Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19136


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Full Text

n^^BMMMMMHM MMg


ANUO W NHBBO U
Pinv A CAPITAL K Ll'lilRBM OSDE .VlO SE PACA PORTE
Por tres mese adiantados............tfc. 60000
Por seis dito idem...........*...... 12^000
Por ata anno dem................. 230000
Cada numero svulso, do mesmo di*.........$ 0100
QOJM.' 18 Di MI DE 1
PARA DENTRO E FR1 DA PROVINCIA
Por seis meses adiantados............... 130500
Por nove ditos idem................. 200000
Por um aDno idem................. 270900
Cada numero a vulso, de das anteriores........... 0100

'<

Propttei>ai> ht Mauotl Jigurira He -farra k Silbos
Os rs. Asnede Prlnee <& C
de Pars. mSo os nosso agentes
exclusivos de annuneios pu-
blieaeSes na Frasea e Ingla-
terra
I

TELEGRAMMAS
SERV1G0 DI AGENCIA HIVUS
ROMA, 16 de Janeiro.
O governo italiano est resolvido a apre-
seutar um projrcto impedindo a emigra-
gao.
SAN REMO, 16 de Janeiro.
Sao esperado aqui prximamente SS.
MM- o rei da Italia e o Imperador do Bra
sil.
BUENOS AYRES, 17 de Janeiro.
Corre o boato de que appareceu uro
caso de molestia suspeita no Rosario.
Estao tomadas seria precaucBes de hy-
giene.
No provin-ia de Salta derara se de hon-
ten; para boje 10 caso de cholera e o
bito.
SANTIAGO, 17 de Janeiro.
as ultimas 24 hora deram-se aqui 41
casos no/os e 8 falleciraentos de cholera.
VaLPARAIZO, 17 de Janeiro.
Hoje squi foram assigcalados 44 caso
e 11 bito da epidemia reinante.
LONDRES, 16 de Janeiro.
Aiicvrra) que a Hespanha vai tomar
posse prximamente de um ponto do litto-
ral da frica perto de Assab.
PARS, 16 de Janeiro.

Atmuncia-se sob toda reserva e esta no-
ticia merece ser confirmada : que as auto-
ridades militares de Ivitw e Odesaa estao
sgglornerando grandes provisSe de forra-
gem para o xnimaes e que cem mil caval-
leiros rusios esto promptos na fronteira.
VIENNA, 16 de Janeiro.
O principe Ferdinand da Bulgaria res-
pondendo a urna deputacSo declarou que
eit prompto a morrer para defeza do ter-
ritorio bulga'o.
Agencia flavas, riiial i>m Pernarnbuce,
17 ue Janeiro de 1888.

iNSTRDCqO POPULAR
~^I1U) COMERCIAL
5
I
. -

.<
'

Extrahid,)
VA mWitOTHKCA DO POVO E DAS ESCOLA8
iCo*'. '* uaca o)
MODELOS DE ESCRIPTUB.AS DE SOCIE-
DADES
I
Eaeriptara de ocledade em nome
conectivo
15* Esta liquidacaoe far anda quaade, de
commum aocordo, combinemos Da continuaeio da
dita sociedade, por ootro... (trieonnio, quadrieo-
nio, le.) o que nos wa l'cito renor i* o qne de-
termina ri-uios u--s w:t -nls '1* expirx-cio des-
te... irieouLO, quadrimuio, etc.) j.Or esenpto a-
ignado par cada um de u.
16* Tod.s as cmdices expressadas e declara-
da na presente eaeriptara se iutendersm sempre
eita na rxelh r forma, te cumpririo em boa i,
honra, verlade e usara, segundo o sentido litte:ai
das c'auolas, itendendo- sempre n
termo simales e mero.ut.s, s-.in jamis poderem
ser reducida 4 inteliigeneia e clausulas do di-
rciU oiwl, pr- < loe li-r uutro entido inlreprer
tativo, qalquor que elle seja : para o que rec-
procamitatc ebrigamos as uoasas peasoas bea
precat** o lu'uros
17* H io, porem dse mover alguma duvida
eiitrc i., pxuuiett mo- e d.-sde logo no oariga-
ioi a Bojfil! a a decisio absoluta de louvadoe
amigavelmeiite nomoados por cada om de nos,
para evitar pleito to prtjudiciaes ao crdito e
:i honra d^ conmT-i^ntes,10b peo de qualqaer
de Si que oontrsvier a esta expresas elaosul*.
ou que ua; quicer estar depcis pela deUrmmscAo
dos m'i'O-i lonvdos, nii pjder er onvido em
jtuu .-<-n primeiraiceuta pagar aqaanlia d<-.-.
lii, koi di iheiro de eoatadi', metade a favor de...
(quhlqoer basficio), e metde a favor da socie-
dad-.
Para i lil, inteiro einvi .lavel cumpriaiento de
ttjdci aqu isprcsaado, obrigamos nrssas pessoa,
e b-ns baridoa e par btver, e ep nfaneameole
cinnoa qunl;uer direito, lei, privilegios eo eiemp
r nnocea qne de ootro modo no posam compe-
tir.
Em fe lo referido todo temo astignado, na
presenca da testetaonba abaixo aasignadas...
roatraairotc deste mesmo theor e dat>, que serio
elle vilhaoi ata jalao e foro delle como escriptor
publica.
\
F*ito av,.. aoa... da de... de... j
(eguem as assignatura do socio e por ulti-
mo as das testemanbaa).
N. B.Muitas desras coudicSe Jo puramente
arbitrarias e dependem evidentemente daa cir-
camstancias, e do ajaste que facsm os ocio en-
tre si.
(srrlpmra de oeledode eos Imples
rommsnmia
II
Nj abaixo assigaados, Joo Albano de Olivei-
ra, commerciante de vii.bjs, reaideate em Lisboa,
ras..., n..., ds uina parte ;
E Nicolao Edaardo'Gou eia, proprietario, resi-
dente em___, roa..., o..., de uatra parte ;
Ajustamos as condicoes que se seguem :
Art. 1 Ej, Joo Aibaoo de Oliveira, declaro
asaociar em commandita no commercio de vinhos,
que taco em Lisboa onde a eoeiedaJe se estabele-
erra, o Sr. Nicolao Eduardo Gonveia, para intt-
reasar nos ganbos que possaa advir do dito com-
mercio, pelo modo que vai ser determinado, e sof-
frer emeommum commigo as p.-rdas, sea bouver,
advertiodo comtudo que, quaesquer que sejam
estas perdas, ellas nao poderlo, com respeito ao
Sr. Gouveia, exced-r atomma com que eile entrar
na mesma sociedade, e que aera abaixo 6xada.
Art. 2* E' cuntrabida a presente sociedade por
annos. qoe principiarlo a eontar-ae em... e ter-
minarlo em...
Art. 3* O Sr. Qoaveis interessari metade (ou
o que as duaa partes combinaren)) do gaohos ou
perdas, de qaalquer naturesa, que resultarem do
dito commercio, em todo o tempo que a sociedade
existir.
Art. 4 u, Nicolao Eduardo Gkuveia obrigo-
me a entregar ao dito Sr. Jlo Albano de Oli-
veira a somma de... na seguate datas (escre-
vem se aqui ai datas). A qual somma de... fi-
car & Oiaposiclo do dito Sr. Oliveira emquan-
to a sociedade exiatir, e ser por elle toda etnpre-
gad nos negocio do commercio da sociedade.
Art. 5* O Sr. Julo Albaao de Oliveira ser
o nico gerente da sociedade; e, por con'seguintr,
far as compras, venda e mais traasaccoe, esco-
Iher os caixeitoi e outros empregados di casa,
pertenceado-ibe iodos os acto dministrativo da
soeiedade, no quae o Sr. Gaaveia nao poderl
ingerir-se de modo algum.
Art. 6 A firma social ser : Oliveira & C. S
o Sr Oliveira assigoara com a firma social, e
alo poder aervir se d'ella seoio quaudo os nego-
cios da sociedade assim exigirem.
Art. 7.a O Sr. Gmveia, te.r facoldade de
t. mar eoobecimento de todos os i'ocamento, jor-
uae e correspodeacias, e de examioar a escriptu-
ra(o, em que poaaa comtudo desviar documento
algum da dita socie iade.
Art. 8 Quaodo ixpiraro praso d<: tempo pelo
qual e coutrabio esta sociedade, o Sr. Gou-
veia reeeber o capital com qua entrou na mesma
sociedade, a parte dos ganbos que lbe corres-
pooderem ; no caso de baver prejaiso, receber
ta'e capittl, diminuido da perda igualmente cor-
resp'-iudeute ao mesmo capital.
K.ilo em duplicado em Lisboa aos...
(Asignatura)
(Con/tata)
PARTE OFFICIAL
.uverao da Provincia
BXPBDfBBTB DO DA 2 DE JI0 DE 1888-
Actos :
O presidente da provioeia tendo em vista o
officio do brigadeiro comuiaudaua da armas de
28 de O..sembr ultimo o. 642, a a informacio da
Toe ouraria de Fazenin de \\ ] datada, n. 1,
resolve abrir, sob sua respousabilidade, nos termo
do decreto o. 2881 de 1 oe Fevereiro de 1862, os
seguintes crditos :
De 11 :s''* 2" i*>l i verba corpo a'regimentados ;
<*< 2:'< 'i* i) i < rba Proco de Pret; de......
itM'4/MQ,, veo Etapai; de00#\)00 i verba
c,,.i,iitu.ie$m\l tares; de 22#00 verba diversas
dsepezat e eventuats a de 'JDiJU 1 verba Instrucfdo
M litar, do Ministerio da Guerra, exercicio de 1886
1-5-5 7, para occorrerem m pagamento dos venc-
mentos militare relativos ao dito m s de Deacui-
bro.Remetteu-se copia a Tbusouraria de Fa-
enda.
O presidente da provincia, u'tendenlj ao que
requeren Man el Jo.qmm de Miranda Sonsa Jnior
ex-teoente ajudante do 66 batalblo da iotaot>ria
da Guarda Nacional da comarca de Ulinda e Igua -
ratt nomeado capilluda 2a companbia do mesmo
batalblo com o hjdi- de Miuoel Joaquim de Sonsa
Miranda Filho, ordena que ao upplieaote S'j-
passada a patente de c pita> com ouome de Manuel
Joaquim de Miranda como aclualmeuti se chama.
O pi eaidente da provincia, v sr do que
propot o Dr. ebefe de polica em orHcio o. 2 de hoje
datado, resolvu dispeni r do servico de medico da
polica ao Dr. Jos Joaquim de Sousa, u quai> x-t-
cia por forca do despacho dessa presidencia de 23
de Juibo ultimo, e ooinenr para subaii'uil-o ao Dr.
Jos Flix da Cui.hi Meneses, de cuuf irmidadec im
o art. 1 do rrgulameuto de 17 de Juubj deatu
anno. Commuaicuu e ao Dr. ebefe de polica com
declarsclo de que deixou-se -i provideueiar sobre
o que se coutem na ultima parte dj cu officio, sou
o. 2, para taz-rr-se poateriermente.
O prtaidenteda provincia, atteodendo ao que
requeren o juia municipal w da ofjphloa do lerino
de Ip-jucM, hachare' Jos Emyd.iationeal ves Lima
resalve conceder-lhe triata das de liccuya, para
tratar de tua saude, com os vene meatos a qu-
liver direito ; devendo cutrar o goo d melisa
lie-oca no praxo rie quinaa das.
Oficios:
Ao Dr ebefe de polica.Transmi.tuido a V.
S. copia officio de hoj< ex -edico ao presidente da
Cmara Municipal de Our.cury, recoinmendo-lhe
que iar;a sentir ao delegado d polica do termu de
Ouricuiy que absieuha-e de intervir em negocios
relativos! Adinimstraclo municipal.
Ao impecior da Tn?ouraria de Fasenda.
Commaoico a V. S., para oa tina convenientes, que
o baubarel Bellarmino Cesar Gondim aasum'u no
da 29 de Deiembro fiado o exercicio do cargo
de jais aabstitato da comarea de Jabjallo, para o
qaal foi removido por decreto de 26 de Novembro
do anno passado.
Ao mea j-o.i ara u fio convdoieotes com-
maucj a V. S. qne o bacharel Pedro Francisco
Correja de Oliveira, ecretario da presidencia, en-
trou boje no gozo da liceoca de tres meses que lbe
foi concedida,
Mutut t mutandis ao inspector do J heour- Pro-
vincial.
Ao capitlo-tenente Augusto Cea-ir da Si>va
inspector nlerino do Arsenal de Mariuha. Fico
inteirada pelooffi'io de SO de Ddxcmbro fiod, sob
n. 1, de baver Vine, assumido, naqaella data, o
exercicio do cargo de iuspacur interino do Arsenal
de Manaba, pira o qual foi n.-im"ado por portara
do ministerio da tlariuha de 12 der-ferido mes.
Commnuicou-ie ao i :pector da Tb-oorana de
Fx senda.
Ao inspector Jo Arsuual de Mariuha.Kica
Vmc. autorisado, conforme s."licita em sea oScio n
2, de Si deUt-zembro findo, contraetnr c m Li-
vramento ct C pela quantia de 50.40^0 o ervioo
de reb 'que do patacho Heitauraior, do p .rtoc'esta
cidadeaio LaarloCymmu'iieuu se ao inspec-
tor da Tbeioorana Ce Fasenda.
Ao 8r. Uaymundo ioaede Siqueira, presidente
da Cmara Muucipal de Ourieury.Accuso o rece-
bimento do officio de 10 de Outubro do anno pas-
sado, em qua Vo% dtelara que, na impjaibilida-
de d reunir a emaaarr delibaaou uomear interina-
mente niri o cargo de procurador o cidadli Iler-
mino Koiriguea da Silva, a quem determinou a
a cobrauca do inpoitos, por acbar-se pionunciado
o funccionaii) que exercia aquel le cargo, e bem
asim demittir o respectivo secretario pelo motivos
iniieado no prclil i officio.
Em respoata declr.ro-lbe que, competindo i C-
mara Municipal de Ourieury e olo a Vmc. a no-
meaclo e demisjlo de empregados, conformo pre
ceita a lei de 1 de Outubro de 1828, nao podo aer
approvado osea acto, cumprinJo-lb- fazer reunir a
cmara para legaiisar a arrecadaclo ot impog'o
e destribuir aer vico municipal de conformidade
om o qne prescreve a lei do arcamento municipal
vigente na parte que lbe di reapeito.
Ao director do presidio de Femando.Ten-
do Vmc. declarado no officio n. 318 de 5 de Se
t'-mbro ultimo qoe o reo Jos Maria da Silva ou
Jos Mana Marys, fdra coodemnado innrte pelo
jury de Passagem Franca; constando, porin, da
peticlo de graca, annexa ao mesmi officio, qoe o
sou julgamento l ve lugar em virtude d- de- sil)
do jury da cidacie do Marauhlo, convem qua Vmc.
informe qual o termo e qual a provincia em que
foi aquelle reo coodemnado.
Portariaa:
Compre qu* a Cam>ira Municipal de Seri-
nhlem expeca ordena e devidaa eommunicaedes
aos jaizea de paz, afim de que no da 16 de Feve-
reiro vindouro se proceda nesse municipio 1 elei-
clo para preenebimento da vaga do finado verea-
dor mrjor Severiano de Siqueira Cavalcante.
Communcon-sa ao joiz de diieito da comarca.
O Sr. gerente da Companbia Pernambucana
mande coneeder paasagem de r, por conta das
gratuitas a que o governo tem dimito, at o presi-
dio de Fernando de Noronhi, 1 menor Gabriella
Spclts, filha do sentenciado Alexaodre Spelta.
O Sr. gerente da Companbia Pernambuca-
na mande cnceder passageos de piSa, p r conta
das gratuita a que o governo tem dire.to, do pre-
sidio de Fernando para esta cidade, a Luiza
Francisco do Santo, malber au sentenciado Ger-
vasio Raymuodo Jos dos Santua e a um lbo me-
nor de nome Jlo Francisco do Sanio.
O Sr. chele da eataclo de Palmares, no pro-
loDgameoto da estrada de ferro do Recife a S.
Francisco, providencie, afim de que tenha paasa-
gem, por conta da provincia, de Uoa al Quipap,
o criminoso Cbristiano Florentino dos Santo e
dua pracas, que o vio escoltando.
BXPBDUUTB DO IECBBT&BIO
Ao Dr. ebefe de polica.De ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia communico a V. S-
que, em virtude de informadlo n. 1,012 de 23 de
Desembro fiado prestada pelo inspector do Tne
soaro Provincial, foi approvado o contracto da lo-
caclo celebrado com a irniHodade de Nossa Se-
nbora da Boa Viagem acerca, de um casa perten
ceute 1 mesma irmaodade, afim ae servir anquella
io-.ini.id-.' de quartel e cadeia pelo aluguel de
74000 mensae, conforme solicitou V. S. em offi-
cio o. 1,145 de 12 de Dezembro findo.Commu-
oicou-se ao Tboaouro Provincial.
Ao Io secretario da Aasembli Legislativa
Provincial.De ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia transmit') a V. S., afim Je que se digna
da sabmetter opportuuamente coasideraoio des-
sa aaaerab'a o bataneo da receit- e deapeza do
exercicio da 185S a 1887 da Cmara Municipal da
Podra e o balan?) e orcameoto da do Attiabo.
Ae inapeetjr da Thosonraria de Fasenda.
O Exm. Sr. presidente da provincia manda remet-
ter a V. 8. doas ordena do Tbeaouro Nacional ns.
201 e 202 de 21 de Dez-mbro prximo findo.
Ao inspector do Tbeaouro Provincial.De
ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
commonico a V. S., para o fin coavenientes, qae
na peticlo de recurso de Domiugds Alves Ma-
theus, a que se retere a informaclo desse Thesou-
ro de 20 de Desembro prximo passado, n. 995,
foi proferido hoje o despache seguate :
Sustento por eus tuadameatos a decisio recor-
rida. Desde qoe pelo recorrente nlo foi justifica-
da a nlo incluao no manifest do navio, do vo-
luntes apprebeodiaos, c nslituem elle cootraban-
do. E ae o caso nlo se acba esj>ecificado 00 regu-
lamento de 4 de Julho de 1879. delle trata o regu-
lamento dai-Alfandega, como e v da cousolida-
co das les respectivas, que, quanto azrecada-
(o de impostoi, sao subsiiiarias das lea proviu-
ciaea, conforme determina o art. 102 do regula-
meato de 1879. Daqutfli falta resulla a c mvic-
clo dequerer-se lesar a provincia com pagamea-
o que In- devido, lauto mais que ao capitlo on
mestre de qualquer uavio dada a taculdade de
ratificar as declaraye ffitas na occaailo da visi-
ta Ja entrada, e fazer dec'araclo sobre a carga
do nivio salvo os Casos indicados no art. 380 1*
da ciuaolidaclo citada.
0 privilegio de franqua invocado pelo recor-
reute, nlo exclue o cavo de apprehenalo de objec-
toa, que c.nacituem contrabando, nem acoberta o
abuso de infringir preceitos legaes em prejnizo
do fisco. Pr c -jemes como slo oa fundamentos
da decalo rctor. ida, nlo pode ella dexar de 1er
mantida.
Ao mesmo.O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda commuuicar a V. S, para seu co-
nbecimeni', que n^sta data proferto o seguiute
despaco 11 pelico de Faustioiana Mara de Pai
va, a qoe alude a sua iutoruiacAo a. 1,020 d- 28
de )-z-u:: 1 fiudo :
ladeterido, 1 vista da informaclo.
Ao juiz Substituto de Jaboatlo. De ordci:
do Exm. Sr. presidente da provincia recommeodo
a V. S. qu-3 -nvie a esta secretaria a certidlo de
aeu exercicio.
Ao gerente da Compaubia Ferro-Carril.O
Exm. Sr. prt Bidente da provincia inunda convidar
a V. S anoi de comparecer em palacio, para fal-
lar-lbe sobre servico publico.
Mutalis ^mutandis aos gereutes das compa-
ubia de Cazaog e Olinda.
Ao director do presidio de Fernando de No-
ronba.O Ezm. Sr. presidente da provincia nes-
la data d.deno o requenmento do sentenciado
Gervasio B.yinuudo Joa dos Santoa a que se re-
fere a ii.f ,r ..nejaj pitsilnda pjr V. S. em 21 do
Desembro fiudo, sob n. 449.
Ao mesmo.O Exm. Sr. presidente da pro-
viucia, aebta data defiri o requerimeoto do sen-
Uueado Al xaudre Spelts, a que. se refero o offi-
cio de V. S de 22 de Dezembro fiudo, sob n.
451. 'j
Ao escrivi>da Sania Casa de Misericordia
da Baha.De ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia aecuao o reeebimeuto do ufficio de 26
d- Desembro finio, com o qaal V. S. envin um
relatorio impr. sso Je-s* irmandade.
OESPACHOa DA PRE3IUBSC1A DO DA lf) DE
JANEIEO DS 1888
Adolpbo Firmo de Oliveira. Informe o
Sr. director garal das Obras Publicas.
Aochises Accioly. Informe o Sr. ins-
pector feeral da iustraujlo publica.
Amelia Maria da ConoeicSo Ramos-
Reme tido ao Sr. inspector do
Provincial, para attender nos
alta infurt) tlo n. 20.
Bellarmiaa Francisca Lobo
Rme;tido so Sr. inspector do
Provm ial, pra attender nos termos da
sua informaclo n. 20.
Gerente da estrada de ferro Racil'"
ao Caxang. Deferido com os offi ios di-
rigidos hoja so engenheiro fisoal e ao The
|a*ouro Provincisi.
Moraes d M|jo.Sim, asediante
recibo.
Thesouro
termos de
Barros. -
Thesouro
Padre Victorino de Sousa Mendes Pai-
va. D se ao supplioanta carta ie natu-
raaacao.
Soretara da Presidencia de Pernam-
baco, era 17 de Janeiro de 1883.
O porteiro,
F. Chacn.
Repartl^o da Polica
2* seccao. -. 42. Secretaria de Po
lioia ole PernambuQ"), era 17 da Janeiro de
1888 -lilm. e Esta. Sr. -Participo a V.
Exc que faram hontem resolhidos Casa
le DetengJo os seguint-a individuos :
A'miaba ordem, Firmiao Francisco de Arrud,
vindj do termo de Olinda, com criminoso da pro
vineia da Parabyba.
A* ordom do Dr. delegado do Io districto da ca-
pi'tl loa Boberto da Rocha, Mu -el Joaquim de
Lyr, presos em fligraut>*, por crime de feri-
meuSos. Luiz Silvestre de Franca, por embriaguez
u disturbios, e Maria L .uada ccorra CaVl-
cauta, como alienada, 1 miaba disposiclu at que
t-.-nha conveniente destino.
A o-dom do aobdelegado da freguesia do Re-
cife Jol Hereira da Silva, coobaci o por Sabia,
Maria Fraaciaca da Coaceielo, Leopoldina Con-
ra la de Mello, Marcelina Roaa Raial e Maria
Emilia da Conceica>, por offensa mera' pu-
blica.
A' ordem do de Santo Autouio, Antonio Julio Ri
b-Jiro, Manoel Andr Perelra da Silva, C)me Jos
D.imiao, Severiaoo Jjs da Silva, Ileliodoro do
-auto Siqueira, Miguel das Cbagas e Candido Jo-
viii" da Costa, por embriaguez e disturbio.
A'crdem do do 1 districto da freguesia de S.
Jos, Jos Carlos, Francisco Jos de Lima, este
por erime de forto e aquelle. como vagabaodo, Jos
<} i Idilio, Manoel Aatoaio da Silva, Autouio Ma-
noel Pereira da Cunha e Tbeodoro d-1 tai. por em
briagaes : disturbios.
Participou me o delegado do ternu de Pao
d'Albo, qae no'dia 10 do c;ricute, e em trra do
engeabs Fortaleza, d'aqiit-He tr-rmo, prendera o
individuo da nome Jos Cosario de Mello, cono-
cido sor Jos Luis, pronunciado no art. l'Jd do
Col. Crim por ter uo da 26 Je 41 11 de 1881, aa-
aasaioudo ao menor Scvcriuo de tal, morador em
trra do eogenho Luce I, do referido termo.
Esa criminoso na occasilo de -r preso resisti
e deafecbou om tiro contra a forc pu'alica que fc-
lizmeate alo aitiugio a ocubuma'das pracas.
Proe- leu-s a respe.t.. aoa termos da lei.
Pelo delegada do termo de Pesqaairi foram
presos o individuos Manoel Joaquim do Nasci-
meato, eouhecido por Manoel Severino, e Jos No-
gueira da Silva, por ten m furtado tres cavail a
perteneeatea a JoaqunnvAutcuip Calado, morador
ii'uquetle termo. "
Communicou-me o delegado do termo de Sal
gueiro, ter no da 27 de Dezembro ultimo, pren-
dido o lu-Jividuj de nomo Jos Luciano dos Son
tea, coahecido por Jos Po, pronunciado u'aquelle
te.-oio em ar^. 205 do Cid. Crim.
No lia 27 de Dezeiubro prximo findo e no lu
?ir ii;-inry .) tte ExA, o individuo de aoine
J. i.drit t ,! tur)'' graveiubote com urna tacad
a Jeronymo Rdriguea de Carvalho, que velo a
tallecer quaai inatautan amoDte, logrando evadir-
se logo apoa o crime.
Acerca deate tacto procedeu-se no termo da
lei. '
Parlicipou-me o delegado do termo da Gloria
de Goita, ter no da 9 do correnta capturado o
individuo Joaquim Paulo de Seot'Auna, um das
autores d) roubo, praticado em casa de Francisca
Varia de Barros Mendonca, tnoradoura em trra
do eugeuno Soato Maior, daquelle termo.
Em casa d ssc cnmiuoao foram apprcheodidos
di vi ra a objectos perteocentca a francisca Mana
de Barro Mendonca, e tem asaim letras e diver-
sas mcreadorias perteuceates ao sublito portugus
Antonio Igaacio de Oliveira; e fazendaa, sapatos
e oatros objectos p rteoceutis a Jlo de Suuza
Cabral, morador no lugar Cumbe do referido
termo.
Aquelle criminoso confessou ter Caita diversos
roub-.a e achar-se prunuuciad^ no meamo teriu ,
por t r na nuito de 24 de Dezembro de 1884, aa-
sasainado a A.iloii o Gomos de Oliveira.
A mesma aot n iade parlicip u u.c tambem ter
prendido em flagrante o individuo ) ,b Pedro de
ri-irr o, por ter tendo gravean-uto coui um tiro a
Donata Maria da Conceicio, moradora ao lugar
Cbi de Alegra, pertenceute ao referido termo.
Aerea deates tactos procedeu-se us termoa da
lei.
0 subdelegado da freguezia de Santo Antouio
rem tteu ao Dr. juiz J direito do 2o dietricto cri-
minal o iuquerito pilicial prjeedido contra F.an-
ciaca da Alolta Ribeiro, eseravo do Dr. Manoel
lle.uriqu.-s Cardnn, preso em flagraatd por crime
de ferunentos gravea.
Pelo aubjelegado da 2o distrijto do termo da
Gloria de Goita foram remettidos ao Dr. jui mu-
nicipal daquelle termo os inqoeritos policiaca pro-
cedidos entra Jlo ifypj.it) Evangelista, Mauoel
Pddro de Alaria e Autlo Soares da Silva, presos
em Qigraald no da 7 do correute, por terein f-;ri-
do gravemen'e a J>aq>iiin los de Olivrira.
No dia 24 de Desembro ultimo assumio o exer-
cicio do cargo de delegado do termo de Ourieury
o teueute do corpo de polica Djocleciauu Pcixoto
de Aleucar.
Pelo subdelegado do 1 districto da freguezia
.i S. Jos foi ri-m-ttido ao Dr. juiz de direito do
J* district criminal o u j r11 > policial procrdido
c-.nira Jo ua Fouseca SliVa tielmoate, p ir.-' de l-riinent ;a leves.
Osaodelegado do 2 districto da mesma fregue-
zia fez renesna ao Dr. juiz de direito do referido
districto do lnqueritopolicial, procedido coutra Jo-
s Nicolao de G) iveia. pelo crime de ferimeutoa
O Dr. delegado do 1" districto da capital, fez
remesa ao Dr. jui de direito do 3 diatr'C'O cri-
minal da inqucntoa p iliciaea procedidos contra
Joviu francisco de Jfalto Tavare*, A itoui del
Valla pelo cnuie de ferimeutoa; e Jerouytno da
Silva Sil", pelo crime de roubo.
Hvteio, As 11 horas do dia, roubaram da casa
de Genero,, de ouza Forras, sita ra Estreita
do Rjar o, da fieguesia de Saoto Antonio, 215
stndo 162J em vedlas, 40J cm prora, lj em ouro
e 5 xooeia.do mesmo meta .
O subdelegado respectivo tomn coohecimento
do facto, itterrogou a Geoerosa, quo declaroa que
tendo sabido do casa deixare a porta aberta < ao
regressar dtu p >r falta do referidos objectos.
Projedt-se a respeito noa termal da W.
Submctto a apreciaclo de V. Exc. o jfH:io junt.
pnr copia que em data ae 14 do torrente ding o -
me o Dr, delegado do 1 districto da capital, a
prepsito lio que veio publicado no Jornal do Re
cite do diajantecedente eob a epigrtpbeSelvage-
ria policial.
Copia..Deegacia do 1* districto da capital,
em 14 d* Janeiro de 1888 -Illm. Sr. Em cum-
primeuto 41 rlem de V. 3. xarad. uo i-fficia n. Z6
de bootcuj datado < m que manda u>e informar
mioaciotatiente e e.m urgencia relativamente a
noticia puslicada ao Jornal do Recife, o. 10, ob a
epigrapbeSevageria policial, tenho a dixer
que maneta esta uoticia, nlo so tendo dado o
espaucamouto a qu-; ella o refere. O Individuo de
cor preta de que fll n .tioia querendo tomar
um preso das mos das praca foi por estas obs-
tado .uo suu i .teuto, com o emprego da furca, sem
eom tudo huver o >spancameato affirmado por
que la uiticta, coufonue se pode evidenciar de
ama vistan ao iudigitado como eapaocado, o
qial oebs vestigio de tal apreaeiita.
ni ta
Deu guarde a V. S.Illm. Sr. Dr Fran'iaco
Domingnes Ribeiro Tianna, di.-uisaimo ebefe de
polica, de Pernambuco. O delegado Aoesio Au-
gusto de Carvatho 8erraao.
Seeri taria de Polic a de Pernambuco, 17 de Ja-
oeiro de 1888.
Confer*. Pelo aecietario.Francisco Geraldo
da Silva Barroso aa
Deus gaaruewV. Exc.Illm. e Ezm.
Sr Dr. Manoel Euphrasio Corris, milita
digno presidente da. provincia. O chefe
ci poli dia, Francisco Dommgues Ribeiro
Vianna
Thesouro Vrovlocla!
despachos do dia 16 de janeiro
de 1888
The Western & Brasilian Telegraph
Company. Ioforme o Sr. contador.
Confraria ae Nossa Senhora da Concei-
cio de ltamrac.Informe o Sr. De. pro-
curador fiscal.
Pret da guarda cvica. Examine-s".
Jos Fr%ncisco de Csrv.albo. Observe
o dnspachi de 3 do corrente.
Dr. Manoel d'Alenear GuimarZes.
Gumpra se, registre-s* e fagam-se os as
sentamentos.
Pret da gaar-la oivica e Manoel Joa-
quim de Castro Madeira.Pague-se.
Monte pi Pupular Pernambncano. Ao
Sr. thesoareiro p ira os devidos fns.
- 17 -
Albino Ferninda & C. e Jos Victori
no Alves Haia. Informe o Sr. Dr. admi
nistrador da Recebederia Provincial.
Amalia Carolina de Sampaio Miranda,
Moura, BSrgcs di C. e Santa Casa da Mi-
sericordia. "Ao Contencioso par.i os devi
dos lius.
Conogo Jlo J-.s da Costa Uibeiro, di-
rector geral ds Obras Publicas, Theodsro
Jos T..v..res, Cliodina Candida de Amo
rim, proved< r da Santa Casa e Francis-
co Gomes Pereira Guerra. Informe o Sr.
contador.
Lauriado Arcelin u di Veras e Joao Joa-
quim da Costa Lilte.Archive-se pelo
Ooatottflioso.
Dr. Francisco de Paula Gorreia de Arau-
jo. Iuforme o Contencioso.
Marcoliuo de Souza Trav saos, Jjaqui n
Duarte SimSea & C Francisco Manoel da
Silva & C, Jos da Cruz Fr.iitia, Trilhos
Urbanos do Recife a Cax^og e Anua Ma-
ria da Luz. IX j. vista o Sr. Dr. procu-
rador fiscal.
Henriqueta Flora Belmira da Costa.
Entreguc-sc pela porta.
Fraaeisca Maria da AnuunciacSo, Jos
Caiidi lo d" Moraes e Eaciulastioa Maria
Barbosa. -A' R'.oebcloria para oa devidos
fiis.
Irmandade do S. Sacramento da Boa
Vista.Ao Sr. tbesoureiro para os devidos
tina.

Recebedorla Provincial
despach08 do dia 16 de janeiro
de 1888
Hermelinda Claulina da Costa Carnei
ro Monteiro, Job Ignacio de Mediros
Reg, Ifaatiado Lopes Rodiigu's Vieira e Manoel Job da Maga-
Ibaea. Iuforme a 1' sec^So.
Aatouio Marques ile 01 /eir, Costa Lima
& C, Joaquim Moreira Res. SJlaJos
os documentos terlo despacho.
Couto Saotos A C. e N.-tio Campos di
C. Certifique s o que epnsttr.
- 17 -
Jordao Joo de Mello, Loorenco Gaspar de Brit
to, Guilhermino L ns Wanderley, Manoel Tavares
4 C, Manoel Clem> a'iuo Ribeiro, Mainel Autouio
da Silva at CInf rm a 1." spccSo.
Viuva de Joaquim J. Pinto. Maria Manoel.i do
Sacramento, G. Laportc 4 O, Scbasriao Severino
Barreto.Deferido, em vieta das iuformacoes.
Trajasra da O Mello, Barb-ra Lns da Ro-
cha e SilvaDeferido tjn reluci ao3. sem-tre
o nun finle, em vista das nfnrmacoea.
Man el ColUco C ^Em viata das iuformacoes
nada da que deferir. .-
Fel'.x Jo* Kelici.Em vista d^s iaformatSeo
snpnliuante n3o p le aet a'tfndido.
Manoel Cardoso de Sonza.Junte ccnh.'cimenlo
de qulragao do imposto.
()rtul..ti i de Aquino Fonsecs^Em vista das in-
formico. s nida ha que deferir.
I .
Ketrospecto poltico
PO LITic a O 111L
(ContinuiiiSo)
Como lembrava aiada ha pouco o deputado
Labouctirc na cmara dos communa, a Grl-
Bretanha nenhuma vantagem real ha colhido da
sua occupaco militar das margens do Nilo. onde
foi levada, e onde commetteu atrocidades, em
nome dos simples interesses parliculares de al-
guns de scus capitalistas.
O governo da raiaba Victoria ha muito affirma
que est intimamente desejoso de chamar as
suas tropas do Egypto, deisando esse desgraca-
do paiz, sob a inspecco europa, que dtga-se
incideatementc nao ha de ser mais propicia
ao bem-cstar de urna populaco indignamente
explorada, victima at hoje de urna cobica sem
escrpulos e das mais brutaes violencias do ci-
vilisado occidente. Tem sido, porem, demora-
da a realisag'So dos protestos da Inglaterra, e a
Europa, a Franca especialmente, vio ha tempo
apprchssiva que o governo britnico reclamava
a faculdade de applicax imprensa franceza ou
rabe as dlsposices da legislago egypcia, bem
como pretenda estender competencia dos tri
bunacs mixtos o julgamento dos de listos com-
meltidos por esfrangelfos, e que, por violago
monstruosa do direito de.independencia de u:a
povo, sao da jurisdiegao dos tnbunac3 consula-
res. Para tudo isso, e mais para reorganisar a
scu modo a caixa da divida egypcia, contava a
Inglaterra com o auxilio da Turqua, que pro
surou engodar, mostrando-sedecifJida a redusir
-a-
tropas que desjra no -Vilo, e a consentir na
formaco de um ejercito egypcio de 16 mil ho-
mens, cujos ofinelaes deviam'. ser na maioc parte
inglezes e turcos uo restante.
0 sulto nao se deixou seduzir. Animado"
pelas uacOes mteressadas o aborto das tentati-
vas bntanicas, disse em resposta s proposla
do gabinete de Londres que todas as negociaOes
relativas ao Egypto deviam ser precedidas da
retirada total das alludidas tropas, na forma da
convenco de 24 de Outubro de 1885. Ac mes-
mo tempo a Franca agitava perante o referido
gabinete a questo da neutralidade do canal de
Suez.
Isto passava-se em fins de 1886.
A Gr-Bretanha nao abandonou, todava, a
idea de resolver a sos, em tte--tte com o sul-
to, o espinhoso problema egypcio. Ella calcu-
la va os lucros que poderia obter em qualqaer
accordo com um governo de ba^ f, fcil mente
illudivel, e que de mais a mais nao est em con-
dicOes de contractar livremente. Renovou, poi,
no anno ndo a tentativa anterior, por inter-
medio do seu diplomata Sir Hen/y Drummond
Wolf.
n


*oq

Com ctTeito, chegou este ;i assignar em Cons-
tantiuopla urna convenco em que se espulav
o prazo de tres annos para a retirada das I ropas
inglezas ao Egypto. Mas as dausulas de que
esse facto icava dependente, em vista da traas-
aeco, que estava precisamente ahabiTdade
da diplomacia britannica. 0 gabinete de Loudres,
effeetivamnte, comprometa-se a por fim oc-
cupaco mililr-as margens do Hilo, dentro
daquelle prazojjai a condico, porem, de que
uenhum perigoVqur de ordem interna, qjier
externa, se manifestasse em relaco ao paiz em
que a Inglaterra dominava exclusivamente,depoi
que a Franga se resotveu a deixal-a s alli.deixan-
do tambem de assumlr a grave responsabilidade
do brbaro boinbardeio de Alexandria. A In-
glaterra, segundo a convengo promovida por
Sir Drummond Wolf, attribuia-se ajnda o direi-
to de reenviar os seus soldados ao Egypto, o
julgasse iieccssario, depois que a ocenpafiaac-
tual houvesse terminado.
Mas quera icava sendo o juiz dessa neceasi-
dadeseno a propria Gr-Bretanha? Abando
naria o Egyoto, quando o julgasse conveniente;
voltaria all quando muito bem lbe parecesse;
eis, afina!, o verdadeiro sentido do seu tractado
com a Porta, que, em virtude delle, perda a me-
Ihor parte da sua suzerania no vice-reino do
Nilo, sem recompensa apreciavel. E tanto isso
era assim, que o governo inglez, salisfeito do
negocio que julgava realisado. declarou pela voz
de lord Salisbury. perante o parlamento, que a
dita transaeco sdizia respeito Turqua e
Inglaterra, enlre as quaes havia sido exclusiva-
mente effectuada. Era um arranjo entre ambas;
gmente entre arabas. A ultima dessas poten-
cias s para com o sulto se havia obrigado. O-
consenso das demais nacOes, no conceito do
Ilustre ebefe dos lories, apenas seria necessario
era relago a certas e determinadas clausulas, e
-'




E' o qnsimeeompro tiaosmltir a V. S. como ra- Curo
itadodai iirdagacoj a^u prjc.d Jl Jhlogo em largas proporcoes o effectivo das J
que urna vez negado, a consequencia seria con-
tinuar a Gr-Bretanha a manter-se na'posico
era que at alii se achara no Egypto. \ >
Infelizmente para o marquez de Salisbury, a
convengo. com cujos beneficios pareca contar
certo ao tempo era que pronunciara aquellas pa-
lavras, apenas havia sido firmada pelo plenipo-
tenciario inglez e pelo grao vizir. Nao passava
portante, de um simples projecto, a que era nn-
prescindivel a approvago da auctoridade sobe-
rana.
Neste ponto que comeearam as diflicnidade-
senas para diplomacia ingleza, que na piie
evitar a mais completa derrota. O sulto recu-
sava-se, sob diversos pretextos, a confirmar o
tratado promovido jior sir Henry Orummond
Wolf. liste nao se seatm de todo desanimado
no priraciro momento : adiou a sua sahida de
Constantinopla, o redobrou de ardor no traba-
Iho das negociagOes, para nao voltar InglattaT
com o desapontamento de haver perdido a via-
gem. e o lempo que para os habitantes das libas
Britnicas dinf ciro, segundo um conceito na-
cional Principiou ento a conhecida scena :
a renhidissima lucta dos interesses divergentes
e das influencias rivaes, em cujo encapellado
mar a pobre vontade do sulto flucta constante-
mente como triste fragmento de um navio nau-
fragado. A Turqua nao. tem eciso propria.
anda nos negocios polticos em que a sua ini-
ciativa deva ser mais p.irtipiilarraerrterespeita-
da c mantida nc proprio interesse das naedes-
occidentaes.
0 combate licou disposto por este modo: de
um lado a Inglaterra, com auxilio da Allemanba,
da Austria c da Italia, procura va a todo transe a
ratificago de um aecrdo que, na opinio de
seus antagonistas','consagra va o protectorado in-
glez no Kgypto, sem onus equivalentes impor-
tancia de tal coacesso ;do outro a Franca e
a Russia esforcavam-se denodamente no sentido
opposto, empregavara todos os recursos, todo o
prestigio de que podiam dispr para induzir o
turco a reprovar a convengo.
Houvc um momento em que a victoria pare-
cer sorrir Inglaterra e s suas solicitas alliadas.
Se as regras do parlamentarismo ensinacas
pelos iiiglezes, mestres na materia,' tivesssni
urna applicago universal, nao ha dunda i|oe
II. Drummond Wolf nao teria voltado ao t3a
paii com a carteira de diplomata completamente
vasia, para nos servirmos de urna expresso em-
prestada : a vantagem do numero estava nulo
lado d'elle mas o sulto resolveu-sc, depois ote
muilas besiiages, a seguir a opinio da minora
no conseibo das potencias que diversamente o
solicitavam e opprimiara.
Erafim, o diplomata Wolf uo teve remedio
seno regressar a Londres cora urna esperanga
de menos e urna triste illusABlft. mais, quaute
aos recursos de sua habilidade'tHtiOssional.
Comprehende-se fcilmente qne a soluco do
negocio n3o tivesse li.-ongeado em extremo o
proverbial ufgulho britannico-
a imprensa da Imjlaterra queixou-se ansnr-
da Franca, mostrou-lhe o seu desgoa-
<



vm

----------


Diario de ftrnambocotyu rta-fdra 18 de Janeiro de 1888
to eni phraB8BV*Bmeotes. as o trau temor
duroii-lhe pouco.
Bnll sensato de mais para augmentar
6 ridUulo que ioCTituvelraente acompanba o maa
xito de qualqaer espertcra, cora as manifesta-
joea de nma |f* impotente, incapaz de eliminar
0 face consumado.
ndeu, e entendeu bem, que o melbor era
resign.-ir-se, e iirocnrar solver por qualqaer for-
ma a; maiores difficuMades daproblema Bgypto
e de jutros que, conanrrentaBienfe com aetern
rocstao irlandea, o deviam trazea seriamente
preofcupado.
A essas boas dispc venturada missaoDnmimwid Wolf na Turqua
se dave provavelmente o aecrdo anglo-franco,
alisado era Novembro, acerca da disputada so-
berania on pretectorado da8"iNovas Hebnda3 e
da iilMrdade denavegacao do canal de Suez,
Pelo que respeila primeira parte deesa con-
Tenciio, a Franca, mediante algumas concesscs
que fes sua rival na "Oceajiia, obtev prero-
galiviu., at ahiumtanio contestadas, emrelagSo
Bubas de Bota-vento. Ae'duasno?6os reco-
abecram alm disso, i independencia das He-
*ridi (que independencia f) e ajustaram po-
licial as com direitos iguaes no intuito de prote-
gereni os seas reciprocos mteresses e os dos ci-
lladaoE trnceles e ingleses que all residirem.
ItaJo iiiso era j excellcnte, para diminuir ,as
awHi|)la.s raaOes de conflicto a que a mania da
expmiso colonial rraz frequentamenteexpostas a
Inglaterra e 'Franca, quando arabas tinham o
anaior interesae em barmonisarem-se sobre a
conducta a observar do um lado e outro, em re-
tacSoaos complicados negocios do contineoite
europio.
Comtudo, a parte mais importante do tractado
a que nos referimos, foi sem duvida a que con-
sagroa a completa liberdade de navegaco no
canal Suez. Alm dos beneficios directos e
,gerass que desse acto devem resaltar, conslitue
elle.kidupitavelmeute um grande passo para a
pacifica refloluco do problema egypcio. em que
sobre tudo a Franca se mostrato intimamenie
interessada.
(Continua.)
IHTERR
Nota* rartnlllcadao
(Do Jornal do Commereio da corte)
-Petante o Dr Usando trames, jais de direito
do b diatrieto criminal, aendo eacrivo o Sr. tJaar
aoe di; Gusu ac, comecon no da 7 do correte o
Munirio de culp contra Jos Sonre do Amaral,
Joto Je s Moeres do Amaral, Fortunato Jut So
rea di Asaaral < tote Meta Carneiro da Cucha,
noe tiveram por udvogadoa oa Drs. Jos Hygino
Doart.) Pertira, Jos Mina de Albuquerque Mello,
Cjro de Azeve io e Teixeira de Carvalho.
Compnreeeu tambera o Or. Candida Mandes, pro-
motor publico.
Procedida a qualincagao do* acensadas, de,j. z
a testfniuuh* Antonio Amolda Vieira da Coala,
lhescurc.ro da Caixa da Amortiiago o qual da
se o segrate :
Moa primeirot diaa de Novembro a presen tou-se
a Cana da Amtiriaagio um ludmduo, que de-
poia snube' chamar-ie Jos Soares do Amaral, com
o nm de trocar notas do thetouro que se aebavam
estrgalas. Como porm eraea em grande ourae-
to e dos empregados da Cana alguna seacbatvau,
doentos toi adiado este servido para dous diaa de
sin,
Cose tatito apresentou Amaral ao troc > notas
aa impirtaacia de quxreuta e taatos cont*, as
quites i.-oinquaut-a esbranquigadaa e tujas cumo
Itndo talado dentro d'agua salgada, parecern)
boas forana trocadas com eicpco de algumas
eztenc alai, cojos recalos nao contenara ptla m
ditpoiigo em que toram collocadaa ; pelo que o
enefe ie eecgao lembrou a Amacal que se eoten-
com algum empregado qua podetae por os
retaltaas ein euuveaieole ilisposigo.
Ktlis notas erara em p quena aiamero 6-oa 7,
us tidas no valor de M)S. segundo se lembea.
Cosso, pitm, uj pudeasem s r trocadas em re
solueuo da Junta, que t. reuna no da 2S, ai;aar-
dou-sj para essa occaaiao.
A jinla datero por terem as notas boas e reali-
son- k'c o troco.
Contiuuaudo Amaral a ajresentar na Caixa : o-
Ma p ni trocar, detpertou carta tuspeita uus em-
pregalos. q#e tbrain ter com o depauente, lemoran
o-lb que ser coavcaieutt: examiuar coie cui-
dado M ditas 'notas, tanto mais que em algumas
dcllaa o eauterente havia notado um cheiro parli-
eularf como o de agua raz cu d beusiua, o qual
io tra propriu de notas raolhadas por agaa sal-
gada. Fazeodo-se ver isla ao dito Amacal, res-
poucii u etie que o obeu-o era de um iiqidj empre
gado para a desinfecc'i'j das notas, que haviaio
tido liradas do casca da Vapor Bahia e exhalt-vam
saao irbcirc.
A' vista d'isto, o deponente o o chefe de aec-
au tnteoderam conveniente examinar allanta-
nentA aav notas aprese ita-ias e eum elfeiw eoial-
gumai dxa u-taa trocadas ao da 5 verificou-te
qoe tinham o centro < sbrtnqnictdo c:mo te alli
livease cahil nm liquida que se hiuvesse euxu-
gada togo. Ni : era uto autiva pan a appr. lien-
sao das notaj, m*t peo s para descootiau^a e
vig-Imaia. F.xwniaaaas :n i;s attearsmenie o de-
ponente veriBcoa que em algumas apresentavam
ao crn-.ro vestigios das paluvras Jnutisada
Ceari, qu- iaaMcavam ter sida paitas pula res-
pectivi. Tiii-souraria do Ceari.
E como Amaral nao estivessB presente nenha-
a iTOvidcncia te pode tomar a nao ser a ci com-
manieur se o acto ao chete da repartieiu, que
sian'lou o deponen!e entender oc cain o ministraba
futPica, qne o remetteu para o chele de polica
N'tii serjainte, 7, tprftentando te Amura pa-
ra ftfjr nova troco, e aehaodo-se alli o Dr. 3o de-
tegwlo, foi otle preso em flagrante.
Diese m.is que por indicacaa aua faram appre-
enf.idat pea paliis n^ts que vinuam a bordo
do paquete Afonot.
A-eretcentou que a Thrieuraria do Ceari havia
esa tempo avisado Caixa de Amortisacao sobre a
remita ^s notas pelo vapar Baha; pelo que
quando se c mecau a descunbar das apresentadas
por Amaral, o deponente reco.reu no archivo e vio
-ne t ffcfacarara dagneila provincia tioba reotet-
ayo HMDi nutaa de iiOW)
A ca ms notas viudas da dar, vieram tam
basa olltraa com pequenas quantias rem ttidas pelas
theton.-arias do Maiauhao e da Parabyba, mas
deatikt'nenbuma foi apresentada ao traca, e te fo-
raro ano te deu p>r isso na C ixa.
Dltse mais que o meio usado as thesoumrias
para inntilmarein as notas retiradat da eircalacio
o carimba com a p*iavrainutiiiaada. 111 cu
tretimto qoem, inieipretanda do modo diverso o
reapeitivo regulametta cuten Ja que ellaa devem
ser golpeadas. Mas o eiiylo carimbar apenas,
ses sao poique ai tbesourariat nSo teem emprega-
dst Btm instrumentoi golpeadorei.
As thes oraras, qutnda caumnnicam i Caita
da Amoriisseo a rtxneasa das notas reaolbidas,
bo aiaodam oa nutmrca nem as series das natas ;
as to tmente a iudicicao dat ettampas, quu-
tidalti da> n >tas e o a> u valor, nem para o miis
liavwia empregados que ebegasaej, nem um.uu
ueefaiidad de fasrl-o, porque o numero a a s-rie
da nula i aervem /lara.T.ncar a sua rtuiaiio.
Ns Cana de Aaortuacao, qoando se tpret> n
tas* not ao troco, apeuasfee venfioa ae sao ver-
dsAiiraa oa taitas. He aso vrrdadeiraa exami
,, |ig- toram on ti i carimbadas; maa aso4es-
tro 'letificar aa estampas, salvo ha vendo Oeaecn-
'aBUa.
&) a Caixa pagpo a Amaral qoareota e tantoa
Mato sera exaste dita Hampas porque nao ba-
Tia at emo dw^Ua obre tilas.
A deiC'nfianea. t ie aeeeotoou, quando come
ctrimi a afluir I bretu io depoil que un. d,ia empregados un
o eH->ro de aguatas, a que j ae referi, ljroora
isa Amaral, apreteotanir das noui, tete algum
Bocio oeeiB ageo,e o qa b je tabsaasts rea-
peit> por bafit liflo majjrnati.
Pnguniado prl Dr. proasolor d>aae : que aa
priioeiras a-tai em qua m fa reparo n Caita por
eatiircm eibraoqoeada, nknio as.im uj.is em
todi a cdula, mu > xsminadat nodit 6 reombe-
eea-ta qua o ambrtnqueiimeDtoera entro
a talla.
At -notas-indas do Ctar eram todas de ^3 da
7* estampa e s deits.
-Eatat cem ertm de 5 da 7 estampa eapresenta-
vam oa meamos signaei daa qua tinham sido apre-
tentadaa por Amaral, itto embranqaictmento' no
centro e raapadellas s bre as qaaei pareca ter-te
paataoo um ferro de engnmmar. Maa correndo-
se o deds no sentido eontrario via-ae pala asperesa
qoe se senta ter aido o papel raspado.
Aa ditas cem notaa toram tiradas do troco do da
5 de Desambro e o troco a que ae referi de qua-
renta contos foi nos principios de Nove nbro.
Da ibaBOatariai veem aa notaa arrumadas em
1 saae-'t todoaatettidoa dentro de nota caixa de fa-
Iba e esta dentro de oalra de madei. a, varianda a
drmeneo das oaaixaa segundo as notaa sao em
maior utustraar nnmnrr mus on menos acamadas
asa u-acot, e c.
Perguotado palo Dr. Cyro de Azevedo, otate
qoe quando Jos Soares do Amaral apresentou aa'
notas ao troco date q-e tinham sido aalvaa do va-
por Bahia, cajo cateo tinha comprado; e pergun-
tanda lhe um dos empregados se havia encontrada
notaa carimbadas, retpondera que tim, que tinha
achado e deitado fra.
Diase mais que aa notaa apretentadaa por Ama-
ral nao foram verificadas, por serem rerdadeiras.
tanto aa diiaceradasvccmo aa inteirai, eo exume
da estampa e se faa quando a nata campotta aie
divartos pedamos.
Amaral receben l:200i importancia de seis no-
taa de 20Uf constantes de dout pedaoos collados e
truncados. Nao ae havia teito maior reparo nat
notaa apretentadaa par Amtrai, meamo porque este
bavia aido apreaentad na Caixa por um negocian
te de nome Simaa e por um empregaao da provin-
cia do Rio de Janeiro de nome Caldas.
Nao reparou ae essas notas, compostas de peda-
9.B collados, toram aeperadaado maca apresenta-
do ao troco por Amaral, ou por algum empregado
da tepartico e quem toi ease ; maa natural que
fosse pelo empregado que, estando a ver as notas
no maco, tost separando as que s par despacho
da junta poda trocar.
Presume ter sido tase meima empregado qurin.
aconeelhou a Amaral que requeresae junta o pa-
gamento das ditas uot., pois meamo da estyli
na repartico facititar-se a partea o.troca das
u.tas sobre que n i ha duvida.
Sabe, nao officislmente, mais partieularmente,
par ouvir na repartico, que um dos emoregados
de nome Silva, que carimbador, havia aido pro-
curado por Amaral pura endireitar as notas, cojos'
pedacos collados nao canferiam uua com es outioi.
Silva duvidou e consullaudo com elle, o depoeote,
teve em n apasta que isso era um eervico particu-
lar qoe olio poda prestar a quem quiaesf, mas
nao oracialmente, pois para iaao nao tioba compe-
tencia. Ignora, porm, ae com effeito Silva pres-
tou este servico a Amaral.
Nao sabe se aa notat apprebendidaspela polica
eram essaa de pedalea truncados que acaba de
raferir.
Quando a aotoridade chegou com elle depoeote
e etfectuou a priao de Amaral e a apprebcuao
daa notas, Amaral eslava eom um maga dalias
aberto e algumas rapelbadae, outros magas fecha-
d. s ou rotulados, parecando lhe que Am .ral esti-
va apretentando notas ao troco, poia eatava na
repartico competente, onde se aohavam os res-
pectivos empregadoa, eatre os quaes o mencionado
Silva.
Amaral, vendo a polica que lhe dava a ordem
de priso, exclamou que era um lago que Ibe ha-
viam armado na repartigao.
Aeerescenton a testcmuoha qae as natas j tra-
cadas (daa apreseitadas por Amaral) em qae e
recoooeoeu veatigioa de carimDo do Cear, nio
tinham levado anda o can.abo da Caixa, e que
esaa verificago da vestigio do carimbo do Cear
ao foi feita no da 6 de Dezembro, oa occaaiao
em que ae earmbavam ai natas trocadas no
dia 5.
Diise tam bem que at notat apreseutadas a
troco no da 5 de Desembro, quer por Amaral,
quer por outrot individuos, foram guardadas eu-
globadamente, diacriminadas por auaa estampas e
valores, maa nao com desigoagaa das pessoas que
as tinham presentado. Nesgas notas apreeeota-
das a troco no dia que ae toi faser a verifica-
gao a vista da deaeonfianga, a que j se reterio,
e nao ae acharara seno cem que anda nao tinbara
levado o carimbo da Caixa.
Entre aa n itat appreheudidas pela polica ha-
viam de f>f, de 't e talves mesmo de outros va-
lores, maa nao sabe se estas tinham vestigio! do
cari abo.
Disse mais que das notta apprehendidaa pela
polica algumas, que baviam sido pagu a Ama-
ral, eram dessai que tiobam raipadella oa que
apresentavam vestigial da inutilisaea e que no
acto da apprehenso foram reconbecidas por Ama
ral como sendo aa propriaa por elle apreseutadas
ao troco.
is notat reinettidas pela tbesouraria para a
Caixa da Ainartisaca sao empacotfedas em me a
de cem, mctiidas em urna eaixa de t iba hermeti
carnete fechada, cintaJa e lacrada e esaa caixa
mettida dentro de outra de madeira que e pregada
depoia de ciotada e lacrada e tras o carimbo da
repartico.
As 12,(X>0 natal remeUidaa p da thaaonraria do
Cear o foram em um s cania, segundo foi otfi-
ciado Caixa da Amortisago, mesmo porque
fasem to pequeo votume que uo exigem mais
de um caixo para sen aeondicionameato. Igno
ra ae as remettidas pelas thesouranas com di-
nheiro oa notas recolh\,daa vm ou ua guardadas
no cofre do vapor que as transportara mas presu-
me qae v ai vista da respousibilidade do capi-
tio ou da campanhia a que a vapor perteoce.
Sabe que deu cosa, ignorando em que praia,
ama caixa remettida pela tbeaauraria do Recite,
conteoda notas enviadas pela da Parabybn, caixa
que vcia pelo vapor Balita, segunda cammonicagi
ncebida da tbesouraria do Rjcife. Nao se lera
bra se na uecasio em que ae encontrn com Ama
ra'. no da 7 de DezeiuOra na repartigo, Amaral
lhe pcrguutau ae anda s trocava e elle depoeute
diase qau sim. Na se lembra tamb-in ae Ama-
ral levava comiiga algum embrulha.
A tinta, com que ua Caixa da Amortitaga te
carimbam notat, a eomiaun dos carimbos, com-
prada no mercado, nao sabendo, porm, em que
casa.
Ecta tinta fix*. indelevel, uto nio te apagu
nem com o tempa, nem sendo molbada com agua
simplet. Ser preciso emu/egar algam reageate
que poisa destruil-a. Na sabe ae a tinta era-
pregada as tbeaaurariaa indelevel como a un-
pregada aqu na caixa, maa pela que tem obser-
vada os carim'ooa que ten viuda para c nao ae
tem apagado, aera aoffrido alttragao ; e estes a
que aa refere io carimbos feitos em notas que
na foram molbada por agua salgada.
As notas que vierauu iuutilisadaa da Parabyba
e remettidae pela theacuraria da Recife, eaiavam
tambem esbranquiuadas, mas tinham o carimbo
perfeito ; neohuina vio que nao ostiverse assim ;
e acredita que a tinta do carimbo nao ae havi
espalhado, porque proprieadeaaa tinta nao tspa-
ihar.
Daa optas de outroa valores, qae nao de bf ha-
viaui algumas inteiras e outr-.s em pedaoos, isto
quanto ao primeira troco que te fes na eaixa pois
ua aaaistio aos demaia. No primero troco a
maior parte loi denotas de mador valor.
.E masa nao dase. U depoimento foi cuoteatado
em parte pe t Dr. Cyro de Azevedo.
Ti n lo oa io allegado incompetencia de juixo,
o juta proftrio o segrate despacho :
Ratone materiaSeja crimec mraum ou espe
eial, de eatelliunano on de moeea. falsa, oa de fal-
sidade, irrecusav. I a miuha eompeteucia para
iarmar a colpa. U previiegio do foro est no pie-
nano, que aera parante mim se oa denunciado.,
caso sejam pronuncia ios, o iorem no criue.de
raveda falsa, <_n perante o jury, se o fortn no de
f-ilsiasde i.u de eatellienato.
Rt&omt hciOa actos preparatorios do enme
tiveraar lagar m Recife, mal o delicio velo a con-
sumar-te, e aqu, no lagar da priao em'fligraote
do reo Joa Soarea do Amaral. a t--r -a seguem
o meamo foro. Rreoahecaudo me, pon, competan-
te ; sigam-ie oa tetaos do aummario.
Rio, 7 de Janeiro de 18H8. -Matedo Soarti.
Deaignon-ae o dia 9, t 11 horas, para conti-
aaacodo auramario, depondo as teatamaahaa at-
ralada*. -
Monaco. O Sr. Thegillat e o II a rao Panocoart,
funecionarioa da casa do principe Carlos JIl, rece-
beram a Suas Magatadei e Alteza, pando aua
ditposico o ct marola do principe sabarano de Mo-
naco. Durante o concert, moito brilhaute coma
empre, a orctiettra toe a o hymno braziteiro, e S.
M. o Imperador mandn chamar o regente-da or-
cheatra, I3r. Arlhur Steck, para agradecer-lhe .a
delicada attengo.
Suaa Magostadas e o principe D. Pe 1ro, com a
comitiva ficaram para jantar no. hotel de Parit, e
s regrestaram noite para Cannes.
No dia 9, o duque e a duquesa do Mantpeusier,
tios do *>r. Conde d'Eu, vieram de Nitza a Cannas
com a ora, a infante Eulalia, visitar oa rnoiiar-
chat orazileires. D'poisdetta visita, Suat Magas-
tadea, por aua os, toram visitar com o principe D
.-'edra.o Ququi de Mecklemburgo-Sehwerin, mas
.nao o acharan em cas. Dirigiram-se outio para
a Villa ou quinta Ste. -Aune, que percarreratn ini-
nucioaamaate.
t) Imperador cousagrou o dia HU a urna visita ao
Observatorio, qua visitn com o interesas que 'itja
a tado quanto diz respeito astronoma.
No dta 11, dea um pesseo de etrro pela pinto-
resca estrada de Villefranche, e deteve-se.algum
tempo na fabrica de louga do Sr. Mataier. S. M. a
Imsaratrrz passou a tarde em Nina.
No da 12, o Imperador foi ouvir msica na
i Circulo Nutico onde foi recebido aos sana da
bymoo bratileiro.
A 13, Sua Magestade fez urna excurao em va-
por Ilha Santa Margarida. A antiga c Lero
dot Romanos celebre principalmente pela sua
fortaleza, onde viveu pruianeiro o mysterioto per-
sonagem caubncido debaixo da aleunba de Oho-
mem da mascara de ferro (1673), aaaim orno,
man tarde, all eitiveram presos o poeta Lagran
ge-Chancel, que eacrevera urna tatyra contra o
Regente, e o Sr. Broglie. biip de Oand, por ter
desagradado a Napaleo I. Em Dezembro de |873, o
marecbal Mac-Mabon tambem para l mandou o
raarechal Basaine, quando este, depais de conieui
nado pena capital par um conselho de guerra
prendida pelo Duque de Aumale, vio a peua com -
mutada em 20 anaos de priso em u.-mi fortaleza.
Todos sabem que, auxiliado pala valente esposa
urna aenh >ra Mexicana3 por um primo, o ex-ma-
recbal conseguio evadirse da fortaleza de Santa
Margarida, na noite de 9 para 10 de Agosto de
1S71, indo para Grenova
' A 14, chaven odia inteiro, e Suas Mageatidea
s tahirain do hotel para ir aa Studio do ar-
tista Masie.
A 15, o sol miu a desfirra; fazia um tempo
esplendido, e Suat Magestade. foram a Minaca
com o principe D Pedro assutir no 4- concert
cinica ila -ir. Arthur Stock, s 2 1/2 da tarde. O
pragramma comprebendia pegaa de liaff .llein ).
(i Id.oari'lc (hngaro), Saint-Saens (francs), Schu-
bert a Webar. C uno no da 8, et augustos viujau-
t- a jautai-am em Monaco e vaitaram para Ciunas
pelo trem das 8 horas da noite.
A 16, Suas Mageatadea faajasj dar um paatio de
carro a Napoule. A 17, Suaa Magestades o Impe-
rado foi ver as pinturas de Mlle. Mercier na t'e-
tite Baitide, e depon de ter almarada as lindar
airuarella*, viataa de aples e de Vneta, assis-
tio a uai pequsuo concert em que se faz ouvir
M ne. l'euciuil. i, primeira promio ae piano no con-
servatorio. Mote. Parumi cantuu algumas rainaa-
aas, e o Sr. K oert tocou rabeca.
i itera, 18, excurea a Mongin, d'oade se goza
de urna esplendida vista sobre Grrasse, moatea
d'Etterelle e ilhas Lrins.
Eleirao proktnoial Temos mais os se-
guiutes resaltados da eleiclo da 30 de Dezembro
prox mo fin do :
13.' DISTBICTO
Our.cury
Bario de Cair 63
Teuente-orn si Cruz 63
Dr. Clodaaldo Lopes &0
Dr. Julio de Mello 50
Resollado caubecido, faltando apenas o colle-
g'ra de Petroni.la, que naa pide mais alterar :
1'--neate-coronel Autjuio Gomes Cirreia
da Cruz (L) 461
Bara d Caiar (L) 451
Dr. Joo Clodaaldo .vlooteiro Lopes (C) 397
Dr. Julio de Mello (C) 386
tteputatlua elellonEata eleitoa os le-
e-imtes il-puta iaa provinciaes, que devem cous
tituir a Assembla Provincial de Pernambuco, no
bienaie de 1858-8:1 :
Cmtervadores
Ia districtaDr. Jas Manoel de Birrot Wan-
derley. i
2 UiatrictoVigario Jeo Ralrigues aa Casta.
3t diat.net) Vigario Joo da Costa Bezeira de
Carvalho a Dr. Joo de S Cavalcaote de Alba-
qnerque
4 diatruto-Padre Julio Maria do Rigo Bar-
rol e vigario Dr. Manoel (Jaugalve Soares de
Amoriin.
5o dmtrictoGap.to Rigaberto Barbosa da
Silva.
^diitrictoDr. Francisco de Barro i Lina.
1' dis -ncto Dr. Ignacio de Barros Barreta.
8 dittrictoDr. Antonio Veuancio Cavalcante
de Albujuerque e Dr. Francisco Camello da Fon
seca Luna.
9o districtoDr. Gaspar Drummond e vigario
Augusto Frauklin Moreira da Silva.
lU--DiitnctoMauoel Rodrigues Porto e Dr.
Jo.- Vsente Meira de Vasconcellos.
II* distrietc--Tenentc coronel Canstantioo Ro-
drigues Lint de Albuquerque e teneule-corooel
Antonio Vctor Carreta.
126dittrictoDr. Leonardo de Albuquerque
Cavalcant; e Joa Alves Bezerra Cavalcanta.
13 distnctoJe. Jo.ia Clodoalda Monteiro La-
pes.
Uberaes
1 dietrictoDr. Antonio Jas da Casta Ri Ci-
ro e.Dr. Fradcisca Pnaolante da Cmara Lima.
2 distncto--Dr. Jaa Mariano a Carneiro da
Cuoha u Or. Jos Maria de Albuquerque Mello.
3 dietrictoBaro de Itapissuma.
4* diatrictoIiine'J Maceda Je Albuquerque.
5o diitrictoDr. Fraucisco Tavares Netto e
Dr. Jos Corieiro.
6 districtoDr. Davina dos Santos Poutual e
Dr. Elitiario Augusto de Moraes.
7o diitricto--L)r. Laurengo Augusta de Si e
BViSTi DIARIA
lascan imperial-Em dala dallada De-
sfnbru eaoraveu o correspondente da Jornal do
Commereio da corte :
Pruaegue cm Droveito no sea tratament de
dataa S. M. o Imperador, cuja'iade toraa-ie eada
vea aiu auhds, rifat ao clima ameno de Caaaes
e vida aoe gadi. que lava aqu.
A 8. tui cara S. M. a Imperatriz e com o principe
D. Cauro aaatstir ao eonorrto elaasico dado no
ix tarsatot it iflitrgliiii ., no principado da
Albuquerque e Dr. Ulyases Machado Pereira
Vanos.
8* diatrietoDr. Joo de Oliveira.
9> dntricto--Dr. Julio Tenorio de Albuquer-
que.
10 districtoCapitao Juveneio Taciana Mariz.
11* diatrieto--Dr. Joo Augusto da Reg Bar
roa-
1 1 dittrictoDr. Benjamim Rodrigues de Frei-
taa Caiaoioio.
13a diatrietoTeaente coronel Antanio Gamee
Correa da Cruz e Baro de Calar.
Sa ao todo 20 conservadores e 19 liberaes.
Miiitnierlo lo Imperio-Foi expedido o
legulnte aviso presidencia deata provincia :
Circular. -N. 96L* directora da secreta-
ria de catado dot negocios do imptria.Kio de
Janeiro, 7 de Janeiro de 1888. -Ilira e Exm Sr.
Em .iddilamento ao avisa circular de 15 da No-
veinoro ultimo, manda S. Exc. o Sr. miniatro e
a cr-tana de estado dos negocios do imp-no de-
clarara V. Exc. qoe e devem aer reaettidaa par
o jardim zoolgico os animaes que passam ser ad-
quiridos e'transportados sem despesa, quer para o
Estado, quer para a soeiedade anouyiua que man-
tera aquella asiabelecimento, visto que, aegundo
nformou um dos respectivos d legados, o comra>-n
dador Joo laptista Viauoa DrummtnJ, nao pode
ella respoosaoihiar a< arlas Cesp>ras cara a
aequisigaa e traosparte de auiraae. pertenerntea
a eipejtrt dt que o jardim j poaaut ex mplr- s
Dut guarde a V. Ex Idm. e Exm. Sr.
presidenta da provincia de Pernambici. O di-
rect r, Antn o Aligelo da Silva Jnior
Blrlcuii municipal Heuuira-a-ae bon-
tem os uembro. daa uitwas eleitorats daa sedea
daa parochias do municipio do Recite, fira de ele-
gerem na forma da le, aa mesas qua, Ua da 20
do torrente, teem de presidir a elei$o para um
vareador da Cmara Municipal deata cidade, as
diversa! seci 5 de parochia.
citril iti'aaaaiic FamiliarEne club
fuucciaua he je, em aesaao ordinaria^ t 7 horas
da notta.
Babia e Alandas Tivemu folhaa da
Babia at II: e da Ai-fc,a at 16 d correte.
Na Baha apenaa do aa fulhai ter fallecid i so
Naaaretb o teneute-euronel Joo da Multa do
Santos chelo do partido eonservadonalli.
i)is o Diario da Manh, de 14,aaa Alagai
acerca do prndente da provincia :
8. Etc., depon de pr loogadoiatffrimentas,
em consequH cia de taire pa.adosa reaioteot de
que fra affietado, entrn em franca ooovaietcto-
ga, retirandi-ae hmtem p.rao atebe lauro, ande
vai hibilar temp ranamente apralivtl vivenda
do Sr oomnemdador Vaiconceilos, gonturnele
eedids por asta eavalbeiro.
Qf. 8. Exc. foi acirapanbado pelo 8* Or. Mteeio
Soares, secretario do governo, fijando em Macei
a ana Exma. familia.
Durante o tempo de sua estada no Bebedouro,
o Sr. presidenta da provincia vira dar audiencia,
em Macei, no palacio da presidencia, a qaartaa-
feiraa e aoa aaboados de 1 s 3 baras da tarde .
Basteo Agrcola do Brasil- Dveraot
commerciantes da corta e varios agricqltore das
provincias do Ri da Janeiro, S. Paulo e Minas-
Geraet, por iniciativa do Sr. comoiendador Malvi-
no da silva Rsia, tratam da creaga de um Jan
co para auxiliar a lavoura e facilitar a tranacgo
do trabalha escravo para o livre.
O novo estabelecimeata de ere lita ter o titulo
doBanco Agricola do Brasil, e suas bases or-
gnicas aera) eetas :
O dseeovolvimento da produegSo.da 6lo por
maia da crdito, lufficientemunte proaorcionada
lavoura, a juro barato, directamente a por raeiade
baows regionaes e agnc;as loaaes, a-rvindo de
bise a ease crdito a garanta paasoal do lavrador
e os aeua bens, bamfeilonas e uteusilios, neg -
ci, actualmente, estudado com o maior cuidado e
levado a emaioi na Escouia, Allemaafaa, Italia,
Kranga, Estados-Jaulas, Chile e Repblica Ar-
gentina. Estes d-iua ultimes paizes sul-araerica .o.;
ten Bupprido a deficiencia da popuWci) pelos in-
oaotivot da pradiicga industrial, e o faeto qu,
relativameute, paasuem muito maior cireuiago
financaira e tnavimento industrial do que o Brar-
sil.
A noni zona, qae est pastanda pala traus-
formagi do trabalha, sem que a immigra^o stib
tituisse os autigos bracos, ou oa aperleigoamen-
tos agronmicas sobstituuiem outros tactores de
prudaego ; est no caso de applicar, quanto antea
o crdito agricola, para reatabelecer a exportago,
seriamente compromettida. E' arro julgar-se que
entre o Mucury e parto de Santos, eut. e a Serra
d i M ir e o litt^ral, est acabada a tertiliiale da
slo e decadente a lavoura. Esta zona dispoe de
magnifico slo, apropriado a tolas aa cuitaras e
industrial, pataua alguna milboes de habitantes
intclligentea e activse o capital nao to etcai-
ao, q-ie nao poasa proenrar nos proprios recursos
o c uitra- veneno de sea depauperamento.
A questo est em mudar a oreatago dos
espirito, mudando as culturas e industrias, rege-
nerando ai existentes, subttitaindo o trabalho vo-
luntario ao forgado, a praducgSo methadici e ex-
paotanea, o emprego de msuhanismas aperf ;igaa-
doa aos meias rudimentaea e antigs. Tudo depen-
de de um esfargo de voalade e aceor ia.coll-c'iv ,
e ha entre nos chefes illustres e esclarecidos que
pid ra dirigir o m-viraeuto.
Algumas psasoas illustradas da commereio e
Uvaura eutjad-rara que deviam aaioeiar os pro-
priaa interessadoa empresa fiaaneeira que deve
accelerar a execugo de ta i patritica e urgente
reforma. O crdito agrcola, proporcionando coma
adiautamento a a prato curto, oa meius uecesaa-
ros para adquirir bracoa, utensilios, mechtaismaa
e os capitaes de gyro e custeio de cada safra que
dupensem de veuder-se os producios em condig 'S
desfavoravais, ser, sera duvida o maior factor da
regeaeraaao agricola. Augmeolanda os bragas, ga
rantindo a boa venda dos prodactas, faeilitandu -
diviso e mobilisagio do slo, o crdito agricola
tornar o novo systema de lavoura urna industria
regular, da Ilimitado futuro e apenas limitada pe-
las condigas da actividade e parcimonia de cada
lavrador.
i. O fira dos instituidores doBanso Agrila
do Brasil duplo. Ao.patio que coadjavara a la-
voura ao impulso sua nova teuiativa, tambem se
aaa,ciar, como fiaeram os capitalista dot Esta-
dos-Unidos, ao augmento de valor que iti as
trra e a praduegio com o trabilbo livre. Aa c>-
looias do su!, S. Paulo e Esointt-anta j, tam-
bem, entre .nos eata mostrando quanto crescem
em valor ai.propriedades terntoriaes e a renda da
avaua logo que o irabalba livre em larga escala
mprima na tolo e na industria a auaacga beue-
fiOB.
l'ie diser-aa que o crdito agricola 3 oa i-
vos factaret de prolucgo encontrara a exiiteucia
da lavoura de noisa sona pasta em duvida e teri
a eaergia de torasl-a a mata regalar das proprie-
dadea e a industria mais rendasa o segura.
O Banoo Agrcola do Brasil tem por fim fun-
dar naa provincias da Rio d9 Janeiro, S. Paula,
Minaa-Geraes, e outras do imoeria, nm ent-.b de-
cimento central e outroa provineiaei o locaes, que
operando sobre systema particular do emissa,
proporcianem maios diversas lavouras sobre aa
garantiaa propriaa e sem onu ou gravamos ira-
putos pelos endeaaalores ou intermediarios. Par
uutraa palavraa, o Banco tara a mabilisago ante-
cipada das calheitaa, multiplicando estas pelos
m-.ioa de obtcl-aa e apural as vaiiiajaaamante.
O lavrador sensato s dep.-oder do asu cr-
dito partieular ; o commiaaario ni ter-a carrer
risco de adiantameatoa e te limitar a .regular as
vendas e foroeeimentaa de leot com -ni tientes.
Dentro d te systema as operacoea do commercia
e daa agricul -orea podera tomar t nmeuaas propir-
ges, aom o menor naco de prejaizo.
. O capital n, Banco eerde 10,000:03 1C, di-
vidido em 50 000 acones de 200J>, podendo ser ele-
vado a 20,100:000, indeRendente da reforma de
estatutos. O capital do Banco ser resillado espa-
gadamente, em pceitagei nunca inferiores a 5 /0
aendo a prirj- ira no acto de confirmar) daa as-
siguatu-as, feUai directamente ou por procuragia,
ueata corte.
< O Banco Agria-ala do Brasil ae encartegar
daa leguintet operages:
I.Emprestar lavoura sob garanta de pe-
nbor agrcola, hypothacas de predios ruraea ou ur-
bsnot, ltalos do listado ou de campaohiaa, ou
banca a endoaao de lavradores e proprietarios tol-
vavea sendo esses emprestimas feitos de prefe-
rencia ata accionistas di Banco.
c II.Acceitar transferencias de hypotheeas
ou penbar agrcola.
111. -al..n lar vir, por commiilo, colonoa pa-
ra 1a lavradoraa e coutrautar trabalhadorea nacio-
uaes ou estrangeirua para oa teus committentei.
IV.Incumbir-te da eneommandi e impir-
tagao d; machiaiamoa e utensilios de uso agr-
cola.
V.Descontar taques aabre gneros remet-
tidoa do interior para o Litoral, medante a ga -
rantia dos respectivas ca'ohecimentoa ou guias.
VI.Comprar e ven ler terral e propriedades
lavoura.
VII.Empregar e administrar eapitaea de
lavradores.
VIII. Receb-T depisit a aindi ra i ni mas co-
ma ,-aixa d ecooomiat agrioolai, a praaa fizo ou
em cunta crrente.
IX.Descontar lettras da praga, bilbetes do
thesouro, lettras daa tbesonrarisa de fazenda e
quaeaquer tituloa t ansfenveis por eudoiao.
< X. A aceitar lettrai por dinbeiro a premio.
XI Comp.-ar e vender, ou recebar em guarda
oura, orata, pedral precios-as ou ttulos de valor.
XII.Eucsrregar-se de commisses, liquida-
ooes, euprestimos e incorporages de emprexas
por emita propria on de tereeiroa.
XIII.Emprestar sobre penhor de metaes
preciosos, productia de minas commerciaveis e t-
tulos de valor eflectivo.
t XIV.!Jperar sobre o crdito dot valores ga
ranudoe ao b .neo, com a emiso da tituloa ao
parlador pagavea em praso curto ou pala amor-
tisag) de serie, em moeda corrate a em ouro
e orata.
XV.Oa dividendoa serajp pagos em ouro ao
ea biade 2i (10i ai).
O aignatarioa do primeirocapital emittido al
perlazer a maona uccessana, seru cocaiderados
coma ucorp iradores e g sarao da vaotageni in-
h rentes a ella qualidade .
Paquete CoateTendo sabido do Rio de
Jan.iro h larde de 15 do correte mea, o paquete
Congo daa Meesagenea Maritim-a dever amanbe-
cer na porto do Becife no dia 20, leguindo para
Bordeaux e escala depoia da indjaptnsavel d mo
ta.
tompiinliadnii!Bhfllros-D) digno
cimuiauiaiite desa aucnpanoa reei bemol a segua-
te c rta .*
< Su. Redaotore do Diar) de Pernambuco.
Agradegj a Vi. -a. iaeii urna prtva de eoutid.-ra-
ga que me diapemaram d~ndo poblieidade le um
exeruieio effeulimda pelo peis>al lobmeu eommando
uo dia 14 da c -rrente, curapre-mo porem pedir o
tavar de urna reetificego.
A digna eoiLmusd- fcsual delta oorapanbia na
era inesperada ; uve a distincta honra da a convi-
dar e o'praser de u o mparesimeoto.
Baaiment-, bambeiras de um m- z a diaa de
engajados, j xecutam a maior parte dot austeras
de sua protito, devo entretanto ama parte desse1
progresa> aoa meu< dignas auxiliares o Sr. tente
Mohna, Eatea f jaccianarios aervem conmigo a muitoj
aunas, daulo-me at man. rea proaaa de disciplina
a boa volitada para vida a qoe aa dedicaram.
Maia um auxiliar adqueri n'eala provincia Aa
peaaaa doSr. aiferea Moran : este empregado cm
pequeas iastrueedes j v>i enanecendo satisfac
toriaoaauto o sytceaia de esoirptaracao militar.
Emfim a maior parte dos mena commandadoi,
do bus idea de ai.
Termino convidando Va. Sa. para honrar-nos
com as voesaa preaeogas, ae cot issp teem prazer.
Dispoaham, ete. 16-l--88. Capito/louiar-
Critatausa de morieNa da 10 do cor-
rente, segando communicon o Sr. delegado da tor-
mo de Pao d'&lbo e no engenho Fortaleza, prenden
aquella autoridade a Jas Cesario de Mello conhe-
cida por Joa Luiz e pronunciado no art. 193 do
Cadi^o Criminal, par bver cm 26 de Maio da
1881 assassinado o manar S v-rino de tal, mora-
dor no engenha L-ieal do referido termo.
O criminla oppoz t-oaz resistencia priso,
chegando a desfechar um tiro, que, felizmente,
uo attingio a neoburai das praga.
.tMtaasisssttoNo dia 27 do mez passado e
no lugar iiadriey do tormo do Ex, Rarao de tal
ferio gravameote eom um* tacada a Jeronymn
I .lri'uaa da Carvalho, que fallecen poucaa mmu-
toa depois.
O crimineso evadio-te logo aps a perpetracao
do delicto.
A respectiva autaridade paiicial tomou canheci-
ur-uto do faeto.
Lauro e naaaastluo O Sr. delegado do
termo da Gloria de Gaita acaba de communicar,
qua no dia 9 da corrente csptnroa a Joaauira
Paulo, um dos autores da roubo feito na cata da
Prancieca Maria de Burros Mendonga, moradora
em trras da engeuha Sauta-Maior.
K.n caa delle foram apprehendidoa divsrsos
ubjectoa pertencentes nao e a esta mulher como
a outros individuos.
J >aq .ira Paulo alm d; it autor de diversos
roanas est pronunciada por haver em 24 de De-
zembro do 1884 assaasiuado a Antonio Gomea de
Oliveira.
aTerimenio orate-A supracitada autori-
dude preadeu ltimamente aili, cm flagrante de-
licto a Jos Pedro de Barros por ter terido gra-
vemente c un um tiro a Donata M .ra da Conceiga,
residente em C a da Alegra.
Conseltio de compras dtt reparli-
efio de marlnha Poi transferido de 20 para
21 do corrente, a 11 horaa do dia, a reunio do
comelho de compras da repartigo de manaba.
Cabo submarinoPor coaitnnnicago que
receuemos do Sr. gereule da Weatern and Braai-
lian Telegraph Caupany, aabumas estar restabe-
teuido o cabo submarino entre o Maranho e Cea-
r, senda desde j feitas as coramuoicagoea tele-
grapbieas pelo meara i cano cara o norte.
sValli-eiasenlo -Victima de padecimantos
autur ,s.t..l cceu na dia 11 do corrente, na paviagao
de Anglicas, da comarca de Nazaretb, o bem co-
ndecido ourives Joo Clemente da Cruz. Sua mor-
te oausou dalarosa impressa a seis amigos e pa-
reates.
'rucltmis d<* ctsiiaierjlon No da
15 do crrente, foram lidas na mitriz do Afoga-
dos, os leguiates:
Jos Biptuta Ferreira com Maria Escolastiea
do Bspirito-Santo.,
Joo Aatouia Gaogalvas Lima com Joanna Ja-
aepba Vieira de Molla.
Aatiiiio Francisca do Carino com Josepua Ma-
ra da Canceigo.
Ao: uno taptiata de Oliveira C*mpoj caai An-
tonio Suvera dd Menezes.
Pedro Apolinano da Silva com CaBsiana Eupa-
tet da Luz.
Noi diaa 6, 8 e 15 do corrento, faram tam-
bera lidos, na nutrs da Ba*-Visca, os seguiutes :
Virgilio Pereira da S com P.aneisca Las das
Naves.
Alfredo Hearique da Mitta com Maria daa Gra-
gas Bruao VilelU.
Guilberma Pereira Bastos com Maria Joaquina
Sjarea.
Jeremas de Azeveio Mello com Custodia de
Barras Lobo.
Bemveauto da Casta Dantat cara I latina Gomes
Villar.
Antonia Aquilino de Campos com Etelvina Gui-
mar-'s. *
Joo Jos da Santa com Anua Luzia do Alate.
Bichare! Vulpiano da Cunha Rogo com Maria
da Encarnago riezerra de Menezea.
Alfredo da Foateca Lyra com Anna Joaquina
Nauraana.
Oiympia Apoloaio da Silva com Liiza Maria da
Silva.
B -ut i Leoncio da Silva Portella com Laurenti-
na de Oliveira Bastot.
(Jandida Jos da Silva com Maria Radri^ues da
Silva.
Joa da Cruz Pereira da Silva com Vicsacia
Mana da Nascimento.
Mauoel Flix de Araujo cam Felsmiaa Maria
da Jouceiga.
Isidoro Carlos de Oliveira oam Hauriqueta Ma-
na do Bom Fin.
Jos Alves da Anumpgo Metieses com Dara
A i ves rerreira de Mirauda.
Hermanegildo Correia da Silva eom -Mara Fe-
lippa da Couceigo.
.simaba CedrnAcerca deata planta ea-
creveu de Cannes o Sr. Visconde da Motta Ma'a,
a 16 de Ddzembro, ao Jornal do Commereio, da
corte :
Sr. redactor.Uavenda sempre espago no aeu
importante jornal para tudo quanto ae liga ao
adiantamento e progresso da oasa patria, rogo a
V- o delicada obsequio de publicar a inclusa carta
do Sr. Carlas d Nandm, membro do Instituto de
Frang e director do Jardim Botnico de Cannea,
Villa Tburet, que foi ltimamente visitado por S.
M. o imperador.
Reitero a V. oa meus protestos, etc.Viscon-
de de Motta Maia. *
Tradusimos a interesaanta carta do Sr. Car-
los de Naudin :
Laboratorio do ensioo superior.AnUbot, 13
de Desembro de 1887. Sr. Visconde de Motta
Maia, medico de SS. MM. o Imperador e a Impe-
ratriz do Brasil.fermitti-me J ir-vos noticia de
novo documento que acaba de ebegar me quanto
aa Simaba Cedrn, arbusto da America Central
(Nova Grauada, Guyana, etc.), ao qual dediquei
algumas palavras no Manual do Acclimador.
Os tactos referidos no meama documenta nao
padem deixar de intereaaar aoa mdicos, principal-
mente aos mdicos brazileirot*.
< Um viajante ioglez, o Sr. Jahn Pena Currey,
foi teitemunha no Panam de experiencia feita por
um da indias que o acompantiavaaa o qual, deso-
jando provar a etcacia da not (sement) do Ce-
drn contra as mordeduras de cobrai venenosas,
fet-te morder oa nio por urna caacsvel daa de
maior tamanho, tato, na presenga de muitas pes-
soas.
Minutos depois, manifestou-se viva inflam-
mago, que invadi a mo inteira.
Eutao o hamem, sem se perturbar, tirou da al-
gibeira urna not do Cedrn, maitigou-a, e cabrio
a mo cara a saliva, babeado depoia orna infuso
quento feita com o reato da noz.
> Em maia hora a inflammago e a inchago ti-
nham desapparecido.
O honeui soffrea algamaa nauseas e dentro
de duas horas estavt completamente curado da
raa mdisposigo.
Muitas outra* experiencias semelbantes effec-
tuarm se na presenga. do Sr. J. Pann Currey c
todas com igual resultado.
Das depois, aehando-se em S. Francisco, pe
dio o norio viajante ao Dr. Lan^wert que repe-
tase aa experiencias de que havia aido teatemuuba
no Panam, e caufirmaraa ellas em todos ta pon-
tos a virtude curativa do noz do Cedrn contra aa
mordeduras de cobras venenosas.
Estes e outros factas iut reitantai faram re-
latados por diveraaa folhas, eutre aa quaes a Alta
California e a Lmctt'e, falha medica de Lon-
dres.
A noz do Cedrn nio a mente eapecifico do
euvenenamenta pelo venena daa cabraa, maa tam-
bem excelleate meio eurativo da gatta, segundo a
Dr. Langwert, o qual afirma que ama tintura al-
cacil ca obiida pela iufuso de um quarto da as
com duaa oogas de alcoal, eura a gotta mala inve-
terada e rebelde.
Anda mais : no Panam geral a pr-raia-
ca de aer a noz do Cedrn preaervaliva da raiva
oroviada de mordedura, mesma noa cea e em ou-
troi aoimaei.
> Posto que posta haver al ruma exagrago
quanto t propr edades therapenticaa attribuidas
aquella naz, e certa que ella te aprsenla como
medicara nto de alta valor e chama u atteoga doa
mdicos man esclarecidos.
, Em tolo o caso, aa vera grande interesse no
dala senameute, ua s como antidota do ve-
neno dai co iras, mas tambem como remedio para
asolesiias infeetuoaai (feOre amarella, cholera,
etc)
Ha talvet grandaj deacobertaa para faser a
ate ryapeito, e ellas eata resevadas princip-il-
meute aoa m-daos do Brasil, melbor situadas pata
tas* experiencias do que oa da Earopa.
Na ultima risita com q> e a S. M. o
Imperador : urar 1 Villa Tburet, tive
oceanj de dizer sIgumsA^^HaTacerca da ati-
Cesfron
lidade de fundar no Brasil ou oa dotts j
pecialmeote consagrados ao estado das _
medicinaos, sgricolaa e induatriaes, e t exparia
mentagaa e investigagea qoe as cir
uggemsem
O que noi fasem saber do Simaba
vem em abano da minha idea.
' Pela cultura do Simaba em i
desenvolvida, e em localidad9 da Brasil
colhida, todas as pharmaciaa do mundo pe
abatecer-ae abundantemente do precioso i
ment, e uto constituira ao aasaoto trapo
cooai'i'Tavel de lacroi para oa cultivadora.
< Deiculpanda-me a liberdade qae tota -; i
cretrer-vot carta ta extensa, seeitai a a?
da minha mais distincta cansideracia.Ck.
din.
Podemos accrescentar que a planta
foi descripta pela botnico francs Pa
Flora Braziliensit, de Marti ua, dabaixa da deaotai-
nago: Simaba Cedrn, Plouch.
Pertonce familia daa SimarsJiaceaa e Airease
espontanea em todo o valle do Asaasonas eoaw at)
Panam, Nova Granada, etc.
Na Flora Braziliemis indicim-ia propritdaaVs
therapeuticaa da planta.
O Sr. Carlas Naudin, no ultimo trecho da asta
carta, nao maoifesta idea qaelbofoaae agir atttr-
gerida quanto utilidade da fundaea at jaronas
experimetltaea no Brasil.
Em 18G5, o Sr. Dr. Ladislao Netto. atoa labo-
riosa excuno s mrgaos do aosso 3. Fraoeiaca,
leu Soeiedade Botante* da Fraaoa tusa asestutin
ua qual, lamentando as gravea lacuaaa das asr-
varioa eurapeus em relago Har do Brasil, e,
fazendo sentir o perigo da destruigia de 7esrtrtaes
que tendam a deaapparecer do noaao tolo (cusso sa
variadas especies de Enociuto*, notadas par A-de
Saint- Hilaire nos campos de Minas -Ge rao),:
con a neceuidade dacreago de um parta de l
tas indgena! onde podeaaea eilaa aer i
para, a avenguaga dae auaa virtudes e prspcstv
dadis, bem cama n/f interesse da betaaiea, leacsip-
tiva.
Diaa depoia, receben o nasso coospatriata do ar.
Cu. Naudm erudita nat, que foi publicada esta
aqidila memoria, e na qual o eminente n urahata-
trancez sustentan a conveniaucia, nao a de re-
servar em cada provincia do Brasil maltas aoe
fossem preservadas das devastado t, asas ae an-
dar um jtrdica experimental na Bahia peta casto-
ra das plantas equatorises, e outro na Rio de Ja-
neiro para aa pUntas trapicad, annexando-as a
cada jardim laboratorio cbimica.
CartiarttEacreveram-nos em 14 do cor-
rente :
< Passou par ni, fetiva e alegre, o di .5 de
Dezembro, em qua aa aaaoaetaora o aaa loaeato
d'Aquelle que cuaioon a.dontriaa social ere;ig.a
que abnu urna granae sbluc i de ootiomiaa- ca-
ire o mundo q.- adarava ca d- uses do pagtnisa* e
o inuuda actual om as sua lea tablas justa,
inspiradas na niigiia chriat, que perdurara alta
vez de todas as evol jcoes da soeiedade, oa i
vacie de suas orinas, exigida pela aaturesa
pre perfectivel uo bomem.
Assim coma a raga branca, oa a robe- aiu asi
ropa, teode, pda le da aclecgo aataral,a evr de
vencida todas as outraa ragaa coas que ae pos em
contacta, assim tambem ao atrito da ciiiliaa^ao
ebrist, pelo mesma procease da aeieeei natural,
que tora perfeiti cabim.-nta no sociologa, modi-
cara-se todaa as outra civilittgoes'.
Pela curada larga doi tenaos, batida prio
piao constaute da bumanidade, caaiobaat le ataos
dadas o cbristianisaio e o progreaao. A verdtoe
uj tem idade, irrompe e.n tado os peno iaa bis
toricot, avezar de quaeiquer reaiatfoeias qi*j posta
eucaatrar ora saa marcha. E' como o sol, cajo
orilbo ple aer m;mentau -a.-n-i.te ocealta por sata
uuvem, mas naa completamente anunllad >.
J pertanca ai dominio do pastada o ano de
1837. Q anda o historia lar fiz r a critica de saa
collaboraga na granie causa Ja civilitagti Juna
tactos priocipaet sa ergueri pira illasir*.-o, para
contastar o fructo de sen trabalha, o resoltado de
sua actividade : A grande campaoaa sustentada
par Gladitonecogoomioado thegieat od man
na Inglaterra com o fim ue libertar a Irisada sn>
lei de excepgo em qne vive, e qoe nio di otargn
ao aeu deaenvolvimeo'o, e oettorgo empregtlo era
nosao paiz pir um iiUiei do- patriotas, ra favx
da emancipago dos es rravu, estes fovgaloa do
trabalho. Quer, porm, a libertaca da Irltndn,
quer a redempga dos captivos tem encontrado ara-
Uaragoa creados por espiritas retardatarios.
Na Inglaterra peie-se a oinservacio dh ttata
quo esa nome da unidad-; u-.ciaoai, no lirisil axt-
ge-so a manuteuga do eteravo em bem Ja riqoesa
publica, falto supposto qae em breve ceder aoa
golpes vibrados pela liberdade, eojoa direitos sao
im preacr ipt vea.
Neate momelo daos vultos eminentes do parti-
do eouisrvador, doua estadistas de merecioaenta
os canaelheiroa Joo Alfredo e Prado obidccnarla
a orientago que Ibea indicada pela op oio pa-
blica, cojos conceitoa procuran sempre respeiiar,
oceupsm se da grande questo da eiemeoto servil
e eatadam o meio de apreaaar a saa exiincgo.
Nao est, pois, looge o dia esa qoe te reates Ve
applaudir o triurapha de orna caataqoe t^iapex a
o direito e a jastioa.
No pleito eleitorsl de 30 de Deteatbro, oeste
diatrieto, o partido coas rvador nsostrou le pojas-
te, obleado os seus candidatos utaiotia eaa tadea os
collegioa. Neite municipio, antiga praga forte de
dsrtido liberal,a toa decadencia visivel. O parti-
do conservador cada dia conquista aovas i
pelo criterio e prestigio d'aquelles que o dirigen.
No dia 1' do fjente bonva na igreja da Ota
caigan d'eita cidale urna Brisan solemne eoos giaa
de profuso de msica e fogaetes e asalta eonear-
rencia de neis, apreaeutando as roas doraate todo
aquella dia um movimenta pauea rom nana esa ei-
dades do interior.
O e ama viagem da invern A L--.puna, por Somntia,
escripia da Shartvag em 11 de Fetereiro de 1885,
axtrahimoa o aeguinte :
\ A pelle da balea com o denso extraeto da
gordura, toucinbo de 0 ea 25 centmetro, qae m
acha debaixo, a parte mais preciosa. Ctifas.
na em compridaa tiras qoe va da eahega i enana.
Apenas destacada cala ama destaa tiras agarra-
da por um gancho e pucha la para cim por asa
plano inclinado, mediante urna corda e aa atstrav
tante, at o primeiro andar de ana grande ta-
bana.
Aqu a tira redosida a pedacos este por
aua vez, te ueitam em immensas calatearas aq*e-
cidaa a vapor.
O calor faz destruir aqaelle toaanho s e afas
qae delle pravm se reeolbe em toneis.
c Alm de orna ioameoaa quantidade de
(4 a 5,000 k io;rammas p:r cada ara tm atedia)
ao ram daa bi leas aa barbas, coalt^asas sea
o nome de bal iaa, adoptaba para tasar as Ma-
tas doa chapeas de sol e o rspaitilnti da sto-
Iherei.
< Estas baleias teem om prego elevado ala,
depoia do oleo, o pro Jacto maior ana asa das.
Do figado depois se oatsin aa sunne,
semelhauga do de psixe-eo, pasta no cosansarcte
sob o nome de oleo de ligado de aaealatVo.
Todo o restante da careaasa te redes a sana-
goi, ae aecca e se pisa do saesoso nado trae sa ea-
begat de bacalho, para deiles faser insano ar-
titicial.
Na todo, urna grande baleia asas, ists da
etpecie que se apanha nettas pai
ler de 6 a 7.U00 franeos ao
Groenlandia at 15000 francas.
a Em algutnaa pateara de
tado conservar a ana eame fressa,
caixat de Uta, coma se taz
.Sa o publico qoiseate comel-a,
maaaa irameos i de substanesa aatrienat e ai, e
resela aaas o gaaho dot sansesavat, pasa saa aa
tugar, quasi que nada vale. Mae lia asnaat* ata
prejuito rid>cnlo contra as comidas san saa *>-
nbecen. Ca aqui aos exetaplo.
< No anoo pataado, um asen asa'sa traten* da
Noroega algumas destai latas do sarna io
e na da ea que tinha gente
cosiuheiro para qoe as posese i
conten lo eaa em motbo beta ota
mo tuapa Ibe crdenou o
TaJoa comern) do gnitado
mvesugar o qoe ara.
A' sobremesa o dono da tm
convidados como tinosa acfcaa
malhi picaute e qoe julgavam o_l
Todaa iisaeram m
(Jui tom.ram por carne de
bre. Mi qlaudo soafceraj
carne ue bil -ia, quasi
fea, alguna empall diorass, e tun
lio mal que teve de levantar-ae da ssaa. Vea
quanto pode o prejaiso !
< Falln j des tederes dta pan arias de aa-
aalbao. Oa de naa p
porc nados i granassn da prea f
a Iotagioe-se o ehesro aoja
.-
I
tr
I



Quarta-teira 1H de Jamird
.los
k
caler no v
m > earne, de sa
de intes.inos deisada a apudr-,c<>t aosre asarn.
todam,! i-i P"He e toda aquella gordura cue
fem
qek I is. ene nao sentissemos nada
diste, V abeaccamoa alase o fro qaa detm leda
a puti faee&o .
ani-i-riuria dan -obra* oe maierta-
eao 01 porta*Bolotisa moteorologico do
da 16 ic Janeiro de lt*
Hora
6
9
12
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t.
BaroBctro a
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7.08*32
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.?. i
757-4
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TensSo
do Tapor
20,47
19,56
19,25
182*
19.U7
a
as
'I
a
33
ci, Pernambnco,
athn paia. Remettida pela
CHMNICA JUBICIARIA
lauta Comnterelal da cidade do
. Reelfe
ACTA DA SESHO EM 12 DE JANEIBO
DE 1888
r:
lo sorpraadeospnzar d lUujar^-
82
68
66
65
71
TeupzTaiura mazina*'J'.O
Dit. mnima-25*,00.
" Eva norato em 24 oras aosol: 6,9 ; acos
br : *',o.'
Chuynnlla. .
Dinero do vente : E durante todo odia.
Ve!octdade media do veat: 3^,69 par aegondo.
Nebnioaidadmcdia:. 0,39.
Boletim do porto *
233
B.
P.
B.
P.
Di*
16 de Janeiro

Jan ir o
M
M.,
M. 17
M.
Horas
010 da tarda
646
1 3 da manha
7 9 *
Altera
0"57
2,-43
,50
2,* 25


_-.a.ei H>etiiouiUJi-ae-to;
B Moje :
Pele tiente GasmSo, As 10 1(2 horas, raa da
Bario da Victoria n. 50, de boas movis, pianos,
eapelh >e, quadros, etc.
Pelo HgeDte Martina, a 11 horas, na ra Velha
de 'ai.ti Rita u. 89 de mo7Cs, louoas vidm,
etc.
A nanha:
Pelo agente Stepple, a 11 horas, na rna do Im-
perador u. 22, de predios ; e 4 1 hora da tarde de
canario da AlHmanha.
Pelo ugeate Pinto, s 11 hora, na roa Mrquez
de Oli.ida n. ti, de inoveia, loucae, vidros, ete.
Pelo iigente Martina a 11 horaa, na ra velha
de Santa Rita n. 89, de movis, lonjas, vidros,
etc.
Sesta-feira :
Pelo agente Stepple, a 1 hora da tarde, na ra
do Imaerad >r n. 2-', de canarios da AHemanha.
MtHtiaa iiueUres stro ceiebrao.es ;
lija:
A's 7 1/2 horaa, na matriz da Bi-Vata, por
alma oe .'icio Demetri) Feraandea Vianua ; a 8
horas o Coneeicao doi Militares, por alma de D.
Hernv linda de Carvalbo Moura. #
Ijczta-leira:
A's 8 horas; na Ma3re de Deus, por alma de D
Ephigenr* da Bocha Cardoso.
'PaosasrelrosOh-gados dos por tos do Sal
no vapor -laeional Para :
Dr. Joaquim Lobo, J.o P. Paula Pesaos, Anto-
nio Francisco. Galvao, Dr. Joaqun G. Chaves Pi-
Ibo, Zalerino Looreo90 Martius, Alfredo da Silva,
alferea Thomas- W. H. de Meirelloe e 1 criado,
Jos Antonio Pereira, Tbomaz Barrete, Uoocalo
Ferreiru da La, Silvana Mara da Conceicao, Jos
Frantiico Teizeira, 7 oracas do ezercito, Dr. Ma-
rio Fia-ho, D. Emilia Rodrigues-Maa, Dr. D'min-
gucs di Silva e sua sentum, Theopbilo Borgea
Falca), Antonio C de Lacerda, Jos doa Sautoe,
Rayoiuada (criada), Dr.'Laiz Viclor H. de Carva-
lho, Pedro Duarte, Mancel C. de Oiivaira Mendon-
ca,Jo.-$ Mendunca, Adolpho Pofalmana, Dr. Fran-
cisco de S uza e'.eua seiibura, AntcnioV. de Carva-
lho, Jos Uu.uiaraus de Araujo L, Joo Alves P.
de Lyra, Antonio Frauciaco do Santos Falco,
Francisco Hunds da Punseea, Manoel C. Franco
de Almeida, Jos Rodrigue* da Cesta, Jos An:o-
nioda.Bilv,Manoel Evaristo da Fonseea, Beato
Joaquin da Mott%, Antonio Francisco 4e Uiiv re,
Antur in Casado o Candido (criado).
Cegados da Europa no vp.r allemao Cam-
pias :
t Joao da Silva e Bamwrdino de Oliveira Mala.
Operac6ea> cirarcteasFbram pratica-
. das no hospital,Pedro II, no da 17 do corrente, as
sejjoititea:
PeloDr.-Pontoalt
. Talba bypogastrica indicada por grande calcu-
lo vesical, que tinba w5 gramolas de peso.
Pelo Dr Malaqnias :
AmputacSo da i oa io terco medio pelo n>etho-
do a.dius retalboe, indicada por gangrena espon-
. tanea do p e perna.
Casa de itctencoMovimento dos pre-
sos da Casa de Detcociio do Beciie no dia 16 de
Janeiro de 1888:
Exiaam 411 ; entrarm 23 ; tahiramlO; ezis-
tem 424.
A saber :
Na:ionaes 431; mnih tp.-: 10 ; ?strangeifos 5 ;,
escravos sentenciados 6; ii-u prucessado 1;
idem de ecrreecsto 1.Total 424.
Arracnadoa 367, t
Bons 346 ; doeutea 21.Total 367.
Mcvimento da enfermara:
Tevo baiza: /
.afane el Velloso de Mello.
Tiveram alta: .
Jos Barbosa da Silva. *
. Antonio Gomes da Silva. -
Hospital Pedro II"O movimento deste
hospital no dia 15 de Janeiro, Coi o segedme :
Entrarm............... 5
Sabio.,................. 1
Fallecern!............... 0
Exutem................. 538
Foram visitadas as dfermariaa pelos Drs. :
Moscoso, s 8 horas.
Cysneiro, s 10.
Barros Sobrinb", s 7.
Pcntaal, s 9 3,4. '
O ajudante entrn 7 horas da manha e sa-
. hio a 2 da Urde.
Lotera da. provinciaA 3> parte da 11*
loteri a pelo novo plano, cojo premio grande dt
* lUQtOOOOi'O, em b.nefieio da Santa Casa de Ji':
sericordia do Recifc, se extrabir no da .. do
crtente a meio dia, na igieja de Nosaa Senhora
da (-onceleo doa Miitarea.
Cetsalterlo pnhllcoObitnariodo dia 14
de .Iiinnro :
Mara do Carmo lk-rges Berna, Pernambnco,
53 iinnos, viuva, Af. {;ade* ; pn<;mncnia infec osh.
Jounata^ftsjataaiua^, 'i mezea, Graca ; bron
Epaig-nial ^^^prdosi, Pcrnamboc- 17
naja, soltHira F^psMeorbate.
Cario:, Pemamttaio, aez e saeio, S. Jos ; en-
-terUkdi
MiaaWPerQambneii, 4 metes, Santo Antonio ;
eipisnwP
Jo.qiiiosTalam dos Prazeres Ramos, P.rnam-
bnco, 76anna, viuva, Santa Atooio; gangrena
sen I '
Joisjsita Alves de Sonta, Pernambnco, 36 ap
nos, aouteiro,. Boa-Viira ; tubreulos palm^iiare*
llano I r'raoelseo Honorato, Pernambae t, 86
hroi, aSMdi, Bot-Vista ; hrmorrhag a cerebral.
Cundid M ra Joaquina da Loa, Pernimbuco,
.15 aiinoa, csada, B.a VUta ; tubersnloa pnlmo-
aar'i-
lliiiia The dorad Coneeicio, Pernambuco, 70
anuas, casada, Bja-Vist ; eaobezia senil
lugi Alb^rtmi, reasV'tid* pela polica.
15
ItdM Mara I^aacia, frica. 65 anuos, casada,
S. Jos; broncbte*,
Ai-ceuno, Pern.aabuco, # me***, 8. Jos ; ce-
<|i!liche. .
Itilin, Pernatnbuoo, O apnoa, 8. Jase ; tepes re
. 'Francisco X ivier Marineo, Pernaujbaco, 7t an-
bw, soitBiro, ttoa-V.st* ; tiasBsHwatonar.
'AAtonio Cholopei'iz, Pernambueo, 81 anoaa,
solbira, Bm-Vi.t, ; an' urinas*.
?as feto, Pernam juco, os-Vista. '
Manoel aiestisp, resMtlU* pal. poli
razsiDzac A DO iixm. sa. c (aazsoAuoR abtOxio
MBs'oa MIRA! DA LBAL,
Secretario, Dr. Julio Gtantardes
A's 10 horas da manhi. declarou-se aberta a
sesaio estando presentes o Srs. deputados Olate
Bastos, coinmendador Lo es Machado, Betro
Jnior e Hermino de Pigueiredo.'
, Lina, foi approvada a acta da sessao anterior
4 fez-se a lettura do sguinte
iiXFBDiatrra
vOfficioe : .
De 2 do correofe da nova junta dos correctores,
declarando que entrn emezerecio de sua func-
ooes.Para o archivo, depqis de aecusado- o reoe-
bimento.
De 7 do preaente mes .da mesma" junta, remet-
iendo c-boletim das cotacies otjiaea da 2 a 7.
Archive-se.
O n. 24 do Jornal dos Economista Seja archi
vado.
Diarios Officiaes de ns. 354 s 358.Sejara ar-
chivadas.
Foi ruorica o diario de Borstelmao. & C.
Participecio da secretan de n5> Ur sido re-
gistrada a procuracao de Domingos .Alves Ma -
tneus, conforme fra orden iOo na precedeate ses-
sao, em virtuds dedahberayio do peti:ienario.
DBSFACfcOS
Mappss :
Do trapiche Barbosa e di Compabhia Pernam-
bncana. >
Petises :
De Manoel Alves da Silva Maia, paia qne se.
< baiza no registro da no'neaco jo aen ex-cai-
zeiro Moyat Manoel M.cliado. 'eferida.
De riermann Lunlgren.:. C. e Delmiro Augusto
da Croa Gouveia, para queaeja archivado o con-
tracto de Bociedade de capital e industria ou de
propositura que celebiwrara n'esfa praca, para-
que o aocio Delmiro empresa --se na compra c
pi-iles de cabra e bo lea a'esta provincia e em
qoa.qner ontra d imperio com o capital de i:0)
*Archive se na forma da iei.
De Ribeiro Duarte C, de cuja firma sao so-
eios Engracio Rioeiro de Mello e Antonia D Jarte
Correia, para quo"se registre a masca que adop
tsram para distiaguir o* ci.rarros do sen commer-
ck) czpostos vcud i ao Islto da P. nha n. 1.
Nao tem Id'ar o registro i olieitado jem vista da
diapoaico do 6* a'rt 8 do decrete n. 3341) de 14
de (tatabro da 1887.
DeGuimares 4 Amoritn, para que se archive
o contrac.o da sociedude eci noaie eollectivo qnj
aob dita firma celebraran Jos Gomes do Amo-
rime Thomaa Antonio Goinaries coaa o capital
da 12:0004 para o f.ibrico de leos vegetaes nesta
praca, sendo o estabelecimento social ruada
Autora n. 161.Seja archivado.
Da Manoel Goncalves Pereira e Antonio Gon-
calves Pereira para que aeja archivado o diatrac-
to de socie^afle da firm^ Antonio Goncalvea Pe-
reira & C, ficando o ez-aocio Mancel de nosso do
activo e do eatabelecimento sito ra Duque de
Caziaa n. 45 e obrigado-pelo pisaivo da eztiacta
socudade.Archive-se depois de satisfeito o p>-
raja r.
Nada mais havendo a despichar, o IMm. Sr.
rommendador presidentoe-eerrou a sewo s 11
h.ras e 1|4 da maulla
saner-se qne o ludjto 'ava grave-
mente r iferm, caascu crofaod>l Coasternafio a
quantoa com ello, ranotinhsm rstacaer de amisade
e rnasmo oa que o nio sjonbeciaui aentfpelosse'ua
actoa de funccunario publico.
E' qt elle imubra impOr-ae aympathiu so
bom conseiro da ociedade Rio Grandenae, pela
sua 'edu^seao e cavalheirismo, e, principalmente,
Lpel hoaeslllade e independencia de carcter com
que ei'ic'fU ef funccSes de promotor da justica.
EsCrevendo, anda ha pono fenpo, sibreaacin-
tosaveniofij (le qae fji vic-tima, dizia elle :
. Pod'im apontar-me erros de Intelligenci, mas
delafio a qne m'os apontem de voutade.
Effdct:vameute, o sea norto, na cadeira que oc-
cupou por esp tf- de quisi dous annos de trabalho
foi a justica, e nio puncas laclas teve de susten-
tar contra reos e 'poderosos para salva-guardar
interessea 1 'gitjmoa que elle jalgava em riaeo ie
serem piejudicadoa.
Bom, generoso, ezpansivd, intolligente, tinha
diante de ai um foturo prooietteior, e asa sus pa
leatras intimas, irtti'ramente dtsprecceupiio da
idea da a.ortaarehtectava os maia seductores
caslellos de tl cidade e deramor.t. Amor Com
o pcrsooi geno ideal de Pinheiro Chagas s logrou
tr aa nupcias do tomlo !...
O Dr. Siqneira Cavslcante contsva spenas 26
annos de* idad.i e era formado em sciencias s -
ciaes e j indi .-as pela Faculdade de Dirtito de
Pernambuco, provincia de que era.natnral.
Na-adrninistracao.Lucena foi nomeado promo-
tor publico dacomarca, cargeem que se cons^rvou
at ser bi dom *mzes mais ou menos removida
para S. Christ na do P>nh il, remocao que nao ac-
eeiton por couaidsral-a deprimente, da sua digm-
dade.
Abra estilo banca de aivocacia, e alimeotava
toda a esperan;! da vir a couqdijtar a eonfi.nca
precisa para e::ercer com vantagem a sua profia-
cSo.
A sMrss cortoa-lhe, porm inopinadamente io-
das as aspir i(;d's, e h'je nada mais resta desse
'ii' f >qu" i id i queriam e reepeitavam, seno a
lembrunea de suas virtudes e da sua honradez. ,
INDICARES tlTEIS
edlcos
O Dr. Lobo Hoscoso, de olta de -sua
viagem ao Rio de Janeiro, conntia ne
oxercicio de ana protie sao. Coasltuas das
10 a 12 horas da manha. Especialdadet
-.peragoea, parto e molestias de apnboras e
neninos. Ra da Gloria a. 39.
Dr, Jiarreto Santpaiomdk consaltas de
meio-dia s 3 horas no l.4 andar da caas
i ra 5 Baraod* Victoria, n\ 51. Resi-
dencia ra'Seta de Setembro n. 34, en-
trada pela ra 'da Saudade n. 25.
Dr. Joaquim Lourei'o medico e partoiro
Consultorio na ra do Cabug n. 14, Io
andar, de 12 s 2 da tarde residencia no
Monteiro.
. Dr. Qama Lobo medico operador e par-
tetro, residencia raa do B. de b.Borja n. 26.
Consultorio: ra Larga do Rosario n. 24 A
Consultas das 11 horas da manha a 2 da
tarde. Especialidade : molestias e opera-
;5es dos orgos genito-urinarios do homem
e da mulher.
O Dr. Alvares Quimaraes chegado da
corte, dedicase medicioa emgral, e
com especialidade s -nolestias do cora'co,
pul-i,o-s, "figado, estomago e intestinos, e
tambero s conrulsSes e outras molestias aas
criarjsa. Reside paga Conde d'Eu,
n. 2t, i. andar, e tam consultorio ra
do Boro-Jesns, n. 45, onde diariamente d
consultas do meio-dia a 3 horas da tarde,
aceitando chamados em qualquer d'essesi
lugares. Telephone n. 381:
Consaltorlt medlco-legal
O Dr. em medicina pela Faci/Idade da
Babia, bacharcl em direito pela iJ'asuldade
do Recifa Jos Feliz da Cunba Menezes,
encarrega-se de qaestSes de medicina,
legal. Ra Primeirn fle Mai-90 n. 12.
todos os das das 11 horas da manha s 3
da Urde.
Clnica medica
O Dr. Mathtus Vae, de volta de sua via
gem, contisiia'no exercicio de sua -profis-
aao para o que ser encootrado de 11 ho-
ras ds manha a 2 da tarde na rna do Ba
rio da Victoria n. 32, 1. andar e em qu
tra qualquer hora ra da Princesa Isa-
bel n. 6. '
occniata
Dr Ferrara, com pratica nos principaes
bospitaes, e dioicas de Pars e Londres,
d consultas todos os das das 9 hora ao
meio-dia. Consultorio e resiienoia a rna
Larga do Rosario n. 20,.
o rnarro* almarea
Pode ser procuraos em seu escriptorio ama
1. de Marco n. 4, l.# andar.
O Ur. Mtiet tem p Beu escriptorio de
advocaciaj na ra. Duque de CaziaS,
o. 50, 1. andar.
Droaarla
Faria Sobrinho C, droguista por
atacado, ra do vsrquea de Oliada n. 41.
errara a vapor
Serraria a vapor e of/teinO de campia
Je Francisoo dos Siotos Mcedo, caer do
Capib.ribe- n. 23. Neste grande estabele-
.iinento. o primeiro da provincia nesta ge-
nero, compr-aa e vende-se madeirta
le toda as qnalidades,
O sahimentn foi um dos mais coneorridos e im-
ponentes que eita cidado t<-m presenciado.
'Fizcram-se representar nuineroaamente todas as
claaaes Soeias e estiveram presentes' todos os
membros da nagistratura e collsgas do ni iitoso
finado.
E' dizerque a'.o falteram triste solemndade
os mais conspicaos .membros da sociadade rio
graudenae
Comparcersm 4 bandas do msica :
A do popular Club Saca-Rilnas, a das Dnas
Coroas, 11 da Lyra Artstica e a da Pl r-ata Rio
Grandeds,' que acompanharam o prestito at o
cerniterr. ezee itando sentidas marchas fnebres.
Ascias or.'recid) por diversas familias a
csvalhe-s dat relavo.-e do Dr. Cavalcante erara
em numero tal que uSo coubiram aa catas umba
m quafji sepultado o cadver.
'Cjuseg'iimof obter a seguate relacao de alga-
mas das pessot a que as coviaram :
D, Aicira de Antojo.
Alozandre e Aicira.
D. Amelia d j 'Araqjo e Silva.
D. KruestioE. Al Ves.
D. C-a Altes.
Dr. Jais de Direito.
t Dr. Pi Angelo.da Silva.
Dr. Clrm ntno Po da Silva.
D. M-iria K irciaa da Silva.
Dr. T-rajaoo Lopes.
Alezindre taiiz 'Pereira da Silva.
D. Al-ira Li-'pes. .*
Evaristo Perreira Nunes.
D '. J' s Dina de Almeida Pires.
D. Mara Amelia T. Almeida Pires.'
D. Mara C-.r lina ffarcellos."
D. Maria Carolina Lo.) s Bezerra.
Familia R>iendo.
Pedro de Aaevedo Machado.
Joaquim Ai tonio Das de Oliveira e sua es-
Ps-
Candido Ribeiro.
Pedro Lcnn:nco de Oliveira.
CanJido Sonres de Lima.
Abeillard Almeida Prea e mais 32 das qnaes
o Jo se pdde timar oa oom.'s dos offertantes, bem
como algunas de ;fricauos importados depois. da
le de 1 de Nov ir.br.. de 1831.
Entra as coinmitses de diversas sociedades que
se fierara representar, notamos a doG mgreaso
Portugus D. Luis I, Bibliotheci Rio Orandense,
Thalia, Castre Alvea, Diogenes e Saca-Rolhas.
Estas homenagens prestadas ao Dr. Cavalcant,
qne c3o era lilbo desta trra, que nella residi
menos de dcffi annos e que nio teve ontra vida
publica alm dos mezes em q'ie ezercen as fnne-
(es de pronntor,tn para dos nma explicatai
que.honra tarto a memoria de quem as receben
como aquelles que as preataram.
O q e iinpellio teda aquella enorme multidao,
compoeta do que ha de maia diatincto na aocieda-
de rio-grande iae :-r-mag8trado8, mdicos, ad.vo-
gados, capitalistas, negociantes; jornalistas, ope-
rarios, e at emitieres, criancas, libertes e esera-
vos, a -se conatitnirem. em piedosa romaria para
acompailhare:n at o ultimo jasigo o eorpo do in-
fortunado moco, foi o sentimente da jastics, o re-
conhciment.i, espontaneo e instinstivo das suas
virtudes e' da inteiresa do su carcter.
Muites olhia ejtavam marejadoa de lagrimas, e
de todo-, os labios partan) pbrases de casterna-
cab e da pezt.r.
Aa pobrea creaturas qua o Dr Cavalcante ar-
rancara aa captiveiro, e que nio foranv ppucas,
faziam tambm parte do prestito e depositaram
sobre o ataiie coifias symblicas da soa saudade
e da sna gralido.
Tudo isto iiuer diT qne nao est de todo per-
dida'entre neis o sentiavnio da justica e da mora-
lid e, e qoe sqaelles que como o Dr. Siqaeira
Cavalcante camprem nubremante o sea dever, sem
saberem reetiar diaate da for^a e do podero, sem
sab rea transigir com a Jei e com a consciencia,
anda aspiram respeite, coosideraoao e estima
uio;i p:puUcIo ioteira.
Q 1 sirva isto de e'zempk), e que este ezemp.o
apreveite a ldoi quantos tiverem de trilhar a
sepda efua pca-correu o honrado- mo$o.
srs hti.ij-'a e sinceras anrissdes,
C>mo masii'.rado elle honrou a sua elassae
nao com os fulgores de ama iatelli^ncii aaadu-
reiiia nsjpratica e no estalo, eom a pureza das
suaj oteado s e com al idep dade eanf qoeprocurava cumpri? Os seas devore
de orgao da j'HUja publ ta.
Oatros tero entre us desomnenhado o cargo
de promotor publieo com m U jllostrafo e talen-
to, nenhum, porm, com maii selo, hnrales e i n-
par iuflade.
Lnvava a oontraoeo ao comprinento dos seas"
deveres, a ponte de aacridear aa aun relaces" eom
pessoas a qaem peezava'e devii finezas e atten
ooas. .
Qaercomo magi.trado, quer como tinplesci
dado, o Dr. ^ijueira CavaUan'e era o que se,
chama um hom:m dd bem, na verdad, i-a acep-
co da pala vea. *
Essas qualades e a atabiiiado e franqueza
com que tratava a rcoa e pobrea, conquistaran!-
Ihe ama grande populai'i 'ade entre todas as clas'-
ses de nossa aoci-dde, razio pirque a uui'ia da
sna morte tei/ecebida com seu'i naoto geral da
populacSo.
O seu enterro, como ji diremos, f.i um dos
mei 1 coneorii(os qae temos vino asata citada.
U eorpo saLio da casa'd< Sr. Dr. Jos l)ias de
A'm'iia Pires, que lera ai ini.oso no; 1 as maii
ciitinctas privas de anlale e cav h'il .m j.
recebando o em ana caaa q iao lo ca i enterlo :
trataado-o com todo o cai.iiho n d-svell >.
Ao sabir da casa m irtuana aeguraiam a ale 3
do caiza^o oa Srs. Dr. Aotonio Jos Hinto, jniz-d>'
Mirito da comarca; D ui Jacintho de Men-
dnica, jms municipal; Dr. Eloarli Erbate de
Araujo, promotor publiu 1; corone:!* Jos Luis de
Meaquita e Al -zandre iljraavdiao da Moura. ad
vogadoa; Dr. Antonio de Castro Paij, cnsul
portugus.
No prestito vimoa numerosamente reoreseut 1-
daa todaa as clasaea SOSiaes.
O fretro foi couduzrdu mii al o emiterio,
aeqdo acompaubadd pela btqlas le msicas do
eib Sacoa Bolhas, Lyr ArU-tiaa, Floresta Ro
Orandense e linas corjs com os aeus estandartes
envoltoa em crep.
O caizjo i a cob-rfo de grande quantidadfl de ri-
eaa c.. offdrecidaa pelo Dr. Po Al fea, .familia
Almeida Prea, D. Carolina Lope* p-jzerra, Dr.
(Jlementino Silva, Alozandre Luiz Perdra da Sd
va, Dr*. Trajano Lipes, Evaristo t. rfanas. O
Mara Regina da Silva, familia Rizeado, Pe Ir.
de Asevedo Machado, D- Mana Carolina B >reef-
loa, D. Alsira Araujo, Cand da Ribiiro,. Pjjro
Lmrenc de Uiiveira, J01 i'i"h Antonio Das d :
Cliveira e eua senhora, D Mara fiarcisa da Sil-
va, Cinlido Lima, e mais 32 remettidas por di-
versa! pessoas cuj >s nom s a%i pidamos sabir.
Ch.moa a atieacSo o facto co.nmiveare de al-
gaiaas pessoas de cor aeompsiiarem o enterro
al o cemi'uri 1, condnzini) molestas cor is quo
nio pod ra a ser collonadas sobra o caizao por
falta de espaco.
Eram pobres b-rt a, que prestavam por esse
va- d 1 manifearacio de recouheeimento A^u lie q i",
qu.'.iido promotor pub ico, conseguir arrancai-os
aos ferros da cscravido.
Taes f .rain as homenagens preatadas pula po-
pulaco da cidade do Rio-drando *> moc brnao
-.'distineto, que pir suas qoalidades e condaota
aocial soubera/iaptar as symo-.tni .s e a consida-
racai.pub iuis.
Ellas sao tanto mais importantes quaato sao
um verdadeiro enainamento:-provam quo ajun-
9a do povo sempre r fpe.tav 1 ; iulefoctivel.
(Mar.o do Rio Grande, de 10 de Dczembro de
1887).
ao p -r1 esvaaiaram um sem nomero de
arrafaa deoerveja, de vioho e de outraa bebidas
mais f irtes e mais baratas por serem do fftiz,
meamo da comarca.
f^Poi ama testa ezpleadida, em qe tomaram
arte, alen de todos os ehefes e soldados do par-
tido liberal, -os ornados dos, chefea conservadores
especialmente eonrridados para aquella boero-
oheira.
Poi tn nunca acabar de vivas, vinho, eer
branca qae felizmente acabou como era da
rae em gargalhadaade tedpa que preaenciavam
aqnella sceua eo mesmo lempo cmica e trgica
Na verdade, ao psso que tazia nr, entristeci
tambem o contemplar as gargalbadaa e os gritos
deseo Dpissados de todos aquoilea oidadaoa a quem
estavamos acjatumados a ver serios, graves e sen-
satos, c que, n'nqu da trate conjunctura, viamoa
ridicula e democraticameata mistaralos e confun-
did a com a gente da mais baiza eztraecio da
poasa sociedade, at como j disiemos,'com o crea-
do Jchete do partido adverso, qua sshie da brin-
eadeira incapaz de acomjanaar a sea senbor.
Coafrange se nos o- coraco ao relatar taes fac-
tea, qu foram pr-'senciadoa por todsa, e, nao vi-
rtamos ao Diaris contar o succedido seno tivs-
semoa em meute User com qae ns seas promotores
ato os r -pirata q'nlqu-sr que seja'u lugar e o en
tbuaiaamj da que ao aobem poasaidos.
Bsta.
Um oiceucioao.
inha trra
(Ao major Preseiaao de B-.rrss Accij'y Lins, como
prova de lutiina amizade e. subido aprecio, por
ter o m-smo, em 1860, alforriadi todos os eens
escravos^ creado escolas para ed tcaflo de aoas.
crias e regeitado o titulo de bari que Ihe offa-
cera o goveruo no anno prozimo a*as*4o )
Da. bosques froulosos, dj campos relvosos,
R'gatjs e fontes,
Da matas eztenaas, planicies iinmeasas,
E vales e montes,
Teu e!o brdalo !...
Ten co dourado di estrellas brhantes,
as pedras dos ros ha mil di itnit ; !
A lu forraosa, geatil, orgalboss,
As nuvins ligH'ras,
As arv'res annosas, as fl ires mimosas,
Aa graddeo palmaras'
Ta ezirnam de encantos. >.
Das aves oa cantos sao tornos, saudaveis,
Teus ares alo pjros, sao mais agradaveis...
Outr'ora da'ant.'res, cerevio de Aires,
A!ero em tea seto, .
Prazeros truindo, coatetrte samado
V. vi sem revea
Daeorte iacoastante.. .
Depois, vasillaate, d'.izei m ihi torra
Q re taotos primores, grandezas eocerra !...

Ah Pre3ciaao, o miia sobiriai
Doa filhoa que tdjj.
A t,'it.i de avnors, de ternoi c iator.:j,
O meu Sireoh'em,
Mea barco fl irdo. .
O homem subidb da tau;o valor,
O filh) da patria d.1 taa:o p.imjr.. .
E.e forcea
Li conflit eat retard, assure-t'oa. Maia esssssst
I st inevitable daos nn laps de Issjsps fia asa
msiis loigo ainai que je) recra depon cu asas
mais coaune de 'proo--na se pose
y crois :ra agrabte aiz nooss
Diario en leur defiuissant brivsaaeat Isa
tb'.'s lea pina probables da deptlirssssjt i
se que de l'srma rasse.
Masse considirabla dispassat ponr sn
eur (penne do 823 bitaidons, 936 asead*
'.ittA pedas de canon et si js eootpte i'04
nie, m!t rcas qoi vest dise oroam somia
J'arrive'a a'm effetif de trois asiliiino da s lesas*.
L? coatiageat an-iael fournit 830, iX) i sosas es sssr
las quuls 215,000 sont iacerpofs..
Oa voit qu'avec aajasajr-'ias laen*-* ea past #a-
prer aette foia aiosTsjs j r"r-T/aia esa 1818 st
sans prsomptiona ni bravadas starile* qn-i fDos*
de Sao Petersbonrg pourra sasssMr defiaossaseat
le chiep de Berln et atoa an.fi< rrgret SBt de
n'avor pas la 'f res slfkssiater et da Milis1
avec i'pe de i'orficiar c-a n o e fusil iii sblnC
a ce'tto ceivre de toae jutiea.
C'eat la niome.it j' ero-a de rsopoll r ce sjaa le
Maitre dea llaiir a j'*i nouia vleapsj
envait da,I > Ruodie -2 la Suit- de B-raail
L'avenir do la Russie eat d'nn poids iia
daos nos destiea. II n'esc pas impoaasta
sa barbirie vienne np j ur rjtr mper a**n: err>E-
sation e le bol rasse a> m^-: tanir ea reserva das
populations qu'o'a dit satoage par igaoraai sis a
qa'il.eo co.ii poor nos r/giooa potices.
liaron O. J. fHerpewt.
-------------aoctrasB-----------.
Na igrejs matriz realisouse .hoj-9 a missa d>>
stimo da, por alma do inlitoso joveii Dr. Jos
Camello Pass .a de Siqueira Cavalcante.
A' cercn-.o.iia religiosa compareceram grande
numero de familias e amigos do finado, em cuj >s
emblantes uotava-se a magoa produsida pdlo
paasamento de tai diatinoto j ivea.
O auffragi-i foi mandado tazer pel nosso mijo
Dr. Almeida P.res no sea e em nomo da familia do
finado.
(Do Arafo, de 14 de Demb'o de H87).
1 aisnj *
Respeta
serra-se madeiras
le sonta alheia, aabim oomo se preparan)
ibra de oarapina por machinas e por pre
go sera eoiajetencia -Perambuo.
fll
rtiLHUCOLS A PfiOIDO
Antonio Leonissa Durvilie#e Silva, Psrshyb*.
45 tzmoe. casado, 8. Jir ; snol'stia bHgl
Cieopldina, Perni.moaco, 7 12 meses. 8. Jas ;
felire perflieioaa.
Mara Math lie dos Prazeres, Pernambuco, 25
annos, casada, Boa- v'isaa j'aeyrrbas" do figado.
Mcria, Paraambsiu Vista ; coapseciio'ao
pida.
Haitem.i
o trala
Jenc do 8r,
esa r
queira Cnva
matea.
fesaeiia resos de isineira
raase
- jJhou-ae as ei lad
^^^^^^^ssssssssssssssssT
S!j-aaB Nao encei raremos esta notic'a sem aecentuar a
notavel dedi.tacao com que o ooseo amigo Dr. Al-
meida Pire traten do infortunado moco que a
morra tai cedo-arrebatou a ventaras que o futu-
ro 1 be irHoettia- .
U c. .beai'i o casa de sna residencia, foi de
nma solicitle e de um selo iqcansavel e paternal
pelo rnferno, sendo infelizmente infructferos
todos es 1 sf reos qua empregou para salval o.
E' um coa solo achar fra do lugar em qae aas-
ejtnoa, longe da familia qae amamos, pessoas qne,
cusa; o Dr. Almeida Pires, procurara substituir
dignamente as coaaotaedes e cuidados daquellea
de qurm se est ausente. .
A Ezma. fara.ilia do finado, qae reside em Per-
nambuco, enviamos daqai os uvbsos sinceros pea-
*
mea.
(Do ri'.a de 6 de Desembro de 1887.)
Ante-honiem foi levado sua ultima morada o
disliocto meco Dr. Jos Camello Pesaos de Siquei-
ra Cavalcacta, formado em scieuci'aa jurdicas e
aoctaes e n.-promuiorpubli-o desta comarca.
Ra as vezas a cidade do Ra Grande tem pre-
senciado. ui<>nifaUtSea como a que se deu por
occ-sio do sbtm-uto dodesditoao joven.
Naospide dar maior preva de ayiqpathia, de
conaideraca-o eeatima que s qae snte-hontem s
populaci 1 desta cidade presten ao Dr; Siqaeira
Cavalcante
E na entinto, elle era nn moco de modesta po-
sicio so.ial, sem familia no lugar, sem fortuna,
sem emprrgo.
Hrivado ite cargo qne dignamente ezercicia, Ip-
tsado com as diffienldades iuberoates i qaem nao
dispe de ueiJs di- fortuna, e ao advogado a.ivel
sem clientela, o Dr. Siqueira Cavalcante apelar
ds tu-io iaso ao-ibe c n luzr-si" sempre como saco
8e bri. e. de elevados sendm-ntoa de h mra.
As cootrariedadea que soff en ltimamente em
,su'a carre'ia, em vea de abata! O mais o elevaran)
no eoneeitc publ'co.
. Iao pru^a duplamente em favor do carcter do
ioto tuadi i'.ven e em favor da aoeiedade no-
gtaaeaee. Cuja in TalidaeW e sentiosentos de jas-
ram aaTora osau ao ves.
felizneate Ha anda
nc'av popular para aquellas qu--
(tj.eaoa.Oraiena
NSo posao e nem devo entregar ao olvido do e-
auecimeoto o artigo publicado pelo Sr. Fran seo
Seraphim da S u'z-i Ferrsz. contra mjm e ao Dr.
Clandino, e publicado no Jornai do Re'cife de 14 do
correte por diversas razqs.
A primeira que o Sr. Perraz diz no sen adal
tarado artigo : atira-re como um cao hydropho
oico etc., e terminon direndo : osando de ama
liaguagem vil e baiza, s propria de nm bom m
traquejado na vida dos alconcea e quitandas.
Ni periodo sguinte usa elle da aeguinte phrase :
Nao pretendo acompanhal-o neasa lngaagem,
etc.
O 8r. Perraz adulterou o sea pensamento exter-
nado em palavraa, tanto na f.ma como tamb'em
na eaaencia.
Diz elle qbe en atirei-me sobre o partido libaral
de Floresta como um cao hydrophobico, jioia bem,
?. S. atirou-se sobre mim como um animal aatropo-
phago ; en atirei-me aobrd nm-partido com um fim
anico e ezcluaivo, repite, de deavendar da impos-
tura o erro ; S. 8. atira;se sobre mim sem meama
coobecer daa razoea qae me sobram e tenta tra-
gar me mesmo do longe Apre !... que ganan-
cia. ..
Nao pretende insultar-me, insoltando-me. Que
bello !!...
Eu serei o primeiro a conlemaar o vicio, esma-
gal-o mesmo sem qae para" iaao precise de secta-
rios ; mas, quem dir que o br. Perras veja 8bm
boas olhos a qaesto de um sea adversario po-
ltico? e p.r iaso trata de accumalar provas aobre
provas e que nao sao provaa ? Quem dir qae
aeja o Sr. Ferraz o eapirito da verdade? Depoia
qaem foi 'a' teatemunha ocular deste infamante
praticado ? Finalmente quem ah oasa affirmar
nma confisaSo, mesmo em presenca do jais, vi
liosa, verdadeira, e poasa preatar em face do, di-
reito nm jaramente flolemne, sem ezpor ae s ser
ludib'iado e at victima de nm resultado imagi-
aavel f
A estas, reaponda-me o Sr. Ferraz.
A seronda nio saber o Sr. Ferraz qne joiz'o
deva formular a mea respeite, se di nm homem de
muite boa f, oa se de- am testa de ferro.
' A ie o aomente respooder-lhe-hei :
Procure solacio deste grande enygtna, a me-
nos*, porm, que nao esteja adTectado da nm prin-
cipio de ophtalmia.
A terceira ter en procurado debalde sa -
lieatar aa qualidades do' meu amigo etc. Nesta
parte tenho.a diser to nenie :
0 Dr. Cl*s lino de Mello e Silva tem amigos e
tem tambem inimigoa.
Quanto a mea artigaste (segundo S. S.J que
para fxpressarjse melhor olasifiea-o de pas-
quim immuudo en direi a S. S.: procera a ver
dude, se to interesaado anda oeste negocio, d se
ao trabalho de catar conscieocisamente e com
toda placidez as provas, ou antes oa aados'con os
quaes pretende chegar ao seu fim, adrertlnde :_
nem*sempre as provas onateriaes sao s melh res
provas, d tractos imaginacao, solicite de Mne-
moayne a especial fineza de. encamiahfil-o de de-
duco ew dedooao at conclasSo lgica da
verdade, e longe de deeleaasf-o, acclaioalo-hei
Mas, se aom.nte procura tirar aur partido de
odio e de Viuganc/i contra o eeu.: dversario pol-
tico, se procura com forjas e aftimanhxa quebran-
tal-o na mural e no coucello dos horneas sensatos,
permitta-me qne fa diga, cooaidero-o maito per
quenino*.
As-razSes e as provas que o levam a coaaiderar
o Dr. Claudioo clpado, so.aa mesmas qaa em
meu espirit se debalem e. auinnam, terminando.:
E porque nto pode ser iato nma farca para per-,
dei-o... porque .todo ase enredo bem eombi
nado.... *
Nao estemos no seenlo das complioaCoes? As-
aim pois, nada tem diantado pa que se tem ora
vas, tambem as temos ; se falla baseadamente
tambem falUmoa.
Pr siga, proseguiremos. Mas tame cuidado.. .
qae esa ouseaodo l n .0 saia tosqueado.
Jodo C/irjo.unio Cabral.
ito tcito
__ apenas tas POSO
btame, o Dr
la sua alma,
I3)i Jardim
A especula;) torpe e iaieeeate qae sIsbssss
tem qnerilo tira- c m a RSaMBB iaaerta a* 0assr
Ulna do Jornit do Rv.'-fe te 8 do un mata ases,
sob a rabrida : E:ptic.m'nii e rasasyificssf,
obriga- 1 e a vir impren a teatabeluss a ver-
dn'e.
O niticiarista do Jornal i '< mal inf -rasad daa-
do ao m-u amigo o Sr J.ii l^aacii Ctroeiro a
pateruidada de nm t.c. qi a elle ai> pijrtsssss.
pod'epio tambem animar a que a ns\i oasuss
aquella (j'est.m si essastasira, qaeSelleh'O
de bem a tela priva e in unta 3 > qaa das a 1
Ca a qu me reSro, ; seas praasde-aCa e do sssa
Ilustre familia qu tam como sMdrss>d ?"" o
Rvm. vigano da cidade d- b moeT, J Silva Pinte, nm d'ia maia d atmrt ssssssslBBssl
desta dioceae, vem m naono do qoe asa dito.
Rat-sbel-Cfcda assitn a ve.di I affi-m> a -rtrto>
col-te qua perlea o atilo e'*e tem u qaa Pcao-s*
cuubrcid ciD'i bromein mi) e...
Bom Jardilta, 13 le J in jiro s 1888.
ioaqnm Ormeitoes dt Cut Liimi Wia.
Grritou liberdadr, nlantoa i^uildade
Na trra dos bravos !...
E f i q prmeiro, qae ao vil eaptiveira
Tirou a-rus escravo3,
Qebrou-lbe os jii.iio js !...
Imitem aneioos, do gran le o ezemplo,
Que tjdo Goycana gravou no seu templo !..
Oh trra orgulhosn, tu i venturosa...
Coofesaa-o teu filho...
Que altiva se ergue, sem qu8 se entregue
n Dos thronos ao trilho,
Por onde uur.a seguem...
D 8 tmulos se erga ra os nossoa avs,
Quo duro martyno sffrerm atroz !...
E tantos soffreram... e taatcs morreram
Na forcaa, tal vez.-..
L foram mil bravos, mais nao como escravoe,
Vingaii^a das res
Por uao ae curvarem...
E qaando imitarem bravuras de am Ivo...
Em mim am soldado ters sempre altivo...
Po-8 filho do sal, (*) de um seo claro, azul
Da am mato froodente,
S tem como re sua Deas, sua lei,
Qae fio eomeate
A si lib-rdade I...
Assim a maldade dos mon3troa nao teme
Tea filho, que loage de ti assim e:ne ..
Sou triste, soa pobre... nao teuho de cobre
Si qaer um vintem !
Mas, jaro que o oarb, qae o negro thesoaro
A mim nao con m,
Com testas de c'ida !...
Sou ave, que va, alm pelo espaco,
Einbora luctando com tanto embaraco !...'
Adeas, torra miaba Oh Avaate t Caminha
P'r'oa 'seca os de luz !...
Emquaato solado, de ti separado,
Ao peso da croa,
Ten nome repite...
Bsesrta men 'grito I... mea trate vi ver...
Estar separada de ti mqjrrer !...
Outr'ora brjncaodo, correado, ailtndo,
Atrs dos eonclizes,
Meas das ligeiros e mais prasenteiros '
Passando falises,
Pensava bm mal... *
Deizei-te, afiaal!... Oh erro de morte !
Oh l ierra querida prefiro-te ao norte !...
Aqu a saudade, cruel anciedade,
Tortura-me a vida,
Outr'ora tio cara, risonha, tao rara,
Presada, qaerda,
* Tio ch ia de amor !...
Da ausencia na ddr, qua tanto consom,
Pensando em mil eousas, repito tea nome !...
O' trra qaerda o nanea esqaecida
'*' Do mea coracio,
Dj filho eztremoso, cooaUnte, amoroso
Aceita a oblaco
Que agora te enva...
Esporo algam da render-te mea preito,
Depois em tea sio morrer satisfeito !...
'Enjenho Paysandii, 7 de Outubro de 1683.
Thomaz Cavjlcaule da Sifveira Din*.
(*) Refiro me ao sal desta proviacia.
---------- aa---------------
Sa> geramonte conhecidas as proprie-
dades da qaina, as um erro pensar-se
que todas as. cascas de' quina sao boas ;' al-
eamas ha sem valor, por que conten mai-
to pouca quinina. A 'qe conten maior
quantidade deste principio a:tivo e curati
vx> a quina real araarella, que entra-na
composicao do xarope de quina farragino-
so de'Grrimaolt 4 C, combinada como
phoaphato de Ferro soluvel.
Nao sa deve portanto estranhar a efi-
cacia desta Xarope no tratamento da ane-
mia, daoblorose, dapobreaa de saqgue,
do lymphat8mo e de outrss enfermidades,
qae reclamara um tratamento tnico.
a osada da sa*-
* 5 !
VItE%il4 '
Nunca pretend eacrev-r para o publico e nao
1.D1 d'esse proposito s'eoio presonciaaae a soe-
na tragieimica qaa se' paisou na pevoaoio le Vi-
cenea no dia 90 do paaaado.
Aqu, como em teda a provincia tiremos no
dia 30 do pisaadu a eleieso para daputados pro-
viucia- a, e, contra o que- se" de via es{>err.
rasa oe liberaos quatio votos, ds maioii* so
conservadores, o que ds logsr s qoe, po
Se gran le satisfauo e mmenso enihaaiaam ', se
renuias. osaa Venda, onde ao som
d'o saHrj^. ) ao oslroodar do* Titas
Programma
Da testa da Eieelsa tteafcra
Monte, em O a 11. a da
de claaeif**' de 144.
Haver um trida -i qsH eomcca>4 *>&* 19(
ta fer.i' solemn'; coa. muaic >, iK'^1 >' '
maestro J >i Polyjarpo S. R a. e easn
cuitados pelo estimad) pr>fssor- M i-ael V star
JI lio, un mesmi occ.siat; s 7 mraa da asi
ahir a bandeira da ermida para a aaste.
zida pir meoinaa.
Ao d ;pintar d 1 aurora do dia da {data i'9) sssv
deri) aoa ares urna ilva de -1 .roas lioossass
yranJolas, p*ra desp-:: tar 09 Oarot da ssssa
eidati e ironvdal-os baia rs J raligiosos SJBS
s"r.i) ce ebradoa a 11 horas da mansa, sos sasass
sto a.; louga data acostumadoa a cxncorrcr pse-
dcsamet!.
A's 11 boras cel brar re-ha a mise e lavase,
pela Rvdm. vgario da freaaaia da sossssssa
Jjs Vaz Qaiterres.
O p.qileno arrai -I, estar orna>l.: d 3 arcos e ase
deiras e b-m Ilumina i >.
Ao terminar a iadaiuba descera % bsvidYira pan
1 igreja, aclo c-n'inoado qaeimur se-hx ase sa-
na io fago de art fi:io preparado pelo Uisti
tista Mainel Alvea da Sant'Auna.
Durante o dia da feata tocar
sica do 11 bitalhao de intanUria,
sen dilecto repertorio.
Invlidos raelvaaes
Urna meia.dozia ie pala/ras si:
serias com algam d'entra vos eatroe
sfreis de niig'-stao, e su* .acoataa
'ompinheira p-isao de ventre ha
J3- 3 allivio sem prostracio, sa cara
rpida Bem dores. O meio de alcao^arJse
aquello allivio, o de conseguirles aqa^Qa
cura, vos offereci'da debaix da foraaa
das pIuL,8 assu; radas da Driatol; aai-
30 catbartico e aiterativo existente, ssaai
abre as passag-ns tabstruilas doa iateati-
nos sem causar o menor desmaio oti sn ios,
e torna a restituir ao esto*aagj 8 a figa-
do, o vigor une Ibes baria silo
pela molestia. Esta deaobstraenta
nunca enfraqacco orgao algam ea
as tofgis gerai-s, ao contrario til:
velmente renova a' saade nata al de
parelho digestivo e dos vasos eeci
RaramsDte sori preciso chamarse asa ra-
dico na casa em que este seguro o teda
poieroso remsdio de familia existir, a eeen
ser qae toJo o bom pi noSi de isasissa
o tepha a sempre lo. As piluUa vio
mettidas dmtro de vidrio boa, e por iaso a
sua cons?rvag5o dura.lora em todoo oa
climas. Em todos oa casas de
do aanga--, a sab pa'rtisba de Bristel* 1
de ser administrada jujatameate coas ai
lulas. L
Casa Feliz
PRACA DA INDEPENDENCIA NS. 37 K .
DE ANTONIO A. SANTOS PORTO
Ana iuO:00#osa>
Venden da 2.* eztraccio da lia |dtera catsafcda
h nrem, 13. d JuneifO, a aorte de l:')00a a MM,.
a softe 5U0W00 n. 312S. m/_
Tem ecpoat ven fa os seos felizs sssssies
garantidos da 3. eztracco, a ben-ficin asaJaaSsTs
Casa de Misericordia que sa ztrsksrA ssaso-
mente,
Curso primario i-se-
cundario .
Raa Marques lo fereal 1
. Jos de 8 .uza Oordeiro Sim s af.*
tavel publico4' os senheres pas de asno 1
qne as aulas desea carao
corrente, < espera o acolbiment e a|
66 boj ihe teu/aido dispeusadoa
A aula priman, acha-se, com do 1
aen cargo, coadjuvado palo acadmico Joao BBM
m Alves Guimaraes, o corso secaudar sos
cuidad .3 dos ac lemicos Jodo Jcaqsica da Costal
Leite Piih, Esmvraldino O. de Torsos BafesasasB,
Jo de Preitas Moraes Pmb'iro, Josa Diais f-
b iro da Cuaba e o Dr. L/ooiar lo J*il OiSf*>,
qae aaa.p.uparVi ssforcos paras
doa alonaos.
abrir-se-bsV>-M site 9 do
Curso de Inslruccao Primaria e Secundaria
INTERHaTO E BXTHATO *
DIRIGIDO PELO
Bacharcl Olintho Vctor
As aulas detto eaUbelecin|ealo "de inftrooeo e aducaclo acbaav; astorssa
desdo o dia 9 do corrento. JL
33-Ba do Yisconde de AlbD4|iierqii-33
1


ueo-tyuarta".Vira l*4e Janeiro de 1888
mdade de N- do K osarle
de TracuoheB
Proce Jju la no dia 11 do correte e em aun
areja, a eleicio da nova moa regidora qu.< teni
4a servir no decurso de 1848, dando en resultado
.toa:
Jai a
M-mocl PranisO'j de Barroa.
Societario
Thoav Ribeiro.
Thesourei o
Jos Hl andino Gooesive* da Lu.
Procurador gerjil '
Qaspar Antonio dot Reis
Procnrador do pajrim ni i
Oemini.nj Barbosa de Alrneida.
Procara o ores
* Virginio B. Carneiro da Cauha eSevenuo Cor
reia de M 11.
Definidores
braneiaco Tertuliano Feroaudes Lim i, Antonio
Ltaa PcMira, Manuel Pinheiro da Silva, Manoel
Verissin Gandes Bandeira deaMello, Joa Gomes
4a Motta, Francisco Jlo Evang lista, Jos L pes
dos Santo*, Joaquina Saryr do Sacramento, Jas
Gouc.lves Moteiro, Posaidooio Francisco dos
Santos, Francisco Lopes dos. Santos e Joaq lim
Lopes doi Santos.
Z lador
Joao Aoianeio Feruanci'd Lima.
Juisi
Erna. Sra. D Maris Virginia Visira da Cunha.
Secretaria
Eiina. Sra. D. Ursulina Olyropia Lo.es Linfa.
Secretaria da veneravel irmandad de Noss*
Seahora do Rosario de Tracuuhlem, 14 de Dexem-
bro de le87.
f O secretario,
Th)m Rib iro.
Eleicio dan devotos que teem de festejar a Excel -
sa Seobora do Rosario na povoacao de
Tr icunhiem, no fu'.ur i anoo de 1883.
Juis por eleicio
O Iliiu. Sr. capito Juio Goucslres da Silva
Brasil.
Juisa por eleicio
A firma. Sra. D. Mara Virginia Vieira da Cu -
Jais perpetuo
O Er.m. e Rvdm. Sr. D. Jos, bispo dioiesano.
Jaita perpetua
A Exma. Sra. D. Joaooa Goncalves da Lu.
Junes protectores
Os Rvdms. Sra. :
l'.dre Joto Omena.
Padre Jcao Marques. Jk
Coeego Antonio Domingues de Aragio Yascon-
eellos.
Vigario Basilio G localvea da Lu.
Padre Marco lino Alvea dos Praserea Lima.
Padre Valeriano de Alleluia Cor reja.
Vigario Anisio do Torres Bandeira.
Jairas protectoras
' As Exmas/Srss. :
D. Olyropia de Abrea Marques Bacslbo.
O. Isabel, esposa dj II lm. Sr. major An'onio de
Abren. .
O. Capitalina Cavalcante Vieira de Mello.
D. Guilhermin Amalia Carneiro Lios.
D. Victaliaia, esposa do Illm. Sr. tenente Jos
Lino Marques BacalbAo.
Espora do Illm Sr. capitio Ignacio Xavier Car-
neiro de Albuqu-rqu-.
D. Joeeph.., esposado Illm Sr. capitio Domingos
Ferrara de bousa Asevedo.
Juises por devocio
Os Illms. Sr*, :
Antonio Joi Lepra de Albuquerque JuK.ior.
Capitio Diogo Lint Carneiro d Albaquerque.
Dr Miguel de Figueira Paria.
Francisco de Figueirs, Fari.
Jos Joaquim de Freitas Tavares.
Professor Candido de Lima Filbo.
Tenente Jos Ignacio da Motta Silreira.
Negociante Joee Pedro Moreira. g
Negociante Jos Ci. m eotiu .
Jos Cavalcante de Vasconcelloi.
Ut. Sigismundo Antonio Goncalves.
Andr F-rreira da Costa.
Alvarj Raptista Ferreira.
Dr. Henriqoe de Athayde Lobo Mostoso.
Capitio Francisco Vctor de Carvalho.
Capitio Joio da Costa Ribeiro Sonsa.
Capitio Fernando Barata, da Silva.
Alteres Javeotiao de Albuquerque.
Dr. Jos Tarares Netto.
Juiat por devocio
As Ernas. Sras. :
Eipjta do Illa. Sr" tenente-coronel Manoel Gon
calves Pereira Lima. *
Esposa do Illm. Sr. Dr. ierculano Bandeira de
- Mello.
D. Mara, esposa do Illm/ Sr..capitio Francisco
da Abren Araujo Vasconcelos.
D OWkaria, esposa do Illm. Sr. Dr. Jos Maiiaq-
00 Carneiro da Citaba.
D. Plora, esposa do Illm. Sr. Alolphode AlmeMa
- Guedes' Ale .forado.
Esposa do Exua. Sr. Dr. Pelippe de Figneirda Fa
ria. ,
Esposa do Illm. Sr. Dr. Jos Antonio da A ineida
Cu oh a.
D. Candida, esposa do Illm. Sr. Autouio Lipes de
Albuquerque.
Esposa do Illa. Sr. capitio Jos Piobeiro Ra-
mos.
Esposa no Illm. Sr, Julio Emilio de Carva-
lho.
Esposa do Illm Sr. tenente-coro.i-I Joaquim Ca
Vmlcante.
Esposa do Iliro. Sr.-teneute-coronol Francisco Vi-
' tal de S. Montenegro.
D. Vessia, esposa do lila. 8r. Jos Affonso de
Arauj... *
Ei osa do Illa. Sr. Fabricio de Albuqu/rque Car-
doso.
Profeesora, D. Pranceliua Vieira de Araujo.
D. Maris Rosa Machado da Cao ha.
O. Tberesa. irmi do profe=sor M .noel An",r'CJ
Esposa do I lm: Sr. proles* t Sabino Roma .de
Luna Freir
Esposa do Ilim. Sr. tenente Joa G.mes Pereira
di- Lima '
Esposa do Illm. Sr. Antonio Pereira da 8ilv.
Esciivies por eleicio
Os II.ms. Srs. :
Manoel Francisco de Aodrade Lim.
Manoel Ignacio de Sonta.
Joio Nepomuceno de Barros.
Paulo Beser'ra dos Aojos.
G-ildino Pereira da Silva.
Jos Martin do sacramento.
Jo ^Pereira da Costa Mattos.
Francisco Pacheco Neyes.
Hei.rique Brayner de Sonta Raogcl.
Jos Thomat do Amaral e Mello.
Eacrivs por elei.io
As Exioas. SraS. :
D. Herandina A. Lopes Lima.
D. Maria Carolina, Yieira de Mello.
D. Etelvina Duarte Crneiro d Conb Gama,
Esposa do Illm. Sr. capitio Miguel IgJcio de
Aodrade Lima.
D. Maria Amelia de
D. Viccncia Marian ,
D. Sevcrina Pereira
.- brqurrqu-'
D. 'Anna O. m-s Ferreira. "
D. Antonia, filha dj Illm. Sr. Lioalo Li" Car-
neiro de Albuqaerqup.
Pilhi do Illm. Sr. alferes Severioo Gomes de
. Arauj.
Escrivies por devocio '
Os Illms. Srs. :
Manoel MacbaJo da Cuoba.
Jacyntbo Antones. Pereira da Silva.
Joto Ferreira da Costa.
Christovio Gomes da M >tta
I a Antonio Lopes de Albuquerque.
Pedro Paulo dos .Santo?.
Jos Correia da Silva.
Jote Joaquim de Sao-'Anna.
SeWrino Goncslves. .
Miguel Arcbanjo
Antonio Pagori.
Escrivkr por devocio
As Exmas. Sras.:
D. Gloria Mana Gomes.
D. A'laUua, filha d...Mm. Sr. Manoel Alves d.
Silva P'nto.
Filha d. Illm. Sr. prefessor Joio Polycarp Soares
Rosa.
Esposa do Illa. Sr. Joaqnim Francisco de Sooxa
Cont.
Filha do Il'm Sr. professor Mauoel Gregorio Viei-
ra de Lima.
D. I ratina M.ria Vieira de Lacerda.
Filha d. Illm. Sr. Francisco.Agostinbo.
D. Antonia Pei.ida do Mello.
D. Maria, filja,, do lila. Sr. Jos Vorissimo Pe-
reira.
D. OlympJs, sobrioha do I'lm. Sr. Joaquim Sa-
tyro do Sacra meato.
Mordomos e mrdomas
.Todos oe devotos ederotas que coocorrerem com
as suas eamolai.
Secretaria dit veneravel irmandade de Nosss
Senhora do Roisrio de Tracnubem, 14 de De-
sembro de 1867.
O secretario,
Thom Rilxiro.
Aos Srs. pas de familia
Acba-se aberta aescolaparticular.de instrnecio
primaria para o sexo masculino, roa de Santa
Rita n. 15. dirigida pelo professor, particulsr Juio
VaPentim Ferreira Bastos*
Educa e instrue a infancia pelo ly-tema dos
principies collejios desta provincia cojo syatema
delicadeta, a paciencia, |a vocacio faten
do com que sen.i discpulos siisam o camiiibo da
iutelligenciav d horira e da dignidade, afim de
que venham a S3r o toiuro e o sustentculo da pa-
tria, da reigiaoe da lei, e um verdadeiro cidaaio
brasileiro.
Espera portaoto que o respeitavel publico sai-
ba apreciar de parto o sea verdadeiro ensinn, on-
de rapidaaente as enancas abracara e ajoam de
coracio aos livroa, as lettras e as bellas artes.
Comquaoto outsda seja esta tentativa, todava
espera qne *s seus ineansav^is esforcos e es seus
puros desejos sejam coroados com a f.-lit appro-
vacio de todos o filhos do imperio da Santa Crut.
MensadaJe'adiantada no acto da matricula
Horario das 9 horas da manhi s 2 da tarde.
Uecette meninos meio-pensonat^ e lecciona
em casas particulares -a ambos os sexos.
16Bus. de sania Rila -l
Ao eleitorado.do mu-
nicipio do Recife
Apreacntiiio pelo partido a qae pertenco como
candidato ao lugar de vereader, cuja eleicio se tera
de proceder no dia 20 do c rrente, edudidatura
que s aceitei/por dedicacloa causa publica, pre-
valeco-me io presente meio, para fater um appello
ao eleitorado, significando-Ibe que muito me pe-
nh rara sus honrosa confianca.
Recorro a imprensa, na impossibilidade de diri-
Kir-me a cada um dos .Sra. eleitores, o qne nio
permitt os poucos dias qno reatam.
R cif 16 de Janeiro de 1888.
Frar.cieco Faustino de Brito
egio Diocesano
Este qollegio fondado pelo governo dio-
cesano destinado a formar a ntelligen-a
e o coracSo da joventode estudiosa, dedica-
da qualquer carreira-litteraria e s.-ientifica
das existentes.no.i.operio, abri-se-b pra a
reoepcio de seus-alumnos, no dia 1* de
Feverero deste anuo, conforme o art. 3o
do Cap. Io do sea regulajnento. .
Olinda, 17 de Janeiro ae 1888.
Conego Antonia Fabricio de A. Pereira,
nanEBon
.<"
i

Balsa com ncrtsitcl
C<1TAC0KS OFPICIAKS DA JDNTA D08 COB-
BBCTOKB8
Aeore. 11 iU Janeiro de 1868
Apotices profinciaes de 7 0|0, valor de 1004000,
2004, e l.OOOJOtA) ao par.
Accoes da companhia do Beberibe, do valor de
1U0A a 15500J.
laetraa hvpot.becanas a 93VJO0 cada nma.
Cambio sobre Rara, 30 d/v. coa' 6)8 0/0 de des-
cont, h mtem.
Cambio sobre Porto-Alegre, 90 div. com 2 12 0/0
de descont, hontcm.(
Cambio sobre Uindrea. 110 diu de data, 21 1(8 d.
por 1(, do banco, bontem e boje.
* Na hora da bolau
VeadiTam-se : .
25 apolices provineiaes de V.OQOf.
5 ditas do 200*.
17 ditas de 10 i
101 acones' da companhia do Beberibe.
*> letras hypothecanaa.
" ^re^ldCM,
Augusto Pinto de Lomos.
, i> leeriano.
Pedro Jos Pinto.
Cotacfla dfl algor!lo
M 17 DE 04XEI8O os 1888
Foram vndidos alguna pequeos I. t.*s do de 1*
sorte do serto aos precos de 6*5)0 a 6*6JO por
(kylos. .
Collegiu de Sania Lucia
Para o' sexo feminlao
D^sde o dia 7 do corrente que est funo-
cionaado as aulas desto conceituado Osllfl-
gfo, sito a ru Duque de Casias n. 70,
2o andar, j t3o vant.-josamente conhecido,
onde se d esmerada edcaf;ao propria do
sexo femenino.
Peloseu pregrarama sSoadmittidas alura-
nas pensin stas, meio pensionistas e ex-
ternas.
'
lis v inte oto b anearla
iic ira, 17 di jiss'iao na 1888
PRAQA DO RECIFE
As tab^llu dos bancos mostraram anda h A d., daiidi', porm, todos, com certas condicSes,
a 24 1/9.
Bouve trimsaccOfs'regularos em papel particu-
lar a 24 1/1, fechando o mercado firmissimo e com
tendencia para alta.
PRAGA I>0 RIO DE JANEIRO
' As Gotuco -s oominaes foram 24 d. bsnesrio e
24 3/16 particular, lettras escassas.

Aa tabellan expostat aqu foram estas : t
'
I
.W dt> vitta
pudres....... 24 23 3 4
Pars........ 396 400
rtalia -aj tlaimburgo % .- . . _ 400
493 498
i*ortagal . t*i 224
Scw-Yori ...... 2*100
)o Irrni ciobal :
Odlv vitta
1. odres ....... 24 23 3/4
Paus........ 396 400
Italia. ,...... 493 400
flamburgu...... 498
Liiib'oa e Porto..... Principaes ridades de Portu- 2/2 224

gal. ..... .. . 229
New-Yortf...... 2*100
H> EasLimi Bsaa :
SO Alt vista
twudres. ..... f*aru........ 396 ' 400
ttolist. .... . -, 400
ambnr.o..... 493 498
Lasboa e Porto..... 222 224
riaeipaeo cidades de Portu-
gal. .....- . . . 229
urui dos Aceres . . . 232
Msa da Mae ra .... a . 229
He-York .... 2*100"
Entradas de aur-a- e
MBS DE JANEIRO
ASSUCAR
Entradas
Barcacas......
Via-ferrea de Camin
Animaos .....
Via-ferrea de 8. Francisco .
v'ia-fcrrea de Limo'iro .
alquil a o
- Das
2 & 16
2 16
2 4 17
2 i 13
2 13
Saceos
73 630
10.576
7.292
66.517
35 811
Somma 193.86
AIXsODO
Entradas Das Saceaa
liarescat .*..... 2 16 909
Vapores...... 2 i 16 46
Va-terrea de Garuar . 2 16 ' 630
Animaes ... 2 17 3.594
Via-ieriea de S. Francisco . 2 13- 514
Via-frrea de Limociro . 2 13 2.712
aJirtaca de sanear
ia 1< na janaiao^oa 1888
tssosM^o Covmierctal Agrcola, reganroe os
abana, pagos ao agrit nitor, por 15 sujos :
Pinto
Jtsat*
jn pul .trisad
J tuierior
8'kos .
Z ieular
:.' jajrgad:
i.r jio .
2*200
24600
2*500
2*300
t*70O

1*500
i*auo
2*600
2*80.'
2**K>
2*800
2*600
2*400
1*800
1**')0
1*560
1*880
Somma. 9.05
' IWavies despachados
Barca ing. Hilda. para:
Estados uidos : 15.289 saceos com assuear
masca vado.
Carreg Johnston Pater & C.
Barc. americ t Mar O. Keed>, para :
New-York : 10.604 saceos com attucsr masca-
vado.
Carreg. Loyo ft Filbo.
Barca in. Chilena, para : ,
Liverpool: 400 caceas com algodao e 8 7d4 sac
<>cs eom assuear mascavado.
Carreg. Pereira Carneiro & C.
Barca ing. Mathilda C. S inith, para :
Liverpool : U635 ssccas com algpdi-. e 9.780
a.ecos cim assuear mascavad9.
Carreg. diversos.
Pauta da llfandega
maia na 16 a 21 de jaiiieo na 1888
(Vide o D.ario de 15 de Janeiro
Na vas a carga -
Barea norueffuense Brodrene, pata Liverpool;
Barca portugnexa A"oi> Silencio, oara Lisboa e
Porto.
Barca portuguexa Qaieria, para Lisboa e Porto.
Barca adema Anna, para 'Montevideo.
Barca nofoeguense Sa'em, para EUtados-Uuidos.
Barca inglea Erminia, para Liverpool.
Barca americana Caryphene p.ra Es'ados Um
dos,
Baroa noruegaeuse Lovetand, p^ra Estjdos-Uni
dos. ""
Barca americana Hadion, para Estadas-Unidos.
Barea alema Sitiut, para Fstados-Undos.
Escuna din tmarquess Express? para Rio Orando
do Sul.
Lg*r n-cional Lot/o, p'.ra Rio (Jiande do. SjI.
Lugar nacieual Zequinha, para Rio Grande do
Sul.
Laxar hollandet Leemhuii, para R o Orande do
Sai
Lagar ingles Clnha, para Liverpool.
Lagar ingles FbnfuU, para Canal,
Lagar ingles Eva Lynch, para Estados-Unidos.
Pauebo. dinams'rqu-z. Annie Marie, para Rio
(irande do Sul.
Patacho allemo Antclopt, para l'mgusjana.
Vap-r ing'er. Atmandine, para L virposL
Vapor iogies Montreal, para Luerpool.
.avias a descarga
Barca ingina Ranavola, carvao
Barca ingleta Arbolo*, .carvio.
Barca inglesa liria, baolbio.
tacana allem Frennika, xarqu).
tscuua i'oruegoense Rtform, xa que.
Escalfa inglesa Perey, bacal bao.
Patacho allentab D. Pedro, xarque.
Patacho aoraegu'-nce Vaarbud, narviC.
Patacbi dinarr.arquex Ely.ie H-jy, Varios (caeros.
Patacho ingles Robn, bsoalho.
Vapor aUeaio Campmai, Ttriw gneros.
iupori aeo .
Paquete nacienal tara, eutr^do dos p'os do
aul em 17 do corrente e co.isignado ao Viseando
de r.iqui qp Norte, manifestou :
' i Carga do Rio de Janeiro
Chapeos 1 caixSo a Ad >lpo di Ferro, 1 a Sa-
marca fe O, 2 a Jos B Taveira.
C.f 29) saceos a Domingos Crut & C 150 a
Joaquim Ferreira de Catvaibo & C, 101 a Paiva
Vaiente & C, 100 a S uta Basto Amorim k. C, 71
a Costa ft HedeiroS, 90 a Fernandes t I'mos,
59 a Arauj] Castro 4 C, 40 a Borres do Amaral
Inri;"),.
Fumo 2 volumes a Fernandes da Costa & C.
Peijo 20 saceos a Teix.'ira A Miranda, 30 a
Q^mes Senra A C.
Impr-ssos 3 caixas a estrada de ferro do Recife
a 8. Francisco.
Massas alimenticias 100 c-.ii s a Sonta Basto
Amorim Se C, 50 a Araujo Castro C.
Sola 1 rolo a Marcellino Crus .
Vinagre 5 barra a J.ao F. da Costa.
X irque 868 tard .s a li.iitar, Oliveira & C. 60
a Joao Pereira & O, 473 Jotquim ra Silva Car-
neiro, 967 a Blai-k-.uru Seedha.n ft C, 100 viu-
va Conha, Q aro & C, 30 a Joao B. Pmheiro, 30
a Jos Francisco de Miranda, 50 a Ferreira Gi
no &.., 30 a Mello Carvalho & C, 50 a B. da Silva K irnos
Carga da Babia
A (i te de coco 3 barra a Joo Ferreira & C.
Charutos 1 caixso a Carente Vianna & C, 1 a
Domingos Joaquim Seve a C, 3 4 ordem, 1 a R.
de Drusina 4 C 2 a Almeida Machado & C.
y Chapeos 2 caix :s a Aatonio Pinto Carneiro da
Silva, 1 a Loureiro Mia fe C, 1 a Angosto Fer-
nandes. _
Fio de algodo 20.saceos a J.ao Ramos & C.'
L'cores.6 Caixas a J.. M.-jer
Pelles de cabra 56 fardos a Abe S' n & C .
Panno de algodao 20 fardos a Andrade Lps
4 C 105 a Ferreira 4 Iruiao, 7 a G mes de Mat-
tos I-a>ios, 10 a A- de Brito fe C, 10 a N. Maia
* C, 10 a CjIIsco 4 C, 10 a Looreiro Maia 4 C,
60 a Machado 4 Pereira.
Velas 50 caixa* a Sulter K uff nau- 4 C., 25
h prente Viauna & C,
r Baica ingleta Maria, entrada de T rra Nova
, m 16 iocornife e cius'g'iaia a "Mend-s, Lm
3 C iii^ni!-' )>i :
Baaalbao 8,730 barricas e 500 mcias aos con-
signatarios.
ExaertacAt
nom, 16 na jAHErao na 1888
l*ra o ewerior
Vo vapor ingl es Sculptor, earregsram;
Para Liverpool, Castr I..nao fe C. 400 saccas
com 37,392 kilos de ajgodao. *
No vapor ingl.'i MonUreal, carregarapl :
Para Liverpool, Baltar Oliveira & C 4,9^0
saceos com 372,750 ko de assuear mascavado.
No vapor in;!cs Almaniine, carreg u :
. Para Liverpool, J. H Buxw 11,000 saces
com 82o OO kilo it assoear mascavado. '
= Na barca ame -ica'oa Cluta, carrrgaram :
Para Lve.rpoo', P. (^arn.'iro fe '. 100 sbCjs
coas 7.5CO kilo de assuear maaeavado.
Na barca iiigloaa Erminia, carregar^uf:
P,ra Liverpool, ./. PaturfeJ; 1,004 sacas
com 76,492 kilos de aigolao
Na barca noru:gu-nie Salen, c*rreg>ir.-.in :
Para New York. F, CascJ. F.lho 3, eos com 205,000 kiliai du assuear mascavado.
.*Nu barca amtircana. Coryphent, carce^a-
ram :
.Para New-Yoik, J. 8. Loy.i 4 Fihi 1,306
saceos cio>97,950 k ios de assuear mascavado.'
Na barca portuguesa tfovo Silei\eio, carre-
gou :
Para o Porto, P. J. le Siqueir 35 couros sal-
gados com 420 kilos.
Na barca portuguesa Qnlerio, earr-garam :
Para o Porto.' S. ti Amorim 4 C. 0 saccas
com 4,617 kilos de a godo
Parn o interior
No lugar noruegueoie A Elitabeti. carro-
garam :
Para Pelofu, P. Carneiro 4 C 64 I volumes
com 53,80. kiloa de assoear brainco e 80 barricas
com 3,125 ditos de dito mascavado.
No vapor allemlo Cmptmw, carregaram :
Para Santos. Maia 4 Braeade 1,000 saceos com
60,00 kilos de asomar braneo e 400 ditos cota
24,000 ditos de dito mascavado.
' No-vapor nacienal tara, carregai
Para Miucs, P. A- de Al vedo 10 barricas
Collegio Instituto Acadmico,
lidep i3
As rfulas do collegio fsrsm encerradas no presen-
te anoo lactivo, com 38 alumnos, internos, 12 semi-
interaos e 28 externos.
essllsdo das examei preatscloa
pelo* ilunaiin do lualllsf lo, o o
presiente ana lectivo de 18.
Portugus, '
Antonio Leite Magalhcs Bastos Jnior, appro-
Vado plenamente.
Antonio Augusto Pereira da Silva Flho, dem.
Aatonio Jos Pereira Jnior, dem.
Antonio Augusto Ribeiro, id in.
Augusto Jacobina Romagueira, idem.
Domingos Antonio Aires Bibeiro; dem!
Eugenio Oscrio de Cerqueira, idem.
Joaquim Pereira da Silva, id. m. *
Julio Alves de Araujo,* idem. ,
Julio Jacobina Romagueira, idem.
Odilob Nstor de Barros Rib-'iro, idem.
Alberico dos Santos Coimbra, approvain.
A.itono Fernandes Ribeiro Jnior, idem.
Bemveuuto Bemviu.lo da Silva Loure.iro, idem.
Heurique Joaquim Ferreira Crut, idem.
Julio da Cunha Pdreira Brand&o, idem.
Reprovado 1.
Francs
Odilon Nstor de Ban 'Ribeiro, approvado com
distineco.
Antonio Augusto Rio oro, xpprov .lo plenamente.
Auto Ijeito'Magalbes Bastos Jnior, idem.
Antonio Jos Pereira Jnior, idem.
Julio ilves de Araujo, idem.
Luis Dvodato Monteoro, idem.
Anbur de Oliveira Ctvaquinbo, approvaio.
Anianio Aagusto Pereira da Silva Filbo, idem.
Beprovados 3.
Inglet
Antonio Leite de Magalbea Bastos Jnior, ap-
provado com distincfio.
Odiloo N stor de Barros Wanderley, approvdo
S teamente.
o Tavares de Ca-valho Silva, idem.
Olav.i M aren bao, app'ovado.
Antouio Jos Pereira Jnior, idem.
Carlos Nones Ferreira Coimbra, idem.
Francisco Augusto Pacheco, idem.
Aritmtica
Antonio Leite Magalbea Bastos Jnior, approva-
do com diatineco.
Antonio Augusto Pereira da vilva Filbo, idem.
Joaquina dos Santos Lesas, idem.
Adolpho de Alndela Guinares. approvado plena-
mente.
Amadeo dos Saotcs Coimbra, idem.
Antonio Henrique Lopes Barros, dem:
Antonio Fernandes Ribeiro Jnior, idem.
Antonio Jos Pereira Jnior, idem-
Antonio da ijunha Pereira Brand&o Jnior, idem.
Antonio Augusto Uibeiro, idem.
Arthur de Oliveira Cavaquinbo, idem. *
Eagenio Osario oe Ce.rque-ra, id-rn.
Joaquim IVn-ir.. da Silva, idem.
Jos P pulo de Meudonca .Vaaconcel os, icrem.
Jof Luit Goncalvea Ferreira," id ou.
Jos Manoel Lina Wanderley, idem.
Bemvenuto Bemvindo da Silva Loureiro, appro-
. vado.
Bernardo da Cmara Goimaraes, idem.
Jnlio Alves de Arauj", idem.
Natalicio C imb.iin de Mu io,.r;i Vacc ncellos,
idem.
Severibo Barbosa da Silva, idem
Reprovado 1.
Qeometria
Manuel Marques de Amorim Jnior, approvado
com distioccAo.
Adolpbo de Almeida Guillarais, approvado.
Antonio Jn: Pe eir Jnior, i'lem.
Antonio Manoel da Cmara Sampaio, idem.
Joaquim dos Santos Le*aa, idem.
Jos Populo > Mendonca Vate -ncellos, idem.
Jos Luit Goncalves Ferreira, idem.
Miguel de Santa Crut Oliveira,.idem
Severioo Barbosa da Silva, idem.
Geoyraphia
Antonio Man el da Cmara Sampaio, approvado
plenamente.
Autonio Jo*, Pereira Jnior, idem.
Joaquim dos Santos Lessa, dem.
com 410 k'.os de s-ucar- braneo e 25 vohim s
com ti -' ditos de dito refinado *; H. Oliveira 20
barricas com 860 kiloa de assuear braneo; M h'h
Borges & C 20 barris com 1,920 litros de sguar-
dene, .
Para Para, Mours B-rges 4 C. 70 barricas o >m
3 860 k los de assuear bran > ;- F. A. de Azevcdo
"0;l vjiami s 'con 27,200 kios de assuear braneo ;
f. R. da Costa 40 vjium;a com 3,713 kilos de am-
anear r.-finado ; P. Pinto ft C. 45 o rria com 3,840
litroa de agurdente ; P. Carneiro Ut C. 60) barri-
cas com 33,720 kilos de aasjcar braneo ; S G.
Brito 400 barricas com 24,750 kilos de assuear
braneo ; Eduardo Barbosa 200 barricas com
12,660 biloa de assuear braneo ; M. J Alves 2l0
barricas com 17, i90 k.los de assuear braneo e 50
saceos com 3,750 ditos de dito mascavado : Moura
Bordes 4 C. 50 dutius de vassquras le piasssva.
'= Na barc -ca D Anna. carregarain :
Pra Natal, Oliveira db C. 3 barricas Com 249
kilos de assuear refinado .
Itinli- !-o ,
RECEBIDO
Pelo vap. nac. Para,, do Rio*de JaneirbA para:
Jos Candido de Moraes 41.949*00(1
Martina Finta 4 C 4.OOOaVKX)
BVrnardioo Lopes Alheiro 4 00.1*000
Manoel Soares Pinheiro 4.00 "*000
Readiumeatas puMioos
St DB JANEIRO
Alfandega
Cirios Nuoes Ferreira Coimbra, approvado.
Jos Popnlo de Mendonca Vascoocelloo, idem.
Jos Luit Goncalve Ferreira, dem.
Jo Tayares de Csrvalbo Silva, idem.
Historia
Antonio Jos Pereira Jouior.approvadoplenamente.
Antonio Manoel da Caara Sampaio, approvado.-
Arrancio Camboim do Mendunca Vasconcellos,
idem.
Carlos Adour, dem.
Carlos Nunes Ferreira Coimbra, idem.
Jos Luis Goncalves Ferr> ira, idem.
Reprovado 1.
Philoscphia
Antonio Mnoel da Canw:u Skmpaio, approvado
Jos Luit Goncalvea Ferreira, idem.
Miguel de Santa Crut Oliveira, idem.
Aula primariaeomplementar
AcbilUs de Lemus Fuerateinbig, apprvado c>m
disaccio.
Alberto dos Santos Macedo, idem.
Domingos Jos Goncalves, idem.
EJuardo Jorge -*ertira, idem.
Malaquias Antonio G.u^.lvca Pilhn, idem.
M ircionillo dos Santos L'83a, approvado plena-
mente. '
Qo.n'ino Franco da Cunba, id' m.
Vicente de Paula Cavalcante de Albuqaerque, dem.
Virgilio da Cunha BrandSo, dem.
Fernando-de Mendonca V-i-coucrlios, idem.
RESUMO
Appro va (I os com distineco. l'l
Approvados pleuaoieute. 4''
Approvados......86
. ""
Reprevadoa 7.
Inhabilitados pela "prova escripia' 12.
Completaram o cur.-o de preparatorios exigidos
pura mat.rico.a as Faculdadea d > loop ri i seis
alumnob,
. As aolas do Iustituto ree m c rao no da 15 ie
Janeiro de 1888
"C'llegio IuslitSo Academizo 27 de D sem-
br de 1887.
O director,
Jos Ferrara da Crus Vieira
^ese&*
NSo lia ruis r?zao para estar magro :
A p'erda d;.s carnes e. dos lucidos celulosos
pr causa de enfefroidade, pad^ciroento
mural ou doenca de. looga duruyo f-cil
o-rapid iminte reparada ce:n o uso constan
tee som interrup;ao de> aljamas garrif-s dr.
Kiul.-.o d* L do Qi-u de Figado'd Ba '.llii usis puro e
escolhi ''> que pode produzr a Norufga r>
coinliiuado coai os Hypophospbitos s-gun
do a formuLa san rival do Dr. Churchill.'
A EduIsIj o" Liman & K-jnp nao
su lien'.; un recuperativo poderoso das
'junstituicS ;s iieb-ij, o um remedio se-
guro e inf.illivl contra todas as affeccSes
do p-ito, a garganta o os'puliuS-- "(' ou
tras molestias,e.u q.i > pr<-st'.reve-Be o uso
do ui-.i puro) m-Ai alm o ageute disges-
tivo por ''jc^lieuoia p*r. os 'stqruagos *
licii'.los OU (Iispepi08. (6)
Collegio de J. .-da
Penho'i
Bu a
em
<": Aurora n. 37 Z" aorta. .
ffiloa da ui Kormoaa
As sama dest- eolssgi > prir.c^iar a fuuccio-
nar a 7 de Janeiro: iu trac,-:!, primaria, secun-
daria e prendes.
A dir;tora,
Aleosla Carneiro.
Aula particular
Boa Hat asara da rval a. M*
Anna Theodora Simo-s participa ao itoajssi
publico e aos enhorca paio .fe ansa i
no dia 9 do corrente abrir-ac-bio
espera e acolbimento qne-Ub l
pensado, qner na aoja primaria a ara eargt, aroer
as secundaiiao, quer ero mostea sroemi piaao)
avsim.oomo em trabalboo de agolba, r gidia par
prfeasores idneos.
ED1TES
Prlmcini i. ((.a*, porluiuei e ir*o-
i-es ;.i alie e tiiem ito
O prof-sa >r da 2a cadrira do Recife, *ita rus
Bario 4'. T.-nuil; lio n 6. 2o andar, contina a
leccionar de Janeiro prximo vindenro em diante
ia C8..8 particul-re as materias cima declira-
daa. G .raute rpido adiantamento.
i n IIII.II.IHII.H .. I i I I i '
l'l taihoe a U 2 '00ti
3 ditos a U. 3/JOO'J
A Oliveira Castro & C: .
54 talbos a 1$' 5i'(X*
DetS ter sido arrecadada nesie.
dia a quautia de 209*320
Rendiineuto do dia 1 a 15 do cor-
rento 3:098*740
Foi arrecadado liquido at boje 3:308*060
Creeos do dia :
Carne verde, de 240 a 480 ria o kilo.
Carneiro de 720 a 800 res idem.
Sumos de 560 a 640 ris idam.
Variuha du '0) a 28'J 'ia cuia
Milbo de 24 I a 28 J ris idem
('eiiio de 560 a 64.) idem.
2 seeco.Secretaria, da Dresdeaesa do Pa-
n.inbiKO em 16 ie Janeiro de 1886.
Por esta secretaria se fax publico, de i
dade com o disposto do art. 157 do regalas
annexo ao decreto n. 9490 da 28 de Abril ds lflSS,
o edital abaixo transcripto, paasdo esa e m.-nwm
com o praso de 30 dias os officioo d> tab>:tii2o> alo
poblie i judicial e notas, rscrivo privativo ais sr-
phius, ausentes, prov-doria, epellas, inri
mais anuexos do termo de G.aaitav
Servindo d.- aeeretario,
-. Emiliano Ernesto d Mell< 'lasobciisa.
BDITAL
0 Dr. Aocato Frederico le Siqneira C'VaLase.
juis muuicipal e le orp'.i deste t nn< ala
Granito, ele., etc.
, FaC" saber aos que o presente edita! vi rea e>
delle ii'ttu.-i.'i tiverem qne de caf ronda^e _-iaa a
lei o. 3322 de 14 de Juib> lo urKaOa asase, ms9.
Io, fica de novo marcado o praso de SU.dias n coa
lar de^ta dula, para o c .ocurso o pr&viaietir,. a
ofEcins do tabelliao do ;ubl.e juiie.ai joSs,
eacnvo privativos de orpbioa, anaen'as. r.y.
duris, e pellas residuos e mais rm<- xna in criad-.s de"conformidade eao4-ot- d3a
de J neiro de 1834, e vagos p l c-iadaMa-iaf ia ds
respectivo aervetnario J. s P-reira ato r\tm
Miranda, no art. 1298 do codig* eriaciaal.
Os preti odentea devera inarratr snms p* icVs
com exame de sum ii-ncia, cenidao d > exsrao da
1 u a portuguesa ariihneica, folhi r. ,-i.a,
certiuai de ida.ie e maia exigoneias da lea.
K-r ser afSx .d i n.-v logar da e a'urr.e e p-ib-
c.ico pala imprensa na capital.
D^do e pasado nesta villa de Graa to a.-.* 15
lo mea de Desamoro de 1887.
Eu, Man e- Antonio de Lona, -scrivi inresa
que o adates i. Augusto F. de Si^u-in C va":a-
Nr.du mais se co itinha em diro edir .1 arias ec-
tid i do proprio original ao qos.1 uf r p-rto a
don f. .
UcscrivSo interino, Minee' Antn dr Lina.
Ceit oo que pelo porteiro interino d s and:ta-
ros me foi entregue a eertidio d> afiie> ala
ed.rai retr", a qu .1 do th.-er .-. -iru: it
Ce tfico que affix.-i na p rra da casa da C-aa-
ra Muuieipal deata villa, h j-, o edital e.av la-
do es pretendentes acs cffi-s dejuariew Tsgoa
pr-la con iemuaci do serveotu ir:o -loe Pereira
ni Costa Miranda
Dou f. Gianiro, 12 de Desabro i 1*7 O
porteiro interino, Joa Rodrigues Pereira.
Nada mais se cul'i.h> em dila err'i '.i> a"-iss
Cranscrip'a do proprio original ao qaal ase re-par-
i o r> don f. Es .-re ro e asigno.
u, Manoel Automo de Lona, eserivio m'criae
*escrevi.
Conf rm. O ek-rivio ioierino, Masnet Aito-
nio de Luna.
O Dr. Manoel da Silv-. Kego, ofieial da I.np-rrl
Uid-.n da Rosa, juis de dir-ito do 4* dsst.-ictu
criminal desta c .marca do Recife e pre.i: e-.te
da junta aparadora do 2a district^-a'eitrirsJ per
forja de le, ete.
Fuco saber a qmm infTsr pona, qae d-sig-
nei o dia 19 do correte mea para se pr.eeVr aa
pufo da Ass mbla Provincial. 2 horas da tas*
de, a apura.;io )fral d-.s.voles da eleiedo ajan fa-
vo-lugar no da 30 d" Desembr bI'isbo para m'sa-
bros da Assembia Provincial, pelo qaa devaaos
Sra. presidentes das diversas mesasrteit^rm* r-
metter aa respectivas antbecticas e eosaparsaar
no dia e hora designados.
E para constar maniei pasear o presente oja*
ser publicado pela imprensa.
Recife, 17 de Janeiro de 1881
Manoel d. gilva Reg
Yapares a entinar
mes na na jaibibo
Estados- Unidos F
Renda eral
o dia 2 a 16
dem de 17
Renda provincial
Do dia 2 a 16
Idem de 17
511:88842
55:863*774
.567.746*616
97 034.670
10:22a9U7
107.3075<7
Sommi total
675:054 il 93
Segunda aeccao da Alfandega, 17 de Janeiro de
1887.
O theaooreiro-r-fVorenc'o Domingues.
O ebefe da seccaotu se a.
BereheiHnla eral
Do da 2 a 16 21:2784864
dem >ie 17 1:351,1382
22:630*216
secebedorla proviu Jal
I io dia 2 a 10 74:041 545
Idraa ai- H 983*370
aseaste nralstage
e dia 2 a 16 3:366(944
I bms o 17 329^377
75:024 915
3686/321
Etnbareacieo sartas na iiorto
em I 9 de Janefro
J ACIN AES
NAVIOS C0S-IOSATABIS6
Ipojocsr........... f C.inpanhia Pemambucsna.
Loyo............
Lamego.......*..
MarinboXlV____
Marinho IX ...'..
Pirapama.......
Para...........
S.aFranciaco.....
Taborda........
Zequinha..........
Matad uro publico
r'.roy< abatidas uc otataduuro da Cabanga 75
reaea, para o consumo lo dia 18 docorreote.
Sendo: 56 roseo pertcnceatts a Oliveira Castra
.' C, e 19 a diversos.
Mercado Municipal de 8.
O uiovimentndeate oleteado no da 16
nciro foi o segnlnte :
Entraran :
34 1/2 bois pesando J$;112 kiios, sendo de Oliveira
Castro 24 1/2 ditos de 1', o 10 de partieola-
rea.
251 kilos de peixe a.2C ris
117 largas de fariuha a 200 ris
y ditas e iru'.as diversas a
800 ra.
. 10 taboleima a 200 ris
13 Sumos a S00 ris,
foram oceupadoo :
28 eolumuaa a 600 ria .
19 compartimentos de aiiuha a
500 rial
25 ditos do cosnida a W0 ris
60 1|2 diloa de legumes a 4U0 )
' 36 ditos de fasendaa a 400 r's
18 ditos de suino a 700 ris
II ditos de tressuras sJOO rU
olOS
de Ja-
5020
234O
2 i 700
24000
2*600,
161800
9#500
124500
244200
14*400
12#6iO'|
64600'
HAVIOS
Annie Marie.......
Anna......-.......
Aatelope..........
Arrnf.'e..:.......
Anne Elysabetb-----
Aynes Barton.. i...
A m./ndin-:........
Alegria...........
Brodrene........*..
Berths..........,.
Bolgen...........
Beltries...........
Bonderenen .....
Clara.........____
a Chilena........'.
Cl'utba.............
Corypbeae. -.......'
Caoimpinas ..'......
D. Pedro..........
Dona Irmaos.......
Elyae Hoy........
Erminia......~....
Express....;......
'Eva Ly.ch........*
Ehen............
Fransiski......:..
Fonthill...........
Grid .:.........;.
Hlene............
Heoderk R. L.....
* Hilda.....'.....
rlndaou...........*
Harrronia........
Isa bella B IrOn....
L. if..............
Lovetand. ..',,.....
Liwiogjtone.....
Lilliun*...'....'.....
* Matildu C. Smitb-.
* May GfRecd...
Montreal..........
Maria............
Novo Silencio......
Orat r
Loyo & Filho.
(canbooeira de guerrar).
Loyo A Filho.
Loyo & Filho.
Companhia Pemambucsna.
Viaconde de Itqei do Njrte
Companhia Pernambucana.
A. Oliveira Maia.
L yo 4 FUbo.
STRANGEIRAS
.COKSlOKATAHIO
Saltar Oliveira & O
H rmann Lundgrin & C
J. HRoxwdi.
Empresa do Gas.
Maia & Rezendo:
A' ordem. %
N. J. Lidstone & C.
A' crdem. '
Wilso'n Sons A C.
Hermana Lundgrin & C.
Hermana Lundgrin k C
J'.hnston Pater 4 C.
Hermano Lundgrin & C.
H rmann Lundgrin & C.
Via-ferrea de S. Francisco
Blackbarn Needhan & C.
A' ordem.
Borstelmaon & C.
Pereira Carneiro 8c C.
SilvaGuinares & C.
Wilson Sons & C. *
A' ordem.
Hermnn L'iadgrin & C.
Johnston Pater & C.
H Burle A C. '
Hermana>Lundgrin' $ C.
H. Burle & C
Hermiun Lundgrin A C*.
Hermann Lundgrin ft C
Hermann Lnndgra 4. C.
Johnston Pater & C. '
A' ordem.
Hermann Londgriu &C.
Pohlman.it O
A' ordem.
W'ilaon Sons A', ordem.
Heory Furster ft C.
A ordem.
Fonseea Irmaos & C.
N. J." Lldistone
Mendes Liraa* ft C.
Baltar Oliveira ft C.
Samuel L. Jobnstoo,
Sul......' .... Advance........ aaannssl
Sul....... ------ Congo.......... a 2
Norte.,... .... Manos ....... aa 22
Europa .-.. . .. La Plata..... 27
oul....... ..,. Espr-.to Santo .. aa a 27
Rui_______ a
Vapores a safa r .
MBS no 01SIISO
18 -as 4 fa.
Santos e esc. V..de Maranko ... 18 aa 1 b.
Sol......... Finance........... 19 asi h.
Est.- Unidos. A itxincc.......... 19 s4 h.
Bordeaux ... Congo............. 20 i 1 b.
Sul..-....... Jaedoo... /...... aaftb.
Norte....... S. francisco....... 23 s'4 fe.
Buenos Ay res LaPlatm.........'. 27 as 3 fe.
Sorte....... Espirito-Santo.. .. 27 s 6 fe.
Soothampton. Nevo............. 2 l fe.
\avias a rairar
Columba ... ....... New-Port.
Dan....... ....... N.w-Port.
Edina..... ....... De Cardif.
Fridig .,. ..... De Cardiff.
Fras...... .......- Hamboram.
G..C. Stanford..... New-York.
Mette Joabanne.. Cdiz.
Meteor.'.... :...... Terra Nova.
or....... ....... Rio de Janeiro.
Perseverant ..*.... De Liverpii
Ryuo..... ....... Ro de Janeiro.
Solid...... ...... Caidiff
Seretba____ ....*... Terra Nova.
Ti o vi me ato do porto
Navio* entrado* no dia 17
Rio de Janeiro e eaeala7 dias, vapor aaeso-uJ
Para, a de 1999 t> elidas, comiaandante Aa-
toni i Kerreira da Silva, equipagem 60.-eargd
varios geoeros ; ao Vioconde de Itaqn da
Norte.
Hamburgo e escala20 dias, vapor allesso Caas-
pioS, > de 1631 tonlalas, eoasaaaadaatc A.
Berck, equipagem 47, carga vanos feaasrja ; a"
Boritelmann ft C.
Rio de Jan ir.) 18 dias, patacho ingles a Isa-
bel la. Balco-n, > d 801 tooeladas, opila. E ,
Amstroni;, equipagem 6, em lastro : a Pjata
ft C.
Rio de ,'n ir. -6 dius, barca aiaarisaoa W*.
kefield, de 842 toneladas, eeaito W & Croa*.
w II, eqn'pagem 16, em lastro ; 4 ovafcaa.
Santos38 dias, bares ooracgweMJ Oral, a de
428 touelaoas,_cap>to L. ilavr, eqm.iag-a 10,
Percy............ Mendes Lima ft C.
A'n.rim Irmiis ft C.
A' ordem.
Wiison Sons ft C.
Amorim Irmaos, & O
Johnston Pateros C.
Fun.aeea ft Irmaos.
Niimejnr Cabo tt C.
A' ordem.
A' ordem.
A' ord<
Auguati
Jepbyr......... BlackSurn Needban ft C.
Wakefield.-........ A* ordem.
Qj.teria
R.ymood ........
Ranavola .......
R-form...........
Robn...........
Sirios............
Salem......
Seque 1............
8taey Clark.......
Vaarbud.........,
V. da Maranho..
a ter a embareseio oahido.'
em lastro ; a H. Lonigren & C.
Santos31 dias, barca noroegueaee B>if:.- -
na, > de 436 tona la Jas, capitio H. Lidvigssa,
equipagem 10, en lastro ; a H. unalgi-ee l L.
Ria de Janeiro19 dias, escuna diswnaaraaoia
> Clara, de 118 toneladas, eap-'ij 1 Scfeo-
ning, equipagem 5, em lastro; a H L;->dgnM
Rio de Janeiro30 dias, pitse > 'atei-taa! T
borda, de 137 toae'adss, eapitip F lippe BV
drigo-s Maia, eqiiapagem 8,*en lastro ; a A i-
tenro de Oliveira Maia.
S'ihidot no mano dia
Estadba-oidosBarca inglesa Hilda, capi-
to C -C. Daw.'en, carga assacar.
Liverpo-.lBarea wg esa a Mali>da C Sssstk,
^eapitao James M. Gonne i, eaSfa assoear c al-
godao.
New-YorkBarca americana Ma*y O. aVeed,
capitio. John 8 Waarso, earga ni
Rio Grande do NorteBarea inglesa Eacsk,
capitn Robert Grifith. ees-lastro
BarbadosEscuna iaglesa Zeph.r, capitao A _
Eller, era. latru
Liverpooldiarea inglesa Chilena, < apata F.
S. Hamleg, carga a sanear.
Obsertatflo
Procedente do Havre e eaeala raadeon
ato La m r> is 6 horas ta, tarda a vap-'r frsaoa
Ville de Marankioa o qual ano cossaaaaicoa sus*
a trra por nap poder mais entrar para o aacoi a-
douro por ter begado a noit*.
Tambern faudeoa no Lama/2> a barca .orts-
goeaa.* Lopes Daarte pre.adaaU do oal a ni.
communicoa esa s trra pela asnas nui;.


I
-*
Diario de Ppmam*nco-Qnarta-leira 18 de Janeiro d lp$
. ittftLAR
Correio geral
Hala a txpedirse hoje
>- Para. c'.r. Hd'pieis'raea'1 exeede
ma' > pira os p'r'i* aj orte. recbenlo im
sos e objecin a registrar, at 2 hora* da turne e
cartas ordinarias at 3 hora uu 3 1; com porie
duplo.
Administr.icio dos correios de Pernmbu 18
de Jan-iro i.j 1838.O administrador,
Alfonso do liego Parres
~~C C. E.
Ctul> Comsnerciai Esierpe
ASSEMBLEA GERAL
Sao c-onvjliidos tod"s os senhoraja. socios a rou-
ii reirt se "X'-feira. 20 o crrente, a 7 bofas da
..ele, na lelo Serial, par apreci*reui as Osotas
da directora que fhidu, e elegrrein a nova.
Secretaria c-> Club Coinmcrcial Euterpe, 18 de
Janeiro de1 lf.88.O :V secretario,
Jo**j du .->*.ios Sjusa
Thesouro Provincial
De ordeui do lllm. Sr. Dr. inspector desta re-
uarticio, fact' publico que no da 18 do corr.nte
inra paga-so i. c asa eeguirite :
Piofessorei. de '' entrancia, relativamente ao
n 'z de Wezeinbro ultimo.
l'Hgadoria do Thesouro Provincial de Pernam-
. un 17 di! Janeiro de 1888.
O eserivao.
Sil vi no Antonio Rodrigis.
"Tbb-Dd'I lf P-
' ito .


i.
'.:
de
aoj
103
*m
300
100
200
200
300
300
200
200
400
100
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300
200
100
200
3t>0
10'
200
100,
200
S dia 16 ci corrente dar-se-ha cotnici ao ser-
vir.) dos carros do 2 classe e bgagem. A p6-
e..era u'uquclles ser de I00iis ateo fim das li-
i li s. e esta aera pvga de rc.r'O ocui a tarila
:.U uu e as condicu-'s especificadas depjis d ella.
JJdSjeriKt eni diaote nose permittir mais no
carros de I ciese voluof'S mai.'reg do qu# aquel-
lea que e> o.i Mssageiro pode trazer comtigo, ou
e locar perfectamente debaix > 'do bae no espacj 0
que Iho destinado. Fica resta belocido" sssim o
que preicrcVe i art ::<> do rcgulamento de 18 di-
tatabro d 1&7, qae por t.hrancia tioba >ii i
es^u^cido vist) nao baver para os Srs. pus n ge i
ro* a coicinoddade que ora se establete. .
Opporiunamente se dar conhecimento ao pu-
l lieo cas esfaf&M Je bagagero que a compsnoia
10.- -s^abrleceodo.
0 h ,r ano pira, estes carros j foi publicada, -
:.:gBa'an jc-se nos horarios comunas p-la letra B
vigeiis h ellea correspon lenter. .
He-ife, 14 ce Janeiro de 1888. *
i o upani a Ferr Carril
Pernambaco
Tarifa ue raoagem
B 1 bacia grande
1 dita pequtNia
1 b.li grande
1 dito pequea
1 baldo
1 barrica com garrafas A
1 dita com farinba de trigo
1 dita com a .ment
1 dita com I rragens
1 bnrrii de 10 c 'in vinh i
1 dito de 5 cooi vi.iho
1 i.it > de 4' com vinbj
t 1 csdeira
1 dita de bracos
i 'rfa de ba ie)
1 caixa cum kerosene
1 ditn cooj vinho
i dita c m batitas
1 dita Cjm velas
1 dita com abao
1 cipoeira de calinhas
carne seica (1 mala)
, 1 carimbo d ir.o
1 -cest i coui agua mineral
1 dito com hortalicas
1 dito com iroctas
1 dito cam I..uta
1 chapa de ferro para i i;5
i coliao pequen}
1 dito maicr
1 cachorro
1 citada de mSo
1 feixe i-e ier o (30 k los)
1 dito'de cuma
1 garraf;io grande
1 dito pequeo
1 gallinba
1 _-au!a ( .
1 jaca com ba:..t :s
1 dito cem t( nc-.nbo .
1 lata com banba
1 dita com kerosene
1 dita de rsopa
1 leitq
1 lavatorio de ferro ,
1 machina d^ c stora de p
1 dita de ai
I" I poroo pequeo
1 pei
M 1 sueco de a&snear, milho, fe ji on fa-
rioha
1 s'Cc com cal
J dito c- id roupa
1 'sambnr pequen-) ou grande
T 1 tacho grande
1 Ulba
l taboleiro grande com renpa
1 dito p'qceno
1 tina pequea com plantas
1 dita grande
1 -trouxa pequea de roupa .
i dita graute .
V 1 Tas> peqneno com-plantas
1 dito grande
ludes os maia volumee nao menctjnad s i.'esta
tarifa pagaro p-la d'aqui-Ues que uiats sc'ap-
p'Ximarem.
De tod os vilnn.es despachados se dar um
uh'cim-aio desde que fr exi'i I), mas. n'esae
i:.o. em tr.ci. do-conhecimento se enfreirir o
nj-'ct'.i, nao se responsabiliut.iido a ompanbia
: I is qqe re quebiarem p>r mu acondicionados.
Os ubj -cti* aerso .despachados as .estacis.
: cases d< compaubia,o as que ellaestab lecer
ii.-is tirde : s r2o recebids titbem em qnalquer
ji-nfo da linbu comtanto qne nao hsja demora n'm J
im ,-.,i.b.iquc neo njdesoachi e p gamentu. l
| i Ki-rSo ttngues na at cs taaes, ou na ca
r-a iltuignada beira das linbae,'pelo propri.con-
duet if. se lr cbjecto p' qno ', cu se honuer pes-
soa a apera para deesnbaracir sem demora o
cam. A entrega "-. <~; ~ "*. depuitando
o objecto ns pojta > bm um sitnal com nm
apito. Se por qnalflner motiv o i lj cf desap-
parecer ou fica no lugr dir*...te a ooite.-ser
por couta de ijuemp'Tii n.-t r Se os u'-j-ct s per
manrc.-rtm BM estacoes uu tiverem de vuitar nos
csrr e, f terlio entregues depois, pagando-se. a,
desees extrsiiidaaria que tiverem fe.o.
Para todos o nitros volumeuque nao se appro-
ximsrem dos aieoc'onados naturia, se far o
transp-rte meiiaote accordo de condices e de
'nen", teito us estac6>s com 'os empregados a
mao autoriaadoi.
Rdife, 14 de asseiro de 1888;
Carlos Alberto de Menecei,
Gerertc. '
? leccX S*crctaria (a presidencia de
[ Imuml, 1888 D
r. presidente da tirovinria e de c o-
firmidaJe co n o dmpostn no art. 113 e i!
q.ento annexu ao decreto u. 942) de. 28 de Abril
vt, intimo aos tira Ant .sin da C sta S,
eieriva* do diTel, Lat Aoguetu C)-lbo Cintra, ei-
ei-ivo dos falto* rta faaenda pro uncial, e hachare!
e h e Alboqui rqin', cuiadi i geral de au-
abuks prum.i^j. ac capelln a jvaidtrea dk cq-
srea du R-eife, 'para que no"p aso da 00 das a
contar de h.j-", reasiumirr. u exerciejo de suas
fancedes ou alie jdem e provem u que fur ar bem de
atu direito.
Servindo de secretario,
Emiliano E de M. Tambirim.
Estrada de Ferro de Hl bel rao
a o Bonito,
D* cidro da directora raoa.sibcr a a 8r,s. ac.
ci'iiistas desta empreza, que amia naorealizaram
a 81 entrada de suas ateo s, qii'fiea-lbes marca-
do o praso de 30 dios, a contar do dia 31 deV.o
mes, para i fluctuar.m o pagamei.to. da meama en-
trada, com multa a 2i) / Doa termos do n. 1
g 2 do art. 9* dos estatutos.
O -j.- t...i;a 'q'ie nao realifar suss entradas na
finia determinada, perder immediatamente em
beneficio da empresa as entradas que j i tenba
feVn.
ecife. 27 de D-f-mbro de i887.
Jos Ueilarmino Pereira ce Vlelk,
Secretario da directora
i:aii la de ferro lo leclle a Ja-
'ritarH
Da orJem do lllm Sr. director, farjo publico que,
at ao meio dia de 31 do corrate recehem-se
prop ftna cm Marta fecha a, no esCriptorio do Sr.
eng-nheir-i retsidea'e. em Jaboato, para o furne-
cimento de cinco mU dorwnles, de accordo enm
as -speeificaces segniot.-s :
1 Os dormentes dev-em aer exclusivamente de
sieopira, oiticica e pg ii'nuj.
2 D vem ter as diinejft^s de 2,-X0,12X0,20.
3' Ni* aevtm ter. brauj, nem brosios| nem 'ca-
rmiebo; n5o deven" ser ventados e devein t>r a
a- celo transvr's >1 eai qualqier ponto per'taita-
m-nte rectangular.
4" Dtvem ter os t6p^s serrados em. 3fqadria.'
6* Os dormentes eerj entregues em Jahoatao
e abieaco'Lidos pelo engeoheu > residente, on qu-'in
eile determinar
6' A despeza de transporte at Jaboato, cargs,
d'o,-ar)L-H e empilhamenf.o alii, cortera por'coota
jruecedor.
S-cretsria do prolorig.sm'-nto da estrada de ierro
de PernambCi te estrada de ferro do Becife a Ca-
ruar, 16 de Janeiro de 18,-8.
O secretario..
Manoel Juvencio de Stiboya.
ir-
RTWTICA
ES
de
. .ZARZUELAS 5AILS
Quinta- feira, 19 'de Janeiro de
11.a recita de asslgnatnra
1888
Ro Gi-aude do Hql, Pelotas
Porto Alegre
Espera-se o di
22 de Janeiro dos
p-irtos cima e se-
guir depois da
demora do .os
tntne oara es mes
de Jacaranda coro abas, 1 coatoraira, 1
de amarello, i lavatorio de dito coa pedia, 1 ras-
deira secreta di versos qaadroe.
Um. grande n importante guarda-loa? BTidra-
cado tendo a trente saliente, 1 grande saesi chis
e passageirus para
1.A Bpplaudida zarzuela eto 2 actos :
MARINA
MM-rdari; do Atbneu Musc!
PrnalnbDcano, 17 tic Janeiro
de 1888
De o.-dem do. Sr. presicnte convido aos Srs.
:;sociados para compalfcerem no sede desta so-
ci-dade na-di* 18 do corren-e, 4s 7lloras dv noite
p.ra em aticafbla g il ser dieatido osliovos
Mteft
01 seeetario,
. Santino C. Pinto .
Estrada de terr de
Ribciro ao Bonito
Por deliberaran da d'rcct ra desta empresa,
sao (mamados m senhjrea accionistas, pata np
firazo de 60 das,. > contar de 5 do corrente mea,
rvcolberem a 9*.efatrada de 10 0/0 d; suas acedes,
nos termos do 2* do art. 9" e anics do art. 4
dos estatutos.
R- cife, 3 de Dexembro de 18S7.
Jos Bclluriniuo Peiira de Mello.
Director tecreurio
IMPERIAL ^OGIEDADE
. DOS
Arlists .ecfaaaicos c Liberaes
De ordem do conselb> administrativo, convido
a.-a irmaos que se aebam de accordo com o que
rleteruiica o art. 51 do cap. >* de ndsaos estatutos
para compareeerem na tde de nossa s >ciedadc
sexta feira 20 do crrente, s 6 born9 da tarde,
iifim d reunidos eui .HS'embl a gerat, se p-oce^rr
. el .'icio dds novo? funecionario*, cju?.i marca o
g Io d-i art 5'i do*oap. 6o dos mesroos estatutos.
Secretaria da* imperial siciedade d >s Artistas
Mchameos e Liberaos de Pernambaco, 13 de Ja-
neiro de 1888.0 I* secretario,
Paterniano Barroso.
-------------------------------------------------------------------
4lfandega de Peraambuc
Por ordem da inspectora se faz publico que naj
paitas desta repartico, i-o dia 18 do corrente, s
11 huras du.unubi, irlo prsca (>,650 charutos
cunti -os ra qjatra volam's diversos, que foram
apiirehendidos a o irrfo do vapor na'ci mal Mar-
qutt de Coxal < m 5 de Juubo do aono prximo
p*hS*do.
3 sfccci i da AlfenoVga de Pernambaco, 14 de
Janeiro de 1888.O chefe, .
Cicero B. de Mello. .
SM.Q.M,
!.. !:'iHlili' -M 14 lf Marro
De orein da aes'in ii geral, taco publico a
todo* os senburea Sucios que se acham a dever
ir", i o de 3#''00, qne Ibes tica marcado 6 prazo de
oito diaa para se quitaren) cox o Sr. th-aonreiro,
-' fiado este prazo, qne se Contar de h je, scra
eliminados com a nata depor falta do pagamen-
to Outroaim, scientifico aos senhor.n aocus e ao
publico cm-geral. que o unieo autorisado a receber
os haveres- da rociedadc o oosso tbesoureiro o
Sr. I'hil.imeuo Jos du Sauza, ra do Forte n.
9-. Recite, 10 de Janeiro de 1888.
Osicretari) uterino
Plvliaoo.
Coinpanhia locomotora
pernamkHcana
Asseittbla geral
. 2*. cunvocaco ,
8S" vamente convidados os senhires acci"
nistas u se rpunirem em asstnbla geral 'ord'naria,
s if horas do dia 20 do corrente, escrif tori > des-
ta (ompanbia, roa do v "- -m ) Itaparica n.
7. afim de ser apresentidas as cootaa d > anno fin-
do, e preceder-se as eleices para a nova admi-
aistrsca ,carranissi fiscl, prpsidcnte e secreta-
rio da asseoribla geral, rm virtude do art. 15
lo, 2" e 3 dos statutus.
De conformidadi conj o ispvstu ao art. 13 dos
.Matulos, a r'tmit'i ter 1u; m-ro de accionistas que c >u parecer.
Eseriptori.i da companhia l< com tora peraamba-
anua, 5 de J.in.irode IP88.
S re B.rr'S Brrelo
Scretario da Hdm^I^strl^Ci-
2.---Etra da divertida earzaela em 1 acto :
, JA" SOMOS TRES :
3.-A PEDIDO. O grande bailado
-TV 5-Tain>aT~^* '^Jr'Tigi-^'H^inr^rX-
PREgOS E HORAS DO COSTUME.
llavera trens para Aplpacos, Oliai:i. Beberibe e bonJ.%
para Hagd'aleoa. plagados, Hlito Amaro. Fernaodes vielra e
Ueelfe-
------):<>:( '
Fie aber.ta ama assignaturas de H rectas Ii: Terfi-felra. i V^jam-se os programmas.
IMAM
Banco do Brasil
Pagase o 68 dividendo razio de 9J0C0 por
acco, ra du Commtr.-.io n. 6, f eseriptorio de
Pereira Carneiro & C-
COMPANBIA
I8UCANA
Estrada de ferro do Becife a Ca
. aiinga'
AVISO AO. PUBLICO
Do dia 20.. at o dia 29 do corrente m?s o trem
de 8* horas da tarde do-Reeife ir at a Varzea
volt-iodo d'alh s 933
O trem que parte da Vanea s 7 29 ds tarde, \
partir d'alli s 82") e de Cizang s 840.
Eseriptorio du cumpanhia, 17 de Janeiro* de
1888.
O gerente,
H. W. Stooehewer Bird.
PER
DE
.t-avegaefio Costelraoor Vapar
POKTOS DO NORTE
t"arhyl)a, Natal, Macu, ifossor,^ Ara
"oty, Cear, Camossim e \faranhclo
0 vapor S. Francisco
Commandante Pereira
Segu no dia 23 dt
Janeiro s 5 horas
da tarde.
Recebe carga at o
Idia 51.
Encommendas, passagens e dinbeiros frote ate
u. 3 horas, da Urde do dia 23. I
ESCRD7TORJO '
Ao Coa da Companhia Jiemambucana
n. 12
i OMP4XUIB DES .IGNN.I .E
S2* HAliBTlHR .
LINHA MENSAL
0 paquete Congo
m i portos cima indicados.
Recebe carga, enccmmcndas
os megmos portos : a tratar con
PEREIRA CARNEIRO & C,
N. 6.RA DO COMMEROION. 6 .
/ andar
Comrr=lfa llra>ilelra de- Nave-
gaco Vapor
PORT03 DO t?UL .
0 va^or Manos
Commandante I-, tenente Quilhexme
Waddingion
E' asperado dos portos do por-
te a' o. da 22 de Janeiro e do-
,pois da demora indispensavcl,
f_seguir para os p""tds do s.u!. '
uunoem carga para Santos, Santa' Ca-
thariaa, Pelotas, Porto Alegr" e Rio Grande d
Sul, frute modic :
Para carga, passgens, cucooiuieudaa e valore
tratarse na agencia
PRAQA do corpo .SANTO N 9
tica de.6 taboag, 2 aparadores peqneoot e sa -
dr'a, 18 cadeiras de junco. 1 .sof, 'i m.rqaesal 1
marquezde, 2 grandes armario*, 1 guarda-mapa
pequeo, 1 qurtinheiro de amarello, 1 cataate. I
banca, 1 grande filtro, 1 jarra), 3 camas de f-i.ro
1 moinho grande para caf, Jones de pararlaaa
para jautar, ditapura alaoeo. 3 bailas de sartal,
1 salva, 1 trem d cosinha e umitas oatrus a*nai-
de usa de urna tamili
Quinta-feir 19 do corrente
Aslihor.s
iSa casa n. 89 d ra de Smta Rita V.U.*
O agente Martins far leao precadido a rmapi
ente antorisacSo de todos os aovis msi* obj" *
tu existentes na casa n. 89 da ra de b:ntn 1. a.
Velba e qae serio vendida* sem reserva d> arre .-
Leao

Segu com toda brevidade para o porto cima
o biate Jwt te Guie,'recebe carga : a tratar no
caes do Loyo. a bord", c-.m o mestre, cu na rna
da Madre de Dens n 8.
un m Pono
A baica portuguesa Qu teria reerbe carga a
frete ; a tratar coc Amarina Irmaos & C.
LELU&.
Qiinta-feira, 19, dev ter lugar o jeilo d^bons
movis, buya, vidrie, guadros, vasos para fljres
e mais objectos existentes no armazem da roa
Mrquez de Onda u. 52, bem cerno nir. cavado
manso para menino.
) a afamados caniirios i. AUeuunlia
Ao correr do narlell
Seria reir. SO ao erreatr
Ru do I>np A* 1 HORA DA TARDE
O agente Steppln competentemente antorisad
levar: a leilao cerca de 50 canario* da Alteo.-
cha, os melbtires' que tem vin-lo ao mereaoVo. Pre.
vine se i.pa ?rs. compradores qae o pagaai a* t
screm acto contiouj.
2e ultimo leil
De. ( g n. 2 D, pertcncote musa t Li-t.*
de J.-io Rodrigues de Almeida.
Sabbado, 81 de alaaeiro
A't 11 horas
O agente Gusmao antorisado por mandado i .
Exm Sr. Dr juiz du direito esoncial <\> cooaer-
cio e a rqneriment.i do Dr. carador fiscal da mae-
sa fallida de J ao Rodrigues de Afmeida, far, lei-
lao com asBistencia di mesmo jais da oja decir*
helleireiro cima declarada.
Em om ou mais"lctrs a'vontade dos comprado
De-brdein "do lllm.' Sr. director, fajo
publico que fica supprimido o tretn que
parta da estarlo central da estrada de
Oaruar, as noites Jos sbbados depois
do espectac-nlo.
Outrosim, t'ayo. publi..'<>, do ordem' do
mesmo lllm. Sr. director, que a contar do
dia 20 ao corr^rit o trem S 6 que part
de J .boaio s 10 horas da raanlia, patir
s 10 e 5 minutos.
Secretariado prolon^amunto da estrada
de. ferro do Recite ao S. Francisco e es
trada de ferro do Recife Caruar, 17 de
Janeiro de 188S.
"O tiecretario.
Mnnoel Juvencio de Saboya.
BANGO INTEBNAWL
J30
Commandanta Lecointre
E' esperado dos portos de sul
no dit 19'do corrente, seguinde
depois, da demora do costume,
para Bordeaux, tocando em
Takar e Ialsboa
Lembra-se aos senhores passageiros de todat
as riasaes que ha lugares reservados para esta
agencia, qne po.dem tomar em qualqner tempo.
Am H abatimonto de 15 /0- em favor das fa-
milias compoeta de 4 pessoas ao mohos e que pa>
garem 4 passagens intciras.
Por excepcao os criados de familias -que torna-
rem bilhetes de proa, gosam tambem 'este a bati-
mento.
Os vales poataes s se daa at dia 17 pagos
de contado.
Para carga, passagens, eacummundas diuh^ir
a frete : tracta-se com *
Leilao
. 4ugiiste
9 RU DO COMMEROIO#-9
L'nued Sliles A Brasil M- i t C.
0 paquete Finance
Capital
BRASIL
3-0,000: OOOT.
taai de Guerra
De ordem do lllm. Sr. majortlirector, distribne
ras i proprias costtireiras de ns. 201
i diai 17 18a 9 do corrente mes.
> celo da i costaras Arsenal de Querr de
, 16 de Janeiro de 1838.
Feliz a Alcntara
III Alfe es adjpnto.
O Ka'< In'ernxional do Brasil paga ees te-
nh..rec ac -ionistas para o lemestri' que fiudou em
bl de Dezembro pr. ximr paseado mn divi cudo
razao de 10^ por aecii sibre as 50.000 acces
ntfrs risadas, de 200 cala nma, importatid > a
m-em.-t em oi.0:0 t ; e ihiei d- 2i pjr aeco
sobre as 50,000 tr.m'80 0/0 ( a 40 cad i n ma)
tcilis'ado no importe de 100 000|J00, sendo equi-
valente ao juro dn 10 0,0 ao apir:. Par* o fundo
de reserva trantteri- a Svinma de 103:000^, fi-
eaudo sssim esta eoota c .m nm saldo de 160:0c0
s levando ao mesmo lempo ao crdito -da eonta
de 'eros suspens ? a qusntia de 28-W>r990.
Conselko de eoiapras da repar-
tico* de mariuba
De or.lem .lo lllm- Sr. capitn tenente
A'ugus'T C s r da SilvaJ inspector dvste
Arsenal e eapitio do porto desta provin-
cia, fajo publico para inteiro coohecimea-
to de quera interessar poss, que o'conse-
Ibo de tftnpras desta ttepart;5o. annun-
ciado pira dia 20 do corrente, fio trans
/erido para o dia 21 dste roea^ s 11 ho-
r.i da maba, i or tstir marcado o referi-
do dia 20 para tus* logar a' < lercSo murici--
i pal.
Ioepec$So do Arsenal do Marinha de
Pernambuco, 17 d o de- 188^.
O sctiratsri
Antonio V v Azeved?
dem realizado 19,OOO:O0A
A caixa filia) d'eate ianej fuucciona ruado
Cou mer.no n. 40, sacca, vista 'on 0 praso, con-*
tra os sega.te, correspondentes no estrangeiry;
Londres.
Pars------........
Hamb.orgo.......'
iJerlim.."........
Bremenie........"
Frankturt*/ Main
Antuerpia.......
Soma..
geno va.
aples.........
Vliiio e mais 3401
cidaoes de Ita-
lia...
Madrid..........i
Bari.elona......|
Caiz......!. .. j
Ualaga. '..'......I
l'arragonr......'
Vaieoci, : Outrae(
cidade Ues I
TJanlia'' i Ibas |
Canarias .... I
Lisboa.........\
Poijo e rais ^i-f
dades de Por-?
' tugal e Ibas... 7
Buenol-Ayres... .)
Mont-vid-o......
Nova York.....
s N. M. Rothsclnld m Sons.
De Rothschild deFj-rcs.
Deatscbo Bank.
Banquo d'Anvers.'
l'anci. Qenerate
agencian.
e suas
Banco Hypttecario de
Espaua e cQe* agen-
"cias. *
II j neo Je Portugal
suas-agencias.
English Bank of the Ri-
ver Plata, Limited.
t. Amsiok & C.
Oompra saques obre quilquer pcaca do impe-
rio e do etranger-i.
Recebe dii.hei;b em conta correte de movi-
meuto com joresra lazlo-de 2% o anno e por le-
t as a *r sa n ros convencionadof.
O gerente,'
Williara II. Webster .
SiRii
. ciAiifiEiBs mm
Companhl;] Pranceza de Mavega
. .;ii> a Vapor
LjnhK quinacna) ntre o H--vre, Lis
bo... Pe.rn.ambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos
' 0 .api. Vito He Mar;..
Coni.-nanlaate Brant
Espera-se da Europa no dia
)8de Janeiro seguindo de-
pois da. demora necee sari
para
Bahis, Rio de Janeiro Santos
Rjga-fc aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta lioha, (|ueiram apreacntar 6 dentro
Je 6 dias a contar do da deaearga das alvarengas
qualqner reclamacio oncemunte a yoiames^qoe
porventa/a te'niam'stgaidn para os portos do sol,
afim de'se ptdi rem dar a tempb. as providencias
ncesearias.
Expirado o referido praso a companhia nSo se
responsab'liia sor extravos.
Para pai^a, fiassagiins, encooam.'ndas e dinhei-
ro a frete trate -se com o
AGENTE
Augusta Labille
9 Rtf \ 4ERGIO -9
Espera-se de-Jie' -,r- -News,
at o di 19 c Janeiro o qoal
seguir lepoia d'. d.-mors ne
SJ'lr' [> i h
Balila, tilo de #anelro.e Saiitos
fara carga, passagens, e encommendas tran.
) com -os
vapoi
Adv
anee
E' esperado dos portos de sul
at o dia 22 de Janeiro depois
da demora neeessariM seguir
para'
naranhao, Para. Barbados, fii
Thoniaz e New-York .
Para carga, pasageuo.a ic ui nemiaa i d: nber .
frete, tracta-se com o
' AGENTES
* tonry tf.rsi.er & C,
y 8 RA DO COkMERCIO -N. 8
1 anda
---*------------------------------~~
tompanhla Uafaiana <1p cavesa-
. ?o a Vapor
fORTOS DO SL
Macei, Villa Nova, Jreuedn, -Araciju, Es-
tajici e Baha
0 ,p Haranez de Gasas
Commandante J. J. Coelho
Segae impreterivel-
lente para os porte.
cima no dia 22 d< Ji-
neiri, as 2 horas de
tarde. Recebe cargh
licamenteate ao \\'
dia do dia 21.
Para carga, passagens, encomicendas e dinbei -
ro a frete, trata-se na
AGENCIA
7/ttta do Vigurio 7
tainas Alves Matas
Vapor La Plata
E' esperado da Europa no dia 27
do correte e seguir depois da
demora necease ria para
Baha, Klo de Janeiro Monte
y Tldo e Buenos %yre?
O paquete Neva
E esperado do
sulatodia39 do
corrente e seguir
l'depoie da demora
necessaria para
Lisboa,. Ylgo e Sonthampton
. Reduccfo de passagens
Ida Ida e volla
A' Sonthampton 1 classe 28 42
A' L-sboa i> classe 20" 30
Camarotes reservadss para os passigeiros de
fernambnco..
fara passagens, frotes, etc., trcta-ae m ot
AGENTES
Araorim Irmos &C.
- RA DO BOM JESS -N. 3
Dd bons movis, piano,- espclho, quadros,
parcelanae, vidros, candieiros de crystal
para g.z carbnico, trens de cosinha <:
bons pa88aros. .
tiiarta felr, 18 do corrente
A's 10 1/2 horas
No Io andar do sobrado'sito ra BarSo
da Victoria n. 59
Constando : .
Sala de visita
UaM mobilia de'jacaraad' com 12 cadeiras de
g*uaruicao, 2 ditas "du bal anco, 2 ditas de braco,
1 sof, 2 consol-a com pedra 1 jardincira, l pia-
no quasi novo de Pleye!, 2 ricos quadros a oleo, 1
espeiho ov> I, 1 lustre de crystil, 4 caaticaes e
maagas, 4 tagers^lO jarros fiuo', 2 escarrodei-
ras de porcelana, 1 tapeto pira sof, 6 tapetes
para porta, 1 capacho, 3 laucas e cortinados
<.all>nci<>
* Um toillct tntalbado com pe.lra, 1 lavatorio de
mogno com pedra e cspi-lbo. 1 gaarmcSo de por-
celana fiua para lavatorio, 1 impoftante guarda-
vestiJo de raiz de atnaiio, 1 secretaria, 2 escar-
radeiras, 12 cadetms de amarello, 2 jarras e 1
candieiro.
alcor*
Urna cama francesa d- Jacaranda, 1 toi le de
Jacaranda, 1 meza para catieceira de cama, 1 ex-
cedente guarda-vestido, 1 tapete e 1 cabide de
columnas.
-.' Una cama franceza de. po-carga, 1 lavatorio
de amarello, 1 lote d.: esteira para fjrrort 12 ca-
deiras, 1 sof de janeo, 2 jarros e 1 candieir';.
-a (litrl..-
U:ua commods, 1 santuario^ 2 jarros, 2 cadeiras
de bia{os e 2 banquinlias.
Mala i- Jan lar
Urna meza elssticr. de- 7- taboas, 1 guirda-lcnc
de amarello envidrcado, 3 aparadores, 12 ca-
deiras, 1 'sof, 2 cadeiras de b-.laiiC'. cadei
ibs de brafos, 1 relegio, 1 appareiho fiuo ae
porcelana para jantar, 1_ dito de porcelana para
alicoco, copos, garrafas, c.icpoteiras, porta-queijo,
lindos quadros a oleograpbia*, faccas, garfos, co
Hieres, 1 sorveteira americana, 1 candieiro de 2
bicos para gaz..'
Passare*
Co-rup o.'d de Cear, csarics do Imperio e ea-
bia.
Coalnba
Mozas, trens de cosinha, JafrjM e muitos outros
objectos de casa de fasoilia.
O agente UusmSo.^lutorisado por nm amigo que
retira-se com a S Y.x .. familia para fbra da ci-
dade, far IciiSo dos movis cima descriptos.
2 e ultimo leilao
Da loja de .chap s de sol sita rna d .
Baro da Victoria n. i4, pertencente a
i.-'issa fallida de Jo3o Rodrigoss de A!
meida.
Terca-feira 24 do corrente
A'a 11 Saras
Constando :
Da armacao de amarello envidracad. mercada-
rias, todas n.-.vas,'cspe:hoj. cadeiras, fi'eiros
utensilios. f
O agente Gusm*", autorisado por mandado do
Exm. Sr. Dr. juiz de direito do c querimeato do Dr. curador fiscal da massa fallida
da Joo 'Rodrigues de Almeida, far ieila-j cosa
a3Sistencia do mesme jais, da lej cima aenc:i
a
Em nm ou maisjotes von'ade o% Srs. o*.
pradores.
AVISOS DIVERSOS
Aut*-se casas a 84000 no beceo do* Coa-
b-,, jun-i- de S. Qoucailo : a tratar na roa da
icperatnz 0. 5fi.
AMA Na na Augusta n. 280, precisa-se fct
urna que saiba bem cosiabar.
A u.-H-ie o 1' andar da casa n. 1J a raa de
i roa 4* D.
! Mi ; a
lt>
Padre Muniz
Jos de Vello,
tratar na ra estrcita
a casa terrea c. 40
catadas e'pintadas,
do Rosarii n.
' AMA Prceisi-se de nma consisbeira: ao
largo do Corpo Santo n. 17. 3- ni...-.
' Alaga-se o andar r.a n 4 raa lrrdo
iC-sari i n. 37, esquina deroute ca izrrja ; a tra-
tar pavimenti Km*
Precisa-sc de urna coinbeiia :
, eitio do commended>r Barroca.
Magdalt-
Leilao
De 7 casas terreas ns. 20, 22, 24, 26,
28 30 e 32, sitas Ilha dos Csrvalhos
(antiga raa Bella) ern soL oreiro.
Quinta feira' 19 do corrente
A's 11 horas
Boa do Imperador n. 8*
agente Stepple por maridado c t>B9ateocia do
Exm. Sr. Dr. juiz ae direito du provedoria de
capeilas e residuos, a reqoerimento do testamen-
tciro e invedsarianie levar a Icilio as 7 casas
cima pertencentes &>esp.ilio de O. Anua Zarich
Ramos.
Os Srs. pretndante* desde ja podem examinar
as ditas casas e para qualquet inf.rm-.ca- o'mes-
mo agente dar.
lia
De um cavallo castanho pequeo e roanso
propri,u para rneniho
QUINTA FEIRA, 19 DE J iNEIRO
, Ao nieio dia
Por. occasio do lilo de mof s-
No armazem rna Mrquez, de Ohnda
n.52
Lsi
KUIrlL .TI AIL illf;4.!l iAtHlil De 1 mobilia de Jacaranda coin tainpos de'pe-
dra, 1 piano, quadros para Aires, candieiros a
gaz. serpentinas, cepelhos e tapetes, 1 serafina,
camas francesas, comriSodas, te.petc, .lavatorios,
cabides, Cad, camas para meninos,
nsrquezo'S, bercos, .esas red indas, camas de
ferro, 1 mesa elstica, l guarda-loar**, 1 apara-
dor, cadeiras, loaca e vidros, copo?, talheres, co-
Iberes,- apparelhcs rara cha e jantar, mesa*, ca-
deiras e muito's outros movis de casa do tatrilia.
Saina feira. 19 do corrente
A'S 11 HORAS'
Agente Pinto
No armazem da ra Mrquez de Olinda
5
n.
D bons mofis-, 1 piano de Pleyel, espe-
lhos" i vidros
SENDO : )
Urna, mobilia de-jac&raod, 1 piaoo^e Pleyjl, 1'
cadeira para piano, 1 grande cspeltij para cima de
j*f, 4 ditos menores p ira consulos, 1 rica secre-
taria de Jacaranda, 1 estatua de Venas, 2 jarros
psra plantas,-4 porta-jarros de earvalho, 1 almo-
fada parsssof, 1 importante commada de j*cran-
da, 1 solida cama franceza de Jacaranda, 1 toilet
eommoda de dito, ? lavatorio de -
eapelho sobre columnas de jea
vestido.
grand.
I ^aWaaaaaaaaaaaVas**'
Qompra-se uua casa tarrea que techa pH->
menos cinco qutrtos, quiutal grande, preferisMSo-
*e fc que tiver porto so iado.# as mas onde paj-
ear bond ou via frrea, ou oerto desta* ; a tratar
na ra Duque, de Caxias n. 54, eseriptorio.
Precisa-se de urna ama para cosinaar e*s
casa de familia no arrabalde Par,ana-irim : a
tratar na rna das Trinch.-iris n. 17
Vndese urna parte do engenhi Sicapeari
nha, no ralor de 2:000*t assim como ontra patte
do engeuho S Jo&o, em (vsmelleira ; qoem pre-
tender dirija sea ru* velha de Santa Rita n. 64.
C.inpTa-e urna vaeca que sej anitoboa
leiteira, com a cria nova ; a tratar na roa da Boi-
xa Verde n. 18, oa na taverna do Braga, no Ca-
i-ng____________________________________
' Precisa-se de nma perfeita cosiobeira e le
boa caudacta : na ra da Matriz da Eja- Vista
numero 3.
Nos abaixo assigeados, estabelecide*
cidade, pelo presente deciaramos que de boj* en
diante fica sem effeito nlgum' toda e qoalqnec. pro-
curacao noosa, a quem qner qne seja, qne a te-
nbamos pasaado, e portento seas valor para todo*
os eff.-itcs. Fazcmos a presente decUratjao para
evitar duvidas. Recife, 14 de Jaoeiro de IMS.
MoQra & Martina.
Na ra d S^ndade n. 27, precisa-** le ora
cosinheira-e de nm criedi de idade.
Uende-se nma armuco de taverna ; aa es-
trada velba de Santo Amiro ni A. .
Precisa-se de urna i-ri-da qne cbsinbe e ra-
gomme, e de um criada ; na roa do Imperador a.
2, 1- andar. _______
Atteucao
Precisa se de uma ama de meia dude para eo-
sinhar, e de uma persoa para vender na rus ; at>
Paseo da Patria n. 5.
Fugio
Roga-se a pessoa qne pegn nm canario ham-
burgus com um 'signal prtto ao peseoco, e qos-
rendo entrgalo le\e roa Fortaas* n. 7, qae
eer.-l gcueros^mente gratificado. _________
Caixeiro
Precisa -Ee de vm caixeiro com pratica de taver-
na e de boa conducta : na rna Imperial a. 147,
padaria, se dir quem precisa. ________^___
. Cosinbeira e criado
Precisa-so de uma boa cosinhetra e de ttm cria-
do, para casa de p'equem familia; a tratar coa*%
Jraquim Moreira. Reis,' ama 4o Hospital Pedro
II, no largo- dos Coelhos
Engao
Nao exacto que tivease en libertad), coadicia-
nslmente os meas cscravos, foi engaado o aator
da commumcBCao publicada no Diario de Per-
nambaco do 1* do correte sob a epigrspheL*-
bertacoes ; anda n) resolv fazer con'rato eom
es mens esciavos, .e quajsflo en rasoiva o tare-.
pelos meios legaes ; tanto mais quanto en
reforaia- final da le (jo elemento ervil, |
mente ibedecerei an qne for decretado. pelo ]
competente.- Engenbo Pereira Oraade do t
Agua Prtta, 15 de Janeiro de 1888.
Cipitao Bento Firmii.o da Fonseca Rtta.
Perd aute-hontein cuse bilhete inViro Sa iote -
ria n. S67 da co'te, extrahid* eadi corrate.
La o I.lm.-Sr. tenente-cironel Manoel Mar
za, em cu jo estabelecimento conprei dato il
pecio que nao psgue qnalquer premio qn
caibaeno ao abaixo assigaado. 1 den tic
faco sos mais senhores d,**ta cidade qae i
tam premios de lotera*. Recife, 16
de 1888.
A. (i ir Gusm.I
ILEGfVEL
1
* t



uaiuiHiM-- linaria-f cira S de 'Janeiro de 1888
Pao teoteio
Urna seiiliora competentein-nte habilitada pro
pde-se Ixckroar em eollegioa cwi paracula
rea aa segtintea materias : portugus, francs
monea e plano : tratar ba roa Marque de
Herval a. 10.
ioo Demetrio Fernandea
VasMetsa
D. Maraona Gertrudes Vianva, seos filhei,
genroa e nora, profundamente agradecen a todaa
aa pesaoss c.ue aa dignaram acompanbar oa restos
mortaes d: sea sempre choiado filbo. irmSo e cu-
nhadp, Joi.o Demetrio Fernandos ViaDna & aua
ultima mori.da ; e de novo oa convidan) pra"lis-
eiatirem a laiaaa que ae ka de celebrar na marixc
da Boa-Visa, s 7 lj9 horaa do da 18 do corren
te, stimo do een paaaament"
t
4t arrpalo
decsrrspato; a roa do
.ci puBlico
mrt/ta e acit.ua teiraa eem eate aa*
-1; roa larga do Rosario n. 40.

Atlenco
. Cofres prova de fogo
O Cario Sinden, a roa Bailo da Victoria n.
4S, roja de alfaiate, receben de conaigoaco e
vende aem competencia.
fe
Cha pivto
"O Carlos Sioden receben nova remeaaa e vende
por menos do que outro quaiquer ; na loja de al-
faiate i roa Bario da Victoria n. 48.___________
. Borracha para limas
de primeira qaaiidade, vender Lopes, Magalhae's
& C Suecessores de Juito Teixeira C-, aaaim
como "em sempre um completo eortimento de
obraa de vime, de sperf'eicoado goato, e que ven-
. dem por breos aem cempetencia ; na ra da Pe-
nba n. 8. .
Cosinheira
Precisa-se de nma c-sioheira, tendo boa con-
ducta, para caaa de fi-milia : dirjase* ruado
Commercio o. 5, 1* andar, eecriptorio daa 9 horas da manhi as 4 datarte.
*
a*. Carolina,. Amalia Perelra
ale Slqaetca
. Joaqaioi Ignacio Peaeoa de Siqueira e aena fi-
lhoa manda n reaar miaaaa por alma de aua oaaa
esposa e.rai, D. Carolina Amelia Pereira de Si-
queira, is 1 horaa da manhi do da 21 do corren-
te, sabba.lo, trigsimo do seu pasaamento ; pa n
cujo aeto de rel.gioecaridade convidan, aoa seus J[|0tCl LlISO BrlSU'lTO
p&rentes a amigos ; confesaando-ae desde j ain- \
cermente aradeeidoe. ) E
Cocheara* de J a?. Cornea, em
aiameiu-ira
Neate estsbelecimento encontraran' os seohores
paaaageiroa excelleates commodos, bom tratamen-
to e sinceridad no ttato ;' aaaim como urna gran-
de cocheira para trato de cavalloa, e tambem bous
cavallos de aluguel; tildo por precoa mdicos.
Eplitgcnla da Bocha Cardas .
Francicj Antonio Correia Cardoao, Felippa de
Mesqnita Cardoao, Heorique de Barros Cavalcan
te e Adelaida Car loso -de Barros, agradecen) s
pesaos* que acompanbaram > cemiterio os restos
mortaes ce aua neta e filhs, Ephigeoia da Rocha
Card.ao, .; de njvo convidan: seus patentes e ami-
gos paru afs'stirem as miaaaa que* por alma da
finada mandara reaar na igreja da Madre de Deus,
a 8 horas da maoh do dia 20 do corrate, stimo
do sea p&asaniento.
aWMlaSiiVHntVaWMBVl
MEI0'SEC10_DE BOM XITO
48 Premios-
>
m
ALC00L-H0RTEL
DE RIGQLfiS
RKCCrtMENDjUMD
j1m Zllustracoes Medicas
contra
Indi ge i-toes, Odres te Estomago
de Cirtfio, de Heno, de Caoec, ele-
IsdispeBiurel DURANTE os CALORES
PTIMO TAMBJ5M PA.RA.
oTOUCADOReosDENTES
Grande Freaerrativo em lempo
Copeiro
Precisa-se de i m criado para copeiro aaaia
servico de caaa, e que abone sua conducta : a
trata: no sit;o defrohte da estscao dos All ctos.
Collego Americano'
As aulas abren-se segunda-feira, 16 do cor-
rente .
A directora,
Muria C. Bandeira de Magalhaea.
~cti3rcio 'i no uto
Face sciente que a fabrica- de Iros vegetaes,
sita 4 roa da Auiora n.'161, que gyra aob a fir-
ma de Ouim'irSes & Amorim Suecessores de Mar-
tins & Bastes, ten: erigido .seu deposito ra Vi-
dal de Negreiroa, antigo pateo do Tero, i n 66,
taverna, numero do teJepJuae 215. Com toda a
prcmptidSo i par* o dito deposito. Recifei 11 de Janeiro de
1888. ;
Jos Gomes de Amorim.
y
Pm EcUn
Diligencia
Parte de Olinda todos os sabbados a 5 hora,
da tarde at Itabsysna, e vblta as tercas-feiras s
vendase passagem (ara Iguarass, Goyanna:
Itamb e Itabeyana, na oja dos Srs. AgostinK
Santos & C, i ra Primeiro de M*ko n. 1
Cosinheira
Precisa-se de urna boa cooi ibeira, pera casji de
pequea, familia : n>. ra do Paysand n. 19,
Paseagem da Magdalena,
f~:'l'-\.
.!
Fabrica em LTO
O, Coarar Casa em PARS, 41, ra Ricker
Sxige-t o neme de
a
1
CIGARROS INDIOS
de ORIMADLT C"
Phairr, aoeu ticos em Paria.
Admitalo na nova
pbarmacof.a oiiai de Franca.
Approvado pkl Junta central de
Hygisxk do Brazil.
Basta aspirar a furaaca.dos (Igarroa
iidioapanfazorc esappr^cerem comple-
tamente os mais vilenlos ataques de
Aflhma', a Totm nervina, Rouquido,
Extinefao A eox, Sewalgia facial,
nsoinma, e tambem oonihater a Tinca
larynge.
Cada asilo tora a ma^roi da fafcroa, a
Iraca o o sollo cl os-.ik .Ul/f cu.
PARS, 8, Rea ViTienne, 8
s nu ranictrlis ni iua>oua. .
la Pvnmbmo : FHAN- IL da 8ILVA O.
a aa taata ai Mal Pkaraucla i Inaarui.
Soccorro a velha
A moradora do becco do Bernardo n. 51, anda
fas lein.irar a almas orridosas, que nao se'ea- '
quecam da proteceo que sempre lbe dispensa
Ha
I*
I
PASTMAS PE1T0RAES
04 SUCCO 0'ALP*CE E L0URO OEBtM
de 0IIEi.ULT k CiJ, Ph6" eo Pars
Adm, Mido na mu pharmtcopM oficial d Franca,
tppmadoptlaJuata'oiitra'dtHftimado Brazil.
Sob a formad'um eonfeito delicioso,
ton a do com prazer, tinto pelas crean-
Cas, iximo pelos adultos, estas pas-
tUb.au contm os dois principios
inais calmantes inofTensivos em
loa'eria medica. Empregasn-ae
oom o melhor xito contra'. .
Tus se, .Molestias do Paito,
DJlloxos, Catarrho-Epidemico,
Catarrhos, Ronqtiidao,
Doeneaa da flarganta,
Hronchites a Coqueluche.
PARS, S, HXJE VI.V7SWJV
a KA'niiscirAEr PHAmAcaAa
CHEGARAM OS CELEBRES
CttiRIIIS
ti lllemanha
DE
CARLOSFKANDMLLER
DO-
HARZ
DEl'OSITO
Roa do Impers/lor n. 22, armaarm de movis
"i'!ii..:!ii">
iwiwmfi
HjggEiaV
Preciaa-ae de uma coainbeira oa cosinhelro que
abone ana conducta, para casa de familia, e que
durma em caaa do patra ; a tratar cefrpnte da
estacio dos Afflictia, sitio.
Fabrico de assucar
N. H. Stuart, representante doa Srs.'Dancan
Stcwart & C, de Glasgow, annuncia aoa aenbon a
de engenbo e ootros intereaaadoa que est, prompto
a contractar o lev.-ntamcnto de usinas completas
de quaiquer tapanbo, e tambem- tornece machi-
piemos para os engentas existentes, etc. etc.
Todo aera do mais moderno e aperfeicbado.
Aa moendas tei Sj a preaaSo bydraulica patente
de tilewart, que augmenta a expresso cooaRlera-
Teimente.
Aa caldeiras serSo de ayatema econmico e as
tornalbas feiras pira qneimar bagacp verde.
Orcamentos e mais informacoes em caaa de
. Browns & C.
Ra do Conmercio n. 5, Ia andar
Escola mixta particular
'Boat Ve-liaa as. e
'Laura A. Sara va Oalv, titulada pela Escola
Normal, cargo da sociedade Propagadora- da
IiiStruccSo Publica, avisa aos pais de eeus alum-
uob e aquellas pi;sst a instruccSo do seus lhos, que no dia 16 do cr-
rente reabre aua dita escola, onde alem daa> ma-
terias que costit.nem proplamente o ensino pri-
mario, ensins tambem a meninas trabalhos de
Hgulba.
Oleo Florea
0 melhor para o cabello
Oleo Flm cas
n. 30,
a da ra
as seguintes casas : a da roa do Lima
gr nde casa com agua, gaz e apparelho
da Fundigio n. 10 ; o 3- 'andar do sobrado
ra do Imperador'n: 26 ; a tratar na lytographia
de J. I'j cell, i'rui Marque* de Olinda n. 8.
Cautelas do Monto Soccarrc
Comprase cautelas do M,Jite SoceOro :
Marcilio Oas n. 26, dita 7 is 2 da tarde.
na roa
f
*
Alngs-ae-o2- anda; do predio n. 27 ra do
Imperador, com gratdea ccmmqda e agua;.as
chavea para correr, oc andar Urreo
Precisa-Se de uma
Papel pintado, ingz Perfeita cozinheira, na
Para frar aalas e esUbekcimentw desenhos TUa da Soledilde II. 82.
lindos e precos baratos ; veode-s na fabrica Glb-, ____________._________ ^'
bo, ron larga do R'Sario o. 28. fti' J ; ~-
Segundo andar I PMOilli.iadedOM Cri.do. qM deeco-heci.
Alaga-se o 2- andar da eaaa na Primeiro de ment de sos condaats : a tiatar no butel C.smo-
rco n. 17, antiga. do Crespo.; a tratar na loja. poUta, a ra da Madre de D. aa n. 30.'
CAJURUBEBA
MELHOR MEDICAMENTO DEPURATIVO
ApproTado pela junta central de bygine publica da edite, autoriaado por de-
creto imperial de 20 de Junbo de 1883 e mandado incluir nofi.-roul-rio do Hiapital de
Marinba enfermaras por aviso do Ministerio da Marinha n. 1.523, d.9 de Ouiu-
bro de 1885, ocal audiencia do cirurgilo-icr da armada, que iafirouu ter esta mdi-
camento produsido esc-ll.ntes casultados ni Hospital e na clini;a i I!, o eropregado
actualmecte pelos melhorei olimicos, corito O mais enrgico e (M-odigioso med aroe'nto
na cura rtdical dus rheilialJliUaiOS de quaiquer |natureaa, em todos as mole*
tias de pelle as leuearrhas (tires brancas) das (liff--V.-r.tes formulas da
syphiha o em grl em todas as molestiar, occasioDadas pela iMpureza do aa-
tpie.
Semeie de carrapate
Compra-se tementes -de carrapato na fa-
brica de leos Vegetaes, roa da-Aurora
n: 161.
Atso
As aulaa no cdlegio de Santa Luzia acbam-se
funecicnaado desde o dia 9 do corrente. A direc-
tora contina a umpregar tddo z> I. e applicacao
no exercicio de seu magisterio. Recebe pensio-
nistas, meio pensionistas e (xternas.
SEMOLIM
De Brons C, de Glasgow
Este artigo, preparado por um novo processo
de trigo da melhor qualidade, poasoe os elemen-
tos necessarios para putri^ao de enancas e apan-
tes, e muito se recommeoda por ser de fcil di-
gpsto e gosto milito agradavel ; tambem pode-se
faser uma tzcellcnte papa, misturado em partee
iguaes com a. maisena dos meamos fabricantes,
addicionan3o-se-lb,a algnm leite. nicos agentes
neata praca, SannderaBrothera & C, ra do Com-
mercio n. 8, escriptorio do Blackbnrn Needham &
Semcnies decarrapato
Compra se em grandea e pequeas qnantidadea;
na drogara de francisco M. da Silva & C, & roa
o Marques de Olinda n. 23.
Emprcza geral de Mu-
ilanca '
Alugam-se carros de molas, proprids para trans-
p rio de movis, marmrea, eapelboa' e mais orna
mentos de casas'de familia, botis e estabeleci-
n.i-ntos pblicos, para toda equ.lquei parte da
cidade e teus suburbios # arrabaldes, por preoo
comm&do ; a tratar na roa do Padre Nobrega,
outr'ora do Alee -im, n. 2i.
Cotonheir .
Precisa-se de uma que cosiohe b--m, para 'casa
de peqnen familia,, que durma em casa ; na ra
do Conde da Bou-Vista n. 24-P.' .
Assucar candi
Especial assucar candi, o melhor que at boje
se t< m.fab -icad.i aeeta cidade. Assucar especial
extra refinado, I Js'.ua P.nto e Coloaia Isabel.
Beflaaco
J. Salgueira S O ra atarcUi Djas n. 22
Npiaro telepbomdo445-
FTili Mixta ParMF"-
Franciaca Mariiaiana Luara .arneiro, alumna-
mestre titulada pela Eaola Normal da Propaga-
di ra, avisa aoa jais de familia que sua aula se
achara aberta im dia 16 de Janeiro corrente ra
de 8 GjdciIo n. 22, onde alm das materias que
tfonatitueni o entino primario bavera uma' aeccio
de trabalh a de ngulbas.
R-cife, 11 de laaHrs de 1888.
T" AS ~
Enermiiades Secretas
BLENORRHAGIAS
OONORRHEA8
PLORES BRANCAS
CORRIMIENTOS '
recentes.ou antigos sao carados ern I
pouooa dias em segredo, sem rgi-
men nen. ti sanas, sem cncer nem
molestar1 os o>'^aos digestivos, Dlas|
0 Remedie do'Di. Ayer
CONTRA SliZES.
E' um tnico forte puramente vcjretai. e,
pelo couhc! ment practico dos aeus ene-
tos, Habamido como rcmedlo.certo para
as. febsaa BifiHgnay' Estas desordeus dc-
vem a sua origem a um veneno miasmtico
que penetra no san^uc petos puhuDes, altera
,o flgado e motjva as differentes chfsses de'
ftibrcs cpuhecidns por Terciaras e
Quatrenarias, Iijternas, de 'Fri,
Malignas, Intermitientes, jemifc-
tentes, Biliosas, e Typhoide.
> Rfmrdio no Dr. Ayer neutrnllsa o
veneno mi 0 e expele-o do systcma. '
Mi coi.u m quinina nem ingrediente al-
frum mineral; segdro c inoffenslvo, o
nunca (Ute s'j se usa .segundo as dirccci5es.
pp.i:rAi:\no phi.o
DR.
a'
J. C. AYER e CA.-,
Lowell, Mass., E. U. A.
A* venda as principae pharmacias e
drogaras.
Aluga s barato
"Ra Viaconde daltapnrica n. 43, armazem.
Raa do Bom Jess p. 47, 2 andar.
frata-se na ra do Commercio n. 5, 1* andar
es Tiptorio do Silva Aluga-se
ou vndese a casa sita emCms de Almas (Par '
nameinm) n. 10, confronte a casa do fallecido Dr.
Leal, acba-se liinpa e tem commodos para grande
familia c a tratar na ra do Apollo n. 30, primei-
ro andar.
Aluga-se
Mrtade da cata n.' 15- ua de Santa
tratar na mesma. *
Rita, a
Alu^a-se
Aluga-se
por 10/000 a loja do sobrado do 'becco do Cam-
pello n. 2, propria para cfficina ; a tratar na ra
larga do Rosario n. 14. *
Alugd-se
o S andar da ra estreita do Rosario n. 32, com
mullos commodos e muito fresco ; a tratar na ra
da Imperatrix n. 16,1- andar.
Ama .
Precisa-se de uma ama para c sinhar* e lavar,
para pequea familia ; a tratar na ra da Sole-
dade n. 68.
Ama
Precisa-se de uma ama para cosinhar
na roa Duque de Cazias u. 85, loja.
a tratar
Ama
Precisa-se de ama ama para comprar e
cozanhar em casa de familia : aa ra Du-
que de Cazias o^ 14 #se dir.
Ama
Na ra do Cotovello n. 46, precisa-se de uma
ama para todo servico de casa de familia.
Ama
Precisa-se de uma ama para cosinhar ; no pateo
do PnraizQ n. 16, taverna.
Ama
Precisa-se de uma ama que sej.i boa cosinheira
e seja matriculada ; na ra de Riachuello n. 57,
porto de ferro.

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Precisa-se de uma boa cosinheira ; no s
da ra-Velha n. 28.
o eonmerelo
Urna pzssoa bastante pratica em escripjuracSo
mercantil p'cr partida simples ou dobrada, ofie-
rece aos Srs. cpmmerciantes desta praca e fra
delta, ss seus servicoa por mdico a:n:te, podando
aer procurado roa de Santa Rita Nova n. 49.
Boa casa
Aluga-se M da ra Imperial n. 159; com todos
os commodos e bom preparada, azul jo na frente,
ladrilho de ofosaico, lustre'e randellas, estucada,
quintal murado e dependencias ; a tratar no 1
andar ra larga do Rosario o. 22.
Aos sapateiros
Cbegou nova remeses de Mnafls, cpra e escao;
aos negociantes Tamancos a 32f e '13 o cent
a imitacio do Porto 7f o cont : s na ra do
Livrasaento n. 19;

Ao commercio
Ama
Precisa-se de uma ama para cosinhar e outra
para cuidar de tm enanca ; na ra Duque de
Cazias n. 54, 3* andar, ou na loja.
Ama
Precisa-se de ama para
pateo da Santa Croa n. 14.
cosinhar e lavar ; no
Ama
PrecUa-se de urna ama para cosinhar, trasendo
a matricula : na ra de Pedro Affooso n. 34. .
Ama
. O abaizo assignado faz sciehta ao eorpo do
commercio, que em conaequencia de incommodoa
de aua sale, retira-se para Portugal, e deiza por
seus procuradores sos Srs. Agostinbj Santcs & C-,
Antonio Pereira de Migalhaes e Jos Euclidea do
Monte Coelho, na ordem em que se atbam, para,
durante sua demora, tratareni 'de tedos os seus
negocios. Recif 17 de Janeiro da J888.
Antonio Fernandes Cuaba.
OOENCASdoESTOMAGO
DIQISTI'8 DIFPICIlfl
Dispepsias, Gastralgias, Anemia,
'arda de Appetite, Vmitos, Diarrhea,
Dcblidade das Griangas
. CUBA. SKOUBA X API O A PELO
ELIXIR GREZ
TNICO-DIGESTIVO
com fin i na. Cora t I'rpninf
Adoptado em todos osHospitaea
ME0ALH4S AS EXPOSIQOS
PiUS, r. La 2 rn jere, 34, e em tedas u Pharauu.
2:0005000
Um moco com algumaa habilitacoes co'mmer-
ciaef, deseja encontrar uma casa de. negocio que
ptecise de. um socio, e que esta offereca algum
resultado ; tambem se associa a quaiquer pessoa
que disponha deigual qu&ntia,. para abrrem um
estabelecimento que de commum accordo reaolve-
n m, devendo a dita pessoa dar esnbecimento de
soa conducta : quem estiver neste's casos dirija
carta pelo correio ao escriptorio deste Diario com
aa inioiaes PLM, c. m todos os esolareeimentbs,
para ser.procurado.
Precisase de uma ama
mero 37.
i na ra do Rangel nu-
s
e ini
de
COMPOS1CA
ftmin

mm_______
l raa 1." de Muco n. 9, na LivrsrkiFra
B3
Prrcisa-se de uma ama para servicos de casa
de pouca familia ; na ruda Palma n. 12.
Ama
I reciss-se de uma ama que saiba cosiqhar.jara
casa de familia ; a tratar no largo do Mercado
numero 12..
na roa do Imperador
Preciss-se de uma ama
n. 55, 2-- andar.
Precisa se de uma nma que cosiabe eeniromma
para daas p'-ssoas tem filbos, e que durma em caaa,
ra da Conquista n. '29, ou ra do Amorim n. 56.
--------------------------------------------------------
Ao commercio .
Gomes & C. declaram que nada devem apearos
alguma at esta data ; se alguem ce julgar credo
des meamos, aprsente euns contas para i-eceber.
Recite, 10 de Janeiro de 1888;
Ao commercio
Os sbaizo assignidos avisam ao respejtavel pu-
blico e ao corpo do commercio, 'que em 3 do cor-
rete mes dissclver. m amigavelmente a sociedade
que, tinham as tavemas sitas roa Tbom de
Sousa n 2 e roa d Vigario Tbenorio n. 33, que
gyravam neata prca sob a firma de Antonio Go-
mea da Silva. Jnior C ficando encarregado do
activo e passivo o socio Florindo Jos Baptista,
e o socio Antonio Gomea da Silva Jnior pago e
satiatsito de sea capital e lucros. Recife, 15 de
Janeiro d 1888.
. Antonio Gomes da Silva Jaoior.
Fi&rlndo Jote Baptista. '
AMA
Pacerla-aa de uma ama para lavar e engommar
a tua. do Hospicio n. 8. .
AMA
DO D0T0R F0URNIER
Cada Pilula (M gravaAc Kmm. S*n%ni*%,
HuaAS, 5 ra. nusecto, 4 _
PARS. B, Plauso da 1 Manteleta
atjfci1 fe 0080, P Ami |iara eagdmnir
Precisase
nhe e
andar
cima d
ae nem deiev
aderneta, do 3.*
de Cazias por
EM-
Precisa-se de nma muiher idosa para o servico
d uma familia pequea ;_ a tratar na roa Direita,
n. 74, 1- andar. ________' __________________
Amas
VENDAS
Vende-se uma armacao para taverna, com
suaa pertencas, na estrada de Lu(t do'Reg ; a
tratar aa- refinacao da *ua 'do Lima, em Santo
Amara.
\m ha compteica
EM FAZENEAS BARATAS x
Wa loja data l.ilras Airaa rasa na-
que ae as. a jaal Ht\
deaetnio a ine rnaaapsar
le to mar elaaa.
Linn bordadofasenda de uma s ctV a 340
Ule.
ZeBrostizos e de quadrinhos a 100 a a 193
ria.
Lansescossesas deqnadrcs largos laatasflaiato
minti, de 24 por 400 reta 1
Setim de algodode nasa so cor a 240 raas.
Novidade 1
Nansuede lindas cores seguras 840 M0
ria;
Merinos enfcsfsdospre'os a'de todaa aa
aSOOnis.
Setina d" Macao-proto e de todas 1
900 a 1*000.
Sedas r.r- taa -abordadasa velludo, deaeakos
dos a 4*000.
Novidades!!
Copra, manlelrlen, vialtaa. e ea-
acott de sorba, nnoa com eoctas, de eacbeara
com eputas de'todos ra pro>s.-
' Perbiorbaa
Renda hespanht la-cor de reme a 3*000.
Bicos brancos largos o que ha e laais l'tatim
para enfeites de vestidos a 1*800 2*00:1 2*8IB
a pees. .
Bicos de edrea e pre's -de a-^n, ultima mm
dade r 3*, 4*, 5* s 7*000 a poca com 10 aMasav
Bahasde tne.h r qualiaade a 300 rts.
Contaslapidadas para enfeite de vesOdcs pr-
tos e ds torea a 500 e 800 ris o wnmo.
Luasde p.llica e de Cores a 2* 2*300.
Espartithospura stnhura e asearaas, Isas
pn-Qo.
Enebovaespara baptisados a 10*000 e 12*000
completos.
Madapilo atneKcane-^-a 5* e 6* a p'ca.
AUod-zinhoeom 20 jardas a 2*800, 3*3 t
4*000.
Bramantecom 4 larguras a SCO ra. e tope-
rior a. 1*400.
Chitas finaspercales claras e eaeoraa a Mi
ris. .
Linhoslisos e de quadrinbos, /asala uaJas
argaa 200 ria.
Mais barato
Certas de testides, bordadoa braeca a 5*000,
de cor a 6*500 ci-ao 9 metroa.
Leques tranapar. nt^aa 1*000.
Rabsdes e mtremeioen-.vu aortimeato di MI
ria at 4/500.
Lencos braneos fioos-a 1*200,1*600 e 2*000
a duzia.
Meias croaspaia emborna a 6*000 a dtiata.
Ficbede todas as qualidad.-s a 1* e 2.000.
Meias de cores e braucaspara asea as \ 330
5)t ris. .
Redes-^para meninas a 3*500 e grandes % tf.
Bim pa'rdo liapara roupa a 320 ria.
muitas faatndaa que vendemos por todo prepo
na .loja' de .
Jos Angosto Dias.
Venda de sitio
Vende-se ou permut^e por predio neata cM
um boin -itio eos b a casa, moitaa frucie
ezcellente banbo do rio, boa agua de caca
ezteosao de terreno para baiza de c-tpim,
murado na frente, cim p-r'S > e gr:ideaaseatc, 1
caminho de ferro e esta cao junto ao dito ailio. aa
Porto da Madeira, conbecido pelo sitio d 1 Joc
Selleiro, junto ao Dr Ernesto de Aquino Posas-
es ; quem pretender d:rija-se 4 prca da Inde-
pend, neia n. 40, das 11 horas s.4 da tarde.
0 ndelsria peroambu-
cana

Vende-se os a ir tures desta coadeiaria, d.vaaa
os seohores pre.teodentes apreseutarem rtu-j prs-
pislas em carta fechada, a ru do Ioapen lor a.
83, 1 andar, at o dia 9 do corrate, is 4 horas
da tarde. Os animis acbam se nes ec-heiraa do
Prado Pernambucano para Srcm vistos e exissi-
nados pelos serbores pretndeme?, onde rscaac-
rio as infgrm.coes ue n-oessit irem.
Fumo do Para
Vende-se na ra da Penha a. 25.*
fttft.M
uma casa de molbados n primeira localidade das-
ta cidade, bem atregoez-da, tant> para o sate
como para a praca, livre e desfmbaraeaaa As
quaiquer debito, no largo d M reado Pobliao a.
25, tendo poqcoa fundos ; a tratar na .
Vende-se um cuup cheira do Deodato i roa da loaperatria a. 45.
1 1 1 -" i
Livraiuento & C.
vendem cimento port'and, marca Robizta,
uaidade ; no caea do Apollo a. 45.'
del*
Vinhos da damfeira
. finos
Caree vellos.
Madeira. # ri
Moscatel.
Uva Bastarda e de Pastas.
PARA MESA -
Genuino do Lavradio a 500 rs. a garrafa.
Na mercearia de Maooel' Correia C.
Praca da Conde d'Rat n. IB
Vende-se juaa t
pura principlante ;
139 ae trata-.
Atteiigao
taverna beta, afreguezada e boa
na ra ds Gervasio Pirca a.
WHISIf
Boyal Blend narca YIADO
Este ezcellente Whisky Escoces 6
ferivel ao cognac oa gnardeaU de
para fortificar o. corpo-
Vende-se 'a retalho nos melborea
zens de poolbados.
Pede Koyal ltm marca Vl:t4,
cujo nome e emblema B2o regiatrados para
todo Brasil.
BROWNS d C, agente*. .
+-
Boaeasa
Enenlio
Pecisa-sq de dras, sendo uma para engommar
e outr para servi9ua.de casa de familia ; a tra
tar $ raa do Bario da Victoria 7, 2* andar.
Duas
amas
,. Na rna.de 8. Gi.oc-h n. 0, preciat-se de dnss
amas j>*ra,o servio* de una tasa de duas pessoas,
preftriado mi e fi ba

Ama efeitor
i
Precisa-se dests
a-de B<-baribe ;
antiga
58
em Agua
dro Af-
salBRaal
Vende-se o eogenbo S: Gregorio, dia ante uma
legos a* eatacao de GaawUeira, e< m ferragem e
vap'ir n iv. s, boas maUs, '% proporeSu para aafre-
jar 2.500 pea aan'tiaev Eati arr.ndado por....
3:000* p r anno ; a tratar em eaaa de Tarares
d- tfeiio, Genro C, no Corpo Santo n. 15, pri-
meiro.andar.
Atten^o
Vende-se. a melhor casa que ha esa Mi raya!,
propria para negocio e morada, ma raa a-I'as a.
19 ; a tratar na rna estreita do Rosario a. S, tas-
to a igrejh.
Atteii(o
Vende-se uma arajse2b euvidracadaaara qaaaa
quis r principiar quaiquer negocio, par T
preoo ; aa roa estreita do Rosario a. 23.
Vende-se
Vende et o deposito de assucar sito 4,rua Vi-
da* de Nafrsirc.s d'98, e o motivo a veada se d-4
ao comarador ; a tratar na mesma.
Vende-se ama
, sendo a
nhoca Bem^ca a
Vacc
ra atjaw oa; lorre
tica, parida
*** aagt-
por preoo rasoavel, no raffeaMb Gsiaaeira, sais
avia mansos de correia, um alambicas da
com todos os aeus pertences, 100 frssas gal*
sadas'em perfeito estado, e dons 1
na raa no 1 alfil 'Santa
Iraios.
Rite a. 49,
ArJa4
Arma^o
Veflde-se uma importante arma ais tasa'** 1 as-
re I lo, envidracada, que serve para qaalqaei aa-
Swio ; renda-aa taaaaaaa Mamea para
bneedec
20, daa 10 t ao aMlD


lambaeo^narta-feira 18 de Janeirq de 1888
El tino, Hm CordOiS
Para evitar as Contraf jfte
l'xiftr a murta it tfaUi ituyrimia
IB cada mt/tnrio.
Meta para Vari**-
Twidoi duticoa &lfodlo a ie CRB7, IjB aOinpSC; .Suecoor, 4, ru /-* iimmfc
amui MU i BiUNA1IUH.
DEPSITOS EM TODAS AS PRINCJPASS PBABSACIAS
V
tK
H
Lotera da Provincia
O abaixo fssignado, tendo df realisar impret<*rivelmente no di* 28 de Feve-
reii'o prximo a uxtraccao da grande lotera em aubatitucSo a de quatro mil cont s,
esa tres sorteios, e precisando de tempo sffijjente para a orgi.nisacZo das listas dos
bilhstes nao apres?ntados, segando lhe foi ordenado par acto di presidencia de 16 de
Agosto do aono prximo fimo, vem pelo presente communicar aos interessados que
somante at o dia 30 do correte se admiltir n'esta thesourararia a troca e venda dos
respectivos bilbetes Cumpre-lhe, poroi, avisar'aos Srs. portadores de bilbetes que se
at a mencionada data nao re-lisarem a solicitada substituicao nao se admittir mais
reckmac&o alguma visto como n2o sero prejudicados em smis direitos ; porqaanto
serlo relacionados por seus nmeros os bilbetes nao presentados troca, dando-se-lhes
out.ros quaesquer nmeros do valor correspondente na presente lotera, como tudo cons-
tar de urnarelacao que se publicar pela mprensa, fcando o posauidor do bilbete
primitivo cora direito ao novo numero que lhe for designado, e a rebeber, depois da
extruccS", o prffiio que lhe saliir em sort.
Outrosim, os assignantcs de nmeros ce/tos de bilbetes 'las loteras d'esta pro-
vincia encct.tr:.rao tambero at o fim do correte mez os seus bilbetes de assignatura
nos pontos de su>s enromraendas, a saber n'esta thesourana o e oas csaas dos Srs.
garantidores.
Tbesouraria das loterias da provincia. 9 de Janeiro de 1888.
O tbesoureiro,
Jos Candido de Maraes.
Fazendas com 40 L de abate
/
M0RRHU0L oe CHAPOTEAUT
%
O Morrhuol contera todos os principios que entrao na composiefio do oleo de
ligado de bacalho, excepto a materia gordurosa. O oleo, como sabera todos,
desagradavel pelo seu ebeiro e seu sabor, muitas vezes rejeitado pe*? estomago e
provoca a diarrha. O Morrhuol pelo contrario bem acceito pelos doentes, e
actualmente, nos hospitaes e em todos os estabelecimentos de caridade, ena clnica
civil, os mdicos felicitao-se por ter encontrado no Morrhuol uro medicamento,
quo desperta o appctite, aear a com a tosse e os aores nocturnos, restitue
aos tsicos as cores perdidas, augmenta-lhes as forcas, melborando considera-
velmente o seu estado. O Morrhuol, que as creancas tomao sem a menor difficul-
dade, modifica promptamente a sua constituicao, quando elWs sao debis e
lymphaticas e sujeitas a resframentos.
O Morrhuol, que um preducto em tudo difirante dos chamados extractos
de ligado de bacalho, encontra-se encerrado em capsulas redondas, cada urna
das quaes representa 25 veces sea peso de oleo escuro, que os mdicos
reconbecem ser o mais rico de principios activos.
fe._____
PARS, 8, Ru Vivienne, e em todas as Pharmacias.
4
preco
TINTURARA
23--l.ua de Matoias de Albuquerque--23
(anliga ra das Flores)
DE
CLEMENS KUGLER
SUCCESSOR DE
Otto Sclmeider
Tinge e limpa com a maior perfeiclo toda a qnalidade de estofo e fazendas
em ppea ou em obras, chapeos de feltro ou de palha, tira o mofo das fazendas: todo
o trahalbo feto por mo de machinismo aperfeicoado, at hoje conhecido.
Tinta preta as ttreas e sextas-feiras e de cor e lavagem todos o* das.


IPILULAS DIGESTIVAS DE PANCREATINA!

de
Pharmaceutico de i' Classe, Fornecedor dos Hospitaes de Pars
A Pancreatina empregada nos hospitaes de Paris, o mais poderoso i
I digestivo, q.ie se conheca, visto como tem a propnedade de digerir ei
I tornar assimilaveis nao smenta a carne e os corpos gordurosos, mas!
[lam bem o pao, o amido e as fculas.
Qualquer que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteracSo, oul
andancia de sueco gstrico, inflaii.macSo, ou ulceracos do estomago, oul
ido intestino, 3 a 5 nulas de Pancreatina de Deiresne depois da cc-|
I mida, semprc alc-in.,tiin os inelhores resultados e so por sso prcscriplasl
lpeos mdicos contra as seguintas affeccoes:
[Falta de appotits.
Mas digestoes.
1 Vomite >-
Flatulemcia estomacal.
Anemia. 5 Gastralgia^
Eianhea. i Ulccraces cancerosas.
Dyseoteria. j Enicrmidades do igado. *
, Gastrites. i Emmagreoimento.
i Somnolenciadepoisdecomer.evcmitosjieacompanhm a gravidez
PANCREATINA OEFRES^'E em rasquinhos com a dosc de 3 a 4 colhe-
radazinhas depois da comida.
|Em casa de DEFRESNE, autor da Peptona, PARS, e rn todas as Fharnaciu
MALTINA
Extracto de Irigo, eevada e aveia germinadas
Prepartdo pela Maltine Manufactonng C Limited 24 e 25 Hart Street Bloomsbury
Londres E. C.
iipproTadas pela Junta de hygfene da Corte
A MAL'lINA equivale a 3 vezes o seu proprio peso em diastase e de 3*a
6 Tezes em poder diastosico a qualquer outro preparado, deite genero.
A MALTINA tem merecido 6 medalhas de ouro em diversas expoic3es e
tem urna aceitsclo enorme na Europa e nos Estados Unidos tanto que foi preciso in-
corporar urna companhia com grandes capitaes para satiafazer o consumo sempre
eresceote.
Cliama-s- a attencSo dos distinctos medaos desta cidade para os importantes
preparados da MALTINE Msonfacturing Coropany. Todos os productos medicamen-
tosos sao mais fcilmente assimilados em combinacSo com a Maltina, ainda mais slo
(erados a torrente circulatoria e promptamente sao absorvidos prodazindo effeitos
iaasediatos.
Lista dos preparados
MALTINA pora.
MALTINA pepsina e pancreatina.
' MALTINA pboppbato d ferro quinina e strychnina.
Oleo de ligado de bacalho com leite peptonisado.
Oleo de 6gado de b calho com leite peptonisado combinado com hypophosphi
te de soda.
Extracto de carne peptonis&do.
Alimento solovel destinado a obviar a neoessidade de digerir leite de vacea.
# leite contido neste preparado est digerido previamente pela pancreatina,
Vende-se Da pltarmacia >n'ral
38 Boa do Imperador 38
PERNAMBACO
XAROPEo REINVILLIER
Laisrosulo pala Academia do Modtotea
TOd.CAL Ga-BSl**-*
O Pbosptitto e* em ? a sntwtancu mineral mata apuncanf do ocfnfno a toda v gusasa
^m aorraal 01 minu resulta uoi alecca* cranle j-nie.
luis ce daca mil cjras. a mor liarte .wiii.Vada petos frorc.aores e Mdicos das PaeaMsoM
-oeo
SKI;') ofciwas uHImiirrtnto e flaerao cm ojie o X.trpe <*-> tf RrimrlU
a TUtaa pnlmonar. Bronctaite
so o especifico mais seguro coaira i
1>iM, >'>!lide4e da Ori
rmobtg er'ancas fa.-illta a Iwntl
easUiard
uso. C Toyv*
o e o :;reclLgeD to: m.
i denUs
llier (oese cUMBctdo
rliroptoa.
)geqsMa
m e uou de
14.1
ass^sri
Em
mi
,)
NANSUC de lindos padr3es, a 160, 120 e 200 rs., o covado.
GAZES arrendada imitacao de seda, a 600 e 700 rs., o covado-
ATOALHADO adamascado padrSes novos, a 1I200 e 1i$400, o metro.
FUSTOlS brancos, padi3es inteiramente novos a 400, 500/ e 600 rs. o covado
LANS de quadro, imitacao, a 100 e 120 rs. o covado.
CORTES de setineta com um pequeo toque a 6(5500.
LCNONS lisos, o que ha do lindo, 240 rs. o covado.
TOALHAS felpudos para banho, 151500, urna.
CHAMBRES, grande sortimento, a 40000. 5*000 e 60000, um.
CORTES de coletea de fustao, a 20000, 20500 e 30000, um.
BitlM pardo para roupa de crineja a 320 rs. o corado.
GUARNICAO de crochet, 70000, urna.
TJALHAS felpudas, para rosto, a 30500 e 50000, a duzia.
F^CHUS de cSres, jmitacao de seda, a 20000, um.
SARGELIAI da cores, a 240 rs. o covado/.qualidade melhor.
MERINOS pretos e de cores, a 800 rs. o covado.
BRAMANTE de algodSo de 4 larguras, a 800 rs. o metro.
D7.TO de linho de 4 larguras, a 10800, o metre.
ATOALHADO trancado de 2 larguras, a 10000, o metro.
GUARDA-PO para bomem a 40500, 50000 e 60000, um
GUARDA-P para aenhora, de 80000 e 90000, um.
VJ5LBOTINAS de todas as cores a 900 e 10000 o covado.
SETIM Maco de efires, a 900 e 10000, o covado. \ .
CHEVIOTS preto e azul a 30000, 30500 e 40000, o covado.
ZtiPHIRES de lindos padrfes, a 200 e 240 rs. o covado.
MADAPOLAO americano com 24 jardas, a 60000, a peca.
PANNO da Coata de liatra e de quadro. a 10000 e 10200, o covado.
CRESTONES para cobertas, padr8-*s novos, a 260 rs. o covado.
SE1TIM branco muito tino, a 10200, o covado.
POPE LINAS brancas, para nova, a 800 rs., o covado.
LEIQUES de setim branoo, a 60000, um.
LlIVAS de seda lisas e bordadas, a 20000,
LENCOS brancos de algodao e de linho, de 10200 at 60000, a duzia.
ESPARTILHOS de 50000, 60000 e 70000, um.
CAS i- MIRA pretas e de cores, a 20000, o covado.
B0LCAS para viagem, a 100000 e 120000, ama.
GE.ANDE variedade em bordado e ntremelos.
EXTRACTOS de differentes qnalidades.
BKIA1 branco de linho, a 20000, a vara.
CAMBRAIAS bordadas, brancas e de cores, a 60000 a peca.
COMPLETO sortimento de camisas, colarinhos, punbos e gravatas, todos por
commsdo.
SEROULAS de bramante, 150000, a duzia.
PARABANHOS DOMAR
COSTUMES para banhos do mar, para senhoras. a 100000.
DITOS dito dito, para homens a 80000.
DITOS dito para meninos a 50000.
SAPA TOS para o mesmo fim (todos os nmeros.
NA RA 1.
A REVOLUCAO
48-Bna DniH e Caias-48
Esplendido sortimento de fazendas flias
Cortea de seda, lindas edres, para collete, a 60600, na.
Sedas de listrss, lindos gostos, a 10500 o covado.
Satins de cores, lisos e de listrinhas e quadros, a 800, 10000 e 10200
Ditas maravilhoao, de lis tras e quadros, a 320 o 360 rs., o covado.
Damacs de algodao, lindos padrees, a 240 rs., o covado.
Esplendido sortimento de crotones de quadros, listras e Adres,
320, 360 e 400 rs. o covado.
FnstSes brancos e de cores a 360, 400, 440, 500 e 6X ra. o covado
Merinos, lindas cores, a 700, 800, 10000 e 10200 o covado.
Cachemiras aoolchoads para veadoa, a 500 ra. o covado.
La de quadros elatras, ultima moda de Pars, a 320, 360, 400, 500 e 600 rs.
covado
Merino preto, completo sortimento.
Dito sssetinado, a 10400, 10600, 10800, e 20000, o covado.
Completo sortimento de zephiros de listras e quadros. Hados BwdrW m. 10O
120, 200, 240 e 280 rs., o covado. P*"0" *""
Cortes de cretone com enfeites, com 18 covados por 60000.
Grande sortimento de colchas de cores e brancas, a 20000 2A5Ii
40000, 50000 e 60000, ama. ~* -w~~i -w~*>,
Lindos leques de gaze de seda, ultima moda, 60500.
Cachemiras de quadros, de seda, o mais lindo e moderno que se u6
10600, o covado.
Entremeios e babados bordados e bicos de cor por barato preco.
Camisas francezaa, brancas, para homena, a 20000, ama.
Completo sortimento de casemiras, pretaa e de cores, a 20000, 20500 JfOOO
40000 e 40500, o covado, ---
Leques de papel regatas, muito lindos, a 500 rs., um.
Muitas outras fazendas de gosto, que com a presenca das El
respeitavel publico poderSo apreciar.
Heorique da Silva Woreira
XAROPEdeBLAYN
_ licenciado pela Inspectora de Hygiene do Imperio do Braz, adoptado Com _,
xlto ha mais de 3o Annoa pelos melhores Mdicos de Parlz. cura os rnTmif CrW*
Te*, Catarro pulmonar, britacoa io foto, das Vias vrinarim a da ~
DE MARfO N. 20
DE
AMARAXi & C,
Telephoiic n. 58
N U B I A N N U B I A N N U B I A N
NBIAN
N U B I A N
GRAXA LIQUIDA IHIPEMEAVEL\
EMPBEQA-BE 8KM E800VA9
O maerninco LUSTRO d'esta oraia|
comrva-6e durante urna sena ana,
me Ja qual fT o tempo.
BA L MORA L 6L OSS Gomma lustrosa elstica para as Bottinas das Senboras, |
APPLIO A--SE BEM S8OOVA0
PASTA UHCTU0SA, m cmixmst de folha de andres, tal qual\
entregue ao Exercito nglmz.
THK NUHAN MANun COM! SAO, Honr Lint, LONDitU O.
Agent'-s aene im PERNAMBUCO :
Qulmaraei A Perman.
N U B T A N.
ONZE DE AGOSTO
DIRECTOR
Bacharel Hanoel Sebastian de Araujo Pedrosa
95Em viscfliifi .i mmm-4,
Telephone 3U2
As aulas deste collegio carao abertas do dia 9 de Janeiro em diante como
determinam os estatutos.
Admitte smenta alumnos internos e externos, tanto para o corso primario
cosi para o aecundarie.
CURSO PHlM\IUO
t A cargo do professor Isaac Servio Ferreira, desde 1882, comprehende as
materias seguintes : leitura de prosa e verso em lettra redonda e manuscripta, oalli-
grapbia, catbecismo, theoria e pratica das quatro operacoes fundamentaos da arthme-
tica, geogrt.phia elementar, especialments do Brasil, grammatica nacional, resumo
de historia do Brazil, recitacao na tribuna e composico de cartas, recibos, etc. A cal-
ligraphia est especialmente a oargo do professor Mr. Pedro Mara Liausu.
CI31\SO SE1XMI VftlO
Comprehende as materias exigidas.para as matrculas, as facilidades do
Imperio.
O resultado dos ltimos ezamea toi superior ao do anno precedente, bavendo
apenas seis repr-jvacoes, sendo tres em portuguez/ daas em arithmethca e ama em
geometra, comprehendendo nesse numero os inhabilitados na prova escripta.
O director contina a empenhar todos os esforcoB para o maior aproveitamento
de sena alumnos, e convida os interesaados a virer.i peaaoalmente tomar conheci-
mento de sei collegio, onde receberao as explicacSea que desejarem.
ME01C*fI0S FUNDAS EJIHT1I
O TODAS At OUAUDAOES I I--------
101 CHIMICa-PHAfWAClITlCOlE'
ESPEC1 AilDAOES M P1U
57yRua do.Dope .fc Caxias,5 7..
Especial idade desle establecimento
E'iiir e ijiinti fls JsiiHa
Elixir deotifrieio
Contra a carie e amolieciin-nto e d6res.de dente.
V.nbo, x;irpes e pilulus de joruveba
Grande sortimento de per. Is, pastilbi>s, granula e piiulas dos melhores fabri-
cantes europeus e americanos. '
Gra ide eollno^io de alcnloides os mais modernos e raros.
Aguas miaeraes de todas as qualidades.
Para photogr;i| hia e homceopalhia
Aloool rectificado aesinfecimli), cbnui 'n. nt-- yur.i. *
A Di. a
A rhurmacia Amen an tem urna se ci'i bou oe >ptbica onde se- encontrar
alm dos medicamentos preparados com to mmeos mais acredita 'os, crt^ir s, vidros avulsos oe tolos os tamenhos, glbulos
inertes e medicamentosos, tinturas de plantas iniig as ees
Receba m*- todas s f^br]
Manipulay'.o por pn t qualquer hora
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Belleza Hygiena Saude
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ULTIMA NOVIBAOE PBE PARADA CONFORME OS PROCESSOS SCIENTIFICOS OS MAIS AK*H*K00S
Utrct nclitnda
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AJON i Perfumista, 62, B* de Strasbourg, I ____
_*?**** /*rBmbim:nmfa.t,Stnk* B MAS PBINClPAgS CAssDsTfsaFiiMAaua
i lfllll**it^nw*##T>#####a>###ajajajajayi
I
.i@\
58Ra de Imperador38
Nesta gnnde pharmacia avia-se receitaa e pedidos com
) Jsolicitude e modiciJade.
As preseripf 5es em iingaas estraogeras $to lelieite
despajadas
O pharmacentico pernambucano JOS FRANCISCO BETTENCOURT
convida os clnicos desta cidade que qaeiram honral-o com i
para qualquer trabalho profissionai e ao publico. Garanta se i
cioaa e conacienciosa ezeoac&o.
Esta casa recebe seus productos cbimicos e drogas
das melhores casas da Europa, especialmente encona mondadas pan sea
reeeituario.
ESPEOALDADE
Xaiip to fitisUi, M i BalM a W
Preparado pelo pharmacentico JOS FRANCISCO BETTENCOBT, \
da urna etficscia verdadeiramente maravilbosa as molestias das
respiratorios.
Brenclies, asthma tosss, convolsa, tt
::
Essencia depurativa. Frmala do distincto clnico Dr. Ramos
Depurativo por ezoellencia para todaa aa molestias que tosa m
na imparesa do sangue.
JiS
:o:
Tinta preta para escreverinalteravel, fabricada com maito
por ama formis inglesa, especial para escripturaclo meroanl^^^
publicas, secca de pressa, perfeitamente preta, alo corroe aa I
deposita e d opia.

lite, etc., le



Diario de Perii&fbaeo<|iiarti-feir& 18 de Janeiro de 1888
*
LfiTERATM'.

I


O JTOOO
POR
JU1.ES DE GASTVNE
segunda parte
II
(.ContinuagSo)
sesmo

Nao poli* afazer-sa idea da que sea
pai fosse culpado.
Sau pai roubar ao j >go, o duque de Mor-
lac, seria possivel? Tinha-se aasustado
sem razio. Tena feito melhor, s conti-
nuasse a roa viagera. Qua haviaro de di
zer, se o nio viasera ohegar escola ?
O manceba traha-se apeaao na pria-i-
ra estaylo. em Aaoires.
Estar espera do trem qua voltava
para Pars.
Nao p (lia conservar-ae parado.
Correu ao vendedor de jornaes, com
prou tod as folbas da manhl e percor-
. reu as.
Qaant) raais lia, oais as suas appre-
hens<5;s ajgraantavaro.
Os detelhes dados palos diffirentes jor-
naes completa vam-se, em vez de se con-
tradizereni.
Pareoun todos visr o duque de Mor-
Uc.
Que vergonha, se fosse verdade !
O infeliz mancebo seotiaj a vergonba
pesar sobre a su* cabeca.
Nio oucava levantar os olhos.
Imagiunva que todas as pessoas que,
ctuio elle, esperavaro o trem, o conheciam
e olhavam para ella do uro modo singular.
DepoH lembrou se d-- Branca.
At eutlo s sq tinha (timbrado da sua
honra.
o sen amor ?
Era o fin, a perda do sen amor?
Tudo desmoronara, em torno dell'.
A vida pareca Iba afunlar-se em um
abysmo, as trevas.
Aquillo que at entio o tinha tornado
brilhaute e alegre, aquello nomo de que
usava da cabera erguida, aquella espada
que lhe penda ao lado, aquellos ttulos,
aquella riqueza, que con> tanto orgulho o
tanta ventar depuaha aos ps daquella a
quem aaiava, tudo isso lhe era arrancado
de ama vez s, de chofre.
E curvava a cabeya, envergonbado.
Mae-te nao fosse verdade.. nao, na
era verdade, engenavain-se.
Oh como esta va ancioso por ser infor-
ma jo, por saber, por ver seu pai J
E o trem nio chegava.
Anual ouviose um silvo, ao l rog, dos
lados de Verstiles, vio se urna eolumaa
de fumo manchar o co azul, e depois a
fila sinuosa de Wdgnos apparecau serpen-
teando sobre os trilbos.
Mauricio correo para a plataforma.
Foi o primeivo^que entrou para o trem,
o primero quo sabio eio Pars.
Atirou-se para dentro de um carro, e
mandou Locar para sua casa.
O portilo do palacete nao estava ainda
aberto.
Baten e entrou.
Vcndo-o, o porteiro nao pode, reter urna
exclamayo de sarpreza.
O Sr. Mauricio '
Mea pai est em casa ? perguntou o
mancebo.
NV, senhor. O Sr. duque aahio ba
poucos minutos.
Sahio?
Sim, senhor.
E nSo disse nada 1
Nada.

Mauricio fioou um aumento
Perec qae perguot:
ase devia fazer.
iu lia nava demora aniquilava-a.
S nSo sabe onde i
NSo, senhor. O S. duque nuoea
sabe t2o cedo.
O manoebo estava cada vez mais per-
plexo.
Disse machinalmente, em voz alta :
Ao club, talvea.
Sir, o Sr. duque taires esteja no
club.
Mauricio ia sabir, mas ao mesno instan
te um grito partio-lbe dos labios.
Urna carru age ra tinha parado porta.
O duque apeou se.
O mancebo notou i :n me Jotamente que
elle estava muito pallido, quo tinha os
olhos verineibos, como quem passa a noite
em claro, a sua anciedade augmentou.
O duque de Morlac soltou urna exola-
m$io de espanto.
-- Tu, Mauricio ?
Eu mesmo, neu pai.
Disserara-me que tinhas partido.
Effectivameote parti, mas voltei.
Porque T
Preciso fallar-lhe. ..
O duque fiugio-se sorprendido.
A mira ?
Sim, meu pai. .
E' entao muito urgente ?
Muito.
Mas v qne tica tarde para res pars
a escola.
Oh a escola pouco me preocupa
n'este momento. E' mesmo pfovavel que
l nao torne a per es ps.
O duque encarou com elle.
Sabes ?
Tudo, meu pai.
O ti dalgo estremeceu.
Mas o porteiro estava perto d'elles.
O duque conservou o singue fro e
disse :
Segu rae.
Subiram a escada.
O pai pareca calmo.
Nenhum musculs do corpo lha trema.
Pareca ama estatua.
Tinba ainda a cabefa erguida.
Mauricio cambileava.
Via-sc um tremor convulsivo agitar-lhe
o eorpo.
Tinba a cabeya baixa.
Uro suor fri inundava-lhe a testa.
Seut a urna irapressao. qual do con-
demnado que oamioha para a grilhotins.
Tinha visto,, pela pbysionomia de seu
pai, que os jornaes diziam a verdade.
Havia com certeza alguma cousa.
O duqua caminhava lentamente, direita,
sem se voltar.
Abri a porta do gabinete e mandou en-
trar o filbo.
Com a mo iodicoulhe urna cadeira.
Senta-te.
Manricio sentio um calafrio.
Antes de sentar-se, disse :
Urna palavra jjrimeiro, meo pai,
urna pajavra. Padeyo muito... E ver-
dade T
O duque olhou para elle com firmeza.
AcreditaaJ
O mancebo exelamou:
Nao, meu pai, nao posso acreditar !
O duqae toreeu as rolos, com um gesto
de angustia.
Estou innocente, mas tudo me ac-
casa, todo me perde!
t Entao o que diziam os jornaes ? ...
E' tudo verdade.
E' o senhor que quizeram designar ?
Sou eu !
Mauricio deixo*-se cahirem ama oadet-
rii, e, apertando cabeca '' entre as mitos,
roropeu em solucos.
Meu Dus mea Deas I
Sou ea, disse o pai, o duque de
Morlac, qa se atrevem a acensar 1 E
nao ouvi no club ama voz levantar-se para
ao
n-
defen'ier-ra1", e' nem uraa mSo se estender
para mira. Sim, urna apenas, a do co-
ronel.
Mauricio le vmtou a cabeca.
onnel Boislaurier?
. A do corjnel Boislaurier. Esse,
menos, nao rae julga criminoso.
Entao, marmurou Mauricio, est
scente ?
O duque lancou-lhe um olhar altivo.
F.iZ-ra -bus tambem a injuria de o
duvidar ?
NIo, mea pai, nao exclamoa o man-
oebo.
- Os olhos brilbarara-lbe de alegra, e
Mauricio aucreicentou :
Mas into fcil justfi -ar-se ?
O fdaigo abaixou melanclicamente a
cabera.
. Fitcil?... Sa nSo qaerem acredi-
tarme? .
Mas o que so passou ? disse Mau-
ricio abatido outri vez.
Urna cousa maldita, iucrivel Fui
sorprendido j.gando com cartas marca-
das I
E nSo sabia ?
Pela minha honra, igonorava-o.
Affirma quo nada sb:. ViU 'que as
cartas estvam .marcadas e fez o seu de-
FOLHETIM


Era preciso dizel o, gritar!
Grite i, jurei!...
E nio o acreditaran! ?
Nao me acreditaran. Havia amitos
dias eu ganhava... ganbava de ama ma-
neira espantosa. Foi d'esse lucro que se
vingaram.
Julga que anda n'isso alguma vin-
ganya?
Julg .. ama vingaDca terri^el...
ama vinganca que me ba de custar a vida.
O mancebo olbou para o pai.
A vida ? balbuciou elle.
Bem sabes que nio posso sobreviver
a tio grande vergonba.
Mas se est innocente...
E impede isso a vergonba... acre-
ditando todos que eou criminoso ? Ah 1
nio jogues, mea flho, nunca, nanea '
O duque pareca petrificado.
Mauricio nio estava menos aterrado que
elle.
Olharam um para o outro lvidos am-
bos.
O namorado de Branca s entao com-
prehendera o qua bavia de terrivel na si-
tuacio de sea pai e na sua.
Tve um momento de esperanza quando
ouviu a palavra sinsera do duque, quando
viu o seu olhar firme, qae nio pareca
mentir.
Seu pai nao era culpado.
Estava convencido disso, e essa convic-
cao dera-lbe urna alegra aabrehumina.
Mas aquella alegra foi de curta dura-
cao.
Achava-s* de novo diante daquelle pro-
blema formulado pelo pai : c Como bei de
persuadir gente prevenida, da minha inno-
cencia ?
Oe repente levantou a cabefa.
Os olhos brilbaram-lhe.
E' preciso luctar, meu pai.
Luur 1 disse o duque desanimado.
E' preciso descobrir o culpado, o mi-
seravel que lhe fez essa infamia. NIo
desconfa de ninguem ?
De ninguem 1
Nao tem inimigos no club ?
Nio os conheco.
Alguem qae tem oveja da sua posi-
cio, da sua riqueza, da sua felicdade 1
Evidentemente... Mas d'ahi a oom-
metter um erime .. porque foi um verda
deiro crime que commetteram contra mim...
Quero dea pela fraude ?
Um dos criados.
Conheoe-o ?
Est no club ba j alguna mezes...
um americano.
Esse homem apenas uro cmplice...
Deve obedecer a suggestSes de outrem.
Talvea se pudesse fallar a esse hornero.
I
dos
. -
VICTIMAS E ALGOZES
POR
EMILIO E 1UCHEB0URG
___i. _ '-
urtim PARTE
A US - -
(Continuaba don. 13,
XIV
a ra. Iirlvot
A Sra. de Saulieu ebegoa ra de La-
ral.
A Sra. Drivot ? prguntou ella por-
teira, que tinha reepostas preparadas, no
caso que fosse interrogada.
Masa marquezaera muito fidalga de mais
para qiie tivese sequor a idea de interro-
gar anca porteira
estaba anseate, mas que ella enCOOtraria h
Sra. Dr;.vot, e que Iba indicaram o andar
e a port do apoiento, a marqueza agra-
deceu, subio.ao tercoiro andar e bateu i
porta. mf
A S.s. Drivot veio abrir.
Enci.rquilbndo os olbos, pirecau muit
aorpre^dida em recebar a vjsita da urna se-
nhora que lhe era desconhecidj. Oomtu-
do, coroDrimcntoJ a roarqueza com grande
poluta C6n^emeate icofciliado. As gravuras, as
paredes e alguna volumes na estante, tr-
ftian) os bsbitos da aus ridade da familia.
Micha serrhora, disse a visita, sou a
mnrqu'z* de Saulieu
A Sra. D.-ivot iuclinou-se, aquello no*n
nio pareca diaer-lhe nada. Mas frntoudo
effereccr ama cadeirs. fidalga, oontiaaan
do a iutjrrogal a com um olbar adroirade.
a seohora, diese a marqueza,
seaiar enhora tem em casa urna
moca 1
.'dinha filh*, Sra. marqueta.
A) I sua filha. Entretanto, minia
aonhori, se estou electamente informada,
ees* rroja qae, segundo me dizem, en-
cantadora, apenas su filba adoptiva?
PrmitU-ma, 13ra. marqueza, que oe

admire como tenba podido saber qae a roe-
nina de quero falla apenas minha filha
adoptiva.
~ Urna revelacSo que me foi frita hoje
mesmo.
P nao nossa filha. A Sra. marqaaaaqaer
ter a boniade de ce dar a conbeeer. o mo-
tivo a qui devo a honra- de saa visita ?
Sra. Drivot, se oque foram dizer me
exacto, a' meain* Lourenca, sua filha
adoptiva, a neta da marquesa de oau
eu, que est na sua preseoca ; urna me
nina que eu procurei e fz procurar por to-
da a parte, durante longos annos.
-- Meu Deas, o queest dizendo ? ex-
cltnou a mnlher ; mas, na, impotti-
ver denunciando o fado.
E' isso o que da ? t
Foi o que respondeu quando o inter-
rogara m.
Com o dnheiro, talvez falle.
O duque abanou a cabeci.
Nio sabe nada: para mim evidente
que nada sab :.
Se eu fosse ao club ?
Ao CJub ?
Fallar quelles senhores : convncel-
os d.i sua innocencia.
J me condemnaram.
Condemnaram-no,?
Hontem noite, urna hora depois do
escndalo, o meu noroe era riscado da lis-
ta dos socios do Club.
Condemnaram-n'o sem o ouvr T
Sem me ouvr.
E tem certeza disso ?
O coronel, com qaem acabo de estar
assistiu execucao...
- E nio protestou ?
Fea mais que protestar... den a sua
domissio...
- Excellente coronel murmurou Mau
ricio.
Infelizmente, disse o duque, mais
desesperado ainda, o seu protesto estril.
Tudo ma acensa, tudo me esmaga! Posso
debiter-rae como quizer, estou perdido!
E deixou-se cahir em um^poltrona.
Chorava.
E solucando murmurou :
Morrer assim d"shoarado ^
Olbou para o filbo.
Deixar-te um nome...
O mancebo estremeceu.
As lagrimas saltaram lhe tambem
olhos.
Nio lhe sobreviverei, meu pai. Lam-
bre-se da vida que eu leveria... Obrigado
a dar minha demisaio, u2o appareeer mais
em Saint Cyr. o roen casamento desfei-
te.... o meu amor acabado...
O duque levantou a cabsca.
O teu casamento, o teu amor ? Amas
entio ?
Amo orna moya encantadora, meu
pai... umsvmoga a quem tinha tanto orgu-
lho em offerecer o meu nome e e miaba
mo !
Nunca roe tallaste nisso...
Ainda nio tinba chegato a oscasilo.
Mas o senhor conbece-a, conhece o pai.
Quem ?
O coronel Boislaurier.
Amas a filha do coronel T
Adoro-a.
E elle cabe ?
Soube hontem noite.
E a moya T
Ama-mi tambem. Nio approva a
miaba esoolba, meu pai ?
Boislaurier, o homem mais leal qae
conheco. Outr'ora tive culpas para com
elle.
Culpas ?
Culpas graves... Mais tarde per-
doou-mas francamente, dignamente. E foi
o nico, como te disse, que tomoa a minha
defeza. E, entretanto, era o ultimo que
eu devia esperar ver ao meu lado...
O ultimo ?
Atraicoei'o... Fiz a desgraca da
sua mocidade.
O senhor, meu pai ?
Sim, eu !
Elle amata ama moya que ea rou-
bei; urna moya que en^anei e que aban
donei depois, urna moya que fiz mii e que
deixei na miseria com seu filbo. E' esta
falta, bem o sioto, que pesa sobre a mi-
nha cabeya. Foi da maldiyio daquella rou-
lber e aaquella orianya que sabio esta ca-
tastrophe. Eis porque j nio espero mais
nada... j nio creio em nada. Foi a bora
do castigo que soou para mim, e esse cas-
tigo terrivel, implacavel.
Deixou sa cahir de novo, abatido.
Mauricio contemplava-o coro uro i terror
orescente.
Tambem ella estiva esratgado Nao
esperava uiais nada do destinos.
Uin amas lbu sahio dos Ubio3 :
Branca !
E poz-se a soluyar ao lado de sea pai.
III
V .
Depois do ter dado, ciaio contamos, a
sua demisslo coro o escancalo do club,
d'onde o duque, seu amig >, tinha sido ex-,
pulso, o coronel Boislaurier voltou para
casa muito incomroodado. Nao esconda a
gravidade da eituaclo. Para elle, tiaha-o
lido na pbysionomia de todos os socios do
club, o duque estava prdiio. Nio volta-
riam atraz, da pfiroeira impressiO que.ti
nbam reoebido, Alem disso, como justificar
o infeliz ? Tudo pareca singular, uffyste-
rioso naquelle triste caso. O criado do
club que tinha denunciado o duque nada
quera dizer, aflirroava que nio sabia na-
da ; que tiuba ti jado sorprendido, qua foi
sob m primeira impresslo de indignaylo
que tinba fallado. Se tivesse tido tempo
do reflectir, teria tido mais attenySes.
Haviam-n'o int rroropido para dizer:
Fez bem... fez seu dever.
Pur esae lado Boislaurier tinha-se con
vcocido como os outros, nada havia a ten
tar, liada havia a fazer.
E entrou em casa dominado por urna
tristeza mortal.
Pensava em Branca e em Mauricio,
cuja fjlicidade yia despedayada.
NIo poda, effectivaroente, dar su* filha
ao til io do duque.
E, emquanto caminhava, ia se lembran-
do do passado : lebrava-se da noite passa
da na malta de Verneuil, daquella noite
oro que tanto padeceu, em que vio o du-
que pela primeira vez.
Aquella eocoatro j lbe tinha sido fatal.
O duque ainda lhe traria desgostos ou-
tra vez ?

vel !
larva escura, perdemo-nos no caminho sem
Espere, minha senhora, vamos ver.
Se a menina Lborenya realmente miaba
neta, nio tenho precalo de lbe dizer a fe-
licdade que disso resultar para ella e para
a senhora. A seqnora estima a, nio vea
dade ? w i
Oh I sim, estimo-a.
Pois bem, Sra. Drivot, em no*e da
affeiclo que a sanbora tem px>r ella, ptyo-
Ili9 que me responda s perguntas que vou
aire verme a dirigir lbe, com.ioteira fran
queza.
Respaader Ihe-hei do mesrod modo,
Sra. marquesa.
Que idade tem a roeniaa Lsorenya ?
Quando lbe pondenram quoe &C Drivot. Podia ter dous quando roe' foi entre-
gue,porque ella me foi entregue por ana
mii,e como isto foi ba vinte annos, ella
tes) agora vinte e dous.
A mulher abri uro lbum da photogra-
pbias e poz o retrato do Lourenya diante
des olbos da av ; esta examinou attenta-
mente retrato...
A moya estava vestida com simplicidad*
e bom gosto.
A exprsalo do ro3ta ara, Miga e mo-
desta.
O corayo da marqueta batia com vio-
lencia.
Saropra estamos dispostos a acreditar
naquillo que desojamos.
Pareca Sra. de aul.u que achava
naqjeUe retrato um ar. de f*.oilia, que con-
firmava as suas eep^rarj',*.
Sra. Drivot, disaa ella conmovida,
quer diz r-mc a*mo a minina Lourenca se
tornou sua filba doptif* e am que cir-
cotnstancias sua rali Ih'a entregou ?
E como a multwir hesitasse :
__ Fall-1, peyo-o, cautinuou ella, nao v
que morro Je an-jiodade, que uma ver-
dadeira crueldad! tazer-mo esperar?
A 9ra. Drivot abafou uro suspiro.
Pois be
diaer todo.
os principios ds anno de 1867 habi
tavamos em Marselha ; meu marido que
era caixeiro viajante, oceupava-se nessa
poca em vender os vinhos de urna casa
majtO importante de Dijon.
i Uma tarde, nSo lbe posso dizer bem
de aue da, roas lombro-me que estavamos
no mea Marco, meu marido unha-me leva-
do adarum passeiopela praia. Demormo-
nos mais do que queramos, porque era j
tarde, quando pensamos em voltar a toda
a pressa para crasa. Tinhamoa tanto mais
pressa, quanto meu marido, chamado a Di-
jon, devia partir, ao da s<>guinte tinha
decidido que eu o acompanharia.
c Mas, ooroo acabo de dizer, Sra. mar-
quen a, o tempo estava sombro, s noite es
E agora j nio era elle quem soffria,
era aUa filha, sua filha a quem ella desoja-
ra poupar a mais pequea contrariedade.
Aquello homem era entio o seu genio
mo, o genio mo daqualles a quem elle
amnva.
E revia a scena de outr'ora; revivis-a...
. E agora era amigo daquelle horoero.
Nio era elle o pai da Mauricio, do ho-
mem que sua filba amava ?
Nio era o amor de sua filha e do man-
oebo que defenda T
Anda va de vagar, pensando em tudo
isto.
S liaba uma preoccapaylo: defender
sus filha, evitar-lbe todos os desgostos que
a amea;avam, afaBtal-a de todas tquellas
tristezas, de todas aquellas angustias.
Mas oomo ?
Quando ella deixasso de ver Mauricio,
oomo esconder-lbe o que se passava ?
O pobre coronel, qua nio estava acos-
tumado a mentir, via-83 torturado com an-
tecedencia, pur ser obrigado a procurar
evasivas.
' Que desanUce teria tudo aquillo 1
Via desgrayas por toda a parte.
Entrou ero casa com a morte no cora-
yio.
Branca dorma.
Entreabri a porta do seu quarto e vio
a sua querida cabuya repoussndo sobre o
travesseiro branco.
norria.
Tinha o rosto como Iluminado pelo sol.
Dormindo pensava saro duvda ero Mau-
ricio.
As lagrimas viuharo lbe aos olhos.. .
- Fechou a porta o mais devagar que
pode.
E, afastando-se nos pontas dos ps, mur-
murou em voz baixa :
Dorroa, dorroe, querida filha, dorme
tranquilla. Por muito tarde que acor les,
s".r seropre cedo.
Deitou-se, mas nio pie pregar asWa
toda a noite.
Pro urava na sua imaginayao um asa
de salvar o duque, roas nio o eacoatrava.
E entretanto estava esn vitan lo da saa
innocencia.
Mae como demonstral-a, cooso proval-* ?
Era ji dis claro, e elle ain'Ia peaaava.
Bxteram de vagar porta du quarto.
Era ordenanya.
Lavantou a caby sobresaltado, ctio
se acord' ase dn un aomno profundo.
- Qu^m t
Est ahi um aenhor...
Uro senhor, a estas hora -
- O Sr. duque do Morlac.
- O duque de MorUc ?
Saltou precipitadamente para lora ia
cama. a
Mande entrar para o gabinete ..
vou j.
Bim, ma coronel.
Era ffactivamente o duque, o daqs
que, como jsabsmos, bavia sabido cede,
impacienta por saber noticias, a q*H aaV
se tinha deitad, que tinba paseado a noi-
te sobre uro canap, curtindo aa sasierea
angustias. t
Nio pode contar se por mais tenspo.
Logo que jolgou pider apraaeaUrsk
ero casa do csrouel, sabio de caea e tosser.
ama carrangem. .
Fjou de p na saleta oada enmarida
o tinba introduzio.
Andava de u o lado para oatrj, agitada,
com o chapeo na mi. L
Tinha o rosto gelado e lvido, e peiv
corpo corriam-lba calafrios como aa jae
devero agitar os condemnados, no momee
to em que a su* senteoya proaaaeiada.
Os minutos p..r -ciaro-lhe saeaioa.
Afinal a porti abrise, e o coronel en
trou.
O duque de Morlae dirigi imasadsti-
roente o olhar para elle.
Boiskurier vinha triste e abat la.
A anciedade do duque augmento*.
Eutio? I murmurou elle.
Nio consegu nada, res jondea sim-
ples mente o pai de Branca.
O duque fez-se mais paluda ainda. aa
era possivel.
Deixou sa cahir em uma' e.deir, al-
quilado.
Entio, balbuciou elle, est tade aca-
bado, estou perdido !
E levou a mo testa, iaamdasla do
suor fri.
Boislaurier nio aiaia nada.
Comprehendia qaanto havia de sssTrwr,
se e8tivesse no lugar do deagracadu, *
nio era homem para proferir, ene oeasv
siio tio grave, pal ivras banana de esmaa-
layio.
Perguntou apenas :
E Mauricio ?
Mauricio de nada taba
nio pode deixar da saber todo.
O coronel murmuren:
Desgrayndo '
O duque tinba-sa levntalo
agora a paseos agitados.
Ha de ser obrigado a ds
la e a dar demisaio. Fui eu
di I Mancbei-lbe o nome, coaiproiaetti c a-u
futuro' E entretanto nada fia para isso :
juro por Deus que me oave, esta* iame-
cente.
As lagrimas vieram aos olboa do daaa
O seo rosto altivo como qne cabio.
Aquella grand* desgraca tinka-o, por
assim diaer, prostrado.
O coronel estava violentamente con
vido.
Como o sea amigo, andava sw sa
e andava
sea
per

peroeber e acnaroo-nos no meio de vastos
terrenos incultos.
c De repente, oavimos gritos terriveis e
pouco depois s irnos uma sombra que pare-
ca arrestada por uma earreira vertiginosa.
Era ama mulher muito moc ainda. Quan-
do nos vio, paroa de repente e depois do
uro roomento ele hesitayao, approzimou-se
de nos.
j
< Estava rouito paluda, tinha os olhos
desvairados e os seus modos aprasentavam
todos o sigoaes^de alienaglo mental. Ti-
nha a roupa em desordena a os longos ca
bellos desatados cahiaul lhe at a,cintura.;
c Trazia no eolio uma criaoya q*ue aper-
tava de encontr ao peito, pea-ro'anoa bra-
yos, dizendo-me com voz rouca :
< Os asiiaasinoa perseguem-me, que-
rem -matar minha filha. Salvem minha
Loarencinba, salveu-n'a I 'pertence Ibes.
Eu nio-tlevo viver, vou morrer.
c E antes <\ te tivessemos tido lempo de
vencer a n^ssi sorprezs, o nosso espanto,
a pobre moya tinba desappare ido na di-
recyao do mar. Como estivessemoa a pe-
quena distancia da praia, podemos ouvr o
barulio do sea corpo cahindo n'agua.
A marquezt deixou escapar um gemido
tarde, grandes lagrimas cahiain-lhe pelas
faces i-baixo
A crian ja chorav-me nos brayos,
coctuuou a cumplioe de Paolo, a qual como
vinos tinha decorado admiravelmenta a
sua liyie, eu devorawa com caricias, a
pequeua soccg;ou e adormeceu.
Apost do grande desejo qae tinha de
ter um filha, a alegra de ser rali tinha-
me sido recusada, contado beijando a Lou-
reny>ziqha, senta em mi i; urna arobria
guez di'sconheciJa, sensato:s deliciosas,
todas as suaves ebmmoyoes da roateroida-
de. Ab I a juesilo de saber o que faria-
da crianes. ao foi pur longo taro
ja entre meu marido e eu.
c Visto que t'a deram, diss-me Dri-
vot, conserve-a.
Sim, airo, exclamei eu, tico com ella
e bei de eatimal-a.
c Havemoa de estimal-a verdadeira-
mente como se fosse nossa filba, aeerescen-
tou meu marido, que foi aempre bom ho-
mem.
A marqueza, eada vez mais commevids,
continba os aoluyos coro diffi uldade.
A pequea, contiauou a mulher, es-
tava envolvida em um chale de la ;
logo que entramos em casa, tratei de des
pir a menina para a deitar, nessa ocoasilo
urna carteirioba escapou-se de uma dobra
do cbale e oahio no soalbo.
A senhora conservou esse objeoto ?
perguntou a marquesa com voz frnente.
Sim, Sra. maoqaeza, pensando que
podesse fornecer talvea um da qualquet
indickyio sobre a familia de Lourenya ;
mas, devo noofessar-lhe que nsfcca procu-
ramos descobrir a menor coas? A ca'r-
teira de roarroquim verde e tem uma le-
tra dooriiia encimada por uma corda.
A Sra. de Saulieu, accommettida de uma
especie de.tremer nervoso, ergueu-se de
repente.
Sra. mrivot, exelamou ella, mostr-
ate j easa nartiira.
A mulher foi a qma oommoda e abri
tres gavetas, que revistou suoceBsivamente
sem conseguir acbar o-abjecto que procu-
rava e que eetav, dizia ella, embrulbada
em am papel de seda.
Emfira, julgando que tinha representsdo
sua comedia suficiente, encontrou a oar-
teira e apreseatou-a msrqueaa.
Esta deu am longo grito.
R-;conhecia a cart. ira; era aquella em
que. tinha encerrado o cheque de cem mil
francos sobre o banco do Franya e que ti
nha entregue filha na nota do casamen-
to. Cpm as terriveis recordares que io
vocava aquella carteira, augmentavam as
lagrimas da rali de Gabrieila, a chegava
ao cumulo da agitaylo interior.
E' nutil dizer quo a carteira roubada
por Paolo na osa da praia, tiuha (ido pre-
ciosamente co leorvada por elle. ,
A Sra. de Saulieu^ nao podia tirar os
olhos da carteira e atravez as lagrimas bri-
Ihava lhe nos olbos uma alegra delirante.
Sra. marqueza, continuou a mulhsr
de Drivot, ba nesta carteira uro "papel que
taro o quer que escripto, apenas algu-
mas Knhas, mas int. iramente iocompreben-
siveis.
A v abri a carteira e schou o frag-
mento de ama oarta rasgada, de que nio
resta va aolo o firo das liabas. A mar-
ulo recoobecendo a letra,
liabas ac o qae restsva
\
para o outro, sem aebar u
dessa 'carta que o leitor conhece, escripta
pela senhora de Saulieu filha e na qual
lhe marcava uma entrevista na casa motM-
liada, ondo entio mora va em Paria o vis-
conde Ernesto djs Mrulie. Domis, eis o
tragroento dessa carta :
Fizeram-m; conbeeer a mo-
actual do senhor de Mr
aposento do hotel
que seret saa
espreme ahi
neve horaa da >
A carta tinha aido rasgada de proposito
e era tambera de proposito qae tinharo ti-
rado a assignatura ? Nio o poderiam di-
zer. Mas a Sra. de Saul'eu nio poderia
dar attenyio a easea pormenores. Era l
possivel que suspeitasse, que se represen-
tava diante della uma comedia odiosa ?
Essa nobre senhora, que nio oomprehandia
senlo o bam nio acrelitava senio na du-
pliciuade dos outros, senio qusndo o de-
moaatravam com provas evidentes.
Por isso, nio lhe restava a menor du vi-
da no espirito. Lourenya, a menina dada
por sua infeliz oili aos esposos Drivot, era
efectivamente sua neta. Comtudo conser-
va va se calada, asergulhada naa suas dolo-
rosas recordaces. Por ter sido um dia
sem piedade, por haver aroaldyoado sua
filha, quanUs desgrayas tinba causado 1
Ternava a encontrar a sua neta, e com-
tudo os remoraos anda lhe restavam na
alna. Era seropre a terrivel expiaylo, que
lbe espalbava uma cor livida no rosto e lhe
fazia curvar a cabeya.
Por flrn passou a rolo pela testa, depois
olbaudo para a mulher do agente :
Sra. Drivot, disse ella <;oro voz grave
e comino-vida, a menina que a senhora
adoptou minha neta.
Meu Deas, Sra. marqueza, mas est
bem certa que nio se engaa ?
A narrayio que acaba de roa fazer,
oonfere exactamente com o que j sabia a
reepeito de -miaba desgrayada filba ; mas
ha mais ; reconheyo esta oarteia, qae j
me-perUnceu o estas paUvraa sobre est-
fragmento de carta, estas palavras, Sr.
Drivot, fui eu quero as escrevea.
Oh I Divina Pr&videnoi, exelamou
a mulher, pondo as mos e levantando os
olhos ao co.
Sra. Drivot, contiauou a marquesa,
a senhora recolheu a menina abandonada,
estiroua; totuma bioita ac,Io que a
marqueza d Saulieu nunca esquecer.
Mas, diga me, porque nio, fez nanbuma
tentativa para aoH
Lourenya.
las ole oc
palavra.
(CWmssm)
aa, visto qae
nio sabamos nem o
informa;osi
Sra.
familia da pnouena
mii nem o do pai.
Podia ter tomado
Marselha.
E' verdade, mas ao da
mo j uve a honra de lhe diaer,
queaa, deixamos aquella cidade
DJod, onde ficamos cinco aaaa
pois,*a noeaa pequea Liureoy
loroava-ae bonita, acostumams aee
amavarool-a e comprebende, Sra. mr
aa...
Sim, coroprehendo qne, ai
meoiui, se esquecesse de
yoes, que provavelmtnta
to 'achar ana familia, isto aa
Entio teriam desgosto em se separar
mas boje, depois Je a ter per ti*
te upo considerado como olha, aoja aa sm-
nho reclmala o levai-a, o sea desajsafs
ser infioitamente tnaior.
Infelizmente, sospiroa a 8va Drivat.
Mas tera a coasolayio do ver a aoai-
cie brilhante qae Loureny* ter aa ssvie-
dade ; ha de regjsijar-s> de saber aerila
feliz e rica, porque toda a fortaaa da
marqueza de Saulieu della.
A mulher tinha p-.sto o lenyo aa cara e
chorava ou fiogia que chorava.
A vida ebeia de sacrificis*, Sra.
msrqueaa, respondeu ella coro vas Ltcri
masa ; nio posso recusar-me aolregaasto
sua neta. Ab I a proveci cravl, e
cruel I preciso sofirel-a. Devs
cer-me de mim para nio pensar
sa atenas, no seu futuro e na
4ade.
Alm disso, Sra. Drivot, repsf-esi m
marqueza, que ae deixava illndir cmb a>
falsa dor da cnroplice 'do bario de L ir,
nio a perde inteiramente, ? (alaa
vezes quantas quiser o aio Iba pro-
hibido amal-a e psrtilhar Jgaase daa so^
alegras.
Ab I conbeyo-a, sei perfeita-aas* u no meio das grandezas que a esperssa, aio
esquecer o pai e a mii Drivot.
Ella est em casa ? pergoataa a car-
quesa com vos tre nula.
Ella est no quarto, tratando d
uro chapeo. #
Ah 1 vou vel a I exclama*
Saulieu, cajos olbos brilbsrasa
Sro. Drivot, tenh* a boniade do
A mulher fiogio que limpava
vermelbos, nio pelas lagrimas,
esfregar do lenco deixou ees*
dous suspiros estas palavras :
t Erario;, assim pre
[Continuar* J
riso, Sr.
roa Ucri- i
.tregsr-lae
I

roa UssBI


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