Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19138


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Full Text
Aflu] LilY
PABi A CAI'irAL B LtOABE^i OX1IE I*.O SE PACA PORTU
Por trea roexc-s adiantados............... 6aJ0G0
Por seis ditos idem................. 12$000
Por uro tinto idem v ................. SpOOO
Cada nuraerj avulsoj^do mtgfcjo dia............. 0100
M-mk J DE Jiim DE
PAHA l>L:\WtO li FR1 DA PROVINCIA
Por sois mexee adjuntados...............
Por nove ditos idem................-.
Por utn anno idem..............~.
Cada numera avuleo, de das anteriores .y-......;. .
13*500
20,5000
27*000
4100
.
propritalu bt JR&uo jfi&wevcfa i>t -tana Z\i\)o*

. f

\
v
i
'

o. -----------------
Wim PABUCULAH 00 DIlRiO
RIO DE JANEIRO, 19 de Jaaeiro,
1 hora e 42 minutos da tarda (pela linha
terrestre.)
fcsllecu o b.tuirel JoSo da Costa Reg
Mcnteiro, natural de Petnambuco.
Se guio lni" u> paqu.ta americano
para o norte, o Dr. Guilhirme Crn, de-
putsdo geral pelo Para.
SEfiiTP 00 CENTRO TELEGBAPH1G0
\ Di IHPBEHSA
(Par o Diario de Pernantbttco)
VALPAfiAIZO, 19 do Janeiro.
olera diminuc de iutensidacU' no
IM, 19 t!c Janeiro,
usiia agglorot-ra tropas na fronteira
lati.nii.
Turifica lo que o principa Ksrageor-
ritclt, aooiaio pela Ruasia, pretende o
areno da Blgara'..
LIMA, 19 de Janeiro.
Dersm-ee motins aqui em consequencia
de ter icio decretada a ezpuleSo de Igle-
sias.
DIO DE JANEIRO, 19 de Janeiro,
1 bora e 35 minutos da tarde (p;Ia linba
terrestre.
N.' ha noticias acerca de S. M. o Im-
perador.
As apolk'es gures do 1:0005,
juro de 5*f0, eSo negociadas 9504000.
A tax do cambio sobre Londres,
90 d. v., foi hoje de 24 d. por 1$000, e
reservada de 241|8.
SEflVICO Di AGEJtCIA MUS
EEi.LIN, 17 de Jtneiro.
Ten lo se espalhado boatoi de um at-
tentmlo contra a vida do KrnopriM da
Allematilia a noticia foi offi talmente des-
mentida.
Es''o tomadas medidas excepcionaea de
rigor contra os socialistas.
ROMA, 17 .1, J.neiro.
}\ SantidKde o Papa L~ao XUI con-
ced:u u,.-. eaajJ n /a mi enviad-i de S. M.
O I jj Almeida', aro. v'rtude do conflicto que teve
jom o ministro da Marinba.
BUENOS AYRES, 19 do Janeiro.
Consta que prouopt*mente serio unifi-
cadas as dividas da Repblica Argentina.
N provincia de Salta nenbum caso
novo de cholera deu-so de honteiu para
hoje.
SANTIAGO, 19 de Janano.
36 caaos noves e 11 bitos de cholera
durante as ulimas 24 horas.
VALPARAIZO, 19 de J.neiro.
75 casos no vos e 23 fallecimentos da
epidemia reinante oram assignalados hojo.
VIENNA, 18 de Janeiro.
Continaam a cirouhr boatos de guerra.
Diz so que o governo russ > vai propr
o principe Kirageorg -vitcb para a Bul-
garia, aas que as priocipaes potencias ho
de recusar este candidato.
--(/) PARS, 19 de Jauoiro.
a
As negociares diplomticas entabola-
das entre a Franca e a Italia, respeito do
incidente de Florones, vio proseguindo
com lcntidfto.
Ex;ste u.jiu certa
d'astas duaa nac58.

tenso as relacS^s
Ageu.ia Havas, filial em Pernambuce,
19 de Janeiro de 1888..
de Pernam-

<<
() Na*} tendo a agencia
buco recebido a noticia eco.emento ao in-
cidente de Florenca, naa pie explicar
ma claramente o aasumpto de que trata
o teh'gratnuia cima.
Nj t-il-gramma de S. Petersburgo
do publicado hc-ntem dove ler-ae : O ixar
[enderecoo ao gooemador militar de Mos-
cou um rescripto .. etc. etc.
L BOA, :i de J.neiro
>ra
seu u^ar
reconheceu
de depuu< (
que
ii."i) perden
Ferreira de
INSTRDCqO PQPDLAR
ESCRiPTUIACAO COMMERCIaL
{Extrahido)
DA Bl BUTHKCA DO POYO E DAS ESCOLAS
MODELO:
D ESCB1PTUKAS
DADES ,
DE SOCiE-
Art. 4 A el) da sociedade est estabeleciV
em... A firma iiocial ...
Art. 5 Oa senheres.. alo os nicos genMitr
da sociedade : e tai tambemos nicos que teeaa
a f .culdade ie ausign. r c.im a firma social, etc...
Art. 6o O capir.nl da sociedade de... compos"
t.) eomb se segu :. .. E' dividido em... ac(0' a
de... Atteudenda a que os socios gerentes depo-
ai'.aiam um capitbl, e attcndcnlo igualmente s
s'uai cbrigc3ea e responsabilidades, ficam, desde
sgoia, os ditos seohore reconbecidos prcpr>eta-
iki de... ac(5es ; mas, para garanta da aua di-
receo, elles t p.derao diapor dellaa qaando Ibes
tivcr sido ptevismente dada aut( risaco pela as-
temblea geral dos accionistas ;o, para evitar
qaalqner abato, estas accoea contero a seguiDte
nota : deatinadaa a direcuao. As hcedes -sfrao
rztrabidas de um uuico registro ti numerada*
desde 1 al... S.'io nemioativas c trantmiesiveis
p r iud.ai. obrigand-so o renunciante e o cea-
sionHtio a faaer ou miudar faaer a deeluracilo de
ceaaio nos renia'ros da sociedade.
Art. 7 Os gerentes, terSo a titulo de ordenado
direito a...
Art 8 As ar$5cs doa socios conmsnditarios
dio diieito ao juro de... por annn, a orna parte
de... noa gathos, e a... no capital depcis da li-
quidac&o.
Art. 9* Oj gereute eenservarSo ca faro com
que se cunservem os livros escriptorados cm dia
e eonforme es usos do commercio ; c todo o ac-
cionista ter direito de examinar a cscripturacSo,
& ni comtudo poder desviar da sociedade oa c itos
livros.
Art. 10. Todoa oa seis meses, a gerentes man-
darlo !ai-r um batanete di estado da cociedade,
o qual aera communicado asee oblea gera', de
que adeante ae trata. Depos do incerramanto e
da verificacS i dcada balancete, a BBsemola ge-
rat auturiaar o f agamen(o da juros o a diatri-
buicSi dos dividendo*, ae pud.-r ter lugar, segn-
d o capital da cada um doa socios
Art. 11. No 1" de Janeiro e no 1 de Jolbo
(48 datas pdeos ser qnaesquer), iadep^ndente'
mente das re anides qae possain ter eido convocadas
pslo conselho de vigilancia, de que .e tratar ade-
ante, oo mesma, cm ciso de necessidade, por qual-
qaer socio,baveri na sede da sociedade, ama at-
sembla geral doi accionistas.
tmeaiblff geral
Art. 12. Ficar ao cuidado dos gerentes, do
conseibo de vigilancia, ou di accionista que a re-
clamar, a eoovocao\o da assembla geral, nS) 6<5
o cartas, c.m> tambem por uiai insercjU) em
ualqucasjornal judicial, a qml deve ser feita, pele
menos, trea dias antea da rea.aia>.
Art. 13' Ao comectr a sessao, os accionistas
devora escolher entre si a pessoa que ha-de presi-
do. A assecabela teri ea vista : 1<> cuvir,
dos gerent-s, o relatorio-das operaedes da socie-
dade ; 2 verificar por si, ou por meio de urna
commiaao nomead* d'ente oa seas membros, as
cootas e o estado da sociedade : 3 deliberar sobre
a conveniencia da se dar divi leod i ; 4" nomear
os membros do cooaclo de vigiluncia pcrminentfj,
de que ae tratar adeante; 5 finalmente delibe
rar sobre tudo que dig: respeito sooiedade, s<-m
man dita.
Art. 14. 8to approvadas as propoataa que ti-
verem maior numero de votoa entre os membros
presentes ou rcoresentadoa por procuracao espe-
cial. Cada aeco tem jos a um voto. Os geren-
tes nao psderao votar quando se tratar de ae jul-
gar, quer eu geral, qner om particular, dos actos
da direccic oa das cuntas da ana gerencia. Em
qaajqaer ontra circamstancia, sao simples accio-
nistas.
Art. Id H-ivei um registro particular em
que se laucarlo os proessos vetbSes das delib -
r.cdes dos accionistas,oa quaes serlo aBsigna-
dos pelo presidente. Na abertura de cada as-
sembla geral, ser lido a auto da assembla ante-
rior. A ana adopto oa as reclomacos a que
der lugar cunstnro do auto segainte.
o)
ewsn-
ICusiii uac
17
f srrlpiura de saeledade esn
mandlac por accm
Entre oe abaizo asaigaados
1* O tenbor... de ama parte :
2* O aenhor... ete e todas as pencas que com-
prareis acedea da sociedade, de cutra parte.
Considerando, etc. etc...
A juatoa-ee e fez-ae o segainte :
Art. 1* E' fondada pela pretexte eecriptora
urna sociedade em nome coilectivj a respeito dea
eobores... e em commaudit<. a respeito de todas
as p'Sioas quj ea tornarem accionistas da presente
tociedade.
Art. 2o A s'jciedale tem pe fim...
Art. 3 A duragio d tociedade de... ocnoa,
qae cemecam a contar so cm ... e termiuarSo
eo....
Co naelbw de vigilancia
Art. 16 O ccnselbo de vigilancia cmpralo
de... mimbres nomeados por um anno, na reu-
niaudc... (:ndica-ee a duta). Este conseibo
encarregado de vigiar os acta da din C',3o, e a
ezecucao dos presentes estatutes ; pode elle pro-
prio, en delegando um dos sena membros, verifi-
car os fundos em cofre, us livros de escriptaraco
etodisusmaia documento),e, no caso de bnver
sospeita, convoc-.ra HsMsMa geral, prevenindo
ce gerentes.
Art. 17 Dissclvendc-se a sociedade antea de
espirar o praso, a liquidaco ser feita por om
oa ruis liquidatariis nemesdes pela sssemb'a
geral, es quaes poderlo ser os gerentes
Art. 18. O capital liquido da socielade, depuis
de feita a liquidaei, ser repartido por todas
as acedes.
Feto em L'sboa, em...
(Aasignatora)
(Con/no)
PAUTE OFIGIAL
GO\ER^O BA PROVINCIA
4 S'i^ao.Palacio da Pruidencia de Pernambueo em 18de Ja-
neiro de 1888.
0 presidente da provincia, usando da aotorisaca/i concedida
pel-j art. 9 | 2 da le n. 1881 de 30 de Abril de 1887, reaolve espe-
dir o segainte :
-.'cgalansento orgaaico da admtnUlra^ui do
entino publico
TITULO I
DA INSPICCO DO BHSUIO
Capitulo I
Dos funeciosarioa a quein incumrM a inspccc-1 >
Art. 1. A suprema direc^ao da instrticcie publica cabe ao
presidente da provincia, que a ezerce par intermedio d.j inspector
geral e inspectores escolares, decidindo oa negocias que Ibe compe-
tirerxi pr lei, e pelo presente regulamento, retolvendo as dnvidas
oceurrentes em aua ezecncSo e daterminand i a adopc} de quaes-
quer medidas que ae Iba naV> opponham e forem reclamadas pela
regularidade e ezigeut-iaa do aervici.
Art. 2." A immediata insriccco do ensino da competencia :
1 Do uivpector geaal da instruccaj publica.
II Do conscib luterano.
III Djs delegados litterarioa.
IV D;s inspectores escolares.
Seeeo I
Do inspector ge(al
Art. 3- Ao inspector geral aotnbordinadoa todos es protesso-
res e directores de escolas e eollegio* pblicos e particulares aub-
ve < i- nados peles < nfres provinciaes, e qaaesquer funecionarios da
insti uceo pub'ica e bibliothecas proviaciaea. Compste-lbe :
8 1.* Inspeccionar c fiscaliaar p;r si, pelos delegados littera-
rios, por qaalqner do* m- rubros do conselho litterario que desiguar,
e otraorcinariamente per peaaas de sna confianca qae disao in-
enmbir, as escolas, col lg ios, casas de educacib e estabel .'Cimcntos
provinciaes, qur pblicos, qur particulares j 13).
J 2.* cgnlarisar.o euaino pub ico, ezpedindo, com a approva-
fio do presidente da provincia, as necessarias instrnccdes.
| 3 Preceder en mandar proceder a quaeaqoer ezamea on di-
bgeocias precisas psra a adopcj de providencias tendentes ao me-
Ibo'amento d> eoaino e b a ezeencao das diiposicdes qne o re-
gulen).
I 4. Onvir oconselh> Iliterario ou qaalqner das reapectivas
secedea (art. 8), nos essos declarados oeste regulamentj e tempre
que o jnlgar conveniente.
tj O Presidir si conferencia* do conselho litterario (art. 207),
'liar-Ibe o* trabalhos e discossea, e mandar proceder dili-
cias necessarias s auaa deliberacdea.
6a Bemettcr no pesidente da provincia, com informacao aua,
os >ar'ceres das accedes e as deliberacdea do conselho litterario, noa
u'aquella antoridade
publico
caaes em que neceas tem de subir resuluco
(art. 8).
| 7. Presidir oe ezamea e concuraos para o magisterio
(art. 08), e conf-rir ttulos aos approvados.
8. Organissr, mediante audiencia d: conselhe litterario, o
regiment interno daseec>las (art. 66) e doa catabelecimeotoa de
inatrneco publica, tubinettecdo-o appro\aca do prraideute da
provincia.
9." Adoptar, iaaer snbsii'uir oo rever es compendios e livres
para u ensino naa rcelas publicas, ourido o consetho litterario.
g 10. Paser organisar e renetter aos protessores pobliecs, no
principio de cada anno, urna relami d.s livros e compendios adop-
tados (*rt. 68). -
11. Espedir o programma de cusma das oseo os primarias,
regulando a licoes, ezercicios, horario, rz-.mrs e]o maisqoe couvi'r,
podendo esse programma ser revisto quando for necessario (arts. G3
a 65)
1S. Aotorisar, a titnlc de ensato, oemprego de qnalquer
novo methsdo.ou tvstewa recon mendado de eoaino, acompsuhaudo,
por ai cu por seos agentas, o acguimeto das lindes e verificando o
grao de aproveitamenio doa alomncs.
13. Visitar hs escolas, bib loth 'cae, quaeaqner ea'abeleci-
mentos luteranos da provincia, qur pblicos, qur particulares.
Ll. Deferir juramento aua ubefea de caubeltciuieritua litte-
rarioa da provincia, profeasores de instrnccSo primaria e secunda-
ria, ao secretario e aos demais empregados da repartilo da m-
strucelo publica.
g 15. Marcar aoa professores oumeados ou remov loa praao no
qual assumam o ezercicio de anas cadeiras, atteodcodo s distan-
cias e nlo ezCrdendo de nnventa dias, nos quaes se nlo cootarlo os
necessarios para a viagem, calculados na ralo de trinta kilme-
tros por dia.
j 16. Ab ner e justificar oa ul as faltas dos professores p-
blicos primarios o dos empregados da repart;!*) da instroiolo pa-
bica.
| 17. Rubricar o* attestado de ezercicio doa profeeaoresfde
instrucclo primaria, para que poaaam tecbber vencirentos, urna ves
qae taes atteataios estejam naS uondigd'J do art. 17 5
18. Impor as pensa des arts. 190 a 192 e 314 e confirmar, para
c(aeposaam p^oduiT o devido effeito, as qna ao* professores pblicos
impoi rrin oa delegados litterarioa e 03 inspectorca esco'ares.
I 19. Propor ai presidente da provincia, oovido o conselho lit-
terario. cojo parecer imanar proposta : *
I. Os individuos habilitadoa para o magisterio publico (irts.
I00el05)
II. Os professores publicoisjue devam ter accesso ou remoeo,
nos termos deste regulamento.
III. A eoncesslo de gratiticacoos eztra ir diaras de que tra-
tara ri arts. 125 a 127.
IV. A jubiladlo doa professores que estiveras naa eircumstsn-
eias-legaes de bavel a, e a demisslj d03 efectivos qu'i a tenbam
merecido (art. 227).
V. A cresci, transferencia, salprsalo ou ObCcrrstJenta de
cadeiras de inatiocclo publica.
VI. A adopolo do mjthodo uu syit;m de ensino a qua se re-
ira o 1, qmnii prrtticam-intj r-cinheiidas 111 conveniencia e
potagens.
VII. As alteracoea qu; a ez.urieucia aeouse har ni rugimen"
(Roboieo, diacip intr e ceoiomi: > d 11 e_;o!.<3 e ea"ab;lesiineato d
iiistrucciw publica.
fr- S 20. C.mSrmir as nomeacd.s da profossiros atsriaos qunndo
feitaa pelos delegidos lit:erari n ais tormos dj art.. 17 2, si en-
' lend.'r que os nomeados slo done 3 e d nieuciaa da ensino o exigirem. Si 03 delegados iitte*aii >a ni 1 fise-
reui em tempa a nome'avlo, (art cit. g 3, aim;>etir cata a) inspec-
tor peral.
21. F'SCilis-ir o ezpeiieate o tod:s os mais trabilbis da re-
purtic^o da Iostrueclo Publica,-autorisar as d spcias coui o servir;)
desta e das es jolas, quaqto ao fornaoimeoto d 13 objoctoa que Ibes
forem necessarios, o roquisitar o pagamento do 'Ihes uro Provincial,
que o satisfar toda a ves que se nao dr ezcesso das verbas respec-
tivas la lei do ornamento.
23. Suspender doezercic'O e veocimentos, at 30 dias. os em-
pregados da repartir/lo, qu: com-nett-orem faltas m cumprimento de
seus deveres.
23. Apresentar ao presidente da provacia, at o dia 15 de
Fev.-reiro, um reiutorio da estado e inivimento da instrucclo publica
. e particular da provincia no snno anterior, com toda* as indicaedes
- conducentes ao pro^ieaai e deseuvolvim.uto do ensino, que a exoe-
rieucia e o estado Iba p >asau> auggerir, addicionandu :
I. Um quadro estatistio das oscoUs e estabelcoimentos de in-
atraccao: e
II O '.-rcamento das despezas a f-tser-ae com o pessjal e ma -
rial do ensino pdbiico.
54. Ezereer todas as mais fuacedes d claradas as I --a e re-
gulauentos, e qunesquer outras, coucerneutes uu s.-rvico sob sua di-
* receao, daa quaes o'eicarreg-ir u presidenta da proviacia.
Secg&o II
- Da ciorelbo litterario
Art. 4o-O conselho Iliterario compor-so-ba :
g lo Do inspector geral (art. 3 g 5):
2* Do regedor do OjHn.asio r'craambucaao :
3 Do director da Eseol.i N r,ni\ ;
48 Da cio cidadfcs qo; 88 hajam dis'ingiid) as lettras o
00 magisterio publico ou particular, pelo presideute da provincia no-
mead.is nniiualosente e oodenda ser reconduzidos;
g 5' De trea cidadlos, as mesinas coaJicd;s e por iguai temp',
Borneados pelo inspector gera'.
g 6 Di um professor primario,annnalmente eleito pelos pro-
t ssores da mesma>cla8i>e, iff-ctivos n vitalicio.
Art. 5 Alera dos membros eifecti'ros, d que trata o artigo
precedente, baver seis .extraordinarios nomead.-s pelo inspector
geral para oa casos do impediinento d'aqaelles e de sfijiencia da
rervioo. O ultimo dos mencionados (art. 4 g 6) ser substituido pelo
. sea immediato em votoa.
Art. 6a Ao eonselbo litterario incumbe emittir parecer :
1* Sobre metbodos a systemag pratiews do ensino.
g 2 S bre a adopclj, revii 1 ou substiiuiglo de compendios,
Jivros e objeclos de eosiuo.^ *
3' sobre o programma das- obras elcu>etares que o go-
vernc pretenda faslr compdr e mprijir para a" inetruccli publica
e merec ment da* que. comp^8a segundo o programma, forem
Bubruettidas ana apreciadlo; e sobr premios aos autores ou ra-
1 ductores. 4"
4 Sobre o rgimen htern daa otelas e de qu^etquer esta-
belecimentOJ publico* de iostruCyV.'.
g 5 Sooro a ncessi l.de da jr.^cvi, trsn ferencia e suppressao
de cadeiras.
g 6o Sibre jprogram as para provas ornes e e3cripts dos eza-
mesde habilUsfeo e doi eonuursos para o magisterio pubc, bem
como jubre^merecm^uto das provas produailas en todos esses
actos.
% 7* S-.ljr-: ^3 etanus dos alumnos da* isool s primarias,
do-lhe suhmettidas as provas 'escripias, bem emaj copia dus res-
pectivoa termos, para consaltar sobra saa regularidade e sobre o
progresso, apreciarel em yista deasas provas, do ensino dado as
aulas publica-, podendo propV qu-; s'j itn punidos os professores que
ola observarem os preceitos regulamentares e o progiamma, bem
como nota de louvor quelles cujos alumnos inaior api oveitamunto
revelarem.
g 8o Sobre vitaliciedade, acceeso por aotiguidade, remoclo
disciplinar, gratificacdi's eztraordinariSa e jubilaolo doa professores
da provincia.
g 9" Sobre as intracedes disciplinares das professores publicas
de instrucclo primaria, secundaria ou especial, que iocorrerem as
penas dos arts. 191 e 192.
g 10. Sobro elaboraclo de bases para qualq :er reforma ou me-
Iborainento da que carecer a iostrucySo publica.
11. S rease para o ensino publico, a respeito dos qn .es o queira ouvir o
inspector geral ou o presidente da provincia.
Art. 7 O conselho litterario dividir-se-ba cm quatro seccoes:
1 Cada scelo comper-se bt de rea membros designadoa
pelo inspector geral.
2* Compete:
I. A' primeira scelo o que entende cera es assnmptos designa-
do dos gg 1 a 5 do art. 6.
II. A' tegunda o que se refere ao objecto d.s 'gg 6 c 7 d > mes-
rao artigo.
III. A' terceira o que couc rne nos assumptoa dos g 8 e 9 do
citado artigo.
IV. A' qoarta o que se comprehehde uos g 10 e 11 do referido-
artigo e o qu nlo pertencer s outras sec(d.-s.
g 3o 0 inspector geral, do entre os membros daa aecedes desig-
nara o relator para cada consulta.
g 4 Nos casos de suspeiclo ou impedimento da maioria dos
memores de alguma scelo, designar outros de entre os effectivos,
que es substituam na conf.icucia a que faltarem; 11 n .3 seguintes,
verificadas as bypothese%d > a.-t. 13, proceder, a coovocacio dos ez-
traordinarioa.
g 5 O inspector geral ncmear urna ou mais commiesdes subai -
diarias di i' seclo para trt*r do asaumpti do g 7 do art. 6, desig-
nando para sao qunesquer doj membros eff-ctivos ou eztmordina-
ri i do conseibo litterario, e do mesma moda praticar a respeito
das outras aeced.-a, quan lo o ju'gue necessario.
Art. 8 Oa paree-res daa seccdS seria submettidos ao ena-
lbo litterarij em conf reuma. Si nlo v iraarem sobre materia dis-
ciplinar, vitaliciedade, provas prodosidas em ezame de habilitadlo
e concurso, ou sobre o aaaumpto do g 10 do art. 6, poderlo indepen-
dentemente de conferencia, ser cncaminbados ou resolvidos pelo in-
spector geral, como no caso couber.
Art. 9' 0 cmeelho litterario fitnccionar em conferencia ordi-
naiia t-u cztraordinaria, estando presentes pela menos quatro mem-
bros, renoiade-se aquella no ola 15 de cada mes ou no seguate
dia utii, si esse e nao fdr, salvo adiameuto por co-venieucia do ser
vico.
Art. 10. O inspector g ral ci>nvucar conf-rencia ria toda a ves que assiui o ezigir a afil leucia, impartauuia ou ur-
gencia dos uegeJS q'ie tenham de ser auom>ttidos ao concibo litte-
rario.
Art. 11. Na* oonfereueias ordinarias ser apresentadoe. discu-
tidos e ubioettidoa approvavio 03 p'.roeeres da sueco :t, p .ludo
quaeoqu r dos membro Jo c.-uselbj luU'car as mciid CB8 que entcnio de vantag m par* a iostruccli publica, urna vea
que versera sobre algum dos objectos de que trata o art. 6 %\ l a 10.
Art. 12. Naa conferencias eztraordinarias tratar e-ba primei-
lameut-. o3o aeu objecto especial, e em seguida, h.ve .do t.mp-, de
bssumuus -le conferencia ordinaria.
Art. 13. O membiodo conselho litteraria qoe se achar imjos.
aibilitado de comparecer conferencias, o communicar i eom,ante-
cedencia ao inspector geral. O nlo coajpareciiu-euto a tres eoufe-
ren;as succesaias, motiva a chamada de suiatitu'o, e si fdr p r
nais de quatro meses tem-se como renuncia diciro En qnal-
quer dos casos deite artigi, o inspector geral chamara om des mem-
bros eztraordinarios para suppiircada vaga ou auaoiicia.
Art. 14. O memoro electivo ae que tiata Oart 4 g 6 espe-
cialmente incumbido, na* procesaos disciplinares, da r.querer a b-m
da dafaaa dos professores aeensadoa, nos caeos m que ffir ogvido o
conselho litterari), nlo tendo, porcn, ua materia voto deliberativo.
Art 15. Cmsidera ae *ervir;i relevante o exrcicia assideo e
regular no conselh > Iliterario, e o do* profeworos S.-r tomado em con-
tlleraclopara a eft;tos dos arts. 125 e 182.
Secoo /// '
Doa delegados litt retios
Art. li. O* delegado* litterari S slon meados, e demitti ios
polo presidente da provincia.
Art 17. Aos do erados liltcrarios compete :
g l* Visitar e iu*pecciooar assiluiiceute, i estolas de aeua
districtos, syndiJau.io ai uellaa slo fi;luiote o-erv.Jaj as dispisi-
cds das Iti e reguUmeutoi d> eosino, e com nunicindo qaelle
funsciooario o que obsrvatelo.
I ou impedimento doa etf-ctivos p-r mais le oito (Uaaj oado aret^ri-
dw na ordem em quo um seguidi va meuciooa los:
I. Ou titulados pela Escala Normal.
II. As pessoas que tm os ttulos de que tratara 08 srts. 1UO e
833.
III. As que houveroiu ezerc lo o magisterio publico com rec
nhecida habihiacio.
IV. As que ezercerem oo tivercm eiercido e magisterio pai-ri-
cil. r com reconhecida hibilita^U>.
V. As que nlo estando naa condiodes cima 1 zigidaa, Usar-a
entretanto para e magisterio notoria id-oneidade.
g 3 C .muiunicar i-o inspector geral, logo qae a fizer, ao*) penas
de i.ao produzir effeit', a iionvir;!) de que trata o paragrapka SM-
t-'celente, remettendo d-ntro de cinco aa aa infornsafSe* ti'aam,
qne aboaero as habilitacdes do nomeado, para sur aquella eoafrss t
da, entrando este imraediata nente em ezereici.
g 4 Tranemirtir, com informa^) aua, ao inspector geral qsnva-
quc.- participa^des, mappas, requerimeiitia c r qaisieoes) dos proW-
sores pblicos de seos diatrictoa.
5" Attestar m'oaalmente o ezrcicia das professores le sea*
diatrictoa, observando o seguinte:
I N'i attestado mcnaal de ez-rci.i > s; declarar: 1* as o pro
fessor durante toda o rnez, ou tmente paite d ste, eiteve as r.'g n-
ei.1 da cadeir*. c quaes 03 tas em que nlo den aula, o aaotivo das
faltas eai esto foi pirticipado em lempo; 2 o aum-ro eoriatente Je
alumnos matriculados e o dos que frequeut ram a aula durante 9
mes (separadamente quanto a cada sexo, si a eseela r sarixta); 4V
qu..u:as vezes durante o raes foi a escola visitada pelo delegado lit-
terario e 4 si Ih i f 1 apresentada a copa do ponto diario da sac-
la, e.si fdr fempo proprio -tambem o mippa semestral ou aaustal.
II. S o attestado so referir ao mea de N>vembr", confer tam-
bem a declaraclo de ter sido ou nlo cumprid o disposto ao art 74
do actual regiment das escolis, e b refenr-se a Deiembro, a da a*)
ter un nao procedido aos ezamea e o resoltado dclles.
III. N.s attest-idus de rzercicio nlo podem ser m:uci.nao>s ou-
tras faltas s nlo as de que trntum os doua nmeros) aateeedeassM.
IV. Sudo dado por substituto, dev maia o attestado eositer a
deciar. q"v da data em que ansurnio elle delegaeia, do aaotivo par-
que o fez e si Ibe f i pasando o ezercicio r*lo cffsetivo, ca p i
substituto immediato ua ordem e*tbele g 6. Imod', observando o diapos'o 00 art. '01, as peaaa de saa*
tratain 08 arta 32 a 35, 190 e 214, e o commnniear ao inapretor
geral, remettendo as pavas dos tactos que hajam dado lagar :sa-
pi?ai das penas do crt. 190, nos termos do art. 20, afia di qi-
eejam p r aquella autoridade confirmadas oa jalgalis seos eaUto.
g 7 faz-.T inventariar os maveia dn cada tima daa aoeosa- de
seus districto?, sendo dec'arado o estada e qnalidade deijaa eoa qstn
foltam, fasendo eztrabir de cada inventario dnas copias aaeigsvtda*
pelos respectivos professores, das quaea urna remetterlo, rabrieada,
ao insqcter geral, fie indo a outra en uder do delegado Infera
(art. 18 11).
g 8 UemeUer ao inspector geral as rrlacd-a e mapfao d ase
trata o art 183 g 10, depos de verificad 1 a sua ezactKBS", decla-
rando o numero de veses que vistiram as .acolas e o mais qae
parecer co aveniente.
g 9.' Aunliar os in*p etores esa alares (art. 18) preatsado lian
as intormaedes e esc)arecim"ntoB que pedirem. enneerneatea aa co-
ta J1 do pessoal e material daa escolas.
g 10. Presidir os ezamea do3 a umn naa u.st pi cj, aalvo
quaudo, presente o iuspcet ir g ra, quizer este presidd-oa.
g 11. Dctrir juramento aos vr-.f as-fres pblicos saoaaeado,
dar loes pnsse, bem como aos removidos, acodo que a neabusa awo
fessor dar ezercicio tem que Ih aja apres.-ntado o ti balo de a
meac/io (-zceptu qua ,' aos in.erinos), e trotiodo ae de profosaoc
removido nlo o far eem que esteja e titulo devidameote apoatilac
e esersv-ndo no verai do titulo a declaradlo do dia cas sjibb pose; ao prefessor, inmediatamente officiar ao inspector geral
dando conhecimento disso.
g 12. Abrir, numerar, rubricar e encerrar os livroa de av.tn-
cula e os mais que tiverem do servir a e.-criptnr-itjlo 4 cargo ota
profeasores as escalas publicas de seus diatrictoa.
g 13. Examinar si o professores e direct rea de escala e oas-
legios particulares cumprem o qi; determiaam 03 sris. 209 213,
comiounicar a iaoioaorvaniia ao inspector g ral.
14. Approvar contractos de locaca d casaa para
finbi'C >s nos lugares em que ola as h <)a a provincia 00 a ata
dada (irt. 44), tent em via as c :idn,-d 3 hyienic* e aS 1
modQea neerssarias.
g 15. Proceder ao arrolim oti dos individuo* en idade (tseaiar
e r.-metter ao in3p'Ctor g ral copia a-itli mticud-i dos editae* de epso
tratoart. 31.
g 16. Determinar nos distrietoa das ei Jaies e villa* o parase.
tro dentro do qual obrigatona a instrucclo priman alo exe-Jend;
de 2 kilometraa para 03 alumnos do sezo maseulioo e de 1 kitiaae-
tro para 03 do sezo f minino.
g 1'. Ministrar aa inspector geral todaa aa inf.rssncoe o **-
clarecimento* que por elle ib-a forem exigid 3 com reiafli ao estaiao
em seus districtos.
g 18 Apreseutar ao inspector geral, at a dio 20 de Descabra
urna intorma(lo do estado da instru-cao publica e partiaatlatr eos
seus districtos, declarando si oa prf asures procedem coi* sote, re-
cae, "10 e moral! iade aoeusino de seus alumno, e sobr; a assHaiiiaaiiL
e aproveitamenio des'-. 9, e addui mando umi relafl > daa sooatao
particul .ros, com o numero doi alumnos nens matriculadaoe doa
qne ss tenbam frequentado; assim como o* -ornes dos profeaoooea
respeetivea ,
g 19. D.sempenbar 04 demaia 8 rvicoa e obrig^as qae Utas
incumbe p la> lea e regulam- ut 13 da i.istrucyaj publica O 1
aa ordena c instracfd s do inspector g<*ral.
Seeeo IV
D .a inspectores escolares
Art. 18. O presidente da p-oviucia pider ordenar
specvlo especial dos escolas e eetabelecimeotos pblicos de ia
9I0 us loca'idades em que is.-m lh parecer necessario.
Aos insp-ctorea escolares, que psra ieso forem aascados iaeaaa-
be observar as iostrncfd.s que ibea^or- ni dada* pelo presidite ia
provincia de accordo com o inspector geral.
Art. 19. Urna commissao nomeaJa pelo inspector g r .1 1
' localidade visitar, segundo as iostruc(d-s por elle dadas, aa
publicas do c .'litro da provincia, toda vea qne ao as asmo faiee
parecer uecessarii.-. Sempre que o acceitarem, *'ri> preftrM*s>
para compdr essa cammisslo os priocipaes tunec nanos do lagar.
Art. 2 ). Os substitutos do delegado litterario, qaando stfto **-
tiverem em ezercicic da delegaeia, viaitarlo aa eaeila poto nseaaa
urna vea ; or trimestre, prevenindn o delegado Iliterario para ao
acbar pr- sent, caso que ira rste compaiecer.
Art. 21. Snrpru qoe trea ou maia pas de familia o. n'qoemva
ou fdr determi indo pelo inspector ger.il, o delegado iliterario esa)
cemmisslo cem seas sabstitutos visitar as escola*.
Art. 22. Das visitas de qu trataos oa art*. 19 21 M far4
commauicaclo ao inai.ee or geral, dando canta do resaludo e iaii-
TITULO II
D B98MO IrantABIO OB8IGATJ SO
Capitulo III
Da obrigafio do eociao
Seceso I
Das conJi(d. d-> eniiuo obrigaturio
Art. 23 as cidad. s, bem coidq naa vilia e pvos bouver escolas em numero suficiente ajnii do governo, 00 aaaa, al-
tores e pro .'clore .n obrigacdi de mandar ose.la publica oa sSV
Ih -a, tutelados e protegidos qua tiverem de aete a quatorze aaaoa.
sendo do sezo masculino, e de 7 a 12, sendo do feaaiaiao.
' Art 24 Excep'.uam se da frequeucia obrigatona :
i. Oo meniuos j habilitados naa materiaa do 1*. grao W
ecaino eacolar.
g 2 o Oj quo slo leccoualos em casa oo em auli partisaa.
3. Oa que tem impedimeuto perman-ate.
4 Para que es meninos sejam dispensados di treqoe acia do
ve.o os pa-.a, tutores e protectorea, f iz-r a prava :
Di g Ia, par meio da ezame, attestidoi oa qua sqoet oolroo sVs-
enmentos comprobatorios, a joiso de lelegado li ter-rio.
Do 2*, por alteatado do professar e p r certidVo. qu: oerip**-
sada graiuitamuute, ez'.rabida dos mappis par ells rem-Alid+t ia
ap.ctoria geral da iustruclo publica.
Da g 3J, par m -ia da apreseutaelo poaaoal do asaasao so) aos as>
teatadoa d facultativo.
Ar. 25. Os pas, tutores oa protectores qae ol saaoiliraosaeo
fihua, tutelad s ou protegidos escola publica ou srica tricto em q-ie reidiretn, Hevea aob as p mas doa art. uS e M, ssav
muuicsr ao d-legado litterario a maueir* pirqae 00 ioatroos. aosa
orno o nome e resid ucia do pro'esa.T que oa 'o;cioaa
Art. 26 Mediante inf irmaoio dos delegados litterarioa,
aar o inspector geral o foraeciroenta i eri sagas
vest ia decante e simples, livroa e asis objectoe iadtepo-aM
er.siuo eseolar, (trrenla a desp-sa por can a dos Cof.ea atl
ou munieipaas, qasnio e eoatarne It detersitaadi eco lei.
Art. il. O pal, tutpres e prot-ctare sil obrtgadi a
nicar o pr--saor as causas das taita) de freqaoaeia da i
qaando esa h inver sido interrompida po* loia te 15 diaa;
esea cominunicac,30 ser dirigida taasoea ao delegado litt
do ae tratar de escola particular (art. 35;
Do arrjl..ucuio dos alumno*.
Art. 28 Qj -nlo s: boiverde po.- era ezeea(*-i o <
gt'orio, em ca i* dislricto litterario de ciaaie oa de villa I
eds do art. 83, orna c-onraitsa'o c imposta di reapeeti*) d'ssgado si-
terario, do i* j.iia da paa e do proaideot-a d oasaara asaataias, aro-
ce-ier >uuualinube uo m-a de Novambro ao arrotasaaat*) 4
ni ios, qaer de um, quer de oitro ez>, eos idale escolar,
para esse fian re lurtitar daa autoriJales eomp 'tontos a
necessarisa. ^^
a



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icoSexta-leira 2<
-
le Janeiro de 1888
-
H
Udt. Qaandao ljlt de pastor
era ligar ete estiver era mereci, far puta da cam awli o ci-
didioque f ir Borneado pelo impert-ar fon*-.
Art. 9 O M'ctor geral mandar forneeer i com mi salo o*
litros neceasari i a ordenan, o pigamau'o d .a deap.'.zas com a pu
blicacaa no* j-ararae* do lugar, da* Hitas par clin orgttsstdtt.
Art. O. At'*l juzes de pai, quaOlo por quala/ojer circum-
staucia 08. > unociinarem di coinmissJa, i autoridades aoliciaes, *
eiic*rr"*<'C9 d> registro civif, ss9im coma os pai, tetare' e pro-
tectores, pt'fessores publico* e partioalar-e, o delegado luterano cu
comiia_-i) solicitar os eaclaresisnaof os necessanos para cumprlr-
a: o disperto qj art 28.
Art. II. Feito o arrotasaeotay c deJeipido iittertrjo f.ri asurar
editaes oon i ugares otis pnbiicot do dartcicf, oa oaMicil-uK pala
iraprensa, oade a houver, convidan io 0*1 pai, tote re* e protee*oree
a darem instruc^io a sea filhos, tul lado* oa pro egioos, sob as-pe-
u.s darlei, que.uos rjeamee edita;* serio tnuneriptt a.
Seefdo III
Du pea** e retare >s
Art. *2. O* ndfvidaM mencionado no artigo aaneoedent, que
t 15 diat; lepoisda. aanttura da aula* puulica tala tiverm a-A-
la matricida ie eus litaos, uteado* oa protegidos, e aio provarem
que os iu3'rj9ni eaa seos daalicilu-s ou em aljama escala particular,
erao aviUasp,>iaalsTeda litterano, por meia da im prensa oupor
bipediestu 00 ol 5 oa jAKgiao de 1888
Acto*
^^^^^V8 1ae J '? dentro en* 15 das e esgotado esse preso
sem qae" aviso tenhsprodasido cff-ito, u-c alegado litterario pasta-
r taflarth* o pas, tutoreeoa protector.
Art 83. D corridos 15 din dep.is da advertencia, si esta tirer
iio ranbera Itaproficaa, ter-!hee-lBt itapista pelo mesma fuaccio-
nari> malta de 2i 00 a 10J009, podando mee malta er repetida e
augmentada at 600>J em cisa do rt incidencia, verificada de tres
em -rea mese (art. 217.)
Art. 34. Nos caso* de ausencia da* escola, par parta do* alum-
no matriculado, excedente de 30 das consecutivo, condecora dos
motivas daata o delegada litterario, e, quando nio justificada, seria
por elle adra astados oa respectiva pai, tutor uu protectores ;
podenda, si contiun-.r a aue iciajiasp.r-laefi multa de 200 a 500 rs.
par da que accrescer qae.le uumero, comtiuito que nio paseo de
5/000 eaa nm mea.
Art. 35. Os profeasore* publicas ras pai (aculares, o pai*, tuto-
res e protectores iaeorreraa na aral que sem causa legitima e jtstifioad rec asarero a preatar as in-
rarmtoeea e eaularecBasakatapedidoa pela eomaDoswe arroladora oa
pela delegado litterano, beeacoino n*> caso de darem-n'as inexactas
O tota do prazo que Ibes fdr mareada.
Art. 36. Da impo3ieioda malte 1, a verso recomo voftnfeti para
o impector goral (art 217.)
(Got'na.)
Ao inspector da Thesouraria do Fajada.
O Ex ". Sr. prcsid'ale dajprov'ncia, mandaremet-
ter 1 V.i-S. tre* orlen* d Toesouro Nacional de 6
e 20 de Dcacmoro fiad j, ns 203 a 205.
Ao 1" secretario.da A*embli Craviacial.
D.; ordo.n d Etna Sr. praeid 111_ da provincia
tr.vimitt.i a V. S. afitn de qa* se digao de aub-
m.'tter opportaBameato i C.uideracJa d'essa as-
sembji o b.lunoa da receita o dospeza da exer-
ciaio de 1886 a 1887 e o ornamento para o de
1883 a 1889 da Cmara Municipal de Leopoldina.
axrsoiBsrra do da 9 d jakeibo Da 1333
Acto:
O pr.'si lente da provincia em ex nuci da lei
n. 2395, da 10 ds ataibn da 1873. r.s.lv.- na-
nei.r )oio Francisco Branda 1 para o pojto de al-
fi-rcida 7 compaahia do 5 bat&lhaa da aant -
ra da ervi?activa da Giarda Nacional da o-
marca da llrejo, vaga per na a fer Aatonii da Cuta
L'aia solicitada patento no arasi le-jalC>inmu-
oiecu-se aa empandantesuperir da Qoarda Na-
cional da comirca da Brejo>
O presideata da provi-ajia rei^lve, de cau-
f >rmidade con a propjta coutidt no otficia do
inapsetor da Uiesauro de 5 do cjrniate, ,n. 7, no-
m :*r o 11 ladio America Iuf :.'. Mariaha Fulja 1
pai ex rcer o carga de ercrivio da C)Ilectoria
Prorinciul da mauicipio de daraohaa* Meando
ajim de ueunu a cffeito n portara de 6 de Abril
de 1886 pola qaal fai naneado Li.idolpha Derby
Carroi para o dito carga, visto'noter ido selici-
tad",em t-m pa o rejpectivo titulo.C immaaicau-
sa ao inapecur do Tueson-o Provincial.
O presidente da provincia reaolve nomear
Francisco tfartiaiaao de Mullo e Silva pira exer-
cer o cargo de delegada do diitrieto luterano da
Sx, em aubetiraie.! de Leonel de U-:rv 1 h j Aln-
car, qu fallecpu.Keinetteu-se o titulo ao inspa-
Lctjr geral da lustrucca Publica.
Oficio*
O predar Josa) Baptista da Amaral para exercer, mediaota
contracto, o cargo d porteiro de Qymnaaio I' r-
nambucaao, eia substuuicio de Beruardo F r." ira.
Lamuiro qu? iiio aceitou a deiiguaca feita para
o referida carga.Cammunicau-se ao reapictivo
regelor.
OtEeio:
Ao miaialra pleuipataaciaria do Urnii em
Londres.Tai.ha a bonra de remetter V. Exc. o
balancete da re:eita, e despeza I* estrada de ferro
do Recite ao Liaoeiro, coacernuute ao ote de Na
vembro ultim, aeompaubado do devido deaenvol-
vimento a da copia da acta da sessio em qua oa
cotnuiissarios do goverao procoderam aoaxtme das
respectivas cutas.
Reitera a V. Exc. os protesto* de miaba alta es-
tima e oonsideracao.
Ao inapeclor do Tbesouro Provincial.^Da-
ferinJo o requerimento a que alada a inlormavaa
desse tbesouro de 21 de Djxemliro ultimo, n. 9-'8,
recomniendo a Vine, que mandf pagar a Uedeiro
k C nao a importancia d 2 l> il U01 aatoriaado
pelo 72 do artiga 2 da lei n. 1831 e que diarea-
peit) a divida do exercicios fiudoa, mas tamben) a
de 545V2i0 re proveniente dt fornecimeoto de
objectos Caa de b=ten9*a e Escola Normal
nos meaea de Julha a Setembn do anuo paitado,
ficandu a de 5157U ria de idtotioa fornecimento
no periodo deoirid i da Jalbo de 1886 a Jouba da
dito anos dependente dos recurno extraordinarios
de qut trata a titada infoTmacaj.
A* direetar do Arsenal de Ghierra,Aatoriso
Tmc. a mandar satiafaxer os incluios pedidos di
commandante do 2- batalbio de infautaria, na im-
par'.aieiaae U400, segando os orcaaieato* qae
auompanharam at oifieios dessa directora, de 29
de Seteinbro e 12 de Outubro do anno passado, seb
ns. 1320 a 1345, vibto haver crdito na Tbesoara s Ao eooimandants das armas.Provldeucie
na du Pasead t para oc::orrer ao respectivo paga-
meato.Comina^jcou-se 4 Thoaouraria de Fasen-
da e as brigadeiro cjuxmaadaut 1 das armas.
a A > mecano. De accordo coa o orcameuto, na
imparUacia de loOiX) que vcio uanexo ao ofil-
cio d6s* directeria, de 14 de Abril d) auua pasa-
d, sob n. 1.019, autanao Viac. a mandor foraecer
ao 2' bitalhia le iufaataria os livroa de talo de
qae trata um dos pedidos quo fui remetti lo a esse
arsenal cam ofi.-io ilesta presidencia de 26 de Uau
eguinte, visto bavur crdito para oceorrer re-
pectiva deapesa.Oommanieau-se ao inspector da
Tbesoararia de Faxenda e ao brigadeiro comuna
daule da armas.
Aa mesmo. Da accordo con oorcamenta na
importancia ile 2.4324800, qae acempanboa o offi-
eio de Vmc de 22 de Dexombro udo, sab a. 68.
aatoriso o a mmdsr satiafaxer o inclu&a pedido,
gue lhe restitu, de peo*de roapa de que tem pre
cisao a .ufermaria militar, vate bavor crdito para
occorr r respectiva despesa.Commuaicou-se ao
inspector da Tbeaouraria de Pasaada.
EXPIDIBSTB DO DB. 82CBBTABIO
Officie :
Ao aseste da Compaahia Bratileira da na
V. Ex:, de aecorJo com a aa* iaformacio n 26,
de 5 do correte, pata que diariamente aeja pos-
tad no parti do Arsenal de "il iricha ama guarda
de um caba da esquadra e tras pracas, afi n di
ui liar o porteiro aa vigilancia que deve baver
p.roccasiio da sbila da. avaltado numera de
operarios, qm all trabnlbura.'Jommun'oou-ae
ao 1 upoctor de Arsenal de Mi -.i ubi.
A> iuspeetar da Tbeaouraria de Fazoala.
Cimmumro a V. 3., para es fins canveaientes, qne
por portara de 8 de mas fiado, foi ex merado a
p d.do o baebarel Trujano A1':; a Temaoral de
Mandonca do cargo de promotor pnoliso da co-
marca do Brejs e aomeado para sabtitu:l-o a bi-
cha re Luis Zicbariasde Lima.
A mesmo. Sirva-aa V. S. de designar
um empregada de taxoada para proceder os in-
ventarios des obji.'Ctos a Sjftegj do almoxer.fe e
patrao-mdr e porteiro do Aiaeaal de Mariaha,
referente ao anuo civel da 1388, conforma pre-
csitaa o aviso do xtioisterio da Mariaha, de 10
de Novfiin'0.0 de 1378.C;ujaaj3oa-i9 ao inspe-
ctor do arsenal do Uaiinia.
Ao mesmo.Pura os fins conveniente, com-
inunico a V. S qae o bscharel Automo Candido
da Jaatica, o* presos Vicente Perreira da Silva e
Conrado Francisco (le Oiiveira. Foram exp.'di-.
das a* previdencias e commurMeaedes uece*a-
rias.
O Sr. gere.ita da. Comppnbia Pernambacansi
maude dor pasnagem de proa at o presidio de
Fernando Soronia a liandedoa Mara dos Prasere,
mullier do seut- neiado Conrad Francisco de Ol-
veira t a doue Glhos menores, Mara, de 3 anuos de
idade, e Muuoel, de 2 annos, por cota das gratui-
tas a qae o gov rno tem direito.Cummunicou-se
ao director do presidio.
EXPSDIEHTB DO SECBBTABlO
Officios:
Ao agentes do Lon 1 on & Brasili u Bank
Limited nesta cidade.De ordem de 8. Exe. o
presideute da proviueW acceso o rtcehim>;uto do
juicio de 7 do correte, com o qual Vv. S*. en-
viaran copia au'baiuiiea do b a lauco das operacoe*
i-11'auiu id is durtjite mes de Deaemhro ultimo
p la caira filial (leste banco Beata cidade.
Ao Dr. rbiifs de pclieia.Da ordem do Exm.
Sr. preaidence du provincia remetto a V. .3. 1,000
pasees impressafi, fornecidoa pela Companhia Per-
ro-Carril, afioi de serrn utilisadoa em servido pu-
blioo uoi' essa rtpariii^o durante o correte aone.
dem, rern "tonda 500 Stati Casa.
Ao admiuitrador do Arsenal de Mariaha.
S. Ex:. o presidate da provincia manda remetter
a V. S, para eso uouhucimento e devidos effuitos,
a iuclusa copia do aviio do Ministerio da Mari-
ubi, de 20 de Desecabro fiado, relativo aos con-
tractos eslebrado pelo couselha d
Arsenal para o foraecimeoto
sobiesaleute.-. medicaiaeates e outros artigo, du
ran ; o 1' sui ):'ro do exercicio crrente.
informou o director do Arsenal de Guerra em ofl-
cto n. 97, de 7 do corrate.
Ao juis de direito do 2" ditricta criminal da
comarca do Rscite.Da ordem da Exm. 8r. presi-
dente da provincia commuuico a V. S. qe no
sen ofllcJo d. 4 de 9 do corrente, proferio-39 o se-
guate despacho : ao director do presidio de
Fernando de Norooha para satiafaxer a rcquUicio
e devolver este officio.
Ao inpector do Thesauro Provincial.De
ordem de S. Exc. o Sr presidente a provincia
conomunico a V. 8. para o fia conveniente, qae
por offieio de 7 do corrente participou o baeharel
Arthur da Silva Bago baver assuun lo o eaercicio
do cargo de ajudaate do prootuador do* feitos d*
faxenda provincial no districto da collectoria de
Naxaroth, para o qaal foi removido por portara de
3 deste mes.
Ao inspector do Arseer.il de Earinha.^-S.
Exc. o Sr. presidente da provincia manda acensar
recebido o ofllcio 11. 9 de hontu-n datado, em que
V. 8. participa haver fallecido, a 6 do corrente, o
mestre da offieina de appareiho e veame desse
Arsenal, Camillo Candido da Silva.
Ao gerente da Compaohia Pernambucana di
Navegaei).O Exm. Sr. presidente da provincia
manda aecusar o recebimeota do officio em que V.
S. participa que fica trans.'ritia de baje paraama-
uM_ s 5 horas da tarde, a tbida do va, or Man-
da/t, para os porto* do sul al Aracaj, visto uo
ter Qjacemo vapor recebido toda a carga contra
cteda.
Ao promotor publico da comarca de Nasa-
r*J*b.De ordem do Exm. 8r. presidente da pro
vmcia recommendo a V. 8. que eavie esta secre-
taria a ce.Udo de eeu exercielo.
Joaqnim Duarte Simoea 4 C. Em vista das
iafornoaeoes nada ha que deferir.
Hermeliada Claadioa da Costa Carvalbo. Em
vista da lei e da informadla a' enpplicante nao
pode ser attendida, antes da pagamento do im-
posto a que est ubrigada.
Ao
0BPACH03 DA PRBftIO&XOlA DO DA 18 DE
- JANEIRO DE 1888
Amalia Carolina Pereira Caldas, Antonia da
Cbsga* Rodrigue Machado, Clarinda Quimariea
Bietro Machado, Fraociaeo G-ued-s da Barros,
Idalins Alice do Albaqeerque, Mara Rosa Feri-
rs, Pacifico Paalino Malaquias. Remettido a
junta medica provincial, a quem os suppl cente
sa apresentario para ser iospeccionades.
Abaaxo assignados, costnreir.i'.i do Arsenal de
Guerra.Hoje diriji-me ao Ministerio da Guerra
a respeito do que reqnerem aa supplicantcs.
Vigario Augusto Pranktin Morei'.a da Silva.
Nesta data expeco ordem ao Tbesouro Provincial
para entregar mediante flanea, a metale da con
aigiiiiC'i 1 de qae se trata.
Baeharel Albertu Jalio de Ge Telles.Deferi-
da com officio da boje Thesouraria de Faxenda.
Ferreira r- C.Tendo a Cmara Municipal por
despacho de 7 da Dexfimbro fiado mandado que os
1 de compras desae j racorrente agnardassem a appr .vaciodo contracto
de vveres, dietas, enbamt ratio ha para o recurso, vista nio poder
produzr elTeit siftrpies npprovaci para o edital chamando concurrentes ao servida
1 coanaaalaate da escala de apraadisW do Matadouro. Voltem poisos recerrmtesC
regu-I 1.O Exm. S'. presid.nte da provincia (j.rreia de Araujo assumi a 110 dia 19 de D-zembro
mauda aecusar o recabimento de otfi;io em qae V. fiado, o exereieis do cargo ele ju.z muaicipal e da
Exc. partoipa a*e o vapor Eiprilo Santo chegada orpiio da terma de Ffcereata para o qual toi no-
boje is 6 hora 1 da luauhi, do. porta* do Norte, | meado par decreto do 23 de Setembra do auna
seguir para o* da Sal, boje meimu s 6 boras da passado.
Ao mesmo.Commuoico a V. S para oa
fina conveaieate*, que o juis municipal c de or-
phiis do termo de Floresta baeharel Antonio Can-
dida Corris de Antojo, assamio no dia 2i de D:-
Mmbro find > o exereicio da cargo de jo>z da
direito da comarca da meama denomincio, visto
ter o jais efectivo baeharel Arcaacie Peroira da
Silva entrado na goso da lieeaca de 3 ra^ze que
iba conced em 9 de Novembro do anno proxim;
passado.
Ao rnesma. Cooomanico a V. 8, para os
us convenientes, que o jais municipal e do or-
pbaas dos termos de Granit e Er, baeharel Au-
gutta i'Vedei ico da Sequeirai Cavalcaute deixoa ni
dia 13 do m.'Z fiada o exercicio de sea cargo por
ter terminado o quatreiinio>.
Ao Oismo. Ommusico s 7. S., para o
fiua convenieates. que o- in municipal e de or-
phoos do termo de Saato Antio, baeharel L r.z de
Cadas Lias aasamio no dia 26 do mas (indo o ex-
ercicio do eargo ie juis de direito da comarca da
Victoria, vibto ter o jms effect vo, baebareK Joilo
I Bernard 1 de Magalba -s. entrado no goso da licen-
91 de 2 mezes conced la cu 21 da maama moz.
Ao mosrao.Para os Sus convenientes, com-
muaica a V. 8. que o juiz sauniciptl e de orphios
do termo de Ipjuca, baeharel Jo9 Emygdio 1} in-
ca I ves Liatt entrou a 7 do correare uo goso da
licenga de 'M dias que lhe canee li em 2 do correa -
te mez.
I M meamo. Commiuieo a V. 8., para os
d.-i'id .a fins, quo o ajudante do director do presi-
dio de i'ernvioo do Naroaho. Jos Ignacio- Rib:i -
re Rosaa, entrn no dia 27 de Dez-jtobro fiado, no
gw d* 11cjava de 60 dias que lhe coacedi no l*
Jo referid) mes.
tarde.
A' e jornias* das cinto da estrada de Ierra
do llecife ao Li-'i iciro.O Exm. Sr. presidente da
provincia manda daolarar a V. Ss. que nesta
data tiveram o cooveuiente destino os documentos
qaeacompaobirim o ea otxieia de29 de Ojzin-
oro fiado.
FXPEDlBXTB DO DIA 7 DB JAXEIBO DB 1838
Actos :
O presidente da provincia attendenlo que o
Dr. Adolpha Tacio da Cata Cirne, no^eado a 15
de Juiha de 1S82, prore;r di cadeira de liogoas,
latina e francesa, creada na freguesia da Afogadas
pela Km n. 1670 de ti de Jania de 1832, fai, em
virtud de saittsxia de 21 de Ajasto da 1883 ad-
dido ao (Jymoiio Pernambucaiio, por ter *ido eas-
pens' o e.asioo a referida caleira pelo motiva
coaataate da p)rtaria du 13 Je Daae^ibro da 1882
e teodo em viaia o officio de 3 do corrate mes do
regedor do mesmo Gyinnssio, do qual consta
qn o mencionada Dr. Adolpha Tacio da Costa
Cirne, tomando posse do lu;ar de lente sub-
stituto da Faculdale de direito do Recife, r nuu-
eiou, asaim, o cargo remunerado polos oofro pro-
M|iii. resol ve, d accordo cem a lei n. 1.320 de
4 de Fevereiro da 1873 a artigo 201 do reguia-
mento de 6 d. 'Fevereiro de 1885, considerar vago
o supradito Cterifo de professor i.ddido.Commuai
eou-sa ao iuspeciir geral da Iiiitracgio Publica e
Tbesouro Proviaeiul.
O preside.He da provincia atteadeudo ao que
requeren o juis muocipal e de orpbios do termo
de Villa billa bachaiel Severiano do Reg Claves
Peixot>, resol t-a coucoder-lhe 3 mezea de licenv*
cem ordenado ti que"tiver direito. para tratar de
aa sande onde li-a coovier, deveada entrar no
gozo da refer da l.eeac no 'prisa de 4"J das.
O presidente da pruviucia reaolve nomear a
professnra de 3' entraacia Mira Candida da Fi-
gueircio Santoi profaasora da aula primaria do
sexo femenino anaexa'a E=col.i Normal.Fue-
ran) se as dev u* coaanuia ca, oe.
Oifieios :
' Ao inspector da Tbes uriria de Faseada.
N.s termos oa s a infermacio de 4 do corrate, n.
7, manda V. 8. aupprir o aluuzaritado dopr.sidio
a F-rnaodo de Naronba cam a quantia Ue.....
6:246J10dt que trata a indura d-aroaitracoVa,
afio de occarrer um Feveieiro viodoura, as despe-
tas cem o p i.-oal o material do dito presidio rela-
tivas a este < z
Ao mesia >.Remetto a V. S. para o fiuo
convenientes, a inclusa copia do termo de contracto! meato
feito pelo inspector interino do Arsenal de Marinh >
com Joi Vieira di Cunba, para servir o lugar da
3* piaroleiro di pharol de Olir.da.Cvmmumcou-
M ao inspector do Araenal de Mariaha.
Ao istsfflctoi' do Thesnoro. Provioeisl.
Mande Vmc. oigar por conta da verb do 41
art. 2* da {ei n. 1884, nos ternas da iaformacolo
desae th-soiiro de "2 do correal^, a. 4, a impertun-
ia de 54740 previnien'e do transporte de que trata
a iaclusa con'a, consadido on estrada de ferro do
Recf i a S. I'raoeiaeo em Novembro do anno pai-
tado ao engenheiro da repart ci das Obras Pu-
blicas Frunce'ino Amenco de Albaquerque Mello,
qae toi a Un a serv?) publico.Cammaaieou-se
ao upcrintendeute de 8. Francisco.
Ao mesmo.uVcemm nd. a Vmc. qu", me-
diante fiaaca ua conforiuidade do disposto na art.
124 do regolameoto de 6 de i'evereiro de 1885,
mande adiantar a professara nomead para Flores,
Anv lia Rota Brasil, a quantia de 4004 '00, qae
dever ser dedatida do Jr- sp.-ctivo* veneiaroitos
na raxo da quinta parte, de iccordocom o citado
artigo. *
Ao inspector do Arsenal de Marinhs.A'
vista do exposto no offici'ijde Vine, de 4 do corrente,
tob n. 4, asftonao-o a mandar proceder a novas
concurrencias para o fornecimento da* madeiras de
toostnteoao nava', tij dos e teihaa de qae precisa
esse arsenal;
Portara :
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Raerte ao I*. Franeiaco mande par conta da pro-
vincia, dar transporte da ida e volfa com direito a
bagagria de Iliaco Puntas a Loa quan io se apre-
aentar ao ea^eobeiro da provincia Joio Jos Fer-
Btodet da Cuaba.
BXrBDiniTB SO DR. SBCKETABIO
Offieios:
Ao agesto da Compaohia Bratileira.'8. Exe.
O Sr. presidenta da provincia ficou jnteirado pelo
ofieio V Exe. de hontem de haver entrado i 6
bora 'tos do tal o vapor Per-
^^^^^| ^^^^b os ( o norte at Minios
mariuheiros.De ordtm de S. Exc. o r. presiden
ta da provincia comaunico a V. 8., em resposta
ao s a ulfi^io de 2 di corrente, n 126, qas pela
ordem do Pnesouro Nacional de 26 de Desembro
ultimo, a. 2 >1, foi habilitada a Tbesoararia de Fa-
zulacan o crdito preciso verba c-rpo da
armada, exerc ci de 18861887.
A> juiz municipal do termo da Floresta.De
rdeos do Exm. presidente da provincia recom
mead) a V. 8- qae euvio a esta secretaria a certi-
d i i de seu exercicio.
CXI'KDIBHTB 10 PA 10 DB J1SEIBJ DB 1888
Actos :
O presidente da provincia, de conformidade
c in a propoaa do Dr.*hefo de polica, em officio
n. 12, de 7do curente, reaolve, par convenieacia
do servico publico, sappriuair o districto da ub-
deiegacia da Sena de 8. Luis Gonziga da ;erma
de Garaiihun-. ticando o territorio que o coasii-
taio sob a compreheosio do l4 districto do mesmo
termoCommnaicou-ae ao Dr. ebefe de po icia.
O prndente da provincia, da contormidade
cam a propiata do Dr. chele djlt polica, em tonicio
n. 18,"de 7.do corrente, reaolve exoaerar, a pedi-
do, Pedro Alvos dt (.cita Conta do cargo de ab-
delegado de Ia iirictb do termo do AUiobo, e
nomear pira aubstitu:!- o cidadio los Isidio da
Silva. '
O presidente da proviaeia, de conformidade
com a praa-oata do Dr. ebefe de palieia em officio
a 13, do 7 do cc.-raati), resalvo xoaerar o teneu-
ta Autooio Machado da Silva do oarga de sable-
legado do 1" districto do torm i da - nomear pira sobstituii -o o alfares Ignacio Vea-
p isiano Augaato Ferr.iir*. .
O prcsilo.it da provincia, ii secu^aar SV -.
!ei n. 2395, da 10 de Uetombro de 1873, reaolve
ao:u:a.' J oa o d: meo Crrela da Araujo para o
posta da capul \ 3" compaahia da 6> seceso de
raaerva da ge ira uaciooal d.s comarcas de Ta-
qaaratiaga, l un J trino u Limoeiro, vago palo
fallecimmito d) Oapiti) Joaquim Apridio Rosa da
Casta.Co iimau c)j-:.o ae commaudiUte superior
respectivo. ,
0 prasi lente da pro /acia resolve nomear o
baeharel Mauoel iiearique Waaderli-y pira exer-
cer o cargo de delegada' do dis'ricto litteraria de
Btrreiros, em sitbgiituiclo de Autooio doi Bantoa
Pioheiro que fi.'a exonerado.Rametteu-se o ti-
tulo a) (aspjUor gert.l da Instracclo Publica.
O presidoate dt proviaoia, atteodnndo ao
que requereu Walfrido Barreta da Mello Reg, e
teude um vista as informiedes ctaataate do offi
ci lo inspector da Taasouro Proviacial de 31 de
Dazembro do auait pasa ido, n. 1025, reaolve, de
eonformidade com o c i*po9to no art. 1 da le n.
1619, da 2d de Maio ce 1832, explicado pelo urt. !
da dan. 1745 de 17 d Maio Je 188?, ailir o pe*
ticio iino ao mesura Tbesouro com os veacimeatos
correspoadeate* ao lugar de- 2* escripturario qae
c.xofcia na antig Cousuiado Provincial quaudo
J foi demittido por piriana do 11 do Fevereiro de
11830 Renett-u-se copia a iacpoctor do Ths-
] souro Provioeisl.
Officio* :
Aa inspector da Tbesoararia de Pazca i t
Remstto a V. 8 para os fins oavenieate*, as ia-
j clasa natas da gas coasamida ua Ara mi1, de
Guerra, durante o inoz da Desembro fiada, na
' qaautia- de 8,700 pa cbicos, e bsm assiai a in-
Ao baeharel Jos Francisco de Oses Caval- formacojunU par cp.a, de enganhairo encarro-
cante. Fico inteirado p?loseu offieio de 5 do gado d-s obras militiir*, de hautem datada sab
a. 17 j, relativa ao uoesmo c insumo.
Aa mesmo.C m r.uaico a V. 8. para os fins
caavenieetus, qaa n> dia 6 di corrate, o baeha-
rel Arthur da Silva Haga aasumio o exercicio do
cargo de promotor publico da comarca de N-.sa-
ruth, para o quul foi removido da de Palmare par
portara de 31 -le Dcmbro fiado.
Aa director do archivo peblico do impeli
coi renta', n. 1, de ter V. b. assumido nessa data
o cargo de procurador fiscal interina da Tn?a ju-
r.iia de Fnzen la, para que fora nomeado par
portara ds 4 deste mtz.
-A) Arienal de Mar.alia.la fcirado palo offi-
cio de Vmc. de 7 do ct rrsjpar, ob a 8, de te.- sido
e cito tliegoureiro da As: .ciacil i du Pratieagem
da barra e porto desta cidade o ajo laute do pra-
tico-n.r Jeroaymo Jos Bistorff; e bem assru da Traiaamittoa V.S.quat'rj exampare o*rebv
baveropratieo-mdrproposw para o lugar deajo-jtonoapresentadoa 27 de Oatubro ultimo, Dlo
danto o 1"> pratico Luis Jos odngaes Pinheiro,cX.preJi(eute or. Paar0 Vicente de Azevedo do
declaro-lhe que, neeta data, submetto a respectiva ,ffi..j u0.a quo reB0! ,7^ Novembro seguin'e
proposta, que veioaooexa ao citada officio, aogo-|tt dmi ustracio deata proviaeia di priineiro
verna imperial, afim de reiiolver orno julgar con- vice-presidaate Dr Ignacio Jjaquin do Smta
ve iieute, conforme preceitua o art. 4 do regula- Le^ PiUudo um d'aqaeiles impressos devidamen-
a que se tefere o avisa do ministerio da te autheoticado.
mesma, de 28 le Fevureiro de 1854. Aj apector do Tbesouro Provincial__De-
Ao director do proseo de Perinola de No fennJa petielo a oue se refere a utorojacio
ron lia Tendo em vista a assampto do officio degie Tbesouro de 4 de correte, n. 6, recommeu-
o*. 393 e 460 de 22 de Outubro e 27 de D sembr do B Vmc. qae .mande pagar a importancia de
sobre o qaal opportaaamea:e resolvere!, fice des
de j seutir a Vuac. que nao devora consentir na
pratica de serem escripturados por sentenciados
o* livros o mappaa desae presidio, ctmpriudo-lhe
por isso fazar observar fielmente a disposicia do
irt. 12 di reglamento. _
Ao ju x muniepal e de orphoos do termo de
Gamelieira.Declaro a Vcdc, em selucio ao seu
officio de 12 de Dezemaro ultimo, que aenbuma
r.ia havanio para ter adiada a libertaria de
Joe, anterior a ilenriqne, na cUssifia^coes ap-
prtvadas por esta presidencia, nem coostando de
sao* iaforinaeio quo milite contra elle qaalqoer
das disp sigo s do art. 32 do regalamento de 10
de Novembro de 1872, de ve ser elle alfornado
com o que se lhe segu, por conta do fondo dispo-
ui ftl, sendo intimado seu eeonor para apresen-
ta -o dentro do praso que lhe ser por Vmc. mar-
cado, Unto mas quanto da dita iuf irma^io consta
que o meimo senhor aceita como indemoieacio a
quaotia de 2OO4OOO. .
Ao gerente da Companhis Peroaoalucana.
Providencie Vmc- para qae a viagem do vapor
(liqui ao presidio de F ruando de Noronba sejs
transferida para o dia 13 do corrente, ao meia
da. Fizeram-se as dividas commuocacdas.
Poruas:
O Sr. gerente da Cempaahia P rnambucana
faga transportar ao presidia de Fernanda de No-
r rjjja, por conta do Ministerio da Goerra, ao va-
por Qxqui, o officiat e pracas que para all des-
taoam; e be a assim a pesioa le ua familias,
I mancio na dos na re la ci ionta sor copiaCffi-
cian-te ao inspector da Toesoararia da Fatenia
piara mandar ajostar coota ao referidos officiaes
e eommunicoa *e ao brigadeiro commaadante das
armas.
O Sr. gerento da Coopanhia Pernambucana
de Navegara fav* tranuportar para o presidio
de Feraaudo da Noronbs, par cosita do Ministerio
pagar
64f80 provmiente das passsgens, de que trata a
inclusa cinta, iffectuadaa nos carro da estrada de
fvrro do Recite ao Limoeiro, em Novembio do
anno pausado, por conta da provincia, deven Jo
er por esse Tfiesou ro reclamado do alfer. s do
carpo de policii. Sobi.atiao Floro do Reg o valor
de ua paiaagem, vuto baver recebido ajuda do
cueto.
Ao promotor publico da comarca de Caraai
Transmiti a Voic. afim de proceder nos ter-
mos di lei oopia inclusa da repreaentacio que
contra o baebarel Joaquim Homem de Siquer
Cavalcaute, juis municipal do termo de 8. Beato,
dirigio-uie o espectiro 1upplente corouel Luiz
Paalino de H dunda Vlenos.
Portaras :
O Sr. gerento da Companhia Pernambucana
de Navegaeio mande conceder paaaagem at o
presidio de Fernando de Noionha por conta da
gratuitas a que o goveroo tem direito,"de 6, ao
secretario d'aqielie presidio cap lio Manoel A co
Iv da Meara Goncim, sus mulher D. Amellado
Abren Lima i*oud m e orna filba D. Amena do
Aojot Gondim e de proa ama criada.
Muidi inutanU a proa a Argemira Mara
do* Praseres, Mamel du Oliveira Mt-llo e tres fi-
Ihos menores de 4 annos de nomes Antonio, Lro-
poldiao e Maaoel .3 Mara Francisca do Espirito
Santo, malhei do wlulenuiado Antonio Fraucireo
Borge.
B.-JVDIBSTE DO SBCBBIAHIO
Officio "
Ao brigadeiro -raarmandante da arm ie.S.
Exc. o Sr. pre nd ntt da provincia manda comuiu-
nicar a V. Exc. que remetteu ao Minialeru da
Guerra, pira esulve:- oemo entendor conven late,
o pedido qae acompt nhou o seu oliicio n. 636, de
22 de Deseuibro fi.ido, viato nao tero artiga de
qae fas menyiio o dito pedido prveocbdo o tempe
de duraco ni.rcado aa tabella esa vigor, seguudo
mar
Municipal e .- depois de nao eer cumprida por
ella a clausula em que firmara seu direito, pedern
recorrer para esta preside-ncis-
Fielden Brotherc.Deferido com o offlcia desta
data ao Tbesouro Provincial.
Gerente da estrada de ferro do Reeire ^Ca-
xang.Informe Sr. engenheiro fiscal da eetra-
d de ferro do Recifa a Caranga.
Gaudancio Rodrigue da Cruz.Nesta data of-
ficio Cmara Muuioipal do Cabo, c msiderando
eem effeito a ordem dssta presidencia da 5 de N :-
vambro do anuo passado aa parte relativa ro
clamacis do suppiic-.u:e.
JetjHjmo Letilo da Costa Rangel.Sti.
Baebarel JosOjoro do Oerquere.Dinja-se a
Thesouraria de Paienda, que et habilitada a
a*tisfezer o pagamento solicitado.
Baeharel Joaquim Gonfalves Chaves Fiiho.
8'm, pagsndo as* comedorhxs.
Tencnte Jote .loaquim Guimaraes.Informe o
Ss. inspector da Tbesoararia da Fascnda.
Jerooyma Francisca da Roeba Paula Ijrfyrme
o Sr. inspector geral da Ieatruccao PubiiesT
Joviaiano do Acevedo Mellofufarme o 8r.
iuspeotar do Th?eouro Proviaeia!.
Maaoel Albino de Amcrim.Indeferido.
Rodrigo Carvalbo & C. Informe o Sr. inspector
da Tnisourana de Fascnd t.
Senborinha M-n.i du Cooeeicio. Requeira
Santa Caa de Misericordia a quem compete pro-
vidbaaiar a respeitn.
Imuerial Socicdade dos Artistas Mechanicos o
Liberaes.-A) 8r. eogeobeiro encarregada das
bras geraes para* atteadsr se nao bou ver incoo-
Inspectorfn Geral da lastrae
clo Publica
DK8PACHO8 DO DA 3 DE JANEIRO DE 1888
F.onaoo Biptista d'Gfiveira, professor publico.
Justifico aa falta do suppl.cauto em Jvirtode
d nutorijaco da presidencia.
Jaciniha Candida de AL-near.Eu'juminhc-se.
9 -
Pacifico Paulino Malaquias, prafessor publico.
Encaminhe-se.
_ 10 _
Anua Scchorinha Mooteiro Pessea, professora
publica.Eacamiohe-s.
12
Mari Rosa Pereira, profeeora publica. Ea-
caminhe-se.
Fraacisco Guedes de Barros, profetsor publico.
Encamiahe-se.
Iinlina Alice de Abuquerqee, professora publ i
ca.Eneami ahe-se.
Amalia Carolina Pereira Calda, profeasota pu-
blica.Encsmiohe-sc. I
Secretaria da loBtrucsSo Pnblioa dtyPer-
nambuco, 18 do Janeiro de 1888.
O porteiro/.
J. Augusto de Mello.
das unbas ou urna"dentada dilaceras tado
apanbnm: eseondem as presas ebaixo da "trra,
segundo affirmam os indios, e ah as iio ctnseoilo
at a c naumir>m. Sao de extrema feroesdasV, a
sute, eom qutnta possa ser cemp.-ovado p Bstalnt
(acto, que successivamen'-o e de quando esa S]t>asi-
do se dio, bastar referir dous on tres para stoa-
traf-o.
Sncretaria da Preildenca do Pernatn-
baco, r-.in 19 de J.ueiro da 138?.
O porteiro,
F. Chacn.
Repartteao la Pallete
2* secedlo. -N. 58. Secretaria de Po-
lica de Pemaoibaco, era 19 do Janeiro de
1888 -IUm. e Exm. Sr.-Participo a V.
Exc que foram inntetn reeolbidot Casa
ie Detencio os seguint a iadividaos :
A' iniuha ordem, Jos Joaquim de Sant'Aona,
coaheeido por Jos Pretmho, Josqatm Bonifacio
N' uta da Pan ha e Francisco, eseravo de Aotoaio
Gome da Silva, viudos do temo de Gojanna,
como sentenciados.
A' ordem do subdelegado da fregaesia de Santo
Aotoaio, Mara Joaquiua de Soasa, Dionisia Ma-
ria- daConceieio ou Daminna Marta da Concci-
cio e Claudino Jos das Santos, por embriaguez e
disturbios.
A' ordem do do 1* districto da freguezia de 8
Jos, Eneas ii-que Cavalcinte, Hermenegildo
Joca Antonio do Sacramento, p. r distorbios ; e
Cimillo Jos de Souss, como uli?oad<>, a minln
dispoaica^, at que teuha o conveniente destino.
Participou-me o Dr. delegado de 1 districto da
capital, que boje amauhaeeu man 1 na Caes do
Ramos uua homem de cor preta, ignoraudo-se sea
neme.
U subdelegado da freguezia de Santo Antonia,
tornea conbecimeuto do tacto, manduu transporta!
o cadver para a matriz da mesma freguezia, onde
cempareceu o Dr. Bclcbor da Gama Loba, que
proceden 11 vistoria e dce'arou ter dado causa a
morte urna congestio cerebral.
Prrc deu-se 11 respoito oes termes da lei.
Deue guarde a V. Ex;.Ilhn. 9 Exm.
Sr. Dr. Manod Eupkrasio Correia, nuit9
digno presiden! da provincia. chele
de poli ai a, Francisco Du mingues Ribeiro
Vianna.
A' beira de um rio, estando algtoM
descalcando urna noite em pequeas rikiass. d:r-
mia om iudio debaixo da cama, o antes da lele
de um, que aqu 8^ suspende sustentada por doss
cerdas ; eia que sobrevem um gr alta aaiU
agarrando-o por urna perua, qae por acaso tiaooa
estendida, arrebatoa-e, nio poicado a abalfHfiie
qae all te aehava rcaaida, arraneai-lhe das (ar-
ras e dos dente ; o qas aeoctere eom acuifos te-
tros, que as mcsmss oasas arn bitam no jiisssiiu
sontno do meio de muita gente e levan* para va-
rar ; deata tacto po^iriam ser sprereatadoi tstit.t
tert-muuhoa.
Quarenta homens armados do balas, reas san-
cas, tencionando matar ama oi.gi que tinas
icuiua estrago taacidando com grande fefbcida'le
e devorando a muitos, a n., nao se tnaiiasl 1 de
to grande torsa de boocens armado, aceosaotsCttia
um dclles e matal-o-bia eom as lanhos eutrrr.i-
das pela cabesa pelo peito si, dirigida tota a
ajuda do Senhar ao coraoao, asta flscha nao a ti-
vesse deitudo por Ierra.
Paseando ama vez dous indio* por om eassiaiio
perto de Piratiuinga, per onde sempra vasto
voltamos, sabio Ibes ao encontr orna libis e
iuv-stio entra ambos; nao d>-s liorness rktw,
outm, repellindo es impetes 1 ira, eosBOab-a
valorosaoiente nio c com fl'cbas, mat tatageta
com a agilidade do corpo, at que rep.a em usa
urvore; poim nim rrestno este mena b>t*as)tt
seguro contra tae frtil, pois sia diadas de gra li-
le destreza; esta fieoajanto da arvore, vendo so
achajra alguma subida ; 'abutoa toda a ooit por-
que isso se patsou quasi ao entr.r do soi) a a*-
u.io, at ana subiudo a arvor.-, ou d rriooxa o ho-
mem, ou elle mesmo cansado de to graadalocta e
cheio de pavor, cabio. Em baixa era ata tocar,
alagadiso, coberto Jo Iodo, uo qual a o eabfr afo-
gou se, de iaau-ira que nio pende ser apaunatta
pela fra, a qual gistou de balde o r>sto em diligencias para tiral o d'alii; unnal, cansad*,
deit.au-se. Ao amsnhecer, ehegndo os antros,
qae j tiobam vtndo iatilmrnte di vspera em
auxilio do homem, uoa'nrain a fra. qne ja nio po
da oais movar-sc peo exceasivo trbala qna
tivera, e ucbaram-lhe ao ven re o Jedo potagsvr ca)
indio, que se suppe que e*Ja devorara qnansU aat-
bia arvore : viaia-se anida.neot oa aignaes dnt)
suas uobas.
Thesouro Proviaeia!
DB8PACHO8 DO DIA 19 DE JANEIttO
db 1888
Domingos Teixeira Bastos.Haj* vita o Sr.
Dr. procurador fiscal.
Luis J. da Silva Gaimaret. Deferido, dndo-
se baixa no debito do 2 semestre do exercicio de
83 a 81, referente a casa n. 169 roa do Viseen-
de de Govanna, visto que segando inferan cao da
Bec. hedera Provincia', t dese semestre foi dis-
pensada da decima a referan casa por despacho
do respectivo administrador da 22 de Outubro de
1884.
Joviniano de Azevedo Mello, G. Laportc r. C,
Jos Francisco do Reg, Mara '.andida de Fi-
gueiredo Santos e officio do Dr. ebefe de polica. -
Informe o Sr. contador.
Dr. Jos Joaquim de Bauza.Certifiquc-se.
Francisco de 11 dlanda Cavaleante e Joio Fran-
cisco dos Santos.A' Rccebederia Provincial para
os devidos fins.
Manoel Mi tins Campos e Jos Felippe da Fon-
seca Taberda. Deferido, ficando irrespooaavel
pelo "debito anterior o novo aquilino qae eatabe-
ecer-ae oas casas a. 10 do Barbalho e n. 2 Es-
trada N-va de Bebente, cuja desoecupacio se
pro va.
Poulman ae C, director geral das Obra Publi-
ea e ettrada de ferro do Limoiiro.Pa.ac-ae.
Gustavo Mermond Filbo.Satisfaga a exigen-
cia.
Conta de porteiro do Thesouro, do padre Fran-
cisco /ensalmo Baodeir e de Eleuterio Roberto
Tavare do Espirito Sanie.Approvadas. '
niMTOai DI BHtZIti
CARTAS DE ANHIETA
(Diario Official)
(i.'cntiuu.ai;"o) p^
VI
At aqui tenho fallado nos aniaue* que vivem
nagua : iratarei agora dos terraetres, alguna dos
quaes eao desconhecido3 desaa parte do mando,
frimeirameate dlrei das diversas especies de co-
bras venenosas.
Alguma* chumadas Jararacaa, abundis nos
campos, iiaa mattus e at mesmo na casas, onde
cuita vuze a encontramos : a sua m rdeJur
ni .Ua uo cspas> de vate e qaatro horas, pisto
que se Ibo pi-o u applica remedio e evir a'gc-
mus vezp a m. rto. Mas o que acoutec? com cer
tez-i entre oa iodios : si fortm mordidos .ama ves
e cocipam morte, mordios d'ahi em diattte, :'.
s aao cerrero risco de vida, cerno mesmo eente:
menos* dor, o que ti venios, nr.iia de auio- vez, occa-
sio de observar.
A oatra vanedade denomiaam Diininga, que
que.- iiizi;r cobra que lime, porque tem na canda
urna especie de cUo;ulho, com o qu*l sda quandv
assalta algueoi. Vivera noa ctmpoa, sa buracos
subterrneos; quania eatao oceupodna na pro
creacio atacnm a ^eote; andam pela gramma em
saltos de tal modo apresaados, que os indi .a ii-"
z >ro que ella* voam ; ama t ves que inordam,
aao ba msia remedio: paralysum-ae a vista, o
ouvido, o indar e todos os m>v:mentcs da corpo,
ficando sment-a a di e o scntiiuento do veneno
espalbados pelo co.'p i t do, at qu 1.1 fi e de
vate o quatro borae, expira-ee. Entretanto, qoasi
todos os indias torram ao fago e o mena deatas
cobras e de outvas, depois de Ibes tirarem a ta-
been ; HSsim como tambem nio poupam ao sapos, anc'8 i a l'agoa, distendid
lagartos, ratos o oatroa animaes desse genero. s t n* P"V*>
Ha tambem outrus aduairavelmenie pintadas de
varias crc, de preto, de braaeo, de encarnado
similhante ao coral, a quaes os indios appeilidam
Ibiboboca, isto 6, trra cavada, poraue ella no
rojarcm-se fendem a trra maneira das tou-
peims ; estas aao as mais venenosas de todas,
poriu mais raras.
Ha tambem outras, que sao denominads pelo
indiostiguatira, isto cobras pintadas, por
canea das suas diversea variedades de pintura ;
estas sao igunlraeuse mortferas.
Ha tambem outraa qnasi simitbautes. chama-
das Juraraca, e tambem Hipcba, iato cobras
dalas, porque quando feridas contrahem-se e fi-
esta mais largaa; a mordedura dostaa tatabem
mortal.
Ha aipda outras, qae se ehamam Biroi^anga,
isto co6ras fras, porque a sua mordedura com
niuuica ao corpo um grande trio; e estas, c -m
qaauto maiores do quo aa outras, sao- meaos vene-
nosas (por isso que nao causam a mori); laa
toda a bneca armada deden'.es agudos, o que nio
se di c.m ss outras, pas as outras ten apenas
quiltro (entes corvos, ti) sohtis e occul'oa que;
i nio so obaervur ecea cuidado, poder-se-Ira sat-
psr que os nio tuu ; nelles qae est a pesonba.
Todas, estas porm, excepto as qae nao sao
venenosas, das quaes tu nio s grande copia como
ts rnbem grande divereidaiie, sao tio frequentoa,
qae nao ae pode viajar sem grande perigo : timos,
caes, porcos e outroa animaes sobreviverem qu mi
omito seis sele horas mordedura d'ellia. Nio
raro temoa cabido em eliminantes perigo*, ten-
do-as encontrado mu i tos vetes corren Jo pelus ca-
miubos de um lado para outro em alguns pavea-
dos, a que nos tem chamado o nosso dover. Uuu
ves, voltando eu para Piratininga de certa povoa-
cao dos portugueses, para onde a obediencia me
tisera ir com outro irmio a eusinar a doutrina,
encontrei urna cobra enroscada nocaminbo; fa-
sendo primeramente o aignal da cruz, bati-lbs
com o basti e matei-a.
Pouco depois cemesaram tres oa quatro pe-
queos filos a andar pelo chao; e admirndo-
nos de onde aquelles que antes nos appareciam
tiuham sahido to de repente, tis que comisaran)
a sehir outras do ventre materno: e saccadiodo
cu o cadver, appareceram outro filhos anda,
em numero de cnsc, todos animados e j perfeitoa,
excepto dous. Ouvi tambem contar por pessnas
diguaa de crdito, de urna outra, em cujo ventre
foram encontrada mais de quarenta. Todava,
no meio de urna maltdo tie grande e frequ.mte
dellas o Seohor nos conserva incolum;s, e confia-
mu mais oclle do que em cootra-veneoo ou po-
der a!gum humano ; deacansamos nicamente em
Jess, Souhor noeaa, que 60 quem pode fascr
com que nenhum mil sofframos andando asaim
por cima de serpentea.
Ha tambem outras como pequeos escorptoes,
que habitam em certas moates de trra feitos pelas
turatigas: a estas cbsmam os indios Boiquiba,
isto piolkos de cobras; aio vermelha, pouco
maiores qae aranhss: laa duas cabeeas, coma os
caranqueijo, e a cauda recorvada, aa qual tum
nina u'.iba, tambem corva, com que ferem. Nao
matatn, m lis incommodam extraordinariamente,
de maueira que a dr qae produsem nio passa
antes de vinte e qaatro horas.
Exiatem titn'e.'fn toqui outras animara (qa
qae gejam lte) do in -amo modo ferotea, a
mais raros.
Ha tambera outro in.iaaul I0 fdia aspecto,
chomam os iaiios Tamandu. Arantj*-si
ur. .lio ao maior ci, mas t.-ra as ro ruat
levaut-se pooca do] cha ; p-r Uso I
podenda ser vencido pela h noca na carrTir
suas cerdas, que sio negras iuterineiadas |
Mnto, aa> mais riji e mais cereprida qi
parco, mxime ua caudia, que piuvida de 1
c-mptidas, urna dispoeta de cima :i baxsy
iiv.ii .v ra .mente, com as quetes .i> so
corro rch-..-si oa golpes da arma: 6 cot
urna pclli lio dura, que dliSeii Ue s- r
aada pelas fleohaa ; a do veutre miis inoile. T
o peaco-ao comprido e don; en-i p qae a a
desproporcionada ao tamaobo do corpa; boeea __
dona i, t'-udo a medida du oa, quando mrai'.o. doat
tem < comprime .to
le ie aaiii ft.-a
da bocee, sem contar a quo fija p na dentro (*ie
ta medil, a qual ciistuaj, pan o-a par f.-a, en-
tender aa cova das forminas, e I igj qae estas a
enebem de todos os ladoa, elle leeo'he-a para dt-
tro da bocea, o esta a toa rcreiaaV ordinari-i:
admira como tamanho anioial com tilo tusil 1 co-
mida se alimente. A palas d>aot-:iras sao rjbxt-
tieaiinoa, de grande grosura, quaai iguitti seta
du um homem, armadas de uoha.i raoite dar,
urna das quaes principalmente excede eaa fto-apr-
mentrjr s ae todas s de'icais fra. Nio tat saal a
niBgaem sinio em defeza prapria : quando acoi-
tece eer atacado pelas outro aaimaes, seata-*e, e,
com as patas dianteiros levanta las, espera o ata-
que, de um s golpe penetra l.'i s eotranhas
maiu-o8. L' sabcroaissmo ; diras qae carne lia
vaco, leudo todava mai rnol'e e macia.
Provincial
DB JANEIRO
Hccebetloria
DESPACHOS DO DIA 19
DB 1888
Pedro Maaoel Bibeiro, Pedro Jos Vieira, Joio
Fraacisco da Silva, Maruniano Jos Gomes, Pon-
ciaao Jos de Macedo, Jos Victorino Alve Maia,
Aloiuo Fernaode Se C, Jote de Asampyio Cor-
rea I iiorme a 1 ecsio.
Mano 1 do Nisciineuto, Escolstica Mara Bar-
bota, Fmacisca Mana da Aaaanoiaeio, Joe Can-
dido de Morae.Compra-ie.
O qu- direi dss Aranhas cuja multidio nio tem
conta? Urnas sio um porteo ruivas, outra cor de
trra, oatra pintadas, todas cabelludas; julgsriai,
que sio caraoguejo, tal o tamauho de seu corpo :
aio horriveis de ver-se, de maneira que t o sea
aipecto parece traaor diante de si veaeno.
Um eerto toimalejo do genero dos vespdes, ini-
migo d'esta, persegue-a encarosadadameote,
mata-a eom o ferrao, leva-as para pequeos bu-
racos que cava para si, e ah as come.
Ha aqui uo>B8 aranhas de genero diverso, tendo
lanbein nomo difi" rente, e que exbalam muito
mo ebeiro : sia trias por naturesa, nio sahem
das casas, sinio quando o sol est muito rdeme ;
(par essa razio os qae bebem d'ellas poia as mu-
ib. res brasilieas muitas vezes soem proparar be-
bidas envenenadas) sao accommettido* de um ex-
ceteivo fro e tremor; para isso o vinbo excedente
remedio.
Ha outro bichinho quasii eimjihaote centopeia,
ledo coberta de pelloa, feio de verse, de qne ha
varios genero; differem entre si na cor e no
nome, tendo todos a mesma forma. Si alguna
d'elles tocarem no corpo do algoem, causam
ama grande dr, qae dura maitas boras; os pel-
los de ontros (que sio compridos e pretos, de ea-
beca vrmelo) sio venenosos e provocara desejoa
libidinosos, Oa indios cettomam applical-i s
parte genitaat, qae assim incitam para o prater
sensual. ^
Eqcontrsm-se tambem entre nos Pantheras, das
quaes ha duas variedades: amas aio cor de vea-
do, menores essas e mais bravias; outrat eio
malhadn8 e pintadas de diversss cores : destas ou
oontram-se em to ot o logare ; os machos, pelo
meaos, excedes no tamanho a db earneiro, embo-
ra grande, pois as femeas sio menores ; sio em
indo emeibante* ao gato e bis p ra se comerem,
o qae experimentamos algamas veses ; sio de or-
dinario mediosss e aocommettem pela retaguarda;
dotadas, porm, ds grande Corea, eom um s golpe
Ha onrro tniave", bastante frequente, bota para
se co-oer, chamado pele indios Tapar e pelot
h- apanh-s Anea ; julgo que o que em latim so
chama Alce
E' ama fra semelhan'e a mola, osa pouco maii
carta de perat ; tem os ps divididoc em trst
pirtes ; a parte superior da beico muito promi-
nente ; de cor entre a do camello e a do veaio,
tendeado para preto. Levan'Jt-se Ibc pelo peaeoijo.
em vez de crinas, om mutealo desde as erase nt
a cabes, com e qual. euiao na* tent ataia alto,
arma toda a fronte e abro eumiiho svtr etoestaa
bosques, separando o ram~3 d'aqui e d'alli. Tas
a cauda mato curta, desprovid* de criaat; di tat
graade aeaobio em V'z de grito: de dia dorte a
descansa, de noite corre do om lado pasa msbm ;
nutre-so de diversos frncto e quando ot aio isa,
come as casca da arvore, Qaando persegubt
das caes, mz-lhes frente i dentadas e coacet aa
lauca se ao rio e.fica por muito tempo debaixa d".*-
gaa ; por iso vive quasi sempra perto dot rM,ett
cujas ribaoceiras costura 1 taoibem cavar a ierra
comer barro.
Do seu couro, endurec 1; apease pelo sol, It-
bricam i iudio broquel comptetameute ttpetia-
traveis s flechas.
Ha de entro animal que o ini'os chimam Mk *
nos Pregmca, por cauta da aui vxeeasiva lentiaio
em mover-se, na verJade prtgaioqto, pot soct
vagaroso que om caracol; tem o corpo graadW,
cor de cinza ; a sua cara parece asseaielhar-ae al-
guma cusa ao rosto de ama Kaioer; test os bra-
cos compridos, munidas de unbas tambes eotspn-
da* e corvas, com qae a d'tou a catar. 1
pider trepar a certas arvj.-c?, no qa^ gasta
boa parte do dia, e alimeaU-su aa tu.
rehntot: nio eo pie diter ao certo quinto I
pa leva em mover um brasa; teado parta
all se demora finalmente, at que cobssbsm a s
re teda ; pasta depois para oatra, aleantes vetea
tambem ant"s que chegaa ao eme ; ce tanta ta-
nacidade ao agarra no meio da arvore cm tt
anhas, qaa aio so pode arraaca-a d'alli sinio *-
Uud o-ibe es brasas.
*
Ha tambera ontro miiti semelbiat i ama re-
qoeoa raposa e ao qual03 iodi chimam Son-
guea, que exhala muito mi ebeire e gosta mu to
de comer gallinbas ; tem oa parte interior da bar-
riga umi especie de siccod v lida de cima a baleo
em qae eatao escondidos o* seae, e entrando Bata'
ello ot filbos etssira qae n*sc-m tgarram cada 1 ra
em saa tflta e d'alli nio saue.n, at que, nio pre-
cisa i. io mais de auxilio materno, pa** S^r tal
pee sudar por ti; mas a::tcs, depois da norte ia
mii, s com muita difficuldude poiem s t arraa-
eados vivos de sua titas. > muimos maitas e
entre ellas urna eom sete fi hoi encerrados na asea-
cionada bolsa.
Enatesa tambjji ce.-t a p quenas nai:* le
genero dos etjrdeot, caberlo de cerdas eamarMat
e mui aguda, pela mor pa-ro toare o pallidi, are-
tas na pmta, as qaaes, se tocarem ees algasia
coas, max mi em carne, entrara pouco a pene
por si, *em ninguem as emporrar; as malkerm
Brasis coatomara aervir-se d'elUa para fararsaa ae
orelhas sem senirem dr.
Eu vi um caro dobmdi, de nio peqaeaa gros-
sura, traspassado de lado a lado no espoee de aven
noiie por nma cerda desse modo iutrodttida por
ti mesmo.
Ua ama infinita moltidio de macacoa, dota-anea
ae oontam qaatro variedades, todat ella tts ava-
prias para te comer, o que muitss venta M
moa ; comida muito laudavel para doeatat.
Vivem empre noa rostios, saltando
pelos cumes das arvores, onde si, por eanta ib
peqaeoea do corpo, nio podea* saltar desta arvore
para aquella, o maior, coa chafe da tropa, enr-
vaodo um ramo, qne tegara eom a easasa e ceas '>e
ps, e segaran! o ontro macaco coa aa salsa, d
camioho nos restantes, fszeodo ama npnet .]
poote e assim ptsam com f icilidade todo.
? femeas teem mamas eatao aa maleares; ne>
filbos pequeos, agarrados aempre s costas e
hombros das oais, e
que potstm andar ton
coasas mar /ilhosas, qae
Existe aqui ontro animal
dos (cnamam-a'o Tat'), qat
em caveraas su bterraoeas e is
lagartos pWa canda e cabee 1.

1
1
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nMGiro uC
1S88
fl
L A
-

I
(tura, impiuctravei *3 flechas, aemelhante & arma-
dura da um cav
Cava cara milita vellocidsde a trra para te es-
conder ; quan 1 > se m tte em aua cova, ai nio the
arrancares s> peana, de buida te. canears de pu
:tal-o para lora; agarrase 4 trra com M esa
chas e oa ps com Unta fonjieju'-.^mbira Ibe se-
S-ures a cauda, tn.is laeil ser destacar se esta
o corpo do qoe a elle da cova. E' de deliciosa
sabor.
D">na g'oe'oe hi do veadoa, uos, eoT.oosooa-
eos, arm ido de chifres ; estes sao, porea>, raros ;
cutres de cor brauc, em ehifres, e que junoa en-
trao, nos malos, antes pastam aempre cm magotes
pt-lae planieiea.
Ha blindante multiao de gatos mont.':es mui-
to ligeieis, de ganooi, de ja?alia, ioi quues ha va-
riae especies.
Lrjge aqui, na reato mediterrnea, para ra
indos de Fe a quechimam Nova Hespanha, ba
caas ove has elvugsni, ignai-e s racen nr t-
anlo, eabortns de urna IX branca e linda, daa
qoeea se aervem os indi a pira levarcm e traze-
ri;tjParga;, cu lu jumemos. Um de n asaos ir-
niioa, que andn muito tempo por aquellea loga-
res, affirma qne nao t vira comer, maa tambem
comer da erne deltas. Trats-ae largamenta
deesas ovclbas as chonicaa do Pera', vulgarmen
te escripias cm hespanhal. ".
' Continua)
iEViSTA DIARIA
Aaf orlda lea polica**Por portara da
presidencia da provincia de 18 do corrente e aob
pioposta do Dr. chefe de polica, de 17, i juna no
na L-ados i
Delegada do termo da fp-jucs, o actual 1* sup-
pleute Manoel Hcraclyto do Atbuque: q le, em
sebstituicao do Dr. Jo Manoel do Barros Wan-
dt rley, qoe pedio exoueracao.
Para 1." anpplent' dar. torida delegara O ae
toal 2." supplcote Dr. Joaquim J.s Coimbia de
Andrade.
Para 2." suppleote JoSo Jos da Costa.
Para Io fi:. p i te do iubdelegado do 1. dis-
trictj do termo do AUg de Baizo, Joio Fran-
eisco Ferreira Lipes, em subatitucio de Alejan-
dra da Silva Va concilios, que pedio exouuraco.
Para 2. aupplente do meamo subdelega le Fran-
cisco Nunea B.ptiitfl, em aubettuicio de Joio
Bczerra Cavajcaft'e, qne nao aceitou a nomeacao.
Para 1. eupplente do subdelegado do distncto
de Cnpity do meenio termo, o actual 2. aupplente
Jcs Antonio dos Santos Cirvalho em substitu-
cao do tenente J s Alves de Siqceira Bubosa,
qce foi exonerado.
Para o logar di 2.' limpente da mesma aubde-
legaca Jcs Antonio de Gocs.
- Elelrao municipalHoje procede-se no
municipio do Reetfe i, i-leicie de um vereaior pa-
ra a.respectiva Cmara Municipal, na vaga do
capitio Ag> stiubo Beserra da hrlva Cavalcaute,
nomeedo bdmiottrador da Casa de Detencio.
Sio candidatos : pelo partido conservador o Sr.
Joaqnim Jcs de. Abri ; e polo partido libera! os
8ri. Fraucisco Faustino de Britto e Francisco de
Plitilo.Maffra.
* ittNirlcto sara Municipal do Recite, como Ihe presereve a
le, forneido o neeeesurio para escrever.nio pou-
de ter Inghr bentem a apura'cilo dos votos do 2
diutricto eleitoral para memores da Assembia
Provincial ; sendo pelo diguopresidente da jonta
eleitoral, o Sr. Dr. Mauoel da Silva Reg, adia-
doa os respectivos fabalbos para o da 24 do cr-
rente mee. ^
EeMverfcm prerentea quasi to'os oa presidantea
daa mrsaa elcit r.ies.
Iuiperlal Mau-ledade Soa rcalas
ecbaiitcua e ljlieraeaEata aDSociacao
coiomemora, njdouiiago 'i do corrente uiii, o
4G' annversariu de saa crescao, o 7* da iostalla-
(Sodo Lycxu de Ar:es e Officiose o 1" da nango-
ra.Q do at-n Musen, e fsr s\nultan-ameute a ao-
lemne abertnra da 7* exp.sicio artstico iudus-
trial.
A's llhoras do dia, celebrada no respectivo
altar a mise cm louvor da padroeira da socicia
de. entrar a bcssSo msgna anniversana, uraodo
aa peaacaa que ae tiverem iuscrijto, dopoii que
fr feita pelo Exm. Sr. presidente da provincia a
dciitnbu\\ i doa diplomas conferidos pelo jury da
exposicao aol-amen;ana, em Berln, aos expoa-
toras pernambocano.
Em seguida ter lugar a abertura da expoaicj
de productos artistics e industiiaes e a do atrseu
artstico.
Tacarao em todo os actos divoraas bandas de
msica, e o edificio depois ds aolemnid^do* esta-
r tranco visita cito publica, mediante qualquer
retribnicao ad /:6t'(i/m doB visitantea, sendo que
naa noiua anbsequeiites o mesmo se dkr.
A' noite ser o mesmo edicio brilhan'.emeute
Iluminado, externo 8 interni.mente, eendo-o o sa-
lao de benra por mcio de eoa electricoa.
Na exp.siviio artietco industrial, que eat bem
dspoata e contm alguna eepeeimena interesaan-
tea, fignraro om relogio electrico e orna nova luz
elctrica.
Peala do Monte em Ollnda Depon
de amaihS, 22 d. corrate, tera logar, na re-
peetva ermida de Olioda, a Fc8ta de Nossa 8e-
nhjra do M-nte, que constar demisaa solemne t
11 horaa do da, e ladainh* s 6 1/2 horas da tar-
de, argida do arrei imcnto da bandeira.
O largo fronteiro ermida estar embandeira-
do e ornado de arcos de folhngens, sendo lami-
nado noite.
Depois do descendment da banieira, serqoei-
mado um grande fogo de artificio.
Em todos os actoe tocar a banda de msica do
4' batalhao de ioft 0111 nal enera la ecrelarla le
rllela Aesuniio hontm o cargo de oflicial
ex-.erno da secretaria de policia desta provincia, o
8r. Joaqnim Carneiro Lins de Albuquerque, lti-
mamente n meado para esse cargo.
Cadv r Ananheceu hontem no Caes do
Ramos, o cadver nome ignorado.
Tomou a policia (onhecimento do facto, mandou
triinsportar o corjx para a matrix da freguesia de
SsjatO Aatmic, onde comp^rceu o Sr. Dr. Bel-
chior 4a*rama Lob), que, procedendo via'xria,
declawaj t r dado cf usa mor te do individuo urna
cngestSo cerebral.
Embarque-No paquete americano Pionee,
esperado de boje at amaoh do norte, embarca
pt.ra a rte, com aua illuatro conaorte a nosa
amigo 3r. Taiin Francisco Correia de Oliveira,
que para alli ee irige em vUgem de recraio.
S. 8. deve tema: o esealer pira o paquete no
Arsenal de Msrinhs.
Descjamos-lhes prospera e fels viagem.
14 Baiaibu de iBanlarlaNi tarde
de ante-hintem, o 14 batalbo de iafantaria ob
o con mai.dj il i Sr. coronel Jos Tbomaa Gon^al-
vea, fez txercicio na ordem anida, no campo do
Hcspicio, retirando se par o quit-l s 6 horai,
sem novidade.
Conata-noa, que O batalbo trabalbou bem.
Peala em CaianiHoje 7 horaa da
noite hHstear-ae-ha em frente igreja de Cuzaag
a bandeira de 8. Francisco de Paula padroeiro d
mesma igreja.
O acto aera feto cotn a pompa dotasoatume to-
cando a banda de ninaica do 2 bntallii de in-
fartara de linha.
A's 7 1/2 ser cantada a prmeira noves a, per-
teneendo u noite ees encarregados da eonimiBso
di. feata, qne se resliaar no da 29 do correute.
Essuaismenle-Hootem crea ri 3 horaa
da tarde, do logar Zjmby, diatricto pol cial da
Torre, fu eamsgado p-r urna carroca o unnor de
neme Vicente.
Es, e meo r, juntimente eom dous outroa, esteva
n'jina carroca qoe se diriga para a Tone. No
indicado lagar Zumby, o animal que tirava o
vehculo Cpantouie o diaparou, virande o mesmo
vehculo, que pasnou sobre o eorpo da int lis
crianfa, matando-a instantneamente por esma
gi .ment.
A autoridade policial competente tomou eonbe-
cim:ato do facto.
Paaoamr atoNo da Ib do correte, fal-
m.rea da Victoria, o capito Francisco Cordeiro
Falo, victima de pidecimentoe propri a de saa
avaicada ilade.
O finado era om agricultor modesto, porea ami-
to 1 iborioso e indaaendente.
Caraatar da versaV tempera, moldado i regides
Majeco e honestidade inquebran-
tav.il, a ^^Esammaoeate ettimavel pelas
Jim- qd^^^HSH-if sdas
Mu^JavaJjJK aja ileir3 de pastado eoaser-
valir.
A' wat digno* filtea, nossa ooadajenan.i.
rciviii ii .ItaltaasaPo'o j'v
|-ae 8. M. O re ll> ll*, tol sgraoiatlu coin o grao
d' civalleiro la ordem da Corda de Italia o Sr.
Francisco Lanria, al ociante desta pcaea.
tenia aliiila -sSscrtrvacam-nos em 12 do
crtente :
Passou-seo natal, e ap<*ear da graade eonear-
renci, que ha. sempie neaias noi'.es, neubum la-
erdaas desagiadavel tivemoa a registrar.
No dia 1" do eirreute terminou a feata de
Nosaa Senhora da Ccnceicio, com aquello explou-
d-,r e magnificencia jae Ihe sia devido, para o
que multo coooorrcu u Revm. parocho, sempra in-
cancavel nestna occaiio:s.
Outroa moitoa ilirertimentos prenderaiOrncs
a attenco, novando-ic de preferencia a eavalbada
do costume e um aiioel de carnaval, conhecido
aqu pelo non) de caretas.
D-'Sta vea os cav ileiroa abativeram-ae da an.
tiga veatimeota do qce osavam e apresentaram se
um pouo maugalha dss. Os caretas, nada dei
xaram a deaejar; sumpro a mesma cousa para
Variar.
Ucu bande He bVoos, cob-^rtos de andrajos,
naecaradus com peldis de ovelba ou bode, auin
espirito nem gr>ea a ."C'tear a humanidad-! pelaa
ras.
N> dia 31 de De sembr a noite eata villa foi
o receptculo rie.ama multiia< immenas, que con-
eorreu a ultim novena e a outr*a actos platica-
dos em honrado jubilan sacerdotal do Santo Pa-
dre, antecedente men e aunuociado pelo Revm.
parocho.
Diversos nioradates inclusive oa funaciona-
rioa da justca illoiiinaram a frentes de suaa
caaaa, dando assim uioa perap^ctiva agrada oiiis
eimaa esta va naturalmente agradavel.
> Ao termiatr aquellea actos houve um bonito e
varadaaimo fogo de vista.
Ji nos vai causando receio a falta de chavas
< ltimamente nao tabemoa ee devido so gran le
calor, tem deseovolvelo-:ic entre a populacho, urna
disenteria, que com quinto nao teuha tido urna m
conaequeocia, aempre um incommodo que ator
menta bastante um poore catholieo que se v ata-
cado del la. Algumaa criancaa ln sido atacadaa
de toaae convalaa e geralmente ha um dtflixo a
que o vulgo d o nome de c .tarro.
Algutm peaaa e i om bona fundamentos, que |
todos eaaes males tm aua rrgetn naa aguaa
podres do riacho que corta esta villa, pois neste
tempo do secca quando as aguas dimin em desea
volume, nio encontrando, ou por outra, nao tando
um livre carao, deixau. de correr, e reuoidaa a di-
versas materisa nocivaa formam um charco im -
mundo no centro desta mcatna villa, o que nao
poda deixar de ser am foco de ntecco, muitasi-
rao prejudicial n aaude publica. S ria bom qu a
illnstrissima Csmara Municipal laucada: auas vis-
tae para iato.
A' p ucoa ciss urna pobre velba que resida
aeata villa, de neme Loa adra, tratava el; orna sua
filba que ae acbava no -nte quando ueaperada-
m>nte aceominettida de nma congee'So e cio
minutos depois era c ida ver. Pobre velba, pro-
curando suavisar os'diis de aua filba foi presa da
morte deix-mdo aqusll.i n'um leto de dor.
! T. tn sido muito frequentes oa caaoa de coo-
geato neate termo, e nao podemos descobrir a
cauaa. de semelbante nial.
(Jem a alteraco que ae dea na liaba doa cor-
reica deata villa, provamos quinto devamos me-
iborar alguma cauaa havendo a linha terrea para
Oaraiih-inB, pois temos s.mpre que esperar o es-
tafeta de Jatob para enviar-moa no&sa corres-
pondencia.
Alem dieto, a o grande inconveniente de nao ex
pedir a adminietracao, masas no dia 1 de cada
mex para esta villa, privando-se nos aaem de
nossa correspondencia por um espado de oito das.
(ueiram portanto os 8*8. redactores pedirem pro-
videncias ao Sr. administrador dos correos fita
de expedir am estfate no 1 de cada mes.
Directora daa onraa de eonaervtv
cio doa porteaBalcm mcteorolosioo do
da 18 de Janeiro de 4888.
Crar-iSo d it.ista ama Pompilio, na
re-Ka.
1 phsrmaceutiuo entrn a 8 Ij2 e aahio s 2
horaa.
iju lauto eatrooa 7 li4 horas da manha e sa-
tinas 4 l|2 a Urde.
Lotera da, provnola-A 3 parte da 11*
lotes-i a palo novo plano, onjo premio grande 6 de
lOOtOOOfllWO, em Beneficio da Santa Casa de Mi-
sericordia do Recife, se extrabir ai da .. do
coi rente ao meio dia, na igreja de Nosaa Senbora
da Concaiodo dos Militares.
Cemlterto publico Obituario do,dial8
de Janeiro :
Jos Mara Montcro, Portugal, 63 annoa, viavo,
Sarlto-Aotooio ; erysipela gangrenosa.
.loNe.ni Bap'fsta de Sousa, Pjrnambuoo, 46 an-
aot; solbsira, Bja Vista ; febre cerebral.
Auna Bonedicta, Portugal, 50 annos, soltera,
Bo-Via'a ; loao da aorta.
Ameli, Perumbuco,9meses, Boa-Viata ; bron
cbn paevmooia.
Manoel Cecilio da Costa, Parnambuc, 44 an-
uos, eaai.do, Boa-Vala ; accesao pernicioso. .
Aldag aa, Pernambuco, 1 anao, ^. Jos ; at-
rampo.
Ignacio Joaquim Correia, Pernambuco, 26 an-
noa, aultiro, 8. Jos ; tnoercilos pulmonares.
Astrolgida, Pernambuco, horas, S. Jos ; in-
viaoilidade.
Jote .ntenio Pereira da Suva, Pernambuco, 73
annos, ct.sado. Boa-Vista ; leao cardiaca.
Joaephios, Pcrnambueo, 1 anuo, Graca.
.......
PLilUllACOES A PEUIUO
ieiEioa. Sra. mlnlalroa dajasllca.
preaideate da provincia eao rea
pelta-cel publico, o bacbarel Mano-
el iiiiiJino de Mello e Silva, pro-
u. t .r publico da comarca ue-Pio
reata,
Cbegaiam oa documentos que eaperava e o pro-
mettido i davido ; promotti publicar documentos
irreeudav.is, que moetcasaem a infamia de meus
detractores o rojasse por trra, aa calumnias que
liveram a estulta pretendi de jogar aobre miui.
Cbegou o dia; e o respeitarel publico e as au-
toridades superiores terio a prava inconeussa de
ineu procedimeuto correctiaaimo e fio-aro sa-
ben io o aiodo bonroao com que me oonduzi oaquella
comirc*, onde para cumprir b m meus deveres,
foi-me pr.iciso utilissr-me. e empregar o direito da
foro*, t, looge dos meas, ao alto serto, ameacado
" ''"n;>" np|.,
viuUa de, iiauigraates.
E como os que maia resultad, s tem traaiio ao
pea tom sido oa europeua, devJam vir na prxima
eatucSo, porque sendo ella a de maia calor na aua
patria tiles viram chegar aqui justamente na
eatacSo maia fra, e iipportariem melhor a nau-
danea.
Que_ os europeua ais na co'onoa que devenios
preferir prova-noa o estado prosperas da8 coloniaa
do sal, como bem conhece o ilustre presideute o
Exm. Sr. Dr. Manoel Eophrasio.
A iai disso o europea, com seus habitjs de com-
modidade um exemplo fecundo para os naturaes
da pas, que, estimulando se, preferirlo urna casa
coniortavel ama miseravel choj i; e adquirir o
maia fcilmente os hbitos de civiliaacSo detde
que ases Ihe aejam reveladoa peloa de sua claaae.
E' certo que em algumaa provincias a immigra-
c3o produsio grande deaanimo, pelo nio resulta-
do que della se trou, mas isso nao foi porque ella
fosse m, contra o que fa'lain bem alto aa do Pa-
ran Santa Cathariua, Rio Orando do bul e ou-
troa, maa foi porque os iucuir.bi oa pelo governo
de contractar oa immigrantca recrutarain'-n'os na
clssae dos vagabundos das cidades, em sea de os
irem buscar na ciaste doa agricultores.
O elemento servil, em boa hora, pode se diser,
j nao ex ir te, por consequencia deaappareceu tima
das majorca ditculdadea que ae enuontrava im-
migroji >, que era o raceio que tinhain oa homena
livr-s de aerem tratadoa como eacravoa.
Urge portanto providenciar para o augmento
de brat; s, que o augmento de produoco e por-
tanto da riqueza nacional.
- A morte da eseravidao um elemento de rique-
za, mas esse por s e nao basta para preencher a
falta qua de ha omito sentimosveobam immi-
grantes.
O Exm. Sr. presidente da provincia, que do
sal e que conhece de tau aa vantag.-na que aua
provincia natal tem tirado da inmigrarlo, b m
pode fazer eaae bjm-ficio a Pernambaco, que proa-
perando dar renome a seu admimatrador.
Um agricultor.
A.o eleitoraflo co mu-
iicipio do Recife
Apresentaio pelo partido "a que pertenco como
candidato ao lugar de vereador, cuja eleicia as tem
de prooeder ao da 20 do crrente, candidatura
que s aceitei, por dedicac4oa causa publica, pre-
valeco-me do presente meio, para fazer am appello
ao eleitorado, aignifieando-lbe que muito me pe-
nb-rar ana honroaa confianca.
Reeojrro a imprensa, na impoaaibilidade de diri-
gir-me a cada am dos Srs. eleiiores, o que nao
permita os poucos diaa que -reatam.
R:cif-, 16 de Janeiro de 1883.
Fraaciaco Fauatino de Bn'o.
Horas
t.
S 'O o
0 a -o
n
1 o te
25'3
28-3
30'-O
296
27'8
Barmetro
Os
76l37
76219
7tl7l
760-97
760 "78
Ttnso
do vapor
19,33
20,39
19,96
11,18
18.9
"S
o
a
s
33
80
71
63
63
68
de morte diariamante, e prefenndo perdor a vida
na lucta desabrida que sustentei da prepotencia
contra a le, a d ixar o meu governo, a Justina e a
le i, eamcruiisados. Lutei braco a bra(0, peito a
peiti, porque alli cncoatrei o d-spotismo arvorado
em systena administrativa inaugurado por urna
succ-.s.- j inenterrompida de f actos lamenta veis, al-
guna dos qu1.s inipo86ives de remediar.
Niugu?ai ignora oa deslalos iutu&oa, qoe aca-
brurjham i poltica dominante, at mesmo na ca-
pital, ijua to maia naa comarcas do centro. Isto e
outroa uoifos particulares crearam ama sitnace
toda especial para Floresta.
E eu ao chegar nella encontrei-a no estado se-
etlinte:
O partido conservador todo esphacelado, quaai
em aua t talidade, inimisado com aa autoridades
judicianae; seus membros inimiaados uns com os
outroa; ponljudo do dc.-uo do juis de direito,
urna queato de demurcaco do valor de vinte con
toa, em qce haviam sido sacrificadoa oa direitua dos
praprietanos caoservadores, qaa haviam sido es-
poliados da 8uas posaet, locupletaudo-ae aaaim os
proprietarioa liberaea a cuata do^ conservadores,
porqua as autoridades eram liberaos e pretendiam
uproveitar a occasio para as suaa vingauoas
particular.
O Dr. jt.iz de direito, aeramente incommodad
de eua saic, fazia anda o sacrificio enorme de
nao deixir o awiuiniia aos adversarios, a espera
que fosse i.orneado um juiz muuicipal para tomar
conta da comarca.
Nestas coiiai^ era-,he impossivcl vigiar pela
boa ordem dos negocios da comarca.
O juis municipal era um fasenoeiro de nomo
Temperatura inaxims 3 i',i'
Dita mnima2",00.
Evaporaco em Si horas ai sol: 6,m8 ; eon>
bra : 4",3.
i.'i-'.v .nulls.
Dreccso do rento: E de mra noita at 5
horas e 30 minutos da manhi ; ESE at 6 horas
e 18 minutos; E ut 9 horas e 43 minutoi ; ESE
at 10 horas v. 9 minutos; E at 10 boraa e 46
minutos; sE e ESE alternados at 11 horas e 39
minutoa; ESE at aos 12 minutos da tarde ; SE
al meia u lie.
Veloeidade media do venta: 2 C,S0 por segundo.
Nebulosidade media: 0,37.
Boletn do porto
5 51a Dia 18 de Janeiro 19 de Janeiro Horas Altura
P. M. \t. M. P. M. rt. 14. 7-50 da manha 156 da tarde 824 > 229 da manhi 2j17 0,-74 2,-22 0,-73
i^eiieea ttiectuar-sc-co:
Hoje :
Pelo agente Stepple, l hora da tarde, na ra
do Imperador n. 22, de canarios da Atlemaoha.
Pelo sgeote Unto, na 11 ti2 liras, na roa de
Pedro Alfonso n. 43, da predios.
Amanb:
Pelo agente Gusmo, a 11 horas, na ra do
Cabug n. 2 D, do estabelecimento ah sito.
Pelo agente St>pple, a 11 boraa, na porta da
Alfandega, de cal.
Pela sgeote Pinto, a 11 horas, na roa Marques
de Olinda o. 52, de gneros de estiva.
Mlaaaa funebrea Serio celebradas :
Hoje:
A's 8 horas, na Madre de Deas, por alma de D
Epbigeoia da Rocha Cardoao: s 8 horas, na ma-
triz da Boa Viata, per aima de D. Laura Nobrega
de Vaacoucelios.
Amaub :
A's 8 horas, na matriz da Escada, por alma de
Francisco Cordciro Falcio ; s 7 112 horas, na ma
tris da Ba-Vite, por alma de D. Julia Izaura
Sonto. -
Pasartgelf osCh?gadoa do Ro Grande do
Sal na barca portuguesa Lopes Duarle:
Joii Machado Tararea e Mara Alivertiy.
Sabidos pira o sal no vapor francas Ville de
Maranlt&o :
Padre Joio Climaco Valladares, Isidoro de Bar-
toli e Mareos Firreira.
sos da Casa de De ten gao. do Recite no dia 18 de
Janeiro de 1888:
Existiam 421 ; entrsraJff-9 ; sabir am 14; exia
em 416. .
A saber:
Nacionaea 394 ;
eacravoa sentenc'
idem de eorrrevio
Arracoadoe
Baos 348 ; d.;a
Iberef 6;
7; i^
Total 416.
strangeiros 5;
processado 1;
enfermara :
Movimento
Tveram bai
Arthar Paivamartins.
I-idoro Marcuea di Silva.
Lu i a^aprT11 n t .
Joa TifCrc Ferreira da Silva.
Tahal :
Fnsaino Manoel Ferreira do Nascimento.
Uoaplial redro IIO movimeoto deste
hospital no dir 17 de Janeiro, foi o seguin'e :
Entraram............... 16
Sabiram...............^ &
Falleeeram............... 6
Existe................. 542
Foram visitarlas as < nfermariaa pelos Dra. :
Moseoao, s 6 1(4 betas.
Cyaoeiro, a!01[2.
Barros Bobri-iho, s 7 lt2.
Berardo, s 11.
Viveiroa, s 9.
Malaqmas, s81,2.
PuotUa", s 8 1|4
Estevio avaleaate, s 8 1|4.
8im6esBarb leguas de diatauuia da villa.
Era promotor o mcu adjuocto e amigo Candida
Ferraz Nogueira, que se aohaado muito incommo-
dado de si.tile nio podenJo morar senio fra da
villa 10 leguas.
Era de i.-gado de policia um mea estimavel ami-
go inajor Joio Rodrigues de Barroa, fasendeiro,
tx:. lente carcter, porm bom de maia e moran-
do 5 leguas distante; que eslava oo.cunac.do u
Cargo p>r jo baver outro que qaizesae.
O nico eacrivio era aceuaado por todos da ter
vendido uls autos crime depois da pronuncia, por
cneoeuta mi ris e umi vacca, alm de outroa
factos.
Dis porim o eacrivio que foi o celebarrimo Fran-
cisco Semfim de Sousa Ferraz, Chiquito, quem
vendeu oa autos, quando no exoruico de juis mu-
nicipal.
O profenaor, liberal exaltado, ao ponto da aban-
donar a cs.deira em das kctivoi, para defender no
jury, aeua co religionarios.
A cadeia, aberta, sem nm soldado, apenas com
nm {reso velba e doente, que nia fugia porque
acba te preso a vinte e tantos annos e j caque-
con-se de vi ver em Ji borda de ; os outroa naa euaa
casas tocando, aimbando, insultando aa autorida-
des a rece sendo diaria, para comer cm auas casas t
Os soldad, s em mangas de camisas e chapeo de
couri, morrenda de tnedo doa aertantjos aaaas
sinos.
Todo p povo aniando na villa armado de baca-
marte, picolas, facas e cacetes, afinsl um verda-
deiro-cabos, urna perfeita* anarchia.
Cinco diaa antea de minha c negad a a comarca,
haviam dado tres snrraa, cujoa inqueritos s rece-
bi am, qU' dei a competente denuncia.
Ora em urna comarca que so acba nesse estado,
o que ser, do fuuocionario de juetica, que casar
chamal a ao cumprimento da lei e ao rgimen da
ordem ?
E' fcil de imaginar !
Pois bem nesse estado encootrei Floresta, pas-
ad seis meses tutanda, porm, tenho a felicidade
de dcixal-a como direi ainanbi, para nio cancar
a paeienca do leitor.
Rsc.fe, 20 de Janeiro de 1888.
' laudino de Mello.
A agrlcnllura no norte do Imperio
m inunlsraeiii)
Se noa afigura tao pouco auapicioso o futero das
provincial! do norte do Brazil que somos arresta
dos a cha nar para elle a attenjo doa nossos col
legas de claaae e a do governo, nma vez que, as
parece, {nem una nem outro teem a menor appre-
benaio a eaae reapeito.
Ha j tauito tempo que o p is e principalmente
esta provincia nio tem tido o ngmento de renda
que se deva esperar co n o aperfeiooamento do
material empregado naa fabricas ruraee, e d-sde
muita Be attr.bue esaa falta de progresao defi-
ciencia do peasoal ou do bracos, como vulgarmente
ae dis.
ltimamente, porm, se tem attrbuidoao tra-
balbo i sera'o,e os abolicionistas entbusiasmados
pela tarefa santa c humanitaria que iavestiram,
aununciam que com a redempcio das captivos
uesapparncer eaae eatado de staguacio da foute
principal de receita do pas.
Essa speranca se tornar com certeza em rea-
ldade, porque o trabalbo do bomem livre jamis
podi.x comparar-se ao do escravo, que aenbum
iuteresse visa aenio deaempeobar auas obrigaco.-s
de modo n nio ser castigada.
Nio ha quem ignore quaes as vaatagens de um
trabalbo liebre outro.
O que ee nio deve, porm, esperar que do
facto ao ca redeirpcia doa captivos resulte o aug-
mento da produeco. 8ena absurdo auppor que
mil eacrt v pelo fac'o de se toinarem livres pro-
dasisaem tanto quanto dous mil.
O que cumpre-Doa, pola, lser augmentar o
peatoal, e o uuicameio que para isso temos a
immigracao.
Emquanto no sol vemos ea homena maia distin-
etoe preo^cuparem-se e occupar idea, promoveode reuni -a de agricultores para
tratar-ae da solucto de tio magno problema, o
uorte. qua defiaba, pirque ba muito s>nte a falra
de braco t, nio se movr, crasa os bracea e espera
pe D vina Providencia.
E o gol erno o que tas ?
Apenas nomeou o director da colonisaoio.
Idas, que rolnos val elle dirigir ? At agora
oinsa neubum apparec. u, nem nos esnsta que se
tenba provid. ociado pela viada de inmigrantes.
No Batido em qne e acba eata provincia, n>s
parece, que o governo logo qao nouieou director
de colonia apto, e que tinba anteriormente c m
mianenadii nm eogenbeiro para eatnuar na pro-
Triumpho
Sr. Redactores.S boje me meio s
mos o 8-u e.ii.eituado Diario de 22 do
paaaado, em que o enoapotado Aristides
escreveu a sua moxitinada, aob a epigra-
pbe Dr. Francisco Jos M-ra^Sobrioho,
na qual procura lambu-ar-ine cotn a sua
peconhenta beba, thurifoar o seu falsa
idolo, e marear a honra e dirnidvie dos
Ilustres e honrados deserab .rgadores que,
consoitnciosamentc, e fondados as leis
do paia pronabeiaram ao tliuri :;i lo desse
aveotureiro, qae tarde ee apresentou para
defender ao juiz raais purtieador da ma-
gistratura brasileira ; e para prora do qm
tenho dita, dirija-se em Ferereiro vindou-
ro a typographia deste Diario que, encon-
trar doomi.entos maia qua saffioientes
para divorsaB denuncias, e provar que o
s -ti idolatrado nHo bomem honrado, e
sim um juiz prevaricador, corrupto e ini-
uigo do justo e honesto.
Dos autos das denuncias que dei, cons-
ta que m pronuncias tanto do juiz de direi-
to, como do Colendo Tribunal s&o basca-
das em direito, o nao por medo como inta-
ramente diz o encapotado detractor para
ferir a aignidade e reputacio dos provec-
tos e conspiraos desembargadores, que
pelas auas altas posicS^s e independencias
est coberto dos botes dos maidizentes, e
espero de tao diatin -tos caracteres que blo
de condemnar a aquella, que se apartou
do caminho que a lei Ihe trilhou, para
eulamear no charco
ap-
ISr
de
lbe
os
immunlo da corrup-
Eustaqnio Lopes de Barros, indiciado em crime daJclo, servindo isto da li^ao n outroa que se
M.! f *"i "^.n*"'*"1 a a"I,,aio 8eta acham eucarregados do nobre mandato de
distribuir justija.
Ao enoapotado Aristides tenbo a di-
ser Ihe que, devolro intactas as amabilida-
des com que ms mimoaeou, firmado no
axioma latino nema potest are quod non
habet, nec plus quam habet, e declarar-
me que raBgue a capa do anonymo,
pareca em publico deBcoberto, que se
um lzaro como o seu idolo, ou filho
mulher solteira, eu desapiadadamente
darei com o azorrague qua merecem
homen* do carcter de Meira Sobrinho;
protestando des Je j nao responder a ano
nymos, nem dar em sombras.
Triumpho, 8 de Janeiro de 1888.
Jeronymo Jheotonia da Silva Loureiro.
E com o fiscal de Manto An-
tonio
Pergunta-se ao arrematante da limpeza
da freguezia de Santo Antonio, se a ra
e o caes do Ramos nao esto comprebendi-
iioa no seu contracto para serem limpos, e
se o referido oaes o lugar marcado pela
(Jamara Municipal para deposito de lixo.
Imperial Sociedade dos Artistas
Medanle s e Liberaes
FBOQEAMMA. da feata do 46. anaiversaro de
sua fu:.daoa ., 7 di inatallacSo do
Lyceu do Artea e Offioios, 1. do
Musen e abertura da 7. Expoa-
cio artstico induatrial.
Domingo, '22 do crrente, a 11 boraa da manha,
com a presenca dos Ezme. Srs. biapo diocesano^
presidente da provincia, co .-mandante das armas,
Dr, chefe de policia. e outraa autoridadea civia e
miltarea e di8tinctoa cavalheiros qoe ae acham
convidados, ser celebrada no altar da padroeira
a Senh ra do Amparo, no aalo de honra do esta-
belecimento urna mase em honra a mesma Senhe
ra, pelo iivdm. Sr. padre Dr. Lmu e Si, secre-
tario do bispado.
Em seguida a eaae acto entrar a seaao mag-
na, tocando nesaa occaaio abanta do corpo de
polica o hyinno da sociedade.
Declarada aberta a scsso, S. Ezc. o Sr. presi-
dente far a distribuios/} dos p;em concedidos a todos aquellea que concorreram com
os seus productos para a Exposicao de Antuerpia,
Enda a qua! s--r feto o histrico ds todo o movi-
mento do Lyceu durante o auno, pelo orador da
casa ; eabeudo em seguida a palavra aoa demaia
oradorea das asaociacoea convidadas na ordem da
inacripeo. ,
Terminada a eeesio litteraria aera aberta a ex-
p sico de productos artsticos e industriaos eo
musen artstico.
Tocar durante o acto, alm da mencionada
banda da polica, outras bandas marciaes.
Q edificio acba se galharda Q. primorosamente
decorado, sendo o principal sala o da exp sico illu-
minado a luz electrice ; tambem ser expoata ao
publico orna nova luz elctrica, mostrando diver-
aaa qualidadea de luzca tVitaa pelo o Sr. Ur. Fer-
reira. Tambem aei expoato a apreciaco doa vi-
sitantcs om relogio elctrico, trabalho do 8r. An-
tonio da Costa Araujo.
O edificio achar-se ha franqueado ao publico
durante a solemnidade, a larde e a noite e naa se
guint'.'s, medante u-n retribuisio qualquer em
beneficio da instituifo.
A directoi ia tem envidado todos es eaforcos ao
seu aicuiic para.que a solemnidade, cxpoaico e
ruuaeu ifi-refam iteresse e despertem a curiosi-
aade do publico, p.-la sua impirtaacia e pelos be-
neficioa e incrementoa que podem trazer a ciasae
dos artistas e purlicularuieute das artea entre nos.
A' directora confia e esp ra que tedaa aa auto
ridades, aeaociacoes e cavalheiros co: vid.dos, e o
repcitavcl publico' se dignen de honrar eaea testa
das artes e do pregresso. comparecendo com aa
auas presentas ; asnino como pede desculpa as aa-
sociaedea e psssoas que forain convidadas para o
dia 15 do correte, nao ter-se commuaiesdo por
escripto a transferencia da fosta a-a o dia 22, e
desde j a mesma antecipa os seus maia sinceros
agradecmentoa por tao subida honra.
A directora convida a todos os seU3 associad-os,
em todas aa anas categoras, para tomarcm parte
no acto com aa auas preaencas.
Outro.-im, p 'de a todas aa pesaoas que tem de
11 por productos para tigurarem na cxpoaico o
obsequio de remet'erem at a 6 boraa da tarde de
20 do correte.
Secretaria da Imperial Sociedade ds Artistas
Mchameos e Liberaes de Pernambuco, 18 de Ja-
nero de 1888.
0 1." secretario,
Patetnano Barroso.
- _-----------
Aguns alealiaaa
Mondartn em :
Hespanha
ESPECIALIDADES PARA
Molestias do estomago, taes xa :
gastralgia, satasrro eneomeo do
ras simples.
Molestias doa intestinos, tasa >
manto do figalo, ictericia, clcalos bilaafa%
rbS chrcuica, etc., etc.
Molestias daa vi.a urinarias. Ueste*
toria nicas, cath,.-ro vesie-J, diabilas
albuminuria e gotts.
as anemias, chlorcsis,
dores artrificas e outras mu i tas aashaTiae
Aa liguas alcalin is de M -odarin aasaaaa da sa-
chas granticas aa temperatura d}!***eaa'ta
d> s, t Jo caras, incnlores de ebeirol pare cito i
pouco aos de ovos cosidos, sabor aialiao,
zindo uji lig iro sabor pie iat^ aa ~
mar-ae. Ellas sia ilassieadas aa aaasaaa
alcalinaa e bi-carbonaUdosde aoda.
.-ao nicos depositario* ea 1'innitrimui te ;
Antonio Affonao tsaos cstibelee doa r-ta.r
c a' de O yanna n. 1.
Casa Feliz
PRAgA DA iNiJEPEXUESL'Il Ni. C
DE ANTONIO A SANTOS POSTO
Aoa lOOiOOOiOOO
Venden da 2.a extracci^. da 11* lo'ers est/i
b.utm, 13 d Jiot-iro, k orla de lrf)00#a.:
a sorte 500*000 u. 3i23.
Tem expoato ven la oa sena Mises
garantido* da 3. extra -ci o, a bi-isio alrj
Casa de Misericordia qu. se eitrab.rt saaSaV
n>' ute i
a
Collegii
de A. S. da
Penha

Boa
* aaua', aja-
da Aurora ss. OS
quina da rata *
As amas deste collegio principiar) a A
nar a 7 de Janeiro : in trueco primaria,
daria e prenda.
A dir tora,
Augusta 'arnjiro.
Aula particalar
Baa Mai pon da HtviI a. SS
Aon Tbeodora Sm3js pirtioipi urssp^..*
publico e aos eenhore* pas no dia 9 do corrente abrir-je-no aaaa a ilss.
espera a acolbioiento que lbe ..-as. ti'i asmis ila
penaado, quer na anla pnmar:a a seo sesga, asar
ns secundarias, quer era muioa voeni araa
atsim corno ero rabiliios de agub". mi
prufeaeorea idneos.
s r o futuro snat'otaculo da patria,
J. fOST R lilil l religiSo e da lc, e ara verdadeira cid
& braajlsiro.
Da festa da Excelsa Jeahra do ^pera raerecer a ronfime. .,
WS-LS 9H*&1.2* d,a **! S*o#dos P e tutores daa criancaa
queiram aproveitar utn rpido adianao
iWJ3ifl-
iria para nm mm
36-Rua Velha-36
O abaizo as.iign.do, participa o ia*-
tr d publico deata cidade, cju; abrid aaa
i Escola p rfi.'uhr de instru-jao primara
para o s x rassculino, a ra YelLa a.
36, (Bi Vista) onde esmera lamente sa
dedica ao ensino de sena alumiic.
Educa e iostrue a ioantia p^lo roeJiMr
sys'eina doa priocipaea coasegios da eSrfs
de imperio, onde por aIgaD t^nspo daaa
roase 4 passeio, cap systema a de&a
eeza. a voca(3o, a pauienci. iatiaa po-
ra o eoaino, tasendo com qu oa aeaa av
cipulos aigam o caminbo da iateUigeaoaa,
da honra e da dignidai" com a otos esav
selhos, sSs jj?, fin de qat venasas
futuro auat'ntaculo
K
Ao publico
digna eo ufe-aria de S. Bene-
dicto erecta no canenlo de M.
PrancUeo em o inda.
O abaixo aasigoado vem do alto da imprensa
agradecer a diatincta mesa regelora da contraria
de 8. Senedieto erecta no convento de S. fran-
cisco em Olinda, pela maneira brilhante em que
ae sabio no da 8 de Janeiro do corrente auno na
occaaiSo da festa e Te Dean do mesmo glorioso
santo, na i faltando em a'-us corceas a f de ds-
tinctos chriatlos de que sao dotados.
Nao obstante ter bavdo por parte de alguna
iroooa, entre elles um ex juis que querendo vin-
,'ar-sc de urna auspenso que aofireu, tsntou cen-
auisr a mesma directora e nio satiafeitc com isto
por oecasiao do Te-D'um e quando ae achava o
S-iutiaaime Sacramento expoato, aSo reapeiteu e
piovocou a directora, sem para isto haver motivo,
acto este que repugnou a todos qua na occaaio se
achavam.
Nio querendo por maia extenso o meu agradeci-
mooto, peco a mesma directora que descutpe-me
ee por meio deata vou offndel a.
Recife, 19 de Janejro de 1888.
0 ex-meaario,
Alipio M.,niel Dioceses de Sampaio.
-i
\o dislincto faculiatvo Dr- Joao
Pialo
Cumprindo o ever que a gratido me inspira,
venho do al.oda in prensa agradecer a esa o apos-
tlo da sciencia, o felis resultado que obtive da
operaco praticada por 8 8.
Nio quero offemier a modestia do illostre clni-
ca, mais sirvam estas palavras de solemne protes -
to a uba eterna gratido e f.irei votos ao Todo
Poderoso, para que prolongue por muitos annos a
preciosa i-xistcoc* de tio distincto cavalleiro.'
Recife, 19 de Janeiro de 1888.
Hara dos Anj ) bomem que invrntou a pepsina em Franca,
eiegou a persuadir aos mdicos qoe elU oio p>
dia conservar ae pura sem que an lbe aaaoeaaao o
anido. Foi asaitn que, durante muitos annoa, os
dstmt-s aboorveram quanudades t-Dorsaes de nma
tal mistura. Hije, gmoaa aos trabalhos do Sr.
Ckapote t, os doeotes e oa mdicos eouh con a
p. pe.ua pura dv.ihsada,que as administra cm
forma de p-ioas, cinco vezas maia activa qu4 aa
o Ihorea das pbarmaeopea*. Estas psrvlas, ta
in^das depois da comida, operam a digestio dos
akmi-ntoK, sem que app>rect res de ibe9i, os arrotos, aseoxaqueeae, a tvm
ptoitts e outroa soffrnneutos, qu i tem por cauaa ae
ms digesidea.
Loteria do Para
A 2 extraooio da 16- ter larar no
Ivmeiwoa terrenos emqae.ae podara fundar na-'dia 23, peo novo plano do 12O:O(X)|Jr000.
de faaelro de 18SS.
llavera um triduo quo comecar no dia 19{qma-
ta-feira' solemne com msica, dirigido pelo nolave.
maestro Ju, Polycarpo b. Rosa, e com versos
cuitados pelo estimado professor Miuoel Vctor de
M lio, oa mesma oac.siao; a 7 horas da noite,
subir a bandeira da ermida para a haste, cond-i
zida por meninas.
Ao detpoutar da aurora do dia da feata (22) fen-
derio aos ares urna salva de 21 tiros e diveraaa
gyrandolas, para deapeitar os devotos da velha
cjdade, e convidal-oa paia oa actos religiosos que
aerio celebrados a 11 horaa da manhi, aos qu-.es
eatio de looga data acostumados a cencorrer pie-
doaamette.
A's 11 horas celebrar ee-ha a mssa solemne,
pela Rvdm. vigario da freguezia da S, connego
Jos Vas Guitcrres.
O pequeo arraial, estar ornado da arcos e ban-
deiraa ebem illumioado.
Ao terminar a ladainhi descera a baadeira psra
a_igreja, e acto continuado queimar se-ha um va-
riado fogo de artificio preparado pelo distincto ar-
tista Manoel Alves de Sant'Anna.
Durante o dia da festa tocar a banda de m-
sica do 11a batabio de intantaria, lindas pecas de
eeu dilecto repertorio.
Pestauraf da capella da Sa-
grada Familia no Chora He-
no.
Balando terminadas aa obras deata capella c
tendo da se celebrar a prmeira miaa e achando-
aej prompta com todot oa neeeaaarioa prepara-
torio?, o preprietario eonvida aa peaaoaa de aua
particular amiaade. e ao publico para assistir a
prmeira mise, que ter lugar no domingo 22 do
corrente, a 8 boraa do dia.
A capaila eatar expoata a viata do publico pa-
ra visitai-a at a 7 horas da tarde do referido
dia.
os>
to de seus tlhoa ou tutelados, e
cular tem le robusU em todo*
compatriotas pernambaeanos.
Comcjuanto ousaia seja rt teatstrra,
todaviu eapera que oa seos ia nsisais
caforgo?, e os seus puros desej S sejaaS ae-
ro .dis com a felix approvacSo ote todo* as
filbos do imperio da Sant; Cras.
Espera filialmente, que o respeita**!
publico saiba apreciar de perto-o sea ar-
dadeiro ensiuo primario, on ie raptdaaMais
aS crianjis abragam e amam de ruma
aos livros, as sciencias, as 1- ttr..s e as artes.
Mensalidsde2|$000 pagos linetsilas,
no acto da matrcula.
Horario das 9 horas da rcanhi s 3
da tarde.
R-icebi meninos internos pjf 30^00
mensaes.
Meio psnsionistis por 15^000 m?nsaas.
Por cada um preparatorio 4|00J sasa>
saes.
Prmeiras lettras 2JL00 meniaes.
Msica o piano 4$Q0 mens .ea.
Pj.gamr-nt.is adiantados.
36-RUA VELHA-36
Ju'io S'Mre de Azevedo
A mulher funda um dos seus prlncipaes
orgulhos na suave rotun^idade das su-s
formas, e quando a natureza, que nem aem-
pre favorece medida dos humanos dse-
jos, nega eata rotudidade, ou o que anda
peior. a troca por nma superabundancia do
ngulos e ossos impertinentes, entao s a
mdbsta pode acalmar o desespero da filha
de Eva.Mas hoja uao ha porque deses-
perar : com o uso constante de alguos vi
iros da legitima EmuIsSo de oleo de liga-
do de biciilho de Laumsn & Kemp, se-
gundo aa instruccSis que aoompanbam a
cada vidro, as carnes reapparecem, os te-
cidos cellulares augmentara, a demacracao
cessa, e a desejada rotundidade natural das
formas obtida ao mesmo tempo que o
syateraa geral purificado de todo elemen-
to ou humor malsj e os pulmSes fortalc-
cem-se e adqoirem nma robustez excep-
cional- Alm disto a Emulaao de ~Lan-
man dt Kempque sem duvida a me-
lhor de todas,cura radicalmente, todas
as molestias do peito e da gargant i e cons-
litue o agente digestivo m da cfficaz cm to-
dos os casos de dyepepsta ou enfraqu -ci-
mento do estomago ou da digestZo. (8)
m -
Institution franpaise
de demselles
Mme. Irma Adour, directora do estabelecimento
de educaco aasim denominado, e site & roa do
Bario de S. Borja n. SU, participa aoa Srs pas
de familias que ae respectivas aulas se reabririo
no da 9 de Janeiro proxim i futuro, e que conti-
na a receber alumnas pensionistas, aemi-pensio
matas e externas.
27 de Desembro de 1887.
Collegio de Sania Lucia
u
Para o sexo
Desde o dia 7 do correte qjie est!
cionando as aulas deste cjacrtuade ada-
gio, sito a ra Duque de Caxias a. 70,
2o andar, j (Jo v>nt- jnsamentu coa he cada,
ondo se d esmerada educarlo propria ala
sexo femenino.
Pelo seu pregramma So admittidaa si esa
as pensin slas, meio pensianistas e as>
tanua.
Aos Srs. pas de aailia
Acha-se aberta a escola particalar de ifMtraaaaf
primaria para o sexo mascauao, ras de Saeta
Rita n. 15. dirigida pelo professor pajlisalas Jafa
Yalentim Ferreira liastoa.
Ednea e inatrne a infancia pelo sy teams sisa
principaes collegios desta provincia caja ijiliaas
a delicadeza, a paeienc-a, a rorieiasiasa
do com que a-.-us discpulos simara > eaaaaaaa da
iutelligencia, da honra e da digaidade, atVa as
que veobam a ser o futuro e o aeseaarfaaele ala pa-
tria, da rebgiao e da lei, e um varibiilsiM aiaass
brasileiro.
Espera portanto que o respeitarvel sosaoaao sai-
ba apreciar de perto o sea verdadeiro sasaa, aa-
de rpidamente as criancas abracas e ajases a
coracio aos livros, as lettras e as Billas artas.
Comquanto rusada aeja eata teatitiaa, akataas
espera qne ra s> ua iueanaav is eaforyos a as saat
poros d.sijos e-jam coroad s coaa fcaa aapsa-
vscio de todos oa filhos do imperio ea Beata Cbaa.
MensadaJe adiantada no acto da soMtsiaasa.
Horario das 9 horaa da manta as i da tarea.
Meceos meninos meio-peosociatai c a sijae
em casas particulares a ambos es anas.
16Baa se Setsata Bisais
Dr. Coeliio Leile
Participa a teas clieatee e laigos ana
tem tea consultorio aa roa Deoae i
xias n. 57 1 andar, onde
de 12 s 3
reside provisi>idoainaaSt oaj
Portuguex n.


1Q




Amar Maternal
AS MAIS DE TAMIMA
Acabamos de 1er no importante jornal
qua v a lis da publi iaie na capital do
Imperio O Pas i a seguinte publiesQao,
que, ko taais oommentarios, qui trans-
eraremos :
Dina No^uioij Ijae, eduoando-sr
a molher preparaba so o tuturo. *
E de fioto.
c A molher o prineip I aaotor do des-
ea rol vi ment humano. Qaanto raais vir
tuota e Ilustrada f6r, -nelborea e' mais
bein educados sarao oe homeos.
A mai a serftinell i vigilante que
rea a vid preciosa da crianja, aeomps-
nhando a, desdo oa primeiroa vagidos at
o momento em que, fe te homem, trsns-
p8a oa hambraes da vida real.
t E quinto desgostos, e que tortura
angustiosas, os de urna mai qoo v eeu
fllho ainda pequeninq, aem ter expressS^s
Sara diser o que sonte e, todava, gemen-
o, chorando sob a influencia de um ;
commodo que, muitas veses, sabido
tempo, podoria aer debellado ?
i Quera ae recorda deatas situagSes
criticas, tao coinmuns ao viver da urna
mS, alo poier d^ixar de curvar so res-
peitosamente ante a mulber a personifi-
caban do devotamonto, da abn*gaao e dos
mais puros e grandiosos sentiroentos que
se aninham no ooracSo humano '
c E como refiero desse muito respeito
que temos |>9r ella, dirigimo-nos r-gora as
raais de familia, is delicadas educadora
da futura geracSo.
Mais do que as pessoas adultas, as
criancas esto sujeitaa as toases, defluxoa,
constipados a oatras nffecc-Ses congeneres,
j pe* aua dbil compieifao e delicada
organisaeAo, j pela aua curta idade que
nSolhes perrnitte o esqu vareoi-sa de um
golpe d'ar, por exemplo, ou d'outro qual
quer descuido.
Todos sabem o que acontece neste
caso.
A orianca, um dia, deiU-se com a
vos pouco alterada e urna tossesinha in-
significante que, aos proprios pas, p-ssa
desper?ebida ; depois, no dia sguinte,
j aquellos pequeos indicios aggravam-
ae, vem-lh-3 urna febricolasinba, inflimma-
se-lhe a garganta e dahi urna angina cu
garrotilho, um momento.
c Chama se o medico, quando, is vezes,
j nao ha mais remedio para a doenca, e
aquella innocente crian nha, espera oca
fagaeira de urna familia intaira, desappa-
rece repentiuarnente deixando os pais in-
mersos na mais acerba dor. .
f Oh 1 mlis, para quem escrevemos,
lembrai-vos que a Providencia nunca deixa
de soccorrer quem a ella confia 1
c E essa presciencia omnipotente, neste
caso, manitejta-se noPeitoral de Camba-
r remedio excellente, quao milagroso
para as molestias dopeito, germinadas, a
maior parte das vezes, na crianca por um
descuido da natureea dos que cieixaraos
apestados.
c Compra:, pois, o -Peitoral de Can
bar-e tereia prevenido a eventuoliduds
terrivel de vos verdes privados de vossoe
filhoe.
t Aquelle, renedio ser ass ora suxi-
jisr do nosso devotamento, do vosao amor
maternal.
Heitor.
EBITAE




i A viova D. Eulalia Ernestina Carneiro Cava -
cante achando se gravemente, esterina e em M
corso algum para ai e pura cinco filbinhoe, que
mais a affligeir. em torno de seu leito, roga a al-
g'omas petaos um bolo de en caridad", urna es-
mola pelo amor de Deoa. Reside i roa das Car
roca n. 32.
Balsa com uereial
>U<)TAg'38 OFMCIAK8 OA JONTA DOS UOH-
BKCTORES
flecis. 19 de Janeiro de 1868
ijansbio sobre Paria vista, 395 rs. o franco, do
basteo.
Cfeaabio sobre o forto a viste, 122 0/0 oe premio.
ti ri-ide'!*,
Aogosto Piuto de Lcmos.
(I secretario.
Pedro Jas Pide.
Uoiimento banearle
bscifh, 19 o jAsa'no na 13P8
IRACA DO RECIFE
O bancos, ew geral, adoptaran boje a taza de
'.: 1/4, dando, porm, do correr do dia a 24 5/16 e
1!4 3/8, eaervado.
Em papel particular bouve transaccSas a 21 7/16
II 24 1/2, oioatraodo osbancos no fim do dia pouca
ventada de turnar a rita ultima taza.
PRAgA IX) RK) DE JANEIRO
Os bancos sacesram a 24 1/4 e papel particular
s'cve eacasao a 24 3/8.
PRAgA DE LONDRES
A taza de descont do banco de Inglaterra
ioi boje redasidit a 3 /
As tabellas erpostas aqai foram estas :
Do Loamos Bajas :
ijoodre.......
Pars........
Italia........
lambargo......
fr-rtugal .
lew-York......
Oo InTONACicnAr. :
1. ndres........
Paral........
Italia........
.-lamburgB......
lsbua e Porto.....
?riacipaes eidailes de Portu-
gal........
leV-York......
o EaaLise Bihx :
i* ndres.......
ana........
;'a........
:! ajaba rgu......
Lisboa e Porto.....
ariacip&ce t:ida.:s de :'or: i-
tfsi........
aba do Acores .
( ha da &f adeire ....
fir-Y\rk ...
90 ti/0 vista
'i 1/4 24
392 396
. 396
493
222
?080
448
220
yo dio vitla
24 1/4
392
418
2.0
V4
396
3%
493
222
tn
2080
0 d/v vi>-!ti
241/ i :'i
392 396
. 396
493
222
448
i 20
227
S3U
A7
//08
a
ftociafao
recs ubitizo,
Jaina Pinte .
Oolaaia Isabel.
rubina puiyeri
)i asteo 3.* supe
3.a boa
3.* rege
cJ*ta v 19 de jAHEiro nr. 1888
Commereial Agrxilo, re,i8"r u os
%<* ao agijcolt.-r, jj. 15 kilo* :
2*600
d.
i
ur
2#2O0 :
i*O0 a
2*400 a
24^00 a
i*7(W
1/403
2/80)
2J-.00
i>1700
2*500
4300
1*80)
14100
r*ooo
O Dr Thomaa Jarees Paranbos Monte
negro, commendador da Imperial Orlen
da Rosa, juiz de direito da vara espe-
cial do commercio da comarca do Recife,
por Stia Magestade o Sr. D,. Pedro II a
quem Deus guurde etc. uto.
Puco saber aos qua o presenta ediial virem ou
dellc aotieia tiverem, qua pj/ parte de Alan Lim-
bert, liquidad>r offlalal da Companhia Tbe Cen-
tritl .Sugar Pactoriea of Brasil, Limited, me fo di.
rgida a peticlo eom documentos a qual do theor
teauiate : '
I lio. 3r. Dr. juis do-oommerc Alan Liim-
bert, liquidador offioial da Companhia Tbe Gen-
trtl Sugar Faotjries of Brasil, Limited, dn con-
formidade com a aotorisacio que Ihe foi concedi -
da em 7 de Novembro do anno prozimo passado,
pelo tribunal competente, em Londres, vem reque-
rer a V. 8. que ae digne de proceder a liqnidac&o
da mesia* companhia que tem b-'os situados nesta
provincia obaervanHo-se o diapoato na lei o. 3,154
de Nevembro de 1 82 a no respectivo icgolamento
n. 8,821 de 30 de Desembro do meamo anno.
O sopplieante apres nta orna relaco dos credo-
res que reaidem na Inglaterra e outia dos qae to
domiciliados nesta provincia, sendo que aquellos
acbam se reprea?Dtados pelj Dr. Josquim Cornil
de Araojo.
Neats ti'rmos pede a V. S. deferimsnto E. B.
Me.
Recife, 9 de Janeiro e 1888.O advogado, Dr.
Joaquim Correia d'Araujo.
Sollada legalmeote.
Despacho.Venha nos autos.
Resife, 14 de Janeiro de 1888.Montenegro.
E' o qo io c.iutinha em dita peticio e despacho
aqai copiado, e tundo o respectivo escrivjo me
frito eoneluaoa os antea de liquidaoi > d.i referida
companhia central Dalles dei o aegointu deapa-
ch : "
N m'io ayniicos os maiores eredores v"ra. Ro-
tbacbild e Edaardo Hnell.
Par;a-se publict p r editaea a acnteoc que de-
crttou a iquidacij, o aeu respectivo cumpra-so
eate deapsc o.
Recife, 16 de Janeiro do 1888.Mooieoegro.
E maia ae oai continha em dito ilcapaeh) aqai
copiado, depo'a vi.:-" nos meamos antoa aarnteDca
pela qusl suprimo triounil de Lonlrca insndou
liquidar s meara companhia, a qual foi tratusida
pelo reapictivo interpetre do commercio dfa'a pra-
fa Jo8< Faustino Porto e d j fhecr arguinte :
No supremo tribunal de juatica.Diviao da
chancellara.Juii o Sr. Nortb Polbaa 4.O
Sr. Word.Registrador Po'.has 191.Sabbado,
18 de D< sembr de 18fl6. Na causa das leis de
eompaohiaa 1872 e 167 E na oautn da The
Central tingar Pactori--8 Hr.nl, Liuiited A'
requt ii>r.riit > da Tbe Central iagar Faetones of
Brasil, L'mited, de 9 d Deaem^ro d'i 1836, apre-
seotac'o a este tribunal, aps ter ouvido o advoga-
do requerente, e pos loitnra da referida peti-
co. com declaracio de Richard Kidner (aecreta-
rio da referida companbi.) utoidacm 11 da D.-
rembro de 1886, de ter aido publicado um avino
da referida petico noa joroae London uaaetA.
The Time* e o Morning Pvel, dataloi de 10 de
1886.
Eate tribunal ordena que a referida Central Su-
gar Faetones of Braail, Limited, seja liquidada
pelo tribunal, de sccordo com as disoosicoes das
lea de coo-pairbias 1862 e 1867 e fica ordenad*
qae as cusas dea requer. nt s deata peticSi ai-|am
contadas pelo cantador e pagas do activo da dita
eoinptohia.
A todos qaantoe o presente virem cu posss in-
tereBSar, eu, Charles Preaton, notario publico na
cidade de Londres, Iaglat'rra, d vidamente no
mead; e juramentado, certifico-e attesto qne o do-
comento marcadoAinlicando ser urna copia
'.fficial de ama ordaoi passaaa oa reparticao da
chancellara do aupreao tribunal A: justiei na
Inglaterra p..-lo honrado Sr. Nortb, nin dos juisea
do referido tribuna*, em 18 de D''embro de 1836,^
na causa daa leis de c^mpanbias de 1862 e 1867 e
na da Central Sugar Factoriee of Brasil. Limitei,
(pela qual o referido tribunal ordenou que a Cen-
tral Sug.tr Pactoriea of Braail, L'mited, foaae li-
quidad* el > referido tribunal de sccordo com na
diapttiede* das ditas lea do companoias de 1862 e
1867 da manetra aellas mencionadas) com et-
frito urna copia fi> I c exacta da dita <>rdcm, a qual
fo por mim devidamente conferida com a ordem
original 'arrada pe'o dito tnbo.nl.
Outrcaim, certifico que a dita c. pia ofiioial t >
devidamente paaaada e foroecida pe\o respectivo
otBcial do dito tribunal o esta devidamente sella-
da com ca sellos officiaes do nfarido tribunal e
Sue a referida copia official, sellada, como cima
ca dito, deve de accorJo com a lei d- Inglater-
ra, srr recebida como provada dita ordem origi-
C'otAco de Igoddo
su 19 ds Jiaaito db 1888
Nao constoo vendas, teado apparecido i ffertas
da 6*50J para o de 1* sorte do jerto.
O mercado fecboa mais frsco em vista da subida
do cambia
----
Entradas de assacar e algotlMo
MXX 1>B JABCIBO
ASSUCAR
Entra daa Diaa San-.-'a
Barcaoas...... 2 i 18 85 236
Via-ferrea de Caruar 2 i 18 12.739
Animaea..... 2 19 8 321
Via-ferrea de S. Francisco 2 11 72 0-3
Via-ferrea de Limoeiro 2 i 16 39.250
omma. 217.572
AI.GODAO
Entradas Oias Saceas
Barcacas...... 2 4 18 1.018
Vaporea...... 2 4 18 1.426
Via-terrea de Cania: 2 4 18 714
Aninaes...... 2 i 19 3.672
VU-tcnea de S. Francisco 2 i 14 687
Via-ferrea de Limoeiro 2 4 16 3.650
Somma. 11.VI
Vaporea despachados
Vap. nac. a Cara, para :
Cesr : 100 fardos de virque e ama caixa com
calcado nacional.
Maranho : 2 caizaa com calcado narran!.
Pr : 100 saceos, 40 barriese, 1 729/2, 1 S88/4-
e 310 barnquiuhaa Ccm HeaoCir bniucn, 90t' B'xa
com sabio, 400 barria de 5o cm agusrdei.tc, 6
cairas com calcado nacional o 50 duxias de vas
sourai de piaasava.
Mac ios : 15 latas, 10 engradados, 25/2 barricas
e 90/4 com aasucar branca, 100 caizaa com sabio
e 80 barra de 5* com agurdente.
Carreg. diversos.
Vap, fr. Ville de MaranhS ', para :
Rio : 500 aacces com algodSo.
Santos :.3.600 Ulna eom aaaucar,20 pipas com
aleo.,I e 6 barricas eom eal de Jagoaribe.
Carreg. divera.'S.
Vap. hII. Ctmp'nji, para :
Haotoe : S 625 saceos com atsucar e 10 pipas
com agurdente.
Carreg. diversos.
\avi despachada
Pat. all. Anua, para :
Moutevido : 340 pipas, 6/2 ditas e 100 birria
de .> c.m agurdente.
Carreg. F. R. Pinto Ooimuraes.
Pauta da Alfaadega
itMAM-i DB 16 A 21 DB JABS1B0 DD 18^8
(Vide o Diario de 15 de Janeiro
navios carga
Bsrcu jorlu^oesa Novo Silencio, para Lisboa e
Porto.
Barra portugueza Q'iiteria, para Lisboa e Porto.
Bircn norneguenao Sa'em, para Estados-Unidos.
Bar ingle a Brminia, para Liverpool.
B.ici americana Coryphene, psra Estados ni-
cos,
Baic-.i noruetjooase Lovetand, pira Estadoa-Uni-
dw.
Bircn americana Hudion, paiafEstados-Unidos.
Barca alcuiJ Si'iut, para Eetadoa-Unidos.
Escuna dinainarqaesu Ezprets, para Rio Grande
do Bul.
Lj;.r D.cio.ial Loyo, para Rio GiauJe do Sal.
L,;ar n^cioaal Zequ aha, para Rio Qrauda do
Sil.
oal, em todos os ju sos e fra delles aem mais oo
tra pro va.
Em teatemuuha co que ascignri o presente e
affirei o sello do nieo efiicio aos 4 do Janeiro de
1887, para servir t valer onda for preciso.Qus-
dattest'or.(Aasignado)Charles Preaton, tabel-
liso publicoLondresNo Sopreno Tribunal de
Juatica. RepattiQ.j da Chancellara. O Sr. juia
Nortb. Em audiencia. Folhas 10. Sabbado aos 18
das do mes de Desembro ds 188o. No feito refe-
rente is iei de eoapaohias de 1868 e 1867. No
feito da Central Segar FaCtories of Brasil, Limi-
ted. A requerimento da cima nomeada Central
Sugar Faetones of Braail, L'mited, depois le ou-
vir o advogado por parte da supplicante e feta a
leitura da peticio para liquidacio da dita compa-
nhia. hpresentada ;i este tribunal pela companhia
aos 9 de Dex> cobro do 1886, e auloado um depoi-
inento de AUn Lamber! aos 16 de Desembro de
1886, e um depouoeuto de Ernesto Luxmuor e
Cbaaabael sendo uutuado aos 15 de Desembro de
1886.-
E' ordenado qne Alan Lambert, reaideote ao
n, 9 Saint Helena Piaee, na cidade de Landres,
negociante, presidente da dita cempanhij, aeja
nomeado provisoriamente liquidador official da
i C'mn dita cemp'ir hia ; e ordenado qne o dito
Alan Lamberr, anten ou aos 20 de Janeiro de 1887
preate fianca para ser approvada palo jais. E este
tribunal p r este instramento limita oa poderca
do dito Alan Lamb rt como tal liquidador official
provisorio '>s segoiutes actos, a saber :
L* Tomar poise, recolher e proteger a proprie-
dade da companhia no Brasil e na Inglaterra.
2.a Representar a compaoba perante o goverao
braaileire.
3.* Faaer arraojos com os plantadores no Bra
sil para foinecimeoto de canoas para oa fias de
continuar o negocia como em effectivo anda-
mento.
4.* Dirigir o negocio da companhia qaanto seja
necessario para a benfica qui IkcAo da menina e
para ease fim desempunbur : completar coutractoa
pendentes, p>rm na i a entrar em contracto novo
algum, excepto qae nto pjasa ser nesessario rara
dirigir o negocio da dita companhia.
6.* Tomar dinhei'-os emprestados para o fim de
dirigir o uegocio da dita companhia e para o fim
"de proteger a propriedade da comptnbia, p rm o
total dos dinheir. a tomados emprestados, co deve
exceder a somma de 5,0C0, e a taxi de juro pa
gavel nSo deve exceder a libras 6 por cento e por
aono.
6. Observar todos os casos de emergencia,
igualmente faser todos os actos que possam ser
aeceasarios para o fim cima ; o
E' ordenado que o dito Alan Limbert, untes ou
aos 25 de Abril de 1887 deixe sua canta na au
diencia do juis ; e
E' ordenado quu todos os dinheiros que f,rem
recebides pelo dito Alao Lambert como tal liqui-
dador official provisorio (outros que nSo quaes-
quer dinheiros tomados empreatados em compr-
.ii nto deata ordem) sejam pagoa na Banco de In-
glaterra, a crdito da conta do liquidador official
previsorio da ita companhia, dentro de 7 baa
da data do recebimeuto dos meamos. (Aesig-
nad.o) Altre o Rawbason, principal eservio.
Tinba eatampilhaa de emolumentos na valor de
um Qitavo eaterlino e diversos ca-imbos do tribu
nal ...
Tradasidos lateral mate dos proprios originaba
aos quaea me reporto. Pernambuco, 16 de Mar-
e/) de 1887.Jes Faustino Porto, inU-rprete lo
c.mmercio. .
Sentenca esta qu-J asasid cumprir ueste juno
pelo seguate dcnp,'' "
Cumpra-se. tw^.to, 18 Jj .U-rco de 1887.
Uuntenegro.
E' o que co.v.m em dito d-spac!io aqu co-
piado. Aa attribuicojs loa ryaic-is, pirem, fion-
rio sujeitaa aa dispos coe* do uipitulo <.* d-t ce-
gulamento n.88l de 3) de D-s.mSri d- 1S82, es-
pecialmente as da segunda parte do art. 106 do
meamo.
E para qua ch-goi o ccahaiiavuto dos iato-
reasados, o respectiva eaerivo pasaou o preaeate
edita', ein virtude do eimo d-spacha proferido
nos autos de lquJacia e no principio deste trans-
cripto. #
O presente ser publicado pela imprensa e affi-
xado na lngir do costnme.
Dado e paseado nesta cidndu do Re -if-j d-) Per-
nambuco, aoa 17 do Janeiro de 1883.
Sibscrevoe as8ig-i.Rraasta Machado Pi-eirs
Percira da Silva.
Thomax Garcei Paranhct Montenegro.
StiLRGOES
4:
Banco di Brasil
Paga-ee o 63 dividendo raaJo de9*0(0p>r
accio, i ra do Coaun r io n. 6, escriptorio oV
Prreira Carneiro & C
Lar hjilandcs Leemhu'i, p.ra Ro (}-aa-'e do
S il.
Lugar ioglcs Clulha, para Liverpjol.
Logar ingiez FontiiU, para Canal.
Lugar ingles Eua Lynch, para Estad is-U-aidos.
Lugar iugles BUache. para New York
Patacho dmaroarqu. z Annie Marie, para Ri >
Grande do Su'.
Patacho alieml) Anttlopt, para Uragoayaia.
Vap r ine'ex Almandine, para Liverpool.
Vapor ioglea Montreal, para Liverpool.
Vspor iugli z Sculptor, para Liverp!
Vapor naciunal S. Fran~.\tx> para Maranho c
escala.
Vapor nacional Marque* de Caxtai, [-ara BahU e
escals.
Vspor ingiez Bettel, para Santos.
\v o* a di-searga
Barca ingleza Ranavola, earvo.
Barca ingleaa Arbuot, carvio.
Barca inglesa Miria. baeolho.
Escuna sllem Framiika, xarqoe.
Eacuna norueguenae Reform, xarqae.
Escuna inglesa Percy, ba"alho.
Patacho attesall D. Pedro, xarque.
Patacho iugiez Robim, bacslho.
Exportado
ancir. 18 DB JAMEIBO DE 18i:8
Pura o exterior
__ No vapor ingi" Montereal, carregoo :
Para Liverpool, N. I. Lidatone 20 toneladae de
seos e 140 kilos do rectaes velhoa.
__So vapor iugles Sculptor, carregaram :
Para L;verpo< I, S. P. Johnstoo ifc C. 447 aaccas
."m 33,618 k o dsxlntti; P. Carneiro kC.
3'J i-ceas com 2 133 Iflosj de algodi) ; J. Pater
& C. 4,000 saceos eom 3o0,00J kilos de assucar
mas cavado
No logar injles Blanche. csrregaram :
Para New-York, P. Cssiio Pilbo 8,000 saceos
com 225,000 kilos de sasucsr maacavado. -
No lugar ingloz Eva Linch, carregoo :
Para New-Ystk. M. J. da Racha 21 eac-os eom
1,575 kilos de as:ucar maacavado
Na barca americana Hudion, carregoo :
Para Ni-w-Yoi-k, M. J. da Focha 800 saceos
com 60,000 kilos de assucar masca vado.
No vajor fraucpi Conqo, earriariui :
Para Allemnaba," W. S.'gad, 4,000 gaos de cu
ro ve b j.
Para Lib.a, F. da Cesta Ai C. 375 aaccas com
28,889 kilo, de r.lgodflo.
Para o interior
No vspor allemS'j Campia* carregarnoi:
Para Santos, H. Burle St C41,000 saceos com
60,000 kilo de aesuear mascavado ; V. da Silve-
ra 2l'0 sacc.' com 15,iy_0 kilo* do assucar matea-
vado.
No vapor francs V.lle de Maranho, carre-
garam :
Para Santo, H. Burle & C 1,003 sacos rom
60,000 bilcs de assacar branca e 1,<00 dito rom
60,000 ditos de dito mascavado ; S. Guimaries *
C. 800 sacos com 18,000 ki'os de aitucar maica-
vado ; F. 3 Maceda S > s e in
-18,000 kdos de assucar inascavail i.
Para o Rio de Janeiro, U. Burlo & C. 500 sae
cas com 37,255 kilos d algodao.
No vapor iuglea Itenel, earreuarain :
Pura Sintoa, S. Guiuares &C. 600 saetas com
36.C00 kilos c besucar tranco e 500 ditos tju
30,000 ditos de dito mascavado.
- No vapor mericaao F-nance, earregarsm:
Para Babia, Aaorim L uiios C. 50 barricas
com 5,822 1 (2 kilos de assucar branca.
No Vapor n-cioual rara, carregaram :
Para Man aos, P. Al ves 4 C 10 bairieas tm
403 ki oa d-. asquear braooo.
Para Para, Burle & C 49 barti.aa com 212
kilo de assucar branco ; J. M. Dias 150 harneas
.om 5,855 kilos de assucar rsnco ; A. R riaCtata
50 saceos com 3,750 kilos de assacar branca,
o hiate naci nal D Ant nia, carregar;
Monte-Po te Typpte "ii
Pa
II .venda terminado ss ferias deste Monte-Pio,
de oriem do Ilm. Sr. presidente convido a todos
os sssociados a comparecerem 4 aesaSo qua t< r
lugar no domingo 22 do crrante, as 10 horas da
dia, na teda social rua do Coronel Suassuna a.
41, 2 andar.
Secretaria do Monte Pi dos Typagraphos de
Pernambuco, 19 de Janeiro de 1888.
01" secretario,
Maqoel Bieudo do Albuqnerquo.
anta Casa de Misericordia do
II ce. fe
Pela secretaria desja santa casa sio con vida-
d-d as Amas a qn'in ae achain entegu<-s expostos,
para virem reerber do Iilm. Sr. commendador the
soorelro, as mensalidades vencidas eui Desembro
Ando, no dia 26 do corrate, pelas 8 horas da
manh, na salis do respectiva estabelecimento.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 19 de Janeiro do 1888.
O eacrivao,
Peiro Rodrigues de Soasa.
trnniism se na Santa Caa oaj m-
(uinle predio*
Raa do Imperador
Sobrada n. 24 83*333
Rus Imperial
Casa tariea n. 151 25/000
Viaconde de Albuqaerqne
dem n. 61 22/000
Ra dos Burgos
dem n.-21 12/100
Quadro da D.-tenc:Xo o. 1 6/000
Dito u. 3 6/00>0
Roa do Marques de Olinda
L ja do sobrado n. 53 83 .033
Ra do Vigario Tenorio
2 andar n. 22 15/000
8 dito idrm 12/000
Ra da Moeda
Caaa terrea n. 47 2'a/OOO
Dita n. 49 25/000
Ra do Amorim
dem n. 64 30/000
Ra da Madre de Deas
dem n 10 20/0t0
Ba do Vigario Tenorio
1 andar n. 25 3)Z000
2* dito idem 25/'00
3o dito idea 20/000
jjiiWtijJla
EeiifeafilMsBoli?
Pcsta -oMonte
Estando aonunciado para o dia 22 d> corrente
a popular loaiaria do Monte, coojoete-n's lembrar
ao publico frequeaaor que, coi de oatume, se
rioexpedidos u'isse dia entro o Recife e Olinda
trens de meia em mjia hora a coon-car das 2 1/2
da tarde as 7 1|2 ou 8 1|2 da nuito segundo a
mai r ou menor afll-ipncia. Para esa" fien oa ticos
de 3 boras 4. 5,6 e 7 ou 8 horas seria expnsso
do Recite a E-eruzilhi la ft da Encruzilhada a
Olinda e os ordinarios Ho 2 1|2, 11.2, 4 1,2, 5
I|2, 6 1|2 e 7 1|2 ou 8 12 i chegari, at .a es-
tadio do Varadoura, que igualmente ser o ponto
terminal des expressas.
No mais vigorar a tab lia ordinaria.
Rec-.f 18 de Janeiro de 1888.
O gereite,
A. Pereira Simo'3.
8. R. J.
oeledade Reerentlaa Jovesinde
Sarao carnavalesca em 11 de PesfNajN
Oa senhares socios que qaizerem tirar convites
para ate n Ao p>deril> deixar anas notes as
tercas e sextas-feiraa, das !l s 11 boras da noite,
e ii. a domingos das 4 da tarde s 9 da uoite, na
r- crt'aiia d<-8ta aicieiade. Ioeresaos p-na os so-
ei mi ra mi dotbeaoureiro toioa os dtaa.
Sicretana da cnciedade Recreativa Juventodp,
18 de Janeiro de 1888.
0 I* secretario,
Manuel Juaqoim Baptista.
Para o Natal, M. A. S nna & C 2 barricas
com 190 k;l, de assacar refinado e 4 dita com
444 ditos de dito branco.
No hiate nacional Geriqnitg, carregaram :
Para o Natal. P. Alvej ot C. 5 barricas com
875 kilos do arsacar brano.
Ifhlfll-lro
BXPBDIDO
Pelo vsp. nac. Par, para :
Parabyba
aass
Maiaiihao
Para
SO 000/000
l.OO.'/OOO
31.211/830
228.2404000
aditmaentas publlcos
KSX DB JANtIBO
Aifmuleya
Renda sural ;
Oo da 2 a 18 598.075778
dem e 19 51:294/803
Renda provincial
Do dia 2 a 18
Idea de 19
114:4801112
7;208;09l
649.370/581
121:688/203
Somma t .tal
771:058784
Segunda seccio da Alfandcga, 1$ de Janeiro de
1887.
O tbasonreiroFloreno'o Dotningue*.
O chele da secesobo re a.
UerehiMloriu (eral
i o da 2 a 18 i 1:765/5". 1
[dem .e 19 848>590
25:614/161
RerebeUorla proviiielal
Do dia 2 a 18 75:838*160
Idcia ii 19 G3t/977
Keelte israinasje
i dia 2 a 18 3:838/713
Idea 19 319/040
76:478/137
4:158/653
Matado uro publico
rVtain antidas oc atauuaro da Cabanga" 76
rases para o conauuoo do da 18 docorreote.
Sendo: 56rezas patteaaouUaa ChveiraCa^n..
.V C-, e 19 a diversa.
Mereado Maalclpal de H. alos
O uiovirncnto deste sferaado oo dm 18 de Ja-
neiro t-i o seguinte :
Kniraraiu :
321/2 bois pesando 5,117 kilos, sendo de Oliveirs
Castro 2 ditas 4n 1, l do 2' c 6 i/2 Je par-
t l-clarea.
604 kilos 36 cargas de farinha a 100 res 7/200
'JO dita* de frn'-tas diversas a
HOO rs. 6/000
14 taboteiros a 200 rcit 2/800
13 buinoa a 300 ris 2/600
Fnram aeeoDados :
28 cAiumnas a 1W< ris 16/800
20 cosaoartlrBeni'n r.f- fartafea u
600 r*u 10/000
24 ditos de c .oiida a 500 ris 12/000
65 ditos de legones n 400 ris 26 000
36 dito de fasendas a 400 r's 14/400
18 drtoe de sniuo a 700 ris 12/6(10
11 ditc de freeeuras a ROO ris 6/CO
10 talboa a i 20/000
S ditos a 1/ 3/000
A Ovoira Castro C.;
64 tslh-a s U MsMWti
Gynmasio Peroambucano
Km IS de Janeiro de 1SSS
Pela secretaria do Oymnasio Pernamboeaao se
declara aos senhores pa.-s de familia, e a qoem
mais interessar pasas, que a abertura solemn do
eurso seientifico e litterario ter lagar no dia 3 de
Fevereiro prximo vindonro,' e desde j se cha
aberta a inscripto da matricola para aqaelles
que pretenderem estudar ass>gu:utrs disciplinas :
Liugaa nacional,
ita latina.
Dita fraocesa.
Dita Dgleza.
Dita allemS e italiana.
Oeagraphiaantiga e moderna.
Historia sagrada antign e m:'lerni.
Geometra e trigi:noaie:ria.
Antbmetic.a e algebra.
Philosopbia.
Rbetonca e postica.
H'storia e clior igraphia da Braail.
Scpncias naturaes.
O carpo drente do instituto comp.sto do 19
professor^e, oecupanUa-se cada um delles lmente
eom a materia eusiuada em sua reapeetiva ca-
deira.
Seria ad ntidos no Gyinn >e;o uiumnos inter-
no*, meia p naicniataa e'externos.
Oe panatouistis MSuKri i no iuatitu.o, teuli di
reito i* estudar a serfe de disciplinas de que ee
compd o estadio scienti6co o litterario do Oyn-
nas'O, de couformidade com o programma eataoe-
leeido ; a s?r alimentado; sadia e bu idanteinen-
re e a aer tratados em sota n'iwwi eotermida-
des. Oiostitatif m i;i ..u> Bedieo, melica-
in-nto, cams, mesa, cadeira, !uzv c rta ue cabel-
lo, goarlanap), lavatuti i, ba ii msica.
Os me:0'pe:>Bonistaa so p,--rf:it .it i ilacata-
b'lecim-'iiiu iuu dts iccuvyaj Sa huiaa ein que as
auUa se ubriri-m, o desde eniao at eerem acer-
radas tarde; sio equiparados a' s pensionistas,
qaanto ac estud'.s, alimentadlo a recreib.
Os alomaos, externos 16 teem J reito s 1 ..oes e
Sxplicaces dos respectivos pr^fessores.
A penso ani nal de 3(0/ que pagam os alux-
n s iuteruos do Gymnustn, s cobrar pe > anno
lectivo aomente, dividida eui p.-esta^oea de ICO/
cada ama ; catnecaad* a piimciru o n Fevueiro, x
segunda em Mtio e a t-rc-.'ira eia Ag-sto. e termi
nar no fim-de Novembro.
Para os hln-aanos de instruc^ia primaria qu<-
deveni se ach-r Da estahelccimtuto no da 16 de
Janeiro, a primara prestaco cera autecipadas-m
augmento de pensio.
A pen&ia unoual di.a meio pensiiinistaa, s-r dv
180/ em tres ir. ataco a STs 60/ cada urna, tfl c
fuada a cobranza do inesmj modo que psra a in-
teru">.
Oa alumnos internos de qualquer categora pa-
gara na entrada s par urna t va, orna j ia de
20/ ; doaa irma r oad um e
na havera mais ai>:n-nio de j >ia creaceodo o
uuiiero deates.
O Instituto encarr-gar ae-ha da lavagern da
roupa dos aiu.nnoa internos que nia. tive.rem qu> in
o fac-i p r lora, e Sto meliante 15/ eui ca Ja pr<(s-
bsSIa Eate pag ..ue." ae fari de mido i.l.iiti::
a.: da p^na c c njeo 'un -nt- com elie, dando di-
reito aaa cncer toa da* p-cis arruin-idia do -n-
xoval.
As atspezas rom !iw s totii objectos udis-
pensavis para a escriaiiiracaq, eoreem por c uta
loa alunia is iaWroOS ; evendo sena pis ou quein
os reprt-aentur deixarquin ii anffiente para esse
foruccimeots.
Os externos c teco iir it i lis co^s e explics-
coes d^s materias ensillad>i no enrao, quaesqur
que v'.'.m s'jam, pr {and i j'iin no a:to da ma-
tricula a laxa igual u yi pigain os aiumn.s no
coll'gio daa artes.
O secretan ,
Celso Te.tutiano F. Qointella.
C'ouselho de compra.? da repar-
(leio de marioha
D orlcm do Iiln. Sr. ca'pttab teoente
Augusto C-s.r da Silva, inspector deste
4rssn.l o espitas do porto t<-sU provin-
cia, fago publico p.rt int. iro conhecimen-
to de (jii-'u interessar pj*a, que o coa e-
lbo de iu'.ii)i'.is dista Repartidlo, annun-
i-iado para o dia 0 do currento, fica trans-
ferido para o dia 21 destu inez, s 11 bo
ras da manhS, por estar marcado o refer
do dia 20 para ter hnjar a IC9S0 munici-
pal.
lospecySo do Arsenal I Ae Marinha de
Pernambuco, 17 de Janeiro de 1886.
O secretario',
Antonio da Uva Azevedo.
Deve ter sido errecadada nest
da a qoantia de 206/OSq
Rendiroento da dis ). a 17 da cor-
rento 3:518/160
Foi arrecadado liquido at boje 3:724/510
Precos do dia :
Carne verde de 240 a 480 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Sumos de 560 a 640 ria idem.
Kannba de 20J a 280 'is a cuia
Milho de 24) a 28) ris id-m
Keijn de 560 a 64 > dem.
Embareac9es snrtws na {tarta
eos 19 de Janeiro
WACIONAES
BA7IOB
Ipnjuea...........
Loyo..............
Lsmcgo..........
MsrinhoXIV......
Marinha IX .......
Mrquez de Caxias..
Marnho Viscoode..
Osear.............
Pirapama.........
S. Francisco.......
Taborda..........
Zeqainha..........
EST
MAVI03
Annie Marie......
Anna...........
Antelope..........
ArLatas...........
Anne Elysabeth-----
Agnes Barton......
Almandino ........
Algeria......*.------
Admira! Tromp....
Bertha............
Bolgeo..........
Ueltries...........
Bandevcoen .......
Hessel............
# Clara ...........
Clutha ............
Corvphene.........
Cammpinas .......
Charles R. L wis...
Ceridig...........
D. Pedro..........
Daos Irmaos.......
Elyse Hoy........
Etminia...........
Express...........
Eva Lynch........
Fransieka.........
Fnthill...........
Oril.............
H leoe............
Henderk R. L.....
Hudson...........
Harrrooia........
* Izabella Bolcoo. .
Jobaona .........
Kathleen..........
Lovetand..........
* Liwingitone.....
LiIIkd...........
Lacillo ..,,.....
Lopes Daarte......
Montreal......
Maria............
Nova Silencio......
Orator............
Ora..............
Percy............
1 henix.........
Quiteria..........
Raymond .........
Ranavola.........
R- f: rm..........
Rubia............
:*
CuStlQSATABIOS
C inpanhia Pernambacana.
Loyo ft Filbo.
(canhoneira de guerra).
Loyo A Filho.
Luya & Filho.
Domingos A MatheuB.
Damiugos Al vea Matheus.
A. Otiveira Maia.
(Companhia Pernambacana.
Compaoba Pernambu -aua
A. Oiiveira Maia.
L yo St Filho.
RANGE1RAS
coaaroHTBios
RalUr Ohveira Hermaon Lundgrin & C
J. H BaiWill.
Empresa do Gas.
Maia & Be zea do.
A' ordem.
N. J. Lidstoae 9* J
A' crdem.
A' ordem.
Hermana Lundgrinlz O.
Ilermann Lundgrin C.
Juhoetou Pater 4 C.
Hermana Luadgrin & O
Blackburn Needban & C.
Hermann Lur.dgriu & U.
Blackburn Needban & C.
A' ordem.
Borstelmana 3c C.
A' t rii m.
Jobnston Pater 4 C.
Pereira Caroeiro & C.
Silva Guioares 4t C.
Wilaon Saos 4 C.
A' ordem.
H imaun Lundgiin 4 C.
Jchnston Pater & C.
Hermann Lundgrin 1$ O.
H. Burle 4 C.
Hermana Lundgrin 4 C"
Hermann Lundgrin 4 C-
Hermann Lundgrin U.
A' ordem.
Hermann Londgrio 4 C.
Poblman & C.
A' ordem.
A' ordena.
Wilson Sns C.
A' ordem.
Henry Foreter 4 C.
Johnaton Pater 4 C.
Am rim Irmaos 4 C.
N. J. Lldistone
Mendes Lima 4 C.
Billar Otiveira 4 C.
Samuel L Jobnston.
Hermavn Lundgrin i 0.
Mendes Lima 4 C.
H. Burle & O.
Amorim (nasas 4 C.
A' ordem.
Wilson, Soos 4 C
Amorim Irmaos 4 C.
Johnstou Pater i C.
Vaccina^o
Ds ordem do Hlm. Sr. Dr. apeetor de Irygieae,
fapo publico qae neata repartico, i na Bario da
Victoria n. 32, ontins a praeder-se a vacrina
cas as quartas-fviras e sabbados. de 11 bcrsi SS>
meia dia, xchanda-ae encarregada desse sersijos
membro da inspecr. ra de bygi-ne Dr. Frsaeist
de Pabla Soarea.O Si-jretario,
_____ J. G. as Silva Doarte.
Sarda casa da misericordia t
Recife
Por esta s cetaria ss/i ebamadas os pare-ites oa
protectores das menor*s abaix dfelsradis para,
nt o dia 20 da corrente, aprsenla! as s eoilegn
das orphas, bfim de ser-, m abi admittidns, msto
serem nsprimeiras insciipts na respeelivo qoM
dro :
1 Amelia, filba de Felismina Chriatins djs Pas-
aos.
2 Maria, s .brinha de Franco Martina d Sua-
tos.
8 Cvsimira, id? n idem.
** 4 Avelina, id-in idem.
5 Elvira, fi ha de R^ymnnda Jaa de rj.
Noves.
6 Carolina, idem de Anna Mafia Juliana Pi-
rro! le Miiiadn.
7 Annf, idem d- Caudida Oympia de 'jVJVw
A'anjo.
8 Alexanirina, id-m d Philad'pna firmara
Correia de Barro1".
9 Idalim, dem de Maria Fraociae -:. I^ad-.
Secretaria da s>nta casa de misericordia ais
Kecife, 5 de Janeiro de 1888.
, O eservo
p. dm ;o'ri,ri-- de Ssasa
\y panhia A"8 senbares popsaidores das a'toes k'aixi no-
tadas, c mmunica que exoiroa h;iitemo pr**'1 de-
terminado para o recolhimemo da nan-, prest ci;
e que em vista do nrt. 8* doa estatutos Ihrs iosrr-
cada navo praza d-- 30 da, contados e hsja 4 23
do Jan. ir> futuro para elfactuarum a referid n.o-
ns preatacn, ra1iante o premia d-" 5*/ m-
633. 951 970, 1701 1705. 1186 i 1:9', l)6
1215, 1216 1255, 1446 4 1455, 1506 1515,
1576 1585. 1586 4 1595. 1706 i I7l5. I7lt
1725, |796 1805,1816 4 laWs, 1?61 4 1865. 191;
i 1990, 1991 4 1395, 1856 4 1860, 557 Sal. 618
4 61, 618 1236 4 1245, 582 5%, 1941 4 1*45,
1646 4 1655.
Recita, 21 do D.embrode 1M7.
R. Menete.
Qssaass
Companhia locomotora
pernambiiCsina
A,seiuJIea (eral
2. SSBBSBMBafPB
*S5o uovamente convidados os senh.rea :
nistas a se rennirem em aas'-iubla-g^ ra. ordinaria,
s 11 boras da dia 20 da e irrent assrsttstlj 1s-
ta compsuhia, 4 ra do Visf usia de Itaparic r.
7, afim de ar apresentadis as comas 1; ana fia-
do, e proceder-se as etricoes para a nova aaiss
nistrac>, commissao fiae.l, presidente e secreto-
rio da assembla geral, ein virtode da art. 15 }|
lo, 2" e 3* dns statut a.
De conformidale eaoi a disposta ao art. 13 i-a
rstatatos, a renna feri mgar ejss tinaiai ara-
mero de accionistas qne c >a parecer.
Escriptorin da cpmpanhia IsSSSB tora ajerswssba-
oana, 5 de Janeiro de I*.88.
S. de Barros Barreta
S-cret-ario da --.dinioiatracia.
Entrada de ierro de
Ribeiro ao Bonito
Por deliberar^io da direetina deata e r.pr-sa,
eio chamads os senh ires accionistas, pa a vt
prazo de 60 das, a contar de 5 tfl eorrea'e saes,
reeolherem a 9a entrada de 10 OA) ds saaa aecea.
oos termos do | 2 do art. 9 e j aaieo do Brt. 4
dos estatutos.
Rrcife, 3 de Desembro de 1887.
Jos Bellarosioa Pereira de ssWa*.
Director -ecretario .
Sirias.............
Salem............
Seqoel............
SUcy Clark.......
Sculptor..........
Vaarbud..........
V de Maranhio..
Wakefield.........
Punarca & Iiibss.
Nietnever Caira C.
A' orVsa.
A' ordi-os.
Samuel L. Jubaaton.
A' ordesa.
Augoste Labille.
A'ordem.
O signal Indica ter a eabareacao aabidr.
Vapores 4 airar
MES DB DB JABBIBO
F nance........... kr.js
Coisoo.............
Estrella.......... ti
Mando* .......... 22
Adcanee........... t
La Plata........ 27
E*p Estados- Unidos
Sul...........
Sal...........
Norte.........
Sal.........
Europa......
Sal...........
Sal........... Neva
i
Vapores suata r
kbs db jamao
Sul......... Fiaaiso.......... 20 4s 4 b.
Bordeaax... Congo............. 20 4 ib.
80I......... Mando*.......... M s k.
Babia o eac.. Marque* de Caucaos 22 s 2 n.
Est.-Unidos. Aivance.......... 3t3 s 4 is.
Norte...... S.frtmeco....... 23 as 4 h.
Buenos Ayres La Plata.......... 27 s 2 b.
. 27 s 6 n
. 29 l m.
Norte....... Ltpirito Santo
Soutbampton. Nevo........
VavioM a entrar
Colamba.......... New-Part
Canstance......... Terra Nova.
Dax.............. New-Port.
Daily............. BaliiiBoi.
Eldra............ Terra Nova.
Edina............ De Cardiff.
novimentn da parto
Navios entrados no dia 19
Livtrpacl e escala20 das, vapor iog'rx Bes -
sel do 1242 tonel das, coir.maaJi.n:e C. i.
Watson, cqoipagem 30, carga varios g-nercr:
a Blackburn Needhaaa 4 C
Rio Grande do Sal48 das, barca porrngaez*
Lopes Duarte a, de 299 temladas, eapiria
Jos Kerreira Lopes, equipagea 11, coi lascm;
a Amorim irmaos 4 C.
Pelotas35 diaa, escuna alloma Ora de 119
toneladas, copirSo J. Eikb .ff, equipan os 5, -aa
lastro; a II. L-mJ;ren dt C-
R10 de Janeiro, 6 diaa, brigue bo laales Ai -
ral Tramp de 208 toneladas, Cifitaa R A.
de Groot, eqaipagem 7, tm lastro ; i ori-.au
Santa Catharma40 diaa, b. igne isiglea Or..
dig de 192 toneladas, capillo Jantes Evas,
equipagem 7, em laatro; a Job nt.in Pater ot
Bueaos-Ayreg35 das, pitacha nacional Ot-
ear >, Oe 296 tonelada", cap to Jos do* Rei,
eqaipagem 10, em laatro; a Antonio de Otiveira,
Mcia.
Sahidos no'mes*o dia
Santos e escala- Vapor fr. nen Tille de Mara-
nho commanlaute Br ant, carga varo* gz-
11 a rus.
Rto Grado do NorteLogar oorceja o; < Pae-
uix c pito Julias Meycr, em !atri.
MacoPatacho dioainart|oes Lviagstoos ,
capitio P. Wentsel, em lastre.
Monte vi leoPatacho aiiema Auaa ep
J. H. Laarmau, caiga aaardaut'.
MacarEscuna dia&uiarqa.a Clara espitas
I. Sehiouning, em lastro.
MaceiPatacho ingles Isabrlla Balesa ,
pitao E. AuittiO.ig; em lastro.
Natal Hiaie nacional D. Antonia saestrs
VieUliano Rieardo,*arg v rias ireferes.
Esta ios UnidosBrigoe iug^e* Lacillo ca-
pitio Saasoel Davies,,carga atsaear.

I


'

>. 4
C. C. E.
Cliai* Coanraercial Eulerve
ASSEMBLEd GERAL
bao < envidados tod^s os -ienhor>-s socios a reu-
aran tu a xta f<-ir 20 au earrtiite,"il 7 horas d
aoitc, na otee.cal. par* prec;arem a CjUs
da directo' a que fiada, e elegorein nova.
Secretaa d Club Comm;rcial Euterpe, 18 de
Jaaeirode 1688. O 51 aeer-Urio,
.Josi'* d"S Santos S,usa.
Estrada de Ferro de sslbelro
a o llouito
D otdein da directora fa}i saber acs rt. ac-
aoaisfcts desta empresa, ijuo anda n2^ rea usaram
a 8 mirada de auna ateo.?., que fica-lbis marea
A o praao de 30 dis, a contar do da 31 desie
aira, para < fluctuar, in o pagt cenlo da ineeina u-
irada, eosa mul'a O' 20 /> oes ermoa do ni
{ 2 do art. 9* d,s estatutos.
Oaecianiita que ai reabsar suae entradas na
liai dttti.-niixla, perd r m'iiediatamctit* ein
kenaScio da (inprox.. >-8 t-nt ada queje duba
aeio.
Beeifu. 27 de Den mbro de 1887.
Jos Beilaraiuo 1 freir de Melle,
Secretario Cu direetoria.
r. ;t ae Vernambuc<, esa 2 de J.nciro de 1888 De or
esa do Exm. dr. preaideutedi provincia 0 da c o-
irasidaifo smitoiuaxii ao decreto n 9120 di: 8 de Abril
4 7885, u timo aos Sra Ai t. nio da C ata e 8,
fHirifi" do civcl,Luis Auguit-o Oo-lho Cintra, ea-
i to des fe:tos da faxina provincial, e bachure!
J:io de Si e Albuqucrqu", totwer gcral de an-
xeotes pn m-.t-or de capelina o residuos da co-
eserra do R ..fe, para que no pn.so de 60 das i:
e< atar de h j-, rea saii mire u -xercicio de tuna
juarfr* r.u tlejuera e prove o o que l'tib mdu
i- a d-eito.
Setviada de secretario,
Emiliano de M. Tmrb rito
Segunda |rap
Por etia :nspectoiiu ee fas publico que isll
Vira do din 21 do correte in.z b< ro vendidas
em praca porta desta rcpartico aa mcrcadoiias
s'-cintre :
Aimazem n. 1
Marea E SUrna caita u. 31, viuda do Haaj
forgo no Vp'r alleroo Ki >, entrado em 11
Oeiemhr de 7886, c ns_- i .1. a Eugenio Sa-
aaic, eoateiK.o fraaeoa de vidro branca com 'ijbii
e Vera i snnuilhiidn, pesando liquido, legal 86 kilo-
rrmrns.
Lttreirn A're t Brito CUm paeote sera
cuatert), idern id- m idrn, a Aives de rito A C,
v -ntecd* au ostras.
Ijetmro Muudcs 4 U. Um dito sooi nura'ro,
;. a do Havre io vapor fian *% Villo Mura
Lhiij, i'ji-in un * ., ccnt Aim:.- ci n &
Marea diamante te d'. coi (re? ngulos G L D
Ti e no. centro P -Um i" i ? i I, Idean di Htm
r.o raro- friincex V.IV de Mce, a i'Jrm cm
de Di*sembri de 78S6, a J. V. Levy a C, conten-
* 93 kilos i'ti Irascos c ni pnoerratme, p.saudj :0 grurn
BIX
Marea E S --Uoia dita n. V4/5, idrm dem na
rap r traoccx Vii'e de Pernaubiico, > idem em
3 id?n* sderj, a Engento Samic contendo 769
kids, f*0 bruto us csixir.h, de cstaobo em
vbrea oao especificadas.
Arrnuzem n 7
Marra diamante >endc em d u angulas GS FU
< au tfii'io \i em eioM e G itn b>ixo Qaanuta
bairiraa us. / a 40, idem de Ca'diff, idtm co brt
,*r ortegacaae Alk r, dem em 75 de
.'aiHirode 1S87, h Toe Uinlial 8. Pacturies uf
B.-isil, (ontendo 78 7C4 kieit de c. lem i
Maca P d S o/. C--Urna i:iixa u. 773, idem
i'e fjambnrgti uo Vapor ail-'OiSo a Pe.raiirgna,
dea aa 76 i Peve i iro ni ni, a PrsVcisco A a-
ceel da Sil a 4 C-, cntendj 47 k los de carto
ra imprrfr.'i eta maia de deas corte.
JSarca dianante no centro 642-- Um barril e
tre barricii ns. 3, 76, 27 o 22. idem de Liver-
rtdul na vapor mgiex Tagis, id. m em 26 id- m
idetr, k c.rd>f, contendo o barril 208 k'los, eso
orato, de olea de parce- de slgod2>, 7 barrica
enso em i, jenndo brnto /75 kili s e 2 ditas
_is 'ai f. pecando bruto 307 k'bs.
3" aeecao da A Ib udega de I'crujo, buco, 18 de
Janeiro de 1888.
O chefe,
Cicro B. de Mello.
mpanhia do Bcbc-
ribe
Pr vine e ao fuM-cj qne vai abrir-a^ o rava
fcrwc us runa Bu re de S Borle, Vucoudo de
G ,u un aun) sjjOVira :en-i>i.- o' ir. >
Kccife, 17 de Jauuiri de 1888.
Ceeiiiano Mauedc,
Director gerente.
IpIOE EDIFIGAQSO
Tem serapre a ven-
da:
lijlos grossos eonimuns 188
Ladrlhos \nm$
Olios qaadraJo grande
Hilos formato inglez
Teibas eoDiiiuns
Fijlos Inkuliws de diver-
sos forialos
Tclhas francezss
(Iristas para coraieH
(lannos, cunas e colovel-
los k \mm dimen
SOftS
Para wndas c en-
comendas exclus" va-
lente no escrptorio da
companhia no largo de
Pedro II, n. 77, I. an-
dar, das 0 horas da
.nanha, s 4 \\ tarde.
f elcphun 3^8
, aa fallida de Jofto Ro.drignes de Almeida, far lai-
IO MITi U8ltnCa eii\ niaainA tilasi Aa Inia An
1.
ZARZUELA S BAILS
Sabbado, 21 de Janeiro de
Ultima recita de asslgnatara
'E tra da grandiosa zarzuela em 3 a:toa :
1888
\m DE IMH
2.*O grnnde bailado
LA GRACIA ESPAOLA
PREgOS E HORAS DO C03TUME.
laver treus p;ip.i Aplpncos, Olluda, Betoerlbe e boads
para Magdalena, Afogados, Manto Amaro, Fernaades %'Ielra e
Mec fe
Fie fcleita urna asslgnaturs de O rec'tas n!timas.
----):o:(--
Terfa-feira, 24, lera lagar o beneficio da Ia tiple absoluta a Sra
Domingo, 22-Subir a acea (A PEDIDO QERAL)
LA MASCTE
Vejam-se os programmas.
com assistencia do m^sioo juii da loja deea-
hell^ireiro cima declarada.
Em
rea.
um unmai lots a vo.i'ade dos comprado-
9
iCilo
22,
De 7 caaaa teiro.s :,s. 2, 2, 2-1, 26,
28 30 e 32, tifas lili-. do Oar^alhoa
(auliga ra Bi.il-j era sol., fatera.
TER9A FEIRA, 24 DO CBRENTE
A'a 11 horas
Rna do Imperador a. 98
O agento 8teppl-j por mandado e asistencia do
Exm. Sr. Or. juiz da direito da provedoriu de
capellaa e residuos, a requerimenti do testamen-
teiro e inventarame levar a leo as 7 casas
cima pertencentes ai espolio de O. Auna Zurich
Ramos.
Os Sra^ prrtend ntcs desde ja p,d-m exa-ninar
as ditas casas e para qualqnfi inf rmacao o mes-
mo agente dar.
4o comiBercio
Os a'oaixo asiignidos palo preseste ssin-Jli asa
I desta prsca qae aa; daia
dissolvetnm amigavatsaesite .-
r.hain nos i'stabeli:cia>entoa de noeifcaduj : isa ala
ViCoude de I ha Ama n. 75, largo A* Peana a. '
62 B, mi do Marques d.-.Oiind. a. 50. non
cto-se o locio ?.;anoel *- nra lustss Fintua
pago e satiffeito d- sea capital e lacro, ia
de toda a responaabilidadi.- > -'ita w sasmin
extiocta firmu Mam j & Saut.s. Outroaa, ikek
r^m qr.e a tasa da ra Marero- a de Oiad i. J
(outionar a tffectuar ^s sua. Iriasri,ba
i;;z3o sccial do Ramos, Perreira & C, o nsaia e>
exclusiva rc;pju abiiidarto d? M>OOC' iawiiii
8-.uto3 F-1icira. Recife, 7 de Janeiro da 18f.
Albino da Costa Raatoa.
Mtnoel Sim** dos Kantoa PVrr'i' .
Mudan?-
Touradas
Doming.-, 22 do zorrentr, :c renlis^r cm Ja-
boatSo a tourada de um magnifico boi bfalo
tocan Jo no acto urca baua marci :l.
Principiar s i joras da tarde.
Teirceira praca
Por esta inspectora se fas publico que s 11
horas do dia 23 do c :rrcote n.ra, serio vendidas
D praca 3 forfa d< sta repart'co ss regoin'e.
atereadorias :
Armazpm n. 2
il.iea KB Tres barucas na 1 a 3, vfndae de
Liverpool r-o vapi.r ingles Sculptor, i ntradas
r ra 4 de Ni.vrmbro de 189*>, eeoaijtoa las ordem,
e iiienoo an-xrrasde trrro, p-.'saudo l:qnido l'^al
674 k'l.graLimas.
Arma em n 4
Marea diamante leudo nos ai gulos D N C P e
Vatro 183 -Urna grade u. 1, uia. de Antuerpia
no vapor robles Golrery, idem oi 11 de
i'.rrfi id'-m, ordem, centeno o cb da India, pe-
Ma'ij liquido 178 kiligrammus.
.ana Lil de Basaburgo ao vapor alie ro Hamourgo,
i-J-m aa 38 idem idem, contendo 3 1|2 kilogram-
isas de fraojus de seda.
Armasen) 7
rea A J A-Duas caixaa na. 1316 a 1317,
ti.in de Havre no vapor fran-ex Ville do Ma-
it~.. idean -m 9 de Uezembro, idrm a Antonio
Jorde Azeredo, contendo fero bntido eimaltado
<-r iu, pecando 102 le I lra-inm.i?.
M-.roi Adamaon HjWie & C Um paeote sem
am"TU, idean de L'verpoil rio vapor ingles Mou-
o>iea, :d. ia em 10 i lem iJun, contendo amos-
.-JS.
3 8eej da Alfndga de Peruuuibucj 19 de
Jsjteira te 18>8.
O cb;f.,
Cicero B. d-j Mello.
London & Brasillan Bank
Limited
Run do Comniercio n. 32
Sauca por todos ua vapores sobr: as ti-
zas do ni. siu.i banco (m Portugal, sendo
um Liaboi, ra rivs CnpellU'.aa n. 75. No
Prrlo, ra dos Inglrz-s.
ronipMiliiii de Segaros
f i&tlifa&t it pisto
MsVU
Miguel Jos A Ivs
IV. > Kan tlu Rom Jc SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
Ni'siea ltimos seguros unic ce>mpai hia nrata
prnCa que cincivl m Srs acgurv.d' s i mpcAo de
pagamento de piemio em cuds ai timo anrto. o que
equivale ao dse..im annual de cerca de 15 por
cento em favor dos seguraJ- a.
Companljia t>e e%mos>
CONTRA ?C30
NORTHRN
de Londrese Aberdeea
Posico fin.inceira (Dczembro de 1885)
Estrada de ferro do Recito a a
xanga'
AVISO AO PUBLICO
Do dia 20 at o dia 29 do c -i n-nte m z o trem
de 8 horas da tuide do Reeife ii at a Vanea
voltando d'alli s 9-33
O trem que parte da Vanea a 729 da tarde,
partir o'alli 815 c d; Cix- gi As 840.
Eacnptorii da cjinpanhia, 17 de Juneiro de
1888.
O g r- nte,
H. W. Stonehewer Bird.
Rio Grande do Snl, Pelotas e
Porto Alegre
onw i
Eepera-se ao dia
22 de Janeiro doa
pirtos cima e se-
guir depois da
demora do coa-
turre parees mes-
moa port'.a cima indicados.
Recebo carga, enccmmeodas e pasaageiroa para
os meemos portos : a tratar eo
PERIRA CARNEIROit C.
N. 6.-RA DO COMMEROION. 6
/ andar
Companhia Bralleira de Nave-
gaeSo Vapor
PORTOS DUL
0 va^or Manos
Quilherme
2 e ultimo leo
Da loja da chapeos d.e sol sita ra do
Bsro da Victoria n. >4, pertencente a
uiassn f.idn do Jouo Rodrigues de Al-
ceida.
Terqa feira 24 do crvente
*a II horas
Crnstando :
Da armacSo de amurcllo nvidfa;ida, mercado-
rias, todas nevas, e.p, bo~, cadeirus, fiteiros e
utenciiios. 1
O /.gente Guamao, tiutorisado por mandado do
Exm. Sr. Or. juis de direito do commercio e a re.
qaerimento do Or. curador fue^i da mista fallida
de JoSo Rodrigues de Almeida, fari leilo com
aaaistencia do meamo juiz, da loj-, cima mencio-
da.
En um ou in ; i lotea a vonisde doi Sr3. com-
pradores.
O Dr. Bhrrns Sobrinh > >roda a aaa resid
psra a run Visconde de G /jranua (r.i.f
v II ) u. 129. Ti-lephone n. VO.
Primciras ietras
'-'.-'Pnido urna peeot l e ui ceasarias eaaiaec'-
mentos para leeeioer a materia aob > t'ta o i
ma, propoe-8'! r ae bfferiee acsaeobires aaD e
amilise, garantindo eaforcir-se ptl> adas
to dos seus h:uimiu3 e recomoens* rasoavil
firmacoes traveaa > das 'roxea a. 16.
Sitio
AVISOS BIVERS0&
Precisa-M .lugar asas sitio que. tenb pvoarrci>
para tev >o algom gado : peoc se iadieaeit *a
carta dii igida S S no ea:riptorio de.t Ji
Costureiras
i'rcctEa-sc cem argrocta da ess't r-i .-; aa rea
:-'.; Imperador n. 55, 2- andar.
| Ved
i ou pennota-se
-se barato
- Alaga-ae euiae a SOt^ oo beccr Ce i "u Pna-se por p-qnenas caaas em qna^aaeT
hos, junto de 8 Gooeaflo : a tratar ua ra ds | T*?*** f,d^d.e *" B
raperatni n, 56.
AA Na ra Aiguata n. 28J, precisa-su de
urna que saiba bem cosinhar.
Alaga-ae o !' andir da caaa n. li ra de
Padre Monis ; a*Ada terrea u. 40 roa de O.
Jos de Mello, caadaa e pintadas, tem agua ; a
tratar na ra estrella do Rosario n. 16. *
.
:. I-lili! 1
r
C-ipt'..l subscript > 3.000,000
^Fundos ROiumuUdos 3.134 344
Keeelta .innnal:
De preiuioe Centra fogo 577,330
D? pretiiios fcobre viiua 191,000
De juros 132,000
O OENTE,
John H . Boxwell.
SEGUROS
COHIBA FOSO
k LiuOi k
IISXIHAIT3S COiCPAITY
Bladuarn, Sleedhaui
Ra do Comniercio n. 3
G,
]0 BBHfflAHfllAL
DO
BRASIL
(pltal
.IMKI:I)(I
R.tbschild Sons
tbachild &Fr'r.a.
Oeulscnc Buak.
dem roallsado l,000:000
Aeaixa fi'.-^i il'ea'u Ssoen faniasiasui ra do
Cba.BKriro B. 40, MSX. a vista ou u pas ern-
Ut. o egu utes corrcr>.)nd;utea uo catreugeir
LfiJ*re......... s/. M
fivia.......... De K
Hsat;rgff.......
ierlua..........
1-rtaaewe.......
Prxakfart s, Msd
Aatecrpia.......
Kms...........
^eaora........-
.Nauh'S........
3saOa e asa ia 340
i odades iie. lia-
K...........
JhJK.A.........
Bbrftioart.......
Csdia...........
ilag.........
Tarragoii'......
Vatene* < cv.tra?
iWo He
p&sna i bas
6sMb9
Lbha. .'..
P'jta a tn's
dajdea r Pr-
Daga) e Ibas... '
8'feaoa-Ayr^a... .)
W'a*'-rr4j.....
.n yors.....
O-snpra JSines sobre <|oa.qer
Sr> esinin^'
Beeebe liabeiio em ecnt corrente de uiovi
eto eso jarrara raxlo le 2/0 *o anno e pi 1-
fc-as_ fru a oros coajsri :i-nud<-r.
O grente,
:,)
fiaacue d'Anvcre
Basan fenerale
8griici*a
Ban^-o Hypvtecario de
E lasrs < iDii age*-
mi .
!t'<-o .(.- i'i.rtugal i
tu "t-Rneiaa.
E'ificii nnkof the Ki
rt'.i-pl'Jti. biaarl
(ir. \msiik & C.
praca o impe-
Horta Bristi k
1:000.000 de libras sterlinas
ABSWTES
Adansofl Howe A C.
m ca do
SR. JOHN H BOXWELL
26 Roa do CoKimercio 26
IM)KV1\IS\I)0R\
MARTIMOS B TERR- STRE3
EstabeleeMa ml85
CAPITAL 1,0C0:000^
SINISIBOS PAGOS
At 31 de Dezcmbro de 1884
Martimos..... U1O:OO0$OOO
Terrestres..... 316:000^000
44 Ru de Cotnmerci > 44
Imperial
Fog^o
Seguros contra
E8T: 180S
Edificio e mercadorias
Taixat baixiis
Promptj pagamento oU prejuizos
CAPITAL
U. |fl,OOi>:00000
iiiisraa
BROM xtt A C.
N. 5-RA DOCOMMKRCIO-N. 5
"aSGROS
martimos min fogo
(ompaahii Phenlx Per
nam!ucaiia
RUADOCOmiERIZIO N 16, 1" ANDAR
COHPIMIIt PEH>'t!;HCSIA
DE
Kavegaco C'osteiraoor Vapar
PORTOS DO NORTE
'urahuba, Natal, Macdu, Mottor, -Ara-
'aty. Cear, Camossim e Maranhdo
0 vapor S. Francisco
Commandante Pereira
Segu no dia 23 i
Janeiro a 5 boraa
-da tarde.
Recebe- carga at o
Pdia 11.
Enc.irr.mcn da a, pai aagena e dinbeiros frete at
s 3 boraa da lard'i do dia 23.
ESCRTPTORIO
Ao Cae* da Coiipanhia Pemambucana
n. 12
iW$v.iv,4 Brasil HI C.
O vapor Addvanee
E esperado dos portos de aul
at o dia 22 de Janeiro depois
da, demora neceesaria seguir
pa-ra
larauCiao, lar. Barbado, w
Thomax e Xcvf-Vork
Para carga, passagens,e ic in n.'ivJ.U i d.nte.r
frete, txacta-se oa o
AGENTES
flenrv htskt k C.
- RU.- DO COMMERCIO N. 8
1 a i di u
Commandante I- tentnte
Waddington
E' aspirado dos portos do nor-
te a' o~ da 22 de Janeiro e de-
pois da demora udiapensavel,
segi-ii pin s os p'"tna do sal.
Kcceoe camoem carga para Santos, Santa-Ca-
tharina, Pelotas, Porto Alegre e Rio (rrande di
Sql, frete modic .
Para carga, passger.s, encommendas e valoree
trata-se n agencia
PRACA DO CORPO SANTO N 9
AMAPrsciSA-se re urna conamheira; no
largo do Corp) Saoto n. 17, 3- andar.
Precisa-ae de urna coainheira ; ni M^gdab
na, aitio do commendador ijarruca.
deuro n. 22. de Olinda, eta "i portas e jaaePstJ
de fronte, 4 salas, gabinete, 6 qoartos e eeaiasra
fra, tem bim e gmmie quinta!, o-einabst da b a
agua e p.rtao ao taud, qoe di para o beeei -
P-j.ii-! : a tratar na raa velha de 8aata> Biu n.
14, ao'-.rado, das 8 h ra da manhi aa saei
ou das 4 s 6 horas du tarde.
o:,
Terrenos veia
O le: ren-'S do iti? que ua estrada dut AS;tos
fica contiguo ao da capclla e di frente do esa -.::
: resido o Or. Manoel. Horte'la Jnoijr, eatao aaaasaa
! retaibadoa a 34, 4j, f>f, 6 e 7000 o palneo, do-
C-mpra-ae urna vaeea que aeja muito boa d"ndo oa pret ndeotfa procun.r inferas.cea roa
leiteira, com a cria nova ; a tratar na tua da Bai- i o meamo Or. Portelbi Juni r, em *oi rtiiei:fni
xa Verde u. 18, cu na taverna do Braga, no Ca-' ou em aeu escriptorio ra js Imperador a *>,
', prixeiro and r.
xang.
Preciaa-i
boa conducta :
numero 3.
e de urna per fe t tu coainheira e de |
t". ra da Matriz da Ba Vista!
Caixeiro
Aracaly
Segu com toda brevida le para o porto cima
o hiate Veu$ te Gu'e, recebe.carga : a tratar no
caes do Loyo. a bord.--, com o mestre, cu na roa
da Madre de Deua n 8.
HB
i 8
Contpanhia llablana de cvela-
cao a Vapor
fORTOS DO SUL
Mscei, Villa Nova, Penado, Aracaj. Es-
tancia e Babia
0 rapr Mansz lie Caiias
Cammandante
Sabbado 21 deve ter lugar o leilo de mo-
vis looca e vidria, candieiroe, vinboa, cognac c
ontroa artigoa existentes no armsstm da rus Msr-
qui i de Olinda n. 62
Precisa se de urna criada que cosinbe n en-
gomme, e de um criad-i ; na roa do Imperador n.
2, andar.
i*j Eu abaixo asaignado declaro ao corpo do
commercio, quo teuQo acabado com a sociedade
que gyrava aobre a firma de Antonio Q/omea da
Silva Jnior & C aitn ra Thom de Soasa n.
2 e ruado Vigario Theaerio n. 33 ; e retirndo-
me amigavelmcotc pago e satiafsito d: meu capi-
tal e lucros: ficando dcadfl o dia 1* de Janeiro de
1888 sobro a hrmn a Ploria o Joc Baptiats e
obrigado por tedo a uciivo pasaLvo, poia a mi-
nb. firma uada drve c por n< ;;i mu rcsponaabili-
so. Sccife, 18 de Janeiro de 1889.
. Antonio Gomes da Silva Judiar.
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
ginhar ; na ra da Aasumpcao ir 52.
Precisa ae de um calxeiio coas pratie^ dr t... --
na e. du boa conducta : na rna Iosperial n !47.
nadara, ae dir quent precisa.
Atteoco
Precisa se de una ama de meia idade para ea-
?iohar, e de urna petsoa para vender na rr.j : ao
'asaj da P tria n. .
T
(losinhe ra e criU
i'r.-'j-sa- de uioa boa coainheira e la asal h
do, pura eaaa de pequea familia: a l r lar f esa
Jonquiui Mireira Res, roa do Hoepital PeJr-
II, n> largo dos Oiwlhcs
Preeiai-ie de um caixeiri
de idade ; a tratar Da rila da
psdaria.
de 10 12 aiiii-.i-
I -, raria u. 41.
Dos afmalos canarios da Allemanha
o eerrer do lartello
Me xta felra, SO do corrente
Ra do Imperador n. 22
A' 1 HORA DA TARDE
O ageste Stepple ermpetentemente autorisado
levar a leilo cerca de 50 canarios da Allema-
nha, es melh- res que tem vindo ao mercad?. Pre-
vine ae aos Sra. compradores que o pagamento
ser em acto continu i.
3" i eiiao
J. J. Coelho
Segu impreterivel-
r/.entp para os p- rtor
aeimano dia 22 d< Ju-
ne'r.', aa 2 horaa dr
tarde. Recebe carga
nicamente at ao 1|2
dia do dia 21.
Para carga, paasageus, encommendas
ro a frete, trata-sena
AGENCIA
7dua do Vigario 7
Domingos Alves Maltas
De urna excellente casa terrea com sota e
sitio arborizado
Agente Britto
C^O agente cima a mandado do Iilm. e Exm. Sr.
Dr. juic de direito d- orpbaoa e a lequcrimento da
Sra. D. Antonia de Jess*Cnineiro, levar a le
lio a casa terrea eom sota, nova, com militas
aceommodac a, ario aib. riaado, com ptima agua
de beber e baoho, eita uo Anbol, porto da cata-
cito do Cixang.
V.nde maia um caixio para Cusa, cotn 3 oor-
taa de trente, em altura de tomar madeirss, pare-
des dobradas, entre d. us predios, c fica defroote
c dinhci- ido predio n. 159 da ra Imperial.
Mo armazem ra Pedro i
fonso n. 43
Sexta-feira 20 de Janeiro
A's 11 1/2 horas
Compr'.-se um casa no bairro d* Boa-Vista
que tcoha 3 ou 4 qu.-rt- s e b iu sjaiatat, que cuate
3:000<(-00, pouco :.:* tu ir.eiK>s : a tratar na
rur. Duque deCuxiaa n. 90.
Pede-ae ao e8tudante Carloa Sampuia e ao
Sr. M too-1 Francolino, quo declrela por este jor-
nal as suss reeidencit-.s ou que apparecam ra
de lmperiidor n. 16, atiai <1 tratarem da negocio
que n3o ignora m.
\ma para eugommar
Precisa-se do urna que bsta desempe-
nhe esto royster, tendo caderneta, no 3."
andar n. 42 da roa Duque de Canias por
cima da lypogr-tphi'i do Diario
Azeites
de coco e'de peixr, em orre"
dem Joai rVwsjsae A C. io:
a retalhl : V c-
o Uangei n r
Liquidado iinal
gio
Roga-ae a pessoa que prgou um'canario ham-
burgus com um aig'nal preto no pescoco, e que-
rendo entregal-o leve ra Pormosa n. 7, que
ser generosamente gratificado.
Ao. commreic
O abaixo aaaignado, para evitar.duvidaa futu-
ras, vera declarar que deixoa de ser socio de in-
dustria da firma Alhefros, Olivsira & C da qual
nico repreaentaote e responaavel o Sr, Jos Lo-
pes Alheirof, desdo 0 dia 3 7 do corrnte, em cuja
data ret>rou-se. li^eife, 19d? l-tueirode 1833.
Antonio Jo do* Axevedo Maia.
Itn loj de f .xendskts alta rasa
relia si.
Setins a 7f0 rs.
Brim branco a 500 ra
Casimiras a 11700.
Citrttt de cassinetas.
Jerseys a 5100).
Fusto branco c de efires a 300 rs.
Setioetas idem a 320 rs.
Velbutinas a 600 ra.
Mcric d* daaa lari>oias a 700 rs>
Alpaca nrnta a 300 ra.
Cam-s a biaucas para V.mens a 2^000.
U i- ditas para inninoi a 2000
Cobertores de alod2o a 1*1500.
Creton< a a 280 rs.
Metin; a 300 ra.
Chita preta a 200 rs.
Bapti.tiM a 120 rs.
i; ii-.riuho; a S00 ra.
Bai-rha e Amella a 3C0 rs.
C das e tapef s a 21000.
E oatraa faceodaa .a- se vende pelo
e i da praca ; e b?m como vmde-se
lus're de cryatal A tratar ua mc-aaaa
horaa da tarde.
sarasatii e
atis*
Criado
I rtciaa-sa de um criado para coaapraa,
03 e mais srrvico d casa de fasaia. ejsal atja
matiiculsdo; uo caes da C ntpr.nlaia n. 2.
R0Y4L UIL STEAM PA(IT
C6IPAM
Vapor La Plata
' esperado da Europa no dia 27
do corrente e seguir depois da
demora neceas; ra para
Baha, Ulo de lanelro Monte-
video e Buenos Arre?
0 paquete Neva
esperado do
su! at e dia 29 do
corrente e seguir
Idepois da demora
necessaria para
Lisboa, V> e Sonthampton
Reducida de passagen
Ida Ida e volto
A' ''cnthampton 1 classe t 28 t 42
A' Lisboa l claaa-i 1.20 90
Csmsrotea reservados psra os (isasgeiroa de
Pernambnco.
Para paaaagena, fretea, etc., Iracta-ae "-' o
AGENTKS
Amorini Irmos &C.
M. 3- RA DO BOM JESS N. 3
1) 40 barriedes com cal
NA PORTA DA LFANDEGA
Sabbado, SI do eorrente
A's 11 horas
-Agente Stepple
Leilo
De vinb s, rognac, ceblas, batatas, urna mobi-
lia de jveari-nd por 135/500, urna mean redonda
rom pitra por 21*100, 1 piano por 150/'!00 e
nsutct outroa movis, Sabbado, St de lanelro
Asihor. s
iVb armazem da
Agente
t da ra -
n.
Em continuado
rita Mrquez
n. 52
Pinto
de Olinda
6
A bsica psrtugueta Quiera reetba cargas
frete ; a tratar com Am-ritn Irmjloa S C.
Um cavall i dataobo pequeo enn;o para me
uia". ___________ "
2 e ultimo leilo
Da loja do cabelleireiro sira ruadoCabu-
g q. 2 D, prtenteme tnasaa fallida
do JoSo Rodrigues do Almeida.
Sabbado, si de Janeiro
A's 11 horas
O seente Guarni,autorisado por mandado do
Exm Sr. Dr jus d direito especial do commer-
cio e a rquerimento do Dr. curador fiscal da mas-
PARA ACABAR!!
Tecidos de pluntasia para vestido, a 200 e 240 rs., o covado.
Setinetas, idetr-, o que ba da raais novo, a 240 a 280 ra., o dito.
/ Renda da Cbina, branca e de cares, a 240 o 280 rs., o dito.
L5s modernas, a 320 e 380 rs o dito.
Nansoes de cores firmes, a 160 e 200 rs., o dito.
Merins de -ores, duas larguras, a 500 rs n dito.
dem preto, a 800, 10OOO e 1,J200, o dito.
Setins Ma-o, preto e de tures, a 800 e 1)5000, o dito.
Casacos pr^-tos pra spchnra, ricamente enfeitados, a 255000 e 35tjr00O.
Mantilhas brssileiras, a 5^500, dji.
Fi:bs pretos e de (Gres, a 4000, 5000 o 65000 ; silo grandes.
Tapetes av!lul.tljs, lindissimos, 12)J0iX) o 16)5000, am.
Para as Exmas. nolvas :
QriofciiM e veos de seda, a 95000 12^000.
Colchas de trochis, res*, a y$000
GuarnieSes de ditj pata sof.e cadeirus, a 8*000.
Leques o esp irtilhos bantissimos. :^
Setins finos, a 1000 e 1&200.
D^masca e popelina branca, a 900 e 1)5400, o covado.
Guardanr.po8 du linlio, a 2000, 35000 e 5^000, a 4-iia.
Atoalhados bordados, k 15200, o metro.
Pegas do raguian para casaquinhos, a 4^000.
Mdapolao amfric-n^ a 6011, 24 jardas,
dem pelle de ovo, a J)5500. 24 ditas.
Algona superior, a 35000, 40000 e 550
Completo snrtiiiK-nto du uasitmiras.
Cheviots preto e azul, a 35000, o covado.
C si'iriras de Ores para coa*times, 25500 e 35000
Camisas inglezas para homcm, a 360000, i duzia.
Srcalas bordadas, a 120000, dita.
Lencos e lindss c.-ixinbas, a 10800 e 30000, a dita.
Afeias inglezas para hoxem, a 20500, 30000 e 50000.
E mijitos artigos que ee vendeos cora grandes abatimeut -
As vendas etn grotso teem o descont da praca
. O 9 A D
Pereira & Magalhes
SUCCESSORES DE"
Can la Cila & G.
59 raa Duque de Caxlas &S




\



. it
WKBBti) uC
Faralio d3 anco ai Higoaso
de car no de algodlo, maia barato de todos os
alimentes para animara de rae cavallar, vaeeiim
eoino, esc. t) carece- te algodao depois de ex-
trehidi. a catea e todo o oleo, o maia rico ali-
mento jue ae pode dar i.oa animoet para oa feria-
leeer e engordar com admire, vel rapidez.
Moa Estados-Unidos ila America do Norte e aa
Inglaterra elle emprendo (eom o mais telii re-
taliado) de preferencia io ilbo e ontrot fan-lot
qae ti) mui'o mais car e nao eio de tanta at:s-
taaeia.
A tratar no Beelf eonFrasra Reta
Maduro
SEM RIVAL
O torpreodeote vinbo Maduro, paro, sem mis-
tara al ruma, proprio para mesa, acaba de cbugar
nova r< snessa
8em querermos depreciar aaqaalidadet pratelo*
vinhoe diariamente annunciadoe, podemos garantir
aot notsua fregnetet e ao publico em geral, quo o
vinbo Maduro de notan eapecialidude o uoico
capas de urna boa nutricio, conservando todoa ot
requiaios da bygfene, tomo uro doa principara a
faaer urna digeet&o fcil, alimentando oa globuloa
sanguneos, principaet motoret da tande da huois-
nidade.
Em OBRAS DE VIME ninguea compete eoin-
aoeco : temoa
tercos Condrr Costarelra*
Faquelrea
Papeleros e balaioa para roupa auja, aaaim
como cestaa pata compras, de todos oa tamanhaa
Em TAMANCOS DO PORTO
tambea ningaem compete : Para homena ajo 110-
berboa mas para senhotas sao aorprendentet.
EMENTES NOVAS
de hor aliena e florea, temoa aempre em todoa
oa vap;res, a escolba mia rigoroaa que detejar ae
posta
atoa Estreita lo Rosarle a. 9
junto Jgreja
Po$as Mendes C.
H
Perfumara de fiigaofl e C
Fornicadores das (-Artes de Reapanba,
da Greoia da Hollanda.
8, RuaVivienne, em Pars.
C LEOS SUPERFINOS
Para o Cabello.
A hygiene do c.ibello sendo difficil
complicada, os leos preparados
pela nossa casas>r.orererido5e apre-
ciada pela alta oc-edade, por que,
n*.o angorduraodo a caleca, tornao o
cabello lindo e brilhanle e do-lhe
urna foroa extraordinaria, impedindo
a na queda. R jcommendamos os
seguintes :
OLEO DE KAN ASGA,
OLEO DE MIRAHDA,
OiEO DE ME LA TI DA CHIMA,
OLEO YLAMGYLAMG
lecommendamos tambem a Loco
de ga nanga e a Agua de Quina,
para limpar, refrescar e tonificar os
caoellos.Em PARS, 8,rua Vivienne.
Orifdo
112
o Lenteto
n*.
,w.
jiaa-ta de um cria?^ ; aaraa
Pasaagem da Mgd ..
Sement de
de carrtpato; na ra do
Compra se rmente
Hospicio n. 79.
AttenQo
Cofres ^i prova de fogo
O Carlos Sinden, 4 roa Uarao da Victoria n.
48, loja de tlraiatc, rec beu de eontignacio e
vende aem competencia.
rVliCOftO
CM pr^to
O Carlos Sinden receben nova remeatt e vende
por menas de qae outro qi slqarr ; na loja de al-
taiate ra Bario da Viciara D. 48.
Borracha pura limas
de primeira qualidaie, vendem Lopea, Magalbaca
& C Successorea de Justo Teixeira & C asaim
como tem aempre um completo aortimeuto de
obraa de vime, de aperfeic iado gosto, e que vtn-
dem per precoa aem comp tencia ; na ra da Pe-
nha n. 8._________________^_^__^_____
Cosiolieira
Preciaa-ae de umu coaieheira, feudo boa con-
ducta, para cata do tamil a : dirija-se 4 roa do
Commercio n. 5, 1 andar eacriptorio da frente,
daa 9 borat da manbS ae 4 da tarte.
Coolnlielra
Preciaa-ae de umi boa c isinbeira, para caaa de
pequea familia : na rui do Payaand n. 19,
Paaaagem da Magdalena.
Cosinheira
Prcisa-ae de urna que coeinhe bem, para cata
de pequea familia, que durma em cata ; na ra
do Conde da Boa-Vista u. 21-F.
Boa casa
Alug ae a da ra Imperial n. 159, com todoa
ot commodos e bem prepirada, siul'jo na frente,
ladrilbo de mosaico, lustre e rsndellat, ettueida,
quintal murado e depen leneiae ; a tratar no
andar ra larga do Rosario n. 22.
Criados
Precha-se de dona criados que deem conheci-
mento poiita, \ rna da Madre de Deus n. 30.
Soccorro a velha
A moradora do becco io Bernardo n. 51, anda
ee faz lembrar 4a almas <:ardoaaa, que nao ae es-
quecam da prott coSo que aempre Ibe dispenta-
ram. _^^__^____^__
Papel pintado, ingle
Para forrar calas e ettabelecimentoe, detenhoa
lindos e precoa baratos ; veode-ae na fabrica Glo-
bo, 4 rna larga do R.aario n. 28.
Segundo andar
CHEGARAM OS CELEBRES
CANARIOS
l'Allemanha
DE
CARLO:. BBANDMULLER
no
HARZ
DEPOSITO
Ra do Imperador n. 22 armas m de moveia
(tas te ir as teem ette ta-
ma larga do Rosario n. 40.
Copeiro
Preciaa-ae de um criado para eopeiro e asar
servico de cusa, e que abone sua conducta : a
tratar no sitie defronte da estacSo doa AmVctca.
_ Ae toiiircio e i jT
Face teicnte que a fabrica de eleoa vegetaes,
sita 4 ra da Aurora n. 161, que gyra aob a fir-
ma de Gaimai&es & Amorim Huccessores de Mar-
tina & Bastes, tem erigido seu deposito 4 rus Vi-
dal de Negreiros, antigo pateo do Tere i n 66,
taverna, numero do tciephaue 215. Com toda a
prrmptiilSo ser despachado qualqaer pedido feito
par e dito depotito. Reclfe, 14 de Janeiro de
1888.
Jos Gomee de Amerim.
Para m\i
i
I
?
a
m
5
a
6)
at
O
O
xa
D9
DO
2.
O

l
e
s
O
Dilg'ncia
Parte de Olinda todoa oa aabbadoa 4a 5 hora,
da tarde at Itabavana, e vilta nat tercaa-feiras a
venda-ae paaaagem para Iguarass, Goyinna:
Itamb e Itabayaaa, na loj dos brs. Agostin1-
Santot c C, 4 roa Pnmeiri de Mar^o n. 1.
Precisa-ae ce urna cosinheira ou coainbeiro que
abone nuaeoadueta, para eaaa de familia, e que
durma em caa do patrio ; a tratar defronte da
estacSo dos AlHictoa, aitic
Fabrico de assucar
N. H. Stuirt, representante doa Srt. Dancan
Stewart & C .. de Glatgow, anouncia aoa tenbon e
de eagenbo e ontrot interessadtt que est4 prompto
a contractar o lev-ntamento de usinas completas
de qualquer tamanbo, e tambem torne ce machi -
|.Dsmo8 para o engeoboe eziatentea, etc.' etc.
Todo ter c.o maia moderno e aperfcicoado.
Aa moendaa tero a pressao bydrauliea patente
de tste-wart, que augmenta aezpreaeSo considera-
velmente.
Aa oaldeiraa serio de ayatema econmico e a
tornalbaa feitat para queimar bagaen verde.
Orcamentoa e mais nformacSea em cata de
Browns & C.
Roa do Commercio n. 5, 1* andar
Escola mixta particular
IBaa Veifca aa. S .
Laura A. Straiv Ghlvo, titulada pela Escola
Normal, 4 cargo da aociedade Propagadora da
Ii.atrucf o Pabllca, avisa aoa paia de aeut alum-
nos e aquellas peatoaa que Ibe quiaerem confiar
a inatruocSo rente reabre ana dita escola, onde aleta das ma-
terial que cor atitnem propriamente o ensino pri-
mario, enainn tambem 4a meninae trabalboa de
agulha.
Oleo Florea
0 mclhor para o cabello
Oleo Floios
Sememe de earrapate
r Compra-sb sementes de carrapbto na fa-
brica de leos Vegetaea, roa da Aurora
n. 161.
Aviso
Alugi.-ae o 2- andar di. cata 4 rna Prime!ro de
farco Bu 17, antiga do Crespo ; a tratar aa loja.
ltelas li Hato tarro
Compia-ae cntelas do Monte Socecrro : na roa
Maroilio Diat a. 26, daa T as 2 da tarde.
Alaga-ae o 2- andar d} predio n. 27 4 rna do
Imperador, com grandes commodot eagua; at
chavea jara correr, na andar terreo.
Preeisa-se de urna
perfeita cozinheira, na
ra da Soledade a. 82.
Ao commercio
O abaixo asaignado, jroprieUrio da fabriea
Leo, communica que deixou de ter aeu emprega
de neata data o Sr. Manoel Ferreira de Santos,
portanto previne que toda e qualquer trantacelo
xeita pelo metmo, a contai da presente data em
diante, licar nulla. R. :ife, 19 de Janeiro de
1888 C. R. do Passo.
Caixeiro
Toma-iie um eaizeir* de 12 annot de idade
roa do Vgario n. 31, i- andar.
CSr/Tbomi
MONCHOVAUT
A iimcu com raJruIm, em qum naaoa
o lelte taran a deacer
DIN* K CIYSTAI CIM l'AUftjn TstMMI
Frasaeiaco Cordr-Iro Faleo
Mara Laura Lias FaicSc e sena filboa mandam
retar algumaa miseat no dia 21 do corren re mea,
at 8 horas da maabi na aatrit da Escuda e no
engenbo Matapiroma de cima, por alma de ten
finado marido e pai, aetimo lia do ten fallecimen
to, e convidam os par?ntea t amigos para aeaisti
rem aqoelie acto ralniiwo e de caridqde.
f
na
Mtialai
de Ouro
e
de Pratt
Jalla laaur.t Sonto
Carolina Ribtir.' ticaii, Joo Ribeiro Sonto,
Adelia Clara Sonto, nfti e irnSot, convidam a to-
dos ti prente! e amigos pt.ra aeaiatirem a mis-
as que mandam resar pela alma de ana preaada
filba e irm, Julia Isa jr So to, na matria da Boa
Vitta, aa 7 lft horas de aabbido 21 do eorrente,
1' annirertaro doten paaeatiento, pelo qae desde
4 te e-mtettats gr atoa .
Aa aulaa no collegio de Santa Loiia acham-ae
funecicnaado desde o dia 9 do eorrente. A direc-
tora contina a empregar todo o telo e apphca^ao
no exercicio de aeu magisterio. Receba pensio-
niatat, meio penaioniataa e (zternaa.
SEMULINA
De Brons k C, de Glasgow
Eete artigo, preparado por m novo proceaso
de trigo da melhor qualidade, poeaoe ot elemen-
tos necesaarion para nutricio de crianeat e doen-
tea, e muito se reconuaeoda por ser de fcil di-
geatSo e gnato muito agraTavel ; tambem pode-se
faaer ama ezecllente papa, miatarado aa partea
guaca ocia a muisooa dos ocmot a&ti^mnte*,
addiciooHndo-ne-lbe algnm leite. Umcoa agentes
neata praca, SaunderaBrotbera & C, roa do Com -
mercion. 3, eteriptorio do Blackburn Needbam &
Sementes de carrapato
Compra te em grandes e pequenaa quantidades;
na drogara de Francisco M. da Silva 4 C, a ra
o Marques de Olinda n. 88.
Empresa geral de JIu-
" dan^a
Alogam-ae carroa de molas, proprioa para trana-
p mentoa de etaaa de familia, hoteia e estabeleci-
mantos publiot, para toda e qu Iquei parte da
cidade e seas suburbios e arrabaldes, por preeo
commodo ; a tratar na ra do Padre Mbrega,
outr'ora do Alecrim, n. 24.
Ao commercio
O abaizo asaignado tai acienle ao corpo do
commercio, que em conaequencia de incommodot
de ana sale, retira-ae para Portugal, e deiza por
aeua procurado-es aoa Srt. Agoatinbo Sant-a & C,
Antonio Pereii i de Mxgalhee e Jos Euclidea do
Monte Coelbo, na ordem em que ae achato, para,
dorante aua demora, tratarem de tedo ot sena
negocios. Ree fe, 17 de Janeiro de 1888.
Antonio Peroaodes
O EXTRACTO COMPOSTO DE
Salsaparrilha
do Dr. Ayer,
E' um nitor;: t2<> 'tcaz oue extirpa rnmpleta-
mente tio yBtr.a n K-*rrofti* HcreUiiarJs, e as
affeociM (ue tem ailhii ooutaglofltV, e as oco&sioutAhs pelo mercurio. Ao
tnesmo teiupo vitolia e enriquece o sanguo eom*
ailo urna wcao sacJaTel ao organismo o
rej uveneacendo o svatenia intei^o. Esla graudo
Medecina Regeneradora,
compota com a vrnln.leira 8alsar-rrl!h do
lloitdnraa, dos IodoM outro Ingre-ent-s de ciaiidM potencia e virtudes
curativas, cuidadosa c scienliuc.irji-'Ute preparados.
A formula geralmeote ooneclda i!a proflasao
niaitVa. o Bstlabrai medieoa receltao a Salsa-
1'aiuui.iia i>" b& n sb orne um
Remedio Absoluto
para as enfermldades ooeasloiiadas pelo estado
ci09o do f nniruc. .
Kst couceutrado no (^ao mais alto praoticavel,
maito mal quo qa ilquer outra preparacao da sua
ciarse, que iretemi' iar iguaee ffpitos, e
por tanto a medecirta mais barata, assiin orno a
mellior para purificar o sangue.
PBEt'AKADO l'KI.O
DR. J. C. AYER e CA.,
IiOwcll, Mass., E. U. A.
A' renda as principa*-* p':artnaeia^ e drogariaa.
Alagarse barato
Sua Viaconde de Itaparica n. 43, armatem.
Ra do Bam Jess n. 47, 2. andar.
Trarti-se na ra do Commercio n. 5, V andar
ee^ptorio de Silva Quimaraes & C.
Aluga-se
a csaa terrea ra do Viaconde de Albnquerqne
(Gloria) n. 96, com 2 aalas, 3 qnartoa. C08inba
fra, bom quintal aiborisado, cacimba e portSo
para a campia da roa da Alegra ; a tratar na
rna velha de Santa Rita, tob'ado n. 14, dss 8 ho-
ras da micha to meio dia, cu das 4 s 6 da tarde,
onde tambtm se alaga urna casa no Varadouro de
Olinda n. 23, com muitos bons cemmodos paia fa-
milia.
Metade da cata n.
tratar na mesma.
Aluga-se
16 ra de Santa Rita, a
Aluga-se
at seguintes casas : a da roa do Lima n. 30,
grmde casa com agua, gaz e apparelho ; a da ra
da FundicSo n. 10 ; e o 3- andar do sobrado
roa do Imperador o. 26 ; a tratar na lytographia
de J. E. Pa cell, ra Mrquez de Olinda n. 8.
Aluga-se
por 10/000 a loja do sobrado .do becco do Cani-
pello n. 2, propria para cfficina ; a tratar na roa
larga do Rosario n. 14.
Alog
se
o 3 andar da ra eatreita do Rosario n. 32, com
muitoa commodoa e muito fresco ; a tratar na ra
da Imperatrit n. 16, 1' sndar.
Aluga-se
o sobrado de um andar e soto, e loja do mesmo,
catado e pintado de novo, na rna Mrquez do
Herval, travesea do P cmho n. 33 ; a tratar no
largo do Corpo Santo 4, 1 andar.
Aluga-se
o 1* andar e sotao de s-.brado i roa dos Guara-
rapes n. 90, com 2 salas e 7 qnartoa, agua, gat,
quintal grande ; a tratar na ra Domingos Jos
Martins n. 60.
Ama
Precisa te de ama mulhc-r de meia idade e de
boa conducta, para o servico interno c externo da
casa de ama senhora : a tratai na roa arao da
Victoria n. 58,1 andar.
Ama
Precisa-se de nma ama para cosinbar
aa roa Duque de Caziat n. 85, loja.
a tratar
Ama
CUIDADO COM
AS FAL9IFICACOE8!
O LENCO O TOUCADO
O BANHO.
Ao commercio
Urna pessoa bastante pratica em rc-cripturactlo
mercantil por partida simples cu d^brada, offe-
rece aoa Srs. cummerciantea deeta praca e fra
della, ra seos servioos p -r mdico ajaste, podendo
ser procurado ra de Santa Rita Nova n. 49.
VENDAS
Vende-ae ama armaco para taverna, com
anea pertencaa, nt eatradn deLuia do Reg ; a
tratar na rcfina;ao da ra do Lma, em S*nto
Amaro. "
Vende ae urna parte do engenbo Sicnpemi
nha, no valor de 2:000 aasim como outra patte
do engenho S J.ao, em Gsmelleira ; qii'ui pre-
tender dirjase ra velha de Sxnta' Rita n. 61.
EllU'!}
Vende-ee o engenho S. Gregorio, dis ante urna
legoa da eetac&j de Gamelleira, com ferragem e
vapor noves, boas matne, e proporjao para aafre-
ar 2,500 p&ee aanuaei. Est arrendado por....
2:000* por anno ; a tratar em caaa de Tavares
do Mello, Genro ft C, no Corpo Santo n. 15, pri-
meiro andar.
Vacc
r.,ij o tert
Ycnd-te na roa da Peaba n. 25.
Vndese um i-uor de oxo : a tratar aa (
cheira do Deodato A roa da Isnperatris n. 45
Livramento &
veuoem eimento port'and, atarea Boblaa, tk
oalidadejDo ckc a do Apollo a. 45.
Viohos da tiarrcfeira
Finos
Carc: vellos.
Madeira.
Moscatel.
Uva Baatarda e de Pastas.
PARA MESA
Genuino do Lavradiu a 500 ra. a garris.
Na mercearia de Msnocl Correia tt C
Praca do Conde tl'Ksi ta> it>
Attci.fo
Vende-se ama taverna bem afreraeada baa
psra principianto ; na raa de Grvatio Parea a.
139 se trata.
WHISKY
Boyal Btend marea Vil DO
Este c-x.eil Dt-j Whisky Escoces art>
ferivel &o cognac ou .gurdente de
para tortifiuar o corpo
Vende-ee a retalbo nos tcelhorta
zena de molhurlos.
Pede Iteyal Blend marca riatlt,
cujo nome e emblema sao regittndoa para
Brutil.
_________BROWN.S C, agcBfn.
todo
Boa casa
Vende-ce a melhor caaa qae h em Mararal,
propria para negocio e morada, na roa da Paa a.
19 ; h tratar na rna estreita do Rosario a. 9, jsta-
to a igreja.
Atteu^ao
Precisase de ama ama para comprar e
coaiohar em casa de familia : na rus Du-
que de Csziss n. 14 se dir.
Ama
Na rna do Cotovello n. 46, preciaa-ae de ama
ama para todo servico de caaa de familia.
Ama
Precisa se de urna ama para cosinbar ; no pateo
do Paraito n. 16, taverna.
f
O. Carolina atadla Pe eir
ele lltjueira
Jotqnim Igoacio Penaos de Hiqueira e seus fi-
lhot mandam retar mia*a por alma de aua cara
esposa e mii, D. Carolina -> me lia Pereira de Si-
qaeira, as 7 horas da leanba do dia 21 do eorren-
te, eabbado, trigsimo do aeu paaaamento, na nu-
trs da Boa-Vitta ; para coj-i teto de religio e ca-
ridade convidam aoa tina ptr;ntea e amigos ; con-
fertando-se desde ja sinceran. nte irrHrieci'ioj.
sai
Opiada do IV IOUCHUT, Unt I
srretraco da Facultad* Medicina de Paria 1
Mdico do Hotpiul da criantas enfsrma, do asa J
rro Ilyglena da Infaneim t
t th aa BCamadelra btm aoondioionnada ]
u dev> tar nma vlvula onde o laita nonoa 1
a toril* a rlnacmi : asi o nrinciDlo da I
MAItADEIRA MONCHCVAuf *"* "*'
fcata&etatatasssi
i rttratntia trsstrltt
Assucar candi
Especial aeai car candi, o melhor qae at boje
te tem fabricad > aeita cidade. Asaucar especial
extra refinado, llsroa Pinto e Colonia Isabel.
Retinara
J. Salgueirsl 5 C roa Marcilio Dias n. 22
Numero telepbomco445
lilla Mixta Particnlar
Francisca Maiiiniana Lotia Carneire, alnmna-
meatre titulada jela_ Escola Normal da Propaga-
dora, avisa as pas de familia que sua au'a se
acbar aberta no dia 16 de Janeiro eorrente i ra
de S Goncalo n 22, onde alm das materias qu
coostituem o entino primario baver ama aeccaj
de trabalb'.a de ugulbas.
Recife, 14 de Jan ir-j de 1888.
Ama
Precisa-se de nma ama qae teja boa cosinheira
e tejt matriculad ; nt roa de Riachoelio n. 57,
portSo de ierro. "
Ama
Precisa-se de urna para
pateo da Santa Croa n. 14.
coainbar a lavar : no
Ama
Preeiaa-se de ama ama para coainbar, tratendo
a matricula ; na ra de Pedro Alfonso n. 34.
Precisa-se de umt ama
mero 87.
Ama
na raa do Rangel nn-
Professora
Urna senhora eompeteDt>mnte bsb;litada pro-
p6e te a lecciounr em collrgiot e caaes particula-
res aa segointes materiaa : portuguez, franeer,
msica e piano : a tratar na ra Marques do
H rval n. 10.
ios sapatiros
Chegon nova remesa* de ornea, eeta e asalas
aegneiiintes Tamanco: a 82*1 e JIM o ateto ;
litseSo do Porto 70f o coate : te na rna do
irritsento n. 19.
Eafel(saia da Borl.a Cardse
Francisco Antonio Correia (lardoso, Felppude
Mssqnita Carde so, Henriqoe i le Barros Cavtluan
te e Adelaide Car loto de Bar ros, tgradecem is
pessoa qae aeompanbaram a. cemiterio os restos
mortaes de toa neta e filba, l phigenia da Rocha
Caraos, e e novo oontidam lettt prentele ami-
gos para assisrtm at missa i qae por alma da
fiaada snaadast retar na igrejs da Madre de Deus,
t 6 horas da saaahi do da 20 do correte, aetimo
at ttaaatssstiato.
PEITO
Administrando diariamente urna Injeccto I
sobcutana com o coi.leudo de urna seringa
de Pravz (motlmlo Z> Brun) chela de
EUGALYiPTINA LE BRUN:
CUBA-SB
a Tisiea, ss Mfnehites
m oa
Catarrhoa pulmonares
A Bacaljptlaa nao conten morphmt
LE BRUN, Pharmaceutico-Chimtcfl
FARIS. SO 53, Fauboura Montmartra
47, rea LaJayatte. PAKIS
iast)tisBPTi wKM.mi-i.ttiaMtr.
Preciaa-se de nma ama
rio n. 18, andar.
ma
na roa larga do Rosa-
Precisa se de orna ama qae eosiahe e engomme
para duas p aaoaa aem filbos, e que durma em caaa,
rua da Conquista n. 29, oa raa do Amorim n. 66.
AMA
Precisa-se de ama ama para lavar e engemmar
a rna do los pie. n. S.
Amas
Preeifa-se de duas, sendo ama para engrmmar
e outra para tervioos de asa de familia ; a tra-
tar rna do BarSo da Victoria n. 7, 2* andar.
Ama e fcitor
Vende-ae urna ezcellente vacca mestice, parida
de hoje, sendo a cria femea : a tratar na enge-
nboca Bemfica raa Real da Torre n. 21.
Fplorida
Recebeu grande sortimento de pulceiras
americanas de 40000, 50000, 6|JOOO, 7$000
8^000 e 10.JOO0, o par.
dem para menina, a 40000, o par.
Bcos brancos o de cores de 2, 3 e 4
dedos de largura, a 20000, 20500. 30000.
30500 e 40000, a prca,
dem tor de crme, a 30000.
Porta-embrulhos americanos.
. Iaviveis dourados e pratcados.
Lindos leques transparentes de 20000,
30000, 40000, 50000, e 60000.
LinJas luvas de seda de todas as cores
de 20000, 20500 o 30000, o par.
Luvas de pellica, a 20500, o par.
Enchovaes para baptisado, de 80000,
100000 e 120000 al 160000.
OapeilaB e veos para noiva.
Suspensorios americanos, a 20500.
Oleo Florea.
Lindas pastas, a 500 ra. 10000 e 20000,
urna.
Lindos broches, a 20000 e 30000, um.
Linha de machina n. 50, a 800 rs., a
duzia.
Liados pannos Je crochet para eadeira.
Caetas americanas que escrevem sem
ser preciso molbar-se a penna, systema
a S. T, Y. L. O G. R. A. H. I. C. para
viajantes.
Bicos de fil branco, a 20500 e 30000,
peca.
Lindos bicos de cores, gosto moderno, a
30000 e 40000, a pega.
Lindos bicos de cores com 3 e 4 dedos
de largura, 40000, a pega.
dem de linbo de cores, a 20(OO. 20500,
e 30000, a pega.
Bicos grip para correr babados, a 10000
e 10500, a pega.
Luvas de seda para meninas, a 20OOC;
divenas cores.
dem para senhora, a 20000 e 20500, o
par.
dem com palmas de missangas e de
seda, a 20500, 30000 e 305( 0, o par.
Galoes e bicos de vidrilbos, gosto mo-
derno.
Lindas rosas de vidrilho preto para en-
feitar caaacos e capas.
Collarinhos e punhus de borracha pro-
prioa para baile, por serem inquebraveis.
Contas lapidadas para enfeitar vestidos,
granad, broaaeadas, prateadas e douradas
Maacaraa de massa, seda e cera.
Collarinhos e peitos de seda para se-
nhora trazendo urna gravatinha tambem de
seda.
Fivellas de molla, americanas para caiga
e coleto.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 103.
Vende-se ama arme(3o envidrtca<*a para
quizT principiar qualqaer negocio, pet
preco ; na rna estreita do Rosanj n. 33.
Vende-se
por preco ratoavel, no engenbs G-iabcira, saat
bis m'.nsnt de correia, um alamb'qae de tosjtsj,
com todos os teas perteneet, 100 formas galrasti
aadas em perfeito estado, e dout earrot ; a tratar
na ra nova de Santa Rita n. 49. :->a Avat)
Irmos.
E' MAIS BiBATO
h Loja das lslra? Alies
A* raa Duque de Caxiaa as
Tplifllfi 211
Vende fazendas finas p r todo preco a d ttaa-
cento a quem comprar de 'O para tiesa. Aa
Exmas. familias nao devem comprar esa otaba
loja sem primeiro ver oa mandar batear aa tstot-
tras qae se do sem peobor-
Fazendas de nevidae

linbo bordados c.m iUtras te
maito larga e de indas e.et a
Bom einprego de capi-
tal
Vende-se ama loja de fazendas mnito afregae-
tada e bem localiada, oa admitte se um sccio :
quem pret nder deizeno escriptorio deate Diario,
em carta fechada cot as iniciaes J P N, os es-
clareeimentiia Deeessanos para ser procurado.
Armaco
Vende-te orna importante armacao toda de sma-
rello, envidracada, que sirve para qualqaer ne-
gocie ; vrnde-se tambem diversos nteosilios para
fabrica de cigarroa ; a tratar no largo do Paraso
n. 20- '*-' *** 'rsa ao meio dia.
Preciaa-se deat s
Fria de Beberibe
fuoto a. 68, antiga da Praia.
doua empregados, em Agua
a tratar na ra de Pedro Af-
Hotel Luso-Brasileiro
E
Coct>elra de f. iouaes. em
fiskttaelir-lra
Neste estabeleeimento encontrarSo ot tenhores
paaasgeiroB ezoelleatea oommodoa, bom tratamen-
to e sinceridad no trato ; assiat como umt gran-
de cocheira para trato de cavatios, e tambem bons
cavallos de alaga!; todo por precot mtdieos.
Venda de sitio
Vende-se oa perman te por predio nesta cidadt
um boea sitio con b a caaa, moitas fracteiraa.
ezcellente banho do rio, boa agua de cacimba,
ezteoso de terreno para baiza de capim, lodc
morad ona frente, cem pnri3-i e gradeamento, oom
caminbo de trro e estaca junto ao dito sitia nc
Porto da Madeira, conhecido pelo sitio d Joic
Selleiro, junto ao Dr Ernesto d Aquino Fonse
ca ; quem pretender dirija-se prca da Inde
pendencia n. 40, des 11 horas a 4 da Urde.
Con Jebria pernambu-
caaa ,
Vendes o anim-es doata oondelaria, devendo
os senb rea pretenden tea apiesen tnrem suas pr-
pstts em carta f cbada. a roa do Inrper dor n.
83, 1 andar, te o di 9 do eorrente, 4 4 horas
d tarde. Oa ammaea acbam se das eoebeiras do
Prado Pernnnbuo.no pr* serem fate ez .mi
oadot pelos ser bote paateadeatas, onde recebe
rio a intormacoet ae areeasitarem.
Tecldoa de
quadros, fazeada
8C0rs.
sjeilm de Maro, preto e de todas aa cVtsj
liso oa de listas a 800, 900 e 1 iO*).
Velludo preto de seda bordado ao ;.ot Istia
de aetim a 4afC0.
Marina infestado preto c de toda oa carta a
700, 800 e 1*000.
Bta^aiaae de cores e coa littaa cor -la crate
a 500 ra.
Eagulao pardo infestado para vettiJt a 36t)
e400rs.
Linn bordado, nma i cor a 340 re.
Vrllnuinbo preto e de toda tt suata asta
contas a 1*800.
Renda hesparbola com biceo, praia oa braata
de seda.
Cassaa Xanzac padret miudino a 380 ss.
Crocite t braneo e d cor, deseaba Badea
para cortinados a 1*100.
Clrlnaldaa com rices vot de Bioad a 8*.
104 e 12*000.
L.A de quadros, pairos ivos a 330,110c
400 n.
Mino des A'pea fszenda de listas sstetiaetszt)
aSOOrt.
Wellaetss lavradat d. linda* core* a 340 ra.
Faaiau branco a 320, 360, 400 e 500 r*. tasa.
lidade soperior.
Fazendas diversas
Hranaasaie de 4 larguras a TOO 1*000sa
perior qualidade.
adapiilio americano lttat attM cata 4
e meio palmes de largura a 6*5(0 cora 30 satata
garantidas. m
Algodo americano muito larga
para lenco a a 5*500 a peca, mal estreitc a
e 4*00).
Chitas e cretonet eaearos, claro c
ohoaa 200 e 240 rs.
Cassas iuaianaa de core a 160, 00 300
res.
Llnhoft lisos e de qaadrinbot a 100, 120, 100
Brlut pardo para roupa de menina* a 000
320 rs.
Casinetas escaras imitacS de
500 rs.
llaela azol encornada para ronpa d
700 e 00 rt.
las de quadrinbos, pa Ws novo, a 00, 0.0,
3G0 e 400 n.
Crep* de Kndas cores a 500 rt.
Lencos brancos e de cores a 360, 1*300
1*5' 0 a dutia.
Toalha f.Loadas e aleoz.aas a 3*=00 5* e
6*000 a daaia.
lie la a de cores, brsoca* e erats cata i
ras, horneas e meninos deade 3*e00 at i
melhor qualidade.
Enctaovaes para baptitadot eosaptrlta
10* v12*000.
Cortinado* bordados para casta oa
a 6* e 7*000.
Panno da Costa, de quadros oa listas 11J
o ovt-1'.
Aioalbado lavrado, lindos deseaba 1*300
e 1*500.
.uurdanapos a 2*000 a dazia.
Especialidades-
Lava* de seda oa peliee a 2*000 3*600.
Bicos brancos c r do cresta, n natisatna a
2*000. 2*510 3*000 a pee ota 11 sastre*.
Cunta* lapidadas para enfe'te de vest i s ara.
tas e de todas at cores a 500 e 800 rt.
Bordado*, bahadot e entren ate fatal
tran-prentea a 300 ra. a peca cota 5
Esuartilau* courtca
4*. 5* e 6* 00.
Graade quantidade de chita*
vende ae por qualquer preco


agencia b retratos
tat en rttafisat tjn
Piulado* a oleo, com rica moldara tt i ...
por 25*000 ; eaiao.ezpottot sigas retrate para
o publico e aa Exmat. fnmias ilftn 1*aatt
sio lindos e baratot e ftcil a qaal
um em ana aula de visita.
Para enronneatar I
um pequeo retrato em carto d vnata, nt* nt-
porta que teja antigo, diseada eor do s** 0
cabello chega no liado retrato '
Agencia de artigo anterxia*
borracha.
Na Loja daa Liatrat
Jos Augusto Das


tco&xwi-ir& 0 de Janeiro de 1888
Lotera da Provincia
O abaxo asignado, t<>ndo de realaar mpret'rivelrento no dia 28 da Feve-
reiro )roximo a extraccao da grande lotera cm substituidlo a de quatro mil contos,
em tre lorteo?, e precisando ao lempo suffi iaute para a organisacao dsg listas dos
bilhetei nao aprsenteos, seguud Ihe Foi ordonaip por p-esii-ncia da 16 de
Agosto do ana' proxi o finio, vem p;Io presento communtes* aos inoressados que
Snaenle at o din 30 respectivos billetes Oumpre-lhn-, porm, avisar aoa Sra. patease***) do bilhetes que ae
at a iienciouada data nao relisarem a solicitada substituicao nao se admittir mais
reclaroi.cao_ algoma vista -orno nao serai pr-judiuados em s-rtu direitos; porquanto
erSo rea ionados pnr Beas numeres os bilhetes oSo aposentados troca, dando-ac-lhes
outros qn.iesquer num roa do valer correspondente na presente lotera, como todo cons-
tar do uin relapso que aa publicar pela imprensa, feando O possuidsr do bilbete
primiti 'j con direito ao novo nu.nero que Ihe fOr d.isignaio, e a receber, depoia da
extracclo, o preiiio que Ihe sabir em orto.
Outrosim, os assignr.ntcs do nmeros cortos do bilhetes das loteras d'esta pro-
vincia encontrarlo taa.bem at o firo da corrente me os seas bilhetes de assignatara
nos pontos de su&s encommendas, a saber n'esta thesoursria e e as csaas dos Srs.
garant dores.
Xbeeouraria das luterias da provincia. 9 de Janeiro dn 1888.
O thesoureiro,
Jote Candido de Maraes.
ME DA LIlA DE BOU.
o qcoIevrier
tainlT. Udo ,'.'; Alcatrio,
tnico i fti/**-
ugmtnti ti oroprfodidii
DIPLOMA DE BOU
uim
0 0)10 de FIGiDO
n bacalao FcnRuciNcso
i i/a/ca i'rtptnein ?u ofiifffi
dmllvrir o Ferro hu .-.
nlr PriUa d Vaatn-, otm
1Mtaodo.
'CHBim^
HMS.'|alaNiU5
U ni ti riik'-Intaurut. 21
REORITADO POtt TODAS AS
Celebridades ledicta|
bAFlUNCAEDAKLHOPA
0LEST1AS 00 PEIT0,
TECHES ESCROFULOSA*
CHL0R0SIS,
ANEMIA, DEBIl.IDi.DE,
TSICA PULMONAR,
BRONCMITES, RACHITISM0
LICENCIADOS l'Kr A INSVBCTOBIA DK TIYOIUNE DO IMT*EBIO DO BOAZIt-
wmmmnamm
Vinho de Coca
URUBEBA
Peptonas Fpsicas
de CHAPOTEAT
*h*rmacoutico de> X Ca
1
Appnfd' nela Junta d'Hjgien do Rio-de-Janeiro. Empregattaa am
Hosptaes de Pars e dos de Marina*
A Peptona o producto de diges tao da carne de vacca pela pepsina de Gmapotcaot
exirahida do estomago do carneiro e transformada em um alimento soluvel, fmme-
dii.tamente assimilavel, que vae ter a todos os por tos do organismo por meio da
etreulacao venosa, e alimenta oa doentes sem fatigar-Ihes o estomago.
O Viho ds Peptona do Chapoteaut po isso indicado as molestias que
teni por causa as mte digestoes, aas aieccoes do rigado, dos intestinos, as
gastrites, na anemia, na chlorose; as molestias do peito, na dysentcrla
dot* paizes quentes, as digestoes diffieeis e laboriosas. Este Vinho aumenta as
cranlas, que nao supportao a comida, augmenta a secrecao do leite das pessoas
quj criSo e torna-o mais rico; fortifica os velhos e levanta promptamente as torcas
don in-atetafea,
t. Conserva de Peptona de Chapoteaut, qne pode ser empregada interna-
mente e em clysteres, tera o poder de alimentar durante meses os doentes mais
gn.ves, como os tsicos, que nao possao tolerir alimento algum, os cancerosos, os
qui> soffrem da bexiga, dos rins e da medulla essinbal.
r***s nao confundir as PEPTONAS DE CHAPOTEAUT com outr+s \
eom carne de cavallo e vegetaes fermentado.
Deposito em Paria, 8, Rae Vivianne e as prin UELHOB MEDICAMENTO DEPURATIVO
Approvado pela junta central de bygiene publica da c3rte, autorisado por de-
creto imperial de 20 de Junbo de 1883 a mandado incluir noformuNrio do Hospital de
Marinba o eeferraari-s por aviso do Ministerio da M riuii i n. 1,523, da 9 de Outu-
bro de 1885, coin audiencia do cirurgiao-mr d* armada, que infonuou ter esfi medi-
camento produsido escellentos resultados no Hospital o na clnica c i vil, e to pregado
actualmente pelos melhores clm.ieoa, como o isj en-rgico o prodigioso medicamento
na cura radical dos rheilOtatlsmos d^ qu'ilquer|n.tureza, em todos as moles-
tias de pellc nns leucorrhas f^Crea brancas) as dinerentes formulas da
syphilis o em ge ral em todos as molestias, occasionadas pela impureza do san-
CONIPOSIC
DE
Firmino Candido de Figueiredo
VENDE SE EM QROS E A RETALHO
m em
W MEs M T* A II B t.1 C
, A ra 1." de Marco n. 9, na Livrari Fraaceza e em tojas as provincias.
mmmh
2o-H.ua de llalliias de Albuqu^rque2S
(artiga roa das Flores)
KUGLER
SUCCESSOR DE
Otto Schneider
Tinge e limpa com a maior parfeigao toda a qu&ldade de estofo e fasendaa
em pega ou em obras, chapeos do feltro cu da palha, tira o mofo das f zendas ; todo
O trahalhi feito por meio do machinismo aperfei(oado, at hoja condecido.
Tiota preta as tercas e sexfas-feiras o de c6r e Iavagem todos os das.
h '
Tr.PlVEReml^ ,
V# nmnuooaw ^efO
Nova PERFUMARA Fxtn-fJna V
OOpYlOPSSBojAPO]
til........HettTLOFS^(JaP?JtpiifiUii...siCORTlOPSRsiJiFlf
Sia^?.....uCORIIOPSIS^JifiO llOlanni.- hCOYLOPSISiJsP*
sfsaamCisttsiCSSTLOPSIS^ JAFlO I O........rCORILoPSISd JAPl
UTUJ.......a.C01YLflPiiSJAPA0 Piula......mCORILOPSUs JAPlO
ONZE DE AGOSTO
DIRECTOR
Dlanoel Sebaslio de Araujo
95-isea Bat 8 IU1HW- -95
Trlephoiie 303
DE
WOLFF& C.
14--IA DO CABGA'-K.4
N'este multo tonheeido estabeleeissea-
te> encontrar reepeilavel publica ssMaVsj
variado e completo sortimente de JOlAft
recebidas sempre directamente dos molsao-
res rubricantes da Europa, e apae pi
pelo apurado goste do mundo elefante
ticos ndereeofli completos, lindas pnl
ras, alflnetes, voltaa de ouro era vejadas
brilhantes, oa perolas, anneis, cacalotas,
botos e outroo multas ortigas proprlo
ueste generes.
ESPE JALIDADE
Em relogio de ouro, prata e niekeladoa,
para homens, senhoras e meninos don mais
acreditados fabricantes da Europa e Ame-
rica
Para todos os artigo* desta casa garan-
te-se a boa qualldade, aesim como a mediei-
Jade nos preces que sao sem competnela.
U'esta easa tamben*, coucerta-se qual-
quer abra de ouro ou prata e tambem rala
gios de qualquer qnalidade que seja.
4--IIua do Cug-4
iss S0LUCA0 C0SRRE ^r
AO CHLORHYDRO-FOSPHATO DE CAL
nssaaajasSjsss adoptado por todos os afc
9tfr\^S2SSM^A
n. ruOtkansMML
1 f*?*'?0 ssepsaSialunja adoptado por todos os Msdlces te
"}l*rosu, rutea, cbekex&VMsSef-
i tas cruutfai, Pastie, Dnspeptiat.
, COIRRE "
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MALTINA
As aulas dese collegio ficarao abertas do dia 9 de Janeiro em diante como
determinan) es estatutos.
Admitt B:nenta alumnos internos e extersos, tanto para o curso primario
como para o secundarie.
i (CURSO PRIMARIO
A cargo do professor Isaac Serviu Ferreia, desde 1882, comprehende as
sateras seguintes : leitura da prosa e verso era lttra redonda e manuscrirta, calli-
graphia, cathecismn, theoria e pratica das quatro opera(8es fundamentaes da arlthme-
tica, gecgraphia elementar, ospecihlraenta do Brasil, gr.iramatica nacional, resumo
de historia do Brazil, reckacao na tribuna e composlyao de cartas, recibos, etc. A cal-
ligrsphia est espaciajroanta a oargo do profesaar ilr Pedro Maris Liausu.
CLRSO SEXMIXIUO
Comprehende as materias exigidas para as matriculas as faculdades do
Imperio.
O resultado dos ltimos exames foi superior ao do anno precedente, havendo
apenas seis reprovacoes, sendo tres em portugu- z, duas em arithmethica e urna em
geometria, comprehendendo nesB'j numero os inhabilitados na prova escripta.
O director contina a empenbar todos os es/or^os para o maior aproveitamento
de sens alamnos, e convida os interessados a virem paB8oalmente tomar conheci-
mento de sen collegio, onde receberSo as expca^Ses que desejarem.
Btoomsbury
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Extracta d trigo, cevada c aveia germinadas
Preparado pela Maltine Manufctunng C Limited 24 e 25 Hart htreet
Londres E. C.
J pprovadas pela Jauta de bygiene da Corte
A MALTINA equivhle a 3 vtzes o sen proprio peso em diastase e de 3na
6 Tezes em poder diastosico a quhiqucr cutro preparado deste genero.
A MALTINA tem merecido 6 medaluas do ouro em diversas exposicoes e
tem um aoeiucao enorme na Europa e nos Estados Unidos tanto que foi preciso en-
eorporar urna companhia com grandes capitaes para sitisfazer o consumo sempre
crescente. _
Chama-sa a attencli dos distinct< s raedijos desta cidade para os importantes
preparados da MALTINE Manufacturing Gompany. Todos os productos mediesmen-
tosos sao mais facilaiente assimikdos em combinacao com a Maltina, ainda mais sao
levados a torrente circulatoria e promptamente sao absorvidos produzmdo effeitos
mmediatos.
Lista dos preparados
MALTINA para.
MALTINA pepsina o pancreatina.
MALTINA phoppbato de ferro quinina e strychnina.
Oleo de figado de bacalbo com l;it peptooisado.
Oleo do 6gdo de b.calbo com leite peptonisado combinado com bypoprioBpbi
ts de soda. ,,r r r
Extracto de carne peptonisado.
Aamonto soluvel destinado a obviar a necessidade de digerir leite de vacca
O leite contido neate preparado est digerido previamente pela pancreatina,
" Veiwe-se na pliarmacia Central
38 Boa do Imperador 38
PERNAMBACO
MEDICAMENTOS FUNDAS E TINTA IE
TODAS AS DUALIDADES p
VERAS& Cg.
fikPHARMACE UTICOS
c^-
IMUCTIII CHIMIC0-PHAHMACiUTIC0a"E '
ESPECIALIDADES DO rill
-------7T7&
J 5 7.Rua do Dupa de Caxias.5 7.'
Especial dade (leste eatabeleeitneolo
E xr e iiiiRP H hmn
Elixir dentifricio
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O

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CAPSULAS
Wl ATHEY- C A YLUS
Preparadas pelo DOUTOR CLIN Prearlo Montyon
As Capsulas Maliiey-Caylns com Envolucro delgado de Gluten nao fatiga nunca
o estomago e sao recommendadas pelos Professores das Faculdades de Medecina e
es Mdicos dos Hosptaes de Paris, Londres e New-York, para a cura rpida des :
Corrinaentos an: igos ou recentes, a Oonorrhea, a Blennorrhagia, a Cystite
dn (olio, o Catarrho e as Molestia da Bexigas e dos orgoe gamite urinario*.
** Urna osoJieaeSo detslhacla seompaoaa esas Fraseo.
Jtsaj ir o Verdaderas Cpenlas Mathey-Caylus de CLIN G1*, as PAIIS,
quo ao ach tm caen eos Droguistas e Pharmaomitsoe*.
"^-^iii i, i i
Ci-nlra a ':ari>j e smcllaci.Ti-'nto o (or'-a tfe iK-nt".
Y-.nhft, xarttj.es c puntes de jmp* eba
Grande sortimento de perolas, psstilhas, grennlr.s e pilulas dos oielhores lubri-
cantes europeus c atn< ri : i
Gra ide collaccSo de alcoloides os nw-is modernos eraros.
Aguas mioeraes de todRs as qualidades. ^
Para phofograiihla e homosopatma
Alcool rectificado e ciesiufeutado, cbiuii jmente puro.
A Pharmacia American tem urna seceso horr.aeopathca ondo se encontrar
alm dos medicamentos preparados com todo ac-iu e pguuio os formularios habene
manios mais acreditados, carteiras, vidroa avulsoe ci todos os tamenhos, glbulos
inertes e medicamentosos, tinturas de plantas indig as e exticas.
Recebe medicamentos directamente de todas aa fabricas da Europa e America.
Manipulado por precos comenodos e a qualquer hora do dia e da noite.
V
GRAGEAS
58-Rya de Imperador38
Nesta gr-nde pharmsoia aviase receitas e pedidos com
Djsolicitude e modiciJade.
As prescrpf Us en ingoas estrangeiras sao ielaeite
despachadas
O pbarmaceatco pernsmbnosno JOS FRANCISCO BETTENCODRT
convida os clnicos desta cidadn que queiram honral-o com ana rafiases
para qualquer trabalbo profissional e ao publico. Garante se a mais attea-
ciosa e conscienciosa exeoacSo.
Esta casa recebo seus productos cbimicos e drogas dtreetssMoae
das melhores casas ds Europa, especialmente encommendadas para sea
reeeituario.
I
Balud M
ds CoeaMaa, Cubaos
Btisatfa farro, tltmutho
**mt4, UrtbemtIHma. -
rORTIN
INJECQO
Hyqlenlcn e frastrnUare
tem causar
amieate atan*.
A ORA aatas PON| .0riU) as primaira quaobtivarasi a aparovacao d
4a aaaiMna (ltHf.'j ,< panaa ikm Hoapilao; Coram as molestias secretea,
tal rebelde? 5 satigar ea estmagos mala delicado*.
A INJCCCAO PON TIN ampre recopimendada como o complamanto da medieaelo.
n rmuiaaiM / rSLajr- a. e sxta a o,
/S
Preparado pelo pharraaceutico JOS FRANCISCO BETTENCORT,
de urna efficacia verdadeiramente msravilbosa as molestias dos orgias
respiratorios.
Bronchiles, asthraa tosse, eonvolsa. etc.
:o:
Esaencia depurativa. Formula do diitincto clnico Dr. fasms
Depurativo por excellencia pan todas ss molestias que tem a nigan
na impureza do sangue.
Snlllii, trtara ulceras, urajean, isnifilicas, itc, itc
:o:
Tinta preta para esereverinalteraveJy fabricada com atsjaa aaaaaW
por ama formula inglesa, especial para escrpturacto mercantil e
publicas, seoca de pressa, perfeitamento preta, nlo corroe ss p
deposita e d copia.


mi u
<%/
de Jaai
ac
jv_
"FTERATUI
,',
fin c'
]n ,
aer esperar.
13
mo-o
palo
se ne
a nao aa seu
JULE DE GASTYNE
Mesnada, parte
** iv
Continnaq&)
slaur er rio-se outra vez.
Olha que me ests horrivelraente
tentando. .^^
Nao to has de arropander.
Diss ato quo na pnja Vendorao ?
N. 7 ti andar.
E rejob a qualqu-r tura?
Das dez da manhS im cuanta.
O coroQ'fl puchoii miahinaraente
reiogio.
SSo novo e meia-
E' o momento npp rtuno,
quers ospsrar.
E Mont lurcrt estenlou
amigo.
At i vista.
At.ii^vista.
E jdWs:;U-S*. *
Foando s, Baislaurier poz-se a reflao
tir.
Eo JUtrt qualqaer o^ja3a, a singular
proposta d. sea amigo apenas o teria feito
eneolher on hombros; elle paren estava
em dina d -stas situafSts* acudas, quasi
desesperad s, em qi a ganta agarra-sa a
tuda, coro a raaii t nue esperanji, cora
a idea maie chiraerra.
Se fono c*sa dsqa Ha mulber, se a
intei rogasae 1
He ella tioha realmente o dora de adivi-
ah:tr o pascado, do praizer o taturo, tai-
res ihe padesae dar u o i.ideajSo precio-
sa Cernir hoa ura pedazo, ae.n sa deci
dlr
Era absurdo de rais.
Ell, o coronel BoisLurer, estava redo-
lido que.la posieSo; a lsrobrar-se quasi
do interrogar urna somnmbula '
Nao sabia o que de.ia fazer.
Aborrecase.
Anual nao arjis.-ava cousa alguma.
Hesitou ainda alguns minutos, depois i
tomou urna resolujSo brusca.
f
lisse
./ no pri a porta
ireitti.
Ourigado !
1'01i E o coronel embatafustoj pe* escaJa
cima.
No aniar design.vlo, via diaate de i,
direita, urna porta de .^u bataolas, alta
a sol-jinne.
CaL-ou sobr: um bilila da marf n.
Ouvio se orna campamos, a porta abri
83 in sguida o o coronel achau-se na
praaraja de ura- barac n da parto da seis
ps, vestido da vcruiellio, cora agdHi
de curo nos hombra k raei.s da sed
branca.
Pareca Iba que ootrava era ura outro
munio.
Ficou ara moraenta interdicto o depois
perguntou :
A Sra. Curksju T
O senhor rem pora a consultar ?
disse o cria lo mada do to Lajas litiga is.
0 coronel ^eapoadeu uffirmatvaraente.
O >*rdo fechu a porta, e, roltando-se
para Boislaun r :
O senhor nao quar ser visto ? ,
Nao.
Tomos a sala .'ai.aura, mas st
ubeia uh geuta. Os oatr os clientes tra
preferenuia. '
Desejo estar e.
Bem. Quer t-.r a boadade de sa-
goir-rae ?
O hornera vestido de vermelho abr
urna pjrta que dava para ura corredor rao-
biliado quasi como a anta sala, isto cheio
de trastes.
O coronel, caminbava oachinilraente,
couio que atordoado.
O seu interlocutor abri > a porta de ura
pequeo 8lo pouco Iluminado pela clari-
iade multicolor das ridrajas c caada por
espass i8 cortinas brancas.
Tacha a bandada de entrar e de
Bentar-3.
Depois, dirigin.io-co para as janellas,
correu ss cortias.
i^oislaurier quisi siltou ura grito do es-
panto.
No centro da cada viiro* destacava se
um retrato de inulhcr, uujo rosto pare ia
brilbar o viver m luz. E, cousa singular,
aquella rosto n3o para.ia deBconbecido ao
corooej.
Com crt za j tinha visto aquello ros-
to, .quillas olhas, .qu-1! ., bocea, aquelles
cabellos escuras.
Oade ? quaodo ? Nil i sa lembrava.
Atrawanoa a pasaos rpidos o boulevard ~ De a-ue,a ^ate ro,rato T Psr8unt<>n
a dirigise para praca Van irae.
Ahi ebegando, a sua iudecisZo apoie-
rou se dell outra vez.
Estava oomo que envergonbado de si
mesmo.
Olhou pura a direila a para a <-squerda,
i vou prevenir a Sra CUrkjon. dissa
ver se oiguam o va, se os transentes r"or'Uir vuh.ju,
o criado. ,-
E retirou sa, muito admirado co (i a at-
titade d'aquslla novo cuente.
i'O que i pprgunt.r aquella
visto nam ousido fallar
i aasufdo do seu pr.
appareceu. Qua esulurcoimento
eu-
Cs-
E' o retrato de mislreas Clarkson.
Ah disse ella.
Depois deizou se cahir e u ama uadeira,
, presa de urna especie da eaiogo, para a
! qual nlo achava exp acia.
a ver se alguem O va, se os
adiviabarara o que ia tV-zar.
Duranto alguns instantes olboa para a
osea. n. 7 bis.
Nada a differencava das outras da praca-
No primeiro andar, por cima de sobre,
loja, eram situados es aposentos que lhe
tinharn sid > designados pelo seu amigo, e
as janellas estavatc ainda fachadas.
Tudo dermia, m duvida.
Boislaurier teve como que um mov
ment de alegria e dea um pssso para
traz.
Ia retirar-sa quando o guarda porta-)
qua o observava, baria ura momento, lhe
perguntou :
Procura alguim, mea senhor ?
O coronel, sorprendido, balbuciou :
A Sra. C?rkson... a Sra. Jenny
Clarkson.
,E' aqu.
Mas e muito cedo sera duvid?
Muito
ce
O gabinete j <:t
FLHETIM
VIGTJMAS ti ALGtiZES
POR
EMILIO 9E RICHEORG
IMUTi PARTE
A 1TETA
i (Cont in ua ..So do n. 15)
XV
* menina Loorenea
O velbo Joao, qua ulo via t5o longe
como Dorotba e que nao tiaba a mes ya
intnicSo, estava todo contente.
Por muito velbo que se seja, oSo se
inimigo di alegria e Jo.lo pensava que a
casa emfira a ser menos triste, e que a
moca levurin para l a flegris, o movimen-
to e ruido.
Ninguem se habita com as cousas l-
gubres, nas resignase com ellas.
Na opiniSo do bom JoSo, a casa nlo ia
Bcar'maif do lato, arrancariam-os creps
a todaa.ai miliuras dos retrato.da ausen-
te, e da inesroa feita o crpe Me tinham
no cora-,.o, dsappareceria.
Mas a marqueza n2o dava ordem para ti-
rar os creps, decorc3ls fnebres do re-
trato de '3abriclla.
Signit'Era isso que no corado da pii
a neta nlo substitua ,nem nunca substitoi-
ria a filhi.
Denai.i, t aro, us primeiras impressSes
Dio se a.agavam e fizia descobertaa suo
cesnivas, que paralysavara os impulsos que
tinha qorido nbara ca'.a vrz mais menos a amar Lon
ranga
Ficnia t, B'isUurier entr?gou se a
umt especia da medit'co vaga, e reviva
o passado para recordvr se; mas o se n
peoHtraento canservaya-sa confuso.
Nao desvi.ava os olhoa do retrato.
Era rai8fres CUrkson, a advinha, ama
estran^-ir.., ura:. americana. Que rosto
pare i o cara aquella tinha ella visto j,
tinba j estado em contact com elle ?
Illu liase cara urna parecenca qualquer.
Alera d'isso os Cabellos loaros o desnor-
teavam. Nan;a tinba visto, em asta ca-
fa ca du aiulh-jr, cabellos coma aquellos t2o
bastos, ti. finas, da urna cor Ulo bella.
Ab..ii luuuu aquella chimera e poz se i
reflactir ni sua situago, no que o lavava
mu'.ii r que nSa canue.'ia, qua coro certezsi
ra sa fazer boa e aV-tuoia, mas scnt'a
que, para f .llar neta, a voz nao lhe ti-
nha as mayes inflexSes, que teriam ganho
a canfiaoca da 01094.
Liureng. afta testeniuuu.vs, aim disso,
i m.rqa za, nao uin? affei(;3o de en-
cammenla, e mil cousas foryavam oons-
tantemeou a a a recordar i; de Geno-
veva, e a estabele;er novas comparac3;s
entre as daas mo^as.
Lonrenfa, por mais que estudasse, por
mais qua se constrangesse, tinha m.raeiras
u servia-se de ezpressSes que trabiam m
edu :ayao c instiact Deixava escapar palarras que fziam
arr^-piar a marqueza.
Ento a Sra. de Saalieu dizia oomsiga:
A pobre meuin; nao tem nem eleva-
cao de sentimentos nem delicadeza de co
rajao, mas a cnlpa o&? sua, se nlo re-
cebeu boa educacSo.
E acrea:entou, cora tristeza, como se
nao tives^a gr..ndes esperanzas de o coo-
soguir:
F.re tudo qaacto for posaivcl para
a .rudr, se o terreno for frtil, bepois de
Iba arrancar as pun'.-.s dammnhas, farei
cresa r nelle bam fructo.
No terceiro da que se segua entrada
de Lourenca no palacio de Saulieu, trauxe-
ram a marqueza ama grande importancia
em ouro destinada ao orpbilinato. Levan-
tando os olboa, a artfsorprendeu Lourenca
tizando as pilbas de luizes, um olhar de
arden te eobic
Nada poda ser mais desagradavel fi-
dalga do que* aquella amor de dinheiro
em urau moca do vinte doua anuos.
Na noite do mesmo da, quando estava
mostrando a Lourenca as joias de familia,
preciosamente conservadas em estojos, foi
cbassadn por Datotba para receber ama
visita e dcixsn, a xnoca s. Quando vol-
toa, ajbou-a atavi&di com as joias e con-
templando se desvanecida em frenta de um
eipelho.
A a av sorri), mas, interiormente,-co-
mo ella sofiria !
Na moca havia de Unitivamente muitos
quell
nunoa
l'cllo,
ment "We
poda Furao.-cr aq-jeUa etrangeira'* bra
oatastropha aysterosa que acabava do ca-
hir sobre o duqua- de Morlac, despedacan-
do ao mesrao terapj a feliaiJadedede "Mau
rieio e da Branca T Nlo aerecitava,no so-
bre natural, o port#o qua a fazer ?
O si roal lotf,iut*u;s., peglu ut chapea,
qu>: tiahu tolloca lo em si.na fe urna ode-
ra o p xp^rava-sa.para aihir, quano i<
purta abri sa e o horaem das agalbetas
dourad.is npparivceu.
Quer ter a bonJade de seguirme?
disse ese.
Baialaurier ob^deceu.
Foi i-itroduzido em uuta sala vasta, de
tecto la, quasi despida d ) movis.
Aqui como uo salo d'onde Boislaurier
acabava da sabir, o ilenaia era profundo.
O coronel esperou alguns niinntos, de-
pois um eeposteiro I, vantou sa lenta menta
o uraa inulher alta, eropertigada, entrou a
passos lentos, cono uraa .pparcilo.
Boislaurier qu-.si soltou un grito.
Aquolle ro3ta avivava-lhe mais as rs-
cordajSes do qu-a o retrato dos vidros,
ap.-s r da *;r o retrato o m*ia oj possi-
vel.
Parcoea Iba mes no, -cousa singaUr
qu-5 aroeera chegada estremecer, vendoo.
Mas fai rpido I Hivia racuparado a sua
.npassibiiid .to.
Atrav ssou a sala cora o seu passo
toraatico de estatua, drguso para a
deira e sentou se
Nao oWiav os ojhos. da Baialaurier,
qua etava muito irapressiona lo cem fixi-
dez daqiHle olhar pregado n'ella.
Scm dize.- palavra ella feZ-lh aignal
para que se approxiinassa.
O coros-I ai autou se.
Paraceu-lhe eu'.o que o mesrao tremor
corra pela pella da estraLgeira, qua o
mesmo brilha se acoendi* nos seus olbos.
- Veiu, senhor, disse ella, para consul-
tarme T
Boislaurier inclinou-se.
Bocusou dar o sou nome ao meu
criado ?
Espero', eflFaativaraente, conservar me
in.-ognito, murmurou o coronal.
Nao quer compromatter, diss^ a mu-
lher com um estremecimnte na voz, &s
dragonas do- coronel Baislauriar, era casa
da urna advnha?
O nosso amigo dea ura salto.
Sabe eatao ? balbuciou ella.
Ella raspondou com grande calma :
Mettr-ma-kia a pradizer o futuro, se
ao menos nSo conheces^e o presenta ?
E aa:rasaa ntou :
. Alen disso, eaperava-o.
* A mira ? exclamou o coronel.
Ao senhor, sim.
E os bracos cahiram-lhe da espanto.
Cora o olhar, o coronel pareca padjr-lhe
expliccSo daquella singul-r asBercSa.
Ella proseguiu, sam pareoer sorprendi-
da com o pasmo da visita:
- Nao o agora ura d)s mais dedicados
amigos do duque do Morlac ?
O coronel olhou outra vez para ella, ad-
miraio.
Oo pro .urava mesmo occult^r o sea
pasmo :
Eff c.tiva n?nte, balbuciou ello.,
A mnlhtr prasegaiu : 1-*Q& -'
Da duque de Morlac, que outr'ora
deaped^cou a sua vida... Do duque de
"MoiUc,..
Boislaurier levou a mo t s'a.
Pareoia lhe que lhe havia cahido urna \-
vonda dos olbos. Via, lembrava s-.
A physionomia qua tinha diante de si,
destacava-ie claramente sobra o fuiJo ob-
scuro do panado.
FTtou-a outra vez, e exclamou :
Reconhec. Sei quena E' Luiza
Poitevin.

qu
3 O
A mulh-r, at cntao imp.ssivel, eslro-
moeeu por seu tumo.
.ra, fissa el... sou Luiza. Poiteviu.
:1-> qu- o to'uor
Morlau lhf roubou.
"HlP disso duvdando anda :
-- Mas os saus cabellos eram escuros.
Estes cabellos ca sao oa raeus.
Com um movmento rpido, arranoou a
cab-lleira o .p.nreceu tal qual era amiga-
mente, com os cabellas negros araraoldu-
rando-lhe a fronte paluda. *
BoUhurisr r.-^nbaceu-a eotSo dara-
mcato.
Estava ape.iaa u u pouco maifi velba.
P-ireciulhe que to fa a sua rao_ila.ie
surga da repanto danto de si.
Lembrau-so das dias passad.s na h.ria-
de, tula lho encheii a imaginaco... o do-
raingj folia era que ella, deslumbrante pa-
ra elle como u.ua divindade, tinba posto
os ps na casa de seu pai.
Dap is acudiram-lbo ao espirito os sof-
frimentoa atrozes por que passou.
A principio, a duvida, a incertza. quan-
do Augusto lbo conloa a traiclo e a dr
horrvel qua o havia torturado, qua qu-ai
o prostrou, quando p6da oanvencer sa or
si moirao da raa|idade da sua desgracs.
Laiza Poitevn !
Ests nome,' que lh nha parecido a
prinjpio ta radiante, o depois ta triste,
to negn-gado !
Ii.-.p -tia o corasiga mes.no, como para
eacontrar as sensajSjs qU9 outr'ora lhe
dospertava I
Laiza Poitevn olh all estava na sua
preaenja ?
Qual tinba sido a sua existencia, desde
que com tanta viobmeia sa separaram ?
Co-iio voltra para Franja T
Cora qua ara havia tomado aquella no-
vo nomo, aquella physionomia es'.rangaira?
Qua vinha fazer ?
O duquo sabia que ella estava era Pars?
Tnba-a visto ?
Era tado
tri-hio, fui rabido I 36 lho resta o senhor,
qua dovk e t o pri uero a cond-mnal-o.
Na culpado, ura desgranado ;
defeado o D fecdel-o h contr* todos...
(Continua)
VAfilEPADES
/
E a marqueza dzia da si para si com
profunda magoa :
Sa Lourenca tal qual a d uao posso e nao devo aecusar senao a mim,
isto o furor insansato com o qul ropelli
a minhn pob-e Gabriella Sim, solire mm
pesa a responsabilidad a de tudo. Devo
supportor, sem me queixar, os defeitos
desta menina. E' i> mim que cumpre o
dever de desenvolver nella os nobres
sentimentos, da educar-lhe o corsjSo, de
fazer, erafim, com que ella possa oooupar
na sociedade o lugar que lhe destino e que
lhe pertenoe por nasciment.
E a marqueza proraetta ser indulgente
para a moja e conquistar forja de ter-
nura e de bondade, a influencia Sara re-
mediar aquella falta absoluta de e de dignidade, que deplorava.
XVI
O barato Irlnmpha
Como primeiro testemunho de rsconhe-
cimento, o casal Drivot, tinha rscebido a
so rama de dez mil francos. Era quasi ama
fortuna para aqnella gente, que tiaba sem-
p;*e vivido em diflLulJades a invejaao con-
stantemente o bem estar dos outros
O seu mais bello sonbo estava, emnm,
realisado ; tinham dinheiro e teriam mais
ainda, porque a vclha marqueza nao se li-
mitara, cora certeza, aquello primelb do-
nativo.
Estavam aturdidos, deslumhra ios, com
aquella fortuna, que lhe chegava assjra sem
que tivess.-ra tida grande trbalo pira isso.
o, posso acreditar,- dizia a Jt ulber,
estou como louea.
N'outro tempo, respoodeu o hornera,
dSo quera: rebeber a pequea, fui cu que
quiz,,vj qua tinba rauitiesima razio; boja
somos recompensados pelp^ue fizamos por
o, nunca Iba fallara nella.
Luiza, que p.re.ia 1er no rosto do seu
antigo apaisanado todos os pensamentos
que lhe acudiam, ao oerebro, deixava-o en-
tregae s suas rcflaxSes, e nao dizia cousa
alg ;:ua.
Dj resto, tambara ella tinha o oerebro
cheio das viaSst do passado.
Soa Laiza Poitevn, repatiu ella, a
raulher trahida, abanlonala. Vultei para a
Franja pra vingar me.
Vingar se ?
Vingar me do duque.
Ah I murmurou Boislaurier, esta
mais que vingada
Por aquillo que eo pa830U no club ?
Sim .. Sabe ?
Q lera o havia de saber, se eu nao
conhecesse ? Desde que estou em Pariz,
sei tuda quanto se paBsa em relami ao
duque.
- Toruou a val-o T
- Nao.
Ella sabe quem a senbora ?
- Nlo. E' por causa dola qua vero
procurar-me ?
E'.
Acredita na sua innocencia ?
A rdito.
-- Por que tem interossa era acreditar.
Eu?
Sim. Pois sua filba nao est para
casar com o filho delle ?
Boislaurier fifou outra vea aquella mu-
iber extraordinaria.
Quem lhe disse isso ? balbuciou elle.
Pouoo importa. Nao verdade ?
O coronel nao responden.
Demais, disse a advnha com um
ar exaltado, que nos importa a innocencia
ou a culpabilidad-a do duque ? Nao pie
justifoar-se, c porlanto est perdido da
mesraa maneira. E ser preciso que >
sua justficajSo foseo estrondosa, convin-
cente, brlbante como o sol. Todos os
abando.mram j. Quera
8"US
1 CUS
Aieua para setspreadeus! Em brava o ocano
Vai Mmoji entre uj oilho.-s de vagas !
Castro Alvt8
Ura diu mais que passa
E ura agudo copiaba
Cravaudo-ie era ura peito
Te vejo a todo a hora,
Teu riso satisf-.-ito
Deslisu sa t-i > brava
Da boca purpurina
Como umt rubra aurora
Poema que sa es^reve
as ptalas da airai
Co n a panna do soffrer :
Cujo primeiro encanto
E' viriiento palma
E cuja ultima cstropha
Somonte diz mtrer I
O teu olhar to puro
Sa fita a taio o instante
No meu. porera quem sabe
he ella nao diz Desprao?
Mous ideaos de tiente
E minhas esperanjas.
Tudo tombou, cabio...
S rstame lembraojas,
Quaas folb.ts rossaquidas,
Esparsas pelo chaao. .
Sooho figaz... visara...
Astro quo alen fugo '. ..
Eu i-r-te-bia as florea
Des-a minh'alma toda ;
Auroras multicorcs,
Rosas a desbrochar,
Sa ao menos tu quizessea
Mo dar aomente um risa,
E uoiia o paraso
Teria, em ta adorar.
Ha muito que me J ;
Na alma este s .ffrer I
Ha muito qua eu suspira
Por falta de teu sor.
Se gamo, so deliro,
Qu't p^rta a t? eu voi
Andando pela inuudo ;
E quando alera cahir
Qu-in que ir carpir
O ente que tombou ?
Sa acaso o viandante,
Paseando v o chao
Coberto pelas folhas
Que o rento f-'z cahir,
Porgunta quara laujou as
Alli, a.f sobro a trra?
Assim meu aoraejta
Que pelo mundo erra,
Quudo p'ra oempro f:r
Dormir na sepultara,
Nioguan ir, duc-rto,
Laav-r.jjor sobra elja,,
A lagrima raairpura,
A lagrima do amor '
Ninguem 4u, quando muit:,
Merejo, e quam me deiv. !
A lagrima d'instantes.
O tempo tao veloz !
E so elle decorrido>
A pena va com elle,
E va com elle a idea
A celebre lembranja
De lguem que sobre a trra
Andou e j merrea.
E' luz qaa brux
E vi a se apagar ;
Onda quo vai e ven,
Os combros a lavar,
Que varre uica lomOranca
E traz o afra d; alm.
Para ao depois levar...
Oh t dor, eterna dor,
Amiga iris-parare!
Da alma quo so est 1
Em doudaa convoltS-s
Oh dor, na-, contin-i
A ateiar paxS s.
r
Oh i pobres carajSes
Que amis um irapossvel ;
Eu bem qua compreheodo
O quanto hei de soflFrer
Sois almas condemnadas
A's dores do viv r,
Almas agrilboadas,
Por urna infeliz sorte,
A est inferno a raorte 1
E geme Mta uiioh'alma
E chora este mea paito,
E um riso saiisfeito
Eu vejo no ten 1 bio
Ri que esta vida rpida,
E sonha que se esvai l
Ri! pois o riso palma
E' verde palma alegre
Da alegra corccol
E nunca otas, nunca,
O amargo do resabia,
A forte garra adunca
Da dor intensa, enorme,
Que lnja-iuo no oblo ;
Tu vais ... Talvez que
Oh nunca mais meas olbos
Eu pouse sobre os teas...
O tea perfil suave
Quem sabe que irei velo
Da alto l dos cos,
Quinao eu mo for p'ra l?
Eu fleo triste, c,
Sem tou olhar que veis
Salvar-me dos abrolnos
Da vida que eu lera va.
Sonhei ir en t^u seio
Amenisar a dor
Da vida trabalhosa;
No clice ae rosa
De tua boas em flor,
Beber o mel da vida,
O nctar do amor.
E nao quiz'.-,' Embora;
Quem pode por sean
Dar Iris ao corsgao ?
Nao pude te abrigar,
Nao foi assim ? Pois bem,
Do mesmo modo to
NSo podars privar
O meu amor, th' alo.
Ou parto, ou iange, aqui,
Alm, mais lougr, aessare
Minb'alma ha de seguir-te
Ha de var p'ra t.
E quando longe for ,
Ella de do joi-lbos, flor,
Ha de cr>ntar-te as dores
Da meu inmensa amor.
E ea c, triste, 1 -m ida,
P'ra morte a c.miohar,
Embora o tempo, o espaco,
Esta b-rreiia de aja
Embora o teu pensar,
Jamis relembre o mea ;
Embora tuda, flor,
O hjcij olhar de fogo
Ir transpondo os mares,
E l, te ergaendo altares,
Como quem sabe amar,
Ha de viver curvada,
Pra sempre a te adorar !
Laua da Foaaaca.
Jj
i

os hombros ; deixa l a velha marqueza,
nunaa ha do sabor nada. Queres saber,
foi o destino: Celina tinba nascido para ser
urna grande fidalgi.
Assim conversavam e diacutiam entre si
os esposos Drivot. V-so como jilea la
mentavara a sua infamia e como podiam ser
accessiveis ao remorso.
sentimentos vulgares, a marijqesa p*na-
va suspirando que ella e a neta estavam
looga da se poder entender,
longe da ser, iofel Comludo afasUva aquellos pensamentos
tanto quanto poda.
Tiuba ella, com eeito, diraito de oensa-
rar aquella menina a nao havsr sido edu
com Geno- cada, camo da veri* ser a neta da marque-
za de Saulieu 'i Era culpa sua ss tinha si-
do abandonada ; era colpa aa se, confiada
a maos estranhas, na tinba tido tara a
te, a nutn qua a av tinha sonbado, por isso
peosava inuius vezaai-ra Genoveva e saspi-
rava.
vera ?
A marqueza censurava-sa amargamente
por pensar de mais mquella o por ficar
quasi fra com Lourenca.
Entretanto faaia ver cade roa ntorgos pa-
:1U.
s
sa ios ->elou
haaWa-'coi
Somos, mss BfMB^scconvir qua a ra-
compeusa vem nos da um modo exquisito.
Ora, o que quer "diaer isso"?
Est visto, com auto qua nos achu-
raos ricos, quo o principal. Mas, reflec-
tindo, nao posso, em todo caso, deixar de
oizer que o que machinamos com o tal ba
rio, aoffrivelmenta oanalha I
Ora deixa me aocegado coqs as tusa
id.s, a fidalga ota contente o g tam
bem.
A tal pobre marqueza engolio a pilu
la perieitument'i.
- Precisara de urna neta a todo.o pre-
jo i pois im, (mos-lhe a neti.
Sim, Drivot, deram-lbe a neta, mas
se ella soiiber' 11ra da o qae raafmente
Celina... quero dizer, Lourenja, e qae a
guiar aquella sulicitade maternal, que nadalenganmoi
poda substituir ? Toleimas, dissa DrWot, encolbendo
O baro de Livron esereveu Sra. de
Sauliejuuxa longa carta, com muito boas
phrases, muito commovent e na qual ti
nha mostrado toda a sua .habilidade de
soelerado. O primeiro acto da comedia ti-
nha dado ruagnifijo resaltado, era preeiso
manobrar por modo a chegar a um desen
lace truraphal.
O baraa nao so tinha apressado muito a
escrever, visto que esperou quatro dias, ti-
nha tido tempo de estudar, de pesar o que
deva dizer o de fazer preceder a carta de-
finitivamente adoptada por diverso? rascu-
chos. As expressSas, as pbrases, as pa
lavras tinham sido cuidadosamente pasea-
das pela joeira. Nao se tr. Uva nicamen-
te de atacar, mas do preparar ama victo-
ria certa.
NSo tinha recelado esmaltar o estylo com
flores de rhetorica, dar-lhe urna suave me-
lancola, ara perfume de poesa em genero
elegiaco.
Estava, dizia elle, ainda aob a aejao da
sua graude sorpreza, que se raudava pouco
a pouco em ama dor.
Orphao muito cedo, lanjada sem guia
atravez do mundo, a vicia tinha sido para
elle cheia' de amarguras ; o qua lho tinha
taltado sobrsiudo era a ternura de ama
mai. Tiaba soffrido muitas decepjSes e
desgostos do tola a sorte ; tinha soffrido
immensamente e comtado nunca se tinha
echado to desgrajado como qumdo lbe
Ibe disseram que aquella que araava, que
adorava com todas as forjas do corajo e
da alma, que julgava ser a filba do Sra.
e da Sra. Drivot, era a neta da Sra. mar-
quesa de Saulku.
E' que aquello revramento inesperado
que se tinha dado na posicio da menina
Lourenja preaentava-s como urna nova
decepjo ; nao era a ruina das suas mais
dOaes e mais caras esperanjas ?
NSo poda deixar de se regosijar, com a
fe'icidade que aconteca com aquella que
amava, mas essa grande felicidad a da mi-
nina, nao faaia a desgraja delle, do barSo
de Livron ? Por muito nobra que fosse o
Beu nome e por muito digno e altivamente
que e tireaso inantido, estara longe, bem
longe, infelizmente, de ser tSo grande e
tio illustre, oomo o de Saalieu. E depois
sabia qae a marqueza de Saulieu tinha
ama grande fortuna e elle era quasi pobre.
Via perfeitamenta tudo quanto tinba a
temer e rio julgava que poiesse ter a me-
nor esperanja.
Para que tioha elle encontrado a meni-
na Lourenja e para que a tiuba amado ?
ah I era ainda a tatalidr.de ligada a sua
existencia que tinha feito isso.
Tinha amado a menina Lourenja sem
receio, nada lh'o prohiba ; poda casar
com a menina Drivot, dar-lhe o seu nome.
Mas agora., ah nZo se Iluda, sabia
quanto a neta da Sra. da Saulieu estava
cima delle i media cora horror a enorme
distancia que os separava. Infelizmente o
mal estava feita.
Tioha pedido a menina Lourenja em
casamento e os esposos Drivot tnbsm lhe
concedido a mao dell a ; mas, nao tinha
que se prevalecer nem desaa pasao, nem
do acolbimento favoravel que lbe havia si-
do Vto. Demais, sabia o que a honra
lhe impunha.
Se as suas esparanjas deviam ficar
destruidas, aa dara renunciar menina
Lourenja, comportar se-bia como fidalgo e
era preciso que achasae em si mesmo, for-
jas para fazer esao doloroso sacrificio.
O que farra ella depois ? o que seria
delle ? Igoorava. Tiaba soffrido o Boffre-
ria mais.
Escrevendo as.im marqueza de Saa-
lieu, de quera coahecia o carcter, a no-
breza de sentimentos, a grandeza d'alraa,
o barjo de Livron, qua passava por mos-
tr na arte de engaar, estava de antemSo
seguro do eLto que a sua carta ha,via de
produzir.
A relha- fu logo pela beijo, disse o
patife, que nom sempre tinha na linguagera,
expresso.'s escolhidas.
Esfregou as raaos. Mais do que nuooa,
ti..ha diante dos olhos a seductora mira-
g."ii dos milhSes.
A marqueza recebeu a oarta do barSo.
Acboura muito conveniente, como tinba
previsto o relhaoo, e sentio-se enternecida
e desde logo prevenida a favor do namora-
do da neta.
Cbamou Laureoja e fez lbo 1er a com-
movent epstola. A moja simulou como
lbe foi poaaivel a commojSo que to inte-
ressante leitura exiga. Rubor sbito, pal
lides um seguida, grandes suspiros e pe-
queos estremecimenlos nada faltou ao ja-
go da moja. J era digna discipula do
bario.
Quando acabou de ler entregou silen-
ciosamente a oarta e olbeu para ella oom
os olbos supplioes e inundados de lagrimas.
' EntSa ama muito ease barfio do Li-
vron? disse a marqueza.
cu tao, minba filba, roa bmm
mesmo responder sua carta coarte1*!
para vir visitar-nos.
Liurenji ii :itoa se ao p'SOOf* da saor-
qaeza e beijou-a.
Era a primeira vez qae tinba tida assaa-
ihante enthasiasmo. A pobre
tSo fcil em se deixar engaar a
Iludi-so naturalmente com aqaeMe
so de ternura. Ocde ella iulgara ver
8entimento de affeicao, nlo baria aa m.x
8enSo a satisfajo e cooperar pa
xito dos pr .jeetos do sen cwmpiet.
Vamos l, pensou a marqaeaa, .
mejamos.
E um surriso doce passou Iba pela*
bios.
O baro, como sabamos, er a
rapaz, tinha as bonitas maneiras da
da sociedade, e nSo lbe .faltara, qesadi
elle quera, urna certa dstiacclo. liTm-
renja acbava o muito a sou gosto ;
do, isso nao qu ria dizer qae o
nSo o tiara visto sanio trea
Z"8, c com certeza nSo tivera
amar. Mas entre ella e elle baria tasa
contracto .-on.luido um pacto assigaada.
Trabalhsva.11 juntos para sa apodararasa
da fortuna da familia de Saulieu, sataraaa
ligados j um ao outro <, como
qaenca do pauto, Liureoca tioha
de se considerar como a futura
da Livron.
Nao pnoha em duvida qae o sea
plice fosss verdadeiro barSo ; co
nha canscieneia que ella era ama barrsi
velbaca e que o b.ro de Livron era
perfeito roiserarel. Mas, como eate sfe-
nlo, quera ter riqueza, luxo e aiahiiia
va urna existencia de prsaoraa. A aasfa
tinha sede de tudo.
O barSo reoebea a carta da mareta aa,
leu a, tremendo de alegra, e duas baraa
depois foi ao palacio de Sauliajb'
Apresentou%iO com urna especie it t-
midez calculada, mas ao mesmo
aquello desembarazo que lhe can
A marqieza que nSo tinba razio para
eonfiar, receb ra o con ausuella
e aff^bilidade qua lbe erara li sliitsa
Logo s primeiras palarras troeaoaa.*
barSo da Livron poz eo acjio 1
seus meios para cooquistar a fidalga, cas>-
tiral-a, seJuzl a, f.scio*l-a. Bom corra
s ador, espirituoso, sabe o do dar i roa ia-
flaxdes doces o acariciadoras, (ama se aaai
olhar a expressSo da sinceridade e da asa-
dura, domioou a roarqueaa eom o eavesssla
da linguagera col|^
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