Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19127


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Full Text
ANNO LIIV llflSO 5
PAltl A CAPITAL E Ll'CIHGM 0\E IA SE PACA PORTE
Por tres mezes adantados ,
Por seis ditos dem .
Por um noo idem ....
Cada numero avulso, do mesmo da.
60000
12^000
230000
0100
m. 6 DE JANEIBO DE 1888
;' '
PAHA DE.THO E FRA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados..............
Por nove ditos idem......:....... .
Por um anno idenuu '.............
Cada numero avulsd^ de das anteriores..........
130500
2(4000
270000
#100

i

Propriroabr it Jlancc Jigueira or Jtana & Silbos
TELEGMMMAS
SEflVlCO PARTiCULAri 00 MARIO
RIO DE JANEIRO, 5 de Janeiro, s 5
horas da tarda (pela liaba terrestre).
Foram spreinalado vigarios as pa-
roubiss de :
S. Miguel de Ipojuca, o padre Hercula-
no Marques da Silra ;
De Jess, Mria e Jos de Boro Cnse-
la: o padre .fos Marques de Souza ;
De Nossa Senhora a o O' do Altiaho, o
paire Manoel Zadiarias de Souza Lyra ;
De Nossa Senbora da Concedo de
Campia Grande, na Parabyba, o padre
Luiz Francisco de Salles Pereira ;
Je NoBsa Senhore. de Gruarabira da In-
ri ; cadencia, na Parahyba, o padre Wal-
frc'i Suares dos Santos Leal ;
De S. Joao Bautista do Ass, no Rio
Qrmde do Norte, o pidre EstevSo Jos
Dantas.
Foi nomeado capitao do porto da pro-
vin.a das AlagSas. o capillo tenente Faus-
tinr MartiDs Bastos.
SEfVICD DO CENTRO TELEGRAPHIGO
o su
(Para o Diario de Pernambuco)
BERLIM, 4 de Janeiro.
A quest&o d Bulgaria esta sagerindo
dovs diffituldales entre a Russia e a Al-
lema aba.
A Russia esforea se para destronar o
Principe Fernando e exige o cumprimento
do tratado de lierlim.
MADRID, 4 de Janeiro.
Tem haviio grandes temporaes cas cos-
tas da H-sptcha, e diversos naufragios se
tem dado.
SANTIAGO, 4 de Janeiro.
Augmenta de intenaidade o
cholera-
morb s
BL ENOS AYRES, 4 da Janeiro.
O joverno da Rspublica Argentina pro-
rogou o prazo dc> curso forjado das notas
do banco.
LA PAZ, 4 de Janeiro.
Houve na Bohvia ama sediyao militar,
a qua foi suffCida.
BERLIM, 4 de Janeiro.
Eiti verificado (|iie Frederico Guilber
me, 'iincipe Imperial da Allemanb*, est
ofrendo de um cancro.
A noticia, assin confirmada, oausou pro-
funda iropresao na Alleroanba.
O prlbcicipe d Bismank pensa em es-
Ubele :er um regencia.

BAHA, 4 de Janeiro.
Deram se aqu graves conflictos, doa
qua -a reaultsram diversos ferimentos, a-
tro o povo e a polica, por causa de urna
greve oos coebeiros dos vebicoloe econo-
nicos.
S. PAULO, 4 de Janeiro.
Coitiouaaf an lifrertacdes de escravos
na pnvincia.
CUBO PRET0, 4 de Janeiro.
Coi tinaa as libartac.o'.s de escravos na
provircia de Mitae-Geraes.
RIO DE JANfclRO, 4 de Janeiro, a
5 lor.a e 10 minuto da tarde (retardado
em conterja^naiii do tmporas)
O w:es!miraite Elisiapo Jos
aceitoi a nomeacJo de director da1
Naval j asiMHDM*o reapectite
oda
Pelo Mioimeriu da AgticMura rum'
Aeatril midoa oa crdito* de 900 eentes de
rii pira a fcm-via da Bha e de 2:3W
ontot de ria para ss ferro-va* de Per-
nanipuco.
Foi concedida a exoneracZo pedida
pelo juiz municipal e de orphaos do termo
de Villa-Nova, na provincia de Sergipe,
bacbarel Manoel Lemos de Soaaa Machado,
sendo nomeado para subatituil-o o bacbarel
Matbeus de Souza Machado.
Foram nomeados jaizeg manicipaes
e de i rphaos :
Do termo do Rio Claro, na provincia do
Rio de Janeiro, o bacharel Cezar Nogaei-
ra Torres j
Do termo de S. Jlo Baptista do Rio
Verde, em S. Paulo, o bacharel Theodoro
Torquato Pinto da Silva ;
Do termo de Caeth, em Minas Geraea,
o bacharel Francisco Bulcao Vianoa ;
Do termo de Curumb, em Matto Gros-
8o, o bacbarel Antonio Fernmdes Trigo de
Lonreiro.
- Foi removido do cargo de juiz mu-
nicipal do termo de Caramba, em Matto
Grosso, para o de juiz substituto de Cuya-
b, em Goyaz, o bacharel Luiz da Costa
Ribeiro.
Foram nomeados para a guarda na-
cional, da comarca de Pao dos Ferros, no
Rio Grande do Norte ;
Mjor sjudante de ordens do commando
superior, Joaquina Jos Correia ;
Capitao quartel-mestrj, Francelino das
Cbagaa Moreno.
Foi reintegrado no cargo de conta-
dor da Tbesouraria de Faze.nda do Mara-
nbSc, Augusto Cesar de Macedo Brito.
Foram apresentaos vigarios para o
bispado de Pernambuco :
Da parochia de Ipojuca, em Pernambu-
co, o padre II-reulano Marques da Sil /a ;
Da parochia de Papacara, na mesma
provincia, o padre Jos Marques de Sou-
za ;
Da parochia do Altinho, na mesma pro-
vinesa, o padre Manoel Z tobaras de Sou-
za Lyra ;
Da parechia de Campia Grande, na
Parabyba, o padre Luiz Francisco de Sal-
les Pessoa ;
Da parochia da Independencia, na mes-
ma provincia, o padre Waifredo SoArea
dos Santos Leal ;
Da parochia do Ass, no Rio Grande do
Norte, o padre Estevao Jos Dantas ;
Da parochia da Macabyba, na mesma
provincia, o padre Jos Paulino de An-
drade.
O adjunto dos promotores pblicos
da corte deu denuncia contra os irmaos
JoZo, Jos -3 Fortunato So rea do Amaral
e contra Jos Maria Carneiro da Cuaba,
como incursoo as penas do art. 174 do
Cdigo Criminal combinado com o art. 9o
da lei de 1833.
A taza do cambio sobre Londres foi
boje de 23 1/2 d. por 10000.
RIO DE JANEIRO, 4 de Janeiro, s
9 horas e 35 minutos da noite (retardado
pelo mo tempo).
Foram concedidas permissSes :
Para explorar estanbo, no municipio de
Piraby, da provincia do Paran, Zicba-
rias de Paula Xavier ;
Par i explorar chumbo, em Nitheroy, da
provincia do Rio de Janeiro, Honorio
BrandSo e Antonio Vianna ; '
Para explorar diversos mineraes, no
Boro fim, da provincia da Babia, a Caeta-
no Baeta Neves ;
Par% explorar minas de car vio a mine-
raes, es Ubatuba, na provincia de S.
Paulo, Joaquim Victorino da Cunha.
Foi approvada a reforma do corpo
de bombeiros da edrte.
8. PAULO, 4 de Janeiro.
prepralo
,..,-
CoBiejaram boje
ras da Assembli Pro
O cooselhiro Antonio A Sil
Dr. Antonio Moreira de Barros li-
tados os seas escravos.
LGRADO, 4 de Janeiro.
O rei da Servia, Afilan Obrn w.tcb, ore
para um exmito de 300:00^bouena com
o designio de fijairecer as preten.Sss da
Russia.
ROMA, 4 de J-
__Foi nosMsdo amanuenseva secreta
MonUm
ra do Ministerio do Imperio, silexandrv{0buls offerecidojf
Sos re i de Meti.
do jahileu sseen otel de
i esterlinas os
apa, por ocasiao
LISBOA, 5 de Janeiro.
Em Porto Varzim e Miranda deram ae
desordena poiiticas, cuja repressZo nao se
poude ainda conseguir totalmente.
O relatorio acerca do roubo do consulado
de Portugal, no Rio de Janeiro, innocenta
o censul geral Wil ii k o os seus empre-
gados. .
LONDRES, 5 de Janeiro.
Nmfragou no Ferrol o couracado inglez
Hercules.
ROMA, 5 de Janeiro.
E' provavel que seja exonerado o mi-
nistro o secretario de estado dos negocios
da marinba do gabinete italiano.
RIO DE JANEIRO, 5 de Janeiro, s
5 horas e 30 minutos da tarde (pela hnba
terrestre.)
Foi demittido o capitao do porto dos
Alagoas, 1. tenente Almiro Ribeiro, sen-
do nomeado para substituil-o o capit&o te-
nente Faustino Martina Bustos.
Fizeram-se diversas conees=oes para
exploracSes de mineraes.
Em S. Paulo tem sido concedidas
milhares de librtameos.
O Sr. Macedo Brito nSo foi reinte-
grado no caigo de contador da Tbesoura-
ria de faeenda do Maranh&o, mas sim no-
meado ebefe de sec(o e contador da dir
ctoria geral dos cerreios da referida pro-
vincia
Foi prorogado por tres mezes o praso
xado para a jouciusao das obras do ramal
de Tiuobauba, na ferro-via de Linuoeiro,
em Pernambuco.
A taxa do cambio sobre Londres,
90 div, tanto aqui como na Bahia, foi de
23 5|8 d. por IjJiOOO ; na Babia porem, a
taxa fe i de 23 3 [4 d. por 15000.
O caf tem'se vendido, do bom, de....
6J260 6$540 por 45 kilogrammas.
o rei JoSo d'Abyssinia est se approxi-
mando de Massouab testa de um nume-
roso exercilQ.
Agencia Havas, filial em Pernambuco,
5 de Janeiro de 1888.
SERYP Di AGENCEA^H&VAS
PARS, 4 de Janeiro.
Considera se provavel a demisslodo mi-
nistro da marinba Mr. de Mahy.
ROMA, 4 de Janeiro.
S. S. o Papa LeSo XIII recebendo os
peregrinos diz que na Italia est se pro-
duzindo urna certa roulanca ie opiniSo
acerca da Santa ReligiSo, accreacentando
que a queatSo do Vaticano mais inter-
nacional de que nacional.
O Santo Padre repelle toda idea Vpro-
mover urna revolugilo que pode ser-Iba at-
tribuisWfi
PARS, 5 de Janeiro.
Mr. de Mahy ministro da marinba deu
a sua domissSo que foi aceita.
BUEtOS-AYRES, 5 de Janeiro.
Contina um accordo completo entre
os commissarios braaileiros e argentinos da
commissZo de limites do territorio das
MissSes.
MONTEVIDE'O, 5 de Janeiro.
i
Chegou aqui o Mr. Morena que recebeu
a visita dos membros do corpo diploma-
tico.
Mr. Moreno rendeu Urna vigila ao pre-
sidente da repblica fue pronunciou na
occasi&o urna allocucfto muito favoravel
para o Brasil.
Mr. Moreno coutinuou aaa viagm para
Buenos-Ayres.
SANTIAGO, 5 de Janeiro.
48 casos novos aqui e 21 bitos de cho-
lera-morbus, segundo os ltimos boletins
orBciaes.
VALPARAIZO, 5 de Janeiro.
Foram assigoalados boje 110 casos de
cholera e 31 victimas.
BIRMINGHaM, 5 de Janeiro.
Em coosequencia do rompin.ento de
um dique as aguas do rio Rea invadiram
uia vasto espace de terreno.
Os cutragos s&o immensos.
LE Diversos telegrauusas annuncias
que
INSTRDCqO POPULAR
ESCRIPTURiCiOCOUMERCIiL'
[Extrohido)
DA BlBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
RE-SAQUE E CONTA DE RECAMBIO
( C ontin uaf o J
E' certo que a materia deste capitala u.n i das
mais coufasameate tratadas uos livroa de jurispru-
dencia mercantil, e das que maii duvidas teem
aprrj.ntado na pratica ; entretanto nao me pare-
ce baver motivo bastante para ssj, i >o que te-
nbnu .- em vista que o sacador se obriga para
com o tomador ao pagassnS) da lettra ao lu;ar
i- tempo njustad.r, e que em igual obrigacio fica j
tomador cum o primeiro iudossadur, este com o se-
gundo, e astim saccessivamente at au ultimo in-
dosaador,por forma que tanto o aacadur da lat-
n c im'i todos os iadussadores, qae a lettra possa
ter no giro cambial, fieam solidariamente respon-
sxvea reos eumprimento do coDtra.to de que u
iettra instrumentos.
s principios que regein esta material sao os
seguintes :
i A cunta de re-cambio urna uaica que vai
passaodo de mao em mao 'metida que cada res-
ponsavel, pelo pagamento da lettra, ezigo do seu
antecessor o cumprimento do contracto.
2 A lettra dd re-cambio ser acompaahada da
dita cinta do re-cambio e da conta da re-saque
pela importancia total do re cambio e mais despe-
sas do re-saque.
3o Tanto a conta de re-cambio como as de re-
saque deverao levar ex&rado o certificada do cam-
bio, passado por um corretor da praca propria ou
por .1 iis negjciante8 (4 falta d'aquelle).
4" Finalmente o direito que tem o portador de
rC-aacar logo contra o socador ao cambio correte
(eutre as praxis do saque e do acceite), tem-n'o
tam'oem cada un: dos indussaderes para com o seu
antecessor (com referencia ao cambio entre a son
propiia pra(* o aquella oude a letlra devera ter
sido paga.) Nao baveutu, p r n ourso de cambio,
i-ntre as referidas pracas ser lie calclalo pelo
das duas mais prximas.
(Contina)
PARTE OffjCUL
iiovcroo da Provincia
KXPEDIBSTE DO DU 26 D1C DEXEMBBO DE 1887
Actos :
O presidente ds provincia de conformidade
com a proposta da administrador dos correios em
oficio de bontem, sob n. 961, resoive ios termos
da lei n. 2794 de 20 de Outubro de 1877 exonerar
do cargo de agente do correio da villa de Oamel-
leira a Autumo Joa trjines de Souza S n .mear
para substiluil-o o cidadao Ljeurgo Geialdo r!
Aleocar.--Communicou-se ao administiador dos
correios.
-O presidente da provincia resoive, de confor
midade com a propostn do Dr. chete de polica em
oflk-io de boje, sob n. 1185, nomear Jos Francisco
Finheiro Ramos para u lagar, de delegado do te-
ma de Pao d'Alho, em eubotituiyi> do t-nente S
tero Marques de Ar.iuj > Fiabeiro, que oo aceitou
a nouieacio.
O presidate da provincia resoive no'mear o
bacbarel Beroardiuo de Senna Oas para exercer
u cargo d delegado do districto littersrio do .cu-
rato da em substituicu do Bario d- Tacaraua
que falleceu.-- R'mc'teu-so o titulo ao inspector
eral da Iostruccuo Publica.
Otfieios :
-- Ao director interino da Faculdade de Direito
do Recife.---Kemelto a V. Exc. copia do aviso de
10 det- mez, s b o. 4702, expedido pelu Ministe-
rio di Impf rio, afim dn que sirva-se de faser coa-
star ao Ccnselheiro Jco Jos Pinto Jnior, lente
catbedratico d'esea Faculdade, a eoiugao constante
do mesmo arito s.-br.' a peticio em que o referido
con-elhi-iro solicitara lhe fosaem pagos os venci-
meatjs integraes do cargo de lente e do de di-
rector da meociooada Faculdade, cujas fancr;es
iotennameate accumulaia.
Ai Ur. chete de polica.Declaro a V. 8.,
em ulufio de seu cffi;io n. 1164 de 19 du cor-
rente mes. que fica .ipprovado o contracto de lo-
car;3i feito pelo delegado do termo de Grtnitocom
Dorio Jos Peixoto. de ama casa para all servir
(te cadeia e qoart-1 eo respixtivo destacamento
pelo alugu I m'Dial de 1500".Communicou-se
ao inspector do Tbesouro Proviueial-
Ao mesmo.Transmiti a V. t., em resposta
ao sea ufficio n. 1173 de 22 do corrate, ama pe-
qoeoa colleccio de medicamentos bouoe.oathicos e
tres tobos com lympba vacciniea afim de serem
enviados ao de'e^ado de polica do termo de Gra-
nito.
Ao inspector da Tbesouraria de Fsseada
Por offici" de 18 do Julbo esta piesidcuJa auto
risou V. S a mandar pagar a Medeiros c C, per
cnta da qmntia de 935*1240, a importancia de
5QO000 que exista do crdito para a desoesa de
bjee'os de expediente da secretaria de polica, so-
bre o que essa To sour.ria iutormou em offiuio de
16, sobo. 457.
Com refereoei* a este assumpto, remetto-lbe
boje a inclusa copia ds aviso de ^9 deste '..es, pedido pelo Ministerio da Justica, afim de ter os
dsvidos efi'r'itos.
Ao ir.esir.n. D' claio a V. 8, em rtsposta ao
sen offi-.-i de 16 de Novembro prximo passudo,
aob d. 722, que n'esta data submetti delibar.'-ciu
do Vliaisteno da Fasenda copia da proposta de
Felippe Ho.mes para a txecucao doa concertOi d'
que esrece o cruzador Medina, acooipanbaado-a
do dito ofiicio tamb'in per copia, e da ioforn)sr;ao
a respeito preatada pelo Arsenal de Marjnba. De-
volvo-lh stindicada proposta, c-iofurme solicitou
napaflBto.
-- Ao sBfco.-Remftto a V. S. para os devi-
dos etRitoa, copia do aviso de 10 deste mez, sob
o. 4,702, expedido pelo Ministerio do Imperio, con-
teado solucio sobre u peticio do conselbeiro Jlo
Jos Pinto Jnior, em que solicita va I be fosaem
pages os vmeimeotoa integraes do cargo de lente
e do director da Faculdade de Direito, cujas func-
ces interiuameute sccumulava.
uieamo. Declaro a V. S psra os fios
que, segundo telegramma de 21 do
aiatno da Jus'.ica arbitrou em------
de custo que caba ao juiz de di-
de Carvalbo Das Liaa.
A mesmo. -- Commuuieo a V*. t para os*
fin* ecnvcnieuti s, que o bicharel Luiz Z icbatias
de Lima, em 16 do correte mea asaumio o exer-
C'cio do cargo de promoUr publiaa da comarca do
Hrejo, pata o quai foi uomeado fia 3 do predito
mez.
-- D.'cUr. a v*. t para os devi-
dn tff.-it'.t'qiie( sejoudo consta de aviao do Mi-
i isterio dalaarioba, de 20 do correte, f irajn ap-
provados os eoutralos celebrados pelo con
compras de mariuba para e foruccitueoto'^glrs,-
res, dietas, sobresalentes, medicamentos e ontros
artigos, durante o primeiro semestre do exercieu
de 1838.
Ao mesmo.---Remetto a V. t., para os devi-
dos cff.-itos, copia da tabella das quantias distri-
buidas a esta provincia, por conta do crdito coa-
cedido para as despezas do Ministerio do Imperio,
o exercicio de 1888, a que se refere a circular de
14 deste mez, sob n. 4,660, expedida pelo mencio-
nado ministerio.
"Ao inspector do Tbesonro Provincial.-Ten-
do em vista a ioformac>o di Vo:., de 24 deste
mez, sob n. 1,015, aatoriso-u a mandar indemnizar
o abono de 40 feito p;\o eorpo de pjlicia do te-
nste do mesmo corpo, Miguel Nuoes do Freita-,
fallecido a 13 do mez fiado. Communicou-se ao
commandante do corpo.
-- Ao mi'-tnoInforme Vmc se ba nesse Tbo
souro algum deposito em titulo ou outro qualquer
genero pertenceute au Lapsrial Iustituto Vrnam
bucano de Agricultura e qu-.l a aui importancia.
Ignal aos engenhoiroa fiscaes das estradas de
ferro do Recife ao S. Francisco e do Recife ao Li-
moeiro.
Ao director do Arsenal de Goerr*.Mande
Vmc. tornecer guarda cvica, conforme autorisa
o Ministerio da lioerra, no aviso junto por copia
de 17 da correute mez, 80 barras de madeiracom
cabeceiras, devendo a respectiva importancia ser
i pportunamente indemnizada ao mesmo ministerio
pelos cifn s proviocia-'s.Comoiaaicoa-ss so Dr.
chefe dj polica e ao inspe.-to.- do Toesonro Pro
vincial.
Ao mesmo. De c.nfor nida 1-; com o aviso
do Ministerio da Guerradu "0 do crrente, man
de Vmc. ioroecer cotnpauhia de infantaria da
provincia do Rio Gruudo do Norte e ao 2. bata-
Ihao da mesma arma o fardamento constante das
tres iuclusus notas, de 9 deste mez, crgnuisadas
na reparticao do quartel-mestre general. Com-
manicou-se ao inspector da Theaouraria de Fa-
zeoda e ao brigadeiru commanciaute das armas.
Ao mesmo.Remetto a Wma., para oa fina
convenitni. s, os iacluaos termos de ex-.m-; que
nease arsenal proceden a c.imrrisso no ceada pelo
brigadeiro sommandante das armas em um volu-
nte coutendo urna estrella movel destinada a exa
minar o material exutente nas fortalezas dc-tta
provincia.
Ao inspector de hygiene.f rovidencie Vmc
para que, eutendendo-se com o Dr. Francisco de
Paula toares, sejain retirados do predio n. 123 da
ra Viscono ao Rio Braaco e recolhidos a essa
inspectora os obj ctos aertencentes extincta re-
particao de vaccina, constantes de duas m:zas.
dous baucos, livros e papis, segundo reqnisi
tou-mo o mesmo doutor em officio de 26 do cor-
rente. -Commuuicou-sa ao D.. Francisco de Paula
Bastes.
Ao mesmo.Accuso o recebimeoto dos me-
dicameatos boiroe Mthicos e tubos com lympb
vacciniea enviados por Vmc. com ofiicio de boje
datado ; e, quanto ao pagamento, declaro-Ib qu
o interesando deve requerel-a a esta Presdeosla,
juntando a respectiva conta visada por essa ius-
pectaria. ,
Ao director engenbeiro em chefe do Prolun
gamento da estrada de ferro do Recife ao t. Frau-
cisco.->irva-se Vmc. de providenciar, de confor-
midade com o art. 114 do regulamento approvado
pelo decreto o. 8156 de 18 de Mar .o de 1882, para
que sejam traosmittidos pela linba telegrapbica
desse Prolongamer.to os telegrsmmas expedidos
pelo Revd. director da Culonia Crpb mologiea Isa
bel, relativos ao servico publico.-^-Comdrunicou se
ao respectivo director da Colonia.
Portara ;
O Sr. superintendente da estrada de ferro do
Recite ao Liimoeiro faca transportar par conta da
provincia, d'esta capital al aqjjella cidade, 14
prayaa do polica, que all vao destacar.
EXPKDIEHTE DO DR. SECBETABIO
Officio:
Ao brigadeiro commandante das armas.
S. Exc. o tr presidente da provincia rnauda com-
muuicar a V. Exc. ter autorisado o director do Ar-
senal de Guerra a satisfaser o podido que acoin
panbou o sea officio n. 611, de b.ntem datado.
Ao conselbeiio director geral da tecretaria
de Estado dos Negocios da Justino.De o.dem de
S. Exc. o tr presidente da provineia remetto a
V. Exc um exemplar do tarto de Pernambueo,
de boje h> qual s<* acba publicado o edital de 24
corrate mez notificando o juis de direito Agoeti-
nbo de Carvalbo Dias Lima, de sua rcmoyai da co-
marca de Caruar, n'esta provincia, para a de
Ticte, oa de t Paulo.
Ao inspector da Tbesouraria de Fazcnda.
O Exm. tr. preaidoatu da provincia manda re
metter a V. S. a inclusa orden do Thesouru Na
ci nal sob n. 00.
Ao secretario da provincia das Alagoas.
Transmit- a V. S., em resposta ao seu trn:io de
j6 de NiT uibro fiado, .seie exmpares impressos
da col!ec$io cas le'S fiesta rtroviucs promulgadas
nos auuos 1876, 1880, 1&8, ie84. 1836.1886
1887 ; deix nde de remetter us dem.ua pedidas na
r-lacii que. acompaubou o seu predito* ofiicio, por
nao havei-.s dispooivcis uo archivo dcsta tecra-
taria.
Aprcsento a V* t. meus protestos de estima e
coaaideraeao. .
Ao Sr. capitao Joaquim Jos de Aguiar.
O Exm. Sr. presidente da provincia acaba de re-
solver que, para ter solacio o pedido conetauto do
seu ofiicio de 22 do cunate, deve V. t. solicitar
n'esta Secretaria o competente titnlo de ana uo-
meayio, j assigaado satisfazendo os devidoaemu
umeutos e prestar o jurameut> do estylo/
Ao gerente da Compaahia Fernambucaca de
Navegaco.S. Exc. o tr presidente da provincia
ficou luteirao plj ofiicio de houtein de aer. por
ssa eompauhia expedido o vapor Maniah para
es portos de Ro Formoso e Tamaodar a 30 do
Crrente is 5 horas da tarde.
Ao Dr. promotor publico da comatca do
Brcjo. S. Exc. o tr. presidente da provincia in
teirado do assumpto de seu offihio de 16 do cor
rente mes, rsoommenda-lhe que transmita a cer
tidu de aeu tercic'.
ra preenebimento definitivo das va^as
2o oiial do Tbesouro Prorcial.
diapos9&o taxativa e nao basta, por sss,
para cumprir a exigencia legal % prova
demonstrada' da aptidio coas que ssjppti-
cante exerc as futic^StB de sen cargo
outras dn categora superior de riaeqtera si-
do incumbido.
Qereate da Recife Drain>ga Compaav.
Mantenbo a decisa* do 1* de D--a?rabro
ultimo fundada em tarmos do contract* de
suainnovadlo.
Bacbarel J o .quiu Cor eir Coelbo Cisi-
tra.Justifico as f.Jtss- D-.-pois ie f.-itas se
devidas notas na s?cc3o do archivo, reoset
ta-so esto requer menta ae Sr inspector
da Tbesouraria de Fuzenda, para oa ios
convenientes.
Manoel Bruno Alv s do Cont Sise,
medante recibo.
>Ss*.ri.i (Juilhermi:. da Triadade. Iaie-
terilo
M-.r.; -I Xavier Cavalcaate de Aiku-
querqu-!. PaSse pirtaria concedendo x
prorogcao pedida a epatar dt% data em
que t-rinin u o praso do contracto.
, Tertuliano Antonio de Males. D.:-
volvido para os fina conveniente) ao Sr.
dirsetur do Presidio ds Fernando de Nors.*
aba com a informacio em original, n. 5.
do Dr. ohe do p licia.
Secretaria da Presidencia de Pernaa
buco, em 5 de Janeiro de 1883.
O porteiro,
F. Chac-m.
DE
DK8PAC30S DA PRESIDENCIA DO DU 4
JAKDBO DB 1883
Alexandrioa Mara da Conccirjilo In-
forme o Rvd. Sr. Director da Colonia Or-
phanologica Iza bel.
Antonio Aquilino de Campos.In defe-
rido.
Alcxandre Americo de Caldas Podilha.
luforme o Sr. commandante superior da
guarda Nacional da comarca do Recife.
Antonio Comes Sara e Jos Joaquim
Al vea & C. Sim, com as restrmSss do
estyfo.
Bacbarel Agcatinbo de Carvalbo Dias
Lima, Dirija se a Tbesouraria de Fazen
da, que por ufficio do bontem acha-ao ha-
bilitada a effectuar o pagamento solicitado
Amelia Maria da (Jonceigao Ramos, Be
Urinino Franiisoo Lobo Barros.Intonne
inspector do Thesouro Provincial.
Capitao Canuto de Pontea SimSos e Ju
ventude Florentina de Alencar.Informe
o Sr. inspector geral da InstrucgSo Pu-
blica.
Frcderoi Augusto Ntiva Jnior |
rido. A < xig ocia da 2* parle do
7o art. 80 do regulamento do de Ju-
lbo de 1879 nao fas exclusfto alguna p
e part cao da "lela
2* secgo.'-N. 9 SecreUris. de Po-
lica de Pernambuco, em 5 de Janeiro de
1888 -111 i.o. e Exm. Sr. Participo a V.
Exc que foram bontem recolhidos i Casa'
de Detencio os seguut-s individuos :
A' minha ordem, Manoel C .bocio, conbecidu por
Manoel Zcziubu, remullido pela delegado do terssoo
de Olinda, disposico do Dr. jais de direito 4o
5 districto criminal, por crale de roubo ; e Jos
Gonc*lves de Almeida, por ds'ubios.
A' ordem t subdelegado do Recife, Ildefonso
O mal.vs de SiqoeirB, pr disturbios, i disposicao .
do Dr. >elegado do 1' diatrictoda capital.
A' ordem d > do t- districto de S. Jos, Julio Coas- '
tautino d-i R -ssurreiy.io .Sa-npaio, Eagvmo Fran-
ciscu Jos de Sainpaio, por disturbios.
A' ordem do do districto a Boa-Vista, Fran-
celino Ramos de Almeida e Luis de Franca Asis, .
por disturbio e uso de armas defeca.
A' urden) do do 2- districto, Vital Grosses la
Silva, por disturbios e aso de armas deleza.
A' ordem do do J districto da Capooga, Zefe-
rino Candido da Silva, por crime de estelato.
Farticipou-me o Dr. delegado do 1- districto da
capital, ter nesa data feito remessa Jio Dr. juiz d-;
dii-eito do I districto criminal, dua inqoerilos po-
licaes procedidos contra os individuos ie porta
Josu Ferreira Lima, Arthar Paiva Murtiai, que
na corte dizia chamar-se Arthar Derel, oa Viscoo-
a .. e Ju i Prente, q em Macelo, dizia ehaour-
se Loizi Trupe e nesta provincia Joio Botte.
Pe" subdelegado da freguesia de Santo Aifo-
niu, toi remettido ao Dr. juiz de direito do 3- dis-
tricto crimiua', o inqueritu policial procedido con-
tra Fraucuca Candida de Assis, presa em flagran-
te pelo crime de fermeutoa leves praticados oas
pesaoaa du Maria Joaquina da Silva e sns mae An-
tonia Mana do Espirito Santo.
No dia 30 do mez de Des-Jiabro ultimo e do sitio
Pao d'Arco do 2' districcovdo termo de Qoipsp, o
individuo do aome Jos Bczerra, armadu da pistola
o taca de ponta, aggredio e ferio gravemsnte roo)
um tiro a Antonio Joaquim Ferreira, evadindo-se
logo a; a o cricoe.
O respectivo subdelegado tomou ccnliecisaento
do tacto, ft-s pruceder a vistora e abri o OStpe-
tente inqnerito qu ja tevs o conveniente des-
tino.
Deus guarde a V. Exc.IUm. e Exm.
Sr. Dr. Manoel Euphrasio Correia, muito
digno presidente da provincia.- chefe
de polica, Francisco Domingue Ribeiro
Vianna
---------------^--------------
Thesonro Provincial
despachos do dia 5 de janeiro
de 1888
M.-.u.-a, Borges & C-Referido, ficando irres-
poiisaveis os supol.cantes pelo debits anterior do
estabckcimento u. 19, I* andar, Praca do Corpo
Santo, par provarein nao ser successores ie Orts-
tea, Travassos & C
Dr. Fraiiciso d Paula Corris! de Araajo,
Fraociaco Manoel da Silva & C, Doele$o F- da
Silva Reg, Anua Maria da Luz, Antn! Jactn-
tba de' Jess Ooo^alves, J. J. Alves de Alba-
qacrqoe, Manoel Fi^ueiredo d Cunha e Marco-
Isno de S tiza Travassos.lufxme o 3r. con-
tadrr.
Campos & Garca.lodeferido, vista das ia-
TormaQVs.
Poblman & '.Res tima-se.
Henriqueta Flora B-. lmira da Costa.lodefe-
rido viato nao ser a supplicante proprietaria da
essa de que trata, segando as informaces.
Jos Candido de MoraesDeferido, tlsndo-ae
baiza n collecta do telbeiro n. 1 A, a ra dos
Coelhos, visto verificar se ser elle dependencia da
casa n. 29, la de S. Goucalo, segundo informa
a Recebedona Provincial.
Francisco de Hol lauda Cavalcante, Hartinbo
Jos de Jess, tres inicies da Secretaria da Presi-
dencia eJ. Francirca dos Santos Porto.Hija
vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
Oiympia Rosa de Mcndoofa.Informe o con-
tencioso.
Jauta da Santa Casa e Aocala Carolinu de 3i-
queir.i Almeida.Deferido, ficando irresp onssvel
pelo debito anterior o novo inquilino que estabtle-
eer so nos predios o. 25 i roa do Vigario Tenorio
e d. 89 ra do Livramento, caja desuc u jaei>
se prova.
Officio do Dr. procurador dos Fetos.- Informe
o Sr Dr. administrador da Recebedor>a Pro-
vincial.
Manoel do Naacimeoto, Eicholastica Msi ia Bar-
bosa e Francisca Manada Annuuciaco. Def.i-
rido, ficando irresponsaveis da coatribuicJo da d-
cima as casas n. 49 i rua de Luiz do Reg. n.
7 sahda para Jo&o de 15arn, e n. 21 is Bar-
reiras de Cazang, por estarem uas condito;.- da
le n. 1544.
Poutoa da Scretaria da Asapmbla.-a\o Sr.
pagador p*r os devtdos ns.
Aulonio do Re>to Neto.Registre-se efacam
OS aaseotamcnl SJ

'


>* ecebedoria *r>vlaial
DESPACHOS DO DIA 4 DE JANEIRO
DE 1888
I de Cnrvalho.-Sim.
Jos Paulu B tclho. Informe *. 1 secc2>.
Jos Antonio do Aracjo Livramenti
a.2 secro.






'
Levino ,lo o. de -Mello. -"Beferulo, -de
cana as ni noacoes.
Aurelio coi, Santcs Cainbra.Diferido wb rela-
eio ao 8o reisestre di aoi o fioineeiro fiado e em
vista das .n cwnsedes.
Bento Jos a -Costa..3ef. rido de accordo oom
as informaron.
Dominga Antonio da S Iva Beiris, Ssntes Fi-
lbo c* C[ulcferidc-, em vista da infarm.coes.
Pedro A.ci ,:itara do Carmo e Esailia Cavajean-
te do Carino. -Informe a l* seceso.
Joao Gei a ano do Espirito tsaato. Em vista
das informa i-a, aada ba que eeferir.
Antonio Joaqarm atiben o, Antonio -Jos Meo-
dea Bastos, Antonio Ferreira doa Santos, Jos*
Lait Perreir i da Pilva. Avelina Joaanim de San-
t'Aona, Aiitmio Joto Val oso, Joaquina Gooxm de
Amnos, J 5 > FeruaBdasr^ops ecompanhia Han-
siatica de fli m burgo.Itform-i a 1 seceo.
Manoel de Qiivi-ira.--Crtifiquo-se o que cons-
tar.
MARIO ES PERS
Itetrospecto poltico (*)
1' O LIT I C A O ERA L
( Clit II lelCHO1
A allianga dos tres imperios, encarada luz
dos nteres*-s allenics, constituio uma coaibi-
nacao politii.a de todo ) ponto honrosa para a
Dtetgeacia de seu actor.
Conseguir prender no mes.no pacto dous pai-
esainliannonisaveis as suas aspiragOes e no
eterno otjeclivo de seis estbreos; coliocar-se
no meio del les para coiiter cada momento as
manifestac oes de um antagonismo constantemen-
te prestes a esplosir; manter por muito tempo
essa situagj singularmente falsa para colher
della o prov iro de uma preponderancia inter-
nacional sen competencia: cis, na verdade, um
caso de sagiddade diplomtica que tera de oc-
cupar lugar distincto na brilhante biograpliia
do chancelle r da Allcmanha. O que, porm,
causara .us ificada csttanheza aos diplmalas
vindouros pie uma das victimas da perspica-
cia do princ pe de Bismarck gastasse tantos an-
Dosem reccnliecer o lago em que se deixara
cahir, e qu'f a outra parata uo tel-o absoluta-
mente reconhccido anda neste momento.
Com elleit.i. o goverm de S. Petrerburgo nao
podia igxon.r. foi disso advertido muitas ve-
zes, que ) caminho mais curto para Constanti-
nopla nao era decididamente por Vienna, e que
a Austria n) assignaria como testemunha o tes-
tamento em que o imperio turco instituisse a
Russia per sia herdeira. A fortuna do elemen-
to slavo to Oriente nao se consolidara de certo
custa doa icquisicCes austracas, e com sacri-
licio da veta mente cobit a de que se acham do-
minados os possuidore.-; da Bosnia e da Herze-
govina.
A Austria, por sua vez, nao comprehende ain-
da hoje i[ue I he nao lossirel conten as ambi-
ges slavas som as qua?s ha *de encontrar se a
cada pasto no Oriente, que anda quando isso
viessc a acontecer, por torga de devastadoras
guerras, cara passo que conseguase dar no
caminho de Salnica, seria fatalmente assigna-
lado pelo aproximar cada vez mais rpido do
seu desappi remenlo como potencia alterna.
Nao obstante as numerosas razes, que ella tem
para dunda;-do affecto e da smceridade dos de-
signios da Allemanha a seu respeito, a verdade
que vai acompanhando todas as evoluges c
sujeitandD-sc a todos os caprichos da chancel-
lara de Berlim.
Desde que a Russia, alinal convencida de que
fra alvo do mais craso dos engaos, se rcsol-
veu a reconquistar a sui independencia de gran-
de naco, a inteira ribeidade de sua acgo diplo-
mtica, o pincipede Esmark, precavido como
, cbamou lesde logo a Ita'ia para preencer.
ao lado da Austria, o vacuo deixa.lo no compli-
cado sy.-tena da poltica internacional germ-
nica pela nova attmde do poderoso estado mos-
covita.
A alli,mc; -los tres imperio* foi substituida
" pela 'dos tre > estados do centro ; ina> ha funda-
dos molh^ para suppor que o arrojado chan-
celler nao eiteja possuido de exceaaWo enthusi-
asmo pela ?ui ".ova cumbinayiio. Elle lamenta
evidente:ner e o bem perdido, e de tal modo,
que n.'in teda a dedicaste da sua nova alliada.
nem os bous servigos eventuaes da Inglaterra,
sero capaies de conwlal-o inteiramente. E'
que o ivo pacto, promov lo como verdadeiro
remedio dos tristes, nc substtue de modo ca-
bal o prece cale. Con a nova trplice "allianga
nao lica di corto o inperio allemio tao livre
nqs seus monmentos, nem a sua preponderan-
cia pesar to absoluta e iudiscutivel sobre o
destino do- outros paires europeus, como quan-
do tinha a Russia a sen lado.
Dar-se-h;. que a [tedia tenha a esperar gran-
des beneficios das suas relaces intimas com a
Allemanha Na falla de esclarecim'entos suffi-
cientes relativamente as clausulas do contracto
em que foi parte, c ante absoluta iacerteaa
acerca da: consequcncias de qualquer con-
flicto em qie taes clausulas devem ser observa-
das, o que por em quanto se pode allirmar 6
que o jovt n reino licou ao ultimo ponto satis-
feito e des\a.ieiido com a viagem que o Sr Cris-
p de motu-propro o por convite se resolveu
fazer a Fiicdrichsruhe, onde, cem alguns das
de precedencia, tinha ido tambera o Sr. de
Kalnokv. E' todava provavel que essa via-
gem nio fosse uma simples deraonstiago de
amor proprio. A Allemanha promover a nova
trplice al hinca no ituito de garantir-se>dos
perigos d! que se considera araeagada, quer a
este, qut r ao oriente da Europa. A Austria,
por sua parte, acttou as couvengocs da mesiaa
alanga uuia grande probabilidade de nio ser
completancnte abaadonaila nos conflictos qne
se suscitassem entre el'a c a Russia. A Italia,
porm, niio se senta ameagada e nao o eslava,
eom effuito. por lado algum; nao sendo, portan-
te, o amoi a sua segu-angaque a levou a entrar
na conveng.io austro-all-ma. Procuravam-n'a,
Snham n cessidade celta, como remend, mul-
to cmlOn, sem duvila para tomar parte em
aualquer guerra qu: por infelicidade reben-
tasse. O )i igavam p'a em todo c caso a dispen
dios consi eraveis. com armamentos. Ora, em
|ks con.ii(6c8 in.idmissivel que a Italia nao
onveiicicrus-c a ncoinpensa dos graves com-
promisso: que contribia. Fra, bem de ver,
levar externamente longe o zoslo pelas sim-
ples pOMfiOM iheatiaes. O diflieil 6 descobrir
de que natureza se-* essa recompensa, uma
vez qce o -1 rispi oo o disse de modo alguai
aoseii ctJimentado diacurso de Turin, nem o
re Humlierto no que reciou na abertura da
seesao pa i lamentar.
1 jrjvael que a Italia pretenda excluir
Wtsde j a Austria le condominio do Adritico.
tom irt -za nao se con uma so vez em quanto
() Na p.irte deste trabalho ante hontem publi-
ada dei jin se diversos erros de coraposigo,
entre os'i't.aes alguns que necessilam de corre-
cao:
|.a col juina, 3.* linba, em vea de am'tUnei^
ia-Me yes le uVrnm, lea-seaborrece; 3.* colaaina.
linia U tm vei de no, lea seTao.
'nirou a inferen iedriGhsrohe no a
sumpto raiiindroso de Trieste e da Istria. Nao
, porm, in adimissivel, e, antes de toda a pro-
badade, na opiniao de um hbil publicista,
gue nessa conferencia f >ssem previstas futuras
revolugoes na pennsula dos Balkans e a^bypo-
lhese de um forte impulso da Austria no cami-
nho de Constantinopla. A serassim, o principe
de Bismarck nao pona a mnima dunda em
prometter Italia todo de que ella entao necessi-
^tasse para contrabalangar o poder se sua rival
no mar interior que as separa.
A quostio do Adritico porm, um siapJes
aspecto de outra mais vasta e complexa: a da
influencia italiana no Mediterrneo, 4 nvamek
das infelicidades daTuuisia.
Como quer que seja, os lacros que a Italia'
possa esperar da trplice allianca sao incertos de
mais para compensar os incommodos da sua
nova posigao.
E* verdade que ella declara haver entrado no
pacto austro-allemoem beneficio da paz da Eu-
ropa. E' forgoso dar-lne crdito ; mas tambera
tacil conhecer que bem podia a patria de-Gari-
baldi ter entrado nessa conspira;o meritoria
de aecrdo com outras nages to interessadas
como ella, e mais empenhados do que Allema-
nha e a Austria em evitar todos os motivos de
guerra.
Felizmente, para desculpar at certo ponto a
imprudencia dos italianos, e amenisaro carcter
de uma transaego que a Franga considerou uma
hostilidade por parte da sua amiga de outros
tempos,aconteceu nao haver o governo de Ber-
lim mostrado os usuaes rigores para com a sua
inimiga de oeste, depois que o Sr. Robilaud co-
megou a dar os pnmeiros passos para a conclu-
so do tractado cujas glorias deviam licar per-
toncendo na maior parte ao Sr. Crispi.
Ao contrario, a prompta soluco das negocia-
goes apressadaraente entaboladas entre a repu
blica franceza e o imperio germnico sobre os
dous casos de imprudencia alloma que se deram
as fronteiras, mostrou patentemente que o
principe de.Bismarck nao senta grande impa-
ciencia em por desde logo em prova o valor das
alliangas que hava contrllalo.
O Sr. de Bismarch disse um dia ao conde de
Beust: Quando um inimigo me cae as mos
tenho como um dever aniquilal-o O Ilustre
chanceller est velho e eheio dos achaques da
idade. A idea de que possa morrer sem que
lique segura a brilhante siiuago que creou para
a sua patria, deve ser- Ite o mais cr uel dos tor-
mentos. Nao experimenta, paranlo, desejo
mais intenso, indubii avcl, do que acabar de
vez com os sobresaltos que lhe causa a possibili-
dade de urna desforra da Franga, essa resistente
inimiga, a respeito da qual, por mais que Iizes6e,
nao pode cumprir risca o seu sombro pro-
gramma. A Italia e a Inglaterra, como os aus-
tracos, esto dispostas a facilitar-lhe, com mais
ou menos larguezas, essa satisfago suprema : a
primeiralevada pelas ambiciosas esperangas de
um estado novo queseja dito de passagemo
exercito francez ajudou a constituir; a outra por
urna rivalidade antiga, acompanhada dos mais
profundos receios acerca dos seus destinos na
Asia.
O principe de Bismarck, no intuito de uo
ver de todo comprometida a sua dictadura eu-
ropea, recebe essas adheses a beneficio de in-
ventario, ou com obrigages mal definidas, mas
lalvez nao seja capaz de promover sombra
dellas o acabamento da sua obra. Todos os seus
actos, todas as suas tentativas posteriores ao
facto da recente trplice allianga, do prova das
preocupagOes e do desgosto que o consom,
desde que a Russia se resolveu a deixar de
ser satellite da Allemaua, para formar um sys-
tema parte no mundo da^ diplomacia occi-
dental.
(Continua.)
RECIFE, 6 DE JANEIRO DE 1888
\otU-it do Xitrie do lia.-eri
O paqu-to naconal Etpinlo Sanio, hon'em en-
trado do Mtto, Irouio M seguidles uoticias :
taiaiuiiM
0-,'as H' 24 de O'zembru:
i.-, v.i grus&odj in, oapila a as. i pi euii de
chtoleciua-
A enae respeito e;crc /.u o Cornmercio do Ama-
zonas d<- 2:
Est grasfando r.e: capital, od o Carcter
epidmico, a ctaolerioa.
U:z in-n -a qat) em diversos pontos desta ci-
>iij, ret.n aido atau^dis desta molestia muitts
i 9. i-ta, dando-so coini origem a agua qua beha-
icos !
Traiisin.trin lo esta noticia aos Srs. inspector
da :-.ui: pablica e preiidante da edilidad'*, p-di-
uios-lbes providencias c reates, afim de acauteUr
maior numero de victimas.
Aecrace.iiou a m 'ema io h i a 22 :
Coatina a r*ssar n-sra qapital a ch lerioa.
At hmiera era grande o nuaiero de pesaiaa
atacadas desta cjideuiia. Affirmam-noa os Srs.
mdicos, que attnbaem a origem deste mal i agua
que n-ie-n-a; pois que a alimentaco actual
ooa e variada.
Ac&amoa de grancie conveniencia que se pro-
ceda, ja e j i, a um iuue na anua do igara> de
vi,.-jis, uuiea czpoala i veuda para consumo pu
olico
U g provideaeiar ibre o caso, visto ser a
;a lerma o prenuncio, imo se sabe, de outra mo-
lestia pe or.
Nao aeria convenid t" uma reunio da clatse
medico, p-om -vida p ti 'Mmm muoieipal ?
S O o tituloCiuit.ra Municipaldisse a 24
a eitsda folba :
Soub-mjs bonte n ler o honrado Sr. tenente
e irjjel presidente da cmara convocado o* Srs.
mdicos para uma reun io, que V ra la de su residencia, no dia 2t> do corrent-, atim de
Mtodar aa cansas da cliolerina, que tanto tem ata-
cada a .ipulscao desta cidide.
E'-nus gratj nolic r este tteto e agradec.-a
cousider,c> que a Ilustre edilidade deu i reela-
uiaeo, que fizamos, si t e i Jemia da cbolcrina.
Lemoa na dita l',Iba de 20, sob o titulj
Craibciaa de I.idioi:
< t,at Myra dea-ati na noite de 10 para 11 do
c rreut-. ama bor:ivrl tieeatombe dos indios Jau-
p-iys.
Di m que esra mirtandade foi promovida
pelo suodel-'gado daqmilla >ocslidade, Cimillo de
t ,1 auxiliado por od Sr. Fao Mat-bado, d Bar-
c.-ilo', os quaes levados ) la idea ao luadora e hu-
manitaria da eatecbeat' dos lf.nzes mu, arma
ram-se de nfl a p cu nome da tai fiaeram fugo
onre os selvasn !
O miasiouario tr< Venancio Z .locchi, encar-
regadj da catrebese dess>s iaJijenaa, prote.lou
luiuie liatameole com'a este acto de barbaridade
da autoridade policial e pedio,provideneiaa ao pra-
fmlo ds oiisso a.
E,te fac sabido por todos os pasaageirit
do Vapor Amiir, qu'i aucorou ante-hootsm em
aosro p rto >m M^KslM daqd'ile rio.
Jusfoa para os [obres selfa tos !
A Provincia a tal r Em rclauAo a cainificuut t itapjr algous t
vagan habitantes de lottra, tivemus miuuc xa
lutoruiavo-s.
< Ji fjram verificadia tres morles laquelles in-
t izes indi s, que se taem m atra lo na melbor
oiapoan" de enejaren se a<. g emioda eivinsacio.
A man'ira porque foram aqunUis indios ira
tados ltimamente pen babitaues daqoella lugar,
merre severa eeosura.
Piei Vt-oancio Z o.":hi eocarregado da cate-
h'-se, segando eou. tunos, eacreven ai pivtaito
daa missoes, narrando o facto occorrido stasptata
localidad onde esti li Rrd. cues residencia e pro-
cora de qoalquer fonsa justificar o auto da selfa-
gerw prauosoa.
qu, se 8. Bevms. estivasae'oceupando
o sea posati, qu no rio Jauap.ry, nio tivesaem
oa infelues inlioa tcffrido esse brbaro trata-
ment.
Admittindo mesmo que tivessem ellos roubado
alguma eai.da, dSd era razio para serein mortos e
muito principal mente quando nSo aggrediram a
peasoa alguma para realisar o seu intento.
Consta no* que alem das pessoas que vieram
no vapor Andii, mais trez soldados de linha que
estavam no lio Branco e que nessa occasi&o
tiabsm cbtgadc a Moura, relatam o tacto, nao se
podndo Orar eancluioes contrarias aos indios.
O Sr. aubd legado daquelle districta que ti-
nha, como de seu dever, de commanicar o ocecr-
rida chefia de polica, nada fea cecee sentido.
-Ao Mr. coionijl Niemijrer, compre mandar
sjPMar de tal facto,.afim d> que sejsm punidos
us oalprtdos pois, tea* tempo perdido com as di-
versas esmmietiies de catecbete que pura aquelle
lio tem seguido se eootinuarem os habitantes de
['floura a terprt cedtmento como odn qne nes oceu-
pamos.
Lemoa no Cornmercio do Amazonas de 20 :
Teve lagar bontem, s 7 horas da manbS, o
laocamento da pedra fundamental para o trapiche
denominado por .S. Ezc, o Sr. presidente da pro-
tisiaiii,Prinei,a Imperiale edicio destiutvdo
& recebedoria provincial, c;m acoinmoda^ 8 pira
o ver-o-peso, negando a lei provincial n. 742
urt. 8.a
< u acto foi presidido pelo Ezm. Sr. coronel
presidente da proviuciv. com assistencia de um
grande numero de pessoas gradas de nossa socie-
dade.
< Lavrado o respectivo termo pelo Or. secreta-
rio do governo, foi elle assignado por K. Exe. e
todos os cavalbeiros presentes, sendo encerrado
em uma pequea eaixu ; bem aesim algumas moe-
das de prala, mkel e cobre, e os jamaca Amazo-
nas e Prot'mca do Amazonas, .de domingo ul-
timo.
iLm seguida foi colloeada a p-dra no logar
competenie, tocando nesta occasiao as bandas mar
ciaes dos educandos e 3 de arilheria.
Ac terminar esta Slemoidade, trocaram se
diversos briodes, entre os quaes salientarsui se
os dos Srs. : coronel presidente da provin.ia,aos
seos collegaa Drs. Leovigildo, Benjamim e Lauro,
c o oradores na couf
do trapiche Princesa Imperial ; do coronel Candi-
do da Costa, a % Exc. o 8r. presidente da provin-
cia, pelos 8-tv c.s reaes que tem prestado as
pau.
Plnaby
Datas at 22 de Deaembro :
Nada referem as tolbas qae oicreca menco.
aSMhTHB
Datas at 1 de Janeiro i
Da eleic&o para diputados provinciacs, a que
se proceden no ia 23 de Djaemnro, eram apjnas
melbor conhi'Cidos oj resultados Uos 3 primeiros
districtos. D. i outros districtos os resultados
eram ainda mal sabidos-
Sobre o 1 distrecto diz o Libertador, de 30, ser
este o resultado final :
Joao Simpaio |L Pompeu) 774 votos
J. dn Serpa (C'O) 733 .
Waldemiro ( G) 707 .
P.dre Antonio (L Paula; 699
Jos Candido i. M) 695 a
J. Martiniano i G M) 641 >
Esto eleitos os puatro mais votados.
Ua entretanto uma veraao que augmenta de
10 votos osuffragio do Candidato Jos Candido, o
m- d lugar eleicao deste c nao do Sr. padre
Antcoio. ,
Diz-se que bouve taleiMecSo da acta do col
lucio de Souie ptra dar o resultad] cima indi
cudo
Sobre os 2 e 3* dia'rictcs, disse a citada fo-
Iha do dalo cje Janeiro :
3. distr.ctoResumo da votacio conhecida :
Assis Beserra (C m) 686 votos
Padre Leitao (C m) 685
Padre Sampaio (L Pompeu) 640
Joao Facundo (L, Paula) 633
M. Bodi igoea (C g) 623 .
Joao Bairoso (C g) 584
Falta o collegio do Par-cur que pode alterar
o resultado.
3* districlo. J conhecido o resultado to-
tal da votacodo 3. districto, que e p Jemos pu-
blicar amanba
Foram eleitos os candidatos : Ztcarias 6 m
dim e Jos Paulino, liberaea ?aala, Urcesino Xa-
vier de Castro., conservador mido e cu el D.ogo
G mil, censervador grado.
Lrmos ha mesma folba de 31 de Dezembro :
Esta noite, depois de 9 horas, comecou a dar
costa, entre esta capital e a panta de Mucuripe,
grande quantidade de pranchoes de piuho, que sao
naturalmente os despojos de algum nuufragio.
O Sr. guarda-mor da Alfandega roaudoa im-
mediatumeute proceder A algumas pesquisas o fez
recolber os pr,..nches encontrados.
Kandeu it Alfandega :
Em Deaembrn fiado 161:310^657
No anna de 1887 2,278:756*822
No anuo de l$l> 1,425:044*504
Mais em 1887 852:712*318
uto Grande do Xorie
Datas al 3 de Dezembro :
No dia 1.* comi-cou a ser publicada na capital
um nevo peridico com o titulo Gateta do Natal.
Djz-se orgo conservador, o eao s> us redactores
os Drs. M. P. de Olivcira Santos c A. de Amorim
'Jarcia. Sahn daas vezes por semana. E' de pe-
queo formato e bem impreseo.
Do su artigo de apresentac^o tomamos estes
trechos:
A existencia da Gazetd do Natal explica-se
pelo espirito do tempo, ou mais accentaadamente
pela circumstancia de nunca ser de mais nm orgu
de discuseo e publicldade, mxime quando se
consagra p-opagaco de ideas sana e deteaa
de boas causas.
Na imp.enaa --- este forum dos povos moder-
nos, conforme a chamava Laboulaye, esta pelo
menos a nota tnica da actualidade.
Eda declara-se francamente orgao do partido
conservador, e indo fczer parte do jornalismo da
provincia, deseja apenas modesto lugar que lhe
permit a pugnar polo que grande e na brilhante
' xprcseao de um publicista moderno, se levanta
acim* da imbecilidade vaidosa, do egosmo taca-
uno e da chanagem intrigante.
Dedica-&e aos internases do grande partido
que tt m por si, alm do mais honroso passado e
vi neranda tradico, om titulo de gloria pelos re-
I. v.ntes ser vicos prestados ao pais, pelos senti-
mentos patriticos qae o animam e o levam a pro-
curar tomar se forte pela disciplina e pela uoiio.
Xa-1 terii o tom d gmtico e magistral de um
ot^io rfficiul, mas o accento de anas convicep-'s
livremeate msoifestada* na arena da discnsso, m
lu11 da mais completa igualdade observada
para com os s>-bs coe'eudores, que jamis t ra > o
incito de duvid.r de sua sinceridade e da pureza
de suas intentse. > *
__Sobre a eleicao provincial lemos na citada
f Iba :
Si dia '.0 de Deaembro ultimo procedeu-se a
lelo para deputadus provinciaes do bienio de
1888 a 1889.
No 1.* stricto o paitido conservador fez
trinmphar a sua chapa, obtendo a maioria, e o
part -ni libei ,1 cous'-guio eligi-r a minora.
. Quantu ao 2.* dis'ricio, sito duVidosas e care
cedoras de confirmecio < ffieial as noticias recebi
das, ignorandu-se por isso o resultado definitivo
do pleito. >
Parakytf*
Datas at 4 de Janeiro :
Le nos no Monitor do dia 1 :
Damos io seguida o r-saltado da eleicao pro-
c<'did, oo dia 29 le Dezembro ultimo, no primei-
ro diftrk-to para deputados a Assembia Legisla-
tiva Provincial, follando npenas Jp oMIeglOi d"
Taip e Pitimb, qae nio podem mmr mais alte-
racan :
Cpitio Joaqun) Ignacio (C) 467 votos
CapitAo Pedro Marinho (C) 461
Teuente-coronel Eapin da (C) 447
Capitao Joftn M*noei (C) 4o6
Commendador J. Cumpello (L) 378
Hadre Ajret (L) M5
Dr. Fiaokiic tt-b-illo (L) 210 >
Ur. A. doa .Aoxjua (L) IQ9
CapitAo H- 'Ganar (L)
Dr. Castro l*ioto (L) jP* *
E>tao, portento, e'eitos os quatro conservado-
res e os dos liberaes mais votados. *
INTERIOR
Correspondencia do Diarlo de
feroaotooieo
RIO QRiLNDE D NuRTE hatl, 3
da Janeiro da 1888
aV a acHBoira vea dVie, oMapaaao a daapraten-
cosa e modesta posico de missivista desta pro-
viacia, temos occasiao de em igual dia, dirigir
nossos cordiaes comprimentos de bons aonos &
iilustrada redaccio desse Diario, que nos tem hon-
rado com suas acteucea e confianza.
Dia-nos a ccnsciencia, qne nos temos esforcado
para corresponder a esta eonfianca 6 cavalbeiris-
mo que nos tem sido dispensado, e na seoda qae
temes trilhado, continuaremos a desempenbar o
nosso dever, esperando continuar a merecer as
mesmaa attencoes.
CoBjprimentsndo, pois, iilastrad redaeco do
Dio de Pernambuco, por ter completado o seu
sexagenario terceiro anno ae existencia, dseja-
mes qae o novo anno que ora comeoa seja em todo
propicio, conquistando novas e immarcessiveis lou-
ros, que o recommeudem benemarencia pu-
blica.
i No'dia 20 do passado ave logar a eleicao
para nombres da Assembia Legislativa Provin-
cial, no biennio de 18881869,.pela novn reforma
que abre campq vasto maior das cabalas e ex-
plore c s de toda ordem.
O pleito correu o mais pacificamente possivel,
nao havends sequer a menor questo e facto al-
gam a lamentar.
Os partidos se debatrram com as f oreas de que
diapoobatt), sem mtervenco alg-ima estranba,
mantendu-se as autoridades ua arena calma e pa-
cifica que Ibes tem traeado a lei, nao intervindo
directa nem indirectameu'u.
Pode so diter, sem recis de exagero, qae nunca
bouve na provincia eleioo geral ou prcviueial
mais diputada, e a prova disso est n ouin' ro
de eleitores que votaram no 1 districto, de que
temos noticias mais minuciosas.
Na ultima eleicao para deputados provinciaes,
0 eleitorada que eoncorreu uo 1. districto foi do
1,039 e na de deputados grraes 1,109 ; ao passo
que agora votaram cerca de 1,500 eleitnres 1
O partido conservador do 1. districto, apesar
de todo o estoico e trabalho da opposicOo, cujos
candidatos eram outros tantos frabalhalores acti-
ves e diligentes, mostiou rxais era v^z sua f..r-
ca a coofianca que intpira.
Esto eleitos 7 conservadores e 5 liberaes, e o
8.0 candidato conservador perdeu por diffarenc
inferior a 10 votos !
Damns en teguida o resultado da eleicio, 3to
, os 12 mais votados e que esto eleitos, cmttin-
do os demais para nao alongarmo-nos :
Ji-i > Furtad i endouca (C) 6^3
Jos (Jervasio A. Garcia (C.) 690
Maooel J. T. Moura (C ) 67S
Manoel Alves V. Arauj o (C) 674
Dr. Maooel Nsscimeoto Castro (L) 71
Padre Actenio R. Piva (C) 666
Dr. J. t Moreira Brando (L.i 665
Fabiicio G. A. Marauhan (L ) 660
Jos Juaquim Medei'os (C) 650
Padre Prederiao A. B. (Jamara (C.) 650
AHxo B. F. Tinoco .(L ) 647
Joao Fonset?a Silva (L ) t!47
Do2.- districto, as uoticias sao atn-ia incom-
pletas e de oata penco segura, e por isso rao d ,-
moa agora o reiultado, o qae far mente.
Fallecen era dias do miz pascado o offieial-
maior da secretaria do gov rno, Carlos Bastos,
victima do dolorosos padecimentos, qua desde
muito o prostraram.
Era um moco intelligente e empregadj probi-
doo, geralmente estimado do todos.
Deixa orna desolada v.uva e um fi.hinbe, que
praotearo'aempre a morte do estremecido esposo
e pu, de quem apenas herdarara um neme inma-
culado.
Em dias do mes pasead), foram iippreheni
dos pelo amanuense externo de polica, a bordo da
barcac* Jaguarary. procedente desse porto, 11
escravos fgidos a que foram rccolhiJos cadeia,
dingindo se immediatamente o Dr. ch-fe do poli-
ca ao d"ssa provincia.
Os escravos confessarum o que eram e al o no-
me dossenbores, que nos consta ucabam de requi-
sitar sua remesea, provando perante u reparticio
competente estarci todos matriculados
lutormam-nos que nao ba barcaca, que nao con-
duza para aqui 15 a 23 e mais, alm dos que se-
guem directamente para Mossor.
E' um abuso que preciso fazer cossar.
Somos francamente secaros da generosa idea
da redempcao dos captivos, mas mine, poiereu >s
apoiar o abuso e nem poderems aceitar o apopb-
tema dos qae dizem que,todos os meios sao
bons para ebegar aoa fin1.
A 21 do passado, Eegoio para Nora-Cruz e
d'alii para Independencia a tomar o trem para a
o.pital da Partbyba, onde pretende tomar n.a--n
gtm no paquete Vara, o illastradn os juiz d- direito
da comarca da S. Jos de Mipibu', ltimamente
removido para a de Abrintes na provincia da Ba-
bia, Dr. Alvaro Antonio da Costa.
S. S. que per longos aonos se demoren nesta
provincia, exercendo o cargo de juis de direit
d'aquella caOJirca e 1- vi ce-presiden te, deixa en
tre nos, umaWradicao honrosa e numerosos amigos
que souberam aquilatr.r e apreciar suas virtudes
cvicas.
Cavalbeiro de trato huno e amen?, verdadeiro
juiz, para quem o cargo era um sacerdocio, amigo
iedic-.do e prestimbsu, S. Exc. scube conquistar
nesta trra, um Dome Ilustre e ao mesmo temp a
estin. e consideraco de todos quaotos o conbe -
eerssa.
D'esta cidade segairam naqui-lle dia, numerosos
amigos at S. Jos e all, depois de um lauto e
profuso almoco, em casa do prestante cidadlo Ma-
noel Alves P. de Araujo, em que foram trocad .8
significativos brindes, segaio o Dr. Alvtro Costa
para Nova-Cruz, acompanhado de grande numero
de amigos.
Foi uma manifestaco imponente ao distincto
cavalbeiro, qae deixa no c rnco de todos os bons
Kio-Grandenses do Norte, gravad o sea nome em
traeos ind'leveis.
O honrado e prest moso proprieta no do mu-
nicipio de Touros, coronel nofre Jos Scaree,
acaba de praticar nm icto digno de louvor e imi-
tacio e que faz honra a seus teutimeotos, decla-
rai.do livres 18 de seus escravos acodo : 14 sob
coodico de rresfacao de aervicoe at 24 d* De-
zembro de 1889; 3 at 24 de Dezembro do 1888 e
1 sem condico alguma.
Nio a primeira vez que o honrado cidado d
provaa de sua philantropia.
Timben) na villa de Touros, por occasiao da
leitura hita pelo Rvm. vigario a 2 do passado, da
pastoral doExm. biepo di cesano, foram entre-
gues quatro cartas de liberdade, oelos negocian-
tes Joao Pereira da Malta, Francisco Z icarias da
Costa e D. Maria Isabel da C s'a.
^ C; nsta tambem que n tenente-ooronel Joo
Fonieca Silva, libertara 3 de seus eteravos com a
condico de prestacode servicia por trez aonos.
Na cidade de Cangna>etama, o prestante ci-
dado Manoel de Souaa Lima Galvo e su* res-
p itavel uie, libertaran) cinco de s.us escravos,
seos cnus e condico-s.
Por estar lie- nciado o Dr. procarador fiscil
do tbraouro provincial, ro nomeado interinamen-
te para o substituir o Dr. Antonia Jeronymo de
Carvalho.
Poblicou-se ante-hontem o primeiro numero
da > Gaseta do Natal orgo do par ido conser-
vador v de que sao redactores, os ilustrados Drs.
Manuel P. O. Santos e Antonio de Amorim
Garcia.
Na occasiao de ser distribuida a gaseta, reun-
ri-.m-ee os membroa mais proeminentea do partido
conservador e grande concurso de amig s na casa
em que funociuos a typugrapbia, onde j se acha-
va postada, ama banda de msica que toen va es
cdthidis p'cas, e ab f..i off recido um c p> a'agua
pelo Exm. padre Joo M uoel de Caivalho. em
que se trocaram os mais expreasivos e enthusixs-
licoa brndese vivas, a uuio do partido > a seus
dignos repn sentantes os Exma Srs. Drs. Tarqui-
nij de Sousa e padi-e Joo ctm.O'l
A 3 do passado, na villa de Caraubas desta
provincia, na fazenda Sainarte, Domingos de
Queiros Lima, trucou com o fasendeiro Theophilo
P.-rnand a por notas do tbesuuro, a quaoiia -le
l:602|OOJ em moldas ponugneaas, recouhtcidas
falsas, oexame a <|ue furam subm^ttidss.
Aquelle individui, em vitta do semelbante fac
to, fui logo preso p"lo inspetor de qurteir> do
districto e posto a disposieo do subdelegado da
villa, q le a veapeito brio inqueriio. a qae deu o
destino legal remetiendo a au'ondade proeessun-
te as moedas filsai trocadas, que apprebendeu em
numero de 178.
Domingos de Queiroa, interogado no acto da
arprehinso das moedas, disse :
Que era natural da villa de Flores, da provin
cia de Pernambucc, qne reside na cidade do Prin-
cipe d> sde o anno de 1874 ; que era seleiro.e qu
as 178 moedas appreheiidids, reo bera na cidade
do Knoo'pe, de um seu amigo de nome Maunei
Basilio, para trual-aa por aquella qaantia em n
tas, piouoettendo-llie aeasa ccaso o refeiido Ba-
silio emprestar Ihn 500*00. >
O illusirado Dr. chefe da p>licia Jeronyojo Ca-
ssara, teado eomamuioacao deste tacto, maadou
anvar o insptetor de quarteiro que effectnou a
riso, tasen do as mais retiradas reoommenda-
cAe*! ao proseg limento das diligencias, afim de
deseobrir-se toda a verdade.
E' natural qae so t ate de uma compaobia ou
sociedad da qual oo faca parte t.nento os taes
Domingos de Queiroz e Manoel Basilio.
PERNAMBUCO
Gngllsh Bank of Rio de Janeiro
(Llmited)
Capital -do Banco era 50,000
accSes de 20 cada uma 1.000,000
Capital realisado...... 500,000
Fundo de reserva...... 200,000
BALANDO DA CAIXA fILIALEM PEIiNAMBUCO,
BU 31 DE DEZEMBBO.DE 1887
Activo
Letras descontadas....... 325:381730
Emprestimos e contas caucio-
nadas. ............ 869:3720250
Letras a receber......... 369:979o80
Garantias e valores depositados 271:817010
Mobilia, etc. do banco..... 3:4755030
Diversas contas......... 558:375$S70
Caixa............... 537:0325610
Passivo
Rs. 2,925:433*780
Contas correntes
simples .... 517:305*270
Deposito* a prazo
fixo com aviso
e por letras 1,542:299*020
-------------------2,059:6043290
Letras" a pagar......... 1:655^090
Ttulos em caucSo e deposito 27l:8i7u0l0
Diversas contas......... 5(J2:37,i>3'.'0

Ra. 2,925:4330780
8. E. & O.
Pernambuco, 5 de Janeiro de 1888.
Henry K. Gregory, manager.
/. K. Eddoices, pro-accountant.
Eletc o provlnclal Temos nui: os m>
gqiol s riuitados da eleicao para dpputadoa pro-
vinciaes :
12.* niSTBICTO
Cimbres
Dr. Leonardo O-ivalcanro '1
Dr. Bcnjam-m Caraciolo 24
Dr. Pravde9 Pitanga v4
Joa i Alves 22
Maeiel 14
Resultad') onh?cido :
Or. Caraciolo 124
Dr. Pitanga 1(3
Dr. L^ouardo Cavalcintc 10
Joo Alves 94
Vlneiel 24
C>nrerlo so ir llvre 'em Oltnila
E'n nutra seccao pobiic irnos o atirantte program-
ma do concert que te realisar hoje tarde no
pavilho do Urg do fCarmo, da cidade deOlinda
Cemecar s 5 1(2 boras da tarde e ser dividi-
d i em 3 partes.
Imprcnaa Com o titulo de Commentario
Theoricoe Critico do Cdigo Criminal Brazileiro,
o Sr. Dr. Tobas Barreto de Menezes ence*->u a
piiblicaci de um livro, em que e prop- fazer
um estudio compaiativo e critico do nosso Cdigo
com outros do nacoes culta), e luz da philoso-
phia do direito.
E' nm trabiiho importante, e qoe, como outros
j publicados pelo Ilustrado lente da Paculdade,
pe em relevo os seus talentos-
Esto apenas publicadas quatro formas do 1."
volume. A8signa se na Livraria Plninioense, que
a ediotora da obra e a quem agradecem99 a re
me-ii que nos fez das ditas formas.
l'rnilcaiti'm da BarraOrno pretere-
vem os respectivos estatutos, reuniram-se hon
tem es menobros da Associacao dos Pratie^s da
Barra, pm c! v r. m o sen thesiureire, vago pelo
trespatso do t. neute graduado Manoel Estanislao
da Costa.
Foram votad s :
F,- Itbazar Jos dos Reis 6.
Jeronymo Jote Bustolf 6.
Em vista do empate, o Sr. inspector do Arsenal
de Marinha o capito do porto designoa o dia 7 do
corrente famanb), s 11 boras da manh, para
ter logir a eleicao de de3empatc.
(ennaotaCommuniciu-nos o Sr. Joo Be-
cerra Le te, di villa do T'riumpho, que, etn 20 de
Novembro prximo i ido, denunciou, perante o juiz
municipal d'aqaelle termo, o bacharel Severiano
do Reg Chavea Peixoto. juiz noaoicipal do tereco
do Villa-Bolla, como iaenrao no art. 193 do Cod.
Crim., denuncia qae b Iberio o Dr. promotor pu-
blico da comarca.
ti;:;rin zembro prximo findo, no eitio Pao d'Arco, do 2'
districto policial do termo de Quipap, om indi-
viduo de nome Jos Bezerra, armado de pistola e
faca de ponta, agredi e feria gravemente a An-
tonio Joaquim Ferreira, depois do qoe evadio-se.
A polica local ti moa conhecimento de facto.
Oa Antro* de PartaA livraria Quintas,
no largo Saldanba Marinho n. 4, j receben o 1'
volme do romance de Xavier de MontepinOs
Antros de Pars -edieco portuguesa Ilustrada
da casa David Coris: de Lisboa.
', como todos os romances de Montepiu, muito
bonito, e a verso bastante correcta.
Exerclclo Je tugoO 14* batalho dn in-
fantera, sob o commando do Sr. major Estevo
Perras, fez eiercicio de fugo, na ordem unida, no
Campo das Puncezas, na tarde de 4 do corrento,
recoibendo-se o respectivo qaartel s 6 horas,
sem incidente algam.
-batalbo, dizem os entendidos, trabalhoa sa-
tisfactoriamente.
8. Exc. o Sr. Dr. presidente da provincia teve
occaso de ver parte doexercicio das janellas do
sea palacio.
Examen primarlo*Ns dia 11 do m passado tnuve exames na escola publica de Cai-
cara, regida pela professora D. Maria dos 8ant03
Moura, sob a presidencia do delegado luterano,
Joo Vicente Pereira Dutra, dando este resul-
tado :
1- grao
Jorge Ooncalves da Luz, muito adiantado.
Antonio ti >nc>. Ivs da Luz, adiantado.
-- No da 22 de Novembro, s 10 horas da ma
nh, tiveram promiscuamente lugar os exam s da
escola pab'ica de 8anta Croa do Brejo, ao qual as-
sistirain, a.cn do examinador, muitoa cavalbei-
ros e sen boras.
O resultado doa xames foi o segainte :
Io yruVlariM da Lus e Silva e Maria Paulina
de Carvaibo, adianiadas.
2*graoMaria Francisca Aragoe Emilia Fran-
cisca Arago, habiliadaa.
Clab luieroaoioaal d Recata*-A
n ui.'iso da semaua ter lugar no noite de 7 d
correte.
O actual director de mea pede aos Srs. socios a
fineza de eompar.-cerem c IiibirdaueAote.hnntra, p r occasiao d<
c> saineuto de ua neta a Exma. Sra. D. Marianna
do Suva Luya com O Dr. Pedro Francisco Cr-
ieia de .ivera, o Exm. Sr. Viscunde da Silva
Loyi liberiou aem i uua, aem condico alguma, 6
eacravas, todas m>-norea de 30 aonos de dade.
Ernm essea os ltimos que rettxvam a familia
L yo, que dest'arte nio, putsue mais nenhum os-
era vo.
Po> nm bello fecho para as explendidas festa
d-.s bodas.
VealadeM Uomealo esa Oltada-
trans, ri ti de 8 pa.-a 15 dj Cjrr nte, a festa
s. lijncalo, qu-- se venca na igreja do Benhor
do Bo n fim, em Olinda.
LiberlaC es Eis a reUto dos escravos
que tout de,ser libertados no municipio do Recite,
porjcuuta. do tfludo de emane p--co geral:
Antonia, de D. dara Jos de Jess Peretti.
Erufsiiua, de '. Lu loviua Uh. C. Compeli.
Benedicta, at D. Delmira Caudida de Santa-
Auna. '
Auta, Mflpancisco Antonio C. Cardosa.
Lui-a, d teui-nte-corvaei Jos Duartc de Alba-
quecque Bnbuio.
Su vest e, do Ur. Praaei.oo de Paala Gomia de
Arauj .
EmiliaaajM Traaeisca de Paala CaaraL
Joo, de Mancel Correia de Araujo.
Theodoro, de Silva Francel'no, do Bario da Soledsde.
Quintioo, de D Mara Campello C. da Cunba.
Hercalana, de D. Joaquina Emilia da Silva
Villaca.
Rita, da Dr. Francisco de Paula Correia da
Araujo.
Maria, de D. Maria Militana Monteiro,
Francisca, da mesma.
Manoel, da mesma.
Agostinho, de D. Anna Maria da Conceico.
Marcolino, de Francisca Antonio de Oiiveira.
Maria, do mesmo.
Sabin, do Dr. Antonio Joaquim ds Moraes e
Silva.
Sebastiana, de Ignicio A. Monteiro,
Justina, de D. Maria Clara C- Machado Rios.
Luisa, do Dr. Luis Salazar Moscoso da Veif;a
Pessoa.
Isabel, de D. Maria Magdalena de Avellar.
Joanna, de Auton o Jibe Duarte.
Silvina, de D Mara tialdina da Silva Bragiu
Leopoldina, de D. Francisca Leopoldina da Ro-
cha.
Vicencia, de Jos d Sonsa N. Braga.
Augusta, do Baro de Muribeca.
gueda, de Jesuino da Costa A. Mello.
Antonia, de D. Isabel E. de Oiiveira Ferreim.
Antonia, de Manoel Joaquim Alves dos Santn.
Gcraldo, de I). Maria Clara C. Monteiro.
Osminda, de D. Geminiana de Meadonca A.
Lins.
Libania, de D. Josephina Ti.emndo Lesss.
Justa, de Ignacio Ferr i a Themado Lessa.
Francisca, de D. Anna Lins Vilella.
Maria, ce Manoel Jos da Silva liveir.
Q'jitena, do D. Maria Leopoldina F. Le te.
Delmira, de Jesamo da Costa A. Mello.
Sao 40 os escravos que vo ser libertados pela
7* quota do tundo de emancipaeao, devendo ter
lujara entrega das cartas na audiencia especial
que para este fim d o Sr. D.-. juiz de .direito di]
orpbos da capital, no dia 10 do correte, s 11
boras da maan.
EmbarqueS.cquio bnnrem para a corte
bordo do piquete unciounl Espirito-Santo, o Dr.
O'ympio .iarques da Silva, que para all vai i
passeio de visita eua familia.
Boa viagem.
Colonia Orpbanlof|lca laahelNii
passeu desapercebida nessa Colonia o oia 1 desta
anno c a testa jub'lar do Santo Padre que foi ao-
lemnisada em ludo orbe caiholioo.
Com atecedenci.i, diz o noaao inforciantc, or-
gamsou-se- uma commisso para festejar esas
faustoso dia com a tnaior pompa possivel, uestes
alturae, tendo-se previamente avisado ao pavo,
o qual acudi c-m aquelle entlius; .-n que pro-
prio ao campoaes quaado se trata de umafesti-
vid.de.
Ao romper 'aurora foi nuunciado, par amt
salva de \ tiros, a CDegada d; tao grandioso da,
depois do que c lebrn-se a primeira missa, nil
qual, j n de tolos os alumnos desta Colo-iia, booi
numero de pes3oas apres.iutaraai-se mesa sa-
grada.
A> 9 horas bouve nra 8"giinla :iii-.. : resada
e I i h-ras comee -u a festiviiadc que se eoa>
p.z de miaaa cantada pelo harmoniuiu e cateada
por .iliimn 8 do ebtalieleciiaento.
A' tarde houve so'emie pnchaSo, ao reco-
lher-;c a quc.l o Rvm. dlrrC'or Fre FiJeiis Maria
da P.ignano san !o da p*lavrai xpos eloquento-
menta a lostitaion divina e a iudefiVetib'lidada
Jo Papado, 8cguindo-Bc um solemna Te-Deum a
caato-uhu o eaneluindo-sa as tuucco-s religioess
com a benco do Sint.issiino Sacrammto.
Calculase no mi,.i'' i a 4.OJO pessoas qt.a
no correr ao da aoatpareatan assisrtr a tiio
grande testividade, reiuunJu respeito ordem di-
gnos de admiraoo.
A igreja eslava decentementa ornada, aobnj-
sabindo um modesto docel i m o qual se va o ni-
trato a o'eo e ao natural do Venerando Poatifii
Leo XIII.
O patio da igreja achava-se Iluminado.
c Concluida a solemaisaeao, foi queiroada am
lindo fogj de artificio, retirando-se em seguida
toda o p-vo erando vivas impressoes de to ita-
paneote festa.
E>timtslo WcieatlOeo literario
Esta socedadade pn ceden a el.-ico de n ua tli-
rectoua paja o trimestre atrcate, que ficoa assioi
coaoposta :
Presidente, Pedro Estellita C. C. Lins.
Vice-dito, Joo Eudoxio de Vasconcellcs.
Director, II ucu ano daa NeveB Gomes.
I* Secretario, B 1 hazar Jo= dos Reia Filbo.
2- Dito, Jos N. Bandcira de Mello.
Tbesoureiro Jos Fernandes P. da Silva.
Oralor, Ju BrazilianoC. de Albuquerque.
Vce-:to, Procopio Lima.
Comniis8o de syadicancia:
R'-laior, Jos B. Cavalctinte de Albuquerque,
Memb.-os, Herculano -js Nevos Gomes, Jos-"
quino Jos Lope?, Vicecte Gomes Fernn les e
Vicente de Paula Ccelbo.
S. Vicente Eacreveram-no3 em 3 do cur-
rante i
O natal aqai est-'ve o mais esplendida qa se
pode desejar, pos a 5 horas da manb de 24 de
Dezembro urna salva de box bus reaes o diversaa
gyrandclus de foguetes dispertnram aos vicentinoa
que bem coa modo dorjiiam, anunaciauds-lh-e. a
ebegada do dia to esperado por todos os catbo-
lieos.
Aa meio dia, outras ^yrandolas fenderam os
ares, tocando na matriz a msica vicentina, .. .) >is
do que eahiu p.-rcorrer as principaea ras a'ents
elegante povonca.
A'a 7 boras da noite sahiu da casa do Rvd.
vigario o estandarte do Menino Deus, sendo con-
dolido por qu si todas as meuinas desta povoaija
as quaes trajivam de branc com capeas c uma
faixa de fita encamada, e bem ssaim a iiiagem do
Menino Deas, conduzida tambem por 5 mocas.
O prestito percorreu as roas do C "';i rcio,
Instrucco, Sal, Matriz e Lideiru da Matriz aa
quaes achavam-se Iluminadas giorno, embandei-
radas, junca. as de llores e arcos de folhagens com
diversos pontea.
< Depois de basteado o estandarte, cotr.ecoa a
-vespera, tocando a msica vicentina, a cargo do
maestro Minerviuo Feitosa.
A matriz acbava-sa lindamente decorada.
Logo que terminou a vespera, foi queimuda
nm lindo fogo artificial devidoao artista Francisco
Soares, diversos aerstatos fenderam os ares. A
msica depois do acto percorreu diversas russ.
c Desde 6 horas d;. tarde que comecou a t t uir
povo, p.r i assistir missa do gallo, de uieia
noite. f
< Eram 12 e 1[4 quando o Rvd. vigario dea
coai-co missa, sendo assistida por amt multid*
de povo que avaliamos em 4 OuO pessoas.
Pouco depos de 1 hora tegaiu para o* povo vlm
de MacaBs o Rvd. vigario, que all chegaudo,
quasi nao poude celebrar em vista da grande i-
bringutz que alli reiaava, e apezar da de pedida
parocho r-clamando ordem. ComtuJo celebrtin a
missa a 3 horas da ntauha na meio de uma :.uar-
cbia completa.
A's 4 boras seguiu o Rvd, vigario ccKbrar
a ultima missa, no pivoado de Piroh, ooae ajiea-
ear de uma multido de 1000 peB?oas,Jreinava s ?m-
pro boa ordem.
Durante a noite de natal nada occorreu digno
ds menco nesta importante fregacaia.
a No dia 31 vespera de anuo bom, s 7 hora i da
noite ja esta pcvoaco recebia grande quaotid
de povo.
A's 8 horas, teve lagar na matriz um Turca
dirigido Seobora de Rosario em aeco de gn.caa
p. lo5 missa do **.S Padre L'.Ko XIII. Terminou s 9
horas, tendo sido bastante concorrido.
A kfH icucu do povo augmentava conside-
raaeintente.
A's 12 horas a msica vicentina, em regusija
pela entrai%d6 novo anno, fea ama passeiata pelas
iu.8 principaes, e imagine-sea capoeirsgem qoa
aeguia a msica .'
Dorante a noite teve lagar em easa do Sr.
Aotonii M. daS. Marrocos uta sarao dansante,
que tern.in iu s 4 horas da msnh.
A's 4 e 1|2 comeooa a missa que sem exaofera
de nossa par-e, fo' i uvida par ceioa de 6000\jcs-
soas. Nada occorreu di no de nota.
Na da 21 do mez fiado indo Joanna Lict rda
banhar-se, foi agitredida n caminho por Joaanadt
llptist qae acompanhada de filbas e genre, a
chicoteara m.
a Apparecendo Joaquim Marinho, para apartar
a bi iga, d -n imparro em Raptista, e por late ua
filbo desta pegando d- nm pistte, nao assaasiaoa
a Mariuho por ter sido impedido por Alexaadr: da
tal, qae lornou dita pistola.
A autoridade policial tomn cooheoisaant) da
facto.
a Aiada no dia 24 do mesmo mes, no povoado'dsj
MacapA o iuspectoi de quarteiro tea pre.nt3-da
fastos a Maria Diogo de aua acatadas, fuisids


Diario de PdmBbMoScxta-lcira 6 de Janeiro de 1888
0mu coutusexi urna brecha Dacabeca. O cri-
Booaofoi preio pelo escrivio de pn, qaa poueo
di poia nundot prepararse para aooits de natal.
Cent o iopeitor procede a autoridade policial.
. A ordem publica coner va eein alt-ra^lo.
llama Kocleditde d*> nuenelro_fal-
KM (EatatutoeO juramento)Conta o fgaro
qi e a polica mingara deacobrira urna ataociacao
sigular. Eri nada maia nada menoa qaa nm
giemio de m oederoa falaoa organiaado a.gando
" toa) o rigor d 1a prnxea a*80ciativa.
A pr.ncpio foi preso um chamado Hermaun, que
jimio levado o tribunae e vendaje nccuaado
*r doia aeos collega, deaandoo a denaaoiar a a-
oacio a ea* sede, os sena eatatutoa, e da i Mprtul iridies deata agremiacio de crimi-
Aeo'npanhando o juia que o condemnon. levou-o
aa roinae de nn t-inplo rumano, situado perto de
No'pediUl de orna eatatoa de Jopter elli ae
enumtrou tudo: uots falsas, instrumento para as
fai er e oa famoaoa etautos.
A asaociacio tinh 120 uiambros. O artigo |
I dx estatutoa o aegunte :
O fim da asaoeucio a fabricado de noUs
falsas do Banco. .*. V..
, Oa benficos do primeiro anno serio destina-
da i i compra, de urna iinprensa que servir* par
sarmentar o fabrico .
Art. 8-: O memoria da aasociaco com-
pre me'tem-se mb palavra de honra a nio ter
mantos. Os que aio aaados Uo obrigido a
abitidonar as u.ulheres datante o tempo que dursr
a tB.oci-icil > ,
\rt 4- : Ci ra. mbros da associaco compro-
-KtteuVse a oao ter nenhuma reiaclo com qual-
ur mulber, poia que qualquer ligacio, anda qu
qu<
oiientaneH.poder'faaet "deacobrir o aegredo.
Art. 5- : Tida a revelacio punida com a
Art. 6-: N.nhuco jadeo poder faxer parte
da bsbocsco >. ^ .
O juramento era concebido nos seguate ter-
. Jura f* de chriatio obedecer a lea da aa-
sociacii e de nnoc* as trair. Be eu algum da as
tra.r, veoba s;bre raim e sobre os meus toda a
ignominia. Dilicerem os Ua a minb-. eonacien
la por toda a ternidada e nunca eu tenhi dea-
esne. Joro E qoe D ua nos prot-ja .
Moyo meibodo.de lelar*-0 novo
melbododeensiuaral-T aem aoletrar do padre
braa leiro Francisco Ignacio de Cbristo, compoe-aa
d'un compeudio de 4 i paginas com illuatnicoea,
de 4 cari* a cores e de 90 ureas do madeira
cos lettraa em relevo.
C's 24 car'O's e aa 90 marcas formam um iipoa-
rell o, cuj) fim coeiuiir a ler pelo syatema do loto.
> riancira de snsinar a seguinte :
* p-ssoa. que sauber ka e qu.aer eoainnr por
est< methodo, d stribue um cartii a cada um dos
analpbabet.s presentes; 1-pois l com voa clara o
t>muo>8ns,iUa cinco wg*>* e das sy.Ubas
con parndas, que vio as costas de cada cartao e
fax repetir aos aprenr.iies estes sona, duas, tres oo
naia vezes, at que alies os saibam ler.
" Em se-uida manda voltar o earto do lado li-
tbo.'rapbado cores e eolio comeca (segundo o
pro -esso do l .) a tirar do sacco as marcas ama
a a na, vil leodo pausadamente a palav-a qae ti-
ver rairca extrada e ensinando a marr no
carlai i. palavra correaponden-*.
O uludrno deve jogar com o mesino c*rtao at
que a p ssa mnr;ar s m auxilio de pessoa alguma,
e ais.1:1 proceder em relacio aos ontroa cinco car-
toei 5a mesma s?rie.
Por experienciis jfeitas, sii mu.to poneos os
ana phabetoa que, jomando tres horas por da, no
fim 3e 15 das nlo aaibam jogar com ..-s seus c*
toes de ama serie.
S ibendo jogar com urna serie, aabein necessana-
mert-jogar com as ontraa tres, pois que ten as
mesmu-i palavras da I", apenas variando na lorma
da i'hrase oo na ord^ra das palavras.
Cmbecido todo o jogo. fcil enlo ao alumno
eutnr d<\ leituri do compendio, aoode val encon-
trsr as primeirn licoes os nemos dixerea que
tm todos os eartoea, que elle ja sabe ler.
Ai ultimas lices do cimpenio sao ex-ircicios
de l< itura, que o alumno dever faxer sob a. vigi-
Unc a de peasoa que aaibt ler, p ir* que asaim
poasi ser corrigida qaajqu"er falta de prononna.
E pois earacteristic > da invencii enainar a ler
por neio d um jugo igual ao l-1, em cojos car
toes : marcas sa> os numen sabstituiios por pa-
la vr;is.
O auno de 11 -Vcabam deapparecer oa
alm>nacka para o prximo anno de 1888.
Sabe ae que oaastro.ogos nunca sedjixam ucar
em utrapo.
Eu aqu algumaa intirmicles interessantss so
bre (8 pbenomenos que asaigoalaro em hora nxa
ocoii do anno prximo.
Hi.ver treseclipais do sol : a 11 de Fevereiro,
8 de Julbo e7d Agosto ; mas neohum ser vi-
aivel em Paria.
Ao eootrario, h iver dona eclipses da la, am-
bos visivis em Paria, o primeiro a 28 de Janeiro,
s 8 horas e 38 da noite, o secundo a 23 do Julbo,
is 3 6 da manila O prim.iro ser um eclipse
total o segundo ssr purcia1.
Af maio es marea serio as de 29 de Fevereiro,
29 dn Marco, 7 di Seiembro, 7 de Oatubro e 5 de
Novi-mbro.
A' Paschoa caiiir'no Io da Abril e o Pntecoa-
tea no da 20 de Maio.
Pft* as prediei's eobre o tempo que deve fa-
zer, :oa9nltar tof >a os *lmaaacks aueeessivamente.
Elle, nunca estlc de accftrdo.
O microbio do toerllserlNo Con-
gres o Neerlandea das Sciencias Physiiaa a Me
dica:, realisado em Amsterdam de 30.de Setem-
bro .. 1 de Oatubro ul'im., M lido um Lngo rela-
torio da M. Pekx-ltiaring, dos trabalhos da mssio
neer andeaa enea-regad de estodar a naturex* do
beriben, na ilha de Sumatra,
O. observador s encontraram, no aaogue dea do-
ente i, cocci e bculos de dimenees variaveis,
com t .das as .-naa intermedurias entre at duas
especies de tchigomyeetas.
Mr Pt-kelharing inoeolou essea cocci em
mur os chinos de cultir-s puras e eaes animaea
feran atacados accentuadam-nte naa regi ja poe-
terit res Obteve amb m a iofeccio deaaea animaes,
regaio os -stabaloa n cajjeiras c*n a a caldo d
infuiio de cuitara de cocci Ua es*lbo a que
bavU-n feit > rea|)irar o ar infectado de bacilloa de
bcri ^.ri foi logo atacado dessa doenca.
P irtanto o briberi contagioso. Mas eaJM con-
tagi > mnito lecto e necesaarioesUr mu'o tem-
po n'um local infectado para apanhar essado enea.
Ai medidas hygienicaa (a deafecci> aobretndo
das casas contani madus) prodaxem exeellentes re-
aii t idos ue veem m-.ia urna vea provar as con -
clu.-o-'S da comrrissio.
Beata anda .stabsleeer o modo do contagio, e
aab r s-; a alimec tacio p"lo arrox deteriorado re-
preientar oa nio nesta doenca nm papel impor-
tante.
Csmenlo AmericanoA America, a
nn' parte do mundo onde snecedem os c-iaos
mai i extraordinarioa, acaba de inventar ama nova
forma de csame oto.
Eis o caao:
H poao tempo chegoo a N w-ioik acoaspa-
aha lo por um eUrgymn, nm pobre velhs, da cor
preta, propritar j uo e.tado de T^j^s.
O horneuiambo vinh procura de ama filaa qae
^.abaiidonara a cana paterna para ir vi ver com um
TaHap*, aeu visjnbo, a qaem mavn.
Darante guns diaa percorreraan, o velbo o aeu
rmsi'obeiro, baidadamenie, na roas prmcipaea de
Mev; Y ik, at que, omamabbi, encontraram o um
doa sitioa maia ce nfon idua, os doua a llorosos fugi-
tivo*.
Vjndo-oa, o preto, furioso, levanta um enorme
chicote que levava, b'adando :
E' c^sarem-aeg-s e aqu me2m i .
O doua amante, petrificado a, ) Ulvea por nonh cerem o vi^atmo brCJ qn
empauhtva o chote, O .ix.ram oa dnoe c nio pro-
fernam urna unija^al-vra.
C icgou <-ntio a vis: do clcrgynon
0 toda a tnmquillid.de, i'rou do holao urna
Biblia, tolheoa a, e, coi locando ee ao lado do ooivo,
den principio em pl ma roa 4 ceremonia do caa-
aaento. ,
O tranaeuntet, aasombradoa, fiseram roda, maa
^ atlo obataram atia.cio daqoelle enlace.
C iclnida a c remoaia, o preto a o olergymm
astnram-ee doi recem-caaado aem tr eartm urna
atnla vra, e dirigiam-ae para a eeucio do cnaMi.ko1
da f aro, tomando billaetea para ngrajeanrem as
Me Dado de TVjas.
Et raordiaaric !''
*iviaha<--Di B^vietal Arrieola aaf-
U n i Itimo BBt lero Agnooltor Portague*
etirr -iipondente a i de- correte, extraetaaaoii oa ee-
guia bja penodoa : ___
CMve toranntr br-veraenW a roapeenia 'I
das viabaa, oa p>r oetra termino*, pnrtja', a a
ler lindado por otiNWtwtia, teri otrabatno d
aar, em virtada do tmpo ebu voso qae eati e n^
toral c.-ntiaue.
Faaeudonrarcse ha giral doa reultaaoaaa
te trabalho, pii diaer ae que a phyioxer domina
por io leiro noa viuhedos de Tras-oa Montea, da>
Beiraa e da Eitr madura. Naa loaalldade* vitioo-
laa deataa previociaa, a maior parte da vinhaa
est) aflectadas, embora muitas teoham ainda boa
apparencia ; e aqaellaa que nio eatio iaVadidas
j, cedo o seri) pela proximidade em qne ae en-
contram daa ou'iraa.
No Miaho aio j maitoa (8 eoneelh>a invadi-
doa, e o meaoM luccedo noa A.corea- A- Madej v
oa sena viabediui afteetidos qoaai por completo.
O Atgarve por emqainto considerado in-
demoe e o meiao eacoede a>a dieiriatoa-de B ja
e Evwr. naa ata parle do Aletntejo eat j mni-
t.amenoada: na ultima ia;ipeccao appareceu a
pbyloxera noa noneelboa de Qiviio e Na, do dia-
tricto de PurUhigre, d'oode fcilmente irradiar
para o aul a.
Anataarlo -O Annuario Estatistico de Por-
togal, referento ao au' o de :.885, urna publica-
cio importantisaima reoleU de cunoaoa qaadroa
eatatisticos ajbrs o territorio e populacio do paja,
justica, soccorras pblicos, ir-atituioea de previ-
dencia, agricultura, eatado artiuno da forca pu-
blica, etc.
Relalivamenl emigracio portugueaa por por-
to* n.-iciouaea, % attingio oo auno de 1885 a 15,004 peaaoas, no con-
tinente do reino e ilhaa adjaeente, aendo 11,471
do aexo masculino e 3,533 do eminino. Doa emi
grantea 4,621 aabam te* e eaarever.
Convm advartir que 1,851 embarcaran para a
Europa, 18 paru a Aaia, 868 para a frica, 11,853
para a America 424 i ara a Ojoania.
MorleemsrertadlnaariaUrna menina de
19 annos de idsde. da familia Boudan, morrea
recentemente em Chicaio as mais extraordina
ras circumstaui! as. ,
Apexar de eeur havia baatnnte tempo sojeita a
frequentea erupcea do eato:igo e a vomitoa de
que oa mdicos nafa sabiam exoliear os motivos, a
menina Rendan, afr ist-, paremia ter excellente
aaude e umacucutiiuicio bem diapoata. Nos das
ltimos, porm, 1J atacada por urna crime muito
mais violenta qua as anteriores, no decorrer da
qual Jancou pela bocea orna pequea tartaruga vi-
va, eaj* concha tmha o tamaaho de ama moeda
de 50 centimoa.
Jalgou-ae anisa a meniua Bondau. Quai logo,
porm, todos os nus membros iacha-am em pr>-
pi'c.-j aasuatadoras e a infelia aoccumbio no da
mmediato.
O medico aaaiatente da menina Rondan conser-
va precioaamentn a tartaruga, qae ae suppa ter
nascido no estoui igo da des/enturada, provenien-
te de qualquer orlo qoe esta ingerase ao beber
agua do lago Mi.-higan.
Directora data obran de cooaerva-
eo doa poirtoa Boletim meteorolgico do
i<- 4 o'e J*n<-iro He 18^8.:
riora
ic.
t.
8-
Barom?tro
0
23--9,
27--6
28'-4
29 >4
27-6
76204
762-94
762."84
761-15
761"47
Tenaio
do vapor
17,85
19,39
18,93
19,28
19.39
83
70
b<;
G3
70
Temperatura mxima29\7.'>
Dita minimai30,00.
Evaporaoio ea 21 horas ar sol: 7",0 ; acm
ara: 5,">J.
Chuvanulla.
Direccau do vento: E de m a noitd at 5 horaa
e 24 minutos da inaohi ; ESE at 8 horas e 1 mi-
noto ; SE e ESE alternados a: 8 horas e 28 mi-
outns; E at 1 hora e 28 minotos da tarde ; E e
ESE alternados at 1 har e 29 minutos ; SE at
hora 29minut .<; SE at 1 hora e 50 minntoa ;
EE at 3 horas o 52 minutoi ; SE at 6 horas e
4 minutos ; ESE tt 8 h>ras e22 minutos : SE at
8 horas e 44 minutos ; E com pequanas interrup-
so de E3 at meia uuite.
Velocidade m N 'buloaidade media: 0,37.
Boletim do prrto
1
x a
m H
- O
- o
!J M.
B M.
p M.
B M.
Dia
4 de Janeiro
5 de Janeiro
Horas
819 da manhi
2 6 da Urdo
837
3 1 da manhi
Altura
8,"
0,-
'21
25
0,-51
ristiam 417 ; eotraram 9; aahiram4; exis-
ten 422.
A aber:
Nacioaaes 401; malhnw 7: 'xtrangeiros o ;
eacravos aentenciadoa 6; i ". prooaado 1 ;
dem de correccio 2 Total 422.
A"racodis 364
Bina 34"o | doeutea 19 Total 364.
.Movimeoto da enfermara:
Teve baixa :
Joi M idea da Silva.
T:vealta:
Emygdio da Coata Mello.
Liut-rla do Cr*o-ParAEia ca premioB
da Ia parte da 15* lotera do Grio-Par, extrahida
em 4 da Janeiro :
11632 120:000*000
953 30:900W00
157 12:000*000
9286 6:001*000
14121 3:000*000
Ettio premiados Cim 1:500*000 oa aegaintea
aom.ros:
4551 9515 9783
Ettio premiados com 600*000 os ae*unte8:
6076 6938 7J90 8268 10490 18411
Eatio premiados com 300*000 os aeguintes :
712 5315 13376 17312 17736
4949 9316 15738 17451 18811
f Approximacas
li I 1:500*000
11633 1:500*100
952 600*OJO
954 600*0-10
156 150*000
158 150*000
Os mineros de 11631 a 11640 estio premiados
com 150*000 inclusive o da sorte grande.
Os nmeros de 951 a 960 estio premiados
com 90*000 inclusive o da aorta de 30 contoe.
Oa nmeros de 11601 a 11700 eatio premiados
com 90*C0J.
Oa numeras do 901 a 1000 eatio premiados
com 6"*0 0.
Os nmeros terminadoa em 32 estio premiadas
com 60*000.
Oa nmeros terminados em 53 eatio premiados
com 60*000.
Todos oa nmeros terminadoa em 2 e 3 eatio
premiados com 30*000 excepto os terminados em
32 o 53.
A seguinta lotera corre no da 7 do corrente,
com o plano de 100:00 '*00J.
IiOterla da provincia -A 2 parte da,11
loteria pelo novo plano, cojo premio grande de
100:000*010, em beneficio da Santa Uaaa de Mi-
aeriordia do Recife, ae extrahir nidia 13 di
corrente ao mrio dia, na igreja de Nosaa Suahora
da Conceicio dos Militares.
8IJUAC0ES A PEDIDO
A estrategia do general hol
Ijadez
Lriiaentteciuar-Be-tio:
Seguoda-feira :
Pelo ageote Pinto, s 11 horas, no largo do
Corpo Santo n. 11, de movea de eacnptorio.
Terca-feira :
Pelo ageote Stepple, s 11 horaa, ni ra do
Imperador n. 22. de predioa.
Pelo agente Pinto, s 10 horaa, oa ra Marques
de Oiinda o. 50, de movis, loacas, vdroa, etj.
Sabbado:
Pel> agente Gosmio, a 11 horaa, no trapiche
Bario do Livramento, de 34 eaceoa com arroa.
Ml.aas raaes>rea>serio celebradas.
Amanhi:
Na capaila do engenho Aripib, por alma do
bicharel Joio Cundi Peeaoa de Siqueira Caval-
cante; 4a 7 hiraii em 8. Pedro do Recif-j, or alma
do Dr. Aotano Oarreiro da Silva; a 8 horaa, no
Eaqirito Sinto, por alm* de Antonio C. de Vas-
coocelloa; aa 7 tt iraa, na igrej i do Livramento,
por alma d Autoaio Ribeiro da Coata e Silva.
Paaaaselroit"Chegadoa doa portoa do nor-
te no vapor braai Ierro Eipirito Santo :
Francisco A- Chavea, Sergio orreia, Miria J.
da Silva, Joio Joa Pereira Li na, Francisco Pin-
to Saidle, padre Uenevenuto Gracioai, Sebaatio
Mestrinbo, Adotpno Rslb, Torqnito R Jorga de
Soasa, Diogo Catead de Mello, Antonio Joa da
Faeaseea. Joaqous Ignacio di Sonaa, Joaquim de
Soasa Pilho, Uonorio Beaerra da Caoh*, Antonio
Masta, Amonio Peaaoa, Joio da Silva Oliveira,
Antonio Barbosa de Oliveira, Salvador Yogado.
-- Sabidoa paiu o aul no auamo vapor :
Marcionilo O. .&- Vas, A. L da Silva Campiata,
soa aenbora e 1 filha, Joa Leonidaa da Coata
Hooorat,. Oliveira Botelho, Pedro Vieira, Jaati-
niano da Rocha Jacobina, Joa Mendoioa, Dr.
Laia E. RodriguoB Viana*, Manoel da Silva Pi-
menta Sobrinb.i, Joio Baptiata da Lemoa, Joio
Baptista d* S-jui: Boj, Paotalei Natalio da
Silva e Romina, Jos Feliciano da Silva, Cornelio
de Magalhaes Momea. Mana Jos de O. Botelho,
Joio Jos Tavanu Cordeiro, Augusto da Silva,
Mana Vicentiua H da Silva e 1 fiho, Raphael
Fmnciaco Eiieraldo e sua aenbora, Dr. Olympio
Marques da Silva e 1 fiho, Pmlo Sehmit, Dr.
Jo- La a Alvanu da Silva Campos.
Operaeaca clrnrglcaForam pratica-
daa no hospital fedro li no dia 5 do corrente, as
aegniatea:
Pelo Or. Malaqaiaa :
Amputaco do. qiatro al ti moa osaoa do meta
carpo da mi eac; lerda, na coucimidade doa oasoa
pelo metbodo a d us retalhos reclamada por eema-
gameuto com arruncanh-nto de quatro dedo*.
Pustotnomia pulo thermo cauterio iadicada por
phimosea e caocroa.
Pelo Dr. Pootoal:
Poatbotomm pelo thermo cauterio
cancro phig'-deoioo.
Pelo Dr. Maco!C: .
Uretbrotomia iiOerna pelo prooeaso da Maiaou-
neuve niicade, pa eatreitaaaento da nretra e fla-
to'a.
onpltal fidm IIO arovimento deeto
hospital ni da 3 de Janeiro, foi o fui n te :
Entrara...............
indicada por
eleicio do 8r. Dr. Nabuco, com eoja BpotT ein-
tiiva, veja ao longe ndvos honsontas na poltia
do pais, e fareja>o-poder, antevendo a possibilida-
de de un'io, do congracamento, e da iuteira sol
dariedade de todos os membros (sem excepcio de
nenbum) dn grande, nobre e opulenta familia
Palha vi ; e por iaso vai logo preparando o ter-
reno com rasgada corlezia* 4 porta da typogra-
phia. cortesas mysteriOBas agredo poneos
posauiam, e qae eram retribuinsii e pagaa com
sorriBOs de beoevolencia, que sao indicios certos e
prenuncios infallivei do perdij eonsedido a
qaaeaqa r faltaa veoiaes, porventnra commettidaa
no ardor dos renbidus lutaa de outr'ora-
O qae maia querem, pois, oa accionistas do Jor-
nal do Recife 1
Q le se cententem coa; a gloria aoblimada de
haverem coaoorrido efficaa e poderosamente para
a ootoriedade e celebridade da illaatre Familia
Sonaa Lelo, doa nobrea aftiaa do Sr. Sigis-
mundo, que ficam asaim tendo aa imprensa or pro-
vincia um orgio exclusivamente aeu, consagrado
interamente 4 ana defera, i todo devotado aua
aeas siaistroa e tenebrosos planos de influencia,
elevacio e predominio, sobre os doatrocoa daa d-
mela familias que lh i faa'.ui sombra, e ao >re as
ruiaaa do gmoda'partdi liberal qae oasa procl-
mar a sua aotanooiia e idolatrar a Joa Manan : e
Nabuco.
Honra ao Sr. Sigismundo, qui aouba conv;ncer
aos accionistaa do Jornal de que un empreaa,
qne tanto renda, como gernlmeate sabido, as
mios do sea aotigo propr'etari?, teudo melhorado
de eondiees, e conseguido qaas duplicar o nu-
mero de seas assignantes deado que paaaoa ao3
actaaes directores, nada mais, entretaote, rea leu
por haver repentinamente aseado, nio as anac
como, o manancial antigo e perenne qai tantos
lucros deixava aoa sena primitivos possuidores !
J4 ser ardiloso!....
Qoe pasmosa eacamotajem !
Oh qae Uranio fecundo !
Nio ha quem soasa excedel-o,
Nngaem veace o Sigismundo.
,.............. 511
as enfermaras pelaa Dra.
Sabiram.
Fallecer *i a
Exiatem .
Foram visitad t
Moscoeo, is 8 boraa.
I Cysoeiro, 4a 9 Sf4.
Barros Sobnui., a 7.
Berardo, 4a 11.
Viveiroa, 4a 8 1
Malaqniaa, 4a
Ponina!, 4a 9 .
Estevio Oaal:aote, ta 9 liS.
Simla Harboai, 4 "fi-
Cirorgiio dentuita Numa Passpilio, ia lr4 ho-
U pharawceatieo eatroa 4a t>
fcvraa.
O ajudante entrn 4a 7i
bio 4. 4l|Sdtaide.
taa ata -
f da Caaa U-
J.neiro de-4806:
=
Entilo, o que l isto, Sr. Sigiamundo, que pr: -
cedimento hjneato este seu, para com oa bonra-
doa civa'hriroi qoe, instancias anas, ficaram
com aecea da empreza do Jornal do Recife?
Poie o senh r, nio conseguiado, mo grado oa
ingentes eiforcis por si empregados, que os eeos
oobres a"ii iase aventarassem a arriscar na tal
empreua mas do que urna quantiarelativamente
iosign ficante, nSo aente escrpulos, nio attende
a que vai lie ir pom a sua famosa e atamida pro-
buade cheia de arranhadoras; e tudo Bacrificao-
do o ganancia, * ouro, nlarle, e assalta com inexcedivel pericia, a
boa f de homena reepeitaveie, indnaindo-OB com
falsas promeasaB e com a ainulada perspectiva de
vantaivns fabolosusa fasirem parte da ocie-
dade cummanditaria, da qual, com astucia de ra-
poaa e por artes de berliquei e berloquea, se ha-
via, o senbor mesrao, constituido director e arvo-
rado ein gerente ?
Repita entao urna cousa de nonada, assm a
modo que vo aufcir b>a porcentagem, premia seduc
tor, lu;ro rasoavel o seguro, mediante o errprego
de nm cer'o capital na tal eomutandUet; e, depois
de impingidas as aesoes, empalmado o cobre
alheio, e comprado a typographia, eatabelecer
para si um importante f me de renda, e deixar
os incautos socios a chup ,r.m o deda, esperando
pelas ceblas do Egypto, ou pela volta de cl-rei
D. Sebastiio ?
Qoe prccdimento ease, honradisamo e cona-
picuo vario ?
Pois sbo cousa qae e faca ?
Se a aua fallada e decantada legitima estava
desde muito em viagem, ou no prego, e ai o se-
nil t achsva-ae afinal inalbU, recorrease a outro
expediente mais decente, usaase de a'gama explo-
racio meaos abjecta do que a torpe 'esprtela de
que laucn mi, 8em cogitar qai caha assim na
valla commum dos maia baixos especuladores e
patoteiros.
Assim pde-se com certeza atacar a reputacio
alheia: e realmente nio mal pensado fazer em
aemelhante e ^oembiracosa onjunctura desviar
de si a att-ncio do publico, para que esta convirja
e recaa sobre os outroa ; e possa en-o o tartufo,
a pretexto de saenficar-ae com heroica abnegacio
pela poltica e pelo georiamo, enterrar-se at o
peacoco em ftido pao I, para, desae sea leito de
pairidilo, arremeaaar impunemente Urna aa mios
cheia sobre tudo, e sobre todos qae e acharo ao
sen alcance, on transitara desprevenidos, deapre-
oceupados de qualquer sarpreza, de aemelhante
armadilha.
Qae admiravel espertalhio !
E, entretanto, assim qoe ae conta a hiatoria !
Oaaoeioa, leaadoe, prejndicadoa, eabalhadoa, ea-
camoteado e deacab^lladoe, qoe ae arrangem,
como ]>aderea e qaiaerem ; nio fossem simplo-
rioB ; iiingnem mandn, qae fossem tolo. Deram
o tea dioheiro ? Poia ag ira ehorem ptaogaa.
Pensara aeramente, qae o fin a qae se desti-
navao Jornal, era a deteaa do partido liberal, e
doa legitimo interesses da agricultura, do com-
mercio. da provincia e do paia ?
Penfaavam qae o Sr. Sigismundo, topador de
boi, educado naa ecoUs do Pianby, saberla sus-
tentar a dignidade e a moralidade da imprensa, e
qae dividira limpamente, lealmente, oslucros
que foaae colhendo da mina em exploracio ?
Pois engaram ae: e engaoaram-ee, porqao as
sm o quiaeram.
Nio era preciso aer aabioou adivioho, para pre-
ver-ae qoe o Jornal, longa de elevarse no cou-
eeito publico, tena dentro de piuco tempo de fi-
car depreciado, abatido e degradado, desde que
achava-ae i ana frente o Sr. Sigismuode, e 4 sabi-
do qae empresas de tal ordem nunca poderam me-
drar 4 sombra e aob o impulso de mroa avrnta-
reiroe, por grandes que aejam a filaucia, a jactan-
cia e a audacia deatea.
E aaaioa, para que negal-o? qteo Jorna, pa-
recendo boje o Corsario oa o Rebate, un verdade-
ro paaqaim de grande formato, ji nao inspira a
peaaoa alguma a minima confiaaaoa na sua rebabi-
litacie, qne actoalmente por todos repatada im-
p ai vi-1.
a colomoa alagada, poltica, oa liberal, consta
s, co-iip -ae xeinaivamanU de artigoa immua-
dos, aggreaaivo e virulento*, verdadira lingaa-
g. m doa lupanares, contra o honrado Sr. deaembar
gador Lucen.
Niiaeeacrevealli aobr- outra cousa, na as
trata ce oatro aaaampto; poia p^ra maia niu d
nes etiega, o estro taeaubo e a moa* roufenoa e
diaparntad de aeua miseros e meaqaiobia redac-
torea.
Ao logenheiro *Faria, accoaado, em ama daa
paaaaais elricsa para depatado geral pelo ais-
tricto desta provrei< da ingrata e trahidor aoa
aeas c rreligiooario* Kb-raes taaem 08 dootoa publi-
eiataada c nnmna aumbaias, dir, ctaa ou indirectas
(affectan lo grande ieenci de espirito, que a nin-
guein mais iilude), de envolta c m as mala groa-
aeirae invectiva e com oa menoa juatificaveisi o-
aultos a nm oatro engenbeiro, qae nunca oa i.ffeo-
dere.neea tr*hira,'unieamente por aer este genre
do Sr. conselheiro Joio Alfred >, qoando eaaa mea
ma qanlidate de genro a ame* virtade qae pos-
ana o Mr. Sigismundo, o noico predicado qae o re
commeoda aa s-n partido o seu preatigioao titulo
de benemerencia I
li' qoe ua eleicio di 2 diaioa, o candiJato liberal foi o -ir. Dr. JoiVfn
ri-uii' por quem com certeza, i-mbora a p>a appa-
rnte, o aceordo leonino, a harmona de oeoaaiio -
dietada e aeooaelbada pela conveniencia polit-
eaa, ulo morrem de'aoa orea, nem qaebram 1 ancas
oa rapaaea d Jornal, J|'ie com o sornso byp .ciita
e aataoico do trahidor aguardam 0088140 de
morder e dilacerar com aa uuh.a a'aneaa ao po
auiar tribuno, qoaai iovejam, odian, asa no po-
da alijar.
Oot pn- E' que a gente do Jormt, ainda nii eeqneeida
4 da lo asjeordo do Sr. Aranb. eol o Sr. Ienaeio Jja-
qoiui, a la attitnde qae anauteve por oceaaiii da
Tjmb.'u na lama
Ficou no fundo
A probidade
Dj Sigiamundo.
E' portentoso
Nio tem aeguodo,
O tal guorismo
Do Sigiamando.
* Qae fein brato,
Feroz immuado,
S o moao
Do Sigiamundo !
Fazrir a gente
Seu ar jucuodo,
E' aempre bobo
O Sigiamundo.
Pelludo, baixo,
Toaco, rotundo,
Nio ha rafeiro
Q mi Sigsmuido.
Ao co, a torra,
Ao mar profundo,
Empesta o bafo
Do Segismundo
O pa, o virus
Tol do mundo
Coorem a lingua
Do Sgismando.
O Batavo
9. distrieto
Li em orna misaiva de Qtipap para o Jornal
do Refe de hootem, que .un o partido conaerva
dar vencen o pleito de 30 de Dezembro prximo
pasando, devido eircumstancia de terem feito oa
candidatoa do partido conservador, ea e m'U cm-
panheiro de diatricto o Rvd. vigaiio Augusto
Franklio, ama bolsa de dona contoa de ris desti-
nados a compra de votos.
lato nio paasa de um calumnia forjada pe'o
exiliado partdaramo da qaem eacrevju a mis
si va, despeitado cjm a victoria alcancida pelos
cooservadoreB.
Se o partido liberal em todoa oa lemp-s, como
asaevera o mia3iviata, tom tido maioria no collegio
de Qipap, aegue-ae que teuio agora minora na
eleicio provincial, dada a bypotheae da venali-
dade de voto, ella a poda ter partido doa cor-
religunarioa do mBaiviata.
O misaivista impensadamente aaaacou urna ca-
lumnia, qne revalou e foi attingir ao liberaes.
Maa, nio exacto que a victoria foase alcan-
rjida 4 casta de derrama de diuheiro.
Nio dispeudi ua real com a eleicio de Qi-
papi. .
N :m aiqaer ea conhecia peaaoalmente o distincto
chefe do partido eonaervador d'alli, o Sr. Antonio
Bertholdo Galvia, que o hantem. me foi apresen-
tado pelo Exm. Dr. Joa Bernarda Alcoforado.
A victoria do partido conservador em Quipap
exphea-se facilmento pela dedicacio dos correli-
gionario e pelaa adheaoeB e cooquiataa politcas
qae e.les tem feite.
A accasacio maia oa menoa aemelhante, feta
ao director do Prolongameato nio passa de ta-
riaute da outia cala maia.
Se as mmediato -s da estaco do Qiipap, nio
ha um operario, que nio soja eleitor, isto nada
prova afinal, porqae o cidadio, pelo Caflto de aer
eleitor, aio eat impedid i de ser operario.
digoo director do Prolongameato nio violenta
o voto doa seus empregados, ocn forca-lbes a con-
acencia politici. O lempo em que aasm proce-
da ae paaaou e o miasivista deve lel-o bem pre
eote na memoria.
Oa op?rri..a da estacio de Qnpapi votaram
livremente e 88 nao acompanharam o mis^vista,
procure explicar antes pala iod-peodencia, com
qae proceder.m, do que attnbuiodo-lhes paaaiv-
dade verg-mh >aa e outros aentimeat >s torpea com
que cilummou o eleitorado de Quipap.
Tambera em Oanhotnho, aaseverou o misavista,
que houve bolsa de um cont de ris. E' outra ca-
lumnia que nio dou-me ao trabalho de r.-poader-
lhe, porque do meemo j ae da que o man viata Un -
cou contra o eleitoiado de Quipap, limiUndo-me
apenas a aasegorar, que cem ea nem o Revd. vi-
gario Augusto empregamos ou miniamos empre-
gar em colleja0 algam do districto dinueir., em
compra de votoe. # ...
.o misaivis:a fica aalvo 0 direito de infamar e
calumniar para explicar a derrota do seas cor-
religionarios.
Deixe-se eonduzir pelo deapeito, qoe ir longe
e ae quer ter certeza de que comproa ae nm voto,
quaodo maito, consulte a ai meamo, 4 aoa propria
conaciencia e eda qae Iha raapoada.
Quanto a bypotheae de annallar-ae o collegio de
CauOotiobo, deapertada pelo missiviata, anda aa
aim continuarilo eleitoa o doua coneervadorea e
n|o oa dons lberaea.
Suceedera, porm, que em ve de near eleito o
candidato liberal Dr. Junio o eleito seri o oatro
liberal, Dr. Jacobina.
Maa tal o deaapjotamento do naisaiviata, que
nem ao menua acertou em urna aimplea conta de
aommar.
Recife, 5 de Janeiro de 1888.
Gaspar de Drummond.
Gratltt
Ilm.
Mara Luiza Monville Pereira ao
Sr. Dr. Firmo X/*oier
V'inho do alM da iraprenaa roaaifastar a
miaba gratidfto p-*ra com o diatinoto cliui-
co deata cidade o Dr. Fir oo Xvhr, polo
dia vello e profis'jienc.ia qie r^velou no tra-
tamento d'uma pessoa de minha oasa, que
foi acoomeltid de febra typhoide, e que
gragas, aoa sitia cuidsdoa o alto conheci-
ineotoa inerdtcos escapea a mort:, ncb 19 hoj cotDplctmerite restaD I-cida.
Oatro srm, rocoiameoao aas qn- soflFea
qae recorram a tas distia^to qmnto huraa
rjitari'j apostlo da saieneia medica, e pe-
co-lhe (i-a u!p i so ootn esta liabas offa-
do aua reooobeciJa modestia.
Cidade do Cabo, 5 de Jaaai ro da 1888.
Concert ao ar
m Oiinda
ivrc
HOJE A TARDE
No pauirio da Largo da Cara
Pr.igramm*
11 Purilani (BiHini) pe;a de cinjerto obrigida
corneta e botnbardiao.
Pan'asia (Qioau (rauj.-) obrgada atrom'ooae.
Poliuto (Donixetti) cavatina para Crariaeto com
acompinhainento d toda a banda.
Intervallo de 10 minut>a
Be lisario fUonizettiI cavatiua obrigada a cla-
rinete. .
II Trovjlore (Vardi) grauds du'to.
DivertimiUo (Lcige A^aiari) para borebarino
com acompauhe ment de t da biuda.
Intervallo de 10 minutos
Rioordo de MUano ( O Morandi) grande valsa.
Baoldemonte (Donizetti) cavatina para clari-
nete.
Bao maniaco (O Morsndi) symphonia caracte-
riatica.
N 41. Prevne-ae as Exinaa. familaa que o re-
cinto cercado em r la do Pai/wo exclusiva-
mente deatinado as p 'Soa? que levar-m cideiras,
e qne abi estar a autiridad- pira tazer respailar
easa diaposi.'i) em benefi io do publ.'O, qu* por
tal f:ma ae acjommodar perf.-itamente ouvinlo
("e d-ixandoou/ir.
C m> cara a 5 1/2 horaa da tsrd.
----------- --------------
Tcndo resolvido por m itivoa independente d
minha vontade residir temporariamsnt na provin
cia daa Alagoas, contmuarei brevemente em Ma-
cei com a publicaca i do periudici A Evolucao,
rondado por mim e nVsta c ipital em Oatubro de
1886.
Passando ao segando g'mestm deslocada de sua
trra natal, A Eoolucdo maiiti rio mesmo program-
la democrtico e abjlicionista.
Conservar a empresa o maior empenho em bem
servir aoa dignos adaiguantes d 'S'-a proyiocia ede
AlagoaB. qne nunca Ih^s r.-cuaaram auxilio.
A Evolucao em aeu prximo reapparecimento en
Mace tratar o quanti for poasivel coa negocios
de Pernambaco, oceupando-se de aao, poltica, com-
mercio e indu.tria.
Recife, 4 de Janeiro de 1888
Joao Francisco Duarte.
dos Mi-
do Di
2 boras
re--
do
s, sendo
Concert
Sexta-feira 6 do corrnte, s 5 hor is da tarde,
se realsar em Jiboatio um concert inatruaien-
talexecutado pe'o insigne banda do corpo de po-
lica.
Daveri terminar s 10 hor* da noite.
Tren expreaso.
---------- a
Progrramma
Da festa do Sinhor Santo Christo
lagres qu" se venera na igrej i
vioo Espirito Santo.
Domingo, 8 do co rente, s 4 1_
da toa draga la, tora lugar una missa
zal em tendi da todos os dsvotos
Senbor Santo Christo dos MiUg
em seguida saudada a aurora com urna
salva real e diverses gyraniolis de logo do
ar.
A's 11 horas do referido dia entrar a
feata constando do missa solemne, pregan-
do ao Evang.dho o Revm. capellio do
ezercito padre Lionardo JoSo wego, e
regendo a orch:stra o maestro Jos Tva-
res de Medeiros.
A's 7 1(2 horas da noite entrar a la-
dainba cantada, precedida de sirmo pelo
eloqaente preg*dor o Rwm. commendader
padre Manoel Mireira da Gima.
A banda de msica dos m mores do Ar-
senal de Gaerra, tocar era todos estes
actos lindas pecas do seu vastissimo reper-
torio.
Dd oriem do froto juiz con vilo a todos
os nossos carissiroos ir.naos a comparece-
ren em rjoasa igrrji no referido dia, s
10 horus da rnaohS e s 7 horas da noite,
para assiatir.nos aos mea uos actos.
Consistorio da igreja do Dviao Espirito
Santo, 5 de Jaoairu <1 1838.
O escivao,
Antonio MtgaJhcles da Siloa,
Mo 4a4
e aB-
Kfteaadal< de oyaona
Sra. i.iactoroa.-r'edimoa-lbeaqae publlqaem
em aua coocetuada folha o segainte t
E' por demais cscandalaac o pracediaaento doa
abolicioniauad'eata cidade, so parece-no qae este
pequeo tocsl e.t4 laento daa leia que regem o
noaao paia. litio gorernado por meia daaia de
peaaoas qae tem praticado oa maiorea abaardoa e
da maneira a maia publica. ^^
A queetio do elem-nto servil que na muito
tempj tem eido oojecto da eatudo ano dos gover
noa liberal e eonaervador, e qne anda boje nio
tem podido er resolvida, aqai decide-e fcil e e-
can lalosamenle.
A nvopriedade escrava qne garantida pelaa
n .eaaa lea e, ha pouco tempo p ra maia reapeitada
a.r, creadas nova pelo Sr. eooaelnBiro araiva,
cha 8e aqai aeui guranca nenhotaa.
A aatondadea d'aqai nio dio a menor garant i
aoa agricultores qae v*m todo oa da aeos e
cravoa aerem roabadoa e depvia obngadoa a liber-
tal-os aob condieio.
Pra qne, poia, eate etado de coaaaa nio ton
tinue, padims 4a antortdadea d'abi enrgica pro.
videncia.
Se r preeiaw.Toltaremoa, e e nio tormos at-
tend'doa, poremot *m prtioa o principiooa aa
fmslUtuT
taoyann^f de Janeiro ^flfr(o|(towji
-:ranie< ve-dads> sale* de um
peques c'tii;.sio
Asubstaocia de volunes de conselbos
mdicos, podem facilmeato s^r condemna-
dos em urna s santJnca, a sab:r: Coa-
serve-se o apparelbo digestivo n'um estado
vigoroso, o veatre liwre e desemptehado, e
o figado n'uui estado da p^rleita accio.
Pore'tn a questao est de que maneira se
ha de censeguir isto 7 Por mais diffi ;il e
embarajad* que pares* a resposta, cam-
tado, qualquer hm)' nhsue as virtudesdas pilulaa assu 'aradas de
Bristil, pola vos infor nar promptameo-
te. As snas extraordinarias virtu les oe-
diuinaes abrangem tolas as enfermidadea.
Eat o estomago fraco e apatbico ? Ellas
lie dio vigor e artividade. A'ha-se o
ventre n'ora estado constrijto ? Ellas o re-
lazain e o tornam regular. Aiba si o figa-
r0 inerte ou n'aio esta lo congestivo T Ellas
promptamente promover a sua activilaie
natural. A sua principal abngacao de
restituir o systema a u-n estado natural,
sem em pregar ou usar desnecessaria forg,
sem causar as mnimas dores, ou nauseas
revolUotos; e tudo isto ellas fasera, e mui-
to mais ainda. Em todos os caao de mo
leatias d'uma naturesa complicada o que
ffectam a peile, os msculos, a carne e
as glan lulas, m taea casos dev :r-se ha
tomar esse grande desobs rente, a salsa-
parrilha de Bristol, a qual juntaraent oom
s pilulas, promovem e aoceleram um*
prora pta cura. As pilulas sio raattidaa
dentro de vilriuhoa, e por iaso a sua con-
servacio doradora em todos os climas.
Coll gi) Parlhenot.
M. i = na d Itosplclo == M. S
O director deate ea abeleeimeoto de iratruccio
primara e aecandaria, declara aoa paia de aeua
lomos eao publico em geral qae aa aulaa de aeu
eollegio enmecaro a foocei.nar a 9 Ua Janeiro,
oatro aio que recebe atoamos iuterao, aemi-inter-
no* e externo*.
Recife, 3 de Janeiro de 1888.
Ovidio Alvea Manar.
Gyrmasio PernamlnH^mi-
Tendo aido nomeado reeedor do Gj-moaaio Per-
nambucauo, nie trepide, em acc-itar cate h inroso
e eiipinhoso carsjo, aposar de antev:" ss diffical-
dsdea i-j'i lbe sao mb-reutea.
A ortica de mutoa annoa e*o eonbe cimenta qoe
tena o adquirido na uireceio d) crian;*s 8e cara-
cterea diffrentea, bover eatado ja frente deate
meam.1 Liatiruto em 1876 ooojo reged;ir interino, o
temp, emfim, qae pis:ei na reitoria lo Seminario
Epiacopil de Oiinda c directora do Clollegio Dio-
cesano, anim vC'8 miiih i provincia natal.
Emendo qno aos p.iia de l'.milia deve aeastir
toda franqueza e libirdade p*ra eailherem am
eatnbcleoim tato oa altara de Iha inapirar plena
eenfianca no tocante A educacio de aeua filho.
Neata cidade do R^eifa exiatem muitos collegioa
que teem o jicamo fim que o Qymnaaii Peruamba-
cano; por consegamte, havond i cspnei para urna
eeojtha franca eiivre e em logar de Idea indigitar
e recommcudar este inatituto de educaiso primaria
e secundaria, lembro-lheB qui nio procurem o
Oymnaaio por espirito de novidade, rx.as eacolham
d'eutre o muito3 eatabeiecim^ntos aquello qoe
lh"9 cff recer m:is gaiaotias e nhi recoltiam seus
filhos com o proposito firme de oavirem aumente
ao respectivo director.
Aa mudauQas de collegioa prejedieam cooaide-
raveimeate 4 educocao daa criaucia e at viciam-
nas.
Sem mais insistir nisto, lmr.o-mo a trauacrevec
aqu o extracto lo Regiment Interno do Gimna-
sio p ra coihecimento dos interessados.
i
Extrac o da Beuimeuti Interna do
yoa-iaasi* Poraamnic i>
1. O Gyoinasio Pernambueaoo am institato
olfic ai, ieatiuado edacacao .: uatra:cao do aexo
ma8culin i.
2. A administracio de.?(e eatabeleei nento ex-
ercida por um regedor que o chefe de Iodos os
seua fuoccionarios e o reiponaivel petl bo direc-
eio e adminBtracao d'eile.
3. Serio admitudo no Gyujuaso aiumaos in-
ternoa, mciO-oensioniatas e externoa.
4. Para aua ad misai i d-ivero os in ru.< :ipre-
oeni .r : I- eertldio de lie lc;- atteatadi de vac-
cina bem ent'c^didu; 3- .'aranlia de p -aaoa idnea
e residente neata cidade, para ptgumento daa
menaalidade:'; 4" recibo di penaao re at:va pri-
meirt. pre=tar;o; 5- entrega ao eitabelecimeato do
enxovnl exigido.
5. Os m1 io pensionistas obaervaric o que esti
preserpto no 4', menoa oo 5'.
Eatta e oa extornos se aprtsentariio decente-
mente vestidos para a3 aula,.
6. A matricula estar aberta durmtc todo O
anno lectivo. Urna vea fcita, aervir para todo o
tempo que o alumno f.equentar o Gy.n aaio, aem
haver neceaaidada de enovu! u lod.s 08 annoa.
7. Ni.abuin alumno de qualquer ctitegoria po-
der matricalar-a pagir a penaao ai taxa aem
que pr'eeda ama guia do regedor. rubricada pelo
secretario, na qua! 6e mencionar a a.ula que de-
ver freqientar e ae uotar a penaao ou taxa qae
h-uver e pagar, ficando archivado eaae docu-
mento.
8. as aulas do 1* anno nenhum ser rr.atnca-
ludo como interno, se for maior de 12, e maior de
14 p^ra as cutras aulas.
9. O alumno interno que de qualquer modo
deixar o Gymnasio nem motivo gravu, a jeito do
regedor, nao podei, mais aer readuittido como
tal no estabelecimento.
10. Oa pens'.oniataa rendirii no instituto, tendo
djreit-: da eatuiar a serie d; disciplino.s de qae se
compoe o estadio seieutifi'o e litterario do Gym-
nasio, de contormidade com o prog-aoima estabe-
lecdo; a ser alimentado! sdia e abundantemente
e a ser tratados em 8uua pequonna enfermidadea.
O instituto fornecor ainda medico, msdicameatoe,
cama, mesa, cadeira, luz, corte de cab...lo, guarda-
napo, lavatorio, baobo e mu ica.
11. Os alumnos in'ern a de intruce,io secunda-
ria^ qne de q-alquer modo nio forem contribua-
tes serlo obrig'idus. a juizo do regedor, a fre-
quentar todas aa aulas d> inatituto eujoa exame
nio bo anda exigidos no Curao Anncxo.
12. Oa meo-pensionstas se apresmtarJo no
cstobeleeim .'nto nis dias lectivos, a bcras em que
aa aulas ae abrirem, e desde entilo al aereTi en-
cerradas tarde ; sai equiparados aoa pensionis-
tas, qnaato aja eatudo.-, alimontacio e recreio.
13. Oa alumnos externos a teem direito 4a li-
eoea e explicacos dos reepe.ccivos profeasores.
14. Oa p<:nsi>nistaa qoe por incuria ou poaco
x-lo de aeua pas ou encarregados, nao tiverem os
obj-ctos e roupaa exigidos, de mido qie aio pos-
sam apreaentar-ae com a decencia devda, serao
mandados para a eaaa destes, ae aa recllitoac53a
do regedor, eitas por escripto e por mus de daas
v<-xea, nao f.irem atteadidas.
15. A peusio annual de 300 que pagam o
alumnos internoa do Gy noaaio, se cobrar pelo
anno lectivo someoto, dividida em pitstacoea de
OO cada urna ; comecando a primeira em Feve-
reiro, a segunda em Maio e a terceira ein Agosto, e
termiuari no fimde Novembro.
Para 03 alumnos de instruceio primaria que
devem ao achar no estab-lecimento no dia 16 de
Janeiro, a pr meira preatoc) ser antecipada aem
augmento de penaio.
A pen3o annual d is meio-penaionistua, aira de
180, em trea prestacoea dj 60 cada urna, effe-
etuad* a cobranca do meamo modo que para o
internoa.
Oa externos pagam 6 de mitricula durante o
anno lectivo peto astado- ce a:n a preparatirio ;
9 p>r loa3 e 12# a'ah pir diaate.
16. Os alumnos internoa de quilquer categora
pairario naen:rada o por ama s vei, urna joia de
20* ; dous irmioa p igaaa 30<, aeodo 15.1 por cada
am, e n|o bsveri mai augmento de jo:a crescea-
do o numero destes.
17. O Iaatitato encarregar-ae-ha d:i lavagem
da roupa do8 alumnoa internoa que mi tiverem
qaem o fac por fra, e iato mediaote lfi em ca-
ja prestacio. Eate patramsot> ae fari de modo
idntico ao da penai e c mjunctamente con elle,
dando diroito aos coacerioa daa p-c do enxoval. ...
18. Aa despease com livrjs e maiaoojectos in-
disp.nsavcia para a eacripturajio, correm par
conta doa alu nnoa internoa ; devendo sus pas oa
qu-m oa representa/ deis ir quantia auffioiente para
ease f T-iecim^nto.
19. Nenhum pedido oa reclamaca i de alumqo
aos paia, tutores oa correapondeates dever aer
onvido sem ovistodo regador.
20. As aahidas sao reconapenaa do boin procaai-
m-uf.o e do progresao doa internos em eua eatu-
doa. Oa qae aihirem devarao recolber se a 6 e
meia hiraa da tarde.
21. Todoa aem excepcio, graode e n-quenos,
serio obrigadoa a trajar o naiforma do Gymaaaio
noa lias para isto de ter mi nidos.
22. Oa alumoea ioterooa trooario roupa duas
vei^a p ir semana.
23. Abrir-se ha o auno lectivo no dii 3 de Fa-
vareiro e em 31 de Oatubro se reuair a congra-
g doa examea que deverio ter lugar no correr do mes
de Njvemiro.
A aula de iostruccio primaria se abura no da
[6 to Janeiro e funecioaar at 30 de Nivembro.
24. Aa tena d fim do anno eomeoario ni 1.-
de D i mbro p oo da 15 de Janeiro para oa de iostruccio prima-
ria e 2 de Fevereiro para oa de inatruccao secun-
daria.
Sio feriados ainda: 1. o dominroe e dia
aantificado, 2. oa diaa de feata aacioual e o dia
27 de Janeiro, 3 oa de lato publico declarados
prlo giverao, 4o o< de car mval e quarta-feira de
cinaa, 5- os da aemana santa, 6 o da sommi-oao-
r-cii doa defuut-e,.7- as quioua-feirai, nao ha-
vendo da santo ou oatro quilquer feriado na se-
mana.
25. Durante as feria nio havcrieitodo nem
amaa no eetabelecimsnto. Todo oa adamaos de-
vera i ae reiirar para a* caeaa da aeos ,jaia oa de
qu--m is representar, para qae mais livremente e
noa termos do art. 196 do regiment interno, o re-
gedor m .nde proceder aos servicia qa forem ne-
caaarioa ao completo asseio do instituto e ao
rep.ro que nao ao poderam- ter teito dorante o.
nano. ...
26. Oa peoaioniataB sio obrigadoa t, a presen-
tar se no Gymausio na veapera da ali-rtortsa
ann l-elivo
Enxoval ios /amaoaaatorjioa do Gymnat* a
1 b~.net com pata honaontal e diatinctivoa do in-
titulo. j
1 palewt preto de panno Gao com bok : doaes-
doa, calora e collete do meamo panno.
2 oolletea de brim branco coa botoea dourado.
, 6 paleiotB e 6 caleaa de orto paedo do
salde que o coaiame preto.
4 caroolaa, C camisa e 2 dita de doimir.
U pare de meia.
t

1
'



/crnambuco-Sexta-ieira 0 de Janeiro de 1888
6 leocos o taco*.
1 gravata preta deseca 3 ditas de setim oa
chita pin. o nao ordinario.
2 parea d< aapstoes p>.r rs fas ordinarios e
extru oe cuuro
oo de qatlqoer qualid.tde.
Boopa de cima : trstvistirM, fionhs, lences
ecobertm
Toalbaa de i c ato.
Escova para dente*, ditaii de tato e sapstos, gra-
xa, tesoor i de nonas, p. ratos fino e de a'isar e
um espelai cho.
NOTA
i.- Oa iutressados devsrio ver oo estabeleci
ment o mclilo do booet, jaletot e di.tioctivos.
?.- Aoa a amaos qoe eatrirem no Gymnasi
cono intero m e pela primeira ves, ge permitte
qoe facam o m da roopaa qoe trouxerem de toas
casas at qui ai iaatilisea
Gymoasio, 3 da Janeiro da 1888.
Regador conego Anlonit Arcoverde A. C.
--------------------------------------------------^. i --------------------------------------
A viuval). Eulalia Ernestina Carneiro Caval-
cante echando se gravemente enferma e seco re-
cargo algara para ai o pata cinco filhinhos, que
mais a affligtto em torno de tea leito, roga a al-
gumas pesauss um obalo d mola pelo am ir de Dos. Reside roa das Car
rocas n. 32.
Casa Feliz
E 39
Voto de gratido
Nao obs uta ter sido o abaixo asigna-
do ioteliz a-isaa candidatura deputacjlo
provincial ai elcicla, do 3P de Dazembro
ultimo, nSo 3e jalga pr isso desobrigado
de manifestt.r como t->:s p-lo modo mais
solemne, se i sincero reconhecimento aos
illuatrissimos senhorea jleitores do 6. uis
trido, onde :onta amigos dedicados muito
distinctos, que o Buffrigarain, honrando o
d'est'arte co n saa confianca. A' esses o
abaixo assigiado offerece o seu muito limi-
tado prestiav), e reitera os protestos de sua
estima, e eousideracic.
Recife, 4 de Janeiro oe 1888.
Pedro 'Oauiiano de Ratit e Silva.
' Os h o me ns de scienui nao esto de ac-
cordo sobre s causa das propiedades me-
dicas dos divirsos leos do figado de baci-
lhio; unsqu-rem que sej* o 61o, outrus
o pboophoro alguns finalmente pensarn
que a materia gordaroaa, que determina
um augmente de peso e concorre para al-
liviar os solfrimentos dos dosntes. Esta
'questio acab i de ser revolvida, grabas a
urna deacobeita recente do Sr. Chapoteaut.
Este pharmaceulicoj mu.to eonhecMQ pelos
seas trahalhoii scientifi eos, retirou do oleo
o seu prineip o a,ctivo e regeitou n parto
gordorosa. A *ste producto o Sr. Chapo-
teaut deu o nome de Morrhuol. Empro-
gando-o, os loedios verificaran: o HUg:
ment de pos > dos doentes exactamente
como se tivesiom tomado o proprio oleo,
a diminuicSo rpida da tosse, o reappare-
cimento do sorono o do sppetite e o rea-
tabelecimecto da saude.
_____fOMEUPA
Balsa com uerciul
C0TAV0K8 OPFICIAKS U\ JUSTA i.)8 COtt-
RRCT0RB8
Heeite 5 de Janeiro de !868
Acedes da com tnhia do Bsberioe, do valor de
100 a 155*1 XX).
Cambio sobre ib Paulo, 40 d/v. com 1 5/8 0/0 de
descont.
Na ora du I ol:.
Vendern i-ae :
16 acedes aa :ompauhia do Beberibe.
20 ditas idem.
21 ditas idem
11 r-rp-rt;p?*-.
Angosto Piutu de Lrmos.
i Mrrr tarto,
Pedro Jjt Piulo.
Hotimento liancstrio
bboot, 5 es jarano na 1888
t-RACA DO RECIFE
Os bancos abi iraca boje a 23 3/1 d., ofierecendo
logo" toaos sacesr a 23 7/8, 15/16 e cmfim a 24 d.,
com a condicio de diuheir.. pr .-mpt.-, devido isi
principalmente i precisas de dinheiro para o norte
pelo prximo va >cr.
Retirsram-ae do mercado o secadores particu-
lares, na ei pe rauca de sei temporaria a ultima su-
bida
PRACA I/O RIO DE JANEIRO
Ii.floJdo ttmb m pela falla de numerario, c mer-
end do Rio mostroa tendencia a subir, saccando
os bancos boje a 23 3/4, o articulares a 23 7/8
e 15/16. ^
As tabellas expostas, aqu fo> :n estas :
Do LoaDoa B,. :
<) df* vila
ooodres....... '3 /4 23 I
P,.ri8........ 4C0 401
Mk.......... 401
amborgo...... 497 502
Fortajtal...... 224 226
New^York...... 2* ISO
!)o TaaaiCio iai. :
tu dio d vta
landre....... 23 3/4 23 1/2
priJ........ 400 404
talia.....;..... 404
amborgo........497 bOa
Lisboa e Porto..... -1 226
i>rincipaes eidads de Porto
u-al....... 231
New-York...... 2*W
, >,i EawLiSH B ihk :
HO d/o vUx
L.mdres....... 3 3/4- /3 1/2
Pana. ...'.... 400 404
Italia. ....... 401
amborgo .....". 497 502
Usbpa e Porto .... 224 226
-Vinipaea cidad de Portu-
gal...... 31
Ulia dos Acores '. 234
lha daMadeira...... 231
N.:T-York..... 2*130
a 5 DB JASaiEO DB 1888
A A$ocia$o ommercial Ajriea'a, regusrrou o
pr-C03 abaixo, pifos ao agricultor, por 15 kilos :
Urina Pinto ..... 2*600
Colonia Isabel (sabio) 2*80^
rerbioa pa!verisn?t (baixou) 2*200 a 2*300
Bisoco 3.a saperia.- (sabio). :>{600 a 24800
3.a boa ... 2#50O *a 24600
. 3.* reeul.r 24300 a 4400
Sonenos (subi). 1*700 a 14800
Mi^eavado porga lo 146CO
< oroto sobio). 14500 a 146.0
Rtame (sabio) ... 14300 a 14380
Cols;.i de a>l^< dita
BM 5 Hl JA5BISO J3M 1888
lioave peqntua> vendas do de 1' o:te do ser-
tic a 64600 pr 11 kylos.
fm9rm*m d e jetar > slgod*
oa jMtto
Atmear
Eatrailta Oa Saoroa
B.rcacas......2 4 4 23 761
fia-tena de Ca o aro Si4 2.593
Aiiisss..... 3 4 5 3.556
V a-frrea de 8. ?raoico 3 i 4 7 909
fervea de Lii a reiro 3 4 8 6 403
Uoaua. 48.332
lll I
PRAC\ DA INDEPENDENCIA NI. 37
DE ANTONIO A. i'CltTO
Aos lUOtOOO&OOO
Venden da 1.* ext'rai-ca da 11 loter a extrahida
honrem, 4 da Janeiro, a s rte de 1:0004 n. 3207,
. jorte 2504000 n. 3 88 e 390.
Tem exposto venda os seos felises bilhetes
t'arantidos da 3. extraeci, a beneficio da Santa
Casa de Misericordia qo> se extrahirt no dia 13
do corrente.
Escola Dartical^r coinstracarpri-
o
CAVA. DE ERSIMO H01fi!l*'0
36Ra Velha- 36
O abaixo assignado, participa o illus
trado puoJico desta cidude, que abri sua
Escola particular de instruogao primaria
para o sexo masculino, ra VelLa n.
36, (Boa Vista) onde esmeradamente se
dedica ao ensino de sena alumnos.
Educa e instrue a iotincia p-. > mclhor
eystema dos principaba collegioa da corte
de imperio, onie por .Igum terop<> demo-
rou-se 4 patseio, cujo eystema a delica-
eeza, a vocacSo, a paciencia intima pa
ra o ensino, azendo com que os seus dis-
cpulos sigam o camimo da iajelligeniia,
da honra e da dignidad* com sznlos con-
scllios, sis li(5es, -fin de que venham <
s r o futuro sustentculo da patria, da
religiao e da lei, e um verdadeiro cidado
brasileiro.
Espera merecer a confianza e a proteo?
5S0 dos pais e tutores das cri^ngas que
queirain aproveitar um rpido adian.ameu-
to de seus iilhos ou tuteados, e em parti-
cular tem t robusta em todos os seus
compatriotas pernambucanos.
Comquanto ousada se* est* tentativa,
todaviu espera que os seus in^ansaveis
esforgos, e os seus puros desej is sejam co-
roados com a feliz approvacSo de t idos M
filhos do imperio da Sautt Cruz.
Espera finalmente, quo o reepeitavcl
publico saiba apreciar do perto o seu ver-
dadeiro ensino primario, onde rapidameoto
aS criangas abragam e imam de coragao
aos livros, as ciencias, M lettras e as artes.
Mensalidade 2(J000 pagos adiantados,
no r-cto da matriu-ula.
Horario das 9 horas da manhil s 3
da larde.
Recebe meninos internos por 30$00
measaes.
M'-'io pensionistas por 15/5000 raensaes.
P^r cada um preparatorio 40000 m-n-
sacs
Hrimeiras lettras 2JG0 roensaes.
Msica o piano 4U JO mensaes.
Pgamentos adiantados.
36-RA VELHA-36
Ju'io Soares de Azsvedo

AlgOddo
E'jtrad&s Dms taec
Burcacas ...... 2 A 3 70
Vapoiea ... ... 2 3 300
Va-terrea de Caruai . 2 4 5 7
Animaes...... 2 4 5 48
Viii-fenes. de S. Fraucisco . 2 a 3 US
Vi a-frrea de L'.moeiro 2 4 3 274
Somma . 883
Fretaments
Foi eflectoado bontem o do brig. ing. Flc'w
ing, para carregar na Parabyba, com destioo aos
EataOus-Unidos, assuear a 22/6 e 5 /#.
Vapor despachado
Vap. nac. kspirto-Sactc, sabido binteui, le-
voo para. .
Rio de Janeiro : 300 ta'c;* com milb", 130 di-
tos com cocos (froeta) e 10 ditj c>m phosph&ta
de cal em pedra.
\aviv doapachnd*
Pat. port. Pereirs, subido h ni, levou
para :
Lisboa : 1.000 saceos com aisuear o 1.356 OMs
ros seceos selgados.
Poeta : 5tX) saceos, 2/2 bairicss c 40/4 com as-
suear branco, 800 sacc-s c<*m dito mss.-avad >, 260
saccas com. alffud', 680 coures toceos salgados.
1 barrica com caf, 1 pipa com kguarltnte e 1
barrica com farioba de oaodioca.
Carreg. Diversos.
1*tanta da Alfandrga
ltIl DB 2 7 DE JAKI1BO DB l."r8
(Vide o D ario de 1 de Janeiio
Vavus carga
Barca nornegoense Chr'nnt E'isaletk, para Esta-
Sos-Unidus.
Barca ingleza Matilda C. Sith para Liverpool.
Barca inglesa Chilena. pra Canal.
Barca americana May G. Reed, para Estados-
Unidos.
Barca nirneguersi Vega, par Estados-Unidos.
Barca nortugu'za HaUina, para Lisb.a.
Batea ingles> HIda, para Liverpiol.
Barca nora'troensx Brodrene, para Liverpool.
Barca noruegoeoa- Echo, pira Canal.
Barca nacional Manann'nha, p*rs Pelotas.
Barca americana Mary fi Ruesell, para Estados-
Unidos.
Barca portuguesa Novo Silencio, paia Lisboa e
Porto.
Barca inglea Quera of the Fltet, para Liverpol.
Barca portugueza Q-tileria, para L'*b)a e Pjrto.
Barca adema Anna, para Uonrvi-:e*.
E cona noruegaeose iSlieter, pan Uu (jraude d.-
snl.
Logar allemo Blitz, para Mootdvido.
Lugar niciooal Loto, pira Rio Glande do'.Sul.
Lugar naeional Ztqv'uha, para Eio Grande do
Sal.
L Lugar aiaerieaao MascAtc. para New-York.
Lear hollandes Leemhwt, para Rio Grande do
Sul.
Lugar ioglec Clulha, para Lverpjof.
Utgar ingles FontiiU, para Canal,
Vapor ingles Merchant, para L'verpool.
Vapor nacional Marinho Vitconde, para Mac&o e
escala.
Vapor ingles P/oicergate, rara Liverpjjl.
Vavlo descarga
Barca norueguens" hevathan. carvo.
Barca ingUsa Ranavola, carvo.
Barca noruegoense Lovtand, carvo
Brigne sllemio S nu*. varias gneros
Escuna allem Frcnt'uka, xur^ue.
Escnna porneguense R'form, xarque.
Lugar ingl-x Uliter, bacaib4o.
Patacho allemo D. Pedro, xarque.
Patacho nornegoense Vaarbui, carvo.
Patacho diosrr.arqaez Elyee E',y, Varios gneros.
Patacho dinamarqus L'.wings' ne, farello.
In por taca o
Vapor amen ano Advance, entrad.) de
N'.w Tork e escala em 4 do corrento e
consignado a H'-nry Forst.er d C, mani-
fsstoa :
Agua-raz 20 caixas ordem.
Amostras 1 volurae criis.
Uaoha 50 barris a Jo quita oarto Si-
wSia & C, 150 a Pava Valente & C.,
50 aoa consignatarios, 25 a Augusto Fi-
gueiredo A C., 50 Joio Moreira &. C,
JOO a Soares de Amoral Irmloa, 50 a
Fraga Rocha & C., 10 a Eonaty Rodrigats -d C, 50 o.
CoIIegfc Instituto Acadmico,
iodego .53
As aulas do colleglo faram encerradas no presen-
te anco lectivo, com 38 alomaos Internos, 12 tem-
internos e 23 externos.
B.-aaltaslo do a essmes prestados
peln nliimnon do Inatiluto, sso
prente ano leetlvo de 1899.
Portugue
Antonio Leitc Magalhits Bastos Jnior, appro-
vado plenamente.
Antonio Augusto Pereira da Silva Filho, idem.
Antonio Jos Preir Jnior, idem.
Antonio Augusto Ribeiro, id- m.
Augusta Jacobina Romagueira, idem.
Domingos \ntooio Alves Ribeu-o, dem.
Eugenio Oscrio de Orqoeira, dem.
J laquim Pereira da Silva, idem.
Julio Alves d.; Araujo, dem.
Julio Jauubina Komagueir, idem.
O lilon Nstor di Barros Rib-'iro, idem.
A berico dos Santos Coimbrs, spprovado.
A -tonio Femandes Ribeiro Jnior, idem.
Bemvenuto Bemvindo da Silva Loorniro, idem.
Heoriqoe Josqoim Ferreira Crui, idem.
Julio da Conha Pdreira Brsnd&o, idem.
lieprovai j 1.
Vanees
Odilon Nstor do Barns Ribeiro, spprovado com
distioccio.
Antonio Augusto Ribdiro, approvado plensmeote.
Auto Leito Magalbaes Bastos Jnior, idem.
Antonio Jos Pereira Jnior, idem.
Julio Alves de Araujo, idem.
Luis Deodato Msnteixo, idem.
Arthor de Oliveira Cavsqoinho, approvado.
Antonio Augusto Pereira 8a Silva Filho, idem.
Reprovadoe 3.
Ingle*
Antonio Leite di Magalbaes Bastos Jnior, ap-
provado eom distiuc^o.
dilon N.stor do Barros Wanderley, approvado
plenamente.
JoSo Tavares de Carvalho Silva, idem.
Olavo Marenbo, app'ovado.
Antonio Jote Pereira Jnior, idem.
Carlos Nunee Ferreira Coimbra, idem.
Krancitco Augusto Pacheco, idem.
ArUhmeiea
Antonio Leite Magalhaes Bastos Jnior, approva-
do com d8tncco.
Antonio Augusto Pereira da Hlva Filho, idem.
Jcaqoina dos Santos Lessa, idem.
Adolpho de Almeida Guimaraes. approvado plena-
mente.
AmaJo dos Saatis Coimbra, idem.
Ant mo Henriqui' Lopes Barros, idem.
Antooic-Feroaodts Ribeiro Jnior, idem.
Antonio Jos Pereira Jnior, idem.
Antonio da Cooba Pereira Brand&o Jnior, idem.
Antonio Augusto Itioeiro, idem.
Arthor de Oliveira Cavaquinho, idem.
Eugenio Osario ai> Cerque'ra, idem.
Joaquim Pereira da Silva, idem.
Jo< Populo de Mendonc VaeconceHos, idem.
Jo.- Luis Gunyalves Ferreira, id -,u.
Jos Manoel Lina Wanderlty, idem.
Bemvenuto Bemvindo oa Silva Looreiro, appro-
vado.
Bernardo da Cmara Guimaraes, idem.
Jolio. Alves (le Araujo, id-m.
aTalicio C^mboim do Meudonca Vaaconcelios,
idem.
Srverino Barbota da '.ilva, idem
Keprovado 1.
Geomerta
Mauoel .Marques do Auioii.u Jnior, approvado
com distioeco.
Adolpho de almeida Gnimaree, approvado.
Antonio Jote Peieira Jnior, idem.
*PB
Joaquim Ferreira s Carvalho & C 75-
nrdem.
Cerveja 7 barricas Soares do Amarul
Irn.los.
Ctal^gos 10 eaxai Francisco Man ij
da Silra & C.
Drogas 5 voltimp ordera. 2 a A. M
Veras 4C, 12 a Faria S.bru.ho & C.
Electro-plate 1 caixa aos consignatarios.
Estopa 20 fardos ordem.
Farioba de trigo 801 barricas aoa con-
signatarios, 99 h Julio & IrmSo8, 50 sac-
eos a H. Nuesch & C.
FerrHgens i volutne ordem, 7 a Mi-
randa & Sotiza, 2 a Ferreira Guimaraes
AO.
Qraxa 1 volume a Gonc*lves Risa <6
F< PinU.lfS.
Kerosene 7 chxs aos consignatarios.
Mullas para cairos 3 eaixis ordem.
Meroadorias diversas 3 volutnes OT-
dcu., 3 a T. hristianstn, 1 a W. Halli-
d(.y & C, 2 a Ja.-iatho de Azevedo & C,
3 a Santos & Irmao, 2 a Reis e Santos, I
h Kibeiro & Almoida.
Maizena 50 caixas ordem, 60 a Joa-
'.uim Ferreira de Carvalho & C, 50
Gon^alves Rosa c& Fornaudes.
Oleo 10 caixas ordem.
Perfumaras 14 volumes a A. Ouarte
Carneiro Vianoa.
Ps de ferro 30 feixes k W. Halli ly &
C, 40 a Gomes de Mattos Irmitos.
R;logios 8 volumes ordem, 1 a A.
Laberty, lia Arthur & Desiderio, 1 a
Reis & Santos, 2 a Ferreira Guimaraes
&G.
Teiidoi diversos 5 volamos Machado
& Pereira, 2 a Angelo Rapbai-I C
Toucinho 53 barris a Augusto Figuire-
<)o & C, 50 a Sosres do Amaral Irmaos,
20 a Fraga Rich & C, 40 a Paiva Va-
lente d C.
30 a Josquim Ferreira de Carvalho 4
C, 60 ordem.
Tinta 30 volumes a Gom:s de Mattos Irmaos, 25 a Guimara-s Cardoso & C-,
20 a Conrad Wacbsmann.
V-loi-ipedes 1 volume n Gomes de Mat-
tos 4 Irti?.os.
Vidros 19 voluoi-j a Ferr-ira Gutrca-
raes & C.
Paquete nacional Espirito Santo, entra-
do dos portos do norte em 5 do correi.to
o consignado ao Viseondo de Itaqui do
Norte, rnanifesteu. '
Borracha 1 caixao a Rodrigues do Fa-
ria A C, 1 a Costa Lima 4 C
Barris v. zios 60 a Manoel Marques de
Oliveira.
Colla 5 bsrriicas a Joao Vctor Alves
Matbeus & C-
Gomaia 30 encapados ordem.
Medicamentos. 1 caixa a A. D. Carneiro
Vianna.
Pipas vazias 10 a Manoel Marques de
Oliveira, 20 a Amoriiu & IrmiLs 4 C
Pomada 20 cuahet-s 4 orden I
Lugre ioglez Blanche, entrado de Terra
Nova em 5 du corrente e consignado a
Blackburn Naedbam 4 C, manifestou :
Bacalbo 2,550 barr:as e 1,030 .ctias
aos consignatarios.
Expartacdo
aova, 4 un iabbibo ob IMS -
i^nra o ewerior
No vapor mglfs Merchant, carregaram :
Para Liverpool, B. Oliveira C 1,276 saceos
com 102.100 kilos da assuear masca vado.
Na barca ing'esa Mathilda, carregar am :
Para Liverpool, 41. Lima ox. C. 1600 taces eom
13,868 kilos aa aigoiao.
Na barca inglesa Qaeen of the FUet, carre-
goo: *
Para Liverpojl, J. H Rexwsll 1,157 saceos eom
76,798 kilos de algsdao.
No ajar ingks Cteto, cairegaram :
Aotoaio Manoel da Cmara Sampaio, idem.
Josqoim dos Santos Lewa, idem.
Jos Poplo de Mendonca Vascancellos, idem.
Jos Luis GooQlves Ferreira, idem.
Miguel de Sanca (Ais Oliveira, idem.
Severino Barbosa da Silva, idem.
Geographia
Antonio Manoel da Cmara Sampaio, approvado
plenamente.
Antonio Jos Pereira Jnior, idea.
Josquim dos Santos Lessa, idem.
Carlos Nones Ferreira Coimbrs, approvado.
Jcs Poplo de Mandones Vaseoncelloa, idem.
Jos Luis Goncalvea Ferreira, idem.
Jejo Tavares de Carvalho Silva, idem.
Historia
Antonio Jos Pereira Jnior, approvado plenamente.
Antonio Manoel da Ca nara Sampaio, approvado.
Arconcio Camboim de Mendonca Vasconcellos,
idem. .
Carlos Adour, dem.
Carlos Nones Ferreira iiinbrs, idem.
Jos Liz Goncalves Ferri irs, idem.
Beprovado 1.
Philotophia
Antonio Manoel da Cmara Sampaio, approvado.
Jos Luis Ooncalves Ferreira, idem.
Miguel dd Santa Cruz Oliveira, idem.
Aula primariacomplementar
Achules de Lemoa Foerstemberg, spprovado com
distinc^ao.
Alberto dos Santos Macedo, idem.
Domingos Jos Goncalves, idem.
Eduardo Jorge ^ereira, idem.
Malsquias Antonio Goncalves Filho, idem.
Marciouillo dos Santos L.-ssa, approvado plena-
mente.
Quintino Franco da Cunba, idem.
Vicente de Paula Cavalcsnte de Albuqnerque, dem.
Virgilio da Cuaba Biairi), dem.
Feruuuo de Mendonca VatconCcIloB, idem.
RESUMO
Approvados com distioccSo. 11
Approvadoa plenamente. -1!
Approvados .....36
67
Reprevados 7.
Inhabilitados pela prova escripia 12.
Completaran) o curto de preparatorias exigidos
para matricula oas Facoldades do Iunperio seis
alumnos.
As aulas do Instituto recomecirao na dia 15 de
Jaueiro de 1888.
C'llegio InstitQto Acadmico 27 de D sem-
br de 1887.
O director,
Jos Ferreira da Crux Vieira.
Lotera do Para
A Ia serie da 15 lotera do Para corre
no dia 4 de Janeiro com o plano e......
120:000,5
empre bon resaltados (4)
A maior parte dos remedios que boje
existent venda, destinados a combater aa
enfermedades ds peito e vas respiratorias,
alm de um gosto mais oa menos repug
Dante, conten ama grande quantidade de
opio e, com quanto sejam, muitos delles,
calmantes netaveis, tin o grande incon-
veniente de excitar o temperamento e pro-
vocar prisSes de ventre muitc rebeldes,
que sempre produzem reaccSo sobre o es-
tomago, cerebro e intestinos.
O Pectoral oe Cambaba', remedio bo-
je reconbecidamente efficaz, longe de cau-
sar esses inconvenientes, devido sua
noffensiva preparacao, aprsenla a vanta-
gem de ter um gosto agr^dabilissimo, o
que o torna pref-rido pelas senboras, crian-
zas e todas as pessoas de paladar delicado.
O Peitobal de Cambaba' sem duvi
da, o remedio que mais convm s crian-
cas acommettidas de coqueluche ou tosse
nervosa, asthmu, catharros pulmonares,
rouquidao, dores de garganta, etc. A ac-
gao deste medicamento, ando sobre as vas
respiratorias, como se prova com attesta-
dos mdicos, facilita a expectorado, cu-
rando, no geral, prompta e radicalmente.
Clleglo de Santa Lucia
Para o sexo femiiii.it>
A directora deste Collegio participa aos illus-
tres pais de familia e ao publico em g--ral que o
mesmo < 1 '. yio oe abrir no da 7 do Janeiro do
crreme ann >, eontiooa a receber alumnos inter-
ns, meio-pensionisuts e externase
As mensalidades seraj pelo preco mais rasca-
veis.
Roa Duqne de Csxias (antiga do Queimado) n.
70i- andar.
A directora,
Anna do Reg tarrete de Almeida.
Para L'Verpoo', f. Carneirj & (3. I'-O > ac; m
com 46,8O kilos de assuear mascavado.
Na barca inglesa F. Light. carregarain :
Para New York. V. Casca &Fiih> 2,416 sac-
eos eom 181,2 0 kilos de assuear mascavado.
Na barca portuguesa Sultana, carreguu :
Para o l'orto, Leobino Lima t; saccas rom
..3-' kilos de aigjdj e 321 couros salgados com
3.852 kilos.
Paro o interior ,
= Xo patache ncruignense Aiescr, carreggou :
Para o Kio Granae do -iu!, J. Borg^s 350 Bar-
ricas com 33,100 kilos de assuear branc '.
No vapor nacional Arlinio, carregaram :
Para o Rio Gfaiide r'o Sul, t* Alves & C. 0
barricas com 1,910 kilos de assuear hranco.
No vapor nac. u>.l f'spinto Santo, carre-
gou :
Para o Rio do Janeiro, B. C. M. Vieira 10,000
eocoj, t.-uela.
No vapor nacional Princpe do Ordo rara,
Cirregon :
Para Babia, M. Cunha 50 barricas com 5.813
kilos de aaSUCar brauco.
No vapor francos Filie de Montev.dio, car-
regaram i
Para Santos, S. Guimnraes fcp- 400 saceos
cem 24.000 kilos de assuear br.nco e 530 dita
com 30.000 ditos de dito mascavado.
>o vapor americano Advanee, carregaram :
Para Sanios, P. Alv's He, C. 50 birrieas cem
3,000 kilos d assuear refinado. < pipas e 20 bar-
ra com 4,81 0 litros de agurdente.
Para o Rio de Janeiro, Costa & Femandes
11.100 cocos, fructn, 2,000 mangas idem e 1 bar-
rica coin abai-axis.
No gar nacional afoia 1, carregou :
Para Maco, M. Atnorim 15 barris com 1,440
litros de agurdente.
No vapor nacional JLtr.'nAo escond, carre-
goo :
Para Muco, B. Torre&o Jouior 1 barrica com
60 kiloa de assocar refinada.
No vspor nacioojl Pernambaco, carrega-
ram :
Para Msoaos, P. Pi.t- i C 30 barris com
2,880 litros de agoardente; H. Oliveira 20 barra
eom 1,920 litros de ar,oard. nte e 20 barricas com
1,250 kiloa de assuear branco.
Para Para, Paolo M. da Silvj 5"0 barricas com
33,589 kilos de a ucar brauco e 200 saccoj com
12,0-JO kilo* demilho ; M. A. Sanna & C 25 bar-
ricas com 1,773 kilos de assuear refinado.
Dinkeiro
RECBBIDO
Pelo vsp. ose. Espirito-Santo, procedente dos
p irtos do norte, para:
Prente Vianna C, 4.000000
Joeerh KrauBe 2.0ajO"00
Martios Fmsa s C. 1.701*600
Joaquim Fernandos do Monte 1.50-'J*0O0
Heraeiros de BowJfcn C. 1.500*' 00
Maooel Alves Senoa C |.0O0#00
Lonaon & Brasilian Baok 495*000
Miguel Jos Alves 230*000
EXPEDIDO
Pelo mesmo vapjr cima, para :
Macei 40:000*000
Rio de J.ceiro 15.600*000
IteadHiufrito* ptibl'ctro
HBS DB JANEIRO
Alfandega
Renda geral :
'Jodia 2a 4 159.354*474
dem de 5 39:160*578
Reoda provincial
Do di. 2 s 4
dem de 5
22 019*118
15:798; 48*
198:5150?2
37:812:602
Sommi total
236:3.>7it54
Segunda seccao da Alfandcga, 5 de Janeiro de
1887.
O tkesoureiroFlorencio Donxxngues,
O enefe da seccaotoase::
Kerenedorla (eral
Do dia 2 a 4 4:470*157
Ideas d 5 710*760
5:181*107
sBecebedorisk proviarial
l-o dia 2 a 4 24:061 A329
Idam u. 6 11:865*414
De dia 3 a 4
dem o* 5
eeife
Uralaase
947*380
230*0
85:9261743
1:177*950
Br. Cerpra La
HUDICO
Tem o seo escrptorio ra Duque ac Caxiac
n. 74, das 12 as 2 boras da tarde, e desta hora
em diante em sua residencia ra da Ssnta
Cros o. 1.
Especialidadesmoestias de seuhoras e eriau-
cas.Telophone n. 326
-----------------a ----------
Clnica inedlco-crnrgtca
DO
Dr, Alfredo Gaspar
Especiu iii.:Parios, ui.tiost.ka de seuhoias e
eriancas.
Reside.iciiRui da (alpstnVfSJa. 1, "aaiar
Telephone a. 226.
aiJLRACSES
!^. Ks J.
Sociedade Recreativa Jo\e
tssembla geral eXtrnordlntarlL
De ordem do Ira. Sr. presidente, convido toco*
os Srs. socios a comparecerem domingo 8, pelan 4
boras da tarde, na sede social, para era fiestao tia-
tar-se de diversos ?ssuroptoa.
Secretaria da sociedad Recreativa JuveH, em
5 de Janeiro de 1887.O 2- secretario, ,
Francisco Rodrigues da Cooba.
Coinpanhia locomotora
pernnnibueana
issembla geral
2 convocacao
SSo novamente convidados os seohores acci)-
iscas a se reooirem em assembla geral ordin.i-
ria, s 11 h ras do dia 20 do correte,- no escri-
torio desta coinpanhia, rna d. Visconde i!e
Itaparica n 7, afim de ser prenotadas as con-
tas do anno 6odo, proceder se s elricSes paia
a nova administracao, cumtuissao fiscal, presiden-
te e secretario da aesembia geral, em vir'.nde do
art. 15 1, 2 e 3 dos estaiutos? "
De ca.it'ormidade ca o dispoato uo art. 13 dos
estatutos, ibuniao ter A logar com quaiquer nu-
mero de accionistas que comparecer.
. Eseriptorio da compMihia locomotora pernam-
bucana, 5 d9 Janeiro de 1888.
t. de Barr>s Barrito %
Secretario da H i-
Thesouraria de Fa-
ED1TES
O Dr. Joaquim Co rea de Oliveira An-
drat'e, juiz seattb mo em P-rtiambuiO, por Sua Magestade
o Iiupe-atliT o s-nhor D l'edro II, a
quero U-^us guar-ie.
Fa^o eab^r qu r-ndo se rrecada.lo por es:e
joizo o rajiotd 'i tiua>io br^aileirt .lacintho de
Medeir. 6 LNrbisa. qiiennan di-H"u herde'rra pre-
sentes re .iiieei-i:i.....n'c r..-,es, ana .ebaatado* p-lo
preaeutt: orm legtimos ouccess r-'a, oara, no pra-
so 'le trila dia?, se tiabilitaiem a h--ranca.
E para Ciinscr mandei pui-sar es:e edi':l iuc
serA pub;ic-'o p la imprenta e utxado no lugar
do cusiuiue.
Dado e pasando m -ta cidade do R cife, toi 16
de Dez-i.bro de 1887.
Eu r'r>.u<.ico de Siquora Cavalcaote, escrivo
subsurevi.
Joaquim Crrei* de Oliveira Andrade
Mercado Municipal de los
i iuov ment dcste Mercado no da 4 de Janein.
oi o se^ui&te:
: i. '.a..;. :
3 boia ^.-e o.lo 5,278 kilos, se.nio de Oliveira
Castro ".ti iitos oe 1*, e 12 de particulares
.651
kilos oe pfllM a it.' rOls
91 cargua de faltan a fc'tK) reis
23 ditas Cu iru-.:aa diversas a
ath. r.
11 taoieiroa a 200 reis
11 tiuinoa a 200 ria
Foram oceupauos :
2.r> coinmoaa a 600 ris
19 uompartiineiitos de iariuha a
500' ris.
23 ditos de comida a 500 ris
66 ditos de lei;umes a 400 re
34 ditos de faxendas a 400 r a
18 ditos de su i no a 700 ris
11 dit'.'s de redomas a 600 ris
l'l lalhos a l
8 ditos a 1*
A Oliveira Castro & C.:
54 talbos al*
:)eve ter sido arreeadatia ueste dia
a quantia do
Reudiineuto do da 1 a 3 do cor-
rento
Foi arrecadado liquido at boje
Precos do dia :
Carne verde de 240 a 4SJ ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Sumos de 560 a 640 ris idem.
rariana de M.) a 241 rsa a cuia.
Milho de 240 a 28) ris dem
Feij&o de 660 a 640 dem.
Hatad< uro publico
Foram abatidas uc Matadcoro da Cabanga
rexes para o consono do dia de boje.
Sendo: 68 roses pertencentes a OnveiraCastr>
6c C-, e26 a diversos.
Enibareaejtes surtas no lorto
em 5 de Janeiro
_ NACIONAES
13020
18*zOJ
6i900
2*200
2*200
15.0J0
9*5'J0
11 *500
26*400
13*600
12*6 i)
6*600
2 uOo
8*01>J
54*0"-
219*720
610*800
830*520
zenda
Sao convidados os Sr?. Praga Richa & C, Fon-
sica Irmaos, Antonio de Oiveira Mais, Mour-i
Borges 4 C-, Rodrigo C.rvaiho & C, Maia e Sil-
va & C, Mxooel Paolo de ilhuquerqn^, Beltrati
& Costa, Maooel Joaquim Alvea da Silva, Jos
Rufino Climaco da Silva, Joto Rodrigues de MoU"
ra e Joaquim Alvos da Silva Santos bmpare-
cerem nesta repartir, at o da 8 do corrente,
para Mfsi;iisrein o termo de contrato pnra ofor-
necimento de gneros e artigos ao prrsiaio de
Fernando de Norooha, i.o a mestre oe Janeiro
Junbo desta anuo.
Thesouraria de Faz*ndn de Pernambuco, 5 de
Janeiro de 1888.O aewetnria, *
Luiz Kiiiy:; 'o P. da Cmara.
Abertura das escolas
publicas
De ordem do Sr. D.-. inspector coral da instruc-
cao publica, f-ico haber aos peobores professores
pblicos de lastruecao primaria, que approximan-
do-se o dia -m que de conformidade com o art. 37
do reg-meoto das escolas publicas devem ser estas
reabertas, e auccedendo que em algomas 1 icalida-
des, por se terem retirado pelas f-rias oa pro sso-
res, deii-im elles de entejar seos trabalhos no
did marcado, pelo pn-seule cdital se Ibes recom-
menda muito atrict .men'.e a observancia do men-
cionado artigo.
Secretaria da Iustruccao Publica de Pernamba-
co, 31 de Dezembro de 1887.
O secretario
Pergeotino S. de Araojo Calvao.
Prrsident Trotscbe.
* Pereira.........
Quiteria..........
(juen ofthe Fleet...
Rayinoud.........
Ranavola.........
R"frin...........
Sultana...........
Sirius.............
Salem............
Sn.vrJrop.......
Ulster............
Vega.............
Vaarbud..........
Zeohir...........
* Zngara ........
Pi-reir Carueiro 4 C.
Amorim Irmaos & .1.'.
Amoro) Irma is 4 C.
J. H. Boxweil 4 C.
A' ordem.
Wilsoo Sons & C.
Amorim Irmaos 4 C.
Francisco R. P. Ouimaraea.
Fonseca & Irmaos.
Niemeyer Cabn 4 C.
A' ordem.
B. Needhao e C.
H'-rmann Lundgrin & C.
A' ordem.
Blackburn Needhan & C.
Johnslou Pater 4 C.
O sigual indica ter a embarcaco sahido.
Vapores entrar
HEZ DE DB JAKBIBO
94
C0HIQHATABIOS
A' ordem.
Visconde de Itaqui do Norte
Coropanbia Peroambocana.
C.-mpanhia Pernambucana.
Companhia Pernambocana.
Loyo 4 Filho.
(canhooeira de guerra).
Maodab ... ..... Companhia Pernambucana.
Mariaoninha...... Baltar Oliveira 4 C.
Marinho Visconde.. Domingos^! Matheos.
Marioho XIV...... Loyo 4 Filho.
S. Francisco....... Companhia Pernambocana.
Z'qoioha.......... Lryo 4 Filho.
ESTRANttEIRAS
BAVIOS "
Alnnca..........
# Espirito-Saoto...
(xiquii............
Ipojuca...........
Jsguaribe.........
Loyo..............
Lamego
avos
Anna Mara.......
Auna.............
Aotelope..........
Ashbrcod.........
B Blaochs........
rodreoe..........
Blits.............
Bertha............
Bolgeo...........
Beltries...........
Cbristioe Elisabeth.
Chilena...........
Clntha ............
* Centory........
D. Pedro..........
Eliezer...........
Ecbo.............
Elyse Hoy........
Erminia...........
Express...........
Flast Light.......
Franziska.........
Fletwing.........
Fonthill...........
Flowergate........
Gloater...........
Heleoe............
HenderkR. L,....
Hilda....'. .....*..
Budsoo...........
Jesmood..........
Leif..............
Leviatbao..
Lo ve tand.
Liwingitooa.......
Lillian............
Matilda C. Smitb...
May O. Reed.
Mary E. Russe
MaeotW.......
Meralant.....
L
Novo Si 1 encio..... f


COHSIOBATABIOS
Raltar Oliveira & O
Hermano Lundgrin 4 C.
J. H. BoiWll.
J. H. B: xwel.
Blackboru Needhao 4C.
Wilsoo Sons 4 a
Maia 4 Resende.
Hermano Lundgrin & C.
Hermann Londgrin 4 C.
Jebostoo Pater 4 C.
Consp. Great W. of B. R.
Via-ferrea de S. Francisco
Blackburn Needhao 4 C.
Jobnston Pater < C.
Pereira Carneiro 4 C.
Hermana Loodgrio 4 C.
Hermanu Lundgrin 4 C.
Wilaon Sons C.
A' ordem.
Hirmann Lundgtio 4 C.
A' ordem.
Hermano Lundgrin Si C
W. W. Robilliard.
H. Burle & U.
J. Boxweil&C.
A' ordem.
Hermana Lundgrin 4 C.
Hermann Lundgrin & C.
Jobnston Pater & C.
A' ordem.
N. J. Lidstone 4 C.
A' ordem.
Wiison Sons & C.
Wilsoo SouscfcC.
A' ordem.
Henry Forster 4 C.
A* ordem.
Fonseca Irmaos 4 C.
A* ordem.
Henry Forstar 4 C.
Ssmoel L. Johnston.
Jobnston Pater 4 C.
Baltar Oliveira 4 C.
Sol...........
Europa.......
Sul...........
Liverpocl......
Sul...........
Europa........
Norte.........
Sol...........
Hamborgo ....
Sol...........
Estados- Uoidos
Sol.........
Sol...........
Norte-----.....
Europa .Vi ..
olll...........
Sul.......... .
Arlindo...........
V\Ve de Montevideo..
Pernambuco.......
Orator............
Guahy............
Zren............
Ville de Pernambuco.
Maranhdo.........
Mondego..........
Compinoj.........
Para.....'.......
Fnanrc..... .....
Adeance...........
Conao.........s....
Mandos ..........
La Plata .........
Eip nto Santo.....
Neva.............
6
6
6
6
6
9
10
13
14
17
17
18
t9
19
23
24
27
Vapores suh
MBS DB JJNKII10
VMe de Montevid-j.
Pernam'.uco.......
Marinho Visconde..
Trent..............
Jaguaribe.........
V. de Pernambuco..
Mandahu'.........
tiaotoa e esc.
Norte.......
M os or.....
Buenos Ayres
Norte.......
Havre......
Sol..........
Sol......... Maran'ido ......
S utbamptoo. Mondego .......
Norte....... Pbrd...........
Sol......... Finance........
Est.-Unidos. Awance.......
Bordeaos ... Congo..........
Sol......... Mandos........
Boeoos Ayres La Plata.......
Norte....... Espirito Santo..
Soathamptoa, Nevo..........
s 10 h.
a 5 h.
6
7
7 s
9 s
9
10 s
10 s
14 s
14 s12 h
18 s 5 h
Ib s 4 h
19 a 4 h
19 1 b
24 a 5 h
24 s 2 b
27 s 6 b
29 1 b
Navios a entrar
Artotis........... Hull.
Colomba.......... New-Pjrt.
Dax.............. NiW-Port.
Ehea...-.'......... Rio de Janeiro.
Fras............. Hambnrgo.
New-York.
Rio Grande do Sol.
Rio Grande do Sul.
Cadix.
Terra Nova.
Rio de Jaoeiro.
Caidiff-
(i. C. Staoford____
Lopes Duarte......
Mariobo IX.......
Mette Joahaaoe....
Meteor............
Ryno ............
Solid.............
Seretha........... Terra Nova.
Taborda.......... Rio de Janeiro.
Hoviment do porto
Navios entrados no dia 5
Maoos e escala -12 ds, vapor nacional Esp.r.-
to Santo, de 1,999 toneladas, commandante Car-
los Gomes, equipagem 6', carga varios generes ;
ao Visconde de Itaqui do Norte.
8. Vi.-eote7 dias, vapor ingls Jemcn, de 973
toneladas, commandante C. B. AoU, eqotpagem
23, em lastro ; a N J. Lidstone.
Terra-Nova34*ias, lagar ingles Blanche, de 19o
toof ladar, capitao Robert Pa fery, eqopagem 10,
carga bacalho; a Blatkburn Needhsm 4 C.
Paspebiac (Canana) 44 dias, patacho ingle
Cenary, de 175 toneladas, capitao Francia P.
Ro*enl, equipagem 9, carga bacalho ; a Jo-
bnston Fater 4 C. ',
Terra-No va-42 dias, barca inglesa BeU-xet, de
373 toneladas, capitao A. Service, eqoipagem
11, carga bacalbo; a Johnston Pater e* a
Sahidos n> mesmo dia
Rio de Janeiro e escalaVapor nacional Espr.to
Santo, co-ommandante Caros Gomes, carga va-
rios gneros. .
Rio de Janeiro -Patacho ingles tingara, capital
Vf. Le Brocq, canga bacatbo.
Rio de JaneiroPatacho iogiea Century, capitao
Francia P. Romeril, carga bacalho.
Bakii Patacho ingles Snowdrop, capitao John
Batel, carga bacalbo.
Porto e LisboaPatacho portognes Pereira, capi-
tao Jlo Goocalves, carga varios fceneroa.

J IIFfilVFI
1


\ i
)
Estrada d* Ferro de
R'ibcirao o Bonito
.Maenabila seral ordinaria
Em imprim.ent i dj art. 27 do* Estatutos,
**<4re:t3 -i;i desta eapn sa convida aos Srs. accio-
niatut-j i) R8 ri'iiuire n ein assemb geral no
da 7 fls Fevereiro prximo a 1 hora da tard.1, DO
eicripnirro n. 73 fru- de Podro II, afii de
asaiitir.in a leitora do r-latorio o o mais que pre-
eei'ua ) citado artigo.
Beviv, 5 de Janeiro ce 1888.
Jote BeUarmino Vertir de Meto.
Oirrctur secretario.
Bilhetes de serle e asI_natiras
de cstudante
Recinbecendo directora que rnu_
alera le aua espitctMtiva tem do a i-fHue
fia de meninos de escola nos treris da
Oompmhia, em virtnrle da eoncesilo es-
pontst.ei que lhes fea anteriormente de
lie paisagem gratuta no tren de 8 1/2
, 9 1/2 da roanb.,1 e 2 1/2 e 3 1/2 da tarde,
o aveiiguando tier csasa dessa oxtraordi
rraria afluencia, -:ontra a qtial diversos
passaj.'eiros se l.n queixado, a resoluto
tomaca pelos p:a desses meninos de dar
pretcren< ia a escolas situadas nos extremos
>(a lie ha, aeonti-cen'lo virera meninos de
Beber i he ou Olinda para escolas no Recife
e dee-versa, reoolve restringir esse favor
a parir, .edendo delusivamente os filho9 ou tute
lados dos seus asignantes ou portadores
ile s'es o dos p si--g"iros constantes da
2* eLsae, dewe'do para isto os m-sirtoe
apreai!.tar ao Sr. bilbeteiro da estucho da
Aurnia o noma dos menores e o attestado
de fn quen'jia.
lualjente, para enrtur sbusos, qua de
outra fjrma nao tero pedido evitar, resol-
ve a directora restringir da mesrra data
era diante a conessao de asignaturas, s
validesaaa dUrtttais, a 20500 e 5^000 para
n.'.riizilliadn, e Olinda nu Beberibe aos
estad antes d* preparatoria at 16 anuos
(|ue estejam as mestnaa condic3-*s, sendo
estes no caso de duvida obrigados a upr*
sentar a eua certi:> do iade para qu
possa n gozar do f.,vor.
1), raesma data em diante os bilhetes de
serie nensal de 1* classe passarao a ser
vendidos era oollecc^e de 30 viageos
redondas entre os extremos, 15 e 10 idora
i1ra, divididos em bilhetes do seccSo pra
que pensara igu -lmeute ser utilisadas pelos
passsi^eirM de urna kS seccao. e custnrao
15j5(X no prinieiro tasu (30 vi,igns), 8(J
no segundo cbj( 15 viegsns) e 60OO no
tsroei-o caso (10 viagens).
Abiteado o pre'.-o jF-ns creando as sri-s de 10 viagens
sijppS? a directora conciliar os intresses
ia Ocnpanha cora os dos Srs. passsgeiros
qun a favor des: systema de bilhetes to
positi'&.ra*nte so tea manifestado N-ste
sentido iicario sera cF-itu as resoluc;3es
anteriores, salvo ss relativa a carga e
baga^eos e os impreBSOs as capas dos
respe !ti ves t*ISes de ass'goatura.
Rdfe, 19 do De ze rubro de 1887.
O gerente,
A Pereira imZes.
S, R. J.
Sccieddde Hccrealva Jovenil
arto neutil t-m 14 de Janeiro
, O mmuDieo a toi'cn > Srs sccios que quzercm
enviar suas notas para eonvite, poderlj fasvl o
todos os da;, das ) aa 1U faoras da noitr, na sede
social.
Iogresso acs socios quites com os cofres sociaes.
Secretaria da icciedade Beciealiva Juvenil,
em 6 de Janeiro de 18U8.---0 2" fecre'.ario,
Francisco Rodrigues da Cunda.
UTcTlTr
Club Carnavaleace Cavalnelroa a
lEaocba
De ordem da dlrctorim, convido os tibores
socios a comptireoerem no domingo 8 do crrente,
s 4 horas da tarde, na sede social deste club
ra Bario da Vianda n. 39, 1 andar, bfim de
tratar-se de negoci a de interesnes siciie-i, unc-
e'vdsndo c m o numero de sociis que coipiirecer.
Beeife. 5 de Jane ro de 1888.
H. Kona
1 seeretario.
.*2c
Companhia d* irilias lrb,.nns de
ReciftaOlinae Beberbe
DIVIOEXDO
Nidia 9 do current^ eaBrass a s^r feiU no
escripterio d* jaipaaMa, a distribuicio d.i 26-
dividendo a tsalo 'le 8 "/,. ctm > nos nno -inte
riores;psra e*e tiin sr < nci.ntrado o ^r. tbe-
pcu.eiro da del bors ao meio da dr din uteis ;
e assim at o dia 17, sendo d'ah em di-n'e o pa-
t;aiLei>ro feiro nal cercas e eabbudos as mesmiis
horas. Igualmente irrfto pug'"1 os jares dns aej s
preYereociaes e das drbenturu, de vendo esta* ser
apreseutadss na occisiio.
Escnptorio da cetnpanhis, 3 de Janeiro de 1888.
O icrri-nte.
A. pereira Siiioes.
THEATRO
SANTA ISABEL
EMPRESA ASTXSIXCA ..
COMPINHIA HESPANHOLA
DE
l.oLa
ZARZUELUE BAILE
Sabbado, 7 de Janeiro de isss
8.a Recita U assipatnra
cliiii do tenor ligero D. Jos Chaves
BSPBOTACLO AS1AB0
COHPANH!.t PKRffAMBlXI WA
DE
\"avega?5o C oseira por Vapot
Fernando de Noronha
O vapor Giqni
Comandante Lobo
Segu no dia 10 de
Janeiro pelas 12 ho-
ras da manha.
.Recebe carga at o
Idia 9.
iras da manhS do dia da
as at as 10
prec
io-.i zarzuella em 2 actos
Bmco de trediU Keai de Per-
nanbcuo
No K>rteo a qui! se pric. d-.o neste Banco em
data de boniem 26, para n rescate ae 29 letrns
faypct lecsrias das que exist-m em circuiacio (1*
e '' series), desi|;nou h urte as dos nmeros se-
guintis, 8 quaes fr-n pa^as pelo Baoco, a con
lar d(' primeiro dia til du iue de Janeiro de 1&88
r, quer srjam ou i lo 'presentadas, nao veucerio
aaia uros depois de 31 do crreme.
Estas letras eras pagas ao portado- p \,< sea
valor nominal de 100J cada urna, bem como os jo-
ro*. com os premios as abaixo uieocionadao.
'. Tanlien sero pagos a contr do dia 2 de Ja-
neiro de 188 os juros das Utras emittidas no an-
nu de 1886 e as do 1- semestre rfe 1837.
BasjV, 27 Derembro de 1887. gerente,
JvSo Fernandes \j>ytt.
1 serie164 letrasnumero
:!7 1023 2422 43 5 31 6101 7405 8057
!!9 1131 2571 451)6 5545 6103 7456 8162
1 4 1250 2625 45S0 5558 6435 7546 82i7
l.'W 1262 3008 46u0 560U 64(1 7550 8279
216 1280 308 4627 5632 6593 7556 8296
,i)2 1297 3039 47o4 5920 6605 7575 8309
3>6 1299 3048 4740 5939 660b 7582 8391
3i7 146il 30-U 48<)9 59. 6 6613 7591 8392
4 fy 1508 31W 48S2 5%9 6626 7626 843
4J1 1524 9U4 5000 6025 6725 7644 8441'
4.5 1554 3z.l 5060 6027 601 76l9
5(1 1601 33S2 5090 6040 6934 7469
5o4 1635 33.9 5125 6139 6997 7742
635 1671 3686 5167 6155 7002 7824
65 1731 26-9 5267 62i4 7093 7825
686 1771 3716 5346 6296 7119 733
733 1820 3o'7 5354 6298 7126 7863
791 1828 4114 5399 6319 7139 7888
>37 2024 42!6 5456 6321 7249 7965
50 2128 4239 5505 6363 253 7977
549 2134 42')9 5509 6375 7343 7981
1011 22j4 4338 5514 6396 7357 7987
2serie65 letras numero*
8f71 9810 10910 12113 13328 15108 16204
81.70 10000 11202 12124 13377 15439 16243
8732 10052 11232 12383 13596 15563 16S36
8 '61 10067 11246 12408 13597 15581 16783
9001 10227 11265 1258. 1413S 15636 16830
9124 10275 11337 12685 14198 15817
9! 88 10289 11388 1*794 14249 1&'S4
fcJO 10484 11720 130(1^1464* 16031
#5.*J 10i62 11820 la095 14730 18141
S;S 10904 11907 13137 15008 16177
PremiHCasnmeros
3008
7742
338
1635
1828
M
6435
8670
1424I
1581'.'
10OJO00
50*000
30*000
10*000
10*000
10*000
ll-*', 00
10*0 o
10*000
J0*000
Gabinete Portuguez de
ljeitura
ASSES1BLEA. GERAL
De crdem do Exn. Bt. Visconde da Silva Loyj,
presidente dj conjelho deliberativo, convido os
rahi res soaios accinoistss a rcuuirem-se em as-
sembl gem no d-jmingo 8 do crrente, as 11
horas da mantin, n sede sici-l, afina de dar-se
cumprimento s difpysicoei di >-rt. 43 e s-us
dos nossos estatotus. '
Secretaria do'" ." Portugus de Leitura
eui Pernambuco, 2 e Jaosirp de 1888
Jos da .silva Rodrigues
1* secretario.
IMPERIAL SUDIEDADE
DOS
Artistas echanicos e Liberaes
De ordem do eonswlbo administrativo, cemmu-
nico aos senhores expositores, que devendo ter
lugar a exposicio no dial do eorreats, os objec-
tos que liverem de .-xi-r devem ser remettidos
eociedade al 12 do correte.
'cr^taria da Imperial Seciedade dos Artistas
Mechanicos a Lilxira.s de Pernnubuco, 4 de Ja-
neiro de 18880 1- secretario,
l'atrrniano B^rroSJ.
FMrada de trro de
Ribeiro ao Bonito
Por deliberar;ao da directna desta empress,
sio chafados os tintures aceionistas, pa.a uo
prazo de 60 dis, is eontar de 5 10 corrnte mes,
recolherem a 9 entrad.. Os 10 OJO di snas aeces,
nos termo do 2* do art. 9o e nico do art. 4o
dos estatutos.
R'Cife, 3 de Dciembro de 1887.
J Bellarminp Pereira de Mello.
Director secretario
fio-i panhia Aes senhores p f midores das accoes abaixo no-
tadas, cummunico q'ie expirou bootein o prazo de-
terminado para o recolbimnto da nona prestscJo ;
e que em vista do art. 8* dos estatutos lhes mar
eado ivo prmo d.- 30 dias, contados de hoje 23
de Jan.iro futuro pura enTectuarem a referida no-
na prest&cio, mediante o premio de 5 0/0.
33. 951 4 970, 1701 1705,1186 i 1195. 1206
1215, 1246 l!55, 1416 1455, 1516 4 1515,
1576 4 1585. 156 4 15i'5, 1706 1715, 1716 4
1725, 17% 4 180fi. 1816 a VKb, 1P61 A 1865, 1986
4 1990,1991 4 1:95, 1856 4 1860, 557 4 581, 618
4 621, 648 1236 12*5, 582 A 596, 19(1 1915,
1646 4 1655.
Uecife, 24 de D sembr de 1887.
R ennea.
Gerente
Companbla do Beberbe
Previce-se aos inter"asad)u que vai abrir-se a
aecfio do novo bnsteciimut& d'ngua na iuos
comprebendid-i cutre a Soled.ie e.a ra da Auro-
ra, abrangenco estas ras e inais s do Conde da
Bo Vista e j que lhe ti m unmedittamente
pxrallelas e trantversaes, cou-oaejm: Nyupbas,
Conqoiats. Progresso, Pires, Corredor do Bispo,
Hospieii, Sete de Sorembro, Saudade e Una.
N.ni'-sma occasio proceder-se ha do mesmo
modo que as seeQoes anteriores*
Secife, 16de De sembr de 1887.
Ceciiiano -Maraede,
Director gerente.
"JTIITEBNACIOAL
DO
BRASIL
Capital
1r.4M:MMK,
dem reaHvV> ?,tio:000
Acaixa filial a o ilaitc* ij...- :muh 4 ru do
Coa.mercio n. 40. "'"> -i prasw, cin-
tra os seguiuie. .;.. i-i lo "" e'raORrir-:
Londres.......
t 3t.
-.uoiiU te Son
Obras publicas
L'e ordem de IUm- & enjjenhoiro director gera
las abras publica, n de eoutoroidade coo a auto
n-sciio de S. Exc o Sr. presidente d provincia de
12 li crrente, aff publico que no di. 10 ue Ja-
neiro doanno i'iuduiro," ao meio da, na referida
reputicio, re*oe-e propostas p*ra a execncio
da km de reparos da ponte de Duas Barras, so-
bre t rio Amaiagy, oreada em 5:576*120.
O jrcameoto e aa clausulas especiaes do ntra-
lo ncham se nsa sicreuna para srreo examina-
loi por aque les iju pretenderem arrematar a
isia obra, ds aceardo e9m o que dispoe os aiU.
10 4 73, 89 e 90, 92, 97 4 101, 106, 116 e 116 do
rei o lamento d 20 ne Junho do correte anuo.
feerstana ds reparticao das obras pub.icas, em
14 ds Desembro os 1887.
O eagoabeire secretario
t Joaqun) (rosnes da Oltysira e Sirva.
Prs....'.......
Hamoorgo.......
Benim..........J
UreuieiitK. v.....f
Frankfart/ Mam
Autuerpia.......'
Soma.....
geno va. ..
aples. ..
V.iiio mais 34l)|
eidades de lt-
lia. ..........
Vladnd..........1
Uareelona.......I
Uadis...........I
Malaga.........
rrragoue......,
Valenci.. e outras
dade. a Hes 1
paaba t iihaa I
Canarias .... '
Lisboa.........\
Porto e mai ci-'
dades de Pot-i
>o Botliachild StFrrs
Oeutsene Batik.
Banque d'Anvers
Banei Genrale
agenci-.a.
*uut
Banco Hypttecario de
EspaiiH e cu agen:
Cas.
Uaneo Je Portugal
suas Hgaacias.
tugal e ilhas
Buenos-Ayres.
Montevideo...
Sova York.....
DI Hl iTISTI
2.-FaDtaea hrspsnhola
3. La Eaizutlla cmica em 1 acto:
C. de L.
4.-LA TERTULIA
Pregos e horas do costume.
-------):o:(--------
Para o espectculo de. amanha- SA13B DO haver bonds para Magdalena,
Fernandes Vi-ira e Atogados, e trena para Apipucos, Olinda e Caxang, pgo o ultimo
pelos passageiros.
Vejam-se os prograinnias
Domingoesplendido espectculo
Paseag,
sahida.
ESCEiFlORIO
raes da Coatpaahia Perauaiba-
eana a.
< ompanhla Franceza de IVavega
cao a Vapor
Linha quinzenal aiitre o Havre, Lis-
boa, Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos
1
Cornmand.nte Viel
0 nw VI m IHvo
P
PROJEGTO DE INSCRIPQAO
Para a segunda corrida que se realisar
Domingo, 1S de Janeiro de 1888
i.
2."
PAREO Concla ganbo. Premios : 1000000 ao .\ 200000 au 2 e o 3. livra a entrada. En-
trada 1001000.
PAREO -Progresso 1000 metros -Animaes n?ionaes. Premios : 200)5000 ao
o 3. livra a entrada.
Luiz Duprati1000
Entrada 200000.
metrosAnimaes da provincia,
o 3.* livra a eutrada. Entrada
1., 300000 ao 2.
3.* P A REO- Commendudor
Premios: 1000000 ao 1., 20000 ao 2. e
100000.
i." PAREO -Abolido- 800 metros -A-:imaes naqionaes. Premios: 2000000 ao
1., 300000, ao 2. e o 3. livra a entrada. Entrada 200000.
5. PAREO Olympio Loup Andares, genthroen-riders 2040 metrosAnimaes
nacion*es. Premios: Orna joia ao 1., um objecto d'arte ao 2.* e 3.
Entrada 2000(10.
6." PAtEO Prado Pernambucano 1600 metrosAnimaes de qualquer paz. Pre-
mios : 4000000 ao l., 1UO0OOO ao 2. e o 3. livra a entrada. Entrada
400000.
7." PAKEO Dr. Gongalves Pinto1600 rr.e.'ros Animass da provincia. Premios:
1500000 ao i., 200000 ao 2. e o 3. livra a mirad. Entrada 15$000.
bservates. A insTinr" fneerrar-se b no dia 9 Uo oorrente s 5 boras
da tarde a ru do I nuerapor n. ", i." andar, onde se acham os impressos para
aB propostas:
As propost-.s devoro an i.prn^ntadas em cartas fiichadas e a ompinhadas da
resp'cliva importancia, e serSo bertas ain prewsitB-i dos Srs. propietarios ou seus
representantes.
Chaina-s attencio dns Srs. propietarios paru as disposiiSrfS dos ar j. e
8." do cdigo de corridas.
Nenlium pareo s realisar sem que s^ naer-*aia e corram pelo msn-n 3 ani-
maes de proprietarios difjrentes, a ex repcao dos 2., 4." o 6. qBe se eFu-ctuario de
conLrmidade com as disposicSss do art* 64 do cdigo de corridas.
O GERENTE,
Mar colino Rodrigas da Costa Jnior.
Miran Bra. iieiro
o-iro de insttaeeafl
i-e ato uo oa l de
Janeiro O director.
JsC Marques Acara liib.iro
As aulas drste eatabeki
primaria secundaria abr
3AHiriM0S
.) Englifb Bank of th# R
vnr Pl-.ce. Limited.
. (i. Atasink C.
Compra saqw sobre qualqr praea do impe
rio e do estrangjro.
Recebe diaheiio eos onU eorranW de mor
ment com jaroira xaiio de V o ano e por lo-^
trasapras* a uro oawaatwoados.
O gerente,
Willlaa M. Weaster
Paciii! vSieaui Nclvt^aiiun Vitupan}
STRAITS OF MAELLAN UNE '
Paquete Aconcagua
E' esperado da
Europa at o dia
15 d' Janeiro, e
seguir depois da
________iemora do cotta-
me para Yulpami o com escala por
Baha, Rio de Janeiro e floafe
?Ideo
P*rii esrga, paasH^eiros, ene mwen'lai e inhdei-
ro a fete, trala-se con os
AGENTES
v* Hson oa A J., L.lnltd
M. 14 RA DO COMMERCIO N 14
linue-J S^if.s i Brasil S- S..- .
0 paquete Finalice
Espcra-se de Se- ur -News,
at o dia 18 Janeiro o qoal
seguir lopjis dn d'jrcora ne-
bbsii pm a
Balda, Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, e encoramendas tracta-
e cota os
AGENTES
O vapor Advance
E' esperado dos portos de sal
at o dia 19 de Janeiro depois
da demora necessHris seguir
para
*o, Par*. Barbados, M
Thomaz e Xewlork
Pira carga, passagens, eicnvnundas jdtnber
a frite, tracta-M com os
AGESTES
Heury tforster & C.
8 RA 4X) COMMERCIO -N. 8
1-ridas
navega
t'fsr k.
... s
. ompaaila Hablan de
cao a Vapor
PORTOS DO NORTE
Maco eMossor
O VAPOR
Marinho Visconde
Comrandante Pereira
Es'.c vapor sahi-
r para os portos
cima indicados
no dia 1 de Ja-
leiro, tmpieteri-
vlmente, s 2 ho-
ras da tarde. Recebe carga nicamente at aa 11
da munbS do referido dia 7.
Para carga, passagens, eucommendas e diubei-
.-o a frett-, trata-ae na
AGENCIA
7iiua do Vigario7
Domingos Alves Maiheiss
RIE9 Aitirini v
LINHA MENSAL
0 paquete Congo
Com mandante Lecointre
E' esperado dos portos do sul
no die 19 do corrnnte, seguinde
depois da demora do costume,
,para Bordeauj, tocando em
Bakar e Lisboa
Lembra-89 ase senhores passageiros de todar
as classes qta ha lugares reservados para est*
agencia, qne podem tomar em qualqae tempo.
Fas-se abaumento de 15 /o em favor das fa
milias composta de 4 pessoas ao mekos e que pa-
garem 4 passagens inteiras.
Por excepeo os criados de familias que torna-
rem bilhetes de pr6a, gosam tambem d'este abau-
mento.
Os vales postaos s se da at da 17 pagos
de contado.
Para carga, passagens, eucommeoda ednb^ir
frete : tractu-se com o
AGENTE
\ugoste Labilie
9-RA DO COMMERCIO-
Lisboa e Porto
Para os portos cima segu com brevidade a
Espera-se da Europa no di
6 de Janeiro seguiodo de-
pois da demora necessaiis
para
Bahia, Rio de Janeiro e Santos
Rjga-so aos Srs. iroportidores de csrga peloe
vapores desta linha, queiram apresentar se dentro
de 6 dias a contar do da descarga das alvarengas
qualqae- reclamacio concernetite a volumen, que
p.irveutura tenbam seguido para os portos do sul,
afim de se pidcrem dar a tempo as providencias
necessarias.
Expirado o referido prazo a companhia nao se
resooosab:lii.a por extravias.
P.ira ear^a, passagens, encou-'m-udas e tiinhei-
ro a frete trata-se com o
0 vapor Ville "lo Preite
Commandunte Chancerel
Esperu-se dos portos do sul
no dia 10 de Jaoeiro seguindo
depois de indispensavel demo-
ra o II4VRB tocindo em
LISBOA.
O VAPOR ENTRARA' DENTRO DO
PORTO
Conduz medico a bordo, de marcha rapids
e offerece excellentes commodos e ptimo passa-
dio.
As pastagens podeco ser tomadas do sMcman
Recebe carga encommendas e parsageiros para
os quaes tem excellentes accouimodar,5es.
Para carga, passagens, encommendas dinheiro
a frete: trata-se com o
AGENTE
Anps' Labilie
9-RUA DO COMMERCIO-9
COMPAKIIIA PKB^.tmiICnM
DE
5Navegaco Costeiraoor Tar
PORTOS DO NORTE
faxahyba, Natal, Macu, Mossor, Ara-
'aty, Cear, Camossim e Maranhat
' vapor Jag-uaribe
Commandante Costa
Segu no dia 9 '.<
Janeiro s 5 horas
da tarde.
tecebe carga -it .
dia 7.
Encommendas, pas3agens e dinbeiros frete att
3 horas da tarde do dia 9.
ESCRIPTORIO
Ao Cae oji Companhia Prv.umbucava
n. 12
ti
t^VALMAlLSTEAfi PACKE
C01PAHV.
0 paquete Trent
E' esperado da Europa no dia 9
do correntr e seguir depois da
demon. Necean- ria para
Macci, Baht, Rio de J.oeiri, S Montevideo c Ru-nos Ayr^s
0 paquete Mondego
espera.:, do
sul at odia 11 do
crrente e seguir
depois da demora
necessaria pora
. Vicente, Lisboa, vigo e Son
thnmpton
Reduccda de passagens
Ida Ida e votta
A' "outbamptpo 1 classe t 28 42
A' Lisboa 1* classe 20 130
Camarotes reservados para os jassigeiros de
Pe rna moneo.
rara passagens, frates, etc., traeta-se o: ot
AGENTES
Imorioi Irmos &C.
RIJA DO BOM JESS N. 3
i
*. 3-
CUHP.O'UII PER.>I.HB'C.n't
DE
Waregaco costeira por vapor
PORTOS DO SUL
Macei, i enede e Aracaj
0 vapor Mandahu
Terca-feira 10, o u movis, Icuoa. vidro8
espelhos, piano e mais movis existentes no 2 e
3' andares do sobrad) da ra Marques de Olinda,
n. 50.
Em continnaca urna linda mobiiia le Era-
ble para quarto de toilette.
Leiloo
De um cofre, carteirhs, aochos, mesas jarafa-
sendas, candieires a gas. arandellas, armarios,
repartimentos pira escrptorio, altos e baixos,
mesas, candieir, s e muitos ontros movein de es-
crptorio. #
Neiandn feira 9 do corren te
A'S 11 HORAS
No escrDtorio ao Largo do Corpo Santo
n. 11
Agente Pinto
Importante Ieilo
De 7 cssas terreas ns. 20, 22, 24, 26, 28,
30 e 32, sitas ra da IIha do Carva-
lho (antiga raa Bella) todas em solo fo-
reiro.
Terca feira O do corread
A's 11 horas
Rna ao Imperador n. 22
O agente Stepple por mandado e assistncia do
Exm. Sr..Dr. juz de direito da provedorii deca-
pellas e residuos a requerimento do testaioenteiro
e inventariante levar a kilSo as 7 casas cima
piTt'ncentes ao espolio de D. Anna Zuiuk Ra-
mos.
Os Srs. prettndentes desde j pod"tn eiamicar
as ditas casas e para qua'quer ioformecS} o mes-
mo agente dar.
Leilao
e 1 linda mebilia de Erable composta de
2 camas tgnaes, 2 colxSes, 1 guarda-
vestido com ot-pelho, 1 guarda-roupa, 1
lavatorio. 2 mesas de cama e 1 cpula
Terca feira 10 de Janeiro
A' 1 HORA DA TARDE
Por occasiao e em continuado do leilao de mo-
vis, louga e vidros no sobrado da ra Mrquez de
Olinda n. 50.
Leilao
de movis, loup, videos, pa-
dres, espelbos a jarros
A saber:
Um oinno forte He Era'rdt 1 cadeira par o mes-
o, 1 mobiiia com taicpos de pedra, coin 1 sof,
2 consolos, 4 cadeirns de brscoa e 12 di guarni-
cSo, 6 jarros para flores, 2 casticaes e mangas, 3
candieiros, 2 escarradeirns, 2 tapetes, 1 spelho
grande, jarros para fl ires, corrTnadoa t 1 tapete
de i 6o para forro de sala.
Urna cama francesa, 1 toilette, 1 guarnico pa-
ra lavatorio, 1 eabide, 1 g'arda-roupa, 1 commoda.
2 espelbos dourudos, 12 cade-ras de junco, 1 meia
commoda, 1 marqoezao, 1 lavat.rio e outros mo-
vis.
Urna mesa elostica, 1 guarda louct, 1 gnarda-
i'omiii.. 2 iinpardores, 1 quartiuheira, 6 Mdeiras,
1 relogii, l mesa de ferr 1 dita de cosinba, 1
tppare'h. psia jantsr, 1 dito para cha, garrafas,
c po, bxnd-jiis. compoteiras, galheteiro, 1 trin-
ehante, chicer&s e pires avulso, tslberes, cclhe- /
res e muitos i utro* uuveis exis entes no
2 e 3* andares do sobrado da ra Mrquez
de Olinda n. 50
Terca feira O do correte
Agente Brito
A inga ee o referido sobrado pir preco >:omrni'.dj_
Leilao
de 34 saceos com arroz averiado., vindes
no vapor Merchant
SABBADO IODO CORRERTE
A's 11 horaa
i) agenta Gaimao autorisado, far leilao, no
tr( iche Bario do Livramento, junto Alfande-
ga, o arroz hccuh mencionado, por con :> e risco
de i. -.; -ni pertencer.
AVISO!
'i.Ut(.-ct (SsuMS a 0*^ij
hos, junto de S. Gonyallo :
mperatriz c. 5t>.
uo oecc. ^io Ly a traWr na ra d*
AMA Sa ra Augusta n. 280, pre:isa-se de
urna que saiba bem cosinhar. ^^^^^
Alnga-se a casa n 10 C da I.h-> do Retiro
(Passagem da M-igdalen), eran banho silgado na
frente, tendo 6 quirtoe, 2 salas, quintal fechado
sgua de Beberbe e um viveiro uo funde, ficando
perto da linba dos bonds ; a tratar na ra das
Trincheiras n 17, !rj.
= AMA Precisa te de orna para cos'.nba e
outros servicos ; na ra do Cabug n. S-C.
A' ra da Aurora n. 31, precisa-ne de una
boa cosinlieira.
Precisa-as de urna ama to soliente para
eosinha para cesa de familia ; na roa Deque de
Casias n. 39, 2- andar. (_________________
Alnga-se o 1 andar da casa n. 13 i raa de
Padre Muuiz ; a casa terrea n. 40 ::oa de D.
J..-. .' de Helio, caiadas e pintadas, tera agua ; a
tratar na ra estreita do Rosario o. 16.
Preeis'i-se de urna permita coaioheira e de
boa conducta ; na ra da Malris da Boa-Vista
uuinero 3.
Precis>i-se de ama cosinbeira ; :i tratar aa
ra Nova n. 39, 1* andar.
* i
Um hoiein de idade, sem ftm lia e ie
coeiumeb, que quiztr m rada, a!ii.-Midc3 > o pe-
quen / tedauado, uv. dite servido levt, dirija so
a ra da R.da d. 54
CtunmanJaute illbuquerone
Segne no dia 10 de
Janeiro, s 5 hora-
da tarde. BeceH
carga at o dia 9
Encommendas passagens e dinbeiros frete ate
s 3 horas da taule do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Oo"i/Minkiu Per-.ttmbwi'Ka
n. 12
____________!_____________ '_______1_____ i__
Compe ;;a Bravileira de -lave
gaco a Vapor
PORTOS DO NORTE
O vapor Pernambuco
Commandante o capUao de fragata Pedio
Hyppoltto Duarte
E' esperado dos portos do sul at
o dia 6 de Janeiro, e seguir
depois da demora indiapeusavel,
para os porto do norte at Ma-
nos.
Para carga, passagens encommendas valeres
tracta-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
Lislt e Porto
A baica portgueea Qu'teria reerbs carga a
frete ; a tratsrjcom Amsrim Traaos C.
LE1LUB&
barca portugima Novo Silencio, para onde recebe Se guada-tetra 9, deve ter logar o leilao das
carga ; a tratar com Baltar Oliveira 6t a, roa cartairas, cofres e repartimentoa do escriptono da
do Vi-arto n. 1, andar. I praea do Oorpo Santo n. II.
PBECISA->E ele orna ta e di uuia criada paru an:lar com criancas ^ a
rr :,..- ua ra cu Visconde de Goyanna n. 207
(Manguicho)._____________________
AMA Precisase de urna ; no lergo do
Corpo Santo n. 17, 3- andar.
Precisa se de um criado para vender na
ru e fater eoinpn.3 ; na rna Luiz do liego n. 35,
Shiito Amaro*. _____
Quetn precisa
Um homem de meia idadr, casa do, ctm familia
e desfavorecido da fortuna, se offerece para eosi-
nnr prlmeirss lettras em algnm eogenbo. onde
poses encontrar sitio com casa_ de mirada para
plaotsr alguma canos, pieferindo perto das li-
abas de ferro do Recite Timbub, Santo Aa-
tao oo Escada : qufm precisar dirija-ie i roa 1
de Marco n. 11, luja, para informacoea e ssr pro-
corado. ^__^__
Escola iniMa particailar
Boa Velha n. OS
Laura A. Saraiva Gslvao, titulada .eia Eseola
Normal, cargo da seciedade Propagadora da
Iustrueco Publica, svisa aos pas de seas alasn-
uos e aquellas pessoas que lbe quise esa eonfi>.r
a instrucsao do seus tilbos, que no dia 16 do e.-r-
reote reabre sos dita escola, onde alen das ar-
terias que coostitoem proariasaeate o i nsico pri-
mario, ensilla tambera as meninas ti abalaos dr-
sgulbs.
Ao eommcreii)
Mendcnca, Primo & C, estabeleeidoi es laja
de fasendas 4 rna Duque de Casias a. 62, ptrti-
cipsm aos seus fregueses amigos qs M anda-
rara para o a. 83 da mesma roa.
Atten Vende-se a taverna da roa < e Psy;
com poneos inndoa e roauaodos para
tratar aa mesma.
ILEGHB





10
v**
5-S6xlafra 6 de Janeiro de 1888
[ =
ADMDOWHgiO :
PAR.- sytonleeard IItaartrs, tUUX 1
PlSTILIU DMESllVAS fabricadas en>
Vlolajc0mMSu4tKctrktdoi de gasto asradave e a mu accao oartt i
Ira a tta e s Digeilfa UMceit.
I K MCaY Paita fcalIHOS. Cm talo para ura lanas, para 8 peaseas que nlio f oitanaa'rlsay. j
*ar XW tmtacStt t>r it% todot m /reducto *
MABOA XXA, OOIVXP. DE VIOHV
|MtM PliaUll .chto-M mu KAKIIlBEiroT LASUX8, Ha* <*
Ul XCR Jt H.OCC-.H* V. 3S TU > Cru.

Professora
COLLEGIO
ONZE DE AGOSTO
DIRECTOR
Sachar Manoel Sebastiao de Araiijo Pedrosa
95Ena Visconfie Di AIMprp- 95
lYlepuone 302
Ai sulag d<*te collgio ficaro abertas de di 9 de Janeiro em diante como
determirtra os estatutos.
Amitte aomente alumnos internos e externos, tanto para o curso primario
cono para o secundario.
CAUSO mUMYiUO
. cargo do professor Isaac Servio Ferreira, desde 1882, comprehende as
materias f.eguintes : leitura de prosa e verso em lettra redonda e manuscrirta, ealli-
graphia, oatbecismc-, theoria e pratiea das quatro operacSes fundamentaos da arthme
tica, getgraphia el amentar, especialmente do Brasil, grammiitica nacional, resumo
de histor a do Brasil, resitacSo na tribuna e composicao de cartaa, recibos, etc. A cal-
ligrapbia est especialmente a cargo do professor Mr. Pedro Mura Liausu.
cmso SECA Ntt YftlO
Comprebenda as materias exigidas para as matriculas as faculdades do
Imperio.
G resultado dos ltimos exames foi superior ao do anno precedente, havendo
apenas s;s reprovucoee, sendo tres em portugus, duas em arithmethica e urna em
geometra, comprehendendo nesse numero os inhabilitados na pro va escripta.
O director contina a empenbar todos os esforcos para o raaior aproveiiarnento
de seus f.lumnos, e convida os iotereasados a Treni pesaoalmente tomar conheci-
mento de seu eollegio, onde receberSo as explicares quo desejarem.
Urna senliore competentemente habilitada prd-
pde-se a leceiouar em collegioe e catas particula-
res aa sega inte* materias : paetuguer. francs,
msica e p ano : a tratar na roa Marcees do
Henal n. 10.
CHEQABAM OS CELEBRES
CAMBIS
d" tllemauhs
DE
CARL08 BKAND1JLLE8
DO
HAKZ
DEPOSITO ,
Ra do Imperador n. 22, armas' ra de movis
Entre amigas
O que se distribue com o titulo cima, na co-
marca de Palmares, e que coosti de oito retes,
nao tem lugar com a piimeira lotera e sim com a
quarta I'ulmares.. .de Deiembro de 1887.
"Por2 5^1000
Alugii le a 1 ja de sobrado n. 45 i ra ettreita
do SoBsrir, muito propria para qualquer estabe-
lecimento por ser ailo grande e estar lirr pa ; a
tratar na n-, Duque da Caiias n. 85.
Smente de eirrapato
Cmprate .ament de carmpato ; Da ra do
Hoepicio i. 79.
Oeo^Flora
0 aielhor para o cabelle
Oleo Floias
Fabrica de
PRODUCTOS EN0L0GIC0S
He Ul.YSSE ROY, em Poitiers (Franga)
tmlliPOUST, Sucr- & Genro
X Partane enantico dts Vinhoe on sobral ___ ,
deMedoc......... ......o. loo truco. 2<>to
5. Ran 3. Perfun 4. EasencudeBhamoii DrTiio i Pi-rnnmtmco r
FE.AJW~ **. DA SILVA. Curso preparatorio s
Ltnsuu francesa
Ceomelrla
Oeotraphla
Alfredo Vas tem aberto um curso das materias
cima mencionadas, i roa do Imperador o. 41, 1 -
andar, onde desde ja ja nena abena a matricula,
cojas aulas principiarlo a funecionsr do da 3 de
Fevereiro do crreme anno em diante,
Caixeiro
-Na merciana da ra de Paysand a. 7, preci -
sa-se de am caixeiro com bastante pratiea, de 14
i 18 annos de idade, dando fianc* de sua con-
ducta, prefere-se brasilero.
Precisarse
Augusto Marques
eatabe'ecido roa do Imperador n. 18, vem avisar
aos IIIms. seahores desta cidade que encarrega-ee
de fater ot trabalbos seguintes :
Ene Hgua, banbeiror, cinivisoos, bombas de todos ot
systemas, torne iras-detodos os tamaobos valvu
las, baca de repueao, obras de ferro, coate, tinco
e c-tiumbo, bronce, eo, et<.
Promette xomptdSo' em seas trabalbos, assim
cerno modiciiade em tena precot.
18ttis do Imperador-18
Gaale!as do Monto Sacan
Compra-te cautelas do Monte Soceorro : na ra
Maicillo Das n. 26, Hat 7 s 2 da tarde.
Alugft-se barato
Roa Visconde doitapnrica a. 43, armacem.
Ra de Bom Josas n. 47, 2. andar,
frata-ae na ra do Commercio n. 5, 1* andar
es -riptorio de Silva GuimaraM ft C.
de am menino de 12 13 annos, qus tenha algn
ma pratiea de molbados ; na rus da Ponte Velba
Damero 77.
33
[ oja dos quadros
&
Sdf corro a velha
A morscora do becco do Bernardo n. 51, anda
se faz lemlirar t almas caridotaa, que nao te *s-
qnecam di protfcc2o jue tempre Ibe ditpensa-
ram.
Diligencia
Parte de Olinda tocos os sabbados as 5 hora,
da tarde at Itabayana, e volta gas tercas-feiras i
vende se Mssagem para Ignsraas, Goyanna:
Itamb Inbayana, mi loja dos Srs. Agostinkc
Santos & Boa Dosue e Casia*
Navidades para u epocha
Grande sortimento de cortinados para janella
(ovidade).
Sedinhas de listrit, novidade, 1^000 o eovado^J
Setms de todta as cores, M o covado.
Lis de diversas qnalidadea para 320, 400, 500
e 600 rs. o covado.
Grande sortimento de babsdes e entremeios.
Atoalhado, bonitos padroes, 1^200 o metro.
Sargelina de todas aa corea, 240 rs. o covado.
Zefirot de qaadrinhos (grande no vi Iade) 240
rs. o covado.
Cambraia branca com salpieoa, qualida !e fina,
SfOOO a peca
Completo sortimento de camisas, olarinhos,
pon boa e gravataa.
Crcalas francesas, qaalidade fina, 24^adnzia.
Espartilbos de 4, 5, 6 e 8* am.
FusiOt brancos e de cores para 400 e 530 rs.
o covado.
Nanauc, nadrt modernos, 280 e 16J rj o co-
vado.
Bramante de algodao de quatro largaras, 800
rt. o metro.
Complet* sortimentj de crochet para eadeiras
e sofaes.
Velludinhos lisos e lavrados, 803 rs. e O'O o
covado.
Amor da China (oovidade) 320 rs. o covado.
Grande sortimento de algjdoet e madapoloes,
precoa -raaoaveis.
Coi tinados ptra cama a 6/, 8f e 10.
Variado sortimento de casemiras de cores e
pretas.
Alem das fuzeadas mencienadrs tem um grande
sortimento de fiebus, Unons, bolsas, merinos, col-
chas e cretones. Da-se amostras sem penhor.
Fernaades de Aaevdo & C.
;KI!
QD^ GHRCHII.L
OD'ChorchilI, ;iutor da descoberta das
propritclades curativas dos Hypophoe-
phltos no tratamento da tsica pulmonar,
tem a honra de participar aos seus collegas
mdicos, que os ricos Hypophosphitos
recoab;ciaos n reximniendados por elle
sao os irae prepara o Siir. Swann. phar-
maocu'ioo. 12, ra Castiglione, Pariz.
Os Jaropes de Hypophosphitos de
Sod:l, (Jal e Pern vendem-ae em frascos
quadruloB tendo o nome do D* Churchill
no vid "o sua asignatura no envoltorio e
na tha do papel encarnado que cobre a rolha.
Cada frasco rerdairiro leva alem disto a
marca do fabrica da Pharmacia Swann
Veulem-se em Udu vj Pharm eiaa.
Oueijos hollandezes
larca Johannes Ployin
Cbegaram pelo nltimo paquet duzentas
caixas destes afamados qu.eijos que se en-
contrara em todos os estabeleumentos de
primeira ordem.
Escola mixta
jHn Vlrquei do lloran! n 184
Alaria do Carmo Maia Porcionera communica
ae retpaitavel publico e aot pas de suas alomnat,
que as aulas de toa escola abrir se-bio na da 9
do corrente. Contina a dispensar s soas alum-
nas o mais rigoroso entino, inclusive os mait apu-
rados bordados.
Ao commercio
Os abaizo assignados declarara que tendo feito
transaccSa com o sea estHbeleciaieoto, sito ra
do Visconde de Inhama n. 24, e quero se julgur
eredar aprsente se no praao de tres das, a con-
tar desta data. Recite. 4 de Janeiro de 1~88.
Santos Selva t C.
Alaga-se o 2- sndar do predio n. 27 a roa do
Imperador, com grandes commodos e agua; as
chaves para correr, no andar terreo
Atlenco
Hdame- Fanay Silva convida as Ezmas.
familias a visitar ten atelier de modas e costaras,
aonde encontraro um lindistimo sortimento de
sedas pretas e ce cores, la, etanimes e ontros teei-
dcs modernos, proprio para bailes, tbeatros, pas-
seios, visitas, etc., capas, dolmans com vidrilhot,
gnarDicocs de vidrilbo, tudo vende por precoa re-
somidus ao alcance de todos, a aaber :
Cortes de 30 covados. gase lisa e facoon,
alta novidade, o covado 800
Ditos de 30 ditos de 12 brochi, alta novi-
dade, covado 4900
Ditos de 30 ditos corsade de seda, alta
novidade, covado 14100
Lindo sortimento de fonlards de seda,
alta novidade, cavado, de 24 a 24509
E inultos oatros srtigosmodernos, teci-
dos especiaes para vestidos de noivas, veos, gri-
naldas de flirts de laraoja, etc. etc.
Contina a confeccionar luto em 24 horas
Roa Bario da Victoria (antiga Nova) n. 15,
______ 1- andar
Pao tenteio
M lio & Biset avisan) ao respeitavel publico
qne todas as tercas e testas tetras teero este sa-
boroso pao ; ra larga do* Rosario n. 40.
Nenenles de earrapato
Compra se em grandes e pequeas quantidades;
na drogara de Francisco M. da Silva & C, ra
o Mrquez de Olinda n. 23.
Precisa-te
rora n. 109.
Cosinheira
de urna cosinheira ; na ra da Au-
Aluga-se
ou vndese a casa tita em Croa de Almas (Par
mnieinm) n. 10, confronte a casa do fallecido Dr.
Leal, acha-ee limpa e tem commodos para grande
familia : a tratar na ra do Apollo n. 30, pnmei-
ro andar.
Aluga-se
duas boas casas com cemmodos sufE>'ientes para
familias, com agu e cas, roa da Conquista n.
21 e Caminho Novo u. 58 ; a tratar no Caminbo
Novo d. 91, padaria, ou i ra Mrquez deOlinla
numero 00.
Ama
Preeisa-se de urna ama para comprar e
cofciabar em casa de familia : na ra Du-
que de Caxias n. 14 se dir.
Ama
Precisa se de
que enten I
urna ama para cosinhar,
mas que enten la do seu officio. Deve
trazer a sua caderneta de matricula. No
3. andar do predio n. 42. da ra Duque
de Caxias, por cima da typographia deste
Diario.
Ama
Na ra do Cotovellu n. 46, preci sa-se de urna
ama para todo ervico de casa de familia.

Dr. Antonio Carrelro da Silva
Silvana Mara Carreiro da Silva, Rosa Maris
Dinis, Candida Carreiro da Silva Pereira, Carlos
Carreiro da Silva e Jos da Silva Pereira agra-
decen) s pessoas de sua amizade e aos collegas
de sea presado fiiho, sobrioho, irmSo e cunhado,
Dr. Antonio Carreiro da Silva, os obsequios que
Ibes prestaren) no transe por que passaram, espe-
cialmente acompaohando ao cemiteno publico o
finado ; e os eonvidam a assistir as missas, que
na igreja de S. Pedro desta cidade, devem ser ce-
lebradas pelas 7 horas da inanha de 7 do corrente,
stimo dia do infausto passamento, que tanto os
acabranbou. A todos protestan) a mais sincera
e profunda gratidao
t
Aviso
O Sr. Tt Brocbeton nnico representarte da cata
Mariolle-Pinguct, no Brasil, tendo-se retirado
amigavelmente da Utioa Pinto em Ribeir&o, vem
offerecer eens servioos aos r-rs. de eogeobos.
O Sr. T. Brocbeton encarrrga-te de fornecer o
material de usinas completas, conttroindo os edi-
ficios com vigamentcs de ft-rro ou de madeiraa da
trra, ou com transfbrmaces, tom-nte dos edifi-
cios ezittentes aos precot < s mais mscaveis, com
Maduro
SEM RIVaL
O sorprendente vinbo Maduro, paro, sem mis-
tara alga mi, proprio para mesa, acaba de chegar
aera resoeai.
Sem qoei ermos depreciar a> qualidadet puras dos
vinhos diaiit.mente annanciacos, podemos garantir
aos nosso regoeaes e ao publico em geral, que o
vinho Maduro de nossi. etpeeialidade o nico
eapas de u na boa rtmnco, conservando todot os
requisito! t s bygiene, tomo un dos principaet a----------_^_^. _. k-- .
fsser urra iigettao fcil, alimentando os globulot I garanta de rendimento de 9 1|2 a 10 *|, com cal-
dos de 10* Banm para cima.
Sea Eviterna de fabrie.cio ett comprovsdo
com o funecionamento dr 15 atinas no Brasil, e
sea privilegio obtido para por os apparalho* da
casa Mariolle, bem como sea trabsiho v.ut.jtio e
econmico.
O Sr. Broeaeton encarrega-se ignalmeote de
collocar refinsnas pfcpriaa para o pas, do que
Um grande pratiea.
Declara mais o Sr. Brocbetoa qne seus preeos
sao sem competeacis, muito mdicos, comparati-
vamente aa qualidadet destes apparelbos, aperf-1
ooadot e as saperioridades enonciadst.
Para niormacoea Uiina Pinto hotel-da posrte UaMa.
Mara Hatdaiena de leaaa
Jote Gomes de Oliveira e suas irms convidam
a todoa os eens parentes n amigos para assigtirem
as missas que mandam celebrar na igreja do Ter-
co, no dia 7 do corrente, por alma de sua presa-
dissima mi, Mara Magdalena de de.-
a. c-mmemorando aeaim o primairo anniver-
sano de seu passamento. Agradecem de coracSo.
(As referidas missas tero lugar as 7 boras da
manb
Ama
Precisa-te de ama ama para todo servico ; na
aa Pugne de ( sziasn. 3?, 2 andar.
Ama
Na roa de Santa Riti n. 83, precisase de ama
ama para carrejar meninos.
frecisa-se de urna ama que cosinbe eengomme,
para duas pessoas sem filaos, e que durms em
casa ; na ra da Conquista n. 29, o ra do A-
morim n. 56.
Amas
Precisa-se de duas amas, sendo urna para co-
tinhar e qutra para engommado liso,
interno em casa de familia ; na
Caxias n. 44, loja de fasendas.
As Punas Catharticas
Do Dr. Ayer.
A experiencia do tempo, appllcado as PUnla do
Dr. Ayer, tem dado approv&fao oom os resultado:)
obtios com as mesmas. Ha mais de quareuta anuos
qne estas PUalas obti veram urna populandade uni-
versal, que nenhuma outra medecina purgativa tem
podido rrralisar.
AS PlLCLAS DO I>B. Ayeb. purgam completa-
mente o ventre cotn puavldade, e ctimulaiu e /or-
tieam os orgoe digestivos e assimiloiivce.
As Pillas do Dr. Ayer
curam indigestSo c impedimento, e evitan multas
serias e a miado f;tt:i-r-, ufermidndes. motivadas
por aquf lias desordt-us.
i'ara *as doencas do Estomago, Firmado e Bfns,
cujos symptomas sao as Kofermidides da Pelle,
Ardor e Pego no Entornado, Nausea, Males,
l^i-'s de Cabeca, Hullto Ftido, Febre Biliosa
9 Clica, Dores do estomago costas e espaduas,
Inchacoes Hydroplcas, etc., nada as allivia
com se^euranva e promptMao como as Pii-ui-as IK>
J'it. AYut; as qnaes sao de grande utilidade no
curativo das HemorrhoiriaR.
(Jomo remedio domestico uo tem egual.
PREPARADAS PELO
DR. J. C. AYER E CA.,
T-owcll, >IassM K. U. A.
A' venda as principaes pharmaclas e drogaras.
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Se
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IVae ha cwiifelencia
EM FAZENBAS BARATAS
."% lojat das Clairaa Azar*$\ raua Bss-
qae de Casia* m. 81 a sjaal dii
descont a quena coaaprar
de *o para elaaa.
Linn bordado fazenda de osas S cor iMO
rit.
Zefirotlisos e de quadrinhos a 100 e a 190
ris.
Lenseseossecas de quadros largos imitars en
mirin, de 2 por 400 ris !
Setia de algodaode urna s cor a 940 isas.
Novidade 1
Nansucde lindas cores seguras a 940 e 9B
ris.
Merinos enfestadospretos e de todas aa estas
aSfO-atM.
Setins de Macaopreto e de todas ss Tes a
900 a UOOO.
Sedas pretas bordadas a velludo, dasenhos Ha-
dos a 44000.
NoYidades
Caps*, anaateletesi. risitas), e e-a-
naco* de surba, renda com eotas, de csAisasrs
com contas de todos rs prreos.
Pcrhmrba.
Renda bes pan holacor de crema a 3^000.
Bicos brancos largos o qne ha os osis isse
para enfeites de vestidos a 1/800. 2/000 e 5*500
a peca.
Bcoj de cores e pretos de ser?*, altisas ase-
dsde a 3, 41, 5/ e 7/000 a peca com 10 saetesa.
Bali-iaede melbor qaalidade a 300 ris.
Contaslapidadas para enfeite de vestidos pis-
tos e de core a 500 e 800 ris o rasco.
Luvasde pellica e de cores a 2/ e 9/50(1.
Espartilbos para senbora e iw*ia. sais
preco.
Encbovsespara bsptisados a 10/000 e 12/SSB
completos.
MadapolSo americanoa 5/ e 6/ a pees.
AlgodiosinhDcom 20 jardas a 2/800, 3/iOO e
4/000.
Bramantecom 4 larguras a 800 rs. e taas-
rior a 1/400. ,
Chitas finas-percales claras e escuras 940
ris.
Linboslisos e de quadrinhos, fssead* issto
arga a 200 rit.
Mais barato
Cortes de vestidos, bordados braaeoa a 5/000
de cor a 6/5U0 com 9 metros.
Leques transparentesa 1/000.
Babades e entremeiosnovo sortimento ds 910
ris at 4/500.
Lencos brancos finos a 1/900,1/600 e 9JSS)
a dusia.
Meias cruaspsia senboras a 6/000 a diosa.
Ficbsde todas as quaiidadea a 1/ e 9/09B
Meias de cores e brancaspara mensas 9S9
501 ris.
Redespara meninas a 3/500 e irrandes n 6/
Bim pardo lisopara roupa a 320 ris.
muitas fasendas que vendemos por tods jee?, >
na loja de
Jos Angosto Das.
i
Empreza geral de Al-
danla
Alngam-se carros de molas, proprics para trans-
porte de movis, marmores, espelbos e mais orna
meatos de casas de familia, hoteis e estabeleci-
n-.entos pblicos, para toda e qu.lquer parte da
cidade e teus suburbios e arrabaldes, por preco
commodo ; a tratar na ra do Padre Nobrrga,
outr'ora doA'ecrimn. 24.
ra
e servico
Duque de
Amas
engommar
i a ; a tra-
andar.
Precisa-se de duas, s-.-ndo urna para
e outra para servicos de casa de tamil
tar ra do Bario da Victoria n. 7, 2o
Ama e feitor
Precita-se dest.s dous empregados, em Agua
Fra de B b.-riba ; a tratar na ra de Pedro Af-
fonso a. 58, antiga da Prai.
Ama de leite
Pjecisa-se de urna ama de leite ; na ra Bella
Para familia
Aluga Vj dous qcartos da casa n. 15 ra de
Santa Rita. Ha mesma precisa-se de urna mulhe'r
de meia idade para fazer I aune pequeos ser vi-
cos para duas pessoas, e ce um menino que seja
fiel para mandados, paga se bem.
Aviso
43.
Baca* re do** Coaaello
de Niqnrira Cataleaate
Nstor de Siqurira Cavalcante, Artbur de S-
queira Cavalcante, Mana da Peoba Cevalcaote e
Clementina Eliaa Pereira de Siqu* ira, mandam
retar urna mista por alma bu sempre Sembra-
do irmao, Jut Camello Prstoa de Siqueira Caval-
cante, no dia 7 do correte, trigsimo do seu pas-
samento, na capel la do engenbo Aripib, e para
este acto coovidam aos seus parentes e amigos
fi-and i deaie i Brdeei lo*
AMA
Precisa-se do ums ama para lavar e engommar
na ra do Hospicio n. 3.
AMAS
Precisa-se de duas amas, urna que seja boa
cosinheira e outra para servico interno e andar
com enancas ; a tratar na ra Baro da Victoria
n. 46, loja.
N)ron ha C avisam aos seus fregueses e ami-
gos que mudaram a sua altaatarja do n. 31 para
o n. 11 ra da Imperatriz, aonde podero encon-
trar um moderno e variado sortimento de boas
casacas, e que com elegancia e caprichosamente
contincam a ezecutar qualquer roupa concernente
a esta arte.
A FLORIDA
a
4*
VENDAS
Amas
Precisase de duas smas que saibam engommar
bem roupa de bomem e senbora, e urna para ser-
vico de casa ; na Ponte de Ucba. em fr nte a
estacao, sitio de Luis de Moraes Gomes Fer-
reira.
Cosinheira
Precisa-se de urna que cosinbe bem, ^para casa
de pequea familia, que dorna em casa : na ra
do Conde da Boa-Vista n. 21-F.
Criado
Prf cisa-se de um criado ; aa ra de Psysand
n. 1, Pastagem da Magdalena.
sanguneos, principas* niotorts ds sande da huma
nidade.
Ea OEB.-'.S DE VIME ninguea compete con>-
dosco : tinos
sieree* Coadeen* Costarera*
Vasjaietras)
Ppale re e balaios para roupa soja, assim
cono cesta) para compras, de todos os tamanbst
En TAMAOS OO PORTO
tasasen nii (ma* eoorpe'* : Para bomens sio so-
berbos, mai para sease as sis sorprendentes.
SEMENT8 NOVAS
de bortalicji s Sores, temes sesspsa en todos
os vapens, t escolba mi ts rigorosa que desejar ss
aa i:>irelt* Itoaara ,
Immtm I Igreja
Pifas Icimc J G.
Criado
Na ra da Peana n. 2, 1-
late criado para alagar.
aattar, aa asa nintil
D. Candida .* toase* da Silva
Judu Candido Oomi-s da >ilva, Laura P etcillt
da Silva Cardoso, Aununciadx Mara da Silva
Monis, Zoraida Olympia Gimes de Si, Mara An-
glica da Silva Campado. Marcia Honorina Car-
neirg da Silva, Jesuino Rodrigues Cardoso, An-
tonio Sergio da Croi Mumz, Driel Qomcs de S
e Manoel Xavier Rodrigues Campelio, convidam
seus p que sern retadas s 8 b ira da manh do dia 7
d j ci rn n'e, no convento de ti. Francisco, por al -
ma de sua mi sogra, Candida R aa Gomes da
Silv- fallida 31 de Der.einhrn iiltimn.
tonto Carreta dr Vaacoacelle*
1* antdvsrsano
Manoel Joaqnia d Andrade e Jos Joaqun
de Aadrade, por ti e seos v, Jos Cor re a de
Vasconcellos e D Theresa Mara de Jess, con-
vidam os seus amigos e os de sen finado to An
apio Cortis de Vsscoacrllos, para aasatirem ai
mistas que p<*< alas d metmo finado mandam
celebrar sabtads 7 d i C"> rente, 1 anniversario
de seu ralk-saatato, s 9 boras da manta, am
icn-ja do Espirito Santo; por cujo obseqan. desde
J asteeipasi n en ree ntirriif *>.
Seoienie de rarrapalo
Compra-se sements de earrapato na fa-
brica de leos Vegetaes, roa da Aurora
n. 161.
Milita alleocaO
Na ra 8ete de Setembro (nutr'ora becco dos
Ferreiros) a 6, fas-se plisss e recerta-se babados
largos e estreitos.
Peitoral de cambara
Agentes e depotitanos geraes x* sta provincia
FRANCISCO M DA SILVA 4 a
No armasen de drogas roa ds Maraes de
Ohada n>28
Procos :v Frasco 2*580, 1/2 dusia.
____________131000 e dusia 24*000
Compra-se
ui cabriolet; na ra larga do Rosario n. 22, 1-
andar_________
rosiahelra
Precisase de urra boa coinbeira, para easa de
pequea familia : na ra do Payaaada n. 19,
Passagem da Magdalena.
As afamadas
_____LnnilkLtt Heii
nico rlep aiio -rr- casa de
Farla -brlaho % i'.
AlRa d> Marque* d Olinda 41
Vende-se nma armacao para taverua, com
suas pertencas, na estrada de Luis do Reg ; a
tratar na refinacao da roa do Lima, em Santo
Amaro.
Vepde-se o armasem da ra de Pedro Af-
fonso n. oO ; trtta-ae na ra do Hospicio o. 47.
Vinhos da Garr&feira
Finos
Caree vellos.
Madeira.
Moscatel.
Uva Bastarda e de Paseas.
PARA MESA
Genuino do Lavradio a 500 rs. a garrara.
Na merceana de Manoel Corris & C
fraca do Cande d'Kn a. IB
Venda de sitie
Vende-se ou permuta se por predio nesta cidad>
um boe> sitio con boa casa, muitas fructeiras
excellente banbo do rio, boa agua de cacimba
extensao de terreno para baixa de capim, todc
mnrado na frente, com porta-) e gradeamento, coa
caminbo de ferro e estacas junto ao dito sitio. n<
Porto da Madeira, conhecido pelo sitio da Joac
Selleiro, junto ao Dr. Ernesto de Aquino Frase-
es ; quem preteeder dirija-ge praca da nde
pendencia u 40, des 11 boras s 4 da tarde.
Livraiiiento & t).
vender cimento port'and, marea Robins,
ualidade ; no caes do Apollo o. 45.
del
Boa casa
Vende-se a melbor casa que ha cm Msrayal.
ropria para negocio e morada,- na roa da Pax n.
9 ; < tratar na ra estreita do Rosario n.*tf, jun
to a igreja.
Vende-se um cuup de oheira do Deodato roa da Iinperatria n. 45.
B(a easa no JNooteiro
Vende-se on aluga se um* excellente casa con
bastautes commodos para familia, tendo agua e
gas encanados e com um bom quintal todo murado,
con sabida para o ri* : a tratar na neama, junta
a casa do Dr. Looiero.
Vende-se
on borne bonito eavallo rutto ; a tratar na rom
larga do Rutario n, 22, 1- andar.
Dece speca de caj
Ten para vender em latas ; aa ma do Boa
Jeaos o. 35, armas-m
Bus Baejue de Casta* lesB
Grande aortitreoto de objectos para i
sen tes, sendo: carteiras, porta joiaa
bom de madreperola para baile, ideo
marfira, eatojos para agulbas, -lapiaeic
broches de madreperola, dem de aastasa
deaenbando em alto relevo florea cuica
Iho de trigo.
Agua Florida verdadeira em guarraf.
abas a 500 ra., urna.
Contaa lapidarias pretas e de coras.
Missangas pretos e de < ores.
Lindo sortimento de fitas e bicos tas-
cos e de cores.
Grande sortimento em botoea m sav
dreperola e phantasia.
Lavas de pellica a 24500 o par.
dem de seda a 2000, 24500 | 3/000.
Capellas, veos e ramos pan oivas. *
Suspensorios americanos a 25500.
Liona para machina a 800 ra. a
n. 50
Meias de cores, escoci,
a 15500 r par.
Caixas de jogo para aalZ b#.
Sabonetes a 121- 200 e 500 rs.
Boleas de couro, de chagrn, de ateas*1
e de pellica para Benboras e meninas.
Lindas pastas de eouro, chagrn e pe
lacia a 500, 1000, 2U00, 3000 e 5#00C
Carteiras para sedulaa com os
mentos de 104000 a 100 dem para letras com oa rer.
dea mezes de Ji nein a Dezembro.
Estrados corylopsis do Japo, nexis da
Japao, Bcaqcet de ezposico, Tbeodar*
Rita bsrgally, Porte Veine, Izora Broar
Roger, Galle!, Briza da tierra, Par*-3aa
quel, Estrado Dodenr, etc.
Lavas de seda bordada com missanga*
dem bordadas com vidrilho dcraraaV
bronzeado e granad,
dem com palmas da mesma seda,
dem arrendadas a xadres.
Lindas puleeiras americanas de 5, 7,
8, 9 e 104000 o par.
dem broches americanos de 44, 34-
24 e 14000 am.
Collarnhos de linho, gosto moderas. -
5000 a dnzia.
Panhoa de linho, modernos, a 9f00O
dnzia.
Novelloa de linha de cores para LW.aa
a 200 rs. um.
dem de cores a 60 rs.
china.
Papel para florea a 103
lha.
Papel amisade, fosado,
rs. a "aixa.
Kacbovaea para bsptisados.
Envisivois a 200 ra.
Liados plaatrSea a 14, 14500
am.
Invisiveis prateados e dearados.
Barbosa dt Santos.
103-RUA DUQUE DE CAXIASJ
wii Sai y
Rojal Blend marca VI4D0
Este excellente Whisky Escoces
fenvel so cognac on agurdente de
para fortificar o Crrpo-
Vende-se a retalho noa melbores
zens de mlhados
Pede Hayal Hitad marea
cujo nome e emblema sao registrad
todo Brasil.
BROWNS d C,
Da,
para aa
e 120 1
600
P<> CLCRV a*satas 1 arta
Candelaria perisa*t>
can
Veade-se os saleases desta eoadslaria, sasaka
os tensores ptetendas apresectassss saa>aa>
p islas em carta fi-ebada. ara* a laai 1 dar a.
88, 1 andar, .iodx.9 a san ata. a*4aaaa
da tarde. Os aaisn** ach
Prado Pernanbneaoo para 1
nados pelos se> horas
rio as aaaissaeta?,!


I
i.

\


Diario de f wrwimlmcii"- Scxla-ttra & de Janeir
IV
1888
58Bu do Imperador38
Nesta g- nde pharm&cia avia-se
1 [solicitude e modiciJade.
receitas e pedidos com promptidao.
As preserves eai iinguas estrangeiras sao fielmente
despajadas
O pbnrmaceutico pernarabuesno JOS FRANCISCO BEITTENCORT
convida on clitfiens (esta cidade que queiram honral-o com aua coofiaoca
para qualcuer trabalbo profissionfel e ao publico. Garante se a mais agen-
ciosa e coos.'D'. esa excacSo.
Esta casa recebe seus productos chimiios e drogas directamente
das melhores casos da Europa, especialmente encommendadas para scu
receituaric.
VERDADEIRQ
ELIXIR D" GUILUI
JU>
)
Preparado pelo pharmaceutico JOS FRANCISCO BETTENCORT,
de urna eficacia verdaderamente maravilhosa as molestias dos orgat-s
*?- respiratorhs.
Brcnchiles, asthma oss:., convulsa, etc.
:o:
Essencia depurativa. Formula do distincto clnico Dr. Ramos
Deparatiro por excedencia para todas as molestias que terr. a origem
na iuipure:sa do sangue.
SypMs, aartfiras. ulceras, arvtiis Septos, ele, etc. WL frlf
Tinta preta para secreter inalterare!, fabricada com muito cuidado
por orna formula inglesa, espacial para esciipturacao mercantil e reparticoes
publicas, aecca de preasa, perfectamente preta, nao corroe as pennaa, no
deposita e d < asa. -. *
MARCA DE FABRICA
^gsr **a*MJ%**
VI Kl D'CMaKS |K1 M. CUMCSIAU UCTJ*HOSPHTf 01 CMU*
t=Kg U 0BINA7ITRE El A LB0RCE tTn=tlCfS "ES
lEnPQFiTATIOW JX
V1NHO
DO
Dr Gabanes
KIM-CABANES
O Vicho 6o S' Cabanes, submettldo 4
appMva ;"o da Acade:i.Ia*de Medicina de
Pars, fot rccunhecldo como um tnico
eaerg-lco(por encerrar os principios consti-
tutivos do Sangue c da Carne), que d ao
age forra, rigor e energa.
Os Snr* !' Tronsseau, CurarS e Veo-
pean, professores lia Faculdade de Medicina
de Pars, o receitam todos os dias com o
melbor xito s mulleres enfraquecidas por
excessos de toda especie, trabalAo, prazeres,
menstruaro, edaae critica e amai/ientaco
prolongada. ET extremamente cflicaz contra
o Pastio. Ms digestoes. Dispepsias, Gastritis,
Tonteras e Yertigens.
D rcsultidos maravilhosos nos casos de Anemia, chlorose. Pauperismo do sangue. Bsteri-
lidade das t tuUie.rs, Flores brancas. J'erias semmaes. Impoteneii prematura, Emmagrecimento
geral. Tsica palmenar, referes tercas, Zatermlttontes, Palustres, Endmicas e
Myidemlcas.
O Vlnho ao x> cabaces. pela encrgii de sua aeco cordial, desenrolse as torcas, activa a
Circularo ilo sangue e e multo recommcndavel para a coavalesconcas.
Faz eessar os vmitos lio frecuentes durante a gravidez, augmenta a secrecao do lelte nos
nutrizes e d extraordinario vigor as criaucinhas de mama; gracos a influencia dos seus prin-
cipios tnicos, i solierano eos camxs de Diibetm, Affectao da' ineduUa, Histeria. Epilepsia,
Sachitismc e em geral. em todos os casos cm iue e preciso reoorrer um tnico poderoso, que
t vigor e restaure as /urcas dos docntes.
Coreo aicritivo substitue com grande vantagem os lquidos perniciosos copo aiisinio,
vermoutli. etc. i.' um preservativo apreciado pelos viajantes e marinkclros, como anU-epide-
mlco e antidoto da febre ainarella. Vomito e outras Molestias tropteaes.
[? Deposito gc--al: TROUETTE-PERRET, 264. bouloTir YolUire. PABIS
Depsitos em Pernambuco : FBAN M. da SILVA e C* e as principies pharmaciasj
48-Bh Dnpe de .Caas-48
GRANDES NOVIOADES PARA FESTA
Sedss de listras, padr'es modernos, a l^GOO o corado.
Setina de corea a 800, 1,3000 e 10200 o corado.
Seda romana de listrinba, lindos padroes, a'580 rs. o corado.
Setim alsaciano de lislra e quadro, lindos desenlio?, a 320 e 400 rs. o covado.
Setinetas lavrarfas a 240, 320 400 rs. o covado.
Esplendido sortimeiito Se metins de flores, listras e quadros a 360 e400 rs.
o cirado.
Crotones finos, lindos padroes, a 320, 360, 400 e 440 rs. o corado.
FustSes braceos e de corea a 360, 400, 440 e 500 rs. o corado.
R?n ia da China, fazenda muflo boa, a*200 rs. o corado.
* Merino, lindas cores, a 700, 800, 1*000 e 1*200 o covado.
Cachemira acolchoada para vestidos, liadas cores, a 500 rs. o covado.
Dita broch, ultima mod, a 1*500 o corado.
La de flores, qu:idro e listras, a 320, 400, 500 e 600 rs. o corado.
Merino preto, completo srtimento, a 600, 800, 1*000, 1*200, 1*400, 1*600,
1*800 e 2*000 o corado.
Dito anetinado a 1*400, 1*500 e 1*600 o colado.
Guaruicoes de veludilho bordados a ridrilho para enfeite de rostidos a
6*000 una.
Lindo srtimento de tapetes, para sof, cama e portas, por baratissimo preco*
Cortinados bardados a 6*000, 7*000, 8*000 e 9*04.0 o par.
Ditos de crochet, completos, a 45*000.
Lindas guarnieres de crochet para cadeira e soph a 6-5000, 8*000 e 10*000.
Colchas de cores, completo srtimento, a. 2*000, 3*000, 4*000 e 5*000.
Ditas de crochet muito grandes a 6*000 e 8000 urna.
Lindo srtimento de loquea com lindas paiaagens e bordados, de papel, setineta,
transparente e con fios dourados, a 500, 1*000, 2*000, 2*500 e 3*000.
Completo srtimento de fixs, chales, camisas bordadas para saobora, vilbutinas
de todas as cores, linas e larradaa e rnuitos outros objectos, que pedimos as Exraas.
familias e ao respeitavel publico para virem apreciar.
Hearique da Silva Moreira
Tnico Anti-Catarrhml e Anti-BUUmm
PAUL OAQE, ammta mi>
PCL4 PACULDlDE DI PARS ^_
UBICO PKOPBIETAIUO DE ESTE HEDICAIIMrTO
rilIS. ni i, CremU'-tiiit-Coriii, I. rllll
Mata de teucntn armo* de tucceaso toa rTtA Mcms
iOtesUTl Ao Elixir de 0U114 ; MU MiJii la maB
kodobco e o mii cattate man ttr
BnU oo DapuraUvo
Demconflar mm fmlaHfmeea,
blfir o krMat D* k MlUI aitaM
Cada gorra/a dte $er aeccanpanhada i
TSATADO KIEI A 01HIH D< CATABBSO (
lipidluliiT mi i Iii i n lili.
Fazendas com 40 L de abate
l 4i*ioV 5C* u^*"'.
S:
MOTA. Para evitar ai contrjfacees, a se dere
teceitar al farrafas qui tinrem incrustadas no ridro
ns paiarrai : Vloho do L> Cabanes. Pars, e
io6re o rtulos, tiras da papel que oro/rwn o
gargala a a marca de fabrica, /^ 9
s ataitmUra do D' Ci-^W'AJJ .
bese o ello di garanta^*' /tf*'CC*t4
da Uniio d Fab-iuntes. **-< *
Vino
e i&a&isL'U$J& de
AO LACTO-PHOSPHTO qe cal
Dusart
Approvados pela Junta a Kygiene do Rio-^e-aseiiti.
O Lacto-Pnosphato <* cal, que entra La corrpo"?i.,-ao do VirVHO e do XAHOPE
de DUSART, o medicamento mais poderoso que se conhece hoje para restaurar
as forgas de certos doentee.
Consolida e endireica os ossos das cranlas iachiticat, torna actiros e vigorosos
os Adolescentes millas e lymphaticos e os .^u* -.a achJ latinados em consequencia
de rpido crescimento. Faciliu a cicatriyacao das cavernas do pulmeo nos Teos.
Sendo administrado s mulheres durante a gravidez ellas atravessao todo o periodo
da gestac&o sem a menor fadiga, sem nauseas, eem vmitos, e d&o a uz a, creangas
fortes e vigorosas.
O Lacto-Phophato d( cal administrado s anuu e s mes qv.e cnao osSlhos,
torna o leite mais rico, mais nutritivo, e preserva as cranlas da diarrha de outras
molestias, que sedeclarfio du: inte o crescimento. A dentico opera-se sem fatigara
creanca, sem que apparec** jonvuisOe;.
O VINHO e o XAROPL de Laclo-Phosyhato de oal de DU3ART despert&c o
appetite e levanto as forgas dos convalesceutei a deven? ser t npregados am t>o>
- casos em que o corpo huicano se achar fatg***'. ou e^baurid fof t.
Deposito m Pa'i/. a, ra Vivienn
aaog^a^BaoMMSsa^saasasi^BMsa^aMaaBBa^r-wwMsa i
-ri

C D. 2.
prego
?><%
m
*5>
DE
WOLFF& C.
i 4--EA BO CiBOBA-1.4
rVVite multo s'oabecido estnbelpelmen-
.o rncontir r reapeitavel pub-ic. i mnis
.arindo corrplrto wortiiuenti de JOMW
i^efidas icmp:-* dirrctnmnt dow melho-
i.-e f-bricantca da Europa, > qn pimar.i
ipeb parado ^oato do sutindo eleganto.
Ilrosj -derecea oonipletoa, liudaa pulse!-
ira, aineteM. volta* de ouro eravtJadoa eom
larilhantea, ou perolas. anaca, cacoletaa,
botoe e outros aanits artigas propria
este generes.
ESPECALIDADE
Has relogio de euro, prata e niekelados,
pasa boa*'-na, seahoras e mrnios dos atis
aereitadea fabricantes da Europa e^nte-
rtosj.
'ara todos oa artizas desta eaaa garan-
to-i a bda quali ade, a-xim eomo a mod cl-
da*l nos procos que sao sraa eoaapeteaeia.
.t'rsta casia lambrm coneerta-se qual-
quer gios de qualqufr qualidn 4Ra do'CabugM
SNDALO de NIIDY
oprorado ph Jant BygJene do Binado-Janeiro
..... '-
Snpprime a Copahiba, as Cubebas e as njecpSes.
Ctrra om 4$ hora todo e cjualquer corrinvento. E* 3a maior
elicacia as affecooes da bexiga, torna as orinas ciaras por mcs
tur vas que sejao. Deposito em Parts, 8, rae Vi-rienne.
c-
.as 2-a jr
O < K o
- 2-5 as
O
~- a* o "fi "
o w =_
Z o 3 i;
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B"S
90 C
i .<
B 3 '!
""Sis
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c s s ^
O o D B_
m

p
ce
cd
i
NANSUC de lindos padrBes, a 160, 120 e 200 ra., o corado.
' GAZES arrendada imitagao d* seda, a 600 e 700 rs., o corado-
ATOALHADO adamascado padroes noroa, a 1*200 e 1*403,% .
FUSTOES brancos, padrSes inteiramente nov: s a 400, 500, e 600 rs.
LaNS de quadro, imitagao, a 100 e 120 ra. o corado.
CORTES d setineta com um pequeo toque a 6*500.
LINNS lisos, o que ha de lindo, 240 ra. o corado.
TOALHAS felpudos para banho, 1*500, urna.
CHAMBRES, grande srtimento, a 4*000, 5*000 e 6*000, be.
CORTES de coletea de fustao, a 2*000. 2*500 e 3*000, u.
BRIM par" para roupa de orianca a 320 rs. o corado.
GUARNICAO de crochet, 7*000, nm
TOALHAS flpudas, para rosto, a 3*500 e 5*000, a daa.
FICHUS do core*, imitagao do seda, a 2^000, ao.
SARGELIM da c6res, a 240 r8. o corado, qualidade melbor.
MERINOS pretos e de edres, a 800 rs. o covado.
BRAMANTE de algodao de 4 largura, a 800 rs. o metro.
DITO de Iinho de 4 larguras, a l800, o metre.
ATOALHADO trangado de 2 largaras, a 1*000, o metro.
GUARDA-PO para bomem a 4*500, 5*000 e 6*000, om
&UARDA-P para senhora, de 8*000 e 9*000, um.
VELBOTINAS de todas as cores a 900 e 1*000 o corado.
SETIM Maco de cores, a 900 e 1*000, o corado.
CHEVIOTS preto e azul a 3*000, 3*500 e 4*000, o corado.
ZEPHIRES de lindos- padroes, a 200 e 240 rs. o corado.
MADAPOLAO americano cora 24 jardas, a 6*000, a pca.
PANNO da Costa de listra e de quadro. a 1*000 e 1*200, o corado.
CRETONES para cobertas, pairo-a novos, a 260 rs. o corado.
SETIM branco icuito fino, a 1*20Q, o covado.
POPELINAS brancas, para noiva, a 800 rs-, o covado.
LEQUES de setim branco, a 6*000, um.
LVAS de seda lisas e bordadas, a 2*000,
LENCOS brancos de algod&o e de lir-ho, de 1*200 at 6*000, a dezia
ESPARTILHOS de 5*000, 6000 e 7*000, om.
CASIMIRA pretas e de cores, a 2*000, o covado
BOLgAS para risgem, a 10*000 e 13*000, urna.
GRANDE variedade em bordado e ntremelos
EXTRACTOS de aiff.rentes quelidadss.
BRIM branco de linho, a 2*000, a rara.
CAMBRAIAS bordadas, brancas o de cdreB, a 6*000 a paca.
COMPLETO srtimento de camisas, colarini-os, punbus e graratas, t
comrpodo
SEROULAS de bramante, 15*000, a duzia.
PARA BANHOS DO MAR
COSTMES para banbos do mar, para seuhoras. a 10*000.
DITOS dito dito, para homena a 8*000.
DITOS dito para meninos a 5*000.
S A PATOS para o mesan fim (todos os nmeros.
NA RA 1. DE MAUfO S. 20
DE
AMARAL & C.
I


Vleplione n. 158
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Licenciados pela Inspectora de Hygiene do Imperio de
Cura rpida e oiiS pe
ARSENIATO OURO DYNAMISADO
do Dootor ADDISON
' da Chlorose, Annmla, todas u Molestias do Systems nervoso, suso
mato rebeldes, Molestias cbronlcas dos Palmos, ota, ote.
aj maiores UlastiaoSaa madioaa Um atteatado o poder outsUio dtmU media
o priste 1ro e o mais enrgico dos reconatuunUes.
O FRASCO I e FRANCOS [EM FRANCA)
| Tedo frasco que nao trouxer a Marca de Fabrica registrada e a i
devo ser rigorosamente recusado.
PABIS, Pharmacia OSUOr, ra Eochecbooart, SS.
Depositarios em JrVrnainbweo .- WMWC* M. ates SUJLTA O V.
HPllF"--^
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VERAS & C J
tST,a!SS ErS^PH*\RMACE TIC OS
TN CHIMICO-PHARMACEUTICM E
r-1 ESPEC1AUDA0ES DO PAU
r '5 7,Rua do Dupe de Caxias,5 7.
frpecalidade ilesle e.vtabelecimenlo
Elxir o liulrato (i JiiHik'
C ntrsM) Traumatismo.
Elixir dentifriciu
Contra carie e arool'-cii ento dos d'n'es.
Elixir carmQativo e tnico
~Q
G intr< i'ysp-psi, indigestlo e dores A cabeg*
Yinb, elixir, xipope e pilmas de jarabeba
Contra i,n Blvl; st-s '( Hgado neir i
Par:' |>h''f>giaphi:i e honiteopalhia:
Alcoi 1 d^ -JO0 ti. i taiio < cblfiii'-a detr puro.
A PHARMACI V AMERI "ANA t-m urna s(-gao b.-iaj .pa'hiaa onde, se en-
centra, lm dt s roe(i!:-nipau pr>-p rWtos com todo aceio e sagundil os formularios
habnetVKDicnt mais acreoiti.dtw, isarlciraa, ridros avulsoa d>- todi s os tam.mlios a cQrcs,
glbulos on'-rtes e ir.edi> anM-ntoaos, tinturas de plantas indigt-nas o est'ngeirHS, etc.
Receb" HK^iicxnientos ilirc-t-mento de todos os fubrii-antcs da Europa e America.
Zieeaelado pela Inspectora Oerut eBygiBO do Imperio do Bratil,
Obren do AVtitbmtign, Dyapepaim
Medaiat*
''TeVoCOr*^ J+~ a.CU30
em IaAROCHE PharmWuUcola--*'"^ PASUS, VIEKINE, NICE, etc.
O Quija-Laroche nao i um qualquer prcparudo, porm resultado de WIftwjS
gratwero ao/. nter ai mm; altas ruompenssu do Estado. O mana /errusjaa*

TINTURARA
2r5--i.ua de Maliias de Albuqnerqae-25
(a liga roa das Flores)
DE
CLEMENS KUGLER
SUCCESSOR DE
Otto Sclmeider
Tinge e limpa com a maior prfc-ic3o toda a qualidade de estofa e tasrai
em p'ga ou em obrVs, chapeos do feltro ou de palha, tira o mofo das Lacadas; M
o trahalho feito por meio de machinismo aperfeicoado, Tinta preta pos tercas e sextas-feiras e de cor e laragem todos os dias.
grageas de Ferr Rabuteau
Laureado do Instituto de Franca. Premio d* Thsraptutka
0 emprego em medicina de Ferro Rabuteau baseado na Sciencia.
As Ver clade ir as Grageas de Ferro Rabuteau sao recomraendadas sos caaos Se
Chlorose, Anemia, Plidas Cores, Corrimentos, Debilidad*,Esgotamento, CnnsmlstrtueTim,
Fraqueza das criancas, Depauperamento e Alteracao do sangue em conseqscaca m
fatigas vigillias e excessos de toda a natureza. Tomar 4 6 grageas dar tas.
.Vem Constipafo nem Diarrha, AtmiUtco completa.
Elixir de Ferro Rabuteau recommendado as pessoas que nao podes esfSSat
engulir as grageas. Um calix de licor aos repastos.
Xarope de Ferro Rabuteau especialmente para as criancas.
Ilill Um sxplictqio detalhads acomoninn cada frasco.
Exigir o Verdadeiro Ferro Rabuteau de CLIN & O, a PAUS, sai m
_____________encontr tm cota dos Droguistas e Phormaetistiem._________ .j
Lotera da Provincia
Acha-s" a venda a 2.*parte da 11.* lotera,
em b.iMKficir da Santa lasa de Misericordia,
que se extrahir no dia 13 do corrate nn,
no consist litares

--gs-JPJ--PJPJaajaBaaajpjpjpsfl
Ki..K\'. /.'.-. .


ambaro--Sexta-icira 6 de Janeiro de 1&88
UmilAHR.1:.
a jog-o
l'OB
GASTYNE
parte
AMORES DE ALDEI V
(Cotit'nuatflo)
Ora, ah est 1 exelsstbu o rendeiro.
E preciso anear procura de rodeios
para confessar u sen pai um namoriuo ?
Ests na idadediss .. Nao commetteate
nenhuai criine.. 12 gostas muito della,
di ?
Suoca am -i outra.
Rji ilauriet deu uro a gargalhada.
Diz se sempre iaso, na primeira vez
Eu, replico Jacques em tom grave,
digo-o porqao'ponso, c nunca pensarei de
cu tro modo. ~
O velho soldudo encolhea os hombros.
aeremos. .
Est vfstO; mea pai.
Bem. Casarn cora ella, e a tua
molestia acaba a.
Jac juea fez-se muito p.11; o.
O Livrador ollioa par elle.
?or accaao amars assim ama mulber
com QUJm nao podes casar?
Mea pa...
Abi ests todo atrapalbado o a tre-
mer. .. Envt-rgonhns-te do teu amor ?
Jaciues levantou de com all vez.
3o, mea pai, nao...
Que entlo ?
E' que nao sei sa ella me ama, se
me qterer...
porque nao 13 ha de querer?
E' tSo benita !
E tu nao s um bonito rapaz ?
E alm d'isao rica com certeza.
ramb::n ui tauho alguna escudos
all do canto do bab, e nada me custat
para garantir a tua felicidade.
Como bom, meu querido pai '...
E' a cousa mais natural... Nao te
cnterregas... Dize-ma apenas quem ella
, e verei o que poderemos fazer... Sa-
be qua tu a amas ?
J lhe disse.
E ella ?
Nao me tirou a espranos.
E' pouce E como se chama ? Nao
me disseste anda o eeu nome.
E' a filha do Sr. Poitevin, o portei-
ro do tribunal.
Boidaurier pai, qun andava de um lado
para nutro, parou bruscamente.
O cachimba cabio lhe da bocea e fez so
em pe dagas no chito,
A. meaina Luiza? gag^jau elle pas-
mado
A menina Luiza, dase o mancebo
O rendeiro pos-se a andar outra vez com
mais igitagao que d'antes, com 08 bracos
pendidos.
Entao a menina Luiza que tu
smas f
E' meu pai.
Ah I comprebendo que a confissJo
era d fli.il de fazer.
a igrja, ua

IV

!
No ca seguBte acabava de dar no re-
logio da catbedral de Verneuil a ultima
pancada do meio dii, quando Boislaurier,
todo -rdomingado, cora urna blusa nova
por cima do c.sacr de bretao, bateu
porte do Sr. Po\te?in. Este oceupava, em
urna cas prncipaes ras dacilada defron-
te da igrija, urna casinha de persianas
veriles. Urna taboleta quasi negra, que
paroeia ter serv.do a muitts gerago.-s de
meiriohos, eatava pendurads por cima da
porta. Quando o vento soprava, produ
zia, bateado na parede, ucn rangido, cjfce
tinha algama cousa de irritaste e de si
nitro.
O to Poitevin pasaava por ser severo
para com as pessons pobres, Tinha repu
tagao d ser neo, e dizia sa que nao era
tambendo as paredes que tinha engor-
dado.
Ao barolbo que fez a al?.raba, agitada
pelo rendeiro, respondern) pasaos apresas-
dos no corredor.
A porta entreabriS se.
Ucoa criada i uma certa idade, tou-
cada moda de Nurmandia, perguutou
com urna voz brusca, quasi brutal:
Quem procura ? ,
O Sr. Poitevin.
E' para negocio?
Cortamente.
Entre O palrSo est tomando caf,
e j vem.
Boislaurier penetrou no corredor.
O corredor er estreito, um poucj es-
curo, recebendo luz nicamente por uma
porta envidragads, ao fundo.
A criada abri uma porta dircita.
Seute-ae, d.ase ella ; o Sr. Poitevin
nao so demora.
O rendeiro entrn e sentou'se.
A sala onde entrou, pomposamente de-
nominada cartorit, tinha por uoico orna-
mento uma seria de prateleiras vendes, em
cima das quaes estovara amontoados ma-
cos de popis amarelladoa. Um cheiro
de humidade e de mefj exhalava-se de
toda a parte. Aa paredes deixavam cahir
como que uma toalha de nev sobre os
hombros.
Qj*tro cadeiras de couro verde, em
cada cauto, e uma poltrona velha, diaote
da mesa coberta de papis, completavam a
mobilia.
Era a primeira vez que Boislaurier a
casa do meirinho, e contemplava todos
aquellos engri mangos, que tinham para
elle a apparencia de couaas misteriosas e
quifii sobrenaturaes, com ama especie de
temor respeitoso.
Como todas as pessoas de campo, tinha
medo dos meirinhos.
Havia dea minutos que olhava para
tndo que o cercava com um ar apaler-
mado,. quando oueio outra vez pasaos no
corredor
A porta abri se e o Sr. Poitevin appa-
receu.
Oh I exclamou cllo-em tom alegre, e
ebegando porta, nlo me engaso? E' o
Sr. Boislaurier.
Em pesaos, Sr. Poitevio.
O lavrador tinha-ss levantado.
Estendeu a mao ao offical de diligen
c>as.
__ Que bons ventos o trazem ? prose-
guio ello, 'pois dS.o quero crr que sejam
mos ventos e que precise do meu offioio.
Effectivamente nlo vim para isso,
responden o pai de Jacquea.
O Sr. Poitovio sentou se na sua pol-
trona.
Fez um gesto com a mao.
Sente-se, disse elle, estou is anas
ordena.
O meirinho era uiu borneas de cerca de
sessenta annos. Nao usava barba, mas,
segundo o costme da pro/incia, s se
barbeva duaa vetea por aeena} eatava
no terceiro dia, de modo que a cara estava
coberta de pellos grisalhoa e duroa. 'Cara
gorda, com dout, olbinhos muito vivos e
muito penetrantes. Eatatura cima de me-
dia, hombros lardos, cabaga grande, co-
berta por um brrete de velludo. Tal era
a pbyaionomia do pai de Luiza.
O rendeiro pegou em uma ca.lera e Ben-
tou-se junto do meirinho.
__ Ha muito temno que nos conhece-
moa Sr. Poitevin, counegou elle.
- Certamente, reapondeu o oflbiai de
as, um pouso admirado coca ac
quanto
nho...
FOLHETIB
VICTIMAS E ALGOZES
POR
.EMILIO DE MCHEBOUIAG
QIAK14 PARTE
A ITSTA
i Continuadlo
VIII
do
n.
Maxoft e decepeo
Eutietanlo, qu:ria ser informado Sahio
da loj. de vinhos, com a morte na alma o
correa casa de Cheron.
Foi recebido como amigo, pslo operario
e pela mulber. Mas deu de mao loga, s
formalidades de cortezia e ao convite qus
ILe f;!am de se sentar mesa.
__!?alle-mc da menina Genoveva, disse
elle.
As fei;5es do jai Anselmo indicavam ao
meamc lempo, acciedade cruel e dor pro-
funda.
Vju lije dizar tuio quanto aei, res-
ponden Cheron. Era noite, podiam ser
enze byras e meia, scabnvamos de nos dei-
tar. ]Jteram porta. Era o porteiro
que gritava :bram porta menina
Qenovwa, qus tsm ama cousa que Ibes di-
ser.
Salttida cama, nfiei urnas cagase
abr. A menina Geaoveva n2o quiz en-
trar, fiVu porta. Pobre menina, eatava
muito ijritada, O roste tinba a pallidez do
maftfim, 'tinha o corpo todo a tremer e es-
tava taj commevida, qao nilo se podia ter
em p.
c Sr. Cber>n, disae-me ella, venbo
pedir 11 um favor.
Tudo quant eativer na minha mJo,
respond u, esto'i prjmpto a fazel o pela
menina.
Eato metteu re uma carta na mao, di-
eodo-iss :
Lita carta >i para o Sr. Lionnet, pc-
ca aa". Ih'a entregue, logo que elle volte
' ir<:ciso que 8ait3, pai Anselmo, que
, Apeaar de nao ter vio
vezes ao seu cartorio, prosegu > o rendsj
O Sr- Poitevin sorrio.
F'iliito-o, murmarou el
T:mo Sos encontrado muitas vezes
naa feiria, as aaaembleaa, faalmenta em
toda aJiarte, para nos poder julgir-..
Srtb qaa aou-u:d hoaem honrado, e qu
nada a a dier sobre a nasao respeito.
O meirinho ncliaou-ae.
, Olhava para o bou interlocutor eom um
ar admjrajfo. Onde quereria o rendeiro
chegar ?
Pedrc Boia}aurier prosegua, seca pere-
recer notar -a admirado que produziraio
as suas palavras.
Ha quioza *=noa, oontinuou, que dirijo
os bens do Sr. Bonnard, que vendem mais
ou menos de oito a nove mil rancoa. as
tea quinze ancos, pude por de lado una
sessenta mil francos, que nada devora a
peaaoa nlguma.
S' i de tudo ato, tao bem oomo o se-
nhor.
O rendeiro levantou a cabeca.
Silbe ? murmurou elle.
O Sr. Poitevin aorrio de nove.
Com a breca Se um meirinho nSo
conhecesae o estado da bolsa do cada um
de seus compatriotas, quem o havia de co-
nhecer?
justo, mnrmurou BoBlaurier.
Diixemoa isso e vamos ao facto.
Eil-o. Tent dous flhos, 'Paule o
mais mogo, am rapas um pouuo fraco,
que queremos fazer estudar; eo mais ve-
lho, Jacquea. E' deste que. quero fallar-
lhe. J ..-quaa tem agora dezenove a naos.
E' um rspsgSo vigoroso, forte para o tra-
balho, que me sebatitair um dia. Um
bom rapaz.
Conheco-o, murmarou e meirinho.
Conbece-o ?
Vio-o muitas vezes com o sonhor.
Comprehende enta. > qao nlo exage-
ro cousa algama. E tem um coracao 1
Acredito, efectivamente, que o Sr,
Jacquea Boislaurier um bom rapaz.
Nao depravado. Mas ha algum
tempo nao se dedica ao trabalho... Tem
alguma cousa que o contraria. Pansa em
casar se.
Aos dezenove ana os ?
E' a sua idea.
Mas nao foi anda serteaao.
". Comprre um substituto, se fr sor-
teado. Certifiquei-lhe isso.
O meirinho oihou para o reneiro com
um ar cada vez mais surprendido.
Come-cava entretanto a comprehender,
mas nao quera dar a perceber.
Mas que posso' eu faz -r, Sr. Bois
laurier, em tudo iato ? perguntou elle.
Tudo, Sr. Portevin, respendeu o pai
de Jacques, porque ana faina que elle
ams. E a mao de sua filha que venbo
pedir-lhe.
Luiza, elle quer casar com Luiza ?
murmurou o meirinho.
Levantou-se e comegou a passeisr no
gabinete, responder, com um ar preoecu-
pado. Boislaurier acompanhava os seus
movimentos com olhar ancioso.
Recusa ? balbu.iou elle.
V
Poitevin voltou-se para o seu interlo-
cutor.
. Nao, Sr. Boislaurier, .nao recuso des-
de j. Estou muito lisongeado com o pe-
dido e estimara muito esta alhanca, mas
parece-me que Luiza, eom o seo gesto
pelos vestidos, cooa a sua faneirice, diga-
mos a palavra, 'ar triste figura em uma
herdade
Foi o que dase a meu filbo... Nao
tenho a honra de conhecer a menina Lai-
za, mas sei que ama pessoa elegante.
Muito elegante, (lies o meirinho.
E' o que me desgosta. porque s eu sei
levantado. Um
o cbapo entre as
seu olhar esperto
ia talves ser sua
isso me custa... Mas
E nSo s-i contrarial-a.'
Como eu com meu filbo, disse Boia-
. % foi por iaso que vim. Est
oudo por sua filha a vi o talo afilioto '...
Ilomem disso o meirinho, M oou
vier a Luisa...
Meu filbo er que alo Iba deeagrada.
Conhecejj-aa ento ?
Parero.
J se fatlaram ?
ti 'L filbo diaaa-me qae aira.
^H^Huffereiit.-, murmurou o Sr. Poite-
Desdo qu: catiio quasi' i-i acoordo...
Foi porta, abri-a, e gr.tou com uma
voz de stentor :
Luisa!
Oivio-se no ladrilho do corredor a bu-
iba de uos taceos delicados, depois um
farfalbar do saiaa pelas preles, c a mo(a
appar-ceu; '
Boislaurier tinha-se
pouco embarazado, com
maos, examinou com o
de AldeSo aquelia que
ora
Era um linda rapariga de desesete au-
noa, de estatura elegante, olhar enrgico,
feicSds de uma granda regularidade.
Os cabellos pretoj estavam presos no
alto da cabeca, orno as cabelleiras das
estatuas de Diana.
Estava vestida com um roapse azul or
nado do rendas.
Logo primeira vista, o rendeiro com-
prehendeu a louuura de Jacques, e, re-
sctindo, a sua inquetaco tomou-ss em
angustia. '
Se a menina Poitevin consentisae em
ser a mulber do s:u filbo, qu faria elle
de semelhnte ora ? Servia para ter em
cima da mesa como objucto d'arte, mas
como se decidira ella a metter na lama os
seua pesinhos delicados ? As suas maos
sujar-se-hiam com o mexcr as panellas
com a comida dos animaes.
Meneou melanclicamente a cabega.
Nao era a mulber que con/inha a Jac-
quos, de que elle principiava. Nunca.
Onde estava o juizo de sea filho ?
Luiza tinha entrado inesperadamente no
gabinete de seu pai, e vendo um deso
nhecido com elle, parou bruscamente mu
pouco corada, como Be estivesse envergo-
nhada.
0 pai indi :ou-liie o rendeiro.
O Sr. Boislaurier, disse elle, o pai,
de Jacques Boislaurier. Luiza fioou ain
da mais corada.
1 clmou a cabeca para conprimentar,
O Sr. Boislaurier, coutinuiu o pai,
que vem da parte de seu filho pedir-me a
tua mao.
D: corada que estava a mega tornou-se
muito pailida.
A minha mSo ? balbuciou ella.
O que devo responder lhe ?
Mas, meu pai... dise a moca in-
terdicta...
E' um pouco bru8C0, Sr. Poitevin,
ioterrompea Boislaurier.
O meirinho fez uu> gesto negativo.
E' melhor saber immediatamente
que ficamos, disse elle. Nao gosto
cousas demoradas.
Voltou-se para sua filha.
(Continua.)
VAAIEMDES
nessa mesma noite, s oito horas, o patro
tinba pertido p*ra Brdeos, onde ficou tres
das.
Naturalmente prometti fazer o que me
pediam, depois arrisquei-me a interrogar a
menina Genoveva, m*B nao quis respon-
der-me e fo-se Bem mais nocu mais, dei-
xando-me estupefacto.
Comtudo, antes de deacr a escada, ella
fallou-me no senhor, pai Anselmo.
Ab disse elle com avidez, e o que
lhe disse ella ?
Que nao me esquecesse de lhe f*ser
saber, quando o visse, de volta de sua via-
gem, que ella tinba feito pelo asnher, a
oraclj que lhe tioba pedido.
O pai Anselmo nao polo conter .um so-
luyo.
Emfim, disse elle, a moja fo-se en-
bora.. e nao sabe porque?
Ella nao m'o disse, psi Anselmo, mas
eu sei como a Sra. Lionnet era mi para a
tilba, o que a pobre menina Genoveva sof
fren nao se pode descrever, devia estar
cansada de soffrer, suppuz -e creio ter adi-
vinhado a verdaie, que tinha havido, nes
sa noite mesmo, entre a mSi e a filba, ams
scena borrivel, em consequencia da qual a
menina Genoveva tiab* tomado a resolu
c2o do fogir immediatamente^ de casa.
Entao er, Sr. Cheron, que depois de
ter viudo procralo, ella nao voltou mais
para casa ?
Creio, estou certo disso I
Mea Dcus meu Deus I Partir as
s*m s, por alta noite. ternvel I Oh I
pjbro menina! Onde podia ella ir ? O que
podia ella fazer, meu Deua ?
Pai Anselmo, o senhor tem cara de
estar muit mortificado !
Estou, Sr. Cheron, muito mortifi
hcado.
Vejo que o senhor tambem amava a
menina Genoveva.
Amava-a o amo-s.
Fez boa viagem ?
Fiz, a miaba viagem foi f-liz. Mas
diga-me, Sr. Chejasn, de quando data a
sabida da tcenina Genoveva ? -
boje o stimo dia.
*- Seta das, sete das I murmurou com
vos aurda o mogo de recadoa, e nao sabe
anda o que fetio della ?
que
menos
Infelizmente nao ;
Sr. Lionnet a|,
- Ab I veride, o Sr. Lionoet..
que que fas, o que que diz o Sr.'
net ?
__ OptrSo cata oom uma grande tris-
tes*, j ne iUa a quaai que nem olba
> trabalho dea operarioa, vmol-o de
sbela baisa, roato trate, errando pelas
La Ronche
Iroia veittes de Noel
(V Veille)
La village de Wavertree situ dans le
Bampsbire est peu connu. On ne le trou-
ve mentionn dans aucun Guide; pour-
tant vous le voyes quelquefois indiqu
dans le livret de l'Exposition de Londres,
dsignant soit un paysage jlair par un
s a te- baau soleil, soit un rissaan clair et pro-
fuad, s'langant ae.son lit de cailloux, ou
bien noir et sombre,, roulant sea eaux aous
les saules.
Wavertree eet frqujnt par quelques
artstes et quelques rarea tourstes attirs
par la calme de l'endrit et par le plaisic
de la p he, trhi ahondante dans la patito
rivira sur lea bords de laquelle, la villa-
ge est situ. Peintr-'S et tourstes logent
tous a l'auberge du cygne cu ils trouvent
de bonnes chambres, une niurritura Sciie
et ahondante, enri, tout la confort de la
via. '
C-itte maison appartient la familia Cop-
parJ depuis plus da cent ans et le posaes-
sjur actucl la iiant dans las me nes priu
.ipes de libralit, de propret et de bien
tre que s?s pe.-es. V.
Si 1 un des h5tes.de l'nbrgiste, niiitre
Sam, lu piis ut plus que las autree, il al
l.it ave; lu L p )ha ; mais la plupart
du te-nps il s'o :capjit do ses affaires, as-
sist pir filie Rosa, laquella non senle-
ment tat la plus jolii filie du village, mais
encere la meilleur fammo de mnage k
cinquante millas la ronde.
La beaai de Rose trouvait das contra-
dicteurs p-ir.ii les viliageois qui i'en prif
raient Miss Slocomb, la filie du mdecin,
jeun: filie grasse, rose, aux yeux brillants,
.et dont les manees alteroaient entre le ri-
canement et une grande famiirt.
L's paysans ne voyaiant ren a admi-
rar dans Rose dont la tailla Uit minee et
lance, les yux bruns srieux et pro
fonda et des masses de cheveax chatains
frisant naturellement.
II faut bien portant d'Maient ils qu'il
y ait queique chosa en ell*, puis qu'un
grand piiotre, en visite dans un chateau
voisin avait dom'od faire son portrait
et l'avait envoy a une grand Exposition
de Londres. Elle est auasi tr; aavante,
ajoutaient ils, elle tient tona les c raptes
de la maison, joa sur nn vieux clavecio
achate par son pr la mort du recteur
et de plua parait-il elle sait parler fran-
jis !
Malgr ees avantagss les vellagaois ne
comprenaint paa l'admiration que Rose
excitait parmi les raras otrangars qui pas-
saient dans le village.
Mr. Barnard, un nouvel arriv, sembla
partager 4'opioion des gans du paya, car
il fut le seul homrae qui ne lu payat pas
le trbut d'a.tantion qu'elle etait aeccoutu-
me a resevoir.
C'stait un borne d'environ tren*.a cinq
ans, joli garcon, grand, ayaat des manie-
res l'ratich s qui plaisaient de suite. II
passait son teraps fl .ner et pcher.
Arriv Wavertra 'en juin, psur une
quinzane de j >ars, 1 y resta jusqu'a la
fin d'Aout pour aller chaaser ches dea
amis, d.ins un comt voisin, non sana pro-
mettre a sea amia du village de evenir
l'sanen suivante.
Q na 1 Mr. Birnard fut parti, Waver-
tree devint ti ennuyeux La temps se
mit la pluie, l'automne fut hmida et
froid. Tout la monde partit. Sam Goppard
et Rose restreat ssuIb, mais le bonhomme
ne se reposa pas xyant a surveHIer une
ferme qu'il pjasadait en dehors da village,
et a'oecuper d'una grande proprt ap-
partenant a un riebe gentilbomme dont il
'.ait i'agent.
Quant Ro3e, elle avait beaucoup de
loisir qu'elle employait ecrire de longues
ettres, cachees aveo prcipitation, lors que
elle entendat la pas lourd do son pre, et
qui termines taient portees par elle > la
poste de la villa voisine.
Un jour qu'elle s'y readait, elle rencon-
tra subitement son pre, et n'eu pas le
temps de cacher sa lettre : l'cc'l vif de Cop-
pard aparcut et la lettre et le mouvement.
Quoiqc.e tres bon et tres confian', sa me-
nance s'veilla et il demanda Rose qui
elle crivait ?
Celle-ci, interdite d'abord, presenta la
em
das

amaldicoado I Oh I meu Deus 1 oh I mea
Deus I domis !
E deixeu cahir a cabeca no peito, estava
aniquilado.
O moco de recados levautou-se para se
despedir do operario ; mas tinha diffioulda-
de em terse de p, psrecia-lhe que todos
oa objectoa que estavam roda delle exe-
cutavam uma dansa fantaatioa.
Cheron levon-o para a janella, afim de
aspirar o ar livre e dea-lhe em seguida
ello bebeu avida-
ofiBcinas e pelos arnazans, como alma pe
nada ; em poacoa diaa, envelheceu dez an-
uos.
c Oeve-ae ter paseado entre elle a a mu-
lber, uma cousa muito grave. Os criados
nSo executam as ordens dadas pela Sra.
Lionnet; j nao tem o diraito de aabir de
carraagem, quando lhe d na mana, como
em outro tempo. Parece que o patrio nao
lhe permitte tocar no dnheiro de casa. Es-
t prohibida de receber visitas, quando se
apreacnta, aeja li quem for, responden) :' am copo d'agua, que
a senbora nao recebe ou a senhora sahio mente.
Mas est sempre em casa ; j nlo sabe
e nos mesmos os operarios j a nSo ve-
mos tambem. Emfim, a acreditar certos
boatos, a mulber est parfeitamente presa
em sua casa. Diz se tambem que o Sr.
Lionnet nem lhe dirige a palavra.
O pai Anselmo ouvia-o, com a attitude
sombra do aecusado, que ouve 1er a sua
a .-Menga de norte.
Os olboa deavairadoa pareciam nSo ver
o que tinha diante de si.
Foi se embora, fo-se embora !
Decididamente, pai Anselmo, atibo-o
extraordinario, na verdade ; o senhor nao
fi.aria msis mortificado, se a menina Ge-
noveva fosse sua filha.
O visconde de Mrulle deu um pulo ;
agarrn no braga do operario e spertan
doo com torga :
Ab 1 se soubease I aa soubeaae I da-
se elle com voz cavada.
Todos nos gostamos da menina Ge-
Julguei que morria abafado, diese
elle ; ebrigado, Sr. Cbe.-on, iato vai me-
lhor .
Com effeito, despertava-se-lhe a energia.
At vista, Sr. Cheron, disse elle,
apertando a mao do operario, vou j casa
do Sr. Lionnet ; bem v, preciso que
aaiba .
Sim, aim, pai Anselmo, isso; v
ver o Sr. Lionnet.
Era ama hora. Oa ltimos retardatarios,
entre oa operarios, recomecavam o sea tra-
balho.
O Sr. Lionnet, que se demorava agora
lettre son pre ; elle porttt la sucrp
tion suivante: t Mas Smitber, 91, Bar-
par atreet, London.
Smilhers, dit le pre, n'eet ce paa
votre amia da pensin qui, a pase nae me-
maine avec noas aa Printeaipe T
Oai, mon per, La^y Smilben, ?
qui vous svez tant coquet I
Aliona, alios je me r a pella es fo-
lies propoi de cette demoisclle. Pard
oez moi ma chrie, d'avoir demand vefre
lefre ; mais ja suia votre pera et je leas
valler sur vous Aoa, enfant g*i-, aw
rentrez pas trop tard pour la to.
Roso continua son chsmia non
lger frisan. Arriva a la poste elle
cha l'enveloppe air-ss- Miss Sa
et jeta avec soin dans 1. boite ane luttis
cachetea et adress) a Sir Coarles B*r
rington, Baronnet the Ao&ay, L)ioo, >
puis cchirant em millo morueaax IV
Jiesse da Miss SmiHiers elle reprit le caW-
min d l'auberge.
Mr. H ipper, j -un et riebe saeuier de
vosiaaga, tait davenu amauraux de Masa
Coppard ; 1 s'etat d'eelar aa per et
en avait regu la p-rini.-sion de a'adrvaser a
Rose. Quel no fut pas rtonnemeot da So-
ve bomme lorsqae peu de joars sprai le
pauvre H>ppar se presante et lu apprit
d'un toa 'fort tiista qu'il avait pob-
ment mais rrvaoablament mnduit par
Rjsa ? Sam fut tres contrari ; il avait no*
baute opinin du mauaier, mais com me aw
filia garda le silen et sor la demande, t
sur la retus, il nen parla p is de son t'--
L-; jeune homme, tres mortiti i* *>n
iasu: h, alia vever sea cbagrios dn* 4
sen de Miss Wiggs. C'tait la modiite da
pays, vieille filie qui passait pour avoir ea
des amoureux. On remarqua pouaprs* que
Miss Wigga reaevait beaucoup de lettres
de Londres et quo Rase sembla prisa d'aoa ,
coquetterie extraor liaaira va oa be. >ia de
se rendra presqua chaqu jour chas la ce-
diste.
La veille de Noel arriva.
II tait neuf heur s da sor et sam Cap
pard, aasis au haut boat de la Ubi), pre-
sidait la degusta tion d'un bol de puaoh
prcdant 1'office de miauit et le op:r
qui devait la suivre. Selon la cou'uose
ou avait port forca toasts et chant
pluaieurs chansons loraque qualqa'an fit re-
marqtter l'abaen.-e de Mas Ra. A ce
nom le panvra Hjppar Soupira et U coa
pagne sourit.
Elle est alla a Tborpe che as soeor
dit Sam elle m'a dit que sa taot; taat
inalada ce serait ua ate de chant d'al-
Ur paasar ce jour ave s o'.la ; oopeo i*at il
se tait tard et il eerait gran i t'.osps queile
soit ici.
Tout a ooup, la porte s'euvrit brs:q*e
ment, un bomme eu bloui) entra ur-ip-
tamment et regarda avec garemaat aa-
tour de lu.
Eh bien < Georges s'cria Ceppaci
en se levaot brus^aoaant, qu'y a t-il *
Etea vous ivre, mon garcon ?
Non, maitra. Mais Miss R.se,
tre?
Misa Rose, eb bien '
-Je l'ai vue, pre* la fil^tnre,
daa ane chaise de poste avec aw
tandis qu'un aatre saateit sor lesige.
Ua bomme i taona Copoard, ps\a ala)
colera, ma filis dans ane cbaiae de poste
avecun bomme! quel boasme? Le con-
nais ses toas Georges ?
L'individu sur le siega .l's app-afl Sr
Charles, mais je le oonnais, je l'a soa-
vent I
=- Mais qui qui, aa nom da ei4 !
Ce gaillard qui a pasas ic test 1's t
Ah, oui, ja me souviens, mahro Barnard
L vieillard voulut erier, s'iaaeer !
II battit l'air de ses brss et tomata
dement, mortellement frapp par la
et l'ingratitade de l'enfant tant aire--.
(a contina- -. i
F*LT.
mm
seu incnravel
naa feico -s atormantadas o
aborracimento.
Os olhos do velho c-arregaram-se-lhe de
relmpagos.
Afastou logo vista deesa mulber exe-
crada, murmurando :
Desavergonhada !
Depois dirigi se ao gaibnete do Sr.
Lionnet e que estava de porta aberta.
Entrou e, nao querendo perturbar o ne-
gociante, esperou.
No fim de alguna instsntes o Sr. Lion-
net levantou lentamente a cabeca.
Ab o senhor, pai Anselmo, disse
elle, o que quo desoja ?
Sr. Lionnet, ea vinha parguntar-
lhe quera saber .
Quera saber o que ?
Onde est a menina Genoveva.
O Sr. Lionnet fixou no moco de reca-
dos ora olbar espantado. Perguntava a si
proprio aom que direito aqaelle bom'em sa
atreva a interrogal o.
O senhor sabe que a menina Geno
veva nSo est aqui ? disse elle.
Sim, scnbor, e venbo pedir-lhe, sup-
plicsr-Ibe que me diga para onde foi.
Permitta-me que lhe diga, pai An-
selmo, quo me admira singularmente a sua
muito pouao tempo mesa, j estava no pergunta.
W Comprehendo, senhor, verdade que
sfove admirar-so de um pobre moco de re
esenptono
i Tinba diante de si
a- feri
noveva, pai Anselmo, e todos nos estamos,
careo o seuhor, muito *f
foi se embora
lictos
a menina
mas isso nZo o mesmo
que morrer naturalmente daqui ba pou
uo, ba da saber onde erla est.
O mego d recados deu um gemido.
Vamos l, pai Anselmo, vamos l,
accreacentoa o bom Cheron, coragem 1
Coragrm, coragem disse o mogo de
recadoa, com zedu gero, quando se v desabar o edificio que
se levou longos anuos a construir ? Ah I
corsgetn I Imaginera o desespero de um ho-
rnero, quo depois de ter atravessado mares
tempestuosos, s.ffrer tudo quinto sa pode
soffrer sem morrer, e que no memento em
que toca a felicidade, no momento em que
descobr na ptaia tudo quanto eHe am, v
sbitamente desappareo';r taWJnsa um hor-
oso tremor de trra. -
Poin bem, Sr. Cheron, ea soa esse ho-
grande numero, de
tas que nlo lia.
-Encostado mesa, pare ia (er esqueci-
Ji completamente 08 sejs negocios com-
er r-ises.
Sempre o mesmo pens^mento Sempre
Genoveva I
Peosava tambem na paz da familia pa-
ra sempre perturbada.
Genoveva nao devia vcltar; mas a sua
imagera estava sempre alli, entristecendo o
presente, estendeudo sobre o futuro ama
nuvem sombra
Emquanto o^Sr. Lioanet se absorvia nos
seua penaamentoa, fasendo reflaxo s lgu-
bres sobre aa contrariedades, illus5as e ae-
cepgSas d vida, o mogo de raeados atra-
vessava o grande pateo que preceda a
cnaa do fabricante de movis.
O pai Anselmo rep irou qua as ofiluinas
j nao apreseiitavam a mesma animagao do
antigo tempo-
J se nSo ouvia o canto alegra dos ope-
rarios, unido ao raido das roauhinaa, da
serra cortando as taboas, do ag > tur*tda_M
I Era o meu dertiao I Oh I meu Dean I madeiras.
inUnaoii ella com voz despelagada ; jul
gava quo me tinbas perdoado, qua enten-
das que a miaba c-xpisgao tiuha durado
baataote ; mas deixaste-me entrever o cea
para- me provar melbor que aou sempre
A tristes* do pstro tinb*
todo o pessoal da fabrica.
O pai Afwelma levantou ma^hinalsaeni
os o'hos par tachada : vio a Sra. Lion
cados ousar interrgalo a respeito daqaella
qoe, ba poucoa diaa aiuda, fazia a alegra
da casa, e que, pariiodo, deix m l a tris-
teza.
Emfim, qua motivo o faz proceder
assim ? perguutou o negociante.
Esse motivo, senhor, eu Ih'o darei a
conhecer. Ah acredite, nao sou movido
por curiosidade iudiacreta; nao ae offenda
com a minba perganta. Kesponda-me, se-
nhor ; juro lbe que nlo se ha de arrepen-
der por me haver respondido como am bo-
mem honrado responde a um hornera boa
redo.
Havia as palavras do velho ama infl:-
xSo triste e solemn.
O Sil Lionnet j tinha notado que a lio-
guagem do mogo de recados iodiuava
uma educago superior sua condigao ;
deata ves o contraste anda o impressionou
mais.
Levantou-se, foi fechar a porta do gabi-
nete, depois, com uma espacia do iief ren-
ia, convideu o pai AnsdJs a sentar-sa.
ft Entao o,8(-nhor interessase muito por
la infeliz menina ? pargubtoa elle.
I Se rae interesa.) Iateresso me e mui-
to raais do qae o seuhor penas 1 Eila esti-
rnava o, Sr. Lionnet, mas tambem tinha
net que, encostada janella, deixava ver'affeigao pelo pai Anselmo. Ob! querida.
oobre menina I No seu coradlo nanea non
ve seaZo raei^oico e bondade!
E o pai Anselmo tinba lagrimas ta ves.
E' verdade, meiguice e bondade, ras-
pn lea o negociante, nunca lhe sorprend
ara pensamento mo, nao conbecia a ten-'
teglo do mal. Ah pai Ans-lmo 1 tkamm
razio, quando disse anda agora, ssw ama
era a alegra deata casa '
c O senhor pergunta-m: e pade-me me
lhe diga onde ella eati... infelismente ni
sei.
Entlo, nlo fez nenhnma tentativa
para saber o que foi feito deim, para, tornar
a eacontrar. >-
Fiz tudo quanto podia fazer.
E nada ?
Nada, nem o msis pequeo iodcU.
__ Mea D.'us so ella tivesse poste fim
aos seus das I exclaisoa o pi Anselmo,
tremendo de terror.
Nlo tenha esaas ainiatras ideas, re-
plicn logo o Sr. Lionnet, cooheco Gama-
veva e sei quaes sao os seas principies, nst-
tureza animosa, alma forte, nlo da amellas
qae sa deixam entregar covsrdameate ae
desespero a que procuras na morte fi"
dos seus soffrimentos. Nio, nlo, seja amal
for a situagSo em que ella se ache, mesas
que fosse a mais norrivel, Genoveea isv
capaz de pensar no suicidio. P<>r esse la-
do estou absolutamente tranquillo. Sahs
entre as onza horas e meia noite. Sabia esa
para onde ira ? Talves. Em todo o case
aventurou-se pelas ras de Pars, sem dei-
xxr o menor vestigio da sua paasagsm.
Creio que tenha subido da cidada e nssaa
j esteja fra de Franja. Fui i preeun-
ra de polica muitas vezas, aogsbute de
ebefa de seguraoga, vi os relatnos de In-
dos os comiDssarioa de polica e os de nn-
raerosos agantes. Nada enaontrei, abaefn-
tamente nada que podesae pdr-me ae -
caigo de Gano ve va. Maadarass-ssv nser
indg^g5;s, estSo se fasendo e apere.
Mas o que ea espero, sobretodo, f sm-
ciosa impaeiencia, uma earta da pebre
menina ; ba sote diaa qae elU parta i
impoasvol, Bra, npossivel qae efia sin
me c em breve, noticias toas. Deev
sar que estou era uma ioquiataglo o ha de q-ierer tranquillisar-me a eeeegv-ese
a respeito da sua sorte. Eis e ame sei,
pai AosbIjjo, e tudo quanto 1
dizer.
i
(Continmmr-M ha)
Typ. do Diario, roa Oaone de Csxm a 41,


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