Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19131


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Full Text

AMO LIIT NMBBO 9
IVtftl A CAPITAL E I.I MUS OXD12 \O SE PACA PORTE
Por tres raezes diantadas............... GrJOOO
Por seis Sitos dem................. 12(5000
Por itn anoo dem................. 23J
Cada numero avulao, do mesmo dia............. iJUOO
lim 12 BE JANEIRO DE 1!
PA1A DENTRO E FRA DA PROVINCIA

Por seis meses adiantados............... 13-fOO
Por nove ditoa idem................. 200000
Por ara son idem................. 27-fOOO
Cad* numero avulso, de dial anteriores........... 100
NAMBUGO
Pr0pciea iu Jmotl \Qxieitfa iu -tarta t* Sxltyos

ELK8MHAS


mm rmicuuii oo oiikio
S-lTAL, 10 de Janeiro.
Consta que .junta apuradora do 2. dii-
trieta eleiioral desa provincia ezpedio di-
piou.i-s da epatado* provinciana 4 8 libe-
raes e 4 conservadores.
FA1UHYBA, 11 de Janeiro^ As 2 ho-
ra s 40 minutos la tarde.
Aqui ohegou boje o paquete nacional
Mu inhibo. S?gue Urdinba pera Per-
nrrbuco.
-- Na eleicSo ce 29 de Dezerabro pr-
xima findo. fnram leitoa 15 deputados pro-
vine iaes conservadores b 15 liberaes.
SEiiVIGD 00 CENTRO TELEGRAFO
01 MPRENSA


(Para o Diario de Pernambiico)
UENOS AYRES, 10 de Janeiro.
lio Salto deram-se cio bitos de chc-
ler-morbus.

LOMA, 10 de Janeiro.
lUs-Alula tpoia a Italia coro'40:000
horneo, medianto o tbrono da Abyssi-
nia
PARS, 10 de Jareiro.
A Rubss e a Bulgaria esto h riiooi-
ssdaa*
O Sr. de Lessops vai partir para > Pa-
ua.ua.
LONDRES, 10 de Janeiro.
A vista du JDcwer abalroou o vapor
Coittring com o navio tichoreiham, indo
oste a pique, e acffrendo aquelle pequeas
av iras.
IO DE JANEIRO, 11 de Janeiro, s
5 boraa e 5 minutna da tarde (pela liona
terrestre)
.Foi creada urna divisao na armada na-
cional, compoata do crusador Almirante
Bcrrozo, da corveta Nitheroy e do cruza
dor 1." de Alargo, par fazer exer.icios
cajti.-ns e do guerra.
Foi nomeado eoamaodante dess divi-
b2o o chefe de d: -sao Eduardo Wanden-
kclk.
A diviso partir para os exercicios
deotr* do prazo de dous mezes.
'* r"i i'ii> .ii '2ora conbecido da
ti
elsy$o ynf't nm .leputado geral pelo 14.
ditrict*> Ha Baha *ate :
Cuts-*'heiro Perira Franco 231
Dr. M-squia 221
Anda faltara collegios, que podem alte-
r: r o resaltado.
Cir niara boatos de terem sido traos-
feridos :
O Barao de Carvalho Borges, no
meamo carcter de enviado extraordinario
6 ministro plenipotenciario do Brazil, de
Portugal para juito da Santa S ;
O BarSo de Aguiar de Andrade, da
Sinta S para Portugal, depois de termi-
nada a tarefa do presidente da comn-isaSo
nixta ibt.rnocional do Chile
iroplesoiente ama cholerioa provocada pelo
Calor excessivo deates nltimoa dias.
SANTIAGO, 11 de Janeiro.
97 casos novos e 25 bitos de. cholera
foram asaignalados boj".
VALPARAIZO, 12 de Janeiro.
121 casos muros e 38 falle rneutos as
uitiaas 24 horas, deram-se aqui.
PARS, 11 de Janeiro.

A naaior parte dos jornaes ruaos,Sece-
bidos boje aqui raaeifesta grandes appra-
hensdes para o futuro e considera a guer-
ra inevitave.l e prxima.
LONDRES, 11 de Janeiro.
Oe restos dos NapolrSea foram j tran-
sportados para Tarborougb, acompanha-
ram nos a ex-imperatriz Eugenia, siguas
parentes e ntimos da familia e represen-
tantes de S. M. a rainba Victoria.
WASHINGTON, 11 de Janeiro
O goveroo dos Estados-Unidos projecta
prohibir inteiramente aimmigraclo chineza
no territorio da Uniao.
Agen ia Havas, filial em Pe mura buce,
11 de Janeiro da 1888.
com aquella. B' ereditada, (da mesan forma que
aa duai antecedentes) pela importancia total das
despeo a fcitss com o producto fabricado, por de-
bite da reapeetiva conta de Productos fabricadas.
O al le desta confa, por nccasio do balaceo, mos-
tra igualmente aa despezas feitaa com os produ-
cto ai ida em fabiiec
Productos fabricadosB' debitada asta coota
pela in porta ncia dispendida com o producto fa-
bricado (a qual te t-rraari do Vilor da materia
prima umprrgadii no fabrico sitarlos e rnais des-
pesas pagas com a au-- manipulncao), p.T contra,
partid-, com as eob'aa d"
d'obrn e Oeapezas de fabricacio, camo cima Mea
aito. I" creditadn pela importaaem da "onda dos
producti faoriCHds, por (tatfitu di Caiza oo do
eompn.dor, e oelo valor af'prtdoefos existentes
(conforme o invtmtajt") por oc\asiio de balari?o.
A difierenca entre o debito e crdito d*ata conta
nos nv..-frr o lacro OO O prejuis", O qaal se Jal-
darA pela conta da Gtnbos a Pardas.
O Ministerio di Jostica dirigi em 29 de
Dezembr i ao presidente da provincia do Piaaby o
inte avisa
claro a V. Etc., para o faaer constar ao io-
~.or da thesouraris de faienda I aolucSo a da vida expotta ui offi:io a 9 de 9
ac Mirt) ultiinj : que, aos jaises de diraito, tnu-
ruoipaea o promotores 'publicas quando chamadas
eafi'tal para objecto de servicj publico, cabem
todo* os veucimentps ; que, neasa bypotbese, a
gratificaco que em virtiiJe do art. 3o 8 Io da de-
to n. 1995 de 14 de Outubro d 1857, mandado
Materia- prima, Mi afripli ir ms fnne-'onari.ia deste inininterio p-'lo de-
eapto ii. 2581 d* 18 de r'evereiro de 1860, compa-
tit ao substituto legal, deveri ser abonada pela
V^rba BvHntua'-a; que, finalmente ao indivi-
duos que, iii.1 M-ndj empr-gados pub'icos oo per-
teoc- ido reparticSo estranba a esta ministerio
aervirem interinamente o carga de pramotor pu-
blico, di-.ver ser abonada ama gratificaba equi-
|V*lenteiios veocimentos do emprego, aegundo dis-
Est-. belecida a eainp'.ora^io por i sta farma, | .Os o art. 5* do citado decreto n. 1995 de 14 de
claro tiie cinta de Q.nbos Pirrl.s moetrr o I/eseuibro de 1857.
lacro hquido oao prejuisn do fabricante.
Entictanto quando h fnbrica seja urna parte in-
tegrante da neg ci, en quand; se queira redusir
o mais p saivel a ecarip.uracio, p.deremos seguir
o aaethodo mais resumido qae ja n^sie livro apon-
timos ao espitlo que trata das Con'as.
(Contbt&a)
PARTE OFHtl.U
INSTRDCaO POPULAR
[Extrahido)
DA 1UBLIOTUECA OO POVO E DAS ESCOLAS
ESCBIPTURAgO APPLICADA
( Contin uat o J
Freamento m carxa
Fretameoto i carga sa chama ao fretamentj rl
diverso carresadores, o qual em relicSo ao navio
se diz carga de praca.
O (retador sendo, proprietario,quando receba
a injportaucia das freteu, debita a Caixa, e credi-
ta a conta do navio on da viagem.
Quando nao receba a importancia dos fretes,
debita a contado consignatario pela importancia
total dos fretes a cobrar, e credita a coota do na-
vio ou a da viagem ; quaodo receba a conta da
despezas que 'he deve ser inviada pelo consigna-
tario, debita a conta do navio ou a da viagem, e
credita a onta do consignatario pela importancia
das despesas.
Neste ultimo raso, isto quanJo nao receba a
importancia dos tretes, o liquido da conta remet-
tida pelo consignatario deve ser igual ao saldo da
conta do navio, ou da conta da viagem, estabele-
cida pelo proprii tario.
O himples fretador far a sua cootabilidade, i
quando receba a coota dos frites recibidos e des-
pezas pagas pelo consignatario ; e oeste caso de-
bitar a coota do consignatario pelo liquido da
couta por elle remettida, e creditar por contra-
partida a conta do navio ou da viagem.
O fretador, como consignatario,se reetbe a
importancia d-e fretes que contracta, d. bita a coo-
ta de Caixa e credita a de Coosigiacao do navio.
Quando ni receba a importacia dos fretes, dei
xar ao cuidado do proprietario ou do correspon-
dente no porto do destino u laucamcuto da i eo-
brancx all effeituada.
O afretador, sendo proprietario do t-arregsunoto
ae paga o inte, debita a coota da Remessas e
Carregafoea para fura e credita a centa do Caixa.
Como simples afretador, debita a conta do
proprietario das mercadorias carrvgad>s e cradita
a Ci contrario deixari usa ao cuidado do consignatario
da carga oo p: rt i do destino.
ministerio do Imperio
Foi aposeotSMo Duarte Jos de Paga Garca oo
logar de amanuense da secretaria de estado dos
ng >noB do impeiio.
Fj nomeado o Dr. Joe Carac-iro de Campas
preparador do laboratorio de anatomia physio-
logia pathologica da taculdade de Medicina da
Baha.
Foram ocmeadoa : ffi.-.ial da secret:wia de es-
tado do imperio o Dr. Joio Carneiro de Souza
Bandeira e amanuense o hachare! Alexandre Soa
res de Mello.
Fi i Borneado o teaente dj e. rp i J.; estad)-maior
e Ia classe Antonio Vasconcellos de Menezes
para c lagar de ajudaute de ordena da presidencia
do Pi>..nhy.
Por cartas imperiaes de 2 do crtente foram
apresentados: o padre HerculaDO Marques da
Silva, na parochia de S. Miguel de Ip juca, na
diocete de Olinda, Pernaocbuco.
O padre Jos Marques de Souza, na de Jess
Maria Jas de Papacaca, na mesma diocese o pro-
vincia.
. O i>adre Mano.l Zacbarias de Sonta Lyra, oa
de Nosaa Senbora do O' do Alfinh na mesma
provincia e diacese..
O padre Luiz Francisco de Sallea Pereira, na de
Nosse. Seobora da ConceicSo de Campia Grande,
na misma diocese e provincia da Parahyba.
O padre Walfredo Soare* dos Santos L-al, na
de Nossa S-nh ra da Luz da Independencia, na
meema provincia e diocese.
O padre Estevao Jos Dantas, ua de S. Joao
Baptista du Asni, na mesma diocese e provincia
do Bio Grande do No. te.
O padre Jos Paulino de Andrade, na de No'sa
gestara de- GasM--4aV> do Maoahfba, na afetaia
dioeeiie a mesma provincia.

.--i
SEfiP Si AGENCIA HAVAS
M-XDRID, 11 de Janeiro.
A cmara dos deputados repellio por 133
votos contra 60 urna tasa addicional sobre
Ofcereaes, proposta por D. Canov&s del
C'tstilho.
PARS, 10 de Janeiro.
A sessao ordinaria do parlamento foi
.borla boje
Mr. Chs:.-les Floquet foi reeleito presi-
cente da ci.rrar dos deputados.
BUENOS AlfliES, 11 de Janeiro.
Tritmita Nacional desmente formal-
mente, a notia da pparic2o do cholers-
loorbus na profiaois de Salta, assevera que
ii doengs qae dea em diversas pasadas
FStbrlrantefi
O capital oa industria fabril acba se representa-
d (nsprimitiva) em nnmarario, machinas, uten-
silios de fabricad-A materias primas, e (mais tar-
de) em prodoctos fabricados.
Tao os, portanto, comocontas epeciaes : Caixa,
Machinas e Utensilios, Materia prima e PraJactos
fabricados.
E' claro que a materia, para se cobverter em
prodoctos fabricados, occasiena despezas de mao
aVbra e de fabrico : estabelecenmos, portanto,
como subsidiarias de conta de productos fabrica-
dos, alm da canta de Materia prima (ji mencio-
nada), as de Mao d'tbra e Despezas de fabricacao.
Machinas e UtensiliosE' debitada pelo custo
da compra e das concertas das machinas e dos
utensilios qae conatitoem o material da fabrica,
por crdito da Caixa (quando sejim pagos de
prompto) on por crdito dos individuos qae forne-
cerem es ditos objectos (quando o i ao sejim). E'
ereditada (na occasio dos balancis) pela impor-
tancia em que fdr a va liada a deterioraco que ca-
ses objectos teoham soffrido com o a:o, por dibito
de Gaobos e Perdas,-e pelo valor das machinas
existentes por debito do balanco de ssbida.
Materia puma.' E' debitada pelo custo das
materiaes primas cornnradas, por crdito da caixa
on do f .ni-e-dor. E' ereditada p^l.i vnl"r da ma-
teria puma sabida par fabricac^u, depoia de con
cluido o producto fabricado, por debita da conta
de Prodoctos fabricados,e. na occasiio do ba-
lance, pela imortanciaoa materia prirat inventa-
riada (a qual deveri incluir a que ae achar em via
de iabneacaoj A aoj^ma da debita desta conta
deve ser igual a somma do crdito, depois^lie lan-
cado o valoi inventariado; mas, quaudu o na s*ja
per effeito de depreciacio no valor da materia
prima existente, saldar-se-ha a differenca pela
cunU de Ganbos o Perdas.
Mi o'obraE' debitada pelos salario* pgos
aoa operarios, p-a crdito da Caixa. E' ereditada
(como a de Materia prisa}, lego qae se conclua
o objecto fabticado, pea importancia dos salarios
pagos oa fabiicaeio desi oojecto, p^r debito da
conu de prodoctos fabricados.
Por occasJ do balanca osaldo dehta conta, que
sempre devedor, mostra os salarios pagos com a
fabricacia de productos anda em fabrico. ^m
Dcspesasde fabricacao' debitada esta con'.a
por todas as despezas, qae mo eejain sslsrios,
feus cota h tabrieacio,por sredito da onta de
Ciixa, pe d'wt tra qoa, por cuutra-partida, jogar
ninlsterloda Justina
Foi J. roittido a eeu pedido do lugar d" juiz mu-
nieipul do termo de Villa. Nova, eui Sergipe, o ba-
charel Manoal de L -moa de Souza Machado.
Foi removido, a pedido, o bacbarel Lais da Cos-
ta Riaeira, do termo de. Caramba, na provincia de
Matt.i Grosso, para o lugai de jais substituto da
capital da mesma provincia.
Foram noweados : para o terma da Villa Nova,
na pro\iocia de Sergipe, o bacbarel Matbeus de
Souzh Machado ; paru o do Bio Claro, na provincia
do R o de Janeiro, o bacbarel Cesar Nogaeira Tor-
res : para o de S. Joio da Boa-Vista, na de S.
Paul o bacharel Theodoro Torquato Pinto da
Silva : para o de Cafatbe, na de Minas Geraes, o
bacbarel Francisco Vicente Baldo Vianna ; para
o de Corumba, na de Matto Grosso, o bacbarel Ao
tonio Fernandes Trigo de L inreiro.
Foi declarado sem effeit o decreto de 25 de
Agosto de 1887, que nomeou o bacharel Cesar No
gueia Torres para o Ingar de juiz municipal e de
orphiios do tirs-i da Itapeva da Faxiua. na pro-
vincia de S. Paulo, visto nio ter entrado em exer-
cicio no praso legal.
Foi uomeadu qfiieial externo da secretaria da
polica de Pe.-nambaco Joaquim Carneiro Lins de
Albuquerqne.
P< r decreta de 31 de Defmbro u'timo f>ram
forjados : a pedido. Jos Pereira Leite, majar
ajud.nte de ordens do antigo c 'turnando superior
dos municipios de Barra Mansa e R o Claro, na
pruv ncia do Rio d; Janeiro, no posto de tcnente-
eoronel.
No mesmo posto, Antonio Kelippe de Mel'o, (o-
nente-coronel cammandante do 25 bstalhSo de
iufanfaria da comarca da Cacbaeira, na Babia.
Iiem, Antouio Pereira iniuiani-s, eoronel eom-
mandaute superior da comarca de Villa Nova da
Rainba, na mesma provincia.
N> posto de c.ronei, Mauo-I Martiniana da
Frai ca Antuoet, teneoto-coronel cominandante do
93 bataihSo de infantaria da comarca de Cbique-
Cbique, na mesma pruviocia.
No meamo posto, Tertuliana Gancalves Lima,
tenente-corouel commandaute do 2U bataiha de
infantaria da comarca de Garai, em Sergipe.
Pr decretos da mesma data foram nameados :
Coronel comm andante superior^da comarca de
Santa Maria Magdalena, ua provincia do Rio do
Jent ira, Trajaoo Antonio de Montes.
Coronel commandaute superior da comarca da
Piraby, na mesma provincia, Manol Fugenio de
Momea Costa.
Teoente-corooel co-:.mandante do 1 batalhio
da reserva da capital da Babia, Ernesto Pereira
O ministro da justica, em data de 30 de Dezem
bio dirigiu ao presideot'-i da provincia das Alagoas
o sepuinte aviso :
i C:m o officio a. 94 de 12 de Agosto ultimo
Ubmetteu V. Exe., i deliberacio deste ministerio
O requ nmeutj em que o bacbarel Aurelio, Nume-
riano Ponte da Silveira recorreu do despacho da
Tfcesouraria de F* oWenado de 215^921 ,que elie recebera no exer-
slcio iatenoo do cargo de chefe de polica desta
provincia.
"Em nsposta declaro a V. Eic.: Que tratndo-
se do contencioso administrativo devera esta pre-
sidencia ter decidido a questo na forres do art. 23
do decreto n. 2,943 e 29 de Jan ira 4e 1859 e
dad, ncarsj para o governo imperial sa eonfar-
mica le do art. 45 do decreto n. 124 de 5 de Peve-
reiro de 1812 (ordena do thesouro ns. 160 e 303 de
5 do Julha e 9 de Agosto de 1859).
Que a r' clamaeao procedente porque segunda
os arts. 1-, 2* e 5- do decreto n. 1,995 ae 14 d
Ontabro de 1857 que, fara das casas regidos por
ti i especial, re u'a os veocimentos dos empega-
dos interinos e dos sobatitutos dos fuoccionarios
desta ministerio em virtude do decreta n. 2531 de
18 de r'evereiro de 1860, oebefa de pjlieia interina
tem direito aos vencimentos iotegrses da cargo
orna vez que esteja vago oa nada perceba o effec-
tivo por cauta do mesmo, a cbendo, porm, quelle
as gratilicacijes do exercicio 'desde que o effvetivu,
sendo magistrado, deixar oexercicio da Cargo ju-
dicial para assumir o da poiicia dentro do prasi
legal, visto achar-se decidido qu> dorante esse
prasw lh devido o ordenado (Imperial resolu -
ci de 1 de Fevereiru de 18731, e que a despaza
proveniente deve aer clasaificada aa verbaPe -
Boal e mat'Tial da po'icia(avisos ns. 327 e 5t de
13 de Setembra de 1873 e 14 de Fevereiro d?
1870
Qne assim devem ser entendidas ebarmonisa-
dt as disposicoss do avises de 23 de Janeiro de
1874. n. 18 de 26 de Marea de 1884 en. 22 de SO
de Abril de 1886.
Halaterlo da Marinha
Foram promovidos :
A chefe de diviso. ocapitai de mar e gnerra
Manoei Ricardo da Cuuha Cont, por merecimento.
A apitio de mar e guerra, o capitio de fragata
Salntano Castao des Santos, por antiguidale.
A oapitio de fragata, o capito-tenente Deside-
rio Celestino d' Castro Jnior, p.r antiguidade.
A capitao tenente, o Io teaente Duarte Huet Ba-
cellar Pinto Quedes, par merecimento.
A 1 tenente, o.2 Joio do Lima Franjo, por anti-
guidade.
Foi nomeado intendente da marinha o chefe
de diviso Fortuoato Foster Vidal.
Foi nomeado director da escola naval o vice-
almirante Elisiario' Jos Barbosa.
Foi nomeado inspector du arsenal de marinha
do Psr o capitn de frtgat Antonio Severiano
Nuues.
__Foi exonerado 1o cargo de cammandante do
cruzador Io de Marco da armada o oapito e fra-
gata Antonio sAenam Nunes, nomeado para
snbstitui'-o o capito de fragata Fernando Xavier
ae Castro.
Foi exaoeraio o 1 tenaute A. Leandro da
Silva H-beira .O lugar le capito Jo porto da pra-
vincia das Alaoas e nomeado para substituilo o
capito-tenente Faiittmo vtartins Bastos.
Miolsterlo da Guerra
Foram transferidos : para u 3 bataibaa de
artilheria apeo major do 4. da mesilla arm Jos
Pinta de A rao jo Rabello, e para esto batalhio o
mejor daqoelie Francisco de Paula Pereira Fortes.
Concedeu-sei reforma de conformidede eam a
primeira parte do Io do art. 9 da le b. 648 de
18 de Agosta de 1852, vistosoffrerem molestias iur
curaveia que s tnrnam incapazea de Cautiuua
no servio do ezercito, aos eapiiej de lufantaria
Francicnro"iG''nnino Sim 'g e Jo < Jo Pe eir P
rob, esrt do 18- brtalbo e aquelle aggregado
arta*.
Maudaram se addir: a um ios c rpos.da guar
I nlcai i! corte, a' a seraoda ordeOl, o Capito do
18- batalhio de infantaria Vicente Oaorio de Paiva
e or 1 me, a companbia de lotauteiia da provin-
cia cu Piauby, o aiferes Fiauciseo de Moura
Coata.
Foi transferido para a companbia da infan-
tina da provincia da Parabyba o soldado do 7'
batalbo de infantera Aatumo H^nrique Pesaos.
F.. trauatendo para i 19- natal oa de infan-
taria ao qual se a'iha ad-Jido, ateroute do 4- bata-
Itia da mesma arma Polycarpo L ipe* da Fonseca.
Foram classificados nos corpos abair i desig-
nados os seguiotea tenantes da arma de infantera
promovidos por decreta do 16 do ptssado: 5- bata-
lbo, Pedro Carolino Pinto de Almeira; 6- do,
Manoei da Canha M reno; 12 dito, Luis Igm.cio
Domingues a 18- dito, Fraocisco Piraj.
Coelbi da Cuoha.
Tcnenti -c ro'i. commandante do 23* batalbo
de infantaria da comarca da Cacboeira, na mesma
provincia, o maj >r Ruhuo Autoaiu de Arauju.
Coronel c< uimandante superior da comarca de
Tiln Nava da Rainba, na mesma provincia, te-
nente-caronel Antonio Jus de Sant'Anoa.
Tenente cor. n-l commaudunte do 95 batalhSo
de infantaria da (ouaarca de Chique-Chique, na
meaica aroviocia, Antonio Joaquim Je Magalhes.
C- puo cirorgiia-u.r do coaamanda superior da
comarca de E.tre-Ki >, em Minas Geraea, o Dr
Francisco Alves Moreira d Rocha.
Tenente-corouel cominaodan'e do 13* batalbo
de infantaria da comarca de Santa Barbara, ua/
mesma provincia, Joio Pereira da Costa Jnior.
Major ajud.nte ds ordena, secretitrio geral das
comarcas do Apady e de Pao dos Ferros, na pro-
vincia do Rio Grande do Norte, Joaquina Joa Cor-
ris.
Cnpil i quartel-m -stre das msalas camsreas,
Franraliiio da Chagas Morena.
< O Ministerio da Jnstioa dirigi ao presidente
da provincia das Alagoas, em 28 de D sembr, o
seguate aviso:
. oofim indo o telegramma desta data, declaro
a V. Exc, em resiiatta aa de 23 do uorrente, que
ot i.dvoados provisiosMdos, prstendentes a ottleus
de uttica devem exhibir'certificados de noie de
liuiua portugaeta c arithtnetiea, como determina
o arl. 310 5 2* do decreto o. 9190 de 28 de Abril
de 188fia Visto qae nio ha di o po icio alguma que
os iteuto de stmelhante prova de babilituci", c
ueu. a pruvitj de advogado cstabeleee presump-
^a legal da mesmo eiaste.
Mlalsterlo da gil altara
Por portara do miusteno da agricultura, foi
reintegrado no Ingar de cootador da adminiatraco
dos corrcioa da provincia do Maraoo, Augusta
Cjxar ^c Mu. do Bnto.
Aa engenheiro fiscal desta linha dirigiu o "-i-
nisteria da agricultura, a 27 do mes ultimo, o avisa
seguate:
Com omcio de 26 de Sstembro ultimo transmit-
tiu Vine, dous utficios da companbia dessa estrada
deTrsrro, soliciuudo o primeira aulorisaco paia
relimar varia? econ inias no trafego e, cusa fossem
estas aceitas, prepoodo cerUS modificac s as ta:
ritasLaym vigor: e o 8 guudo insistindo pela apprO-
tfsa do requernneuto relativo i suppieaao dos
actuaes canos do 1 ciaste, ludeaCudcutemente da-
c mdico imposta pelo aviso de 9 de SetmDro pr-
ximo pastada dirigirlo a esas fiscalisecio.
Em respotta e par os devidos fina, 'eolsro a
Vmc. qae a proputta da aumpanhia uo aceita-
sel-
Dos gnarde a VucRodrigo da Silva.

overa da ProTloeia
BXPEDizara do,da 29 os ossaacsao oa 1887
Acto:
O presidente da provincia, attend-ndo-S" qu'
requ-reu o Dr. juin de direitbda comarca de Taca-
ratu, bacharel Jos N >vaes de Sous* Carvalho,
resoivu coneedi -ticj doia meses de iiecuaja, com
ot vanciuieutj* a que tiver dirvito, para tratar de
tua tade, devendo o peti-ianario eutrar no goto
da referida lieenc* no pras.i de qutr-nta dias.
Oficio :
Ao ministro olauipat.ncj lio em Londres.
Teab? a hora de euvtsr a V. Exc, eoatottae as
ordenSa^sta vigor, o balanca da receita e despesa
da estrsW de ferrn do Recife ao 8. Francisco, re-
lativo ao soez d;> Novembro ultimo, acompaobado
do devida desenvolt imentn e da co>ia da acta da ses-
so em qae os commissarios do goveroo fiquidaraua
as respectivas contas.
R-'i' roa V. Exc. os rneua protestos da mais alta
e distincta cmsideraco.Commonicoa-se i com-
misao liquidadora.
Ao procurador da cor, fazeoda e soberana
nacional.Digne-se V. Exc. de emittir parecer so-
bre a quest" de que tratam os documentos juntos
em origioal relativa eleic-i municipal de Ouri-
cury.
Ao Dr. chefe de polica.Couvm que V.
S. expeca terminantes ordens no 80110*0 de serem
pelos inspectores de qaarteiro dos districtos da
parochia de Nosaa Senhora das D3-es de Trium-
pbo, forneeidas, com urgencia ao juis de paz, pre-
sidente da jauta de alistum^nto ai'ifar as listas de
qae trata o nico lo art. 14 do regalameato
n. 5,88!, de 27 de Feveroira dq 1875, afirn de
qae na mesma p> racbia tenhs lugar o respectivo
trabalbo.
Ao tnspeetar da Tbesourara de Faseada.
A'ladiiiJa o Eim. Sr. m iatro des Negaaios da
.gricultura, Commercio e Obra< Publicas, em avi-
so circular d'este m^z, que cab > ae receber, as
informacoes exigidas no de 4 de Outubro d'este
anao, referente aos-filhos livres de mulber escra-
va, cbiiuia a attenco de V. S. para o Sanen que
Ihe diriga mea antecessor em 26 do dito m?z de
Outubro.
Ao mosmo.Para cumprimento do aviso cir-
cular do Ministerio da Agricultura, Commcrcia e
Obras Publicas le 10 do correte, sitva-se V.S.
de dar terminantes orden? aas sgen'es encarrega-
d as da n va matricula de escravos, para que at o
fim do mes de Fevereiro do aun i vindouro remet-
tam com toda urgencia a Secretaria d'esta.presi-
d-oeia par -itermedio d'eesa therooraria as seguio-
tea informiic?:
1 Quanlos escravos matriculados attiogiram
at 31 do crrante i idade de 60 annos.
2" Quaotas alforrias foram averbadas at a
mesma data, conced das a titula oneroso on gratui-
to, por conta do fundo de emancipaco ou por
acto particular.
3.a Quantai ob.tos foram arrolados at a mesma
data. x
Outro Jim. faC/a-'hea V. S. sentir que pela o-uia-
so incorrem em responsabilidade, que ser torna-
da effeetiva.
Ao mesmo.tem Ha a V. S. para os fias
convenientes, capia o avisa i a esta presiden-
cia dirigi o Exm. Sr. miaistro da Agricultura,
Commergio e Obras Publicas, era 21 do correte,
coucedendo o crdito de 50*000000 para ser ap-
plicadu immigrnfo uesta provincia.
Aa meama.- Par 03 fins convenieul03, trans-
muto a V. S. a copia inclusa do officio de 23 do
corrate do Exm. bispa diocesano, a respsito da
permuta Concedida aos Rvds. parochoa Francisco
Rayundo da 'uuha drusa e cunega Simo de
Azeved) ''ampos.
Ao mesmo.Communieo a V. ?,, para c
fins convenientes, queo bacharel Bellarmino Cesar
Gondim, em 24 do corre.nie mez eixau o exerci-
co do caigo de juiz muuicipal e J' orpnos do
termo de Panellas, por ter aido removido, por de-
creto de 26 de Novembro findo, para o lugtr de
jais substituto da comarca d- Jabaato.
Ao mmiaa-Cotnmnnico a V. S., para os fins
convenientes, que o bacbarel Jo; Paulino Cavsl-
cante de Aibuqu^rque, ero 24 da corrente mez, as-
sumio o exerciuio do cargo de juiz municipal e de
01 pilaos do ; r.n. de Panellas, para o q>aal toi re-
movida do de Porto de Folba, na provincia de er-
gipe, por d creto de 26 de Nov mbro fiada.
Ao inesme.Cumm nico >i V. S., para es
fins convenientes, que o promotor publico da co-
marca de Flores, bacharel J0S0 Quintiliano de
Azuvedo e Silva, int rrompeu, par motivo de mo-
lestia, o ejercicio de sen cargo em 12 do carrete
reassamiad'i-o em 17 do predito mez.
Durante o sen mp-'dimenta servio o cidado
Ignacio Ribeiro Leite, nomeado pelo juiz de di-
reita da citada comarca
Aa mesmo Para osfios convenientes, remet-
i a V. S. copia da aviso de 22 do correte, seb
n. 1833, expedido pelo Ministerio da Marinba com
referencia a crditos das verbas Corpo da Armada
e Fretes do mesmo Ministerio.
Ao mesmo Remetto a V. S., paraos fins
eonvientes, copia do aviso circular de 19 deste
mez, xpedido pelo Ministerio da Justica, com re-
ferencia a distribuico da crditos para esta pro-
vincia destinados aos ";vicas do mesma Ministe-
rio no exercicio de 1888.
Ao mesmo. Para os fins convenientes re
metto a V. S. copia do aviso de 12 deste mez,
expedido pelo Ministerio da Guerra, a que se re-
fere a urden] do Tbesoura Nacional sob n. 196, a
qual Concede o cr dita da l:72d288, afirn d.* ser
pago a Francisco Pinto d" Magalbes o forneci-
o**oto, de ierrageus a,i:u tea a co-npanhia da ca-
Viltaria.
Aa m< sma.Oom refrnelas orden di The
ouro Nacional n. 191 de 16 di canentc e pira oa
fias c invenientes, remetto a V. S. copia do aviso
de 19, sob n. 2<, expedido pelo Ministeria da Agri-
cultura Commercio e Obras Publicas, a respeito
de v* ncixento .ju-- cabe ao engenheiro Domingos
Goilberme Braga Torre durante a substituido
interina da director das obras de raelhoramentos
do porto do Recife.
Ao commandaute da canhoneira Lamego
R commendo a Vmc. que si a com o navio s->b
sea commando para o lugar onda naufragi-u o va-
por Bahia, atm de providenciar no sentida de se-
rem deatruidos da modo h nao causar cbstaculo
u perigo a uavegacaa, os SSBStcos do referido va-
por, que as mar3 de baixo mar fieam 2 m fora
d'agua, seauodo as informaces do inspector inte
rio do Arsenal de Marinha de 20 e 26 do corren-
te, sob ns. 132 e 134. referentes a partes qne de-
ram o commandante do vapor Ipojuea e o pratco
mor.
__Ao juiz de paz presidente da junta de alista-
ment militar da paruehia de Noasa Senhora das
Dores de TriumpboR.metteado a Vmc. para
seu eouhecimento e fins convi Dientes, a inclusa
copia do officio hoje dirigido aa Dr. chife. de poli-
ca, recommendj-lhe que empreuue todos os meios
a seu alcance afim de que aeja fielmeuta executa-
da aessa parochia a lei do servico militar, deven-
do, opporionamente enviar O respectivo resaltado
ao jun de niteito presidente da junta revisora. se-
gando a forma indicada no art. 24 do regulamen-
to n. 5d81 de 27 da Fevereiro de 1878 Reme: ,
teu-se copia ao juiz de diieito presidente da junta
revisora da comarca de Villa Bella.
__ Ao engenheiro fiscal da estrada de ferro do
Recife ao 8. FranciscoRemeti a Vmc, para
os fins convenientes, copia do aviso do Ministerio
da Agricultura Oammercio e Obras Publicas de 22
do correte, expedida tere da pretenda d* As-
soeiac 1 Uaio Agrcola Rio Prntana a que ss
refere a tua informaca de 7 de Outubro nltimo
sob a. 74.
Portara :
Declaro a cmara municipal do Recife, para
seu couneeimento e devida execuco, qo no re-
curso do amanuense Mananno de Figueirot Faiia,
d que trata a sua ioturmaoo a. 143 de 21 do cor-
rente, profer boje o geguiute despacho :
Marianno de Figueiia Paria Dju pro-rimen
to ao recurso interpaato por Marianno de FigU"
ida Faria, da deoiei da Samara municipal do Re-
cife, qoe uegou o pagaoiuuto de seas ordenado
como amanuense d. culada.ia da meama cmara,
duranie o tampo qae d eorreu de 11 de Agosto a
30 de Sstembro ultimo, Vis'o oc proe-der a rasio
allegada pera tal den
Kkuj-vido o i-e rreotayara o lugar le bical da
guesia da Baa Vista, devia deixar vago o la
que anteriormeoto occuaava. i vista i a di
no art. 62 da lei n. 1,882 de 1885 e art a.
da lei n. 1,897 do corrente siso, como foi expli-
cada em portara do 1.* de Ontabro usado.
A recurrida, segundo declara ese sea 0V--1 > -ie
10 desse mez, sob n. 9, ea sestia de 5 a Ss-
tembro tinba rtaolviio f.ier o recorren'.' sseas'i
as fancc5ea do eargu de qae fora removirlo a It) *-
Agosto, nullific.ndo, aatim, o sea primeiro *ts>,
que fieoa sem valer e como ae aao tora p.atsestsas-
Annullado o acta da reinici nio p.d.. o re
corrento exercer nm 'njar divers e milita sr-tsos
ter sunstitaida no lagar qae primitivameat-'
cia, senao pelo modo eataoelteido.
este caso, seo substituto t pndia re..-
gratificacio que o recorrite na ped-a p. r= a-;,
por nao ter comparecido i repartiera, r ser ella
devda soinent" pro labore.
A raso, pois, allegada pela recorrida, para nio
fase o pagamento re. lamad-t, nio procede de ss-jdo
algum, tanto mais que a impostasvlsacc as assa
sub:t*tu'c2o per modo diverso, ji 'is*V>. sido te-
clarad em portara de 14 de Outnbro.
Cumpre, pois, que a cmara muase! de se-
te pague ao recorrento Marianno Se jr^geNsm Fa
ra o ordenado de amannease da e ota 1 r: -
mesma cmara, a qne elle tesa pfeno dlnrft .*.
Expsoizarrs 00 sbob-tabio
Officios:
Aa inspector da tbeaoararia de tascad*. O
Exm. Sr. presidente da proviaesa sse-aSa remete:
a V. S., para os fins c nvem-ete, s aortaria d 14
deete mez, pela qosl o Mowterio da Fasenda
caneeJ.-u tras meses de heeeea aa3*esezptara-
rio da alfandegc, Joaqaim Bmjgiia Se S asm
Gmveia.
A" engenheiro fiscal da estrada de ferro do
Becife Caxang. O Esas. Sr. prejideaf da
pr vi ncia profano boje o -egu nte despaeao aa re-
querimcnto de Jote Mar: > Brkafeld Vi ir 4>
Silva, a qae se refere a in forro 34 do corr-nte, sob os. 202 e 908 : Recorra a
supplicante aos meios commtin para pr var o 1
allega a defender seos direitoe as jalfar se 1 "
dido.
DESPACHOS DA PRESIDBSClA OO DI* 10 DI
JANEIRO DB 1888
Antonio Francia00 Berges.Ssaa, pa-
gando ae comedorisa.
Albino F Companbia The Grest Weatern of Br
ail Bailway Cempsoy Limited.DsasriSo
coro o officio desta data ao Taea^ssre Pr
vincial.
Ildefonso Egydio Correia da Silva.la
forme o Sr. commaedante coperar sUt
guarda nacional da comarca do Recif.
Jos Benjamim da Costa. Indeferide.
Joio de Barros Lins. Cono reqaer.
Coronel Luiz Paulino de Hoih.nda Va-
lenca.Remetta-se copia desta r-'preaenr-
c2o vo promotor publico da comarca Se
Caruar para proceder a respaile a-ea ter
moa da lei.
Capito Manoei Accaoly Se Moora Gres-
airo.-Sira, pagando as oraedoriaa.
Manuel de Ottveira Mello.Sim, pa-
gaudo sis comedorias.
Watfrido Bar eto de Mello Reg. Pasee
portara addindo o supplicante so The-
souro Provincisl de conformi-lade eoos o
disposto no srt. 1. da lei n. 1649.
Secretara da Preaidencta Se Peersa-a
buco, era 11 de Janeiro de 188S.
Op-vtaro,
F. Chace*.

I
freguest
vago o ligar
ftepartic-o 4* eIIci*
2 sect^o. -N 29. -Secrftaria ete Fe-
licia de Pernambuco, em 11 de J laesrn ie
1888-Illm. e xm. Sr. Participo a V.
Exc que foram hontem recolbidia Cstsa
de DetencSo os seguint a indiv'dnoe :
A' minba ordem, B.ibma Oam-n-ras,
Pessoa de Mello e Rufina Mana d >a r*ri
mo alieoadas at qae renbasn o convean
tino ; Sebastio Leite do Reg Barras, vasa Se
termo de S Loareoca. indiciado em crime Se ssev-
te, e Joio Vieira de Onveir, viodj de Morrare-.
como vagobnndo a turbul -oto.
A' ordem do tuodeleg ,do da Uegmm So Be-
cife, Manoal Pedro, or prime de tarto
A' ordem do du do 1* distrieto de Jos, gar-
da Mara da Concei;2a, Elvira Mam de Aqano.
Maria Al-xandn-.a de Aoumo. Laizi Masa da
Annunci'.cao, Joaquina Maria do as- imcnr >. aoc
disturbios a crime de fermentus ; e Matjoel fraa-
cisodu Paixio, p.r embriagnes e diatoraia*.
A' ordem do do ir* listncio, Joaquim Jeas F. r
raz. por disturbios.
A' ordem do do %' distrieto da Baa-Tsstm. Ar-
gemiro Chaves Jnior, Paul Jas tle I
Samuel Ueha e Joaquim de tal, e
Joaquim "darello, p^r embriagte,
_ff,-uaa a iaars.1 publica.
Particfpou-me e drlagaco i > terasa Se
d'Albo qne na tarde do da 8 do crrante a ao
gar Cha da Onca daquelle tensa,
nome Luis Sergio Bezerra ferio grai
ama facada a uiandino ,le do Sateiii
O criminoso foi preso em Sagvaote.
0 subdelegado Se 1* distrieto do rrlerido tenaa
fez proceder competeote vistona e abra in^as-
rito qneji teve o conveeiente destiao.
Deus gnarde a V. Exe.Illm. > Exta.
Sr. Dr. Manoei Euphxaaio Correia, ensie*
digno presidente da proviacia. O ca-T
de poli lia, Franaca Domingwm
Vianna.
Thesouro *r*re>T/iaclal
DESPACHOS DO DU 11 DM "i
dk 1888
Joio Gazende-*. CEotrrgaese m
Anua Jos dw Santos, Meruct A C-i
Dr. eh-fe de psaicis, Jas Moateiro r*e
de Souza Aguiar ot C, e Ariestees f^*>ss-al
ra da MenezesI otarme a Si
Dao Jos Peisoto, Waiftej
Reg e Cerdoso at Innio.CsS*
Alexandre America de Caldea I
gue-se a quantia em deposito
Pret do corpo de p-d'eta.EJ
Maria Jacintas de Jeaos Gaaeals
o cooteneioso.
H. Barle C. Msnoel Jos Mertias, 1
Gonealve de Brio. pret do carpo e.
E-otJlmaa c C, Josa Gregorio rVrrtra Osmrs^tV-
reiri Carneiro os C, e J ae da Sil** Jaaa fl-
ihoPsgae se.
Padr" r'ranciaeo Veriseisso
rio Roberto T* varea do
vista o Sr. Dr. procurador I
ecehe-dvrla -sr^t/liMisal
DaSSPACHS DO DIA 10 DS ISTMO
DS1888
lina Delfioa Se Mel*. Tevtalata
da Conceico, Jasepaa Mana 4m Ostras,


i
!-*-*,


Diario de i^mambuco-tyuiitafcira 12 de Janeiro de 1888
_.""
aoarei Bpaw>; Pwiwrtt rtfcrr JSqawnTRfe'
riso ;m vista du iuformacoaa.
Jo': Times Pereira.--Siu>, de ateordd com as
inf.;rt mco-t.
Jalo Raposode SonsaSim, mediante reeflo
Gu lb*rraha>v Mlria da Cooceiei. -Iurornm a
1* eecjo.
Coi IbentM- htonio di. Costa.A '1* aee|o pura
u formar. IssH
-li-
joso Nogueire di S iza. OWM Jo.
Medeiros e Jos Jotqoii Paosla dOs Si
Iho- Deferido sea viste dases*orrjBsa8sje.
francisca Ta>m*.zis* va Aiiumpcicvilifjrtira i'seec*>-
Antmio de Ats*le.l*>1i-ad" ,a-fr*ttii-
a colineta cottfa^ivNbPdeoMracdM-
J ouim DtraMe smU s*C. Volt o S
lanca. lor para ia* maa* ablrVJo CMMadWiV l
alosa peticlo. j
Baibara Lo:s*rais**t*:ria > Silva.I aforse a 1'
seeoli,
Eugenio Viel-'- ta das informscoes
aadi ha que deferii.
ila exclusivamente da vontade de S. Pctersbnr-
go ; e o principe Femando nlo se mostrara ^
principio absolutamente dtsposto a contrarial-a.
'Lembrava-se tal vez do que, segando 8e affirma,
disse prfida e espirituosamente' o Sr. de Bis-
marek ao principe de Battenberg, no momento
ni que Ihe acomelbiv a acceitaco da corda da
Bulgaria:
viaguM instroem a uMCHde, e forue-
(jtoodMMide wresse aee titie desejwea-
amenrias.
0 jteacilWrlernaar) nao flnia entilo; ptoe
[genos, o amales dfcoejo d*tar urna vtagwn
inaMcc^to, nem queria, pelos incoamo*
Hat angartar leiww p* or futuro
sa vida.
carbonisndo, depon de assaasinado coa vatio*-far-
meut s, nao se podando por eoiquanto dtser ae
prodund -i por arma branca ou de figo, tal o
estada em que ae acha o carpo, qoe baatOm foi
condolido em earretinh* para este ctdade.
Jce J'rsmciaca de Freitas na botosa de 50
ama milis oc menos, casado a pai da tres Slhos,
e dus filhaa, urna destas catada com Iidoro Ma-
chado.
Ha tnt aes venden o campe e oasa que tinba oo
distrieto do Povo Novo, e eomprou na Mangueira
e se mudou.
me eslava i em casa. A familia
i que eslava ausente, ata esas
ustiuo Jos de Freitas.
em eaaa de um visinbo, re*
domicilio, deseocilhou o cavallo
mm
RECiKE, 12 DE JANEIRO DE 18*8
i Retro perto poltico ?
F O LITI< A O IIIL
(CotUinuotoo)
Emraanto opriicipe Fernando de a\e Co-
burg) se resolve a ac;eitar a coroa da Bulga-
ria, vjrddeiro pn;senti degregos, segundo to-
das as apparencias, vanos vero que se paseou
de no .o acerca da questao ha rauitos annos plei
cada entre a Inglaterra e a Bussia sobre os
seusiespectivos dominios na Asia central.
No Drincipio do armo receiou-se que essa ve-
lia pendencia loinasst um carcter extrema-
mente grave. As autoridades brilannicas da
india, ante a pers]>ectiva da morte a cada mo-
mento esperada do emr do Caboul, nao occul-
lavam as suas appreheasOes relativamente aos
projectos attribmdjs aos russos. A imagma-
cao aiavorada dessas autoridades via-os ja em
rnoviniento sobre cHertit, ameacando as posses-
soes i glezas. A uspelta nada tinha de inve-
i-osim.l, attenU a rapidez com que os russos
caminham no alargaimnto d6s seus dominios
asiticos. Alera disso a questao das fronteiras
apenai bavia sido adiada, nao resoivida. As
portas do imperio britmnico na India podiam
ser rbi-cadas de relente, e sem violaco de qual-
qner Iratado expresso, petos proprietarjos do
Turketao.
Pumisso bastara, eBcctivaraente o falleci-
mentr que se julfrava prximo, do emir Ad-
durral man, grande amigo dos inglezes, causa
de tod} oprestigio que elles manteem no Af-
gbanitao. Esse incidente -poda dar ensejo a
umamvolta, que a Ru?sia, sem ser milagro,
poderii querer ap'-ovear para safacao dos
seus CGnhecidosdeigniC'S.
A re/olta deu-se segundo se annunciou, mes-
mo em vida do emir, j guarda-pordo da In-
g,lateri a, e contra este mas nQo leve as ms
consecuencias que se reviam. As tropas de
Abdur alunan podi?ram conter, ao menos tem-
porari: mertle, os rebeliles, os partidarios do
emirYakoubKban, destironado pelos iiglezes
era favor do actual.
Entretanto a commistio que as duas poten-
cias imeressadas haviam nomeado para a deter-
minacio de fronteiras d<> Afghanlsto, finalisara
o seu trabalho. e e.rtrva no mez de Abril em
S. Pe.ersburgo. Comefaram desde logo as
negociicoes diploms.ticas, e com to bou xito,
que eni Julbo estava res lvida entre a Russia o
a Gr-Uretsnba adisputida e por tanto tempo
perturbidora questiio de limites.
aciwrdo, obtido custa de ooncesaoes reci-
procas acabou rea men e, com essas demora-
das Cdntestaces qoe, pir differentes vezes ti-
veram aspecto soubno, e que, ainda ha dous
annos, pozeram em risco a paz do mundo.
Sera essa convencao definitiva, ao menos
bastante duradoura ? D;sapparecem, em vista
della, iodos os motivos de novos conflictos en-
tre as duas dominadoras do centro da Asia ?
0 que )ior emquanio parece peder aflirmar se j
como c )u?a certa, u que ambas fi arara satis-1
fetas com a transaa.io, : a.Inglaterra alem dis-
so. un tanto admirada dos sentiraentos concilia-
dores da sua orgulhosa intagonista. Dir-se ia
que a Bussia desejaia momentneamente afastar
da sua d plomacia todos os motivos de preoc-
cupacc' sobre negoiios jxtra-europeus, no m-
tuilo de poder seguir rriais euidadosamonte
quaesquer evoluges da poltica internacional
allem. At em relacao aos [talkans a sua con-
ducta ;oi durante d amo menos violenta do
que se poderia prever.
O principe Fernando acceitou com contcnta-
mento a rcsoluc o da tssembla nacional da
Bulgaria. Estaeoviou llie, logo dcpoisdacloi
co, un telegramma que resava, mais ou me-
nos, assim :
. Os leputados d;i grande Sobrani, recome-
ceodo as altas qualidades que distinguem a pes-
30a de Vosea Alteza Bea assim como as sym-
palhias que toasa Alteza grangear em Tavor da
causados blgaros, acabara de acclamal-b en-
ihusiasucamentc, c por inanimidade, principe
da Bulgaria. -^
O ele .lo responder, a lineza eom flijeza, cora-
municasdoao presidente laquellaassembla que
ficra resonhteido e orgulhoso gpnte a prova de
considiraco que hiivia letvbiM, e da qual pro-
curara em breve jrazo tornar-se digno; que
esper.iv que a Sublime Porta e as dernais po-
tencias se eenftmbassetx com o resultado da
eleigo. para ir desde lo^o consagrar a sua vida
a feliolade e engrendeciraento da nago bul-
gara I
Tudo isso era bella e (oinmoventemente dito.
O joven R>maudode Coburgo, neto de Luiz Kbi
bppe, DMgantto'a ndoh burguezada estirpe,
estava cr ples teiiente do e>.ercito auslro-huogaro pela
ca-trH*i"-' vieeuM fia va> os seus destinos.
Verdade que c mmdo n5o tinha razoes
.speciaes para, acn ditai na competencia do
priofifM' par; dpinpeiho do diflicil papel de
qe del brtra^nca-regar-se. Mas nao era isso
O'flWir: Seria preoita urna cosflanga mverosi
mil' na aeco social da monarcliia ein nossos
tas, pa-adar valor demasiado s palavras ama-
velmemo trocal ntre a Sbrame e o seu
eno. A rJHfctildiide mair tanto para urna,
como p. iaUon's&idas nos negocies da Bulgaria concor-
dassrai mb reoinlien-r o principe Fernando de
Bat* coi io legitimo substituto de Alexandre de
Batttoibf rg. E' possivel que esta ou aquella cs-
atveaa* 'lisposta pa a isu>; nenbuma, poretn,
queria isr a primeira a declarar francamente o
Jt pitn i-tr eein reeeio das ronsequencias. A
AaetrU r a Italia giavitamm em torno da Alle-
aaa)u < depile que e ua obedecendo sua manko-
sa poli 'il reU ,o i Easata, se abstinhu de'
toBMV qialquer resoluci) no assumpto, as ou
tras inn ii\am-n'a to proceder reservado, dei
lando tido mero1 dos acontecimeotos. Atito
essa diplumacia re^-eiosi, de meias palavras
vio-sc l. go que a resoluto do problema depeo-
Procnron, pois entender-se osen a Porta Otto
m ana, e com todos os gabinetes europeus ; ten-
tou principalmente conquistar a benevolencia do
governo moscovita. Nao pode com tudo sso,
obter o consenmento desejado, e sem o qual
prulestava noacceitaro sacrificio que a conti-
anca dos blgaros Ihe impunha.
A Bussia, sem se mostrar Hspostra a
intervir directa e immediatamente nos Bal-
kans,.persistiaem nao sanecionar a eleico do
Coburgo, como nao havia reconhecido a legali-
dade da regencia que o indicara aos suffragios
dos representantes blgaros, nem a da assem-
bla que calorosamente o havia acclamado.
Essa obsnaco era para fazer callos na pa-
ciencia de um mancebo cheio de esperangas e
ardentes aspiragOes, e que pareca nSo querer,
como seu irmo o viuvo duque de Saxe
limitar-se ao simples emprego de marido com
vencimentos iotegraes, em caso de aposentado-
ra Poz, conseguintemento, de parte todos os
re ceios, venceu as hesitagoes humilhantes de que
seu e spirito fdra presa durante um mea. langou
como Cezar os dados do seu destino ; e eis que,
em 11 d'Agosto, desembarca na Bulgaria, de
bordo do hiato Alexandre, onde havia embarcado
em Orsova, sem se recordar que o nome da em-
barcagao era prenuncio pouco lisongeiro ao bom
xito do seu commettimento.
Alea jacta est.
O principe Fernando foi recebido com vivas
demonstragoes de regosijo por parte dos que o
haviam designado para seu raooarcha Fize-
ram-seem sua honra athrahcntes festas officiaes.
Elle foi de Roustchouk a Tirnova no meio de
grandes ovagOes". A Sobrani reunida na cidade
de sua sede deu-lhe solemne posse da cora.
Depois o principe foi a Fnilipopoli, entrou em
Sofia, e por toda a parte ouviu discursos e vivas.
Tudo isso'era excellente, mas pouco para tirar
ao que era alvo dessas ruidosas manifestagoes a
consciencia da situago grave em que se collo-
cra. As dilficuldades appareciam-lhe de certo
claras por toda a parte. No seio do principado
havia os russophilos. os nacionaes ntranzigeules
cora as pretengoes moscovitas e os nacionaes
moderados, dispostos a transigir, sem perda to-
tal da autonoma da patria, cora essas mesmas
pretengoes ; havia mais os partidarios de Ale-
xandre de Battenberg, especie de sebastianistas
da Bulgaria. Ora, encontrar um modiuvivendi,
no meio desse capkarnaum de opinioes contra-
postas, ja nao era insignificante tarefaparaaquel-
le que na historiada familia lera oexeraplo da
fragilidade de um throno no meio domar revolto
das paixes polticas de um paiz. Mas tudo
isso era cousa nen huma em vista dos contra-
ternpos exteriores.
(Continua.)
noticias d a'aciflco, lo da
rata e sal do Imperio
O vapor francei VtlU de Pernambueo, entrado
h iitein do snl, t.-ouxe as nen'jiutes noticias :
Parlllr
D^fa< telegrapbiuas u 24 de Deserrbro :
Na i livia 'omavu-M' de dia para dia mais ar-
. nte n luta entre os pariid s que pleiteavam us
ndid\tura8 de Aniceto Arce e do geoetai Ca-
nncbo presidencia d'. repblica. N>-s elei?oes
niunic pa s triurDpbarsm oa amigos de Arce.
So Chile, rs deputados liberaos appmvaram em
_' oo o pnjecl-' -iv lei du oii,aaie.it impedindo a
<:i?russo esmiutada qoe a oppoa Rio ta Praia
Datas de Bun^aAyies at 27 o de Montevideo
A 28 de Deaembro :
Pnr acto, do po er execntivt ii. Repnblica Ar-
gfntina foi creado uui rnbuuat militar j'ermBneiite,
4 vista de pnposta do i-hefe a^ estaao-u>eior do
-jercito.
K- gr'sscu a Buenos-Ayrea > Dr. Jaint Cel-
ii,-m, qne immediatam- ate d pois resssumij a
pieridenca da repblica.
No paquete francs Congo, chegaram a Monte
video oa restos mortaes de Uenrique Barroso, filho
oo Baro do Amazonss e fallecido em r'aria.
lo Urannc lo *ui
DaUs at 31 de eaembro :
No da 12 prestou juramento e a 13 t->moa posse
ii, carg} de cbtfe de polica da provincia o Dr.
.los ae Asevedo e Siivs.
O Ur. Azambojit Vdlanova aasnuiiri a pre
.< lencia da pr> vincia eoi principios do mea cor-
rente.
Na parte da burra do Bio Grande, de 20,
i-se o seguinte :
Hont-in to> encontrada na costa urna garrafa
d"Vidamrotp lacrada, contendo em ullem&o o ae-
..- iii'i: escripto :
i A presente garraf* foi lancada ao mar, no
dia 21 de Agosto de 1887, na lat. de 26 10 Sul,
l'ing 4420" O, de Oreenwien de bordo do vapor
allemao Hannover, da cidaoe de Brc-m. u, capitio
Gatbermanu, que segu viagem de }. ViC'nte para
>lontev do.
A que:n encontrar esta garrafa pede-se para
mencionar o lugar om'e lr encontrada, e a nota
que ella contm ser eotregae ao consulado .le-
imvj da ridade mais proxitn(Assignado) Hell
meri, otficial da vapor allemio Hannover *
Aeompanbado de 30 pracas de linba e de im
offical da tecretana segu-o para a ex-colonia
U Isabel o Dr. ebefe de polica da provincia, qoe
all vai tyndicar dos ltimos acontecmentos.
Foi apprthendido por Apolinano F. de Ol-
veira, c.,u,mardante dos guardas da alfandega, a
bordo do lgir. inglez Edith Mary, 54 pac jtes
com roupa, 10 pecas de roupa de oleado e 11 cai-
xinhas com meias.
Todas estas fnaeudas estavam escondidas em
logar onde ni costume conduzir tnzendxs.
Terminon na alandega o leilSo feito pelo
agente Aotooi Das Viauna, dos salvados d
vap ,r inglez Zo, que ba mezes naufrago na
custa d Albardau.
O leilio prodosio qaantia superior a 30:000^,
oao iocluinr'o o valor dos salvadas que foram veo
didos do Aibardio, d agundo consta, produzram
ais contos e tanto.
Pelo tribunal do jury de Sant'Anna do Li-
vram nto, toi nuanimemente absolvido o Sr. Pedro
da Silva Piut<, iut-T involOntario da morte do
major Fraz&o.
Na Cacboera den-se ltimamente o aes-
apparecimento mysterioso de um inglez de n-me
H*n* Uscar, eogenbeiro, que .all ehegara de pro-
cedeuea da Margem.
Jepois de oito das de dem-ra no hotel, o boa-
pede sabio noite, diaeodo ir 4 casa de orna mu-
ber fail. Desde essa noite que nioguem mais
soobe de Haos.
NsVj ae pode >uppor orna faga, porque Sana d
va ao h trleiro apenas 9030, deizando do hotel
valor aoperior.
Da ae qoe o estraogeiro traaia consigo 8v04,
o qoe faa crer qoe o seu deasp^areciiaeoto procede
de uu ennse.
__ th-guu 4 eidad do Rio Grande o 13* l>ata
ihio de intantarla.
L-se oo Diario de Bio Grande:
Na noite de 28, no distrieto da fianfiieira, foi
praticado ata cnuie bornvel, qne fas lembrar oa
que b-. annes assignalaram o anrtricto de Tabim,
quando all dtmiuava Candido Guilherme e ana
quadrilkta.
A cusa de Jos Francisco de Freitas f.i presa
das cbammas, e seo prsprictario honivelmenfe
fosa* nessa oecasiio qne oa-aasas-
i le sorprcZH o Ib deriiu a murte,
aafcg9 .b"b.taao.
eicj de Freitas, no dizer d alguna
dos leus visiuhis, qne hontem onvimos na secre-
taria da polica, era bomem b"mquisto no logar;
cao se lee oonbecia um iuinigj, pois, apexar de
valente, ra incffeosivo.
Sua cisa estava situada as proximidades de
asustar, i diaSuia etfre aqortlare^airrpdia se
veicer-, s rigor, em um quarto de bora.
E' o que uos informa, o cavatbeiro qoe coab.ee
peifeiramente o lugar.
A's 10 b-raa alguem dia ter visto 4 distancia o
c'aro 3 incendio. No emtaoto ni o consta de
neobnma das casa* da virnbasoa se presenciassa
a perpetraco do enme.
Ha quero attribua o atl.-ntade ao ronbo por snp-
por que n victima tiveasu algara dinheiro emeasa,
a.bra do producto da veno da sua propriedade
das Pnrttiras, qoe o logar oode priraeiro morou
Jcs Fraiseisao de Kre'tas.
O cade.ver osl4 de tal modo ca bonisado qoe os
im-dicos iecKuara j> nao poder preceder a eaame
aem qne i> \* lavado.
Por eiao motivo foi conduaido para a Santa
Casa, onde te d4 boje auto de corpo de delicio.
Acompanharam o cirpo da desventurada vic-
tima desie grande crime o subdelegado de polica
da Mangieira, W Honorio Teixeiru, e alguna ci-
dudios moradores u'aquvlle distnoto.
Na santa casa de Misericordia, proced^ram boa-
tem os Srs. Drs. Pi Silva e Almeida Pires a
eiaius no cadver de Jos Franerioo de Freitas,
a infeliz victima do borre roao crime da Man-
gueira. *
.Doexame v.nflcou-se urna _-.-i.inie quantidade
d.- ferBMntns, producido por armas de togo o
cortante. Um desees ltimos varou-lbe o coraeao
de lado a lado. No corpo foi eucentrada urna hu-
cha de arma de f,-go.
Da ferimentos rio tanto* qoe M nedicos na>
pgdersm pretisar o numero delle, em parte t*m
bem devioo ho estado de carbcnisscio em qoe ae
chava o eorpo.
Tudo revela, neis, qoe Jos Francisco de Frei-
tas foi victima de um crime verdaderamente ai-l
vugem, digno da maiasevera pnnijAo.
Nj ln.ir denominado Jos- Veih), no muni-
cipio de Snta Mara do Mundo Novo, Jacob Be-
cker fi a 21 de Dez-n br> aetassinado por Antonio
Fraocisc- de OMwira <- sus dona filboa Antuon e
Hnrtencio. Antonio desempeoboo o principal pa-
pel na perpetraco do hediondo erirne. faeto
originoa-se de urna riza-por caasa de um boi.
No manieipio de S. Gabriel foram epnc-
d.if, feridts inor>H'inent/ um e araassiuado outro,
en .in.:ivi:ii s Z ferino 'evera e Bento da Costa,
qua de volia de uina poicari* baviam carneado
orna vacc-c-alliea.
tasaatat ralbarlna
D-.f b :-.& 1 de Janeiro :
Aa ;i tieie.b ao de mteresso local.
m. Paulo
Dataa etc 5 de Janeiro:
Keui.i-i-i no Oa SO do pascado a junta apa-
radora-da eW.tyi provincial do distrieto, sr.-i !o
expedi-ii-s Oiplomaa aos Srs Antonio Prad ;, Dr.
Jteo BaptJsta de Momea, Dr. Deltoo Cintra Dr.
Augusto d-: Souza Queir.iz.
S 'b a epigraphe Faci curioto refere o Diario
Pofmlar d^ 31 do passndo :
Ua mais i u menos doas annos qoe urna escra-
v* do Sr. los Theodoro Pinto, faaendeiro em At-
bala, teve que atravessar orna lago* com agua at
a cintura, provinlo-lhe d'abi urna snspeo-io que
perdura at boje.
Essa escrava tem 30 auona drldade, forte e
robusta e tem deas filboa um de seis annos e ou
tro de trea
Deesa data para c4 eoflVeo diversos draarrati-
jos vindo a parar afina! de cantas em na estado
completamente estranbo.
Ha cinco metes que nao come e nem bebe, tra-
balha todo o da, e durante a noite faz serio por
coata propria, sem atteoder a ambaras admoesta-
cao que se Ibe faga ; tem urna forca herclea e es-
teva dous meseg em casa do Sr. J. Gailberme, sob
sua obserVhcio, sendo por elle aotado que, duran-
te os dous mez -9, nao iogerio ella a menor alimen-
tario, a ni j serem dous ovos batidos e tres biscoi-
tos de trigo de 20 r:s cada um. J*o dorme sem
que se lbe d opio.
Trabalha tm crochel e doces perfectamente, e
eoteode muito da arte culinaria, maa oio provs
cousa algoma ; pn ciso que alguem o faca para
tomar o tempero.
Anda semprealegie. bn san ae pela bocas,
aagae negro e de mo ebeiro De vez em quando
iiicham-lhea os pea. Vai para oit i mezes, segundo
intormacoes do dono, que a rapariga oada come e
nada bebe
urna rapariga excepcional para o trabalho,
e diz francamente que se Ib'o probibirem, morrei4
iocontineute.
mnito asseiada e veste-se, com luxo.
No di 10 do passado, aa 9 horas da noite, na
ra Dr. J io Theodoro,na capital, um individuo
italiano, diaparoo aeis tiros de revolver sobre sua
amasia, sendo preso immediatamente.
O estado da victima era gravissimo, nao ha ven-
do egperanca de saval-a.
Parece qie o crime foi motivado pelo crime.
Em vlogy-mirim e em oatras localidades do
interior da provincia ba presentemente grande fal-
ta de notas miudag para trecos, o que maito pre-
judica o cumwercio.
Em Itatiba na madrugada da 28 do pkssado
foi assassinado com urna facada Benedicto de ta ,
por seu patrio Fraaciaco de Paula Souza. 0 mo-
vel do crime foi o came. Paula Souza descoofiava
que sua mulher eotretinh* relacoea illicitas co.n
Keoediuto, e, segundo consta, perpetroa o delicto
no momento em que pravas cvideutes convertan)
em realidaoe as suas apprehensoes. Ant.-s de pros-
trar o seu adversario, tambein receben souaa al
gamas paotadas. O asaassido apresenteu-se s au-
toridades e foi reeolhido 4 prisio.
N. din l do eorrente foi aborta ao trafego a
estacas da Chave, entra Tanquiuho e Jaguary na
liaba mogy-.na.
Na madrugada de 1 do correte fugiram da
cadeia de Campiuas os presos : Domingos K-y-
muudo da Costa, Sebastiio de ta>, Eduardo Godi-
ubo e Roma. Carlos.
O delegailo de polica procedeu a oorpo de de-
licto e abri rigjroso inqaerito, sendo interroga-
dos oa presas e as sentnellas.
Para co'ii cguirem o seu iateuto oa presos fura-
ram urna parede de taipa, qoe meda quasi uin me-
tro de largo, e serraram um pedaoo de pao da
largura de l res palmos 1 .
Estes me irnos presos ja tentaran), ba tirapos, a
fuga, mas com m4o xito, sendo por isso eocar-
cerados na eoxovia que offerecia maior aegoraoo*.
No din 29 r. aoio se a junta apuradora do 8
distrieto p. procedeu 4 apuraedo das autbenttcas,
sendo este o resultado : Firmiaoo Pinto 649, Mar
g-rido da iilva 610, Prudente de Moraes 602, Bo-
cha Alm ida 596, Baogel Peatana 571, Cesan >
Motta 70, BaDhael Corraia 545, A. Mallos 544,
Julio Al ves 487.
Al* aeasij preparatoria da assembla pro
vincial devia realiaar-se oo dia 4 e para a abertu-
ra foi maMado-o da 10.
Em-srsaio de do Tribunal da Relacio maodou
pdr em liberdale o subdito ingles M-goel Qjdofre-
dj, preso na cidade ae laimeira e aecusadu de pro-
mover insurreicio de" escravos ; a decisio foi uoa-
uime.
italiano Salvador Falbj offeodeu com um
ti jala Isaac Antooio de Paria Lei te, que ficou f-
tido gravemente ; e Joo Bernardo disparoa um
tiro de rervetver ao guarda Urbano Braulio Antonio
de Araojo, feriedo-o gravemente em um dos ora
eos.
Amboa o* offaosores foram presos.
No ari io de Jos de'A meida 'Correia, mani-
eipio de Caa Branca, deu-se um desastre fa-
tal.
Estando o marido de loa filba Leopoldina em
eoapanbia desta, aa roca, a derrabar um ooqoeiro
ate cabio nesperadamente sobra a moea, offan-
deado-a gruveaaente, vinio ella a fallece pooaas
~T*3pO*
Leopoldina estava grvida e abortou em oonse-
qoaocia da desaatra.
Em Campias, no dia 2, 4s 7 1)2 horas da
noite, Antonio Vignooi, oficial tnarceaeiro, ds-
parou seis tiros de revolver cm Antonio Martlto,
penetran lo uaaa das balas na espadua direita.
Por aua rea Mart m disparou tres tiros contra
o sea adversario, offandeaao-o em ama' da costel-
laa.
Em umaaierraria da roa Perreira Penteado,
oaquella cidade, o menino italiano Antonio I pac,
de 12 annos de idade, estando a brincar em urna
machina de ferrsiro, ficou com um dedo anaullar
da otio esquerda esmagado pela pbalanga.
tek a epigrapbeBevolta de colonopatoicou
o Carro de Cawpina, de ante hontem :
Bm ama fazenda pronnaa 4 esta ci de Santa
Barbas* deu-se urna revoita da colonos italianos
contrato director, ameatcando o de morte. O fae-
to ro communicado aa Sr. delegado de poliwa por
tulagiamma hootem.
Para aquella fasenda parti hontem, a pedi-
do, o Sr. Proapero Bellinfante, afim de apazi'guar
oa revoltosos.
Dia a Qauta de Piracicaba de ante-boa-
tem:
Conforme ba tempo noticiamos, tre>ta-se de
completivo prolongamento da linba frrea Itua-
na, da Charqueada 4 villa de S. Pedro, extensio
de 23 kilmetros, para o qne oonta-se com um au-
xilio de cere* de 60 contos de res- per parta de
intereaaadoa daqnella villa, no meamo prolonga
ment.
Parte destaquantia j4 foi subscripta em reaniao
alli effectuada aate-hantem, davendo-se tratar do
assumpto na assembla geral da accionistas que
tera- logar a 8 do corrate, em S. Paulo, afim de
terem comeco os respectivos trabalhos.
Parabens aos sio-pedrenses.
No aabbado ultimo, a hora- j adiaatada da
noite, houve na Villa Matbias, onnhecido arrabal-
de de Santn, urna grave desordem.
Comparecen um reforco de 10 pracas, comman-
dado pelo Sr. D. Baltbazar da Silveira, eneoatraa
do-se um preto eatendido por torra com ama faca-
da no peito.
O ferido foi immcdlatamente conduaido 4 Sin
ta Caaa da Misericordia, aeudo perigoso o sea es-
tado.
Consta ao Diario de Santos que houve antis fe-
rimentos.
O Sr. Antonio Lastosa Pereira Braga p dio
privilegio parra ama estrada de ferro entro a cila-
de de Taubat e a de Catalio em Goyaz, com um
ramal para Smto Antonio do Monte, em Mtnas.
Iuauguroa-ae no dia l no aotigo conv -nlo
de Santa Clara, em Taubat, o instituto de artes
c oScios e escola agrcola, creada por urna asso-
uiacio composta dos Srs. desembargidor Aurelia-
no Coulinho, Viscoade de TrcmembJ e* vicario
Nascimeato Castro.
Bio-ais; Janeiro
Foram dst-ibuidoa o crdito de 9! 0:000/000
para ser applicado oo correute auu >, construc-
cio do prolkngamento da estrada de ferro da Ba-
bia ao S. Francisco e o de 2,o00:000*tt00 para ter
ignal applicacio aa obras do prolougamento da
estrada de ferro do Becife ao S. Francisco e do
ramal do Caruata.
Nada rcais referen) as folbhs alm dO'que
consta da Parte Ojficial.
EXTERIOR
Viagem Imperial
(Jornal do Commercio da curte)
Canuca, 7 de DezembroA 4 do corrente, acom-
paobado peloa Visoondes de Nmac e Motta* Maia,
aasisfio S. M. o Imperador 4 aessao solemne da So -
ciedade dos Salvadores de-Canuen, da qual pre-
sidente honorario, tendo aid<> acclamado presidente
t-ff'.ctivo o Viacondo de Nioac Sun ^agestada
distribuio algumas medalhas e dipLm .s com que a
asatioiayio premeia os aervic/13 prestados huma-
nidad!', tendo sido oatras distribuidas pelos Vis-
condes de Motta Maia e Nioac.
De toda a assembla receben o Imperador nu-
meroeaa mostraa de apreso, sendo saudado com
grande cathoeiasiuo o bondoso soberao > qne o Bra-
sil tem a ventura de psssuir.
Oa 5 Sua Mageatade tem continuado o aso
das duchas.
D<:pois Je ouvir missa p-r alma do priucipe da
Syracusa, irmio da S. M. a Impuratric, fea Sua
M gesta le urna ezcuraao, acompanhado pelos Vis
condes de Nioao e Motta Mata, 4s montanhas de
Esquerel, tobarbaioeMo cantadas palo peala Mis-
tral. Anda existe all urna casa velha e arruina-
da, na qual, em comeco do nosso secuto, se alojt-
vatn salteadores, bem orno o subterrneo para
onde ersm lavados e sacrificados os viandantes que
recua&vam entregar o que traaiam.
S. M. a Imperatriz, acompanbada pela Viscon-
dessa e Visconde de Carapebs, foi 4 Niza visitar
a princesa Januaria e o Duque do Montpenaier.
Da 6 Visitn 8. M. o Imperador a villa
II tfioinn, perreucente a um rico banqueiro de Pa-
rs, e a la Duqueza de Larochefoucauld. Os jar-
dios desta ultima quinta sio admiravelmente-ar-
bo.ides u laagoific ,a es reas Ug.iB que recordain
os bellos sitios da nossa ,r ara n e.i i ial de T,-
jnca. No nosso Brasil a oaturexa pro I g i, e.xu-
narane e rica. Aq; -ubr it.uio a mi do li >
mem que se taa sentir.
Na villa Hi uiaiin ba um terrado immenso que
deita para o Mediterrneo, ficando magnifieaman-
te collocado em relacio s montaubas de Esterel.
O panorama, que d'alli se descortina, encanta-
dor. Sua M>,gestade levou muito tempo aeontem-
plal-o, recordando saudoso os bellos sitios da pa-
tria. Nos jardins das duas villas intereasoo-se
Sua Magestade p^las plantas classificadas, deten-
do-se a examinar alguna exemplares raro* cerno
pr< funjo conbecedor de b Ha nica.
Nao passou despercebido o anniversario natali-
cio do eympathico principe D. Augusto, tai eati-
ma vel p la amenidaae e Ihanesa de carcter qu-f.n-
to pelas suas prendas inlelleutuaes. Seja-nos lici-
to a presentar :be daqui aa nossas saudacoes.
Dia 7 Visitou Sua Magestade, acompanhado
peloa Viacondes de Nioac e Motta Maia, a villa da
Duqueaa de Montrose ou Villa Trrese. Despen-
den Sua Magestade duas horas a visitar este apra-
zivel sitio, qoe encerra um dos jardins mais ex-
tensos e primorosamente cultivados de Cannea, nos
quaes se admirain magnficos exemplares das uiaid
raras plantas de todo o globo.
A conselho do seu desvelado medico, qne, ba
p ucu das, conferencian em Marselba com o emi-
nente professor Charcot, Sua Magestade dein -rar-
se-ha anda por algum tempo em Cunes no uso de
duchas e do trata ment anteriormente estatuido.
pretenden I i passar daqui 4 Italia, ao o invern
ni i fr muito rigoroao. Sei que oaquella confe-
rencia, alm do desejo de poupar a Sua Magesta-
de o natural oansaco da viagem ao Cairo, pesou
muito no animo dos dous prot'asores a considera-
cao de reina-em. alli com carcter epidemia, pos-
to qoe em phase de decrescimeato, fer>r,;s que ten
acommettido maitos estraageiros. (Denque). Te-
legrammas recebidua 4 ultima b ,ra n ,tiNaram que
a epidemia anda perdura va. O Imperador c m-
formou-se a esta resnluuio, comquaoio repigne
ana natureza activa prolongado repouso.
A scolha de Caones para descauso e tratamen-
to de Sua Magestade oio india recabor em sitio
mais ameno e apraaivel. Cidade da 20 mil almas,
situada as bor las do Mediterrneo, e no fundo de
um golpbo, Canres ama das bellas staacoes do
mundo. ') sal bemtaaejo no invemo e os boi-
quet de piobeiros e eailh-s, a profusio de flo-
res, e os esplendores-do Mediterrneo justificara a
denominacio que lord Srougbam dava a esta la-
compara vel idade : a minha querida Eleonora
Pelo aspecto da bygi-ue, Cauue sitio abriga-
da contra os rigores do invern. A oeste a cadeia
grantica do Esterel quebra a violencia do veuto-
mistrai, que, quando aqu paasa, j4 v m branda e
suave. Ao norte protgelo a cidade e resguardare-
na dos ventos fortes us altos e baixos Alpes. A
leste elevam-se montanbas cuberas de pinheiraes
e o monta Fleury, de vegeta oio esplondida. Maia
longe, alm da gilpno J.,uan, a- pennsula d'Auti-
bea coutnbuo anda para abrigo de Cannea.
INTERIOR
motan falulfleadas
(Jornal do Commercio, da corte)
O Dr Candi lo Mendes de Almeida, adjunto dos
promotorea pblicos, den a s gtiinte denuocia so
bra aa notas falsificadas, appr. hendidas na Caixa
da Auiortisacio :
v Ilim. Exm. Sr. Di*, jais de direito do 8* dis-
trieto criminal adjunto dos promotoras pnbli
eos da crcK oo impedimento do-2 promotor, vem
parante V. Bit, oo MRBua da lei, dar denoacia
contra Jos Siares do Amaral, J'io Stares do
Amaral. Fertunato Biavea da Amarad e Jos Ma-
rta Csrneiro da Cuohs, peloa factus que passa a
relatar
Di inquurito ramettido pela autoridad policial
consta, que tendo comparecido aa Caixa da Amor-
tiaaaio o priioeiro denunciado Jos Soares do
Amaral, negociante eatabslecido aa cidade do R-
cita, em Pernambaco e havendo alli conseguido
trocar granda numero de notas j resgatadas pela
thesouraria de Ceara, a* quaes por ordem dos de-
nunciados Baviam aido retiradas do vapor Ba/iia,
naufragado no norte daquella provincia, foi a po-
lica avisada para providenciar esa ordam e tra-
yendo aob vigilancia-o dito denunciado, descubrir
se possuia cate anda mais algumaa das aliad i las
notas, qoe eranr da valor nominal da SOOO e
dest'arte impedir qoe ella aa atrodncisae na cir-
calaoao.
Por volta de 1 Dan da-tarde do dia 7 da cor-
rente mea da Doanra'sro, votton 4 caixa, o denua-
cado a trocar nova poroio de notas, da ordem da*
cima nomeadas, e oa oecasiio em que as exhiba
na scelo do papel moeda, foi preso em flagrante
delicto, lavrando-se o competente auto, sendo tara
bem ah apprebendidas as notaa, qne ievava, e al-
gumaa das que das antea trocara oaquella repar-
tilo.
Na m=snn da procedeu-aea bosa na residen-
cia do dito denunciado, em um dos quartoa da caaa
n. 37 da roa do senador Vergoeiro, no qual foram
apprehendidos o( importantes documentos de fiVi.
13 a 23, que vera a ser trea cartas dirigidas do
Becife ao denunciado, duas pela casa Soares do
Amaral e Irmio e urna por Jas Mara Csrneiro
da Cuaba.
Procedeu-se a ex ame naa nijtaa apprebendidas,
verifiesndo-se que as do valor de 24 e de 5J j
haviam sido resgatadas em tbeeeararias daa pro-
vincias, tendo sido o respectivo carimbo de inoti-
lisacioapagado por meio de reagentes chraieos
e de raapadeira, l 51 o 52.
No vaper Bahia vinham remettidas das thesou-
rariaa do Maraohio, Ceari e Parabyba grande
numero de notaa j resgatadas, do valor de 14,
2*. 51, 104, 504 e 5004, irap.rtaodo tudas em
78:1584000, como minuciosamente in.true a ia
formscii da Caiza de AmorTisago da fia. 63.
Esaes notas, da-o r-latorio da autoridad,: poli-
cial, vinham dentro ds caiws do lata, completa-
mente Roldadas em todas a* suas juncturas, e que
eram reagnardadaa por oaixaa de madaira perfei-
tainunte pregadas, cintadas e lacrada*.
As cartas encontradas na residencia do prime-
ro denunciado davam noticia de frequentes remes-
sas das nota* ai lud as por parto da casa Soares
do Amaral e Irmi >, de Pcruaaib'ico, a.o r-ferido
denunciado, e por isso tomaram-se as devidas pro-
videncias para qoe nao fassem eatregjes o desti-
natario rem-ssas do diaheiros faltas por essa casa,
sanio perknte a polieia Pelo paquete Muios.
chegado a 9 do correte, velo um jiaoots de.....
7:Oi>4 enviado pela refer la casa do Recite a Xa
vier de Simas Irmio desta corte. Neate pau>te
foram encoiitiadas 1 400 notas di 54, com signaos
de evidente supprossao, por meio de raapadeira,
do carimbo de resgate, cxalandb ellas um cheir,>
detesta vel, mas idcptico -o queso uotdva as no-
tas apprehiiiiJi-las em poder de J"a Soaros do
Amaral, bem como as que elle trocir, das au
tes, na Caixa da Amurtiaucio.
sae .-nesrrio cbe'ro chamoa ta-no n a attencao
da auturdale pilicial, no eseript'.rio da comp-.-
uhia Brasileira de Naegaca a V .p >r, para un
outro pacote, entre os que continhatn dinheiro. re-
mettidjs do uorte a diversas p-ssoaa desta corte
Este pacota era enviado por Benevi les Gronjaives
Barboza, de Pernambueo, a Z:uha-Bam>e >'.,
acbava-se lacrado ; e subre o lacre lia-seFernn
des e Irmio. Aberto com as formalidades legaes
ia preoenc.a de deuuucia lo J'.s Soares do Ama-
ral e de Airouio Ferraira iimo Subriuho, socio
da casa 2 inha-Ramos e C., qur j so-baviam ne-
gado* recebar o tal pacote, por uio terem aviso
algam nem coabecerem o remettente, verifieoa-se
conter elle 953 natas de 54 que iacoatineata toram
por Amaral reconhacidas como perttmoenies ao
numero das por elle salvas no vapor Bahia tanto
mais quanto > accentuoa o denunciado, exbala u
ebeiro da substancia chimica ampregada par elle
em Pernambueo para lavare desinfectar taes co-
tas ut fl. 47 v. do inquerito.
Por telegramma do Exm. Sr. chefd de polica de
Pernambueo, que se .cha nos autos rtteridoa fl.
69, vciificou-se que o nome do remettente pura-
mente fistieiolio.nviudeB Omcalves Barbosa
nao eiiate ; a esse pacato foi descchalo pelo ds-
uuuei^do Purlunato Amaral, abuojudo do canmb
de Fernandes & Ir rudo.
A prova da co-partiuipacao cnmiujsa de cada
um dos donaaciados resalta evidentemente, uio t
dos fact -s urradoa seuao tambera das propnas
declaraces do primeire denunciado, das cartas
encontradas em seu poder e principalmente da iu-
terpretacio oor elle dada tpicos importantes
dessas missivas.
No sea Drimeiro interrogatorio, no auto de fla
erante, aili.-raa Jos Soares d > Amaral que da
dentro do vapor Bahia, o&ufragado as proxmi
dades de Pernambueo, o qual aneraatou com tudo
quanto u'elle eaeontrasse, c ineguio salvar grande
quantidade de notas, as quaes, estando vanadas
e algumas at em p Jacos, elle, paia aproveital-as,
ib ii Ion uni-ihes os pedacos e pol-as aptas para
acbar troco ; que trouxe pira a idrte parte d'ess-is
notas, j limpas, afim de trocal as, deixtndo em
Pernambaco grande porcii d'ellas em caaa dj se-
gando denunciado, Joi) Siares do Amaral, seu ir
mi seu socio, que ficou iicumbido de liapal-a*
e remettel-as para a corte, o que o mesmo fez,
ta.r.j que havia pouco mandara una remeesa; e
termina cobfessaado ser o quarto demandado, Jos
Mana Carnoiro da Cunta, sea ioteressado no ne-
gocio das notas remettidas, e se na carta deste ul-
timo, encoutrada em seu poder, peie-se segredo,
porque nio conviuha saber-s^ se ganhavam ou
perdiam no negocio.
Esta carta revela logo 4 primeira inspeccio o
plano critniaoao Jn denuncalos, pois coineca de-
monstrando a co-participacio directa no delicto do
signatario della, o qual usa do plural relativa-
mente a diligencias no vapor Bahia, e fioalisa o
primeiro periodo reterindo-se anoisas combina-
ces-& 13.
Instalo Jos Soares do Amaral para explicar
esse tpico, elle que j a fl 53 se dealissera do que
havia affirmado uo primeiro depoimento cima re-
ferido (fl. 5 v.), quanto a ser Carnero da Cunha
seu socio a respeito dos salvados do vapor Bahia,
loma a eoniesaar a fl. 55 serem essas combinacoes
o salvamento d.8 objectos contidos no bojo do vapor
Bahia.
Diz mais a (Arta qus j pedio < ao Joio e ao J.
Pereira que nao pr ipaguem que eu sou sea socio
oeste negocio, porque, ha vea lo diversas* opinioes
acerca de dinheiro remettido de urna theiouraria
para oulra, c ,ovm que nio se saibae- que eu re-
cebi qualquer dinheiro, porquauto eu maia fcil-
mente ir- pasando o dinheiro mais estragado, '.
assim evitaremos qualquer chicara p r parte dos
fiseaes e outros empiegad s da fazjn la, pois al-
guna disem qu o dinheiro do governo, urna ve en
conlrado, nllopiderpertencer a pessua alguma
Iuterrogad i Jos Soares do Amaral sobre o mod i
de ex plicar os dis-res d'esaa carta, accumula con
tr,.iiec a sobre coutradiccpes que pem ain i
mais a daaeoberto o dolo e i ni te dos denuncia-
dos ; coflf.'ssa que < aabiam que o vapor Bahia
traaia diubeiro resgatad pelas theaounsriaa d>
norte e final,nente qua oto 4 ultima p irt- daquelie
periodo cima trauauripto, assevera que aaaaa-
testavelmente ueste final da penlo Caro'iro da
Cuuba se referi ao dinheiro resgarado pela tbe-
souraria, pois sabido po- todos qua o dinheiro
do tbes.uro eaagatadi uio pertenco mais a na
guem ut. fl. 55.
Couii i a carta coi,firmando a bondade do
plano de ir pasando porque assim devemoa evi-
tar a;n il.ic -s laturas > e termina com O segu nte :
Vamos ver se arrai jamos um meio de trausporte
que naarleve at ah o. mais breve possive1, etc. ,
phras-s estas que dem mstram por si co-parti-
cipaci directa do signatario da oarta, o quartj
denunciado, anda mesmo que mal* nenbuma prova
bouvesse.
E para mais corroborarlo temos a caita de fl.
17, da casa Smres do Amaral 4 Irmio, tambera
etic ntr-da em poler do pr meio denun liado, aa
qual se qoe o dito Jos' Mara fdra avisado do
telegramma passado da ierre p-t Jca Soares d i
Amaral coiDuiuuicando que a Caila pagarla no da
3 de NovembiO as notas que trouiira d Recite ;
telegramma este que Amaral cosfessa fl. 59 ter
passado, assim como ter sido teit i o aviso ao de
nuociado Jos Mara Carueiro da Cu iba, exp i
cando, porm, qus isss se dera porque send ,
este eo irmio amigos? delle Amaral, mnito natural-
mente se interessavio pelo xito da empresa doa
salvados do BaAia, e que era natural que os avi
sasse de que o diubeiro ia ser tricado aa Caixa da
Am rtisaoij e que asta nio baria posto oavid ,
explicacSo esta que soto satisfaz, par ni. justificar
o ac Jmenlo da noticia, s cabivet tratando-sasta
tjsiweio.
para aanaatar w~
cazA eitsdaii t f.
d>S^HDiit>ciadja, isOst
naciosa iasfjriats^ia
Qaanto aos doas oatros oVsjaiairts, Jos>
Fortunato Soares do Amara-, aa factoa
ji por ai s sao aufileientes p*ra_aalitar
culpa ohdade porquaato as
14 e 17, dirigidas pela casa d
, por elles meamos, dio mi
corroborara o depomsnto de Jos Soares aa
ral, quanto ao fsjpto de fiearem o a\i
Becife a preparar as notas e pol-as am estada asa
serem capazas da entrar na cireolaclo ;
to audaz e perigoso que prole Iludir aa
empregados da scelo do papal-moa da (Va
da Amortiaacio.
Quanto ao denunciado Fortunato Son
Amaral, compre fazer resaltar aqu a
cirestmstaacia, ji de paasagem abas lafariSTa, am
ter ssdo por alie acondicionada a altisaa issaa i
que veto com o nome ficticio de Besaviada Osm
calve* Barbosa para eaaa de Zenha, Bitsi da
O em' oujo eavolucro este deauaciado i
no lacre, fraudulentamente, o carimbo de .
des & Irmo, ut fl. 69, da qua! coma ser '
elle socio d_s denunciados, seos irmio*.
A intencio dolosa dos denunciados era tal
pr icuraram por todos oa meio, modos dar
que figurassem sens nomes, quer como i
qaer como destinatarios, e disso fj
cabal a carta de fj. 17, na qual r< \ qa
,-) -dir a Victoriano Xavier de Sima* para fajara*
como remettente simulado, negaodo-ae eaoz, saaa-
m a men te indignado, a represan tar seoteUinoata pa-
pel ; e se as duas primaras semessas foraa testaa
em nome de Soares do Amaral Irmio foi porqsM
uveram tamben infructfero resultada a* lili,
cias que empregaram para obter de Polo C*
o que Ibes negara Victorino, como o M
primeiro denunciado 4 fl. 59; toraanJo-se
sario recorrer 4 falsidadc, a forjar am non* fan-
tstico e a abusar do carimbo de urna ostra eaaa
por oeoasiio da terecira rea u-i, cosao ;i fama
dito e demoastrado. S*
Campre salientar que na alluJida carta sft" fl.
17, referiado-ss 4 recusa de Vietcrio, -Jisca Sast-
res do Amaral dr. Irmio :mudamos de oy.tiAo *
vai segura a remessa em nono, nome forjisf. aras*
Moredas nada valen.
A respeito do destinatario foi caiio a o.asi
mais perfeita, norq-ia it > na prim 'ir* r n -sat S-
fZ'iti. Antonio Xavier de Simas, fl, 23, aa tei
Xnvier ds Simas 4 Irmio, fl. 41, -: na .er
'ah, Ramos Oc C, fl. 46, sead> o aaieo
deiro o denuncia io Jos A'M do Amara:
lia no depoimento de Josa Soar-s o>
um poato'importante em qua o izteami .;.,r ssa*>
todo o diuhoiro eueontrao oo aojo 1, ira > i staassia
foi ir ,zido para trra por elle coa oi> biremma,
no sea estaOelec,nenio, ra J-- J >io i rttap a.
20, pro:aieu-ae a daiafeccii, ::.n^igasi>i aapa-
raci das notas; e que eutrs esta* cuc ama sss-
tas j resgatadas com carimbo d i r spcct.v* Tbe-
souraria, nio se recordan io di qual proviaea era.
laucan lo porm fra estas natas, v.j-, st eusj
recibidas, fl. 56.
Bisas declaracoes J 'rao istra'a qa, aiad i
mi aiusttindo a hy.iothfae de qoe a a tivesse penetrado as eaixaa de lotrtt,
e ,<-.umaia vir ac .u-dici nad as aa notas recoika
u2> era essa a,jn surBcieut* pir.i p.r virtmi*
propria eliminar o carimbo de : iai i-acio data
notas em questio, p>is que elle proprio 4 qstasa
eoafessa t. l-o visto anida uaa notas t .-alas aa saaa
prescuca do vapor Bahia.
E sib.-; cate ponto bastant" esclarece o iapti-
ment de Aotouio Caet.ino N.wes, -rg.ibavijr
contratado pelos denunciados e qoe oor ssoaaa
delUs elf -cu.-u. com sea conpaunnir. Jos Car-
valho de Medeiros, a tirada Jos =*lv kioa qjia- esas
sisiiram apenas es> duaa sinecas le j,r.i> estos
eofrs d ferr, o qual foi ater na presenca -i*
J nuneado Jos Soares di Amaral, seaJu datstro
Jel-e Cuc nitra Jas ama peque o a caixa cnitesMO)
iiiih'iro estragadj e urna out.-a Kermeiiai.maste
fechada, toado signaos Je; lacre, ]oadr. I e
cendo Ihe ser de madeira da pinbo. Is'
din i> de comineu:arios, dem mtra i mais o apata
ev, le.ic;,, que as n.t.s rsg.ta-.aa io Ciar... ra
garam s .naos doa de-tunciados oo ntaami astala
em que s..hram da Toesourarta d asa prori
que. portant), a aJult.racio venfioaia s
obra delles.
Do exposto se conclue :
Que os denunciados faaendi deaappam:** par
si ou sua ordem, por meio de reagentca ctaaicoa
a raapadeira, o carimba da Th--a jarana do Ce ir
ao qual se liaInutiluada Cearapratiuansa ama
uotao r .vr, 1 s alera,; i>, da qun reajlrou imaur
tan; i mudanza de jeniilo, porquujto eaaa ,.1'ara
yin trou-h;a O Ca.-.cir -: r-ap=l .*;, .^"aV*i,
tornando-as representantes de valor svmttarta;
Qua essa alterag lo realttad* coaj c3o, como define a ~* alinea io ai-t. 167 do Codspa
Criminal ',
Qae as notas com alteraclo, i=to sem a asar-
ca matilisadora do carmbi. ala pap-is de sjtj lia
do Estado, que se recebom ou estatu* pa
como moeda, se b:m qae aCoalamate o, a
cont de 6 0/0;
Qie os dmuneiai s, pir ia" rn-:J|.i 1 J to
Soares do Amanai, usaran destas notas coma ver-
Ja Jeira moeda fiducaria s loen i q'i-;j i ui i -rata,
e aEsira obtiveran trud ilentameate pero laeasw
prepisto quantia avultnia da '.'Jxa la A as rusa-
ci i ueata corte.
E coiisegniulemente oa denuncia lia achua-jB
ineurs s na censara p-nal do art. ;71 la rtskas
criminal, combinado eom o art. 9a ia le: de S ata
Outubro de 133 i e por lato o adjunto d.j pruao-
turaa r- quer a V. Ese. se dgate instaura.- .-. otra
os mesin s o compeleate sumaario Je coopa, sea-
do ouvidas aa testemunhts abaixo arrolarias; e --
trosim requ t que para completo esclarec a isto
dos tactos teoham ta.i.bem lugar as seguinte dili-
gencias :
a) qae se proeeda a novo exarae oo, pela a
a rectifieac;lo do existente a fl. 51, parrjaautj
nio se acha iiaeriminali qual o Valor e esrampa
das notai que aiuda eoaaervaram vearjgios da
palavra Cear, pJr quanto esideocia sr da i>for-
maei) de fl. 63, qus no b j > do vapor baha, aa
oc-asii) da tirada dos salvados, ala havia aota*
de *4 da 5* estampa, nem do Ceari vieran aa-
taa de tal valor, e someate do de 54 en a-.aers
do 12:0004; cumprindo, portant o. rara i ror ala
que carimba paree nn ser os vestigi'O* encontrada*
as untas de 24000 ;
0) que se procela o exim as natas nr
pela Thesouraria de Pernambaco praarenieiraa
de Parabyba afim de verificar se ae foram
gidas pela agua do mar, a ae esta protiuca
notas eliaina^es do carimba de resgat* ;
c) que se requisito da administraba i a C
da Amortisacio iof ir.naci a raspe to da qaausja
recebida pelo denuncia lo Jos Soarca fin Amasa,
pelas notas recolhidas qus trocoa ;
d) que da raes.na aimisiragia se reqaisrtai ats-
nuciasa inLr.aaco sobre o aaod> d-aciaiieioaar
e encaixotar as notas recolbidas qaaaJo ale sa>
m-ttidas Jas thesourarias daa provincias p ra a
referida- caixa.
,e que ae requisita por intermedio J mesaaa
caixa minuciosas informacass da* tBea:ararits ata
Varanba, C-^a' e 'arai.yba, sobra o m>dc por-
que foram aconlicionadas a cnctixotadaa as ssjeja
enviadas pelo vapor bahia.
Tudo na forma e sob as p as da iai. E. sL
M. Rio de Janeiro. 31 de D sonara d* 1337.
Candido Sacude de Almeida.
T stemuobas :
1. Prancisca Solana de Albuquerqus Soasa.
2. Aotouio Arnad-i Vieira da Costa.
3 Dr. Jos de Calazaus Rodriguta de AadraoW.
4. Jus d Lyra Onveira.
5. Autoaio .vioraira da OHv>*ira e aWea.
6. Antonio Perreira Ram s S.-iormba.
7. A ituuio Ctetau i NunOS.
8. Antonio Xavier ds Simas.
O Dr. Macedo Soar, juis da 8 distrieto e.-tsss-
nal, deu a-guiats dcaeacho n Retala U-
nuuciado Jos Mara Carneiru da Gaasl i, aaaas;-
uada pelo Dr. Jos Hr^iuo DJarte Peretita. am
qual pedia para deteud-r-se solt :
a Nio tem lagar livrar ae o sappiieaate >!a*.
A priaii foi decretada ons oreeisos testaos do ari.
13 g 2* da lei n. 2,018 de 1871. Oa aeorda,
p is, com a resp uta do Dr. promotor pabauu. iat-
.i-rjr > a pnticio retro. Rio, 5 de Janeiro de IW9L
\acdo S ares.
A resposta do Dr. promotor, a osa se tajis
despacho, a seguate :
Parece-ae na poder ser atteasMe a pre sea*
te petivic, porquanto a prisio preveativs da ssta-
plicante. ordenada por V. Ese est p rfaif ai as
te noa termos d i citado arcig > 13 | 8* da It i a.
2 033 do 0 de Setambro de 1871.
Trat-.se do erimu inaflaaaavel da art. 171
,}0 o idigo eriininal, c imbinade
ic 3 de Outu ro de 1833 coma ma
demoastrui n a denuncia, j por
i Contra o suppncante existe prora
al cojo* tiser-s, ji por si I
dunr indicio vehemente, si* i
ajo dad. pela mais coa
I


e


Mario tle Peiriimteco---%itft--fiwi 12 de Janeiro de 1*68
tsl-o, i fto o tea itostirario, o eo-ro Jos Son-
res do \mrl qae, i fl. !>5 dai autos do inquert i,
mofen qne todn saina que o -vapor Baha
traaia inheiro r satac o .pla tlxaoorsrias co
nortee ifrm qu qua ido o aupplicante escre-
ves ilgons dizeti que a dmbero do goverao
ama-ves encontrada, oio sedera' pettsncsr a pat-
eca alg ima ineoutistavilmente aa rafirio ao di-
nheiro rcegatado pela th-souraria, neis- sabido
por t.id is que odinb-im do theaouro resgatado
fl&o per;. nae inU a aiogiwj), ut fl. cit.
O i.rgnmoato relativ; a poca em qae foi es
criptas carta emqneatii taabem ni < procede,
visto cano ofacto mismo de ser ella anterior 4 ti-
rada do i salvados, coocorre para.*centinr a cul-
pabilidade dos denaaoiados, parque manifesta o
Signo j reconcebido e a i itenjio dolos* de faaer
E nove entrar na circu icio papis ji tem ae-
nbum valor.
A' vista do exp ato a do maia qae se ach,
aealysaio na denuncia, minba opinii', qoe devr
ser msntida a prisio preventiva do aupplicante
a qnal est de completo ai*ord com o diaposto u
le cit., wr eeretn veliemente os indicios qoe co .
Ira o m>emo reaultaai da prova dos ac'-os.
V. Bxc, porm resolver como melho* for em
direilo i mais conforme justica. Rio 3 de Ja-
neiro de 18880 adianto dos promotores, Can-
dido Mr ules *
J~
.HviSTA DIAR1/

/
Ar.eia" de arlalsaA' S. Exc. o Sr
presideuto da provincia foi dirigido o aegainte
oflhio p o S^. mspct>r do Ars-bal de Marinba :
. >y. i3 hsp'cqao do Arsenal de Marinka de
Pernambtco, em 10 de Janeiro de 1888.
m IUm e Exm. Sr.Deparando no Jornal do
Becife de h-je. que poi mim ba-ia sido demittido
o uar* Jos Pereira de Hendonea ficando por
esta forma a familia nduziia a miseria. conforme
dii o arti;ulsta, cabe-me informar a V. Exc. que
o referid guarda solicitara a saa. exooeracio em
requenm Mit-i a mim dirig do em data de 6 do
carrate, allegando nio poder ciotinusr no ar-
vico com ver V. Exc d* peticii em original que
a este junto.
Cabe me mais informar a V. Exc. qoe em ama
das eoluoinHs do meso Jornal aecasam-toe ainda
de haver d'speusaoo do tsico o servonte de
nom9Lo|>eliooCyri1!o do O iveira, comprme
dar a V. Exc. os motivos do meo procediosento.
Ma'cind' o ore/ment o numen de quiuie ser-
ventes os quaes si defnalos ao servico daa offi
cias e al aoxaritado, aconteca que aquelle de que
ae trata o;cupava ae apenan a prestar seas ser-
Ticos ao ipontador d'eite A-seal, o qual. nao tem
direita a ter saa disposico servente algnm.
. Comprehende V. tile, que se o Estado dis
pende grandes sommai com a conservacao d ..ste
estat>eleci nento, de dever nosso faaer com que o
servico nao ioffra, netc> tio pooeo que se pague a
qnem nio trabalha. E' quanto me cabe levar a i
alto coahicimouto da V. Exc, qaem Deas
guarde. ~
Illm e IJxt. Sr. Dr Maooel Euohrasio Crrela,
maWaata di provioafi.d gusto Ceiar da Silva,
inspector.
IUm. ir. oapitio t<-neu>e inspector deste Ar-
senal de Marinba de Peral mboeo.Jos Pereira
de Men^oics, gnarda dest Arsenal, vem respe
toaamente requerer a V. 8. que se digne conceJer
saa liemisnjb, por nao poder mais continuar na
lerric'i d- ste Arsenal. Neiites termos pede def?-
rioaento. E. B. M. Estava collada nm*espam-
pilba d-dis'ntos ri*, inutisada da fra se
guite : i cite 5 de Janei -a de 1888 Jos Pe
reir de Mendooca. Com< requer. Inspectora
do Arscna de Marinhs de i'ernambu:o, 7 de Ja-
neiro de 1-88.O inspector. Cesar da Suva.
fbealro tanta laalir-l Como stima
reeita de asignatura den antebontem a companbia
hespaub .11 de lirsuelii a b .ile, em pnmeira re-
preaeotMci.o a moderna xarxuea cmica0$ lobo
Marinhos
Intiirari-ite nova para o nosso publico, esta
pees, cuj libreto ua peno dos Srs. Carrn e
Vital Asa a a msica do ciaeslro Chapi, parece
que nS> t que tem t do em cu'ros tbentros, nao pretendende
nos entrai na indagacio des motivos.
O enredo, que constitue a pea, ple-se diser
qae c ben eacadeado, e suas aceas tal sea bom
dispoatas : >*to, porm, nio a absolve. de certas
faltas, sea io um d'ellaa escasa.-* de nmeros
de msica o que muito coocorrcusem dunda pa
ra o daaafjrndo do noato pul)1.ico.
Kao ba.t* qu entie o poneos nmeros de
mneica se encontr al:uns que causem agradavel
impressin, on que sej:,m jTopriamente originaes
e cv-nic lenaiici s, como effactivamente se encon
tram algu is na peca a que allndimos preciso
para o coiopleto agrado qoe a taes requisitos se
reunaui oitros. _
Entre es boos trechos m sicaes dos Liobot Ma-
rinhos, oceorre-no8 deitaca o quinteto do primeiro
acto, o dvo, e nm coro do *!gnnde e a serenata do
terceiro a :to, merecen do especial mencao a syn-
phonia de segundo acto, pula originalidado e pre-
cisao do riotivo
Do desump-nho apaas diremos qae nenbum
dos papci i da sarauelu pode aervu de base para
jnlgar do mercimento de im artista, porque qua
si tudas ss pnrtes principa'SS tem a m-sooa for(a,
a julgar lie meaos pe > dse i penho dado na ncite
de terei-f.ira, por amores que fossem os esforcos
empregadoB. Mas fe qoizvssemos destacar algnm
trabalho iao noderiamos olvidar o dos 8rs. Gar-
rido, Ramos e Srta. Campe, do mesmo modo qne
teriim.s qne apoatar fallas no desempenho da
parte de ?elippe eoulrss e betn assim de alguna
coros.
Se ainia tivermot oceasio de criticar essa
carxnela, procurareaos melhor cumprir o nosso
dever.
Onde, f orm, reme i nao haver motivo, para
censaras, na caracbrisacao da maioria dos per-
onagene, qoe foi muit > bdi.
Viva el Salero uoi baO do um tanto parecido
coro outrus j executndos, mas que anda assim
soereceu nalvas de palmase aa honras de um b:s.
Nem era de esperar ontra .ousa.
Hoje c mta-se a JUnseoU, que nos parece mere-
cer* a mnsma aceitacio qae de ontras vexea tem
t,do- _.
sraade lotera dn provloel No da
88 de Fe-ereiro prximo suri extrahida impreter
telmeite a lotera que snbctituio a de 4:000:000
tu trex iorte08. .
Othes>ureiro das loteras da provincia, a cojo
cargo e8' sqa.-lla, sd trocar os bilhetes da que
Ici subet tuida plo actnsl at o dia 30 do eorrente.
D'essa data em diante, es nmeros que nao fo-
rera lvalos a. troco serie arrolados e publicados
pela imp; ensa, e cada oin dar-se-ba por substi-
tuto um intro da nov lotera e os premios qne s-
bircm o'-stes bilbetes seiioem tempo pagos ai
portad,,i dos onmcroi correspondentes na lote-
ra aubs imids.
Poiane me tmu mctteesr-E o titulo d*
ama vi>a para piano, cooiposta pelo Sr. F. P. M-
Seixaa e edictada pelo estubelecimente de musical
de Sr. A. J. de Asevsdo i ra Bario da Victoria
n. 13, onde est a soda.
f> batalsso de isifanierl02 bata
lhio de ofaoteria fex honiem jlarde exercicios va
riados no Campo das Princesas, e depois percorre
diversa ras em paaseo.
Aritotam ecbaaleee e Llberaes -
Fo.1 transferida por justa cansa, de i5 para 22 d<>
correnti, a fesU aniversaria da Sociedade doii
ArsUs Mchameos e L beraes, e a inauguracio
da exponco trtistko-int.uatrial, que ae dere r lisar no Lyceu de Artes Offiuios.
terlmeato trs-Na tarde de8do cor-
rete e m lugar Cb du ua d-> termo de Paa
d'Albo, Luis Sergio Beserra ferio gravemente eooa
ama fa.ada a Gaodino J s do Nasciaiento.
O eri ninoso foi preso un flgracte delieto.
O sulidelegado do 1 districtodo referido termo
aaandou proceder competeote vietoria e bro o
inquerilo, que j teve o conveniente destino.
Jal<> de ata* da frejnesia de *sb
to Koi Acha se emexercicio do cargo de
inis de jaa da fregueeia de Santo An'oaio o Sr.
Antonio Da Alvares Quintal, qne dar snas au-
diencia- as tercas ti sex as-eirae de ca'ia sema
na, as 9 horas da urde, aa sala das aadieaciaa,
rM > ijnjKmd ir e despichar 'm casa de asa
resideoii ra L-rga (o Boaario n. iS audar,
cu oode for-encontrado
atea aldea seetars-Sn hoje as segutotet:
Do Instituto Arcbeo'os ico, aosseodia, emassaa
ordinar a.
D> Gremio Becreativo fassfHar, as 6 toras la
tsrd-,m seaso ordins, ia para tratar do '
carnavalesco.
sm s aiaaO* ratas
Rodsrl eoeta qao aos b.odo de ratos aaaaaa;l*m
aas&x iim duaia d- ves qoe eatavaia no aio de
Fu copa situad a'aat jinmxito andar al ao bs
raco que comanaieava no ras do chao com o,or
ro, e por ende elle* .sabiam a tase aa casa aa,anas
expedicoes nocturnas. Oi ratinbos collooava-se
nos degraas da eseada e assim passavam de ans
aos ootros os oves ijss qae dspois; ae regalavain
todas juntos.
O capitii de nm aa.io aaciirado em B >ston, veo-
do que t-dos os das Iho.desappaxeeia'n os ovos da
dispensa, castigou a dispenseiro e tirou-lbe a cha-
ve, ap.-sar dos saos protestos de innocencia.
O* ovos continuaran a desarjpaceeer.
O oapitio pos-se eapreita, e alta noate veri-
fioou que os ratos, sabidos em grande numero do
porio, passavam os ovos una aos outros, a assim
saqueavam a sen sabor a diapeuta, con prejuiso
da alimeatacio da maahigem s das costas do
dispeoseiro, qu apachara ,oma aova nnmercida.
Em Fl renca uotou-se qae os ratos, echando
urna garrafa de aceite desrolbada, subiam garra-
fa, mettiam a emud. pelo gargalo e depois de a
moibarem cbuxavam-n'a.
E:q casa du na ooafeueiro, em Pars, des-ippa-
reoiam as gelas, apesar de se acbarem em ci-
pos e em fraseos, cobertos com pap-l bastante for-
te. Averiguou se tambem qae um rato grande
coiueguio lser um buraco na lampa, e iutrodu-
sia a cao la qae retirava cbsia de gela, e aava-a
a laiab-r aos outros ; assim davam conta de am
frasco n'uma niate.
O carcterExistem varios meios, mais on
me.ios infalliveis de, pnmeira uspecca, con he
cer o carcter dos individuos.
Parece que entre as unhas, o carcter existe
ama grande relaca o, o o diaer dos espiritos obser
vadores.
Unhas compridas e afiladas, aignificam imagi-
nacao e poesa, amor das artes e preguica; tongas
e caatas querem diaer juiso, raaio e todas as fa-
cultades graves de espirito ; largas e curtas, eo-
lera.-a'eeaataawwto, eostraversie, opposioao e tei I
mosia ; unhas rosadas, virtnle, saud-, felicidade,
enragem, liberalidade ; duras e quebrando fcil-
mente, colera, crueliade, rixa, assassinio ; recur-
vadas em lrma de garra, hypocnsia, maldade ;
m. les, fraqueaa de corj> e de espirito ; unhs car-
tas e rodas at i carne viva, estupidez, liberti-
nagem, mesqainhes.
Agora, minbas senhoras emeua sanhorea. .. cal-
Oem luvas.
Correaaaadeaclas de Usrwia-I).
Secul i de Hadril extrahimos o segninta :
Fas m qoatro diai que se pozeram a venda
em Londres, tres volanies que formara a eollecoio
de cartas de Carlos Darwv> >> publicadas de-,
baixo da direccio de si a filbo Fraaciseo Darwin.
A maior parte dentas carta* sio dirigidas a
sir John Hoekor, presuleote da aoziedade 11 -al de
Londres, a sirSyell, an prafssor Huxley, ao Dr.
G-rsjr e a M. A. B. Wallace.
Deixando de lado era todas estas cartas as
qoesies que se relacionara, com os individuas a
quera lam dirigidas, eaolbemos de urna d'elias os
saguiutes paragraphM em os quaes falla Daiv/in
de si proprio com modestia e siuceridade encan-
tadoras :
Nio teohodisse o sabio vi vesa algoma de
comprebeosio oa de espirito, do modo a seguir
maito tempo com ama id< abstracta dentro do ce-
rebro ; acb -iu: rio u.ti deata facuiiadc. que ja-
mis poderia cultivar era fructo a m-tipbiaica
ou aa ecienuias exactas. MmKa uicra ri* bastan -
te b 'a porm um tanto coatusv
Um da meus crticos tisse : Sabe observar,
porm, Ibc taita vigo oa raciociuaco No mu
sentir n"j justa a ubuurvacio do critico, porque
a miuaa Utru A o i.; -m das espacies nio ,
desde o principio ateo tira, mais do qu.- am loago
arcasoamrnto. A prova clisa i que o mea livro
tem conveucido alen da um leitur Parece-me que
ni) tena logrado escrevel-o sera ter urna faculda-
de de deduccio bastante poderosa.
< Poasuo alguma inventiva, aeutido eomraam e
regalar juiso como o pode ter um medico oa um
advogaao, e que nio Ibes fazem absolutamente
mal na sua profiasio. nada mais do que isto-
Se bouvera algamn cousa que me fisesse ap
parecer com soperioniiade sobre a geaeralidade
dos uurt.ies, seria por i-erto a faculdade do obser
var alguus factos que escapara geral afnelo,
e para estudal-os logo som afiuco .
< Caso singular Carw.o nio deraonstroa em
sua juventude aff icio ulguma medicina, que i-eu
pai o obrigava a estadnr. A anatoma loe foi i.u-
tioathica toda a sua vida. Pouco talt.iu para que
Darwi.i abrafasse o estuda ecclestastico sua sa-
bida da amveraidade d Cambridge.
lato, diese Darwinparecei ama pulh. i nos
que sabem com quanU sanba tenbo sido atacado
pelos represeutautes da todas aa orlhodoxias, e,
ui i obstante a pura rlade. E o que ha no as-
surapto de mais singular que, segundo os pbre-
nologos, estava destinado carreira ecclesias-
lica.
Fazem alguna annos que o secretario de ima
sociedade allemi de pt.renologia me eacreveu pe-
dindo me encarecidamente o retrato. A minba phs-
tographia servio de tbema a am debate ampio, em
o qual se discutio la rgamente sobre a forma da
minha rebeca, d. don oradores encontrn -lilla
a protuberancia da religo respeitosamente des-
envolvida, at o ponto de poder repartil-a entre
des clrigos *.
aejajjraa^-u'kwaadss da fairopa ao va-
por ingles Trent > :
John Pnrry Duosmare e saa senhora, Jane Sis-
donar, -Sj-doT i*ae, IaglaauM lie Araajo, Luis Antonio dos Santos, P.
Joa.o gajilo J..Bolrigrues-
-abiioa par o al ao mesis vapor :
Josi ferreira Bamoa Sobrios, J. F. Ramos
rWfto, L. Salgado B-drigaea, A. V. Lopes, Jos
M. Ferreii-a, C. M. rferreisa, Epaminoadas ti.
Ferreita, Dr. Ueraardo A. Mradeaoa Sobrinbo e
Jos airee d : Carvalbo.
_Cbegados dos portos deso no vapor fran
cea Ville de Pernaajbneo :
Luise Albertini, Tbeodwfteo Candido Machado
Aanoel Ni.u.-s Machado, Praneiso Pass, Castao
Pedro Per.ira, Oscir Parir e laetoo Wiltias.
Hoapi.ai Pedro IIO movimento deste
hospital nc dia 9 de Janeiro, -ebi o seguate :
Eut-anun............... 16
Sab rara................ 30
Fallecern).............. 2
Existem.........,....... 612
Foram visitadas as enfermaras palos Drs. :
WlISiSili, as 7 1 j-4 horas.
Cysneiro, s 11.
Barros Sobriuho, i 1 li2.
Berardo, s 11 1)2.
Viveiros s 8 lt2
Malaquita, s 7 3|4.
Pontuai, aio corapareceu.
Estevio Cavalcante, s 8 1|2
Simdes Barbosa, nio corapareceu.
Cirurgiao dentisfa ama Pompilio, s 7 1|4 ho-
ras.
O pharuuic.utico eotrju s 8 1(2 e sabio s 4
horas.
O ajudau'.e entrou s 7 horas da manbS e aa-
ho s 5 da tarde.
Casa de uelaacAo-aj-Movimento dos pre-
sos da Casa de Detepcio do Beciie no dia 10 de
Janeiro de 1888:
Existalo 412 ; entrarsm20; saturam 22; exis-
tem 410.
A saber .
Nacionaes 389; maiaeree. 8 ;
ascravoB a^uteoeiajye 6; vi* u
dem de correccio 1.Total 410.
Arracoad s 369.
Bons 347 -, doeutee 22.
Movimento da enfermara :
Tiverara >.lia :
Ignacio X t vii r do Nasciaiento.
Joaqnim Joio Jtis do Nascimenta.
Teve baixa :
Goccalo Jos Baptista.
Foram visiudos os presos' deste estabelecimen
to por 116 pesa Jas, sendo 34 homens e 82 ma-
heres-
Lotera da provincia -A 2> parte da 11a
lotera pelo r.ovo plano, cujo premio grande de
1(10:000*0.10. -ni beneficio da Santa Casa de Mi-
sericord-ado Reuife, ae extrabir amanhi 13 do
crreme ao no-io dia, na (greja de Nossa Seobora
da Concecio dos Militares.
Cetnlterlo pohlleo Obituario do dia 10
de Janeiro:
Manoel M guel Alves de Freitas, Parabyba, 30
de Pranois'jo dos Santos Maoedn, ae do
Oapibaribe n. 28. Neste grande eatabeln-
eimento. o primeiro da provincia naat* g* -
ero, compra-te veade-ee nwdeir: *
de todas as rfuaJidades, aerra*e maderr:
de oonta albeia, asbim corpo se prqparam
obras da carapba pqr maeliinaa e por.pre
co setn competencia Pernambaoo.
PlBLIC4GttES 4 m\M
O s alga meato de cataros verdes
e a Cara ira Municipal do ale
elfe.
ii
slrangeiros
prucegaado
Directora daa obra* de rosseri a
eo doa portosBoletim meteorolgico do
da 10 de Janeiro de 1888 i
Sio
Hora Mu
I5"
6 m. 251
9 28-6
12 29-8
3 t. 28-6
6 27'-1
Barmetro
Os
759-63
76017
760O2
75845
75939
Tensio
do vasor
19,84
20,73
20.11
20.33
19,85
T3
X
-o
'i
80
71
i.
71
74
Temperatura maaiaia30*,0J
Dita mnima24*,75.
Kvaporacio em 24 luirs ao sol: 6*>,3 ; soso.
ua: 4 ";
Chava1,-2.
Oirecco do vento: E com pequeas iaterrupcoes
de EME de meia noit at 5 boras e 30 minntja da
raanhi ; NE at 5 horas e 56 minatos ; N3E at
6 horas e 18 minuto* ; N at 6 horas e 47 minu-
tos ; NE e ENE altercados at 1 hora e 34 minu-
tos da Urde; ENE at 6 horas e 42 minatos ; E
e ENE alternados at 11 boras e 2 minutos ; ENE
]e NE alternados at meia uyite.
Veloeidade media do vento : 29,88 por segando
Nebulosidade media: 0,76.
Boletim do porto
la DU Horas Altara
, , ______^_ __^_^ ---
'.. M. 10 de Janeiro 816 da maahi 0"84
P. M. 240 da tarde 2,"31
B. M. m 851 0.-43
P. M. 11 de Jane i i-o 314 da manhi 2,-88
i.riiaestinecriiur-se-nio:
Hoje :
Pelo agente Pinto, a meia hora depois do meio
dia, oa Jaqasira, de movis, loncas, vidros etc.
Pelo agente Britto, s 2 1|2 horas, na roa de 8.
Joio n. 5, do estabeltcimento ah sito.
Pelo agente BurUmaqai, s> II boras, na ra
do Ioaoer lor n. 49, de predios e movis.
Amanhi :
Pelo agente Martina s 11 horas, na roa do Im-
perad ir o. ltt, de faiteadas avariadas.
Pelo agente Silvnira, s 10 1/2 horas, na roa
da Imperatrie a.. 49, de movis, loases, vidros
etc.
Pe i agente Grasmio, s 11 horas, roa do
arques da Olioda n. 19 de objectos de miu-
d^SaS.
----- Sabbado:
Pelo agente Bri a, i 10 li2 horas na roa Bom
Jcsut a 45 de hrros e instrumentos cirurgicos.
Polo agente Pinto, as 11 horas, na roa Mar-
que* de Onuda n. 62, de predios.
Pelo agente Piotw, s 11 horas, i -ros do
Vlareuex de Olinda.i. 52, de movis, loucss e vi-
dros.
lasas fasMBlireaSerio Clebradaii.
Sabbao:
A's 7 h '.-. p-lro Martjx de Olinda.
por alna o atsflo T .c.rnna ; i> 7 beras ao
Uurpo -, ^.. d Jo-qum 9nc*l*B
fiascao; as -6 1/2 huras, aa jf ade de eus, por
.Ima de Autouio F-ruanaes Velloso.
ba-J*. __ Se^avoaa-fcira :
A's 8 b-raa, no.&niritvSanto, poraissa de
ssa'am mudes*rsi pr#nc,o Avs Miovsirj,janior} 4* 8>raav
ign-ji do Ca-po SibW s aa mafia da villa de
I^w .r-s.* por aira, do padre Trajaao Estefio da
Kruvidencia.
annos, casad j, Boa Vista ; pneumona aguda.
Kvmo. Trujano Est-vio da Providenoia, Per-
nombuco, 68 anuos, Aligados ; I-aio cardiaca.
Alfredo Pereira olachadj, Peroambueo, 26 an-
nos, solteiro, Poco ; tuberculosa pulm>aar.
Eurico, Pernambuco, 3 mases, Qraca; hepatite.
Minu!, Plr-iarabuc i, Santo Antonio ; ao naseer.
Mara, Petnambueo, 5 meses, Santo Antonio ;
espasmo.
Felippe, i erusmbuco, 3 das, S. Jos; ca-
ps sin o.
Um enanca, Peruambuco, S. Jos; nascida
morta.
Damiio, Pernarabuco, 2 das, S. Jos; remetti-
do pela p-lien.
Boga Man doi Prazeres, Peroambuco, 21 an-
uos, v:uva, Boa Vista ; febre puerperal.
Antonia, Pernarabuco, 16 annos, solteira, Boa
Vista ; anemia palustre.
Clara Maria da Couoeioio, Pernambauo, 62 an
nos, viuva, Boa-Vista; oacbexia sioil.
Manoel Jcaquim do Monte, Pernambuco, 71 an-
nos, casado. Boa-Vista; tiaioa da laringe.
Antonio Piobeo deAragio, Pernambuco, 30aa
nos, caaaSu, doa- Vista ; eucephaute aguda.
Manoel Candido da Luz, Pernambuco, 41 asnos,
casado, Boa-Vista ; gastro entente.
Vimos realisar o csrnpromisso cootrahido com o
publico, de dar pablieidade o parecer da illos-
trissima Cmara, no recurso p >r nos interpjsto, e
acompanh.ndi de ligeiras cuseterato-s, oque
nio fisemos a mais tempo por nio ter, dito parecer,
tido aadameoto para a presidencia.
PARECER
> Becife, 20 de Desembro de 1887.
* I i Iras. Srs.Este commissariario, na dever de
. informar esta (Jamar i sobre as allegacdea feitas
< por Ferreira Se C. no recurso qae interpozeram
c peante S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
do despacho exarado pela Cmara na ana peti-
cao de 7 do crtente, vai fatel o da seguate
forma :
< Nio estando em ex.cucio o novo contracto do
matadouro da Cabanga, em conseqaencia de nao
ter sido approvado por S. Exc. como em saa
propria peticio recoobecem os recorrentes, est
seado teito o servico deste estabelecimento por
administracio ia Cmara, e assim mantendo-se
oa direitos adqniridos como cessiooaria de Era-
risto Juliano de S. Por forca desses direito?,
percebe a Cmara 500 res por salga de couros,
de cada res, eucarregando se dease servico e do
fornecimento do sal, at qae seado approvado n
novo contracto passe a dar execauo s clausu~
las nelle coatidas.
Os recorrentes, porm, soraente dominados
peloespmto de beoeficiarem os seos interesses,
apreaeotam ama d utrioa errnea e at eap-
t ciosa, fazendo-o presapposto de que, tendo sido
approvado pela presidencia as bases do novo
contracto ser desde j, convertida em le,
urna clausula que delle faz parte integrante.
A clausula em qaestio a seguate :A sal -
i ga dos couros e as deepesas inherentes a esse
> processo correrio por conta dos marchantes que
> se encarregario desee servico, obrigando-se a
Cmara apenas a dar-lbe as suas salgadeiras,
> sem dircito algum retribuicio. '
Ora desde que o novo contracto aiuda nio
> est revestido de todas as formalidades da le,
para assim entrar em ezecucio, claro qae ne-
i uhama das suas clausulas pode ee considerar
i em vigor, como sjphistici.in-.it.- assim nio que-
i rem perceber os recorrentes, para em defraada-
i ci dos direitos da C-imara, osufruirem vanta-
i geni qae Ibes nio competem.
Julga assim e;te commissariado ter betn in-
i f .rmado esta Cmara- sobre a pretencio de
i Ferreira & C, no sea recurso a Sua Exeel-
i lenca .
A simples leitura deste parecer, de.ixa ver a
sera neohuma razio da illustriseima Cmara c que
ella s, como j dssemos, dominada pelo deaej<
de MOguentar saa ren la, impoo ao marchante o
pagamento d-ste onus.
Principia o Ilustre commissari dzendo : Nio
estando em execucio o aovo contracto do Mata-
douro da Caoaoga, em conaequoncia de nio ter
i sido approvado por S. Exc. como em sua propria
peticio rec. nh-c.-ra os recerreutea est asado
feito o servico desto estabelecimmto por admi-
nietracio da Cmara, e assim mantead i-se os
direitos adqneridoe cumo cessioasrio de Evaristo
Juliano de Sa. Por forca desses direitos, percebe
a Cmara 500 res par salga de couros etc... <
E' verdade que a Cmara cessiooaria dos di-
reitos de Imrist Juliano de S ; porm com qna
direito ella percebe 503 ris, pela salga de u.n
couro, quando ella propria pedio ao presidente d
Cmara Hunicpal de
\azareth
Giii:ua se a nt'en,ao da IUm. Cmara
de Nezaretb, para naia salgadeira do Sr.
Julio.Peri('Canejo, aiuiaano oepjro do
puvoado .de Cbi do Girpioa, fazendo o
mesmo Sr. do Largo da Feir seccador
do coar.!", fjua dejla saham (oontra a ex-
presen riieposicao do art 27 titulo 1 das
posturas da mesma ca-nara) e qoe lanoam
um cheiro nauseabunto e p^etr-DCtcl, in-
coramodando desta sorto aos habitantes
desta loeaIida.de, muitoa dos,quaes vieram'
d-i diversos lugares, proaarar allivio aos
seus males no ameno e puro clima que
aqu se gasa.
Clamaremos de balde no deserto ?
Um dos taes.
EleifSo doa devotos que teem de festejar
a Gloriosa Santa Anna, padroeira desta
fregueeia de Bom Jardiai no anno de
1888.
Juiz por eleigSo
O Iilm- Sr- sajor Alano -l Antonio GaiSo.
Juiza por eleicjlo
A Ex na. Sra. D. Lauriana, espoa do oa-
pitio Rog iberio Barbosa da Silva.
Juiz >8 por rtevogao
Os Illms. Srs. :
Dr. Mino-1 Tertuliano Travasao de Ar-
ruda.
(Jipitilo Laiz Soares de Albuquerque.
Juizas por devoc&o
As Exmas. Sras. DD. :
Josephina das Neves Wanderley, esposa
.do Illm. Sr. Mano'l Cavaloante Wan-
derl-y.
Th-onilla, esposa do capitSo Seyerios de
Albuqu<9rque Faria.
Escrivo por eleicSo
O IUm. Sr. alferes Jos Liurenjo Gomes
Cabrl.
Ks'-'rivSo por devocSo
O Illm Sr. eacrivij Joaquim Pacifico- de
Arrula Mello.
Escriva por eleieao
A Exma. Sra. O. B-Imira, esposa do Sr.
Geraldo Manoel de Souea.
EscrivS por devoro
A Exna. Sra. D. Maria, esposa do
alferes Primo Feliciano da Fonseca.
Procurador geral
O Illm. Sr. rnajor Vicente Joaquim
Mirauda.
Mordoraos
Os Illms. Srs. :
Nicanor Preciliano da Cunha Sauto-Maior.
Jos Ferreira Guimp.raes Filbo.
Manoel Gomes Pessoa Santos.
Antonio Joaquim P-aaoi Santos.
Jes AIv.s do Monte.
Joa Coelho.Duarte.
Joaquim Jos de Miranda.
Vicente Joaquim de Miranla Filbo.
Joaquim Rogaciano Pereira Lima
Manoel do as-tinento R'go. .
Antonio Goncalves de Oliveira Guerra.
Luiz Travasao Sarinbo.
Mordomas
Aa Exmss. Sras. DD. :
Sr.
de
provincia, para abrir mi deste favor em beneficio rii,..:j_. o ,< n
. Olotides, esposa do Sr. alferes Francisco
dos marchantes? E quaudo a assim procelea ni
poda ser nena > : ou porque a aalga de couros Ibt-
trasia prejuiso, ou por ser oneroso ao marchante.
Ora, em ambas aa hypoth >s-s nio pode a Cmara
perceber os 500 ris ; na primeira porque ser
urna m administracio, na segunda urna clamorosa
injuatica, de cujas consequencas a pjpulaca > sr
soffredura. Demais, todo o imposto, pare qoe o con-
cribuiote seja obrigado pagal-o, precisa urna
lei obrigatoria e am motivo qae o justifique. Alm
disso este servico, qoe faz a Cmara;se oppoe ex-
pressamente a lei do 1- de Outabrq de 18.' art.
66 || 9 e 10 onde a ampia lber Jade, do cummer-
co e especialmente o de gado, garantida e at
deve ser favorecida.
E desde qae a Cmara pedio e obteve do presi-
dente da provincia, permissio para abrir mi de
nm beneficio, a que ae dina com direito, claro
que nio pode continuar a gosal-o sem manisfesta
iujustica.
Anda diz mais e parecer... At que sendo
approvado o nov contracto passe-se a dar a
execucio as clausulas nella contijas. E' iato
1ND1CAC0ES DTEIS
Medica
0 Dr- Lobo Motcoso, de volts de sua
viagem ao Rio de Janeiro, conntia ne
oxercicio de sua profissad. Consltuas das
10 a 12 boras da manhS. Especialdadee
eperacSes, parto e molestias de senboras e
meninos. Ra da Gloria n. 39.
Dr. Barrito Sampaio d consultas de
meio-dia aa 3 horas no 1." andar da casa
a ra i* Bar3o da Victoria, n. 51. Resi
dencia ra S*te de Setembro n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
O Dr. Catiro Jess tem o seu cnsul- uma verdade, porm a entrega dos couros aos re-
torio medico, ra do Bom-Jesus n. 23, correntes, aio clausula de contracto, pos as
obrigicoes estabelecidas entr--. as partes contrae-
tan t i o o ie constitue clausula de contracto,
mais ni.<, entregar a um tercelro aquillo que a este
perteoce, e sobre que a Cmara Mupicipal nio
pode coutrahir obrgaees.
Esta doutriua estabelecida pela Cmara err-
nea eapeiesa, e s a podem sustentar aquelle*
que estao dominados pelo espirito le beneficiare i.
os interesses dos cofres muaiciimes, com prejuizo
e assalto da propriedade alhsia.
E se a Cmara Municipal, como ella propria con-
fesas, pode quando o coutracto for approvad<, fa-
aer entrega dos couros as seus donos, porque na.
o fas de boje ? I
Nisto ha uma contiadicio lio palpavel, urna
: espirito, por mea s que r< fl cta prev
Em vista das ligeiras consideracoes qae fizem b
e qae serio melhor apreciadas pelo espirito uo
Exm. Sr. presidente da provincia, esperamos que
a justic nos ampare.
Ferreira & C.
sobrado.
Dr. Joaquim Loureiro medico e parteiro
Consaltori) na roa do Cabug n. 14, Io
andar, de 12 s 2 da tarde residencia no
Monteiro.
Dr. Oonta Lobo medico operador e par-
teiro, residencia rua do B. de S.Borja n. 26.
Consultorio: rua Larga do Rosario o. 24 A
Consultas das 11 horas da manha s 2 d
tarde. Especialidade : molestias e opera-
cSes dos crgoa genito-urinarios de homem
e da mulber.
O Dr. Alvares Quimataes ohegado da
corte, deiiea-se medicina em g*ral, e
com especialidade s molestias do corceo,
pulmSes, ligado, estomago e intestinos,'e
tambem s convulso -s e outras molestias aas
criancas. Reside praca Conde d'Eu,
n. 28, 1." andar, e tem consultorio rua
do Bom-Jesas, n. 45, onde diariamente d
consultas do meio-dia s 3 boras da ^arie,
aceitando chamados em qualquer d'esees
lugares. Telepbone n. 381.
Coasallorln medir letal
- O Dr- em medicina pela Faculdade da
Babia, bf.charel em direito pela Faculdade
do Recife Jos Flix da Cunha Menezeg,
encarregt.se de questSes de medicina,
legal. Rua Primeiro de Margo n. 12.
todo8 os tlias daa 11 horas da manha s 3
da tarde.
Clinlr-a medica
O Dr. Matheus Voz, de volu de sua via-
gem, contina no exercicio de sua profia-
sio, para o que ser encontrado de. 11 ho-
ras da manha s 2 da tarde na rua do Ba-
rato da Victoria n. 32, 1. andar e em ou
tra qualquer hora rua da Princesa Isa-
bel n. 6.
Orea Hala
Dr Ferreira, com pratica nos principaes
hospitaes e dioicas de Pars e Londres,
d consultas todos oa dias das 9 horas ao
meio-dia. Consultorio e resiienoia a rua
Larga do Rosario n. 20
O Dr. Barran daiuaries
Pode ser procurado em seu escriptorio a rua
1.* ae Marco n. 4, 1. andar.
O Dr. Milet tem o seu escriptorio de
advocada, na rua Duque de CaxiaS,
n. 50, 1. andar.
rasara
Francisco Monoel da va d C, deposi-
tarios do todas as especialidades pharma-
eeuticas, tintas, drogas, productos chimi-
oos esoidi-amentos homeopticos, rua do
Marque:;, de Olioda n. 23.
Draaarla
Fmria Sobrinho d C, dragoiata por
lacado, rua do vi arques de Olioda n. 41.
errarla m as>r
jSerroria a vapor e ofjidnas ti carapina
Perganla-se
A' Cmara Municipal s na fregnesia de Santo
Antonio nio ha fiscal ? Se qu- tem nio parece I .
pirque nio bota aa snaa vistas para a rua do Caj,
que la existes maior pjdndio do que a propii*
praia.
S i deitadas aguas de manhi a noite aguas de
sabio, papis com bons cheirns, peooas, tripas e ca-
necas de galliobat, ele Mas parece que o Sr.
fioCal est com os olhos foliados para s,oeim>
E seo Sr. fisoal nio deras providencias neces-
turias en tarei uma correspondencia maior contra
o 8r- fiseal e se duvidar eu me assigno.
11-1-88
O P.
AO indepeodeote eleitorado lo
tetricio
O resoltado do p>eito, que se ferio no dia 30 de
Desembro prximo fiad me pr.p >rci >nou motivo*
c p grati io ao eleitorado do 6' districto, qu-bon
roo-me com o diploma de deputado i Assembla
Provmcij-l.
Fsi uma grande fineza do corpo e.leitor I, que me
impoa o dev-r de agrndecel -o ; o que fuco couf s
Hod i-me sinceram-nte penh rado pela sub Oh
hnrala mim conferida asseg-iraudo qee me esf cr.
carei por bem eumpnr o mmulnti,
Recite, 11 de J.neir. de IH88.
Francisco tie arros L Pens para meninos
0 bichare! Manoel Btrboaa de Araajo
commauic a .qaem intereasar poasa que
mud n a san residencia para a rua dos
Ci>e boa n. 2tt, (fteaMSesia da Boa Vial),
onda continua a rae bar meamos para
educar.
A eaaa osterece acc inode4es paca
ama boa pensio, e posaue todas as coa
dicoes bygiemcas e iudisp-naaveis a an
esubeleeiment d'easa ord
/
Baeife, 11 de Janeiro de 1888.
Antonio Duarte
Cromes
Ooncalves Guerra.
A esposa do Sr. Je
Costa.
A esposa do Sr. Manoel Eulalio
Cabral.
A esposa do Sr. Manoel de Aquino Duarte.
A esposa do Sr. Carlos Ferreira da Silva.
A esposa do Sr. Jos Cypriano Bezerra de
Mello.
A esposa do Sr. Manoel do Nascimento Xa-
vier da Fonseca.
A esposa do Sr. Coriolano Ooncalves Guer-
ra.
A esposa do Sr. Joa Francisco de Souza
Interamaense.
A espos< du Sr. Antonio Bruno de Oli-
veira.
A esposa do Sr. Z'.nobio da Cunha Sonto-
Maior.
A esposa do Sr. Antonio Claudio Vieira
de Moraes.
Juiz's protectores
Os Illms. Srs.
Vigario Jos francisco da Silva Borges.
Dr. juiz de direito Francisco da Cunha
Castcllo-Brauco.
Dr. Hjrsiij Lipnrco de Souza.
Di. Justiuo da Motta Silveira. .
Capitao Joaquim Croa^.lves da Costa Li-
ma Filho.
Capitiio Jos Francisco Cordeiro de Ar-
ruda.
Capitao Joaquim Francisco Correia d'Oli-
veira
Capitao Siiv-.no Antonio G io.
V, .pita i Urbano Vieira Carneiro da Cunha.
Joaquim G0115 il.-ea da Costa Lima.
Custolio Ferreira da Costa Novaea.
Tenente Severino Barbosa da Silva N6.
Juizas protectoras.
As Exmss. Sras. :
D. Joaquina, esposa do oapitio Nicolao
Antonio Duarte.
D. Theresa, esposa do tenent -coronel Ma-
noel de Faria Maciel-
D. Joaquina, esposa do tenente Homem
B un da Cunha Souto Maior.
D. Maiia, esposa do tenente Etelvino da
Cunha rtouto Maior.
D. Senhorinha, esposa do alferes Fortna-
te Francisco Lips.
D. Rtsa, esposa de Antonio Francisco do
R go.
D. M-.ria, esposa de Jos Ferreira da Sil-
va.
D. Maria, esposa de Jos Gomes Bar-
bqpa.
D. Joaquina, viuva do Dr. Jos Fran-ac
da Costa Gomes.
A esposa de Joio Luis Dias Borba.
IX M>ria Francisca Correia das Neves.
Profesaora D. Francisca Maria Lumaobi
Migo is.
D Victorina, esposa de Manoel Firmino
da Costa Ljra.
Tbesoureiro
O Illm. Sr. Carlos Gonealvos da Costa Li-
ma
Noiteiros
Primeira owCo
Os Illms. Srs :
Capitao Abilio Aprigio de Sousa Barbosa.
Capit&o Feltciaao Joaquim de Aguiar
Capitao Joaquim Beserra Cabral.
Capitao liaa Jet de iVoaif.
S-gaada norte
Os Illms. Srs. :
lente Francisoe de Paula Biomtm des
Santos.
Jos Osias de Paula Homem.
Antonia Mathena Rrl.
Antonio.ue-/aula Hoateu. '
T -reeira noite
Os Illas Srs, :
Msjor Carlos L'-itJo de Albuqi
CapiSo MabocI de Liosos e Vi
CaptiAA Jos Antonio Pereira de
Francisco Henriqu- da Castro
Quart. noite
0*l\Um. Ssa.:
Joa Tboss do Almesda.
Justino Amaucio de Figu redo.
Jop Severino .de Freitas.
Jos Soares da Fonseca.
Quinta neite
Os Illms. Srs.:
Jos F lijp i de Miranda.
Jos Gomes de Araojo.
Jos Go:nes de Araujo Filbo.
Antonio Gomes de Araajo.
Sexta noite
Os Illms. Srs.:
Manoel Honorio Ferreira Lis.
Cbristuvio dos Saetea Camello Chavte
Vicente Soares da Fonseca.
Firmino Ferreira da Silva.
Stima noite
Os Illms. Srs.:
Capitao Joaquim Travasao Sannlso.
Joaquim Guilliera.e Travasso Sariabo.
Manoel Travasso Sarinbo.
Joo Antonio Du-.rte.
Oitava noite
Os Illms. Srs.:
Tenente. Jos de Faria Maciel.
Manoel Joaquim c*er*ira Lima.
Jos Eloy Pereira Lima.
Genesio Augusto Pereira Lima.
Nona noite
Os Illms. Srs. era Kxmaa. Sras.:
Solteiros.
Solteiras.
Procuradores desta noite
Os Illms. Srs.:
Tenente Joao Francisco Xavier da Foa
seca.
Tenente Pbilomenc Norberto Gomes da
Moura.
Manoel Gomes da Cunh .
Francisco Jos de Sant'Anna.
Hisbello Soares Cardoso.
Tenente Jov no de Faria Leite.
Manuel Cl^raentiao Maciel da F<
Heleodoro da Silva Cabral.
Mnoel Nuces do Valle.
Elixir deparad ro vegetal
FORMULA DE AlGELtSO JO DOS SAITTOS
ANDKADK
Approvado pela Inspectoria Geral da Hj
giene Publica do Rio de Janeiro em 30
de Julho de 1887.
Este depurativo de grande meaos aas mo-
lestia- sypbiliticat e impureza do saagne. Pata
maior garanta da eficacia dente
abaixo pnblica-so grande namero de


Attestados dos Illms. Srs Dju trese
Di. Joio Mari* So vi-, Dr. franiiaco Jaeiatao t+-
reir da Motta, Dr. Jos Joaqnim de OJSsB% Dr.
Luis Vi.-t .r 11 ni'-m de Carvlh Dr. Joio Farreara
da Silva, Dr. Jois Baatos de Millo Gomes, Dr. Jj.
defonso Pereira de Ase ve io, Dr. Antonio Baptista
de Mora-*, Dr. Manoe! Falcao de Asevedo, Dr
Joio Aiex4udre Scixas e Dr. Virgilio Tata
Oliveira.
Suva
Attestados dos Ilustres cavalheiros qae I
nso vantaj >samente dcate remedio :
Capitai ae mar e gu-rra J .s Avetiao da
Jacqoes,b rib-ri.
Dr. Miguel de Figneirda Paria, dem.
Captio F.orencio Rodrigues de Miranda
idem.
Jos da Silva Rodrigaes Neves, idem.
Joaquim Fenelon Delgado Borba, ideas.
Manoel Pinto da Costs, idem.
Joio Francisco Taimes, idem.
Manoel da Costa Alves, idem.
Estevio Alejandre Jcs Dornwilas, ideas.
Zicarias da Costa Lei'i), dem.
Antonio Diaa de Alm da Costa, idem.
Kufino Suzano Gajo de Miranda, dem.
Antonio Jos Ferreira R -unidor, idem.
Arstidea Manoel doa Santos, idem.
Jos Antonio Correia Gao, idem.
Angelo Coriolano ia Motta, idtm
Tito Macbado Freir de Barros, idem.
Aff o nso Ligorio Velloso, idem.
Ursolino Olinio de Torres Gallindo, ideas.
Tbomas loVtivo dos Santos, idea.
Candida Francisca Mans Fej, idem.
Francisco Teixeira Barbosa, idea.
Joio da Silva Neves, idem.
Urbano Jos Carneiro, dem.
Joa Luiz de Franca Torrea, ideas.
Mancel Arquelao S.lv > Costa, Oca*.
Elysio Alberto da Silveira (em pseos de sas fa-
milia), idem.
Pedro Tertuliano da Cunha (em pessoa da saa fa-
milia, idem.
Conselheiro Alexandre Beraardino dos sVswe Silva
(em um seu escravo), escrfulas.
Alberto Agripino Sexas, estomago.
Alcides d.: Aquino Fodscc, gomosa no aaris.
Alfredo A. de Vasconcellcs, rhesutatisma
Arthar di Silva Begadas, chairas.
Alfredo Bessoni, rbe imatiamo e escrofal .8.
Augusto Cesar fereira Caldas, erupeio de p-Hse.
Austricliano de Turres Gallindo, rssMSSatisSBS s
darthres.
Adolpho Marqu. s dos Santos, idea, dem.
Antonio Jos dos Res, rhenmatisaso.
Antonio Dias Ferreira, idem.
Annibal Casado Lima, goaorrba ehrooica.
Antonio Luis de Franca, escrfulas.
An'rnio Catro4lootiro, rbes
Antonio Alves da Slva Jnior, ide
Antonio Aquilino Campos, rfe
Antonio Goaoslves Cerqoeira Fon tes,
uretra.
Antonio C. Xavier da Silva,
thros.
Augusto Leopoldino da Silva Nerea,
Alexandrioa Maris da Conceicia, "*
Antonio Ferreira de Lima, idea.
Adolpho Cunha, empig-ns.
Arthur Babia da Cunha, empreos e 1
Antonio d Coa'a M t> ir. nevr.-.!gia.
Adriano Antones Dantas, achaclo aa
Antonio Jos da Fonseca, dartbros.
Antcnio Gomes de Si, rheumitis
Albino Jos GoncaltA Dinis, y
Antonio Flonaoo de Mello, idees.
Antonio Pinto da Silva, bobdes
Aureliano Joa doa Santos, ferida atsttsss a
naris.
Antonio da Silva, cunero horrorosa
Antonio Francisco da Cesta, eoraeis
Dr. irgemro Arxa, rheoaatisaso.
Adolpho Machado, idem.
Anto.iio Horacio, idees.
Antonio Teixeira de Lima, idea.
Antonio Menelio Oaetaoo de
de sna familia), fMres branca*
Antonio de Sonsa, d> uasiatiea
Antonio Fradiqae (em pessoa de saa I
res brancas.
Antonio Pedro de Sonsa Soares aa ;
familia), rlegeneracio no sangoe.
Alvaro B- Dias Ferreira, xoetos*.
Antonio da Silva Raaos Neves,
pe mas.
Affonso Monteiro Pess*, escrafslas e
Agredo Moreira, feridas ao pe.
Augusto Puntes do Am-.ral,
Ten n'a-eoronel Apollinario P. A. I
piceas.
Antonio Jos Rodrigaes de Soasa Ka,
rea.
Arthar Atunas Daifas,
Augusto Carlos Noronha, graade
p-ma.
Aff ,n Taborda, rheumatisao 1
Aff nso Olmdense Ribeiro de j
de palle.
Agapito InnossBBw PogS1

. -i
<


4
Diario de Peruajubuco(tninta-feira 12 de Janeiro de 1888
Antonio Ferreira Dinis (en psaao* de
ataquen i.sterici.t.
)-

Beue vides (afreto do Rosan o, rbeumatismo.
Bom irdino Al ve* Neiva, idea
Beato Jos Pereira, dem.
Bernardina da Costo Camp>s dem.
Beluario A Ivs de Brito, syohilis.
Bernardo t agosto Soares Liite. ampigeos.
Bemveouto Cavaleante de Mello, empigem de
mi onn.cter.
Dr. Claudiio Eleidio de Freitas, oropelo de palle.
Cario Van-der-Liuden, rh< umatismo.
Cassy Juveial do Reg, enf irmidade chrooica.
Candido Mmoel do* Santo i Mondonga, rheuma-
tismo.
Caetaao da Silva Asevedo, sypbilis.
Caettoo Gimes de Almeida. rbenmatiamo.
Carlos Lopsa Guimarles, idem.
Domingos Jos Ribeiru Sos res, idem.
D.-mingos Jos Rodrigues, Corsa de sangne.
Daniel Per oir dos Santos, impelo de pello.
Emilio Rolsarto, darthros.
Elpidio Acroli de Barra, rlienmatismo.
Emilio Peieira de Araajo, diversas molestias.
EaphroBtno Rodrigues do Quito, rheamatismo.
Epaminoncas P. B. A. de VaecoaceUoe, dem.
Eduardo Poro de Paiva, inllammecio darthrosa.
FavioX. Sonta Foaseis, ueras.
Francisco Ferreira Brandas, rheumatismo.
Francisc > le 8onaa Duarte, idem.
Pranciaco le Siqueira Passos, dartbroa.
Pranciaco Cecilio da 8. Guimaraea (em ama preta
de raacaaa), gommas no joalho.
Francisco iguel Rodrigues, rheumatismo.
Felippe Nury (animarles, s .roas e tumorei.
Franco Martina Nogueira dos Santos, samas.
Francisco Jaborandy de Mcraes, feridaa syphili-
tioas.
F. de Assi Coelbo, rheumntismo.
Fdlix Jos Marques Bacalhi.o, darthros.
Flix Pereira de Aran]o, go-zimas e bobSea.
Francisco Rodrigues dos Santos, rbeumatismo.
Fernando Magalbles da Silva, empigens ebro-
nicas.
Feoeloo Borba, rheumatismo.
Francisco de Mello Cavalcuote de Albuquerque,
i o comandos na uretra.
Fraacjsco Rodrigues da Cuaba, eaneros e bo-
bes.
Francisco da Costa Forras, paralysi e asthma.
Francisco Jos do Reg Mello, rheomatismo.
Francisco Qoncalves Guimaraea, idem.
Alteres Francisco de Albnquerqne Psjuaba, in-
commodo no naris.
Francisco Jos Pereira, syp bilis. "
Francisco Jos Das Sobrio bo, bleuorrbagia.
Tenente Francisco Evariati de Sonsa, figado.
Felismino Lourenco da Silva Araujo, nevralgia na
cabeca.
Francisco Paee de Luna, rlieumatisao.
Francisca Florinda do Resino, escrofujas.
Pranciaco da Silva Miranda, hemorrhoida*.
Floriano Gomea dos Sanios, (em pessoa de sna
familia), mina'ro e dispopai*.
Fausto dt Barros Beserra, eru oeo cutnea.
Fraocisco Nogueira de Ma^albes, escrfulas.
Francisco Martina Gomes, rupcSo de pelle.
Fnncisco Ferrio Caatell > Urano Jnior, teridas
de toa carcter.
Gabriel Peregrino, rbeumstsmo.
Ga-par Augusto Soares Leite, idem.
Dr. Genei Martina Feotes, idem.
Gustavo Wertbeimer, idea..
Henriqce Adolpbo do Rege, aiphilis.
Hortencio Eneas Vieira de Amorim, horrorosas
fondas.
Hostinian} Carnero de loraes, rheumatumi e
inflamo aclo de olboa.
Ignacio F tito de Agniar. sarnas e pannos.
Ignacio Troyano de Jess Bar.deira,ourina de
sangne.
Ignacio Rodrigues de Carvalho, gonorrba.
JosClacdio Dubenx. rheamatismo.
Jus Mariada Costa Carvalho, idem.
Jos de i-ouaa Bras, saman e empigens.
Jos de Souza Aguiar, rheamatismo.
Jo Ped-o Velloso da Silveira, em pessoa de sua
familia, irritacao no pululo.
Jos Framiaco dos Anjos, (cm pessoade snacaaa)
loncura por suspensio de parto.
Jos Antonio da Costa, ne "algia.
Joa Ricardo Diss Fenaudes, rhenmatismo
agudo.
Joa dos Santos Selva, idem.
Jos de Ostro Monteiro, empelo de pelie.
Jos Csataoo da Silva, idem.
Jos Pedro de Limr, escrophulas.
Jeo Maques de Sonsa, rbeumatismo.
Joaa Bemardo do Reg Vulenca, idem.
pslo
WIIEMIfl
Balsa com in-ciil
JtAvita omClsaCS DA JUNTA DOS COB-
EBCTOKB8
erare. 11 de Ja tetro u*e 1888
Acedes (la companbia do 3eberiba, do valor de.
1004 i 155*000.
iJauoio i obre Liendres. 6') dv #4 l|io d. por 14,
do buceo.
Dito sobre dito, vista, i:3 78 d. por 1*000, do
banco.
Cambio ore Lisboa vista, 123 0/0 de premio,
do bateo.
Na hora da bolsa
Vi'iidfram-se :
18 acc-iea da companhia do Beberibe.
II : rea.tei.l-,
Augusto Pinto de L moa.
' 1 servt.ariu,
Pedro Jos Pinto.
tflovimeiito bjncario
acerra, 11 oa ja:ib:bo na 1888
i PRAQA IX RECIPE
Os bai eos, pela manb, adoptaram a taxa de
24 1/8 d., sem attrabirem ilinbeirt.
Ponco depois de raeio diit retiraram todos suas
tabellan h affixaram do novo a 24 d.
Em pa?el particular bou ve algumis operacoes a
24 1/8, s FRACA IK) RIO DE JANEIRO
Abrirs os baucot a 23 7/8 nominal, dando,
porm talca a 24 d,
Antea le meio dia retiraram ellea para 23 7/8 d.,
a cuja taca nSo appareceo dinbeiro algom.
Papel jarticuJar anda fi-a eaeasso a para o mo-
soento ni j ha saccadores.
-.s tabllaa expostas aqu formo estas :
f)o Loi'dos Basa :
Joio Francisco Monteiro, sypbtlis.
Joio Ferreira dos Santos Jaaior, pannos
Bsffps.
Joio David Baptfsta, tomossM ayphiliticos.
Joio Baptista Franca, rhetfmattamo.
Joio Lourenco Pereira da Costa Borbaleta, idem.
.'oio Henriqae da Crqa Ribeiro, molettias sypbi-
litieas.
.IsaaaJsa Jos da Sonsa Oliveira. rheomatismo.
Joaquina de Sonsa Sil/a Cunh, rheamatismo e
outros malea.
.lamqnim Jos Ferreira l'eohs, rbeumatismo.
loaqoim da Costa Doarado Joaior, idem.
lerooymo da Coata Lima, idem.
Julio Cesar Ottoni, idem.
Jovioiano Manta, idem.
J. P de Cstro e Silva, idem.
Jos Botnlho Pinto de Mesqnlta, erupcio de pelle.
Jos Ferreira da Porciuncula, rbeumatismo.
Jos Soares do R-'go Villela, sarnas c gonorrb.-i.
Jaeinth* P. C. de Ase vedo, rbeumatiumo.
Joio Augusto C-sts, darthros.
Jos Moreira Krandio Filbo, rbeumatismo chro-
nico.
Jos Pestaa dos Sanks, bubio recolbido
Joio Nones Ferreira Cnlmbra, gonorrba.
Joaquim da Silva Netto, cancro seceo no brac)-
Jois Ferreira dos Santos, gomma sypbilitica.
Joio Feliciano do Nascimento, rbeumatismo agu-
do.
Jos Pinto da Caoba Tuixeira, rheamatismo chro-
nico.
Jovino Casaiano Maia e Silva, rheumatismo got-
toao.
Jerooymo J. Pigueira de M-llo, molestias syphi-
liticas.
Joaquim Domiogue" da C. Braga, darthros sy-
pbilitieos.
Jos Carlos Marinbo, anemia e rbenmatismo.
Joa Silvestre dos Santos Perrira, idem.
Joio Antonio do Naacimento, paralysi*.
Joio Silvorio da Souxa (em sua cunhada), ir.fi.ni-
ci no figado e paralysia.
Joanna Candida P. Barreta, irregalaridade e ata-
ques histricos.
Jovelino da Cunha, rbeumatismo muscular.
Jos Verissims de Asevedo, anemia e hemorrhoi-
des.
Joaquim Joa Maia, estomago e rheumatismo.
Joa Gomes dos Santos, cancros venreos.
Joio Baptista dos Santos Almeida, rheumatismo
e cancro melle.
Jos Joaquim da Costa Pinto, inflamscio coi
' olhos. *
Joio Marques d Pinho, anemia o ferida cancerosa.
Jos Vieira da Fonseca, ernpcio de pelle.
Joio Verissimo do Re,{-i Batos, rheumat smj.
Joio Hermenegildo da Silva, idem.
Joio Cavaleanti da Araujo, dr ossiatica no braco.
Joaquim da N. Pedresa, loflamaco de olbos e
rbeumatismo.
Jos de Faria Machado, rheamatismo gottoso.
Joaquim OJorico de Araujo, gonorrba chrooica.
Joa da Silva Neves, coceira nos testculos.
Joio Jos da Silva (em urna filba), paralysia as
pero as
Tenente Jos Antonio A'.boquerque Pedresa, mo-
lestias syphiliticas.
Jos Joaquim de Freitis Tavares, crysip^la chro-
nica.
Jos de A. Costa Pontea (em urna senhora), formi-
gaeiro as pernas
Jos Al vea, rhenmatieno.
Jaciiitbo Augusto dos Ris, rheamatismo agudo.
Joaquim G. Asevedo Silva, iachacii as pernas.
Jos Aff-mso Ferreira, gosumas e escrotalaa.
Joio Fernandes Baptista. rioa e catharro na be-
liga.
J. Nanea da Silva, gonorrhi chrooica.
Januario Soasa Silva Serodio, estomago e toase.
Major Justino R. da Silveira (em ama pessoa de
ana familia), ferida chrooica.
Joa de Moara Iglisias, aypbeles e herp :a.
Joio Pereira de Meadouc i, gonorrba e cancros
venreos.
Jovimaoo Cordeiro Lins, inflamaclo nos intes-
tinos.
Joa Mara da Suva Fernandea, escrfulas.
Jos Luis GoDcalves, aypbilia na larynge.
Leopoldina Mara do Nascimento, homorrhoidas.
Luis Csrlos de Almeida, dores agudan sobre o peito
raquerdo.
Dr. Lindolpho Crrela do Araujo, eogorgitamento
naa glndulas.
Luis Marqaea Vieira, iritis nos olhos.
Manoel de Araujo Costa e Si, erupcao de pelle.
Manoel Jorge Arantes, tumor no pulino sobre o
eoracio.
Maaoei Alves r'itolo, acrofalas.
Cotacilc de Igod&v
KM 11 DB J4BEIBO DE 1888
Constoo vendas do m 1* sorte do serlio na ra-
aio de 6*550 por 15 kylos.
Kntr-adftn de auca- e al^odo
MBS DB JAXBIBO;
AS8CAR/
Entradas Das
Barcaets.....2 4 9
Via-ferrea de Caruar 2 i 10
Animaea..... 2 i 11
Via-ferrea de S. Francisco 2 7
Via-ferrea de Limoeira 2 4 7
Saeeos
41 068
6.2S1
4.9J4
3207
15 752
Manoel Jos leraaades, rbeumatismo.
Manoel Aagnnto Meaquiu, rheumatismo e dar-
thros.
Manoel Peasot. Ferreira, o cera sypbilitica.
Maooel Filgui ira de Menaaea, syphilis.
Madsme Freir, diversas molestias.
Mara Freir le Lima, rheamatismo.
Manoel Francisco Teixeir., syphilia.
Manoel Leoncio do Reg Barros, molestias eypbi-
liticaa.
Manoel Rodrignes, estomago e nevralgia.
Manoel Gonci.lves do Reg Barros, molestias sy
philiticas.
Miguel Manosl da Silva Coelbo, rites nos olhos.
Manoel Francisco dos Pasaos, gomma no toruo-
ello.
Maaoei Francisco Fragoao, darthros nos onvi-
doa.
Manee! Soart a Neves, bronchite.
Manoel Jaonaiio de Arroda, impureza do saegue.
Maooel J aquim Vieira, rbeumatismo.
Manoel Tavares da Costa Martins. ulcera na gar-
ganta.
Miguel jL de Sonaa Fooseca, nrina leitosa e ulcera
uo naris.
Manoel Joaquim Pereira, estomago.
Mximo Rodrignes dos Santos, feridaa eyphiliti-
eas.
Manoel de Araujo Neto, empigens.
Manoel Vieira Neves, rheomatismo.
Alferes Manoel Feliciano Ladislo dos Santos,
complicacj de molestias
Mara Olimpia de Oliveira Cyrillo, erupcio mo-
lestia contagiosa.
Mauoel Pnbeiro de Mindanga, rhenmatismo n
peito.
Manoel Joaq-jim de Mello Kego, escrfulas.
Melehiades de Sonsa Santa Rosa, (em urna pessoa
grvida) estomago.
Numa Pedro de Alcntara, rb umitismo.
Pedro Leoncio Rodrigues, il.ir.-s pelo uorpo.
Pedro Aiexandrino de Mello, erupcio sypbilitica.
Pedro Borgea de Cerquera, escroiulas e paraly
sis.
Pbilomeno de Vasconcellos Chaves, rheumatismo
Paulino Beruardioo Oliveira, escrfulas.
Paulo Luir Alves, sypbilis.
Pedro B-irbcaa da Silva Netto, orebites.
Pedro Alves B irboaa. exoatosu ua cabeca.
Ricardo Fot seca de Medeiros, escrfulas e rheu-
matismo.
Sodolpho M. de Serpa Brandio, iacbacio no tor
ntelo.
Raymnodo Lioo des Santos Gonveia, darthros oa
peroa.
Ramiro Antonio da Cesta, rheumatismo agudo.
Satyro Cordeiro, erupcio de pelle.
Sebastiio Joaquim do Reg Barros, molestias sy-
philiticas
Tbeodomiro de Asevedo, ataque de asthma.
Traoquilino des Santos Caatello B:au.-o, iheumi-
tiamo.
Tbomas Aguell > Leal, paralysia e rheumatiamo-
Tootnas Jos de Olinda Campello, n.fl imaco no
estomago e naa gengivas.
Thomas Ferreira da Cunha Jnoior, erupcio de
pelle.
Tbomas Esp'iica, gommas no corpo.
Tito Jos do Couto, f. rmigneiro em perna.
Ulysses da 'Josta Spioola, anemia e glndulas na
ua cabeca.
Vctor Goot_alves de Sousa B^irio, iuflimafSo na
perna.
Virgtno Caroeiro L Vicente Silverio de Susa, idem.
Eocontra-se a venda na Dragara dos Srs. Fran-
cisco Manoel da Silva & C. ra do Marques de
Olinda o. 23 e Puarmacia Ore-'l a oa E>trei>.a
do Rosario i. 3.
------------- a
Lotera do Para
A 1* serie da 16 loteri* Uo Para corre
no dia 14 de Janeiro com o plano (e ....
120:0005
4 betw da hatuanldade ()
' fcil recouhuoer as propriedadea cu-
rativas do Peitoral de Cambar dea-
coberta do Sr. S. Soares, de Pelota, cou-
tra oa catarrhos, bronohites, hemoptyeias e
outros estados .mrbidos da membrana pul-
monar, e a sua poderosa eficacia nos va-
rios parios periodos de tyaioa.
Sob a intlataoia d'este poderosissimo re-
medio v-se cessar os esoarros de sangue
o as expectorares sangaiaolentas ; dissi-
pam te as toases mais rebeldes e tambero
desaapparecem as oppressSda, dores do
deito e Iterares da voz ; pouco a pouco
desenvolve-se appatita, reappareue.n as
torgas perdidas e, Duina palavra os doen-
tes experimentam urna mudanza muito no-
tavel e, por assim diaer, tornam vida I
Os unios agentes depositarios geraes
Francisco M. da Silva & C.
A melhor e mais perfeita de todas as co-
nheiidag at agora a Emuislo de Lan-
man a Kemp, e por conseguinte a mais se-
gura e rpida nos seus effeitos em todo o
caso de affeccSo da garganta, tisir-a e de-
mais incommodos pulmonares ou peitoraes
Sabidas e conbecidas sfto em todas as par-
tes as virtudes de ama boa emulsao de
oleo de figado de bacalho, e no presente
caso, so temos a dizT que, tanto, a abso-
luta ex 'elleoeia dos elementos empegados,
como o esmero e correccio scientiiica de
sua preparacSo, fazem da emulsao de oleo
de figado de bacalbo com os hypophns-
phitos de cal, soda e potasas qu? leva o
Dome e marca industrial de Lsnman &
Kemp, a mais perfeita, eficaz e agradavcl
das que existem no mercado. 2
Collegio de N. S. da Paz
46 Roa do Bardo da Victoria 46
A dir.:tora (leste collegio faz soiente aos
Illius. Srs pas d familia qua as aulas
deste collegio reabrir-se-bao no dia 16 do
corren te.
Recite, 10 de Jaueiro de 1888.
A direetora.
Mara da Paz e Freitas.
ma revolugio no tratamento cathartico.
Milhares de pessoa considerara as pla-
las aperitivas como urna especie de medici-
na que.deatro a sua eficacia pela conti-
nuadlo. Em outras palavrus, pensara que
por mais pequeo que soja o numero a to-
mar se ao principi >, ellas ver se hao obri
gados para o fim a tomar grandes dses.
Porm as Pilulas Assoearad^s df Bristol
formam urna grande exuepcjlo ueste parti-
cular. A dse sempre moderada, sendo
quatro pilulas o numero usual para um
adulto e seis a dse maior. O effeito
que ellas produzmn permanente, o nao
neceasario o rep til-as, afin de se evitar
urna recabida. Para a prisao do ventre,
dores de cabeca nervosas, desrdeos bilio-
sas, calatrios e fobrt>s, incommodos do es-
tomago, debilidad geral, clicas, irregula-
ridades do systema feuiinino ; ellas cons-
tituem urna cura especifica. Ellas esto
mettidaa dentro de frasquinhos de viiros e
por isso a sua boa conaervacSo duradou-
ra em tolos os climas. Em todos os ca-
sos aggravados ou provenientes d um esta-
do impura do saogue, a Salsaparrilba de
Bristol deve de ser tomada conjuoctamente
com as pilulas. (416}
ED1TAES
Casa Feliz
3
Somma.
'
AI.GODO
Entradas Di as
Barcacas......2 i 7
Vap.i.-ea......2
Via-ferrea de Cmara 2
Animaea...... 2
Via-ferrea de S. Francisco 2
Via-ferrea de Limoeiro 2
Somma.
7
i 10
11
i 7
A 7
103.312
Saccaa
367
300
160
1.08
257
1.075
3.271
.. :. Jrea .
"Krs. .
Ui.a,. .
laiii'-.urg)
-\-rr.ntral
ew-YorJt
Mo lar umicioaAL :
U>ndres.......
M s........
Uai-a.....
gatr.bnrg......
Ldaboa e Porto .....
IDCpaci eidadea de PorlB-
^........
ifew-Yorl: -
- o Eswusr Bam i
..-lres.......
r"aru........
tUlia........
iaaiborg......
.-isroa e 'orto.....
riaeipaei eidades de Pona-
g*........
Una dos i.cores ....
'na da Mideira ....
Nx-Yori .....
i
396
493
22*
HOdJu
24
396
493
2.'2
M) div
>.K
396
vista
L'33 4
400
400
498
224
2*100
vitla
23 3/4
400
400
498
224
493
222
229
21100
vista
3 8/4
403
400
498
224
229
232
229
24100
Vapor despachado
Vap. nac >Mandnb>, sabido hontem, levoo
para:
Macei : 122 fardoa de xarqoe, 70 caixas com
Bab&>, 45 caiziobaa con aabooetea e 15 ditas com
velas stearinss.
Penedo : 70 ferdos de xarqoe.
Aracaj : 423 fardos de xarqoe e 50 canas com
sabio.
Carreg. diversos.
Havios despachad*
Lng. norueg. Cbnttioe Elisabetb, sahido hon-
tem, levon para :
Estados- Ucidus : 6 243 taceos com aisucar mus-
cavado.
Carreg Julio Si Irruios.
Pat. norueg. Elieser, sabido antehontem, levon
para :
Rio Grande do Sal: 350 saceos, 1 050 barricas,
150/2 e 150/4 com assccnr branco o 100 barricas
cam dito mascavado.
Carreg Augusto Octaviano de Souza
Pauta da Alfaadeg*
SBMABA DI 9 1 11 DI JBS1BO OB 138
rVide o Diario de g de Janeiro
Cotas^ao de nsiucar
BU 11 DB IABBI 10 DB 1888
A Atacnioflio Comm*reud Agrcola, registrn os
(recos ah.ixo, pagos ao agricultor, por 15 kilos :
Usina Pin to
Colonia label. .
Turbina pulveriaad .
Blanco 3.' aoperior .
. 3. boa .
3. regalar .
oes -
*awavad>
\avios % carga
Barca inglesa Mtilda C. tink para Liverpool.
Barca inglesa Chilena, para Canal.
Barca americana May G. Reed, para Estados-
Unidos. a
Bsrca nornegueose Vega, para Estados-Unidos.
Barca portuguesa Sal'.ana, oa'a Lisboa.
Baica inglesa H Ida, para Liverpool.
Barca noru-guenae Brodrene, para Liverpool.
Barca portuguesa A^ouo Silencio, para Lisboa e
Porto.
Barca inglesa Qaeen of the FUet, para Liverpool.
Barca portuguesa Qiieria, para Liaboa e Porto.
Barca ailemi Arma, para Montevideo.
Barca nornegueose Salem, para Estados-Unidos.
Barca inglesa Erminia, para Liverpool
Barca americana Caryphene, 'para Estados Uni-
dos,
Barca norueguense Loveand, para Estados-Uni-
dos.
Barca americana i?u Escuna dinamarquesa Expren, para Kio Grande
do Bul.
Lugar n.-cioual Loyo, para Rio Grande do Bal.
Lagar nacioaal Zequmha, para Rio Grande do
loL
Logar americano Mascote, para New-York.
Lsrar holbtadea Leemhuii, para Rio Grande do
Sol.
Lagar ingles CLUha, para Liverpool.
______L*f ingles FlmthOt, para Canal, .
t .ktvi S \\ dor iaglaa Csfer, para New-York.
1#300 a 1*380 I p.ucbo allamio Anua, para Montevideo.
PRACA DA NOBPESDENCIA N. 37 E
DE ANTONIO A SANTOS PORTO
Aos lOOtOOOOOO
Venden da !. extraecdoda lia imeria extrahida
booem, 4 d-- Jnn.-iro, a sirte de 1:0004 o. 3207,
a sorte 2504000 u. 3 '61 390.
Tem ex^ioato veuda ua m-us feliaes biibelen
garantidos da 2.a exlraccao, a b.jn^fieio da San'i
Casa de i&Iisericocdia qu- eo extrabir no d'i 13
da crrente
Vapor ingi z Aihbroolce, para Liverpool.
Vapjr naciiuil Giqui, para Fernand i .ie Njro-
uba.
Vapo iogl.-z Jctmond, para Liverpool.
Vap jr nacional AW-ndo. para Santos.
Vap"r frautMis Vi'le de Pernambuoo, pira Lisboa
e Havre.
navios descarga
Barca naru'-guans- l*evialhan. carvSo.
Barca ingli-sa Ranavola, carvSo.
Barca ingesa Arbuto, carvio.
Brigoe alleioio AsnsO, varifS generoa
Escuna alleroa Frownka, xarque.
Escuna norueguense Reform, xarque.
Escuna ingles* Hay Flower, bac*o.
Escuna inglesa Percp, b*"alna
Patacho allemio D. Pedro, xarque.
Patacho noruugadiise Vaarbd, carvSo.
Patacbi dinamarqaes Blyte H>y, varijs generas.
Patacho dioamarquez L\wing$t:ne, farol 1 i.
Hat, bo allemo Anlelope, arel lo.
P-itacho ingles Robim, bacalho
Vapor ingles Sculptor, varios gneros.
Ioiportaco
Vapor franoez Vle de Perruimbuco, en-
trado do Rio de Janeiro em 11 do corren
te e consignado a Auguste LabIl, mo-
n,f-utou :
Xarque 500 LrJoa a Maia & Rszend.
Barca ingleza ^r&iwo, entrad de Hull,
em 6 do crrente e consignada ordom,
uianifestou :
Carvio de pedra 605 toneladas e 14
quintaes Eaipreza do G.z.
Hi.-.te nacional Rainha do Anjo$, ube-
gsi^o de Mai--, em 11 do corrente e con
r-i^aado a M-nn-l Jonquim Pi'aso, mani
festou :
Algodao em ama 20 caceos a Jos de
Macedo.
. Sal 400 alqueires ao consignatario.
Lyceo Triadelphico
20-KA DO HOSPICIO -20
Reabrem-ae, nu da 16 do correte, a aulas
deate estabekcimento de iostruccao e educacao de
meninas.
{A directora, certa de que um feito o poasivel,
para corresponder a sua incutnbeoca eucarregada
espera que us Srs. p3 de fainliim -nit nu'-m a
dispensar-lhe a mesina con6anca do que at h >je
tem Lunrado.
As aulas do Lyceu funecionam das 9 baras da
manba at s 3 da t.rde para as alumoas exter-
nas e at a 6 p4ra as senii-ioteriiaa.
Alin de pnmeiraa lettrna, manten a directora
um curso secundario que se cornpo) das scuuint'a
materias : linxuas n.icional, frauceza, iugleta e
italiana, tbcorica e prat.-ament ; aritbiner geograpbia, geuinetria historia ; msica, deseub
e trabalbos d'- e gol lia
Para mais informaces pjlera. os Srs. in'*res-
oados dirigir se ao i-atabelecimeoto
Recite, 7 di Janeiro de 1883.
A directora,
Mara de Mello arneiro Ledo.
------------?ggtecu
A viuva D. Eulalia Ernestina Caroeiro Caval-
cante acnando-ae graveaentu enterma e sem re
cuiso rIkuui para ai < par* cinco Glbiuboa, que
mais a affl'gem ein iom> de aun leu roga a al-
gumaa petaoii um obulo de ana canil, i -, urna es-
)! i'- 11 amor de Deua. Reside ruu das Car
rnoae n. 32.
O Dr. Joaquim tUTel* il< Uliv.ir Au-
drade, juiz de direitu de orpbaia e au-
sentes, da 'loraaroa >io Reeife e seu ter-
mo etn Pernambuco, por S. M. o Impe-
rador o Sr. D. Pedro II, que Deus Gruar-
de etc.
NSo tendo comparecido na audiencia -e boje, to-
dos os escravoa que deviain ser altorriadoa p"lo
tundo de emancipaci, acompanhados dos seus ae-
nhori-s sfim de rccebere.n sua^ curtas de libirdade,
conforme f rain chamados por edital de 2" de De-
sembio do auno pasaado, de nov aS-i corividadoi
comparecerem Ba HU 11 horas da mauha, tim de iccberem auas cartae,
os que faltarim, qu>- silo os 6eguntes :
Auta, de Pranciaco Antonio C irreia Ctrdoso ;
Benedicta, du D H-lirira Candida de Sant'Anna ;
Antonia, de D. Maria Jos de Jess Peretti ; Quio
tino, de O. Mana do Carmo C rneiro Campellv ;
Silvena, d" D. Mana Gil'lma da Silva Braga;
Augusta, do Brj. de Murineca.
Para qun cbeirue ho -o ihecnn- nio de t.idos mah-
dei paesar o preaent edital, pelo qoal silo convi-
dador Oa ae'ih iros dos meamos eacravor. ou s-'ua
procumdore, para que om os ibertandoa compa-
rec-im n referida xndi -neia. mimiftiis da matrie'ila
reapeetiva e pruv il^ q,|rt nio eativurmn os hDer-
tan'l's fgidos nos wt$ mezet, anterioreaa claaaiti-
cae&o s tenaos lu vwo d 3 .Je Abril de 18Sl
Dado B p'H.'V "' '!.o .lo Rente, aos 10
de Jn in ile Ilion
Iiu Mano I aubaen-vi
Joaquim Crrela il- Oliveiru Andradry
de Joaquim Elias de Carvalho Moara da 430*7.0,
d i Mara Cavalcant* da Costa e IjUs de B. Car
valcante de 2:7104530, da Joaquim Eiras de Car-
valho Moura de 2154440, de Umbiliaa Sisaoes Et-
gueira Bastos de 2:113*260, de Joa Qaiatis dsj
Sooss de 3374790, de Francisco Candido Valestfa,
sendo urna de 3:5104120, e ootra de 2:2964440,
fioalmente do Dr. Sergio Disis de Moara Mano*
de 2:9814650-
E como os sopplicados morara em lagar iaeeis
e nao sabido, a aupplicante reqoer a V. Ex.
digne de justificar o all, gado para qoe traba la-
gar a citacao par editaes entregaado u letras.
Nestes termos pede Recite, 2 de Jinyro de 1888 Domingos Pista
de Preitas. (Sellada legalmente.)
Deapacbo:
D atribuida. Como pede. O esenvio llsssi|
dia. Recite, 5 de Janeiro de 1888.Moata-
negro.
Distribuicj :
A' Ernesto Silva.-Oliveira.
E mais ae nao coutitiba em dita piticii, despa-
cho e distnbuica>, aqu copiados, e p-ir iores ieKst
uiesmo despacho, aqu traoteripte, o reapect vo
escrivo lavrou o termo de protesto do taeor sr-
guinte:
Ajb 5 de Juneir* de 1888, em meu eartorio, s>-
raoto miin e as testemuobaa lufr asaignadas .as-
parecen o supplicante e por eate foi dito que fiel
preaente reduca a termo o proceatu co.-.sf>nte da
peticao retre, qoe atiere na como parte deate esa
que depois de lid i nasigno.Eu Ernesto .Maebada
Freir Pertira da Silva.Domingos Pmt' de Frei-
tasJiaquin Jnnea dos Res. >>omingos JoW: da
Carvalho.
i.' o que se eontioha em dito termo de protejo
aqu copiado.
E tendo o justificante producido suas testema-
nh-.f, jualificando o allegado na petic^ao, o --ac-irlo
aellunlo e preparando oa aut. a o fes eoncl'ujs aa
Dr. juis do commercio que nelles proterio a se-
gn.te aentenca:
Vistos. Julgo procedente a jjatificaei e a
do que sejxm os justificados intimadla por ettal
com o praao de 30 das do protesto de fli. 3.
Costas ex-causs.
Recite, 7 da Janeiro de 1883. Taomaa Garees
t'aranhos Montenegro.
E mais ao nao cuntinha en dita seuteaca nqai
opiada, em virtud- da qoal o respectivo oseriHa
fes passar o presente editil aatj irw^r d> qisal
chamo, cito e hei por citad>a o* j-i-riicd s i.ara
i|iie comjar.giui ante cale |U>so. ain de allega
rem o que tor a uem de v.-m direitua, dentro do
praao d 3 1 dias.
E para que ebegue ao conheciraent.> de tadu*
m.r.dou passar o presente q i s- ri p-ir.licflo pala
imprensa e outro de igual ib or i.!fiii.1o w> ligar
d.i cobiume,
Dado e pasaado nesta cidade do Recite de Per-
nambuco, aos 1 i dir.s dj mez d- Jaoeiro de 1 388.
Subscrt-vo e aaaigno, Eruratu Machado Frene
Pcrei'a da Silva.
'Ihomaz Oarcez Purunhi* MonteneifrO.
Para Aiacaty, P. Alvea C. 16 barricas com
663 kilos de assucar branco.
Ni/ cter Jaguarary, carregararn :
Para Natal, r/, Alvea *. C- 40 barricas com
2,400 kilos de a-suear refinado ; E. C. Beltrilo C
Irmo 30 saceos com 1,80 l k'loa de assuear re-
finado.
= Na barcaca D. Arma, carregon :
Pura Villa da Pruha, A. P. de Azuv.do 2 sac-
eos com 50 kilus de fio de algodo.
ilullf tro
EXTEDIDO
Pelo vap. nac. Mandaba, parn
Penedo
Aracaj
7 0004000
10 0004'00
O Dr. TIi'iuihz br^roeZ faiauuu Miita-
uegro, uomrnend.dor da i nperial orteio
da R.ga, juiz d> drettO lSOeCial d U..IU
OK-rnia desta cidade d R n i.u i .), por Su i M.^--[ai? o I-opera-
dor a quem D'm guarde etc.
F..z sabor a..o que p presente edital virem ou
delle noticia live-i-m, iu por part do dminiar.ra-
dor da inaasa faltada d.- J-ae Tavares Pnbeiro Ibe
foi dirigi-1a a p-tic2j do tbeor seguinte :
fetteaj1 lin e Ezm. 8r. Dr. juis de direito
da vara eumowrinal. O admin stra le da msaa
fallida de J Ti Va res Pnbeiro quer in errom-
Dcr a preacripvao das segoinea Imtras : do acceite
de Bellarmioo Antonio Soaies da Fnu- sendo
uma de 4344500 e outra de 3:9994150 de Julio
L Derato da Silva, de 3:2254800, de Manoel Auto
LibSoiirea daFona ca Fiifi-i da quautiu de 3624650.
de Jo-qnirn Ermiru Admetno de 1:091470(1, de
D. Umbclina S. R. Bastos, de 2:0194550, de
Francisco Candido Vhente da importancia de
3:J4490, de J. Silverio de Sousa, de 1:2284750,
0
Ur. Tnoiuaz iar.-'-z
negro, coiniucnda'ior >'
S in ,-i de 560 a 610 ris idem.
familia de "0 ) a 24 I i*Ha a caa.
Milho de 24 l a 28.) res ide-u
* eijau de 560 a 640 dem.
Matado uro publico
Foram aoatidas uo Matadouro da Cabanga 81
rt-ses para a consumo dn dia de boje.
:iendo: 65 retes perteacentes a Oliveira Castr
i C, e 19 a diversos.
no (orto
IIradiurii(o ras DB JANEIBO
Alfandeya
Kenda ieral
Uo dia 2 a 10
dem de 11
ReuOa provincia!
Uo dia 2 a 1U
Ide.ii de 11
?^
309.4344236
o'J:69i*565
54.6774216
9:llUi706
349:1284801
63.787 4952
Somma total
412:916753
24600
24800
24200 a 24300
-24600 a 24800
24500 a 24600
24300 a 24400
14700 a |
E\psrtacA
uncir, 10 DB jaseibo ob 1888
Fara o exterior
Na barca ingleza Qiteen of the Fleet, carre-
gon :
Par Liverpo >l, J. H Bezwell 600 saocas com
42,953 klcn de algodo.
= No vapor ingles Jetmoad, carregararn :
Para Livi rpool, Poblman t. 419 saceos com
31,258 kilos de assucar branco e 708 ditos cjm
61,659 ditos de dito mascavado.
No vapor agles Athbrooke, carretn :
Para Liverpool, M. J. da Kocba 192 saceos om
14,400 kilos de assucar mascavado.
Na barca inglea H-tminia, carregararn :
Para Liverpool, J. P.ter ac C 1,080 saceos com
81,000 kilos de aasnca mascavado.
Na barca Soriegense Vega, carregararn :
Para New-York, Julio db Irmao 593 saceos com
44,700 kilos de assucar mascavado.
,, Na barea ailemi Anna, carregon :
Para Montevideo, S G. Brito 20 narria com
1,920 litros de agurdente.
Na barca portuguesa ATooo Silencio, carre-
gararn :
Para o P.irto, B. Oliveira C. SO barra com
1,400 litros de mel e 500 saceos com 30,000 kilos
de fariuha de mandioca. -
N i vapor fraoees Vtlle de Pernambuco, car-
regararn :
Para o Havre, A. Labilla 3 saceos com 188
bilos de borracha ; R. Lima *(! I caixas com
16 litros de agurdente.
Paia Lialraa, P. Caroeiro & C 100 saetas com
6,931 kilos de algodao ; R. Lima & G. 1 caixa
eom 20 kikxi de doce.
Para o usnar
No vajior naetoual Arlindo, carregararn :
Para Patotas, B. Oliveira os C. 1 cana com II
garras da preparados da jorabsba.
No hia te nacional D. Julia, miy%tm ;
Seguuda seecao da Alfaudega. 11 de Janeiro de
1887.
O thesoureiroFlorencio Domxnguei.
O ebefe da se coto"teca.
o da 2 a
!dem de 11
Rcrefce-rJorii (eral
10 11:2104000
8:524*061
14:7344061
Berebedorla provincial
:o dia 2 a 10 < 67:601^991
Id atoelfe Oa-stinsife
->-dia2al0 2:5404663
Ide.e o., 11 2884938
68:466147 ?
2:8294601
Mercado Municipal de S. los
* inovimontodeate Mercado no dia 10 de Ja-
neiro t<'i o segniote:
i.ntraraaa :
40 1|2 bois pesando 5,473 kilos, sendo de Oli-
veira Castro 32 1)2 ditos de l,e 1 ds 2',
7 de particulares.
258 kilos de peue a 21' rea 54160
72 cargas de farioha a 800 .rea 144400
40 ditas a frustas diversas a
80U r. 124000
11 taboJeiros a 800 ris 24200
11 Snutos a lUU ris 24200
Foram oceupados :
26 columnas a 600 ris 154600
19 compartimentos to lariuba a
500 ris. 94500
20 ditos de comida a 500 ris 104000
60 ditos de laguanes a 400 ris 244000
34 ditos de tascadas a 400 r s 134600
18 ditos de saino a 700 ris 1246 JO
II ditos de tressuraa a 600 ris 64600
10 talboa a 24 2 7 ditos a 14 74000
A Oliveira Castre *|C:
54 talhos a 14 544000
Enabaroaaeoei surtan
en 11 de Jaoeiro
NACIONAES
AVOS' C0X8IOMT1BIOS
Alsnca.......... A'ordein.
Arlindo........... Pereira Carneiro & C.
li-.ini............ Companbia Pernambucaoa.
Ipojuca........... C -mpan h i a Peinambucana.
Loyo.............. Luyo tk Filho.
Lamego........... (cnnboneira de guerra).
Marinhi XIV...... L^yo Flho.
S. Francisco....... Companhia Peroambueana.
Zequinba.......... L-yo Filho.
ESTRANGEIRAS
"AVOS COHllQHATABIOS
Auna Maria....... Baltar Oliveira s C.
Anna............. Hermann Lundgrin & C
Antelope.....-------- J. H. Boxwill.
Asbbrook-!......... J. H. Boxwel.
Arbut is........... Empresa do Qaz.
Anue Elysabetb.... Maia & Resende.
Aynes Bartoa...... A' ordem.
Brodrene.......... Wilsou aons & C.
* Blits........... Maia &. Rearnde.
Bertba............ Hermann Lundgrin & C.
B'lgeu.......... llermann Luadgrin & C.
Beliries........... Jvbuaton Pater a C.
Cbristine Elisabeth C'rrp. Oreat \V. of B. R.
Chilma........... Via-ferrea de S. Francisco
Clutba............ Blackburn Needhan ft O
Corjpheue......... A'ordem.
C. R. C......... Jobnoton Pater & C.
D. Pedro.......... Pereira Carne.ro & C.
Etyse Hoy........ Wilson Sons & C.
Erminia........... A'ordem.
Express........... Hermann Lundgrin & C-
Eva Lyuch........ Johnston Pater di C.
Eheo............. H. Burle fcC.
Fiaat Light....... A' ordem.
Fransiska......... Hermano Lundgrin & C.
Fontbill........... H. Burle A C.
Oolden Russet..... J. H. Boxwell & C-
Hermann Lundgrin & C
Hermana Luadgrin St O
Jnhnstiu Pater Sl C.
A' ordem.
H'jleoe............
Henderk R. L.....
Hilda...-.........
rludsoo...........
Haraouia........ Hermano Londgrin & C.
Jeamuud
Leif.............
Leviathan.......
Lovetand........
Liwingitooe.....
Lillian...........
Mati da C. Smith.
N. J. Lidstone C.
A' ordem.
Wilson Sons & C.
Wilaou Sons & C.
A' ordem.
Henry Forster C.
A' ordem.
P.-irufitnn Minie
Jnu ni Or i esa
da Risa, juiz do direiiu 1. vara espe-
iil io coininercio da comarca do R*':ifa,
por Sua M-geatade o Sr. D. Pedro, II a
quem D';us gui.rd* 'X:. rv..
Fafo saber aos que o prez-nt edita) virem ca
delle noticia tverrm, que se acha berta f.Ilea-
cia de J.;o Rviriiues de Almeida, pela Ka.esea
do theur seguinte :
Verificaodo-se dss petices de fl. 2- e fl. 4 4a-
piimentos de fl. 6 e fl 9 ttulos de fls. 3 e f 11
contracto de fl 14 costo de fl. 26, que J i. Bs-
drigues de Almeida estabelecido rn> sen njna sa-
dividual c-'in i.tti -na de c-.bell-.-iri na ra di ea-
bug4 n. 2 D e ra do Barii da Vict de chapeos de sol s^b a firma de Coutiale da
Motta *C daquilfis parte Jais Coninbj da
Motta, ausentou s- furtivamente, levn J .-inaigo
o dinheirn que ha em BSM ; que existen tira-
loa vencid.ia, e dbitos de valor snaerior a* keaa
existentes, declaro aberta a tal enca, do dito Jais
Rodrigues de A|meida da fina Cjntiobo da
M -tta & C a datar de 30 de Desembro oitirao.
Nomeio curador fiscal o Dr. J. le a. I >rros
Ooimaries.
Ffa-se publica a filien --la por editaes a con-
voquen se os credores i ara se reumrem ao iiim 1J
do corrente mes afim de elegerem o depozi ario.
A;ireaento e Dr. curador fiscal os baimofoa aa
praao breve.
Proceda-se a arrecan'aci" ssaasa eos aja
| agBtMJsaaaMsWaWssaaaaaaWaaaM
Vapores entrar
MBS DB db janaiao
Norte......... Maranhio......... 12
Bul........... Mondtgo.......... 14
Europa....... Aconcagua........ 1>
Hamburgo .... Camp nos......... 17
Bul........... Para............ 17
Europa....... V-de Maranhio------- 18
Estados- Unidos Fnan*e.......... 18
Sul...... Advanee........... I
Sul........... Congo............. 1
Norte......... Mando* .......... 23
Europa...... Zat Plata......... 24
Sul........... Eipr.toSanio..... 83
Sul........... Neva............. 5
Vapores a sal r
r ___ !l
IF.Z DB JABEIBO
Havre...... V. de Pernambuco... 12 as 2 b.
Sul......... Maraniao......... 12 s 5 b.
Fernando____ Giquid......... 13is 12 b.
S ulbamptou. Mondego.......... 14 as 11 m.
Valparaso .. Aconcagua........ 15 s 2 b.
Norte....... Para............. 18 as 5 a.
Santos eesc. V. de Maranhdo.... 18 as i b.
Sul......... Finance........... Ib a 4 b.
Est.-Unidos. .AdtMinee.......... 19 a 4 b.
Bordeaux ... Congo............. 11 Ib.
Sul......... Manad.......... 24 as 5 k.
BuenosAyres ha Plata.......... 24 a 2 a.
Norte....... Ltpirito Santo_____ 27 as 6 b.
Soutbamptoa. Nevo............. 29 b.
\avios entrar
Columba.......... New-P rt
Dar.............. N-w-fort.
Fras............. Hambnrgo.
O. C. Stanford..... New-York.
Lipes Duai te...... Rio Ornada da Sal.
Marinbo IX....... Rio Grande do SoL
Mette Joabanne.. Cadx.
Mcteor............ Terra Nova.
or.............. Rio de Janeir >.
Ryno ............ Rio de Janear*.
Solid............. Caidiff.
Seretba........... Terra Nova.
Taborda.......... Rio da Janeiro.
Hovimeato m porto
Navio entrados no dia 11
.Tule da-
valos ge-
May O. Reed...... Fooseca Irmaos & C.
Maacotte.......... Heuiy Forster &. C
Hay Flower....... Jobnstoo Pater & C.
Novo Silencio...... Baltar Oliveira 1 C.
Percy............ Meudes Lima C.
Quiteria.......... Amorim Irmaos dt C.
Quen of the Flet... J. H. Boxweil & C.
Raymuod......... A ordem.
Rauavola......... Wilson Soos & C.
Sefsrm........... Amorim Irmios 4 C.
Robiu ...'......... Johnston Pater & C.
Anrc
t::
Deve tor sido arrecadau. aastts
aus a quautia da 8084860
Rendimenlo do dia 1 a 9 do eor-
rentu 1:8454640
Foi arreedado liquido at boje
ooos do 4ia
^rue MrlMO a 480 ris o kilo.
Carad^B W a 800 ris idean.
2:0644000
Francisco R. P. Quinarios.
F.naeca & Irmos.
Nicmeyer Cabo & 0.
Johnston Pater A C.
A' ordrm.
A' orsm.
B. Neadhan St C.
Hermann Lundgrin & C.
A' ordem.
Hermano Luudgrin & C.
Auguste Libille.
aZaima...,...... A' ordem.
Zepfayr........... Blsckburn Needhan C.
Sultana...........
Siriua.............
Salem............
Sculptor..........
Sequsl............
8taoy Clark.......
Ulster............
Vega.............
Vaarbud ..........
Volhardiog
?. de Pernasnboco..
O-sigaal indica tar a emuarcacao sahido.
Santos o escala 7 dias, vapor tras
Pernambuco, de 1595 toneladas, i
A. Ohanorel, equipagesa 39, carga
ueros; a Augusta Labille.
Rio Qraode do Bul41 dias,
.Volhardiog, de 129 toneladas, tapia. H. i.
Bekkenog, eqoipagem 5, carga casos: a H.
Luudgreu & C.
Macio10 das, hiato nacioaal Aurora I, O
70 toneladas, mestre Maooel Duarte da S Iva,
equipagem 5, carga varios generan ; a Cas Isa
ronio de Araujo.
at (Canad) -36 dias, brigae ingles C. I.
, de 248 toneladas, capitao Edaardo G. La
Cu'eur, equipagem 10, carga aaeasks ;
Jobnaron Pater & C
Buenas Ayres80 dias, barca,, iuglsaa a4MdOa
Russet, de 408 toneladas, eafritia Edwisi I
equipagem 11, em lastro ; a BixweK 1 C
Sahido* no mttmo Ha
Rio de Janeir Brigue ingles C. B. C, capi-
tao E. G. Le Goutear, carga basnlbs
MontevideoLugar allssaao Bliu, eapssao H.
Wecthrock, carga asarsoar.
Estados-UnidosLagar noraesraeae* aOrtissa
Elisath, capitao Caristian Riiasafassi, carga
assoesr.
Camosaim Brigue ssMSO Zainas, ssvsjssaa C i,
Eogberg, em lastro.
Obtervac&o
A.scnaa bollaadaaa .Volaarding. amaan
esas.porta para prover-se de viveras, alsa de po-
dar proseguir sua aiaxem coa destino s Pal-
4
f

proseguir
awta.




v i

Diario de Peruarabucotyuinta--fcira 12 de Janeiro de 1888
i< asignar quem provisoriamente receba
- i pela n
Re ite, 2 de Jaueiro te UJcH rbouiae Gares
Paran bo* Montenegro.
Bm I ppctivo
Eserhaj jj ,.-.r ,, e. cujo
theJr lonvocu os eredoiei da referida uirsaa p.ra
c-fnpa recerem no dia 10 do corrate mez ao ineio
tla, ni. aaia daa audiencias, afina de eiegercm
depositario
D-d i e pusadj neita c dide do Recife, uoi 2
Janein de 1888.
E.v. loe Frauklm de Alentar Lima.
Thomaz Garcez Prannos Montenegro.
O Di. Thomsz Garosa Prannos Monte-
negro, (Jominendacor da imperial Ordeno
da Rosa e jais de direito especial do
onmmercio d'eita cidade do Kecifa oa-
piul da provincia du Pemainbuco por
Sua Magestadi o Imperador a' qucaa
Deiis Guarde, etc.
Face saber asaque o prea-nt- edital viren ou
delle noticia tiverem, q" Por P*rte de Praneisco
Xavier Forreira me foi dingiJ.i a peticio dj tbeor
e.giMil : ,
lllm. e Exm. 8r. Dr. ju a 'de direito especial do
litj|.....ni -- Francisco Xa/ier Ferreira. nego-
C'BDie estabelecido nesti prac*, quer protestar
como rotesta interrvmper de novo a preaeripcAo
da pricieira da do l-tra juntas, saetada nee-
ra praca a' 8 de Janeiro de 1878 a 3 meses pn -
tisos i quantia de 784'KK), coin os jarea de ora
e meio per cento ao me pelo mpphf-ante eontra
Autonii MagalhVs, que aceitn a dita leitru u*-
quella io"sma data, sendo a sua prescrpco nter
nmpidi. em 9 de Fevereno de 1883 ; a outra san-
eada tanbem nesta praca em 15 de Junh" de 1882,
asis nieat pr-cieoe, Oa inm.tU de 4iX)/, com es
juros di- um e meio por ceuto, por Francisco Soa-
res Quiutas contra Crin K Goncalve, ano na-
quella nesma data aceitaran, a dita letra, que
Mj: cud )-6o d> snrcid r li jo pertence ai suppli-
. iit,-. t requer que t m> do por termo o aeu pro-
' testo s ja rlln intimado aos supplicadis
Pede a V. xc. ibe d.f.a.E. R- M.
Uacrlw, 7 de Dezembro de 1887. Francisc
Xavier Feneira.
Eslava devidamente te. ada.
Segundo se contii.ha e declarava em dita peti-
cao Da quai dei o despacho do tneor seguiute :
Distribuida. Sim. Recife, 7 de Desimbro de
1887.MoDten^grc
Em \irtude deste meu despacho foi a mesma
petici'. apresentad* ao reapectivo distribuidor que
a diatri >uio ao eacrivio do primeiro efficio, que les
lavrar n termo de protest' do tbeor segoinn- :
Aos 1 dias de Desembro de 1887, nesU cidade
do Recife, em meu cartorio, comparectu o mppli-
cante 'Vancisco Xavier Ferreira, que aifte miro e
ns test.-munbas infra as-iigoadaa ciase que re-
dima II termo d- protesto, para interu ci d
saeeerif ca, o cooteudo de sua peticio retr que
rica Eam odo parte imegrante do prearute, afim ie
ser :nt .liado aos sopplicados par os devidoa tt
le 11os.
E de mujo asaim o dase e protesten, lavro este
termo ;m que me ataigao com bs testeuioubas
t-p is lie de lido.
Eu, IfUnoel Lopes de Csrvalbo Chaves, csCre
vente juramentado o eserovi.
Eu, J >e Frank-ui d- A eaear Lun. esenve, r.
lis lavrr e subacrevo.--Francisco Xavier Fereira
Antonio Agostinb' dos Sintos, aianoel Leitao de
Axevedii.
Cujo lermo de protesto cima tr^nn-i p'o (.i in
timado nos supplicadoa se^uiuiea :
<>rtico que sendo nesta cidade, intiore o sup-
pvadu Francisco so.res Quiutas por tudv u eou
leu :o nesta peticao, despacho retro e termo do
protesto supra, do que tic o inteirado.
Frcgteaia da Santo ctouio do Rcif<-. 9 de
Detembio de lt;88. Em f de verdadeO offici.i
i:o juno. Bemardino Joa Fereira Guerra
Certifico que lego intima os aupplicados Cru
* Goccalve na peseoa do aocio Joe Antonio
Pins da Cm por todo conteudona petivo e de--
pncbo nitro e termo de prolesio supra, do qu.. fi-
>ou scieotc-
R.cifi, 9 de Deaembio de 1887. Em f de
verdi.deO inicial do juno, Bernardino Jos Pe-
icia Guerra.
' ei'ifico que oo intimei o sapplicado Antonio
Megulhes pelo conteudo da peucao, ccspa< li c
t roi'i le pr-tisto retro, por me ser infirmado
acbar se -elle aus-Dle riaata provincia, eui lu i^eerto e nSo sabioo ; e para constar paaso pre-
sente.
Recife 9 de Desembro de 1887. Em f de ver-
dade. O oficial do juio, Bernardino Jet Pe-
reir. Ge erra.
Era o que cootinbam ditas cerlides sqni mni
heu; e fielmente copiadas, depois do qse me foi
.nuda pelo sopplicaute diiigida t replica do tbeor
seguinte :
lllm. : Eim. Sr. Dr. juit i direito -speeial do
ermmercio.Di Francisco Xvier Ferreira, que
'"justando da certidao retro aunar-se ausente dea-
'* provincia Antouo Ma?alhaes euilu^nr incer-
:o e nao sabido, quer por isso o tupp ieaute pro-
var a an.iencia do mesmo tupplicade, afim de ser
.lie citado por todo o enteu'1- ua plica despa-
che e le mu de pn testo ie!ro, p-'O que pede a
V. S. delenmento. E. K. M. Joa Theodoro
CDvaaa, procurador.
Eoi ejja repina fi proferido o d. apacho do
t., r s uiiitc :
Gomo pede, drs-ennon a cacrivSo dia.
Recife. i.1) de O.zjmbro de 1887. Monte-
negro.
Em virtude deste meu despacho o snppiicnute
no da e hora pelo escrivio designados produzio
-. justifiuaco exigida pela le e em seguida o
i-jL'stiio eicrivao me fe os aut a conclusas selia-
d <-e preparados e nelles pioferi a aentenca do
tbeor seguinte :
Vistos. Julgo procedente a justifieacio e mao-
dj que o jaatificado a-ja citado por elitaea como
se pede to replica de fjlbas 2 vareo. Cuataaex-
ca'jsa.
Kecife. 2G de Desembro de 1887. Thomai
Ijiaree F .rauhos Montenegro.
Em vii tude desta mioha entere o respectivo
es--rivao fea psssar o preaente edital,^ por cujo
tbeor ibimo, cito e hei por int'mado o jjatificado
Antonio Msgalhea do pro-est" para ioterrup<,ao
.la pree-iicat da letra ae aeu aceite para que
no prazo de 30 das, contados da dataaa publi-
i-i;ao de presente, compasea ante este juixo sfim
d- allcgir o que f..r a bem de teu direiu.
E par. que ebegue ao coubecimento de todua,
se pasaoi o presente, que ser puSlicado pela im-
ureosa, o outro de igual tbeor afilado no lugar
docostune, de que se juo ara cort.dio aos aui".
Dado s passado nesta c lade do Recife, aos 26
diaa d L 'xembro do ann > do nxscimento de Noaao
>-"ih r l'sus Cbristo de. 1887.
Eo, Jja jrrauk'iu de Aleonar Lima, o sub-
acrevi.
Tnomas Garcez P.iranhos Montenegro.




BtfLAKCGES
lleeife Draina^e
K'lacio dos coocerV feitos nos appareihr no
in. a d-i D-zembro prximo fiodo de coofortaida-
iie cor o art. 10 do cortraeto e 2 do rt. 15
do renlament de 12 de Janeiro de 1872.
Recife
Marquen de Ohnda n. 12 68C0
D te o. 26 11*090
Dita n. 52 MM0
Uita n. )8 3*340
Dita n. 63 'i-AO
fnn Je man. 44 4.620
D.ta n 19 umt
Uita n. 53 3mt
Commeieio n. 30 4*0*
Ditan. 32 6*8
Ditan. 34 7380
Th-m ieSouzt n. 2 2*640
D.lan. 10 3*080
Uaeoa do Abreu n. 2 2*640
Vignrio Tbenorio n. 2 14*740
Dmsj n. 18 2*640
Hurgo n. 7 4*760
1) la n. 11 20*240
A mora i o. 56 2*640
Daa n. 21 14*740
Dita n. 43 2*640
Mo. da i. 25 8*660
Tuyutj n. 13 3*060
t aopanhia Pernambaea i a n. 28 11*160
Juijiingos Joa Martina a .38 2.W40
D.ta n. 134 2*640
Travesa do Campello n. 4 18*180
lieei' l*rgo o. 1 19*150
Trwveiw paia o Carpo > Uto n. 11 2*640
Becco da Pind}ba n. 4 '
Travess do amigo Poito n. 6
Rea aurseio u. 46
Dita n. 55
D.tariaCe.ar a. ii
Dita n. SI
D.ta o. T
Visconde de Itaparaa n. 8
D.ta n. 7
Pbarol n. 10
Di la n. 66
Pr.ct do Chacj n. 18
. Jorge n. 3
Dita n. 105
Guararapea n. 21
Tra vi isa da praca d- Pedro I o. 7
Bara,, do Triompbo u. 84
Sioto Antoni j
Imperador n. 3
Dita n. 6
Dita o. 50
Dita n. 52
Dita n. 54
Dita a. il
Dita u. 45
Dita n. 55
Caes 22 ds Novembro u. 40
Duque oe Caxiss n. 14
Dita n. 42
Dita n. 46
Dita n. 75
Cabuga n. 16
Dita n. 11
Biuii, da Victoria n. 28
Dita n. 48
Dita u. 60
Dir n. 19 ,
Dita n. 67
Trincheira n. 31
Dita n 35
Larangeirma n. 14
Dita n 26
Diten 1
Dita n. 23
Dita n. 29
Lsrg i do Paraico ti 6
Hita n 8
Dita n. 30
Dita n. 1
Dita n. 7
Larga do Roaario n 26
Dita n. 32
Dita at 42
Dita n 1
Dita 1). 87 '
Estrtita do Rosario n. 6
Ditan. 34
Dita n. 29
S Francisco n 10
Joao do Reg n. 2
Dita n. 42
liba do C-.rvr.tho n. 14
Dita n. 22
Dita n. 24
Dita n. 5
Dita n. 7
Roda ii. 16
Dita i..25
Travesa di ra Bella n. 1
T'avesaa doa Quarteis n. 20
Dita n 34
Santo Amaro n. 6
Travcssa dos Ezpostos a>, 14
Malinas de Aiboquerque n. 3
11 u.ii, C.mara n. 26
Dito n 3
'..-.-mnenla n 22
Di a o. 39
Peuba n 6
Vi.-c nde de Inbauma n. 1
Marcilio Dias u 58
Dita o. 25
Dita n. 27
Largo de S. Pedro n. 4
Ditan. 1S
L mas Valentinas n. SO
Travessa da Concordia u. 4 i
Palma n. 38
Dita n. 15
Dita n. 23
Marque do Herval n. 22
Dita n. 29
Dita n. 7
Dita n. 61
Segundo becco da Cadeia Nova n. 4
Dito u. 16
8. Jos
Marcilio Diaa n. 120
Dita o. 105
Dita u. 109 i
L mas Vi.iemini.8 n 62
Coronel Snassuna n. 154
Dita n. 278
Dita n. 101
Dita u. 113
Mrquez do Herval n. 132
Di*b ('. .r,l is.. n. 66
Pasi-o .la i'atna u 10
Padr- Nobrega n. 20
Di:a u. 47
Travesea do CaUeireiro n. 4
Victoria u. 6
Travessa d.. Gax n. 28
Vidal .' Negreiioi n. 5*.'
Dita n. 134
Dita n. 49
Dit u. 127
Dita i.. 149
Frei Henrique n. 10
Dique n. 1
Dita n. 9
Dita n. 29
Travessa do Prata n. 18
Dita n 7
Assuin;:v-ao n 26
Dom:ogi>s TbeotoBo o. 29
Padre Fl-iiano D. 6
Dita n 18
Dita n. 31
Jardun n 26
Dita u. 29
Nogneia n. 28
Manta C. Cilia u. />
Santa Rita u. 18
Dita ii. 13
Dita n. 25
Dica u 35
Nova de Santa Rita n. 7
Dita n. 68
S. J en.
Dita u. 10
Travessa de 8. Jos o. 35
Peacadorea n 24
Traves do Peixutn n. 5
Largo do Mercado o. 19
Fortaleza daa Cinco Pontas
B.a-Vista
Imperatna n. 16
D.ta n. 26
Dita n. 64
I Dita n. 88
Dita u. 35
Dita n. 63
Coocrico n. 10
Dita n 11
Viaconde de Albuquci^ue n 108
Autora u. 1
Ponte Veiba n. 68
Dita n. 73
Dita n. 107
D.la u. 109
Riachuelo n, 39
Uuiao n. 13
K.8>.riu n. 2
Gervaaio Prea n. 19
Travessa de Gervaaio Pires u. 19
ocego n. 28
Dita n. >5
Santa Gra o. SO
8. Goncalo n 24
General Sera n. 87
Travessa daa Barreiras n. 5
Alegra n. 18
Bario de S. Borja n 16
Dita n. 18
Dita n 22
Dita u. 48
Dita n. b
Dita n. 33
Traveaa do Palacio do Bispo n 13
Viseoode Goyauoa n. 9
Dita n. 83
Dita n. 127
Recif., 9 de Janeiro da 1888.
J. F. Mackintosb,
Gerente
2*640
5*280
2*640
2*640
2*640
2*640
2*640
2*640
3*080
6*340
8 1320
4*550
2*640
2*640
2*640
12*320
2*640
6*890
2*640
4*600
2*640
2*640
2*640
3*96
2*-40
4*3'i>
4*600
14*67li
**580
7*000
1*520
2*640
2*640
4*900
7*460
2*640
2*61U
4*380
2*640
9A610
6*950
4*560
2*640
4*660
2*64fl
4*360
13*420
19*80
6*820
2*640
21*650
4*800
2*640
2*640
2*640
2*640
3*960
3*960
2*640
6*320
2*640
10*120
2*640
2*640
2*640
2*640
2*610
2*640
19*560
2*640
5*740
MCM
2*64 >
12*660
i'*640
2*640
4*620
15*990
12*30
2J640
23*110
4*2611
4*560
8*240
2*640
4*620
2*640
2*640
2J640
5*380
2*640
9*120
4*620
14*740
14*740
2*640
2*640
2*610
2*440
2*640
2*640
6*320
2*640
4*620
*610
3*080
8*180
33*220
/S640
7j460
2J-40
2*640
2*810
2640
2*640
2|640
5J<40
2J640
2J640
2|64
2J640
2f64<
2J640
2J640
2*640
la*04o
2J640
4$620
3|960
15S60
2J640
2*610
2*640
7J460
2J640
25#560
2*640
2J64U
12J320
2640
2J540
2J640
11*530
ll*fi60
3*960
3,J960
2*640
9*020
3*960
!'*1 n>
6*570
2*610
15o2"
10*620
2*640
2*640
4*620
2*6-10
5*6 20
3*960
4*860
20*100
4*46J
5*320
14*010
5*920
2*64o
3*960
3*960
40*190
38*040
2*640
7#oM)
3*960
5*450
3*960
2*640
396 4*620
12*320
Banco do Brasil
Pagase o 68o dividendo razio d* 9*010 por
ae fio, i ra do Coaaaereio n. 6, e Pereira Cameiro Se. C
S, M. Q. M.
Sociedad H lide Marro
De ore em da ars-m l* gcral, fco publico a
tori"8 os ventores ejelos qoe se acham a dever
umi Oe 3' 00, que .bes tica marcado o praao de
oito dias para se quitarem eom O Sr. thtsoureiro,
e fii'i.) rite praio, que se CjnUri de boje, serio
eliminador c.m a nota depofT^tta de pagamen-
toOutroaiin, sciemificu aoi senberrs socits e ao
publico ein geral. que o"udco auto||lado a rec-ber
o* havt re da sociedade o nosao theaonreiro o
Sr. PhiUmeuo Jos do Siura, ra do Forte n.
9. Recite, 10 de J..nK.ro de 1888. -_-
D aecretnrio interino
Floiiano.
Arsenal de Guerra
De otdsm do lllm. Sr. major director, diatnbue-
se guias novas nos dius 12, 13 e 14 do corr-nte
mes, 4s ce alore iras que reformaran) suas cartas.
SeccSo das coaturas do Arsenal de Guerra de
Pernambneo, li de Janeiro de 1888.
Flix Autjuio de Alcntara
Alte es adianto.
Thesouro Provincial
De ordm do lllm. Sr. Dr. inspector dcsta re-
particio, la50 publico que no da 12 do corr-nte
mez paga-se a c asse ai quinte :
Prufessores de 3a entrancia, lelativsmenle ao
mea de Di-z mbro ultimo.
Pa^adoria do Theaouro Provincial de Pernam-
ueo, em 11 de Janeiro-de 1K38.
O eaerivio,-
Silvioo Ancoiiio Rodrigues.
fino Prorcal
De ordem do I'im. Sr. Dr. inspector, faco pu-
blico qu-o pagamento de juro das a plice da
7 OO c.in.ca no dia 16 do correte mez, da 9 1|2
horas du manhi at as 2 da tarde.
Thesourana do Thesouro Pisvincial de Per-
nambneo, 11 de Janeiro de 1888.
O escrivio da receita
Luir Epipbuni > de Sonxa.
Devota o deXosss Ncnhora da
toncclfo. erei-ia do ouven
to de Manto tntonlo desta el
dade.
Se8so de mesa g-ral para elei(So
De orden do nosso iimio juis. sao convidados
todos os n< sao cbarisaimoa irmioa para compare
cerem no consistorio desla devocao, pelas 10 botan
da manbi, do da 15 do correte afim de, reno dos
em sessio de assembia geral, proceder se a elei-
cio da nova mesa regedora que tem de dirigil-a no
anno compromissal de 1888.
Conaiatori > <*a devocio de Nosaa Senbora da
Conceici'' lo convento.de Saito Antonio do Re-
cife, em 11 d Janeiro de 1888,
Silvcatre Ferrio,
Escrivio interino.
Santa casa da misericordia do
Recife
Por e.ta s c.-etaria sio chamad.>s oa parentes on
protectores das menores abaixo declarados para,
at o dia 20 do crrente, apresental-88 no collegio
dad orpbas, i.fim de aerem ah admittidaa, visto
serem as primeiras inscriptas no respectivo qua-
dro :
1 Amelia, filba de Felismina Cbristina dos Pss-
aoa.
2 Mara, sobrioba de Franco Martina doa San-
tos.
3 Casimira, de idem.
4 Avelina, dem Mear.
5 Elvira, fi ha de Raymunda Julia de Paula
Neves.
Carolina, dem de Anna Mara Juliana Pa-
iro! le Mona de.
1 Anne, dem de Candida Dijmpia de Mcdeiroa
Araujo.
8 Alcxandrioa, id-m de Philadelpba Hrrmina
Correia de Barros.
9 Idalins, idem de Mara Francisca Salgado.
Secretaria da aaute casa de misericordia do
Recife, 5 de Janeiro de 1888.
O escrivio
P^d-o Rodrigues de Sonsa.
THEATRO
SANTA ISABEL
imm ATISIICA
COMPANHIA HESPANHOLA
DE
ZARZUELA E BAILE
Oiiinlii-feira, .2 de Janeiro de 1888
8.' Mita 9 assipalira
1 A applaudida zarzuela em 3 actos :
U M49C09A
2.*O gracioso e original bailado
Hontem e hoje
_):o:(------
Pregas e horas do costume..
------):o:(-----
llavera trena para OH ma, Apiparos e Beberibe e. bonds
para, Macdalen;?. ^logados, Manto Amaro. Fernandes i lelra e
Recife
Vejam-se os programmas.
DO
Capital
BRASIL
0,000:000*
dem reallado l9,OOUM0 A caixa filial tl'iia.e iIhiici fun "e.oiia -i ili-
Cun,mercio n. 40, saco. vista ou aLpsaU, e- u-
ii, o.- a'.-oiureo i mil s| ni lnim mi uallsaarir '
Londres......... a/ N. M. R-ithschild kSons
De Rotli-'hild dtr"rT'i
Oeutscnu Bniik
rjni^uu O'Auvcr'
hHiic i Gt;i'-ral- e
1,'ncii;. .
Ba-^c
Ebl'.il"-
cias.
(tiiin-;
SU
rtyp. tecario de
IU'8 aen-
:,
Portugal
Pars..........
Hamhurgo.......
Berlim..........
Bremente........
Frankforta/ Main
Antuerpia.......
Roma...........
geno va........
Napoh'8.........v
Miu e niaia 34Ui
cidadea de Ita-I
lia............/
Madrid..........
Barcelona.......
Cadix........
Halaga.........
Tarragon?......
Valencia outra
;idade. n Hea
panha '. iihas
Canarias......
Lisboa.........\
Pono e mais eVf
dudes de Por-i
lugal e ibas... 7
Buenos-Ayres... .)
Montevideo.....-
So va York.....
Compra caques lobre qu-iijn.T praoo do irope
rio do eslrangen.
Recebe diubeiio em onta uuneate du movi-
inenti) ecm |smn iaza de S/o "o auno e por l'j
tras i>rns. a joros cunvenc uados.
O gerente,
WiHiain M Wvii'.e.r
Imperial'Sociedade ii*s Artistas
Mecbanicos e Liberaes
De ordem da directora, scient:fi-i> i'i-'. p>r mo-
tivos justos, foi reaolvido trnnelu-ir a IrS' dy 46
soniversario da faniacio desta i stylacio pura t
dia 22 do conen'e.
Secretara da Imperial Sociedade dos Artistas
Mecbanicos e Liberaes de Pi'rnambuco, cm 9 de
Janeiro du 1^88. O 1 secretario,
Paterniano Barr so
HgBiMflBS.
Kii:!"! iimik of the
vr P'*t.^, liiinltad.
(i A'osink C.
U.
ce
Qointa-fcira, 12 do corrente, a hora do costme,
baveri sessio ordinaria.
^Secretaria do Instituto Arcbeologico e Oeogra-
pbioo Pernambucano, 10 de Janeiro de 1888.
Baptiata Regneira,
1* secretario.
Vaccinago
_De ord-m do lllm. Sr. Dr. inspector de hygienc,
taco publi:.i que nrata reparticao, i rna Bario da
Victoria n. 32, contina a praoedrr-ae a vaccina-
cio naa quartss-teiras e aahbados, da 11 horas ao
meio da, Hohando-ae encarregado deaaa aarvico o
membro da inapect ria de hygiene Dr. Francisco
de Paula Soarea.O secretario,
J, da Silva Dnarte.
liifBrasllBiro
As anisa deste eatsbeleeimento de instnecio
priosana e secnodaria abrir-se-hio no dia 15 de
Janeiro O director. ^^H
Jos afarque Aesa
PROJEGTO DE INSCRIPCAO
Para a segunda corrida que se realisar
Domingo, 15 de Janeiro de 1888
1. PAREO Conola$3o 800 iuetrosAnimaos 1 provincia qui anda n2o tenham
ganho. Premios : lOOtfOOO ao l.', 20^000 un 2 o o 3." livra a entrada. En-
trada 105000.
2." PAREOProgresso lOOO metros Animaes nacionaes. Premios: 20O|50OO ao
1., 30K)00 ao 2. e o 3. livra a entrada. Entrada 200000.
3.* PAREOCommendador Luiz Duprat1000 metros Animaes rta provincia.'
Premios: 1000000 ao 1., 2O0OUO ao 2. e o 3/ livra a eutrada. Entrada
100000.
4. PAREOAbligdo800 metros-Animaes nacionaes. Premios : 200&000 ao
1., 300000, ao 2. e o 3. livra a entrada. Entrada 200000.
5. PAREO Olympio Loup -Andares, gentl*men-riders2040 metrosAniraaea
nacionaes. Premios: urna joia ao 1., uto objeoto d'arte ao 2. e 3.*
Entrada 200000.
PAREO Prado Pernambucano1600 metrosAnimaes de qualquer paiz. Pre
mios: 4000000 ao 1.. 1000000 ao 2 e o 3.* livra a entrada. Entrada
400000.
PAREODr. Gongalves Pinto 1600 u.etrosAnimaes tia provincia. Preoii'.>a :
1500000 ao l.", 200000 ao 2. e o 3. livra a entrada. Entrada 15$ JOO. .
Observacoea. A inecrip93o encerrar-se-b no dia 9 nc corrate s 5 bor; s
da tarde a ra do Imperador n. 83, 1.* andar, onde se uchaio os imp:essos para
as propostas.
As propostis devem ser apresentsdas em cartas fechadas e acompanbadas da
respectiva importancia, n serao abertas em presenja dos Srs. proprietarios ou seus
reptesentautes.
Cbama-se a attencao dos Srs. proprietarios para as dispos^o^s dos arts. 7." e
8.* do codign de-corridas.
Nenhuiu pareo 8" r -..lisura sem que se inaom'aiD e corris pelo menos 3 ani-
maes de pr>prtarios differ otes, a ex-iepgao dos 2. 4o e 6 que se effectuarao de
ccnformidadi coto s dispusieses do art 64 do codig
PORT03 D0 8DL
0 vapor Marauhao
Coraraandante Jlo Mara 1>i
E' asr>erlo dr* portar aV>snr-
te ate !o da 12 m Jtmr aV>
pois da demora isasi si j>
seguir p.ira oa f'-*nm <: asM.
tteeeuo lamoem carga para Ssvatua, ^iTta Ua-
tbarina, Pelotas, Porto Ale^n- e Ka Stasals :
Sul, frete modic .
Para carga, paaagecs, tti rnsaM n vasares)
trata-se na agencia
PRAgA DOCORPO SANTO N 9
R0Y4ri4IL 'SfUTCBr
coiPAin
0 pagete Mondego
E esperad* ala
su, at o dia 14 o
eerreadee i
Miisiina
. Tcente, LUba. Vlg e
h.nsaipton
Reducco de pattagent
lia i4m t wtlu
A' outhampton 1 csBHn X 28 l Si
t!fastas< sjfasjw x SO 430
CasawauSM ren"rva-!'> para oe uas-Kqsi Pernin,l>m- .
.-.-/v ^..c-rt^cito, fr'^'e, .''i- tric:a-e
AGESTES
-i
A mor i ni Irmaos ?
3- RA DO BOU JESS H. 3
'>.
7.
", 4o e 6 que se
de ""rridaH.
O GERENTE
Marcolino Rodrignes da Costa Jnior
OMPWEUE MKn%AwM-
R2BM HAU3TIME*
LINHA MENSAL
0 paquete Congo
Coramandante Lecointre
E' esperado do* porto) de ic
no dia 19 do corrate, segniaVs
depois da Vissarn do 11 ufas
para rordoaoi, taesad asa
Dakar e lMhmm
Lembra-ee aos aenhorea pasaagaims J*. "jaai i
aa claasea que ha lugar** reservada* para eate
agencia, que podem tomar es qnalyr teiipo
Kaz-se abaumento de 15 / esa favbr aik* fa
millas compoata de 4 pesaoa ao aarfcse e sjbk f*>
garem 4 paseagens inteiraa.
Por excepcao os criados de familias qa toraa
rem bilbetes de proa, gotaic tamben .l'estc abat
ment.
Ga vales postaes s se daa at dia 17 |
de contado.
Pan carga, passaguna. enuommeadaa *
a fret*- : -racf-se com o
AGENTE
looste Lah;1
9 RUANDO COMMERCIO --
UaiMti SUies & Brasil 2-11 t.
0 paquete Finance
apera-*e de .\ -......r -<*e*s
at o dia 18 Jair qaa!
seguir *aa>a a .i.man ae-
SaMSts pi..
Baha. de Iaaeirt e AaaisM
i'aracarga, p&saagens, enc)mmen i t:rm op
O vapor Ad vanee
' esperado do* porto* *. ral
at o dia 19 de Jaaeiro aepoi-
da demora nreesanr kiss
par
__,*>, Par*, arfcadna,
Thomaz e Siew-l'sM*
Para carga, passa^eume al ti-r h- dinae-T'
a i're.-..?, tracta-se com os
AGESTES
Heiry orsier k C.
RA DO COUMERCIO
N 8
N. *
1 aada
lEiLUl!

Cooipauhia locomotora I Paciflc Steaa ^avigatiofliompanv
onoaitM r\c HinprT a vi rrwir
pernambucana
Assembia geral
2a. e. nvocsco
Sao novaniente couvidadvs ua aenhorra acci"
niataa a ae reunirem em assembia geral ordinaris,
s 11 horas do dia 20 do Crrente, escriptorio des-
ta oompanbia, rna do Visconde de Itaparica n.
7, afim de ser apresentadaa aa cootaa do anno fin-
do, e proceder se as'eleicea para a nova admi-
mstrac&o, eommissSo fiacul, presidente e secreta-
rio da assembia geral, em virtude do art. 15
1 o, 2" e 3* dos estatutos.
De conformidade cem o disposto ao art. 13 dos
istatuto, a reuniao ter lugar cnm qualqoer nu-
mero de accionistas que cou parecer.
Eaeriptorin da companhia K.com:fora pernambu-
euna, 5 de Janeiro de 188.
S do Barros Brrelo
Secretarlo da administraco.
Abertura das escolas
publicas
De ordem dj Sr. Dr. inspector geral da iustruc-
cSo publica, f^co saber aos seohores proft-ssores
Dublieo de nstrucco primaria, que appruziman-
do-se o dia em qu de cooturmidade com are 37 |
da regiment das i s'oKs publicas dev-m ser estas
reabras, e aucoedeodo qo eui algumis localida-
des, p.-r se terem ret ad > pelas i'.-ras os profeso-
res, aeixam elles de cjmec-ar seus tr-.bulbus no
dia marcado, pelo presente edital se; Ib* mc m-
iri'-n" saoito strictamente a observancia du men-
cionado artigo.
Secretaria da Iostruccio Publica de Pernambu-
cu, 31 de I).zrmbro de 1887.
O secretario
Pergentino 8. de Ara'jjo GalvSc.
S. R. J.
Sociedade Recreativa Juvenil
Sr*o ancnnal em II de fasielro
Communico a todos a Srs socios qne quixerem
enviar tuas notas para convites, poderi) faael o
todos os dias, daa 9 Aa 10 horas da noite, na sede
accial.
Iogresso ae socios quites com os cofres sociaes.
Secretaria da Sociedade Recreativa Juvenil,
em 6 de Janeiro de 1888.-0 2- secretario,
Francisco Rodrigues da Cuaba.
STRAITS OF MAGELLAN UNE
Paquete Aconcagua
' esperado da
Kurupa at o da
15 de Janeiro, e
leguir depois da
Jemora do costu-
me para Valparaso eom escala por
U:.tii;t. Rio de Janeiro e Monte
?Ideo
Para carga, pasaageiros, enc-mmendas e inhdei-
ro a frete, trata-se com os
AGENTES
Wilson Sons *& J., Uinlted
S. 14 RA DOCOMMERCIO-N 14
GHABfi. IBS UVm
'mi>:nS5 B-raneca de .\avee
fM a Va.-o?*
Lmli*. qumzena! autre o H*re, Li
boa. Pernamhuco, Bahin,
Santos
Rio df Janeiro e
0.aporrille eMaranio
Comiaonclant Brant
Espera-se da Europa no dia
18 de Janeiro aeguindo de-
pois da demora necessaria
para
MARTIMOS
Mossor Aracaty
Segu para oa portoa cima mencionados o hiate
D. Julia no dia 18 do corrente, recebe carga ; a
tratar na rna da Madre de Deas n. 8, en no caes
do Loyo a bordo.
Lisese Fetto
" A barca portuguesa Quteria reerbe carga a
frete; a tratar com Asnorim Irmaos & C.
Baha, Rio de Janeiro e Santos
Riga-to aus Srs. importadores le carga pelos
vapores desta linba, queirain apresentar se dentro
Je 6 das a contar do de.-e qualquer reclamaco concerneute a volnmes, que
porventura tenbam seguido para oa portos do ni,
afim de se poderem dar a tempo as provideocias
neceaearias.
Expirado o referido prasi a ccnr.pauhia nio se
respousab;liba por extravos.
Para car,**, passageos, encommindua e dinhei-
ro a frite trata-se com o
AGENTE
Augnsle Labille
9-RA DO COMMERCIO-9
Comp._::i:a Braiilelra de Xare-
gaco Vapor
PORTOS DO NORTE
0 vapor Para
Commandante Antonio Ferreira da Silva
E' esperado dos portos do aui at
o dia 17 da Janeiro, e aeguiri
depois da demora indispensavel,
para os portcido norte at Ma-
aaos.
Para carga, pastagtou eaeoBuaendas valeres
tracta-sena agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
Quinta ieire, 12, o doa ssovea d* eaaa es
que resida a ?r. Aavi na Jaqaeira ; evaasar-
rents que ferem no trem de saeio dia ebegaraW a
tempj, porque o leilio s principiar asesa bara
dep-is de meio dia.________________
Leilo
De ama vacoa lourina um bsjrro pan*
carrorja
tilinta feir. I da eorreate
Agente Piulo
Por occai2o do leiiao de movis,
na Jaqueira para onde partir ao
trem que dari passsgem aos coa
dia
Leilo
Da armacao e gneros do- deposito sito a ras i
8 .Icio n. 5
AO CORRER DO MARTELLO
Pelo Agente Brito
Qu'nta-feira 12 do corrente
A's 101/2 aefas___________
Agente Burlamaqui
luii.a felra. i* do <
A't 11 horas
NO ARMAZEM A' RA DO IMPERA
DOR N. 49
Be caasta e ss**>v**>
O sgente cima vender esa leilo doa? nana
terreas, sendo urna 4 rna da Deten^So a. 55 e en-
tra '. ra dos Burgo* n. 23, eom totao alia as, 1
linda mobilia de jacaraad, sua asarts UsaC.4
grandes espelbns duordos, easas de canal, gana-
da vestidos, 30 reui.- de pape! ae intpsnssVsn
muitue outro artigo que serio Tendido*
AO CORRER DO MARTELLO

Leilo
De moris, loaiea, eryataca
A saber :
Sala de entrada
Um sof, 1 mesa, cadeira* de braco, Sm* m
guarnitae, 4 ditas de bnlaneo, jarres vanan
para fiores. *
Sala de viaita
m piauo forte, 1 asabilia de jaanrann, un 1
sof, 2 consolo coas pedra, i eadoiras sT naneo a
14 cadeira* de gnarnicio, 1 snssa reaanan anas
tamp" de pedra, 3 means p- qoenaa, jarrea e vanan
para flores.
Dma mean elstica, 1 gaarda k-nna, t
res, 1 atmario, lsese coa 4 gaveta*, 18
de jonco, 1 appareibo para jantar, dita'
cnpos, clices, garris, competan a,
outros objeetos. .
Qnartns
Dous lavatorio*, 2 commnana, 2
mario, camas, 2 pratileiraa, 1 roto *
forro de sala, camas de lona,
outros movis de casa de familia.
Quinta/erra, 12 da
WaJatwl'n
0 agente Pinto levar a Wla se
objeutos aeima rae tonado*, exiitenleS
lidia a Sra. Davia, na Pcate de
de do Sr. Dr. Beato
IO


SrfftF
<**
Diario e t>ffiifljuMie4'--<(|iiiiia-tcra 12 d Janeiro de 1888
O traa de laeT'dia dar i peaiagem aos concur
rentes do leili.o.
O.leilio principiar meia hori depois de oseio
dala
Ein eontinaacfio
Urna vaeea de tac tourina e am barro mamo
pafa carraca e ralla.
Leilo
Da 15 caizai com bisnagaa de diversos taena-hoe-
20 fruaai d s pontetras de coruja pura cigarros,
50 retina* de papel de odres sortidas. cachim-
bo, cairas m cerveja* alleni. ditas con ver-
mcnlb, ditai.cum vmho Xerea, mobilias, pianos,
espelbos, qiadros, jarros, lencas, vidros, re o,
gioa le pan de, ditos de oare a p ata, eader as,
e moitos ou ns objetos.
Sex'a-feira IS de Janeiro
A's 11 hora.1
s*or lutervesacio di a jente
Gusrno
No rmate* da ra Mrquez de Olinda
n.19
bat
De urna armacio, fiteiro*, movis, quadros
e lougas
Do caf l'etropos ra da Impera-
triz n.49
SEXTa-FEIRA 13 DO CBRENTE
A'b 10 1/2 horas ein ponto
O agente Si veira por mandado e com sssisten-
cia do Exm. Sr. Dr. juu de dirsito do commercio,
i reqaermentc dos 8rs. Vieira & Silva, levara a
leilo ama aro lacio compoeta d-> 2 fiteiroa envi-
dracados com ) respectivo balcio em duas partes,
1 espeiho, doai mesas redondas de amarello, ama
banqainha, 36 oadeiras de janeo, 8 nMsinhas de
ferro, ama mera elstica de 4 :aboas, 7 banqoi-
ahas, 6 quadn s, 2 etagers, duas mesas de pinbo,
orna quartinhcira e cabide, opea, toacas e bebi-
das, pertenec tes a Emiliano (,'yriaco da Costa
Cava cente, ai restada a reqoerimento dosSra.
Vieira & Silva para pagamento duales.
Leilo
De Iazendas avarlada*
Coostando ce pecas de cambala Victoria, ditas
a chita e dita a de brim branco.
Sex'a jeira 13 do utrrenie
A'a 11 horas
\o armaiemaruado Imperador
ii Itt
Pelo agente Martins
EbV:
DE
A SABE
O sobrado di 1 rndar e sotic da ra da Boda
n. 44 que reod? 43J0O0 meneara.
A caaa terrea na travesea da Baiza Verde n. 5
em cbo proprio que rende 22 #1)00 mensaea.
Sei ta- feira 13 do rorrete
Sabbado 14 do cerrente
A'l 11 horas
Agente
No armazem da
ra
D.
tinte
de Olinda
Mrquez
52
Agente tirito
Dos livroa e instrumentos cirurfcicos, pertencen
tes a am espol o, a mandado do Iilm. Exm. Sr. Dr'
joia de direito da provedoria.
Sabbado, 14 do corrate
A's 10 1/2 horas
Baa do Bom Jesu.i n. 45
De movis, ouga, vidros, quadros, espelbos,
jarros para flores, e ama balacea cn-
tima!
A* SABER:
Um piano, 1 tnobilia de jacarando com 1 sof, 2
conalos, 1 jai lineira, 4 eadeirts de bracos e 18 de
guaruicao, 4 qladres, 1 lastra ;ra gas carbnico,
1 candieiro para kerosene, 2 espelbos douradus,
cadeiraa de bslanca e 1 machina de coatara
Um lindo guarda- reupa, 1 toilet, 1 lavatorio eom
podra, 2 mesai de cama, 1 cama, 1 cpula, 1 com-
moda, 1 mesa redonda com pedra,.amas para me-
ninos, barcos, marquesSes, 2 anides e 1 mobilia
de amarello.
Urna mesa elstica, 1 guarda boca, 2 sppare-
dores com arnario, 1 sof, 2 nonel s, 2 cadeiraa
de bracos, 2 ce balando, 2 de guarnicio, bandejas,
a copos para agua.
Urna serapl ina, 1 secretaria, 1 tapete de coco, 1
dito a ve ludada para forro de nal a, lancas e corti-
nados, e cadei aa de junco avu asa.
Sabbsido, 14 de Janeiro
A' 11 hora
No armazen
Agente Pinto
ra Mrquez
n.62
de Olinda
Cosinheira
Precist-se de ama que coeinhe bem, para eas8|
de pequea familia, que dorma em casa ;' na ruar
do Conde da Boa-Vista n. 24-F._______________
Hala iteicao
Na*ua Set de %tssbro (otr'ora *eooo dqad
Farrekc) n. 6, faa-sVpais a wcrU-sa babadas!
largos e>eatreitoa.______________________-_.-~ I
Compra-sc
im cabtiolet; qa roa larja do Rosario a. 29, l'i
andar.
Cosinheira
Precisa-se de urna boa cosinheira, para casa de
pequea familia : na roa do Payaaod n. 19,
Paasagem da Magdalena.
Por 2 5 SO o <>
Alaga ae a leja ala sebrado n. 45 i roa eatreita
do Rosario, moilo propria para qualqaer estabe-
lecimento por ser muito grande e estar licr.pa ; a
tratar na ru Duque de Caxias n. 85. __________
Diligencia
Parte de Olinda todos oa.sabbados as 5 hora
da tarde ata Itabayana, e volts as teroaa-feiraa s
vende-se paasagem para Iguarass., Qoyanna:
Itamb e Itabayana, na loja dos Srs. Agosta^
Santoa & C, a ra Prlmeiro de Mar^o a. 1.
Escola mixta particular
u Vena* a. **
Laura A. Saraiva (l*lv8<>, titulada p Normal, cargo da snci-dade Propagador da
Iostroccio Publica, avian ao paia de eeus alum-
nos e aquellas pesseas que Ihe u,oiseiem confiar
a instruccio do eeus filbos. qne no dia 16 do car-
rete reabre sua dita escola, onde aUm < ma-
terias qne coaetitaem oroprianv -ute o rnaiiio pri-
mario, ensina tambem as menina* trabalhoa de
sgulba.
Aviso
Noronba C avisam aos eos fregueses e ami
ges que mudaram a ana altaiataria do o. 31 para
o n. 11 ra da Imperatris, aonde poderio encon-
trar am moderno e variado sortimento de boas
casacas, e que com legancia e i.ncbosaioente
contincaaa a ezacatar qaalqaer roups concernen te
a esta arte.___________________________________
lo commercio
a
A firma Manoel Cavaleante Lina ft C, tendo
acabado com o sen eatabelecimento de molhados,
julga nada dever neata prac, e quens julgar-se
credor aprsente-se competentemente habilitado
para receber no praso de trrs das, findo o qual
perder o direito ________
Sementes J eatrapato
Compra ae em gra%des e pequeas qoantidades;
na drogara de Francisco M. da Silva 4 C, i ra
o Marques de Olinda n. 23. ______
Empresa geral de Mu-
dan^a.
Alogam-se caraos de mola*, propros para trans-
p-rte de movis, marmores, espelbos e mais orna
mentes de eaaaa de familia, botis e estabeleci-
mentos pblicos, para toda e qu Jquei parte da
cidade e saos suburbios e arrabaldea, por preeo
commodo ; a tratar na ra do Padre Nobrega,
outr'ora doAlecrim, n. 4______________________
(Jompras por atacado
O PeUoral de Cambar
tem precos especiaes para acuelles que compra-
rem grandes porcoea. Distribu m-se impresaos
qacm ,oe pedir, contendo as condiooes de vendas i
na ra do Marques de Olinda < 23 drogara dos
aicos agentes e depositarios geraes
Francisco M. da Silva 4 C.__________
(sarao da Tararuna
O bacharel Manoel Antonio doa Pasaos e Silva
roga a seas narentes, amigos e a peaaoas cardo-
sas. para aasistirem a ama missa que manda ce-
lebrar em Buffragio d'alma de sen presado pai, o
Bario da Taca runa, sabbado 14 do crrante, i 7
hars da macha, na igreja de S. Pedro Martyr,
em Olinda, pelo que agradece desde j por este
act de pia caridsde.________________^^^^^^^
Voftssora
Hms embora Mnrpeteiitmnte habilitada pro-
pde-ae a leeciounr em enllfgioa e casas particula-
res as sspuintes saattrias : pcfugiiar. francs.
maaica
H'rval
e puno
10.
a tratar a* ra Virques do
-
OH EGA RAM O* GUBBRES
CAN4IICS
d -llemanha
DE
CARLOS BRANDM1T/.ER
HA~RZ
DEPOSITO
> Hoa 4o Imperador p. 22, arma*- sa veis
Gllelas lo Mol Soccsrio
Compra-s cautelas do Monte Socec.rro : na ra
Marcilio Das n. 26, das 7 as 2 da tarde.
Aluga-ae o 2~ andar do predio o. 27 4 ra do
Imperador, casa grandes oemmados eagua; as
chaves para correr, no andar utteo
Aviso
O 8r. T. Broelieten nnieo represen'aote da caaa
Mariolle-Pingue:, no Brasil, lendoae i retirado
amigavelmentu ta Usina i'iuto em Ribeirao, vem
cfferecer eeus servicoa aoa bra. de eogennos.
O Sr. T. Broem ten mearrega-ae de fornecer o
material de usinas completas, coostruiodo os edi-
ficios com vigao ent s de ferro ou de madeiras da
trra, ou com tr ineformacoes, sostente dos edifi-
cios existentes ais pr>{os os raa9 rascaveis, com
garanta de resxliaeato de 9 1|2 a 10 (. com Bal-
dos de 10* Bauni para cima.
Sea ey aterra da fabrica cao est compro vado
com o fanecionament d' 15. usinas no Brasil, e
seo privilegio olitid para por os npparelhos da
casa Mariolle, b' m como seu trabalho vantajoso e
econmico.
O Sr. Br.K-hc o.-i eocarrega-se igualmente de
collocar refinarn s proprias para o pais, do qne
tem graude prat ch-
Declara mais o Sr. Brocheton qne aVas preeos
sSo sea coapeteBcis, multo niodice. comparati-
vamente as qualidade* dse apparelhos, aperfei-
coad.o e as superioridades enunciabas.
Para informosla Usina Pinto 6ui BibeirSo e no
hotel da ponte de Udida.
Ana e fcitar
Precina-ie dejt Fra de Beberibu ; a tratar na roa de Pedro Af-
fonso n. 58, antiga da Praia.
Socc A moradora do becco do Bernardo n. 51, anda
se fas iembrar i almas cardosas, que nao se es-
qu cam da prot ccau que aempre Ibe dispensa-
ram.
Criado
Prrcisa-se de am criado ; aa ra de Pavsaad
n. 19, Hassagem da Magdalena.
Precisa-se de urna
perfeita cozinheira, na
ra da Soledade n. 82.
Farello da caraco de aigosao
Cbegca a pritneira remese do precioso tarello
de caroco de algudio, o mata barato de todos os
alimentos pora animaos de raca cavallar, vaccona
anie, etc. O caroco de algodao depois d ex-
trbida a casca e todo o oleo, o mais rico ali-
mento que se pode dar aoa animues para os forta-
lecer e engordar eom admiravel rapides. j
Nos Estados-Unidos da America do Norte e na
Inglaterra elle embregado (com o mais feliz re-
sultado) de preferencia ao milbo e outros fsrellos
que aao mui'o mais caro e nao saa de tanta sus-
tancia.
A tratar no itertrt* rosFrasca Bocha
Padre Travjaau
Prol
AVISOS DIVERSOS
Aluga-s) casas a 8/000 no becco doa Coa
laos, junte dn S. Goncallo : a tratar na ra da
Imperatris n. 56.
AMA Nh ra Augusta n. 880, procisa-se de
urna qne saibi bem cosiahar.
Ainga-ss o 1 andar da (asa n. 13 i ra de
Padre Mus ; a caaa terrea u 40 saa de D.
Jos de Mello, caiadas e pintadas, tem agua ; a
tratar na roa estreita do Rosa -io n. 16.
Preeisa se de ama permita cosiheira a de
boa conducta ; na roa da M-triz da Boa-Vista
roS.
Precias-
roa Nova n. 3),
de ama cosinheira
2- andar.
a tratar na
AMA Precisa-se de orna
Corpa Santo i. 17, 3- andar.
no largo do
Precisa-ae de ama ama de idade para eosi-
tliar para duna peaaoas : na na Imperial nume-
ro 128.
Precias- se de orna ama :
numero 8.
no largo d Peona
-- Pieeisa se de nm cosinbeiro on cosinheira :
a tratar na roa da Imperatris n. 54 A.
Vende-se dnas moradas ile casas terreas na
fregoeaia da Uoa-Vista ; a tra_r na ra do Im-
perador n 7fi.
Coalnbeira e easro sasaaadelra
Preeisa-sc lie urna oue seja jerteita ; na praca
do Conde d'Eo n. 28, i ndar.
Gustavo L. Fartado de Mendon^a e saa mulber,
Antonia Teixeira Peixoto e su., mulber, Dr. Cosme
de tsi Paraira e saa mulb-r i tusentes), Fredovins
de Si Pereira, Dr. Jos Boaitacio de Si Pereira
e sua mulber (ausentes), Marianas de s.i Perei-
ra QaimarSes, Augusto de Si Pereira e saa mu
lber (ausentes), eonvidam oa seus amigos e os do
seu finada canhado e irmo pr.dre Trajano Este-
vio da Providencia, para asais'irem aa missas que
per alma do mesmo finado inandam celebrar, ae-
gonda-feira 16 do crrante, 7* dia de sea fallec-
ment, ia 8 horas da manh, na igreja do Corpo
Santo e na matriz da villa de Iguarass, por cojo
obsequio anteciuam desde iA o sen reennhecimento'
t
asian-o remande* Velloso
Manoel Fernandes Velloso manda resar ama
missa e memento, aabbndo 14 do correte, pelas 6
1|2 horas da manb, na igreja da Madre de Deas,
por alma de sen finado to Amonio Fernandes
Velloso, 4 B"ivfrar-to de e-n pissamento.
s^MBB^MBasjsjjsajssjsajsafajaj^BjBja)
XAROPE FERRUGINOSO
do ir DUSOURD
ApprovstV) pala Acasmu di Itdiu di Pirk
Em um Relatorit. feito Academia
ileMedicinadeParis.osProfessores
Henry e Guneau d. Mussy affir-
mario que o este Xarope offerecendo
i toda a vantagens ata pratiea
medica, era promptamente abuor-
< sido e auimUado a economa .
Elle nao produt a menor irrtaco
dos org.ios gastro-intestinaes e
dentro de pouco tempo restitue as
forcas dns pessoas enfraquecidas
por penias de sangue, priva-
?es, excessos de qualquer
genero, ou lonyas molestias.
Cura rpidamente a chlorose, ou
fraquesa geral, as cores paludas,
a anemia e certas perdas; res-
tabelece o fluxo menstrual e
torna regular o seu apparecimento.
Combate finalmente os accidentes
nervosos a que sao frequen teme n t e
sujeitas as senhoras c as mogas
mesmo solteiras.
Deposito em PARS: 8, Ru Vivienne.
Costureiras
Precies-se com urgencia de perfeitas costarai-
ras ; na roa da Aurora c. 39. 1' id ir.
Criado
Precisa-se de um criado para casa de familia ;
a tratar com Josqaiui Moreir* Beis, em saa casa
defronte do hospital Pedro II, noi Coeibes.
f Precita-ae para am eagenho prximo a esta ca-
pital ; a tsat.tr na roa de Hartas n. 2, segundo
andar.
Ai) commereio
Manee! Alvss de Araujo, declara ao corpo oom-
ssereial deaU | >raca,'que desU dsU por diante, anas
transaecoes|ecaimerciaea serio;feiUe, son alfirma':
Manoel aives de C, a cargo da qaal fsea o estivo
efpessito.
Gsdm lleira 11 da Jsaeiro de 1888.
__________________Manoel Ar-rea ds Aranje.
Gopevpo
Preciw-ae i asa oriado para aopciro a i
aervico ds) asa, a que abono saa sondocU :
tratar ao sitio defroate da esta cao dos AJketos.
IPraaelaeo ilvea Honielro Jnnlar
Manoel Josqoim Caroeiro e sqa souiher convi-
dan aos sens parentes e nmigos para aasistirem
s missa qne por alma de sea presado sogro e pai,
Francisco Alves Menteiro Jouisr, mandam cele
brar na igreja do Espirito Santo, no dia 16 do
crrante, is 8 boraa da manbi, 1 anaiveraario
iV sen passamento, e p ir este acto de caridade e
religo asrradeeem WBieiiwnt
foaajalasi (Sosscais/ea Caeesto
Antonio Josquim Casca cuuvid a sms sarao
tes e amigos para assistirem as uussss qae ssaa
da rasar or tve ira-, > Joaqun G.noals Caa-
c&, a matriz do Carpo Santo, no di 14 da J-
aejro,_stisnq de seo paaaamento, is 7 hars da
e desde ji se e^nf- trratn.
Criado
Precisa-se di- am criado qae d fiador de sua
conducta, para casa de familia, paga-se bem : a
tratar nn roa de S. Jora n 127.
Neneme de earrapato
Comprase s mente a- Garrapato ; oa roa do
Hospicio n. 79.
AtlenQo
Cofres pro va de fono
O Carlos Smilen, i ra Bario da Victoria n.
4*, loja de altaiate, receben de consignacfto e
vende sem competencia.
che pr tu
O Carlos Sinden recebra nova rmesa e vende
por menos dr. qre i.ntro qu-lqu-r ; na luja de al-
taiate i roa Bario da Vutoria n. 48.
Aviso
As aulas noollegn de Snata Lusia acham-se
funeciboaaon d -ade o da 9 ao crrente. A direc-
t/ria cnXiuaV t aapregar tedo selo e. applieacaa
isB exerciei d' sea mgite>i. Becebe pensio-
nistas, meio pensionistas e i xteroaa
Alu^a-se barato
una Viaeonde de Itapnrica u. i, aruiaaeai.
Bus do Boai Jess n. 47, 2 andar,
rrata-ae na ra do Commercio n. b, 1* andar
es Tiptorio de Silva Guimaries & C.
Aluga-sc
oa vende-se a casa sita em Croa de Almas (Par
nameinm) n. 10, confronte a caaa do fallecido Dr.
Leal, acha-ae limpa e tem commodos para grande
familia : a tratar na ra do Apollo n. 30, pnmei-
ro andar.
Alagfis
dnaa boas casas eom c-tnmodos suficientes para
familias, com agua e .az, ra da Conquista n.
21 e Caminho Novo n. 58 ; a tratar no Caminbo
Novo n. 91, padaria, ou i ra Marques deOlinls
numero 60.
Aluja-
se
o predio da praca Conde d'Eu o. 46, com commo-
dos para familia ; a tratar na ra da Aurora nu-
mero 85.
Ama
Precisa-Be de urna ama ; na travessa do Quei-
mado n. 9, entrada pela roa larga do Rosario, se-
gundo andar.
Ama
Precisa-se de ama ama para cosinhar. e ontra
para eogommar : a tratar na fu do Progresso
nnmero 7. ,
Ama
Precisa-se de urna ama para comprar e cosi-
nhar ; na ra larga do Rosario a. 18. 1 andar.
Ama
Precisa-se de
casa de pequea
xias n. 54, loja.
urna ama para cosinhar, para
familia ; na ra Duque de Ca-
Ama
Precisa-se de urna ama para comprar e
coziobar em casa de familia : na ra Du-
que de. Caxias n. 14 se dir.
Ama
Precisase de urna ama para cosinhar,
mas que entenia do seu officio. De ve
trazer a sua caderneta de matricula. No
3.* andar do predio n. 42. da ra Duque
de Casias, por cima da typographia deste
Diario.
Ama
Na ra do Cotovello n. 46, precisa-se de urna
ama para todo servico de casa de familia.
Ama
Precisa-aa de ama ama para cosinhar
do Paraso n. 16, taverna.
no pateo
Ama
Precisa-se de urna ama qae seja boa cosinheira
e seja matriculada ; na ra de Riachaello n. 57,
porto ds ferro.
Ama
Precisa-se
nbar, qae
do Herval a
de ama ama para comprar e coai-
matriculada ; na raa do Marques
jeja
.71.
Ama
Preeisa-se de urna ama de neis idade para o
servioo de am casal sem filbos ; na roa Vidal de
Negreiros n. 134 (paleo d Terco).
para cuidar de crian-
(Capunga) n. 2-B.
Precisase de urna ama
cas ; na ra das Creoulas
Ama
Precisa-se de nma ama ; na ra do Imperador
n. 55, 2- andar.
Precisa se de urna ama qne cosiabe e engomm e
para duas pessoas sem filbos, e qae darma em cssa,
i roa da Conquista n. 29, oa raa do Amorim n. 56.
AMA
Precisa-se de Urna ama para lavar e engommar
na roa do Hospicio n. 3.
AMA
Precisa-se da urna ama par todo servido inter-
no de casa de familia, que entenda de costuraa, e
seja matriculada ; na ra de Biachaello n. 57,
parti de ferro.
AMAS
Precisa-se de duas amas, urna que seja boa
cosinheira e ontra para servico interno e andar
com enancas ; a tratar na ra Bario da Victoria
n. 46, loja.
Amas
Precisa-se de dass amas, sendo urna para co-
sinhar e ontra para engommado liso, e servico
interno em casa de familia ; na roa Duque de
Caxias n. 44, loja de f-neuda*.
Amas
Precisa-se de dnas, sendo ama para engommar
e ontra para ervicoe de casa de familia ; ,a tra-
tar i roa do Bario da Victoria n. 7, 2a andar.
Amas
Precisa-se de dnaa amas qae saibam engommar
bem ro-'pa de homrm e senbora, e urna p*ra ser-
vico de casa ; na Ponte de.ffaha, em fr ote a
eemcio, sitio de Lus le Moraes Gomes Fer-
reire.
0 Remedio do Dr. Ayer
CONTRA -IIZOKS.
E' um tnico forte puramente vegetal) e,
pelo conhecini-n! i practico dos 8CBS effei-
tos, G.viuxTiiio como remedio corto para
as febres maliguas. Estas desordena de-
vem a sua origem a um veneno uiasn.
qne penetra no sangue pelos pul moca, altera
o Ogado e motiva as difierentcs claases de
febres condecidas por Terciarias e
Quatrenarias, Internas, de Fri,
Malignas, Intermitientes, Remit-
tentce, Eiliosas, e Typhoide.
O Rkmf.dio no Dn. Aykii neutralisa o
veneno miasmtico e expele-o do systcma.
Nao contera quinina nem ingrediente al-
gum mlnen'.l: rotwo p tnoffensivo, e
DOBCa lalhn se se usa xcgundO as Uireccoes.
PltBPAItADO PII.O
DR. J. C. AYER k CA.,
Lowell, Mass., E. U. A.
A' venda nis principaes pharmacias e
drogaras.
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Cosinheira
Precisa-se de ama cosinheira para casa de po
ca familia; a tratar na roa Marcilio Das n. 10.
Preeisa-se de urna boa cosinheira ; no a
da rna Velha n. 28.___________________________
Issuca' candi
Especial assacar candi, o melhor qae at boje
se tem fabricado nesta cidade. Assacar especial
extra refinado, Usina Pinto e Colonia Isabel.
Refina ci
J. Salgueira! C ra Marcilio Dias n. 22
Numero telepbooico445
Boa morada
Aiega-se a casa terrea n. 129 i rna das Cinco
Portas, eom 3 q artos e grande quintal, rsti lim-
pa ; a tratar em fra de Portas, ra do Pilar nn-
mero 56.
18#0.0
Aluga-ae a casa n. 16 E i roa de Biachaello
(antiga do Destino) na Boa-Vista, com 2 salas e
2 qaartos, cosinba fra, caiada e pintada, a chave
acba-se junto n. 16 C; aluga-se o 1- andar i ra
do Apollo, freguesia do Beci e, n. 63, d r 204000,
caiado e pintado ; trata-se na rna da Qnia nume-
ro 62.
losinlmra
Precisa-se de nma cosinheira, tendo boa con-
ducta, para casa de familia ; dirija-se i ra do
Commercio n. 5, 1 andar, esenptorio da frente,
das 9 horas da manbi is 4 da tarde.
Criado
Preciss-se de um criado
n. 33, hotel.
ne largo da Penha
Fabrico de assucar
'N. H. Stoart, representante dos Srs. Dancen
Stewart & C, de Qlasgow, annuncia aos senbores
de engenbo e outros interesaados que eati prompto
a contractar o lev^ntamento de usinas completas
de qualquer tamsnho, e tambem tornece machi-
nismos para os engenbos existentes, etc. etc.
Tudo ser do mais moderno e aperfeicoado.
As moendas terio a pressio bydraulica patente
de Stewart, que augmenta a expressio considera-
velmente.
As caldeirss serio de svstema econmico e as
tornalbas feitas para qaeimar bagaco verde.
Orcamentos e msis ioformaedes em casa de
Browns & C.
Ra do Comm rcio n. 5, 1' andar
Oleo Florea
0 melbor para o cabelle
Oleo Floias
Semenie de arrpate
Compra-se sement- s de earrapato na fa-
brica de leos Vegeta es, : raa da Aurora
n. 161.
VENDAS
Vmde-se urna rrr anas pertenese, na eatrada de Luis do Bego ; a
tratar aa refinac&o da raa do Lima, em Santo
Anaro.
Am^
Sa rna da Saudade n 27,
ama paca comprar e cosinhar
com menino
precisa-se de nasa
e outra para andar
Transfereucia
As acedes entra smigos de nm.eavaUo mellado
e maia premios, qne o. rriam coas a segunda lote
ra da provincia, do m-a de Janeiro, ficaaa trans-
feridas para a ultima quj se extrahlr asa Jaoatro,
dSVKss a falta de recabisaento.
Gondebria pernambu-
caoa
Vende-se os animaes deata condelaria, devendo
os senhoras preteodentes apresen tarem sass pro
postas em carta -chada. a roa do Imperdsr n.
88, 1 andar, at o da 9 do oorn-nte, aa 4 horas
da tarde. Os animaes acbam -se as cocheiras do
Prado Pernambncano para serem vistos e exami-
nados pelos senbores preteodentes, onde recebe-
rio as informacoes oe n* eessitarem.
-Uleufo
Vende sa a easa terrea sita i ru* do Visean Ja
de Albuquerque a. 168, por barata preeo; na loja
do Baa Pastus n. 81, i rna Duque de Caxias.
Engenta
Vende-se o ngenho ti. Gregorio, dis
legoa da estadio de Oaoclleirn.
vapor noves, boas mat- s, e proporcio para
jar 2,500 pS"s annuaei. Eeti.arnndado o
2:0001 por anno ;' a tratar eos easa m Ti
de Mello, Qenro C, no.Corpo Santo a. I
meiro andar.
?
Vende-se
ama parte do engeoha Desterro, fratra
Iguarass, e ct n-ndimentoa de asna porrea* l
snnos : s tratar com o Sr. tenente Evarias-1
Souza, raa do Sceego n 24.
i
i
103Boa Duque de Caxias115
Qrande sortimento de pnleeiras asen
canas para senbora, e meninas, a 5#0N,
6^000, 7$000. 8000 e 9*000, o par.
BICUS de cores e brancoe de 2. 3 a 4
de.-*os de largura, a 25'XK), 2#50t
3000.
dem < 6r de reme.
PURTA-embrulhos amcricaoos,
INVIMVEIS pratiados a doorsdoa
LINUOS leques transparentes para
35000, 4.J000, 5*000, G*000 ^ 7*000.
COLLAKINH JS e puohue >ie bornassW,
econmicos e propros para bailea,
sem competencia.
LUVAS de seria borladas
dem baadas com vidrilba
bronseada e granad.
Barbosa k Santas
'i
Taverna
Vende ae um- taverna cesta cidade, besa Wea
lis: : a tratar na risa da Concordia, n 9*!.
'Zleenffifopela Inspectora Qem
de Eygine do Imperio do BruiL
Xarope Zed
(Os CODEIHA s TOLU)
O Xstrope Ss>d emprega-se coasassll
Irritofdes do Tato, Tone dos Tiste, lasa)
convulsa \Coqtuhuhe),'Brcmcbites,ConH$af\
Catarrhos t Insomnios btrsttntti
I-ABIS. M. in* Ormiot. S W$ IS-UOST
Vende-se um etiope de nxo : a fratsr a c
eheira do Deodato rna da Imperatris su tf
Venda d<* ^fitio
Vend^-se r,n permuta ae p-.r predio nesta rimt:
um ho sitio oa b a _aa, renitis fnteaassaa.
excellente banho do rio, qoa agr de
exteosio de terreno par* ha>xa de cap
murado na frente, e.m p-r'S e grdra*ir*a. i
caminbo de ferro e ea'aeio jauto > dito sssia
Porto da Madeira, conhecado p lo siri-i da,
Selleiro, jumo so Dr Erpsjtts Jf Aqoino I
ea ; quem pretender dirijtf-se i pr-ea da
pendencia n 40, d>s II horas is 4 da tarde.
s THERHOHSTBO MEDICO
de Lon BLOGH
Lon
(ruTnsmnm)
Syeterna extra-senerivH
Qa* nao experimenta Tariacio asnssssB
SsveMa a oontraoco do ?Ira.
adoptase m/a iesdtm/a a Htdlcln*
i ti da epemro d UM.
I nsaa bstmests:
UU luiiaatari:
aas :taoipci Oseas de
de Cinrrgia.
<^^J>
IJvramento *
venaetn cimento port'and, marca Eciix, ka s>
ualidade ; no ea.s do Apello a. 4b.
Vinhos da iiamffiri
Finos
Carci-veilcs.
Madeira.
Moscatel.
Uva Bastarda e de Pasas*.
PABA MESA
Genuino do Lavradi. a 500 rs. agamia.
Na mercearia de Man. ei Correie aV &
'
Dece secco de caj
Tem para vender em latas :
Jess n. 35, arman m
ATKINSON
PERFUMARA INGLEZA
aUmada ka man de na aecvl: ncasi* tm
asouirupIOKnpr>rfanf?d1e>Icasi*xa}*ja_
Tkiz Mr rAi HAi nr Orno
1 PA RIZ 187. CALCUTTA UM
pe; extra-fina etceltenr 4sMa Perfnmes mtodmo* m AtkHMsn
ruuu nnmm
ai" ''f um raro 11 uraliii pufiiii >,|a_sfci
ragistrado' -m poste y r abtostoa mmt imwntm
toa InveDtnre^ oa acw* Aireataa.
LOCA! BE fUIIIM K iTUDOI
aam nial pmra tonal reraemaeaeawaacaM
Garaniida laoffCnsira.
Wi 1TJW3A K AT
aarfaaM eicepcional pera o leeee; 4
ea nwia xquiaiU i anini
Bantra-M Can ha lasjBaneI
J E ATKINSON
34. Od Bond atrae*. Lea
LBtarca de FabricaUaaa'* Ress Sea
-l.yr.de O.-
VIISIT
Rojal Blend airea VUlft
Esta excellente Whisky Escoces 4
ferivel ao cognac ou i-guardente de
psra lortificar o corpo-
Veade-ae a retalho nos melborea
sena de saalhsdos
Pede, Moya I Ble Bel marea
cu jo nona e emblema a&_>
todo Brasil.
BROWNS C.,


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Diario de F^rMmkaeAQuzotundra 13 de Janeiro de 1888
fl!
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A pasadas aaanucas a-
trauue jcas p> un eafwbrt-
ciurnj tfo amague, a quemo
medico aconealbe, "
BRAVAIS
o MDprtgo
d o oaa-
TTS COHCEKTMDW
do ierro, eupportto teta cai-
ieoT
eacomlgum
no i
preferencia a ijiibijim
.!&?.
0 FERRO
BRAVAIS
nfio produi
oaiMnoo no jtomopo,!
raaa, nam oonetipeicMo. N\a
teta mabor aigrnm, osan, chairo,
a nato coramonica chairo nem-
bum agua,nemaovinho,nena
0 FERRO
BRAVAIS
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moaaento da tormaoMo, a m-
ma, a Cfcfaroaia, anrm Hela-
doras da or parta das atfai-
geaa abrmele, o combrsela
oom a mador aVcacia palo
ssy*iir*n2*r ** """O
0 FERRO
BRAVAIS
oalarae fM jwraM
jseta sasa'esrfa.
NUMIROtAI IMITAMOS
Exigir a fl-ma
R. BRAVAIS
Imprimida ?ermeltaa
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(Molestias da (Garganta
PASTILHAS DE PALANCI
^9 Chlorato de Potassa e Alcatrfio
Approvadas pela Junta Central de Hygiene publica do Brazil.
Para as enfeimidacles da bocea, injlammafao da garganta, aphta, ttlcerapao das
fengioas, seccra da linqxtaedn paladar, rouquido, inchafo das amygdalas, etc.,
nac ha remedio inais eflicaz e rpido do que o chlorato de potassa. Si se lhe junta
o alcatrao cujas propriedades balsamicixs e purificantes sao universalmentereconhe-
cidas, accelera-se a cura destas pequeras enfermidades e evita-se sua repeticSo,
dando ao mesmo tempo maior forca aos orgaos.
As Pastilhas; da Palaugi se diseolvem lentamente na hoce? e obrao como gar-
garjo passao. depois para o estomago dal para o Mugue f se purifica so'b a
benfica influencia-do alcatrao.
Estas pastilhas sao multo usadas pelos Cantores. Advoga- .fregadores e todas
as pessoas que sao obri^radas fallar em publico.
Deposite ew Paos, 8, Ra Vivienne, e em toda, ds -harmacl&s.
Lotera da Provincia
Acha-sc aTddaa2.hpartr d?t 11.* lotera,
eni benefici ? rfa Santa Casa de Misericordia,
que se extrahr no dia 13 do corrate mez,
no eonsisttrio da i^reja da Coneeipao dos Mi-
litares
O baixo .88gnado, tenrfo de rensar iroprcteriveljepta no reiro jiroximo a extracc3o da grande lotera, em substituicSo a de quatro mil cintos,
eos tre sorteior, pr*><-isan-1o de tempo suffi ienie para a organisacSo ds listas dos
bilhrt> n3 apregpnta'ios. segundo lhe foi ordenado por aoto da prpsidpucia do 16 de
Agato do ann; pruximo fin lo, vera pelo presente coranunicir aos intereasados que
smente at o dia 30 do correte se admittir n'esta thesourararia a troca e venda dos
respectivos bilhetes CtlajyBB-lb, p-ir-i avisar o Sr. porit-dorcs de bilhetes que se
at a mencionada data nao ro-iisarem a solicitada substituivao nao se admittir mais
reolamcSo alguma visto como nao serao prejudioados em s^ur direitos; porquanto
serao relacionados por seus nmeros o* bilhetes nao presentados troca, dando-se-lhes
outros quaesquer nmeros do vlor correspondente na presente bt ra, como todo cons-
tar do urna relacao que s- publi :ar pela imprenaa, ficando o possuidor do bilbete
primitivo cii'n direito ao novo numero que lhe ffir designado, e a re:eber, depois da
extracto, n prenio quo lhe sabir em aorta.
Outrosim, os assignant^a d mimeros certos d<- bilhetes das loteras d'esta pro:
vincia encoutr^rSo tambem at fin do correte mes os seus bilhetes de asaiguatura
nos pm.tua ds au-8 eifiiiiieiilae, h saber n'ista tlicsoutari : osa csais garant il<> re. a
IWow-aaia das l| :ia da provincia, 9 de Janeiro d 1888.
O tlHSonreiro,
Jos Candido de Maraes.

(2,1
38lina do Imperador58
Nesta gr. n
5 ^solicitud e e modi
pbarmacia aviase
ade.
receitas e pedidos cono proojptidl >,
As pr?scrpeites mu ungas estraegeiras sao HelaeH
despachadas
O pbarroaceutico pernambuetno JOS FRANCISCO BETTENCODBT
convida OS clnicos d-ste eirtiiH^ qUe qUiram hnnrl-o com so coDaav*
pala qualqu-r tr^balhu prufissioa-I o -o publico. G-r-nie mais agen-
ciosa e consienciosa execucSo.
Esta casa recebe seus productos chamicos e drogas direetsi
das melhores casas da Europa, eep.-eialsent encommenda>l|
reoeituario.
as para sea

ESPECALEDADE
Sellar, Gaseo e Bal (e Tole
Licenciados pela Inspectora de Hygiene do Imperio do Brazil.
GOTTASREGENERADORAS
4e Eoutor SAMUEL
Aa Curaa mait iaeipcradu sao deudas este PRECIOSO MED
CIMENTO, reparador por excedencia de todas a; perdas experimentadas
pelo organismo cooseqiieoles a EXCESSOS de PRAZERES.
Batas Ctottai do vigor aos orgaos teioaes do* dons mioi ; curio iofalluelmeole todas as alTecces
denomioadas ESGOTAMENTO, taes como Impotencia, Eepermatorrha, Pardas semtnaea, etc.
O Frasco : 8 Francos (em Franca.)
Todo fraaco que uto (rouxer a Mrc de Fabrica refletrada e a utitnttvn,
deve ser ria-oroaamente recusado. X--C2? itti
Pndueto.
nico Fabrante
Pharmacia CEli.v, rna Xochectaonart, SS.
Dwositarto em Pernmtntmc : WRASC- 31, da. SIL VA 4b Cu,
<>*^^V,^**<' Aspirad ^
B
i i- de 3 a
Extraed) de Irl^o, mida e avea ^erminaiis
pe!. M. t'i,e Miinuf^cturng C Limite^ 2^ e 25 Hrt treer Bloorosbury
Londres E. C.
ppi ovadas pela Junta e hygiene da Corte
A S'ALINA equivale a 3"t aes em puder diast'.sico a qualquer cutre pn-parado deste genero.
A MALTIS'A teni nr-rcido 6 nertalha* de onro em divi-rsos expi>aic8es e
;ima acHlt^S. orioe na Europa e nos Esta<1i:s Unidos tanto que toi preciso en-
irar u j( comps! hia cero grxMrea capithes para S'.tiif^Eer o (consumo sempre
\aesffDte.
Chaiu:. s-j. i-ttencSo dos diatibi t*>8 lacoi^os tiesta i idade para oe importpntes
^Mysrsdas ria .VALTISE Mi riufai turing C'>;rpny. Todos os proou>-tns inBrti'rarDen-
Mata i-l> lattis tac:!i. i.' nssiiills)ns e>n combinav^o va a Maliin.-, aiiida ibhs sao
Jsnda* a ton- v e r i lialuria <- pr-inpta'neitte sao -b^orvidns produzindo ePeitos
>sv hiatos.

Lista dos preparados
-J
k
WALTINA pora.
M.aLTINA pepsina e paneras tina..
MALTINA phn^phato n<- feT quinina e strychtrD.
Oleo defi^.iiin oe bacalho c-ni|eit"- peptmiianH;).
Ol'-o de fiordo ds b aalbo m leile prpuu:*ck ,;..m iciad-i com hypopbosphi
ata soda.
Extracto < carne pept.oist.rio.
Alimento < !uvr<| destinado a obviar a oeitesai-ii......r dig-rir I-i-e di- vactta
disite eoutido :ic.s-' prepararlo -tt >ig rido previamert- i'-l. panera tina
Vei!t.e-se m $wmm ^airal
' 38 lina do Impera p ,>8
PERKAMBACO
ELIXIR &VINHO
T^&G SVOS
TROUETTE-PERRST
de PAPANA (Pepsina vegetal)
sao os ~nai& jioderosos digestivos conbecidos at agora, para combaUr as
AFFECCGES 00 ESTOMAGO: 6ASTRITES, GASTRALGIAS
DIARREAS, VCWITOS, PESO NO ESTOMAGO, M DIGESTAO. ETC., ETC.
M CAUCE LO JO DEPOIS LA COMIDA BASTA PABA CURAR OS CASOS- MAIS rtElLDES
venda as principaes Pharniacias e Drogaras.
Venda era grosso em Parts .TROUETTB-PERRET, bouletard Voltaire,i$4
Den a Tifir i. Sillo ti DIUO as FABaRilTES sobre os Frascos para evitar as Falsllieacoti.
Depsitos 001 Pernambuco .- pran M. da SILVA ee-e as principaes pharmacias.
Wm^lklat>a>*a*+'^**++++*+'^^ tm\mJs\aWkWp*k4k.
GOaXL,H,De&XO
ONZE DE AGOSTO
DIRECTOR
fechare! Munod Sebaslio de Araujo Pedros;.
W 95rfla VSCBlB Hli]ttlltt^p-9S
T* Icph As aulas desie coll<-gio ficarSo aberts do dis 0 do J niro enT-di*ne como
Jet siDmm es estatutos.
Aorsitte smente alu ise ra o secundan^.
A <-.)j; o. sr t'. .-i.r Iannc Servio Ferreira, desde 18S2, uomprehende as
aaaJpi^i- M-;/ ,ii : 1 riri ta, ealli-
fp*)f! <- > ii- ijr .-, tlT.iirt r pratii'M '.'j-s quatro per&coes funrtwme.niaei da Sfithme
tica, s-cgraffcii. flem-i.tar, a>' -i-Im-fit- d Rr.isil, yriieamaca n.-i..n 1, reaatno
sJs r-ail, |t..tnbin..: -. msjiejii >.- .-.i''!*, recibo, -n:. A csl-
i rajr-ti l.i :, i.. pioft-ssi.r .Mr. -.ira> M.ria Li.u ;..
TINTURRI
i^-Sw de Matlas de A hnqoerqne2S
(a ijji ra d;:s Fiares)
mu
CLEMENS KUGLER
SUCCESSOR DE
Otto Schneider
TVgi e ItmpH cot a rrlainr p*+f. i-;j toda a qu liiade de estofo e t'?*'idasi
em prc: en em i>br-'e, chapeos d feltro nu de palha, tira o rroro .i:is Lzend^s ; iodo
o tribuido f--ito por mviti de a^SeftnMifio eperfi;co nnheuido.
'finta preta as t reas e sextas-f-ir.. e de c6r e |; 3OOOOOOOOOQOOQO0OOOOQOOOOf3Oqor
ELIXIR ANTiSiUfOSO P,YBR0MRB01
Preparado pelo pharmaeeatico JOS FRANCISCO BETTENCORT, \
^^ de urna effi-jacia verdaderamente mnravilhosa as molestias dos orgaos
ai respir..tiios.
Bronctiiles, asthna toss caiybIs.% etc.
'fr$K Esseucia depurativa. Formula do distincto clinico Dr. Ramos
6*{ Oepurativo por exoellencia para todas as molestias que tem a origem
^&{ Ba i rpiiresa do sangnf.
SypUilis, irtte alcuras, m%m isrptcas, tc-, etc.
Tintw pret* para escrever inalteravel, fabricada com mnito eaidado
por ii na formula inglesa, especial para escrptarsfto mercantil e reparticS' a ^
publicas, bcea de pressa, perfeitamente preta, nao corroe as pennas, nao >1
depoei a d opi-. ^|

de
IAUDRYi Phaimaceutico do i1 Classe.
Este Elixir, que contm em ca composicao os brom vi retos de potassio, de sodio i
e de ammonia, perfeitamente combinauos, de um sabor agradavel e sempre v
tomado cem prazer, mesmo petas pess6as, que tenhao um esVomago delicado. V
Numerosas experiencias vierao confirmar a sua immensa eficacia contra a jy
Insomnia, as Enxaquecas, a Agitaco durante a noite, e as Palpitacoes, U
calmando immediatamente a excitabilidade nervosa. Administrase tambem com l*r
grande vantagem as convulsoes das creanpas e as senhoras que sotlrem de
espasmos, desmaios e attaques de ervos. Emprcgado coc^enientemente,
este Elixir um auxiliar poderoso da medicina contra o hysterisi;o, a epilepsia
e a dansa de Sao Guido. A desvs de 2 at 4 c lheres por dia, pela manha e tarde.
Depotito : Em PAJFIIS, 8, Iin Vixrienne, e nos principaes l-> liar mecas.
loooooooo^oaooooooooooooooc
4H-JW Omt D l!utt-ft

CfcRStt SElX!K1l\tt.W
'Joii'pr ': mi'. mat-iias exighfes pura :s Jitr irl<< as f."uldaiia do
ja*p< liV
i) i -1.1' i ( ni r. i eup-ii >r au ''> anno precedente, havendo
pas -eis r- |ir.va<,3i > hdl orlugU'E dus eni arithm-'hica e una in
ri; compre.bi i> n t.' ero "^> inb ibilit''"- na prova escripia.
O u iitii.* a ii primjl lodoa o etfory. a Lara o inaii-r proveiltu.' uto
s* s1' ii'.vida o ii'teressxlos virara p^ss-iaimente tomar cjuW
r s i u^jsJJfco, d.,de re ib'eiSo as < Xplicai,S-s que desjaro n.
LSjiin swUm\ iW tu luas iiir s
t.'. i il ?f,i,. ;,., ,'.. ... -t .,., !.. .. IjsjuUU, ii i
m |i*tt>*, I ii i. p .lo-, a IfSJUO u cy..iu
-S-HiiS jit S II. : r. >V! I' s -. .,.--.'.. ..'- < ., ......
lJ..m,ci :\- iiiio, a pn m" -. 2i0 -i.., u ..\ >,
api n i ;i. bortiiit iitn n i. -,, i..-, i,ir-.s flor'-, liu l.,s pi'li5-i-, a
320, 360 400 i.. ,. ,,w ..
Fu O a l>i .i. s 0 .0. --iiH). -t-'.-, OIKJ i'/ ia .. .; .
M>ii'>.'liod r-v. >. i':);11- ItU" .....i
! n'U-iuira ; ii -:. ,.-. -. o... i-.. ., ,, .
Laj i" i".> I -. r I mjiS i ;'-'ls :, .,0, :i.W, -10 50" s 'i' .:
COVafl
id ri pr-f-.. n(;p| ; -:..<:.
DitO .,.=-.!. i .. 1)1400, IsJtfO, 15SU-J 2fr! ..V...:.,
('nopl-to oi>'iiteiito ii [> s 1* Uotr^a e r i \ i*.-.-., 00,
120, iOO, 210 < J rs., o ..UCJ.
Cort>'S de ere ose eooi enfeit s, 1 oai 1 "> 1 ?.adts \ -r 0rU00.
QraiHs s rti frota d.- w.i .i- .iva e br.. aa, a 2f$000, 2/JOO, 3r}000,
4410OO, 9#)< 0 e 6 Lindos lequ-s de gase de seda, uiv^ua mol, 6$500.
Oacherniras de qu-' r -, de t-da, o Alais liu'o nij.ieroo que se ude desejar, a
1^600, o cov.do.
Entrein.>s liabad- s bu(dado u btvoa Gr p-r barato prego.
Camiaaa francez u. br 1 : p-ra lmru"ns '. 2<5000. 11 un
Completo g...itim u.j ii ci; s-iiii' -, piei. oe 1 Sr s. 2000, 2f5500, StSOOO,
4*5000 e 40500, i. rov. <,
Leques d- papitl r r. h, iDuitii lMt"nft, O" .- 11 .
.il.iitaa nutr.-.e t i.- -.le gost, aat respoitaye.l publico poo^rao pr.'ci-'r.
Heuriqye da Silva Jlarein
1
pr<:<
SAUDE PARA TODOS.
IJNGUENTO HOLLCWAYi
O Unguento de Holloway um remedio infallirel para os males de pernas e do paito ; tamben para
as feridas antigs chag?.? e ulceras. E famoso para a gota e o rheumatismo e para todas as enfermi-
dades de peito nio se reconhece egual
Para os males de garganta, bronchites resfria/tientos e tosaes:
rumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante e para os membros
contrahidos e juncturaa recias, obra como por encanta
Etsas medicinas .-o preparadas smente no Eatabelecimento do Profesaor Holloway,
78, STSW OXFOHD 8THEET (antas 633, Oxford Streat), L01DRBS,
E vendemse cas soda* s pkmrattcias StT Os compradores fio Mandados rcspeitosamente a CTsinar os rtulos de cada cala Mis, se oso tetas a
duso, SS3, Oxford Street, sao fallsSat, ns
- *** n
aas
Fazendas mt.M"L\k abate
NANSUC de lindos padr3eS< a 160, 120 e 200 rs., o covado.
GAZE< rr.-ndada imtacSo seda, a 600 e 700 rs., o cov.!..-
ATtALHAO sda'.soodo padroes novos, a lfi200 e 15I0.), o mefro
FUSTOK3 braceos, indrSes inteiramente nov a a 400, 500, e 600 rs.
L~NSd-- qu: dro, miacSu, a 100 e 120 ra. o covado^
CORTES da se ti neta .-ora um pequeo toque a 60500.
LINUNS lisf's, o qo ha do lindo, 240 rs o covado.'
TOALHAS ftlpud-R para barbo. 10500, urna.
CHAMBRES, grande aorriraento, a 40000 50000 e 60000, ao.
CORTES *> coletei de fnstao, a 20OOJ, 205UO 30000. on.
BK.IM paren p,,ra mupa de risnea a 320 rs. o covad".
OUARSigAO de croch t, 70000, um
TOALHAS f-Ipudas, p.r.. ios'..., .. 30500 e 50000, a dusi-.
FICHUS d.: eifra-, io-.it y3o d- s.ii., 2^000, tim.
SAKGELIM d^ cor,-, a 24') rS. o covado, qualidade melhr.r.
MERINOS prvtiis e c c-Sres, a 8(X) ra. o eovsdo.
CHAMANTE de algoso du 4 b.rguras, a 300 rs. o .otro.
DITO de linho de 4 larguras, a 1800, o metre.
ATOALHil/O tranclo de 2 larguras, a 1$000. o metro.
GUAKDA-PO para bomem a 40500, 50000 e 60000, ara
GARL'A F para senhora, de 80000 e 90000, um.
VELBOTINAS de todr.s aa cores a 900 e 10000 o covado. '
SI-.TIM Macdb .; cores, a 900 e 10000, o c.ivado.
CHEVIOTS preto e azul a 30000, 30500 e 40000, o covado.
Z fHIRES o lindos p.drSes, 200 < 240 rs n .-ovan...
MaDAPOLAO aiuerie no com 24 jardas, a 60000, a p-ca,
PANNO da Costi de listra e de quadro a 10000 10200, o atraso.
CKBTONES pi.ra .-oberias, p.. ir3-9 novo, a 2rj0 rs. o covado.
SETIM brinco uim fino, a 10200, o covado.
POPELINAS brancas, p>:r n iva, a 80) r.-t o -ova^o.
LEQUKS de s tim br. .:.., 60000. uip.
LUVAS de seda I-ras h bordd^s, a 20000,
LENQOS brancas de algoriao e rte linho, de 10200 at 6J0M, a ds:
ESPAKtlLHOS CASIMIRA pntas c de tSres. a 20000, o covado
BOLCAS pra visgooi, a 100000 e 120000, urna.
GRANDE vari'j.l.iue eiu bordadVi e entremeios
EXTRACTOS de o.ff.rents qnalidades.
BRI\1 branco de linho, a 20000, a vara.
CAMBRAIAS bordadas, brancas c de cores, a 60000 a peca.
COA1PLETO soriimento d camisas, colarinbos, puchos e graVatsa, H
com modo
S:-;R0ULAS de bramante, 150XX), a duaia.
PARA BANHOS DO MAR
COSTUMES pura b.nhos do toar, para senhoras. a 100000.
DITOS dito dito, para horoeus a 80000.
DITOS dito para menino. a 50000.
S\PATOS para o iiieSvso fim (todos os nmeros.
ISA RA I. DE MARfO N. 2
L> tiCsVs ^ *s3a
DE
AMARAL&C
cursis
.






VIepIone n. 58
Boa casa
Vi ii Jt-se a melhor casa que ba em Marayal,
propria para nefroBia e rcorada,' na ra da Pa n.
19 ; iratar n.. aiteti do'-Kbaaiin o M, jun
tu a T-j .
Vi i '-- tsver
coui i uc-jB luudoa
ratas na n nina.
Alteri^o
Iriia e Paji^hrid o. "I,
io un nio para ;ni, .i-i ; a
Vendc-sc
um bom e bonito cavsllo ruso ; i
largs de Rosario n. 22, 1- aadar.
Jaitaina*
Vende 6- a <-ai-a o. 28 A ra* Ao Imprt-tar m-
(h eidadi*, c. m d>a mesa* gu>* ue lni.o bBSNss
ci.ntj) e du o. 62 na rn-nua rr (pitara ttm
r) coa) qbH'iu u-i-i.-.ka* a iWaiss 'tssSSda
csdsss) ; a iratar uw Bseifc, rs SsMalat I a. L
ysfiO


8
Diario de P'eroambacoQuinta-ieira 12 de Janeiro de 1888
-*
LTTERATlr
tomn o primeiro trea pira Pars. Dara poda acreditar noa seus olhos e nos seas
a jog-o
POR
JULES DE GASTYNE
Prlmelra par;te
AMORES DK ALDEIA
XI
ContinuaqSo)
xa
aperar o eu amanto etn um hotel da rna
d'Amsterdam.
Era a primeira vez que. Luisa vinha
capital; por ssO ficou algda tempo ator
doado rom o movimento qne se> fazia em
tnroo d'elra, com a mmecsidada de salas
que tete de atravessar, com a altara das
cusas qne va da porta da estagao. A
mofa eslava triste, pesar dos esforcos
que fazia para afastar aquellas impres-
i5es melanclicas. Era a felicidad de
toda a ana vida qne acabara do jogar.
Se JoSo a nSo amasan seriamente, se a
Perguntava a si raesma se to-
era assim e como se poda l
abandonasse !
que ira elle
i
Y



JoSo tinha muito receo Se sea pai.
Coia os prazeres que tinha, com o fermen-
to que lhe fervia no sangue, tema o che
que, que forzosamente havia de ter contra
aqu lle carcter rgido, interigo.
Depois de alguns passeios em silencio
por entre a densa escurid&o producida pela
folhigern dos castanheiros, JoSo paron.
Mea pai, comecou elle tmidamente.
Que ? perguntou o fidalgo como que
sobresaltado.
-- Techo reflectiio muito nestes ltimos
das.
Em que tens tu reflectids ?
__Devo partir para Pars daqui dous
ou tres mezes, nao exacto?
Est decidido ?
Est.
Nao seria til que eu fosse l pass;r
qainze dias ou um mez, antes de fixar re-
idencia ?
O duque olhou para o filho.
Para que ? perguntou elle.
Esta residencia famliar-me-hia com
Paris, far me-bia conhecer a cidade, e,
quardo eu chegasse, s tinha que occupar-
me com os meas estudos. Poieria dedi-
car-ioe immediatameDte ao trabalho.
Aborreces te entao em Verneuil ?
perguntou O pai.
__Nio me borrego, mas o mea proje-
cto aSo lhe parece bom ?
- Agradavel quando muito, agradavel
para ti.
Oppde-se meu pai ?
Se urna viagem a Pariz pode distra-
br-ts, dsse o duque, nSo quero privar te
della.
D-rae lcenga para ir ? exclamou o
mancebo com alegra.
Por que queres tu que eu te recuse
esas satisfagSo D'aqui a pouco s
maior... Ests em idade de te gover-
nar... Quando queres deixar-noa ?
AmanbS se for passivel.
E agora que me veus fallar n'isso T
Nao me auimava, disse bypocrita-
menie JoSo
E que teu>po pretendes estar au
ente ?
Uns qainze dias, quando mnito.
Vejo te anda antes da partida ?
Com certeza.
E' tudo que tinhas a pedir me ?
E', mee pai.
Boa noite, Joao.
Boa noite, meu pai.
O filho langou-ae nos bragos do velho.
Estramecea de alegra. Para ir para o
sea quarlo, subi a egeada a quatro e
quat-o, leve como am passaro... O
amor, Luisa, a liberdade, Pars, tudo isto
fazia-lhe a cabeca andar roda. Nunca
se Mmtie ticf "feliz. S va o prazer que o
epe -ava.
Luiza foi a primeira a chegar a Parz.
Aprt veitando-se de urna pequea viagem
ue iieu pai devia fazer no da seguintc ao
siena qae contamos, arrumou presen
o que lhe era mais rtecesBario. reuna al-
gn is eeonomiaa, dissa criad que volta-
ria pr jantar, dirigi s para a estsgSo e
S seu pai, seu pobre pai,
dizer ? Como supportaria
a'quelle golpe terrivel ?
Era capas de morrer.
Luisa senta as lagrimas rcolharem-lhe
as palpebras, e nSo se mexia, como qae
interdicta pelo ^ii vem incessante das car-
ruagens. Os wros paravaro a sea lado,
despejavam os viajantes, que aubiam a es-
cada, homens e mulheres, muito apresa-
dos com embrulbos as maos, e depois
tornavam a partir, fozendo grande bulha
com as rodea sobre as calcadas. Aquello
movimento e aquella balburdia nao cessa-
varo. Pareca que todas as carruagens de
Pars, todos os s us habitantes iam pas
sar por all. A moga desced alguna di-
gros hesitando. A calgada est .va co-
berta de ama carnada de lama escorre
gadia, apegar de ser verSo. Mas o co
eslava coberto de nuvens, e de vez em
quando urna rhuva miudinha e fina cania,
en volvendo como em um veo de gase os
objectos proxi-nos
Entre todos os peosamentos que on-
chiam o espirito da nina do loeirinho, nao
existia um sentimento de saudade pelo
filho do Boslaarer. Aeeusava o mance-
bo, com o sea amor absurdo, o seu pe-
dido intempestivo de ser a causa de tudo
que lbo aconteca, do tr precipitado o
desenlace da sua aventura amorosa.
Porque nSo o repellir i logo no primeiro
da em que elle lhe iallou ? Mas podia
ella desconfiar do que se ia passar?
Luiza. para se resguardar d^s carrua
gens e da chnva, raetteu-se, qaando che-
gou ao fitn da t-scada, debaixo das arca-
das qae cercam o Otkf Feliz. As mesas
estavam ebeias de fregnezes, e a moga
percebeu que era alvo de attengSo geral.
Olbavam muito para ella, tanto por causa
de seu traje que cheirava muito a pro-
vincia, como por causa de su belleza.
Fez-se vermelha e tornou-se embarazada.
Aiguns bomeos atreveram-so mesms a fa-
zer signaes. Um a'elles coovidoua a sen
ouvides.
do Parz
vivar.
Traaspoz a porta do hotel, foi abalroada
por duas ou tres pessoaa, que na na car-
rera parecerim nSo ter dado por lia.
Proourava a quem bo dirigir, quando
ama mulber de avental branco, atarefada
Como as outras pessoas, lhe perguntou brus-
camente :
Que dse ja minha sonbora ?
E' aqui o hotel de Amsterdam ? in-'
terrognu Luiza.
E'... quer um quarto ?
Quero, sim, micha senhora
Dirija-Be all defronte.
Ao mesmo tempo a criada abriu urna
porta cnvidricada o empurroa moja pi-
ra ama pequea sala, onde a claridade mal
penetrava.
Urna malber de meia idade estrevia em
urna secretaria de c^rvaiho, cheia de esoa-
ninhns verdes, que a escondiam qUssi com-
pletan ente.
Aqu est urna viajante, minha aenho-
De
o m-
d'elle
o a tomar um re
sem responder,
Houve urna ex-
Era d'ella sem
Sabio das arcadas,
FOLHETIK

VICTIMAS E ALGOZES

M1LIU
POR ,
DE RICHEBORG
RA
PARTE
tar-se junto
fresco.
Luiza comecou a fugir
com 3 faces carmezim.
plosao de gargalhadss.
duvida que Be riam
atravepsou a ru ;om risco do ser esma-
gada, e parou no passeio fronteiro. Tinha
pressa de chegar ao hotel. Sentio-se s,
como qua perdida n'aquella especie de -for-
migueiro. Aproxiniou-se de um mulber
em quera acbou um ar d bondade, e
perguntou-lhe onde era o hotel d'Amster-
dam.
A mulher mostrou-lhe com a m5o a ra
que segua ao longe da estago.
V por esta ra fra, disse ella, e,
quando chegar ao meio, encontrar o ho-
tel.
Luisa agradecen, e poz-se a andar com
o passo firme.
Ao cabo de alguna minutos acbou-se
(liante da porta do botel.
Ah encontrn a aggknneragao da car-
ruagens que a tinha sorprendido porta
da estago.
Era um emaroe no vehculos de fc dos
os feitios diante da porta de sabida.
Os cocheiros njariavam se, os cavallos
escarvavam ou mordan! us aoa. outros.
Kesultava disso um bsrulh que ensurde-
cia os transentes. Luiza, satiiodo do so-
cego profundo das ras de Vernoail, nJo
r, dtse a criada, mostrando Luiza.
sja u-n quarto.
A mulher evantou-se gravemente
cou u i.a cadeira recera-chegada.
- Para que pregj? p-rguntou ella
Luica ficou calada.
E' por muito tempo ?
- Nao sei anda, minha senhora.
'a>E' s ?
A fi'h'i do meirnho fez-se escarate.
Sou, minha senhora balbucioa ella.
Ten.os am bonito quarto no segundo
andar. Custa-lhe cinco trancos por da:
Convm lhe ?
Creio que sim, minha senhora.
Vou rcostral-o.
A mulher levantaba se, quando a porta
envidri.gada se abriu bruscamente, e en-
treu um empregado do telegrapho.
A Sra. Luiza Pditevn? perguntou
elle.
A moga fez um movimento brus'o de
sorpresa, ouvindo pronunciar o seu nome
bomem que o tinha pronunciado, ves-
ta urna especie de uniforme que lhe era
desconhecido.
L'mbrou se de sea pai e fez-se lvida.
Nao conhecemos, respondeu a esta-
l&jadeira.
Oempregado ia fechar a porta e retirar-
se, quando a moga disse tmidamente :
Sou eu, senhor
Chama-se Luiza Poite in ?
Sim, senhor.
Aqui tem.
-' hornero apresentou-lhe nm envcloppe
azul. Era um telegramma.
Luiza pegou n'elle a tremer. Nao se
acimava a abril-o e 1er. Por fim deci-
diu-se.
O telegramma era de JoSo de Morlac.
O mancebo nrevinia a sua amante, de
que podia tomar o trem da tarde, e que
s chegaria a Parz as cinco horas da ma-
drugada.
Luiza amarrotou o papel. As suas in-
quiet! consigo quo a espera era longa. Que ia
fazer at s cinco horas da manha ?
A estalajadeira continuava a esperar.
Quer acompanhar me, minha senho-
ra ?
Eaton s saas ordens, responden
Luiza.
M'teram so por ama escada escura e
estreit; coberta por am tapete daabotado,
sobre o qual brilhavam varetas de cobre,
curvas e torcida* como reptis. Qaando os
pos nlo se mettiam pelos
reps verde, cama baixa com cortinados
ennardidos. O quarto, qae poderia ter tres
roetroj, recebia las por urna janella que
dava para a rna.
Fiea aqu mu-to bera, comd v, dis-
se a estalajadeira.
Serve, dsse a moga, que j bavia
enllocado a trouza de roupa em cima de
urna cadeira.
XIII
Fioando s no quarto da ra u'Amster-
dam, Luiza, quo nunca bavia deixado seu
pai nm sebillo da sua trra, teve um mo-
mento de tnleruaeimonto. Lembrou-se do
seu qna/to fresco e alegr.; do Verneuil,
cuja janella-, se abra sobre as arvores, e
flores, deixando entrar lutadas de perfumes
raios de la. Viu Poirevin no seu cartorio,
sentado na sua poltrona, e as lagriaas ve
ram-lhe os olhos. '
O da caba e todos os objeutos pareciam
confundir-se o desapparecer na escuridao,
que ia augmontaodo. Entretanto, o baru-
lbo na ra ci > cessava, toda a casa era
abalada. A moga chegou janella e viu
a onda humana, que rolava sem cessar
pela ra, como a agua do um rio. Teve
medo de descer, de entrar naquella agita-
gao em movimento. 'Para passar o tempo,
desmBnchou a trouza e trruosou a roupa
as gavetas. As lagrimas tinham soccado.
A lembraaga de JoSo, qua ia ver, cujo te-
legramma beijava, tinha arredado as suas
precaugSes tristes. O amor tinha-lhe beb
do as lagrimas, como o sol bebe urna gota
de orvalbo.
Luiza, tendo tomado a resulugo de nao
tornar a sabir, tocou a campalnba, para
lhe trazerem o jantar. Eraqu; uto a ser-
viam, poz-se janella o olh^va de novo
para Pars com os seus olhos admirados.
Como em urna mutagao de mgica, a ci
dade tinba mudado de repente de aspecto.
Por toda a parte accendiam-se luzes; ;>s
ras oontinuavam cheiaB, mas as carrua-
gens, com as suas suas lanternas multico-
res, tinham ares de togos fatuos.
Os transentes pareciam eaminhar com
mas pressa.
As msttas com esta geada derem^o urna eandeia, e devorararao, cosa K
ter que ver, disse eu a 1 Jenho ne- oel|eote appetite, a lebre guisada,
c ssidade do tirar amas informagSas sobre
os tarnapqueires de Gourroy ; < br, qor-
res, vamos dar am giro .ja* cei.. .
Instantes depois, de polatt
joelhos, bem agazalhados as nossaa capas,
com Os nossos cachimbos bem aooeaos, en-
tranbavarao-ooB pele bosque dentro.
Iamng pisando ate lente o terreno^
gelado o desigual, da valla, surcada de
profundas goteiras do nev.
A' direta o esquerda os soutos, os-
tentando confusas e roystsriosas alvuras.
O nordeste, sobrevndo aps urna noite
hmida, metamorphosnara os brumas o as
cvaporagSe qua humedectam os ramos
n'urn monto d* rendas de nev.
Na meia cLrliaie crepuscular distin-
guannos anda as diamantinas agulhetas
dos zimbros, as crystas das ompoadas ere
roatitesde graniso, as .zuladas crystalisa-
^3es.dos fius pendentes das fais, e aspra-
te das filigranas das aveleiras.
De todas estas bastes vitreaa parta um
surdo ranger, e a vezes veos de um im-
palpavel poeira branca, que noa vinha ca-
as molhava, e para

(Continua)
VARIEDADES
hir sobra S faces
logo desappareca.
Como levavamos bom andamento, ao cabo
de urna hora descobrimos, atravez dos es-
beltos caules do faial d'Amorey, os ver-
rnclhos e oseillantes clarisa da acampamen-
to des tamanqueiros, estabelecido no outro
lado do bosque, ao cimo do urna nascente
que iegcia at ao valle de Santenoge.
A installagSo consista em urna espagosa
cabana cnica, revestida de trra, o n ama
cb.09*, com parede da taboas cuidadosa-
mente calafetadas de musgo
A liona servia de dormitorio e cozinha ;
a cab na albergava os utensilios e os ta
mancos, ja confeccionados, alm de dous
barrios, que erara empregados no trans-
porte da roercadoria.
Oa tamanqu3ros todos, mestres, offi-
cines e crianga9, estavam sentados sobre
troncos de faia em volta da fogaeira, ac-
cesa diaoto da entrada da choga ; as saas
sombras movis pmjectavam accentuada-
mente un negro, na vermelhido da larei-
fa. Sobro o braz^iro, suspensa n urna
trempe, fumegava ama marmita, cujo va
por exbalava um appettoso cheiro a gui-
zado de lebre.
gmdo-a com ama gota d'*gaa-p qae
arranhnva nm tanto gaellas. A
caba cada* vrs m.-.is forte, alastrando
sobre a floresta brancas pilhas, jsw
surdeciaiu todos os rumoras em vclta.
Otamanqoero ia, da espaoo a
at arribana, d'onde voltava asjssO, m
ouvido alerta, impaciente peUdugad* *
parteira.
Subiti aubiram ao ar s-iaves i piques
de sinos, l do fuado do valle, sb/adoa
pela nev ; segando tcqu?, de oatr.i dre-
gSo oppost, responden ao piiiaeiro; de-
pois um terceiro, e em breve toaran de
todos os lados, por cas dos buequss,
confusos repiques do Natal.
Emquanto iam tasquiobando e beberri-
ga..do regaladamente, os convivas oa-se
ontr^tendo em dfferegsr a provnienci
de cada toque, segundo o tom aw gr >eso
ou mais tenue.
Aquelles, diza um, alo os sinos ce
Visey j que pouco mais se onvetn que es
chocalhos dos nossos burricos.
- Olha! este o sino graad-s d'Au-
bervivo !
- Sim, aquelle susurro l *o Iwg",
quo parece um b:souro, o carri.ho de
Oranuey...
Daraote esta discussao, Triatio e en
s"Titi.wi'i-iMs da acgo combinada do Wj-
zeiro com o trabalho la digestid. O* olao
j piacivam, e acabao por adormecer
sobre as camas da mu-^ > da eh<>g, ao
som embalador de todos esses aiooa do N-*
tal.
Acoriamos sobresaltados, e eoirassassan
os olhod, a um grito gudo, e ao runo:
de um alegre vosear.
Co88 .ra a nev ; a noite comegava a
erapalli iecer, e, atravez das fon-i a* A* p.
lboga, distinguimos, por cima doa rans-is
cobertos de nev, um co mais claro, onae
a ultima estrella trecoulava.
E' um rapaz exclamara o ssentre
tamanqneiro.
- Meas senhores, qaerem vir vtt c
nascido T Ser para raim um grande guato.
e para elle um bom presagio !
Seguimol-o por cima da nev eat*lad-
ga, at arribana que um* enfunada ec-
t
devo crer que tinba poderosa rsnhs para
guardar silencio.
__E' preciso que seja assim, dsse a
viuva.
Depois, Bgarrando no braco do m*eo de
recados.
,__Vejamos, continnou ella com voz ca-
vada, o com relmpagos no olhar, visto que
toi testemuoha do crime, vio aquelle ou
aquelles, que mataram meu marido?
pete, tropegavam
gasto.
- Tomo cautela, disse a mulher. Tudo
isto na j novo.
A moga subiu com precaugSo.
Quando ohegaram ao terceiro andar, a
estalajadeira abriu urna porta, atast u se
e deixou Luiza passar na trente. Acha-
vam-se em um d'eatis qnartos banaes de
O Matal na floresta
'AXDR TIIEUK1ET,
Aquello anno, na vespera do Natal, fi-
zera todo o da um fro borrivel ; a aldeia
pareca entorpecida. Todas as casas her-
mticamente fechadas, fechados tambem
os curraes, onde o gado ruminava Burda-
mente.
De longe em longe, resoavam os ta
mancos sobro a trra endurecida da de-
serta ra ; depois abra-so urna porta que
immediatamente se tomava* a fechar ; e
tudo volva ao silencio.
Ao ver sobre cada telbado as chamices
fumegando abundantemonte, na atmospbe-
ra pardacenta, adivinhava-se quo a popu-
lacao toda permaneca agachada, em volta
do cbammejante lar, onde a dona da casa
preparava os assadoa para fazerem a
meia noite.
Os aldeoca, com os pea ao calor, o cor-
po curvado, o semblante radiante pela
perspectiva da festa do di a segunta e no
ante-gosto das suceulentas e doces mural-
las, sombavam do vento norte qae varria
buracos* fo "ta- as ras, da geada que salpicava a rama
gem na vsinba fliresta, e do gelo que
crystalisava os riachos e a ribeira.
O meu amigo TristSo e eu, soguindo-
Ihes o exemplo, tinharaos passado todo o
nosso ca na aotiga casa do Abbadial, a
fumar o a 1er versos, ao calor do fogo.
Comtudo, ao cahir do dia, oangados da
nossa reuluso, resolvemo-nos a deitar o
naris de fora.
pedagos do metal
tinuou o mogo de recados, nSo um cele-
rado vulgar, como, por exemplo, um gatu-
no. A senhora coaprehende quanto de-
licado e mesmo diffieil denunciar e acen-
sar por crime de assassinato; devo proce-
der-ae com prudencia e circumspecgao
Esse hornera, Sra. Uarasse, devia conhe-
cer seu marido, havia maito tempo.
Jalga isso i
__ Julo, estou convencido e, talvez
Nao erara maito, um s homem com- mesmo, a aenbora o connega.
A viuva abanou a cabega e responded :
Nao conhego nenhum homem que te-
A ITETA
(Continuagao do n. 8j
XI
A vlaltna Ao pal Anselnao
__Basta, enhor, basta I Pedro Darasse
era meu marido, amei-o, amei-o muito e,
se soffri por sua causa, perdoe lhe ; mor-
rea, nada ha mais que dizer delle.
E' verdade^-.Sra. Darae, por isso
comprehendo os entimentos qae acaba de
expimir e que eu respeito.
Entao, queira -no dizer; o que o trou-
xe i minba casa ?
At boje a senhora pude auppOr ape-
nas que sea marido tinha morrido ; pos
bem, venho lbe dar a certeza, Pedro Da-
ase morrea.
A viuva dea um grande suspiro. ,
O senhor abo como elle morrea ?
perguntou ella.
Se.
__ onto ?. perguntou ella rida
mes te.
Pedro Darasue foi ssJsassnado I
__Ah! j o tinba adivinhado, exclainou
a viuva. Mas corso sabe ?
Vi o cadver o seu marido.
Mae, onde, taeu Deu, ondo ?
Na margen de um rio, no qua! foi
llagado pelo assasinu. i
Deas do co ^ .
Quando chegar o momento indicar-
me-v o logar do rio em que est o cada-
ver do seu marido j espero que hio de en-
coniralo e peder," entao, mandar-lhe dar
atni sepultura cbnstZ.
-- O senhor vic o cadver de meu ma-
rido as&8sinado, sabe onde elle est e
s hoje no fim do M mezes, qae me vem
iur iaeo ?
-- Se nao fuliei mais cedo, Sra. Darasse,
metteu o a s?.ssinat<.
E conbeie essa geeierade l
__ Antes de responder sua pergunta,
tenbo outra que lhs fazer.
D'g- .. ,
Quer vingar seu mando T
-m Deus de justiga, se quero vngal-o T I
Maa-, desejava ver com os roeus olhos a
cabega do salteador cahir debaixo' do cutel-
lo da guilhotina 1
- Pos heni, Sra. Darasse, a morte do
seu marido ora vingads.
- Ah o' senhor oubec? o assassino,
exclamou a viuva.
Eateve quasi accresoentando :
< Pos bem, em tambera o conbego : o
Paolol Mas deteve-a u>n resto do des-
confianga.
* NSo ; pensou ella, nSo digamos nada,
alm disso, nSo estou absolutamente certa
que seja elle.
Sea. Darasse, escate-me, dsse o mo
go de recados ; oSo foi com nettendo o cri-
me, que eu* vi o assassino, mss depoify
quando elle atirou a vctima ,norw.
NoHena? .3
NSo ; no Mamo. J ioha visto
aquello bomem urna ves e sabia que se
chamava EstevSo Eris, cunhecia mesmo um
lugar em quo teria podido mndalo pren-
der. Mas'como lhe disse, razos da mais
alts importancia, das quaea^existem anda
algumas, itopediraro-roe entlo de denunciar
O. crima. *t
t Algum lempo depo,^tornei a ver o
assassino ; faga idea da minha sorpreza,
do meunspanto, Sra. Darasse, quando vi
quo lie tinha outro nome, sem sor o^ta
EstevSo Ens.
'' E esse nome, senhor ?
At nova ordera, jnjgo oever nao lh'o
dar a conhecer ; quo Lhe baste saber, boje,
que esso nomo muio.CooiiHcido, que o
do um* antiga e nobre'familia de Frange e
que aquelle que o usa actual mente, ocoupa
na sociednde urna a'
Ah I di'te a
des nortead a.
E ficou pensativa
Um criminoso
sigo.
ompletamcnte
nha um grande nome, que o cupe na so-
ciedads urna alta posigSo e que tivesse ti-
do reltigSes com meu marido.
-Sra. Darasse, visto que preciso di-
zer-lhe tudo, supponho que o assassino se
apossou de um nome que lhe aSo pertence.
- Quo est dizendo T exclamou a viu-
va.
E' o que supponho e o que creio.
A Sra. Darassfi nSo pode deixar de es-
tremecer.
- Mas entSo, pensou ella, nSo me tinha
engan ido, era elle : Paolo.
- Apez-T das pesqoizas que fiz, do in-
qaerto a que proced, contnuou o mogo
de recados, foi-me impossivel descobrir
luem era e o qae realmente esse misera-
vel, e muitas vezes pensei se a Sra. Da-
rasse, posto em sua presenga, o reconhece-
ria.
- Mas, entlo, pon ha me na presenga
delle 1
A h vimos de chegar.
(guando, diga, senhor, quando ?
Logo que, para o fazer prender, pos
su invocar o testemunho de urna pessoa,
diante da qual foi commettido o crime,
eso -re anda quinze dias, Sra. Darasse, e
eu lhe mostrare o assassino de seu mari-
do, eutSo, hei de ajudal-a a vingar a eaf
morte.
Mas o corpo, o cadver t
No mesmo da ser tirado do) rio ;
preciso que o vejara, visto que a preva
do crime.
A viuva ficou, per iustantss, oalada, de
pos ir flaramarara se-lh-s os oihos de repon
te e cxulai.ou :
Podro I Pedro I tua mulber ha de
viog-r-te I
N*ia mais tendo que dizer viuva, o
Mestre tamanqneiro, que
memzinho esp rto, nervoso
ceb-.'u nos cora o seu natural
Sentem-se o aquegam se um poit-
quinho, nos disse; como ym, estaraos
tratando de apromptar a nossa ceia da
meia noite.. Desconfio que nSo bavemos
de dormir muito esta noite.. c a patrd*
est com as dores. Fiz-lho urna cama l
em baixo, ondo ha da ficar mais vonta-
de, e mais quente, beira dos animaos.
i O meu mais velho j ioi a Santenoge
chamar a ccwnodre... (a parteira); a cou-
sr. nSo demora... ; a minba mais nov
nSo faz senSo ir e vir da arribana para a
palboga, e temos novidade eata noite.. .
com certeza .
11 vii apenas cinco minutos que nos ti-
nhamos sentado jontj di lareira, quando
no ar comegaram a rodopiar pequeos
ocos de nev, que insensivelmente se fo
rara condensando, o que, em uieuos de
um quarto de hora, oajfam to abundan-
temente, que foi preciso abrigar o brazei
ro sob um cancado fecoberto por grossas
aaccas de linbagem.
Ora p iis meas senhores, disse o
bo ''- i a alumava. Sobre a cea <1 ripaa -im
va ; Bcisraava absorto nos seus pensaraen-
toa dolorosos, aempre os mesmos, desde
que tinba sabido da fuga de Genoveva.
A attitude acabrunbava-o e a a teragSo
das feigSes revelava as crueis angustias do
seu corago.
As plavraa de ternura da mSi eram im-
potentes para o consolar.
O infeliz tinba a borrivel idea de que
Genoveva tinha posto fim aos seus dias e
nao lhe saha da cabega.
Na vespera tinha ido a Versailles visitar
o pai; tinha-lhe dado a conhecer a causa
da sua immensa dor e Frederco Lapret
nSo tinba tambera conseguido socegal-o.
Tinha entrado tarde, Victorina hava-lbe
dito que o mogo de recados do bairro Sain-
Antoine tinha ido procural-o e que voltaria.
NSo havia respondido criada ; mas ficou
scismaodo, com o que lbe podia querer
aquelle homem.
Ficou na mesroa suisma, quando depois
de, se ter feito annuncar poi Victorina, o
pai Anselmo appareceu diante delle.
Lvantou-se e interrogou com ancieoade,
a physiooomia do velbo.
Vem da parte do Sr. Lionnet ? per
guntou lie.
Ioteiramente, n&o]; mas elle sabe da
visita que venho fazer-lbe.
O que deseja de mira ? o que tem
para me dizer ?
ZUr- Tenho paraWhe diser Sr. Marson,
que o senhor precisa de consolagSo.
- ConsolagSo 1 a minha dor daquellas
que se nSo podem mitigar.
Mas, ento, nSo comprehende que
lhe trago noticias da menina Genoveva ?
__ O que diz I exolaraou o mogo, com
o rosto sbitamente illumioado ; ab I nSo
procure engaar rae.
Para que havia eu de enganal o ?
__E' verdade. Entao, Genoveva nao
morreu T
Temos todas as ragow para pensar,
tanto eu como o Sr. Lionnet que, pelo con-
trario, ell* passa perfeitaioente, o que nSo
quer dizer todava, qua ella nao tenha as
S*M8 4fir* o soffrimeutoa, como todos os
importancia, con
mogo >i recado r^iirou-Be, prometiendo
<4e novo, que Iba itria
Seu :i. rido.
Como aempre, Heonque Mersou tiana se
levantado cedo. _.
Eatav no esenptorio, ujS nSo trabalha
qae arnam.
)ode eajt ella, seohor, onde est
ella T
___ Paitio hoiitem de Pariz, mas deve
vltar daqui lea ou quinao dis. Em-
pregda, na qoalidade de projessora em
ir smsso deLcasa de urna familia russa, pens que da
qui a um mez se pora a carainho para a
Ruasia. Mas fique de.:ansado, Sr. Mer
ou, nSo a dexaremoB partir, temos meios
para taso.
O mogo estar extasiad
io diaato do pai
casa com semelhante nevada ... Nao te
rea remedio senSo fazer comnosco .a meia
noite e ptovar a nossa lebre guizada I...
Effectivaraent', o tentpo nao convidava;
aceitamos a cffarta." -Jauto in"'' *lue *
aventura nos pareca aCtrahenta ; aquella
ceia da meia noite, em pleno matto, nSo
d -ixava de nos sorrir.
D.lu a urna hora enjoatravamo-nos
abancadoa na palhog, frouxa claridade
era um
e pslludo re- musgo, por entre cobsrturae de li, via-oe a
bom humor :' parturiente extenuada pelo trab*lho ao
parto, com a palliia cabega erara..ilaraia
por espesaos e abundantes cabello mieea.
A comadre, auxiliada pela filia saas
nova, tratava de arranjar o peqnermeao,
que grunbia dbilmente. Os dona biuvas,
pasmadas com a asafaola qne lbe* sa ees
volta, viraram mansamente oa iatelli
olhos, o das ventas sopeara.Ibes aman
te respirsgSo, que logo se transi
em huraidade.
A' c.becfira ajoelhara nm
do filho mais velbo, apresenUuno
riente urna cabra branca s presa, acompo-
nhada do seu eabritinho:
Tronxe-lhe a neos cabra
mi Floriot, dase ella na sua
pronuncia d* aldeia; trouxe a para servir
do ama ao pequerraebo, enkqauaeO mi
se tem bastante leite.
A cabra balara, o pequeo ragis, o*
burros zurravam. E todo este eonjnacto
tinha o quer qae fosas de prissstivo o b-
blico, qae nos penetrara Insjsaasonte no
eoragSo. C fora, 4 rftxa claridad* do

mestre tomanquriro, bao po-*em ir para" nascente, emquanto o longo noa sanonsa-

Anselmo, senta que tudo se expanda nel-
le ; mas a commogSo causada pela sorpre*
za e pela alegra, qua se Buccediam sub
lamento a um profundo desanimo, impe-
da o de achar palavras para exprimir o
que senti .
Foi o que o mogo de recados pensou.
Depcis de um momento de silencio oon-
tinuou :
Sr. Merson, o Sr. Lionnet devo lhe
ter dito por que motivo a menina Genove-
va sahio de sua casa.
Dsse.
Entao, saba agora que a menina Ge-
noveva nSo tilha do Sr. e da Sra. Lion-
net, que estes ltimos ignorara at o nomo
do pai da infeliz moga, que est ago.-a sem
familia, sem nome, absolutamente s no
mundo. >
O que est dizendo ? s no API
do T
Sim, s, no mundo, Sr. Merson, por
que nunca mais tornar a entrar na caBa
do seu pai adoptivo, a querida menina, sera
familia, sera nome o pobre, condeainada
a irabalhar para viver.
O raogo levantou-se cora os olhos ebeios
de luz e tendo nos labios um sorriso inde-
finivel.
O senhor amava-a, quando ella era a
meniaa.Gcnovev Lioonst, con inuou o
mogo de recados, e, som duvida, ama-a
anda, porque a gante nSo so livra doa ma-
les do amor, como da ddr de deotes, ar-
rancando aquelle que nos incommoda, mas
na sua posigSo, Sr. Merson, nSo pie pen-
sar em casar com Genoveva, qnt> hoje
apenas urna infeliz, como ha tantas.
Basta I cale-se, exclamou Heorique
com impeto e com chararaas no olhar, arao,
adoro casa infeliz. A uaeua olhos, a sua
pobreza engrandece a, nobilita-a anda, e
a sua desgraga Banlitica-a I Est s no
mundo, sem familia ; mas entSoque venha
para aqui, meu Deus, e encontrar urna
raii, prorapta para recbela noa seus bra-
gos.
c Sara familia, s no mundo l E eu eu
tSo, eu nSo sou nada para ella T Ah ago-
ra ella parten :e-ro.e, como eu lhe pVteogo,
aiaaino-DOo, nada mais nos pode separar 1
minhnbiva, minba mulher em breve I
i E' pobre, tanto melhor, continnou elle
com vehemencia, eu a fare; rica ^Soffre,
desgragada, eu lhe darei a felcidsde. '
meu amor substituir lhe-ha tudo-, e ha
fazer esonocer tudo-!
i Quo importa quo nao tenha familia,
que nSo tenha nora, se a amo? On eu
ocupo me l cora o sau uascimento ? Mas,
quando mesmo os que lhe deram a ~:
drugador j exhiba os
asna, um dos aprendines,
se deseotorpecer, sobre a ero,
alta voz este -fragmento de n
cangas do Natal, appcan io-o s
Trombetas e pifaros
entoai um hyrano,
qu-: n'uma arribana
nastvu o Menino -'



tossem entes abjectos, nlo Ibes
a feialdado moral, ao admirar as vrtkds
da sua filba.
O moyo de recados chorara.
Muito bem, muito boas, per
quanto acaba de dizer, centinuon elle ;
senhor um corago elevado, Sr.
o pai Anselmo est contente coa o
O que lhe dsse era para o expon
fia mal e desculpe, devia saber qpe ta
nobre rapas, como o sennor, nlo precisa
ser posto a proras. Entlo, o
aempre casar com Genorera ?
Sr. Heorique, ella ser sa
antes disso, j o prarino, esperass-s asus-
tas sorpresas.
O qae quer diser, pai Anelas* ?
As sorpresas em qne lbe tallo, Sr.
Henrique Merson, virln sen sanano;
comtudo, quero laaer-lbe boje asna revesa-
ba o.
Urna rerelaglo ? *
E' a primeira sorpresa, ella ah ai :
sou o pai de Genorera I
Ssu p, o seahor ? balbnnisn e san-
go estupefacto. *
E' verdade, Sr. Henriqne, pai An-
selmo, o mogo de recados do bairro Siat-
Antoine o pai de Genorera.
E como o mogo arcbhecto ficnsoe i anta
re, sem rez, encasqnilbando as sanea,
velbo accrescentoo :
Ora, aqu est ama verdndeirn sor-
presa, nlo verdade ? lhe desagradares?
O mogo deitou-se ao pescoco do p*i An-
selmo, exclamando :
Ah I mea pal, mea pai I
O relho, qae j estara solneaado, f*
tou com forga Henriqne do
peito.
Sim, meu bom rapas, _
j seu pai, porque j o eoanidero sa lbo.
c E agora, qne j o consoles e la
titui a coragett, vou roltar para snel
gar no bairro Saint-Aotoine.
Nao quero, responden imsssiatesim-
te o ssogo ; nSo cooeinto qne ss'J Ge-
noveva .
-Sei o que o enhor queri', asen) nssi-
go. intsjrompeu o p*i Ansatase, ssn* ,
impessivel. *
Sim, sim, fique aqs, Indo qnanto *n
miaba ni Ai possuimos, s:n.
gado, men queride filho, obrrg*
to: iropossirel. Taires qn-
p j anda tenha qne
^e rec*doe.
(Contrnor-ae Asi)
/


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