram hontem reoolhidoe Casa
de DetencAo os seguiot-s individuos:
A' minba ordem, i*rtuiino Antunio R'-
mldo, J &> Jos Ignacio de Barros, por
crime de tuga de preso, e Martinianu (Jo-
mes, como alienado vinlo do termo do Su-
rinblem t que tenha conveniente des
tino.
A' ordem do subdelegado do 2* distni
to da fr*guezii de S. Jos, GrenTOza M*
ria da Coocei^S', por disturbios.
A' ordem do do l distrieto da fregu-
lia do P.ic/> d* P^oella, Olynpio Martina
da Silva, preso em fligrant- por crime de
ferimeutos leves.
PaTtioi pou-roe o del-gado do termo de
BoavCor-seldo, ter no da l do crrante,
acompaohado do Dr. promotor publiuo, do
escrivX e do respectivo caroereirj, ta'to a
visita na oadeia publica, ooie eneootrou
12 presos, sendo 3 sentenciados, 5 pro-
nunciados e4 iniiciados em divf-rsos cr
m'S.
Nenhuma recLmasito fiaoram.
No di 5 do corrente o delegado do ter-
mo do Brej >, compaDhado do promotor
publico, oo cscrivio e do respectivo cor
oereiro, fes a visita da avleia pnbli^a on-
de enooDtroi 20 presus, sondo ltt senten-
ciados, i5 indi iados em diversos crimea o
1 p'ronunciado.
Nenhuma re iuiat;ao fizeram.
Deus gmrue a V. Exc Utos. Exm.
Sr Dr. U-noel Euphrasio Corris, nmit.
digno presidi-nte ds provincia. O chefe
da poli si-, Francisco Domingue Ribeiro
Vianna,
m o il ni III
TheKourt *r sinfn I
DE3PACHU8 DO DA 25 DE JASEIBO
DE 18^8
PMBaSMO Griu-.B Preira Guerra.
Volto a Reiebedona Proviaoial para satis-
fai-r a requisicao.
Offiio do Dr. ebefe de polica, Claudi-
as Candna di Amorim e ooOtM das obrs
p|il si H-j* vista o Sr. Dr. procura-
dor fia "-al.
Jos P.reia dos Santos AlvaroDg* ^
Candido Pereir* R-go; R-gistre-se o U-
jtm-ie s not.-is.
Jos Fr-n is;o lo Reg. Nlo constau-
do a apjrivagAo do contrato a qao allude
D&o pode ser attoodi lo.
Offi'o do Dr. chefrt de polica e admi
nistr^dor da> obras publicas Sdviao Be ti-
to Ziln--s. Iufonne o Sr. asotedor.
Js Joaqun de haot'Aona. O-s<-
#ertidao do qtfo con-tar.
Auiotii* F desociup>9ao e junto conbecmtnto de du-
cima do ultimo semestre.
ecebedorla **roiaiclal
despachos do da 23 de janeiro
de 1888
Affii-. Taborda ar C. -Infirmo a 1.* seccli
Herdeiroa de Jaciutho do Souxa Travas^oCer
trfique te.
- 4
Tertuliana Mara da .ooc-icQ, Josepha Maria
das Doro i C-rf."fi.i Jos d. silva Pereira. A' I.1 seceo pra devi i s 6a9.
Comoanbi do Beberibe, Antonio Vilemiai d.
Bilva Barrue.Info/me 1. secui.
J lo Frauciseo dos S ntos, Fruncisco de Hol-
lanJa (Javaluaite.Caiapra se.
Antuoio. loa Vellos >, Joaquim domes dn Acio-
rim. Aui .ni ; Jo-quim Kiber >, Aoton;o M>rera
Filho, Antoaio Perreirados Santoa, Juaqnim Mu-
noel P-rrnira de So isa, Juo Ignacio de Ha leir-a
Reg e Gui berma M ria da Cooeeicao.Defe-
rido, em vala daa nif.iruiii.o -a.
AlOoqu-iqie Silva, oVicha Cavalcante et C
Noganra dn Mello & Irma). A' 1.* seccao
para oa dividas tas.
Joio Jo> de Mullo.Informe al.* seccao
Jorge Vfalbeiro & C Em viata daa aformt-
a&ea uadH ba que deferir.
Manoel dos Sanios Faiclo. D se oertidio do
despacho a que se allude.
rrlutario lido pelo Sr. Gamillo Pelletan :
A cxx-ara, considerando insulltcntes as
ecoiMDriaanuctorisadsa pelo projecto de orca-
. ment psni o ejercicio de 1888,' pede ao *sover-
bo qae bu aaresentc niais satisfactorias pro-
postas. -------
O minis erio contesta a orthodoxia do proce-
dimento di commisso, e declara n5o poder cor-
tar mais largamente as verbas das dwpezas pu-
blicas. A commisso pela voz do seu relator, re-
plica invocando os precedentes da Inglaterra.
Lcrbra que lord Palmeslon. o que alias nao era
creatura eytremamentc dcil, acceitara em caso
anlogo a iloutrioa que era agora sustentada.
Chegada 5 as causas a csse ponto, a cmara
tuina a escolber entre a queda do gabinete ou a
retirada da commisso. Alguna deputados mi-
nisleriaes propozeram urna mocao de conanca
ao governo. ssa mocao cahiu por maioria de
18 votos.
0 gabinete Goblet estava por trra: a difficul-
dade agora era.encoiitrar-lne substittp.
(Conlinu"a).
INTERIOR
\kIAR10 CS FEREArabUCC
Ibsse dirigida por tres diflerentes ministerios
ao correr do ano Ando.
0 .pnmeiro, presidido pelo Sr. Goblet, teve
assim mesmo existencia mais longa do que era
dado prever no momento du sua formacio. 0
chele do ministerio de 11 de Pezembro de 1886
nao tinha, antes de tudo, a autoridade poltica
do seu antecessor na presidencia do consetho
Depo's baria sido o aurtor da recente le de
organi63co do ensino primario, c interviera
como ministro dos cultos do ultimo gabinete
Fre yeinet no incidente de Chateauvillaln.
Nao podia, pois, contar sequer com a mera
tolerancia dos conservadores do parlamento.
Como adversario decidido do Sr. iulio Ferry
e pardidano da seporaco da igreja e do es-
tado, lambem nao inspirava demasiada conan-
ca aos republicanos moderados. Finalmente,
os radicaes, apezar de representados no minis-
terio, mostravam-se descontentes cora a entra-
da do senador Daupbin para a pasta das jlnan-
cas.
Este poltico chegava ao poder acompaohado
da sua nomeada de magistrado dstincto e par
lamentar ntelligenie; mas o radicalismo ape-
nas via n'elle o sustentador da reforma con-
stitucional limitada, e o mesmo que, na defeza
de suas opinies, assumira posigao saliente no
congressode 1884
Nao se pode d zer que tudo isso coustiluisse
a mais b^lla perspectiva para urna recomposi-
cao ministerial que tantas fadigas custra. Mas
os horisontcs governativos adararam-se momen
taneamenle.
Segundo urna publicaco do Times, autorisa
da por seu auclor. o conde de Paris lembrara-
se de aconselhar direita do cmara que fos-
se mais moder ida do que at ahi na sua oppo-
sigao. Dizia o prctendente, era summa, que as
forcas da nionarchia, em vez de gastarem-se em
esteris luctas, era simples manejos an!i-minis-
teriaes. deviam reservar se intactas para o mo-
mento da suprema cnse...
Parece que esse suspirado momento tem, pela
demora, alguma affinidade cora a semana dos
noce dios da locucSo portugueza Todava, o
consclho nao foi em absoluto ^espresado, sem
embargo do visivel mau humor com que o re
ceberara algumas folhas monarchistas e, es
pecialmente, a Autoridade do Sr. Paulo de l'M&
sagnac
0 Sr. Mackau, ao ser nomeado presidente da
uniao conservadora das direitas da cmara,
recan um Jiscurso celebrado pelo empenho
com que recommendava a excluso de toda a
opposico systematica por parte de seus amibos
e adiados.
Por outro lado, os opportunistas perderara
at certo jionto a desconlianca que llies inspi'
rava o Sr. Goblet, desde que este, de accordo
cora o seu projiramma, teve oocusio de deca
rar-se, perante a commisso de orcamento ad-
versario de qualquer tentativa tendente aoi cs-
tabelecimento immediato da liberdade religio
sa, nao se mostrando mais compadecido com a
realisaco instantnea de outras aspiraces dos
radicaes.
Estes, por sua vez, acharam mais prudente
acceitar. al melhores tempos, a situago como
as circurastancias a haviam determinado. Como
aos conservadores, nao lh.es pareca impossivel
urna dissolucao da cmara, e no deixavam de
teml-a. Tambera se nao queriara espor 4 for-
inaco de um novo ministerio mais intransigen-
temente opposto que o de ento aos designios
polticos a que ouedecem. Cuegaram mesmo a
acreditar que tal hypotliese se verilicasse mais
cedo do que gcralmente se suppunba.
Tiveram noticia, era principio de Janeiro.de que
os Srs. Julio Ferry e Freydnet haviam tido urna
entrevista no palacio do Elyseu. -Js folhas da ex-
trema esquerdi virara nesse facto, innocente,ao
menos era apparencia, urnaconspuaco tenebrosa
contra as insliluiccs republicanas. Assira con -
siderarain as ditas folhas certa leutativa que atlri-
buiam aquelles notaveis estadistas, e que consis-
tiam affirmavam -na formago de um ministe-
rio que atiraria, sem mais neui menos, o Sr Go-
blet fora do poder para niauter-se n'este com o
concurso da direita.
Parece que o r. Clraenceaue seus correligio-
narios s tetan legitimas as adheses dos ini
mijos do repblica, quando pintan ser apro
veadas pela extrema esquerda na derrota de
ministerios republicanos.
R'.conheceu-se em breve que a entrevista do
Kly-i-u u io tivera os tins sit.istros que Iba foram
emprestados.
O gabinete Goblet venceu, como pdde, e at
quando llie foi posivel, as diflieuldades oppos-
tas sua conservaco. a eloquen.ia tao attra-
lienie, quauto at ahi nao adrvinhada de um
sabio de renome, o Sr. 3ertliolei, mjmstro
da instucgo publica, triumohou entre outras,
na questao interessante da censura dramtica,
apezar da indigiugao trgica do auctor do Cer-
n n l e da luxuosa rheturica do deputade La-
guerre. 0 ministerio venceu a discusso da de-
mora do orcamenlo de 1887, que se votou deli-
mtivamentc, ede modo um tanto apressado no
penltimo dia de Fevcreiro.
Por causa dessa pressa forun supprimidas des-
pezas que o nao podiam ser sem-grave incon-
veniente para o servico piblico. Fallamos do
crdito de perto de setecentos mil francos desti-
nados adrainistracao central das nancas.
Esse corte inopportuno no tota' dos gastos de
urna importante repartigo do estado ia dando
amo ministerio em trra quando elle foi pe-
dir cmara^ a approvacao de dispendios nao
autorisados, mas que por seren mprescen-
dives, tinham sido feitos custa de outras ver-
bas ornamentarias.
Eutrurain pouco depois d -sse incidente as fe-
rias parlamentares da Pascioa, que assegura-
ram maii alguns diaa de vi la ao gabinete Go
blet, que todava nao pdde ir alm de 17 de Maio i p0r ,.,, ,,., ,-xiraordiuario aoho d. corpo.
sem pedir a sua deinisso aa presidente da re-1 Ha anua ourros paasanuboa,. chamados Ouai-
publica. I "J"6', a u*e pequeos de todos ; a icauntam-se
' _, I > da orvalbo: dosaes ba varios gneros, dos
0 projecto de orcamento, apremiado pelo ttffirin;ui todo# qua te ^ mbobo.
governo na rcabertura das cmaras, nao agr-11 u.
aelro POLTICA PABT1CDLA8 DOS ESTADOS
Ea- PBU8
< C onti n uat 3.0}
A instabilidade ministerial tornou-se a deten-
ta chronica da terceira repblica franceza. E
nao poda ser de outro modo sobretodo depois J}ou a v,Spectiva commisso por nao consagrar
das ekitoes geraes de 1885. Essa advertencia ^ importantes economas que se julgavam reali-
formidavcl. como 'he chamaram, ou essa con-'gjypjg
tradiccao de um sutTragio universal que nao apriinein vez que se contradia, nem ao meno8Jde ma aspiraces.porescnipulos queninguem
teve o ment de harmonisar entre si. em face at ahiIbe aaaJteria. pretexto de niioautonsar
de Bffl pengo comraura, os diTersos grupos pr^ica,, jacobinas, contrarias & Ilusoria paria-
parlamenlares interessados na manutencao do m,,,,,.,,. da divilao doJ p^^ e da iniciativa
aeiuai rtunen poltico. Corueqoentemente, doa miuiatros, resolveureenrial-o ao miuisterio
iiivriiHi D 111Mil.
CARTA?} DE ANCHIETA
(Diario Oficial)
(' ntinuHvsoJ
VI
Nsscem rntre as taqoaraa certos bichos rolicos
e cnupri Ion, 'oos brancos, da groaeora de um
dlo, aos quaea es indios cbamum Hah, c.atu-
ra m comer aaaados f torrados. Hojs em ti
rinde porfi iiidiatinciaiii- ute amontoados. qae
tazem coin ellea um guisado que em nada differe
da carne do perco estafada ; setvem na/j a para
amollaeer o oouro, mas tanbem paru se comer
'i-stea in-ctos, una se tornaan -berbaletas, outras
sabem ratea que f^sem a ana babitaco debaizu
das mesmaii taqueras; ou'rus, porm, ee trauaior-
mi u em l.i.;aiiai, qae r>-in aa berv-is.
Encontram-ie muidos uotra* aaiowes de diver
oj geaeros, que caten i de ver omittir pjr ni.
lerem iIi^om du saber-se nem de aencsr-se,
Seria milito d-IBeil reprosentar por palavraa aa
differaotea esp ce de tormigai, d>.a qui>s b'i d>
varias nalurvaaa e Bornee; o qa dil o-bei de pas-
tagem uaito u.aal na lin^ua bralica, por i-.-
que dio diversos Domes a diversas esoeries-e
raras vez', i os goneros sio ooaheeido pela d-nn-
miuaoio firipria. Asslm nSo ha iioine geuericn
para a fo-miga, o caraogaejo, o rito e maito*
outras aiiiisars; das especies, porso, que si<
quasi io6uita8, ii'iiiiama deix-i de tero seu nomo
praprio, le loaoe r i que com raaio te Admiraras
de tao grar Je copia e variedade de patavras. No
emtaatu, des f -rangas s part-eem dianas de com -
i mor.co as que destroeio as arv^res : estas
sio eaamaiiaa f das eheireci a lima.; cavam para si grandes c isas
lebaizo d>. trra. Na primavera, lato em 6e-
tenbro, e '.hi em diante, faaesa sabir o enzame
dos filuda, quasi sampre oo dia eeguxite ao de
cliuva e iruvuada, si o soi estiver ai dente : os iai
vio adan te i', correado coro a bocea aberta diuio
ludo para outro, encbeo os camiubos e pre;.
mordcieUs mais cruois do que em outro quniquer
i-iap ri ;aseretn sangue : sega<-m-4b-s os Dlbi-
nbos com aua,de corpo maior, logo vam pro-
adra de aovas c-saa paira si, > .nv^itoa ui^i-
em qualjUir parte qoe Msaa cavam ixmodiata-
uiente a trra, ccnatruiodo cada am a sua babita-
i,i 1; depotn i-orui ao pouco tempo morrem e de
seu venue geram-se ionumer^s uurros filbos, de
maoeira qjo nio admira que hiji ta 1 grande
muldidao de toriiiigas, quaudo de urna t nascem
tantas. P.ir* verem quando eilaa ali.'in de .-na
cavernas ijuntam-se aa aves, njuutam*se os in-
dios, que aiuiosHtnentu cap ram ct-i tempo, tanto
boineus como mulheres : detxam as soas caaes,
ai de ptaser para colneiem oa frutos noves, aproxi
Dn ih dan en trajas dos fonnignriro* c eucbeai
t'agua os i>cqueu '8 baracoa qae ellas fasam, ond<-
astiMidut so di-t ndem da raiva dos pas a apa-
ubam os lilbos qae sabem das oovas, e enihendo
oa seus vaaor, istu crtaa cwci grandes, vol-
(am para 1, casa, assam-u'as em vaailnas de barro
e rom- ni- : assim forradas conscrv.m se muitoj
lias sem ee corrompereip.
Q lio .del rita ve I estt comida o como sauda
vei, sstereol o iij, que 11 privamos. M- s mu
vos suniltantes s aiOonnii .s, das quais ha tr.a
vriedade9, agglomeram e quasi svm onta no
r, e corlain pelo uieio com admirav.'l celeridadc
aquellas formigad qte ahhiri.ni "oando, dcvor.ui-
IhkS os vfi.'rt-s, duixando a ab-fa eom aa azis e
peroas, e tsatm acontece que u.uit > pone s eeca-
p.m.
Encontriim se quasi viute especies diversas de
abe-has, dus qaaes umws fabricara o m-1 nos ir :.-
ros das a'Vori-s, outras em cortijos coiisiruidos
euire os ramos, outiaa debaixo da trra, Ou ou!
iiceed- qle b.ja grande aboudHiiuiu de c^ra.
Usamos > de mcl para curar as fondas, que aa-
am fcilmente pela gr(a divina, il^veuiip
r.n, come dase, mait--s rapeciua de inri, fallaiei
uoicnmeutii da um, os IMMM chainatn Eeiraa
quay td, q ier diz--r, mel ea'-.a aD Ibas tii.11 uiui'a entraUua u.s voloj ias.
L K'o que le bebe d>ste mel, toma todsa as juntas
lo corpo, cootmbe os ervos, pnaus cor e tre-
m,r, a. ,v 0.1 vmitos e dcsicmpera u-veutre.
Ha peloi matlos grande copia de moscas e cu-
quitoe, OS qnaea nugan lo u O saugae raord m
ruelmeuti', mxime no txapo de vero, quaudo
i- campos eelio alag.dos. Alguna icn o f-rr'u e
ae peiuaa cumpridas' e soblilissiun*; fur->m a
p. lio e chupsio o aaoU", at que. tica.ido eom o
corpo mulo ebeio e disrendido, mal podem voar :
contra eati-s Oom remedio a fainada, eom a qual
se dispertara.
Outr< s, chamados Marigui, que habitan) a beira
mar, sao urna praga 'ei r.vel ; sao lio pequen-is,
que tii.-l oa podes petceber com a vista : a in r-
i'ido e nio v) que te morde, a nrea-U queirctr e
ni 1 ha togj em parto alguna ; nio sbes de onde
te velo lio ri pentinami nte similbante nicouim si te cocas com aa unbas, mainr flor S'-uies ; re-
nova se e augmenta por duna ou trea das o ardor
que deixar.tm ao corpo.
Em verdade, nii fcil dixer quen'a diverei-
dade ba ile aves ornadas de vrias < r -a. Oa
papagaios vos e de iitf-r ufes especies, tolos ttons para se
comereui ; alguas oelh'S produsem prisio de veu-
rr ; ouir. e imil.m a vos humana ; otros ba que,
i- un udo o uiiMio quaudo j est granado, voam
em biudos e 4n.ml1 esiio aesee tralsalho fasem-
'.1 i c ouineira que, quaudo descera para comer,
riquem s- uipre ara ou doas a to di* urna arvore,
.- ujo de viga, os qaaes espiando o lugar por
todo* oa I los, em vendo alguem appruxiuiar-se,
o am rehile e foein tolos, mas uao havendu
perigo algum, quando os outrus tartos si'bem des-
cera va vigas por sua Ves paia Cuinerem.
lia tara >em uveatrus -a, que niu poJem voar
Ha outro paasuro san sanante au corvo, parecido
com o ganso p ir causa do oico, o qual, raergu-
h*ado nos nos, eal multo lempo debaixo d'agtua
comer psixes.
Ha taoib sa eutro, de menor corpoxa>as quando
acode as asas fas tanto barulbsflsJjWfareoe que
as arvores oabeu por trra.
H aia la ama ave mariaba, por nome Guar,
coma O merguibio, p.rm do pernas mais compri-
das, de peseteo igualmente alongado, de bico coro-
frio e aduncp: slimentavse de carangasijos ;
aMito voras. Paaaa por asna como que perpetua
meumorpbose, pois ni prisaeira idade cbrense.de
peonas brancak, qoe depois se tranafsrmam em
iflr de cinsa e paesado algam tempo tormam-se
segunda ves brsncss, de menos slvura todava de
que da primeira; por fimornam-se de urna cor
purpurea li idissima ; estas pennas sio de grande
estimaco para os indios, que usam deltas para eu-
fetarem os caballos e braeta em suas festas.
Ha inda outra avemarinha semelbante a idem
que, aso lugar da asas, tem peqaeaoa memoras ves-
tidos de urna macia peougem ; tem os ps qaati
oa osada, do maoeira qae mal podo sustentar o
corpo e smente lbe servara pasa nadar, quando
nio podam voar nem andar.
De aves de rapia ba multas especies, das qoses
"htgaaaas sio de tal tamaabo qao matasa askspe-
daoasi at valos, mxime urna, para aqual, quan-
do est 00 nioho, nao s seus pees, que teem com
ella particular cuidado, mas todas as outras aves
que vivesa da rapia trasem comida como a um
principe : teem ato consigo, que, mesmo que pas
sem muitos das sem comeris, mal nenhum isao
Ibes fes.
Oui tallar de outro generoditida de aves de
presa, a qual, quando est aaVecendo os filbotes
reccm nasudos do ninbo, q4i construe no mais
alto da arvore, si o caoador sobe para tiral os, nio
vda, mas abriodo as *z .a para os proteger, eonser-
va-ae immovel, consentiudo antes que a apanhem
do que em desamparar a filbos.
Ha outra, que se chama Anbioaa, omito grande ;
quando grita, pareee o surrar de um asno. Tem
em cada asa como que tres cornos, um tamoem na
cabece, iguaes aos espoioes dos gal naceos, po-
tnnito mais rijos; quandoacosaada pelos ci i, ua
foge, anda qus a grandeaa do. orpo nio a emba-
race de voar, antes os afugeata ferindo-oa grave-
mente rom aa asas aesim armadas.
Ha ainda gailinbaa silvestres, das quaea se cori-
ta m tres especies : perdises, pboitdes e outras
aves tolas cor de purpura, outrae verdes, outras
pardacentas, vistosas pela sua multplice varieda
de de cores.
Isto quanto sos snimaes.
Das hervas e arvores nio quero deixar a. isto, que as raises a que ebumam Mandioca, de
que nos utiliaamos como alimento, ta. venenosas e
n civaa por nararesa, si nio f.nra preparadas
pela irilusfria baioaui para se comen m ; comidas
crnss matam a gente; asandas ou cosida3 couhtj-
se ; todava, os po co-i e os bois coraem u'as croas
impunemente ; si pora beber o sueco qao del-
tas se espreine, incbam de repente e morrem.
Ha ootraa raices cbsmadas Yetiqop, aemelban-
te ao rabio, de agradavel sabor, muito apropria
das para acalmar toaae e mollificar o p ito. A
1 aa sement que se astscmelha a favas, am vio
lentissimo veneno.
Barre entras, ha aqnr eerta berta rspalhada por
toda a parte e qu muitas vexea viraos e tscama-,
qual chamamos Viva, p;r parecer ttr tal ou qual
Bcuiimi-ato, pois se a tocares de leve cora a mi ..u
com outra qualquer casa, rasme ii-ttiu,. rite aa mas
f .Ibas, fecbsndo-so sabr ai mi-S'nss, se ajuntam e
orno qne so grud.m ; depois, U'ahi a pono tor-
nara a abrir se.
Das arvores urna parece digna de noticia, da
qual, aiada que ontns baja que disiillam um li-
quido amelbaate i resina, otil pira remedio, ea
corre smb su cao sa*v mo, s)ve pretoodem sej
balsamo, que a priuc-ipio corre como Oleo por pe-
queos losas feitoi pelo camocho, ou ta-ub-m p r
tslhos de fouces ou de macha-109, coalha depois e
parece converter-ae em nma especie de balsamo;
*** mn cheiro i.ii mallo sorte, porm suavissi
rao, e ptimo para curar fcrida, de tal ^o-'ira
que em pouco tempo (como dizem ter-se por expe-
riencia provado) uera mesmo sigual fi.-a das cic>-
trixea.
Ha Sambcm outras arvores queenchan por tola
* parte o esteiros do mar, oade ua-ie-in, cujas
raiseg, algunas brotadas quasi do meto do tronco.
outras do poeto cm que os ramos quo rbeoUin se
dirgeos para cima, quasi do corapr.in -nt > de om*.
tanca, se incllaam pouco a pouco oara a trra, at
quuuolim de muitos din ch^am ancoso.
Na povoscio quo se chama Espirito Santo
enalto cjmmum c rr.i arvoro muito alte, cujo fra-
eto maravuhhj. Este semeiban'J a urna pa-
nella, caja tamp, como que trabalhada a toruo,
com qae est pendente da arvore, se abre por si
so ta qnaudo est madura; apparecero. enri
de itromuitos fruetos a-m -r:baures a castanhis, fe-
p irados por delgadas tiras smo interp isros septos,
muitissi.no agr lavis aq paladar. O vaso ou
urna im que eatio eneerrido aftl menos duro
que a pedra, e pode-se fcilmente jug r do seu
taosaobo pelas castauh.s que couteem, pois paa-
siin de 60.
Ha, alm disao, pioheros de altura estupenda,
qu su propagara profusamente, oeeupaudo o es-
paco de seis eu rete railh .a. Os iuJios dio ho
s ua fruetos por anton masia o nome especial de
loa, isto frueto (uome .iiis cmamuj aos d -
mar tractos;! sio coiapridoi como usoossos, mas
rauito rasior. a, decasca inolle, semelbante ara--n-
1 oa das oatanhas. Os lugares que fictun para o
fieptentrrao nao produsem deetna arvores.
Ha diversas arvores de t/uetos excellentes para
comerse, muitos de suavissimo ebeiro e da mu
deleiUvel sabor.
Uteis medicina ba nio f muitas arvores,
.on.o raises de plantas ; dire pa-ra alguma cou
sa mxime d. e qae sao proveitosus como purgan ea.
Ha urna eerta arvore, de cuja csca corte-i.
c nn a taca do galbo que irado corre am liqmd
Drauco como leite, mas mais d nao, o qual, si s
beber em p. quena p oca >, relaza n /cutre e Inup.
o estoin go por vi..leu'o vmitos; por p.uc
o--rra que se i-zceda na dosH, mata. U -ve-so mi-
61b tomar ilcllc quauto caiba em urna uuba u isso
raeamo diluido era raula agua ; si ui-o ae riz -i
assim, incommoda -x"ra raiuanaraente, queima :
gaigauta e no ta.
rJ-. c-ita rais, abundaute nos caoioos, utilissimo
pira o mesmo lira | raspa-se e bebt-se mistura -
rnd-i cum agua ; esta, ee bem que pi ovoque o vo
ii.it.. jora baa'aut violencia, toiavia bebs-ee era
risco dn vi la.
Ha tambara outra, chamada vulgarmente rais
ieuni," que d-g^ui si na V rUauo o o* que
coubecura. Os ludios ch.ira .m-.i'a Afarare6; ss
suas t ibas pareeem-sc com as do b .id raa pe-
quea e reduud-t, que se < ora aseada uu o.-bc-sc
esmoida c.m agua ezpusla por urna nolte ao s-
reuo.
Descobrio-se ltimamente outra, que tida era
graude canina e era razio. Esta oolooga e
delgada; contundida e deixada de iufusio em au .
pelo eap,co de urna noitc, bebe-se de manbasera
-lifficulJade, nio causa nausea, nem produz fas
no; deaembo.rac, porem, o veutre com abun-
dante fluxo, que ceasa lo^o que se tome ulgura
alimento, o que commum s de que ta le ha
pouco. ,
H1, alm desta, varias outras, que servem muito
para soltar o veutre, quando para-o prender, ex
cepto os tractos de certas art< res, quasi que n
nbum rem dio tficas Be encontr.
AtY Das pedrss s. encontia o qoe admirar-se e
com que esaltar a omnipotencia do supremo e
ptimo Deas, mxime em urna que serve para
aliar espadas; cas tem isto de maravilhiso, que
em qualq-ier parte deila que tocares com as mi*,
se turna fleiivel como o c uro, e a movers como
cou-.a apertada por um o, de mineira que uio
parece urna pedra t, mas aim mullas reunidas
Kor diversas jautas.
Encoutrinn se em certo rio habitaio pelos ni
migos, a uinas trintaa milbas de Piratiainga, mui-
tas conchas, as quses se cnam certas pedrinbas
traoSparentea, qae qnerem que sejain perolas;
sio do lamanbo do grio de bico e aljamas anda
raafbres.
lato quanto me occorre diser das arvores,
plantas e pedras. Aocrescentarei poucas pala
vras a terca dos espectros nocturnos, ou antes de-
monios, eom que coaiumam os indios aterrar-so
E' eottsa sabida e p-la bocea de lodos corre que
ha eertos demonios, a que os Brasis chamara Coru
pira, que accammettem aos indios muirs vesea
110 maito, dio-ibes de aooites, macbucam-n'os e
aatam-n'os. tfto testemuobas dtsto os nossos ir-
raos, que viram algunas veces os mortos por
edes. Por isso coatumam es indios deixar em um
certo camiuho, que por speras breabas e ingre-
mes montes, vai ter ee iaterior das trras, no
cubo da mais afta mintanha, quaudo por all pee-
sam, pennas de aves, abaadores, flezas e ontras
c usas SflM^H 1 u,na especie de oWaoio,
rogando tervisaauasute aos Corupiraj qae nio
Ibes facaos mal.
Ha lambem nos ros outros, ais qaaes denomi-
nara gpirpira,' isto .; que moram n agua, qae
matam do mesmo modo eos indios. Nio Ion ge de
nos ba um rio, habitado por ebristiea e qae os
radios atravessaVaar'anlJg-traente em pequeas
candas, que fasem de um s tronco ou de cornea,
onde erara muitas vexea afogados par el es antes
que os/chris-.oa para lfoasem.
Ha tambem ouiroa, muzime as praas, qao vi
v. m perto do mar e doa ros e sio ebamadoa
Balala, isto coia de jogo, o qae o mesmo
como si ae disaesse o que i lodo jogo Apparece
de 11 .-ite ; nio so vi atea cousa senio um tacho
aciut i liante eorrendo d'aqui para all, rice unme'te
rpidamente*aos indios o mata-os, como os Corw-
pira : oque isso seja anda nao se sebe com cer-
tesa.
Ha tambem antros do mesmo -asedo pavorosos,
quo nio s aesuatam aos iudios como Ibes causam
damno ; o que nio admira, quando, com estes
ni ios e outros semelbaotes, qua longo fora enu-
merar, qu-r o demonio toruar-ae formidavel a
estes liria s, que nio canhecem a Deus, o ezercer
contra i-lies a mais cruel tyraaaia.
Destes Brasis direi em ultimo lagar, que quasi
nenbum entre eiles se encoatra afectado de de-
formida !e alguma natural; acba-se rar mente
um cgo, u.n sardo, um mudo oa um cio, ne-
nhum oaacido fra de tempo. Todava, ha pouco
r.-'inp em ama nldeia de indios, a uraa ou duas
milbas de Piratininga, nHsceu urna criancinba,
uu mus um m rastro, cuj > nariz sa esteadia at
ao queixo, linba a bocea debaixo deste, os pcitos
e as cestas semethantes so lagarto aquatico, co-
berta do horrendas tscamas, as partas genitaes
perto dos rins ; a qual seu pii, assim qne nasceu,
tes enterrar viva. A esta morte coodemnam tam-
bem os que suspeitam ter.-ra sido concebidos em
adulterio.
Nio talves menos para admirar o ter naacido
ba pouco era Piratininga ura parco Leitnaphrodits,
que, segando creio, aiuda est vivo.
Narrui OiUs cousas brvem^nte, como pude,
posto que nio duvide que baja muitas nutras
dignas de irj. a;io que eio dse lohecidas a 09
aiuda aqui pouco praticis. Rogamos entretanto
aoa que acbera praser cm lr ou oovir estas coueas,
queiram t mar o trabalbo de orar por nos e pela
conversio deste paiz.
Inscripto em 8. Vseeate, que a nttima povoa-
(o doa l'ortug .ezes na India Braiilica voltada
para o Sul, no anuo do iieobor 1560 no fira do
mez de Maio.
0 minimo da Soedade de Jess
Josa.
(Continua.)
Vota* f;! lilis
(Do Jornal do Commercio da corto)
Dcp iz hontem (16) a teiiUrauiha Autonio X<-
vier d>' Mimas, iiegoci>.ate desta pr*ca e da de
Pernambuto; o qual declamo o seguate: Co
nboce os reos S ares do A-naral desde 1874, em
que rsteve no Reeife e foi por lies muito obse-
quiado pelo que lh.-s ficou serapre grato, conti-
nuando at u dia de saa priaio as relacoaa.
Desie 1835 conoced Jos Maria Carueiro da Cu-
uh'. quo eu'ii veio estu cidude o ia tua
asa.
Em 30 de Outu'oio ultimo, aa> obstiante aer do-
miug veio ai negocio s soire a secretaria achou
u.n cartao de visita de Jos .Snr.; do Araaral, o
qua o sorpreb. ndeu, por nao ter tido previa noti-
cia de sua viuda. Disserara Iho os caixeiros qu.-
A oaril ficara de voltar; e cora tf-uLo pouco tempo
dep>is ebegon ac.Hnpannal 1 de Alfredo Barbosa,
uteressado na casa Z -nba, Uaraos Ac C. Au, ir il
draae Ihe que nio o bavia preveoiio de saa vinia
e nem a niuguera m.is ; e s da Babia bavia tel -
graphado V.' iiia. Hamos Se C.
A. seu convite, Amaral fui jantar com o depoonte
em su i ctiacara era 3 iota Una, na cid-ida de
Nith -r ihv, e durante a viagera pira l, un barca
e ui Uond, per un o n Amaral para que m tinha
viudo corte e elle disse-lbe que viera trocar na
(Jaiza de Amo. tiaagio notas qua haviam sido ret
radss do vapor Bahia, cujo cusco arrematara era
praca o do qual se bavia salvado o cofre d- ferro
que as contiuba. Em Per.iainb.ico nio aa putera
trocar. Perguntou Aoarat se o depoeute uio ti-
iiba relacoea cornos empirgadoada Cana da Aiuor-
lissoio, para auxilalo nesse iutento, visto ser elle
a|n inteiramente deseonb-cii >.
Eolio-dirigio-se com Amaral casa de seu
amigo Jo; Augusto Nabaco Caldas corr-tor das
apolices proviuciaea, qoe trabalba no mesmo salao
do troco, e poda ser til a Amsral.
No da seguia'e indo Amiral su* casa de ne-
gocio, dingiram-se juntos para a Caiza da A a r-
t'.s -cao, pasnaudo pela caau deZiuba, Kn.no3 (t
C, ende Amaral rec-beu um 1 mala, que Ihb foi
entregue por Alfredo Barbosa, qoe a tirara do
cofre- N* caiz-i, porm, uio so pl facer o troco
p r falta da pessoal fieaudo adiado para 3 de No-
vembro.
N'SS-o di^, Amaral cffdctuiu o troio na impor-
tancia de 46:0 0 e tantos mil ris, .i,< quaes da.
po.rtou no tnu.-o InteniaC. j.i.il em conia co. rente
46.00 Id .uelteudoo resto na a'gibir.
E p.rqua cutre as nots off-recidas ao troco, h 1-
via afumas c impostes de pe.ii.cn collados, que
uio c ra'nuavam. o chet'e da seccio disse a Ama-
ral que ura preciso eiidireilai aa, ficando incumbido
desse e.-vigo o empregad < de 11 m Suva ; leudo
Aui-r.l dito que nao auvidaria pagar at 30%
a quem lu'ai< c ue-rua-e, visto nao entender
jy;.qui.lj, u correr o risco de perder o valor das
notas.
No dia seguinte i4j Amaral quiz passsr para o
t. cite a' !5:000 : elle depoeate pasa >u ordem
sua casa fi.ial, uo Recite* por telegrammt. para
qUd dejs'm casa de Soarea do Amaral &t rmeos
a dita quaiilii era uome dessa firma ; mas, era vir-
11 :e de antigs recoram-nIncoes suas ao acu so-
cio e iroso no Uecife, da nio pagar ardens pir te-
sgruraraaa, essa uii foi cu.npri la, apesar de baver
aido r.-pio iUii.i-1 em i.utro ielegrumma.
Pi-st-riormouu-, mo se reenrda se a 10 oa li de
N ve.i.oro, m .8 foi p .r occasiao do priraeiro vapor
brasiteiro q 1 entrn depois do da 4, Amaral apre-
aeutou-lbe un eouhecnnea'o valo de Pernambueo
em Carias deile Araarjtl pira que o depj-nte pas-
sasae recibo ilira de Amaral ir ou m-iodar re-
c-ber uo ijicripi ;n i da Oompanhra Brasileira de
N .vegai;ao a Vapor, a q launa constante dj dito
ooubeuiraento. C 111 uffcito seu socio, Joio V-u
PaCQcco Je .11 -1i 11v" foi Corapaubia e reeebeu
am pacte oonat->nte do dito crTheilnienCo; o cne-
giulo esa, enlregou o a Amaral.
Desda esse da at 7 de Dexembro ia Amaral
Oiualanleraaata a cas, de negocio do dep .ente,
sjsHbB (nina uraa secretaria sua np-sicio com a
r sp -ctiva chave
o referido da 7, apresenteram-se eos saa essa
Aiciral acouipaubado de pracas de po ieis. Uao
pouco distante achava-ae o Dr. 3* delegado e Ar-
uaido, thes-'ureiro da cam. O depoeute j bavia
sido p.ereido a'essa prisio pelo Dr. Portocar-
rer. toionudo elle depoeate essa noticia por gra-
cejo.
No dia seguate foi com outros polica visitar
Amara), o saben J 1 ento o que oecorrera uii tor-
uou la, lamentando que o seu nome andutse nes-
ses negocies aittda racimo como de simples teste-
ir.U h.
Kepdrguutado pelo Sr. Dr. Crro de Azevedo,
disse :
Eutre o da 3 de Novembo e 7 de Des mbro
Amaral realisou outros troeos ; po's, segun-lo lbe
dase, levava na mala s--te..ia e tantos eontos do
iia, dos quae foram abenas trocadas no pnmeiro
diiquareuta o seis contos e tanto; o restante o
toi em das posteriores.
Disse mais que foi por indrcieio do chelo Morei-
ra que Silva so incumbi do concert das notas, que
A uaral nao podara trocar.
Nio sane se Amaral tinba ou nic socios nesse
negocio de salvados do vapor Bahia e de troeos
de notas.
Em seguida temou-se Jepoiraeu'o da 6* teste-
raiinba reterida Jos Uarvaibo Medeiros, mergu-
Ibador, o qual dase o segrate :
Dos reos presentes apeuaa eonhece Jos Soares
do Amaral.
Em Agosto do anuo paseado, foi procurar Anto-
nio Caetauo Nuues para ac unpaubal o em um ser-
vico que ia taser em Peruamenoo e para o qual
bavia Sido CootraCtado pela Casa Zdnba de tal &
C de rsM da Alfaudega u. 63. Aeeitaiilo o con-
vite, partiram para o liecite, onde chegaram em
meiados daquelle mes, apres otando-ae a Jos
Soares do Araaral, que era o dono do servico que
tinham de ezecutar. Ignorava, porm, se elle ti-
nha sido ou uii o arrematante do casco do Ba-
ha Datli dingirara-se para ura lugar qae os
martimos chamara Pona de Pedro os ^e trra
deaomioam Catuama, oud 1 estiveram detidos al-
guas das, por causa do mi tempo, e l a 6 de
8et mbro toi que pederam ir ao lugar do sioistro
e eomeoar os traostoa; mas j tarde, nio se
acamado o navio eom o casco em bou estado, como
aaperavsm, mas ompleumente estragado. -Entre
a 3 e 4 boraa dsram com o cofre na porta do
avio, perto da eaeada de embarque e quasi a sa-
bir pela borda fra ; liugaram-o'o, icaram 11 col-
locaram ua barcaca onde, alm do pessoal de. ser-
vico, eata vaai Amaral, o mestre a o restan t do
pesaeal da baieac-t.
O cofre nio estava em perfeto estado; ti aba
em orna das i.eos, tampo ou fundo, dous oiireios,-
cada um do dimetro de om dedo mnimo, por on-
de a agua escoma, e a chapa em volta estava ar-.'
rainada Peio buraco da tachadura tarabea sa-
bia a gas.
Aberto o cofre nesse mesmo dia, j de ooite, ,
encoetraram um caizotinho, qae nio affirma fosse
demadeira, pois estava tola ennegrecido pela agua
soja que sania do c fre, e cujas dimensies eram
da eerca de um palmo em quadro e dous i tres
dedos de altura. Desse caizotinho tambera.* acor-
ra agoa. Encoatraram tambem urnas taboca
a .ka.i que par-ciara ter formado outro caij.ote, e
mais uus papis molhados e dilacerados, entre os
quses notav.ira- se alguna nedacos de notas de di-
versos valores.
Qiem abri o cafre foi Antonio Caetano Na-
nee.
Alm dos cbjectos refer ios nada msis bavia se-
nio uas pedsoos de ferro que Ihe parecen aerem
prateleiras do cofre, que 8ah>r >m do seu lugar.
A agoa qae sama tunto do cofre como uo ca-
z tinho era preta u fedoreota, e para d foi necessario que Amaral derramas3e na Siic.-ji
am liquido desinfectante, que bavia levado.
No dia 7 tranaih'j-se e apenas poderam reti-
rar duas sinetas, dous ou tres binculos estraga-
dos e urna espada v-lha.
Nos diaB 8 e 10 tirarnm 03mastr09; nada fise-
ramno dia 9, por causa do estado do mar.
Disse mas, que aa taboaa saltas parece terem
formado outro eaizotinbo do tamanho pouco mais
ou menos do que foi acbado inteiro.
KLViSTA DIARIA
estran rogaleriae Da secretaria da pre-
sidrucia da provincia, i-n a enviada para publi-
car a seguinte:
t Circular. 2 Se:cio. Bit de Janeiro, Ministe-
rio dos Negocios da Justica, 7 de Janeiro de 1888.
lm. Exm. Sr.Kecomoieiid 1 a V. Exc. a expe-
dido daa uecesearias ordene as autoridades judi-
ciariae dessa provincia, afira de que cesse a prati'ca
de terem cumpridas cartas rogatorias para tratis-
ferancia de bos, em virlude da partiiba, vis'.oque,
envolveudo taes rogatorias execucio de seutecciis
ettrangeims e nao sirap es d.ligen.-iaa sem carcter
ezecutivo como sejara as citatoes, iutimac j vis-
toriaa, inquirigas e outras qun importan) n dtej.
sio das cause.a. contrariara o preccito doa decretos
na. 6 982 de 27 de Jaldo .o 1878 c 7,777 de 27 de
J i:ho de 18-11, segundo os qua a cabe aos interes-
sados apreientarem a n-n: m;i uo exequtur para
que a partilua surta seus >ll tos no imperio, fi-
cando assim revugados os n. 8 de 3 de F-veriro 56 de ll da S-ten'jrode
I882 c 3J) de 25 de Jnh i de I88i Ueus Gu rde
a V. Exc.Samuel Wallace Mac- owel.Sr. pae-
sidenta Ja prnvmcia de Pernarabuco.
l'iiifi-iKori's Jub da prcaideucia ue 17 do eorrente mez, foi jubilado
l bomas Aotouio \!a -i -i Monteir, protessor da en-
sino primario de Tirab..ba, por estar pbyaica-
mentc irapossibitiutdo de continuar no magisterio,
cao or-JenaJo propirci. nal ao tempo de exer-
cieio.
Por* p rtaria de igualjdata, foi tambem jubila*
da Maria Cavalcante tie Albuquerque Rocha, pro-
fesso.-a da la caJeira de ensino primario da cuiade
de Goyanua. por estar .:y -i uu ato iinpoisibili-
tada de coutuiorir no icngisU-no, escora a pensJo
correspondente ao ordeondo pr. porcionit ao :-. rapa
de exarcimo.
itnni a enaariomCompleta 1 .j JO annos de
idade S. A. o Principe D. Luis Maria Felippo, 86-
gundo filho de t. A. Imperial a Sra. D. Isabel,
condesa* a'Eu.
Amanda fasem 231 annos qae t. ve lagar a res-
tauragio de Pernarabuco do dominio holUudez.
Praiio Pemambucaao No domingo, 29
do c 1 rente, terio lugar, ni Prado Peruainbuca.no,
eorridas p; e a veocipetes, iateressaute diver-
timento que tem f.-ito as delicias de muitos circos.
Exei ciclo de brigada-dlontem tarde,
no Campo das Princesas, os corp .s da guurnicio
da cidade, formando brigada, lizerara ezeroicos
vanados.
Aseiatij e presi iio taes ex reici.s o Exm.'Sr.
gj-n'ral comraaudante das armas.
Club Carie Sum-.'i-N'i noite de 11 do
mes prux rao reaiisar-se-ha nos saines do Club
('arlos G>mes un sarao dunsaote.
A commisso eucirrugnda de promovel-n c qua
se coropoe dos Sm.-Jvac 'Jlementini Hanriques da
Silva, 11 -nriqae da Cmha Porto, Antonio Loouar-
do Rodrigues, Jos Frauciseo Marques a Jos
Joaquim Oas Feruaudes, pede a Exmas. seoho-
raa que sa apns uteui caracterisadas, o que in-
eo-itestiveima.ite mais re. e; e uriginalidadd dar
aquella festa*
l'iieairo Santa Isabel -Fez ants-baa-
tem beneficio a primeira tipie da coaipaohia hes-
pauh .la da zarzuela a Sra. Jaepba Pa, sendo
levada senas pul primeira ves, ua rireseate
tmpora.1 a maghific- opereta dos Srs. Di-Fran-
co y Vlaraa, denora nada Carapanoac.
J se tem dito ta-i o a re^peito do meraaimento
desta composicao, j ella tao coahecida do Hosfa
publico, que po criarais aos eseustr de repetir
qualquer cousa a Sen resucito, m-'.-n; ji o t 'alo
teito na anterior estaoai, mas, ten lo sido agora
a parta do i j ir cautada n.ir ura u vi artista,.03-
corre-nos o dover da emittir atgum juizo.
A respeito do valor do Carapaaona corno pro-
ducQio musical, pensamos qua pota esta p. ca ser
ctaasificada como u ua dan irialbor-'s do vheatra
hespaubol, e nio sabe nos mesmo qual eejft a que
se lbe .va.it .ge era bailesa, eadeueia a gosoo, rjois
nio ha um s un 11 iro que ni seja digno de at-
t-11 ci ; li.v-u.io entro edes algnus capizes de
despertar interesse at mes-no aos qae se disera
iulifforentea i msica, taes como o du:to da pn-
meiro acto, o du 1 do sexuado e o trio e o mu Jo de
ultimo acto, trecho esta quo tem f:ito naufragar
r.ais de un tenor.
A distribuirn das partes foi a .eoraii que ha-
via sido faita anteriormeato por esta eo:upanhia,
ezeepento di parta de. Alberto qua foi agora dea-
erap^uiiuda palo Sr. Rooaeel.
A oeneficiada, a Sra.' S*c*nt?!!ee, os Srs. Gsr-
ri.lo, liamos o Dirau foram tao bous iaterpretea
desta vez, quanto j o haviam sido as represen-
taco-a anteriores do C.momo:!; e todos porfa
co laboraram para o feliz ezito da peca, in: uaive
o Sr. Rousscl, qde sabio-se galhstdameite no
rondo, disioaiiJo assim o receio qne arguns nu-
triam a s.'u r.-speito, motiva i o pela bia impressia
deitada peto Sr. Maoso quaado cantou i,qaelle
tre-hi.
E' torca coufeasar que o Sr. Manso tinha a vos
raa's fresca, mas estava longe de ser o artista
'qae o Sr. Rmsael, e coma nio temos por lira
eatabelec-r coofr u'os, diremos que Alfredo 01
com telicidade desempenbado pelo Sr. R,liaseis
que mereceu os applausoa que Ihe foram dados.
Quem, porem, teve una verdadeira chava da
appUus.'S, fl ir -s, porabos, (anarios, toi a Itencfi-
eiada, qua uio ontrou uraa e ves eu scena sem
que fosse saudada por-prolongadas salvas ce pal-
mas e sera que o paico fieasse coberto de bou-
qaeta e fl ires esparsas, deraonstraces estas que
tarara iod-scriptivs quaado cantoa s beneficiada
a b-lla roma isa das Futas le Eva.
N iota e 11'. miras oeca-o -a f i a Sra. Pl cha-
mada rep-ti las vez s sceua e em todas eru enor-
me o numero de rico* ram a que ihe eram oftare-
cidos, como igualmente foram -lbe offertadas al
guanas j oas, sendo distribuida impresas ama mi-
mosa poesa da qual foi tirado um excmplar em
luz para a beneficiada.
O th-atro estava integramente eccupado pelos
espectadores o a festa de ante-hontem bom de-
monstra o apr- c 1 em que tida a Sra. Pl.
Acreditamos que ser serapre lumbrada pe r esta
artista a nono de sua testa.
0 bailado burlesco agradou muito, pelo que foi
repetido. x
H ije capta a eompanbia a zarzuela9 Relm-
pago.
atera;lpe e tlatdaa Hontem recebemos
folhas da Araaaj at 7 e de Macei at 22 deste
mes.
Lera os na Gatea de raenj de 7 o seguinte :
1 Aeompauhado de 0 matriculados, veltaos lo-
bos do mar, o digno pratico mor das barras desta
provincia, uoaao a oigo Sr. laeonidio Praneiseo dos
Res, acaba de salvar um patacho alleraio Tub,
que, desvisando-se dos signaes da atalaia du bar*
ra do Rio Real, eravou se uos baixius do suL
(



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taaudude arrau-
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corro, -o diga* Pr"
do fr. parte do loo** r*-*mrao.r
**Tiwto0Tirr. o^io *> *'?rn ""
rraLqu. boom q* < b -n-ment-os.
/X) patacho Tube eatava consignado so aieru-
do comtaTCiiDte, Wr. Fianei.eo Joa Mnrt.u.
. O -(forondo pratioo, Sr. L ouidio, offictou m
conticeuti 4 n-sa mJm g-r.e da Estancia e
capitmia do pjrio, dauJo sci-nuia do teu heroi-
co a humanitario proce linalo.
(Jue tolos os himens aaibimcamprr o Ma di-
ver, como ete, e o valeote marechal N 7 que nao
csssave usa batalhas de r-petir : Curapn o meo
dever, eide um fao o aeu.
Acaba d-fallecer neata cidade o 2 eserip
tararlo theaourana de fasesda Dionisio Joa
de Mne*M. ,
Lemos no 0r6e de Maceto di 28 :
No l).irro da Lavada Diooiai, o carroeeiro do
, 8r. Jot>qu;m Gato, f.rio 00 di- 15 cora un. (cada
a BfUil de J-sus, que segundo no luiorinma
acha-se en perigo do vida.
Coo>ta-nca que o i-ffensor nao fdrs preso.
. Tambora na Cha do Bebedero no da 15,
noel Francisco Peixoto dete-h u um Uro en MM
Folippe qne te sena mortalmeot.
Consta n. qu- este tao dea se em urna di-
ligencia dirigida pelo inspector do quarteirio
d'all cora algoraas pessoas e doos soldados de po
lieia qne foiam mandadoB pelo Sr. De. Oitieica,
para procurar om cabillo de alguem.
Bnvlaisa lliuaCraaoSU* corte rece emia
hontem o n. 48U fle.ta importante e espiritaos re-
vista, publica la pelo sir. Aogelo Agutini.
Agradec-una Ibe a off rta que nos faa constan.
temite de um exen plr.
ThyrathFomoi obsequalos pelo
bem couhecido p.ofesaor d- taebvgr-ebia, aetu.l-
moote anata eidade, Sr. S^baatio Mestrraho, cora
um exemplar do eeu livro, publicad- m S. Paulo,
em que croara*, a nobre arte de eaerever 4o velos-
mente como ae falla, e que .He tem eoninalo aw
e naa provinera da Par*, Amisuoas, Piauby. Pa-
rabyoa, Rio Grande do Norte, Maianbio, Cear.
leguas, Eapinto Snato. 8. Paulo, Hioaa-Geraa,
Kio Grande do Sai e S.nta C*thrin.
E' um trabalho curioso e digo- do eer eatu-
PalamaCrta eaeriptaa 4 de Deiembro fin-
do do Porto dae Caoiaa uo rio Santo Antonio di
o aeeoinre: *i__j
Dep.i de penosa viagem p> lo P-iperi Guaaa
chegaaioB a anta cabecenaa donde paaaimja para
as do auto Antonio onde ain la nos acbamoa pre-
parando-uoa pra deaeel o. 1Vm t.vida n. turma
do Piper, muit a ca a oe febre puluatre, maa le
lixm ute neubam bito te a bavido.
. No (lia 14 d i paaaado, foi mirto por nm tigre
o peao da torma artentiaa a> etrvio da braailei
ra, de nomn Mano-d AtT uaa Uodriguea : o lufoii*
deiza molber e ciric-; tiibi 8 m u.r.a.
. O ticto d<-u a- do s'-gumte mod >: Minjel Bo
drigues dcimiaem urna p quena palbuO que a-r
via para cosiuha, quaodo ae vio agarrado pela ca
beca, griteo pur aoecorr., e quandu ebegaram oa
comptnbeiroa qne dormiram pnximo, locoiitra-
ram-uo com um grande ferino-nij na cabici, p "o
qual eabiram oa mioloa. tigre ainia fdi finta
atravesenodo um piotieiro que aerve de poote em
om pequ-ii arroin. O fenmrn'o f 1 profun-jo, ea
taado completumente nrruhda a or.-Iba dir'ta e
parte da faca. Deaconfia ae que d. ate tigre for
tamben victima om conm da Blumecu, peao dv
turma braailrira, qu: deaappareo-'u ha m-'iea.
Frliam'nte a tra ni murta doua diaa depoia
damorte de Menoel Aftiaao, pof uia cuncunbado
da victima de u.m Vitalin. Machado,peio da tur-
ma braxileira.
A ppH do tigre pertence hoje a um dos mem-
broa da torma bmuleira.
i^o dia 2 do orn-uteoa argcntinoa offereceram
turma brasileirn um jiatar no qual se trocaran
mnitoa brinde!, aendo oa ultim-a no pieaidtnw da
Repblica Aig.-otioa e a S. M. o Imperador. Jato
Erova que as dua turme tem vivido ai melhor
armona,
a At fias de Dcxembro oa principio de Janeiro
eatarao concuidoa 03 trabaihoa; estn todo* ao-
ClOtOJ por iat. e tribalna-ss ora toij o atan O
matto cora o calor que j vai taaeudo e a quanti-
dado de mjaquitos o ootroa inaectoa, lorua-ae n
aapjorta7el, aniam todoa cim o rosto e a mSoa
inchadaa. .
AarrlmeaNoroP*1j miaiaterio do imperio
foram reoii-ttidoa aoa da fatenda, da agricuitura e
da guerra, e aos directora da escola Polycecbmca
da escola ae Muas, exemolares do decreto 11. 9,827
de 31 de Dcx'.-mbru ultimo, que regula as h-ibili
tacoea pura o ext-rcicio da profits&o de aerimeo-
sor ; ped^nd.'-ee, quanto ao miuiaterio da fsenla,
que providoocie CJmpetentemfOte ac r aolvi sobre a taza que de-
vam pagar ^ peaaoaa qu-, na onf.rmidade dj
mesmo d-creto, rquererem aer admitt.das a exa-
mes perante as 1 scolaa Poiyt-ihaica, de Minas e
militar do Rio Grande do riui; e determinando ae,
quanto primeira daa meocionalaa eacolaa, que o
respectivo director providencie opp.rtunauie.ite
pira qu* s'j org^maxdo e logo aubmettido ao mi-
uiaterio do imp-rio o pr gremma de qae traU o
art. 5 do decreto, de m-do qje, ouvidaa aa uatras
duas eicolae, pjsa publicir-se eaae programma
coma precisa auteced. ncia em rlc4> 4 poca em
que se dt ver proceier ua di Minas aoa examea
exigdoa para a obtenc4i do titulo de agrimensor.
Fud -1 fundo com ?oa de aer applieadu, t. m occorrido a
alforri de 818 eaeravoa na provincia daa Alag-,
miidiantt a ludemnieaclo total de 4ll:118M>10J e
para eetR quantis contribuiram oa libertauJoa com
a de 49:16-5*880. producto' doa s-ua p'cuo e ju-
ro correspondente. Frr-c s deapresadaa, dedu
ae o preco mlio dn 502* por al torna
> Sete qujtaa tdm s-do diatnbaidas por cont do
mencioimao fundo, d*a o Jornal do Lonmercio d^
corte. A ultima, na i.nportanea ae 2.0O:uOOJ,
foi datribuida a (> de Abril de 18%, e de; cir-
cooMtanEia coHigimos queog.veruo aguarda a
ente reepeito deliberacao do parlameuto, o4o de-
aejaado continuar 11 reagatar cscravoa p-l >a pr-
55 da thbella atabelecida em 1885, inqueatiooa-
v -Imenli: ezag^rado para a u 6r parte do Imperio.
Eata reaolucio, ae tata aaaentada, mnito para aer
louvada. Qoando Udoi catamos presenciando o
rpido carao qu-i leva a obra da emancip*c4o, a
offerta di alto preco por eacravoa teria o natural
raaultad. de entibiar a pbilautropia particular, dan-
do ao a ieaigoaldadea odioaaapela preferencia que
teria de a-r dada a alguna. O tundo de emincipa-
{io, aeiiii'i tole eoncorrer com importante conu
gente para a diminoiv^-o da p; puUcio escrava, tev
acontesUvcImente ttTeito e u.fl .enca m>ral uo
andamei 11 do problema. M loor uio poda o Eata-
do >ignili;ar o aeu desejo de abreviar a eztincoao
do estado ervil do que alfornaulo esoravo por
dinheiro. As circumatan -ia 4o agora profunda-
mente di vera* a daa a'aqu-lki ttrmpo. Qoando urna
s provincia liberta em alguna m xea maior numero
de eacra voa, do que fundo de emancipaco en 15
anuos, p le 0. m o Eatadoezimir-se de, por aquelle
modo, c.m sacrificio do cotre publico, operar
quasi imperceptivelmente a prol daa altorrias. Oa-
:-ro,e nmis el-vados, sao agor d deveres que ai
circumii.a-icia iodicam 4 previsSo, 4 labedoria ;
ao patriotismo do governo.
RlacnUliK do Alo .rancie do Sal
O 8re Charlea Pluym t O. recebdram om aorti-
ment de bia<-outos do Rio Grande do Sol. Sao ex-
cedentes, a julgar pela amostra que d'el ea nos
remeturam aqaellea senbjrea, estabeleeidos 4 ra
do Comini rcio n. 24.
(laraninns Desta cidade eacreveu-nos o
seguintc: o noaso eorreopondeute em 28 det'i
mes :
E' tempojde voitarmo a oecupar o mo
deato paato que temos oesta columna, das quaea
andavaioos divorciados p>r motivos lodeoeuden-
tes da cosa Tontade, ba muitoa mesea.
m Aqii calarnos, poi. para primeiramente pedir
desou pne, juetifiear omissdes e invocar absolv
cito da 1 Ilustrada redaccAo deata foiba, e em se-
gundo lugar co'i'inuar em a nosaa pesada pare-
grinafii, na difiieil miaao a qual voluntsrianten-
te no* iinpozemos desdo longo auno*.
a Um grande incentivo, om poderoso auxilio
tenso tido verdade : a generla coodeaceoden-
cia o b nevlo acolbiaieno deata redacelo, a
qrjem cordialmeute com prim-ntaoios, desejand}
aos aeua Ilustres meraor, que tiressem tiato bja
fetas e cito .3 eutradas do auno que corcea a
raiar no 1 b o aoo'e da vida.
Vara i, p'irm, aos tactos.
C'CJ a maoguracio da eiteeia desta eidade,
lacto importautisiimo pora o seos aunaes, n'u
Siariodo ri-ceotissimo, tem-se dcaeuvolvido por t il
arma o gasto do no* 'i agricultores e pesaoaa al
aqui me amo estranba a ngnoaltnra, pelo planto
do caf a cacao qn : fas admira, e cal ai sendo o
es dewssvolviawnto que tongo uio vira o- dea et
nnnMs
Hi
usa *
26 Janeir-s de

tutur oreceiiliMiiuM
marua, ooti'ora l*-a
pjderes-psjole r
. O Sr. r. Mitfwl Galls*nrfs> penSMr me-
a-e contrae*-! eom urna p-ssea aaWiiUda yai
residente, por e notara piblioaa; aot coud.voaa
o-uito vanfj -aas, a |>tntt. fo le 2.500 pea de
c e 2,000 de caco-- iro.
TE com .ff amor pelo trabalho dado p r., tem ocontrado illuecre. proselytas, nofos
coutracto de igual niUureai sa eU> celebrando,
com leconbeeidas vsotageis para o propruta
rio do terreoo pronm. a esta cidade, qua es
eatio veodendo pjr boua precoa, e asaim anima-
das elle tambera preparam e para sszwor .r esta
nva io iu-tn 1, io apropriada ao nos>o cima pe
eu* benigaidade ezcepoiona e que conatitoo boja
a mxima prooendue doa povoS nademos.
Oa a que ate ezemplc deaportem a atteo-
co oio dos podare pub ico, levando log 1 a
eSeu-j o fallado pr Jacto de cnacio aqu de nu
cleoe c looiaes, maa tambe o doa capitalista e
commerciaotes.
> Ha em n OJ ettoea erm que criar vaiorea
que podem reatituir ao comnercio a, em graaie
Prte, perdida imp taucia, n a ni retar-uo-ba
aimpleamente a couioUcio de havormoi contri-
buido, se bera que nodeatauento, para a prop.-
riade de um povo desgraoa lo, na infancia da ci-
Vilisaci -, a falta tmiuie de quen Ibe d a mi
e Ibe aponte no futuro a attrira da telieidale.
Vamoa mal de forea put ica ; o destacamento
acbs se to redondo que (l.fflcil, aeoao ia.poai-
velfatercom prom.tidi 0 policiamooto da co-
marca, uqic da cidade, com a regularidad* re-
querida em um ramo lio iu portante do aervico
publico. .
Esta cidade por bus, importancia e agglome-
rajao continua de p-asoa ei tranlias localidade,
contando, alera diato, tres di .trido pjliciaea, qoe
e-rtameute, car-cera d) auxilio da torca pub.iea,
nao p Je continuar a ser poiiciad por 12 prao
incioaive 4 inferiores.
Jo .luatre Sr.'Dr. liibei-o Vranaa, digno m-
giatraak que ae aeba 4 treule do iaatwrtaaUaaimo
aervii.0 pilicislda proviocia, e*paramoa proxptaa
provideuciaa no aeutidode anr n Iborado a noaaa
forca publica 4 bem d ojasa trauquillidade e se-
gurarte 1 individual.
Uom a pompa do coalum celebrou-ae na da
1 d' coi rente, om misa cantada 4a 11 huras da
maoba, prociaaj 4 tarde e ladaiuht a noite, a
teata do gloiiio pidroeiro d 1 fregueai.
A Concuneocia foi e-ornie, natundo-se gran-
de uuusnto de penaoaa da c)>itl e lugarea vial
ubn 4 entra ia de trro.
. Celebrar-ae-ha anda no dia 2 de Pever iro
Tiodoaro a i- ata do anriyr S nebtatiio, qje pro-
melle ete auuo aer f^ita com multa pmp*.
Grande ti-m tili ltimamente a quantidad
de milho f gao espartado do uomj mercado para
oa da capital
E, grauaa a eaaa enorme Habida, oa nossos pe-
queooa lavradorea de cereaea.izullam de praser,
poia, elle* eato aendo vendid ia por prec.s a que
ha muit 1 oio altingiaui,
E aa feraa te^m aido mu.tiaaimo coocorridaa
e abun lauts, uotaodo-ae j4 graude animado uo
Cominercio e na apicultura.
a A compra de algodio ti.mbem teem eido lei-
t-.a em grand 1 escala e auiin clamante, notanlo ae
capualiot -a j e.np 11I1 I-a inste impjitaute^eue
ru de n-*g icio,
J4 vecm, pjis, q-ie por ama completa trana-
formavio Tal pasaando eta importante cidade
desde o m--moravoi da 8 de Setembro de ftatSs,
data irnmortal para o annae deata comarca.
bopodrrda louomolivt pode operar boje,
no seenlo daa loica, taca milagrea I
Eateve aqu ba poneos diaa o acadmico Ri-
beiro da Silv., ansas lo xerr piare do aua ulti-
ma produccio dramtica0 fltbtu.
m O utalluot m v 1 vio curiado de excellente
reanitadoa os aeus eaioicos, consegumdo paasar
- qui numero regular de cxeiuoUres de aeu drama.
No da 21 00 >orMe che^aram a esla ci
dade os Eims. Sra. asMnViersi Luix Felippe de
Sousa L-io, A'var-i Brblbo U^b Cavalcaule,
Barde ue Araribi e Frex-ims, Dr. Aoi. Ca-
valcaDte, TeiZ'irade Si, Goioea Coimira e gran
de numero de diatiuctoa eavaih-ir
gem de recr-io, aeompanhav-m o illuatre chefe do
partirlo liberal peruambucaoo.
c li iitem em frjnte do bo'- 1 Duae Nac?ea, onde
ge h lapedarara oa illuat-es v ajaote, toi armado
om benito coreto, onde a ba ida de muaica desta
cidaieezccutou lindas p Qas do aeu vaa'.o reper-
torio Neata iccasiio largar .mae muito3 fo ;u-:-
tes A-t bimb.is reaee, seo^o o txin. Sr. cooselbai
ro Lu 1 reiippealvo daa maii significativas pro-
va de alto apreso e inereeiila consideracio pir
parte de seus amigo* p iticoi.
Hoje regreaw u i capital a dutioeta comitiva,
iodo nj trem, alm degraude numero de p.-ssoas
grada da omarca, que for.im acenpaobar at
Cauhotioho o Sr. enador Lun Felippa, a banda
da muaica o'aqoi, completara ate ooiformisada.
c Oonala 11.ia que oa illuatra viajantes K-varam
deata cidade b-ra a^rslaveia recordaceg, e foram
baataotes arrebatados pela ameoidade do aeu
clima.
a Fillecea D. Joanaa Furtado, cp;si di Sr.
J.se T ilea Kurtndo.
tira ain la tauto moca. Oeisou na orphioda
de cinco innoceotea fiamhis, quaalo man preci-
savim d a douea emebegoa qao o n'a mii sabj
prop ncicnar.
Au revoir.
O* pbu>aarua- A Franca, a Suecia e a
Auatria oau os paixe ou Je a induatria dos pbos-
pburos off rece maior desuov .Ivimento.
Em FrD9a, etta induatria aijora representada
uuic-neute pela Uompagme Gurale des Alm-
tntltea Chnniquea, cooaiitiila no me de Odtu-
bro de 187 ; a comp*naia Mga ao governo ara
direito d.J6,030,0 O francos emqoan-o o couaumo
oio se elevar cima de 4 > mil uiiiooea de phis-
phoros e 6 ceutinoa por loO phoapboroa deade que
paaae d.-ate limite. Cnna m-m-se man ou meuo
era Prnc*, por auno, (>5,7uO lailbdea de phoaph rus,
doa quaea aio 54,750 de madura e 10,9M de cera,
que se tai-m em uov fabntas,sitalaa em d'ff
eoarreacia, najo
1- uno inxa*% die
yaterii^
tO 1 6 1- Sr. '
Oda repufucio. -^
O Sr. M ii*t Ion, asfcaVrr-i- nentroaae
con en bohemio que se Ibe offereeeo paca gula un.
visita 4 torra oft-recioneoto e, a*ara inaiantea depoi da ter *
bido para a trra, em. eompsnhia do guia, ouri-
ram-se algumal detooacSea.
O ingle deseen oom a roupa coberta de ssngue.
S-guio ditectaiaeots para o consulado da Inglater-
ra *lli daeiarou que o aeu guia se laucara lobre
elle para o roubar e aaainar. O doutor entio
tomara do revt Iver. e desearregara-o por varia
veaea aobre o aguaitante.
O guia foi ncoutrado morto no eimo da tcris.
A polica heapsoboia abri aammario do p oceaso
e o Dr. M.dieitluu ficou preso.
airecioriu aa oara* ae eoaaervs-
eiu doa portoUjlatim miiteorologico do
01a 24 de Jan- ro O- I8H8
Horas
6 m.
9
12
3 t.
I
26*l
28*l
29' l
29'i
28- -51
Haromstro a
0*
760i06
760 "92
7b0-98
76i-74
760-18
Tensao
do rapor
19.69
19.34
19,59
20,03
1171
"S-
a
a
3
77
6s
66
67
70
I einperntura ujaxna30 ,01
Dita mnima25,75.
ttvaporaoio eut 24 oras ao sol: 8,i"5 ; aom
ora : 6*",8.
Obav 1ii ul ia
Dirreoo do vento : E durante todo o dia.
Veiocidade media do veo te: 3 ",52 por segundo.
Mebuloeidade media: 0.38.
Boletira do porto
>k

M.
M.
M.
H.
Di.i
24 de Janeiro
a
25 de Janeiro
Horas
158 da tarde
8- 2 a
t 2 da manhi
8-10 >
AJtora
2"00
0"77
1,-99
0.OI73
LeiiOe* t.::ec;uar-ac lo .
Huj :
Pelo ageote Paito, 4a 11 ho. as, na ra do Mar-
ques de .inda n. 52, de mjv is, etc., etc.
Amanbil :
Pelo agente Stepple, a 11 horas, no pateo do
Paraiio n. 31 A, du eetab lecimeuto ahi sito.
SaOOado:
Pelo ageote S' pp!--, 4s 11 horas, na ra do
Imperador n. 22, de predio.
Pelo ageute tktsa, 4a 10 1/2 horas, na ra Du-
que de Casiaa n. 73, da raoveis, Luna, vidros, etc.
*i. s fuasoit -nao celebradas :
H -je i
A'a 8 biraa, as matriaea di Jaboatio e da
Boa-Vieta, por alma de D. Aatcuia Lins de Arau-
jo Mello.
Araanh' :
A's 7 1/2 biraii, na matriz de Jaboatio, por al-
ma de Prauciaao X-iVier Cirneiro da Cuoha.
Paa*alri mi^bidoa para 0 norte no va
por americano AiXvunce :
Au! no R. de Aiouqu-rque Mello, Maria M. de
Albaquerqae, Liis de Albuquerque e 2 criados,
Josepna Toata, Deap.x Hemy, Delabeye Alhanae,
L. Martina, Luis Martina e Thoraas E iWarda.
Coega la de Fernando no vapor nacional
Gtquid :
Virgilio Tavares e 1 criado, Joi Guilherme
Verde, 28 presos, 4 pragar de liuha. 3 mulherea e
5 meninoa.
Llhegado de Rio Formoio uo vapor nacional
Uan laiu :
Mana Eugeoill G nc >l V'8.
Keuine iielaea -Ha hoje a seguinte :
Dj Gremio Recreativo Familiar, 4a 6 horas da
tarde, na roa do Imperad ir u. 19, Io andar, era
aaaembla geral.
Domingo t rao lagar aa legointea :
Do Institu 1 Litierarlo Olindeoae, 4a 10 hora
da manbi, em aua aJe, da coosalho administra-
tivo.
Da Mi ierra Progretso Peruambucaoo, 4s 10
boraa do dia, em ana sede, para em assemola ge-
ral tratar de negocioi diverso*.
Ibis de limenciio- .Vlovimnnto dos pre-
so da Casa de Deieneio da Recite no dia 24 de
Janeiro de 1888:
Ezialiaui 399 ; eatraiam 5; sabir ain 4; exis-
ten 400. >
A saber;
Nacionaes 331 j naaih^re 4; -strangeiro 5
acravoa aeolcociados 9; ii-a proeesaado 1;
idem de coire.coio 3Tjtal 400.
Arr-.c-i id .a 363
Bons 345 doeutes 24Total 369.
Nio hoove alteracio na enfermara.
Foram li -mt ui viaitado os presoa de-te
beiu ira-Mit > por 106 pesaoaa sendo hones
mulheres 71.
Iluapiiai Pedro IIO movimeoto deste
hospital ni da 21 do Janeiro, foi o aeguioie :
Eotraram...............
Sabirain................. 16
Falieeeram............... 3
Existen................v 584
Foram visitadas as eufermarias p.'bs Dr. :
Moseoso, nao comparecen.
Cysneiro, is 10 1/2.
Barros Sobnr.b.,, 4s 7 i/2.
Berardo, 4' 10 1/2.
Viveiros, as 5.
Malaquias, .i 10 1/2.
1> nuai. 4a 10 :/2.
Estevio Usvalca ite, 4a 8 1/4.
Sim.-a tiarbo ia, S 9 3/4.
Cirurgo deu tiste Numa Pompilio, a 7 ii2 bo-
tas.
O pharmacentico entrou 4s 8 1|4 e sabio 4a 4
eata-
35 e
Qje trate r--intiii?eneia 1 Qoe acabruuhadar
E' basa verdade qaeo habito d cachimbo en-
torta a hooea. A convivencia sita os meo in-
tioctoe, esae hombrear constante-rom aquella
cauda a que {4 no referimos, est dando a* orgio
liberal orna feicio tal qae em breve o publico
confundir o escriptorio de aoa redaccio com o
eitabeleeimento municipal que fica oas visinbau-
cas da igreja da Peo ha.
Nos que, antea de todo, presamos o crditos
deata grande capital, lamentemos ue desvio de
ama imprenta que devia honra!-.
Tas eonaderacoa nos canem do bico da peo-
na ao lermoa maia urna aggreaai >, tio grosseira
quaoto injusta, atirada contra o honrado preri-
deote da prewnoia, o Exm. 8r. Dr. Eaphraaio
Crrela, a prop iaito de um acto por 8. Ezc. prati-
cado n pelo orgio lib-ral qualificado de impu-
dencia.
Por eaie acto, datado de 10 do correte mez,
mandn o honrado presidente addir ao Tbesouro
Provincial o Sr. Walfrido Brrelo de Mella Reg,
com oa veueimentoa correapoodeotea ao logar de
2 esoripturario, qua.ex-rea no extincto Contla-
do Provincial, visto ter ene empregado provado
com documentas estar iei-nto de culpa no procesao
qoe contra alie e outroa ffira instaurado.
Foi isao ama arbitrariedade ? urna impudea-
?
Qu responda a le provincial n. 1649 de 26 de
Maio de 1582, cojo art. i" vamoa em seguida
trtnserevrr, e que, emoora citado no a-'to profl -
gado p lo Jornal do Sceife, nio impresiionou este
urgi partidario, nem poa freio ao seu prurido de
aggredir.
Eia argo :
Fiei o preaideote da provincia aatoriado a
addir 4 qualquer reparticio provincial oa empre-
gadoa do Consulado Provincial demittidos por
portera de 11 de Fevereiro de 188J, e julgadoi
< sen culpa no procesao a que toram suomettidos
c m vencimuotos .eorreapondeotes aos lugares
que exorciam e na mesma catbeo:ia aoa dona
dispecsados na reorgauisacio do mesmo Consu-
lado em viitu le do regulamenco de 4 de Julbo
de 1879, com catbegoria e veocim-uto de 3*
m eacripturario a
Eaaa le toi seccionada palo coaselhdirc Jos
Liberato Barroso.
Aotea della, por propria aatoridade o Sr. D .
Epamiooodas de Barros Crrela, vico-prndeme
liberal, pralieou, sem censura, com applanao pro-
vavelmente, actoa perf itamente igaaes com rela-
cie aoa empregado* Jlo Hermenegildo Borge
Oinis e Fraociaco de Paula Ferreira da Auoun-
ciac i ; e depoia deila, que veto como qae aaac-
eionar os actos antecedentes, ti ver aro igual proce-
dimeiito o cooaelhe'ro Joa Liberato Barroso a res-
pei'o de Al- x mdriuo B-roardino dos Rea e Silva,
e o deaembargador Jo3 Mauoel do Freitas com
r>lacii a Jote Torrea Campoa de Medeiros.
Si o partido liberal nio rompen com auas tra-
dicea, ai aabe e prea aua propria hiatora, ai nio
outro partida liberal novo, que nada tem qoe ver
cem o p eaado, como aeceiton e applaadio aqaellee
act"S e, h.je, por acto igual injuria qu em o prati-
cou com a qualificacio de impudente f
Alm de que o requinte d maledicencia qua-
hfiear de impudencia um acto aatoriaado, im-
posto pela Ini ; quaodo maso ^impudencia bouvea-
ae, impudentes toram o eonaelbeiro Jos L;berato,
.. desembargsdor Freitas. e, maia qua todo, o Dr.
Epammondas do Barro.
E o da tal quilate al aceuaaces qae diaria-
mente asnea o Jornal do Rec fe contra o boarado
Sr. Dr. Euphraaio Correia.
Que crdito querem merecer um i imprenaa e
nm partido que aaaim precedem ?
Naa propria coiamoa do orgao liberal, qoando
oio o mal entendido espirito de partido a tente
onde vio beber inspiracod oa eacnptcrea, a ver-
dade iasoS conceitos romo o segrate que copia-
mos de us pub'iicacio do mesmo orgao, feta na
mesma data e a par do artigo de qae nos oceu-
pmos.
E i-oa :
Isao nio quer dxer que dnvidamoa da energa
do Exm. Sr. Dr. M.nocl Euphraaio, cujoa credi-
toa como adminittrador honesto, inteligente e
fiel exaeator da leia lem sido proclamado pela
< impreosa do ul, e sos j4 podemos avallar mes-
mo em.sua curta adminittracio aqui, e at cem
. relac&o 4 iliuminacio pelua ifiicios que t. m di-
rgido ao Dr. director daa Obras Publican.*
E' poia, o proprio Jornal io Hef qaem res-
ponde 4 columna liberal no coaceito que fas do
honrado presidente da provincia.
Yd' -masnu-n, que admira, as a- guu.toa paraiea-c
s pobre diabo, ora bola, ten conservador principe
idos to'os, o truno etc !
Si da*ae quilate a delicadesa do ama vil 8 r.
Uysses Vianna, po e ella impar a mao parede l
Neobum corneta de batalbio seria maia brutal e
groiseire.
D ixemoa, porm, isao de parte, mesmo porque
pouco nos importa o ladrar do ci, e vejamos si
o ar.iculista, grosaeirio e pedante, foi _mais felix
no final do eeu escripto, quaodo ee occopu do
honrado presidente da junta aparaitra do 2 dis-
triato.
O Sr. Dr. Silva Reg, dis elle, para immortali-
nar-Bi-, qois iaitar Eroitrato, destruiudo o tem-
plo de Tbemis, como este tisera ao de Daos;
mas qin-r o leitor saber porqae ? Por nio ter se
resolvido a tomar e summar voto aem ter o im-
ceeaario para eicreverl... E, aioda pir isao,
vivemos em um detses periodos de decadencia, em
que a *upeita4 um d\reito e a denuncia um dever !
E, aioda por iaai, o honrado raagistrad. ni o se re-
velou s um doa.l instrumento, mas tatnbem
um cREDcto digno nio tanto de colera esndignacao
como de lastima e CQmmiseraeHo I....
Um CBUDLT-0 !....
Deeididamenie o redactor departido liberal ea
t mal collocado no posto qne Ibe deaignaram
Nio tem geito nem aptidio para aa Iqctas da in-
prensa. O que ellle eacreve nio tem senso com-
mura ; quando nio nsalta dix banalidad-s e toli-
ees de marca ma'or. Poderi vir a ser um bom
erown ; jornalista qoe oio.
Depoi de todo quanto se escreveu nest? Dia-
rio sobre o adiaracnto doa trabaihoa da junta apa
redora do 2 districto, o qoe cumpria aos aecusa-
dores do Sr. Dr. Silva Reg, era demonstrar que
3. Kxe. tiub mal comprido aeu dever; qae o sea
prucedimento uio encoutrava assento em neubu
ma disposcio legal ; nio, porm, invectivar, n-
saltar e lujuriar ao nobre juia, e, forca confes-
ar outra couaa nio fes o articulista.
Ca argumenten spreaentados para justificar o
adiament oo dia 19, dos trabaihoa da junta apu-
ra iora aiuda nio foram, nem de leve, contestados.
Estio de p.
O Sr. Uiysses Vianna deve acbar-se corrido de
vergenha pelo modo porqae o seu (.reposto vai
desempeobando a miesio que Ibe foi confiada.
Para defender orna mi c .usa, e pessima a que
se sosteata ex aiverso, p-eciso mnito talento e
moitogeito e o articulista nio passa de vm pobre
de espirito.
Demitcavo o Sr. Uiysees Viaona a bem dos foros
do seu partido.
R cife, 25 do Janeiro de 1388.
Um conservador.
Aos aMftres do Carnaval
A bem coohecida lija de miadesas Eazar da
Recite roa Marques de Oboda n.11 (actigf
roa da Cadcia) reteb-Hi grande eeompieio surt-
ment de mascaras carieatas para b-meni, senbo-
ra* a cnaneas, e grande eoHevO'B para club a
sociedades caruavaleacas. Vndese por preeo m-
dico quer em pequea* eB grandes porc8-i>; vale a
pena visitar o Basar do Recite para ver-o melasr
sortimenti de mascaras que tem viudo n-aite mer-
cado.
Tem grande otimeato de bisnagas a preco sea
Como- tenoia.
No Basar do Recife roa Marqnes de Olinda n.
11.
Ao publico
Em falta dr> outro meio pelo qual poaaa
manifestar ao II n. Sr. Or. EatevSo Ca-
va! ante de Albuqu-rqua a minh* gratidSo
pela boudade e ia neira cari losa cem que
tr-tnu a minba esposa por o -.casio de um
parto laboriosissiiDo, em que ella tsria ioe-
vitavelnente de sor viutim seno foaae a
pericia e redicayao deas* alma verdsdeira-
mente generosa, prevaleco-me da i npron-
8a para hypothe.-ar a S. S. miaba ter-
oa gratido por a j import tote favor que
aoaiba d fazer me, i-i:ij -nh" n i -so com O
maior desinteressa em arrancar morte,
como arrancou, miaba ti I companbaira.
Queira o Sr. Dr. Estevio perdoar toe, se,.
trazedo ao coahecimento do puolico o, sea
nobre procedimento off-ado a aua modes-
tia. -
R-icife, 25 d Jan-iro de 1888. "
Reginald. Francisco dai Chagu.
D.
;dida

espe
O bacharel Manoel CUudino de M -lio <: Silva,
embarcando h-je aa bordo do paquete Mandos
acompanhando sua familia, e nio podendo despe-
dir se de toda as p-sa >aa do sua amsade, o faa
pelo re-ente, pndind-i descupasde nao telo feitO
pesscalmeutd,. off recend.i-lhes aeus aervic-os na
.te, onde prelende demorar-ie piuco tem oo des-
ta vez visto anda uio ter hq-iidado s cios em Pern .mbuco.
B. i do do Man s, 24 H Janeiro de 1888.
Claudmo de Mello.

ESPEREMOS
riBLi&cofcs a nmm
Programma
Da fe&ta do milagroso marlyr S. Se-
verino
O pjpolsr zampe autisoorSutieo comeccu a ser
abandinado pelo eorpo medico, deade que ficoo
di moostrado qu '-8 plent^a que entrara em sua
eomposicl) perditim, pela deeoccio, grande parte
de anas propriedndea. Oa nvdieui entio o subst-
toiram pelo xarope de rbao iodado de Grrimault,
preparado a fri, que. aira das piantaa do xarope
aouaeorbutico, cooioo urna cert qu*ntnlaie de
iodo combinado com o sueco d i agriao. Este xa?
rope convm 4s pessoas fraeas > peito, n crian-
cas sem appetite, plidas, delioadae, a quesoffrem
de mos humores, de eruocis da pelle e de en--
i **^]^1^^l?g: E,le
da tarde, na cap-lia de Santa Tbereza
deata cidade, ter lugar a biiigao da ban-
deira do milagroso msrtyr S. S.-vt-riuo,
offieiandu o Rev.o. conego vigario Augus-
to Adolpho S jares de Kuai wetter, cera as-
sistencia de irmandadea e da Sociedado
Philarmoniea Pj-d'Albenao, qua tocar
es -ulhi-ias p jas de seu repertorio : aaliin-
do em seguida a ruesraa bandeira, proces-
sionalmente, para a cap -ll-v do engenlio
Ramos, conduzida por meninos de ambos
os sex is, uecentAmente trajados; e, ao
ehegur na referida capella, haver ladai-
nha, antiphoaa e o hymn> do santo ar-
tyr, grande orebestra, aendo depjis bas
teado o estandarte, tocando eu todos os
actos a Philarmonica Pod'Albense, esubio-
do aos ares diversas gyrandolas do foguo
te
As sonhorai affectadaa de anemia, clorse, Cam-
bras e ddrea violentas de eatom igo, a mocas do-
rante o perra lo de s-u drsenv ilvimento, e l
creativas plidas, lymphaticas e aesa appetite ceo-
vem a raelicacioferra^inosa: prramuitas VMM
o medico brigad > a reuuac;ar ella em raxio
da priaio de vatre quo o aso dos ferruginosos
produz O ferro Grard, admittido na Buasia,
um reeonstiium'e de p.-nneira ordem e corrige a
pr8o da ventre.
------------ o ----------------
Aiaqne-se a oi-isem e nao os jm
taMiiM
N. 38*.
Uevemo-nos lembrar que os symptomat aio a
prova da laeta da uaturosa eom a mo'estia. Dis-
se-uos quo- aa furcia aaimacs eatio luctando com
o-veneoo ocjulto. Auxiliem se e fortifiquem-se
com ease realaorativo n -toral e aobcrauo chama-
do a Salsaparrilha de Bristol, e o resultado nio
ser duvidoso. Nenbama doenca pode resistir a
8e o iaimigo se aoba der-
essa poderosa allianca.
Era conclusao ser largado um importan ramada peiaa veaa, eate grande detergente o bus-
'ca e o deaaloja dellaa. O oclu do iato, a toase
que indica a tiaica; as cbagas quedeootam a pre-
aeno dua escrfulas, o ter iveia padecimeotos do
co. do do eapinto
te balSo.
o dia 27, comer-ar3o as novenas, que
sera) cantadas todas rs noites, s 7 h iras, ,,j, .. do eapinto inhereutea um estomago
i pequea orebestra, sendo sonora ex, u achacido: e o estado preternatural do veotre, des-
* .._______ ____^ 1 ,, ,. 1.. li'.r^TMir.ie noli,
rentes puntu do territ irn, e 1 ceupam maia d-. 6.UO0 da^ tntCM.
operario de ambo os sezon, uao entrando ueste
numero 12,000 peaja ( aaor parto mulherb e
meuinoi), que se ocenpara nal canas e empicow-
mento. .
A fabricacao do phospboioa de madeira conao-
aie nnr nuo, 40 fijOOiO a 500 0 X) knos rararaas de eoz ,fre e correte o1 neio da, na igreja de Nossa Senborn
3UOO\>0 de ph..pnoro. O. 10.950 miib5o.de pho. |d Couceicio dos J
phoros de cera representan 1 m contorno de 300,0 O
O ajadaote ontrn s 71/4 horas da manhi e
sabio is 5 da tarde.
iioiena la provincia A 3* parte da 11*
lotera pelo novo plano, cujo premio grande de
1()0:0000 sericordia do Recife, se eztrabir no dis .. do
k los de fio de algo.o, 300OJO de eteariua v ...
6j,oO0 Je pbospboro. Es*^. nmeros s se referen
ao couaumo en Praaca.
A compaohia ezporta gra ides qoaatidade para
o Rio da Prata, Oaatemala Peri, Japio e oairos
lugarea. Kata ezportacio lepresenia urna somm*
ann ial de lo milhoes de traucos.
O cooaumo interior est re presentado por um va-
lor de 66 miludes de tranou, e o valor t tal do
producto da compaubia ie 80 milboea de fran-
c.ia assim repartidos : dimito pagos ao governo
36 milboea, eommnwao de \eudedore 13 railboe,
direitoa de ozporueio 1 mil bio e 800 mil trancha,
gasto da produccio e lucro 30 milhde e MO mil
tranco*.
Em pouco* paiae a fabricacio de phosph roa
tem tomado deeen volv mente como na Suecia. Oa
phoaphoro auecoa silo contenidos no mundo io-
teiro.
A Suecia que em 1865 ni" exportava sen ...
1,114,677 kilogrammaa, em 1874 exporton 8 63 j,5l0
kilogrammas representando um valor de 6 in.ibe.
de francos.
86 a fabrica de Joukopinga, prodas annualmen-
te 8,400,100 franco de ph.-ph ros, e o valor da
pro Iuicj de 'i uutras fabrisas reunidas eleva se
mesma somas.
A fabrica de Jonkopings onenpa i 350 pessoas, e
todas aa fabricas reuuida 3 50U peas as.
A iinpnrtacao de phuspti n p.-la alfandega da
corta, no exercioio da 188!i1886 e 1888 -1887,
foi de 2,399140 kilo*, no valor ufficial de......
1,661:72*000.
Era 8. Paura est traballiaudo regularmente a
primeira fabrica de phoiphoroi qua se abrs no Bra
sil, e acaba de ser visitad), pelo Sr. ministro da
agricultura en aua recente viagem aquella provio-
c a. E tas ou 24,0^0 caixa que ni- chegam par o avia-
meoto daa eocommendaa, emprega um peasoai
regular, composto esa saa inaioria demoluero e
crianoa*.
Neata corte e as provincia do ul onde o con-
sumo deste artigo enormn nio temos anda orna
faorica oeste producto. Pa-ece, porm, qae a te
remo* brevemente, pelo mino* j eatio tratando
dase os Brs. Or*. Joaqun oa de Siqueira e Vc-
tor Manos a 8oas Monten o.
rana a (lea ocearromela No Diario,
Cemiterlo puolleo Obituario do dia 24
Je J an. tro :
M noel de Fontea Qornea, Portugal, 49 annos,
aolteiro, Poco ; lyraphatite p roicioaa.
J....0 >pi.iai>. da Coala, Perosmbaco, 23 anuo-,
aolteiro, Boa- Vist ; tubrculos pulm nares.
Boa*, t'emaiabuco, auuo e meio, Boa-Vista ;
convula.'s.
Peliope Antonio de Lima, Pernambaco, 45 an-
uos, casado, Bis-Virtt ; diarrba.
Manuel rt.m.ia do Nasc m n-o, Peruambjco, 32
asnos, aolteiro, Boa Vista ; diarrba
Bilveavre Pereira da Silva, Peru>mbuco, 62 an-
oos, eaado, Bo .-Vista ; K sao Cardiaca.
nOIMUNICADOS
foraal do
s\ Impndeucl 1 do
Red fe
O orgio liberal eati perdendo a* eatribeiras !
Vai-lb* j faltando a paciencia para lupportar a
amencia do poder, e o estomago mal prvido piin
pa a desarranjar-lbe a cabeu*. -
Qnsnta fraquexa de aoirao, ou qoaata escravi-
dio i carne I
J nio o espirito de partido que lhe inspira
censuras; o odio qae o incita a invectivas e in-
sultos. Aggredir e insultar o* adversarios, rm
pendo con toda as oonsideraedes e fechando a
olho* i justiot. e verdade, a aa politie
actual.
Pouco importa o desmentido no dia segniote, a
ezplicacio cabal do acto tomado como pretexto
para orna aggr-saio grosseira ; o easenciai ata-
car, esgwtar o diccoaario dos termos injuriosos.
Para liaooget.r os instiootos e a faga r 0 paladar
de sus partido aos quer se impor e eeiebrisar pela
deorden, que ras constituir ua foroa esn on*
immensa candi de desordeiros, o orgio liberal
csademna se a ama linguagem, antes de pasquim,
que da rcareset sote serio da orna impresas usorn-
joril~sln"Uorsto**, itoyaraists com a narracio ae hisada.
^Resposta necessaria
|UI
Beapparecen hontem, no partido liberal.., do
Jornal do Recife, o celebra autor dos pontos nos
e antea uio apparecesse.
Nio sabeodo 1er, ou nio entsndendo o qu 1 lea
tentou elle responder-nos, mis mttteu opi pela
mi, qae foi mesmo nma lastima ; e, nio podendo
c mtestar os craceitos enunciados em os communi-
codos poblicados no Diirio de terca-feira, anega-
oo as mangas e desaodoa em ttia doscomposta-
ra...
O que havemos de faser senio perdoar as fra-
qo % is desse pore de espirito, qua se osette a es-
cripior publico?
Tora al-o ao serio seria urna estulticia, e senio
qne veja e publico a maoeira porque' elle, o im-
bcil, discute.
Era un dos nosaps artigos anteriores dissemo
qaeeram iofuudadas aa aecusaees levantadas
contra o aunrado administrador da provincia, e
d. s fiamos a que nos moetraasem, elle e todos oa
sabios redactare do partido liberal e do Jornal
do liecife Uct a que s juaUlicaaaem ; responden-
do-noa, o articulista, cm vea de aceitar o nosso
cartel de desafio e pruvar a justicada* sur.sceo.u-
ras e das censuras dos seas amigos, dis que so-
mos p sado, repolhudo, inchado, o que defendemos
a adminutracao nao p.r des.nteresseou dever, mas
pe/u .mperioia neoeuidade de faser urna burretada
a quem pode serv r as am sades eom pequeos tm-
pregas I...
Nao ba du vida que o redactor do partido libo-
ral uos juiga p ir ci. Quem sabe se uio elle al-
guin republicauo, abilicioniata, gorducho, e ap.-
uietiei, que renegn de alas ernneta, para ae por
ao aervico de um delicado eamavel cavalheiro, com
piornas de grandes ViQfguaa futuras?!...
Msa, qualquer qae aeja e movel qoe tuja actua-
do ira ooaaq eapinto, aioaa meamo quando teoaa
raxio em reluci ao obscuro conservador qae es
ere ve ealea artigos, o autor do- p m'os nos ti desde
qoe fugio a apresen cao de factoa quo podes e o
cundmnar 4 adminirtracio Biphrasio Correia,
quando a isto o coovidamoa, ,u foi procedente,
a nossa defesa, e qaanto no basta.
O digno e honrado presidente da provincia, em
contrario ao quo fasiam preaidentes liberaes,}ne-
obuma violencia sutoriaou, aoube conaervar-ae cal-
mo, imparajalno pleito eleitor.l oltesameate feri-
do, e portalnpswara a S. Ese.
Censura-nos o articulista de poooo delicados e
e pretende ral vea qua vamos tomar afganas Henea
com o Sr. Uiyssaa Vianoa; ana aos atira eosa oa
tado o byrano do milugroso santo mnriyr,
acompanbado da mesma orebestra.
No dia 3, noite, aor exposto con-
currencia publica ura bazar de prendas,
cujo producto, a>i applicado em favor da
feata do aanto marlyr, havendo deas i noi-
te em diante, illuminayao a giorno.
No dia 5, s 5 boraa da manhi, urna
salva da 21 tiros, diversas gyrando'as de
apparecem par logo e logo. Este puro e poderoso
tnico e alterativo vegetal e autyseptic*, limpa,
regula, tleos e vigons toda a organisi.clo in-
.enor, e a cura completa. Acba-se de venda
em todas as partes do mando civitisado, em todas
a pnocipaes l.jas de Dr .gas e boticas.
Tinik' amarle ta CaiMaean
Este tnico, ja conheeido nesta pr vmcia e asa
nutras do sul e nono do imperio, boje a prepa-
rcio mais.util e apropriada para a limpesa e con-
foguetea e o festivo repique dos sinos, des- eervaeio dos cabellos, nio s pelas boasqualida-
^ 1*1 10 *' ** i* h 1 'n nnian raaiA
pertarSo os de rotos do milagroso S. seve-
rino mai tyr, annunoiando-lhcs que che-
gado o dia da feata do augusto santo mar-
tyr, e s 10 horas da manb, ter comego
a inissa solemne, grande orehestra, re-
gida pela babil professor Gabriel de Aze-
vedo, sendo oB iante o Bevm. conego An-
tonio Domiogues de Vascon ellos Ar. gao
e ministros os Revms. ornego vigario Au-
gusto de Kusewetter e padre Graciano
Villar Barreto Coutinho: oceupando ao
BvaDgelho a tribuna aagrada o Bovm. ca-
pitao cap liso do ezeroito, conego Manoel
Jos Martina A'ves de Carvalbo.
Ao terminar a missa solemne outra sal
va de 21 tiros ser ouvida, e diversas gy-
randolas de f.-guetes fenderlo os ares.
A' tarde, baver cavalhadas e outros
divertimeuto populares.
A' noite, a 7 boras, haver ladainh.i e
autiphona, oantando-se em seguida o byra-
no do santo martyr: depois no que aera
arriado o estancarte com a devida solera-
nidade; qu.-imn lo se em conclusao uro
pequetio togu de artificio e largndose al-
(uus aerstatos ; e assim terminar 1.-.
festa.
Convm notar ujkfn haver trens de ex-
curso para aquelles que quicerem assi.tir
a f uta no dia 5 de Fevereiro, segundo de-
liberou o digno superintendente.
Pao d'Albo, 24 de Janeiro de 1888.
O fncarr*>gdo da festa,
Jote Dirceu Padha.
des dos vegetaes de que compaso, como pelo
esmero o ynrfeieio com que est sendo actual-
mente preparado peloa aeua novoa fabricantes^
0Tnico a aericano hamacantem produai-
o ptimos resultadas na cura da calvicj, exline-
{5o das caspas e outras doenoia eapillarea, coma
attestam rauitas pessms que, soffrendo desees
males, acham se presentemeuto curadas.
O__Tnico americana Oamacan deve ser
preferido a quaesqoer outras preparar,oes viadas
do estraogeiro, e squi pomposamente aBuanciadas,
por nao conterem, como aquellas, mistuiaa nocivas
pello e ao descnvolvimento do cabello. Pro-
ducto puram-nte vegetal, que encerra em si as
essrncias mas olo?iferas, extrahidas de plantas
indgenas, este preparado toroa-se reconimeoda-
vel.e necessario a todas as pessoas que quiseren
am .ciar e conservar os cabellos, tornando os sedo-
sos elusidios
A grande extraccao qm tem tido este precioso
tnico, dr-pois de seu appareemento no mercado
braadeiro, prova exuberantemeute a franca e ge-
ral aeeitacao p ir parte daqo-dlea que coatinuam
a asal-o, obteudo (,amlhores resultados.
(Jonscios da efficacia real degta nova composi-
cio. soperior no geaero e baratesa a entras que
existem por abi, os seos n ivos fabricantes naa
tem poopado esforcos no sentido de aperieieoar
Tnico americano .Gamacan,t-oruando-o um
elemento indispensavel ao toucador de todos aquel-
les que presam o asseio e a hygiene.
Esto tnico acha-ae exposto venda em qaasi
todas as casss de pertuonrias e tojas de miade-
sas, -endo o seu d- paaito geral na fabrica de Oleo
Vegetaes, na ruada Aurora n 161, de fioimaries
st Amorim, socceasores de Martiua ci Bastos.
A viuva D. Eulalia Eroestina Caraeiro Caval-
cante achandose gravemente enferma e sem J;e-
corso algura para si e para cpeo Slbiobos, que
msis a sffligem em torno de sen leito, rega a nl-
.gn.i peesoa om bolo de sus caridade, urna es
mola pelo amor de Deus. Beside i rna daa Car-
rocas n. 32.
Curso de lustruccao Primaria e Secundaria
INTEfiNiTO E mERKATO
DIRIGIDO PELO
BacImitI Oliatho Vctor
As sulaa dest* estabeleciaento de instrucSo e educoste aehao-se> nberU
desdo o dia 9 do corT'ofsv
3^-Ku da Viscende de Albaquerqne33
9
-.

1


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Janeiro
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Curse Boctorno
O acadmicos Angosto J. V. Braga t Eraeral
dino O. T. Baodeira participara especialmente os
npregadot do eommercio, qne tm aberto uo
curio nocturno, consunta das materias : porta
gaos, frawies, ingles (prstlca tbeorieament*) o
antaasetics..
Oatrosiio, lasern notar qu'i oa retelos da eom
policio co.itiatem sobretodo em carta* e corres-
pondencia eoaaajerciaea.
As auUn eomecarao a funcnonar do da a do
crtente no i* andar da roa Duque de Caxias n.
56, das 9 horas em diante.
---------ioaO'r--------------
Programma
Da tradicional fasta do milagroso Santo
Amaro das Salinas, quo ter lagar no
da 29 do corrente
Estandarte
HASTBAMX.TTO
( iuU ieira 26 do corrente, s 7 horas da tar-
de, sabir da respectiva espolia o estandart do
milagroso Santo Amaro das Salinas, e d pois de
percorrer o espacoso pateo, roas de Lois do Kego
Bom Grosto, acompanhado por crescidissimo no-
moro de seiiboraa e gentis crianzas, bem como da
biada maruial do 14 batalho, que dar execucao
h Tndat pecas do sen vasto repertorio -aera so-
lemnemente basteado ao atroar de diversas girn-
dolas de foguetes. Durante o trajete serio quei-
osados fogos de bengala.
Trldno
Piudo o acto di hasteamento entrar e triduo o
qml proseguir na dias de sexta-foira e sabbada
peUa boraB da Urde, tocando a referida banda
de mosiea ; haveado as referidas tree ooites
api o triduo, diversos baldes, e um p qoeno fogo
de arteficic.
Vetpera
Snbbado, 28, so meio da, a mesma banda de
msica ex untar na caplla, tres lindas pecas de
sea repertorio, e urna salva de 21 tiros e diversas
girndolas fiondero os ares.
Aurora
Ao desponlar do faustoso dia 89, ser saudada
a aurora con urna salva real e diversas girando
las, annanciando os fiis devotos da milagroso
Santo Amaro das Salinas, ser ebegado o da de
todos presauroeos virem lender cultos a tao mila-
groso santo.
Fealo
A's 11 horas da minhi do referido dis, depois
que a banda de msica tiver executado lindas va-
riacoes, entrar a testa solemne, sendo a missa
dfnominsda Santos Pinto Ai Evangelho se far
nsvir da tribuna sagrada o eloqu.-nte pregador da
capella imperial Revd. Fre Augusto da Inmacu-
lada ConceieXo Alves. A orchestra est confiada
ao nosso iruiao definidor, o maestro Lylio de
Oiiveira, sendo os solos uxecu'adoa pelos mais
habis cantores desta cidade. Finda a festa, urna
salva re-1 e diversas girndolas fenderao es ares,
ben como ser largado um magestoso balo-
Tarde
BAZAR DB PBEKOAS
DeS horas da tard^ por danle, no immeoso pa-
tea esUr exposto a eoncurrencia dos fiis devo-
tos do milagros) Santo Amero, nm imporUnte
bazar, constando de lindas e costosas prendas,
cffertas dos mu tos devotos qoe conta to mila-
groso santo.
Ejercicio sjysmnasjUeoa
A's 4 horas da tarde, a companhia, sob a diree-
cao do talentoso artisU Martina da Cunha, exibi
r dirceis trabalhos gymnasticos.
Noto dta-ej-Uaoeoto
Das 5 horas da tasfte n diante, o artista Cu
nba promover n'um tablado uovj genero de di
vertimento intitulado Oa fantoehes de monsieor
Samnel, e da joven Tarmeliua, quo muito agrada-
r aos respeitavel publico.
Triodade
A's 6 e 1/2 horas da tarde, orna salva real e
aigumss garandlas, bem como um soberbo seros-
Uto. achirlo aos ares, annanciando aos fiis a
h. ra em qoe deveinoa entosr_a Ave Mana.
I.dalnba
A'a 7 e i/2 horas da noite ter lugar a la iainha
naUda ao milagroso Santo Amaro, fasendo-ae
cuvir de novo o mesmo insigue pregador.
Esiaadarle
AlBUMSirO
Apos a ladainha ser arriado o eaUndarte, quo
cent a dev da solmmdade ser entregue a nova
OMMERWO
Balara com ?reial
COTA^ES OFFIC'IAES DA JCSTA DOS COK-
RBCTORE8
flessTe. 25 de Janeiro de 8(t8
Cambio sobre Para, 30 d/v. com 5i8.0/0 de des-
ee oto. %
;auibio sobre o Rio de Janeiro, 60 d/v. com 1 3/8
0,0 de descont.
ti iresid-.ntr,
Angosto Pinto de Lemos.
U secretario,
Pedro Jos Piuto.
Mo\ tueuto b anear io
BBcnra, 25 oa jaaino db 1368
r-KACA DO BECIFE
- Oa bancos p.iocipiaram boje com a mesma Uxa
de bontcm, si.o c, 24 5,8 d, eflorecen Jo. parm,
tides sace.r 24 3/1, sem acbarem tomadores.
A's 4 horas da tarde, ein vista de noticias do Rio,
alguna dos eiUbelecimentoa offerecerem 24 7/8.
Em pap-l particular hoove trsnsscco.s impor-
tantes a 24 1/8.
PRAGA. DO RIO DE JANEIRO
As ultimas noticias recebidas aqui, daudas 1
bata da tarle de boj feram as seguinUs :
.neario, 24 3/4.
Particular, 24 7/8. f
As Ubellss expostas aqu foram estas :
Do Loauoa Baax :
90 dv d vinta
Lactdres....... 24 5/8 M 3 8
PMS..1....... 386 38
italia........ . . 3^9
damborgo...... 480 483
Jiow-York...... ' 216 218
amo
Oo IanajucioiAi.:
SO da vin'a
24 5/8 A 3/8
?BlS......... 38 309
:tl;*......... . 389
riamburge...... 480 481
Usboa e Porto..... 216 218
->r>ncipaes cidudes de Portu-
81- a...... N^w-York ....... . JJ23 2/050
Uo Esolisb Babb :
90 djv vista
.joedres ..... 54 5/8 4 3/d
,-jjis.-'....... 386 389
;'!ia. ..... . . 389
damborgo...... 480 483
;,:-.boa e Portt..... 216 213
^rineipaes eida-lea de Portu-
gal. ...... litas dos Acores .... 223 6
'ha daHadeira - . . 23
2<050
Catacaa de usauear
em 25 db jAirarao db 1888
i ,4ssoeacdo Commerctal Agrcola, registruu os
itttaixo, pag. s ao agricultor, por 15 kilos :
^H.....
Ola Isabel.....
m puiveriaad .
3 superior .
3. boa .
A regalar .
l pUr.51.do
DTQ'.O .
21700
2*80'J
21700
21400
1200
l*7bo
1154; a U600
1110J a 1*460
11100 a 11300
2*200 a
. 21600 a
21300 a
2*000 a
Cetcao de algodtlo
25 oa jab i o dbi 1888
' BVixou para 61350, cajo algarismo foram ef-
adas slgutans vendas do do 1* sorte do ser-
juias, subindo ao ar diversas girndolas, e um
bem acabado balio, ex-saoUn lo a mesma banda de
msica varisdas pecas.
Em conclusio dteos sol amida de, ser qoer-
mado, um grande fogo artificial, de pecas poneo
eommuos, feito a capricho, pe o nosso irmo defini-
dor Olympio de Millo e 8l?a, o qual nao tem
p-apdo eaforeos para bees servir ao respeitavel
publico. A eapella ser oroimenUda com todo o
esplendor. A banda de masisa toear em c reto
durante toda a Urde. *
O espseoso pateo, para maior brllhantismo es-
Ur primorosamente embandeirado i e a noite 11-
laminado a capricho.
avlae
A eompanbia ferro carril ei pedir dorante todo
o dia grande numero de carros para faciliUr a
concurrencia dos fiis romeiroi do milagroso Santo
Amaro das Salinas.
Consistorio da Irmandade da Santo Amaro das
Salinas, 23 de Janeiro de 188(1.
3 escrivae,
H M.gaihles ds Silva.
SOOQtf --------
Quem nao acreditar....
Olinda, 11 de Jalho de 1887.-Illm. Sr.
Firmiao Candido de Kigurado.
Entre aa numerosas (?tiras, operadaa
pelo Ctjurubeba, pode V. S. mencionar de
um filho meu, qoe, soffr ;ndo de astbrna,
havia mais de tres anuos, restabelecea-se
inteiramente, depois que usou por alguai
lempo daquelld preparado de sua invengo,
o que tenho a satisagSo de communicar a
V. S., de quem &ou com estima e consi-
'lerasSo
Rcspeitadir e criado,
Jo&o Bapt'mta Regu-iira Costa.
Dr. Coelho Leite
Participa a aeus dienta o amigos qae
tem sea consultorio na ra Duque de Ca-
sias n. 57 1* andar, onde ser encontrado
de 12 a 3 da tarde t)doa os dias e
reside provisoriamente na ra do Hospital
Portugus n. 14.
Clnica medica
O Da. Alvabbs/ OniMialas, recess-
chegado da corte, onde clijiicou por lon-
gos annos, tem aberto consultorio roa
do Bom Jt'8us (antiga da Crus) n. 45,
1* andar, onde fox o eotuuUorio do di*-
lindo medico Dr. Teixeira, e ah d con-
sulUs todos oa das do moiu dia a 3 ho-
ras da tarde. Reside pr:ica do Conde-
d'Eu ( ntiga da Boa-Vista) n. 28, 1 an-
dar, e, quer aqui, quer al.i, aceiu cha-
mados.
Emulso de Lanman
& Kemp
A Emulsao de oleo de ligado de baca-
lho com os bipophosphitos de cal, soda e
potassa, preparada pela acredita la casa
de Lanman d Kemp#de Nova York,
molhor, a mais perfeita, e a mais efficaz e
agradavel que ai agora se tem tfferecido
ao publico.
' um regenerador poderoso das consti
tuiySes debis e uro remedio certo para
tjdaa as affocvSss do poito, da garganta e
dos pulmSes.
sese s a Emuls&o de Lanman d
Kjrup nao confundindo-a com as outras.
Vendse em todas as drogaras e pliar-
macias.
Entradusj de aaauear e algodilo
UXZ DE JABEIBO
ASSUCAR
Entradas Dias Saceos
Barcacas...... 2 A 21 125 252
Via-ferrea de Caruar 2 24 16.250
Aniaaea..... 2 25 10.7H8
Via-ferrea de H. Francisco 2 21 106 183
V'ia-ferrea de Limoeiro 2 58 68 998
bomma. 317.451
AI-GODAO
Entradas Dias ISaccaa
rlarcacas...... 2 23 1.433
Vapores...... 2 23 2.644
Va-terrea de Caruar 2 24 943
Aniones...... 2 25 6.996
Via-lenea de 8. Franciaco 2 21 1.341
Via-frrea de Limoeiro 2 i 23 6.816
Bomma. 20.206
Freame atea
Fi.ram fechados hontem os dos navios segua-
tes :
Barca ing. Bertha Aodersona, para carregar
aqui, com destino aos EaUdos- Unidos, assucar a
15/.
Pat. ing. Kalbleena, para carregar no Rio
Grande do Norte, eom destino aos Estados-Unidos,
assucar a 18/.
Vapores despachado*
Vap. ing. Montreal, para :
Liverpool: 8.232 saceos com assucar mascava-
do e 5.495 saccas com algodio.
Gineg. diversos.
Vap. amer. > Advance, para :
Par: 75 saceos, 10 grades, 1,025/J barricas c
1 505/4 com assucar braceo, 3.500 caixas cem se-
Hs>.
N w York : 260 fardos de peloa de esbra e 5-0
saceos com semen tes de mamuna.
Carreg. diversos.
\ a vi os despachados
Brig. nornrg. Aune Mane, para :
Rio (rande do Sul : 780 saceos, 575 baritas a,
25/2 s 75|4 com aatSM ar branc >, 260 saceos e 125
barricas com-assucar mas-avado, 85 pipas com
agurdente.
Carreg. Amoiim Irmi-.s & C.
Pat. noroeg. Aooe Elisabeth, para :
Pelotas : 580 sacos, ^85 b irricu, 25|2 e 50(4
com astucar braneo, 30-oarrieas cem assucar mas
raV'ido e 50 pipas cem agaardentc.
Carreg. llaia & riesen do.
Esc. norueg. R-orm. para : .-
Porto Alegre : 1.580 saceos com assucar brao-
co e 590 ditos cem sanear mascavado.
Carreg. Amorim Irrtioa l C-
Panta da llfaadrga
sbsuba oa 23 a 28 db jABsiao db 1818
(Vide o D ario de 22 de Janeiro
Vatios a carga
Barca portuguesa Novo Silencio, para Lisboa e
Porto.
Burea portognesa Qeria, para Lisboa e Porto.
Barca ingle.a Erminia, para Liverpool.
Barca americana CorypAene, para Estados Uui-
dos,
Barca noroegneuse Lovetand, p>r Estados-Uni-
dos.
Barca americana Hudton, para Es ados-Unidos.
Bsrca alienta Siriut, para Estados Unidos.
Barca ingksa Banavoia, para e Psr.
Baroa ncrurguense Bondevenen, para EsUdus-
U.iidos.
Bar ingleaa Be.:e Markhain, pira Estados
U nidos.
Baroa portogneat Lepes Dwtrte, para Lisboa e
Porto.
Barca aaericaaa Wakefield, para latadss Unidos.
Barca a merinas Et/itl, para N-.w-Y-nk,
C<^iac Brazftt o
Fabricado por A. M. Veras & C crx
odas as regras preaoriptss pela *i*4H_
e de pareas e sabor idnticos ao cognac
estr .Dgeiro. O Cognac Bratileiro um
excellente bebida, o melhor nctar que*
M ple conbei.'er.
A'ha su na fabrioa e en todos o* bo-
tis, r 'Stauran ts, cafs, buhares e vendas
desta oidade.
Ide experi.-rental-ol
Gasa Feliz
PRACA DAJINOEPENDENCIA N8. 37 E 39
DE ANTONIO A SANTOS PORTO
Aoa lOOiOOOstoOO
Venden da 2.* oxtraceo da 11a lotera extrabida
b.ntem, 13 de Jaieiro, a s;rte de 1:000< n. 1891,
a snrte 5O0000 i.- 3123.
Tem exposto i venda os seos felises bilbetes
garantidos da 3 extracco, a beneficio da Sanfa
Casa de Misericordia que se extrahir breve-
mente.
Escole particular uOiistn^i pri-
maria para o sais lascoiio
C1H DE BN9IMO HODfiRXO
36-RuaVelha.36
O abuix asnignado, participa o Ilus-
trado publico desta cidade, que abri sua
tEsoola particular de instru fo primarle
para o sex masculino, ra Vclha n
36, (Bd Vista) onde esmeradamente se
dedica ao ensinu de seus alumnos.
Eduoa e instrue a infancia palo melhor
systema dos principses collegios da corte
do imperio, onl j por slgum tempo demo-
ro u se passeio, cajo systema a delica-
eeza, a vocag.lo, a paciencia intima pa-
ra o easino, fazendo com que os seus dis-
cpulos sigam o caminbo da intelligenui*',
da honra e da dignidade com santos con'
selhos, s&s lindes, fim de que venhuin a
s-r O futuro sustentculo da patria, da
religiao e da le, o um verdadeiro cidad2o
brsailstroi
Espera merecer a confianza e a protoc-
920 dos pr.is e tutores daB crianzas que
quniram aproveitar um rpido adiamameu-
to de seus iilhos ou tutelados, e em parti-
cular tem l robusta em todos os seus
compatriotas peroambucanos.
- Comquaoto ousala seja eet* tentativa,
todaviu espora que os seus incaasavere
eaforyoe, e os seus puros des roados com a feliz approvacSo de todos os
filhos do imperio da Santa Cruz.
Espera finalmente, quo o respeituvel
pubiieo saiba apreciar de perto o sen ver-
dadeiro ensino primario, on le rpidamente
aS crianzas abr^ijim e amaro de coraco
aos livfos, as sci ocias, as K-ttras e as artes.
' M-Dsalidode2($000 pagos adiaotados,
no acto da matricula.
Horario das 9 horas da manhJ s 3
da tarde.
Recebe meniuos internos por 30r$00
ii: nsaes. -ir
Mcio pensionlsl-is por 15(SrO(XX'mensaes.
Por cada um preparatorio 4^000 roen
saes.
Primeiras lettras 2t< O mensaes.. ,
Msica e piauo 40X) mensaes.
Pagamentos adiaut&dos.
36-RUA VELHA-36
Ju't'o Suaves de Azsvedo
Barca ingles* Bertha Anitnon, para Eitados
Uuidos.
Bngoe ingles Admiral Trotnjt, pira Rio Qyaode
Ou bul.
Escuna dinamarquesa Express, pera ttu Grand.<
do Sol.
Lgr n cional T/Oi/o, pra Rio Giaode do Sul.
Lugar u-.c. jnal Z'xu nha, pira Rio Grsode do
Bul.
Lr h)llaodcs Leemhus, pira R o Gande do
Sal.
Legar ingle* Clutha, pira Livcrpjo!.
Lugar ingles Eva Lynch, pra Estados-Uuidos.
Patacho uiuamarqurs Harr'.et, para Pellas.
Patacho americano Ages tarlon, para N W
Yoik
Vapor ingles Es relia, pars Porto-Alegre e Rio
Grande do bul.
\uv o.<* di-atcargts
Barca inglesa Arbutos, carvio.
Barca inglesa M'via. bacolho.
Barca portugueaa Al' anca, varios geceros.
Li?ar alltmio Atlemitlia v*rios gvueros. .
L,'*r iogles 'Eldra, bacaibao. V
Lugar rortogu -a Ventas, varios g.-neros.
Patacho alkmao D. Pedro, xarqoe.
Patacho ioglex Robitn, bacalho.
Import?o
Lugar inglcz Eldra, entrado d T^rra
Nova, em do correte e consignado *
M-odes Lima & C, manifestou :
Bacalbu 3,459 barricas e 500 12 dius
aos consignatarios.
Lugar portuguv'.z Varitas, entrado do
Rio Grande do ul, em igual data e con
signado a Amorim lrmaos & U., m>nif-s
tou :
B gres seceos 5,200.
;.-:l>oii.s 4,'y. r- kt Pipas vazius 10J.
Sceos vazios 37 volut.es.
Taiubs em salmour^ 25 birria. ,
Vinhos 55 barris orde-i-.
Exportaca
BMCITS, L't DB JANUo ">'. !-' S
Para o extenor
No spor ingles Montreal, carregou :
I'ara Liverpool, J. H. Bjxw 271 saccas com
20,652 kilos de a'go 13o.
No l^ar ingles Cinta, carreg*ram : }
Para Lverpoo', 11. J. da Bocha 300 taco cim
22,510 kilos de ussucar mascavado ; Julia & Ir-
m&o 4 saceos com 300k'oa de assucar majeavado.
= Na barca ainucana COiyphent, carroga-
rain :
Para Ncw-Y-i.k. J S. Ly & Filho 2,091
saceos com 157,054 k:os de asuear mascavado.
Na barun Hmcri>'aru Et'uel, airregaram :
Para w-York, Uaiitelm-u & C I0-0W) sv
eos com 750,00.) kilos de assucur masi-avado.
No lugar rmericauo A. Barloa, carreg*
rm: %
P.raNtw-Yoik, Julio & Irmio 2,000 tase,*
om 150,(X'0 aaiurnr mas<'SVdo. I
= No Ig*r nacional Z't/uxiiia, cunee"nji ;
Para Lisboa, P. 0 muro & C- lO'.bariica
eom 7,510 kil.s de assucar br^nc-, 2,000 SieBe/
3tO barricas com 178.80J oi de dito masca
vado
Na b.res [''rta-'tiea Qiter'a, carregram :
Para o Pullo, ai. Lina C. 7S saccas ''cen
5.584 kdos de uls-^lo. w
tara o interi r
No vsp. r ingles t'strella, carr-goa :
Para Porto-Al'g'e, E. Barbosa 150 saceos com
1 l,2i9 kilos de tsacar branc i.
Para o Rio Urano) do Sul, E Barbisa 350
saceos cin 26,250 kilos de wssucar branci.
P,ra Port-A!-gre, P. Uarnero&C, 1,500
suecos com 112 600 ki.es d ascucaSFlI^Ro e 70'J
ditos com bsUiOO ditos de dito ra wcavaoo
N i lAtilolland z Leemhius, csrregcu :
Para o Rio Grande do Bol, J. Bjrges 225 bar-
ricas com 23,-45 kilos de assucar braneo.
^eHa do Para
atrcelo da 16.a ter lujar no
mNK^elo novo plano de 120:000|JOOO.
HOMEOPATHIA
DE
Catelan Freres
De Pars
Cloonlo*. tintura, cartel
roa. ele.
Vende-se na botica francesa
Ba da Crus a. **
>%
Aguas alcalinas
^ Mondariz em
m
mlaeraes de
Pontevedra na
nespanha
ESPECIALIDADES PAHA
Molcstiss do estomago, taes eomo : dispepsia,
gastralgia, catharro chronico do estomago, alce
ras simples.
Molestias dos intestinos, taes como : enfarta-
mento do figaio, ictericia, clculos biliares, diar-
rba ehromea, etc etc.
Molestias das viss urinarias, tses como : diss
teses ricas, cathirro vesical, diabetes saccarina,
albuminuria e gotta.
as anemias, chlorcsis, psoriasis, prunigos e
dores artrticas e ootras moitaa molestias.
As sgaas alcalinss de M>ndaris nascem de ro-
chas granticas na temperatura do 1H* centigra
di, sao c'arae, incolorcs de cheiro paree! lo cm
pouco aos de ovos cusidos, sabor alcalino, proiu
tindo ura ligeiro sabor pie into na occasi&o de to-
msr-se. Elias sao classificadas no numero dae
alcalinas e bi-carbonatadas de soda.
nico depositario em Pernsmbuco o Sr. Anto-
nio Affonio iix.s estabelecido roa Visconde
de Ooyanna n. 1.
ED1TAES
Joanfa, de 7 ^BDa.ite, por 400^000
Leopoldina, de D. Francisca Leopoldina da Bo-
cha, por 400*000
Vicencia, de Jos de Sonsa Nones Braga, por
820*000.
Agnedsk. de Jesoino da Costa de Albnaoerqoe
Mello, po?540/000
Delmirs, de Jesoino da Costa de Albaqaerque
Mello, por 480*000.
Antonia, de D. Isabel Emilia de Oiiveira Ferrei-
ra, por 250*00 J.
Antonia, de Manoel Josqoim Alvra dos Santos.,
por 820*000.
Oeralda, de D. M >ria Clara Carneiro Machado
Ros, por 8004030
Arminda, de O. Gruviaria de Mendobca Alves e
Lima, por 30JL00 >
Silvi-ris, de D. oosephina Themndo Lessa, por
4104000
Justa, de Ignacio Ferreira Themudo Lsss, por
3504000.
Fraociscs, de D. Anna A. Lins VjIelU, por...
4404000.
Maris, de Maoael Jos da 8ilva Oiiveira, por
2004000. .
Quiteria, de D. Maria Leopoldina Ferreir. Leite,
cor 3504000.
Antonia, de D. Maria Joe de Jesns Peretti, por
450*000.
Benedicta, de D. D.lmira Candida de Sant Au-
na, por 4504000.
Anti, de Francisco An'ooio Correia Cardoso,
por 3304000.
Qaintioo, de D. Mara do Carmo Carneiro Cam-
pelio, por 6704000.
Sil veris, de D. Matia Gal di na da Silva Brag,
por 250*000
Augusta, do Bario de Muribcca, por 8o0*0"0.
E para constar maudci passar o presrnte para
garantir dirc'itos de qoem quer que o Unha sobre
o preco dos nesmos libertos.
Dado e passsdo nesta cidade do Recite de Pcr-
nambuco, a s 23 de Janeiro de 1888.
Eo, Manoel do Na aciment Puntes, escrivao o
fiz esetever e assigne.
Joaqun Correia de Olivsira Andrade.
O Dr. Joaquim Correia de Oiiveira Andra-
de, juiz de orpbaos d'esta cidade do Re-
cife de Pernambuco, por Sua Magestade
o Imperador o Sr. D. Pedro II, a quem
Deus guarde, etc., etc.
Faco sabtr aos qoe o presente edital virem qne
as audiencias dos dias 10 e 17 do corrente, foram
allomad; a pela 7.* qoota do fundo de emancipa-
cao os spg tintes escravos :
Ernestina, de D. Lodovina Uchda Carneiro Cam-
pello, por 4004000.
Luisa, dj teoente-corouel J >s Duaitc de Albo-
qoerque Maraubao, por 4004030.
Silvestre, do r. Prancisco de Paula Correia de
Araojo, por 45OAO00
Emiliano, de D. Francisca do Paula Cabra!, por
3504000.
Joao, de Manoel Cerris de Araojo, por 5004003.
Theodoro, de Silva c Alvaro, por 6004000.
Francelino, do Bario da Sjledade, por 6701000.
Herculana, de D. Joaquina Emilia da SJva Vil -
laca, por 2004000.
Rita, do Ur. Francisco do Paula Correia do Arau-
jo, por 800*000.
Maria de D. Maria M-taua Mjnteiro, por...
3504000
Francisca, de D. Maria Militana Mooteiro, por
5004 Manoel, de D. Maria Militana Monteiro, por
603*000.
Agcstinho, de D. Anni Maria da Coneeicis, por
6404' 00
Marcelino, de Fraocico Autonio de Oiiveira.
por 3804000.
Mura, de Francisco Amonio de Oiiveira, por
1304000.
Sabina, do Dr. Aotouij Joaquim de Moraes e
Silva, por 200*000. -
Sebastiana, de Ig;iacia Alvos Mo iteiro, por
350*003.
Justina, de D. Maria Ciara Cvraero Michado
Kios, por 300400.
L'iisn, do Dr. Laiz Salaxar da Veiga P.ss e
Mello, por 450*000.
Ianbi'1, de D. Maria Magdalena de Avellar, por
3004000.
No vupor nacional Mandos, carregou :
Para o Rio de Janeiro, J. M. Dias- 1,003 saceos
com 60,000 kilos de assucar brawo.
No vpor amerieauo Advance, carregaram :
Para Pari, B. Oiiveira & C. 200 voluxea com
12,10) kilos de assucar braneo ; A. Oiiveira & C.
1 caixio com espanadores de pal ha.
Dinlsclro
BECBDIDO
Pe) vap. amer. Advauc, para :
M.rtins Fiosa & C 2.000*000
BXTBDIDO
P-lo memo vapor cima, pars :
Maranhio 2.0C04000
Par 1130.0004000
antondlmenU publicoo
DB J.'NKIBO
lfaiidtya
Reods nt-ral :
Oo dia 2 a 24 790.695427
tdein de 25 52.598*833
Senda provincial :
Oo dia 2 a 21 152.836970
dem de 25 8.777.659
Somma total
843:-944112
161.614 5629
1,001:908 i 741
Segunda seccao da Aifandegu, 25 1887.
. O thesonreiroFi-orcno'o Dom'tngaes.
O ebefe da seegitoto se a.
Ucrebeorio eral
i'o dia 2 a 24 29:543 829
Idea o 26 2:810471
82:3544303
Beeebedorla provincial
Oo dia i a 24 81:2391883
dem de 25 5.908977 -
lAs dia 2 a 24
Idea o 25
tecife Uralnase
4:997.1117
12 604
87:148.860
5:009*721
Mercado Hnnlclpal de 8. los
O movimoutodeste Morcad? no da 24 de Ja-
neiro (i i o seguiute :
l'ntraram :
301/2 bois pesando 5,174 kilos, sendo de Olivoirs
Castro 22 1/2 dos de 1 e 8 do particula-
res.
542 kilos de peixe a 2C ris 104?40
65 cargas de farinha a 200 ris llitO
16 ditas e frustas diversas a
800 rs. 448u0
11 taboleros a 200 ris 24200
12 Sainos a 200 ris 2.1400
Foram oecupados :
28 coiomnas a 600 ris 16800
20 compartimentos de farinha a
-500 ris. 104000
25 ditos de comida a 500 ris 12*600
601/2 ditos de legames a 400 ris 244200
36 ditos de (asendas a 400 r s 14*400
18 ditos de saino a 700 ris 124600
] 1 ditos de iressnras a 600 ris 6600
10 tainos a 24 2 )000
3 ditos a 14 34000
A Oiiveira Castro & C.;
54 Ulhos a 14 &4401X.
Davu ter sido arrecadada oestes
dhs a quantia de
tUndimento do dia 1 a 23 do cor-
reats
Foi arrecadado liquido at hoje
Procos do da i
2054340
4:7584340
4:960*6804
fitLARCOES
Faculdade de D reito
De ordem do Exm. 8r. conselheiro director iute-
rino declaro quo no dia 27 do corrente comecar
matricuU para as aolas preparatorias, e podeik
effectuar-se at o da 8 de feVi reiro, iodepender.te
de despacho do mesmo Exm. Sr. conselheiro direc
tor interino.
Dosta ultima dita em diante at o 1 de Abril,
o slu:no i que qoiser.jnatricular-se dever justifi
car perante a directora os motivos que retarda-
mm naqnelle acto
O alomos poderao fr. qucutar, se o quiserem,
mais de urna aula.
A matricula as aulas de lio^uas s-rl permet-
tida at o fii do mes Jolh i e oas de scien"8S
t o Io de Abril, e todas as aulas aeio abertas
no dia 3 de Fevereir ', prcxmo vindouro, de con
formida.de com O artigo 16 do regllauento dae
soIhs prepiratorias.
Di termo da matricula dever constar o noroe,
filu^o, naturalidade e i.lade do alumno, e de ter
bido satirf ira a tx< dn ui.itricu'a.
Pela iisenpco de urna aula fi090
dem, dem da duas aulas 9000
dem, idem de 3 ditas 124'!00
Secretaria da Faculdade de D.reito do Bccife,
23 de Janeiro de 1838.
O secretario,
Jos Honorio B. de MeneieBj
Tiecekdoria Geral
O administrador da Recebcdoria de Rendas
Qer's, fas publico qu'-at o ultimo do mes de
Fever.-iro proxiin > vioJ>uro se proceder, sem,
multa, a cobran?* o 1* semestre do impisto de
indusirins a pr fistoss do txercicio de 18^8 ; findo
* qaal s.-r cebrado cooi a malta de 10 |4 ; cutra-
im, cjiiv la ao; d< v;Joies do dito iuip -a!o dos de
foros de lerrenos de marinhH, dos de tala de es-
erava.e predial relativo ao Io e 2o semestres do
exerciciu de 1886-1887 pira que no referid mez
lambein coinpart-cam ., ineaa.< Rep>rtico, afim
de satisfazerem o pagamento de seus dbitos, vis-
to que eiu Mi reo v^uJouro serfti as eootas remrt-
dasa Tbesourari parn serem cobradas judicial-
mente.
Bccrbedoria Geral, 25 do Janeiro d.i 1888-
1 A-'sendre de Sousa Pereira do Carino.
Carne verde de 320 a 480 ris o kilu.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Suincj do 660 a 640 ris idem.
iTarinlia de 201 a 28J ris a euia
Milbo de 240 a 32 ) ris dem
Feijo de 560 a 643 idem.
Ha,ul< uro publico
Foram abatidas nc Matadouro da Cabanga 92
rexes para o consumo do dia i3 Jocorrepte.
Sendo: 70 rosea pertenceotesa OiiveiraCastr
de C., e 22 a diversos.
ltitbareaye ourttaa no >orto
em '5 de Janeiro
^ACIONAES
AVOS tCJB.-IOKATAHIOe
Guahj............ Domingos Alves M*theos.
Qqui............ Compauhia Pernambocaoa.
Ip juca........... C -mpaubia Pernambucana.
Loyo.............. L-.-yo & Filho.
Lamego..........- (canboneira de guerra).
Marioho XIV...... L yo O Filho.
Marinho IX....... Lyo 6s Filho.
Mandab.......... Companhia Peraambocana.
Osear............. A. Oiiveira Maia.
Pirapama......... Cimpaohia Pernambocaoa.
Taborda.......... A. Oiiveira Maia.
Zrqoioba.......... Lyo a Filho.
ESTRANQEIRAS
BAVI03 COBSiaVATBIOS
Arlntos........... Empresa do Gar.
Agnes Barton...... A'ordem.
Admiial Tromp.... A' crdem.
Allianca.......... LyocFilbo.
Allcmania........ 11 imaun Lo.idgrin & C.
* Advance........ Heury Forster & C.
H'dsie Markbam ... Pereira Carneiro & O
Bortba............ Hermana Loodgrin & C.
Bolgen.......... llermaon Luadgrin & C.
Ileli'i es........... J hn.-tuu Patcr ti C.
Bondevenen....... Hermaou Luudgrin & C.
Dertba Anderson... J. O. Boxweil & C.
Blaucbe........... Blatkburn Needhan&C.
Clutha............ Blackburn Needbao & C.
Corvpbeoe......... A'ordem.
Charles R. L^wis... A' crdem
D. Pedro.......... Pereira Carneiro & C.
1) lie Irmao*....... Silva Guimaries 6c C.
Elyae Hoy........ Wils .n Sons & 0.
Erminia........... A'ordem.
Express........... Hcrmann Luudgrin & C.
Eva Ly .oh........ Jshnston Pater & C.
Ethel.............. jrstelinann& C.
Encarneci....... Amorim Linios & C
Estrella........... Pereira Caroeiio 4 C.
Eldra............. Mendis L'ma 4 C.
Eax'mos....... Fonseca limaos & C.
Grii............. Hernijun Londgrin 4 C-
H leoe............ Hestnana Lundgrin 4 C.
Uenderk R. L..... Herssaon Lundgria & C.
Uudsoo........... A'orem.
Harnronia...... Ilermann Londrin 4 C.
Harriet........... A'ordem.
Jolianoa......... A' ordem.
J. P. Luesen-------. A'ord.m.
Kithieen......,... A'ordfm.
Lovetand.......... Wilson Sons L.
Lillian. .......... 'Hesry Forster JfcC. #
Lopes Duarte...... Ana-rim Irmi-B 4 C.
Latimer........... Amorim Ltaos 4 C.
Montreal........ N. J. Lldistone
Maria............ Menies Lima 4 C.
Novo Sileoeio...... B .Itar Oiiveira 4 C.
Orator .......... Samuel L Jobnstoa-
Ora.............. Hermann Lunagria St C.
P,rcy............ Meodee Lima 4 C.
Quiteria.......... Amorim Irdii;s 4 C.
Raymood......... A' ordem.
Banavoia......... Wilaon Sons & C.
Robin............ Johnston Pater & C.
Sirius............. Fi necea 4 irusaos.
Sequcl............ A'ordim.
8word6ah......... A' crdcui.
Soerdrup.......... A'ordem.
Vaarbud.......... A' ordem.
Ventas........... Amorim Irmios C.
Wskefield......... A' ordem.
Wssb Girl......... Johnston Pater & C.
O signal # indica ter a embareacio sabido.
Thesouraria de Fa-
zenda
De crdem do Illm. 8r. inspector, faco publico
qoe perante a sesso da junta do dia 28 do cor-
rente, se reeebem- propostas em carta fechada,
par a venda de 6,120 cocos de produeco da ilha
de Fernando de Noronha.
Os eocos acham-se depositados eso nm dos ar-
masfns da eompanbia pernambocana, onde pode-
ro ser examinados pelos proponentes.
Thesouraria de Faxenda de Pernambuco, 25 de
Janeiro de 18880 secretario,
Luis Emygdio P. da Cmara.
Monte de Soccrro
Sio convidados os po&suidores dss cautehs dos
nmeros abaixo a virem reBgatar as mcsmi* at O
dia 8 de Fevereiro prozimo, avisando so-Ibes qoe
findo este prasd seri ellas levadas a leililo pu-
blico.
13 924 14.062 14.190 14.222 14.247
14 66i 14.668 14.825 14.836 14.838 *>
14.840 14.867 14.858 14.860 14.832
14.863 14.867 14.874 14.875 14.877
14.t86 14.916 14.924 14.931 14-940
14.954 14.962 14 968 14 976 14.979
14.982 14J987 14 992 14.991 14,995
14.996 14.5-97 15.0)4 15.008 15.009
15.011 15.012 16.015 15.027 15.C34
15 038 15.043 15.045 15 018 15.C49
15.052 15.056 15.058 15 066 15.037
15.068 15.071 15 074 15.075 15.076
15.077 15 084 15.033 15.089 15 092
15.098 15.'01 15.102 16.104 16-112
15.122 15.130 15.131 15.132 15.134
15.137 15.144 15.152 15.153 15.159
15.160 15.163 15.164 15.165 15.J80T
15.171 15.174 15.176 15 177 15.184
15.189 15.190 15.191 15.193 15.197
15.199 15-203 15.225 15.227 15.228
15.234 15.242 15.240 15.248 15.2iil
15.254 15.255 15.256 15 258 15.259
15.261 15.263 15.264 15.265 15.207
15.268 15.269 15-270 15.72 15.273
15.274 15.273 15.276 15.277 15.278
15.279 15.280 15.290 15.306 15.311
15.313 15.316 15.321 15.325 15.326
15.328 15.331 15.337 15.314 15-353
15.354 13.360 15.361 15 363 15.370
15.371 15.376 15.377 15.386 15.389
15 391 15.396 15.398 15 456 15 117
15.419 15.432 15 435 15.441 15.445.
15.459 15.460 15.466 15.472 15.473
15.482 15.483 15.485 15 493 15.495
15.497 15.501 15.509 15.514 15.515
15.517 15.518 15.525 15.532 15.534
15.535 15.535 15.537 15:546 15.555
15.558 15.065 15.566 15.570 15,571
15.573 15 581 15.584 15.587 16.5*9
15.591 15.594 15.595 15.599 15.606
15.607 15.613 15 614 16.616 15.S13
15.619 15.620 15.622 15.526 J.636
15 638 15.641 15.642 15.613 15.617
15.659 15.662
Recite, 18 de Jan-iro d-1888.
O gerente
Felino D Ferreira Coelho
~HelpAmene alndense
AmantaS, {-1) &.i6 botas da tarde, baver sea-
aio de assemO'.a geral, cm ;sua respectiva ade,
afiui de proeeder-se a eleic > p la >i nova direc-
tora. O.inda, 21 de Jaucirj ds 1888. O secre-
tarir, J. Cuaba.
---------%

Estra'la ds Ferro de
Ribciro ao Bonito
Assembia eral onitnnria
Em cumprimeoto do art. 27 dos ETatatutcs, a
directora deata empresa couvida aos Srs. accio-
uistas, a se reunir i: em SBsejnb'i geral no
dia 7 de Feveriiro prximo a 1 hora 'I tarde, no
escriptorio n. 73 frac* de Podro II, afioi de
assistirim a leitura do rdatorio c o maia qu'. pre-
cei'ua o citado artigo.
Bticife, 5 de Janeiro de 1888.
Joti Bellarmino Pereira de Mello.
Director secretario.

Vapores ti entrar
MU DB DB JAXEIRO
Europa...... La Plata......... amanbi
Sol........... Esp'nto Santo.....auiatiba
Eoropa....... SuMy............ 28
Sol.......... JVeoa............. i9
Sol........... Camilla.,......... 29
VEZ DE FETEBEritO
Norte......... Pernambuco....... 3
Europa........ Senegal........... 4
Eur pa....... Ville de Rosario.... 5
Sol........... Maranhao......... 6
Sol........... Finance .......... b
Europa....... Ta.us............. 9
r Norte......... Para ............ 13
Sul......... ZYea............. 14
Estados- Unidos All anca........... 16
Sul........... Aanos........... 16
Sul........... Orenojue......... 19
Norte......... Espirito Santo..... 23.
Europa....... Tatuar .......... 24
Sul........... Pemam'uco........ 26
;I

'
' 't
1







u

.' ^-
Sul...
LaPLata.......... 29
Vaporea ts suli r
HBC DB JABEIBO
Penedo e ecc. Quahy .'........... 26 As 4 h.
Buenos Ayres La Plata.......... 27 s 2 a.
Norte....... Espirito Santo.. .. 28 a 4 b. >
Santos e esc. Sully............. 26 s 2 h. --^
Soothampton. Nevo............. 29 1 b.
Arae j eesc. Mandahu' ........ 30 3 6 h.
Rio F.rmoso. Giqui............ 30
t
Navio
Colamba.........
Constauce........
Dux.............
Daily............
Edina...........
Freidig..........
Fras............
Florence........
(i. C. StHuforrJ____
Leandre.........
Mette Johanne.. .
s entrar
NejW-Pjrt.
T^rra Nova.
N w-Port.
llalli n- re.
Da Cardff.
De Cardiff.
Hamburgj.
Terra Nova.
New-Yoik.
Terra Nova.
Cadix.
f.
\ i
Hfloviment do porto
Navios entrados no dia 25
Hamburgj42 das, barca norugiieQse
i sEusinu8i do 247 toneladas, c^pilSo
Even Olsen, cqaip:g m 9, carga varios
gneros a Fonseca IrraSos & C.
Arucaju o escala 7 li2 dias, vapor na-
cional cM.indabu's, da 222 toneladas,
co !:mac Jante Ale i les Moraes de Alba-
qa?rque, equipagaui 17, carga varios,
gneros a Companhia Pernarabueana.
Pelotas -26 dias, patacho dinamarqus
aJ P. Lstun, du 151 toneladus, ca-
pil2o J. C. I-ustn, equipsgm 6, ora
lastro, or om .
Fercaudo do Horonba 60 horas, vspor
naoionol sQiqui, de 223 tonel.d.s,
commandante Alfredo Monteiro, equipa
gom 30, e.n lustro, a Ccsrp.inbia 'er-
rambacana.
Maco22 dias, biate nacional i D m !s
Guarde, de 120 toneladas, o.-stre Jos
Antonio de Moura, equip g hi 5, earg
Varios gneros, a B irtbolomen Liure-y.
Sahidos no' mesmo dia
New York e escala Vapr americano Ad-
vance, comtnandante James Load, crr>"
ga var es gneros
Macti -Vapor ingl z Muut.-eal, eos-
mandante J. M Auley, carga ario
gneros. /^
MacoHiate nsc-onl sGaaelis meae
Manoel Antonio da Silva, carg* vario*
gneros.
r*
h





../'
Gymnasio
PraanibiicB
En 16 de Janeiro de 1*88
Pela secretaria do Gyunasio Fernambueauo se
declara an euhore pa- de famili, e a quem
mU inten Mar p.sea, qae a liberta a solemne do
enro cientfico e litterario ter lagar no da 3 de
Fevereiro prximo vindouro, e desde j te echa
berta a ioscripo di matricula para aquolles
qoe preteniliirem esiudac as seguiutes disciplinas :
Lin_'ua aaciaual.
Dita latina.
Dita francesa.
Dita inglesa.
Dita aliem e italiana.
Gecgrapn, aotiga e moderna.
Histeria agrada HDtiga e moderna.
Geometra e trigonometra.
Arithtnetici e algebra.
Pnilosopbia-
Rbotonca e potica.
H'atoria e cborographia do Braail.
Seiencia natnraet.
O corpo doreoto do instituto competo da 19
professons, oceupando-se cada mu dellea lmente
coa a materia cusinada cm suu respectiva ca-
deira.
Serio adr.i tidoi no Gymrnaio alamnoa intet-
, no<, mi p nsionistt-s e citarnos.
O pensionistas riidir.lo instituto, tendo di
reito di. eattidar a serie de disciplina do que au
eompd-j o estadio cientifico e liturario do Gjin-
nasio. de conformidade com o pregramma estabe-
li'cido ; a s?r alimentados aadia e abundantemen-
te e a wr tratado* em auaa pequea entermida-
des. O iosti'utj forn.c;r aieda medico, raeiics-
m-.n tos, esas, meta, c-ideira, lux, corte de cabel-
lo, guardant.p, lavatorio, baub) e msica.
Oi meio pensionistas le upr acutarai no esta-
btiecimcntu noa dias lectivo, a hora em que aa
uIk e abrir, m, e desde cutio at aerom cocer
radas tarde ; sao equiparados ac pensiouisti,
q'ianto aus eetudo, alimen'acSo o recrcio.
Os alomos externos a te ai direito as lines e
explicaco s do respectivo profesiore.
A peneo ani nal de 3C0 que p.igam c alax-
n i internos da Qymnaslo, so obrar pelo ano
lectivo aomcate, dividida em pres'ac :s de 1C
cada noia ; : mtcandi a primeira e u Fevereiro, a
aegnndi no Miio e a terceira em Ag.sto, e termi-
nar no fien de Novembre.
Para os alumno de instrue;Jj primaria que
devem ac ach.r no estabelecim.nto no dia 16 de
Janeiro, a priVira prrataca.) ser antecipadas.'m
lUgmeut de peos'c.
A pfrulo ancnal do meio-pensionista, aera de
130? em tres pr< atac a ii 6'Ji cada nina, > fl u
. ' ternos.
O alumnos intrrncs'de qualquer categoiU pa-
garS-i na entrada r por ama f- ves, urna j ia de
i.i'< ; dous ii tu!.-a SOA, sendo lj! por cad um e
uio uvera mais anguoento de joia crescendo o
romero deatea.
O.Iaatut.' encr.rr*gr ee-ha da luvagem da
r -opa dos ain naos intcrn.a que nJo tivtrem quim
o faca p,r fVa, e ito mediante 15 em cada pres-
)*co. Este pagamento ac fura de modo idntico
ao da p 'iie;I. e c^ujr.nftamcnU' com elle, dando di-
reito aos colicortos das pee-;s arruinada do en-
x ival.
A d-epeta8 com livr a c maia objectoa iudia-
p nssvis para a oacriptnracSo, correm p.r conta
tos alumn a internos ; revendoseus p na ou quem
os representar duix.tr quaui i < auffi-ieute para etse
tornircimenta.
O ex.'.roo.i c t'.'cra diroito a licuse explica-
tote d.e materias enainadas no curso, quaeaqucr
qnc ellas scjaiD, parando apenas no acto da ma-
tricula a laxa igual a qat p'igam c atumn.s no
coligi da arte.
- O secretan ,
Celso To.tuliauo P. Quiutella.
*v uc ^^pu Ul
EMaftEZA ARTSTICA
G0IPA11I11ESPAI1SU
de
. ZARZUELA E BAILE
Quinta-feira, 26 de Janeiro de 1888
1.a recita, da segn a da asslgaiara
1.Esfra da notavel cauela em 3 actos coro sublime msica de Barbieti
EL RELMPAGO ,
2O magnifico bailsdo
A MACASElVA
UaTcr tren para Aplpncos Oilada, Beberlbe e bondn
para Magdalena^ Afogndos, Manto Amare, Feraaades vielra e
Recite- *
-----):o:(-----.
Vejam-se os programmas.
Mesa geral
era do irmo presidente, convido todos
os da irmandade de N S. da Conceeao te
litare, para ao renaircm o) cousiatorio d* nos-
I* igreja nj dia 25 do corrate (quarta-reira) pe
ya O bora da tarde, afim de se proceder a eeicio
do B^vos funecionarioa qne teem de adminiatral-a
DO anno da 1887 1888.O secretario,
____________ Geroncin Santos Teixsira
irreniiam se os tutu Ca osa'
catate* predio
Ra do Imperador
Sobrado n. 24 834333
' fina Imperial
Casa terrea n. 151 254000
Visconie de Albaquerque
dem n. 61 224000
Ba do Burgos
dem n. 21 12*V>00
Quadro da Detencao n. 1 64000
Dito a. 8 64000
fiaa do Marque de Olinda
L ja do obrado n. 53 83 i383
Boa do Vigario Tenorio
2* andar n. 22
3o dito idttn
Ra da Moeda
Caaa terrea n. 47
Dita n. 49 254 Rna do Arah im
dem n. 64 304000
Roa da Madre de Deas
dem n. 10 20/0.0
Ba de Vigario Tenorio
1 andar n. 25 804000
2 dito idem 254< 00
8 dito dem 204000
154000
124000
Ci
PROJEGTO D^ INSCRIPCAO
Para a terceira corrida que se realisar
Dofflngr, 5 de Fevereiro de 1888
1. p.irco Consolacilo800 metros. Aniro-es da provincia que ainda nSo te
nh&m gacho, l-'r-inio : IOOjJOOO ao primeiro, 20jJ000 ao cegaudo e o terceiro livra a
entrada. Eutrada 10 2o pareo Progrpsso 1,000 metros. Animaos nacioaaes. Premios : 200j000
ao primeiro, 40|J000 ao segn Jo e o terceiro livra a entrada. Entrada 20000.
3.* pareo Olyrapio LoupAndares Qentlemen ri lers 3,200 metros. Pre-
mios : ao primeiro, ao segundo e terceiro objectos de arte. Entrada 20(>00.
4. pareo Dr. Goncalves .Pino 1,000 metros. Animaea da provincia. Pre-
mies : 1505XX) ao primeiro, 30^)00 ao segundo e o terceiro livra a entrada. Entra-
ba I5/J000.
5. pareoDr. Bultro1,000 metros. Eguas da provincia at 5 annoa.
Premios IOiJOOO no primeiro, 20|j'X)0 ao segundo e o terceiro livra a entrada. En-
trada 1544.0.
6. pareo Prado P^rnimbucano1,603 metros. Antmaes de qualquer paii.
Premios : 4000010 ao j*imeiro, 100^0 X) ao segundo e 50^000 ao terceiro. Entrada
40$000.
7. pareoAbolido800 metros. Ani:naes dacionaes. Premios: 200(5000
ao primeiro, 40)91000 ao seguuJj e o terceiro livra a entrada. Entrada 2O)$000.
8o preo Coojrnendador Luz Duprat -1,030 metros. Antmaes d provincia
Premios 120(5000 ao primeiro, 20j5000 ao segundo e o terceiro livra a entrada. Eo-
trada 12k)U0.
A inscripcSo encerrar-se ba no dia 30 de Janeiro, a 5 horas da tarde, no
Prado.
Nenhura pareo se realizar sem quo se inscrevam e corran pelo menos tres
animaes de propretarios differ.ntes.
Rccif^, 19 de Janeiro de 1888.
O OERENTE
J Marcolino Rodrigue da Costa Jnior.
coBipaahIa Bablana de aevega-
cao a vapor
PORT08 DO SL
Mocei, e Pnelo
O vapor Guahj
Commandante Martina
Seg uc para o porto*
cima no dia 26 di Ja-
neir, as 4 horas d:
tarde. Reeeoe carga
nicamente at ao 1,2
_ 'dia do reteridodia 26.
Para carga, paiageui,_encommendas e dinbei-
ro a frote, tratai AGENCIA
7toa do Vigario 7
Domingos Alves Matheas
Leilo
Da
Terna, gneros, armejao e maia
cilios
Patea do Paral** su Si a
Sexta feira 27 de Janeiro
A's 11 bora
O agente Stepple competentemente antoras*
levars leilo a (averna cima, armaeao extvidra-
cada e enverniaada. genero em boas estado, ga-
rante-ie a casa a qaem ficar com arasacio esa aa
cu mai* lote a voncade dos corapradosn.
Leilo
CHARGEIRS BEl\i&
Cumpanhla Franecza de Warega
fio a Vapor
Linha quinzenal entre o H.*vre, Lis
25400$ J,oat Pernambuco, Baha, Rio de Janiro e
Santos
JAB0ATA0
0 nw Ms de Basara
v
(-dl BECIVE
Serae picados dois touros de boa raja
O empresario da toarada qne domiogj paitado
ee deu em Ja'noato, acaba de transformar o cor
ral Ja luca e o palanqae-4.os espoztadore em nm
verdadeiro circo tonromacbicO.
No amphtbeatro que circomda a arena, cava-
Ibciroa e scnborus achanto domingo, 29 do cor-
rete, lugarco eommodos e seguras d'onde se goza-
r ama esplendida corrida de touros de pnrissima
rac> em qne entrara os- nossoa icelh*>cs attistas
vestidos a carcter.
Durante a lida, quo comecar as 4 horas da
tarde, tocar urna das primeiras bandas de msi-
ca do Recife.
A LO i TOROS
O [islitu! ArcbeGljgiro a eogrsphico Per-
nttjbuc*no Cflebis^.0 26.a anniversario de ana
nataltoca eo234.s da restaoracj do Ptrnam-
I neo d^ poder bollaudea, n dia 27 do cerrente, a
I hora dr. t rde, no edificio da escola modelo.
Sao convidado para eemrlbante ir, cm 68'm-
r> i gtral, todo es aoci benemeirroa, honora-
>i.S, rfitctivoe e corrcepoud.ntr, qne e acbrem
.. sta cidvde
A pesa .as quo quiserem hmrar a iPaco com a
sua antorisid palavra, dev m previamente en-
ender ; com o 1* lecri'tuno para este providen
ciar na forma do art 28 das rstatoto, ultima
pwt*.-
JA palavra ser dada :
1* Aj oradjres ii I istituto.
2 Ao oradores das como.iso prcaeotes.
3* Aos cavalleiro-, que se liuuveruia iuscripto.
Secretaria do Instituto Archeologico e Ooogra-
fbica Pernanibncano, 22 de Janeiro de 1888.
Jo Baptiota e^ueira Costa,
1* secretario.
Thcsouro Provincial
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector dusta rc-
particSo, fajo publico que no dia 26 do corrate
mes paga su a e'assc seguintc:
Professorss de 2' eofranciu ; e no dia 27 as de
Ia entrais, relativamente ao in el timo.
Paaendo notar que os pagamentos priucipi-im
as 10 horas do dia e fin 'aro-se as 2 da tarde.
Pagaoria do Tuesouro Provincial de Pernam-
l'jo, em 2j de Janeiro de 1888.
O escrivo,
Silviao Antonio Rjdrigues.
Ci mpanhia do Bebe-
ribe
f Previne se so publico que vai abrir-sc o nov
crvici oas russ B'.ro de S. Borja, Viecjndc de
(i .yjii!., trivessa da Br-.rrciras, concedvndo-sc
ao mesmo nivs penna d'goa.
t. cifc, 17 de Janeiro de 1888.
Ccciano Mamed?,
pirector gerente.
BANCO INTERNACIONAL
DO
BRASIL
Capital 20,000:0000
dem realizado 19,000:0004
A caixa filial d'este Bao fuuccionx rna do
Con meruo n. 40, sacca, k vista on a prax:>, em-
ir os s-.'guintcs correspondentes no estrancrir-:
L-mdres......... /N. M. Rithscbild & Sous.
Puris........... > De Rothschild dtFrr..
Kamburgo.......
Bri,n..........) Deutsche Bank.
Bremuute........i
Prankfurt s/ Main (
A :fuerpia.......; Bauq'io d'Anvers
R ota...........\
geaova.........I
S toIs.........\ Bae Genrale shl-
V !Jt) e mai 3401 egcnci..
cidades de Ita-1
lia.........../
Madrid........
B:tee!or.....
U-.dia.........
B-'ag-.........I B:ioeo Hypctecario de
1 rragonr. ..... I Espaa e tu s ag-n
V^auci. c ontrai'i ciae.
idade s He 1
.-,tia iihas j
Lisboa. ........1
rV.rto e tnai ci-f Banco de Portugal r
dadea c Por-f roa agencia.
32i c ilhci- -.;
js-Ayrcs... .) EagaU Bank of the Ki
.'-.vid.-o...... ver Piat-s, Lignito 1.
N-va Yui-k..... tt. Anwink & C.
Gjtnpr:i caques sobre qanlquer prsca do impe-
do (alraagero.
T-rr*iri jjSUiniii rm eonta correte de mov-
.cato com Jarosra razio de 3% o anno e por le-
tras'a praso a jaro coaveneionado*.
* gatete,
Wiiam M Webster
l'fflll
Projecio de inscrijicio para as corridas a p ra
velocipedes qne se effeeluarao
DOMINGO 29^DE JAJEIRO

1.* pareo Corrida rasa* para hornera 150 metros,
objectos de arte.
2.a dito dem para meninos de 6 a 10 annus com
Premios ao l., 2 e o 3." idem idem.
MARTIMOS
res nacionaes
EMPREZA NORTE E 8UL
Rio de iaaeiro, autos. Rio
-1 ande do Sal, Pelotas e Porto
Alegre
O. paquete Camillo
Eepera-se ao dia
29 de Janeiro do
porto cima e se-
teir depois da
iemora do cos-
ame paraca mes-
mw porto cima indicados.
Recebe carga, enccmmendas e passageiros para
o tartana portas : a tratar cotu
PEREIRA CARNEIRO& C.
N. 6.-RA DO COMMERCIO N. 6
Commandante Portier
' esperado da Europa
at o dia 5 de Fevereiro, se-
guindo depcis da imii-ptn
aave) demora para a II-
ia. Rio de lanelro
e Saalos.
Roga-se ao Sr. importadores do carga p 'los
dia a contar do da descarga das alvarng:. u:U-
lucr reclama9o concernente a volumes, que po
Vr-ntuiatenham seguido para os portos do u],afin;
de se poderem dar a tempo a providencias nece-
sarias.
Expirado o referido prase a companhiasa n ss'
NSBMaabilisa por extravies.
Para carga, patsagens, eucommendas e dinhiir j
a frete : trata se com o
AGENTE
0 vapor Sully
Commandante Voisin
Espera-se da Europa no dia
28 de' Janeiro aeguindo de-
pcis da demora necessaris
para
De cerca de 8 caixa* com bisnagas de di
versos tamanbos para fcebaatentode
contas
Sexta feira 27 do cor rente
A'S 11 HORA8
No armazem da ra Mrquez de Olinda
a. 19
Em c De eiovci, piano?, quadro, jarre, epaV,
I. r-V-, vidr 3, qOoqnilbaria, fs niaa e tnja-
las que arrj 7rndidas i m limite
Por Intrrvenro lo araste
Gusmo
3- leilo definitivo
De 7 casas terreas de ns. 20, 22, 24, 26,
28, 30 o 32, sitas a Ilha dos Carvalboa'
(antiga ra Bslla) em solo foreiro.
Sabbado, a do carrate
A's 11 bora* em p.nto
No armazem ra do Imperador o. 22
O agente Stepple p r mandado e sisiatraesa **
Exin. Sr. Dr. juis de direit? da rr v. :o.ia e
cabellas e resida.'', a requ- riro -nto do testaosasi-
teiro e inventaria-ite, levara n leii-i a 7-easaa
cima, pertencent--s ao espolio de IV Anua Zssssk
Ramos, aervindo de base os oiiim s preco* de 9*
leilo.
O Sr. pretendentes eaa* j psdrrao (isoisar
as dita casas e para qualquer mfcrsBaei) o sceas?
agente dar.
Babia, Rio de J.neiro
Couduz medico a bordo, de
i offerece exccllesstcs eommodos
dio.
e Santos
marcha rpida
e ptimo passa-
As paseagens poderlo ser tomadas de antemSo.
Recebe carga encoinmendas c passageiros para
os quaes tem excellentes accommodafoes.
Rjga-EC aos Sr.'importadores de carga pelos
vaporea desta linha, queiram apresentar se dentro
de 6 da a contar do da deacarga das alvareugas
qna!qner recamar;.* j c ucerner.?; a volnmes, que,
Leilao
Agente Britto
Da
DO
COMMERCIO
andar
Prem* ao 1., 2 Zf
vantagens, 100 metros.
2.' e 3. dem
id
em.
3." ditodem para horneas 250 metro?.
4 ditotem pura meninas de 6 a 10 annos com vantagenslOO metros.
Premios ao 1 2. e 3." idem idem.
5. ditoSaceos mysteriosns100 metros. Premios idem idem.
6." dito Vrlocipcdes204 metros. Premios idem idem.
7." dito(Jorridss com obstculos200 metros. Premios idem idem.
8.a ditoCorda dos dous estadosPremios : urna sorpresa ao lado vencedor.
9. ditoCorrida rasa para homens 600 metros. Premios: ao l., 2. e 3
obj<*ctos de arte.
As entradas slo de 2000 em cada pareo.
As propostas devem ser aposentadas em carta fechada e acorspsnhadas da
respectiva importancia i raa do Imperador n. 83, 1.a an lar, at 23 do corrate, i 3
horas da tarde, e serSi abertas em presenta dos senhores proponentes no Prado, no
mesmo dia, as 5 borus.
R'cifi, 19 de Janeiro de 1883.
O GERENTE,
Marcelino R drigue da Costa Jnior.
. EST8ADA DE FiRO DO MI A i FRANM ~
FESTA DO CABO E DA BOA-VIAGEM
Doming'o, 29 Jo corrente
ale ni des Iressis ordleerlea de pna.ii>ln, bavert o negulnte tren
especial entre eatecO da* Coco R ota e Cabo
11VVM E,SPlCl\lu
ida (tarde)
Cin-o-ranlaa (partid
Afogad'S
B6a Vi*gem
Praaeres
Ilbr
Cabo
ia .sartii-
chegsa)
12
12.10
12.20
12.30
12.50
1
Cabo
liba
Praaerrs
Bfia-Visg m
Afog-dus
Tolla nolc)
(partida) .
.
.
.
Cabo, 18 de Janeiro de 1888.
10.30
10.45
11.05
11.15
11.30
11.40
CtimpaBhia de edifie .fo
Cinco-Puntas (chegada)
Velh Hood,
Superintendente.
. Imperial Sociedade dos Artistas
Commnnico aos senh^re acebniatis, poeaoido- JlfiCnUlCOS 6 LID6P6S
res da rcd>s da nmeros abiixj,- qne findou hoo- ...... .,
em o primeiro praxo a qne refere-se o art. 8 dos > > ** <=oo.elho admini.trat.vo, convido
..Ututos q,"por forjad .mesmo artigo Ihc. ao. .rm2o. qne e acham de aceordo com o que
macado nov?. praso oV 80 dia, contados de hoje determ.na o art^l do e*r.. f> de no..os estatutos
?S'di FcvJeiro vindonm, 'par. rrali..r,m ajP .parecer.
nona prtstic*', mediante o juro de 12 0,0 ou
1:200 r. por accao. ......
633, 951 a 970, 1846 1255, 1446 1455. 1586
A 1595, 170o 41715, 1716 1725, 1816 i 1835,
?8G1 4 1865. 1991 A 19 J8, 1826 i 1860, 557 a 581,
6i8 a 621, 648, 12SC 1245.
Reeitt, 24 de Janeiro de 1888.
Ricardo Menese,
Gerente.
r na s le de nossa sociedade
sextfc-fcira 27 do corrente, a 6 hura d tarde,
afim de reunidas em.acembia geral, ae procedor
a eleiyao dos navos funceirnarios, qne deixfla de
bavrrno dia marcado pela lei por falta de nume-
ro, devendo esta t parecer.
Secretaria da Imperial Sociedade dos Artistas
Meclwnieos e Liberaes do Pernambuco, em 23 de
Janeiro de 1S88. 01 secretarlo,
Paterniano Barroso.
COMrANHIA rElt.-V.aMVCCaXA
DE
NavcgacSo eostelra por vapor
PORTOS DO SUL
laccffiTfaiede e Arc^|il
0 vapor Mandahu
Commandante ^lbaquerqae
V^~~-Jt^ Segu no dia 30 de
Janeiro, As 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 28
um piano, movis, etc.
O agente cima aatorissdo por una Ex-ts. fa-
milia qne se retir,i p r f.;a .!.-. | r^v.'aei. fari
ieilo dosegninte: 1 piano de BWosJ. cadeiss e
cstraJo, 1 mobilia de Jacaranda, 1 dita de asa*j>-
rcllo, 1 cama francesa de Jacaranda i m jjira, 1
inirqiifzao, 1 mesa dejintar, 1 tb.ar, 1 i sasaiii,
1 bidet, 1 lavatorio com pedra, 1 io '*s p i isa.
2 bancos, 1 mesa de coainba, 1 lastre de erratal
de 3 luce, 1 prenta de copiar, jarros, riipa, c-
lice, lencas, candici.'o par* k-rcat, 2 laatar-
naa, 23 latas de doce de batata, 2 eaixa coa fa-
riuha maisenu, 25 frasco com cmi rr, frasco*
cim doc? cm calda, 20 r.'sma de papel d? mpxes-
porventur tenbam seguido para os porto do sal, **" V1**"* b=ndoj, Upatv. e oatro cbjestot
afim de e poderem dar tempo a provideacia l0""
i
neessanas.
Expirado o referido praso a conipanhia no ae
reponaab;lisa por extravio.
Para carga, passagens, encoinmendas e dinhei-
ro a frete trata-se com o
AGENTE i
Augoste Labille
9 -RA DO COMMERCIO^9
Compctala liravlleira de Xa.-
gaeSo Vapor
Vapor Espirito-Santo
Commandante o Io tenente Carlot An-
tonio Gomea
SABBADO 28 DO CORRENTE
A' 10 1/2 bmm
No 3* andar da casa n. 73 rna Duque
de Clxias
AVISOS DIVERSOS
Alaga-se casas a 8000 no becen dos Coe
he, junto de S. Goncaiio : a tratar aa ros
mperatrix n. 56.
--------------------------------------- ,
AMA Na ra Aagosta u. 280, precisa-M de
ama que caiba bem cciobar.
Alaga -se o 1 andar da casa n. U A raa de
Padre Monis ; a csaa terrea n 40 roa ia Da
"*' esperado dos portos do su! at j Jo8 de Martina caiada e pintada, tea age* ;

neommendas passagens e dinbeiro a frete at
as 3 hora da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Cae da CompanJaa Per^,ambneana
n. 12
UIMPANHIE DES HEMSAbE
aiB AHITISE^
IJNHA MENSAL
Paquete Senegal
Commandante Moreau
Espera-se da Europa at a
dia 4 jdt Fevereiro seguindo
depois da demora do costume
para
Baha, Rio de Janeiro, Bneuos
Ayres o Nootcvido
Lembra-se aos senhores passageiros de todat
as elasses qac ha lagares reservados para est
tgencia, que podem tomar em qualqner teropo.
Previne-se ao senhores recebedorea de merca
doria qne s se atteoder a reclamaodes por fal-
tas nos volantes qne forera reconhecidas na occa
sito da descarga, --usim como devero | dentro de
48 horas a contar do dia da descarga da alvar n -
gas faxerem qualquer reclamagio concernente a
volumes que paverntura teob.im seguido para os
portos do sal, afim de poder-se dar a tempo as
pgovdencias necessarias.
Para carga, passagens, encommenda e dmber
a frete : tracta-se'com o
AGENTE
ugoste
9 RA DO COMMERCIO-9 .
R0Y4I M4IL STE4M~PATKET
COMPAQ
Vapor La Plata

E' esperado da Europa no dia 27
do corren te o segui depois da
,demora necess ra para
Baha, iiio de Janeiro Monte
video e Buenos Ayre."
0 paquete Neva
i*R
esperado do
aul at o dia 29 do
corrente e scgnirA
'lepoie da demora
necesaaria para
Lisboa, Ylgo e Sonthampton
ReducqSo de pattagen
Ida Ida t volta
A' 'outhp.mpton 1 claiso 28 42
A' L'sboa i claise 20 30
Camarote reervados para o passigeiro de
Pernambnco.
Para paasafiBns, frete, etc., tracta-se os
" AGENTES
Aiuorim Irmaos &C,
. 3- RA DO BOM E8US N. 3
o dia 27 de Janeiro, e seguir
depois da. demora indispessavel,
para os portot. do norte at Ma -
naos.
Para carga, passagens encommeade e val-.-n.-E
tracta-se na agencia
PKAffA DO CORPO SANTO N-j g
COHP4UI! PKaiiHStti
DE
VavegaeSo Costeira por Vapor
FORT 03 DO SL
Tmandare Rio Foronso
O vapor Giqui
Commandante Monteiro
^"^si^X- 8e.8ae n0 d!a ^
Janeiro pela 4
ras da maflh3.
Recebe carga
28.
Encommendas, passagnsrjh diuheiros a frL'te
at s 4 horas da tarde do dia 86.
ESCKIPIORIO
tae* da Companhla Peraanhi-
cana n. 12
Para
Seguir com brevidade para o porto cima men-
cionada, a veleira barca inglesa Bauavo'a, \ de
primeira classe, por ter dous tercos de sea earre-
gameo'o prompto, e pira o restante trata se com
scu eousignatario.
L'.rgo do Corpo Santo n. 9
tratar n-i ra estreita do Rosario n. 16.
AMA Precisa se de nina conaiaberra; ao
largo do Corpo Santo n. 17, .3- andar. -
Prccisa-se de ama cosinhsua. ; na M 03, sitio do commendsdor Barroca.
Cocnpr. se urna cusa no uairro a* i>j. vi**
ad^ tc-nha 3 ou i qort :a e b.m qnintel, qosaeaste
3:000C0J, pneo roai so mea-; : a tratar aa
rur. Daqnc de Csxia n. 90.
Vende-ie orna padaria b-m montada^ ao
tro desta cidad.- : qn- m pretender dirij se
larga do Rosario n. 16.
Aviso
A jtnlern IflgleaA > Lallraer ;, clie
uada em 3 do corrente de Livor
pon, preelaa de eerlon concert.
par. o* i< receinr propoeuia
em caria lechada no eonanlado toa macealade britnica ale a da
SO do corrale : ost proponeales es
contram no mennao consolado aa
partlcaiarlitadca do necesssrle
reparoa. RecItVa aa de Janeiro de
188.
Lisboa e Porto
Barca portuguesa t Lopes Dusrte recebe car-
ga a f.cte ; a tratar c m Amonta IrmSus & C.
Lis oa e Poito
Precisa-Be de nm caisi-iro at 16 aaaos > ida-
de, qne ter.b i pratica de mo'b : i s e eja u:i i asi,
e que d garante 4 sua condn. t. ; a tratar aa ns
do Viscondc de Qoyanna n 1.
Riscooios do Rio Grande da fabrica de Cistoiio Sil-
va Rranco&C
r'harles Plnvm & C. acabam de reeeber na va-
riado sortimento destes delicioso biaecoto*.
l'endem em lata de na e dea kilo a prceod
lEi'm competcocia.
^4RA DO COMMERCIO -RECIFE
Para iaranhao
Se.?uir dentro di poaco dias para o porta as
ma a bsrea portogaeza Allianca ; para reste da
c.irga e paesageiros, trata-so fleta os
rics Jos da Silva Loyo & Filbo.
Absica portagneza Qu leria recibo c
frete : a tratar com Amerim Irmaos S G>
rga a
Qninta-feira 2*5, por oceasnio de um putro
leilao de movis na ra Marques de Onda ni 52.
Quinta feira 26, o de movis, loncss, vidres,
jarros para fl ireo c muitos outros objecto oxist n-
te no aimaiem da roa Marques do Olinda n. 52
Lela
De um pian*, 1 mobilie, quadro,epelhoi, vasos
para fl r deiraa de halsngo.
Duas camas de Erab!e, 2 commedas, msrquezes,
cadeiras avolaas.
Urna irn-ta elstica, 1 gnaida-looca, 1 aparador
de armario, 1 sof, 12 c.deira, Cndi.iro a g:-.,
aerpeatina, copos, loucas, vid.-os e muitos outros
artig'a ex'steute uo armniem da roa utarqoe de
Olinda n. 52.
Qu'nta feira 26do corrente
Agente Pinto
Em ocntinaacao vender-sa-ha um cvalinho cas-
tanho, andador.
Alaga-e o sobrado de om andar*. 288 rsa
Augusta, com sotio, 3 salas, qu.nal, 8 qaartas
gaz, alagael de 50^000 rceosaes ; e o I sadar
n. 9 rna deH;rtr, com 2 sala, 3 qnartos caa-
sioba fra, alague! de 33* WO measacs ; s tratar
ua rna Imperial n. 19, 2- i.i, ';i, ou na raa a
Suledade n. 30.
= Aloga-se o terceiro andar n. 52, raa 4
IinpernoSr, est asseiado.
Pricisa-Ee de nm cosinbci.o oa c siiib.ira,
perfeito, e de ama ama para andar con ensaca :
oa ra da Matris da Boa Viata a. 3.
Precisa ae de ama ama para cosiaaar, aa
menino para criado e nma ainlber idasa para Sa>
dar com crianca ; na ma Duque de Casias a. 108,
toja.
ta raa i
Para engommar para dua peisoa*
Aurora n. 23.
Caixeiro
Tffreno
Vendo-ee um terreno exm 25 palmo da
c 90 de fondo, lito travessa do Principe ;
tar com Dalmonte Pinbeiro na AlUad-.g*.
zem n 3, oa os ras do Gasmetro a. 19,
hora em diante.
dsaS
Criado
Precisa-se de um menino par ecaprar
vigo domestico ; na raa Fu raso a 37.
Engenho Booi Jpss
Estando penhnrdo o eogenh: B -s Jeaii, 1
comarca do Cabo, em virtade d^ urcaei ,
promovemos, prevenimos a qnem lateresaa* p
que o mesmo engenho tem de ser arrendado ea
basta publica, ficando a respectiva renda 1 ajrit
ao pagamento da cxecuclo.
Rcclf-, 24 de Janeiro de 1888.
L-al a Ira
Leitc puro
Quem qnizer tomar fregarais da
vatOM nacionaes, ba qacsa sa n
saa qualidade e se incun ba de a
logo qae a pesaoa dtixe o eadirafn aa 1
aarna do Imperador a 66, 2 aadar, a aaj
graphia desta Diario.
j


UC7 MHHAJ.I i U
Attencao
'sa-fS de ; aa ra
B.1W, Psi.Hgem te M-gdaipn.__________
S(!Bnie d* carrapat
Compra ae menle de carra pato; na roa da
Hospicio a. 79.


Altescao
Convidt-te o herdeircs do finado Aodit Joa-
ajuim de Ctrvelbo c mparecerem ra do Mr-
quez de Olinda d. 56, 1* andar, a negocio de
eos ioteruses.
Boa casa
~y>
Alaga iie a dama Imperial n. 159. cono todoa
icomoiods e bem pn-parada, aaul-jo us frente,
Isdrilhe ds seossico, lustre e rendeUes, eetueida,
quintal niurado e dep ndenciaa ; a tratar no 1-
dar roa larga do Rosara n 22.
Cosi nhe ira
Precisase de urna cosinheira, tendo hoa con-
ducta, ps eaaa de familia : dirija-te roa do
Ccmmercij n. 5, 1' andar, escriptorio da frente,
daa 9 horas da manhi as 4 da tarte.
Ama para entramar
Precisa-se do urna que bem desempe-
she este ayate r, tendo caderneta, no 3.
dar n. 42 da roa Duque de Casias por
cama da typographi* do Diario.
Cosinheiro
Preciaa-ae de um caainheiro para hotel ;
tar a rna da Madre de Oeus n. 3, com
Altee Pitolla.
a tra-
Manoel
Cosinheiro e engoinmadeira
Precias-ge na roa do Vis.'onde de i oyanna n
207 (Manguinho) de urna be engommadeira e um
perfeito coeiuheir...
MOLESTIAS
CORACAO
Asma, Catarro
CUEA CEIRT-A.
com o nmiH do
Granulos Antimoniaesl
D PAPILLAUD
IiUtortt tiTsrml la Acllela la alarlii rer*.
Jitarmiu tala laaU te Hyiteat st Braza.
Ot'i-te txlglr obre cada fraseo o asean a*
s. uousxrnat l. papillato
rurancia GIGH, 25. ra Cata Mari. FMB
Km PernambMCO : rr.AI= I. da SH.U l
Fir35af0i0
Alni;'a-se o 1 'andar do predio n. 46 da roa
eatreita do Rosario, crm maito bona commodos,
mnito fresco e > st lirnp >.
Cosinheira
Na rna da S.nta Crus n. 10. precita se de urna
boa coairheiraque seja mat iculada ou traga car-
ta de flanea ; a tratar & ra Dnque de Casias n.
86, ltja
Criado
Na roa da San'a Croa o. 10,
criado para scrvco domestico.
precisa*' e de um
XAROPE FERRUGINOSO
do Dr DU80URD
Ap-tcndo pila icadamii da lidiciu t Fuu.
Em um Relatork, feito Academia
de Medicina de Paiis, os Professores
Henry e Guneau ds Mussy afflr-
marao aue < ette Xarooe nff/n*ndn
iodo a* vantagens na pratiea
i medica, era promp lamente abior-
- < sido e aasimilado economa >.
Elle nao produz a menor irritaco
dos .orgaos gastro-intestinaes e
dentro de pouco tempo restitue as
forcas das pessoas enfraquecidas
por perdas de sangue, priva-
coes, excessos de qualqucr
genero, ou lonyas molestias.
Cura rpidamente a chlorose, ou
fraquesa geral as cores paludas,
a anemia e certas perdas; res-
tela'*. Q fluio menstrual e
torna regular o seu apparecimento.
Colbale analmente os accidente
nervosos a que sao f requeme rae n le
suj sitas as sen horas o as mocas
mesmo solteiras.
Deposito em PARS: 8. Fue Vivienne.
Peiloral de Cambar (3)
Descoberta e preparado de Alvares de S.
Soarea, de Pelotas
Approvado pela Exma Jonta Central de Hvg'e
ne Publica, auctoriaado pelo governo imperial, pre-
miado com na medalhas de ouro da Academia Na-
cional de Paria e Expoaiio Braaileira Allami de
1881, e rodeado de valiosos atteetados mdicos a
de muitoa outroa do eaaoaa caradas de : tate,
simples, bronchitea, aathma, nuquidao tinca pul-
monar, coqueluche, escarna de sangue, ere.
Precoa naa agencias : Frasco 2500, meia
duaia 134000 e dp.aia 24*0< 0.
Presos naa aub-agenciaa :frasco 2*800, meia
duaia 15*1)00 e duai* 28*000.
Agentes depositarios geraea neeta provincia
FRANCISCO MANUEL DA SILVA 4 C-, roa
Marques de Olmda n. 32.
Precisa-se de om
na rus do Viecoode c
fScial qV l
urna n.60 A.
Caixeiro
Prcciaa-ae deam eeis iro com bastante pratiea,
para tavrrna ; na roa do Hospicio n. t.
4o.s ssipaleiros
Chegou nova remetan de ttVave, era escalas
aoa negociantes Trameos a .12* e 34* o cento ;
a imit-cio do Porto 70* o cento : s na ra do
Livraaaento n. 19-
Criados
Preesa-es de duus criadoa que deem conbeci-
mento de toa enducta : a tratar no hutel C .amo-
poli ta, i ra da Madre de Duna n. 30.
Has do Moit Surc
Compra < cautelas do Monte 8uceorro : na roa
Marcilio Das n. 26, daa 7 aa 2 da tarde.
Atlence
ola pr O Carlos Sinden receben nova rmesa e vende
por menos ds que ontro qualqnrr ; na loja de al-
iaiate a roa Bario da Vctor a n. 48
Borracha para limas
de primeira qaalidade, vendem Lopes, Magalbaes
ds C Soccets< n-s de Joato Teizeira 4 i; aaeim
como trm temore om completo aortimento de
obras de vime, de sp> rfeifoado goato, e que vtn-
dem por precia
nba n. 8.
em cempttcncia ; na roa da Pe-
Criado
f recita-te de om criado para compran, manda
dos e maia servico de casa de familia, que si-ja
matiiculad ; no caes da (J< monhia n 2
Papel pintado, inglez
Para forrar Bailas e rttabelecimeutos, detenhoa
lindoa o prceos baratea ; vend* ae na fabrica Glo-
bo, roa larga do R sario o. 28.
'Zfeencltidopela Inspectora Qernk
de Hygine do Imperio do Brazil.
XaropeZed
(0t CODEINA T0LU)
O Xarepe Sed emprega-se contra, as
Irritafdes do Tato, Tosst ios Tsicos, Tost
convulsa [Coqueluche), "BroncbiUs,ConsHfiasdlt,
Calarrhos t Insomnios ttrsisttnte*.
rajUB. la, roa nrouot. ata ruauu
Aviso
Emilio Killion, Engeobeiro Mecnico, engarre-
ga-ae de montar novoa apparelboe, dos melhoret
fabricantes franceses, e os mais apperfeicoadoa,
pelas condicdVs e precoa segu otes :
O stsocsr ser fabricado pelo systema Bro-
cheton e Billion goal ao da Urina Pinto.
- Garante-s no mnimo 9 "/. de assocar cris-
tallisado de todoa os jacios, e 10 u/a c< m moenda
de repreasSo, augmentando os preces abaizo de-
clarados^
O trabalbo dos appsrelhrs ser por 24 ho-
ras, se aproveitario oa edificios existentes, com
pequeas reformas ; oa propietarios darao todo
material, como : tijolot, cemento, cal, area, roa-
deira, etc. ficando por eonta do eropreiterio todo
mais trabalbo.
Prera dan l alna*
3
a 3
9 *
100 tonoel.
126
160
*0
9

9.000 k
II 250
18.600.
18000 .
110
140
IftS
225
8 3 u
o Bg
2 2"
s ta
o o e
3
ae. 110:000*000
130:00 '4000
150:000*000
4T 180.0000OU
Pao Centeio
Melle & Biaet aviaam so reapeitavel publico
que todas aa tercas e aextaa teiraa teem cate aa-
borato pato ; rna larra do Ri'aario n. 40.
Fabrico de as suca r
N. H. Smart, repreaentante di a Sra. Dncsn
8tewart 4 C de Olaag w, annuucia aoa aenborvs
de i'ogenbo e outroa intfreaaadus que est prompto
a c< otraetar o |ev..ntamcnto de usinas completas
de qoalquer tsmanbo, e lamb m toruece machi-
niemos para oa engeob is existentes, etc. etc.
Tu Jo ser do mais moderno e sperfeioosdo.
As moerdas ferio a pr.sso bydrauiics patente
de fin w-rt, que augmenta a expn tsao coosidera-
velmenie.
As cxldeiras serio de aystema econmico e as
tornalbas feitas para qneimar bagaQo verde.
Ornamentos e meis informacSes em casa de
Browns & C.
Rus do Cummi rcio n. 5, 1* andar
Escola mixta particular
Ba* V.-ira n. 9
Laura A. Saraiva Glalvio, tito ada pela Escola
Normal, cargo da sociedade fropgsdnra da
Ioatrocco Poblica, avisa aua paia de teus alum-
uoa e aquellas pessoas que Ibe quiseirm confi r
a inslrui ci do seua filboa, que no di* 16 do c r-
reute reabre sua dita escola, onde al< m cas ma-
terias qae coDStitaem propriamente o rnsino pri-
mario, entina tambem s meniuas trabalhoa de
aguiha.
Semenie de carrapato
Coraprii-s Bment(8 de carrap-to na fa-
brica de leos Vegetaes, ra da Aurora
n. 161. ______________________________
Semcnles de carrapato
Compra se em granates e pequeas qnautidadet;
na drogara da Francisco M. Oa Silva & C, ra
o Marques de Olinda n. 23.
Empreza geral de Mu-
danza
Alugam-ae earroa de mola, proprioa para trane-
p rte de m iveis, marmrea, esi e'b 8 c mais orna
mentoa de eaaaa de familia, botis e rstabelrci-
mentoa pblicos, para tuda eqn.lquei parte da
cidade e aeua auborbioa e arrabaldas, por preco
commodo ; a tratar na roa do Padre Nobr^ga,
ontr'ora do A'eciim. n. 24.
Assucar candi
Especial assucar c-ndi, o melhoi que at hoje
se tem fabricada neata cidade. Ataucar especial
extra refinado, Us:na Poto e Colonia Isabel
BeOnara
J. Salgueirsl & C rna Marcilio Dius n. 22
Numero telepbouico446
Professora
"*Soel ale Fots(ea ossiea
Antouio Oooralvea dus 8-utos desde ] agra-
dece a tudas aa peatoss que se dignamm acotnpa-
nbar ao ceianteriu pnbliuo i a reatos mortaes de a> u
presado amigo e socio, Maooel de Pontea Gooaea.
e de novo envida as mesenas peasoas, prenles e
amigrs do finado para aaialirem aa m aaaa de s-
timo da, une por ana alma se bao de celebiar no
sabbado 28 do correte, a 7 braa da maabi, na
igreja da ordem tere-tira ds Caimo.
mtSX3Sit&St I 1* aaiai
Pr aa claro Xa>ie. Carne tro da
esa sana
1 snuiv rtario
). Jraaaa C >elhn Caroeiro da Cunba e seos fi
ihoa Manol Xavier Carn-iro de Alboquerqu-,
Irino C.-eOio aa Suva- Jovino Cwlho da Silva,
iniher, fi hoe, irmio e cnobadoa, convidan a to-
na prenles e amigos para assiatir- m s mitas
ndan retar na-tnatria de Jaboalio, a 7 1|2
da manhi do dia47 do correte, pela alma
'toes francisco X-vitr Carneiro da Cuob,
vertnrio do aeo infausto paasasaento, que
eve lugar ss povoscio ds Los na ocite de 17 d
Janeiro de 1887, aasaetoa o aili brbaramente
Pra qualqoer sxplicaco, dirigir-se na Usina
Aripib au Uaina Boaqae.
rsMlnheira
Precita-te de uva boa coainbeira, para casa de
adquena familia : na na do P,aysand n. 19
Paasugem da Magdalena.
Artigos para acabar
21
Setisetis decores taiadinhas a 240 ra. o co-
vedo.
ortimento completo em las de cores, 320
360. 500 e 646 rs. o covado.
Oorgnnnaa de cores, lindiaaimos psdres, 320,
400 e 500 rs. o covado.
Meti, trancado, magnficos psdres, de 360 rs.
O OoVado. a
Bramante de dsas largura) para lencoea, 50)
rs e metro.
Dito de qnatro larguras, n uito bos fasenda, a
1*200 o metro.
Dito de bobo, francs e inirlea, de 2* e 2*5C0
o metro.
Atoaibsdo Uvrado para meia, detenaos lindas,
a l*.00 o metro.
Gnafdanapos com franja, 2*.r00 a dusis.
Zafires de ce rea, oeste artigo completo e va-
riado, de 200 800 rs. o covado.
Merm liao e de todss ss cores, s precoa di-
versos.
- Dito 'svrsdo, magnifica ftzenda, 1* o covado.
Marin prelo, tspleudido o sortimen'o e gran
d.' redcelo nopreeo, de 800 rs.- 1*000, 1*-0j-
1*5), 1*800 e 24 o covado.
ri. tmetaa frtncesst, basa e de todas ss cores, a
4( O ra. o covado.
B-ptis'ea de cores e nanzuict, padrea lindoa,
200 ra. e 280 o covado.
Sargelim da todaa aa cores e preco rednaido.
Ciinoiine para torro, branca e preta, toda de
qutdrca.
Cretonrs trnceles, brancoa, d carea e eacuioa.
Alrm ds gianda sortimeoto de outroa artigo
qae nos impotetvel mencionar, mas que se ven
d> a tem res rvs de preoo : na rna do Crespo n
21, loja de Ouveira Campos 4 C.
Vovidaiies e pliaotasias
21
Veaitea de seda, merino e casimira, ptetor, en-
feiradoa a vidrilbos.
Sedas de cores, padrea rsodernci.
Crep de cor para cuberta.
Cambraia bordada, branca e de cor.
Manteletes pretos.
Setias de todss ss corea, fiooe.
Seds branca para 0*4*0.0010.
Veos e eapellas, novid-de.
Meiss brancas, de corea e encadadas, para ho
mena aenboraa e criancaa. s
Casemirss decores e preta, e panno pieto e
asa).
Cortinsdos bordados s crochet.
Colchas ideas.
Cortes de tutti? para cllete, e seda,
E.teira pava forro,' de cala, braaca e de cor.
Alcatifa e tapetes grandes e pequeos ; na roa
ds Crespo n. 21, loja de Ouveira Campos & C.
ITma scnbora competeotem"ata habajitada pro-
pe-s* a leccinar em collegioa e casas partienla-
rrs aa a'guintes msteriaa : portugus, francs,
msica e piano: a tratar ns roa Marques do
Herval B. 10.
Soceorro a velha
A moradora do becco do Bernardo n. 51, anda
se faa lembrar a almas earidoaasatqne nao ae es-
qnecam da prot c^io que sempre Ibe dispensa-
ram.
Cosinheira
Precisa-se de urna que cotiuhe b< m, para cass
de pequea familia, que dorma em casa ; na ra
do Conde da Boa-Viata n. 24- P.
fTKINSOf
>ESrUMARIA INGLEZ A
mt*'mmtit bi msuf os lecnlo; Tcssale todu
% ootruprloasmptr?-imdelksdoeexqoiao,
TltZ MBDALHA9 DS OUBO
PARIZ 167S, CAuCUTTA 18M
p*exir-fini ""ll'nrii Ifiinii imlii^ag.
tnrairuwns
joarrcLDi jum
HOIOtitPIl HillOLU
Ago ilicud d
LAVAN OA IN6LEU DEJTKINS0H
OQiros mu ios conhecidat perfamtm p**. m
qaalidade odor doloU'l o exquisito-
wuu miemta poa mms k atism
m riTal j *r treftr c mbelecer os Ual
preaarrw as ctagi v as.
hesBtta-ntaCaaattoJMilleiti mw 1 ruarla
J. E ATKItiSON
24. Od Bond Street. Londres.
. lUrt di Fabrica Una" Rosibnun- .
otra um Lyra de Ooro."
EXTRACTO COHPOSTO DB
Salsaparrilha
do Dr. Ayer,
E' nm jAtemx.,70 t'- oftl^az <\\* extirpa romplea-
nientf do svaU;inn a KaUTofu1 Hf^redltaria, e as
nftecq'e* que hiii alnltia'.u got i om eufermidades
contagiosas, e as o^cTflic.imlaa pelo mercurio. Ao
mesmo tempo vitallaa e enuquec* o sangue coni-
munfcAntio orna acefio 5acial o organismo
rujuwuusoendo o sysiema ixite,ro. Esta grande
Medecina Regeneradora,
composta com a rerdaleira Salsaparrilh de
Honduras, dos Iodos Ss Fotasalo e de Ferro, e
outroa ingrilient"S Ar giainle ]wtcncla e virtudes
enrntlvas, cuiladosa e soleatiflcameNla preparados.
A formula senilmente coahecfda la protlssao
medica,, e os melliores meilfcoi receilo a Salsa-
.rABIIlLIIA DO Dlt AYKH Como OU1
Remedio Absoluto
para as flnfermldades occasionadas pelo estado
vicioso do raiisue.
Est concentrado ao grao mais alto practicavcl,
multo mais que qunlquer outra preparado da sua
clasM, que pretende proporoionar giia> effeito, e
e* por taiito a medecina mais barata, assim oomo a
meluor para purificar o sangue.
PRKr.\iADO rr.ut
DR.-J.-C. AYER 13 C-A.,
Lowell, Mass., K. V. A.
A* renda naa principad* p^A^tnae^as o droprlaa.
r Aluga-se barato
Ktia Viseonde de Itapnriea n. 4% armasen!.
Ba do Bom Jess n. 47, 2 andar.
Trata-se na roa do Coininereiu o. 5, 1* anda
ea -nptorio de Silva tioimarSea & C.
Aluna-se
a casa terrea roa do Viseonde de Albuqoerqoe
(Gloria) n 96, com 2 salas, 3 qiiartos.. cosinba
tora, b.-in quintal arborisade, cacimba e porto
para a campia da rna da Alegra ; a tratar na
rna velha de. Santa Bita, aob ad. n. 14. das 8 ho
ras da m-nh so maio uh, od daa 4 a 6 da tarde,
onde taub m se alnga urna casa no Varadonro de
Olinda n 2-', com muitoa bona commodoa pata fa-
milia.
Alugfa-se
Melsde da cata n. 15 4 rus de Santa Bita, a
tratar na meama.
Aluga-se
as seguintee catas : a da ra do Lima n. SO,
gr. nde caaa com agua, gaz e apparelbo ; a 4a roa
da Pnndicao n 10 ; e o 3* andar do sobrado
10a do Imperador n. 26 ; a tratar na lytographia
de J. E. Pu cell, i ra Mrquez de Olinda o. 8.
Aluga-se
o 3o andar da rna eatreita do Rosario.n. 32, com
muitoa commodoa e muito freaco ; a tratar na roa
da Imperatriz n. 16, 1' andar.
Aluja-
se
o 1' sndsr e sotan do s brado roa dos Gosra-
rapes n. 90, cono 2 salas e 7 quartos, agna, gas,
quintal grande ; a tratar na ra Domingos Jote
Martina n. 50.
Ama
Preciaa-se de urna mulber de meia idade e de
boa conducta, para o ji.tvic. > interno e externo da
cata de urna senhora : a tratai na rna Bario da
Victoria n. 58, 1 andar.
Ama
Precisase de ama urna para comprar e
ooaiubar em casa de familia : na ra Du-
de Gaxiaa a, 14 s dir.
W{UC
Ama
Na ra do Cotovello- n. 46, precies-so de urna
ama para todo servioo de casa de familia.
Ama
Preciaa-se de urna ama que eaiba cssinhar bem ;
a tratar na ra da Amiaade n. 10, Capnnga.
Ama
Na ra da UniSo n. 81 A, precisa se
cosinheira e de orna ama para menino.
de urna
' MQH
Aluga-se a casa n. 16 rna da v^a-frrea em
8 Jos, com 2 talas, 2 qasrtos, cosinba fdra. 1
sotio. cacimba, quintal caiada e pintada ; a cha-
ve est no n. 18. O 1- andar roa do Apolm-ak
n 63, por 20*0i.(i o o 2- anda roa da Ooi
62, est limp 11 com bastantes commodos,
20* ; trata-se na loja.
por
Ama de hite
Precia-si de urna ama de ite : a tratar na
na Bario da Victoria n.
hados.
Ama
Precisa-ae de urna ama para o aervico interno
de nma caaa de pouca familia ; a tratar na ra
Velha o. 75.
Ama
Preciss-te de urna ama que aaiba cosinhar ; na
roa do Imperador n. 38, armasen) do Psnlioo.
Atten^o
Cofres pro va de fogo
O C-rlos Sindeo, roa Bario da Vioto-ia n.
43, leja de alfaiate, receben de coosigoacio e
vende aem conipeteacia.
Alogs-ae o 2- andar do piedio n. 27 roa do
Imperador, com grande a commodos e agua; as
cbsves para correr, 00 andar t> rn-o
Primeiras leras
Dispondo uma peasoa ce neceasariot conheci-
mentoa para leeeiooarr a materia aob o titu o aci
na, propc-se e se oatr-r. ce nos senboras pas de
familias, garaotindo e.if rfar-se pelo adiantameo-
to dos seus a'ouinos e recompensa razoavel ; in-
formac.es travesea das Cruses n. 16.
Aviso
O Dr. VHIa Hpva, medico, filando a sua resi-
dencia na cidade de Qaranhuns, efierece ao rea-
peitavel publico daU comarca e das circumviai-
ubis oa servieoa de aua profiaaio. Garaohoat. 8
de Janeiro de 1888.
Costureiras
Precisas crm nrg' ncia de costureiras; na ra
do Imperador n. 55. 2- andar.
Mudanza
O Dr. Barros 8 brinh > modou a sua residencia
para a rna Vizconde de Goyanua (antiga Coto-
vello) o. 129. Telepbone n 90.
Ama
Na ra Nova n. 46, 2' sndsr, precisa-ee de
uma ama que aaiba cotinbsr.
VENDAS
Vende se uma parte de engenho Sicupemi
nha, no valor de 2:000* assim como outra paite
do engenho 8 Joio, om Gumelleira ; quem pre-
tender dirija se ra velha de Snta Rita n. 64.
Engenho
Vende-se o engenho 8. Gregorio, dig ante uma
legoa da estacio de Gamvlleira, com ferragem e
vapor nnvea, boae mat-e, e propor^io para aafre-
|ar 2,500 pies aanuae;. Est arr> ndado por....
2:000* p r anno ; a tratar em casa de Tvarea
d^ Mello, Genro at C, no Corpo Sautn n. 15, pri-
meiro andar.
Ama
Precisase de uma ama para casa de peque-
a familia ; n. rna de Pajaad n. 33-C (r*as-
eagem).
Ama
Precias se da uma ama qae saiba cosinhar, para
casa de familia, e qae d bus. iuformaco de sos
conducta ; a tratar na ra do Prosjresao n. 7.
Precisa-ae de uma rna para cosinhar
do Pedro Affonao n. 34.
Precisa-sc de urna ama rara couobar e do nm
criado; 8 tratar ns ra Mrquez dd"Her 'si nu-
njr. 37.
Preciaa-se de ums ama para lavar eengommar ;
na ra Formse n. 37.
" a
Precisa-ae de uma ama -para cosinhar, lavar e
eng'.mmar, para casa de familia composta de duas
pe*toas ; a tratar na ra Viscande de Givanos
numero 78.
AMA ~
Ni caaa rr. 53, 2 andar da rna do Rosario ds
Boa-Vista, precias-rn de orna ama para o servioo
domestico, mas qn j- de bra conducta.
Na roa de Santa Rita n. 83, anda precisa-ae
de duaa amas, sendo uma para cotinbar e outra
pata cartegar meninos.
-%ros
Piecisa se de urna ama que coa i abe e engomma
para duas p aaoas tea filboa, e que durtna em casa,
aros da Cooquiaia n. 29, ou ra do Amorim n. 56.
A FLORIDA
Recebeu grande sortimento de puleniras
arneric^naa de 40000, 55000, 60000, 7$000
8000 e 100000, o par.
dem para menina, a 40000, o par.
Bicos brancoa e de > ores de 2, 3 e 4
dedos de largura, a 20000, 20500, 3^000,
30500 e 4*000, a p<-Sa.
dem cor de reme, a 30000.
Porta-embrulbos americanos.
Invisiveis dooradns e prateados.
Lindos leques transparentes de 20000,
3000, 40000, 50000, e 60000.
Lin.lss luvss de snda de todas as cores
de 2OO0, 20500 e 30000, o par.
Luvss de pellica, a 20500, o par.
Enchovaes para b*ptieario, de 80000,
100000 e 120000 al 1601)00.
Capellas e veos para Doiva.
Suspensorios americanos, a 20500.
Oleo Florea.
Lindas pastas, a 500 rs. 10000 e 20000,
uma.
Lindos broches, a 20000 e 30000, um.
Linba de machina n. 50, a 800 rs., a
dnsia.
Lindos pannos de crochet para cadeira.
Caetas americanas que esurevem sera
ser preciso molhar-se a peos, systema
a S. T, Y. L. O. G. R. A. H. I. C. para
viajantes.
Bicos de fil brarjeo, a 20500 e 30000,
peya. -
Lindos bicoa de cores, goato moderno, a
30000 e 40000, a peca.
Lindos bic s de tdres com 3 e 4 dedos
de largura, 40000, a peys.
dem de bnho de edres, a 20000, 20500,
e 301)00, a peya.
Bi os grip para correr babados, a 10000
10500, a peya.
Luvas de seda para meninas, a 20000;
diversas cores.
dem para senhors, a 20000 e 20500, o
par.
dem com palmes de missangaa e de
seda, 20500, 30000 e 305* 0, o par.
Grales e bicos de vidrilhos, gosto mo-
derno.
Lindas rosas de vidrilbo preto para en-
ftitar csaacos e capas. '
Collarniro8 e punhus de borracha pro-
priosjapara baile, por serem inqnebraveis.
Contas lapidadas para enfeltar vestidos,
granad, broozeadas, prateadas e douradaa
Mascaras de msssa, seda e cera.
CullarinhoB e peos de seda para se-
ndera trasendo uma gravatinba tambem de
aeda.
Fi vi lias de molla, ameritanas para calya
e col te.
)em competencia
Pnos de crochet pra cad-ira a 800 rs.
dem idem para Bufa a 10000.
dem dem para cadeira de brego a 10000
Cortinados br-ncos de crochet, com 4
jardas do i'oniprim.nto, a 160000 e 15000
Panoos de crochet, 1 3r de crsme, o que
raro no mercado, a 25000, o par.
Tin 5 sinhos para cri^noa, do fustSo e
can brma, borrados, a 30000.
Lindas bonecas francesa a 30000.
Para o carnaval
r Miscsras, bisnagas Ae cheiro, p de ar-
rea e ouro.
Barbosa t& Mantos
RA LUQUIS DE UAXIAS N. 103.
Vndese om eosp de ituto : tratar aa *>
ebeira do Deoda'o roa da Impcratris a. O
Viohos da Garrs.feira
Fiaos
Carc vellos.
Madeira.
Moscatel.
Uva Bastarda e de Pases.
PARA MESA
Genuino do Lavradio a 600 rs. a paira**.
Na mercearia de Manoel Corris C
Prsrs ato Cande sl'Staa ss. 16
Boy il Blend Barca TI.4N
Este excell-nte Whisky-Escoces ]
ferivel so cognac od egnardente de
para fortificar o corpo-
Vendc-se a reulbo nos melbores ansa-
zens de molhados.
Pede Koy.nl Blend marea Tintn,
cujo nome e emblema s2o registrado par
todo Brasil.
_____________BROWN3 d C, agentes.
V MAIS BARATO
Na Loja das lslras zoes
/ A' rna Duque de> Casias f

Telepbone 211

Vende fasendes finas p r todo' pxeeo d
cont a qui-ra comprar ds 20* para cims.
Exmas. familias nio deven eossprar ca
loja sem primt-iro verco mandar batear as ai
traa qne ae dio aem penhor
Fazendas de iwidade
\ !
linbo bordados coas habas as
mnito larga e de lindas
Teelafos de
qoadroa, fazenda
,0 rs.
Seaios de Macan, preto e da todas
liso on de listas a 800, 900 e 1*0 0
Sellado preto de seda b rd-.Uo oses I
de aenm a 4*(M 0.
triad inf-'stado preto e de todas asei
700. 800 e 1*U00.
Elaisase do cerca e com liatss cor d e
a 500 ra.
Eagalfio pardo infestado para vestidos al
e 400 rs.
Lisos hordsdo, uma t cor 24) rs.
VelliaiUnrao) preto e de todas as cores c
contas a 1*8<>0.
Beoda hetpanhola com biceo, preta i
de seda.
Cessaa Naninc padrea miodinaos a:
Croen ef branco e da cor, desanos
par c mundos a 1*1,00.
Urtaialna^ com ricos vaos de Bload a 8*.
104 12*000.
Lfts de qoadros, palrde novos s 320 360 S
400 ra.
Mimo dos Alpes fasenda de lia tas assetiatada
a 300 ra.
Meilnefas lavrsdas de lindaa eores s 240 rs-
Fumno branco s 320, 360, 400 e 500 rs. aaa-
lidade superior.
Fazendas diversas
Bi amante de 4 larguras a 700 e l*J00sa
penor quarfdae.
Miidapnlis americano TJitai antes eos 4
e meo palmus de largura a 6*00 estis*)
gar- ntidaa.
AIuudito amerieano muito largo e ssfj
par i.'ut a a 5*500 a peca, mais estrellara
e 4*00i.
.lillas e cretoaes eteuroa, claros e
nbes a 200 e 240 ra.
Cassas iuoaanaa de corea a 160, O) e Ma>
ris.
liinhos lisos e de qoadrinbci a 100, 10, MD
e 200 rs.
Brisa pardo para roupa de otearnos a 900 a
320 rs.
Casinetas tscursa imitaca de asentaras a
500 rs.
aeta azul encornada para r&npa de beaba a
700 e 800 ra.
La* de quadriohos, paiies novos, a 303,3.0.
360 e 400 ra.
Crep de lindas cores a 500 rs.
Lenco* brancoa e de eores s 360, 1*2001
1*5 0 a duaia.
Toalha* felpudas e alcoxoaAas a 3*500 5* s
6*000 a duaia.
rlaa de cores, brancas e croas nasa
raa, bomena e meninos deade 2*800 at'
metbnr qu I idade.
Enchovaes para baptiaadoa roaplitss a
10 e 12*0*0.
t'uitinados bordados para cana es
a 6* e 7*000.
Panno da C'sta, de quadros os listas a 14
o oval .
t o* I harto lavrado, lindos deseakos a
e 1*500-
Siaardanapna a 2*000 a dosis.

,
Especialidades
Venda d sitio
'7ende-se on permuta se por predio neata cidad>
om bosa sitio coa b >a caaa, moitas fructeiraa
ezceilinte banbo do rio, boa agna de cacimba
exieua&o de terreno para baiza de eapnn, todc
murad ona frente, com p. rti.. e gradeamento, con
canpinbo de farro e estacie junto so dito sitio, m
Porto da Madeira, conhecido pelo eitio da JoSi
Selleiro, junto ao Dr Emento de Aquino Ponte
ca ; quem pretender dirjate pr-ca ds lnde
pendencia n 40, d*s 11 huras a 4 da Urde.
I Mena branc ia c r de turne, > nstitaoos s
2*000, '2*510 < 3*000 a pees con 11 sastras.
Coma* lapidadas para enfei'e de vestidos pas-
tas a de todas aa cores s 600 e 800 rs.
Bordados, babadas e enfrenlo de ltelas s
transparentes a 300 rs. a peca eom 3 metras.
Eapartllboa co.rac e amerieaiios a 3*64,0
4*. 5* e 6* 00.
Bratade qnantidade de chitas em retalbos ase
vende te por qoalquer preco.
agencia s FElretos ameritiam
Pintarlo* a oleo, com riea moldura e eoroes
por 25*000; estio ezpostos signos retrates
o publico e aa Ezmas. famiiaa verem o qa
aio lindos c baratos e fcil a qnalqner pesaos I
um em rna sala de visits.
Para enrommendar bstente i
um pequeo retrato em carteo de vsate, nio as-
porta qoe seja enligo, dizendo a cor dos olh.s e a>
cabello ihega um lindo njlrato dcaejado.
Agencie de artigoa amcricaocs a caria oos ale
borracha
Na Loja dsa Lis tras Asaes
Jos Aurusto Dias
|: x
4zeiles
de coco e de poize, em porcio e s retalho
dem Joio Perreira A C-, ras do Bsassi a. 66.
Vend se barato
Amas
Pr< eisa-sa de duas, sendo uma para eogommar
e entra para servieoa de casa de familia ; a tra-
tar roa do Bario da Victoria n. 7, 2 andar.
._________________________
P#** Oft-MY *a***Mtt*MMr.
Armaijo
Venda ae uma linda aromoso de amarelle, to^a
envidiacadM, em perfeito estado, e propria para
qohlqu-r eatabeleciment a tratar na rna do
Bom Jtaiie n. 33.
Livraniento & C.
vendem cimento port'and.
ualidade ; ao Caes do Afollo a. 46.
Robins, de 1-
on permuta-ae por p-qnenas casas eaa qeshanss
fregoeaia da cid.de do Becife, a esas do Va
djuro n. 22. de Olinda, con 2 portas eS;
de frente, 4 salas, gabinete, 6 qututos i
fre, tem b m e grande qointal, tejaba ate SOS
agua e p >rto so fondo, qne d para e soaso a
Poeira : a trater ne raa velha de Beata Reta a.
14, ao uredo, daa 8 horas da tsanb> ao i
on das 4 a 6 tur da tarde.
Terrenos venda
O terrenos do itio qoe ss estrsds dos ,
fice contiguo ao da cape lie e defreota alo tata <
reside n Dr. Mnl Portella Jnaior, estio aa
retaihados a 3*. 4*, 5*, 6* e 7*000 o |
dendo os pret n lentes psucnrar
O mesmo Dr. Purtella Jonior, SI
ou em aeu eacriptorio ros do lopsradsr a. 66,
prineiro andar. ~>
Vende-se
ataverna tila ras a Cnssiaii a. 11, kan
afresnesada, por.motivo de o done sastar istia -
se para fots por salado ds no lesna ; tratar as
/


flf Janeiro ct loflB
As poao< anmicas a-
fraque jdaa por un amaoora-
nra^ do iugu. ocmcb o
sdico aconaaioa 0 oatprogo
do tarro, auppertSo aaaa oan-
aovaJffnin ftontS OOMCI rr*JUWl1
d* PERRO BRAVA!, d,.
preferencia a owaaaqoar 00
Iroa praparadoa ar j no i naaoa.
0 FERRO
RUTIS
ato predas rmimhr
ommtao*ttoom*oaMOjt/o^>nmtii
rbaa, ana niinsluianSa Iw
tana aabor alc/um. nao chairo,
a nao ooaamnnioa ooairo ssapi
Aum Aae/ua.namaorinlio.oaai
Oaaiqaar liquido oom qua
S>da aar tomado, V VNCA
JVIV.B0RJEC.Koi DMNTKSt.
Aa OfWaallUa*, affaioao
tbwfflDiuHlnu oaooaaoo
aaoaaaata da aroaaoMo, a ata
ttsia. a C'AIat-aaa, annunoia-
daraaata mdr parta daa affai-
okas aornioaa.aao combatidas
0001 a oaaior atBcaca polo
raVa"
0 FERRO
RRAYAIS
NUNaTKOSAS IMITAOOCS
RU*lra*ma
Imprimida
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CAJURUBEBA
e
H
MELHOE MEDICAMENTO DEPURATIVO
Approvado pela junta central de hygiine publica da. corte, autorisa'ln por de-
cr*to imperial de 2 de Junho de 1883 e mandado incluir no formulario do H pial de
Marnha e infermarins por viso do Ministerio da M-riuha n. 1,523, de 9 de Oulu-
bro do 188c>, com audiencia do oirurgiao-air da armada, qua iafarmou ter este medi-
camento producido ezcellt-nt^s r-eultudua no Hoppiui e na clnica civil, e empregado
actualmente p-lo> melhorca clnicos, como o maia enrgico e prodigioso medicamento
na cura radical dos rhenmatismos do qualquer nxtureza, kq todos as moles-
tias le pelle as leiicor rhas (flores brancas) naa diff rentes formulas da
ayphilia e em g'.-ral em todas as molestias, occasionadi.8 pela Impureza do ali-
gue.
COMPOS1CXO ^
DE
FrmiBo Candido de Figueiredo
VENDE SE EM GRO SO E A RETALHO
*.
(Molestias da garganta
PASTILHAS DE PALANG1
2o Chlorato de Potasa a Alcatrao
Approvadas pela Junta Central de Hygiene publica do firazil.
Para as enfermidades da bocea, tnftammaeao da garganta, apMas, uieeraco daa
gengivas, seccra da lingua e do paladar, rouquido, inchagao daa amygdalaa, etc.,
nac ha remedio mais e/flcaz e rpido do que o -.hlorato de potassa. Si se lhe Junta
o alcatrao cujas propriedades balsmicas e purifljantes sao universalmentereconhe-
cidas, accelera-se a cura destas pequeras enfermidades o evita-se su repeticlo,
dando ao mesmo tempo maior forca aos orgaos.
As Pastilhas de Palangi se dissolvem lentamente na boccr eobrfio comogar-
garjo passao, depois para o estomago e dalli para o sanguc r so purifica tot> a
benfica influencia do alcatrao.
Estas pastilhas sao muito usadas pelos Cantores. Advogar" Prgadorss e I
as pessoas que sao ohrgadas fallar em publico.
Deposito em Pars, 8, Aaa Vlvlenne, 0 em oJa. aa PAannac/aa.
48-Rna Diiii le Caias-48
Esplendido soriincnto de Tazadas finas
Cortes de sala, lindas cores, para cllete, a 660O, ais.
Sedas da listras, lindos gustos, a I(J500 o covdo.
S-tiiis do c.-.'s, lisos e de lisiriohas e quadros, a 800, !000 e 15200 o coTado
Dit-s roaravilhoso, de listras e quadrop, a 320 e 360 rs o cov*do.
I).maces de al^odZo, lindos padrS.B, a 240 rs., o cova^o.
Esplend jo sorti n tito de crotones de quadros, listras e flftres, lindos padroes, a
320, 360 e 400 rs. o cotudo.
Fiutes brancos e de cdr*s a 360. 400. 440, 500 e 600 rs. o covado.
Merinos, lindas eVcs, a 700, 800, 1JOO0 1*200 o covado.
Cachemiras acolc.hoadaa para vestidos, a 500 rs. o colado.
LA de quadros e listras, ultima moda de Paris, a 320 360, 400, 500 e 600 rs.,
tarado. <
Merino pr-tn, completo sonimento.
Dito asaetinado, a 1*400, 1*600, 1*800, e 2*000, o covado.
Completo sortimonto de zephiroa de listras e quadros, lindos padrdes, a 100,
120, 200, 240 e 280 rs., o covado.
Cortee de cretone com eufeites, com 18 covados por 6*000.
Grande soriimcnto de colchas de cores e brac-as, a 2*000, 2*500, 36000,
4*000, 5*000 e 6*000, orna.
Lindos lcqu 8 de g .z de seda, ultima moda, 6*500.
Cachemiras de quadros, do seda, o man lindo e moderno que se pode deeafsr, a
1*600, o covado.
Entremeios e babados bordis e bicos de cSr por barato preco.
Camisas franeczas, br^n-ss, para hooiens, a 26000, urna
Completo sortimento de casemirag, pretas e de (ores, a 2000, 2*500, 3*000,
4at000 e 4*500, o covado,
Lequea de papel regatas, muito lindos, a 500 rs., um.
Muitas ontras fazendts de gosto, que com a presera das Exmas. Familias e
rtapeitavel publico podero apreciar.
Heorique da Silva Horeira
1* wz wl r^ a., mm k mj
A ra 1. de Marco n. 9, na LuTari-: Fran^eza, e em to las as provincias.
CAPSULAS
M ATHEY- OAYLUS
Preparadas pelo DOUTOR CLIN Premio Montyon
As Capsulas Mathey-Caylus com Envolucro delgado de Gluten nao fatigao nunca
o estomago e sao recommendadas pelos Prbfessores das Faculdades de Medecina e
os Mdicos dos Hospitaes de Paris, Londres e New-York, para a cura rpida dos :
Corrimentos antigos ou recentes, a Gonorrhea, a Blennorrhagia, a Cystlte
du Collo, o Gatarrho e as Molestia da Bexigas e dos orgos genito urinarios.
tm Urna axpliaafo datalhtda aoompanha oada Fruteo.
Exigir oe Verdaderas Capsulas Mathey-Caylus de CLIN Se C'8, de PARS,
H^^ que ae ocho em eoaa dos Droguiataa e Pharmactuticos. M
C03LslLEGr.XO
ONZE DE AGOSTO
DIRECTOR
Itocliarel Manoel Sebaslio de Araiijo Pedrosa
95-
-95
Telcphone 302
As aulas des!e collegio fioarSo abertas do da 9 de Janeiro em diante como
detcrminam os estatutos.
Aamitte gmente slumnos internos e externos, tanto para o caigo primario
como para o secundaria.
- [GUISO PRIMARIO
A caigo do professor Isaac Servio Ferreira, desde 1882, coroprehende as
materias seguintes : leitura de prosa e verso em |attra redonda e roanuscri ta, calii-
grapKia, <-athi cismo, theoria e pratioa das quatro cpefacSes fndameutaea da arithrae-
tica, gecgrapbia ele.mentsr, especialmente do Brasil, gr.tmmatici nacin,.!, resumo
de historia do Brasil, recitadlo na tribuna <: composicio de crias, recibos, etc. A cal-
ligraphia est especialmente carjo du professor Mr Pedro W, ria Li..uu.
Comprchende as materias exigidas pora as ruatri ulas pun faculdades do
Imperio.
O resultado dos ltimos exames foi supeiiir ao do anno pre^eHi-nte, lia vendo
apenas seis r^provacoas, sendo tres em portngu z duas em arithmethii'a e urna cm
geometra, comprehendendo nesse numero os inhabilitados na prora escripia.
O director contina a eropenhar todos OS etforg s para o mr.ior aproveitamanto
de seus alumnos, e convida os Dteretsados a virar p>ssoi.loiento tomar oonheci-
mento de seu c< ll'gio, onde receberao as xplicaySea que desejarem.
ELIXIR &VINH0
TROUETTE-PERRET
de PAPANA (Pepsina vegetal)
sSo os mais poderosos digestivos conhecidos at agora, para combatir as
AFFECQGES DO ESTOMAGO: GASTRITES, GASTRALGIAS
DIARREAS, VOUTOS, PESO NO ESTOMAGO, MA DIGESTO. ETC., ETC.
UM CALICB LOGO 'JEPOIS LA COMIDA BASTA PARA CURAR OS CASOS MAIS HEBELDES
A vaada as prineipaea Pharoacias a Drogara*.
Venda em (rosto em Paria :TROETTE-PERRET, boulevard Voltaire, te*
tmm dftr lata s> OsliS *> FUUCUTES sobre os Frascos para evitar as raliitlcaiiii.
Depsitos em Pernambuco : FBAH- M. da silva a c e as prlnclpaes pbaxmacsS,
m%lasV^iMWM^MM^^a*aa1s*a%p^V^^

1
TINTURARA
2S--Bua de Malinas de \lhuquepque--2S
(anilla ra das Flores)
DE
CLEMENS KUGLER
SUCCESSOR DE
Otto Schneider
pee*
com a maior perfei>;ao tod a
g, chapeos de feltro ou de palha.
Tinge e limpa
ja ou "m abras
trabaih > feito por inio de macbinismo aporfe>yo T cta preta as tcr9as e sexias-ffiras e de .or a
qu-li- tir o u f) da f-zendas ; todo
f\ h')'- couhecilo.
|: vagem todos OS diss.
JNJECTiaN -CABEi;


Siira certa em 3 das sem outro nedicamei-
I ELIXIR ANTINERVeSO POLYBROMORAIO
u
C
0

de BAUDRY, Pharmaciutlc tte i1 OJasse.
Esta Elixir, que con t m em roa c n:po*icao os bromuretos de potassio, de sodio |0
e de ammania, perfeitameute comutiiauos, de um sabor agradavel e sempre
tomado m prazer, mesmo petas pessoas, que tenh&o um esvomago delicado.
Numerosas experiencias viero conlirmar a sua immensa efuucia contra a
Insomnla, as tnxaquecas a Agitr.gao durante a noiie. e as Palpitacoes,
calmando immediaiauente a cxcilabiluiade nervosa. Administrase tambe ni com
grande vantagem as convnlsos das crenneas e as senhoras que sollrem de
espasmos, desmaios e attaquos de ervos. Empr. gado corienienieuients,
este Elixir um auxiliar po.lu-ru-o da n.edicina contra o hysterif v.o, a epilapsia
e a danaa de SSo Guido A d s de '2 al 4c Hieres por da, pel. manlia e tarde
Dopemtto : Em HARiS, 8, .' 0
o
p
o
o
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OOOO&w ^w.w^<>*>C>WA>'^w-fc>-i*^-*
oS
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t
I A M VER AS ex C j
MEDICENIOJ rUKOAS E TISTM g
TOOAS AS QUAUDADE8 I1 i--------,c?
PHARMADE UTICOS^
ikcim emiico-fHAMiACEmti i
ESPECIALIDADES M TUl
^ e-----3 5 7, Ra do Dnpe de Caxias,5 7.t-
Espeei:il dade oesle esliibflecisnenlo
E inr e Iktwi le Jimiii
Elixir dcnlifrico
C'ntr* a carie s smchecimento e dres de dente.
V.iih, x;iropes e pillas de joni'-eba
Gr .nde scriimento de prrolr.a, psstilhas, granulos e nilulas dos rrelhcres f.ibri-
Oantes eunipens e amcrici.noi'.
Gr^ de isHscttii de aicoluides os ro^is raadernos e r> r*s.
Aguas mifri'i do trtk% tM quali^oriea.
Para phoiogr.12 h.t e hoHi02opathia
Alnnol rectif-adoe (*sifoGtad A Pherro^fia Amerioan fem urna ue-co hoticBiptliica ODde se encontrar
alm dos medvcairentos preparados com to manieos mais aero-lita*oa, c>.rteir..s, vidms avulsos oe tuufiS inertes e medicamentosos, flnjfaa de plantas inoig as eex tic^s
Recebe medicamentos directamente da todas s fabricas da Europa e America.
Har-ipulac, V> por pn coa commod^s i a qualquer h'-ra do di e d ri'iit*.
'.. "i
SAUDE PARA TODOS.
UWCUENTO HOLLOWAY
O Uafaento de Holloway um remedio nfalli>el para os sales de peinas e do paito; tambem pan
as (andas antigs chagu e ulceras. E lamoso para a gota e o rheuaMtisrao e para todas as nfenni-
dades de peito nao se Teconheee egoal
Para oa males de garanta, bronchites resfn'amenos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante e para os membros
contrahklo e juncturas recias, obra como por encanto.
Eaus nediciau a*o prepandu tante no EsMbelecirwnto do Vtofeaer Hollowat,
7, IIW 0ZF0SD STBIET (antas 633, Oxford Streot), L0XDKI8,
B vaadsaaM toda at nhanaaeiat do anano.
aar Os laaamT ni alo conndado waptiiuoaasnia a enaanar os ratulo da cada caiaa a Pota, ai ato tasa al
diucsao, sis. Oxford StKnt, alo fthiiVnon.
' >
I
li
Licenciados pela Inspectora ds Bjglans do Isasario 4a ArasuT
GOnAS REGENERADORAS
do Doutor ASjysxt,
As Cara* auU uaspssaaas sao daridas a saU PRZCIOBO BDEt.
CAMENTO, rtpartdor por tieelleoei da todas as asedas asasraasMaas
pelo rfiDiimo coosaqaeolas a EXCSSOS da PaAXEatBSV.
Sbstaa Oottaa dio Tiaor aos orfios amasa das daas sana : carao iatilllistanta 1
denomiDdiu EBOOTAJCEMTO. Uas aaa ImpoUnoia, EaparmaluaibasuFarSaai
O Frasoo I 8 Frajiooa (em Franca,)
Tocto n-ssso aua ala tnanr a Utroa ds fabra* ntf/atracta a is/fnsti/i,.
stava aar rigoroaamanta raoosado.
VaUUS. rbarmacla tUsasSar, ma Koctaeenoaart, as.
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Renda da China, branca e de c6r*s, a 240 e 280 rs., e dito.
Las modernas, a 320 e 360 rs o dito.
Nansoes de cor- s firmes, a 160 e 200 rs., o dito.
MeriDs de eSres, duas larguras, a 500 rs., o dito.
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Tapetes avelludados. Iindissimos, a 12t5 Para as i:mai. noivas : r-
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D Guardanapos de Itnho, a 2*000, 3*000 e 5*000, a dosis.
Atoalhados bordados, a 1*200, o metro.
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MadapolJo'americno, a 6aOO". 24 jardas.
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Cbnvi. ts pr^to e asul, a 3*000, o covado.
C sen-iras Camisas Dglezas par.i horoem, a 36*000, o dusia.
Seroulas bordadas, a 12*000, < dita.
Lencos e lindas caixinhns, a 1*S00 e 3*000, a dita.
Meias ingl zns para horoem, a 2*500, 34000 e 5*000.
E muitr.a artigos que se vendem com gran les abalimects.
Aa ven-!as em grosso teem o descont da prca.
O al > I E
Pereira & Magalhes
SUCCESSORRS DE
sir da enft & G.
59-roa Duque de Caxlaa 59


O mellior
PURGANTE
i^bfcAiLiLat^^
O
0 PODE ROG
POUDRE ROC
legitimo sellado
com um rotulo
impresso em
QUATRO CORES
O malhor
raaMsnt
Nao ha Purgante
algum qae tenha
sabor maia agradavel
Casa L. FRERE
Fazendas eooi 40 |. de adate


preco
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GAZES arrendada imitagao dB B^d, a 600 e 700 rs., o covado-
ATOALHADO adamasoado pairos novos.. a 1*0( e 1*403, o aaatre.
FUSTOUS brancos, padio -s inteiramente novos 400, 500, e 600 rs. o eov
L NS de quadro, imitaclo, a 100 e 120 rs. o covado.
CORTES d-. setineta com um pequeo toque a 6*500.
LINONS lisos, o que ba do lindo, 240 rs o covado.
TOALHAS felpudas para banho, 1*500, urna.
CHAMBRES, grande aortiimnto, a 4*000 5*000 o 6*000, um.
CORTtS ie colete. de fuetao, a 2*000, 2*500 e 3*000, no.
BRIM par-n par roupa d criao^a a 320 rs. o covado.
GARNICAO de cnKh-t, 7*000, ama.
ToALHAS f Ipudas, para rosto, a 3*500 e 5*000, a dosis.
FICHUS d cores imitacao de seda, a 2*000, um.
SAKGELI.M d^ reres, a 40 r8 o covado, qualidade melbor.
MERINOS pretos e de idres, a 800 rs. o covado.
BRAMANTE de algodao de 4 larguras, a 800 rs. o metra.
DITO de linho de 4 larguras, a 1*800, o roetre.
AT>)ALH\u() tranjado de 2 larguras, a 1*000, o metro.
GAKDA-P para hornera a 4*500, 5*000 o 6*000, um
GUARDA P para senhora, de K*000 e 9*000, asa.
VELllOTINAS de todas as cores a 900 e 1*000 o covado.
SETIM Mco de odres, a 900 e 1*000, o covh^o.
CHEVIOTS preto e azul a 3*000, 3*500 e 4*000, o covado.
ZKPHIRKS d liados padrees, a 200 e. 240 rs o covado.
MADAPOLAO americano com 24 jardas, a 6*000, a p-cai
PANNO da Costa de listra e de quadro a 1*000 e 1*200, o covadt
CRETONKS para cobertas, padr3 8 novos, a 260 ra. o corado.
SETIM br-nco o uito fino, a 1*200, o covado.
POPELINAS brancas, para n-iva, a S^irs, o covado.
LEQt8 de setitu branoo, a 6*000, um.
LUVA8 de seda lisas o bordadas, a 2*000,
LENQOH brancos de algodao e de lu-ho, de 1*200 at 6*000, a das
E.sPAUTILHOS do 5*000, 6,5000 e 7*000, um.
CAS MIRA pretas e de t-Sr-a. 2*000, o covado
BOLCAS para viagem, a 10*000 e 12*000, urna.
GRADIS variedde em bordado e entremeios.
EXTRACTOS de niflVrentes qu.lidadea.
BKI.V] branco de linho, a 2*000, a vara.
CAMBRA I AS bordadas, brancas e de cores, a 6*000 a peca.
COMPLETO sortimento de camisas, oolarinbos, punhos e gravataa,
comrrodo
SEROULAS de bramante, 15*000, a duaia.
PARABANHOS DOMAR
COSTUMES para b.nhoB do mar, pr^ senhoras. a 10*000.
DITOS dito dito, para homeiis a 8*'X)0.
DITOS dito para meninos s 5*000.
SAI'A TOS para o mesmo fin (todos os nmeros.
NA RA 1. DE MAR(50 H. 2
DE
AMARAL & C.
ftlephoiic n.58
^^s Ol^l^CiRlI^j
AO CHLORHVDRO-F MOSPMATC DE CAL
si aaaMlataiua adoptado por todos os I
------- perol, nemo,C srartt. Tuteo, CaeexU, .Ascro/Hlot,
as ou*. firttamento itftteU oa* crumfmsVPostio. Drspt+etm.
rtts-fA
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>iIVU'
^Hta(e
LrrTRATBR
a raao
POB
JULE8 DE GASTYNE
Neiind.i parte
XII
CContinuacflo)



S
Parec vel o tal qaal eslava : festejado,
querido, casado com outra mulber.
E com aqnella idea os olboe fascavara
lhe.
O su odio era agora to feroz, que lhe
fazia p rdar a razio .
J nao tribal ha va.
Viva de esmolas.
Pt)8Bva o tempo a errar pelas mas da
Nova York.
Cora os sapatos aoalcanhados, as roapas
cobertas de lama, rotas, estava em um es-
tado larnentavel, i.z'n d
Pergunfavam todos como e porque ella
aioda viva. .
Viviu amparada por duas ideas tizas :
tornar a ver o filho e puoir o pai.
Esta duas aspirares eram para ella
como que um viatico que a faiia atraves
ear, se Muitos anuos se passararo assim.
Nao tiaha encontrado o filho, nao tinha
ouvido fallar do duqU9 de Morlac.
Para encontrar este ultimo, precisava
sahir da America, e sabir da America era
perder toda a eeperanga de desoobrr 08
vestigios do seu Joo.
O a-oor do filho supplantava o desejo de
vngar-se.
Deixava-se ficar.
Alm disso, para partir, para ir ter com
O duque, para lutur sastra ella, precisava
da dinheiro, e nao o tinha.
as suas peregrinajes por Nova York
travou conhcciroento com urna mulher, que
gozava n'esse momento de urna grande voga
como adivinha. Predisia o futuro, ador-
meca os pacientes, a sua casa era muito
frequentada por americanos, que sao sem-
pre jogadores e por conaequencia supersti-
ciosos.
Tendo um da visto Luisa, paluda e
macilenta, i.onheeeu que ella seria sein
duvida um excedente mdium. Pedio lhe
que a fosse visitar e fel a dormir. A ope-
rario teve o mdhor resultado. Luiza,
auo se hava tornado muito nervosa, roui
t Bcnsivel e muito fraca, adormeca com
urna facilidade extrema ao menor gesto.
A mulh. r cffereceu-lhe ficar ero auas
companhh.
Luiza sceitou.
Era o sustento garantido, e depos isto
poda servir aos seus projectos.
Installou-se em casa da adivinha com
um grande luxo, e muitoa annes se passa-
saram som ha ver a menor alteragogo
em sua existencia.
Depois, no mesmo da, como se os acon-
tecimentos mais graves se combinaasem
para formar urna serie, ella teve seguida-
mente duas grandes emogSes.
Havia lido n'om jornal francs a lista
de candidatos receidos em Sant-Cyr, e
deparara-se lhe o nome de Mauricio de
Morlac, filho do duque de Morlac. Fa
zendo um calculo mental, lembrou-se das
datas da partida do duque e da sua volta
Franca. Havia cerca de vinte o cinco
annos, Mauricio poda ser filho do aeu aotigo
amante Joao de Morlac. Asam, como
sempre eila julgara. Jlo nao se tnba sui-
cidado, viva, estava casado.
Tinha um filho, um filho que forcoaa
mente amara, que edaoava com desvali,
ao passo que o seu eslava talves morto ou
soffria a miseria em algum canto ignorado
de Nova Yo.k...
Era sso leal? Seria justo? Afiiuu-ihe
ao coragao todo o odio, tola a aie de vin-
ganca. Depois coraegou a refleor.
Esse Mauricio do Morlac podia nao aer
o filho de Jlo; maa c^ filho de aeu ir-
mlo ..
Joao estava talvez morto, o era o seu
irmo mais novo que tinha o titulo de
duque...
Tudo isto era p ssivel, verosmil; mas
tinha oomo que um presntiineuto que lhe
dizia que assim nao era, que Mauricio era
o filho de Joo, o filho d'aquello que a ha-
via abandonado e a seu filho. Apoderou-
se d'olla urna grande exaltago. e pda ae
a gritar, bem que estivesse s.
Chegou o momento 1 E' preciso par-
tir.. L' no filho qua mo viogarei do
pai.
E sabio para azer os seus preparativos.
O diaheiro ja nao lhe faltava.
Desde muito tempo era a eaperanga de
encontrar seu filbo que a detinha encer-
rada, por assim dizer, em Nova-York.
Agora estava acabado : j nao contava
encontral-o.
E demais, a viogaoca tornava-ae impe-
riosa.
O nome de Morlac, passando-lhe repen-
tinamente pela iraagioago, reanimar a.
la partir para Franca.
Pravenio a adivinha.
Havia formulado o seu plano.
Iuatallar-se-hia, por sua conta, como
adivinha. O offijio nao era difficil. Co-
nbecia-lhe todos os segredos. Com um
pouoo de reclame chegada, tera repen-
tinamente um grande succ-o em Pars.
Peoaava havia muito tempo no aome
que tomara.
Contou os seus projectes patroa.
Urna ves que me deixa, disae esta,
vou retirar-me. Tome o meo nome. fijle
Ilustre aqu e impostitel que nao se ja
conhocido em Paria.
Luisa acceitoa.
A propria nulhor pos sua dispoiigo
urna quMDtia coasi ter..vel, qua mais tarde
lhe restituira, porque ella nlo duvidava
do aeu boro xito.
Tudo estava prropto para a partida.
Luiza ia dizer adeus, sein duvida para
sempre, aquella trra, da America em qne
tanto havia soffrido, e fo n'esse momento
que o destino collooou afinal em seu cami-
nho, oomo j lbe havia enviado a recorda-
go do duque da Morlac, o filho deaappa-
iccido, quj em vo procurava havia mais
de vinte annos.
Vejamos em que circumstanciaa.
Sua ama, miatress Clarkson, estava au-
sente. Um rapas se lhe apresentou.
Teria vinte annos, sern barba, pailido,
olhoa brilhantes.
Ao velo, Luisa sentio urna ropressao
estranba.
Toduvia nao lhe reconhecia as feigSas,
que nada tioham ou quasi nada da crianga
que ella chora va... E, entretanto, nao
pudera evitar uro estromeciraeBto singa-
Jar. .. Pareeia-lhe Tjae o recem-chegado
tinha com ella urna vaga semrlhanga, nma
aemelhanca mpercepuvel para qualquer
outra peaaoa.
O moco perguntou:
MistreBB CUi kson ?
" Sabio; mas eu poseo dar-lbe as in-
formagoes que di aeja.
O visitante medio-a com o olhar.
Poder dizer roe o que fis eu ao dea-
tino, para que ello me persiga com tanta
peraeverance ?
Luisa estremecen.
Aquella vos tinha o timbre spero da
vos de Joao de Moras.
Depoia que este a abandonara, nio ou-
vira nenhuma voz que tanto su approxi-
masae da delle.
Fes esforcos sobrehumanos pura con
aervar o sangos fro, mas nao poda des-
viar os olbos do rosto do sou interlocutor,
e quanto mtiis olbava para elle, mais lhe
pareca qie as liabas da sua physionomia
se aoeetnuavaoi, aproximndose cada vea
mais do retrato querido que sempre razia
comsigo.
O desconheci lo pareca muito admirado
da sua emoeo e examiuava-a tambera] at-
tsntaraenrt?
Ella perguntou :
- E' entSo muito infelia ?
E elle, com urna voz surda, de" desespe-
rado, replico u :
Nio consigo nada... E' impossivcl
que aqulles que me deram a vida, nlo
fossem malditos e condemnados.
Luisa fes se lvida.
E dase com vivacdade.
Conhece-os ?
E' para os oonbecer que vira aqui.
Luisa en :arou-o ainda com maia inte-
resse
Entilo, diese ella, nao conhece seu
pai ?
-- NSo eonheco.
Nunca o viu ?
Nanea.
A tremer, e co n a voz quasi iropercep-
tivel, ella accreacentou :
E sua mai ?
Minha mai, tSo poaco.
Sabe ao meos seu nome ?
Nem 880.
Entao abaodonaram o ? t
Fui echado n'ama ra, disseram-
m'o.
Luisa qussi desmaiou.
Ero urna ra ? E ha muito tempo ?
. Nao tinha ainda qua tro annos.
Luiza levou a mao ao coracSo para o
comprimir.
E o eeu nome ? .
_ Chamam-me William. E' o nome
que me puzeram as pessoas que me reco-
lheram. Chamam-me William Watson.
Luisa j nSo podia dissr urna palavra.
Estava suffocada, a bocea aberta, os
olhoB esbugalhados.
E nao deacobriu nenhum indicio ?
Nunca .. Ellea tomaram aa ana pre-
caugSes.
As suas procaticSes ? 1 O que qaer
diser ?
Quizeram perder-m___ e consegui-
ram-o... Nunca a minha vos chegar ata
elles.
E para que deseja vel-os, encntral-
os ?
Elle olbou a fixamente.
Um claro d ferocidade brilhou no bou
olhar.
Para que ? repetin elle. Para me
viogar.
Luiza teve um sobresalto. 4.
Para ae vingar ? r
Para me vingar do que ellea me tm
feto svffror.
Quasi a desfallecer, disse ella :
E se ellea nao tiverem culpa ?
Nao acredito em nenhum doa aeus
protestos.
Luisa senta o saegue gelar-sa-lhe naa
veiaa.
Era aeu filbo qne estava diante della ;
mas era assim que ella dse jara encon-
tral-o ?
Olbou para elle oomo deavairada.
Estava com medo.
William Watson levantara-se.
Causo-lho horror, disse elle, maa ha
de comprehender-me quando aouber de tu
do, quando tiver ouvido a narraco de to-
das aa minhas desgranas.
Luiza oomo que ficou suspensa dos la-
bios do seu interlocutor :
Fall, falle, disse ella.
, O que ? isto inte res sa-a.
Enormemente.
E proounchu esta palavra com tal ao-
eentuaco, que elle levantou a cabeca.
E olbou para "ella admirado.
Pareca sorprendido de a ver
e toda trmula.
Maa o que que tem ? Sonto algo1
causa ?
Nada... nada.
Parece mais commovida do que eu.
E' a ana historia que me faz lem-
brar..
Tambem teve um filho ?
Eu, nao; urna amiga minha.
Nao quera dar-so a conheoer.
Rscajava que elle a aesbrunhasse com
as suas recrmQag3.:8, que a atcaldicoasse.
Mas tarde se justificara. abr..gal-o-
hia, havia de dizer lhe tudo e elle havia de
perdoar lhe.
Urna amiga minha, que pordeu um
filbo, ha mais de viote annos.
Depois, receiando que elle a interrogasse
novamente :
Vamos, vamos, oonte-me a sua his-
toria. Dapois Ibo direi quem essa minha
amiga. E eutao ver quem tem sido mais
desgraciado, se ella, ae oaenhor... xalvez
tenha eutao piedade della e Iba abra os
seus bracos.
E ao dizer estas palavras, a pobre mu-
lher nlo pftda oonter as lagrimas. Co-
mecou a solugar.
William Watson, muito perturbado, di
rigiu se a ella.
Essa amiga, exulamou elle, essa ami-
ga, a aenhora. E' a aenbjra que 4 a mai
deas crianca perdida... e easa crinca
perdida aou eu.
Ella nao pode maia
Estendeu-lhe oa bragos.
Meu filho, mcu filho, at que emfim
te encontr I
. E lancou-so-lhe nos bracos, a solucar,
cobrindo-o de beijoa, como urna louoa.
XIII
de Morlao ?
. aiuda vive 1.
timado.
FOLHETIM
VICTIMAS B ALGOZES
N POR
EMILIO DE RICHEBOURG

Ull\Ti PARTE
D M050 DE HECADOS
William, atordido, suffjcado, nSo havia
ousado repellil-a.
Pareca lhe urna mulber muito desgrana-
da, e depois, talves, como dizia, tivesae
soffrido tanto com elle.
Contemplava-a, pareca a Imirado da sua
belleza, porque Luiza Poitevin era ainda
muito formosa, principalmente agora, que
estava bem alimentada e bem vestida.
Minha mSi I dizia elle, como era x-
tasi, minha mai.
Tenho-te procurado tanto I murmu-
rou a p/bre mulbor, que nao sabia como
testemauhar oa seas aeotimentos, a sua af-
fe i gao.
. Entilo nlo foate tu que me afastaste
de ti, que me abandonsate ?
Eu? Pois pudeste.suppol-o um mo-
mento ?
Eu nao Babia... a vida tem sido to
rude para mim.
Tena sido infeliz, meu filbo, meu
querido filbo!
Ota I muito infelis.
Has de contarme tudo.
Mas como foi que me separram de ti?
disse elle com um ar de deacoofianga.
Vou contar-te a miaba vida, e entao
tu me jalgara.
Ent&o ella couton-lbe tudo ; os seus pri-
meiros amores coro Joao de Morlac, a sua
queda, o rompimeato do seu casamento
com o filbo do lavrador Boialaarier, a fuga
com o amante, o sea abandono, emfim to-
dos os aeua aoffrimentoa.
A' medida que ella faliava ensombrava-
se a physionomia de William Watson.
E quando ella chegou ao ponto em que
teve de contar que cabira na raa, morta
de fadiga e de fome, oom aeu filbo nos
bragos, o mogo ergueu-se, agitado por
urna viva commocSo.
Trema todo.
E esse hornera ? perguntou elle, esse
homem, que a causa de todos os meus
males e de todas aa noasaa miserias?...

(Continua gao
I
don.
19)
i
Alegra e wenlura
Agora, menina Genoveva, fallemos
da menina. Tve coro o Sr. Lionnet, a
seu respeitn, urna 1 inga conferencia ; sei
come e porque motivo, a menina sanio do
casal do aeu pai adoptivo, por alta noite.
Pobre menina I Aproveitando a ausencia
do marido, a Sra. Lionnet dando livre cur-
so inveja e ao odio, injariou-a, malura-
toa-a brutalmente, disse-Ihe que a menina
nao era sua filba e lovou o cumulo da mal
dade a ponto de a expulsar.
* Sim, pai Anselmo, e fui-me embora.
E agora nao sou roais que urna desgraga-
da sern familia o aem nome ; ignoro onde e
de quem nasci, ero sei mesmo se tenbo
um estado civil.
Meu Deus, mas nSo acredite niaso I
Iufeliemente preciso que acredite,
visto que assim Por isso comprebende
qne levo renunciar a tudo o que esperav
em outro tempo. J oio sou nada; nao
ha nada neste mundo para mim, j nao
pens no fatnro, e que me importa o futu-
ro ? Vivo porque precis vivar ; mas en
trego-me ao mea destino com inercia, seja
elle qaal tor. Daqui a quinze das part-
r*i par a Rassia o l fioarei ; nun.-a maia
volt-n i A Franga.
O pai Anselmo agarrn na n>ao da mo
ea e ainae-lhe gravemente e com autori
dado :
A menina nao parte para a Russia,
fica em Paiiz.
Sao, nlo, preciso que parta, qne
vpara bem looge.
Eu nao quero que a menina parta
Mas...
Se nao sabe nem onde nasceu nem
de quem nasceu, eu o sei ; a menina nao
urna desgragada sem nome nem familia ;
a menina tem urna familia e um nome 1
Eacute, Genoveva, fiz a minha viagem por
sua cansa.
Por rainba causa ? exclamou ella,
abrindo os olhoa muito admirada.
Sim. E era ao mesmo tempo pela
menina e- pelo mogo de recados do bairro
Saint-Antoine, que dirigi a Deus essa
prece'que elle oavio. Foi a Marnlha que
eu fui, e aoube neasa cidade, de quem a
menina era filba. Minha querida Genove-
va, urna terrivel desgrg obrgou sua mi,
qne a adorava, nao a abandonal mas
a confala aos cuidados do Sr. Lionnet
Mais tarde coobecer a dolorosa historia de
sua mai, toda ieteira.
Meu Deus, mea Deus, que est di-
zendo ? exclamou a moga, arquejaote e
desvairada ; mas, entao, quem era minha
mi ?
Era a melbor das esposss, a melbor
dsa mie. Mas j lh'o disae, Genoveva,
mais Urde sabei ludo. Ouga : a desgra
g. ferio cruelmente a sua mi es seu pai;
tanto um como outro de8Hpp*receram, An-
te se que linham roorrdo. Engauavsm-ae.
- Meu pi e miaba mSi existen ?
Estou certo que seu pai nao morreu,
e se bem que nSo saiba ainda o que fieiu
de bus mi, tcnbo a convicg&o que nlo
oessou de viver. Ser-me bia fcil entre-
gal-a a seu pai, porque aei onde elle est ;
mas a sua mai pnmeiro que qu ro e de-
vo entrgala. Fiz esse juramento. Para
iaao 6 preciso que me pooba procura del-
la, que a acbe, como encontrei seu pai e
como encontrei a menioa Genoveva ; por-
que julguei duraate muito teuapo, como to-
aos os mais, que a menioa era filba do Sr.
e da Sra. Lionnet. Vou, poie, por-me
procara de sua mi, e com o auxilio de
D us e guiado p -la Providencia, hei de
encont al-a. Emquauto espero, esta noite
mearon, o Sr. Lioun-t ha de leval-a casa
de um. pessoa de su* familia, que a rece-
bar de bragos abertos e a quem dar gran-
de pr..z -r.
4 DigH, Genoveva, diga se ainda quer
partir para a Rassia ?>
A moga poz as raaos, ficou por rao raen-
toa com os olbos levantado para o t,
depois rt-sponden :
O aeuhor ixlls-me de mou pai e de
minha mii,enieoito qua devo obedecer lbe,
fari o que me ordenar.
Ora, muito boro. Agora, meoaa Ge-
noveva, voute-me o que 'be acontecau de
pois da sabida da casa da Sr. Li onet, e
Icomo t ou emprega< como profesaora em
casa -ja princesa M;lik.ff.
'o-lha o Jornal que havia lido
Hela manhS.
.'-Ella accreacentou:
Casou-se... tem um filbo e deste
que trata o jornal.
Um filho feliz, estimado como elle ?
disse Villam, com urna amargara intradu-
sivel. Um filbo que ter ura nomo (las-
tre, ama grande fortuna, e que nem se
quer olhar para mira, S9U irmb mais ve-
lbo 1
E fixou o sea olhar nos olbos de sua
mi.
E tu nunca pensaste em te vingar ?
Cora voz sarda e trmula, Luiza res-
ponde u :
Nuaca pensei em outra cousa, depois
que elle me abandoaou.
Porqae nao partiste entSo ? -
forqaa ainda esperava encontrar-te.
E agora ?
-- Agir nada me detm. Dispuuha-me
a partir.
Vu comtigo.
Vero, vem, nanea mais nos separare-
mos.
E oontou-lbe ora que condicoes se aas-
tava da America.
Elle approvou tudo.
Ha vemos de lutar, disse William,
cora armas igaea, e hei de ser eu quem
t vingar, quem pos vingar a ambos.
Luiza ficou espantada da exprsalo da
sua physioncmia.
Eutretanto, nao te esquegas de que
eu pai.
Tranquillisa-te ; nao miaba oten-
gao attentar contra a sua vidt, fazer-me
ura assassino; mas esse nome que elle roe
recusen, essa honra de que ella tSo alti-
vo, essa honra com que elle tem coberto,
como oom urna deoorago'brilhante, as in-
famias de sua vida, essa honra eu Ih'a ar-
rancarei, e esse nome que elle suppS) tao
alto, eu o farei mais baixo, mais vil, do
que o aome de crianza ptrdida, qae eu
ubo !
Luiza entou soeegal-o, acalmar a agi-
tago que se havia apoderado delle.
Laogoa-lhe os bragos em volta do pea-
coco.
Meu filbo, mea Jooporqae Joao
que cu coatiauarei a cbamar-te nao te
irrites tanto.
Elle sabio-lhe dos bragos bruscamente.
Disssste me o qua fiZ'ete, tudo por-
que passaste... Agora ouve-me...
Falla, mea filbo.
Vira aqui, desesperado, nada tenio
conseguido, nada podendo deacobrir, para
obter algumaa informa^Sis acerca de man
pai e de minha mi. acerca de minha or
gem. J ves qaanto eu estava desorienta-
do, porqae eu n3o acredito na faooldade
de toa airas, de deavendar os roysterios do
passado e prever o futuro.
E fazaa mal, disse Luiza a aorrr,
porque em vez de informago>s sobre toa
mi, tua mi mesmo que encontraste...
William tambem sorrio, cora o espirito
desanuviado por um instante.
E' verdade, isse elle.
Mas continaoa. .
Vnba aqu, oomo disse, em desea-
pero de causa, sem contar com cousa al-
guma, s para ter a satiafago de havor es-
gatado todos os mcios-.. e iato no intuito
de me vingar daquelles que me condemna
ram desde o meo naacmento existenc ia
obacura, roiseravel, vergonhosa que eu te
nbo tido, e eram talvez poderosos, conside-
rados... O que eu quera era 1-ngar as
suas alegras a amargura da minha maldi-
go, porque eu julgava culpado a ambos e
a ambos envolva as minhas imprecagoss...
Luiza estendeu para o filho as suas mos
supplicantea :
Joo 1
Ella continuou :
Vejo agora que me engasa va. I* ssY
sobre mea pai que preciso facer r
todo o peso da minha colera e de a
da nossa olera e de nosso odio, m
qae eu sccamul i desde a idade i
ve uso de raao, desde qae vi as
criangis acariciadas, festejada,
coaprehendi a :u felddsoe e
abysmo que dellas me aeparavs.
Parou um momento, como para
folego e continuos :
Chamara me W.iliam Watsen,
da familia que ra: recolhea, oa ast^a
me rouboa.
Arrancaram te dea mena braja)* du-
rante o meu desmuio, quando es j sis)

tmt-m aja 4
poda ver o que ae paaaava em
mim.
Vais ver, vaia ver como crasa ssss-
raves eases Watson.
A miro, deixaram me sa rata, asas
chamar por soceorro, seis ae praitar e
menor cuidado. Foi a poticis, as sso le-
vantou. Mas falla, falla, qae sa si* te
iotertompo.
Esses Watson, continaoa elle, raei-
diam em um dos barros afnese
York. Erara dona, marido e ssoaW, s
aei qaal dos dous maia odioso, asi
Quando me roubaram soube-o asas
bavam aabido daa gales, s qae
toram conderanadoa, depoia do ose
segu Jo de tentativa de aaaassiaifs.
Luiza empallidecera horrivdmeota
juntando aa rooi exxlamea :
Meu Deua I
Foi ero poder deata g?Bte,
o filbo, qae o destino, faseodese
ce da infamia de mea pai,
Nao foi nicamente para ase edscar,
me sustentar, que esses aisersvaia ss
cola eram .. Precisa vam de avia...
riam especular eommigo... E para
collo3aVam-me naa esquinas
invern, com ura trio horrvel,
para melbor enternecer os tros
Luiza ohoravs e oa grite de de
aaltou dos labios ;
Mea filho, mea pobre filho!
E depoia dase :
E nao podas deixal-oa, fsgir ?
^ Era vigiado constantes
E eu que nanea te vi,
reconheci!
Nao pareca urna eretsra
eu ; os meus labios eatavsa
greladoa pelo gelo. Sob as
bras empapugadas, asi se visas es
ulhos... Podas paesar por roa des es-
zea, victe vezes, que nlo aoap-ilaeisB as*
aquella maesa informa era tea filh, e flae
que pro: ura vas.
A mi teve un
ror.
E marmuros :
E horrvsl I
William Watson prosegoio :
Qaando njite vsluva para
gelade, morreado de foro*,
qualquer movimento,
eatremeciaenU de
deitsvsa-as ao
Sabi, pondo-roe debaixo da proteo-
go de Deus e pedindo lbe que dirigise
meus pasaos.
E Genoveva fez a narraco do aeu pas-
seio lgubre atreves das ras mais ou me-
nos desertas, das sinstras visSes que por
instantes lbe bavam perturbado a raso.
O mego de recados tramia de susto co-
mo ae tivease assistdo as angustias porque
doba passado sua filhs.
Genoveva, continuando, contou a scena
dos tstudantes, a chegada dos dous guar
daa da paz o como fora coaduzida por elles
a ama casa hospitalera raa Saint-Jao-
ques, chamada o asylo Gabriella.
A menina passou a noite no Asylo
Gabriella ? exclamou o pai Anselmo.
Paaaei e vou lhe diaer como l fui
recebida.
O mogo de rooados j nao podia contar
a aua commogSo.
Genoveva no asylo Gabriella I
Comtudo fez um supremo esforgo de von-
tade, afim de escUtar a moga com calma
e Bem a interromper ; nSo quera dexnr
escapar o sea segredo e, a cada instante,
estava a ponto oe ae trahir.
Continuando sua narraco, Genoveva
contou o acolbmeoto off.ctuoso que tinha
r cebido na casa hospital -ira e como no da
seguate de roanb tinha sido coadazida
prtaeoga da irmS supenora do asylo de
ooite e do orpbelnato, ao lado da qaal ae
acbava a Sra. marquesa de Sauliea.
O mogo de recados nlo pude conter urna
nova eX' lamogo.
A menina vio a Sra. de Sauliea, ella
fllou lhe ?
Fallou o logo ae iatereasoa por mim-
Ah 1 justo Deus I justo Deus !
Genoveva contou era seguida, to exac-
tamente quanto poasivel, a conversa que'
tinha tido oom a marquesa e com a reli-
g:osa.
O pai Anselmo estava em ama agitago
extraordim ra ; caoutava oom avidez como
suspenso doa labios de Genoveva, os olhos
lusiam lhe como carvSssj ardentes ; tinha
o peito aVquejante e podia apenas respi-
rar.
Foi anda pror quando a moga lhe disse
que nao querendo deixal-a no asylo nem
no orpbilinato, a roarqueza tinha-a levado
para o aeu p lacio da ra de Vrennos.
O pai Anael.no deu um pulo e cedendo
a um impulso que nao poie reprimir :
O que ? exclamou -'lo como louco, a
marqaeza fi.t Saulieu teve-a em sua casa e
deixou a aahir ?
. Ella nao quera, responden Genove-
va, porque tinha muita autsfago em ter
me ero ana companhia. Nio fiquei senio
daus das cora a Sra. marquesa, e, segn
do ella disse, eu j tinha tomado um gra'
de lagar no sea coragao. Ah! eu bem
via que ella mo estimava multo I Dizia-
me que eu leabrava-lhe muito urna urna
filba que tinha perdido. Pobre aenhora !
tem ama dor incuravel. Maia de urna ves
via-a limpar furtivamente aa lagrimas.
E Genoveva qae nada quera ocultar ao
pai Anselmo, poz-ae lhe a contar, nao es-
quecendo nenhum pormenor importante, o
qae se tinha panado entre ella e a mar-
quesa, durante aa quarenta e oito horaa
que havia ficado no palacio de Saulieu.
Renunciamos a descrever o que o viscon-
de de Mralle experimenta va, ouvindo Ge-
noveva fallar dos soff.-imentos da Ba av,
e faser o seu elogio ; a pena mais hbil se-
ra impotente para a tradusir.
Tnba a cabega entro aa mos e -horava
ardentes lagrimas.
Meu Deus, mas porque chora assim ?
perguntouIba Genoveva.
Isao deve parecer- lhe singular, com-
prebendo, responden elle, entretanto a mi-
nha oommegSo muito natural. 4
Sim, pai Anselmo, o Benhor bom e
o seu coragao est sempre prompto para
tomar parte as desgragaa doa outros.
E' verdade, menina Genoveva, e di-
go de mim p- ra mim, pensando as mi-
nhas propriaa dores, que ha outros que
anda sao maia infrlisea do que eu. Em-
fim, a m nina sonbo fazer-se estimar da
marquesa de Saulieu ; julgava ver na me-
nioa a aua neta, quis consrvala em oaaa,
mas a menina deixou-a.
Assim era preciso. Oh I nao foi sem
pena, aem sentir o mea coragao despegar-
as, que me sopure da rainba querida bem
feitora. Mas bem v, mea bom pai An-
selmo, se a fioasse com ella mis tempo,
talves que nunca mais tivease coragem de
cumplir o sacrificio que a miaba situago
me iropaoha nesaa ooeaaio. Nao aei que
couaa irresistivel me attrahia para a mar-
quesa de Saulieu; quis subtrahir roe a essa
attraogo que seria para roim origm de
novas raagoas. Alm disso, nao podiu,
nao, nao podia tomar no coragao da Sra.
marquesa de S.ulieu, um lugar qu e par-
tencia a sua neta.
Que b p--rtenca a sua neta, repeli
o mogo de recados cora io'.raduaivel tiso
nos labios.
Maa, continuou a moga, tinha pro-
rafttido Sra. marquesa ir visital-a antea
de partir para a Russia e de lhe eacrever
frequenlemente, quando estive$se em S.
Petcrsburgo.
f O senbor diz que devo ficar em Pa-
rs, nao quer que eu parta, poia B>"ja, a sua
vuatade iiupSe se wioba e eu prometti
fzer o que o aeubor quisesse. O seohor
fallou-me no meu pai e na minha mi, o
quanto basta para que tenha toda autori
dade sobie roim.
t Sinto perfeitamente,e nao de no
je,que o senbor exeroe sobre mim urna
influencia roysterioea. Expli-'O melhor essa
influencia, agora que o senbor tem o mea
destino as suas mos. Sim, obedeoer-
Ibe-hei e farei tudo quanto me ordenar, vis-
to que com esta condigao que me reati-
tue meu pai e minba mSi.
Meoina Genoveva, replicn o mogo de
recados, fazendo bons esforges para oocul-
tar a sua perturbado, sem a menor con-
digao que rtstituirei aeu pai e sua mi, e
a menina tomar em breve o nome que lhe
pertence e o lugar a qae tem direito na so-
ciedade.
c Tenbo neceasidade de accrescentar
que so aeu int-resse o para a aua felioi-
dade que eu lbe digo : -a menina nao p r-
te para a Russia, fica em Pariz ?
A minha felicidade 1 suspirou a mo-
ga, penaando ero Henrque Merson, que
julgava para sempre perdido.
Depoia de urna pausa, Genoveva conti
aaou :
Amanb oa boje mesmo, disse me pai
Anselmo, o Sr. Lionnet deve levar-me
oaaa de orna pessoa de minba familia ; vou
de boa vontade, porque, repito, todo qaan-
to ma disser que tag, fal o-bei. Maa an-
tea dBBo preciao, absolutamente, que talle
Sra. marquesa de Saulieu.
Ah I disse o mogo de recados, dei-
xando reappareoer o sorriso nos labios.
Sim, devo failar-lbe sera mais demo
ra, a reapoito de urna cobre mulber qae o
acaso ou talvez a Providencia, roe fez en-
contrar as montanbas do Daupbio.
E em favor da qual quer aolictar a
caridade da Sra. de Saulieu ? Comprehen
do agora.
' sao, nao tenho qua solicitar a cari-
dade da Sra. marquesa pra essa pobre
'mulher, roas dar-lhe parta de certas ids
que me occorrerara e da duvida que teubo
no eapinto. Pai Anselmo, tenho mais de
ama raso para suspeitar e mesmo para
acreditar que aqaella pobre/nulher ero que
lbe t.llo, nao outra aeno Gabriella de
Saulieu, deaapparecida ha vinte annos, e
que a Sra. marqueza julga morta.
Pela segunda vez o mogo de recados 1
vantou-se de um pulo, oomo impcllido por
urna mola-
Tiuha-ae tornado branco cono um lm-
col o os olbos desmedidamente tbertos fi
caram fixos na mog.
Trema como ae tivesse Lebf*.
D articular paUvra.
Por fi u exclai&oo, com voz suffocada :
de ama eacada e davaa-ae aa
po, que eu precisava aeasar ea a
para poder comer.
Luisa tevei um sobresalto, ergoaa
panbo cerrado em ar da aaseags.
Miseraveia, mfaaraveisl dase elL*.
Foi assim, continaoa o filbo,
passaram oa meus prmeiros
tarde, a minba aorte ainda a*
terrivel.
Ainda mais terrivel,
Bastada.
T'areoe-to impossivel, al*
de ? E entretanto ssaia foi. At
era s o oorpo que tnba soffrido.
ou, porro, a ves do espirito.
(Csafigaa )
Grande Deoe, o que est dise*4e?
A moga olhava para elle espetada.
Maa, ento, qoe tea, pai Aselas
perguntou ella.
Ah I o que tenbo, o que tea**!..
Genoveva, falle-ae dessa mol aer **e sa
p8e aer a filhs da marquesa ds
Como a encontrn, o que fas ella ?
Tinha voz secos, breve, vibraste.
__Primeiro qae todo, deve diser-ia*
esta desgragada est louca.
Louca, Iones, repetio sil* esoM
eco.
Acabo de roe servir de
alo que nao abaolatsaeste exaets, i
effdito, eaaa mulher nao perdeu
mente a razie, maa sim a memora, s
mora do paaasdo.
Ah I sh I ah diese o pai
com ambaa aa rolos em cima de
qae palpitara como se se i
As suas reeordaclaa si*
coherentes, continuou Genovera,
ella parece ter perdido
aentiroento da sua individsalidsie,
daa anaa desgragaa, como ae ta
OUtra mulber.
E' ao, exactaments ieeo,
ciou o roogo de recados, cea ves
mina.
O rosto tinha-se-lhe illamioade coa isa
rradaglo de t licidade, aa fegeee
se lhe transfigurado.
Paaaou a mito pela teata
auor.
Mea Deus, disse elle, aera ver iaes-
raraente o co que se sbre prs asi. T
R-spirou ruidosamenta, depoia diiigiss*
se a moga :
Continu, Genovevs, dai elle, esai-
tioue, minba querida fillta.
G.-uoveva via perfeiUmesta qae e atoe*
Je recados estava accorometJ* por asas
grande txdugo e qae, por cene ejeescia,
se p88 .va n-lle O quer qoe de esa sera
nario, porro ella aupporuva sea esesassr
o ascendente qoe elle -xercia obra ela,
assim nao lhe fes s menur pergaata e e*S>
nuou :
Urna tarde, as mioh.s di.cn
ea tinhaiDos sabido do eaelelle pr
um longo paaseio pe i niiataslM e fa se
lug-.r em que desca,srvos qoe vi
a pobre; mulh.r. EaUVa aesU-is
roehedo e tinha ero rd de a a*
e os carni-iroa confiadoe aaw
< Oomo j lbe diaee, depe de ss* aavss
f iio to:ar dous trechos se sisa*, s Srs.
marqueza de S.uliea fez-me asesar osas
meloda. Ere tambero, dase ase ilUt aaa
aria favorita da filba. [Comtmmmr-m kt%
Typ. do Mari, rae Usqse de Guaa a *%





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