Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19130


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Full Text
NIEBO


PARA A CAPITAL 12 I.l CAIli:N OMi: XlO SE PACA PORTE
!Por tres meses sdiantados............... 6^Xp
Por seis ditos idem................. 12)0000
Por uno anoo idem .................. 2\#000
Oda numero avuleo, do mesmo di*..........'. 5100
HEBi 11 CE JAMBO E
para ii:\ rao u ron a da provincia
Por seis meses adan tad es i. *.
Por nove ditos idem......
Por um anuo idem .
Cada numero avulso, de dias anteriores
13|500
20)6000
27|000
#100
NAMBUGO


|3ropne>af ft JRano gunra t*t 4*na .alijos
Os Srs. Imede Primee %1 C
de Paria. so os domo agentes
exclusivos de a anmelos e pu-
blicacOes na Frasca e Ingla-
terra




s
)
,
'ELEli RAMMS

SEhICO particulak do diario
KIO DE JANEIRO, 10 de Janeiro, s
12 horas e 40 minutos da t: rda (pela linba
terrestre!
Vraro removido! os sejruintes juiaes de
dinito :
linchare! SiioeSa de Faro Mandones, da
coa-rea do Pi.ula Alfonso para a de Trai-
p, ambas as Alagoas ;
ucharel J s Fiel de Jess Leite, da
comarca de Viga, no Para, para a de
Pai lo Affonso, as Alagos ;
liaosarel NipoleSo Siao^s de Oliveira,
da :omarc-a de Geremoabo na Babia, para
a ds Vigia no Par.
NATAL, 10 de Janero,,s 2 boras e 45
minutos da tarde.
Aqui chrgou boje o paquete nacional
Mwanhdo, o qual s gu! tarde para o
rol.
EAHIA, 10 de Janeiro, as 2 horas a 45
minitos di Urie, 'pela lioha terrestre).
Est eleito clapuiiado geral pelo 14- dis-
trictn desta provincia o conselbeiro Perei-
ra Franco (C)
SEFVICU DO CENTUO TELEGBAPH1G0
DI ilPEO
(Par o Diario de Pernambnco)
BUENOS AYRE, 9 do Janeiro.
Bsabou mu > grande tempestado sobre
esta cidade e i d--; M video, causando
enormes estragos e pr-juizos.
RIO DE JANEIRO, 9 de Janeiro, as
12 llora e 15 minitos da noite (recebido
na csaabS de 10).
Foi agraciad j cora o titulo de Bario do
Des calvado Jote Elias de Toledo Lima.
Currein boatos de que o governo no-
mcou urna coto mies lo de melhoramentos do
material de guerra, designando alguna offi-
ciaer da arma ole artharia para irem Eu
ropa comprar arma.nento.
As aooli-.a geraes de 5/o vendem-
sa 495.*.
- A usa do cambio sobre Londres,
serva la, 'foi buje de 241/16 d. por 1(J000,
90 d. w.
ROMA, 10 de Jineiro.

Nt la consta alen do que foi noticia-
do s>bre oa mor trae ates, e ur j italianos c
abyssmR'S.
R.sa-luia ab.nloaa o Mahadi.
S PiTEfiSBBOO, 10 da, Janeiro.
A Russia licinciou as saas reservas.
Fratn executadoi 8 nihilistas.
BERLIM, 10 de Janeiro.
B s rnarek peiiir ao parlamento 20
loes para despezas com o exercito.
mi
RIO DE JANEIRO, 10 de Janeiro, as
5 he ras e 20 minutos da tarde (pela li-
nba terrestre).
#
'
Furaui agraciado*
C i ii o titulo de Jaro de Mar de He
panli.i, o Dr. Antonio Joaquim de Souza
Magalhies ;
Cira o de Bario de Sarandy, Leocadio
Gon es Branco ;
Com o de Boa S;rte, Ignacio de Andra-
de (Joulurt.
Foram removidos os juiaes de li-
reitc
De Paulo Afforsoo bacbarel Sitneao
Farc de Meoconc, para a comarca de
Trai i ambas naa Alagoas.
De Vigia, no Para, hachar 1 Jos Fiel
de Jess Leite, para a comarca de P..nlo
A fio iso, as Alagoiis ;
De Gercmoubo, na Babia, baobarel Na-
poleo SiaSes de Oliveira, para a comar-
ca de Vigia, no Para-
F ram reformados nos mesmos postos :
De coronel Pedro da Gama Lobo Sil-
veira, commandante superior da guarda
nacional da Cacboeira, na provincia de
S. Paulo ;
De corouel Antonio Manoel Fraga com'
mandante superior da guarda nacional do
Lagarto, em Sergipe.
Foram nomeados para a guarda na-
cional :
*
Coronel commandante superior da Ca-
cboeira, em S. Paulo, Antonio Joaquim
Goncalves Lobato ;
Coronel commandante superior da La'
gart>, em Sergipe cspit&o J:io Dantas
des Res.
Foi borneado commandante da escola
do Tiro do Rio Grande do Sul, o ente-
coronel Jos Pereira da GraQa Jnior.
Foi tamb'-m comeado 2.'cirurgi3o-te
nente do corpo de sade do extreito, o Dr.
JoSo Gomes Correia da Cmara.
Foi exonerado sea pedido do cargo
de 2.* cirurgiao-tenente do corpo de sade
do exercito, o Dr. Sizinio Ribeiro Pontee.
Correm boatos de que ser nome. do
m Margo o capitSo de fragata Jos Luiz
Teixeira inspector do Arsenal de Marinba
de Pernarobuco.
S. A. Princesa Imperial Regente
deu 4:000(5000 para as obras do palacio
episcopal.
Foi agraciado com a commenda da
ordem de Aviz, o chefe d9 divisSo Wan-
denkolk.
Foi exonerado seu pedido o secreta-
rio do governo da provincia do Para.
A taxa do cambio sobre Londres foi
hoje 23 7|8 d. por ljfOOO, e reservada
24 5(16 d.
O caf vndese de 6#1S0 60400
por 15 kilos, conaervando-ee calmo o mer-
cado.
SEBfP 01 AGENCIA HAVAS
ROMA, 9 da Janeiro.
O numero dos peregrinos para o jubi-
len de Sua Santidade o Papa Leo XIII,
que se anhavam reunidos no Vaticano
avaliado em sessenta mil peasoas.
Contou-se 52 cardeaes e 560 bispos.
O valor dus presentes offerecidos ao
santo padre estimado em sessenta mi-
bSes de francos de objectos diversos. Os
presentes em dinbeiro sobem a quatorze
milliSes de francos.
MONTEVIDE'O, 10 de Janeiro.
Por cansa da tempestada que acaba de
dar sa aqni, js estragos na cidade sSo bas-
tante importantes.
Declarou-se urna epidemia de varila na
cidade do Salto. Reseia-se ronito que a
epidemia desenvelvs-se.
WASHINGTON, 9 de Janeiro
.
O secretario do interior deu a sua de-
ruiso.
i
BUENOS AYRES, 9 de Janeiro.
Os patriotas italianos apromptam um
manifest (adresse) a S. M. o rei Hum-
berto. J tem dusentas mil asaignatu-
ras.
i
ROSARIO, 10 de Janeiro.
D S'.-obtw-ie h'j
moeda falsa. '.
aqui urna f .brioa de
BUENOS-AYRES, 10 de Janeiro.
Confirma-ae a noticia da appanjac do
cholera-morbos na provincia de Salto.
(Repblica Argentina).
bANTIaGO, 10 de Janeiro.
Durante as ultimas 24 horas bouvo aqui
57 casos novns da cbolers e 12 bitos.
VALPARAIZO, 10 de Janeiro.
Assignalouse hojs aqui: 8o casos novoa
'e 24 bitos de cholera-morbos.
VIENNA, 10 de Janeiro.
As reservas de tropas russas qne se
aohavam em O-iessa foram licenciadas es
tes dias.
ROMA, 10 de Janeiro.
Corre boato de que Ras Ahila offereceu
ro general San Marzaho commandante em
ebefe da expecig italiana, urna allianga
roas com a condic&o de desthronar o rei JoSo
da Aliyssinia.
'S. PETERSBURGO, 10 de J>neiro.
Oito nihilisto8 foram enfercados aqui hon-
tem.
PARS, 10 de Janeiro.
Assovera-se qus o governo allemSo pedi-
r ao Reichstag um crdito decem milhSes
de marcos.
O Sr. Ferdinsnd de Less^ps partir psra
Panam no mez de Marco preximo-
Agtracia Havas, filial em Pernambuce,
10 de Janeiro de 1888.
INSTRDCqO POPDLAR
ESCRtPTUfACAO COMMERCiAL
(Extrahido)
DA BlBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
ESCRIPTURagAO APPLICADA
(Confn ua o)
Frelamento redonda
Fritnatento redondo se chama o fretamentj de
todo o navio.
U fretador pode ser proprietark do navio, oa
simp'ismente cooaigoatario.
Como proprietario, qaando freta o navio,de-
bita a sonta do ifr.'tado e eredita a coota do na -
vio ou a centa de vikgrm pela importancia do
bata,
Qukiido recebe a importancia do trete,debita
aconta de (J*ixa e credita a do afretador.
Cerno consignatario, quando contracta,deb tt
a conta do afretador e credita a eoota de Con-
aignbfio do navio pela importancia do tret^.
Quando recebe a importancia do fret,debita
a coota de Caixa e credita a coota do afretador ;
debita a coota de Cooaignacio do navio por todas
aa despexas feitas, por crdito da coota 4b Caixa
oa doa fernecedorts.
Temos portante que, qaando a importancia do
frete (como de7e s.r).superior importancia daa
despea* feitas cem a coDsigmtcio, o saldo da con-
ta de Cooiigoacio do navio credo-, e oeate caso
Iancar-s6 ha i m debito esta coota por crdito da
do proprietano do navio ; quando, porm, por ea-
aoalidade o crdito aea iofrior ao debito, a coota
moatra pn-juno, e o sea aaldo devedor aera levado
a crdito da coota de Coosigoafo do oavio por
debite da cuota do proprietario.
O que deixamoa dito tem referencia ao fretador.
Por ana parte o afretador, na ot-casio qne con-
tracta, debita a coota de Carregacao do navio e
credita a couta do fretador pela importancia do
frete ; e, quando paga, debita a conta do frutad.r
e creda a coota de Caixa.
(Conrfntu)
Souza.Ao Sr. inspector da Thesourari,
de Fazenda para os dus convenientes.
Secretaria da Presidencia d Peruano
buco, em 10 de Janeiro de 1888.
O porteiro,
F. Chacn.
PARTE OFFICIAL
Governo 'da Provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DA 7 DE
JANEIRO DB 1888
Amelia Rosa Brasil, Companhia de Es-
trada do Ferr-i do Recife Caxang, Fiel-
den Brothers, os loiamoa, Jos Lina Caval
cante de Albuquerque e Jos da Cruz
Freitas. Informe o Sr. inspector do The
souro Provincial.
Antonio das Cbagas Ribeiro Machado e
Clarinda Ominarais Rioeiro Machado. '
Interine o Sr. inspector geral da instruc-
bo publica.
Abaixo assignado de moradoras no Ar
raial.Informe o Sr. Dr. chefe da poli
cia.
Eustorgio Maoedo & O Jos Mendes
da Sveira, Dr. Sabino Pmho e Manoel
Joaquim A Ivs da Costa. Informe o Sr.
inspector da Thesouraria de Fasenda.
Geneaio Libanio de Albuquerque Mon-
teiro. Sim, mediante recibo.
- 9 _.
Antonio Jos do Nascimento- Informe
o Sr. Dr. juiz de direito do 2 districto
crfccin. I da comarca do Recife.
Bal re Alfonso Viiiato de Medtiros*
Encumiohe-se, devendo ser p-go o por-
te na rtepartico dos Corri-ios.
Bardominicno Nilo doa Santos Ferreia
Barros, Joa Marcelino da Silva Braga,
Joaquim Francisco de Miranda, Mara da
Conceii;io Brandao Cavaloante e Matiu
Rosa Preira. R-^mettido ao Sr inspector
do Tesouro Provincial para tender os pe-
ticionarios, de aucordo com a ordem expe
dida em 22 de Dezerobro ni timo, e a sua
inforJBafSn n. 6 de 4 do correte.
Conrado Francisco de Oliveira. Sim,
pagando as comedorias.
Finnico do Souza. Inieforido.
Fiel ;en Brothers. Informe o Sr. ios-
pejtor d- Thi-souraria de Fazenaa.
Gerente da Brasiiian Street Railw^y
Comp-nj Limited. L.foroie o Sr. enge-
nbeiro bacal da companhia Ferro Carril
Alferrs Leobalde Augusto de Moraes.
Iodefeiido, a vista dg dispoato no ar'. 4* {
2o do Dec. n. 3579 de 3 de Janeiro de
me.
Manoel AutonioNlos Santo* Dias. En-
caminhe-ao.
Bactarel Saloatio L^manka Lisa de
V*
Repartleao da Polica
2* scccSo.-N. 26. Secretaria de Po-
lica Je Pernambuco, em 10 do Janeiro de
1888 -Illm. e Eacu. Sr. Participo a V.
Exc que foram bontem recolhidos Casa
de DetencSo os seguint' a individuos :
A' ninha ordem, Vicente Ferreira de
Lima, remettido pelo subdelegado da Var-
sea, como desordeiro.
'A' ordem do subdelegado da freguezia
do Recife, John Smith, requerimento do
conaul ioglez ; e H. Ketforen, requer
oento do cnsul americano.
A' ordem do do 1- districto da fregue-
sio da Boa Vista, Jorenui de Siqueira Li
m, Anna Francisca da Costa, oonhecida
por Graciliana, por disturbios e offensas
moral publica.
A'ordem do do 2- districto, Jos No
gueira da Silva, coico vagabundo.
A' ordem do subdelegado do districto de
Beltn, Manoel Netto, por embriaguez e
orfmsas moral publica.
Pelo delegado do termo de Bom Jardim
foram remettidas esta repartido duas
pistolas carregadas, urna rena, um ta-.-So
e duas facas de ponta, apprebendidas pelo
subdelegado do 5- districto daquelle termo,
em poder de Franeelino de Barros Cam-
pos.
Releva dizer a V. Exc. que este invi
dno o mesmo que ahi se apresentou co
o Dr. Pbaelante da Cmara, queixaudo-se
da ter silo espanado por motivo oleitoral,
e que de ordem de V. Exc. me foi apre
ectado, p ,ra o fien de tomar conhecimen-
to da reclamarlo que fazia contra as auto-
ridades de Boj Jardim.
Remetti nesta data ao Dr. promotor pu-
blico de Bom Jardim o corpo de delicto
procedido na pessoa de Franeelino e bem
assim a czposicio com que se me apresen
too
Pelo subdelegado de Bom Jardim, foram
remettidas esta renartiyao dezeseia sda-
las falsas de mil lia, que no lugar Ribei-
ro Grande daquelle termo, foram recebidas
por diversas peasoas, em troco de gneros
comprados em seus botequins.
Mo dia 2'i, porm, os que tinbam rce-
oste taea sedulas, desconfiando serem fal-
sas, fizeram deltas entrega ao subdelegado
respectivo, que procedendo auto de per-
guntas, verificoo que essas aeduUs tinbam
sido passadas por Benedicto, escravo de
JoSo de Arruda Cordeiro, all morador,
tanto mais quanto no dia 27 do mesmo
mez, por occasio da missa, que houve no
referido lugar, foi Benedicto capturado,
tendo conosigo urna das sedulas em questo
Abrio-se a tal respeito o competente in-
querito.
Pelo subdelegado da freguezia de San-
to Antonio foi remettido ao Dr. jdiz de di-
reito do 2' districto criminal, o inquerito
policial procedido ontra o individuo de nu-
me Albsrto Reis Ferroira d'Oliveira, pelo
crime de ferimentos leves.
O subdelegado do 1- distriuto da fregue-
zia da Grac^i, fez remesas ao Dr. juiz de
airuito do 4' districto criminal, do inquerito
policial procedido contra Zaferioo Candido
da Silva, preso em flagrante, por crime de
estelliooato.
Deua guarde a V. Exc.Illm. e Exm.
Sr. Dr. Manoel Euphrasio Correia, muito
digno presidente aa provincia. U chele
oe poluia, Francisco Domiiiyutu Ribeiro
Vianna.
Thesouro Provincial
despachos do dia 10 de janeiro
ds 1888
Manoel Fernandes Velloso.-Iuforuie o
contencioso.
Contaa das obras publiaas. Exacni-
nemse.
SJvador Barbalho Ucbd Cavalcante.
Il-ja vista o Sr. Dr. procurador fisool.
Medeiros & C Antonio Lias Vascon-
cellos, Vicente Ferreira de Alouquerque
Nascimento e Verissimo Bezerr* dos Pas-
sos Pugue-o:.
Jos Elias de Oliveira, Hemiterio Ma-
ciel es Silva e G. L.porta (&CInforme
o Sr. contador.
uUBO U PEBAMBliCO
RCCIFE, 11 DE JANEIRO DE 18
\nielas da Europa
O paquete ingles Trmt, que pasaou bontem para
o sai, trooxe da Eoropa datas que alcanyam de
Lisboa al z& de Oesembro tiudo. adiautando
cinco dias a traaida* pelo fraoeea Niger.
Alm das de Portugal, cououutes Oa carta do
iiu-'i correBpoodeote ie Lioboa, publicada na ru-
brica Exenor. eis as demais ooticiva traaidas plo
r feri Jo paquete :
Uepnulia>
Sobte este pais eaureveu em 28 de Dsseuibro o
allndido correapoodente :
A' falta de outroi aasumptoa permittam os nos-
toa leitire jue l^ea retira como na ultima lotera
do Natal, a graode aconteOimepto nao 6 para a
Hespanha mas para toda a pennsula, as couaas se
passaram co relayo ao premio graude.
0,a af incoados possuiaores do bilbete correa-
ponden'e ao uum m 24,56b*, premiado con......
45J:0UU40'J, as 1LO.U-0 l.braa eslerliaaS, foram
o Sr. Cassoia, ministro da guerra do paia visioho,
sua esposa O. Carmen, e outras peasoas em nume-
ro de uei.
i." rrnluuute curioao a historia daquelle pre-
mio.
O g-nr-ral, dua rtpo*, judant e amigos ioti-
mo9, an tud .loar, .i in diariameut n'umi
cua aigna diSH^^^Ht* d"' trmiUo tendo
deatm.do os gau. >ra ue uut bilbete da
luteila do Natal.
otra aa umitas pesso >s que jogavam em c
do ^enrl tinbam se f rm.do tres grupos.
Reaolveram, por proposta de nm dos jugadores,
estabelicer om fonao para comprar om buhete in-
teiro, e qaando livessem janeado os cem daros, fa-
riam lio sorteio de todas as edmiaistrac3:8 de lo-
teras de "iladrid, para comprar o bilhete naquelle
qus sabase.
A pritneira lista qne sabio da urna foi a admi-
nistraco n. 11 da la do Princ'pe.
Um e ,ua : sorteio Jn doae jj,-.doras do tre-
sillo para determinar qual delles bavia de comprar
o bilhetp. foi favcravcl ao officiai do mioist-rio da
guerra Keller.
Anidse verificoo outro sorteio que bavia de de-
cidir eio qual dos vin'.e dias uteis do m"z de Oe
zembro devia comprar-se o bchete: a sorte mar-
coa o iii'i 8 dest" mi'i, dia >'e Nossa Senbora da
Concc^ao, K;iier dirigio-se a administracao de-
signada, pedio am bilbetee i .iain-i o 4,56b'.
R'partiudo-so cm partes igua.s pelos 12 joga
dores, qne erro :
Qeneral Una-ola.
D. Carmen Arce de Castola.
D. Viceutie Trive, coronel.
D. Antonio Gareja Alix, deputado do corpo ja-
ridici.
D. Eariqae de Mes, ex deputado, ez-governa-
dor e reformista.
D. Rodrigo Vivar, teoeote-corooel commao-
dante dos invlidos
Teneote-coronel, Sr. Serrano Azpurua.
Tenente-corou'd, ir. Baritel). t
Teuente-csiooal, Sr. Roldan.
Coroo. I, Sr. Goozales Tablas.
Ten ato, D. Ju-iri > A- G issol-i, sobriuho e aju
dante do ministro da gaTra. .
Teoeote cor oei, Sr. Keller.
Logo qne entre oa demais frequeotadores conaton
que os dojogo dotraillo tinham comprado, um bi-
Ihete, era tado a querer t'r parto nelle ; mas os P'jS-
soidores do numero agrac ndo recistiram, e toSr.
Mesa acceden em dar doas daros viava do mi
matro Melgarejo.
A cada um dos onze participes coabe 41,666 da-
ros ao Sr. Meas, 31,666 e viava de Melgarejo
10,000
O general Casaola nao sabia o nnm>ro que tiuha
qaando vio eutrar no seu gabinete de* ministro o
ebefe das loteras e os rapnzitos que tinham ti Ta-
rad j as bolas, ficou sarprebendido.
O tenente-coroaol Roldao mo jalgando verda-
d-ira a noticia, pedio que se fizesse a comprova-
cao do numero.
E' cor.-ict riatic. a anedocta, que tem de mais
a ma^s o mereiin"?ofo de ser verdica.
Nao Ihe omitti os promenores. por ins:g.iifi'-aa-
lea qae elles piu-c-in a primeir vista.
Este ministro da guerra jo jando pacata ueote
ao sura.i o tres.llj com sua mulber o seas amigos
e parecirjs, aceumalando com paciencia abacial oa
gaahos de cada noite para ee compr-.r eom esse
capital modesto um bilhete da loteria, como que
um quadnubj flubengo oor oode se pode eaprei-
tar a aituicio actual da H;spanba, aioia ba pou-
eoa anno9 ta> accidnotada de peripecias e revoltas
c pronaneiamentos, e es'adn d sitio, e coDSclboe
m^rciaes, e tuzlameutos peremptonos.
Dir&u hia que urna boa fada preside actualmeo
te aos destinos deto balicoac naci.
E com effeito u sympathica viava de AlfonsoXII
parece ter para! jsado com asna ndole carinbisa e
altamente benvola todos quantoa eeforcoa e tenta-
tivas se iaziam, poaco antes^da >oa aisereta regen
cia para perturbar a ordem no pais visinho
O. Cbristiua tem s um fito; jalga-se, oo per-
petuo desgosto da ra ptecoce viaves, destinada
a cumprir oaquelie pais urna nica oiisao ; a de
coneili-.r aniveraaes fjmpathias ointiroo do futn-
ro rei de Heapaoba, por ora ui menini : porque
julga, ueste maternal empenbo de Ih crear ama
atmoaphera de affecios, estar preparando a felici-
dade do sea filbo estremecido coujunotameute com
a do p.. o hespanhol.
A paz octaviana de que ba ponen mais de doua
anoos se gosa naque la nacao, desde qae O. Chris-
liaa sssumio a regencia do reino pela menoridade
do berdeiro da corda, um grande elemeoto de
progreaso para todos os factores da sua prepoods-
rancia, justificando com bons fundamentos a am-
bico que esse paz intre de fittorar brevemente
uo cougresso europeu como potencia de primeira
ordem.
SSo estas aa refloxoea a que naturalmente me
levou esae episodio intimo e pacifico dos parceros
do tresillo juntando pacientemente a duro e duro
com qae se babilitasaem a gaobar o primeiro pre-
mio da lotera dd Natal.
Ora pois a sorte, para em tado eer propicia ao
deaoccopado ministro da guerra, abeooooa-lhe as
economas e as dos seas parceros de todas as uoi-
tea, toraaado-os dignos da inveja dos milbarea
dejogtdores de todos oa paizes qae na m-sma
lotera ee tiuhum aventurad., como a irjpria ll-a
panha, sn proseguir por mais urna oVzena de an-
uos, desaaaomOra la de discordia interiores, ser
urna das ni.co s mais inv. jadas tamoein gro*a a
circumspecciio rarissima coin que ama uiulhor su-
perior preside ao sea deseovoivimente progressivo
em todos vs ramos da ana enorme activHade.
Ja chegaram a Roma maitca dos peregrinos
besp-iuhoes c ni ci i.:o biapos, e ontre elles o biapo
de Madridilea a. que foi esperado oa estaco
pelo embaixador da Hospanha e levado para a
embaixada.
Multes peregrinas qae tem ebegudo estio hos-
pedados nos eaCabelecimeutos religiosos da Hespa-
nha e outros hoteis.
Franca
Como vimos da ultima revista e nos tem, oppor-
tuoameute, commuuicado o telegrapbo sabuiariao
as camaraa trauc na (eno'.naram oa seas traba-
!his depois de t. r-m votado trea duodcimos do
o reamen t o para 1888.
O aovo ministerio presidido pelo Sr. Tirard nao
encontrou graode acolhimento naa cmaras, e por
isso as autonsacofs orcamentaes toram votadas
pondo de parte a questSo de confiaoca.
Damos em seguida a mqnaagem do presidente, e
a declaracilo ministerial.
Mensagem do Presidente da Repblica
Senhores senadores. Seobores depurados.
"Elevando presidencia da Repblica um doa mais
modestos servidores da Franca, a Assembla Na
oiooal cooferio-me ama honra que eu aprecio
remito. r
Ao meamo tempo impoa-me grandes devores.
Tu do qae eu tenho de f -re; i e de de) iciy2o per-
teoce ao mea pas e emp nhar me bei, sem dea-
canejo, em justificar a confiaoca da Assembla Na-
cional.
Creio dever esperar que o senado e a cmara
do? depatadoe quererlo dar asa meua esfosoos o
sea patritico concurso.
O parlamento claramente assigoalou no da 3
de Des-mbro, o fim para o qual tende o governo
da Repblica.
Ao mesmo tempo que elle dava o imponente es-
pectculo de urna grande Assembla desempe-
nhaudo com diguidaae o mandato que a Coostitui-
cio loe deu, e asstrava as garantas que offerece
ao pais o fiinccion^menti regular das ..ossas ia-
atitU'cSes republicanas, proclataava bem lto a soa
ventada de affastar toda a causa de dissentimroto.
O cuidado pelos iuteresses vitaes oa patria, do
sen reoeme aos oltoi da Europa, da sua legitima
ii fluencia oo eatrangeiro impunhaui a noiio de
todos oa representantes dedicados s inatituicea
do pais e um mesmo peotameuto di patriotismo
c.'uccntro'i sobre om s uu-oe todos oa seas auf-
fi agios.
. ara qnelle dos frauc.ses a que esn'-e a hon-
ra da obter ess-s sufragios, o a.-u primeiro dever
iaspirar-se de um rio evidente espirito de coa-
cordia a de uuiao.
0 governo esforzar se ba em tornar iacl o ac-
eordo necessario daa vossas vnatadea, cci
do-v a sobre o terreo > asasS do* isjtsrases
moraes e materiaes da naci.
Como o apasigaamento, a espera ata, a enain
a, eiie querer aasegorar ao amia piifjuasas ss>-
uectid-js, reformas praticaa destinabas a sssajsaT
trabalbo nacional, a fortificar o eredito, a pssjss-
ver o andamento dos noyvcios, auiaansids sp>s*si
todo para 1889.
Prcoccupar-se-ba cota aa pr nidi.ms asw se
referem s condicoes do trsbalko, da kygisaae, ds
mu'u-.lidade e da r m mi.
Tr-.fi da merbona das fioasspvs. srr ssoio Ss
equilibrio dos orcaucot'S, da a sspiifirardb sks
fuacciuuaoieulo admiitrai:vu e jjaiei.i.. iiasr-
br.r em faz-r dui irr.preheoaivei eatsw doa
neeoiios pblicos.
Prcoccupar-se ba mnito dos a
teira e mar, porque a boara e lut
le B0 pnrticulnrmeute caros.
As cmaras pretendem a.isegorar ao ge
mcios da realisar este [-rogramma, e de [
ao pais ama era dorado ira de actividr> i
da, calma e fecunda.
Elles daro i' Europ o per.hor o
do ardente des jo qu" tem a Franca de z'.a'n0%.:r
para a manutencao un ; az geral, e tornario facis
a cooser'vac&o e o des nvolvisaeaio daa basas iS
(oes com as pjteuciaa straugeuraa.
A mpc-ueate m..n:i".- .cao de 3 Ja D acmor.
autonaa-me, senhores senadores. sSSMBS dafSS
dus, a fase acpello ao vosso patrios isa par
orna poltica de progresso. de apsAis/saasaeSBta m
concoroia.
Forte c a o voseo cencurso, c.peiet.-j. i*
que o voto arekate pan, cao a asta saais
imperiosa oeoes^idade, o gove-ao saber ser o
guarda vigilante e resoluto da f naslifsSi Saa
leis.
' assicii que a Fraoji. rc3peitada no eatiaa-
geiro, tranquil!:*, e prosp r no iot-rior pcdaa
preparar se, c un a paa e eom o trabis, para e-
lib.-rar dignamente o grande centenario dS i789.
O presidente da repblica, aasigaadu Cmmt.
Pelo presidente da repo lie :
O pr.aid.-oti. do eonselbo, raiaistro daa fi aai,s<
AesignadoP. T.rard.
O ministro do interior.
AsaignadoF. Sarrim.
Declaracio n inisterial :
Srs. senadores c Sr*. deputados. O sraoiuete
qne tem a honra <1 se spr sentar ate vos, ti)
tem outta inbit;e seno a de c-.atinaar a abra
de concordia e boa int- lg-n.-ia entre repabie-a-
nos, comeca'la uo dia 3 de Deaesah o
O paiz va n'eata brilbante nsaaifesUejaO fia tadea
os republicanos da assemb a aaciosn), aaa peaacr
seguro de pas interior a qae aspira, a tado Ir** a
esperar aos as ultimas agitaeies da poltica ea*-
ceder p.ou era de repens e craoqaillidade aadas-
pensavel 4 cntioaaco doi negoooe da as n-.aite
amortecidos-
Para corresponder a esta eaperaaaa, ata -
tade do paiz, uecnpar-noa-brntos cosa arduv das
qaestoes financ .r.is, ecmomicav, adaaiaiatralivat,
sociaea e militares, cuja oiu.io se impla 4 asliei
tnde do parlamente.
Na ordem fioanoira eootiauareaea a traaWihav
aem interrupc;ao para o resta be tocias ealo do es/ai-
libriu do orcameoto, uiouieutaaessaanf jertarba-
do per urna looga aria* ludoatrial e agrcola, ca-
jos rigores se tem feito seotir esa todw a man I ,
pela rpida execucvi do* traoalhos > a a
oossaa industrias, aCm de poderem laetar coi
a ..ocurrencia estrangeira ; pelas despea*
gradaa instraccao da juventud" f farsas, as-
ios sacrificios pedid s pela deresa de
Foram j realisadas importantes i
porm, erfoicar-n s-hemos
Iras.
C-.DJ.0 auxilio para o restaoelccisaeato Sai
librio do ^rcamento, applicaress.s cosa fin
medidas adoptadas pelos oossos
intai'O de reprimir as tr>ud s qae aoi
pa prejulicaiii o thesoaro e o contoterc
Na mesma ordem de ideas, estisdarsaacs, sosa o
vivo desejo de ehegar a um aeeordo, aa
financeiras propostas pela com ai sea o da i
to.
Alm d'isso pedir-vos hesaoa a i
possivel na discnsso d lea j prapara
em pr-paraca.. qae iateresseas os divers( raoaas
do trabalho nacional, .irinei:>ilmeote.
A le relativa responsabilidade esa eaav> da ac-
cideo.es em atsteri, tabnca* e asaasdaerazao. ;
A regulamentaco de trabalho dos usa sa
daa mulher-'s em estabelecimentas indastr'-asa;
A caixa de soccorroa e reforma a o-aarsiio* ssr-
noras;
A reforma da legislaco sobre tallaaciaa ;
O projecto de M relativo ao regios* das i-
n a ;
As leis sobre sociedades desoeeorns raafaas e
caixas ecoodmieas;
A organisa,o, uo* campos, da
blica;
O d. s-riv- lvi-n -atj do easino agrie---Ib ;
A cre-.c;ao de cmaras de ag i callas a ;
A Cuneiuao do cdigo rural ;
finalmente p dimo-vus qae activis
parecer sobre o c nju.icto daa leis litares.
Taes sao, Srs. senadores e Srs. depatad oa -i-
samptos para chamar a vossa especial aUsaiaio; pasa aa asass-
guir, porm, ludo isto oseasaario a Batas sVf Bs-
dos os repuol canos.
Julgamo nos felises por {r^Tsa^a eoaataaar a
boa harmona que exiate entre a 0 .rara ]
bliea e aa nacSea estrangeras.
Desojando man'.er a paa ao exterior,
mos apasigaar es espiritoa no iatsrior.
Servid, res devorados do paia, atrae
fraquesa, o reap< ito Conatitaieao
s le*.
Nao dissimulamos nos as drsaealdadM da aosa
posicSo, maa per grande qae ellas sajas ; eass
prira oa devere saw aa
iinpoe a Oigoidade e a prosperidad da F asa-
Revive em Paria ignobit qasacao da -uaits
raoSes.
Archivado o primeiro proeeaso, esa i
implicado o genro do "x-presidsata da
levaotou-se logo outro, por tactoda i
rea., mas sem ligncas eo os do
re.
Mr Wilson passoo qaasi todas as ala i
parte das noiles da tenada qa
bro, no gabinete do jais ds
resposdendo i pen-untas.
No di. 20 e.teve l desda as 3
at 1 da madrugada.
No dia seguinte, desde s2 d tara al as 11
da noite.
Tres individuos, implicados aesas aesjae., a sa-
timados para depor ao mesmo tesapo aa HV. fTd-
aoo foram presos sabida do g.biaet de .*-
Uhamam-se elle : Dubreail, Hsbert
diaa.
O primeiro ag< ote da aaaaasiis a
doas agentes de .egocios.
Parees estar pro vado qne este tras saje ito aav
davam a offerecer > diversa
coes da Legio de Honra, iovnstada, pasa Si
tegoir, a ii.flu.-ncia de Mr. Wiisoa.
Dizem de Cannes qae Haa Magastad >
rial vieit- o n? dia 32 a asqoadra i
lucirs do Medite.raneo, tandeada a
Sua Mageatade emoarcoa aa asaal
rante e dir gio se a bordo do OasVrt, sade fai sa>
eebfio pelo vice almiaate Asaet, sa |
forme, rodeado do sea ertado-
commandantes d* sqaadra.
No mom oto em que Su MafSsraSSjtaSjaa ao
CoObert, foi iesdo ao aastro naal s aad*> f
leiro.



Diario (Se *'rimnibun>--(lurtaleira 11 de Janeiro de 1888
ww slr'i
A


A (wfi si
o nacional brasileiro.
Sii> msgestadevisitiu dcnrer*wiente o Col-
ser* s os savias da esquadra.
Q jando o imperador regresaos a trra o CoZoer
alvjd cornil tiros.
N la falst quem (firme qae Sua Mageatsde o Im-
pera dor deaialio da tercio que tiaha de irastistir
ao ji hilen ao summo pe otifice.
Santa Be
O. jornaes estrangul os 001
O ministro- da guerra de Vienna totatfl^^H
precances para operar urna rpida conceutraeio
de tropea na Galicia. Estio Ja designados quatro
regiraentcs para marchar para a frost
guarnioio de Olmuts, depoit de preparar os
effectivos etn p de guerra, tomn tambera a asa-
ma direecio.
A autoridades militares austracas ooenltsm
fsser-se-j enidadoaaawoa- io publico estas informacSes e
echo i'rineipalnwore'da ailaseisa do ar de tesa ttomaawafcaMaaoaaBatjisinde eseepcional pes M
que igitam Rotan uest instante por motivo da* icio atjtja evita* as aubsenpeoes da imprsnaa
jubilan do papa.
A eifra total doa peregrino, chegadoa ja- de tdr .aaoiaas iorauarticos do jamase
das iui partea do niunde, Hacend a 70,000 ; e es* O ciiaiispart nta vienaeaew du THme nagatfao
pera te que passe aind de 100,000 a julgar pelo* rteuhaia msreamdo nevos leforcoe Pra^
comKyos qusae aunan jiam ineessantemeete coma sEsta-uegativea. porm,
orga iaado e era vi* dt partida, dos centava cata
tholicus maif terfi rosna da Europa.
Go 110 era de pnaomir, a naoao que en vis maro rorganaaasa-oe se< vaos do b
n 10 de peregrt nos a Hespenha.
Orcam por 4,00(1 na isaior parte curas, abbades
e fre jas de varias ordena, destacando pittoresca
menta na pintalgada efltrvescancia daquella mu
tido immensa, pelo corte areheologico e severo
dos sr'as hbitos ntgros, ampias tnicas monacaes
e eno rases chapos de eaaudo.
A nuci ceutrt.l e as ruaa da clstica cid de
apreaentam uui ae|>eoto curioaisaimo pela confu-
tlo < txtraVHgancia doi tr*jos da eoormisaiioa
agglo xieracio de rypos, que oaii .lam em maaaas
completas por toda a purte.
Toiiioa-pe difSciliui.), senao impossivel, bospe
dar ti uta gente; 011 pr> i;os dos qusrtos e dos g-
neros de primeira nectasidade atciogiram urna
alta i 3verosmil. 'olrupiie inteitoe de familias de
compatricios, nao t;ado aoodealojar-se vagnsiam
petas roas e corneal mis.ravela ente
O tempo corre aeren.), mis fngiJissimo. No
da de Natal nevou copiosamente e o Tibre inuo-
dou m-rte da cidado baixa at columnata do
Pamh oa.
O p, ogramma d.fiuitivo das solemnidades an-
da eati por faser.
A an.de delicada do I-apa nao consente que so
fizem > reates festas e principalmente daa recepedes.
H.iv & j pedidas mais de mil audiencias pri-
vadas, sendo materialmente iinpossivel coucedel-as
todas.
S.bn se s de positivo que no da 1 do anuo
S. S*nt 1 dade celebrara a missa do jnbileu no al-
tar das CoofisBo-g, da baslica d S. Pedro, aoode
dar ei. rada sobre u oadtira gestatoria e corando
com atara. Siria neguilo pela corta pontificia
s rodea io d* toda a mais pompa do ritual, que se
restaba, e ce agora pela primeira ves, depon da
occnpai o de Roma pelo exercito italiano.
Aa rita .las recolbidas [.ara presentesr o Papa
depoia 'la missa, fasom j a bonita soturna de 60
ail libias esterlinas, ou *:J70 cantos de ris firtes.
A ix jooico do Vaticano abrira provavelmente
no dia 1. Parece que Leio XIII declaran que
cedera todos os preiente.i ao patrimonio de a.
Pedro. No da 4 r cebeiia os peregriaos italia-
nos e n; da 5oa bes osota es.
A toliiiiiidaie d v caoouisacio dos novos santos
efiectuar se-bia provavt Intente a 15 de Jaueiro.
Eitava so preparando erpresumeote para eita-
actonma sala no V* ieani>, com um magoifioo so-
lio pintido pelo artista benpanhol Bailest.-roi
A un;: 1 naci que nao felicita 9 Papa a It 1-
lia. El plica descorts e inopjortuoo da seguint forma: Os
res e o jrincipe herdeiro la Italia maniteatartun
particol irmeate o d.-.jrjo de presentear Hua 8an-
tidade com um calix de 011ro ; o Papa rctorquio
que aceitara do meltior grado o presente do re
dd Sardtnha e do fumante, mas que, do rei de
Itala, ui Ao m< smo tempo, o re Humberto sgraciou o
eminente diplomis b f paubol, 8r. Nunea de Oler-
ce, com a gr eras da ce roa de Italia, dando p r
este meio um penhor de anisarle aos lib ra-s hes-
panh es e como que um protesto mudo perantj o
ruido e 11 xito da ptn-egritiacSo.
De re t>. o p vo de Rom* tem feto exoelieote
acolbimeotu aos peregrinan. A excepoo da im
prensa ladieal, que ridicnlarisa t aa esta sppa
ratosa ti bre do jubil< o, os jornacs romanos em-
pregam ana oguagem cordata e mansa.
Mess>> O governo, para -vitar qualquer mani-
festarlo 011 confl cto, fes sabir de lioni para va-
rias obra 1 na provincia uos 40,000 operarios que
Ui se aubavam sem trabaibo.
\l|. maol.a
Realiscu-se o consih militar presidido pelo
nnoerador Quilberme, assstinlo t-imbem o fetd
marecbal cunde de Vlnl h mas a imprensa ctficio-
sa da AlUmanba guarda absoluta reserva acerca
das deca) s adoptadas no cons'lho.
InformHces partiiulares para nlguns j ruaca
estrangeirjs ciisem qi' w o imperio antro-hn-
garo obtiver novas provas de que a Russia centi-
nna aa ox-racoes de e.-nce 1fra9.l1 das suaa tropas
na frinttm mobiliscri mu-diataoieute o exerciro < que no mes do da o imperador Guilber-
me decrc a a mobihsacu do seu exercito.
Mas eoiqoanto ae prona am estas nolicias ter-
roristas, itfirmu-ee tambea qne o e*f>ido-maior
allemo ni 1 tem tmalo a> medidas oeeeasanas
para procder i prouipta mnbilisHci< de 1.20',00*1
Dmeos, que hs noticias tvlcgraphicas de 8. Pe
teraburge fazem c t,nrr que nao ba motivo justi
fiesdo pai a um conflicto, producido pela concentra
ci das ti opas rnsg.9, poique os destac>mntos
destas ja :. nn o:.i--.ir! por agora
Esta uUiuia noticia eontestda ; e pelo que
toca s medidas adoptadas p to cstado-maior alie
mi, nao parece que precia; do tomal-as agora ou
as vespera da declaraco, porque costuma sor
muxto prndente, cmio mustruu na gu rra de 7(
71.
Chei; u a Berln, viudo de Vieona, o principe
de Wiudi u'h Qrais, marect al de campo do exercito
austraco o cmmandante do corpo em Cracovia,
para a O'.liuia d'oeste
E' motil eommentada esta viagem. Carreo
boato de que tem por fim a cjmbinaco ds medidas
mili tai es.
Com raza) disseram os rosaos, justificando a
necessidaile de concutrarem trapas as fron:-i-
ras, que o taziam porque a isso se vi%a obrigadse
pela ntatuJe provocante e bostii da Allemanba e
da Anstri 1, que ha annoa -ccumulavam as fron-
teirtis do imperio rutso poderosissimos meios do
ataque.
Com ffsito sao verdiid ir.mente dignos de mea-
eao os mo amentos de tropa i a qne a Allem safca
tea pnce i do na fronteira da Russia.
Aiaim, io 1881 os nll'.'in i"? mandaram tres re
gimentos de infantera, o i8, 129 e 132 para
guarnecer Oantsig, Bomberg e Q-iats.
Em 18!'t, o 14* ngimento da infantera foi
maaiaco .vanear de StraUnnd a BromBerg, e cm
1887 a este regiment, so 'ti 129 foram iugm*n-
tsdes a es da nm, um bit .Ib ir.
O 33* r .iineutnfA .nviidj-para Kienisberg, o
3* para O loubiuem, o 4 pra Ortelsbourg, o 44a
para Ustevade, o 14* para tjrandens e o JI para
E todos entes-pontos Sean, prximos fronteira
romp
tas snoftiedata. esta aiaro, o que as sabe n> anda
tdaepor iiitasi Vasa9Viaraegmsdo estes, est at
lhadade cSeiaes d artineria.ti ingenhana, q
i aioHalan
E ao paisso qoe as guaruicoas dessss praoas
erain. aaenn augmentadas a cavallarta avaneava
tamben [ atiimo 12 de uhlai os avaneou de Pried*
lad para [u'ersbourg desticando am esquadeio
para Sr.lu u-- aeur, 0 8 de blanos foi sueuessi-
Tantate > mnoalu por fcyln, K esenbiurg e Ko
euHiarg, 1 10 de drago f i para Al les te io, o 11
pswa Br inli- rg, o 4 de oh'anos para To-ro e as
duas brdalas de cavallaria di 1* corp> de ex-ir-
cito fjtmuj reunidas eui divu e exercitam-se
oatinnada mente noscaupis f. onteirus.
Ao aeaun tempo ain.la a a tMieria* de artilberia
decamp-oii estacionadas em K-eumb-rg, AHee
tein A Bramerg foram rws'ai em pe de guerra, s>
eosao se is o anda nio baitaase, de Berln a
froateira rusia t--ao o territ ri. di imperio alie
io est c b'rto por uoia vasta rede de camiubo*
de farro, e. trategicamente estudados, pirldrma a
poder-* (ti tempo muito breve ciOrir a trooteira
rusaacom 1.0 corpo de exercito consideravel.
E a Ailei.inba, qu.- tes tocos estes preparativos,
ostra 00 quaeaa stusaia n> recUmou, admira-se
e ceaaur a % -ra qoc es'a p 1 e.ica, alarmada com
ss prep'iratifas daa potincas visinhas, trate tam
bsjssi de e or em guara.
Artyartit&o de eaiatistic do im.erio allenkio
poblia 41. tw pouc a, oa quadi a da aaa.grHci, pelos-
quaej ae v ixu-; este anuo o nam<] de emigran-
tes irresp.u Jante aa vea d Agosto i innito su-
pastor.
Esa Atoa tu deste-aai o, 8. 361 nllemit sahiravo
da patria busca de f. rium. nos pases transs-
Uanlicati, a cusen 1886 oseoiigrantaa
nia> pataaar ni & 727.
[>mi: u iinn.ipio do auo.j at ao fim do mes de
tu a -mgracao di. AlUm.atia -foi de 72.604
..1U-S i. no uuaoo periido do anuo pastado
avaJMK
Astatrla -Ha ra
Turan a tooxar aa Mpatio grave o aooflieto
tal qual como em vssperas de urna campanhi.
Se depoia de so lVem estas novas terroristas, se
a'tentar em ootros srtigos da imprensa austro-al-
lema, oa receios do Conflicto parecem aftastadis
com urna conciliacio possivel, qus assentaria so-
bre a retirada do principe Fernanda da Bulgaria.
O qoe parece fa> de daaids tratar^*a g^
nbar tempo at a prxima primavera. E itan, ou o
pnu^ipe Fernando abanioni roluutaxiainoot a
Bulgaria, u a Rugaia tratara de o expulsar.
C~mo dix o Tageblatt, a questio do tbrooo da
Bulgaria tornou a ser o barmetro que servo para
indicar a atbmosphr'a poltica da Europa.
Ora, neste momento, consultando-** atteata-
meute esse barooe(r> v-se que se j nio maroa
tetopestade, oacilU pronunoialamente, para arsa
maread, qaadrante, e parece conemir-se que to-
remos gu;rra .
Os peridico de Vieona commentaodo arg>
do Nord, a que nToutj-.i & ee-d alli:isaos, r com
mendam seridade e moderavio.
Hnasla
Anirmava ha poucos Jias o Nord de Bruxellas
orgao oflBcijSoda ch^neol aria ruaaa, as inteuges
pacifiaas da Russia. Dis-so que as medidas milita-
res tomadas p ir aquella pjtenoia foram ap naa
defeuaivas
A Russia est resol vida a ni' abindonar o su
proposito de pase a faser o que tor oeceaari 1
para se pronunciar contra qialquer aggressio.
Nestas condicoda, pacce deiusir-ae do que di* >
Nord que todos os receios de guerra parecem re
movidos.
Todava, uotic.aa p.ticulares de Jonstantino-
pla ceruficam a grande actividad-- que rama nos
portos de Odessa e Sebastop I.
Todos s navios da esq ladra estio des'.ia-iios a
servir para transporte de tropas.
As afiirmaeoes paeificas, porm, qua o embai-
xaJor allemio foi enearr gado de eiprimurao caar
e a decisio qae a Austria tomc.u Gj suspender a
remeses de retorO'B pra a G*licia, produsirem,
a ser ce<-to o qne a tal respeito se l ni T.me;ei-
cellente impressio as r(gi;s offic: ..s em S. Pe-
tersburgo.
Pareos ter-se mallogrado campletamente.a ma
sio do geneial auotriaou de cnweiuit* junU do
asar..
O Ttmpt deu noticia do que a Russia tioba esm
mumeado as mitras p teneln, que baviam termi-
nado os m vimeutos das tropas rossas na Polonia.
Um telegramtna da agencia Hivas desmeutio
aquella noticia, dizeodo que ella nio deriva-de
fonte digna de .rdito. >
A Corresp.ndsucis poltica dis tambem que
em Vienna nada se sabe de urna deelarauio do go
verno russo, s guillo a qual os deslocameatis das
tropas rusia* na Polonia baviam terminado. Dis
maisquea noticia publicada pelo Temp* ssbre es-
te aasumpto se retere provavelmente ssatrma-
coes pacificas que alguos representantes solados
da Russia i. i.i feto as suas co .versagoes om
diplomatas estrangeiros. *
A Gateta Nac cnal declara igualmente inexac-
tas as informnco s do Ttmpt.
Como se \ a situacio aautiaoa um pouco nu-
blada ; 1, todos affirmam que ser mantida a pas,
continuando sempre es preparativos paia a
guerra.
Oa m'tina as universidades russas tem tomado
grandes propr^O-'s. A .n das de WaaaoV foram
m.nlad-8 fecbr as de Hi rve Odessa, a espra-
se que a m ama ordem teja dada uuiversidade
de Ki.k.ff, ondeos estudantes ha p u.os diai
maltrataran! o inspector.
Em S. Petersburgo aiudunio bou ve desorlens,
mas receia-se que reb .-stem d un a-:o nio
a ou'r...
A opiniio est decididamente a i tudantes e contra o ministro D lian-ff
Turqua
A Sublim Porta, peraua lida deque o couQic-
to ansa-, -raso) est imoimente, reputa insastente.-
vel a posic&o do principe Femando em S fia. Por
conseguate, uspeud.u o licenciamento das reser
v ss c reforcou o corpo de exercito de Salonico.
EXTERIOR
Correspoadeaela do D.'arlo de
Pernaoibuco
PORTUGAL. Lisboa, 28 de D.z;;intiro
de 1887
A 26 deste mes chegou a Lisbd i vindo de Loo
dres a bordo do vspor Bawarden Cattle o Ha. con-
de de Paris, pal de 8. A. R a Benh^ra duquesa
de Brsganea
Acompai hi-o seu filho, o duqie de Orleans, e
c seu secretario o conde de Hacesteville.
Desembarcaram os illnstres viajantes rro caes
doSodr*s9 1[2 ds manhi, inlo alojar-se no
Hotel Centra'.
D-p is do slmooo o 8r. con 'e de Paris foi ao
paco comprimentsr 83. MM. A's qustro ds Urde
o 8r. infinta D. Alfonso foi ao H itel Cen'ral vrsi-
tsr o 8r. conde de Paris. Uus disem que a se
nbora condossa de Parix em por trra e chegar
smanbi a Lisboa, oufres atfirm tm que dest vez
a senhora condesan nio vem a L sbda-
O 8r. conde de Pars parti hintem s 10 im
naabi para Villa Vicos, oode vai ver sua til ba e
neto; depos ir acompaobar seu filbo a Hespa-
nba onde o Sr. duque de Orleans embarcar para
urna viagem deiattruccio.
Eff divamente, 0 Sr. duque de Orleans partir
brevemente para a ludia, onde far nm auno se. -
ViC-j volontano no exercito ingles. Sen pai, de-
p .is de partir de Villa Vic s.., ir slgum lempo
estar es Villa Minique, perto a* 8. Lucer, oode.
encentars 8ra. cuidases de Paria, que j all
deve estar com toda a sos familia.
__SS MM. nio vio n i fim dest mes a Villa
Vicosa, como se tem afirrmado. El-Rei expen
menta melboras e sujeitou-se ao rgimen que Ihe foi
impistd pelos seos mdicos; trsbaiba poueo, jau-
ta muito mais cedo do que tiuha por eostume ;
fuma apenas um cb> ruto depos do aissooo e outre
depoia do jaotar, e nl tem ido a-v tbestro. Dis-
se, porm. qo 8. M. tencioos ir S no da 31 as-
sisttr ao Te Dew solemne a que de uso compa-
recer a familia real.
Continua a ser muito satisfatorio o estaio de
saudn da princesa D. Ame ia. S. A. j se taran
too no da 24.
t>pilboo-te que era aseas melindroso o estado
de tau le da pnnoeea D. Aotonia, irma de e re
o 8r. D Luis.
8. A., que tem passado ltimamente b m, acba-
se ag .ra em Osunas com seu tos os imperadorea
do Brasil, e vai a Saint Remo nicamente para
visitar o principa herdeiro da Jlemanha.
Em dia de Natal b .uve no paco da Ajada os
eumprimentos do esfjlo. Foi grande a coucur
rancia e eaiavaia quaai todsa ss imn de 8. M.
a Rtmha.
Anda nio entrn em convalescenca a Sra. D.
Ernestina Navstro, esposa do ministro das obras
publicas. A illustre dama tem estado em p-rigo
d- vida, coma tambem esteva s eoosorta do Sr.
Visconde de S. "anuario, ministro ds guerra.
Agora aeha se enferma a Sra. D. Rita-de Bar-
ros (ornes, esposs do ministro dos negocios es
traugeiros.
Inangnrou-tm na vesp-ra do Natal o novo
Colyteu, circo equesire construido n'um terrea*
da ra Nova da Palma, partencente aoa -sra. Coa-
das da Polgoss. Tem perto de 4,000 lugares, en-
tre samarctea, fauteila, cadeiras e geral ou amphi-
tbaatro. J bouve cines endientes euoba.
Est elegante a c armo la a nava casa do espea
taculoa. :A' troupe sgradou. Parecem> que a
empresa deve tirar bem os lucros dos 45 cuntas
da ris (tortes) que a apregou na quasi improvisa-
da u.ntiruec.o do Colysiu.
FslkMeu ba pjuaas das a Sra. condesas de
A'jeaur. A londa era ta dos Sra B irlo de Ita-
iiha m de Aodrade. Muravs ua ra de Santo
Aatio
Foi distribaida protussmante e de graos o
prograama do Heptrttr, propriasade dos
e rebates de p.- ""iguier 4 C. O Jilector do aovo jor-
sal obeiro Chagas. A tolo* tem o f irms-
jaro de Paris. Tras artigas primorosos
^^^^HljwrSSO.
naaeada dama de 8. M. s Rsinha s Srs.
ondeas fes AtosooTas.
a o inquerito judicial sobre a quss-
s ttulos de participioo que se dis terem
sido distribuidos po Sr. Hersent, empreiteito das
obras de porto de Lisboa. Depois dos cavaibei-
-ros mencionad, s as minbas anteriores, foi cha-
mado a lepar o depatado da naci Francisco Jos
Maaadif.saoitio de artilbaria.
FHaaoanm posta muito popular, Antonio
Viaana, inuis conheoido pelos pseudoaymos da
Amito Vigascom qua elle collaborava no
PajaptU, aersoiuaii humorstico, oode Meph'dolo,
coiajiiitoussiguava na Ler a e piCteriavr, ga*eti
ili i qu.'tidi ... i.' Novldadet. Er^m eugracidid-
3.. _; i.ietilbaB om v ts. Tiver-. UJia
toja modcsMeaiiau-du bipbeiao m Largo d.. C.rj.
Santa. Depois ubtere um lugar soffrivelmente
remunerado no tribunal di commercio de Liaboi.
Ni estyl de Nicolao Toleotiao trata va com sum
ma facilidale de metr fieacio e rima todos oe >-.s-
sumptos mais palpitantes. Ningiem dira ao v!-o
triste, eom os seos ot-ulos d- turnados e abatido
pasa' ebni qua o mo-1 va que-era aqaattrr valetud -
nario o sutor de tio jicosas satyras Succambio
no verdor dos annoa a nm i tsica de laringe.
Afiirina-se que-o Sr. C n ie do Casal ttibro,
queja repreaentorr Portugal ua primeira conferen-
cia que loi celebrada em .Madrid cerca da ques-
tii de Marroeos, a ir a^ora encarregado da mes'
ma missici na nova co if-re^icia que se vai reunir.
O givarnti portirguez, segundo consta., seguir a
m t ma norm-i de proceder qUa adoptou da outra
v-s.
Continua a impreoea da oppi=ici) a fligel-
lar a pastoral do Sr. arceb spo le L .neia, de eujo
c uthead. inquisuorial e pronune'admente ultra-
m atan i Ibes dei u tica na m.uha de 23. E'
jiiit i ootivel um artigo que ltimamente- sabio
n.' Seci'.o 5 raido pelo distinato publicista Rodri-
gues de Freitas. A aprensa otfieiosa tem dita
qu vs que Ibs competa Samar c ,ir. reapeito aquello
d cuiueuto pasm iso, na parte rin que hs leis do
reino se oppem a estes procedimentos attentato
ros lio-i'dade de consci-nca, q.i a le fuuda-
inenJai garante. O Economista que neta questio
du rcacaio tem tomado ama attitade enereea, en
leu ie, b.-m como aiguua outr. a jornaes do Lisboa,
que se dev; entrar em campaaha nena e decidi-
da contra es esfore s e luvabjs liberticidas-
O S*eio desmenta s .lernieji ote os* boatos
que tiubaa cirridude urna app uxiinaco de parte
do partido ; oub icino com a etquerda-dyoaaeti-
ca, ttoatoa que ae espalb iram por occasiio de ietf-
n r so em Lisbda o congresso daqu-lie partido.
Jos Carnlbo Videira, auti^O repub lea io,
editor de varias obras de propaganda deanj:at ca
e nvreiro, esereveu ba piucos diael urna p queaa
miasiva ao Diario di Noticia!, diclaraulo que
desde a meia noite do da 22 abindomu como'eta-
mente a vida po itica em eoosequetrcia dos ltimos
aeooteeiadiitos pblicos O esstd que so tal
lava em que o congresso republicano o txpjlsaria
do partido, e nio aei porque phraaes que Iba.diri-
g a Folha do Povo, o mesmo Sr. Viieira tiaha
passado a vas, de facto uo:n o Sr. Cecli.. editor a
proorietario dsquelle jimal, como Ih'seont-M.
1) us das depois da carta ao Diario de Noticia;
Carri bo Videira, hailucinaio e n'uma gmn le ex-
citacio, de que foi ccoimn -ttido em sua propria
casa u'nm teroein andar da ealcada de S. Joio
Nepomueeni. arremetceu para urna jan-lia, par-
tindo a vidroca a murro, do que ficou logo^com 08
pulsos a escorrer em sanguo, pretenlendo preuiji-
tar-se para a ra. Sua muber com urna coragetn
adairavel egarr'iu o pobre suicida, aguent. nd > o
ja quasi da banda de tora da jaue U. ao msamo
.tempo que bradav*: por soccorro. A poli.-ja e vi-
sinbos acudiram > tem^a d< o livrar da-m irte.
Mais alguos segundo e pobre senhora teraun
faltado as forcas de todo. Carrilbo Videira fieou
gurdalo vista para se evitar que ren iva a ten-
tativa
A qoe pode levar a exaltacio poltica !
Ois-ae tsmbem que varios transarnos commer-
ciaes deram causa aquello desarranjo mentsl.
lima commiaio de senh iras da nossa pri-
meira aoeie lade, muitss dallas titularas, miagu
rarsm tm Lsboa urna Bympithica innovacio, de
ha inuit) em pratica ua Italia, em Franca e outr .-a
plises,convidando quaesqser p'sioas a subsore-
v.-rem com a es mola de 500 ris para os pobre,
fieando por esse facto dispensadas de Viriar bi-
Ihetes de boas festas s p-ssv.it> ue suas reUces.
A at>idi4 Im b m r-c-bls. A sub3cnpcia.esta
an-rta em quasi todos a? folln? de L'.-ibnf/que
trem psbiiccdo centenas de nomes de pre-o -s co-
nbecidas, snbscrevendo a grande maioria com a
taxa indicada de eOJ ris.
O corpo diplomtico, O banqueiros, us ministros
ds corda, as notabilrdades da alta vida teem vindo
qjasi todos justar os seus nomes e o seu oolo
nquella caritativa derrama.
Muitas p i>s .as Bem distoccil de fortunas OU
de c,..i;e> t.ciaes se lh:s tecm asso.'iaJo, c m o
que muito foigaram us necessitados e p-r.l-r.ui os
empresario dasMinervas e papaliarias atufa
ae fabrie .v. ni mnbares de cano:s de visita, que
a ii i o gu -m Kproveitavam e serviam apenas de p i
jar as bilheteiras e guridores de cada um, occa-
sionando tambem um gasto imputante de estam-
p Inas do correio e urna verdadetra estafo/para o
carteiroa tiestas quairat testo v os doaaiu.
O emmentissmo cardeai D. Ameno, bispo
do Porto que lecebeu credenciaes para repre-
sentar a familia real no jubii u do Summo Ponti-
fioe.
E' Sua Eminencia o portador do precioso calix
ofidtecido pelo Sr. D. Luis I ao chele da igreja
catholica.
J foi publicado oa folha oficial o c > itracto
celebrado eotre o governo e o Banco de Portugal
para a cons'.ituicio do banco emissor, que entrar
em actividade a partir di 1 de Janeiro prximo.
O novo banco orgaosara no praso de quatro
annos caias filises ou agencias em todas as cap
tates dos dislrictns administrativos do continente
e ilhas adjaceutes ; e, com approvacai do gover-
no, poder ter caixas filises, agencias oa corres-
pondencias em ostras localidades do reino onde a
sua utilidade for reeonhecida.
Se faltar quel'e praso, o banco pagar multas
de 1:0004 (fortes) por cata tres mes.-s de mera.
Podec. tambem ter correspondencias em paiz es-
trangoiro, onde julgar conveniente, e delegaces
do escnp'-i rio da ad-, no municipio de Lisboa.
A durcio do banco de 40 annos. 0 eapital
social de 13:500 cootos de ris (fortes; ou tres
milbi-s de lira i starlioas, eff divamente etalttido
e pago, dividido em 135:000 secos de 1004 (tor-,
tes) cada urna.
Ligo que a circulacao denotas techa atingido
a 25.000:0004 e em qualquer periodo da sua do-
racij, o basco peder se- obngado, em virtade de
ama le, a augmentar p sea capital social.
As notas sin te ouro e de pra'.a. As pria'iras
54, 104. 204,:' 04 e 1004 e as segundas de 24500
e 54000 (tort- s). .
O govern, em coasetho de minitros, qne se
reuau no da 22 do corenle, res dvaa defiaitiva
mente o itar, n* questio dos tabsc >s, pelarigie,
isto, a maupulacao por couta do Estado.
A asso.'D.cio-'n luatrial p irtugaesa, de que
presidente o Sr. I> Joi i CUrra xtomo \l-ueio,
proprita. io do Commercio de Portugal expedio a
todue os joro tas do pas urna eircu ar, couio ni*
ciadora da exposicij industrial e agrcola que ha
de realiaar-ae im alais de 4888 aa Avenida da Li
b -r iade, em L ahoa.
Naquelle documento pede a ooperacio da im -
preasa para ama obrseeua cujas pntneiras te >ta-
tivss coilaborou com tanto eotbusiasao o malogra-
do estadista Antonio Augusto de Aguiar, presi-
dente que> eutio era ds masma asoci.cio. Os
jornaes que receberam a oiroalar teem adbaiiio a.
tao patritico peasaaeoto, a reprodus m qaasi
tolo* ua integra squelle documento importante
Com o Ibes diise, celebrou-se ha das o cuna arto
para a adjuicasio da aonosesio.de um camiubo
di ferro' de times a Bej. Eate concurso p rm
tcou deserto, porque havia lucia de eapsculauio
entra os concurrentes* o logo-que aa eonJicies do
ejaeuvseos obrigara o a um daposito cousideravel
de dinb-iro, oqoal dasle log i tiea respoadaudo
p-ilo cuauprim-iito dss coodicO-s qua se abriga-
vam, datissiratn todos.
E axim Gcava aquella importante rsgiio sem ss
grandes vaufage.is jite rbe uffirecia aquello melbo-
ramaot i.
O oais x-qil'Vei, dis-s-, ers o iraastsay, su os-
minb'o a neriuaru do via cttreita, que se teria leva-
i o a effdto saoi a lucta menos leal, que se estaosv
teceu.
Continuo mu i ti coucorri Ja a exposicio dos
qqadros e escu pturss do f?rpo do Ledo, a q ie j
m refer na inmba de
Mallos mais daquHt pcatiosos u ijeotos de srte
aa taam vosdids.
Adalias iati aat miUfir do seu resfria mea-
to e cantn hontem em 8. Carlas a Ltada de Cha-
mounix, na segunda reoita e asasigaatura
O congresso republicano elegea na sua ultima
renniio os msmbros do directorio, que sio os se-
guitas :
Jote Euas Qarcis, por 103 votos.
Magalhies Lima, por 99 dtot. ,
Sonsa Brandio, por 91 ditos.
Bernar.lino Pioheiro, por 85 ditos.
Consiguen Pedroso, por 82 ditos.
Jacinto o Nuut's, por 81 ditos.
Elegen-se tambem ama cmara constituinte, ia-
cubida de formular as indispensaveis reformas ua
orgaais .cao d'aquelle partido.
Nio me recordse Ibes dist- que a velba folha
migunlista, (uu legitimiita s-guudose intitahiva,
su>pendeu indefinidamente a sua pubiicacaW.
E o vtz desse antigo orgio dpartfio descenden-
te de O. Migu.l de Brsgiuea, vae sabir no prjmei-
ro de-Janeiro prxima a Uniia Nuc.onal, inspirada
tjjs masm is principios polticos.
Tambem no Io de Janeiro sabe o Dia do Sr.
Antonio firmes, folha progreaaista digaicente, ou
etquerda pr. gr. tg ata.
Serio collaboradores do Sr. Crujes os Srs. Lina
da Assampcio e Narciso de Laccrda.
N> meauri da, sahe igulmeuteo prime.ro numero
dar Ettperda Dynat'.ica, redigida pelos Srs. Viscon-
de de Ouguella o 6ilVa Fruto.
Ser orgao do n.ro part lo de que ebefe o Sr.
i!arj mu de Freitas. Envo-Ibes o novo program -
ma do Reprter e prospecto.
Niugaem. me encommendou o sermio, mas com
a ndole do novo jiroal mus Iliteraria do que po-
ltica, e consta da leitura das folhus de combate ou
siinpl-sin ut: doutrinarias pouco prazer se pode
tirar na America, talvcsqae cstimsm c inhecer este
jornal de m .is perto.
O ujj3o (.ublico, habituado s f libas io 10 ris,
por mais atlrativos que .lie .-rey ira pela dobro
do preco, que duvido que sustente o aovo
jornal. Eutreaiitacomo tiut >tiv. arrojada ctso
para saudal ae ox l prospere.
Fallando do Banco fintssor mais cima, etqua-
ceu me diz -r-lhe que o Btuco de fortugtl (que
vai trans rulado na BUa nr nar-se.assim),|poS:ue, desde opavorooo inc mu do
e1iue.o( lo, sua sedo no lago de P -l jurinti> b i viohle
a tauusiauoos, um grana predio na ra do Ouro
con. esquina para o iui dos Cap llistas e ra d"
S. Juliu (AlgibeDJ); agora Vai uugmeu'ar um
andar aus tres que j tirrha, caraprau i ultimam u
te outro predio contiguo que tem s frente pira u
ra de S. Julia i. Assim, com tio vastos e litieos
poderia disper ie salas suficientes paraos seus
cacriptorios, bem coma para servicidj paollc-o.
As pagadorias dos lifferenteamiuisterios so tf i
(uain.pagamentos al ao da 31 do correnie m.-z,
Jevendo desta d .ta em d; iq.: ser m el.es feitoo
polo Banco Emissor.
Est pub.icado o decreto refoiuianlo a junta
do cr dito publie i. O servif3t da divida publica
pasatm a Ser desompeabadjs pela direecio geral
da divida publica, que tuieeionara com > d.reecio
geral do miais'erio da faz-.i .i ; os da divida p i-
olica fuudada, de qualquer iiitureza,e que esta vam
a cargo das direccoes geraes da ContaoiiiJadi pu-
blica e du tb sourario e da junt i lo crdito publt-eo,
tieam je'utraiisadas n publica e os rsl.ttivosjVoperaci) de I rsamortisac i i
eeutiuu na igualm uta a ser .1'Sempeunaios pro-
s iriaiauata pela m.-sma direoca .
A.escrip uc iCio e prouees- desias ouerafes 8 rio
feitos em separado do prac.'Seo e escriptursco da
direceo da divida publica.
A eunoaao, ioccnpcao, eouveraii, amortiaaeaV e
nverbaiaeuto dos titalos de divida publica aapa
tem ni.su > direecio geral.
A junta do creiiio publico fnncc.ouar junto d-i
direecio geral da divida publica, c inattribuicocs
lisca s o consultivas, designa uieuie aa segu.i-
tes :
Subserevi-r e assigaar os termos das emasdes e
amortisaeo s ;
Cbaueeliar os ttulos minina: v is da ifvi la pu-
blica ;
Assignar os ttulos so portador.
Tomar conh'cimen'o doi ss3ueapti8 sobr que
for consultada pelo giverui e dar a respeito delle
o seu par. cer.
A junta Cuutiiia a ser composts de 5 memoria :
um eleito pela cmara dos pares, um eleito po n
Cinara Jos deput.il.s, um DomSsda pelo goverao
e dous eleitos pelos juristas. Estes lugares io re-
tribuidos com a gratifijacio auuual d t00000
(forte).
A direecio geral da divida pub'ica dividida
em tres repartiyoes; centralJo assentameito i
de contabidade.
sto de um director geral, um
uvi tor, 10 primeiros nfficia.-, 12 segujdos ofi-
cias*, 19 amanuensea, 6 as.ursntes e 1 cartorano.
Oa empreados fazendo aervico as agencias fi-
nancies dogov'rui pirtugu-z, ti-arim aillos ses
respectivos quadros.
Como Ihes refer sa minha carta de 23, h :-
viam-ce c -iebrn i i meetings em Lisboa, Porto, C -
imbra, Vizeu e ootros centros de pioulacio contra
o d.-cretoqa; impjoha a ebrie-ic a ce-tos indus-
triaos de >.p---.cifarem ii.-euc.ie ua falta oVelic-n
ca impunha se a penal i iade de prisa.) immediata,
com a rem:aeio de 14, por nada da de: prieio. As
f ilbas v,''ie; mistas teem fei'.o urna gu-rrad-
morte doutriua desse -deeret >, que eatabelecia en-
tre ni a i pristo por dividas, e l;ons ar'.i-
goi uota'issimos aopa -eer m hostiliSaudo M-
leutem'nte aquellas providencias fiscaes Je earac
ter odioso, a vu! tan do entre elles os que o uotavel
publicista o Sr. Riirigues de Freitas esereveo no
Jornal do Commercio.
A palavra d'oidem era a resistencia; e novos
comicios, nio s geraes, mas parcUes de gremios
das diversas industrias ssaim tributadas ae iam ce-
lebrando, a pesar das boas razes cm que os cau-
sdicos da impreusa goveruamental procaravam
atteouar as aatipatbiaa levaatadas por tio impru-
dente decreto.
Esta resistencia ebegou a causar serias inquie-
tacoes ao governo, a assustal-o mesmo, segundo
se dedos de urna portara emoliente de 24 deste
mer, publicada na filha offijial, e eommentada ja
pelos diversos jornaes que se teem oceupado do
aaaumpto
O ministro da fazendo, pela referid i p>rtara
mvndou declarar que oa escrvies de fazenda e oa
gentes eocarregados da fisealisaca do importo
de liceuca sement polcm exigir a apreaentacio
de iieenca aoa cantribuinces ob-talos a tel a, aa
ceessii i em que estes se acbarem n i exereicio da
industria, protissao, arte ou oficio sag-itOJ o pa-
gara-nto d'aquelle imposto; qas no d sempeaho
deste servio aevem us alladiios agentes proceder
cor a mxima cordura e urbanidade, por forma a
nio tornar vexatora urna disposicio que s tem
em vista a melb >r fisealiaacio lo impasto ; que a
falta de licenea s importa levauumen-o de asto,
quandoo coutribuiate nio quiz.-r pagar volaata-
nainente a coutribuioii que dever ;aue, recu
ssndo-ae o contribuate ao pagamento, deve, nesse
casi proceder-se ao levaatam-oto do auto de trana-
gressio, que ser remetlido ao agente d> ministe-
rio publico, para pr'emover o processo competente,
com j se acbava preceituado no 3 do artigo
19 do regulamento da contriboicio udustnal d i
28 de Agosto de 1872, pertencolo ao p^der judi-
cial regalar todo o proeedimeoto ulterior, nio po
dendoem caso nenhjinter lugar a sabstituici) da
multa a que s refere o artigo 16 do regulamento
de 8 de Setembro ultim a nio ser por efieito de
s-nteoca di mesmo poder judicial.
Oa toda esta palinodia sa d-dusque se pre-
tenden tirar o odioso dos agentes du fiso,
mas a oreaoio l tica e os contribuutes, se nio
si) mettidos aa cadea p-los oficiaea de fasenda
serio em pul gados mais tarde pela engrenagsm da
ehieana judicial.
fitli-me parac.ndo que, aposar da ti> meUiiJa
portara os comicios de rcswtencia proaeguiro e
,>s iodustnaes tributad fario bom o protesto que mmtisaimos delira j fi-
s-ram de se nao babilttaram com as taas lioen
KCVSTA DIARIA
ByaMato PernambaraaoPor por-
taia da presidencia de 7 do corrente mes, em
vista das disposices da lei a. 1320, da 4 de Fe-
vereiro de 1879, e artigo 201 de regulamento da 6
de Fevereiro de 1385, foi considerado vago o lu-
gar de profeaaor addido que era'exercido, no Gim-
nasio Pernambucano, pelo Or. Adolpho Tacia da
Costa Cirne, visto ter aceitado o de lente substi-
tuto da Faculdade de Oireito do Recite.
Deleajado HtlerajTlo Por portara de 9
foi nomeado Francisco Martiniano de Mello e Sil-
va para exereer o lagar da delegado do districto
littera.-io de Ex, em aubetitaicao de Leonel de
Carvalho Alencar, que falleoeu.
AunlveraarteCcmpktou honem 78 anuos
de idade o venerando conselheiro Dr. J>ao Jos
Ferreira de --'.raiaa, um dos mata iiinstar* filues
deata provincia, urna das maia bellas reliquias do
partido coaservador, e que at bem pouco tempo
iliuatrou com sua sabia experiencia o foro e a Fa-
culdade de Diruito desta eido.de e a tribuna par-
lamentar.
Enviareis Ih ', bem como a sua digna filba e a
Coda a familia, sinceros parabens.
etlitin falsas de mil ris0 Sr. dele-
gtdu d brumo de B-ju J.. .'Jim ae.ba d rem t:er
ao Sr. Dr. ebete de polica 16 e-du'as falsas ds
1^000, que, no lugar Ribuiro Oranle foram rece-
bijas por diversos em troco de geueros comprados
em seus bo equina e depois, desconfian io serem
falsa?, e.'tregnnm n-.s ao resp-ctivo subdelegado
Esta autoridttue, proeedeUdo a uto de pergun-
tas, verificu que ditas Cdulas baviam sido pas-
sodas por Beuedfcto, escravo de J.io de Arroda
Cordeiro, talla morador.
Benedicto lora ja preso, encontrando-se em Beu
poder urna dai reteridaa cdulas, i
AbooHM h tal respeito o competite inquerito.
ttuaiu i! .O Sr. .'torio H-rmauo Jo-
da Silva, r.'.sdentto ua povotico de Itapistuiana,
00 da Io de Janeiro do curraat anuo concedeu
p ena liberdadea dous escravisados que lne res-
tavnm, sendo um de n-.rne Hemeterio de 45 mu i>
e ouro buz de 57, e o tez em memoria do tulis
jabir do Sant'. faire Lii XIII.
atucledaJe Becrealiwa Juveaiade
E s o movijiento da OibliotUeea uo raez de Da-
zembro :
Foi visitada por 17 socits que consultaram 17
obras em 31 volmnes.
'ornu otTirttdas us seguiu'.es obras :
Peio a uu >1 i .ol Caeaoo de Audrade : A ci
dade flinian'.e, 1 vol. euc. A ilht erraute, 1 vol.
ene, por julio VtitOB.
helo anc) Artur Dantas : O ci lastro da poli-
sta, por E. Vidal Valenciano e lo. .y y Boca, 6
bola. brs.
Pelo socio Dr. Fre. : A d um i;a i iug esa
em !'or;ugal, 1 *ol. euc. Imitavio de Cbnoto, 1
vol. en-'i Viagem da Occaoia a Lisboa pir lian
cisco T. V .1 i 1 vol. ti: Imperiaes reso'.uues
io c useliio Ou estalo na seeeio da tas tuda de
1850 a 55, 1 Val ene. A libirdade maleza de0-
maaearaaa, por Jaeu Jacques .iop im ealmanack
do Diario do cirmj do Bou B 'pubciio, por E. lioussier, 1 tol
br. Las/re, por ai.lio Z .1., 1 vil. br. Puiiti-
q.ie positiv por A Cotnptc, l Vol. ene isaer-
blacao, i^aeiira puerperal, enes-'., i v >!. ce. r*iO-
eessai de alieucia pelo 'r. Iiidimo Ajapilo da Ve;
ga, 1 v-l. ene. Ooservsoiii soure. a 1" parte d-
projecto do coligo civil p.rtuguez, 1 vol. ene
Commemoracio do 3V ceuteoano de Cvuoe; e oa-
lUatiiasiui.il, p.l>tiqu -.; eeouomique dj i'em-
p re da Brezil, 1 vo euc. La couipiuiioj itu
geueral Mall, par r'iseiio .1 Giouss-t ; les trans-
port-s de I' ee.j.D.,- d SD, par ti ujau.ui Cras
lloara H:oise et Aoelard, p.r A de Lamarti-
ne, 1 voi. euc. A..ni.iauk Luto-Jrasueiro ae
18i7, 1 vil. euc. .lupple neuto ao uovj ahoauaik
uso-B.-asileirj, 1 Vol. ene. A iienik ilius'ra'.o
de 1887, 1 vol. euc. Alinm.ck de U m d- illas
ire de 1888, 1 vol. broe. Critical and Hoistori-
c.il Essays, .ilaeau.ay, 1 voi en-, tiequerimeu o
da coinpaubi.i li per, 1 tol. broe. Toe Iva of
tbe lii'ein, l foi. oroe. La co ir du rio Jerorae,
1 foi. broe. Lajeun Siberienue, por Xavier do
olaistre, 1 foi. broe. Appellajia do cive!, 1 f,l.
broe.
Pelo socio Ignacio Chaves : Gratara de Poetas,
por Marques ae Carvalho, d foi. broe. Estiiba-
c s, por Mrtins Jnior, 1 vdl. br-c. O Jadeo
ErrauteGustavo Adolpho, 1 fot. broe.
Diario de Pernambuco, Jornal do Hecfe, Pro-
o non, Binculo, Lanterna Mgica e a xpottao.
tundi Uo \ nbor I u runin-nos que, no
eouu.cido conicj, denominado Qiadro do Kabor,
,. ra* Farinosa, prximo da estarci das Oficinas
dt ferro-va do Caxang, reuuem-ss diariamente
liiuioires e ineuiuos vadioa que pasaaui o tempo
onversar na mais desbragada linguagem, offeo-
deudo a mirai, e caus:icaudo os ouvilos daa pea
aoas io i ... .m o trem all ou delta sea. im,
Cbamamos para o facto a attencao da polica
do Io districto da Boa-Vista.
sahiram e bemtlontnn pela manbi,
Lo ncio Jos da Costa Pereira, morador ra Mar-
ques do erval o. 16, ao despertar vio que por um
vidro da rotu a que esteva quebrado, alguem a ti-
nba aberfo e entrado uo interior de sus casa.
E de tacto, immcdiatarcento Leoncio, ded cor
faifa de um cbapo, em eujo forro existas quan-
tia de 1 bUJft, dinbeirp por efe adquirido em pre-
isiob de lotera e destinado compra de urna casa.
pan o cbapo : cas
A subsenpei) para o minassaato qae deve
erigir-se ae-nina de Foniea Pereira de Mello,
est em 8:7A)4("rtes>
Prossgus tambom a subaurip^io para a mona -
meato a Antn.o Augusto aa Aguiar.
Acamara municipal de Iulvtuabie, (frica
Oriental) mandn un m -nsagem de feliu.taoi) ao
Sr. H-nnque du Msveelo, mi.nsrru da marioha e
ultram tr, pelo bim ex.Co da xpidicio contrae
Bunga, e cuearecondo ua servaos prtiatatdus palo
g>v rn.d ir geral da provincia de Mooambiqae
(eoosel :ir i Augusto deCastilbo) e pelo major Pai-
va da A adrada
C nafa nlti. aa hra queo ir .ministroda jus
tica proceden eom euergia,. i.s.'reaaraeoteai-aom
peieito diibeoiuieuto -i cauaa a proposito da.se-
icbre circular do reverendo arcebispi de Ltrissa,
goveraador do bispado de Lsrmeg.i. Se assim bem
fes, pelootereeee da.libesttada O prelado) usur-
para facuidades alheias. O governo Oooscio do
awus dsveres deu salisfacio spioio publica jos
lamenta escsadalissds. L.
en urna cadeira, a qual foi encontrada deruute,
lepen durada em um pao.
Leoncio nio attnbue a pesaos alguma nem in-
dicaces pode apresentar.
Jals.de pacEst em exercicio o2*juis
de pas da freguesia da Boa-Vista, capitio Sebas-
tiano Mansiel do Reg Barros. D audiencias to-
das as tercas e settas-ieiras de cada semana, s 4
boros da tarde. eu< casa de sua residencia tua
do Hospicio n. 65, e despacha in seu esenptorio
ra do Imperador n 84, das 12 horas s 3 da tar-
de desta em diantf* em tua residencia ou onde for
eneon erado.
Itaatlerna MgicaDiatribaio-se hontem
o n 210 Jes.e peridico livre e bumoristieo.
Compsnhls de bombelrosO Sr ca-
pitio Aguiar, cummandante da c. mpaubia de
bombeiroS obsequiou-uos com a ofierta de um
exemplar impresso do regulamento da referida
corapanhia.
Agradncemos.
VaceloaroNa inspectora de hygiene,
conforme se v do edita! em outra seccio publica-
do, vacciaa-se t das as quartas-feiras e sabbados
das 11 horas da manbi ao meio dia.
Acha-se encarregado desse servico o Sr. Dr.
Paula Soar s, que officioaamente abri tambem um
servici de vuccinacio em Olinda na casa da C-
mara, onde se achara todas as quintas-teiras, s
8 horas da manbi, disposicio do publ co.
Vapor do norte -O paquete nacional Ma-
ranhdo sahio bontem s 5 horas da tarde do por-
to do Cear em viagem de regreaso para os portos
do sul.
ProvIJeoeleitaCommunicaram nos o se-
guinte :
'< Na ra do Marques do Herval ba am iodivi-
duo que tem um grande deposito de fumo e com-
pro e vende esse genero em grande escala, sem
p>gar imposto de especie alguma. lito, porm,
o menos -O que seno sio as preparaces que
fas diariamente para beneficiar o fumo, prejuli-
cando enin fetiiot nauseabundos a visiuhauca.
Nio liaver aqu quem >lbe para tal ? *
satsia Casa de MisericordiaPessoal
dos enfermos e edueaudos existentes nos eitabeie-
cimeutos cargo da Santa Casa de Misericordia
do Hecife, uo mes de Desembro fiodo :
Hospital Pedro II 519
Dita dos Lasaros 87
Dito de Bauta gueda 6
A-yio de Mendicidade 180
Hospicio de Aiieuaios 239
C Hegi i das orpbis 2aY
Casa dos Exp-stos :
Em creavio 147)
Em educaoio 268)
355
Total
1.536
s laraatotj.O Sr. Manoel da Silva Faria,
ao despertar hontem, euconcrou-te roubado na
quantia de 320 res. Os gatunos, quo ao que pa-
rece, ficaram oceult >a uo interior do estabeleci
manto sito ua pradao a. 9 da. ra Harval, arromoaram ama carteira, na esperauca
da alai eneoutrarau>boa piUuoa. Foram logrados.
Os cuj is, depois do logro, sabirum por urna ja-
ueila da porta posterior do prelto.
Facas da.Aute-bintem, pelas 7 hiraa 4a noi-
te, na ra de L mas Valeaoimat, do lf districto
de S. Jos, Pedro Celestino, aonbeoido por Caehor
ro, praca do 2a batalbo da infantera, traVOJ loe-
la eom HeluKloto-Gotuata da Triudade, a deu-lue
urna facada no oraoo esqaerdo, produsiadoium te-
rimeuto lera.
Pedro Celestino fei preso1 por ssss foces i
batalbio, mandada pai a esse fim pala catWal tf
estado, quem foi nnmmaaasilo o ftvata dtdse--
taoso.
Parocba de Alagda niiita Eosia
ram -nos o segainte deata loealidade ata 8 ta aav-
rente :
Levo a sos conceitasds fferissa o st|
Teve logar neste povoado i___
tio simples em pompas qaanto rica de I
piadosas praticas.
No dia 1 de Janeiro corrente ta C ki
msnha o vigmrio desta parocba o Rasas
Januario da Silva, em cumprimento a
S Exc. Kevma. o Sr. bispo dweaaaa.,
Santissimo Saeramento a veneracio dos frs, l
dado dorante o da pela respectiva iimaat1
s 11 horas cele broa 0 saBto i,Crifieio da
fasendo em honra ao jubilen do Santo Padre
XIII, a primeira communbio os alnmaos .
as das escolas desta povoacao.
Em seguida ao canto de Taaltaa ero catea-
do pelas alumnas da Exma. profeasora lev asmar
a bencio sacramental, conaervando-ae 1 intsas a
exposicio illuin.nados os altares e aborta a masorss
ad racio dos devotos.
< Levados pe i espirito de religiio, idea ore-
dominante neste local, foi neste da a ig-> jsaha
visitada pir grande oncurrt.nciu da peas
nando s 6 h.ras da tarde pela bu$S> do Saa
simo Sacramento, ao que teve precedencia > tarea,
a ladainha e salve rainba entosdos pasa Exma.
professora e suas alumnas.
Em honra ainua ao grande dia e tss re|
da festa universal o jubilen sacerdotal, ptvtsoa
-r. Hi.-cunno Beserra de Meiexes, nm doai tama
conceitoados negociantes d'aqui, carta de lber-
dad.; a sua u.iica eseraya As nomc I^eadie,
isenta de condicio Hlguma.
Imprenta francesa Reeebemot pata
Tren :
II. de 17 de Desembro da Senta ie
Medicina t Pharmacia, com este scssaar:j
Trabalbos originas. A Osena. Fred-rie CJov-
mes de la Matta.
Casos altad ase.(iogrena cpontanei das dedos
por artsrite Byphi.ilieas. B-.rio d'Oroeilaa.
Socied-.le de eirorgia de Pe.iis.Eir,rr>- de
astragalo em um uasu de p ca'. .Cou i.ioaajat
. da discutan s bre a cura rad.ca' rasas
nato e>trangala4as. Silvio de Si Valle.
Sociedade de Medicina de Berl.u.E-..iro-..;j m
bieio. Rui .lpii Beumauo.
Soeied.de de Medicina Ialertsp de B.i'.aa.Um
novo caso de gaatr-turnia. TiilatSiSl da
aporto de osopbago por meio de cauj o m per-
maneucia. Rudoiph Beumauo.
Soeiedade Clin.ca da Liudr.-t.Exciaa.) i; asa
mima vesical em urna mu. bar. Anteo.- .* roa-
geuita de um incisivo como prel:sp>aicij pata
o l.bio leporino. Wu ian Se.k as.
Recspitulicao do Paiboiogia Et'eri.n. Ajiua
GaviUu.
."barmacia.Deeo lorisaciti do isAsatassia,
- N. 176 do .'. de Desembro as Le B-ttit,
e en este r.mmario :
Tlegr-.mmet..
loi Same pr^pagande Alfred Mire
N f..: c i rier *le K.o de afaattssai :..rtsptt
di.nce partiuul .-e).
E 'luis de part )Ut.
La Statue de Vo taire. -A uieo Desprcs.
Un Au uversaire.
Keaessa minra'eo du Brsil.S ll.oo. : Qtv-
m >.
I! -.uqui ailemande au Bi>il.
Mr. .'::.-. d< Campoi.
..louvemeut odunirel biaien.
liunigraiio ..
Nouveiiea des provinces.
P aiu e Pacifique.
Revue de la r*resse et des L'Vns.
Revoe fiaacire -:t commerciale. *
Mouvein-nt mirilime. etc. /""*
Mnarnlar counoarJaEn 17r, > i.aaac
da corte, em Franca, luveaur-m ama o.tira -fie :
deafiar njro, e eu'r. tioham-se nisso de mi ihal tStS
ncitc.
as salarte is d i tecidus de ouro ia urna aatiama
enorme, afim de podere.u f.mecer ouro tetSe.eaaa
para aquellas ambas SS desfiarem !
Duraut: o mes de D'Sembr daqi lie snavo asa
todos os ist'ibeiecim,ntos du Paa se i .api.barata
objectoa de oom, para desfiar, qoe ae ctf rer.am
s senhoras ciuio onaeada ; cadatras, c.orioles,
cs.-iev i'i'uhas bnuqued ., estafa, lado qasato) sa
podis f>ser de ouro... para de>fiar.
Urna noite, o duque d Cbirtrcs, finos: a
saber que as dsnvs vendiam depois o osa*') desfiav
do, eutrou uo seu s ali > com ama eaj i -a t da bor-
dada a ouro. As d .mis cercaram-n > liga todas,
aasaltaram lh-' a assstea e come-; -ram n rrn ar-
ibe os bordados. E-a um delirio... a qae p:ia-
cipiasaiatia muito sacisteito e a-asta. inajo
em pouoo a casaca fie n va um unir, o a- .na.
E'i'ao n prncioe c.nf ss n-ihes qne bav. a-
b a lo dellas. Pr.-vend > o que aueeederia, iu .ral
pregar ua casaca b.riados de oaro falso !
O baldes mrlllarraAeabvn de fau
se interessantes exp riencias no campo de
em Pars, com os aereostatoa traosp rtarei*. .
struid.s por M. Qa'aril You por e-n'a do gis
italiano.
Ajuelles balos sio destinados so exer-.f ita-
liano em AtncH. Sio iodos de sed*, te-c 25<)s
30 metros cbicos e podem dobrar ae de f.
a cubercu em un baeqnioba qss uio tes
que nm metro cubico de capacidad.*. Balas
barqutnba encerram-se no cotnoartimento ae tr
de urna car roe a, coja, frente oceapala par ma
cabrestante e pela bobina onde ae enrola o eaba.
Seis homens, movendo o cabrestante, fasem dmwa
rolar o cabo emqaante sobe o balio, e earoial-a
de novo, trasendo o aereostato ao poa!. de parti-
da. A traeca> a exercer sobre o Cibo varia, rafia
150 kilogrammss em tumpo cal mas com porteo vento.
Acompanha a carroca do balio as entra le-
vando os apparelhos destinados pro -.!<;*/> de
hydrogemo puro neeeasario para encher o a raaa
tato. Mas como para faser o brJrogenu pre-
ciso agua, justamente o qae maia falta tua frica,
cortou-se a difliculdade para ase cas especial,
substituindo o apparelho proi actor por eomt> apea-
relbo armasensdo. Fabrics-se a byIr gema esa
aples e envia-ae para Masstaah _nctrraJo cas
tubos de ac, de 6 milmetros de espesan a, 2 c
41 de comprmento e 13 centmetros de iiaraslrs.
Estes tubos foram inventado* por NorjeattelJc, o
inventor dos torpedos a qoe dea o s-u some.
O bydrogenio comprime-se nos tabos pretaaie
de 135 atmospheras a o fabrico doa tunos lia
bem feito qoe o gas conserva-se netles indefinida-
mente. Cada carro conlus 40 tubos, oa 1.0O ki-
logrammas, o sutficiente para encher am balio.
As experiencias no campo de Marte foram mea-
to satisfatorias.
O sin n el de Cerro de Bisas arria. Existe
urna leuda sobre o annel de ferro do principe sis
Bismarck, um asnel de qoe o chaaccUer alleansa
nunca se separa. E' muito simples grueso tc*a
oo engas'e a palavra rnssa NUtcketo.
Eis aqu a nistiria d'aqaalla asad :
No tempo em qne Bismarck era ministro da
PrussiaemS. Petersburgo, em 1862, fii
dado em pleno invern, p.ra as tacada
nal O puna onde os eacadores deviaa i
acbava se a ama distancia bastante coosiderasvsl
da capital.
Bismarck preparou as toas ctusas para all eae-
gar ahora pon toa I; mas, tenda sa aagaaalvne
caminbo, foi ter a urna aideia affastaa riese
cinco k I .metros do sitio airasado.
Felismente, na aldeio rncarregoa-se de rr
portal-o rapidameote aoode ell- qneria, ca
nica c indicio ; era que o ministro
contentara com o san ba mide treno e i
cavallos minsculo, Bismarek c-ns"otia, i
todava nalar ao aid ii que oa sea* cavallos I
ciam m>is urna oarelba de ratos.
Nit chtvo I respmdeu o aldeio seocatasmte.
Puircam-se a caminaa.
Oarant-s-me ao men s, q ie cb-gsrei i ama?
pergonteu o viajante, depois de sgase mitsctai
de silencio.
o NiUchevo, respoadea o aldeio.
Pass que o t'-o corra demasiado, e qoeixoa-st:.
rVilsoAeoo, repeta o roebeiro iapiaiiaailii. ea-
mecando a ebic itear valentemeate o* cara loa.
que segairam n'uma earreira vert*'
ooservacio do ministro, qae nicamente i
res parta nutro NUtchevO.
De repeate, otrau voltoa-se ; ministro e i
rolaram juntos s-bre a nave.
NUteheoo I r-petio pbil isipbicam-aate ata-
lente coche.ro, levaotando-sc e apootaado peaje
sos.cera pssos de distancia oade se araaism J
reunid is >-lgaas cscetdores.
Na queda queb -ara-se ama daa bastea V ates
do treno. Biaman k arreeadoa em sisa pedstcas c
mais tarde maudou faser d'etle aa staseL oeste

( >



Mario de PcrnimbncoQnarta--fcitvi 11 de Janeiro de 1888
;-
^
recordarlo i'aquella aventura qne poda ter-lbe
lido fatal
Ao raninos.ar o aldeao, p rguotar Iha o qne
quera duer aqoella palarra Ntckevo, e aouba
osa siga >&**: Qte inpor'af
Bismarck C.'mau ees palatra p>r d.vis* e mao-
dou grava i-a no aen aniel de ferro.
Directa na aaa >*rae oe coner
io do a porta* Boletim meteorolgico da
l 9 d Janeiro de i8r$-_________^__^
Horas
S sn.
9
t
3 t.
6
Barouistro
7 59^4
7SO7i
730-it
759" 01
TeosSo.
do vapor
19,8
20.62
20,73
19,40
19.22
cd
3
3
S
78
84
71
67
71
Temperar.'ira mxima29*,25.
Dita mini na25,50.
Evaporaci.o eo 24 horas noaol: 6",8 ; a aom
bra: 4,0
Chavanolla.
Direccio do rento: E de ir fia noirj at 5 horas
e 58 minntm da manbi ; E.NE at 6 horaae 47
niatos : IE e ENE nt 7 horas e 48 minatoa ;
ESE coro pequeas inteirupcoes de E at 8 horaa
e 50 minutoi ; NE e ENE altanado* at 10 horas
33 minutos ; E com pequ'oas interrupcoes de
ENE at 1 hora e 13 mioaCoa da tarde; NE e
ENE alterne dos at 5 horas e 42 minutos ; E com
pequeas in errup.dto dd EN at meaa nuite.
DierccSo co vento : E dar* ate todo o da.
Velocidad) inedia do vento : 3 Nebalouidi.de media: 0,62.
Boletim Jo |orto________
i
B.
P.
B.
P.
M.
M.
M.
M.
Da
9 d i Janeiro
10 d i Janeiro
Horaa
7V.l da tarde
144 >
75!i
20'. da manha
Altura
0-64
2,-22
0,-60
2,2
Lelieea KB eciuar-te-bau :
Hoje:
Pelo aget.te Brito, As 10 1|2 horas na ra es-
treita de Rosario a. 29, de nm cofre e movis.
Pelo agente Pintu, ii 11 horas, no largo do
Corpo Santo o. 11, de 1 cotre e movis deescrip
torio.
Pelo geme Guarni, a 1'. horas, i rna Mar-
ques de Olio da n. 19, de mov i a e tecidos.
Amanba:
Pelo agente Pinto, a mea h>ra depon do meio
dia, na J.qu.ira, de movis, loucas, vidroa etc.
Pelo agente Britto, as 2 1(2 horas, na rna de 8.
Joao n. 5, do estabelecimento ib: sito.
Pelo agente Bnrlamaqai, a II horaa, na roa
do Imperador n. 49, de predios e movis.
Sexta-ra:
Pelo agente Pinto, as 11 huras, na rna Mar-
ques de Olindu n. 52, de predios.
Mlai riinelarettbeio celebradas:
Hoje :
A's 7 ha-as, na matriz de Santo Antonio, por
alma de Jercnrmo da Si iva l'ereira ; a 8 horas,
no Espirito tanto, pela a.ma de D. Maria Rosa da
Silva Coimbra.
Sabbado:
A's 7 hrai, em 8. Pedro Marlyr de Olinda,
per alma do lira-' de Tucaruaa.
Pa*ax<-lraCbegadoi da Europa no va
por inglez Treta :
John Perry DunsmuM e sua senhora, Jane
Stsdjrar, Sjdoy Dae, Manoe R. Rodrigues, Ma-
Doel Iglesias de A'aojo, Luis Antonio dos San-
tos, Porfirio Jis, Paulo .los Rodrigue.
Sabido i para o sal no mssmo rapor :
Jos Fcrri'ia Ramos Sobrinho, Joaquim Fer-
roira Ramos Filho Lanriano Salgado Rodrigues,
Antonio Vaiquea Lapes, Jo* Malbeus Ferreira,
Carlos Matbcua Ferreira. Ep -.iniiiondas Mathens
Ferreira, Dr Bernardo /luWmo delleodonoa So-
brinhn, Jos Alvea de Carvalbo.
Oprrinir clrurgleSieForam pratica-
das no hospital Pedrj II, no dia 10 do corrente, as
segnintes:
PeloDr. Berardo:
Enucleaear do globo ocular eequerdo reclamada
por epitilom i do mesmo.
Pela Dr. atavio:
SAmputscAr por desartieulaciio da 2> phalange do
dedo medio oapttat Pedro IIIO moviinento deete
hospital no c ia 8 de Janeiro, foi o seguinte :
Entraram...............
Sahin xd..................
Falleceram..............
Exist m................. 518
Foram visitadas as enfermaras pelos Drs. :
Moscoso, s 7 3(4 horas.
Cysneiro, .s 7 1|2.
Barros Sobrinho, s 7.
Malaqnias. As 8 1|4.
O pharmac -utico eutr>u s 8 1[2 e sabio as 3
horaa.
Caa de leteneiioHovimento dos pre-
sos da Casa de Detenc) do Reciie no dia 9 de
Janeiro de 11*8:
Exisiiam 'Ai ; entraram 1 ; aabirsm 37; exis-
tem 412.
A saber:
NaeioDaes 899; oiulberet 5 ; >strangeros 6 ;
escravos aculen ciados 6; iJ*u proc^ssado 1 ;
idem de con *< cao 2 Total 112.
Arracoadoa 369
B n= 347 mes 2'!.
Movimeot) da enfermara
Tveram i.lta:
Ignacio Xiv ier do Nas ment.
Joaquim Joso Jos do Naacimentc.
Teve bai::a :
Oocfiii Joi Baptista.
L.oK-1 ii, da proslada-42' parte da lia
lotera pelo uvu plano, cojo premio grande e de
lC0:000*(XiO, m beneficio du Santa (Jasa de Mi
aericoraia io Recite, se ertrahiri nodia 13 d i
corrente ar meio dii, na igraja de Nossa Senhora
da Conceci.o dos Militares.
Ccium rio pnbllcoObituari do dia 9
de Janeiro :
Jo quim Ooncalves Casca), Portugal, 40 amos,
solteiro, Reeife; congetitlo cerebral.
Francisci Maria da Oooceicio,'Babia, 42 annos,
sclteira, V rtea ; ciDgtsifto .-erebral.
Esteva) d Bo.-Morte, Parabybi, 25 annos,
olteiro, Bs- Vista ; f.nda penetrante do abdo
en.
Jotqnina Francisca do Sascimentj, Pernam-
bnco, 40 annos, aolteira, B5a-Vista : tobercalos
pulmonar I.
Angeiini. Olympa Pies, Pemambuco, 8 meces,
Bi Vint: nspaamo.
Mara Pastora, Pernimbaeo, 38 annos, casada,
Graca ; anemia.
Mana Riaa da ConcMcao, Pemambuco, 36 an-
nos, aolteira, Santo Antora; erysipela perni-
ciosa.
Carolina, Pemambuco,3 loea^s, Santo Antonio ;
entente.
Om recemaaseidodenomi' Ceme, Parnambnco;
remettnio ) la polica.
Dm reetmoascido de nxoie Manoel, Pernam-
baeo, 2 dii.s; remettid) pelu polica.
Dr. Gama Lobo msdioo operador o par-
bsiro, reaideocta ruado B. da H.Borja n. 26.
Ooasultorio: rea Larga do Rsiario n. 24 A
Consultos das 11 horas da manha s 2 d
tarde. Especiadade : molPHtias e opera-
v5es dos orglos geoito-uriottiios do bosonir
s da malher.
Conaaltorla medliulegal
O Dr- cm medicina pela Paoaldade da
Babia, bacharel em direito pela Faculdade
do Recifa Jos Flix da Cuota Menees,
encarrega-se de qoestSes de madi ina,
legal. Ba Primeiro de Mrc;. n. 12.
todos os das das 11 borus da mnba a 3
da tarde.
Clnica aaedlca
O Dr. Matkeus Va; d volt* de sua va
geiu, contina no exerciuio d sua profis-
8o, para o que ser tncontrado da 11 ho-
ras da manbl s 2 da tarde na ra do B.-
rao da Victoria n. 32, 1. andar e em ou
tra qualquer hora ra da Princesa Isa-
bel n. 6.
Oeenllaia
Dr Ferreira, com pratica nos priocipaes
hospitaes e dioicas de Pars e Londres,
d consultas todos os dias das 9 horas ao
meio-dia. Consultorio e residencia a ra
Larga do Rosario n. 20.
O Or Barro* Oalmares
Pode ser procurado em seu esenptoro a ra
1. de Margo n. 4, 1.' andar.
O Dr. Milet tem o seu escrptorio de
advocada, na ra Duque de Casias,
u. 60, 1." andar.
rasarla
Franeiico Monoel da tilva & C, deposi-
tarios de todas as especialidades pharma-
oeutioas, tintas, drogas, productos chimi-
oos e medicamentos homeopticos, rea do
Mrquez de Olinda n. 23.
rosarla
Faria Sobrinho & C, droguista por
atacado, rna do Mrquei de Olinda a. 41.
errarla a apar
Serrara a vapor e offinat de earapina
de Francisco dos Santos Macedo, oaea do
Capibaribe n. 23. Neste grande estabele-
ciMent, o primeiro da provincia neste ge-
nero, compra-se e vende-se madeirr s
de todas as qualidades, serra-se madeirai
de copta alheia, asbiro como se preparare-
obras de earapina por machinas e por pre-
co sem competenciaPemambuco.
atshn o direct ir conneee muito maii de parto as
necessidadea do curso, sob suas diversas relicSe,
est em contacto immediato com os alumnos. Prin-
cipa'mente em ama Escola Normal sso neeessa-
rio.
All se prepiram os rutaros meetres, preciso
que o director inaie de p-rt) os conbeoa, lide -com
elles no ensmo, reteja em coudieoea de verificar-
Ihes a voeacjto, o gosto, o instinoto proSssional.
Pbis o direct ir quem tem de dar ao govemo, em
tempo opportc.no, noticia da oocaedo de cada nm
dos titulados e diffi?iloi nte o pude faser sem essa
intmida'de quo dio o contacte diario, as relacoes
to eetreitas que o enaioar eatabelcce entr- o mes
tre e o discpulo.
Aaaim qu-, o aeto censurado pela opposicio li-
beral perfeitumente correcto e d'elle. sob diver-
sos ponto) de vista, j pod<-m provir vant.g-m ao
servico publico.
PliBUa^OIS A PEDIDO
't'rlumpho
No Diario de Pemambuco sob a. 276, de 2 d'este
mes, o Sr. Jeronymo Tbectonio da Silva Loureiro
veio chamando de Z Pviabo a de sem couscienuia
aos signatarios de urna mnifestacSo dirigida ao
digno tais municipal e de orobios dVstu termo,
Dr. Francisco Jos Meira Sobrinho, offerecendo
como desmentido solemne am documento.
Venho declarar, qne o Sr. Jeronymo Theotomo
da Silva Loureiro bem sabe que os signatarios s2o
homens importantes, negociantes, vareadores, jui-
ses de pax e propriecarlos neste termo, e e o man
veso que tem o Sr. Loureiro de gostar da inverda-
d-1, e o odio que vota ao Sr. Dr. Meira Sobrinho, e
a maioria dos signatarios, dos quaes depoe, podem
le va I o a am tal procedimeoto.
A manifesta(io n&o foi feita pele Sr. Dr. M lira
Sobrinho, aqu, ha quem a faca, como fes, e nao
difficil como suppde o mesmo Sr. Loureiro. O do-
comento m prese d tai o nma ordem expedida, a re-
quer atento de um tutor, como coaita do respectivo
casorio, e nada pro va contra o Sr. Dr. Meira So-
brinho. Conforme o impeto, com qae vier o mesmo
Sr. L ureiro teri a devida reaposta.
Triompbo, 17 de Desembro de 1887.
Isidoro Joa da Silva Mascarenbas.
di.
Curso de tastazo Primaria e Secundaria
IMttTO EXTERKATO
DIRIGIDO, PELO
Bacharel Olintho Vctor
Aa aulas deite estabeleeiaento deJinstrnccSo e eduoa93o rstario abortas do
9 do corrente em diante.
.13Ra do Yiscoude de Albuqnerqae-33
Cf Casera
COMMUNICADOS
IBDICACES BTEIS
Mesllooa
O Dr. Lobo Mcteotc, de volta de su
Tiag*m o Rio di- Janeiro, aonntia n
oxereicio de ana prona sao. Consltuaa dar
10 s 12 horas da manbl. Especialdi.de.
epera(5ej, parto e molestias de sen horas
meninos. Roa ds Glotis n. 39.
Dr. .9amto 8intp.no d-eansultas d>
sacio-dia a 3 hars n> l.'.atraar da o*
a ra n Bario d Victoria, n. 51. Ren
dencia roa Seto de Setembro n. 34, en-
trada pe a ra da Saudade n. 25.
O Dr. Castro Jttut tem o sea cnsul
torio bm'ico, ra d-> Bom-Jesua n. 23.
sobrado.
Dr. Jwswrm bxtrgbo ssedieo e parteiro
Consulto re ala na do Ciaboga n. 14, 1*
andar, di 12-a da tarde residencia ae
Monteirr.
Escola "Worinal
Uarecea reparos da imprensa opposicionista a
nomeacao do Dr. Alvaro Ucba Cavalcante para
o lugar de lente da Escola Normal.
Eises reparos versaran, sobre a aptdo do no-
meado e sobre a inconveniencia da accnmulacSo
das tanccSes de director com as de lenta em um
mesmo estabelecimeoto.
Nao era natural que a oppoeicao deizasse pas-
sar sem critica a nomeacSo de um adversario que,
ai bem nSo se tenha at hoje mottrado partidario
infrene, todava r-soluto e firme em suas cren-
caa polticas- Mas nao tem ella razio.
Do ficto de nao ter sido o Dr. Ucba nomeado
por meio de concursa nao curial dedazir-se a saa
inaptioio. Espirito coito, tem-se elle dado, desde
muito tempo, ao estado das disciplinas lecciooa-
dss no enrso n< rmal que eet seb sna esclarecida
droccao, e por isso que, presidiado na qualida-
de de director daquelle curso, os ezames dos alum-
nos, os que a taes actos concorrrm sao testemu-
nhas de qne elle nao se limita a assistir, mas in-
terroga e disente. Isto tacto de que ha o teste-
mnnho de quantos em taes occasides frequentam
aquella escola e observa-se desde cerca de deie-
seis anner, qae tantos conta de director o Dr. Al-
varo Ucba.
Sea amor ao estado e a pnsico de presidente
dos ezames o tem levado a illnatrar-se, alias sem
faser praca disao. sem se inculcar de erudicto, as
materias das diversas cadeiras da Escola Normal
e ni. sena i asaim que elle se tem mostrado na
altara de fiseaiisar o ensino d'ellas.
De ni) ter havido coocurso nao se pie con-
cluir contra o nomeado. A preva temla na pro-
pria EscoU Normal, ondo e om lente eziste que
fji prvido por concursa e os liberaes sabem si
seos co -religionarios que ni j all profeasorea. no-
meados sem concurso, deeempenham proveitost-
ro' Dte snas fonecoes.
Sem proposito de particnlarisar, mas tomando
um de entre os varios proteasorea qaaodo e onde
toi qbe o Or. Joa A. Rodrigues Lima se tinba
mostrado habilitado am pedag'gia antes de ser
lente da Escola N irma ? E todava, nomeado
sem concarso, dos oasis distinctos profeasores
daqu. lia Escola. Oitros ha all no mesmo caso,
prvidos sem t litacio na especiadade que fa obj cto do ensino
de suas CAdeiraa, elles bonram o magisterio e cada
dia justifican o acert nao assim, a oppoaici> o declare. Apenas houve
ama nomeacao p doa quasi todos sio pessons que a opposicio co-
nbeca muito de parto, pirque sao seas eo-religio-
narios.
E nio tinha o presidente da pnvinoia nesta
occasiio melbor alvitre di que o que tomn. No
intuito de economisar despesas, em v-r de suppri-
inir a cadeira que eatava por preencher, accomn-
lando as outras o que nella se ensinava, isto ,
sobrecarregaodo-h* e dificultando o ensino, era
sen duvida preferivel, feita urna nova distribu-
cao das materias do cure3, confiar urna das ca-
deiras ao director da Eicola. Essa accumulaclo
da directora com o ensino adoptada em maitas
escolas nornxes estran,reirss e entre ni orna
medida eeoaomica, que aii p le ser levada a mal.
Provida a cad ira vagt, sendo para ella nomea-
da a pcaaoa que servia como director, cumpria(fa-
ser-se, de entre os profeasores, a designaedo de nm
para esse lugsr. O que caba faser-se ? Por de
parte a pesaos que ha tantos annos tem oceupado
o lagar 7 Nio era preaidimento curial nem justo.
O 'r. Deha s-rve olu*;*r de director desde muito
tempo 11 opp,e ci* nio p le diser que elle o tem
ezereiao mal, porque desinmril-a hia, se o dissesse,
o tacto de ter elle sido conservado n'aqaelle eo-
prego dorante a sitnaei liberal, no dominio dos
adversarios politios do digio director.
A inconveoiebCia di. uecninalaoio das funeces
de lente c m a directora, nio eziste. Desde que
director i p-tao. apta, .i. o tempo ea qae est
na cadi-ira um embaraeo aoezarcicu desusa tanc-
coea. A fiacalisaeique Ibe incumbe pita elle besa
ezercel-a senda lenta
O director de uai ioatitnto de ensino nio como
am/eilor u asaiaCir o-aervico de trabaIhadores. E
envarregstdo de sopenatt-aier ao ensino, de dar
ida e ff ictividada ao regiment de imprimir-lhe
em saa zeeucio o espirito qae Ihe deve presidir,
de canter ordem e birinooia precisas para o fooc-
laaasaeaco regalar do instituto. Ora sata iocara-
benoia p >de saait-r b m ser oooSoda a am lente.
E metmo vanujoso aan o sj. Nio se pide diri-
gir taeihor nm st.b..icim-oto de tastaaaflo, do
qu^ cumpa- tiudo os tostalaos do ensino, do ao*to-
Ae publico
0 abaizo asaignado peohorado pela manifestacio
de apreco e consideracao, que se dignaran) dar lbe
nos jornaes A Provincia sob n. 247 de 26 de No-
vembro fiado. Diario de Pemambuco sob n. 272 de
27 do mesmo nvi diversos seas jarisdiccionados,
entre estes, as principacs, legitimas e verdadeiras
influencias polticas, nesta cidade e sea termo, vem
testemunhar aos signatarios da dita manifestacio
o seu reconbecimeiito.
Triompbo, 11 de Desembro oe 1887.
Bacharel Francisco Joa Meira Sobriuho.
Collegio Meira
Este Collegio, que contina a funecionar
na ra da Imperatriz a. 63, abri suas au-
las hoje, 9 do corrate mez de Janeiro.
O director deete Collegio, abaixo assi-
gnado, convida aos pas de familias, que
des'.jam o r J aproveitamento de seus fi-
Ihos, a confal-os a seus cuidados, garsn-
tindo-lbes o maior interesse pela educacSo
de seas alumnos, do mesmo modo que o
inteilectual lhe merecer sempre grande
iuteresse.
Alm dos preparatorios exigidos para a
matricula as Faculdades do Direito, en-
sinar-se-ha tambem a traduzir e fallar a
lingua allema, ficando a regencia da res-
pectiva cadeira a cargo do Sr. Algarnon
Sidney Schiefler.
O resultado dos exames prestados no
fim do armo prximo fiado, na Faculdade
de Direito, pelos alumnos do Collegio Mei-
ra, sao a prora mais eloquents em favor
das vantegens que offerecem este Collegio.
Colegio Prylano
Protesto
Os abaixo assigaados, representantes da
empreza exploradora da fabrica central da
Escuda, deparando com a poquenas noti-
cia publicada no Diario de Pemambuco de
5 do corrente onde se dieconstar que os
engenbos centraes de Firmeza, Cuymbuca
e Hora Gosto estSo moenio cannas avaha-
das na questao dos agricultores, v ti pro-
testar contra semilhante invenQio, publica-
da talvez por alguna credores officiosos
com o fi u de pruduzir effeito na questZo
que ni'. liziueatc sustentam os abaixo as-
signados com a Companbia.
A fabrica*central da Esada (Firmeza)
ainda nao raoeu, nem moer urna canna
se quer, d?s que toram avahadas, e sabe
perfeitamente oisso a companbia Tbe Cen-
tral Sugar Faetones of Brasil Limited, pulo
seu fiscal qu tem na fabrica, provocaodo-
a OS ab .1x113 .asignados a que venba con-
testar o que declaram, e provam mais os
cannaviaes que serviram avahaco que
serSo franqueados a quem os quizer visitar.
Acrese? ainda que pela grandesa da
safra que se est colhendo, talvez nao se
consiga moer todas as cannas novas, quan-
to mais as velhas, e mesmo porque desde
a creacSo da empreza ficou estabelecido
que nao se moeria ditas cannas por conve-
nio algum.
Fica pois lavrado este protesto para evi-
tar que produza o effoito desejado pelos
credore officiosoa a noticia tula que fiza
ram publicar. |
Fabrica central da Eacada, em Firmeza
7 de Janiro de 1888.
Fabio Velloso Freir.
Franoisco de Barras N. Silveira.
Antonio Liog Ribeiro GuimarSes.
JuSo de Barros e Silva.
Febre e sezSes. Curas admira veis.
O Dr. Egbert Simis, amigamente um dos
membros do Collegio Medico de Philadel-
phia e presentemente um dos mdicos o
mais popular em Minnesota, esoreve a um
a Digo em Nova-York, que as Plalas As-
sucaradas de Bristol, esto produzindo ma-
ravilbas naquella r-giSo em casos de febres
e sezS'jS, e f.-brea billiosas e intermitientes.
O extracto seguinte de suas ob^ervacS^s
foi publioado com a devida perinissilo do
tal amigo, f. quem fora dirigida : Como
Vmo. sabe, eu son mui pouuo amig de re-
medios annunciados, e principalmente pi-
lulas; a maior parte dellas para nada
prestara, e muitas sao perigosas. Porra
as Pilulas Afsucaradas do Bristol, tormam
urna honrosa excepcZo. Nao se podia de
sejar melbores pilulas para o uso de fami-
lias. Nao ha, segando nao me eogano, em
tod.: a pbarmacopeia cousa qae com ellas
se possa conpar>r; aom isto ainda to-
do; as qualidades anti-biliosas das pilulas
as tornam um remedio positivamente ines-
timavfl para a cura das febr-8 biliosas e
intermitientes e saiSe, to communs nesta
Uttitu le. Eu as acbei de urna effi sacia
excellente no onrativo de febres e-s-sSes.
Ellas Bao tanto tnicas como aperientes e
podem ser administradas com grande van-
tagem, naqjelles casos em que os purgati-
vos drastiois poderiam ser altamente peri-
gosos. t
Ellas se asbam mettidas dentro de vi-
driohos e f or isso conservam se perfeitas
eu todo i oii climas. En toios os casos
aggravados ou proveni ntes d'u n estado
impuro de tiangue, a S^Uaparrilha de Bris
tol, deve de ser tomada Conj ueta mente
com-as plalas. (4i)
O consuno dos boas medicamentos aug
menta seeapre, emquanto tendem a desap
pareoer muitos outros. Foi o que suoce-
deu ao-vX.rops de rabio iolado de Gil
asault, desde qae foi adaptado pela com-
missao ofli-ial de Codex como am verdadei-
ro melhorumerito do xarope antiseorbutico.
Tratando-le da ereancas sem appeti e,fpl-
lidaa, diMwds, >lv iyphtiias, sajeitaa s
erupcSea do couro cabelludo, da pello a da
fau-e, e sos eng irgitameotoi das glndulas
do peseocu, asta agrupa un medios roen-
.ado pastabatercfa e. raiotral o ais arastaos;' o heroieo.
Assim que, dentro 46 exames, qae fo-
ram presta los no fim do anno prximo
passdo por alumnos deste collegio, somon-
te 3 foram mal suoctdidos, merecendo
dous delles distinccSo e sendo plenificados
22 e simplificados 19.
Contina a funecionar a aula primara,
que poder receber alumnos da mais tenra
idade, pois dirigida por duas filbas do
director, das quaes urna alumna de ter-
ceiro anno da Faculdade de Direito do Ra-
cife.
Admittem-se pensionistas, meio pensio-
nistas e externos.
Entre os exercicios pbysicos, que tanto
convm saude dos alumnos, ensinar-se-ba
este anno a esgrimir espada.
Tambem poderao aprender msica os
alumnos que o quizerem.
O ensino de allemSo e de msica ser
pago parte.
Ra da Imperatriz n. 63, 2 andar.
Reeife, 9 de Janeiro de 1888.
O director,
Ascencio Minervino Meira de Vasconcellos.
biilllo j Je Abr! *
E
\ ul 1 Inf nuil
Ra do Vuconde de Camaragibe outr'ora
do Hospicio n. 10
Director :Bacbarel Luis P01 to Carreiro
Este estabelecimento de educacio e nstruccc
primaria e secundaria abrir auas aulas no da 9
de Janeiro de 1888, esperando continuar a mere-
cer dos pas dos seus alumnos e do publico em ge-
ral a eonfianoa que at boje lbe foi diagensada.
O predio em que funcoioua o collegio tem van-
tas prupor^des e reoujujeoda-se pela facilidade de
fiscalisacio, pela hygiene e por outras vantagens
que com a vista melbor pidem ser apreciadas.
O collegio contina a receber alumnos externos,
tem-internos e internos.
O resultado dos ezames fiases quer no cargo aa-
nezo, quer na aula infantil, foi o mais lisoogero
posaivel, bavendo 80 approvaces sobre 100 eza
mes.
O corpo docente do Instituto contina a ser o
mesmo com as seguintes oodifijacoes : a aula de
matb matica est a cargo do director; a de geo-
graphii e historia a cargo do Sr. Dr. Mazimiano
L p-s Machado, bem como a de etrylo e eoropo-
aicj ; a aula de francos pratico ser regida por
Mu. A. Muner.
O corpo disciplinar acha-se confiado a auxilia-
res habis e moralisados.
Para ibf irmaces mais miauciosas os interessa-
dos deverio dirigir se ao director do Instituto
roa do Hospicio n. 10.
Reeife, 2d de Desembro de 1887.
O direetor,
Luis da Costa Ferreira Porto Carreiro.
i- RA Si DE HAlo %. 13
Io andar
O director dessa casa do educaco e ensino avisa
acs pas e interessados de seus alumnjs, e ao pu-
blico em geral, que do da 9 do corrente em dian -
te aebam-se abertas de novo as aulas dos cursos
primario e secundario do Collegio Prytaaio.
Pelos estatutos ha 4 claaaea da alumnos internos,
sem-internos, externos e semi ezternos, aos quaes
sao ensilladas, alm das primeiras lettras, todas
as materias para a matricula em qualquer curso
de instrueco suprior do imperio e mais as seguin-
tes linguas italiana e alterna ; escriptaracao com-
mercial e sciencias aaturaes.
Todas estas antenas esto a cargo de profesao-
res habiliasimos e demasiado conheoidos no ma-
gisterio pernambucano, como os Srs, Drs. Arrea
(ama, Joa Diniz Barreta, Artbor Orlando, Ma-
noel J. R. Pinheiro e Prederico Uiyaaes de Almei-
da e Albaqoerque. O director tambem toma par-
te no ensino do curso secundario ; e a aula prima-
ria especialmente regida pela rai e irm do
mesmo director.
A casa onde faneciona o Collegio Prytaneo, sita
ra 24 de Maio, (antiga da DetenoSo) n. 13, 1"
andar, est em muito boas condices bygienicas e
offerece vastos e aadioa commodoa aos alumnos.
Recite, 1 de Janeiro de 1888.
O direetor,
Tranquilino Gracianno de titilo ^eiao
a de lao lo Reg>
FIreatf na aV
Com o ttulo acuna coatteeido por
na e as principacs provincias do tal do :
acba-su aberto o giaode, afamado,
ravel,CAPE' CASGATA, eesto de qne 1
r o publico asaeie, agrado e sericdade.
Cudniria e beb ragens--sem cosapatensM aat
piec is !
Outroaim: a frequencia ao CASCATA assstr
a melbor alegra com agradav->is lieores, eossaatas
fras, sorvete, o verdadeiro (ookaje asbsCras-
cao!
Tudo no brando.
Assim como :
Confiamos nes amigos,
jao assim nos qoeirasn honrar,
-para servil-os--estamos
dispoitos trabalbar.
Precos modic >s bons pe'iseoa
quauto basta ao fregus. ..
no manso sempre terrosos
bons mastigos e p-ilides !
Seriedade a norma
que d'ora avante teredos
confiados nos amigos
nem um fiado taremos.
E,se pedido veos faser as
fiados no rnge-rage,
vio bater em oatra porta t
nio comnosco esta lambuge.
Anha-se na direecao do CAdCATA o srusa
vel Jos da Rocha e Silva- ex-proprietario do Ca
f Petropols.
Recite, 7 de Janeiro de 1883.
A viova D. Eulalia Ernestina Caraeiro
cante achando-se gravemente enferma sesa re-
curso algnm para si e para cinco filbiaboa, tjae
msis a affligem em torno de sen leita, roga a al-
gamas peasoas am obulo de saa caridad, osas as-
mola pelo amor de Deas. Resida roa das Car
rocas n. 32.
Aula particular
Boa. Haipaei lo Herval ss. 33
Aona Theodora Simo participa ao rcipeitave
publico e aos senhores pas de sttaa alumas, quel
no da 9 do corrente abnr-ae-bo suas aulas, e
espera a acolhimento que lhe tem sido sempre dis-
pensado, quer na aula primaria a seu cargo, qaer
as secundarias, quer em msica vocal e piano,
aasim como em trabalbos de agulha, regidas por
profeasores idneos.
Consultorio medico-
cirargico
O Dr. Castro Jess tem o seu consol-
torio a ra do Bom Jess antiea da Cruz}
23, 1. andar.
Horas de consultas
Das 11 s 2 da tarde. A nohe ser
encontrado no sitio a travesss dos Reme-
dios n. 7.
Curso primario e se-
cundario
na Maromea do Herval n. SI
Jos de 8 uza Cordeiro Simoes avisa ao respei-
tavel publico e ios senheres pas de seus alumnos
que as aulas de seu curso abrir-se-hao no dia 9 do
corrente, e espera o acolhimenta e a proteccSo que
at hoje lhe tem sido dispensados.
A aula priman, acba-ae, como de costume, a
seu cargo, coadjuvado palo acadmico Joio Tho-
m Alves Gu'marJoo, e o oarao secundario aos
cuidados dos acadmicos Joao Joaquim da Costa
Leite Filho, Esmeraldiuo O. de Torrea Bandeira,
Joa de Preitas Moraes Pinheiro, Joao Diois Ri-
bdiro da Cuaba e o Dr. Leooarlo J-i Qrego,
que nio poupar? esforcos para o adiantamento
Idos alumnos.
M
111 ni ; medica
O Da. Alvabbs QuimaiiIks, recem-
ebegado da corte, onde enmenu por lon-
gos ann.is, tem aberto conanltini rna
do Born J-s 13 (antiga da Crut) n. -45,
1* n lar, onde foi o oomultorio do di
tinelo mdico Dr. Teixeira, e ah d con
sultas todos os 'lias do meio dia s 3 ho-
ras da tarde. Reside prac* do Cinde-
o'Ej (.Miga da Boa-Vista) n. 28, l*n-
dar, e, quer aqui, quer all, aceita cha-
mados.
I.x'cii Triadelptiico
20-UUA- DO HOSPICIO-20
Reabrem-ie, no dia 16 do corrate, as aulas
deste est belecimento de instrueco e elucaclo de
meninas.
A directoia, certa de que tem feito o possivel
para corresponder i locumbeDCia de qoe tem sido
eocarregada, espera que os Srs. pis de fam lia
continu- m adiapeosar-ihe a mesma coufian^a Ci.m
que at h je tem Lonrado.
As aois do Lveeu fanecionam das 9 horas da
manb at l 3 da tarde para as aluinaas exter-
nas e at s ( para as semi-internas.
Al o de arimeiras lettras, mantm a directora
um curso seoaaiari qae se coinpo das seiraiates
materias : sniruas nacional, francesa, inglesa e
italiana, thturica e pratt-amente; ariihmetica,
gejgrapbia, geometra e historia ; msica, deseuhj
e tr.balnos de ngoiha.
Para mais inf rmacoes poderai os Srs. ioteres-
oados dirigir-se ao rstabeleeimeoto.
Recit 7 4a Janeiro de 1888.
A 11 rectora,
i/aria de Mello arneiro Ledo.
Admiran 1 corebinacao a ientifieo huma-
nitaria realmente a que eoostitue a Emnl-
aSo de 01 de figad de ba-alhi da No-
ruega com hyposph'iphitea, prrparada pe-
los Srs. Laniuan & Kemp, a qoal tem si-
do composta com tal esmero e por meio de
um processo t&o pt-rf-ito, seienttfico e bem
eapTimaatado, que nfto xcitamos em recom-
mendal-a como nica na sua especie pela
ua pureza, excedencia ffijania em todo o
caso da escrophutas, affeooao dos pul'nS s,
in tisgest'i, dyspepaia, debiKdade g-ral e
enfraqaeuineDto, gHrantiuo o augmenta
do volum e de e-rnes, e a recuperacio
das forQas e a saud-i pirdidam, eu um es-
paco de tempo relahram.Wa etirto. Bti-
gir a Marcalaoustrial osssfti,garanta de
legitimidad*.
Collegio de K S. da
Penlia
Boa da Aurora ss. 3. S andar, en-
quia da roa Pormoaa
As aulas deste collegio principiar) a fuuccio-
nar a 7 de Janeiro : in truccio primaria, secun-
daria e prendas.
A directora,
Angosta Uarneiro.
Institution fran^aise
de demoiselles
Mroe Irma Adour, directora do estabelecimento
! de edacacao assim dnoinl::ido, e sito 4 roa do
j Baro de S. B i.-j-t n 60, pirticipa aos Srs. pas
de familias qae as respectivas au'aa se reabrirlo
no da 9 de Janeiro pr x!m' roturo, e que couti-
na a receber alumn.s p nsiooiatus, eemi-pensio
Distas e esternas.'
27 de Desembro de 1887.
C'jIIi'i Aur Dir]
Rna d Imperatriz n. 3t
As aulas principiarao a funecionar
a 9 de Janeiro.
A DIEECT )RA,
Olympia Afra de Mendonca
Clnica do Or. Silva Ferreira
Especialidades: molestias de Senhoras de
pe'le. ,
Consultas de 1 s 3 horas.
Roa da Cade'a a. 63.
Residencia Ra do Conde da Boa-Vista 24 I
Telephone n. 41
Clnica nedseo eiriarglca
DO
Dr, Alfredo Gaspar
EspeciadadePartos, molestas de senhoras e
naneas.
ResidenciaRoa da Irnpratrti a. 4, 2.*andar
Telephone n. 226.
Cog ac Brazilei o
Fabricado por A- M. V-ras A G. cm
odas as regras proscriptas pelaioieooia ,
e de pareaa e s*b >r identio.is ao cognac
estr ng-iro. O Cognac Braaileiro ama
excellente bebiu, o melbor nctar qne
se p ie conhe'-er.
Aeha se na fabrica O
tais, r-suarants, cafas,
deata cidade.
lie experimental o'
em todos o* bo-
bilhares e vendas
Perfumara Ameri-
cana wf.
Matr Beaiitrriclo 4 tearplleo
Le aspa e itnpmie a carie dos denles, tira o mia
kaliti da b coa aura aa doraa da denles a fortifica
s gaagifa*.
ttep sito : na Pharnvicia Amarioaoa ds A. N
Tara* de C.
Amor maternal
a's mais de familia
Acabamos de 1er no importaate
que v a luz da pnbeidade na capital do
Imperio < O Paiz a seguinte publicacio,
que, sem mais commentarios, qui traasv
crevemos :
t Dizia NapoleSo I que, edusando-s
a mulber preparava se o iutu.ro. >
c E de facto.
c A mulber o principal motor do des-
ea volvimento humano. Qaanto mais vir-
tuosa e Ilstrala for, melbor es e mais
bem educados sarao os bomens.
< A mSi a sentinella vigilante qae
vela a vida preciosa da crisnea, acornpa
nbando a, desde os primeiros vagidos as
o momento em que, feito hornea*, trans-
p5e os hambraes da vida real.
< E quantos desgostos, e qae tortoras
angustiosas, os de urna mai qu? ve sea
filho ainda peqaeaino, sem ter exprsalas
para dizer o qu- sent e, todava, gansea-
do, chorando sob a influen ia de ara in
commodo que, muitas vezes, sabido a
tempo, poderia ser debellado ?
t Quem s -. recorda destas situares
criticas, to communs ao viver de osea
mai, nao poder deixar de curvar se res-
peitos mente nft a rau!b-r a p?roaiti-
cac2o do d-vota.ncnto, da abnegneo o dea
mais puros e grandiosos sentimnntos qae
se aninham no coraySo humano '
s E como r> fl.-xu ilesse muito reapeita
que temos per ella, dirigimo-nos rgora s
mais de familia, j delicadas educadoras
da futura ger .cao.
* Mais do que as pessoas adultas, aa
criancas estSo sujeitas as toases, defluxos,
constipacSes a outras affaccSes congeaeree,
j pela sua dbil compleico e delicada
organisacSo, j pela sua corta idade ano
nio lhes permitte o esquivarem-se de asa
golpe d'ar, por exempta, on d'outro qual-
quer descado.
c Todos sabem o que acontece aeete
caso.
A orianca, um dia, deiti-se com a
voz pouco alterada e urna tossesinha ia-
signieante que, aos proprios pas, pasea
deaapereebida; uepois, no dia sguinte,
j aquelles pequeos indicios aggravaas-
se, vem-lbe ama febricolasiaba, lA llama-
se lhe a garganta e dahi ama angina oa
garrotilbo, um momento.
< Chama se o medico, qoando, s vezas,
j nao ha mais remedio para a doenca, e
aquella innocente crian-.-inba, e->p;r.oca
fagneira de orna familia inteira, deeappa-
re je repentinamente deixando os pais isa-
mersos na mais acerba dor...
c Oh 1 relia, p r quem escrsvsaasa,
lembrai-vos qae a Providencia nanct leixs
de soccorrer quem a ella confia *
< E cs31 presciencia omnipotente, oests
caso, m.niesta-*e noPeitoral dd Canalsa-
r -remedio exceil-at.;, qoao raiUgroao
para as molestias do peito, g-rminvlas, a
maior parte d. a vezea, na '.rianrj-i pjr ass
descuido da natureza dos qae i-x'xaasos
apontados.
< Comprai, pois, o Peitoral de Cas
bar e taris prevenido a eventualidad!
terrivel de vos verdes privados da voseot
flhos.
c Aqoelle remedio ser raais
liar do nosso devotamente, do
maternal.
Hmtor.

'


Casa Feliz
PRACA DA INL>BPESDESCIA N3. 37 E 3
DE ANTONIO A SANTOS PORTO
Aoa 100:000*00
Venden da 1.a estraccAo da lia lotera extraaaa
h 'nem, 4 de Janeiro, a sirte de 1:0004 a. 9V,
a surte 260*000 a. 3 '8d s 390.
Tem exposto vende os seas felises I
garantidos da 2.a ex> raccao, a benrfieio da !
Casa de |Misericordia que se extraara ae sa 13
do corrente
Prirael ra leSSraa. pr i ss asara Oto
cea prsIic.ielSeuiIfS
O profesaor da 2* eadrira do Bueifa, sita 4 na
Bario do Triumpho n. 62, 2* andar,
leociooar de Janeiro prximo rindooro
m cas .a particulares as materias acssa i
das. Garante rpido adiantameota.

Lotera do Para
A 3* serie da 15 lotera do Paca sajn
no dia .. de Janeiro cora o plano m ...
I20:000tf
Dr. Cocllio Leite
Participa a seos clientes e rasgas.atas
tem sea consultorio na roa Dnqao la Ca-
sias n. 57 1* andar, onde ser
de 12 s 3 da tarde todos os
reside provisoriamente na roa.
Portugus n. 14.


"!
Diario de Pernambac^ (jiiaria-feira II de Janeiro de 1888
Minga de medie
O Dr. Mello Ijobci, medico, parteiro a operador,
doa o seu consultorio e esideanU di ru Lr?a
di Botara u. 44 pi n oats u, 24 d. useame roa,
p>r cima do AtJtel dt Ouro, oide pode sei proea-
rito 4 qualqur hora do da cu da uoite.
Dr, Birreto Sampao, medico oca-
luta, ex-chofii de dioica do Dr. de
Wecker, di consultas de meio da 4a
3 horas da tarde, no 1.* andar da cata
n. 51 4 na do Barao da Victoria, ex-
cepto nos dom ngoe e diaa santificado*.
Residencia ra Sote de Setembro n.
34 Entrada p jU ra da Saudade a. 35.
UlUAiUSSl*
Dr. ff'aes Barrete
PROMOTOR PUBLICO
Advocado
&1I|( Parlhenon
H. j = Mua lo Hospicio = W. 8
0 director diste ei.abelecimento de instruccao
pr maria e secundar ib, declara ao pais de seos
alumnos e ao publie> em geral que as aulas de seu
coilegio comecario a funecionar a 9 de Janeirs,
ootro sim que receb' alumnos internos, semi-inter-
nc se externos.
Recife, 3 de Janeiro de 1888.
Ovidio Al ves Manaya.
flOBlEBnii
REVISTA
O i qnii
OOHHERCUL
He
nena de *5 Deseaator
Janeiro de 1888
Jambio sobro Rio de Janeiro Ni) se fez trn-
saselo ofEcialmente.
Cambio sobre Babia dem idem.
Cambio sobre Sanies T. mou-ne a 30 d/v com
3/4 0/0 e a 60 c/v cam 1 3/8 0/0 de descont.
Osmbio sobre Rio Grande do SulTomou-se a
3 j 'v com 1/2 0/0 de descont.
Cambio sobre S. PauloTomou-se a 60 d|V com
1 1/2 15/8 0/0 de descont
Cambio sobre Porta AlegreNio se fes transae-
i;i i official.
Cambio sobre Pele tasTomou-se a 90 div com
3 1/8 e 3 e i/4 3|0 du descanto
Cambio sobre PariTomou se a 5 d/v ao par
a 15 d/v coa 1/4 0/0 e 3/8 0/t a 30 d/v com 3/4
0/(1 a 60 d/v cota 13/8 0/0 e a 90 d/v com 2 1/8
0/ de descont.
Cambio sobre LonreaNegociou-!'- o papel do
Banco a 93 d/v 23 5,8 23 3/4 e 21 d/ e 4 vista 23
1/5 e 23 3/4 d/ por :.*000.
Cambio sobre Par-Negociou-se o papel ban
cario a 90 d/v 400 rtffe 4 vista 404 rs. o franco
Cambio sobro Hainburgo -Ne^ociou-se o papel
baacaro 4 vista 502 rs. o B. vi.
Cambio sobre Portigal e Lisboa Pagavel em
Londres foi pasnado o papel do particular a 90 d/v
33 7/8 d/por 14000.
Cambio sobre Porlo Foi tomado o papel do
Banco 4 vista par 126 0/0 de premio.
Cambio sobre Monevido4> s fes tranaae-
cl.i officialment'. *
Cambio sobre BuenosAyreslien idem.
Apoliees da di vi la publica de 5 */o Nlo
eorstou transac;3o oficial.
Ditas provneiaes de 7 /, dem ideo.
osnpanha Segn Indemnisadorsdem dem.
Companhia Phenixdem idem.
C impanbia Seguro Anfithritedem dem.
Companhia Futcao e Tecidosdem idem.
Companhia Ponan bucanadem idem.
Companbia do Beberibe Veuderam-ae 116 ac-
etos do valor de 1004 a 1554 cada urna.
Companhia dn Sarita Theresa Nao consto*
transaecao official.
Companhia de O.inda a Beberibedem idem.
Companhia Usina i'into Vend-ram-ae 20 ac-
(,0.9 do valor di 20O|t ao par.
Descont de lettraiNada ccnsiou, mnnlm as
taxas anteriores.
L"ttras bypotbecaiias Vendcram-se 30 sem
juna a 92*5. 0 241 a 934000 cada una.
Gneros nacloanei
AguardeuteSubi, as venda foram de 554 por
pija de 480 litro.-.
Alceol Subi, as vendas f .ram de 924 a 954
por pipa de 480 litr.s.
Ansuear Entraran ,172,412 saceos Vendas,
branco 24700 H 24300, somenos 14700 a 14800,
masca vas 1*60), mascavado bruto 14410, rta-
me 14300 a 14 60 os 15 kilo.
AlgodaoEutrarati 8,132 saceasFes se ven-
das de 64600 oh 15 kilos (serfio) fr un.
Arros em cascaMantea)-se o retaiho de 34800
a 44000 o saeco.
OslEntrarnm 2 095 saceos"> retalbo man-
tea -se de 114000 a 124500 os 15 kilos,
(bolas do Rio Grande do SulCbegaram 6000
reseas que se vendeiam a preco r-servado.
Cera de Carnuuba F z-s venda de um lote
de '' -'irte a 64 p>r 15 kil ,8 (embsrrieada).
Couros salgados sesteos As vendas f .ram de
465 rs. o kilo.
Ditos ditos verdes Mercado frouxo, neo huma
tra isacco se tem feil o.
Cerveja nacional Mantm se o retalbo de 64 a
dosia de 1/2 garrafas e 54 a de 1/1 (embarri-
cada).
Fariaba de mandiocaMontearse o retalbo de
24600 a 34000 o saco.
Fumo Mant-m-sc o retalbo de 64 134 (eso
rol ms* e de 141 a :64 (em curdas) o* 15 tilos
contarme a quahdadr e procedencia.
Cromma de n.audiocaO reta.h de 14800 a
24CO0 os 15 k.ics.
C-raxa do Bio Grande do Sul--O mercado sem
deposito su fas vendan a preco reservado.
C rdura do Rio da PrataO mercado sem de-
pos ta se fes vendas a preco reservado.
G-enebra na.j:.nal Mantm se o rstalb) de
3 5c 03 a 94500 a c ixa, conforme a qualidade.
> elContinuamos ii colar nominalmente de 404
a 4)jl apipa.
Muho O retaiho de 55 a 60 rs. o kris.
Pilles cortidas Cotamos nominalmente a 504 o
ec-nlo.
Pi -lies em cabe loAs vendas foram de 904
a II! 64 pelas de cabn e 404 as de carneiro, ao
cent o.
S..I do Ass e lioaso'Subi : as vendas fo-
rana de 14000 rs. os 100 litros.
Sibo cosdoFsbc vendas de um late a preeo
reacrvsdo.
Tapioca Mantta se o rstolho do 34 a 34300
as 15 kilos liquido.
V-- las stearioai do ReUem idem de 280 rs.
o as teso liquido.
Cuas ditas da provincialiem dem de 260 rs.
o maceo liquido.
Vinsgre do Riodem idem de 804 pipa.
V nho do Bio dem idem de 1204 a 1604 a
pipa.
Xtrque do Rio Grande do Su'Deposito 23000
arrobas^ que se reta ha pela velna de 44500 a
5d0D0 e nova de 54 a 54500 cada urna.
5*
!
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Ballizar da Silveira
Espacial i dudesfbres, molestias das
erianyas, d>s orgios respiratarios e das
gaaMkaa.
Prssta-se a qnalquer ehamado para
Cira da capital.
aVIO
I
i ( Todos "s chamad.n daveta nvr >liri(;i- t i
I dos 4 pharmacia do Dr. Sabino, 4 ra da
| Bario da Victoria n. 43, onda se indicar
i l sus rasidousi*.
Dr. Cumiiflru T"
MEDRO
Tem o seu escriptorio i, ra Duque ae Csxiat
n. 74, das 12 o 2 boras da tarde, a desta hora
em diante em sna residencia 4 ra da S&nta
Orna n. 1.
Especialidadesmoestias de senboras e crian -
cas.Telopbono a. 326
EDITAES
O Dr. Tnom z Grarcez faiaoQoa Monte-
negro, coanroendador da iosperial ordem
da Rosa, juiz de direito sapees al do com
mercio desta cidade do Recife de Per-
aambuco, por Su* M.sgestade o I opera-
dor a quora Deus guarda eta.
Fas saber aos que o presente edital virem on
Carvio de pedia -Contiuuu o retaiho de 164
por tonelada a bordo.
CanallaO retaiho contint de 14450a 14500
por kilo.
Ceblas Baixon para o retalbo de 174 p >r
caixa.
Cerveja Se mantm o retaiho de 64500 a
10450C a duzia, conforme a qualidade e proce-
dencia.
Cimento Continua o retaiho de 74000 a
84000 par barrica, conforme a qnalidade do fabri-
cante.
Cominho Continua o retaiho de 194C0.) a
204*00 os 15 kilos.
Cravo da IndiaContinua o retaihe de 24803
o kilo.
Farinha da trigo Depoeito 11,000 barricas
que se retalba de 164500 a 174000 d-. americana
a 204 a 234 a de Trieste, cada barrica.
Fejaoj Sabio. O retalbo de 74500 a 94
o sacco, conforme a qualidade e procedencia.
Garratoes vastos Cmtinna o retaiho de 700
24000 um, conforme a capacidade d'elles.
Doces em caldi Continua o retalbo de 800
rfs a lata.
Farcllo do Bio da Prata Continua o rtala.
de 34800 por sacco.
Dito de LisboaCjntinua o retaiho de 44200
por sacco.
Genebra Continua o retalbo de 44 a 144 a
caixa, conforme ii qualidade e procedencia.
Herva doce Continua o retalbo de 184 a
204 os 15 kilos.
Kerosene Deposite 9,000 caixas, que se reta-
lba de 24250 a 34350 a lata, liquido.
Louca inglesa ordinaria Continua o retalbo
de 804 a 1254 o gigo. conforme a qualidade e
sortimento.
Madeira de pinhoMercado supprido.
Maasa de tomateCon'.iuua o retaiho de 740
a 80o 'es a libra.
Man'eiga em harria .Subi para o retalbo de
870 ris a libra.
Dita em latas C ntinc. u retalbo de 14100
14200 a libra.
Maasas italianas Continua o retalbo de
74500 a 84000 a caixa.
Oleo de linhacaContinua o retaiho de 14700
per galio (em barril).
Pssa cummnns Continua o retalbo dt)
845*0 a 94 por caixa.
Ditas finas Cootinua o retalbo de 104000
por caixa.
Papel de embrulbo Continua o retalbo de
580 a 14450 a resma, conforme a qualidade e
diboensao.
Pimeuta da India Cintiuua o r"talho de
14350 a 14100 o kilo.
Plvora inglesaContinna c retaiho de 204
por barril.
Queijos-Baixou. O retaiho de 34603 um.
Sal estrangeiroSem fcxietencia no mercado.
SardiubasContinua o retalbo de 310 >- 320
ris o qaarto conforma a qualidade e procedencia.
Touciubo de Lisboa Continua o retaiho de
104 os 15 kilos.
Dito americano Continna o retalbo de...
124500 a 134 os 15 kilos.
Velas stearinasCootiona o retaiho de 550
a 900 ris o masso.
Vinagre de Lisboa Continna o retaiho do
1504 h 1654 a pipa.
Vinbo de Lisboa Continja o retlh de 2104
a 2304 pipa-
Dito francsContinua sem existencia no mer-
cado.
Dito Figueira Contiuua o retaiho de 2304
a 2404 a pip..
Xarque do Bio da Prata Deposito 63 000
arrobas, que se retalba pela velha, do 4000 a
54200 e nova de 54800 a 64 cada arroba.
N. B. Os gneros de estiva Sao vendidos com
10 por cento da descont, salvo os que loa de-
clarado liquido .
delle noticia tiverem, que por parto do administra-
dor da massa fallida de Jes Tavares Pinbeiro lhe
foi dirigida a peticao do theor seguinte :
FeticioIllm e Eim. Sr. Dr. juis de direito
da vira commerclal. O administrador da uimss
falliila de J-s Tavsres Pinheiro quer in.errom-
per i. prescripcSo das segnintes lettraa: dn acceite
de Bjllarmino Antonio Soares da Fonseca sendo
orna da 4844500 e outrs de 3:9994150 de Julio
Liberato da Silva, de 8:2354800, de Maooel Anto-
nio Soares da Fonseca Filho da quantia de 3624650,
de Joaquim Ermiro Admetrio de 1:0914700, de
D. Umbelina S. B. Bastos, de 2:0194550, de
Francisco Candido Valen te da importancia de
3:28(14490, de i. Silverio de Sousa, de 1:2284790,
de J< aquim Elias de Carvalbo Monra de 4304710,
dj Maria Cavalcante da Costa e Luis de B. Ca-
valcs.ota de 2:7104530. de Joaqnim Elias de Car
valha Monra de 2154440, de Umbilina Simoes Re-
ducir Bastos de 2:1134-60, le Jos Quintino de
Sous* de 3374790, de Franeisco Candido Valenca,
sendo nma de 3:5104120. e outrs de 2:2964440, e
finalmente do Dr. Sergio Dinis de Monra Mattos
de 3:9814650
E como os sopplicados moram em Ingar inceito
e nao sabido, esupplicante requer a V. Exe.se
digno de justificar o allegado para que teoha la-
gar i. citacSo por editaes entregando as letras.
Nestes termos pede deferimente. E. R. M.
Recile, 2 de Janeiro de 1888.Domingos Pinto
de Freitas. (Sellada legalmente.)
D< pacha:
U. itribuida. Como pede. O escrivS designe
dia. Recife, 5 de Janeiro de 1888.Monte-
negro.
Di itribuicao :
A' Ernesto Silva. Oliveira.
E mais se nao cootinha em dita peticao, despa-
cho e distribuicio, aqui copiados, e por forca deste
mesnio despacho, aqni trao>criptc, r respectivo
i-scri ;a; lavr.m o termo de protesto do theor se-
guinte:
A s 5 de Janeirs dn {888, em meu cartorio, pe
imite mim e as testemunhas iufra assignadas com
pareoen o snpplicante e por este foi dito que pelo
presente redusia a termo o protesto constante da
petico retre, que afferecia como parte desie em
Viocipaes cidades de Portu- |
. . 229
Sew-York...... 24100
(Ai Eholuh 11 un :
\ HOd/v Btsta
Aindres....... 24 23 3/4
oru........ 396 400
talia........ . . 400
-iamburgo...... 493 498
(Lisboa e Porto..... 222 221
3ri:ie paca cidades de Portu-
gal. ...... . . . 229
'Iba da Madeira .... . . 229
Ncv-i.ork..... 24100
?M depois de lido assigno.Eu Ernesto Machado
'reir Pereira da Silva.Domingos Pmt > de Frei-
tasJoaquim Jones dos Rais. domingos Jos de
Carvalt.
E' o que se cntinba em dito termo de protesto
aqui copiado. '
E tendo o justificante produiido auas testemu-
nhas, justificando o allegado na peticao, o escriv&o
sellan lo e preparando os aut s os fes concl'isus ao
Dr. juis do commercio que nelles profera a se-
guinte senteoga:
Vistos. Julgo procedente a justificoslo e man-
do que sejam os justificados iutimad is por edital
com o praso do 30 dias do protesto de fls. 3.
Custaa ex-causa.
Recite, 7 de Janeiro de 1883.Tnomas Gares
Carachos Montenegro.
E mais so nao cootinha em dita sentones aqni
copiada, em virtuda da qual o respectivo eacrivio
fes pas8ar o presente edital pelo tbeer do qual
chamo, cito e bei por citados os turificados para
que eompsracain ante este juis, afim de allega
rem o que fr a bem di aeus direitos, dentro do
praso da SU dias.
E para qui ebegne'a> conbecimenta de todos
mandn passar o presente que ser publicado pela
imprensa e outro de igual theor afiliado no lugar
do comume.
Dado e paseado nesta cidade do Recite de Per
nambnco, aos 10 das do mes da Janeiro de 1888.
Subscrtvo e assigno, Ernesto Machado Freir
Pereira da Silva.
Ihomaz Oarcez Paranhos Montenegro.
O Dr Thoroaz darcez Paran boa Monte-
negro, commendador da Imperial Ordem
da Rosa, juiz de direito da vara espa-
cial do commercio da comarca do Recife,
por Sua M g-'Btade a Sr. D. Pedro II a
quetu Deus guarde eu:. etu.
Faco saber aos que o presente edital virem ou
delle noticia tiverem, que se acha aberta a fallen-
cia de Jo3o Rodrigues de Almeida, pela sentanya
do theor seguinte :
Verifieuudo-8- das peticoes de fl. 2- e fl. 4*, de-
poimentos de fl, 6 e fl. 9 ttulos de fls. 3 o fl. 13
para Estados-Un-
para Estados-Un-
Jartacilo de asiacar
KH 10 DE JSBIBO DB 1888
A AuoaQ&o Commsrctal Agrcola, registrou os
pregn abaixo, pagos ao agricultor, por 15 kilos
Usina Pinto
Colonia Isabel. .
Turbina pulverisad .
Bivuc.i 3 superior .
a 8. boa .
3.a regular .
S.ui 1:0* ....
v( asea vado pnrgado .
broto.
Kutame ....
24200 a
J46O0 a
24500 a
24300 a
14700 a
14500 a
142. a
24600
2480'
24 <0)
24800
24600
2*400
14S0.I
14600
14G90
14330
Cot'.cAo de lgoduXo
EX 10 DB JAHEIHO DB 1888
Sem vendas, cotsndo-se o de 1* sorte do sert
a ti _';')..0 comioal.
Gntr-adtta de awinca* e algodAo
HIZ DB JANEIBO
AS8CAB
Entradas Das Sac-os
Karcacaa ...... 2 4 7 39 8!8
s/i-ferrea de Caruar . 2 4 9 5.165
\n Via-frrea du S. Francisco . 2 7 32.307
'i-.-"erren de Limo'ir . 2 7 15 752
Somma 97.286
Aivaoolo
BfnBtoa Dias Saceas
arcacas...... 3 4 7 367
2 4 7 300
Via-terrea de Caruar . 2 49 130
2 4 10 1.0 0
Via-tenea de S. Francisco . 3 4 7 257
Vi-ferrea de Limoeiro . 2 4 7 1.075
Somma.
3.199
I 're taten ios
Forum fechados bontem os dos navios seguio-
res :
Barca smer. Hudson, ptra carregar aqri, com
destino aos Estados Unidos, aasucar a 17/6.
Lg. mg. Eva Lvncb, para Carregar aqu,
com destino aoa Estados-Unidos, assncar a 20/.
Barca norueg- Lov9tandc, para carregar aqui,
com destino aos Eitadoe-U-iidor, assucar a 20/
Yapares despachadas
Vap. ing. Trent, sabido bootem, levou para :
Montevideo : 40 pipas com agurdente.
Bueos-Ayres : 11 sacecs com algodc.
Carreg. diversos.
Vap. ing. Floworgate. sabido bontem. levou
para : /
Liverpool. 18.200 saceos cam assacar masca-
vado.
Carreg John H. Boxwel.
jie-arro* eetrassgefroa
A fssesBs Continua o retaiho de 124000 por
15 l.ilos.
A-ros da IndiaCmtinoa o vatalbo a 24500
por 15 kilos.
Alpiste Continua o retaiho de 54000 psr 15
k.los.
A lite de aliveira bjrrs que a2o se vncleram.
DUMMa Utas Continua o retaiho de 15/500
a 15180J a lata 'alo.-s.
Bicalho Daposi 18,000 barricas e tinas,
qce H reta'ha d*s 194X a 204000 cada urna.
BsDha da poreoCoMinoa o retaiho de 400
a 41' > ris a libra.
Bi.tatas portuguesas-Cootin s m existencia
bc aereado.
l)t8 inglesan Contina sea esiatoacia as
sdo.
Di'lis francessi lontnoa o retalbo da-----
346T0 por sacia oaixs
Bisa Cantoismoi a cotar de 124 a 144000
sor lames, confirme u qnslidads.
Balsa eom tiereicel
< 'OTACB8 OFF1C1AE8 DA JCNTA D08 COH-
KKCTOKES
Recife, 10 He Janeiro de ISkS
Acodes da companhia do Beberibe, do valor de
1004 a 155400 X
ijetras bypothecarias a 934000 cada nma.
amoio obre Londres. 9.) d(V 24 1(16 d. por 14.
do banco, h inti-in.
Dito sobce dito, 90 d/v. 24 1(8 d. por 14000, do
banco.
Cambio sobre Lisboa, 3 div. 124 0/0 de gremio,
do banco.
s' hora da bolsa
Vaaderam-S'- :
62 acoSes da companhia do Beberibe.
14 hjLrss bypothecarias.
> -.residente.
Angosto Pinto de Lemoa
') secrctano,
Pedro Jos Pinto.
fia vi usen to b anearla
BKCIVB, 10 DB JABBIBO DB 1888
PRACADO RECIFE
Sendo hoja dia da mala da Europa, foi pequeo
o Bovimento.
As tabellas des bancos mostravam a taxa de
34 d., como bontem; davsm, porm, todos a 24 1/8
para dioheirp prompte, aebando poneos tornado-
sea.
Houve algnma transac{5:s em papsl particu-
lar a 24 8/16 antes de meio dia ; os bancos depois
daquel'a hora pediram 24 1/4.
Vap. nac. Jag^^ribea, sahido anteboatem. le-
vou para :
M.icio : 2 barricas com assucar branco, 8 sac-
eas com caf, e 3 latas com fumj.
Cear : 1 sacco Com assucar branco, i ) fardos
do xarque c5 borris de 5 com alcool.
Aca aun 20 rolos de fumo.
Aracaty : 5 canas com rap.
Cm issim : 3 b irricas com assucar tranco, C
fardos de xarque e 1 barrica com colla.
Mariohio : 1 cilio com calcado naaonal.
Carreg. diversos.
navios d-^etpachadaa
Lg. ing. Flasch Ligbt*, i sabir Uva para :
New-Yjrk : 10.591 saceos eoia assucar masca-
vadp.
Carreg. Pereira Carneiro Se C.
Barc-i nac. Marianninha*, sabida ancehontem,
levoa para :
Pelotas : 950 ssceos, 750 barricas, 75^2 e 186/4
com aatuear branco, 5< sacecs e 210 barricas com
assncar masca vado e 20 pipas com aguldente.
Carrog. Maia & Bezende.
Bares amer. Mary E. Ruste!, sabida ante-
hmtem, le u para :
Hallifax : 12.150 saceos com sasucir masca-
vado.
Carreg. Henry Forster de D.
_ PRAgA IK) BIO DE JANEIBO
Os bancos msotiveram a taxa de 24 d., dando,
porm, algons a 21 1/16.
Papel particular foi colado a 24 1/4.
As tabellas expostas aqni foram estas :
Do Losmoa Bams :
podres .
!aris. .
talia. .
dasaborg
"ortuiral
t>o lantuuoioast,:
ST*:
g .
Lisboa e Porto .
m d/v vitla
24 283/4
896 400
400
493 498
322 324
24100
SOdJv d vitta
84 28 3/4
396 400
# B 400
493 498
2.2 224
Barct norne.
para :
New Yoi k :
vado.
Carreg. Loyo & Fiho.
Echo, sabida antebonem, levou
9.600 saceos com assucar mases-
l'auta da Alfande^a
SfcJfAH DB 9 A 14 DB JAHB1BO un 1 &$
(Vide o Diario de g de Janeiro
\avisi a carga
Barca ooruegnense Chr'utine Eiitabeth, para Esta-
dos-Unidos.
Barca inglesa iidtilda C. Smilh para Liverpool.
Barca inglesa Chilena, para Canal.
Barca americana May G. Reed, para Estados-
Unidos .
Barca noruegueose Vega, para Estados-Unidos.
Barca portuguesa Sultana, para Lisboa.
Baica inglesa HIda, para Liverpool.
Baroa norueguense Brodrene, para Liverpool.
Barca portuguesa Novo Silencio, para Lisboa e
PorU..
Barca Inglesa Qaeen of the Fleel, para Liverpool.
Barca portuguesa Qaiieria, para Lisboa a Porto.
Barca ailem Amia, para Montevideo.
Baroa uoroeguense Bafem, para Estados-Unidos.
Barca ingle a Ermini, para Liverpool
Barca americana Caryphene,
dos,
Barca noruegueuse Lovetand,
dos.
Barca americana Hudion, para Estados-Unidos.
Escuna dinamarquesa Exprs, para Rio Grande
do Sul.
Lugar ailcmao Blitz, psra Montdvido.
Lgr n eioii.il lavo, para Rio G. ande do S.il.
Lugar nacioaal Zequnha, para Rio Grande do
Sul.
Lugar amerieano MascoWe, para New-Ycrk.
Laar hollau-Jez- Leemhuie, para R o G ande do
Sol.
Lugar ingles Clutba, para Liverpool.
Lugar ingles Fontkill, para Canal,
Lugar ingles UUler, para N> w-York.
Lugar ingles Eva Lynch, para Estados-Unidos.
Patacho uiliMia i Anna pira M mtevido.
Vapo< ingles Ashbrooke, para Liverpool.
Vapor nacional Giqtti, para Fern--udi de Soro-
nba.
Vapo ingles Jeimond, para Liverpool.
Vapor nacional Arl ndo, para Santos.
*%avlos ii descarga
Barca noriieguena- Lev allian, carvo.
Barca inglesa Ranavola, carvo.
Barca inglesa Arbutoi, carvo.
Brigue allemao S riti, vanas gneros.
scona allema Frcnt'ka, xarque.
acnna porueguense \Reform, xarque.
Escuna inglesa May loioer, bacalbo.
Escuna iu^lesu Percy, b"aliio.
Puiacbo allemao D. Pedro, xarque.
Patacho norueguense Vuaroud, carvo.
Patacho diusuiarques Elyte Hy, varios geoero3.
Patacho dinamarqus Liwings' n*., farello.
Patai bu alu-ii.iV' Anlelope, farello.
Patacho inglcz Robim, bacalho.
Vapor ingles Sculptor, varios geoeros.
Iuiporaco ,
Barca inglesa Beltress, entrada de Terra
Nov^, em 5 6 consigna Ja a J. Patcr & C,
oanifestou :
Bacalbo 4 60'J barricas e 2,432 1(2 di-
tas orden.
Patacho ingles Robn, entrad,} del Cana-
d em 9 do correte e consignado a J.
Pater & C, tnauifeatou :
Bacalho 2,024 linas oriem.
Hiate nacional Grariquity II, entrada do
Rio Grande do Nort> m 9 d.> crrante e
sonsign-irl'i a M^no! Jjquin Pussoj fjt
C, rnanifeatiu ;
Assucar 380 aao.toa a Pereira Carneiro
&C.
Couros icaoofl salgados 573 a Julio <&
IrmSo, 540 a Parenta Viaona & C.
Vapor inglez Jrent, chegado dos sartas
da Europ i em 10 e coasignado a Amortm
Irmaoa & C raanifestou :
Amostras 35 volumes ordem.
Cna.pi8 2 chsos a Cbristiani & C-
Canos de t'-rro 8 feixes a C impanhia
do Beberibe.
Cb 8 grades ordem.
Canela 10 caixas a Joaquina F.- Carvalbo & C-
Est -iras 2 volumes a Manad da Cunba
Lobo.
Ferragens um volumo aos consignat
rios, 29 a Companbia do 15 la: ri b .
Livros 1 caixao ao Dr^.-S. R Weny, 1
ao Eoglisk Bank of Rio de Janoiro, 1 .
Wilson Sons & C.
Livros 1 caixa a F. S. Bird-
Mercadirias diversas 3 volumss or-
dem, 1 ao Banco Internacional do Brasil, 1
.ios consignatarios, 1 a Thorsas Comber,
1 a Math-ns Austin & C, 1 a II. Ferater
dC.,lt F. S. Bird, 1 a Sslssar & C.
Perfmanos 2 caixo:s a Guimares Car-
doso d C.
Papel 1 Ckisa a E. I. Lyaob.
Queijos 24 caixas a J. B de Carvalbo,
2 a Paiva Valente 4 C, 12 e l fardo a
JoSo Fernandos de Almeida.
Roupa 1 caixa a O. R.'Bury, 1 a W.
J. Hanay.
Tecidos divercos 1 volme a Agostinbo
Santos & C, 3 a Monbari Huber A C,
69 or lera, 5 a A. Silva & C, 9 a Sil
veira & C.f 12 a Machado & Pereira, 14
a Luiz Antonio Siqueira, 4 a Beruet d C
2 a A. Vieira & C, 5 a Joaqaim Agosti-
nbo & C, 7 a Manoel Dias da Silva Qui-
maraes, 4 a L Maia A C, 2 a Alves de
Britto dt C, 8 a Aodrade Maia & C-
Vi.lros 1 caixa a Guilherme Spielar.
contracto de fl 14 custo de fl. 26, que J.iio Ro-
drigues de Almeida estabelecido em seu nome in-
dividual com offijina de cabelleiro na ra do ca-
bugi n. 2 D k ra do Bario da Victoria eom loja
de chapeos de sol sob a firma de Continuo da
Motta As C da qual fas parte Joio Coulinbo da
Motta, auseutou se furtivamente, levando comsigo
o diobeiro que havia em caixa ; que existe.n ttu-
los vencidos, e dbitos de valor superior aos bens
existentes, declaro aberta a tallencia do dito Jo>
Rodrigues de Almeida e da firma Coutinbo da
Motta & U* a datar de 30 de Des'moro ultimo.
Nomiio curador fiscal o Dr. J. de A. Barros
Goimaries.
Fa^a-se pobca a fallencia por editaes e coi-
voqoea se os cr.-Jo-ea para se reonirem no dia 10
do orrente mez adm de elegerem o depositario.
Asreseoto o Dr. curador fiscal os balaooos em
praso breve.
Proceda-se a arrecadagao da massa em coj-<
acto designerei quem provisoriamente a receba
costas pela maskH.
Recite, 2 de Janeiro de 188*.Thomas Garces
Paranhos Montenegro.
Em virtud d'esta inioh t scutenca o respectivo
Escrivio fez paasar o presente edital, p>r cujo
theor convoco oa crednes da referida massa para
comparecisrem no da 10 do corrente mes ao meio
dia, na sala das audiencias, afim de elegerem u
depositario.
Dado e pasado nesta cidade do Recife, aos 2
Janein de 1888.
Eu Jos Franklin de Alencar Lima.
Ihomaz Oarcez Paranhos Montenegro.
JELRACOES
AtiiM BrasBiro
As aulas deste eatabclecimento de instrueco
primaria e secnndaria abrir-se hio no dia 15 de
Janeiro O director.
Jos Marques Acan Rib irc.
Para New-York, F. Casco & Fbo 1,000
saceos com 7.'i.0 )0 kilos de aesucar mascivado.
Na barca Noruegucnee Vega, carregaram :
Para New York. Julio Iruiao 1,000 saceos
com 7.j,000 kilos de assucar mascavado.
= Na barca norueguense Brodrene, carrega-
ram:
Para' New York, P. Carneiro & G. 200 saccis
com 15,000 kilos de assncar mascavado.
No ljjar aii-mio Bltz, carr^gou :
I-'ara Montevideo, J. M. Dias 100 barricas cun
12,131 kilos de assacar branen.
N vapor francs Vtlle de Pernimbuco, car-
regaram :
Para o Havre, F. Barros 1.200 Ubicas.
Pata Lisboa, S. G. Brito 93.) Couros s-lgad'.s
com li.H'iU ki o-i ; Ue.eodjro Rabello 1 barrica
com 30 kilos de as ucar braoc; S. Guimares &
C. 600 saceos com 45/KX) kilos de assucar mas -a-
vado.
Para o interior
No vapor nacional dr lindo, carregaram :
Para Porto-A! .-, r C+iututo ot U. 1,450 v>-
iuui>>s com 1'14,425 kilos de assucar nraneo e 750
barriiias e .n .ri 270 ditos de diti m ... 'hvhio.
Para Poljla, r* Car.i.-irw M C 10 pl^aa C m
4^11 liuui Xa agaiwcutc.
Kara Astigits, P Oameirc 4 C. 20 pipas ooin
9,600 litros so agaardoute.
Para Sautss, P. Crncuo&C. 2 000 saceos eom
120,IH0 kilos de aStaesr branco , li0. N i v .po uac:o i.l Jagiiaribe, carregaram :
Para Cimosaim, Parla S brsibo & C. o barricas
om 3)2 k;los de assu;ar b-anco.
P-.ra Aracaty, J. M. Diaa caixas com 73 1|2
kilos de rap.
P.ira o Cear, ilii.... Borses 4 C. 1 aacco com
75 kilos dn aaiu::ar branco ; A. F. dos untos 5
barns com 48 I uCfOS d-- aluool.
Para Uwhi, l'\ da Oosta 4i C. 2 b'.rricas com
180 kilos d.-. ns.s.i.-ar r-u.do
Na bire*si Victoria carreiju :
Pan Parahyba, M. ). d^ Suva 12 sacos com
900 kilos de ajsucar branco.
Pelo vap, ing.
Macei
iulietro
BXPEDIOO
Treut, para :
20.000*000
tea jiinentos pblicos
VBZ DB JANSIBO
At/andega
Renda erai
Oo dia 2 a 9
dem de lo
Reuda ,-.-.iviacial
Do dia 2 a 9
dem de 10
268:OOJ773
4I:383j463
50.1411497
4:5351749
309.434J23
------------------54.677*246
Somma total
364:1UJ482
Segunda seceso da Alfaudega, 10 de Janeiro de
1887.
O the8oureiroflorencio Domtngues.
O chefe da se.-caotonteza.
Becettedorla sreral
Ds da I a 9 9:004*089
dem .) 10 2:205911
11:2101000
Do dia 2 s 9
dem de 10
llerebedoria provincial
6o.o 4*230
1:378*761
e dia 2 a 9
dem dv 10
Recite llralnage
2:393i881
146782
67:601*991
2:5401663
Exporta esas
aaerra, 9 na jhbibo ob 1888
i\*ra o extenor
Na barca inglesa Queen of the Fleel, carre-
gou:
Para Liverpoil, J. H Roxwell 200 saces com
13,425 kilos de algodao.
No vapor ingles Aihbrooke, carregaram :
Para Liverpool, J. H. Boiwell 600 saceas eom
43,860 kilos de algodao; M. J. da Rocha 100
saceos com 7,500 kilos de assucar masca vado
Na barca inglesa Mathlda, carregaram :
Para Liverpool, M. Lima ot C. 400 aaccis com
36,450 kilos de a goiio.
= No l^ar ingles, Cluta, carregaram :
Para Liverpool, P- Carneiro fis J. 900 saceos
com 67,500 kilos de assucar maicavado.
Na barca inglesa Htminia, carregaram :
Psra Liverpool, J. Pater U 3,000 saceos eom
150,000 kilos de assucar mascavado.
No lugar ingles UUter, carr-garam :
Para New-Yoik, F. Cascio 4 Filho 2,000 isc
eos ocm 105.100 kilos de assacar msseavado.
Na|barea injless Hido, carregaiam :
Mercado Municipal de S
i cnoviinonto deste Mercado nos dias
Janeiro W o seguinte :
i.iKrsirarn :
73 1|2 bois pesando 12,329 kilos, senda de Oli-
veira Castro 60 1)2 ditos de ls, e 2 1|2 de 2'
10 1)2 parti enlarea.
663 kilos de peixe a 20 ris
30 cargas de farinha a 200 reis
23 ditas de fru&tas diversas a
30u rs.
18 taboleiros a 200 ris
41 Buinos a 200 ria
Foram oceupados :
52 columnas a 600' ris
39 compartimentos do farinba a
500 ris.
43 ditos de comida a 500 ris
124 ditos de legumes a 400 ris
68, ditos de fasendas a 400 res
36 ditos de suino a 700 ris
22 ditos de tresanras a 6U0 ri
20 talhos a 24
16 ditos a la
A iiveira Castro & C.:
108 talhos a U
los
7 e 8 ce
s
13*260
6O0J
6*900
3600
8*200
31*200
19*500
21*500
49*600
27*200
25*200
13*200
4')*000
16*000
108*000
Imperial Sociedadc tks Artistas
lecanicos e Liknies
_ De ordem ds directora, seisotfieo qar, sor ass-
ti vos justos, foi resolvido traaaarir a iessa **> 4%
anniveraario da fundacio desta assoaifas pava O
dia 22 do corren'e.
Secretaria da Imperial 8ociedad dos Artassas
Mecbanicos e Liberaes de Pernaabaco, cas 9 Os
Janeiro de 1S88. O 1 secretario,
Pataniaao Barrosa
liliioto rsseoloaco 8 GfTin-
c Peraarnocaio >
Quima-f-ira, 13do corrate, a horado
llavera sesso ordinaria.
Secretaria do Instituto Arcbeoloirco e
phico Fernaubucano, lo de Janeiro de 18S8.
Baptista Be^aesra,
i' secretario
Thesouro Provincial
. De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector siesta re-
partidlo, fa;o poblieo qne no da II do eorr aSt
ms pagam se as c'ass v seuin',i-s :
Ap sSHiit.ados e jubilados, relativaia?.- aos vsa-
ciuii-nto's do roes d D z oi'.ro proxnn panada.
Pagadoria do Thesouro Provincial de Keraaas-
uco, em 10 de Janeiro de 1888.
O cscrivao,
r-.lvi ir. Antonio Rodrigas*.
Vaccinaijo
De j: .! m do Illm. Sr. Dr. i^spertor d<- kreitme,
taco poblieo que nesta reparticao, rn 15Oria da
Victoria n. 32, contina a prjc<-di-r-ar a aceiaa-
co ti.is qusrtas-teiras e ih bsin. de 11 h ras as
mei da, hch^ndose eocarregado a^tm ri
iri- mbr i da inspect ra de bygiene Dr. Fras
de Paula Soares.O seretario,
J. G da Silva Datrte.
Giquii............
11) joca........
Loyo........ .....
Lsinego..........
MaaaV h.......
VlarinboXtV......
>. Francisco.......
Z'qaiuha..........
. navios
Auna Maria.......
Anna.............
Antiilop- ..........
Vblib.-i'ok .........
Arvot->s...........
Aune Etysabeth....
Ayues B.irt n.....
Bradraae..........
Bliti.............
C iropanbia "er aioboeaaa.
C ipanhia Pcia*a>accaa.
Loso A Filbo.
(r-iiih Couipanbia Peni mbacsaa.
L y> i Filbo.
------ Compaubia Pero isshosBMBk
------ L y Fileo.
ESTRANGE1RAS
. SSJBSpsa jos
Kultar linv ira d: C.
H rin i-n Lio igna % C
J. II Fi.iW-ll.
J. II. iwrl.
Kro(inia do Gas.
Mmh Reze*o>
Wilson Sons & C.
Masa R h .
Bertba............ H--r i:
B ._ :i..........
Bel'rie...........
Chrial.i-j Eiisabetb.
Cbilina...........
UMm............
Coryphene.........
D. Pedro.........
Elies-T.........
Elyse Hoy........
Erminia...........
Express...........
Eva Lynch........
Eben.............
FiastLight.......
Fransisk*.........
F.nthill...........
Flowvrgate......
H lene. ..........
Henderk B. L.....
Hilda............
Hudson...........
Harn-onia........'
l'imii'i..........
Lrif..............
Levialban.........
Lin.- i .* C.
He. ii.iin L..;i4i-. A C
J ha-fon Parrr t C.
C o-p Grear WotB.lt
Via ferri-a de 8. Fr*
Biackbor.. Nesdha a C.
A' ord-m.
P-reir-i Carn-in: a C.
Herinaon LiiBdgra a C.
wws o so.* a C.
A' saSMh
Hinwan Linrfg pi 4 C.
J hnstoa Pa--r : C.
H. Borle A' ordem.
11 erra ana Landg-ia & C.
H. Burle & V.
J. Bxwelia C-
Herioaaa Landgra a C.
H-rmaon Lnnr'in A C
Jobnst n Patera C
A' ordena.
Hermana Lond.-rin a C.
N. J. Lidstoae a C.
A'otdVm.
W.ison Soas A C.
Lovetand___....... Wilson Sns & C-
Liwiogrtooe....... A'ordem.
Lidian............ Henry Forster A C.
Mati.da C. Smith... A' or.i.-in.
May G. Reed...... Fonseca Irruios a C.
Mascntte.......... Henry Forstrr A C
Say HsVW...... Jobostoa Patar a C
Novo Silencio...... B'l'sr Olireir > C.
rvr.-y............ Meodet Ltsn a C
Quiteria.......... Am rim Iratais a C.
Qupn of the Fie-1... -1. H. Boxwe.l a C
Raymond
RaoavoU
:-i rm .
Robn .
Sultana
Sirius
A' ordem.
Wis.,n .as a a
Amorim Inaios a C.
.lobosion PatvrocC.
Francisco R. P. Geissari .
Ks.nseea Inaios.
Salem............ Nicmeyer Cata *c C.
Sculptor
Sequel............
Stacy Clark.......
Treut..........
Ulster............
Vega.............
Vaarbud..........
Zaima............
Zepbir............
Jobnatoo Pater C.
A' ord-m.
A' orden.
Am 'ros Inaios a C
B. Needhan dt C.
H rmann Landgria a C
A' ordt-m.
A' ordem.
Blackourn Ne.-dkan a a
O signa! a indica ter a emuarcacao saakk.
Vapores entrar
HEZ DB DB JAXS1KO
Liverpocl...... Orator........... II
Sul........... Gana*............ 11
-ni........... V\Ue de Pemambmc: 11
Norte......... Maranhdo......... 12
Sul........... Mondego.......... 14
Europa....... Aconcagua........ lj
Hamnurgo .... Onap-aas......... 17
Sul........... "Parrf............ 17
Europa....... V de Marankio------ 18
Estados- Unidos Fnamee........... 18
Sul.......... AaVaaee........... 19
Sul........... Comgo............. 19
Norte......... Afosaos .......... 33
Enropa...... La Plata------..... 84
onl........... Eip rito Santo..... ti
Sul..
Neva
i9
Havre......
Sol.........
Fernando....
S utbampton.
Valparaso ..
Norte.......
Santos e esc.
Sal.........
Est.-Unidos.
Bordeaux ...
Sol.........
Buenos Ayres
Vapores 4 sah i
MBS DB JABBIBO
V.dePernambmco...
Maranhdo........,
11 as 2 b.
12 as 6 a.
Giqui..... ....'. 13 a 12 b.
Mondego.......... Mslzk.
Aconcagua
Para..... ........
V. de Maranhao....
Finance...........
Aivanee..........
Congo.............
Mando..........
La Plata..........
Norte....... Espirito Santo.. ..
Soutbamptoa. Nevo.............
15
1
18
Ib
19
lf
34
34
27
29
isS h.
is 9 b.
ll
i<4 B.
as 4 h.
1 k.
as 6 k.
s 2 h.
as 6 k.
Ib.
Navios e
Columba.......... Ncw-Port.
359*360
1:243*960
1:633*320
i)eve ter sido nrrecadaa aesfs
di.s a quantia de
Kendimento so da 1 a 4 do cor-
rento
Foi arrecadado liquido at hoje
frecua do dia :
Carne verde de 320 a 480 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Sumos de 560 a 640 ris idam.
Farinha de 20J a 280 ris a cuia
Milho de 240 a 320 ris idem
f eijao de 560 a 040 idem.
Matad uro poblieo
gr'oram abatidas ac ataradonro da Uaoauga
resus para o consamo do da de hoje.
Sendo: 65 resea pertencentes a Oliveira Castro
ii C, e 19 a diversos.
Dux..............
Fras............
G. C. Stanford.....
Lopes Daarte......
Marinho IX.......
Mette Joabanne....
New-Port.
Hsmbargo.
New-York.
Rio Grai.de do Sal.
Rio Graade do sl.
Cadix.
84
Essibareaeea surtas no porto
ent O de Jaoelro
NACiONAK
AVOS COailOKATABIOS
Allisnca........... A'ordem.
Adiado........... Pereira Carneiro & C.
Hovimeato do porto
Navio entrado no dia 10 _____
Soutbatrjpton e eseala 17 1/2 diaa, vapor iagles
Trent, < Chapman, equipa ge o 89, carga varios reaeros ;
a Amorim Irmiios a C.
Santos25 dias, patacho americano Aynes Bar-
too, de 379 toneladas, capitio H. B- Ksssgbs,
eqsipagem 9, em lastro ; i or-lea.
Rio de Janeiro18 dias, patacho ssasrieavio 8as-
ey Clark > de 373 toneladas, espita/) C L Wk-
tney, equipagem 8", em lastro ; i orden.
Sonidos no mesmodia
Buenos Ayres e escalaVapor ingles Trsat,
comoiandsute W. Chapman, carga virios g-
neros.
JiaceiVapor ingles Flowsrgass, (osassaa- .
danta W. NichoUeB, carga sssatsr.
Rio Grande d Sul Escuna aoiBigsasss a XMc-
ssr, eaptao Evertsen, carga sssaar.
Aracsj e escalaVapor nacional MssSsk*,
cosamsndante Alboqaarqae, carga vari os gaae-
ros.



I

Diario de Pfiiambuco--iuarta-feira' 1 i de Janeiro de 1888
_____ ; '' a
Eseota N- rmal
MATRICULAS
Por ir-m d ** <'' c "r >"**" q"*
iatorv i -'I1 .inir... Uitlc.uno-
tario 'iberias d^d o di. 16 corrent) t 3 de
Fewrriro prximo, le coifomidadecom aegu.u-
r diiposicSa do regulaoieuto ltimamente u-
bl>ead > em d*ta de 87 le D temnro do anno pro-
ximan *-ut*' finio:
Art. 86. Emquanto ni fanecionar a lost-
. telo a qns se refere o arl. 62 ao regulamento
. de 6 de Fevereiro de 1 885, uu nao houver un
i cuno que prepara oe (|oe sed<'8tinarrm a Escola
or nal, a matricula, las sal do l* anno. so
poder & aer facultada aoa individuos que pro-
jrm :
. I. Idade maior de i7 nnos, *e rorsi do sexo
. iBO.cnoo, e de 15, ende do sexo f-mituno.
. II. Iiencio de culpa que motive a perda^da
cad> ira de profesaor publico.
III. Ser de bona coi turnee.
. IV. Nio soffrer m< iestis contagiosas, nem
. ter afeito pbyaxoa qu,- o. priv.n ae bem exer-
cr o magisterio.
. V Habilitacl n iW"M protestadas noi
. uea cioa da ensiafl r.r*ar.o, do exaude
. que houver de fasai n Escola.
. 8 muco Ajui' dj director, as lumns po-
. deffio aer adm.ttidas i matricula indep. ndenu-
. meotodaprOVH Jas cjndico.s referida en ot
. UD -ros II e III do ojente artigo.
A t. 27. O ex'iinc da que rata o n. V ao ar-
(ge antecedentr, compr-hendera : lkitd a coa-
RENTE B KXn-ICADA, B8CRIPTA, AS O.UATBO OFEBA
. poas bobbb umbbos atraaos e sera f-no na ea-
. cola antis da ab-rtur das aulas, peraute tu
. cumiQ;.6a-.comp.SM dn doua profess,tms docur.O,
. di.i.rnados pelo direcf .r, que a presidir, e de nm
. m-mbro do concho l.tcra'i, a escolh* do la-
sp'-clr ; devende constar . clanificacJo dea concurrentes approvados.
. Ai t. 28. O numero dos matriculados nao ex
. sedet de 50 pra ambos ot sexos, e serio pre-
. ferios 91 in ividuus que aprcsenlnrem devida-
raen-e authentio.da, icrtidao de approvacao as
mat.ra d,s tres gracs du ei.sino pnano; av-
i.ndenaose par aua admisso (qoando o mi
mcr>d'ellest6r,iuperor ao6xd8 pra a ma-
. triol.) ao melbor grno de .pprovaco que hou-
. veremobtido, preferico em igualdade de coa-
. dico;e o mais velh- a. mala moco.
. Art 29. A matricila ser requerida ao di-
. rect.r, que verificara si os pretendentes satisfi
. zersm ..a condico s dc-tnradns ni art. 26; e es-
. tara ahert desde o 0. 15 de Janeiro at 3 de
Fevpreirn. .
. Ar1. 30. Deptiis de encerrada a matriool,
. niDS-u-m mais aera a ella adm.ttido aalvo p,o-
Tan lo impedimento que o privasse de c rapare
. cer em temVo ; o que .6 poder ta.er, se juntar
, loec ao seu requerimeoto certidio de app^vaca*
. ms materias dos artt. 26 e 27 5 e si o ^.umero
. dos Las lctivos, que bou-rerem dec-rrido, nao
exceier de 39. ,
Secretaria da Escola Narma', 9 de^Jane.ro de
tfifift
O secretario,
A. A. Gama-
Sania casa da misericordia do
Recita
Por e*U s crttaria sai chamados os parantes oo
protectores das menor, s aba.x.. d^claradcs pars,
t o dia 20 dn crtente, apresental as no eollegio
das orpbaa, tfim de aerem ehi admiuidas, viito
terem as primeiras insc.iptas no respectivo qu..-
'l Amelia, fiiha do Felismina Christina dos Pas-
2 Mari, sobrinha de Franco MartSos dos San-
tos.
8 Cssimira, id?n id.m.
4 Avelina, idem idem.
5 Elvira, fi ha de R.ymunda Julia de Paula
Neves. ..,! o
6 Carolina, idem da Anna Mana Juliana r*a
trolle Monade. .
7 Anna, idem de Candida Oiympia de Medeiros
Ar8UAlexandrinj, idam de Philadelpba H-rmina
Corris de Barros.
9 Idalioi, idem de Mana Francisca ligado.
Beeretana da santa casa de inisenesrdia do
Recife, 5 de Janeiro de 18>8.
O escrivao
p.dr Roiricues de Bouxa.
de
'Gabinete Portuguez
Leitura
ASSEMBLEA OERAL
De irdem do Eim. 8i. Viscnde da Silva Loy.,
presidente d., eocsalbs del.b.rativ., convido os
aenhcies socios acsionisUs a reunirem-se em M-
sembles geral no d;iiingo 8 do corrente, tn 11
horas da manbS, ua sede socil, afim de dar-se
cumpr ment as dii.posi.:6es dj art. 43 e,eus J
do* nojs-is estatutos.
Secretaria do ''i.'ioBte Portugoer de Leitura
eni Pcrnambuco, 2 e Janeir. de 1888.
Jos da Silva B drigues
I* secretario.
Devoro de\oss eihora da
Concel^o. erecta bo conven
to de anto a diob'o desta el
dade.
SissSo de mesa geral para < le^ao
Do'irdem do noeso irmojuis. sao convidad"*
todos os nosaos chsrissimw irmaos para compare
cecea no consistorio desta devocsV, pelas 10 hjras
da ms.iha, do dia 15 do corr.nte afim de, reunidos
em sesso de assen.b.a geral, proceder sa a elei-
cio da nova mesa reged-.ra que tero dedingil-a no
anno csmpromissal de 1883.
Coni.stori oa devocao de Ncss* Senhora da
Conceicio do convento de Santo Anrom.. do Ke-
ofe, en 11 de Janeiro de 1888,
Silvestre Ferrao,
Escrivao interino.
Estrada de Ferro do Recife ao
S. Francisco
%v*so
A principar do dia 10 do corrente serao fetas
hb s.guiotes alteracoesna tarita desta estrada de
Ierro fiesndo n vogados em tiurte es arts. 32 e 49
do regulamrntj. ...
Aasucar, nao r. finado e despachado uo Interior,
gosar do abttionento de 30 /o S"1" a t*nt* or -
uin.ria qualquer qne feja o peso da remessa.
Farinha, milbe, feijio c productos de boriicoltu
ra, gosaraU de igual abatimunto do aasucar (80 ty
qualquer que eeja o peso da remessa); quaudo estes
productos forem tratidos pel.a estradas de ferro
que estivem em relaco de trafego cem esta o aba"
timento ser 40 /
Materia prima (e>n ezcepcSo de esnn qne gosa
do abatiineuto de 50 /.) cumbustivel e eslrumes,
destinados sos engenh^s, cujus pr. aucics em sua
totalidade forem transportadr* por esta estrada as-
simeomo combostivel destinado settiadas de ftr-
ro que forem soecursaos desta-. leva se a40/s
abatimcnto de 20 /o concedido a estes gneros
quando n'io csarem de utros espeeiaes estabele-
cidos nss coi.cesbSes da estrada ou ou'.ros j dados
anteriormente actual redoeco.
Matenaes para estradns de ferro roraes, fica a
tarifa equiparada que corres: oodje i.os machinis-
ai03 para as grandes fabricas agricolns e indue-
triaes.
Passageiros, ficam redusidas as class.-s a duas,
regulando para ellas, es seguintes precoS.
PannasetruBi
k 1.a CXASSE
raaelr
2* CLASSE
t
s
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K
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85!
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I
THEATRO
SA^TA ISABEL
, EMPRESA AEIISCA
COMPANHIA HESPANHOLA
DE
j ZARZUELA % BAILE
'] Oiiinta-feira. 12 de Janeiro de 1888
8.* BCila i
l.o A spplaudida zarzuela em 3 actos :
MA3C
2 O graciuso e origiual bailado
Hontem e hoje
Pregas e horas do cosame.
llavera tren para Olinda, Api pinos e Beberibe e homla
pra Magdalena, Alosados, Santo Amaro, Fernandes vielra e
fcclfe
Vejam-se os programmas.
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cooc^soo^- aa
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= 888
=tS5Ias
r??88ls
ifc c a-- t i = occog, t
. =- V< oo q; SL. O
lili? 0 o
T ti ^ MO= | _
6C
_ C rv (C '^-
^2^288888888
O
. ^ tltCCCOC0GSO3
-2g22gsSo-S

7*tsS5:-
impanliia de Tnlhos l rb..nos de
Recife a Olinda e. Beberibe
DIY101.NIM
So da 9 do corrente cume?r a ser feit no
sriptorio da ompanhia, a distribuicio do 26 !
res ; para esse tim snr encontrado o Br. the- :
i (iro das dez horas ao meio da des dias uteis;
issim at o dia 17, sendo d'ahi em diante o pa- ,
ment ei'-o nai t- ren sabbados as meemss
las. Igutlmeuie serao pagos os juros das acco s
[ferenciaes e uas dtbentures, devendo estas ser
resentadas na occasio.
Sscriptorio d companhia, 3 de Janeiro do 1888.
O gr-ote._
A. pereira Simoes.
London & Brasilian Bank
Limited
Ra do Commercio n. 32
Sacca por todos o vapores sobre .s cal-
zas do mesmo baoco em Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos Oapellistas n. 75. No
Porto, ra dos Ioglezes.
-ouifiA rano
The Liyerpl & London & 6I0D11
INSURAHCS CDMPA1TY
Blackbnrn, INeedham k L
Ra do Commercio n. 3
o oom


a os-J
;s8o
;gggSSS5
= 8885
I?
siiiiriiiiiaiiiii
^. V!* M 0 SO K K "* I -"
rf&5SSlSlsI! -'
} ^; *; *
;0 = 0<
igjjgggg8881
Blltietea de serle e a**Inaturas
de estudante
R-onhecendo a directora que muito
alera de sua espectati t-m ido a fffluen.
ciad? meninos de esuol nos trens da
Oomianbia, err, vir-.nde da conceesSo es-
ponUnea que Ibes fez ..teriormento de
de pcusaqem gratu* nos trens de 8 \
e 9 1/2 da manl'ft e 2 1/2 e 3 1/2 da tarde,
< averiguando ser causa dessa cxtraordi
n.ria ffloencia,sontra qual diversos
passageiroa se It, queixa.lo, a resoluto
tomada pelos pais des^s meninos de dar
preterencia a escolan situada nos extremos
da liaha, acontecendo virern meninos de
Beberibe ou Olinda para escolas no Recife
e ia-versm, roolveu restringir esse lv0r
partir do Io de Janeiro vin^ouro, con-
cedeudo exclusivamente,os filbos ou tute
lado dos seus astiignmtes ou portadores
de wirtes e dos psMSgroa constantes da
2* cli.sse, deve.rdo para isto os roesmoe
presentar ao Sr. bilheteiro da estaeio da
.Wra o nome dos menores e o attestsdo
do frtquencia.
Igualmente, para cortar abusos, que de
outri forma n.o tero podido evitar, revi-
va a directora restringir da mesma data
em diante a cone.e.sio de s'gn!"",8' 80
vali-lasao* dia.,uteis, a 2.J50O e OrJOOO para
Encmzilbada, e Olinda ou Beberibe aos
estndantes de preonratono at_ Ib annos
que esteiam BU mesmas eondicoes, sendo
este:, no caso de d.ivida obrigados a aprr,-
,,-ntsr a sua v-criidSo de idade para qu;
possam gozar do f.vor.
E'a mesma data em diante os bheles ae
srv: mental dt V classe passarao a ser
venlidos em collecS5es de 30 v.ageos
redundas entre os extremos, 15 e 10 dem
idem, divididos en bilbetes de seccSo pnra
que possam rual.nente ser ul.sad.s pelos
p.w..igeiro. de nina s seccio e cus ario
15*30) no prime.ro caso <30^gs), 8*
no .egundo e.so i 15 visgensTe 6*00(1 no
terceiro caso (10 viagens).
/bateado o pre.o da senes de b via-
Kene cranlo :.s series de 10 viagens
aupjSea dir jtoriconciliar os nteresses
da CJonpanbi co.n osdosSrs. passsge.ros
,Ue a favor dest* systema de bilhetes Oo
seamente se ea. manifestado Neste
denudo ficarlo nem efifeito as resolucSes
antsrores, salvo as relavas a carga e
bsrsgens e os impressos as capat os
respetivos talSea de *gn*tar-
tlocife, 19 de Deeembro de 187.
O gerente,
Perora imSt.
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181
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Banco do Brasil
'aga-se o 68 dividendo razio de HCK 0 por
(So, roa do Commercio n. 6, eseriptono de
leira Caroeiro & C
| INDEMN1SAB0RA
iompttbm k $tQm%
martimos e TERR- stres
Estabeleclda m 1**5
APITAL LOOO-nun
SINIS1U0.S PAGOS
Sit 31 de Dezembro de Jt84
MariliiDOS..... f,IW:MMW
ferrestres..... 3I6:000$00
S' 44 Ru-' Commercio -44
| martimos contra foco
Companhia Phenlx Mer-
'- ni ni I) ii ta ii i
RA DO COMMERCIO N- 26, 1 ANDAR
a
s

I niM'ii SUtes & Brasil M- S. S. C.
0 paquete 'Finalice
or' -News,
Jaaiiro o quat
domora ae
:ooo
gegooSo.
_ _, ^ a* ts to to os os ce te if> j^
U* CD INO CJ"
888 =
11 w* ? "=" *^ ^
0 rs;. BV* *4 ^
18
Snpriiiiendeiite.
BAUGU 1IW
k
O vapor Advance
' esperado doa portos de sal
at o dia 19 de Janeiro depois
da Vmora o> ceasans segui
Para. Barbados,
Ihomaz e SW-1 ork
Paraearga, p-aaagesMse m --iw*. -dmoe-r
a frete. tracta-Rt- eom oa
AGENTES
Ww] itrs^r & C.
- RU' "do commercio n.
i i n id ai
R0V4L M4IL STEA1 PAC1IT
01PANY
0 paquete Mondego
SnT.ii M'
esperad do
S^ snl al o dia 14 do
\\ ^s** corrento e seguir
[depois dadBBOn
____ necessaria para
\ceute. Lisboa, Vlgo e
ihamptoa
Redaccoa de pastagens
Ida Ida e nata
A' Sonthampton 1 classe i 28 42
A'Lisboa classe 20 131)
Camarotes reservados para os pasasgeiros de
Pernamboco.
*ara paesagens, rretes, etc., tracta-se. as
AGENTES
Aiuorim Irmos &C.
.<. 3- RA DO BOM JEBS N._ 3
PaciflcSteas) ijavigaUontorapuj
STRAITS OF MAQELLAX LINE
Paquete Aconcagua
E' esperado da
tur. pa at ) dia
15 d> Janeiro, e
wgnir depo.s na,
________ Jemnt do cottu
me para Valparai o Ba escala por
llall;- Rio de Janeiro e Monte -
Tldo
P;ira carga, passigeircs, ene mmendaaeinhdei-
ro a frete, trata-te ron os .
AGENTES
Wilson Mons *fc U., Unted
N. 14 RA DO COMMERCIO-N 14
C4HP/OnnB DB ME*/* B-
HK* MAnta IMJ*
LINHA MENSAL
0 paquete Congo
Commandanto Lecointre
E' esperado dos portos do sol
no dii; 19 do corrente, segaindn
depois da demora do costura*,
^para Bordfeaui, tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra-et aos enhores passageiris de toda-
.... classe8 qop ba lugares reservados para esta
agencia, qne podem tomar em qualquer tempe-.
Faz-se abatimcnto de 15% em favor dai
milias composta de 4 pessoas ao iudos e qujpa-
garem 4 passagens inteiris.
Por excepciln os criados de familias qne orna
rem bilhetes de proa, gosam tambem d'este abat-
ment.
Cs vales postaea s Ee d> al i dia 17 pagos
de coutado.
Para carga, passagens, encitnnjendaa e dinh^ira
frete : tracta-se cora o
AGENTE
Augoste Labille
RA DO COMMERCIO
.8
Lisboa e Porto
Par. os porto' aeima segu enm brevidade a
barca portuguesa Novo Silencio, para onde reeeoe
carga : a tratar cem Baltar Oliveirs r C, ma
d> Vigario o. 1,1' andar.
5
sMLl9f&
Qoartafira, 11, drve t<-r logar o leilao ce
carti-uas, copo, rrpartimentvs de rscriptorio, me-
zas e i u'.rot mov.is, nu rscriptorio do L*^- co
Corpo Santo n. 11. 1* andt.r. ..- d, ^
Quinta-fe!r; 12. r> da JaqaeirH ; os con
Babia, Rio de Janeiro9jm^LB^^ZZ^
^mpo, porqae o leilio
dep is de meio dia.
'e
s principiara
hora
Leilao
D. um cofre pro va de fogo e grande quantiladc
de movis, resto do espolio de Joo Jos Gomes de
Soasa, no armazem a ra Estreita do Rosario n.
29
Agente Britto
QUARTA FEIRA.ll DE JANEIRO
A's 10 1]2 heras
Leilao
Cisnir-i
atn "- -?-. de Xave
gac.o a %apor
PORTOS DO NORTt
Para
PO
Capital
BRASIL
O. 00:OOW
Idem reallsad r5,0:0'.*
Acaixa fiuai dea..: .!>". tuiKUMOfi ra do
Coo.o.eruo n. 40 saco... s vista ou a praso, cen-
tra os bgumtcs currep..i.d.-n!.-a no estrangeir
Lou'ires------
a;__X. U. U.i!:'lUld 4 hu'
2-?
Pana.......
Hamburgo.......
Berlim..........|
Brateme........',
Frankfurt s/ M--"
Antuerpia ......'
Ui/ma........
genova......
aples......
Vliio e mais 340
cidades tt Ita-
lia......
Madrid..........
Barcelona.......J
Cdiz............ I
Halaga.......... f
Tarragonr......'.
Valenc .. outraei
daaUi i.'s l
panli i has l
Canaliab .. '
Lisboav ...'.....I
Porto o mais .:-
dades de Pur-
tuga, e Ibas... /
Buenos-Ayres... .)
Montevideo......
Nova York....
. '<
.se Pfr
UeaTscoe Bauk.
lHTI
"'Anvcre
Ba-.ic- '-'i-tm- e su-.s
.;genti..'
keffuros contra Fogo
EST: 1803
Edificios e mercadorias
Taixas baixas
Prompto pagamento de prejuizos
CAPITAL
Rg. 10,000:000*00
AGENTES
BROWN1 a* C
N. 5-RA DO COMMERCIO-N. 5
(tunpattljia >e Seguios
CONTRA FOGO
HOETHERN
desndrese Aberdeea
P^ao financeira (Dezembro de 188o)
v j--_iJ 3 000 000
8gl8S8lsSS.
sSsg?s8or-
S88888aS5S = %_
I?
M BOBSOSffCOgJ^^g

5ot
5 o<
i 5
s88g8S8
|a.C^|||||S?P|| |
12
o*5
\%
.-J<
Baaou
Banal*
eiaa.
Hyi t':cario de
r ;U 8 aj:ib-
Rasteo Je Portugal
suns agencias.
Ki
Engah riuk ot tho
?or Pinte, Iji.uiei.
O. Amsink A C.
Compra taques lobre qu-.lquer praea do imp
rio e do estranger-i.
Recebe dinheiio em couta corrento de movi-
atento com juresra lazio de S% ao anno e por le
tras a orazo a juros conveociooados.
O gerente,
William M Webfter
S. B. J.
Sociedade Recreativa Juvenil
ar*o mn-.i em 14 Ue Janeiro
Conimunico a todos os Srs socios que quizsrem
enviar snas notes para convites, podero fas* lo
todos os dias, das 9 as 10 horas da noite, na sede
'"ToV-Mo ao ocios quites con os cofres sociaes
Secretaria d. Bociedade Recreativa Juven.l,
em 6 le Janeiro de 1888.-O S- *rl0'
Francisco Rodrigues da Coaoa.
3.000,000
3.134,348
ipital subse.ripto
andos aecumulado8
Keelta annnal:
Dreroios contra fogo
1 premios sobre vidas
i juros
O AGENTE,
John H. Boxwell.
577,330
191,000
132,000
0 vapor
Commandante Antonio Ferreira da Silva
E' esperado dos portos do su I at
o dia 17 de Janeiro, e seguir
depois da demora dispensado,
iPara os port-.do norte at Ma-
Para carga, pa^sa^as encommend,*. a valares
tracta-se na afWBiB n Q
PRAQA do corpo SANTO ^.
PORTOS DO SUL
0 vapor MaranhSo
Commandante Joao Mara Pessoa
E' asoerado des portos do or-,
te at O da de Janeiro e de-
pois da demora iodispensavel
^seguir para o F""** do 8ul>
"^eSa^SSL carga para Santos, !&-
tharioa, Pelotas, Fort., Aiegr, e Rio Grande d,
Sul, frete modi .
Para carga, paaagens
trata-e na agencia___-___ VTPTV-<
PRAGA DO CORPO SANTO
De um cofre, carteiras, mecho, mesas para fasea-
dae, caudieiros a gas, arandellas, 8rm*r{'.' n
partimentos pata cscriptono, altos e oaixoa,
mesas, cadsiras e muitos outros n-oveis de SSCrsa
torio. _
Quarta-feira, 11 de Janeiro
A' 11 bormm
No eacriptorio do Largo do Corpo Santo
n. 11
Agente Pinto
Leilao
Em cunnnafao
cneommonda valores
N 9
Companhia de Seguros
gitHixftt At fisloa
AGENTE
Mi;url Jos Alves
N. *oust do non Jeue-N.
CGUROS MARITW08 E TERRESTRES
Nms ultimo seguro s noic* companhia nesta
praque couced.-. aos Sr. .egnrado. isempcio de
paimenco de premio em cads stimo anno, o que
eqirale ao descont annual de
oep em favor dos segurados.
CH4HJEIBS KGI1NIN
< ompanhla Franceza deIf**eK*
cSo a Vapor
Linha quinzenal antre o Hfvre, Lu
boa, Peraambuoo, Bahia, Rioae Janeiro <
Santos
0
De mobiiias, camas, apparadores, gnarda-vesdos,
mesas elsticas, camas de vento, relogio de ps-
rede, grossB de cehimbos, ditas de ponteiras.
toalhas, redes, colchas, quadros, espelhos, copos
e Ioucas, e muitos outro artigos.
Cuarta feira, 11 do corrente
A's 11 horas
No armazem da ra Mrquez de Qlinda
. 19
P..r interven$ao do agente
Gsmao_____
lieilo
De nma vacca tourin um burro para
carrosa
tilinta feira, 1 do eorremte
Agente. Piulo
Por ocessiao do leiiSo de movis, lonca? 8 vidres
na Jaqueira para onde partir ao meio da um
trem que dar'passBgem aos conenrrentej._______
Commandante Brant
.A
CAPXTAL
O0.OOO de llfcr terUM
AGENTES
yarason Howe H.
en casa-do
SR. JOHT H BOXWEU.
26- Ra do Commercio K
Espcra-se da Europa no da
18 de Janeiro segumdo- de-
pois da demora uecessad
,para
Bhia, Rio de Janeiro e Santos
R .en so +* Srs. importdores de eargs,pe os
yp,Z drst- linba.queiram .presentar se dentro
aeP6 das a contar do da descarga da f
Soaiqner r^clamacio concerneute a volumes que
Porventura tenbam seguido para o. po rtede.sal,
ifim de se poderem dar a tempo as providencias
^pT."^ refer.de pra.o a companhia nao se
"pr c;S PrglTencommenda. dinhei-
'fre,etr,U"e AGENTE
Aooste. Labille
9-RA DO COMMERCIO-9
Leilao
Da armacao e gneros do deposito aito a ra
S Joao n. 5
AO CORRER DO MARTELLO
Pelo Agente Brito
Qu'nta-feira 12 do corrente
A's it 1/2 horaB
de
Agc^Barlamaqui
LUHI POItO
Abarca portngaesa Quitara reerbe carga a
frete ; a tratar coa Aawnm Irmaos & O.
Quinta icira. 1* do corrente
A's 11 horas
NO ARMAZEM A' RA DO IMPISA-
DOR N. 49
De casas e anovela
O agente cima vender em leilio doiis casa
terress, sendo nma a roa da Detencao n. .16 e ce-
tra & ra do Burgo n. 28, con a?,4o..u,'er?' i
linda mobilia de Jacaranda, nm bonito leuet, 4
grande espelbos dourados, cama de casal, guar-
da vestidos, 30 resssas de papel deimpresstoe
muito. outro artigos S^^SSffifl jr.
AO CORRER DO MARTELLO
. '- ^a


6
Leilo
De inoris, llou'pa, crystaes
Sal Ve entrada
A saber:
ras
Costureiras
Preciis-ee com urgencia de peifeitti costurei-
na roa da Aurora i. 39. 1 an r.
Eng(!nli
Um iof, 1 meia, eaileira de braco, ditas de
guarnidlo, e 4 ditas de balanco, jarros e vasos _. Ya n _: j. i_. _
Dar fiares Vende-se o eogenho H. Gregorio, dis ante urna
^^ Sala de visita 'e9s"* fla estaolo d* OaiBalleira, ccm fbrragem e
Um piaro forte, 1 m.biha de Jacaranda, com 1 1'**? !""* miU*' FTt?*S Tl^'
sof, 2 comolo. com peclra, 2 cairas da braco e i \"W P4*' "" (Eat4 *dgl--;
2:0004 p anoo ; a trillar em casa de lavares
14 cadeiras de gurnelo, 1 mesa redonda com
tampo de pedra, 8 mests pequeas, jarros e vasos
para flores
Urna me la elstica, 1 guarda louca, 2 apparado-
rej 1 ainmrio, 1 mesa :om 4 gavetas, 12 cadeiras
de junco, 1 apparelbo parajmtar, dito para cha,
copos, calces, garris, ctmpoteiras, talbere e
outros obji ctos.
Qusrtoi
Dons lavatorios, 2 corme das, 2 cabides, 1 ar-
mario, camai, 2 pratileiras, 11 rolo de esteira para
forro de nula, camas ie lena, mesas, cadeiras e
outros movis de casa de familia.
Quinta-feir, 12 do crtente
Na Juqui'i-a
O agent' Pinto levar a luilao os movis e mais
objectos aeiioa mencionados, existentes na casa em
que resida a Sra. Davis, na Ponte de Ucha, pro-
priedade d) Sr. Dr. Be ito Costa, junto 4 estaco
da Jaqueia.
O tren ce meio dia dar. passagem os concur-
rentes do 1 eilao.
O leilSo principiar meia aora depois de meio
dia.
EmcontinuacSo
Urna vacca de iaca touriba e um burro manto
para carrt < i e sella.
"lio
O; fazeodtas a va riadas
Constan lo de pecas de caxtbraia Victoria, ditas
de chita e ditas d brita branco.
Jexta jeira 13 co corrente
A's 11 boraa
Slo armazem airnado Imperador
n tS
Pelo agente Martin s
i)
DE
P -lEL E m O ^
ASABEh, :
O sobrado de 1 i.ndur e sotao da ra da Boda
n. 44 que tende 43*000 mensaes.
A casa terrea na travessa d Baixa Verde n. 5
em cha > pioprio que rende '2*000 mensaes.
Sexta -feira 13 d) corrate
Sexta.-felra. Hielo correte
A's 11 horas
Pinte
de Olinda
Agente
No armtixm da
ra Mrquez
n. 52

Agente Brito
Dos Ivds e ostrum'ntoa cirorgicos, pertencen
tes a um ip.-li-j, a maridado do Illm. Exm. Sr. Dr-
jai* de direito da provisdoriii.
Kahbado, 14 do corrate
A's 10 1/2 horas
Ba do B>m Jess n. 4o

.VISOS DIVERSOS
Alus a-so casas a 8(W) no becco dos Coe
lbos, junto de S. Goneallc : s tratar na roa es
Imperatri.': n. 56.
nmVoub" Na rua AugusU n. 280, precisa-se de
_ q_:i>ba bem cojinhar.
o-djeMini ; a cass
de Mello' Genro C-, no Corpo Santo n. 15, pri-
lueiro andar.
TEH
e-se
urna parte do engenbo Desterro, fregueiia de
Igaarass, e os rendimentos de urna porfi de
a tratar com o Sr. tenente Evaristo de
rua do Socego n. 24.
annos
Soma,
TMudo
Precisa-se de um criado que d fiador de sua
(,onducta, para casa de familia, paga-se bes ,: a
f.atar no ro* de S. Jorge n 127.
Nenenle de carrapato
Compra-si; s- mente de carrapato ; na rua to
Hospicio n. 79.
Criado
Precisa se de um criado para casa de familia ;
a tratar com Joaquim Moreira Beis, em sua casa
defronte do hospital Pedro II, tooe Coelhes.
103Raa Duque de Caxias-.03
Grande sortimento de pulceiras ameri-
canas para senhora, e meninas, a 5^000,
60000, 71000, 8000 e 9,5000, o par.
BICOS de cores e brancos de 2, 3 e 4
dedos de largura, a 20000, 20500 e
30000.
dem cor de crraj.
PORTA-embrulboB americanos, a 500 e
600 rs., am.
INVISIVEIS pratiados o dourados
LINDOS lequfs transparentes para
35000, 40000, 50000, 60000 e 70000.
COLLAKINH ,S e punhua de borracha,
econmicos e proprios para bailes, preco
sem competencia.
LUVAS de seda bordadas cora missan-
gaa.
dem bordadas com
bronseada e granad.
vidrilho iiourado
Barbosa & Santos
tratar
tai.** casa n. 13 rua de
, aladul e pintad**; V sgtrW )). .!. -->--
rua estreit do liosario n. 16.
1 ____
Sem dieta e sem Modifi-
ca cocs de costumes
Premsa-se de urna (arfis* cosinheira a de
boa conducta ; na raa da Matriz da Boa-Vista
numero 3.
Preeisa-se
rua Nova n. 39,
Esquina
ceuu.., vuuuu.
Rio Branco n. 14
a rua do RegenteRio de
Janeiro
de orna (tosinheir* ; a tratar na
2' andar.
Um hornera de idade, sem familia e de bos
costnmes, que quiser mor.da, alimentaco e oe-
?2?2 Ta*0' "Mt8 ""o l"e, dirija se
a rua da Roda n. 54
I
I
.
I
PBECISA-8E de ums engommadeiru perfei-
te e de una criada pira andar com criancas ; a
traUr na roa do Visoonde de Goyanna n 207
(Mangninho).
^*f Precisa-se de urna ; no largo do
Corpo Santo n. 17, 3- andar. 6
**ee:-8e de urna ama de idade para cosi-
" ,<,*** d0M P6880* ? n "a Imperial nume-
ro l/B.
* Prec sa-se de urna
numero 8.
ana : no largo da Penha
%
Atlengo
Poi em 1,'ilao a casa n. 7 da rua de Cbristovo
Uolombo, tertencente ao 8r. Jannario Antones de
Lima, no da 28 de Setembro, por nao poder mais
possuil-a, recebendo o importe no dia 8 de Outu-
oro. tste s.mhor sendo casado com a Sra. D. Can
elida Mana da Conceicao. a qual rendase r. tirado
cta companlua de sen murido, e sendo sua residen-
cia em M nanguape, (te iienhor a fas chamar '
por esteD,arf, fim d.) que venha receber > par-
te que lhe jiertcnce, no praso de 30 das, e que
eaUemdeiioBito. Estamos nsDerando.
I
Especficos preparados peo phar-
macenlico Eugenio Marques
de Hollanda
Approvados pelan juntas de hygiene da
prte, Repblicas do Prata e Academia de
Industria de Pars.
Elixir de Imblrlblna
Kestabelece os dyspepticos, facilita as diges-
toes e promove as ejecedes difficeis.
vinbo de ananas rerrosrlnosio e
quinado
Para os chloro-anemicos, debella a hypoemia
intertropical, reconstitue os bydropicos e beribe-
ncos. r
Xarope de llor de araelra e mn
tamba
Muito rcommendado na bronchite, na hemop-
tye-3 e as toases agudsa ou ehronicaB.
leo de teaindasi ferroglnoaio e cas
r, "** .-e '"Ja nmai-b-a
i- o primeiro reparador da traquesa do orga-
nismo, na fysica.
Pllnlaa ante-perlodlcan. preparada*
com pererlna, quina ejaborandv
Cura radicalmente as febres intermitientes, *e-
mittentcB e pernieiosas.
v inho de Jarnbeba simples e am
bem ferrnglnoso, preparados
p_ enl 'fco de caj
tacases as nflamav&es do figado e baco agu-
das ouehronicas.
yin lio tnico de eapliaria e quina
Applicado as convalusceneas das parturientes
tierco ante-febril.
PASTILHaS peitoraes

01 SU 3C0 D'ALMOE I LO URO 0ERIJA
de GEDLATJLT & 0", hM en .
Admlttido i noriphtmaooptofelildiFrinfi,
ApprendoMliJunttointftldtHytitnido Brazii.
Soba frmad'um aonfeito diicoso,
tomado iomprazer,tanto pelascrean-
cas, como pelos adultos, estas pas-
tilhas (sontm os dois principios
mais colmantes e taoffensive; em
materia medica. Empregam-se
com o tuelhor xito contra:
Tosie, Molestias do Peito.
Definios, Catarrho-Epideir. .o,
Catanhos, Ronqnidao,
Doenca da Garganta, .
Bronohltes e Coqueluche.
PARi'S, 8, RU VIVIBNNS
I RAS FMNCIFAEf PHARIaOAS
Professora
Urna sophora competentemente habilitada pro-
p5e so a leociouar em colegios e casas particula-
res as srgaintes DiHterias : portuguez, francs,
msica e piano : u tratar na rua Marques do
Herval n. 10.
Palsifcac*es
Para evitar falsificacoes com referencia ao co
nbecido PEg'ORAL DE CAMBABA, deve ezi
gir-se este preparado com a firma do auutorArl
vares de S. Soares em rotulo circulando aro
Iba do fraseo e a marca da fabrica nos involtorioi
rulada pelo nome dos agentes e depositario
geraes em Pernambuco Francisco Manoel d
Silva & Q 4 rua do Mugues de Olinda n. 8S
Cosinheira
Precisa-se de urna que cosinhe bem, para cas
de pequea ft.milia, que durma em casa ; na ru
do Conde da Boa-Vibta n. 24-F.
CHEQARAM OS CELEBRES
CANARIOS
(1 Alleiuanha
DE
CARLOS BBANDMULLEB
DO
HARZ
DEPOSITO
Rua do Imperador n. 22, armas: m de movis
Multa aencaO
Na rua Sete de Setembro (outr'ora becco do
Ferreiros) n. 6, fax-se plisss e recerta-se babado
largos e estreitos.
Augusto Marques
estabe ecido rua do Imperador n. 18, vem avisar
aos Illms. seahores desta cidade qae encarrega-se
de faser os trabalhos seguintes :
Encanamentos para hgna e gas, deposito para
agua, banheiros, chuviscos, bombas de todos os
systemas, torneiras de todos os tamanhos vlvu-
las, baca de repacho, obras de ferro, cobre, lineo
e cLumbo, bronse, etc., etc.
Promette promptido em seus trabalhos, assim
cerno modicidade em seus precoe.
* 8Boa do Imperador18
ilas i Hooo Sdccotto
Compra-se cntelas do Monte Soceorro : na rua
Marcilio Dias n. 26, das 7 s 2 da Urde.
ASA.
DIRTsl-S6 ^"S-"6 2- ndar do pred.o n727 ama do
Y Imperador, com grandes commodos eagua; as
larga do Rosario n. 22, V chaves para, correr, o o andar terreo
na rua
un cabriolet
andar.
Cosinheira
Precisa-se de urca boa cosinheira, para casa de
pequea familia : na rua do Paysand n.
Ao couiDiereio e ae publico
Passagem da Magdalena.
19 Henriqne da Cunha Porto declara que d'esta
data em diante se assigoar Henrique bemfica da
0..k.. Dn.H ._.j_ e__. j. .
--------Cunha Porto, sendo a firma de que usar o abaixo
assignada.
Recife, 7 de Janeiro de 1888.
Aluga se a l , Rn.ot.iz. .n>fo .....i > qualquer estabe-
ror;'5|0i0
do Rosario, ir uno propria para
lecimento por ser muito grande e estar
tratar na ron Duque de Caxias n. 85.
li-r pa
Maduro
Quejjos hollaodeze
i
Aluga-se barato
Roa Visconde de Itapnrica n. 43, armazem
Rua de Bom Jess n. 47, 2. andar,
rrata-se na rua do Commercio n. 6, 1 ndal-
es riptdrio de Silva Guimaries & C.
O Vigor
do
Cabello
do
Dr. Ayer.
Preparado Sob
Aluga se
on vndese a casa sita em Crus de Almas (Par-
nameirim) n. 10, confronte a casa do fallecido Dr.
Leal, acha-se limpa e tem commodos para grande
familia : a tratar na rna do Apollo n. 80, primei-
ro andar.
Aluga-se
duas boas casas com enmmodos sufiieientes para
familias, com agna e ea, 4 rna da Conquista n.
21 e Caminho Noto n. 58 ; a tratar no Caminho
Novo n. 91, padaria, ou rua Marques de Olm a
numero 60.
Alug'
vi-se
o 1* andar da casa n. 27, ina Vidal de Negrei-
ros ; o 2 da de n. 66, rua de Marcilio Dias ; o
y da de n. 18, mesma rua ; o 1 da de n. 27,
a rua de Lomas Valentinas ; o 1 e 2o da de n.
16 rna de Hortas; o 2 da de n. 84, rna Es-
treita do Rosario; a casa n. 28 rua de Nunes
Machado, no Espinheiro, com bous commodos, a
tratar na rna do Hospicio n. 33.
Alug-a*se
Aviso
Marca Johannes Plnym
Chegaram pelo ultimo paquete dusentas
SEM RIVaL taitas destes afamados queijos que se en-
O sorprendente vinho Madoro, puro, sem mis-ontram em todos os estabelecimentos de
tura alguma, propno para mesa, acaba de cheg8r,ra,era ordem
nova it messa. _____
Sem querer mes depreciar asqualidades puras dos
vinhos diariamente annnnciados, podemos garantir
aos nosso fregueses e ao publico em geral, que o
vinho Maduro de nossa especialidade o nico
capas de am boa nntricSo, conservando todos os O Sr. T. Brocheton nico representante da cata
requisitos da bygiene, como uro dos principaes a'arioile-Pingnet, no Brasil, tendo-se retirado
faser urna digestao fcil, alimentando os glbulos.migavelmente da Uaioa Pinto em Ribeiriiu, vem
sanguneos, principaes motores da saude da huma- lereaer eeus servicos aos .^rs. de eogenhos.'
nidado. O Sr. T. Brocheton encarrega-se de fornecer o
Em OBRAS DE VIME ninguem compete com- laterial de usinas completas, construindo os edi-
nosco : temos cios com vigameot a de ferro ou de madeiras da
Berros Conde;as Costnrelraa irra, oucom transformacoes, somente dos edifi-
Faqnelros los fiistentes aos prtcos os mais rascaveis, com
Papeleiroa e balaios para roupa suja, assim arantia de rendimento de 9 1(2 a 10 i0 com eal-
como cestas para compras, de todos oa tamaohva os de 10* Baom para cima.
Em TAMA NCOS DO PJRTO Sen syatema de fabricHco esta comprovado
tambem ninguem compete : Para homens sao so- )m o funecionamento d 15 usinas no Brasil e
berbos, mas |>ara senhjras sao sorprendentes. m privilegio obudo para por os apparelbos 'da
EMENTES NOVAS isa Mariolle, b.m como seu trabalho vantajoso e
de hortalicas e flores, temos sempre em todos 'Onomico.
os vapores, a eecolba mais rigorosa quedesejarse O Sr. Brocheton encarrega-se igualmente de
llocar refinarus pruprias para o* paiz, do que
Esitrelta do Rosario n. m grande pratica.
illnIO lereja Declara mais o Sr. Brocheton que seus preeos
n lar j n /i Bem comPeteBCa, muito mdicos, comparati-
1'flOaS HA.ndr\< X 1 kmKDte M q>lidades desres apparelhos, aperfei-
AkdOB e B8 oupornria.a-M auaiiiilu
Para nformafocs iina Pinto 6m Ribeiro e no
lotel da ponte de Uuboa.
Ama e letor
precisa-se dest-s dous empregados, em Agua
rria de B. b.ribe ; a tratar na rua de Pedro Af-
bnso n. 58, antiga da Praia.
Soceorro a vclha
I A moradora do becco do Bernardo n. 51, ainda
9 faz lembrar s almas caridosas, que nao se es-
U' (m da prottceao qne sempre lhe dispensa-
!________^^_
o predio da praca Conde d'Ea n. 46, com commo-
dos para familia ; a tratar na rua da Aurora nu-
mero 85.
Ama
Precisa-se de urna ama ; na travessa do Qaei-
mado n. 9, entrada pela rua larga do Rosario, se-
gundo andar.
ases Scientiflcaa
E Physiolog-icas,
para o
Toucador
0 Vigor do Cabello
Do Dr. Ayer.
T>evolve, com o brilho o frescura da iaventnde, a*
cabello jrrlnalho ou branco urna rica cor __*>
ral, castanho ou preto, como deaeja. Pelo mm
uao, ao casco claro ou roxo poIc dar-ve ama cor
escura, e groasura ao cabello fino, eraquanto qoa
frequenteniente cura a calvicie, porero nem aempre.
Impede a queda do cabello, estimulando o dbil e
enfermo a crescer vigorosamente. Reprime o pro-
gresso e cura a t nha e caspa, curando quas todas as
docDcas peculiares do pericraneo. Como <"~'
-,~v [ivmi.ivo UJ ^IlliaUIU. \,ll\ll'l /S_
Tupara iformowar o cabello das Seah._
Igor n5o tem rival; n&n contem aieite on *_-
gnma, torna o cabello suave, brilhante e aeooso as
apparencia, e communica-lhe um perfume ifrlinjii
agradtvel e permaneiite.
PREFAKADO PELO
DR. J. C. AYER e CA.,
Lowell, Mass., E. U. A.
A' venda nu principaes pharmacia* e irofaiia
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar. e outra
para engommar : a tratar na rua do Progresso
numero 7.
Ama
Precisa-se de urna ama para comprar e eosi
nhtr; na rua larga do Rosana u. 18, 1 andar.
Ama
Precisa-se de
casa de pequea
lias n. 54, leja.
urna ama para cosinhar, para
familia ; na rua Duque de Ca.
possa
Aua
OOFIICASdo ESTOMAGO
DIQIiSTKS DIFFICCIB
Dyp)psiaj,.Cstra7ffias, Anemia,
Pera di) Appeht, Vmitos, Diarrhea
JebiUdade das Crianfas
CUBA SKQUB- I _P1DA PBLO
ELXIRGREZ
Ama
Precisase de urna ama para comprar e
cozinhar em casa de familia : na rua Du-
que de Caxias n. 14 se dir.
Precisase de urna ama para cosinhar,
mas que entena do seu officio. Deve
traaer a sua caderneta de matricula. No
3. andar do predio n, 42. da rua Duque
de Caxias, por cima da typograpbia deste
Dtarto.
Ama
Criado
TNICO-DIGESTIVO
eom Quina, Coca t Pepsina
Adoptado em todos os Hospitaes
MEOALHASH'S EXPOSI$ES
PARS, r. 1.a Brnyre.34, e em tudas as Pbarmiriu.
SEM0L1M
DeBrau &,tGlasgow
Este arfigo, preparado por um novo processa Pecisa-st de urna cosiuheira ; na rua da An-
do trigo d* tuelbor qualidade, poi-sue os eleioen-r* 109-
Precisa-se de um criado ; aa rua de Paysaud
i. iy, Passagem da Mxgdalena.
Cosinheira
Precisa-se de urna
tos necessarios para nutricio de crianfas e doen
tCB, e milito ce rcommenda por ser de fcil di-i
gebtao e gosto muito agraiavel ; tambem pode-se1
iZ::r:Al::LTpL^^ coziaheira, na
addicionando-se-ih^ algum leite. nicos agente? 1 C1 1 1 I V*.-*
nesta oraca, SaundersBrothers & C. rua do C m^Ua Ua OOledade TI S2
mercion.3, escriptono do Blackburn Needham S VJ.O.VXC: JJ, J^,
Na rna do Coto vello n. 4G, precisa-se de urna
ama para todo servico de casa de familia.
Ama
Cosinheira
Precisa-se de urna cosinheira para asa de per-
ca familia : a tratar na rna Marrillo Diis n. 10.
Precisa-se de orna boa cosinheira
da rua Velba n. 28.
no s
Assucar candi
Especial assucar candi, o melhor qne ate boj-
ee tem fabricad.) nesta cidade. Assucar especia,
extra refinado, Usina Pinto e Colonia Issbel.
Refina (-SO
J. Salgueiral C rus'Msreilii Dias a. 2
_____ Nombro telepbooico446
Boa morada
Alaga-se a casa terrea n. 129 i raa das Ose-
Por tas, com 3 q artos e grande quinta), est Ka>
pa ; a tratar em fra de Portas, rea do Pilar be
mero 56.
18#0
Precisa-se de urna ama para cosinhar : no pateo
do Paraso n. 16, taveroa.
Ama
Precisa-se de ama ama que seja boa cosinheira
e seja matriculada ; na rua de Riachuello n. 57,
porto de ferro.
Ama
Precisa-se de nma ama para comprar e cosi-
nhar, que seja matriculada : na rua do Marques
do Herval a. 71. '
Precisa-SB para um engenlio prexin a esta ca-
pital ; a ti-atar na rua de Hortss n. 2, segundo j
a Maaosi da Silra & G
RUA TO MRQUEZ DE OLINDA
Diligencia
MALTINA
Extracto de triga, cevada e aveia germinadas
R parado pela Matn. Manufactunng Co Limited 24 e 25 Hart fctreet Bloomsbury
Londres E. C. '
i MAT^.Pm0/>da,?',ao,,,0ta > fcygene da Corte
f .T equivale a 3 vezea 8en proprio pe.o em diaataee e de 3 a
6 .rze. poder^stoi.co a qualquer outro preparado deate genero,
tem nma t^T ** nciio 6 lha de ouro em diversas expo.icSea e
MrU S S ^"^^ na EurT e nos EBt.da*>.lHv< t.Bl0 que foi preciao en
efcenL "^ ^ g"Dde8 C8pUe8 Para 88tBrZer **!>"
C^ma-ae a attengao dos distinctos medisos desta cidad^para os importantes
W.La,T "*? m-'nte, a^a,d** emcombinacSo com a Maltina, ainda mais sao
immed!a?0.^ e """**"* e FW-P-*- absorvidos produzindo eitoa
Lista dos preparados
MALTINA pan.
MALTINA penina e pancreatina.
M ALTDjA phoi.pbato de ferro quinina e stryohnina.
Oleo de figado de baoalbo com leite peptonisado.
to de )da? d fig8d e b<,ca,ho aom ,eie Peptonisado oombioado com bjpopbospbi
Extracto de car:ie peptonisado.
o i* J2St2rz ;=^Sirde ~
VeDtte-se oa phanacla (eulral
38 Rua do Imperador 38
PKBKAMBACO
Chegon primeira remessa do precioso tarello
de caroco de algodio, o mais barato de todos os
Parte de Olinda todos os sabbados s bonalmentr8 p'.u auituac8 de raCa cavallar. Vaccnm
da tardo at Itabayana, e volia as tercas-feiras 3Uinf'etc- caroco de algodSo depois de ex-
vendase passagem para Iguarass Oovann' a casca e todo o oleo, o mais rico ali-
Sr's. Agostink caeoto 1ue 8e P0*36 dar 808 anim.ies para os forta-
lecer e engordar com admiravel rapidez.
Nos Estados-Unidos da Amrica do Norte e na
Inglaterra elle emuiegado (com o maie telis re-
soltado) de preferencia ao milho e outros farellos
i que sao rr.u;<. saaa caro e nao sao de tanta sus-
MiDF'igs Rocha
Ama
Aluga-se a casa n. 16 E rna de RiaebassV
(antiga do Destino) na Boa-Vista, cosa 2safss
2 qoartos, cosinhs 6rM, caiada e piotuls, a enarr
acba-se junto n. 16 C ; aluga-se o 1 andar i r
do Apollo, fregaesia do Reci e, n. 63, por 20MOT
caiado e pntalo ; trata-se na roa da Oais ssssr
ro62.

- -. --
: .:.
1B08 NJI108
Preeisa-se de urna ama de meia idade para o
servieo de am canal sem Albos ; na rua Vidal de
Negreiros n. 134 (pateo d. Terco).
*
r recisa-se de nma ama pura cosinhar e com -
prar ; a tratar na rna da Penha n. 21, primeiro
andar.
-------- r..6. yait iguari
Itamb e Itabayana, n* loja dos t
Santos & C, rua Primeiro de Maryj n. 1.
Escola mixta particular
Has Velba n. 8
Lanra A. Suraiva Oalva.1, titubada pela Escoj taucia.
Normal, cargo da sociedade Propugadora i Ueelh
Iostrnecao Publica, avisa aos pais de seus aloi
nos e aquellas pesaoas que lhe qoiteiem confi
a mstruccao ce seus filbos, que no dia 16 do e i
rente reabre s ia dita escola, onde ali-m das a
teriaa que constitaem propriamente o ensino n
mario, ensina tambem s meninas trabalhos i
agulha.
Oleo Florea
0 melbor para o cabelle
Oleo Fhhas
AS
Enermidades Secretas
BLEMORRHAGIA8
GONORBHEAS
FLORES BRANCAS
00I1RHHENTO8
recentes ou aotigos sao curados emj
poucos dlan em segredo, sem rgi-
men nen, Jsanaa, sem cncer nemj
molestar,oa lefios digestivos, Dlas]
de
MAV'A
CatoPu'm+wU ***
DO D0T0R
prMsw
u mjiofU, 4
I, Piso 4*n i*
MEIO SECLO DE BOM XITO
43 Premios
ALCOOMJORTEIi
DE RICOUS
RKCOMMKNDADO
pelas ZUustra^des Medicas
oontra
inlgBStBS, Dores de Estomago
de Coraco, de Herios, de Caneca, etc.
Indispensaiel DURANTE 8 CALORF.S
PTIMO TAMBKM PARA
o TOUCADOR eos DENTES
Grande rreserratlTo em tempo
mm
Precisa se de urna ema que cosinhe eeogomme
para duas pessoas sem fihos, e qus durma em casa,
rua da Conquista n. 29, on roa do Amorim n. 56.
AMA
Precisa-sede urna ama para lavar e engommar
na rna do Hospici o n. 8.
AMA
de GRIMAULT e O
Pliarisaoouticos sm Varis.
Amittido aa nova
pbarmacoi,ea oftlal de Franca.
Approtado pela Junta cistral m
Htgiske do BRAzn.
Hasta aspirar a fumaca dos llsaini
indios para faieriiesapprecerern eom.^le-
timente os mais violentos ataques de
Atthma, a Toit nervota. Ronquido*,
xtincfo s os. Neuralgia faetl,
insomma, e tambem combater s Tistes
aryngea.
Cada ssiofo tora a marea da fabrica, a
tru:a a o sallo da O. .IMA0I.T a da
HABI8, 8, Res. Vrrieane, 8
I >AS PWROAES HASSMLU.
1
'
(osinh ira
Precisa-se de nma crsinbeira, tendo boa ?s
ducta, para casa de fau.ilia ; dirjase 4 raa
Cxmmercio n. 5, 1 andar, eacriptorio da
das 9 horas da manb ie 4 da tarde.
Criado
Precisa-se de um criado
o. 33, hotel.
ne largo da Pesas
Precisa-se dn nma ama pira todo s&rvici inter-
no de casa de familia, que entend* de costuras, e
seja matriculada ; na rua de Riachuello n. 57,
porto de ferro.
AMAS
Precisa-se de doas amas, urna que seja boa
cosinheira e outra para servieo interno e andar
com criancas ; a tratar na rua Baro da Victoria
n. 46, luja.
Fabrica em LTAO
9, Coarm d'HerboaviU
Casa em PAR IS, *1, rna Richer
Sxiffe-s* o vme de
MLOLAl, 5 m
kfMimtiso : FRAN- M. da 8O,VA a O.
i aa Uss M Mu Ptirstelu i tm%irui.
Ama
Precisa se de ama ama para cuidar do crian-
na raa das Creoala (Capuoga) n. SB.
Precisa-se de dant amns, sendo urna para co
sinbar e ootra pr eiiKomnado liao, e servieo
interno ero casa de familia ; oa rna Duque de
Casias a. 44, loja de f sendas
1-------
Amas
Ama
Precisa-se de nma ama ; na rna do
n. 55, 2- andar.
ara cta Tararais
O bachare Manuel Amonio dos r asaos Sifv
roga a seus par. nt-s amig 8 e as p^ss as cansa
sas. pa ra asristirem a una mista que siasds s>-
lebr-r em iiiffrnsio d'alma desea presada asa, s
BhiSo da Tacaron, sabbado 14 do mu lisas, as '
hars da mai-ai, na igreja de 8. Pedro Marrar
em Olinda, pelo qae agradece desde i sar asas
nef de pi rarid Precisa-se de dnas, smdo urna para eogomaiar
e ostra para s*rvie<>s de casa de familia ; a tra-
tar a rna do Bario da Victoria n 7, 2 andar.
Amas
Preisa-se de doas amas qae saibam engommar
b^m roupa de bostem e senhora. asta para ser-
Tc/> de casa ; aa P.mte de Dokda. ss fr we a
est-cio, sitio de Luis de Morses Gomes Per-
reir.
t
Amas
lia rna V8sodde n 27. precisa-m de ama
ama para sosjpr.r o e .luh.r asstrsrssr andar
com mediao
arta alosa ala Silva Cd
Antonio J, t Usarte Causara, Maris
da Hilva Cimbra, Antonio .1 Doarta
Juni.r, Jos Clemente t oimbra, rraiala l_
Coimbra e Ad. le Javate Coimbra, eosviosaTaSaa
prenles e amigos p.ra aatiatirea aa a'sss sn
aor alma de tu. aralprr ahasaas. fitas, iratiew-
asada, mundaio resar na igreja rin Risisj fcaj
rito hanto, qoarta-f-ira 11 do corrento, a saa
anha. tfiisi.. di> d


Diario de ('raambiico---tyitarta--eira 11 de Janeiro de 1888
c
>



i
Sememe de carrapate
Oonpra-ia serrentr de carrapato aa fa-
atica de leos Vtgetaes, a roa da Aurora
a. 16K______________________________________
Sein ealus de carrapato
i2uapra M eci grmdes e pequeas quanti lades;
isa drogara de Francisco M. aa Silva & C, coa
o Marqnci.de Olindu o. 23. ____ ____
imprema geral de 3ln-
(I a n 5 a
.1 gm se carros ile molsa, proprios para traos-
jirite de movis rrm mores, esreilus e mu ornn
meatos de oasis d. fuoiili, botis e eatabeltci-
loratoa publican, para Coda e qa.lqoei parto da
iid4e e teas sublimas e arrabaldee, por prego
iotoodo ; a tiatar na roa do Padre Nobrega,
totr'ora do Alecrim, o. 24
Piio ienteio
M lio 4 Bise BV>Hm ao respeit^vel publico
a* todas as terjas e sextas teiras teent esta sa-
bar.iso pao ; ra larga do alario p. 40._______
Ao commerao
ii a aixo asiiigoaios declarara** que u'esta
dat:i compramos o estiibe't de calcado da
ama Santos Selva & C, sito a ros Visconda de
Inb: turnan. 24, livree desembaracadc de (|0*1-
on*:- onoe.
Hefe, 7 de Jioeir dr 1888.
Albuqnerque & Silva.
Fabrico de assucar
KN. H. Staart. representante dos Srs. D.iican
Stnmrt C, dt tlangow, aoourfcia aos senliore*
derngenho e outios interessadosque est proinpto
cratrictar o I. v..nf loicnfo de usinas completas
de qulqarr txnianhc, e tsmtx m tornece machi
visaos pira os n genh > nilenles, etc. ete.
TuJo ser r|i> niais niod-rno e aperfeicoado.
Ai awdas terina pr-ssao hydratllica patsnte
de inewrt, que nuem-nta expressio considera-
vela rote.
A caldeiras larlo de syetema econmico e es
lorn libas fei'.s para qernnr bagado verde.
O carnalo* e neis ii.foimacoe cm cusa de
Browns & C.
Rea do Cotoroercio d. 5, 1- andar
Jaboaio
Vndese a casa o. 23 a ru* do Imperador des
ta cidade, e-'.m d cantos) e a de a. 6 na mesa a ra (pateo da fei-
ra) com qoatre meiaa-*gua* no fundo (beceo da
cadeia) ; a trata* no Recrfe, ra do Rangel n. 1.
faverna
Vende-se um*. (averna nestn cidade, bem loca-
lisada : a tratar na roa da Concordia n. 98.
Boa easa
Vende-se a oielbor casa que ha en Msrayal,
aropria para negocio e-atoradc, na roa da Fas n.
19 ; a tratar na ra estreita do Rosario n. 9, jun
to a igrrja.
Vende-se
um bom e bonito cavallo rosto ; a tratar na roa
larga do Rosario n. 22. 1- andar.
ece secco de caj
Tem para ve nder cm lata*; na roa do Bom
Jetos n. 35, arman m.
Attenc,o
Vende-se a taveina da ra c e-Paysand n. 23,
com ponaos feos e commodoe para familia ; a
tratar na m Vio ha competencia
EM FAZENEAS BARATAS
Xa I Ja da Llilran Asaca u ra De-
que de t'axlaa a. (la qual da
deacumo a quena wtsiftrar
de Oi para cltaa
Linn borda**)faieoda de orna so cor a 240
ris.
ZeEroilizas e de qoadrinhos a 100 e a 12U
ris.
Lansescoseesas de qoadro* largos imitacio dt
mirii., de L' por 400 ris !
getn de algodao^-de urna i cora 340 ris
Novidade I
Naniucde lindas cores seguras a 240 o 280
ris.
Merino* enteradosoretos e de todas as cores
a800r(is.
Setina de Mscopreto e d; todas as cores *
900 a 14000.
Sedas pr- tas bordadas a vellndo, desenbos lin-
do* a 44000.
GOLLSG.IO
ONZE DE AGOSTO
DIRECTOR
Sachare. Maooel Sebasao de Araojo Pedrosa
9SBu YtttolB ii AltJUQuenina- 95
IVIephone 302
Ai aulaa deste colle^o {carao <-berta da di 9 deterninam <* estatutos.
Admiti smente alumno* internos- e externos, tanto para o curso primario
como para o secundario.
ct}t\so Pivmviuo
A caigo de pri'fessor Isaac S rvio Ferreira, desdo 1882, coroprehende as
materias seguintes : leitura de prosa e verso em le.ttra redonda e manuscrirta, cfalli-
grapbia, catheeisruo, theoria e pratica das qnatro operncues fundsmentaea da arithme-
tica, geographia elementar, especialmente do Brazil, gramniatici nacional, resumo
de hi.-toria do Brazil, recitsc2u na tribuna e composicao de cartas, recibos, cte. A cal-
ligrapbia est especialmente a cargo do professor Mr. Pedro Mara Liausu.
CIjUSO SFAXM) VRIO
Comprehendo 'ai materias exigidas para as matri ulas as facilidades do
Imperio.
O resultado dos ltimos (zampa toi superior ao do anno preoedente, havendo
apenan seis reprovacSes, sendo tres eru portoguez, duas em arithmethica e uma em
geometra, comprehendendo ness? numero os inhabilitados na pro va escripia.
O director contina a empenhar todos os esforcos para o maior aproveitamento
de seas alumnos, a convida os interessados a vireri p?ssoalmente tomar conheci-
mento de seu collegio, onde receberSo ns Aviso
Mcronba C avisad aos eus fregue^e e ami-
gesq ie madaram a tu altaia'aria do n. Hl para
j 1 a ru:< da in-tem'rir, aon Ira- ummoderii' e n Hilo srunento de boas
cafeao.*, e que com i e^aaeut e caprieboaamente
eontmcam a executar q i quer r, up-i con->tuente
aeetf arte.
.\ovidades!!
V' ii'le-se um.. arn nio para taverua, cm
tas pertenfas. na ectrala de Luis do Reg ; a
tsratar na r< nacc da roa do Lima, tm 8antj
ka.r. ._______________________
Condelariapernatobu-
caaa
Vndese es airse* cesta condelarin, devendo
es sniores prr'endeutet ap>esei lr fottss em carta f ciada, ama do Imper >dor n.
tS, 1- andar, at o din i do er-rri nte, s 4 horas
da tari o. Os auimiies a bam-se us eoebeiras do
prado -'ernam:-.uc.-.i o p'i >enui 'itoa e eiami-
asdoi ]ielos sei'hores pn'erdpntee, onde recebe-
ro *s informacoe' oe << < eitr'-m.
wisif
Rojal Rlend marca VI4DU
Esto -x"eilente Wisky Escoces pre-
:erivel ao cogaac ou -gurdente de canna,
ptra tirtificar o < orpe
Ver-e-Sf a r"-lh> n- s melbores Krina-
aer>8 df- moldados.
Pid; oval Bl( nd marca Vlado,
cajo Dime e einbfems. I" registrados para
todo liraail.
BliOWNS & C agentes.
VieJios da <.arn.feira
'a-e vellrs.
tladiira. *-
Mea nal,
Uvs ilistarJa e d- Paisas.
PRA MESA
>nnaiodo Lavn: a 500rs. a pairara,
.-ia ulereara oe Mmeel Crrela & C
l'rara do oacie d'Ra a. |S
Yelda de sitio
V'end u periniiia st' por predio neata cdsd
ato bof- sitio cii ba :asa, mnitas fruoteira
zuetlenic banho qo rio, boa agna de cacimba,
exlensaii de tern-n par ba'xa de capim, todc
urado na frente, coin p rrio e gradea incalo, con;
eaminbc de ferro e patacS i junto ao dito sitio, nx
Porto ca Madeira, conhieido po sino d* Jeic
Selle:/", juuto ao Dr Ernesto de Aquino Fooae
ta ; qom pretender dirjase prca da lnde
cadeueiH u- 40, dis 11 buras s 4 da tarde.
Mvriifi,emto A .
ciKHno cimento pirl'aod marea Robins, de I-
saudade ; no caes co Atol' n. i?.
Capea, manipielen. taitas, e ca
Acnde surha, renda com cortas, de cachemira
com con las de todos rs prreos.
reelunrbaa
Renda bespanholtcor de creme a 3^000.
Biccs brancos la'ir s o qoe ba de maii lindo
para eofeite* de vestidos a 14800, 24001) e 24500
a peca.
Bicoc de edre e pre'ns -de 9'-Jn, ultima nuvi-
dsde r 34, 44, &4 e 74000 a i .^a com 10 metros.
Bal.iss*e me.b .r qarlidafie a 300 ris.
Cootatlapidadas para enfeite de vestidos pre-
tos S de eres a 500 e 800 rs o maco.
Lu'asde ptllica e de ere a 24 e 24501).
Espartilbo.- para s- nbora e meninas, todr
preco.
Encbovaespara baptisados a 104000 e 124001
completos.
. MadapolSo americanoa 54 e 64 a peca.
Al oda ainhjcom 20 jardas a 24800, 34500 <
44000.
Bramantecem 4 larguras a 800 rs. e supe
rior a 14400.
Chitas finas percales clara* e escoras a 240
ris.
Linbosliso* v de ijua iiiiih fasenda muitc
arga a 200 ris.
Mata burato
Corte* de vestidos, b.rdadot bsadmi a 54000.
de cor a 64500 eom 9 metros.
Laques. tiau?par nf ,a 14000.
.abades e >mreaneiosnevo sortimi.-ot> de 304
ris at 44500.
Lencos brar.co finjsa 14200, 14600 o 2400C
a dusia.
Meiaa crutspaia seuboras a 64000 a duzia.
Fichesde tod. s aa qnalidadea a 14 e 24000.
Meias de cor. s e b auc^.tpara mea as a 330
501 ris. X^
Redespara meninas a 34600 e grandes a 64-
Bim pardo lis*para roupa a 320 ris.
E muitasfas.ndas que vendemos ir t--do pree
na loja de
Jos Augusto Das.
Vende-se um coup de inzo : a tratar na co-
cheira do Deodato ra da Imperatria n. 45
A Florida
Unas Oaqsse de Caxiaa numero 103
Giancie s.'itimeato de pnlseiras americana* para
senhoras e menio-.s, Bico* de ores e brancos, de 2, 3 e 4 dedos de
largura, a 24. 24500 e34.
dem cor le reme.
Porta-embrulbos americanos a 5G0 e 600 rs. um
Iaviaivtis prataadoa e d jurado*.
Lindos iequf s transparentes para 34, 44, 54
64 e 74000.
ColUrinb-js e puuh>.s de berrocha, econmicos
e proprios para bailes, preco tem ?empetencia.
Luv s de S'da bordadas cm missar.gas.
dem bordadas com vidrilbo dourado, bromea-
do e granad.
Barbosa k Salles
Boa easa no Moateiro
Vende-se on loga se nma expeliente casa com
bastaut s commodos pifa familia, tendo agua e
gas encanado* e com uta bom quinta, todo murado,
com subida para o n : a tratar na mesms, junte
a casa do Dr. Lonrpir- .
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ILULAS DIGESTIVAS DE PANCREATINA!
de DEFRESNE
Pharmaceutico de Clone, Fornetedor dos Hospitaas de Paris
A Pancreatitis empreada nos hospitaes de Paris, o mais poderoso]
digestivo, que se conheca, visto como tem a propriedade de digerir etj
tornar assimilaveis nao smente a carne c os corpos gorduroso3, nias?
tamiiem o pao, o amido e as fculas.
Qualquer que seja a causa da intolerancia dos alimento?, aUeraciio, ouj
ausencia de sueco gstrico, inflammaco, ou uloerages do estomago, oul
do intestino, 3 a 5 oilulas de Pancreatina ? Defresne depois da co-j
mida, sempre alcanvani os molhores resultados e ao por sso prescriptasp
pelos mdicos conlra as seguinlas affeccCes:
Palta de appetit2. i Anemia- j Gastralgiar
Ms digestes. | Biarrhea. i IHceraoes cancerosas.
Votnitt ,. \ Dysenteria. ( Enfermid.-iriep do fiando.
Platnle: r.h 1 _, '....-
Somnolenciadepois;'comer,evcmitosjJ5aco'flpnhni:i a "ravl^^spxii
mWM ES emir. t4c ..3-f
raazii>tia; icpois da .. ..i:..u. |^.
Em ca de DEFilESE autor da Pastora, ^AJV ? -. T'L:nm\gjg
Lotera da Provincia
1cha-s^ a v^nda a2.*part- da ll.H lotera,
em Uca- flei a santa Vnsti de Misericordia,
qii** se extrahir no dia 3 no consistorio da i^reja da Conceipao dos Mi-
litares
O abaixn a-inado, todo rls re.alisar impret^riv. I ..enV; nc oa 28 de Feve-
reiro pr< xim > extra..'CJio a lie qmtrn mil c-ntas,
em tre torteiof, e prruando de ternoo suffi :e"te para a ojt>; ais.tio .!, Jiai dos
bllliot b nao apreaeut,;:o8, a-{fi.rtd 1 l:ic f.i uria.iJo pj.- atio .1.. presidencia de 16 de
Agosto do ar,n- prximo finao, vera pelo pr,sent-i comnunicar aos interessados que
smente at o dia 30 do corrate sa admittir n'esta thesourararia a troca o venda dos
respecti .g billi-t.-s Cuiapr<>-lhe p*ri>, awisar aos Srs. portador s de bilbetes que se
at a lueaciotnida data nao re.-lisar--m a solicitada substituivao ua.i se admittir roais
reclamacao hlguma visto como no s t.) prejadioados em s- uk direit s ; porquartto
serio relacioados por seus num- rea u bilh^tes uao pr seiitaJos trac., dndo-o-lhes
outros quaesqaer nmeros do valor correspondite na presente l>t ra, como tudo cons-
tar de mua rclacao qii' si publicar pela i oprensa,. fi-aodo o posauidor do bilhete
primitivo cut direito ao novo nujiero qu; Ihe fr deeigaalo, e a rebeber, extr;.c<,3L o pre oio que Ibe saliir em a,.rt .
OutroaiiD, os assigoaDtes d- nu n-r s cu:tos de biihet s d--s loteras d'esta pro-
vincia cuconir-riu taiubeiu at o ti u do correte mea os satis btlbetea de asignatura
nos pontea de sus encommendas, a saber n'iata thesouraria e > as esaas >toe Srs.
garantidores.
Tbetouraria das loteras da provincia, 9 de Janeiro de 1888.
O thesoureiro,
Jos Candido de Maraes.
ELIXIR DESOBSTKUENTE
Eupeptico de Gervo
F reparado pelo pharmtacentlco
TOSE' FEANCISC0 BITTENC0UET
O (iervao tem ama accSo desobstrente extraordinaria para oe iniTiiswataial
o figado, bago e "stomi.go, conforse o lesereve Dr Mello Moraes.
Dm grande numero de pessoas que tem usmio dille considar-o iafallival.
Levados por estas ioformacS^s e por muitas > xperienciss pr> s-nc.da par
jos meamos apresentamos aos lininos e ao publico em geral, um Elixir deata plaste
te um sabor delicioso e de u'u effeito verdadeiramente benfico para o* pobres de
"os, splenticoa e aquellea que soffrem do figado.
Os proprietarios da Pha'maeia Ceutral
3SPD3ITD NA PHARMACIA GENTBAL
N. 38 Ra do Imperador N. 38
PERNAMBUW
USPENSORIO MILLERET. FUNDAS MILLERET
Elaatloo, sea Cordftss | Oaaa BClUarat >.iiin.ii Para evitar as Contraases [ ipsast awsrtaaalaasi
Exigir a marca ia Invmuor imprimida {na> Falas inriairria, pan,
tm cada nupmmrla. I conltr os kmrmai > quebrad* aa mm
Meiaa parmTartteu "Mato-__________
Bi-.e ,si Tecidoi dulicoi ]o4o a Mdm. OITimU NA A lAIIItA I
MILLERET, ZJC OONH3EC, '

Sacceaaor, 48, rom J.-J. Bonaiia,
DBPOSIT08KM TODAS AS PRINOPABS PHAaMACIAa
A REVOLIJCAO
4M-BU- Din e Cailiii!~48
Esplendido sorlmento de fai^ndas lias
Cortas de m i;., lindas n-s, para collete, a 64600, um.
Sed;s de listras, lindos gpstos, a 1^500 o covado.
Setins de i"s, lisos e de Htriohas e quadros, a 800, 1000 e 1|200 -. corad*.
Dit.s ..:-i-nvilbus >, de istras e quadros, a 320 e 360 ta, o corado.
Duniacs do al.,-j3o, lidos pudrS^s, a 240. rs., u eovalo.
Esplendido sorti n-n!o de crerones de quadros, listras e flore*, lindos p-droea,
320, 30 c 400 rs. o covsvio.
Fiist5''s brancos e de cores a 360, 400, 440, 500 e 600 r. o corado.
Mlriar] lindas -3ri. a 700, 800, U000 e 1^,200 o covado.
Cd>"ii-ias '--no-das part vestido, a 500 r. o covadi..
L d qu iro .. !s;r s, ule:-na moda n^ Pi.ris, a 320, 360, 400, 500-% 600 rs.,
covdn
M'riti pret.i, itompl. to soni-nento.
D.to aEiinid), .. 154*0, 1|600, 1*800, ; 2,}000, o ,-ovado.
Completo sortiicnto -le tehiros le listras e quadros, lindo padroes, 100,
120, 200, 240 e 280 rs., o covado.
Cirt s de nrofone eom enfrias, com 18 covados por 6|JO0O.
Gr-- rtitonte d- eoljhu de edr-es e brao.as, a 2,5000, 2J600, >*X)0,
4|>000, jJOtiO e t^'KX), nmi..
Lindoa 1< ques do g;.an Caulieuiir^a d quadros, de vda, o iftia liu'o o mjierno qa pd- dea*j r, a
1^600, n cov do.
Enlrciutiob e kiab-id.w li.rdAd'' n Ki os d '5r p~r l>ar-to prcp.
Camisas franexaa, br >n -s, para humen, a 2*000, uma
Com pie 11 sort/nnto de. casemiras, pretss e de cores, a 2*000, 2*500, 3j00Oy
4^1000 e 4*500, o cov,.do,
Leques de papel regatas, omito lindos, a 500 rs., um.
Muitas outras t'.z-u i s de gosto, que com a preaenca das Exosaa. Familia *
respeitarel publico podero i.pr>icr.
e da Silva Moreira


i--------------- r- "
Henriqm

'"w*f.......imiiMMuiM.....hiiiii..........i
F
X
M0RRHU0L de CHAP0TEAUT
O Morrhuol contm todos os principios que eniro na composicao do oleo de
ligado de bacalho, excepto a materia gordurosa. 0 oleo, como sabem todos,
destigradavel pelo seu beiro e seu sabor, muitas vezes rejeitado p*?estomago e
provoca a diarrha. 0 Morrhuol pelo contrario bem acceito pelos doentes, e
actualmente, nos bospitaes e em todos os estabelecimentos de caridade, ena clnica
civil, os mdicos felicitao-se por tr encontrado no Morrhuol um medicamento,
qmj desparta o appetite, acara com a toase e os suores nocturnos, restitue
aos tsico a as cores perdidas, augmenta-Ibes as Torcas, melhorando considera-
velmente o seu estado. O Morrhuol, que as creancas tomSo sem a menor diffioul-
dade, modifca promptamente a sua constituicao, quando ellxs sao debis e
'.ymphaticas e sujeitas a resfriamentos.
O Morrhuol, que um producto em tudo difTereote dos chamados extractos
de figado de bacalho, encoiura-se encerrado em capsulas redondas, cada ama
das quaes representa 25 vezes sea peso de oleo escuro, que os mdicos
reconhecem ser o mais rico de principios activos.
PARS, 8, Ru Vlvienne, e em todas as Pharmacias.
Belleza Hygiena Saude
Han raritiMt
ULTIMA NOVIDADE PREPARADA CONFOME OS PR0CEIS03 SCIENTIFIC0S OS MAIS AKIFH^UH
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flepciUrios a Pernambuco : lUfU. m STiae1* as PRrNcn>AES casas db paauruMaaus
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nUa f" de fcit. %.
i u\. ipaoj ao '- dpci.av. i publico que, tendo augmentado smrn
estabeatiir i nts de JOIA& com mais orna seccHo, no pavimento terreo,
com eep .lindes en. mig.;* de ELECTRti-PLATE, nsifaal il
OXi' > S. 3r:li i geuf- otirri-:.s08 frcgUPZee p;.r- vit"ir sen rstei
cim- ::'.', ond" ii ntrarf*-' iit !".uiasrrv
prats, pr.^ s. brilh- nles mitri prr-s precios-ia, e relogioa de uro
prat:. e insei. ^
Of rt':^.*9 qu- -eees>eui dire.taiu'-ute yui louc* oa vapor aSo
- oaMtia b*4bs] m.-.-- .-..'i. a !or :-^i-cii*!Kt-i) e fabrirrot-s d< Euros- *
is'miS-Uuidos.
A ppr as jfdn.de p-ubidn valor acharSo uros grande variedade
te o i-ctirs c jun-, pi.-._. c electro pate, proprios par- presantes ds
,- : ..-nirtit, ptisados e -.atiivero^riod.
Nem M re (;3n ar |ir-co. e nem qualidade, o objectos
nuioaasies, enoonusfas u>ncurrene!ia n'eata prac.
SUBAN NUBLAN N U B I A N
TSNTURfll
25Hna de Jlataias de \\Miqiwrqtte--2S
(n liga ruadas Fiares)
DE
aEMENS KUliLER
SUCESSORDE
Olto Sclineider
Tinge e limpa om a maior perfei>;So toda a au]i ero peca ou em obr*, chapm >'e feltro <>u d-- plba, tir^ .> n f das f sendaaj todo
o trabalho feito por meio de iracliinismo peifeicpxd, i !i j- i-onhe.-ido.
Tinta preta as Urcas e sextas-f-iras .- de ir e lav^geio tocias os dina.
^33
XsVROPEoREINVILLIER
Tiassraartn pala Academia da Medicina
^to--. CavaiaMre a Ugiao a* aoara L ,r*X^i
>0O
O ftlssntiato Se esa t a suDstancls mineral i.oaJs ocxinut-af ao organismo e to4a aa qa* a*
aainOtsde normal dalos: resuiu na*aTbcco cr.anica fraie.
lials de clnct. uiil cura. a mor parto wl,'.-.-..li poiii* fii.f;.sores e Mlicos tas FscuUwaes
fU*o rtllua uliltor.,' KJ&rij jiieo Zir**'. W Helnrltllttr tos* ciasslBcMO I
l eomo o espoctflrx) mais r..r>iro contra a Tiste yolmouar, B*nehlt liru>>tca, Aiwml,
Iatacb. Uamo, Debllldalr Ae OrchJtnK. l> tonjir do Ir 11, ,K onrt*ii>g*j|o a* claucas ladina a donDc e o lireaciunuiu. us mies e aiuas de leu* tora* <
Safse aasmor; Uspedo a '^rte e queda o .-> frequeau Cupiu a jceu
Omr M*a: Pbarmstala rr*xa 0.172, 8. Pino la Maoaalalua. Man.
ta Pematrlmeo: f*&A/f M. 0a Sil. y A <> C", i 3 trltaipan Miciii i
1BM
N TJ B I ^ N
6MXA LIQUIDA IMPERMAVL[
EMFBIaA-Si: 8KU ESCOVAS
O r.iagnieo LTJ9TRO cousarva-M durante ama mnna,
teja, qual fr o lempo.
BALM0RAL GL0SS Gomma Imlrma raitua'fara as Hollinas ios Stnbara*,\
>VE*I*X.iaVfc.-SE 8EU ESOOVAS
PASTA UNCTU0SA, em canas de folha de ttaodram, al
* entregue ao Eierdto logia.
THl Nua.AN MANUn COMP'.L", B 9, HitlViMOO,
Agentei attama em PERNAMBUCO :
Quimariea Parman.
f
\U4NPATEHS0N IS
i .ter-Roa do Brum--N. 44
ST0 A BS BAfAO DOS B0NDS
fcrnig
30M .
Tem para vender, por preto mdicos, as ocjpui
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
Crivacos de diversos tamanhos. i
Rodas de espora, dem, dem.
Dita ftngmlares, dem, idem.
Bancos de ferro com serra circular
Oradeamento para iardim.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, d^ lindos modeles
Portasd fornalha.
Vapores de fora de 3, 4, 5, 6 e 8 cavalo*.
Uoendas de 10 a 40 poegadas de paadora
Rodas d'agua, systema Leandro.
Efcsarregam-se de uoncertos, e aaiunUmento de maobiniamo n 'vnAt^t
trabalho cosa perfeic2o e prestex. .1
XABOPEflEBLAYN
Licenctadb :
xts* lis mais de Aaaos j*________
TUH, Catarro pulmonar, krilaem ata.
a^B


tambacotyuarta"feira 11 de Janeiro de 1888
*
UTTETBaA
PCU
JJLES DE GASTYNE
Prlaielra parte
AMORES DK ALDEIa
Cpontir, ua r.&
Os doas campooexes desappsreceram r-
pidamente dii trovas.
a uoica





m momento de pasmo profundo seguiu-
88 a et.ta apparicilo inesperada
Jlo perguntava a mesrao de onde lhe
podia ter cabido aquolle hornera, "quem
era, que Iba quera-
la adiantar-se 1arap.edir-lheexp1ics501.-3,
quando Luisa o s -guin pela mao. Tin ha
recono acido Jacques, e recuperou todo o
sangue fri.
Ouvu T airtse alia ao filho do lavra-
cor. Sabe tu lo ? Pretiro isao ..
] tame rugi o mancebo.
Augusto, que havia voltado a si do ator-
doameato que lhe havia causado a fuga
tilo l)i- is a do aeu amigo, sahiu do seu as-
condeiiio e appsreceu n'esse momeuto.
Qui.i iatervir.
Deixa-nos, disse Jacques em um tom
to im-iarativo, que o mancebo nao se ani-
mou a ir alcu.
Joiii de Morlac dirigase, pailido de co-
jera, para o grupo, l'ormaao por Luiza e
Jaquns.
idas quem este senhor ? pergun
toa el.*.
__ .' pessoa de juera te fallei, o filbo
do lavrador. Aquella que queriam dar-me
par marido.
E que comee* > sei papel espionan-
do 7 diese com desden o mancebo.
Jc jues voltou se com os .lentes cerra-
dos.
Tu... disse elle.
Fe um geste de umeaca, mas o
cania-lhe.
s P.tife 1 mormurou o fidalgo
Auj-usto puxava o sea amig
maug *.
Deixa-os, urna vez que sabes..
Deixal-os '( exclaraou Jacques louso
deiuior. Nao o oaviste iosulur-me ?
Vo tou-se para Jo.o:
Por muito fidalgo que seja... come-
con elle.
Tu ha perdido a razSo. Nlo sabia o que
dixia
Depois, em um tom da deBprezo, dri-
' ginde-ae a Luiza.
- Qaanto a ella, peco-te que a doxes
tranquilla e quo n.o a injuiies, disse o
Sr. de Morlac, sa teas amor as orelhas...
E quem m\s viria cortar ?
Eul
Os dois rivaeti esUvam agora um diante
do outro, com os puohos cerrados, o olbar
charo me jan te.
Luiza de un lado, Augusto do outro,
quiswrain aeparal-of.; mas, antes que ti-
vesBm tempo de dar um paseo, Jacques
tinba agarrado no teu adversario. Lievan-
too-o do chao e conservou o um momento
suspenso no ar, como peguntando o que
devif. fazer della, baloucaudo-o por cima
da n.jua...
Dopois a sua colera cabiu bruscamente.
D"u urna gargalbada de desprezo.
__ Ella nao vale a pena, uisse ella.
Aliriu as reos e o fidalgo cahiu ator-
doad) sobre a re va.
Vamos, disse o mancebo ao sea
amigo.
Era urna hora da manbS, quando o filbo
de Boislaurier obegou casa.
Tudo pareca dormir, mas s pai nlo ti-
nha techado oa olhos. Eapreitava com an-
ciedade o menot* rumor que lhe detaao a
saber a ehegada de Seu filbo.
Quanto oais a noite a adan Uva, maior
se tornava a sua angustia.
Que tinha Jacquea T Onde tinha ido ?
Ao lado dele dorma su. mlher, eem
partilbar da sua ioquieUcio.
Da repente pareceu lne qu* alguera atra-
vessava o pateo em pasaos vacilantes, co-
mo ae um homeui ebrio.
O lavrador sentou-se na cama.
Seria Jacquea? Teria o mancebo be-
bido?
Eseutou... O ruido approsjisnava-se...
Pouco depois ouvia a bulha da chave na
feehadura. Era Jacques ; mas pareca que
a mao mal firme do mancebt nao podia
abrir a porta.
Boislaurier ievanteu-se de vagar para
nao accordar a mulber, aahiu do quarto
sem faser bulha o ebegou sala de jantar,
no momento etn quo o filbo accendia a
vela.
Jacquea teve uut sobresalto, vendo o
pai apparecer-lhe bruscamente na sua
frente.
E/e tu ? disae elle. Nao ests dor-
miado ?
Esteras tua apera...
Que lououra '
E de onde vens tu ?
Jacques abanou a cabeca com um ar n-
differenta.
se
pode
braco
sla
E' s nica que me convem,
que rae fsri esqu'-
E acere soentou raais baixo :
A inioa era que a gente
deixar mi.tar.
O pai E.oislaurier nao estava em si. Os
bracos os airam-lhe de admracSo. O seu
filbo soldado, ubandouaudo-o, vivendo Ion
ge da heriade I parecia-lhe to iraposaivel,
que nao i.creditava. Disse comeigo que
uella fi.ntasia desappareceria, quando o
esgdsio de Jacques paaaasse.
Abracou o filbo, procurou consolal-o, e
depoia raandou-o deitar. Deva precisar
d9 repouso ; Qonversariam no dia.seguih'.u-
Mas no da seginte o lavrador doimia an-
da profuedamente, qando o tilho, com urna
trouxa s costas, transpunha com precau
cao a porta da quinta, atravessava O pa-
teo e tomava a estrda de Verneuil, ond
o encontrimoa e apresentmos os leitores...
deixando atraz de ai a deaolacao e a tris-
ta.
Quiz t.igir s queixaa do pai, s lagri
mas da i2i, s exuIamacU-.'s de sorpreZa,
curiosi'lade de todos.
A sua reaolucao estava tomada e bera
tomada. Nada o desviara della.
lucio. P.issava as noites era claro, espe-
ra della.
Mas o terapu pauva a Luisa nao ebe-
gaas. Os boatos que corriam era Verueul
tomavao mais consistencia. Sabia-se que
o filbo de Boislaurier era sold do. Tinha
partido para a Crimea : o lavrador, a
- Oh-'eu...
raaos cora um
Su pai pegou-lue as
tora de autoridada.
Tu' vais dizer-me do onde vens, e
porque choras...
Eu choro T
Entao julgas que nao vejo!
Nao tenbo nada, respondeu brusca-
menta Jacques procurando afastar-se.
O lavrador segurou o.
Digo-te que tens desgosto, mea Jai-
ques, meu filbo... Quero saber de onde te
vera ase desgosto, e que m'o digas, a
inim, a mira s.
O mancebo, a cujo espirito acuda brus-
camente a recorducio da scena terrivel que
acabamos de costar, nio podendo conter-
se por mais tempo, deixou-se oahr nos
bracos de seu pai, soucando. Depois con-
tou-lhe o que unha visto.
O lavrador, aoysmado a principio, pre-
corou depois consolar o filbo, acalmal-o.
A filha co meirioho era uraa raiseravel,
mas telizmente nao havia s ella no mun-
do.
- Eu nunca amarci outra, murmurou
tristuraeuto o mancebo.
Ora, adeu3 !
Tenho certez*, meu pai...
E' o primeiro amor, passa como
veiu.
Em iiim nao passa.
Creio que nao te vais matar por cau-
sa d'aquella descarada I
Matar- rao nao, mas vou sabir dV
qui.
Boislaurier fez um gesto de terror.
Dexsr-nos 7 Penaas em deixar-noa.
Estou decidido, muito decidido, dase
o tilho com firmeza.
E teu pai e tua m3i ?
Nao posBO mais viver aqu...
E para onde queres ir ?
Vou fazer me soldado, vou assentar
praca.
Assentar praca?
Sira... Farei servio como tu... Nao
foate soldado I nao urna bella profiasa-?
Muito honrosa, mas quando naoe
obligado...
i
niLiiiiiiBa

VICTIMAS E ALGDZES
POR
SMIU i: RICHEBOURG


Ql ASIIA PARTK
A pirti a repentina de Jacques Bois-
laurivr, a fuga da Luiza Poitcin, puzeram
a .ld.-ia em revolucao durante mais de um
m-z. Espaihou-se logo o boato de qu? os
dous jo"ens trabara fgido juntos; mas
quando se aoube que o filbo do lavrador
tinha asajntado praca, que o seu casamen-
te com liuiza nao tinha encontrado objec-
cSo por parte de seus pas, viu-se que o
boato era absurdo e procurou-se outras
causas pura a fuga da moca.
Em bravo chegou-se a fallar em voz alta
de urna ligaco entre ella e o filho mais
velbo do duque de Morlac. Lambraram se
entao que ella havia sido sorprendida a
conversar cora elle, ao oscurecer, em algu-
mas ras retiradas. Jofto de Morlac era
um bonito rapaz. Luiza nlo era lea. Ti-
nha ura prazer pela faceirice, que tallava
mais i.lio que a sua honestidade.
. ^eu pai ignoravu o seu esconderijo.
Hao tinha recebido nenhuma carta d'el-
li. Era preciso pois que tivesse commetti-
do alguraa falca para se esconder, para
nao dar noticias suas. U joven castellao
havia tarabem partido para Panz. Era elle
que '.cha raptado Luiza Poitevi. J en-
tre visinhos se tira va o horscopo d'aquel-
les amores desiguaes. O Sr. de Morlac
nunca se casara com Luiza. Divertia-se
alga .1 tempo, depois ubandonava-a, dei-
xando lbu algum filho. E que seria ento
d'elU ? Seu pai nunca lhe perdoaiia.
Como acontece sempre em caaos idnti-
cos, o Sr. Poitevi foi o ultimo a ser infor-
mado.
J nao havia em Verneuil quem nao
SubeBse que Luiza era amante do joven
castellao de Morlac, e elle anda dava tra-
tos imaginacc para saber as razSes da
partida je sua filha.
Porque o abandonou assim ? Era ella
muito si vero ? Nao faza tudo qaanto po-
dia para para a tornar feliz? Nao se lem
va de lhe haver recusad o qualquer cousa.
O casamento cora o filho de Boislaurier
nao lhe conviaha ? Bastava-lhe dzer. Nao
a obrigaria a casar.
Bem ira que ae ta ha mostrado Cria a
principio. Porque n5o fallou? Amava-a
muito para a contrariar.
O pobre pai tinha envelhecido dea an-
nos em poucos das, e entretanto a idea de
que sua lha havia fgido com ura aman-
te, que estava perdida, d.-sbonrada, nao
Iba tinha inda acudido, ou, se lhe bavia
paasado pela mente, tinha sido repellidu
com horror, Luiza criminosa I Luiza ra-
ame nunca acreditara em tal. O des-
granado esperava vel-a chegar mais dia
menos da, lancar-se-lhe aos ps para pe-
o caminho
( Cont in uac2o don. 7)
>
\

Carla de tieasove**
C negociante le a segunda carta, an-
da inaB com movido e quando ac bou dis-
ae, esboesndo um sorriso :
Com o aenhir foi menos sobria de
pormenores, ds que commigo.
E' verdade, Sr. Lionoet, replcoa o
visconde, mas eu.nou pai della.
E' verdide, 3r. de Mrulle, e pre-
cise admittU que ha qualquer cousa de
verladeiro na voz do saogue, urna attrac-
9I0 poderosa a misteriosa.
C>s dous pas, ds^oB, conferenciaratn.
Decidirn) que, at .volt* de Genove-
va, deixariam a marquesa de Saulieu na
ignirancia doa fictos, que ae nao dira
taBbfn AH)erU),'que havia noticias d
'?ja-
lla nao se poda guardar silenoio com
todos os que soffriara, om o ffesapparoci-
naeito de jCbsiaoreva ; Henrique Merson ti
:aht grandsj necesiidade de ser tranqailli-
sado, conaolalo .i o pai Anselmo inani-
as! ou daejo de r encerregado dessa mis-
alo, no que o Sr. Lionnet consentio imroe-
diaiamente.
-t Querida me una, preparase par par-
tir par a Roasia, -nasa o Sr. de Mrulle.
De>]ui a Utn rae pensa- eatar era S. Pe-
teriburgo. Ah est beca longa de des-
confiar do qus a sapera em Pariz quando
chegar.
A conferencia tnruninou, o* dous pas
abiacaram-ae, d>:|ie8 o viaconde despedio-
ae de negocia o te.
Ja ra O pai Anselmo dase de si para
ai :
._ Quando ha ura desgranado para con-
johr, nlo ee ndraitte ceperas. VaoiO *a-
tiUir as espeiMncia ae noivo da miaba fi-
lha. ~
quem Poitevi tinba ido pedir explicac3es,
fechou-se em um mutismo absoluto. Jac
que8 tinha sa decidido bruscamente.
Uraa cabecada Nao lhe tinha fallado
de Luiza. Nao saba mesrao se a tinha
visto antes da partida.
Julgava entretanto que tinha assentado
praca, porque a filha do meirioho nSo o
araava. Era tudo quanto sabia, tudo quan-
to podia datar.
Poitevi acreditava agora em ura crme.
Estava disposto a prevenir a polica, quan
do ura dia, ao voltar ama rus, um sujeito,
a quem ella havia fato um dia urna pe-
nhora', o deteve el lhe dssa em tom zom-
bateiro:
- Entao, tio Poitevi, anda esta, pro-
curando soa filha?
O meirinho ia retirar Se sem responder,
quando o outo accrescentou :
Pois nao preciso ser muito esperto
para adivinhar...
Poitevi voltou-se.
Sabe alguma cousa ? perguntou elle
febrilmente.
Com certeza Nao ha quem nao sa-
ba a nao ser o senhor.
O que ? perguntou o infeliz pai.
Sua filha est em Pars...
- Era Paria ?
Sim e nao est s.
O meirinho fez-se lvido.
Approximou-se mach nal mente da casa
vzinha para procurar um ponto de upcio.
Corao assim ? Que quer diaer ?
V o castello de Morlao, que l lhe
darlo informacSS mais orapietia.
O hornera ia afastar-se, depois de ter
proferido esta phrase prfida, quando o
meirinho o segurou violentamente pela
gola.
Que queres dizer, raiseravel ? Qae
qvereo diztr ?
O que toda a gente sabe, menos o
senhor, respondeu o outro soltando-se : que
aua filha parti co n oSr. Jo5o de Morlac.
^0 meirinho teve urna vertigem.
Mentes! patife, mentes '
Quiz atirar-s- sobr.i elle, mas as forcas
trahiram n'o, e cabio no meio da ra.
O outro afastou-Be zombet -ando.
Quando o raeirinbo r-raperou os senti-
dos, procurou reunir as ideas, e lembrou
ae da phrase do sujeito.
Sua filha era amante de Joao de Morlac,
toda a gente o sabia. S elle o ignora va.
A sua vergooba era publica. Lembrava-se
agjra das expresados ronioas/da pbysio-
mia das pesaoas que encontrava pelas
ras.
Sim, o que uquelle hornera tinha dito
era verdade. Sua filhe ausentava-ae de
casa muitas vezes furtivamente, dizendo
que ia casa de alguma visioha, o alga-
mas vezes elle tioha dito que sa bavia de-
morado. Mas quem acreditara ?
Teria elle mesrao suspeitado? A;ora
tudo se explioava I Jacques Boislaurier
deva ter sabido tudo. Foi por isao que
parti, que aasentou praca, desesperado.
Desgranado! Desgracado
O meirinho levaatou-ae, voltou para
casa e metteu-se na cama. Tinha recebi-
do a visita da mortc. Arrastou-se anda
durante algum tempo, e depois morreu,
sera tornar a ver a sua filha.
Antes de ir encontrar em Pars os dous
fugitivos de Verneuil, necessario dar al-
guns dotalhes complementares sobre JoSo
de Moraj, ura dos nossos prinuipaea
aongena.
Os Morlac erara urna das primeiras fa-
milias da Bretanha. Qontran de Morlac,
dr perdao, explicar-lh a sua brusca reso-[pai do amante de Luiza, filho de um coro-
nel vendeano, morto era Qui'oeron, tinha
ti do dous filtras, Joao o Juliao, nasciJos
eom pouoas horae de intervallo.
J0S0, tendo viudo primeiro ao uado,
era considerado o primognito. Segurado
as vrtlhas tradicSes da nobreza, foi dell
que ao oceuparam cora especial attencao.
Dara:u-lhe uraaeducagao das mais apura-
das.
Devia fazer figura a usar com honra o
glorioso uorae dos Morlac. Seu pai desti-
na o diplomacia. Julio, pelo contra
rio, elu'ado no castello, deva ficar junto
de ;eu pai, o; -upaudo sa em augmentar os
bens patriraoniaes. Aquella vida modesta
ia pert'eitaineote con os seus gostos, que
eram muito simples. J0S0, pelo contrario,
era consumido pela ambicio. Era violento,
arrogante, autoritario, eraquanto que seu
itmao tinha o trato mais tmido e meigo.
Os dous irrnaos pareciera tatito no pby-
sico, que durante rauito t -rapo um era to-
mado p"Io odtro ; ma Jlo dosenvolveu se
Imais depr-sas, as auas feicoes aceotua-
rra-se mais, e aio tardou ser tSo temi-
do e detestado pelos criados, que mais nin
gera 89 vcnganou cora elle. Fugiara delle
com uraa espacie de terror, ao passo quo
todo* festejavara o irrao.
O duque- Gontran de Morlac tinha per-
dido sua mulh-r havia muito tempo, era
ella que diriga a e-dueacSo de seus filha.
L tng de o inquietar, o genio arrebata-
do de J0S0 agradava-lhe.
E' preciso firmeza, dizia elle muitas
vezes, para abrir caminho.ao mundo '
E felicitava-se por ter a Providencia
dado energa ao herdero da familia.
Era o .ue mais desejava. Lastiraav
algumas vezes a sorta de Julio, destina-
do, segundo elle, sa deixar carder pelos
normandos que o cera..vara.
Neat..s circumatanoioa, era muito natu-
ral que a preferencia do pai fosse pelo
mais velho. Assim, pois, Joio era especial
mente querido pelo duque de Morlac.
O fidalgo tinha um ir.nao qnasi da mes
mesma dada que elle. Essa irmo, cora-
promettido na qu-'StSo da duqueza de Ber
ry, refugiara se na Ameriea, onde se ca--
saja e onde tinha feito, segundo se dizia,
urna fortuna c llossal.
Havia ;nui o tempo que na familia dos
Morlac sonhavam cora essa fortuna. O du-
que Qontran n > tinha effectivamente bens
muito consideraveis, e, quando fossem di-
vididos entre os dous irraaoa, o patrimo-
nio de cada um dell-s a-'ria magro.
O tio nha urna filha, Reine, que devia
ter dezs- is anuos, e era cora ella que
psr
E com passo rpido toraou
do buulevard Magenta.
Chegado csa do mojo, o criado dis-
se-lhe que o *raa tinba sabido paraos seus
negocios e que nao voltava antea da noite.
Muito bera, disae o pai Anselmo,
mais contrariada do que.mostrava; volta-
rei araanha de raaobS.
Tornou a desSer a escada, hesitando se
devia voltar iramediaraente para o seu lu-
gar.
Mas a sua ventura tinha necesaidade de
Bolido e reeoihimeoto.
O ruido da ra, a vista doa transentes,
perturbavam-o'o e incommodavam-n o.
Anda nao eram quatro horas. Tomou
bm bond que o levou extremidade do
boulevard Ornanu. perto das fortificacSes,
onde se foi seotar, em ura talude.
O lugar era deserto a podia meditar
sua vontade.
Os ramos das rvores cobriam-se cora a
primeira verdura da primavera, j appare-
ciam algumas Adres. A tarde estava meg
nifica, o ar tepido. Os passaros doudeja-
vara por baixo da felhsgem verde e sau-
davam cora o seu cajto a nova estaco.
Tudo em testa na naturaza, mas a fes-
ta, a embriaguez, a que se entrega va o
moco d- recados era 00 seu corago mais
riaonha anda.
Acbava-se em um deates ineffaveis xta-
sis, durante os quaes todos os objeotos que
noa cercam se ataviam cora maravilhosaB
corea; parece entSo que um aua ve perfu-
me de poesa se desprende d-s cousas mais
vulgares.
O pai Anselmo deixava-se ir por esses so-
nos dehoiosee-'de que sua filha era o alvo.
De repente, acudi lhe a rtfiaslao, que
era egosmo n.lo pensar aenao eo> si.
Ento dirigi o penaaraen|o pea a mar-
queza de Saulieu, para Henrique Merson,
para a sua desgranada mulber e para raui
tos outros, anda que,1 como elle, tinhitu
Buffrido horrivelmente.
De repente, um novo rosto, rosto de mu-
lber, se lhe apresentou aos olhos, como urna
viso.
Essa raulher era a viuva de Daraase.
Vi-a envelbecida, mioada pela magua, des-
aeead como um esqueleto, em luta cora a
negra miseria. Havia seis meses que ti-
Comtudo a viuva tinha a raorte do ma-
rido que uogar. Sim, sim, mil vezes sim I
Nao tardara muito tempo a soar, a hora
da vngaoga da viuva Comtudo era pre-
ciso sD'.-r antes quem era realmente esae
baro le Livron.
Mais um pouco de paciencia, disse o
pai Anselmo, levantando-se e como se ti-
vesse que responder voz queixosa que
julgava ouvir.
Lamentav, agora, por nao haver feito
algumas visitas viuva, se, como pensava,
ella estava na miseria.
juque Gontran de Morlac contava
redo rar o brazo do seus ant
En mente destinva-a j a seu filho mais
velho.
XI
A vida da Pariz Vida vre e inde-
pendente, dealumbrante, eom a qaal de ha
muito sonhava Joao Morlac, as salas me-
lanclicas do solar.
O mancebo tinha j feito duas ou tres
viagens capital, acompanbado pelo seu
pai, par oeca-do de alguma grande solem-
nidaie, como, por examplo, o Grande Pre-
mio, ou alguma exposigo.
S de longe tinha podido entrever aquel-
lo esplendor de luxo, que nos grandes
diaa faz parecer certos lugares de Pariz,
corao os Campos Elysios ou Long-cbamps,
com lguc paiz imaginario ou de fadas.
Viver all, ver tudo aquillo de perto I go-
zar O seu nona e a su i fortuna habil-
tavam-o a isso. Voltava para Verneuil
com visSes no cerebro, augmentadas anda
pela sua imaginacSo.
O duque nao podia decdir-se a separar-
se do filho. Achava sempre um pretexto
per- para o reter perto de si. Era anda mu-
te mogo, nao estsva Bufficianteraente pre-
parado.. mas era preciso tomar urna re-
soluco.
J0S0 tinba tirado a su serte. Ia fu
01 seus inte e um annos. Era tuaapo e
fazar delle horneo. Corabinou-se qae se-
hiri-i do castello no fim das ferias qaastdo
sa abrora aa aulas
Esta decsSe tinha sido tomad algn
diaa antea d entrevista entre o raastcebo
e a ehegada inopinada do filho de Btala*-
rier. Faltavam anda tres meses para a
dat< fixada, e era irapossivel agora deizsr
paasar tres mezes. Luiza esteva grvida. -
O boato dos amores dos dons jovea ia
espalhar sa O noivo deapressdo vngar-
a?-hia contando tudo. O pai d moca po-
dia ir ao castello prevenir o duque. Da
qualquer maneira era um escndalo eme ia
tornar furioso o pai de Jo3o Talvez njto
deixasse partir o filho. Era impoaiivel
esperar. Um desenlace brusco tornavavee
necesaario.
Era n'8to que pensava Joao na vo*t
para o castello. Luiza tinh -lhe f>ppare-
cido naquella aventura tragi.a sob um as-
pecto completamente novo.
Estava convencida agora, qa a aioav
com ura deates amores apaixonado, dedi-
cados, que s se aaabam com a vida.
Faria de Luzs urna admiravel amaste,
com a qual podia contar corao co.ns'go
mesmo.
A moca rstava cheia de energa, e de
urna belleza que lhe pareca s .br -ha oans
na luz paluda da la, cora a face Ilumina-
da pelo brilho fulgurant-: dos grandes
olhos. At entao tioha- considerado
como um rapariga da provincia, gratando
de vestidos, con cabeca cheia da trapos
e de rendas. Mas era u.-ia molher, urna var-
dadeir.a raulher, e ell: de ti para j dixia
que a adora va.
J nao hesitara em lvala camsigo.
Sonlva com as horas f-bris de paixao
que iam passar, livres ambo., naq-i-lle
grande Pariz, onde o ruido do b-ij >a,
como dos solucos, se perde como ^ss
do rio no mar. Naquella iranaailade
humana, ninguem dava pela bus ehegada,
a o seu a-nor poda escouder.se entre qua-
tro paredes ; nao teriam a raceiar, podiana
finalmente amar-sa vontade.
Para isso era preciso que Joio nteci-
passe o momento da partida.
Quando chegou a Morlac, o duqsn sio
dorma anda.
O mancebo vio-o por entre os castnnhei-
ros plantados diante do portao do c-/.elh.
Fez um movimento de sorpresa.
- E' o senhor, meu pai ?
Son, nlo podia dormir, e vira to-
mar ar.
Est u-na noite en -antador;-, rpli-
cou Joio; eu mesmo ma demorei.
Vens de Verneuil ?
NSo, precisamente de Veneuil. Pre-
fer ficar na mata a ir i Houve um momento de sileoch. O fi-
lho asompanhou o pai, acertando o pasos
pelo delle.
Pareca que tinba alguma cousa di-
zer, alguma contidei ca que o embargavs.
O duque tinha cahiuo na so ai alas
eolia.
Era um homem de sessenta anaos frito.-,
magro e secco, de costames r^ido. o!br
altivo, suiasas branca.
Via-se pela express3e do rosto dasseiss
fidalgo, que toda a su vida, toda as soas
affeijSes tinbam ficado no paseado. A
nica porta que abrir sobre o futuro, era
o seu amor pelo filbo mais vela*; asas
pelo que lhe dizia respeito, s tinha ena-
guas no coraclo. A v.da moderes rms)-
gnava-lhe. Nao va quaai ninguem, t vi-
va com ama sombra do pasa 10, afastado
de tu o, no meio de s>*us cantemporassss,
0 amor do devor e da honr estava colo-
cado t3 alto no san coraclo, opa prefera
matar um dos seus com as auaa propna
mSos, a vel o fraquear.
de miro ; nSo rae conbece, roas eu eonhe-
90-a e -sei, ba muito tempo, que uraa boa
e honrada mulber.
" O senhor conbece rae 1 disse ella ad-
mirada.
__ Cooheco, respondeu elle, e nao igno-
ro que tem sido muito inteliz.
Mas entio, donde rae conbece ?
Coobeco-a, Sra. Daraase, por todo o
bera que me dizem da senhora, comtudo
nao hojas primeira vez qua a vejo.
Entretanto, por mais que olhe para
snher, n3o rae lembro da sua cara ; on-
Comquanto nlo fosse tambera rico, po- de que o senbor j me vio ?
mo o marido nha sido covardameclta as-
saasinado : a elle podia raraetrr-lbe, era
que lugar do- re estava o cadver.
Pareceu Ihs ose ama_ voz queixos lh
cenasrava o silencio qus bar* guardaajp.
E' veraade, tioha guara.do silencio so-
.* tinbs tido ss suas raaSes
para isao.
da, comtudo, ir agora em eeu auxilio.
- Vamos l, murmurou elle, mais vale
tarde do que nunca.
Nlo estava muito afastado da Villete ;
dirigio-se logo para esae grande e populoso
bairro, onde se acbava a cidade das Ca-
banas, conhecida des nossos leitores e in
toramente habitada por urna multi Jao rui
dosa de misera veis.
Mae j havia muito tempo que Paulina
Dafasse uao morava l.
O pai Anselmo achou a cabana que co-
nhecia, oceupada por uraa familia' de tra-
peiroa.
Toraou informales.
Disat-rara-iue que, depois do deaappare-
c i ment sbito do marido, a Sra. Daraase
j nao estava na miseria, era tinba mes-
mo precisao de trabalhar para viver. Urna
senhora, muito rio, de quem nlo sabara o
nome, tinba se interessado por ella e dava
lhe uraa pequea mesada. .<
Emfim, conseguirn) dar ao meco de re-
cados a morada ua Sra. Darasse, que era
na ra Saint-Maur.
Tioha chegado a noite, quando o pai
Anselmo havia chegado cdads das Ca-
banoB ; apezar disso nlo hesitan era ir
jasa A Sr Daraase oceupava um pequeo
aposeatp, oomposto de uta quarto de dor-
mir, d* urna saliuha de jantar a de uraa
coainba. O quarto clava para -um desses
jardins, que se conservara anda nesae bair-
ro ; era animado por vasos de flores, que
otnavara a janella e pelo canta de dous
pas.aros, aettidos em uraa gaiola.
O moyo de recados apreaeotou-se em ca-
sa da viuva, nao rocaiaudo que o roconhe-

nh esquecido aquella desgraosda. Porque ?l0e88e ; primeiro, porque pensar que elL
Entretanto s elle poda dizer a viuva co- uno* o uressa visto.era Maraela, segun-
do, corao diasemos, porque se liaba tornado
desconhecivel.
A viuva, que nunca recebia" aogu<-ra:
acoibsu o visitaste com alguna descon
fiancoi.
Ella reparou uiaso e tratou lego do lhe
diaer :
Sra. DaraBsa, nada tera
mt^
recelar
Um dia, na Villette, nn cidade das
Cabanas, onde fui fazsT ura recado, a se
senhora estava porta da soa casa e urna
raulher qae passavn deu-lbe os bons das,
dizendo o seu nome. A senhora nSo fez
attenclo era mim, e entretanto, como co-
nheeesse seu marido cumpiimentei a.
__O senher disse que conheceu meu ma-
rido ?
__ E' verdade, conhec Pedro Darasse.
__ Dude conheceu meu marido ? per-
guntou a viuva, cada vez mais admirada
Era Pariz, era urna taberna, onde eu
a comer e onda elle ia quasi todos os
das.
Nesae tempo eramos muito amigos e en
da/a-lbe mesmo alguna conselhos bons.
Ah I
Devo accrescentar que, o qae eu lhe
dizia, entrava-lha por um ouvido e sabia
por outro. Com Pedro Darasse nao havia
nada que dizer nem qua fazer. Andaba
sempre acompanbado por vadioa e misera-
veis. Comtudo, tinha urna certa confianca
era mim, porque um dia coofiou-me qua ti-
nba qua fazer urna visita a urna senhora
da grande sociedade, a Sra. marqueza de
Saulieu,' a qual lhe dara, segundo elle es-
perava, urna grande soraraa de dinheiro,
para pagar-lha certas informales, que elle
podia forneuer-lhe.
Ah I repeto anda a viuva, que ape
zar d phyaionoraia honrada e ayaipabica
do pai Ansslno ; 'senta augmentar a sua
desoonfiioca a tornaWa ae.
Eratim, Sra. Darasse, continuou o
moco de re ados, sei qua seu marido vio a
marqueza de Saulieu. Essa senhora que
procara ha muito tempo a neta perdida em
, ir-umstaociaa terriveis, que provavelmente
a senhora couhec-, tinha promettido uraa
fortuna a Pedro Darasse, se elle Ihs fizes
se encontrar a'menina qua ella nao cessa
de chorar s pedir a eus que lh'a resti
tua.
c Se lhe digo tudo isto, Sra. Daraase,
par* lhe provar qua conheoa Ssu marido o
para lhe faar ver qua eu tambsasr sai de
muitss cousas.
t Percebo que n senhora est descon-
fiada eom migo e d quo eu quero, e o que
iodispensavel fyie a senhora tenha em
mim plena confianza.
Mas eu nao o conhec, senhor.
O meu trajo, e inaia aiada, esta me-
dalba da prefeitura de polica, mostrara-lbe
que bou moco da recados.
Sira, bem v^jo, murmurou a viuva
XI
Aa vielta do psl Aaaelmo
Depois de ura momento de silencio, foi
a Sra. Darasse quem toraou a palavra :
Mas, porque veio visitar-rae ? o que
quer ? perguntou ella.
Sra. Darasse, respondeu elle grava-
menta, venho pravenil a qae, d'aqu a pou-
co, terei precisao da senhora. f
Ter precisao de mim ?
Sim, senhora. ,-
Mas para que ?
Dir-lhra-bei, quando chegar o oeca-
siao.
O hornera fallava com tal autoridade, que
a viuva najo se atreveu a replicar.
Hoje, centinuou ella fui cidada das
Cabanas, pensando que a senhora anda l
morava. Dizia commigo : A pobre Sra
Darasse est talvez era terrivel miseria,
entao, conforme os raeus raeios, farei qual-
quer cousa por ella. A genis deve aju-
uar-ae, sempre que posaa.
< Fiquei, a principio, muito desorienta-
do, acbando a sua antiga cabana oceupada
por outra gente, mas um senhora velba,
[Continua;
P
a quem oterroguei, respondeu-rae
senhora j nao morava all e tez o
qae
favor
de me dar a sua ra rada ; dissa-me tam-
b-.m que a senhora ja nao estava inteira-
mente era difi uldades ; que urna fidalga
rica se interessaVa. pela snhora e lhe da-
va uraa pequ-ua mesada.
c Escuso dizar-lbe, que tive grande pra-
xer quando soube a sua mudanca de posi
cao. Nao me disseram o nome da pessoa
que lhe fazia bem, ara iuutil ; adivinbei lo-
>go que a nobro marqueza de Saalieu, que
espalba os seus beneficios por toda a par-
te, tinha esteudido, senhora, a mao cari-
ciosa. Nlo me engao, nao verdade 7
NSo tenho ra*3es par oceultar, se-
nhor, que a minha pretectom a Sra.
marqueza de Saulieu.
' Vai algumas teses casa da Sra.
marquesa ?
- De voz era quando, senhor, eu po-
dia ir l muitas vezes, porque sou sempre
muito bem recebida, mas, ooroprebende,
nSo me atrevo.
Quando que lhe fes a sua ul
visita ?
Ha r*jinze dias.
Pois bem, amaoha, se quizar, pode
volta.- roa de Varennea e diser iato ssas
bsmfetora: Sra. marquesa, um aomeat,
um pobre moco de recados, toi pruesrar-
me e encarregon-me de Iba diser qae, *as
breve, as suas logrimas deixario da eom>r
e que vai ter urna grande consolarlo.
__Meu Deus 1 mas entlo o sjsje sabe s
senhor ?
Nlo me interrogue, Sra. D-
nlo lhe posso dizer oaaia nada a^tal
peito.
Mas, se eu repetir 4 Sra- ssarij
que o senbor acaba de diser, ella a; da
me fazer perguntaa.
A aenhora reapondavlbe o qss es
acabo de lhe responder qae alo Iba ps-i
dizer seolo isso.
Agora, outra cousa, nlo visa praca-
ral-a para lhe fallar da Sra. de Sassiea e
da sa neta, visto qae ignorav qa* eo-
nbecesse essa senhor e qae ella Csea o
su bemfeitora, toi, pois, por ineidenae ^m
se tratou da Sra. raarqueza na sosas aaa-
veraa. Volto ao motivo da ssioba visit 1.
O senhor disse qae, dsqa pou.ro
teria precisao de mim, nnienssente nio cora
prebendo.. -
No fim do mes de Setembro altirao,
seu marido, Pedro Darasse, deasppareresi
e, at baje, a senhora ignora aiod o qo-a
feito delle, nao sabe se elle est res
anda, ou se raorrou.
Ora, deixe s disso, senbor, sai ssr-
feitamento que Pedro morrea.
Queira perdoar, a s-rsbora aappse,
nao sem motivos, que elle morrea, sao ais
est absolutamente certa usas, par saja ais
lera nenhuma prora.
A prpva da que elle sswrres. sjsv
rae deixou ura di e nanea otaia voUoo,
que tinh promettido Sr. raarqaes-a tor-
nar procurl-a e ella espern asa vis.
A senhora a moa mai o as
bem o ae quaai o se conven en sis sss*
raorte, chorou por elle e restM ss, cosa esas
trajo de luto, qus aiada nos,
E que sempre uaarei, a*BSor.
At certo ponto, responda o pai An-
selmo, oomprebendo os desgoatas da noss
.mulber que se acha sbitamente 1 aparada
do companheiro da sua vida, asa Pesa-*
Darasse alo merece, aires to gra
saudades.
Senhor...
Neui sempre foi bou> para o *es
ra deu-lhe toda a sorta da aastivaa
queixs.
...
{Comtimur-mhm)
yp. do Diario, ra Daona o Casias s -fa.

'



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