Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19135


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Full Text

hit --jw
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE Vitf SE PACA1
Por trea m idWUltttadog .
Por W ditofjfnPi.............. 2*L
Por om anco dem............. .MjjdD
Cada na ibero avulso, do meuno di............. <$0O
HEIM 17 -DB JASEfflO DH T








-
,,

PARA DE.\TRO E FR4 DA PROVINCIA
Por seis meses adiaotadoa......... /..... 134500
Por nove ditos dem '............. 200000
Por um auno idem...........,..."... 27J000
Cada numero avalao, de dias anteriores ..'... ; .... #100
NAMBUGO
Proprietoi&c ht Mmo JxQneixa i>* .torta /lijos
Os Sra. Amed<'tt Pristen <& C
de Paria, sao os nossos agente*
exclusivos de annunelos e pu-
bllca'Sdes na l'i-anr e Ingla-
terra
TELEGRBMAS
SEhVlCO PARTICULAR DO DIARIO
RIO DE JANEIRO, 16 de Janeiro, a
6 hor. s e 80 minutos da tarde (pela li-
teire3tre.)
Fui no meado jui municipal e de or-
pbao.i do termo de Campia Grande, na
provin ia da Parahyb*, o baeharel Alfredo
Espiodola.
'oi reeondnzida d> cargo de juiz ranoi-
cip 1 <; de orpbSos do termo de Ipojaca,
na provincia de Pernambaco, o bacbarei
Jos Kmygdio Goncsdves Lima.

SEEVICO DO CENTRO TELEGBAPHIGO
DA iWIPRENSA
.(Par* o Diario de Perna moneo)
RIO L>E JANEIRO, 16 de Janeiro, a
5 boras e 43 minutos da tarde (pela li
nha terrestre).
Foi nomeado commandante do 12. ba-
talbo de infautaria da guarda nacional da
comarca de Campia Grande, na pro
vinti da Parabyba, o tenente-coronel Ala-
noel ilelchiades Pereira Tejo.
Foi tambem nomeado major ajudante
secretario do commando superior da guar-
da nacional do municipio de Maco, no
Rio Grande do Norte, Luiz Lacas Lins
Caldas.
Consta que sur mateado presidente
da provincia das Alag>,s, o Dr. Belisario
de Sjuza.
A taxa do cambio sobre Londres,
90 (i. v., foi boj* de 24 d. por 1000 e
reservada 21 1/16.
Os presos do c-f conservam-se inal-
terados.

SEBVICQ DA AGEKtIA DIVAS
LISBOA, 14 de Janeiro, s 10 horas e
15 > u a < ubi-
Fj levan >- noParlaraontoaqu.es-
t "le /u <* p r n 8si.) das obr.s do
port de L-sb
Fui votado um inqu< rito.
LISBOA, 14 de Janeiro.
O Diario do Ooverno publica um decre-
to creando urna agencia financial do gover-
no porloguez no Rio de Janeiro.
Agencia Hxvas, filial em Pernambuce,
16 de Janeiro de 1888.
'
NSTRCGJO POPDLAR
ESCfllPTURACAOCOWIAL
[Extrahidj)
DA BlBLIOTHECA DO POVO E DAS
ESCOCJlS

1
ICont '* a;j o)
MODELOS DE EiCBlPTURAS DE SOCIE-
DADES
I
Kacripiura de aoeleds.de> eos norme
conectivo
Nos aba:xo sssigoa^os.. (os nomes e moradas
pui ixteoso) d'eats eidade de..., desojando unir
os n.B8.ia ioStasaSi pelo viocalo de una Socieda-
de. fizedlos a pres*nte esripturS debaixo daa en-
> adamlas legmoter:
1* /t firma oo mzo di tociedade aera ... =a
Casa um de nos tei igualmente a faeuldade de
aaiignar ai cartas, lettra, obrigat's egeral-
nvuie todos o mais escnptoa da ine.m Socieda-
de ; porm, nenhum de n que poder*, debaixo
de pretexto elgam, osar deats" firma em uegooio,
que oio at-ja directa e inmediatamente perteaonn
t inesma sociedade, aob p-n 4* ser expulso
quelie de nos que o i-cntrario pratrear.
2* Esta sociedade aebsiatiri por tempode...
anuos consecntivoa, contados do pnmeiro le... e
ad&a em igsal da do sano de. .
3* No caso de morro de al;um de nos, aqoelle
ou aquellos que sobrevivereri continuarlo os ne-
gocies k t se conclu njoi es litua... anuos em be-
neficio dos berdeiros do soei ou socios fallecidos,
gem que os ditos berdeiros r. ossanj, por forma al-
guma, pedir contas, en mtr itar aco em joiao,
cu (ora 'elle, antes de find > o dito terap o: nem
poderajsubstituir o logar do fallecido oo fallecidos
na co-adimniatrac8odoa negocies da mesma socie-
dade ; mas sim Ibes ser di.da annualmente urna
copia dos balancos, e sempn a facnldade de verem
e poderes) examinar os livros de esoripturacSo
4* O capital da sooielade ser de... contos de
ris, repartidos e pago* dnihrir- de coatado, ou eff itos de nossa satisfa-
co, dentro em... mezes, contados da data da
presente escriptura, debaixo da peas de ser ex-
pulso da mesm soeiedadn acuelle de nos que,
deatro do dito termo, nao ti' er cumprido es'a cou-
dicio.
6' O capital cima nao s) poder extrahir ou
retirar debaixo de protesto ilgum, emquaoto nAo
forero pagas todas as dividas passivas da socieda
de,ou ao meos eir.quant) sao tiudarem os di-
to*. .. anuos ; mas sim, e tao somante, se pagar
pelo quartel a cu ia um de nos o joro daa ooasas
respectivas entradas, de... contos de ris, na ra-
zio de... por cont aoanno.
6* Aloa do juro cima, cada um de us poder
receber mais at quantia le... ris anuaaimea-
te, sem qae jamis se posea exceder esta quantia.
7* Os lacros ou perdas, que Deas der socie-
dade sero repartidos por igual a cada nm 1e
os (ou propurcionalmeate s entradas, qoaodo
tilas nosejam ignae* ). fi ida que seja mesma
sociedade.
8* Neubum de nos poder i imprebend'r negocio
algum por sua conta particular, qae nao seja em
beneficio commum da sociedade, debaixo da pen-
de ser logo expuls > aquello de nos qae o contrario
fiser. ('t'ota clausula exceptaam-se os officios ou
empregos que oa socios ti venta, osqases deverao
declarar).
9a Concordamos desde j em que a sociedade
nao pder em cas algum prestar fianca para
pesaos alguma. (NVste clausula excepta se o
delcredeie, e as flaneas particulares qae os socios
prestam l pessoas de sua amisade).
10* Oa negocios da sociedade ae administra-
ro na casa em qae reside o nosso socio..., obri-
gaodo-se, por esta rato, a sociedade a pag.r os
alaguis da dita casa.
11* Por qu&oto o nosso sacio... se encarregue
do sustento dos caixeiroa e criados para o servico
da sociedade, se he pgario annualmente, para
comedorias, casta da mrsma eeciedade,... ris
por cada eaix-iro, e... ris por cada criado.
12* No fim de cada mea inviulavei oente nos
jantaremo* para dar bataneo eaixa ; e, para que
aaaim conste a todo o lempo, assignaiemoi todos
no proprio livro caixa.
13* No fim de cada anno mpreteri?elmente se
far o balanco geral do negecio, e ae laucar io os
lucros oa perdas, qae d'abi resultaren!, na conta
do capital da sociedade.
11* No fim d< s dit' s___annos em qae se ha-de
dissolver a presente sociedade, conceder-se-bo
mais tres meses para justar as cuntas e dar
balanco final aos negocios,fiados os quaes ae fa
r por igual (ou proporcionalmente a entrada)
a partilha do dinbeiro, faseodas txistentee, e di-
vidas activas, pertencentes sociedade, depois de
pagas as dividas passivas d'ella, salvo o caso
de novo ajaste, qae te foca a reapeito da mesma
liquidaco. da qual confiamos desde logo o prin-
cipal cargo ao nt aso socio...
(Contina)
PAUTE QUICIAL
Ministerio do Imperio
Foi escolbido senador pela provincia do
Rio de Janeiro o conselbeiro Joiio Manoel
Pereira da Silva.
Fes-se merc do titulo de conselho ao
deaombargador Joao Coelbo Bastos, chefe
de polica da corte.
Foi egraciado com o titulo de Bnrfto do
Descalvado o tir. Jos Eliat da Toledo
Lima.
Hlnlslerio da *f uslca
Foram removidos a pedido, o juiz de oi-
reito SimeSo de Faro Mendonca, da co-
marca de Paulo ASjnso para a dt Traip,
ambas de Ia entrancia, as Alagoas ; o
juiz de direitn Jos Fiel do Jess Leite da
comarca da Vi: ia, de 2' entrancia, no
Para, para a de Paul Affjoso, da 1, as
Alagoas, tambem a peiido ; o juiz de
direito Napolej de Ol reir da comarca
de Geremoabo, de Ia entrancia, na Babia,
p\ra a de Vigia, de i*, no Para.
Foram retonuacios : no mes :iu posto, o
coronel commandante superior da guarda
nacinI da comarca da Cacboeira, no
Para, Pedro ua Gama Lobo da Silveira ;
idem, idem, o coronel commandante supe-
rior da comar-a do L-grto, em Sergipe,
Antonio Manoel da Fraga.
Foram nomeados : Antonio Joaqaim
Gonfalves Lobato para o posto de coronej
oommandante superior da comarca, da Ca-
cboeira, no Para, e japitio Joan Dantas
dos Res para o posta de coronel comman-
dante Buprior da comarca do L*garto
em Sergipe.
-----------------rs-oes-a-a-----------------
Ministerio da f.iierra
Foram nomeados para se acola tctica e
de tiro da provincia do Rio Oraode do
Sul:
Commandante : tenent-i-coronel do cor-
po ale estado-maior de Ia class3 Jote Pe-
reira da Grac* Jnior.
Io ajudante: onpi:Io do corpo de esta
do-maior de artilbaria Luiz Rtbello de
Vateoncellos.
2 ajudante : ente, do corpo de esta-
do-inaior de l1 clssse Hipoyto dus Chsgas
Peroira.
Instructoras geracs : csptles Jorge dus
.Santos Almeid do corvo de estado maior
d"e"l* clasae, oJuii T-ix;ira Mai, do
corpo de estado-ma ir de artilbaria.
afns'.ruetoreg adji notos : ospitio LM
Barbedo, do Ia bat.lhao de art riaria, e 1*
tenente Francisco dt Paula Borg s Fori-s,
do 4 batalha da retama arma.
Secretario (uterino): tenente do 7" b*.-
talhflo de intaofaria 'Sabino B-zouro.
Agjnt< : teneute do 12 bataliilo da 10-
fantaria Pomp-a (te Souaa Arangboia.
Quartel rae tire : t.nente do 3 rgimen
to de carall.ria ligeira Luiz Antonio Car
doto.
Medico : 3* cifSr ;i2o do oorpo de san
coat
soffrer
do eaercito Dr. Ernesto Altraro Pereira
de Miranda. .
Cmcedeu s demissao do servido do cor-
no de saude ao 2 -irurgil > Dr*. Lizinio
Ribeiro Pontea.
Foi nomeac.o 2 tirurgiSo o doutor em
medicina Joe*i Gencalves Ferrcira Correia
da Cmara.
Foi reformado, nos termos da 1* parte
do 1 do art. 9" da lei u.1618 de 18 de
Agosto de 1852, o tenente Joa C-simbra
Jaequ's, visto achar-se aggregado lia mais
de um auno arma de cavallaria, a que
pertence, e ter sido novamente, om inapec-
cao de saudn, julgado incipaz dt
nuar no Bervico do ezer^ito, por
molestia incuravel.
Foram trar.aferidos : para a 3a compa-
nbia do 2 corpo de cavallaria, o capitao
da 2a regiment da mesma arma Tbomaz
Alves e para a. 5* compaabia deate regi-
ment o oapitlo daquelle corpo Joaquim
Barreto da Gama Lobo Pitta.
Para a 2* classe do exeroito, ficando ag-
gregado arma a qua pertence, de onfor-
midade com imperial resolugao de 1 de
Abril ne 187 l, o alferes do 13* batalbSo
de infautaria Joaquim Pereira de Oliveira,
visto haver sido, em inspeccao de sau le,
julgado inospas do servico do mesmo exer-
eito, por 8offi*er moloitia incuravel.
Foram transferidos de uos para outros
eorpos da arna de infautaria. os tenentes :
Francisco Jos Velho e Joao Augusto Vio-
gas da Silva, ambos do 17 batalhao de
infamara, este para o 13 e aquello para
o 6; e Joaquini Ferreira da Cuaba Bar-
bosa do 1 e Alborto Gaviao Pereira Pinto
do 13 para o 17 da mesma arma.
uorcroo da Provincia
DESPACHOS I'A PRESIDENCIA DO DA 13 DE
. ANEIKODK 1888
Compaabia rtecife Draioage.O art. 13 da ia-
novaeo do contracto de 18 de Detembro de 1865,
mpe a sapplicante a obrigccao de faser remo-
ver sem amior indemniaaco quo a fixada no art.
16, de cada caa onda j faaciioaarem teas ap-
narelbos e em caros apropriados a liso residuos
de cosinha qae as mesmis bouver. Esta disp >-
sico taxativa nao d lagar a iuterpretacij qae
poesa favorecer as pretencd.'s da recrtente. Se-
gando o contristo de que ella cessionaria e qae
por ella foi aceito, sua obrigaco nao se limita a
remover o lix: oa residuos <*e cosinba qae as ca-
sas bouver, mus sim a faser remover nao s o lixo
como tambem o residuos. O modo porque se acba
redigida a diaposiea-j citada nao pode cffere<-r
duvidas ; e tanto assim entende a propria compa-
nbia, que em tea recorto asoa dos termos lixo
oa ruiduos, qlando o art. 13 da inaovacio clara
mente disveo e residuo*. Nada importa para
a quesillo o fa.cto allegado pela tupplicante de se
eatenderem 01 negociantes *fOSB ella para a re-
mocao do lixo de scus estabelecimentot. Poda
nio conhecer sea* direitos oa para terem melbor
servico nio q erer nsar d'eilet. O art. 26 do re-
giment de l:i de Janeiro de 1872 nao defini o
sentido da expressocatacomo allega a tuppli-
cante. Empregoa o termo babittco como syno-
oimo decasa.Nao poda urna diappsicao rrga-
lamentar alttrar o qae tao claramente est de-
terminado ao contracto, qae lei regaladora
da companbia. Por estas raides motenbo o des-
pacho contra o qual be reclama.
Artbunio Vi.-:ri. Informe o Sr. inspector ge
ral da Iottrocco Publica.
Arcbtricli io Augusto de Hoilanda Martiat.
Informe o Sr. jais municipal de Orpbaoa do termo
de Garanbuns.
Mnoel Jouqaim Alves da CostaAgaarde so
lucio do Mm steru da Gu rra sobre o crdito pe-
dido pela Tbetoorana de Fasenda.
Tboma Jos de GusmioDinji-se a Thesou-
raria ae razrnda qae acha-se habilitada a iffsc-
tuar o pagamento solicitado.'
Western .a Brasilian Teaegraph Compaoy Li-
mited.D.-f-ri io com o cfficio deata data ao Tbe
sobro Provincial.
Leobaldo Augusto de Morae.Sim, mediante
recibo-
Urbano Csvalcaute de Sonzi Albuqaerque.
laforme O Sr. inspect-r geral da Iuitrucca i Pu-
blica.
- 14 -
Abaixo issigoados terceiros offi^iaes da
Secretaria da Presidencia.Nao baveudo
verba para o augmento da despeza que.
provir da equiparacao dos veucimentcs
dos fiippl.- antes aos dos tarceiros es -riptu-
ranos Ou 'iihesouro Proviucial, reque.irau;
Assembl Legislativa Provincial a de
cretaco da verba precisa.
Antonio Caetano de Jess.-'-Nao tem
lugar o qua requer.
Eustorgio Alacedo & C. Aguarden! a
couoeasio de crdito pedido pela Tbesou-
raria de Faz^nda ao Ministerio da Guerra.
lrmandi.de do Senbor Bom Jess dos
Afflictos do S Jos de Ribar Mar Eu
caminhe so, de vendo a snpplicanta pagar o
porte no correio.
Conego Joao Jos da Coala Kibeiro. -
Informe o Sr. inspector do Thesouro Pro
vincial.
O mes <.o. Passi portara ua forma re-
querida.
Jos Fileuterio de Ase vedo. Nao h*
que deferir. A Cmara resp'ito as de-
cic3es desia presi leiui* do 1* de Agosto e
24 da S*smbro liado, que baseou-sa no
proprio contracto do recorrerte e em sua
propria cenfisso.
O recrreme procura usar deum recurso
de recurso de materia idntica e par* v
mesma imitancia, o que nao perutuo
por lei. Declaro lindo o seu contracto e
de nenbuin effeito o despacho da Cmara,
que concedeu-lhe prorogagio, cabe ao sup-
plio inte, ..n ate o recurso indica !o no
lart. 45 de reglamento n- 124, de 5 de
Fnvereiro de 1842 e decreto n -9,4'>1 de
27 de Jar ho de 1S39, se com t decic'u-s
deaia preeiJanjia se julgar prejudicado.
O acto da Cauaars a aliase de accordo
com as jortarisJB de 21 de Outubro ul-
timo.
Jos^dci R-go'Cjtafakaute Silva. -Infor
me o Sr. iuspeett geral da nstrU-iyAo pu-
Fujueira de FariaJ bauve x-
juiduclo da divi la a qus atlu
p jileante
Oa 'libertos, Luiz Isidoro e Antonio.
Certifiqese o qu constar.
Bacbarei Manoel Jos Pinto. Nada ba
que deferir.
Oliveira Castro & C. Iadeferido.
Secretaria da Procidencia de Pernam-
buco, em 16 de Janeiro de 188?.
O porteiro,
F. Chacn.
Repartlcp da folela
, 2* secglo. -N. 36.Secretaria de Po
licia de Pernambuco, era 16 do Janeiro de
1888 -Illm. e Erm. Sr. -Participo a V.
Exc que foram recolhidos Casa de De-
tencao os seguintes individuos :
No dia 14 :
A' minha ordem, Manoel Lonrenco da
Cruz e JoSo Paulino de Souza, por embria-
guez, disturbios e ofens u a moral pu-
blica.
A' ordem do sublelegido de Santo An
tonio, Jos Anastacio de Oliveira, Augusto
Jorge e Tbomaz Franeisso, por embria-
guez o disturbios
A' ordem do do 1. districto de S. Jos,
Maria Ignez do Jess e Aatonio Francisco
da Costa L)bi, por disturbios.
A' ordem do do 2. distrito, Manoel
Agostinho da Rocha e Hercnlan* de Lima
Wanderley, por disturbios.
A' ordem do do 2. districto da B" >
Vista, Josepba U nb.-liua da < Conceic3o,
Jlo de Araujo, cenhe.-ido por Jofto Ma-
gro, por disturbios ; o Raynuodo Nonato
dos Santos, por crime de furto.
No da 15:
A' ordem do Dr. delegado do 1. distri
cto da capital, Carlos LjUz da Franca,
como alienado, a minba disposicao, at
que tenha conveniente destino.
A' ordem do subdelegado do Recife,
Jos Barbosa de Britto, Juvencio de Fu-
rias, Bernardo Fransoo Correia dos Sta-
tos e Julio Paes Barreto, como vaga-
bundos.
A' crdem do subdelegado de Santo An-
tonio, Joao Al?xandrino da Silva, Moctei-
ro, por disturbios.
A' ordem do do 1 districto da fregue-
zia de S. Jos, Caetano Jos de Sant'An-
na, Dionisio do Araujo Pessoa, Jos Go-
mes do Nascimento e Benedicto Manoel
Peregrino, por disturbios.
A' ordem do do 1. districto da Boa-
Vist-, Amaro Zuriob Francisco Ramos,
por embriagues e disturbios.
A' ordem do do 2.* districto, Francisco
de Paula Clarciano e Aniceto Jos de Arau-
jo, por disturbios.
Pelo subdelegado da freguezia do Recifa,
foram remettidas a esta repartilo, 16 ar-
mas def-sa, tomadas a individuos desor-
deiros*
Participou-me o subdelegado do dis-
tricto de Tigipi, que houtem pelas 7 bo-
ras da noite e em trras do eugenbo Santa
Aona, do mesmo districto, os escravos Ro-
gerio e Anbal, de propriedade de Jos
Mara de Albuquerque Lacerda e Quin-
tioo, do coronel Francisco de Pinho Bor-
ges e o individuo de no me Cypriano, li-
berto, travaram-se de razo ts dando em re-
suldado bahirein feridos gravemente Cy-
priano e levemente Anbal ; este pelo de
nome Rogerio aquello por Cypriano.
Sobre este facto procedeu-sa uos termos
da lei.
Communicou me o Dr. delgado do 1.
districto da capital, que na madrugada de
14 do crrante e no hotel de Europa, sito
na praca do Commercio da freguezia do
l{ -i.-if-, de. proprid^de de Mu. Aooa Ln-
gim, o subdito italiano Luigi Albertine,
viudo ba poucos dias do Rio de Janeiro e
all hospedado suicidara se com um tiro de
revolver oa cabeya.
Aquella utoriiade tomou coobecimento
do f .co, fez proceder a vistura p-tlos Drs.
Jos de Miranda Curio, Costa Gomes e
Cysneiru, bem assim arruadou diversos
objectos que fea entrega ao respectivo cor*
sul.
Acerca deste facto, proceden se nos ter
mss da lei.
Pelas 9 horas da coite d'.qu-'llo dia e
na taveroa de SU3s & C, ra de Ma-
na e Barros da mesma freguezia o indi-
vido oe uome JoSo Loarenco, depois d
urna lig-ira troca de palavras ferio com
urna tacada a Monoel Cel-stiuo que veio
a fallecer momentos depois.
O crtOMUJSO evadi s logn apoz o crime.
O calavr foi transporta io para a re-
ja da Medre de Deus, onde compare
oeu vj Dr. Co*ta Gome,a que p.oeeeu^a
competente viatoria.
Pi\,ceUeu se a respei'o nos termos da
lei.
Dous guarde a V. Exclllm. e Exm.
Sr. Dr. Manoel Euphraaio Correia, muto
diguo presidente da provincia. O chefe
de poli oa, Francisco Domnguez Ribeiro
Via iina.
WKi D PEB9ALGCD
RECIPE, 17 DE JANEIftt) DE 1883
Molidas do > aeleo, io da
rata e snl do imperio
' O paqaeta iogl-r Mondego foi portador dat se-
guintes noticias :
Paetllco e atlo da Pralat
Forbas de Buenos-Ayrea a .Vloulevidu at 1 de
Janeiro.
Trlerrramsja xp'iiiio de Valparaiao, a 81 de irjJieutar o e.n
U'temoro, da que ae calcqla que o chjiera ha**ta
teau al aajslu d^ta em todo o Cano certa oe
r-O.OW vie im.s
A rejarticio argentina de li/giene deliberara
enviase Dr. Berdier ao fU-f Janeiro para acom-
paubar a marcea da febre amarelia e informar re
1 do corrente mea foi de 95 000 cxemplarea de 24
paginas c-ida uo, referindo-se Repblica Argen-
tina,, diz: t Nos pais boje em da ama espe-
cialidade no uuiverao; o pvdac do planeta em
que mais vivamente ae agita o progresso moder-
no. R^petem o com protanda conviceai todos
quaotos im as publicaco>t eatatisticas daa naco ,
inclusivo us do9 Balados Unidos.
C.i>u ,4.000.OOD "cassos de habitantes, tetaos
120 000 imiiii^rant.'t europeus, que nos cuttam
2.50 pesot cada um ; cerca de 60,000-000de ren-
d nacional, 600,000.000 le activo nos bancos pr-
ximamente, os quaea possuem um capital realisa-
do de 10 .') U.UOJ nmeros reduodot.
Q e mais pJe aspirar um povo sal-america-
no, do que collocar-se ao nivel, emseu crescimen-
t.>, do detenvolvimeato da grande repblica do
norte, em suas jomadas de mai r aetividade ?
O nosso movimento bancario superior ao
deasa pider. sa naci
Oa Gatadne-Unidos nunca receb^ram a immi-
gracao qae hffl te as nosaas plagas : quando elles
tinham 45,00u.0J de habitantes, recebiam...
600.OOd immigran:et, e nos com 4.OD0.O00, rece-
bemoi 120.000!
> A actividaJe nacional palpita em todos ~s
mbitos do torritorio : germeaa de urna vida nova,
especie de aurora do dia da prosperidade ambicio
nada, brutam c.m vigor vario uaa cidadet como
noa deserten, a
No dia 29 de Detembro realisoa-se, em Monte-
video a projectada manifestacSo de aprco e grot
do ao Ur. Carlos Maria Ramiret pelo triampb >
diplomtico que obleve na negociacaa da coaveo-
cao sanitaria celebrada com o Brasil e a Repubii
ca Argentina.
Kl Siglo, resamindo o discurso que na occasiio
pronnnciuu o Dr. Ramiret, dit : a e nao se etqae-
ceu de fater menco da boa harmona em que se
achou om o nvniatro argentino D. Henriqae Mo-
reno e das boas disposicoes qae eacontroa lem-
pre no 8r. Bario de Cotegipe a respeito das rep-
blicas do Prata.
Hio -, ande do Sal
Datas ate 5 de Janeiro :
Depois de 2 annos de trabalho, como proprie-
tario e redactor do Arttita, deixoa o He. Antonio da
Ouaha Si'veira a empresa, que paassa ao Sr. Fra-
k'in da Fonseca Torres.
A Alfa'.dega reodea no anno findo-----
2,502:251 a-41 e a mesa de rendas 314:526*552.
Em JagnarSo devia ser collocada no dia 29
do pastado a cuinieira .do novo theatro Vinte Sete
de Janeirj.
Refere o Echo do Sul de 3 d) corrente:
Consta-noi que na verigaacao do horrivel cri-
me perpetrado na 'Mangueira, e do qual foi victi -
ma o desventurado Frailas, se ha obtido provat
evidentes contra alguem sobre quem j anterior-
men'e recahiam as suspeitas dos visinbot d'aqnelle
districto.
Kete alguem qaem poderia crel-o ? o genro
do attasslnad'i, o qual, consta, achava-se inimita-
do com o sen sogro, tendo no dia do crio-e ido a
casa deste.
Os dep>imotos dat testemonhat at agora in-
queridas sao etmagajores, e foi em vista disto
qae o seloso activo Sr. delegado de polica espe-
dio as necessarias ordena para a pristi de iodigi-
tado assassino, qae bokitem ebegoa da Man&ueira
devidamente escoltado.
O Correio Mercantil dis qae nio fui possivel
canc'air no dia 31 do passado, como se deaejava,
a lib-rta.-ao total do municipio de Pelotas.
Dit o Canabarro que uaa proximidades da
cidade do Livramento, o joven Prudencio More
f-rio com um tiro de pistola a nm sea socio, q ie
f .lleceu em cooseqaeocia do ferimento que rece-
ben.
O criminoso evadi se.
Iguora-se anda o motivo deale crime.
A Provincia de Santa Maris da Bocado Mon-
te, noticia que f i alli,asaas8nadc por um sen con-
tractado o Sr. Serafim Jos da Silva.
O assassino, qu aoba-se preso, aervio-se de nm
machado para eonsummar o crime.
No dia 4, ua officiaa de ourivee do Sr. Mon-
teiro, eatabelecida ra Desosis de Jaiba, um
filbiuba aease cavalbeiro, crianca de 2 a moa de
dado, qaeimou-se brrivelmente com acido salphu-
rico,
A iunoccn'inha fieou em lamentavel estado e
dava pena os fritos e lame-.tacoea qae tolt^va.
Falleueram no Rio Graude, Jos* Carlos L u
zada, D. Eugeuia de Moraes Pere Braga Burlamaqai ; em Porto-Alegre, D. Auna B.
Obmo; no Livramento, Eugenio Pinto Balcemao:
em Bag, o professor Aatonio Porf-o Filo.
i. Paulo
Dalas at 9 de Janeiro :
Cnegara cao i tal o Sr. ministro da agricultura,
sendo recebido com esplendida manifestaci pelos
seas correligionarios. As reparticoes publicas fe-
charam-se ao meio da.
No aiojamento provincial faiam receb'dos
datante o anno Data .do 31,310 immigrantes.
Minas tierae
Um telegramma de Ouro Preto, de 27, di 42
deputados provinciaea ji eleitot, sendo 21 lib--
raes, 19 c .nservadnrra e 2 republicano i.
ss'o de Janeiro
Datas at 10 de Janeiro :
Cbegara oo Advance de Ne* Y.rk, onde
consnl do impero, o Dr. Salvador de M-ndonca.
O Jornal do Commercio pablicon o segainte
relativamente aocaf na Ruasia :
Muito escrevemos por occasiao das exposios
de caf do Brasil em S. Pa-rsburgo e Nilgi-
N, w jto i, koouii lo a propaganda bustsntada pelo
Ceutro da.Lavoura e do Cominerci nio a pra
adargar o cousuaao uaquell-; uo-8'i produjo no
Vasto imperio Rua^iauo, mis tauoj u para iinpe
dir, pelo meo da navega^o directi, qie caf
intnidusido.em S. P terburgo t'ja alii anicam-n-
te importado dos mercados inglrzes > allt-maea,
ficando assim soorcearregado o aeu preco com unus
mais pesados do oue aqnelles qae teria de suppor-
tar pelo commetcio direct i.
A einpr a a era grandioaa e seductora, nem lh*
filtavam elcmnutot dJ bam exit', pirque^se por
um lado temos todo o iuter. sie na sua realiaacao,
os mercados rosaos de sua parte teriam muito que
(Aerar, ma'idaudo-noe^css troca di cat artigas que
p^deriaui cbcgai-aos em boat coodici-t de sup-
prtuient regular.
Chegou-ee meamo a annunciar por aqoelle temo
po qn- dentro de meses, seria poata em exeeuca-
a experiencia de navegafo directa entre Odeasa
e Rio do Janeiro, nao te realisan Jo esse prnjecto
por b a verem verificado os empretariot que nao
poderiam affionar, por si sos, a nrimeira pbate
de inevitaveis sacrificios. Iuf.-litmeote a situaeAo
dat c.-usus nio tena madadu, pasto que o cominer
co rusto este), cou venc Jo da* Vaulageua daquel
la navegaoio.
Vemos agua carta de pessoa competente qae
assegura t-r sido adiado mas oio abandonado o
pr jectn, bem como que nos mercados russoa con-
tiii bem sustentad a reputacio doa cafs do
Brasil, avndO paca eap.-rar que com o tempe ve-
tibam a funiar-se e a prosperar activas relacSia
coinmerciaes d)8 dooi imperios.
Acerescenta aquella carta que teudo o governo
toruoajo pauta aiil
gularmente ao guvanio au-nea deaie astu..
O diario purtenbo La Prerua, cuj e licio u,- dia
Paruce qu- a d.plom''Cia Orasiieira (Stf a o>ea
m carta; nio Joi esirauba a etta resolucie,.sendo
ceito qut- o rpretentMI; io Brati', naturastea'
por iMbtrUvVOes do gov-rno do Rio d* Janeiro,
cooferaaoou a tal rrape.t. eoasv^ asaaMUo da fa-
senda.
A entrada do cat istavs oj.-iia ua
dsjde 1865, i taxs de rubro aaeio por
do sido esta taxi elevad* si 1888, a dnsja rfsbA-a
e em 1885, a tres. Havia raao ajara r-enar asa
o imp sto f jssb aggravado da sstao raktt) yrJa
aova pauta. Este receio est inteirsttte tW
pado, deate facto para colher p litstu ;
do boa vontade com qae o governo da 7
considera a qaestao das relacet
Brasil.
ahia
Datas at 13 de Janeiro :
Sobre as occarreueiae qae nos I
por telegrammas lemas no Jornal ate fa
de 3 :
Desde 1 do corrente ten estad} safa <
.om um aspecto singilar. Por toda m> parte frsv
p do detordeirot promovem conflicto*}, i
policiaet, terem, mitam, sobresaltando
c5i.
Ai noit pttralbas r foreadas a
tadat percorrem algamas ras, dando A l
aspecto de tedien >.
Sente-se um mao estar coas
tas, qae fallara alio contra a nos* Sil
contra o bom nome qns o noiso poro |
justificados motivos.
O qae significa tudo isso ?
Como ee nio fossem baataates
na ra da Valla e no Terreiro, ao da 1, <
hontem na baixa do Bosa-Sta asa
facto.
Cerca d 2 horas da tarde,
Companbia de Vehicolot F onotaicoi
A'.berto, luctava eotn om outre, qnaaalo apps
a praca de permanentes tianoel Venaaeie i
va, com o fim de contel-os.
a Romualdo, levado pela eegatrada a:
sdenlo de tangas, vibrou ao polica ria
facada, qae eaosoa a norte do iofelis i
do dever, b-j-, s 7 botas da sanana.
O Sr. subdelegado da Peana, depat tfa i
incontinenti a praca para o hospital, tesis i
roso inqaerito sobre o facto.
Romoaldo vadlo-te, aps coaataetter siitst
Eotao, o Sr. tobdeiegado la Peana, caaiinstb
com outra autoridade Ice il, trato tW fin ana
plano com o qual raalisasw fcil
do criminoso.
Fet-se espalbar a noticia de i
era accasado injtwtaneate ; entro lera o i
da morte do toldado.
Entio, pjaco e posteo, fas
para o trabalho.
H,j" de mann, crea de 9 m 1/4,
elle o ultimo carro da partida, qnaj
Bom-fim, quaado, chsganJo na
preto por precat de permanentes
estaca o policial do commercio.
> As diligencias das dignas tattsvinadjt :
foram, pois, dignas de elogio, seado n*;t> a
vtr o Sr. subdelegado JoiQaasa.
c Os mdicos da polica fizerasa boje o e
tente exame no cadver do inf'ltc tnMatTt.
At a hora em qae escravenna, ntsvs i
rompido o movimen'o dos Vehculos
em vista dos oebeiros tsteas fiito
collocar nos Deodeseiros, anat.Jot,
dir qae algaat dot conpaabefroa qaa sst l
nram grave condosiaten partan* para i
su para o Bom-fim a.
O Diario de Notciai do i tate vis) sala
mesmo assumpto:
< Ainda nao esti em completa traaqa
.ordem publica ; oa animo* aehan-te aa
ou menos > xaltadoa em eonj-qneacta a*ns
aeontecimentas, qae nettes al ti no* sha* I
vido em diversos pintos da capital.
a Confirma O que levamos dita a (acto 1
occorrido no largo da Piedade, i sto i
propria estacao central da pocia, f cts aras an-
dina aecarretar serias deagraeaa, aa ai* ssa a
ioterveocio eficaz do Sr. alteres TnSss, fas par
acaso all se achara.
Eis como urna testemnnba ;
nt s o caso:
O cabo de eaqaadra de
Santos e man tres prtcn do 9.*
tavam do hospital militar, oide 1
panh ti;do o senteaciado Manoel Fras
vnlgo cearenie afim dente ana
Durante o trajecto, cabo, pratnt
ciado toraoi-se entregando n libaftwt
de sorte que caram t dos eompte
Ch .-gados i praca da Piedad, por i
iguoramot, travon-se seno conflicto entra a i
e o sentenciado, tomando parta na
qoe acompanbavam o preso.
Affluio, como f.eil ia
dando assim mas apparaseaa i
a Em meio da confnsso, qae entio
npparecm o Sr. altere* TeiltW,
poude por msict saatoriss restibsiissr *> <
consegnindo effectaar a pn**o d.i c*s i
uisno, qae de tabre as panno prcteo i i
nar o sentenciado, qoe cnndazia.
Tambem foi preto, apesar d oMttx r i
resistencia, o t-ntenciaao Gontes, i
prxima i stacao i-entrad.
i cabo foi levado para o
onde te acba i dispbaico do Se.
corpo a qoe pertence.
a D tentenciado apresen'ava div
de aangu>, d'oude te depreh :u Je jas s/jeenan aa
lucta altuas ferime-itos.
Sobre a Exposicao do L/een fe Artes e(
cios, escrevea em 12 a citada f Estove solemne s inaagnisco da J
industrial e artstica, resinada buaUm i
Imperial Ljcea de Artes e UtScnn,
da actual li-ectoria deata bea;n rita, l
A' b l curo de povo, ri".or.-<-ntante nV ifria *
hiat soclaea, S. Ele. o sr. Connia.it l~
de Mvlo, h eon.ite dt Si. Dr Maaasa^S
i lustrado presidente do Ly^en de Ar.i
ei pal promotor da ex posicio. Juntura) asa;
que envolvem o retrato do S. M. la
clarando m seguida estar iiisngf nts a i
aonaa do estabeiecimento.
a Usou enri da palavrs o Sr. Dr. 1
torino, tundamentanlo ot m >tivos ajas i
no seo esclarecido espirito para assps^sa,
aquella solemmdade.
a O Sr. Dr. Manoel Victorino ai aroferio mm
discurso; nio emol Jaron as iieaa as apssnnl
n'aqnella for.na artstica, qae tanto rsslss d
tua palavr. fl oente; soabe, pjsm, acwSanT a ,
att'DCS do auditorio, dcatriaaal cas nt Sn-
lestra fecunda em tios principias c o ama st-
reza acceaaivel a todas ai iateais,snt8aa.
a Lembr.u que, tendo adherais saUsa eara-
va i ao movimento abiliekmista, ratsern sor an
meio pratico demonstrar irre
tageot do tra balho livre e qa
aquella expoaica-, em cajos tranzlasal
Dorara o braco eactavo, notsao-s**
objectos expostot e que psl sea b-a
ebamaria a attenca do pabtieo, tota tmto per asa
ciado, provando-se deata arte m i
as datan, inda meamo as mais, para i
arte*.
IIEsssVEt

a Mostrea s taita de verdad-ir
tiatica eom Sjae Istam oa nraas patnei a, a jasa
s pelo ana grande zaleara, por ama latnrajt da
arte, efi i.lasan trarlh ara orieas dss rae a-
ttvamalli franquead.a, trabalhos qae aflj o lasaa
(ario do grao de idiaattamsato can qm s*M aaha-
moe, no qua diz reapast* a artas MI
< Em segasda fes-as cavr o Sr.
Baudeirs da Mello, qoe, imitaco do i
cdeme, tambem nao fes nss dissartf, ]
u precetot rhetoricos.
a 8. Exe. dand> ezpaotj zzsjcaill
uav i diaate d'aqneila a
a o nclamento b'm^H_
is largas couid-jrnsdtt sobrt



2
2
O0D81
amo





4
forcas viva do pas, aconselhando o povo a qae
nao contesse sement com V auxilio dos podarse
publicci, ctrto de que quanto menos depcndeise
do governo, tente maior e mais digno seria.
Cu paros eaeosirao imprensa, dizendocue
esta era para o peasment o mesmo que aqtulla
o era para asertesa divulgabas, a piopagacio
,u*- m
Por uHimo asou da palavra em nome dos alosar 'nao podiam acba/ f.icilmei te a solucio io ?
. nos do Lyceu, um nooc iHJteisjt nome ignoramos e que^a todos agradante, e qte a todos srra.it
sjue desoWigou se discrctseoeote da hoor^ss MW-
fo, qu Ihe foi confiada.
seguida foi fresqueada ao pstfffco **
1 posicio.
Cuota esta ohjectos de aprimorado gesto, di-
gnos de figurar em qualquer txposicao sKs patees
mais adan ados do velbo auado; as safos foi
este a epiniio que otvimos a peanas aman-
sadas.
Sem ser orna expcsiyeo completa,- no entente
a express&o exacta desastado actual das arte* e
industrias (este provincia.
Quer isto dixer que anda nao attingimos ao
grao de exhibirmoe productos e artefactos qoe
eonstituam urna completa exposica> em todos os
Utos da actividade haitiana ; mas que, apeaar do
po deprimente em que vivemos, e de motas cua-
que etDpecem-BOb o deseovolvimento, teav
oaa artes e industrias documentos valiosos, que
atteatam a capacidade lo braaileiro cas grandes
InetM do progresso.
E o bm esqoeote d >cumento foi hontem e.t -
hibido pele Lyceu de Arrea e Officios, pelo que fea
jos a mais um titulo da benemerencia publios.
Esta nisto o sea meibor elega, ao qual enla-
csiloj as nossss felicitacoes, reservando para
smaahS a descripcao dos o hjactos expostos .
I moa aa mearos folha :
Na madrugada de b ij cerca de tres horas e
meia,f o despertada em iiobresalto com toques de
incendio a populacio detta capital.
Era o predio sito ;i ladeira d Grava ti, 2"
districto da paroehia de jsnt'Ano*, e prupriedade
do 8r. David de Oliveira Lima, ex-pegociante de
noasa pracs, que esteva sendo devorado pelas
chammas, toado o fugo se manifestado, segando ne
presumo, ao sotie.
a O Sr. David aeeevs-ae com sus familia na
Barra, para onde seguir ha man de um mea por
commodo de sua Exma. Sra.
O predio incendiado esteva fechado, e com-
pletamente ssVbiliado, conten'o-se entre os mo-
vis um exoellcnte piano e diversos objectos de
valor.
a Carrern diflerentes versos sobre a origem do
dio ; uas sio de opiniSo que os ladro-e, de-
de perpetrado o roub >, poaeram fago a pr
dio par-i facer iesappartcer os vestigios do cr
me; outros sisem que os ladros, rendo aceeodido
asma vela, deixaram-n'a i.obre sn movel, que in-
eendiaodo-se commuaieou o fago ao assoalbo.
Coato qeer qoe seja, o cerlo que fieou redu
sido a um monteo de ruinas o predio de que se
Grate, o qual, infelizmente paca o sen proprietetio,
aio se achava no seguro.
Aiada bentem o Sr. David estivera all e te ve
eccaaiio de, examinar aa portas da cata acbando
i tedas &-iiveaienteaiente fachadas.
< Cemparecerm no logar do sinistro os Srs.
Dr. chefe e delegado de polica, subdelegados da
fregueaia de Sant'Auua e de 8. Pedro, eapitio
Braga, nm piquete da guarda do eommercio ao
mando do alfares relies, ontro do 9- batelbio .
ordena do alteres Pedra e outros do 16-, da poli-
ca e da eompanbia permanente, o Sr. Domingos
Adriao Kebello, ebefe dos bombeiros, que mais
ama ves den eupia de sua actividade, nio pudendo
entretente debelLr-se o logo, aio cpela demir i
das bambas, tomo p r falla de agua.
O servieo de extinccii foi feito pelas bombn
4o Arsenal da Hani.ha e da Coaipeabia AUianca,
qae, apea grandes e.orcot, conseguirn) Icealtear
incendi >, qoe lavrave intenso, aroeacando inva-
dir o.predio viatnbo, que, atada soffreu aiguos es-
tragos oo telhado.
Noua-M guando confutao no modo de salva-
rem osobjectof aa casa contigua ao predi} incen-
diado, ficando inutilisados diversos objeetjs.
Messa saaa dea-se nm aeouteeiueato fatel :
ama criada do Sr. Uanoel Vas da Suva Prannos,
all morador, impreasiooada com o incendio falle-
cen repentinamente, Beodo a morte attribuida a
aofirimsjalo do eoracio.
Acusa incendiada era am predio bemeons-
trado, avahada am cerca de 9 cootos ; com oe
movis e mais objeeWs, que foram completamente
destruidos, o jirejaizo do Sr. David ore* por tan-
to am perW de 11 a 12 eolitos. >
AI *
Dates at 14 de Jaaeiro :
__ O preaidutd da provincia, depois de prolon-
gades asifrimentos em oonM>qaencia da ebre paiu-
osa remitiente d; que fr-i aifectado, entrando ea
franca eonvaleaceoca, retirou se no da 13 para o
BeMoaro, onde van hibitar temporariamente a
spraarvel vrvenda do Sr. onmendador Vaaconcel-
isa, gentilrnen'e ceiida p i este cavalh-iro.
S. Exu, fai ac^mpanhado pelo Sr. Dr. Macad i
Uoaiea, tacretario dj gove.uo, ficando em Macai
a sua Exma. familia.
Duraute o tempo da sua estada no Bebeiouro, o
fc. presiJente da provincu iri dar aulieneia, es
-saei, no palacio da preudancie, s queras fe.-
ras eaos sabbadoa de 1 as 3 baras da tarde.
Confo ucolo ReaUla do Harte, comecara a
pnWicar.se na apila!, eia 12, na novo j jrnal cojo
director e redactor principal o Sr. Dr. Manoei
Meesias >le Gaamo Lyra.
Est bem efcripta.
Fa.leierara : no da 7 o italiano Luis Jacome
Mara, no dia 8, depois de nm banbo o inajor Af-
fonso E genio do lt ario
noticias la a: a ropa
O paquete tngei Atecme-ij'ia entraij biatem da
Europt, rroox! datas que aic;incim di Lisbaa i
gg do corr-ace, aliantendo seta das as trasidaa
pelo TraU.
P*''Alm das de Portugal, censtencesda arta o i
aosso corresp'inneate de L sQoa, s-"b rubrica fize -
n>r, eis i demgis astictas trazidas pilo reiandj
paquete :
llrasanha
Escreva en 4 do correte o no} alhiKdo cor-
- resvaodegm:
Foi retnnhecido por t-ui m geste de a rainha, em
audiencia parricular, o ministro de Portugal; e ees
aaditaittb publica o moaii iJor- de Frauca o qua
. en'regwii ia m-ge^aade a carta do ar. Sii
Garnut, |>artopiuio-Itie u suaelevacio i presi-
dente da repaV.iea.
No ultimo consetho de ssinisrris, o Sr. Moret
participo-i >3 S--U* c legs.a, an,fSra prorogado
por tres mases o trata lo d<; p-^-a com Portugal, e
qie eontiouavain as u-g>;i-.-,-'J!s para j d> eom-
mercio.
Parece que ana exapan'iia ingleaa compiom-t-
teu, BO,iriod-4aa'.io, 'Un n'nar com 200:000 las!
iectrieasi e. etd* A ceapHuhia explorar nena mva pha d'agua
per mea > d* aa>> p eteoie > inventar ter revolvido
satiate'ttcir iameate a questo da illaminacio dome i-
tica perla tleetricidale.
As tempesta te* da nev ni pa - sido roed jub-u; attaut-s constantes d icaxnla-
saeatos oticaoiiadr* ior ellas, craso ltimamente
a oda naba de Avila em qn surreram varios passa-
g*M. .
A.ri'ohii regente, bmdjia ornis pisivel, man-
toa desecij'nhar i t*i de prego de Madrid
sodo os-bjecoa de abafo qu os pobres, iaperi-
Mdos pH miseria, all iiuo m levado, para serem
reatituiloj iqoiU> neata
E' maito en stade, a ai mesmotemp qao vre don borraras do
fro uiaiais familias neeesilitadas, abre om nibr.-
imeiap'i qae seria ra>'aia |wtas damas opulentas
itqn*-lta p-nerosa nacito. '
E' om f aaio.
B'sde que D. Cbristin* est reinaado em H s-
paaba, esa nome de s>-o filbo, eada vea ba nfum
aoe rel'iter de suceesao teoebr sjs, jinspiraco-^ e
liamf ecatra a ordem e centrase tnstiiuicoats pj-
i htieas.
Firsaea
A po itiea em Fran> iitpoit do eaearram'uto
'Asa cmaras atraveasa am feriodi de r-p uso.
0*pr< ilmi'X di-wairimim preaaaaa da or-
gaaieaw d> gb4ns|s presid lo p-flo^to.Tirard
b n loras a luna c agagao nnoK'e
lial, qae iu> v,tHtada a selacaovsl^T se eso-
veacaram oa si> podia >uc.i*l^Hfca-.
ptvoaeo i> ditsustrnoao de con
a caan-ra dosoeputaAss aataadej qu-
E' que a erise nao era id presidencial, como nao
fra so ministerial, qusndiO'Sr. Kouvier se va
obrigado a denar s direciao dos negocios.
A orise subsisti anda ilepois da eleicio do pru-
dente, porque esteva aa composicj das torcas
naaJameotares dos c.iverso grupos republicanos.
^Todos esees grupos eram assas fortes e asaaz reso-
,lu_'os para vencerem os gripas nonarchico-; mas
governo
asse. "
Este reponso pode favaiecer qua'qner ^olucX)
Sara, mas nlo ae jirere a iada quando ella posea
-sai I ir da toda o ponto va re.
Tem-se allsdo r>s dissclucio da cmara, a
poasivel qae todos os grupos conoordem nella se-
Mo ja, para os fias ie 18b> Depende isso de cir-
enmstancias qae aoja aio nos parece que se Aaem,
mas que podem apparaaer quando menos se es-
per ero.
Apesar ds divisAe qno *i nata ja mo partido re-
publicano, acaba de form-rr sa tuaia um graoo
socialista em que entran 18 ou 19 deputedos.
A separacJo deste grupo enfraqueceu principal-
mente a extrema esquerda, de que chele o .Sr.
Ciemenceaq.
Prejudicar isto imito grupa do Sr. Clemen-
peau ? Talves nao.
O novo grupo tem sido apreciado pela imprensa
e o que delle disera os quv poderiam melror co-
nbeoel-o, que aao compreliedem o sea program-
is, por maior -que neja a sua voaiade em tomar
delle conheermeato.
A grupa socialista que ie formn no parlamen-
to, correspondeu a formacS > de um grupo, no que
parece idntico no consol lo municipal de Pars.
Assim a maioria autonamis a que havia no eonse-
Ine municipal de Paris, di' idte-te, o qoe nao qo.-r
diter qoe dimianiesn o numero de partidarios da
adminietraego municipal autnoma.
U grupo socialista muakipal tambem piblicou
o seo programis ; mas os aesmos jernaes radi-
caes declaram nao compre tenderete bem as dou-
trinas coasiguadas nse ptogramma.
O ministerio apesar de f, miado ha pouco tempo,
parece qae em breve poden, experimentar urna al-
ter. ci.
O Sr. Loubet, ministro las obras publicas, so
que sn dis, nao deseja conservsr-se n'aqirelle mi-
nisterio, por motivos particu aras ; mas ni) deseja
a Sr. Loubet eolloear o Sr. Tirara em difficulda
dea; e para isso indieeva-se urna solacio, e era
esta.
O Sr. Mahv. minstro da rjiarinha e das colonias,
nao partidario dos qaeantmdem dever baver um
sub-secretario das colonias.
Nestaa circunstancias po doria deixar o Sr. Ma-
by a pasta da marraba e c as oolonias, passando
para as obras publicas, o que resolvera as diffi-
cnldsdes levantadas por elln, nao quereodo tomar
om sub-secretario para as e rfoaias.
Na reabertura das eamans que peder conhe-
cer se, se as difficnldades *e removern, ou se o
ministerio eomecar a sua vida recompondo-se.
Poi nomeada urna delngaco do Instituto de
franca para ir a Brueslas entregar ao Duqae de
Aomale a medalha que se nandoa cunhar, com-
meesorando a doecad de Cbiatilly ao mesmo insti-
tuto.
mfaaa
Emquanto a transmisso dos poderes levanteva
na Franca a tormenta da jjnerra civil, a Suissa
prooedia tranquillamente i.smeacao de novo pre-
sidente.
U eleito dt eoagretso helvtico chamavs-se II r
t-insteta, orno o Sr. Sadi-C.rnot, um ongenbei-
ro distiaeto.
O Sr. Hertenstein ori iaario de Zurich, e
aoito estimado na Suissa.
Secando a conatituioao helvtica, aovo presi-
dente da confederacao ileito apenas por um
ino.
Pormenor digno de note. Qanba apenas 13,500
francos (3:430*000 fortes) p>r anuo.
IsssMit
O incidente oceorr.do coi o ecnsul francs em
Florenca, objecto do aegot iacoes cordones entre
os dons governos.
Foram h intem inaugurad!* as conferencias para
o novo tratado de commycio e navegacao tranco
italiano.
O Sr. Crisp e o Conde de M y proferirn] allo-
cocoes em que mostraram oca vontade reciproca.
Dapois de regulada a ordem dos trubalhos apra-
xoa-se s prxima reunio psra segn la-taira.
A 9 de Janeiro, anoiveniario da morte da Vi
otor Manuel, devia faser se em Roma ama maai-
testacao anti-clerical para eontrabalancar a do
jubileu papalino.
Sania M
No da de Anno B na, a vasta e somptuosa ba-
slica de Pedro ofterecia a 9 da man til nm as-
pecto deslumbrante e difScil de descrever.
Os uniformes da guarda pontificia e da guarda
n.ibr o hbitos dos frades, as vastes dos sacer-
dotes e o immenso povo de todas ai nacoes (cerca
de '.'0,000 pessoa) qae enchiam o templo, produ-
siam nm effeito xtraordinar o.
Em frente do altar papal erecto sobre a antiga
crypta e eoroado pelo saberlo batdaqueno, que
sustentado por qustro-colaunas salomnicas de
immeusa altura, os carde:.- e bispos da corte
pontificia. oceupavam exfnias filas. Por detraz
destes prelados estavam mu i tos sacerdotes reves-
tidos som roquetes e capas dd asperges.
Os m-moros di familia do papa chegaram s
aove e mais.
Poneos minutos depois apparecea o primeiro
eardeal, acompanhado de aous guardas ku^sos.
Atrs' vmbam os outros cardeaes.
Em seguida sahto o papa da capella do Sacra-
mento.
Sua Santid&de, sentado na cad-nr gestatoria,
f irraia de ve.ludo eacarlatn. era couduxido por
dpse iaeaioa com trages de'setim asul e encar-
nado.
Desde a cap-lia do Saeramenti foi cooduzido
em prociesao al i da Piedalc disputa para sala
de paramuUi.
esta capella foi 0 papa ie vestido com as ves-
tes pontificaes o a tnagnif ea thiara branea que
Ine o6?areceu o imperador da A.lemanita. A thia-
ra tem varios fies de or litantes, ucn dos quaes
custea quarenta mil lyras.
En s-g-iid a Sua Santidade, iam formando
cortejo os prelados da cmara pontificia, revesti-
do* de capas bordadas a onro.
Deoois do auditor da Rote, que leva va a crus
poolifijal, iam viut i cardeaes.
O milhares de fiis ao apparecer o papa sau-
daram-nn eom acclamac&cs.
L i) XIII, sentad i na c.deira gestatoria, le-
veva o bculo encostado ao braco esqoerdo, lau-
cando com a atio drerta a limc-i enorme mol
tidao, que se ajoelhava aos se us ps.
A) cnegar ao altar papal, Sua Santidade des-
c u da caleira gestatoria, piostr.u-se no reclina
torta e orou dorante siguas insteates. Depois,
coberta a cabeca eom o so ideo braneo, disse a
aissa, qto durou 26 minu'i
Cant .u em seguida o Te Dcum, s qu) corres-
pon Ira to i ) O povo.
Piula a ceriinonia, Sta Sattidadesubi de novo
i caieira, que foi colloeaUa no estrado em frente
da Coafissao de S. Pedro.
Eco volts do papa col loe ira m-se os cardeaes.
U n aic-bupo sosteve o livri, em que o pontfice
leu aiguos segundos e outro arcebispo tioba en
tre'aato na mi om* v>-|l du ertt amarella.
Depois de rasar o Benedicite, Sua SHo'ii pos-se em p e isneoa s b e>m tres ded >s, fasend tr-m erases no r.
R laavs tai profundo silencio na bacilics, que
a vos solemoe d padre santo fui claramauta ouvi
da D t toda s mol ti lio.
N.qu-lli mimeuto era proftnissima a sosamo
ca g-ral.
Acto seguido, o eardeal di tono publicou a u
dolgncia pienari t concedida por tala Cantidad*.
O regretso do papa euTjetaiu-a i com o mstm>
cenmiiial.
A ampbors e patena de qus.o papa se servio na
misa foram dadas pela aicba Victoria; asan
daa em que la .a c < slitas i ; o eraa'fixi d> atar, poicM cafb .lieos
austracos e-a-capa pota aristoaracia romana.
S m im ata da ci asagr^c .o. a musa* da ca-
pella, aitnada no alto da cu jola, <.ocoa u bydto
de Santo Ambrosio. t
A eeritnonia terminou s 11 horas da manba.
glatrri-a
A siteaeio ooi'tinaa s m a ; as dincaldades
aaa"sacriia por las! da I lamia em ves
uefci l.,*aggraain-. rfoaro persista di s^i
1
i:.un..ao, mas es amigos4
la^^B** de vu
ai-Ja na fraqu ja a
i rspiitam ui. amm
ra snppor, mas
Irlanda iletts
a propoait-..
a em la
rio tornar
qu- ala.
(ua causa
i opjniao pul
desejos.
icio externa da
lo em demasa
ilitces com a So
qae a Sasaia
cordiaes c
.ie modo Cf.assaBffl
grafas,/ as boas a
qn-st5es da Europa.
A Rsssia pode nao eonvir a boa intelligeneia
com a la g late -ranas qoestoes asiticas, mas agra-
darlo sein da'ida as suas boas disposicesna Eu-
ropa. Nestaa eetidicoes possivel que o estado
da i'elaridaa ;atre as dnae poteuems re vistees ta
Csieto,
Ioisorta moito ftossis estar desembarscada
aa Eurnpa, ;>urqua a Allemanha para ella um
grande pseadelo.
O relttorio ofBcial do almisaatado iaglez, eom
respeito s mtnobras realisadas duiante as testes
ao jobiltu da rainba Victoria, sem declararse fo-
ram cota xito ou fiasco aquellas manobras, con-
clue que os rovos e poderosos navios da marinha
de guerra ingesa doixam muito a desejar.
0 almirantido confesas qoe 13dosgrandes navios
coerfcacoe qcetomsram p irte namanif -stafao na-
val tmgrand sdefetos, ficando cum tees avarias
as machinas, que durante muitae horas estive-
ram eompretnmente inutilisados para o combate.
Vinte e nm torpedeiros teem grandissimos de-
feitos e outros inultos ficaram fra do combate
durante inuitai horas.
Tem siJo muito commo'ada a viagem de
lord Kaalslpb Cburcbill a S. Petersburga.
O nobro filio do fallecido Duque de Malbrough
um doa volios mais proeminentes do part io li-
beral ingles.
E' naiuralii simo que a sua visita Russia le-
vante arxuido. A poltica externa da Inglaterra
de alte importancia e lord Rand.ilpb, anda que
lora do poder, nao pode deixar, por alguma forma,
de inflair nos .i eos complicados problemas.
Visto o eatado anmalo da situacio, aio de
estranbar que a opinio publica, tanto na Alle-
manha como nt Russia, discute e muito a viagem
de lord Randolph Cburcbill. Aiuda esli todoi
lembrado i em Berlim, em V'ienita, em S. Petcrs
bur.o, de qnar do, baverom ann >, lord Randolph
appareceu inesperadamente na capitel da Rassa,
e de como a sua mistao se envolveo.de tao impa-
netravel mysteiio, qoe nao houve reprter que po
dessa descobrir a chave do enigma.
Lord Churcuille parou em l$;rl m, foi visto em
Oreada, desean ;ou em Vienna e parti dep aa para
as margena do Neva... e mais nada. O muito
que se oode iipur ir, toi que andar visitando as
galenas de pio:ura o que estivera oeste e naquel-
le tbentro.
Mas niuguenu por mais ingenuo que f ose, acre
ditou que o astuto diplomata sabira de Inglaterra
por to pouco.
O mesmo snecede agora. &' verdade que, em
1886, lord Randilph fasta parte do gabinete, e
boje est om disponibilidad^, o que, nao ubstaote,-
uao prova qu; a aua visita a S. Petersburgo nao
tenha carcter poltico. E' o embaixador officioso
de lord Selistairy, dsem ana ; vai procurar ma-
teriaes pitra guerrear o go'eruo, peusam outros.
Se nao fesse pro ou coutra o goveruo, para que
ira Russia ?
Que motivo, a nio ser a grave ratlo de estado,
poda levar mn hoatom de ande dbil, como lord
Randolph, a trv car em Dezembto a Hespsnha pa
Russia?
Lord Churchill sabira de I iglaterra para rete
perar a sua laude na atinoaphera mais beuigna
do sel; portento, muito estravagante qne v
agora, em pleno invern, trocar o sol de Ssvilba
p-ias n."ves da S. Petersburgo, abandonanda o
GuadalquivL* pelo Neva.
Deve harer coa razio plausivo!, e s qne corre
com mais insie .enca e geralmente aceita, que
lord Randolph nao vai Russia como emissario do
primeiro iniuis.ro da rainha Victoria, mas como
aeu adversario.
Vai Gatseina apresentar os eeus re9peitos
ao czar, diz um jornal russo, o que equivale em
liaguagam corrcnle, a affirmar qne o imperador fi-
ear sabendu que a Inglaterra favoravel Rus-
sia e altamente contraria allianya dos Estados
Cea traes.
tlleminbn
Nao tem nadu de optiniata urna nota recente
mente publicada pela Gate'a da AUeatanha do
Nurle, orgio off.cioao da chancellara allema. Li-
te importante jarnal confirma que, se a situac.io
nio peiorou, est no emtauto, looge de ter utelho-
rado
Nao falta qui'm interprete esta asta pela con
fisso do mallngru das diligencias leitus em S.
Petersburgo pe o general Schweinitiz. Junte a
asse mallogro o de lord Randolph Cbunhill, caja
partida para S. Petersburgo provocou diversos
commenterioa em todos os circu os polticos eu
ropeus. A viagem i'cste estadista foi politict,
sem dnvida alguma, emb:ra os peridicos agieses
o nao qusiram cenfessar, e j boje sabido que o
csar nao recebe i o ec-ebancelier do thesoaro in-
gles, que implesmeote conseguio ser receido em
liatcbna -peta itaperatrs, dizend-,-se at, que nao
prolongar a am. residencia na Russia.
Pode coocluir se ao quo parece, que o autcra-
ta de todas as russiaa esta firmemente resolvido a
nao sabir, por cisi nenbum, ds reserva que se
niipoi e a nao alienar a independencia absoluta
que/qaer conservar em presenta da Liga chimada
da paz.
Viaivelmenta este poltica desagrada e incom-
moda o chele da diplomacia alloma, cujas sabias
combinacaes parecam auniqnilar-sa perante aquel-
la syatematica r serva do csar. E anda muso
faz crer o tom melanclico e resignado da nota da
Gazela da Alien anha do Norte, a qua este jornal
mi' est habttaado.
Ux. Mcgramma recente, qoe veio no Mafia d
conta de um fasi o que, a ser verdadeiro, fasia de
om momento para o outro, mudar ds face a situa-
ra i politica da f.urppa.
Trata-se nem mais nem menos qae da abdica-
cao do imperador tfmlherme, da rehuncia suc
cessao du priucipe imperial da Alltnanna a da
r>cpelamac4o do principe Guilbernoe, filbo do
Kronprinz.
E' este, segn io informa o diario parisiense, o
plano de Biainar. k Segundo parece, na, i seria
liffi:il ao chanaciller obter a abdicacio do velho
imoerador, a quein faz mais que nanea, assigoar
tndo o qae quer ; e fcil compren-nder -a sigui-
tlcaco que teria n'eate momento, o advento ao
tbrono imoarisl do verdadeiro chefe do partido
militar, ipara nio di zar do partido da guerra na
Allemanha.
Mas para que este plano nao falhe ntister obter
ou antes arrancar a aquiescencia do principe im-
perial, e foi par, isso que o conde da Muoster
parti ltimamente para San Remo e nao para
C.nncs. como ae qotis faser sappor.
Nio privasel que o principe esteja muito dis-
posto a accederajuote oliain, elle que, em cir
cumstaneiss anlogas, tem respondido invariavet
mente : Koquunto eu tiv<'r um sopro de Vida,
nao aband inar.u nenbum dos meus direitos, nem
nenbama dita mi has prcsogalivas. a
tase Balsos
Terminou os s us trabalhos a segaudg cmara
dos Pases Balx>s com a appr8vaca. d todos os
espitlos d > orc ment de 1888 A cmara reu-
nir se ha ainda ima vea em Pevereiro para rati
ti 'ar, entre outres, o tratado com a H- spaoi.a. Se-
r dissolvidt no fin do J neiro.
Segundo a nova lot que hio de ser r>
tes as novas elei^-oes. Espera-se que sejam fiza-
das psta os fi.is de Mareo. O numero dos eleito-
res pela aova le eleitoral qUasi triplicada
Atliina U.ragria
Corre com grande iusisteocia que vai ser envia
di a S. Petersburgo en misso especial d sea
goveroo o leid narechal archiduque Alborto. Uutn
i utra v-rso indigita o archiduque Carlos iJiois.
Tem-se espalbaojo com grande insiareoeia o
boato da prxima demisso do sonde K .inoki, sen
do sobsrtutdo no poder p,r H rr vou Ktilay.
A er verdade. ni) parece de felis augurio a
suaatitnicd >, aesi favocavel paz,, porque a po-
ltica de fl rr voa Kallay anda mais prunaocia-
imente aJVtgss a- ftuaaia, do que a do conde
K.luoki.
O uiHiistn da (marra expedio urna ordem cha
man d as ileiras por. 7 das us rasar vistes dos Cir-
pos que ji risehjirata a espingarda da repetiofto,
para serna iastruidos nos in ivimeutos
arma aiao di 2 do Janeiro aeiual.
- E'-a pela prim-ir. v.z depois de 1877, da compsnriia
r-
fasenda da AuatsMd pngria. Isto
siguas naosgA no sijEpo etn
terio da tHpnda a adminisKa-
prbvincia age a Autrla*tuu
e que jazia alada u'um estado cah .-
CalUy hoive-se n'esss coojuoctu-
ra eom um tacto e urna prudencia que o coloca-
rain logo a par dos estadistas mais proeminentes
da poltica militante austraca. Ajas, tanto n'esia
questio, como n'ontras muites. mostrou-se adver-
sarib ferrcnbo da Russia, por isso, repetimos, a
sua nomeaco na presenta conjno.ctara, nio pode-
ra representar nanhuma iuteucao pacifica.
O oaade Kaiooky est tratendi agora ds ir
crearallianc^s na peuiam!ados Balkins. A Bol-
giria ser pela moiarrlua aastro-bungara se O
linncipe Fernando se conservar ao throno.
A Servia actualmente aerteace ao parttdo ros-
sopbilo mas com un soberano qae eacara o par-
lamentarismo pela forma q ie o Csar o rei Miln,
tudo psesival e provavel, de um momento para o outro a derrocada dos seus
melbores planos.
O Montenegro ruaso, russo de corpo e alma.
8e rebentasse a goerra, eombateria pelo csar.
Resta a Roomania dos pequeos estados da Eu-
ropa central o mais importante. Pile por em p
de guerra um exercito de 130,000 horneo, e todos
que ainda se recordem das taoanbas praticadas
pelos soldados romanos nos campos de batelha de
fltw.m, onde cambatiam ao lado dos russos, po-
dero aqailatar-lhes o vaior.
De 1878 para c tem-se operado grandes trans-
fornacSss na poltica europea, e a Roumania. que
foi para as mies da Austria, depois do tratado de
L te e politicamente fallando, a protegida da Alle-
manha.
Est ao lacio da Allemanha pela vontade poten-
te c desptica do ministro presidente do cooielhu
d gabinete roumaico, o Sr. Brattaao, poique, em-
b ira presida aos destinos da Roitmania em 11o-
heuzo llera, todas as sympatbyis do povo sao pela
Russia.
A situacio actaal da Roumania antolba-se er-
riQada da perigis, porque se o Sr. Bratiaao eon-
segua arrastar o pas oa luta contra a Russia, fi-
uar rremediavelmente. perdida, porque a Rou-
mauia victoriosa uio passar de humilde vassulla
da Austria, e, vencida ditficilmente podar con-
tar com a misericordia dos vencedores.
O eooselbeiro K Hay ministro da fazenda
do imperio ausrro-huugaro, devia partir no prin-
cipio do Janeiro para S. Petersburgo eom a mis-
so de obter a adhaso da Ru jsU para a aoaexa-
eo definitiva da .js-na e da Udrsegoviua, eoano
coiup-iMafij a Austria far senas conceases
Russia.
'Bsala
Hio Al emaoha qua oatensivamente prese
optar Russia, porque maiores desiotelligeoeias,
sio com a Austria que nio deixa de eatabelecer o
predominio da Russia, as Balkrans.
(lie tem sido aggravadas as relacas entre a
Austria e a Russia, mas aiada aos parece qua est
ionge a solucio a que possa serenar a disposicio
dos espiritos uas duas naques.
Por lado do imperio moscovita, e pelo lado do
imperio austraco movem-se turcas para as frou-
teiras. Nio receio da guerra imaiadiata, mu
san duvida om meio eructas ou de a affastar ou de
addiar para meibor oeoasiio.
A AlleaMnha'queraria ver em briga aqueiles
dous injperos, para no momento asado se impor
com a sua vos, sem necessidade de recorrer As
numerosas foreaa de que diapoe. Manter-s aia
em situacio qua obrigasse a Franca a conter-se,
porque a byp.these de qua aproveitaria o ensejo
para entrar om guerra eom a Franca, se nos au-
gura muito pouco favoraveL
Q tanto mais ae srmam as aaees, mais se equi-
libran) aa forets; e a guerra ein taes condic-s
em ves de ser um recurso da que se anca mi f-
cilmente, urna solufio que uio dispertada por
nenhuns attraetivos.
Nio se coiifirinou a noticia dada pelo Tenps de
que o governo russo nio enviara mais tropas pars
a. Polonia.
Pelo contrario, por informacs recebidas de
Varsovia, sabe so que chegara a esta cilade
grande numero da ufficiaes do estado maior e de
eng -nbaria, que tratem de organisar o servieo de
amoulanctas ao longo da frooteira, como se esti-
vesse immiaente a guerra.
Uma agoncia semi. ffiial receben ds Varsovia
alguna pormenores sobre o numero de tropas u'ti-
mamente concentradas em Lubiiu.
Parece compnrem-se as forctu de um divisio
de eosaacoi, eomprebendendo quairo regiment s,
orna divisio de dragues, tambem de quatro regi-
mentoa, d us reg nento de infantera, um bata-
Ib i de reservas e duas bateras de artilheria.
Um despacho de tK) deDexembro expedido de
Vienna ao Times aonuncia/a estar concluida
conceutracio das tropas ruteas as fronteiras, e
menciona o Boato de se acharem reunidos na Po-
lonia 40'1,003 horneas e na Beisarabia !x),000.
Todava o corresp indente do Standard em
Vienna aer dita que hio de prevalecer as tenden-
cias pacificas, porque a Buasia nio est ainda
pmmpta para a guerra nem o estar antes de
1889.
O csar enviou ao Papa urna carta de felicitscio
por oceasiio do jubilen.
Bel
m

J^P^'i que destruio em batrro inteiro.
Idados da guarda do paiol fijaram redu-
a p, o alm deatasdesgracados pereeeram
centenares de p-aaoas de todas as coadicoes.
51
zid
Bulgaria
de ohvegaee d o maud .r rsrar os s
uavus das aguas ajMnagas.
Maa 'smmmmV^ desmenU'lo, da de
misaii do c, oda ce K*in iky, o
__|^^^H^ pote Sr- II-rr Von K IUy irla em
da ilb > ssais a situacio, H rr vou Kalay.
reesau na esa di aasou de am salto de am lugar inferior
I
A Frendemblalt desmente o boato, propalado
pela imprensa francesa, de que as p itencias ha-
viain eutabolado novas nogociaco b para mais r-
pida aoluaio da questio da Bulgaria. Os jornaes
de Vienna ainda assim tallara muito do principe
F r ido. Quasi toda a imprensa austraca, se-
guindo a iniciativa da Gazeta de Colonia, fas po-
ltica adversa ao princip \ sem comtuio indigitur
qoal o candidato que I be deve sueca Jur.
N is circuios da Russia accentua-sa sam variante
a menina atutnde na questio blgara.
Tuda parece indicar, que, se por acaso o prin-
cipa Femando abdicasse a eleioio do futuro chefe
la Bulgaria, por commum aoeordo das ofendas,
apresentaria exactamente as mesmas diffijuldades
da anterior.
Por urna carta de S ,6a sabe-se que o Sr. Stam-
bcuioff insiste com princesa Clementina mii do
principa Fernando, para que volte para Vienna
d'Austria; julgando a sua permaneacia na Bul-
garia, contraria aos interesses do principado, p-
denlo at ser origeau de compteseles com as po-
tencias estraogeiras. A mestna carta diz mi.is
serem bastante fras as teiacoes do principe com
o Sr. Stambouloff.
Eiagera-io por tal forma a influencia dictatorial
do Sr. Stambouli.fi, qne pode muito bem aer que
aada de verdade baja nisto. -
Pnva ve I mea te o Sr. SWmboulofl, qae .um ra
dical .demcrata, nio concorda eom todas as opi-
moes'da princesa ; mas, quanto questio princi-
pal, a permanenoia no throno da Bulgaria do
principe Fernando, tanto a princesa como o pri-
or iro ministro ea'io pnrteitamente de aeoordo.
O Monitor Offieial de Betliui censura o Alma
aach de Gotha por dar o tratameoto dealteza
realo principe Fernando da Bulgaria.
O conde Eugenio Z eby public iu nltimim-nte
urna carta em que se reoooheee ter sido elle qaem
pr.imoveu a candidatura do principe Fernando ale
Coburiro pars soberano da Bulgaria quereodo
assim obstar ao regresas do principe A>exaadre
de Battenberg e eleioio do principe da Min
grelia.
Em Sofia tem htvido confareneias militar >s
disoutinio-ie. os melhoras m-i is da mobilisscio.
Na Roumania reina grande alvoroto.
Turqua
A convenci aaglo-fraoees*, relativa ao canal
de Suez, a nda nao foi ratificada pela Turqua.
que pateca nio ter pressa alguma, A priineira
isodificauo pedida pela Sublime Porte, tai sobre
a preaid ucia da cominiaeio qne dever vigiar
pela manutencao da neutrlidade do canal, elle-
gameto para asa reolamaeio a san qualidade de
suzerana. Parece que .-asa exigencia nio foi e m-
s derada, ea\ geral, como exagerada, e qua omites
piteaaiaa nii-sti) Ionge de aJtaitttr.
A Porta, comtodo,'- assim que va que nio era
mal recebida a ana priineira exigencia, nio tara
apa a agparveer logo em ontra. Pretenda, pois^
queem seguida exeeocio da convenci da Sites.
a guarnic4>* inglesa do Egypto abandonase*
valle do N'ilo. Foi por'ea'iaa de urna preteocao
-ualoga qne se maliugroa o ornjedsa ds eouvaaoiv
ftf|n.-n y OrnmmoDi Woff.
aa crer qae o gabinete de Saabury haj
r-prliir esta nova (xigeneia do g iverno ottoni
usa s.-r ui'ves o esaolho em que venh
I ,r costa a cooveucii da Saos, oa pro
TorqaiesidtfMpxeoos, om pretexto
itos e n-gociaco"
' sea tatti
Correspondencia do Diarlo de
PernaoibucOi.
PORTUGAL.Lisboa, 4do Janeiro
de 1888
No dia 3, que o estatuido pela carta eonstitu-
cnnal, procedeu-se, pela urna e meia hora da tar-
d^ solemnidade da abertura do parlamento, g b
a prisdencia do digno par Joio Orys istomo de
Abreu e Sonsa presidente da-eamar* alta.
Por conselho dos mdicos da real cmara S. M
El rei nio poude compaieoer aquella acto poltico,
o encarregou o Sr. eouselbeiro Jos Luciano de
C.stro, presdante do conselho de miaistros.de 1er
o discurso da cor*, o qae S. Exa tez, teado pre
viamentc dado "ouliacimento s cortes do decreto
que Iba conferir* tai autor sacio.
Eitavam prea-.-ntei todos os ministros, excep-
cio do ministro da g :erri, o Sr. viscoada de S.
Januano.
as galeras do corpo diplomtico via-se apenas
o Sr. Rillot, ministro de Franja e um addido da
legaeio a aas outras galenas algumas seoboras e
varios espectadores. A concurrencia dos parea e
deputedos nio era granee. Fazia a guarda de
honra no largo daa Cortes o regiment de caoado-
es 2.
Eis s mensag^m :
Senecres :Nos termos do decreto que acaba
de ser lido cabe ao goverao abrir em aome e por
commiasio de sua magestade el rei, a presente
sesio legislativa.
Iihibido de cumpnr pessoalmente o preceito
coaettucional, sua magestade congratala-se pir
este meio om a reuniio das c tea, e formula a
esperanca de que s jaca fecundos em beneficiis
para o pai oa trabalhos parlamentares que vio
naugurar-se.
Coaserviimo carcter de lint perfait* cordeali
dade as noasas rela(5es c ira as potencias estran-
geiras. O tratado recntemente firmado em Pe-
kim veio satisfaser a necessidade de ba muito
sentida de regular nos teros >s consagrados d > di
reito publico iuterntcional a nossa situacio polti-
ca e cooutercisl eom o imperio da China.
C im o intuito de ampliar as transaccoes mer-
cautis sobre base do rgimen onvenaiettal, f ,i
tambem celebrado coma Dinamarca om tratado
de eommercio, c acham-s9 entaboiad.as negocia-
co's para igual fim com o goverao de sus mages-
tade oathilica.
No daenrso das negxaco's para demarctcii
d fraateira norte da provincia de Mozambique,
foi proposto por sua altase o suhio da recurso i arsiteagem. Eiiteadeu o goverao dever
declinaressa proposta, e de accordo om o alritre
que cntio suggerio est o assumpto sendo ezami-
nado ein Lisboa com os reoren-ataotes da sua
magestades o imoerador da Allemanha o a rainha
da Qri-Breteoha.
Com exce.-t- o de slguns tumultos ocoorridos na
ilha da Madeira man te ve-so inal'eravel em tolo o
reino a tranquillidade pablica. P I-i assi.a rea i
asr-se as eoulicoss maii gratas par o coraci i
de sua magestade a ving'-ra qoe ha pouco empra-
benden, em companhia de todos os m -.cobros da
sua real fsmilia, pelas provincias do norte do
pais.
Os testemunhos de enlrvnbado amor, de resp-i-
to e tympathia geraes que aisigoalarain essa di-
gresso, gravaram aa n > anima de el-rei, e muito
especialtente ordeoon sua magestade qua fiessae
nesta oceasiio e peraote vos ssignalada a reci-
proeidade do setimento e do sff:cto que ligam de
modo indissoluvel a dynasta o povo.
Em exceuoio d i urna das mais importantes dis-
posicoes do eodigo sdminisirativa, e no cao da
aatorisaclo que Iba foi conferida, fign o gover-
ao as pireautagens addiciooaes s c rntribuicoas
directas e indirectas do estado para o l&ucamaato
dos impistos distrietses, muaicipses e pirccbiaes,
o decretou a pauta dos gneros nio sujoitos ao
real de agua, qae podem ser .tributados pelas
cmaras municipaes.
Da limiteQio e regulara icio das (acuidades
tributarias dos corpos administrativos proveniente
destas providencias resultar incontestavel ms-
Ihorameuro assim para a gerencia financeit-a do
estado, como para a administrado local e para os
contri buiates.
Alem das propostaa pendentes da nltima sesa
sio. sobre a laica: da parte electiva da camar-
dos dignos pares, ensino e.-pecial a instruccila se-
cundaria do sexa feminino, o governo vos apre-
sentar mrtraa sobre a reforma da legislacao cea
toral da cmara d s seuhorca deputedos, polici-
eivil e beneficencia publica. Igualmente vos pro-
p ir uina providencia especial pasa tornar effec-
tvo o pagamento dos venc meatos dos profesa-
res de iastraccio primaria.
A reforma da legislacio cgasmercial e a nova
organiaaoo indiciara devem muito especialmente
fizar a vosea atteneio. Ser-vos-bio tambem pre-
sentes, p-lo ministerio da justics, alm da refor-
ma do proeesso criminal, diversas providencias
tendentes urna exeencio complete do rgimen
penitenciarlo e do registro predial, e outras cor-
recci) ds menores, repres|iu de Vadiagem e dimi-
uuicio das reincidencias.
Acbam-se submattidas vossa apreeiacio duas
propostes de le que attendea a aiguns dos mais
arduos problemas da vida coca! mo lerna. O pen-
ca nento civilisador, q e as insproq, ser comple-
tado c m outras propostes, iateressando igualmen-
te s relacoes entre o capital e o trabalbo.
Facilitar, apcrfeieoar e baratear a prodocfio
erra dos modos mais etiieazes de resolver esees pro-
blemas. U governo continuar, por isso empe-
uhando reiterados esforcos para desenvolver a
ioetrnecio agriadla a industrial, e alargar a ares
dos aoasos meicado9, e, como providencia encami
nhada aos meamos fias, ser-vos-bs apresentada
urna proposta de lei para o adiantamento da rede
geral da nossa viaclo accelerada.
E' por todos re.cjubeoida a necessidade de acu
ir aos males de que a enferma a agricultura.
Activando como o tem feito o inquerito agrcola, o
goveruo procura habilitar-se con os meios indis-
pe na veis para vos propora meibor solucio de tio
lifEcil problema.
E' grato ao governo poder affirmar que ser em
breve praso disiribuido aoe exercito* de trra e
da mar a exeeUaote arma de repet cao recente-
mente adquirida, achan lo-si as ofBcinas do arse-
nal as condices da terem ji fornecido e p derem
fornecer de fu'uro aa mumces para isso indispen-
saveis. A organisacio das reservas e a diffuaio
do ensino no exercito merecem tambem ao governo
atteneio especial
Alem das providsneias relativas ao artilbamen-
to das fortificaces da Lisbta e seu porto e da
coiistrucca e melho?omeoto dos quartets e ou-
tros edificios militares, ordeoou sua magestade
que vos fossem presentes pelo ministerio da guer-
ra e da marinha propostas reformando o oodig>
de jujuca miluar e a escola do exercito, e bem
assnn inelbo anda o serv; > da saud- e admiuis
tracto militar austm -otando as comodonas aos
offiaiaea de mariuna, e estaneieeendo as bases
para a indispansavel organisacio das nossas f ,r-
csi nava. a.
Lrgos progressos assigoalaram o atno decor-
rido no que respeta admimstacio o d minio co
loniaes. Acba-se concluida a linha f rrea de
M irmugio. Em Angola pros^guem activamente
os trabalhos do camin i de ferro de Imbaca, es
tan lo em construccio muito adin'ada os primei-
ro.. 6 kilmetros, a j appnvados os estulos re-
lativos terminao> da linha. Tem corrida eom
felieidade ootevel em grande parte devida i af
reicio que os indigeuas mante-m pelo nomo nor-
'u^ues, a iastailacao do novo diatrieto do Cngo
on ie j se acbam orgaiiisad >s nouitos servioos, e
uoocluidos alguus edindio* importaotet.
Na provincia de Mucambique s ibresabem d ios
tactos : s abertura do eaiauuho de ferro de L>u-
rano-o Marques, e o xito feliz da recenta a boi
oomomala ezpadiuo qae assigaaUndo os bros
tes nossas farett-t milt iras, e radicando o dominio
pjrtugees ni Zunbesie, destruio final mean o
emb-.recta al.i opptstoa ao eommercio e & eivili
sacio.
A eresceote importancia e rpido deseo
meato d' Lourenco Marques, dessa babsa w
taunssima cuj t possa nos es.i solemnimei
rantida p la oenienc arbi'ral da Franca
tfasa^tBri L-ncias rxtraerdiuaras, que oi_^^^|
d^Hpoa em deereter oo us i das faoaldad s
uanf re o primeiro act> addieoo
orinad e Jeoeaotralisad* a adns^^^H
aleef de outras obras e meta iseiissUs ae>
OSen ptrto.
Por efF-ito de eeeurreneias
homey, e apos om mioaei so iaqaerita a sao a |
verno proceden, servio-s sea ,
qne se posase um term i ao proteetosaaa uili eaar-
ei Jo, o que foi devdasaeose riimssaeiiil i s po-
teneeias signatarias do acto geral da rniissan ie
de Berlim. *
A ele vacio do crdito puoJieo e a pni|iisiaax
crescimento das reeeiiss teatemanaam -
ridade da reino, e coastitoeai garaaCsa
ama definitiva reorganisac> da la
nal.
Embira na sessao passads aoave
tsdoi importectes accrescimos de i
fiui de regularissros orcamautos
inorar os sidos os otHeuars da tem amarase
vencimeotes do prot- ssorado, pedarass assvia una
os oruameotoa de recen* e despasa ser orgaesse-
dos em condices relativamente sasdas eatiafsesB-
rias.
Convindo, oo emtanto, evitar a issisit de esa-
ptestimos externo?, e occorrer aer entro mu is
des pesas extraordinarias do taaseavo, ser vos-ai*
prese ttes para ease fim propaetae ssidiirastfiri
contracto relativo ao porto de tisiiaas, f nvssssV.
meibor expJoraco dos ~la sais de ferv do
Alerntoj) e do Al.arve, portorsaa a sea peas re-
solver parcialmente o importante arahli i de ca-
lonioaco daquellas provincias.
No oso das autorisaco.-s r^slat:vas sasebrosi a
governo com o banco de Portugal as aatossaesas
con vaacea para aquello rslihnlrriatal) da ess>
dito se couverter em banco emiasor e seeacam-
gar dos pagament >s do tbesuavo. Fonaia reter-
inadoa os servios da divida paolsea, das alAssse
gas e o da cobraoc* dss contnboico s aa capital,
e creada a agencia financia! do Ra Muito confia o governo em qne ests it.daa ims-
titaicio contribuir para a coosolidaco do crea
to publico, inelbir admniKtraci) dos fondos rr
fiados gerencia d is cousaladoe portagoeaes ao
Brasil, e deseov .lvimenio das eSaeoos eossssMr-
ciaes entre P irtogal e o graade imperio asseri-
cano.
No intuito de favorecer as clasecs meens eetv-
tedas ser-vos-ha apreaenUda osas pispisM. ds al.
modificando a eootribuicao industrial ;
'o serio submettidas so voseo came altavacj
legislacio acore* dos direitos de toaolagesa i
eorad .uro, e aiada aa qae trioote
te. Dave esta ultima propoati proda
ceita valiosa sesa detnmeato dss H
agricultura e da industria dos Acores.
Para resolver a questio dos tabacos q t-
ser f.ate de a voltajes recoltas pareo ti..usa i,
ser-vos-1 a sobmettida orna proptsta esteb. leera-
do a fabrieacio por conta do Litado As -irdass-
dades suscitadas na execucio da lei vig*te, a a
coaviecio adquirida pelo {overoo, por efeito da
eaclarecimantos sicaucados n> iiitervallo dasaa-
aio legilatir, indicam ser esse o meio deasa*-
zurar maior receita, sem pr jaixo dos iateresaes
liversos ligado* a esta importante indostros.
S -oh res. Sio em extremo ponderosos napor-
tantcs oa a-isuioptos que vos compre exssaiaar.
Confiado, porn, na iiot'raeao e pitriutsssso dos
dignos pires do reino e senaores deputtdoa da aa-
cio, espera sua mtg.-stade el ra, qua ser sens-
pra da mxima etnveoieaeis pura o pas r e!-
tado das vossas rlrlihnriaics.
Est aoerta a sissio.
D.-pois deste le tura foi levantada a sessao pelo
respectivo presidente.
Ett ve muito coacorrida a reeepjlo do da de
aao bom oo paco da Ajuia.
EI--0I, ao contrario do qua se rspalhoa, cuacan-
do algnns jornaes uue su migestede tioha asex-
prc assistido sentado recepcii, comervja-es da
p, nao durante efsa act., que em i mistan
longo, maa anda b .atante tempo depois, deawasf-
do-ea a conversar com as fwohorss, eess os miase-
tros, manobria ao corpo diplomticoe ooITls altos
digoiterios.
Sua magestade tinha o uniforme da al -si rente a
sua na. estada a rainba traja va atas eieg...
m* toilette de velludogrenat bordad a oar>.
eolio e n* cab-ca, esplendidos brilb*a(es.
magestade esteva de corpo af .gado, asstm
aa damas, qua nao vestiam a farda azul e
mas sim Vvlettet de toree ae corea diversas.
Toda a fam.lia real comexeapci) de sea alteza
real e Sra. duquesa de Braga oca, as, istto 4 l
ci.
O goverao de Italia entre varias
rencias que fes no pessoal diplomtico olt__
te, mandn por disposicio do miuisteri* om i
gucios eatrangeiroe o Sr. csade 01 Jrini, qae repre-
sentava em Lisboa o goverao itaiauo aa asis de
nota annos.
Este medida tem produzido aqu I ngislswstl
impresao, porque o Sr. de Oldriai i rasa o asma
e estimidiasimo na corte. Saa magestade ei-rei
O. Luis, assim qae soube qae o velbj diplmala
italiano deirava o seu posto enviou-1he a grl eras)
da Torre e Espada com ama carta muito honrosa.
Parece que o nobre marques ainda eocta ds-
morar-se bastante tempo em Porta^al, porqaaate,
sabindo da casa onde foba a egac io na <
da Estrella, palacete qne perteoca ou
ao Sr. marques de Tooaar, arrendou outri sa
morar. 4a so-.rm do Sr. marques de OMrissi
eram milito celebradas pela e.egaacia, Mx-.rrsa a
afFtbilidade com que os dono* da casa
as pessoae de sua re laclo, que toda a
roda de Lisboa. A p umeira soire deste
foi na legacio de Italia.
Houve em seguida a "xpendlea toirr
condes de Vlagal lies, de que se contaran
vilbas. Ni ultimo dia do anao, os Srs. eonlessV
Val bom, agora em Lisb a, abriram as sin lilas
pars f-stejar os asaos da Sra. eoadeesa, e a. ssa-
mo tempo para celebrar o ter silo ped i em ca-
samento sua filba D. L-ouor Lo ua u'Avila pdo Se.
D Diogo .Manoei de Norooha (Valar*) rapts de
ex -elleute carcter, finissima edacacio e coa
vade ioteHigeucia. O aoiro da Sra. D.
Lobo d'Avila conclu o ha pooeo o curso de i
n*ria civil. _0 casamento s se rcaiisar esa Oatts-
bro,
A gentil noivs anda reitera primeara acate a
'ario e..-m seas pars. Como sab-.d >, o Sr. auatda
de Valb .meo nosso plenipoteaeiario jaasa A sa-
publiea franeesa.
No da 2. pelas 8 da notte hoave ao miaisteria
do reino reuiu da m .i ira parlasseatar, segssssla
o velho coatame observado per todos es seraiuteriesi
e em todas as pocas do aosso reejiaen coustita-
cional.
Tambem na mesma noitase ranno em esa so
Sr. couaelheiro Aatouio da S;rp* Pissaarsf, iiieal
la parte d* opposicioque ree-onheceu a ebeatara
daqnelle estadista, afim de aecordar ao roHstsr
meio da oncilisr os destvindoe dsqualla grapa e
delinear a prxima eampaabs parlasseatar.
Falia-se em approximac a paimsai nfsni das
membroi do grepo-Serpa com ee de grapi-rierje-
ue, u eaqnerda-dynastica, para a fias de h isriaaai
o gabinete. #
Nao creio ness eq,alislo da nltima hora, asea a
ministerio carlee para eabir ae tantae <
ipezar de se cooluir da lei tura da
tbruno que te io isto vai navegando de
copa, ro a mar de roa,i para o -It-o.-
dos oisaiveis.
Eff-ciiv*mease e gabiae^
nouifieaijas, ao parlamento, i
oa imprensa sustentsvam ai
Mas i.tfirma-se que dentro esa pooce o Sr.
selbeiro rlcorique de Macelo abaodon*ras
da marinba iodo para a tegaeit de Londres.
Q i m o sun-t.tuir ? O Sr. Oliveira Mas
o d.atincto pubcibta e nota val hilara he r am
est redigmdo ba tempo a Prooimem, amasar
consideradas folbas p.irtoeuaes.
O Sr Aotoaio Eaaes qoe rediga agora am I
bot o Dia e repreaeata, eeaao
manifasta do p rtida srogissists, p le
enrgica affirmaea<> Oe ^ae nss/sslla amnasV Casia
muit* falta nm orrio da eaqu-r Ja, iete, 4 s psa-
gres-istas qua protessass aa doatnaaa ssass astea-
Cadas daqaella pareialidade t
H* qaem diga y sm qoe aess a asa misa sas-
tra s-r orlan cid* a paita da uarstha, asea se fe
R-saano Garca, par de reioo de stt.if.ia. i
ru em chote da monieipali
gresaisu ds* qu.tro eostadea,
Ne aer dito qae as du

.
dcsSrs.
^Mwi^^fc
otricto, orgamaado
pea que'dave brevemente
facilitadas a exoloraviu
de diatrieto. ProoedeU-l
de quartets e de arj
forros totete aio de
gistenva, e para o qne eaoi
gr pelas qeeetdss ad
i| os pertodiose aimi
cao em Mr,
A propria S'I^^^BH__
mmmmmmmmmmjmV* -*"**
po policial
r para a
aa e a
|r disso
Para a

ser aae esaim es}





de Janeir e 18S8
Porto foi
da uuuas cj .
. plauso. Dapai^^H
Sra. Pestaa *as]
rdrade, Soares \
votad por nnauiaida
Visura te
I Li e Leit&o, foi
oomeacao do Sr. Na
Deeappar- cea o S. lia' eo rsesaua evo*
tos, cba; -re* o b
suicidado. Uta se cyn&iiai, hBu! sssarfl
earto que dewppMfci la. aw* cae *"> qa<>
t agorase sa.ba on ie pira. Attnbue-ae esta
desapia-lcao 4 diniculdada pecuniarias.
TamBam correu o boato atierrado* de que o
Trent di, MaU Real, qaa deste porto aegeto para
o Brasil eo 29 de Des moro ultima, se tiuba sr-
dido no lito mar, salvando-as apena seis pessoas
d'entre i tnpolacio e pasaageiros qu reaava.
Sao se confirma easa noticia. Aos Srs. Kuwles,
Rswes & C, agentes do vapor, nada consta a tal
respeito. -
__ Aebe-se perigosisaimaraente enferma a ora.
D. Ernestina Navarro, esposa do Sr. conselheiro
Erovt-dio Navarro, inmisTo las obias publica.
Tem estad doeute de tima perna o Sr. Vise n- governo, eatabelecendo-ae garanta par* oj
Os ulti-
de de S .'anuario, ministro da guena.
roos conselhos de mimstroa teem-se feito em sur
u can, por aio poder sabir.
O caso i* circular di Uevd. arcebisao de La
ras, cualjutor-S futuro sueceasor do hspalo da
La mego, que esta governando,circular de que
Ibes doi acopla noticia, beui com i, de que o gover-
eo havia procedida neveramente em preseuca da
pessima impressao qtw esa devassa das conscien-
cita, attentatoria das librrdades publicas h .va
levantado em todo o ngulos do pas, esse episo-
dio, como ia distlo Un. u c >rpo e j veio a lume
tal portara tio apregoada de energa, do Sr.
condhiro eirao, ministro da justic ao Revd
arcebispo.
Transcrevo-lh'nna integra, para qu-a es noasos
leiteuva po*sam por si meamos apreciar as tuteis
evasivas io prelado, s perguntas que o governo
Ibe euoeree a tai respsito, e a boaitoaia frouxa
com que o ministro da joatte e negoeos cele-
siastio s aci'iton on simu.oo aceitar essas descul-
paa e ezplitiice pueris do Revd. arcebispj de
Larisaa.
Ene documento, se em parte dea urna Batuta
ci opioj publica,por nutra, deixou larga
margem aos commentarie* da onpostcao.
Entre es.ics commentarios resurge a velba
quesillo di ultram-ntanismo e dos trabalbos de
sapa com que a navio procura minar pelos funda-
mentos o edificio liberal, ouestao que fui o pesa-
dello constante Oesae grande p asador e rgido
carcter qo Alonados ceasidicoa governameutaes oa imprtra-
sa sustentis que ba sim reaccionarios em Porto-
gal, mas reactio propriamentc dita, isso ni>. Da
parte contraria, e nesse ponto j o Dia do Sr. An-
tonio Eiraes -O eca a djvergir e muitos djs seus
correligi diarios opnm stas, affi ma e, com docu-
mentos e fuct s de todos couhecido, que me-
cao trabalba sem deaeanoo por alluir as institoi-
yoei do p is. E' so gosto onvir o autor d-s Ixt-
zarista quando elle responde ao que Ibe disem
que todos os reaccionario juntos oio poderam
levar catra-o un depotado p-t accnanaco d=
voto?. A tal 'Mocito, refere-se o Sr. A Ennes
aos cireul s eleitorae d'onde a soa candidatura
foi tipulba plos esforc das altramooianos.
' Sej como fr, e;s qui portara de censura,
lsrdeada c m s ivasiva* do Revd. aicebisps:
Tendo constado ixTa-cmcialmeate no minis-
terio dos neg'cios ecclesiistico e de jastica, qae
em 17 de N'ovembro ultimo, tfir dirigida pelo
Kevd. arccbi8p> de Larissa, coadjut r e futuro
succesir do Kevd. bispo de Lirneg.-, orna circo-
lar aja paroch das freguesias suj.-it- a sua ju-
risdiecao ordinaria, pediudo-lhes eselarecimonti
sobre varios paitos na mesma indicados, siguas
dos quaes f .a.n desfavoravelmente aprecad pela imprensa peridica, e tendo Ihe sido exigida
mniediaraineiit'i pola direeco geral dos negocio
eclesisticos urna intormacio circum*tanciada
sobre este assiiiopto, responden com crucio de 23
do correte, eio que ott'errce algumas c nsidera-
ces para ust tiear o seo procedimento, daelaran-
do que a expedicao da ailudida circular Uve por
fim principal colber dados eststisticos que podes-
sem liaoiitai-o a regular o ervic;j e admioistra-
Co da dioceue, mas que tamb sn fura motivada
pelo deej > de ser ut ao governo e ao pas eom
esclarecimcntos sitamente aproveitaveis, sob o
ponto do vista l< mporal, e que a esta vircumstan-
cia se'refer quando insinuou que o fim da circu-
lar e-a de mais vasto alcance; accr-scentanoo
ainds nao ter procedido assiin por obedieooi a
qnaesqU'r ordt-ns superiores, porque nao as havia
rrtcebido, mas em harmona com diversas Iris ca-
nnicas, e ain-ia ci m a carta nrycliea de Sua
SantidadePtrgrata nobit aceiditJe 14 de ie-
tembro de 18%.
Sua Magesthde, comquanto fique certo, pelo que
0 Revd. arcobi po de Lariss s-flirma, do que fo-
ram nsetas as uib intencoes, e de que teve em
vista elncidar ce c m trabalbos estatisticos que,
no principio do su eovoiao, jalgoo newssanos
para melh.rdojompenbar as su*s obrigaco^s epis-
copaea, mandi, coin'uio, ponder/ir-lhe :
1. Qie nao deixou de cansar muto reparo, e
nao p-jdf merecer a regia approvacao, a forma
que ailopt u pira informar-se do comportamento
moral e religiono d s seos aioetse no<-; purquanto
a devassa on denuncia, Scmpre injustificada p .ra
aqoelle effeito, anda mai impropria do carcter
sacerdotal, e dara necessariainente occasiio a
desconfianea entre os p^rochianos e a profunda
indisposices dostea contra o seas parochos; po-
dendo tambera ser considerada como perseguicio
varro, ministro das obras publicas, socio honora-
rio da mosma associacao.
Tratase all de mandar fsser osa basto do Sr.
Navarro pasa csll perpetua ham nigem de roconh^clmento. Estas
hoorarias haveri cmco aonos f jrara par aquella
associa;>o votadas ao 8r. Hintse Ribairo.
Poi aieita ama commissad que vem Lisboa
entregar ao Sr. Navarro o honroso diploma.
Consta que o goveroo propora is cQrte a
rgie do tabaco ou o fabrico por cinta do Estado.
A administracio da rjie dftver ser eseolhida
pelas carairas dos pares e dd dapatados e pelo
jfra oj ooe
rarios actuaese paraos revendedores.
A impirtacao e venda do tabaco manipulado
continuam llvres.
Forara publicado' os deer?to nomeando o
pessoal 8?perior para a aova repartii;Jp do biblio-
th-'cus e archivos pblicos; em virtu ie da^ remo-
delacJj feita na bbliotheea publica de Litb e na
Torre do Tsnbo.
Poi nomeado inspector geral o Sr. Antoo Eo-
nes; seud>t suppsjmido o lugar de bibliothecario-
iDr que excreta.
Os marmheiros da esquiara inglesa que tem
estado ha das no Tejo, team tido a:n pessimo coa-
i'Ortamento, emberraxando-se, o que eos turne
veiho n'aquellas martimo. D'ea'a ves, poico^
como tempo tempes'ujjo os nao convdava a s-
palharem-se pela cilade e suburbios, conceotra-
rsm crea de 2,0 W na praca dos li-molares (Ces
doSidr) e iom<:d..coja. A bebed, ira dava-ih
para aao -pagarem as bebidas ingeridas e os mo-
vis dos Iceaudi'ir is.
Aceodindo a paliis, hoave occo bravio e mui
tos ios marojos puxaram por navalhas coutr os
agentes da polica, ae qae resultaram ferimeotos.
No Colyaeu, novla ra Nova da Palm tam-
b in distnbuiram stecos a cidadjs pacatos que,
:..l: entendiam com elle
Poi precito pedir providencias mais sriss. A
pclicia pos se em campo em grande numero. Do
bordo com autonaagsVa do commissarij geral da
pi'ieia e de accordo com consol iuslex veio uro
destacamento de 100 pracas commendadas por va
rio officiae de marinha. As licencie na dias
iegointe firam csssadaa aquella tropa fand*a{8,
que era o gaudio da garotado de Lisboa e o suppl
ci dos qoeixos dos policas. ,
Eitrs por sua parte, desembainhando o terca-
dos, tamb m distiiboiram diversas entiladas. O
uegocianti Garland, que eslava jaaella do seu
eacriptorio de agencia de vapores na na do Ale
crim foi autoado por dar mirras pil ci,-orna
b.lburdi finalmcnt-i, que trcinxe o bairro da S.
Paulo em sobresalto aleuns das.
No meio d'esre iuferninho d-i carraspaoas al-
b'onicas houve epiaodios 'verdadeiramente gro-
tseos.
Alguna dos marinh-iros compravam chapeos di
eenboras c m fl >ros e fitas com que eabstituiam os
chapis d'oleado da ord-uanca.
En easa das mocas da vida tambera fizeram
oosas do arco da velha.
O tempo tem ido maito borrase;90. Nevadas
em qnasi todoo romo, cheiaa e innundavojs at
dos mais insignificante* ribeiros !
Asaim termiaoo o anoo d H87. Os primeiros
dias do novo auno teem corrido chuvosos e incon-
stantes.
Esquecia-me d:ser-lbes que na reaniao da
maiori fieou resJvido qae fosse recoadando na
Di: Clodoaldo L-^
L)r. Jalio de MtUp
OISTSIC-
tMabt.U
9P*
398
388
47
33t
presidencia da cmara dos depatados o Sr. uc.
RoJngaes de Carvalbo.
Tomn ante boutero pjsie do logar o> giver-
oador do Bine > Emtasor o digni par do reino An-
tonio engasto Pereira de Miranda.
H .ntem reunio-sa o conselho de Estado psra
ser ooviio acerca da proposta do governo para o
preenchiaento de ama vagatura na nomers dos
pares do reino vitalicios.
A proposta do governo recae no canselh*ro
Adriano de Abren Cardos Machado, antigo depo-
tado, antigo ministro da justi?*, amigo lente e di-
rect-.r da Academia polytecbuica (io Porto) anti-
go lente eactaal reitor da Universidade de Coim-
ora e par de reino eleetivo.
No lia 30 do m s passado a commissai pir-
lamentar d"U por concluido os seos trabalboi de
revisai do novo pr< jacto do eodigocommerctal por-
tgaos. A todas estas reuni-s tem aasiatido o Sr.
Beiro, ministro da justca. Foram.largas e profun-
das as modifieacS'S introdasidss no prejecto apre
sentado pelo Sr. BeirSo a parlamento.
Os ames das illastradros revisores do projecto
do cdigo eommercisl portugus ss :
Os Sr. Alfredo Cesar Brando, Antonio Baptista
de Soasa, Antonio Lopes Qoirasres Pedroso, Er-
nesto Madcira Pinto, Eduardo Jos C .clh >, Fran
cisco de Castro Mattoso C.-te Real, Gabriel Jos
Bamres, Joaqoim de AlmeiJa Corroa Lea', Joa
qaim J a Mara de Oliveira Valle, Joaqoim Pedro
de Uiiveira Martina, Joi da Cunba Eca de Ase-
vedo, Jos Das Ferreira, Jos Frederc Laraojo,
J .-. Mara de Andrade, Jos Mnria Barbosa de
Menezes, Julio Jos Pira, Luis Fiscaer Berqu
Pecas Fald) e Vicente Rodrigues Monteiro.
A aenbora coodessa de Pars, mi da prin-
c- za Amella, era esperada ante-bontetn em Ma-
U.tlMU taUIWI.IU .i VVIIl\JVIB
religicsa, que eondomada pelas leis do pata, drid, donde seguira logipara Port-igal.
Ccovem. p -rtanto, que nosta parte seja modifica- j
da a mencionada circular, dando-se para esse ef-
feito as nec-aesrias instrocc3L-s aos parochos,
afim de pr ced. mm oer l ma qo oio possa dar
lagar a justificad fepar >s.
2. Que ao governo, e t ao gnverm, oo exerci-
cio do sea dtreiio, comp-te mandar colher quaes-
' quer elementos cstatistico. quando os jalgne ne
cessarioa, ib o ponto de vista teso pora I; sendo,
portento, inadmissivel o Vasto alcance que o so-
bredito prelado declara ter titlo esa vista com a
exigencia de tao minociosos esclarectmeotos, tan-
to a respeito dos seos diocesanos, como das esco-
las, irmaodades, eoof. artas e anlogas asaoci-
coe* exis'entes na saa.diocese.
3. Que declarando o Revd arcebispo de La-
riasa na sua reapoata, qoe proceder et-pecialosente
em harmona com a carta eney-Jieafergratrno
bis aceidit, con/en ponderar-lne qoe ease diploma
de modo algara justifica o pr.cedimento qu" o
mesmo prelado ulg a dever adaptar, b;m como
que na occaaia ate qae foi concedido o regio b.-
neplactte, ecuito es rrulssrnt' ae advertio a todos
03 prolados dkasaanos que no c i rcicio do 8u sa-
grado ministerio dtviata harm>nisar os actos da
:tia jarisdicca com as leis do paiz e com os di-
reitcs do estado.
E' o qae Sua Magestade manca de novo recom
mendar ao R. I. arcbiapi de Larissa, c i.djuct r
e futuro snccespr de Rv i. bispai de Lamego, es
per.-nd) das s las virtudes e illuatrsco que asstm
proceder.
Paco, em 23 de Des-.-mbro de 1887- Francisco
Antonio da Vaya Beirao.
Este documeuco foi publicado ao IHario do Oo
temo. '
Ante hontf m realsoo se oii cmara, ceonjei-
pal de Lisboa a aessao sol-mne para a posas do
19 verasvdores altimameote eleitis e eleicio don
differootes cargos, a qual deu o aegoioto resal
tado:
MoaPresidente Fernando Palhs, vice-preai-
dente Eduardo Pcrpaira Bastos, secretarios Ma-
tbens dos Santos v. Jeia Joaqoim Autones Re
bello.
CommtSo ew.cutiva:
Etfcctiv sJos Gregorio da Itiss Araoj', Jos
da Costa P'drdra, Prederico Bieste'r, Joo -loa
quim Autuoea li.-b-llo, Fcroaado Matt^ao do San
tos, Aognsto Piichtoi,
Soppleottsagosto Jos da Cuaba, H oriqu-
MaUeos dos Sautos, Visooode de Alemqoer, Joa
quim le Ao-rriqi-r. loaquim Joo Pereir Hlv-s.
Victoriano Estrella Braga, Antooia Jeaqa
moS de Aluteiila.
Foi orna ree.eioio.
Leu-e na m;* o eccerdao to trbnoal adrni
nistratiVo, acceit*nd> o exaasa do br. Or. Manoel
de Amaga d > cargo de vread"r.
Elevaran: ae a 6,908:5O*U)0 (fjit-s)*s of
f Ttas para t emis-io doa bstaotoa do theaooro a
faser no mei, i c rreute.
O empresumi foi adjudicado t os egaiotes pro-
ponen toe :
27:(U)*iKtO i. Ja
4.Sa0:tK>O(t 0 ia-pio eral geral
15:0 OiObV PtVjr Vidal
18 OOOaViOJ inus
30:01 aUlO neo, ^.'
5:00tl* "00 dem
13 &1/M0O i idea ..
','ji.O'OiO W liaucoeomm. d Lisboa
4411101)4100 banco Lit> & A.
. WU:00t* 04J|sn
40-mMtf'KK) 1*. Basta, l'ofs,
15:5 0*0 -O taucoemetu de Uabf-
A 2 do es-rvatcna Anooisnao Caoja-reaLaV | ...jaatar quo
8. A R. o principe D. Cirios, regressoa j para
Villa Vicosa.
Estreia-se tasa S. Carlos no d-a 5 na Somnim-
bula a menina Regios Pacmi, de 17 aonos de idade
e inuita form-sa^Seu pae foi por muitos anoos di-
rect r de sceoa deste theatro, oude caotou em mul-
tas oporas.'
Nao se trata de ao simples debate, mas de ama
estreia verdadejra, porque Mile. Paciui nanea se
fes ouvtr em publico. Destiua-se earreira lyrica.
tem es ndalo m iitisimo e disem ter enorme voca-
cSo para a scena. Entretanto) bo de conf asar qae
arr.jo ir cantar a omnambifla rm qoe ba pou
Cu das Lisboa aplauda A Jolina Pati, e qae pouco
aotei tora divinsasente canuda por E nma Nevada
em 8. Carlos Mile. Regina Pacini 4uasi portu-
gu-sa. jolgo que at uastida aqu, eojbora seas
paes fosaem italianos.
Est escripturaia a oovel virtoose pelo resto da
poca.
Sabe-se por teiegrammas otEcises que estao
serenados os inmoltoe que houve ltimamente na
Iba da Madeira, e qae tiveram por origem a elei-
cao das juntas da parocbta, qoe ha pouco se rea-
mar ara. O governadr civil mao doa execatar pela
forma indicada no cdigo administrativo, isto a
nomraca das juntas, visto nao se ter feito a elei-
cao. Ap zar de todo serenado partera n > va
por do Estado frica amas 250 pracas de infama-
ra 1 e cacadore 5
Contina o ioqueritode testemonh&s em cor-
po de deiieto oa queara i Hera-nt A'm das p ssa
qoe oas mi"has anteriores. Ibes te-iho mencionado,
foram altimameote ooviias algumas outras tost
muobas, entre as quaes o Sr. Eduardo John, geren-
te da e*sa H'rny Humay dt C
Cosnecaram bootean a fu iccionar as duasci-
sss d> parlain oto; a eamara dos depotados em
srsaao preparatoria. F i recoodusida a Dj>sa que
servia na sesal traoaacta,
D o-se conta na mesa de uos ffi ios da cmara
tos paros, ac >mpnhaodo Os accordioa relativos
aos proeei-sos d"S depu'ados J >s de Aeve1o Cas -
relio Braneo e Jos Beoto Ferr ira de Almena, e
Hijuelndotea certido de ter e-te ultimo depu-
rad > cutnp-ida a pena a que fra eonde-ona lo
Fi o .meada a grande e minisso que tem de ir
apreaenUr ao ch fe do Estado a lilla quin'Uol .
0ra oaco ha di pfosid-ute e V C-> presl len'o, a
qual ser b ja receba no paco da Ajuia 1 hora
ja tarde. O mata votado para etsa lista foi o Sr.
J s Mara KiJnguea de Cari albo-, .s isotnodia
lo >avo< s roram os Srs. Barros C .elho e Camp >s.
NaCu>ar. alta f.i l'da a carta reui qu uo
mea tesidente para a actual sessioo Se. Joio
obrya-n'omo de Abr. u e -ousa.
Cutoo em tempo ibe dtsse o presden'e da ea
mar alia aoavsad* -O para cada s^ssao parla-
mentar. O Sr. Abren e Sooaa servir como pres.
dite o* aefto transacta. -
Koram Pleitos os rs : Reasaao Garca para !
aecretario M.utufar BarrairoS para 3' secre-
tari .
B' baje que ama commissao d'aqo-lla eamara
ir participar ao soberano a coo'i , U das fot rocooido p r e--K i -m aadi si-
atoe o vise nde de I'an-k tnio'sf'O oleis
potiiaaiano do Japo p raote as 6 te* de Franca,
Hoipauhae Portugal. A folba otfi-ial poblteoujL
all. cnco d'aqueilej diplomata do eitremo Oriente
bem como a rsp'a do tai de Portugal. O ttscoii
d iKtTaeak. j regre*.n a Madrid.
VtiVoimoote a elr*f daPaili declina. I
I dasas ves- m S. Carlos teve aigusoaa man f
.*> ds dea.gr,djsjjj,.Patti esti asaeaCada
' qu-i^o iov..ii.ao aabo .a qa.tro roc
/2 885
3 70 .
860
3 75 .
3,80
3,90
3,74
8 74
Tenente-curoo*
Resultad) conbecido
Teneote-corouel Crui
Bar de Catar
Dr, Clodoaldo
Or. Juiio de Mello
Ministerio ala Ja tic aFoi dirigida a
eguiute circular a presidencia de Pdrnamba-o
Circular.4 a seceaoKio de Janeiro, Minis-
terio dos Negocios da, Jas'ica, 29 d Deternbro de
1887 Illm. e Em-. Sr. Recommendo a V. Exc. :
1. Q'iu sonwnte em casos extraordinarios e
por motivos rauto justificados e immediatamente
participado aogiverno imperial, chame a servico,
fra da comarca cu taraos em qoe exarca o seo
care, qual quer empregado deste ministerio, visto
ser da'maior c ravenieucia evitar as interinidades e
a duplcalas de f;ratificac,e ;
2. Qae providencie para qu*, de conformida-
d com o rt. 1 7 da le n. 2U33 de 80 de Setem
bro de 1871, seja iiempre substituido o promotor
publico, nos seas impedimentos, pelo sdjuato evi-
taoio-se a uomoacio de pess >a estranhs ao quadro
dos empregado deste ministerio e o eoosequente
augmento de despesa, a vista do diaoosto no art.
5 d' decreto u. Id'J de 14 de Outabro de 1857,
n i'iiodo ampliar ao3 fooccionarios deste miutste-
no rielo decreto n. 2531 ds 18 de Feveretro de
180.
D 'u guarda a V. Exc. Satniel Vfallace Mac
Dowd Sr. presidan.e aa proviucia de (.'srnam-
Ouco
uicirlade policialPor portara da
preaiJ-noia da protmea de 14 do corrate e pro-
posta do. Or.ehefa de podida d< l'S, foi ex nerado
a p'dido o capilao Faustino Joa da Fouaeca do
cargo de subde.egarlo do 1* dtstri -to de S. Jos, e
nomeado para subsiitail -o o cidadio Joo Baptista
Cabral.
Pstaselo 4 Itamarae-aS. Exc. o Sr. .
Minocl Eutrasio Crrela, digno presidente da pro-
vincia, acompanhado de di vera, s amigos, fes um
passeio ilba de Itatnarac, com o intuito de ve-
rificar por si mcarao as coudieoes da ilha para o
fim de ser all diado um nnuleo colonial.
S. Exc. partto do Racjfos 6 e 1/2 h iras da ma-
nha do da 14 do correte, no vapor S. Francisco
da Oompanhia Pernambucana, e all chegm s 9
e 3/4 horas, fuudeaado o vapor prximo da villa
v itia de Itamaraca. A' bordo foi servido um ex-
cel lente ai mugo s 10 o 1/2 horas.
A' 1 hora da tarde, S. Ex:, e seas amigos segu-
ram em escalleres at a actual 1e da paroebia
da ilhaa povoaco de Noasa Seohora do Pilar,
e ah foram todos recbidos pelas p'ssoas gratas
da liocalidade, sendo atacados muitos togaetes.
S. Exc. e sea amigos toram hoapeiados pelos
Srs. capujo Clanlio Jos de Saot'Anoa e seo dig-
no georo, o Sr. H;rraeoegldo, oa quaes dosvella-
ram -se em obsequalos, nao cessaodi elles um
minuto de Ibes dispensaren tolas as atteocoes,
Ibes proporcionando todos os oraraod;s ; o que so-
bremodo penhoroa a tod >s.
Neaaa mes na tarde e na manh seguate, o Sr.
Di*. Manoel Eufrasio percorreu urna gran lo parte
ia ilha, tomando iufo-raicoea sobre a natureza do
solo, saiubridade, cindico. s climatricas, culturas
existentes, etc., afim de formar o sea jatzo, qu-
era substancia foi favoravel creacio all de om
oacleo Colonial, destinad i a aproveitar a u bordado
da ilba, cultivando-a cientficamente.
A tardinha de 15, S. Exe. e seas eorapaaheiros
de ezcarso regiestaram ao porto da Villa Velha,
viudo por terna, afim de melinr apreciaren a ex
teosa zona abraugida entra os dous povoados.
Urna parte dos excursionistas visitou a autiga for-
taleza situada ao a jp da villa, e teve occaao de
lamentar o abandono em que se acha taato mate-
rial de guerra all existente.
Com effeit i, alm de 7 pecas de bronce, mui'o
aproveitaveis, tem a fortaleaa muttas utras de
ferro, granie c pa de palamenta e petrechoa, e
ontros artigos em condicoes de aioda poderem ser
aproveitados, e que se acharo all em completa inu-
tiliza (o.
Depois da visita fortaleza, embarcaram todos
para bordo do vapor S. Francisco, onde pera aca-
rara ; cnmpnndo observar, qae,. quando, j pela
n-itinhi, S. Exc 0 Sr. presidente da provincia
passou pelos diversos e pequeos povoados espa-
Ihados eutre o Pilar e a Villa Velha, fsi saudado.
c >m acclamacSes, como oo desembarque oo Pilar,
e foi tambera alvo de orna jnaoifesta^ao especial,
de i.itwra cor local, sendo accendidas maitas fo-
gueiras e postas luminarias em sua honra.
A s 6 horas da maob de 16 do corrate p vapor
5. Francisco levantoa ferro do porto da Villa Ve-
lba, e, com teliz viag-m como na ida, regnssou
para o Recite, coja barra transpoz s 9 e 1/2 ho
ras do din, seodo S. Exc. saudado com a salva do
estylo pela fortalesa do Brum.
Os excarsiouistaa, inclusive o Exm. Sr. Dr. Ma-
ooel Eufrasio Correia voltaram todos satiafeitos
com o excediente passeio qae fiaeram. e sobremodo
seosibilisad s pelo franco e sincero acolbimeuto
que tiveram na histrica ilha de Itamaraca.
Praza aoa cos qae dessa exctrsSo resulte, como
de esperar, o incremento da formosa ilba, qoe
tem tautos elementos para prosperar, car.-ecudo
smente para isso de povoadores em numero bas-
tai te e de trab. h i intejiiig nte e til.
Prado PernasDbucanoEsteve bastan-
te coacorrido e foi mu to animado a seguada cor-
rida de cavallos re*lisala no Prado Pernambut'.a-
oc, aate-h ratera, pela associacao que mantera esse
eotretenimeoto.
Emg-ral foram b?m disputados os premios, cor
eendo valen tem-nte os auinaes inscriptos.
O resaltado foi este :
l." pare-i. Consilaclo, em 800 metros. Ani-
maos da provincia que atada oio tiuham gaoho :
Vencedor ivbrueoaem 65". Poule 8>7J0.
2. Ventana.
8. faitea.
2 pareo, Progresso, em 1,003 metros. Aai*
atae oacionaes:
V-ncod ir Baccarat em 82".' Pool.; 6J900.
2." Pery.
3 Ziimby.
3." pareo Commendador Lnit Duprat, em 1,000
metros. Aotmaea'da provincia:
Vencedor Tapy em 83". Poule 6(k0.
2. Voador.
S* Uieom.
i c pareo. ibelicao, em 800 mitros. Animaes
oaciooaes.
Foi anuullada h corrida por deliberarlo dos jai-!
ses, medida muito acertada para evitar reclama
coes.
5.pareo.Olympio LoupAndares, em 2,010
ra tros. Auinaes nacin a- s : ,
Veneeu o San Pareil eui 233". Poule 6/900.
I) stancisdos Tenfomen e Hiedo nkp.
6* preo.Prado rernambueato. em 1,600 me
tro. Ainraso de qualquer p>iz.
Voneeo Pa'ch em 133". P ule 8J9O0.
7 o pareo Dr Gong Uves finio. Animaes da
provtucia, em l.buO rae mi
Ni pnmeira vnlta de 800 metro Faneca pass o
em pri O'-iro lugar eouftoote da arcboaucada,
violo em seguida Noruega Talismn, pouoo de-
pois Talismn toioou a uiautetra, ebegando vence-
or em 133", enlista ociado o demais Ctvallos.
P il H do Ta ismao 17,.7U.
O mavimente da casti das apostas foi superior h
U.OOOitKX)
O uivacttm nto tercinou a 5 1/2 norss da
t irte.
Ttjralro anta Isabel Teve logar-.na
u.ile de eabb.d >, p-U 'i rapauCHa H'spenti i|* a
pnmeira a reontco da bella zarzuela O S'gre
do d urna dama, cujo l.breo Jevida p oa de
Cu s lii vera e moaica ao maestro Bar bien.
Aposar de'o ser das raais modernas produ
voes do festejado maestro era. todava quasi d. s
coubecida, senn al s. pnmeira ves que k coia-
,iui i a leva osoua.
<) emreubo, qus dan caasa ao libreto, orna
iea-o'ar proluccao que prende a attancao, mab
friamea'e, d IXan I
aceeiaa,
as coa o
,se agradavel,
o do 1 acto, o eai | aria,
^Veoncertaate (ca^^Hfa
o a ana e a canQao careada do
leros estes que a oinguem podem
Si luitas vasa,
g dado a cada urna da partes,
gf, eabe-no e a Sra. J. ?i foi talvez a u
carnaca do ^ypo de Margarida imaginado pelo
autor, e que caut.u com a maior correccao e st-n-
timeuto oa diversos nmeros de sua parte desta-
cndose como artista de mrito, que no dueto
do 1' acto, na aria e quarteto do 2- e na ana do
3' acto, sendo em todo correr da repretentacJo
applaudida repetidas vuses.
*JA Srta. Campa disse e cantou com naturnlida-
de a parte de l'atris, receben io applaus 8 p-lo
modo corat a interpretoo, seado bstanle feliz no
do con Gimes.
A Srta. Hernndez, apagar da ter ama vos qae
nao da todo desagradavel, nao foi a Leonor
qoe devia ser, pois faltou-lhe vida e sentimeoto
A parte de O. Cario coubo ao Sr. Roaael re-
presentar, e foi urna das veza em que ouvimol-o
cantar melbor e d modo a tornar sympathiao o
deceu peoho do seu papel.
O visconde, o duque e Gimes, tiveram interpre-
tes fiis nos Srs. Ramos. Duran e Garrido e ne-
nhura desmereceu do juizo que o publico Lrma a
seu respeito.
Os coros mostraram-so afinados e bem ensaa-
dos, salieutaado se o doa guardas mariaha nos
exereicios, be n como o doa marinbeiros oo acora
panh.m uto da caocao de Gimes.
Era coucluao, a al ludida zarzuela digna de
ser oovda mais de urna ves.
O bailado foi, como de' ordinario, applaadido
pelo desemptobo que Ihe deu a .Sra. Salvadora e
o Sr. S oret.
H i canta-se a mimosa zarzuela de Bar-
bin O Birbero de Lava Ps.
Rio ta nde do lorie- Pelo vapor cu-
ter i da C mpaubia Pernambucana ti vemos folbas
do Natal at 14 do correte :
L-moi na Gazeta do Natal de 11 :
No da 9 do correte, pelas 10 horas da ma-
nda, no pac> da cmara municipal dest* etdade,
reunio-ae h junta gpuradora do 1* districto sob a
presidencia do digno juiz de diretto da capital,
para o fim de proceder se apuraco geral dos,vo-
tos para membros da .issnrat) > legislativa pro-
vincial, eleitos a 20 de Deserabro do auno
sedo.
O resaltado da apuraco foi 0 segu o te
! Ivo Portado
pas-
geus.
A mosies, potan, i< b ia no coraeeo eoose o
b a qoas1 que ne poan dis-s que nJo ba um t
nata ro qae ule saja capa da despertar lute-
aa^H
N'essa como em quasi todaa ss compoicia-
OSaitn idat ao theatro, i criptas poi UArai
s ama pbase uova Ja mu.i. a era H^spana-
- o miea-
ipinbna para


693
2 Jos Gervasio 690
3* T de Moara 6<"v
4 Manoel Alves 671
5' F. Paiva 666
6o Moreira BraadJo 66
7* F. Marauhao 660
fi- .). J. Medeiros 650
9 P. Prederico 6a0
10 Alexo Tineo 617
11 Joo Fonseca 647
12 Gumarae 641
A entrada dD. Guimaraes e a exclusa .i do
Pr. Nascimento om facto sorprehendeote e dig-
no de serios e profundos commeutarios.
Nossos adversarios proclamaram com a maior
seguranca que o Dr. Gutmaraes tioha sido eleito,
quando p- las noticias recebidas sabia-so ioteira-
mente o contrario. <
. Sangrando se em vea de saude, denunciavara
frand", faziam represeutac^s, explora vara bole-
tins, como quem pretenda desviar a attencao pu-
blica do verdadeiro ponto onde a fraude se forgt-
cava para fazer-se a conta de chegar.
0 qae se conbece preseuteiaeute o f*?to de
ter sido eng iliio o nomo do Dr. Nascimento na
acta da elmcio de Nova Cruz, collegio essraci l-
mente liberal, fazendo subir em votacao o Dr.
Outi irea, a qaera f >i exp ii 1 j diploma.
E;ta claro que o calcula l .i mal feito dandi
resultado inteiraraente negativo d .rq ie feriram-
se entre ai, qaando a inteucJo era degolar o ad-
versario.
Sob o ctalo Utinga livre, temos oa mesma
folhs :
, Pomos no da 8 do eorrente sorprehendidos
com a grata noticia de achar-s livre a pivoacio
de U':ngu, m municipio da Macahybi.
< H era ao Kio Qrande do Norte !
O capillo Jos Getulo T vivir Moura, Sal-
vador de Oliveira e a Sra. O. Bonifacia Mara da
(Joneeicao, declararam 'ivres os eacravoa qae po.:-
suiam, em honra da L,hurtadora Rio Grandense do
Norte.
Esta) cima de qualquer elogio actos merito-
rios como estes, que huorara os seas autores e ser-
vera de incitameoto e de estmalo para muitos oh-
tros, qae bao de apparecur em outras localidades
por honra do Rio Grande do Norte, e po. amor
causa santa da emancipacao dos captivos.
Eis a lista doa libertadores e do libertos.
Capitio Jos Getulo : Maaoel, Candido, l-
baoia e Felismiaa.
i Salvador de Oliveira : Leocadia.
D. Bonifacia : Mana.
Felicitamos Utmgi e daqui nos congratula-
mos com os aboiiciomata3, que conseguirn] to
brilbaate resultado da generosidade dos habitantes
daquel'a povoaco.
A mesraafolha de 14 d diversas noticias de
libertaco -s de escravos bavidas na provincia.
Aananaisaato Ni sabbado, par volt* de 9
horas di noite e na taverna de Siraocs c C,
roa de Maris e Barros, da fregujzia de S. Frei
Pedro Gouc ilves. Joao Lourene ., depoia de ligeira
troca de palavras, ferio com urna facada a Maaoel
Celestino, qae veio a fallecer pou:os momentos de-
poia.
O criminoso evadio-se api a perpetracJo do
urimo.
O cadver do infeliz foi transportado para a
igreja da Madre de Deus, onde o vistoiiou o Sr.
Dr. Costa Gomes.
Collegio Diocesanois aulas deste es-j
tabelecimento de instrueco devem abrir-se no 1*
de Fevereiro proxitn vindonro.
Baile earBaarnleacoInformam-nos qae
a TJociedade Gremio Recreativo Familiar pretendo
dar, no domingo 12 de Feverero prximo, um bai-
le de phantaaia, para tratar do qual nomeou nos
commiaaao composta dos Srs. Machado Jnior,
Penante e Rapba I Costa.
14a baialbao ae Infantera Rea-
sumi hornean eommando do 11" batalhio de in-
* fl s-t, .ternai do Jos Correia & C, 8alvador
Pires Jb C, B-^rnardino Lopes Albeiro, Jos
Araojo Veiga, Manosl Pardal Qarcia.
A commissao da roa di D.-. Feitoaa (Eatr i-
ta do Rosario) para o ailudido fim, ficoa oompasta
com os Srs. Maasel Cardoso Jnior, Manoel Gon-
calve Slgalo, Manoel Francisco Ped'osa, Auto-
ni i C.iso da Cruz Muniz, S.lviao Porto, Franeitco
Tavares, Augusto Honorato de Miranda, Craneal
eo Pereira-Caldoso, Maaoel Francisco Teixeira
Antonio de Souza Lobo e Jos Goncalves Bar-'
ros. "i
Falleclmento Comraanieam-nos :
< Victima de urna nephrite albarainosa (moles-
tia de Bigbt) fallecen hontem pelas 7 horas da
manhj o noaso dstineto amigo e correligionario
poltico, o Sr. Aatonio Lenidas Djrville e Silva,
nascido a 6 de Juuho de 1812, e natural da pro-
vincia da Parabyoa, d'onde viera para esta em
tenra dad'.
Bom filbo, excelleate irmo, esposo exemplar,
amigo dedicado, integerrimo cidadao, o finado sa-
lienteu-au na-sociedad-; em que viven, pelas emi-
nentes qualiiadee qae Ihe ornavam o ooraeo.
Artista sea rival, creoa aeata provincia ama
asela nova na arte que prof-aaava (a de imagi-
nario) e na qual poda ser imitado, p.rra, jamis
excedido.
tado de nm% inteligencia pouco commam,
r -pe iu seas grandes dotes oratorios na. tribuna
da Imperial Sicicdode das Artes, da qual foi ora-
dor por muitos aaoos, e pelos relevantes -ervioos
qoe a eea socieiade prestou, mereceu do giveroo
imperial a veu ra ae cavalheiro da Ordem da
Roda.
Comprehendendo nos ltimos 14 annos de ana
vida a caducidade dos bons terrenos, e a feiici-
Jade rsarvada aos que permtnecem no cumpri
raeoto da lei divina, dedicoa se exc!us7an.eate ao
s rvi..;i do ni eos, trahuibaudo, quauto Ibe-fji
p issivel, pila sua e pera saivscao do pr.ximo.
De uraa candada ardentissim pela pobreza
aoffradora, m?atrou se sempre fervoroso filho de
S. Vicente de Pama, a cujo sociedsde pertencia, e
era nra de "b us maiores oroaraentos.
- Conliue.'u io que seus da cstavam contados,
dispoz se pin m >'rer, como tioba vivido.
Rexg.iado e at saiisfeito com os terriveis e
crueis a tfnmentos proprios da molestia de que
veio a succurab'r, rauitaa vezea agradeceu ao Bora
Dcua a grafa que IBe bavi* ooucedido de fazer
aqu o seu peq'i n i Purgatorio.
E sssira que ngaatiado pelas mais acerbas
dores e por uraa suff>caoo quasi constaste, u>iha
sempre nos labios um sorriso para as familias e os
numerosos amigos que o visituram duraate sua
l0ua enfermidade.
a Tambera poueos docate3 tiveram, como elle,
to suaves coosolucoas, pois qoe, durante cinco
raezes de penosa moiestta, nao eateve um s in-
stante abandonado de seus oarentes e aratgua que.
p irfia, se reveaavam no cumprimcd'.o de tilo sa-
grado dever.
Prep^r&di eom tolos os Sacramentoa da Igre-
ja, qu reeebeu cirn a maior emoco, rendeu eile
bont ra a alma ao sea Creador que sem duvida nao
ihe recusar na m mi i dos justos o lugar pro-
raettido aos que p -rseverarem at o fim.
Pe, noasa parte apresentamos saa d 'solada
familia os nossos sinceros pezaraea, e oa votos qua
ueste momento dirigiars ao- Dispenaador de todas
as gracas de Ihe concede!" o dacaiioo eterno.
Club Cawti-1 lo de (loro No domingo 15
do c i rente, > :.:u,ig i..p za organisoaram ama i-
ciedade carnavalesca oora o titulo Cmb Ceetello de
Ouro, (cando asaira composta a respectiva direc-
tora : *
PresidenteAnselmo de Salles Datra.
Vtce-dtoAntonio Fraocisco de Suiza.
ThcsiareiroManoel de Carvalbo Saldanha.
Io secretarioAprigio da Silva.
2* ditoAbilio deJAIouqaerquc Mello.
OradorRicardo Jos das Menea,
procuradoresFrancisco Alves e Evaristo Fer-
reira de Sua.
A vlulnha Pedem-noa para chamar a at
tenca da competente autondade para coa er os
insuiios qae urna pesaima visiaba do neceo do
Qliabo, da treguezta da Bia-Vista, dirige s fa-
milias honestas qae all habitam, as quaes sao,
pelos costura -s qus as recommeodam, estraohaa a
Beo-elh -.ufe piocecimeoto.
Revisita alo Excrclto Braailelro Da
corte ruerb moa o a. ie Dez 'moro ultimo d'esta
revista, cujo aammario este:
I Ura episodio bellico, pelo capito de eng-
nheiroa Leopoldo Bitteucoort 433
II. -Cauhoes de bin;e, pelo capital de estaio-
mai r de l* classe Jorge d 3 S A meida 436.
III.A arma deiofantarta (c inferencia publica
realisada pelo teoente-coronel Roberto Ferreira)
448.
IV.L'geira noticia sobre a creaclo da Biblio-
tbeca da Escola de Aprendizes Artilheiros palo ca-
pito de artilheria Jayme Rots 452.
V.A infantera e a nova peqoeoa tctica par
esta arma, pelo capit-li d'estado-maiorde2* classe
Antonio S Tafim de O Mello 455.
VI Iuf irinaco '3 460.
taiea Medie* da BahaRecebemos
on. 5 deata reviata, serie 111, vol V, cajo sumraa-
rio o seguate :
LA s -rae.tri em certas, afidecoes neFro-cuta-
u as. Pelo .. Silva Lma, paga 193 a 199.
IITrabalbos originaos. Contribuico para a
estado da Futrise de Wucherer e do respectivo
parsita adulto. Pelo Dr. Pedro S. de Magalnes,
pags. 2)1 a 212 ( .arte final).
III.Estado sobre a coca e a coeaiaa e saa ap-
plieaedo therapeutieas. Pelo t)r. JoaePereira Re-
g filbo, pags. 213 a 216.
IV.Revista da impreasa medica.I Novo me-
tbodo de tratamento das tubvreuloaes localisadas
i. A natureza infecciosa do ttano traumtico 3.
Nova tbeoria sobre as acco s Grasadas do i-yst;ma
nervoso cerebro eapiobal. 4. O envenenamento por
raei > do fumo, pags. 216 a"224.
V.Meteotologia.-3*Resnnodss observacoes me-
teorolgicas do ra z de Outabro de 1887. Pelo con-
a"lhe.ro Dr. Rjsendo A.'P. Quiouraes, pags. 24.
VI.-rJoticiario.1. O Governo' Imperial e a Fa-
eal lade da. Babia. 2, O conselheiro SsJuatiano
S.uto. 3. Faculdade-.de Medicina. 4. Pab>ioac;5es
recebidas. 5 Faculdade.de Medicina da Corte. 6.
Mulberes medicas. 7 Aboegaci de um medico. S.
Errata, pags 225 a 233.
VILNecrologio.O conselheiro BarSo da Tor-
res Horneen. P. lo Or. Ujmedios Monteiroa, paga.
233 a 236.'
VIU Noticias varias.1. A vaeeinaco ani-
mal com o emprego do comps. 2. Vaocioaco e re-
r5.:
a
que tei mina om teut.. trimealte, a izando o e
peoiador inoerio rapelle de certe. peraoan- bart-i da Roa-ha Manoel Joaquina de Lyra, sen-
loa prisio -ff ctaada p-lo Or. delegado do 1
lutricti da capital que encoutroa em poder ie
Lyra om est que etisangMutado.
0< luiros tr^ ajv .diram se
O fend*, levado para a 1* estsclo da guarda*
cviea, oa*tuoe. divertas, traba dous fenmento* na ca-
^Ba< um na ana thrirnx
Peniejoa raroavalese -A e imnvsao
focumo o.rga d, K.sarii
j > d carnaval, finan, cojipoata ?>
os Srs ada Cruz & C. Maawl.
Moars de Pi-
4 F iheeim-nto ilo Or. H rraillo Affinso Monteiro.
5. R.'Velacao da varila por meio dapbotograpbia.
Directora das obras ae coaserva
jao doa portnBoietim meteorolgico do
ti* 15 i- Janeiro ie 1838:'
'2 %
Horas m
p
6 m. 251-8
9 271
12 28.- 9
3 t. 27'9
<5 271
Barcunetro
0
757-77
758t3
758 15
756 95
757-61
Tensio
do vapor
20,00
19.U7
21.081
19,71
19.3S
1
a
9
80
70
67
70
73
fantoTia a Sr. coronel Jos Thomas Goncalves, por (vaceinat;ao obrigatiriaa 3. Consarn de quinina,
eatar restabelecido deeua saie.
Imprensa-Recebemos de S. Paalo, onde
foi publicado, om folbeto, contondo a repr.iduecao
de diverso artig'is qaa, pelo Sr. Dr. Joao Candido
M irtos foram publicados oo Diar o Popultr sobre
diversa- reformas necessariai boa admimstrasio'
do Estad).
AgraJece aos.
FnrtoHontem, s '9 12 horas da manha, no
2.' andar do predio n. 22 sito raa Es'reita do
ti sari-, onde moradora a duloinia G.toerosa
Emilia d- 3ouz* Ferraz, que estava a Conversar
con nma sua rnica no 1 andar do inesrao predio,
entrou um socio do C toa laucando mi da chave que eatava escoudi-
da debaizo do colcbio d cama e qae p-rtencia .
ui> oab de Generosa, abri o dito bab e ttrre-
cadou a quantia da Ifi30"0 em aedilas, 40^000
em moedas de prata, um libra portuguesa e 5 an
neis de ouro de le, alguna com pedras .preciosas,
nSo-deixando tambera ura lambuge de dioheire de
cob e qne eatava em urna ga\ca. _
Ao que parece conh-cia o cujo o interior da
easa e o laajar doa objectof de valor poi- t om
fregus p"di com Uota -Viesa e em tao curto es-
payo de tempo tob-oi sesahir da feata, Foi anda
visto de longo, oa occasio em que precipitada-
mente ae evada dep is de carregar>o.
O subdelegado, cumoareeonao, tomou conheci-
mentn do nep rri'l" e prusegue oas de'i/encaa
Perimenio leveH ratera, cerca di 4 ho-
ra .da tardo, jnuto do k O k vip.e fiea DO angalo
das roas da Iinp--ratrise d i C'pibaiibe, Marianno
Aatrio do Nascimento foi espaneado e fe.-ido,
sem caosa conbeoida, por um grupo-de tino indi_
Vidu s, que cora elle ae > neintraraU,estando todos
o do grupo rmalos di faca e ccete.
1 Forana t-ros-s dous delles por nomes Jos Ro-
leuipe.raiura luaxiina30',00
Dita mnima25,O0.
Evaporacao em 24 oras1-ao sol: 6",2 ; iaom
re: 4,m6*1*'
ChuTa nilla. a
Dieicco do vento : E durante todo o di.
Vlociade media do vento: 2",93 por segando.
Nebalosidade media: 11,56.
Uletim do porto
I
M.
M>
M
M
Dia
15 c"e Janeiro

16 de Janeiro
Hoi
010 da tarde
613
0 -38 da manh
6-50
Aituri
0.-45
2-50
0.-37
2,33
- sea.-.ueauuar-ae-nao ;
- Hoj
agente Brita, is 10 1-2 bont, na ra Pe-,
dro Aff,nao n 41
Pelo ag'iit' Marti
Caimo n 14. de sao
P-li agente Pinto,
de Oltnda n
.tros artii8.
P 0 agente
C.bugi n t
Wt.rio n 24,
dawU
horas, no' pateo
\e vidro.
s, aa roa Mrquez
^sativa, cahjad e
^Pelo ageste Piarte, o meio da, aa raa
de Olinda n. 52, do .sobrado is raa
n. 44
Ara*nh4:
Pelo agente (i osmio, s 10 1|2
Bario da Victoria a 59, de boa
es pe h os, qnadros, ate.
Pelo agente Martina, s 11 boraa, aa raa Val
de Santa Rita a. 89 de mo7ei,
9 eta.
Quinta-tera :
Pelo agente Stepplff, s 11
perador u. 22, de predios ; e 1
canarios da Alllmanha.
sluaas (auaearea 3erao
Hoje:
A's 8 horas, na igreja do Desterro ala Me
d'Albo, por auna de Josquira M .ateaegro ; a
b .ras na igreja do Corpo Santo e na al isala
villa de Ignataasi, por alaaa do padre
Es te vio da Providencia.
Amanhi : bbssssi
A's 7 1/2 boraa, na matriz da Bo. Vista.
alma de Joio Demetrio Feraand a Viaava ;
horas na Conceica i dos Militare, por alma de O.
II un-linda de Cirvalbo Moura.
Patas agelroaChegado da Europa ao vapor
inglez Aconcagua: ,
Marc lin i F. Varqu z.
Chegados do norte no vapor aarpnal Pra-
pama :
Antonio Augusto Finsa Lima, Esa.lia
Fioz Lima, Liunnda A. Pmsi Lia
A. Fiuz i Lima, Arae'ia A. Fuza L-ra, Miaaef
Lopes Cardiso Fiavio Ernesto r Tin Liase, As
coto R. de Oliveira, Consclhein Luis Gonstgn da
Britu Guerra, saa s-nhor, 4 fi boa, 2 oetoeS cria-
dos, Dr. Francisco B^z-rra Cavaloint-, ftalisai
da Silva Medeiros, Dr. Mi toel M treir* Dia, E
J. Azevedo Pedra e saa a obora. A tomo Lrdo da
Almeida, Ursul na Mana de Souza, Aaaenio dar-
qoes da Silva, Maaoel Targ.ao Le pal lana des
Santos, Joo Cavaicaate A ojjwiqa-j VataeatasaV
los, Jos L'tna e 1 criado.
Ch-e-adcs di sol novapor in-jlez Maadagai
Ernest Cunard. Aldrovando Al ves de Oitvera,
Samuel Ferreira Ptnbo, Dmmi a Joa da Salta,
Alfredo -ampao, Joha W. otervarte Joa de Oli-
veira Bastos.
Sabidos para a Europa ao meaaovapar:
Benito Rodrignea L >'irenco A otoa Joa Oa-ssa
F o-ea o M Era transito lil.
Sabidos para o sil no vapor ingle Aeaa-
cagia^ :
Liiigi M intuschi, Joio Antonio Velloso e Ante-
nie Pinto C>rn-!ro da Si va.
Sabidos pasa o sol no vapor nacional Ar-
liudo :
Francisco P-rsira, Manoel Beato Aires e fraa>
cisco (iomeg L ioo.
Jiieraroei clrnrglcaFura prataca-
daa no h Hmtal i'edroll, uo Ji 16 docorrenM, as
aegaiates:
Pelo Or Malaqaia :
Duas posen >to uias peto procesao de Ricord s-
dica la por ulum sia.
Duas l.y rceles pela pancio e inj>ejii odada.
Eit'r acio de ara k stoda re,-iij ssastoids sar-
vical esquerda.
Casa ae Oeleace Movirnesso do* as*-
aue da Casa de Detenc>io do Recie no dia 15 ala
Janeiro de ISrtS :
Existiara 402 ; entraraoB 13 ; sahirata 4; aia-
cem 411.
A sater :
Naeiooaaa 393, rau!hrer 5; atraa?stroe 5;
ascravos Jentenciado* 6; i-n proceisade 1;
idem de coirrccii 1.Total 411.
Arracoad Bras 347 doeuies 20.Total 367.
Movimetito da enfermara :
Teve uta :
Manoel Das Borba.
Tiveram baixa :
Joio Feneira Silva.
Manoel Goces da -ilva.
liootem foram visitados os presea dste estabe-
ler-im n o por 215 pesaOas, sendo ll2boaeaee
103 nuih oca.
Hospital Pedro IIO montenlo darte
hospital no dia 13 de Janeiro, foi o seguia'e :
Eutraram...............
Sahiram.................
Falleceram..............
Exiatera................. 58*
Foram visitadas as enfermaras peLa Dn. i
Moscos, s 9 horas.
Cyjneiro, s 10.
Barros S -brinbo, s 6 1(2.
Berardo, sll. *
Viveiroa, s 8 1|2.
Malaquias, s 9 1|2.
Pontnai, s 9 1,2.
Estevao Cavaleanti', s 8 1(2.
Simpes Barbosa, nao esmparecea.
Cirurgiao dentisu Nurao P^mplo, oio caasaa-
receu.
O pharmaceatico edtrou s 8 lt2 e sabio aaV
boras.
O ajudaateentronas 7 hiras da asssieaa-
bio ia 5 da tarde.
taoteria lo firaa-ParaEir a premia
da 1* serie da 16* lotera ao GrOo-Par, irtrnbas



em 14 de Janeiro:
980 120: (KO000
5518 12:0" VHO
331 3.istiO)
2094 3:0a >*oo>
8796 3:f0t**W
6*7 1:2111 tKX)
2326 l:K)*W
9VS2 l:20Vi00
28dl . l:2ii0d. IO
4734 l:2O"#W0
' Approximace
979 1:200*000
981 1:** O
5517 6>t0
5519 63u*tX0
Estio premiados com 60*J0> os segniataa aa>
meros:
971 972 973 974 975 97*
977 478 97
Esto premiad: com 300*000 o segaentes as-
merca : 'M
5511 5512 5518 6514 5515 5516 *
5517 6)19 5520
Todos oa numer -a termioadue esa 80 esUo paa-
miadoa com 120*000. j
Todos os Doiavros terainados aa 18 ests pas-
miedos com 120j0J0. i*
Tolos os nmeros terminado eaaO estia asa-
miados era 545 100 excepto oa terarieados esa 88.
Todo os numer ss terminados em 8 est> sss*
miados eom 54*000 excepto es terminadle esa 18.
A aegointe loteria corre no da 21 do entraste,
eom o mesmo plano de 180:000*000.
Lotera da prusiatla A 3 paras da U
latera pelo novo plano, cujo premia grasa sss
100:000*0 )0, em beneficio da Saata Uass de ssv
sericoraia do Recife, se ext rabiM a> sha .. ala
correte ao meio dia, na igreja de ama
da Cooceicio do Militare. *

P18LI0ACOKS A rtllO
Ao Jornal d \ Recife
Illm. Sr. Relactor do Jornal io Redfe-
neite mesmo jornal de 11 do enrreute aa artism
aoooyrao perguntando-me se a Usina Anail
sia parte das 15 Unnas atontadas por ma ; ras*
popdere qne aira, mas faenada eawrvar sera i
empeohar a minba responaabilidade qaa ada
tenbo tornecido nma pirte des apparelaee, a l
sendo do velho material qae fomoe
sattisar.
Os apparelboa fornecido por as. I
com toda a maior perfeici poaeivei, e sis
moa de asaegurar isso. Pasemos observar ese asa-
ca a firma Broehetea 4 Billion tea g-riaVs
qnalidade equiutidade quando ui> forseeia tajas
oa apparelboa.
Como pt.va jsata-ce o eentraeta de as
Brocsion
Bel u u,
Joeqoasf
Saiba
anuo do Ni
d mil o
do mea de
esrtorio
ram de aa


Eacriptura de eiotract qae fasem
Tjsocalio Alvos **
l.iveira como ah
eU esaxiartjsa vreos,aa* aa
teda N e oit-n:
ta css.de do
!im tab-lliio
Broehetea
tado pelo oefBrocbetoB, m -i
Gasaelleira, e de uatra parto L-
taai eThoui Joa quim de Oua
rea da EaOada, todo aQSaeaiitos <** I
perasis al teclea


I
us p*
Um ree.i
coro valvuli
aliaicu.l*cl
>or directo com
mb* de vspor pra
aldeiris, 1 tanque para dit, 1



bjanos coi eapaeiiadi de 0(0 kilos, I j
tooeada coupl-ta de tres eylinJfte com esleir
liara condusir csnuas ellecarregar bajaca com
tiltro o bomba para caldo.tudo'conf orm-* a d j enge-
nbo Utw-Bibeicilo.
Vm difliador cosaplcto de dop'.o f jado de capa-
cidede de ) 7 hectolitro* de brescado com o fuu-
.'< e.
D.
*es?
uriveir pifarlo a Br
ordem es jales da Ici f.
esperar
a tr sotantes irocheton &
a concluir as obras do prenote
lo praso de 7 1/i mese,- contar d,
liguatura do presente contracto, avivo
maior.
7o Os contrastantes Leocadio Alve
seu assoeiado* foraecerao cusa para loca-
oiodos operarios oc-npados as referidas obra*.
Art. 8 Brochetun 4 Bellin ebrigam-se a en-
sioar ao cosinhador da fabrica de Anpib a cosi-
! ohar pelo sea rstema.
Art. 9* Os contracta otes Leocadio Alves Pon-
tual e Tbom Joaquim de Oliveira socios da fa-
Vica eeotral e de Aripib so ir a firma Pootual
4 Oliveira de ama parte Broeketun & Bellion de
oatra parte obrjgsmse solida rameaUao cumpri
ment do preseate contracto.
Em t de verdada aasira o disseram, estipula-
inte-
extoimi de ferro fundido, i tripues effeito de ram, outorgaram e aceitaram, e tu taDellio
i) hoetolitrjs montado om iirmacao de ferro e rino aceito em ra*io do mea officio.
meas de ferro foaclido. Por diptribuiead d'esta data foeo a presente
ma eecda espiral de ierro fundido, 1 reser eacriptura n'esu nota e lida por mim, ubelliao
rio do vspor servido, mootacbrjpe e cali interino, aos ootargante* em pre*eoca daa teste-
- muobas. Foram as testeraunhiis Jos Mari Iu-
om born. Jmuniaeal, i machina para tazer o
vacuo dea-tro" do apparelbo, 1 de ferro batido para
elevar o v#;uo oae j ex*t.', 2 clarificadores com-
pleto*, 2 taiqaes para filtrar cbarope e caldo, i le
cador de ataucar systema Broibeton db Bellion, 9
tanque* de 70 hectolitros csain oo para terceiro
jacto, 3 tutaeiras de bronae de 0,070 m de 3 fran-
jas, 3 ditas, ditas de 0,050 de 2 franjas, 3 dit-s,
diu* de 0;030 de 2 franjas, 3 ditas, ditas 0 035
de 8 franja*, 2 ditas, ditas de 0,035 de'bico.
Um apito grande para chamada de operarios, noo, Joao Presciliano da Costa.
fante de AJbuqaerqao Mello e Joaquim Janoario
Pereira de Brtto, desta cidade. coohecdos de mim,
dea f.
Pagan os oontractantes de tello proporcional 4
qnantia de 105JOOO inclusive o* 5 / addicionul ;
por eatampilba abaizo collada, don f.
Escreri e aseigno.O eserevente juramentis,
Francisco Gsmp-llo Pire* Ferris.
Sabscrevo e assigno. O taoeUSo publico iote
L
I
todo e eeenemento de ferro e cobre, parafusos
franjas nec ssarioa a m mtsgem do* appjrelbos, 1
para-raio para chamin, sy.itema Villeros, 25 ki-
lo* de triiieai. 10) kilo* de olla forte groiia e
fio, 100 kilo* de alvaiade e cem kilo* de verme-
lhao, 30 lima* de vasos, 1 follea, patente de duplo
vento paro caldeira, 25 kilos de seo para ferrramen
ta, 1 machina para focar borra xa volcaosada
. pera juntas, 1 levador de forca de 5.000 kilo* 20
ferro* de rose para diversos mistares, 1 fornopara
fexreiro, 4 teeses pare forja, 30 metros de fiel
par* a torVnas, 4 peoeiras pira as torbioas, 2
arrechas com duns dunas de machos.
Art: 2. Toda a conduelo do* materiaes referi-
dos a colbcacao dos mesmes ae aJteracoes que tor
oecessario ieser nos materiaes exiteteotes e no edi
fieio e tola a mi de obra, correal por coata da
administrtcao de Brocheton & Bellion que se obri-
gam a fasel-a com todas ss condic6* de solides
e bem acabado.
Art. 3 Todo material necessario par* os as-
aentemento* do* apparelbcs e reparo* que julgar
Brocheton 4 Bellion pecisos no edificio para com-
modacio dos af paremos serio fornecidos no lujar
, da obra p-lo contraUncU'S Lineadlo e outro.
O* reettriaes necessarioi sio: tijollo*, cal,
areie, madeirs, cimento etc. etc.
Art. 4. Os pagamento* eerio f ito da segainte
aaneim .
Prisaeiro pagamento 33:'20#-K)3 sendo em um
seque de um dos bancos iiglea do 60:000 francos
90 dia* a ordem de Marecelle Pinguet ; de St.
Quintinte o restante em dmbeiro aos 8rs. -i. 4 B.
Segundo pagamento :200JOOO em dinbeiro
aos Srs. B. o t ou a ama cata deata praca, indi-
cada por ellee, logo que os machinismo, appare-
lhos e demaia objectos consUntes da clausnl pri
meira estiverem entregue* Aripib e constarem de
nm eonheoioiento de embarque e este fr entregue
ao* segundo* centractantes Leocadio Alve* Pon-
tosl e Tbcm Joaquim de Oliveira. __ ___
TeroeirplgTmento, *ert de 33:200*000,15 dia*
depois de estar terminada a obia ; bem montada
a usina e esta funecionando regularmente, sendo
que dito pwgamento ser dividido da maneira se
gointe : 13:200*000 em dinbeiro, 20:000*000 en
um lettra a 5 meses de pr<*o, acceita por Leoca-
dio Alves Pontual e Thoms Joaquim de Oliveira
a ordem de B. 4 B. e dade o caso que esta lettra
nao posa ver paga ao vencimento, B. 4 B. estia
conforme em rcformal-as por mais O anno, pa-
gando os acceitante* 8 "/> de j0'03 Pe' referido
anno de praso.
Recite, 15 de Marco de 1887.-^Brccheton 4
Belhon E. Brocbeton ves Pontual.Thom Joaqun de Oliveira.Pon-
tual 4 Oliveira.Jes Mafia Infante de Albu-
qnerque Mello.J>quim Janoario Pereira de
Brito.
R-cife, 16 de D.sembro de 1887. Conforme
com o i ri Becife, 15 da Marco de 1887. Em testcmunbi de
verdade. Eu, escrivo interino, J io Pires Vian-
na da Costa.
A.o eleitorado do mu-
nicipio do Recife
Apresrntado pelo partido a que pertenco como
candidato ao lagar de veresder, cajaeleiciose tem
de proceder o dia 20 do errente, candidatura
que se aceitei, por dedicscio a cauaa publica, pre-
valeco-me do presente meio, para tazer um appeo
ao eleitorado, significando-Ibe que maito me pe-
nborera sus honrosa confianca.
Recorro a imprensa, na impossibilidade de diri-
eir-me a cada um dos Srs. "eleitores, o que nio
permitte o* poneos das que rentare.
R.cif-, 16 de Janeiro de 1888.
Francisco Faustino de Brito
nofflMPr.m

HUlna com Jiereiicl
C)TAgS OKP1CUB8' DA JONTA DOS COK-
KSCTOEKS
Aaas'fe. 16 de Janeiro de 8S8
Apolices da divida publica de 5 0(0, de 1000*,
950*.
'.tras hvpothecarias a 93,1000 cada nma.
Cambio sobre Para, 30 d/v. eom 5|8 0/0 de des-
cont, aubbado.
Jamb>o sobre Londres. 9) d|V 24 lil6 d. por 1*,
do banco.
* Na hora en bolsa
Veuderam-ee :
10 analices da divida publica.
21 letras h/potbecaria.
<> presidente,
Augusto Pinto de Lomos. '
' SBoretario.
P dro lote Pinto.
tfloviment* bancario
BBcm, 16 na jsibibo db 18e
HIAQA OO RECIBE
O* banco* aiada eoaserrsram no balcio a tsza
de 24 d., dando, porm, 24 1/16 e 24 1/8 mediante
condicoes a respeto de pagamento e entrega do*
saques, adiando poneos tomadores.
Pap. 1 particular toi pesando a 24 3/16, pedindo
aer banco* ao fechar do dia.. 24 1/4.
Festa do Caiang
Reluci do* d-voto* que teera de ti-scejar o Glo-
rioso 8. Francisco ile Paa'a na sua capella do
Cazangi, as noites oe nbvmas, distribuidas da
guate forme :
! poite
Fice designada i con nissio da testa :
Tenente Jos X-ivier Figneiredo Brito.
Capitio Manod de N. Cesar Burlamaqoi.
Dr. Francisco Goonlv. s Campos.
2> noitedas criaecas
Jos Burlamaqoi.
Mario 'Lins da Brito.
Amadeu dos Santos Coi abra.
Alberto da Silva Leal.
Alb-rico dos Santos Coimbra.
Mario i.esar Burlamsqui.
Rosinha de Almeida Castro.
Maximilla Burlamaqoi.
3* noitedo* empegados da cempanhia do
Cazangi
Joao da Silv Gomes.
Francisco Pireir Borra.
PBAQA IX) RIO DE JANEIRO
. As eotsce* boje reoebida foram 23 7/8 e 24 d.
Oancaro e 24 1/16 particular.
Marcado Arme.
PBAQA DO PARA'
i Papel bsaeario 24 1/8 e particular,
'U 3/8.
A* tabella* expostas aqu foram esta*
Oo Lokdoh Bsbk :
UofltfreB....
Pari.....
talia.....
dambtirga, .
^ortogal
^ew-l'ork .
Oo lrraaicioxAL
KntradiiM de amoear e algodo
MSI tiE JANEIRO
ASL'CAK
Entradas Das Hacen*
Barcaca*...... 3 i 14 68 697
Via-ferrea de Caroar . 3 i 14 10.307
Animaes..... 2 4 15 6.700
Via-ferrea de S. Francisco . 8 4 13 66.517
Via-ferrea de Limosiri . 8 4 12 33 757
Somma 185.978
I.GODU
Entrada* Das Saceaii
2 i 14 6S9
Vapore*...... 2 i 14 300
Via-terrea de Caruai . 2 4 14 548
Animaes...... 2 4 15 3.594
Via-tenea de 8. Francisco . 2 4 13 514
Via-ferrea de Limoeiro . 2 4 12 2.352
Somma.
7.997
"
Landre* ,
Hn*. .
\talia......
damburgo .'.....
Lkboa e Porto.....
Jrincipaes eidade* d g*l........
'teer-Von......
to Ewhish 3an :
4
lAjndre*
Pana.
jaaa
3azot jisboa e Porto
rinepaei eidade* de Portu-
gal.
J]ka do* Ajor*
ha da Kdeira
Ne-York -
<'/*& do .inear
aa 16 di jAjniiBO db 1888
A*ro9ae4o Coimntre*d Agrieola, regwroa o*
sbaiso, pagos ao grieultor, pac 15 kilos :
Wd/t vta
24 233.4
396 10(1
40C
493 498
m 224
2* tOO
90 dju vista
24 3 3/4
396 400
. . 400
493 488
2.2 224
29
V!*100
90dlv vista
4 23 3/4
396 40
, , 400
493 498
222 224
2
. . 232
# 229
2*100
I retmenlos
Foram fechados han tem os segoiotes :
Ds bsrea iogleas Eben. para carregar no Rio
Grfeade do Norte, com destino a Liverpool, algo-
dio a 7/16.
Da barca allemi Sirio*, para carregar aqai,
eom destino so Cans, as orden*, assocar a 22/6
Vapor despachado
' Vap. nac. Arlindo para:
Rio de Janeiro : 10 Jaccos eom cocos (fructa).
Santo* : 50 barril dt 6* eom gurdente, 10 pi-
pa* com aleool e 5.800 saceos com assucar.
Pelota*: 10 pipa* c.m agaardente e 1 cai-
za eom cajurabeba.
. Porto Alegre : 1.300 **e 200/3 cea sssoear.
Rio Grande do Sal : 200 saccoj e 210 barricas
eom Bisecar branco.
Carreg. diversos.
Va va despachado
Barca port. Sultana, para :
Lisboa : 2 barricas <: 3. 250 aece* com assocar
braneo, 650 saceos com assucar masca vado e 60
saceos c m gomma.*"
Porto: 1.000 aaceos eom HO'-i- branea, !
saceos com assucar nrucavad 596 taccu* ts.m
slgodio n 763 curo* nalgado*.'
Carreg. di vareos.
Fotsees.
ino ce Albuquerque, .
Sesiuando !eaeria;Cavaicaote.
Diogeoe* Marcel no de Campos.
Jos Ferrei a Giilmarasa.
l no teda* Exmas. Sras.
D. Flora Rodrigue* d Mmra.
U. Conctaaca Pe.petua do Reg.
D, Mara R ta N. Pernambucc.
D. Amalia Coimlira.
D. Adelaide Lea %
D. Rc*a da Silva Reg.
D. Are naCoimb a.
D Albertina La .
D. Tberesa de Jns Oliveira Borges.
D. Angeles Magalbies.
D. Elvira Alves Sorge*.
D. Auna Emilia C. de Araujo.
D. Julia Correia de Araujo.
D. Francisca Carolina C. Lins.
* noitedo* eommerciante*
O Srs. :
Domingo* CVas.
Joio Rodrigas* ce"Miurs.
Albino Narciso Maia.
Jos Ferreia Marques.
Aitredo F. de Barro*.
EsnatT Bnk.
6* noitedo* estudante*
O* Sr*.:
Joaq-im do P.ad.i Sampaio.
Eloy Simeii.
Francolina de Siqaeira.
Eoclides Quinteiio.
Antonio Pinbeiro
Tneophilo de Paca.
7* noitedas Exmas. Sras.
D. Gailhermina A.malia Lins de Araojo.
D. Mara Lins de Brito.
D Ad laide Burlamaqui.
O. Anua Perotte.
D. Adelaide Lins do Reg. v
D Rosa da Silva Reg.
D. Isabel Puto Pe*soa.
D. Annuuciuda Naves.
D. Rita Peuamtuco.
D. Emilia de Barros.
. Rosa de Castn
D. Mariana M. Ferreirs.
D. Mana Coimbra.
!.>. Aona Cynaco.
8' noitedoi empreados do commercio
Os Sr*. :
Antanio Martina de Carvalbo.
Manoel Fraocisco Marques.
Miguel Macedo.
Antonio Lie* Vicira.
Carolino Gonealvt* da Silva.
Ildefonso Fernandes.
9* noitedos Illms. Srs. Drs.
Manoel da Silva liego.
Joaquim de Alme d Cuatro.
Fraucisco Altino O. de Araujo.
Antonio Pedro das Nev*.
Artbur Orlando.
Arthurda Silva F..'go.
H rtencio Peregiioo.
Protesto
Os abaizo assignades estando proseguiado judi-
cialmente centra Jp'^nymo consta tambem uisU.,-ar Jrronymo da Costa
Netto e Jerongmo da Costa Netto e Silva) ao eio-
penbo de lu. ver. m o daiimo eausado Com O rub)
eito i-rn sua lojn, ,J<-sde ]4 pr^ti'stsm contra qual-
quer negocio que se teuba teito, se faca ou se ti
ser para o futuro, relativamente aos b -na do dito
Jeronymo; com o fim de defraudar sua execuco
judicial, havendo como fr >uduleota e simulada
qualqacr alienacio dos beus de Jeruuyuoo.
Parre dos obj.-ctos roubado* foram apprehendi-
doa debaixo da cuma de Jer nyino ; este em vista
da eaa mi f, e ciiioe evidestemente provado, oo
momento da bascti fui preso pelo Sr. Dr. delegado
de polica, e, solt por habeat-corput, logo depois
evaco s-.
Recife, 12 de Janeiro de 1888.
Joao Bezerra & C.
Brigue allrtnao Sriut, vanes gneros.
Escuna adema Fratuiska, zarqoe.
Escuna oorueguense Reform, zarque.
Escuna inglesa 'erey, b*"alho.
Patacho ailemo D. Pedro, zarque.
Patacho norouguense Vaarbud, carvio.
Patacho dinamarqus Elyse Hoy, vario* gneros.
Patacho inglcz Robim, bacalhio.
importacao
Vapor ingles Orator, entrado de Car
diff eco 14 do corrente e oonsignado a
Jolinston P^ter & C manifegtoa :
Carvfto de podra 1,334 toneladas or-
dem.
Vapor nacional Pirapama, entrado dos
Porto do Nortn em J.6 do corrente e coa-
rignado Companhia Pernambacana, ma-
nifestou :
AlgodSo m rama 190 saccag a Bors-
telman d C, 194 a Machado & Pereira,
80 a Rodriguen Lima & C, 80 a Souza
Nogaeira & C
Bag 8 de mamona 5 saceos a Antonio
Ouarte drneiro Vi-nna.
Borracha 4 'olumes a SouZa Nogueira
dC.
Cera de cari^bapS sacos a Costa d
Medeiros.
Couros soeces salgados .48 aos mesmos,
62 a Borstelmt nn d C.
Qomma*14 volumes a P^rento Vianna
d C, S ordem, 8 a Gomes de Mattos
IrtnSos, 5 a A Duarte Carneiro Vianna.
Mercaduras diversas 1 volums a Go-
mes de Mattos IrmSos.
r^Sola 1,(350 oieios ordem.
Velas de carnauba 7 caizas ordem.
rsenai de Mrmha
Neroo na em a eo-
^Hn~a eacrevsr, clara e posi-
(So depressa mudou de nome ;
isso quer diier que pretenda dar a enten-
der que nao elle quom escreve. Pois
olbe, rxeu caro, dos lbe conbecemos das
casas vtlhss e Ihe deelarjtroos que pode
dar sea pasado qusado quicer, porque
aqui ficamos sua espera-
At a volta.
Caldern.
Coilegio Diocesano
Este collegio fundado pelo governo dio-
cesano e destinado a formar a indiligencia
e o corscao da juventude estudiosa, dedica-
da qualquer erreira litteraria e scientie^
das existentes no'i operio, abti-se-h para a
recepeflo de seus Alumnos, no dia Io de
Pavereiro dcste anno, conforme o art. 3o
do Cap. Io do seu regularoento.
Olinda, 17 de Janeiro de 1888.
Conego Antonio Fabricia de A. Pereira,
. Director.
Fomos teBtemnnha de ama
resurr-eicSo. Um moco, filho de pas vi-
goroso*, depois de tor gosado de excellente
aaiide, durante seus primeiros annos, co
mecoa de repente a crescer ezcessivamen-
te, como succide muitas vtzes ta poca
da puberdade. Logo depois, seus bracos
e pernas, que no tiveram tempo de adqui
rir a for^a necesaria, tornirara-se males e
dolorosos; pallidn e sem a menor activida-
de, faltavalhe o ar ao menor movimento
que fezia. Nada o distrahia, nem o tra-
balho, nem os folguedos proprios da idade.
Este estad? tornou-se extremamente grav
e amecava a existencia do doente, quando
a'gueiii aconselhou aos pais que lhe dase,
depois da comida, urna colher do sarope
ou do vinbo de lacto pbospbato de cal de
Ousart.Em poucos das um verdadeiro
milagro operou-se, voltou o appntite, reap
parecern) as forcas, a actividade e a ale
gria ; o morto resuscitou.
Aos Srs. pais de familia
Acba-se berta a escola particular de nstrnceio
Simara para o sezo masculino, i i ua de Nauta
ita n. 15. dirigida pelo professor particular Joio
Valentim Ferreira Bastos.
Educa e instrae a infancia pelo srterna dos
prineipaes collegio9 desta provincia cu jo systema
a delicadez, a paeienca, {a vocacio fazen
do com que rus discpulos si-ram o caininb-i da
intelligeuci, da b mra e da digoidade, afim de
que venham a ser o tutnro e o sustentculo da pa-
tria, da rrligiaoe di le, e um verdadeiro cidaoo
brasileiro.
Espera portanto qae o respeitavel publico jai-
ba apreciar de perto o seu verdadeiro ensin", on-
de rpidamente a* crianfis abracam a.niin de
coraco aos livros, as lettra* e as bellas artes.-
Comquaoto ousada sej esta tentativa, todava
rspera que e* seus iucauaV'i* esforcos e es seus
puros desejos sejam coro id a com a f- lis aopro-
vscio de todos o* filbo* do imperio da 8aota Cruz.
MensalidaJe adiantda no acto da matricula. -
Horario das 9 horas da manbi is 2 da tarde.
Recebe meninos meio-peosioaistas e lecciona
em casas particulares a ambos os sexos.
l-Bus de ama Bita IS
Para Pelotas, Maia & Rezende 4n0 bai ricas
com 43,800 kilos de assucar branco.
No l Para o Rio Graude do fiul, J. Borges 150 bar-
rica* com 15,880 kilos de assucar branco.
No vapor nacional Arlindo, carregoU :
Para e Rio d j Janeiro, P. L. Vieira l caiza com
45 kilo* de doce.
Em vista "osos d^sej-is mani-
festado* por muuos >Je nossos comtnittentes
de diffefentes merca los, de que offerecesse-
mos ao publico ama eloulscto ie incontestavei
exceliencia, feita do ole de gado dfe ba-
oalbo mais fino e puro que exista, nos te-
mos afnal decidido, a acceder aos desejos
dos nossos amigos, para isso havesno3 pre-
parado eternos hoja o przer de offerecer ao
publico a eaiulso mais pereiu que pode
produiir a scieneia, feita do oleo de ligado
de bacalho tnai* puro e escolhido, importa-
do expressamente da Noruega por nos meo-
mes.e dos hyphospbitos de cal, soda a po-
tassa da roaipr pureza ; tu do combinr-do,
segundo a i'onnuU cbi.nica mais coir.-i t-i,ba
seada na celebre combinar-So do Or. Chu'r-
cill. Laitnan & Kemp. [5]
Triumpho do grande cathartt-o vegetal.
De todas ae partes do mundo correm
abundantemente oontiuuadas provs '-
gr.-.nde efBcacia das Pilulas Assiu-ir.. I..s
de Bristol. Nos lugares pantanosos e in-
festados de febres biliosas, calefiu e 'se-
z8-8, os seus resu'tado* teem sido inaravi-
lhosos.
Upa carta d'um medico dalli diz : ellae
estio pondo um termo final s fe.bres q-
verdadeira -termittentes nest.is par^gens. Eu as re
ceito psra fados os casos biliosos, e es te-
nho cot.o o melhor medie lias que jamis temos pissuilo. Nao me-
nos xtraordinarios sio seus effetos uos
casos de indigesto em tolas as molesti:-
D'orenient-s do fijndo e intestinos. A sua-
vidade e br.indtir d au acr^So, admira a
todos que as tim.im pela primeira vez, em
quanto que suis qiulidades investiga loras
sio applauiiias cot p.rii -ular empbase.
Ellas estilo rpidamente supplantando es-
ses velhos e oaduem ptiro;nte8 drsticos ;
e o facto delLs n"o desmereeeri'to pela
conservaco, ucbando su utidam9n* acjn
dicionadas dentro de vidriohos, In-i d
urna i.ti m.'nsa Vaatag-^m sobre aquell-.s fe:
pilulas, coja existencia tilo pre
necentca
earia cj t.o o sao suas virtudes.
' Em tolos os casos aggravndos 'ou pro-
venientes d'um estado impuro do s itigue.
a Salsaparrilha de Bristol de ve. de ser to
mada coDJao.t-.in-n:- coni as pilulas. (421)
Casa Feliz
Dinbeiro
sesmo
Moodego,
Pelo vap. iog.
para :
Raneo Internacional
L,ndou Or. Ursilian Bai.k
do Rio de Janeiro,
500:0004000
300:000 J,0iJ0
Ka4imcntr.v pblicos
Ut DB JANEIEO
Alfandeya
PKAQA D.\ NEPEN'DBNClA NS 37 E 39
DE 4NTOSIO A SANTOS HuTO
Ao* lOOiOOOftOOO
Vend. u da 2 eztraC^indM 11* lotera rztrHbnia
hjntem, 13 d- Jmetro, n s rte de 1:000/J n 191,
a snrte 500000 n. 3123.
Tem ezpoeto venda os seus feluea bilbelea
garantidos da 3 eztraeca a bi-nt-Scio da Sintn
Casa de Misericordia qu se eztrahir breve-
mente
ED1TAES
O Dr. Tbomaz (Jarees Paranbj Hiu^negro, com-
mendadr da imperial Ordem da Rosa, juiz de
direifo especiil do cutninercio do Recite, capi-
tal d provincia de Pema-n uco por S. M. o
Imperador, a quem Dua guarde, etc.
Fioo saber ao que o presente edital virem oa
dellf notera tiverem, que por parte de Migael
Jos A1 ve.,, me f i dir .la a petizo do theor se-
gainte :
Min e Ezm. Sr. Dr. jais de direito especial do
Renda eerfil
Do dia 2 a 14
dem ce 16
464.910*039
46.972*803
Renda provincial :
Do dia 2 a 14
dem de 16
81:747*462
12:337.208
511:882*842
97.084 ..670
Somma total
603:96751
CC|>
Tjriin'.
-iitnc
m 2*400
1*800
Pauta d \lf inrlr*a
i.au. na 16 a SU ba Jiatiao ra 18(8
(Vide o D arte de \ de Janano
Havl*M a carga
Barca ingles* Matilda C. SmUh pira Liverpool.
Barca inglesa Chilena, para Cursi.
Barca americana A/a/ G. Bted, para Estados-
Unido*.
Uaiea ingles* HIda, para Liverpool.
Barca norueguense Brcdreae, para Liverpool.
Barca portagueza No o tJSiltncio, para Ltsbia e
Psrto,
Barca portagueza Quitara, rara Lisboa e Porto.
Barca ai lema .luna, psra Moitevido.
Barca nuroegueaae Salem, para Estados -Unido.
Barca ingle.a Erminia para Liverpool.
Barca americana t'ai-yjhene, para Estados Un
. dos,
Barca noruegneuse LoMtland, para Estados- Uni-
LlMBllfl
Barca americana Sadsim, para E*Udo*-Undo.
Barca aliem 8iri*u, mxi Pstsdos-Unidos.
Escuna din.marqaaai Kxprn-, para Rio Qraade
do Bal.
Lgr nacional hoyo, para R o (Jande do Sal.
Lugar Bcio.ial Ziqumha, {ara Rio Grande da
Bal.
Lugar bollandes Leenhus, >ra R o Qraace do
Sal.
Lagar ingles Cluiha, pira Li'arpool.
*60U
2*800
a2/>
a ^i9l^|Hi
l.gar ingles Fonttdl. par* .nal,
Ligar ingles Eva Lynih, pan Estados-Unidos.
Patacho dioam.rquz mti ktarie, para Rio
(irnJe do Su;.
PaUcho allemi > Antelepe, par i Umgaayana.
Vap r ingles Almona ni- para Liverpool.
Vapor ingles Montren *-> .aossrpo:
I.xparsaeS*
asenrs, 14 na jaheiso oa 1888
Psra o exterior
Yo vap,r ingrz 4A6roofc, earre^oa :
Para Liverpool, ). li. Bozwell 120 saccas com
8,608 kilos de algodio.
No vspor ioglea^imandiae, carreg o :
Para Liverpool, J. H. Boxwell 3,000 scela eom
225 0C0 koa de iiMoear masca vado.
No vapor ingles Montereal, carregaram :
Para Liverpool, J. P- Jobnaton *C 621 lacea*
com 47,534 kilos de aisodia
No vapor ic glez Ailda, carregou :
Para Liverpoo, C. Linden 869 sacco* com
65,175 kiloe de ai sucar mascavado.
Na barca ntrueKurnse Salen; carregaram :
Para New-York, F. Cascao Filbo 3,000 se-
cos 225,000 kilos de assucar mascavado'.
Na barca njruegacnse Loretand, carrega-
rram : .
Para New Yor!t, Julio & IrmSo 1,000 saceos
eom 75,000 kile* ie assucar maecavado.
No l|:ar lolj* Eea Linch, carregou :
Para NtNV-Yerk. M. J. da Richa 40' uC-os
eom 30,000 kilos de aa-.acar mascavado.
Na birca tmericana Mary G. Reed, carre-
garam :
Para NEw York, J. S: Lcyo *, Filho 4,320 s.,c
co* eom 324.0UO tilos do assucar mascavado.
No patacn dinamarqus Annte &, liarle,
carregaram :
Para Artiga, Amorm Iraao* & C. 35 pipas
com 16,800 l.trca de *gnardeDte.
Na burea s lema Anna, carregou :
Para Montevideo, S. G. .Brito 8J oes
24.96U iitciis de a ruardente.
Na BSrca portuguesa (itera, canregeram :
Para Li. boi, J.moriin Irmao* 6t C. 560 sa
tem 41,*S(' kilo* de assacar mascavado; T
Asevedo 8)uta 00 saceos coa 37,500 kilo* de
assucar mascavaco.
Paran Psrto,- S. Loro fe Filbo 1,460 saceos
79,500 kilo* de assuear branco e c 1
com 40,50C ditos ie dito masca*.
* Pora o Mtfertur
No pttath) a lema o Ante'.epe. earrcearam :
Para Ursgaayios, P. Carueiro & G. 360 pipas
rdente.
rquez Annie & Marie, csr-
iizakSz^iSzai I
0de_dg Sai. inin ft
Segunda seccao da Alfandega, 16 de Janeiro de
1887.
O tbe*ottreiroorencio Dommguu.
O ebefe da seccaobo-se.a.
o da 2 s
Ideas de 16
Recebe dor (eral
14 20:977*791
301*073
21:278*864
Berebedaria provuclal
Do dia 2 a 14 70:126*459
dem ou 15 3:915*086
- dia 2 a 14
Idei. o* 16
leelfe ralate
3:107*437
249/507
74:041*545
3:356*944
No mesmo estabelecimento foram tambem
abatidas para o consamo do da 17 do corrente 80
resea.
Sendo : 58 pertencentes a Oliveira Castro &
C., e 22 a diversos.
EnabareacOea sartas na porta
en 15 e t de Janeira
NACIONA.ES
HATIOS COHSIOHTBIOS
Allianca......... A'ordem.
# Arlindo......... Pereira Carneiro & C.
Ip Juca........... Companhia Pemambacnna.
Loyo.............. Loyo & Filbo.
Lmelo........... (caoboneira de guerra).
Marinbo XIV...... Loyo Filho.
Marioho IX....... L jj & Filho.
Pirapama......... Companhia Pernambacana.
v Francisco....... Companhia Pernambacaaa.
Z-quiuba.......... L yj Sr Filho.
ESTRANGE1RAS
SUVIOS COSTBIOSATBIOS
Annie Marie...... Baltar Oliveira & C.
Hermann Lundgrin & C
J. H. Bozwell.
Emprera do Gas.
Maia & Resende.
los- Al,
praca, sei vedor Ageilo Lope* S .vetta
da import*icia de cineo lettras tuda* mea la < pola
wpplieas4e em ,90 de Dezembro do 1876 a l'J; 24,
36, 48 e 60 mese*, vencidas s mms di* mes,
dos aunas 1877, 187,' 1881 proTcttientes *V* cai-
tos do suoplicado com joros de as* e atase P>* sa-
to ao me* depois dos seo* venenx-nros. mm em-
da ama da* ditas, eirtco lettra de 3.-084*94', a
importansia total de 15:424*600, raooaa isa-
peric, alm do* jaros mencionado*, ja iaterr api-
da* em sua pre*c>.r>cao' por este meosao jan rsa
16 de Novembro de 1882, qoer o I
testar, cjeo protesta, para o fia
novaineote a prescripcio da* dita* lattraa tasar
intimar seu protesto ao snpp;icaio.
E |X>r qu este se ache aetualraeate asa a;r
ucert- e nao sabido, r- quer a V. Ex>--. o svppb-
c.-.ut- digne-te admittil o a justifiear a
d# aupplicado no dia a bora que forera
e depois sirva-se V. Ezc. mandar posar eatu m
edito* com o praso legal para ser o MpfMe-i >> -
taJo pjr tolo o eonteudo do referisV* pr 'ao.
Pede a V. Ezc. deferimeoto. E K. M R ciar,
20 de Dezemoro de /S87. Higa*. *Jo** Alw*.
(Sellada legalmente).
No qual proteri o despacho du rheor sega nie i
D. (tribuida. C uno pe le. G escrivo s>>rjM
dia. R.-.ife, 20 de Descmbco do i-7.Xoaxc-
negro.
En vista deste mea despacho o respectivo *ks-
Ki.oidor a queai fis a in -moa e-tic/t* preseaSJe a
destribuio ao escrva) Oo priraeiro ofleio f e fca
lavrar o termo de protesto do theor egsjjpti :
Aos 20 de Djzembro de- liT, /et a*, m do
Recife.. em m u -.-artori i, c.ia.p : :r
Miguel Jos Alves, que. aax ssJMMhr em*> '
iiliai iutra ars-g-m-La diosa r tsjsi i f-rii dk*
protesto pdf* luienupca 4e pri's^r'^C^O u eoss-
teudo Je tua p ti%a> te'.tt qae Sea fasendV p-irw
intagrnnte do preseute aSun d ser in'imasiao
tupplicadn para os de*id s iffeitoi. E Je, .-ja*
asaim o diese e protestoa lavro este ter>ao e.i sjse
assigoa com as testemanbss, depois de lio.
Ea, Mauoel Lipes de Carvalbo Chaves, etsztc-
vente juramentado, o eacrevi.
Eu, Jal r-'rank'im de Alenear L'caa, o iz la-
vrar e subscrevo. Mgiel Js* Alrer. T*W
Paito.Baltbaz.r ,.',- d.s liis Pilb .
E tend sido produsida a jjstifieac> do ns*yo
uo dia e hora designados pelo eoenrio, ote de-
pois de sellar e preparar os aot s ore os te... ca-
cluso* e nelles p-oferi a seuteuc. do ib-rr se-
guinte :
Vistus. Julgo procedente a jiiiti^, e aaav
do que se faj a citacao pedida do aod > r oaen-
ao. Cusas ex-3ausa. Recife, -72 de Jaswro da
1S8?.Tbomaz G-ircez Paraoh Em vista desta minha senteo^a oten-etnm
escrivo fez pasear o presente adital cor cojo
theor chtin ; cito e bei por intimad) > ja-c riada
Ageli] Lop"S da Silveir do terso da pr
para interrupcao da presenp^ao do* Maia OO
eus aceitei, para qae no pmzi >i 3U da* <-c .ta-
los da data da p iblieafj,' deite pisa aar.j oaCO
juizo allegar o que tiver a b'-tn de seas drreirea.
5 psrs qae chegae so cub-cimeato do :.do o
preseute ser nablicado pela imprema evairo da
igual tbeor aturado no lograr de euotoca*'.
Dado e patsado nesta cidade do Recite os /;
de Janeiro do anno de Nomo 8oanor os 488
Eu, Jo- Franklia -le Alenear Lisa, ubst-revi.
Thomax Oareet Prannos IsUmtemrari.
r
O Dr. Joaquim Corris da CMireir* Ao-
drade, juiz de direito de orphii* e aa-
sentes, da comarca do Recife o sa ter-
mo em Peroambaco, por S. M. o Impe-
rador o Sr. D. Pedro II, que Deas Usar-
de etc.
Nao tendo comparecido na audiencia -e bojotea-
do os escravos que 8eviam ser aitorriado paHo
tundo de emsnciptco, scompanhados de* seus *e-
nbores afim de receberem *aaa carta* de I ib-r dad*.
conforme f ram cnamado* por edital de J>i d De-
zembio do auno pausado, de novo aao convi-ial
& comparecerem na audiencia de 17 de osrrrac?, aa
11 hora* da maob, afim de recberesa seas cirtao.
os qae fsltaram, qae sao os segainte* :
Auta, de Francisco Antonio Cirreia CiHesa ;
Benedicta, de D. Belrrira Caadida de Saat'Aaa;
Bordeaoz ...
Sal.........
Renos Ayres
Norte.......
tioutbainptoa.
Congo........
Manos...........
LaPlata..........
Espirito-Santo.. ..
Nevo.............
19 i Ib.
24 as 5 a.
la?.
l aa 6 a.
l k.
Ansa...........
Aotelope........
Arrut-is.........
Anne Elysabeth..
Ayues Barton...... A'ordem.
A anodine........ N. J. Lidstone & C.
Alegra...........
* Aconcagua......
Brodrene..........
Bertbs............
Bolgen...........
Beltries...........
Chilena...........
Uluths ............
Corypbene.........
D. Pedro..........
L)ous Irmios.......
Elyse Hoy ....'.... Wilson 8oos & C.
Erminia........... A'ordem.
A' ordem.
Wilson Son* & C.
WUion Sons h C.
dermann Lundgrin & C.
Hermann Lundgrin & C.
Jubnston Pater S C.
Via-ferrea de S. Francisco
Blackburn Needhan & C.
A' ordem.
Pereira Carneiro & C.
Silva GuimarSes 4t C.
aviaa entrar
Colnaba.......... Nw-P,rt
Dux.............. KVw-Port.
Fra*............. Hsmbnrgo.
G. C. Staoford..... New-York.
Lopes Ouarte...... Rio Graode do Sal.
Mette Joabanne.. Cdiz.
Meteor............ Torra Nora.
or.........,.... Rio de Jaoeirx.
Ryoo ............ Rio de Janeiro.
Solid............. Gsidiff.
Seretba........... Terra Nova.
Taborda.......... Rio de Janeiro.
Kxpress...........
Ev Lyocb........
Eben.............
Franzisks.........
Fonthill...........
H lene............
Henderk R. L.....
Mercado Moaictpal de H. fos
O movimento desta Mercado no dia 15 de Ja-
neiro foi o egointe :
Entraran :
46 boi* pesando 6,191 kilo*, sendo de Oliveira
Castro 37 ditos de 1, e 9 de partcula-
re.
27 kilo* de peize a 20 ris 510
5 cargas de fariuha a 200 ris l*0u0
5 ditas de fruita* diversas a
800 rs. 1*600
7 UboMros a 900 ris 1*400
86 Sainos m 200 ri* 6*200
Foram occapados :
28 colomna* a 600 ris 16*800
19 eom partimentos de farinha a
600 rrs. 9*500
23 ditos de comida a 500 ris 11*500
701(2 ditos de legantes a 400 ris 28*200
86 ditos de fasenda* a 400 r'i 14*400
18 dito* de suino a 700 ris 12*600
11 ditos de IresBura* a 600 ris 6*('00
10 talaos a 2* 20*000
6 ditas a 1* 6*000
A Oliveira Castro 4 C.:
54 taino* a 14 64*000
Hermann Lundgiin & C.
J bastn Pater db C.
U. Burle db C.
Hermano Lundgrin & C.
H. Burle & C.
Hermann Lundgrin & C
Hermano Lundgrin & C.
Hlda............ Johnstoo Pater C.
Hudsoo........... A' ordem.
Harocooia........ Hermann Lundgrin & C.
Leif.............. A'ordem.
Lovetand......... Wilson Sons db C.
Liwingitone....... A' ordem.
Lillian............ Heury Foister ft C.
Matilda C. Smith... A' ordem.
May G. Reed...... Fonseca Irmaos & C.
Montreal.......... N. J. Lldistone
* Moudego........ Amorm Irmios db C.
Mnria............ MenJes Lima & C.
Novo Silencio...... Baltar Oliveira 4 C.
Orator ............
Psrcy............
Quiteria..........
Quen of the Flert.
Raymond.........
Ranavola.........
Sef.irm...........
Robn............
Siria*.............
Salem............
Sequ-I ............
Staey Claik.......
Vaarbud..........
Samuel L. Jobostoo.
Mendes Lima 4 C.
Amorm Irmaos 4 C.
J. H. Bozwell 4 C.
A' ordem.
Wilson Sons & C.
Amorim Irmioa 4 C.
Jobnston Ptr& C.
Funscca & Irmaos.
Niemeyer Cahn 4 C.
A' ordem.
A* ordem.
A' ordem.
Zepbyr........... Blackburn Needhan 4 C.
O si^oal indica ter a embarcaciu sahid
189*240
2:909*500
8:098*740
De ve ter sida arrecadaa oeste
da a qoanua de
Rendimento do dia 1 a 14 do cor-
rente
Foi arrecadado liquido at boje
Preoos do dia :
Carao verde de 240 a 480 ris u kilo.
Caraairo de 790 a 800 ri* dem.
Suiza* de 660 a 640 ria idsm.
ransaa de 200 a 280 ris a cala
Vlilbo do 260 a 28 J ris dem
io de 660 a 640 dem.
Matadonr* aabllro
Foraa abatida* no Mataaouro da Cabanga 89
rea
^^H^^^HVara Caitr >
Vapares entrar
asz oa sa Jaaatao
Hambargo------
Sal...........
Earopa.......
Estados- Unidos
Sal...........
Sul...........
Norte.........
Earopa......
Sal...........
Sul...........
Campia.........
Para............
V. de Maranhdo-----
Fnanee...........
Adtance...........
Congo.............
Mando* ..........
La Plata ....
Bsp'nto Santo.....
'Neva.............
be je
hoje
18
18
19
19
23
24
9
aparea asah'r
as* oa amao
Norte....... ftrrd.............. 18 s 4 h.
Santos eesc. V. de Maranhao.... 18 s i h.
Sol......... Ftanos... Ib s 4 h.
B*t. uwda^Baaaaaaa. jik.
iflovimaeto da
Navios entrados no dia Ib
Rio Grande do Sul 45 diaa, barca bra
sileira Marinho IX, de 125 toaew ilnn,
eqnipagem 9, capitio Jos llaria Loa-
reiro, em lastro; a Jos da Suva Loya
& Filbo.
Rio Grande do Norte2 cins,
sileiro Santo Ambrozio, t 40 ton
eqnipagem 4, mestre Joaqoins Roberta
Americano, em Isstro; a Paira Va.eata
C.
Buenos Ayres 14 diaa, vapor ingles Jasv
dego, fie 1,464 tonelada, ecjspageaj
75, comAaodante G. M. Hick*, carga
varios gneros ; a Amoro rsele* ti C
Bnenos Ayres 37 diaa, batea iagJaaa
Algeria, de 620 toneladas, eaajpBgsaa
11, capitio B. W. Dakaa. ea Uetra;
ordem.
Sabidos no mermo dia
Porto Alegro Vapor brasileiro Arlindo.
commandante Jos Francisco de Oliva-
ra, carga varios generas.
Rio Grande do Sul Patacho braai.eira
AUiancci, capitio Heorqae M. de al-
meida, carga sal.
Sonthampton e escala -Vapor rt*jries
dego, commandante G. M. Hick*.,
varios gneros.
Entrados no dia 16
liba de Itamarac 2 1|2 bata,
brasileiro 8. Francisco, de 382
das, equipagem 30, corara tadanro Joa-
quim da Silva Pereira, en lastr.i ; i
Companhia Pernambacana.
Camossim e escala '3 diaa, vapor brasi-
leiro Diropdma, de 360 toneladas, eejai-
pagem 30, commandante Aati
Ferreira Bapata, carga v*a
Companhia Pernaabacaaa.
Liverpool e escala 19 das, vapor ia|
Aconcagua, de 2,643 tonds-lss,
gem 93, eommsndante Alex Ha
carga varios gneros j a Wilaoa
&C
Terra Noca35 dis, bsrea isgUsa Ma-
rio, do 228 toneladas, cBoifisspa 10,
capitSe John Snow, carga ba albas ; a
Mendes Lina & C.
Sonidos no mesmo dia
Valparaso e escala -Vapor ingles Atmn-
cagua, commandante Alea Haailtao,
carga vsrios gneros.
Liverpool -Barca inglesa Qmtn tj
Fleet, eapitio George Swagae, cj rg
vapor
c.


I
I I
Augusta, do Bar
Para ciue chee
188
[1 qual *So en
.-moa *aci'avos, OQ r
ct(i'ii lV b pruva 0r-
tanl'B fgidos nos mi u clatsifi-
ecl i ot termos do tirito de S d Abril de 1881
Duio e pasead) nestt cidade do Recite, act 1
de Jmi.-iro de 1838.
Eu Mane I do Nanoimeuto Poote, escmao o
subs:revi.
Joaquim Ccrreia de Oliveira Andradre.
BECUM02S
i
nnGkiflli Pir-
N ra 16 do ccrren.e dar-se ha com* qj o ser-
vio do* carro* do v iiIm< bagagem. A pe*-
eagera u'.qucllea ser Je 100 iis ateo fiai Mili-
i.bta, e ente ei paga de accordo ccm a rarf
i.baiio e das condicoes especificad* depu'a d tilla.
Dcsra dia >m diaute uo se peimittir maij no
carro* de 1 ciarse volnmea m*io--* do qae aq el-
! que c+da passageim pode traser comaigo, ou
c.lw nr pericitamente 'ban i d) bioc -, no i spaco
nut, Ihr-i d-stiuado. Fica reatabelecido xaaiir o
i|tie pit serev o art ;6 do rrgulamento da) 18 de
'ulnbro a- 1875, qo cor tolerancia tiuha fido
-s-jurcido visto nao h-.\er para os Srs. pasaa^ei
ro >i oitmodidade qce ora se eaiabeleco.
<' runamente se cara conhecimento aopu-
hlieo d* esrcuea, de b gagein que a comsanai:-.
fV eatab leeendo.
O ln-nriopara estes narro* j foi publicad.!, *,?-
:.'gna'ai)io se ooi horarios coinuiuus p-la letra B
as viageua a elles correspondenter.
Recife, 14 de Janeiro de 1888.
L'ompaohia Ferro Carril de
Pernambaco
TARIFA DE BAGAGEM
K 1 b .cia grande
1 di'a pequea
1 bali grande
1 dito pequeo
1 baldo
1 bnrrica oom garrafas
1 a 'a com faiioba le trigo
1 dita com c n ento
1 i ta rom t"rrag(nn
1 bail de 10 cus vinho
1 dito de fi com vinbo
1 dito de 4* com vil.)j
C 1 esdeira
1 dita de bra;os
1 dir de balance
1 raiza com kerosn; i
1 dita com vinbo
1 'lila c m batatas
1 dita oaa velas *
1 dina c> m sabo
1 c>.pr.oira de galinbns
carne se cea (1 mal i)
1 carriobo de mo
1 cesto com agua mineral
1 dito com hortalizas
1 diro com froctas
I dilo com louca
1 chipa de ferro pan ligio
I colio pequen)
1 dito maior
1 c-.i h rro
*i J. errada de mo
V 1 fcixe ie fer o (SOkilcs)
1 dito de caona
ti 1 garrafao grande
1 dito pequeo
1 gallinba
1 garola
J 1 jaca com batatas
1 ilitu ccm tcncinho
La 1 Isla ccm ber.taa
1 dita com kerosene
1 dita de roupa
1 leito
1 lavatorio de ferro
M 1 machina de c-atura de pe
l dita de mi
i* I perr-o cqueno
1 pei
*( 1 iscco de assncar, m.lho, fejlo oa fa-
rinba
1 sseco com cal
1 dito cm roupa
1 semburi pequeo cu grsnde
T 1 tacho grande
1 talha
I taboleiro grande ca opa
1 dito p queu i
1 tina peqaena com plantas
1 dita grande
1 tronza pequea de roopa
1 ditr grande
V 1 Ttr> pequeo rom plantas
1 dito grande
"iodos os maia volnmes nao meoci m-id
ano
100
00
!00
100
SO0
i 00
00
00
-CU
200
40o
11)0
200
200
OO
1
100
i
k
2r0
900
200
2 K)
100
2x0
3<0
3K
200
:-(K)
1(
3t>o
4^0
110
ifio
ICO
100
100
20:
MM
100
10J
2C0
100
100
310
10)
20)
10)
200
300
100
100
200
300
200
10
200
3U0
O
200
100
2a
u'est
| i 8rs Ai: ata e h,
^^^Ms^^^V* Ibo Cintra, eg-
^Mo dos fei' >- a faan la p bach .re!
i si d* e-
xeutes e prrui, ;,,r ae capeliaae resi ilion da co-
marca du R'cife, Mira qie no praso de 00 das a
contar da, h j-, reassua ate o ejercicio de suas
funcce* un allejuem e proven o que for u b>m de
stu direito.
Servindo de ser rotar o,
Emilinno E de M Tamborim.
Estrada de Fer* de Hibeiro
ato B<)nI(o
D' oid'Ui da diiectoris taco aaber n^a Srs. ac-
Ci> iiist'i* deata empresa, yie auida nao realizaran)
a 8* mirada d>- ems uccifs, q fica-lbs marca-
do o praso de 30 c ir s, a contar do dia 31 desto
mes, para fectuai'- in o psgmaeoto da meima en-
rrada, com a multa d- 20 % on termo* do n. 1
2* do art. 9 d< s rstatu os.
O ac; louiata que nao lealisar suas entradas oa
f.rtn determinadh, perd r& immediatameote em
beneficio da empresa as futradas que j 'enha
feito.
Recifc, 27 de Desrmbro de 1887.
Jos .ilarmii.o Pereira ce Mello,
*. Secretario da directora
Arsenal de Guerra
De ordem dolllni. Sr. najor director, distribne-
eturas As oropri^a i.ituieirss de uc 201
2;i(J, es dias 1?. li e 19 lio curr- nte mes.
8-ecSo das costuras do Arsenal de Guerra de
Pernambuco, 16 de Janeiro de 1888.
feliz Antjuio de Alcntara
Aife.e* adjunto.

ARTSTICA
111 lESPUIOstl'
de
ZARZUELA S BAILS
Terina-feira. 17 de Janeiro de J888
.^L PHIDO
1.'A preciosa zarzuela em 3 actos :
Huuui n unrr
SI
lili
2.a- O graode bailado
EL BMB0 DE SEVILLA
PRECOS E HORAS DO COSTME.
llavera treos para Aplpucos, Olloda, lleberibe e bonds
para M^dalen?, Alagados, Manto Amaro, Ferandes vielra e
lleeife
, --------):o:(
Vcjam-se os pro^raninins.
^ttabaflHoffaUos pettenetr
fajlida d* Joo Ridrigues
^Hitando
D I ja de cabelUireiro sita ruadoCnhu-
g d. 2D, s 11 horas
Da loja de chapeos de sol eit ra da
Bario da Victoria n. : 4, o ttseio auT
Terqa feira 17 do correnU
O agente Guarni autorisado por mandado do
Ezm Sr. Dr jois de direito especial do commer-
cio e requerimento do Di. curador fiscal da mas
sa fallida de J o Rodrigues de Almeida, far |ei-
13o com assisteneia do'mesmo jais d >s estabeicl-
nientna cima declarudos.
'arifa pagaro pela u'^quelles que mais se ap-
prr-zimarem.
De t iluB os volames df apachados se dar nm
- nlrecimcnto desde qoe 1 ir exigido, mas, n'esse
cuso, i era troca do conbtcimento se entregar o
ohjecto, lo se respons bilisaudo a ompanbia
P"los qosse qoebiarem pr mal acondicionados.
Os objectos serio deiipacbados as estac?
i clua:s du companhia, ou oas que ella estab lecer
maia tarde : aerio recebiecs taubem em qoalquei
p'nto da linba comtanto c ue nao baja demora u -rr
no embarque nern no despicb > e p gamento. El
les serio '-ntregnes as est-^oes fiares, ou na ca
st dengoada i beira das linhas, pelo pr^prio con
ductor, ie fr objeeto pequeo, ou se houuer pea
soa a esi>era para desembarafHr em demora o
csrrx A entrega nn canas se far, depositando
o objec'o na porta e dando nm picnal com ua
apito. lio por qaalquer motiv i o bjeeto desap
parecer o ficar no Ingar dorante a noKe. serii
por ouia de quera pertisoiier. Se os ohjeetrs per
maneirerem as rsfac8s cartee, a fer i entregues depois, pagando-se n
destess ertraordiaaria que tiverem feiio.
Pe.ia lodos os cateo* voiumes que nao ce appro-
x imarerr ios menetonado oa tar fa, >6 se fara n
transj) rt" mediante accurdo de. condiedea e de
prepon, leito nss estiicSea ccm os tmpregadoe
mao nti riaados. ,
Re.hfi-, 14 de Janeiro de 1888.
Carlos Al >erto de Menei'f,
(Jerente.
Kstraiii de Perro de
ititjeiro ao Bonito
..emul teisl oriflnarin
meoto di art. 27 dos Estatutos, i.
;oria desta empresa convida aos Srs. necio
a se r> anire o en assemb'i geral d
de i'even iro prozimo a 1 hora da tarde, nn
iin n. 73 i Praca de Pcdfo II, afim d
. n a leitura do re tono e o mais que pre
o citado artigo.
Recif., 5 de Jaaeiio <*e ,888-
Joti BelLrmino Perdra de Mello.
Director secretario.
Abertura das escolas
publicas
De ynUmdt Sr. Dr. ini pretor ral da instroc
V.lo publica^afaoo saber ios senh-res profesore,i
publico* deTfcstrncci) paaria, que appfsiaian
do-ae o dia em qu- re cent rmidade com nrt. 3"
do regiment da* i*>ilaa publica deven, ser estn
reab-i ta<, o (uccedeodo que em algumas localida-
des, porsisterem reti re, daiizam ellea de com>cr seus trabalbo ao
di marcado, pelo presente eJital se Ibes recoai-
'tjeu'a mito strictanente a observancia do men-
cionado artigo-
Seae ai-ia da lustraren! Pibliea de Pernambu
i It ID.aesBbro de 18*7.
O secretario
Pergeatino S. de Araujo (Ja
K*.tr. da de ferro lo 'seclle a va
ruar '
D< orlem dolllm Sr. director, fag) poblico que,
te ho meio dia de 31 propostas em carta fchala, no esc.lptorio do Sr.
eugenneiro residente, em Jabolio, para o ferne-
cimento de c-iuco mil dot mentes, de acccrdocom
as rapecific*ce* segnintei t
1* Os dormeoles deven ser ezelusivaaiente de
si'-ipira, oiticica e pao a'a -co.
2* D. vem ter as dimentoes de 2,*X0,12X0.-(i
3' Nao devem ter branen, n-m bmsioa, nem ca
runcho; nao deven ser ventados e devem t-r a
b-eco transversal em qiialqurr ponto prrte*t-
mente rectangular.
4' Devem ter os topos terrados em ?squadria.
5* O* dormentes *er4o entregues eir. Jaboato
e abiesco'liido pelo engeolieij) residente, oa qaem
e"e determinar
r fi' A despesa de transporte at JaboatSo, carga,
descarga e empilht.menlo all, corier por cunta
do fjrnecedor.
Secretaria do prolongara oto da estrada du .erro
de Pernambuco e estrada de ferro do R-iife a Ca-
ruai, 16 de Janeirc de 18'8.
(I secretario.
Manoel Juvencio de Saboya.
Segunda pra^a
' Por esta inspectora se fus publico quo s 11
horas do dia 19 doorrenb mea, serio vendidas
em praca porta delta n part'C&o a* tegointee
m-rcaoorias :
Armasem n. 2
Marca NII Tres banica) ns 1 a 3, viudas de
Liverpool co vapor in z Sculptor, entradas
em 4 de NbVembro de 188S consignadas ordem,
conteDdo amarras de ferro, pesando liquido legal
674 kil-grammas.
Arma'em n. 4
Marca diamante leudo ou* ngulos D N C P e
d.-ntro 123-Urna grr.de n l, dem de Antuerpia
no vapor ingles Godret;'. dem m 11 de
Marco d id, "rdem. cont ido cb da India, pe
saado liquido 178 kiheramio*.
Marca L8< C Urna uaia o. 70/71, idero
de H .mburgo no vapor allemo Haiuvurgo,
dem ero 22 dem idein, pasando 3 1|2 kilogram-
mas de franjas de seda.
Armasem e. 7
Marca A J A-Duaa entapa ns. 1316 a 1317,
idem do Havre no vapor frunces Ville de Ma-
c i. idem em 9 de Dezem )ro, idem a Antonio
Joe de Asevelo, con'endo Ierro batido esmaltado
m obras, pesando 10 i kilos ramroaa.
Marca Adamscn t. wie St C Um paeote em
numero, idem de Lverpojl no vapor ingles Mon-
dego, d- m em 1U idem i lem, conteudo amos-
tras.
3' aeccaj da Alfanrrg* d Janeiro de 1858.
O ehctr,
Cicero B. de Mello.
IMPERIAL SOr;iEDADE
DOS
Artistas chameos c Liberaes
De ordetr. do conselho adininiatrativo, coovido
a^a ruiiu* que se acham ce accordo com o que
drterrpiea o art. l do cap. .' de nossos estatutos
para roinpaM'fcrtiii na >ed<; de nossa sociedade
srzta feia 2Q do cunen te, a 6 horas da tarde,
afim de reunidos em ai^erabl a geral, se proceder
< el ;igio dos novo* fuoccioi ario*, como marca o
j 1' do art. 50 do cap- 5 don meamos estatutos.
Secretaria da imperial ao:iedade dos Artistas
Mechanicos e Liberaes de Pcroambaco, 13 de Ja
netro de 18880 1- secret.rio,
Paterniaao Barroso.
Alfandega de Peroambuco
Por ordem da inspectora i fas poblico que oa
poitas desta reparticao, fio ilia 18 do crrante, a
11 beras da manb2, irlo i praca 0.650 charutos
conti oa em qjatro voiumes diversos, que form
appreheodidos a bro do vapor nacional Mar-
qyet de Cax e$ rm 5 de Jooho do aono prozimo
paes-do.
3 secrio da Alfandega do Pernambnco,-14 de
Jai. i..i de 1888.O ebefe,
Cicero B. de Mello.
Baliteo do Brasil
Pagase o 08* dividendo razio de 'iO 0 por
ai cao, ra do Commerjio n. 6, cscriptorio de
Pi reir Carneiro & C.
Santa casa da misericordia do
Recife
Por esta s c retara s2o chamados os parentcs ou
protectiies di.s menores abaizo declarados para,
at o dia 20 do corrate, apresental-as no eollegio
das orpbas, afim do serem ahi admittidss, visto
serem aaprmeiras inscriptas no respectivo qun-
dro :
1 Amelia, iba de Felismina Cbristina dos Pss-
808.
2 Mara, s brinba de Franco Martn* dos San-
te.
3 C"*imira, den idem.
4 Avelina, id'-m idem.
5 Elvira, ti ha de Raymnnda Julia de Paula
Neves.
6 Cu-ona, idem de Anna Mara Juliana Pe
brolle Monede.
7 Anns, idem d. Candida O yrnpia de Medeiros
A'aujo.
8 Alcxaudrina, idim de Phladelpha Hrrmma
Correia de Bairo*.
9 Idalioa, iilem de Mara Francisca Salgado.
Seeretana da santa casa de misericordia do
Recife, 5 de Janeiro de 1888.
O escrivao
Pedro Rodrigues de Souzs.
1>E
.ttaregacSo Costelraoor Tapar
PORTOS DO NORTE
Pxrahyba, Natal, Macu, Mossor, Ara
" 0 vapor S. Francisco
Commandante Pereira
Segu no dia 23 4t
Janeiro s 5 horas
da tarde.
Recebe carga at c
'dia 11.
Eoommenda*, paasagen* e dinbeiros frete att
3 hora* da tarde do dia 23.
ESCRIPTORIO
Ao Ca da Companhia Parvambucana
n. 12
Leilau
Do sobrad da ra da' Roda n 4', de 1 andar g
soto, o qoal reade 43J10C0 meoaaes.
Da casa terrea nova da traressa da Baiza Ver-
de o. 5, em chaos proprios e que rende 2-00)
mensa es.
TERgA-FEIRA, 17 DE JANEIRO
Ao meio dia
No armazem ra Mrquez de Olinda
n.52
O agente Pinto leva novamente a leilSo (ser-
vindo de base os preces obtidos) as casas cima
menciouadas, edificadas em bie ras.

Logaste a.
iar.
Jote de Jcllj, c
*rtar na rna estraata
ten i
16.
AMA"Precisa-se >* o
largo do Corpo Santo n. 17, 5-
Alags-se o 2* andar da casa 4 rm lasan de>
Rosario o. 37, eaquinaVafi
tar oo pavimento err*a1
Pxicisa-ae ae ama coainaer
ni, sitio do camaenakdjr Bandea.
^
Leilo
>b
ilRITiMOS
Vaccina De ordrm do Ulm. Sr. Dr. ijcpertor de hygienp,
'o pnhlie que nesta reparticao, rua Bario da
ictoria n. 32, contina a proeeder-sa a VaceinS-
vdo as quartaa-feiras e satlados. de 11 hers* ao
meio dia, >chando-se enearregado drase servido o
rnembru da insrect ria de bj-gi<"ne Dr. Francisco
de Paula SoarcsO secretario,
J, 6. da Silva Doarte.
S. M. Q. M.
Sociedade 14 de atareo
De ordem da ata m lea g'iral, fco publico a
todo* oa Minore* sjeios qre se acham adevr
maia de 3*'00. qne Ihe* fie marcado o praro de
ot>. rt.,8 para se quitnrem ore o 8r, tbeiouieiro,
e fin., no praso, qos *e centori de b-je, acra.
eliminados eom a mta depar falta de pagamen-
to Uutrosim, scientilico aos senbores soci-s e so
publico i m geral, qnf o nice autorisado a receber
os haveres dacccierla.de c n3io theeoureiro o
8r. Phibmeno Jos (IcS'Uia, 4 roa do Forlc n.
9. Recife, 10 de Jamiro ae 1888.
O rcitrio interino
Flcusno.
Companhia lccomotora
p.Tnambiicana ^
Assenibla geral \
2*. convoeifao '
Sao uovameute eoandado; oa senhore* acci
niltas a e rnsoireot era asseubls geral ordinaria,
as II horas o dia 90 do aor: ente, escritorio des-
ta eompanbia, i rna do Vise onde de Itaparica n.
7, afim de ser a presen 1 tda* a i contas do snno fin-
do, e proceder-te as eleicoe i para a nova adtu-
ni atracio, aouiuiiesio lseal, presidente e teereta-
rio daa*emhle. ipnA, em virtude do art. 1) ||
1, 2*e8 do*Lit- iutc.
De cooformidaae co s o di posto ao art. 13 dos
estatutos, anoniio ter Ingtr eom jailquer na-
de accioaitta* qus con ( are.
.rio da companhia I com^fora pemauabu-
Curapaohla Brailleira de .\avc-
g.ico Vapor
PORTOS DOSUL
0 va^or Manos
Commandante I- tenente Quilherme
Waddington
iA>^ k E' spcr/lo dos portos do ncr-
-tSx^-^ te at o da 22 de Janeiro e de-
,poib da demora indispensavel,
seguir para os pr-t/is do sul.
KeceDe uiuioem carga para Santos, Santa Ca-
tbaxina, Pelotan, Porto Alegre e Rio Grande d >
Sul, frete modic .
Para carga, paasgens, encommenda* e valores
< rata-ie na agencia
PRAQA DO CORPO SANTO N 9
ata? b
rr-
onpwiiiK iiis m:<>Di i
res hahitihes
linha mensal
0 paquete Congo
Commandante Lecoiotre
E' esperado dos portos de sul
no dia 19 do corrente, seguindo
depois da demora do costume,
para Bordeauz, tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra-sn aos senbores paasageires de tuda
as clasaes que ha lugares reMrvados para cst>
agencia, que podem tomar em qualqoer tempo.
Faz-se abatimouto de 15% em favor das fa
milias composta de 4 pessoas ao raemos e que pa-
garem 4 pasaagens mteiras.
Porezcepco os criados de familias que torna-
ren) bilhetes de proa, gosum tambero d'este a bati-
mento.
Os vales postees s se di* at e dia 17 pagos
de contado.
Para carga, passagens, encommendas e dinh ?i r
a frete : tracte-M com o
ingoste Labille
9 RUA DO COMMERCIO-r
PORTOS DO NORTE
0 vapor Para
Commandante Antonio Ferreira da Silva
' esperado dos portos do sul at
o dia 17 de Janeiro, e seguir
depois da demora indispensavel,
para os porto.do norte at Ma-
nos.
Fara carga, rassagens encommendas e valeres
tracta-se na ag.;ncia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
IJnued Sutes k Brasil S. I t
0 paquete Finanee
tapera-se de > > -News,
at o dia 18 Janeiro o qoal
,oguir japois da djmora ne-
ri- pnra
LBILVE&
BaJhla, uio de laaelro e Santo
fara carga, passagens, e encommendas tracta-
O vajjor Advance
E' esperado dos portos de sul
at o dia 19 de Janeiro depois
- a demora necessara seguir
I para
tiaruaho, Para. Barbados, a
Thouiaz e Xcw-l'ork
Para carga, pn*sagens,o.c iu nndaa idiober
* frete, tracta-ee com .)
AGKTE8
Henry ftrsW & C.
: 8 RU/\ DO COMMRCIO N. 8
1 anda*
(a;(.IBS kel>in
i n.npanhla Fraoeeia de la;
pao a Vapor
Linha qninsena) entre o H-^vre, Lis
boa. Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro c
Santos
0 TUTll ftlWIO
Commandante Brant
Espera-se da Europa no dia
18 de Janeiro seguindo de-
pois da demora necessaris
para
Baha, Eio de J^Dero e Santos
R.ga aoaos Irs. importadores da carga pelo*
vapores desta liohs, qaeiram apresentar se dentro
Je 6 das a contir da,da descarga das alvarenifae
qualqaer reelam^cao concernate a volomes, que
porventara tenhim seguido para os portos do sal,
afim de se pid.-reui dar. a tempo as providencias
necessarias.
Ezpiradc o referido praso a companhia oto se
responsab'libi por extravies.
P.ra car^a. passagens, encommendas e dinbei-
ro a (rite trata- le com o
AGENTE
Augusto Labille
9-RA DO COMMRCIO -9
Teica-feira, 17, deve ter lugar o leilSo de ge
eros de estiva, calcados, fasenda* e movis de
escriptorjo, existentes no armasem da rua Mar-
ques de Olinda n. 52.
Terca-feira 17, deve ter lngar o leilo de cal-
cados e faaendas averiadas, bem c:mo genera de
estiva, carteiras cofre e ubjectos de escriptorio
existentes no armasem da rua do Marques de Olio
da n. 52.
Leilo de urna mobilia de Jacaranda com tam-
po de pedra, servindo de base a offcrta de 135-3.
(Grande pechinchn). Hoje ao meio dia agente
Pinto Marques de Olinda n. 52 por occaaiao do
leilo de batatas, ceblas e vinbos.
De bons movis, piano, espelho, qnadroa,
porcelana!, vidros, pandieiros de crystal
para gsz carbnico, irens de cosiuba n
bons passaros.
tuai-ta felra, 18 do corrente
A's 10 1/2 hora
No Io andar do sobrado sita rua Barao
Ha Victoria n. 59
Con stand-) :
Sala de vlalta
Urna mobilia de Jacaranda com 12 cadeiras de
guarnicao, ditas de bataneo, 2 ditas de braco,
1 sof, 2 contlos com pedra e 1 jirdimira, 1 pia-
no quasi novo de Pleve!, 2 ricos qnadroa a oleo, 1
espelho.ov I, 1 lustr- de crystal, 4 caeticaes e
mangas, 4 tsgers, 10 jarros fiooi, 2 escarradei-
ra* de porcelana, 1 tapete para sof, 6 tapetes
para porta, 1 capacho, 3 laucas e cortinados.
tatioete
Um toillet f ntalhado com pedra, 1 lavateno de
mogno com pedra e esprlho. 1 guarnicao de por-
celana fina p-ira lavatorio, 1 importiote guarda-
vestido de rais de amarello, 1 secretaria, 2 escar-
radeiras, 12 cadeiras de amarello, 2 |rr s e 1
esndieiro.
AlCOTa
Urna cama francesa do Jacaranda, 1 toillot de
Jacaranda, 1 meza para cabeceira de cima, 1 ex-
cellent; guarda-vestido, 1 tapete a 1 cabide de
coiumnas.
t" Urna cama fraoceza de po-carga, 1 lavatorio
de amarello. 1 lote de esteira para forro, 12 ca-
deiras, 1 sof du junco, 2 jarros e I eandieiro.
3o qaarto
Urna commoda, 1 santuario, 2 jarros, 2 cadeiras
de bracos e 2 banquiubas.
Sala Ue Jamar
Urna mesa elstica de 7 taboas, 1 guirda l-.uca
de amarello envidracado, 3 aparadoras, 12 ca-
deiras, 1 sof, 2 cadeira* de balanco, 2 cadei
ras de bracos, 1 relogio, 1 apparelho fino de
porcelana para jantar, 1 dito de porcelana para
almocc, copos, garrafas,- corapoteiras, porta-qeijo,
lindos quadros a tleegmphia, faccas, garfos, co
Iheres, 1 serteteira americana, 1 eandieiro de 2
bieoa para gas.
Pasmare a
Corrupics do Cear, cinarios do Imperio e sa-
bias.
Coalaba
Mezas, trens de cosinba. jarras e muiros qntres
orjectos do casa de familia.
O agente Qusmo, autorisado por um amigo que
retira-se com a S Exma. familia para lora da ci -
d-ide, far Iro da movis cima de9criptcs.
Compra-te asna casa t.rrea ajae
menos cin-o quirtos, quintal graada,
a a que tiver portlo ao lado, aas raas osada
sar bond oa via frrea, ou nerto deeta* a ar'ac
na rua Duque de Caxias u. a4, eaertatario. '
Precisa-o de urna ama para
casa de familia oo arrabaida Par.
tratar na rua ,daa Tiiocbeiras n. 17.
Precisa te de ama essa pasa eosstaWe eat-
abosr ; no pateo da Santa Croa a. 14.
Vndate nma parte de engeaao -Heae ai -
nba, no ralcr de 2:001^ asaist rwo tatra sarta
do engenho 8 Joo, cm G.-me I larra.; ftesa ave-
tender dirija se roa veifia de Saata Bisa a 64
0 mpra-se urna vae.-a qae saja -aant.. asa
leiteira, com a cria nova ; a tratar aw ra ala Bas-
xa Verde n. 18, cu na t. ver na do Bsafa, a Ca-
xang
P boa conducta : na rua da Matris da 8a
numero 3.
Nos abaixo assiguadoa, estabekeciecs)
cidade, pelo preseu'c declaram- s qaa V fes.
diante fiea sem effetto hIl'ubi t > ,\ e qaal jaer i_.
curaco nossa, a qaem qaer que aej, traa a ta-
uhamos paseado, e por o. oto *en> varr p.ra toalt
os cffeitos. Pazemos a presr ate declarar ao aas
evitar dnVidas. Recife, 14 de Janeiro de 1308.
_____________________ Moara & Martina.
Na rua da Saudade a. i7, tan isa a! dr aac
c isinheira e de um criado de idade.
AHencao
iomau-ae em mao d um menino
engenho Mangueira un reiogio, o
depesitado no referido engenho a espera isa asa
dono o queira reivindicar dindo as prora* preei-
aa de ser sen verdadeiro dono.
Attengo
Vende-se o depmit- de .tincar airo 4 raa Vi-
da! de Negreir >s n.! '.i, < o motivo Ja veada sst sajra
ao comprador ; a tratar aat i
Vacc
Vende-se orna excellente vaeca raastiaa, pavita
de hoj", sendo a cria femea : a instar a* eayre-
nhoca Henifica rua Real da Torre n. 21.
Leilo
De 1 cofre prova de fogo de Milner, carteiraa
para nma e dna* p ssoas, mesas para faaendas,
repartimentos para escriptorio e muitos outros
movis existente*
No armazem da rna Mrquez de Olinda
n. 52
Agente Pinto
TERgA-FElRA, 17 DO CORRENTE
A' 11 hora
Agente Brito
De guarda-lotices, canu, mesas, appsrador< s
carteiras, 1 santuario, malas, 1 balco, estantes,
fiteiros, cabide, quadro*, louca, copoa, jvro*, can-
dieirs* para kerosene e gas carbnico, e muit. s
ontros bjectos.
Na rna de Pedro Affjubo n. 43
Teresa feira, 17 do corrate
A's 10 1/2 horas
Le'lo
De gneros de estiva
Cootando :
De eaixas com cbolas, batatas, vinbo do Porto,
Bordean*, cbtmnanhe, congotc e louca branca.
TERfA FEIRA, 17 DO CORRENTE
A's 11 hora*
Agente Pinto
Na rua Mrquez de Olinda n. 52
Leilo
De 3 eaixas c m *patos de trinca pira homrns,
seuboras e meirr. s, 2 eaixas cou hri-.a averiados,
chapeos para senhoras, ries e differentes tasen
das.
TERCA FEIRA, 17 DO CORRENTE
A's 11 horas
Agente Pinto
Na rua Mrquez de Olinda n. 52
Segu com todt brevidade para o parto
o hiate len le '; recebe earga : a tra
caes do Lo/o. s BBrd
da Msalr^ieDaaiBj,

Lis( ca 8 Pert
A baica p>rti*^H^
Do..movis, louga, vidros e quadros
sendd
i Urna mstnilia preta c m /cadeiras de guarn
ci, 3 ditas de braco*, 2 dita* de bataneo, 2 con
solos, jYdiMira e of, ,7 paree de jarro*, 2 pare*
de lanteraa, 1- reiogio de parede, 1 eepelb oval,
H quadro*, 3 eandieiro* de gas, 4 pare* ooUb,
\ etager, 4 tignra*, 3 tapete*. 1 cama francesa
c colabio, 2 paro de cortinados, pannos de cro-
chet, 1 cabide de columoa, 2 banquiobas, 6 cadei-
ra* de amarello, 1 mesa grande para jantar, 1 dita
juro, 1 porta tialhas, / lavatorio do ferro, 5
as do ferro, l cabide coberto, 1 armario, I
manga do vidro, camas He looa, louca de jantar,
dita de almcc inpoleiraa, diversos fras
cemj caica ; ihruii o -.Mn
~ ... _. I cor, um trem da costaba e 1 eboviaeo.
com o meatre, cu na mal __ ._____-.
terca felra I f do jorrale
A'a 11 hora*
Aracaly
cima
tratar uoj
Leiio
De 7 cagas terreas na. 20, 22, 24, 26,
28 30 e 32, Bitas I: ha dos Carvalhos
(antiga raa Bell) em solo fareiro.
Quinta feira 19 do corrente
A' 11 hora
* Raa do Imperador n. ''i
O agente Utepple por mandado e assisteneia do
Exm. Sr. Dr. juis de direito da provedoria de
capellas e residuos, a re queriment.) do testamen-
teiro e iovensariane levar a leiio as 7 casas
cima pertencentes a. espolio de i Anna Zorieh
-Ramos.
Os Srs. pretend>'tcs desde j p)dem examinar
as ditas casas e para qualquer informacSo o inee-
mo agente dar.
Dividendo
O Banco Internacional do Brasil paga aas* se-
nbores accionistas para o semestre que cdoa esa
'ai de Dezembro pr. xinio patsado nm dvi tma 4
rasb de 10 por acci] sobre as 0.000 nafci
integrslsadas, d- 200^ esla asta, isapirtiedj a
m-sma em o.0:0 .'0 ; e raso > 2* p-.r arana
sobre a* 50,000 r.m i0 0/0 n 40 c^d aata)
realisado no importe de 100 000J0O0, ara sjsa-
valente ao joro de 10 0|0 ao aaao. Para faads
de reserva transfer a sotaasa de 1K0 00o#. S-
cando assim esta coata c. m nm saldo de 60:0 4
e a levando ao mesmo tempe ao credit. da ensssa
de lucres suspens ,- a quantia da 2* 761990.

X. ?1673
De 1 mobilia de Jacaranda com tampos de pe-
dra, 1 piano, qaa iros para flores, caadieiroa a
g.s, aerpeutinas, eapclhes e tapetes, 1 serafina,
camas francesas, commodas, tapetes, lavatorios,
cabides, cadriras de bal < 115", cunas para meninos,
msrquczoes, berros, mesas redonda*, -cama* de
ferro, 1 mesi elstica, 1 guarda-louca, 1 apara-
dor, cadeiras, louea e vidros, copos, taIheres, eo-
Iheres, apparelbcs para cha e jantar, mesas, ca-
deiras e muitos outros movis de casa de familia.
Quinta feira, 19 lo corrente
A'S 11 HORAS
Agente Pinto
No armazem da fu Mrquez de Olinda
n. 52
Leilo
De bona movis, 1 piano de- Pleye!, espe-
H108 e vros
SENDO:
Urna mobilia de Jacaranda, 1 piano de Plrysl, 1
cadeira para piaco, 1 grande-espelbo para cima de
of, 4 ditos menores pira consolas, 1 rica secre-
taria de Jacaranda, 1 estatus de Venus, 3 jarros
para plantas, 4 porta-jarro* de carvalbo, t almo-
fada para sifa, 1 importante commoda de jac-ran-
da, 1 solida cama franceaa de Jacaranda, 1 toilet
commoda de dito, \ lavatorio de dito com pedra, 1
espelho acbre columuas de Jacaranda, 1 guarda-
vestidos de amarillo, 1 guarda-roupa de dito, 1
grande c-ibidc d columnas para bengala* e cha-
peos, 1 secretaria de isogo) ccm estante, 1 banca
de Jacaranda com nba, 1 ccstoreira, 1 commoda
de amarello, l lavatorio de dito com pedra, 1 ca-
deira secrtta e diversos quadrss.
-Um grande o importante gutrda-louc eovidra-
jado tendo a :reate s-tliente, 1 grande mesa els-
tica de 6 taboas, 3 aparadores pequeos com pu-
dra, 18 cadeiras de junco, 1 Jef, i marquesa, l
marquesa.', 2 grandes armarios, 1 goarda-roupa
pequeo, 1 qusrtinbelro de amarello, 1 estante, 1
banca, 1 grande fiitro, 1 jarijo, 3 camas de ferro
1 moiuho -grande para caf, loulja de porcelana
para jantar, dita para airaos, 3- bulles de metal,
1 salva, 1 trem de cosinba e multo* outros movis
de oso de nma familia.
Quinta feira 19 do corrente
As II hor s
Na osa n. 8t da rua de Sxuta Rita Velba
O agente Martina fsr leilo precedida a compe-
late autorisado de todoa o* uigveis e mei* olec-
tee eaistente* na casa n. 89 d roa de Santa Rita
Velba a que *efo vendido* sea reserva de preco.
Perd ante-bsntem esse biib-te iteiro da I
ra n. S67 da corte, rxtrabida eas 9 dj eors
Ao Illm. Sr. tenente-corenel Xaooet Martias Fia-
xa, em eujo estabelecimeato cooiprei dte 1 iial*>,
peco que nao pague qaalquer prtaw'o eee
caiba secSo ao abaixo assignado. I dentina ]
&CQ aos mais senbores desta cidade qae 1
tam premios de lotera*. Recife, 16 d* Ja
de 1888.
___________________A. O. da QaasasV LeW.
2:000S000
Um moco com algomaa babilitacest cesta
ciaes, deseja encontrar urna eaaa de negocio
precise de um socio, e qae esta offereea ai
resultado ; lambcm se asaoeia a qaalquer peaaam
que disponba de igual quantia, para abrir isa asa
estabelecimento que de cosaaua accordo ii-sslia
rom, devendo a dita petaos dar c lasenaan tQ A
30a conducta : qoem estiver uestes csea dirija
carta pelo correio ao escriptorio deste Diario eaaa
as iniciaes PLM, c m todas os esclareca antas,
para ser procurado
49 commercio
Gomes & C. declaram qaa nada drete a postea
alguma at esta data ; ae atgueat re julgar 1
det meamos, aprsente sea* contas parai
Recite, 10 de Janeiro de 1888J
loo Deaseirlo reraai
Vlaaata
D. Marianba Gertrudis Vianda, cea* asnee,
genros e ora, profundamente aaraVeeat a teda*
as pessoas qae se dignara aeompanbar os reatre
mortaea de seo sempre cboiado filbo. irsao eea-
ohado, Joo Demetrio Pernandea Vaaaae asa
ultima morada ; e de 11070 oa convidan para aa-
sistirem a mise que se ha de celebrar aa matris
da Boa-Vista, s 7 1(2 horas do da 18 do e>
te, stimo do seo pasiamento
f
Leilo
DoB afamados caaarios da AUemaaba
Ao correr do wrtello
exia felra, SO So corrate
Rua do Imperador n. 22
A' 1 HOR KDB
O agente SteppU e. pasaatemente autorisado
saata asia crea d. 50 car.arir-
0. HeraelittSa Se Canalla
ara
As filbas, genros e netos da fallecida D. B.v
meliada de Carvalho Moara, envida** a tolo* ae
prente* e amigo* para assistirem a aata a1**,
na Concei?o do* Militares, s 8 horas da aaaaai,
na qnarta feira 18 do corrente, 1* anairefeirio
de sen falleciraento ; pelo qaa desde ji ta eoafsa
san erad!ido*.__________________________-
t
Padre
Trajano Batea aa
ciencia
Ouitavo L. Furtedo de Mendcnc e
Antonie Teixeira Pei -
ana mulh 1
de Si Pereira, Dr J^^^^^H
e una mu ihe r (su
ra Gnimares, 'Vb^b^b^B^* Pertira
Iher (ausentes), a idam es
seu finada eunhadtf e irmio pedre
vio da Prc aastatireat
per alma d i msndsm
^K 7.* dia da
Sa rraanV
- HEElVEl


3tfB
gao | i o mais
i a ao miii j> e outros
. 3c sao de Unta
rj.
P^B* e agua; a*
E*.,
tasa-s ~ de urna
itacGziiiheira,na
Ba da Soledade n. 82.
T
bPlTO
^^^^Bphvcs,
I
XAROPE
ElPOPHOSPfflTO DE L
Bmi ritmos com Unte < x.io p< curw a
pbthJslca e as molestias fibercalf*va,
Toodei** nicamente em frascos quivl\~t-\
{do* oca nome do dontor Cacacgiu. uot/e
Sob tefluencia do* HrpnpNaaphrto* a
Ltosse fcas toroio? vir, os suores i ucturnos cessio,
J o dona titgoza de um bem estar desusado.
"1 rQi*p*osrni--
.%br*:a da pfti
de
H,
o* qm. lecAn a ma7CT
trinar;* SWaXX,
Pai-ir, o o* uni
rtcf nheciina e recor/imendadcs pato
CK7JRCECILL aaio da ctescooerta
Uii proprtediides curaliu&i-
franco* por basco a hnatcvi.
!<- ai prW*! Paarmsstss.
I Pieoo: *J
trata* a* Baeite -asiFraca Bocha
'rrcisa-re de um cralo ; t a ra de Psysaodu
ii. 1, Paeagem *s H Sement de carrapato
Compra ge a mente de carapato ; na roa do
iJospicio n. 79.
Atlenco
Cofres prova de fogo
O Carla* Siaden, roa Batao da Victoria n.
4% loja de alfaiate, recebeu de conaignaco e
vende sem competencia.
Aliento
Cha pr< to
O Carlos Sinden receben nova
a remese* e vende
por menos de qoe outro quaiqi t ; na loja de al-
i tiate roa Bario da Victoria n. 48.

Aviso
O 8r. T. liirocheton nnico representaote da cata
Mariolle-PirgTiet, no Brasil, tcodo-ae retirado
i amigavelmecte da Usina Pinto eio Ribeirao, vem
cfferecer eaoi servicos aos trs. de eogeohos.
O Sr. T. 1 rocheton encarrega-se de forneeer o
materia) de minas completas, constroindo os edi-
ficios com yigament 8 de ferro ou de madeiras da
'trra, ou eoni transfor macoe*, aomente dos edifi-
cios eniteuti'i aos precos os miis raaoaveis, com
garanta de undimento de 9 1)2 a 10 [, com cal-
dos de 10* Fi.um para cima.
Seu systera de fabrico ci esta compro vado
com o fanec cnameuto d 15 minas no Brasil, e
sen privilegi) obtido para por os apparelboa da
casa Mariolle, bem como seu trabalho vantajoso e
econmica
O Sr. Brecheton encarrega-se igualmente de
collocar refirsriHS proprias para o pais, do que
tem grande juatica.
Declara mais o Sr. Broebeton que seus preces
ao sem com >'?teBcH, muito mdicos, comparati-
vamente as ((tiadades desees apparelho*, aperC-i
caados e as tuperioridsdea enunciadas.
Para infonoic'* Uiina Pinto 6w Kibeiraj e no
botal da ponte de Ucha.

s>\*
Criado
Precisa-ie de um criado que d fiador de ana
condeca, par* casa de familia, paga-se bem : a
tratar na ra de 8. Jorge n. 127.
Borracha para limas
de prim6ira qaalidade. vrndem Lopes, Mgalbaes
ck G Succeasores de Jujto Teixeira & C-, assim
como t. m sempre um completo sortimento de
obras de vime, de aperfeic>ado gasto, e qoe vto-
dem por precos iem competencia ; na ra da Pe-
nba a. 8.
As aulas
rente
e easa, e qaa anal iu couducta : a
litio defronte da esta ci dos Affl ctos.
ollegio Amerraao
libren-se segunda-feira, 16 do cor-
1 A directora,
Mara C. Bandeira de Magalhaes.
AO
'Face sciente que a fabrica de eleos vegetaes,
sita ra ds Auiora n. 161, que gyra sob a fir-
ma de GuimarSes & Amorim Successores de Mar-
tina & Bastes, ten erigido seu deposito i rus Vi-
dal de Negreiros, antigo pateo do Terc n 66,
taverna, numero do teJepbsae 215. Com toda, a
oromptido ser duspachado qualqaer pedido feito
par. e dito deposito. Kecife, 14 de Janeiro de
1888.
Jos Gomes de Amrrim.
m
Cosinheira
Precisa-se de ama cosinbeira, rendo hoa con-
ducta, para easa de familia : dirija-te ruado
Commercio n. 5, 1' andar, esenptorio da frente,
das 9 boras da manbi as 4 da tarte.
Segando andar
Aluga-sa o 2- andar da casa i roa Primelro de
Marco n. 11, antiga do Crespo ; a tratar na loja.
AMA
Precisa-se de orna muiher idosa para o servico
de urna familia peunsjsis ; a tratar na roa Direita
1- asMlsr.
Duas amas

la roa de 8. GoocIo n. 90, precisa-se de duas
as para o servico de ama casa de duas pessoas,
prefermdo mu e fiha.
Ama e fcitor
Precisa-se cestes dous empreados, em Agua
l*ria\ de B-ber be ; a tratar na rna de Pedre Af-
fsaso a. 58, actiga da Praia.
Soccorro a vclha
A moradora do becco do Bernardo n. 51, anda
se fas lembrar is almas caridosas, que nio se s-
quecsm da proteccio que sempre I be dispensa-
30S000
f De erstificti^o a qoem acbou e quiser entregar
na ra das Tnachviras n. 3, ama peca de pulo ira
de ooro com algans brilhantes, perdida na noite
de \ do corr'ute no Tbeatra Santa Isabel at a
roa Bario da Victora vind palo Liceo de Artes
e ra de Santo Amaro.
SABOIETES MEOICfilCHTOSOS
a GRIMaULT E C*
SABONETE SULFUROSO .ontr. as bor-
auituu, as mancha* e as divertaa *rup-
ce qao se manifesto na pella.
SABOIETE SULFURO-ALCALINO e*>a-
nudo sabonete de Helmerick, contra a
tama, a tinha, malhat etcamotat e a
plyritu* do couro cabelludo.
SABONETE de ALCATRO oa NORUEGA
empregado nos meamos casos que o pre-
cedente.
SABONETE BE ACIDO PHENICOpre-
senratiro e aotiepiaciiuco.
SMONETE oe ALCATRO con BRAX
contra as affece^s rnlajieas, chronicasou
ligeiras, croatas de leite, dar tras, eczsir.a.
Deposito em PARS, 8. rna Wrieone.

i'
ABk Mixta Particular
Francisca llartiniana Luna Carneiro, alnmna-
mesire titulada pela Escola Narmal aa Propaga-
dora, anea ai* pais de saailia qoe sua aula se
achara aborte no da 16 do Janeiro crreme i rna
de 8. Goncalc a. 22, onda aleta das materias que
conatituem o entino primario bnveri ama seceo
de trabalhus de agulbas.
m-ttHe-f- 14 le Unin de tjgrl.____________
Papel pintado, ioglez
Pata forrar natas e estabelecimentos, desenbos
lindes e preces baratos ; rendes na fabrica Glo-
bo, i ras lar ji do R serio n. 28.
Caixeii-o
Hotel Lnso-Brasileiro
E
Cocaelra ala J V. Comea, em
Oaaaelielra
Noate estabelecimento rncontrario os senhores
psessgeiros eieelleotes oommodos, bom tratamen-
to o sinceridad no trato-; assim come nuil gran-
de cocheira para trato de cavallos, e tambem bous
cavallos do alugael; todo por precos mdicos.
Diligencia
Parte de Oloda toOos os sabbados s 5 hora,
da tarde at Itabayana, e volta as tercas-feiras t
vendo-se paasagem para Iguarass, Gojranna:
Itamb e Itabayana, oa loja das Srs. Agostin^o
Santos te C, i na Pnmeiro de Maryo n. 1.
raslnkeira
Precisa-se de ama boa cosinbeira, para casa de
pequea familia : na ra do Paysand n. 19,
Passagem da Magdalena.
Piecisa-te de um caixeiro, grande
B bastante prattea de molados ;
roa da Floren on n. 2.
oa pequeo,
traU-se as

Criado
Ha roa da Hi,nti Croa n. 10, prociea-se lo mb
criado para compras e sefvico domestico, sendo
asa trica 4 cofflatereo
Ob absij.o istigcados avisam ao respeitarel pu-
blicc e so rp> do commercio, que em 3 do csr-
rente mes dit|.Wer m amigavnlmeatea sjciedade
qme tipban m>c lavernas sitss i ros Tbome de
Soora n i e ra d Vigjirjo 7'benorio 33, qoe
gTravsm neata pr.ca sob afirm de Antonio Gu-
ates da Sijsa J jniur C, lea.ido enesrregado do
etit j o socio Pl^rindo Jos* Beptiata,
e o socio Autor o G >mes da Silva Jnior p
fltteito de e i i -e, 15 de
Jaaeiro de 18
i Jnior
HBiIq
___I.aaetsSslrnekaUeat.dow-
(ai(U4ck>dobaco
oatraeeBM mcrifi, *ooenfm alculcaai da l-ita.
HOailAL. lOmfl'iiiilii 'iadti>ni*MinKnf
dai a.asMaacs, difadio dificil, ic^ppeisoc,
(tstnlfiat dyiptpiu.
C*LE3TIllB.-Aaj1.s<5idoirii,fl,ri|arU,
ccacmSt%u oarpas. ^.u. d beta, .^anisara.
HAOTER1TE.Af 90 das nos. da twiia^arslu
InSU; fagasrtam,nola. f abMM.altMUMaria.
ESU aa ftt'' acisu nuauiSaa. rtio-aa m oaas a-
atiOnaalCK-T a i.ajullV. ,n>ls
. auW* .! atOLCULIM. V raa 4* Craa.
Precisa-se de uoa cosinheira oa cosinhriro que
abone sua conducta, para easa de familia, e que
darma em casa do patraj ; a-tratar cefronte da
ettacio dos Aflictos, sitio.
Fabrico de assucar
N. H. Stuart, representante dos Srs. Duncan
Stewart & C, de Glasgow, sonancia aos seobores
de eogeobo e outros interessados que est prompto
a contraetar o lev-ntamcnto de usioas completas
de qualquer tsmuobo, e tambem tornece machi-
Ditmos para oa enfreuhos existentes, etc. etc.
Todo sera do mi is moderno e sperfeicoado.
As tnoeodas ter,i i a press2o hydraulica patente
de Stewart, que augmenta a expressio coosidera-
velmeote.
As coldeiras sirio de tystema econmicoe as
tornalbas feitss para queimar bagaco verde.
Orcamentos e milis iniormaco--s em casa de
Browns & C.
Raa do Con m-ruio n. 5, 1* andar
Eseola mixta particular
Hu V.'IIi* si. 8
Laura A. Saraiv i Galvio, tituiada pela Escola
Normal, a cargo da sociedade PropHgadera da
Instraecao Publict, svisa aos pais de seas alam-
uob e aquellas pesioas que lbe tjuierem confinr
a instrui-cio do wex filbos, que no dia IB do cr-
rente reabre sua dita escola, onde alia das ma-
terias que constituem prepriamente o enrno pri-
mario, ensins tambem is meninas trabalboa de
agulba.
Oleo Florea
* 0 melhor para o cabello
_____Oleo Floteas
Semeiiie de carrapato
Corrpra-se genientes de carrapato na fa-
brica de leos Vgetaes, rna da Aurora
n. 161.
Maduro
S1SM BIVAL
O sorprendente vinho Madoro, paro, sem mis-
tara algama, proprio para mesa, acaba de chegar
nova i nriu.
Sem querermos depreciar asqualidades puras Jos
vinhos diariamente a nnunciados, podemos garantir
aos nossos fregueses e ao publico em geral, qoe o
vinho Maduro de toasa eapecialidade q nico
capas de urna boa nutricio, conservando todos os
requisitos da bygene, como um dos principaes a
fazer urna digestio fcil, alimentando os glbulos
sanguneos, principaes motores da saude da huma-
nidade.
Em OBBAS DE VIME ninguem compete com-
nitisco : temos
Berro Condera Costureira
, Fiiquelro
Pspeleiros e balaios para roupa suja, assim
como cestas para compras, de todos os tamanhas
Em TAMANCOS DO PoBTO
tambem ninguem coiap -te : Para hemens sio so-
berbos, mas para sei boras sio sorprendentes.
EMENTES NOVAS
de hortalizas e fl .res, temos sempre em todos
os vapores, a escolbs mais rigorosa que desejar se
posea
na Estrella do Rosario n
Junio igrrJa
O
O Vfg-or
do
Cabello
do
Dr. Ayer.
Preparado Sob
Bases Scientiflcas
B Physiologioas.
Toucador.
0 Vigor do Cabello
Do Dr. Ayer.
Derolve. eotn o brilho e frescura da juventude. ao
cabello ^rUalhn ou brancro urna rica ftr nata*
ral, caatanho on pret*>, como e deseja. Pelo sea
uso, ao caoco claro ou rOzo pode dar-se uua cor
escura, e grossura ao cabello Uno, cmquanto que
frequentomentecuraacalvicie, porein ncia sempre.
Impede a queda do cabello, estimulan.lo o dbil o
enfermo a. crescer vigorosamente. Kcprime o pro-
sVeaeo ecura a tinha.e caspa, curando quasl todas as
doenoas peculiares do pcrlcraiieo. Gomo Cosmti-
co para Afnrnosear o cabello da** Senhoraa o
Vijor nao tem rival; nao contem ozeitc ou tinta al-
puma, lorna o cabello suave, brilbnnte e sedoso na
apparencia, e rommunica-U.e um perfujae delicado, .
agruTivel e penuanei.te.
PKSFARaDO pelo
DR. J. O. AYER k CA.,
Lowell, Mass., K. U. A.
A' venda naa principaes pbanuaciaa 0 erogarlas
Aluga-se barato,
Rna Viaconde de Itapnrica n. 43, armasem.
Ra do Bom Jess n. 47, 2 aodar.
(ratfc-se na ra do Commereio a. 5, 1* andar
es Tiptorio de Silva Ouimarae &C.
xVluga-se
ou vene-se a casa sita em Crns de Almas (Par
nameirioi) n. 10, confronte a casa do fallecido Dr.
Leal, acha se limpa e tem commodos para grande
familia : a tratar na rfia do Apollo n. 30, pnmei
ro andar.
Alaga-se
doas boas casas com commodos suficientes para
familias, com seu 1 e caz, i ra da Conquista n.
21 e Caminho Novo d 58; a tratar no Caminho
Novo n. 91, padaria, ou roa Marques de Ohn Ja
numero 60
Alug;a-se
o predio da prnca Conde d'Eu n. 46, com commo-
dos para familia ; a tratar na ra da Aurora nu-
mero 85.
itflda
Metade da casa n.
tratar na mesma.
Aluga-se
15 i ra de Santa Rita, a
lii!ra-se
as seguintes casas: a da rna do Lima n. 30,
gr.nda casa com agua, gat' appartlho ; a iu ra
daFundicio n 10; eo.8* andar do sobrado
ra do Imperador n. 26 ; a tratar na lytographia
de J. E. Pu cell, ra Marques de Olinda n. 8.
de l"u
lo atajasen
IOS eara 1
Osa-
eemprav
SBSfl
100 e n isa
largos imitacile de
Precisa-se de urna boa cosinbeira ; no a
da ra Velba n. 28.
Ao commercio
Urna pessoa bastante pratica em escrptureco
mercantil por partida simples cu- dobrada, offe-
rece aos Srs. commerciantes desta praca e fra
della, os seus servicos por mdico ajuste, podendo
ser procurado rna de Santa Rita Nova n. 49.
Aluga-se
por lOtfOOO a loja. do sobrado do
pllo o. 2, propria prfra cfficina ;
larga do Rosario n. 14.
becco do Cam-
a tratar na ra
Alug'si-se
o 3 andar da ra estreita do Rosario n. 32, com
muitos commodos e milito fresco ; a tratar na ra
da Imperatris n. 15, 1 andar.
Ama
Precisa-se de urna ama para c sinhar e lavar,
para pequea familia ; a tratar na ra da Sole-
dade n. 68.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinbar, para casa
de tres pessoas ; nar.a Mrquez de Oloda n.
41, drognria.
,
Pofas Heniles J G.
Aviso
As snlas no collegio de Santa Lnsia acbam-se
fanecicnando desde c dia 9 do trrente. A direc-
tora contina a empi.gar toda eselo e apphcacao
no ejercicio de sea magisterio. Recebe pensio-
nistas, meio pensionistas e xternas.
Compras por atacado
CHEGARAM O CELEBRES
CAN4RI08
d llhnianha
DE'
CARLOS BKANDMULLEB
DO ]
HARZ
DEPOSITO
Rna do Imperador n 2, arma* m de movis
O Peltor al de Cambar
tem precos especiaes para a lueiles que compra-
rem grandes porcoes. Distribo. m-se imoreseoe a
qui m os pedir, oonteado as condicoes de vendas :
na ra do Marques tle Olinda .< 8 drogara dos
aicos agentes e depositarios geraes
Francisco M. da bilva & C
Ama
Boa casa
Alaga-se a dama Imperial n. 159, com todos
os commodos e bem prrparada, asol'jo na frente,
ladrilha de mosaico, lustre e randellas, estacada,
quintal morado e dependencias ; a tratar no 1*
andar a ra larga do Rosario n. 22.
Aos sapateiros
Chegou nova remessa de i>m>s, cera e escalas I
aos negociantes Tamaneos a o2 e 34/ o cento ; |'
a imitacio do Porto 7Uj o cento : s na rna do
Livracaento n. 19.
a cor a 240 rata.
Novidade.'
Nansqcde liadas cores tgr*", a 240 280
ris.
Marinos eofestdospreto e de todas as cores
a800r(is.
Setins d Mac'opreto e de todas aa ccres a
900 a lOOO.
Sedas pr. tas bordadas a velludo, desenhoii si-
dos a 4/000.
Novidades!!
VENDAS
.Vende-se ama armaco para taverua, com
suas pertencas, na estrada de Luis do Reg ; a
tratar aa refinacao da ra do Lima, em Santo
Amaro.
Engenho
Vende-se o eogeobo 8. Gregorio, dis'ante urna
legoa da estaco de Gamelleira, com ferragem e
vapor noves, boas matas, e proporcSo para aafre-
jar 2,500 paos annoaet. Est arrendado por....
2:0004 por anno ; a tratar em casa de Tavares
de Mello, Oenro & C, no Corpo Santo n. 15, pri-
meiro andar.
Precisa se de ama ama para cosinbar
na roa Duque de Caxias u. 85, loja.
a tratar
Ama
Preeisa-se de urna ama para cosinbar. e oatra
para engommar : a tratar na roa do Progresso
numero 7.
Ama
Precisase de ama ama para comprar e
coziohar em casa de familia : na ra Du-
que de Caxias n. 14 se dir.
Ama
Na roa do Cotovello n. 46, preeisa-se de ama
ama para todo servico de casa de familia.
Ama

SEMOLUfA
De Broas C, de Glasgow.
Esto artigo, preparado por um novo procesao
de trigo d melbor qialidade, possne os elemen-
tos necessaros par uatricao.de enancas e doen-
tea, mnito se recommenda por ser de fcil di-
Satio e guste uiuito agrai*vel ; tambem pode-ae
lar orna escec I lente papa, misturado em pan.
igoaes com a tnaisena dos meamos fabricantes,
addicioaando-se-lh' nigua leite. nicos agente
nesta praca, Sanndeisttrothcr C, roa do Cm
ercio n. 8, escriptorw do Blackburn Needham &
m

DAY&MARTIH
GrtAIXA bmuite LIQUIDA
RAXAa-ft|TUHCTUOSA
ai/- t Im/murn,
arfa** axsisswi.
a tt.wiF.Tnu
HT'>>airaallitS8
SemenlcCs de carrapalo
Compra se em grandes e pequeas quantidades;
na drogara de Francisco M.'aa Silva 4'C. & ra
o arques de Olinda a. 33.
Emprcza geral dciMa-
dan^a
Alugsm-se carros de mola, proprios para trans-
p rte de ai,veis, marmdr*t, eai eib e mais oro
meojps de casas de Kmilia, botis e esub"
os JHlblic >s, para tda e qu Iquei parda, da,
eus suburbios e arrabaUqea, por p
; a talar na roa do Padre Njbr'ga,
oaftTna do Aieeiim, n. ii
CosinheipQ
Precisa-ge de ama que cosinke b-m, para casal
de pequea fimilia, que durm ej casa : na tu
do Conde da Boa-Via a n. 24- P. .
Precisa- se de urna ama para cosinbar ; no pateo
de Paraso n. 16, taverna.
Vende-se nm conu ae uxo : a tratar na co-
cheira do Deodato roa da Imperatris n. 45.
Livramento & C.
veodern cimento port'aod, marca Robins,
aalidade ; no caes do Apollo n. 45.
del-
Ama
Precisa-se de ama ama que seja boa cosinbeira
e seja matriculada ; o raa de Riachoello n. 57,
porto de trro.
Ama
_ Precisa-se de ama ama que lave, eogomme, eo-
sinhe e Umbem que fc compras, para casa de
urna s pessoa ; na raa larga do Rosario n. 21, 1
andar.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosiahar e entra
para cuidar de umi erianca ; na ra Duque de
Caxias n. 54, 3- andar, oa na luja.
Ana
Pncisa-se de orna ama para servicos de casa
de pouca familia ; na ra'da Palma o. 12.
Vinhos da tiarrsfeira
Finos
Caro vellos.
Madeira.
Moscatel.
Uva Bastarda e de Passas.
PARA MESA
Genuino do Lavradio a 500 rs. a garrafa.
Na mercearia de Manoel Correia & C.
Praca do Conde d'Ra n IS
Dece secco de caj
Tem para vender em latas
Jetas n. 35, armasem.
na roa do Bom
Ama
Precisa-se de ama ama que saiba eoWnbar, para
easa d6 familia ; a tratar no largo do' Mercado
numero 12.
Ama
Precisa-se de ama ama ; na raa do Imperador
n. 55, 2' andar.
Precisa se de ama -ma que eos i b Le e engomme
para duas p. ssoas am Ii bos, < que durma em cusa,
rua d Conquista o. 9, "U ru dj Amorim n.
para lavar e engommar
Boyal Blend marca VI.4DI)
Este ezcellente Wbisky Escocez pre-
fenvel ao cognac ou Agurdente de canoa,
para fortificar o orpo-
Vende-ae a retalho nos melhores arma-
zens de molhadoa
Pede Heyai Blcnd marca Vlade
cujo nome e emblema sSo registrados para
todo Brazil.
BRQWN-S d C, agentes.
Boa easa
Vende-se a melhor casa qoe ha em Marayal,
r-pria para negocio e morada, na roa da Paa n.
9 ; tratar aa raa eatreita do Rosaiio o. 9, jun
to a igreja.______
Atteiifo
Vende-se una aimcao euvidiacada para qaem
qnis r principiar quilqoer neg ci, pot barato
preco ; aa roa es'reit-. do R sano n. 23.
Vende-se
^togommax
BiKidar."
por preco rntonvel, nu >ngenhj Gxiabeira, seis
ar> cem todos'os seu* p>-rttiices, 100 to mas galvani-
sadas na pestfeito esta Jo. e dous carros ; a tratar
aa raa nova''dj) Santa R ta n. 49. 2ooj Avila cS
Irmioj,
Atteiicu
Vende-se a cas;
tender dinja-se a^^^H
^wm pre-
Y
Capss, manielele, ilsltas,
scoade surha, rea com coctae, de caubemira
com contas de todos rs prtcos*
reinnrbas
Renda bespanholscor de creme a 3000.
Biqos braceos largas o que ha de mais liado
para enfeites de vestidos a 14800, 2*000 e 2.J500
a peca.
Bicos de cores e pre'os de seda, ultima novi-
dade a 34, 44, 54 e 74000 a peca enm 10 metras.
Bahasde melh< Ocntaelapidadas psra enfeite de vestidos pre-
tos e de cores a 500 e 800 reta o ssaeo.
Laasde pellica e de cores a 24 e 24500--
Espartiibo-para senhora e meninas, todo
prfeo.
Encbovsespara baptisadoa a 104000 e ^SOOQ
completes.
Madapoln americanoa 54 e 64 a p*ea.
Al^odosinhocom 20 jardas a 2*800, 345 e
44000.
Bsamantecom 4 larguras a SCO rs. e supe-
rior a 14400.
Chilas finas-percalas claras e escaras a 240
res.
Linhoslisos e de quadrinbos, fazenda rruito
argaa 200 ris.
Mais barato
Cortes de vestidos, bordados braucos a 54000,
de (r a 64500 eom 9 metros.
Leqaes transparentesa 14000.
Babades e entremeiosnovo sortimento de 300
ris at 44500.
Lencos braceos finos-a 14200,14600 e 24000
a duzia.
Meias cruaspaia senboras a 64000 a dar.ia.
Fichasde todas as qualidades a 14 e 24(00.
Meias de cores e brancaspara men na* a 320
50) ris.
Redespara meninas a 34500 e grandes a 64.
Bim psrde lis-para roupa a 320 ri#.
E muitaa fasendas que vendemos por todo prego
na loja de
Jos Angnsto Das.
Venda de sitio
Vende-se oa permata se por predio nesta ciclada
um bon sitio co ba casa, muitas frncteiras,
ezcellente banbo do rio, boa agua de cacimba,
exteosao de terreno para baiza de capim, indo
murado na frente, com porto e gradeamento, sosa
caminbo de ferro e estaco jante ao dito sitio, no
Porto da Madeira, conhecido pelo sitio de Jlo
Selleiro, junto ao Dr Ernesto de Aquino Foiise-
ca ; qoem pretender dirija-se prca da li.de-
40, des 11 boras a 4 da tarde.
FpLorida
Reeebeu grande sortimento de palceiraa -
americanas de 40000, 5000,6t)000, 7$C00
8^000 e lOtfOOO, o par.
dem para menina, a 4$000, o par.
Bicos brancos e de cores de 2, 3 u 4
dedos de largura, a 2^000, 2t?500, 3000,
30500 e 45000, 8 p-oa.
dem cor de ceme, a StJOOO.
Porta-erabrulhos americanos.
Invisive8 doarados e prateados.
Lindos leques transparentes de 20000,
30000, 40000, 50000, e 60000.
Lindas (uvas da seda de todas as cores
de 20000, 205CO e 30000, o par.
Luvas de pellica, a 20500, o par.
Encfaovaes para baptisado, de 80OCO,
100000 e 120000 at 160000.
Oapeilss e veos par* noiva.
Suspensorios americanos, a 20500.
Oleo Florea.
Lindas pastas, a 500 rs. 10060 e 20000,
urna.
Lindos broches, a 20000 e 30000, ora.
Linba de machina n. 50, a 800 rs., a
dnzia.
Lindos pannos de crochet para cadeira.
Caetas americanas que escrevem sm
ser preciso molhar-se a peos, systema
a S. T, Y. L. O. Q. R. A. H. I. C. par*
viajantes.
Bico do fil branoo, a 20500 e 30000,
peca.
Lindos bicos de cores, gosto moderno, a
30000 e 40000, a peca.
Lindos bicos de cores com 3 e 4 dedos
de largura, 40000, a pega.
dem de Iinbo de core, a 20000, 20500,
8 30000, a peca.
Bi-os grip para correr babados, a 10000
e 10500, a pega.
Luvas d seda para meninas, a 20000;
diversas cores.
dem para senbors, a 20000 e 20500, o
par.
dem com palmas da missangas e do
seda, *a 20500, 30000 e 305< 0, o par.
GalSes e bicos e vidrilhps, gosto m>
derno. *^^H
Lindas rosas de vidrho preto para ea-l
teitar cu sacos e capas.
Collarinhos e piuihw* da borracha pro-
prios para baile, por seren inquebraveia.
tontas lapidadas para enfeitar eatidoj,
granad, broozeadfcs, prateadaa e douradai.
Mascaras da maesa, seda e cera.
Collarinhos e peos de seda para es-
nhora trezeodo urnagravatinha tambem te
seda.
Fivellas da molla, americanas para cale*
e colete.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 103.
Conileliriapernaiflbu-
can,
Vende-se os aaim^e^ ia, devendo
os senhures pretei. tarem suas pro-
p >staa em carta f ra do Imperador o.
83, 1 andar, at o da 9 do corrate,, is 4 horss
dn tarde. Os aoimaes aeham se nos eocbs
Prdo PernamtMCHno para serem ristes S^^HI
nudos palos sei borea pretendeote, onde r
rao as iuiormxcoes ue n> cessitarem.
Fbbia di Para
Veade-ae na roa da Peaba n. 25.
4

orna par
'ga*i|^H

'c-se
easa de molbxdos na primelra loealidade des-
idde, bem afregu para a praea, mbar*oada
qoer i -rendo Publ
tendo pon tratar na masosa. *.


L
i^^H^

1?
otos,
dos
.ca de 16 de
>s nter essad os Que
thesourararia a troca e venda dos
sar ao Srs portadores de bilhetes que se
HHPtada substituidlo d.Iu seadujiltir-^nais
H^^Ba* p'<"judicadoa em seus direitos; porquanto
- Itillietps do *pr< sentados a troca, di.ndo-ae.-lrK's
correspondente na presente lotria, como tudo coos-
sfl pubfioara pela imprecsa, tk-ando o possuidar do bilbete
so noTO numero que the fdr desigoai/i, e a rebeber, depois da
ie Ihe sabir era sort.
signantes de amaros certos de bilhetes das loteras d'esta pro-
trarao tambero at o fiuo do correte rnaz os seus bilhetes de assignatnra
noa pintos de suas ene ominen das, a saber n'esta tbesouraria e o as csaas dos Srs.
ganuo ti Joras.
Tbesouraria das loteras da provincia, 9 do Janeiro de 1888.
O thesonreiro,
Jos Candido de Maraes.
liadas
'
entro* QJBMM
extr
1U
lazeiulas conCO'LdPIHI
waywvj
)
ra<
/
KANANGAdoJAPAO ,/j
fGAUD y C, Perfumistas V
PARZS 8, Bu Vtvienne. 8, PAKI8
a. -' *14.r '
f (AgO. d8 (KanngCL, fr'a ocSo a mala refrige-
racte, a que mais vigor d i pelle, e que mais branquea
cutis, perfumand>a de licitamente.
lEztrCtO US Knllg, soarsimo aristocrtico,
perfume para o lenvo
iQlSO de (Knng, thesouro dos cabellos trae abril*
hania, faz crescer e impede de eair.
Sabonte de (Kctiingi, o mais agradava nado,
conserva i cutis sua nacarada transparencia.
$S de (KnIlgi, branque^-) a tez dando-lhe elegante
cor mu e a preservao da ardas.
Depsito nos principan Ptrfwmarta
TINTURARA
2o--Rua de Mathias de Albuquerque--2o
(antiga ruadas Flores)
DE *
MENSKUGLER
SUCCESSOR DE
Otto Schneider
Tinge e lispa cora a maior perfeicZo toda a qualidade de estofo e faiendas
em p <,a ou em obras, chapeos de feltro ou de palha, tira o mofo das i*zendus ; todo
o trahalho feito por meio de machinismo aperfeicoado, at boje conheidft.
Tinta preta as tercas e sextas-fjiras o de cor e lavagem todos os diaa.
t*^*^
EXTRAIT JAPONAIS
Apa para fazer Crescep os Cabellos
Eeta AQUA, inventada pelo celebre Chimico
H. ROTHE, un; ede instantneamente a cnida dos
cabellos e fortalece de tal forma o seu crescimento
que basta applical-a durante alguns mezes para pro-
Sorcionar as Senhoras cabellos de l$0 centmetros
e comprmento. Pelo empreo d'esta AQUA, os
alvos recuperaro em breve os seos cabellos j
cabidos. -
Este producto no conten substancia alo-urna
nociva para a a&ude.
Deposito geral: H. ROTHE, Chimico, 11, Bd des Ilieis, PARS
i


MALTINA

Extracto de trigo, cevada e aveia germinadas
Preparado pela Maltine Manufactanng C Limited 24 e 25 Hsrt Street Bloomsbury
Londres C.
Apj>rt?vadas pela junta le hygtene ala Corte
A MAL 11NA equivale a 3U vezes o sea proprio peso em dilatase e e 3*a
$ vezas em poder diastoeico a qualquer ostro preparado daste genero.
A MALTINA tem merecido med albas de ouro em diversas exposicSes e
tem orna, eceitaeo enorme na Europa e noa' Estados Unidos tanto que foi preciso in-
corporar urna companbia com grasides capitaes para atitisfazer o consumo sempre
eresconte.
Chamase a attencli dos Histinctos raedizos desta cidade para os importantes
preparados da MALTINE Manufactoriag Company. Todos os productos medicamen-
tosos sao mais fcilmente aasimiladns em combinacao com a Maltina, ainda mais sao
levados a torrente circulatoria e prooptamente s2o abscrvidos produzindo effitos
imniediatos.
JLista dos preparados
MAUHHApara.
MALTINA pepsina e paneras tina.
MALTlNA phopphato de ferro quinina e slrychnina.
Oleo de figado di-, barslhao com leit- peptoBisado.
Oleo de ligado de b calho <*>m site peptoniasdo combinado com bypopbospbi
la e aada.
Extracto de carne peptonisao. >
Alimento solavel destinado o obviar a necessidade de digerir, leite de vacoa.
) leite contido neste preparado est digerido previamente pela pancreatina.


Vewe-se na pliaroiaeia Iteiiral
NANSUC de lindos padriVs, a 60, 120 e DO rs, o covado.
GAZES arrendada imitacSo He seda, a 600 e 7(0 re., o covado-
ATOALHADO adamesoado padrSes novos, a'1)$200 e &10), o metro.
FUTOS brancos, padrSes inteiramente povns a 400, 500, e 600 rs. o covado
LaNS de qusdro, imitacSo, a 100 e 120 rs. o covado.
CORTES dii setineta com um pequeo toque a 60500.
LINONS lisos, o que ha de lindo, 240 rs. o covado.
TOALIIAS felpudas para banho, 1^500, urna.
CHAMBRES, grande sortimento, a 40000 50000 e 60000, um.
CORTES de coletej de fustSo, a 20000, 20500 e 30000, um.
BRIM parHn para roupa de cAcqa a 320 rs. o covado.
.GUARNICAO de crouht, 7^000, urna.
TOALHAS f-jpudas, pra rosto, a 30500 e 50000, a duzia.
FICHUS de crei, imit.ySo de seda, a 20000, um.
SAGELiai di edres, a 240 rs. o covado, qualidade melhor.
MERINOS pretos e de tSres, a 800 rs. o covado.
BRAMANTE de algodao de 4 larguras, a 800 rs. o metro.
DITO de linho de 4 larguras, a 10800, o metre.
ATOALH\UO trancado de 2 larguras, a 10000, o metro.
GARDA-P para homem a 40500, 50000 e 60000, um.
&UARDA-PO psra senhora, de 80000 e 90000/nm.
VELBOTINAS de todas as cores a 900 e 10000 o covado.
SETIM Maco de cores, a 900 e 10000, o cavado.
CHEVIOTS preto e azul a 30000, 30500 e 40000, o eovado.
ZEPHIRES de lindos padrSes, a 200 e 240 rs. o corado.
MADAPOLAO americano com 24 jardas, a 60000, a peca.
PANNO da Costa de listra e de quadro. a 10000 e 10200, o covado.
CRETONES para cobertas, padr3js novos, a tO rs. o covado.
SETIM brinco muito fino, a 10200, o covado.
POPELINAS brancas, para noiva, a 800 rs o covado.
LEQUES de setim branco, a 60000, uro.
LUVAS de seda lisas e bordadas, a 20000,
LENCOS brancos de algodSo e de lirhn, de 10200 at 60000, a duzia.
ESPARTILHOS de 50000, 60000 e 70000, um.
CAS r MIRA pretas e de cores, a 20000, o covado.
BOLEAS para "visgero, a 100000 e 120000, urna.
GRANDE variedade em bordado e ntremelos
EXTRACTOS de diferentes qualidades.
BRIM branco de linho, a 20000, a vara.
CAMBRAIAS bordadas, brancas o do cores, a 60000 a pega.
COMPLETO sortimento de camisas, colarinbos, punbos e gravatas, todos por
commodo.
SEROLAS de bramante, 150000, a duzia.
PARABANHOS DOMAR ,
COSTUMES para banbos do mar, para senhoras. a 100000.
DITOS dito dito, para bomens a 80000.
DITOS dito para meninos a 50000.
SAPATOS para o mesmo fim (todos os nmeros.
NA RA 1. DE MARCO N. 20
DE
AMARAL & C.
iVlephone n. 58
INJECQO DE GRIMAULT C
Projaxad oom m iblhM de Uaoo
Approrada pe* Jauta fHygieae io Rlo-d*-JaDelrm.
Esta Injeccao preparada oom as folhas do Matioo do Per para a enra
da blennorrhagia, adquiri em pouco tempo urna reputacto universal por
ser a nica innocente, contendo apenas vestigios de saes adstringentes, que
se encnstr&o em outras em grande quantidade. Em poocos das ella acaba
com os jorrimentos mais dolorosos e mais rebelde*.
41
I
preco
SvfUQlcrii^^^H
Cortes de seda, lindas cSres, para coll*
Sedjks de listraS, lindos gostos, a 10500 o co^^H
S^nns de cores, lisos e de lisiriqhaa e quadros,
Ditas iDsravilfioso, de Ijstras e quadro?, a
Damacs da algodSo, lindos padrrjes, a 240
Esplendido sortimento de cretons de quadros,
320, 360 e 400 n. o oovado.
FnstSes brancos e de cores a 360, 400, 440, 500 e
Merinos, lindas cSres, a 700, 800, 10000 e 10200 o corado.
Cachemiras acolchoadas para vestidos, a 500 rs. o covado.
La de quadros e listras, ultima moda de Pars, a 320, 360,
covado
Merino preto, completo sortimento.
Dito assetinado, a 10400, 10600, 10800, e 20000, o covado.
Completo sortimento de zephiros de listras e quadros,
120, 200, 240 e 280 rs., o covado.
Cortea.de cretone oom enfeites, com 18 covados por 60000.
Grande sortimento de colchas de cores e brancas, a 2
40000, 50000 e 60OOO, urna.
Lindos leques de, gaze de seda, ultima moda, 60500.
Cachemiras de qifadroe, de seda, o mais lindo e moderno que se pode dase jar, a
10600, o covado.
Entremeios e babados bordados e bioos de crjr por barato prego.
Camisas francezss, brancas, para homens, a 20000, urna.
Completo sortimento de casemiras, pretas e de cores, a 20000, 20500, 30000,
40000 e 40500, o covado,
Leques de papel regatas, mojto lindos, a 500 rs., um.
Muitas outras fazendas de gosto, que com a presenca das Exmas. Familias a
respeitavel publieo poderao apreciar.
Heorique da Silva Moreira
Cada j
Depc **"* em Paria, 8, Boa Vivienna, 8
"'brica. a rma o mallo da no 01
ONZE DE AGOSTO
DIRECTOR
Bacharel Nanoel Sebasliiiu de Araujo Pedros
95-EB Tinift ll AllUiaill- -95
TVlcphone 302
As aulas deste collegio ficarao abertas do da 9 de Janeiro em diante como
determinam os estatutos.
Admitte smente alumnos internos e externos, tanto para o corso primario
como para o secundarte.
ti:USO PRIilAM
A cargo do professr Isaac Servio Ferreira, desde 1882, comprehende as
materias seguintes : leitura de prosa e verso em l^ttra redonda e manuscrif ta, calli-
graphia, catbecismo, tbeoria *e pratica das quatro operares fundamentaes da artbme-
tica, geographi elementar, especialmente do Brazil, grammatica nacional, resumo
de historia do Brasil, recitaco na tribuna e compsicao de cartas, recibos, etc. A cal-
ligraphia est especialmente a cargo do professr Mr Pedro Maria Liausu.
CtUSO SECXNOJkUO
Comprehende as materias exigidas para as matriculas as facilidades do
Imperio.
O resultado dos ltimos exames toi superior ao do anno precedente, havendo
apenas seis reprovacSes, sendo tres em portogu'z, duaa em arithmethica e urna em
geometria, comprehene>ndo ness? numero os inhabilitados na prova escripta.
O director contina a empenhar iodos os esforca par o,maior aproveitamento
de sus sluronos, e convida os ioteressados a virer^ pssolmente tomar conheci-
mealo de sed colegio, onde rceberao as xpca^Ses que desejarem.
38 Roa #io Imperador 38
PERNAMBACO
>
VW
PHOSPHATO de FERRO
de
Pbannacetico, Doctor em Sciencias, Inspector da Academia
ppzortd pela iuat* do Bvgieae do Rio-i6-1aatv
Esta solugSo, qte U umiUida na Pharmaccpea Frunces* (Edi^o
de 1884), clara,lmpida, anloga a uma agua xr 1 ferruginosa
concentrada, o nico dos ferrn^mo* ido-se
composico dertglbulos dosargue. tem agra^aV
roparador e reconstituinte dos ossos
jamis o estomago, sem enegrecer os den.tes,
tagetn para combater as dores de estomago,
anemia, ti pobresa do sar g
dameust ru a?Ao e outras irdism
aa nocas ___ ----------------------------------------------------
semappe

A. M VERAS L:
MECICAHENIOI FUNDASE TI NT
v T0C AS QUAUDMES Vt.S
|)fPMARIIiACETIC0S4^
TW WIMlCO-PHARaACtlTfCSSE.
ESPECIALIDADES DO TALt
-151, Ra do Dupe de Caxias,5 7
Espechlidade deste eslabdecinento
ElllF B H. JB Jull]
Elixir denlifricio
C'ntra a can > e^a o dente.
t jurulcba
j-
Grande sortir!
can:es enropeus e an
PI^^^BfeolInecao
I^^Hbii>ereB
*ai
Rulas dos melhores fabri
raros.
Bpathla
SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Plulas purlflcao o Sangue, eorrlgem todas as desordems da Estomago e
dos Intestinos.
FortaJecem a saude das constitagoes delicadas, e sao d'um valor incr' re para todas as enfennidaes
peculiares ao sexo feninino em todas as edades. Para os meninos assim como tambem pata as
pessoas de idade avancada a sua eficacia e incontestavel
Eisas medicinas slo preparadas smeote no Estabeleciraento do Professr Hollov/at,
78, NEW OXFORD 8TKKBT (antes 033, Oxford Street), LOITDEES,
E vendemse em todas as pharmacias do universo.
tF Os compradores s&o convidados respetosamente a exaim^ar os rtulos de cada caiza e Pote se nao tem a
direcoao, 533, Oxford Street, sao nsificacoes.
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JKH HE &,;
Ra 1* de Narco n. 6. .
Par ti ipam ao respeitavel publico que, tendo augmentado sea
eetabelocinjcnto de JOIA3 com mais orna secyao, no pavimento teriee,
com especialidades em artigos de ELECTRO-PLATE, conridam aa
Exmas. ansilias e sena numerosos fregueses para visitar seu estabele-
cimento, ende ementrario um riquissimo sortimento de joiaa de ow> e
prata, perolas. brlbaates e outras podras preciosas, e relogios de iin,
prata e nikel.
Os artigos que receaem directamente por todas os vapor slo
ezeeutftdos pelos mais afamados especialistas e fabricantes da Europa e
Estados-Unidos.
A par das joias de subido valor acaarSo uma grande variedade
de objectoB da ouro, prata e electro pate, proprios para presentes de
oasamentos, baptiasdos e anniversaries.
elacio ao prece, a nem i qualidade, os objeotos cima
mencionad' ontrarao concurrenoia n'esta praca.
ELIXIR (DESOBSTRUEi\TE
Eupeptico de Gervi
^ m F reparado pelo pharraacentlc
JOS' FRANCISCO ^^^H
O U-ervIo tem uma acofto desc ate W^
jo figado, bago e estomago^ coc
Um grande numero de pa^^^^^H ai
Levados por e mu1
tos aseamos spreaeotafliaiHHBa^BBiiiiiii^^^ai
tico


1
jira 17 de Janeiro de 18S?
ao oom mandante

Euiquinto se (lavan estes aconteoiraen
toa, - 0.)Otm*nto que a si mesmo tisera. Di-
rigio-ae agencia de rearumento maia pr-
xima. assentou nraca.
'*
praca
A campanba da Crimea ia comegar, e
.^-


lie peciio para entrar para aro dos reg
mantos dea inado a partem. Eaperav
que a vifigam lhe Asease esquecer a sua
dr e di:ia comsigo que un bala bam
dirigida poria fina aes tormentos que sof-
fria.
Aceito mmediatanenta pelo major, que
o exarcinnu, foi remettido, manido da cora
ptente guia, para Marselha, onde se acha-
va o regiment > que tinha scolbido. Ah
disaeraiB lhe que tinha de ir p*ra o depo-
sito aquertelado em Toulon.
Ii para o deposito, diaae comsigo o
noss. hroe, andar da direita para a es
querda-e isso durante um anno talvez, o
tempo de ver a campanha acabar. Nio
ft>i para isso que aasentei praga.
Encontrou-se com um furriel de cara
alegre, e contou lhe o sea caso.
Diabs, dase o inferior, parece diffi
cil evitar o deposito. Para iaso preciso
fallar ao ceronel.
E ende mora o coronel ?
Perto d'^qui. Tome a sua morada.
O furriel garatujou algumas palavras em
om pedazo de papel.
Muito obrigado, disse Boialaurier, e,
ae fr bem succadido, festejaremos o caso
oom algumas garrafas.
Eatou s suaa ordens, disse o for-
riel, satisfeito com aqu^ll perspectiva.
O voluntario dirigio-se para o lugar que
lhe tinha sido indicado.
Diante da casa do coronel, um velho
sapador, com tres divisas no braco, eape-
rav* oagesto8ameate de senlinella, aera
perder do viata urna das janellaa da habi-
tado, passan lo de teaapos a tempoa a mo
oom urna especie de respoito pe basta
barba que lhe descia at quasi ao esto-
Boislaarier approxunou se resolutamente.
E' aqui, perguntou elle, que mora o
coronel de 205 regiment T
*E' ; e d'ahi ?
Quera fallsr-llie.
Est dondo T
-En...
Elle conhego-o ?
Nio... Est em casa ?
- Tam seus conformes.
Como, tem seus conformes ?
Sim, urnas Tezes est emcaaa...
E outras nao est... accreacentou o
recruta rindo-se____ Nao me d nenhuma
no vida le com es. E agora est ?
* O sapador examinou outra voa o dea-
eenbecido dos ps cabega.
Quem voc V perguntou elle.
Jacqcies Boislaarier, voluntario do regi-
asento. "
O hornera doa barbas coropridas franzia
as sobrancelhas.
Mais nic, murmurou ella em vos
baix i, que nao tem qa8 comer em casa !
I* sam duvida despachar sem maia pro-
anbulos o recruta, quando a janella, que
nio perda de vista, sa abri bruscamente.
O coronel appareceu com urna carta na
mi.
Com o barulho da j anella que se abra,
_' fOLHETIB
VICTIMAS E ALGOZES
POR
k t;- ,-
EMILIU DE RICHfcBOURG
m^s^^HBii, oai iat
rap
i um roUncoTIe
bel.o porte do futuro sol
dado.
Tur a honra de ter receho pelo
oroael, das? Boialiurier tirando o
bonet. bbbbbH
Traa.e-mec sse rspaz, disse o co
ronrl sua ordenai ga.
A janella fechou-sa e o nosso hroe en
trou na casa, segu ado as pisadas do sapa
dor muito admirado com a honra que era
feiU a um simples p.iaan >, que apnas ti
nba alguna pellos de barba.
O camaroda pedetrou na antecmara
mobiliaia com muito asseio, porm, oom
muita simplicidade, abiiu urna porta n
afastou-se para dexar passar o volun-
tario.
Este adiantoa-se resolutamente, sem se
mostrar muito Intimidado, at ao centro de
urna vasta sala, cuj as paredes estavam 00-
bertas de mappas e qua iros militares, re-
presentando as principies batalhas do pri
meiso imperio.
O coronel estava seutad^ em urna poltro-
na e encheu o cachimbo de tabaco.
. Qai quer ? perguntou bruscamente
a^mancebo. .*
Meu coronel, raspoadeu Boislaurier,
perteogo desde esu manlil ao 105 de liaba
como voluntario.
Ah E cojjO se chama ?
Ja', quea Boialaurier.
O'superior examinou o seu subordinado.
Boislaurier ? Verdadeiro nomo de
gu-rreiro, disse elle ; desejo que lhe de
eliciiade. E quer 1
Disseram-ma que ia aer obrigado a
ir para o deposit).
Sem duvida.
Mas eu nio quero ir para o depos to
O coronel deu um pulo na codeira e le-
vantoa se, surprendido com a audacia do
racruta.
Como isso \ exclamou elle, nio
quer ?
\

Hfe com o senhor T
^^ga da alegra,
itife 1 E' preciso fazsr
Joialau
Io batiilMp
Bati o
'exclamou o j||
"U/Par*
tf^ue que
mea coronel.
B espero qne te mostrars
deas* sigo al d confanos.
Oh '- roen coronel I
Vaiaos, ra-' disse.o superior para
fugir a expan>5?s do joven soldado.
BoisLurkr [artiu enthuaiasmado.
digao
de te
N3o, meu coronel : escolhi o 105 por baixo.
XX
.0 nosso henle entrou no cat onde tinba
marcado entrevista ao forriel agitando a
oarta do (orn si.
C est, exolnmou elle, concedido!
O forriel talicitou o.
Ha de darme a satisfgalo d jantar
commigo ? sim T disse Boislaarier.
Com mu to praaer, e emquanto se
prepara o jantar, vou leual-o ao ebefe do
batalhao.
E' um giande favor.
Os doos noros amigos partram de bra-
co dado.
Quando o commandante leu o bilbete do
coronel, encar?u com o portador.
- Diabo I ex;lamou, deve ter dado no
goto do coronel...
Que lhe tez voc T
Disse-iho que quera bater-me.
O obefa do batalho aorriu.
E' instruido T
Um poui:o.
Sabf. ortographia ?
Muito bum. ?
E contaii ?
Melhor tunda... Quanto letra era
sempre o primeiro na minba classe.
Perfeitamente. Com isso e a protec-
gZo do coronel, pide-se ir longa.
E tanto maia, accrescentou o forriel,
quanto os Rusgus vo talvez abrir claros.
O oom mandante fez se serio.
Pode mjito bem ser... A qJMia opi
niao que aq aillo vai estar quea te l em
pressa se q i re qVe eu tenhi tempo
offere:'.T e a est-s snnhores...
I-dieav os soldados
... Un pperitivo, antes do juntar.
Um sorriso de satiafacio substituiu o
sorriao irnico de ha pou
Joven guerreiro, disse o barbeiro,.
com a emphase particular aos^ffioiaes da
sua profasio, exprime-Be com, muita elo-
quencia para qua fagm esparar... S^n
tfi-seem cima desta cama e volte-mo'as
costa. Assim e agora nao se mexa.
Boislaurier fez o que iho diaseram.
As tesouras entiaram na abundante ca-
bellara do nosso hbii e langas madeixas
de cabellos oabiram em torno delle.
Com os diabos I exulamou Boislauri--
vendo a um espelho, terminada a ope-
rayao, como estou feio I
Isso o que lhe parece, respondeu
o artista. Asseguro lhe que assim tem um
ar muito maia marcial.
Boislaurier nio respondeu e contentou-se.
em lingur um olhar melancolizo sbreos
seus cabellos que oobriam o cbSo.
Havia quinze dias que o filho do lavra
dor normando estava incorporado ao 10o
aprandendo os primeiros elementos do ex-
ercicio com um sarginto eapeci*!mente en-
carregado da inairuccao, quando o rgimen,
to recebeu ordem de embarcar.
Duas horas depois estavam no cito mar,
e quando na noita cabio, a trra da patria
pefdeu-ae oa escuridao.
meunda parte
A ADIYINHA
I
g*u,
fariz, na Brava Q" von'
.s nao se
com ; 4*pois f
bin^> no 'esqua meato,
que me disseram que ella ia partir breve-
mente para a Crimea.
Nao lhe mentira d.
Mas ae me mandam para o deposito
nao posao ir para a Crimea, est (Jaro.
O superior deu urna risada.
Perfeitamente raciocinado, murmurou
elle.
Accendeuun phospharo, chegou-o ao ca-
chimbo, que em pouco ae tornou em urna
f trnalha de locomotiva e olbando para o
rapaz disse, em tom amistoso :
__ Ento tena grandeB empenho em ir
quebrar a cabeca por l
Prefiro quebrar a dos outroa, ae for
posaivel.
E nfim, queres bater-te ?
Nao eutrei para o servijo, para outra
cousa
Mas o regulamento Bopp5e-se a que
partas.
Boialaurir aorriu.
Ora I O regulamento o senbor, meu
coronel.
O militar, lisoaonjeado, riu-se outr vez.
Julgaa isso, patife ?
Tenho certeza de que, com urna pa-
la vra do meu coronel...
O superior examinou de novo o man-
cebo.
Por que asssntaste praca? perguntou
elle.
O nosso amigo psracau embaracado e
nao respondeu.
Nada de grave, oreio.
Oh I nao, mea coronel, respondeu
gravemente o recrut*.
Alga n namorico, talvez.
O voluntario abaixoa a cabeca.
Diabos os levem murmurou o coro-
nel, nao fazeca ou'ra cousa !
Approximou-se, escrevea, de p, algu-
mas paLvras em urna folha de ppel,
que ftetteu depois em urna sobrecapa cin-
z^nt..
Toma, disse elle entregando o papel




<|I ARTA PAATE
A I\T3TA
( Loo t i n u a sio d n- ^>
X1IL

PreataU*
Dorotba tiaha deixadok agulha, enter-
rada oa costura e levautara rpidamente s
cabeca.
-- 15 dapoi*,. minba amig-, e depois ?
ptr[;urtsp aMBacqueaapom voa arqaejante.
O mo$e de' recad03 disso-me s isso.
_ Scjisso! E n.o lhe fez perguotas ?
* 5iro, Sra. mar(|ueza.
_ E ento ?
__ Interroinpeu me respoodendo : *No
me interrogue, Sra. Daraase, nio poseo di-
ser-'be maia nada
, Hih lepliquei-lhe eu, a Sra. mar
anei" lis de faser pergfiatas.
c Kt8poL.I*lhe c-oino acaba de lhe res-
ponder : Sra^ajarqiiaaa, nio posso dizer-
Ihe aer So isso.*
A Sra. de Saulieu aospirou
Diis^:omJO*aibraiite e olhos arden
Boislaurier nao pestanejon.
O chele do batalbSo d>rigiu o novo sol-
dado ao capitlo da pri neira companhia-
que o mandou. ao sargento quartel-mestre,
o qual p>r seu turno o mandou definitiva,
mente ao sargento de companbia.
Este ultimo lavoa o recruta ao deposito
da roupa.
Em um abrir e fechar d'olhos, Boislau-
rier, ajudado pelo meatre alfaiate, que e
metteu forja em pecaa de roupa muito
apartadas, eslava fardado a prompto.
Agora disse o sargento, passando-lhe
a mao pelo cabello, preciso deitar esta
fl ir asta abis o... Siga-mel
Subiram e desceram esoadas dando para
vastos aposentos onde estvam alinhadas
camas sem cunta
Afnal pararan).
E' aqui, disse o forriel, indicando
urna porta.
Entrou e o nosso bere o aaguiu.
Era o qnarto onde Boislaarier devA dor-
mir.
Exsminou-o com attencSo, e pareceu ad-
mirado com a ordem e o metbodo que rei-
navam por toda a parte.
Ao fundo am grupo de soldados, sen-
tados ou deitaios em cima das camas,
rodeavam doua camsradas que estavam a
jogar.
Um destes era o cabelleireiro.
O sargento cbamoa e indicoa-lhe o que
tinha a tazer. f
O sol-'.ado largou as cartas, levantou se,
pegou em urna teaoora dependurada ca-
beceira do. le to, e com ar ceremonioso dis-
se dirigindo-te a Boislaurier.
O cavslheiro quer ter a bon lade de
escolher ana poltrona T
O recem-cliegado olhou era torno de si
Entre os acootecimentos da nossa pri
raeira parte e o trgico incidente do club,
que narrm>B no prologo, incidente que o
duque de Morlao consi iera oomo urna pu
nicio da sua primeira falta, como urna san-
cc&o dada maldicSo' paterna, tem dacor-
rido perto de vate e cinco anaos, e im-
portantes mudanjas, oomo vimos no pro-
logo, doram-se na posicao de noaaoa diffaren
tes personagens.
O voluntario Jacquas Baislaurier est
coronel, prestes a sar promovido a g^na-
ral, resida em Pars, e tem urna flha de
dezesete annos, to formosa como bondosa,
e por qnem Mauricio de Morlac, filho do
duque, est apaixonado, a ponto da perder
o appetite e o somno.
O coronel Boislaurier frequenta o duque,
faz parte do seu club, e parece ter esqua-
!:>> em
mado p,'.e( a cnantelU enchia lhe a easa,
pantro em pouco voltaramos a tratar della,
parque ata eetrang-ira tem parte "na nosaa
historia; por -agora, retrocederempj at
aos persoaag^na- que defxmos ta desas
per .dos, no fm d noss prologo,
O cao do duque de Morlac devii fazar.,
grande bulbfi em Pariz.
No dia segajnto, todos os joroaes con-
t-ay^in O escndalo- do Uluo do Bpule-
vid dos Italianos. Alguna davam as
iniciaos do supp'Uto culpado1.
Uaicamente Mauricio sa havia deitado
sem sabar de cousa alguraa, e,' como no
da* seguinte devia voltar para Sant- Cyr,
tinha sa levantino muito ced}, antes da
seu pai estar de p, antas mesmo que os
criados tivessem descido. S o criado de
quarto, a qnem tinha encarregado de c
acordar, estava de.p
O pikjiu apr-sentava o seu .aspe:to or
diara,. Estava niada em completo silen-
cia, e a claridad* apenas entrava polas
frestas das jan-1 lias.
Nada indicava que sa tivesse passado
algum auontscixento extraordinario, e que
um desespero coma o da seu pai sa abri-
garse debaixo do seu tacto.
Nada fasta auspeilar que* o duque nao
tinha dormido, e que 'penaava, oxactatnen-
ta n> momento em que seu filho transpu-
nha a porta de casa, em procurar na mar-
te am refugio eontra urna vergouha que
ameacava os seus ltimos dias.
Mauricio sabio do palacio com o espi
rito longe da semelhan!es desgracaa. Pan
sou tola a noite naquella qua tinha visto
na vespera
nr
cido as queixas qua tinha do joven fidalgo, saftsteito.
Durante toda a noite, a vio, a ouvio.
ila amava-o.
S-bia-o agora. Nada ae oppunha ao seu
casamento. Nada os impad a de serem
feliz-s.
Tinham apenas que esperar um ou dous
annos.
Quando sahisso da escola, pedira a saa
m&o.
Seu pai amava-o muita para 0 fazer in-
feliz.
Qua podia pensar a seus olhos urna dif-
ferenga de fortuna, um a desigualdade de
pn'siyo T
O mancebo desceu a escada alegre e
ios fossos de Varneuil, o rival preterido
de Luiza Poitevin. O velho Boislauriar
morreu ha muito tempo. Sua mulher
pouco durou depois delle; e tambem mor-
reu o mmioo franzino e palHdo que vimos
na herdade, e'que ae. chamava Paulo Bois-
kurier. Morreu antes de ter podido rea-
lisar o sonlio de aeua pas, no primeiro
anno dos seus estudos. Quanto a Luiza
Poitevin, nem o coronel, netn o duque sa-
bem que fm levon.
Dadas estas explicacSes, voltemos ao
ponto em que come$mos esta dramtica
o verdica historia, poca em que o no-
mo do duque de Morlac foi riacado do
club, depoB dos primeiros incidentes que
narramos, e em que o coronel Boislaurier,
que eslava convencido da innocencia do
seu amigo, deu a sua demisslo com escn-
dalo, na imposaibilidade em qua estava,
de fazer pre vahee r a sua opi niao.
Exactamente naquella poca, e poneos
mezes apenas antes do escaudalo do club,
tinba chegado a Pariz ama mulher, cujo ad-
vens haviafaito sensato, pois que tolos os
iornaes estavam oheios do seu nome. Era
urna americana chamada Jenny Clarkson.
Dizia se adivinha. Tinba, como Cumber-
lan, a pretengo de lar no peusamento
albeio. Alm d'isso, predizia o futuro,
dava eselarecmentos sobre os faotos obs-
curos do passarto. Bonita mulher ainda
apezar de j passnr dos trinta, estatura

O sol j havia nascido, enchendo o pateo
com os r.ios.
O porteiro dorma ainda. <
O criado b.teu na vidraga.
A porta de entrada abrio-se e o man
cebo sabio.
Tinha pouao que andar para ir esta-
glo Saint-Lazare.
Vio as horas.
Tinha tempo
Ira a p.
N s ras os armazens comegavam a
abrir-se, os-kiosques de jornaes estavam
anda fechados.
Miuricio apressou o passo. Sntia se
leve, feliz.
Tolo o seu corago voava para aquella
qua lhe oceupava o p?nsamento.
Contava os dias que toha de passar
longa d'ella, longo de Pars, encerrado na
escola. J nao caroinhava : retardarva o
;p)ia com
V Oiiu
das o onde
N.o me
Sra. marqi^H
Idau D,
sii>:r
im tiieteza a vi uva
i prometU...
mago
de rea.-
a iio-
Ah I nSo urna censura que lhe fa
90, mas assim mesmo, nao posso ter sa-
nio principios de alegra, sou como ama
desgranada, devorada por ama sede ar-
den te, approximam-lhe dos labios a taga
cheia de liquido, que vai salvar-lhe a vi-
da, palptente de esperanga ou alegra,
julga que vai poder matar a sede, mas urna
m5o soin piedade, retira-lbe a taga. Eis o
suppliuio de Tntalo 1
t Comtudo, as palavras desse homem
desjonhecido, desee mogo de recados, vie-
ran) vibrar do fundo do meu corag2o como
um grito de alegra, e pareo-me que des-
ta vez o eco de'urna voz do cea que se
fz ouvir.
Instantes depois a viuva Dsrasse despe-
dia-se da Sra. de Saulieu.
A velha fidalg* e a sua fiel criada falla-
ran) longo tempo a rospeito do mysterioso
mogn de recados, commentando as ravela-
gGjs que elle tinha teito vio va, e sobre
tudo estas palavras :
t Em breve as lagrimis da Sra. mar-
queza c-jasar&o de correr e tara urna gran
de Oonsolaco.
Qual era a significsgSo daa palavras do
mogo de recados f Oh 1 nao havia que du-
vidar !
No raefmo dia, pelas dnas horas da tar-
de, Joao lavou ama o cartSo de visita de
um sujaito, muito bem veatilo que deseja-
va fallar Sra. marquesa de Saulieu.
A fidalga deitoa oa olhos para o cartio
de visita leu :
Conde G:uler
Em am canto do cartao a morada : 6,
ra Tronchet.
Joio, disse a raarqaeza, mande ea-
trar esse aenhor para o sali ende vou ira
mediatamente
ASA de Saulieu cheipiu ao salia por
urna porta, ao masmo U*p que a ffiaita
eotraVa por-outra.
C'onvid-ndo Gruder a seotar-se, a mar-
qaeaa, um Unto desconfiada^ examinou o
e-viu um sorriso irnico passar pelos labios robusta, cabellos da um louro macio, olhos
muito negros, de aspecto carregado, mas
culo, tinha faito furor nos primeiros dias
da sua inatallagio.
Todos oa jornaes haviam deBcripto o seu
dos outros soldados.
Comprebendeu que se riam d'elle.
Dexa le de historias, disse elle,
dica-me onde me devo sentar e anda
in-
de-
cora atten
A i
sitant
.Aq
ympathica
I
o foi dasfavoravel ao vi-
ario,
mogo ainda, de
maneiras diatioutaa, oiho
Latt e labios espesaos, spPewntav
lira sr da \''fk dA^G Q C triQ
queza
uelle bemeu).
.ll.i tm t mu
Quera. senbor, disse ella, dareme a
conhecer o tim da sua visita.
, Sra. marquesa, respondeu ello, tenho
a honra de me- apresentar diante de sua
presenga, com o desejo e a esperanga de
ser til a urna pessoa de quem todos gabam
as virtudes.
Obrigado seohor, estou prompta a ou
riI-)cora toda a attencio.
Como lhe indica o meu nome, e tam-
bem a minba pronuncia, Sra. marques, sou
estrangero ; mas amo a Franga e nio aoa
nico allem.o qua lamenta, que nio te-
nham aempre existado relagu-a amigaveis
entre o:meu paiz e a generosa e nobre nagio
Franca'sa. Possaindo urna fortuna, regular
qne me d a independencia, nio tendo ne-
nhum lago qi me prenda Allemanba,
ha doza annos que estou" quasi que cons-
tantemente em Franga.
- Ha alguna diaa, Sra marquesa, em
um sali nu minba presenga fallavam da
sua generosidade, das suas numerosas
obras de beneficencia, ae(3 orpbiliqato e
desse asylo nocturno que fundou como re-
corda.io da senhoro sua .filba, qoe a se-
nbora perdeu era circumstancias excepcio
nalraente dolorosas.
,i Tratou-se tambem. das pesquisas que a
s^nbora tinha feto e as qaaea proceda
ainl* boje pira encontrar sus neta.
-Eacutava cora tanto mais attencio* sor-
preza quanto o que ae dsia parecia-me
oom urna hialoria que eu condeca j. Oa
faotos erio qnas samelhantes, reraontavam
roesma poca, apresentando, emfim ama
c incidencia, pelo meno* singular.
tmder nio teve ditBculdade era perce-
ber que havu captivado fortament*' a at-
tepgao da tnrque<*, que estava oommo-
vida e como jue suspensa dos eus labios.
Continuou
Ha cinco ou seis nanos, fazandq urna
vugeui pelo ineio-di da Fringa, z conho-
cim;r.to com um caixeiro viajante, bjm
bome.n chamado Drivot, que habtou ou
tr'ora Maraelha eomsna mulher. Depois
viera xr se em Pariz.
Tive oscusio d presta/ ao Sr. Dr-
vol um pequeo servig >, pelo qas se tornou
muito reconbecjdo. E ao voltar par
riz, vit obn*ou id a promet
tal o, lego que eu Umb-m
na, que poda entio ter dez?ses ou deze-
sete annos e que se chamava Lourenga.
A marqueza estremeceu.
Lourenga era o nome de baptismo da
mii da marqueza de Saulieu.
O aenhor disse Lourenga ? perguntou
a marqueza muito perturbada.
__ Sim, Sra. narqueza. Naturalmente,
comprimentei os esposos Drivot, pela bel-
leza, graga e elegancia da monina Lauren-
ga, que eu julgava ser saa fillja.
__ Ella nio senio nosaa filha adoptiva,
disse-me Drivot, como que com pena. E
contou-me que havia cerca de dezesete an-
nos, em Marselha, por um tempo nebuloso,
de noite escura, urna mulher que Ihea era
d 'sconhecida, de quem nunca puderam sa-
ber o nome, apresentando todos os signaes
de loacura, tinha posto urna menina de
dous annos', pou:o mais ou menos, nos bra
gos da Sra. Drivot, exclamando : To
mem-a, deu-lh'a, eu j nio posso mais vi
ver, voumorjer 1
A marqueza levantou-se como movida
por ama mola, estava toda trmula e mui-
to paluda, mas o olhar scintillava-lhe.
Esses espesos Drivot, essa moga, on-
da esto ellas T exdamou a marqueza.
Sempre, em fariz, Sra. marqueza.
Mas, onde ? Ah I o senbor ba- de
me dar a morada delles.
Vim procura la para iseo, Sra. mar-
quesa.
Esta dexou-sa cabir na esdeira, tinha
os olhos ebeios de lagrimas.
Tiaha feto apenas duas ou tres vsi
tas aos esposas Drivot, co"otnuou G.-uder,
e depois tinha ptriido de vista esta boa
gente. Depois dtjtar ouvido contar urna
prte da historia da senbora sua filha, qua
conoordava com o qua me tinha dito Dri-
vot por urna approxraagi ae data, de lu-
gar e tactos, verdaderamente extraordina-
rios, quiz sab-r o que era feto da fas
Drivot- Apreaeotei me na ra de L>ory,
ondo morava ha s?is annos. L soube que
se tinham mudado o moravam agora na
ma Jjival n. 18.
Ah ra de Lival n. 18 !
marquesa.
E, com mjo febril, es reeu a
em la papal.
to, peraloa a
narfh"Lavl?
Loo, visto qne estivo con Mes
passo.
Mas n'ease momento sabia do boulevard
Hauesraann e entrava na ra do Hvre
Olbou para o rologio da estaglo. Fez
um movimento de suato. Faltavam apenas
cinco minutos. Lrgou a correr, chegou
ao postigo hora exacta, e apenas tve
tempo de comprar o bilhete, de agarrar
em um jornal e de entrar para o wagn.
O trem j comegava a andar.
Deixou se cabir no banco, descangou
um pouco, e depois desdoraron o jornal
Doua individuos occupwara o mesmo
compartimento que ella.
Estavam tambem lando.
O primeiro artigo qua saltn aos olhos
de Mauricio, foi um entrelinhado, em que
narrava coafcerta reserva o neiilente
do club.
L inga de suapetar que seu pai era O
triste her) da" aventura, lea rapian ente
a noticia, avilo, como todos os parizieises,
d'aauelles a^ontecimentos escandalosas, que
em pouaos minutos fazem a volta dos bou-
levarda, e doa clubs.
Nio havia iniciaes no artiga.
Nenbum indicio podia fazer suspeitar
quem era o culpido, era mesmo o club
ont os factos sa tiahaai passaio.
Mauricio em va>) torturava o espirito. ..
nld podia adiviohar.
Os seus dous corapanheiroa de vf>gam
pareciara abaorviios na solugio io mesmo
problema.
Um dos jornaes que tinha li lo, d,,va a
inicial. M.
Outro fallava de cori ducal.
Mauricio ouvio-os vagamente darere este
deulhes um ao outro.
Nio prestou atteagio.
Estava longa de pensar era sen pai.
Mas um dos viajantes disse da repente,
depois de ter lido e relido o entrelinha-
do:
S vejo um homem a quem tolos es-
tes detalhas caben perfeitamente.
Quem ? perguntou o outro.
Nao me atrevo a cital-o >i t2o
g'rave 1
Aqu para nos...
O hornera murmurou, langsndo um olhar
para o lado de Mauricio.
... O dnque de Morlac.
O mancebo ouvio.
Levantou se livido, e, voltando-se para
o homarn, disse :
Atreve-se a accasar o duque
Marlac ?
O viajante gsguejou, assustado.
Nao o aecuso 1
Mas pronunciou o seu nome.
De accordo com o jornal, e se n
da affirraar.
O outro, mais calmo, dissa:
Alm dsso, este senhor fallava com-
migo. E nio sei com qua direita...
Efectivamente, murmurou o primei-
ro viajante.
Vio sabel-o, disse Mauricio: nou fi-
lho do duque de Morlac.
Um raio que cabase no w.igon, nio as-
auataria mais os dous viajantes, do que
esta declaracio.
Coofundiram-se ambos era desculpas.
Mauricio, 'mais calmo, pedio psnnisslo
para percorrer os jornaes.
A' proporgio que lia, as feigoes decom-
punham-se-lbe.
O homem tinba razia. Cada c.eUlha
parecia referir se a seu pai.
Deixou cabir os jornaes e apertou a ca-
bega entra as mos.
Da garganta sabia-Ihe nm grito :
Ah mea Deas !
E, como o trem acabava de parar, sal-
tou para fra e largou a correr, deixando
os dous viajantes atordoados.
E entio ? disse o primeiro, o que
tinha adivinhado o nome do duque.
E' effactvamente elle, disse, o ou-
tro.
E exclamaram ao mesmo tempo.
Pobre rapaz 1
O trem poz-sa em morimento, e ellas
continaaram a sua viagem para Vernailles,
emquanto o desgracado Mauricio voltava
para Paria.
x
de
na-



disse a
morada
Vi-a tambem, Sra. marqueza, mas
que admiravel mudanya em alguna annos ;
aehei-a mil rezes mais bella, mais encan-
tadora, mais graciosa.
O senhor fallou lhe de mim ?
Nio, Sra. marquesa, julguai guardar
prudentemente o silencio, porque, emfim,
pode acontecer que as approxiaacoes me
tenham engaado. S Sra. marqueza
que cumpre ver e julgar.
Como se conpreheode, a av estava
muito agitada e violentamente conmovida.
Ah senbor, exclamou a marqueza,
se fosse ella, se f osse a minba neta .
De8?jo-o de" todo o coraclo, Sra
marquesa.
Dj repente, apezar da perturbagia em
que estava, a Sra. de Saulieu lemoroa-ae
qne o marques de Prmorin be tiaha di-
to : Tnnha paciencia anda, os que tive
ram interesae em se deserabaragar de Da-
rasse, nio tardarlo em apreseqtar-se se-
nhora e dizer-lhe com que condignas ellas
lhe i- rio encontrar a manina de Morulla.
M<<8 seja reservada, pru lout-, nio se dei-.
xe arrastar fcilmente palos impulsos do
coragio, tome cautela.
AU I como ella desejaria que naquelle
momento supremo, o seu elho amigo est-
vesae junto della 5 mas nio estava e nio
padia mesmo maoda'-a prevenir do que s
passava, porque o marquez ansaote de Pa-
riz, havia algum tempo, nio devia estar de
volta enio dalli a quioza dias.
Mis a marqueza tinha refiectido ; poni
um treio sua impaciencia, comprimi lo
os impulsos do eoragio, resolveu conservar-
se na defensiva. A;ulo lhe urna idea, quz
verificar.
Fizando um olhar prescruUdor no rosto
de Gruder :
Sr. conde, perguntou 11* da ra.pen
te, conhecia PeJro Darasse ?
O eapiio nSo aento a menor impraaaao,
coiutudo os olhos ihdioaram o espanto que
lh causava a interrogago. Nio compro
henda.
Por Isso responden 00* simieridade :
Nio coohego esse Pedro Darasse,J
Sra. marqueza, ongo esse boma pela pri
meira vea. S ^_
m Sra. de Saulieu tiiou, p
moa, a menina Lourenga ?
pensativa,
perguntan"
ai
imentos,
Da se o
ralagio
kvam de
Maurko sahio do wagn atordoaclo. As
pernas fugiara-lhe debaixa do cir;ao. E
entretanto aiala tinha duvidas.
Aquello jornal podia ter dado iofornu-
g3cs inexactas. Procaaava lembrar se do
que se tinba passado na vespera.
Nio tinha vista nem ouvido, em cas-,
nada de extraordinario. Voltou para, casa
depoo de tir dexado Boislaurier, e no pa-
lacete nio tinha visto nenhuma lu:t fora
do coramum. Nao podia imaginar s* ca^
tastropha era real, nio se tendo dado inci-
dente slgum que o prevenase. Portanto,
ainda tinha esparangas.
[Continua)
Comtudo, pensando em tudo que lhe ha-
via dito o Sr. de Prmorin, admirava-a
que Iba indbassem onde estava a neta, sem
lhe ter feto conhecer previamente, com que
condicSes lhe faziam a encontrar.
Tomando de novo a palavra :
Sr. conde, disse ella, nio tenbo ne
nhum titulo sua dedicagio, dreendo-mS1
onde vou eacontrar a menina que procuro.
e choro ha tanto tempo, presta-me um des-
ees servgos que se ni- podem pagar seno
jom o reconhecimento profundo o eterno.
Comtudo, nio deve ignorar que soi rica,
muito rica, e que posso recompensar ge-
nerosamente ..
Oh l Sra. marquesa, intarrompeu
Grnder, tomando um ar muito contristado
e quasi offeodiio; nio me fsga a injuria
de fallar era ama ^compensa quidquer,
quando. tenho a satisfagio de cuniprir o
que jutgo Bar um dever.
Epto, aenhor, replicou logas, mar-
queza, nio fallemos mais nas, 5 queira
deseulpar e!Ba inconveniencia, filha la ale-
gra qne o seohor ase causou.
- Sa nio estou engaado, responde
elle, s tive a laicidad de encooi.rar a
sua nota, a minba recompensa ser apenas
a sua satisfaglo.
Tioha-se levantado, despoiosa da
Iba fidalga e afastou-se com muita dj
dado.
Assira, a Sra. de Saulieu toroava a
contrar u sua querida neta e por essa 11
mensa alegra, por essa. grande fclicirlade
que lhe davam, nao exigiam nada della !
Comtudo, o magoiaco desinterease d al-
inalo, que se tazia <-hamar conde
deveri-i ter feto refl 'otir, e re
vez que tiveaso despertado nalla
suspeitas, aobretu lo rebordando-se d> q
ella sabia j, ressato des manobras L_
nabrosas ao italiano raolo.
Ms a marquesa tinha tido tempodo re-
fl -ctir; Uva era estado de o f-zer Ah !
uaquelfa oocasilo tinha outras pre
cSas,
Chamoa Droth e com voz que f^H
a perturbaglo de sua alma, p8l-a rpida-
mente ao f .cU *0j JibWA
-. 8c a minha^li^Bccretcentoii ella,



s
ue
Ij^Bereccntou ell
trago-a esto noite.
Por ordanf dad* pela criado, Cana
foi procurar u:na cirruagi'm pira 1
marqueza.
{Continuar-* ha)
typ. do i&iol v rorqVs dr Caxias i


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