Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19139


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Full Text
CAPITAL E LIGARES 0\UE VIO SE PACA PORTE
Por tres rcesea adiantadoa .
Por 8U8 dito* dem.....
Por im aneo dem .../..
Ceda numero nvulso, do mosteo da.
I
6)j(000
12^000
280'
5100

*..
S
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,
'

[i.
T

SAMI Sil llfi JMfflDD Ufi 1TO
PARA DENTRO E* FR A O A PROTIMCIA
Pui seis snezes adiantsdos..............
Por nove ditos idem................
Por um anuo idem................
Cada numero avulso, de diss anteriores..........
13|600
20,1000
27|000
#100
Pxofvitbbt ift Mlauo Si^ntith 1>t -tana & Uljos
/*
Ot Sr. Ametle Priaee t C
de Pars. s5 os umjhi agente*
exclusivo* de annunelos e pu-
blcaedes na Franca e Ingla-
terra
TELEGRAMMAS
SLBVICO Di AGENCIA HAVAS
MONTEVIDE'O, 20 de Janeiro.
O .pVer'no da repblica apresentou ao par-
lamc'iit.i um projacto de lei tendente abo-
lico inmediata dos direitos da Alfandrga
sobre oa artigas de exporacio.
Consta qu3 o governo do Uruguay acha-
se eia negociaos com a casa Baring Bro-
h era i-.e Londres a 1 intuito da contractar
um c d prest mo da 20 rnilhSes esterlinoa e
que caas negocioyoas j veram bora
xito.'
Agsn
Hirvas, filial en P<*rnmbuoe,
oa airas,
20 do Janeiro, de 1888.
MSTRUCCO POPULAR
IiSCRiPTUHACaQ CDUUERCIaL
Ufxirahido)
DA 1UBLI0TECA DO POYO E DAS ESCOLAS
(Con 11 n 11 ac o)
EXEHCIC10S
RlilItisTaiS este ultimo *pitolo para,figurando
differeaiei tiaosaccpaB cammerciaes, diser q-oaes
sao as rWBtnt que a: debitain e quaea aa que ae
en >i-uca.
.S, pritic usual doa lancamentos a pa'svra
Devo &u Deveui e.-t beje geralraente aopprimHda
cem respeito ao3 ttulos das cooUi ; e ae a em-
pregainoa para mais fcil nente ae discrimioirem
aa contua devedoras dai credaras. Assentea eatea
princioio* diremea :
i'er fieudaa comprada* a prompto e inme-
diato pi.anjeaio :
F .;-. oda Geraes devem Calza.
daebendo-au coubecimento e factura de
fazeui. compradas pelonoaso currspodente :
Paz-ndaa Geraea devem a Fulano (onome do
corr s xm lente).
__l'or aseadas citnpradag, parte a prompto e
immeciato pagamento e parle em lettia por nos
acceiu :
Faiendas Geraea devem Diversos
s Caita u quantia paga
a L-ttras u Pat-r a importancia da leltra.
.__ guando bi-jum p^rtc i prempto e immediato
pagaciecto e parte Saciar :
Fai eidaa Gerae8 devem a Diversos
Ceixa a quantia paga
a C ci. j Goraes a quautia qu* ficemos do-
vendo .
Porfazendas comoradaa, parte em troca de ou
tras f-.xenda* e pirte pagas por roeia ama lettra,
em ca-tera p r -nos io kasada ao vendedor, ou por
lettra i nessa ord< m :
Farseadas Geraea devrera u Diversos O
a Faaendaa G raes pelas que sahiram
a Latirs a receoer pela importancia da lettra
aue i ;iialmente sabio io nosao poder.
" __ Por faaendaa que i a arjam remettidaa
de noasa ordem, pela importancia daa quaos te-
nh.w oa acecinado urna lettra a favor de tercei-
roet'ago direitos do ioaportacio e mais de*pe-
sas :
Faieulaa Geraes oyem a Diversos
a L-rtras a Pagar pela importanoia da lettra.
a C(i*> y'ii' d^sp *as p-ig-.s.
I.'jr fzr-nia cou^pradaa a troco de urna or-
den '1^ prgAint:u;i n.ibi^ o oosti commiaaario.
K.t i jw- i -Van a Fulaao (o nome do
crnvui'iaini.) i
\'*t lzendas d.; et propria vendidas
proxpo.e iiainedaro pa^-mento :
Caixa fieve a Feudia Geraei."
(Contina)
PAJiTE OFICIAL
Ministerio do Imperio
P>r detpichoTmperiai de 9 de Janeiro :
F< i Borneado senador do imperio pela provincia
do Kio de Janeiro o conaelheiro Joao Mancel Pe-
reira da Silva.
Fui exonerado o b.ehsrel Jo&o Carneira de
Sonzs Bmdeira da crgo de secretario da.priin
cia lo Para.
F.s-se merc do titulo de Baro do Descalvado
a Jos Elias de Toledo Lima.
Foi exonerado o backarel Alejandre Sisras de
Mello do lugar de cecretario dj'Externato do Im-
pcrn.1 Colleio de Pedro II, por baver sido nornea-
do axanuensa da ecrttaiia de Estado dos Nego-
cios do Imperio.
__ Poram comeado : commendador da Urdem
da Hoaa o ebefe de acucio da Alfanuega da corte,
Olynp o de Oiiveira j e cffleiaee, o tbesoureiro
aposentado da mesra i alandega, Joo Soares de
Pai Ferr andes dos Santo*, e eavalleiro da Ordem de
Avi- o l- cirurgiio do txereito Dr. Diogo Greea
Palla de Almeida.
__Conceden-se 0 Wro de moco fidalgo cem
excr'!8io, da casa imperial, ao Conde de Franco.
Por despacha de 9 do corrente mes, foram agra-
ciadla :
C m o titulo de conselho, o desembargador Joao
Coelbo Bastos ;
Cm a ccmmenda da ordem de S. Benio de
Avj, o ebefe de di rsao Eduardo Wandei)k.3lk.
..a------------
Ministerio da lustlca
- Foi recondasido o bacbarel Jos Emygdio Gon-
cshea de Lima no lagar de jais moaieipal e de
orpliSns do termo de Ipojaca, provincia de Per-
ssssbaco.
__Foi reaovido bacbarel Joaquim Eodrignes
Villares do logar de jais.municipal do-tenso de 8.
Jo Baptista do Rio Verde para o de I tapera da
Facaina, na provineii de r1. Paulo.
Foram comeadas : o bacbarel Alfredo Deo-
dat< de Andrade Espiuola, para o lugar de jais
mniieipal e ae orphios do termo de Campia
raudo, provincia da Paabyba; e o buibarel
Thx.doro Kasehert Jnior, para o lugar de juix
ni.icipil e de orpbos do tenue de 8. Joto Bap-
tist'i do Bio Verde, na provincia de 8. Paulo.
Foram reforinac oa na guarda nacional :
fo posto de soajor o capito da 6. compaahia
do batalhio a. 68 do antigo commando superior do
municipio de Barbacena, em M las Geraea, Jote
da Costa Mattoa ; no meamo posto o coronel com-
mandante superior da comarca de G iran, em Ser-
gipe, Antonio Alvea de Gouvei-i Lima.
Foram nomesdor : Luis da Silva Tavares, para
o posto' de coronel commaodanto superior da refe-
rida comarca de Garar ; Joio Campbell, para o
de teuente-coronel commandante do SI* batalhio
de infantaria da capital do Para ; Antonio Rodri-
gues do Couto, pira e de inajor sjadaote de ordena
secretario geral di commando euporicr da tseoi
eapital ; Manoel Joaquim Peroia Netto, para o dn
capito quartel-mentre da comarca de Gurupa, na
provincia do Para ; Mantel M-lchiaiea Pereira
Tejo, para o(de t -nente coioael commandante do
12a batalbio de infantaria das comarcas de loga
e Campia Grande, na Parabyba; Laiz Lucas
Liua Ctlda^, para o de major ajadante do ordena
secretario geral do commando superior da comarca
de Maeo, no B. Grande do Norte; Pantale&o
Becerra, para o dpi capitao quar!. l-mestre do mea
mo commaudo ; o capito Abdon Alves de Abreu{
para o poato de ten.-utu coroael commandante do
41" batalbii de infantaria da comarca da Feira de,
8ant'Auna, na Babia ; u capito Tranquillmo Ha
bailo de Lima, para o de cuajor ajadante de ordena
secretario geral do commando superior da comar-
ca de Lavras Diamantinas, na referida provincia ;
Mariunno Riymuad) Corroa, para o de major
commandante da seoao de bataibo o. 4 do servi-
co activo das comarcas do Baixo Mearim e Vian-
na, no Maranbo ; Melcades Palacio, para o de
tenente-eorooel commandante do batalbio n. 5 da
reserva das comarcas de Codo e Alto Mearim, na
mesma provincia ; o tenente Jos Joaquim Barbo
aa, para o de teoente-eoronel commandanta do ba-
taibo n. 3 da reserva da comarca de Icat, na
mesma i rovincia.
Foi expedido o srguinte aviao :
Miniet rio d >a Negocios da Justioa.2.* seceo.
C'nular.Bio de Janoiio, 7 de Janeiro de IbSO.
llim. e Exm. Sr. Kecommendo a V. Exe. ez-
pedicao das necessariai ordena s autoridades ju-
diciarias dessa provincia, afim do qua cesse a pra-
tica de seren compridas cartas rogatorias para
transferencia de beca em virlade de partilha, visto
qie, envolvendo taes rogatorias execuy^o e aenten-
vas eatrangeirai e i.o simples diligencias sem ca-
rcter ix=cutivo como sejam as citacaa. informa-
ces, viatorias, inquirices e outras que impertam
decisso das oan.aa. contrariam o precito dos de
cretoa na. 6,982 da 27 da Juibo de 1878 e 7,777 de
27 de Julho de 1880, segundo oa quaea cajeaos
ioteressados apresentarem a sentenca ao tatq ta-
tur para que a part Iba surta aena etf i tos no im-
perio ; ficando asaini revogsdos oa avisos deate mi-
nisterio, na. 8 9e 3 de Fevereiro, 56 de 11 de Se
tembro de 1882 e 30 de 25 de Juuho de 1887.
Deus guarde a V. Exc.Samuel Wallacs Mac-
Doieell. Sr. presidente da provincia dc .
-g?ss3rae&*------------
Ministerio da Guerra
Por portaras de 9 do corrente foram comeados
para a Escola Tctica e de Tiro da provincia do
Bio Grande do Sul os seguintea ofciaes :
1* kjudante, capito de eatado-r&aior de arti-
Iharia Luis Babello de Vasconeelloa ;
8- ajumante, tenente da tMladu-maar da J.
classe, Hyppclito daa (hagas Pereira ;
Inspectores geraes, capites Jorge dos Santos
Almeida, do estado-maior de 1.a- claeae e Joao Tei
xeira Maia, do estad i-maicr de artilhari ;
Instructores adjuntos, capitSo Luis Barbado, do
1' batalbio de arti.baria, e 1- tenente Francisco
de Paula Borges Fortes, do 4* baUlh&o da mes-
ma arma ;
Secretario (interino), tenente do 15- batalbio
de infantaria Gabin.< Betouro ;
Agente, tenente do 12- batalbio de infantaria
Pompea de Bausa Ararigbois ;
Quartel mestrr, tenente do 3- regiment de ca-
vellaria ligeira Lua Antonio Cardoao ;
Medico, 2* cirurgiio do corpo de saude da exer-
cito Dr. Ernesto Alvaro Pareira de Miranda.
Foram transferidos : da arma do infantaria
os sr guite* tenenles : para o 9 batalhio o do
12- Pompea de Sonsa Ararigboia ; para o 12'
o do 17- Bras O Jo: ico Alvea Tsixeira; para o 17-
o do 9- Jtio Candido de Aguillar Bello ; para o
1- o do J9- Affmoo Pinto de Oiiveira e Fabio
Penaforte de Araujo do 17- para o 13 a
Foram transferidos na arma de infantaria
Para o 3- batalhio o tenente do 16- Carlos
Perreira de Footoura Cunta ; para o 12- bata-
lhio, o tenente do 13- Gustavo Adolpbo; pora o
13 batalhio, o tenente do 13- Luis M inoel da
Silva Daltro, e para o 16' batalbio, o tenente do
3- Manoel Luis dos Beia Ciria.
Foram tranrleridas : para ol* batalbio de
de infantaria o alfares da c mpanhia do Piaoby
Joio Pedro de Sousa ; para o 5- o alerta da dita
compaohia Martiniano Francisco de Oiiveira ;
para a mencionada cimpaobia da provincia do
Pianby oa alferes Francisco de Moura Costa e Gal-
dino Evariato da tiiiva Leite, este dd 11- e aquel-
le do 5- batalhio ; para o 3* regiment de arti-
lhari o anspecada do 2' Francisco Torralo
Bracarcnse, e para o 5- r-gimemo de cavallaria
o 1- cadete do 1-, Alfredo Paraguaaa do Barros.
Foram transferidos : par a 1* compaohia
do 2" regimentad) euvai'aria o capito do 4* da
mesma arma "Antonio de (J rqueira, e para a 2*
companhia deste o capito daquelle JuliiovAlves
Chaves ; para a lcomptnha do 1- batalhio de
infantaria o capitio d'aquclle Ignacio Antonio
Gomes deOliveire.
Foi refirmado, de conforinidade cors a pri
meira parte do J 1- do srt. 9- da lei n. 648 de 16
de Agosto de 1852, o 1 cirurgiio do corpo de
aade do exercito Dr. Cocatancio Cirios de Sonsa
Utel, visto achar-se >>ggregado ao mesmo cerpo
ba mais de um anuo e ter sido em nova inspeccio
julgado ineapas do servico.
UOYE.UXO li\ PROVINCIA
(ConinuacSo)
TITULO III
i no (Nsrao publico pkimario
Capitulo IV
Das escolas
SeecSoI
Da creacSo, sede e diatnbuicio das escojas
Art. 37. A- proviueii iciniatra o eosino "' > gialuite, em
eicnlas por ella raantidas e em aulas parfl" abvenciouadas,
sos meuiuos e adu'toa que estiverem .as co... .-, .* de fr.nquen-
tal-as.
Ait. 38. As uciuaea escolas publicas serio distribuida* pelos
diff rentes lagares da provincia do modo que baja pelo menos ama
escola (oiixta e regida par profesora) em cada povoado,urna de.
cadt tei o em cada urna das vi'las pnucip.es e as cutras scente
urna escola mixta,urna de cada aexo as cidadet, urna de cada seto
e outra mixta as cidadea maia p.puloaaj, excepto no municipio do
Becife qua teii as qua conatarem do quadro a que se efere o artigo
eeguiute.
Art. 39 Por occasiio de expedir-se o presenta regulameato sera
orginisado um quadro daa escolas publicas da provincia, mencionan-
do das ai fuaes aa que tu da ser consrvalas na t .rma do artigo
antteedente e diatnbuiudo-as por mido que posstam aproveitar a um
maior n mero do localidades.
Art. 10 As escolas nio q|ntempladaa no qusdro de que trata o
artigo aut.cedenti, regidaa por profesaorea vitalicios ou effectivos,
coniiderar-se-bio provisorias, devendo elleo continuar a rgelas ate
que Ibes sejam designadas ontraa de igual catbegoria oa tenham
aecciao, oa forma deste regulameato.
A juiao dogoveroa poderid tambem a r conservados os actnaea
conLractados que ae acham em edeiraa naa condicoes deste artig ,
umb va que tenham elles feito preva de bons servicoa o sua recon-
dueco teuba sido preposta pelo inspector geral.
Art. 41. As cadeiras de que trata a primeira parte do art. 40
desde quo por qualqucr circumstaucia vagaren, ficam por esse facto
supprimulas.
Art. 42. 3 profeasores das escolas consideradas provisorias,
podero, ni o requererem, aeivir como adjuntos *m outras escolas,
que pd grande numero de alumnos disso necessitarerro. Nests caso
conaervario os vencimentos que actualmente perc-ben,. Esta Jis-
poncio nio se applicai em cato algum aos eontractados a que so
refere o art. 40.
Art. 43. A' creacio de CBdeiraa de eosino primario, por acto
administrativo, as freguexias onde j existir alguna, preceder ar-
rolamento dos meninos em dade de escols, sudieaciu ou propasta da
Cmara Municipal, ioformacio daa principaes autoridades locaes e
consulta Are. 44. Ser creada cadeira de enitno primario cm toda loea-
lidade em que a muoicipalidade o qualquer particular offerecer ao
gaverno casa e mobilia apropriadas, tendo o profeasorv encimenta
igual ao dos eontractados.
Art. 45. Qaando a trequencia de quaesqaer eecolas exceder de
40 alainnos, podrr a aula fueccionar em dna* sessoes diarias, ou em
diaa alternados, conforme convier, at que seja creada outra cadeira
ou subvencionada algunas escola particular para admittir es alumnos
que pasearem daquelle numero (art 216).
Art 46. N .s iregueziaa desta capital e as sedes dos termos da
provincia em que o governo entender conveniente, haver escolas
nocturnas para adulto, sendo preferidos para rgela* oa profoasores
publico* das diurnas.
nico. A quesquer pi*bfessoree que o requererem se conceder
periniasio, para, na casa e cid a mobilia da aula diurna, enainar
gratuitamente em curso* nocturnos. Si este* forera frequentados
por mais da 12 alumnos adultos, o professor teri diieiro a quota para
o expediente respectivo. As aulas nocturnas nss coadices d-. ate ar-
tigo sio lomadas em coasideragio para oa effeitos fls arts. 125, 181.
el.*, urna ves que funecuanem regularmente, cem kgjo treqae.nci e
Spw-natuunu Jo lauyno pi orado por examBtJ|Opa mais de seis
anaos nio iaterrompidoilV ,
Art. 47. Na Casa de Detencio desta- capital ama aula ministra-
r aos prtsos qua delle carecam o encino primario. Esta aula ci
se esmpebender na ciasaificacio das entrancias, e ser provida por
qualquer dos meios estabelecidoa no presente regulamento para as
escolas primarias. O professor teta o vencimento constante da ta-
bella n. 1.
Ar. 48. O governo poder incumbir a um profeasor em cada
paroebia o enauo de adoltes cm dias que nSo os uteis, mediante
gratificacilo que Ihe arbitrar, propercioual ao numero de alumnos.
Aos prufeesori-s que espontanea e gratuitamente ae prestarem a esse
eosino se lovMSj em conta o servico, como relevante que paraos
efiaitos do art. 182 e o lempo delle para os do art. 179 na rasio de
metade doa annos em que tiver cnsiuado.
Art. 49. As escolas dos pov.ados,-crgidas por profe'ssorss, rece-
barlo alumnos qor de um, qur de ootro sezc.
1 A frequeocia poder ser mixta e simultanea ou funecioa-
r aula eui duaa sescoes diarias, ama para oa alumnos de cada
teto, si aseim o exigirem o numero dellea c as conveniencias do
eosino
2." Onde fr oecessario, poder a escola recebar os alumnos
da cada sexo em dia9 alternados, havenda diariamente urna sessio
mixta para os de maia tenra idade.
Art. 50. Qaando em duas localidades prximas nio banver nu-
mero da alumnos para inanter *.- ama escola, o governo podar de-
terminar que esta fonecione seis mtzes em cada ama dellas
Art. 51. as freguesias da capital e em edificios com as accom-
madacees neceesariss, poder o goveroo determinar que o easica ee
d em urna ou duas escola* aab a diri-cc.il > do professar mais antigo,
auxliado pelo* demai?, de qualqner dos dpus sexos, que forem pre-
cisos.
1. Pelos differeutes profesores, que nio serio em numero in-
ferior a tres oem superior a seis, ser distribuido o ensino das diver-
sas disciplinas do programen.- escolar, podendo a diaiiibuicio ser al-
terada quando pelo inspector geral fdr jalgado cicv-niaote.
2 Poderao ser supprimidaa as outras escolas da treguezis,
si sb de que trata este artigo aa tornarcm pouca frequeotadaa ca
desnecessarlas.
Art. 52. Para reger esc.las do sexo mascolino sio admittidas
professoras.
Art. 53. As escolas diurnas p ao treqsentadas serio trans-
feridas para outra* localidades ou supprimidaa, observanlo-ae as
seguintes disposices :
| 1." Si a frequencii durante tres mezes seguidas fr inferior
a 12 a'umnos, snspender-se-ba logo o ensino, pasaando-se a verifi-
car, por meio de procesaa disciplinar, si o facti divida ao profes-
sor. No caso de o ser, reabrir se ba a escola, paseando esta a ser
regida por outro profeasor, e no caso nega'ivo Ipoder ser|transfa-
rida para eutra localidade onde possa ter mais alumnos.
2.a A' transferencia preceder ioformacio e rea da nova
situacio que se queira dar escola, arrolamento dos meninos em
idade de eutiao, cssa em boaa condiedea para os exercicios escola-
res, salubridade do lugar e mais ciraumstancias qua importam pro-
videncia de que se trata.
Art. 54. E-nquanto se proceda noa lermos do artigo antec-
dante, o professor perceber metade de seu vencimento, sendo-lha
paga a outra metade, si, fiado o procesaa fdr jalgado sem culpa.
Art. 55. No caao de sa verificar, porn, que a falta oa dimi-
naicao da freqoencia devida ao professor, este fiaar avolso e sem
vencimontos, si nio fdr vitalicio na forma daa disposicoes regulamen-
i tares que estabeleoem io no condicea da vitaliciedada prora de Cam-
po de servico e de exaccia no camptimento de deveres.
Art. 56. Si o professor que por sea piocedimeato dea causa
pouca trequenciar'dOs alumnos tiver obtido a declaracio da vitalicie-
dade naa condicea referidas no-t-rtigo antecedent, poder ser re-
movido pura cadeira de inferior entrancia e nio a havendo paaaar
a servir coma adjuacto, tendo o vcucimeuto que Ibe competir nesta
qualidade (Tabella n. 1).
Art. 57. Exceptuada o caso do artiga precelecte, o professor
de cadeira aopprirnida por culpa sua, ci ser readmittido ao ma-
gisterio, si nao por meio de concurso. /
: Art.- 58. Ser tambem suspenso o ensino, observadas quaoto
aos profesaores as dispoaicoas cima, ai a media doa alumnos, calcu-
lada sobre a frequeucia bavida nos m sea de Abiil a Noveaabro,
nio exceder do 12 alumnos.
Art. 59. Em cada mes em que a freqoencia nao exceder de 15
alumnos, o professor soffrer o descont da quinta parte de seas vea-
cimentcs.
Secfo II
Das entrancias
Art. 60. Aa caleirae de eosino primario si) de tres entrancias :
I. De 3'as das freguesiaa do Becife, Santo Aatonio, 8. Jas,
Boa-Vista, Graci e as da povoac-o do Atogadas e da de Magdalena.
II. Da 2*aa ontraa cadeiras da comarca da Becife, aa da fre
gnesia da S d.-x con,arca de Oiioda, e aa das demais cidades da pro
vincia.
III. Do 1*aa que nio estio comprebendidas as classes an-
tecedentes.
Art. 61. O professarea pblicos cujas cadeiras baixarem de en-
trancia, n) sio por isso prejudicados em seos direitos adquiridos, c
aqu- lies, cajas cadeiras subir-rn de entrancia por torca de lei ou por
elevacia de.categoria da localidade, serii n'ella* conservados i a
elles couber o accesso de que trata os art*. 163 e 165. Nio lbe*
vindo este a caber, o governo far opportuoamente desigusc >o de
cadeira em que passem a ter exercicio os profeasores. -
Art. 62. Nio se comprehen !e.n na disposto no art. 60 as ca-
deiras de ensino- primario annexas a estabelecimenios pblicos de
instruccio secundaria e a da Caa deDatenoi>.
(Conina)
DA 19 DE seibo, os individuos denomes Liiz Cordei- digao presideute da provincia.-O ebefe
ro Reg e Cyriilo Correia de Araujo, o
primeiro pronunciado e o segn lo iniciado
uo art. 192 do cdigo criminal.
Na Serta Queimada, do distrioto de
Bom Conseibo, foi assassint^o oom dous ti
ros, o infeliz Jos Amrelio, poi Antonio
Vero e seu irmSo Jos, qne lograram eva-
o Sr. inspector da : jr Be
Proce ieu-se a corpo de deliro e abrio-
OESPACHOS DA PBESIOENClA DO
JANEIRO DE 1888
Argemiro Pereira da Silveira. I u forree o Sr.
directoi do Arsenal do Guerra-r
Domiogoa Jos Ferroira 4 C.Agaardem a
concessio d crdito pedido pela Theaouraria de
Fazenda ao Ministerio da Querr.
Coronel Frederico Christiano Buys- R>rne-
ca-se.
Fielden Brothers. Informe
Thesonrsrta da Fazenda.
Jcao Mende* da Silva.Deferido com o officio ,
de boje io brgaieiro commiodante das armas. j se sobre o facto O competente inquento,
... Teoente Jo&o Pereira de Gooveia Torres Ga- que j teve o coveniente destino.
liado.Nada h-i que deferii. C'omrounicou-me o delegado de Taoara-
Joio Jos Ferreira.Deferido por officio de _. ,n ___*- ^ Q
boje Cmara Municipal de 8. Beato, quanto a e offiaio de 10 do corrente que e 9
Ijs parte da veclamacio do eupplieante. horas da manbs, do da antecedente, o in-
Jeroiiymo de II.I.anda Cavalcante de Albu-' divduo Casimiro de tal, morador ra da
qoerqne Jnior.Bemettido ao Sr. ioapectr do pa|b,a daquelle termo, armado de um ara-
aro Praviucial para atteoder ao pedido de' e ... _._____
o com a ordem desta Presidencia de>2 de \ m d fs"<> ** diversos ferimontos em
i Mana Antonia de Jess, poodp-se em tu
ga logo api a perpetrador do crime.
Abrio-se sobre o facto o compatente in-
0' querito, que j teve o conveniente des-
I lino.
de poliaia,
Vianna.
Francisco Dominguet Ribeiro
-r.aaog'Si--
Thesoure Proviacat
despachos do da 20 de janeibo
de 1888
Miranda Lopes ce C-Informe o Sr> Dr. admi-
nistrador tf\ Bacebedaria Provincial.
Tnlhos Urbanos do Becife a Caxang, Manoel
Marques da Silva, Tbomas Antonio Guimaries e
otUaia do Dr. chefe de polica.Informo o Sr.
contador.
Vigario Joaquim da Cunba Cavalcanti.I .for-
me o Sr. collector de Bonito.
Fieldeu Brutiier.-.Junte ae copia das ii.torma-
coes.
Manoel Jos de Paiva Pinto. Prorogo por 30
dias o praso marcado a que allude.
Tbesouro
accord
Dezembro ultimo.
Jos de Calasaas Bufa Duarte.Sim.
Joaona Evangelista Gan^alves Lima. Sim.
Luis Affooso da Oiiveira Jardim. -Sim.
Marcelino Soares Ferreira.Deferido com
officio desta data a Tbesburaria de Paseada.
Marianas da Silva JessApostille-se.
Bodolpho Peres de Carralho.- Complete o sallo
e volte quereodo. i
Secretaria da Presidencia de Pernarn-
buco, em 20 de Janers> de 1888.
O porteiro,
F. Chacn.
ARIO ES PERIIBCO
Ministerio da Harsnha
Par decreto e ttulos da 9 deste mas, foiam pro-
movido* no carpa de faaeada da armada, a bffieial
de 2* classe o de o' Jiciatho Antonio Moreira, por
merecimeato ; e Horneados officises de 3' classe,
Bodolpho Bozerra Guimaries Pontea, Cario* Ser-
rano A uunes e Joio Gome* de Lima.
Por titulo* da cieama data foram comeado* :
Mestre de 1* classe o de 2* Aadr Luis da
Franca ; mestres de 2* classe os guardies Cantil-
lo Jos Vasco, Joe Msrtins de Sani'Aona, Da-
masceoo Inzezala e Baymando Jos do* Santos.
Por decreto e ttulos da mesma data foram pro-
movidos no corpa de mschioistas :
A macbiaista de Ia cU.se, por merecimento, o
de 2* Elias Antonio da Oiiveira Rnhi; a maebi-
nista de 2' classe o de 3a Manoel An'oaio Mafra,
por antiguidade ; a macbiaista da 3* classe os de
4a Jos Pereira de Mella e Alfredo Augusto Bi-
beiro ; e a machiniata de 4a ciaste o praticante
Fernando Jos da Silva.
- Por aviso de 7 do corrente mez, foi nomeado o
cirurgiio de esquadra Dr. Beato de Carvalbo e
Sousa, para exereer o lugar de director do hospi-
tal de marinba da edite.
Nio foi agraciado o imperial marinheiro Daroa-
sio Jos de Freitns.
Pos portara de 9 do eor ente f-i comeado o 1'
tenente Jos Bodrigo de Abreu para czercer o lu-
gas de capitio do porta da provincia do Espirito
Santo. '
Em 10 do corrente foi comeado o ebefe de divi-
tio Eduardo Wandenkolk, psra eonunaodar a 2a
divisio de cruzadores
Por aviso de 11 do corrente foi nomeado o 1'
tenente de, arma ia Vctor Candido Barrea esa
substituicaa ao 1" tenente i .s Egydio Gareez Pa-
Iha, adjunto de commissio de meiboramentos do
material de guerra crea a a por decreto n. 7,676 de
20 de Deaemoro ds 1879.
Mcpartlcio da Polica
2* seccio. --N. 6.Secretaria de Po-
lica de Pernaoibuco, em 20 do Janeiro de
1888-IUoj. e Exm. Sr.-Parcipo a V.
Exc que foram bou tero recolhidos Casa
de Detencio os seguiit- a individuos :
A' mint.a ordem, Joiio Sacerdote da Car-
valbo e Isidro Pedro da Silva, vindos do
termo de Caruarn', como sentenciados.
A' ordem do Dr. delegado do 1 distric-
to da capital, Ladislao Raymundo da Sil-
va, Juvencio Jos de Salles e Joo Anto-
nio Nepomuceno, por disturbios o embria-
guez:.
A' ordem do subdelegado do Santo Aa-
tooio.Heliodoro Franoia o da Trindade, Jo-
t Mathiaa do Nssaimento, Jo Joaquim
Gotic;alve8 Bastos, Arsenio SiSo Mentor
Mootego8pborieis e Sabino Gomes da Sil-
va, por disturbios.
No engenbo Camivou, do termo de Pal-
mares, de piopriedade do capitao Jo3o Car-
doao, um eacravo deste de nome Jerni-
mo, travaodo-ae de razSaa com um sen par
ceiro, o ferio gravemente com duas laca-
das sendo presa em flagrante.
O subdelegado respectivo tomou conbe-
nhecimento do facto, tea a vistoria e abri
e competunte inquerito.
FiTHtn preso pelo detegado de Que
brangulo, na provincia daa Alagoss, e
se sotana reeoluidoa oadeia de Bom Con-
I Segundo particparjao do delegado de
Ipojuca, em officio de 18 deste mea, o es
| oravo Fernando, de propriedade de Miguel
Jos de Abren, ferio gravemente a Joa j
i quiua Palmeira e Franeisco Martina, all
trabalhadores, oonseguindo evadir-se. logo
em seguida ao crime. i
O aubdelegado do Io distrioto respectivo (franca-. -
. -rw. Dcpoi* das expucaces do conde de kalQoky
tendo abarlo o competente inquerito sobre 1 r .. ,,
t .: perante as delejjacoes da Austro-Hungra, en
o facto, prosegue em deligenoisa tendentes {^ n ^J^J ^ Saliahnr nuo lhnKn.,:
a captura do criminoso.
RECIFE, 21 DE JANEIRO DE 188S
Hetrospecto poltico
FO LITIO A O EBA L
(Conclusao)
Nio obstante o Iracladu anglo-franco, e talvez
um pouco por causa delle, o governo brilannico
apressou-se em bater palmas allianca dos tres
estados do centro, sem attenco pelas suscep
tibidades que esse facto devia despertar Jem
tendeu o marquez de Salisbury que Ihe nao era
' licito oceultar por mais tempo os seus senti-
A's i boras da tarde, do dia 16 do cor- mcntos acerca desse celebrrimo pacto.
Para manifestar se solemnemente nesse sen-
tido, aproveitou o primeiro ministro da rainha
Victoria o banquete que se d todos os annos
cm honra de cada novo lord myor da opulenta
rente, no lugar denominado Cova da.Onga,
do Io distri-.'to do termo de Serinhaem, os
individuos de nomes Francisco Jos Fer-
reira, conbecido por Francisco Maoaco e
Tbomas Alvea de Aquino, travaram luta,
danlo em resultado aahir o ultimo ferido
na cdxa por um tiro do espingarda.
O criminoso foi preso em flagrante e so-
bre o facto abrio-se o competente inquerito
policial.
O delegado de Qimellaira, por offi.o da
tado de ante-bontem trouxe ao meu conhe-
cimento que no dia 15 deste mes e no po-
voado de S. Jos da Extrema daquelle ter-
mo, fora aggredida, desarmada e terida gra-
vemente com ama faoada no eitomago a pra-
ca de polica, de nome Joto de Araujo, que
all ee achavstem a rvigo, por um grupo
uomposto doa individuos de nomes Hsrmi
nio de tal, Vicente de tai, Antonio Grrosso,
Xavier e um outro, cujo nome ao igno-
sa, os quaea conseguirn] evadir-se lego
sepoia de consummado o attentado.
Contra os criminosos procedeu-se as
termos da lei.
Deus guarde a V. Exc.Illm. e Exm.
Sr. Dr. Manoel Euphraaio Correia, szmita
cidade de Londres. A festa tradicional de
Guildhall teve no anno ndo urna particular!
dade interessante.: fui a primeira vez que a ca-
pital protestante elegeu para anefe da sua mu
nkipalidade um individuo de religio catbotica,
e de mais a mais estrangeiro, pois que "o actual
lord mayor o Sr. f. Keyser, belga ge nasci
ment, postoque resida ha muitQs annos na
Inglaterra
0 discurso do marquez de Salisbury no a fes-
tinr pantagrulico de Novembro era espera-
do com o mesmo vivo interesse, com a mesma
anciedade, que precedeu os esclarecimentos da
chancellara austraca e do chele do gabinete
italiano, acerca da entrevista de Friednchs
rase.
O ministro inglez nao se mostrou desc -ente
da continuaco da paz europea, posto que n3o
occullasse 03 motivos que podem determinar
deum momento para outrox temerosissima guer-
ra, as nao era o car cter socegador de urna
previsao arriscada que mais interessava ao cor-
po diplomtico que o ouvia.
A parte mais allractiva e irssortant; so sis-
curso de lord Salisbury, foi aqoeUa eu pe ene
manlfestou todo o enthusismo de qo se acsa-
va possuido ante os intuitos da or. trsasser
allianca^ intuitos absolntamente pacficos, a a-
rem crdito os protestos das parles inl
nessa reeentc combinat;o di piornal ka.
ao genio fecundo do Ilustre rsunnHii sa tr-
lemanha. 0 chefe do foreigm-ofee, j aussiiii
dando ao appello que o conde de Kilnoky e e
Sr. Crisp haviam feito, pouco lempo antes,
boa vontade da Inglaterra, declaran, os te-
sumo, que aquella combnaco uwnwsttn av
suas mais vivas sympathias, a sea SBssinss asis
ferveotc, urna ve. que a Gr Bretansa, per ss-
stincto e por systema, sempre se esforroo bjsbbb
manutenco da; paz europea, e para (|se os Ha-
lados internacionaes nao tossem viollos, sen
desrespeitada a independencia dos pe vos- (!)
Esse apoio aos planos bisotarckiios foi a
principio levado coala de pora raunifcstaeo
platnica Duvidoo-se que a\lngtoterra vien
a esquecer em qualquer emergencia os* atecs -
tos da sua poliiica esseucialmcnte insular e
dadosamente encolhida em todosjos casps
ves do continente, embora a vontade. qse sis
oceulta, ele ver diminuida ou pelo menos esta -
cionaria a influencia moscovita nos Italkans.
Todava, algum tempo depois do ssaons
de Guildhall, aflirmou se que o goverso sr
Londrcs obedeca tentaco de participar sV
rectamente de todos os lacros e perdis da srt -
pcc allianca, entrando eOectivaraente n'eisa-
nao s com a obrigaco de auxiliar cora a ena
armada a defeza commum da ArJStriii. da Ita-
lia e da Allemanha, em caso de ditlnn w
urna guerra, mas estipulando anula
sar-sc materialmente pela manutencAo do i
lib io actual do Mediterrneo c do imperio et-
lomano, que com vontade ou sem ella leris le
ligar os seus destinos aos das qoatr giansh.-
potencias europeas.
Esse boato couiecou a ser espaUattu seta
im prensa allem, c foi acolnido peto
de toda a Europa Mas com Indo isso
ihegou a acreditar seriamente nessa taespera-
da e extraordinaria mudanra da pire avista sa-
lifica ingleza.
O proprio marquez de Salisbury itasa per
diversas vetea aflirmado, c m approvaco ta
toda a imprensa patricia, o \tmpmHu esa sjse
eslava de cons^rrar o seu paiz livis
as complicares conlinentaes, peta
cia de urna ncutralidadc tauto anta nnsas,
quantu Ihe Consentir o dedicar talos M SSSJS
cuidados s questocs infpmaa # ao
ment dessa misso colonial de esa
na Inglaterra como n'um dos raros
le mundo-
A contradieco em que ficava o prsesro ns-
nistro brilannico comsigo mesmo era fias;tasa
de mais, para que se acredtasse sem
as bellicosas intencOes que Ihe eran
das. Accrescia anda que lord SbIibbbsI
poda cslar mais iucompleamente
acerca das (oreas navaes nglczas na i
de, que seu compatriota Charles Cilke.
Ora, este provou n'um escripto celebre ene a
armada da patria britannica apenas ebegam.
n'uma seria emergencia, para guardar es ser-
los nadonacs.
E nessas condices, como poderia esta porseer
ao mesmo tempo sua defeza e tornar natsnsY
attitude ofl'ensiva no Mediterrneo e o asar sta
Norte ? Se a anlipa raimU 4o$ mam est es>
demnada a largar o sceptro ante o iisnwio e
qualidade dos navios de guerra framxzese ita-
lianos, como admittir qne ella sonhasse
momento com as glorias longioqnas de Tr
gar? Jo licito descrer a tal ponto da
cida prudencia do pacato John Bull.
Esses boatos espalbaram-sc poseo dettois sa
visita de Alexandrc III a Berln. Ce risttainsB
provavelmenle um episodio sem- alcance na ss-
litica do prncipe de Bismarck. asta*
tte irrifgo nenosa do grande horm-m.
que essa visita era nada favorecer os *tis pn>-
iectos de reconciago com a Russia.
0 encontr dos imperadores Guilla?-me e JUe-
xandre havia sido com muila anlecedesta as-'
nunciado por entre os commentarios rjssaes. O
primeiro, apezar da fraqneza e ineijvsnnSBS tta
idade, j tinlia ido era Seterabro a Svrtn, aesss-
panhado pela imperatriz, o principe sea setoe
o marecbal Moltke. Ser virara de pirtrxs *
viagem certas manobras militares, as s *w-
dadeiro motivo della era a entrevista sjsssavsv
Iho imperador desejava ter com o i
porem, nao se apresson em sabir da i
onde eslava com a familia, para
aos desejos do'tio.
Nao se esperara mais que o imperador aJe-
xandre pizasse dessa vez em solo
antes de se recolhcr a sua corte. Rao
como se suppunha. Fosse qnal fosar a
e deram-se diversas, o certo >fse s
de passagem para S. Petersburgo, cccistai-se a
parar algumas boras em Berln, onde tai iris-
mente acomido pela respectiva popalaca, assS
que o imperador Guilberme o
monstnicAes da mais perfeila ca
principe de Bismarck deslocotf-se u
te de Fnedricbsrube para ir to i
tinelo hospede, a qnem pedio
que Ihe foi promptamente concedista O i
serum os conferentes um ao entro sis m
na sua integra. Segando, porenJ^ar' J
informaces, ohabchanceller, psra
susceptibilidades levadas ao ansas lo
certos actos recentes da dipioaaacia ansns
Bulgaria, lembrou-se de declarar na
documcntos.em que o imperador
da va as suas queixas. eras
conliecidamente apocrypuos, obra i
se sabe de que conspiras jo
mar a peito desvirtuar as i
da Allcmanha para com o imperio nsstninaf
Accresceiilou anda o principe de I
na propria corle de Berln baria asa
pouco numeroso, mas itiduenie qne
Uva em espalhar boatos cnotrartae |
ca das boas retaso*, entre os *


i uosamente umu foiha franca
a entrevista a que nos referi 8cm#B-
lendo na Iiistoria da diplomacia a nina
Comedie tes mprties. Com effeito, a po'
vontade ilo cbanceller de farro pretendeu redinir
todo o radical e velto ani agonismo germano
s!avo ao simples valor de nm qiiivoco. Man
ainda quando o czar livesse ficado convencido,
depois das explicagoes que ouvio.de que a'Russia
nao tem i) Oriente melor amiga que a podero-
sa alliadi da Austria e da Bal, nem mais de-
cidido promotor da sua fortuna que o auctor
responsavel do tractad de Berliu, restaa
ainda assim'um ponto casencial para elucidar,
seria necessario saber coso a maldicta conspi-
rarlo or ianista e o intrigante partido da corte
bernenso poderiam ser a razo sufficiente da
_io econmico de tal ordem, qne possa tirar-
Ibe a conciencia dos beneficios da paz. Os
l'nidos procuram resolver amigavel-
mote "a qaestao das pescaras; o Brazil con-
cluio com a Repblica Argetriff um* convenci
sanitaria, em quanto a comriissao de limites no-
meada pelos dois paiz'58 visinnos prosegue nos
seus traballios. .
{Continua)
%miie\m ote l*aelOeo, lo <
raU bul do Imperio
O paquete franoez Congo, entrado houtem
sul, tronza as sagaintes noticias :
r a *<
do
Datas telegrapbieas nt 2 c o carrate :
En Lima, o commereio repuli as notas do go
verno e annuncieva por meio de carteaos, que nao
russophoa do jornalismo official da Allema- f4r nen0uma transacgio sen lo em moeda metal-
una ; da recusa opposta pelos bancos do Estado
germanice ao recebimento de ttulos moscovitas
em caugao do augmento dos direitos sobre os
cereaes, que ento se promova pressurosamen-
te, para inpedir a entrada dos trigos de Odessa
no imperio de Buriheruie; da guerra ininterrup-
ta, Imam-ente, que a polica aliena mova iras
frenteiras fie leste contra subditos do mr. Esses
e outros factos de no disfareada hostilidade
so podian ser attribnidos poltica tki peoprio
principe Je Bismarck. E eis a razo porque
este, apezm- da visita do imperador Alexandrc a
Berln, ni o conseguio farer as pazes com a Rus-
sia, como antes, em Maio, nao conseguir obsjfr
os ataque? da imprensa moscovita, pela-^; ( ,Ca-Ayres, aprecia a ai u;
e o qual
lio*, Semelbante resoltigio produsio excitagio no
povo ; nio consegnindo a forg i de polica manter
a ordem O presidente da repblica, general C'-
tfares, da* jauellas do si u palacio, duaa vetea fal-
1*1 ao povo, prometiendo que providenaiaria no
seutido da serem reeebi las as natas do governo.
lo a Prata
Datas do BuenosAyrea at 8 e da Montevideo
at 10 de Janeiro:
Em circular que dirigi aos governadores de pro-
vincia, o ininistridos negocios eatrangeiros da
repoblifl
cbegaranal
grantepP
Son
. Iho mu
rdaclaroo que no auno findo
rio argn'i io 137,000 mmi-
gayao de ^rto tractad secreto, mediante o q
a occupat o da Bosnia pela Austria tea sido
acceita, anteriormente guerra de 1877, pelo
governo de S. Petersburgo, e .sem nenhuma in-
terveneo da Allemanha.
Ao mau oxito da ultima das tentativas que o
Sr. de Bismarck, sena receio de offender as ailla-
das, fez durante o anuo para reconciliarse com
o Caar, seguia.-sc, como j dissemos, a noticia da
entrada d;t Inglaterra nos planos da trplice al-
liauga, e ligo depois terriveis gritos de alarma
foram ouvidos. sollava-os a Allemanha, alinal
de todo de rente das boas disposigoes que a seu
respeito esperava encontrar em S. Petersburgo.
Et nune ervdtm'ni, exclamavam as folhas de alm
Rheno. A Russia arma-se activamente, concen-
tra forcasconsideraveis na sua frcnteiraoccidental
para so afirar de repente sobre a Austria Do
lado de Vienua e de Pe?tc soaram immediata-
mentaos uiesmos rebates. Acreditou-se umver-
salmente que o imperio moscovita se havia de s-
bito decid lo a cortar o no gordio da questo
blgara, e que se prevena para que a sua maior
rival nos Balkans o nao incommodas se no seu
trabalho.
0 governo de Francisco Jos reuniu aprossa-
damenle ota conselbo de guerra, perante o qnal
foi chamado o archi-duque Alberto, indicado
generalissicio do exercito austrico. A esse con-
selbo seguirara-sc outros, formaram-se e desli-
eram-se planos de campanha ; houve grandes
besitaces sobre a adopjo dos meios de ataque e
defeza, mas toda i Austria entenda que preci-
gava armar-se fortementc para resistir ao ini-
mlgo.
A Russia explicou porm o seu procedimento.
Naodava expanso a designios bellicosos.reunindo
torcas naPolonia. Apenas se precava contra medi-
das de igaai natureza tomadas anteriormente pela
Ailemanhae a Austria. Essas potencias manlinham
na Gallcia e as iminediacOes de Posen avultadis-
simo limero de soldados. Alm disso, haviam
empregado tts medida* convenientes para licarem
seguras da-y: rompa raobiUsacan He m resDec-
tivos exercilos. Sabiam as autoridades mosco-
vitas que Us seria jmpossivel, em caso de urna
aggressao, reunir inmediatamente as forgas mi-
litares do iraperio no lugar onde ellas fossem
precisas ; e eis o motivo porque tinhara sido obri-
gadas a reunir alguna corpos de promptido para
o primeiro ataque. As disposioes pacificas do
Czar, accrescentava-se. esto provadas pela di-
minuitiio que lia tempo se d nos contigentes
anouaee da Russia, e ainda pelo facto de se ha-
ver esta abs ido de imitar os seus visinnos, es-
tabeleeendo lihas estratgicas na direcgo das
fronteiras, levantando entnnchcirainentos em po-
sic^jes tio aciautadas, que o foso dos respectivos
canbdes atUnge paite do territorio estrangeiro.
Essas expiicacOes nao cramplenamente socc-
gadora3, e por Uso a agitaco guerreira proion-
gou-se at aos ltimos das do auno.
No discarso que mandou 1er em Novembro, na
abertura da iessao parlamentar, rereriu-se o im-
perador Guilhermc iiunayio ponco christa que
lera ui* paz a atacar o wm risinho. Segundo o
velho monania o imperio allemo no tem outro
pensamento amiao consolidar a paz, e o trac-
tad que cjncluio rev por lt:ii pri'venir todo o
perigo de iiterra, pondo 3 Allemanha ea3 suas
tBadas em -ondiejcs de repOir em comorom
quaesquer laquea injustos.
Mas ninguim a-:-e lita nesses irotestos que a
idade avancaja do impradflf, a doenra iocurav)!
do Krouprin? ejo corlo advento do neto de Gu-
lbcrme deixainam de todas em girantia, quan-
do alruina tivessem indepenlentemcrRe desdas
circumslanc.as.
A nova Sania Mlianca, cono fhe charaam por
irona, tarab^m nao obnga'a pronunciar o-B
temprebene-dos italiano.-. Ap*zardella em
mo por causa meio de tod is as ina'rtezas c sobresaltos. O,
grandes estados manteem-se em deaconfianca re-
ciproca; os |icqueno3 sao obrigadoM B saeriftctOB
para se eolio?arcm em condices' de defender a
sua neutraiidade. ^-
Assim acontece com a Blgica.- A -modesta
nagaoteme niva guerra franco-priissiana, bypo-
thescao ultimo ponto verilicavel, em quanto por
um aecrdo internacional nao forem restituidas
i Franca as duas provincias que a Allemanha lhe
arrebatou, e ipie aiada nao poderam ser gerraa-
nisadas. Augnentam as probabilidades de um
conflicto dos: a ordein, em vista de tentativas taes,
como a que pouco tempo antes de sua tnorte, re-
velou o gene al Fio, na qualidade de ex-embai-
xadurda Franja era S. Petersburgo : o caso
qpe, eai *873, o principe de Hismarck empregou
os mais altos esforjos para obler a neutraiidade
de Alexandre II, no intuito de repetiro tenebroso
drama que poucos annos antes havia sido re-
presentado, pagando o povo francez todos os
gfuUos da representayo.
Dir-se-hia que as.grandes potencias occiden-
taetv procuran esquecer no meio do imbroglio-
iaternacional que promovem, as tristes contin-
gencias com que cada urna se enconlra no com-
plicado tram i da sua vida inma. A miseria
das claases t rabal Dadoras, o semblante ameaca-
dor do pauperismo, a generasago do deltriw>
tremen*, a conplexa questo social, emfim, nao
aa impede de entregareose a todo o genero de
aventuras pe irosas.
Fabameote. a America est.i por emquanto a
salvo das gi-a.ves complicacoea diplomticas e
dos temerosa* conflictos armados. Se Proudhon
jssc a verda Li, quando affirmou que a causa
primeira, um reraal e sempre instante de todaa
as guerras a falta de subsiateocias, o Novo
Mundo nao est por cm quanto n'um desiquili-
terr\Uri
dii a uircular, o pais da moda no
penas necesario um pequeo
uo no a a no prximo
,ei.
tenbm:s
co ne:tes termos :
Coais peso do un vergonha caosticante, ter-
m'n i boje o anuo mais desastroso da administrucao
nacional.
Nio ba attontado^qu-J nn teuha sido coa>
mettido, nJo ha lei que '2o tenba sido concul-
cada nem recurso repnrad) de que nao se tenba
laucado mS) paca os fins mais pessoaes e iaeon-
ossaveis.
Cada mes decorrido mpo.-tou para o povo urna
aova vergonh* p um novo vexame.
T do o sentimento nobre as eephpras do.po-
der, foi atropbiado pela anciedade febril dos ne-
gocios e pelo desbarato escandaloso dos dinheiros
pblicos.
Foi orna ruina de que nioKUem se salvou.
A desmoralisaco ioi levada a todos os ramos
Ja administracao, e por toda a parte flaatuou como
urna condemnacao de morte a inepcia ebronica dos
bomens qu4 se apossaram do gorerno como do cousa
propria.
O coronel Garmendia te egraph .u de Palmas que
o eommaadaute Virasoro terminara os trabilbos de
reeonbecimento da 2* seccao na melhor harmona
c m a commissao brasileira.
diario argentino La Naon, o pessoal da redaccao
e das oicinas congratulou-sa com o geuoral Bar-
tholomeu Mitre e offereceu-lbe um compunidor de
prata.
Pa lavase em Montevideo que o governo da re-
publica Oriental pretenda desterrar do paii o Ut.
Angel Fl -ro Costa, por considerar a sua propa-
ganda prejudicial ao crdito Oa repblica.
Na catbedral de Mj ate vi leo foi celebrada no dia
a ireqaeni-
traasxMphe-
rfectam eom
tacAo^Msit
enme
influencia ce urna grnnde excitaoSo nervosa,
Os Dri> Fio Silva e A. Caldas tem fnn|awn>>
do asaiduaniente o enfermo para estudare^os phe-
nomenos morbidoi que nelle se man,
todos os caiaoteres de urna desorgarxisa
incipiente, segundo se propala.
Aute-b nteo r> deegraoado, sendo nova mente
interrogado pelo diligente delegado de polica,
eom asaiateocia intervencS/) do Dr. promotor pu-
blico, dase qne.,/oVa elle *6 o autor do orine ; ex-
plicou qua fdra a casa do seu finado sogro com o
proposito de aatasainal o, o,que levou a effeito na
oseando em que im elle te oehava tomande malte.
< Teado tsrniinavdo o inquerite policial, foi o
mujo ncmeMfdn an Dr. juis municipal, a quem o
Negado dr poliaia reqjaereu mandado d prisao
preveutiva, afim aque o detento aeja encarcerado
na aadea vil ti prosigas as damais diligencias
Irgaes.
Ante-bontem o preso.foi visitado por seu pai
e por sua mulher e filhos.
Por esaa oecasiao deram-se no quartel da po-
lica seena* cons teroidorai. A infelis esposa foi
accoaimettica de um ataque; e tanto o velbo pai
de Inafcni otme o filhos deste, choravam amarga-
aiiiitc.
O prisioneiro conservava-se apparentemente
impaesivel, mas na aua pbjrsionomia notavam-se
signaes evidente de urna profunda prostracao de
animo. *
Consta ao Ccrreio Mercantil de P. Iotas que
o Dr. Rodrigo de Asamvja /illanova asaumir a
presidencia da privincia dopois d< da 20 do cor-
rete, sendo o Dr. Joaquim Mendonca es'trado
naquella cidade a 25 su 26 dests mes.
Lemos no Jornal do Commereio, da cor'
15 : -w -
Do presidente da provincia do Rio Orando do
Sul recebeu ban- ro o Sr. presidente do conaelbo
os seguiutes telerammas :
Uecebi esta noitc os aeguintea telegrammas de
Jaguaro:
Do chefe do polica : D'pns de escurecer
baixaram 4 i3ofennaria do 3* batalbao de intanta-
ria 13 pi .va. Cummandante Al ves iuforma ;-
rem os ayinptomas vmitos, diarrba e completa
prostrae&o; julgimdo ser cbolerina. Mais :r--s
caaos no batiilhao depois da mioha communicHcio
Caita ha um quarto de hora. Poi chamado medico
pira verificar a molestia. Commauiuarei ainda
ha b resultado. MiiaScasos: ao todo 21, in
chfsive alteres Cardoao e sargento Bo itv. Medico
diagoosticou cholerina. *
Do delegado de hygieai : Acabo de ser in-
formado pelo coinm .udo da garnje > quo biixa-
ram enfermara '2i praeas dj 3 butalbao uecjm-
une'tidi.a r. psotioumente de dianlij. Vou prj-
vidanciar, eutretanto urge instrnecoas amplaa.
Bsspondi eo chefe de polica recommondando
nao despresusse o mal, tudo acauteiasse autori-
zando a por m pratic a que fosse preciso enten-
deado-te aom o delegado de hvgiene e medico do
baUlUa,
O commuadante das armas recebeu telogram
No 1 anniversario da fundacio do moortantc mas do coajaspodante da guarnicao de Jaguaro,
"o tiirlsB
noticistiilo ti-rem adoecido 56 pravas das 8 hora9
da uoite as 4 da madrugada.
Mau i iu onvidar mdicos civis para confe
renciarem cjuj oa militares, afim de precisaren o
diagnostico e contractar dous, emquanto nao che-
gnrem cirurgijs militares qu-i t seguir. *
Acabo da receber do Dr. ehefa de polica em
iguarau o soguinte teiegramma : Mais 21 ca-
sos de cbolerina no quartel d 13o batalbao ; ao todo
2 do corrente ama missa pelo repouso eterno de I 42. Eatj conferenciando os mdicos. A caoho-
Leandro Gomes e outros defensores de Paysand,
qual assistio granda concurrencia.
Nacdrte foram publicados os seguintes tele-
grammas :
Montevideo, 11 de Janeiro :
Corre o boato de querer pedir demissao o chefe
poltico de Paysaod
O oommercio em geral m atra-se muits descon-
tente com a nova lei das alfandegas.
Boonos-Ayres, 11 de Janeiro :
. A Zriouna Yaeona, offi^ial jornal da Repblica
Argeotioa, desmente a noticia de ter o cholera ap-
paiecido no Salto ; actualmente notam-so ap-uas
niguas casos de simples cholerina.
Poi approvada por decreto do governo a conven-
cao sanit- ra entre a Repblica Argentina e o Im-
perio do Brasil. *
Montevideo, 12 lo Janeiro :
Foi aceita a deaisao do chefe poltico do Pay-
sand.
Buenoa-Ayres, 12 de Janeiro :
AiKrma La Naeinn.hvT actualmente na cidade
de Salto cerca de 70 doentes de cholera. Parece
que saccumbiraoi hoitem 5 pessoas desta terrivei
euiermidade.
Buenos-Ayres, 14 de Janeiro :
Forana entaO.lad.snegociacoM dip om ati cas en-
ira as reooblieas Argaatiaa e Oriental para a cou-
clusao de um accardo sobre alfandegas.
\ sato CrskBSlr rio Mil
Datas at 8 de Janeiro :
Sobre o terriwl crime oecorrido n Mangueira,
encontramos o seguiote no Echo do Sul de 5 do
correte :
A's 12 horas e 25 minutos da noite pasaada,
liidro Patricio Machado, indignado assaasioo do
aeu infeliz so^ro Jote Francisco de Freitas, foi
sbitamente accommettido de u na agitacSo ner-
vosa, pondo em sobresalta as praeas que tasem a
guarda do quartel da seccao poicial, onde se acha
retido.
U desassocego de Patricio era extraordinario;
pareca que lhe faltava a reepiracao e que se es
forciva em vio por arrancar da garganta alguma
coust qua Iba embargava o uso da palavra.
D.-pi:s de passeiar agitadameote no pequ -no
i-spaco do compartimento em que reside, chamou
uos soldado e peiio-lbe quo fbase immediatamen'.e
chamar o capito Souto, no-'s tmha pressa em fi-
z-r-lhn importante* confidencia* tabre o crime da
Mangueira.
O capitio acudi immediat-amense ao chamado
e cstt-vi- reguramente urna bii* meia hora a ouvir
us confi encas do sfHictu priiiooeiro.
''a-a fo nquclle oS ial foi ter co,n o delegado de polica a
qaem expos tado quanto ouvira._
Isam^diatamente esta autoridade procur :u o
Dr. ^romot r publico e expedio as necessariss pro-
iienciaa nwrii que fossem presentadas seis pra-
eas, afi n >ie acompuiu! as em urna diligencia p oii-
ciul Maorueira.
Com erfeit., is 11 born do dia acompanhado
do pr motor publico o capitio Souto metteu-seem
um carro escoltado por seis praeas de palicia, par
tindo a toda presea para aquella districto.
i Procurando informaces sobre o que occorria
diss.'rom-nos que Isidro Patricio Machado ooofes-
II j o crira', deauociaodo dous cmplices, ein
busca dos quaes a ..ut.-r dade policial partir para
a M mgueira.
A mesma folha ootieiou i ultima hora, que Isi-
dro Machido teu'ara enforear su, atando ao pea
coge ana guasca coas a qual susp indeu se em urna
argol de Ierro, nao realisaado o i atonto por lei
sido soceorrido a tempo.
DaCrus Alta telegrapbaram para capital :
< O inquento sobre os attentidos de 25 de No-
vambro ea'iea pod-r do juis Oarces.
Sao roas princjsmas Jos Qabrtai e filhos, pro-
motor publico J >siao, coiausandante da pjlicia Bar-
cellos e subdelegada Joo Divid.
< Crim-'S onoexos, capi-ulados no art. 111 do
cdigo. Crime ioafianeavl.
No nolieito PersewenMea, em Bage. oeeorreo
a saguinte lassootavel desgaaosv:
Per descuido oa fatalidad* estava encostada a
urna pared? da casa orna arma de caca carra-
g*da.
Urna erianea de seis annos, filha do juis de di-
rtito, no coBsaienaia do que fasia, pagua na, arma,
eagaiilhou-a o diaaareu o tiro com tanta iofeliei-
alc que o projoctil foi terir a tres alumnos, sendo
un dellej filho de fenanei) Codeville, outro de D.
Salastiana Caosargo e om outro cujo nome se
igskspa.
Por c usa da qaestao cem a Companhia Hy-
draalleaem Porto-Alegre, foi effectirada a ptiaio
preventiva do tabelliao Teles reqaisicao do juis
municipal do Viamao.
Keftra o Diario do Rio Grande em data, da 8:
Ai i te- bontem antea de tundear no porto o pa-
qucU Uto de Janeiro, urna catraia, eouduzndj o
respectivo patrio e os Srs. Jovioo Pinto de Soasa
o Lana Poeeter, nal gaiada fui envolvida pelo mo-
vim^oto das aguas prodoaido pela r*das do vapor,
e ira ao tundo se nao fosse promptsmente socepr-
rida pelo osealer de visita da alfandega.
A's promptas e enrgicas providencias do Sr.
Clandwo Rosales, aatMl patrio de retwido ascaler,
qaa reeolaea aa tres peasoas qu* sa aebavam bar
do da patraia, sa devo nio terem estas perecida
Maitos sio j oa acto* desta naturesa qu
tem praticado o Sr. Ciandino, a quem por iaso ea-
bam todos os louvoros.
Aiuda sobre o horrorosa erime da Mango4|n>
leaos ao Echo do Sul do 8 :
Do cas, que deviain chegar aili hon-
dataato isidro P Machado, presumiv.d smtor du j tem mesmo.
da Mangueira, esteva sob ta permanente i Sobre os disturbios em U be raba publicou o
1 kVaro Mercantil de hontem estes telegrammas :
De um negociante de Uberaba:
A's 8 horas da naite de 7 do correte, um gru-
po composto dos irmios Borges de Araujo, diver-
sos membros da familia Marques, Tobas Rosa,
oollector e muitos capangas, assaltoa a casa 'de
i den ca do honrado cidadio tenante-coronel
Antonio Borges Sampaio, ohef^ do partido liberal,
para o flm de o assassioar.
Depois de quebrar as {dragas, arrombou as
portas e iuvadio a casa, nao detondi o grupo nem
os gritos da fam:lia, nem o facto de funecionar
i a agencia couialar do Portugal, desde inaito
confiada ao tenente-coronel Sampaio.
Aetrdindo alguna amigos deste, o grupo deixou
de o assassioar, intimando-o, porm,' a retirar-te
no dia seguintc de Uberaba, sob pena de marte.
Efectivamente, no dia imsaadiato, 8, o tente
coronel Sampaio, cedendo a instancias de sua fa-
milia e de amigos, parti para a fasenda de seu
cuuhado o Sr. Bario de Ponte Alta, a seis leguas
de distancia de Uberaba.
Nesse dia o mesmo grupo, com Joii Borges,
Francisco Borges e Tobas Rosa frente, foi 4
residencia do Dr. Z?fertao de Almeida Pinto, ju'
de direito da comarca, e, depoi de insultar, em
gritos, este digno magistrado, intimou-o a sabir
de Uberaba.
Ao retirarse, o grupo crivou de balas a porta
da easa do Dr. Zeferino.
Dahi dirigio-se casa do juix municipal, Dr.
Egydio de Assis Andrade, e intimou-o a pedir
immediatamente demissao do cargo.
Os amigos do tenente-coroael Samp&io esto
Ireuuindo gente para o rem buscar faztnda do
sr. Bario de Ponte Alta e compauharem-no para
a cidade.
Con a forga policial ninguem conta, porque s
obedece aos desordeiros.
\ cidade est em armas.
O commereio e a gente pacifica nio tro a quem
ped, providencia,*, 'pela distancia da capital da
provincia.
Recciam-se os mais serios conflictos o as mais
barbaras acema.
As familias acham-sa poasuidas de grande ter-
ror.
Peco ao Dorio Mercantil que leve o canteado
deste telegramina ao conhecimento do ministro
portugus, visto ter sido invadida a agencia con-
sular de Portugal. >
Do juis de direito de Uberaba ao presidente da
provincia de Minas :
Qravisaimos attentados aqu. As casas do
tenente-coronel Sampaio e a minba crivadas de
balas.
Sampaio obrigado a sahir da cidade, juis muni-
cipal a pedir demissioeeu a pedir reinogao.
Pego providencias officiaes, com urgencia.
Conflictos n morticinios immioeutes.
Da Joio Caetano, Uberaba, ao presidente da
provincia do Minas:
Immensa desordeno na cidade.
Casas de Sampaio e juis de dir.ito crivadas de
balas
Grande exaltagio. Conflictos e morticinios in-
minentes. Urgente forc* publica e presenta do
choto de polica.
O Dr. J Jo C ttano o depurado do districto.
Acham-se na capital mais de 50 sacerdotes do
bispado, afim de assistirpm ao yaodo diocesano,
convocado pelo Exm. bispo D. Lino.
Ao Correio de Campias eacreveram da Li -
meira: '
A' hora em que lhe escrevo 40 a 50 negros
apresentaram-ae aqui autoridade, trazando com
sigo um seu parcero bem maltratado de baca-
Ibo.
Estes negros sao de D. Mara Anglica de Bar-
ros Franco. Esto ravoltados contra o procedi-
mento inquaficavei e barrero do administrador
Vicente de Sampaio.
Elles despedacaram o tronco em qua eatava pro-
so o parceiro, e, note-so, sao libertos sob condi-
gio.
Reina aqui a maior agitag:to. O povo est in-
dignado perante estas barbaridades, que a lei ex-
presaameute prohibe.
Os miseros escravos exigem apaaas quo saia da
faxenda aquelle administrador, que castigiu o
preto a cem re hadas por dia e bilos de criar bi-
cho.
INTERIOR
neira Catnoci.A est a bordo sem medico, que fieou
ubi. Mandei etiral a do porto desinfectad i. Pro-
videncio para impedir a prorogago do mal. *
Ao presidenta da provincia expedio o Sr. presi
dente do conselho este telegramma ;
Reeebi telegramma de hoje. O inspector do
saude, a quom consultei, dis que, o que occorreu
no 3a batalhio parece enveuinamento de origcm
alimentar, quer por substancia alterada, quer por
sal de eobru formndu em vasilbame impuro ; sendo
po"co provavcl cholerina vtrdadeira. Mande no-
vos esclareciuicntoa. Fica autorisado pira as des-
pezas npcess&rws.
A' ultima hora ainda o Sr. presidente do conse-
lbo receban do presidente da provincia este tela-
gramma expedido s 4 1/2 da tarde:
Acabo do recebar do chefe de polieia, expe-
dido de Jaguaro, s 3 horas da tarde : Dae-p:i
doentes et>lao rescabalecidoa cerca de 3P. 'i*-ap
dicos era oufreneia deoidiraas ni) ser opvletai^
aim u'm irritaeo gaatro-intestinal produz-.da pra
ahmentago. Continua grave um soldado. Fique
tranquillo, tudo providenciare!. >
Ssinla Callitulna
Datas at 8 de Janeiro.
Nada referem as folbas digno de mengio.
Para a A
Datas at 7 de Janeiro :
Sao destituidas de interesse as noticias desta
provincia.
WB*-ticre
Dit ;s at 10 de Janeiro :
Na ra da iirra, em Ouro- Preto sd horas
da nouti do 8, o soidado de lioha. Angelo Estevas
assassinou, cora urna tacada, urna raulher de ni-
me Miria Jos
Poucos dias antes, foi elle preso pr desordena
f. itas na dita ra e por causa dessa mesma mu-
Iber.
Tendo sshido da priaio, foi easa de Maria Ja
s, chamou-a e, quando alia chegou porta, deu-
lbe urna faoadi sobre ocoragi), malaodo-a ins-
tantneamente.
Commcttido o crime. Angelo Estoves desafio a
pitrulba e ficcu p>r muia tempo armado e voci-
ferando, retirando-sa depia da cidade, emdirec-
gio a Cachoeira du .Campo.
M. f*alo
Datas at 14 de Janeiro : *
" Liamos no llorreio Paulistano de 11 :
' Na noute de aote-houtem para hontem. no
Alto da Serra, Eosabio Antonio Carn-iro, p idrot-
r>, por questas qu teve con Joi O ympic, tam-
bem padreiro, d8u ueste quatro profundas tacadas,
no lado esquerdo do paito, matuudj-o instautanes,
mente.
Dea arigem ao facto, soguudo se diz, o cime.
O .asiaair.o foi presi s 7 h>ras da manhi de
houtetn, seado o assassiaadi autopsiado palo D.-.
Ioaeio do Masnaita .
Em Bragaugt fui assauiuado AvlIIuo Aguin
de Andrade, sendo indignados como autores io
crma Antonio Praaftvl'*0 Prato; jJ^Bodoro SVa-
zia, Juaquim Frasio, Jos Paces e jjrg.! Pacsa.
No bairro das Palmiias, muulcipio da Ta-
tuty, Antmio Benedicto de Al neida disparou um
tiro de garrucha ssbre Antonio Luis de Macelo,
prostrando-o mortaloiente fondo.
N i Rio-Claro, os larapioa assalia-am na nou-
te da sabbadopara domiugo a casa de negocio da
Lua liar.binario, de onde fartaram sriversas cha
pos finos e algum dinheiro.
Na masma aouto penetraram n ->. casa de Sebas-
to A'Slinho Farreira, apossando-sa da quantla
ie 4:0004.
Em Sorocaba appareceu o baribari no ood
vento de Santa Clara.
J se deram varios caaos, o qae tem motivado o
abandono do convento por grande numero de reli-
giosas.
Em Villa-Bella, no lugar danomnado Saaeo
du Iuiai, na noute de 8 para 9 do corrente, um
fur oso temporal derrubia a casa de Pedro Mi^ua'
matando a mulber e um sourinho deste : Pedro Ai
guel e mais ciocojpessuas da famdia ficaram gra
veniente teridos.
Sob o titulo Disturbios em Piraeieaba, d o
Curreio Pauliatano da b.nt-in tala noticia:
Nos dias 9 e 10 do com ate, deram-se distur-
bios de certa gra vi dade na cidade de Piraeicabs.
O Sr^Luis Oousaga, faz.-nd.-iro naquella mam
oipio, havia dado liberdade aoi seas esoravos, as
gundo oommuui :ra imprensa local e a muta
pessoas. Os libertos abandonaran] a fasenda tu-
rnando passagem na estrada de ferro Ituana, para
esta capital. .
Em Juodaby, foram retirados do trem pelo de-
legado de polica e commaudante di deataoameoto
all estacionado e recolhidos a cadeia.
Avis.d i o Sr. Gonzaga, vio a Jundiahy e con
duzio os fugitivos para Piraeieaba, acumpanbadoa
por alguna camaradas.
Tende-se oooberimeato ilo facto naquella cida-
de, reuni se grande massa de povo, u so chegar
o bem foram arrancad, s os preAs das asios del
seus conductores, qua foram mnito mal'ratados.
Este facto prodosio grande excitago nos anir
moa, e no dia seguinte prelos em numero superior
a mil percorreiam as ras da cidade, provocaod*
desordens.
A populacio reagia centra: os desordeiros, tra-
vando-ae lula entre o povo e os pretoa, da qaa!
resaltaran) tiros o ferimentos.
Bie ele Janeiro
Datas at 15 de Janeiro :
Ao presidente desta provincia foi enviada,
afim de que informe, a petigo em qua o Iustituto
Aretwjlogico e Oeographico Pernamoucano requer
se lhe mande entregar, de accordocom o art. 2
50 da le n. 3,349 de 2 da Uutubro ultimo, co
mo auxilio pura pablicagiode documentos histri-
cos existentes do avehivo do mesmo instituto, a
qaantia de 15;000i, taetade daqnella em qai diz
ter sida calculada a despeza total.
Lemos no Jornal do Commereio :
Em principio do anno prox no passado resol-
veu o governo billandes enviar urna eommissio de
mdicos abalisados, s possesses neerlaudezas da
ludia, afim de all eetudar a.ciusa do benberi,
que estava devastando as tropas hollandesas, e
propor o qua julgasse convenionto para obstar a
coBtinuacao dos estragos dessa terrivei molestia.
Foram encarragadoj de, tio importante rnis-
so oa Ora. Pekelharing e Winckler, o primeiro
dos quaes professor de anatoma puthilgica na
unversidade de Utrecht.
Com o fim de orientar a commisssto nos tra-
balbos a que ia proceder, obteve o governo da
l .-llanda, por intermedio do Sr. F. Paimo cnsul
geral aos Paiz-s IJaixos nesta Aorte, a remessa dos
trabalhos aqu publicados pelo Dr. Licarda sobre
o mesmo assumpto, os quaes foram entregues ae
Dr. Pekelharing.
Ha cerca de dona mezas recebeu n Dr. Lacer
da pur intermedio do m-smo Sr. Palm, copia
manuscripta de dous rotatorios, enviados do go-
verno hollandes pelo Dr. Pekelharing, dando con-
ta dos resultados das su.is pesquisa*, um data-do
de Kotta Radja, outro da Batavia.
Pela le tu, a desses relatorios v-se que o Dr.
p. kelharing cjofirraa plenamente as conclisoes do
Dr. Lacerda. Attribue o bcribari a um micro-or-
ganism >, que isolou do sangue de deentca por meio
da alturas e quo se apresenta, ora sob a forma
de bacillos, ora de mierococas. Inoculando em
coeihos eaae micro-organismo, reprodaaio nelles os
pnneislaea symptomas do bariberi e, pala autop-
sia, eacontrou as tesos dos narvos caractensticor.
Picoa prorado para o Dr. Pekalbaring que o
bar >eri usaanoorjts multiplex intecciosa,
sendo o agente da infecgo um micro-organismo.
Acredita que a iafecgio e Jfectua por meio do
ar, poia ancontrou no ar dosv quartos, onde a mo
lestia razia estragos, um ratero organismo identio
ao extrithdo do eanguesdos doentes e que sendo
cultivado e inoculado em animaes, reproduzio o'
beriberi.
Cvmo medidas de prophylaxia, propoe a eom-
missio diversos trabalhos de eansamento, as lo-
calidades onde reina endmicamente o beriberi e
o emprego das desinfeccoes
Habla
Datas at 18 de Janeiro :
Lemos no Diario de Noticia* de 17:
Beta grassaudo o beriberi em divers ib enfer-
maras do hospital de caridad, e, o que peior,
st grassando com carcter epidmico.
J nib sio casos isoladoe, que, por isso mes-
mo, nao devam prender a attengio dos poderes
pblicos e nomead mente do actual Sr. Bario
provedor da Santa Casa de Misericordia.
Tratando-so de urna enfermidade que est
tomando notavel desenvolvimento, justamente nos
lugares onde vio procurar allivio aos seus pade-
cimentus pbisieos aquees que nio dispdem de
reoureoj, cumpre de prompto e com a urgencia
que o caso reclama tomar aa precisas providencias
nao b para qae o mal se nio propague em maior
escala, seui tambern para que aqaelle asylo de
caridado oio se transforme em orna especie de
maocenilbs.
realmente doloroso qae um pobre enfermo
vi para alli, guiado pela esparanga fagueira de
cobrar a saude e em ves desta se Iba depare a
SWte e justamente quando j a cura ambicionada
se traduza em esplendida realiinde.
De facto : diversos enfermos, depois de obte-
rem a cura da molestia, que os levara ao hospital,
tem sido aecimmeidoe do beriberi, a qae suo-
cumbem, apesar dos recursos qua a scieocia lhes
ministra.
Mais ainda : pessoas quo foram alli operadas
adquiriram a terrival
com resultado bnlhaot", adqairiram a
O presidente da provincia, logo .quo teve coeA- m leatia oom tal iatencidad que em pooeas ho-
cimepto dos factos ocoorrides, nbmeou delegado ras falleeerm, fioando destSarte nullificados 08 la-
do polica o Sr. Iunoeencio de Paula Jduardo, a gentes esforgis dos faoullativos o o resaltado da
fes segn para Piraeieaba ama ferga de poli-- operagio.
Nota* falsiQcadas
(Do Jornal do Commereio da efirte)
Perante o Dr. Macedo Soares, Jais de direito do
8. districto criminal, sendo eeerivio o Sr. Bnar-
que de Guarni, continuou hontem o eummario de
colpa contra Jos Honres do Amara!.
Dcpuz a testemuuha Antonio Moreira de Oli-
veira e Silva, chefe da seccao de papol-moia na
csixa da amortizagao que, sendo pelo juis per-
guntado p loa tactos constante da petigo de de-
nuncia do Dr. promotor publico que Iho foi lida e
espondeu:
Nos priueiros dias de Novembro do anno pr-
ximo passado, appareeeu na csixa da auiortisagio
Jos loares do Amaral, acampado de am nego-
ciante de noma Simas, com quem elle depoente o
vio, e segundo lhs oonston, de miis outro indivi-
duo empregado na provincia do Rio de Janeiro.
Levava umi mala, que depois soabe que contiuha
note s para serem trocadas ; e como houvesse falta
de empregados-na repartico compsteute, qua a
thesouraria, nio se fts o troco u.sae dia, ticaado
adiado para dous ou tres dias depois.
No dia seguinte o thesoureiro p'diu-lhe que io-
dcasae um empregado que fosse ajudar a contar
as notas, que eram em grande numero.
Achando se alli o dito Amaral, disse qua eram
salvadas do vapor Baha, cujo casca havia arre-
matado.
Foi indicado para esse servico o conferente Jos
de Lyra o Oliveira, que fiefiu s ordaus do thesou-
reiro.
Disse uiais quo vio Aniaral trocar quarenta o
tantos contos da notas estragadas e entre ellas
havia seis da 200*000 e duas do 500*000 que,
por coastarem de p3dagos ciliados, que nio-con-
feriam, una com outros, nio podiam ser pagas em
autonsagio da junta administrativa da Caixa da
Amortisagio.
Aconsethou entilo o depoente a Amaral que en
direitasse as notas descollando-as a uniudo-aa de-
pois com os pedagos correspondentes ; o que Ama-
ral tes alli mesmo oa repartigio, e Amaral re-
queren junta que lhe mandasse pagar as ditas
notas concertadas e mais cut'raa e ton la sido o
requerimento informado favoravalmente, a junta
aesini o mandn por despacho do 7 do dito loez de
Novembro, pois cram notaa v. rdadeiras.
O depoente dase a Amaral que outras notas
nio poderiam set trocadas pelo alo estado eu> que
se achavam, pelo que Amaral rectifi-aou o requeri-
mentojqua havia f ano junta, como consta do do-
cumento quo exhibi e do qutl maudou o juis que
ficaase copia nos autos, restituindo so o ocigmal i
tesemuuha, eram por pertencer ao archivo da re
partigo.
No dia 5 de Desamoro ultimo Amaral tornou a
apresentar-se oa caixa para-trocar notas, nio sa-
bendo cm que quautiJade, e s sim que quem as
contoa foi o empregado Carlos Moreira Lyrio, e
qua as notas eram de 5* e da 7.a estampa.
Admirado disto o depoente peguntara sa Ama-
ra! aiuda tinha uot..s'para trocar; o reparando u>
facto pouco commum de ser apraaentada tio gran do
qu uitida.de da notas em anbatitoigo aom o des-
cont de 6 /j, no dia seguinte dirigi se ao tbe-
soureiro e pedio-lha para ver u na das dicas notas.
O thesoureiro tirou .rio caixo, a cargo da um d .s
carimbadores, um mago de 100 notas, do valor de
5* da 7.' estampa, e examinanjo-as o depoente,
vio vestigio de raspagem em todas ellas e em al
gomas o vinculo do carimba o a pilavra Cear,
qae distinctamoute se lia sem qie se percebesse u
resto de qualqu* r outra p i lavra.
Pet ento ver ao thesoureiro quo convinha levar
o facto ao conbecimento do inspaat,r da Caixa,
e a convite d'aqualla subirarn ambos ao gabineta
do inspector que mandou o thesoureiro ao ministro
da faseuda, o qual por sua vez 6 maudou aa ebefa
de polica, qua incumbi ao 3.a d-l -g .-d i de tomar
providencias, >eguiido mais tarda Iha coustou. No
dia 7, o Dr. 3 delegado, dirigiudo-se Caixa,
effectuau a pris-ia da Am-ral, na sala da secgo
do papol-moda na ocaaso m que Amaral, tendo
mtas ua mo, porguntava a elle depaeota se poi a
fazer u troco.
Por iostruegoas superiores havia mandad i um
empregado avisar a polica, mas o delagado en-
contrau lo-aa com o empregado l'.-o voltar. -
Saiente en'.o da que a polica j se achava na
repartigo, tacou o tympana, o entrando, effac-
tuou a priso na oecasiao em que Amiral anda
se ahava uom as not-is na mi.
D.Bse miis que navio do proprio Aoaral que
esto negocio das natas era sndente dalle, nao tinha
socio algum.
Perguntado pelo Dr. Candido Mandes, promotoi
publico, disse qua, quando o thesoureiro Iha deu, a
seu pedido, no dia 6 de Dasembro, o mago de no-
tas para verificar, oio havia sanio ease mago por
carimbar. Todos os cutres j se achavam carim-
bados.
Ti.i.b:in disse qua aa notas remettidas das toe-
sourarias das provincias para a Caixa da Amor-
tisaeio, pur esturem recolhidas, vem em magos de
Ciin dentro de urna caixa de folha hermticamente
fechada, a esta mettida dea tro de outra de ma-
deira pregada, ciutada e lacrada.
C5Consta-lhe, por ter ouvido a leituradeum oficio
dirigida pelo inspector da Clixa ao ebefe de polica,
que tambara da iheaourana da Parabyba tinha vin
du nm caixi-o cheio de notas recolhidas no vapor
Baha, o qua! havia dado costa no norte.
Das notas viudas do Cear lembra-so bem qua
havia i'2,001 de 5* da 7a estampa e Iho parece que
vinham outras de outros valores.
Repvrguutado pelo Sr. Dr. Cyro de Ase vedo, di ase
qu as notas que Amaral apreaeutava quando foi
preso eram aa qua lhe tinhara sido entregues por
Joio Jos da Silva, carimbador da thesouraria, a
quem as havia confiado para ver se as concor-
tava.
Eram estas as notas que, por lhe purecerem im-
preatave.s, o depoente dissers, como j depoz, que
uio podiara ser substituidas, e que, para nao ter
muito prejuiso, procurasse Ano/ ral Higuera que pa-
sease em ordam os respectivos pedagos.
Tendo recebido de Silva as .itas notas, apresen
toa-as Amaral ao depoente, pereontaado so poda
trocal-as. Foi ento que toaou o tympano, som dar
resposta, o compareceu o delegado que effectuou a
priso.
A prisiu havia sido canvencionada com o dele-
gado do seguinte modo:-Quando Amaral estivea*e
trocando notas o depoeoto tocara o lympano o o
delegado appareceria.
Nia era quem deva tasar o troco, pois compatia
isto a thesoareiro, mas coma tinha sido o depoente
quem dissera a Amaral quo aquellas notas, aaaim
d-.apsd.ic-.das, nao poderiam ser trocadas som des
pacho da junta e aeooselhara o que as mandasse
concertar por quem enteudesse ; e por ser elle
quem tinha de iu formar sobre o pagamento, foi
par isso que Amaral em ves de sa dirigir ao the-
soureiro dirigio-se ao despachante. -
Aecrescantou que no dia da prisio Silva lhe dis-
sera que Amara! havia-lbe entregado as ditar no-
tas mas oio as qoisera c .acertar.
As notas reco.hidaa sio carimbadas no m-smo
dia do troco, salvo se, pela grande quantidade,
preciso deixar o carimbo de algumas para o dia
saguinte. Dapuis de carimbadas passam para o con-
ferente que as coafere e golpea, nio sendo este ser-
viga de golpear as notas consecutivo, porquaoto
as notas sio conferidas urna par urna, e depois sio
levadas machina pasa serem golpeadas.
O troco do dia 5 de Desambra nio foi feito s -
ment por Amaral, mas por mutas outras pes-
soas.
O troco de Amaral, porm, que se compauha
da notas de 5* da 7a estampa, notas que nio eram
dinamos. As notas dadas a troco por diversos
eran englobadas, mas sabe que as apresentadaa
por Amaral ram notas de 51 da 7* estampa, por
que essas notas sio raras aa praga e eram s<5 re
metradas pelas ^hesourarias, a Amara! era quem
se apresenta va com a vultajdo numero d'allas. Q lan
do algum particulares apreseatavam notas dassas
ao tn'co, eram em muito pequea quantidade.
Estava examinando as notas apresentadaa por
Amarad, na thesouraria quando ubservoa signaes
de raspagem e o vinculo do carimbo, segando j
depoz o aehava-s no gabinete do inspector quaa
do, examinando-as de novo, dea cm os vestigios
da palavra Ceard.
O Ia oame reveloa-lhe promotamente oa vicies
apontados e o 2* a palavra Cear que mal se dis-
tingua.
Cira quanto saja obrigagla dos empreados4a-
cumbidus do troco das notas em aubetitoigio exa-
minal-as aates de troco, e presumioda que tivessein
sido examinadas, nio sabe explicar a rasio porque
forem pagas sem objeegia notas em qae elle depo-
eete fcilmente observan signaes que as toroavam
Mspeitae. ,
O descanto das notas do 6* da 7 estampa eo-
megou ao dia 1 de Abril do anua passado.
Haveri 20 annos deu-ae a oaixa ia Amortisa-
gio o faeto de ser raspado o earimbo da repart gao
em notas da 500*, que foram outra vea postas em
circalaco. Ajanta eommmaoa o faeta ao }iistss
tro da tazenda, a polica interven, asas swaa*
pode descobrir at hoje.
Quando as tbesovarias roetotlas eaixfej esas-
tendo notas seeolnidas, maadasa daotra a eeaa
de folha que contm os mago das aotaa
gio dellas cem espeesfieagio de oetaesf
e pelo correio officiam cojimossesaJe
h' a 6 de Dasembro foi que seas* bm
darelagio remettiia pela thas .arana do _
Via, ign arando so das outras th -roorara
ram rolacdes ignaes.
as cem notas que examinoa eaa qae sntoass>
goaes de ratpagetn o o vinculo do earimbo, silo vio
signaos de carimbo de outrsf proeedeaei* qae asVo a
da thesouraria do Cear nem tracas de titMs essjssr-
Ute.
No primeiro troco effectaado era prisssspiss 4a
Novembro quasi rodas as notaa eram da fsJorssi
grandes, 100* e AR)*, haveodo algasaas de valo-
res menores.
Quanap depoz que as latas da folha
meticainento fechadas, quera d acr sjue
soldadas.
A tinta empregsda nos carimnoi da caixa
amortisagie a ommum de impreseio asases sssa
(ypograpbias,.segundo lhe pireco, pois aio sessa
de de tintas ; ignora quaes as empreadas sms dsa-
sourariaa. Nem todas as thesourarias proTinriasa
fasem o golpeamento das notar recolbidaeeeisa-
badas I a da Babia costuma faz l-o; sais ate
Paroambuco ora golpea >r nio.
A requarime it > di Sr. Dr. pr.ra it-r frm al-
ineados os Drs. Soasa Luna e Borges da Costa p
com outros peritos anteriorme.ito nomeadue, j.n
derem o came as notas.
115
41
184
1
s
23
27*
3
M
1
1S
| at
73"
45
47
1
T7
itviSTA BlAMi
Eletfo manielpal-No manicipo 4>Be-
otts prooeden-ae bootem a c-leig-I i pira aa v rea-
dor da resp activa cimara, ssad> estas os resjlta-
dos da v-.tago :
Parochia de S frei Pedro Gomcalce*
(2 secgdas)
Tenente-caronal Brro
Joaqtfm Abren
reo-ante Mafra
Parochia de Santo Antonio
(5 meco i)
Toneptc-caronei Brito
J aquiui Abren
Tencute Mafra
: Parochia de S. Jos
(4 seccas)
T .o.flnte-coional Bnto
Joaquim Abreu \
Taante Mafra
Parochia de Afoqad)*
(6 accgaa)
Tente-aoronol Brilo
Joaquim Abreu
Touenlo ilafra
Parochia da Boa-Vista
(7 sec-g)
l'oiieata-carooel Bnto
J mquim Abreu
T-.i'-o.-a Safra
Parochta da Grifa
(2 seccas)
Ten mte-coronsl Arito
J i iquru Abs na
Tenante Uatra
Parochia o Po%o
(4 secges)
Tanente-oroael Brito
Joaquim Abeu
Tsaonts M>fra
Puroeoia da farsea
Tenente-coronel Brito
Joaquim Abr>-u
Parochia de S. Lourenco
Tanedte-corou I Unto
Joaquim Abreu
Resultado final
Taaente-coroael Friac sao Pautiaa de
Brito (L)
Joaquim -loa Je Abreu (C)
Tenante Frau ;ise.i da fau.a Mafra (L)
Est eleito o primeiro.
Pal strctit sdo-O Sr. Dr. j z Je di e: a4o
S districto criminal roaud-ia, a riqu-arime&to 4o
Sr. Dr. Olivoira Erearei, 2* promotor pabiieodasta
Cipital, archivar o injuerili relativo A osT.iSMS
pbysica qae soffrea, n > da 2 de azambro uiti-
mo, o Dr. Joio Jos Dnt da Parias.
Damos em seguida o requeriasa.ito do DV. 2*
promotor publico e o despicho da Dr. jais d "
dis'.rieto criminal :
Iilm. e Exm. Sr. Dr. jais da direito do 3a di*-
tricto criminal.
O 2 promotor publica da comarca do Rosas*.
baveodo examinado os dom aotoi jautos, qos) ssss
foram remedidos, de sansas na pe^soa da D-.
Jos Dias de Finas qae n-l^eticio j nta por o.
declara ter recebido, na dia 22 ds Deztariro ufti-
ma, s 11 horas da raaou i, o o cae tala da Dr.
Antonio S-rapuo Pires Pcrreira, e r i lmi isslu
que sobre este facto n> pode hav--r p-----diasiaSu
ex-offieio, ntteota a natureza da osfssiia physse
qua se reterem aquelle* bucos, e qaa daqswtsas
de que falla o art. 201 do codfg. criminal, caen
em que a iotervengia da jait ai piblaa s tasa
lugar, ha vendo pnsio da autor em fligrssste 4>-
Icto,1*! que oia sa realisoa, oo, tora destacase, at
o offandido fosse pessoa miseravelrt. 73 do es>-
diga do precesso, oa se o tacto f osee eosssswtxi lo
contra o ofteadida, que chafa do trafago da va
farrea do Recite aruar, em acto deex reais 4a
sujrsfuuecoas-leijn. 1030del deSetembrode USO,
circumstancias eatasque nio se.verificam, seaaW
que a nio existencia da ultima circumstaocia est
plenamente demonstrada pela declrago do pre-
prio off andido no Jornal do Jiec-fc de 29 4a Da-
sembro ultima, o do qual. por d-a-oicho de W.
Exc. em petigo do Dr. Pires Ferreira, sao ioi ra-
mettido um exemplar, vem o suppicaota, eoosa
representante da jus'iga. reqaerur a V. Ese. sa
digne mandar archivar oa papis juntos, por nec-
ear a juatica publica de competencia para DTS*edsr
sobre o tacto a que estes se referan. .
as tea termos p.'do a V. Exc dferitres>to. E*
R. Me Recifa 17 de Janeiro de 1386. DV.
Mu noel Clemmtino de Oliveira EicoreL
Vistos. Julgaud por sentenca e eiiaes f! 23,
mando que seja archivado esta inqoerit", snr-
Siuanto, estando verificado que a cffensa pbyoi oi lave, que o offeuser nio foi preso em fligraasta,
e qae o offendido nio pessoa miseravel, daeas*-
sigo de fl. 18 feita par este se v que elle stat>
estava em acto da exercicio daa fasteges 4a asss
emp.-egj. Reeife 20 de Janeiro de 18S8. 7ao-SMK
Qarce* Paranhos Montenegro. >
Ferro-viadOlida Amaaai, dias*
tradiceiooal festa de Nossa S-anhor* do Msafs, asa
Olioda, a ferro via do Reeffa O.iada si|ia4si
trena extraordinarios as horas cartas, das 3 Aa S
horas da noite, sendo que estes e os ordinarios 4b
2 e 1 [2 horas da tarde s 8.c 1|2 horas da ais*, s4
ebegario at og Varadonro, da oade
pora o Recite.
No mais ser re ipei tado o horario
Cemaelbo de coaastra E' bija, as 11
boras do da, qae se rene o conse-ha de rniopeja
da repartigia de manaba para o fim de i aeches,
propostas de fornecimento.
Companhia UeasiramelaaNo -.aeatso
Santa I .abe., canta boj-- a eompaabia hesmaahosa
da zarsui-las a opereta El valle e Andorra.
Depois ser exocutado o baiiiado La gracia es-
paola
Amanhi ser cantada a araoell La tan-
cote
Toara ala Amanhi, s 4 horas ds tarda, tar
lugar, em Jabiatu, ama corrida de km-tesaras.
Tocar urna banda marcial.
eaie Po dos Ty oa;rastia 4^ p^r.
ntmburoEsta ass .ciago rrrnrerag assssatss
os seos trabalh fuoccionaodo a 10 amas 4b
manhi, no 1* andar do predio n. 41 da roa 4o Co-
ronel Sdsssun*.
Quasl mala a asmNa Q larta-feira, a
8 horas da uoit% e quando pasaavasa pesa ras da
Imparatris os Srs. tenante Antonio BBarra Ca-
valcnnte de Aibuquerque, Maaoel lasqaim Qua-
gal ves, Jos Duarta das Naves Jnior Lssta. e>
tabelecido com armaaem do atoris, 4 roa 4e> Ba-
rio da Victoria, cabio du 2. andar 4o predio a 15
um vaso de barro, cheio da torra, tio parta damas,
que, pode-se asseverar, so por ama feiia "
dado, deixou da haver ama morte.
O vaso desfaa-ae em mi peaaoea aa
Nio foi pequeo o susto qae suffrerasa
passeiantes, os quaes nos -pede
atteogio de quam eompetir para ema aaj
da fiares em taes ooadiooss teobam
eom os transentes.
Coatlsct** e larlaaealoa
de 2 e 4/2 horas da madrugada, deas r
2* batalhio ds iufaoUria, eucoatrande asi
matris ds Santo Antonio, dous (ardas avisoe,
-
*
1
i'-


witamftiHv a,lo 2 Janeir* de 1S88
"T
travaraui Iota cent

. V


e'lles, depois de muito.provoeal-o.
D i luta renita sabirera feridos : gravemente
una das prscse do bataltiio, que depois vertfi-
con-mi er nio corneta, e o gnarda eivieo n. 103 le-
vemente, fieando ligelrsniante contusos tambero
diversos outros guardas cvicos, qoe acudiraos.
A uutra praca evxdio-se. O corneta, que te
chama Miguel Ferreira doa Anjoa fo reoolfciio 4
entornara militar.
O l)f. delegado do 1. diatrieto tomn conheci-
mento do faoto, fnlo preaoi or guardas cvicos.
Lamrrna HatalcaDistribnio-se bontsm
o n. Sil d'este peridico livre e humorstico.
Inatlint Arcbeolosrteo e Geoirra-
pblioEste inititnto celebra 27 do eorrenre
aa ftti anniveraana, commemoraado o 234 aa
nivertsrio da reatauraco de Pernambuco da domi-
nio he Hondea.
Fe tem aii novenas d* testa de Noaaa Senhora da Bd
Viagea, na eua capella do povoado deate nome.
A fusta solemne tei lugar no da 29 do cor-
rente.
amnlengos-Amar-hi, tarde, no povoa
do de Ba Viagem, ter lugar o divertimento po-
pular einhecido jer MaiAHlcngot.
QFe* de Sanio Aattare data Salinns
O haateamento da bandeira do Glorioso Santo
Amaro, que se venea na soa capella daa Salina,
effectuar.se-ba na quinta-feira, pronso, seguin-
do ae um trduo. .
A ftsta celebrar ae-ba com a pompado costume,
ns domingo 29 dneorrente, bavendo tarde varia
diveriies no largo. ...
Um rico basar de prendas ser expoate a vista
dos roineiros, na dia da fetta.
Duna faetufaa No engenho Camevou, do
termo ce Palmares, propriedade do Sr. capitio Jcio
Cardos, o escravisado Jeronjrmo, travando-ae de
raxet som um aen parceiro ferio-o gravemente com
duss tacadas, sendo preso em flagrante delicto.
A respectiva aatoridade policial tomn conbeei-
mento -lo tacto, fea a vistoria e abri o competente
inqueiito. ,
Criimtnoson de morte-Pelo Sr. delegado
de polica do: termo de Qu- brengolo, provincia das
Alagse, ncabam de ser presos Luis Cordeiro Reg
e Cjrrillo Correia de Araajo, eate iniciado e aquella
prononeiado no art.192 do cdigo criminal.
AsjMaaalntkloNa Serra Queimeds do die-
tricto de Bom Con&elbo foi ltimamente aasassioa-
do com dos tiros Jos Amaiello por Antonio Ve-
rio e u irmio Jos, que lograram evaair-ae.
Procodeu a respectiva autoridade a corpo de de-
licto e ubrio-se sobre o tacto o competente mque-
ritc, que j teve o conveniente destino.
Lacla e feinaeeHoNo logar denomina-
do Covii da Onca do 1- distrcto do termo de Sori-
nbem 3 pelas 3 horas da tarde de 16 da corrente,
Francisco Jos Ferreira, couhecido poi Francisco
Macaco e Tbomaa Alves de Aqnino travaram lucta,
dando i ni resultado aahir este erido na cxa por
um tiro de espingarda.
O criminoso loi preto em flagrante delicio e so-
bre o fueto abri se o competente inquerito poli-
MbIiosj contra um policaNo da 13
do corn.'nte e no povoado de 8. Jos da Extrema
do temo de Gsmelleir. enfundo commonicacio do
respectivo delegado, o soldado de polica J Aranjo, que all ae chava em servico, foi aggre
dido, desarmado e ferido gravemente com orna fa-
cada por um grnpo de individuos de nomos Hermi-
nio e Vicente de tal, Antonia Groaso,Xavier e ou-
tro enjo nome se ignora, consegnindo todos evadir-
se lego depoia de eenaummado o attentado.
Contri os crimines :a procedeu-e nos termos da
lei.
Cid rile do Catato-Communicaram-not da
cidade do Cabo ;
D"i tsos rapases desta cidade preparam para
o prximo carnaval urna importante cavalhada,
3ue ter. lugar a ra do Conde d'Eu, que nos tres
ias de folia estar caprichosamente ornada.
Para isto organisaram urna commiscSo que
ficou e> i,posta dos seguales cavalbeiros: Presi-
dente Ksjor Firmico Varejio. Tbesonreiro An-
tonio Jos Martina Lima. Encarregados .dos fes-
tejos. Ado'pbo Vieira, Joaquim Das, Fraterno
Vareji, Crispo Crespo, Antonio Martina Jnior, J-
de Mon; a, Jos Pereira, Francisco Estevio, Pau-
lino Jnior, Bento Portella, Lino de Barros, Joa
Fclippe, Mantel Baptista Pereira Flix, Aotio,
Francisco Csmp lio, JoSo Lins e Horacio Floren-
tina.
Com ana aranteA's 9 boras da noito de
9 do corrente, segando commanicoa o Sr. delegado
de Tacarat, Casimiro de tal, morador ra da
Palha. f'z com nm rame diversos ferimentoi etn
Mara Antonia de Jess, depois do qne pea-se logo
ao fresco.
O inquerito policial procedido relativamente a
este facto j teve o devido destino.
I'ori menio raveSegondo acaba de par-
ticipar o Sr. delegado de Ipojuca, Fernando, escra-
visado ile Miguel Jos de Abren, acaba de ierir
gravemente a Joaqn'm Palmetra o Prancieco Mar-
tins, anuos trabalhadores do campo.
O criminoso evadi-.e lgo sps a perpetracao
do crin,'.
O rescectivo subdelegado abri o competente
inquerito sobre o facto e prosegne as diligenciaa
endentes captura do denqnente.
Lomiieo e Pars apreciada* por
Flix l*wat Paria direita. Londres canh-
ta. Ocicheiropiriaienw toma a dircita, o de
Londres a esquerda. O primeiro colloca-se
frente do vehculo, o segundo na traseira,
compacta, Londrea dispersa. Paria cretce pela
absorpciio, Londres pela expansao.
Paria 5 construida de pedras, Londres de tijo-
los, Parir tem casas altas e mas eatreitaa, Lon-
dres, mus largas e casas baixas. As jsnellas das
casas de Paria abrem-se como portas, aa daa de
Londres caben como gnilbotinaa.
Em Paria as venesianas abrem para fra, em
Londres abrem para dentro.
Paria collectivista : habita casaa que parecem
quarteis ; Londres individnalista : cada familia
tem umi> casa para si. Paiis tem o sen porteiro,
Londres a sua chave.
Paria pronuncia cacao, Londres eaeoa.
Pe.rir alta pela manha do sen leito encostado
a paredn, Londres do leito armado no meio do
posent Paria janta, Londrea come.
Londies, disae Yoltaire, tem cem religies e nm
molhj; Paria tem eem molhos e nenhama reli-
giao.
Londres serve-se de nm garfo de tree denles,
Paria da um garfo de qoatro d ntea. Paria-aVale-
gre. Lo adres tristonha. Paria paeseia, Landres
corre
Londr<8 tem.poncos soldados, Paria tete aolda-
doa de inais. O so'dido de Pars nsa de Musa
aanl e de calcas encarnadas, o de Londres naa de
blusa rncarnada e de calcas asaes.
Em Paria as mecas solteiras sao vigiadas pelos
pai, em Londres sao livres. Etn Paria as seoho-
raa casa daa to livres, em Londrea nao o sao.
Pars tem mais suicid a, Londrea mas homi-
cidios, Pars trabalha, Londres trafica.
Paria canalha briga a pontaps, Lsndrea Boc-
eo.
O prcletario de Paria chama casa de penbores
m'inha ta ; o de Londres Ibe chama met to.
O op nrio de L>ndrea da :
' Deiis e mea direito > o operario parisiense
exclama liberdade, igualdades e fratern iade. >
O MinioDe todos os pexes emigrantes,
o Balmi) o maia intelligente. Todos ->s annoa
abandona o mar^vem acolber-ae aos nos.foa po-
ca da iocubacSo. Lembra-se perteitamente do*
rio e dos lugares onde es teve, voltando a procu-
rar cacl.i anno, se lhe psasivel, aa meamas para-
gens. ...
O salalo percoTe nos rios distancias enormes.
com um i rapidea notavel. Assim sobem o Elba
at 4 Bohemia : vio pelo Rh. no at Suisa ; e,
na Ameiica, penetram 3 (XX) miibas pelo curso do
Maraohl'i, fsendo nma media de 40 milhas p.t
dia.
Nao \ a nos ros obstculos qoe os detenbam ;
sombam das curre ites mais tortea, e vencen as
quedaa i-, agua do salte, atacando as repetida
vetes, se assim precio t triuapharem. A
torca d i almlo prodigiosa.
VXelioeavEtJectnar-ee-eio:
Hiije :'
Pelo agente Gusmio, as 11 boras, na na do
Cabug o. 2 D, do eoUbJekee>aaeute ah aito.
Pelo agente 8t- pple, lia 11 boras, na porta da
Alfandeg't, de cal.
PeUagente Pinto, a 11 horas, na roa Marquea
deOliaca n. 52, de gen. roa de estiva.
T**pa feira :
Pelo airante Stepple, 4s 11 boraa, na tu
Imperador n. 22, de predioe.
Pelj frente Gaasao. aa 11 hora, i na do
Bario d Vietona n. 24, do eaubeiaeiiiieate tbi
aito.
fia* a a faaebre -S^rla eaebradaa :
Hoja: -
A't 8 horaa, na imaria da Estada, por alma de
IVaneieco f'nHeiro Falclo; a 7 1 |2bors, na mu
i.ii da Bo^-V'iKiu, per alma de i). Julia saavsaa
boato.
Terca feira :
A's 8 boras, na marria de 8. Jos, por alma de
Jos Antonio Pereira 4a Silva.
PaaaateirMUhegados dos portos do sul
no vapor traaoaa Coay >:
Atbanaaio Deiobeje, Alvaro Fernandes de
Abreu, Henri D ep*x, Ideltonso Mireira de Faria
Alvim, Julio Gcnc*lves Borgea.
Sabidos para a Eiropa no mesmo vapir :
Antonio Francisco Praoa da Silva, Antonio
Fernandes, sua senhora e 2 filhoa, Antonio Go-
mes da Silva Jonior e ana senhora, Joio Antonio
da Coata, Domingos Jos da Silva, Batteeti Fran-
co, Soaaggere Luigi, Sonaggeri Bartolo.
S-b dos para o sul no vapor allemSo Cam-
pia :
Mara Jos da Silveira, Dr. Pedro Christe Bent-
sen, Joio Pereira da Cnnba.
Cbegados da Europa no vapor americano
Finane; :
Dr C. M. Bordoner, Tbomaa W. Swft, C. A
Campos, B. A. de Siqaeira.
irectoria dan onraa ae conserva
ci loa porto*Boletim moteorologieo do
dia 19 de Janeiro de 1888.
Boras
t.
II
258
27-8
5!8-0
29*2
27-6
Barmetro a
0
7ei"2t
763".(W
762i63
76l35
7622B
Tena So
do vapor
19,01
19,71
18,62
20,03
20.02
o
m
o
a
a
76
70
63
67
73
Temperatura mxima29*,75.
Dita mnima25*,50.
Evaporadlo em 24 horaa ao sol: C,m2 ; eom
ora: S>,7.
ChovaO,".
Direcoio do vento: 8E cam interropcoes de
ESE de meia noite at 5 horas e 36 minutos da
manha ; SE at 10 boras e 32 minutos; SSE va-
riavel entre SEe S at aos 20 minutos da tarde ;
SE at 7 horas e 27 minutos ; 8SE at 10 boras e
17 minuto* ; SE at meia u> ite.
Veloeidade media do vente: 2-,90 por segando.
Nsbulosidade media: 0,52.
Boletim do porto
!! E o Dia Horaa Altara
P. u. B. M. P. M. B. M. 19 de Janeiro a a a 20 de Janeiro 836 da manha 234 da tarde 839 3 0 da manhJ 2,"02 0r-9U 2,-07 0,-4
do
tlrangeirot 5;
processado 1;
osta-
46 e
Reunlao uncialHa h je a seguinte:
Da Minerva Progresso Pernambueano, s 10
boras do dia, em sua sede, para em assemola ge-
ral trutar.de negocios diversos.
Casa de iietereoMovimento dos rre-
sos da Casa de DeteocSo do Becife no dia 19 de
Janeiro de 1888:
Exislum 416 ;entraram 13; aahiram 18; exis-
tem 411.
A saber:
Nacionaea 391 ; malberee 4 ;
eacravoa sentenciados 7; i fu,
dem de eorreccSo 3.Total 411.
Arracoados 371
Bons 346 ; doeutea 25Total 371.
Nao hoove altrnelo na enfermara.
Fcram bonttm visitados os preses dette
bele?imento por 153 peasoas sendo bomena
mulheres 106.
oapltal Fedro IIO movimento
hospital no dia 18 de Janeiro, foi o seguinte :
Entraran............... 12
8ahiram................. 6
Falleceram............... 2
Existem................. 546
Foram visitadas aa enfermaras pelos Drs. :
Moscoao, a 8 horas.
Crsneiro, a 10.
Barros Sobriobo, i 6 3(4.
Berardo, nio comparecen.
Viveiros, aa 8 1|2.
Malaqnias, s 8 lt2.
Puntual, a 9 1(4.
Estevio Cavalcante, i 10.
Simdes Barbosa, s 8 1|2.
Cirurgiio dentista ama Pompilio, nio com-
receu.
.Citico nio comparecen.
des te
Opnai
U ajudante entrn s 7 1|4 htraa da manhft e aa-
hio s 5 da tarde.
Lotera da provincia A 3* parte da 11'
lotera pelo novo plano, cajo premio grande de
100:000*000, em beneficio da Santa Caaa de Mi-
sericordia do Becife, se extrabir no dia .. do
correte ao meio da, na igreja de Nossa Seuhora
da Conceicio dos Militares.
Cemlterlo publico Obituario do dia 17
de Janeiro :
Francisco Gomes Lopes, Hespauha, 45 annos,
p.^TKiavo, Boa-Vista; anemia.
Manoel, Pernambuco, 28 das, S. Jos ; espas-
mo.
Earidice, Pernambuco, 18 meaes, Graca ; ente-
nte.
Theodora, Pernambaco, 17 daa, Graca ; onvol
toea.
Estrogildo, Pernambuco, 1 anno e meio, Boa-
Viata ; broncho pneumonia.
Laura, Pernambuco, 2 meaes, Boa-Vista ; con-
vulsee.
Luaa Mara da Conceicio, Pernsmbuco, 50 an-
noa, sol reir, Boa-Vista; tubrculos pulmonares.
Vicente Ferreira, Pernambuco, 19 annos, aolte-
ro, Boa-Vista; aacite.
Franciaco Joliio, Pernambuco, 25 annos, aoltei-
ro, Boa-Vieta; tobercnlos pulmooarea.
Libania Maria da Conceicio, Pernambuco, 42
aanoa, vinva, Boa-Viata; toberculoa pnlmona-
rea.
Antonio Bernardo de Farias, Pernambuco, 29
annos, viuva, Boa Viata; tisioa da laringe.
Maria do Rosario, leaio cardiaca, remettida
ptla polica.
F 19
Tbereaa Maria de Jeana, Parabyba, 26 aunoa
aolteira, Ba-Vieta ; abceaeo gangrenoso.
Mria de Barros Cavalcante, Pernamonco, 64
annoa, vinva, Poco; aboeaao do figado.
Manoel, P rnambueo, 3 horas, 8. Jos; fraque-
sa congenira.
Celina, Pernambuco, 9 meaes, S. Joa ; gaatro
enterite.
Joa, Pernambuco, 2 meaes, 8. Jote; convnl-
Jote Cupertino da Costa Medeirot, Pernambu-
eo, 18 anno, solteiro, Graca; iebre biliosa.
Manoel, Pernambuco, 2 das, Graca ; nviabili-
Manoel do Naecimeoto Rodrigues Franca, fer-
nambuco, 72 annos, viuvo, Graca ; tsica da la-
Anoa da Conceicio Tavar.es, Pernambuco, 8 aa-
noa, oa-Vist; febre remitiente puladoaa.
Jacintho Lopes da Silva, Pernambuco, 60 an-
nos, caado, Boa-Viata; tisos pnlmoaar.
Maria, Pernambuco, horas, Boa-Viata ; naacen
anteada teapo.
Zulmira, Pernambuco, 4 meaes, Boa-Vista;
eclampsia. .
VaWevina Carloa de Sant'Aona, Pernambuco.
21 annoa. aolteira, Boa- Vista ; tuberculosa.
Maria Tboolora da Conceicio, Pernambuco, 20
annoa, aolteira, Boa-Vista ; diarrna.
Bernardina Varilla de hecna, Perrambueo, 1
annos, caaads, Boa Vista; peritomte puerperal.
Joaqaim Remigio de Sant'Anna, Pernambuco,
62 annos, casado, Boa Vista; bypetrophia do pn-
loto. .._
Um feto do sexo femioino, Pernambuco, remet
tido pela poiieia.
Um bomem que foi encontrado no caea do ita-
moa, que tallecen de coagettio cerebral, remetti-
do pela poiieia.
vida, no 2 diatrieto, para depatadoB proviaciaes,
em fint de Deaambro do anno paaaado, nio pode-
moa deixar qae corram eem coniestacio aa invr-
dadea pablieadaa hontem em diversas seccoos do
fontal do Recife.
Os nossos adversarios nio perdona o veto i
adulterar os factos, do tudo baralnar, desde
assim procedendo podem tirar para ti ou para a
sua causa urna vantagem qualquer. Elles que
nio cessam de bater palmas, de animar aos jaiaea
aeua anakoa qae tudo ancrificam mais desbra-
gada politicagajt, qua maii de urna vea team er-
guido altaree aoa Prtangaa a Gusmet, para qnem
a moralidaoe, a justic e a verdade nio tem co-
taeio, inaultame descompoem ao hinrado Sr. Dr.
Silva Rogo porque tem a ooragem de se nio tu
jeitar a suas imposices 1
Porque razio tantos clamores contra o aot >
do Ilustre magistrado que su*pendea os trabalbos
** jonta ? Em qae sso pode prejudicar aos di-
reitot dos candidatos liberaos ? E' porventnra a
primeira vea que facto igual oceorre ?
Ninguem o dir, em mestno es celebres eacrip-
tores dn orgio leonino ; e se podessemos recetar
qualquer contestacio seria poderiamos allegar
exeooplos que nio poderlo ser recusados ex-advero,
alm de que temos na propra lei cabal justifica-
tiva ao procedimento correcto do Sr. Dr. Silva
Reg.
Sabem ospbtioiitcu, grammalieos, philosrphos,
rhetoriooi epoetat, do Jornal do Becife que a lei,
mandando proceder a apuraclo da ekiclo a qae
se houver procedido dentro do praso de 20 dias,
eatabelece caaos em qae imposstvel deixar de
adal-a.
Aaaiaa, aa aio chegam aa authentieaa a aaioa da
junta dentro do praao legal, ou si ni] compare-
cendo os membros da janta e os seas substitutos
itnmedatos, tiverem de ser convidados os juiaes
de paa da parochia ou do diatrieto mais visinho,
como evitar que seja adiada a apareci ?
Nio portante ama novidade o facto de nio
serem aparados os votos no dia fixado na lei, e
nem menos procedente do que os motivos cima
expostos o qae actuoa no animo do Sr. Dr. Silva
Kego.
Como tomar nota de votos e aommal-os tem ter
a necessario para escrever ? Poderiam os mem-
bros da junta fize'-o de cor, nos ares e simples-
menta com o auxilio da felia memoria do Sr. Dr.
U y saos Vianna?
As pennaa e papel eflorecidos por um particu-
lar nio appareceram e Deas sabe te appareceriam*
O Sr. Dr. U ystee Vianna que foi quem teve a
feliz idea de fazer o ofierecimento nio quia aenio
fazer effeito. Eslava no ten papel o grande ho
mtm...
' falto, falaicsmo qae o papel e pennaa, que a
Cmara devia fornecer, chegaasem quando o Sr.
Dr. Si da junta apuradora.
A pe soa que escreve estas linhat e qae se re-
tiran muito depoi* do digno magistrado, nio vio
l chegir nenham empngado da Cmara e entre-
tanto j d*ix4ra calnos os nimos e tio pacifico o
nobre Sr. de Caiar qae jamis poosou fosse elle
capaz de escrever tio alevantado protesto como o
que pnblcou o Jornal em suas columnas.
Os escriptores da gaseta a que noa temos refe-
rido nao caviram, nao podiam ouvir, que qual-
quei conservador uzease insinuaces ao Sr. Dr.
Silva Reg, que d'ellas nio precisa S Exc. para
cumprir seu dever.
O Sr. Dr. Goncalves Ferreira estava, certo,
ao lado do Sr. Dr. Silva Reg, rnte nio den urna
palavra, nio fea um gesto tinao depois de nma
pedantesca obsorvacio feta pelo Sr. Dr. Uiysses
e a que ae julgou obrigado a responder.
Penaa o Sr. Dr. Uiysses que por usar de gran-
des oculos e grandes barbas v mais e tem "me-
lhorea direitos do que qualquer oatro mortal ?
O Jornal nio acredita que o motivo allegado
pelo 6r. Dr. Silvb Reg toase etteotrtamento o
qne leven S. Exc. a adiar oa trabalhoa da apura-
dlo ; e eotio insina que se nio quer aparar a
eleicio do Montsiro, ns intuido de prejudicar ao
sea amigo Dr. Lipes Machado, o candidato que
teetn a mi para qualquer tranqaibernia I...
E' bem certo que quem anda act por coi em toda
parte o uuve roncar. Elles que ialsificaram a acta
do M jnte.ro, porque sio useiros e veteiro em ga-
nhar eleicoas por meiot menos lcitos, para nao
dizer torpes, ficaram faosos porqne receiam que
ae tire evidencia, como se ha de tirar, o crime
que aconselharam e querem qae tarta o deso-
jado effeito 1...
Maa queso nio \ que, mesmo quando a apura-
ci se fizesse hontem, nada perderamos ns nem
ganharram os nossos adversarioa, urna vea que
nio a janta aparadora tribunal de qne nio haja
appeilacio ? ____
Te..ha oa ni diploma o nosto amigo vigario
Costa, podemos afirmar qne isso perteitamente
adinrente ao Sr. Dr. Silva Bego ; a aaaembla
ha de tomar conhecimento doa tactos oocorridos
na eleicio e nio temos duvida de que anda urna
ves, fas-ndo juatica, ha de expulsar do sen seio o
ousada falsificador.
As descomposturas e ai ameacas de certo que
nos nio CcUsam receios. Coascios do direito que
nos assste havemos de defendel-o cuate o que
costar.
U Exm. Sr. Dr. Silva Reg ha de cumprir o aeu
dever e nj os conservadores nio tantot ootra
pretenclo.
Distm os articulistas do Jornal que o honrado
Sr. Dr. Enphrasio Correia, distincto presidente da
provincia, accordou com o Sr. Dr. Silva Reg
obre o meio a laocar mi para prejadiear os
direito (?) dos sena amigos.
Ora, isso nio aerio. O digno administrador
da provincia nenhama parte tem tomado not oe
gocioa eleitoraes e poooo se lhe d qae tenha di-
ploma um conservador ou um liberal, alen de que
ineapaa de descer de sua alta posicio para en-
trar em e-nchavos, como ineapaa o Sr. Dr. Silva
Reg de taael-os.
O cavaco qoe deram os, 'redactores do Jornal
por nio se ter feto hontem a porucio, nio ha
que negar, a prova maia cabal de que teem elles
culpa no :art4>rio.
A verdi.de ha de appareoer. Esperemos.
. M COaSBBTDOB.
nb familia ao rrmnon aodern lonja d'aqoi distra
COMUNICADOS
O alornaJ da Recife e presi-
de o teda luaa aparadora do Va
diatrieto.
Ti iiiiflm ocular, qne fonos, dos faotoa oc-
corrdos hontem no paco da Aaaembla Provinaiall
onde ae devia proceder i apuracio da etoiaio ha-
PtBLiaCOES A PEDIDO
Floresta
A08 EXM 8. SRS. H1NI8TKO DA JSTI9A, PBK-
8IDENTB DA* PROVINCIA E AO KE8PEITA-
VEL. PUBLICO, O BACHABEL HAHOBL CLatj-
DiNO DB MELLO B SILVA, PKOMOTOB fV
BLICO DA COMARCA DE FLORESTA.
II
Ao lr o que eacrevi no artigo do hontem, per-
guntario, muitoa lei lores, porqne acceitei a no-
iraicio para eata coBcarca; pois bem, vou rea-
p nder.
Havendo minhaa irmis, abandonado a vida 4**)
secle, para sesruirem a vi< too annos d' aejavam arden'emeote por espontanea a
provada yucacio positiva e terminantemente cm'ta
a miaba W utade, trouxe me eate facto o acabrunba-
atento e ieaesperacio de qae padem dar testemu-
nhj aa pessdta que me ceieam e com quem vivo
em intimidado
Vendo esse meo estado, am de mena bons ami-
gue aconieihoa te qae-acceitasse a nomeaoio de
urna comnrea longiqua, onde ea< rea extraohoa en
poderia o
aeabronbador
>.t m JUiusiloa acrunl saparacao de
ctraa e virtuosas irmis. I
Pensando que aasim podesse acontecer, fea-se a
nomeacio e anda por qnasi traa tseaea hesite i em
"" a, o que a fis a instancias de miaba boa
le tambero concordava com aquells meu
em urna diefraceio que foi o meu aoaior tor-
e que por Deas nio foi a causa de minha
morte.
Assim foi que abada nessa heeitaeao cruel, indo
ao engeabe de um amigo, d'alli resolv ir a Floresta,
tato participando a pesada alguma.
D'alli p rtanto segui, apenas com um criado e
cem a roupa indispaaaavel para a visgem de ida e
volta.
Cbegando auna all eem ter esperado e aem ter
querido levar ao menos urna carta e nio conbeeea-
do pesada alguma e apenas de nome, o chefe do
partido conservador, para sua casa me dirig, pe-
dindo Ibe, me fizeaae alagar ama casa onie eu ne-
vera passar algum tempo.
Este cavalbeiro, poros, ao conbecer o catado af-
flictivo em qne me acbava e pelo qnal bavia ido
ao aertio, negoo-ae formalmente a me alagar ama
caaa, diaendo que a sua estava s minbaa ordens,
pedio me para pasear nella oa tem pos qae estives-
se em Floresta.
Era esta, urna das finezas, qne nio me era dado
recusar. Aceite!. Este mea acto, o mais inno-
cente em ai, deapertoo, no entretanto, a maier
prevenoio dos liberaos contra ma! Era nm
tacto admiravel! Os ranecionarioa de juatica no-
meadoa para Floresta ao chegarem hospedavam-
ae em casa do vigario ou de aljam liberal e eu
buvia tomado a caaa do chafe do partido conser-
vador I
Dahi, aa amaacas que se faziam se continuases
na caaa daqaelle cavalbeiro.
Qnasi uinguera me viaiton, os liberaos porque
eram inimigos do capitio Joa GonQalves Torrea,
em cuja caaa me acbava; oa conservadores, por-
qne, desgostosoa como se Bchavam com todos os
funcionarios qae l tinbam ido, disiam nio qua-
rerem saber mais de bachaiel algum qae para l
fosee nomeado 1 Foi nesse estado que eocontrei
a minhi comarca Vendo o estado da desgostos
e acabruohamento em que se acbava urna grande
parte das peasoas respeitaveis e aprecia veis d'alli,
por falta .:e funeciouarios enrgicos que firessem
respeitar a lei, procurarei visitar todos, conver-
sar-lhes e iuteressar me pelo melhoramento da ce-
marca qae me bavia sido confiad*.
_Tudo all era absurdo e prepotencia, e o juit de
direito, cavalbeiro apreciavel e distincto, enrgi-
co e honrado, nio poda, entretanto, por seu gra-
ve estada de anude, providenciar conveniente-
mente acerca dos negocios de sua comarca.
Achava-me conseguintemente t, na comaica,
porque o juiz municipal de entio, Dr. Mauricio
Borges, se achava de licenca.
E, deveria en tornar-me testemonha anuda
impassivel de todas esaas anormalidades, en
vera agir para faael-aa desapparecer ?- t
Bem depreasa comprehendi que es|pva cpllgoa-
do em um dilem* terrivel, ou Dada JkiajK^E^fr
preeipitadamente para o Recite, paca ser agrada-.
vel aos liberaes, prepotentes e msaoes, trabindn'
a confianza qie em mim deposrtavam ot meus
am'gos e mea governo, 00 agir s, sem recursos,
sem forcas para faser executar a lei e fazer valer
o direito, embrehando-me em urna terrivel e me-
rloaba luta para col locar cima do absurdo o di
reito, cima da prepotencia a justica, sacrificando
mena commodos, minha vida e Ulves (como acou-
teceu) miaba honra, no altar da justics, em ho-
locausto a seguranza e tranquillidade doa direi-
tos e vidas dos conservadores de minha comarca
ameacados em suas vidas e haveros.
Era mais commodo aceitar a primeira bypothe-
se, porm trabiria a minha consciencla de hornero,
de cidadio e de faocciooario de juatica, prefer a
segunda que me trouxe todos 03 incommodos, to-
das as contrariedades, tsais que deixoa-me salva,
illexa e altiva, a minha dignidade, a minha cona-
cieneia, a lei e a justic.* que fui defender n'aqael-
la comarca.
Nio transig no camprmento da meas deueres,
diz-m'o a coac enca e aquellea que observaram
imparcialmente meu proceder all ; o abaixo aa-
signado e&ttettados do povo independeute, grado
e honesto da comarca de Floresta.
Avisado pelo Dr. juiz de direito do qne me acn
teceria, se quitesse cumprir meus doveres u com-
prehendendo tudo por "fnim mesmo, proeurei ver
se com tino e sem aparato, poderia conseguir es -
tabelecer o rgimen legal em Floresta. Fiocurei
conheeer todos os negocios e pessoas da'comarca
e informar-me de todas as irregularidades.
Sistoeastei qoasi tres meses, tratando a toles
liberaes e conservadores com mideracio e juatica
sendo entretanto diariamente indultado e ae di
zendo que eu nao poda continuar na comarca, s '-
nio cembinasse com os mandes e prepotentes li-
beraaa 0*a todo cuidado procura va harmoniaar
os negocios, quando foi-me preciso agir como di-
rei amtnh.
Recite, 21 aa aaaauro oe 1000.
Clad no de Mello.
P. S. Hontem sabio eaoriptoempregaei o di-
reito da forea, quan.Io dever-sc-ha lerempregar
a forca do direito em toda a ana plenitude e ener-
ga.
rhaTu":; Srs. redactores de Diario de Per-
Rogo-lbeB o especial favor de Vv 8a. declara-
ren na sua ecnceituada tulha, que ndprogramma
da festa do aoniversario da Imperial Soc>edade
ha es seguintes engaos : os premios sio da exp-
sita) sul-americsna em Berlim e nio de Antuer-
pia, como foi publicado, e aasim como a caea ae
acba a disposicio daa Exraas. Sras. tanto para
assiatirem a miasa como a sesao magna.
Desde j ficar sammamente agradecido por tio
grande obsequie.
Recife, 21 de Janeiro de 1888.
O Io secretario,
Paemiono Barroto.
Prova provada
Abaixo publicamos am documento que corrobora
o alto conceito de que j gosa o Cajnrabeba.
lllm- Sr. Firmino C. de FigneiredoDous ten-
timentos noa levam a dirigir-lhe a presente carta :
o primeiio agradecer a V. 8. o ter spalbado o
conhecimento daa virtudes curativas do aeu prepa-
rado C ijurubeba, de modo que ru, no ermo em que
vivo, pude recorrer a aeu nao A obter a cura de
males que ha longos annos me aflligiam e que
cram reputados iouuraveis ; o segundo querer
qae todos os qae tm a infelicidade de soffrer dos
meamos iooommodoe procuren nelle a cura.
ra muitoa annos que toffria de urna erupcio
qnasi em todo o orpo, mas principalmente nos
brac s e pomas, que de vea em quando ae aggra-
vava, causando-me crois padecmentos, com per-
da de appettite e somno.
Os mdicos qae consaltei dvergiam quanto
natureza do mal, julgando a unt ayphilitica e ou-
tros darthroaa ; maa todos me preacreveram mer-
curio, lodureto de potaaaio, araenico, bandos geraes
com substancias vegetaes e mineracs e pomada de
mil quahdades, com o que consegu apenas
veres melhorar, maa nunca pede curar-me.
Vmdo-me casoalmente s toioa am folbeto do
Cajurubeba, e apeaar de davidar de todo qaanto
lia, porque por maia de ama vea tinha perdido mea
tempo e mea dinheiro, com ou'ros remedios apre-
goadoa como milagrosos, quis, embora sem a me-
nor esperanca, experimental-o.
At ao terceiro frasco o mal, que estava em es-
tado de aggravar-se, ae tornen estacionario, e de-
poia fui notando qu a supuracio dimiaaia que al-
gamas das boihas maia pequeas iam aeccando e
qae era menee repugnante o aspecto doa lugares
atacadas,
Cootinuei otar do remedio e os tignaes de me-
Iboras foram-se pronunciando, de muda qne ao
acabar o decime quinto frasco, me uchava comple
Msente curado, tendo por cntela tomado depoia
mais ious frascos] usando diariamente entio de
urna t eolher de sopa por dia, por me parecer lato
eonveniente para o nio reapprccimento do mal.
fia maia de um anno que me considero comple-
tamente earado, e s agora qae dirijo a V. 8.
mena agradecim^ntoa, porqne a agora que con-
sidero minha cura radical, pois do contrario meus
incommodos deviam ter reappareeido.
Nio exagero esaa irianifestacio de minha grati-
dio, dize ido que devo ao Cajurubeba a miaba
vida, porque nao t mea estado aniari r nao era
vi ver, mas, a continuar, eu teria em breve de iuc-
cuxnbir ; e bije me acbo f rtee robusto, entregan-
do-me aa minbaa occupicoes, sempre alegre e sa-
tisfeito.
Aceita V. 8., como bemfeitor da bamanidade, os
votos dV gratidio do de V. 8. atiento venerador e
criado agradecido.
Verteutes, 34 de Junho de 1887.
Manoel Joe Barreta.
(Do Patada corte)
Dr. Mello Gomes
Medico parleiro operador
24-Baa Larga do Bisma- 2t
Onde tem aeu consol torio e reaiiencia, recebe a-
do chamadas e podando aer procurado qualquer
hora do dia a da noite. Dedica ae C"m especiali-
dades ortos, moUitiai de nenhomi febrm, sypt
" pt, tfZtopu'monareeeUrextamento da uretra,
inajgnir, sinio o eaqaecimento drete tacto f> vc^F7mliCl>itf o7,
ador, maiime para mim qne idolatro ni- ThLEfHiNJfi 3 4.
A Esta^o
o melhor jornal de modas.
J distribuio-se o primeiro numero do correte
anno.
A8SIGNA-SE NA IJVRARIA DE
G. Laporte e (]
46 Ra do Imperador46
(llevando logo oa nmeros publicados)
Imperial Soeiedade dos Artistas
lechanicDs e Libertes ^.
PBOGRAMMA da festa do 46.* aniversario de
sua fuudacio, 7. da iawtallaci) do
Lyceu de Artes e Ofilcios, 1.' do
Mosca e abertura da 7.* Exposi-
cio artstico industrial.
Domingo, 22 do corrente, j J/ horaa da manha,
eom a presenca dos Exsas. kj-.a, biafav iocesauo,
preaidente da provincia, co rmandte w armas,
Dr, ebefe de pocia e ontrda autoridf^eivie e
militares e distnctos cavalheiroa qoe so acbaai
convidados, aera celebrada no altar padroeir
a Seoh ra do Amparo, no sali if h. -Lp ett
belecimento urna missa em honraa* Jsa^dmW
ra,'^rla Rvdm. Sr. padre OrfVta'e'Si,
tarto do bispado.
Em seguida a case acto entrar a sessio mag-
bs, tocando nessa oceasiio a banda do corpo de
poticia o hyiono da soeiedade. .
Declarad aberta a aesslo, S. Exc. o Sr. presi-
dente fst a diatffbnic* dos prem>os que toram
concedidos" a. todos aquellea qne concn eram com
oa-seas productos para a Exposico de-Aotuerpia,
finia a aal a-ir feito o histrico da todo o movi-
mento sstyceu durante o anno, pelo orador da
casa ; cabeudo em seguida a palavra aos demais
oradores das associaedes convidadas na ordem da
incripclo.
Terminada a sessio litteraria ser aberta a ex-
posicio de productos artsticos *e industriaes e o
museu artstico.
Tocarlo durante o acto, a era da mencionada
banda da polica, outras bandas marciaea.
O edificio achate galharda e primorosamente
d.'corado, sendo o principal sallo da exp minado a luz elctrica ; tair.b -.o ser exposta ao
publico urna nova luz elctrica, mostrando diver-
sas qualidades de luzes feitas pelo o Sr. Dr. Fer-
reira. Tambern sei exposto a apreciacio dos vi-
sitantes am relogio elctrico, trabalho do Sr. An-
tonio da Costa Araujo.
O edificio achar-3e ba franqueado ao publico
durante a Atemnidade, a tarde e a noite e naa se
guintes, mediante u ni retribuicio qualquer em
beneficio da instituidlo.
A directora tem envidado todos os esforcos so
stH alcance para qae a solemnidad?, exposico e
museu tft recam interesse e despertem a curiosi-
dade do publico, pela saa importancia e pelos b
neficios e incrementos que podem traaer a dasse
dos artistas e particularmente das artes entre nos.
A directofia confiii e espera qae todas as auto-
ridades, associaedes e cavalheiroa coi.vididoa, e o
respeitavel publico ae digne-n do honrar eaaa testa
das artes e do progresso, comparecendo com as
saas presi-ncaa ; assim canto podedescalpa ns aa-
auciacoss e pessoas que foram convidadas para o
dia 15 do correte, nio ter-se commuaicado por
escripto a transferencia da festa (.ara o dia 22, e
desde j a mesma antecipa oa aeua mais sinceros
agradecimentos por to subida honra.
A ditectoria convida a todos os seas ae ociad os,
em todas as saas categoras, para t.marero parte
no acto com aa saas presencas.
Outroeim, pide a todas as pessoas que tem de
expr productos para figurar-m na exposico o
obsequio de remet'erero at a 6 horas da tarde de
20 do corrente.
Secretaria da Imperial Soeiedade doa Artistas
Mechamos e Liberaes de Pernambuco, 18 ueiro de 1888.
O 1. secretario,
r>"*~>>no Barroso.
Frta\ 4e
Ter lugar no < 39 dn
dasaa cidade a reata da pndraera
t'Anna, eom ievida poaap. O
Exm e Revm. Sr vigario Aagaata
reir ds Silva, qe mu i
preaton. 1 A orehe. tra aera
batuta do muito riailxiuiVi
r.i procisaio oso a devida gal*
Pregar ao evangeibo o espitan
do Joio Grego, cuja 01 e
conbecida.
A' noite quoimar se ha oas
fie i o, o qua I ae acfcst earg-> oV assaga
Jos Gomes, tocando noa latn salas)
msica lndaa e variadas pecas do san
escolhido repertorio, estraigiao
a feata gyrandolaa de tojoa.
O
Cirios
Lotera do Para
A 2 extravio da 16. ter '*
dia 23, pelo novo plano da 12O-.O00#00O.
-------------------iSisaaOtar ------------------
Casa Feliz
PRACA DA INDEPENDENCIA R. 17 I
DE ANTONIO A SANTOS PORTO
Aoa lofiOtjoMtJt)
Vendeu da 2 eztrareao da lia latera, eaaaszsali
bomem, lWJ'i'. a 'fe ate 1:0004 av UN,
a aorta 5001000 u. 3123.
Tem expoato venda oa aean fetaasa stkaatsai
garantidos da 3 extraerlo, a b an-teia da SaaatB
Caaa do MieericorJii qu se extraara aaaa)
minie
------------jueeasa ----------
E. .
vale apraa experlan
etSe assim li-itor .i ei te, sois
ir no trilho da grande mullidlo a,
ram melhoras e allivio quando eliea ajasaai
KiViam c- asado de o <-aporsr,sata Pitai -a A
cara aa da Briatol. A txetiio dn Isa < _
medicinal vasta. Ellas ni> so prodstaesn a ml-
feifos mais benficos em todos os caaos i asas iza
tos de molestias do estomago, do figi-lo e Vas e>-
teotines, mas tan>b"m em gmode njsaers dar
fortuitos./ Noa caaos de es paseaos o ataayses
vutsiv a, aio ellas tidaa nio _
mais experimentados, como tambaa poaoi
ciados, como o mais completo < perteits
os remedioa. Elles renovam o systesaa
par que brandam.'Dfe m v m o ftss,
isso, nos casos de prostrafio pbyaiea, qssa
sido motivada pela idad, nma constitanflo
ou por qualquer nm oa n soffrimento
ellas para isso sio inapreciavtis. Esa 1
os tulros porgantes deb litan e eaa
naus'u". ellas pelo contrario r cap
e resfre^cam o isiiri'o Aa pillas
acondicionadas dentro de vidrinbos, e por ana
cooservam-se perfeitas e invariaveia esa
climas. Em tudoa oa cas.s de irr.piireas* do
gue, a Salsaparrilha de Briaiol deve m aer
nistiada juntamente com as Pillas,
O c asumo da quinin\ ira duvida een
ravel em todas aa partes do mundo, saas a
ca, patria de Pelletier, sea inventar, sata
este ponto moito maia atr- aada qne <
trangeiros ; nio conb'ce anda qne s
p qu as desea o ty?o doa tnicos p*o[
ditos, como disse e escrevea o piosesaar
E:ia excita o appette. corta oa sec
levanta aa furcia dos convaleseestes a das SMasoaai
fracaa, finalmente o antiaevralarieo o iebratV
go mais seguro qne se conbeee. Uo
gtojsura de urna ervilha, em qae ae i
Pelletier, representa o principio activo ds asa
de vinho de quina.
Programma
Da festa da Excelsa Senhora do
nonte, em Oslada, no da *
de Janeiro de S 8.
llavera um triduo que comecar no dia 19 (quio-
ta-feira} solemne coa. msica, dirigido pelo nota ve
maeatro Joio Polycarpo S. Roaa, e com versos
cantados pelo estimado professor Manoel Vctor de
M o, oa mesma oceasiio; s 7 horas da noite,
aahir a bandeira da ermda para a haste, conda-
zida por meninas.
Ao deapontar da aurora do dia da feata (22) fen-
derio aoa rea ama salva de 21 tiros e diversas
gyrandolaa, para despeitar os devotos da velha
cidade, e convidal-os pata os actas religiosos que
serio celebrados s 11 horas da machi, aoe qoaes
esto de longa data acoatamadoa a concorrer pia-
dosamente.
A'a 11 boras celebrar te-ha a miaaa solemne,
pela Rvdm. vigario da fregnezia da S, cona/go
Jos Vas Guitarros.
O pequeo arraial, estar ornado de arcoa e han- '
deiras e bem Iluminado.
Ao terminar a ladainh% descera a baudeira para I
a igreja, e acto centinaado queimar se-ha nm va-1
riado fogo de artificio preparado pelo distincto ar-'
tiata Manoel Alvea de Sant'Anna.
Dorante o da da feata tocar a banda de m-
sica do 14* batalhio de intantaria, lindas pecas de
seu dilecto repertorio.
O mal deve ser combatido logo sw san anal
pi. Disensos isto porque triste ver asasana
senboras nio cuidan m do cabello, paaMauasa* sjsai
deve.o faael-o quaado elle eosaffr a aar. ansa)
se deve esperar, o mais prodeata e sanas laVsaaV
vei tratar o cabello eosa prepsraedes casaa* Ota*
de Kananga do Japio, da caaa Rigd a C, asan
o conserva, rorna-o brilbante e o p^rfaano cosa aB
cheiro agradavel e seductor.
---------------- s>
Elixir depurativo vegetal
FORMULA DE ANGELISO JOS DO IATTOS
AHDSAPS
Approvao* p^a Zntjreetora Otnd m Bm-
giene Publica a<, /?,- jantiro tm 90
de Jtdho de 1887.
Este depurativo ds grande e
lestias syphiliticas e imparesa do
maior garanta da iffieacia deste
abaixo publica-te grande numero de
Attestados dos Illms. Srs. Doatoresa
Dr. Joio Maria Seve, Dr. Fraaeisco i
reir da Motta, Dr. Jos Josqu'aa de I
Loiz Vctor Homem de Carvalho, Dr. Joio 1
da Silva, Dr. Joio Bastas de Mello Qoaaes, Dr. B-
defonso Pereira de Azevedo. Dr. Aatosio ntyaMn
de Moraea, Dr. Manoel Paicio de Asrveds, Dr.
Joio Alexandre Seixas o Dr. Virgilio Tantarn oh
Oliveirs.
'
OPa-T-
Restauraos da capella da Sa-
grada Familia no chora He
nlno.
Botando terminadas as obras desta capella e
tendo de se celebrar a primeira missa e chando-
so j prompta com todos os oecessarioa prepara-
torios, o preprietano convida as pOssoaa de ana
particular amisade, e ao publico- para asistir a
primeira missa, que ter lagar no domingo 22 do
corrente, a 8 horaa do dia.
A capella estar exposta a vista do publico pa-
ra visitai-a at, s 7 horas da tarde do referido
dia.
Pot) da Panella
Programma da banielra e no-
Tenas de Nossa Senhora da
Nadc
o di 2$ do correte ter logar o basteamento
da bandeira da excelsa Virgem da Sade, a qnal
aahir da casa da Ezma. Sra. D. Adelaida Neves
Balter, juisa da festa, que nio tem poupado esfor-
cos para ser feiu com todo o brilantismo e pompa
de to excelsa Virgem.
Hnsteado o estandarte daSadeseguir a? ha
um bem elaborado fogo de artificio intercalado
de baldes, fogos de bengala e morteiroa.
De 24 de Janeiro a 1 de Fevereiro torio logar
aa novenas cem a decencia e pompa dos annos an-
teriores.
Em todos os actos a expeliente banda de polica,
tocar as melhores pecas do seu repertorio.

O programa da feata aera opportunamente pa
blicadn pela commiaalo.
------------------- S>
E' com o fiscal de Santo in
tonlo
Perganta-te ao arrematante da Iimpea
da freguenia ds Santo Antonio, ae a roa
o oaes do Ramos oto esto comprehendi
dos no seo oontraoto para serem limpoa, e
te o referido oaes O lugar marcado pela
Cafara Municipal para deposito de Uso.
de am
Attestados dos Ilustres cavalbeiros qne ta
uso vaatajasamente deate remedio :
Capitio de mar e guerra Jos Avelsoo dn
Jacque beriberi.
Dr. Miguel de Figueiii Paria, idees.
Cpitio Florencio Rodrigues de Miranda
dem.
Joa da ilva Rodrig-t Neves, ideaa.
Joaqufm Feoelan Delgado Boros, dem.
Manoel Pinto da Costa, dem
Joio Franciaco Tbim-, Idean.
Manoel da Costa Alvea, idea.
Estevio Alexandre Jos Dornsllas, idean.
Zacaras da Costa Leitio, dem.
Antonio Daa de Alraeida Costa, ideas.
Rufino Suzano Gajo dI Minada, idsas.
Antonio Jos Ferreira Refinador, ideas.
Aristides Manoel doa Santos, ideas.
Joa Antonio Correia OJaiio, dea.
ngel) Coriolano da Molla, ideaa.
Tito Mt-chado Freir de Horros, idean.
Affonao Ligorio Velloao, idea.
Uranlino Ofinio de Torrea Galalo, asesa
Toemos Dativo dos Santos, idean.
Candida Francisca Monis Faj,
Francisco Teixeira Barbosa, idssa.
Jlo da Silva Nevea, idem.
Urbano Jos Carneiro, dem.
Joa Lniz de Fraoca Torrea, ideas.
Manoel Arqnelo Silva Costa, ideas,
E'ysio Alberto da Silveira (.ees
mili), idem.
Pedro Tertuliano da Cnnba (esa
milis), idem.
Consolbeiro Alexandre Bernardina dos
va (em aeu eacravo), escrfulas.
Alberto Agripino Seizas estomago.
Alcides de Aqnino Fooscca, g Basan sw
Alfre 10 A. de Vasc medios, rheamtias.
Augusto de Oaatru, irits ao olbo diraita.
Arihur da Silva Regadaa, chafas.
Alfredo Bessout, rbenmatimo e
Augusto Cesar Pereira Caldas,
Austrichano de Torrea Galludo,
dartbroa.
Adolpho Marqnea doa Santos, i
Antonio Jos dos Rea, rseni
Antonio Dia Ferreira, idean.
Aonibal Casado Lima, gosorrhe }
AntoBio Lois do iTaoo, isiisMns.
Antonio Castro Monteiro, rbenm
Antonio Alve ia Silva Jonior, i
Antonio Aquilino Campos, r
Antonio Goncalves Cerqaeirn
uretra.
Anti nio C. Xavier da Silva,
tbrot.
Angosto Leopoldo da Silva Nevos,
Alexandrina Maria da C >neec0,
Antonio Ferreira de Lima, idssa.
Adolpho Caoha, empigena.
Arthur Baha dn Caana, empigens s
Antonio da Costa Morara, oerrasgaa.
Adriano Aot une Dantos, iacsnoio san
Antonia Jos da Fooasea, darthros.
Aatosio Gomes da S, taanssssanfM
Albino Jos Goncalves Diniz, sypsnaai.


.
I


FIICV
-Sabb
i
de Janeiro de 1888
Antonio Flor'.8 no de Mello, idea-
Antonio Pinti da Silva, buboes recolhidos.
Aureliano J naris.
Antonio da Silva, cancro horroroso.
Antonio Franciacoda Coita, csracio.
Dr. Argemiro arosa, rheamat amo.
Adolpho Hachado, dem.
Antonio Horacio, ilam.
Antonio McnMo Castao de Guarni (em pessoa
de sua fanilia), Aires brancas.
Antonio de cloasa, ddr astntica.
Antonio Fraiique (en pessoa de ana faaili), fio-
res brancas.
Antonio Pedro de Souia Soarea (em pessoa de ana
familia}, d;genracio no sango-.:.
Alvaro B. Diaa Ferreira,. exostose.
Antonio da Silva Santos Nevos, afires godas as
e bronckite.
|ernas.
Alfonso Monteiro Pessoa, escrfulas
Alfredo Mortii-a, feridaa no p.
Augusto Pon tes do Amarai, escrofalas.
Tenente-corcnel Apolinario F. A. Maranhao, em-
Antowe'jai Rodrigues de Soasa Filho, tamo-
res.
Atthar Antones Dantas, rheumatismo.
Augusto Carlos Noronha, grande eufermidade na
peroa. ,
Affonso Taborda, rheumatismo articular.
Dr. Affonso Olindenae Ribeiro do Souss, eropcio
de pelle.
A?.pito Ionocenuio Poggi, cs'.emago e larynge.
Antonio Ferreira Dinii (em pessea de sua casr.)
ataques eatericos.
Ben-vides B rreto do Rosario, rheumatismo,
Bernardino Al vea Neiva, ideo.
Bento Jos 'reir, idem. ,
Bernardina i.i Costa Campos, idem.
Belisario Alv:s de Brito, sypbylis.
Bernardo Aigusto Soares Lene, empigens.
Bemvenuto C.valcaute de Mello, empgem de mi
carcter.
Dr. Claudio Elcidio do Freitas, erupcao de pe"e-
Candido Dias,*em um seu eacravo, syphilis e fi-
gado.
Carloa Van der-Linden, rheunatiseso.
ussy Juvenal do Reg, eufermidade chronica.
Candido Msnoel dos Santos Mendooca, rheume-
tismo.
Caetano da Silva Asevedo, iyphils.
Caetano Gomes de Almeida, iheumatismo.
Carlos Lopes Guimares, idem.
Domingos Joa Ribeiro Soarea. idem.
Domingos Jos Rodrigues, foros de singue.
Daniel Pereira do Santos, eiupcao de pelle. c.
ractei de morpbea.
Emilio Roberto, dartbroa.
Elpidio Aeyoli de Barros, rheamatismo
Emilio Pereira de Araujo, diversas molestn s.
Fuphroiino Rodrigues ds Couto, rheumat ia.no.
Epamioondus P. 8. A de Vesconcellos, idi-nv
Eduardo Floro de Paiva, nflinimacio darthros*
Flavio X Soun Fonseca, ulceras.
Francisco Fe'reira Braodio, rheumatismo.
Francisco de 8ousa Duarte, dem.
Francisco de Siqueira Pasaos, darthros.
Francisco Cecilio de 8. Guimaries (em urna prcta
de sua casa), gommas no joelho.
Francisco Miguel Rodrigues, rheumatism-.
.Felippe Neiy Guimaraes, sarnas e tumores.
Franco Maitins Nogoeira dos Santos, samas.
Francisco Jaborandy de Moraes. teridas syphili-
ticas.
F. de Asis Ccelho, rheumatismo.
Flix Jos Marques Bacalbao, darthros.
Flix Pereira de Araujo, gommas e bobees.
Francisco Rodrigues dos Santos, rheumatismo.
Fernando Magalhies da Silva, empigens chro-
nicaa.
Fenelon 3orba. rheumatismo.
Francisco de Mello Cavalcante de Albuqucrque,
incommodos na uretra.
Francisco Rodrigues da Cunha, cancros e boboes.
Francisco da CosU Ferras, paralysia e aatbma.
Francisco Jos do Reg MelK rheuma'.iaao.
Francisco Goncalvea Guioiaries, idem. I
Alfares Francisco de Atbuquerque Pa] commodo no naris.
Francisco Jos Pereir, syphilis.
Francisco Joa Dias Sobnnbo, blenorrbagia.
Tenente Francisco Evaristo de Sonsa, ligado.
Felismino I^ourenco da Silva Araujo, nevralgia na
cabei.
Francisco Paes de Luna, rheeuoetsmo.
Francisca 'lorinda do Rosario, escrfulas.
Francisco da Silva Miranda, hemorrhoidas com
perdas de sangue.
Fioriano Gomea doa Santos, (em pessoa de sua fa-
milia), menstro e dyspeosia.
Fausto de Sanos Beserra, erupcao catanes.
Francisco Nogueira de Magalbies, escrfulas.
Francisco Martina Gomea, erupcao de pelle.
Franeiaco Ferrio Castello-Branc Jnior, feridas
de mi" carcter.
Gabriel P.regrioo, rheumatismo.
Gaspar Augusto Soarea Leite, idem.
Dr. Genes Marti os Fontes, idem.
Gaatavo Werthsimer, idem.
Ilcnriqsw Adolpho do R?go, syphilis.
Hjrteneio Eneas Vieira de Amorim, horrorosas
feridaa.
Hoetiniano. Carneiro de Moraes, rheumatismo e io-
flimmaeao de olbos.
Ignacio Pinto de Aguiar, sarnas e pannos.
Igaacio Troyauo de Jess Banieira, ourinn^ le
sangue. \
Ignacio Rodrigues de Carvalho, gonorrha. \
Jos Claudio Dubeux, rheumatismo.
t Mara da Costa Carvalho, idem.
Jos de Souss Bras, sarnas e empigens.
Jos de.fc'ouxa Aguiar, rheumatismo gotoso.
Jos Pedro Velloso da Silveira, em pessoa de sua
familia, irritacio no pulmio.
Jas Francisco doa Anjos, (em pjsaoa da sua casa)
loucura por euspensio de parto.
Jos Antonio da C ata, nevralgia.
Jos Ricardo Dias Fernandes, rbeumati'tno agudo.
Jos dos Santos Selva, idem.
Jos de Csstro Monteiro, erupcao de pelle.
Jos Caetano da Silva, idem. c*
Jos Pedro de Lima, escrfulas.
Joio Marques de'Sonsa, rheumatismo.
Jcio Bernardo do Reg Valenca, idem.
Joio Francisco Monteiro, syphilis.
Joio Ferreira dos Santos Jnior, pannos pele
corpo.
Joio David Baptista, tumores ayphiliticos.
Joio Baptista Franca, rheumatismo.
Joio Lourenoo Pereira da Costa Borboleta, idem.
Joio Henriquc da Crus Ribeiro, molestias eyphili-
tieas.
Joaquim Jos de Sonta Oliveirs, rheumatismo.
Joaquim Santino de Figueiredo, rheumatismo.
O meamo em urna pessoa de sua familia, soffr-
mento do estomago por antojos.
Joaquim de S oa Silva Cinha, rheumatismo e
outros males.
Joaquim Jos Ferreira Pcnha, rheumatismo.
Joaquim da Costa Dinrado, Jnior, idem.
Jcronymo da Costa Lima, idem.
Julio Cesar Ottoni, idem.
Jovmiano Manta, idem.
J. F. de Caatro e Silva, idem.
Joa Botelho Pinto de Mesquita, o:upcio de pelle.
Jos Ferreira da Porciuncul, rheumatismo.
Jos Soares do Reg Villela, sarnas e gonor-
rha.
Jaciotbo P. C. de Asevedo, rheumatismo.
Joio Augusto Costa, darthros.
Jos Moreira Braiio Filhj, rheumatismo chro-
nico.
Jos Pestaa doa Santos, bubio recolhido.
Joio Nunes Ferreira Coimbra, gonorrha.
Joaquim da Silva Netto, cancro secco no braeo.
Joio Ferreira doa Santo, gomma yphilitica.
Joio Feliciano do Naacimento, rheumatismo
agudo.
Jos PiutodaConba Teseir, rheumatumo chro-
nico.
Joio Alfredo Vctor de Moraes Sarment, mpi-
gens e gonorrha.
Jovino Cassiano Maia e Silua, rheumatismo got-
toso.
Jeronyma J. Figucir de Mello, molestins typhi-
litcas. "
Joaquim Domiogues da C Braga, darthris sy-
philiticos.
Jos Csrbs Marinho, anemia e rheumatismo.
Jos Silvestre dos Santos Pereira, idem.
J.io Antonio do Nascimeoto, paralysia.
Joio Silverio de Sonsa (em sua cunhad) inflamaia-
clo no ligado e paraysia.
Joanoa Candida P. Barreto, irre'alandade e at:-
quea histricos.
Jovelino da Cucha, rheumatismo m'iseular.
Jos Vcrisaimo de Asevedo, anemia e hemor-
rhoidea.
Joaquim Jos Maia, estomago e rheumatismo.
Jos Gomes dos Sintos, cancros venreos.
i io Baptista dos Santos Almeida, rheumatismo e
cancro molle.
Jc-s Joaquim da Costa Pinto, inflilBts nos
olbos.
Joio Marque de Piubo, aiemi c ferida can-
cerosa.
Jos Vieira da F -nseca, ernpcio de pelle.
Jcio Verissimo do Reg Barros, rheumatismo.
Joio Hermenegildo da Silva, idem.
Joio Cavalcante de Araujo, dr sciatiea no braco.
Jcaquim da N. Pearosa, inffammacao de ofhoa e
rheumatismo.
Jj de Faria Machado, rheumatismo gottoso.
Joaquim Odorico de Arauje, gonorrha chronica.
Jote da Silva Neves, ceceira nos testculo.
Jcio Jc da Silva (em urna filh), paralyiia as
p.rnaa.
Tenente Jos Antonio Albuquerque Pedrosa, mo-
lestias sypbiliticas.
Jos Joaquim de Frei'as Tavares, eryap:la chro-
nica.
Jote aA, Costa Pontes (em urna senh.r*),- f^r-
migneiro as pamas.
fOMMEtfi)
Ualaa eamarreul
(X)TA50KH OFFICIAK8 DAJONTA D08 COH-
BBCTOBBS
ReetYe. 20 de Janeiro de 1868
Apolices provinciaea de 7 0|0, so par.
Apolices graa de 5 0/0, valor de 1:000*000,
930/000.
AccOea da compaobia Usina Pinto, do valor do
200#, aopar.
Cambio sobre o Rio de Janeiro, 5 d/v. com 1/4
0,1} de descont.
Na hora da 'oos
Venderam-se :
1:800/ em apolices provinciaes.
8 apolics geraes de 1:000/.
30 accoei da companbia Urina Pinto,
i residenu,
Augnstn Pioto de L mos.
ti secretario.
Pedro Jos Pato.
lavisnento baaoario
aBCIFB, 20 D* Jll'BO PB 18fc8
PRACA DO RECIPE
O mova ento neste mercado foi h j> muito pe-
queo.
<0 banca, com suas tabellas a 24 1/4 otlerccc-
am 24 3/8, mediante certas condicoes de paga-
mento, sem acharem tomaderes.
Um p uio da papel particular foi paasado a
24 1/2 fiesndo o m- reas sem animacio.
PRACA l.o RIO DE JANEIRO
A taza Laucara foi hoje de 21 1/1 nominal, sae-
cando os hincos ingleses sobre a calza mntris a
24 5/16.
Papel particular 24 7/16.
\t tabellas expostas aqu foi no estas :
. 3.> ha* .
. 3.* regular
Somenos ...
Masca vado purgado
bruto.
Rtame .
24300 a 2/400
24000 a HtOO
(4700
14540 a 14*"0
14400 a 14500
14100 a 14300
Cotsspa* de algoilrto
EM 20 DE JAHKIO DB 1888
O de Ia serte do sertio foi vendido a 6/500 por
15kylos.
Entradas de asurar e algodo
Do Losnom Babb :
Ljondroa ..
Paria. .......
ttalia........
Samborgo ......
Portugal......
Scw-York......
Do Iaraiuiaciosui.:
Lindrea ......
Paria. ...
Italia........
T&mburge......
Lisboa e Porto.....
rVincipacs eidadea de Part.u-
**-.......
Scw-York......
Do Eskkish Babk :
W dio piste
241/4 24
392 396
. 396
448 493
220 222
24080
90 di f vasta
241/4 54
Uondres.......
P&ns. .......
uia......-
Samburgo ......
Lisboa e Porto.....
Mneip&ee eidadea de Poriu-
gal........
Jbm dos Acores ....
liba da Mudeira ....
Ncir-York......
392
448
2 0
241/1
392 '
448
'20
396
396
493
222
227
2080
vista
21
396
396
498
222
227
2:-:o
HOH DB JAHEIRO
ASSUCAR
Eutradaa Da Saceos
2 19 89 990
Vi a-frrea de Caruar 2 19 13.841
Animaea . 2 20 8.901
V*ia-frrea de S. Francisco . 2 i 17 83.675
Via-ferrea de Limoeiro . 2 4 17 43.920
Sommn 240.330
AI.GCDAO
Eutradaa Dias Saccas
iarcacaa...... 2 19 1.052
Vapojee...... 2 i 19 2.244
Via-terrea de Caruata . 2 i 19 ' 769
2 4 20 3.721
Via-teriea de 8. Francisco . 2 4 17 1.034
Via-ferrea de Limoeiro . 2 4 17 i 4.360
Somoi.
13.183
O atcala de auncur
BU 20 DB JUTB1BO DB 1888
A <4#socaffdo Commtraal Agrieo'a, regisirou es
preooa absixo, pagos ao agricultor, por 15 kilos :
L'sinaPimo .... '4700
na Isabel. .... 24800
furbinapilverisad 24200 a 24300
8isnco 3. i soperior ... 2/600 a 24700
Fret amentos
Foram fachados bontem ns sei;uiutes :
Barca norueg. Bondereiier.*, p:rn carrejar
aqu aseucir coa destino ao C>ua, ordem, u
22/6 e para Estadas Unidos, a 17/6.
Banca ing. Ranavola, para carregaraqni com
destino ao Para, varios gneros a 330 quantia
redonda.
* Navio dapachado
Barca norueg. Salen, para :
Niw-Yoik: 9.482 saceos com assuear masca-
vado.
Carreg. Pereira Carneiro & C-
Pauta da Alfaadeg*
SUMABA DB 16 A 21 DB JASE1BO DB 13*8
(Vide o Diario de 15 de Janeiro
Navios w carga.
Barca portuguesa Voto Silencio, para Lisboa e
Porto.
Barca portugueza Quitea, p*tra Lisboa e Porto.
Barca ingle a Ernnia, para Liverpool.
Barca americana Ccryphene, p.ira Estados Uo-
dos,
Barca nornegueose Lovttand, para Estados-Uni-
dos.
Barca americana Hudtoit, para Estados-Unidos.
Barca alieoii Sirtus, para Estados-Unidos.
Barca inglesa Banavolu, para s Para.
Barca ncruegueose Bondevencn, para Estados-
Unidos.
Escuna dinamarqocaa lizpreit, 'para Rio Grande
do Sal.
Lg>r n-coaal Loyo, para Ro Glande do Sil.
Lugar nacioaal Zeq.nha, para Rio Grande do
Sul.
Lugar bollan Jes eemiu-'s, pira 8o Grande do
Sul.
Lugar ingles Clulba, ptra Liv-rpool.
1-gi.r ingles Fontull, ;oara usual.
Lagar ingles Eva Lync\, pira Estados-Unidos.
Lugar ingles Manche, para Ni w Yoik.
Potaeho dinamarqu-s Annie Marte, para Rio
Urande do Sul.
Patacho al\emlo Antelopt, para Jrugusyana.
Vap.r ingles Almandina, para Liverpool.
Vapor iogles Montreal, para Liverpool.
Jos A1 ves, rheumatismo.
Jacintho Augusto dos Res, rheumatismo agudo.
Joaquim G. Asevedo Silva, ijehacio as per-
naa.
Jos Alfonso l'errei-a, gommas e escrfulas.
Joio Fernaud. s Baptista, rins e catharro aa be-
xiga.
J. Nanea da Silva, goaonhea chronica.
Januarlo Hous Silva Serodlo, estomago e tosi.
Major Justino R da Silveira (em urna pessda de
sua familia), ferida chronica.
Jos de Moura Iglisias, syphilis e herpes.
Joio Pereira de Mendonoa, gonorrha e cancros
venreos.
Joviniano Coroeiro Lina, inflamacio nos intestinos
Jo Mara da Silva Fernandos, escrfulas.
Joi Lu sa^opuldina M- na do Nascimeoto, hemorrhoidas.
Luis Carlos peito esquerdo.
Dr. Lniolpbo Corris de Araujo, eng>rgitamento
as g'andul >s.
Lula Marques Vieira, iritis nos olbos.
Manotl de Anujo Costa e S4, eropeio de polla.
Mauoel Jorge Arantes, tumor no pulmio sobre o
cora cao.
Manoel Alves Pitlo, escrfulas.
Mi.noel Joa Fernaodes, rheumatismo.
Manoel Auguito M esquts, rheumatismo e dar-
thros.
Manoel Pessoa Ferreira, ulcera syphilitica-
Manoel Filguuira da Meoeses, syplilis.
Vladame Freir, diversas molestias.
Mara Freir de Lima, rheumatismo.
Manoel Francisco Teixeirs, syphilis.
Manoel Leoncio do Reg Barros, molestias syphi-
litcas.
Manoel Rodrirues, estomago e nevralgia.
Manoel Gonculves do Reg Barros, molestias sy-
philiticas.
Miguel Mancl da Silva C .ho, iritis nos olbos.
Mu el Francisco dea, Passos, gomma no torno-
sollo.
Manoel Francisco Fragoso, darthroa nos onvi-
dos. .
Man-.el Scares Neves, broncblta.
Manoel Janunrio de Arruda, impureza do sangue.
Manoel Joaquim Vieira, rheumatismo.
Mauoel Tavares da Csta Martina, ulcera na gar-
ganta.
Miguel X de Souxa Fonseca, urina letoaa e ulce-
ra no naris.
Maucel Joaquim Pereira, estomago. v
Mximo Rodrigues dos Santos, feridaa syphili-
ticaa.
Maocel de Ar.iojo Neto, empigens.
Mano< 1 Viein. Neves, rheumatismo.
A fres Manoel Feliciano Ladislao dos Santo?,
complicacio de molestias.
Minia Olympia de Oveira Cyrllo, erupcio mc-
^eatia contagiosa.
Manoel Pinbeiro de Mendonca, rheumatismo no
pto.
Manoel Joaquim de Mello Reg, escrfulas.
Melchiades ni Soasa Santa liosa (o urna pesaoa
Numi Peiro de Alcntara, rheumatismo.
Pedro Leoncio Rodrigues, dores pelo corpo.
Pedro Alexaiidnno de Mello, erupcao syphil'tica.
Pedro Borgei de Cerqaeira, escrfulas e p.ra-
lyaia.
Philomeno de Vasconcellos Chaves, rheumatismo.
Paulino Beruardino Oveira, escrfulas.
Paulo Laia Ivs, syphilis.
Pedro Barbota da Silva Netto, orchites.
Pedro Alves Barboss, exostose na c-beeo.
Ricardo Fomieca de Mtderos, escrfulas e rheu-
matismo.
Rodolpbo M. de Serpa Brandio, inth icio no tor-
nse! lo.
Rtymondo Lino dos Saotoa Gouveis. darhros na
peras.
Ramiro Antonio da Costa, rheumatismo agudo.
S^tyro Cordeiro, erupcao da pelle.
Sebastiio Joi.quinwlo Reg Barros, molestias ry
I bilticsa.
Tbeodomiro de Asevedo, ataque de asthma.
Tranquilino los Santoa Casteilo Brauco, tbeuuia-
tisooa.
Tbomaa Acuello Leal, paralysia e rheamstismo.
Tb mas Joan de Olinia Campello, icflimaclo no
estomago e as gengivaa.
Thomas Ferreira da Cunba Jnior, crupcio de
pelle.
Thomas Espiuca, gommas no corpo.
Tito Jos do Couto, formigueiro na prna.
Ulyssea da Costa Spinola, anemia e glndula* na
cabeca.
Vctor Gon.-alves de Soasa Beirio, inflara'.cao na
peras.
Virginio Carneiro Lio, rheumatismo.
Vicente Silvt rio de Sonsa, idem. _
Euceatra-ae 4 venda na Drogara dos Srs Fran
cisco Manoel da Sirva ce C, ra d. Hirq^g do
Olinda n. 23 e Pharmacia Oriental a ra Eaijeica
do Rosario n 3 '^ ,
Forjas, cores, sangue novo e rico, mus-
calos e tecidoa vigorosas sao as prtmeiras
rstanifestajSja senaiveis e visiveis do uso
da Eraulslo do Lanman & Kamp dapois
da um pi-riodo do enfermidade, demacra-
cSo, fraqueza e empobrec ment do san
gue. E' por sao que a Emulsao, de Lin-
mau & Kernp considerada como a ma-
lhor do todas ; na bus composc2o entrara
os rnelhores e mais poros elementos, e o
Oleo de Figado de Bacalho qua forma
sua base, o maia puro e rico que pode
produzir a Noruega, onde os agentes da
casa fabricante fazern a escolha com espe-
cial esmero. Esperinentai e fcareis con-
venca ;s. 9
Vapor iuglez Sculptor, para Liverpool
Vapor naciuaal S. Franoitco,- para Maranhio e
escals.
Vapor nacional Mrquez de Caxia; para Babia e
escals.
Vapor ingles Bettel, para Santos.
Navios % dtscarga
Barca ingl-.-s i Arbutos, carvio.
Barca iogles i Jfuria. bacolbo.
Barca portuguesa Altianca, vari:s geceros.
Escana alleai Frcn*i*ka, xsrque.
Escuna norueguenae Reform, xarque.
Escuna inglesa Percy, ba-al iio.
Patacho allemio D. Pedro, xarque.
Patacho ingles Ilobini bacalho.
Exportaco
UVOIVB, 19 DB JABBIBO DB 1888 '
fara o exterior
So vapor ingles Sculptor, carregaram :
Para Liverpocl, M Lima & C. 99 saccas cem
8,989 kilos de algodio ; S. P. Johnston & O. 63 I
saccas com < ,993 kilos de algodio.
No vapor ingles Montereal, carregou :
Pura Liverpool, J- H. Boxwdll 177 saceos cora
13,275 kilos da aesacar saaecavado.
No vapor ingles Almandine, carregaram :
Para Liverpool, Burle tt C. 700 saccis com
52,f00 kilos de assuear masca vado ; F. Caseo &,
Filbo 740 naceos com 55.500 kilos de assuear
maacavado.
Na batea allemi S.riui, carregaram:
Para New-York. F. Casca Filho 3,0'M sac-
eos com 225,900 kilos de assuear mascavado.
Na batea portuguesa Ifovo Silencio, carre-
Craran : -*
Pai-jj, L:abo.i, !. Ami-rim l-.0sacc.is com 7,50>'
kilos de assuear branco e 100 ditos com 7,% :t)
ditos de dito maseavada ; F. Rodrigues & C. 250
coaros salga doa com 2,600 kilos.
No vapor francs Congo, carregaram :
Para Paria, E. Gcetchell 3,000 grios de ouro,
3 (X 0 ditos de prata e 3,010 passaros seceos ; A.
liego & C. 1,000 grios de ouro e 2,800 dit s de
prata.
Para o interior
Na es:una norueguenae Heform, carrega-
ram :
Para Porto-Alegre, Amorim Irmios Se C.. 1,330
saceos com 9 75!> kilos de assuear branco c 490
ditos com 3,760 ditos de dito mascavado. .
No patacho nilcmio Ante'.ope, carregaram :
Para Urui;uayun, P Carueiro d C- 25 harria
com 2,400 litros de agurdente,
No vapor ioglez B'sttl, carregBram :
Para Santoa, M >ura Borges ife C 1,400 saeco
com 81,100 ilo de assicar branco e 1,600 ditos
com 96,000 ditos de dito mascavado.
No vapor frunces V.tle de Maranko, car-
regou :
Fara Santo, F. S. Macedo Sobrinho 409 saceos
eom 24,000 :il-s de assuear braneo.
No vs|>or allismiu Campias, carregaram :
Para Sodios, V. da Silveira 10 pipas ewtj 4 8J0
litros de a .uardente.
Para o Rio do Janeiro, H. Burle & C. 203 sac-
cas com 15,1.99 kilos de algodio.
No vapor americano Finanee, carregaram:
Para o Rio de Janeiro, F. S. Mae-.do Sobriobo
90i saceos com 64,000 kilos do nsaocar muc:-
vado ; V, di Silveira 300 saceos cun 18,tX,0 kilos
de assuear .asacara lo.
No vspor nacional Marque* de Caxia; car
regaram :
Para Babia, A Lopnj Se C. ICO asccas com
7,410 kilos de algodio.
No biite nacional D. /Intenta, carregarom :
Par o Natal, A. da Silva Campos i barricas !
com 870 kilos de assocar "refinado
No hii.te nacional Correto Parahybano, ear-
reg.o:
Para Parhyba, Cio-oaldo Pessoa 17 shoos
coas 1,275 kilos de assuear maaesvedo e 4 ditos
eom 3,225 c tos de dito branco.
\ bem da hutnaoidade (S)
E' fcil reoonhecer as propriedades cu-
rativas do Peitoral de Cambar des-
coberta do Sr. S. Soares, de Pelotas, con-
tra os catarrhos, broachit-s, herjsoptysia3 o
outros estados mrbidos da membrana pul-
monar, e a sua poderosa efficacia nos va-
rios peos perodos de tysi;a.
Sob a influencia d'cste poderossimo re-
medio v se cessar os escarros de sangue
o as expectoraos sanguiaolentas ; dissi-
pam se as toases mais rebeldes e tambem
desaapparecem as oppresaSes, dores do
deito e alterarles da voz; pouco a pouco
desenvolve-se appetite, reapp^racom as
forcas perdidas e, n'uma palavra os (loen-
tes experimentam urna madanca muito no-
tavel e, por assim dizer, tornara vida I
Os nicos agentes a depositarios geraes
Francisco M. da Silva & C. .
EDITAES
O Dr. Thoraaz arcez Paranbos Monte
negro, commendador da Imperial OrJem
da Rosa, juiz do direito da vara eepe-
cial do comraercio da comarca do Recite,
por Sua Magestade o Sr. D. Pedro II a
quem Dcus guarde etc. etc.
Faco saber sos que o presenta cdital virem o i
delle noticia tiverem, que por parte de Alan Lam
bert, liquidador oicial da Companbia Tbe Cen-
tral Sugar Faetones of Brasil, Limited, me foi di-
rigida a petielo com documentos a qual do theor
segainte:
Illm. Sr. Dr. juis oo commercio. Alan Lim-
b:-rt. liquidador official da Compaobia The Cen-
tre! Sugar Factories of Brasil, Limited, de con
formidade com a aut. liaacao que I be foi concedi-
da em 7 de Novembro do anuo prximo passado,
polo tribunal competente, em Londres, vem reqoe-
rer a V. S. que se digne do proeeder 'a liquidado
da mesoin companhia quo tem boa situaaos nrsta
provincia observ* ndo-ae o disposto ua le n. 3,151
de Novembro de 1-82 e oo respectivo icgulamnnto
n. 8,821 de 30 de Urzembro do inesmo auno.
O supplicante aprsenla urna relayin dos credo-
res que residem nu Ioglaterra e outia dos que sao
domiciliados nesta proviucia, sendo que aquelles
acbam se representados pelo Dr. Joaquim Corrcia
de Araujo.
Sestea ti rmos pede a V. S. d. forimento.E. R.
Me.
Recife,9 de Janeiro e 18880 advogado, Dr.
Joaquim Correia d'Araujo.
Sellada legalmente.
Despacho.Veoha nos autos.
Basts, 14 de Janeiro de 1888.Montenegro.
b' o |ue so continha em dita pctivao e despacho
aqui copiados, e toudo o respectivo cscrivao me
leito conclusos os aut s de liquidacio d.i referida
compaubia central nclles dci o seguate despa
ch >:
Ni m.iia syndicoa os maiores credores Srs. Ro-
tbscbld e Edoardo Sneil.
Pci-8e publica p.r cditaes a senteoc-) que de
cretou a Irquidncti, o seu respectivo cumpra-sc
este despac i o.
Recife, 16 de Janeiro do 1888.Montenegro.
E mais se na, continba em dito despacho aqu
copido, depois V..-3-. nos inesraos autos astntenga
p-la qual u supremo triouual de Lonires msndou
liquidar a uoesma companbia, a qual foi traiuzida
pelo respectivo interpetre do commercio KBta pra-
(a Joat Faustino Porto e d > theci segainte :
No supremo tribunal de justiea.Diviaao da
cliauce.sria".Jauo ai. ;> o r t liFofhai 1. O
Sr. Word.Registrador Folhaa 191Sabbado,
No hiato nacional Geriqmty, carregaram :
Para o Natal. P. Alves flt C. 38 barricas com
2,880 kilos do ssuo.r itrio ido e 8 ditas com 571
ditos de dito branco.
rlUtlCl'
KICEBIDO
Pelo vsp. fr. Congo, do Rio de Janeiro, para :
Eoglish Bsiik -.f Rio de Janeiro 100.0004000
Readifsssatos publicas
HBZ 1)8 J.i.NtlEO
Alfandeya
Renda ereral
Do dia 2 a 19
dem e 20
Renda provincial
Do dia 2 a 19
dem de 20
649.370J581
46:431/799
111.6484908
4075,910
695:8024380
125:7641113
BosMM total
821:566493
18 de Dfsembro de 1886. Na causa das leis de
eompsobias 1872 e 187?. E na causa da Tbe
Central Sugar Faetones of Brasil, Limited. A'
requerimento da The Central Sugar Faetones of
Brasil, L:mited, de 9 d: Desembro de 1886, apo-
sentado a este tribunal, aps ter ouvido o advoga-
do requereote, e apos loitura ra referida peti-
ci, eom declaracio de Richard Kidner (secreta-
rio da referida companhia) autoadaem 11 ds De-
sembr de 1886, de ter sido publicado um aviso
da referida peticao nos jornaes London Uatelh,
The Time* e o orning Pcit, datados de 10 de
1886.
Este tribunal ordena que a referida Central Su-
gar Factories of Brasil, Limited, seja liquidada
pelo tribunal, de acord com as diaposicoes das
leis de companbas 18G2 e 1867 e fica ordenado
que as cusas dos requerentes desta peticio sejam
coatadas pelo contador e pagas do activo da dita
companbia.
A todos quantos o presente virem ou posea n-
teressar, eu, Charles Preston, notario publico na
cidade de Londres, Iiglat rra, dcvidamente no-
meado e juramentado, certifico e attesto que o do-
cumento marcadoAindicando ser urna copia
official de urna ordem pxssada na repartilo da
chancellara do supremo tribunal d* justiea na
Inglaterra pilo honrado Sr. Nortb, um dos junes
do referido tribunal, em 18 de Deaembro de 1836,
na cansa das leis de companhias de 1862 e 1867 e
na da Central Sugar Factories of Brasil, Limited,
(pela qual o referido tribunal ordenou quo a Cen-
tral Sugar Factories of Brasil, L'mited, fosseli-
quidada pelo referido trbuoal de accordocom as
disp jpk.oi's das ditas leis dacompaobiasde 1862 e
1867 da maneira nellas mencionadas) com ef-
frito urna copia ti-1 e exacta da dita ordem, a qual
foi por mim devidamente conferida com a ordem
orleinal 'arruda peo dito tnbin.l.
Oatrcsitn, certifico qua a dita copia ofiicial foi
devidamente paseada e fomecida pelo respectivo
offieit.1 do dito tribunal e esta devidamento sella-
da, com ca sellos ofEciaes do' referido tribunal e
que a referida copia cfficial, sellada, cerno cima
fica dito, deve da aceordo com a lei de Inglater-
ra, ser reecbida como pro?a da dita ordem origi-
nal, em todos os juisos e fra delles sm maisou
tra prova.
Em testcmunho do que aesignei o presente e
affin-i o sello do mea efficio aos 4 do Janeiro de
1887, para servir valer ond.; for preciso.Qus-
dattestor.(As gnado)Charles Freston, tabel-
liio publico LondresNo Supre no Tribunal de
Jiiitic.. Repaitifi, da Chancellara. O Sr. juis
North. Em aud'encia. F Ibas 10 Sabbado aos 18
dias do mes de Dezembro de 188 > No feito refe-
rente s leis da companhias de 1862 e 1867. No
feito da Central Sugir Factories of Brasil, Limi'-
ted. A requerimento da cima nomeada Central
Sugar Factories f Brasil, Lm t-.'d, dapois le cu-
vr o advogado po.- parte da supplicante e feita a
leitura da p..tici para liqui -....I \ dita compa-
nhia, i.pr o -nin-la este tribunal pela companbia
aos 9 de Dezrmbro de 1856, e suluado um depoi-
mento de Alu Lambe-rt aos 16 de Dszeuibro de
1886, e uno depoiroento de Ernesto Luzmuor e
Chaashael sendo anteado aos 15 de Deseinbro de
1886.
E' ordenado que Alan Lutlocrt, residento ao
n. 9 Sain: rjjlens Place, na cidade d Loudres,
negociuQtc, picidente da dita ccmpanblj, teja
nome.ido proviso lamente liquidador (tficial aa
rcima dita cempinhia ; e ordenado qun o dito
Alan Lambert, antes ou nos 20 de Janeiro de 1887
preste flanea para ser approvada p^lo juis. E este
(ribunal por cite iustrumeuto limita os piderea
do dito Alan Lainir-rt BOaoO tal liquidador olfieial
provisorio a-.'s seguiotts actos, a saber :
1.' Tonar po.-sc, recolh-r e proteger u proprie-
dude di companbia no B a'.il e na Inglaterra.
2.' Representar a companbia perante o goveroo
brasil, iio.
3. FaScr airinjos com os plantadores no lira
ti para foi neei-nento de cannas para o fios de
continuar o negocio como em tf'-.ctivo sn la-
ment.
4.* Dirigir o D'gie'o da companhia quanto seja
necesaarii para a ben-fiea iiqm ii.cic (la mesma e
para esse '.' u I :.pei.bar e completar coutractoa
p niectc', p >rui n:ii a entrar em cootracto novo
algum, excepto .uunto posea ser neeessario para
dirig;r o negocio da d;ta companbia.
5. Tomar dinheiros empreslui ;a para o fin de
dirigir o negocio da dita companhia e para o fim
de proteger a propriedde da ompinha, p rm o
totaLdos diuheiros toxudos emprestados, cao deve
excefler somma de b.Oii), c a taxa de jure pa-
gavei nao deve exceder a libras 6 por cento e por
anno.
6 Observar todos os casos de emergenc.i,
igualmente taser todos os actos que possam ser
uecelsarios para o fim sema ; h
K ordenado que o dte Alan Lmbert, antes ou
aos 25 de Abril de 1887 deixe sua cinta na au
diencia do juis ; e
E' crdeuado quo todos os dmh iroo qae forem
Marinho Viscobde
Osear.............
Pirapama.........
8. Francisco.......
Taborda..........
Zequinba..........
Segunda seceo da Alfandega, 20 de Janeiro de
1887.
O thesooreiroFU>renc\o Dominguet,
O chefe da seecao0"se:a.
Hercado Haalcip.il de S. fos
0 movimento deste Mercado no da 19 de Ja-
neiro foi o soguinte:
iCntraraat
32 1/2 boia pesando 5,117 kilos, seno de Oveira
Caatro 25 ditos de 1, 1 de 2' e 6 1/2 de par-
ticulares. *
42 kilos de peixe a 20 res 8/1500
65 cargas do farinha a 200 res 134*0
16 ditas e fraUas diversas a
300 rs. 4JB0
5 taboieiros a 200 ri 1//.000
10 Siunoa a 200 reta 24000
Fnram oceupados :
28 columnas a 600 ris 164800
20 compartimentos de farinha a
500 res. 104000
23 ditos de comida a 500 ris 114500
601/2 ditos de legumes a 400 rn 244200
36 ditos de fasendas a 400 res 144400
18 ditos do suino a 700 ris 124600
11 ditos de fresseras a 600 ris 64C0J
10 tainos a 24 20*000
3 ditos a 1* 34000
A Oveira Castro & C.:
54 talho a 14 r 544001
Jrvo ter sido arrecadada jseBte
da a quantia rio 2024100
u.-ndimento do dia 1 a 19 Jo cor-
rento 3:7244510
Marinho XIV...... Loyo & Filho.
Marinho IX....... Loyo 6c Filho.
MrquezdeCaxias.. Domingos A Matheus.
Domingos Alves Matheus.
A. Oveira Maia.
Companhia Pernambucana.
Companbia Pernambucana.
A. Oveira Maia.
L yo & Filbo.
ESTRANUEIRAS
NAVIOS CONSIGNATARIOS
Annie Marie...... Rallar Oveira < C.
Antclopc.......... J. H. Bjow.'H.
Artutoa........... Empresa do Gas.
Aone Elysabeth.... Maia & Resende.
Agues Barton...... A'ordem.
Almandino......... N. J. Lidstone Se. C.
A'geria........... A'ordem.
Aduoiial Tromp.... A'ordem.
Allianca.......... Loyo & Filbo.
Bertba............ Hermann Lundgrin & C.
Bolgen.......... Hermann Lundgrin ft C.
Beltries........... Johneton Pater 4 C.
Bondevenen....... Hermann Lundgrin ft C.
Bessel............ Blackburn Needban & C.
Clutha............ Blackburn Needban & C.
Corypbeoe......... A'ordem.
* Cammpinas ..... Borstelmaon ft C.
Charles R. L' wis... A' ordem.
Cerdig........... Johnston Pater & C
Congo.......... Auguate Libil.'e.
D. Pedro........
recebidos pelo dito Alan Lnmbert eosno tal lqui-
dbdor offieial provisorio (outroa que n-io qa.as-
quer dinheiros tomados emprestado* esa eampri-
men to desta ordem) sejam pagos ao Baaeo d ia-
glaterrs, a crdito da coala do liquidador < fie ni
provisorio da cita companhia, dentro de 7 diaa
da data do reeebimeuto dos mesmo. (Assig-
nado) Alre o Rawbason, principal escrivio.
Tiiba estampilha de emolumento oo valor ds
um oitavo esteriino e diverso carimbos do triba-
nal.
Tradusdo lilteralmente dos propries orgiasea
aos quaes me reporto. Pernambaeo, 16 de atar-
eo de 1887.Jcs Faustino Porto, interpreta Ja
commercio.
Senteoca esta que nuniei enmprir oeste juiao
pelo seguintn despacho. *
Cumpra-se. Recife, 18 do Marco de 1867.
Montenegro.
E' o que conai em dito despacho aqai co-
piado. As-aUrboicSes dos eyndieos, purea, fie-a-
ra i sujeitas as disposicoes do capitulo 7.* do ra-
gulamento n. 881 de 3J de D.'z.-mbrn i 1883, es-
pecialmente as da segunda parto do art. 106 as
mesmo.
E para que chagua so ccnhesim*nto dos itta-
ressados, o resp-Htivo eserivio passou o presenta
edital, em virtude do mesmo despart.) proferido
nos autos de liquiJacao e no principio J-ste tr.as-
cripto.
O presente ser publicado pela imprenta e afi-
xado no lugar do costme.
Dado e'passado nesta cidado do Recife de Per-
nambuco, aos 17 de Janeiro de 1888.
Subserevo e assigns.Ernesto Mchalo Freir
Pereira da Silva.
TViomas ffarcez Paranhe$ Montenegro.
BEULAMC8ES_____
Banco do Brasil
Paga-se o 68* dividendo i razio de 9JQC0 por
necio, 4 ra du Commercio n. 6, ei-riptori o de
Pereira Carneiro & C
\
Irriiiiiaiu n ftmmt Cata aw-
g-alnle predio
Ra do Imperador
Sobrado o. 24 634338
Roa Imperial
Casa terrea n. 151 254000
Viscoode de Albuquerque
dem n. 61 22*000
Ra dos Burgos
dem u. 21 12*iOOO
Quadro da D:teocio o. 1 6.0OO
Dito a. 3 65000
i Ra do Marques de Olio Ja
L ja do sobrado n. 53 83 .533
Ra do Vigaro Tenorio
2o audur n. 22 15*000
3 dito id-.m 12*1000
Ra da Hoeda
Casa terrea n. 7 2'>iO00
D.ta n. 49 26*000
Ra do Amo.-im
dem n. 61 30000
Ra da Madre de Dcus
dem n. 10 i0.!0 0
Ra do Vigrio Tenorio
1 andar n. 25 304000
2a dito idem 25 00
30 dito idem 20*XM>

k
Santa casa da misericordia
Recife
Por esta scretara sai chamados os parantes oa
protectores das menores absixo d. clarad s psr>,
at o dia 20 dn correte, apresental as no co'l *io
das orpbis, nfim de sereio ahi admittidaa, vista
serem as pnmeiras inscriptas no respectivo qaa-
dro :
1 Amelia, filha de Felismioa Christioa da !'-
sos.
2 Mara, sobrnha de Franco Martina doa Saa-
tos.
3 Casimira, ideoo dem.
4 Avelioa, dem idem.
5 Elvira, ti ha de Raymunda Julia de Paaia
Nev.
6 Carolina, idem de Anna Mara Juliana Ps-
tr Ale Monade.
7 Annr, dem de Candida Olyapa ds Medeiros
Araujo.
8 Alexandrins, idem de Philadelpha H-naio
Correia de Barros.
9 Idalino, idem de Mara Francisca Stlgado.
Secretaria da santa easa de misericordia da
Reeife, 5 de Janeiro de 1888.
O eserivio
Pedro Rodrigues da Soasa.
3:9264910
foi arrecadado liquido ct boje *
Precos do dia :
Carne verde de 240 3 480 ris a kilo.
Carueiro de 720 a 800 ris idem.
Sainos de 560 11 640 ria idem.
farinha de 20J a 28-) ris a ca*
Millo de 240 a 28J ris idem
fcijao de 560 a 640 idem.
Matad* uro publico
F. lain antidas nt, Matadouro da Catauga 75
iesi-8 para o consume do di 18 doeorrento.
Sendo: 56 rosea petteacenteaa Chveira Castro
a C, e 19 a diversos. \
EusbareucOe* surtas n ,torta
cni 90 de Jatseiro
NACfONAES
NAVIOS C0N.-1ONATABIOS
Ip.'jaca........... C mpanhia Peinambucsna.
oyo.............. Loyo Filho.
-.mego......... (canhoneira do guerra).
Pereira Carneiro ft C.
Silva Guimaraes & C.
Wilson Sons & C.
A' ordem.
Hermann Lundgrin & C.
Johnston Pater & C.
Borstelinann & C.
Amorim Irmios & C
Hermann Lundgrin & O.
H. Burle & U.
Hemy Forster.
Hermunn Lundgrin & C'
Hermann Lundgrin & C.
Hermann Lundgrin ft C.
Hudscu........... A' ordem.
Harnronia...... Hermann Lundgrin ft C.
Hsrrict.;......... A'ordem.
Johanna......... A' ordem.
Kathleen-,------..... A' ordem.
Lovetand.......... Wilson Sons s C.
Lillian............ Heury Forster & C.
Lopes Duarte...... -Amorim Irmios & C.
Montreal.......... N. J. Lidistone
Mara............ Mendes Lima & C.
Margreth......... A' ordem.
Novo Silencio.....
Dous Irmios.......
Elyse Hoy........
Ei minia...........
Express...........
Eva Lynch........
Ethel.............
Encaro evo.......
Franxiska.........
Fonthill...........
Finance...........
Orid..............
Helene............
Henderk R. L.....
Sul........... Bip'nlo Santo..... 27
Sul........... Neva............. 9 %
Vaporea a salir
MBS DB JAORIBO
Sol......... Finance........... 21 4 a.
Sol......... Mando*.......... M b b.
Baha e esc.. Margue* de Caxia* 22 as 2 b.
Est.-Unidos. Aivanee.......... 3 sos 4 i.
Norte....... S. Francisco....... 33 is 4 b.
Bueno Ayres La Plata.......... 37 is S b.
Norte....... Espirito Santo_____ 87 sis 6 b-
Soutbampton. Nevo............. 39 41 b.
Ora ter..........
Ora............
Perey..........
Pracis.......
Quiteria........
Raymond .......
Rauavola.......
ftrLrm.........
Ryno...........
Robn..........
Ralph.........
Sirios...........
Salem..........
Sequel..........
8tacy Clark......
Sculptor..........
Vaarbud ........
.Wakefield........
WikaQirl......
Baltar Oveira & C.
S.-.muel L. Jobnston
Hermann Lundgrin & C.
Mendes Lima ft C.
Hermann Lundgrin 4 C.
Amorim Irmios 4 C.
A' ordem. '
Wilson Sons & C.
Amorim Irmios & C.
Niemeyer Cahn ft C.
Johnston Pater ot C.
A' ordem.
Fonseca & Irmios.
Niemeyer Cabn 4 C.
A' ordem.
A' ordem.
Samuel L. Johnston.
A' ordem.
A' ordem.
Johnston Pater ft C.
O signal indica ter a embarcacio sabido
Vapores a entrar
HSS DI DB JANEIRO
Sul........... EUrtlla..........amansa
Norte......... Mando* .....-----. amaoba
Sul.......... AdWtce........... 28
Europa...... La Plata ......... 27
\hvos a entrar
Coloab.......... New-Port.
Constance......... Terra Nava.
Dal.............. N-w-Port.
Daily............. Baltiawre.
Eldra............. Terra Nava.
Edina............ De Cardiff.
Fredig........... Da Cardiff.
Fras............. Hamburgo.
Florence.......... Terra Nova.
a. C. Stanford..... New-York.
Leandro.......... Terra Nova.
Mette Joabanne.. Cdiz.
Meteor............ Terra Nova.
or.............. Ro de Janeir 0.
Perseverane........ De L*saaajsal.
Sold............. Caidiff.
HOTimenlfl do porta
Navio* entrado* no dia 20
Buenos-Ayres e escala12 dias, vapor frasees
(Congo, de 3,444 toneladas, commao-daote Le-
cointre, equipagem 128, carga vario geaaraa :
a Auges t o Lbil le.
Pelota23 dia, pitacho dinamarqus Jtar-
grefhe, de 158 toneladas, capitio H
equipagem 7, em lastro; ordem
Rio de Janeiro32 dias, brigue comegBosaaa
Ryno,. de 282 toneladas, capitio T. Lortaee,
equipagem 9, eoi lastro; a Niemeyer Casas
ft C.
Ro-Grande do Sol35 das, patacho actas
Wc-lsh Girl, de 173 tmeladas, capitio David
Da veis, equipagem 6, em Isstro; a Joksataa
Pater ft C.
Santos18 dias, lugar noruegnnse Praeia, da
219 toneladas, capitio J. Marcnispai, equipa-
gem 9, r m lastro; a H. Londgren ft C.
Buenos-Ayres28 di.s, barca ogleu Ralob B.
Pek>,a de 699 tonelada, capitio D. A D sal-
les equipagem 12, em lastro: i orden.
Ro-Grande do ^ul33 dias, patacho besoaabtl
Encarnacin, da 180 toneladas, espita: Vi-
cente Galisno, equipagem 8, em lastro; a .Isso-
rm Irmios ir- C.
Mace2 dias, barca americana Eih;'-, .1 620
toneladas, capitio William Tuompaao, equipa-
gem 10, em bistre; a B orstelsaan Rio de Janeiro30 das, barca portugu-xa Al-
lianca, de 541 toneladas, capitio Fraaeisco Go-
mes Carda, eqapeem 12, carga varias gne-
ros ; a Loyo & Filhos.
Rio Grande do Sol34 dias, patacho diasmaraasa
Harrlet, de 175 toneladas, capitio A L. Oao
sen. equipagem 7, roa lastro ; i orden.
New-York e escala 20 das, aspar amere ai
Finance, de 1.919 toneladas, r maudisv E.
C. Baker, iquipagem 61, carga vanes gaasroo ;
a Henry Forster ft C
Sahidos na ma *o dia
Santo e escala Vapor allemio Casasinas,
commandante A. Birk, carga varios raeros.
Araci.j Vapor naciooal Mariaho Viseasda*^
commandante Manoel Viegss Pereira Jasase,
carga varios gecero.
Bordeaux e escala Vapor francs Coage, com-
msndacta Leeolatre, carga varios geay-roe.
Rio Grande do Norte Hiat na iosjal G.-riai-
ty, mestre Joaquim Honorio da Silveira, trgs
varios'genero.

i
'<



I
1

-Sabbi
Janeiro
Gyioasio Pernambucano
Em IS de Janeiro de 1888
Pela secretaria do Gymiiasi l'ernambucano se
declara ais senboras pa?s dei familia, a a quero
mais intereaaar paisa, que a abeitura solemne) do
cargo suientifioo e lit'tori no ter Jugar no dia 3 de
Feveriiro proiimo vindoaro, e desde j te scba
aberta a iasc-ripc) d roUricula para aqueslies
que pietendercm esluda:' as f guiutea disciplinas:
Lingui nacional.
Oila liitioa.
Dita francesa.
Dita inglesa.
Dita allem e italiaoa.
Qeognipbia antiga e moderna.
Hstor a sagrada antiga e moderna.
Geometra e trigonometra.
Arithuietica e algebra.
Pbileiojhia. '
Khetonca e potica.
II atona e chorographia do Brasil.
Scicncas naturaes.
O cerpo dorante do icstituto compsto de 19
profeaiarp, occupsndo-S'i cad um dellcs tmente
com a materia easinada rm sua respectiva ei-
deira.
Ser) admitidos no C-yenrusio alumnos inter-
nos, m o p.'uaicniataa e i'itcrnoi. t
Oa pensionistas r.si lir! > no instituto, tendj di
reito di: estudar a serie lo disciplina! de qus se
corrpoe o estadio scicntifico e Iliterario do Cym-
ntgio, di: eonformidiide om o programla ostabe-
lecido ; a ser alimentados (ada e abundantemen-
te e a uer tratados **n suai pequeas enfertmida-
dcs. O instituto fjro'cera ainda medico, medica-
mentos, orna, rr.eaa, c-nit ira.luz, curte de eabel
lo, guareianapj, lavatorio, baubo e msica.
Os me o-pensionista te i.pr- sentar; no esta-
jilecimoa'u nos das lectivos, s horas cm que as
aulai so abrirem, e df-sde ei-tau at serem eceer
radas tarde ; s;) equiparados acf pensionistas,
quaoto aos estudos, alimtntacao e recreio.
Os alumooa externos t te. ui direito s lines e
explicares dos respective s prefessores.
A peaeSo *n: usl de 3(01 que pagam os alan.-
n s internos do Gymnaslo, se obrar pelo armo
ketivu aomeate, dividida em prestacSs de KOI
cada utaa ; ce meeand- a primeira e n Fevereiro, a
segnodti em Maio e a terc;ira em Ag:sto, e termi-
nar no lim de Novembrc
Para os alumnos de instruc;3o primaria qao
devem fe acbur no eetab>:!ccim"nto no dia, 16 de
Janeiro, a primeira presUc!) ser sntecipadasrea
augmento de penado.
A peneSo aucual dos meib-pensionistas, aera de
'.SQ em tres prestacos tt 60*1 cada ama, i ti c
": i i a cobrauja da mesou modo que para s in-
ternos.
Oa alronos internos de quilquer caregoiii pa-
Kiri mi entrada e por urna t vez, nma j-..ia de
'-"5;rtoiu irmos 304, sendo 15f par cadjume
nao luv.'r mais augineuto de ja a crescendo o
cumero, destes.
O Iu.titut encarr"gar-sc-bs da lavagem da
r.upa dos alomaos internes que no tivercm quero
o fue* por fe5ra, e isto mediante 151 em cada prea-
i.ico. Kste pag&mcnta so fori de modo ide tico
no da peeso n cjnje>nf.Urjiento caro elle, dando di-
reito aos coucertos das >ec3 arruinad is do en-
SO val.
As d< :=peias com livns e mais objectos iodig-
iieDs-iv.is para a rscripturaciio, correm par canta
das alonos internos ; i evendo seug pies ou quem
es representar deixai quaui. suffieioule para esse
ibrnrciireute.
Od externos s teem direito s licoes o explica-
es d*e materias ensinadas oo curso, qnaesquer
que ellat sejaro, pagando apenas no acto da ma-
tricula a laxa igual a que. pagam os aiamnes oo
collego im artes.
O secretario,
Celio To.-tuliano-K. Qointella.
GoTiipanhia J^cssenbore* pcmuidoris das acedes Abaizo nc-
r, communicO qie exp roa h ntem o praso de-
terminado para o reeo.'him'nto da nona prestsoSo;
o que em vista do art. 8* coa i-statutos Ibes mar-
cado novo praso de 30 diai, contados de boje 28
de Janeira futuro para efiectusrem a referida no-
na prestacSa, 633, 951 970, l'.'Ol 1705, 1186 1195, 1206
1215, 1246 1255, 14411 1455, 1506 1515,
1576 1585. 1586 15'J. 1706 1715, 1716
1725, 1796 1806,1816 IS25, 1861 1865, 1986
1990,1991 1395, 1856 1860, 557 581, 618
6*1, 648 1236 1215, !2 596, 1941 1945,
1646 1665.
Uecife, 21 de D.sembro de 1887.
B. Aienetti.
Qerente
Entrada do terro de
Ribciro lo Bonitp
Por deliberarlo dadinctann desta empresa,
e3o chamados os sanhore accionistas, paia no
praso de 60 dias, a tontar de 5 lo corre'nte mes,
ri'colherem a 9* entrada de 10 0/0 d< cuas aeyes,
nos termos do g 2* do art. e nico do art. 4*
dos estatutos.
R-cife, 3 de Desembro te 1887.
Josa Btllarmino Perrira de Me'lo.
Director tecretario
Coinpanhia locomotora
pcrnamliucana
Assembla ger.il
2*. convocaco
Sao uovamente convidados va senhoreg accio
nistas a se reunirem cm ass-mbla geral ordinaria,
s 11 horas do dia 20 do corrent-, escrij:torio des-
ta companbia, ra do Vliieonde de Iraparica n.
7, afim de ser apresei.ti.dss as conti.s do anno fin-
do, e proceder-so as clricous pra a nova admi-
nistracao,cotnroTasao fiscal, presidente e secreta-
rio da assembla gem, em virtudc do art. 15 g
1. 2"e3* dosrstatatas.
De conformidad c statutes, a reuniio tora luj;ar < rn qualquer nu-
mero de accionistas que con parecer.
Eieriptrio da coinpanhia lecom tora pernamba-
oam, 5 de Janeiro de 1688.
8. de Burros H-.rrelo
Secretario da admioistracSo.
EMPREZA ARTSTICA
OMPANHIA HSPAIBOLi
de
ZAHZELA E BAILS
Sabbado, 21 de Janeiro de 1888
Ultima recita de asignatura
1.Estra da grandiosa zarzuela em 3 a?tos :
ir V\(ll iH
2.O grande bailado
LA GRACIA ESPAOLA
PRECOS E HORAS DO COSTUME.
para Apipueos, Olinda. Befoerlbe e bonds
Cniied SIMes i BrasH B. S. 8. C.'Pj.
O vapor Advance
E' esperado dos portos de sal
at o dia 22 de Janeiro depois
da demora necessurja seguir
para
nrnahao, Para, Barbados, *
Thomaz e Sew-York
Para carga, passagen8,eicmTieD.l.i 'jdinbotn
a frefe, tracta-se com os
AGENTES
Hcarv Farslcr k C.
8 BA "DO COMMERCIO N. 8
1 andat
N
A'nga-se o 1 andar da casa a. 13 i nsa de
Padre Muniz ; a r..i-\ reren u 40 i ras) ii D
Jos da Mello, catadas e pintadas, tema
tratar na roa estreita do Rosario a. 16.
AMA Precisa-ara de sa
largo do Corpo Santo n. 17, 3-
andar
Proeisa-se de ama cosinbeira ;
no, sitio do commenifbdor Barroca.
Compra-se ama va cea que seja
leiteira, com a cria nova ; a tratar nares
xa Verde n. 18, ou na tivernm do Brac:, rea
zanga.'
Precisa-se do ase, perreita eoeielwira a de
b >a conducta : na rus da Matris da 11 a Vat
numero 3.
llavera tr&nn
e
VI el r a
para Magdalena, Alagados, santo Amar, Fernandes
Uecife.
Fici aberta urna aasignaturas de recitas nUimas
----)::(----
Tere? feii'a, 24, ter lagar o beneficio da f.a tiple absoluta a Sra
* Domingo, 22-Subir scena (A PEDIDO GERAL)
LA MASCTE
Vejam-se os prograramas.
Vaccinac,o
De onlem do Illm. Sr. Dr. ijgpector de hygiene,
faco publico que nesta repaiti(3o, roa Bario da
Victoria ii- 32, contina a proceder-se a vaccina-
s.Ta ns quartas-feiras e sat-bados. de 11 horas ao
nei" dia, acbando-se encarregado desse servicoo
rormbro da inspect ria de bygiene Dr. Francisco
ee Paula Soares.O secretario,
J, G. da Silva Doarte.
Const'lho de compras da repar-
tleo de raarlnha
Da crdem do Illm. Sr. capitSo tecente
Augusto Oesar da Silva, inspector deate
arsenal e capitSo do porto desta provin-
cia, fajo publico para inteiro coobecimen-
to de quem irjtereeaar j)jssa, que o conte-
.o de ;ompras desta Repartido, snnun-
ciado pura o dia 20 do correte, fie trans-
ferido para o dia 21 de ate roer, s 11 bo
ras da ruanliS, por esUr marcado o refer
tio dia 20 para ter lugr a dcieSo munici-
pal.
Insprcgao do Arsenal de Marinha de
Pernaoibnco, 17 de Janeiro de 1888.
O secretario,
Antonio o diiva Azevedo.
London & Brasilian Bank
Limited
Ra do Commeicio n. 32
Sacca por todos os vapores sobre s ci-
xas do mesmo banco em Portugal, sendo
em Lisbo', ra dos Oapsllistas n. 75. No
Porto, ra dos Ingleses
Companhia do Seguros
WiMiMt
U
AGEKTi:
9%*afQb
Cvni de
a

Miguel Jos Alvcs
at. tsua do Rom Je*us-V 1
SEGUROS MABITIHOS E TERRESTRES
Nestes nltimos segnros a Bafea companhia nesta
prsca que conced- acs Srs. s< gurad* s isrmpco de
pagamento de piemio em caris stimo anno, o que
equivale ao descont nnnual de cerca de 15 por
cento em favor dus segurados.
Ctimpanljta ir Seguros
CONTRA FCGa
NORTHERN
de Load res e Aberdeen
Posigao flnanceira (Dezembro de 1885).
Capital subscripto 3.000,000
QFundos arcumulados 3.134,348
Heeelta aanual:
De premios contra fogo 577,330
Da premios sobre vidas 191,000
De juros 132,000
S. R. J.
Boctetlaile Recreativa Juventude
Sarao carnavalesco em 11 de Pevereiro
Oa senh^res s.cios que qoiserem'tirar convites
para este sa:o paderio deizar seas notas as
tercas e seztas-feiras, das 9 s 11 oras da noite,
e nos domingos das 4 da tarde s 9 di noite, na
secretaria desta aociedade. Ingresaos para os so-
cios em mo do tbesoureiro todos os diss.
Secretaria da eociedade Recreativa Juventude,
18 de Janeiro de 1888.
O 1-secretario,
Manoel Juaqnim Baptista.
lustrada de Ferro de Rlbelro
ao Bonito
1) ordem da directora faco saber acs Sra ac-
cionistas desta empresa, que ainda nao realisaram
a 8a entrada de anas accofs, que fica-lbes marca-
do o praio de 30 dias, a contar do dia 31 deate
mes, para :fluctuarem o pagamento da merma en-
trada, com a multa 20 */o nos termos do n. 1
2> do art. 9* dos estatutos.
O accionista que nao realizar suaa entradas na
forma detorminada, perder immediatamente em
beneficio ca empresa as entradas que jt tenba
feito.
Becife, :7 de Desembro de 1887.
Jos Bellarmino Pereira de Mello,
Secretario da directora.
Touradas
Domingo, 33 do correte, se realissr em Ja-
boato a tourada de um magnfico boi bfalo
tocan o no acto urna banda marcial.
Principiar s 4 horas da tarde.
Companhia doBebe-
ribe
Previne se ao publico que vai abrir-ae o novo
Fervico nss ras BarSo de S. Borja, Visconde de
Gjyaons, traressa das Barreiras, concedendo-so
ao mesmo novas pennas d'ngna.
Recife, 17 de Janeiro de 1888.
Cecliano Mamede,
Director gerente.
Comp&Bksa Urasllelra de Nare-
gacSo a Vapor
PORT03 DO SUL
O va^or Manos
Commanante 1- tenente Guil/ierme
Waddingtdn
'E>' aspeado dos portea do r-
te a' o da "ida Janeiro e do-
pois da demora indispensavel,
seguir para os pn-tos do sul.
rtcceue tamonm carga para Santos, Danta Ca-
tharinM, Pelotas, Porto Alegro e Rio Grande d j
Sul, frete modic .
Para carga, passgena, encommendas : valoree
trata-se na agencia
PRAGA DO CORPO SANTO N 9
i ateo 4
so lili i li
Eu abaizo sssignarie declaro
commercir*, que tend acabado eos a
que gvrava sobre a firma de Antonio 'Sjsaes sU
Silva Jnior & C, sito ro* Ti.,mi de eszeaa.
2 e ra do Vigario Tbeaerio a. i ; e raffistrio
me amifravelmente pago e satisfeito i: mea eaps-
tal e lucros: ficaodo desde o dia 1 de Jaaesre >
1888 sjbr. a firma de Florn-'o Joae irsaOjCs a
obrigado. por te-do o activo e assivo, asas a sai-
nh. firma nada d.-vc e por nada ate raaaaaaaain-
so. Recife, 18 de Janeiro de 1888.
Antonio Gomes da Silva Jaakr.
. "* i'rccisa -se de urna ama eossprar e en
giobar ; na ra da Assnjspcao u- 52.
" Preeisi-tede um caizeiro de 10 i 12
de idsde ; a tratar na ra da I npratria i
padaria.
,
Sabbado 34 deve ter lugar o leilao de mo-
vis lonca e vidria, candieiros, vinbos, cognac e
ontros artigos existentes no armazemda ra Msr-
qoes de Olinda n. 52
3Teilo
Cornpr. se nma casa no bi-.rro da BsavTiata
'(Mlnx'Ti8 U 4 (1U"t,, b:<" q*^' ***
.tiW* vi, ponco mais -,u monja : a rcalar as
ruc Duque deCazUs n. 90-
Pede-se ao eatndaate Carlos Sasaoaio e ao
fr. M .no I Francolino, que declarasa por este jor-
nal as anas residencias ou que appareciat rea
do Imperador n. lt>, afim de tratases d>> aegatM
que nao ignoram.
Pedro Antunes t C declara pelo iiisisasl
que o Sr EUirdo Miguel da Costa aa eaear-
regado de cobranc* algn d-j s;n estabeJeji-
rcento. 20 de Janeiro de 1888.
*
HEIIMOS
COXPAIVHIA
DO
Capital
BRASIL
3O,OOO:OOO0
O AGENTE
Jhn II. Boxwell.
Festa do Monte
Estando aonunciado para o dia 22 do correte
a popular romaria do Monte, compete-nos lembrsr
a) publico frequeotador qu c.mo de costume, se-
rlo expedidos n\sse dia entre o Kecife e Olinda
i: ns de meia em meia b>r a comrcar das 2 1/2
da tarde a 7 1|2 ou 8 12 da n ir segundo a
mai r ou menor sIBueocia. Para esse fien os trens
de 3 hort a 4,-5, 6 e 7 ou 8 he ras serlo expressoj
do Recife a Encrczilbada e da Encrozilbsda
Oiiuda e es ordinarios de 2 l:->, 3 1,2, 4 1;2. 5
J ,2, <3 1|2 e 7 1,2 ou 8 1,2 t cbegrao at a es-
lacio do Varadouro, que igualmente ser o ponto
ermiual dos expresaos.
No mais vigorar a tabella ordinaria.
Recf 18 de Janeiro de 1888.
O gerente,
A. Pereira Simoes.
rii-Pio te TiMnMH
P
Ilavendo terminado as ferias dosie Monte-Pii,
da orem do Illm. Sr. presidente convido a todos
se ass'ciudos a comparecerem sessio q#ie t<*r
.ugar no domingo 22 doc rrente, s 10 horrs do
<< a, na f ,'.2an^ar.
S-jetets.ria do Monte Pi dos Typagraphos de
Peraambico, 19 de Janeiro de 1888.
. O-0 secretario,
Mano-I Bicudo de Albuqoerqae.
\.iata Casa d ^Misericordia do
Recife
Pela secretaria desta santa casa sao convida-
'.s latais quem so acbam ent. egu.'S e-xpost;s,
) fwureiro, as mensalidades vencidas em Desembro
K.ido, no dia 26 do correte, pelas 8 horas da
inaob, nj snl&e- do respeciiv cstabelecimento.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Rocife, 1'j de Janeiro de 1883.
O cscrivio,
Pedro Rodrigu'.-s de Sonsa.
Jf* secc>. (taretaria an presidencia de
r'.maaibiicc, em 12 doiaoeiro de 1888Da or-
doEr.n. Sr. presidente da pr.ivincia e de vn-
r-rmdade con o disposto no r'. lid e re^ula-
*o sriiiexj ao decreto n 940 du 28 do Abril
USb, i.itimo u> Srs. &nt*nio da C sta e Si,
iva-, co civel, Laia Ao;utt> Coelbo Cintra, ee-
. ririo 4oi mitos da faaendn provincial, e b'.cbarel
i de Si-e Albuqaerque, curador geral ue an-
i.jtes e [lomotor de cap: I as e residuos da co-
marca du lt 'cife, para que oo praso de 0 das a
ar d: hcj, reasium x o exereicio de anas
coes ni allegucm e prov.ar o qne fora bem de
ti reito
8ervin.]o de secretario,
Emiiaoc K de M. Tamborim
UUL FQ&Q
LfhobI & Lam-&
IMfSRANCE DDMPAITY
Blackbarn, \eeilliam & U,
Ra do Commercio n. 3_________
Norts Bnsl & HercBfltlle
CtOOO.OOO de libras sterliuas
AGS1TTES-
Adamson llowe & C.
ero casa do
SR. JOHN H BOXWELL
________26 Ra do Commorcio 26
Deutsche Bank.
tinque d'Auve.rs
Baes Genrale
agencias.
Banco Hypctecario de
Espaa e cues agen-
cias.
Banco de Portugal e
suas agencias.
English Bank of toe Ri-
ver Pate, Limited.
G. Amsiok & C.
praca do impe-
LXDENNISADORA
Crnuprnib it Sfttpw*
martimos e terrestres
Estabeleelda em i **.>
capital i,oco:000|;
SINISTBOS PAGOS
de Dezembro de
1884
At 31
Martimos..... 1,110:
Terrestres..... 3f6:000$000
44Ra doCorarocrcio44
Imperial
Seguros contra Fogo
EST 1803
Edificios e merendonas
Taixa baixas
Prompto pagamento de prejuizos
CAPITAL
RS. S0,OO:OO1>*0O
masas
b n o \ v a A c.
N. 5^-RUA DO COMMERCIO-N. 5
MIMOS COftTKA FOGO
mu
Cosapaabia Phenlx Per
nasabacana
RA DO COMMERCIO N 26, i ANDAR
dem realisado 19,000:000^
Acaiza lili*! d'este Banco funeciona ra do
Con.mereio n. 40, sacca, vista ou a praso, con-
tra os seguintes correspondentes no estrangeire:
Londres......... s/N. M. Rotrrsehild & Sons.
Pars........... De Rothschild eFrrcs.
Hamburgo.......
Berlim..........
Brmente........
Prankfurt s/ Main
Antuerpia.......
Koma...........
;euova.........
aple.........\
MiiSo e mtiis 3U)
cidades c'e.Ita-
lia..........'..
Madrid..........
Barcelona.......
Cadia...........
Malaga.........
Tarragonr......
Valenci. e ootni*
cidade n Hes
panba c .ilbas
Canarias .....
Lisboa.........
Porto e mais ci-
dades de Por-
tugal e i I lias...
Buenos-Ayres... .
Montevideo......
Nova York......
Compra saqoes obre qualquer
rio e do estranger-i.
Recebe diaheiio em canta correte de movi-
mento com urosra iaz3o de 2% eo anno e'por le-
trasfa prazo a juros convencionados.
O gerente,
William M. Webster
COMPANHIA DE EDIFIGAQO
Tcm semprc a ven-
da:
Tijolos grossos commnns 18$
Ladrflhiw diversos
Dilos quadrado grande -
Dilos formato inglez
Telfaas communs
Tijolos Inhalares de diver-
sos formatos
Teibas rancezos
Cristas para ciimie'^
Cannos. curvas e cotovel-
los ;!c diversas dimen
sdes
Para vendas c en-
comendas exclus'va-
mente no escriptorio da
companhia no largo de
Pedro II, n. 77, l.an-
dar, das 9 horas da
nianh s 4 da tarde.
Telephone 358
HsaM ABDCa XA
DB
>avegae5o Costelraoor Vapor
PORTOS DO NORTE
irarahyba, Natal, Maedu, Mouor, Ara-
-aty, Cear, Camottim e Maranhdo
0 vapor S. Francisco
Commanante Pereira
Segu no dia 23 de
J.ineiro s 5 horas
da tarde.
Recebe carga at c
dia SI.
Encommendas, pasaagens e dinheiros frete at
3 horas da tarde do dia 23.
ESCRIPTORIO
Ao Cas da Companhia Pemambucana
____________________n. 12___________________
Rio Grande do Sol, Pelotas e
Porto Alegre
o rov i
Espera-se ao dia
22 de Janeiro des
portos cima e se-
guir depois da
i de roer a do eos-
tote para es mes-
De urna ezcellente casa terrea cora sota e
sitio arborisado
Agente Britto
O agente cima a mandado do Illm. e Ezm. Sr.
Dr. juis de direito 4* orpbos e a requerimento da
8rs. D. Antonia de Jess Carneiro, levar a lei-
lao a casa terrea com sota, nova, com muitas
accommodacoce, sitio arborisado, com ptima agaa
de beber e baoho, sita no Atible, perto da tata-
cao do Cazang.
Vende mais uro caizao pari casa, com 3 por-
tas de (rente, em altura de tomar madeiras, pare-
dea dobradas, entre daos predios, e fies defronte
do predio n. 159 da ra Imperial.
Jfo armazem roa Pedro if
fon no n. J3
HOJE 21 DO CORRENTE
A's 11 1/2 horas
Leilao
Do* 40 barrieses
cal
.S
com
NA PORTADA ALFANDEGJA
Sabbado, 'i t do correte
A's 11 horas
Agente Stepplc
Leilao
De vinbes, cognac, cbelas, htate?, urna mobi-
lia de Jacaranda por 1354500, nma mesa redonda
cem pedra por 21*100, 1 piano por 150*000 e
mu i te r ontros movis, copos o candieiros.
Sabbado, 31 de Janeiro
A's 11 ho r. s
Agente
No armazem da
ra Mrquez
n. 52
Pinto
de
Olinda
Em continua?;lo
e passageiros para
mos portos cima indicados.
Recebe carga, encrmmendas
os mesmos portos : a tratar con
PEREIRA CARNEIRO & C.
N. 6RA DO COMMERCION. 6 -
/* andar
L'oiupanhJa Hablana de navega
cao a Vapor
f ORTOS DO SUL
M ce Villa Nova, Irenedo, Araoaj, Es-
tancia e Baha
0 rigor Mrquez He Gasas
Cammandamte J. J. Coelho
Segu impreterivel-
mente para os portos
cima no dia 22 de. Ja-
neir, as ,2 horas dt
tarde. Recebe carga
'nicamente at ao 1|2
dia do dia 21.
Para carga, passagens, encommendas e dinhei -
ro a frete, trata-se na
AGENCIA
7tua do Vigario-?
Domingos Alves Hathens
Um cavalb castanho pequeo e manso para me-
ninc.
2e ultimo leiJo
Vende-se nms padaria bes. ->-,,
tro desta cidade : qorm pretender dirija-se 4 rae
larga do Rosario n. 16.
= Precisa-se de use caizeiro de idsa da 11 4
14 annos, quer com pratica ou seca ella ; aa raa
da Dtcuca.i n. 9.
Xm para eogomnar
Precisa-se do ama que bem deseatpe-
nhe esta myster, tendo caderneta, os> 3:"
andar n. 42 da roa Duque de Casia* por
cima da lypographia do Diario.
Liquidaco final
On luja de faaeaidsM alta rasa aW-
rell n. 3
Setins a 7i 0 rs.
Brim branco a 500 rs.
Casimiras a 1*700.
C -rtes de cassinetas.
Jersey a 5*001
Fnsto branco e de cores a 300 rs.
Setinctss dem a 320 rs.
Velbntinas a 600 rs.
Merino de duas largaras a 100 rs.
Alpaca preta a 300 rs. *
Camisas brancas para horaens a 2*500.
Ditas ditas para meninos a 2*000.
Cobertores de algodio a 1*500.
Cretons a 280 rs.
Metiru a 300 rs.
Chita preta a 200 rs.
Bsptistas a 120 rs.
C >U..rinho a 300 rs.
Baetilba e flanella a 300 rs.
C -lxaa e tapetes a 2*000.
E outras fazeodas qne se vende pelo
co da praca ; e bem como vende-se a
lustre de crystal. A tratar
horaa da tarde.
Criado
Prfcisa-se de um criado
don e mais servico de casa de f
para coatatae,
mati iculado ; u> caes da C mpanhia a. 2.
Primeiras ledras
.d
Dispondo urna pesaoa de necesarios
mentos para leeciouar a materia sob e ltale
ma, propou-se e ao ofiorree tos senaaxea
famias, carantindo eaforcar-se pelo
to dos seas unuioi e recompensa razoav-1 ;
De. loja de cabelleireiro sita ra do Cabo- formacoes travesea das Crnzea o. 16.
g n. 2 D, pettencente massa fallida
de JoSo Rodrigues de Almcida.
Sabbado, de Janeiro
A's 11 horas
O agente Gosmao sutorissdo por mandado, do
Ezm Sr. Dr juiz de direito especial d > commer-
cio e a reqnerimento do Di. curador fiscal da mxs
aa fallida de J.ao Rodrigues de Almeida, far lei-
lao com assistencia do mesmo juiz da loja de ca-
belleireiro cima dcclaiada.
Em um ou mais 1 tes a vontade dos comprado
jes.
Sitio
2. Leilao
PACHT
M4IL STEAI
COMPASY
Vapor La Plata
E' esperado da Europa no dia 27
do correte e seguir depois da
demora necessp ria para
Babia, IUo de Janeiro monte
video e Bueno* Ayre?

0 paquete Neva
E esperado do
sul at o dia 29 do
correte e seguir
"epois da demora
necessaria para
Lisboa, ligo e Sonthampton
Redceos de passagen :'
Ida Ida t volta
A' onthampton 1 classe 28 l 42
A' Lisboa classe 20 0
Camarotes reservados para os paasigeiros de
pemambnco.
rara passagens, frete*. etc., tracta-se '-, ir os
AGENTES
Amorim Irmaos <&C.
N. 3- RA DO BOM JESH N. 3
Da 7 casas terreas ns. 20, 22, 24, 26,
28 30 e 32, sitas Ilha dos Carvalbos
(antiga raa Bella) em soL foreiro.
TERQA FEIRA, 24 DO CORRENTE
A's 11 horas
Ba do Imperador u. 99
O agente rJtepple por mandado e assistencia do
Ezm. Sr. Dr. juis de direito da provedoria de
capellas e residuos, a requerimento do testamen-
teiro e inventariante levar a eilo as 7 casas
cima pertencentes ai espalio de Anna Zurich
Ramos.
Os 8rs. pretendcntc8_desde j p^dem examinar
as ditas casas e para quaiqun inf^rmaco o mes-
mo agente dar.
2 e ultimo leilao
Da -loja de chapeos de sol sita ra do
BarSo da Victoria n. 4, pertenoente a
massa fallida de Joan Rodrigues de Al-
meida.
Terca feir 24 do corrente
A'm II aoras
Constando : ^*
Da armacao de ataerello rnvidrssada, mercada-
rias, telas invas, espehos, cadeiras, fiteiros e
utensilios.
O agente GusmSo, autorisndo por mandado do
Ezm. br. Dr. juis de direito do commercio e a re
querimeato do Dr. curador fiscal da miiss.i fallida
do Joao Rodrigues de Almeida, far leilao com
assistencia do mesmo jaiz, da loj cima mencio-
da.
En um ou emis lotes a vontade do i Srs. c >m
pra dores.

I
A baica portuguesa Qe:teria reerbe carga a
frite-, a tn^ar com Am'nm IrmSos 4 C.
Segnir com brevidada para o porto scima men
ciooado, a velera birca inglesa Sauavo'.a, de
primeira classe, por ter dous tere; s da sen carre-
'. jmenlo prrmrptf,*e para o restante trata se com
' sea consignatario.
Agente Brito
De urna boa casa terrea ra do'Tambi n. 25,
fri'guesia da Boa-Vista, re-ndeod-i 20*, com 2
salas, 2 quarrop, 1 sale'a, coainba e 1 quarto
fra, quintal murado, em terreno propnc.
U agente cima a mandado do Illm. Sr. Dr.
juis de direito do ce mnrercio, em sua preeenca, e a
nquerimento do adiciuistrador da massa de Joao
Francisco Paredes Porto, vender em le-ilio a re-
ferida casa.
Quarto -feira 25 do corrente
A's 11 horas
" No armazem da ra da Praiatn. 43
Precisa-se alagar um sitio qoe tenba
para ter se algum gado: pede se istdiearao a
carta dirigida S S oo *s:rpt:rij deate Diario.
Costureiras
Precisa-83 cem urgencia de coctareiras; aa ra
do Imperador n. 55, 2' andar. *
Precisa se de ama ama de meia
sinhar, c de ama pessoa para vi
Paseo da P.tria n. 5.
pata
Cosinhe ra e criado
Precisa-so de ama boa cosinbeira e de asa I
do, para casa de pequea familia; a tratar
Joaquim Msreira Res, roa do Hjspital
II, no largo dos Coelbca.
/
Ao
commercio
Os abaizo asjignados pelo presente se
dissolveram amigavelmente a soesedatle jm ti-
nham nos estabeleeimentos de melhadoe: raa ao
Visconde de I hsima n. 75, largo dnPettkaa.
62 B, rm do Marques de Olinda n. 50, r;
do-se o (ocio Manoel Simoee dos Sntoa Fe
pago e satiefeito de sea espita! e lacros, e i
de toda a respoaeabilidade activa oa psesiva da
eztincta firma Ramos A Santos. Ootroaua, dssss
ram que a casa da raa Ifarqaes da OHssaa 50,
continuar a effectuar as saas transaseisr, asa>
lasao social de Ramos, Ferreira & C, sois asnea
exclusiva responabilldado de ALiuoel Simios daa
Santos Pt-rreira. Recife, 7 de Janeiro de 1881.
Albino da Costa, R-.roos.
M moni SimVs dos Santos F
Mudanza
O Dr. Bsrros Sobriuhi roadea a sea re:
psra a roa Visconde de Govaaaa (aaa%a
v Ho) o. 129. Telepbone n. 90.
Caav
Ann 1 encontrado
Na roa do Imperador n. 88, 1- irar. aesat-o
um anuel qae foi encontrado no Pradsj, ao ana 16
do corrente, e que ser entregue a qi
sua posse.
Aviso
AlugH-ae casas a 800 no neceo dos Ce*
has, junto de S. Goneailo : a tratar na rn?. di
fmperatris n. > MAw Na ra Aagosta n. 280,. precisa-so de
nma qae saib bem cosinhar.
O Dr. Villa Nova, medico, fizando asa*
deneia na cidade de Garanbaas, ofiereee a
peit&vol'publico desta comarca o daa
nbas os servicos do tu% profisaij. TJarad
de Janeiro de 1888.
Boa casa
Aloga se a da na Imperi-t! n. 159, eos
oscemmodos e bem errparaca, aiol-jo am freatr,
ladriihd de mosaico, lastre e naiarilos, sotisaaiia,
quintal morado e dependencias ; a tratar aol*
andar tna larga do Rosario a. 32.
Cosinheira
Precisa-se de ama qae cosinhe bate, pan
de pequea familia, qae dorase el
do Conde da Boa-Vista n. 24-F.


<3L



Mil)DaO 1 C PanClTO
Ul
.000
Maduro
u
SEM RIVAL
O sorprendente vinbo Maduro, poro, lem mis-
tura alguuiu, proprio par dcm, acaba de chcgar
un* ume uta.
llltnquerermosdepreciar atqualdadespurasdon
vinhos ai mente annunoiados, pedemos garantir
aos noasos fregueses e ao publico em geral, que o
vinho Maduro de nosis eapecialidade o nico
capas de urca boa nutricio, conservsndo todos o*
requisitos da bygiene, como uro dos principies
fuer urna digestio fcil, alimentando os glbulos
sanguneos, principaet motores da saude da huma-
nidade.
Em ORS.AS DE VIME ningoem sompeta com-
nosco : tenida
Bercos Condi> a* Contarelra
Faqnelros
Papeleiroe e balaios para rcrapa soja, assim
como cestas para compras, de todos os tamanhss
Em TAMANGOS DO POETO
tembem ningaem compete : Para homens sio so-
berbs, mai para senhoras sao sorprendentes.
SEMENTES NOVA8
de borteM J e florea, temo sempre em todos
oa vaporea, a escolha mais rigorosa que desejar se
na Estrella* do Rosarlo o 9,
Junio Igreja
INifas Mendes J C.
Criado
Prceisa-so de sm < ra
,.1, Paseegetn da M-tgdatena.
menle de carrapato
de carrapato ; oa roa do
Caixeiro
Precisa-se de am eaixeiro com bastante pratiea,
para tavexnu ; na ra do Hospicio n. 6.
Aos sapateiros
Chegou nova remesas de formas, erra e escalas
aos negociantes Tamancos a 32* e 34* o oento ;
a imitacio do Porto 70* o cont : e na ra do
Livrasaento 19.
Criados
Precisa-se de dous criados que deem oonbeci-
mento de aa.i c nducta : a tratar no hotel Cosmo-
polita, a roa da Madre de Deas n. 30.
Papel pintado, inglez
Pata forrar salsa e estabelecimentos, deseobos
lindos e precos baratos ; vende-se na fabrica Glo-
bo, i roa larga do Rosario n. 28._______________
Segando andar
Alaga-se o 2- andar da casa i roa Primelro de
Atareo n. 17, antiga do Crespo ; a tratar na loja.
na ra
Compra se rmente
Hospicio n. 79. _________________ _
AtteiiQo
Cofres prora de fogo
O Carlos Sinden, roa Bario da Victoria n.
48, loja de slfaiste, receben de consignacao e
vende sem competencia.
Altelo
Cha preto
O Carlos Sinden receben nova remesas e vend
por menos do que outro qualquer ; na loja de al-
taiate i raa Bario da Victoria n. 48._________^
Borracha para limas
de primeira qaalidade, vendem Lopes, Magalbaes
i C. 8ucceasores de Justo Teixeira as C, assim
como tem sempre um completa sortiateoto de
obras de vime, de aperfeicoado gosto, e que vtn-
dem por precos sem competencia "
nba n. 8. _____
/
fu
&

-'

l'a Icntcio
Melle Bise* avisam ao respeitavel publico
que todas as tercas e sextas teiras teem este ea-
boraso pi ; a roa larga do Rosario n. 40.
na ra da Pe-
Cosinheira
Precisa-se de urna cosinheira, tendo boa con-
ducta, paracata de familia : dirija-se i ra do
Commercio n. 5, 1-andar, esenptono da frente,
das 9 horas da manhi as 4 da tarte.
4o commercio
O abaixo assignado, proprieUrio da fabrica
Leo, commonica que deixou de ser seu emprega-
donesta data o 8r. Manoel Ferrei(a dos Santos,
portante previne que Wd* e qualquer transaccau
feita pelo mesmo, a contar da presente data em
diante, ficara nulla Recite, 19 de Janeiro de
1888 C. R. do Pasto._______________________
Cosinheira
Prccisii se de urna boa cosinheira, para casa de
pequea Emilia : na ra do Pavsand n. 19,
Passag'. m da Magdalena.
Compra se cntalas do Monta Soceorro :
Marcilio Dian n. 26, das 7 as 2 da tarde.
.
Alaga-se o 2 a andar do predio n. 27 i roa do
Imperador, lom grandes commodos e agua; as
chaves para correr, o o andar teireo_______^^^^
Caixeiro
Toma-te um caixeirt de 13 anuos de idade ; na
roa do ^igaiio n. 31, andar.______________
Aviso
Emilio Bill ion, Engenbeiro Mecnico, engarre-
S-se de montar bovos apparelhos, dos melboret
-tricantes franceses, e os maia apperfecoados,
pelas condicoea e precos seguintes :
O assucar ser fabricado pelo systema Bro-
ebeton e Billion igual ao da Usina Pinto.
Garante -se no mnimo 9 /. de assucar erit-
tallisado de todos os jactas, e 10 /. com moenda
do repretaao, augmentando os precos abaixo de-
clarados.
O traba Iho dos apparelhos ser por 24 ho-
ras, se aproveitario os edificios existentes, com
pequeas reformas; os propietarios dario todo
material, como : lijlos, cemento, cal, arena, ma-
deira, etc. ficundo por centa do empreitorio todo
maia trabslho.
I'rero das Cslnas
Copeiro
Precisa-se de um criado para copeiro e mata
servico de casa, e que abone sus conducta : a
trata- no sitio defronte da estacio dos Aflictos.
Pea coila
Precisa-se de urna
perfeita cozinheira, na
rna da Soledade n. 82.
Ao commercio
Urna pesaoa bastante pratiea em eaerpiurscio
mercantil por partida simples ou dobrada. offe-
rece aos Brs. ccma>frciao!ca desta prac* e fora
della, os seus servidos p^r mdico ajuste, p deudo
ser procurado a ru detiante Rita Nova n. 49.
F-Yo o Para
Vendo-e a roa da iaaU a. 25.
Vende-se um coup de ox : a tratar am i
ebeira do Deodato i rna da Isaperatris a. 45.
CHEGARAM O CELEBRES
CANARIOS
d Allemanha
DE
CARLOS BBANDMLLER
HARZ
DEPOSITO
Ra do Imperador n. 22, armas! m de movis
so
w
3
3
9.
I3
s a
100 tonnjl.
125 .
160
4BU0
|
5
D
9.000 k
11.250
13.600.
18.000 .
110
140
168
225
110:000*000
130:000*000
160:000*000
180:000*000
__Para qoi.lquer explicacio, dirigir-ae ni Usina
Anpib a Usina Botqae.
Nao ha competencia
EM FAZENEAS BARATAS
N loja dan Liatraa Asnea) ra Dn
qoe de casias s (la qual 44
deacaino a ejaieaa comprar
S<- para rima
- Linn bordadofasenda de urna s cor a 240
reta.
Zefiroaliis e de quadrinbos a 100 e a 120
res.
Lansescoisesas deqoadros largos imitacio dt
mirin, de 2* por 400 ris t
Setim de ai odode urna s cora 240 ris.
Novidade !
Manauedo lindas cores segaras a 240 e 280
ris.
Merinos enestadospretos e de todas as cores
a800rcis.
Setias de Macopreto e de todas as cores s
900 a 1*000.
Sedas pn tas bordadas a velludo, daaenhoa lin-
dos a 4*000.
\ovidades!!
Capas* isas tele tea. ilsitas. e csV
Aeo>a de sarna, renda com eontas, de cachemira
con eontas de lodos rs procos.
ferhlucbsa
Senda bespanbolacor de crema a 8*000.
Bieos brancDi largos o que ba de mais lindo
para enfeitos de vestidos a 1*800, 2*000 e 2*500
o
Si
e
g
|o
i
2
I
O

i
i
I
W
Ifs?
I 8.1
o,
c
Precisa-se de urna cosinheira oa eosinbeiro que
abone sua conducta, para easa de familia, e que
durma em casa do patrio ; a tratar cefronte da
estacio dos Aflictos, sitio.______________________
Fabrico de assucar
N. H. Stoart, representante dos 8rt. Danesa
Stewart & C, de Glasgow, annuncia aossenhores
de engenho e outros interessadoa que eati prompto
a contractar o leo..ntamento de usinas completas
de qualquer Umanho, e tamben fornece machi-
oismos para os engeohos existentes, etc. etc.
Tudo ser do mais moderno e aperfeicoado.
As moendas terio a pretsio bydranlica patente
de Stewart, que augmenta aexpreesio considera
velmente.
As caldeiras serio de aystema econmico e as
tomainas feitaa para queimar bagaoo verde.
Ornamentos e mais informaces em casa de
Browns & C.
Raa do Commercio n. 5, 1' andar
Escola mixta particular
asna Velha st. 8
Laura A. Saraiva Galvio, titulada pela Escola
Normal, cargo da sociedade Propagadora da
Iostruc(io Publica, avisa aos pais de teus alum-
nos e aquellas* pessoaa que lbe qui-erero confiar
a instruccio de seus filbos, que no da 16 do cor-
rente reabre sua dita escola, onde alcm das ma-
terias que coaatituem proprismente o ensino pri-
mario, ensina tambera as meninss trabalbos de
agulha. -
Oleo Florea
0 oieihor para o cabello
Oleo Floias
0 PIT0R AL de CERE J A
Do Dr. Ayer.
As nermidail mnis rtolr>rosas e fataes da gnr-
gauta e dos pulmes, ordinariamente deaenvolvem-
e,- tendo por principio base peq"0118. cnjjs
resultados mo to diiHci do curar so pronipttv-
mente tralAo com o rcmnlio convenieiite. Porcip
o progresa pode ser enganopo e a demora fatal.
Oa H*friadoa e aa Toaae* ilfio reciprocamente o
resultado de Larlnglti, Aathma, llroncbiUs,
Affeocfeo Pulmonar e a Tsica.
Todas as familias que tera criar.eas devein ter
0 Peitoral de Cereja do Dr. Ayer
cm casa para o usar em caso de necaaidade. A
perda de um so da, pod em multo casos accarre-
tar serla consequencla. Por tanto no se dve
perder tempo precioso, experimentando remedios
de efllcacia duvidosa, emquanto que a enfermi-
dade se apodera do svtema e se arraiga profunda-
mente, cnilo quese necesaita, tomar neaae instante,
o remedio mais certo e activo em seu etleito, e este
remedio sem durlda altana o Peiiobal db
Okbzja do I)n. Avek.
I'BEPABAUO PELO
DR. J. C. AYER e CA.,
Lowell, Mass., E. U. A.
-i.' venda na principas puarmacia MsjjMtSV
Alaga-se barato
Kua Visconde de Itapnrica n. 4% armaseoi.
Ba do Bom Jess n. 47, 2. andar.
Trata-se na ra do Commercio n. 5, 1' andar
es nptorio de Silva ttuimaries & C.
VENDAS
Vende-se urna armacio para taveiiia, com
snas pertencae, m estrada de Luis do jBego ; a
tratar na refineeeo da tos do La, em Santo
Amaro.
~_ Vende se na parte da engenho Sicupemi
nhs, no ralor de 9:000* assim cou.o ontra parte
do engenho 8. Joio, em Gsmelleira ; quem pre-
tender dirjase ra velha de Santa Rita n. 61.
Engenho
Livpamento & C.
vondem cimento port'and, toares Robioa, as
ualidade ; no eaet do Apollo a. 46._______
Visillos da (arrcfeira
Fieos
. Caro vellos. *
Madeira.
Moscatel.
Uva Bastarda e de Paasas.
PARA MESA
Genuino do Lavradio > 500 ra. a pairara.
Na mereearia de Masoel Corris s> C
Prsra sfo Coade aV*i la>
!
S i
5- ? =
33
B o- a
5 o o
B i
"o
esd
Ahma-se
a casa terrea raa do Visconde de Albuqnerque
(Glora) n. 96, com 2 salas, 3 quartos, cosinba
iia, bom quintal arborisado, cacimba e porto
para a campia da ra da Alegra ; a tratar na
raa velha de Santa Rita, sob>ado n. 14, das 8 ho
ras da manhi to roeio da, ou das 4 s 6 da tarde,
onde tambim se aluga ama casa no Varadouro de
Olinda n. 22, com amitos bons cemmodos pata fa-
milia.
Melade da caca n.
tratar na mesma.
Aluga-se
raa de Santa Bita, a
15
!=0
=' 2
g
i
s-S-a.
DO
05
i
-a
M
M
I
I
Diligencia
Parte de Olinda todos os sabbados s a hora,
da tarde at Itabeyana, e volta as tercas-feirss s
vendo-se pasaagem para Igaarass, Goysnna:
[tamb e Itabayana, na loja dos Hrs. AgostinW
Santos de C, 4 roa Prlmeiro de Mar^o o. 1.
lieos da cotes e pretos-de seda, ultima novi-
dade a M, 4t, 54 e 7*000 a peca com 10 metros.
Baleiasde melhor qualidade a 300 ris.
Ccntaslapidada par eofeite de vestidos pre-
tos e de cores a 500 e 800 ris o asaco.
Lavasde pellica e de cores a 2# e 2J50.
Eapartilbot para senbora e meninas, todo
fttQO- ^,
Enchovaespara baptisados a 1040 e 124001
completos.
Madapolio americanoa 5J e 64 a peca.
Algodiosinliocom 20 jardas a 24800, 84500 t
44000.
BrsaMinte com 4 larguras a 800 rs. e supe
rior a 14100.
Chitas finan-percales claras e escaras a 240
ris.
Linboilisos e de qaadrinbos, fasenda muitr
arga a 200 r s.
Mais barato
Cortas de vtstidos, bordados braneos a 54000,
de cor a 64500 com 9 metros.
Lequea tracapar-nt>> 14000.
Baba-des e ntremelosnovo tortimento de 300
ris at 44500.
Lenco brar coa finos-a 1400, 14600 e 24000
S dosa.
laaiat croas pnia senhoras a 64000 a dasia.
Fichde todas aa qualidudes a 14 e 24000.
Metas de aerea e brancasiwra men as s 890
50J ris.
Redespan nveoinat a 84500 e grandes a 64.
Bina pardo lis*pus roupa a 890 ris.
E muitas faiteadas que lendessea por todo preo
na loja de
I Jos Augusto Dias.
Francisco Crtt>ro F a I cao
Mara Laura Lias Pal cao e seas filhot mandam
resar algumas missas no da 21 do corrente mes,
s 8 horas da manbfi, na matris da Escada e no
engenho Matapirunia de cima, por alma de seu
finado marido e pai, stimo da do sen fallecimen-
to, e convidara os parentes e amigos para sssisti-
rem aqnelle acto religioso e de caridade
Sement de carrapate
Compra-s sementes de carrapato na fa-
brica de Oleoa Vegetaes, raa da Aurora
n. 161.
Aluga-se
as seguintes casas : a da ra do Lima n. 30,
grtnde easa com agua, gaz e apparelho ; a da rna
da FondicSo n 10 ; e o 3- andar do sobrado
rna do Imperador n. 26 ; a tratar na lytographia
de J. E. l'u cell, ra Marques de Olinda n. 8.
Aluga
se
Vende-se o cngcnbo 8. Gregorio, dis ante urna
legoa da estacio de Gamalleira, ce m ferragem e
vapor noves, boas mat>a, e proporcio para aafre-
ar 2,500 pies aanuaei. Est arrendado por....
2:0004 por anno ; a tratar em casa de Tavares
de Mello, Genrj C-, no Corpo Santo n. 15, pri-
oieiro andar. _________
Olorida
Receben grande sortimento de pulceiras
americanas de4/J000, 5000, 61000, 7$000
8,5000 e 10^000, o par.
dem para meaina, a 4^000, o psr.
Bcos brancoe e de cores de 2, 3 e 4
dedos de largara, a StfOOO, 20500, 3,5000,
30500 e 4*000, b peSa.
dem cor de creme, a 30000.
Porta-erobrullos americanos.
Invisiveis donrados e prateados.
Lindos leiques transparentes.de 20000,
3000, 40000, 50000, e 60000.
Liadas lavas de seda de todas as cores
de 20000, 20500 e 30000, o par.
Luvas de pellica, a 20500, o par.
Enchovaes para baptisado, de 80000,
100000 e 120000 at 160000.
Capellas e veos para noiva.
Suspensorios americanos, a 20500.
Oleo Flrra.
Lindas pastas, a 500 rs. 10000 e 20000,
ama.
Lindes broches, a 20000 e 30000, um.
Linha de machina n. 50, a 800 rs., a
docia. (
Lindos pannos de crochet para cadeira..
Caetas americanas que escrevem sem
ser preciso molbar-se a penna, systema
a S. T, Y. L. O. G. R. A. H. I. C. para
viajantes.
Bicos de fil branco, a 20500 e 30000,
WIISIT
Boyal Blend marea \IAD0
Este excellente Whisky Escoces
ferivel ao cognac ou agurdente de
para tortifiear o corpo-
Vende-se a ret&Iho nos melhores
zens de roolbados.
Pede Koyal Blead marca
cujo nomo e emblema s3o registrados p
todo Brasil.
BROWNS d C, agestes.
Atteii(o
Vende-se urna aimacio envidiacada para
qniar principiar qualquer negjcic.
preco
na ra estreita do R-sario n. 93.
Vcndc-sc
o 3 andar da raa estreita do Rosario n. 32, cem
muitos commodos e muito fresco ; a tratar na roa
da Imperatris n. 16, 1' sudar.
Aluga-se
o sobrado de um andar e totio, e loja do mesa,
catado e pintado de novo, na ra Mrquez do
Herval, travessa do Pcinho n. 33 ; a tratar no
largo do Corpo Santo n. 4, 1 andar._____________
Aluga-
se
SEM0LLXA
De Broas k C, de Glasgow
Este artigo, preparado por tus novo procesa
de trigo da menor qaalidade, poaaue s elemen-
tos necessarios para nutricio de enancas e doen-
tes, e maito se recommenda por ser de fcil di-
ntio e gosto maito agradavel ; tambero pode-se
w urna excellente papa, ntiatatado em partes
igaaes com a maiaana dos ssesaaos fabricantes,
addicionando-se-lhe algom leite. nicos agentes
nesta praca, SaundersBrothers & C, ra do Com
mercio n. 3, escriptorio do Blackburn Needham 4
Sementes de carrapato
Compra se em grsndes e pequeas qnantidades;
na drogara de Francisco M. aa Silva & C, i rna
o Marques de Olinda n. 28. ________^^__^_
f
Empreza geral de Mu-
daofa
Alagam-se carros de molas, proprios para trans-
p-Tte de movis, marmores, aspoinos e mais orna
mentos de casas de familia, botis e estabeleci-
mentos pblicos, para toda equ.lquor parte da
cidade e seos suburbio e arrssaldes, por preeo
commodo; a tratar na raa do Padre Nobrega,
outr'ora do Alecrim, n. 84-
Assucar candi
Especial assucar candi, o melbor que ata boje
se tem fabricada nesta cidade. Assucar especial
extra refinado, Usina Piato e Colonia Isabel.
He-no rao
J. Salgneiral & C roa Marcilio Dias n. 22
Homero telepbonico145
Aula HMa FarUcuiar
Francisca Martiniana Lusia Carneiro, alumna-
mestre titulada pela Escola Normal da Propaga-
dora, avisa aos pas de familia que sua aula se
achara aberta no da 16 de Janeiro corrente ra
de S. Gonoalo n. 22, onde alem das materias que
constituem o ensins primario baver ama secfio
de trabalh ,s de agulbas.
Recife, 14 de Jan. ir-j de 1888.
los Asstesilo Perelrs da Silva
Leopoldina Ambrosios Pereira da Silva, Pedro
Pereira da Silva, Jos Antonio Pereira da Silva
Jnior, Ildefonso Augusto Pereira ds Silva, Ma-
ra Leopoldina Ponce de Len, Oliodina Ambro-
sina Pereira Maia, Amelia Amalia Pereira Al-
meida, Elvira Ribeiro Pereira da Silva, Pedro
Carlos Maia, Antonio de Burgos Psnce de Len,
Manoel "do Naseimento Almeida, esposa, filbos,
ora e genros, sgradreem cordialmente a todas as
pecse&s que se digoaram acompaobar es restes
mortaes de sen presado t sp so, pai e sagro, ao ce-
miterio publico ; e de novo as couvidam para as
sistirem s missas qoe mandsm celebrar na ma-
tris de S. Jos, as 8 horas da maobi do da 24
do corrente, stimo di. dj sea* infausto paasa-
ment.
o 1* andar e sotio do s'. orado i raa dos Qasrs-
rapes n. 90, com 2 salas e 7 quartos, agua, gas,
quintal grande ; a tratar na ra Domingos Jos
Martina n. 50.
Ama
Precisa-se de urna mulber de meia idade e de
boa conducta, para o servico interno e externo da
casa de orna aenbora : a tratai na raa Bario da
Victoria n. 68, V andar.________________
tur-----------
Ama
Precisa-se de ama ama para comprar r
cosinhar em casa de familia : na rus Du-
que de Casias n. 14 so dir.______________
Ama
Na ra do Cotovello n. 46, precisa-te de ama
ama para todo servico de casa de familia._______
Ama
Precisa- se de urna ama para cosinhar ; no pateo
de Paraso n. 16, taverna.
Ama
Precisa-se de ama ama ; na ra lsrga do Rosa-
rio n. 18, andar._____________
Ama
Precisase de ama ama para cosinhar e lavar
no pateo da Santa Cras n. 14. ^^^^^^
Ama
Precisa-se de urna ama que saiba cesinhsr bem ;
a tratar na ra da Amisade n. 10, Capanga.
m.mm
peca.
Lindos bicos de efiras, gosto moderno, a
30000 e 40000, a peca.
Lindos bicos de cores com 3 e 4 dedos
de largara, 40000, a pes.
dem de linho de cSres, a 20000, 20500,
e 30000, a pees.
\ Bicos grip-para correr babadas, a 10000
e 10500, s peya.
Luvas de seda para meninas, a 20000;
diversas cores.
dem para senhors, a 20000 e 20500, o
par.
dem com palmas de missangas e de
seda, a 20500, 30000 e 305(0, o par.
Qaloos e bicos de vidrilhos, gosto mo-
derno.
Lindas rosas de vidrilho preto para en-
feitar casseos a capas.
Collarinhos e punhus de borracha pro-
prios para baile, por seren inquebraveis.
Contas lapidadas para enfeitar vestidos,
granad, broozeadas, prateadas e douradas
Mascaras de massa, seda e cera.
Collarinhcs e peitos de seda para ae-
nhora trazendo ama gravatinha tambero de
eda. i
Fivellaj de molla, americanas pars caiga
e coleto.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 103.
Bom emprego de capi-
tal
Vende-se noia loja de fasendas maito afregae-
sada e bem localisada, ou admtte se am sccio :
qnem pretender dexeno escriptorio deste Diario,
em carta fechada ce as inicises J P N, os es-
cla reeimentos necessarios para ser procorsdo.
Arma^o
Professora
Urna senbora eompeteot"mrnte habilitada pro-
pe-se a lecciotiar em collegios e casas particula-
res as seguintes materias : portugus, francs,
msica e piano : a tratar na roa Marques do
Herval n. 10.
Fabrica c3Lo
PRODUCTOS EN0L0GIC0S
ta ULYSSE ROY, em Poitiers (Franja)
/ mllePROUST, Suir- & Genro
rmiwj-i /
Precisa se de nasa ama qoe cosate e engomma
para duas pessoas sem filbos, e que durma em casa,
i rus da Conquista n. 29, oa roa do Amorim n. 56.
AMA
Precisa-se de ama ama para lavar e engtmmar
a ra a do Hospicio n. 8.
Amas
Precisa-se de duas, senda urna para engommar
e ontra para servicos de' casa de familia ; a tra-
tar roa do Bario da Victoria n. 7, 2* andar.
Ama e fcitor
Precisa-se destrs dous empreados, em Agua
Fra de B^bsribe ; a tratar na raa de Pedro Af-
fonso n. 58, antiga da Praia.
Ef>hls;nlR ai Morh Caritos*
Francisco Antonio Crreia Cnrdoao, F.-lippa de
Mosquita Cerdoso, Heoriqu? de Barros Cavalean
te e JWlassiili Car loso da Barros, agradece* s
peasoarajue scompanbaram ao semiterio os restos
mortaei de esa neta e filha, E jhigenia da Rocha
Cardoao, e de tuvo convdan; seas prenles e ami-
o.i para assistirem as musas que por alasa ds
finada mandas rotar na grvja da Madre de Deas,
se 8 horas ds maobi do da 510 do correte, stimo
do p>n'o___________^_^^____^
i. Perfuma anantioo dos Vlnhoe ou aobra)
da aterioo..............oalOOOUoraV
a Bonoio aEanenclaMCagnaw.aalOOtnoeo
S Perfumeapjtodoo^I*looroo 100froo
S Bansnela de Rhum oa aoofc.
BOOfc.
300(c
OOfe
SMimioi em Pcrnamtmeo ,
FRAN- M. DA SILVA Compras por atacado
O P-oril le Cambar
tem precos espeeiaes para a lueilet que compra-
ren grandes porcoes. Distribn-m se imoresaosa
qui sn os pedir, contando as condicoes de vendas
na roa do Marques de Olinda 3 drogara dos
aicos agentes e depositarios gertusa
Francisco M. da Silva A C
MOLESTIAS do PEITO
URCHTI.L
O D* Chnpciiill, autor da descoberta das
propriedades curativas dos Hypophoa-
pbitoa no tratamento da tsica pulmonar,
tem a honra de participar aos seus collegas
mdicos, que oe nicos Hypophosphito*
reconheciaos e recommondados por elle
s5o os que prepara o 8r. Swsnn, phar-
maceutico. 1?. ra Castiglione, Pariz-
Os Xaropes de Hypophoaphltoa de
Soda. Cal e Perro vendem-ae em frascos
quadrados tendo o nome do D' Churchlll
no vidro sua assijjTiaflira, no envoltorio e
stira de papel encarnado que cobre a rolha.
Cada frasco verdadeim leva alem disto a
marca de fabrica da Pharinacis Swaaa.
Vendem-sc em todo as Pktrm ca.
Vende-se ama importante armaeio toda de ama-
reilo, envidracada, que serve para qoalqser ne
gocio ; vende-se tambem diversos atensilios para
fabrica de cigarros ; a tratar no largo do Paraso
n. 20. O Horas ao meio da._________^^__
Venda de sitio
Vende-se ou permuta se por predio nesta cidadt
um bota sitio coa boa casa, muitas fructeiras,
excellente banho do rio, boa agua de cacimba,
extensio de,teireno para baixa de eapim, todo
morad ona frente, com portio e gradeamento, com
eaminbo de ferro e estacio junto ao dito sitio, nc
Porto da Madeira, conhecido pelo sitio ds JoSt
Selleiro, junto ao Dr. Ernesto de Aquino Fonse-
ca ; quem pretender dirija-se i praca da Inde-
pendencia n- 40, dss 11 horas s 4 da tarde.
Gondelaria pernambu-
cana
Vende-se os animaes desta condelaris, devendo
os senhores pretendentes apresen tarem suas pro-
postas em carta fechada, a ras do Imperador n.
8, 1 andar, at o dia 9 do crrante, as 4 horas
da tarde. Os animaes acbam se as cocheiras do
Prado Pernambacano para serem vistos e ex .mi
nados pelos ser hores pretendentes, onde recebe
rio as informaces -ne nieessitxrem.
Terrenas Yenda
Os terrenos do itio qoe na estrada dos Aflictos
fica contiguo ao da capaila e d. frente do em que
reside o Or. Manoel Portilla Juni >r, estio sendo
retalbados a 3, 4|, 64, 6 e 7*000 o palmo, po-
dendo os pret. ndeotrt procurar infbrmacde3 com
o mesmo Dr. Portella Juni ir, em sua residencia
oa em seu escriptorio A roa do Imperador n. 65,
pri metro andar.
Vende-se barato
oa permuta-se por peqaenas casas em qualquer
freguesia da eidade do Eeeife, a easa do Vara-
douro n. 23. de Olinda, con. 9 portas e 9 janellas
de frente, 4 talas, gabinete, 6 quartos e cosinba
fra, tem b >m e grande qumtal, eacimba de b"a
agua e pjrtio so taudn, qoe di para o beeeo da
Poeira : a tratar oa roa veiba da Santa Rita n.
14, sobrado, das 8 horas da manhi ,ao meio dia,
ou das 4 s" 6 horas da tarde.
SMaMBt
OMIS.___________________________________
P** ^LCRY fts4M.stoii.Mrt
por prejo rasoavel, no engento '-'iabeira, ssss
bois mansas de eorrea, um alambique de
cem todos os seus pertenees, 100 firmas gait
sadas em perfeito estado, e dous carros ; a tt_
na roa nova de Santa Rita n. 49, aots Avisa dt
Irmiot.
FllS BARATO
Na Loja das Lslra* Alies
A' rna aVetojae de Casias st. I
TpUe 211
Vende fazendas fias por todo pr=eo ed* sJss-
conto a quem comprar de O para casta. Aa
Exmas. familias nio d-'vem comprar esa ostts
j loja sem piimeiro1 ver nn mandar bosesr as staos-
tras qoe te dio tem ponbor-
F, zondas de novidale
Te cirios de linbj bordados con lUtras aa
qnadros, fasenda maito larga e de liadas corsa a
8C0 rs. ___
%eilm de Maeio, preto e de todas as cores
lito oa de listas a.800, 900 e 1*0.
Vellodo preto de seda bordado os cosa
de setim a 4*0(0.
Mirin infestado preto e de todas ae c*
700, 800 e 1*000.
Esasalste de cores e cota Hitas esc 4e
a 500 rs.
EagivlAo pardo infestado para vestaos a **J
e 400 rs.
Linn b.rdado, urna f cor a 340 rs.
Vellodlnbo preto e de todas aa toras etts
contas a 1*800.
Renta betptnbola com bise?, pretaoa branca
de seda.
Csssas Nansoc padrdes miudinhos a 280 rs.
Crochet branco e de cor, detenaos liadas
pira cortinados a 1*100.
rlnaldaai com ricos veja de Bteod a 8*,
10* e 12*000.
Lals de qoadros, padrdes notos a 320, Hi
400 rs.
Mimo dot Alpes fasenda de listas sssetisarlas
a300rs.
Settnetss lavradas de lindas eores s 840 rs.
Fuslo branco a 30, 360, 400 e 500 rs. tjss-
lidade superior.
Fazendas diversas
Bramante- de 4 largaras a 700 e 1*000sa-
perior qualidsde.
Hadapilit americano lUtu mmm esas
e meio palmas de largura a 6*500 eoss 20
garantidas.
ilsodo americano* maito larga e ts|
para lenco s a 5*5C0 a peca, mais estreito a 3*600
e4*000.
caitas e cretoars escaros, claros e tanda
nbos a 200 e 240 rs.
Cassas indianas de cores a 160,30013*0
res.
Iilnhos lisos e de qntdrinkos a 100, 120, 160
e 200 rs.
r I ni pardo para roupa de tasniaot s NO
320 rs.
Casinetas esearss imitacio de
500 rs.
Saeta azal encorpada para ronpa de
700 e 800 rs.
Las de qaadrinbos, padies novot, s 30>), SiO,
360 e 400 rs.
Creps de lindas cores a 500 rs.
Le o coa braneos e de cores a 360, 1*200 a
1*5(0 a dasia.
Toalbat felpadas e aleonadas a 3*500 5* e
6*000 a dasia.
alelas de cores, brancas e cruaa para seaso
ras, homens e meninos deade 2*800 at 6*409
melhor qualidade.
Enchovaes para baptisados completos s
10 c12*000. _
Cortinados bordados para santa os jsssili
a 6* e 7*000.
Panno da Costa, de quadros oa lista*si*f309
o cvalo.
tioalbads lavrado, lindes desenhes a 1*300
e1*500.
tlaardanapas a 2*000 a duxta.
Especialidades
Lavan de seda oa peliee a 2*000 e 2*500.
Bleos brancoa er de creme, i matisados S
2*000, 2*5C0 e 3*000 a peca eotn 11 metros.
Cunta lapidadas para enfeite de vestidos pis-
tas e de todas as cores a 500 e 800 rs.
Bordado a. baados e ntremelo de isatis e
transparentes a 300 rs. a peea com 3 Dfft'<"-
Enuarlilkos coLraca e anserieaabs a 3*cQ0
4*. 5*e6*00.________
(rantte quantidade de ahitas ea talaos sn
vende se por qualquer preco.


agencia d8 ritratos aiencms.
Pintados a oleo, cosa riea moldara e eordSea
por '5*000 ; estio expostos signas retratas nj
o publico e as Exmas. famiiiat veress o Sassa
sio lindos e baratose fcil a qaalqser piaste
um em sua tala de visita.
Paro enooasnaendar bastaatai
am pequeo retrato em cartio de visita, adi B
porto queseja antigo, disendo a *'** ,,Q
cabello thega nm lindo retrato desojado.
Agencia de artigo* americanos earh
borracha.
Na Loja das Listras Asnea
earsshssi

Jos Augusto Dias
4eites
de coco e de petxe, em poroso e
dem Joio Perreirs A C rsaao
Vacca
Vende-se orna exeelleste vaees
de hoi<-. nodo a ctiasssst : a
JenficarsaReal da Torre a. 31.


la %J
PeriambncoSabbado 21 de Janeiro de 1888
Lotera da Provincia
O abftixo asignado, tendo de realiaar impreterivelmepte no dia 28 de Feve-
proxiaio a extraccso da grande lotera era substituicao a do quatro mil contoi,
tres aoiUio?, e precnan-io de temp sufli ente para a organsaclto d bilhet. a naj aprescntidos, segundo Ihe foi ordenado por acto da presidencia de 16 de
Agosto do amo projimo tinto, vem pelo presente oomnunicar aos interesaados que
gmente at o dia 30 do crrante se admiltir n'eata thesourararia a troca e venda dos
respectivos bilhetes Cumpre-lhe, porw, avisar aos Srs. portadoras de bilhetes que se
at a mencionada data nao roalisarern a solicitada sobstituicfio nao se admittir mais
reclamacSo alguma visto como na> aerao prejadioadoa em seus direitot; porquanto
serlo relacionados por seus numeres os bilhetes nSo apresentadbs troca, dando-se-lbes
ontros qaaesqaer nmeros do valor oorreapondento na presente lotera, como tudo cons-
tar de nma raiayo qae se publicar pela im prensa, fieando o poaanidor do bilbte
primitivo com direito ao novo numero que Ihe ffir designado, e a reoeber, depois d
extraccSo, o preaio que Ihe sabir em aorte.
Outrosira, os assignantes de nmeros certos de bilhetes das loteras d'esta pro-
vincia encentrarlo tambem at o fim do correte mez os scus bilhetes de asaignatura
nos pontos de suas encotnmendas, a saber n'esta theaourara e o as csaas dos Srs.
garantido s,
Tbesouraria das loteras da provincia. 9 de Janeiro de 1888.
O thesoureiro,
Jos Candido de Maraes.
grageas de Ferro Rabuteau
Laureado do Instituto da Franca. Premio de Tharaptutioa
O emprego em medicina de Ferro Rabuteau baseado na Sciencia.
As Vordadeiras Grageas de Perro Rabuteau s5o recommendadas nos casos de
Chlorose,Anemia,Palidus Cores,Corrimentos,Debilidade,Esgotamento,Convalescencia,
Fraqueza das crirteos, Depauperamento e Alteracao do sangue em consequenc de
fatigas vigillias e exces sos de toda a natureza. Tomar 4 6 grageas dor dia.
Sem CorMipacao nem Diarrhea, Assimilagao completa.
Elixir de Ferr Rabuteau recommendado as pessoas que nao podem engutir
engulii as grageae. Um calix de licor aos repastos.
Xarope de Ferro Rabuteau especialmente para as enancas.
(DI Uma ix alicario data hada acornean ha cada frasco.
Exigir v Verdadeiro Ferro Rabuteau de CLIN 4 O, de PARS, que ae
encentra em casa dos Droguistas e Pharmaceuticos. ^
TlNTURM
25-Rua de MalDias de \Ibuquerque--25
(artiga ra das Flores)
i i:
CLEMENS KUGLER
SUCCESSOR DE
Otto Scheider
Tinge e limpa com a maor perfeicao toda a qaalidade de estofo e fasendas
m pega, o; em obras, chapeos de feltro ou de palha, tira o mofo das fazendas; todo
O trahalho feito por meio de macbiniamo aperfotcoado, at hoja eonhecido.
Tinla preta as ttrens e sextas-feiras o de c6r e lavagero todos os das.
MARCA DE FABRICA



rS K D*U3 | H UIUES1M) lACTO*l]Sr'HT[ Ct CKAUX
itiefcr u(wisTiT'En f, tractroiiB*ERrs
AHITA. Par* c.'.'ar ti cantrifaccOea, t te dir
tocerrar si arrifat g;/j f rirem incrustaiiat no r.dro
zi plural : Vinho do D Cabaies, Psr:s, e
aobre os rptu'os, t:rs de papti que enroirem
tan
a a.;
box
da UnlSo oot Fabricantes. *<
tile e a mirca ..s.fnlura do D' 6l-mJJ/*'/ZJL-M..J
res e o sella de tarar.ua***' [WdlLe
VINHO
DO
Dr Gabanes
KINA-CABANES
O Vlnkn o OadMUM, submettido i
apyrova o da Acadcu.ia de Medicina de
Pars, fl n.conhecldo como um tole*
eatercico por encerrar os principios consti-
tutivos do Sangue e da carne), que d ao
saiigue forca, tiyor e energa.
Os Sm* D" Trraaaan, nermrd e ?
pean, professores da Faculdade de Medicina
de Pars, o receitam todos os das com o
aic.lior xito as mulheret enfraguecidas por
excessos de toda especie, traoaiho, prazeres,
tnenstruacao, edade crtica e amamentaci
prolongada. E extremamente cluca contra
o Fattio, Mis dijes/Ses, Dyspepsiat, OattrUs,
Tonturas e Vertigens.
ir. resollados n:aravil!i,i;os nos ca.os de Anemia. Calorse, Pauperismo do sangue. Esteri-
hdaeeaas i, uikeres, Flores brincas, Perdas seminaes, lMpotcnciaprc,i<.tura,Mmagrecimento
aera,-. Tisic& polmo&ar, Febres ttreis, XnMrmittcatea, Paloalrea, Fnrtfimloi e
Spiiemlcss.
O '^inno Ao Catase, pela cnerjrla de sua ao/o cordial, desenvolveos forcas, activa a
traluco do sengue c e li.i.ll) iccom:nendarcI p;ira a3 conralecencas.
Fa::ees;aros to;:i!os tic fiviiientcs durante a gravidez, aoginjntaa secrecao do lelte nos
nutr zes c il extraordlr;rlo vt ;n:- as crlanclubas Je mama; grars a Influencia dos seus prin-
cipies tnicos, soberano nos casos de thabetet, Afeccao da medulla, UMSteris, Epilepsia,
Uachitisr.w e em goral, em todos os lasos em que o precMO recorrer um tnico poderoso, que
d vtgor e restaure as forras dos ioentet.
Como aperitivo subsutue com giandc vanUtrm os lquidos perniciosos copio abslntno,
verinouih, etc. t.' um presenativo apreciado pelus viajantes e inarinociros, como anU-epide-
mico e antidoto da ebn: amarcUa, Vomito c outras Molestias tropicaes.
Deposito gersl: TBOSTTE-PEHBET, 264. boulevard Voltaire, PARS
Depsitos em Pernanbuco : FRAM- M. da srtTvA C- e as prlnclpaes pnarmaclaaj
WWrVVVVW
MALTINA
Extracto de trigo, cevada e aveia germinadas
Preparado pela Maltine Manufacturing C Limited 24 e 25 Hart Street Bloomsbary
Londres E. C.
pprovndas pela jante de hygieae da Corte
A M AL 1INA equivale a 30 veces o aea proprio peso em disstase e de 3^a
vezes ein poder diastosico a qualquer outro preparado deste genero.
A MALTINA tem merecido 6 medalhas de ouro em diversas exposicoes e
tem um uceitaca^ enorme na Europa e nos Estados Unidos tanto qoe foi preciso en
corporar nma companhia coa grandes oapitaes para satisfacer o consumo aempre
resiente.
Chamase a attencSo dos dstinetos medidos <- sta cidade para oa importantes
prepsradon da MALTINE .Manufacturing Company. Todos os productos medicamen-
tosos sao miis fcilmente assin Hados em combinaclo com a Maltina, anda mais sao
levados a torrente circulatoria e proroptamente sao absorvidos prodnaindo effeitos
iamediatoi.
CAiURUBEBA
MELHOR MEDICAMENTO DEPURATIVO
Approvdo pela junta central de Wgkne publica da corte, autoriaado por de-
creto roperi,.l de 20 do Junho de 1883 e mandado incluir no formal.rio do Hospital de
Manaba e euferinama por aviso do Ministerio da Mariaha n. 1,523, de 9 do Outu-
bro de 1885, com audiencia do cirurgi5o-Sr da armada, que infjrmou ter esto medi-
camento proilutido excell-ntes rjaultadoa no Hospital e na clnica civil, e empregado
actualmente pelos melborea climicos, como o ra-is enrgico e prodigioso med .amento
na cura radical dos rheumatisMOS de qulqi>r jn-.tureza, em todos as moles
tas de pelle nos leueor rkas (Afires brancas) as differentea formulas da
svphilis e en g"ral em todas as molestias, oeeasionadas pela Impareza do an-
ge.
;DE
Fnuino Gandido de Figueiredo
VENDE SE EM GRO-SO E A RETALHO
em *
P K I IV M B MJ 0
A rua 1. de Margo n. 9, na Livraria FrAQ'-ez* o em todas as provincias.
>->/)*
Viaiio Xarops ** Dusart
A0 LACTO-PHOSPHTO OE CAL
Approvados pela Junta d Hygiene do Rir-r's-Jaceiii.
O Lacto-Phosphato eat, que entra r.a composcao do VINHO e do XAROPE I
de DUSART, o mecMeamento mais poderoso uue se conhecehoje pera restaar
as forgas de certos doentee.
Consolida e endireiUt os ossos das crean<,s Rachiticas, torna activos e vigorosos I
os Adoie cenles mulles e lymphaticos e os ju> 8 achao fatigados em consequencia I
de rpido cresaimento. Facilita a cicatrisacao das cavernas do pulma'nos Tsicos.}
Sendo administrado s mulheres durante a gravidez ellas alravess&o todo o periodo I
da geslacao sem a menor tadiga, sem nausea?, sein vmitos, e dao > lus aj creancasl
fortes e vigorosas.
O Lado-Phoaphato dt cal ai ministrado s a**a>. e s maes que crtto os lllhos,
torna o leite mais rico, mais nuintivo, e preserva as creancas da diarrhea e de outrasl
molestias, que sedeclarao dusinte o crescimento. A dentico opera-se sem [aligar al
creanca, sem que appareca* jonvulsoef.. ...
O VINHO e o XAROPE de Laclo-Phosphate de cal de OUSART despertac o I
appetite e levanta as forjas dos convalescentet- e -leven ser e nj-regados em t-dos
o casos em qae b carpo humano se achar fatig*; oa tnhaurid? *m (oC't.
Deposito em Pa.i/. a, rua Vivienna
ONZE DE AGOSTO
DIRECTOR
Bacharel Manoel Sebasliiio de Araujo Pedresa
es-:
-os
v^
Telcphone 302
As 8uIab deste collegio ficar3o abertas do dia 9 de Janeiro em diante como
determinara os estatutos.
Adnv.tle. b oente alumnoa internos e externos, tanto para o curso primario
como para o secundario.
iCfcftS \HY.\\\l\H,
A cargo do profeasor Isaac Servio Ferreir, desde 1882, coroprenende as
materias seguintes : leitura de prosa e verso em Jittra redonda e manuscri, ta, calli-
grepr.ia, catieciamo, tbeoria e pratiea das quatro operaoes fundamentaea da arkhme-
tica, gecgmpbi elementar, eapecilraenta do Bn>*>l, gr.iannxtica ncua!, resumo
|Me historia do Brt>l, recitsgSo na tribuna e composicao de carta, recibos, etc. A cal-
ligraphia cBt especialmente a cargo do profeasor Mr Pedro Mara Liausa.
Comprehende as materias exigidas para aa matri ulas as faculdades do
Imperio.
O resultado dos ltimos exames toi superior ao do anno precedente, havendo
apenas seis reprova^oes, sendo tres era portuguez, duas em arithmethica e um em
geometra, comprehendendo nesse numero os inhabilitados na prova escripta.
O director contina a eropenbar todos os esforyoa para e maior aproveitamento
de aeus akimnos, e convida os ioteressados a vireni pessoalmente tomar conheci-
mento de sen collegio, onde receberSo as explicasSes que desejarem.
VERDADEIRO
ELIXIR DGUIL
Tnico Anti-Catarrhal e Anti-Bilioso
Turnio por PAUL QAGE, parauceiUco k Lclaae,
PELA PACULDAD1 DI PAM______
tmiCO PROPBIET A RIO DE ESTE MEDICAMEVTO
flIIS, 9, na le Grenelle Saint Gcrmaia. I, MUS
ei iefldn
MOLESTIAS
00 FI0400
MGESrftCS
difflccit
RHEUMATISHA
GOTTA
MaU de ttenla eutnot de tueceuo Un prorido t Mcac
awuauil Jo Elixir da Guiin ; < nLmnU tula
coDOBico o'uais comando pan Mr npregAdo qaer
gssts ou fMearatrvo.
Uflr bfitlw E"*" > tssmtm > tm ful tUI
Cada garrafa de ter accompanttada com o
TUtUO AOBB1 A OBMKK DC CATABBIO (PITDITAJ
liAMlUrtet tmPtrnambuco:^fr-M.aSQTH. I
FEi-REJ
CONTAGIOSAS
Fluiet
DO PE/TO
MOLEtTIAS
datMuIherm
das Crlangu
MC0ICAMENT01 FUNDAS E TIHT1S g
H JT0BA8 AS 9UADA0ES [ I-------r,%
PHARMACEUTICOS^
QDUCrOS CHIMICO-PHARMACEUTIEM E
ESriCIAUDADiS DO TliX
--------Tr^sV1
Lista dos preparados
MALTINA pura.
MALTINA pepsina e pancreatioa.
MALTINA phoppbato do ferro quinina 'e stryohnoa.
Oleo de ligado de ba jalbo com leite peptonisado.
Oleo de 6gado de b eslhio com leite peptonisado combinado com bypophoaphi
i de soda.
Extracto de carne peptonisado.
Alimento soluv-1 destinado a obvisr a necessidade de digerir leite de vacca.
O leite coudo neste preparado eat digerido previamente pela panereatina
Veuue-se na pliarmacia Central
38 Roa do Imperador 38
PERNAMBACO
Licenciados pela Inapectoria de Hygiene do Imperio do Brazil.-
Curm rmfim a eertm pl
ARSIiNIAT01 OURO OVNAMISADO
do
5 7,Rua do Si&ue'de:..Cai-fi,5 2L
Especial dade deste cstabglecimento
E'iir e ruiuiti b Mi
Elixir dentifricio
C' ntra a < arie esmclieciment e d6res oVl dente.
ViDho, xaropes e plalas de jnrareba
Grande sortimento de pendas, psatilhss,' granules e pilulas dos melborea fabri-
eantes europeus e aiericanos.
Gra >de cclhu c;i5o de alcaloides o mais modernos e raros.
Agoea mineraes de tadae s qualidades.
Para photogra|>hla e homecopathla
Alcool rectificado e desinfeoudo, chim ament puro.
A Fbarmacia American. tem urna scelo botDCBopathica ondo ae encontrar
alm doa medicamentos preparados com todo aceio e segundo os formularios hahene-
manios mua acreditados, enrteiras, vidros avalis de todos os tamenhos, glbulos
inertes e medicamentosos, tinturas de plantas indignas o exticas/
Recibe medicamentos directamente de todas as fabricas da Europa e America.
Manipuladlo por prejos commodos e a qoalquer hora do dia e da noito.
LietDdtdopel* lnspectorl* Be-imlitEytfne so Imparto iotmstt.
es do Eotmago, Dyspepsiuo,
Anemim. JFebres, a-
m
SNDALO de MIDY
slpprorido pJtt Ante d'Hygiene io RJo-ie-J*nein
Supprime a Gopahiba, as GtLbebas e as Injecgfla.
tiara om 48 horas todo e qualquer corrimento. E' da rnaor
efficacia as aTecQoes da bexiga, torna aa urinas claras por me
turvas que sejo. Deposito em Paria, 8, ru Vrrienne.

DE
WOLFF& C.
14-EUl DO CABGA'N. 4
leste mui'to cenheeldo eatabeleelnea.
to encontrar reapeitavel publico mmmim
variado e completo sortimento de JOIA8
decebidlas sempre directamente dos melho-
res fabricantes da Europa, e qa o priman
pelo apurado gosto do mundo elegante.
Ricoo idereeos completos, liadas pulsel-
ras, alflnetes, voltae de ouro era vejadas com
brilhs-ntes, ou perolas, anneis, cacoletaa,
botdes e ontros multas artigas proprio
deste generes.
ESPE ALIDADE
Esa. reloglo de ouro, prata e nickeladas,
para hotnens, senhoras e meninos dos ssais
acreditados fabricantes da Europa e Ame-
rica.
Para todoa os rticos desta casa garaa-
te-st> a boa qnalldade, asalaa como a modtei-
lade nos preces qae aa sem eempetacla.
ri'esta easa tambem eoneerta-se qual-
quer obra de euro en prata e tambe aa rel-
ales de qualquer quadade que seja.

: 4--tua do Cabug-4

ADMDOSTRACiO :
PARS: >,aelevard MeBfaatjajlaM |
PASTILBAS DIOESTTVAS
vl=hr com o Soes extraaos das
de gosto agrsavel e ena aceso
/sEn am?
KiHa
E PAR ACABAR!!
Um a Aza e as DigestSts
UES K KaT PURA BAMHOS. Um rolo para um l^antao, para aa pessoas que nao
Mr* evitar as unitacSes exigir em todo os productos
MAHOA O A. OOSCPi DE VIOHK
kHBavBs^BssaBsaa^B^Bs^aaBBflBBsassBs^^^^BMSjo]Ba'TBBraaaaasB
de phantaBa par*'^-'"-, S0 e 240 rs.,
, iem, o que f^' jfflgL* 240 a 28
Tecidos de
Setinetas
Renda da ChinB, bran
Las modernas, a '
Nansoes de cores
Merinos de core
dem preto, a '
Setins Maeo, i
Casacos pretos p
Mantilhas brasi:
Fichs pretos e c
Tapetes avelluda
36*
v
-
o covado.
, At 280 ra., o dito.
240 e 280 ra., e dito,
ito.
0 ra., o dito.
00 rs., o dito.
< dito, .
1 e 1,5000, o dito.
.eenfit%dosJjl^5JJ000
e35|000.

000 e 60000; sao grande..
20000 e 160000, um.
8. nolvas :
20000.
i
Grintldas e veos i
Colchas de crochets,
GaamicSes de dito pr a 80000.
Leques e esperlilbos l
Setins finos, a 10000
Damascs e popelina bi. "j e 10400, o covado.
Guardanspos de libo, r. 0000 e 50000, a doma.
toalhadoa bordados, a ly-uU, u metro.
Pecas de esguiJo para casaquinhos, a 40000.
Madapolao americano, a 6001I, 24 jardas,
dem pelle de ovo, a 60500, 24 ditas.
Algoda superior, a 30000, 40000 e 50000.
Completo sortimento de casdrairas.
Cheviots preto e aaul, a 30000, o covado.
Casemiras de cores para costamos, a 20500 e 30000.
Camisas inglczas para* bomem, a 360000, a duzia.
Seroulas bordadas, a 120000, dita.
Lencos e lindas caixinhas, a 10300 e 30000, a dita.
Meias inglezss para homem, a 20500, 30000 e 50000.
E muitos artigas que se vendem com grandes abatimentoa.
As vendas em grosso teem o descont da praca.
O J A n H
Pereira & Magalhes
SCCESSORES DE
Carwo da CDola k G.
59-rua Duque de Calla* 69


4
d CUoross. Anamia, todu m Mull I te Bytlama US oso, t:
maii rabaida, BfolasUaa oaironlo das Polsaoss, ta, ta
Ai salares U1artrso3aj ludios* *bb iliimlii e pisr listn mf anKiiBiiri
o pnauiro i o nw marjteo doa rttxmMilumlm.
O FRASCO I e FRANCOS (XrsC rMKgjL) #
TodotrettoquenootrouxeraUarctide Fa*tcareiiUT*^e*eatrHt*tHer+<-lf*. "*"*~'~ |
dmt, ssr rljui'asninU rsoosasto. -4^* _"
ao. -^
whakc- a. so an,*A a c-.
--------------------------------- aaoda.1]
rWdel6 OOO at^'^^ I r*^ e\m CUHO
IvAROCHE M^rnssosTieTX-^* '^lUB, VIENME, NMB, ts.
O (lulna-Larochs-te i um qumlquer preparado porm, rtsuadc^detrabalbosjm
fjsmgirmmmaWmmait altas rttsmpensas do Eitado. O nesm rorrumsjsBB
FUNDICAO GERAL
ALLAN PATERSON ft C
N;44--Bua do Bram--N. 44
UNTO AESfA(5A0 DOS BOSUS
Tem para vender, por pret.o mdicos, as eegui t-a fi
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
Crivacoa de diversos tamanhos.
Rodas de espora, dem, dem.
Ditas angulares, dem, idemv.
Bancos de fetvo com serra aWalar
Gradoamento para jardim.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos modeles *
Portasd fontalha.
Vapores de brea de 3, 4, 5, 6 e 8 cavallos.
Moendas de 10 a 40 pollegadaa de panadura
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se de conoertoa, e aaaeoUmeoVo do
.rcitalbo com perfeicao e presteza.

fuWr\


nambcuSabbado 21 de Jaueirt -de 1688
n-------__________





UTCERiTUR
Pfiutara aatiga e pintor.;
derua
mo
D. Diogo. Apezar dos sena celebre Ojnt- Floran} e ergueu sobre Roma abarta o
tos, n6 liaba predominante tendencia\duomo andaeioso de 3. Pedral
religiosa de quasi todos os pintores htttp*- A iua vida tova a omnipotencia do^aeu
Era tobreti.do o ehronsta dea
Aa telas dos grandea meslr s,sosas
idoaea estrophes da Form,Vasaombram,
en'vam... e desalentara. Parece ter-se
. peididoo segredo da suprema perfectb-
lidade sonhada o modelada coi Unto amor
i inspiragao da Renascenga. -E' que a
Arte era entlo urna fervorosa religiaj de
rentas e de apostlos. Os que tinham o
culto eterno do bollo nlo se sentiaro d s-
locados^ Upayss, como se eentem os ver-
da ieiros artistas no nosso meio de hoje.
Rodea vaos uma-atmosphera de cnthusias-
mcj de calor, de gloria, onde sa abra lu-
minosa e plenamente a flor roysteriosa do
Ger.io.*
Deslumhra olhar para tras, p>ra esaa
senda esplendida dos grandea pintores do
seculo XVI e XVII.
i2m Franca, Watteau, o delicado
pbantasista dos camaieux, e das vigosas
Pastoraea.
A admirado produrida na requintada
Frauga da Luis XIV por aquellas figuri-
nhiF, deliciosas como um idyllio ue Flo-
riaa, s pode comparar-se paixlo do ar
tia:a pela pureza do trago e da c6r. Wat-
tesa apsgav.1 com frequencia os seus qua-
dros que nUBca julguva suficientemente
perfeitos, apezar do reunirero, segundo os
msis exigentes crticos, o colorido do Ve-
ronse e o desenho de Teniers.
E alm do famoso autor da Ftte cham-
pire, quantos gloriosos na antiga pintura
iranceza '
Entre todos, destaca se sero duvida o
nomo do Lorrain, o poeta da pasagem.-
Ninguem como elle soube anda dar tanta
transparencia agua, tanta frescura s
soetbras, tanta limpidez a um raio de sol,
tic profunda verdade luz da roanha, da
tarie ou do crepui.cuto.
O encanto dos aeus desenbes i;;ua]ou o
dos seus quadros. Era alguna tragos, faz
agitar as arvores, vibrar o ar, ondular a
agua ou fugir.no fundo da tela um bori-
socto sem limites.
E, quadros e desenhos eram to apito-
nadamente disputados, que muitos foram
lbe roubados, aindo em esbogo, pelos dis
cipulos.
Foi entlo que o pintor fez o celebre
Ltfcro di Verita, cora a copia de todas oa
trabalbos que concluio.
:EbU especie de lbum, verdadeiro the-
sotiro sem prego, foi depois levado clandes
tinamento para a Inglaterra. Pertence
hoje s magnifica s collsccBes do duque do
Devonshire.
Em Hespanha, apparecem-nos victorio-
saraente Velasques, Murillo, Ribera, Mo-
rales, Alonso Cano, Zurbaran.
A piutura de Murillo foi urna revelaglo,
qu9 comegou por orp ender todos os artis-
tas e acabou por arrebata! os, por dar Ihes
voutade de ajoelhar dianu d>.quellas su
blims ConceicZes, em que viam, nlo a
Virgem roagestosu das cathedraes, mas a
do je nazarena das tradgoes populares, ap-
pa.recendo sob aspecto de urna peninsular
castamente simples, risonha como a ma-
drugada, como a flor nevada dos laran-
jaes de Sevilfcw.
Como Rapbael, Murillo unJO.=-Tere
discpulos, mas nao teve intaores.
Os quadros de Morales, quasi s.-ropre
reLgioBoaj^sSo^iTum mysticismo eubtil e
.iutuJuante. Conhece-se que nao foi a in-
fluencia dalinha-alias irreprehensivel,
ms dasalmas-o que sobretudo alli vi
ven. Os hespanbas cbarauram lhe El Di
vitw. E, efectivamente, ua execugAo pri-
mcroflte etherea dos episodios da PaixSo,
asauropto que de preferencia o attrabio,
reflecte-se toda a su. nspiraglo, sonhado-
ra, otpiritualista e crente.
O pincel da Velasques '.,ue o avaro
Pbilippe IV dizia nao ciar por am reino -
foi aristocrtico como o altivo e elegante
nbea. -
picadores.
odos Os gneros do pintura se .doma-
rara sua vonlade caprichosa : Upes,
maes, aceas de gatero, assumptus hist-
ricos, paisagens.Mas para o eternizar,
babtc.ria cora certexa a admiravel galera
dos s^us inimitaves retratos.
Entre AUnso Cano e Zurbaran, vamos
as telas palpitantes do Ribera.
Nem as homenapns que rodearan o
8ombro'/'iSpa te napolitano, onde viveu e morreu, pude-
raro adogar-lbo a thantabia terrivcl. Se
poreui lgubre, i inspirado. Pode dar
um oalafrio, mas faz estremecer ao mes-
rao tempo de horror e de admraglo.
As escolas hollandezas. e flamengas fo-
ram, senao mais mais brilliantes, mais fe-
cundas ainda.
O seculo XVII deu-lbes prdigamente
Qerad Dow, Potter, Van Ostade, Rera
brandt, Ruysdael, Teniers, Van Dyck,
Rubina e quintos ainda.
N5o ha ninguero que nao conhega (ae-
nXo no original, en copia ou gravura,)
polo meos Rembraudt, Van Dy.k e Ru-
bens.
Rembrandt teve a profunda e tranquilla
sobriedade de um analysta.
O fino collec-ionador de Amsterdam,
paixonado de bronaes, de porcelanas ra
ras, do raarmor s, ce estofos do Oriente e
de delicados missaes enflorados d'illumi-
nuras, traduz-sa pouco nos seus quadros.
Estes, principalmente preoecupadoa pelo
ello severo, sao antes de tudo urna vio
toria do estudo, da observagao e do rigor.
Era Van Dyck, tonsubstanciou-se toda
a graga espirituosa o mun ana das cortes
de Carlos I e do duque de Siboya.
Ao contrario de Rembrandt, a copres-
Biooista individu^lidade de Rubn pinta-
se poderosamente as suas obras. LS se
aellas toda a existencia do bello artista-
embaixador, igualmente familiar magni-
fleencia e ovagao.
genio : Veneeu do mesmo modo o poder
e a idea. Audacioso, sereno, iniomavel
cmo o ctdro, coroprazia-se em desafiar a
tompestace. MtW os defeitos de Julio II
ou as enfurecidaf rivalidades de Braroant,
apenas esiplosiam para irera cabir, venci-
dos, diante do poderoso Titn.
Da resto, nao nos devemos admirar de
que a obra prodigiosa d'este subjugasse a
sua poca. Ha quatro seclos que ella
assombraimpereciveltodos os pensado-
e tocos _p3n8a'lores e todos os artistas.
Finalmenteantitbeso sublime do colos-
so florentino vemos surgir Raphael, a
ideal espiritualisagao da perfectibilidade e
do geaio.
Uto Ticiano foi a luz e Miguel Angelo a
forgs., Raphael foi o magnetismo, oapti-
v.nt', profundo, irrasstivel..^Previlegia-
dos de todos os dona, o seu pincel rever
beroi a sua alma, a sua figura e o seu
nomo. Da Leao X sos discpulos queri-
das, dos mais Ilustres aos dissipulos que-
ridos, dos mais Ilustres aos mais profanos
aa arta, essa iofluen.ua, penetrante e sua-
ve como a palavra d'ura evangeliaador,
nunca eu:ontrou rebeldes.
Cierno que os nao teve aiula. O nu-
mero dos entbusiastas pode hoje ser igual
ao jrente3 de cntao: A sensa-
gao i: a uesma.
Os primeiros santom-se commovidos ; os
seguados, fascinados.
Por sobre o trago purissimo e o colorido
impacoavel do artista, ha um nSo sei que
tao tito e inmaculado, que para o huma
nizarinos, preciso procurar a hellenoia
formosora romana n'essas radiosas telas
onde paira, como um reflexo da Divindade,
a eterna luz do ideal e do bello.
Depois de olhar este grande e victo-
rioso passado, como nao sentiremos urna
imprissao profundamente desconsoladora ?
Que pobre descendente d'esses millio-
narios do genio se mostra a pintura mo-
derna I
A inspiragao dos artistas difflsil e rara,
a rao-a
POR
JLES DE GASTYNE
euud4 parte
IV
(Coninuactlo)
Mesmo coutra mim ?
Mesiuo contra a senhora.
Luiza Poitevin estremecau.
Os ollios brilharam lbe de uoo modo

sel-
de
Mas todas as obras primas c todas as como o entbusiasmo que as cerca
glorias diiS outras escolas, o que sao dian
te dessa maravilhosa e exuberante Italia,
que de Ciroabue ao Dominiquinovio
nascer Leonardo de Vinci e o Correggio, o
Perugino e .\ndr del Sarto, Tintoretto e
Salvador Rusa, Ticii.no e Raphael, Paulo
VeronBe e Miguel Angelo ?
E' impossivel, u'uma apreciagao d'al-
gumaS linhas, considerar, mesmo de relan-
ce, este grupo offuBcante, fabuloso quasi.
Ha apenas ensejo e espago para, rpida
mas ccimmovidamente, parar dianta dos
seus, entre ti/dos fulgurantes nomes : Mi-
guel Angelo, Rapbael e Ticiano.
Mais do que nenhons, estes verdadeiros
predistinados da arle desmpntiram a pre-
t-nciosa e hypocrita phrase de Lsfontaine:
i Nunca da flores o caminho que conduz
gloria.
Ticiano vio Carlos V. apanhar-lhe reve-
rente do chao o pincel, e acclamarom-no-
como um principo os papan e os reis. Foi
porm a edrte festiva e galanteadora de
Affonso d'Este a que de certo maif in-
flaencion a maLira do ioimoital pintor
A** Magdalenas.
As suas aantaa como aa suas nymphas,
as saas duquezas como as suas Venus,
realizara o ideal da plstica paga.
V-se n'esse Taante colorido que illu-
mino-a toda a escola de Veneza, pasear o
serriso de Lucrecia Borgia e o sul capitoso
de Ferrara. L,
J alguem cbamou a Miguel Angelo
um milagre da natureza E com
effeito, ebega a perecer sobrenatural, que
dentro de um ecrebro, podesse caber essa
forga mltipla que arrancn do marmore o
Pentieroso, cantn em formosissimos ver-
sos a belleza de Vittoria Colonna, tragn
na capclla Sixliroa o poema do^ Juizo Fi-
nal, detendr heroicamente as mralhas de
E,-ultima e triste^ innovagao, oeonoen-
eionalismo naturalista invade a arte, como
um xito de moda excantrica.
Disemos convencionalismo naturalista, e
effeccivamente, o que o naturalismo na
pintura, como fim exclusivo, sena? um
processo convencional e determinado?
Porque a oonvengo ha de existir sem-
pro em todas as artes, ou es;as passariam
a* ser, pura e simplesmente, soiencias
exactas.
A diffarenga est no mobil e na orien-
tagao.
Ab velhas escolas buscam um dado eff
to na harmona, na grandiosidade ou na
graga : os naturalistas teem a preoecupa-
gao do feito, do extravagante e do tosco.
N'um quadro realista nZo ha pelles rosa-
das e fresca, cos lmpidos, estofos finos.
Ainda que se pinte urna bella manha de
rerao, ama traperie de seda ou urna ca-
bega de creanga, a uanba ser opaca, e
seda tera tintas grossas como remendos a
a pella da creanga lembrar a de am ve-
lbo meadigo. O que se procura, cima de
tudo originalidad*, aejn ella, exagge-
rada, chata, ignobil oa incoherente.
Parece-nos que nnguem pretender ad-
mittir que a arte s de uns forma possa
manifestarse. Ha de certo arte crua,
horrvel mesmo; n>i, para que esta se
impooba e fique, preciso ser espontanea
ou grandiosa.
E ainda assim.. eremos que todos
lbe preferirao a transfiguradlo oa a perola ;
como acreditamos que, sobre todas as
phantasias e todas as escolas, o bello, sim-
ples, puro, harmoooso, fj, e ba de ser
sempre, o triampbador supremo, nvenci-
vel e soberano.
Daniblla.
......-
vagern. .
Lavantou o brago, um brago vestido
negro como a faUlidade.
Acautele-se, dise ella com urna voz
vibrante, acautelase, porque o senhor e os
seus poderSo ser esma^ndos na tormenta.
Eu de nada me esqua', se o senhor j
naa so lembra. Niuguem se atravessa no
caiuinho de urna mulber qua quer vingar
se, sem se cxpr a apanhar pelo rosto
com -os estilhago8 da sua vingang. Pode
oaLular pelo primeiro golpa vibrado cou-
tra o duque, de qua natureza sera o os
meus ataques.
Foi ento a senhora que o- psrdeu ?
Fui ou. E pola ir dizer-lhe. Terei
at grande prazer era qua ello saiba qual
foi a mao que o ferio.
Mas essa confiaso mesmo o absolve
Esta confissSo feta ao senhor, ulga
qua eu a repetira nu presenga de qual-
quer oatra pessoa ? E quero lbe dara
crdito? Entra a sua palavra interessa
da e a min&a, que parece looge de o ser,
quem hesitara ? Porque eu negarei tudo,
previno o, tudo quanto tcabo de dizer-
lhe... a miutia naconali iado, o meu no-
me, tudo, tudo... aou mistress Ciar-
kson... Tanho um cento de cartificados
qua o attestam. Tenho um cento de pes-
soas dedicadas que o afirmaras, e das
mais consideradas... As su'.s palavras
stro consideradas como falsas, jor todas
aa pessoas serias. E' tempo ainda...
Rtflica. Paz ou guarra... E lem-
bre se de sua filba !
E antes que o '.oronel, abatido, tivease
podido responder urna palavra, Luiza ti
nba desapparecido.
VI
Era effoctivamente Luiza Poitevin, a
giba do meirinho de Verneuil, que o coro-
nel Boislaurier, seu ant'g> noivo, en oa-
FOLHETIM
VICTIMAS E ALGOZES
POR
EMILIO HE RICHEBOURG
Ql'AKTA PARTE
A NETA
trava em Pariz, oo aposento da praga do
Vendme, com o nome de mistress Cla-
kflp.
Como, em vrtude de que aventuras ti-
nha ella ohegado aquella posigo? E
o que vamos narrar o mais brevemente
poBsivel, para nao demorar por muito tem-
po o fio da nossa historia. Que foi ella
fazer a Pariz f Que papel representou
nos acontecimentos qua se passaram no
Club do Boulevard dos Italiauos ? Vamos
dizel o aos nossos leitores. Por agora,
voltemos pooa em que o dnque de Mor
lac, expulso da casa paterna, esmagado
sub o peso da maldigao de todos ca seus,
sem dinhero, foi obrgado a sabir de Pa-
riz, da Frange, e ir procurar em outros
cos a fortuna e telvez o esqaeomeuto.
Luiza tinba-o seguido, como j vimos,
sem explicago, coceo um cao que segu o
douo. Seria sempre feliz em qualquer
parte oade elle estivesse.
Tomaram o paquete no Havre e dirgi-
ram-se para America.
Luiza levava comaigo o filho, um filho
do daqoe, que tioha ento poneos mezes.
JoSo de Morlac, com o espirito firme, o
ar carregado, apaas responda a suas
perguntas.

(ContinuagSo do n. 16)
XVI
O liarao Irlampia
Failou ae primeiro um pouco do lulo e
quasi nada de Lourenga, que, naturalmen-
te :aao estava presente entre rista.
A marqueza levou-o com geto a fallar-
lhe da familia, e elle repetio essa cont
faotassta, narrado outr'ora ao Sr.. Lionnet
e s. Genoveva, no jardim do -bsnqueiro
Lsncastan.
__O mea avO, Sra. marqueza, conti
nnou elle, conheceu o Sr. duque de Tr
vlle, o seu nobre pai, em Stuttegard, onde
ello so fixou depois da emigragao.
- Com effeito, Sr bario, o duque de
Trille habitou em Stuttegard.
__Meu, avo, C|ne tiuha igualmente em>
gr.do para a Allemanha, encontrou o Se.
duque de Trville em Stuttegard, onde fi-
?eram relarSes de amizade, se bem quo o
bailo de Livron fosse de nobreza ranito
inferior.
: As suas relagBes duraram at a morte
do Sr. duque. Quaodo eu era crianga, ia
muitas vezos casa do meu avo, nesse
tenipo nutoyelh) o enfermo. Limbra-
me que o nome do duque de Trville ap
pareca muitas vezes na sua conversaglo;
i-itiiva-m'o "como nm dos mais cobres ca-
racteres que bao oxistido.
Poderia, Srn. marqueza, conUr-lhe
muitos factos, que faziam a maicr honra ao
8f. duque. Um desees factos, sobretudo,
fs O Bomem.
ii Um_dia, am coroael ailemao, julgan-
do sor agradavel ao Sr. duque de Trville
e labendo que falla va cora um emigrado,
atrsveu se a dizer pbrases offensivaa na-
gao franceza. O Sr. de Trville protestou
com iadigng3o e accrescentou :
c Era Frange, posso ser realista e
adveraario daquelles que nao partilham as
minbas opniSe., mas no estrangeiro, Be-
nbor, nao son senao franee 1
< D'ahi, Sra. marqueza, rcsultou um
duallo, em que o corouel allemSo ficou
morto.
E' verdade, tenho uma aga lem-
branga disso, dsse a marqueza, muito li-
sonjeada por ver fazer o elogio do pai.
Passaram-se muitos annos, depois do
tempo ero que eu ouvia com admiragao as
historias de meu a?5. Morreu, meu pai
seguio o de perto no tmulo, depois veio a
ves de micha mSi.
A voz tinha lbe tomido uma inflexao
commvida e o barao tirou o lengo para
limpar os olhos
Sra. marqueza, continuou elle, dea-
culpe nao poder dominar-roe. A mnha
vida tam sido agitada, tenho passado por
muitas vicissiludeB e estas lembraogas ma-
xem-me profundamente com o coragao.
Sra. de Sauliea, essa que estava
realmente commvida.
Estava vemida, codojuistada.
O b?.rSo nao se enganava, quando pen-
sava que quasi sempre se vence por exces
so de t-udacia.
A marqueza dsse simplesmente ao aven-
tureiro ;
Sr. barao, quando conheceu Louren
ga, julgava a filha do Sr. e da Sra. Drivot,
ella era pobre, o senhor amou a e pedio-a
om casamento ; a sua situagAo para com a
micha neta fiaa a mesura ; desde j s casa
da marqiezade Sauliau lhe aborta. Lou-
renga ama-o, o senhor ser sea espoao.
Oh I mioba senhora.... oh 1 Sra.
marqueza, balbuciou ello com voz oppri-
mida, oomo se a coooroogao da alegra
abafasse.
Qai cabir de joelbos, ao p da fidalga,
ella impedio lh'o e estendea lhe a mAo, na
qual elle depoa respetosamente um beijo.
O Sr. bario tinba mais Jeorfczanr do
que os afeminados da corte do famoso da-
que de Orleacs.
O b.rao nlo desconhecia que era uma
experiencia porque ia pastar e que poda
ser dirficil, nSo para elle mas psra a roe-
Logo ficou socegado quando vio que
Lourenga, mais hbil comediante ainda, do
que elle pensava, ee mantinba na altura
do papel, com uma inteHigencia e babilida-
de digaas de todo o elogio.
Diante delle o da u arqoow teve uma
attitade conveniente e em conformidade
com a sitoaolo: olbares tmidos, rubor dis-
creto, commogao calculada,
mesmo natural.
que pareca
Senta que> a sua vida desmoronava-se,
o arri-p^ndimento chegava-lhe gora.
Que ia elle fazer na Amerioa 1 Que
seria delle ?
Na America, como em outra qualquer
parte, a fortuna diffi de conquistar.
A sorte favorecel-o-h ? Nao iris, pelo
contrario cabir na miseria final T
Depois pensara em seu pai, que deixa-
va e cojo coragilo traba" perdido para sem-
pre, em Juliilo, que ia casar com Reine e
que ia ser feliz e rico,, omquanto elle tal-1
vez 85arrastassn pelas ras de Nova-Yotk,
desanimado, esfurrapado, com a barriga
vasia. Nda maia tinha a esperar dos seus,
nuda.
Nada ruis tinha a espsrar do seu nas-
ciroento, do seu nome.
Na America, para onde ia, tudo aquillo
deaappareceria.
Soria um dos trabalbadores anonymos
qua funuig-jm no Novo Mondo, na espe-
ranga do arrancar-lhe as despezas que lhe
recusou o antigo continente.
Nao era um horneen como os outros;
era roen s que os outros, que sabiam tra-
balhar e ganhar a vida.
Era isto que agora va claramente.
Nao sabia so devia U3ar o seu nome e
o seu titulo, qua apenas serviriam para o
tornar m* miserave aiads.
J nao tinha por Luiza bastante amor,
para qua a presenga de sua amante o con-
solasse de tudo quanto elle perdia, deixan-
do a Frai ga.
No estreito baliche, "por onde elle pas-
8eava-a pasaos largos, a filha do meirinho
conservava-se immovel, sentada na cama,
com o filho meio n sobre oa joelbos.
Contemplava o amante com um ar as-
sustado.
Tinba medo delle.
Em que peusava Joo r
Em que meditava ?
Que ae tinba passado durante os poucos
das em que esteva ausente ?
Sabia quacse tratava (Je um brilhante
casamento para elle.
Quando voltou, Joao disse lhe que o ca-
samento estava desteito.
Isso o contrariara tanto, que o reduzira
aquello estado ?
Entretanto elle nao. lbe havta derigido
queixa alguma.
Nao tinha feito tentativa alguma para o
reter, apenas lhe pedir que nao abando-
nasse o lho.
Tinha coroprehendido que o amante nao
poda sacrificar o seu futuro por sua
causa.
Sabia que elle j nao tinha nada, e que
nao podi* trabalhar, era eahir na mise-
ria.
Por 680, tinha consentido em tudo.
Elle, porm, tinha volrado.
Nao esa por amor della, bem o va.
A sua paixe tinha enfraquecido muito.
Entretanto, continuava a amalo com
um amor todo de dediaagao e de submis-
sao.
Com os prejuiaos com que tinha sido
educada, o primognito dos Morlac nao
ora para olla u.n honem como qualquer
outro.
Luisa tinha pelo seu titube palo sea nome
oresptito submisso de uma burgueza, filha
do um hornera que occapava uma posiclo
pouco e; timada, para n3o dizer despresa-
da. Considerava como uma grande honra
a escolha que dclla tinba feito o primog-
nito dos Morlac. E entretanto, comevaga a
ter saudades, lembrava se s vezes de
Jacques Boislaurier, da vida tranquilla,
honrada, que teria tido com elle-
Nao Valeria mais do que a existencia
eordenada, ebeia de abalos continuos,
de temeros constantes, qua lhe dava o seu
amante ? Sim, mil vezes sim I Entre
tanto logo que levantava os olbos para o
duque, elegante e nallido, de fronte altiva,
f.\.r.
de olhar enrgico, quasi que so a
da sua resolugao.
Um calefrio percorroa-aao
Amava-o tanto 1
Era o seu re, era o sea Deas !
Padeca por velo ai
triste.* -
Mas nlo sa animava a oterrogal-o.
Esperava que elle so decidisso i
No paquete, o silencio ra ui
perturbado pelo audo sordo da bmM
murmurio das ondas, que vinbata qaafcr**-
te de cnconiro ao navio.
Ella conteroplava-n com o olhar aswM*.
E murmurou quasi atio grado toa ;
Joao I
Elle parou bruscamente o to-ro aa 0-
brosalto.
O que ?
Em que pensas?
Um lampejo brilbon lbe
_ Eu?
Sim ; tu.
Em nada ; por que
ontrariado. Da-a?-
oq-i
po
Os dous esposos nao levaram muito tem
a dar valor ao mrito da professora a
i reserva' era um tanto afectada j quero tiobara confiado as suas duas^mhas,
talves, mas a Sra. de Saulieu nSo podia
ver aquillo.
Lourenga teve alm disso o bom gosto e
o tacto de se conservar calada e de nao
responder senao algumas palav.'as quando
a marqaeza se diriga a ella.
Como j se tivesse passado uma hora,
o barao julgou que nao devia prolongar a
sua visita por mais tempo e, cono bomem
de sociedade que tem pratioa das salas,
despedio-se da av e da neta.
Quando chegou ra, teve um olhar
soberbo e ergueu altivamente a cabega, co
me um conquistador, que v curvado dian-
te d.) si os potentados que vencen o qu*i se
tornaram seus esoravos.
Triampho em toda a linha, pensava
elle ; agora tenho a marqaeza de Saulieu
na mao e tenbo-a bem segara I
A mim, os seus milh8es, Sra. mar-
quesa.
A mim, o mundo ; a mim, o universo I
Tinha os ps no el 2o, mas o seu immen-
so orgulho taaia pareoer ao aventureiro que
a cabega lhe ohegava ao co.
__ Agora, pensou elle, na embriagaez da
sua legria naensita, vou poder tudo ;
impossivel nao existir mais para mira, .-
rei todo poderoso.
A mais bella estrella do firmamento a
mnha !
Todos 03 demonios do inferno sao por
mim I
Dus, se existes, eu te desafio 1
E repeta :
A mim, o mondo ; a mim, o univer-
so I
XVII
A pallldaxlnba
Em quanto se realisavam, em Paria, os
duas criangas encantadoras, que apresen-
tavara o typo siat em toda a sua belleza.
Estas tomaram logo affeigao mestra ;
verdade que Genoveva ttinha odas as
qualidade8 que conatituem uma professora
modelo.
A moga percebia que era estimada e
considerava se tao feliz quanto era possivel
Porque pareces
lita que soffres.
Eq?
Conta-me o que te aooatotoa,
te faz soffrer V
Nao soffro cnusa alguma.
Desde que embarcados, deade qaw
nos acharaos ambos encerrado aaat. ato
me dis sta ama nica palavra.
Porque nada tenbo a diarte, sasa
duvida.
E a teu filho, tambara aada ffisaaate-
Ella approxiiDou para juato falU aa-
tesinho, que agitava s roaos rosadas o aa>'
sorris.
Elle voltou a cabega, contrariad, a da-
se bruscamente : ,
Deixa-me tranquil!) :
Luiza sentio as lagrima* ai
aos olbos.
Beijoa o filho, depois cornegw a
e a solugar.
Jlo da Mari*: bateu oot o p, ap
ciento.
Agora tamos choros marusaroa saV,
Ella disse meiga.cecte :
Choro, porque tu ja me ato aaas.
Elle responden severamente.
Se nlo te tivesse amado, as alo se
araasse, nlo est ria aonde estoa.
Ella murmurou timidamento, aoap^o a
chorar.
Lastimas t-r-me conbe.-ido.
Elle replicn simpleamente :
Certamento. *_
Depois proseguio no sea paaieio giu-
do, com o ar ainda maia teros, a a fresas
maia sinstra.
Luiza tinha sentido, com s que 11* pala-
vra spera, um grande fro geiar-lbe toda
o sangue.
Nlo disse mais cousa alguma, es-aaga-
da pela dor, e cobrio aeu fila de arJeatra
caricias.
Fez-se entre elles sikncic, aa aBajesa
cheio de odio nascents de amesgas
A filha do meirinho nlo se eagana-r:.
Joo j olo a amava ; eoapreaasaa>^
sentia-o.
Onde a com ello ? Qae asna aaa
Jlo, canjado de andar, dtiaoa-oo cabir
na nnica cadeir que hara ao befieae.
Pela estreita janelia que lao dava
dale, contemplava o mar,
lava imroenso, montono, eabaaa
com o sen aborrecimento.
No seu espirito, como ca aasa aaa-
gero, pauava o npasaava lado qaaat ti-
nha deixado ; a sua trra, a asas aaat-
hitos. _a_
Sentia-se s, como quo abandoaado...
A vida apparecia prenhe do
dea, da desgostos, de doro da tas
pecis.
E elle nlo estava habituado


cevada, grandes telhSas de luzerna e vas- de tres kilmetros que percjrrw, atraas
ea-
o contacto
lo.
Via como procuravam, forga de deli-
cadez, fazer-lbe esquecer o que podia ha-
ver de penoso para e'U, paquelja s.uago
subalterna, era casa do estrangeiros. Em-
fim, enaarava o futuro, senlo sem tristeza,
pelo menos se.n susto.
Talvez quo u.n dia as cbagas do cora-
glo se lhe fechassem, talv.'z que conse-
guase esquecer.
Era sem duvida porque uma looga dis-
tancia a aeparava daquelles, cuja lembran-
ga nlo lhe Baha, um momento, do pensa-
mento, que ella va chegar, sem nenhuma
apprehenslo, o momento em que partira
para a Russia. _
Entlo, o sacrificio seria definitivamente
curoprido e ficaria provavelmente menos
tentada de desistir.
O oastello de Noivans, era qua o conde
de Maurienne se tinha installa lo, lego de-
pois do invern, afirn de elle mesmo vigiar
a restauraglo de um trrelo feudal, acha-
acontecmentos que acabamos de contar,
Genoveva est as montanhas do departa-
mento do Isre, no caatello que o conde de
Maurienne, amigo do principe de Mehkoff,
possuia a algumas leguas de Grenobie,
igualmente a algumas leguas do convento
celebre, conhecido sobo nome-Grande
Cbartreuss.
O principe Mdikoff era em toda accep-
ylo da palavra um grande senbor, muita
intelligencia, muito instruido e que, por to-
da parto onde passsva, deixaxa a impres-
alo de um hornera de grande vator.
A princesa, to perteita como o marido,
attrahindo aa sympathias pela affabilidade
e pela simplicidade daa anaa maneiraa, era
muito apreciada na grande sociedade ptri-
zienie.
va-se situado naquella parte do Dauphin,
onde as ramificagfjaa dos Alpes faz\n da
quella regiio uma das mais pittorescas da
Franga.
O castello estava edificado em um pa-
teau muito elevado, ao qual se chega por
urna estrada tragada em curvas na fralda
da collina.
Dall o olhar abraga um horiaonte dos
mais imponentes que se podem ver.
De um lado Isa o vulto do Belladona, do
outro os cumea do monte Olon o do Pel-
voux, esso gigantes cobertos de gelos ter
nos.
A leste,-o monte Tabo e a muralha de
mais de tres mil metros que separa a
a Franga da Italia.
Os pontos graciosos allernam so com os
pontos magostases.
E, a alguos passos, erguem-se roeheaos,
mostrando os seus ciroos dosoalvados ; mais
looge, florestas de pinheiros acompanhando
oa flancos e oobrindo os oumes das monta-
nhas ; depois, maia abaixo, frescos valles,
no fundo dos queea correra .fontes lmpi-
das qae desebm em ossoatas naa monta-
nhaa, depois ainda, campos do trigo de
tas varzeas, ende pastara manadas.
A natureza tem encantos irresistveis
para os cora<,5es mortificados na contem-
plaglo das obras de Deus ; o infeliz
qaece o que tem soffrido com
doB hornees.
Dapois de ter sido provada por to vio-
lentos abalos, Genoveva sentio em si um
verdadeiro bem estar ; tornou a achar, nlo
a alegra, mas sim serenidade de animo,
que podia engaar quelles que a acompa-
nhavam o persuadil-os que era felia.
Para procurar diatracgSea aos seus hos
pedes, o conde de Maurienne obrigava-os
todos os diis a fazer uma longa excurslo
nos arrabaldea e convidava da noite os css-
telISes da visinhanga.
Genoveva, de quem a princeza tinha ga-
bado o talento de msica e de cantora, era
obrigada a ceder s instancias que lhe fa-
ziam.
Os elogios que lhe eram teitos puzeram
prova a sua modestia.
Admiravam Iba a belleza, a diatncglo e
a graga das msneiras, o tacto fino das res-
postas.
Estava naa suas mos ser o dolo da-
quella sociedade e saborear todos os gozo
do amor proprio.
Mas nlo era sem constrangimento que
ella se prestava s exigencias da socie-
dade. .
A's mais bnlhantes reuni3es prefera os
pasaeios solitarios.
Tinba prazer em errar pelas fraldaa das
montanbas, em cismar, sombra do ro-
chedo ou junto de uma ponte.
Alli, ella pensava nos amigos que tinba
deixado em Pariz ; no Sr. Lionnet. na
marquesa de SaulUu e nu moyo de reca-
dos, os quaes ella nlo partira para a Ra-
sia, sem ver ; mas, pensava tambero na-
quellea que nunca mais tornara a ver, em
Henrique Merson e na mli dcsta.
As anas dscipulas dexavam-n'a raras
vezes 80; apenas ella se afaatava para se
entregar s suas recordagoas, as duas me
ninas vinham logo procural a psra que pas-
eeasse eom ellas e Genoveva apressava se
em Ibes satisfazer o desejo.
Por ama tarde serena, todas as tres se
tinham posto a caminho para ir visitar um
monumento drnidico, muito curioso.
Era uma pedra, collocada em tas coa-
digSas de equilibrio, que admirava quo um
p de vento a nlo houvesse derribado ha
muito empo.
Estava no meio de um lagar de grande-
za aelvagem, que seria suficiente para at-
trabir os touristes.
A profossora o a dsoipulaa tinham maia
atalhoa inontanhososos, aricado* i
dos ; mas Genoveva e aa
masas, j habituadas a trepar
nKns, Kupportar*m slrgremeati a
de uuia caioinhada, ua pon.o m/m
nesse dia.
Chegados perto da podra as
e Acarara em conteroplaglo diaata da pa-
norama grandioso qae se laea deaenroiava
diante dos olbos.
A seus pea um lagosinbo rtfiaetia a isas-
ge m verde dos pinheiros ; aa Unge ai
montanhas erguiam-ae gig.nteeeaa a aa-
ve brilbava aos raioa do sol.
Todaa trea, recolbidas, deixaraaa-aa iear
e admirar a esplendida paysagea. ____
De repente um canto roodalaco par aaa
voz doco o harmoniosa chegoa-lba aaa aa-
vidos como am murmurio.
Genoveva estremecen.
Nlo era a aorpreaa do our aaa vos a
am canto naquella lugar deaorta
em e que cauaava a coromoglo da
% que a roa centava aquella rosos
tulada Cancho vdha, que elU
cantado qoinse das antea para
vel marquesa de Saulieu.
Toda tremola, poa-se a caeator j aaa a
voz calou-se e nlo ae ouvio atis qm ra-
do sordo do vento aos pinbeiroo.
Entlo Genoveva lovantoa a
procurou com oa olboa ; vi* logo a
paasos e por cima della ama avalber
tada em am roebedo coa ao pana
d entes.
Aquella mulber era ainda aog*.
Cobra-lbe a cabega ua ekapaa
Iba de abas largas; oa caballos
pelos hombros.
O vestido era de um tecido
um grande lenco de algodao da
vermelbos envolva lbe o busto.
Algumaa cabrea o carnoiroo
perto della, a berva magra, da
De repente levan toa se e ficou de p casa
o olhar perdido no espaed o ca e/aa asa-
mando.
Genoveva pode entlo el
attenclo.
Notou que a cabreara d-avia
muito bolla em outro tempo,
o era.
O contorno delicado daa
cheio de nobreza, a flaxabBaasla
vimentos, tudo contraauva aaa a
do aeu trajo. ... j
E Genoveva nlo pJo donar m i
esto reflexlo :
Pareo* unta fidalga dsfaff
oampoaeaa. ^^^_^ (C____
TfpTdoDiano, roa Daqe as I
-1
/
ti


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