Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19134


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Full Text
AHI0 1I
N OIE B O 12
P.l.HA A CAPITAL E LUGARES OXDE XJL SE PAL. A PORTE
Por tres mezes adianttidos ............ 64000
Por seis ditos dem................. 120000
Por nm r.noo idero................. 23(5000,
Cada numero avulao, do mesmo da.' .*........... 0100
1S DE JAMBO DE i
I
PARA DENTRO E PORA DA PROVINCIA
Pur seia mezes adiantados...... i t .^B|
Por Dova ditos dem...............
Por um nano dem................
Cada numero a valso, de das anteriores.........
13*500
200000
27#00O
100


ProprUfcafce ift Mmotl Xtgunra i>e Jara k /lijos

TELEGRAMAS
EfilfltB PARTCULAS DO DIARIO
NATAL, 14 da Janeiro, aos 25 mi untos
da tarde. (Recebi.lc- pelo tirgrapho ter-
restre).


I
-
.heg*ou aqu hoja pela manbil e tardo
seguio pira Pernaiobueo e escala o vtpor
Pirttpama.
S'gae nelle o Exm, Sr. conselbeiro Luis
G.;tii -g* de Brito Guerra.
SEBNfiO 00 GEII1I0 TELEGBAPHfGQ
DA tMPRENSA
(.Para o Diario de Pernambuco)
RIO DE JANEIRO, 14 de Janeiro, s
5 horas da tarde (p;l liaba terrestre)
llootem t parte do dia de boje o fo te-
legra ohico estovo interrumpido.
Foi designado para servir como addido
cos e, como u eicrip uracio deva ier a historia
completa e circunstanciada da vida eommercial di
tegociaute, claro te tor a que o syatenra de par-
tida* dobrada o uaici que satisfaz f leoamente
a este prrceito. i*J
(Contina)
PARTE ilFFICIAL
liorcroo da Provincia
ADDITAMBNTO O IXPSDra.TI DO DIA 29 DI DEZIMBB)
DI 1887
Acto :
O presidente da provincia, teado en viata ai
propsstas apresentadas pelo commendador Jos da
Silva L y.' Jnior e Jos< Mara de Souza, de coi
formidade com o edital d : 12 de Novembro ultimo
para a conj uccao e exj iloracao de um engenho
central de lypo maior na valle de Caribsnbe, em
G yanna e outro de typ menor no valle de Muri-
beca, nos termos do ait. 16 da lei provincial
n. 1860 de 11 de Agosto de 188j. e considerando
que mais vantajoaa a p oposta do dito commen-
dador, r.ulve que eom elle se contracto a cons-
trucco e eip'oracio dos dais meucionados eoge-
nhe, mediante as seguintes clausulas :
1.a O cimmenda lor Jos da Silva Loyo Jnior,
par si oa com auxilio de agricultores, seus asso-
ciados, obriga s-. a constru.- e explorar no valle de
Capbaribe, em Goyano* nm eneenbo central de
typo maior, do custo de 6X):000000, com capaci-
dade para safrejar de viute e cinco a trinta mi-
lbes de kilogrammias de cinnas em cero das atis,
e cutro de lypo menor ni valle de Murbeca, do
custo de 3O:00OJ00, cooi capacidade para safre-
jar se roundes e quinhtntos mil ou quinse n>-
Ihoco de kilogrammaa de canoas em igual periodo
de cem das otis.
2.' Os aaehtnisazo* e apparelhos serio es mais
mod- rnes e aperfeicoados. le modo a poderse obter
de 1 clasae aa legagao de Pars, o addido |^ otao m^mpmwmmym daE*mj3
da commssio nom*ada de accordo como presiden
te da provincia.
da legarlo da Italia, Dr. Abilb Borges.
Houve gravea desordena era Uberaba, na
provincia de Minas, sendo expaisas do lu-
gar os juizsa de direito e municipal.
Esti verihVado quu a reuno do Cons.3-
lbo de Estado ordinario, convocada para o
dia 1, ser para tratar do crdito e medi
das nrte-cholerichs. '
Entretanto correram versoes de que a
reuniSj seria para tratar da abolilo da es-
cravidSo ou da (.bdicicao de S. H. o Im-
perader.
Foi Isngad* ao rio a cauboneira Laba-
dello.
Ao acto estiveram presentes SS. AA. ITJ
presidente do conaelbo, mioistros>da justiga
e uNsmiba, afidante genera! ta arma
da, inspector do Arsenal do Marinha, offi
ciaes superiores e subalt rnos.
Fi.i aomeado juiz municipal do termo de
Campia Grande, na provincia da Paraby-
bs, o tacharel Alfredo Es^indola.
Foi recooduzido o juiz municipal do ter-
mo de Ipojuca.
Manifestou-sa o cholera na provincia de
San Juan da Repblica Argentina.
O mercado do cal conservou-se inalte-
ravel.
O cambio sobre Londres foi de 23 7[8
INTRDCCO PQPHLAR
SCRlPrUHAGO CQMMERCIAL
{Krtrahido)
PA 151 MJOTUECA DO POYO E DAS ESCOLAS
PAICIDAS
SIMPLES E PARTIDAS
DOBBAOAS
{Con n vaca o)
Eafe jirincipos sao rigorosamente obaervades
na -scr>ptur*yo P01' partidas dubradas ; deixain,
porm. d" o ser pe i paterna de partidas simples
(em q<)<: < D'ario rao menciona mais de que os d-
bitos e eieditas dos individuos com qutm ha trans-
acc/J 6 h pnso,ficando d'Ste modo o ailo re-
duzd ; a .enas a uro livro de coutas co-rentes, e
todas :n ootras transa.'co:s Constandj nicamente
dos Itscau auxiliares, oa, qj indo muito de simples
notas follas no Disrio). E portaDto evidente oio
so a irref nlaridada do systtma de partidas simples
comj t-.iibem a iqsutciencia dos scus resultados
para o o:gociantepoder eonhecer oeatadoda casa
e a importancia do movimeuto do seu commercio.
Para -xactid&o nos lao<;am"ntos e verifioacio
dos erres que se tenbain couimettido, tambero d<-
reconheciia deficiencia o eyatema do partidas
simples.
as partidas di.bridas (como deixsmos dito)
figuran) sompre duas partes cont'abeutea, -: t da
e qaclqutr transaccio eoi'olve. iavariavelmente
urna ou mais cjutas develoiaa e urna ou mais cou-
tas ciedoiss, sendo a cua importancia lancada si-
inui'uir amonte no debito e uo crdito das referi-
das e.ntas,emquantc no ystema de partidas
impl-s a importancia dos ai'tigos que vio so Dia-
rio -" lbntam nicamente no debito ou no crdito
das c.nia que figuram no '.'t&o, tornando-je por
ssj ina-s lacil passar eesspercebido um erro com-
mettido di descripcjlo de urna dessss parcellas
(cireuicstiincia esta que oio pode dar-ee no pri-
xoero sysma, onde sabido que a somma das
parc-ll is usa debito dac cootas lo Razio deve ser
igual n scmssa das parcellas em crdito, e qnal-
quer deliss igual a somma c.a columna das quan-
tias do Diario).
Eaia igialdade, que s de<*e verificar no fim de
cada uiaii, prova qu; os arrigos do Diario se
acl)i-:u dvidameu'e transferidos s respectivas
COuta.. <11 Rulo.
As vi.ntagens apontadas, alea de ootras, io
(ao que n is parece) motivo mais que eufEcieute
para qce se c preferencia ao systema de escriptu-
rsc"o por par:idas dobradat, que aem du\ida o
saaia fcil e racional na xecdco, elegante na
forana, col rente nos resultado* e regular perante
alea.
O >yate na de partidas simples mostra smente
aa di vida t activas e passii-as do negociante, oa
a SU* pcsi;ie relativamente a oessoas com quem
tem tra si.ccBes de crdito. O systesoa de parti-
das dobralas apresentu nao t a posieio do ne-
gociante c>m os ootrns como tambeco Ibe fornece
0 perfeito (onbeemeoto do estado dos seos nege-
3*0 proponente obriga se a dar c-mjco s obras
dos d'is engenboe tres mezes depois de feites e
approvados os exami-s de q le trata a clausula ante-
rior, e a concloil-as no praso de om anuo, a contar
da data da assignatura do :ontracto.
4.' Serio submettidos a ipprovacio do presiden-
te da provincia, dentro de noventa das depois da
assignatura do contracto, o plano de todas as obras
P'roje'ctadas, os deser.hos des apparelhos, a descri-
rca i do i rocesso do fabrico do assucar, a planta
do local e os contractos teitos coa os propietarios
tornecedores de cannas ao < ngeohs.
5.* Serie acceitas pelo uontractante as modifi-
cbvos que foram feitas pele presidente da provin-
cia aos trabalhos prelimim res a que se refere a
clausula anterior, depois de ouvida a -commssio
de engenbeiros de que trata a condicio 7.' do art.
16 da lei n. 1,860.
6.' O proponente oa seas aseociados sojeitam-se
a multa de 5:000*000.
I. Se as obras dos dois cngenbos nio forem
concluidas dentro do praso suputado, cabendo aos
f. mecedores de cannas un a indemnisacao pelas
soas safras, salvo caso de i irca maior.
| fuBcsa* o aassjsssja iwt
om anno, salvo o caso da torca maior.
Os crsos de forfa maior serio joslificados pe-
nante o presidente da provincia.
7.* Os dreitos e obrigacces entre o propooente
ou seus associados, os plaatadors e fornecedores
de cannas serio regulados oelos contrastos entre
elles celtbrados e escrptarsdos.
8.* A provincia coocorreri, a titulo de eropres-
timo, com a quantia de 300 OOOlOJO em apolices
de joro de sete por cento (7|() ao anno, sendo
200.050*000 como auxilio d. coostruccio do eoge-
nbo de typo maior e 1 :U:0< JLOJ para o de typo
menor.
Oa respectivos juros serio recolbdos pelo propo-
neute e seus associados ao Tbesouro Provincial uo
fim de cada semestre.
9.a O pagameoto essas q antias tora f-ilo pela
provincia em duas prestacoei igoaes, sendo a pri-
meira quando forem apresentados o conheeimente
de embarque, factura e apoiices dos seguros dor
materiaes ; cojos docamento.i serio cudossados k
ordem e ficario archivados ao Tbesouro Provin-
cial, como caucioda quantia que receberem o pro-
ponente e seus associados ; a segunda ser paga
depois que se acharemos aateriaes nos lugares
em que cstiverem se conslru iido us edificios, urna
vi z recoobecido por quem o presidente da provin-
cia indicar o estado dos macliioismos e a soa con-
foimidade com os planos e desanos spprova-
dos.
10.a A provincia ter bypotbeca sobre os enge-
n'n .!, terrenos e depeodencins des mesmos para
garantia de suas apolices, licaodo, porm esaes
engonbos e dependencias livres da quaesquer im-
partes provinciaes e municipaes, exceptuado o de
exportacao de assucar.
11* A provincia ter as jbras um eegenheiro
fiscal, de nomeacio do preiidoote Ha provincia,
com a gratificacio nnoual le 3:000*000, a qual
correr por SMBSa do propon -r te e seua associados,
logo que comecar a c.nstru:cio d qualquer dos
engeobos.
12a A amortisacio das r p i'ic s. de que trata a
condican 5> do art. 16 da le n. 1860, ser feta
razio de des p.r cento annualmente, e por sortdio,
logo depois de colbids as safras, ficando livre ao
propooente e seus aasociadol faser maior amorti-
sacio
da 1* amortisacio, estejam resgatadas todas as
apolices constantes do euipreitimo.
13a O contracto resultante da presente portara
t poder ser transiendo a agricultores, prece-
dendo approvacio do presidente da provincia, com
relami a todas as clausulas le cesso ou transfe-
rencia. Poerio, porm, o prooonente e seus asso-
ciados ioeorp rar companbis. que hve a effeito a
c:natrucci) e exploracio dosdous engenbos, e de-
pois que evtiver ella lejal jan :e constituida trsns-
ferir-lbe todos os direitos e olirigacoea do concra-
ct>, precedeodo igualmente pprovacio do presi-
dente da provincia.
14a O proponente prestar no Tbesouro Provin
cial flanea que garanta a importancia dos jures
qae a provincia tiver de pagar pela emissio de
anas apolices, podend, diminuir a referida fianes
medida que a divida dimiuu r.
15* Neubum dividendo sei pago antes de se-
rem sstiafeitos os juros das apolicesemittidas p-U
provincia e a qoota da respeuti va amortisacio de
que trata a c'aosnla 13*.
16' Quaesquer duvidas qae i e suscitare entre o
presideuce da provincia e propooente e seas asso-
ciados serio definitivamente decididas pir.dous ar-
bitros, 'nomeados nm polo mesmo presidente ou-
tro pelo preponerte. No caso de desaccorde, cada
ana dos arbitros presentar para desempatador
ama pesEoa e a sorte decidir
17a Pela infraccio de qutlqaer das presentos
clausulas, alero do disoosto na clausula 6", verifi-
cada sobre representacio ou ioiormcolo do enge-
nheiro fiscal, impor o pres dent aa provincia,
lidministraiivamente, a multa de quiobeutoa mil
ria a cinco cintos deris, sei do tmente admit-
ido recurso para juizo arbitral qoaodo o Valor da
multa exceder de um cont de ris.
18' O propnente obriga s. a asaignar o es -
peetivo contracto dentro do praso de 30 das, a
contar da data da preaente portara, sob pena do
ser considerado caduco o dito contracto.
19* U valor do contracto fixado, para os fias
le^Ht-s, na importaoeia de ne vecentoa contos de
ris. R'iiietieu-ee opia aoimpector do Tbesou-
ro Provincial.
BXl'EDtBHTB DO DIA 30 DE DEZEKBBO DI 1887
Offi<:ios :
"7 Ao 1' promotor publico da comarca do Re-
cite.Transmuto a Vine, para proceder nos ter-
mos da lei, o offlcio junto em original, instruido
de dous documentos, que o inspector de bygiene
dirigi<'-me a 27 do correte, representando con-
tra Frederico Chaves Jnior, o qual apesar de
multado continua a exercer illegalmeote a profis-
sio de medico.
Ao fiscal da Companbia Recife Drainage
Fito inteirado pelo calcio de Vme. datado de 27
do expiran.e mez de acbax-se funecionando regu-
larmente desde esse dia o eneaoamento dessa com-
panbia destinado a conduzir as materias fecaes
dos bairros da Boa-Vista, Santo Antonio e Afola-
dos aos arrecites, na altura da ilba do Nogueira,
de cunlormidade com o | 1 da clausula 3a do con-
tracto innovado em 18 de Desembro de 1865.
Portaras :
Declaro Cmara Municipal do Recife que,
medan :e as condicoes dos orcamentos por copia
anoexot ao seo officio n. 141 de 14 do corrate mea,
poder chamar concorrentes expeucio dos con -
certos do matadouro do Arraial e das latrinas pu-
blicas c.a treguexia de Santo Antonio do Recife.
O Sr. gerente da Companbia Pernambacana
faca transportar, na prisceira opportanidade,
provincia do Cear, por conta do Ministerio da
Guerra, 5 caixoea medindo 2661 decmetros cubi -
eos, os quaes centeem rtigos de fardamento para
O 11 butalhio de infamara, estacionado naque!la
provincia.Communicou-se ao director do Arse-
nal de Guerra.
e Fran-
em dc-
_('. immeodador Joi Candde-de Moraes
ceco Banki.^Eatre^ue se a quaatia
psito,
Dr. Adolpho Tacio da Costa Croe.Ao Sr.
contador pira os levdes fi.is.
C.mp-nhia Saota Thereza, Jote Martina F.uza.
offices do Exm. 8r. bispo'diocesano, Or. ebefe de,
polica, director geral das Obras Publieas, Joa-
?sim L^iiz Texeira & O. e Joio Fraacisco de
aula Velles. Informe o 8r. contador.
Joo Joaqum da Cunba Leite, Jos Vicrbriuo
Al^esMaia, Jos L'Ua Cavalcantc de Albuquer-
que W-vdor Barbalho U. ha Cavalcante o J Fonseea Taboida.Haja vista
:or fiscal. ***'*'
'to Z.daa*.infirme o *
o Sr.
XXPEDIXim DO DE. SECBBTABIO
Officio :
W Ao agente da Companbia Bahiana.S. Exc.
o Sr. presidente da provincia fieou inteirado pi los
oficios c!e V. S. de bontem e boje datados de ha -
verem c.begado dos nortos de Maco e Mossoi a
28 o vapor Marinho Vizconde que regressar psra
os| mestaos portas a 7 de Janeiro viodouro s 2
horas da tarde, e boje da Babia e escala o Principe
do Gr&o Para que regressar a 4, s 4 da tarde.
EXPEMEBTS DO DIA 31 DI 1IFZEMBBO DE 1887
Actos :
O : residente da provincia, attendendo ao que
requereu o bacbarel Pedro Froncisco Correia de
Oliveira, secretario da presidencia, resolve conce-
der Ibe tres mezes de licencia com vencimentos na
forma da lei.
O presidente da provincia resolve remover o
promotor publico da comarca de Naaaretb, bacba-
rel Manoal de Alencar Guimaries, para a de Pal-
mares, e desta comarca, bacharel Arthur da Silva
Reg, para aquella.Communicou-se aos respecti-
vos joiseu de direito e i Thesonraria de Fasenda.
Officion :
Ao inspector da Thesouraria de Fasenda.
Mande V. S. proceder a exame na cdula de....
2*000, aqu junta, remettida pelo director do pre-
sidio de Fernando de Noronha, por haver snspeita
de ser ella falsa, convindo que oportunamente de-
volv.-* comjos documentos annexos ao incluso offi-
cio d'aquelle funecicnario-de 14 do correte mez,
sob n. 43 5.
Ao mesmo.Dommunico a V. S., para os
fins convenientes, que o promotor publico da co-
marca do Rio Foiinoso, bacharel Salustis Lamenba
Los de Sonsa em 27 do correte entrn no (roso
aa licenes de doaa mesaaqoe Ibe conced em 17 do
ertaule mes, para tratar de soa ssnde.
Ao mesmo'.Mande V. S. Iavrar termo de
contracto com os negociantes mencionados oa re-
laca* que acompanbou o seo officio de 28 do cor
rento mes, sob n. 814, por serem as propostas por
elles apre tentadas, para o fornecimento de cene-
ros e diversos artigas ao almoxarifado do presidio
de Fernando de Noronha, dorante o semestre de
Janeiro a Junio do anno vindonro, as mais vanta
josas sos iuteresses da Fasenda Nacional, como de
cidio a Junta de Fasenda.Devolvo a predita re
lacio e tocias as propostas de que trata o citado
officio.
Ao inferno.Tendoera vista ainformscio de
V. S. do :8 deste mes, sob n. 813, aotoriso-o a
mandar pagar a Joaqum de Soasa Vianna Ferr
reir, encanegado de effectoar as denpesas miudas
do Arsenal de Guerra a quantia de 15*600 cor
rendo esse despendi pela verba Hospitaes e En
fermuria citada na dita ioformacio, e aguardndo-
se o pairan ento d > que falta para quando houver
crdito na verba Arttnar*.Communicou-se ao
director do Arsenal de Guerra.
Ao inspector geral a Instruccio Publica
A'itoruo Vj>c. a justificar at faltas de eusino es-
celar d< protessor Florano Baptiata de Oliveira
al ludidas em seu officio a que respondo n. 353 de
boje datado.
Ao mesmo.Autoriso Vmc. a justificar as
faltas de easino esclar da profeascra Candida
Hermogenes de Mello Mascarenhaa, alludidas im
seu officio b qae respondo n. 357 de 29 do corren-
te mes.
Aojis municipal do teimo de Pao d'Albo-
Traosmitiiud i a V. 8. copia do officio n 1190 de
boje dstade do Dr. chefedo polica, recommeodo-
he que providencia eomo couber em suss attribai-
e's labre o Kstniopto n'elle contido.
Ar. c tu uandante do Corp de Polica. Au
torno Vmc. a altstar no corpt de seu commaudo os
paisados de'i.ie trata em officio de 28 do crente
tnez i.bti. 7167.
E:tPEDiEim do oa seckbtabio
Offi;io :
Ao inspector do Tnescuro ProvincialO
Exti Sr. presidente da provincia manda declarar
a V. S. para o devidos fins que o bacharel He!
vicio de C>.rvalho Gomei Guimaries, promotor
publico dacimarca de Cabrob, segundo c uimu-
com tanto que dentro de 8 ai.noo, a contar] niciu por ofiiuio de 19 deste mes, assumiu uessa
data o exercicio do cargo de xjudante do procura-
dor da Fasenda Provincial no municipio de igual
nome.
Maciel da Silva.Satfaca a e
genciai "
Eslmda de ferro de S. ifranci-co e Jos EliaB
de Oliteira. Pague-se.
Jos Cordriro dos Santo*Ao Sr. thesoureiro
par. attender opporlunameate.
MABIP B2 PER1A1BDC0
Retrospeeto poltico
r O LIT 1 C A q-BBAL
(Continuaeao)
No Jia suhsjequenle ao do embarque do prin-
cipe em Fernando em Orsova,os jornaes de Pes-
te publicaran jJomo^ delle urna proclamact ao
povo luliaro, utna circular dirigida s diversas
iKtknciaB e miis um despacho especial enviado
ao sultsfi. O seguDdojdesses documentos duia :
Rt'ferindo-rae-a,
sposta que dei elegaco
hoqra de taformar-vos que
Repartlco da Polica
2* seccA.i. -N. 35.Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, em 14 de Janeiro de
1838-Illcj. e Ezra. Sr. Participo a V.
Ezc que foram bontem recolhidoa Casa
de Detenc.au os seguint' s individuos :
A' mioba ordom Mauoel Claodioo des Pr*se>es,
vindo do termo de Goyanoa, cuto pronunciado na
villa do Conde da provincia da Parahybi.
A' ordem do Dr. delegado do l- districto da
capital, S-'bastifO do Sonsa Martins, Cassiaoi Jo
t Marianoo, por crime de furto, Antonio Theo-
doro 'ie Oliveira, Alfonso Lmr.'n;o Vianna, Ma-
noel Joaqum de Sant Anua, Alfredo de tal, Jos
de tal, Miltio Augusto Mascarenhas e Francisco
Antonio de Britto, por embriagues e disturbios.
A' ordem Co do 2- districto Joio 3aato* do Co-
to, por offcnsus a moral publica.
A' ordem o subdelegado do 1- districto da fre-
guexia de S. Jos, Manoel leopoldina Capitulioo
da Silva e Manoel Antonio, por disturbios e otftu
ss* moral publica.
Deus guarde a V. Exc Illm.il4 Exm.
Sr. Dr. Manoel Euphraaio Correia, muito
digno presidente da provincia. -O ebefe
de. polioia, Frnnctsco Domingue Ribeiro
Vianna.
Thesoare Provluciat
DESPACHOS DO DIA 14 DE JANEIU.0
DE 1888
Jos Nogm ira de S-u. luforme a secedo do
contencioso. ,
Machado Lipes 4 C. Ao contencioso para at-
leoder, nio u vendo inconveniente.
JosVe Eaiilu.no L:mos Daarte.Iuforme o Sr.
Dr. administrador da Rectbedorla Provincial.
i, tea,
a Bnlganare.soividt) u acceitaro tliroao
rereceradi' -fo correspond immedia-
apuelloNi) povo blgaro, porque es-
dftcj^MOlstt da sua grande asseinblea
li^aiiPpelos gabinetes das potencia,
respostas eu nao desjava partir.
Tespostas, para fallar com exactidao, nao
favoraveis, mas como ellas nada ob-
jectavan contra mim pcssoalmente, e apenas em
relacao preenchimenlo de certas formalida-
des, emprendido a viagem com a certeza de que
as grandes naroes mudarao de parecer .ante o
tacto cpnsummado.
Vo> para a Bulgaria na firme resoluco dete-
meduuj as deploraveis condiges d'aquelle paiz.
Espero que a providencia permitiera que eu, por
meioaacilicos, d cumprimento a esse encargo
c que4s*#3sa elevar o meu povo posifjao a que
leiu dip'ito no meio das nacOes livres. Nio
smenfenobre e grande esta misso tambem
santa.JifirQTicdesejo consagrar toda a niinha vida
feliJWc da Bulgaria Den me ajudar a ca-
wapas! neguro para.o Hm
em vista.
autoridade.no interior do principado,
ro conseguio organisar um' minislerio,
Peco-vqs que me nao l'nlteis com a vossa be-
nevolencia, e que antes auxiliis os mens es-
forcos .
Tanto essa circular como as demras pecas re-
feridas foram consideradas apocryphas. A ver-
dade, porm, 6 que, senio de todo na forma, uo
pensamento foram posteriormente confirmadas
pelo principe. O texto authentico do despacho
que elle expediu para Constantiuopla foi este :
Senhor :. Dar a V. M., meu eminente suze-
rano. o testemunlio do meu leal e solicito res-
peilo, eis o meu pnmeiro pensamento ao pizar
em solo da Bulgaria. Eleito pela grande as-
sembla nacional principe desle pam, de accordo
com as clausulas do traclado de Berlim, consi-
derei como rigorosa obngaco corresponder ao
appello desta valorosa nacionalidade, e para isso
aqui vira. Tenho esperanza de acabar com orna
situaco provisoria to prejudicial para a Bul-
garia, que deseja trabalhar em paa como para
os povos seus vizinhos e para toda a Europa
Conhcco o constante zelode V. M. pela prospe-
ridade de seus subditos, e portanto espero que
V. M nao me recusar o auxilio necessario ao
desempenho do encargo que a populacho do
principado me conliou a.
Apezar da extrema suavidade de suas notas, o
principe Fernando nao conseguiu da Europa a
legalisafao do atrevido procedimento que tivera
entrando na Bulgaria sem o consenso expresso
das grandes potencias. Por memores que fos-
sem as suas intcncOcs, ao meno* temporaria-
mente, s podia contar cora o apoio d"aquelle3 que
o elegeram, e a cujos desejos acceder, tal vez
animado por certa indilTerenca estudada da
Allemaulia, por mal disfargadas condcsa'nden-
cia da Auslro;Hungria, mas contra as formaes
advertencias da Russia e do sulto. Esle vendo
que Ihc despressavain os conselhos, mandou re-
tirar, immcdiatamenie entrada do principe na
Bulgaria, o seu delegado Riza-Bey, que havia
ido a Sofa no intento de harmonisar os baru-
Ihentos partidos do principado.
A Turqua deixra anda all um commissario,
mas s para que este segusse de perto os acon-
tL'Cimentos.e com expressa prohibiente de raan-
ter com o governo de Fernando quaesquer re-
luges olliciaes. .
A Porla assutnira essa attitude severa, menos
porvontade propria, que nao tem, que para con-
formar-se com a vonlade do governo de S. Pe-
tersburgo.
A Russia, que nao approvara a eleiciio feita
pela sbrame enviou urna circular aos seus
agentes no estrangeiro, verberando acremente o
proceder do Coburgo, desde que o viu entrar
atrevidamente na Bulgaria
A Inglaterra na mesina occasi&o, nao por
exagerado amor ao traclado de Herlim, mas por
cenhecer os desejos que Fernando tinha de har-
monisar-se com o Czar, achou que nSo devia
honrar o novo principe com as demonstracOes de
sympalhiu que nao regateou ao seu nao menos
affouto antecessor.
Os jornaes inglezes disseratn cousas amargas
ao descendente do ra barguez lTra lamentava
que elle se tivesse, em fim, resolvido a ir para
Tirnova, onde-dizia a PaU Mal GazetU de
escandalosa memoria nao poderla permanecer,
desde que a sua eleico nao tinha sido confir-
mada pela Porta, nem approvada pelas demais
potencias.
E termiuava advertiudo o intruso priucipc de
que o castigo do seu acto nao Mg*0tB* esperar.
_T

Dm correspondente do Times em Berlim assegu-
rava que Fernando nao lora para Bulgaria
acompanhado das boas gracas do imperio ger-
mnico, por lhe faltar um qu de arrojo e en-
canto cavulleiresco capaz de desculpara irregu-
laridade do seu procedimento A ser inglez o
correspondentedagrandefolhadaCi/i/, erap caso
de nos adinirardios" que Joliti Bull, o sensato e
fri Saocao Panga, patenteasse de sbito tama-
nho,flesejo de ver restaurados os saudosos. tem-
pos dacavallaria antlaate. W,~form, cerlo que
:l0!
s lhe sao
poupou censuras, comollustfou com coiiiinetta-
rios implacaveis a sua proclauaco ao povo bl-
garo. Era uina nova crolugo da poltica bi-:-
marekna na direcgo de S. Petersburgo.
Em toes condieces, s por verdaileiro milagre
poderia o principe Fernando modificar com as
ph rases cantantes das suas 'circulares a fc-ia
catadura que a Europa lhe mostrava. 0 mila-
gre nao se operou.
Em resposta a una notaj^ui que o Sultao pedia
o parecer das potencias acerca da nova phase
dos eternos negocios blgaros, disseram os di-,
versos gabinetes, unanimenle, que considervam
o advento do principe como de todo o ponto con-
trario s resolges do congresso de Berlim,
porquanto, legal ou iliegalrhente eleito, nao era
licito quelle oceupar o thrno que lhe haviam
destinado, sem previo e expresso consentimento
de todosgos gabinetes interessados. Esta decep-
go er^acdmpnhada de culra : todas os cn-
sules residentes na Bulgaria receberm ordem de
seus resflectvs gofenios para cortarem toda a
especie de relagOes cotft o governo do principado.
As occasies fazem os grandes homens, mes-
mo quando elles ssVpequenos de nascenga. Na
impossibilidade de conter de repente o diluvio
de hostilidades externas que ameagavam a cada
instante atiral-o no mesmo abysmo em que se
afundaria com elle a independencia da Bulga-
ria, o .principe procura va ao menos conso-
lidar, tanto quaalo lhe era permettido, a sua
Primei-
o que
nao foi empreza em extremo fcil, pondo-lae
frente o Sr. Stamboulof, pessoa das mais con-
sideradas no pata.
Em seguida comegou a nreparar-se o cam-
paaha eleitcral na Bulgaria e na Rumelia. Tinba
de shir das urnas a n\*a ussembla nacional.
O pleito nao se tornou notavel pelo placidez.
Deram se desorden* e scenas que nao sao urna
novidade na hulgaria, nem em outros paizes de
mais ioncia iadole. o governo do principado,
qt^-tenlsft ^wfr;prr*iaMiBia diinaxjma pasfr dos seus
iguaes. tinha fimpregado todos os meios attinen-
tes a supplantar qualquer tentativa de opposi-
g3o decidida e seria. Os oppostcionistas mais
ardentes, ou mais biliosos, foram vencidos pela
forga; os de temperamento mais calmo e mais
pratico ]iefo engodo dos favores governativos.
Emfim parece que mesmo entre os povos dos
Balkans se tem como axioma, como ultima ex-
pressao da moralidade poltica e da sciencia do
parlamentarismo, que o poder o poder.
A sobrani, eleita em Oulubro apressou-se
em confirmar a eleigo do principe Fernando.
E' que ella havia sido composta do modo mais
favoravel'possivel nova situago politica do
principado. Apenas.em honra a urna velhalicgo
parlamentar, e ao falso supposto de que as ca
niaras unnimes sao um embarago uccao mi-
nisterial, quando o que se d em taes casos
urna dictadura de fado, --- a nova assembla
blgara te ve tambem a sua minora, posto que
insignificante, tanto quanto fosse sufliciente
para que os restos de Stuart Mili nao estreme-
cessem na campa.
As potencias, na sua maio parte, comegaram
a ver o principe agir no meio dos fogosos par-
tidos hulearos com o interesan --- escreveu al-
guem com que poderia olhar para um do-
mador de feras mettido n'utna jaula de lees-
A tempestado diplomtica foi pouco a pouco
serenando; adiou-se o momento da catastropne
tida como imminente desde que o principe des-
embarcou na Bulgaria. Em summa: o cx-te-
nente do exercito hngaro nao leve, no corro-
do anno, motivos especiaos para maldizcr a sua
temeridade. A prudencia to terna e circum-
specta como disse Montaigne, a mortal inimi-
ga dos grandes feitos.
A ousadia de Fernando de Saxc nao ser com
certeza de extraordinarios beneficios humanos.
Deve aproveitar particularmente a elle, se que
algum proveito tem de dar. Mas tambem para
quem ho de servir os esforgos de um principe
nos scepticos dias de hoje, se Rigolo a pholo-
graphia moral de una instiluigao que ha muito
fez seu tempo ?
A Russia instigou o sulto para que elle exer-
cesse urna acgo decisiva na Bulgaria ; propoz
lhe que fosse enviado a Sola um alto funeciona-
rio oltomana, acompanhado de um delegado rus-
so o general E irenroth, am de estabelecer-
se a ordem legal no principado. Era urna nova
misso Kaulbars que em verdade se propunha,
e talvez com esperangas de melhor xito que o
da pnmeira, sob o ponto, de vista dos interesses
moscovitas. O principe de Bismarck a princi-
pio mostrava-se disposto a apadrinhar o alvitre
A Austria, zelosa do seu prestigio nos Balkans,
c a Inglaterra, preoecupada com qualquer desen-
volvimento da preponderancia russa no oriente,
nao o podam tolerar. O chunceller germnico,
para n io olTender boas amisades, sem certeza
de rchaver a confianga do czar, resolveu escon-
der-se de novo atraz da sua estudada indifferen-
ca pelos negocios blgaros.
A Porla vio-se ento hesitante entre as instan-
cias da Rus3ia, secundadas pela Franca, e a n
fluencia contraria das outras polencias directa ou
indirectamente interessadas na questo. Como era
de prever, o sulto nao resolveu cousa alguma.
a Bulgaria ficou sendo no fim de 1837 o que
era antes: ameaga permanente de temerosa
cotiflagrago europea.
Mas se a poltica da Russia soffreu durante o
anno novos contratempos no inquieto principa-
do, tambem nao foi pequea a decepo mfbsh
pela diplomacia do marquez de Salisl*arj nh re-j
lagoaoEgypto. I
Eleteo sroilnclal _E' conbeciia s*t__
a seguate votscio de depotados previociaes, *'
tleicao precedida em 30 de Desentero iMsso ; |
13.* DisiaiCTo i
iiinAaj, Ortmstao f
Dr. Jal d. Mello *
L>r. Clvidoaido I*pca *K'
Bario de Calar }*}
Teneass-coronel Cros J>
3*V'
33
20
20
3b
31


Karao de Caiar
Tenente-corooel Cruz
Dr. Julio de Mello
D. Clodoaldo'
Lvpjldina
Teeente ccronel Cruz
Dr. Clodoaldo
Bario de Caiar ,
Dr. Julio do Mello
E' este o resultado conhecido faltando ai
Petrolina, Ouricury, Villa Bella e Relajete :
Tenente-coronel Antonio Gomes Cirreia
da Cros (L) g
Bario de Catar (L) **g"
Dr. Joio Clodoaldo Monttiro Lope* 26
Ur.-J olio de Mello (C) *>6 >
Eleirao monicipal- O partido libera:
aprsenla como sen candidato a vereador a Ga -
mar Municipal do I cife, na eleico de St de
correte mes, e na vaga deixada pe o Sr. eapitic
AgOitiano Beserra da Silva Cavaleante, ao Sr. te
ueote-earonel Francisco Faustino de Britto, neg
c i ante nesta pisca.
0 candidato do partido conservador, coreo boc-
tem j noticiamos o Sr. Josqoim Jos de Atasca,
solicitador do furo do Recife. .
junta apnrailorit do dimtrirtr
t-le toral-O Sr. Dr. jais de direito presidesite
dessa junta pede-ooi para sciente aos presidente*
das mezas eleitoraes, que at'esta data Use-
foram entregues as authenticas relativas s xestassa
das 1*, 2*. 3*, .4* %A|iecepe* da paroehia. de-
Sanro Aotoni'j, 1* e 2* de Jos, e do 3" distxicto
ce Aiqgados, faltando as de todas as ootras e sjer
estando a upuracio marcada^para o din 1:7, fax-e*
indispeusavel essa remessa coas urgencia para,
evitar o adamento.
As copias podem tambem s**r eotregaes no* ear-
toria* de qualquer escrivio do commercio
fia tole ravelMorad rea no largo de S. Pe
Uro peiem-nos para chamar a atiene io de qnea.
competir i-.fim d qao nao seja dito larfeo como p-
rese querefed nearregadoe da limjiesa, asa
dos pontos ees que se deposita o lixo.
Aqui, dia o cosco iaformante nio se deptec
tam contindamente eiseo, como tambem i aesr
o qneimam. -
Qier orna usa qoer outra intolerave! -me.
centro da cidade, esreenlmente para os ne teese.
a infaJicidade deaqut morar .
Vaner r*r*-Ette vapor da Cgapasas
Braailetra, deve ter dcixado o porto da Babia
tem, noite, palo que chegartaqui ns ssanaa n
17, terca feira.
Sabir para os porto* do norte no dia aegoisest,
18, s 4 horas da tarde.
aVeeteJoa carnavalescos risa I
LlvramenioA commssio crganisada par
tratar do* festejos desta ra, ficou compieUda*
segaintes senbores, seguodo nos commanicarasa :
Joaqum Agostinbo Cabral.
Manoel Bento Borge* Cmara.
Francisco Jos Fernandea Marcos.
Joaqum Das de Audraie.
Jos Ferreira Lopes.
A'bino de Oliveira.
Joe Rodrigues Fragoso.
Ventura Jos Fonseea.
Manoel Dias da Silva Guimaries.
Antonio Teixeira Cerejo.
iiaodelino de Paiva Ferreira.
Manoel Joe da Silva e Oliveira.
Majo Joio Antonio de Almeida.
Caplio K uijamio Asnos Jet da Fonseot.
Antonio Gomes de Oliveira.
Dr. Carueiro L ao.
Joio Rodrigues de Moura.
Alipio Ferreira Autunes.
Jos Antonio da Costa.
Suicidio A's 3 horas da madrugada de hc*s~
tem, em u n quarto do hotel da Europa, onde se
chava hoapedado, o italiano Lugi Angeltne poa
termo existencia com um tirode revolver de ca-
libre dez e estando carregado com 6 capsulas essa
cojo numero faltava justamente a de que kmi
vira.
O infeliz parece contar 20 a 22 annoo tt idacV.
e nenbuma declarafp deixou p-da qual se poaaa.
eonhecer o movel que o obrigou a terminal- a aa
existencia.
Comparecen ao lugar o Dr. delegado do 1 di
tricto que tomando conbecimento dofaeto ftz pro
ceder vistoria em Lugi pelos Srs. Drs. Curio.
Costa Gomes e Cyaneiro, que declararan! ter ea-
contrdo om terirceuto de revolver na cables ai*
diregao de cima para baixo.
Lugi foi passageiro do vapor FtifJe fe Ptoob
buco ba tres diss chegado aqui e viudo sol.
Na busca procedida, poucos valores 1 raro en-
contrados, sendo apenas ar.-ecadadas 6 moer as Qa-
curo de 20 tr. e 14 fr de prata, 1 monda tetp-
..iiu .. e 1 nota de 52, sendo tudo entregie ao
rrnsali Ha Italia, pelo Dr. delegado.
couipauhia de bombeiro* Aote-
(i unsi. aa 4 heraa da tarde pouco mais ou menos,
oirigiram-se inesperadamente estaca) d'eata.
companhia alguna dos Srs. directores das ce tapa
hiaa d seguro desta capital, que cesejando vet o
propresso e adiantamento dos bom-eiros, derase
mmedmtamente o signal de figo.
Em menos de 3 minutos foi arromado todo o
material da compaohia, obedecendo os bomtiro9
somonte ao toque de corneta, na maior orden*,
presteza e disciplina.
io. lo depais o sigoal de retirada, vecolheu se
estacio a compauhiade bombeireseempre na aaior
crdem.
Foi preo O individuo Jos Barbotia
5 Iva, que como criad.' do corouel Joaqum M.zi-
mina Pereira Vianna, desapparecera oa ooite de
6 do corrente, levaudo um relogio de mkel cor
cadeia d plaquet, um costume de fioella azul,
outro de brim, mais algumas pecas de roupa u u.
par de botinas.
Dest.s nbjectos foram encontrados no poder do
ladro o relogio com a respectiva cadeia, o ceta -
me de brim e o par de botinas, declarando e'U-
ter anda alguma* p cis em casa de seu sai.
A prisio foi efivetuada pelo subdelegad da
Torre, onde se achava bomisiado o ladrio.
falsea de pita Assuur'o o exerciein de
ju'.z de pas da fregus.'. do Reoiie, Joio Jaou-.no
Pinto de Azevedo, que d audiencias no predio 4-
ra Mrquez de Oluida n. 3, as tersase sex-
tas feiras, &s 20 horas da manhi, e deapaclla
rus do Boin J' sua n. 5, e onde for eacontrade.
O majir Joe5 Cordeiro dos S .oto;, ji e de
paz da freguezia de No63a Scuhora da Gsac, ds>
audiencias as sextas-feiras, s 4 horas da tarde
oa caoa.rle sua residencia oos Aflictos o. 31.
Companhia Ferro Carril Seguao
ama d.-curacao da gerencia desta companhia c ee>
oatro lugar inserta, darse ha cmico amaobi. ao
servico do* carros ote 2* ciusse e bagagea.
C-iuvm qua a leiam a* pesaos* qae transiiissa
aos b.ndi.




Diario deT< rnainbucoDomingo 15 de Janeiro de 1888
>
1
Comba** Os jtm$ptm a a 8 .le
Outubio sote* do amt.nbecur, o officUl qaa eslava
de guars no Mana poie distinguir, i feoux*
los da lus que acabara de ap parecer a fu maca de
doui v pares qoe pnreoii m andar cata de al-
goma pies*, o tango da costa. Eram o Huscar
e a Uni o qne, grace.s escurido da primeira
parte c'a noite, tinbau paanado so noite aem ser
vistos pelo que os esperaran) na altura do Auto-
tagaata. O command inte Riberos comecou logo a
perseguir aquel les navios que ji ae achavam a
orna lisanos de cinco ou seis milhae.
O antivo witlante Grau, sen.pie to h-
bil para vitar um combate serio, julgoa que poda
escapar anda, como J tinlia feto tantas veses,
persegu fio dos navios ahlenos, e mandando dar
toda fe rea maekinu, oottinuou a avaocar ra
pdamen' e para o norte a ponto de quasi perder
de vista a fragata chilena. Julgava ter escapado
ao perig' quando avis:on ai tange t*es navios que
parec a querer cortar-lhc a passagem.
< Era a segunda divitio da eaqnadra chilena,
que 8- b i .a ordena do commindante Lalorre, vinba
offerecer Ihe combate. Nao obstante, os peruanos
pensar! qao pidiaia evitar a lata e eff.diva-
mente a orreta Uni&c, mu to mais ligeira do que
emonitoi, fugio deixaudo atraa o Buaicar.
O eomalandante Lattcrre mandou logo em
persegu! o da Unid) a corveta O'Higqiru e o
transnor ;e que os acomptiuhava, ficando apenas
eom> o Ooekrane. Em vio rento* o monitor pj
nano }t gir para ua ou outro lado; a fragata
"*, sae es recebas Oncertos tinham tornado
HBMgts>a, fechon-lhe o caminho eneurtando a
distancia e obrigoa-a por fim a aceitar o combate.
Latirre e Orau, pela segunda vez, esta vara
em freiiti: um do outr>. Em Iquique, na noite de
9 a 10 de Julho, o joven commaodante chileno
oom urna simples eauboncira de madeira susten-
tara um jombate heroico contra o poderoso moni-
tor wat laudado por Oran. Agora, as armas do
primeiro eram besa diversas; a luta ia realiaar-se
entre dons navios revestid is de ama eapessa cou-
raca d-s Ierro.
O Ruascar, sem perdsr a esperanca de fugir
para o norte, rompen o fog is 9 1/* horas da ma-
nhi e em urna distancia tros, coi.tinaando a retirir-se. O Cockrane d
seu laefc avtncava silencioso e imperlurbavel, e
foi so de ))i de ter consiileravelmente diminuido
a distancia que os separavs, que disparou os
primeiro* tiros de p'ca contra o navio inftaigo.
Nunca o fogo de artilbaria foi dirigido com tanta
preciaao e segaranca. As prieaeiras balas do Co
ckrane ptsersm em p'-dacoi a torre blindada do
Huscar, matando e mu lando borrivelmente o
commandante Grau, que milla estava dirigindo a
manobra do navio. Doui officiaes, que o substi-
tniram ni eommando, cabiram um depois do outro
em seu pe ato de honra. O combate austeatou se com
a maior energa durante nina hora quaai, nao cea-
rando de funecionar em tolo este tempo aa metra-
Ihadoras e o caaLo do Huscar. Houve um mo-
mento eoi que o navio peruano retirou o pavnhao
e jolgou se terminado. O lego foi suspenso por
algosa minutos, m.n o nonitor icou de novo a
bandera reeomecando a retirada. Immediata-
menta o lommandante La torre ordeno u que reco-
mecatae 3 fogo, dimicuind > anda mais a distancia
e a lata principiou de n >vo cem maior enearoi-
oamento. Os dous navios manobraran! diversas
vetes, p-ocursndo buter im contra o outro, mas
nao o conseguirn)...
< O ecmmandante La torre, por urna manobra
atrjala, colloeou Huscar entre oa fagos do Co-
ckrane e do Blanco que 'riera em auxilio deate e
renden eo ia II horas mecos 5 minutos.
O Ctckrane reetbera apenas cinco balas; o
Blanco labio 11 leso.
Eis ahi nm extracto do combate de Angamoa,
no qnal figurn to brilbaatemente este mesmo
encouracado Cockrane or surto no porto do Rio
de Jaaeiro, que estabeleciu de um modo difinitivo
a supremaca naval do Chile sobre o Per.
rosla drrelta' abre e> cafSob
o tituloOs alcools indusiriaas e os diretes sobre
o caf, publican em Parts o Brenl uteis inf r
maces lo nosso cnsul em Heapaoha, o Or. Lcz
Pires Garca, que repr> futimos em seguida,
applaudindo ao mesmo timpo es esforcas tenden-
tes a a igmeatar o cons'imo de nm producto que
eoottitu o principal, ele siento da riquesa nac o-
nal, aas o como as pre.;aucos :qew poseam ser
tomadas contra a iotrodeceo de substancias no-
civas tanate publica.
Eis o artigo a qae nos referimos :
.A Uii v tada este anno pelo Reichstag (Parla-
mento a.V-tnao) relativa ao aleoolpe o elevado
pinssm i prime) concedido i sua exportaciodis-
pertou t iva oquietaco ;ntre oa destiHadoree em
Franca, Heepanha, etc., oa quaes reclamarara du
cus respectivos governoe medidas de proteccio
ooatra a invaso do alcools indnatriaes allemes
dos que prnvem da Hostia, Suec'a e Noruega,
pats&ndo por Hambnrgo.
< Os visaosparticularmente oe destinados a
exportadlosao previamente mais ou menos al-
eoolisados pura aerem tra o aportados sem perigo de
alteriica}. Nesta operac.o (vinaye) sao emprega-
dos fre;uenteniente os alcools industrues, que se
obtemdesti liando ) preducto da fermentacio de
diversau materias assuiaradas ou amid nadas
como : melacjos e teterraba, batatas, milho, ceu-
teio, p ra. macas, etc. Estas aguas ardentes
contm ap-ua? 37 */ Qc ulcool e63 de substanciaa
impurat e corrosivas, truo subatituem a agur-
dente ae uva na manipulaco dos violtos, cognacs
e ou'ros licores e bebidas, toraando alude maip
faneston es cif iros do alcooiismo.
O j.veruo hespanhol no ioteresse dos viticul-
tores fj da saluonlade publica, piohibio nltima-
mente a circnl8cao e venda de alcool8 destinados
b-Oidadejqualquer procedenciaque i.io est'!-
iam perfcitamen e purot e Dem rectificados, e no-
meou ao mesmo tempo urna commissao de tres
membns de inteira cempetencia, a qual seriio
transmittidaa todas as luforma^es das corpora-
coes sci-ntificaa e sanitarias.
A referida commiasao propuz o emprego da
potaos-, caoatica e do acido su.tune > pra o reco-
nbecimento dos alcools, e o petrleo pars desaa-
torsls ir oa que t r m jolgades inaaiabres.
E' esta urna questio. qie chama actunljieote
a attei:co geral por sffcta'r muito de perto a
aade publica. E', pois, til dar a maior publici-
dade,
O goveroo ailemao, gracas aos novos impostos
s bre o aleool, creando novos recursos para si,
procurou ao mesmo tero 30 acudir s urna indnstris
que, ciiao a du assucar atraveesa neste momento
urna crise das mais intensas. Assim, o hectolitro
de alcoul que imi* 50 marcos nao vale mais de 40.
Os membr >s progressistis do Hachitag preteudem
propoi urna redneco equivalente de impcsMs so-
bre a guns artieros de cuosumo geral particular
mente s-b-e o cal que paga actualmente 40 mar-
cos p-r 100 k ciis-i pobres esta 09 iuc nveuieut' 8 d .3 alcoolicas, c<>o[ra as quites
serve de antidolo alm de aeradavol sucesdaneo.
a O governo ailemao porm difficilavente te de-
cidir e.abandonar umt fonle segura de renda,
ainda que melbor ioapirado, deveise faael-o no
inU-reta do coojoierci >, dos consumidores e cU
nroprio fisco, Oireitos ezcssivaoneote elevados
sobre um ar'igo de ptimeira oeoesoidade provocam
forC"Simeute a fraude e as falsifi-acoes, com
grande detrimento do atado e da aade publica.
a C governo belga, mais prevideote, tora, u a
inici ;i va de urna reduecaV de p-ito de 25 */0 dos
dirt-itis de entrada do, caf, 10 frs. pur 1UU kilos,
em ves de 13. Ni Sui-s so apenas de 3 frs. O
gov-rno da Estados Uud js, mais prstieo anda,
nVi ilie impe aei botn lireito de internacio. Ein
Franca, poim, sao el'-.'., por assim diser, probibi-
tivos, 156 frs. por HK) k; los.
a A. reducc&o do< direitos sobre o caf em Franca
na Ailemanhafaciliiaodo a importaco deate
atil producto, teria por cnnsequeocia iudubita-
Vel,segundo a grande le das p-raimas, maior
. e>p.r:aco para os paizes de proaaeco, sp^cial-
estii o Brasil, nos numerosos artigo* de Varias
zaouafaias.
O ir contra a tisjlr* No Cosmos de 10
de O z u bro leui-s o ae.uinte :
Ni Academia das bciencias de. Pars provou-se
as ewi> de 28 de Nnvembro ultimo, que a res-
pir$i- ao ar livre o meio mais s gar de ven-
cer m tsica. O Sr. Br wi Sequard depoia de ier
refdtil. qne nos lurfan-s em que a pipulaci
densa a t'sca nmi o mais c^anmum do que o s
lu{,'ar a eoi qu -11 esti espalhads, e que n is ci-
dades tra muito maior inortandaie do que no o.in-
po be como que os qc artera, aa pruoeo, as ofliei
SMS e que os bouieus oS'So aecumuUdor em muito
maior numero e oude o r, cou t>uiuiem>-n'e,
impuio uB viciado, 8o lc s deproiuccO*4e tiaica
(lima estatistica ingleza marcos urna inurtlidade
(te B 0,0 devida univitmetite i tsica em ce -tas
priso s inal veatiladas) mestrou a aecio do r
poro sobre os dotntes.
EII' cata tres txem^los, entre outro* que sao
lingo [rmeutrf comprebatorioa. Uut tilico com
caverna* foi alvo nicamente dormindo ao ar li-
vre durante muitos meses. A obaervacio do Sr.
3tockea, de Dubiin. Outro tisico, tendo tambem
urna averna, foi curado, conta o br. James Blake,
Qnickmente dermindo com as '"
U m primo do 8r. Brewa 8
gundo grao, resists ao mal lo oesmo
fim, experiecciss reiterada! sobra J
materia tuberculosa provara m que
caram tsicos, gracas prec ucao tom:
mente de fssel-os vver so 1 r livre.
as mesmaa condiedes mis maotidos em um sr coi finado ficam tabercu-
loao*.
E' preciso, pois, asseguar aos docntes o ar
mais puro possivel. O Sr t 'Arsonvsl, collabora-
dor e substituto do Sr. Brown Sequard no col le-
gio de Franca, imaginou um 1 disposico por meio
da qual nma pessoa deitadi nao respira nunca o
str que ji passou pelos pidmoes. O sppsrelho
construido pelo Sr. Verden compoe-se esscneial-
mente de um supporte tubular dras veses recur
vado que se velta de modo que suspende cima
da cabeca do doente urna especie de cesta tronco-
nica, grand abal jour ou tunl .invertido. Todos
os gases na sua sabida de pulioSo sao detidos
neste recinto e puxados pan. u interior do suporte
tubular ; este est em comionicacilo com um tubo
que vai ter chamin do ituarto e termina por
um apparelho calorfico (urna lampada ou um es-
ciupotador), que determina a tiragem do ar respi-
rado.
Segando os Srs. Brewa Sequard d'Arsonval,
este apparelho nao de mcdoalgum incommodo
durante o somoo, e elles recommendam o uso, nao
so aos tsico*, como tambein i peisoss de boa
saude.
A Inirenro do rptorver-L'.-n.eacriptor
italiano do seculo XVI Stri parola^ublieavaeco
em 1550. em urna das suas o iras, a siguite phra-
e: E eatio Sforss tircu do bolso ama arma
pequea de cinco canos, os quaes podiam diipa
rar-se todos juntos, ou a nm a um.
Por estas indi cacos*, a ar na de'Sfsrsa era um
revolver, parecido na sua coiistruccio aos meder-
nos.
Pelo visto, porm, era o primeiro qne se tinha
asado. Na eolleccio dePiekert, de Nuremberg,
existe um arcabuz de mecha com um cilindre de
cito canos, que tem a data d t 1480.
Na armara da Torre de jondres ha outro ar-
cabas, prvido de um cvlind.-o de quatro canos, o
qual perteuceu, segundo referem os catlogos da-
qnelle eitabelecmento, a Hearique VIII.
Existem armas deste gei ero anteriores ao se-
culo XVIII no Musen dos Ii.validos de Pars, no
arsenal imperial de Viennat o no* museos de Tu
rim, Birmiogbam e Bruxella 1.
Naexposicio de Paria, ds 1855, viam-se urna
espingarda de oito canoa, construida em 1597, ou-
tra de cinco, de 1538 e outra de seis, com s data
de 1570. titas tres armas toram enviadas pelos
governos da Dinamarca e da Ruasia, como exem-
plares dignos de estudo.
O uso destes revolver era muito diffieil, porque
se toroava neceesario faser girar com a mi o
cylindro de eada tiro.
O revolver moderno, que tidos eonhaeem, e que
se monta por s proprio, pela pressao exercida so-
bre o gatilho, de invencZ recente : data de
1837. Esas invencao disputam os americanos e
o* belga*.
) que parece certo que 01 americano* inventa-
ran) o macbinismo authomatieo, e que os belgas
aperfeicoaram.
De todos os modos indu jitavel qae as armas
de cylindro giratorio e de canos multipl s, quer
se chamen! revolver, 01 outra cenas, forain usa-
das em tempes bastante remotos.
iMrrrioria slaaat osra.a se coasaer>as
cato si0*1 porto*Bolatim meteorolgico de
lis 13 de Janeiro de 1888:
nlrangeiroi
prucessado
5
2 i 0
5= c *
Eloraa 0 a-5 82 0 0 as 2* Barmetro a 0 Tensio do vapor 0 'i 9
6 m. 243 7595 19, 87
9 27- 7S3OC0 21,01 77
13 29-6 769-7 0.61 66
3 t. 27a 757-2 49,36 73
S !6'-8 758-09 20,01 77
Temperatara maxisnas3d*,UU.
Dita mnima24,00.
Uvanoracjao em 24 horas as) ao) : 5,0 ; i aum-
rs: 3,4. J
Cbava-0,-8.
Direcoso do vento: NE de meianoite at 1
hora e 58 minutos da manhl ; NE e ENE alter-
nados at 3*noraa e 1 minuto; NE at 3 hora? *
49 minutos ; N at 8 horas e 42 minutos; ENE,
NE e E vanaveis at aos 27 minutos da tarde ;
E e ENE alternados at 1 hora e 28 minutos ; NE,
EE e E alternados al 3 horas e 39 minutos ; E
at 4 horas e 27 minutos; NE e ENE alternador
at 6 horas e 13 minutos ; E e ENE alternados
at 7 horas e 11 minutos ; NE e ENE alternad -
at 8 horas e 54 minuto* ; E at 10 hora* e 45 mi-
nuto* ; ENE at meia imite.
Velouidade media do vente: 1t,97 por segundo.
Nobalosidade media: 0,70.
Boletn) do porto
C 0 Da Horas Altura
B. M. P. M. B. M. ?. M. 13 de Janeiro a m m 14 de Janeiro 10-41 da manha 442 da tarde 1114 517 da manha 0-37 2"52 0,28 2,43
brliae*r-neciuai-ae-co;
Amanb2:
Pe) agente Gusmo, s 11 hora*, ra do
Mrquez de Olinda n. 19, de predios.
Pelo agente Gusmo, s 10 1|2 horas, no arma-
z-in do Sr. Aunes, de geueio* de estiva.
Terca-feira :
Pelo agente Biito, s 10 l|2 hora*, na ra Pe-
dro Alfonso n. 43, de movis.
Mo agente Martina, s 11 horas, no pateo do
Carato n. 14. de movis, louca e vidros.
Pelo agente Pinto, s 11 horas, na roa Mrquez
de Olinda n. 52, de gneros de cativa, calcado e
outros artigos.
Pelo agente Gusmo, s 11 horas, ra do
Cabug u. 2 O, e ao meio da ra do Bario da
Victoria n. 24, das lojas de cabelleireiro e chapeos
de sol.
Pelo agente Pinto, ao meio da, na ra Marques
de Olinda n. 52, do sobrade ds ra da Hoda
n. 44.
Quarta-feira:
Pelo agente Gusmo, s 10 1|2 horas, ra de
B .rao da Victoria n. 59, de boas movis, panos,
eapt'lbos, quadros, etc.
sii ruiaebre*Sirio celebradas:
Ainanh :
A's 8 horas, no Espirito-Santo, por alma de
Francisco A>vra Monier Jnior ; s 7 1|2 horas,
na caoella do Hospital Portugus e s 7 horas na
igr ja de S. Pedro Martyr, cm Olinda, por alma
do Bario da Tacaruna.
Terca-feira :
A's 8 horas, na grejs do Desterro de Pao
d'Aibo, por alma de Joaqom Montenegro ; s 8
h ras na igreja do Corpo Santo e na matriz ds
villa de Iguaraes, por alma do padre Trajano
Eatevo da Providencia.
Quaita fe ira :
A'a i 1/2 horas, na matris da Boa-Vista, por
alma de Joo Demetrio FernanV* Vianua ; s 8
o ras na Conceico dos Militares, por alma de D.
H rmeliada de C >rvlho Moura
Faaaa*etrai--slahidos para Fernando de
Norouht n> vapjr Qiqt :
Dr. Arthur Grato Crniba e sua familia, al-
teres P-dro de Barros Falco e sua familia, Ms*
ra. G ooaives do Espirito Santo e"l Jlho, 1 sen-
teueado e 2 precos, 8 prauas, 1 malber e 1 fiha
de urna das pracaii.
Rcuuides aocl*r = Ha hojea* seguinte* :
Da Mi er<>a Progresso Peroambucano, s 10
horas do da, em sua sede, para em assemoia ge-
r.l tr.tarde negocio* diversos.
Da Meipomene Olindeisw, s 10 horas da ma-
ub, em aaaembla gera aa sede social, para
elrii-o da no va directora
itperace ctrtirjtfe**Foram pratica-
daa no boapital "elroIL ik da 14 do correte, as
a-guintes:
Pelo Dr. Pontoal :
Ligadura pelo catgut do arteria Haca externa
direita reclamada por aneirisma difioso da popl
tea e circoaacripto da en ral do mesmo lado di-
reato.
fel Dr. Estevo:
Amputasio da mama direita reclamada por tu-
mor fibr* canceroso da meima.
e DcjleneoMovimento dos pre-
1 de Deteacao do Beciie ao da 13 de
1888:
408 ; entraran: 13 : sahiram 19; exis-
tem
A saber:
Naaauc
^J
IBM
Arrafead
Bons 360 ; doeutes 8 Total 878.
Nao loo va alterafo na enfermara.
Iloapltml Pedro IIO moviuteoto deste
hospital no dia 43 de Janeiro, foi o seguinte :
Entraram............... 15
Sahi-nm................. 10
Falhicevam.............. 2
Exis:em................. 52
Foram vi litadas as enfermaras pelos Dr*. :
Moscoso, 7 3|4 horas.
Cjsneiro, s 9 3|4.
Barros Sobrinho, i* 71(4.
Berardo, s 11 1|2.
Viveiros, s 8 3|4.
Malaquias, 9.
Pontual, li* 91,4.
Estevo ijsvalcante, s 10 1[2.
Sisases Barbosa, s 11.
Cirnrgiao dentista Numa Pomplio, s 7 34 ho-
ras.
O pharmE ceutico entrn s 8 1)4 e sabio s 4
horas.
O ajudanie entrn s 71|4 horas da manhi e aa-
hio s 4 da :arde.
I lotera pelo aovo plano, cejo premio grande dr
100:000*000, em beneficio da Santa Casa de Mi-
sericordia do liecife, se extrabir no dis .. do
correte ao meio dia, na igreja de Nossa Senhora
da Conceico dos Militares.
teniltfrlo publicoObituario i dia 12
de Janeiro :
Mana, Prrnambuco, 6 horas, Santo V "aio ;
fraque-sa coogenita. H^rr
Um receinnascido de nome Manost, Pernain-
buco, Gracn ; espasmo.
Boas Mara da Cooceico, frica, 75 anuos, sol-
te*{SLJ>oa-Vista ; cacbexia senil. Beunettida pela
polica. >v
Maris, Pjrnambuco, 8 mezes, Boa-Vista : me-
ningite. \
Isidora Marn_da Ooneeico, Pernambuco, 40
annos, solteira, sabVVista; oancro do tero.
Mara Fnucisc, Pernambuco, 50asnos, viuva,
Boa-Vista ; erysipela gangrenosa.
Joo Demetrio Feznandes Vianna, Pernambuco,
0 annos, tolteito, >. Jos ; tubrculos pulmona-
res.
Gulhermina Mesquita de Freitas, Pernambuco,
54 annos, solteira,'S. Jos ; rheumatismo articu-
lar agudo.
Ouodina, Pernambooo, 2 annos, 8. Jos; sa-
rampio enaigao.
13
Caetana Cavalcaute de Lacerda, Pernambuco,
32 annos, casada. Boa- Vista ; tubrculos mesen
teneos.
Avelina Antonia da Brtto, Pernambuco, 60 an-
noa, vuva, Boa-Vista ; diarrha iojecciosa.
IRDICACOES OTIS
afedlcoa
O Dr. Lobo Motcoso, de volta de sus
viagem no Bio de Janeiro, conotia ne
jxarcicio de sua prons&ao.
10 s 12 horas da manha. Especialeudes
perayoes, parto e molestias de senhoras e
menineM. Ra da Gloria n. 39.
Dr. Barreta Sampaio H coasaltas dt
aieio-dia as 3 horas ao 1.a andar da casa
a roa lo Barao da Victoria, n. 51. Resi-
dencia ra Sete de Setembre n. 34, en-
trada pela ra da Saudade a. 25.
Dr. Joaqun Loureiro medico e parteiro
Consultorio na ra do Cabug n. 14, 1
andar, do 12 s 2 da tarde residacuia no
Montoiro.
Dr. Gama Lobo medico operador e par-
teiro, residencia roa do B. de S.Iorj n. 26.
Consultorio : roa Larga do Rosario a, 24 A
Consultan das 11 horas da rnarfsNhi 2 da
tarde. lspecialidade : molestias opera
oes dos orgaos genito-urnarios do homerc
e da mt.lher.
O Dr. Alvares Quimarn.es chegado da
corte, dedicase medicina em geral, e
com espocialidade s molestias do coracao,
pulmoes, fgado, estomago e intestinos, e
tambem is convulaSes e outras molestias aas
criaccas. Reside praca Conde d'Eu,
n. 28/1. andar, e tem consultorio ra
do Bono-Jess, n. 45, onde diariamente d
consultan do meio-dia s 3 horas da tarde,
aceituna j chamados era qualquer d'esses
lugares. Telepbono n. 381.
Cnnsuliiirio medleo legal
O Dr- em medicina pela Faculdade da
Bahia, bacharcl em direito pela 'aculdade
do Recti'e Jos Flix da Cunha Menezes,
enearre<;a-8e de questSes de medicina,
legal, tilia Primeiro de Margo n. 12.
todos os das das 11 horas da manha s 3
da tardo.
Cllatlca na -I lea
O Dr. Matheus Voz, de voita de aua via
gem, contina no exercicio de sua profis-
aao, para o que ser encontrado de 11 ho-
ras da manha s 2 da tarde na ra do Ba
rao da Victoria n. 32, 1." andar e em ou
tra qualquer hora ra da Princesa Isa-
bel n. (>.
Ore uliala
Dr Ferreira, com pratica nos principaes
hospital e clnicas de Paria e Londres,
d consultas todos os dias das 9 horas ao
meio-di i. Consultorio e residencia a ra
Larga do Rosario n. 20.
i Dr. Barro .ultkiaraea
Pode ser procurado em seu escriptorio a rus
1. de Marco n. 4, l. andar.
0 Dr. Milet tem o seu .escriptorio de
advocara, na ra Duque de CaxiaS,
n. 50, 1. andar.
rogarla
Franciiico Monoel da tilva <& C, deposi
tarios ce todas as especialidades pburm-
ceutican, tintas, drogas, productos cbimi-
coa e medicamentos homeopticos, ra do
Marque s de Olinda n. 23.
Dragarlas
Faria Sobrinho & C, droguista por
atacado, ra do Marques de Oada n. 41.
errarla a vapor
Serrarta a vapor e offietuu de carapina
de Francisco dos Santos Macedo, caes de>
Capibaribe n. 23. Neste grande estabele-
cimento. o primeiro da provincia neste ge-
nero, compra-se e vende-se madein s
de toda as qualidades, serra-se madeiras
de conla alheia, asaim como se preparara
obras ce carapina por machinas e por pre-
;o sem competencia Pernambuco.
Arsenal de Mannfaa
No Jornal do Bect/e de hontem. veio novara?n-
te o Sr. Nemo arena da nablicidade para diser
que o actual inspector meltoa 8. Eia. o Sr. pre-
sidente da provincia.
E' muita audacia! O mesmo alustrado Nemo
d mais que o capitao tenente Adgaste Cesar
trouxe afilbados e compadre* para encaxal-c no
arsenal; mentira porque sabemos bem de peno
que com o Hr. Augusto Cesar vieram de Bergioe
apenas dous sobriohos; um official do exercito
que veio licenciado e nao precisa de empreguinboa,
e o ostro um moco que infefsmente est inuti-
lisado para todo seivco, visto como quas cgo e
surdo ; quanto compadres nao os trouze e nem
os tem aqui para empregar. J v o 8r. Nemo que
desta vez andeu em m&o oaminbo e andar *em-
pre todas as vetes que procurar calumniar a quem
nao merece.
Ate.
Caldern.
Recife, 15 de Janeiro de 1888.
Lila doa abtjcrlptores) para o pa-
trimonio da ramilla do fallecido
aleaaaHasjargaetor Jos Manuel de
Vreltasu
Trsnsporte 22:246G00
Subscripcao promovida pelo Sr. Dr. Gregorio
Thaumaturgo de Azevedo
Dr. Joo Paulo da Silva Brito
L)r. Gregorio Taumaturgo de Ateve-
do
Firmino Theotonio da Morada
Antonio Sampaio Pires Ferreira
Joo Hcnriquesde S. Gayoso Al-
meida 1O00O
Angelo Baptsta 10*000
Jesuino Lust>sa 104C00
Homero de Souta Martina 5000
20*000
20*000
20*000
10*000
Coronel Candi doo Xavier Pcreira de
Brito
105*000
50*000
22:401*000
Urna sentida lagrima sobre o tmulo de seo
mai prsalo e idolatrado (io BarSo de Tacaruna,
trbulo de saudade e sincera veneraco em me-
moria do trigsimo dia de seu passameoto, desfo-
gando sobre a sua pranteada sepultura urna cora
de goivo* como plido sigoal de preito e hsm?na-
gem tecida s suas eminentes e nobilisiimas vir-
tudes.
I. F. R. S.
16 de Janeiro de 1888.
Un medico do hospital Saint-Louis, pe-
dindo administracSo da asBsteocia publi-
ca a Peptona de Cbapoteaut, inscrevia na
papeleta que o doente era alimentado ni-
camente com eata'pept3na. A oinguem.deve
sorprender o facto, per que urna colher
de sopa do p do peptona, pesando 10
gramolas, representa 60 grammas de car
ne de vacca digerida pela pepsina e assimi-
lavel. Esta peptona, associada a um vi-
cho agraJavel e generoso (vinho de Cha-
Consltuas das poteaut) muito recommendada aos con-
valescentes, aos anmicos, aos diabticos,
aos tsicos, e a odas as pessoas que dige-
rem diffiuilmente.
A emnlsao de Lanman & Kemp prepa-
rada com o oleo de ligado de bacalbo
mais puro que produz a Njrucga cao
someote um poderoso reconstitutivo das
condicSes debis e um remedio seguro e
infallivel contra todas as molestias do pei-
to, a garganta e os puimSes, e outras em
que se presurevd o uso do oleo de fgado
de bacalbo puro, senao que tembem
era si o agente digestivo por excelleocia
para os estmagos delicados ou dvspecti-
cos. 4
A grande falta medica supprida. Per
gunte-se a qualquer um medico, qual tem
sido o gsande desidertum durante seclos
aa pratica physica ? Elle vos responder
purgacSo sem dores aem nauseas, Bem
coustipaco subsequeate, sen detrimento
das forcas do doeate. loformai-vos de
qualquer um individuo que jamis fez uso
das Pilulas Assucaradas de Bristol, se ellas
nao preenchem exactamente^itos fns. De
todas as multidos que as tem tomado, nao
haver um s que diga nao. O seu effeito
sobre o ligado tao salutar quanto o de
admiravel. os casos de febr<:s e sezoes,
febres biliosas e intermitientes, ellas pro
duzem em breve tempo urna mudanca tao
benfica, que s aquelles que o experimen-
taran! o podem verdadeiramente realisar.
Nenhum homem, mulber ou manca, em
qufclqu-r parte do mundo que seja, teem
necessidade de padecer, por muito tempo
de molestias do estomago, figado ou dos
intestinos, urna vez nue tenbam mao
este soberano remedio.
As pilulas vao mettidas dentro de vidri-
nhos e por isso couservam-se perfeitas em
todos os climas.
Em todos os casos aggravados ou pro-
venientes d'um estado impuro do sangue,
a Salsa parrilha de Bristol de ve de ser to-
mada con j ueta mente com as pilulas. (420)
----------------ap
Muitas pessoas que soffrem do figado e
de molestias de pelle, como herpes e ecze-
ma, concordara que tem necessidade de
purgar-se, mas ajuntam que nao podem fa-
zel-o com a precisa regularidade por causa
de seus afzeres, que as obrigam a sabir
todos os dias. Para estas pessoas justa-
mente indicada aEructa Julien,que se
toma noite ao deitar-se e produz seus el
feitos pela manha, deixaodo Ibes todo o
tmpo para oceuparem se de seus nego-
cios.
Ao Independente eleltorado do
A- dletrleto
O resultado do pleito, que se ferio no da 30 de
Detembro prximo fiado, me prspircionou motivos
ce grat-o ao eleitorado do 6' districto, que hon-
rou-me com o diploma de deputado Assmbla
Provincial.
Foi urna grande fineta do corpo eleitora I, que me
impoz o dever de sgradecel-o ; o que faco coafea-
sando-me sinceramente penhorado pela subida
honra raim conterida assegurandp qee me esfor
carei por bem cumprir o mandato.
Recite, 11 de Janeiro de 1888.
Francisco de Barro Lim.
-----------------^gOO-f----------------
Protesto
Os abaxo assgnades estando prosegoindo judi-
cialmente contra Jeronymo da Silva Netto (que
consta tambem assignar-se Jeronymo da Costa
Netto e Jerongmo da Costa Netto e dva) no em-
penbo de haverem o damno causado com o roubo
feto em ana loja, desde j protestan] contra qual-
quer negocio que se tenha feto, se faca ou ae Q
ter para o futuro, relativamente aos bens do dito
Jeronvmo; com o fim de defraudar sua execuco
judicial, bavendo como fnudulenta e simulada
qualquer alienacn dos bens de Jeronymo.
Parte dos obji'ctcs roubados foram apprehendi-
dos debaixo da cama de Jer. uymo ; este em vista
da sua ra fe, e ciime evidentemente provado, no
momento da busca foi preso pelo Sr. Dr. delegado
de polica, e, solt por habeos-corpus, logo depois
evadi i?.
Recife, 12 de Janeiro de 1888.
Joo Bezerra & C.
Elixir
Casa Feliz
39
PLBUaCfcS A PEUIO
A o 11 lm. Sr. Dr. hete de polfe'a
P drui a -i. S. e a seus d'goes subordiuad >8, que
laucrm mas viscas para o estado desgranado em
que ae i.cha a ra da Boda.
Al i ji nao pode morar urna familia honesta 1
Dia e uoite as obscenidadrs, os disturbios eucce-
deoa-se n'uma progresso assostadora. E' triste,
d^pjnante qae a tal estado tenha descido urna
ra simada na parte m>is central do uairro de
.Santo Ant>mo e qne outr'ora era to paeifica.
O qae se pasan oa ra da Koda, oceorre as
travests adjttcentes, incluaive a do io-*nio uome.
Provuleoeas o que espiramos de to illus-
trada e moralisada autjriiiide.
Alanos moradora.
PRAQA DA INDEPENDENCIA N3. 37 E
DE ANTONIO A SANTOS PORTO
Aos IOOiOOOAOOO
Venden da 2.* extraecoda 11* loteria extrabida
h nem, 13 d- Janeiro, a sjrte de 1:0004 n. 1891,
a sorte 500*000 n. 3i23.
Tem exposto venda os seus felise* blbetes
garantidos da 3.* extraeco, a beneficio da S&nta
Casa de Misericordia que se extrahir breve-
mente.
CoUcdo de N. S. da
i n
loa tam Aurora
qulua da r
IVnlia
39 > andar, ca-
na Pormosa
As anisa deste collegio prinepitr) a funecio-
nar a 7 de Janeiro : in-trueco primaria, secun-
daria e prenda*.
A directora,
Augusta Carneiro.
Br. Chipi Luta
Tem o *eu escrptorit
-i. 74, das 12 2 bor
em diante em sua
Uros u. i.
Especialidad*
ce*.Telophoae a.
ICO
ra Duque de Csxia*
da tarde, e desta hora
acia ra da Si uta
as de senhoras e eriac-
Porqne me siao eu to
miseravel ?
Tao fraco e to lnguido ? Qual ser a
causa de tal azi e dores de estomago, de
tal acrimonia e de tal sabor desagradavel
na bocea ? Porque ser que alguma ve-
zes sinto um apetite devorador e depois um
dissabor tal por todas as comidas? Porque
que o raen animo tao frequentemente
irritavc-1, desesperado, melanclico e aba-
tido ? Porque que s vezes nos persua-
dimos de aigum perigo imaginario e nos
amedronta qualquer rumor inesperado, tor-
nando-nos agita los como se urna grand"
calamidade estivesse imminente ? O que
significara estas de>s*gradaveis melancli-
cas dores de cabera; estas palpitares vio-
utas do coraao, este desasoseg febril,e
estes suores nocturnos; este inquieto e
imaginativo sorcno que nao nos d repou-
so refrigerante, mas apenas lamentares e
palavras inarticuladas e os horrores do pe-
aadelo ? A resposta : Estes sao apenas
os symptomas de indigestao ou Dyspepsia
o comeyo e progn jstii-o de quasi todas as
doengas humanas. IndigestSo a fraquezi
ou falta de poder dos fluidos digestivos do
estomago para conve-rter o alimento em
substancia Sudavel para o proprio alimen-
to do corpo. E' causada a maior parte
das vezes pala irregolaridaie de dieta ou
Brneuto improprio, falta do exercicio siu-
davel e ar vre puro. Pode ser derivada
por afliccao mental, o choque de alguma
grande ealarnidade. Tambein pode ser, :<
muitas vezes aggravada e intensitioada,
e nao originada, por fraqueza coose-
quente de applicacao mental intensa, de-
masiado trabalho pbyaico, apoquentagoes
domesticas, anuiedade em negocios, ou dif-
fculdades fnanceiras. r'e o estomago po-
desse conservar se sempre em ordem, nao
seria a mort* jamis um assuaipto de ter-
rivel anciedaio tanto para os novos como
para os adultos, mas sim seria contemplada
como visita de um amigo que se espera ao
Andar urna idade feliz e pasifica. domtu-
do, o primeiro invasor hostil no dominio da
aade n ielieidade a indigestao
Ha por ventura algum alivio, aigum re-
medio, alguma cura ? E' esta a pergunta
que faz o infeliz padecente de dyspepsia.
O que se requer urna medisina que re-
nove completamente o estomago, entranhas,
rins, e que preste assistencia prompta e
tigados H efficaz aos orgaos digestivos, e
que restaure aos systemas nervoso e mus-
cular a sua energa original.
Tal medicina felizmente obtivel. Nun-
ca na historia de des^obertas medicas, co-
mo o evidencia a prova de urna duzia de
annos, se encontrou remedio contra indi-
gestao tao rpido, tao seguro e tao sur-
preliend-uto nos seus resultados como o
Xarope Curativo da Mi Seigel, porm
boje um remedio modelo para aquella af-
fliccao qu-8 que universal em todos os
paizes civilisados da Europa, Asia, frica
e America. Pblicos testomunhos e cartas
particulares de officiaes de exercito, ban-
queiros, negociantes, capitaes de navios,
mecbanieos, lavradores e suas mulheres e
Albas, todos con&rmam os seus poderes cu-
rativos.
Acha-se venda em todas os boticas,
lojas de medicina em toda a parte do mun-
do e em casa dos proprietarios A. J.
White, Limited, 35, Farrindon Road, Lon-
dres, E. C.
Depositarios na provincia* de Pernambu
co por atacado : Francisco M. da Silva
C. e Faria Sobrinho & C.,na cidade do
Recife.
Vendedores a- retalho, na cidade do
Recife, Bartholomeu & C, J. C-, Levy
& C, A. M. Veras d C, Rouquerol Fi-
res, e T. S. Silva, em Palmares, A. C. de
Aguiar e em S. Joao da Igreja Nova, J.
A. da Costa e Silva.
depu-
rativo vegetal
FORMULA DE ANGEMNO JOS DOS SANTOS
ANDRADE
Approvado pela Inspectora Geral di Hy-
giene Publica do Rio de Janeiro nm 20
de Julho de 1887.
Este depurativo de grande efficacia m.a mo-
lestias aypbiliticar e impureza do sangue. Para
maior garanta da eficacia deste medica Dent,
abaxo publica-se grande numero de atteatados.
Attestadosdosllims.Srs Doutoresem medicina:
Dr. Joo Mara Seve, Dr. Francisco Jacintho Pe-
reira da.Motta, Dr. Jos Joaquim de Sonsa, Dr.
Luis Vctor Homem de Car val ha, Dr. Joo Ferreira
da Silva, Dr. Joo Bustos de Mello Gomes, Dr. Il-
defonso Perera de Asevedo, Dr. Antonio Baptsta
de Moraes, Dr. Manoel Falco de Azeredo, Dr.
Joo Alexandre Seixaa e Dr. Virgilio Tavi.res de
Oliveira.
Collegio de Santa Lucia
Para o sexo fe mi ni ao
Desde o dia 7 do corrente que est funn-
cionando as aulas deste conceituado ccll*-
gio, sito a ra Duque de Caxias n. 70,
2o andar, j tao vant josamente conhecido,
onde se d esmerada educagao propria do
sexo femenino.
Pelo seu pregrararna so admittidas alum-
nas pensionistas, meio pensionistas e ex-
ternas.
A vinva D. Eulalia Ernestina Carneiro Caval-
cante achando-ae gravemente enferma e sem re-
curso alenm para si e para eineo filhinhos, que
mais a affigecn em tonoo de seu leito, roga a al-
anjia petaoas um obulo de sus caridade, urna es-
mola pelo amor de Deus. Reside roa das Car
re cas n. 32.
Prlmeira* letrmm. poriUKues e fr*o
ees prttiie. e inca. Ico
O professjr da uadrira do Recife, sita ra
Baro do Triompho n. 62, 2 andar, contina a
leccionar de Janeiro proximi vinduuro em diante
em CB8..8 particulares as materias cima declara-
das. Garante rpido adiantamento.
Clnica do Or. Silva Ferreira
de Senhoras de
Especialidades: molestias
pelle.
Consultas de 1 s 3 horas.
Ra da Cadma a. 53.
ResidenciaKua do Coa*]* da E
Telepbono n'.; 41
Boa-Vista 24 1
Attestadcs dos Ilustres cavalheiros que tem feto
uso vantajosamente deste remedio :
Capito de mar e guerra Joa Avelino da Silva
Jacques, beriben.
Dr. Miguel de Figueirda Faria, idem.
Capito Florencio Rodrigues de Miranda Franco
idem.
Jos da Silva Rodrigues Neres, idem.
Joaquim Fenclon Delgado Borba, idem.
Manoel Pinto da Costa, idem.
Joo Francisco T.-iiuv s, idem.
Manoel da Costa Alv-s, idem.
Estevo Alexandre Jos Dornellas, dem.
Zicarias da Costa Lei'o, dem.
Antonio Dias de Aleneida Costa, dem.
Rufino Suzauo (ajj de Miranda, dem.
Antonio Jos Ferreira Refinador, idem.
Aristides Manoel dos Santos, idem.
Jos Antonio Corris Gaio, idem.
Angelo Coriolsno da Motta, idem.
Tito Macbado Freir de Barros, idem.
Alfonso Ligorio Velloso, idem.
Ursulino Oiinio de Torres Gallndo, idem.
Tbomaz Dativo doa Santos, idem.
Candida Francisca Munis Fej, idem.
Francisco Ti-ixeira Barbosa, idem. *
J'o da Silva Neves, idem.
Uibano Jos Carneiro, idem.
Jjs Luiz de Franga Torres, idem.
Viaocel Arquelo Silva Costa, dem.
Elysio Alberto da Silveira (em pessoa de sua fa-
milia), idem.
Pedro Tertuliano da Cunha (em pessoa de sua fa-
milia, idem.
Conselbeiro Alexandre Bernardino doa Res e Silva
(em um seu escravo), escrfulas.
Alberto Agripiao Seixas, estomago.
Alcides de Aquino Fonseca, gomma no nariz.
Alfredo A. de Vadconcellcs, rheumatismo.
Arthur da Silva Regadas, chacas.
Alfredo Bessoni, rbe:imatiamo e escrfulas.
Augusto Cesar Hereira Caldas, eropeo de pelle.
Austricliano de Torrea Gallind?, rheumatlamo e
dartbros.
Adoipho Marques doa Santos, idem, idem.
Antonio Jos dos H-.is, rheumatismo.
Antonio Dias Ferreira, idem.
Aonibal Casado Lima, gonorrba ebronica.
Autuuio Luis de Franeja, escrfulas.
Antonio Catro Monteiro, rheumatismo,
Antonio Alves da Silva Juuior, idem.
Antouio Aquilino Campos, rheumatismo age do.
Antonio Goocalvea Cerqueira Fontes, cancro na
uretra.
Antonio C. Xavier da Silva, rheumatismo e dar-
tbros.
Augusto Leopoldiao da Silva Neves, escrfulas.
Alejandrina Mana da Conceifo, rheumatismo.
Autonio Ferreira de Lima, idem.
Adnlpho Cunha, empigens.
Arthur Bahia da Cooba, empigens o darthros.
Antonio di' Cos'a Morera, nevmlgia.
Adriano Antunes Dantas, iuebaejio as pe-nas.
Antonio Jos da Fonseca, dartbros.
Antcnio Gomes de S, rheumatismo.
Albino Jos GooQalvea Diniz, sy .hilig.
Autonio Flor i ano de Mello, idem.
Antonio Pinto da Silva, bobo a reeolbidos.
Aureliano Jos dos Santoe, ferda ulcerosa no
naris.
Antonio da Silva, cancro horroroso.
Antonio Francisco da Costa, coragao.
Dr. Argemiro Arxa, rheumatismo.
Adolpho Machado, dem.
Antonio Horacio, dem.
Antonio Teixeira de Lima, idem.
Antonio Menelio Caetano de Gusmo (em peasa
de sua familia), flores brancas.
Antonio de Souza, or ossiatica.
Antanio Fradique (em pessoa d sua familia), flo-
res brancas. -SB
Antonio Pedro de Sonsa Soares {em pessondesaa
familia), degeneracao no sangue.
Alvaro B. Dias Ferreira, exostose.
Antonio da Silva Ramos Neves, dores agudas as
pernas.
Alfonso Monteiro Peasa, escrfulas e bronchite,
Alfredo Morera, feridas no pe.
Augusto Pontes do Amara], escrfulas.
Tencnte-coronel Apollinario F. A. Maranhio, em-
pigens.
Antonio Jos Rodrigues de Sonsa Filho, tumo-
res.
Arthur Antunes Dantas, rheumatismo.
Augusto Carlos Noronha, grande enfermidade na
perna.
Alfonso Taborda, rheumatismo articular.
Dr. AlTonso Olindense Ribeiro de Souza, erupcaa
Agapto Innocencio Poggi, estomago e larynge.
Antonio Ferreira Daiz (em pessoa de s;ia casa)
ataques eatericos.
Benevides Bafreto do Rosario, rheumatismo.
Bernardino Alves Neiva, idem.
Bento Jos Pereira, idem.
Bernardino da Costa Campos, idem.
Belisario Alvea de Brito, syphilis.
Bernardo Augusto Soares Leite, empigens.
B-mveuuto Cavalcante de Mello, empigem de
mau carcter.
Dr. Claudino Elcidio de Freitas, erupcao de pelle,
Candido Dias, em um seo escravo ayphilus e figa-
do.
Carlos Van-der-Linden, rheumatismo.
Cussy Juvenal do Reg, enfermidade chronica.
CanoiJo Manoel dos Santos Mendonca, rheuma-
tismo.
Caetano da Silva Azevedo, syphilis.
Caetano G.mes de Almeida, rheumatismo.
Carlos Lopes Guimares, idem.
Domingos Jos Rioeiro Soares, idem.
D mingos Jos Rodrigues, forja de sangue.
Daniel Pereira dos Santos, erupcao de pelle.
Emilio Roberto, dartbros. .. -
Elpidio Acyoli de Barres, rheumatismo. rf
Emilio Pereira de Araujo, diversas molestias.
Euphroeno Rodrigues do Couto, rheumalismo.
Efiamioondas P. B. A. de Vasconcellos, dem.
Eduaido Floro de Paiva, ioflammaco dartbrcaa.
Favio X. Souza FoB8"ca, ulceras.
Francisco Ferreira Branda;, rheumatism).
Francisc) de Sonsa Duarte, idem.
> rancisco ele Siqneira Pasaos, darthros.
Francisco Cecilio da S. Guimares (em orna parta
de suscmsh), gommas na joelho.
Francisco Miguel Rodrigues, rbeomatiam^.
Felippe Nery Guimares, sarnas e tumores.
Franco Martina Nogueira dos Santos, sairnas.
Francisco Jaboranay de Moraes, fridaii syphili-
ticas.
F. de Assis Coelbc, rhpumxtismo.
Flix Jos Marques Bacaiho, darthros.
Feliz Pereira de Araujo, jro:i mas e bobss.
Francisco Rodrigues doa S.ntos, rheumatismo.
Fernando Magalbes da Silva, empigens cbro
nicas.
Fenelun Borba, rheumatismo.
Fraocitco de Mello Cavalcante de Albuquerqne,
iocomniodos na> uretra.
Fi a->ciscn Rodrigues da Cunha, cancros e bo-
LeS.
Francisco da Costa Ferrai, paralysa e .sthma.
Fraucisco Jos do R^sto Meilo, rbeumatisso.
Fraucise-i Gonjalves Guimares, idem.
Alteres Feancisco de Albuquerque Pajoaba, in-
commodo no ninz.
Franoisao Jos ^ereira, syphili*.
Francisco Jote Das Sobrinho, blenorrea gia.
Ten, ni Francisco Evarist> de Sonsa, figado.
Feliemmo Lourenco da Silva Araujo, bemlgfa aa
cabeca.
Fraucisco Paes da Luoa, rheumatismo.
' I

I



i


s


Diario de PcroarabacoDomingo 15 de Janeiro de 1888
_
Fraueisc i Florinda do R^ario, escrfulas.
Franciso da Silra Miranda, .hemorraoida com
perdat ce aaugue.
Flo-ian) Gime dos Santos, (em pessoa de taa
fsmilit), mcnslro e dispepsia.
Fausto ce Barro Beierra eruoco cutnea,
Franciscj Nogaeint de Msgalhes, escrfulas.
Franciscj Martina Gomes, erupeo de pelle.
Franciso > Ferro Castalio Braneo Jnior, terida
de tn carcter.
Gabriel Peregrino. rhcaautismo.
Gaspar augusto Soares Leite, idees.
Dr. Gene i Martina Fonte idem.
Gustavo Wertheimer, dem.
Henrique Adolpho do Reg, siphilis.
Hortenci > Eneas Vieira de Amorim, horrorosas
ferida 9
Hostiniat o C irneiro de S .rae*, rheumatismo e
inflamnac) de olhos.
Ignacio Pinto de AguUr, simas e pannos.
Ignacio rroysno de Jess Bai.deira, ourina de
saogue.
Ignacio liodrigueg de Cari-alba, gonorrha.
Jos Claudio Dubeux. rheomatiamo.
Jos Mar ada Costa Carvalbo, dem.
Jos de toaxa Brax, sarna i e empigeus.
Jos da Soasa Aguiar, rheumatismo gotoso.
Jo< Fed'O Velloso da Silveira, em pessoa de sua
familia, irritaco no pulino.
Jos Praiiiiseo dos Aojos, (cm peisoade euacasa)
Icocurt por suspenso de parto.
Jos Ant >nio da Costa, neuralgia.
Jos Ricardo Diss Fernandes, iheumatismo
agudo.
Jos dos Santos Selva, idem.
Jos de Castro Monteiro, eropeo de pelle.
Jos Caeaoo da Silva, dem.
Jos Pedio de L>'mr, escrojihulas. _
Joao Marques de Sousa, roeuma'.ismo.
Joao Bernardo do Reg Vuleno, idem.
Joo Francisco Monteiro, typhilis.
Joo Fereir dos Santos Jnior, pannos pelo
RodolpboM. de Serpa Branlo, incbaoo do tur
noselo.
Raymuodo Lino dos Santos Gouveia, dartbros na
perna.
Ramiro Antonio da Costa, rheumatismo agudo.
Satyro Cordeiro, erupcio de pelle.
Sebastio Joaquim do Reg Barros, molestias sy-
philiticas
Theodomiro de Asevedo, ataq ae de asthma.
Tranquilino dos Santos Castillo Braneo, rheuma
tismo.
Tbomax Agella Leal, paralysa e rhenmatiama.
Tbouiaz Jos de Ohnda Can pello, infl*mcao no
estomago e as gengivas.
Tbomaa Ferreira da Cunha Jnior, eropeo de
pelle.
Tbomax Espiuca, gommas no corpo.
Tito Jos do Couto, forroigueiro em perna.
Ulysses da Costa Spinola, anemia e glndulas na
na cabeca.
Vctor Goncalvee de Sonsa B. rao, intl imaclo na
perna.
Virgino Carneiro L.eSo, rheoraatismo.
Vicente Silverio de Sousa, idim.
Encontra-se venda na D" garia dos 8rs. Fran-
cisco Maooel da Silva & C. ra do Marques de
Olinc'a o. 23 e Puarmacia Orie-*l a u Etreita
do Rosario o. 3.
Curso de Instruccao Primaria flBdaria
INTER1T0 E BXTHRKATO
DIRIGIDO PELO
Bacharel Oliatho Vctor
de nstrucQjo o educarlo aoham-se abortas
Ra do Yisconde de Aibnq.'ierqae33
Secretaria do Athenen Musical Pernambu-
ean, 13 de Janeiro da 1888. De ordera do Sr.
presidente, coa vi di aos seobores associados par
compareceris ni sede desta sociedade no dia 16
do corrente, s 7 horas danoite, para em assein-
diacutido os novo estatutos.
O I secretario '
Santino C. Pinto.
A( aulas deste estabeleciaento
desde o dia 9 do corrente.
33"'
corpo.
Joo David Baptista. tumores sypbiliticos.
Joo Bajtista Franca, rheumatismo.
Joo Loe renco Pcreirada Costa Borbolefa, idem.
Joo Henrique da Cruz Ribeiro, molestias sypbi-
liticas.
Joaquim Joe de Sousa Oliveira. rheumatismo.
Joaquim Santino de Figuoiredo, Rbeumatismo.
Omesmo em nma pessoa do sua familia, s.fnmen-
to do entomago por antojas.
Joaquim de, Sousa Silva Cunh, rbeumatismo e
outros males.
Joaquim Jcs Ferreira Penha, rbeumatismo.
Joaquim da Costa Dournd .Jnior, idem.
Jerooyin da Costa Lima, idem.
Julio Cea ir Ottoni, idem.
Joviniano Manta, idem.
J. P. de Castro e Silva, ilem.
JosBoU:ho Pinto de Mesquita, erupeo de pelle
Jos Ferreira da Porciuncula, rbeumatismo.
JosSoates do Rsgo Villel, sarnas e gonorrha
Jacinto? P. C. de Azevedo, rbeumatismo.
Joo Augusto Costa, danhroe.
Jos Morcira Hrando F.lho, rheumitismo chro-
nico.
Jos Pestana dos Santos, bobo recolhida.
Joo Nones Ferreira Coimbra, gonorrha.
Joaquim da Silva Netto, cancro secco no braca.
Joo Ferreira dos Santos, gomma sypbilitica.
Joo Feliciano do Nascimento, rheumatismo agu-
do.
Jos Pinto da Cunba Texeira, rbeumatismo chro-
nico.
Jovino Cissiano Maia e Silva, rheumatismo got-
toso.
Jeronym) J. Pigueira de MA\o, molestias ayphi-
liticas.
Joaquim Domiogue? da C. Braga, darthros sy-
phiiiticoe.
Jos Carlos Mariubo, anemia e rheumatismo.
Jos SiWestre dos Santos Per ira, idem.
Joo Antonio do Nascimento, parslysia.
Joo Silvano de Souza (en. sua mohada), icflima-
(o no figado e paialysi.
Joanna Candida P. Brrelo, irregolaridade e ata-
ques h sterieos.
Jovelino da Cunba, rheumatismo muscular.
Jos Venssiine de Axevedo, anemia e hcmorrhoi-
' des.
Joaquim j e Maia, estomago e rheumatismo.
Jos Gomes dos Santos, esneros venreos.
Joo Bai.tista dos Santos Almeida, rheumatismo
e cancro molle.
Jos Joaquim da Costa Pinto, inflimaco nos
olhos.
Joo Marques a Pinho, anemia e ferida cancerosa.
Joe Vieira da Fonseca, erupeo de pelle.
Joo- Vaiisaimo do liego Barros, rheumatismo.
Joo Heimenegdj da Silva, idem.
Joo Cavalcanti de Aranjo, dr ossiatica no braco.
Joaquim da N. Pedroea, Dflamaco de clhos e
rbeumatismo.
Jos de Paria Machado, rheumatismo gottoso.
Joaquim OJorico de Aranjo, gonorrb chronica.
Jos da Silvi Neves, coc ira m-s testculos.
Joo Joe da Suva (em uina filha), paralysia na
perna _^^_
Tenente Jos Antonio Aibuquerqua Pcdrosa, mo-
lestias eypbiliticas.
Jos Joaqun de Freitas Tavares, erysipela chro-
nica.
Jos de A. Costa Pontes (em urna senhora), formi-
gueiro as pernas.
Jos Aires, rheumHtismo.
Jacintb) Augusto dos Reis, rbeumatismo agudo.
Joaquim G. Azevedo 8ilva, iocbaci as pernas.
Jos ACanso Ferreira, gommas e escrfulas.
Joo Pernandes Baptista. rias e catbarro na be-
xiga.
J. Nunes da Silva, gonorrbi chronica.
Januario Sousa Silva Serodio, estomago e toase.
Major Justino R. da SiWeira (em urna pessoa de
sua familia), ferida chronica.
Jos de Moura Iglisiaa, lypbeles e herpes.
Joo Ptreir de Mendoo;a, gonorrha e cancros
venreos.
Joviniano Cordeiro Linv, inflamadlo nDB intes-
tinos.
Jos Mara d,-. Silva Fernandes, escrfulas.
Jos Luiz Goncalves, f-ypbilis na laryoge.
Leopoliina M-.ria do Niscimento, bomorrboidas.
Lniz Carlos de Almeida, dores agudas sobre o peito
esqu:rco. __.________
Dr. Lindolpho Correia do Araojo, engorgitamento
as glndulas.
Luis Marques Vieira, iritis nos olbja.
Manoel de Aranjo Costa e S, erupeo de pelle.
Hanoel Jorge Arantes, tumor no pulmo sobre o
corai;ao.
Miuji'i Alves r*itol", escrfulas.
Manoe'. Jos Pernandes, rheumatismo.
Manoei Augusto Mesquita, rheumatismo e dir-
tbres.
Manoel Pessoa Ferreira, o.cera sypbilitica.
Manoel Filgueira de Meneses, syphilis.
Mdame Freir, diversas molestias.
Mara Freir de Lima, rbeumatismo.
Mano"! Franciscj Teixeir sypbilis.
Mano "1 Leoncio do Reg Barros, molestias sypbi-
litcas.
Manoel Rodrigues, estomago e nevralgia.
Mano.il Goncalves do llego Barros, molestias sy-
philiticas.
Miguel Manoel da Silva Coelho, irites nos olbos.
Mancel Francisco dos Passos, gomma no torno-
sello.
Mantel Francisco Fragoso, darthros nos ojvi-
dot.
Mancel Soares Neves, bronchite.
Mancel Januaiio de Arruda, impurexa do sangue.
Manoel Joaquim Vieira, rbeumatismo.
Manoel Tavares da Costa Martina, ulcera na gar-
ganta.
Miguel X. de Sousa Ponseca, urina leitota e ulcera
no naris.
Manoel Joaquim Pereira, estomago.
Mximo Rodrigues eos Santos, feridas sypbiliti-
ca 8.
Manoel de Araoj > Noto, enpigens.
Manoel Vieira Nevrs, rbeumatumo.
Alteres Manoel Feliciano Ladislao dos Santos,
ccnaplicaco de molrs'ias
Mara Olimpia de Oliveira Cyrillo, erupeo mo-
lestia contagiosa.
Manoel Pinbeiro de Mendonca, rheumatismo ni
peito.
Manoel Joaquim de Mello Reg, escrorulas.
Melehiades de Sode* Santa Roas, (em ama pessoa
grvida) estomago.
Nuioa Pedro de AleonUra, ih amatistao.
Pedro Leoncio Rodrigues, drea pelo eurpo.
Pedro Alciandrin de Mello, empelo sypbilitica.
Pedro Borgea de Cerqaeira, escrotulae o paraly-
sia.
Philomeno de Vascoueellna Chaves, rhatissao.
Paulino Bemardioo Uiv ira, eacrotalas.
Paulo Lais Alvts, sypbilis.
Pedro Barbosa da S.'iva Netto, orebites.
Peiro Alves Barbota, exostoaena cabeca,
Ricardo PosMea* de Madetros, eeerofalaa a rbaa-
tMtsmo.
!ClasarticslariiiilFS$9pri-
maria uara oseio masca ino
CA DE m'IIXO HOx8llMO
36.-RuaVelha-.36
O abaizo assignado, participa no alas-
trado publico desta cidad', que abri sua
Escola particular de nstrucao primaria
para o sexo masculiuo, ra Veldan.
36, (Ba Vista) onde esmeradamente ae
dedica, ao ensino de aeua alumnos.
Educa e instru a infancia pilo melhor
systema dos principaea collegioa da cSrte
de imperio, onde por algum empo demo-
rn-se passeio, cu jo systema a delica-
eeza, a voca^So, a paciencia intima pa-
ra o ensino, fazendo cora que os aeua dis-
cpulos sigam o caminbo da intelligencia,
da honra e da dignidade com santos con-
selhos, s2s licSes, afim de quo venham a
s- r o futuro sustentculo da patria, da
religio e da lei, e utn verdadeiro cidadSo
brasileiro.
Espera merecer a confinnja e a protec-
9S0 dos p is e tutores das crianzas que
queiram aproveitar um rpido adiantameu-
to de seus ilbos ou tutelados, e em parti-
cular teiu i robusta em todos os seas
compatriotas pernambucanos.
Comquanto ousada seja eeta tentativa,
todaviu espera que os seus incansaveis
esforz?, e os seus puros desejos aejam co-
roados com a feliz approvago de todos os
flhos do imperio da Santi Cruz.
Espera finalmente, que o respeitavel
publico saita apreciar de perto o sea ver-
dadeiro ensiuo primario, onde rpidamente
as crianzas abra*m e aman de corar;o
aos livros, aa sciencias, as lettras e as artes.
Mensalidsde25000 pagos adiantados,
no acto da matricula.
Horario das 9 horas da manba s 3
da tarde.
Recebe meninos internos por 30(J00
mensaes.
M~o pensionistas por 1;"):>000 mensaes.
Por cada um preparatorio 4)5003 men-
saes.
Priraeira8 lettras 2(5^00 mensaes.
Msica e piano 4|$000 mensaes.
Pagamentos adiantados.
36-RA VELHA36
Julio Soares de Azevedo
Col I "gi) Parlhenon
X. 3 = Raa do Hospicio = W.
O director deate es.abolecimento da inatrueco
primaria e lecundaria, declara aos pais de seus
alumnos e t.o publici em geral que as aulas de seu
collegio coaiecRro* a fuaccionar a 9 de Janeiro,
outro sim qie recebe alumnos internos, sean-inter-
nos e externos.
Rcuife, 3 le Janeiro de 1838.
Ovidio Alves Mansya.
IGUAiSSiT
i>r. Paes Barreto
PROMOTOR PUBLICO E
Advogado
Lyceo Triadelphico
20-RA DO HOSPICIO-20
Reabrcm-se, no dia 16 do corrente, as aulas
deate est .bulecimento de iostrueco e educaco de
meninas.
A directora, certa de que trm feito o possivel
para corresponder sua incumbencia espera que
os Srs. paie de familiam continuem a dispensar-
lhe a mesma confianca do que at hoje tem hon-
rado.
As aulas do Lyceu funecionam das 9 horas da
manb at as 3 da trde para as alumnas exter-
nas e at ; 6 p*ra as senji-ioternas.
Al 11 de pruneiras lettras, mantm a directora
um curso secuniario que se compoa das seguintes
materias : lin^uas nacional, francesa, inglesa e
italiana, theorica e pratieamente; arithmetica,
geograpbia, geometra e historia; msica, desenbo
e trabalbos de xgulba.
Para mais informa^oes poden! os Sre. ioteres-
cados dirig r-so ao estabelecimento.
Recife, 7 da Janeiro de 1888.
A directora,
Aarta de Mello i.arneiro Ledo.
Dr. Coellio Leite
Participa a seus clientes e amigos que
tem seu consultorio na ra Duque de Ca-
zias n. 57 Io andar, onde ser encontrado
de 12 s 3 da tarde todos os das e
reside provisoriamente na ra do Hospital
Portuguez n. 14.
Oculista
Dr. Barrete Sampaio, medico oeu
iiata, ex-ebefe de clnica-do Dr. de
Wecker, di consultas de meio dia as
3 horas da tarde, no 1. andar da casa
n. 51 ra do Baro da Victoria, ex-
cepto nos domingos e das santi6cados.
Residencia ra Sote de Serembro n.
34 Entrada pela ra da Saudade n. 25.
Collegio Meira
i
a
Dr. SiiiKM's Barbosa
Clnica do Dr. Sim3is Barbosa, Espe-
cialidades : partos, molestias de senhoras
e de criancas.
Consultorio raa do Mrquez de O!in-
da n. 64 consultas de 1 s 3 horas da
tarde.
Residencia Espinheiro. Ra de Santo
Elias n. 8.
T"lobonn n. 213.
ObIIido Amor Dirs
Raa di imperatriz n. 39
As aalas principiarlo a fuaccionar
| a 9 de Janeiro.
A DIRECTORA,
Olympia Afra ee Mendonga
Institution fran^aise
de deraoiselles
Mme. Irma Adour, directora d. estabelecimento
de educaco assim denominado, e site raa do
Baro de S. Borja n. 50, participa aos Srs. pais
de familias que as respectivas aulas se reabrirao
m da 9 de Janeiro proxim futuro, e que conti-
na a receber alumnas pensionistas, semi-pensio
Distas e externas.
27 de Desembro de 1887.
Clnica medlt o-clrarglca
DO
Dr, Alfredo Gaspar
fcspecialidadePartos, molestas de senhoras e
ir i ancas.
ResidenciaRoa da Impsratris n. 4, 2.*aodar
Telephone n 226.
Collegio de N. >. da Paz
40 Raa do Baro da Yictorla 46
A dir -tora deate c.ll-gio faz seiente aos
Illms. Srs pais dn lamida que as aulas
deate cllegio reabrir-ie bao no dia 16 do
corrente.
Recife, 10 de Janeiro de 1888.
A directoral
Maria da Paz e Frea$.
Cog ae Urazile o
Fabricado por A. Vi. V-rs & C. OjIB
odas as regras prest riptas pelasoieooia,
e de puresa e sabor idnticos ao cognac
estr ng-iro. O Cofr ac Braaileiro orna
excelleute bebida, o melhor nctar que
se p te conhe> er.
Auha M na fabriot e
tais, r stauraots, cafs,
desta cid ada.
Ij expMHmmttl 11
em todos oa bo
buhares o vendas
Este Collegio, que contina a funecionar
na ra da Loperatriz n. 63, abri suas au-
las hoje, 9 do corrente mez de Janeiro.
O director deste Collegio, abaixo assi-
gnado, convida aos pais de familias, que
desejain o real aproveitamento de seus i-
lbos, a confial-os a seus cuidados, garan-
tiado-lhc. o rnaior interesse pela educado
delles. O lado moral da educaya de seus
alumnos, do mesmo modo que o intellectual,
lhe merecer sempre grande iuteresse.
Alero dos preparatorios exigidos para a
matricula as Faculdades do Direito, en-
sinar-se-lia tambero a tradnzir e fallar a
lingua alleraa, fcando a regencia da res-
pectiva cadeira a cargo do Sr. Algernon
Sidn^y Sshiefler.
O resultado dos exames prestados no
tiro do aino prximo lindo, na Faculdade
de Direito, pelos alumnos do Collegio Mei-
ra, sao a prora mais eloquente em favor
das vantagens que offereoem este Collegio.
Assim 6 que, dentro 46 exames, que fo-
ram prestados no fim do anno prximo
passado por alumnos deste collegio, somon-
te 3 foram mal saootdidos, merecendo
doas de les distinccSo e sendo planificados
22 e simplificados 19.
Contina a funecionar a anla primaria,
que podar receber alumnos da mais tenra
idade, pois dirigida por duas tilhas do
director, das quaes urna alurana de ter-
ceiro anno da Faculdade de Direito do Re-
cife.
Admittem-se pensionistas, meio pensio-
nistas e externos.
Entro os exeroicios physicos, que tanto
convm saude dos alumnos, ensinar-se-ha
este anuo a esgrimir espada.
Tambero poderSo aprender nusica os
alumnoB que o quizerem.
O ensino de allemSo e de msica ser
pago parte.
Ra da Imperatriz n. 63, 2' andar.
Recife, 9 de Janeiro de 1888.
O director,
Ascend Minervino Meira de Vasconcdlos.
Co'legioPrytano
A RA 81 DE Hilo V 13
Io andar
O director desia casa de uducaco eensino avisa
aos piia e interusaados do seus alumnis, e ao pu-
blico em geral, que do dia 9 do corrente em dian
te acham-89 abertas de navo as aals des cursos
primario e secundario do Collegio Prytano.
Pe.os estatutos ba i classes d. alumnos atemos,
oem:-internos, externse semi-externos, aos qu--es
sao ensilladas, atrn das primeiras lettras, todas
as materias para a matricula em qualquer curso
de iirstrueclo superior do imperio e mais as seguin-
tes linguaa italiana e allem ; escripturaco com-
mereial e sciencias naturaes.
Todas essas materias esto a cargo de professo
res habilissimos e demasiado conbecidos no ma-
gisterio pernambucano, como os Srs, Drs. Ayres
(i inA Jote Dinis Barreto, Arthur Orlando, Ma-
n J. R. Pinh^ro e Frederico U'rssea de Almei-
dn 'Albuquerque. O director tambem toma pir-
te no enaiao do curso secundario ; e a aula prima-
ria especialmente regida pela mi e irm do
mesms director.
A casa onde funceiona o Collegio Prytano, sita
& ra 24 de Maio, (intiga da D tenca j) n. 13. 1*.
andar, est em muto boas eoudicoea bygienicas e
cfferece vastos e sadios commodoj aos alumnos.
Rocife, 1 de Janeiro de 1838.
O director,
Tranqutilino Graeianno de Me/fc Lei'o
Penso para meninos
O b .charol Manoel Barbisa de Araujo
commuoica a quem interessar passa que
mudjo a sua residencia para a ra dos
C'-e li 3 n. 20, (freguezia da Boa-Vista),
onde continua a rec bar meaiaos para
educar.
A casa offerece accnmod'icoes para
urna b-i penso, e possue todas as coo-
dicoes bygienicas e iodisp?nsaveis a um
estabelecimento d'essa ordem.
Racife, 11 de Janeiro de 1888.
Aula particular
Boa Haipaesdo Herval o. 33
Annt T"heodora Simea participa ao respeiiave
publico e aos senhores paia de suai alumas, qnel
no da 9 do corrente abrir-se-bo suas aulas, e
espera e acolbimento que lbe tem sido sempre dis-
pensado, quer na aula primaria a sau cargo, quer
ass scundai as, quer em msica vocal e piauo,
aesim Domo em trabalbos de agulba, regidas por
profeslores idneos.
Farro GM ir Per-
namafo
EDITAES
O Dr*. Joaquim OorNia de Oliveira An-
dr sentes, da comarca do Recife e seu ter-
md em Pernambuco, por S. M. o Impe-
rador o Sr. D. Pedro II, que Deus Guar-
dejetc.
Mmendo comparecido na audiencia ae hoje, to-
dos o escravos que deviam ser altorriados palo
tundo de einaneipaco, acompanhados dos seus se-
nhores afim de receberem suas cartas de liberdade,
conforme foram chamados por edital de 20 de De-
sembro do anno passado, de novo sao convidados
camparecerem na audiencia de 17 do corrente, as
11 horas da manh, fitn de receberem suas cartas,
os qne faltaram, que sao os seguintes :
Anta, de Francisco Antonio Cirreia Cardoso ;
Benedicta, da D. Hela:ira Candida de Sant'Anna ;
Antonia, de D. Maria Jos de Jess Peretti ; Quin-
tiao, de D. Maria do Carmo C.rneiro Campello ;
Silvena, de D. Maria Oaldina da Silva Braga ;
Augusta, do Barj de Muribeca.
Para que chegue ao coohecimento de todos man-
dei passar o presente edital, pelo qoal sao convi-
dados os senhores dos mesmos escravos, ou seas
procuradores, para que com os libertandos compa-
i ecim na referida audiencia, manidos da matricula
respectiva e prova de que nao estiveram os liber-
tandos fgidos nos seis meses anteriores a classifi-
caca nos termos do aviso de S de Abril de 1881.
Dado e pissado nesta cidade do Recite, aos 10
de Janeiro de 1888.
Eu Manoel do Nascimento Pontee, escrivo o
subserevi.
Joaquim Correia de Oliveira Andradre.
Curso primario e se-
cundario
Rus Harquei do Herval n. SI
Jos de 8 uia Cordeiro Simdes avisa ao respei-
tavel publico s aos senhores pais de seas alumnos
que as aulas de sea curso abrir-ee-hj no dia 9 do
corrente, e espera o acolhmenta e a proteceo que
at boj o lha tea sido dispensados.
A aula priman acha-se, com
sea cargo, eoadjuvado palo acadmico Joo Tho-
ot Alves Ouimares, e o corso secundario aos
cuidad dos acadmicos Joo Joaquim da Costa
Leite Pilho, Esmeraldino O. de Torres Bandeira,
Jo> dn Freitas Moraes Piahoiro, Joo Diois Si-
ta iro ia Caoba e o Dr. Leooario Jai) Grego,
qne nao p iupar) es f o reos para o adiantamanto
dos aljanos.
DfiURACeE
IMPERIAL SOCIEDADE
DOS
Artistas .cchunicos e liberaos
De ordem. do conseibo administrativo, convido
aoB irmos que se acham de sccordo com o que
determina o art. 51 do cap. 5* de nossos estatutos
para compareeerem na sede de nossa sociedade
sexta feira 20 do corrente, s 6 horas da tarde,
afim de reunidos em assembla geral, se proceder
a eljioo dos novos funcionarios, como marca o
1 do art 50 do cap. 5 dos mesmos estatutos.
Secretara da imperial sociedade dos Artistas
Mchameos e Liberaes de Pernambuco, 13 de Ja-
neiro de 1888.O 1' secretario,
Paterniano Barroso.
Alfandega de Pernambuco
Por ordem da inspectora se fas publico qne naj
paitas desta repartico, no dia 18 do corrente, 4s
11 horas da manh, iro praoa C.650 charutos
conti jos em qaatro volumes diversos, que foram
apprebeodidos a bordo do vapor nacional Mar-
que* de Caxat em 5 de Jaoho do auno prximo
pasando.
3.* steco da Alfandega de Pernambuco, 14 de
acha-se, como de costme, a J*0 1888.-0 chefe
Cicero B. de Mello.
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Balitar da Silveira
Especialidadesfebres, monstias das
enancas, dos orgos respiratorios e das
t-Jnhoras.
Presta-se a qualquer chamado para
'ora da capital.
AVISO
Todos os chamadas deven sar dirigi-
dos i pharmacia da Dr. Sabino, i roa da
llaro da Victoria a. 43, onda se indicar
loa residencia.
*:
Tcrceira prapa
Por esta inspectoria se fas publico que as 11
horas do dia 18 do corrente mes sero vendidos
em prci, i portt desta repartico, 24 fardos as.
4/6-100/109-200/211, vindns de Liverpool aos va-
pores ingleses Author e Mariner, entrados em 9 e
16 du mes de Desembro ultimo, contei do saceos
de canhamaco, pesando liquido 9,617 kilogram-
soas, abandonados aos direitoa por J. Fuerstem-
berg & C.
Terira seceo di Alfandega de Pernambuco.
esa 14 de Janeiro de 1888.O chefe,
________Cicero B. de Mello. ____
3* seceo. Secretaria da presidencia de
Pernambuco, em 12 de Janeiro de 1888 De or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia e de con-
i formidaoe con o disposto no rf. 113 o regala-
ment annixo ao decreto n 9420 do 28 de Abril
| de 885, intimo aos Srs. Ant nio da C sta e S,
esc i vi do civel, Luis Augusto Coelho Cintra, es-
envio dos feitos da fasenda provincial, e bacharel
Joo de Kie Albaquerqae, carador geral de au-
xentes e promotor de capailas e residuos da co-
ssarca do R^oife, para que no praso de 60 das a
contar de boj-*, reasunnm o exercicio de suas
funcedes oa allegaem e provea o que for a bem de
sea direito,
Servindo de seereUrio,
Emiliano E. de M. Tamboril.
' N i dia 16 do corrente dar-se ba comee) ao ser-
vico dos carros de '* classe e bagagem- A pas-
sageqi n'aquelles ser de 100 ris at o fim das li-
abas, e esta sera pga de ccordo com a tarifa
abaixo e as condcoea especificadas depois d'ella.
Dosje dia em diante nao se permittr mais nos
carros de 1* classe volumes maiores do que aquel-
es que ctida passageiro p'de traser comsigo, ou
colbcar perfeitamente debaxo do banoc, no aapaeo
que lbe destinado. Fica restabeteeido assim o
que prescreve o art. 26 do regulamento de 18 de
Outubro d;-1875, que por tolerancia tnha sido
esquecido visto nao haver para os Srs. passagei-
ros a commodidade que ora se estabelece.
Opportunamente se dar conhecimento ao pu-
blico das estacoes de bagagem que a companbia
r i'Stsb-lecendo.
0 horario para estes carros j foi publicado, a-
tignilaoio se nos horarios com:nuns pela letra B
as viagens a ellea correspondentes.
Recife, 14 de Janeiro de 1888.
CompanhSa Ferro Carril de
Pernambuco
TARIFA DE BAGAGEM
B 1 baca grande 200
1 dita pequea 100
1 bah grande 400
1 dito pequeo 300
1 balde 100
1 barrica com garrafas 200
1 dita cosa farinba de trigo 200
1 dita com c;ment 300
1 dita com terragens 300
1 barril de 10 com vinhs 200
1 dito de 5 com vinbo 200
1 ditb de 4" com vinho 403
3 1 cadeira 100
1 dita de bracos 200
1 dita de balauco 200
1 cal xa com kerosene 200
1 dita com vinbo 100
1 dita com batatas 100
1 dita com velas 1U0
1 dita com sabo 100
1 capoeira de galinhas 200
carne se cea (1 mala) 200
1 carrinho de mo 200
1 cesto com agua mineral 200
1 dito com hortalizas 100
1 dilo com fructas 2i.O
1 dito com louca 390
1 chapa de ferro para f'glj 30J
1 colxo pequeo 200
1 aitomaior 300
1 cachorro 100
! 1 eecad* de mo 30!)
' 1 feixe oe ferro (30 kilos) 400
1 dito de canna 100
I 1 garrafo grande 100
1 dito pequeo 100
1 gallnba 101
1 gaiola 100
1 jaca com batatas 20u
1 dito com toaemho 200
1 lata com baoba 100
1 dita com k-rosene 100
1 dita de roupar 200
1 ieto 100
1 lavatorio de ferro 100
1 machina de c istura de p 300
1 dita de mo Un
l porco pequeo 20)
1 per 100
1 sacco de assacar, milho, feijo ou fa-
rinba
1 sceo com cal
1 dita cem roupa
1 sambur pequeo cu grande
1 tacho grande

fc

200
300
100
100
200
300
200
100
200
300
100
200
100
200
i -

1 talha
1 tabolero grande cem roupa
1 dito pequeo
1 tina pequea com plantas
1 dita grande
1 trouxa pequea de roupa
I dita grande v
V 1 vaso pequeo com plantas
1 dito grande
lodos os maia volumes nao tnencionades n'esta
tarifa psgaro pela d'aqueiles que mais se ap-
proximarem.
De todos os volumes despachados se dar um
conhecimento desde que fr exigido, mas, n'esse
caso, f em troca do conhecimento se entregar o
objecto, nao se reeponsabiliaaado a companbia
pelos que ae qnebiarem por mal acondicionados.
Os objectus sero despachados as estaedrs
nctuaes da companbia, ou as que ella estab 'leccr
mais tarde : s rfto recebidos tamb -m em qualquer
panto da linha comtanto que nao baja demora n-*m
no embarque nem no despacho e pigamento. l
les sero entregues as est- 50^9 finaes, ou na ca-
sa designada 4 beira das linbas, pelo proprio con-
ductor, se fr objecto pequeo, ou se bouoer pes -
soa a espera para desembarazar sem demora o
carro. A entrega na., casas se far, depositando
o objecto na porta e dando um signal com um
apito. Se por qualquer motivo o objecto desap-
parecer ou ficar no lugar durante a noite, ser
por coota de quem perteucer. Se os objectos per-
maneceri-in as eataoSeS 03 tiverem de voltar nos
carros, s ser) entregues depois, pagando-se a
desrea extraordinaria quo tiverem fe.o.
Para to jos oa cutros volumes que nao se appro-
ximarem .s mencionados na tar.f j., t se far o
transporte mediante accordo de condicoes e de
procos, teito as estacoes cem os empregados a
aso autorisados.
Redife, 14 de Janeiro de 1888.
Carlos Alberto de Menezcs,
Gerente.
IUIA X DA DE
DO
Mihgroso Santo Amaro das
Salinas
De orlem da me a regadora, convido pela se-
gjnda ves a todos os nossos carissimos irmos a
compareeerem em nosso consistorio no domingo
15 do corrente, pelas 9 h iras da manb, afim de
reunidos em numero lega!, procedermos a eleico
dos novos funcionarios qne teem de reger esta
irmandade no anno eompr missal de 1888-1889.
Secretaria da irmandade do Milagro 10 Santo
Amaro das Salinas, 11 de Janeiro de 1888.
O escrivo,
Henrique Migalhes da Silva.
-"
8. R. J.
Sociedade Becreallva Juveniii
De ordem do Sr. presidente convido aos Srs. so
cios a se reunirem no domingo 15 do corrente s
4 horas da tarde, para em numere legal proceder-
se a tesso de assembla geral, na sede raa Es-
treita do Rosario n. 38.
Secretan da Sociedade Recreativa Juventii, 18
de Janeiro de 1888.
1 Secretario,
Leobaldo L. dos Santos Fragoso.
Tiswo Prorcial
De ordem do Iilm. Sr. Dr. inspector, fsco pu-
blico que o pagamento dos juros das apolic-s de
7 0,0 com*ea no dia 16 do corrente mes, das 9 1|2
boras da manb at as 2 da tarde.
Tries jurara do Thesoaro Provincial de Per-
nambuco, 11 de Janeiro de 1888.
O escrivo da receita.
Lais Epiphanio de Soasa.
Glub Cariuvalesc Fraga-
ta Pagode
De ordem do nosso Ilustre Sr. presidente con-
vido a todos os nossos Srs. socios, afim de reuni-
rem se no prximo domingo Ib, pelas 10 horas da
manb, na sede do mesma Club.
Secretan do Club Carnavalesco Fragata Pa-
goda, esa 14 da Janeiro d- 888.
O i secretario,
Maximiaao Costa-
Conselho de compras da repar-
tido da Karinha
D- ordem do Illm. Sr. capito tenente Ac gasto
Cesar da Silva, inspector d'este Arsenal e cnpito
do porto d'esta provincia, faco pnblico que em
observancia a -utorsaco do Exm. Sr. presidente
da provincia, constante do officio de 7 deste mes,
recebe-se proposta n'esta repartico no dia 20 do
corrente, as 11 boras da manh, para o foroeei-
meut- a este Arsenal, de madeiras de constricco
e outras, e bem assim de tijolios e telhas, e a .-tigos
da ferragens cojo en tracto ser para o 1." se-
mestre do corrente exercicio. As proposttoj de-
vero ser apreeentadas eu cartas fechadas ao
cons- iho, no dia e hora designados, sob as >:ondt-
coes ebaixo transcriptas^
JFbrnecmeno
Pinho americano
Preco do metro corrente de cada taboa da lar-
gura nao inferior a 0,225 e das seguintes spes-
suras: 0,012 0,019, 0,02i, 0,037, 0,050.
Pinho da Suecia
Preco do metro corrente de cada tooa d( lar-
gara nao inferior a 0 225 e das seguintes espea-
suras : 0,0, 0,019, 0025, 0,037, 0,050, 0,075.
Pinho de riga
Preco do metro corrente de cada taboa di!, lar-
gura uo inferior a 0,225 e das begaintes espes-
suras : 0,012, 0,019, 0,025, 0,037, 0,050.
Louro, pao carga..amarella e cedro
Pr-co du cada un, taboa da espesuras da
0,01-, 0:019, 0.0-'5, 0,037, 0.050, 0,075, com os
trea comprimentos d- 5,28, 6, 6,16.
Cedro da Babia *
Pr-.co de cada um* taboa com 10 metros da com
priman to : de 0,019 de esoeasura e 0,35 ds lar-
gura ; 0,019 de espessura e 0,015 de largura; 0,025
de espessura e 0,'t de largura 0,025 de espessura
0 45 de largura.
i'rancbo a de cedro, pao carga, louro e amtrello
Preco de cada um de largura nao iofe-ior a
O,!, de 1, 2 e 3 cortados e de 5,2, 6" e (1,2 de
compriinento.
Prauche8 de sicupira, percha e cedro da Baha
Pie?) de cada um de largura nao infer.r a
O.ml, de V, 2 e 3 ostados e de 10,12 e 15 metros
de comprimento.
Travs de madeira de qualidade
Preco de cada urna com o comprimento de
4,M5, 5m, 6", 71, 8 "50, e de 022, 0,24 e 0,56 de
largura em cada ama das faces. Picando ao Ar-
aennl o direito de pedir travs de qualquer das
seguintes madeiras : peque-merfim, guarabu, co-
raco dt- negro, louro, itn iribo, preta, sapucorana,
masaaranduba e sicupira.
Liames de sicupira e de jaqueira para enibar-
cacoes mudas, preco de cada um.
Paos curvos de sicupira para roda de {roa e
coraes de navios, pr> cj de cada um.
Curvas de sicupira para cadastes de nivios,
prego de cada urna.
Vigas de sicupira de 15,o>25 e 18,"30 de cem-
primeoto, e de 0,30 e 0,35 Je Urr-ura ca cada
uuia das quatro faces, preco de cada urna.
Enchams de madeira de qnalidade de 4,4 e 6,6
de comprimnto e de 0,1 e 0,15 de largu-aem
Cida urna das qaatro faces, preco de cada oa.
Toros de Jacaranda de 0,15 e 0,22 de dimetro,
preco por metro corrente ou decmetros cbicos.
Toros de janipabo que n? tenha- nos de 2 64 e
3,52 de comprimento e do 0,22 e 0,25 de dianstro
no tapo mais groas.', preco de cada um,
Artigos
Ferro gp.'vanisado em varoes, preco por kilo.
Palba de junco, para empalhar cadeiras, preco
por kilo.
Fuxina preto, preco por kilo.
Do encarnado, preco por k'c.
Sndalo, preco por kilc.
Sinco estampado, preco por metra quadraclo.
Tijobs de aivenaria grossa, preco por milueiro.
Tijolos de tapamen'o. preco por milbeiro.
Tijolos de ladrilho, prefo por milheiro.
Caibros p .r.i cumieiras, p eco de cada um.
Ripas, para camieira, pre$o de cada eentc.
Telbas de alvenana, preco por milheiro. V
Condces do contracto *
Aviso de 9 de Julho de 1882.
1 Os artig)8 sero de primeira qaalilade e for-
necidos as i|uantidaies plidas, aviso de 30 de
Janho de ;874
2" As entregas sero feitas pelos mesmja forne-
ceiores no praso de tres dias oa antes, a contar
da data do despacho para o fornecimeoto don arti-
gos nos temos do artigo 43 do decreto e rigola-
ment n. 4364 de 15 de Maio de 1869.
3* Us artig.s ficam suj tos a approvaco 3u re-
provaci dos peritas competentes, decreto n' 4532
A de 30 de Jucho de 1870.
4o Os fornecedores pigaro as maltas de 10 0/0
do valor dos artigos no caso de demora as entre* .
gas e de 20 0/0 nes de falta de entrega ou regei-
c por m qualidade indemasando neste caso a
Fazenda Nacional da oift\-renca que se der entre
os precos ajusta los e 09 porque forem comprados
os gneros nao fornocidoa ou regeitados, sulvo se
estes f fia immediatam.ente substituidos jor ou-
tros da qualidade coutractada, aviso de 30 de Mar-
co de 1864.
5 Oa pagamentos da3 importancias deste for-
necimeoto sero feitos pe'a Thesourarii de l''azen
da no praso da 30 dias contalos da daca dea for
oecmentos que os meamos forneeedores obt.verem
para esse fim depois de satisfeito o sello proporcio -
nal, na coaformidaje do artigos 1- e 2- do decreto
e regulamento n. 7540 de 15 de Novembro de
1879.
Oservacoes
1> Neuhuma proposta poder ser reesbida sem
que o proponente nella declare que se anjeita a
malta de 5 0/0 do valor provavel do fornecimento
d'aquelle tempo, se uo cemparecer na secretaria
para asaignar o contracto de qualqaer artigo que
for preferido, no praso de tres dia i cootados
d'aquelle em qne forem notificados pela iniprensa
como determina o aviao de 29 de Dexem >ro- de
1874.
2* Nao sero aceitas aa pro postas que nao vieren)
acompanhadas do3 documentos que eo.-npr-.vem ter
pago como n -goci-inte estabelecido o imposto da
casa commercial, relativo ao ultimo semeati-e ven-
cido, bem como cerfidao de c i atrete, quaudo for
firma commerc J e fiador done? que se responsa-
bilice p lo pagamento das multas em que possa
incorrer, d13penaaudo.se o s?rem os proponentes
negociantes matricnladon, tudo de accordo com os
1- e. 2- d > art. 18 do decreto n. 7685 de 6 de
Marco de 1887 e c aviao do Ministerio da Mariana
de 15 de Fevereiro de 1886.
3* As propost.is devem ser acompanhidas de
amostras de todos os art ig s que mencionarim como
determina o 1- do art. 1110 da ordenase* da ar-
mada, de 24 de Setembro de 1873.
4a Nao sero aceitas as propostas que iipresec-
tarem artigos nos foroecimentcs din-reates dos
que constituir o ramo de negocio do propoi ente na
confarmidade dos avisos de 3 de Julho de 1884 e
15 de Fevereiru de 1886.
5* Nenhoma proposta ser recebda tem que
o proponente n'ella declare per extenso sem claro
algum. emenda, entreliuba ou rasura o preoo de
cada objecto, conforme o aviso de 5 de Setembro
de 1879.
6.* E' expresamente prohibido asar do antigo
sys em 1 de pesos e medidas, decreto o. 5089 de 8
de S-t.-mbro de 1872.
7 a No caso de apresentar-se urna e proposta
para lornecimento de qualqaer artigo, nao ser
recebida, vioto nao constituir cotteurroncia na
forma dos avisos de 9 de Janeiro de 1879, de 4 de
Agosto e 9 de Desembro de 1886. ,
8 Nenhum contracto ser teito com commer-
ciante, ov auaeequer outras pessoas quj tivetem
vendido artigo 1 a variados ou procurar tornee r
qualidades oa quanndaes infeiiores aa contrae-
tada, decreto n. 2108% 20 de Pevereirc de 1858.
,^,9 A habilitacoes devem ser apreaestadas at
a- vesp ra do dia do conseibo, acompanhadss de
reqnerimeato dirigido ao I Im. Sr. inspector, afim
de qne esie aprecie Be o proponiente est ou nao
no easo de ser aceito.
10 Nao se receber proposta alguma^ depois do
do dia e hora designados nVste aununcio.
Insp-ceo do Arsenal de Mariaha de Pernam-
buco, 12 de Janeiro de 1888.
O secretario,
Antcto da Silva Aievedo.
Club Friiiro He Fr .
De ordem do Sr presidente, convido a todas os
socios em veril a se reooirem em assrnblea geral
na segonda-feira 16 do corrente, s 7 horas da
noite, na rna Marques da H rval n. 91, afim de
tratar-se de assamptos importantes.
Secretaria d 1 Club Primeiro de Pevsfako, u
de Jaaeir, de 18880 1 eeroUrio,
Albuquerque Prytaeo.

. '


. -





-g-jp. I
[ario de Pernam&eo---Domingo 15 de Janeiro de 1888
* Sscgio. Secretaria da presiden ca ds
Pernambueo em 13 Janeiro de 1888.
Por esta secretaria ae Cas publico, de
tdeai do Exm. Sr. presidente da provin-
cia, que no dia 16 do correte ao meio
di a, serlo abortas, na masma secretaria,
as projostaa presentadas para O estbale-
oioento de uu engento central, no moni
opio de Palmares.
Servindo de secretario Emiliano E. ds
Mello 'lamborim.
Arsenal de Marinha
De ordem do lllm. Sr. capitio tenento
Atgusto Cesar da Silva inspector deste
Arsenal e capitao do porto desta provincia,
fajo publico, que eai observancia as or-
dena da presidencia d provincia tranamet
tida em offieio datado de 26 de Oatubro do
ano prjimo findo nesta repartilo rece-
bo-se propostas em oartas feobadaa s 11
horas da manha do dia 18 do crrante pa-
ra o contracto de regalar e conservar o re-
logio do trrelo deste Arsenal, sob as se-
gaints condi,8as :
Primoira. Regalar duao vezas por bo-
atana o relogio do mencionado trrelo, re-
vistando todas as pegas de sea mecanismo,
e regularisando as badaladas das boras e
quarto de bora.
Segunda. Ser jbrigado o coutractaote
a ncarregarse da conservhclo do citado
relogio, revistando todas as pecas, e substi-
taido as que se acharem em mo estado,
concertando as que precisarem con-
cert.
Tercir. Ficarl obrigado a concertar
todos os demais relogios das dependencias
deste Arsenal.
Quarta. O praso ser de dous annos.
Quinta. O pagamento ser feita pela
Theaour^ria de Fazenda desta provincia,
em duas prestares, o que se effectuar
nos fins dos mezas de Junho e Dezernbro
de cada anno.
Inspectora do Arsenal de Marinha de
Pernambueo, 11 de Janeiro de 1883-
O secretario,
Antonio da Silva Azevedo
Abertura das escolas
publicas
De ordem di Sr. Dr. inspector geral da iuatruc-
ilo publica, faco aber os senh?res professores
pabcos de instruccio primaria, que Bpproximan-
co-se o dia em que de conformidade com are. 37
4a regiment da escolas publicas devem ser estas
reab-rtas, c succedeado que em algumas localida-
des, por se terem retirada pelas ferias os professo-
res, deixam elles de comecar seus trabalhos no
dia arcado, pelo presente eiital se Ibes recom-
meais muito strictameate a observancia da meu-
ctoaado artigo.
Secretaria da Instrucco Publica de Pernambu-
eo, 3t de Dsxembro de 1887.
O secretario
Pcrgentino S. de Ara ojo Galvo.
Vaccina^o
De ordem do lllm. Sr. Dr. inspector de bygeop.
Cao* pabli que nesta reparticao, ra Baro da
Victoria n. 32, contina a proceder-so a vaccina-
jo as quartas-teiras e sobados, de 11 boras ao
meto dia, achaudo-se eocarregado desae servco o
siembro da inspect >ria de bygieue Dr. Francisco
de Paula fijares.O secretario,
J, G. da Silva Doarte.
Balsa com uereitel
Cam^am officiaes da jcnta dos cor-
RBCTOBES
Aeetre. 14 tu Janeiro de 1888
Aeees do banco do Brasil, do valor de 2004000
a210f cada urna.
Caatbio so ore Para, 60 d/v. eom 1 3(8 0/0 de des-
acato, bintein.
Cambio aobre Londres. 90 i\v 21 1(1'3 d. por 1*,
do banco, bontem e hoje.
Na bora da bolsa
Vejoderam-se :
28 aecss do banco do Brasil.
o (residente,
Augusto Pinto de Lomos.
Pedro Jos Pinto.
lio* imeiit baneario
KBCIVB. 14 DB JAHBIBO 1>B 18S8
PRAA IX) RECIPE
O bancos conservaram a taza de 21 d., offerr-
caxda tace ir a 24 1/16, acbaado poucos temado-
cee.
A"" tarde o Lsndoa & Brasiliaa e o Eu jlioh Bai-k
SSSSaaaai a 24 1/8 com certas condio-.s de paga-
sato.
Em pi>pel particular houve algumas transac^-.-s
* 24 3/16, pedindo os bancos, ao fechar do Oa,
34 1/4.
NOTA-O papel particular foi hontem passado
24 3/16 e nc a-23 3/16,tendo a. maior parte
dos secad jres pedido 24 1/8.
PB AC I/O RIO DE JANEIRO
Eftaads interrumpido o fi-> teicgraphico, nao ti-
-VMB06 comnunicaco alguma com relayj ao mer-
cado de eambio deesa prsca.
Aa tabei aa expost&s aqu foram estas :
Oo Lobd-w Bina :
L odres.
Pcris. .
.tulia- .
lum burgo
t'oroeal
U*-York
/lo Ibtbbsacionax :
Londres. .
tana. v .
alia. .
ilamburge .
4iboae Pcrto .
rYtccipaes dadea
-L .
Ktw-York ,
ao d; vinta
24 233 4
396 400
400
493 498
93 224
24100
90 di vitta
24 23 3/4
39r> 400
Escola Normal
MATRICULAS
Por ordem do Dr. cirtcloi taco publico, a quem
interessar possa, que *s asat -calas deste carao es-
tarao abertas desde o da 16 do corrente at 3 da
Pevereiro prximo, de canfor nidade cosa as segis*
tes diipasne3ei do reirnlam ;nto ltimamente pu-
blicado em data de 27 de E siembro do anno pro-
zimamente finr'o ;
Art. t6. Emquaato ai funecionar a Insti-
tuicao a qu>s se reftre o a t. 62 ao reguiamento
de 6 de Feverairo de 1886 ou nlo houver un
< curso qoe prepare os qne edestinarem Eecola
Normal, a matricalu, as inUs do 1* anno, s
poderk ser facultada aos individuos que pro-
Vareen :
I. Idade maior de 17 anuos, ae taren do sexo
masculino, e de 15, sendo de sexo f-miaino.
II. Isencio de culpa qn motive a perda da
cadeira de professor publico.
III. Ser de bons costamss.
IV. Nao S'-ffrer molestias contagiosas, -nem
ter defeitos pbysicoB qne o priven ae bem exer-
< cer o magisterio.
V. Habilits;l> as materias professadas nos
tres graos do eosino privi.rio, on us do exame
que houver de facer na Ei cola.
nico. A jiiiu do dir ctor, as alumaas po-
derao ser admittidaa un trenla iodependente-
mente da pro va das condii;es referidas eii oc
nmeros II e III do presente artigu.
Art. 27. O exame "de qie (rata o n. V do ar-
tigo antecedente, comprenender : lbitd a coa-
RESTE EXPLICADA, ESCBlrVA, B AS QUATB OPBBA-
cks sobes kombbos iNTEiBOi; e ser feito ni es-
cola, antes da abertura das aulis, perante urna
commueSo comp sta de deus professores do curco,
designados pelo director, qae a presidir, o de om
membro do conselho iittorsrio, escolha do in-
spector ; devendo constar do respectivo termo a
cIassificn;ao des concurrentes approvados.
Art. 28. O numero dos matriculados nao ex
cedei de 50 p*ra ambos <-s sexos, e sero pre-
feridos o io ividuos que tprcsent-.rem, dcvida-
snente authenticada, ccrtidlo de approvaco as
mater'as dos tres gruoa do nnsino primario; at-
tendcMido-se para sub admi.isSo (quando o nn
mero d*elles lr tuper or ao fixade pura a ma-
trenla) ao melbor grao de approvacSo quV bou-
verem obtido, preferido em igualdade de con-
di;es o mais velbo ao maij n)o;o.
Art. 29.. A matriculase-* requerid ao d-
rector, que verifico r si os pretendentes satisfi
zeram as condi;5-s declralas m art. 26; o es-
< tara aberta desde o dia 15 de Janeiro at 3 de
Fevereiro.
Arl. 30. Depuis de encerrada a matricnlH,
ninguem mais ser a ella admittido, salvo pio-
vando impedimento qae o privasse de compare
cer em temr.0 ; o que s poJer taser, se juctxr
logo ao sen icquenmento eertidio de approvag
na materias dos arta. 26 ; 27 ; e si o numero
doo das lectivos, que bou verem decorrido, uo
exceder de 39.
Secretaria da Escala Normal, 9 de Janeiro de
1888.
O secntario,
A. A. Gama.
Co?panliia Aos senbores potsuidores. das accues abaixo no-
tadas, commanico que xpirou bontem o prao'de-
terminado para o recolbimento da nona presta;lo;
e qae em vista do srt. &* dos estatutos lhea mar-
cado novo praso de 30 das, contados de hoje 23
de Janeiro futuro para effectuarem a referida uo-
na prestaca<>, mediante o premio de 5"/ o-
633. 951 970, 1701 1705, 1186 1195, 1206
1215, 1246 1255, 1446 1455, 1506 1515.
1576 1585. 1586 1595. 1706 1715. 1716
1725, 1796 1805,1816 1325, 1861 1865. 1986
1990, 1991 1S95. 1856 1860, 557 581. 618
621, 648 1236 1215, 582 i 596, 1941 1945,
1646 1655.
Recite, 24 de Dfiembro de 1887.
R. Mermes.
Geiente
Banco do Brasil
Psga-se o 68* dividendo a rasao de 9(X 0 por
aeco, ra do Commercio n. 6, eseriptorio de
Pereira Caroeiro C.
(otaca de algod&o
a 14 DB JAIBISO DB 1888
Para completo de cavo vendeu-se nm lote do de
l* sortfl do serto a G600, techando o mercado
meaos firme.
Entradas do assuraro algodtlo
Companhia locomotora
pernambucana
AssesiaDla geral
.a. convocscio
SSo novelmente convidados os senhores accio
nistas a se reunirem em assembla geral ordinaria,
s 11 boras do da 20 do torrente, eacrirtorio des-
ta compaabia, rus do Visconde de Itaparica n.
7, afim de aer presentids as contas do anno fin-
do, e proceder se as eleicoes para a aova admi-
nistrarlo, commisso fisc .1, presidente e secreta-
rio da asse.nbii geral, em _virtude do art. 15
1. 2"e3 dos estatutos.
Da conformidade com o disposto ao art. 13 dos
estatutos, a reuoiio ter lugar com qualquer nu-
mero de accionistas qae coa parecer.
Escriptorio da coinpaubia lecom .tora pernambu-
cana, 5 de Janeiro de 1-88.
S. de Barros Brrelo
Secretario da administraco.
BANCO INTERNACIONAL
DO
BRASIL
Capital 0,000:000#
dem realtsado 19,000:0004
A caixa filial dWe Banco fuocciona i, ra do
Con.mere.io n. 40, sacca, a vista ou a praso, cen-
tra os seg'iinti's correspondentes no estrangeir:
Loudres......... s/N. M. Rothscbild &, Sons.
Pars...........
H&mbnrgo.......
Berlim..........\
Brmente........(
Prankfnrt 8/ Main
Antuerpia.......
Boma...........
genova.........
aples.........
Miln e mais 340
cidades de Ita-
lia............
Madrid..........
Barcelona.......
Cdiz...........
Malaga.........
Tarragon? ., ...
Valenci.. e outraa
cidaden i Hes
panba ilhais
Canarias......
Liuboa.........j
Porto e mais ei-l
dades de Por-
tugal e i Ihas...;
Hueuos-Ayres... .)
Montevideo
Nova York
De Uotbscbid itPrrcs.
Oeutscbu Bauk.
Baoque d'Anvers
Banei Genrale
agencias.
V
I
Banco
Hypotecario de
i e cu.s ageu-
Banco Je Portugal
suas agencias.
li-
English Bank of tbe
ver Pate, Limited.
Q. Amsiok ds C.
C>mpra saques obre qualqucr pracii do impe-
rio e do estrangern.
Recebe dinbciio em conta corrente de aaovi-
mento com jurosra lazo de 2% o anuo e por le.
t:as a prazo a jaros convenconadoi..
O gerente,
William U. WchDtcr
S. M. Q. M.
Sooleilad H. 14 de Marro
Oo ordem da arsemols geral, faco publico a
todos os senbores socios qae ee acham a dever
mais de SfOOO, que lhea fica mareado o praso de
oto das para se quitarem com o Sr. thesoareiro,
e fiado este prazo, que se contar de hoje, sero
eliminados com a nota depor falta de pagamen-
to.Oatrosim, scientfico sos senhores socios e ao
publico em geral, qne o nico autoriaado a receber
os haverea da oociedade o noaso tbesoureiro o
Sr. Philomenq'Jos do Souza, a ra do Porte n.
9. Recife, 10 de Janeiro de 1888.
O secretario interino
Flonano.
COMA DE EDfflCAC&O
Tem sempre a ven-
Tijolos grossos commnns 18$
Ladrlhos diversos
Hilos qnadrado grande
Ditos formato inglez
Telbas communs
Tijolos tnbnkres de diver-
sos formatos
Telbas franeezas
Cristas para camien
Gannos, corvas e cotovel-'
los t'e diversas dimen
ses
Para vendas e cn-
comendas excluseva-
mente no escriptorio da
companhia no largo de
Pedro II, n. 77, V an-
dar, das 9 horas da
manila s 4 da tarde.
Telephone 358
Companhia de Seguros
AGENTE
Miguel Jos Alves
X. hu> do Bom Jeu-v 1
SEGUROS MABITIMOS E TEBRESTRES
Nestes ltimos seguros a nica companhia nesta
prac> qne aoiiced'' aos Sra. seguradas isempco de
pagamento de pieuiio em cada stimo anno, o que
equivale ao descont oonual de cerca de 15 por
cento em favor d^s segurados.
---------------------------------------T--------
Companljta t>z Seguros
CDITTHA 3?D&3
NORTHERN
de Londres e Aberdcca
Pos cao nanctira (Dezernbro de 1885)
Capital subscripto 3.000,000
JJFundos aocuroulados 3.134,348
Heceita annnal:
De premios contra fogo 577,330
Da premios sobre vidas 191,000
De juros 132,000
O AGENTE,
John H.\Boxwell.
k
HEZ DB JASEIRO
AS8CAR
Entradas Dias
Barracas...... 2 4 12
Via-ferrea de Caruir 2 13
Auinv.tcs..... 2 k 14
Via-frrea de S. Francisco 2 1>
Via-ferr* de Limcero 2 12
Homma.
AI.aODAO
Entradas
?Wcacas.....
Vapores.....
Va-terrea de Caraar
Animaes.....
Via-ienea de S. Francisco
Via-ferrea de Limoeiro .
BOSBOM.
Bangos
60 597
9.849
6.576
41.778
31 757
Das
2 13
13
13
14
S 10
12
152.557
Saceas
619
800
505
3.594
328
2.352
7.98
Navios despachados
Lg. ig. UistT, para
Ntw-Yoik: 6.48 saceos coro assucar m&Eca-
vado.
Carreg. Btackburn Needh snit C.
Barca noru^g BroJrenc , para :
Liverpool: 5 748 saces com assucar masca-
vado.
Carreg, Pereira Crneiro *c.
Barca amer. Wary G. Reod, para:
N w York : 10X01 saceos com assucar a
v'ado.
Carreg. L yo it Pillas.
Barca nnrneg, V'ga, para :
Estada-Uoidoe: 8 395 asee:* cm irscarar
cavado.
Carreg Julio & Irmao. .
Estrada de Ferro de
Ribeiro ao Bonito
.tmemliK-ii senil ordinaria
Em comprimen;o do are. 27 dos Estatuto!, a
directora desta empresa convida aos Sra. aeato-
ni.-tan, a bo reunire'n em assemb'a geral no
dia 7 de Fevur>'irvt prximo a 1 bora da tarde, do
escriptorio n. 73 r*rci do Pedro II, afim de
aasiitirrm a leitur* do r -tono e o mais iju pre-
cei'na o citado srtigo.
Uecf^ 5 ile laneir.i de 1838.
Jote BtUarmino Pereira de MeUo.
Director secretarlu.
gggiggi!___________aaaaajaaaaL
Encona dinamarquesa Expresi, para Rio Graude
do Sal. 1?'..
Lii.rr n 'i'io.ial T.Tjd, para Rio Gaude do S.i.
L:.,'ar naciojal Z'xiiinha, para Rio Graude do
Sul.
-irar holiaaJez Lecnhu:s, pira Rio (ranee do
Sol.
L^ar ingles Clutha, para Liverpool.
I L?ar ingloz Eva Lynch, para Estados-Unidos.
Patacho dinaroarquiz Annie Marte, para Rio
Granle d, Sul.
Pattebo nacional Alliancj, para Kio Grande do
Sul.
Vap.r ingles Almandine, para Liverpool.
\v os dscargu
Barca inglrsq Ranavola, carvio.
Barca inglesa ArtnUot, carvo.
Brigue BlIemSo Escuna alterna' Frcnzwka, zsrque.
Escuna norueguenae R'form, xarqne.
Escuot iogleza Percy, b"alho.
Paiacbo allemo D. Pedro, zarqae.
I'a tacho n >ru gn-use Vaarbud, carvo.
('alacho dinamarqus Elye H-jy, varios generes.
Patacho dinamarqus Lxwingtt ne, farello.
Patacho ingles Robim, bacalho.
:ona fog-o
Ltraiool k LoQiloa &
UrSTiaANCS C0MPAH7
Blackbnrn, Needham i
C,
Ra do Commercio n. 3
London & Brasilian Bank
Limited
Ra do Commercio n. 32
Sanca por lodos os vapores sobre as ci-
zas do mesmo banco em Portugal, Sendo
ero Liabo*, ra dos Oapellistas u. 75. No
Porto, ra dos logle^ie.
SBBSnBBBBBBBIBBlBBHBflBaBBBBBBBBBMBaBBB^BBBBBBBBBHBBBBiai
9:000.000 de libras sterliaas
Adamson Howie k C.
ero cxsa do
SR. JOHN H BOXWELL
26 Ra do Commercio 26
INDBMMSADOM
martimos e terrestres
ENtabelecIila fin 18$d
CAPITAL 1,000:0001
SIN1STROS PAGOS
At 31 de Dezernbro de 1884
Martimos..... i,O:000$000
Terrestres..... 3.6:000$00
44 Rus do Coromcrcio 44
Importaco
p^rta^aes i;oii Irmaot, entrado
do
de Porta-
493
ti'i
Oo Ejutusa Bamk :
txmdres.......
<*ar*i. .....
Ulia........
nousborgo ......
Libos e Pcrto.....
#Tineipaes i.'idades de Portn-
^........
ilhados Ao;res ....
Ota da Hac'.era ....
Jfcw-York......
SOdJv
U
3%
498
222
400
498
224
229
25100
vitta
23 3/4
400
400
498
224
229
232
229
2*100
Ctaselo de assucar
a 14 DB JABBIBO DE 1888
a .iBsoet'ofo Comm-.rcuxl Agrcola, registrn os
tteos shan, i*&us ao agricultor, par 15 kilos :
Usina Pk
CoAal
Turotna psilveritad .
,8rieo8.i.operior .
3." ioa .
< 8. regular .
'4ibi:iio( .
Hs-soavado wrgado .
sraxo.
tama -.: -
2*200 a
2*600 a
2*500 a
2*600
24800
2*300
2*800
2*600
1*700 a 1*800
1*400
1*500 a 1*560
1*200 a 1*380
Pauta da llfandrge
SBMAKA OB 16 A 21 DB JAE1EO DB
Assucar retinado (kilo) ....
Assucar nrauco (kilo) ....
Assucar maacavado (kilej .
Aleool (litro).......
Arros com casca (kilo) ....
Algodo (kilo) .
Borracha (kilo).......
Couros seceos salgados (kilo) .
Couros seceos e* pichados (kilo) .
Coaros verdea (kilo) ....'.
Cacao (kilo).......
Caf bom (kilo)......
Caf restolho (kilo).....
Cachaca (litro)......
Carnauba (kilo)......
Cargeos de algddo (kilo; .
Carvo de podra de CardiS (ton.)
Farinha de mandioca (litrol .
Folbas de jaboranJy (kilo) .
Genebra (litro)......
Mel (litro)
Miino (kilo).....
Taboadoa de amarello (dasia)
18-8
2f0
150
96
160
65
370
300
415
470
225
400
790
600
75
1/000
14
1C000
30
400
200
40
50
IOOiSCO
\avioa a carga
Barca inglesa Matilda C. Smh para Liverpool.
Barca inglesa Chilena, para Canal.
Barca americana May G. Reed, para pstados-
(Jnidos.
Baica inglesa H Ida, para Liverpool.
Barca norurgu-nae Brodreae, para Liverpool.
Barca portuguesa Novo Silencio, para Lisboa e
Parto.
Barca portuguesa Quileria, para Lisboa e Porto.
Barca adema .Inna, para Montevideo.
Barca norneguense Sa'em, para Estados-Uuidos.
Barca inglea Erminia, para Liverpool.
' Barca americana Curj/phene, para Estados Uni-
dos,
Barea noruegueose Lovetand, para Estados-Uni-
dos.
Barca americsaa Baden, para Estados Unidos.
Patscho
Porto, em 12 do corrente e consignado a S'iva
Guimares cz C, inamtestou :
Aseite de Oliveira 18 caixas a Franeieco Ri-
beiro Pit.to Gnir.araes 4 C., 1 ordem, 2 a Bcnco
Machado o C-, 2 latas a Joaqutn Gu.'des Va-
lente.
Archotes 5 fardos a J. A. Silva Sinroa.
Agua mineral 4 caizas a Antonio Alfonso Si;
n.o-8.
Albo 118 canastras a .'osqaim Guedes Valente,
100 a Domingos Alves Matbens, 461 a Paiva Va-
lente 4 C 25 a Francisco Guedes de Almajo, 70
ordem, 100 a Antonio Duarte Crneiro Vnu.
Arcos de pao 2 giades a Joaquim A. da Silva
Santos.
Azeit-nirs 30 c.iim a D mingos Alves Ma-
.hcu.
Botes 1 caixa a Jo) Fernandes Fcrreira.
Bagas de sabagueiro ^ barricas a Francisco Ri-
beiro Pinto Gui narae, & C.
Capachos 1 fardo a Miranda & Sonza.
Cettos 2 volumea a Maura & Martos.
Fvijao 30 saceos a FrucJsco Guedes de Araujo.
Folbas de louro 5 raemos ao acamo, 5 a Jujo
Fernandes Ferrtira, 6 a Francisco Ribeiro Pinto
Gaimaraea C.
F igo de ferro 1 a Re i a dt Coueeiro.
Ferragens 2 barricas J. A. da SIvj 8anics, 2
n Almrida Machado 6t C 6 a Miranda 26 ordem, 5 a A. O. Crneiro Vianna.
Linha 1 ci il, a Francisco Launa & C.
Loucs 1 caixio ordem.
Lirros 1 ca.xao a Prente Vaona ii C, 1 a L.
Duprat
Mortalbas para cigarros 2 caixas a J.aquim Lo-
pss de B>rros.
Maasa de tomate 1 caixo a Paulino de Olivein
Maia.
Obras de vme 1 fardo a Joao Fernandes Fer
reir.
Pregos 30 barra a Jos da Silva L yo 4 Filbo,
14 a Rodrigues de Paria & C, 20 a Domingos Ai-
vea Matbeus, 11 a Mbino Silva t C, 28 a A-
meida Machado & C, 5 a Res de Santos, 33 a A.
D. Carnero Vianna.
Pomada 20 caixas a Francisco Quedes de Arau
j".
Palitots 6 caixSes a Joo Fernandes Ferreirs,
6 a Francisco Ribeiro P.nto Gaimaraea & C, 1
ordem.
la J hriil a Antonio Joaqam Casero.
Uolhas 29 siocoi'a Joo F.ruaudes Ferrtira,
34 a Francisco Rib<-ira Pinto Giiimares 4 C, 1
ordem.
Salpcoes 14 cains a Joo Fernandes Ferreira,
5 a Francisco Gaed de Araujo, 3 a J. F. de Fi-
goeiredo, 2 laias a Antonio Jos Fernandes
Sardinbas 15 bar-icas a Domingos Alves Ma-
tbeus, 25 ordem.
Vime 600 lincas a Pereira Pinto ce C-
Vinbo 2 barra a Pereira Pinto 4 C 30 a Frau-
cisco S. Pinto Guimares 4 C., i a Alfonso Ta-
borda, 7 a Antonio Jote Fernandes, 20[0 a An-
tonio D. Crneiro Vianna, 20t5 e 30,70 a Fernaa
des da Costa, 25|5 a Pniva Valente de C, 2;i0 a
Antonio J t ftreir, 2,5 10 iQ a R. de Drusina
4 O., 50 1J a Ferreira Rodrigues 6z C e 53|0
1J0 a Fraaciseo Guedes de Arauj >, / ),5 e 20./0
a Alroeida Machado 4 C, 20 caixas a Soarea de
Amaral Irm5os, 188 a Paiva Valente 4 C, 11 a
Paulino de (Jlivi-ira Maia, 250 a F. Ribeiro Pin
to Guimares 4 C-, 582 a Cuaba Irmos & C, 52
a Fcrnaudes da Coita & C, 200 a Fraga Rocha
dr. C, l'iO a Fdfnandcs Cz Irmcs, 00 a Ferreira
Rodrigucj ** C, 2 a Antonio J. Castro, D a $ou
za Basto Air. nm & C, 100 a Dominicos P,nio
de Freitas, 1 a Manoel M. Ribeiro, 25 a Joo Fe-
rnandes rVrreir. 70 a Antonio Duart Crneiro
Vianna, 200 a Silva Guimares Si O-i 6 ordem.
i:v|iortHCtlo
aaerra. 13 ob jabbibo ob 1888
Har o exterior
No vapor ingles Athbrooks, carretn :
Para Liverpool, J. II. Boxwell 250 saceas com
17,494 kilos di. algod i.
Na barca inglesa Malh Ida, carregaram :
Para Liverpool, M Lima C. 100 tacc-s com
9,225 kilos de a'golo.
mt Na barca americana Cluta, carregaram :
Para Liverpool, P. Crneiro di O. '8) saceos
com 73.500 kilos de assucar maacavado.
Na barca americana Hidson, carregaram :
Para Nw-York, P. Crneiro & C 3,000 saceos
com 225,000 kilos de assucar masca vado.
No vapor francs Congo, cariegon :
Para Lisboa, M. F. da Costa 1 barril com 90
litros de agurdente.
Na barca portuguesa Novo Silencio, carro
garam :
Para o Port?, Rodrigues Lima 4 C. 172 sascas
coia 14.038 kilos da algodo.
Na barea allem Anna, carregou :
Para Montevideo, S. G. Brito '20 barris com
1,920 litros de agaardeute.
Para o interior
No vapor naeional Arlindo, carregaram :
Para e Rio do Janeiro, B. C. Mus Vieira 1,000
cijos, frncta ; P. Caroeiro dr C. 3,000 saceos com
12.i OjO kl.'os de farinha de mandioea.
, Beadimeates pblicos
lUIS DB J4NEIR0
41/mdeoa
DE
Seguros contra Fogo
EST: 1803
Edificios e mercadorifis
J'aixas baixas
Prompto jj'igamento de prejuizos
CAPITAL
R$. 6,0O!):0Ot.Sl0O
AGENTES
t 5t N. 5RA DO COMMERCIO-N. 5
60 cargas de farinha a 200 res 18*000
21 ditas de frustas diversas a
300 rs. 6i300
12 taboleiros a 200 res 2*400
9 Sainos a 200 ris l800
Foram oceupados :
28 columnas a 600 ris 16*800
19 ciunpauiuicntoB de farinha a
500 ris. 9*500
25 ditos de comida a 500 ris 12*500
'67 1|2 ditos do leguinea a 400 ris 27s0.>0
36 ditos de fasendas a 4C0 r s 14400
18 ditos de suioo a 700 ris 12*600
1) ditos ne tressuraa a 6W ris 6IC00
10 Ulhos a 2* 2' 7 ditos a 1* 7*00J
A Oliveira Castro 4 C.:
54 talbos a 1* 54*000
Oeve ter sido arrecadHiia neste
di a quautia de 214*940
Reudimento do da 1 a 12 do cor-
" rento 2:470*960
Renda eeral
Do da 2 a 13
dem .'e 14
422:750J591
42:159*448
tienda provincial :
Do dia 2 a 13
dem de 14
76:8174851
7.929*611
464.910*039
84:747*462
Somma total
549:657*501
Segunda seceo da Alfapdega, 14 de Janeiro de
1887.
O tbesoureiro.Florencio Domingues.
'O chafe da seceoO'se.-.
Do dia 2 s
dem e 14
Herebeilorln (eral
13 19:413*403
1:5642388
20:977*791
Rerebedorlm proviuclal
Oo dia 2 a 13 69:5761764
IdVn o* 14 549*595
70:126^459
Beelfe nratltsas;?
e dia 2 a 13 2:896*657
dem dt 14 210*780
3:107*437
Herrado Municipal de 8. fos
o unovimento deste Mercado no dia 13 de Ja-
neiro foi o seguinte:
Kntraram :
281/2 bola pesando 4,117 kilos, sendo de Oliveira
Castro 20 1/2 ditos de 1, 2 de 2- e 6 de
part enlares.
602 kilos de peixe a 20 ris 12*010
Foi arrecadado liquido at hoje 2:6S5*9lO
frecos do dia :
Carne verde de 240 a 480 ris o kilo.
Crneiro de 720 a 800 ris dem.
Sumos de 560 a G10 reta Mato.'
r'armba de 20J a 28 J ris a cuia.
Milho de 240 a 28J ris dem
Fejo de 560 a 640 dem.
Matado uro publico
Foram aOatioaa sai JlataOunro da Cabanga 61
rexea para o consumo do dia de boje.
Sendo: 43rcses pertencentesa Onvsira Catr>
V. C, e 18 a diversos.
EmbareacSc* aurtua no jorto
eiu 14 de Janeiro
ACIONAES
KAVIOS COBSIOHATABIOS
Alanya........... A'ordem.
Arlindo........... Pereira Crneiro & C.
Ipojuca........... C -inpanhia Pernambucana.
Loyo.............. Loyo 4 Filho.
Lamego.......... (canhoneira de guerra).
Marinho XIV...... Loyo & Filho.
S. Francisco....... Cotcpinbia Pernambucana.
Zequinha.......... L y) \ Filbo.
ESTRANGE1RAS
XAVI09 CONSIGNATARIOS
Annie Marie...... Haltar Oliveira tt C.
Anna............. H'-rmanu Lundgrln 4 C.
Antelope.......... J. H. BoJWell. ,
Asbbrcoke....... J. H. Bcxwel.
Artutos........... Empresa do Gas.
Aune EJysabeth----- Maia 4 Resende.
A' ordem.
N. J. Lidatone & C.
Wlson Sons 4 C.
Bertba............ Hcrmann Landgrin 4 C.
Bolgen........... Hermann Landgrin 4 C.
Beltries........... Jthnston Pater ft C.
Chilena........... Via-ferrea de S. Francisco.
Clutha............ Blackbnrn Needhan 4 C.
Coryphene......... A'ordem.
D. Pedro.......... Pereira Crneiro 4 C.
Dous Irmacs....... Silva Guimares dt C.
Elyse Hoy........ Wilson Sons 4 C.
Erminia........... A'ordem.
Express........... llcrmann Landgrin 4 C.
Eva Lynch........ Johoston Pater < C.
Ehen............. H. Burle & C.
Franaiska......... Uarmann Lundgrm $ C.
Fonthll........... H. Burle & C.
J. H. Boxwell4C-
Hermann Landgrin 4 C.
He.-mann Landgrin & C.
Johnston Pater 4 C.
A' ordem.
Hermann Landgrin 4 C.
A' ordem.
Wilson Sons C.
Wilson Sons & C.
A' ordes.
. SEGUROS
martimos contra fogo
Companhia Phenix Per
nambueaua
RA DO COMMERCIO N. 26, 1" ANDi.R____
O procarador d s feitoa da faseoda provin-
cial tendo recebido do Thesouro as rela(5ee abai-
xo transerptas dos devedores (to imposto di dci-
ma d-.s fregaezias do Poco da Paneila, V.rsea e
S. Liurenco da Matta, doexercicio de 1885 a 1886
que deixaram de pagar no lempo competente, de-
clara os infernos devedores qne Ibes fiea marcado
0 praso de 30 dias, a contarda publicaco do pre-
sente edital para recolhrrem Recebedoria Pro-
vincial com gniada8ecco do contencioso a im-
pertancia de seus dbitos, certos de qu-, fiado
aquelle praso ae proceder a cobranca ja licial-
mente.
Recife, 3 de Novembro de 1887.
O procurador des feitt ?,
Miguel Jos de Almeida ternambuco.
Rela^o dos devedores da freguezia do P {o, do
exorcicio do 1885 a 1886 que deixarsm de pa-
gar em tem oo competente.
Curada do Arraial n. 42. Abllio 9888
D.la n. 27 B. Adelaide Mara de S ,a-
za 30*901
Dita n. 27 E. Amancio Francisco Men-
dos 3*708
Apipucoa n. 28. Amaro Jos L >pea Cou-
fnho 61*803
(,'-..-1 Porta d. 3 A iiif Busson -4*721
Estrada pura o fngeuho l>ous I-mos
n 4. Audr Vidal Alves 20*601
Dita n. 6. O mesiDO iO*60I
O la n. 2 B. O mesmo 24*721
1-05011 4. Anna Candida da Silva pus-
son (prte) 3*140
Estrada para o engenho D us Irmos
ti. 2. Aatooia Mana do Cirmu *652
Estrada do Arraial o. 23 C. Antonia
Mara Joaquina da Conericao 9*888
Travessa do Marques n. 6 E. Antonio
Barrcto de Sni'Anna 7*416
Caldereiri u. 3. Antonio Diogo da Sil-
va ecutros 6) 803
Parnameirim u. 9. Antonio Ferreira da .
Annuocico 3.)*901
Roa da Harmona n. I. A'itonio Jos
Mandes Bastos JISO
Peara Molle n. 2. Antonio Jos da Sil-
va Brasil 23*601
Dita n. 2 A. O ujesmo i 360
Larie do Monteiro u. 1. Ant- nio Pinto
de Barros 103*360
1 ba dos Ratos 11. 3. Argcmira A. Tem-
poral 13*006
Largo do Monteiro n. 1. Ariatides D.
Crneiro da Cunha O.ui 6*808
Trav-ssa para a Matriz n. 2. O mes-
mo 3!)*776
Rja do Cosa n. 1. Augusto de Mjraes
Pimental 24*721
Largo da Casa Fort u. 10 C. Aurelio
Pes Bairi-to Je Visconcell s 9*888
Estradada via ierreardo Limociro. Bal-
bina d*944
Pedra Molle o. 9. Bornab Lius Cal-
das '>88S
Apipucoa n. 3. Bartholcmcu Francisco
do Souza S;l*404
Eoeauamento n. 28 L Benedicto Pe-
dro Alexandre 9*888
Estrhda doC-miterio n. 2 A. Bcrnar-
dino de Almeida Lobo (180
Ra da Harmona n. 3 C. O meara J 7*416
Estrada da via-ferrea do Limoeiro n.
12. Omesmo ''5106
Estrada di Arraial n. 7. Bernardo
Jos Rodrigors Piiheini 34*609
Trav ssa do Cemiterio ". 12 A. Carlos
of Mans 12*360
I ba dos Rato3 n. 18. Carolina H. de
Lnra 12*360
Pedra Molle n. 4. Carolina M. do Seg
Mello l360
Dita o. 4 B. A mesma -"
Largo de Apipucoi n. 6. Ceciliano Ac-
cijli do RogoBairos 12*360
(Continua)
Percy............
Quiteria..........
Quen of the Fleet...
Raymond.........
Ranavola.........
Sefcrm...........
Robn............
* Sultaun.........
Sirios.............
Salem............
Mendee Lima 4 C.
Amorim Irmos 4 C.
J. H. Boxweil 4 C.
A' ordem.
Wilson Sons Se. C.
Amorim Irmos 4 C.
Johnston Pater ce C.
Francisco R. P. Guimares.
Fonaeca & Irmos.
Niemeyer Cahn &. C.
Johoston Pater 4 C.
* Sculptor.....
Sequcl............ A' ordem.
Sta<>y Clark....... A' ordem.
Ulater.......... B. Needhan t C.
Vaarbud.......... A'ordem.
Zephyr........... Blackburu Needhan 4 C.
O signa! ndica ter a embarcaco sabido.
Vapores entrar
MES DB DB JANEIRO
. he je
hoje
17
17
18
18
i!)
19
23
24
27
29
Europa....... Aconcagua........
Hamburgo .... Campias.........
Sul........... Para............
Europa....... V. de Maranho....
Estados- Unidos Fnan-e...........
Sul........... .Idealice...........
Sul........... Congo.............
Norte......... Manis ..........
Europa...... La Plata .........
oul........... Espnlo Santo.....
Sul...........
Ayoes Barton.....
Aimaodine......
Brodrene......
Vapores Mal r
MBZ DE JANEIRO
S othampton. Mondego.......... 15sl2h.
Valparaso .. Aconcagua ........ 15 s 2 h..
Norte....... Para.............. 18 s 4 h.
Santos cese. V. de Maranho.... 18 s 4 h.
Sul......... Finance........... 18 s 4 h.
Est.-Unidos. Alcance.......... 19 s 4 h.
Bordeaux ... Congo............. 19 1 b.
Sal......... Mandos-----....... 24 as 5 h.
Baeno8 Ayres La Plata.......... 24 s 2 a.
Norte....... Espirito-Santo..... 27 s 6 h.
Southampton. Nevo............. 29 1 h.
** Golden Russet...
Heleno............
Henderk R. L.....
Hilda............
Sudson...........
Harnronia.........
Leif..............
Leviathan.......
Lovetand..........
Liwingitone.......
Lillian............ Henry Forster 4 C.
Mati:da C. Sm 11b... A' ordem.
May G. Reed...... Fenaeca Irmos 4 C.
Mascotte........ Henry Forster 4 C.
May Flower..... Johnston Pater 4 G.
Montres I.......... N. J. Lldistone.
Novo Silencio...... Bailar Oliveira & C.
Orstor............ Samuel L. Johnston.
Vavies entrar
Columba.......... New-Port.
Dax.............. Ntw-Port.
Fras ..-........... Hamburgo.
a. C. St nford..... New-York.
Lopes Dnat-te...... Rio Grande do Sul.
Marinho IX....... Rio Grande do Sul.
Mette Joabanne___ Cadix.
Hovimneti do porto
Navios entrados no dia i4
Parabyba-2 dias, hiate naciooal Flor do Jar-
dite, de 70 tcneladas, mestre Jos Bernardino
Bandrira, equipagem 5, carga varios gneros;
a Jos Lopea Albcros.
S. Vicente6 1/2 dias, vapor Montreal, de
2,166 toneladas, commandante J. Mac Anley,
equioagem 48, em lastio; a N. J- Lidatone.
Cardiff 21 das, vapor ingles Orator, de 849
toneladas, eqnipagem 26, commandante J. G.
Jones, carga carvo de pedra; a Samuel L.
Johnston.
Sahidos no inesrzo dia
S. ThomazBarca norneguense Leviatbam, ca-
pitao T. O. Pdersen ; em lastro.
MaceiVapor ingles "Sculptor. commandante
aymes Woodcck; carga varios geueroe.
LiverpoolVapor inglez Asbrooke, comman-
dante W. Pottinger: carga assncar e algodiio.
Baha da Traico (Parahybt) Hiate nacional
Aurora 2, mestre Manoel Duarte da Silva ;.
em lastro.
Eatados-UoidosLugar americano 'Mascotte,*
capito G. P. Bochley; carga assncar.
New-YorkLugar inglez .Ulater, oapto J. D.
Schckil ; carga assncar.
Porto por LisboaBarca p-rtugoesa Sultana,
capito Antonio M. de Almeida ; carga varios
generes.
Terra-NovaPatacho ingles May Flowar, ca-
pito William G. Croas; em lastro.
AracatyHiate nacional D. Julia, mestre Lc-
rentino Fructsjoeo da Costa; carga varios g-
neros.
Parahyb Barca .inglesa 'Golden Russet, capi
to E. Smith ; em lastro.
^


-
Diario de Pernambuco---Domingo 15 de Janeiro de 188S
PRADO PERNAMIMO
Frogramma da segunda corrida
QUE SE EFFECTUARA' NO
Domingo, 15 de Janeiro de
1888
A's II horas da manb
Juizes de chegada. Oa Exms. Srs. brigadeiro Jos Clarinio de Queiroz, Viseondo de Tabatioga o Dr\ J Cerque Ira.
Juiz de partida. O Illra. Sr. espitan Jlo Justiniano da Rocha.
Juiz de pesagem.'O Illm. Sr. Arthur B. Dfclla
Juiz de ensilhament".O Illra. Sr. Cl.udio Dubeux.
Juizes de Raia.O* Iilms. 'Srs. Augusto Portella, Francisco de Paula Lopes, Miguel de Oliveira, Joe Needhanj,
Francisco Cox e Dr. Liberato de Mattos.
Juizes de archibancada. s Illuis i Exms Srs. Barao da Soledade, Comrnendador Antonio da Cunlia Ferreira Baltar,
Joao Jos de Amorini, Eugnio Cbsline, Ricardo Christinani e Comtn Juiz do distancia io.O Ilion. Sr. Dr. Francisco de Souza Reis.
Ju;z encarregado geral da rain.O Illra. Sr. tenento-coronel Jos de Oliveira Castro.
R0Y4L
PAKET
M4IL STEAM
COMPANY
O paquete Mondego
E esperado do
su)at odia 15 do
correte e seguir
iepoig da demora
aecessaria para
*> Vicente, Lisboa. Vlgoe Son
thampton
Reducca de passagens
Ida Ida e volta
A' "outhampton 1 classe t 28 42
A' Lisboa 1* clasae 20 30
Camarotes reservados para os passigeiros de
Pernambuco.
fura passagens, fretes, ete., tracta-se : ni os
AGENTES
Amorim Irmos &C.
S. 3 RA DO BOM JESS N.
Leilo
Nsu
-Nomex
Kaden
relio*
\n(iirall(ia
en
Pesos
Cor da veillmenla
ProprielMrlois
1 Paroo Cono!arao-803 inetros-
F>isca ...... 8 mino;.
V>UtHUH...... 4
l'irapamn..... 10
f*i-dri Mjl!e... 7
N >ruega.......' 5
IVuipeaade.. 7
Oveiro...
Bie.....
Rula Jo ..
' a'tar.h .
L'nsUnlij.
lindada ..
Anim-ies da pruviacia que aiada nao tcnbam ganho.
Pernambuco ..
Premios : ao 1 < 103, a) 2. 30 J e a 3. vra a entrada
56 kilos.
51
56 <
i 56
56
56
Asul e branco..........
encarnado u branco ..
Verlo e mtrello.........
Amarello..............
Rrnoc e roso..........
Eocarnado e preto......
I. P.
Oaieond P. Cox.
AOgusja do C. R.
Manuel Joaquim Cirneiro Monteira.
Vicente P. de Halles Mesezes.
Jos Cavalcante.
Pacific Sieam Navigauoniompanv
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete Aconcagua
Do movis, lonja, vidros e quadros
sendo
Urna motilia preta ecm 11 cadeiras de guarni-
os, 2 ditas de bracos, 2 ditas de bsdaoco, 2 con
oos, jardioeira e sof, 7 paret de jarros, 2 pares
de lanteroas. / relogio de parede, 1 espelho oval,
12 quadros, 3 caadieiros de gas, 4 parea de bolas,
1 etagera, 4 figuras, 3 tapetes, 1 cama francesa
e colchao, 2 parea de cortinados, pannos de cro-
chet, 1 cabide de columna, 2 banquinbas, 6 cade-
ras de amarello, 1 mesa grande para jaatar, 1 dita
de honro, 1 pona toalhaa, / lavatorio de ferro, 5
bacas do ferro, 1 cabide coberto, 1 armario, 1
manga do vidro, camas de Ioos, louca de jantar,
dita de almoc, copas, compoteiras, diversos fras-
cos, om trem de coainha e i choviaco.
Tercafelran do corrale
A's 11 horaa
No pateo do Carmo, casa n. 14
O agente Martias, competentemente autorisado,
far le lo ao correr do martelio do
mais objectoa existentes em dita casa.
os movis e
2:000$000
Um moco com algomaa babilitacoes commer,
eiaes, deBja encontrar urna casa de negocio qoe
peciae de um socio, e que esta offereca algusn
resultado ; tambem se associa a qualquer pessoa
que d:sponha de igual qu&ntia, para abrirem um
estabelecimento que do commnm accordo resolve-
ren, devendo a dita pessoa dar conhecimento de
soa conduca : quera eativer nstes caaos dirija
carta pelo correio ao eaeripiorio deste Diario com
as inieiaes PLM, c-m tados os eaclareeimentos.
para ser procurado
comniercio ~
Comes & C. deelsram que nada deveru a pesoa
ilgu-na at esta data ; se alguem ecjugar '.redor
dos meamos, aprsente eus contas para i-, ceber
Recite, 10 de Jaoeiro de 1888'
'imbj .
Bxcarat.
Pery ...
') .nubi:l,
2 Pareo -Protreno- 1000 metros.Aoimaea nacionaes. Premios: 200 *o i
kils.
30J ao 2-, e o terceiro livra a entrada
6 .-.unos.
4
7 .
9 .
Tordilho......
Caatanho......
Vli _> !.(,!......
Tvirdilbo negro.
Pernambuco ...
Rio de Janeiro
Pernambuco .
M
yi
56
|56
Branco e preto.......
Asul e ouro..........
Encarnado amarello.
Branco e encarnado....
Bernado Damio C. Pessoa.
Coud-laria Peruambucana-
Msnoel Jos Martina.
J. J. 3.
' esperado da
Europa at o da
15 de Janeiro, e
seguir depois da
Jemora do costu-
me para Valparaso com escala por
Et.-ihta. Itio de Janeiroe Monte
video
Pira carga', passageiros, enc.mmendas e inhdei-
ro a frete, trata-se com os
AGENTES
Wiison Sons &: V, Limited
K. 14 RA DO COMMERCIO-N 14
LilE
3* i'ar. o CommendKdnr Luis Duprat 1C00 metrosAoimacs da provincia. Premios : 100/ ao 1, 20/ ao 2 e o 3o livra a entrada
Tupy. ...
Voador ..
^ertanejo
M ciin ..
l!O.
Oveiro. .
Rd.do.
Oveuo...
Pernambuco
58 kils.
56
S6 .
56 .
Azol e greoat-----
Amarello........
Encarnadu e preto
Azul e branco....
Francisco Flix G-nncalves.
Mainel Joaquim Carneiro Monteiro.
Joao Luia Ferreira Goncalvea.
Jor Cavaleante.
4o FareoAboliro800 metros.Animacs nacionas. Premios : 200 ao Io, 31/ ao 2' e o 3 livra a ntrala
liSalan ...
S|As"roid
3, Santa- F
"reto .
Z ii.'. ..
Tordbo
Paran.......151 kils.
Rio-Grande____50 .
56 .
Azul eonro;........
Azul e branco......
Ene.mido e branco..
Ccndclsii'i i'jrnamb'icana.
dem
J. J. R.
PareoO:ympto toup- An ian-a Gen'lemec- riJcrs.2040 metros. Animaes nacionaes.Prtsaiot : urna joia ao V, um objecto darte ao 2o c 3o
Sane-pareil..
Mroonhu
Teitamen ...
(iuarany ....
Rodado ..
'^aataub.
Petnsmbuco.
Laco azul, branco e encarnado

verde e amarello......
azul e ouro...........
Jos Luis Goncalves Ferreira.
Cela o Matheus Ferruira.
Dr. Jos Ferreira da Crus Vieirs.
Aujju-.to Portclla Fiibo.
Ruaa.- pedroz..
!>. Pareo.Prado Pernambucano160J metros,Animaes -de qualquer pas. Premios : 400 ao Io, 100/ ao 2 e o S*litnt a entrada
.......1 8 iiiiir s i Preto........I Rio Grande.....154 kils. I \zul branco.............iCoudelaria Pernambucaua.
at......I 1 jCastai.ij......IRio ue Janeiro.. .\b |A.zuleouro...............|ldem.
7." Pare;.Dr. (iinralvra Pinto16C0 metrosAnimaes da provincia. Premios : lc ao I', 20/ ao 2' e o 3o livra a entrada
Terca-feira, 17, deve ter lugar o teilo de ge
eros do estiva, calcados, fazendas e meveis r'e
eseriptorio, exislentes no armasem da roa Mr-
quez de Olinda 52.
Terca-feira 17^ dsve ter lugar o leilo de cal-
cados e fazeudas avariadus, bem como gneros de
estiva, curt iras cofre c objectos de eseriptorio
existentes no armazem da ra do Mrquez de Olin-
da n. 62.
Leilio
iPacha'
2 Bacart
l:Fa
s
l'aiieman.....i 8
Noruega
Corsario
Oveiro .,
Vatio .
CastKiih'j
Kodado
Pernambuca.....|5 kils. lAzul e b'snco........
51 lAzulegrenat.........
154 I Branco e rosa.........
I4 lEiicxrnado P amarelln.
J. P.
F. de Resmde Reg.
Vicente F. de 8. Menezes.
'lam^-t Paulo de Albnqnerqne.
Montado por amador.
OBSERVACOES
D ama casa terrea no lugar S-mt'Anna de
Dentro, construida k moderna com 4 quartos ao
lado, 2 salas, c.zinha, quartos fra para criados,
quinta! murado e porta 1 que d sabida para um
terreno de 40u palmos de fundo com cequeiros e
entras fructas.
D um sobrado com 3 andan s, sito ra de
Mari e Barros n. 8, rende 76/000 mensaes.
Di casa terrea sita ruado Santa Theresa n.
15. reode 20(000 mensaes.
Segnnda-feir, i do correte
A'S 11 HORAS
Vb armazem da ra Mrquez de Olinda
n. 19
Por intervengo do agente
Gusino
>
Rcga-se aos Srs. proprietarioa dos animaos ioscrtptos ni pruro parro o especial favor de te!-os no ensiih O Srs. proprie'arios pod^m maudar procurar aeua carles de ingresso, de criados e Jock-fis no Prado uos das 13 e 14 das 4 s 6 horas da tarde.
i"' se recebi'm/or/ait at o da 14 a 6 horas da tarde.
Os bilhetes psbsi pr-c^estab.-lecnloa acham ee vnda desde ja ra do Imperador n. 83, andar, no estab-L-cimento das Srs. Arthur d>
Desiderio na ni-, do Cabug O. '!. na trpogr^pbia do CommercioJ ra do Imperador n. 43, ate a vespera da corrida, as bilheteriaa do Prado e em mac
1; s conduct irja da c.-mnaubia Ferro-carril, no da da corrida.
A :ompanhia F rr >- carril ti-r carros extraordinarios no da da corrida das 10 horas da maahS em diante, cam pequeos intervallos, com des-
tino ao pon lo da P.ado, seui alteracii de prcc'.s.
R ga se s pi sacas qoe teeui ingreaso no Prado com eartocs capeciacs, o favor de trascl-os em lugar visivel ou exhibil-os aos respectivos por-
teires para regnlandade do eervico.
Os premios de j >as 1- objecin darte acham se em eiposic* 1 na vitrina doa Srs. Arthur Desiderio, ra do Cabug a. 3.
R-cite, 10 de Jaoeiro de 1888.
O GERENTE,
Marcolhio Modrigues da Costa Jnior.
De 7 barricas com cerveja allema Pelson, 3 di
tas de dita Versaud, 3 latas com fumo de corda,
31 caixas com macarlo. 5 caixas coi castauhas
portuguesas e ib barriquiuhas com amendoa?.
Segunda feir 16 do corrente
As 10 1| horas
No armaze.jj do Sr. Annes, defronte
da All'-ndeg-i
POR INTERVENgO DO AGENTE
Gusmo
Leilo
Da bons movis, piano, espolbo, qaadros,
porcelanas, vidros, candieiros de cryslal
para gaz carbnico, trens de cosinba e.
bous passiros.
4|ii;iita feira, 18 do corrente
A's 10 1/2 horas
No Io andar do sobrado sito ra Barao
da Victoria n. 59
Constando :
Sala de vlalta
Urna mobilia de Jacaranda com 12 cadeiras de
guarnilo, 2 ditas de balando, 2 ditas ce braco,
1 sof, 2 consolos com pedrae 1 jardineira, l pia-
no quasi novo de Pleye!, 2 ricos quadros a oleo, 1
espelho oval, 1 lustre de crystal, 4 casticaes e
mangas, 4 tagers, 10 jarros Baos, 2 esearradei-
ras de porcelana, 1 tapete para sof, 6 tapetes
para porta, 1 capacho, 3 lancas e cortinados.
gabinete
Um toillet entalhado com pedra, 1 lavateno de
mogno com pedra e espelho. 1 guarnico de por-
celana fina para lavatorio, 1 importante guarda-
vestido de rais do amarello, 1 secretaria, escar-
radeiras, 12 cadeiras de amarello, 2 jarras e 1
candieiro.
Alcova.
Urna cama francesa de Jacaranda, 1 toillet de
Jacaranda, 1 meza para cabeceira de cama, 1 ex-
eellente guarda-vestido, 1 tapete e 1 cabide de
columnas.
' Uuoa cama franceza de po-carga, 1 lavatorio
de amarello, 1 lote de esteira para f .rro, 12 ca-
deiras, 1 sof de junco, 2 jarros e 1 candieiro.
Urna commoda, 1 santuario, 2 jarrqs, 2 cudeiras
de bracos e 2 banquinbas. .
Sala de Jantar
Urna meza elstica do 7 taboas, 1 guarda-lcuga
de amarello envidracado, 3 aparadores, 12 ca-
deiras, 1 sof, 2 cadeiras de balanco, 2 eadei
ras de bracos. 1 relogio, 1 appare'ho fiuo de
porcelana para jantar, 1 dito de porcelana para
alaocc, copos, garrafas, compoteiras, porta-queijo,
lindos quadros a olongrapbia, faccas, garios, co
Iheres, I sorveteira Americana, 1 candieiro de 2
b:cos para gaz.
Paaaarea
Corrupioes do Cear, canarios da Imperio e sa-
bias.
Cosinba
Mezas, trens de cosinba, jarras e muitas cutros
oVjectos de casa de familia.
O agente Gusnoao, autorisada por um amigo que
retira-se com a S Exma. familia para fra da ci -
d-ide, far leilo dos meveis cima deacriptes.
Ao cofflraerco
Os abaixo assignados avisam ao rospeitavel pu-
blico e ao corpo do commercio, que era 3 do car-
rate mes diesclver.io amigavelrceute a saciedade
que tinham us taveroas sitas ros Thotu de
Souza n. 2 e ra d- Vigario Thenorio n. 33. que
gyravam nesta praca sob a firma de Antonio Go-
mes da Silva Jnior & C, ficando encarregado do
activo e passivo o socio Florinda Jos Bautista
e o socio Antonio Gomes da Silva Jnior pago
catiateito de sea capital e lucros. Recife, 15 de
Janeiro de 1888.
Antonia Gomss da Silva Jnior.
Florindo Jos Baptista.
Papel pintado, inglez
Para forrar salas e estabelecionentos, aesenbos
indos e precos baratos ; vende-se na fabrica Glo-
bo, rna larga do R sario n. 28. *
Caixeiro
Precisase de um caixeiro, grande
com bastante pratica de molados ;
roa da Florentina n. 2.
ou pequeo,
trata-se na
Criado
Na ra da Sant-i Cruz n. 10, precisa-se e um
criado para compras e servica domestieo, tendo
matriculado.
woo
De grp.tificacao a quom acboa e quizer entregar
na ra das Trincheiras o. 3, urna p;ca de pnlseira
de onro com alguna brilhantes, perdida na noite
de 12 do corrente no Tbeatro Santa Isabel at a
ra Bario da Victoria vindo pelo Liceo de Artes
e ra de Santo Amaro.
ar
Leilo
PleyH
esD-3-
EMPREZA ARTSTICA
'lilli II
de
ZARZUELA S BAIL2
Ter^a-feira. 17 de Janeiro de
J9l V 3E ]
1.A preciosa zarzuela em 3 actos:
1888
LIO K IMPIi
2."O grande bailado
EL BMB0 DE SEVILLA
PRECOS E HORAS DO COSTUME.
llavera trens para ^pipiien Onda, Beberibe e bonda
lara fHasdaleor, Afogados, Manto .amaro, Fernandes Vieira e
lecle.
Vcjam-sc os programmas.
-_
O vapor Advanee
E' esperado dos porros de sul
at o dia 19 de Janeiro depois
da demora necessaris seguir
para
Para. Barbados, A
Thomaz e Xcw-York
Para carga, paasageus.e ic mmendas odiulieir
a frete, tracta-se com os
AGENTES
Henry brstor 4 C.
8 RA DO COMMERCIO-N. 8
1 anden
Harauhao,
>J
S;inta casa da misericordia do Cmm^^^f%?
Recife
V t c!* ircrct'.ria sao chama.los os parentes ou
lattores) das menores hIimix" declarados par,
' dia 20 d corrente, apresenrai-as na collegio
f orphie, hfim de sereno ahi rtinittidas, visto
n as p:imeiras inscriptas na respectivo qua-
i :
1 A-nelis, fi'.ha de Felismina Cbristina dos P.a
-
j Mara, snbrioba de Franco Martins dos San-
l Cxsioaira, id^n idfm.
! Avelina, d'cn idem.
'i Elvira, fi ha de ii.ymunda Julia de Pauia
rolin'., idem de Auno Mara Juliana Pe
va le.
f, dem de Candida Oympia de Medeiros
nlrina, idim de Fbiladelpba H-rmina
Sarros.
, idem de Mara Francisca Salgado,
tri i da santa casa de misericordia do
de Jaaeiro de 1883.
O acrivo
Pedro Rodrigues de Sonsa.
i Vapor
PuRTO DO SUL
0 va^or Manos
Commandante 1- tsnente Quilherme
Yfaddington
Wpetatte dos por tos do or-
liBTilOS
Aracaty
gj-Vrae cot toda brevidsde para o porto cima
tiiate l)et* te Guie, recebe carga : a tratar no
a. s do Layo, a bordo, com o noestre, cu na ra
d< Madre 'le Deus n 8.
ffloae Porto
CHARKEIRS RtLMS
<.'ompanha Franceza deMaveg
cao a Vapor
Liuha quinzenal entre o H.vre, Lis-
boa, Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos
OTir Tille fle MaranMo
Cummandante Brant
Espera-se da Europa no dia
18 de Janeiro segumdo de-
pois da demora necessaris
para
Babia, Rio de Janeiro e Santos
RigH-rcaus Srs. importadores de carga pelos
v#p iiea dosta liuha, queiram apresentar se dentro
Je 6 das a contar do da descarga das alvarengas
qualquer reclamaclo concerneute a volumes, que
porveatura tenbam seguido para os portos do sul.
afim de se poderem dar a tempo as providencias
necessarias.
Expirado o referido praso a companhia nao se
resoonsab'lisj por extravias.
Para cara, passagens, encommJndas e dinhei-
ro a frete trata-se com o
AGENTE
Aogaslc Labiiie
9 -RA DO COMMERCIO-9
< Om<43HlI UKW Mlsm.a.-fS:-
BIES HARITISE
LINHA MENSAL
0 paquete Congo
(Jommandante Lecointrc
E' esmerado dos portes de sul
no die 19 do corrente, segninde
depois da demora do costume,
para Bordeau j, tocando em
akar e Lisboa
Para carga, passagens eucommendas e valeres f>bra-ee aos senhores passageiros de toda.
.!.,!, na .uno as classes que ha lugares reservados para este
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Faa-se abatimcnto de 15 /0 em favor das fa-
milias composta de 4 pessoas ao meaos c que pa-
Tareol 4 paseagens mteiras.
Por exeepeo os criados de familias qne torna-
rem bilhetes ele proa, gosam tambem d'este abati-
mento.
Os vales postaes s se daa at dia 17 pagos
E
fea' o d:i '21 de Janeiro e de
pois da demora indispensavel,
aeguir para os ps do sul.
rteceuc lajooeo carga para Santos, ^anta Cn-
tharin, Pelotas, Porto Alegre e Rio Grande d>
*>ui, trefe modic .
Para carga, passgecs, cneommendas e valares
trata-se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTO N 9
PORTOS DO NORTE
. 0 vapor Para
Commandante Antonio Ferreira da Silva
E' esperado dos portes do sul at
o dia 17 de Janeiro, e seguir
depois da demora indispensavel,
para os portado norte at Ma-
nos.
tracta-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
lied sutes 4 Brasil 51 S. I C,
0 paquete Finance
Do sobrado da ra da Roda n. 4', de 1 andar s
sotito, o qual rende 43000 mensaes.
D casa terrea nova da travessa da Baixa Ver-
de n. 5, em cb&os propribs e qne rende 20O)
mensaes.
TERgA FEIRA, 17 DE JANEIRO
Ao raeio dia
No armazem ra Mrquez de Olinda
n.52
O agento Pinto levar novsmente a leilo (aer-
viodo de base os prepos obtidos) as casas acuna
mencionadas, edificadas em boas ras.
Leilao
Agente Brito
De guarda-louca, cama, mesas, apparadon s
carteiras, 1 santuario, malas, 1 balcao, estantes,
fiteiros, cabide, quadros, louca, copos, jarros, can-
dieiras para kSsrosene e gsz carbnico, e moitos
outros objectos.
Ns rna de Pedro Affosso n. 43
TercaL feira, 17 do corrente
______________A's 10 1/2 horas ^^___
Le:lo
De gneros de estiva
Constando :
De caixas com ceblas, batatas, viobo do Porto,
Brdeaux, cbampaohe, Oingnsc e lonc,s branca.
TERC;AFEIRA, 17 DO CORRENTE
A's 11 horaa
Agente Pinto
Na ra Mrquez de Olinda n. 5
52
Leilao
De 2 caixas com sspatos de tranca para hamens,
senbirss meninos, 2 caixas com brioa avariados,
chapopara seohjras, rles e differeutes fazen-
das.
TERgA FEIRA, 17 DO CORRENTE
A's 11 horas
Agente Pinto
Na nta Mrquez de Olinda n. 52
Leilo
De bous movis, 1 piano .de
lhos e viviros
SENDO:
Urna mobilia de Jacaranda, 1 piano de Plvv/1, 1
cadeira para pisco, 1 grande espelho para cima de
sof, 4 ditos meooros p-.rv coasulos, 1 rica secre-
taria de Jacaranda, 1 estatua de Venus, 2 jarros
para plantas, 4 porta-jarros de carvalho, 1 alma-
jada para sof, 1 imprtante commoda de Jacaran-
da, 1 solida cama francesa de Jacaranda, 1 toilet
commoda de dito, ) lavatorio de dito com pedra, 1
espelho sobre col um us de Jacaranda, 1 guarda-
vestidos do amarello, 1 guarda-roupa de dito, 1
grande Cabide d columnas para beoga!as e cha-
peos, 1 secretaria de mogno com estante, 1 banca
de Jacaranda com abas, 1 costureira, 1 commoda
de amarello, 1 lavatorio de dito com pedra, 1 ca-
deira secreta e diverso? quadros.
Um grande e importante guarda-loufa env.atra-
cado tendo a .'rente saliente, 1 graude meza els-
tica de 6 taboas, 2 aparadorea pequeos com pe-
dra, 18 cadeiras de junco, lsof, 2 marqaezas, 1
marquezo, 2 grandes armarios, 1 guarda-roupa
pequeo, 1 quartinheiro de amarello, 1 estante, 1
banca, 1 grande filtro, 1 jarro, 3 camas de ferro
1 moinho grande para caf, louya de porcelana
para jautar, dita para almoco, 2 bolles de metal,
1 salva, 1 trem de cosinba e muitas outros movis
de uso de urna familia.
Quarta-feira 19 do corrente
A's 11 hor.rs
Na casa n. 89 da ra de Santa Rita Velba
O agente Martins far leilo precedido a compe-
tente autorisaco de todos os movis e mais objec-
tos existentes na casa n. 89 da roa de Santa Rita
Velba e que serao vendidos sem reserva de prec,o.
Francisca Martiniana Luzia Carneiro. aluuna-
mestre titulada pela Escola Normal da Propiga-
dora, avisa acs pa3 de familia que eua aui se
achara abert no dia 16 de Janeiro crrente ra
de S. Gancala n. 2, <;nde alm daa materia8 qne
constituem o eusinu primari- baver uuoa seifo
de trahalbos de aguihas.
Recife. 14 do Janeiro de 1888.
Ama e ieitor
Precisa-se oestes dous empregados, em Agua
Fria de B'beribe ; a tratar na ra de Pedra Af-
finso n. 58, antiga da Praia.
Soccorro a ve lisa
A moradora do becco do Bernarda n. 51, ainda
se faz lembrar s almas caridosas, que nao se es- '
queQam da prott ecao que sempre Ibc dispensa-
rais.
*oao Uemeirio feruaniiea
?!
D. Marianna Gertrudea Vianna, seos funes,
genro e ora, profundamente agradecen] a todas
as pessoss qoe se dignareis acompanbar os restos
mortaes de sen sempre chorado filba. irmio e cu-
nhade, Joao Demetrio Fernandes Vianna sua
ultima morada ; e de uov os convidan: para as-
sistirem a missa que se ha d celebrar na matriz
da Boa-Vista, s 7 1|2 horas do da 18 do corren-
te, stimo do sen passamento
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se casas a 80G0 no becco dos Cae
haii, junto de S. Goncallo : a tratar na ra es
'.aperatriz n. 5K.
AVIA Na ra Augusta n. 280, precisa-se de
urna que saiba bem cosinhar.
Aluga-se o J andar da casa n.*13 ra Be
Padre Moniz ; a cea terrea n. 40 ra de D.
Jos de Mello, caiadaa e pintadas, tero agua ; a
tratar na ra estrella do Rosario n. 16.
AMAPrecisase de urna consinheira: no
largo do Corpo Santo n. 17, 3- andar.
Alaga-so o 2 andar oa casa ra larga do
Rosario n. 37, esquina defronte da igreja : a tra
tar do pavimenta lerrro.
Precisa-se de urna cosinheira ; na Magdale-
na, sitio do commendador Barroca.
A barca portuguesa Qulerio reerbe carga a
f: te ; a tntar eom Amerim Irnios V C.
sperii-se de ffew-i or: -News,;
at o lia 18 :e Janoiro o qual i de contado,
seguir jepo: dn d^noors ne-l Para carga, passagens, oncommendas edinh-nr
oesuria osla
Uahla. Rio de Janeiro e Mantos
Para carga, passagens, e encosmaendas tracta-
ic com os .
s frete : tracto-te com o
angoste Labiiie
9 RA DO COMMEKCIO-9
De 1 cofre prova de fogo de Milner, carteiras
para urna e. duas pessoas, mezas para fazendas,
repartimentos para eseriptorio muitos outros
movis existentes
No armazem da rna Mrquez de Olinda
n. 52
Agente Pinto
TERgA-B^EIRA, 17 DO CORRENTE
A'111 horas
Leilo
Dos estabelecirentos pertenceotes a maesa
fallida de Joao Rodrigues de Almeida
Constando :
Da loja de cabelleireiro sita ra do Cabu-
g n. 2 D, s 11 horas
Da loja da chapeos do sol sita ra de
Bario da Victoria n. '/4, ao rneio dia
Terca-feira 17 do corrente
O agente Gnsmao nutorisado por mandado do
Exm. Sr. Dr juiz da direito especisl do commer-
qO e a requenmento do O. curador fiscal da mas-
as fallida de Jj4o Rodrigues de Almeida, far lei-
lo eom assistencia do mesmo jais dos-estabelecl-
meotos cima declarados.
Compra-ee urna casa t-.-rrea que tenb.% pelo
menos cineo quartos, quintal grande, preferiudo-
se a que tiver partSo ao lado, as ras ende pas-
sar bond on via-ferrea, ou perto destas ; a tratar
na rus Duque de Caxias u. 54, eseriptorio,
Proeisa-su de urna ama para cosiuhar em
casa de famil'a no arrabslde Parnam'irim : u
tratar na ra das Tiiocbclras n. 17.
Precisa te de urna ama para cosiohare en-
saboar ;< no pateo da Santa Cruz n. 14.
Vende se urna parte do engeaho Sicupemi
nha, no valor de 2:00C assim como ostra parte
do engenho S. Joao, em Gsmelleira ; quem pre-
tender dirija sea rus velba de Santa Rita n. 61.
Compra-so uuoa vacca que seja maito boa
leiteira, com a cria nova ; a tratar na tua da Bai-
xa Verde n. 18, ou na taverna do Braga, uo "Ja-
xa Dg.
D. Hermelinda de Carvalba
Moura
As filhas, genros e netos da fallecida D. Her-
melinda da Carvalho Moura, convidam a todos os
parentes e amigos para assistirem a urna missa,
na Conceico dos Militares, s 8 horas da manha,
na quarta-feira 18 do corrente, 1' anniversario
de sen fallecimento ; pelo que desde j se confes-
sam airradecidoa.
I









Padre Tra jan Entevao da Pro vi-
dencla
Gustavo L. Furtado de Mendonfa e sua mulher,
Antonio Teix?ira Peixoto e sua mulher, Dr. Cosme
de S Pereira o sua mulher (ausentes), Fredovna
da S Pereira, Dr. Jos Bonifacio de S Pereira
e sua mulher (ausentes), Marianna de S Perei-
ra Goimares, Augusto de S Pereira esua mu-
lher (ausentes), eonviJam os seus amigos e os da
seu finado cunhado e irmSo pedra Trsjsno E.ite-
vo da Provideneia, para assistirem as missas que
per alma do mesmo finado mandam celebrar, ter-
ca-feira 17 do correte, 7." dia de seu enterra-
mento, s 8 horas da manha, na igreja do Corpo
Santo e na matriz da villa de Ignarase, par cuja
obsequio antecimm desde j o seu rcmheei meato
Precisa-so do urna perfeita cosinheira e de
boa conducta : na ra da Matriz da Boa-Vista
numero 3 t
' Ns abaixo assiguadts, estabelecidos nsta
cirlade, pelo presente declaramos que de boje em
diante fiea sem effeito algum toda e qualquer pro-
curarlo noasa, a quem quer que seja, que a te-
nsamos psajado, e parUnto sem valor para todos
os effiitos. JPazerrjos a presente declaraco p>ra
evitar duvidis. Secife, 14 de Jaoeiro de 1888.
Moura & Martins.
Itaro da Tsrsrnna
A Baroueza da Tacarnna manda resar mis=r.i
na ijrejg de S. Pedra, em Olinda, por alma de seu
prezado esposo, o Barao da Tacaruoa, s 7 horas
do dia 16 do corrente inez, trigsimo da sen pas-
samento, e para esse acto de reg'an. convida
a todos os seus parentes e pessoas de Sua mi-
zade.
AUenco
Tomsu-se em mao da um menino trablahador do
engeobo Mangueira Om relogio, o qual achs-se
depositado no referido engeobo a espera que sen
dono oqaeira reivindicar dando as pravas preci-
sas da ser seu verdadeiro dono.
nardo da Tacarnna
O conselheira Alexandre Bernardino dos Beii e
Silva manda rosar na seguuda-teira 16 do corris-
te, trigsimo dia do passamento de seu muito pre-
sado irmSo, o Barao da IVcarana, urna missa por
alma do iresmo finado, s 7 1)2 horas da manhi,
oa capcila do hospital partogaez, ns Passsgum da
Magdalena ; convida aos seas parentes e amigos
para assistirem a este acto da pura piedade, pe
que desde j se confeasa agradecido^
.?
IIEGIVEL I


i*e Ferfiaui>iico--Doiiiogo 15 de Janeiro de 1888
CaUciro de batel
Precisa-se de am bom, com pratiea e de coohe-
saenti de sua conducta ; tratar do hotel Pi-
t)k>.
Professora
Urna eenhora competentemente habilitada pro-
jioe-se a leccinar em collegioa e caeaa particula-
res aa seguate materia* : poitaguez, francs,
iinaica e piano : a tratar na roa Marque do
Herval n 10. ____________ ______
CHEGARAM 08 CELEBRES
CANARIOS
d'Allemanha
Di
CARLOS BBANOHULLEB
D3
HARZ
DEPOSITO
Boa do Imp< rador n. 22, annaaem de moveig
FmOi J3 carago n a ufflf
Cbcgun a primeira remeaaa do preeioao farello
! de ca-oco de algodSo, o mais barato de todoa oa
I alimeatos para animaea de ruca cav aliar, vaecam
: anie, etc. O caroco de algodio ilepoi* de ex-
' trahicla a casca e todo o oleo, o maia rico ali-
' ment que ae pode dar aoa animaea para oa forta-
lecer e eogordar com admiravel rapi Jez.
Noa Estados-Unidos da America do Norte e na
Inglaterra elle emoregado (com o maia telis re-
sultado) de preferencia ao milho e outroa farelloa
qne t&o milito maia caro e nio alo de tanta sus-
tancia.
A tratar no Medre coaaFraa Bocha
Criado
Po ciaa-te de om criado ; aa roa de Payasada
n. 19. Passagem da Magdalena._________^
Nenenle de carrapato
Compra se 8 mente de carrapato ; na roa do
Hospicio n. 79.
Mas lo Hito Son
Compra-ae cautelas do Monte Sooeorro : na roa
Marcilio Diaa i. 26, daa 7 a 2 da tarde.
n %%
Aluga-ae o !! andar do predio n. 27 rua do
Imperador, ex m grandes comiaodoa e agua; aa
chaves para ce rrer, no andar terreo
Compra-s
atn cabriolet ; na roa larga do Boaario n. 22, 1*
andar.
Precisa-se de urna
perfeilta cozinheira, na
ra da Soledade n. 82.
Attenco
Cofres pro va de fago
O Carloa Sinden, ra Bario da Victoria n
149, loja de alfaiate, receben de consignacao e
i vende aem competencia. _____________
Atteic&o
Cha preto
O Carloa Sinden receben nova remeasa e vende
' por menos ds que outro qualquer ; na loja de al-
! faiate ra liaran da Victoria' n. 48.
Aviso

O Sr. T, Brocheton nico repreaentaate da cata
Mariolle-Pinguet, no Brasil, tendo-se retirado
amigavelmento da Usina Pinto em Bibeiro, vem
offerecer eeus servicoa aos &rs. de eogenhos.
O Sr. T. Bi oche ton encarrega-ae de foroecer o
material de minaa completas, conatrnindo oa edi-
ficios com vigamentoa de ferro ou de madeiraa da
trra, oa com traneformacea, comente doa edifi-
cios exiatenten aoa preeos oa miis rasoaveia, com
garanta de nndimento de 9 1|2 a 10 i, com cal-
dos de 10* Baum para cima.
Sea aystema de fabriccao est comprovado
com o funecionameoto d-J5 tainas no Brasil, e
aen privilegio obtido para por oa pparelhoa da
casa Marioile, bem como aea trttbaiho vantajoso e
econmico.
O Sr. Brocheton eucarrega-se igualmente de
oollocar refioi.naa propriaa para o pas, do que
tem grande p-tica.
Declara maii o Sr. Brocheton que sena preeos
ao sem competencia, milito nrticos, comparati-
vamente aa quididades destea apparelhoa, aperfei- I
coadoa e aa superioridades enunciadas. 1
Para inforoiacofa Usina Pialo fcm Bibeirao e no
hotel da pont de Ucba.
Borracha para limas
! de ririmcira qoalidade, vendem Lopes, Magalbaea
oe C. Sncceaaorea de Josto Teixeira & C, aasim
i como tem aempre nm completo sortimeoto de
' obras de vi me, de aperfeicoado goato, e que ven-
| dem por preeos aem competencia ; na roa da Pe-
,nhan.8.___________________^^^^^^^^
Cosinheira
Preciaa-ae dft nma co8oheira, tendo boa con-
ducta, para caaa de familia : dirija-ae ra do
Commercio n. 5. 1' andar, eacnptorio da frente,
das 9 horas da manha as 4 da tarte.
Criado
Precisa-se de um criado (|ue d fiador de sua
conducta, para caaa de familia, paga-se ben : a
tratar na ru de S. Jorge n. 1^7.
Segando andar
Alaga-ae o 2- andar da casa & roa Primeiro de
Marco n. 17, antiga do Crespo ; a tratar na loja.
Hotel Luso-Brasileiro
E
Cochearas de I. s?. tome, em
amllela-a
Neate eatabelecimento encontrarao os aenborea
paaageiroa excelleatea commodoa, bom tratamen-
to e ainceridad no trato ; aaaim como ama gran-
de cocheira para trato de cavalloa, e tambem bous
cavalloa de aluguel; todo por preeos mdicos.
Diligencia
Parte de Olioda todoa os aafaaadoa a 5 hora,
da tarde at Itabayana, e volta as tercas-feiraa a
vendo-ae paaaagem para Ignaraas, Goyanna:
Itamb e Itabayana, na loja doa Sra. Agoatin^c
Santos ce C, i roa Primeiro de Mary n. 1
Cosinheira
Preciaa-ae de nma boa cosinheira, para caaa de
peqnena familia : na rna do Payaaqd n. 19,
Paaaagem da Magdalena.
A M V ERAS MEDICAMENTOS FUNDAS E T HTA1
PHARMACETICPS^g^
*^'5 7, Ra doDupeje '0&$ 2
man chimico-pharmaceuticos e
ESPECIALIDADES DO Ttl
7>

Especialidade (leste estabeleeimento
l'iiir o linimento lo Jai*
Elixir dentifricio
Contra a carie e amollecimento e dures de dente.
Yinho, xaropes e pillas de jnriMa
Grande sortimeoto de perolas, pastilhas, granlos e plalas dos melbores fabri-
cantes europeas e americanos.
Grande colleccSo de alcoloides os mais modernos e raros.
Aguas mineraes de todas as qnalidades.
Para photographia e homfleopathla
Al ;ool rectificado e desinfectado, cbimicamente paro.
A Pharmacia Americana tem ama scelo homceopathica onde se encontrar
alm dos medicamentos preparados com todo aceio e segando os formularios hahene
manices ciis acreditados, carteiras, vidros avalaos de todos os tamenbos, glbulos
inertes e medicamentoso, tinturas de plantas indgenas e exticas.
Re cebe medicamentos directamente de todas as fabricas da Europa e marica.
Manipuladlo por preeos commodos e a qualquer hora do dia e d noite.
FUNDICAO GERAL
ALUN PATERSOIN ft C
N.44Ru a do Bmm-N. 44
"COTO AESTAPAO DOS BONDS
Tem para Tender, por pre< o mdicos, as segui ts ferrngens.
Tachas fundidsu, batidas e caldeadas.
Crivacos de diversostamanhos.
Rodas de espora, idem, idea.
Ditas angulares, idem, idem.
Bancos de ferro com sorra circular.
Gradeamento iara jardim. -/
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos modelos
Portead fornalha.
Vapores de for-ja de 3, 4, 5, 6 e 9 cavallos.
lloendas de 10 a 40 pollegadas de paadora
Rodas d'agua, systema Leandro.
Incarregam-se de concertos, e assentamento de machmismo exefeatam otui
trabalho com perfeicio e presteza. '

Chtorose, Animla GaUuwra pulmonar,Bronchtts chronica,
Jtkarro aa Bexlxa, PhtOL rom cooouUa, Dysptpsia, Paltez,
Piritas sonvnats, Cotkarros antgos complicnos, ote.
MmHwmr* a! *, aja VAJLH. aasa wwtmtgmu u
Pao tentelo
Mella & Bise* avisan ao respeitavel publico
qne todas as teryaa e atztaa feiras teem este sa-
boroBO pao ; ra larga do Boaario n. 40.
-------------
Copeiro
Precisa-se de i m criado para copeiro e maia
servico de casa, e quo abone ana conducta : a
tratar no sitio defronte da eatacao dos Affl-ctoa.
Collegio Americano
As aulas abreca-ae segunda-feira. 16 do cor-
rente
A directora,
Miiria C. Bandeira de Magalbiea.
Ao niol ao sabuco ~
Face sciente qne a fabrica de eleoa vegetara,
sita i rna da Aurora n. 161, qne gyra aob a fir-
ma da Guimarea & Ainorim Succeaaorea de Mar-
tina & Bnatca, tem erigido aeu deposito rus Vi-
dal de Negreiroa, anti;o pateo do Tere) n 66,
taveroa, numero do telephaae 215. Com toda a
promptidio ser deaaacbado qualquer pedido feito
par e dito deposito. Becife. 14 de Janeiro de
1888.
Joa (Jomes de Amorim.
Para ooElnia
Precisa-se de ama cesmbeira ou coainbeiro que
abone sua conducta, para casa de familia, e que
dorma em casa do patrSo ; a tratar cefronte da
eetac&o doa Aflictos, sitio.
Fabrico de assucar
N. H. Stnart, representante dos Sra. Danc&n
Stewart & C, de Glasgow, anouncia aoa aenborea
de engenho e outroa in vresaadoa que eati prompto
a contractar o lev.ntumento de usinas completas
de qnalqner tamanhc, e tambem tornece machi-
Diamos para oa eogeobja eziatentes, etc. etc.
Tndo ser do mais moderno e aperfeiooado.
As moeodaa terao a preaaSo bydraulica patente
de ritewart, qne augmenta a ezpresaio cooaidera-
velmente.
Aa caldeiras serio de systema econmico e aa
iornalbaa feitas para qneimar bagaco verde.
Orcamentoa e maia informacoea em casa de
Browns & C.
Ra do Commercio n. 5, 1>* andar
Escola muta particular
Hti a Vellia as. AS
Lanra A. Saraiva (Jalvo, titulada pela Escola
Normal, cargo da sociedade Propagadora da
lostrnccao Publica, avisa aoa pas de aeua alum-
nos e aquellas pessoas que lbe qoiseiem confiar
a inatruc^So de seos lilhos, qne no dia 16 do cor-
rente reabre aun dita escola, onde alem daa bi-
teriaa que conatitoem propriamente o enaino pri-
mario, ensins tambem as meninas trabalbos de
agulha.
Oleo Florea
0 meliior para o cabelle
Oleo Floi as
Sement de carrapato
Compra-se sem en tes de carrapato n fa-
brica de leos Vegetaes, i roa da Aurora
n. 161.
Mad
uro
SEM RIVAL
O sorprendente vir ho Maduro, puro, sem mis-
tura alguma, proprio para mesa, acaba de chegar
nova itmessa.
Sem querermoa depreciar asqnalidades pnrasjjoa
vinhos diariamente annnnciados, podemos garantir
aos nossos fregueses e ao publico em geral, que o
vinbo Madnro de noaaa especialidade o umto
capaz de urna boa nutricao, conservando todoa os
requisitos da bygiens, como nm dos prncipaes s
faser nma digesto fcil, alimentando os globuloi
sanguneos, principis motores da saude da buma-
nidade.
Em OBBAS DE VI.ME ninguem compete com-
nosco : temos
Berro Condrraa Coatarelrna
Fnquelrus
Papeleiroe e baldos para roupa auja, aaaim
como cestas para compras, de todos os tamanbss
Em TAMANCOS DO POBTO
tambem ninguem compete : Para bemena sao so-
berboa, mas para senhoras sao sorprendentes.
SEMEKTES NOVAS
de hortalizas e flores, temos aempre em todos
os vapores, a eacolba mais rigorosa qne desejar se
possa
*ua Estrella do Rosarlo n 9,
jauto Igreja
Po^as Mendes l C.
Aviso
As anlaa no collegio de Santa Lnaia acban-ae
fnnccicnado desde o dia 9 do corrente. A direc-
tora contina aem pregar todo selo e applicacSo
no ezerciuio de sel magisterio. Recebe pensio-
nistas, meio pensioniatas e externas.
Compras por atacado
O l'.-iioral de Cambar A
tem preeos especiaca para acuelles que compra-
ren! grandes porces. Distribnem-se impresaos a
qu na ruado Marque de Olinda -c3 drogara doa
aicos agentes e depositarios geraes
Francisco M. da Silva & C
"""~SBMOLIHA
De Broas & C, de Glasgow
Este artigo, preparado por nm novo proeesso
de trigo d melbor qualidade, poeaue os elemen-
tos neceaaarioa para nutricio de qrUncas e loan-
tes, e maito se recmmenda por aer de facif di-
g*atLo e goato muito agraiavel ; tambem pode-ae
raser urna excellente papa, ntiatnrado em part'
iguaea cum a mai sena dos mesmos fabricantes.
addicionando-se-lt v algom leite. nicos agente
neate orag, Saun lera Brotnera C, rna do Com
mercio n. 3, eacrptorio do Blackbnrn Needbam &
Ao commercio
A firma Manoel Csvalcante Lina & C tendo
acabado com o sea estabeleeimento de molhadoa,
julga nada dever oeata praea, e quem jnlar-e
credor aprsente se conipetentem'> nte habilitado
para receber no praso de trts das, fiodo o qual
perder o direito
Semciites de arrpalo
Compra se em grandes e pequeas qnantidadea;
oa drogara de Franciaco M. aa Silva 4 0. 4 rna
o sfRrqoea de Oliada o. 28
Eoiprcz i geral de M-
.dan^a
Alogsm ae can-os de mola, proprios para trana-
p rte de ouveia, marmrea, eai eih meotoa de eaaai de familia, boteia e eatabelrci-
nvntoa pblicos, para toda e qu Iquei parte ds
cidada e aeos ac burbioa arrabaldea, por preoo
commodo ; a tra tar oa rna do Padre Nubrrara
outr'ora do Aieciim, n. ii
Cosinheira
Pr^eiM-M de ama qne cocinke b^m, pirt cia
de peqoeoa fnanlia, qae dwmH em eua m na
do Ude %\ Boir-Vitt o. ?4-P. '
0 PEITORilL de CERE JA
Do Dr. Ayer.
At enferraldnrles mais dolorosas e fataes da gar-
ganta e dos puimes, ordinariamente dsscnTolveDi-
se, tendo por priuciplo bas'-s pequeuas, cajos
resultados nao sao difHciri de curar p prompta-
luente se tratffo com o remedio con veniente. Forero
o progresso pode ser engaoso e a demora fatal.
Os Itegfriadoa e as Tohsc dfio reciprocamente o
resultado de Lariiieitl*, Asilui.a, Bronchitis,
AiTecco Pulmonar u a 'I"isi.-a.
Todas as familia que tem criancas devem fier
0 Peitoral de Gereja do Dr. Ayer
em casa para o usar em caso de necessidade. A
perda, de um so" dia, pode em muitos casos accarre-
lar serlas cousequenetas. Por tanto no se deve
Serder t*'mpo precioso, experimentando remedios
e eficacia duvidosa, cmquanto que a enfermi-
dade se aj>odera do systema e se arraiga profunda-
mente, entao que se necessita tomar nesse instante,
o remedio mais certo e activo e;n en effelto, e est
remedio sem duvlda alguma o I'rn'oitAL de
CEBEJA P 14;. Avi.,:.
PP.KPARADO PELO
33B. J. C. AYER k CA.,
Lowcll, Mass., E. U. A.
%.' venda as prncipaes pharmactas drogariar.-
Aluga-se barato
Rna Visconde de Itapwica n. 43, armaxem.
Ba do Bom Jess n. 47, 2- andar.
frata-se na ra do Commercio n. 5, 1' andar
esirptorio de Silva iuimares & C.
Aluga-se
oa vndese a casa sita em Cruz de Almaa (Par-
nameirim) n. 10, confronte a caaa do fallecido Dr.
Leal, acha-se limpa e tem commodoa para grande
familia : a tratar na ra do Apollo n. 30, primei-
ro andar.
Aluga-se
daaa boas casas com cemmodos suficientes para
familias, com aeua e caz. ra da Conquista n.
21 e Camioho Novo n. 58 ; a tratar no Caminbo
Novo n. 91, padaria, on ra Mrquez de linia
numero GO.'
Aluga-se
o predio da praca Conde d'En n. 46, com commo-
doa para familia ; a tratar na ra da Aurora nu-
mero 85.
Alug
Metade da casa n. 15
tratar na mesma.
a-se
ra de Santa Rita, a
Aluga-se
as segoiutea caaaa : a da ra do Lima n. 30,
grmde casa cem agua, gaz e apparelho ; a da ra
da Fandicao n. 1Q ; e o 3- andar do sobrado
rna do Imperador n. 26 ; a tratar na lytographia
de J. l'u cell, ra Marques de Olinda n. 8.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinbar e lavar,
para pequea familia ; a tratar na ra da Sole-
dade n. 68.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinbsr, psra casa
de tres pessoas ; na r.a Mrquez de Olinda n.
41, drogara.
Ama
Preciaa-ae de urna ama para cosinhar
na rna Duque de Caxias n. 85, loja.
a tratar
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar. e outra
para engommar : a tratar na ra do Progresso
numero 7.
Ama
Preoisa-se de nma ama para comprar e
coaiohar em caaa de familia : na ra Du-
que de Caxias n. 14 se dir.
Ama
Precisa-se de nma ama
mas que entenla do seu
para eozinhar,
officio. Deve
trazer a sua caderneta de matricula. No
3.* andar do predio n. 42. da ra Duque
de Caxias, por cima da typographia deste
Diario.
Ama
Na ra do Cotovello n. 46, precisa-se de urna
ama para todo servico de casa de familia.
Ama
Precisa-se de nma ama para cosinhar ; no pateo
do Paraso n. 16, taverna.
Ama
Preciaa-se de ama ama qne aeja boa cosinheira
e seja matriculada ; na rna de Riachoello n. 57,
portao de ferro.
Mira
Precisa-se de urna boa cosinheira ; no i
da rna Velha n. 28._________________________
Ao commercio
Urna pessoa bastante pratica em escripturacio
mercantil por partida simples ou dobrada, ofie-
rece aos Srs. commerciantes desta prac/-t e fra
della, os aens servicos por mdico ajuste, poden do
aer procurado i ra de Santa RitaNova n. 49.
Boa casa
Aluga-ae a dama Imperial n. 159, com todos
os commodos e bem preparada, azulejo na frente,
ladrilho de mosaico, lustre c i randellas, estucada,
quintal murado e dependencias ; a tratar no Ia
andar ra larga do Rosario n. 22.
Aos sapateiros
Cbegou nova remese* de irmis, cera e escalas
aos negociantes Tamancos a 32 e 31 o cento ;
a imita^o do Porto 70 o cento : a na ra do
Livraaaento n. 19.
Assucar candi
Especial assucar candi, o melbor que at hqje
se tem fabricado nesta cidade. Asentar especial
extra-refinado, Uaina Pinto e Colonia I mbel.
Beflnato
J. Salgneiral & C, ra Marcilio Das n. 22
Numero telepbonico445
Nao ba competencia
EM FAZENEAS BARATAS
Na loja da* Metra* Axu.cs- a roa Du-
que de Caxia* n. 61 a qual d
demconin a quem comprar
de XO>S para cima
Linn bordadofaaenda de orna s cor a 240
ria. ,
ZeGroslaos e de quadrinhos 8 100 e a 190
ris.
LanaeacoBaesaa de quadros largos imitacio de
mirin, de 2 por 400 ria I
Setim de algodaode urna a cor a 240 ris
Novidadd!
Nanzucde lindas corea seguras a 240 e 280
ris.
Merinos enfestadospretoa e de todas aa cres
a800r/ia.
Setina de Macopreto e de todas as cores a
900 a 1JO0O.
. Sedas pn tas bordadas a velludo, desentios lin-
dos a4000.
NoYidades!!
Cae. mantelete, vita*. e ca
aficosi de surba, renda com coctae, de cachemira
com con I as de todos es pncos.
peehintbas
Renda hespanholacor de creme a 32000.
Bicos brancoa largos o que ba de mais linde
para enfeites de vestidos a 1800, 2000 e 2*500
a peca.
Bico3 de cores e pre'osde seda, ultima novi-
dade a 3*, 4, 5* e 7*000 a peca com 10 metros.
Baleiasde melbor qualidade a 300 ris.
Ccntaalapidada psra enfete de vestidos pre-
toa e de cores a 500 e 800 ris o maco.
Luaade pellica e de corea a 2* e 2*500.
Espartilhos para aenhora e meninas, todo
preco.
Enchovaespara baptisadoe a 10*000 e 12*000
completos.
Madapolao americanoa 5* e 6* a peca.
Algodaozinhueom 20 jardas a 2*800, 3*500
4*000.
Hsamantecom 4 larguras a S0 rs. e supe-
rior a 1*400.
Chitas finaspercales claras e escuras a 24'
ris.
Lmhosliaos e de qnadrinhos, fazenda maito
arga a 200 ria.
Mais barato
Cortea de veatidos, bordados brancos a 5*000,
de cor a 6*500 com 9 metros.
Leques transparenteaa 1*000.
Babades e ntremelosnovo sortimento de 303
ria at 4*500.
Lencos brancos finosa 1*200,1*600 e 2*00)
a duzia.
Meias cruaspaia senhoras a 6*000 a duzia.
Fichde todas as quididades a 1* e 2*000.
Meias de cores e brancaspara meninas a 320
50) ris.
Redespara meninas a 3*500 e grandes a 6* .
Bim pardo lisapara roupa a 320 ris.
E muitas faz-.ndas que vendemos por todo pre na loja de
Jos Augusto Dias.
Venda de sli
VENDAS
Vende-se um baixo de d<5; na ra da Sol-
dade n. 62.________________________________
Vende-se urna armacao para taverna, .com
auaa pertencaa, na estrada de Luis do Reg ; a
tratar na refinacao da ra do Lima, em Santo
Amaro.
Vende-se
um borne bonito cavallo maso; a tratar na ra
larga do R. sari o n. 22, 1- andar.
Engeoh
Vende-se o engenho S. Gregorio, da ante nma
legoa da eatacSo de Gamelleira, com ferragem e
vapor noves, boas matas, e propore.au para safre-
jar 2,500 pes sanuaea. Est arrendado por....
2:000* por anno ; a tratar em caaa de Tapares
de Mello, Genro & C, no Corpo Santo n. 15, pri-
meiro andar.
Ama
Preciaa-se de urna ama que lave, engomme, co-
sinhe e tambem que faca compras, para casa de
urna s pessoa ; na ra larga do Rosario n. 21, I"
andar.
Ama
Precisa-se de nma ama para cosinbar e outra
ara cuidar de orna erianga ; na ra Duque de
Caxias n. 54, 3' andar, ou oa loja.
Ama
Precisa-se de urna ama para cuidar de crian-
cas ; ua ra daa Creoulas (C'tpuoga) n. 2-B.
Preciaa-se de nma ama ; na rna do Imperador
n. 55, 2- andar.
Precisa se de urna ama que cosiahe e engomme
para duaa pessoas aem Ribos, e que dorma em casa,
roa da Conquista n. 29, ou ra do Amorim n. 56.
~AMA
Preciaa-se de urna ama para lavar e engammar
a ra do Hoapicio n. 3.
Precisa-se de nma ama qie aaiba engommar :
na ra do Imperador n. v8, armasen) do Paulino.
Amas
Precisa-se de duaa, amde urna para engommar
e entra para srviooa de caaa de familia ; a tra-
tar 4 roa do Bario da Victoria n. 7, 8 andar.
s*
V mmmr tasa sarta
Vende-se nm cuup de iuxo : a tratar n%co-
cheira do Deodato 4 ra da Imperatria n. 45.
AtteiMjo
Vende-se a taverna da rna cePavaand n. 23,
com poneos fondos e commodos para familia ; a
tratar aa mesma.
Livramento & C.
vendem cimento port'and, marca Robina, de 1'
ualidade ; no caes do Apollo n. 45.
Vinhos da Garr&feira
Fios
Otaca vellos.
Madeira.
Moscatel.
Uva Bastarda e de Passas. *j
PARA MESA
Genuino do Lavradio a 500 rs. a garrafa.
Na mercearia de Manoel Corris & C.
Praca do Conde d'Kq a. IB
Dece secco de caj
Tem para veoder em latas ; na rna do Bom
Jetos n. 35, armar, m
Rojal Blend marca YUDO
Este pzceilente Whisky Escocez pre-
ferivel ao cognac oa agurdente de canoa,
para fortificar o corpo-
Vende-se a retalho noa melbores irma-
ena de molhadoa
Pede Hoya I Blend marca Vlado,
oujo Dome e emblema s&o registrados para
todo Brasil.
BROWNS & C, agentes.
Boa casa
Vende-se a melhor casa que ha em Marayal,
propria para negoeio e morada, na roa da Paa n.
19 ; tratar na rna eatreita do Rosario n. 9, jan
to a igreja.
Attenfo
Vende-se nma armacib envidracada para quem
qais-r principiar qualquer negocio, por barato
preoo ; na na eatreita do Rosario n. 2
Vende-se ou permutase por predio nes|t cidale
um boa sitio cu boa caaa, muitas fructuin.s,
ezcellente banho do rio, boa agua de cacimta,
ezteoaao de terreno para baixa de capim, toJ.o
murado na frente, com portao e gradeamento, com
camioho de ferro e eatacao junto ao dito sitio, iio
Porto da Madeira, conbecido pelo sitio da Joio
Selleiro, junto ao Dr Ernesto de Aquino Ponse-
ca ; quem pretender dirija-ee praca da Inde-
pendencia n 40. dfs 11 horas s 4 da tarde.
Olorida
Recebeu grande sortimento de puicciras
americanas de 4^000, 5,5000,6^000, 7$000
8000 e 1O40O0, o par.
dem para menina, a 4)5000, o.par.
Bicos brancos e de cores de 2, i)f 4
dedos de largara, a 20000, 2^500, 34000,
3^500 e 45000, a pega.
dem cr de creme, a 30000.
Porta-embrulhos americanos.
Inviaiveis dourados e prateados.
Lindos leques transparentes de 20O(tO,
30000, 40000, 50000, e 60000.
Lindas lavas de seda de todas as corea
de 20000, 20500 e 30000, o par.
Luvas de pellica, a 20500, o par.
Enchovaes para baptiaado, de 80000,
100000 e 120000 at 160000.
Capellas e veos para noiva.
Suspensorios americanos, a 20500.
Oleo Florea.
Lindas pastas, a 500 rs. 10000 e 20000,
urna.
Lindos broches, a 20000 e 30000, t,m.
Linba de machina n. 50, a 800 rs., a
duzia.
Lindos pannos de crochet para cadeira.
Caetas americanas qae escrevem cem
ser preciso molhar-se a peana, systema
a S. T, Y. L. O. G. R. A. H. I. C. para,
viajantes.
Bicos de fil branco, a 20500 e 30000,
peSa.
Lindos bicos de cores, gosto moderno, a
30000 e 40000, a pega.
Lindos bicos de cores com 3 e 4 dedos
de largura, 40000, a pega.
dem de linho de cores, a 20000, 20500,
e 30000, a pega.
Bicos grip para correr babados, a 10000
e 10500, a pega.
Luvas de seda para meninas, a 20OOC;
diversas cores.
dem para senhora, a 20000 e 20500,
par.
dem com palmas de missangas e de
seda, a 20500, 30000 e 305(0, o par.
Galoes e bicos de vidrilbos, goato mo-
derno.
Lindas rosas de vidrilho preto para ea-
feitar casacos a capas.
Collarinhos e ponbus de borracha pro-
prios para baile, por seren inqnebrareis.
Contas lapidadas para enfeitar vestidos,
granad, brooseadas, prateadaa e domadas.
Mascaras de massa, seda o cera.
Collarinhos e peitos de seda pa se-
nhora trazendo nma gravatinha tasaba e
a>da.
' Fivellas de molla, americanas pora calca
e colete.
Condelaria pernambo-
cana
Vende-te os animaea desta eoadetat
os seohores pretendentes apreseatarass saaa
poetas em carta fechada. 4 rna do Lapwaar
83, 1 andar, at o dia 9 do aosscaaa, a 4 "
d tarde. Os animaea acbaa se aso
Prado Pernambncano para
nados pelos aerhores pieteadsataa,
rio as informacoea (,ao
Fimo do Para
Vende-se na roa da Peoba a. 25.
Vei^e-se
ama casa de ssolaados na
taeidade, Besa sdregaesada,
como para a pavos, favea o
aualquer debito, no largo da
86, tendo poneos faadoa; a tratar

K


'
Diario dc rntambacoDomingo 15 de Janeiro de 1888
NW>WNlW^^^^'WW^WWW W WWIW
IO MARIANI
DE COCA DO
40 orcao vooaL
a ir oBapandor n rrtark90* dlaw
TIPIOAN *J.'J
O VINHO MARIANI H BMCOaTIU u CUt DI
o rORTIPIOANTH por EXCH
.Pl-
' kwlmHIiuuau
rraadseo X. da
Em Pernamtueo : Fiaaaaauu BE, da ir.Vi
in/iiirrifinri
,*
4
1
L
V
f_>
Lotera da Provincia
O abaixo asignado, tendo di; realisar impreterivolrueplo no dia 28 de Feve-
reiro prximo a extracto da grande lotera em substituido a de quatro mil contal,
ea tres sorteios, < precisando de tercpo suficiente para a orgunisaoao das listas dos
bilhetes nao apresenUdos, segundo Iba foi ordenado por neto da presidencia de 16 de
Agosto do aono prximo findo, vem pelo presente eom tronica aos intereasadoa que
smente at o dia 30 do corrente se admitiir n'esta tbesourara -ia a troca e venda dos
reipectivos bilhetes Oumpre-lhe.porart, avisar aos Srs. portadores de bilbetes queso
ato a mencionada data nao rehlissrem a solicitada substituicao nao se admittir roais
re l.ima^ao alguma visto como nao Berlo prejudicados em s> ui ireitos; porquanto
sei3o relacionados por 6eus numeres os bilhetes nSo spreseotadon troca, dando-se-lhes
cairos quaesquer nmeros do valor correspondente na presente literia, como tudo cons-
tar de urna relac.So que se publicar pela imprensa, fcaedo > possuidor do bilbete
primitivo cora diruto ao novo numero que Ihe fr desigoan, e a rebeber, depois da
ex:riccSo, o preajo que Ihe sabir em sorte.
Outrosim, os assignantes de nmeros certos de bilhetes das loteras d'ests pro-
vincia encontrarlo tambem ateo fim do corrente-mez os seus bilhetes de assignatura
noit pontOB de sua.-i encommendas, a saber n'esta thesourari e e oas csaas dos Srs.
garactidores.
Tbeeouraria das loteras da provincia. 9
H
de Janeiro de 1888.
O thesonreiro,
Jos Candido de Maraes.
V^ tTiiico Invento;?
DO
SABO SUCCO ALIFACE
~*
0 melhor dos Sbes de Tomador
***** ecOMMENDADO *&*
Evitar as Imitases
t&
prego
>
TiNTURARIA
25-4.ua de MatAias de Albuquerqne2S
(ar.liga ra das Flores)
DE
CLEMEISS KUGLER
SUCCESSOR DE
Otto Sclmeider
Tinge e lirnpa com a maior perfeicSo toda a quididadn de estofo e fazendas
em peca ou esa obras, chapeo* de feltro ou de palha, tira o rojfo das fHiendas ; todo
o trahalbo feito por meio de macbinismo aperfeicoado, at boj conheuido.
Tinta pret. as tt-rjas e sexta-feiras e de cor e lavageti todos os dias.
iiiiiHiiiiiiiiiiiiiiuiinniiiftiiiiiiHiiiiiiiHiiMiimmwiiiiiniiTimiiiiiiiiuiiiiiimiiiHiiitmii
ANEMIA AS VERDADEIRAS CHLOROSE
PILLAS DE VALLET
NAO SAO PRATEADAS
O nome VA LLET impresso em preto sobre oada pilla.
A maior parte dos mdicos concordio con a Academia de meaecina em que,
Das merscem a preferancie que se Ihes d sobre os outros feriujcinpsoa.
^5 ffiN. Exislem mwmtWm imitaces das
PIMI.IS DE VALLET
Exigir em cada exlremidade do fras-
co une sili impresso em qiatbo coas.
Fazendas com40|0de abate
NASC do lindos padres, a 160, 1-20 e 200 rs., o covado. (1
GAZES arrendada imitacSo de seda, a 600 e 700 rs., o covado*
ATOALHADO adamascado padroes novos, a 1#200 e 1<$0'J, o mello.
F JSTOiSS brancos, padrSes ioteiramente novos a 400, 500, e 600 rs. o corado
LANSde qaadro, imitagito, a 100 e 120 rs. o covado.
CORTES de aetineta com um pequeo toque a 6)5500.
LINONS lis'>8, o que ha do lindo, 240 rs. o covado.
TOALHAS felpudos para banho, IflOO, urna.
CHAMBRES, grande sortimento, a 40000. 50000 e 60000, qm.
CORTS de coletei de fusto, a 20000, 20500 e 30000, um.
BRIM par GUARNICAO de crochet, 70000, urna.
TOALHAS felpudas, para rosto, a 30500 e 50000, a dazia.
FCHUS de cores, imitayo de seda, a 2000, ao.
S ARGELIA! dn e8res, a 240 r8. o covado,'qualidade melhor.
MERINOS pretos e de cSres, a 800 rs. o covado.
BRAMANTE de algodao de 4 larguras, a 800 rs. o metro.
DITO de linho de 4 larguras, a 10800, o metro.
ATOALHADO trancado de 2 larguras, a 10000, o metro.
GUARDA-PO para bomem a 40500, 50000 e 60000, um
GARDA-PO para senhora, de 80000 e 90000, um.
VELBOTINAS de todas as cSres a 900 e 10000 o covado.
SETIM Maco de cOres, a 900 e 10060, o covado.
CHEVIOTS preto o azul a 30000, 30500 e 40000, o covado.
ZEPHIRES de lindos padr5es, a 200 e 240 rs. o covado.
AlADAPOLAO americano com 24 jardas, a 60000, a peca.
PANNO da Costa de listra e da quadro. a 10000 e 10200, o covado.
CRETQNES para cobertas, padr6"js novos, a 260 rs. o covado.
SETIM branco cuito fino, a 10200, o covado.
POPELINAS brancas, para noiva, a 800 rs., o covado.
LEQUES de setim branco, a 60000", um.
LUVAS de.seda lisas e bordadas, a 20000,
LENCOS brancos de algodSo e de linhc, de 10200 at 60000, a duzia.
ESPARTILHOS de 50000, 60000 e 70000, um.
CASr.MIRA pretas e de c6res. a 20000, o covado.
BOLCAS para visgem, a 100000 e 120000, urna.
GRANDE variedade em bordado e ntremelos
EXTRACTOS de'differentes qualidades.
BRIM branco de linho, a 20000, a vara.
CAMBRAIAS bordadas, brancas o de cores, a 60000 a pega.
COMPLETO sortimento de camisas, colarinkos, punbos e grava tas, todos por
commodo
SEROULAS de bramante, 150000, a duiia.
PARABANHOS DOMAR
C0STUMES para banhos do mar, para senhoras. a 100000.
DITOS dito dito, para bomens a 80000.
DITOS dito para meninos a 50000.
SAPATOS para o mesmo fim (todos os nmeros.
Y\ RA 1. DE MAR^O N. 20
DE
AMARAL & C.
Telephone 11.58
^
PEROLAS de PEPSINA PR1DYALIS1D1
de CHAPOTEAUT, Pharmaceutico.
Foi o Sr Chapcteaut o primeiro chimico que conseguio preparar e formeixr a*
mdico e aos doentes, em perolas redondas, urna pepsina pura,nao conteadc,aesB
orntdo.nem assucar deleite,nem gelatina.E* Cinco vezas mais activaqueapepsinaque
figura na ultima edicao da Pharmaco pea francesa e digere 100 vezes seu pezode >rae.
Sua ac'.ao da maior eflicacia; duasprolas tmelas depois da comida basta*
para favorecer e activar a digesto, e faf ini desapparecer no fim de um qoarto de
hora as enxaquecas, as dores de caneca, os nocejea e a somnolencia, tnm
sao a consequencia de urna m digesto.
^ PARS, 8, Ru Vivienne, e em tedas si Drogaras s Pharirieii.
AREVOLUfAO
48-Bia DEi8 e (M-48
Esplendido sortimento de fazendas unas
Cortes de seda, lindas cores, para collete, a 60600, um.
Sedas de listras, lindos gostos, a 10500 o covado.
Setins de cores, lisos e de liscrinhas e quadros, a 800, 10000 e 10200 o
Ditas maravilhoso, de listras e quadroe, a 320 e 360 rs., o co.do.
Damacs de algodSo, lindos padrSes, a 240 rs., o covado.
Esplendido sortimento de crotones de quadros, listras e Adres, lindos nsilitss), a
320, 360 e 400 rs. o covado.
Fnsfoes brancos e de cores a 360, 400, 440, 500 e 600 rs. o covado.
Merinos, lindas cores, a 700, 800, 10000 e 10200 o covado.
t Cachemiras acolc.hoadaB para vestidos, a 500 rs. o covado.
LI de quadros e listras, ultima moda de Paria, a 320, 360, 400, 500 a 600 rs.,
covado.
Merino preto, completo sortimento. ^-
Dito assetinado, a 10400, 10600, 10800, e 20000, o covado.
Completo sortimento de zephiros de listras e quadros, lindos padrSes, s 100,
120, 200, 240 e 280 rs., o covado.
Cortes de cretone com enfeites, com 18 covados por 60000.
Grande sortimento de colchas de cores e brancas, a 20000, 205CO, 34000,
40000, 50000 e 60000, urna.
Lindos leques de gaze de seda, ultima moda, 60500.
Cachemiras de quadros, de seda, o mais lindo e moderno que se poda desajar, a>
10600, o covado.
Entremeios e babados bordados e bicos de cor por barato preco.
Camisas francesas, brancas, para bomens, a 20000, urna.
Completo sortimento de casemiras, pretas e de cores, a 20000, 20500. 3J0OO,
40000 e 40500, o covado,
Leques de papel regatas, muito lindos, a 500 rs., um.
Mui tas nutras fazendas de gosto, que com a prsenos das Ex mas. Faassiss*
respeitavel publico poderSo apreciar.
Henrique da Silva Moreira
'5-^ PETE-SK
BX1UII A ASSIGNATOBA


19, me Jacob, Pars,
Venda na maior parte das pharmacias
It"n""""""l"VMMIIIIII"lfl'lfM'H'MI'"">lf"'"iiiiiimiiii.....mm.mmnmmmiitniinimjipim;
MALTINA
Extracto de trigo, cevada e aveia germinadas
Prsparado pela Maltine Manufactunng C Limited 24 e 25 Hart .-treet Bloomsbury
Londres E. C.
/SJftproTadas pela junta de bygiene da Corte
A MALTINA equivale a 30 veses o seu proprio peso em diastase e de 32
4 rezes em poder diastesico a qualquer cutro preparado dese genero.
A MALTINA tem merecido 6 medaibas de ouro em diversas exposicSes e
Sen um sceitacSo enorme na Europa e nos Estados unidos tanto que foi preciso ea-
orporar urna companhia com grandes capitaes para sitisfaler o consumo sempre
cr tcente.
Chama-He a attenoS1) dos dietinctos medidos desta cicadepara os importantes
preparados da MALTINE Manufacturing Company. Todos 0:1 productos mediesmen-
tows sao id sis fcilmente assimilados em combinacSo com a Maltina, ainda mais s2o
levados a torrente circulatoria o promptamente sao absorvidos produsindo effeitos
inmediatos.
Lista dos preparados
MALTINA pora.
MALTINA pepsina e pane rea ti na.
MALTINA phorphato de ferro quinina e strychnina.
Oleo de ligado de bacalbo com leite peptonisado.
Oleo dv. figado de b-calho com leite peptonisado combinado com hypopbosphi
s de soda.
Extracto de carne peptonisado.
Alimento soluvel destinado a obvinr a necessidade de digerir leite de vsoca.
O leite coodo neste preparado est digerido previamente pala puncre.tina
Veatie-se Da pharmaia ^n'ral
38 Roa do Imperador 38
PERNAMBACO
GOTTA, E.HEUMATISMO, DORES
SoLugo do Doutor Clin
.aunado da Faeuldade da Uedeina da Paria. Pnmfa Uont/on.
------. .. .------ %
A Verdad'iira Solucao CLIN ao Salioylato de Sosia enprega-se para curar:
As Aifeccoes Rheumatismae 3 ayudas e chronicaa, c Rhe amatismo gottoso,
as Dores articulares e i/iuscularcs, e todas as vezes que necessario calmar os
soffrimentos occasionad'/S por esu.s molestias.
A Verdadeira Solu^o CLIN o melhor remedio contra o Rheomattismo,
a Gotta e as Dores.
123 Um ufiJioacio detalhada aoomaanha oada frasco.
Exigir Verdadeira Solacio'de CLIN & C', de PARS, que se enoontra em
^ casa dos Droguistas a Pharmaceutico. _^__________ K
COLLARES fiOTER
BeCs-atasnMtioa
m m i, Iwiigk* xm
Mka "i"U Mltjaii > taitilit
OONVL8E8
11ai ricanu 1 nr%t tu suisfis
Os COLLABCS Rr^I^aahMiM k> mais
de 3S mnnaa. atu as ubico reatateat* as cntaaM4ss 0OVUCSf
ajudtmdo mo sstwa* Isaas a limtTtd.
oDPAPILLAUD
Os GRANULOS TeSEEIos-
oenASkiam o Preparado fermetaaso
mai fflcAz emprtgado ps'ma lummididoi mdtcaa mm
SO A.KJZNTOS
Contra a Anemia, Morme {Pila coulairx XrrralgUu,
LATORIO FAVORAVEL POS PARTE bA. Mttirin DE !' |
Bilj-u mtm oada truco o soma 1a JE. Mowanier Jb L. Pnmillmn*.
Dcrosno sebax. : FlLarmada GIOON, 25, rna Co Em Pernamiuco : FRAN M. da SILVA C".
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ONZE DE AGOSTO
DIRECTOR
Bacharel Manuel Sebastian de Araujo Pedrosa
95-
-95
Telephone 302
As sulas deste collegio ficarlo sbertas do dia 9 de Janeiro em diante como
determinam os estatutos.
Admitte smente alumnos internos e externos, tsnto para o curso primario
como para o secundario.
1X1VSO PRIMARIO
A cargo do professor Isaac Servio Ferreira, desde 1882, comprehende as
materias seguintes : leitura de prosa e verso em lettra redonda e manuscrirta, calli-
graphia, catbecismo, theoria e pratica das quatro operayoes fundamentaos da artbme-
tica, gecigraphia elementar, especialmente do Brasil, grammatica nacional, resumo
de historia do Brazil, recita^ao na tribuna e composigao de cartas, recibos, etc. A cal-
ligraphia est especialmente a cargo do professor Mr Pedro Mara Liausu.
4XRSO SVllAMI\RIO
Comprehende as materias exigidas para as matriculas as faculdades do
Imperio.
O reeditado dos ltimos examen loi superior ao do anno precedente, havendo
apenas seis reprovacoes, sendo tres em portugus^ duas em arithmethica e urna em
geometra, comprehendendo nesso numero os inhabilitados na prova escripta.
() director contina a empenbar todos os esfor^os para o maior aproveilamento
de seus alumnos, e convida os Dteressados a vireo p-ssoalmente tomar conheci-
mento de seu collegio, onde. receberSo as explicares que desejarem.

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9
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Vende-ge a casa n. 10 n > Barbalho : qaem pre-
tender dinja-se uo largo da Casa Forte a. 46.
Atteii(o
asa n. 10 n > Barball
1 ao largo da Casa 1
Vende-se
ama par'e do engenho Desterro, fregarsia de
IgaarasE, e oa rindimentos de urna porrio de
annoa : a tratar com o Sr. teneate Evaristo de
Souza, ru do Socego n. 24.
Ycnde-sc
^????????^???????^???*#~~
M
m ARSENIiTO DI OURO DINAHIZIDO
DO D ADDISON
0 MAIS ENRGICO E 0 MAIS ACTIVO DOS fECONSTITUINTES
Licenciados pela Inspectora de Hygiene do Imperio do Brazil.
O ARSENIATO DE OURO a impo a todo aquello qne for cuidadoso do sea bom estado de sade. Com dona granulos por
dia, valla o appette, a* forca* augmen/Ao e urna tadt perfeita succede rpidamente um atado inquietador,
ANEMIA, ES80TAMENT0, MOLESTIAS NERVOSAS, MOLESTIAS DE SENHORAS
O Arseniato de Ouro dynamizado do Doutor ADDISON, resultando da combinaco de dous medicamentos heroico)
combate victoriosamente a Tisica, Bronchites chronicas, Asma. Rheumatismos chronicos e todas as Molestias quo
reeultao do Esgotmento do systema ervos.
NSo tem rival nos Enraqueomentos que resulto do longas molestias. Suat propriedades tnicas e reguladoras dainner--
vacSo tomSo-no superior ao Ferro contra a Anemia, as Flores brancas e as Neuralgias.
As Febres que resistem ao sulfato de quiniuo cedem ao Arseniato de Ouro.
O Arseniato de Ouro torna as mullieres |58B pifii BSI By^^^^^^BB Milhares de Doentes devem hoje sua
jovens e nutridas. Auxilia poderosamente o H^BS^^^3^^^ _4^___\ cura aos Granulos de Arseniato de Ouro
atravessar a poca tao temida da idade criticaHboMfAttACIE Gf/_\\ %\ __\ \\_\ do D' ADDISON. Innmeros attestados fo-
e communica urna nova juventude. m .pars. ''IiLIbv rao dados, citaremos aqu alguna.
--------------------306--------------------
O FRASCO 6 franooa, m Franca.
EM VENDA NA
Pharmacia G-ELUT
28. roa Bochecbooart, 38
PARS
Dbkiitos m fi> ttin inbnco i
roxsco M. da Sil.VA t V,
Descoafie-se daa Contrafases
eexija-M a VERDADEIRA ETIODETTA
como a MARCA DE FABRICA aasim
como a assignatura
e a do Snr.
NICO PREPARADOR
por preco raioavel, no eageaea Oiiiafcsiss, asas
bois mansos de corris, ara alaihiaj e abas.
com todos oa eos pertences, 100 Bi s |
sadaa em perfeito estado, e doos sanas ;
na ra nova da Santa Rita a. 49, xas Avia
Irmiof.
M0I
EXPOSITIOH
Mdiiila i'Or
s *<( priiicipses Pharmtoias do Brasil.
PERFUHMU ESPECIAL
LACTEINA
1171
tmnmuartai
PRODUCTO* ESKCIAE
rUlde mil rtf UCTDH para I
UI1I 41 UCTEB1 tan a l
Cate Pl eUliSlfl____
rtllll e UCTCUU asna Mera i
Kl*. ia UCTim para s I
t.lt ia UCTEBi para ssL-
ESOICU de UCTEDI para karas.
UTIISI tC 1S-K BS
PARS 13. ne EifliM. 13
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Diario de PeruuiibHcoDomingo 15 de Janeiro de 1888
HfTSRAIBE*
a xao-a
POR
>
Jl^ES DE GASTYNE
Prlraelra parte
AMORES DE ALDEA
II X? ae>
(Continuar
I
O mancebo tinha tido palos joroaea no-
ticia da morto de to. Sabia, al'm d'iaso,
que a noca tinha rindo par casa de seu
pai. Baldo de recursos, caneado de andar
de hotel em hotel, de n.Io enW onde es
conder-ES, onde coser, aeWndo o seu
crdito exhausto, vendo-sa mesaio evitado
pelos a nigos que roaia o procuravam
quando ora rico, o sea amor proprto esta-
va cruel uente ferdo. Arda efn desejou
de tomar a su desforra, de vencer final-
mente a mi aorte que o tinha vencido.
Basta<'am'lhe para isso os milhSes do
to. Oru esse milhoes estavam ao sea al-
cance. Bastava, para tel-os, apresentar-
ae no caiitello, fazer-so agradar de Reine,
e casar cora ella. Como poderia Reine re-
sistir-lba ? Atordoal-a-hia cora a sua ele-
gancia, com aa suas maneiras fidalgas.
Tambem elle nao contava com Julio.
Foi com esta idea que o primognito
dos Morlac voltou para junto do pai.
XVI
P&ssaram-se oito diaa, aem que o me-
nor incid :nta se dase entre oa nossos per-
sonagens de Horlac.
Joao nao deixava o p fxia-lhe urna
roda hypjcrita, ouvindo com docilidade as
suas censuras, fazendo protestos de arre-
pendimeotOB promessas de futuro.
Logo que chegou, peroebeu o amor de
Juliao pela prima, mas nilo sabia se ella
corresponda a esse sentimento.
Em todo caso, tinha certeza de vencer
o irmo, que considerara um pouco tolo,
e a qaem estava habitaado a olhar como
muito infjrior a si sob todos os pontos.
O que contribua para- dar animo a
Joo era a amabilidad* que Reine ha mos-
trava em todas as circuiastancus. A moca
era cheia de atteng5es para -<3eu bnlhan-'
te primo, iazia-o fallar das snas viagens,
contar as suas aventuras, narrar a vida de
aris.
O protrio Julio paremia olhar philoso-
phicamente para a preferencia qne via sua
prima manifestar pelo irmo, pois que o
medo dos primeiros dias o tinha deizado.
Mostrava-se alegre, ebeio de enthusias
no, e Joo attribuia essa mudanga ao seu
prestigio, que bavia desnorteado o irmo.
Ignora va que no dia immediato ao da sua
anegada tinha havido um* explicado en-
tre os dona namora las.
Reine nao deixara de notar a perturba-
c5o de Julio na vespera.
No dia seguiote, pela maah, encontrou-
so com o mancebo na sala de jantar.
Cansou-me- hontem um grande des -
gosto, Juliao, disse-lhe ella.
* Eu, minha prima, e porque \
Duvidou de mim, teve medo. E est
ainda paludo, com os olbe* vermelhos;
apostemo) em como ni/ clormio?. -
Canfesso. \
Jal** ento o meu confie assim to
voluvel, la frivolo ?
Teuho tanto medo de o perder !..
Raine p'gou na mo do mancebo e
apertou-a com meiguice.
Nada receia, diese lha ella, dei-lhe a
"minha palavra. Sou sua, sua s, acntela
o que acontecer. Ter um mim confianoa
bastante para nao se inquietar mais ?
Julio, como um loteo, levou aos labios
a mo trmula da raoea.
Tenbo, teoho, balbuciou elle, louco
de alegria.
Quando voltoa a si, Reine tinha desap-
parecido, mas elle ja nada receiava. Da-
quelle momento em diante estava certo do
amr de sua prima.
,. Joo estava longe de i uspetar das cau-
tas da tranquillidade de seu irmlo. Muito
fatao da sua pessoa, imaginara simples-
mente que o irmo tinha renunciado
luta.
Urna cousa, entretanto, o inquietara.
Sea pai nao tinha aberto a bo ;ca para
lbe fallar das esperanzas da allianga que
amigamente tanto ambicionava. Por diver-
sas vezes Joao tinha feito alluso aos so-
nbos de outr'ora. O velbo pareca nao
coinpreuender. Julgal-o-hia indigno de ca-
sar com suaorima, ou teria dado j o seu
censentiraentt aos projectos de Julio ?
O herdeiro dos Morlaca nao era homam
para car muito tempo nesta incerteza.
Resolveu ter urna explicaco clara c
cathegorica, e para isso esoolbeu auda
ciosamente o momento em que todos es-
tivessein reunidos, imerendo saber o que
cada um pensava. Senta que se debata
no meio de urna trama obscura, 9 quera
esclarecer o myaterio.
O jauUr tnba acabado sob urna mprea-
so quasi dolorosa. Todos haviam effacti-
vamente notaco a pbysionomia preocupa-
da e quasi ameagadora do Joao. Pereebia-
se que um momento grave tinha ebegado.
Juliao estava muito paludo e Reine ti-
nha perdido a alegra. O velho, eom o seu
olhar parado, interrogava os rostos que o
cercavam. Dir-se-hia que tambem elle es-
perava alguma cousa terrivel, O olhar de
seu filho predilecto assustava-o.
As janellas da sala estavam bbertas, dei-
xando penetrar lufadas de ar pnro, que
chegavam carrejadas de emanares de
feno.
Pelos campos reinava grande calma, e
no salao ouvia se o tictac do relogio col-
locado em cima da mesa.
Preciso -fallar-Ibe, meu pai, disse
elle.
Ouco-te, meu filho, respondea gra-
vemente o velho.
Juliao e Reine olharam um para o outro
e fizeram um movimento como para se le-
van tarem.
Joao dte ve-os com a mao.
Fiquem, disse elle, o que vou dizer
interessa a todos, a toda a familia de que
sou chefe.
A um signal do duque o criado retiron-
se, depois de tor lechado a porta.
Devemo nos uos aos outros, comegou
Joao, pelo nome que temos. A nossa raga
muito gloriosa para que a deixemos aca-
bar.
Julio fez um movimento, mas conteve-
se com um olhar fri que lhe lancou seu
irmo.
Joo cofltiuuou :
Tomei portanto urna resolucao, que
estou certo, approv-ar, meu pai, e que
apagar todos os erros que tenbo commet-
tido. Quero casr-me.
Efectivamente, approvo o teu pro-
jecto, diaseo velbo. J langaste aa vistas
sobre algaem T
A minha escolha est feita.
Espero que seia disna de ti e de
filho ?
respon
spero que seja digna
mim.
Tenho a conviejo.
Nao faltam em torno de nos berdei-
ras cujo nome pode igualar com o nosso,
e, cuja fortuna sej igual tua.
Nao foi viainhansa que fui procu-
rar, disse Joo, quando tinha ao meu lado
muito melhor do que tudo quanto podia
encontrer.
Julio fez-se lvido.
la obrir a bocea.
aisi^a^sy
Um albar de Reine doteve o.
Da queri qneres fallar, meu
perguntou o velho.
Pois nd adivinhou ainda, meu pai,
que me retiro nossa parenta, a Reine ?
Julio f-z um movimento, qua a moca
ainda rete ve.
O velbo toi aoa-se grave. Nao
deu.
Este prejocto nilo ter o sou coasen-
tmento, meu pai? interrogou JoSo, *oom
urna ejMcio ele nquietaco. Julgava que
autigamente era esse o sonho da sua vida.
Antigaoiente, raurmarou o velhn
com tristeza.
Mudou de opinio T
Nio fui '*u que mudei, fjram as cir-
cumstancias. Reine est agora sera fami-
lia, sera protector, a sua felicidade est
sob a minha salvaguarda. E' livre da sua
pessoa e do sei coraco. Compete a ella,
a ella nicamente pronunciarse.
Nao me atreverei sequer a fallar lhe a
teu favor. Se julgar que feliz comtigo,
se te aceitar, terei ainda antes de dar o
meu con8entimeuto de fazer um inquerto
subre o teu pausado, do qual muitos pon-
tos sao obscuras para mim.
Re ce bi te com alegria, com amor, meu
filho, e mal to fiz algumas observares so-
bre o teu comportamiento, porque amo te
muito para eausar-te desgosto.
Sou tao feliz tendo-ta a meu lado, que
tenho medo de te espantar, c fazer fugir
de novo. Pardoei tudo, mas ainda nao es-
queci. A ldmbranga das tuas faltas e dos
teus erros ainda muito recente. E' preci
so mais tempo, provas de arrepeodimento
para apagal a.
Joo deixou-se cahir na sua cadeira,
branco como a toalha, trmulo de colera,
com as fei'.oss contrabidas, os olhos cham-
mejantes. Via-f.: pela sua attitude que de-
va ter feito e sinda fazia esforgos para nao
dar livre curso ao seu genio violento, para
nao e8magar todos aquolles debis obsta-
culos que se cillocavam entre elle e a
fortuna cobijada.
(Jm silencio doloroso seguio-se aquellas
palavr s.
Julio e Reine curvaram a cabega.
Entretanto, a moga quis acabar com o
constrangiment geral.
Fingi um ar indifferente :
Parece-me, mea primo, disse ella,
que disp3a muito livremeote da minha pes-
soa, sem mesmo me ha ver consultado... e
sera na perguotar se o meu coraco esta-
va dado. Ore, devo dizer lhe que amo al-
guera.
JoSo levantou-se bruscamente, colocan-
do em cima da mesa as rallos febris, e en-
terrando na madeira as unbas, como gar-
ras de besta ir i.
O centro da grande sala de jantar do
castello do Morlic era oceupado por urna
vasta mesa quadrada, que podia conter
quarenta talheres. O duque estava a um
lado, defronte da chamin, tendo Reine
sua diretta. Oo outro lado estavam os
dous irraos, Joo defronte do pai, e Ju-
lio defronte da moca.
Vendo e gesto ameajador teito pelo ir-
mo, Julio levantoa-se tambem, disposto
a atirar-sa sobre elle, menor palavra of-
fensiva dirigida sua noiva.
Os dous irmos estavam pois faco
fac, com o olbur carregado de odio.
Um sorriso sarcastico passou pelos la-
bios de Joo, vendo o aspecto de sea ir-
mo erguido contra elle.
- Ama algaem, disse
vez ?
E havia tanto desdem
que o amante de Luiza
phraae, que Julio estremecen de furor.
Reine deu volta em torno da mesa, para
langar-se, cm caso de neoes3dade, entre
os dous irmos.
O duque estendeu para os dous
as mos debis.
Sim, Julio
energioamento a moca m. quem
Joo tinha tamb un offandido.
amo, disse mou
o tom de
que eu
Julio, gritau violentamente Joo,
eioe, de cujos bragas Joo esoa-
==
=s-
pava.
Mas Julio nao ouvia mais DBN
Nao vs, proseguio elle, ^J qal
ea


FOLHEIIM


VICTIMAS E ALGOZES
POR
fiLI DE RIGHEBORG
UARTA PARTE
A 2TETA
(Continuarn
xn
don. 10)
\i> < pltnii
O bario, fino observador, vio logo todas
aquelles promenores, qas lha confirmavam
plenamente tudo quauto lhe havia dito Gru-
der.
Ora adeus, disse elie comsiga, a mo-
ca ti apetitosa como outra quatquer ;
poaao perfeitamente fazer-lhe acreditar qua
me inspirou urna paisao, que ameaca en-
loaquecer-rae e casar com ella, reservan-
do-me o expediente de t, atirsr para qual-
quer parte no caso que me inoommode.
O baro, sempre amavcl, quando o inte-
rease o exiga, sabir, pe (sitamente adaptar
a sna cocvcrsaco ao meio em que se acha
?a, gaohir sympathias oom geitosas lison-
jas, uaptivar as pessoas o captar-Ibes a con
fianca pela franqueza ds.s suas maneiras.
Deiain, os Drivct nj eram gente diffi-
cil de jernzir.
Qaando o baro os dcxou, tinha detado
a sea coc pleno bom ejtito, ato desper-
tado esperances a d>?sejos, cuja realisaco
dependa dello s.
No i'ia tegointe tinba investido praga
por mane r a poe^- tentar o ataqc*', sera
ter que mcear ama denota.
Desde a vespera os sonhos dourndos ti
nbara, oes upado a irnsgtiago di s esposos
Drivet e ca menina Celina ; enp^ravam
com feo.'il impacien.ia ene sa Ibes des-
vendaste aquella msjnua* perspectiva que
o barac llies tinha feita ducretameote en-
trever.
Clica em teda ntite iio pregj ol'uo.
Em vo ti dola rodo]>iavam seductoras
imagen). Se nao era viciosa, nao se po-
dia dizor que osbo ca dida: a idea de
que podu, habitar aa naroptaoso posen-
' tos, ter soberbos veatido3 e o que so segu,
' emfim, tudo quanto tinha tantas vezes ex-
citado sua cobiga, fascina va-a.
O biro j nao tnba que hesitar, a par-
tida estava ganha.
Minhr querida Sra. Drivot, disse elle
mulher do agente, dei-lhe esperanzas de
que podia ser rica e que se a menina Celi-
na quizesse, poderia ser urna fidalga ; pois
bem, o que nao ainda seno urna espe-
ranga ser em breve urna maravilhosa rea-
lidada 86 o quizer.
Os olhos da mulher sentillavam e o oo-
rago bata lhe com violencia.
Assim, pois, era verdade I A' sua mise-
ria presente ia succeder nao someute o des
afogo, mas a fortuna : ia ter aquella opu-
lencia quo ella tantas vezes tinha invejado
aos outrus ; todos os seus sonbos, mesmo
os mais insensatos, transformavam-se em
realidade I
Eoto lcrabrou-se d'uma visita que fize-
ra n'outro tempo a urna mulher das cartas
e das magnificas promessas que lbe tinha
feito a .adivinhadora.
O que lbe aconteca era evidentemente o
faeto que lhe tinha predito em tarmoj obs-
curos.
- Nao lha devo cceultar nada, conti-
nuou o haro, saiba, desde J que sou eu
mesmo quem se interessa pelo bom xito
da empreza.
Pansa bem, e mnito natural.
Segundo o que se me disse, a meni-
na Celina nao sua filha e nu tem pai
mai roi.
E' verdade, senhor.
E' filha do amor e nao foi reconhe-
eida.
Sim, Sr. baro.
Alguem conbece o segrado do seu
nascimeuto T
Ninguem.
Perfeitamente, pader-se-ha entila
craar-lbe bmagenealogia de fantasa, fazer
admittir que ella nasceu do p ai e da mi
que a gente quizer e npresentai-a a urna
Tanda fidalga, velha e millionaria, como
sendo a neta que elia procara ha muito
terupo e que a recebar de bragas abertos.
Cotnprehendo bam o qua o senhor
talar, Sr. bario ; mas sffirroar o esi* fi-
dilga que Calina sua neta, nao ma pare-
e aofteieata, necessario lorneoer-lhe pro-
vas.
Essa provas rei-as-lu ; consistiro
-.a narragio qua ter qua *er a fiialg.i e
no certos objectos que eu possuo, que lhe
entregare^ e que a sfnhora pora dantedos
olhos da av em :.poio do que en lhe
cont. ,
Ento nao tenho nada mais qae ob-
jecUr..
elle, Julio tai-
na maneira por
accentuoa esta
nvaes
me roubar o amor daquella qua ma era
destinada, para roubar o meu lugar.
Julio sgurrou-se a ella para o deter,
emquanto o duque, horrorisado, grtava :
Maus filas meua flhos !
O criado, que tiaha entrado. para tirar
a mesa, parou a meio uamiaho, mudo de
pasmo,
Foi Reine quem tomou a def..-z i do seu
naivo.
Julio nao raubou cousa alguma,
disse ella: tel-o-hia csuolhido catre dez,
entre mil. E' elle a qaem amo.;
Joo rio-ae.
Vejo qua ella erapregou bam o seu
tempo ; tndou deprassa em chamar a s o
grande dota quo devia pertencer ao pri-
mognito da familia.
Julio estava lvido.*
Miaeravel J vociferou elle, estenden
do os punbos.
Julio I gritou o pai por cima da
mesa.
Bem v, meu pai, replicoa o mance-
bo, preciso dfeoder-me. Tenho supporta-
do os desprezos, as iojustigas, mas boje
insultam-me, querem tirar-me o qae tenbo
de mais caro.
Julio 1 Julio .' gritava Riine, es-
tendendo para o mancebo as mos suppli-
ces. Bam sabss que sou tua, tua s. Nada
tcns a temer '
Joo nao tinha pestenejado. Urna col
ra fria, urna dustaa coleras que precedem
os crimes, apoderava-se delle, vendo todos
os seus projectos destruidos, todas as euas
eoperangaa de casamento e de fortuna ani-
quilado?.
Julio replicou com raiva:
Se tvesses ficado aqui, se nao te au
sentasses, se ta houvesses conservado dig-
no da tua posigo e do teu nome, Raine
teria escolhido entre nos,
Joo langou-lhe um olhar feroz.
Dirigi-se para seu irmo com o
levantado.
Atreves-te, disse ella fora de
julgar do seu procadimentoT
E ne terei esse direito ? Tenho o
o mesmo nome que tu, e, tanto como tu,
nao O quero ver maculado.
Que queres dizer 1 perguntou
ameagador.
Quero dizer que soffro tanto como
meu pai, vendo-o deshonrado.
Por mim, talvez ? exclamou Jao
com ama vos sibilante.
Por ti, sim.
Julio Julio | exclamou de novo o
velho.
Joo peg u em urna faca que estava em
cima da mesa.
Vais pagarme, gritou elle, as pala-
vrfts que acabxs de pronunciar !
Reina lungou-se entre os dous irmos,
procurando sgarrar o braco de Joo.
Nao tenho medo de ti, disse Julio.
O duque agitava se na sua poltrona,
para levantar-se.
O criado, que ficara parado a pequea
distancia, approximara se para ajudal-o.
Tudo isto passou-se em alguna segun-
dos, como um raio.
Joo debata se como um louco furioso,
procurando desvencilhar-Ihe-se dos bracos
de sua prima, saecudindo s moga, puxan-
po a toalha, sobre a qual ralavam os co-
pos e as garrafas.
Julgas ento, replicou Julio a ^uem
a colera tambem cegava, que nao sabemos
a vida que levas, porque nao te fallamos
nisso ? Julgas entao que nao sabemos que
comes o dinheiro da rapreiga que seduzis-
te, engaaste, e cujo pai mataste ?
Joo fez nm gesto violento.
Julio 1 Juliao t supplico-ts, excla-
que se aproveitou da minha ausencia, para passa aqu ? Coradesgostos uauheste de ru-
gas a face da nosso pai, a as suas taces
tornaram-sa paludas, com medo da des-
honra I Nao vs que o envelheoeste, que o
matas a fogo lento ?
O duque conseguir levantar-se.
Dispunha se a dar volta em torno da
mesa, quando um grito de dor o pregou
no lugar.
Reine tinha cabido aos ps de Joo.
Urna nodoa te aangue mancbava-lha o
corpete,\e Joo eonservava no ar a face
suja de gottas vermelhas, apalermado, es-
tpido.
Julio precipitou se para a moga.
Matou-a, meu pai, matou-a.
O velbo, mudo de horror e de espanto,
procurou instintivamente urna arma em
torno da si. As roaos cahiram lhe sobre a
espingarda que Julio tinha uollocado ao
lado da chamin, antas de serAar-sa
mesa.
Com um movimento rspido como o pen
samento, agarrou nella, apontou e fez fago
contra o filuo mais velho.
Mas o criado tinha levantado a arma e
o chumbo foi crivarse na armadura de
urna panopilha, sobra a qual produzio um
ruido seoco.
Jao nem sa mexeu do lugar.
O duque estendeu para ella a rao tr-
mula, teirivel como o dedo de Deus.
Sahe, maldito gritou elle, sabe, e
nao voltea mais.
Depois cabio em urna cadeira solu^ando,
exhausto de forgas.
Jao, arrancando-se ao torpor que o ha-
via invadido, pulou pela janella u desap-
pareeeu.
Reina estava desmaiada.
Um medico! um medico aiandida-
mente 1 gritou Julio.
O criado sabio a correr.
Um silencio de morta seguio-se aquella
scena terrivel.
Julio tinha deitado a raog- sobre o ta-
pete, nao se animando a tocar-lhe, tiral-a
dalli.
Dava gemidos dolorosos e molhava as
tmporas da ferda cam urna toalha emba
bida em agua.
Urna criada, prevenida palo criado, en-
trn na s.h dando gritos ; e foi dispensar
os seus cuidados moga, to assustada
como Joo, com aa mos trmulas, per-
dendo-se a procurar objectos que nao en-
contrava.
O saogue Cuotiauova a correr, alargan
do a nodoa vermelha do corpinho branco.
Um quarto da hora se passou em an-
gustias mortaes ; depois o porta da entra-
da abrio-ae. Ouviram se passos no corre-
dor. Era o medico qua o criado trazia.
Depois de ter examinado, o doutor de-
clarou que o ferimento de Reine nao era
mortal, mas que a cura seria demorada. A
moga tinha sido profundamente ferida, e
o homem da sciencia nao garaatia que
mais tarde ella nao viesse a aoffrer de
urna grande fraqueza, porque o golpe ti-
nha chegado aos pulmSes. Julio arran-
cava os cabellos de desespero, e o duque
nao tinha ainda sabido do torpor que ti-
nha produzido n'elle o crime de seu filho
e que o tinha feito cahir na sua cadeira,
sem movimento.
, Disseram ao medico que a ferida tinba
sido victima de um accidento, e o pratico,
ao paseo que lhe dispensava os seus ca-
dados, perguntava a si mesmo que genero
de accidente, poderia ter produzido aquella
ferida lisa, profuda, qua pareca feita por
urna faca bem afiada. D'abi resultava um
certo embarago entre elle e Julio. A
grande sala tinha cabido em profundo si-
lencio, perturbado apenas pelas entradas e
sahidas dos criados.
aMr^H8MM8SI8M8M8fMaa8WBMr^8^^^8a
O dentar redora mandn qne nao tiraa-
aem Reina d'alli, e trata va ae de so lha
fazer urna cama no centro da sala *e
jantar.
A moga nao tinha ainda dado aigaal a
vida. Julio, debrugado sobre ella, *-
rava com urna anciedade mortal o tu
Afim de que nada possa vir perturbar o
bom xito do negocio, pens que era til
fazel-a mudar de bairro. Portanto, ama-
nh mesmo deixar este aposento para ir
morar na ra de Lavalle, onde esta ma
nb mesmo lhe nlugaei ama casinba muito
decente. Ha de encontrar l movis com-
prados em segunda mo, afim de qae pa-
rega possuil-os ha muito tempo. Em lagar
des tes quadros, um tanto vistosos e des tes
retratos de homena polticos, nao se ver
as paredes de seu novo aposento seno
gravuras piedosea. E' 'preciso que todos
os promenores dm idea de ama casa ho-
nesta o partindo dos bons principios de
urna familia christ, tara em sua mesa al
guns livros Ue piedade, de devogo, isso
faa muito bem. Convm mesmo nao es
quecer por cima do eepelho o ramo de bo-
cho, recordago da ultima festa de Ra-
mos.
A mulher nao pode dexar de rir.
Agora, continuon o baro, sempre
com muita gravidade, escute-me.
Ento em termos claros e precisos ex-
plieou o seu plano.
Quo riqueza da iraaginaco I qua facili-
dade de combin&gSes I a mulher de Drivot
estava raaravilbada.
Tudo tinba silo disposto para assegurar
o triumpbo, nada tinba sido deixadp ao
a hso.
O trama tinba sido to bam hbilmente
urdido, que a mnrqaeza de Saulieu devia
nfallivelraeate cahir no lago.
Celina foi em seguida admittda confe-
rencia.
R -.cebeu as mais minuciosas instruccSes
pelas quaes devia regular o seu procadi-
mento.
Damais, o bara resarvava-se para lha
ensilar nos dias s- gaiot-'s a representar o
seu papel por modo to perfeito quanto pos
sivel.
O baro inquietava-sa pouco com Dri-
vot, pl-0 na ao facto da infernal maeaina-
go e nao seria eno o eco do quo dissesse
a mulher.
O que ra fazer o supposto baro de Li-
aron era ousado, digamos mais, de urna au-
dacia inaudita; .iras elle era daquellea que
pensam que s os tmidos que pernera, e
que o triiimphp em toda parte e por toda
a paite nc pertence seno aos atrevidos
XIII
Preladto
A tnarqueza de Saulieu estava triste,
mais triste anda talvez do que nunca ti-
nha estado.
Dorotha ach,va se porto della, a'-fai
bragu
n, a
Joo
e fiel criada guardava silencio respeitoso
nao ousando perturbar a ama as suas re-
flexoes. .
Na marqueza, eram sempre os meamos
pensamientos, aampre a filha e a neta, mas
ao lado destas duas figuras, outra se collo-
cava agor<, a de Genoveva.
Dorotea, disse ella, estou hoje muito
triste, mais do que nanea, sinto o amargor
de todas as minhas saudades. Porque par-
ti Genoveva ? Voc vio, Dorotba. que,
qaando ella estava aqui, eu senta um ver-
dadeiro all vio de corag&o. Logo pri-
meira vista, comecei a amala, e, depois
qae lia nao est aqui, a minha velha casa
parece mais sombra, mais deserta que ou-
tr'ora.
< Sem cessar, tenho o rosto encantador
de Genoveva dianta doe olhos, sem cessar
a sua doce voz murmura-me aos ouvidos
abjellaa palavras que me encantavam
Olhe, agora mesmo, parece que estou ou
vindo cantar aquella romanza que fez cor-
rer as minhas lagrimas. Ah I para se ir
assim, era melhor que nao tivesse vindo I
Lagrimas que nao pode conter, corriam
palas faces da velha fidalga.
Cuino a Sra. marqueza, soffri o en-
canto que aquella menina exerce por toda
a parte. Nunca a minha boa ama teve
uompaixo por um infortunio to intorea-
sante.
Esse infortunio um raystcrio, que
eu talvez tivesse poddj penetrar, mas nao
quiz. Como ha passoas to tartas da sua
vectora, que nao souoeram apreciar todaa
as alegras que tinbam com ella ?
Ha cousas bem extraordinarias na vi-
da.
E' verdade, auspirou a marqueza.
E' preciso que tenham sido muito
crueis para aquella pobre menina.
A marqueza deixou cahir a cabega no
peito.
Careca solar-so do mundo exterior e
sondar a profundidade dos seus mais nti-
mos pensamentos.
-1- Tenho quasi um remorso, cootinuou
ella, devia ter insistido mais para a reter
em minha casa, e talvez ella tieasse. Sa-
ris a minha filha adoptiva. Substituira
aquella que pro/avelmente nunca mais ve-
rei.
Fizesse a Sra. marqueza o que fi-
z*sse, nao poderia evitar que a menina
Genoveva sahisse,
__Como que sabe isso, Darotha T
__ Fallei-lhe das saudades que a sua
partida deixaria na senhora, oaistindo pa-
ra que sa nao fosse.
c Nao, respandeu-me ella, preciso que
parta, e sem demora ; nd quero deixsr
augmentar no corago a profunda temara
primeiro suspiro, o seu priseiro clstar.
Comegava a acreditar que nao a tersan
a ver viva, quando as saas palpe ora* ao
mover,un .
Est salva, declaran o medico.
O manceba soltoo ara grito de alema.
Emquanto isso se paasava, Jlo, V,ndo
sahido no jardn), vagoeoa am iesiant--
como um lonco pela alamedas. Nlo li-
aba r-ruorsos, roas desgasto, inqniata-
gao. Tinha coraproraettido a sna iitutfla
para sempre. Acabara de abrir uro abya
mo entre aquella case e ella... E, aleas
d'isso, tinha ella a certeza de qao JjIUU
o nao denunciara, ae a toa noiva aaor-
resse T
Nada receiava.de sea pai; seria ama
tacil ao du ue deixar desabar o da.
do que compromutter em am esondUo o
nome de Morlac. Esta idea traaqa.aa
va o um pouco. O velbo tiaba maito
poder sobre Julio, para o impedir 4e
fallar.
F.is;e como fasse, nao quiz asa ve: <
nioguem no castello,* nem aer valo por
ninguem. Precisara fugir, fugir come uoa
maldito qae era.
Tomada iqa-lla resolago o prisaagi-
nito dos Morlac ia a transpor o portio.
mas rio qua estar i seos chapeo, e qae o2o
tinba dmheiro. Entrn oo castello coas*
um ladro, receiaodo a cada instante aer
encontrado por algura criado, mas o acaso
o favorecen, porque nao rio ninguem.
Os criados estavam reunido aa ozx- -
espavoridos.
Eotrou no seu quarto, atiroa ais aobra-
tude para cima dos hombros, pegn -"ici
um ohapo e dirigise para o apoaesrfb
oceupado por seu pai. Precisara de di-
nheiro para partir. Podia agora ronbar,
risto que j tinha assassinailo. A cbave
estava na porta. Entran e accendja
phosphoro. Sabia onde ssu pai guirdav
o dinhairo e onde esconda as chaves.
Na gaveta da secretaria qne abri, ba-
ria uns dez mil francos em notas do b*n-
co e algumas raoeas da prata e de or
que nao perdeu tempo em cootar. M -:
teu tudo no bolso, apagan a vela, f.chou
a porta do quarto e descea a aseada o-s-
tinha subido, a apalpadellaa, s.bafanda o
rumor dos passos.
Urna hora depois, o precoce mal.-ad
chegava a Paris. A sna amante rap-Va-
va o no quarto da ra de Ansaterdanv
Sem nada lbe explicar diase-lbe brusca-
mente, quando chegou.
Arraoja as malas.
lauiza olhou para ella espantada.
Vamos partir, disse elle, sabir de
Franca.
Ella deitou os bragas ao pessoco.
E para onde vamos ?
Deixa-te da eapanaSaa I disse ello
soltando-se, isso fiea para depois. Na te-
mos tempo a perder. O trem parta da
qui a urna hora.
Para ?
Parr o Havre. E d'abi para a Ansa
rica. Ava-te.
Luiza estara animada.
Para a America? roarmaron ella.
Sim, nao temos mais qae fazsr aqa.
L faz-se fortuna, coma fea mea to.
A moga quera pedir explicag5;s ao seu
amante, mas nao se animoa, to horriveL
era a sua phyaionorais. Obedecen es si
lencio, matteado atrapalbadaosente para a
mala tudo qnonto lhe pertaneia- Que lbe
importava afinal ? Ia com elle. Mao por
que aquella brusca partido? Eis o en;
embalde procura expbcar.
tOmmH
\

que sinto pela' Sra. marqueza ; preeiso
absolutamente que me afaste de Pariz, da
Franga, se tieasse aqui urna semana quo
fosse, a separago ser-me-hia muito cruel.
Ah I ella disse-lhe isso T
Sim, Sra. marquesa, e a vaz trema
lbe e tinha os olhos arrasados de lagrimas.
Era fcil ver que nao era nicamente re-
conhecimento que a senhora lbe inspirava.
Sinto ao mesmo tempo magoa e pra-
zer em ouvil-a, Dorotha; sim, tenho a
felicidade de possuir a affeigo dessa meni-
na, mas nao me posso consolar de j a ao
ter em minha compahia.
Ella nc parle, com certeza para a
Russia sem a vir visitar.
Assim o espero, disse a marqueza,
ah I se eu ao menos podesse ficar certa
que ella seria feliz..
A conversago foi nterrompida pelo ve-
lho Joo que aonuncieu a Sra. Darasse.
A marqueza tinha limpado os olhos. Re-
ceben a viuva com um sorriso de bondade,
indicou-lhe urna cadeira e disse lhe :
Querida Sra. Darasse, a que devo o
prazer de a ver hoje ?
Urna compunicago que tenbo que
lhe tazar, Sra. marqueza, e que julgo mu
to importante.
Ah 1 ento, falla depressa, diga I
Anta hontem noite, 8 a. marqueza,
recebi a visita de nm homem de certa ida-
de, um mogo de recados. A principio des-
eonfiei desse homem, a quem nao conha-
cia, mas tinha o ai to honrado, t"o cheio
de franqueza e lealdade, e a sua palavra
tinba um tal accento de verdade, que nao
levou muito tempa que nao ma inspirasse
grande sympathia e ganhasse a minha in
teira confiaoga.
E ento, minha boa Sra. Darasse ?
Esse mogo de recado?, conhecea,
Sra. marqaeza, sabe quanto a senhora
generosa, boa e caridosa para oa desgra-
nados, nao ignora tambem que ha muito a
senhora procura a sua querida neta e quaes
sao as suas magoas e desgostos.
Ah disse a marqueza.
Tinha ido procurar-me cdade das
Cabanas, julgando que eu aioda l mora-
va :. urna mulher dea lhe a minha morada
da ra Saint-Maur e disse-lhe que urna fi
delga muito rica tinha tido piedade de mi-
nha situago e que, gragas a urna mesada
que me Sava, eu estava, havia alguaa ma-
ses, inteiramente isanta de difficuldadea.
t Nioguem sabe, na cidade, o nome de
minha nobre protectora ; mas o mogo de
recados adiviuhoa que era a Sra. marque-
sa.
c Esse homem sabe de muitas cousas,
ssbs que o mea marido veio visital-a e qae
promettea fazor lhe encontrar a toa neta.
Como teve elle conhecimento dioso ? SsW
sei, nao me o disse, entondea qae alo sao
devia dizer tudo quanto sabia.
i Agora, a respeito de mea marido, Sra.
marqueza, j nao duvido : Pedro Darasse
foi assassinado como eu sempre penai. O
mogo de recados nao foi testemuoba do cri-
me, pretende elle, maa vio o aaaaaaioo dei-
tar a sua victima ao Marno, em am lagar
que elle indioar jastica, quando ebega.-
a occas:o, oacaslo qaa elle espera eata?
proxima, de denuncisr o criminoso e 4 re-
clamar o sea castigo.
Elle conbece o assassioo ? exclso: .
a marqueza.
Conhece, sem saber, aioda exacta-
mente, quera ella mas promettea -me qae
daqui a quinao dias, me pora Caos o face
com o aasas-iuo de mea infelia alarido.
Esse mseravel ocenpa alta posigo so-
cedade e tein um grande nome ; soso, o
mogo de reckdos julga que esse aooae alo
lhe pertence.
Ora, eis ahi urna aventura extraordi-
naria, dase o Sra. de Saulieu.
Extraordinaria, com effeito, arma-
ron Darotha.
Pois bota., querida Sra. Darasse, dio-
so a ra arquean, t como Daus ssaoifrstai
sempre o sau poder; v tmbeos ar,
mais cedo ou mais tarde, o culpado nctk;
o castiga que merece.
Sin, Sra. marqaeza, e aera ama
grande satisfago para mim, poder dar se-
pultura christ a mea marido e ver a ja
morte vingada.
Comprehcndo essa sentimeuto. en
taes cir -uDstaucias nao ser a margas
de Saulieu que a acooaelbe a que seta in-
dulgente, com to grande criminoso.
Sra. marqueza, tenho acara ostra
cousa que lbe dizer.
Ento, diga, minha amiga.
Foi isso sebretudo, que motiveo
minha visita.
Ento vejamos, querida Sra. Dars-.
O mogo de recados disse-me:
Visto qua faz de vez em qaando vi-
sita Sra. marqaeza de Saulieu, amv
se quizer, pode ir i ra de Vrennos l
fin de dizer sua beinfeitora : Sra.
queza, em breve suas lagrimo deia.
ae correr a ter urna grande coosolagao
A Sra. de Sauluu den nm polo su .-.<-
deira.
Esse homem disse isso? excal-naa
ellls.
Sim, Sra. marqaeza, e ea repoti-..o
exactamente as palavras delle.
(Connaar-se ha)
Tyrf. do,Diario, roa Duqat de Casias a 42,

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