Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19141


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Full Text
AIIO.LIIT -- II GIMO 19

PIBA A CAPITAL 1E LUGARES OXDE NA SE PAC I'OIITE
Por tres" meses adiantados ^f^^^^.......... (fJOOO
Por seis ditos ider................-. 124000
Por no .f.noo dem.................. 2;)JOO0
Cda numero avu!so, do mesmo di.............. I 1 JAMBO DE 1888
PA DE.MHO K IHI DA PROVINCIA
Pe seis meses adiantados............... 13^000
Por nove ditos idem................. 20//000
Por um armo idem................. 27#000
Cada numero avulso, de dias anteriores........... #100

-
Praprie&afce fre Jtlaniui. Ji%\itixfa >t -lana fty**
r
Os frs. Amede Prluee A C
de Pnri.t. sSo os nossos agentes
exclusivo* de annuneios e pu-
b)icac>rs na l'ranra e Ingla-
terra
\
I
.
:%


elegrammas
SERYICD DO CEMTRO TELEEUPHIGO
(Para o Diario de Pernambuco)
PARS, 23 de Jar.eiro.
O conflicto franco italiano acaba de ter
ama solu/.o geitosm.
BAHA, 23 de Janeiro.
A rnaioria da junta spuradora do 14.
districto, inclusive o seu presidente ezpedio
o fislonin de deputado g-iral ao Dr. Elpi-
dio de M>squita. (L).
RIO DE JANEIRO, 23 de Janeiro.
Negocios inalterados.
A tazu d. v., foi h'je de 24 1/2 e reservada a. .
245/8 p=r 1500O.
SERlflGO OA AGENCIA HAVAS
SANTIAGO, 20 de Janeiro.
27 casos noves de cholera e 11 bitos.
VALPARAIZO, 20 de Janeiro.
Cholera-mor bus: 41 casos no vos e 14
falleciinectos.
SANTIAGO, 21 de Janeiro.
40 cacos novos e 70 bitos de cholera.

VALPARAIZO, 21 de Janeiro.
43 caaos novos da epidemia e 17 falleci-
neotos.
PHILIPPOPOLI, 21 de Janeiro.
Chegcu aqui o principe Fernando da
Bulgaria qu foi alvo de militas ovales da
parte do povo.
PARS, 21 de Janeiro.
Vo demorando-se as negociares diplo-
maticaa engj das entre a Franca e a Ita-
lia a respeit do incidente de Floreoca (vio-
lceo do Consulado da Repblica Francesa
pelas sutoriJadea iulianas). Todava an-
da inusc e-.-r;.Di;< que os doua governoi
blo de ebegar a um accordo.
PARS, 21 de Janeiro.
A impreoaa de todoa os partidos tem ae
uceupado muito n'este ltimos dias do in-
cidente do Florenca.
A guias folbaa empregam urna lingua-
gem rab violenta.
O jornal la Frunce n'uin artigo edicto
rial qualitioa Mr. (Jriapi presidente do eon-
selho da Italia, do lac o de Biamarck.
O jornal Par diz que o governo deve
exigir tima sasfagSo immeiiata e no caso
de nao ser concedida expulsar do territorio
francez os italianos residentes.
ROMA, 21 de Janeiro.

COPENHAGUE, 21 de Janeiro. .
A iroprensa dinamarquesa reclama a re-
tirada do ministerio. ()
DUBLIM, 21 de Janeiro, noite.
Contina muito severa a reprsalo em
toda Irlanda.
Algumna notabilidades e dous padrea
partidarios do Home Rule feram presoa boje
e incarcerados.
BENOSAYRES, 22 de Janeiro.
O cholera d-sapp .re eu quasi ioteirara n-
te da provincia de Salta.
i VALPARAIZO, 22 de Janeiro. ,
A epidemia de cholera no Chile tica es-
tacionaria.
ROMA, 22 de Janeiro.
Despachos de Maasouah annuuciam que
as tropas italianaa oceupam Saati.
VIENNA, 22 de Janeiro.
O Conde Delopolosi est percorrendo a
Galicia procurando fomentar urna subleva
(So dos polaccs.
STRASBRGO, 22 de Janeiro.
A polica deu urna busca em numerosas
casas d'eata cidade aaspeitaa de entreter
relac8-s mnito seguidas com a Franca.
SHANGHAI, 21 de Janeiro.
Em conaequencia do rompimento de um
dique perto d'aqui, as aguas do ro Azul
(Han-Kiang) innndaram immensa porcSo de
terreno.
Ha 4.000 victimas e os estragos mate,
riaes sao considera veis.
PARS, 22 de Janeiro.
Aa negociacSes diplomticas engajados
entre a Franca e a Italia a proposito do
incidente de Florenca acabam de terminar-
se pela assigoatnra de um arranjo amiga-
vel.
PAKIa, 23 de Janeiro.
Diverso* jornaes italianos protestara con-
tra os artigos da imprensa francesa, que
s foram inspirados por causa da lentido
da diplomacia aliana ; os meamos jornaes
asaeveram que nao havia da parte do
povo italiano nenbum m ntenccZo nem
segunda vontade.
Aa folhas francesas sem distincSo de
partido louvam mnito a conducta de Mr.
Floarens ministro dos negocios estran-
geiros relativamente a negociacSes com a
Italia.
Aa negociacSes com a Franca a reapeito
do incidente de Florenca esto em b^ii
?ia.
O governo roandou apromptar novoa re
forcea de trepas para seguirem para o cor-
so exp:dicionario de Maasouah
Urna nova brigada partir brevsmente.
VIENNA, 21 de Janeiro.
A Turqua est fortificando Aodrioopl*.
PARS, 21 de Janeiro.
Teve lngar bont-ru una entrevista entre
e ministro do comatrcio e o enviado ex-
trasrdinsrio da Repblica Argentina no in-
tuito c.o estudar os meios de dar mais ex-
extssalu a relscSes commeroiaes entre s
Frang o o Rio da Prata.
ROMA,. 21 do Janeiro.
O ]?..p receben a deputaclo mandada
do Uruguay para aaaistir as fastas do Ja-
baio.
LONDRES, 23 de Janeiro.
A tensSo daa relacS -a diplomticas en
tre a Russia a a Auatria-Hungria diminuio
conaideravelmente.
E' provavel que as questoes pendentes,
a da Bulgaria particularmente aejam resol
vidts brevemte.
BRUXELLAS, 23 de Janeiro.
Contina a agitaefio nihilita na Russia.
VIENNA, 23 de Janeiro.
Offirma-se que a Porta Ottomana man-
dn trapas para frontefra Austro russa.
Agencia Havas, filial em Pernambuce,
23 de Janeiro de 1888.
() Eate e os telegrammaa cima da
Agencia Havas, bem como os commerciaea
insertos na seoc&o respectiva, foram entre.
gues em noaao escriptorio no sabbado s 10
horas e 45 minutos da noite, quando nSo
bavia maia tempo de compol-oa.
A Redac^ao.
Faseodas Ger-ea devem a Fulano ou a Deve-
dores Geraes.
Sendo f m lettrat :
Lettras a receb r deveio a Fulano bu a Devedo-
rea Geraes.
Sendo em todas as tres especies :
Diversos devem <. Fulano ou a Devcdores Qe-
raea
Caiza pelo diuhtiro recebido
Faaendas Geraes pelas fazendss reiebidas.'
L 'tiras a reeeber pola loltra entrada.
'Qaando fserm-s un pagamento, sendo em
dinheiro :
Fulano (ou a Cunta que o represente) deve i
UsAsJ
Sendo cid fii-ndaa :
Fulaao [i u a couta que o repieseot) deva a
Faaondaa G.raes.
Sendo em letras a r.'ceber :
Ful no (cu a conta que o represente) deve a let-
traa a receliar :
Sendo em lettras do ocaso acceile :
FuUno (oijacouia o que represente( deve a let-
tras a pasar.
Sendo em tudas ai quataos especies :
Falano (ou a conta que o represente) deve a
Diversos.
A' Caiza pelo dinheiro sabida
A Faaendas Gn.es pilas faaendas eatregues.
A Lettras a Receb. r pela leitra que'indossamoa
ou a nossa crdem. .
A Lettrai a pagar pea lettra que aeseitamos.
Q .and) rJzermos jin pagameuto por conta e
ordem de ttxcairo ;
Falano (a individua pur conta de.qaem fiermos
o pagammto} dnve conta que representar os ef-
ieitoa dados por ni em pagamento.
Quando nos fac-im nm pagamento :
Caiza (ou a conta que representar os effeitos
recebidoa) deve a Fulano, a Devcdorea, ou a Cre-
cieres Geraes (<'ooforme fr um correspondente, um
devedor, ou na eredor).
QuanJo Pedro pranos pagar urna conta, nos
trespasse nina divida de Antonio :
Devedore Geraes (ju Antonio) derem a Deve-
dores Geraes (ou a.frdro).
Quando ae paguem direitos e mais deipesas
de embarquaou ouiras occaaiooadas por fazeadas :
Faaendas Geraes devem a Caiza.
Lettras a Pagar i'ewm a Caiza.
Q jane o pagarmos urna iettra :
Quando recebemos urna lettra :
Caiza deve a lettras a reeeber.
Quando vndennos faseadas fiadas e fiser-
moa despeis com eaia transacc.i).
Devedores Geraes deve-m a Diversos
a Fazenias Geraes pelas fasendas sabidas.
a caiza felas despeaos effeetnadas.
Quanao pagarmia ordenado?, desposas de
expediente, etc. :
Gasto* d< Neg03io devem Caiza.
Quando para pagamento' do faaendas remet-
tidaa de ernta alheia sacarmos nm lettra a ordem
de terceiro de qaein tenbsmos recebido a impor-
tancia das tnesm'as :
Lettras a Reeeber devem a Fulano ( individuo
a qnem se remelteram as fasendaa)
K seguidamente :
Caiza Jeve a Lettras a Reeeber, p la qoantia
recebida.
Ou cutio P>a resumidamente : J
Calza ive a Fnlt.no.
Qaanclo rec vam, e mait o juro d mor :
Caiza deve a Diversos.
a Dcvedc res Geraes a quantia liquida.
a Ganbof e Pardea a importancia do juro.
Quau lo pagarmos as mesrnas ci ndicoes :
Diversos devem Ctixa.
Devedon* Geraes a importancia qnida*
Gauli s i Perdas a impcrl ineia do jaro.
Quando um individunos indosse ama lettra :
Lettras u reeeber devem a Falano (o individuo
que nos inciossoa a lettra.)
Quando se vendam accSes ou quaesquer
ontrus titu!os,de que tennamoi de pagar eommisso
ao corretor :
Diversos devem a acues.
Caiza pelo dinheiro entrado.
Commisses pela commiaso paga ao corretor.
Quando nntecipemos o pagamento de ama lettra
e por esaa rasfio noa factm nm deaconto :
Letcras u Pagar devem a Diversos.
Caiza pelo desembolso efiectuado
Ganbos ePtrdas pelo descont qne nos fise-
ramo.
Quando nm noaao devedor, por lettra acceita
seja considerado taludo e os seos credores concor-
dem em recebar 60 ,/ sobre o total dos respecti-
vos debito.), sendo 20 /. em fasendas, 20 % em
dinheiro, e 20 i em lettras a difierentes praaos i
Fulauo (fallido) deve a Lettras a Reeeber a im-
portancia total da lettra nao paga.
u'outro laocamento :
Diversos devem a fulauo (fallid.)
Faaendas Geraes pelas faaeadaa entradas.
Caiza p.lo dinheiro recebido-
Lettras ;> Keceb-r pelai lettras que nos ados-
as. rm
Ganhos e Perdas pelo prejuiao de 40 / 1ue sot-
fremos.
Quandc sainemos lettras aobre algnem e re-
cebamos o reu valor em dinheiro :
Caiza deve a Falano (o individuo sobre qnem
sacamos) n/c, s/e, ou por e/ de qnem sacamos (con-
forme saenrrooc, por noasa conta, por conta do in-
dividuo sebre sacamos ou por conta de terceixa
pessoa).
Quando aacarm>s lettras sobre algaem e as
guardaren.s p>r nossa conta :
Lcttras'de Cambio devem a Fulano (sobre qaem
ascarr-os) n/c (ae o. saque fr por oom cauta) i/e
se o saque for por sua conta por c/ de qaem saca
moa (se o saque fr poi conta de terceira pessoa).
Quaud aacarmoa lettras sobre algnem por
n/c e r.mi tterin js a lettra a ontro :
Falano (o individoo a qaem remettemos a lettra)
nle (ou a/O deve a Fulano (o individuo sobre qnem
saca mas).
Ou qaaitdo seja por conta de outre :
FuUno ( quem remettemos) deve a Falano
(sobro qmm sacamos)*
IContbt&a)
INSTRCCIO POPULAR
fABTE OFHUAL
ESCRiPrUHCAOCOMMEflCJAL.
lExtrahido)
DA BlBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
EXEBC1C10S
IC o* l i nunca oj
Calza pelo dinheiro recebido.
Lettras a reeeber pela importancia da lettra
Fazendaa Grraes pelas ti sendas entradas.
Quaudo nos f de terceiro, sendo em dinhiiro :
Caiza d-ve Fulano (o uoose deasa terceira pes-
soa) ou a Devedc.ru Geraeii.
Sendo em tasesda :
tierno da Provincia
arar iektb do r>u 14 de jtaziao de 1888
Actos:
i) presidente da provincia, atlendendo ao que
requereu o Rvd. Joto Jos 'a Coata Kibeiro, viga-
rio collado da fregoesia di S. Joe desta cidade,
rrsolve ce conformidade com o despacho profe-
rido pelo zm. bispo diocesano no reqoerimento
junto, conceder ao peticionario trei meaea de li-
oenca cota a respectiva congrua, a coatar de 11 do
correte mea
O presidente da provincia, para cumprimen-
to do art. 113 do regulamento o. 447 de 19 de Maio
de 1846, reolte nomear o jnia da aireo Manoel
da Silva Reg o os capities-tenentes Augusto Ce
sar da Cuaba e Eduaido de Barros Gonda, para
taaerem parte to eanarlbo de que trata o art. 4 *
do decreto n 2fc>8, de 14 de Agosto de 1846, afim
de ezsminarem as comas du cofre das multas da
capitauu, do ptrtu e marcar o da 18 do correte a
1 hora di tarda para a reuuiio do dito eonselho.
Fiseram ae as devidas communieaeSes.
U jresideote da provincia resotre, de eon-
formidace &>m a propuata do Dr. enefe de polica
id efficij o. 83 de hou'rm datado, czonermr s pe-
dida o c.pitia Faustino Jos da Fooseea do cargo
de subdi l.gadt' do 1.' disticto de S. Jos e Bornear
para Sibtltuil-o o cidadi i Joio Baptista Cabral.
O presidente da provincia resol ve, de accor-
do com a proposta eontid i uo offi jo do inspector
do Tbesouio de 12 do corrente, n. 18, ezinerar
Joaquim Cordeiro Palcaj di cargo de eseriv^ da
collectoria provincial do muuicipio Jo Brejo, vij' >
ter sido nomeado tabellio e noite ir para ezercer
o dito cargo o cidaSa Erasmo Manobj Falta).
Communicou ae so inspector do Thesouro Provin-
cial.
OfBoios :
Ao inspector da Thesoararia de Fazenda.
Sirva so V. 8. de designar am empregado dessa
thesoararia afim de faser parte, n forma di art.
24 do> r gulamento n. 2,108 de 20 de Feverciro de
1858, do eonselho de compra; do Arsenal de Ma-
rinba, qae dever fancciouar no dia 20 do cor-
rent?.Communicou se uo iuapeetor do Arsenal de
Marinba.
Ao viee-provedor da SantA Casa de Miseri-
cordia do Recite.Approvo o contracto celebrado
com Jos Rsymuudo lercira Bello para ser-
vir o lagar de enfermeiro do Hospicio de Ali-
nalos, mediante aa condi^oea constantes do termo
annezo p.r copia, ao offi io que V. S. dirigio-me
em 11 do coriente, sob n. 433.
Portaras :
Para oa fias coavenie'at s com^naniei a Cmara
Municipal do Recite qae no requerimeuto de Jos
Eleuterio de Asevedo alluJido em suas informa-
e m svb n. 145 de 21 de Desembro fiado proferi
boje o egninte desp.icbi:Nao ha que deferir.
A Cmara respeitoa as decisojs desta presidencia
do 1-- de Agobto e 24 de Setembro fiodi, que ba-
eam-se na proprio contracto do r corrente e em
sua prepria coofissio.
O recrrante pr>cura ustr de am recurso de
recara) de materia idntica e para a mesma in-
stancia, o que oio permittido por le. Declarado
fiado o seu contracto e de ncuhum i-ff- it o des-
pacho da Cmara, qae concedeu-lhe prorogaedo,
cabe ao aopplicante, sbente o recurso iudicado
no art. 45 do regalamento n 124, de 5 de Feverei-
ro de 1842 e decreto n. 9 451 de 27 de Junho de
1885. se com aadeciies desta presideocia ae ju|-
gar prejudicado.
O acto da Canara acba*se de ascordo com as
portaras de 21 de Outubro ultimo.
Destaro a Csmara Municipal do Recite que
mediante as condicoes c.nstantes de aeu officio
n. 117, de 11 de Novembro do anao paasado e as
clausulas approvadas por esta presidencia a 21
de Oatubro do mesmo anuo podar contractar com
Augusto Hvgino de Miranda al o fim do czerci-
cio nnuncetro municipal vigente o servico do ma-
tadouro da Cabanga, devendo inmediatamente
chamar de novo concurrentes aqu<-l!e servicj se
o contractante nao der-!he ezecacao a vista do
que representaran! Oliveira Castro & C. no reque-
r oento h.je indeferdo de qua trata a informac.)
da Cmara n. 121 do dito mes de Novembro.
EXPEDIENTE DO SECBETABIO
Offieos :
Ao inspector do Thesoaro Provincial. De
ordem de S. Ezc. o Sr. presidente da provincia
communicj a V. S, para os fins conven entes, que
no requerimeato dos terceiros officiaes desta se-
cretaria a que allude a intormac&o desse Thesou
ro de 11 do corrente, n. 17. foi boje proferido o
despacho aeguinte :
5Uo havendo verba para o aogmeuto,da des-
peaajac provira au equipiracaj dos veneimentos
dos supplicantes aos dos terceiros escriptacarioa
do Tbesouro Provincial, requeiram 4 Assembla
Legislativa Provincial a decretscao da Virba pre
cisa. >
Ao gerente da estrada de ferro do Recife
Cazang a Vanea.De ordem de S. Eze. o Mr.
presidente da provincia aecuso e rucebimento do
officio de hoje, com o quat V. S. enviou dous cr-
tdsa do pasaea impresaoa para aerem usados em
aerviyO publico pelos mdicos da polica dorante
o correte sano.Remelleram-se os doas cartoes
ao Dr. chefe de polica.
Ao fiscal da companhia Recife Drainage.
O Ezm. Sr. presidente da provincia profiri boje
o seguate despacho em um requerimeuto do ge-
rente di 38. companhia, relativo a questij de
transportes do iizo e residuos de casas commer-
c aes :
O art. 13,dB ionovacSo do contracto de 18 du
Dezembro de 1865, impoe a snpplicahte a obriga-
ci i de facer remover sem maior indemniaacio
que a fizada no art. 16, de cada casa onde j
tanecionarem seus apparelhjs e em carros apro-
pr.'aJos o Iizo e residuos de cosinha que as mes-
mas hoaver. > Esta disp.tsicio tazativa nao di
lagar a interpretaco que possa favorecer as pre-
tendes da requerente. Segundo o contracto de
que ella eessionaria o que por ella foi aceito,
sua obrigacao nSo se limita a remqver o luco otj
residuo* de cosinha qae asa casas hoaver, mas
sim a fazer remover, nao s o lixo como tambem
os raid:os. O modo porque se acba redigida a
disposico citada nao pola offerecer duvdas ; e
tanto assim entende a propria companhia, qu-' em
sea recurso usoa dos termos lixo ou ruiduoi,
quando o art 13 da innovacJo claramente dis
lito e raiduot. vNada importa para a questio o
f.cto allegado pela supplicante de se eatenderem
os negociantes com ella para a remocSo do Iizo de
seus ettabeieeimentoa. Poda cao conhecer seus
direitos, ou para terem melhor aervioo, nao que-
rer usar d'elles. O art. 26 do regalamento de 12
de Janeiro de 1872 nao defini o sentido da ez-
presso casa cono allega a supplicante. Em-
pregn o termo babitaco como sjoonimo de
casaNem poda urna disposico regulamentar
alterar o que tio claramente est determinado no
contracto, qne a lei regaladora da companhia.
Por estas raides mantenbo o despacho contra o
qusl se reclama.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 21 DE
JANEIRO DE 1888
Antonio Joa da Costa Ar.ujo. Infor-
me o Sr. inspector do Arsenal de Mari
nba.
Cyrillo Augusto da Silva Santiago e Wal-
detiudea Primitiva da Fonaeca Tellea.
Informe o Sr. inspector do Thesouro Pro-
vincial.
Carlos Augusto de Alenear Soares e Je
rooymo Jos Bastorff.Informe o Sr. ins-
pector da Thesouraria de Fazenda.
Joio Corroa da Cuaba Ribeiro e Joao
Baptiata do Amaral.Sim.
Jos Qonoalves doa Santos e Francisca
Arcelina doa Santos, Francisco de Paula
Lina de Carvalho, Maria do Rossrio Pi-
nbeiro, Maris Cbriatina Cavbante Pea
soa e Maria Hermina dus Passos Lima.
Remettido a junta medica provincial, a
quem oc supplicautes se apreaentarSo para
eerem inspeccionados.
Jos F. ancS30 Teiseira. -Deferido com
officio de hoje ao brigadeiro eommandante
daa armas.
Jos Tbeophilo. Deferido com o officio
desta data Thesouraria de Fasenda.
Baclurcl Liureooo Caetano d'Albuquer
que, Nomeie ae pa<*a Florate.
Baclurcl Manoel Jos Pinto. NIo ha
Capitio Manoel Accioli de Moura Groo-
dim. Euuaminbe-se.
Primitiva Marcelina de Almeida. -Faca
a prova esigida pelas instruc^Ses de 22 de
Oatubro de 1887.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buco, em 23 de Janeiro de 1888.
O porteiro,
i* F. Chacn.
Reparticao da folela
2* secc2o. N. 64.Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, em 23 do Janeiro de
1888-Illm. e Exm. Sr. -Participo a V.
lxc que foram recolhidos Casa de De-
tencSo os seguid s individuos :
No dis 20 :
A' ordem do subdelegado da freguesia do Re-
cife, Jos Vital, por crime de furto.
A' ordem do do 2 districto da freguezia de S.
Jos, Faustino Jos do Naseimentu, por distur-
bios.
A' ordem do de Apipacos, Manoel Fernandos da
Silva, por disturbios, disp jsicao do Dr. delegado
do 2 districto da capital.
No dia 21 :
A' ordem do Dr. delegado do Io districto da ca-
pital, Jote Alves de Oliveira, por embriaguez e
disturbios.
A' ordem do subdelegado da reguesia do Re-
cife, Alezandre Ferreira dos Santos, Jasintho da
Costa Monteiro, Leopoldo Benjamn do Carmo,
Antonio Aprigio e Adriano Fernandes Vctor, como
vagabundos turbulentos.
A' ordem da de Santo Antonio, AutoDio Jos
Lopes, por disturbios.
A' ordem do do 1 districto da freguezia de S.
Jos, Antonio Fernandes da Suva, por embriaguez
e disturbios.
A' ordem do de Belm, Victoriano Affinso de
Oliveira, como desordeiro.
Por volta de 3 horas da madrugada de ante-
hontem, e na raa do Bario da Victcria, o gaarda-
civico n. 132, toi aggredido por dtus individuos
desconbecidos, om de cor branca e ou'ro parda,
que trajavam h.usas.
Aquelle guarda defendeu-se da aggresso, e
apitando correu em seu auzilio o guarda-cvico
n. 113, que foi logo ferido aas costas por um dos
aggressores.
Em seguida compareccram outros guardas que
correram em perseguico dos criminosos, conse-
guiudo s prisao ae um d'elles, no Pateo do Carmo,
onde tr'.v-u -se renbida lucta, da qual aahiram fe
ridos dous guardas, e bem asaim o criminoso, que
verificou se ser o corneta do 2* batalbio de infan-
taria de nome Bernardo.
O Dr. d.legado do Io diatiicto da capital, fes
viatoriar vt ofiPendidus pelo pelo Dr. Jos Feliz da
Cuaba Menezes, que decarou leves os terimentas
das guardas e graves os de Bernardo, que foi
transportado para o hospital militar.
Coamuutcou-me o delegado do termo de Ta-
quaretinga que no dia 8 do corrente, pelas 2 horas
e no estabelecimenlo do alteres Joo Beaerra da
Caoba, deu-se ama tzpIosSp em um pouco de pl-
vora, aa qaal resullou o ferimento grave de um
individuo e leve de tres outros.
Manifeatoo-se em seguida um incendio no mesmo
estabeiecimento, que foi logo, eztinetn.
\j iiumiu csuuiiu ro avaliado em 60^000.
Daa diligencias procedidas por aquella autori-
4ade, ebegouse, a evidencia de ter aido o tacto
todo casual.
i'rocedeu se a reapeito nos termos da lei.
No lugsi Bom Succeaao d 1 dstrfcU do
termo de Limoeiro, no dia 18 do corrente, o indi-
viduo de nome M..noei Ferreira Filho, ferio leve-
mete com um ccete a Miooel Clemente dos San-
tos Liua, uvadindo-ae logo epz o crime.
Procedeu-ae a respeito nos termoa da lei.
Participou me o delegado do termo de Santo
Ant2o, que na noite de 10 do corrente, em trras
do engenho Queimadaa do mesmo termo, seis es-
cravos pertenceotes ao capitc Heorique Marques
Lins, enetntrando-se com Manoel Francisco Fer-
reira, Jos Antonio de Sebna e Jos de Castro, tra*
vacam lacla da qaal aahiram feridoa gravemente
Manoel Francisco Ferreira e Jos de Castro, que
falleceram das depois.
Sobre eate tacto pr.cedea-se nos termos da
lei.
Pelo subdelegado da freguezia do Recife,
abri se nqurrilo sobre o appa'recimento ante-
hontem no Caes do Loyo, de una pedac:a de ca-
dver, encontrados em adiantado estado de putre-
faccao.
Fes-se a eomaeteote vistoria e mais diligencias
da lei.
Pelo Dr. delegad i do 1* di.trieto da capital,
foram remettidos aos Drs. juises de direito do 1*
e 2 districto enminal os inqueritos policiaes pro-
cedidos contra Antonio Marques do Espirito Santo
o Alfredo Bes.- ra de Magalhaes. eate pelo crime de
esmagameoto do individuo de nome Antonio Li-
pes da Silva e aquelle pelo de ferimentos graves.
No dia 2U do corrente assumio o ezercicio
do cargo de snblelegado do districto de Cha de
Curpiua, o cidadio Cbristov) de Barros Caval-
cante.
Dous guarde a V. ExcIllm. e Exm.
Sr. Dr. Manoel Euphraaio Correia, muito
digno presidente da provincia. O chefe
de poli a, Francisco Domingut Ribeiro
Vianna.
. Thesouro Provincial
despachos do da 23 de janeiro
de 1888
Companhia de Beberbo e commendador
Antonio Valentm da Silva Barroca. -
Ioforme o Sr Dr. administrador da Rece-
bedoria Provincial.
M .noel Apolinario Santiago, Joao Emi-
liano de Leroos Duarte e Pereira Carneiro
& G. Infortne o Sr. contador.
Contas das Obras Publicas. Exami-
nam-se.
Francisco Joa dos Passos Gnim:irSes. -
Declara o contencioso se foi prestada a
flanea.
Joio Emiliano de Lemos Duarte. Hja
iata o 8r. Dr. procurador fiscal.
Jos Felippe da Fonseca Taborla, Ma
noel Martina Campos, Luis Jos da Silva
Guimaraes e Amelia Rosa Braail Ao con-
tencioso para oa devidos fius.
UlKi DE FERHAMBCP
RECIFE, 24 B JANEIRO DE 1883
Noticias do Norte do Imperio
O paquete nacional Manot, entrado hontem do
norte trouze as aeguinte* noticias :
Saranhio
Datas at 16 de Janeiro :
O Pas refere qae tiubam ebegado noticias ds
cidade de Graj-h, a qaal cootiua em estalo de
revolta pela imprudencia dos Ledas. A seuhora
do coronel Araujo Casta foi ferida na braco, deo
tro de sua propri casa, p->r nm tiro dado pelos
deaordeiros.
Estes rshio intnncheirados em cssa de seu che-
te, e coutiuuam a praticar crimes qae trasera alar
mados todos os habitantes ds cidade, que ja a es
tao abaodonando. A> victimas conatrtaioras a*
repetem diariameute A forc^ pablii
tu, e mais algnni soldados gravease.ite I
pasas*?
Datas al 31 de Deseasbro:
Falleceiam: ua uupital o ugjciante alB aasav-
belecido, capitSo Ignacio Torquati Airea de Fa-
va,e na cidade de Oeiras, D. Biyosaavia da
valbo BurUinaqai, esposa do eapslia Pliaio I*
Burlamaqui.
Ceatr
Datas at 20J-: Janeiro :
Ja conhecito o resultado da elesejaO para i
potadoa provinciaea, aendo oa e le los pelo:
1.' districto
Padre Antuuino Pereira lie Alcocer (liberar)..
Jastinii.no de Serpa (Ibiapaba).
V&ldemiro M>reira (Ihiapaoe).
Joo Francisco Samraio (Pompea).
2.* di.tr.ctj
Joio facundo da Cuuha Linbares (liberal).
Dr. Francisco de Assis Becerra Ce- Meaeses
B'-rviidor) (.
Padre Luiz de Souaa Leito (elaservador).
Padre Jlo Aareliano Sampaio (Pesafca).
3. districto
Zicar-aa Th.m.z da Costa Giodiai (liberal)
J n Paulino (liberal).
Urceaino Xavier de Cstro Magwlbaee
Vador).
Diogo Gomes Prente (ibiapaba).
4 o districto
Antonia Augusto Rodrigues Marrac* (liberal).
Ignacio de Almeida Fottaua (liberal).
Joaquim Domiugne9 Mortira (coaservades).
Padre Francisco Maziroo Feitosa e Castra ifem-
peu).
5.* districto
Joaquim Saldanha Arraes (liberal).
Aunibal Fernandes Vieira ( ooservador).
Joao Paulino de Bair. s Leal (cuuaervadee).
Jus Juca de Queir. a L'ma (Pumptu).
ti districto
Tbeophilo Alvares de Uliveira Cabral (eaasss-
vadoi)
JoSo Quezado Filgoeira Filbo (c naervader).
Antonio Jiyme de A enear Araripe lb-apeaa).
K.driao de S Barrero (Pompea).
7* uistncto
Ernesto Candido de Lima Beaerra (liberal)
Dr. Iguscio de Sonsa Diaa (''.nt' rvdor).
l'elao Ferreira Lima Verde (Ibup.oa).
Belisano Cicero Alezandrioo (Pompea).
8.* districto
Benedicto Augusto doa Santos (Ioiapaba).
Manoel Soln Rodrigues r-ir.beiro (Ibiapaba)
Padre Aut mi Fernandea da Silva (IbiasaS)
Antonio Gorgel do Amaral Valeate (Poaspse).
Ao todo eo : 9 do grupo Aquiraa, 8 PaaaW, t
Ibiapaba e 7 P.mpeu.
L- mos o aeguinte na G O invern, pelo qaal j anceiav
gama desesperaogn, o campo e o SJBS%
agora sua visita, com phvsiooomia
ra Keates ultiuiua tres diaa tem choviao
capital, regularmente ; a chova de honteai
50 millim. ; e em B.laril o M-.rangnase,
ter chovido eopioaamente, trndo cabida aeaea s-
tima cidade, aute-honteas, ama charra de 4 ha-
rs. *
No dia 16, pvla M horas dn nuasai, Salas
na cidade do Aqairss, qussi falssieatf* par assa
congest&o, o jais da direito a'a^awlU SaSSaSSSj
Dr. Jobo Cesar Gomes de Castro.
Caosnu grande sorpresa esta noticia, seas aja* se
tratava de um b mem, em pleno visar m aaaW
e da virilidade. S>rprez dnasrosa, poreaM at-
oado era am cavalbeiro qae, por asas boas assis-
dadea, goaava de geral estima. M wresi aasSsssa,
com piuco maia de 40 aonoa de idada.
Era natural do Maranhia.
No dia 19, na Santa Casa da Nkseriearaaa 4s
capital, tallecu Franeiaeo Rjdiigeas d* Soasas, Ss
40 anuos de idade, aolteiro, uateral do Sarasa Se
Asear, e tz-empregado da cansara da FartaatSe
Foi victima de ama apopiezis eerebral.
Km tirande do Marte-
Datas at 21 de J.u iro :
Constam aa noticiaa desta provineia da curta do
nono c. rrespondente, ioserra sob a SSBSSi *sir-
rior.
Parsbjba
Datas at 22 de Janeiro :
Era j coobecido a resultado final de toeUsesav
jo para depntados pruvinciaes, estaadU etdtea 15
liberaes e 15 conservsdores. ____
Ao meio dia de 12 do e->rret*. i o<, *
se os trabaluns do prolongaraento da estrada da
ferro Cnde o'Eu at o Cabedello, coja fcaraaia Jr
joros fui ltimamente concedida pelogwrarae.
Eativ. ram p-escotes ao aeto S. Ese. a Sr.
presidente da provincia, e bem aessss di
pessoas gradaa, que foraas coevidedae pal
dirao engeuheirj fiscal i)r. Juata Araejo
Depois da inangurafio boave lax-h el*
pelo Sr. Samael Ago
presentante da companbi empreiteira Wdssa)
Sons & C* A_saa
Na pov<>aco da Serrmh, eoasare da filar.
falleceu no'din 10 de Dezcu-bo ultieao, Osaf i Ij
dos Santoa Ayrra.
A alfandeao renden durante o i
bro ultimo 57:7371550, sendo :
Importaco
Despacho m ritime
Eiportscio
Interior
Extraordinaria
Depoeitoe
Fondo de emancipaco

14*
Total
M:
INTERIOR
svst
Mota* falsificadas
(Do Jornal do Commercio da edite)
Cootinoou hontem (13) a inqaericie daa
munhaa :
Jos Augusto Naboco Caldas (21
referida), eoipregado publico, di;se -
de Outubro do anno prosimo fiado
vn-r de Simas, negociante A raa da (Ja
e morador em NithetoT, ae jaspe aBarfa ds> t
qne depois aoob? chamar-ae Jos Soares da_
ral, fvram procural-o rm ana eaaa, apreeaaasi
Amaral como seu amigo a besase* de fresa, i
rendo tTensatado o easew do vapor Omn
tado diohriro na importancia de seteata e aas
setenta e s is con tos de ria qae pistsssrar
na caza d* eojortizscae, e eosso r*-
eesse os respectivos empregaaos, o (
cnldadea por nao ser por esta va
mesmo por qu era mais iaeoosasodo I
ae fra do que de dentro da seCfaW da tras
pur eatai ecm ama p rna doeate e S
mnito trapo de p, j poroos se rs
tan s. E por umiecer-!b ^sssas asa
de bem a aaisade, nao pos davida a aa daa aa-
guime foi fallar com o thesooreiie latasis Ar-
naldo Vieira da Costa, qae trbala* ao aseaai
edificio, qae elle depornte, qae A aorrster 'leal
lie^s provinciaes, o tbesoareirt J
bavia duvida algums, qae as
daa, como de cosame; mas
ceasarics, enmi tainb-m era -
R-pirgantado pelo Dr. Cree i
que na occaaiio de ser Soares t*"
teatemubba apreseatada sas(
mesmo abrir o pac-te roateod
de grande valor, sendo estas i


Diario de J'traamburoTere^--feir 24 de Janeiro de 1888


i*


i

:.;.


&
pregado 0 r. Calaeaes; i eae fnete in aaaito
poueo ei|C') de t-mpo; parque senda o traaalh.,
de qae eacarregado madiavel, tritn de ir con
tDnl-0
Qu" vi > algumas dessas notas de gsande valor,
. algumas dilaceradas e eam cores desmaiadas.
Callos A igualo Lyrio (3.a testemuuba referida,
" fiel do ihtiuoureiro da Caixa da Amortisacio dase :
Que nos principios de Dezembro ultimo, oo dia 4
ou 5, teudo desodo do 2.. andar, onde traba'ha
na Caixa da A nortisacio, para a secoio do papel-
aceda, af m de faser om troco, ah eoeontrasKlo-ee
com o ora jregico Jo de Lyra e Olivosas, per-
guotuu-lh" este se eatava acuito ooeupade,de res-
Be ndeodo Ine que nio, Lyra pedio-lbe ipcm-
feriase uns notas apreaentsdes por Amaral que
ae ache presente, ralo nio haver empregades
saffioeotes para esso eervioo ; ao que pieatou-sc.
Receben Jo o macolle sotas aeutio um cheiro pr
ticular qu" exbaiavaan e a e6r esb.-anquioeda da
certas nsms ; a vista do qu disse que nao toma vi
a responsabilidad^"; pr cedeado apenas coot
gem deetas notas Entio disse-Ibe o Dr. Cala-
sana ceniciento da caiza, que de urna nota (ila-
cerada ds 5* da 7. estanca, trataase Amaral do
pola em boro estado para se requorer o p.ga-
mento e quanto as outras nio offereciain duvida,
C seren iguaes a outras, cojo pagamento ji
'ta sido effectuado. Que coutou entio cerca de
tres mil ootaa de 5* da 7. estampa, as quaea pas-
in ao eirimbador Eduardo Macedo e deltas re
eebeu Amaral a respectiva importancia.
Antonio Ftrreira R.mos Sobnnho, negociante,
"disse qae c nbece os tres rmioe Amaral presen
tes, sucios da firma S aros do Amaral ar Irruios,
estabelecnlus na ci''ade do Recife, em Pernaui-
buco, e coui ella tam reUcoas commerciaes desde
muiros atnoj a firma Zenba, Ramos de C.*, da
qual elle ctepoenti' fas ,>arte.
Qie a 6rma S >ar-s do Amaral & Irmioa arta-
matara y jasco do vapor Baha que naufragara
, ao norte to Imperio, e eacreveram casa delle
de pocote perguutando quaea os valores que a
Ccmnanbia Braaileira de. Naveracio a Vapor tinba
recebido a bordo do Bata, remettidos pelas di-
versas ageuciiia aa coaipannia na* provincias do
norte e cu que coadicoes pndiam aqu eoutrstar
mergalvdnre, qrfe podesaero ir ao lugar do uau
fragio do Baha faz*r o servio do salvameoto do
casca e tuio m^ie que nelle eetiveaee. Dingiu-
do-ae au oscriptorio da compaobia, ah jube. que
nbaai viudo das agencias do norte valores aa
importancia de 119:000*000, e ..torroando-se dos
morgalbadfes Ao tocio Gaetauo Nones e Fulano
Carv Ibo Medeiros )br o servido que tinham
de prestar, partiuiparam a varea do Amaral
Jk Irmas, que aceitaram e re.pooderam-lbe que
podiam manjar os mergulba,iores. Com rfieito se
gniram, levando comsigo trabaloadores ; e qnaudo
voltaram tampis d.puia, foi casa delle dopoente,
que. ibes pagou crea da 10:000*000, em quauto
importaran os respectivos servicoa.
Que alm da casa d Soares do Amaral 4 Ir
mios uau Ib-- consta uem pelos reos e uea par
ootrss iiicnncoes que riles tinbam tido algum
ocio do U'gocio da arrcm-.tac.ij do casco o sar-
vados du vapor Baha.
Reperguntado pelo Dr. Candido. Mendes, pro-
asotor, disae: Que as ageucia; a que ta referi
araiu do Pr, .vlmij-i, Ceara, Mr.nho, Pa-
rabyba ; ir.as na c r.imnhii n-io Ibe discrimi
naraw. b : nos H'J.UX)iU>"^ viudos deilas, bavia
so diubeiro de particulares ou se taubem do go-
verno.
Reperguatado pelo Dr. Cyro de Aaevedo, dis>e :
Que os peo idos de uforosucao a que se referi fei-
tos pela cas Soares do Amaral os Irmios relati-
vamente a dinheiro- remetidos pelas agencias do
norte toram anteriores & ariematacdo do casco du
Baha e per occaaio du prime iros auounoios da
respectiva praca; ewas utormacies nao se re-
feriam rspvcificadamente a dinheiros do governo
ou a de particulares, ina sim a dinheiros am geral
remettidos pelas agencias da cmpaobia as pro-
vincias do norte.
Dr. Trto Augusto Portoearri-ro (4 totcmnnha
referida) eigei/heiro, disse : Que de 1871 ou 1872
a 1875 loi cttueiro da cana de i ares do Amaral
& C, buje Soares do Amaral & Irmo*; e d'ah
da'aus as rsl^ces qoe tem com os membros deata
firma, qae sao os tres reos irma.s pr aeutes ; tendo
depjH resolvido estudar veio Dar aqui, d'.iode
toroou a 1'nraatnbueo ja dopois de formado c
casado para visitar su familia, e la tove oecaciic
de avivar casas relac5es, vo!tnlo to em princi
pos de Noceuiaro do anoo paseado, foi que (BC-
dou a ver Jote tjares do Aaaral, qas Ihe dase
le- arrematado o cabiso do vapor B.hia, onde en-
contrara netas que pur estragadas e dilaoaradas,
nato tmetr na Caija d>- AuiortiaacSo, e entre
Has bi.via alEUmas ^ue sua viata Amaral en-
- tregou 4 .t.J^Jva da ilva, emoregado na Caixa
da Amirtisscao para cjncertar. Diaa depois per-
gnntou-lhe Auiaral, se sabia onde moraxa Silva
na Prai das Paliceiras, e distado qae sim, se-
guiraai para l onde pasraram os fc(us narrados
por Silva, cujo depoimeato Ihe foi dito e o de
> poente confirma.
Que ucnj sabe se os irmajs de Jos Soares do
Amaral si seus socius n > n- g cu dos salvados do
vapor Baha, qoanto mais tta elles tm alguem
alm di.a dous nrpus qie t> seas socics na casa
commercial.
Pelippe 'Ion*' iro de Barres (5> tcstemuuha re-
ferida), empregadu publico da Caixa da Amortiza
cao disae :
Que no da da pruao de Jos/ Soarea do Ama
ral, indo fiara sua casa, om individuo no b ni.
dando se como sed cvllega, foi com elle coover-
tondo e fallou-se na dita priau!; En'-ia cssa pas-
oa disse q'ie a u.iw firma A-uaral de Peroambuco
tinba sido i.'ohibida en'rar as alfaudcgas : ma
elle d' poento, nem Ihe perguutou que rma ra
eaia, nem porque se Ibe bavia teito essa prohib
ci : e rao abe do noroe desse ibterlccutor.
Op,i hutem (14) a testemanba Antonio Cas-
tao aue, saergulnadi r ; disse que : tendo sido
con trac a do pela ca-a Z-nba, ii i.r.oa .t C. para,
con mrrgulhador, ir >.o ti. oir> a servico d- sua
protgil", dxq*ui ajsrtu i-o II du A gand > apreuaitou-so a JosSia es do Asara!, reo
prsenle, que Ibe disse o tiir, a que i*, isio sal
var o que f>ss.po8iv,;l d.i casco do vapor Baha,
0 qual bavia errematado | etnn ifi'eiro trabalbou
nos dias 6, 7, 8 e 10-de .Se'emt-io tallando no dia
9, porrslar multo agitad i o a.r.
D i casco do Baha consegu > tirar daas sinetas,
dous \ trji bluoculos Sem vidro-, urna espada es-
tregada t um cofre ce f. rr > tecb .do, mi.s ebeio
d'agua, dentro do qul es'av.iin uui caixutiubo de
cerca de hu palmo de Cimpndo e pouca altura,
fechado, rqtrotodo despregado e a madura sola,
e maie uaw porcao de papis estragados pela agua
lamacrat -<> preta que havia dentro do cofre; a
ouvio dise/ni ee IcmCra a queru, quo entre tases
papis nvU dinheiro em notas tainoem assim
daosnificada'.
Nlo reptiion^ai o caixa 1 clmda, o era ou oa
bermeticainenie, u"m nesmo a quatidade da ma-
deira do que era feita por es r ennegr-cida pe i
agua de que jA fallou. Tambeui nao re^arou o a
dita caixa eslava ou havia sido lacr. da ma da-
tada.
Aa divetgeuciaa que ae noUsa entre os factos
que acaba se narrar e oe qne eonstam de seu de-
Kimento na polieia, a f!. 54 deataa auto, u qua
I f >i lirio-, nao sabe como ex^liear porque o que
diste oa piiscia foi o qae acaba dejluer agora, e
aem palia tr dito la que vio caixa bcrmeticamin-
te fechada porque nao sabe ler, nem o que qner
diser a pl> vr Bermctieamentc _
E tendo-lx: o juil explicado a sgoiGcac2o dessa
palavca, diax'-a teslemunba t|Ue nao poda ler de-
posto na po.icia que a caixa vmba assim fechada,
porqoo delta escoma agua. Nem p .da Ur dito
que vio? sigi.acs de lacre e Ibe parecer pinbo a
aaadeira da i til caixa, porque suja, como se acbava,
j peta, s<) ae de proposito loase reparar, o que
nao fes, ven ae havia aignaes de lacre e de que
madeira ers. a caixa feita. O diubeiro que diaee
na polica ler viato estragado e dentro do cofre,
nao ae acaava daotro da caixa, mas de mistura
com a pape'*, a que ja se refer e taboas que io
dicavara ter formado um outro caixotinbo.
Eotregou o cofre a Amaral com o qae dentro li-
aba oio aabii que destiuo elle Ibes dea.
Lavou como couipaabeiro o m< rgulhador Jos
de Carvalho Medeiros e manubeiros que depois de
feito o servicj t .rain aqui pagua e disperaaram-ae,
gnonndo o (Latino que tumaram.
Dorante o tempo qua estiva nesse servico no
Seotfa. cateiKlia-se sments .-om Jos Soares do
Amaral, nao llie constando qut t'vase socios nesae
nesse tegocia de saivadua do Baha.
Reperguulado pelo Dr. Candido Meodaa, promo-
tor pabtiao, liisae qne o cofre de fer-o era mais
eoeaprido do qje largj ; oio jle precisar aa saaa
ineaieVa en uusserus, porqua nio o medio. Tinba
por rain, isu em uaaa das faces, dous buracas,
nm de dame ro de uu> dedo mnimo, por onde cor-
ra cga*. que taabem sabia pelo bar ap da fecha-
dura. Nao ira de chapa groan*, ao oootrario era
fin e ordinaria e dentro nada maia conticha do
qa aquilto qveji refero, Ja*. ,'um carxaembo madeira ; taboas qua jiareeiam tr f..rmado outro
caixotinbo e papeia sollos em grande porcSi : nao
cootmha caixa de folba; o qun pode aaaeverar por
ter visto o cofre aberto e despi jauij agua em cima
do onve da barcuea.
O cofre foi encontrase junti da rasada de esti-
borde, quano. parece que deia ter aido enllocad >
debaixu da cama do immdiato, como suceede, m
oalros vapores da mesuia compaobia do Baha,
penaaado aaeia que o Cifre Piba mudado de lu-
fa r, boleado; e cuan ewteea ic nao ae tem enchi
uud'sga taasasam tersa sido c irmgado pelas ondas
que j haviaoa deatrolo lodo o uavio, coas excep-
oo apestas de qae era pr.ipriameate ocaso;
aeh*n Jo-se este eosao fuadn 13 ou 14 bracis de
profundidade e o conves a Vi.
As tabeas echadas ailtaa dentro do cofre da fer
ro, pereciaaa ter f atado un ciixitinbo mais ou
asenas do tamaabo do outro, qae aa achoa fechado.
A agua sabia de dentro de caixoiiuh), que ee
tava ROtairo, pelas jant&a das tibias.
A agua que esenrria do caixotinbo viuha da
abertura de urna tab a da tampa ou do fun lo, que
tinba cedido, nao tendo observado so bavia algu-
oa outra abertura.
Reperguntado pelo Dr. Jos Hygioo, disse que
cbveou ao Recite, nao ae rocada preeiaaasente ee,
que diado mez ae Agosto, maiioi a 17 ou 18, e no
dia aegaiote ao da ch gada parti cm aeu pea oil
para Catuama, /Idgav do aiuialro do Baha, indo
eos aua eompannia Jos Soares do Amaral.
Nao se p le cuasecar logo o aervioo por catar o
mar muito agitado, e no dia (- de Setembro qae
se deu principio o tirou-se o c tre, no dia seguiute
liruram-ao ae sinetas, os binculos e a espada de
que j fallos, e nadarais ee i.chou.
Ni dia 8 trateu-ae de broqu. ar oa maatros para
faael-os saltar cotn dyuamite, mas fithaodo o cs-
tupim, nada so, consigui.
No dia 9 nao se trabalboa por causa do mar
que fa-sir.
No dia 10 foram cerrados ca msstros, que fic-.-
ram bataneando, e com esse servica, deu-^e 6m
aoa tra'ualho', retirando se ptra o R-cilu na b-.r-
ca\-i dentro da qual la o cofre de trro, Vaaio, ten-
do o caixotinh> fioado em poder de Amaral, e no
dia'seguinte de uiauba ebegarnm ao Recife, iend<-
se Amaral retirado dons dial ante para trra e
viudo na barcaos.a reapeotivi. iripoiaoo, elle d'-
poente, seu coiupuih. ru Medeiros e o pessosl do
servio i.
O cofre quan b foi achadu dentro do casco do
Baha, eslava posto obliqunniBnte. mas anda
meaino ebeio d'agua desde que o mar se agilaasu
elle devia ser tirado de om para outro lad), aa
gund o movimeoto della.
Alm dos obj'-ctus qu* d'-piz ter visto dentro do
cofre de ten- i.qu-nido foi aberto e es vas al o, nada
mais continba, nem Valoras em metaes, pe ira
preciosas, joias ou qnalquer ou ro, alm de diuhei-
ra em papel estragado que constou-lhe, ter sido
acbado entre os deaiais papeia.
Durante o lempo em que esteve no Recife nSo
coobeceu scuao a Jus Soarea do Amaral, nem tem
lembrsuca de ter viste qualque-r dos uutres reos
presentes : s de "Amarad rece na ordeas e iostru-
ccees, e s eom elle ae entencia, sem intervenco
de outra peasoa.
A requer ment do Dr. Joa Mara de Albu-
querque e Mello, dase qne o corre foi l.ngado das
'i braa em diante, o t foi coilocadu ua bar java
ao escurecer, porque o muito mar que tazia uj
permittia que se trabalbasse mais rpidamente.
A agua cuntida que sahia do cofre de forro exba-
la va mo cheiro.
Amaral derramoa no convz, no cofre e onde
bavia essa a^aa, um liquido desinfectante, de que
bavia levado um arrafio.
Corresjioadeaicla do Diario de
Ie ra ata to neo
RIO GRANDE DO NORTEsat^l, 21
de Janeiro de 1888
Comoj tivercos occi. eiaode communicar no dia
i do corrate, reuuida a juuta apuradora do Io
diatricto elcitoral deata provincia, foram expedidos
diplomaa de deputados provincia*?, a 7 couaerva-
djrcs e 5 liQer.ic-, i-galiuenle eleitos. O trabalho
la aj.uracio foi feito com a maior rsgulandade, c
cm prereuo i de n i.ner.ni-sim i concurso du pcssoal
que assistiram o cuasorreraui, iev-das pea curu-
sidade e pelas noticias adrede espalbalas em eo-
letin, de que ae eucootrariam eleicocs viciaas no
mtaito do apruveitar a este oa aqaelle candidato,
que nao conseguir eleger-ae.
O pai tido consc ^m coosciencia de seo
triompbo, de ana forya e prestigio, mais urna vez
dea provas de que nao precisa soccorrer-se a sub-
terfugios para vencer cuno veu.-eu M pleito de 2
de Dezembro, elegeudo 7 depatados pulo 1 dis-
l rielo- be.u ,o o paitido liberal apenas com 5.
Succeden poiui ser diplomado em lugar do Dr.
as iiuentn, 'i b r l) que se presuma uceopar o
n. 5 j.o eleit s. o Dr. liuimares (la^ibem l.beral)
por nao ter sido aquelie votaao em Nova Crut,
ende ee disia ter recebido 36 votos.
No acto da apuraco foi exibida ama certidSo
da tle:c2o, pelo propr'o candidato Nascimento para
que se ibe cootassem os 36 votos de Nova Cruz e
o que turprthondeu a todos, fui que meama curt
dio extbida pelo intereaaadj nao se eutonirava
aquella votacS !:!
ej* como for urna qaestao que s ao partido
liberal pode aprovular e i iter.-saar, desde que o
resultado final era o mesmo iato 7 conservadores
e 5 uberaea.
N i 2 distrieto proceden a junta a apara$5o,
sem as autbeni icaa doa collegios de Pao dus Perros,
.-. Miguel, Victoria e Liz Gomes, dando diplo-
mas a 8 liberaes c 4 conservadores.
E' muto pissivel que aquelles collegios alteren)
0 resultado.
Segaio para a cidade do Principe, no car-
cter de delegado de pode a d'aqueila cidade u ca
'i; J io do 9. VareljH, commaadante do carpo
de polica, afim de tomar conbecimeato e fazer aa
precisas diligencias para a captara doa in 'ciados
no crime de fabrico de moeda falsa de que demos
noticia cm n s; i ultima mus iva. O individuo que
bavia sido preso, pir ter trocado 178 moedaa re-
coubecidaa falsas, evadi-se da prisoem que ae
acbava.
O eapitao Varella um oficial activo a intelli-
geiite qu prestos relevautes aiirvicos na campa-
;.!i. da Paraguay e, aesim d > esperar que tire
bem resultado deata commiasSo em que possive
.ue rstej'im envolvidos amitos oatros, alendo in-
oiviiuii qae trocoa taea moedaa.
O illustrado Dr. chefe le polica, nao tem pou-
pado esforc-is no desuobrim- uto da verdale.
A 16 do corrente teve lugar no payo da ca-
loara muoio'pal drsta cidade a elci^io para pr-
ndente e vice-presiJeute'.da meama cmara, sendo
t leu s ; presidente, o vereadur Maaoel Joaqaim
de Amorim Garcia e vice-prcsidenle o vereador
Jos Lucas da Costa.
Da Oateta do Natal tranicrevemos aa seguin-
t-'a noticias :
No dia 15 do crrante o ncaso distincto ami-
go coronel Ait 'lio da Seuza, sonbor de e-ngenho,
no valle du api, libertou gratuitamente e sem
coadifio, os tres ultimoa eacravos que Ihe reata
vana. E' ruis um acto meritorio, qae acaba de
praticar aquello oosso amigo, que muto o honra
pela espootaneidade com que sabio de seu cor.ii.-ao
aberto a generuaidade e a campan io peles infe-
lises.
Onorso r.nrgj alferea Jos Maria da Croa
Barros, morador eos Papary, conceden cartas de
1 berdade a Vicente, Joaquina e Maria. nicos ea-
cravos qne p ssuia.
O Dr. Joo de Albaquerqne Maranhao, se-
:,hur Jo engenho Eativas d> municipio de Govani-
nha, libertou tod a oa seas es ravos, faxendo nesra
oeasio urna grao de festa, pira a quai foram coo-
vidadaa cuntas p'aaoas desta cidade, que para aili
aeguiram i m treo expreeao-
O teneute-voroael Antonio Beato de Arwujo
Lima, tambera senbor de engenho uo municipio de
Goyaninba, libertou todos oa seus eacravos, em nu-
mere e .Dtideravel.
O illustrado Dr. Jerooymo Amerieo R. da
Cmara, chefe de polica da provincia, tmbeos
acaba do dar urna prova de aeut aentimento* phi-
laatropicoa, libertando a noica caer va que poa-
saia.
O hooraio cesslieeido nrgociauta deata ci-
dude o Sr. Antonio Marques da Silva, tambsm
acaba de libertar sem indicio, seus ltimos ea-
cravos.
Nao cata a piimeira ves que cate preatimoso
cidaidio exibe seus sentimentos humanitarios
A libertadora Norte R o'-Grandeose, qne ae
icataliou ucata cidade ao dia 1 de correte, pre-
tende conseguir a extiacoio da eacravidio neate
municipio em ponco tempo.
fc' om nobre e humanitario teotamen, qoe muito
deaejamoa que seja realiaado.
Na cidadp do Ceai-Mirim, eansta-nos qae
tamb m ae acaba de insta lar ama a ciedade lber
tadora, que pretende, em ponco tempo, libertar o
municipio. Nunca serio deaiais, os louvores e pa-
lavraa de animaciio, de que ae tornara credorea
estea distim tos cidadioj, que emprebeadasn tarefa
tio honroaa e hacaanitaria.
Na villa da Macahyba, consta-nos que foraaa
borlados t idos es eacravos,, qae alli haviam e qne
tamo- m ae iretatide qne cm breve ae tenham li-
bertado tod os qae anda existen) no muni-
cipio
Seguio pare Mac&o, onde deve reapouder ao
competente procesa.) pelo alcance que ae dis ter-se
verificado como administrador da mesa de rendas
geracs, o capitio .Joaqun) Lonrivol.
Parece tao havito (Matante ac lamento, da parte
da Tb"sournra du Paaenda, na tomada de contaa
do eapito Ijouriol, ao passo que outros, cujoa al-
cances sao mais e.nttgi* e nota lamente o ex-col-
leelor de Nova-Cruz,parece ttr txdo tsquecido, pas-
amano^ impBaeaieute, ate naa ras d'usu ci-
dade I I
A pequaaa demora dos paquacea n'este porto,
nos forc a ufto cont'nuar e a pedir indulgeacia,
para a iocorrecejo da phraae, em vista da pfessa
cera que esc revenios.
KtvISTA D1ARI
Bitrcat encitlbatlaEucalhou as 8 e 1/2
horaa da i oit de 21 do corrate, na praia da
Coocoicilo em Itamaraca, a barca allemi Louise.
perteacente praca do porto do Bartb, de 390
toneladas, neudo seu espirito -). Baklrus. Vinba
do porto de Corytbo da Kepublieado Nicaragua,
com carregsineut i de mr deiras.
O Sr. cap;tio do porto s teve noticia disto au-
to- ti ntem. 1/2 bora dep is do uni dia, e 1
h ira aeguio com o pratico mor, dous guardas da
Alfandega 9 om empregado do consulado ingles
em nm des rebicudores {Molequet da caa Livra-
ment j 4 C que o ofiereceu para eaae fim.
Cb gando ao lugar de ainiairo, S. S. dirigi ae
para bordo da uavio, e peaaoajmente verificou que
p dia ser salvo, bastando alfrvial o da carga que
pasrou para barcicas, e tendo-BO o cuidado de s
piar-se um li-'ia ferro para ajudar o aervico pela
popa.
S. S. toi i)csnaavel em prestar oa seus servi-
os-
mprrlatl Moelpdade don rtrajtaa
Me'lianli-om e Liberaos Conforme eatava
a:iu.unciadi>, realizan esta sociedade ante hontcm,
com a maior aolemoidade, no Lyoeu de Arles e
Ofcios, a feita auaiversara da *ua fundacio, da
inauguracio do referido Lyecj e da respectiva
bioliotbeca < must-u.
A's 11 boi'aa da manhi ci lebrn o Rovra padre
Dr. Jos Atf na de Lima e S umtmiaaa Nosaa
Senhora do Amparo, padrueira da Sociedade, no
elegante altar, situado no sali nobre d ) palacete
do Lyceo, leudj oavida por numerogjs assis-
tente.
Ao mel dia, ebegada do Exm. Sr. presidente
d* provincia, c im-'cou o acto da acasio magna do.
46." anoiversario da insiallacio da Imperial So
uiedade dos Artistas M-chanicos e Liberara, e 7 *
do Lyceu de Artes e Officios. S. Exc. fez a eu-
treg-i d>a diplumas contenda pelo jury da expo-
sicao Sul-Amcricuna de Beriim a ib expositores de
Pernambnoo
Failaram : o orador da Sociedad que fes O
histrico do todo o muvimento do Lyceu de Artes
Jun-nte o auno tind .;' do corpo docente do mesmo
Ly.-.-u ; Asnoci 'i io doa Emprgadoa Pblicos
Provinciaee, do Club Luterano Ayres Gama, Mon-
te Pi Boin Successo, Instituto dos Pr fusores
Primarios, Monte Po Popular Pernambucan i e
Instituto Arcbeologico e Geograpbico Pernamba-
eaoo; e oa Srs. : Lcovigildo Samuel, Joaquim
Fraocisco de M lio Santos, Julio Soarea de Aae-
vedo e Francisco Alves de Meadonca.
Fui em aegaida franqueada a exposico artistieo-
iodustrial, galera de pintara o musen.
Belloa productos, quadros magaificoa, movis
antigoa, coleccio de conchas, toaseis, miuerses,
etc., eslavan artticamente dispostoi. Eziate
all urna aeceo especial representando urna planta
do cacao eo-.seus productos.
O vinbo que servio na missa foi fabricado nesta
provincia, d- uva pora, na quiuta Isabel, em Ja-
boa ti pelo Dr F. Pintj Pessoa.
Qaatro beodas de msica tocaran) dorante a
fasta e noite.
Todo o edificio est bem preparado e o ealao de
honra aeha-a com magoiGceacia e elegancia. A'
u jit toi o Lyceu iliuminado lus elctrica.
O Sr Sebastiio Mestrinhc tez un conf ronma
r,kra ^ o.. mai-hina toehijrrunhiea. a"* reo^Sf0
bontcm e o ftr hi je. '
.No domiogb e h miera bouve graode coocurresV
cia de visitantes. Existum all expostos mu tos
productos.
A g-iieriH da pintara e o musen tcem despertado
int-resae e curieaidade.
H>je eocerrar-sc-ha a exposicio.
Urmoni.lraciio de proco-No domin-
go do correte, S. Exc. o Sr. general Jos Ca
riudo de Qu- \m, digan c .'mmandante das armas
desta provincia, cumplaton 46 annoa de idade.
Ao amaubecer desse dia, duas bandas de msica
doa corpos de goaroicio tocaram alvorada em
frente ao qua-tcl general, e s 10 bnrss da machi
a officialidadd do 2 e 14* betaloea de infaotaria,
da compaobia de ca vallara, mdicos miljtares, e
adgUDS umeiaes da armada, all foram, encorpors-
doa, aaudar ao distincto militar, pslo seu auuive-r
sario natalicio.
Os Srs. cor jneis Jos Tbomaz c Buy.i foram os,
que em nome da offieiahdade, dirigirain a.palavra
a S. Exc., o qua', pir aoa vez, em phrases bem sig-
uificatiiae, a >radeccu essa prova de couaideracato
e amiaade de seus camaradas.
Couaisaii hia Lucomolura Perssaam-
kuinasCotnu eslava aonueiado teve lugar li-
dia 2U do crrente a aeasadvde asaembla gcral
do3 aceionistaa desta compaobia, tendo sido apo-
sentado pelo presidente da admiuiatracio o i ela-
terio e as tolas do anuo fiad), aendo appro-
vado, bem as.iim o parecer da commiaaio ss>l
Precedende-se a eleicao foi este o resaltado :
Presidente laasnombia geral o Sr. Manoel Joio
ie Am inm, necrelario da niesina o Sr. commeu-
dador Luis Doprat; administradores da compa-
obia ca Srs. jomioeudadur Jote da Silva L y-
Junnr, Sebantio Lopea Ojimaracs.e Audr Ma-
na piubeiro ; uiemoioa da oommissuo fiscal os
Srs. Dr. Jos Goncalvea Pinto, Autonio Jos
Coimera Guimeri.s e Isidoro aatoa de Ol
veira.
Vlai>aO Sr. general commandane das armas
manda i eaar smanhi na igreja da Santa Cruz s
6 botas da rauh, misaas pelo general Jos Lmz
da Costa Jnior, fallecido ultiaaamcnte en Cun-
t bi.
Far sa honras fnebres ama brigada comman
dada p lo coronel Jos Tbomaz G aicalves, em-
posta dea 2* i 14* batuihij-'t de iuf<.uiaria cou-
spnbia de cav aliara.
Tli-airo anta Ia>esctPara terminar
a primeira assignator, fes a companbia boapa
u i ola de sarsiela, subir seena uo sabbado 21 do
correte a bellissima zar suela de Olona O valle
de Andorra, cujas numeroe de msica aao devidoa
ao maestro O xtamoide.
Como produccio litteraria nio eata peca in
teiraitanlc iienia de faltas, mas a ana accio
tio bi m deliooada, tio natural o desenlace de suas
scaoas e beta acolbido o seu enredo, qae o pe-
queo numen de seos qne se posan eaeontrerj
drsapparece diante doa boas requesilos qae aca-
bamos de cou.nerar e entio ae pude comideras- o
libreto como una feliz produccio.
Como peca musical, nao o eea valor om nada
inferior ao d j libreto e antea pelo contrario, ae
foase poesivel comparar, ne recearamua preferir
a partitura.
Em geral a msica do Gastambide tem um s-
tyio qae Ihe e particular, e que aoa parece se ter
apropriado do bello e de differeotes escolas, razio
pela qual sao as compositora ds maestro a> mpr-
nem recobida- ; acndu quo, com relacio ao Vadle
de Aodorra, a sua partitura nm complexo de
lindos e agradavea trochos, onde a harmona e o
seatimeoto sio as notas predominante, cujo acer-
t fio confirma-loa pela aria, pelo quarteto e aa
arias coreadas do primeiro acto, como nao igual-
mente polo coro da introduccio, pelo terceto e con-
cuos te dosdiiu ultiuiua actos.
Na distnbu ci eoabe Sra. J. Pl a parta de
Maria e foi eata artista tio felis na interpreta^io
que deu ao ae i papel, quer na parte dramtica,
qoer na lyrict., que o publico a cobria ds repeti-
dos applauaoa. tornndose saliente o modo cor-
recto porque tantos, alea doa dentis nmeros, a
aria do 1* acto, o terceto e concertante doa outros
solos.
Luia e Thereza foram partea deaompeahsdas
pe>oa Sras. S. Campa e A. Sacanellea, que apeaar
de nio terem jiepaia de grande deaenvolvimaiite,
caataram cem a oecesiaria regolaridade, mere
ceudo as palujiuj qu o tivciam no quarteto do 1*
acto, como no concertante do aeguodo.
O oapitio Alegra e Colas, eoejotrarara noa 8rs.
Darn e Garrido oa deaejavea interpretes, cejo
xito relia fieou patente, o d'aqaelle na aria co-
reada e no terceto, e o deato ao quarteto e concer-
tante dos dona primeiros actos.
O Hr. Ramos foi nm correcto Msrcells, pois
eomorebendea a parte qae tiuha de interpretar,
am tanta precisio que revelava as mais magni-
ficantes transicdes do rosto ou da vos o aeoti-
ment que pretenda exprimir.
Do Sr. Rjnsaet,.a quemcoubno papel de Victor,
que, ou porque a aua voz vai inelb iraodo, oa por-
que noa vamos maia acostumaado com ella, o que
corto, porm, que foi am bom interprete do
primo de Lrtiaa, coosegaiodo, com bastaote feli-
cidade, cantar a aria, o terceto e o coocertante do
1* e 2 actos.
Os coros c os demais artista* conoirreram ara
o bom doaasapenha da peca, e fizeram jua aoa ap-
plauaoa ooaa qoe o publico oa brindon.
O bailado, como de costme, toi applauJido e
repetido, distiugdindo ae a 1* dancanna Sra Sal-
vadora Peres.
BeneficioFas hoje beneficio oo the&tro
Santa Iaabel a 1* tiple da compaobia bespanhola
de zarzuela e baile, sendo caotada a aempre bem
reobbida zarzuela Campanone, cantando em se-
guida a beneficiada urna romana da opera As Fi
Ihai de Eoa, terminando o espectculo com um
novo bailado.
Tendo entregue a beneficiadt o bou beneficio
proteccio dea aenhora pernambucaaaa e goeando
a meama artista de sympathias, de esperar que
boje o theatro regorgite de espectadores.
EaplosaoPelas 3 horaa da tarde de 8 do
correte, em Taquareting* e no estabelecimento
de altores Joio Bczerra da Canha, houvc u na ex-
plssao de plvora, de qae resaltan os teriinen-.os
graves de um in lividao, fiaando tres furdos le-
vemente.
Manifestoa-ai? o incendio era seguida, o qual fe-
lizmente foi logo extiocto, causando prejuisoa ava-
llados cm 6'.)#U0'J.
O facto toi casual.
Csvovsiada No dia 18 do corrate, no lugar
Bom Successo do 1. distrieto do termo de Liraoei-
ru, yanscl Ferreira Filho ferii com ama escotada
a Manoel Clemente'dos Sautoa Lias, evadiado-ae
logo aps a perpetracio do Crime.
A autoridade policial respectiva tomou eonhe-
ci uea.o dooceoTiido.
Biamea de Nufllclencia aa Bajala
\eruinl vmaobi ia 9 hars da maubi tero
lugar os ix-.mes de sufficicncia para matricaia do
1.* auno do eurso.
sLula e ua orle)O Sr. delegado de Santu
Auto acaba de commaoicar quo dorante n ooito
da 10 do corrate e em terraa doengenh< Qi-i-
madaa, seis escravisados do eapitao Hennque Mar-
ques Lius, travaram lata c in M .id;! Francisco
ferreira, Jcs Antonio de Lima e Jos de lastro,
da qual o priuu-ire e o ultimo sahiram gravemente
feridoa, vio4 > a fallecer oiao depon.
Rose de asm cadver-O Sr. aubdele-
gauo do Recite aorio inquerito sobre o appareci-
ineu'.o, no sabbado, de pedacos de am cadver,
em adiaatado estado de putrefueya), encoutrados
o caes do L yo.
Peste << raiaaajre.ee Mato rsiitro
dan alloasNa quinta fira, pslas 6 1/2 ho-
ras da tarde, aera h iste .d,, o estandarte do mila-
groso Saotj Amaro, que ee venera em sua cap lia
daa alioaa, ao aom da banda marcial do 14 bata-
Ino de infantera, sendo acompiubado por eres
cidiaaimo numero de aenboras o menioaa ; fiado
este acto, entrar o triduo, sondo a orchestnt con-
fiada irecca-i hbil do Sr. Lydu Purpurario S.
de Oiivcirs, e um seguida queona 11 uui pequeo
fago de artificia ; tendo lugar a testa uo domingo
lt do crrente.
.\aio arribadoProcedente de Liver-
araal com destino a S: Kranci>o da Ctliforoia. ar-
ribou a este portJ uo dia 2 d > crrente u ga'era
ingleza Latimsr, de 1.731 toneladas, por ter ap*-
nba.-o uio terap) durante ante dia*, e r-cebido
urna vaga na Lst. 42 N. e Ling. 18'45 N arre-
bcutaaiu o leme e matiudo o mariuheiro Jos
Gorsr, coutra-mestre, e tendo mais do!3 outros,
qne se acbam a b>rdo.
PerSence a praca de Loudros e acu capitio J.
U bertcan.
Veto reparar aa avarisa qoe a_>nVeu, tendo
afrouxado tola a carga qu: presiso do novo ar-
romar.
Om Hl.oraiel da Vctor Hago Pa-
ra u livri-na Q untas ao largo de Saldaoha Mari-
niij n. 4, scaoa de chegir rio Porto, oo lo est
aendo impresso inualracse, o 1" fascculo do
armpin omance de Vctor Hugo, denominado
Ot Miteraveis. f
Esta obra constar de um volante ou 18 fasc-
culos em 4, acodo illustrado com 2" gravaras,
distribuido em fascculos aemanaes de 32 paginas
ao preco de 3d0 ra. E' pub.ic da pela LirrariS Ci-
viiisnco, do Sr. Eduardo da Cista Santos, da
cidade do Porto.
Agradecemos a offorts que nos foi feita do 1
fascculo, pela livraria Quiotes.
Eoiiiutlto Mt'ienliilf Lll(erarlo -A'
8 horaa aa noite de '2, presente grando numero
de pesroas grada, sob a presidencia do Dr. Pedro
Esteilita, teve lugar a lustailacio da sociedade
rupra, em, sesa magna, a qual foi aborta pela res-
peutivo ptesidente, aps am bem elaborado dis-
curso.
Failaram em aegaida o aealemico Jos Braai-
liau.i, orador da sociedade, qae occapcu a tribuoa
por espaco du urna hora, fazeado o historio dos
fhis da mnsma iustituicio, do m vimooto bavidi
deade a sua fuodacio, terminando por confrootar
o gr&o de civilisacij entre nos com o dna mais
naves cultua e fioalraoote aa vantagos que da
mearas resultara ; Liviao Barbosa dos Res, por
parte do Goataoy Peroambucuno ; Paixio Vn-i
r, o acadmico Juio Eudoxio, "Pedro Manta, Juau
Baptista do Amaral e Baitbazar dos li (is Filh.
Nio havendo mais oradores luaurptos, a eonvite
do respectivo presidente usoa anda da palavra o
Sr. Jos Brasiliauo, afim de tributar ao illustru
auditorio a gratidi > que o Estimulo Ihi cjofeasa-
ra dever pelo eeu concara >.
O aalio eateve externa e interna devidsmente
illuojiuado.
Cidade de C'aruarEscrevom-aos de
aiuar em dota de 18 do crrente o seguate:
H je teve lugar bo pac da Cmara Muu-ui-
pi desta Cldnde, aapuracio g'ral d .a vot bidoa naa eleivea procedidas ueste 10' distrieto,
no da 30 de Dezambro fiado, para deputaaoa a
Asseiobla P-oo-noia, expedindo a respectiva
junta apuradora diplomaa aoa no vos eleitos cida-
daoa seguimos:
Manoel li.dngues Porto (C), Dr. Jis Vicente
Vteira du Vasconcellos (C) e eapitao Juv-.ncio
Taci.'n Mara (L).
Fiuda a apu ayio, reunido gruode numen de
amigos em casa do depotado reeleito uriguos
Porto, foi por este offtrocido uin profuso copo
d'a*na, ha venda neaaa oao-asiio diversas brindes,
entre oa quMea do Dr. Antonio Pudro da Silva
Marques ao Sr. Rodrigues Porto, pelos b.uis ser-
vicos que tem prestado e ha de prestar ao partido
oouservador; o Sr. R.dngues Por|0 aajradccendo,
brindou ao briso ele tor do caaservador do 10
distrieto, qua ae deve orgulba- du ter como sea
chefe ao Exm. Dr Roaa e Silva, urna daa glorias
do partido conservador pernambucauo; do capi-
tn Claudiuo de Leg-s, ao venerando Uario de
Hu loe; do Dr- Estevio de Laew-da, ao partido
conservador do imp-.rio; do teoeute Laur Asevede, ae capitip Bufiott Demetrio da Paixio
e Silva ; do deputado Rodrigues Porto, ao ;-*-|"
gente e dedicado amigo Dr. Antonio Pedro da
Silva Marques, jnis muuicipal deete termo; do
eapitao Rufino da Paixio, ao tenento-eoronel Ge-
miuiano Maciel : do capitio ViC nte Ferrer, ao
Sr. Antonio da Silva Florencio, aa dos bataJba
d-res incansav-is do partido coaervadur caaaa-
rnenae; do teoeote Laurenio de Aaevedu, ao ea-
pi-iu Francisco Rodrigues Porto, delegado de po-
lieia do termo; do Sr Rodrigues Porto ao aeu col-
Irga de depatacio Dr. Meira de Vaaconceiloa, e
outroa mullos brindes, aendo 0 de boura erguido
pelo mesmo deputado Rodrigues Porto, ao anuen-
te estadista conseloeiro Juio Alfredo, um dos ene
fes mais proetoiuentes do imperio, e de quera o
p-iz espera em breve a extiacoio do elemento ser-
vil ; terminando a reuoiiu.ia 4 horaa da tarde na
mus perteita cordnalidade. *
nuas alcalina* minoraos de Han
latraO Sr. Antonio Affonso Simos, nico
depositario uesta capital das aguas alcalinas mi-
neraea de Mondaria, obsequioa-uos com um exem-
p|r da Quia a el.as tela iva, formando um vo-
umo de mai de b 0 paginaa.
Agradecidos.
Proelasarnaa deaaanieoto-Foram l-
dos oa matii do Corpo Santo oa aeguiutes :
Francisco Lmo doa Sautua com Manaona A.
Fragoso de Albaquerqne.
Bacharrl Fraucisu i KhaelanM da Cmara Luaa
com Maria Albertina Pereira do Reg.
sjilvioo Joa de Barros, viuvo, com Joaqaiaa
Leopoldina do R-sario.
Joio Martiolaiu W.udorley com Bernardina
Candi ia doa Santos.
Ant nio Jote Felippe de' Ohveira com Anna
Joaoaina doa Santos.
Flora do Brasil Lemog oo Jornaldo Com-
mereio da corte :
Ao publicarmoa bontem ama carta dirigida
pelo eminente naturalista, Sr Carlos Naudio, ao
Sr. Viaconde de futs Maa, tendo por objeoto
chamar a utteucl> dos medie is brasiloiroa para a
planta Simaba Cedrn, proconisada pe la i saas vir-
tudes therapeuticae contra a mirdodura de eobrae
vanen "aaa, alludimos a consideradnos expostas em
18'i5 p ir aquello protessor de ser apresootada S >-
ciedads Botaoica da Franca pelo Sr. Dr. Ladislao
Netto interessaute memoria na qual fez aentir a
aecesaidade de fundar entra nos om hurto destina
do ao estudo do organismo vivo daa plautas ind-
genas e de tana propriedadea.
Parece-nos til dar a conbecer a synthese de
tees CQosiderHC-s, das qaa-:s pjderemos recoiber
licio lauto mais provoitoaa qaaotJ ootorio que
maito ponco oa uasi oada tem s feito pela guarda
da noaaa exuberante flira pelo eatudo daa pro-
priedades tberapeuticas e in lustriaea daa plantas
iodigeuas, que em tanta copia possuimos. Para
smeate fallar da epaera ofSaial, notaremos que
apenas nos laboratorios do Jardim Batsuieo e da
Eecola Polytochaica tem aido eatadadas aUumas
psalas. No Museu Botnica de Maaoa projeetou-
8o a f.indaga) de laboratorio para o qual forum ad-
quendoa numerojos apparelboa, aoganlo noticia-
mos em tempo, nio constando, entretanto, que aa
nalysea da rica flira amazoaease tenham sido
inicia daa. O inventaro deates uoaaoa trabalho*
asaim muito meaquinna.
t Por isto meemo aobreoleva-ae o morecimeuto
das observacoe do Sr. Jarlos Naudin Segundo o
il lustre p-ofessor, seria pensa nonti digno de go-
verno esclarecido e prevideate reservar, em cada
urna das grandes provincias, algumas leguaa di
terrenos uobertos de mutua que fo3sem subtrahidoa
daa devualacss ra cultura e das dcrrubidaa, e
onde se conservassem por ai mesmos o vegetaea
indi-joas, os quaea aem esta precauc,lo se i chara
amcac idos do desapparecer, pilo menoa em parte.
Est seriara alm disto refugio Je animaes e de pasea-
ros tambem atneacadjs de extioc^i) pela iavaaio
gradual da cultura. Particularmeute as aves me-
reoem ser poupadas porque, aup-rabnndando in-
sectos no el ma arieute do Brasil, e sendo corto
que cates auinaes ae multiplican na razio da
ahundaucia dos productos da trra, tempo virem
que cauaarii grandes damaos agricultura, como
i ra sucoedulo ua Europa, se o aeu prodigioao des-
ea vilvimeuto nio fr atalbado por i.um.ro propjr-
cioii ido de aves insectvoras.
I Entende anda o Sr. C. Naudia que, apreseo-
ta-.i 11 o Brtzil tio profundas differencas climato-
lgicas, ai) necessarios pelo menos dous jardins,
que poderiam ser fuadadoi, um no Ri i de -Janeiro
para as plantas tropicacs e outro na Bahia pera aa
plantasequatoriaes. Taea estabeleeimento?, habili-
taTlos c ou laboratjri08 cbimieos, deveriam prea
crutar, experim -dtsr e reconbecer as apiili-ac a
dos Vegetaea uteis cjioo sio as piaotas torrageiras
o farmacias, as tinturaras, i uncir,s, ti-Civeis,OU
proprias para o fabrico de p*;>el as medicinaos u
g nnio sos ; as udorif'eroa e de oruamentaci>; c,
finalmente, as ti.ejt.e.-4. Aoa jo Ion poderiam
naexar-se cursos de botnica industrial, de agri-
cultura, horticultura, o, em geral, de historia oa-
lurul, nos quaea si foTioariato prsicos e-sclare;-
dua que grande impulso toriam creamente de dar
ciencia agrcola no Brasil.
Tudo iato, ao ver do professor, deveria ser tio
sngalo quanti posaivel, desenvolvendo-se gradu-
almente seguudo as uecessidadca e as circumatan-
ciae.
Iaqucst.onavclrnonte, ha muito para eolber
nesta ordein de ideas. A eousorvae-io daa matas,
por exemplo, tio deseurada cntrj nos, objecto
mai digno, pela sua incalcolavel imoirtane-a, de
captar nio s a atteocao] mss os disvello3 dos
poderes pblicos. Somus dus raros paizi-s cultos que
uio p,a,aera ejdigo florestal. Ao oaso qne grande
cipitai temol fructuosamente appliicadu s florestas
nacionaes das ccrcauias da corte (Tijuc e Pai-
neirasj. teleramos sem neubuma precaucio que
trras do Estado, cob-rtas de matas seculares que
coastituem vuliosissirao pitrimonio, sejam invadi-
das e devastadas impunemente. At ua pinbaes
de rauitas zou-is do Rio Graude do Sal tendern a
exriuguir-se, sem que destruic io '. niieoos op-
posto o mnimo obstculo.
A ordran marnnlcaA orderc maooniea
lev exiatrnea legal e regular em L>odres a 24 d
luuhj de 1717, ua reun-j c iubrada pela L-j* S.
Paalo na celebre taverna As armas da Rainha.
O roo esc ees foi fundado tu 1736 po liaiao
Ransay.
O rito cacocez aotigo e aceito f >i fundado cm
1739 pela s-parsjio de varios irmaos da grande
loja de Londres.
pnmeiro almanack maconico foi pablictdo
cm Hay om 17r2; o primeiro almanaek ingles
t.i cm 177j e o pnmeiro da grande Joja de Ingla-
terra em 1777. ..
Na Allemauha da'a o alminack da 1771 ; na
Franca de 17961797 oa H^spaaba apparecen
o pruneiroeui C irthageoaem 1878, dep .aero Cuba
cji 1880 e por iii-n*. em tladrid em 1883.
Apnraeira vez que na Hespanba se apreaonta-
ram trabalb-s macouicos a -o.u ai publiso fu na
oxpjsieio regional de C sabl em 187) c un o rtalo
Mentorji ubre a utilidade e importancia dai ioe\e-
dadti maconicas.
U pnmeiro templo escoccx micm fondado oo
mundo foi no anuo .1 1751 em Philadelp'iia.
U ai> doa tres pontos co no abroviatura maco-
nica toi decretad pe.o Grande Oriento de Frauc*
cm 12 1c A'oat) de 1774.
O* BarcosCi'cnla-sa que o numero de
piros que existem actualaieute em rolo o mundo
e b {ts.
0 palia, quemis poajae nc)nt-stavelmente oa
Est idos-Uaidos da America, onde a p'odaecio da
raca tuina avgmeata cada vez mais.
Em 1878. Mr. Flix Faure, membro da cmara
commercial do Havre, calculou ) numero depnreoa
nos Estados-Unidos em 28 milbes. Da en'ii para
u a pr duuciodos porcos uos Estados-Unidos e
con'i o o m a deaenvotver-ae, e coata boje........
81.50O:0->0.
Dcpois dos Estados-Uaidos, mais com ama
grande difF'renc i do numero, figura a Ruasia Com
1(1.332:000 poruoa. Segnem-se a Alliinaoha com
7.32:|i0o\ e a Austria-Hiugria com 6.995:0U0.
A Franca oceapa o sexto lagar ni ese.la da
prodaccao da raca suma.
A espaona, que eai l83 apeaas produsia dous
inli l.o s de porcos produs boje 4.352(M0.
Na Inglat rra tem dcreseido multo a pro lue-
Vea de porcoj, quo em 1828 era de 4 milncse
boje apenas de 2,862:000.
A Sutsss, ni' foram reeunae*dos em lSil
api n s 0000 porcos, cunta actdaimaate diue
milhea.
tnnedoclnUm inspector de inatraecio vi-
aitava a esa da eotamunal de raparigas, em Auvsr-
vtliers, e tieo.i mu "o espantado d-- ver que airaa
daa a u ooaa ae cbamava Jacques Tuiz.
O inspector, depois de ter e n vio pedido di
reotora a explicacao daquelle mysteno, dirigia-ae
npiriguita :
Porque qae te chamas Jacquea ?
Nio, senbor, todos me chamara Rosa.
Mdito perplexo, o fiiDcci nario dirigia-ae a srecao
p licial do Sena afim de sprofundar o raysteriaao
asaumpto.
Keaultou do inquerto jadiciario que o pai da
peqaena Tuis jaigara ter tide um rapaa por occa-
aio do naacimento da filha.
Nesse momento apresen tara-sa a mairie com
duas tostomnnhas quo, nio obstante a opioiio em
contrario oraittda pela parteira, baviam declarado
que a pequenita Tuis era um r-oaz.
O xo da rapariga vai ser omcialineate eitabe -
lecido, em virtade do qae o sea aula ae aaaaianea-
to tem ate sor modrfieada.
lat-tideaEUectaar-se-hao :
Hoje :
Pelo agente Steppie, is 11 horas, aa la do
Imperador n. 22, da prodioa.
Pe) agente Guarni, s li horas, roa do
Bario da Victoria n. 24, do eatabelecimeoto ahi
sito.
Polo agente Pinte, ia li horaa, aa roa Marques
de Olioda o. 52, de faseodaa, miudesas, et(.
Amanhi:
Pelo ageote Brito, a 11 horaa, oa ra da
Praia a. 43, de predio.
Peto agente Gusmio, ao maio dia, no trapi-
che eompannia, de 14 rolos com fumo de Gara-
ntaos.
Pelo ageote Brit(o, a 11 1|2 horaa, na ra de
Pedro Affjuao n. 43, de movis, espalaos e mais
objectoa.
Pelo agente Martina, 'a 11 horas, na roa de
Lomas Valentinas a. 16, de movis, espetaos, co-
legios, etc.
tasa raneareSer edebraee :
Terea-fera :
A'a 8 horaa, aa matriz de 3. Joa, por alara de
Joa Antonio Pereira da Silva.
Paaaaajclroa -Cbegado* do porto* do aras*'
te no vapor braaileiro Mandos :
Joio Meueaes Maciel, Felippe fraaet) Pe-
reira, D. Geraldo de Sonsa Pa -s de aadrade, asta
aenbors, 2 tilhos e i criada, Iliuraioata Maira de
Vasconcelloa e 1 criada, Joa Kodngajaj dea Sea-
tos, .'}*,> Amnelo de Car val b) tTaaiaaal atina
eapito Autouio Jorge Moreira, aoa awaahora a I
criado, fructuoso de Carvalho Ruar, l)r. fraa-
isco Baptiat* Vieira, Flora da Uruz e Sato, t-
nente-corouel Joa Casteilo Branco da Croa 1
criada. Or. Victalmo Cordeiro Lina e saa sealaa-
ra, Arthur Coelb', Leinidisde SI, Mara Bedaaa,
Alfredo Pereira, Ovidio Pereira, Jos Ferreira
l iltar, commeodadir los A .->ni > Pinte, Dr.
ManoelGoncalves da Silva Pinto, Dr. Jj4j Au-
gusto da Costa liarajj, Lauriodo Simas s 1 Slaa,
Paulo Barreto, Francisco Beserra da Bocsm, Pla-
cida Pita de C.rVilh), S intu; Florentino, Prsa-
eiaco Ol veira Campos, A dolarle Carn-ir* da Ca-
nha, Jos Leandro Baracuy, Permioo de B. Lyra,
Pautilia de li. Lyra, Arlhur Carlos de Alsaeaaa
Albuquerqae, Praueisa > de Brito Lyra, Jos Tho-
maz Oarnoiro da Cauha, '- Aaioaio rboeassi
Carneiro da Cunbs, r. Pranciseo Antonio Caraas-
ro da Cunha, Dr. Francisco Jos Metra .'obiaao,
Cbogadoa dosul oo vapor nacioo Gi>h:
Antonio Santa Rita aua seahora, A'tjaao
C'jeta, Jeaquim Lipes, Franoiao Pitary, Maasal
Joaquim de Vloura.
Sabidos para o aul no vapor nacional Jstar*-
qite: de Caxiai :
Mauoet Evaristo da Fonseca, Jos Ko liigaas
da Costa, Manuel Jos Cirneiro Guun ir/ea, Or.
Manoel Camilla Ferreira uandm, Jos LaaroQ
ganstiy, Dr. aiqueira de Agaiar.
-uhidos para oa pon a do norte ad vaflac
S. Francisco :
ir aievi-i Jos D tutus, 'bu "t.oaio Kidr-
L'.uia, Gil Braz B. Alvos.
Antonio Pedro de Mello, saa seno.ira, 1 iroA 1
criada, Autonlc de Azevtdo van, A-'.nii Mir-
ques da Foasoea, VI..noei Carueiro d Canhi, Ma-
uoel Salles, Jos Pedro, Bras Rataeaao, Retaba
Seaino e Tarooio. ,
ifirerinria daa obraa ae rnaaertaV
eo doa pur toaB.iletim meleoroicjjriaa ato
da 22 I ,n-irn di |KK8.
B?a
o c-o
Hnra 182
39
- 3
H
-
6 m. 235
9 28a-3
12 29' 4
3 t. H 28* 27*-4l
Barmetro a
700^7:
760 -4i
760-32
758"'7f)
759'04
Ttasac 1
do faaaaj
a
21,15
21,39 74
19,77
19.9U *iH
mm n
!
iia.p i-ioia lazinua O'.Od
Dita miaima25*,25.
Evaporacio cm 24 heraz ao aoi: 5,*9 ; 4 asasv
bra : 3"',4.
OllliVa0,a>4.
DireccJu do vento: EsE de *ea noite at asa
20 inni'it. .i da inanhi : nutoa; ESti al 9 horaa ; aE al 9 Iviras 14
minutos; ESE at 11 horaa u i i ,niri o ; Bal
11 horas e 25 minutos da tai de ; BJ at raeaa
avile.
Velocidad:; mediado reato: 2",i3oai a.-gaedo.
Nsbuloaidade media: 0.45.
Bnlerim do porto
5

i 5 9 Da Huras 0ID da tarde 6- 9 0-21 da manbi 6-38 . AJtara
P. M. 8. M. P. M. ri. M. 22 de Janeiro a s 23 de Janeiro 1,-90 1.-08 1,-90 1,-02
Ita :
la Silva.
apirito S into.
>.uto.
tem visitad >s os pr?a:s de ta esta-
llo-plial Pedro IIu movimento de
bospital no da 22 de Janeiro, foi o seguate :
Eutraram............... 12
Sabio................... 1
Falleccram............... 4
Exiatem................. 5d5
Foram visitadas as enfermaras p loa Drs. :
.Moscos-i, a 7 1/2 horas.
Cysueiro, s 11 1/2.
Barros Sobriobo, is 7 1[2.
Malaqnias, a 12.
Pootual, a 11.
Eatevio Cm aleante, s 0.
O pbarmaceutico entrn s 8 1 2 e cabio i 21/3
da tarde.
O ajudaote .entrn s 7 hiraa da manha aa-
hios2 li2da*tarde.
Caaa de isaiencioMovirnento dos pr-
soa da Casa de Detencas do Kcciie r.o dia 22 ato
Janeiro de 1888:
Existalo 406 ; entrarau: 9; sahiraml2; ezi>-
rem 4U3.
A saber:
Naciuoes 382 ; malhere.' 4 ; -etraageiro* 6;
eacravos ocatenciados 7; Isa pryoeandi) 1;
dem de corroccio 3.Total 403. ,
Arracoadr.a 371
Bona 347 ; doeuies 24Total 371.
Movirnento da enfermara :
Teve baiza :
Joio Pedro de Scuza.
Tiv mai alta
Jos Thom da Silva.
Euzebio do E-p
Luis Pedro Pi
Foram bonteo
beleiimento por 21 i peaaoas sendo Oooieas IjaJ
mulheres 107.
olera do Gra-ParEia es pre
da 2* sene da 16* lotera ao Grao-Para, citrnaiato
cm 23 de Janeiro :
371 120: OOaOOO
3031 12:0 "*-. O
a7" 3KXW4000
3265 3.0U'Oirl
4852 3:r0U 475 .-. 1.-2OUO0O
1655 1:*>0/W00
4020 i l:2OJiJ00
5264 > 1:Jihj*du0
6822 :.o0iJ0
Approximscoes
370 1:200*000
372 1:200*00
3t >3-> 63.i*i>0
32 630fO.0
Estao premiados com JO 0) ue aeguinte* aa-
meros :
372 373 374 375 876 377
378 379 380
Estio premiados com 3'Ui !-)J os aegaratr* aa-
meros :
3032 3033 3034 3035 3036 3037
3038 3039 3010
Tedas os numeras terminados em 71 estio pre-
miados com 120*000.
Todos pa numeroa terminados cas 31 esta* pre-
miados com 120*0.10.
Todos oa nmeros terminados em 1 estao pre-
miados com 54*000 excepto os terminados aa 71.
Tode-s oa nmeros terminados em 2 estio pre-
miados com 54*000 excepto os tenaiaadoe aa 31.
A seguate lotera corre no da 30 do correata,
eom o mosmo plsoo de 120:000*000.
olera da protiaela A 3a parte da IJa
lotera pelo novo plano, cojo premio grande ai ato
100:000*000, em beneficio da Santa Casa do Mi-
sericordia do Recife, se extrabiri no aba .. ato
corsete ao meio da, na igreja de Nocas Senhora
da Conceicio doa Militares.
Cesan lerao pa*Ilee->- Obituario do ala SI
de Janeiro l
Agoarioho Pereira de Arauj?, Parahyba, 37 sa-
nos, casado. Boa-Vista; anemia.
Mara, Pernlmbuco, 3 mozos, Boa-Viste: c-
tente.
Georgias, Peroambuco, 44 horas, B.a-Vista;
sarampo.
Thereza Mara de Joans Cabral, Pasaasafeaas>
50voooa, vi uva, Boa-Vista; ebre cerebral.
Francisca Mara da Conceicio, Peraamaana, 2a>
annoa, solteira, Boa-Viata; psaiHalta)
ral.
Oa reatos de nm cadver qoe fot hoatesB
trado bo che do Sr. Visconde Loyo.
Jet, Penambuco, 4 annoa, 9. Josa;
toar,
28
Johan Johaaaaoo, Suecia, 25
Bm-Vista; rabotalos pateooaraa.
Virginio doa Santos, Portugal, 23 annoa, soltako,
Graoa; tubrculos pulmonares.


i

.
I
i


I

\
.
\
Mario ite PeriMunlMiTer^a-fiira 24 Janeiro de 1888
h oib-J:'
cito.
Jj.iqo.im de Morsa* Pimentcl, Pe iiyfrici, 24
saco;, eolteiro, Sanio Antoeo, tuboccwee oulmo
MT0I1. "
Laura, PaMfcv, 4 metci, S. Joa; ente-
nte.
Mura, Pernambueo, 8 meses, o. Jos; deut-
Aiioendiao, Pernambuc-, 3 mex:s, 8. Jos ; en-
tente.
M.iria Panliua, Pernambueo, 20 mecee, Boe
Vista; entente.
Mariis Pernaubaeo, 5 necea, Boa-Vista ; oenvul-
*5ec
Mari i, Pernambaec, 1 anuo, Boa-Viata; diar-
rha.
V eente Farreira de Bausa, Pernambueo, 68 au
nci, vuve, Boa-Viata ; diarrb*
Riii ba I T big doa Santos, Pernaaabuco, 53
auDOi. vuto, Boa-Vista ; aarsaia palaatre.
Mnuoel Areeuio de Lyra, Pernaubaeo, 28 an-
noe, sotteiro, Boa-Viata ; diarrba.
IHDICACOES DTEIS
M<-Jicoa
: O Dr. Lobo Motcosu, de volte de sua
Tiagein ao Rio de Janeiro, conntia a*
oxcrcicio de sua profisaao. Consltuas dae
10 i 12 horas da manh2. Especiaid .det-
apenques, parto o molestias de snahoraa
meninos. Ra da Gloria o. 39.
Dr. Barreto Sampaio d consultas d
meio-dia s 3 horas no 1. andar da ons
a roa l> Bario da Victoria, n. 51. Resi
deacia ra Sote de Setembre a. 34, en
trada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Joaquim Loureiro med-o e par
Consultorio na ra do Cabug a. 1
andar, de 12 s 2 da tarde reside
Montuiro.
Dr, Gama Lobo medico operador e par
teiro, residencia ra do B. de S.Borjg. n. 26.
Consultorio : ra Larga o Rosario n. 24 A
Consultas das 11 h >ras da manh a 2 d
tardo. Especialidade : molestias e opera
gSes dos orgaos geuito-urinarios do horneo
e da mulher.
O Dr. Alvares OuimarSes chegado da
corte, dedica-sa medicina em gara, e
cora eiipecixlidxde s molestias do corac&o,
pulmSis, figado, estomago e intestinos, e
tambem s cuuvulaos -- nutras molestias as
criarigtiB. Hcside praca Conde d'Eu,
n. 28, 1. andar, e teo consultorio ru
do Bji J'sus, n. 45, onde diariamente d
consultas do meio-dia a 3 horas da tar ie,
aceitan o chamados em qualquer d'esses
logares. TVIepbone n. 381.
O Dr. Castro Jess medico o operador,
consui as das 11 s 3 da tarde, ra do
Bom-Jcsus n. '. 1. andar". Residencia
Travs sa dos Remedios Passegem, portlo
n. 7.
Clinlr mi-dlra
O Dr. Matheus Voz, da volta de sua va
rao; memn-itr* os o'i' s po^m do lado da wralittde
I o mostram-s* dispoatos a embargar o pas-
eo aos useiros e *iS*iros em falsifiuacoes
e nmn a taec insultos escapa o digno pre
dente da provincia, que soub<> mentor se
neutro no pleita eleitoral, entregue exclu-
sivamente aos part'ios!
No dia marcado pira reunio da junta,
presente esta o digno jais que a presidia
rp ra ura quarto alm da hora marcada
para i'iieiar os trabalhos ; mas a cmara
municipal nao forneceu nem papel, nem
peonas, nem tinta e aeria necesaario espe-
rar ainda ir.uito tempo para que t es < b-
jectos apparecess' ra, depoia de procurados
e solicitados por empresiimo as viainhan
cas do paco da Assembla, onde a junta
tunecionnva. O Dr. Silva Reg que, por si
e pela junta de que digno presidente,
nao dcvia snjeitar se s consequenoias da
rtlazacSoda cmara municipal, num fi;ar
dt-pendente da boa vootade e condeses lencia
dos viainhoa, que ti vaseos papl, penna e
tinta para emprestar, adiou oa trabalh >s e
marcou outro di pra a reunio da junta.
Eis o grande critne, eis a violencia I
O Dr. Silva Reg devia esperar e obri-
gar a junta a que esperasse, at quando
apparecessem os objecto de qae. careoiaro
p.ra entrar em trablho ; e Dr. Silva R-j-
g devi aceitar o oflferecimento do Dr.
Ulysses Viacna, que, sem ter comsigo os
ohjectos de que na occasiSo se careci, ta
zia delles off-:recimento, com ares de Her-
mano, capas de arrancar do fundo do aba-
peo urna nuvem, uro* verdadeira touapes
tade de tioteiros, pennas, caeta, cader-
noa de papis, lapie, mata-borrSS, eto.,
etc., etc. I
E' ridiculo !
E o Exm. Sr. Dr. Manoel Euphrasie
por iHO reaponsavel, provoca assim a m
vontade da opposicio nvfutura assembla,
e o Dr. Silva Reg um inatrumento q i -
ae move a um aceno do Dr. Gongalves
Ferreira, -e por i^so sao tolos insultados I
E' ridicul. I
E o presideute da seccao em que se es
creveu propositalraente errado j nome do
digno vig.no do Poco, e que foi magna
pass nesaa tramoia, fui o primeiro a pro-
testxr contra.o adiamentoresolvidopelo Dr
Silva R go !
E' ridiculo I
E o Dr Ulysses Vianna, o cl.-ito depu-
tado pelo 1U disirieto com a votacSo de
urna nuv-rn do pbospboros, posteriormente
reconhecido} como taes pelo Tribunal da
R-layu em arcordilo unauiro*; o mesmo
que na junta apuradora de Olinda fji pa
tro iuar a vefgnhosa e infame falni.-a-
cao de llaman profligada e condemna
da mais tarde pela Cmara dos D puta

non turba.
Isa o 76/-W anre.-iaclo dos felos ; diga
mm&rBtS*-n+*l>taei,% a eas qa lotfar e qasfteNN foran eiKa |>ratieaiaa e $6
asaim ter cumprido o seo dever.
O Elxm. Sr O:. Bupbrasio Corris nao teve ne-
nhumn parte no admeuto ds apuracio da eleioo
do 2 distrieto, e nem ditao ie puderia cogitar de
aotemao. N4o fjsse impoasirel, absolotamente im-
posaiv.sl, sommar voto aem o necesiario pira ea
crever e a aparacSo se teria eff jctnado no dia de-
aignado.
No*, sa conservadores, nSo costuoiamoa aadar
por estradas tortmsaa e ninguem o sabe melhordo
que os noaaoa preprbe adversarios. No terreno das
Maificicdes, dos expedientes lucuafasaaveis, das
tranqaibernias, ni nos consideramos aempre ven
cidos.
po;* h n. nS-i nb!tnt i,-(0, qno or ieolnr .O hs-tMn escrivilo da coll^eron iaa renda*

gem, eontiaa no exercicio de sua profis-
sio, para o que ser encontrado de 11 ho-
ras da -asrh s 2 da tarde na ra do Ba
rao da Victoria n. 32, 1. andar e em ou
tra qualquer hura ra da Princ. za Isa-
bel n. Orcaneta
Dr Ferreha, com pratica nos principaes
hospitaes e clinicas de Paria e Londres,
d connultas todos os di.-.s das 9 horas ao
meio-dia. Cunsultorio e residencia a roa
Larga do Rosario n. 20
O Dr. Sarro* GalSMarae*
Pode ser procurftdo em seu esuriptorio a ra
1. de Margo n. 4, 1." andar.
O Dr. Met tem o seu escriptorio de
advocacia, na ra Duque da CaxiaS,
n. 50, Io andar.
lira Sarta
Francisco MonoeZ da Moa & C, deposi
tarios de todas :.s especialidades pharma-
ceuticas, tintas, drogas, productos chimi-
cos e med.-amento) homeopticos, ra do
Marque:: de Olinda n. 23.
nroiaria
Faria Sobrinho & C, droguista por
atacado, ra do vl^rques de Onda n. 41.
serrana a vapor
Serrera a vapor e offidnau de edrapina
de Francisco dos Santos Macedo, caes do
dos ; vem para o orgo liberal distribuir
i com o proprio pu-
dando-se diploma de
-itaques e invectivas
nho fazer seu ligio,
amaoel e delicado I
E' ridiculo I
E, por fim, o Sr. Dr. Lop8 Machado,
aquello mesino que, nos c-1 brea tempos
da liga, cercado de prenles e capangaa,
aggredio c^vardemente as ras desta ci
dade a um eaiu lante f'r .nzino e inerme ;
que, por condescendencia partidaria, sot-
freu urna ap isenUcao forc-da na Escola
Normal, quando pelo facto que a determ
noa devia ter se sentado no ban^o dos
reos; que j tomou o habito, porque nSo
agora a primeira vez, de pretender esca-
motear urna cadeira na Assembla Provin-
cial ; de cuja moralidade at Nossa Se-
nkbra do Rosario capaz de ter queixas ;
O Dr. Lopes Machado, com uas ares qui-
xotescos de gente seria, foge-se indignado
e atira indirectas contra a moralidade
alheia.
E' ridiculo 1 mais do que isto tris
te... bem triste 1...
He aposta necessarla
i
Antea de entraran! na apreeiagao das allega-
Capibaribe n. 23. Neste grande estbale- sSe, prodnsilaa pele redactor da columna liberal
cimento, o primeiro da provincia neste ge-
nero, compra-ae e vende-se roadeir; s
de todas as qualidades, serra-se madeiras
de conta alheia, asbkn como se preparara
obras d; carapina por machinas e por pre-
9o aem competencia -Pernamboco.
r.OMMUNICADOS
Eleifo do 2o districto
O Jornal do R-cife e o Sr. Dr. Maxi
.miao Lopes Machado, cada qual mais
perfeito D. 15 zilo, sobre motivos da elei-
9S0 provincial do 2o districto, estSo empe-
nhados em disputar primazias na execuc2o
da aria da crlumnia.
Pretendendo distrahir a attencao publi-
ca da fcli ti r gao que dcsasadamente pre
pararan e pretendem fazer virgar, fiogem
indignaclo contra urnas falsifcagSes e vio-
lencias qua pbantasiam- lato faz lembrar
o gatuno que perseguido pelo clamor pu-
blico, para illudir aquelles p >r junto di
quaes vai paasando s carreiras, grita :
pega ladrao 1 quando o ladrSo elle mes-
lo.
Chana, ^ntes que te chamem ; o
oaso.
O partido liberal teve a louca e ridicula
pretengao de eleger trea deputadoi provin-
ciaes p^lo 2' districto ; para is=o, alm doi
doua c muito proprio e bem talhado para urna
tramoia, o Sr. Dr. Lopes Machado; e por
que este nao duvida embarcar-a* em em-
prezas, para cuja defeza sejam bons requi-
sitos tedas as corsgens e todos os desem-
barceos, fizeram-lbe presente de urnas fal
sificacSes grosseiras, com as quaes a sua
expsrteza devia fazer jogo para disputar
um assento na futura Assembla Provin-
cial.
D'ati a cynica impavidez com que o
Jornal do Rscife d o seu partido coma
victorioso na eleicSn provincial, quando to-
dos sabem que o partido conservador ob-
teve rtaioria ; d'abi o Sr. Dr. Lopes Ma-
chado, representando pessimamente o pa-
pel de victima, a defender o u bom direi
ta ; tt'.-.hi as invectivas goerreiras cmtra
adro nistrajio da provincia e os insultos
atirados sobre o honrado juiz Dr. Silva Re-
g e seas amigos.
Em ama seccao eleitoral eserevem pro-
poaftalmente errado o nome de nm dos vo-
tados, em outra falsifL-aia a seta ; e, por-
que taeu tramoias sao descobirtas e a opi-
niao publica levanta-si indignada para pro-
teatar contra ellas, cliovem o insulto* con*
do Jornal do Reft de bontem, em reapasta ao
artigo que eacreveni s neste / tarto, dt-f-ndendo o
acto pratieado pelo honrado Sr. Dr. Silva K- go,
de adiar a nporacao doa votos obtidoa no 2 dis-
tricto pelos diversos candidatos i membroda A>-
senbl* Provincial, devemos tomar em considera
cao, ainda que ligeiramente, algamaa daa ob^er-
va^ea do edictonal do meamo Jornal.
O articulista, como bom liberal, que nao quia
perder nma occaaiio, que lbe preceu favoravel,
para Mirar, alguna doatos ao diatincto presidente
ds provincia, Exm. Sr. Or. Eupbrasio Correia,
preciasse, embora, par iaso, de emprestar-lbe
senlimentcs que S. Exc. est mu.to longe de poa-
snir.
Na) tendo m nbnana pretencao percate os eleitoa
da provincia, a nio ier a de que aejam atteodidos
do melnor modo os legtimos intereaiei da coin-
monbao pernambacana, o Exm. Sr. Dr. Eupbra-
sio Correia- nao fas e nem poda fater queato de
conseguir, ou nao, o partido conservador maioria
na Assembla Provincial.
Si o Jornal d> Bedfe oso pretende negar sos
depntsdos aeus correligicnarios os aentimentos de
patiiotismo que devem poesnir horneas collucados
em tal posicao, si nao quer que elles todo subordi-
nen! aos intereaaea de uoJa poht cagem, que nio
se poderi qnalificar, ha de convir comnoaco que
devem elles cooperar com os nossos amigos e com
o ilustrado presidente na obra grandiosa do en
graodecimeDto da provincia.
Para nm administrador de vistas largas e de
oobres iutuitoe, qoe nio tenha arranjos a patro-
cinar, nem a nigua a accommodar, que a ae pre-
oceupe em beca cumprir o aeu dever, cerno antee-
de com q Sr. Dr. Euphiasia Correia, a composico
de nma assembla provincial consa de pequea
monta, no sentido de pertencer a maioria de seus
membroi a esta ou aquella parcialidad^ poltica.
A questo nica queaejum todos besa intencio-
nados, e procurem, antes e cima de todo, benefi-
ciar a provincia.
Assim, poii, falso qoe baja o Exm. Sr. Dr
Eopbrasio Correia se immiacnido nos negocios elei-
toraes, como se affirma ez-adserso. S. Exc. tem
sabido manter-se com todo o criterio, moderacao
e imparcialidade, na posicio honrosa, mas disBcil,
qne, em boa hora, Ib foi cooBada; e;ps redacto-
rea do Jornal, jamis poderte provar o contrario.
As auca declamaces, por man sonoras que-, a
primeira vista, pareeam, cshem diante da mais li-
geira analyte Effactivamente, quaes os actos
por S. Exc. praticados e que demenstrem o inte-
reese, que se Ihe attribue, na ultima campanba
eleitoral, trevede na provincia ?
Em qoe collegio oa seseao dea-se, por perte ase
autoridades, o menor obstculo a que todos os ci-
dadioa exercesiem o seu direito de voto ? Quaes
as medidas por 8. Exc tomadas e que possasi ao
menos parecer qac o feresn para favorecer a al-
guot candidato?
Dada esta ligeira resposta-ao artigo de hoora
do Jornal, pascamos a entreter-nos com o que se
publtcou no partido liberal, soba legendaPonto
rius .
Maia urna ves foi descompoato n'aquella lingna-
g.-a de arrieiro, de que alli tanto ae abasa, o Sr.
Dr. Silva Reg.
O autor da verrina confesa qne casas ba em
que o presidenta da junta poda adiar oa ceas tre-
balnos, mas acha que foi ftil o motivo allegado
peb Sr. Dr. Silva Begj, isto falla de penuas,
tinta, papel e lapia !
Or* apurar votoa tomal-os e commal-os e como
proctder a semelbante apuracio sem o necesiario
para eierever ?
Acamara municipal, a quem corr o dever de
f riiectr os objectoa cima mencionados, nao o fec
rin t-mpo ; os ^nt-jreMadsi b sa lembraram de
que poJenam oftefcjsyhec, quaudoM) digno magia
trdo decUrou nao Ihe ser possivef, em toes oon-
disSes, incetar os trabalhos, e, entretanto, allega-
se que o juis assim procodea para prejulicar aos
adversarioa 1
A cjrreec*) do procedimento do Sr. Dr. Silva
Reg impoj-ae a todas as eonccienciac,.* o tacto
de ua seus aecusadorec fegirem da argmar ntaeio
aria e lgica, que convence, para se enveredaren
pelo camiaao do incaito, das dictribes, prova-o de
sobejo.
1 iuha entrado nos clculos da politioagcm liberal
fazer a apuraco n'aquelle da custasse o que cas-
tasse, pir que a falsificaco da eleicao d) Mooteiro
nao fosae tirada a limps, pois tioba aido furtada
umajujt.fi :acao dada pelos noisosamigoseem que
eil, a falaifiunyao, tornou-ae evidente; e como o
Sr. Dr. -uva He40 a liaM ae nao preatou, arraa-
tado pelaa ras da amargura I
Felizmente, porin, uj aera a grita descompss-
s*da dos escripturec dj Jornal que ter o poder de
facer empalidecer a justa nomeada de que gisa
o Sr. Dr. Silva Reg, como jais intelligeote, tr-
ncalo e justiceiro.
Confirmamos a nossa afirmativa de que, ainda
alguin tempo depois de ae baver retirado do paco
da aesemblt o Sr. Dt. Silva Reg, l nao tiuha
ebeg-.d j o empregado da Cmara Municipal a que
ae re re o aaior do artigo a qoe respondemos.
Todas as pessoas que l se aebavam poden) dar
testemunbo do tacto, em contrario ao qu 2 disseram
os oito presidentes de mesas eleitorese, no pro-
testo que o nobre baro de Caiar esoreoeu e 03
outros assignaram tai ves de erux.
Oescriptor do partido liberal queimou-se com-
noscj por termos dito que fdra pedantesca urna, ob
servaoao feita p.-lo Sr. Dr. Uiyases Vianna, que
a'm de tudo um amavel e delicado cavalheiro.
Nao quisdtnos de nenbum modo magoar ao
i olo do artiaculiata; mas quem conhece o sr.
U vsses Visnnasabc que elle nao dis urna palavra,
"aio fas um gesto, aem icr do modo o mar 'pedan-
tesco do mando.
Oiier_-e>-r com pollaes um poucode palpel e pen-
nas, nao facer nma observac&o pedantesca, \>:m o
sabemos ; mas offerecer eeses objectos como o fes
o Sr. Ulyssea Vianna, no tom de qoe ae aervem oa
leiloeiros para apregoar as suca mercadorias,
simplesmente ridiculo. A observeein, porin, a qne
noa referimos fu a que 0 amavel cavalheiro fes
aps o offerecimeuto, qaerendo convencer ao pre-
sidenta da juuta que se devia conservar alli st
qn>ndo porveotora apparecessem as pennas e o
p-ipel, embora ji houvesse decorrido qussi urna
b ra-da que fora marcada. V_
O articolista doa pontos nos ii conclue o aeu
artigo com a segainte phrase :
- Snnto Deua qnanta pobreaa de espirito *
O publico qoe nos le, e a quem tomamos para
jais, qu: diga de qne lado est a pobresa de espi-
rito e certo nSo appellaremoc da ana aentiaca.
Quem nte v que o reino do cea est, ha maito
tempo, a espera dos redactores do partido liberal f
Nada mais ha a respigar no artigo de que nos
occupi.mos e por isso terminemos aqui, aguardando
para amanbi a resposta quu devemos aoc Srs. Drs.
Maximiano M-tchado e Antonio Pitonga.
Ji demasiadamente longo vae esto artigo e no*
nao queremos fatigar a attencao do leitor.
Um conservador.
......T'~ r 1 iiicaCMi iulju ilKiic tud'J luvidam para
que ae apure o falao resultado I
A grao le cVpredjmiuan:o ci'cuiBataneia de ea-
tar implantada na couscieneia publica a verdad?,
nada importa) nao i-iflje. nem d-va prepcaderar,
porgue uao o eat na acta da ecegao -
E' o argumento collossal e Acblles l
Proh PuJor I
Haa, digamal o pjr bonra dos caracteres pro-
bidosoc, que os ha no partido l'b ral, que nem
todos os polticos desse partido, pactuam com a
torpe ti aud -, que quer levar de rojo e de vencida
a vontade. do eleitorado do 2" districto.
E quanto aqoalle, que possessos de partida-
rismj exaltado, nao besitam em por ce ao ser vico
de urna questiuncula indecento, que leva-os a
desmoraliaac2o pela auaenoia do eacropulos com
qne procedem, aervir-lhea ba de expiacSo o con-
eeito publico, que ha de apootil-ce como dextros e
uptos para falcatruai andaciosai!
Mas, votemos, maia partreularmonte ao qu- ea-
creveu o Sr. LopeiM>chado no Jornal do Recife
de aute-buntem.
Reunida a junta apuradora no dia convocad >.
o Dr. Silva Reg adioa c reuniSo para o dia 24
do correte. Dea lagar ao adiamanto o nao ter a
Cmara Municipal fomscido papel, penna e tinta
para oa trabalhos da jante.
Quem deixari de roconhecer que honre rasSo
para o adiamento ? i
E' verdade qne na occaaiio apresentou-se o Sr.
Ulysaes Vianna, efferecendo dose pennas ao pre-
sidente da junta.
_Mai, por maia amavel e delicado cavalheiro, qne
seja o Sr. Uiyases, como dis o Jornal, e o que
nao contestamos ; por mais attrahentes, que srj*m
oa n fleos dos Vidros escaros dos oculos, com qu
o Ilustre director do Jornal do Recife, provoca
as publicas sympatbias, embora vlando a alma
do seu olhar de poeta-escriptor e poltico; nao
obstante todo isto, o ofF-reciun-nt j do Sr. Uiysies.
smavel e delicado cavalheiro, nao podia, nem de-
via sor aceito.
S. S., que tem o raro senso pratico da fiiba de
Albieo, devia tet-o ompreheaJido so tasar o ob
sequos offerecimento.
A junta reuni se em uaa sessao publica e para
um fim paolico.. NSo era um trabalboque se de-
vesae facer alli a capucho, especie de pic-nic po-
ltico para o qusl o Sr. U as peunas, o Sr. Caiar com a tinta o com o papel,
outro qualquer conviva.
Tratava-se de um acto serio. A Cmara tnha
obrignoio de forcee -r aquelles objectos ; nao o fes.
D'abi o adiamento.
Dicer que, ainda estavam reunidos os mea irios,
quando a Cmara mandn aquelles objectos,
faltar calvamente a verdade. Appellamos para o
Sr. Baro de Caiar.
Mesm j o presidente da junta aceitando o offe-
recimento do Sr. Ulysaes, nem pjr isso a junta
p derla funecionar, pois aque'le amavel e delicado
cavalhero limitou o seu generoso off reciuiento
aiuipes oente s pencau. ficando ajuata em brin-
co quanto ao papel e tinta.
Po:a bem, apeaar de ter lido hem justificado o
adiamento, o Sr. Lopea Machado iasiste em que-
rer ver aelle urna cbicaaa !
E' que o Sr. Lopes Machado esti tao ch io de
cbicaoa, que julga ver cbicanista por toda parte.
Para S. S. o motivo do adiamento foi nao estar
coocluida smajustificacao com quo os conservado-
res pretendem annullar a eleic'o de Apipucos.
0 Sr. Lopes Machado, ainda uo serio, dizen-
do isto.
S. S. sabe perfectamente que a jastificaco ji
estava concluida cono antecedencia reunio da
junta.
Tem tanta certeza disto, q 1 mo de que surt-
piaram-n'a do poder do oscrivtto no dia em que a
junta reuni-se, de quem prestou-sc a faser o tour
de main.
A mrormaetto do cscrivao, alias liberal, prova
do que acabamos de dicer.
Da todos esaes tactos est tambem scieate o 8r.
Lopes Machado, quaato do que o Dr. Groocalves
Ferreira, all comparecen simplesm^nte como es-
pectador.
No emtanto alardeou pelo Jornal, quo o Dr.
Goocalves Ferreira estiva a murmurar ao ouv do
do presidente da jun'a prestando se a tranquber-
nas.
O Dr. Silva Reg tem a precisa autonoma
para proceder sem inspirar se em consclh-'i de
outrem e quanto ao Dr. Qoncalves Ferreira o pen-
sar particular do Si. Lopea Machado, diacrepando
do juiso publico, muito lisougeiro aqaelle dis-
tinco conservador e. o nico que poje aervir-lhi.
Alai eatPF n ttr .ine^'o Porrcir* ootUra
foase o cj.T.-erto qus delle fisoase o Sr. Lopes Ma-
chado.
Hoja dever reunir-se a jauta e eoto o Sr.
Lopes Machado se convencer de que as actas,
quo o Dr. Silva Reg gnardou comsigo, esto tal
qual recebeu-as.
Um eleitor do 2- districto.
L'leifo do t distrelo
Se o Sr. Lopes Machado fosie serio e criterioio
e nao estivease aveado emp Igar diploma de de
putado p ovincial por modo, que amoral poltica
condemua realmente preduzina aeniacao o artigo,
qoe S. S. com arec de indignado eitampou no Jornal
do Recfe de ante-hontem sob o titulo cima (
Iufeiiamenti-, porm, para o candidato derrotado,
que boje procura recurso ca fraude, oconceito que
turma-se tm torno de iua individualidade poltica
colloca-o em condiedes destavoraveis.
Se S. S. comprehendesae bem o papel, qu ssus
amigos destinaram-lhe, encartando-o a ultima hora
no 3* lugar da chapa do 2* diatricto, talves ci
prrstaase desempenbal-o.
Deveria ter previsto que o 2' diatricto que elege
dwTa depotados provinciaes liberaec lmente
cuita da milicia aoooyma, nem meamo po ndo em
jogo o pbog,.horico elemento, elegel-o-biat
Mas, S. S. identificou se oom o ridiculo, que
t cou-lbe p r sorte e agora quer encampir a der-
rota aoccjirendo ae da fraude !
Aystu abyiwn invocat.
Toma-se preeiio intimidar o digno jais iocambi-
do de faser nparacio da eleic >, lusultal-o mesmn,
attacando prim tivamente o jalgamento, que elle
ha de proferir com a expedicao de dproma, S. S.
pr>sta-ae de bos-vontade e com a sublims colera de
quem tem nm grande direito poatergado !
Fas-ge muito attnbuir a esce juis, que alias
tem por si urna longa vida votada cauaa da jai
tica e do dever, intuitos ineoofeaaveis, planea sob- <
terraneos, a'-ntmentos alheioi aquelles, que devem
pn cidir acc jnlgamentoi imparciaei, S. S. nao
trepida em taajl-o coflfrgemento, afivelando a
mascare de seriedade com o duplo fim de encora-
jar oc timdoi, que e aoompanbam, e embocar, 01
imples, qu ce deixam fcilmente illudir !
Quer. ni a todo transe, pelaameaca e pelo insulto
forcar ao presidente da junta aparar a cota de
Apipucos locontestavelmente falsa i
E, p rq'ie a junta deve Umitar-se a sommar vo-
tos diseo, isto a exercer a simples tuoecao an-
thmetiea, qae qualquer contador mechaoieo dea-
empenbarin, d'abi recuaar-ae o direito de apreciar
a falaificncao preparada.
Esi na couscieneia do eleitorado da capital,
qne na teceo de Apipucos, trocon-ce na acta o
r> ault do da eleico, dandosf 9 ao Sr. Lopes Ha-
chado a vota^io, que coube ao Dr. Jos siarianoj
e vice- versa, o qne altera o resaltado do luitu, fi-
cando aquelle com maior semma de votos, qoe o
can lidaU' conservador, vigario Joio Rodrigues da
Coca I
Prova ce a fraude por urna serie de tactos, qne
poem em evidencia a verdade do oceorrido.
PIBLICACOES A PEDIDO
g raes, Francisco Alves de Car va I no Barros.
O fasender > e vereador, Norberto Gomes dos
Santos Barrs.
O fceml^iro, Manoel Alves de C-rvalho.
O f .cendeiro o editor, Aureliano Valerio de S
O eleitor a fasendeiro, Jos Rodrigo da Las No-
Vaei.
O fasendeiro e primeiro sopplerJte de subdelegado,
Franeiaeo L ipes de Cirvalho Barros.
O fasaudeiro Franeiaeo Alvea de Carvalko Netto.
O fasendeiro e vereador da Cmara, Joo Militio
d Silva Barros.
O fasendeiro e eleitor, Luis Rodrigues de Berros.
O fasendeiro, Cicero Lopes de Barros.
O fazeodeiri), Aa-eliano Lopes de Barroi.
O eleitor e faaeodeiro, altere Benedicto Rodri-
gues do Barros.
O faz.-nd.-iro e eleitor, Joo Brandamente de Car-
valbo Belfort.
U 3 cupplente de delegado e faifndeiro, Eaeac
Alves da La Cauarelli.
O f.aendHiro, Manoel Aivea de Carvalho Barros
O f*c ndeiro e eUitor, Jos Prea de Carvalho
Belf ,rt.
O fasendeiro- e eteittr, alfares Cypriano Oomee de
S Correia.
O fasendeiro, Alexandre Gomes de S.
U fasendeiro, Manoel Paulo de S.
O fazeudeiro, capita Joaquim Francisco de S-
O fasendeiro, Autonia Francisco de Novaos.
O facendeiro, Manoel Ja inflo 1 de S.
negociante e eleitor Unas Barbosa Qo/'maraes
Nova. a.
agente do correo e collector geral, Manoel Vi-
ceu'e Gomes Novaei.
O n-gociante, Bioy Belcbior de Carvalho Barros.
O prupnetario, Joa Eloy Gomes de Se.
O negociante e subdelegado de polica, Jos Go-
mes Novace.
O negociante, Manoel Fr neijeo Aives Novaos.
O facendeiro e eleitor, Joaquim da Costa Araujo.
O proprietario e 3 supplente de juic municipal,
Too nac Pereira Barboaa.
O proprietario e eieitoi, Francisco Novaec de
Barroi.
Candid) Ferrac Nogueira, promotor adjunto.
O negociante e vereudor da Cmara Municipal, Je
runymo Pires de Carvalho Baifort.
O proprietario e eleitor, Simplicio Pereira de S
O fasendeiro a eleitor Francibco Pereira Barb z 1.
O proprietario e eleitor, Pedro Barboza do Valle.
O proprietario e eleitor, Severino Joa do Naaci
ment.
O taceudeiro e eleitor, Joo Gregorio Ferro No-
gueira.
O proprietario e ele tor, Antonio Vicente de Souza.
O fizendeir., e eleitor, Mariano Pire da Silva.
O fazendeiro e eleitor, J0S0 Aiv- s Lima.
O fazendeiro, Jos Cypriauo de Sonsa.
Major Antonio Salgueiro dos Santos Barros, fa
ceodeiro e eleitor.
O fazeudeiro e eleitor, tenente Primo Lopes de
Barros.
O proprietario e eleitor, Martinho Franeiaeo Leite.
O fasendeiro e eleitor, Pmtaleo Gomes Novaes
O fazendeiro e eleitor, Dionisio Lopes de Barros.
O proprietario e eleitor, Joa H-rrh ;l.Jo de So iza.
O fasendeiro e eleitor, Manoel Victorino de Birres.
O proprietario e eleitor, Antonio Vianna dos San-
toa.
O proprietario e eluitor, Pedro Soares dos Santos.
O fasendeiro e eleitor, Antonio Lip-'S da Barros.
O facendeiro e eleitor, Francisco Gomes de Souza
O fazendeiro, Antoiiio Lopes dos Santos Barrus.
O fasendeiro c subdelegado de polica do 3 dis-
tricto da Penha, Angelo Goncatves Torres.
J comm. reante, Justino Marques da Silva.
Francisco Gregorio de Mora-a.
Olegario Alves da Luz Cantarelli.
(Estavam reconb.-cidas as firmas).
00 martyre* *,* leftajs*. Van
palavra aos efjapefstless*
'ffreis inartvrio, ein qoe sobral
que dysp-pesia, pdeos com
vossos soffrirnentos. Agorn ba un
mao, imruediaio absolat, infaffcel;
qual se acha por assim diser parta i*
voseas cases. Ei>ae remeslio *
rilha de Brstol. Deven eo-abe-e-l-a,
ha, que ni* tenrn oavido t,\Ur
Usai a, o vos rireis das ino'igeotSd*
todos os s-us concomitantes *
cias. N'uma semana aiiviar
psito desse perigoso material, cjaW
vos tras atormentado. \ ict
oppresslo do estomago, a falta de activislav.
dade tanto do enrpo como do esprn, sa
vigilias e aa angnati is doracit* Ha. aa
dores de cabeca, as nauseas, a* itasaiiisj
tiveis sensato" a que Acompsohaaa a dys-
pepcia, e nio ha nenhu na outra mtjleatsa,
que nao desapparec qoal sombra psisa
g^ira. Tirai-lhe a prova, e-xperilaeratai-a
h.n-ontra-se de venda em toda*
paos boticas e lujas de droga.
------------------------------ase .
A Estaban
soito do r innata
o melhor jornal de ntodci.
J distriboio-se o primeiro
anoo.
ASSIGNA SE NA IIVRARIA DE
ti. Lapurie e U-
46 Ra do Lr.p-rad.tf-16
(llevando logo oa num-roa |
Floresta
AOS KXMS. SES. M1NI8TR0 DA JSTICA, PKK-
SI DES TE DA PBOVINCIA E AO KESPEITA-
VEi. PUBLICO, O BACHAREL MANOEL CLAC-
DlNO DK MELLO E SILVA, PROMOTOR PD
BLICO DA COMARCA DE FLORESTA.
(Concluso dos documentos)
Do Illm. Sr. 1 tupplente do delegado de polica
e Iliterario.
Atiesto em f do meo cargo, que, quanto ao pri-
meiro ponto, falsa a accoaRoio e representacio
que foi publicada no Jornal do Recife de 12 de
uator.ro pascado, como tambem outraa que tem
side publicadas no mesmo Jornal, por um pucha-
do de liberaea desta comarca centra o p.ticiooario,
nao pascando de urna invencio e trica poltica,
que jase viciaram ditos liberaea nesta comarca de
aeaim proceder contra o fanecionario publico que
nao recua ao terror e ameacas de ditos liberaes,
em garanta da lei, como tem feto o peticionario
no cumprimento de aens deveres.
Ao segundo, que e peticionario, quer como pro-
motor publico desta comarca e quer como particu-
lar, tem cuidadosamente aabido conquistar todas
i qualidades de um carcter honrado e honeato
de que goaa. Pode servir este meo attestado para
o uso que approuver ao peticionario.
Floresta, 14 de Novembro de 1887.
C delegado littterario,
Jos Gonealvea Turres
Ao Esa. Sr. ministro da juitica e ao reipeita-
vel publico.O abaizo asiia-nadoi, negociantea,
propcietarioa, faaendoiroa e empregados publieoe,
do termo e comarca da villa de Floresta, levados
pe. s seatimentos da razio e da verdade, nao po
deudo deizerem pascar por desapercebido um no-
jento abaizo aasignado oue acaba do ser publica-
do no Jornal do Recife de l'J dd mes paseado
contra o muito digne pr motor publico desta co-
marca o Sr. Dr Manoel Clnudino de Mello e Silva,
veeuo solemnemente protestar contrae monstruos i
calumnia asaacada ao Honesto carcter deste func-
ionario publico, qui- pautando fielmente c enm-
primento de seus devert-s nesta comarea, quer
c. mo empreirado publico o quer c< mo particular,
aem diitinccio de corea polticas o nio qaerendo
ptetuar Aa as bandalbeiras do infame proceder
do partido liberal desta e .marca, civado de cnin s
qne alada se acbam impunes pelo terror e smea-
0>s que coctomam facer aos magistrados que sio
mandados para ella, ousaram sem o mnimo es
empalo a lanvarem mi da aria da calumnia
coutra estefunccionario publico, trayendo como ele-
mento a imaginaria offrusa na pessoa da parda
MaTculinu, que rraide distante deata villa sete le-
gaes, nao lembcando-se oa celebres signatarios
que urna irm da mencionada parda Marcolina de
nie nome J s-pha que se acha grvida de sea
proprio cunhado Amonio Bamoi, residindo ambas
como residem- d ntro d<- urna choupana de palha
aem porta, com s propria m4i da nome Antonia,
a- m aa uec ssarina piecaucoea, entretanto J. seph-i
prostituida pelo aeu proprio cunbado que pesaos
mis-TCvel, e eutregne ao deap eis publico, 6 que
aCaba de dar a le a um enanca dentro da dita
eb'upana e aeodo um fae'o publico, "eitec juices
unerarc nao ligaram a menor importancia, ao ae-
nos de mandat a vir a juise, cimprindo nos ape-
nas d clarar au Eim. Sr. iniuiatro da jastioa o ao
.esp-itare pub ic qae o ouieoto abaizo asegoa-
do nio paasa de nma trica poltica e nem de leva
p de abalar so tuncciouario publico que presa
sua dignidad e que ae acba coliocado muito ci-
ma Jesaei aiguatarioa protectores da miseravel ca-
lumnia.
ivreita, 10 de N vembro de 1887.
O comcserciaaie, capitio, delegado litteraro e de-
legado ue palela 1* auppieote, Jos Goncalve
Torres.
A- cjminlssao da festa de rfJasa Senhora da Sau
de do Peco da Panella, resoveu para dar maior
bnih .ntismo as nov-naa nomear as commistoes
abaizo mencionadas.
1* e 2a noute
A commiaso da feata.
3* noutequinta feira 26dos artistas
Jo; do Carmo Pac.
Maurino Xato.
Joo Procopio da Silva.
Aiexandre Alberto.
4* noitesexta feira 27dos acadmicos
Dr. Jos Ferreira Teixeira.
Dr. Jos da Costa Rodrigues.
Dr. AlvaroRibeiro de Si.
Dr. ntonio Si(va.
5* nontesabbada 28doa negociantes
Manoei Joaquim U. Monteiro.
Jos Araujo de Carvalbo.
Antonio Carvalbo da Asevedo.
Tiburcio V. de Mello Santos.
6a nouteDomingo 29do Arraal
Zeferino Jos da'Silva Pinto.
Jos Joaquim da Silva Campos.
Antonio Silva.
7* noutesegunda feira 30das solteiras
As Exmas. filbaa do Illm. Sr. commendador Fran-
cisco Kib ro Pinto Guimaries.
A Exma. fiha do Illm. Sr.. Candido C. Guedes
Alcotorado.
A Exma. filha do Illm. Sr. Capilio Horacio Gal-
vio.
8" noutetere 1 feira 31das casadas
A Exma. esposa do Illm Sr. capitio Jos H. Va-
leaca.
A Exma. eapoia do Illm. Sr. Manoel Rodrigues da
Silvas
A Exma. esposa do Illm. S. commendador Francis-
co Gonealvea Netto.
A Exma, esposa do Illm. Sr. Manoel Martina Cam-
pos.
9 noutequarta-feira tdas meninos
Os filbos da Illm. Sr. m>-.j .r Joe Booifacio Mer-
gulbio.
Os filhos do Illm. Sr. Angosto Henrique de Mi-
randa.
Oa filhos do Illm. Sr. Mi.-uel Fontoura.
Clinlea uietliro-elrairxisj
O)
Dr, Alfredo Gaspar
EspecialidadesPartos, molestas de c
cianeas.
ResidenciaRa da Imp ra'nc a. 4, 3.*
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erianyas, dos or^auc respirctsrw* a*
enhoras.
Presta-se a qualquer ehemado
da capital.
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j dos pharmacia do Dr. Scbsoe, i na sat I
Bario da Victoria a. 43, oudc se
sua reside.icia.
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ResidenciaRae do Conde d Boc-Vasta M I
Telephone n. 41
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Oculista

Tnico american Camacan
Este tnico, ja conbecido necia provincia e em
outras da sul e norto do imperio, boje a prepa-
racio mais otil eapcopriada para a limpesa e con-
servacio dos cabellos, nio s pelas boas qualida-
des dos vegetaes de que composto, como pelo
esmero e perfeiciu cum que est eeudo actual-
mente preparado pelos seus uovos fabricantes.
OTnico auiericano Camacan*tem produai-
o ptimos resoltadas na cura da calvioe, extinc-
cao das caspas e outras docncas espillares, como
attestem mu-tas pessoas qu-1, soffrendo .deaaes
males, acbam-se presentemonte caradas.
OTnico americana Uamacan deve ser
preferido a qoaesquer outraa preparares vindas
do estrangeiro, e aqui pompoaamunte annunciadas,
por nio conterem, como aquellas, mistuias nocivas
A pele e ao desenvolvimento do cabello. Pro-
ducto puramente vegetal, que encerra em si as
esaencir-s mais odorferas, extrahidas de plant-s
indgenas, este preparado torna-se recommende-
vel e necesaario a todas as pessoas qua quiserem
anudare conservar os cabellos, tornando-os sedo-
sos e lusidios.
A grande extraccio que tem tido este precioso
tnico, dipois de seu apparec ment uo mercado
brasileiro, prova exuberantemente a franca e ge-
ral act-itaoio por parte daqu<-lles que contiuuam
a usal-o, obteodo oa melbores resultados.
Conscios da eficacia real desta nova composi-
eo. superior no genere e barateas a ostras que
t-xietein por abi, oa seus novos fabricantes nao
teem poupado eeforc.'i no sentido de aperfeicoar o
Tnico americano Caosacaa,tornando-o um
elemento indispensavel ao touoador de todos aquel-
les que preaam o ass-'io e a bygiene.
Este tnico aeha-se exposto venda em qaasi
todaa us casas de perfumaras e lojaa de miude-
sas, tendo o seu deposito geral na fabrica de leos
VVgetaee, na ruada Aurora n. 161, de Gmmaries
& A jo orino, sDecesores de Martina ic Bastos.
A urna consideruvel parte da sociedade
imprescindivel o freqaentar os theatros,
bailes e reuaiSes durante o invern.; a
transilo qae iaevitavelmente se prodos
ao sabir de u salSo abrigado para o ar
fro da rus causa de innmeras molestias
de garganta, restriamentos, bronchites, etc.
Sao in -.lomudos por assim diser ioevita-
veis porem em compensaco fcilmente cu-
ra veis ae se reoorrer lego ao zarope e pasta
de si-iva de pinho martimo de Legaste ;
preparados com o resoltado da diatillaco
dos pinheiros martimos de Aroachon, por-
to de Bordeaos, que possaom um sabor
delioioeo e ama effiv-aoia sem rival.
Dr. Barreto Sampaio, medico
lUta, ex-chefe de clnica do IV. ate
Wecker, d consultas de rneio dia i*
3 boras da tarde, no l.i enriar da este*
n. 51 roa do Bario da Victoria, t)S
cepto noa domingoc e diaa acc
Residencia ra 8cte de SaraaBstei
34. Entrada, pola ra da Scaaokst* cv
Dr. cerprd Lei
tii:i>i(o
Tem o sen escriptorio roa Duque da) Casias
n. 74, das 12 a 2 boras da tarde, a ateas has
em diante em sua residencia roa ote Ssasa
O'rux n. 1.
Especialidadesmoestias de ssenaoraa e eria-
cas.Telopbone n. 326
j. IGAii\SSlT
Dr. Pac* Barreto
PROMOTOR PUBLICO *
SK:
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Cog ae Brazile.
Fabricado por A. M. V-rs & C.
odas as regras prescriptas pelaj
e de pureza e sabir idntica s
estr< ngeiro. O Cognac Bra*
ezcellente bebida, o inaal
se pue conbe;-er.
Acha se na fabrica *
teis, r -stauranta, cafs,
desta cidade.
lie experimental o
m
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Roa da Imioeratrlz >
As aulas principiarlo a
9 de J.neiro.
A DI]
Olympia Afra de Mendonett
Colegio Prj tano
%. ts
a\ RU 4 DB MAIO
1* andar
O direeter deca caa de edacaeZo e
aos paia e iuteressadoa de cena aloma c, aa> s*S-
blico em geral, qne do dia 9 do correte os asca-
te achsm-se a bertas de novo as sala* d* ***
primario e secundario do Collegio
Pelos estatutos he 4 claccec de af
oemi-iuternos, externos e sessi extercac,
ao ensinadas, alea dea priaceirac lettraa,
as materias para c matricule eas cj
de inBtrcelo sopon'or do imperioe
tes lingual italiana e allemi ; eseriptarafate
mercial e acienciai naturces.
Todas ca es mtense ecto c cargo ote
re habiliccimoi e demasiado
ginerio perna monea no, como oc Sea, Dr*. c\**S
Oams, Joc Dinas Barreto, Arthor Orlaada,,*-
noel J. R. Pinbeiro e Frederieo U;
da e Albuquerque. O director tasaba
te no entino do coreo secundario ; o a
ra especialmente regida pela cal
mesmo director.
A casa onde funecinna o Collegio
roa 24 de Maio, (antiga da D-teoesVo) u. 13,1
andar, eit em maito boca wadieos kjsjieis*
ofFerece vastos e cadioc comicdcc ac
Recite, 1 de Janeiro de 18b8.
O Oinstsr,
Tranqulino Gradatmoie
Lotera do Para
A 3 extraccio da 16.
dia 30, pelo novo plano de II




I
Diario de PeruambucoTcrf'a-leirn 24 de Janeiro de 1888
Escola'iurticilariBittstficci pri-
larin para o sexo
CA % 1>E BMSIMO 10DIINO
36--RuaVelha-36
O abaixo aasignado, participa no Ilus-
trado publico desta cidada, que abri sua
sEsoola particular do instruccao primaria
para o asxo masculino, 4 ra Velita a.
36, (B6a VistJ onde esmeradamente so
dedica ao ensin de seus alumnos.
Eduaa u ioatrue a infancia pelo raellior
systema des principis collegios da corte
de imperio, onde por algum tompo demo-
roo-se "4 passeio, .cojo systema a delica-
eesa. a vocaco, a paciencia intima pa-
ra o ensillo, faaendo com que os seus dis-
cpulos sigam o caminpo da intelligencia,
da honra e da diguidade com tantos con-
aelhos, sil* Iic3es, fim de que venbam h
sr o futuro sustentculo da patria, da
religtSo e da lei, c um verdadeiro cidad&o
brasileiro.
Espera merecer a confianza e a protoc-
olo dos pais e tutores das enancas que
queiram aproveitar um rpido adianiameu-
to de seus tilhos ou tutelados, e em parti-
cular tem t robusta cm todos os seus
compatriotas pernambucanos.
Comquinto ousata seja esta tentativa,
todaviu spera que os seus incansaveis
eaforco, t oa seus puros ilcatj-is sejam co-
roados com a felii approvacao de todos 06
filhos do imperio da Santi Cruz.
Espera finalmente, que o rcspeitavel
pubiieo saiba apreciar de perto o seu ver-
dadeiro erisino primario, onde rpidamente
as chancas abracam c amura de coracSo
aos livroa, as sciencias, na lettras e as artes.
Mensalj.dde-2(J000 pagos adiontados,
no acto d;i matricula.
Horario-das 9 horas da manhS as 3
da tarde.
Recebe meninos internos por 30fJ00
mensae8.
Meio pensionistas por 15)5000 roensaes.
Por cada um preparatorio 44000 men-
saes.
Primeirus lettras 2#i'00 mensaes.
Msica e piano 45000 mensaes.
Pagamentos sdiantadoa.
36-RUA VELHA-36
Julio jares de Aztvedj
A viava D. Eulalia Ernestina Carnero Caval-
cante achando-se gravemente enferma e em re-
corso algu d para si e para Cinco filhioboa, que
maia a sffligeo em torBO de aeu leito, roga a al-
gumas pessoas um obulo de sua caridad?, orna ea
mola pelo amor de Dcua. Be6id= a ra das Cur-
re cas n. 32.
r.MMERflft
TELEGR AMMN
Servico da Agencia Havas
LIVERPOOL, 20 de Janeiro.
V. Teade-se A
AS8CA R.Cmimo.
de Pernamhnoo
113 por quialal.
ALGODO:Mercado sasleotado.
i AIS de Prrnamfeuco vende se
at a 13,1 o d. por libra.
n-noai do di lOtOOO fardos.
NEW-YORK, 20 de Janeiro.
ASSUCAR: A pa l leo.
O FAIll REFINING de Pernnmbaco
vende ae a S 1/4 e. por libra.
Agencia flavas filial
21 de Janeiro de 1888.
em Pernambuuo,
Bolsa coiu tereiitl
COTAt,OK8 OFFICIAKS DA JONTA DOS COK-
HKCTOBKS
Rente. 23 de Janeiro de !S8
Letras hypolbecarias a '.'350U cada nina.
Na hora da t/olaa
Veu ii rain-so :
17 letras hypothccariai.
49 ditas idem.
t rcfidantt.
Angosto Pinto de Letnos.
< i secretario,
Pidro Jote Pi._to.
r "
Movinieuto bancaria
aicors, 23 de jincho db lof
PRAQA DO RECIPE
Os bancos abriram hoje com a taza de 24 1/2 d.,
conforme ai tabella* tuzadas, dando, porm, o
Eag'ish Ba.. k a 24 5/8 c 24 U/16.
Em papel particular houve pouco movimtnto
24 U/16 e 24 3/4, fechando o meicdo bastante
firme, porm, quieto.
PRAQA l/O RIO DE JANEIRO
As ultimt.s cotaces foram as B' guintee :
Banearo, 24 1/2 e 9/16.
Particular, 24 11,15.
i* tabellas ezposta aqu oiioi estas :
:>o Lanos Baav :
Sempre boas resaltad** (4)
A maior parto dos remedios que boje
existen) venda, destinados a oombater as
enfermi Jades da peito o vias respiratorias,
alm de um gosto mais ou menos repug
nante, cenlm urna grande quantidade de
opio e, com quanto sejam, muitos delles,
calmantes netaveis, tm o grande incon-
veniente de excitar o temperamento e pro
vnvar prisdes de ventre muito rebeldes,
que sempre produzem reaccSo sobre o es
tomago, oerebro e intestinos.
O Peitokal de (Jambaba', remedio ho
ie r"conheeidamente efficaz, longe de cau-
sar cases inconvenientes, devido 4 sua
ooffeosiva preparacio, apresoota u vanta-
gem de ter um gosto agradabilissimo, o
que o torna preferido pelas sen horas, crian-
yas e todas as pessoas de paladar delijado.
fl I IIH ll-LI
Institution franpaise
de dciiwisellcs
Mroe. Irma Adour, directora d, estabeleeimeuto
de educaco asaim denominado, e lita ra do
Bario de 8. Borja a. 50, participa aos Sra paia
de familias que a* respectivas au'ai se reabfir
id da 9 de Janeiro prozim futuro, e que conti-
na a receber alumnas prasionistas, cemi-peosio
instas e externas.
27 de Oeaembro de 1887.
Aos Srs. pais de familia
Acha-se aberta a escola particular de inatrucc '
primaria para o sexo mascalioo, iua de Sauta
Rita n. 15. dirigida pelo professor particular Joto
Valenta Ferreira Bastos.
Educa e inatrue a iofaneia pelo svrtema dos
principara collegios dcata provincia cojo systema
a delicadeza, a paciencia, a vocacao faaen -
do com que seus discpulos suam o camioha da
iutelligeocis, da h ura e da diguidade, afim de
que venbam a ser o roturo e o sustentculo da pa-
tria, da regioe dt lei, e um verdadeiro cidaoio
brasileiro.
Espera portanto que o reapcitavel publico sai
ba apreciar de perto o aeu verdadoiro eosino, on-
de rpidamente as enancas abracam <: ajiam de
eoraco aos livros, as lettras e as bellas artes.
C'-'Qiquanto ousada seja esta tentativa, todava
espera que ea seus incansaveis esforcos e es seus
puros desejos sejam cornados com a Miz appro-
vacao de todos os filhos do imperio da Santa Cruz.
MenaalidaJe adiantada niacto da matricula.
Horario das 9 horas da manbi a 2 da tarde.
Recebe meninos meio-pensiooistaa e leccin*
em casas particulares a ambos os sezos.
15-Roa de asila Bita15
Colleg-io de N. S. da
Penha .
Boa da Aurora si. 3 9 aadar, es
quina da ma rormona
As auias deste collegio principiar) a fuuccio-
nar a 7 de Janeiro : iu truccao primaria, secun-
daria e prendas.
. A directora,
Augusta Carnero.
bruto
Ketame
U40 a 1*460
U100 a 1*30U
Cotana de al^odao
ax 23 na jaicko de 1888
Constou pequeas vendas do de 1* eorte do ser-
to a 6/400.
Kntradna de airaear e algado
Prova proTada
Abaizo publicamos um documento que corrobsra
o alto conceito de que ji gosa o Csjurubebs.
Ulm Sr. Firmiuo de PgueiredoDous sen-
timentos nos levam a diririr-lhe a presente carta :
o prmeiro agradecer iV. 8. o ter etpalhado o
conbecimento das virtudes curativas do seu prepa-
rado Cajurubeba, de modo que ru, no ermo em que
vivo, pude recorrer a seu uso e obter a cura de
males que ha longos annos me affligiam e que
eram reputados mouraveis ; o segundo querer
qae tcdoi os que tm a infelicidade de scffrer dos
meamos incoinmodoa procuren) nelle a cura.
Ha muitos annos que soffria de urna crupcJ)
quasi em todi o corpo, mas principalmente nos
bro s e perbas, que de ves em quando se aggra-
v i"h, causando-me crueis padecimentos, com per-
da de appettite e somno.
Ok mediciis que conaultei divergiam qnanto
naturia do mal, julgando a un ayphilitica e ou-
tros darthrjsa ; mas todos me prescreveram mer-
curio, lodureto de potasiio, arsnico, banboa geraea
com su balancias vegetare e mineraes e pomada de
mil qualidades, cem o que consegu apenas as
veses melhorar, mas nunca pode curar-me.
Vindo-me casualmente a toaos um folheto do
Cajuiubeba, e apelar de duvid ir de todo qaanto
lia, porque por mais de urna vea tinha perdido meu
tempo e meu dinbeiro, com outros remedios apre-
goadoe como milagrosos, quis, embera sem a me-
nor caperaoea, uperimental-o.
At ao terceiro frasco o mal, que esteva em es-
tado de aggravar-ce, se tornou estacionario, e de-
poii fui notando qu a supuracao diminua que al-
gumaa das bolbas mais pequeas iam seccando e
que era menos repugnante o aspecto dos lugares
atacados. :
Cont'nuei a usar do remedio ees sigoaes de me-
Ihoras toram-ae pronunciando, de modo quo ao
acabar o decima quinto frasco, me uebava comple-
tamente curado, teado-por cautela tomado depois
mais dous frascos] asando diariamente entao de
urna colher de sopa por dia, por me parecer ist->
conveniente para o o&o reapptrecimento do mal.
Ha mais de um anno que me considero comple
tainente curado, e a agora que air jo a V. S
mena agradecimentos, porque t agora que con-
sidero minha cura radical, pois do cor.tr> r<> mena
incommodos deviam ter respparecido.
Nao -ZHgero esaa munifeataco de minba grati-
d2o, dizendo que devo ao Cajurubeba a minha
vida, porque nio e meu estado snteri'r nao era
vi ver, mas, a continuar, en teria em breve da iuc-
enmbir ; e b'je me acho tortee robusto, entrrgao-
do-me as michas oceupnedes, sempre alegre e ia-
tiefeito.
Aceita V. &., como brmfeitor da bomandade, os
vote de gratidio do de V. 8. attento venerador e
criado agradecido.
Verteutes, 24 de Junbo de 1887.
tfaooel Jos Barreta
(Do Pai da corte )
PofodaP;nelIi
Procratama da baadelra .no-
venas de Somm wenhora da
ade
No da 23 do corredte teri lugar o baateameoto
da bandeira da excelsa Virgem da Sade, a qual
sahira da casa da Etma. Sra. D. Adelaide Neves
Baltar, juisa da festa, que nao tem poopado esfor-
cos para ser fet com todo o brilantiimo e pempa
de tio ezcelia Virgem.
Hasteado o estandarte daSanieseguir se-hi
um bf-m elaborado fogo de artificio intercalado
de balSes, fogos de bengala e morteiros.
De 24 de Janeiro a 1 de Fevereiro tero lugar
as novenas cem a decencia e pompa dos annoe an-
teriores.
Em todos os actos a czccllentc banda de polica,
tocar as melborcs pee.a do aeu repertorio.
O programa da festa sera
blicadn pela commissio.
opportunamente pu-
Dr. Helio Gomes
Medico parleiro operador
24-Eua LBrga fio Rosario- 2*
Onde tem seu consultorio e rcaiiencia, receben-
do chamados e podendo ser procurado i qualquer
bora do dia e da noite. Dedica vi cm eapeciali-
dade a parloi, molestias de ienhora$ febre, syphi-
pt. ofecedetpulmonares eestreiljtntnto da uretra.
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Lisboa e Porto.....
'rincipai-i i'iladee de Portu-
gal........
Sew-York......
Do EaLMB Smk :
Londres........
.-'ana. .......
Italia........
Qamburgo......
Liboa e Ports ....
'riacipac cidadei de Fortu-
gal. .
.na dos coros ....
liba da Madeirm ....
No-York.....
!<0 d/p ota
MI'. M 1/1
388
217
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391
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219
2*070
UOdJv vta
24 1/2 4 1/4
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391
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21
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4 1/2 24 1/1
38S
481
217
391
391
486
219
224
224
4070
tea:
Jarea iog. Beasie Uarkbam, para earregir
aqni, com destiuo aua Estados Uuidos, aesucar a
13/6 e 5 /,.
Barca ing. Algeria, para carrrgar na Para-
brba, com destino a Liverpool, em direitura, algo
dio a 5/16 e 5|(.
Vapores deapaekadas
Vsp. nac. Marque* de Caziag, para :
Mac.i : 507 fardo* de zarqne, 150 caixaa com
aabS, 60 ditas esm saboneta e 4 ditas com velas
stearnss.
Peoedo : 75 fardos de xarque e 30 caixas com
sabio.
Estancia : 183 fardos de xarque.
Laraogeiras : 115 fardoi de xarque.
Bab>a : 100 laccaa com algodo e 12 inolbos de
palba de carnsba.
Carreg. diversos.
Vap. nac Parabvba : 1 caiza com oleo de mocot
Natal: 162 fardos de xarque.
Camoi'jim : 5 barricas, 52 e 25j4 com assucar
branco.
alaco : 13 fardos de xarque e 1 barrica com
bolacha.
Mossoi: 1 caixa com fumo.
Acaraba 9,4 barricas com a.iue.r oranco.
Cear : 282 fardos de xarque.
Carreg. diversos.
Vap. icg. Almaodine, para :
Liverpool : 15:140 saceos com assucar masca-
rado.
Carreg. J. H. B.WI.
PUeho uiuurnarqu.-z
(inmle do Sul.
Patacho n irueguense Anne Elyeabetk,
tevide.
Patacho -iuamarqu'i Harr'.el, pira Pelotas.
PUebo americauo Ages Barloa, para Niw-
Yoik.
Vapor iuglcz Montreal, para Liverpool.
Vpor iuglez Sculptor, pira Liverpool.
\n.vio* descarga
Barca inglnti Arbulot, carvao.
Barca inglesii Miria. bacolbo.
Barca portuguesa Allianca, varioa geceror.
Facuna lorutguense Rtform, zarqne.
Escuna infiel Perey, ba>'lno.
Lugar hllemao Allemania. varios gneros.
1'ntg.^llV .ll*2tt T> V*Hrn. Ttirqnn
Patacho inglcz Robim, bacalho.
Importa cao
Vapor nacional Mandos, entrado dos
portos do norte em 23 do corrate e con-
signado ao Viseonde de Itaqui do
rcanifestou :
1 caizSo a Rodrigues
mineraes de
Pontevedra na
Aguas alcalinas
Mandarlz em
Hespanha
F.8PEC1ALIUADES I'ABA
Mol atina do estomago, taes eomo : dispepsia,
gastralgia, catharro chrooico do estomsg.--, ulce
ras simples.
Molestias dos inteetin 'g, taes como : .rnfarta-
mento do figalo, ictericia, calcuioa biliares^ diar-
rba chrouica, etc., etc.
Molestias das vas urinarias, taes como : dias
teses ricas, catharro vesical, diah.tea saccarina,
albuminuria e gottw.
as anemias, chlor sis, paorisaia, prunigoa e
ddroa artrticas e entras muitas m.-K s!i-:s.
As aguas alcalu'>s de M ludaris uascem de ro-
chas granticas na temperatura de IV ccn'igra
d. s. eio raras, incolores de eh-iro parec lo nm
pones aos de ovos c -sidos, sabor sjMBHsW, produ
lindo um ligeiro aab.ir picante na uu-mai de to>
mar-se. Ellas sSo clasificadas no uum-ro da-
alcalinas o bi-carb matadas de s.d*
E ouico depositirio em Peinunboco o Sr. Auto
uio Affouso Siui a ealaOcleciJu ra Viseonde
de G<-yauna n. 1.
Collegio de Santa Lucia
Para o sexo femlnlno
Desde o dia 7 do correte que est func-
cionando as aulas deste ounceituado colle-
gio, sito a ra Duque de Caxias n. 70,
2* andar, j to vantejosamente conbecido,
onde se da esmerada educocSo propria do
s xo femenino.
Pelo seu pregramma p3o admittidas alum-
nas pensinalas, meio pensionistas e ex-
ternas.
1 caixo a Monbard
Mor te,
de Fa-
Huber
Borrachs
na & C.
Chapeos
AC.
Pipis v&j.s 30 a Amorira Ir nos & C.
15 a Antoni < do R-'go Lima, 15 a Elias
Soarea.
Sola 12 rolos a Pcreira Carueiro "Id C.
Patacho allemao Allemania, entrado de
Montevideo cm 21 do corrate c, consigna-
do a ti. Luudgrcu & C, manifes'ou :
Farinba de trigo 620 saceos.
Farello 1,700 saceos ordem.
o
Navio despachado
Pat. all. Antelnpe., para :
Montevideo : 330 pipas, 15|2 e 125(5 com agur-
dente.
Caneg Pereira Carnero & C.
l*auta da llfaodegn
Smiusu ub 23 a 28 oa jakiso oa 1S88
tVide o D aria de 2 de Janeiio
joiaeaa de issuear
m 23 na jamao db 1888
.4. Anmalo Commerotai Agrcola, io Creos soalzo, i>a*ve o agricultor, por 15 kilos :
ana Pinto.....
Colonia Isati. ....
Forbioa pu, ^trisad 2400 a
Hunco 3 a ujier o.- *600 a
3.a boii ... 2dOO a
. 3.a tegamr 2*000 a
{kaaeaos ....
Useavado j il;
2*700
2 80.)
2*d0
*70O
2*400
1*70U
l*X)
Navios a car^it
Barca portogoeza Novo Silencio, para Lisboa e
Porto.
Barca portuguesa Quitea, para Lisboa e Porto.
Barca ingle a Erminia, para Liverpool.
Barca americana Coryphene, para Estados Uni-
dos,
Barea norueguense Loveland, para Estados-Uni-
dos.
Barca americana Hadson, para Estados-Unidos.
Barca aPeniS Si'ius, para Estados-Unidos.
Barca ingli a* Ranavola, para ,e Para.
Earea norurguense Bondevenen, para Estados-
Unidos.
Barea ingles* Be ie .tfartWm, pira Estados
Uoidcs.
Barca pai tugaez> Lope* Duarte, para Lisboa e
Porto.
Dscuna dinamarquesa Express, para Rio Grande
do Sul.
Lgr o clona! Lo'io, para Rio (hande do Sul.
Lugar nacional ^gu'aAa, para Rio Grande do
Sol.
i 4rr bollandez Leemhiri, para R o Grande do
Sol.
Ligar ingles CCuho, par Liverpool.
Lagar ingles Boa Lynch, pura Ea<*d>s Unidos.
.Liig-r nglsz Blanahe. para NwYoik.
Vapor in >lez Estrella, A-entrado do Rio
Grande do Sul oa raesma data e consigna-
do a Pereira Carnero <& t., raanifeateu
Aniagem 25 saceos aos consignatarios
Amostrae 3 volutnts a diveisos.
Caf 140 sacos a Joaquim Ferreira de
Carvalho C, 108 o Teixeira & Miran
da, 38 a Jos Joaquim Alves & C, 25 a
Vicente Vioira r& C, 50 a Fr.'ga Ro ha
& C.
Calcado 1 caixio a F. Ramos .t Silva,
l a Frederico & C.
Cognac i caixas a Araujo C stro & C.
' !nulinma,-o 71 tardos a Browns db C.
Fumo 122 voiu i.i s i Xavier de Siruae
& IrmSos, 10 a A. Machado & C*, 1 a
P. Valente & C, 12 a Jos Antonio dos
Santos, 37 a Azevedo <& C, 10 a J. B.
dos Reis & U., dito em fola 20 fardos a
J F- Leite.
Maesas alimenticias 20 caixas a J. J.
Alves 4 C.
Mcrcadorias diversas 23 volumea aos
consignatarios.
Padno de algod&o !5 fardos a A. Lopes
A C 15 a Cramer Frey & C 20 a L
A. Sequeirt, 27 aos consignatarios
Roupa 1 caixa a Julio de Aaevedo.
Vinho 2 {lipas e 33 barra ordem, 5 a
A. J. da C. liveira, 120 u A. Castro &
C., 10 caixis a J Ramos & C.
Vinagra : 0 barris a C. A. Barbosa.
Vilros lo caixas a F. Gu'maraes & L'.
Xarque 00 fardos a viuvaCunhaGcnro
& C, 15 a A. J. Soares & C 75 or-
dem, 348 a Maia & Reseude, 50 a F G
Leal, 30 a Mello 4 Irmao, 50 a J. Piedi-
de-d C, 250 a Moura Bargas & Q;, 50
r Pareira de Carvalho 4 C.
Burea portuguesa AW.anga, entrada do
Rio ile JaB'r em 20 do corroatM a con
signada a Jos da Silva Loyo 4 Ftllio,
manifestou .
Barris vesios 200 a A. A. da Silva, 50
ordem. ,
Barricas !00 volums a F. ftfbeiro Pin-
to GuirarSos 4 C.
Pipai valias 60 u Aniceto A da Silva.
Vinno 1 oip* e 22 barris a Augusto,
Figueiredo & 0., 10 a Joaquia" Ferreira
de C*rvalhc.
ExportacAo
MnOTB. 21 DB JAXBIKO OB 1Ha8 '
fara o estertor 3
So vapor inglrt Sculptor, carregaram :
Para Liverpoi'l, J. Pater C. 3 000 saceos com
225 000 kilos de assucar umecavado.
No vapor ing'K'z Montereal, cai'rpgaram :
Para Liverpool, J. H B uwei! 400 sacca com
29,578 kilos de alenda> ; AO-, Stem dt C. 102
cace*a com 7,624 kilos de a'goUo.
No lugar in;let Blanche. carregaram :
Para Sw-York, P. Ca odi Pilhj 2,030 aaccos
com 160,000 kilos d assucar inaaesvado.
= Na barca americana Coryphene. carregoo :
Para New-York, M F atoara 1,016 saceos com
76,200 kilos de assucar mascavado.
No vapor americano Adoance, carregaram :
Para New-York, H. Lundgriu i C. 7,400 pel-
Ic do cabra.
Na barca portugueza Sovo Silencio, carre-
gou :
Para o Porto, D. J. da Silva Nogueira 6 barris
com 960 litros de agurdente.
Pora o interior
No lugar holln Ji'z Letmhttis, carregou :
Para o Rio Grande do Sul, J. Borgea 420 bar-
ricas com 34,507 kiloa de asaucar branca.
No brigue dinamarqus .1/im'e & Mirte, car
regaram :
Para o Rio Grande do Sol, A n irim Irmios &
C 250 barricas com 19,292 1|2 kilos de assuca
branco.
Na rsenna noruegnense tieform, carrega-
ram :
Para Porto-Alegr-1, Amirim IrmSia & C. 100
barricas ota 7,500 kilos de assucar masca vado e
250 ditas com 18,750 ditos de dita branco.
No vapor ingles Betsel, carregaram :
Para Santos, P. Carnero 4 C 0 I saccas com
36,006 kilos de algodio, 160 aaccoi com 9,00 <
kilos de aaaocar branco e 350 ditos com 21,000
ditos de dito mascavado.
No vapor nacional Mandos, carregaram :
Para o Rio de Janeiro, L A. da Cuta 10,000
cocos, troets ; B. C. Monis Vieira 10,0r0 cocos,
fructa.
Para Babia, S. G. de Briio 100 barricas com
11 450 kilos de assucar branco.
No vapor americano Adoance, carregaram :
Para Para, T. de A se ved o s_.ua a 4 G barricas
com 20,500 kilos de asaucar bruno ; P. Alves &
C 160 barricas com 6,108 k:los de assucar branco
e 80 volumen com 3,400 ditos d'- dir refina 1 > ; S.
G. Brito 800 barricas com 19,500 kilos de a.sucir
branco ; Vio va de Manoel K. Marq i e 4 Filho
300 barricas com 20,278 kilos de assucar branco;
J. A. Pinto 250 barricas com 16,520 kilo* de
assucar branco
Collegio Meira
Este Collegio, que contina a funecionar
na ra da Imperatriz n. 63, abri suaa au-
las hoje, 9 do corrente mez de Janeiro.
O director deste Collegio, abaixo assi-
gnado, convida aos p.; de familias, que
desejam o real aproveitamento de seus fi-
lhos, h confial-os a srua cuidados, gar?n-
tindo-Ibes o maior interesse pela educaco
delles. O lado moral da educacjla de seus
alumnos, do mesmo modo que o iotellectual,
Ihe merecer sempre grande iutreese.
Alm dos preparatorios exigidos para a
matricula Das Facultades do Direito, en-
einar-se-ha tambem a traduzir e fallar a
lingua alletnS, ficando a regalicia da res-
pectiva cadeira a cargo do Sr. Algernon
Sidney Schiefler.
O resultado do3 exames prestados no
fim do anno prximo fin lo, na Faculdade
do Direito, pelos alumnos do Collegio Mei-
ra, B0 a prova m\\3 c|. quente em favor
daa vantagens que offerecem este Collegio.
Assim que,
ram presta los
passedo por alumnos deste collegio, smen-
ta 3 foram mal succtdidos, mereceniio
dous delles distinecao e sendo plenificados
22 e simplificados 19.
Contina a funecionar a aula primaria,
que poder receber alumnos da mais tenra
idade, pois dirigida por duas filbas do
director, dxs quaes urna slumna de ter-
ceiro anno da Facullade de Direito do II-;-
cife.
Almitte/u-se pensionistas, meio pensio-
nistas e externos.
E'ri os eX'>rcicioa physicos, que tanto
i:onvm saude dos alumnos, ensinar-ss-ha
este anno a esgrimir rapada.
Tamben po-lcrSo aprender msica us
alumnos que o quizercm.
O enn n do allemAo e .ie msica ser
pago parte.
Ku-i da Imperatriz n. 63, 2* andar.
R O director,
Ascencio Mixervino Meira de Vasconcellos.
dentre 46 exames, que fo-
no/ fim do anno prximo
Casa Feliz
PRAGA DA INDEPENDENCIA NS. 7 E
DE ANTONIO A SANTOS PORTO
Aos lOOiOwwaOwQ
Venden da 2.a eztraceio da ll lotera 'itraoksaV*
hentem, 13 de Janeiro, a sorte da 1:0004 n: 1891,
a serte 5004000 o. 3123.
Tem ezposto venda oa sena
garantidos da 3.a eztraccio, a brn tais m !
Casa de Misericordia que a*
mente.
EDITAES
O Dr. Manoel da Silva K go. ulficial ala isasoisj
ordem da Rosa, jms de direito do 4* diatriasB
criminal desta comarca >io Reeift preasdealB
da junta apuradora do 2* diatrieto el-.-itoraJ a*
virtude d* lei, etc.
Paco saber a quem ioteressar poaaaa que ala
teudo no da 19 do corrente procedido a i pan si
de votos para depntadoa provincia*, cWaraM
eslava deiiguado, em virtode d* falta do vio sTs?
actas e e mais u-.cesaario para poder tniireiassar a
junta apnradjra, resolv adiar a messaa aparafJBB
para o dia 24, ao meio da, do paeo da Aaava
Provincial, onde devsro compare*, r
denles cas respectivas inesas el. iUtrne*.
E para constar mandei patsar o puaona
ser publicado pela impreosa.
Recite, 21 de Janeiro de 1888.
Manoel da S !va Regr.


Bclfe l>ritlhaii-
dia 2 a 21 4:203*074
Ideo n. 23 794iU*3
4.9974117
-_
Mercado Municipal de **J los
j movuneutodesre UercaUc u di*s 21 e 22 J-
Janeiro tei o o<: Kntrarain .
72 1/; bos pasando 11,972 kilos, sendo de Oliveira
Cuatro 54 ditos de 1* e 18 1/2 de particula-
res.
431 kilos de peize a 20-reis 84620
83 cargas de laiioha a 200 reis 16Gi0
16 ditas o frustas diversas a
30(i ra. 44800
16 laboleiroa a 200 res 3f200
51 Suinos a 200 res 10J200
fu. un ocvupmdoa :
56 continuas a 600 ria 33/600
40 compart:men'oi de farinha a
50U ria 20^000
45 ditos de comida a 500 ria 224o00
341/2 ditos de legumes a 400 rn &34KUO
72 ditos de faaendaa a 400 r a 2S8O0
36 ditos dr> euino a 700 ris 2542' -'O
22 ditos de tressuras a 600 ris 13420o
2 i Ulhoa a 24 4)4000
6 ditos a 14 64000
A Oliveira Castro A C.:
108 talhos a 14 108400t
L>eve ter sido arrecadada nestrs
Ji- s a quantta de 3944520
Rendiinento do dia 1 a 20 do cor-
rento 4:1344760
Primeir pra^a
Por esta inspectora se faz publico, qn asi 11
horas do dia 25 do corrente mes, serio vrndsslsw
em praca, na porta destt repartie, 25 birria,
maica A&C v'odoi do Puto no pataco.j p>rtaj-
gnea Dous IrmSos, entrado eos 13 do erraid
mes, enntendo peizes em sal, pesando KejU'd? le-
gal 494 kilograuunas. ahaodooad^a aos dreitasj
por Josqnim Pelippe de Agoiar.
3a seceo da Alfandega de Pernamboco, 21 ala
Janeiro de 1888.-0 ebefe,
_______________________Cicero B. de Mello.
Correio gwal
Malas a expedirse hoje
Pelo vapor Afanos, esta dministracio ezpos)
malxs para os p>rtoa do sol. reeebendo hapteasaa
e objectos a registrar, at 1 hora da larda a
tas ordinarias at 3 horas oa 3 1)2
duplo.
Administracao dos correioe de Penuunbu ,
de Janeiro de 1898.O adminrstradoz,
Atonto do Reg,
Arsenal de Guerra
De ordem do Iilm. Sr. maior director, diatrife
ee costuras correspondente as guies de no 251
350, nos dias 24 4 28 do crrante mea. OntsosBam,
as referidas costuras so sero entregues a ara-
prias coa I u reiras.
S ccao das costures do Arsenal de Ouerra ala
Peruambuco, 24 de Janeiro de 1888.
Pe'iz Antonio oV AI ca tai
Alfe ea adjunto.
i
Oratorv...........
Ora..............
Perey............
Pracis..........
Quiteria..........
Raymond .........
Ranavola.........
f ra ..........
Ryoo .......t-.
Robn............
Siriua.............
Sequ-1......-......
Sculptor..........
Sw irdfiah.........
Soerdrup..........
Vaarbud
Samuel L- Jobnstoa.
Herma-n Laavigri fc C.
Mendes Irma A C
Hermano Lundgria a C.
Am rim Iraaioa A C.
A' ordesa.
Wiison Moas A C.
Aosorim IraOos A C.
Nieawver Caaa A C
JohnSIOB Pater Jt C.
Ponsecm A Inaos.
A' ordem.
araue! L. Jobas
A' ordrm.
A' ordem.
A'ordcai.
Poi arrecadado liquido at hoje
Precos do dia-:
Uirue verde de 320 a 480 ris o kilo.
Carueiro de 720 a 800 ris idem.
S-iinos de 560 a 640 ria idem.
r wriutia de 20J a 28J ris a cua.
Milho de 240 a 320 ris idem
feijio de 560 a 640 idem.
4:5294280
llinhel ..
UICZBIDO
Pelo vap. nac. Mantos, precedeute dos por-
to! do aorta, pira:
Francisco Qooc^iives Tones 2.538*000
Jos N >goeira de Sousa 800400 Martina Piusa A C 8004000
Prente Vianna A C 2.35400t
Maia A Resende 47f>4'KX)
azpanipo
Pelo vap nac Marques de Cazss, para :
Maeeio 2O.5OUJ000
Pmedo 3.0004000
Aracsj 79040(0
Pelo vap. nac. 8. Franciscc, para :
Moasor b.0004000
Maeao 1.0174720
Headluieolory publicas
A
Ronda geraJ
\)o da 2 a 21
Idem e 23
OH DB J/HEIBO
Alfanrieya
73O370497I
29:78143H3
760:1524254
EnsbareaeSe*. surtas na rorta
ent e 93 de Janeiro
WACIONAES
AVOS COHIOJUTaBIOS
Guahy............ Domiogos Alves Mathrus.
Ipojuca........... Compauhia Pemambueana.
Lojo.............. Loyo A Filho.
Lamego.......... (canboneira de guerra).
Mariuho XIV...... Loyo Pilbo.
Marinbo IX....... Loyo & Filho.
Mrquez deGniius Domingos A Matheua.
Viseonde de Itaqui do Norte
A. Oliveira Maia.
Companhia Pernambucana.
.Compaobia Pernambucana.
A. Oiiveira Maia.
L"yo & Filho.
ESTRANQEIRA8
AVOS COaSIOBATaBIOS
Annie Mare...... Baltar Oliveira & C.
Antelope........ J. II Boiwdll.
Arkutii........... Kmpresa do Qaz.
Aone Elysabeib-----f Maia A Rezende.
Agues Barton.. .,-. A'ordem.
* Algeria......... A' ordem.
Adiniral Tromp.... A' ordem.
Allianca.......... Loyo & Filbo.
Allemania........ Hermaun Lundgrin & C.
Besse Markham ... Hereira Carneiro.A C.
Bertha............ Hermaun Lundgrin A C.
Wakefield......... A' ordem.
Wel.h Oirl........ Johnatoa Pater A C
O signal indica'ter a emiisu-eaoao saaads
Vapores a entrar
mz na na ja ciao
Sul......... Adeonce........... b ja
Europa...... La Plata......... 37
Sol........... Bsp-nto Santo..... 7
Sul........... SuUf............ 28
Sul.......... Neva............. S9
Vapores sais
MBS DI JASZIBO
Man*.........
Aloanee..........
La Plata..........
Espirito Santo.. ..
Nevo............
Sul.........
Est.- Unidos.
Buenos Ayres
Norte, j.....
Soutbsmpton.
24 as 4 b.
*4 ia 4 a.
27 4a S fe.
27 s b.
29 4 1 b.
Manos
Osear.............
Pirapama.........
# S. Francisco.....
Taborda..........
Zequinha..........
Renda provincial
!>o dia 2 a 21
dem de 28 '
181.0454841
10:651 i 302
------------------141.5971143
Somma total
904:7494397
23 do Janeiro de
Segunda seecao da A'fandfg
1887.
O tbesooreiro-^Horene'o Domiisyuer,
O eaefeda seecaoto se:*.
ereaedorla eral
Da dia 2 a 21 27:669481
Moas da 23 299.'930
27:9694749
Berebedorla proviuclal
Do dia 2 a 21 76:827 i247
!d ib ct 23 8:7194435
80:546/682
Bolgen..
Beltres...........
Bondevenen .......
lie-ael Markham....
Bortba Anderson...
Clutba ............
Coryphene.........
Charles R. L wis...
* CeriJig.........
D. Pedro..........
D.us Irmios.......
Elyse Hoy........
Eiminia...........
Gzpress...........
Eva Lyr.cb. ..
Hermano Laudgrin A C.
Johoaton Pater a C.
Hermaou Lundgrin & C.
Blackburn Needhan A C.
J. H. Bozwell AC.
Blackburn Needhan A C.
A' ordem.
A' ir. m.
Johnston Pater A C.
Pereira Carnero A C.
Silva Quimaries di C.
Wils -n Sons A C.
A' ordem.
Hermaun Lundgtin A C.
Johnston Pater & C.
Ethel............. BorstclmannA C.
Encaro cao....... Amorim IrmSos A O
Estrella'.......... P. reir Carnero A C.
* Fraoziska....... Hermanu Lundgrin iJ C.
Fonthill......... H. Burle di C.
Qrid............. Herm-iuu Lundgrin A C'
U lene............ Hermano Lundgrin A C.
Hendeik R. L..... Hermaun Lundgrin A C.
Huds'oo........... A' ordem.
Haraooia........ Hermaun Lundgrin A C.
Hirriet.......... A'ordem.
Johanna......... A' ordem.
Kathleen.......... A' ordem.
Lovetand.......... WiUon Sons C.
Lillian........... Heury Forster & C.
Lopes Duarte...... Am rim Irm&JS A C.
Latimer.........c. Amorim Irmios A C.
Montreal.......... N J. Lidistone
Maria............ Mea Jes Lina A C.
Margmh......... A' ordem.
Novo Silencio...... B.ltar Oliveira A C.
\atis<< n enlrnr
Colmaba.......... New-Port.
Conatance......... Terra Nora.
uz.............. Nw-Port.
Daily............. Baltiaaota.
Eldra............ Terra Nova.
Edina............ De Cardiff.
Fredig........... De Cardiff.
tloviineoto do parta
Navios entrndos no dia 22
Pelotas 22 dias, escuna norneg
So.-r-lrup, !< 147 toneladas, cap rao O.
Olaen, equipagem 6, em lastro, a Ans-
rim lrmZos & C.
Buenos Ayres-38 dias, barea agios
Bertha Anderioa, de 544 toseladas.
capiUo R. Thomson, equipagem 11,
em lastro, a Bozwell d C.
Sakidos no mesmo da
Montevideo Patacho allemAo An'elope,
capitU) I. Petas, carga agasrdaste.
Entrados no dia 23
Bdanos e escala 13 diaa, vapor
nal Manos, de 1,999 toneladas,
mandante Guilhenne Waddington, eqoi-
pagem 'O, carga vsrios generas, as
Viseonde de Itaqui do Norte.
Liverpool 33 dias, galera inglesa Latt-
cmers, de 1,734 toneladas, espitas J.
Robertson, equipagem 28, carga
gneros, a ordem.
Baha e escala5 1/2 das, vapor nacio-
nal Guahys, de 250 toneladas, eos-
mandante Joaquim Martina dos Santos,
equipagem 24, carga. vrios generas,
Domingo* Alves Matheua.
Maco 10 dias, hiato nacional B-a Jo
sus, de 85 toneladas, mesire &e-
mantino Jos de Macado equ-pigera 5,
carga v. rioa gneros, a Maaocl Joa-
quim Pesada.
Sahidos no mesmo dia
Maco Escuna alloma Francisca, _-
pito F. C. Duok-r, em lastro.
Baha e escaloVapor nacional sMarsjasn
de Caxias. commandante Jos Jocsaim
Coelho, carga varios gneros.
Maranhao e escalos Vapor oaciosal 3.
Francisco, commandante Voqsios da
Silva Pereira, carga varios generas.
Rio Grande di> Norte Brigm ingles Cs>
redigs, capitao James Evans, .alastre.
Estados Um losi-Lugar ingles Foutbj ,
capillo E- Morgan, carga assucir.
PsrahybaBarca ingl- z c Alegra, ca si-
tu J. \V. Dkin, em lastro.
Maco-Lugar norueguenaa cBracis, os
pitio J. L. Marcbmsen, en lastro.
Parabyba-Brigua noroegu-.nse tRyao,
capit2o F. Sweosen, em lastro.


i-

\r
li
Diario de PernambucoTcrca-eii* 24 de Janeiro de 1888
unnasio Pernaiubiicino
Em 15 de Janeiro de ISSS
Pela secretaria do Gymnasio Hernambor&rio te
declsra aos senhores paes de familia, e e quero
mais interessar posas, qoe a bbsrtme solero ti? do
cura acientifico e literario ter lagar do din 3 de
Fevcruiro prnximo vindouro, e desde ji so i cha
.aberlt a nscripci di matricula pura aqat lies
Iae pietenOrrem estadar tts srguintes disciplinas :
litigan Daciooal.
Dita latina.
Dita francesa.
Dita ingle.
Dita allemi e italiana.
Geog-sphia antiga e moderna.
Historia sagrada antiga e moderna.
Geometra e trigonometra.
Ariibaetica e algebra.
Philoophia.
Rhetcnca e potica.
Histeria e cborograpbia do Brasil.
Scien;ias natoraea.
O corpo drenlo do instituto cotnpstn de 19
profesores, occQpando-se cada om dilles tmente
com u materia ensinada em suu respectiva ea-
deira.
Serio admitidos no Gymnasio alumnos nter-
09, ni' io p nsioniata* e externos.
Os pensionistas suaidiro no instituto, tend di
reito le eetadar a serie de disciplinas do qun se
cono pos o estadio scientifico e Iliterario do Gyin-
aasio, de cooformidade cora o programis cstabe-
Ucido ; a ser alimentados sadia e abuiidatitemt'n-
leea ser tratados em suaa- pequeas entermida-
dea. CMnatitnto fornt aera anda medico, melica-
B'ntoj, Chara, mesa, yadera, lus, certe de cabel-
lo, goArdanapo, lavatorio, bauho e msica.
Os in^io-pensionistas se presentara no etta-
beleciinento nos dias leetivos, a horas em que as
salas ae abrrem, e desde ento al serem encer-
radas tarde: sao equiparados a> a pensionistas,
-oanto .ios eetud'ia, alimen'aco e recrco.
Os uliimnos externos t te< m direito s lines e
expliciicJes dos respectivos pr< fessores.
A pensao anrnal de 3C0* que pag*m ca alun.-
a s internos do Gymnasio, se cobrara pelo auno
lectivo Bornete, dividida etn prestecoes de 1(04
cada cma ; c"mecand< a primeira e n Fe vi reir, a
segunda em Maio e a torceira em Ag ato, e termi-
nar no fiui de Novembro.
Para oa Muirnos de instruc.'o primaria qoe
ievcm be ach-r no c9tabelecimento no dia 16 de
Janeiro, a primeira pres'acilo ser antecipadasero
augmento de p-nsio.
< A pensio annual dos meio-peneioniatas, ser de
idOt em tres pr. ataco s a> 6'*sS cada ama, ifl-e
tuada a cobrauca do meem> modo que par;. 3 in-
ternos.
Oa > himnos otemos de qun'quer categora pa-
gnii na entrada e por urna t ver, ama fofa de
20/ ; dous irmaos 304, sendo l'ig por cad 1 um e
nao haver mas augmento de joia crescendo g
somero destes.
0 Instituto encarregar-se-ha da lavagem da
ronpa jos alumnos internos qoe nlo tiverem qu-m
a faca per fra, e iato mediante 154 em cada pr?s-
lucio. Este pagamento se far de modo idetico
*o da oenso r. cnijpnotami'nte core elle, dando di-
reito os concertos das" pecas arruinadas do en-
xoval.
As clegpcxas com livrns e mas objectos iodis-
penauV''is para a raeriptnracio, correm p t cinta
dos altamos internoa ; 1 evendoseus pus oa quem
os representar deixar quan'ii snfficieute para esse
-Aroeciment.
Os exrernos e teem direito s licoes e explica-
$5es das materiaa ensinadas no curso, quaesquer
qoe ellas trjara, pagando apenas no acto da ma-
tricula a laxa igual a qu psgam oa aiumnes ao
eollegio das artes.
O secretan-',
Celso Tertuliano F. Quintella.
Santa casa da misericordia do
Recita
Por cata se retara silo chamados os prente ou
protectores das menores abaixo declarados par,
t o dia 20 d> Crrente, apresental as no eollegio
das orphs, hfim de serem ah admittidas, visto
serem as primeiras inscriptas ao respectivo qus-
dro :
1 Acidia, filha de Ftl amina Chrislina das P^a-
SM.
2 Hara, sobrinha de Frano Martina dos Sao-
tes.
3 Casimira, iden dem.
4 Avelina, idera idem.
5 Elvira, fi ha de Baymunda Julia de Pao la
Neves.
6 Carolina, idem de Anna Mara Juliana Pa-
trulle Mooade.
i Aonr, idem d* Candida O'vmpia de Medeiros
Araoj-x
8 Alejandrina, dem de Philadelpha Hrrmma
Corris de Barros.
9 Idalint, idem de Mara Francisca Salgado.
Secretaria da aanta casa de misericordia lo
Reeife, 5 de Janeiro de 1888.
O eacrivao
Pedro Itodrgnes de Sons*.
London & Brasil ian Bank
Limited
Roa do Conmercio n. 32
Sacca por todos 01 vapores sobre as ci-
xas do raesmo banco em Portugal, sendo
ero LisbO-, ra dos Capellistea n. 75. No
Porto, ra dos Iogleaes.
Conipanhia de Sepros
ieliaU it Jiisib^
AGESTE
Miguel J'iis Alves
\.-Huttli>BJp'a-\.
SEUftOS MARITU108 E'TERBESTRES
Nesies ltimos (0511 mpanhia nesta
pracaque conced- aoa 8r sjrur'.'l s isempco de
pagamento de pienii.1) em ra a>-iiirio anno, o que
equivale ao deeeo '- nu! 1 cerca de 15 por
cento em fvor d.s 1*45ufad' s. __________
Ct)mpanl)ta >e Seguros
G01TTHA rasa
N0RT1RN
de sLondresu Aberdeon
Posifao financeira (Dczembro de 1885)
Capitel subscripta 3.000,000
QFundos aocuraulados 3.134,348
Keceita annual:
De premios cootra fogo 577,330
Drt premios sobre vi las 191,000
De juros 132,000
O AGENTE,
John H. Boxwell.
EMPREZA ARTSTICA
BSI
de
ZARZUELA E BAILE
H0J3
Tenja-feira, 24 de Janeiro de 1888
.fMkClTAa, E,XTR\OUDlNrVlMA.
BENEFICIO
Da prioieira tiple absoluta a Sra, D.
1. A applaadida zarzuel mi 3 actos
CAMPANONE
iza da zarzuela
Las Hijas de Eva
2.*Grande romanza da zarzuela
Csntai!o>pela beneficiada.
3.0 bailado bufo :
. EL TYPO BURLADO
Nao se repaitem localidades domicilio
llavera Irens para Api pucos, Olioda, lie be rl be
para Hagdaleaa, Afosados, santo Amaro, remandes
Reclfe.
-)<-
Ficq aberta urna assignatura de O recitas ultimns
e bonds
vielra e
:0STSA FQ&0
Tiio Lierpool & London & Glole
INSUHA1TGE CDMFA1TT
lihirkliiiin. Needbaiu& 0,
Ra do Comoicrcio n. 3
C6
SAO
&
9:000.000 de libras sterlinas
AGEHTES
AdamsoD Howe k C.
em casa do
SR. JOHN H BOXWELL
26 Ra do Commcrcio 26
IDEMMSAOglwr
martimos e terrkstres
Estabeleclda rnlS85
CAPITAL l.OOOKWO
8INITR0S PAGOS
At 31 de Dezembro de- 1NM4
Martimos..... M.O.OOOSOO
Terreslres.^.. 3I6:000J000
44 Ra doCoiniDercio 44 -
Vejam-se os programmas.
p
O Instituto Archeolo^ico e (ipographico Per-
ammbaeano celebra o 2G. anniversara de sua
installf cao e o 234.* da restaaracilo de Pernaca-
'"neo d poder bollandex, no dia 27 d correte, a
l bora da tarde, ni edificio da escola modelo.
Sao convidados para seuieIbante fim, em sssea-
l gem, todos os soci s benemritos, bonors-
ri:s, esctivos e correspondentes, que se achare
resta eidade
>^As pees>as que quiterein honrar a sestio coto a
sast aotorisada palavra, dev< m previamente en-
tender s' coin o 1* secretario para este provideo-
eiar ni forma do srt 28 das 'S tata tos, nltma
arte.
A palavra ser dada :
l* Aos oradores do Instituto .
2* Aos orsdores das commissrs presentes.
3* Aoe cavalleiros qoe se honverem inscripto,
fgtecrotaria do Instituto Arcbeologico e Geogra-
rhrco Pernambocano, 22 de Jaoeirs de 1888.
Joao Baptista Kegneira Costa,
1* secretario.
CoiDpaohia de edic^o
Cemmooico aos senburea i.ccionstas, possuido-
read9s ar(ocs de nmeros abaixi, qoe findoo hon-
lem o primeiro praao a que relere-ae o art. 8 doa
estatu oj, e qoe por torca do tnesmo artigo Ibes
marcado novo praso de 3(1 dias, cootados de hi je
a 23 de Fevrreiro viodouro, para realisarem a
aooa presUco, me iiau'.i o juro do 12 0,0 ou
1:200 ris por accio.
633, 931 a 970, I26 & 1255, 1446 a 1455. 1536
4 1595, 1706 41715, 1746 1725, 1816 i 18*5,
1851 A 1865, 1991 i 19W, 1856 1860, 557 a 581,
M8 & 621, 648, I23G 4 1245.
Oecite, 24 de Janeiro de 1888.
Ricardo Meoetea,
Gereute.
iM-orial
Seguros contra Fogo
ESTi 1803 -
Edificio* e mereadoria$
Tacas barxas
Prompto pagamento de prejuizoi
CAPITAL
RS. I.001:000000
JsssssssM
IBOWIII sft C.
N. 5-RUA DO CQSIMERCIQ-N. 5
MARTIMOS COMIi.4 FOGO
Companhia Phenix Per
nambiieaua
RA DO COMMERCIO N 26, f ANDAR
BADCO INTERNACIONAL
DO
Capital
BRASIL
.0,000:000*
PROJEGTO DE INSCRIPQAO
Para a tercera corrida que se realisar
Domingo, 5 de Fevereiro de 1888
1. parco Consolbci800 metros. Anim>es da provincia que ainda nao te
nham ganho. Premio : 100|J000 ao primeiro, 20)J000 ao eegundo e o terceiro lvra a
entrad*. Entrada 100000.
2.* pareoProgresso 1,000 metros. Animaos nacionaes. Premios: 2000000
ao prioieiro, 400000 ao segando e o terceiro livra a entrada. Entrada 200000.
3." pareo Olyrapio LoupAndares Grentlem&n-ri lers 3,200 metros. Pre-
mios : ao primeiro, ao segando e teroeiro objectos de arte. Entrada 200000.
4.* pareoDr. Goncalves Pinto1,000 metros. Animaes da provincia. Pre-
mios : 1500000 ao primeiro, 300000 ao segando e o terceiro livra a entrada. Entra-
da 150000.
5. pareoDr. Beltrao1,000 metros. Eguas da provincia at 5 annos.
Premio 1500000 ao primeiro, 200000 ao segundo e o terceiro livra a entrada. En-
trada 150010.
6. pareoPrado Pernambucano1,600 metros. Animaes de qualqoer p&iz.
Premio.: 4OO0OCO ao primeiro, 1000000 so segando e 500000 so terceiro. Entrada
40$000.
7.o pareo Abolilo800 metros. Animaes nacionaes. Premios : 2000000
ao primeiro, 400000 ao segundo e o terceiro livra a ntrala. Entrada 200000.
3. pareoComroendador Luis Duprat-1,000 metros. Animaes da provincia
Premios 1200000 ao primeiro, 200000 ao segundo e o terceiro livra a eutrada. En-
trada 120000.
A inscripcao encerrar-se-ba no dia 30 de Janeiro, s 5 horas da tarde, no
Prado.
Nenhum pareo se realizar sera que se inscrevam e corram pela menos tres
animaes de propietarios diffrentes.
ilteciA, 19 e Jauclru e 1000. *
O GERENTE
Marcolino Rodrigue da Costa Jnior.

Projecio de inscripcao para as corridas a p e a
velocipedes qoe se eliminaran
DOMINGO, 29 DE JANEIRO
Premios ao
1., 2."
3.'
idem.
dem reallsado I9,000:000
A caixa filial d'es Coa mera o n. 40, sacca, i vista ou a praxo, cen-
tra os segrales correspoi dente no estrangeir:
Londres......... ,'N. M. Rotbscbild ai Soos.
Irrrodaoi >e sisa Saastss Cstia oase-
guiri le predtoM
Roa do Imperador
Sobraco a. 24 83*533
Roa Imperial
Casa terrea n. 151 25JC00
Vise onde de Mbuquerque
dem a. 61 a**
Rus dos Burgos
dem a. 21 12*000
Cuadro da Dtenclo o. 1 6*000
Dit S. 3 6*000
Roa do Marques de Olioda
L-ja oo sobrado n. 53 83C33
Roa do Vi.rario Tenorio
! andar o. 22 15(>00
3 dito id.m v 12*000
Ra ila Moeda
Casa terrea n. 47 2>*(KK)
thta n. 49 rt*'**)
Roa do Amorim
Mea ...64 30*000
Roa da Madre de Deas
Ucmi, 10 80J>-0
Ra do Vig-rio Tii rio
! aada^ d. 25 30*000
2'ditc idean 25*1)00
S* dito dea 20*000
Paris...........
Hamborgp.......
'Berlim..........
Brmente.......
Frankfurt s/ Main
Antnerpia......
Rema...........
genova.........
aples.........
Vlio e oais 340
cidades de Ila^
lis..........
Madrid..........
Barcelona.......
Cadia...........
Maiaga.........
Tarragona......
V&leoci e oulrae (
-.-idade o Hes I
pttuba iibasl
Canarias ..... '
Lisboa......... \
Porto e mas ci-f
De Kotbschild JcFrercs.
Ututsene Bauk.
Baoqae d'Anvcrs
Banca Genrale e so
age.oci .3
Bar.uo Kjp<.teeari de
Espaiin e tu.s agf-o-
1. pareoCorrida raaa para homans150 metros.
objectot de arte.
2. ditodem para meninos de 6 a 10 annus cora vantagens, 100 metros.
Premiott ao 1., 2 e o 3. idem idem.
3. ditodem para horaens250 metro?. Premios ao 1.a, 2.* e 3.8 idem
4. ditodem para meninas de 6 a 10 annos cora vantagenslOOmetros.
Premioi ao 1 2. e 3r idem idem.
5.a ditoSaceos mvsteriosos100 metros. Premios dem idem.
. ditoVelocipedes204 metros. Premios idem idem.
7.a ditoorridss com obstculos 200 metros. Premios dem idem.
8. ditoCorda dos dous estados Premios : urna sorpresa bo lado vencedor.
9.a ditoCorrida rasa para homens600 metros. Premios: ao 1, 2.a e 3
objectou de arte.
As entradas sSo de 20000 em esda pareo.
As propostas deven, ser aposentadas em carta feubada e acqmpanhadas da
respectiva importancia ra do Imperador n. 83, 1.a andar, at 23 do corrente, s 3
horas oa tarde, e serli abertas em presenca dos senhores proponentes no Prado, no
mesmo dia, s 5 horas.
Recife. 19 de Janeiro O GERENTE,
ioreoZt'no Rodrigues da Costa Juniort.
dades de Por-l
)
l-.i'.r' *! Bauk ot toe Ki
V'!'- fttui, Liaaited.
Q. Arasink 4 C.
auilquer praca do impe
Banco do Brasil
pa se o 60* dividendo 4 raa.'.o de 9*000 por
aeca, i, roa do Commenic n. 6, riptorio de
Pereia Carneiro C
:i [i i e Portugal
dny.. ^encias.
tugal e ilba
Buenos -Ayres..
Montevideo....
Nova York....
Compra aaqnes obre q
rio e do estrangen.
Recebe dir.beiio em eorta corrente de movi-
mento com jurrsra lazao de 3a/* ao anno e por le-
tras;* praao a Joros conveocionados.
O gerente,
Williau M Webster
Estrada te Ferro de RibelrSo
ao Bonito
I): cid m da directora nsep aabc.r aus trs. ac-
codsUs desta empresa, q c amda nao realixaram
a 8* entrada d* auna uceo *, que fica-lhes marea-
do o praso de 30 di. a, a cot/iar do dia 31 deste
m' t, para fluctuar, m o pagamento da mesu-a en-
trada, com a malta de 20 *'o n" termos do n. 1
| 2 do art. 9* dos estatutos.
O acciooista que nai rcalisar suas entradas na
formar determinada, perder immediatauente em
beneficio d mpreea as miradas qoe ja teoba
feito.
Recife, 27 de Den mbro de 1887.
Jote Bellarmino r.iera de Mello,
Se'ritari: r'a duectoria.
C. mpanhia do icbc-
ribe
Previne se ao publico que vai abrir-se o novo
servic-i as ras Br3o de S Borja, Viacondo de
Givaons, travessa das Barreiras, concedendo so
ao mesmo novas r enras d'.goa.
Recite, 17 de Janeiro de 1888.
Ceciliano Mamede,
Director gerente.
Imperial Sociedade des Arlistas
lec&anicos e Liberaes
i De ordeno do conselho administrativo, eonvido
aos irmios que se acham de accordo com* o que
determina o srt 61 do car. 5* de nassos estatutos
para coaparecerem na sede de nossa sociedade
sexU-fr ra 27 de corrente, s 6 horas da tarde,
afim de reunidas em as-emble geral, se proceder
a eleieao dos nevos funccionarios, que deizou de
baver no dia marcado pela le por falla de nume-
ro, devendo esta ter logar com o numero que ccir,-
parecer
Secretaria da Imperial Sociedade dos Artistas
Mechanicos e Liberaes do Pernambnoo, em 23 de
Janeiro de 1S88. -01 secretarlo,
Paterniano Barroso.
Mesa geral
De oidem do irmao presidente, eonvido todos
os irmios da rmandade de N. S. da ConceicSo dos
Militar's, para ao rruoirem ni oiisistorio da nos-
sa igreja no dia 25 do correte (quarta-teira) pe
las b'.ras da tarde, afim de se proceder eleicio
doa njVis fnneciooaros que tecm de adminiatral-a !
no anno dj 18S7 i 1883.O .-ecr-Urio,
Qeroncio dantos Teizeirs. i
IARiTIMOS
Cuip&- hia Uradlelra de IVave-
gaco Vapor
PORTO DOSL
0 va^or Manos
Commandante L tentnte Quilhetme
Waddington.
' sp^rvlo dos portos do nor-
te a o da 'i de Janeiro ede-
pois da demora indispensavel,
.seguir para os pe-*-1* do sul.
rteccoe tauoem carga para Santos, Santa Ca-
[harina, Pelotas, Porto Alegre e Rio Orando d i
Su!, trete modic .
Para carga, passgens, uncommendas e valores
trata-se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTO N 9
limed Sutes k Brasil 1 S. g. t
O vapor Advance
E' esperado do* portos di aul
at o dia 21 de Janeiro depoie
da demora necessaria seguir
para
naraaho, Para, Barbados, S
l'homaz e .\ew-York
Para carga, passageus,eic iu nendas jdmber
a frote, traeta-se com ot
AGENTES
ileury ftwltr & C.
RA DO COMMERCIO N. 8
1 aiidat
CHARGEIRS REliNKN
Companhia Praneeza de Navega
?5o a Vapor
Linha qoinzenal antro o H.vre, Lis-
boa, Pe mam buco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos
0 fapor Snlly
Cummandante Voisin
Espera-se da Europa no dia
28 de Janeiro segurado de-
pois da demora necessaria
para
Babia, Rio de Janeiro e Santos
Conduz medico a bordo, de marcha rpida
e offerece exceHentes commodos e ptimo passa-
dio.
As passagens podero ser tomadas de antetnao.
Recebe carga encommendas e paesageiros para
os quaes tem exceHentes accommodacSes.
Roga-eo aos Srs. importadores de carg pelos
vapores desta linha, qaeiram a presentar te dentro
de 6 dias a contar do da descarga das alvarengas
qoalqoer recamneaj coneeraeute a volumes, que,
porveotura f. nham seguido para os portos do sul,
alim dv3 sf ^i'lcrem dar tempo a providencias
neceesarias.
Expirado o referido prazo a companhia nao se
responsab;lisa por extravos.
Para cara, passagens, encommendas e dlnhei-
ro a frete trata-se com o
AGENTE
Augusto Labille
9-RA DO COMMERCIO-9
Leil
ao
De fasendss, miedosas, perfinaarias, i
chapeos para boasssM shira
TERgA-FEIRA, 24 DO COftBESTE
Agente Pinto
No armazem da tna Marque* ie OKmim
n. 52
Constando :
De cretones, baptistas, br;os, slgodvea, i
lis, cortinados para ca nas e janellas. i
perfumaras e chapeos de diferente* sjeaatsess.
Le:lo
De
cerca
de
ROYAL NAIL STEAI PAiKET
GOIPANY
Vapor La Plata
E' esperado da Europa no dia 27
do correte e seguir depois da
demora necessaria para
800 saceos com farias do
trra
Quarta feira 25 do corrmtU
A'sll borss
No trapiche dos Sis. Arcelino Lima c C, aoe u- -
mseos da Compsnbia Penrassbejf
Fro um oo mas lotes 4 vootade dos ei
Por intervengan do gente
Gosmao
Babia, Rio de Janeiro Monte
video e Hnenov tvre.
0 paquete Neva
esperado do
sulatodia29 do
corrente e seguir
depois da demore
necessaria pars
Lisboa, Ylge e Soathampion
ReduecSo de passagens
Ida lia e volXa
A' Sonthampton 1> classe 28 42
A' Lisboa 1* classe t 20 30
Camarotes reservados para os pasaigeiros de
Pernambnco.
Paxa paaaageua, fretea, etc., tracta-se c< nj os
AGENTES
Auiorim Irmaos &C.
M. 3- RA DO BOM ESUS N. 3
Vapor Espirito-Santo
Commandaitte o 1 tenent* Carlos An-
tonio Oomes
E' esperado doa portos do sul at
o ,dia 27 de Janeiro, e seguir
depois da demora indispensavel,
para os portr-f'do norte at Ma-
nos.
Para carga, passagens ciioauaeudju e valores
tracta-se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTO N. 9
Cosnpanhla isahiana de navega
eao a Yapor
vonroo i^O SUL
Mocei, Villa Kova e Peneio
O vapor Guahy
Commandante Martina
Segu para os portos
cima no dia 26 ncir., ai 4 horas de
tarde. Recete carga
nicamente at ao 1|2
dia do reteridodia 26.
Para carga, passageus, encommendas e dinhei-
ro a frete, trata-se na
AGENCIA
7Ra do Vigario 7
Domingos Alves Matas
LlsVoa i Porto
A baica portuguesa Qu lera reerbe carga a
frete; a.in.iar com Amsrim Irmios A C.
Lisboa e Porto
Barca portngueza Lopes Duarte a recebe car-
ga a frete ; a tratar c m morim Irmaos & C.
Leilao
Agente Britto
Urna rica m billa de mo^no. earteiras
guarda loncas, estantes, 1 secretaria de
mesas, 1 mobilia de amarelio, 1 tear, sai
1 espelbo grande, loncas, escarradeiras,
lanternas, 1 cama de Jacaranda, 1 dita de
es, marqueoss, jarros, candi' iros de ke
gas carbnico, qninqnilharias e oatrss
existente i 4 rus de Pedro Alfonso 43.
i)uarta r.lra 96 do terrea'e
A's 11 1/2 horas
Leilao
De 14 rolos de fumo de GaranhMs
Quarta felra. f. do
AO MEIO DIA
O agente Gusmo far Irilio do fnaao s
cionado existente no trapiche da C tapsnbi,
ter lugar o leilao.
Leilao
QUARTA FEIRA, 24 DE JAHEIBO
Na ru de Lomos Valentinas n. 16
A's 11 horas em ponto
Vg-ene Martios
Competentementeanto'isado pela Sra. D. stiasls
lena Haria d Livramento qao se retira psura fV
da provincia, Uvar a leilao os segaste* .bjectoe :
1 mobil a de amarello cempost* de sof, a reirs,
censlos, cadeiras de balance, ditas (* gaaroseae,
1 cama fraaeesa, 1 marqnesio, lavatorio, esJssisa,
bancas, qnartinhrirss, espelbos, relogio, qoadree.
tapete, escarradeiras, mesas de jantar, sMsea paara
almoeo, dita para jautar, copos, garrafas, fagas-
ros, trem de casinba, ama iufinidade de objeetoe
que se torna enfadonho mencionar.
Ao eorrer do Martelro
Leilao
De 14 rolos de fumo
de Garauhuns
Quarta feira, 25 do corrento
AO MEIO DIA
O agente Gosmao, far4 leilao do fnaao asnas*
mencionado existente no trapiche da Cuaspasikssl,
onde ter Ingar o leilao.

Agente Brito
Do Ulna hnu aaaaa -.---- X -.... An TpOia BU 25,
freguesia da Boa-Vista, rtndendo Wt, eos z
salas, 2 qnartos, 1 saleta, coaiaam r. 1 ejsmrte
lora, quintal morado, esa terreno prcono.
sgente cima a mandado do Ulna, Sr. Dr.
jais do direito do comoeereio, esa sua prestases, a
reqnerimento do adnrinistrador da ssassa W alais
Francisco Paredes l'ort', vender esa 1-Ij a sv-
ferida casa.
Quarta feira 2b do corrente
A's 11 h.ras
No armazem da ra da Praia a. 43
Mi
Para
Seguir com brevidade para o porto cima men-
cionado, a veleira barca inglesa Rauavo'-a, de
primeira classe, por ter dous tercos de seu carre-
gamen'o prompto, e para o restante trata se com
seu consignatario.
Largo do Corpo Santo n. 9
De uat pianc, 1 mobilia, qaadrcs,etpelhos>
para flirts, rebgios, toilets, mesas redondas
deiraa de balance
Dnas camas de Erable, 2 coaamoJas. asarsf
cadeiras avolsas.
Urna mesa elstica, 1 goardi-looca, 1
de armario, 1 sof, 12 cadeiras, c .ndieiioa a
serpentinas, copos, loueas, vidros e
artigos existentes ai armasem da ra
Olinda n. 52.
Q Terca feira 24, deve ter lugar o leilao de fa-
sendss, mindesas, perfumaras c chapeos conforme
0 annnncio em ontro lugar.
Quinta feira 26, o de movis, loocas, vidros,
jarros para flores e milites outros objectos existen-
tes no armasem da roa Marques de Olioda n. 52
2. Leilao
N 6
De 7 casas terreas na. 20, 22, 24, 26,
28 30 e 32, sitas Ilha dos Carvalbos
(antiga roa Bella) em soL foretro,
TERCA-FEIRA, 24 DO CKRENTE
A's 11 horas
Hua do Imperador n. ''i
O agente Stepple por mandado e assistencia do
Exm. Sr. Dr. juis de direito da provedoria de
capellas e residuos, a nquerimento do testamen-
teiro e ioventariame levar a leilao as 7 casas
cima pertencentes a> espulii de O. Anna Zurich
Ramos.
Os Srs. preterldcntes desde ji p'd-m examinar
as ditas casas e para qualquri inf ima^So o mes-
mo agente dar.
2e ultimo leilao
Da loja de chapeos de sol sita ra de
Bario da Victoria n. 4, pertencente a
maesa fallida do Joao Rodrigues de Al-
meida.
Terca feira 24 do corrente
Jk'm 11 lloran
Constando :
Da armacao de son relio envidrajada, mercado-
riss, todas nevas, espelbos, cadeiras, fiteiroa e
utensilios.
O agente Gusmae, autorisado por mandado do
Exm. Sr. Dr. juis de direito do coramercio e a re
Suerimeoto do Dr. Curador fiscal da massa fallida
s Joao Rodrigoes.de Almeida, far leilao com
assistencia do mesmo juis, da loja cima aencio-
da.
Em om ou mais lotes a vontade dos Srs, cjro-
pradores. '
Qw'nta feira 26 do i
Agente Pinto
Em continuacSo vender-se ha aaa eavaiialM es
tanho, andkdjr.
Leilao
Da taverna, gneros, armario sssaa ala
cilios
PSste* do Paris* ss. 31 A
Sext-feira 27 de Janeirt
A's 11 horas
O agente Stepple competente mente i atavias
levar a leilao a taverna cima, ai asacas ssmis
cada o envernisada, gneros esa boas esta ate, j
rante-se a casa a qaetn ficar coca arssacao asa l
on mais lotes a vootade dos coospradojs.
AVISOS DIVERSOS
A!nga-9f- casas a SUX/0 no bees doa Cos>
sos, junto do S. GoneaUo : a tratar ja raneas
mperatris n. 56. _____ _
AMA Na roa Angosta n. 380, filias as
urna que saiba bem cosinbar.
Aluga-se o I andar da casa a. 13 4 na ata
Padre Munis ; a casa terrea n 40 ra s Dst
Jos de Martina caiadas e pintadas, test
tratar na ra eatreita do Rosario m. 16.
AMAPrecisa se de no
largo do Corno Santo n. 17, 3- aadar._________
~~ Preeisa-se de urna cosinheia ; na adaSt'
nj, sitio do commendador liarroca. ^^^^^^
Precisase de orna perfeita lusahsira ata
boa conducta : na roa da Matris ata Boa-Tasa
numero 3, _______.
-'Coioprl ae urna casa no bairre da
qne tenba 3 on 4 q uar tos e bxa qoiatal,
3:0004CO0, pouco mais n senos : al
rn& Duque de Caxias n. 90.
Vende-se nma padaria besa saoatask, ae *
tro desta eidade : qo-m prundi dirija se 4i
larga do Rosario o. 16.
Precisa-se de um caixeiro de Jasta ata 11 &
14 annos, quer com pratici on sea ella ; aa rea
da DetencAo n. 9. __________
soa

Lavaste ira e enaossa
Precisa-se nma lavadeira e
praca do Conde o'Eu n. 28, 1 aadar.
Aluga-se o sobrado de om aadar a.'
Augusta, com solio, 3 salas, qsantal, 8
gas, aluguel de 50*000 ......;
n. 9 4 roa de Hortas, coas 2 salas, 3 ajas
sin ha fra, alague! de 3S*1Sft
na roa Imperial n. 19, 2- auiar, as ra
Soledade n. 30. '
rtassee-
= Aluga-se o tereeiru
Imperador, est asKiado.
aadar a. 58,


Diario i*c fvmmatown-Tcrfa-feira 24 de Janeiro de 1888





*

(' smheiro od coaiuheirt
andar com crianza:
Prtcisa-se de om
perfeitci, e de ana m
na roa en Matn* "
Sena dieta e sem modifi-
cap oes de eostuines
Laboratorio central, ra do Viiconda
Rio Brsnco n. 14
Eeqnna a ra do RegenteRio de
Janeiro
Especateos preparados pelo phar-
macenlico Eugenio Marques
de Hollanda
Apprcvados pelas jantas de bygiene du
Corte, Repblicas do Prata a Academia de
Industria de Pars.
Elixir ale iinblrleiiia
Bestabelece oa jtp> puco, facilita as diges-
tSes e promove as ejeeeoea difficeis.
Vlnli a de anan i rorrugiaoNO e
qulnudo
Para ou chloro-snesaicoe, debella a hypoemi.
intertropical, reconstitue oa bydropicoa e beribe
ricos.
Xaroee de Bor de araelra e mn
una
Milito rcommendado na bronchite, na hemejs-
tyas e as toases agudas ou ebrooieas.
lea de triladus Irrrnllnoao e fSt
OS* de laraii.lai toittu
' o primeiro reparador da traqoeza do orgs-
niamo, iu tvsica.
Piluln* anlr perloiran. srrsaraSaa
om iierrrlna, qnina rJaboraaSy
Cara radicalmente aa libres intermitientes, *e
mittentes e perniciosa*.
Viobo de jnmbebn alaaplee e isn
be ni rrrrniluax), preparados
essi lahci te oaji
Eficaces as inflamacoes do figado e baoo agua
das ouchroocas.
Vlnlio tnico de cipilara e qataaa
Applicado as coovalaaoeneaa das partur antea,
tierco ante-febril.
Rmce MaaoBi m Silva & G
RA ro MRQUEZ DE OLINDA
Boa easa
. Alaga-se a dama Imperial n. 159, com todos
os cotnmoiios e bem preparada, aul> jo na frente,
ladrilba de mosaico, lastre e randellas, estueada,
quintal oiaradc e dependencias ; a tratar no 1
andar ras larga do Bosurio a. 22.
Cosinheira
Precisase de ama cosinheira, tendo boa con-
ducta, para casa de familia : di rija-se 4 roa do
Commercij a, b, 1* andar, escriptorio da frente,
das 9 horas da manb as 4 da tarta.
Ama para eogonunar
Precisa-ae de ama que bem desempe-
o* eate myster, tendo caderneta, no 3.*
andar n. 42 da ra Duque de Cszsb por
cima da typographre do Diario.
Na roa da Hanta Biu n. 83, anda precisa-ae
de daas amas, sendo ama para coeinbar e outra
para carregar meninos.
Ama
Na ru da Uoiao n. 31 A, precita ae de ama
cosinheira e de ama ama para menino.
A.ma *
Precisa e de ama ama para o eervico interno
de urna cata de pooca familia : a tratar na raa
Velha n. 75.
Aa eiHiiercio
Eo abaixo aasigaad i de:l .ro cua vend o as*a_
beleeimento da aeocvs, sito i raa de 8. Joio n. a
aoSr. Joiu Jos da Mello, livree desembarazado.
Antonu B. de Soasa.
I
Atteiifiio
Preejsa-se da om aarilo oficial de bsrbeiro
na roa do Viscende de Iohi ma a. 50 A.
Precisase de asta cosi.ibeirs
raa do Dr. Nabooo n. 18.
na Capanga.
AMA
Na casa a. 53, 2 andar da raa do Rosario ds
Boa-Vista, precisa-ae de ama ama para o servieo
domestico, mas que s j de boa conduca.
Cosinheira
Precisa-se de om cesioheiro para hotel ; a tra-
tar as roa da-Madre da Deas a. 8, com Manoel
Arree Pitolfa.
Cosiiitaeiro e eugammadeira
Precisa sa na rus do Viaeoade de evaona n.
207 (Manjruinho) de urna bea engor madeira a asa
perfeito coainheirv.
"PbF35$0lM
Alu<;s -se o 1 andar do predio n. 45 da raa
estreita do Rosario, com muito bous eonuaodos,
saoito fresco e est limpo.
Maduro
sev rival
O sorprendeote viuho Marluro, paro, sem mis-
tara algama, proprio para latsa. aeaba de chegar
aova t- sotase.
Bem querermos depreciar aaqoalidades puras Jos
vinhoa diariamente aiinunciadois, podemos garantir
aoa nossoa fregueses e ao publico em geral, que o
viobo Maduro de noasa eipeeialidade o nnicu
capea de ama boa nutneao, conservando todos oe
requisitos da bygiene, como so dos principaes a
faaer orna digestao fcil, alimentando os glbulos
sanguneos, principaea motores da sande da huma-
nidade.
Em OBRAS DE VIME ninguem compete com-
aoaeo : temos
Herr* Coadreaa Coaturelra*
Paaaeelroe
Papeleiroa e balaioa pira roapa soja, assim
como cestas para compras de todos os tamanhea
Em TAMA NCOS DO POBTO
tambero ningaem compete : Para bemens sao so
berbos, mas para sei.bjras itio sorprendentes.
SEMENTES NOVAS*
de hortalizas e flirts, temos sempre em todos
os vapores, a cscotha asis rigorosa que deaejar se
pesaa
aa Estreita do Rosarlo n 9,
Judo Igreja
Pifas I en des & C.
Caixeiro
Precisase deom esix iro coa bastante pratiea,
para taverna ; na roa do Hospicio o. 6.______
Aos sapateiros
Obejran aova remesan de ldrm*-s, era e escalas
aoa negociantes Tamancoa a i*2/ e 34/ o cento ;
aiinitacio do Porto 70/ o cento : s na raa do
Eivraaento n. 19.
Criados
Preeisa-se de'dooe criados que deem coobeci-
mento de soa conducta : a tratar no hotel Cosmo-
polita, ru da Madre de Deas o. 30.
Cntelas i Monto Soccorrc
Compra se cautelas do Monte Soceorro : na roa
Marcilio Das n. 26, daa 7 as 2 da tarde.
JUIeiiftlo
Gh pr<-to
O Carloa Si dea recebe u nova remeasa e veade
por menos de que catre qaalquer ; oa loja de al-
fai ate raa Bario da Victoria n. 48.
Borracha para limas
de primeira qaadade. wedem L' pea, Magalbaes
At C Soceesaores de Justo Teixeira & L assim
como tere sempre nm completo sortimento de
obras de vime, de aperfeicoado gosto, e qae v. o-
dem por precos sem competencia ; na raa da Pe-
nha n. 8.
Tai-
Oriental
? laja.
Liquidado final
la rasa ni.
Cosinheira
Na ra U Ssata Crus n. 10, preeica se de urna
boa cosinhra que seja mat. culada ou traga car-
ta de fianijiL.
Criado
Na ra criado para servica
Crasa. 10,
domestico.
precisa-i e de um
Protesto
D. Fiori ida Anselma de Monra, residente nesta
cidada de Grvate, e lagifima proprieUria da prc-
priadade denominada Bjrras, qae Inaita-se do
asare de Eloieiro da fregoesia da Santo Antio, a
extresoar ojio os portoes de Beierros, segaindo aa
linha do norte ate a povoaeao de Bengalas, eoos
tando-lbe que alguem arbitrariamente tem lanca-
do saao de siguas tarreos aa predi ta preprieda-
de, e por i! intrato pecan i rio oa fornecido aoa
contratantes coa ogovern*- para fomecer dormen-
tes para a llnba frrea do Recifo i Csruai, vem
portento, p I alto daimprenan, protestar contra
miMillisnte procedimento de qoem qaer que seja
e esteja prejadicando ao sen direito de proprtc-
de, protestando afiaal noi ulteriores tenaos da
sai, proceder contra aqoalle que prejudicar asas
mviolaveis direitos. Cidade de Gravati, 18 de
Janeiro de 1888.___________
Ao commercio
Oe abaizo assignados declarara eme, a contar
de 12 do corrente, diasalveraai amigavelmeate a
aociedade que nesta praca gvrava sob a firma
Das Silva Das da Silva de Asevedo Lasaos, pago de seu
oapitsl e le ros, o iseuto de toda e qoa'quer res-
poosabilidaifai, ficando a carg io socio Francisco
Jos da Sii va Lapa, todo o activo e passivo. Re-
cite, 20 de Janeiro de 1888.
Francisco Jos da Silva Lapa.
Joaquiss Pisa da 8irva de Asevedo Lasaos.
C'osJukeira
Precisa-su de uwa boa eosisbeira, para easa de
adquena familia : na ra da Pajsaoda n. 19
Passegem da Magdalena.
de ia->^ alt
relia n. S a.
Setmo a 7C0 rs.
Brim braaoo a 500 rs.
Casimiras a 1 *T700.
C irtrs de ce saine ras
Jerseys a 5*001
Fusto brsnco e de cores a 300 rs.
Setinetss idem a 320 rs.
Velbotinas a 600 rs.
Merino de daas larguras a 700 rs.
Alpaca preta a 300 re,
Camiass brancas para bornens a 2*500.
Ditas ditas para meninos a 2*000.
Cobertores de algodao a 1*500.
Cretones a 280 rs.
Metins a 300 rs.
Chita preta a 200 rs.
Baptisus a 190 rs.
Collarinbor a 300 re.
Baetilha e flaneila f> 30Q rs.
Cilias e tapetes a **0Q0.
E outras fatendae que te vende pelo menos pre
eo da praca ; e besa asmo vende-se a armacao e
lustre de yesal. A tratar na mesma at s 6
horas da tarde.
Criado
I recisa-se de ura criado para compras, manda
doa e mala servleo de casa de familia, que seja
matriculado ; no caes da Ccmpanhia n 2
Pao teoteio
Mello > Biaii* arisaai ao respailavel pablioo
qne todas as terys e sextas reirs teern este sa-
boroso pa> ; i roa larra do Rosario n. 40.
Fabrico de assucar
N. H. S'UKrt, representante d Stewart il C, de Glasgow, aoouncia aoa senhon s
de engento e outros interessadoe que esti prompto
s contrastar o lev. ntamento de usinas completas
de qualquer tsmanbo, e lamben tornece machi
piemos para os rogenboa existentes, ele. etc.
Tudo ser do mais moderno e aperfeicoado.
As moondas terio a presso bydraaUea patente
de Su wrt, que augmenta aexpress&o cooaidera
velmente.
Aa cil'leiras sero de ajstema econmicoe as
toroalhas feitas para qoeimar bagac<> verde.
Orcamentoii e meis inioroiacoes eos casa Ce
Browns & C.
Raa do Commercio n. 5, 1* andar
Escola mixta particular
Boa Velha a. 8
Laura A. Saraiva (Jaiva ., titeada pela Escola
Normal, i. cargo da aociedade Pras*gadora da
Inatraccao Publica, avisa sais pais de aeus alum-
nos e qii'llaa pessoas que I be quiaeu m coufi r
a inairuico de seos filboe, que ao dia 16 do c r-
rente reabre sua dita eacola, onde abm daa ma-
terias qut cotfuera pn:priauji-nle o ensino pri-
mario, ensinu taotbcm a meoiaas trabalbos de
agulha.
Oleo Florea
0 imelbor para o cabelle
Oleo Floteas
Sement de Garrapato
Comprs-se semeotes de carrsp to na fa-
brica de leos Vegetaes, ra da Aurora
n. 161.____________________________
SEM0LM
De Brons k C, de Glasgow
Este artigo, preparado por om novo processo
de trigo dt 'melhur qualidade, possoe os elemen-
tos neceas rios para natricao de criancaa e d. en-
tes, a maiti se recommeoda por ser de fcil di-
geato e gusto muito agraoavel ; tambera pode-se
faaer ama xeellcute papa, misturado em partes
ignaes c m a maicena doa meamos fabricantes.
addicionando-se-lbv algum leite. nicos agentes
nesta prava, SaundersBrothers & _C, ra do Com -
mercio n. 3, escriptorio 40 Blarkbrn Needbam &
Sementes de carrapato *
Compra ne em grandes e pequeas qnantidades;
na drogar de Francisco M. da Silva & C, roa
o Marques de Olinda n. 28.
Empreza geral de Mu-
danza
Alngam-M carros de aiolsa, proprios para traas-
prte de m.iveis, msrmores, espeih >a e mais orna
mentos de casas de familia, hoteia e estabeleci-
rr.entos pnlilicos, para teda equ.lquei parte da
cidade e aims suburbios e arrabaldes, por preeo
commodo ; a tratar na ra do Padre Nobrrga,
outr'ora do Alecrim, n. id
Assucar candi
Especial assucar candi, o melbor que at boje
se tem fabricado netta cidade. Assucar especial
extra refinado, Us:na Poto eColonia Isabel
asrOna cae
J. Salgneiral O ra Marcilio Dias n. 22
__________Numero telepbonico445
ca
0 Eemedio do Dr. $yer
COKTI'-.V ,'iEZKS.
E' uin tnico forte puramente vegetal, o,
pelo loiiheriininto practico dos seus effel-
to.s, Gakaxtiho como remedio certo para
as febre iu;ilgnas. Estas desordena de-
vem a sua origen] a um veneno miasmtico
que penetra no saiigue pelos pulinocs, altera
o flgado e motiva as diflerciituja idasscs do
fchn-s coaliccidaij i"- TeiV.ar'.as e
Siatronarias, Internas, de Prio,
alienas, Intermittentea, emit-
tentoa, Biliosas, e Typhoide.
O Hkmedio no Dr. Atfr noutrallsa o-
viiicr.o miasmtico c expele-o do sistema.
Nao contcm quinina nett inirredicnte al-
(.'inn mineral; seguro e inoffensivo, e
aun :i blha bc te asa segundo as ireccoes.
PnKPAItATtO PEf.O
DR. J. C. AYER as CA.,
Lowcll, Mass., E. A.
A' venda as principaes pharinaclus e
drogaras.
Aluga-se barato
Ra Visoende de Itapnrica n. 43, armazem.
Ba frata-se na ra do Commurcio n. 5, 1* andar
Tiptorio de Silva GuimaraKa & C.
Alusa-sc
a casa terrea 4 roa do Visooade de Albnquerqoe
(Gloria) n 96, com 2 salas, 3 quartos. coainha
lera, bum quintal arborisado, cacimba e portao
para a campia da roa da Alegra ; a tratar na
ra ve|ha de Santa Rita, sobado n. 14, das 8 ho
ras da av>Bh eo meio dia, ou das 4 s 6 da tarde,
onde tau>b m se alaga ama casa no Varadouro de
Olinda n. 22, com muitos boas cemmodos pata fa-
milia.
Metade da casa n.
tratar na mesma.
Aluga-se
15 4 ra de Santa Bita, a
Aluga-se
as aeguintea casaa : a da ra do Lima n. 30,
gr> iid- casa com agua, gaz e apparelbo ; a da ra
da Fundicio n 10 ; e o 3- aodar do sobrado 4
rna do Imperad r n. 26 ; a tratar na lytographia
de J. E. Pu cell, 4 ru Marques de Olinda n. 8.
Aluga-se
o 3 andar da roa estreita do Rosario n. 32, coa
muitos Commodos e muito fresco ; a tratar na roa
da Imperatrix n. 16, Ia andar.
Aluga-se
o sobrado de um andar e sotSo, o loja do meams,
catado e pintado de novo, na raa Mrquez do
Herval, travessa do P cmho n. 33 ; a tratar no
largo do Corpo Santo n. 4, 1 andar.
Aliiga-se
o 1' andsr e solio do s.brado 4 roa dos Guara-
rapes n. 90, com 2 salas e 7 quartos, agua, gnc,
quintal grando ; a tratar na ra Dj mingo a Jos
Martina n. 50.
Ama
Precisase de ama malher de meia idade e de
boa conducta, para o servico interno e externo da
casa de urna senbors : a tratai na roa Bario da
Victoria n. 68,1 andar.
Ama
Preeiea-se de urna ama para comprar t
coainbar em casa de familia : na ra Du-
que de Casias n. 14 se dir.
Ama
Na roa do Cotovello n. 46, preeisa-se de urna
ama para todo servieo de easa de familia.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar e lsvsr
no pateo da Santa Croa n. 14.
Ama
Professora

9 Madalhi da Ouro aa Eaposlsia naraaaaal IS7S ^

Urna seniora competeotenv-nta habilitada pro-
poe se a leccionar em collegios e casas particula-
res aa segointes materias : portugus, francs,
msica e piano : a tratar aa ra Marques do
Herval n. l.
t
*T. -
BRDEOS CFHAOA)
-fU. hpcu'et un todis u ttnda i Comutintn- (
<*ee Aaioalo rereira da Uva
Leopoldia t Ambroaina Pereira da Silva, Pedro
Pereira da Silva, Jos Antmio Pereira da Silva
Jnior, Ildefonso Angosto Pereira da Silva, Ma-
ra Leopoldina Ponoa de Len, Ondina Ambro-
iina Pereira Maia, Amelia Amalia Pereira Al-
cieida, Elvira Ribeiro Pereira da Silva, Pedro
Carlos Msia, Antonio de Burgos Punce de Len,
Vanoal do Naeeimeato Almeida, esposa, filaos,
ora a ataree, sgradeseo eordiaimeate a toda, as
peaaaas ave se digoaraia scompanbar oa re ates
mortaea de seu presado esposo, pal e sagro, so c-
nit teria publico ; e de aovo as confinan para aa-
tistirtm ss ssisass qas mandam celebrar na ma
tita de 8. Josa, as 8 horas da soaoha do dia 24
d> eorrenta, stimo diada seu infausto pasea-
a oto.
IsatatatatHsatasatatXatatatatatatatatatB
SABONETES MEDICAMENTOSOS
da GRIMAULT O*
SABOUETE SULFUROSO eontr. 6or-
outAos, as manchal e as divertat erup-
fe roo se m.-inifesti na pella.
SABOMETE SULFUR0-ALCALIN0 e9ss>
mado saboneta de Helmerick, contra a
sarna, a tinha, methei tcamosai a
pitynaie do conro cabellado.
SABNETE de ALCATRO da NORUEGA
empregado nos meamos casos que o pre-
cedente.
SABONETE DE ACIDO PHENICOpre-
servativo e anepidcinico.
SABOMETE of ALCATRO ce. BRAX
contra as auercoes cutneas, chronicasou
ligeiras, croatas de leite, dartros, eczema.
Deposito em PARS, 8. rna Vfvienne.
mm^mmmmmmmmmSiSmJi---------:------I
Precisa-se de urna ama que ralba oseinhar bem-;
a tratar na roa da Amiaade a. 10, Capnoga.
%
Precisa se de urna ama que cosiahe e engomma
para dnas peesoas sem filbos, e que durma em casa,
rua da Conquista n. 29, on ra du Amorim n. 56.
Amas
Preciss-se de dass, sendo ama para engommar
e outra para servicos de cssa de familia ; a tra-
tar 4 ra do Bario da Victoria n. 7, 2* andar.
fDAY&MARTIN
Fonuetdtrm a Sut a/aatao* a aa a Aajaasafra,
o EnroUo s s sTarsefta SrMsauaMa.
GrtAIXA brhante LIQUIDA
CRAIXA.pastaUNCTUOSA
0LB0 pan ABsaxoa
CUt^tasassisiaraMrtnstaastsasjisasssrs
Soceorro a velha
A morador* do becco do Bernardo n. 51, anda
se faa lemhrar 4a almas caridosas, que nao se ee-
quecam da protrcoAo qae sempre Ibe dispensa-
Farello ds caroca e algodao
Cbegou a primeira remesaa do precioso farello
de caroco de algodio, o mais barato de todo* os
aiimentos'para animis de raca cavallar, vaezum
sume, etc. O caroco de algodio depois de ex-
trahida a casca e todo o oleo, o mais rico ali-
mento que se pode dar aoa aoimues para os forta-
lecer e engordar com admiravel rapides.
Nos Estados-Unidos da America do Norte e na
Inglaterra elle entoregado (com o mait felis re-
saludo) de p-efereaeia ao milbo e outros tarelios
que alo mui'a mais earo e nao aio de tanta sus-
tancia.
A tratar ano ameolfe coaaPrasra Borba
Cosinheira
Precisase de urna que cosiahe bem, para casa
de pequeoa ff milis, qae darma em casa na rna
doJConde da Soa-Vlata a. 24-P. *
Altencao
Precisa se de ama ama de meia idade para co-
sinhar, e de urna peesoa para vender na ra ; no
Passo da Patria n. 5.
DEPOSITO aBXAt. KM USNDI
, Mi*k Mtolhwm, 07
Ib ssnsassi i rasir* U BUaeV
coEiiicrao
Uaaa psssoa bastante pratiea em fECripturacao
mercantil p r partida aimples* cu d^brada, oSe-
rece aoa Srs. commerciantes desta prac-t e fra
dalla, aa aeus servicos par modiro ajuste, pudendo
aer procuractu 4 ru:i do Santa Bita Nova n. 49.
Atleco
Cofes ppova de logo
O Carlos Smdeo, 4 roa Bario da Victoria n.
4% lija de alfaiate, reetbeu de oonsigaaeio e
vende sera competencis.
Aloga-se o 2- andar do predio n. 27 4 roa do
Imperador, com grandes commodos eagua; as
chaves para correr, ao andar terreo.
Primeiras leras
Dispondo urna pessoa de necesssrios conheci-
mentos para leecionar a materia sob o titulo ci-
ma, propoe-se e se ofivrt ce aos eenhorea pais ce
aaiilias, gsraotindo esfrcar-se pelo adiantameu-
to dos seos alumnos e recompensa rasoavel ; in-
forma^es 4 travess dss Cruses'n. 16.
Aviso
O Dr. Villa Nova, medico, fixando a sua resi-
dencia na cidade de Garanhuna, eerece ao rea-
peitavel publico desta comarca e das circnmviai-
nhas os servicos de ana profisaio. Garanbons. 8
de Janeiro de 1888.
VENDAS
Vende,se urna parte do engenho Sicupemi
nha, no valor de 2:001'j aesim como outra parte
do engenho 8. Joio, em Gamelleira ; quem pre-
tender dirija so 4 raa velha de Snta Rita n. 64
Engenho
Criado
Precisa-so de nm criado ; aa roa de Payaand
1'*, Passagem .la M-e-a'en
Sement de carrapato-
de earrapato ; na ra do
Compra-s s mente
Hospicio n. 79.
Papel pintado, iitglez
Para forrar aab i e eitabelecimeotos, oesenhoa
lindos e preces bi '.toa ; vende se aa fabrica Glo-
bo, 4 ra larga du B aario n. 28.
VERMIFUGE COLME!
CHOCOLATE oom SANTONINA
mUUTD. lara sutrtlr ai LOaMIU
lata VermlfosTO racaauuatida ala
sa asar srnsaral i easaarrafia iiatalda. 7/
fi/r/r a untmtm : ff Vs/'s
Lrsns^h'*eWJgT-s,iiAa. aNniaaii Tlisa.iiisn.vm'1
Venda-se o engenho S. Gregorio, dis'ante urna
legoa da eatacio de Gamelleira, com ferragem e
vapor noves, boas mats, e proporcio para safre-
l'ir 2.500 pies aanuaea. Esti arrendado por....
2:000*. por anuo ; a tratar em casa da Ta vares
de Mello, Genio & C no Corpo Santo n. 15, pri-
meiro aodar.
A FLORIDA
Recebeu grande sortimento de pulceiras
americanas de 40000, 5^000, 6*000, 7$000
8^000 e 100000, o par.
dem para menina, a 40000, o par.
Bioos brancea e de cores de 2, 45 e 4
dedos de largura, a 20000, 20500, 30000,
30500 o 45000, a p*Sa,
I lem cor de crme, a 30000.
Porta-embrulboa americanos.
Iovisiveia doarados e prateados.
Lindos leques transparentes de 20000,
33000, 40000, 50000, e 60000.
Lmlas lavas de seda de todas aa cores
de 20000, 20500 e 30000, o par.
Luvas de pellica, a 20500, o par.
Enchovaes para baptisado, de 80000,
100000 e 120000 at 160000.
Qapellaa e veos para noiva.
Suspensorios americanos, a 20500.
Oleo Florea.
Lindas pastas, a 500 rs. 10000 e 20000,
urna.
Lindos broches, a 20000 e 30000, am.
Liuha de machina n. 50, a 800 rs., a
duaia.
Lindos pannos de crochet para cadeira.
Caetas americanas que escrevem/sem
ser preciso raolbar-sa a peiina, systema
a S. T, Y. L. Q. R. A. H. I. C. par
riojnntoo-
Bicos de fil branco, a 20500 e 30000,
peca.
Lindos bioos de cores, gosto moderno, a
30000 e 40000, a peca.
Lindos bicos de edres com 3 e 4 dedos
de largura, 40000,- a peya.
dem de linho de cores, a 20000, 20500,
e 30000, a peca.
Bi-os grip para correr babados, a 10000
e 10500, a peca.
Luvas de seda para meninas, a 20000;
diversas corea.
dem para senhora, a 20000 e 20500, o
par.
dem com palmas de miesangas e de
seda, a 20500, 30000 e 305( 0, o par.
GralSes e bicos de vidrilhos, gosto mo-
derno.
Lindas rosaa de vidrilho preto para en-
feitar oasacoa capas.
Collarinbos e punhus de borracha pro-
prios para baile, por serem ioaaebraveis.
Cootaa lapidadas para enfeitar vestidos,
granad, broozeadas, prateadas e douradas
Mascaras de maesa, seda e cera.
Collarinbos e peitos de seda para se-
nhora trazendo urna gravatinha tamben de
seda.
Fi ve 11 as de molla, americanas para calca
e colete.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 103.
Venda de sitio
Vende-se ou permuta se por predio nesta cidade-
um bom sitio coa boa casa, maitas fracteiraa,
excedente banbo do rio, boa agua de cacimba,
exteusio de terreno para baixa de capim, todc
murad ooa frente, ci.m porfi e gradeameuto, com
caminho de Ierro e estacao junto ao dito sitio, nt
Porto da Madeira, conhecido pelo sitio ds Joio
Selleiro, junto ao Dr Ernesto de Aquino Fonse-
ca ; qoem pretender dirija-se 4 praa da Inde-
pendencia n 40, des 11 borss s 4 da tarde.
Terrenos venda
Oa terrenos do itio que na estrada dos Aflictos
fica contiguo ao da capella e defrente do em que
reside o Dr. Manoel Portella Juaijr, estao sendo
retaibadoa a 3*. 4J, 5#, 6 e 7#000 o palmo, po
dendo os pret- ndentes procurar informaedes com
o mesmo Dr. Portella Jnior, em saa residencia
ou em sea escriptorio 4 roa do Imperador n. 65,
primeiro andar.
Fiaa o Pf
Vaada-se na roa da Pe aba a. 26.
Vndese um aup aso : a tratar aa i
cheira do Deodato 4 roa da Iotperatria a. 46.
Livraiucnto & V.
vendem cimento port'and, marea ataMna, ds) 1
nalidade ; no e-a do Apollo a. 46.
Vinhos da'Uarrcfeira
Carc: vellos.
Madeira.
Moscatel.
Uva Bastarda e de Paa
PABA MESA
Genuino do Lavraoi. a 500 rs. a rarraa.
Na mercearia de Mauoel Correia 41 C
Praca to Caade al'atas as.
-1
WHISKY
Rovul Blend marca VI4D0
Este escellente Whisky Escoces pre -
ferivel ao cognac ou agaardeate de
para fortificar o corpo-
Vende-se a retalbo nos melbores
zens de mclhadoa.
Pede Royal Blend marea,
cujo nomo e emblema sto registrados
todo Brazil.
BROWNS d C agetlea.
Veude-se
por preco rasoavel, no engenb} Ooiabeira,
bois mansos de correia, nm alaraerqoe d.i n
com todos os seas pertences, 100 f0> asas galvaai-
aadas cm perfeito estado, e doua carros ; tratar
na ra nova de Santa Rita n. 49, asas Avila &
Irmios.
L' MAIS BABATO
\a Loja das Lislra? 4nes
A' raa Duque de Casia* sa !
Tiibimii 2U
Vende fasendas fioas p r r io preea e d das-
cinto a qu< sa comprar de 20< para eiaaa. Aa
Exmas. familias nio devea eotaprar es
loja sem primeiro verou saandar haerar a
tras qae se dio sem penher
Fazcndas de tmifak
Teeldoa de linbo bordados cosa lia
qoadroa, fazenda ramio larga e de lindas
800 rs.
eilaa de Macan, preta e de toda* sacona
liso ou de listas a 800, 900 e laW-O. -
Vellndo preto de teda bordado cu esa lista
de setim a 4VX 0.
atirln infestado preto e de todas asedraa
700, 800 e laVJOO. \
Elaaalae de cores e coas listas car Je creta
a 500 re.
Bagalfto pardo infestado paraveatkloa a3s
e 400 ra.
Llaon bordado, ama t eor i 240 ra.
Velludlnha preto e de todas as cores aaa
contaa a 1^800.
| Beada bcspsnhola com bi.'c;, preta oabraaca
de aeda.
Caasaa Nanxac psdres miadiabos a 380 as.
Crocites branco e de cor, descaaos Koalas
para cortinados a lflOO.
Clrlnaloaa com rices veos de B'ond a 8A.
104 e 12*000.
Cala de qoadroa, palrdea novos a 32), Wt
400 re.
Miase dos Alpes fssends de listas
a 300 re.
Mellaetas lavradas de lidas coreo a
Faantao branco a 320, 360. 400 e 500ra. sjsa-
lidade superior.
Fazendas diversas
raaaaaie de 4 larguras a 700 e l#t00Osa
perior qualidade.
adapolAe americano ltta osae* esas 4
e meio palmos de largara a 645110 coas SO
garantidas.
Algodao americano muito leras
para lenco s a 5*500 a peca, mala sslisiea a
e4*000.
callas e cretones cacuros, claros a
nbos a 2l0 e 240 rs.
Cassaa indianas de coree a. 160, 200 M0
ris.
Linho* liaos e de qasdraaos a W0. 120. Mt>
e 2tM rs.
Brlm pardo para ronpa de assasasa a M0a
320 rs.
Ca laclas escuras imitacae de
500 ra.
aela azul eocorpada para rsasaa ds
700 e 800 rs.
L.a de quadrrabes, paltes novos, a 300, .s).
360 e 400 rs.
Crep* de lindas cores a 500 rs.
Le sacn brancos e de cores a 360, 1 JM9e
1/5 0 a duaia.
Tealkaa felpudas a aleoxaadas a 3/500 M
6/000 adoaia.
Mein* de cores, brancas e crasa nasa stabj
ras, bomeos e meninos desde 3*180) ati CftMB
melhor qoalidade.
Eaehorars para baptisados insaiil tas a
105 c12/000.
Cortloadoa bordados para casaa aa jassaaa
a 6/ e 7/000.
Panas da Costa, de quadros oa listas a 143o*
o c 3 va di.
tioalhads lavrado, lindos deseaaos a 1/109
el/500.
Osaardasaapan a 2/000 a duna.
'i

Especialidades
-
Mudanza
O Dr. Barros Sobrioh) mudru a sua residencia
para a raa Vieconde de Goyaona (antiga Coto-
vello) o. 129. Telephone n. SO.
Costureiras
Precisa-se com urgencia de costureiras; ns ra
do Imperador n. 55, 2- aodar.
Lava* de seda ou peliea a 2/0001
Bleea branc is e r de cresas,
2/000, 2/5C0 3/0(10 a peca eesn 11
Coala* lapidadas para er.fei'e da UslM a l
tas e de todas aa cores a 500 e 800 rs.
Bordadas, babadas r entresn-io de
transparentes a 300 rs. a peca coa 3 i
Bapartllhea cooraca e aaierieaaaa a 3JE4-0
4/, 5/ e 6/' 00.
Clrasade qaanridade de chitas esa retalb a ajea
vende se por qaalquer prreo.
geucia de rttrdtos america
.
flntadaa a oleo, com rica asoldara e anisa
por 25/000; estio expostos alguna retratos para
o publico e as Exmsa. familias
aao lindoa e baratos e fcil a qoalqaer
um em ana sala de visita.
Para enromanarsadar bastante i
um pequeo retrato esa carta* da i
porta que seja antig >, disendo a eor <
cabello < hega nm lindo retrato desejad*.
Agencia de artigoa aaeneanos e i
borracha.
Na Loja dss Listrss Aaaea
Jos Ausrusto Dias
Azeites
da aoeo e de peixe, ea porplo e a
dem Joio Perreira A*C., 4 raa de
.::
Arma^o
Vende-se ama linda arm-cio de amarello, teda
eovidraCHda, eos perfeito estado, e propria para
qu.lqn r estabelecimento ; a tratar na roa da
Bom Je sos a 83.
Vndese barato
ou permuta-se por
fceruesia da cidade do Becife, a
douro n. 22. de Olinda, eo* S partas)
de frente, 4 salsa, gabinete, 6
fra, tea b^ss e grande quintal,
agua e norrio ao foa*>, qnsj d f
Pueira : a tratar na raa vetaa d*
14, sobrado, daa 8 hora* da i
ou das 4 is 6 horas da tarde.


Diario de PeinMthiicoTcrpa-fcira 34 de Janeiro de 1888
) LBk-gJg^*=:4 U{aj._j.jj
a*-'ex->-
BXTRAIT APOUII
Agua papa fazer Grescer os Cabellos
Esta AQIJA, inveutada pelo celebre Chlmico
H. ROTAE, impede instantneamente a cabida dos
cabellos e fortalece de tal forma o seu crescimento
que basta apalical-a durante alguns mezes para pro-
porcionar as Senhoras cabellos de (10 centmetro*
de comprimento. Pelo emprefl-o d'esta A4MJA, os
calvos recupararo em breve os seos cabellos ja
cnidos. '
Mete prodicto nao oontzm anbataiicia atfrtuna
nociva para a amad.
Deposito geni: H. ROTHE, Chimico, 11, Bd ei Italivu, PARS
Em Ptrnentmco: rraaoeaoo BC. da inv.i
3
-t fk a ?
- a?
fiSf-s. t g g-
S--0-2. M a
? ?- T Q. I9 9}
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E 2 S s '
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c- 2 Ets-o o
f-.sSS|.j|0
c r = :.o ;n2.
f 2 -*
| ,5? t J r. S.
B
URUBEBA PARA ACABAR!!
MELHOE MEDICAMENTO DEPURATIVO
Ap;)rovido pela unta central de hygiene publica da trte, autorisado por de-
creto irope I de 20 de Junlio de 1883 e mandado incluir no furmuUrio do II>bpital de
Mariana e enferman s por aviso do Minist'ri > da Mrioba n. 1,523, de 9 do Outu-
bro de 1885, cun audiencia do oirurgiao-sir da armada, que infurmou ter este medi-
camento producido esccll nt^s resultados no Hospital e na clnica civil, e empregado
actualmente pelos melhorea clin.icos, como o mais encrgico e prodigioso* medi.'amento
oa cura radical d.is rheusuatisniOS de quilquer nutureza, em todoa as moles
tas de pelle nos leueo l'has (flores brancas) as diff- rente formulas da
syphilis e em g ral em todas molestias, occaaionadus pela laUpfireza do san-
*"e C0MP0S1C\0
DE
Frmino Candido de Figueiredo
A ra
11
1.
VENDE SE EM ORO-SO E A RETALHO
en
de Margo n. 9, na Livraria Fian :eza e oto tolas as
i a^a^^- ii i
provincias
5L > C
V -.
i = 3
rao
CT"=-4

3
r*l*
Gotta, Rheumaismo, Dores
SoLugo do Doutor Clin
Launtao da Ftculdad de Medicina de Paria. Premio Montyon.
.1
A Ve^dadaira Solugao CLIN ao Salicylato de Soda emprega-se para curar:
As Aifeccoes Rheumatismaes agudas e chronica, o Rheumatismo gottoso,
as Dores articulare e r/tuteulare, e todas as veze3 que necessarlo calmar os
soffrlmentos occasionados por estas molestias.
A Ve rdadeira Solucfio CLIN o melhor remedio contra o Rheumatismo,
a Gotta e as Dores.
iis Um axplictcio detalhada acompanha cada frasco.
Exigir a Verdadeira Solucao de CLIN & Cie, de PARS, que se enoontra em
cata dos
Drog
uistas e. Pharmaceuticos.
.
i:**
tSSPi

fttfi:-M
OE
i
FERRO
de URIIALl1 & C. PhirmaMiticos em Pars, 8,Roa Vthiw
Aiknittido na nov& {.Imiinacop* ofeiml le FnMfm.
ApproYudo pe* Junta central de Bygieoa do Bruzil.
aieix 25 annos que o Ferro, elemento pr ncipal do sangue. a Quina Real, tnico
superior do systema nervoso e oPhosphato reconflituinle ^os ossos, foram oomW-
*ados intimamente pelo Sr Grimault em un xaropede cOr lmpida e sabor agradavel.
Stjaa qualu-des tnicas e reparadoras do excellentes resultados n anemia,
chlorot.o, leucorrhoa, irregularidades de menstruacSo, caiiubraa de
estomago consecutivas essas enfermidades. lymphatismo e todas at molestias
proven le ates de empobrecimento do sangue. Excitando o appette, estimulando
o organismo e teconstituindo os ossos e o sangue, o XAROPE do QUINA
FERRO de GRIMADLT C', detentlo* con rapidez as creancas debis e as
raparigas paludas e abatidas. Este xarope corta os ligeiros accettot febril}, kumidadt
da mo e sssjpaj noc(uro,- efiicazaas dttvrrhetu rebeldes, facilita as etmt+ietctnfat
difficen e tutttnta at petsoa idotat.
O VINHO de QUINA e FERRO de GRIMAULT O*, trae posM as
mesmas propriedades do XAROPE, preparado oom um vinha i* Melafm, rico
e generoso e prefer vel pan as peesaao que nao toleran xaropes.
Deposite es Pars, S. Rae Vlvienne, e nai principass Pbannacias e Droearias
____ai
ONZE DE AGOSTO
DIRECTOR
Bacliarel Manoel Sebaslio de Araujo Pedrosa
^


95-B
I- 95

A REVOLlAO
4Hma Dimi i Caiias~48
Csplend;do sorloiento de fazendas finas
Cortea de seda, lindas ores, para cohete, a 66600, um.
Seds de listras, lindna gosto, a 1|j5CO o oovado.
S'tinf, do cores, lisos e de lisiriohas e cuadros, a 800, I1000 e 1<$200 o covado
lit tnaravilhoso, de listras e qnadror, a 320 c. 360 rs o covt.do.
D.-irr. cs de algod3o, lindos padrtW, a 240 rs., o covado.
EspU ndi-lo son i mrito de orctooes de quadroe, listras e fldn-s, lindos padroes, t
320, 360 e 400 rs. o covado
FnsiS -s brancos e de cores a 360, 400. 440, 500 e 600 rs. o oovado.
Mtcos, lindas cores, a 700, 800, 14000 e 1*200 o covado.
Cachemiras acolehoadas para vestidos, a 500 rs. o covado.
La de quadros e lisiras, ultima moda de Paria, a 320, 360, 400, 500 e 600 re.,
ovado.
Merino preto, completo sortimento. .
Dito assetinado, a 1<$400, 1,5600, 1800, e 2RK, o.covado.
Completo sortiment) de zepbiros de listras e quadros, lindos ptdrSes, a 100,
120, 200, 210 e 280 rs., o covado.
Cortes de eretone com esfeit*, com 18 cavados por 6<$000-
Oranie sortimeoto de colabas de cores e brau -as, a 2()KXX), 2))500, 3|)000,
4#000, 50000 e 60000, urna.
Lindos loquea de g"-" de soda, ultima moda, 60500.
Cachemiras de quadros, de seda, o mam lioHo e maderoo que se pode detejar, b
10600, o covado.
' Enir. mf i s e babados bordados e bicos de cor por barato prejo.
Camisas fr&ncezas, br-n-as, para bornens, a 2000, uma
Completo sortimento de casemiras, pret.as e de edres, a 2j000, 20500, 30000,
40000 e 40500, o covado,
Leques de papel regatas, muito lindos, a 500 rs., um.
Muitas outras fazendss de gosto, que com a preseaca das Ezmas. Familias e
respeitavel publico poderZo aproeiar.
Henrique da Silva Moreira
T U pilone 302
As aulas desle oollcgio fcarSo ebertas do di i 9 de Janeiro em diante como
determinnm os estatutos.
Amitte t nente alumnos internos e externos, tanto para o curso primario
oomo para o secundario.
A caigo do professor Isaac Servio Ferreira, desde 1882, coroprehende as
materias seguintes : leitura de prosa e verso em 1-ttra redonda e manuscrii ta, calli-
graptia., catliecismo, tl>eoria e pratica dxs qontro < p tica, gecgrapbia tleiuentar, espeL'ixhneutd do Braz:l, gr^mmatica nacional, resumo
de historia do Br.-zil, recit^'o na tribuna n comp-i85J0 de c:.rtas, reeibos, etc. A cal-
ligrapbia esl;i especialm'nt'1 a cargo di> profeesnr Mr Pedro M. ria Liausu.
C13USO SEC^tt\RlO
Comprebende as materias exigidas para as matri uU as faculdades do
Imperio.
O reiiultado dos ltimos exaroes toi supriir ao do anno precedente, havendo
apenas seis roprovacSea, sendo tres em portugu-z, duas em arithmethica o uma um
geometra, comprehendendo nesse numero os inhabilitados na prova esoripta.
O director contina a empenbar lodos os esforc"s para o mnior aproveitamento
de seus alumnos, e uoavida os interesados a,viro, p-sanslmnte tomar conhrci-
mento de seu coll'gio, onde receberlo as xplice^3,B que desejarem.
KANANGAdoJAPO
RIGAUD y C, Perfumistas
PARS Rae Vlvifezne, 8, PARS
i- -^>t^ler
(Agua de fnnga, e lo9o a mats rafrige-
raae, a que mais vigor d pelle, e que mais branquea
cutis, perfumando-a delicatamente.
(ExtriCtO de $ntg, suavissbno e anstocraco,
perfume para o len^o.
QlZO 9 Knllgd, thesouro dos cabellos que atril-
lian ta, faz crescer e impede de cair.
[Sbonte de (Kning, o mais ecndan m*cio.
conserva cutis sua nacarada transparencia.
S de (Knang, branqueao a tez dandolhe elegante
cor mu e a preservao de sardas. *
Depsito nat principet Perfuma***
Tecidos de phantasia para vestido, a 200 240 re., n covado.
Setinetas, idem, o que ba de mais novo, a 240 a 280 rs., o dito.
Renda da China, bransa e de c8r-s, a 240 e 280 rs., o dito.
Las modernas, a 320 e 360 rs o dito.
Nansoes de cYrs firmes, a 160 e 200 rs., o dito.
Merins de edres, duas larguras, a 500 rs., o dito.
dem preto, a 800, 10000 e 10200, o dito.
Setins Maco, preto e de cores, a 800 e 10000, o dito.
Casaros pretos para senhora, ricamente enditados, a 250000 e 350000.
Mantilbas brasileiras, a 50500, uma.
Fiohs pretos e de c8res, a 40000, 50000 e 60OOQ; sao grandes.
Tapetes avelludados. liodissimos, + 120XK) e L60OO, um.
Para as Eimii. nolvas:
GrinaHas e veos de seda, a 90000 e 120UOO.
Colchas de crochets, ricas, a "90000
Guarnieres de dita para Sof e cadeirai, a 80000.
Leques e espartilhos baratissimos.
Setins finos, a 10000 e 10200.
D^masca e popelina branca, a 900 e 10400, o covado.
Guardanapos de linho, a 20000, 30000 e 50000, a duzia.
Atoalbados bordados, a 10200, o metro.
Pecas de esguiSo para casaquinhos, a 40000.
Midapol&o americano, a 600o. 24 jardas,
dem pelle de ovo, a 60500, 24 ditas.
AlgodS superior, a 30000, 40000 e 50000.
Completo sortimento de casimiras.
Cheviots preto e azul, a 30000, o covado.
C se miras de 'ores para costumes, a 20500 e 30000.
Camisas inglezas para homem, a 360000, a duzia.
Serculas bordadas,, a 120000, dita.
Lencos e lindas caixinhas, a 10SOO e 30000, a dita.
Meias inglezas para homem, a 20500, 30000 e 50000.
E muitos artigos que se vendem com gran As vendas em grobso teem o descont d praga.
*. e? M DE
Pereira & Magalhes
SUCCESSORES DE
Gsnro la Ma & G.
50-roa Duque de Casias SO
INJECQO DE GRIMAULT
tapante eom u ftUui do Ifaee
Appnrmda pe* Junta fHygiene o Mo-da-JMM
Reta lnjeccio preparada eom ae folhas do Matioo do Per
da blennorrhagia, adquiri em pouco tempo urna reputacio
ser a nica innocente, contando apunas vestigios de saee iilsiiiiig4l,<
se encretrao em outras em grande quantidade. Em poneos din ella aa
com os oorrimentos mais dolorosos e mais rebeldes.
DspC- ^
Cmda, fraseo lava mf
em Pars, 8, Ru Vivlenne, 8
"Vrica, a firma o avilo da soasa m
m 518 fl
i^t

38Ra do lnperador38
CALLOS
CORICIDE RUSSO
MEDALHA, D3 OTJIIO no Havre 1887
* NOS
Ourillons, Callos entre os dedos dos pt, tte.
CURA INFALLIVEL
e sem CORICIDE RUSSO
Especule o nico CoDMiHa-se o Prospecto)
Deposito feral : MUMlCli COtTRU, 58. Fitaori KMUurtn, PiU.
COR CIDE RUSSO
u
ec
o
U
Em Pernambuce FRAN M. da SILVA e C.
TINTURARA
as-Bua de Ma tilias de 4 Ihuquerque2o
(anliga na das Flores)
DE
CLEMENS KUGLEli
SUCCESSOR DE
Otto Scmeider
la com a mafor
em :J':* om obras, cheases
a tr '" por
ireta as t< r<;
)erfn'';ao toda a qurlidsfc de es'ofo e fasendss
iha, lira o mofo das f-zendas; todo
^i h' j eonhecldo.
le.vugem todos os das.
Nesta gr. ndo pharmacia avia se
^^Jfsolicitude e modicilade.
ir
ES*
receitas e pedidos com promptidio
-m

As pr- scrp$o>s em tingoas ostrangeiras sao fielmente
despalladas
O pharmaceutico pernambiieano JOS FRANCISCO RETTENCOURT
convida os clnicos deala oidado que qu-iram nonral-o com sua confiaoca
para qualquer trabalbo profissional e ao publico. Garante se a mais atten-
ciosa e consien' ioea execucao.
Esta casa recebe seus productos chimijos o drogAs directamente
das melhores casas da Europa, especialmente enuommeodadn pan
reeeituario.



V ER AS MEBICAMERTOS FUNDAS E TINTIS
TO0A8 I.S OUALIDAOES rc=
PMARMACE UTIC O^
101 CHIlMO-PHARMACirriCOI E
ESPECIALIDADES M TiU
5 7/Ru do Duque de Caxias,5 7
Tin*
Espechl dade desle e^tabde^tmeolo
E xir e IM l m&
Elixir denliricU
Contra" a e6ri< e r.m.lu cim-nt.) e d0rei de desle,
V.nh, xirniies e pilnls de jflfu'eba
Gr..nHe sortimento de. peredas, pastilhas, granulos e plalas dos melhores f tbri
cantes europeus e aiofricanos,
Gra ide 6trllerco de aiuoluides os m.-.ia modernos e riiros.
Agoas minera de ted*a ss qualidades.
Para photografihla e homoeopathla
Aleml rectificado eeeinfitelade, chimi ain>-nt-- puru.
A Pliarmneia American tem ana ei-oa o" ceipathica onde se encontrar
alm dos m-dtooioentos preparados coii todo acio e sgun lo os formularios hahena
manios mas acreditados, e*rtenrs vidros avuls >s d* toiios os taraenhos, glbulos
inertes e medicamentosos, tinturas de plantas indig as o ex-ticas.
Recebe in-tficamentus directamente de toilaS as fabricas da Europa e Amerisa.
Manipulado por prefos commodos e a qu-lquer hora do dia e di noite.
Jaropa He Gaiar, Guaco Balsoia do Tol
Preparado pelo plaHnacutico JOS FRANCISCO BETTENCORT, \
de uma efilcacia verdaderamente miiravilboaa as molestias dos orgias \
respira torios.
Bronchites, asthma toss?, convulsa, ele.
:o
Essencia depurativa. Formula do distincto clinico Dr. Ramos
Depurativo por excellencia para todas as molestias que tem a etigf
na impuresa do sangue.
., Mffi. olearas, irancais asrptlicas, etc., ele.
:o:
Tinta prcta para escrever inalteravel, fbrioada com muito cuidado
por uma formula ingle, especial para escripturacao mercantil e repartieres
publicas, senca de pressa, perfectamente preta, nSo corroe as pesieas, nle
deposita e d < opia.
SAUDE PARA TODOS.
P1LULAS HOLLOWAY
As Pilulas purifican o 8anue, corrigen) toda atWeaordems de Estomago #
dos Intestinos.
Fortalecem a saude das constitnjoes delicadas, e sao d'um valor incr I para todas as
peculiares ao sexo feminino em todas as edades. Para < s meninos assim como
pessoas de dade avanjada a sua efliocia e incontestavel.
. Essas medicinas s3o preparadas smente no Estabelecimento do Professor Holu>waT,
7S, NEW 0XT0ED STSEET (ante 531. Oxford Itraet), L0V9SSB,
* E vendemse em todas as pharmacias do universo.
taT Os compradores sao convidados reptosamenre a enmar os rotaros da cada caa Pate se aAo I
direccao, 533, Oxford Street, sao ndsifica^oe^.
ELIXIR DESOBSfRUENT
Eupeptico de Gervo
Frrparado pela aliarBiacealle ^^^
JOS' FRANCISCO B1TTENC0UET
O GervSo tem unid a<-dtd desoDatruente extraordinaria pan OS
o ligado, oseo e estomago, conforse o deserovo Dr Mello Morara.
.Um grande numero de pessoas que tem jsauo delle considers-e
Levados por estas inf>rm'bc88 e por muitas ezperi
por estas mtr>rmbf;o".8 e por muitas experiencias
ios meemos apresentamos aos climVa e ao publico em geral, um Elixir deeta
le um sabor delicioso e de u o effeito verdadeiramente benfico pan os pobces
eos, spleneticos e aquellos qe sofirenl do figado.
Os proprietarios da Pha-roacia Ceuiral
deposit: iTA. Pharmacia csttrjll
N. 38 Roa dd Iinp-rHior N. 88
PBRNAMBUOO


^^HPrr~v>'-
8
Diario de Fcruaiubuc*Tctva-Ieira 24 de Janeiro de


,/
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?-
]LITTRATl3Rf
o nao-a
POK
JULES DE GASTYNE
cnnda parte
VII
CContinuag&o)
j dase mo),
maia
olhos
Joo esta va, como
paludo anda que de costume ; os
DJectados de sangae.
Luiza deu un passo para traz e excla
mou...
Meu Deus que tena tu ?
Elle respondeu :
Aoabou se.
E deixoa se cahir em uma cadeira junto
da porta.
Luiza olhf.va para ella assusUda
Que Que se acabou
Elle levantou-so e esmejou a passear
pelo quarfo.
Estou canea !o de lutar.
Luia fez am gesto do esperan9as e es
tendea-lhe os bracos :
E vc'Ds para junto de mim ?
Venho dizer te adeus.
Adeus ?. Prtes?
Para am lugar d'onde nSo se volta
maia.
Qao queres dizer ?
NSo omprehendeste ?
Tenho medo, pelo contraro, de cojj-
prebender.
Elle sur rio.
Pois isso mesmo... Estou farto
e vou dar um tira to ouvido.
Vais matarte? pensas em matar-te?
Que queres que eu faja ?
E tea filho T e eu ?
Fajam o mesmo se quizerem.
Estava calmo.
Parecia nao sentir a menor emojSo.
Um pensameuto p issou polo celebro da
moja, como ura lampejo, e ella disae :
NSo verdade... mentes... queres
deix&r-me. ..
E sgarrou-so a elle.
VIII
JoSo do Morlac estremecen de pasmo.
Ficou um momento atrapalhado, por se
ver descoberto.
M?s r'cupsrou immediatamente o san-
gue fro, e disse em tora de motejo :
Ests donda 1
Luiza replioon com vivasidade :
NSo, nlo estou donda: Li?io nos wus
olhos, na tua cara.
Elle abanou a oabeja rindo com um riso
forjado.
Que gracejo I
queres tn que- en parta t Pura onie quares
qae eu v ?
Para a Franja.
Elle vol'ou bruscamente os boleos das
calcas.
E o dinbeiro ? E de mais, que vou
eu fazer em Franja ? Certa manto nSo too
trabalhar, nSo exacto T
Vais para tua casa.
Morlac deu uma gargalhsda.
Para a minha familia ?
Para junto dos leus, que hSo da ter
amito" prazer em tornar a ver-te, em te
acolber.
- Bero a.: v que nao sabes a maneira
por que os deixei.
Nao, nunca me disseste.
Sabi do castello de Morlac, amaldi-
joado, depois de um roubo e do uma ten-
tativa de assassiuato
Luisa tornou-se lvida.
Levantou para elle os olhos espanta
dos.
Depois de um roubo e de um assas
ralo?... balbucou ella.
Depois murmuran em vo abafada :
J nao ir admira que sejamos to
duramente castigados.
E arredou-se delle, como ae lbe visse
na fronte os vestigios da colera paterna.
Joo disse com un especio de frenes :
- Em am momento de raiva, por tua
causa, feri uma mulher com que ai queriam
obrigar-me a casar- Para reunir-ine a ti,
para partir comiigo, roubsi a meu pai. .
Luiza deixou se cahir pmstrada, em uma
cadeira.
Nunca me disseste isso I
E continua va a olhar para elle fila-
mente.
Se eu tivesse sabido, se en tivesse
sabido... murmurou ella.
JoSo proseguiu:
D es anda que nSo te amo T
NSo, nSo, balbucou ella ; maia valia
que nSo tornasBes a ver me.
Com um movimento instinctivo,
ae para o filho.
Era por elle que trema agora,
iosse carregar com o peso de todas
las faltas, de todos aquelles crira.a !
Luiza j nao fallava, atordoada com
aquella revelajSo.
JoSo d* Morlac, vendo a convencida,
havia recuperado a tranquillidade.
Bem vs que preciso acabar com
isto...
Ella nSo responden.
Parecia que o seu pensamento estava
em ontro lagar.
JoSo continuou : ,
Sem dinbeiro, sero recursos, sem fa-
milia
A rapariga levantou a cabej.
E en? e teu filbo ?
Ello parecen nSo ouvir.
Luiza accrescentou :
E' verdade, n naos somos uma fami-
lia para ti. Vais deixar-nos aqu, sem ama
paUvra, sem um pensamento de saudade.
Deixas-me como te apoderaste de mim,
por ftntasia. /
A roda desandou pira ambos. Se en
com os co-
hombros de
Antea
voltou -
Se elle
aquel-
A amante ergueu se diante delle, des- tivesse ido feliz, nSo te abaudonava.
vairada, com os cabellos hirtos, o,olfaar
fulgurante. /
Ha milito, disse ella^^qo ests farto
de mitDjj^-..____,-^
,j**"Quem me obrigava a ver-te, se as-
sim toase ?
J nio me amas !
Por que te havia de trazer T
Se l Talvez j almontasses o pro-
jeoto que vais por em execujSo.
- Que projecto ?
De deixar me aqu, perdida, acabada,
cam mea filbo. Era ama maaeira de te
veres livre de mim para sempre.
JoSo de Morlac parecia aborrecido e io-
commexfaHo.
O olhar tornava-se-lbe fug:tiv> e feroz.
Disse mb'uus expressSo mais violenta,
jjss dftibrda :
J te disse que ests deuda Porque
FOLHETIM
VICTIMAS E ALG-OZES
POR
EMILIO E RICHEBOURG
HARTA
PARTE
A ITETA

(Continua jilo do n. 18)
XVIII
Durante a lenpraUde
A sna pbyeionomia habitualmente calma,
tinba-ae animado ligeiramante e o olbar ti-
nha-lbo tomado uma expressSo inaefinivel,
que talvez traduaisse uma agitajSo' inte-
rior.
Genoveva tambem examinava a Palhda-
zinha, que se mostrara, a despeito desnas
pobres restes de camponeza com todo o
encanto de nma belleza, que devia ter sido
maravilhosa, porque era anda notavel.
ComfuJo tinha anda uma grande triste-
za impressa no rosto; essa tristeza era
antiga e talvcz que nunca rnais de/esse
deoapparecer.
O fri, o vento e o sol da mootanha ti
nbaiu-Ilia dado pello nma cor um tanto
morena; mas as feicdes tinham conservado
as anas lohas delicadas e toda a sua pu-
reza. 'Como as mSos, a testa, os olhos e
a bocea tinham a distincjSo aristocrtica
Genoveva senlio o corajSo comprimido.
Com effeito, nlo ha nada maia contrista-
dor do que a vista desaes entes, nos qaaes
se apagn o tacho da intelligencia.
Pobre mulher, pensava a moja que
nSo procurava explicar a impresaio dolo-
rosa que senta, pobre mulher 1 o cerpo es-
t vivo, mas infelizmente a alma est mor-
Nao, a alma da Pallidazinha nSo estava
morta.
Indulitavelmente havia quer aue
Tinhas me deixado ha rnais tempo.
JoSo olhou para ella como para pergun-
tar lbe o que quera dizer.
Luiza m-uciou a cabeja.
Quando j nao ha amor as ligajSes,
como as nossas, bem vs. .
Mas eu nunca deixei de amar-te -
Amaste-me alguma vez, am da, ama
hora ao menos ? Sadaziste-me por capri-
cho, porvadjSo... Aborrecas te em Ver-
neuil.
Qaem me impederia de l deixar-te?
Fui eu que te obriguei % trazeres-me
comtigo. Oh se eu tivesse sabido, se
eu tivesse sabido!
NSo me tinhas acompanhado?
Ficava junto de meu pai... havia
de amal o tacto, que elle perdoaria a mi-
nha frita.
NSo te desviei d'esso dever.
' .' i, .i
gj Pensei n'elle por ventora n'aqualla roo-
oiento ? Nlo estava donda T Via alguem
que nSo fossea tu?
Marlao fez um gesto de impaciencia.
O momento nSo proprio para re-
oriminajSea,.. Oque est feito, est feito.
NSo pdemes mudar cousa alguma. En
ganamo-os i.mboB. O vencimento da lettra
chegou. E' preciso pgala. Eu vou exe
cutar me... Adeus 1
E diriga-se para a porta.
Luiza tonou-lhe a frente.
NSo, nao partas... ou cntSo Uva-me
comtigo, para onde quizares, para a mor-
to...
E agarra ?f.-se a elle com todas as for-
jas
Estava soberba, mcio nua,
bellos negeos cabidos pelos
alabastro.
Leva me. Leva t?u filho...
de morreras, mata nos a ambos I
Ello empurrou a, framente, duramente.
NSo tsnho o direito de attentar con
tra os leus das. Arraste-os comigo para
a miseria. E' bastante. Podem sor ftfli-
zes anda, irabalhando, visto qne o traba-
lho nao te repugna. TerSo ama existencia
de expiajSc e de arrependmento.
Estas pa.avras foram pronunciadas com
urna espec > de irona mordaz, que fez mal
a Luiza.
NSo te faltava rnais nada, senSo es-
carnecer do mim, escarnecer da binha mi-
seria.
Lanjou lie os bracos ao pescojo.
Mas cSo s tSo iru assim I Exage-
ras, para fazer-me mal... ae me amasses
ainda am pouco, poderiamoB ser anda fe-
lizes todos tres!... eu trabalharia com
tanta coragom, com tanto ardor para nos 1
E eu ia viver a olhar para ti, do teu
salario...
Fariais o que quizesaes. .. Eu seria
tSo feliz em ver te junto de mim I...
NSo durdo ; mas nSo essa urna po-
sijSo para am futuro duque de Merlac
Luiza so! toa bruscamente os brajos.
E' verdade, disse ella, am duque de
Morlac nS> p le vivr com uma mulber
que aeduziu, ao lado do filho, que a car
ne da sua carne, o sangue do sen sangue.
E' melbor que cg am tiro no oavido, no
fin de ama noite de prejuizo ao jogo. E'
rnais o obre, mas digno I ..
E mostrou-lhe a porta.
J nSo te prendo ; vai. J nSo ba
lugar para nos no tea corajSo. J nSo
tens que faiier aqui.
Dizendo estas palavras, abra a porta.
Vai!
JoSo nSo so mexia. Meo aparvalhado,
murmurou :
Luiza !
Ella prc jeguiu :
Vai matar-te Vai I Mas nSo julguea
que me deixo Iludir com a tua indigna
mentira e com a tua intamstcomedia. A-
gora tenho certeza de que^iSo. pensas em
matar-te.. mas sim em deixar-nos. Vai I
Mas pre .inD-te de nma ouaa... se me raen
tiste, se eu tornar a ver-te, treme no da
em que me encontrares !
Empurrou-o para fra e fechou a porta.
JoSo de Morlac fi;ou um instante como
que atordoudo ; depois fez am gesto de n-
differea^a.
E murmurou por entre os dentes :
Diaboa levem a douda I
E precipitou-se pela esceda, que desoeu
a quatro e quatro.
Ficando e, Luiza atiron-se para cima da
cama e roinpeu em solujos.
Estava acabado... Estava vuva 1...
E seu filbo j nSo tinha pai I
va-
de desarranjada ou, antes, uma eellnla
zia no sea cerebro, a da memoria.
NSo poda encadear as *uas recorda-
j5es, os factos que se referiam a ella, at-
tribuia os a outros, em uma palavra, nSo
tinha senSo sentimento vago e confuso da
sua individualidades
Teda a aua enfermidt.de estava all.
Mas, logo que se uao tratava do passa-
do, ensontrava a sua lucidez de espirito,
exprimia se com rara elegancia de lingua-
gem e dava conselhos que ninguem so r
repend'.-ria de os haver seguido.
Comtudo, com/> ella tivssse o vestido e
as meias molhados e enlameados, a dona
do cas.l levou-a para outro quarto.
Voltaram poacos minutos depois ; a Pal-
lidazinha tnba mudado de roupa.
Sentou-se em um banquinbo.
Os dous pequentos toram encoatar-se-
lhe aos joelhos.
Micha Pallidazinha, dase o rnais ve
lbo que tinha seis ancos, oanta-nos ama
canjSo T
NSo, respondeu ella com raeigube,
agora nSo.
Sim I sim eu quero que cantea. E
o pequeo Carlinhos tambem quer, nSo
verdade, Carlinhos ?
Sim I sio> 1 oanta a taa canjSo.
Mas, eu j a nSo sei, j a nlo se.
- Espere, vou t'a dizer.
E o pequeo uomejou :
c Vos bosques, o apaixonado Myrtil >
Ab I sim, disse ella.
E, com os blhoB fixos em Genoveva can-
tn.
Caotou, como quando estava aenUda no
roebedo, a primeira parte da meloda, de-
pois calou-se..
Mais, rnais, gritaram os pequeos.
Sim, disse ella abanando a cabeja
com tristeza, ha outra cousa; mas j nlo
me lembro.
Se eu tentasse ? ponsoa Genoveva ;
mas, por que nSo ?
EntSo continuando o trocho, oantou :
t A toatinegra, no val, tnba deixado o
amante fiel o tanto fez que, da prisSo, tu-
gio bateado a aza. i
Logo que oavio a voz de Genoveva, a
Pallidazinha lioba estremecido e depois es
cutado, toda tremente, tendo no olbar scin-
tillajS^s singaLres e marcando o compssso
com movimeotos de cabeja.
E, qu .ndo a derradeira nota expirou nos
labios da moja, levantou-se, como movida
por urna mola, e debaixo da ama comino
ySo indiaivel, com o ~ olbar ardente excla-
EstHva louca.
e tnba a reoiiar d't^
hia mesmo a ver T
Estava na ra.
O dia comcjava a despontar. O cu'par-
daesato que cobria Nova-York comejava
a clarear. As ras estavam ainda deser-
tas.
Apressoa o passo para sabir mais de-
pressa possivel do bairro perdido em que
se acbava,
Ao cabo de alguna minuto^ ru um cab
vasio. Chamou-o, entrou, o mandou tocar
para o hotel dos Estrangros, na Nona
Avenida.
Sabia do carro, disso ao cocheiro que
espirasse, e suba a escada do hotel.
'Estava um pouoo nervoso... tinha o
passo febril.
Um sentimento de terror nivsterioso ti
uba-sa apoderado delle.
Era urna segunda maldijSo que lhe pa-
saVa 8obr3 a fronte.
NSo seria punido por ludo isto mais tar-
de T
Tinba feito mal a todos aquelles que se
approximaram delle; a seu pai, a sea ir-
mSo, a sua prima, a sua amante e a seu
filbo.
Nascera para a desgraja de todos que
tinha a nado.
Apesar da sua energa, apesar do seu
acepticismo, nSo poda reprimir um calafrio
interno.
Esmagar assim a toda' a gente, nSo se-
ria desafiar a Providencia ?
Foi arrancado s sua reflexSes que fa-
zia emquaoto suba o primeiro andar, por
uma exclamajSo do criado que o tinha re
conbecido.
Eate, despertado em sobresalto, aasusta-
do pelo deaalinho da sua roupa, e pelo ar
singular da sua pbyBionomia, tomoa-lbe o
passo e pergantou:
Onde vai ?
Jlo de Morlac parou, comprahendeu e
disse :
hou JoSo de Morlao.
O n. 27 ? Ah i perdSo senhor...
E afastou se, sem desviar o olbar do re-
cem-ebegado.
Fui atacado eata noite, disse elle,
para explicar o desalinbo da sua roupa, a
patliites de sua face. *"
O rapaz teve um sobresalto.
Atao do?
Atacado e rougado...
Mas nSo est ferdo ?
- NSo, defend me.
O criado tinha pepado na chave *e no
caBtijal e apreseotava o ao sea freguez.
Veja a minha conta, disse JoSo.
O seobor deixa-nos. *
Dentro de uma hora.
E JoSo afastou se.
A conta do senhor estar prompta,
disse o criada,
O amante de Luiza chegando ao n. 27,
abri a su- porta.
Habitava um quarto espajoso e mobi-
liao muito confortavelmeate.
Quando l entrn, sospirou.
A sorte estava Unjada.
Era preciso partir, apresaar-se.
Atirou o cblo o chapeo, o ssbretudo
velho o abri ana secretaria, onde havis
onro e notas do banco.
Cootomplou m idstante aquella
nheiro.
Comejou a sentir remorsos.
Deixava Luisa e seu filho qaasi
pSo.
Mas como fazer-lhes ebegar am
oorro?
Tinha dito sua amante que nSo
IX

JoSo de M'irlc aahin desorientado pela
direejlo qua a a:na tinba tomado.
As pala vraa de Luiza soavam-lhe ainda
aos onvidos : Treme no dia em que me
encontrares.''
Encolheu os hombros
E' isso, isso, record me Meu
Dens I mas, entl>, eu poda lembrar-me T
Sim, minha senbora, disse logo Ge-
noveva, ha de conseguir lembrar se. Va-
mos l, cante commigo o fim da romanza.
E a mo<; comejou :
t Ah I disse o pastor aflicto, adeus, bei
jos de Laoettd.
A Pallilazinha hesitante, durante os pri-
meiros versos, tinba conseguido apanbar as
palavras ro labios de Genoveva, ou, an-
tes, adivinbal as, e, ao segundo verso, as
duas vozes cantaram jautas.
Muito bem, disse a moja, que se ti-
nba calad<); vamos' agora, recomeoemos
Um, dous, tres...
Ah 1 disse o pastor affllcto, adeus bei
jos de Lucette. Fugio a minha ventara
as asaa da toutinegra.
E' bonito, bonito, bonito, exelamou
a dona do casal.
As can:oras continuaran) :
c Myrtil volta ao bosque vizinbo, cho-
rando a perda que tivet; por ataao ou de
proposito estava Lueette no bosque, seosi
vel prota do amor, do seu retiro sabio,,
dizendo :
Neste lugar, esperando qne a Pallidazi-
nha pojei.a-i acabar o canto s, Genoveva
deixoa de cantar. j
Mas a pobre Pallidazinha, que estava co-
mo que anspeosa dos labios da moja, ca-
iou ae tambero.
Entlo (Genoveva oontinuou o trecho, ean
tando s .
< Consola-te, Myrtil, consola-te, s per-
deste a toutinegra.
Os dous pequentos, com os olhos e.bu-
g.lbados, a bocea aberta, estavam extasia-
dos.
A joven rali tambem estava encantada
As das disoipalas applaudiam.
Genoveva pensava e dzia, de si pra si,
que a PiJlidasinha devia aer o'outro tempo
boa mus', ja, porque tinha cantado co per
feito cstvlo, sem qua a voz lhe dssi ama
nota menos afinada.
Emquunto a esta, direita, hirta, immo
vel, semclbanto a ama estatua, fioara em
oontempUjlo diante da professora, envol-
vendo-a u'am olhar, onde havia o quer que
de adtairacSo e ao mes no tempo tempo
noto mef i vel tornara.
De repente, abanou a cabeja, suspirou
e Genoveva vio-lhe os olhos molbarem-so-
Ibe de lacrimas.
aJjFicou anda por momoutos ciada, de-
pois, com voz doce e harmoniosa, um tan-
to oppriaiida, disse :
- A menina moja e baila, muito
bolla, e i ota como am aojo; a outra...
di-
sen
80C-
pos-
suia nais nada, que por esse motivo ae
matava.
Rtfieotio um instante nos meios a em-
pregr, alo os acbou, e poz-ae a despir S3.
Meia hora depois ninguem o reoonhe-
ceria.
Eatva vestido elegantemente, ponteado
com cuidado, perfumado, com o aspado
a p ;rfeiti. gentleman, de ama gran-
fc WrcjSo Dgleza.
O criado trouxe a conta, JoSo de Mor-
au pagiu-a, mandou buscar um carro, e
duas horas depois, embarcava para a
Franja.
Quando se vio em pleno mar, todas as
suas apprenhencSes deaipparaceram. Sen-
tia-se alliviado de um granda peso.
O paquete devia aportar ao Havre.
O duque da Morlac, pois que JoSo era
agora duque, tinha j prevenido o seu nota-
rio da su* ebegada. ,
Quando desembarcou telegraphou mar-
can o o dia e a hora em que o devia es-
perar no castello.
O amante do Luiza Poitevin, que tnba
sabido de Verueuil, fgido, quera l en-
trar como triumpbador e o notario para
angariar as boas grajas do seu opulento
cliente, tinha desenvolvido grande zolo.
O antigo sol r tinba sido lirapo do cima
abaixo, ornado de quadros novoa, mobi-
liario de novo.
Todos os criados, trujando rigoroso luto,
formavam alas uo vestbulo para sauda-
rem o novo amo.
S o oocbeiro tinha sido destacado para
ir bus jar JoSo.
Durante o caminbo o njvo duque inior-
mea-se do que ae tinha passado.
Soube detalladamente da triplico des
graja que tinha f;rido a sua familia do um
s golpe. i
Logo que sabio do castello seu pai sen-
tio-se como que tocado pela morte.
Fechou-se no seu quarto sem querer ver
ninguem.
NSo consentia mesmo que abrssem as
janellas como se quizesse fazer do quarto
ama especie de tmulo.
Nem para comer de l sabia.
Ab I elle tinba mutas -saudades do
Sr, duque.
JSo estremecen.
Fallava constantemente no Sr. duqu?,
proseguio o criado, e quando as lembrava
do Sr. duque, uma especio de agitajSo
so ap >derava delle. Levantava se, fallava
s ; agitava os brajas, e o sen criado era
obrigado a segural-c e deifal-o forja
para o calmar.
JoS oava em silencio, com o espirito
entenebrecido.
O oabriotct rodava como o vento pela
estrada lisa, por entre as paredes de ver-
dura que a margeavam.
Firmino perguntou :
EntSo, o Sr. duque nSo sabia disto T
NSo sabia nada, nada, respondeu
JoSo com uma voz abafada.
Ainda foi uma felicdade tero pai do
Sr. duque morrido ant s das outras des-
grajas.
E' verdade, dase o racem-cbegado}
isso evitou-lho no vos e terriveis c esgoatos,
Oh I muito tristes, disse o cocheiro.
A Sra. condessa era tSo querida, tSo boa 1
Morreu de paito ?
Sim. Sr. duque. Oh que noite !...
Foi de noite. NSo me deitei com a carrna-
gem prompta pan as caminbadas.
Durou viuta horas !
De tempos a teuipos o Sr. conde, como
am lonco, desvairado, descu a escada, a
quatro e quatro.
Nao via ninguem, nSo oavia ninguem.
Abra a porta e largava a correr pelo
jurda).
Nenbum de nos se animava a i o turo-
galo.
NSo podamos vl-o passar sem chorar.
Afioal sobre a madrugada a Sra. con-
dessa deixou de gritar.
Sentimos como que um allivio, um dos
meuicos appareceu na escada, Corremos
para elle. -
EntSo T
Est tudo acabado, diss; ella!
.Soltamos gritos de alegra.
Elle olhou para nos com um ar espanta-
do e diss.- :
Est tuJu acabado, aorrem
cenbeoi-a em outro tempo, era entlo joven
como a menina, bella e oaotava bem, como
a menina canta.
Abijfeu a cab'ja, poz a mSo na testa e
teve uma especie de tremor nervoso.
Escute, continuou ella, preciso que
lbe diga: a mSi amaldijooa-a e por isso
que ella sempre foi deBgrajada.
Depois de haver pronunciado aquellas
palavras, cabio ou profundo abatimento.
A sus pbysiouo.ni \ exprima ama magoa
despedajadora.
Genoveva sentia se perturbada at o in-
timo d'alma ; invadia-a uma indizivel an-
gustia.
Como se quizesse reagir contra as suas
impressSes, upproximou-se da janella
olhou para fra.
J nSo chove e o trovlo j se ouve
ao longo, disse ella ; creio qne podamos
agora voltar para o castello.
NSo pense nisso, menina, respondeu
a dona do casal ; ir a pe completamente
impossivel; os camiobos esto oheios de
lama e em alguna lagares oobertos de gran-
des pojas d'agua. Alns disso, meu mari-
do deve ter chegado a Noirans ; o Sr. con-
de, o pap e mam dessas meninas estSo
desoanjados. Tenha um pouco de pacien-
cia, a carruagem que as ha de vir buscar
nao tarda.
A Pallidazinha approximoa-se de Geno-
vev, agarrou lbe no braco e disse-lhe, le-
vando-a para o meo do quarto :
NSo se deve ir erabora; ab I nlo caia
em se ir embora, se soub-sse. por-
que ella s foi embora que a mSi a amal-
dijoou e porque- ella foi aempre desgra-
jada
A moja eabojou um sorriao doloroso.
Nao Be admire, menina, disse a Sra.
de Souliss*, o sea estribilho; repeto-nos
isso todos os diss.
De repente a professora eatremeoeu.
Uma idea aoabava de ae lhe apoderar do
espirito e poz se tambem a examinar at-
tentamente a Pallidazinha.
NSo havia uma certa corelajSo ou, pelo
menos, uma coincidencia eatranha entre
essa desgrajada, que fallava sem oessar da
maldijao da uma mSi, e o que ella sabia
da historia da filba da marquesa de Sau-
lieu ?
Esta tinha amaldijoado a filba e o sea ca-
s-ment ; nSo sabia o qne era feito da sua
pobre Gabriella; jnlgava-a morta, mas
nSo tinba neobmoa prova disso.
E Genoveva pergaotava si mesma ae
nSo era a Proviuenoia Divina, que a tinha
oouduaido aquella casa, para a por em pre-
senja daquea mulber, qae poda bem ser
NSo posao descrever a o Sr. daqan
que so passoa eptto.
Quanto a mim pareceu me que o aaagas)
gelava so-me as veas.
Algnns instantes depois deraos-OM por-
pormenores.
A Sra. condesas tinha aaorrdo filkw
tambem. '
Julgimos que o Sr. eonde fijaste doado.
Esteve dnas bors deamaiaio, e qaanda
voltou a si, tomos obrigados a amarrar la
as mSos, para impedil-o de praticar sigan
a:ti de desespero. v
No castello s se ouviam lamantrncSaa
solujos.
E o enterro, o enterro que foi digne
de se ver! NSo faltou ninguem !
Firmino caln se para fustigar o eavalia
qua tinha parado em quanto elle fallava.
Chegavam a Morlao.
JoSo olbava mabinalmente para o ecifi-
cio que se destaeava por entre os arvre-
dos.
Pareca lhe ou7r oa gemidos e gritas da
que o criado lhe tinha fallado.
O Sr. duque sabe como depois mor-
rea o Sr. conde ?
Sei, Bei disse JoSo, sei tado.
A carruagem entrn no pateo a Jalo
apeiou-se.
Apertou a mo do tabal lilo e dirigir ara-
se ambos para o castello.
Durante o trajelo o notario pl-o ao
correte d. aua posijao.
Joo de Morlao heraava crea da seas
milhoes.
Seis milbSes!
R -spondeu distradamente aos eriazos
que lhe davam as boas viudas,
encerrou se no seu qnarto.
Quera ficar s.
O seu pensamento nlo se voltou
desgrajada que tinha deixado pobre,
esperada em Nova-York. Voou rpida-
mente para Pars, onde tinha pressa
apresentar-sa com todo o esplendor da ssa
nova fortuna, e adormecen tranquila
mente. .
.X <-/
Na noite do mesmo dia'en qae Jlo m
Morlac adormeca no ,urto to esplndi-
damente decorado do sea castello, La
Poitevin, na America, deitava-se con
estomago vasio, depois de ter dado a seo
filho o ultimo pedajo de pSo qae lbe res-
tava. A infeliz mulber, depois da partida
do amante, cabio doante, e foi obrigada a
restituir, sem o ter feito, o trabalbo qao
lbe havia sido confiado. Ti o ha muito poa-
cas economas, que depressa so evapora-
ndo ; c no momento em que estamos, ti-
nha consumido todos os seos recursos.
Nunca acreditou no suicidio de Jola a
Morlac, e cada vea menos acreditava.
NSo ; JoSo tinha partido; tinho-a abeada-
nado. Nlo tinha compaixlo, nem della,
nem-do filbo. Como estava castigada t
Lerobrava-se agora do honrado mancebo,
o filbo do lavrador Boislaurier, a qaom ti-
nha desprezado, engaado.
A sorte tinha-o viogado Depois lera-
brou se de sea pobre pai, a quaai o sos
procedimento tinha matado, dos seas far-
des annos passados em Verueuil, onde ora
to feliz.
Lembrava-se das suas amigas, das sosa
vizinhas, qae ella havia esmagadb con a
aua bollera, com o sea laxo f So ellas
soubessem, se a vissem I Com am movi-
mento instinctivo levantoa-ae na cama o
o'hou para o espelho, pendarado aa pa-
rode. ,
Quasi soltou nm grito de torrar, ta
paluda e descarnada se via las da lam-
parme.
Approximou-se do filho,
tranquillamente a sen lado,
espanto.
Estara para morrer, para deixal-o si ?
Mil ideas lgubres lbe aeodiram ao ce-
rebro, encberam-lhe o espirito enfraqaa
cido. (Comtmtm)
-
qao dorma
com am ar do
a filhs por longo tempo chorada por sua nlo tinha querido qae olla so
querida protectora
NSo havia tambem ama coincidencia sin-
gular naquella melodia que c ntava a Pal
lidaainba, que havia sido am dos trechos
favoritos da menioa de Sanln e que ella
muitas vezas cantava eua mSi ?
Ainda mais, continuando o exame mi-
nucioso das teijoes da Pallidazinha, achou
que aquella desgrajada se parecia muito
com o aoberbo retrato da menina de Saa-
lieu e que ella iaba longamente contem-
plado no sallo da marquesa e diante do
qual se tinha ajoelhado, obedeoendo a um
sentimento que nSo pudera definir.
Genoveva era presa de violanta comato-
Devorava com os olhos a Pallidazinha e
diaia de si para si : >
_ Meu Deus, se fosse ella 7
Mas, cousa extraordinaria, o qae ella ti-
nha sentido diante do retrato da menina
de Saulieu torna va-o a sentir, e ainda cora
mais forja, na presenja da Pallidazinha ;
eram as mesmas sensajSes, a mesma per-
turbajlo, a mesma agitajSo. Tinha-se ajoe-
lhado diante do retrato, esteva quasi a ca-
hir de joelhos diante da Pallidazinha. Coa-
te ve-se. Mas, irresistivelmente impellida,
deitou oa brajos ao pesoojo da Pallidazi-
nha e beijou-a com uma especie de pai-
xSo.
A louca deu um grito de alegra, resti-
tuio moja os seas beijos, e conservou a
longo tempo aportada de enoontro ao cora-
jSo.
O rosto magro tinha-se-lhs expandido e,
no olbar e na fronte, havia o qaer que
de radiante.
Mea Deas, dizia a Sra. Soalisse, mas
eu nucoa a vi assim.
Minha senbora, disse Genoveva
Pallidazinha, agarrando-lbe na mSo hmi-
da e trmula ; entlo conheceu ama pobre
mulher a quem a mSi amaldijooa T
E' verdade, a mSi amaldicoou-a. e
por isso que foi sempre desgrajada.
Infelizmente, disse a Sra. Soulisse,
sempre a mesma cousa.
Genoveva, que observava a Pallidazi-
nha, adivinbou notv movimentoa de suapby-
sionomia e na expressSo da olhar, os vio-
lentos esfor jos qae fazia para rasgar o veo
espesao, que Iho cobria a memoria, fea
siga al Sra. Soulisse para qae ae oalasse.
Nlo posao, nlo, nlo posso, disse a
Pallidaziuha com iuftexSo de profundador.
Meu Deui I Mas o que isto que eu te-
nho sempre na cabeja T Ab I espete 1 ..
sua mSi aroaldjoou-a... Era noite, sim,
tinha o vestido bronco de noiva... a mii
entlo, eoto. Wo nma tempestada ea-
ptntosa... Os relsnipago* puzeran o coa
rin r .>, o trovo eatrondeava, reboatava
com fragor, tudo trema 1... Era a mal-
dijSo da mSi 1.. Depois, depois...
Estava arquejante, passoa a mo pea
testa inundada de auor.
NSo sei mais nada, disse ella com
voz angustiada.
Sim, sim, ba de lembrar-so. Ha
muito tempo que conheceu essa pobre mo-
ja que a mSi amaldijooa ?
Sim, ba muito tempo.
E onde esiava ella quando a eoabe-
ceu ?
Muito longo daqui, muito longo da-
qui. .
Veja se se Ienbra do nomo da torro.
A Pallidazinha precurou am monete,
depois responden :
NSo posso.
Vejamos, era em ama cidade ?
NSo sei, j nlo sei.
Ella era casada ? O bom Deus tfea-
lhe uma filbioha, ama filhiaua bonita ?
Sim, sim, reapondeu a Pallidazinha
com os olhos bribantes ; ama filbioha. .
Ab I como ella a amava I...
Tambem conheceu a filhinha ?
Conheci.
Como se cbamava ?
. NSo me lembro.
Pouco depoia com vos despedazada :
Ah I pobre pequea, entrou basa
tristemente na vida. Sua osli tinba sido
amaldijoada ; como a mli, devia ser dea
grajada ; como n mli, devia soffrer I A
maldi,lo tambem devia cahir sobro ella.
Comtudo, era innocente, nada tinha feito.
NSo podo viver, nlo devia viver: agora
morta.
- A senhor dia que ella morrea ? ex-
elamou Genoveva.
Sim, est l em cima como os aojos.
Deas levou-a, porque nlo quera deixel-a
s na trra.
Mas ella tinha aua mli ?
NSo, j nlo tinba mli, a mli I
morrido ; ah i]ue cousa terrivel a
dijSo de uma mli I
Sim, mss as maldijoes nlo alo eter-
nas, aa mSia esqueeem e perdam.
A Pallidazinha abanou a cabeja.
Muito tarde, murmurou ella.
(Coartnuar-m km)
1
l>p.do
rea Doqae

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