Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19125


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Full Text
kU LU ----- NMEBO 3
PAMA A CAPITAL E LltiAIli: ONDE NAO SE PACA POHTE



I
.

?

Por trea ruezes adiantados
Por se ditos idem
Par Dm r.nno idem
Cada numero avulso, do toe
C$000
125000
2:^000
100
ifc-ln 4 DE'JAfflmO DE 1888
PAHA DENTRO E FRA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados..........'. .
Por nove ditos idem .*."... ,
Por am auno dem.................
Cada numero avulso, de dias anteriores..........
13#M0
20000
23J0OO
100
\\ktfx\ttotot t Mmotl iigudra *t Jazsl i -lijos

Os Sr. tmedfe Prlnoc t* C
de Pars, sao os nosse* agentes
exclusivos de annunetos e pu-
blieacSes na Franca e Ingla-
terra
ELEGRAMMAS
sERVica Piancyuii di
BAHA, 3 do Janrn, s 3 horas e 20
minutos d tard-, (pela iiuh terrestre).
O resultado anal da elelco do IS.
diatrlcto deoia provincia para ana
depuiado siral. ful o neaulnte :
Ur. AriMtiden C Zaina 349
!><-. Irihur Kio 186
Dr. Tala io;
NATAL, 3 do Jan !ro, s 3 hora c 20
miuutos da tarde (pela linha terrestre).
tqul ehegou boje do norte o paqae-
le nacional ESPIRITO SANTO, o anal
egae a larde para o al.
SFRVICD 00 CENTRO TELEGftAPHIGO
U IMPBENSA
(Para o Diario de Pernambuco)
RIO DE JANEIRO, 2 de Janeiro, s
J liaras e 2-") roinuos di noite (recebido
s 11 horas a 10 E' provavel qne pelo IIo diatrlcto
t\i, isntiia ejs el ello depaiado eral
. Or. Klpldits de HenqalU.
O alce almirante Elisia rio Jos
llarbona recatn aceliar a uomea-
(no de director da Gaeola "Jaral.
LISBOA, 3 de Janeiro.
4
tbrlraa-se aa cortea portuguesas.
ou comparecendo au acto a. m. o
re > i.un I. m coaieqoeacla doa
aeua i:iiimiiil>- de ud'
O Banco de Po-tmal Inee-oo auaa
< naiaaes.
ROMA, 3 de Janeiro.
iMiii-mm Imponentes a testas
pelo Jubil sacerdotal do auto Pa-
ure i. -o VIII
S Santldade oillciou na baslica de
S Pedro, laucando *ua benco aoa
peregrino* no mel de grandesovn-
i "! da mullidlo.
Fol (lemiiiijii tndiro de Roma
|ir Irr pnnirlpado daa reatas.
VIENNA, 3 de Janeiro. .
,\ i -i.i ata co(enirando tropa a
..'.'., 'X \ > ", '' Janeiro.
Ora-anlsou .<* ni novo ministerio
a.TTio aob a yreaideacls do coronel
CirantcU.
Csae iialunen- favoravel ats-
ala.
' Pol rconJnildo no cargo do Juta
oaunlolpai e de orphio* dos termos
reunidos de Btu' e Granito, na pro-
vincia do Pe mamoneo, o bacbarel
Augusto t?rederlco deSiquera Caval-
cante.
1 A laxa do cambio sobre Londres
fot boje de 3 1* d. por lAoOO.
: SERffCQ H AGENCIA HAVAS
l LISBOA, 3 de Janeiro.

, Hojetev lugar a abertura solemne das
.corles portuguezas.
A mensem real* menciona as boas re-
lacees de Portugal eo.n todas as potencias
estrangeiras e trata exclusivamente de
queetues locas sem declarajao ioteressan-
te no ponto de vista geral.
BERLN, 3 de Janeiro.
Urna certa inquietado principia a rei-
nar nos circuios polticos desta capital.
En consequeucia das ms noticias rece-
bi las de San Remo confirmando que S.
A. o principe herdeiro acba se atacado de
urna molestia incuravcl, isto de um
cancro na garganta.
Jnlga-se que o chanceler principe de
Bismarck t-:m intencao de estabelecer des
de j a Regencia do Imperio com o prin-
cipe Guilberme neto do velbo Imperador.
VIENNA. 3 de Janeiro.
A Neoe Frele Press importante orgao
desta '.ida-le annuncia que* a Russia exige
Bmpre que o tratado de Barlim seja res-
peitado relativamente a Bulgaria.
NEW-YORK, 3 de Janeiro.
Urna nova colliaao entre doas tren de
caminbo de ferro te ve lugar, perto de Chat-
taoooga (Estado de lennessne.)
O numero das vi,-timo avallado era
e^rca de cero pessoas.
SANTIAGO, I de Janeiro.
Durante as ultimas 24 horas bouve aqui
56 caaos novos de cholera e 19 victimas.
No mesroo espago de tempo era Valpa
raiso deram-se 95 casos novos e 34 bi-
tos.
Agencia Havas, dlial ein Pernambuco,
3 de Janeiro de 1888.
!-
PSI
Poeto a,bordoDiz-sequmido todas as dosuetaa
(occaaisnadas por artigo vendido para exsortacio)
ce fazam por coala do vendedor.
N'est .opntracto deve ha ver a maior coafiaaea
no vendedor, por isao que este systema uo d
lagar oonferenela das ujercadorias.
Na alfandegaE' quando as mercadorias io
f endidas, cstAndo'-j Tl^armaenadas; o pagamento
miste geoero de vedan varia conforma o tempo de
demora na sahvda rfir mercadorUa e as ttondigoes
da venda. ,
A' prta d* alfaTeNeste systema de ven'
d t idas as dPpeta* feitaa coro as mercadorias,
at a sua sabida da alfiindi'ga, s i por canta 4o
vendedor, e a coeJereociH das mesmas foita na
occas'U'i do drsp>eni).
Ene si d i v.ud.'&iffcr'.jr iv a Byalein i .' inf#-
repcia das m> rcad irJBi('-|eittl ein esa do vendar
do'r,sendo todas os dpjpjfzas d'ahi em deanfe
feitaa por cinta cjuprad ir.
Posto em casa do compradorDiz-se do artKo
qae te vende, quando todas as despezai sao fetas
pelo vendedor at ao acto da conferencia das mfr
cadorias (a qual se faz em casa do compjador)
Emquanto, s formas de pagamento ha as pe-
guntes ; a rrompto e immediat pagamento, a
prompto, a dinheiro, e a praso.
A prompto e immediato pagamento. Diz a*>
qu>.ndo o pagamento se i ff .eiua na propria occk-
nioda venda. .
A promp.o pagamento.
effeiua dentro dentro do
em que se venden a merca
A dinheiroE' quando o pagamento se effeetna
dentro de trinta dias.
A praz). E' quando o pagamento se effectaa
a periodo maia longo, n'ama oa mais percellas em
data prefixa.
(Contina)
to.Diz*se quando ellos*
o ireadurias.
PARTE 0FFICI4L
-
INSIHOCCIO POPDLAR
ESCRIPTUflACAO COiMMERCIAL
[Extrahido)
DA BlBLIOTLIECA DO POTO E DAS ESCOLAS
quer navio dada a faculdade de ratificar
-s deelarac58 eitas na occasio da visita
da entrada, e faz-ir qualquer declarajo
sobre a carga do navio salvo os caos in-
dicados no art. 380 Io da consolidacao
citada.
-\0 privilegio de franquic invocado palo
recorrente, nao exclue d o*o do ap-
prehensSo de objictos, qa constituem con
trabando, nem acuberta o abuso de infrin-
gir preceitos lgaos om prejuizo io fisco.
Pr ...-e lentes cono sao o* fuadamentos da
decisSo r^':orrida n3o pode ella deixar de
ser mantida.
Emygdio Francisco deSouz M.ag^lhilee.
Fernega se.
O mesmo. dem.
O mesmo. Ideal.
Major Justino liodrigues da Sil veir.
Forneya-8e
O mesmo. dem.
O^mesmo.dem.
Faustiniana f4aria de Faria.Indeferi
do, vista da informacSo.
Qervasio Raymando Jos dos Santos.
Sim, pagando as comedorias.
Bacbarel Jos Emygdio Goncalves Li
no. Eneaminhe-se.
Tenente Jo; Cavaliante Gomes Fer-
ras.Remettido ao Sr. commandnnte su
perior interino da guarda nacional da co-
marca do Rio Formoso para mandar pas-
sar a gnia de que trata o art. 45 do Decr.
u. 1130 de 12 de Marco de 1853.
Manoel Joaquim de Mirauda. Como
requer.
Salastiano Duarta Silva Fraga. Iofor
me eo.u urgencia o Sr. inspector do Tno
suuro Provincial.
Secretaria da Prctidencia du Pernam
buco, em 2 de Janeiro de 1888.
O porteiro,
F. Chacn.
Ministerio do Imperio
Por cartas imperiaes de 23 de Dezeo>
bri prximo findo foram coniccoradoa os
subditos estraogeiros :
Castazzi, com o officialato da ordem da
Rosa; a Camilio Sivori, com o grao de
cavalleiro da mesma ordem.
Hlnisterlo da Harlnha
Por titulos de 24 de Dezebro prximo
tinao foram Horneados praticautes do cor-
po de rnachinistas da armada :
Annibal Gomes de Paiva.
Osear Heorique F--rreira.
Eduardo Corr-ia da Silva.
Gustavo Jacintho MartinsT elho.
Domingos Coulart da Silveira.
Foram nomeados comiuaudantes doa se-
seguintes navios da armada : do encoura-
cado Javary o capitao de mar o .uerra
Francisco Jos Coelbo Netto ; da oorwtj* Nuherehff o c-pi*o de mr e guerra l*? soUla Fr.nciC0 Correia Solero, Mana
Repartico da Polica
2* seceso. N. 4. Secretaria de Po
licia de Pernambuco, em 3 de Janeiro de
1888-Illm. e Era. Sr. -Participo a V".
Exc que foram hontem recolhidos C isa
do De.tonQo os aeguint-s individuos :
A' nimba ordem, Jos Martina do Nas-
cimento.
A' ordem do Dr. delegado do 1.a dis-
tricto da capital, Maooel Antonio, por dis
turbios.
A' ordem do subdelegado da freguezia

DAS SOCIEDADES
MADRID, 3 de Janeiro.
Iteran* ae Inuodacoea na faespa-
n.e
RIO i E JANEIRO, 3 de Janeiro, s 5
h ir;.s e 15 minutos da tarde (recebido s
8 hor^s e 55 minutos da noite).
Tendo recusado o vicealmirante
Eliaiarlo Jos Barbeas a nomeaco
de director da Escola Naval, falla ne
que aera no aseado para eaae cargo e
cli-Te de dlivlao Luis Mari Pique!.
oso capltao.de mar o uerra Eduar-
d TWandeiikolk. .a
Foram naneado' i
Inspector do Arsenal ale Marlnba
d Para, o capitao de fragata Anto-
nio Se veri ano Manes i
OOlcial de ama das directoras da
*.-t-rctarla do Ministerio do Imperio.
o Or. doo Carnelro le Souaa Iib-
delrat
na de irrito da cantares dalsa-
p<-ra(riaa. oa provincia daa Alageos,
o bacbarel Manoel oe Araajo CMftea i
Jaita de di relio oa comarca de Pran
es as provilncla des Peale, o bacba-
rel Benedicto Pbiladelphe de Cas-
tra. *
m Pe aposentado no cargo de onl-
ri.ii externo dabeeretarlade Pelleta
de Pernambuco. ose de vaacon-
ceilos. *
t C on ti n ua(a o J
bjciedade auoDyma a que nio tem firma social
ncm existe debaixo do nome de algum dos asso-
eiadoa eostuma denominar-se pela designacao do
fin a que se prope (-como, p.r ezemplo, compa-
obia de seguros, companhia daa aguas, compaabia
do gaz, etc).
As sociedades aoonymaa teem o sen capital for-
mado por sccS.'s, liuiitando-ie a responzabilidade
dos socios ao capital com que cada um subaerev*.
Oseatatotos a'eatas siciedades devem exprs-
str :1* a dcnominaclo ou designacao social (pre-
cedida oa seguida daa palavras : aocedada ano-
nyms, respoosobilidade limitada); 2 o objecto oa
lia da sociedade ; 3 a sua durarlo; 4* a sua sede
oa domicilio legal ; 5* a iodicicio do capital so
cial ; 6* a organiaacSo da administracio; 7* o
modo de coostituir aa aaaemblaa geraes ordina-
rias e extraordinarias ; 8* o modo de proceder
liquidaeao, no caso de diaaolaco.
Sociedade de participacio ou sociedade em con-
ta de participacft* a que feita entre doua ou
mais commerciantea (da mesma ou de difierente
pracal com s fim de aoferirem lucros de um certo
e determinado numero de operacSea, aa quaes po
dem ser effeetBadas por am dos sgsociaios, por
alguna ou por codos ellea.
Estas sociedades doram s o ttmpo indiapenaa
vel termiosoio das operacoes para que se coosti-
tairam ; nao tetm enntabilidade especial organi
sada, e aimpleitoeute na eseriptoracao particular
de cada socio se deacrevem as operacoes qae cada
om tSectaa por coota da sooiedade.
C0NTRAC?T08 DE COatPftA E VENDA E
DIFPEBENTI58 KORM\S DE-P AOA VIENTO
Por differeaies modos se pode comprar e ven-
der. Vende-sc:m viagejn, a Ifc.'do, posta a
bordo, aa a'faad-ga, porta da aifandega. ea casa,
A, -vendedor, pisto em esa do comprador.
Examinemos estes diversos casos.
Em visgem.E quando ss me ao'otias sil' ven-
didas antes do navio qae as couduz cliegar o po--
to do destino, sobre o aysteoa a seguir ua rekli-
sacao d- asa Vcela, nao n \ urna regra geral ; en-
i-etaoto, con) riwpeito aoa riscos que poden) sobre-
rir sssereudoilita vendidas sate molo, acba-se
actualmente estabel-cido o oso de se declarar nos
reapectiv.s cju jbcos que, desda a data, dos oses-
laus, etica correia or cunta do comprador.
A bordoE' qoanco todas aa despeaa* (meluin
de desearga, trele, para Ierra etc.) sao teitas per
onta do esatprador N'eale nyitema a aonteren-
cia ds mercadura fas-se oa occaaiao da baldea-
ci.
nysio Manhas Barreto ; do cruzador Al-
mirante Barroso o capitao de mar e guer-
ra Francisco Goulart Rolim ; do eocoura-
gado Bolita o capitao de fragata Felinto
Perry ; da canboneira Quarany o capitSo-
tenente Leoncio Roa a do patacho Apren-
diz Marinheiro o 1 tenente Jos Martius
Toledo.
Commandonte do cruzador Primeiro de
Marco o capi de fragtta Fernando Xa-
vier de Castro.
Ministerio da Agrl< altura
Por portara de 22 de Dezembro pr-
ximo findo foram approvadas as alteracSes
feitas u >s tarifas da estrada .de ierra do
Recite ao S. Francisco mediante accordo
do fiscal e do superintendente da mesma
estrada* Sao estas ae modificadojs appro-
vadas :
Assucar. Abatimento de 30 [t sobre a
tarifa ordinaria, ficando revogado o art
32 do regulamecto, quanto a este ponto, e
uniforaiisadob os fretus pra os grandes e
pequeos productores.
Oereaes e gneros de horticultura.Os
mesmos abatimientos approvados para o
assucar e mai/l0[e quando forem tra-
zidos pelas estradas de ferro que estiverem
em relaco de trafeg'j oom a estrada de
ferro de Re'cfe a S. Francisco.
Materia prima, combuativel e estrumes.
Eleva-se a 40"(, o abatimento de 20 [#
concedido a esses genero.-, destinados aos
eng-uios, cojos productos ein sua totalida-
de forem transportados pela estrada, e isto
quando nio gozarem de abates especiaos
estabelecidos as concesfSss da estrada ou'
outras datas anterioras proposta aetual.
Em idnticas coodicS-s ter o mesmo aba-
timento o conibustivel destinado explora
cao das estradas de ferro que torera suo-
cursaes da estrada de ferro do Recife a
h. Francisco.
Materiaea para estradas de estrada ru
raes..Fies a tarifa equiparada A que cor-
responde a s ma-hiaidinos para as gran
des fabricas agrenlas e lndustriaes.
Pass.geiros. Fica-n rduzd8 as clae-
ses.u duas, e8tab?Io<:endo-Sri o abatimento
de 2Q|0 na actu-1 'arifa de 1* cUss e
passanau a a tu-.! 3* classe, cora o mesmo
abatimento de20|8, a servir de 2* classe.
ftiorerno da rovincia
DESPACHOS DA PUEdIDENClA Du DU 2 DE
JAMEIBU 1>K 1898
Aiexandr-" ."*prltz. Sun, pagando as
comedorias.
Domingos Jilves Matheus. Sustento
por sen* iun i;uu-iitos a dectaSu recorr >a.
D?sde que plo r-corrente n5o toi jaetitca
da a nao in.lusao no manifest >o navio,
d js valurol-8 npprehendi los, lonstituu
enes contrabando. E fe o caso nao se aehn
i,sp""'-ifi iid i no regslsmeuto de 4 de Jalbn
de 1879, deile trata or-gulamento .las Al
tandega, como se va da cousoldayo das
leis respectiva, qae, qu-iOto a arrecadaya
de. impostus, sao subsidiarias das leis pro
vine aes, conone determina o art. 102
'ij fieg. d'' 1879. paqaea .>lta resulla a
eooviccZo de querer-s lesar a proviecia
n pagaioento que llie devido, tanto
msis que ao capitSc ou mostr de qul
Jos, por disturbios, e Francisco da Motta
Ribeko, que se diz escravo do Dr. Ma-
noel Henrique Cardira, presu era flagrante
por crime He ferimentos.
Parti> ipou-me o delegado do termo de
Ca ihotinho, que pelas 3 horas da madru
gada de 2b do mez prximo findr, quando
se reuna o povo para ouvir a missa do
Nata!, foi preso um individuo que dli pro
vocava desordens.
Appareeeram na occasilo, oppon lo-se
prisao, Martiaiano Ferreira Matheus, irmao
do detido Francisco Matheus, e outros.
todos armados do facas e cacetea e aforiram
lucta, resultando desta sahirem feridos gra-
vemente a prga de polica, Vicente Fer-
Veira de Oliveira n levemente Manoel Bar-
bosa de Arruda.
Foi preso em flagrante Martiniano Fer
reir Matheus, evailindc-se os ciernis.
Aquello delegado toraoa conbecimento
do facto, e procedeu a respeito nos termos
da 1-i.
Pelo delegado do termo de Tacarat,
foi preso o criminoso Antonio Gomes da
Cruz, pronunciado no art. 193 do cod.
criov, como autor do Assassiuato perpetra-
do na pessoa de Jos Moreira do Nasci-
ii.cuto, no anno de 1882.
No da 3 de Dezembro prximo findo, o
oapitao Pedro Jos Correia, reaasumio o
exercicio do cargo de subdelegado ao 1
diatrioto da freguezia de S. Jos, na qua-
lidade de 1- supplente.
O cidadao Joaqnim Quintino Goncalves,
partieipou-roe ter no dia 29 do mez pasea-
do assumido o exercicio do cargo de sub-
delegado do distrieto da S de Oli ida, na
qualulade de 1.* supplente.
Participou-me o cidadao Epipbanio de
Franca Mello, ter no dia 29 do corrent,
assumido o exercicio do cargo de delegado
do termo de Olioda na quahdade de 1."
supplente. *
Partieipou-me o delegado do termo de
Gamelle'ira ter no dis 31 do mez paseado,
entre as estacB-.s do Gamelleira e Cuyara-
buca, sido esmagada por urna das machinas
da via-t'errea urna mulber branca ignoran
do-se o nome.
Aquello delegado tomoa conbecimento
do fato, fez proceder a competente victo-
ria e mai diligenciis de accordo com
lei.
Tendo se abertn inquerifo j teve elle o
conveniente deitino.
Deas guarde a V. Exc. llm. Exm.
Sr Dr. Manoel Euphrssio Correia, mut.
digno presidente da provincia. O ebefe
ie poli-ia, Francisco Domingues Ribeiro
Vianna.
iR) M PEB5i5lO
~"
ictrospecto poltico
POLTICA OBSL
(Contmat&o)
A Franca somo se sabe, tem sido collabora-
dra involuntaria da poltica interna do principe
de Bisuiarck. Sempr* que qualquer assistencia
parlamentar se oppOe los projectos do enrgico
estadista, eis que elle trata logo de levantar ante
os oaos de seus coacidadao* o cipaotalho do
odio e drJ-armamentos francezes. 0 projecto do
septiennio militar era importante de mais para
que o illustre clianceller, receioso de vl-o deli-
nitivamente morto, renunciasse ao seu, expedien-
te ordinario. 0 Reichstag tinha sido dissolvido
principalmente pela opposicao que lizera ao
mesmo projecto. Elle linha querido conceder
ao governo os recursos militares de que este
julgava carecer, mas someote por tres annes :
era muito curio o praso para o principe de Bis-
tnarek, que deseja de corago vf-r-se por urna
vez hvre de toda a inspeceo parlamentar, e
que, sobre tudo em materias de exeretto, nao
julga-admissivcl na Allemanha o direito publico
de alguns paizes occidentaes, relativamenle
soberana das cmaras.
A nova eleigo ia decidir da sorte do septien-
nio e da fortuna dos ervos do Sr..dc Bismarck,
cuja irritaco augmentava de dia a dia com as
frequentes insubordinagoes de um parlamento
que o principe aberrou, como a tudo que pode
contrariar o imperio da sua vontade de ferro.
Marcado, pois, odia do pleito eleitoral, a im-
prensa inspirada pela chancellara de Berlim
comegou logo na mais activa propaganda em
favor do projecto bismarckivo. Era preciso mo-
ver os eleitores, vibrar lhes fortemente a fibra
patritica, para que a poltica do chanceller sa-
lusse trumphaotc das urnas. Recorreu-se para
isso ao velho expediente de exacerbaco dos
gallophobos, expediente com tanta frequencia
empregada, que se chega a pensar que o Sr. de
Bismarcl o primeiro a por em duvida que a
Allemanha seja realmente o ninho de sabios de
que com tanta insistencia se falla, urna vez que
ella to incauta c repetidamente se ha deixado
prender n'unia rede cujas largas ma lias esto
vista de todo o mundo. Mas nao quiz dessa vez
o estadista gerniuiiico confiar nicamente no seu
processo ordinar*. Os suus jornaes, seguindo
o autigo programma, lizeram durante tres se-
manas circular toda a especie de boatos aterra-
dores, por entre um incrivel ba'rulho de phrases
patriticas. A datyse-llies crdito, a Franca re-
forcava activamente a sua fronteira de Leste, onde
a toda a pressa levantara barracas de campa-
nha. 0 povo francez, mais do que nunca domi-
nado pelo desejo da desforra, ia decididamente
atacar de um momento para o outro os pacficos
allemaes, ante cuja exaltada mente o cavallo pre-
to do general Boulanger ia assqundo a exage-
rada importancia da beata do Apocalypse.
To ao vivo pitiou a imprensa do chanceller
os perigos da patria alleiD, que os precavidos
gazeteiros de Londres, ein parle victimas de
suggeslOes estranhas, em parte hypnolisados
pela idea da conquista definitiva do Egypto,
principiaran, tainbem a ver que na verdade era
a Franca que conspirava contra a paz armada
do continente europeo, por estar mais do que
uunca dispasta, a rehaver pelas armas as duas
provincias que a Allemanha llie lirou.
Devia ser eitremamenie agradavel ao principe
de Bismarck esse subsidio que aos seus intuitos
eleitoraes prestara o jornalismo do Tamisa. O
chanceller, porem, nao se da\a por seguro e
satisfeito com essa coadjuvago, que apenas ha-
ra conseguido augmentar o desasocego, os re-
cesos de guerra inminente que as falsas denun-
cias e a inconveniente liaguagem do jornalismo
official da Allemanha tinbam produzdo momen-
tamente em toda a Europa. O Sr. de Bismarck,
ainda que saliste to, sem duvida, pelo auxilio da
impreasa britannica, sabia bem que os protes-
tantes inglezcs nao podiam ter mais influencia
que os allemaes no animo do Sr. Wmdthorst e
dos demais calholicos do imperio. S sen ha
do Vaticano poderiam estes obedecer.
0 impenitente auctor do Ku'turkampf, agora
admirador fervente das altas qualidades do papa
tinha feilo ludo quanto era humanamente possi-
vel para que a auctoridade espiritual de Lefio
XIII he nao faltassc n'um momento diflicl para o
prestigio do governo prussiano. E sua sautida-
da, sensivel s finezas recebidas, inlerveio com
effeito, e do modo mais franco e mais solicito,
em beneficio das aspiracoes polticas do habili-
doso chanceller.
Essa intervengo causou, todava, reparos
muilo serios na Allemanha e fora della. Em
geral, sentiu-se quo arriscado era para a pro-
pria santa s o metter-se o summo pontfice nos
negocios ntimos se um paiz, e a proposito de
urna pendencia para soluco Satisfactoria da qual
ninguem at aui lhe conhecia a indispensavel
aptido techmca. Custou, realmente, a acredi-
tar que a infallibilidade de Roma chegasse at
s quesles de pura organisaQSo militar. Pelo
menos, nem todos os catholicos allemaes se mos-
travam apressados em confessar desde logo se-
melhantcinfallibilidade. Algunsdeclararam aber-
tamente que se curvavam reverentes ante a au-
ctoridade do papa em materias de dogma e de
moral ; mas que assim como o septiennio mili-
tar nao periencia pela sua natureza a nenhuma
dessas categoras, tambem nao estavam dispostos
a sacrificar a sua liberdade poltica s invasocs
do papado no campo profano da cabala eleitoral.
A esta rebelda inesperada, mas pouco dura-
doura, resjlonderam as folhas do principe de
Bismarck, sbitamente inspiradas as puras don-
trina ultramontanas, que o catholicos allemaes
nao podiam tipolgicamente desobedecer von-
tade do befe da sua igreja, porque segundo o
direito cannico, essa vonlau'e devia irapr o m-
ximo respeilo a todos os fiis, quer se manifes-
tasse eiu assumptos sagrados, quer em mate-
rias puramente temporaes. fe em favor desta
theoria iuvocada por auctoridades to pouco id-
neas, citou urna das ditas folhas, entre muitos
commcnlarioseln latim, grande numero de textos
pedidos bulla Unum sanclum, promulgada em
1302. e confirmada pelo quinto concilio de Latrao.
eneyelica de 1814, ao SyUabus, e at a um art go
publicado ha boas 18 anuos pela Ciiiiit Calho-
lica, conforme o qual erro grave, peeea)aJa-
issimo, pensar alguem que a jur sdicco papal,
ao menos indirectamente, nao possa esteader-e
a todos os negocios de carcter yifnptesrnent*
temporal, por exemplo, s leis de cootribosr>>
aos julgados dos tnbunaes civis e s ajsaaaasl
mililares...
Qem diria que os excommuzado* defensora^
das leisdeMaiose convertessem ."a. depressa
doutnnas do intransigente Po IX '
A attitudc do actual pa|ia em relaco aoa se-
gocios internos da Allemanha s<> aproveilna as
principe de Bismarck.
A auctoridade espiritual da san a s nada ra
nhoun'essa rransacroestraiiha tara os rnn
que alravessamos. A ign'ja calholica no o*-
mais reconquistar o ascendente poltico que di-
fructou na idade media ; c o poler mDrai -y.
ainda conserva ficar cada vez mais cntnpr<>caH
tido, se'o papado sacrificar o seu pipel V dirertn'
das conscicncias religiosas ao ib-sejo nao de ler-
nar-se o arbitro das quesles poliiiras de rada
un dos paizes da christandade.
Vencidas pelo principe de lsman-k a-
pleiteiadas eleices de 21 de Feveieiro. da consequente passagem da'lei do septienjn mili
lar, cessou como que por encanto a agilaro H-
clicia a que as folhas de alem-Rher o. a um ae- ;
do poderoso chanceller. tao imprntienh-inent^
setntregaram. Imprudentemente, dizemo?. p r
que nao 6 boni brincar com cousas seria- r por
que o friigimcnto piwlia dar ensejo a trrte reab
dade, se como j notamos, o povo franci-z. ape-.
zar do grande ardor do sen patriotismo, s
tivesse inautido urna moderago to ilisna. <|:>
despresadora de excitarCes importunas de -u-
peitas phantasiadas e ao ultimo poni ruin ni ts
Com a victoria alcanrada pelo princine a> Bi- -
marek sobre os advrsanos intransigentes dale'
militar, deu-se na Allemanha o qje na phra*
de umehronista. se poda chamar mn 'lesarma
mente moral D'ahi em diante j -e n-m falk>e
seno em paz. E, alinal. parei.ia haver razi>-
para que os allemaes a desejassera sinceranaent-
com seus visinhos de Oeste.
0 governo de Berlim nao poda eatau. e ;:
d'outra vez. contar, sem imnortant- competi.-a
gao, com a neutralilale fuvoravel da lius-ja
dado e caso de nova guerra franco il-m. 2t"e
ta hypolhese o czar ficaria rom inteira lber
dade de aeco, e tudo lerava a trerque raa !-
berdade, nao seria empregarla em beneficio
hegemona germnica noocci'lente. e rusta '
segunda humilharo dos francezes. satvo a>
em prejuizo da Austria, quizesse e prinrine
chancellcr, por urna dessas repentinas medar-
gas de diplomacia que liie sao t.) r-omrnu -
auxiliar a completa salisfago sbw asaararie-
moscovitas no Oriente.
Parece que o Sr. de Bismarck so dissera me
tade da verdade. quando no principio do anuo,
declarou que a Allemanha nao desejava atacara
Franga, mas que, se houvesse guerra o imperv
nao contara com alliados. Supte-se aja
sobreludo ne.-sa occasio. elle encentrara -. x
adversario no imperio russo, a meirs qae .i*
pagasse muito caro qualquer auxilio imlire..
deste.
Realmente, pouco depo daqwlla dedaru-
go, a Gazeta de Mosron. orgo do influente e ?
lebre jornalista Kalkof. hoje ialleciiio, t rpje *>
o mais slavo dos slavos. pubiicou om ar.^o
que produzio viva sensago na Eurpa. por nV
nuneiar um aspecto novo de poltica interna
cioaal do gabinete di" S pete -sbur_') Dep>i?
das aecusages. que. imitaco de outros jor
naes rus sos, fazia poltica oriental da .iustiia
e de iutimal-a para que nao proseguisse noca
minho encelado, dizia o jornalista de oaava
que a Allemanha devia obstar a que o iaoeri;
de Francisco Jos procurasse enaranderer--
pelo lado de Leste, e que se em va ale enm -
prir esse dever sustentasse as pr.-ie tcOe* aa< -
triacas, esfor&ando-se por arranear ci>io*jes
Russia, agira, nao mais cono rmnlaJora mas
como, adversaria dessa ultima potencia e ailia-
da da Austria. 0 governo de r!erlira pode man-
tel- relages com o de Vicnna. dizia riatkof. ma-
bom que nao anime a Austria a seguir ao le-
vante urna poltica qne a fazia mais tarde oa
mais cedo encontrarse com a Russia eaj aosi-
go desagradare!.
0 artigo terminava mais ou menos assim
O chanceller do imperio allemao procraV -
ria prudentemente, se se abstivesse de internr
nesta pendencia, e se tratando de consol idar
grande obra da sua vida, renunciasse s ae
mas pretcngOes de dictadura enrjpi-a ajee >
rara lugar queda do primeiro Sapoleo.
A allianga dos tres imperios desappareerra.
definitivamente; accrescentando a esse tacto
o de nao estar boje a Franca as ursinas cosan
goes militares em que se acbava em IS70. rom
prchende-se que o Sr. de Bismarck nao estres
se dominado pelo irresistivel deseo de aaa
guerra de consequencias ao ultimo ponto in
certas para a Allemanha.
(Cont nua.)


REr.IFB, 4 DE JANEIRO DE iSJ
fVotlelas ato sal do aaprri*
O vapor Inglea Patagona irooxi boa-
t-m ro sul as requintes notiias:
Hlo UraaSj do *
Datas ale 'O de Dezembro :
De B'ge escrever m, no ca 16, a am
diario da cidade do Kio Gran'-?;
A orise Iiorrivi-1 qu- ha dona aanaaa
posa aobre O commerei- deaeaperadar^ a
sem esperarnja incili >ra, aen-ie rosee
ver, a orig-m de tudo ese- leal O can-
t-abando os eotiv. moa se- r-iaa dos x'r-
qu"dore.-
t As mercaduras o u traban-I cadas aasa
entram p l-s -i .ss a f.-j:i;eir*f J*-|P*> tff-t
as pravas 'io int rior, futi t..-n"' asi
mal eii:>rin <> coianaetei. En nad* ama
des.s.-s praci ba (^l i-na i <
casas i de
rus r. e, a i
runl Um r^i.l ao fi-x:, qsaado
um verdadewa niohari-.
rr*
/
(MllaaasI
ILEGlVEL



2
Diario de ftrnambncuHu rta-fcira 4 de Janeiro de 18S8



f


C)mo poder, pois, o ciraiuianiu que
e aune as prtcas de Pelotas, Rio Gran-
de e Porto Alegre prc aperar, ae pagam to
doa os enorme a direitos cobrados pela al
fandtfe que o imposaibita absolutamente
de ccijpetir con o que compra em Mon
tevidc e ai* COMOtTe O n um vintero pa-
ra a renda daa rejjartivoes fiacaea ?
Scffre o comn.ercio licito e sofire o ea-
tado, cajas rendas nao sao o que podiam
aer.
c Te doa reto, iucluiodo oa proprios re-
present inte da provincia, que o contra-
bando hegou o extremo de motar o com
isercio e arruinar a provincia, e no entan-
to ninguem providoociss
Do da 20 at>rio se a sesso do jury
na cidaiie do Rio. Reterindo-se ao jnlga-
mente t que ia aer submettido Jos L. da
Silva Rtngel, pronunciado naa penas do
art. 19! do cdigo criminal, por crime de
bomii dio, diese o Diario do Rio Chande :
Este o proceaso mais importante e o
qoe tesis iateresse desperta no publico, cu-
ja indigaacSo por aquello horroroso criase
sinda se nao extingui.
c A pipulacSo sgoarda aneiosa o resul-
tado deaie julgamento, certa de que a pro
tsccSo osa que conta o occuaado, nSo o
salvar da merecida e severa panigioa que
fes jos.
Nio ae trata de ora criminoso vulgar,
desdes que corometteiu o crime provocados
a'um memento de exacerbacao.
f Trato-se de um erisairioso que cele-
briaou-kp, comroettendo o crime asis hor
rendo de que ba memoria no Rio Grande.
t A.popula$ao tem, poia, justo moti
vos para esperar com anciedade o deside-
ratnm de jury, certa tro que seu pronun-
ciameoto ser pautido pelo interesse da so-
ciedad e t pelos eternos principios da juati-
ca.
raraa
Datae at 21 de .Dezembro :
No dia 19 a Arcadia Paranaenae cele
brou em um dos aal5ea do Musen Para-
naenae, i.ma aeasio magna, commemora
va do sen piimeiro anniverssrio e do 34
acniverBirio da iost.ll.-cio desaa provincia.
Presidio a sesso o presidente da provin-
cia, que nproveitou a solemne oecasiao pa
ra distribuir os premios aos expositores
das expo: icSes de Berlim e Antuerpia
Oraraui o Rvro. padre Braga, presidente
da Arcaaia, o Dr. Vctor do Aoaaral, ora-
dor offieii'l; Leoncio Correia, Secretario,
Pampbilo de Assuiupcio, Nivaldo Braga, o
commendador Ildefonso Correia, Sebastiio
Paran. '. Bailan e outros.
Todos ob oradores referiram-se causa
da libertado doa eacravoa. Depoie de um
appello feito pelo Sr. Leoncio ao Sr. com-
mendador Ldefonso, este declarou que, co
mo cidad io e como presidente da cmara
municipal, bavia de envidar esforjos para
qne ne di 19 de Deaembro de 1888 ae
festejasae a libertacio do Paran toda ou
ao menos de Coriiyba.
Pub.icaram edicSes especiaea, com-
memoran o O anniversario da iustallacio
da provinda, o Diario Popular e a Opi-
nido.
S. Paulo
Datas at 26 de Dezembro :
No c i 24 reuniu ae a congregacio
da facuidaie de direito afim de enoerrar
oa trabalhus desta anno Foi encarregado
da memo-ia histrica o Dr. Frederico
Abrancbee.
O e.cpreeeo dn corte chegou 24
capital com atrazo de 35 minutos, devido
baldeacjio de grande quantidt.de de baga-
gens na eiUcSio da Cacboeira.
Gommunicaram ao Diario de Cam-
pias que o promotor publico da Franca,
effectuou a prisio do advogado Firmino
Braga, ex delegado de pulida e vereador,
pelo crime t redcelo de pessoa livre
escravidlo.
. Diz a Procncia de 8. Paulo que o
Dr. Manod Ferraz rie Campos Salles, de
accordo com as ideas que expenden na re-
uniao dos lavradores effectuad* no dia 15,
na capital, seguira hontem para a sua fa-
zsnda no oairro do Banbario, municipio
oe Jahii, i.fim de deseropenhar-se do com
promisso cue se impoZ.
L-sva eemsigo as cartas de.llberlade in-
condicional e laUSddi-.i'.a, concedida a to-
dos os seu escravos, no intuito de entre-
gal as fi.-ando ellas registradas no cartorio
do labeiliaj Dr. Silva. .
S. S enteodeu-sj previamente com os
seas visiulos do fazenla, Srs. Dr. Igaa
ci Marcondes Ro.neiro Sobriobo, Jos de
Salles Lea?, Domingos 1* Costa Salles,
Joaquim di Toledo PZ* e Almeida Jnior
e Diogo Liitu Penteado, e estes responde-
riin-lb-i que estio reaiividoa a conceder
lib-rlade inconiii>nil e immediaU a todos
os s^us es ravos, o queja fizaram, sendo o
Duaie.ro doi oaiiamiftidos cerca de 150 es
cravos.
Na cpit.l na noite de 25, alguns ga-
tunos, apoveitando se da ausencia dos jo
lbeiros Domingos e Nicolao Calderero, es
tabelecidos na riA Direita, penetraran em
seu estabelejimento com chave falsa e fur-
taram grar.de quaotidade de joias e diver-
sos brilbanles, evadiodo-sa em seguida.
Consta ser grande o valor dos objectos
Bubtr.nidos e tambem ser o principal au-
tor do furto o italiano Jos Benin.
__ Em Itatib^, em urna reuniio de la-
bradores, foi raojOtoinV coaroder liberdade
a mats d 1,000 eueravos no dia 25 de
Dezembro de 1883, comeejando estes a
perc^b-r s dari dade j.
L si > no Diario Popular da 27 :
t Reebirnos hontem ae Sorocaba um
telegrammt, eommuaicando o resultado da
reuoio aliolL-ioniata all convocada pela
Commisaao Emaneipidora.
A reu )io, que se effectuou hontem,
foi cooorndisaiina o brillante, havendo
todo o eotlinsiasmo e toda ordena.
Firan lid-s 460 cartas de liberdade
a Cummiado preda moa livre a cidade de
Sorocaba ideando a entrega das carta
para o da Io de JiC.--.iro.
a Consti que se preparara festas.
f (Jo ec-uplo di.;uo de ser immediata-
mente imitado pel<>8 outras cidsdes da
provincia.
im< Cerae*
R^aultac o -onlieui io, na cSrte, da elei-
clo senatoiisl, no dia 27 de Dezembro fin-
do, f lun o 18 paroebias:
Su .res
Dataa at 27 de Dezembro:
O tribunal do theaouro nacional, em ses-
sSo de 21, deferio os recursos de:
Narciso Maia d C, da classificarlo do
tecido de linbo liso at seis fies, dada na
alfandega de Pernamtmco, mercedoria
proposta a despacho como fio de estopa ou
aniegem, propria para saceos eu fardos.
J de Mello Abreu & C, da dociaSe
da alfandega de Belm que*nandou eobai-
derar como mttim nao e$pee!ficado dd-
godao, sujeito tnxa de 1$200 do art.
514 da tarifa transacta, a mercadoria qne
pretendi.m despachar como mttim butiro-
so proprio para Jorro, da tasa de 600
res.
Manoel Antonio Pereira de Magslbles,
da multa de direitos em dobro imposta pela
alfandega do Para pelo acerescimo de
6 li2 kilos de renda de ponto de malba,
verificado na conferencia de urna das addi-
50*8 do despacho constante da nota a 922
a> Marco ultimo, fieaodo, porm, sojeitos
multa de expediente.
Deferio por equidade o de B. A. Anto-
nes d C da decisao da Tbesouraria do
Pat, que nlo tomou tonhecimento do re-
curso para ella interposto da decalo da
Alfandega, qne nSo aceitiu a declaradlo
dos recorrentes para o recolbiin/nto ao in-
terposto, de 10 volumes que deviam oon-
ter borracha de procedencia peruana.
Indeferio o de D. Estephania de Freitaa
Pastor, da decisao da Alfandega do Mara-
nbao negaudo-lhe o despacho livre de di-
reito* de um piano novo, que trooxe da
Europa, allegando ser de seo uso.
NZo tomou conhecimente, por se acha-
rem as decisSes reco ridas dentro das res-
pectivas aleadas ; dos de : Sampaio d C,
da classifioaclo dada na Alfandega da Ba-
bia de chapas para eapartilhoa, sai: s e
outras obras semelhantes, mereaaoria
que submetteram a despacho comorame
de ferro para abas de chapeos; Marques
Dias d C., da deeiale da Alfandega do
Caar, mandando despachar como musse-
lina o tecido que pretendiam despachar
como morim estampado.
Nlo tomou igualu ente conhecimonto do
dos negociantes Manoel Pinto Netto d Filho
e outros da decisao d* Tbesouraria do Espiri-
to Santo negando-Ibes a restituica da que
alUgaram ter pago demais do imposto de
exportaclo de caf, em conseqoencia da
ocganisaclo da pauta semanal feita na Al-
fandega da asesina provincia, por nSo apre-
sentarcm prova alguma a esto respeito.
Na Gamara Municipal da Cdrtn,
presentes todos os vereadores, procedeuse
apuracSo dos votoa da eleicao que rea
lisou-se no da 9 de Novembro para proen-
cher a vaga aborta peio fallecimento do se-
nador Cbichorro da Gama.
A apntelo que co-necou s 9 horas, da
manhl e terminou s 54ia tarde, d-u o se-
guinte resultado :
Alfredo Chaves, 6,813 votas, 6 em sepa-
rado.
Andrade Figueira, 6,287, 1 em separado.
Pereira da Silva, 5,482, 3 em separado.
Bezerra de MeneZjs, 3,122, L m sepa-
rado.
Andrade Pinto, 3,044.
Rodrigues Peixoto, 2.721, 1 em separado.
tria
Ditas at 1* de J-neiro :
O Jornal de Noticiit publiea em 31 de
Deaembro a seguate libta de diputados
provnciaes eleitos.
I8 districto Alexandre Herculano Li-
dalo, Dr. Isaas Guedes de Mnllo, libd-
raes; padre Arsenio Pereira da Fonseca,
conservador.
2 districtoProfesor Antonio Babia da
Silva Aranjo, Dr. Francisco Jo3o Fernn
des, liberaes ; Dr. Joaquim dos Res Ma-
galha-s, conservador.
3* districtoCoronel Themistooles da
Rocha Passos, --oronel Antonio de Carva
Iho Pinto Lima, liberaes; Dr. Joaquim
Ignacio Tosta, conservador.
4o dirtricto Or. Eustaquio Primo de
Seixas, liberal j Dr. Rodrigo Antonio Fal-
clp Brandlo e vigario Nepomuceoo AUes,
conservadores.
5 distr !to Dr. Fia vio Guedes de
Araujo e Dr. Bsnto Jo Fernandos de
Almeida, liberaes ; vigario Gustavo A
das Noves, conservador.
6 districto Dr. Wenceslao de Oliveira
Guimarles e capillo Antonio Pesso- da
Costa e Silva, 1 beraes ; captlo Aodrelino
Lsite de liareellos, conservador.
7 districto M-dlo Lima e padre Cuper-
tino de Araujo, conser^sdores; Dr. J.
Evangelistt Pedreira de Ctrqueira, libe-
ra!.
8* districto Dr. Auanias de Assis Ba
ptista e advogado Jos Justino da Silva
Tell-'S, conservadores ; Dr. Jlo dos Res
de Souza Dantas, liberal.
9. dstrioto-Coronel Aristides Borges
e vigario Vicente Pasaos, conservadores ;
oonego Agripino da' 3ila Borgs, liberal.
10 distriotoTelegramma recebido d
como eleitos os Srs. Drs Sebastiio Lan
-iulpin Medrado, F Gomes de Gliveira e
Aristides Ceztr Z>ms, liberaes.
11*'districtoPor telegramma tambem
recebido podem-se considerar eleitos os
Srs. Drs. Diocleciano Pires T-ixeira e
Joaquim L^ndulpho Medrado e vigario To-
bas Pereira Coutinbo, liberaes.
Este telegramma cen'iaa a sonrer duvi-
das
12'Em vista do resoltado que em se
gila publicamos, podem se considerar
el cito- os Srs. Drs. Jos Ignacio da Sil-
conservador ; Alexandnno Dias Gui
Jos Antonio da Cunba Mello,
asfoarst -fevm de aolicitacoea do propiio ape-
rador de Marrocoa, penas em cortar sos amule
cstrsngeiros esse direito de proteevio, facilitando
cm compeimacio Muley Hassan o estahaistaassn-
to de pmpregos eommereiaea.
O TViapa concorda em que esta modifiescao
aceitavel, contanto qne a adininiatraeio da jaati-
cs se reforme em Marroces, de modo a garantir
efficasmente a segaranes dos indigenay inscriptos
nos coneu'aJoe. For esta forma, ji oa eommer-
ciantea nao neceeaitaro tanto de proteccio con-
tra oa kboacs actualmente intoleraveia.
Anda sanee o aasnmpto ltimamente publicou
n Jimia > segoate telegramma de aso eorrea-
ponaWMe em Lisboa :
Lisbca, 19.O gi veruo portugus accedendo
no OBVite oae recebeo, vssolvea tomar parte ni
prajMta 1 esuferencia aobre oa aaaunaptos de
va_
marSes e
liberaes.
\
Leopoldinn
Ces-rio A vim
San ti Hel-.na
Fi i-lu Botelho
C. Aff>o*i
Jos C-lmm
10,243
9,8-VS
9.799
9,723
8,592
8,363
1,75
Noticias la Europa
O paqn te franevs Niger, ajue honiem paeou
para o sul trouie data* es Europa qae sieaocam,
de Cisboa, i 23 de, Desroiliro proxnno'6 "lo, di.li-
tando dea diaa is trstsidoa pal > inglea Neva.
Alem daa de Portugol, couataut-s da carta dj
nosso correspondente de Lctb>, publicada na ru-
brtea Exttrior, e>s ssdeiDais notorias traaidaa pelo
referido p>qota.
Hr|iaata
Etereveo o nosao ailuilido correspondente em "i3
de Deaembro :
Tem pa<**do ligeirameiite im-omesoisda sua ma-
gfstadf a rama* regento l H<-paaaa.
O Teutft analysando n'am longo artigo as in
tencoes que podem ler icapirado a reoniioda pr-
xima coofeiencia internaciooat para tratar de Ma<-
reos, dis qoe ai penis pr:nciplment em modi
fie.r o traUdode Madii-1, de lt0. em ludo qua-
11 di respeito aprotecjio dos indgenas petos
cansles eatrang-iroa.
O aswmpto del cadmios -, se sttendemot a
arbitrar Jade qae impe -a em Marroco, e i ne
cesstdade a qoe se v toreado o commercio enro-
rop-a de ezimir-se ia exaae&ea, confiocos e triba-
t. exageradjs e aos imix-ios doa gcvernador>-a.
Parees qoe a Heaamaie, caja iaieialrv neate
Tanho csBBB eerto, tundando-aBe em noticias de
beavaoigeaa^ants o goveroo portogoea tencin, ae
gomia qoevab'eV tAtmeit ora rhrha de con-
ducta srmpathica poltica civiliaadura,qae ani-
ma o gabinete hespanl ol.
Noa oircalos polticos affirma-se qne forsm de-
das ao ministro portugus em Tnger ina-
truccoes para collab;iar noa trabalhos que bao de
saa-aahaaetlidos i contxrsoeia oppoilnnaBaente.
Portugal nesta qnestSo trabalbari paralelamen-
te com a Hespanba.
Tem circulado em Barcelona que se trata de de-
clarar em estado de sitio aquelie districto mili-
tar.
Osjoroaes da localidade faaem-se ecbo desee
boato em cimcuda-o ajlr marem uem deamenti-
rem,
O marques de Casttlello oroayo soliciton da rs-
inha regente de Hspanha 4 concesso de indutlo
para quatioios ultimameute cuodemoados pena
do mor:e.
No coogresso dos drputados oa ssio de 19
destemet oSr. Vicenti pedio sos 8rs.Puigc>rver e
M r. 1, miuistr-.a da lat.-udne dos negocioa estran-
geirot, que adopten medidasoe represalias contra
Purt -gal e a Repblica Argentina, esta ultima por
impor orna sobre taxa importaco dos vinhos da
Hespanba.
Foi atacado pela vari la sua alteas o infante D.
Antonio de Monteoensier, casado com a infanta D.
Eulalia di- H-spanha.
Foi descoberto em Madrid urna vasta empresa
de faleiticaco. Era um estabelec;mento m-mtado
cum tudas aa regras : fabrica, agencias em Hes-
panba e no estrangelro, etc.
N/a6r.ca falsi.'cnv-re todo. Fazia-semoeda
falaa, de metal e de papel, imitavam-se assigDato-
ras eom rara perfeico, e faziam-se cheques, le-
tras, eatampiibaa, de sello e de uorreio, e ali re-
cibos de contribuiooea.
E' enorme o valor dos papis e dinheiro apprs-
hendido.
Esto presos cerca de vince individuos e sao
proenrados pela polica anda meitoa outros.
Os drputados e senadores da provincia da Ciu-
dad Bcal apresenteram-se ao governo solicitaado
o indulto de D. Joaqaim Zaldinesr, direet jr do
peridica daquella cidade La Muta de Frooa con-
d mundo a oito anuos de pnsi- p r nm delicio de
imprensa.
Naa redacooes dos peiiodicos e nos circuios po-
lticos ninguem sabe explicar a negativa da go-
verno A amnista, que o coogresse iitterario inter-
nacional Ibe supplicou, na sua ultima sesso, pare.
os escripr.j.-es presos e sentenciados.
Franca
Cerno vimos o novo presidente da repblica, o
Sr. 3adi-Carnot, vrndo-se toreado recorrer ao Sr.
Tirard, antigo ministro, para o cncarregar da for-
mac&o do gabinete depoia de se terem mallogrado
os r.forc- s de diversos bomena pblicos, taes como
o Sr. Qoblet, e o Sr. Fallieres.
0 Sr. Qoblet ara o uome que p.recia indicado
pra ebefe da primeira situaco pulitica depois da
eieicao do novo presidente. A pisicao na cmara
do illostre *l ministro, as qualidades que ello re
velara na direccl) doo negocios, o grupo de que
faz parte, tudo pareca recommeudal o para ch-fe
do novo geverno E parece que os seus traba
Ibos e diliiceociss para o constituirem, a principio,
nao foram mal succedidos; mas por fim f rala-
ram-as, e o< tai modo snrgiram as difficuldades,
que elle tete de resignar o ucargo.
U Sr. Qoblet d-'sejra associar no governo bo-
mena de diversos manaes polticos ; pretenda f-
zer um gabinete de concentracao, por certo para
intentar reformas, e desejava ao mesmo teoipo
buscar homens qne servissem de garanta i ese
cucao o Vasas reformas.
Asaim, propunha-se o Sr. Goblet a faser entrar
no governo o Sr. Ribot e o Sr. Bigismod Lacsetx,
e parece qoe nao bavia duvida de ama e outra
parte em ^u fasessem parte do novo governo
aqoeiles dous uavalbeiros.
Mas como pueceste penco o ceder esquerda
avancada t o uome do Sr. Sigismood-Lacroix, e ae
julgasse necessario que entraasem rmbem o Sr.
Clauoagerau. o Sr. Ribut oppos duvidas por sua
parte e asaim a combinac&j abbrtou, e por tal modo,
que o Sr. Qoblet nio ae acbou com forcas para
tentar contra e dectinou o eocargo na mSos do
presidente da repblica. O Sr. Fallieres enear-
regu o, depois, de formar ministerio nio foi mais
folia.
Assim e mu o Sr. Qoblet, o Sr. Fallieres dse
jou formar um governo de concentraccio.
Nio foi asm grandes instancias que elle se resol-
ven a tratar da fjrmeco do ministerio. Mas, se
o Sr. Qoblet n-i foi folia, o Sr. Fallieres nio lo-
grou melbor resultado.
Se a com bina cao Qoblet cabio porque u Sr. Ri-
bot se recuson por fim, a coaabnacio Fallieres
talbon igualmente, porque os republicanos insia
asaocad s se recusaram a entrar para o governo.
- A difficnldade poia, se os espirites nio encara-
rem a queslio sob novo aspecto, pode diaer-ae in-
soluvel.
Nio ba gabinete formado pela extrema esquerda
que poesa suatentar-ae, ae for gavernsdo pelas
outras fraccoes da cmara.
Nio ba gabinete formado com excluaio da ex
trema- esquerda se nao ae coogregarem oa outros
grupos republicanos de tal modo que possam
tnumphar de qualquer votaca em que accidental-
mente e rennam os votos da direita e os da ex-
trema esquerda.
1 ode formar se urna maioria com o concurso da
uniio daa esquerdas, dos independentea e da es-
3uerda radical T Se p ie. urna a lucio poasi-
ei; ae nio pede, o maia que se pode conseguir
desarmar momentneamente aa hostilidades.
Prosigamos : O Sr. Tirrrd. incumbido em ultima
instancia pelo Sr. Carnot de formar gabinete, foi
mais afortunado do que o sea antessor, por que,
emfim, sempre conseguio que se lavrassem os de-
cretos da Domeayio dos noves ministros. Sio
el les:
Tirard, presidencia e fasenda.
Fiurens, FStrangeiros.
Fallieras, juatioa.
S.rnen, interior.
Fave, iustruccio.
Maby, marinba
L -nbet, obras publicas.
Dautresme, cossmercio.
Viett, agricultura.
Logerot, guerra.
Entram u'este ministerio tres dos ministros do
snterior gabinete, e nio faaem parte do governo
representantes do matiz mais vaneado.
O ministerio aprescuton-se i cmara, lena men-
sagem da preai iense, que foi recibida com fervor
e apresentou a proposta para a cobranca de tres
dos decimos. Votados estes, a cmara seria adiada
Aa fracto s da esquerda radical e da extiema
sqoerda reuniram se para decidir se deviam 00
nio votar os dona decimos. Cegaram, ao que ia
rece, reaolec&o de votar, principalmente no caso
de e governo nio faaer d'essa votayio questio de
cou IsMBjai
lst<> indica que a sitosoio do governo pouco
segura. O caneasso pide determinar apenas al-
gosa repouao. Se a diviasio persistir, e as pro
DorySea rm qoe se tem manifestado anteriormente,
a susieniacio do governo impuesivel.
De outras meios se carece de laucar mi.
Um facto que tambem veio impressionar em de-
masa os espritus, foi o da tentativa de a^ssssi
uato eontra o Sr. Julio Fei ryn. s corredores da c-
mara dos -topetados na tarde de 10 de De-ze bio
Oa fenmer.tos aio de pasca grayidade, mas como
aobreveio tebre, oa medic^a recommeadaram-ibe
rspooso. ^.
Foi ex'zaesxlioaria a impressio qus o aesnteci-
meoto causeo, e diante de tio cundemnavel atten-
lado, todoa> asB'goa, adversarios e inimigoa do Sr.
r'eny tiveram do meSaar-aOA maufeaur o eea-
tiue.ito de rio deseara sol srfMesm
Uiante do braco do asssssiao, "o bouve um
vos pera coodemnar a odiosa tentativa.
Q irr seja, como prim iro ae disse, aquelle acto
o r. soltad 1 dn comboaoio entre diversos ou, 0
qoe parees mus provavel, ama d'estas demons-
irav5ea de I u :ura, qu> nio podem deixar de ser
10b o ponto de viste toatal qe can-
sam, o certo que o recurso empregado eneonrra
geral reprovaco, e nio ha partido a cuja respan-
sabilidada posas impr-se.
A dgi dos amjgos e a exasperado dos animas
em presenca do attentado, podem explicar certas
msnifestscfs, maa nem por iaao ba motivo para
velar a estatua da liberdade.
Por grandes que aejam os desmandos da im
prensa, mal podem juatificar-ae aa represtSesique
teotam cercar a liberdade do penaameoto, da pa-
lavra e da esoripta.
Aubertin, ou antea Berkbeim, o autor do atten-
tado contra o Sr. J. Ferry, na opiniio doa alie-
nistas que o teca observado, nao passai de um
looeo. Seu pai auicidira-ae. Desenreda aaaedu
cacao, tem sida toda a sua vida urna seria do
maltogroa. Veio a mana da persegoieio. Novos
desastres eommer :iaes e isriaitrisas Ihe sotarcer-
bsian o animo ja enfraqusotdo.
O tribunal das acensacoes de Paoris seatsaciou
qae nio ha motivo pera ae proceder seotra o Sr.
WHson, geore do Sr. Grevy, teodo sido esta ques-
tio a que mais contribua para a ana demissio da
presideeeia da Repblica!
Eis siguas breves traeos biogrspbicos doa bo-
rneas que coaipoem o novo minist. rio fraaaez.
Tlxard, presidente do conaelho e ministro da
O Sr. Tirard debuten na poltica em 1869,
combatendo enrgicamente a candidatura de Emi-
lio Olivier. .
A attitude firme e declaradameate republicana
que tomou n'eaaa nccaaiio alcancou-lhe grande
popularidad* em Paria, per onde foi sleito depu-
rado e membro do cou se Iho municipal.
Represen, ou sempre o mesmo circulo na cmara
dos deputadaa, at 1883, epocba em que foi no
meado senador inamovivel.
Ja porduaa vezesoecupoo a pasta daa fioancas,
ujs ministerios Doctore e Ferry.
Como poltico est filiado ao centro esquerdo.
('orno bomem, o Sr. Tirard uji valbo de s-s-
senta anuos, alto e robusto, de phyaionomia sym-
pathica e alegre.
Sarrieu, ministro do interior.
O Sr. Sarrieu uecupoaa pastado interior na ul-
timo ministerio Frrjeiu. t. Depjis foi guarda
sellos no ministerio Qoblet.
No gabinete Brissoo, o Sr. Sarrieu tioba oceu-
p ido a pasta dos coTeios e telegraph .s.
E' por tanto um bomem ji bem affeito na tra-
balboa de ministro:
O Sr. Sarrieu conta muitas syoipatbias entre os
membros r publcanos das duas cmaras.
Fas ba mnito parto da cmara dos deputa 01,
onde toma asseaiu na uniio dsa esquerdas.
O Sr. Sarrieu conta apenas 47 annos, uj entin-
to parece maia idoso do que o Sr. Tirard.
Foi condecorado com a legiio de houra por oe-
casiio da guerra franeuprnssiana.
Floireus, ministro dos estraageiros.
Sr. Flourena um aome ji bem coohecido na
Frai.51 e em toda a Europa, pela babilida-ie e fir-
meza eom que j em tres ministerios successivs
tem oceupado a pasta dos estrsogeiros.
Como testemuoho do seu grande valor e valio-
sos servias, basta esto hato, porque elle demons-
tra m grande coofiauoa quo a Franca deposita no
Sr. Flourena.
Fallieres ministro dajiutica.
Fui ministro do interior 00 gabinete demissio-
nario, eji anteriormente, por duas veses, o Sr.
Falliere litera parte do governo, urna como pre
riden;e do eoneelbo e ministro do interior, e outra
como ministro da ioatruecio publica no gabinete
Frrry, em 1883.
O Sr. Fallieres deputado pelo Lot et Qironne.
Perteoce ao grupo dos republicanos molerados.
Faye, mioistro da lostruccSo publiea.
O Sr. Faye, miuistro da iustruccio publica e
coi cultos, um senador, que sempre tem vivido
bastaote affsstadu d'essaa grandea luctas e dis-
cusbes, que poem e-n evidencia o valor dos que
u'.-Haa t,na 111 paite.
E' um moderado em tudo. as suas fallas, as
suas accoes e na sua poltica, pois na cmara vota
sempre com o centro tsquerdo.
Diaem, no emtanto, que o Sr. Faye um bomem
de talento e de muita habilidade.
C 'mo ministro, tem agora ensejo pira o demons-
trar.
O general Lagsrot, ministro da guerra
O general Lagerot, de bella reputacio uo exer-
cito francs. E' um velho soldado de frica. Foi
o pnmeiro commandante do corpo de oecupauio
oa Tunesia, e ao ser chamado ao poder comman-
dava o 8' corpo de exercito francs.
E' general de diviaio e commendador da Legiao
de Houra.
Desde mnito ene milita no campa republicano,
onde o seu nome muito reepeitado.
De Maby, miniatro da marinha e colonias
Em 1S71 o Sr. de Maby, vero cmara eomo
deputado pelas ilhas da Reuuio, e desde essa po-
ca tem aido sempre reeleito pelo mesmo circulo.
O Sr. de Maby fes parte do gabinete Tallires,
oceupando a pasta da agricultura, e nesse mesmo
gabinete, occnpou interinamente, por algumas se-
manas, a paata da manaba.
Loubet, ministro das obras publicas
O Sr. Loubet pela primeira vea miniatro.
Cimtudj a sua competencia, principalmente
para questes oroamentaes, conquistarem-ibe de
ba muito um importante lugar pnmeiro na cma-
ra e depois no senado, onde tiuha sido eleito rea
tor geral do oroameoto.
VastCe.-miaistro da agricultura
O Sr. Viette natural do Tranco Condado.
E' um bomem de b>ia presenca, espirituoso e
condeaeendente em tudo, menos em poltica.
Republicano de velba data, nio pode ver cora-
bater as institaices, para coja creacio elle quiz
e soube trabelbar como poneos o fizeram.
Dautresme, ministro do commercio
O Sr. Dautresme, j no ministerio Rouvier oc-
cnpou a mesma pasta.
A perseveranca e intelligancia cem que traba-
lbou para a organisaco da grande exposieio uni-
versal de 1889, recommeudevam a sua continua-
cj como ministro.
Encerron-ae no dia 17 a sesso legislativa
daa dnaa cmaras.
Aasegura-se que o Sr. Carnet, por occaaiio do
dia de anno novo, indultar todos oa condemnados
polticos. %
Constituio-ae na cmara francesa um grupo
socialista, de que fasem parte cerca de vate de-
putados.
Eis o resumo do aeu progrmala, que nao deixa
de ser euripao :
1.a Liberdade individual e autonoma commu-
nal.
2. Federacao internacional dos povoa.
3.a Soluoio pacifica de todas as questes: tanto
entre as naedes como entre particulares.
4. Transtormacio doa exercitoa em milicias,
compostaa de todos os cidadios validos.
5.a Abolici'i da pena de morte; e limiucio do
direito de punir ao iodiapenaavel para a defesa so-
cial.
6.a Etnancipacao progreaaiva da mnlber; e
igoaldade de direito entre e filho legitimo e o na-
tural.
7 Separscio da igreja da adminiatranio pu-
blica o de todas as insiituicoes sociaes.
8 Liberdade absoluta de pensar, fallsr e es-
crever ; bem como, de reuni&o, aaaociacio, etc,
ete.
A Franca tem-se preoecupado tambem dos boa-
tos de guerra, depois que o apasiguamento provi-
sorio do seu estado poltico interno Ibe permittio
lancar oa olhoa para a agltacio que Ibe ruga ao
lado.
No ultimo conseibo de ministros foi o assnmpto
mnito debatido, e a imprensa de todas aa cores
politksaa discreteia mais on mtooa s-bre as conse-
queucias de urna expioso de guerra europea na
contingencia actoal.
E\ por exenpio, deveraa afsate o aeguinte tre-
cho daJuatioa :
Desde 1870 que o velbo mondo, deaiquilibrado,
vive n'um estado de alarmes permanentes e solt-
inquieto um perpetuoaneas van l t
Os armamentos militares tem asaumido um in-
cremento desastroso para aa fioaoc >s de todoa os
paiaes. A Franca arma ae com receio de urna ir-
rupcio, aempre possivel, da Ailemauha. A Sus
oa arma-ae para estar em guarda contra aa ve-
leidades tffenaivas da Auatria. A Austria arma-
se porque teme nm ataque da Rusta. A Alio
mauba arma-ae porq ie no meio de todaa estas
nacSes, a cansa da desorden e da guerra por ex
cellencia ; e alm disso porque tras dentro de Si
meema, pela organisacSo que Ibe dea o sea dicta-
dor, o germen da propria decomposioi--. A Ita-
lia arma-se, en fim, porque imagina que tem om
papel na trplice allianca, em ves de pereeber qae
se coademnava aer um ridiculo compaa, ou, co-
mo ae cos urna diser, a quinta roda do carr i.
Eis os resaltados da diplomacia, qne, ha vate
annoa para ci a Europa tem deixado dirigir pelo
colosso aliemao.
Italia
Parece confirmsr-se a notieia de qae brevemen

te partirao para frica iutportanta reforco
de que o corpo do exercito italiano poasa
demente emprebender a sna marcha para o
rior, certo de que aps se fiema forcas basi
para coadjovar no avanzo ou auatentar 01
rada.
0 estado sanitario das tropas nio bom.
S no hospital de Massouah esto em tratamien-
to 257 prac-s
O calor anda intenao : o thermometro atarea
30<> sombra.
O Paria de 19 menciona o boato de que 3-prin-
cipe de Bismarck insiste com a Italia para que
se desembarece promptamente da questfo da
Abyssinia.
A commissa> cleita pela cmara doa depktados
da Italia para dar parecer sobre a reforma to c-
digo penal, protesta pelo gove/uo, dedsrou-ae
completamente favoravel a essa le c por unsniml-
dade approvou a abolioo da pena de morte.
O senado approvou por 82 votoa cootra 4 a le
concedeodo a faculdade de por em vigor pooviao-
rlamente as cooveoedes commerciaes e de uave-
gacio que possam ser c -lebradas pela Italia com
a Franca e a Heep-inba e a Soissa. O Sr. Cris-
p crtificou ao aenado a existencia daa boas re-
lacea da Italia com a Heapanhi, accrescenlando
qae o ntisistro bespaohol receberi proximanente
poden-a para renovar o tratado de cumidercio.
Eotio aa r-lacoea eutre 01 dous pases tornsr-sc-
bio maia intimas.
O Sr. Crisp declarou no senado que espera
seja assigoado antes de 31 da U -sembr o tn>tado
de commercio com a H spanba.
O tratado a estro italiano foi approvado por 68
votos cootra 7.
Morreu o carde-il dicono L. Randi.
Inglaterra
A resistencia do geverno uo ae queorantt. Os
Unionistas uio desamjaram o giveroo com t>euos
fervor. E' urna luta inferior enorme, que nio po-
de deixar de ter o seu desenlace. E uio la d.-
ser contrario lib-idade.
Da o Times ter recebido da bocea de um home
ruler ranles as seguintes revelacfiea, a r-spiiu
d spnjectes do partido dyoamitista :
< A direceo do partido dynamitista iran>
americano peosoo das miis de O'Djuovan Bossa
pira as do Dr. llamlt n Wiliiams, que resile em
NtW York, e dii-poj appr. xim .dam-.-nte dd 9J
coutos de ris (loi tes) pira guerrear a l>gla-
t.-rra por meio da dyuamite. a O O H no ilion
Williams amigo iiiiimo de Qallagber, condem-
uado a trbalojs forcvdos por toda via, es In
glaterra, por ter tentado fazer ir peljs ares mui-
toi edificios. Comoreheudeu que era iuutil en-
var da America para Inglaterra dyuaniiistas
para all effeetuarem aqaelle genero de crimes,
porque a polica inglesa toouu o bibito ,! espio-
nar de muito perto todos 03 gaatis ch--gal-.i dos
Estados-Uaidoi
Por io iM-qieneia, o irlaud 1- imencaiOi en-
viados pira o lleu.i-L'.iilo trazem aa iustrue^ies
de uij proceder dirt-ctaioout-, mas d; emprear
ennj lustrumeotos de exjcui,-a m-i-feiteres in-
ir.ezu- e recrutadjs n-.s classes mus lufimas das
grandes eidales Doos agentes americanas que
proceliam aquellt recmi-i-neuto foram t ^ b : -
tos e seotiraio-se tio vigalos pela polica, q-ie ae
viram ubrigaios a deixir preoipitaiacn ute n I-
glavterra p*ra regreasurem ajs iSstad a-Uoilo3,
om u'.-Hes pela II Igios.
Mas restam all muitoi outroi que procodem
com o auxdio de emissari >s estao:lecidjs em Pa-
rs, onde tem crtdito aberto n'um bine 1. Os das
dj Sr. Balfour, secretario pela Irlanda, -stio sem-
pre em perigo, tanto mais que es conspiradores
csnseguiram utroduzir secretamente em Lindre*
duus quiutaes de dyasmite. a
A proponte d'estas revelaces diz o Tirfus, qu-
o Sr. Michiel Da'itt, um dos agitadores do partido
irlands, declarou ao reprter de urna agencia de
lo udres que lato nao passa de urna tabula dj
genero d'aqadlas qne o Times se comprsz em in-
ventar, quando se trata de lancar a publico u ti-
cia de seusacao.
O deputado nacional irlands David Sheeby f..i
condemnado a 3 meses de priso por ter proferid)
om discurso sedicioso, e est aioda processado
por causa de outro discurso ulterior.
O Time* acredita que a Inglaterra adheric-
do liga da pa, prometteu o concurso da sua ea>
quadra*contra quaiqaer desembarque a leste da
Italia e cjutra qualquer modificacio uo equilibrio
do afediterraasea.
tllomnnlia
A questao austro-russa preoecupa vivameote
oa apisitoa e boje todos oa joruBes se oceupam
largamente d'ease assumpto. Algumis folhas
teern publicado telegrammas de Vienaa e >de lalr-
iim que algum tauto attenuim a gravidade dos
boatoa que ltimamente tem circulada sobre aa
pr .habilidades de urna guerra europea, uo eutan-
to nao possivel deixai de recoubecer que a ai-
luaco ainda mmtissi no grave e delicada.
Os despiches expedidos de Berlim para niguas
jornaes ultmenteme, dizem que sempre que Bis-
marck pretende obter do parlamonto a approvicij
de urna nova lei militar, procura pnmeiro alarmar
os nimos, e que portante nio ser de admirar
que a questao entre a Austria e a Rusiia f^sse
suscitada por elle, que .agora, conseguid- o sea
fim, ser 0 primeiro a apasigual-a.
fc.' at certo ponto verosmil esta explicaco dos
factos, maa deve notar-e que as luteoc-'s que
attribuem a Bismarck J sao desmentidas pela lin-
guagem de alguna eos seus orgios offi.iosoa na
impreusa, que ap zar de j estar approvada a le
militar, ainda perseveran em aggredir a Russia.
Entre essea srtigos deve nota>--as o da tazeta
da Allemanha do Norte, em que violentamente se
responde ao artigo ha dias publicado no Inuafida-
do maso.
A tazeta diz que a Allamaoba deve exigir ex-
plicaeoea i Russia e que para se asRgnrar a ma-
tiutenco da paz, ueceaaario que esta potencia
faca a promeaaa foru.al de nio continuar a con-
centrar tropaa na frooteira.
A esta exigencia quasi certo que a Russia a&
acceder, porquante os orgios do governo rusao
j declararam e bem cabalmente, que a Russia
uio pode deixar de augmentar as suas forcas na
froateira da Austris e na da Allemanha, visto que
a sua rede do caminhos de ferro insuficiente
para em pouco tempo concentrar tropaa numero-
sas em qualquer ponto ameacado em quanto as
duas p tcucias visinhis teem oa seus caminh a de
ferro orgauaados pir forma que em poucoa dias
o territorio russo pode aer invadido por forcas
conaideraveia.
E mais disseram e cootinaam dizenio.e em tem
bem alto, os jornaes russos, qu? disae nenbumas
satiafacoes ba a dar a nenbum governo, porque se
a Russia nio proteatou contra os preparativoa mi-
litarea a aue na Austr.a o na Allemanha de ha
muito se procede, estas potencias tambem nenbum
direito tcem de protestar contra o que ella baje
fea para aedefnder.
O discorso do mioistro da guerra allemio o
r. Brouaarvon ocbellemdoit no Reichstag, e as
suas projectadaa e impurtaotiaaima3 reformas, in-
eluino a landwehr e a landttorme uas reservas ac-
tivas, sio por demasiado significativas.
Se no parlamento all.-mio s-- folla na possibili-
dade de urna euoflsgracao, t porque o jogo nao
est bem figurado.
de o chanciller Biamarck se empeoha tanto
pelea medidas militares, porque ja preseoliu a
urgente neceasidade de estar preparado para o que
h .ia de sueerder.
A Gateta Nacional de Berlim anouacia de ori-
gem u'ona-.iia, qu o principe de Bismarck re-
uoinmeudou 4 aoatria que augmente as suas ter-
cas militares, mas ao m-smo tempo fjUe evite toda
a especie de pr ivieaca j, e que den ao emba xa d r
allemio em S. Petersburgo nstruccoea absoluta-
mente conciliadoras e pacificas.
A pronuncia daa tendencias pacificas da Alto-
mauba, o papel concilit dur ^ue nesta questao tem
e>mpeobado o grande ebaneeller s-riam _-arau-
tias securas eontra qualquer eventnalidade, se a
raneada idadodo Sr. de Biamarck e do impera-
do Quilherine, tam nem prupenso paa da Europa,
uio deixasse a recelar que estas duas poderosas
toreas que actuam em favor da paa europea, poa-
aain d'um da pata outro deix-ir de exiatir.
Par maia cmciiiad-iras qu aejam as declaraces
da impreoea e das coaoce l.ri-s, o estado de tea-
sao eatie as oraudrs potencias, latente urnas ve
ses, manifest outras, inspira aobej is motisos para
preoecup co s, e acastelia nos bonsontes da pol-
tica ur p* noven muito caliginosas.
No da ;4 de Dezembro eelebrar-ae-bia em Ber-
lim urna conferencia militar presidida pelo impe-
rador, cm que t uiariam parte o principe Quiloar-
rre, o couue de Mulik -, o principe le Bismirck e
Iodo > ministerio.
A Gateta de Colon a atara o czar por se deixar
doaaiuai pea c menina panslavista. O Pott affir-
ma que a Ku.oi. ba de ver-se impeliida i guer
ra p>la crtente d.a prnprins eircamataaeaa que
esta oreando, e que i partido da guerra nio tar
dari a dominar completamente
tuslna Haairla
A 18 de Dezembro bonve eoaaaiao de sainiatrao
em Vienna, iob a presidencia do imperador. As-
is tiram o conde de Bylandt-Rbeydt, atiasatre da
uerra do imperio, o major general conde ato Wet-
sersbeimb, ministro da defesa do Estado i
e e bario de Fejervary, ministro para
dos Estados hngaros.
Anda nio couhecido quai seja e i
de I ibera roe.
Antes e depois do euneelbo, o Sr. Tisza, i
dente do ministerio hngaro, conlsceacioe torga-
mente com o conde Kalooky, miniatro atoa sega-
dos estrsogeiros e da cala imperial, pretil*
do gabinete da muaarebia aaatro-neagara.
Devia ser convocado do dia aeguinte o i
da corda.
Constara, porm, qne no eoaselbo de aeiaiitros
presidido pelo imperador Francisco Jos fos-asa
decididas certas providencias finanreiras. Sotado
todava adiada a sua applieacao, poique aa e>pe-
rava urna solucao pacifica.
Alfirmava-ae em Vienna qui as d- legaees ai
aeriam immediaamente convocadas.
O ministro da guerra poaaae aofietoatea rocor-
sos disponiveis. Alm disso, os circuios aaatritene
acreditis na celebraeio de nm eoavenio, esa vr-
tude do qnal ser sacrificada a Balearia.
A Austria vae eodtractar em e-apreatimo de MU
milbea de flonoa e censta lamben qne o SJaoaOaO
roseo vae eontractar em Franca em grande era-
preatimo.
Affirma at que a? negoeiacoes a este resfrias
estio muito adiantadaa c.m as primeiras e fiancezas. v
O Sr. Tiaaa, soltando a Pesia, declaren que a
aituacao se pode considerar uuito seelaer aVsato
que aio conhecidaa aa nteocoea da Russia.
Em Vienna d'An.tna eontiaaavam a diatinaar
as probabilidades de om conriicto pruxaao. Cusa-
tad) reinsva grande aclividade militar aa A"siria
e na Ruatia, cumquanto foaae gralas ate d-avia-
da urna Solucio amigavcl.
Parece comtudb, estar terminada a primetta
pbase da ense, mas acreditase eu. Vieavua cae
surg-iri) uovas pbasrs.
Naque-ia capital os espiritas estio sxttgaisS,
mas em fionstaotinopla graade o alvoroeo.
Bmaala
Um peridico suiasj reprodus da Gaweta da Cna
noticias russas de seaoc/io. Parece qae ea* ^iesT,
Iwer e Moscow a polica proceden a grande nu-
mero de visitas domiciliarias, aa pista de vares
nihilistas cuja existencia rinba sido snrpreneadida
por esp oes. Estio j de'idas cerca de e.-ut psav
aoas deuuuciadas como nihilistas, e eiatra mato-
ra das quaes ba pr ovas. A <>rgm d s'a r isgo
foi o descobnr-se que os nihilistas aaviam c ne-
r.-sp.u-i-iijni dipl-mit.Ci da AlleutSBBa, aataa
d'etla ebegar s mos ii esar.
Os uibilistaj, depois ie ie inteirareut i eoav
teuio dn d'cum-ntoi e d-r os molifirar m taoil-
meute, qoaulo Ibes convinha, deixavara-ai seguir
o seu curso.
A polica teve denuncia d > que as ptasava, e
projedeu en seguida p>- tiro a ter feito care-
nas ie pritfcs e bver eaejattado a'gans Jjeo-
mtn'os eyi cifra.
En S. fetersburgo, Oiesss, Chales e Kisaea
coutiuuavam aa revjltas dis estad Ai universidades sai vigiai.s pir destaetrata-
tos de c -asaos a c ivall >. A de O lesea foeboa.
O govera? rassi fo: avisad] de qne estio ter-
miuados ec-rtru idivjimiii e dealocaces d tropa
russas na Polonia.
Parece que o esaff f i eagaaado coas -ioene-
mcutos diplomticos falsos acerca di ntaaci aai-
lilar. Foi encaregido o embi-xador da Ali-.aa-
uha de o desengaar.
Correu um b ato assosti or de nova tenti-
tivf, contra a existencia do csar, mas tog> eia :-
guida telegraimnas su-.eessiv. s iesas..tiam .fi.-ll
noticia.
Tamben sio destituidos d findamento oa bi
esp ilh idos 8 20 de Dezembro a >s priacipes ee
tros da Europa e America acerca de a;jnte liase i-
tos importantes em S. Petersburgo.
Tem sido muito commeut-tdo peles or;" >i da
imprensa estrangeira um celebre artigo d> Jatw-
lido Rusto que producto grande sensteao a -s cr-
cul a polticos da Europa. Aasim por ex;raptc e
Nord de Bruxellas diz que esse famieo astigo veto
derruir pela base a len-ia dos preparativis beilicas
da Russia; mas qae iss> nio significa por aaalo
neuhuin que o vaste imperio moscovita esteja dis-
post a receb;r a eaia momento iuterrogaces so-
bre as suas medidas militares.
Elle reivindica plenamente o direito de tass
tudo quanto julgar neceassrio e caveniea'e para
que qualquer invasao eventual do s<-a terrt?orio re-
dunde n'um desastre final para o aggnaanc.
Tainbtn o Nord pubi c-- urna carta de S P -
teraburgo, faaendo notar que nio existe actBel-
mente entre a Russia e a Austria o ohu-n iaotro
de antagonisme alm da questao blgara; e qise
seria realmente de urna insensatez singular raaa-
pimento das hostili i J--s entre aquellas daaa po-
tencias por urna causa relativamente tio fOtil.
Alm d'isso, basta reparar na evotoeja qao
gabinete de Berlim acaba de operar aa questio
blgara, poodo-se um pouco do todo da Knaaia,
para se nao admittir como v.-roaiaaii orna attitoxto
da Austria abertamente hostil i poltica de *. Fe-
tersburgo.
O qoo indnbitavel, que o tio eomoseorado ar-
tigo do Invalido Busto veio tradnzir perteiiam -n'e
oa sentimentosdo covo roseo, o qu I sena* desrja
a guerra, tambem a nio teme.
Sio eurioaaa aa informacea qae o Tistes temer
sobre as circomstancias q ie inspiraran e detet-
minaram o artigo do Invalido.
Parece que o artigo foi escripto peto general
Kuropatkine, do grande estado-maior-generai e
em tempo ebefe do estad s-maior do general Skj-
selef.
Coata-se que, por occaaiio da festa de S Jorga*
o imparador, aborrecido c >a\ as injustificadas ap-
prehensis da imprenaa austnaea deetarara qao
aio bavia razio para tratar a Austria eom tsssta
ceremoaia, e que devia aer publicad i imrnediats
mente ama explicacao da aituacio. Foi eatio re-
digido, sub esta mpreaaic, um primeiro testo ao
artigo para o Invalido. Mas cora > eabiaas asa
tanto vio'ento, o Sr. de Qiers coaseguio qae lae
adocassem a forma.
Se aa cousaa se passaram asaim, ae foi o proprii
csar que suggerio a idea d'esse artigo agri-doee,
que tes seosacio em todas as cortea e esa todas as
oolsas da Europa, iaao indica peto menos qao
partido panslavista vai sabendo insinuar ao ani-
mo do imperador os meam-ia pontos de vista so
mbsinas disposicdes de espirito do sen ideal pa-
lmeo.
Evidentemente, da Raasia qne depende o corsa
ulterior dos acontecimentes.
Se ella persistir em concentrar tropaa aa Pte-
nla aem urna explcacio plauaivel, a Alh
a Austria terio entretanto o direito de ex i
se Ibea coovir esperar que a Russia esteja ia
rameute preparada e proinpta para a roerra, ao
ee Ins nio valeri mais a pena utacal-a natas
decae momento
Eotretante Biamarck, preoecupado casto vos
maia eom a approximacio da Russia e do Franca,
aproveitou hbilmente o grite geral de ala
para foser passar o novo provecto de oraj
militar do imperio, do qnal urna Oes diaj
maia importantea a que fes incluir
e a ktndwer aa reserva active, o qoe eqaivato
mettet rm acoo rpidamente, no caso de asa eo
flicte, todos os borneas validas at aos 42 aaaas.
Tu reja i a
Inforresedas de Cooatautinopla pieHas a pr
xima adbesio da Turqua i coaveneao fn
glesa r lat va ao canal martimo de Suez.
Bsrystta
Segundo informacea receidas de
MaBsuab, o commandante ingles di
e armn 600 indgenas, e aasadou-e
praea de T kar; maa, parte d'eltos
pa'a o iuunigo, outros tugnram, e oa
ram eOrrutadc-a, ficando onae mirtos.
Noticias do Soldio diaem qae Oeeaaa Digno
ameaea Su-kio coa alguna milhares de ra"
Foram ja enviados loecorroa para aquella
-
8sukia asa
EXTERIOR
Correspoaleaela d*
Pernal
PORTUGAL.IaiitBOA, 23 de
de 1887
Insistentes boatos correram de qne
se recoa poria antes da abertura do par
Oisia-se que sahiriam os Srs. Mariano 4
Ih i (ministro da feeuda) e Ejjygdio Na1
obras publicas.)
A imsweosa goverosm^nsa.! seaapia test
menos positivamente desmentido estes i
Ha tres dias, porm, as follas aspiradas
i

L^.


1
Diarfo de Pernanritaieo^oarta-lcira 4 de Janeiro de 1888
4
niatriiiii declaravam eathegorieameate qoe < o go-
verno fi; qoe o seo dever nm; que melindres
prtico ares, considt raco-s de naturesa intima, qne
puseaia influir no am oa nuil ministros pare de-
sojaren sabir do ,{abioete, teem de ceder diante
d'aqoell a exigeneii., qne Ibes formulada como
questio de dignidaie peaaoal e de lealdade dis-
ci olios pHrtidariaa.
N5o ha Dada maii positivo. Crae parcial, afir-
mam" o i orgioe do governo que uio ha, por esta-
rn tod oa oa ministros de accordo acercada* ques-
tde* mu a ou mea.8 irritan t a que teem andado
na tela jornaliatieu e daquellaj em qne tem de
affirmai ee parlamertarmente a ana iniciativa.
A cri te total, pros-Jgnem elles, eai excluida por
falta do indioasoee jne a determinem e pela pro-
zima abertura do parlamento, onde o governo deve
presen ar-ae a dar oonta.
Se ti do i8to asmen, cridante qoe ai o infun-
dados 01 boatos de crise.
Mu joantas vese* nao tem suceedido tasetein-
e desta* deciaracS"' expre* na vsperos de
grandes mutacoes na suena poltica !
Oque for, soaia.
F-l-rei aiada oo appareceu em publico d-id--
que adooceo, chegaudo a correr boatoa de funesto
alcance para a sua precios* vida, terminantemente
deamentidoa pe s mdicos da reel cmara, e afir-
mando is folbaa offi'-'iosHs que, estando a tratar ae
de urea pleuresa seeca em resultado de om res-
triamento 6. M. ia axpersmentando considera veis
meihorai, sendo de esperar, mesmo, que anda esta
semana i soberano sabase a passeio.
Ante-liontem diais urna tolha besa informada
qoe a familia real resolveu ir paass' aa fastas do
Natal e Auno Noto un Villa Vinosa.
De 13 para 14 do torrente, sua al tesa real a Srs.
Duquesa de Bragaaca L). Mara Amelia, que tinba
pasando >xcel lateme ote na veapera, sem que nada
fiseese presumir parto premMuro, comeoou a sen
tir 4s II horaa da madrugada as primeiras dores
da matei nidade.
A's 6 1/2 da mitnhi den i lus urna infanta,
que fallecen duaa be ras depois, tendo sido bapti-
sada ao nsseer. O parto correo sem incidente
notarel ( sua altesa real acha-se em estado omito
satisfato io.
O tehgramma oficial expedido de Villa Vifosa
em 14 deste mea, assignado pelo medico as
sisteme de eua altesu real, o Dr. Ramos de Abreu,
pelo Dr. Artbur Revira, medico da real cmara,
pela Sra. Condesea de Sabugos, d.ma de su* al-
tesa real, pelagra. Maraosa do Kuncbal, cacaa-
reira-m pe s Srs Conde de 8. Miguel, veedor
de servico e Duval Teltos, ajudan e d campo da
serrlco.
AstiiB que ao pac o da Ajada ebegaram as pri-
meiras i oticias do acoatecimento, 8. M. & rainha
D. Marii. ia immedlatamente parti para a esta-
eao do iarreiro (do lado eul do Tejo) d'onde, em
comboio expresso, soguio para Extremos, que a
estaca terminal da linha sueste, a poneos kilme-
tros ae V illa Vigosa.
S. M. levou em sua companhia o Dr. Ravara.
8. M. a rainba con grande energa de animo
que ordenou, sem perda de tempa, os preparativos
neceasen os para o traospjrte e funeral de sus
neta.
A' malograda infanta poseram-lhe no baptismo
o nome d Mara Luna ; o da 8ra. Condesa a de
Pars, sua av materna, qne estava para ser sua
snadrinbi- Suppo;-oe que o parto prematuro da
princesa real, sendo de tete meses incompletos a
geataclo. ioi em consequeocia do enorme susto
que te ve quando haalgumas semanas se iocendia-
ram as nortinas do quarto em que dorma o prm
cipe da Beira, qoe esteve em risco de morrer
queimado, cando anda com lgumas leves esco-
races de que ja se croo completamente.
No dii 15 a 8 horas oa manba parti em c m-
boio expiesso o 8r. eonselbeiro Virio, ministro da
justica, jue se dirigi para Villa Vieosa, levando
consigo os Srs. Peduseley, pharmaceutico da casa
real e o seu ajudante, o Sr. Rocha, para irem au-
xiliar o De. Ravara io embalsamamento da falle-
cida inta ita.
No aabbado, 17, o comboio expresso conduiindo
o corpo da infanta \J. Mara, parti de Extremos
ss 9 hi ras e 26 minutos. Vuba com elle S. M.
a rainha e o ministro da justica; todos os funcio-
narios publicos de Boro*, Villa Vicosa e Extremos
compaobaram o prestito 4 estadio de Extremos.
Faca a guarda a vaneada urna forca do regi-
ment ile careliana n, 3. O prestito ia nesta
ordem : os magistrados e seos officiaes, ebefe do
eorrei.i u telegrapbo e seas empregades, sub-in-
epector .-acular e ecclesiastieoa de Extremor., go-
vemador civil de Evora, administradora o dos tres
eouselho, ministro da juanea, Conde de 8. Miguel,
Bra. Rinios e Ravara, carruageas fnebres, e a de
S. al. a rainha, ladeado por toda a officialidade
de caval aria n. 3, charanga dous esqoadroes.
A con'turr Jnci era enorme.
" O vapjr Lidador, que fra ao Barreiro para
eondozir o fretro <-rt cmara ardente, bem como
8. M. a rainha e pasmas de sen squito, acostavs
ponte ios vapores no r.rreiro do Pago s duas
e meia di tarde, sendo r cebido com as salvas de-
vidas pelos navios de gae t.
O caitiosinbo c;m o cadver da infanta foi
conduzid) para trra e d'alli transportado para o
oche de gala, todo coberto de camelia com fes-
toes das aaesmas fl jrjs pendentes. Esuva lindis-
simo.
Aos ciatos do coche pendan* quatro formosas
cardas dcifljres artificiaes, com fitas brancas fran-
jadas de ouro, tend as dedicatorias tambem em
letras de ouro. O caixio, de velludo carmesm,
ia quasi enterrad em fl ir?s.
Do c's para o coche pegaran as barias do pe-
quenino fretro os Srs. infantes D. Augusto e D.
Affonso s os Srs. presidente do conselho e minia
tro dos negocios estrangeiros.
8. sf. a rainha coaservou -se do caes at 4 par-
tida do irestto, que era formado por mais de cin
eoenta curruagens c.m as ministros, casa militar
de el-rei e mais pesaoas da corte, que acompanha-
vam o siibimcnto at ao real templo de 3. Viente
de Pora, onda est4 o Pantheoo ou jasigo da j
nastia minante.
A igr ji nao foi armada, porque oj houve of-
ficios. Prccedea-e em tuio, como em cujs idn-
ticos, sob o reinado da Sra. I). Maria II.
No Trreirj do Pago juacou-se grande multi-
diode povo, qae se estendia depois pelas roas do
transito em duas filas compaltas.
A' ch.'gada a S. Vicente de Pora, veio sua emi-
nencia o cardeal patriaren*, com a sua cleresia,
receber o corpo,da infanta. A's borlas do atande
pegaran os ministros e altos dignitanos.
Naeivpta de 3. Vicente de Pora ficou a infanta
i). Mar a ao lado do caixo do principe da Beira,
D Antonio, filho do rei D. JoSo VI.
As n ais recentes noticias de VillaVcosa dio a
princesa real D. Mina Amelia em aatiaftorio es-
tado dn progressivo restabelecimento. Logo nos
primen o das encojrio se Ihe a norte da sua fi-
lhinha, para evitar algum abalo, n> estado melin-
droso ea que ti- A. R. se encontrava.
> o da 14 do correte, segundo aoniversano
do fall cimento do rei D Pernaodo, ti collocado
na bal da escola estabelecida no histrico edifi-
cio de Santa Mana da Victoria, da Bataiba, uoi
basto <.'aquello principe, 4 cuja iniciativa se devr
n reatauraco d'aquelle monumento nacional. O
boato ioi offerecido pelo Sr. infante D. Augusto.
Tem continuado a iovostigacio judicial no
3' disfruto criminal de L sb >a acerca da qu-s'o
doe bou ou ttulos de pirticipacao distribuidos
pelo Sr. H"rs n'. empreiteiro das oOras dos melho-
rameut jS do porto de Lia boa.
O primeiro individuo intimado para depor foi o
Sr. An unes, editor respoosavel do Jomil dtfCom-
ssereio. Este decuoju tela a responsabiiidade
daa intirmacous i-.lia a publico n'aquella folha
sobre II redaccio. .Seguij a-i lutim ^O o 8r
Christcvio Ayrea, uffijul do cxercito e ledactor
do refe-ido peridico. U que elle disse segredo
dt just ea. (Jomo o Sr. nersent est no estrao-
geiro, Ioi chamado a depor o filho d'aqoelle eui
preiteiio. Tambeo firain tomadas deClaracoes
ao Sr. tleodjD^i Cortea, par do reino.
O 8r. Menlonca C rtes bjc u os oomea de
aiais a gamas pessjM que vio Mr ou vidas sobre o
ssesmo assumpto.
fallecen h* poneos das o Sr. Jos Cesar de
Oiuna i, empregaiio aposentado no minuteiio das
ebras i'Ublicas.
Era un* dos vogae primitivos da Cmnmissio
Centra Primeiro ue Deae'nbro de 1640 Teria
perto c e 80 senos de ida te. T >1 Luboa coubecia
e presi va este eavalbeiro, e caja presenta ara-
davel fina cooveraacao agradavam immenso.
(iuiian eetirer soaitoe auno no Brasil. Hi
asuito ijoe elle e snis duas inaia Umbesa bastante
idotns se andavaa h.biltan lo para receber ama
valiosa heraoea. A norte, puu, alo consent
qneeili ebegnue a c-nhecer ese* lio suspirada
sandanaa de fortuna.
Oini ntn freqneniav* multo o thtro de S Car-
1 s eisMre oe di etumia veterano* amelle no
dea ase boros apreciadores
O Uapmltea-ee iinu-bouUm o eadnrer do eoo-
selbeiro Joaquim de (lampos Heoriques, jais apo
acatado do supremo t -i bu nal de justion,
O fallecida ere dotado de um carcter honestis
sino e de um trato ii:ivel e commtnicativo. Te
ra 80 anoos. Era irtnio do faliocido bario de-
Villa-Nova de Posesa, que ha inuitos annos foi
ministro d tasenda.
Tambem fallec'ii n'ua deste Itimos das
non 64 anoos o Sr. Francisco Bmygdio da Silva,
1- taebvgrapbo aposentado da cmara dee depor-
tados, e filho de Amonio da Silva, o ralete can-
dilho daa ideas constituciones, qne fundn as-
sociaeio dos veterano) da liberdade. Poi sempre
um empregado mur. i digno e considerado como
um dos mais habis n sua arte.
Exerceu por longoi annos o logar de professor
da aula de tachygraphia, estabelecida no edificio
das cortes, e supprimlla pelc> bispo de Visen.
Vai ji tocando as raifcs do escndalo o qoe
se est passando coni o tristemente celebre alte-
res alumno Marinh > i Crus que ha tempos asaas-
sinou a falsa t e coviirdemente ntn condiscpulo
seo as proximidades da Escola do Exercito qoe
ambos frequeotavam.
Como opportunameute Ibes das?, l tribunal mi-
litar que primeiro jplgou o crininoso, segundo a
opiniio de tres me lieos aiienisWu que davam a
loucora do reo cerno causa de tio odioso crime,
classificando-o deepileptio larvado (de lava
masciraj absolveo-o !
Mas tal iudigoa^o produsio o veredictum do con
seibo de guerra que a processo foi d id.> por nudo
e Mariuho da Crus :er4 de ser aovamente jul-
gado.
'Tem-se esgotado aa tricas da chican torate
pera protrabir e emoaraoar o novo julgamento,
por om outro turno de joiaes no toro militar de
pnmeira instancia. *
Ha das, numeroso publico, vido de sensacoes,
acndia ao tribunal militar d'. Saota Clara para
presenciar a audiencia. O advogado do reo .o
Sr. eonselbeiro Thonnis Ribeiro, ministro de es-
tado honorario. Ao comecar a anuencia, o saga*
eaosidico apresentoo dois requerinentos. qoe le-
varam a discutir umts poseas de horas e deter-
minaran] o aiiamento da causa.
Chicana, para chieaoa ; no primeiro, protestava
o patrono do reo pelo eomparecimento de algumas
testemnnbas, que fakaram por motivo justificado,
mas que julgava inlispensaveis.
No segundo, pedia qio se expadissem depreca-
das, *u precatorias, p ra inquiricio dos seguiutes
alieoistas de eelebridade europea :
Cbarcot, professor ae medicina legal nauoi-
versidade de Pars;
Tardiece, dem ;
Henry Dagouet, medico do asylo de aliena-
dos de Saint'Anne, Pars.
Legrand da Sanie, medico da Salpotriere ;
Mandsley, professor dj collegio de Lon-
dres ;
ngel Pernandes Pollido, professor em Ma-
drid ;
Krnffi Eling, de Berln ;
Cu. Vibert, de Pars;
Cesar L jmbroeo, de Roa;
Psge, de Londres e nio se se mais al-
guna.
Urna lista respeitavel de alienistas celebres?
O conaelho de guerra indeferio. em voto urtaai
me, o requerimento em qne ae pedia este acervo
de deprecadas, apesar do longo discurso em que
o Sr. Thomas Ribeiro sustentara o seu requeri-
m-nto, Fuudando-se em que, em Madrid, para um
caso anlogo, se recorren a peritos estraogJiros,
em 1836, a requerimento do Dr. Mata.
O primeiro requerimento que foi diferido pe-
lo tribunal e a cansa ficou adiada. F i oterposto
aggravo do indeferimento daquelle que recnaou a
exp-dico das deorecadas a tolas as summilades
medicas, e a audiencia terminou, com grande de-
sapontmento dos curiosos, grabas aos embroglios
jurdicos com que o Sr. Tbomas Ribeiro vai enre-
dando o canselbo de guerra. Se foasi urna praca
de pret, sem protecfoes, o criminoso, j4 estara a
estas horas cumprindo senten(a 1
Tem sido speramente verberada p*las folbas
liberaes e tambem p las oltra-democraticae urna
celebre circular expedida pelo reverendo bispo de
Larissa, coadjstor da diocese de Lim 'go a lodos
os parochos d'aquella diojese, ordenando-I bes qoe
procedam a una rigorosa devassa as su s paro-
i-hias, afim de responderem dentro em tnnts das
aos seguintes quesitos que oa mesma circular, Ibes
sao propostos:
Quautos dos sens paroebianos cumprem con
o preceito paschal e com os mais preceitos da
'reja,vivendo irreprehenaivelmentu como boas
ebrietios? Qiantos vivem amancebiioa ou incor-
ren escandalosamente n'oatras faltas que des-
toan completameote do espirito christio e da ur-
lica d*a les de Deas e da ignsja?
Ha alguos na parochi* a aeu cargo qoe, alm
dos defeitos poprios da fragildade humana, som-
bam da regiliio e das cousaa religiosas,atacam
de viva vos ou por escripto, a igreja, e declarara
abertamente professar outra religiio ou outra dou-
trina qae nio seje a cathoUoa ?
Quantos de sens paroebianos de cada sexo f re-
queatam os sacramentos oa se coofessm e com-
mungam mais que urna ves eada auno, e prati-
cam outros actos de piedale, qae os fasem distin-
guir-se entre os fiis dYss* fregu-siaf
Qusntas escolas oa estabelecimeiitos publicos
eparticulares, de ensino primario oo secundario,
6a o'essa fregoesia ? Qaal o numero de alomaos
de cada sexo qoe frequeotam cada urna d'essas
escolas ? Ha alg i ma escola mixta ? Ensinam os
mestres e mestris con selo e preceito a doutrina
cbnsl ? Cunpren eltes as suas obrigaces como
christ is, quaoto ao bom eomportamento e bom
exemplo e 4 demais praticn dos mandamentos da
lei de Dens e da igreja, e, como mestres, quaoto 4
assidaidade, bom m-thodo, selo, competencia do
ensino e spruveitameeto dos discpulos ? a.
Afirma 'a circular que oe esclarecimentos pe-
didos serio secretos, confideneiaea e termina por
estas palavras, que maior marcem tem dado nos
reparos, alias justo o dn imprensa liberal t
O fim qae eos obrig* a exigir eates esclareci-
mentos ni] dis so respeito no governo e ndminis-
traco desta dioeeae. E' de mais vasto alcance,
e obedecemos tamben a orden recebidas de
quein uol as pode dar.
De quem partem essas ordena, pergantam os
joruaeaque poder esse que na d e a quem o
Revd. bispo de Larissa tio proaiptamenie obe-
dece? '
E qnal o fim com qae prdtendem colher essas
infoTmaoSes, devassandoo segredo das familias e
indo inquirir, pelo processe das denune.ss inquisi -
toriaes, das opinioes do individuos ?
Aa ordene emanaram de Rosas, oa do sea dele-
gado em Portugal ?
E' cert qae os jesutas com pea de li vio in
vadiudo tudo ; o alto clero qaasi tolo reerutado
entre os memoro da seita, que ba mais de oa s-
culo foi expulso de Portugal, o governo, (este e
os que o prec-deram) fechara ce olbos para as in
vasdes suecessivas da reaceio, as folbaa libera-s
nonarcbcas vi> clamando em quanto ttt&o na op-
potifdo, mas, alcaneado qne seja o pider pelo
seos magnatas, deuam correr o narfim e fasen
vida grossa.
Bastantes pronesss tisera ds;e genero o par
tido progressiata n. neo progranm* inicial; mas
tanto esaa como outras nuitas afaodaram-ae n
pelago da iudifiereaga e da reai-oo politie* por
Iue em fino, oa reaccionano diapem de al'aa in-
senciaa, da maia altas mesmo, u s -r certo o que
se afirma, e a ambic-lo do poder p'lo poder obri
ge a paasar por todas as torca candioaa.
Aiuda ha pouca semanas na provincia do Al-
garre,creio qae lint contei esse episodio,um
seplnag-nario escrev:a e publicou om eonpeodio
de geegrapoia astronmica onde aveatava certas
ideas heterodoxas.
ua exemplares da obra foran anprebeodidos e
ju'go mesmo que al queimados, eoantot, como
aa i u podiam tambem queimar na praca puolica
-m vistos i ante deft, f>i nettido na cadea pela
autor.dade admiui;rativa.
A mprens* tocn logo a rebate ; mas nio consta
at h j- qae o lib-ialissino ebefe do partido pro-
greasuta demitsst iiqueile fun-'cicuario, que na-
turalmente um b in gal ipim eleitoral en ten pa-
drinhoa que dispden de algunas centenas de
votos.
A' 19 deste mes realisou se na cmara dos
pares coaatituid* em tribunal de justica, o jalga
uteoto do aeputado Jo de Asevedo Casteilo
Braocu, qoe ha nei*s, .nos oorredure da caara,
eiido-se julgado Bivar de Souse, eni desforeo Ihe dera don bofe-
tada.
Passou-ae assino ssso :
O deparado C*it-f e Braneo eeoropanbara un*
seabor ., p' .curan In abrir-ibes caminbo por en-
tre e naludio. Poi ness oecasiio qae tacn
ees o braco ao tnsate ejrenei Bivar jo Sonsa e
diaee-lbe :
e Oeiza-o* p*se>r qae son depatado.
Seri deuuudo, ie*poadra Ihe este, n*e o qae
tamban nos eersus* at granel* asiereido.
qae o
A isio segiio-se ama bofetada ou daat com
Sr. Centello Branc i replicn.
Julgo t-r-lhe coutado qae depois hoavedaello
entre es das.
O Sr. C.istello Braoeo eapitio do exercito, oa
edieo militar com a grtdnsoio de eapitio. Hou-
ve portant> quebra de disciplina militar evidentia-
ain*.
O tribunal oonstitaio-se 4 ana- hora da tarde
eitando presentes 65 pares do reino. 0 na mero
de tenhoras as galeras era eonsideravel. Pou-
ooa deputados assistiram a audiencia. *
Presidio o Sr. oonselbeiro Joio Cbryaoatomo de
Abrea e Soasa, servindo de secretario o Sr. con-
selheiro Stqaeira, director geral da secretaria da
cmara dos pares.
A acous,ioio foi sustentada peio represntente
do ministerio publico o Sr. eonselbeiro Cardoso
Avelina, procarador geral da corda e faaenda.
Poi defensor do reo o Sr. Dr. Antonio Xavier Lo-
pes Vieira
fechador os debates o presidente convidoa os
dignos pama a recolherem se 4 sala das delibera-
ooee para se pronucrcisrem sobre o julgamento.
Houve, dis-se, grande discaasio na conferencia
secreta. Primeiro, propos-se a annullacio do pro-
ceiso por falta do corpo de delicto. Poi regeiti-
da. Depoia a cmara votoo o primeiro quesito,
reconbecendo-a existencia do crime. Dan respis-
ta afirmativa. Propondo-se, purem, se tinba ou
nao havido intenclo criminosa, voton qae nio a
honvra. Esta decisio, pela antinomia entre os
dous queaitoa e as duas reaoOstas, determioou
mu tos parts do reino a retirarea-se, ao queren-
do firmar c;m o seu nona a sentenfa qae foi a se-
gu nte : ,
Accordio do tribunal dos pares qae, nio tendo
o Sr. deputad i Jos de Asevedo Castello Branco
obrado eom inteocao.criminosa no ficto de que
acensado no libello do ministerio publico, por isso
o absolvem da accnsacAo*
Lifbda e sala dae sessja do tribuisl de juitica
dos aores, ran M digno pare, sendo 11 com declaracio
de vencidos.
Hiviam-iie retirado, para nio votar, 11 dgaos
pared.
A imprecsa pretende que o governo nflalo na
b.olvicio do Sr. Castello Branco e fas acrrimos
eoutrontos otro as brandaras havidas com este
deputado e os rigores empregado con o Sr. Per-
reira de A'ineida depois do confl cto qae ti vara
com o Sr. Henriqae de Macedo, ministro da mari-
nha e ultramar.
O tenente-coronel Bivar de Soasa estava nesse
dis commandando a guarda das cortes.
Continua a manifestarse grande effdrvecen
ca popular contra o regalamento das licencia para
os ven ii i bu -a ambulantes e muitas outras elasses
de industrias qae andavam fra das execacoes ds
fisco.
A nio apreantaclo da licenea, isto do docu-
mento en que se p.-ove ter o contribuinte pago o
respectivo imposto, impo.'ta a p na de pr sao oa a
remissio de If'MO por cada da de cadeia.
Nos grandes antros de popu.lacio, como Lisboa
e r'orto e vtirias o otra localidades teem sido ce-
lebrados meetinqs ou oerosos ; e tanto n'ans como
n'outros se resolveu nio se habilitaren os inters
sados com a licenea exigida.
Esta attit.ode de resistencia assoprada peloj
peridicos da opposico, que exploram fogosamente
mais este lado vulneravel dasituacio. Os orgioa
desta esforc-am-se por demonstrar que no Cdigo
Penal e leis de lizenia vigentes e iniciativa an-
terior ao gsbnete actual se acbava consignada a
penalidade ie prisio para certas dividas aos cofres
Estado, o qoe portaoto a birbaridade com qus se
eat declaxtando tanto agir nio un novidade,
mas se eo:oatrava j4 na le^islaei*, em vigor.
A pina de prisio sempre odiosa e aoiversal-
meute reprovada em principio, como penalidade
no caso de falta de pagamento, e o governo, ao
que parees nio foi bem inspirado recorreodo a
easas o >nm nacoes ao momento em qae tio paten-
te se tem feito ao animo dos contriOaiutea o des
governo e falta de economa com que nesta ad-
miiiistracio se t-m procedido. Nem mati un real,
grito de guerra proclamido por jornae* importan
tes a todoa os ventos da publicidad, o mesno
grito a que, duraute as adninistraco -s regenera-
doras, oe orgios progressistas por veses recorre -
rao.
A despenas slo coda ves naiores, um tacto.
Com a dissuminacao das pequeas escolas agri-
las provincianas, medid. s/mpathica em theoria,
creaceu de um momento para o outro em quantia
superior a dusectos contoa de ria (fjrtes) a des-
pesa orcam-tntal.
Volteado por n 4 questio daa licen^ss, sem
davida a commiuacio da penalidade referida o
qae maiores attrietoa levanta as elasses popa-
lares,
Dis-se, mesmo, qne em tio forte opposicio, o
governo j4 pensa en sostar a execucio do respe-
ctivo decreto. E' o melbir que tem a faer, poi
nio faltar qaem discuta mais tarde a applicaoio
qae se ten dado aos diaberos pblicos, as passea-
tas de varios amigalhotea do governo ao estrau
geiro 4 costa da barba looga, aa obras custosas
nos conventos seeularisados para nelles ir accom-
modando corporaoSss beatas, como vai sacceder
com a de Odivellas, agora ni tela da disuussio
jornalisticas.
E o governo aetaal tanto mais peocamiooso
quaoto e certo baverem trombeteado os seus arau-
tos quando sabio ao poder, que viria inaugurar
urna era nova de moraliaaeio e regeneracio finan-
eeira.
A questio das obras para o saneamento de
Lisboa e da eonstraceo dos caaos de esgoto que
faltam ainda sebre um* grande parte da sua su-
perficie, tornoo a vir a terreiro em coasequencia
de ama propoita qae ha poaoo foi apresentada 4
vereaceio municipal e cajos signatarios saggeren
a applicaoio do aystema Berlier.
A proponta fai Bubmettidaj a urna eommio de
engenbeirot, qae, j4 anteriormente se tinba oceu-
pado da queso d saneanento e at mesno ha-
via elaborado nn> plano para tal fin.
Cbegou a Lisoi a noticia da inauguradlo
oficial do caninho de ferro de Linrenco Marques
ao Tranaw aal.
A via aberta 4 explorncio conprehende quasi
toda a parte io caninho aituada sobre o territorio
portugus. A junecio com s linha que'taita con-
struir no territorio de Transwaal ha de ser feta
por neio de ana ponte sobre o rio Uuconati qae
se encontr actualmente en construe(io.
Por iniciativa do Sr. Lesseps o governo
francs pedio licenea ao governo portugus para
recrutar operarios en L arenco Marques para as
obras do corte do isthno de t'anam. /
Ao mesmo tempo que na frica se insugorsva
o cammho de ferro que deve f Ser affliir ao nosso
porto de Looreaco Marques, (Delagoa-Bay) ama
parte importante do novimento eommoroial da
regie cntraes da frica Meridional, conclua-
se a cooatrucoiq de ama liaha frrea cuja aborta-
ra a exploras*) est destinada a exercer iofl eocia
deeuiva sobre outra possessio portuguesa, boje
en grande decadencia do seu aatigo esplendor,
naa qae, por sua aitaaeio, susceptivo! ainda de
restituir a eesa possessio ana boa parte de sua
importancia de outr'ora.
Easa via-ferreapd) o pirt) "de Miroiaglo na
India-portogoes* em relaces immadiatas com
uina das regidos man ferteis da ludia, a dos G >-
thea, e a linha de M'roouglo, p >r isa i, et4 des-
tinad* a tornar a e,ira la aatortl p .ra a exporta.
oAo dos productos d'aquella regiao e faaer. do ta-
taro. seodvel concurrencia a Bonbaim.
jCom efleito, a linha frrea de Mor mugi rae
ligar aquelic ponto dos nosses dominios coa a
t le dos (iammb)S de ferro indianos.
As' instailaco-s do porto, de M>rooeglo, caja
con truclo pregndeao nesno lempo que as obras
do camioho de trro, vio tornar este porto per-
tmtsmenta apto para asa* futura nisai). Bate
p rio ji freqneotado por ama navagaci > regalar
qa, neceiuarianieute, se ha de ir desenvolveo o
e >m rapkles, sob a iuflaencia do trafego qae a
asertara do eaninho de ferro nio deixara de occa-
ionar.
AjCooatruccio do caninho de ferro qoe van
ser abeitu a exploracio ben cono as obras daa
intailacdes do porto de Moronngio, toen sido exe-
cutada mediante ama garanta de jaro concedida
pelo governo portugoes, na conformidade das e-
tipnieeoeH do tratado celebrado entre Portugal en
Gri Brotaoha, garanta cej isencargjs debuitiros
exeeden, todaria muito as previse.-s dos compro-
isiss lo nado par Portugal por occaiiio de ooo-
clair-se o nteemo tratado.
Consta qpe a princesa D. Aitooia de Bra
ganca, e ija sa le conliaoa a ser melindrosa
esperade ese San-Reno, Saisia.
Dii: se qae vai ser elevado 4 dignidade de
per doftin o 'e. Jos Maria Rodrigues de Car-
valho, pi sldente da camera des deput->dn.
Poi publicado no Sentei ate C si su, mo o ex-
selle te rlatno da commiaaio de soeios,rTectivos
da aegon ta elasse da AcadCasia Real das Seieucias
qne dovi i prepor qaal a enea iKt raria aagna ds
ser laareaia com o premio de smv cont de rit
ffcrtea) eitobelecido pela munificencia do Sr. D.
A commissio era conpasta dos Srs. Viseonde
Benalcaufor, Jos Silvestre' Ribeiro, gneas de
Vilhaoa Barbosa e Msnoel Pinbeiro (relater).
Concias oropondo o drama-histrico Duque de Pitu
do Dr. Lopes de Mondones, lamentando- qoe o
premise nio posa repartir pelos Aore de Julia
do Sr, Soasa Monteiro e pelos Canto do Fim dn
iSssu e GgAo do Forte de Sr. Gmilherme dr
Barros.
E' um estado critica en que, alm destas, varias
outras obras apreseutsdas ao concurr acadmico
siojulgados ooa imparcialiitade a alta conpre-
bentio litteraria. Qnnndo se 16 um tnbiihj
desta ordem, mais ama ves se laminta'qoereon a
pena como a do 8r. Pfnheiio Ghagav esteja con-
demuada aos vai veos quotidtau. das polemicia
jornalietieas. Nada daquella proi p.-riolfcakque
Ihe sio expontanea, cheia de verv>, acerba, noci-
nante s veses, destinada a fiear; por mais que
o Ilustre acadmico aproveiteo s9u tempo, grande,
tenia a maior parte d'elle diasipojoio na avidex
das controversias p .rtidarias, de qoe Ihe nio tem
resoltadati^A- disatbires, sepualiaav pouca.eas-
peitosasl
Agora vai Pinheiro Chsgas pdr-se a frente do
Reprter, grande jornal qus deve apparecer no 1 -
db Janeiro e deqoo sio collaboradores (oominaei
e .effectiv->a) qoaai toloa quaotoa eacriptosas teem
figurado ultinameute nos cacbalogos nacioaaes da
litteratura amena.
Parece qae o sea Correio da limhH nio marre;
portento fica esta graode invidoalidada astric-
ta a dous pono Jicos en Lisboa, sen coatar com
o que escreve para a imprensa iimniQn,
coitar e o kori d'at tve, ex oficio, c ima esta agora
do rol tono do concurso academia), sem co.it.tr
eom a boa figura que fas sempre na parlamento,
qaer aos bneos niaisteriees, qu -r na oadjiraa da
opposicio.sem coatarjeom as magistraes protecess
que fes no Qurso Superior de Littraa naqualiit-'
de de lente propnotario, conquis'ada uo eaplenli-
do coocurso a qu-, b* poucoe anaia se sabmetteu,
sem coatar......can a educacio di saua filhis,
pois o Sr. Pinheiro Cnagas am chafe da familia
exemplariaaimo.
Nio digamoa a bem dos qae morrem.. qae
um habito indgena muito vulgar, trocando-ae en-
tao os improperios e insinuac -s emoeconhadaa
por ladainnss de elogios posthaujos. S -jano tam-
bem justo para os que anda nio sucambiram na
Inta.... pela existencia e pela gloria.
0 congresso republicano eat reunido, e pa-
rece qae, de n>vo se ventilou, accesamente, um
episodio de vas de tacto, a questio das alliaocas.
O conflicto deu-se na ra de D. Pedro V (antiga r.
do Moinbo de Vento) entra o Sr. Carrilha Videira,
editor de varas publicaodea republicanas e Ceci-
lio, propnetario e editor da Polha di Poco, o aati-
go Irinta Diabo. Poram ambos levados 4 es-
Juadra da ra do Otario de Nitic.as (antiga ru i
is Calafates) e depois de se affiancarem na Boa-
Hora, foran ambos posto em libardade afim de
fasereui peasar as suas codtuses, arraohadoras e
eesoreacoes.
Ha quem diga que 4 idea de urna evolucio na
partido republicano, o Sr. Marianas de C*rralua
(ministra da tsenla) ni) de tolo estranho, o
que arranj^ra aquella derivativo para ter em rea
peitojo Sr. Jos Lucianoj(presideote do conaelho de
mimatros) e para desviar a atteoc!desconfiada
da opiniio publica vigilante sobre todos os seas
actos.
O Diario de Ntelas dava as seguintes iutor-
macoes ante-hootem :
< Poi hontem a 3* aessio deste coogress), cuja
abertura se realisou domingo (18). Ai discus-
ais teem corrido acaloradas, acentaaolo-se aa di-
vergencias, qua ha muito I tvram entre a direta
e a esquerda do partido, que est em minara.
O nnnero de delegados, ao que consta, de
13(1 de Lisboa e de quasi todos os no -.toa do pas.
Hontem j4 eatavam proclamados 100. A minina
tem feito obstruccionismo,
A asaembii ficou boatoa constituid* e ia ler-
na um parecer qae expalta do partido o Sr. Carri
Ibo Videira. Parece que oa trabslboa nio padiam
estar coocluidos at hora diautada, e teram que
prorogar o congresss, que devia terminar boje.
Tem presidido a Se. Elias Garca, teadocomo
secrecarioa o Srs. Tneophilo Braga e Peio Tere-
nay.
Aecreasentam alganas olnas regeneradoras que
as ailiancas de que se trata sao com a esquerda
dynastiea, de qae ebefe o Sr. coaselbeiro Barjo-
na de Fre tas. .
Ha das foi publicada no Seculo (orgia republi-
cano de grande tiragem) ama declaracio importan-
te assignada pelo Dr. Alvos da Veiga o republica-
no de maior influencia as provincias do norte.
Nesoa declaradlo desmente a noticia qoe sa espa-
Ihon deacbar-ae filiado no grapa poltico do Sr.
Barjona de Preitas.
Annuncia-se um banquete republicano de sabs-
cripcio no rastaoraot do Sr. Rasa Araujo, na Ave-
nida da Liberdade. Ha ver pomposas discursos,
mas nao parece qae desta ves se distribua pe xe
eipada na ra em frente do sali do featim, como
soccedea ha annos, por oecasiio d'um deates ban-
quetes aunuaes, iatorvmdo brutalmente a gqarda
municipal a cvalo contra os curiosos qae da roa
acanpanhavam com desvario os hurrat dos convi-
vas.
IITERIOR

Vai apparecer oopriocipio de Janeiro A Es-
querda Dynastiea, de que serio directores polticos
oa Sra. Viseonde de Oagaella e Silva P ato.
A celebre Patti chegou, cau .ou a Traviatt,
cantar amaahi ou aiada,esta ooite a Linda de
Chamounix, e se nio tem ctnttdo mais porque
se endefluxoa depois ds prineira recica. Esti
como d'antea, ana prinavera et tu a esta liva i
Apesar dos preooa serem cariasimo?, o th latro d I
3. Carlos enche-se a trasbordar quando .la se
digna soltar a vos e o mais ioaigoitcaute luga -
res da sala e galoriaa e tornabas e at mas no da
verandas oa o ditputado com empeoho.
A exposiclo de pintora e esculptura de iru jo
de Leio abri-se este ana o, c>m> de costame as
salas do Commercio dt Portugal na ra I veas (ra*
de S. Praacisco).
Ha desta vez visiveis progresas!, tanto oa sea -
ci de pintura a mi ua da eseulpeura. A conour
renea de visitautes tea sido enora < e muitos do
quadros expoatoa teem sido vendidos par bom pre-
so. Adquirido, resaa as etiquetas ou rotlos, em
ves de vend-do como sefosse dealouro para am
artista vender a sua mercadoria, o producto do seo
engenho, a obra do seu talento I Eapbemismas
en todo.
E' ananhi qae deve gyrar em Madrid a roda
para a latera do Setal, cojo prjmio graoda sio
450 coatoa de rls fortes uu cen nil libras esterli-
nas. E' de eneber o olho, poi nio ? A venia
dos bilhetea e decimos e cautellas de loteras es-
traogeiras agora licita, mediante opagamiato
do aeilo para o thesooro poblico. Nio tasen idea
da febre que vai por aqu, ona doidne. Reola-
nes en prosa e verso, tolos o das vanados Una
tmbola oa briade, en chremot qae se dio a quem
fisera despesa de 600 rea. Promettem orna car
ruagam com parelha e arreios, ana nobilia de
laxo, luacn pcoes oa 250 libras en dinbeiro a quem
tiver os ohromtt con o numero igual ao daquelle
em qae sabir a tabula.
Un cambista porn, apartando-ae das prones-
as con que oa seus collegaa estn eogodan lo os
j igadorea da lotera, offereoe on bodo 100 po-
bres na vespera do Natal, e ten mandado 20 cau
telias de 6 JO res a eada jornal dos principas
para destribnir gratis por pessosaneeestitedas.
' e J >io Candido da Silva da roa do Ouro.
Quautos des .poutam-utos no da 23 quando
ebegarem os telegrammas de Madrid I
Cbegoo a Lisboa no tud-enpresi o n osso minis-
tro em Pars, Sr. eonde de Valbon con sua eapi-
sa. Maitaa pesoa da uoasa prineira sociedade
loran eiperar i eatae io do caes dos Soldados o
ilustre diplmate.
O Sr. Marte* Barrio nosso embaixador jaoto i
Santa S foi incumbido pelo governo de represea
tar Portugal no jubileo do bammo Pontfice.
O 8r. Ba'io de S. Pedro C o portador do pre-
cioso calis o Teci Jo por el-rei a Sua Baotidade.
Esta obra d'arte tem estado em exposieio foi
execotada por artistas naeonaes.
Aggravarara se os podecimentoa. do Sr An
ionio Viaona Brederode, addido a legacio do Bra-
sil nesa corte, a poete de repujar pela ana vida.
Tambem se soba gravemente enferma a Srs. D'
Ernestina Navarro, a^posn do mi nutro da obras
pablicaa.
Os condes de Par sio esperados brevemente
em Lisboa. O Sr. eonde de Pars sabe no da 13
de Darmooth no paquete de Caste-mail, em direc
fio a Luboa, onde deve ehegar a 8S en t7. A
sra. condessa o saos filaos ven por trra, por via
de Madrid.
Pestes feiiaes o bono entradas do aovo sano, 4
o qae muito de coreano desejo sos meas amigos e
ao nosses altores.
Ferrnoia Ae srrsunoinco *
? Referindo-se 4a ttiodifuafSes faites na
tsaifW dn Amuvin aV Rscifn no- 3. Pfnn-
oisoo, o'outra aecpoio publica las esareveu
o Jornal do Commercio:
Registramos ooa vivo prazar esta re-
daecio pela qoai o ministerio da agricul-
tura atisfas aatiga aspiratjio das nonas
servidas.seis ntradn dn ierro do Rocifa n
S. Francisco. Ocupsno-noa Vanas vez;s
desta neceasidadn e muito folg-im >s que se
Iba tenba dado remedio adequido. Suibre-
talo a railunyi do frute a asbueai, qun
oonstitue prio ipil elemento d> trafag da
itnportaata lia ia cooorrar de cnoiu effi-
oan, nio a para deaaggravar de psa ido
eaoargo a lavourn nasoenreira da regiao,
mas para faner asaltar o j ooasideravel
traf igo pela cea8*r;io da compateajia que,
em razio da duran* da tarifa, t n susten-
tado contra a estrada ootros meios de
transporte.
Esta competencia, aigaal inequvoco
da se vari la le daa tarifas. A estrada do
Recife a S. Francisco pertence ao grupo
das primeiras que kiiciaram no Brasil a
Vanlo frrea, claro que. se desde eatio
a8o logrou a estrada altrahir tuda a pro-
ducyio das zonas dn sua oitural inflinjia,
tio somonte a tarifa para ser imputada a
anomala, p irqua na realidade anmalo
que meios de transportes impsrfeitos pos-
sam por tanto tempa resistir ao innuzo da
via-ferrea. Nos primsiros tempos do trafe-
go de qualquar estrada de farro, tal resis-
tencia deve ser til* por fasto nataral. A
uanne tem grande inspario nos costo.-n -s e
intuitivo que os meios de traosporta or-
dinario, organizados, t n nsoessidade de
algum tempo para deaorganisar-ae, sendo
natural que oa empresarios, os quaes eio
motts vezas oa meamos productoras, pro-
curam tirar da deeadenta emprezi todo o
possivet proveito. (^aando esta resistaocia,
porem, sa prolonga alm de razoavel pra-
zo, a razio ha de ser asbada na dureza
das tarifas.
Nastas circamstancias a redus(lo dos
fretea nao far aaatir senio da leve a sua
iufliencia immadi_u na receita. Eatio a
renda nio ter de aecusar depresslo sa-
nio pelo prazo estrictamente nacessario
cessaco de&nittra da competen :ia. o
qne ter da oscorrer estrada de ferro do
Racife ao 3. Franeisco. Temos que em
pouco tampo o desenvoiv'imeato da su i ra-
oeita far sentir dn modo palpavel qu io
errnea toi n iasiateacia no msuter por tio
dilatado prazo taritas. altas.
Nos termos do contrato vigente era es-
aencial raduccSo das tarifas o accordo
da compaahia, e aceitanlo-o, den ella pro-
va de nio dasejar ir de encontr a is in-
tuitos do governo imperial, que alias se
acba autorisado para reagatar a estrada.
KtviSTA DIABU
Secretaria da preetdeaola Tendo en-
trado obgoe de 11 canija o Sr. Dr. Pedro Prancisco
Correia de Oliveira no da 2 do crrante -nex, aa-
aunia as fdacos da seeretario o oifieial naior
Emdiano Ernesto de Mallo Tanbirim.
Comeama da sTaealdade Tendo no edi-
ta! publicado hontem sobre o concurso da Pacal-
dade de Direito, se incluido eomouuia das pravas
de hakilitaei-i da parte dos candidatos a ex bibic i o
da eertidio de baptismo, qae uio mai a exigido
fica hoja rectifica lo osaoeagaoono logar campo
tente.
Companhia de BombeIro, Chcgar
brevenautd da Europa e Kio de Janeiro o princi-
pal material para o serv?> de incendio d'esta
companhia, qae por ora ae eati servindo en exer-
eicios con o material emprestado pelos arsenaes
de Mariuha, (iuerra e Companhia do Beberibe.
Mos exercicioe diarios qae pele maabi sio fei-
to en frente ao sen qoartel, j se pode fazer ap-
proxinadaneete ana i leia do quaoto e moito vee
locr r esta capital eom a creacao e mannteacio
de ana tal companhia. Por aqu faltar at ago-
ra, nuitos predios se destrniram por inceodios,
qoe ni) podan ser dominados por falta de pes
sea! habilitado e prompto ao primeiro aignal de
fogo.
sVIsrno de el*K's>O machiusta daCm-
penhia deTnibia Uroenos do ft-efa a Olala e
Beberibe. Liarentin-o Correia de Lima Waulerey
praticoa ao da 1 do corrate ama ac{io d'goa di
todo o el-gio.
Qniava elle o treaa de 81/2 boraa da mtnhi do
R fcife para Olioda qaaod i em neioda carva froa-
ter, aoC>llegio Santa Th-resa psrcebaa qua es-
tava obre a linha, caniohaodo vagarosam.'ute
urna pobre molher velha.
A distancia catre a taachioa e a mu'her era re-
dnsida de nais para-que podeana olla ser salva;
isto, porn nio desimana o oiutl) mtchiniata
qoe, depois de ter feito as aaaobras poasives em
caso a ta s, tomn a dalibereoio felis ~e saltar, gt-
nhando em car reir desabrida o caminhi, de s irte
que, quando a machina com o regulador techado e
os freos apartad ah che ,-av.a, guiada pelo fo-
guista, por torea ds veloeidade adquirida, tiaha
elle ji coliocado f-a do perigo a felis mulber, qae
alen de velha sarda.
A coragem con que se houve case digno nachi-
nista, segaado eos aturmam, valeo-lhe ser recom-
pensado pela companaia, depois de ter sido franu
ticamente abrasado e felicitado por qaantas pas-
so>8 testemanharamo faeto.
Crlsatmoao de amanePelo Sr. delegado
de Tacarain acabe de ser preso Antonio (Jo-
mes da Croa, asnal .ciado no art. 192(doC>d.
Crim., eomo na< >t do aasaasioato perpetrado na
pessoa de Jos M reir do Naaeim-uto em 1882.
Runaiada No da 3l do mes paseado e
eatte as estoota de" Qtmelleira o Ouyamouea, f >'
eamagada p >r orna das machinas da eatrada de
ferro do R cif ao Sio e'ranc ac, ama malher ca -
jo nome se ignore.
A polica t-im-iu conbeeimeato do fa !to.
Vapor da mi O paquete nacional Per-
namoueo sabio Qo.ttem tard da Babia com des-
tn a >s port is do uot-i.
Penta de aal taire aa cllale
CaseA aauU ar4 naaiea la na ci laja 11
Cabo em frente da saa igreja a banliiri di glo-
rioso Santo A juro, eomagando as /novenas na
SeX a-feira.
A fasta seri cMebral no da (5 do corrate.
i mol. -Para a familia pobre do Baeeo d >
Bernardo recebaao hontem de un aooovm
a emola de lflXX). Poi-lbe entrego a hooiea
mesmo.
Uerlbo eaaeomtrmdo.O Sr. Joaquim Jos
Gome envi Ht-ooa b oolem, a fim de ter o conve-
niente destino, ama eoata eom reciba do thasoa-
reiro da irmaodaodade da oledade do B-eit-,
qoe loa eaeontrada na roa por na das filho
do meu>0 Sr Gome.
Fica em ooaso poder.
Callalo do A amor divino S> da 9
do crreme reabrem-ae as aulas de*te e llegio d
sseoinos, do qual directora a Bxna. Sra D.
Oiviapii' Afra de Mandos, expeliente pr-cept--
ra, sob cuja direenio e aenaolado salo a criosla
tom tm goeto pato estada e aprendeos facil-
nente.
' lito na ma da Inperatri n. 32, em na pre-
dio vasto e bem ar-jado e tem accommolaco a
taoab-m para alnmooe. intensa.
No aooo paseada fiado, foi este e resaltad d >a
exames, qae foran presidido pele Sr. profeta .r
Prgi se, sendo esaminaduroa o Sr. Dr. Antonio
Ojimare e a directora do colegio ;
Manoel Lias Wanderlev approvado eom dis
ttaeeo.
Ignacio Prane Leisa de PiganirsV Pana approvada planamente.
Geiaeniano de Barres Wanderlev- ideas.
Agredo Pepeases, Mam.
Joio Paes de Almeida. Lina, dem
Jos Carlos Geno, approvado.
oran de dalla Verme Chegarim;
a livraria do Sr. Soaree Quinta, ae larga 8*
nha Marinbo, dona novos volanes dn ediens
polar das obraa de Julio Verae, xita pesa i
David Corassi, da Lisboa.
Sio ellas as tradoodes dos rnmsaai
de Plnctaante e As Iadiss Negras;
mente encndernadps e ambos inte
os anteriormente publicadoa.
aiaersasjste No di l- do
cimmemuraeio ao jabi do sats
XIII, o ttvi. Sr. vigario da Gloria sa Getta, pa-
dre Joio da Costo Bessrra. da JarraJhyliisisas
aeeerava Severin, de 38 annos da idkde, inlsse
niaando ao sea propretsrio, qae a esdan ps4s>psj>
S> de 10i).
Poi ama bella acjio qae
sacerdote.
Preco de aeamcarO Sr.
Ifilet enieref m-nos a saguintn carta :
Sooiedade Auxiliadora da AgrieUtura de
mtmbuco em 31 de Dettmbro de 1987 Srs.
torea : Procure i, na miaba carta de 31 do i
echar urna explieaoioplausivel da diapreas! i
mal que, paralellamaute a ama sabida es
dos presos obtidoa pelos aioesoe esancares
aos grande mercados eeaiaoaidoree, i
e no valor local do nesno genero
Bedje, aobatituiudo urna baixade 140 'ia pir 14
kilos, (de 1 if>4 I a 11303| i sena de 177 rea, me
oreesponde a de 1 seh. 6 1. por quintal (li seh.
3 d. a 1 i ach. 9 d ) verificada as praeae de Li
verpool e New- York.
Ua entio para ca, tonda o adenUm -ato da e> -
Ibeita da beterabas e dos trabalboa da (Mease
patenteado a cortesa de um defioit uno- ds ajee
se bavia previsto, e qae, segando afirma o JmWsssj
dea Fabri'VJ.nU de Sucre, tal ves artioja 3W asi to-
nelada, oa presoa, nos aeinse citada m^rseslsn,
xp 'rimeutaram aova sabida de 1 :h onsesjds
hoja o ndsjo assacar broto en Liwerpml 14 safa.
9 d. por quintal, prefo qua-correap mi t aqe, peen
o agricultor, a lt74 ra. par 15 kilos
Eatretaato, o preso local, en ves de sahic asm
continuada a baixar, e os Srs. Arases nanos, am
paga van. o m asmo assacar n-t rxi. i i lt9 e
lt640 por 15 kilis. qu ol o qaialal lave san
Liverpool 12 sen 3 d., nio qaeren p*dkl-o por
mais de 14100, agora que receben por ellFsn Eu-
ropa 14 seo. 9 d. por qum'al, uto mai S seh. t
d. oa 375 ris por 15 k lo.
&' certo, qae o caabio sabio de 23 a 23 l/l A;
mas, nem esta sabida de 1/2 dinheiro, qae earrsa-
ponde apenas a 37 ris por 15 k'tss ao
nem a ex.-ass-x de dinheiro oa prafa,
navios para a eiportafao, poden ja
diff -renca de mai de 300 rea entre o am* O ssbsb-
ciltor obtem e o qae devia receber, m
fairt laittet poner fosse uffi :iente pera
urna realidade esta concarrencia banefiaa. ia
pala theoria, mas que tio rara vi
pratica. Nio posio, portento, ver i
mal, sema > mai* urna consequeocia do
de tacto, que dominan nesta praea n en
do aasucar, da mesma forma qne a f
bacalhio, da farinha de trigo etc.
A itnp jrtaocia provavel da aetaal
suear de beteraba, que en Setenbro for* i
en 2 600 mil toneladas, rednsidas en N n
'AbO mil, nomo v-e domappa de 34- Liekt, sjas
inclu aa minha carta de 30 do dato osea, est ago-
ra sos!rendo nova rednecio. 3ir. Ineat, en sos er-
eular de fim de Novembro, cosarva es i
anteri .res, mas adm'tte a probalidal de <
mmuico de 50 at 75 mii toneladas na e
sesa e de alguna redcelo na 950 mil tu ibas -
das a German'a.
O Jou.nal de fabricantt de Sucre nio
a saf'a eorooea p ma exceder de 2 330 i
ladas repartidas de lrna seguate :

de as.


Gernania 910.'W
Pranca 450.000
Aaatria-Uaagna 425 00J
Kussia 410.000
Blgica 95.000
Holland. 50.000
Total... 2.330:000
samMSHsnSB-
Comparada ests avaliacio ao resaltad da
de 188687, que pouco exeeden da 2.650
ladas, denota om dficit de ornas 300 m.l
e por isa i, enbora o preso de 14 sen. ji
era d'ir para o assacar es de bettertbn dn
ainda nesno sen os premio, 6 de semper mas n
ais* continu at 15 e taires 16 schillings.
Em prsense da resoiio em Landre, ds
reaeia ou coogresso internasioaal, promovidti
governo uglex, eom o fin de chegar-i
aio dos prenios, qae varias eseee da
cedem aos pro docto* de son 1 estra
esta qaesto magaa e de tao difi.-il
conititaiodo o principal assumpto dos
especialistas da Gra Bretanha, Franca e
nia.
O numero de Daxembro do Sugar-Cmnt
qaasi qae excl asi vanete consagrado n
cao da memorias e repreaeataeOas
ao Bario H. de Wornu, prndente da mfate ese,
polos diverso orgios das industrias ii
ddss pelos premios : os Comit daa l
dentaes e dos Refinadores britannicoe, a
Sio dos Operario ie Landre contri oa
assacar, a Associasio br i tan nica a colonial
os premios, sssim come ao cotnpte rendu
baihos da conferencis colonial sobro o
aampto, qae verifieera-se em Ab-i1 san
do, e na qaal tomaram parte delegados ds st
as colonias inglesas inclusive as da Auttralmim.
Da leitara di taes memoriaes, rtpreaajotasda a
documentos annexos, v-es elarane te, sja va-
rias in lustnas inglesas, de q
i bares de operarios tiran on tira'
vida, teem s tvoltados prejeiaoa e ee acban ameaeaiae dt
pleto eaaiqaillanaato; fi garando ao pri
oo, logo depois da dos refinadores de I
Greenock, a do planto da canoa, qoe an
daa Indias Oacidentaes, G .rana a Maaritine,
tune a base do* rendineotos publico* a
lares.
A mor parte do peticionarios reol
cretasio de direito cimpiaaadorea sobre as
doctos pr eolia li palas naco i estraageirse, e
neram-se en evidenciar, con argun mu*
plaasiveia, qae 'nalhaates direitse aio *aV
le nodo algam os principio* do Fres Trate, i
pelo contrario, poi teadem s reotabsieesr ea
dicoe natura-s do Fair-plag, alterada* pilos
tag-ms a/tifiaiaas resultantes do premio*.
Na opiniio dellea, sdaceteelo de diratm
pensa lo-es consequaacie log'ea do* pran
do Free Trade ; rnss os mambrus ds Cohit
e mai* puntan m da escola de tanc'mter oii
un asta argum totac e oeeerem-e'a
mente sophiatiea, p>is, enbora tenaam pr
reaiabsleuer as on lieon na tarso da Inta ana
p j iodo nal, oen por ieso deixan de ser
protectores, cuio resaltado seria alterar a
lo* ge i car-ae, e faser o coaaumidor pigal-) ms eere,
o qae al i ae ooadaat om o pnncipi / nfi jatssss
le que a sa deve pagar imposto ao Estada.
Seja como for, oi> de nppdr-se qne a gjver-
no ;net, -sse.icialmente prtic, e qaaai
too o FreeTradt, qu.nl o jolgm saa. sal
aup Tior a qunquer conpeucio, se aeran
por senalhanies arganaatos, por mam
que e-ja.n a boa nterprelacio do pneeipio tl**us4
oo geralmante eee neiado do aculo ondate. O pi Masas aaasssasj.
uo tem duaa faees. Nio beata qae ee ganaren
marcador las eitejam por baixo preeo, ssjtsssr sjas
a popuiacio teeha meioe para c mpat-o, eeSSS
d^ptind -m do trabaiho nacional; p aso ds pre-
ver se que o g iveroo mgl-s, osee fiqae
do o-- que a exisb-nea d > pramioe do
lernina mtavel dimiouieio-d lases ds
o p te inp rante de aii popjlsio *etrpMaa
c ilouial, nio betite nm instante se q mr am setap-
tar o* direiios eimpnadorea si, eosso 4
a e mtereucia actual tirar n mansas atara
precedente a
Eutreiauta. verificon-es a abertare a>
tereucia, ou c-mgreaso eomo don mioedinm ps>
nodioo* ogl'Sae (Intema-M
no d' 29 I oaasJo, sato a
Henrfdt Wtrmt.
\ eta de o. Etc. e de varios
uistraeio desiguadoe para coadjaval e,
autorie ido* tomar parte na* trekalaee, am as*na
i reo-c'iv governos, oe delega loe aa^ensn :
Au'rto HmgriaOsade Kmft-in.
Otlgoa-n QuiUatMK Djardn*
UratU0' tirn Pon Lase* e
atoada aaero.
Diniuvirea Hr Langa.
Pnxaf i<.odc de Pieria a Mea 4W
HaiUin (desee. I dar"' ta ufsaist
(lermania Ira P Jordn e Josefa.
Mupunka -Srs. Batenero e de
-X


Periiambaeo---
11"
iviro
de Janeiro de 1888
Bollanda -Mrs. W. Pittorim, B. Rgtr, G. Ei-
ckax ier e C. Van den Ven.
Italia -Cw Caawri.
&jiai iiaseiiro fiaroensfcy.
Mam to tos se achavs.m presentes: e entre oatros
faltava o domo 1* delegado Dr. Pedro Qordilko
Paes Lem de landre >, deixra f e iear inoendo auaa caanai as
iatmediacis do trpico de Capricornio : mal nem
sor Uto d lixou de coniititair-ae o eoogresse, caja
saeta fieo'i compoita dos aeguintea senbores:
Presiden! -.Barde H- de Worou. (lngl.)
Vice pres denteCond: KuefUin (A. Hung.)
Seeretari) -Mr. H. tarnaU II. Forcgn office J
demM E. A. Botonan. (IBoard. o/trade.J
demM Broisara, i Franca.)
e raais 5 i ecretarioi adjuotos todos ingieiet :
Mrs. E. Crowe eW.A.C Laio do Foregn office.
Mrs. W. D. haevrenct e E. Oosse do Board of
Irade; 3
Mr. A. Rvrru do Colonal Office.
Depoia la leitara do discurso de abertura pelo
preaideott Bardo de V oras, priucipiaram oa tra-
belnos e a V> delegado da HolUmdaMr. PisUriut,
aproeentot urna mocio pai que fasse adoptada
desde ja, itmo base da conferencia, a suppresso
de qualqu :r premio.
Q Bar&> de Worsu e seus collegas ingleses
aprovaraa a mocia, ma nao conseguirn fasel-a
vmgai ; e a 1 sessao rol levantada, depoia de no-
-aseadas di ai eommisaSes, encarregadaa da solueia
de duaa p eliminares a.isign idas, urna peio aciaia
citado Putoritu, outra pelo delegado francs San*
Leroy.
. E' o qw consta at boje.
J esiave escripto toda o que precede ; e ja la
eooclaindo u presente na forma do estylo. qoando
oube que, para confirmacio do que eu aventurara,
i alca do (.tincar nao parir* ; o nosso bruto ja
obtinha ea Liverpool 15 seh por quintal e os n-s-
oa arman narioa ae haviam animada a dar boje
mais 120 cu 140 rs. por 15 kilos do bruto. Antes
iito que o da, priucipa mente em tempo de teita ;
mal ainda sao precisos mais 200 ra. de sabida
atara attin;ir o preco normal correspondente a 15
aeh^ o qosl, ao rambio de 23 1/2 de 1*734 r. e
seria Sr. Caasel lieiro Beluario eneontrou, quaudo tomou
onta da c isa da ra do Sacramento para castigo
dai peccaoos dos Oevedores e regosijo dos ere-
dores.
Kiste I sendo om estima e considera cao.
De Vv. Se. Amigo venerador obrigado.Hen-
nque Augusto Uilet.
I,e >>ts>ll Becebumos hontem de Pars o u,
175 deste lorreio dn America do Sul, que esta no
7- auno de existencia.
' este c summario :
Tlgruimes.
Notre esurrier do Ric-de-Janeiro.Li marche
de rmaneipation.
Echas dj partout.
Immigra ioneLttre d'un ijimigr.
Plata et pacifique.
Neuvellei des provinces.
Mouveu> nt iodustriel bret ien.
Bevne fi ancire.
Avis div ;rs.
Reine Sad ssmrlcalne Tambem de
Pars receb?ni.s o a. 131 deste quuizenario.
Eis o seu summario :
Du dvel ippemeat du crdt. ches les nations
amricaineii. A prapas dn nouveau syatme de
banquea daus la R-pub'ique Argenline, Par L uis
Quilaiue. Role politique et conomiqne de la
Franca au Rio de la Plan, par Georg.-s Guilaioe.
Republique Argentine L* o sur les banquea na-
cionales gar mties. L; mat des Miaeioos, par
Caarlea u Val. Vovage d'expioratiou dans la
Patagenie ilstrale, par Luis J. Pontana. Aux
emigrante paar la Rpubl que Argentine. C.urrier
'Amrique Revneeoncmique. Revue.finaneire,
Arta, sciencs et faits divers. Le canal de Pana-
oi. La statue de Mariano Morena. Aunauces.
Soclednite Recreativa de Jultio
__Pr, ceden ante-hontem eleicn da sua o'~va
directora, para o semestre de Janeiro a Jm.ha,
ficando assim composta :
PresidenteHerculanc Hollaadu dos Santos.
VicepresidenteFran.isoo de Paula Alvea do
Freirs.
1. SecretarioAlfreda Gavalcante Kibeiro da
SilVH.
2* ditoLuis Soares do Cauto.
TbesoureiroJos Betunan.
Oradordanoel Gamos da Pons ca.
ZPrjcuradurAugusto 'i. de Lima Mendes.
C snmisaao de ooatuJ >aquim Man >
Mira Wanderler, 'Omit Pabrietono dos bhutot o
Jos Martina Piusa.
Directora das nnra ae anierra
efto loa porteanletim ituatarolbeioo do
da 2 V Janeiro de 1**8:
Horas
6
9
12
3
6
t.
25-6
-7'7
28-8
29^-6
27-9
Baraniouo
Ttnsio
:6i-8ii
762">&1
761"i7
78l06
20,15
20,36
20,73
20,61
20,02
a
o
'I
3
a
82
73
71
66
73
'tmporatura maxiuu 29_\7o
Dita numma25*,50.
EvaDoracao em 24 huta na sol: i"fi j son-
ara: 3, "4
Chava-0,1.
Direceso do vento: Z'im meia uoile at aos 16
minutos da irauha ; E?B coin pequunas interrup-
ces de SE at 2 horas e 34 minntos ; E com pa-
queaas inierrupcdes de ESE at 3 hars e 22 mi-
natos ; E at 2 boras <-. 42 uinutoa da taide ; a
e ESE alternados at 4 horas e 37 minutos ; E at
5 horas e 54 minutas ; ESE at 6 boras e 26 minu-
tas ; E com pequeas interru pedes de ESE at 8
horas e 31 minutos ; SE e ESE alternados at 9
huras e 31 minutos; SE, ESE e E alternados at
meia u..ite.
Veloeidade media do vento : 2,30 por segundo.
Nebulosidade media: -1.57.
Boletm :o oorto
a a Di. 2 de Janeiro 3 de Janeiro a H.-raa 031 da tarde 614 027 da maob 626 Altura
ti. M. r\ M. h. ?. M. 0,53 2,""40 0-33 a; .22
Palleneram.............. 8
Extatm................. 522
Foram visitadas as enfermaras pelos Drs. :
Moieoio, lis 8 boras.
Barros Sobrinho, ss 6 3(4.
O pharmswseatiuo ntroa as 8 1(4 e sabio as 5
horas.
casa de UeteoeaoMovimento|;dos pre-
los da Casa de Detencao do Eecife no dia 1. de
J uieiro de 1&88 :
Ezisliam431 ; entraram 7; lahiram 14; exie-
-em 424.
A saber;
Naeionaes 403; mulherot 6; :ttraageiroi 5 ;
eicravos sentenciados 6; iieua prucessado 1 ;
dem de eorr coao 3. -Total 424. '
Arracoadi.i 371
Bous 832 ; dueutes 19.Total 371.
Nao houve alteracao na enfermara.
botera da provinciaA Ia parte da 11*
lotera pelo nova plano, cujo premio grande de
100:000*1000, em beneficio da Santa Casa de Mi-
sericordia da Recifey se eztrahir boje 4 do
correntc ao meio dia, na igreja de Nossa Senhora
da Conceicao dos Militares.
.riBUCACOLS A PEDIDO
u- f
Halta cora uerciul
*JOTA;5ia OFFIClAiU DA JOSXA DOS COK-
ECTOBES
Sea/e. 3 de Janeiro de .'8
Letras hvpotbecarias a '.<;i#000 cada ama.
Sa hora da uoisa
Vend ram-se :
45 letras iypothecarias.
40 ditas idim.
50ditas tem. .
50 ditas dem.
6 ditas idi m-
Augusto Pinto de L?mos.
i e*r'*r irio,
Pedro Jjs Piulo.
Movmeato I.mcorio
BBCn, 8 DE JifElBO DB 13^8
PRAQA 1>3 RECIFE
Os bancos, com suas tabel as a 2-? 5/8, ainda of-
tereceram sascar a 23 3/1, como bontem, iem
iacb*rem tomt dores.
Em papel [articular houve transac^Ses a 23 7/8,
recusando oa bancos, no tioi do dia, tomar a menas
de 24.
PRA1,A IX) RIO DE JANEIRO
Os bancos i.briram a ic 1/2, nominal, sobindo
logoa23 9/l|i e at 23 5/3, apparecendo poneos
tomadores. I
Houve papil particular a 23 3/1, ainda escasso.
As tabellas expostas aq n foram estas :
iX> Losan Bajuc : '.
oniSes -i^uecmai-jc-ia
Hoje :
Pelo agente P< stana, ao meio da, na ra do
Vigario n. 12, de predios.
Pelo agente Bnta.aa lti 1^2 horas ra es-
treita do Rssario n. 29, t movis, cafre u ae pre-
dio.
Pela agente Grusmao, s 11 h>ras, ra de
Tham de Sousa n. 2, de armauSa mais objectas
existentes no mesmo estabelecimento.
Pelo agente Martina, as 11 boras, no ra Pau
lino Cmara n. 11, de uuveis, Iouq*>~, vidros, etc.
Amanha:
Pelo ageute Brf s 10 boras, na raa do
Bom Jess n. 45, de urna chcara
Pelo agente Martina, lis 11 horas, na ra Santa
Tbereza n, 39, do estab-lecimentc ah lito.
Ilaiaa fussestrcM-;rio (lebradas
Hoje:
A's 7 1,2 hciae, ua matr: da Baa-Vista, por
alma de Adalpho Damngu-'S da Silva : is 8 bo-
ras, na matris da Boa-Vista, pela alma de D. Ma-
na Caroliua Farr.-.ira re Carualho.
Amauh : .
A's 8 horas, na matris de Pao d'Albo, por alma
de Antonio Francisca de Ab:*u j as 7 horas, na
Paraso, por alma de Ruburta Vieira da Silva.
Sabbado:
N capella da engenbo Aripib, por !ma do
bacharel Jco Camello Pessaa de Siqueira Cava I-
cante.
PaaaaaelraaCbegados da Europa no va
pjr iraui-es Nger :
Gioja Loigi, Denado I oo A-iton-'o, Crispina
Giovani, Senise Antonio, Itmai (Juiseppe, Oeai
nio Francisca Paola. Coat Felippa) Alcam.se Pie
tro Sicolur a um fih> Ferraro Pietro, Ferrara
Pasquale, Petilla Ni : lar, Cripana Francisco, S.-
rusaa Quisepp Sabido para o surna mesmo vapor :
Dr. Atthur Cortinet e Mr. Thauvcs e tai se-
nhora:
Sabidos pta a Europa no vapar ag*S Pa-
lagon'a :
Francisco Corroa de Mesquita Cardoso.
Uoapltal Pedro IIO movimento deste
hospital na dia 1 de Jaueiro, foi o segumte :
Entraram............... 7
Sahiram................. '
(nt -ucl.i de aasaeae e alud.o
MBS DE DKZBMBBO
Atsucar
Eutradas Das
Barcacas...... 1 & 30
.Vapores....... 1 30
Via-ferrea de Csruar 1 31
Aniones..... 1 a 31
Via-frrea do S. Francisco 1 29
Via-frrea de Limo-jiro 1 31
Somma.
Eutradas
A'godao
Das
M) div vitta
podres .../... v3 5/8 23 3 8
*'i.ria........ 4C2 406
tuia........ . . 406
'.aucurgo....... 500 505
' r:..,;at...... -24 227
Nc-Yark...... JI4J
ale ItrrBBBit iohal :
yud/v vitta
Voudrea....... 3 5/8 23 3/8
? aria........ 102 406
Italia....... . . . 406
riamburgo '..... 500 505
Uisooa e Porte..... 2.4 227
Pi'siHasjssj eid.des d- Parta
. sal........ . 232
Ki.w-y.ark...... 2*140
' Ksolus Hab :
HOd/v vitta
oa -...... 3 :-/ 23 3.8
J.n........ M 406
ia.....,. . . . 406
rlambozgo...... 500 .'.05
vtisBoa e Pirtt..... :24 227
^cc.yacs cid idea de P'irto-
........ 232
:tta do* Acaei .... 235
t!rat daMaieia .... y.i-2
-*-.y.-.rk ... J/140
1 a 30
1 i 30
Via-terrea de La ra . 1 A 31
Aoimaea...... 1 31
Via-feriea de i. Francisco . 1 i 29
Via-ferres de Limoeiro . 1 i 31
Somtns.
MU DB JHEIBO
Atsucar Entradas Via-ferrea de Caroar. . Das 2 Saceos 317
Animaos...... 2 a 3 Sarama . 780 1.097
Klg.do Entradas Vapores...... Animaes...... li .-2 244 Saccas 500 0
Somma ,
Fretasnentosj
Foram bontem fechados os dos navios
tes
Da bsre. norueg. Erhng*. para earregsr na
Parahvba, com destino ao Caual. car.eos de algad
a 26/6.
Do lug. ing. Clutha, para carregar h(|U i- ;
destino a Liverpool, assucar a 17,6 o 0/j.
JstuciXo Je
CU 3 DB JABB.
A Attcsiaed Oomneraa
grecos abaiio, pages ao ac
Osoa Pinto ....
i Joiooia Isabel (sabio) .
Turbina pu.ve isado.
.-iauui 3 aupjrio,- .
. 3." boa .
3.a regllar .
S wxtiy ....
i r .vaoV por rudo .
oru'.j
Kr'aine ....
tsssuoar
ao na 1888
\ Agnosia, registrouo*
ricultor, pui 15 kilos :
2*600
270j
a#40u
Ji't
2*200
J600
21500 a 2*600
24300
U46J
1*160
24400
1*700
14-ivJO
XA6J-
1*30J
Cataras* le algoslAo
aa 9 db jiXBtsa dc 1888
Anda aoje tsV> cooit.u tran*av*o.
Vapor despachado
Vap. all. Santnt, s-^hido hontem, levou para:
Hamborgo : 260 tardos e 826 saccas com aleo-
do.
Brenien : 45 fardos de algodao.
Carreg. diversos.
navios deapBchadas .
Barca iog. nQlen aot;y.. levon pan. *v '
New-Yarh : 11.537 saecus com assncar masca-
vado.
Carreg. divertios.
P*t uec. .Positiv. 6.0.Ja antch.nterr, levou
par :
Rio Grande d> Sul: 1 240 saceos, 700 barricas.
'5/2 e 275/4 com asaacar branca, 180saceos e 100
barricas com dito masca va io.
Carreg. diversos.
Pa*. sueco Vmor*, sabido antebontem, lev_u
pira :
PeLtas: 545 saceos, 1000 barricas, 50/2 e
250/4 c^m assucar brauc.., 25 barricas com dito
inaccavado e 75 pipas com agurdente.
Carreg. Diversos.
l'aata da lITaadega
SM>HS DH 2 7 DB JlBMlaa IMS 1&8
(Vide o D.ario ils 1 de Janeiro
savios carga
Barca aoruegueiiae C/ir.ein: E'italeth, para Esta-
dos-Unidos.
B^ri! inglesa Mtilda C. mih para Liverpool.
Barca inglesa Chilena p.r Canal.
B,r.-a americ-oa May G. Ret, para Estad&s-
Unidoa.
Bur.at oornrgueuse Vega, paca Estados-Unidos.
Bar- portuguesa Huuna, para Lisboa.
Baica inglesa H Ida, para Liverpool.
Rarca uorueguensa Brodrent, para Liverpool.
Burea uorueguense Echo, jera Canal.
Barca naeioaal Atanann iiK, para Pelotas.
Protongainento da estrada de ferro
do Beclfe ao S. Francisco e entrada
de ferro do Beclfe A Cmara.
Escnptorio do director engeuheiro chete, 31 de
D^sembr de 1887.
Illm. e Extn. Sr.-Eqi officio n... de 30 do
mes prximo patsado mandou V. xc. que esta di-
rectora informaste acerca do que pumicou o Jor-
nil do Sec/e da mesma data, sob a epgrapbe
Afo' urna ladroera.
Achando-me enlao ausente, presten o meu sub-
stituto as auccintas informaedea constantes do s-u
officia o. 2005 de 13 de Desembro.
Completarei essa-s informaedes ministrando a V.
Exc. mais alguna esclarecmentos.
Desde a mauguracab do trafego no primxiro
treabo da via-ferrea de Carnar lutou sempre esta
administraco com difiieuldades pira prover ao
tornecimeuto d'agua as locomotivas em todo o per-
curso da lioha, por nao ee encentrar tas proxi-
midades dcsta, nao smente desde o Recito at
Jabaataa, eoino de Jabuato at Victoria um -
manancial, lagd'i, rio, corrego, vertente ou outra
iante, d'onde, com excepcio nica do riacho Mh-
nass, se podesse obter essa agua, na qnantidada
nivel preciaos, aenia custa de despendiosas
obras de derivaco e elevacao.
D'atii a nocessidade do emprego do appir h >
levnt ros em todas as estaces de tomada d'agua
gravan lo-se o custeio com despesas considera veis
e tujeita'ndi -ss a (requemes interrupe^s o serv
c> do supprimento d'agua s machinas.
Como as demais estaces da liaba, sujeitas sn
remedio a esses inconvenientes, tambem a de J..-
ooatSo teo sido servida at o presente par meio
de urna bomba que eleva agua do ro Ddas Uaas ;
mas i or ser insnoSciente e incurto o producto
di-aaa bomba, cojo servco i conservacSa custam
nensalmente mas dn 1004000, compietava-s o
loru-citn-ento inda as lacomativaa proverem-s^ eui
urna tomada a nivel f-iita em terreno o aberta em
urna levada de propriedade particular do deseen-
bargador H. P. de Lucena, as proximidades da
esta ci.
O praprtetano nio se rr-usara a faser easa co i-
eessio administracia da E-trada de Caruar,
quanda para esse fia foi procurada pelo cliet lo
trafego em nome da mcamu administracio.
Muito antes de inaugurarse o trafega ji esta
co*omscio havia enrado de aproveitar essas aguas
da riacho Vlaaasf, de modo definitivo e Jivre de
dependencias; e nesse intuito mandou prceed r
aos oecessarioa estud pelo eojenheiro G. Msr>
mud. A' vista paim dos onus que ri-sultariam
das despcaas rcadas, de dcsaproprinco :* e b-as,
comparativamente c m as da installacio e aervi^o
de urna bamoa, que se presuma eatia sufiiciente
para as necessidadea de um trafego inuito limita-
do, eut-'nden a cammissio devet adiar a realisacao
desee me>boramento para quanda fasse reclamada
par inaior deseuvolvimeuto do servco.
Dentro em pouco tempo porm movimenta Je
trens entre o Recife e Jaboatio, toado crescid.i
de mido mesperado, a p uta de tornar-su ni-uiE
cieule a agua farnecida pela bamba e pea tormdu
cm qu.-sto, ao mesma tempo qu:i sa fasa ucees
-ana provor ao grande consuma daa iaH ras em
coust:uccio; tvrnon-ee indeclioavel e urgeute
Barca americana Mary E. RuticU, para Eatadoc-
Untdos.
Barca portuguesa Novo Silencio, para Lisboa e
Parto. '
Barca inglesa Qtem of the Fleet, para Liverpaol.
Barca portugu<-a Quitea, para Lisbaa e Parto.
E enna noruegueuae Elieier, para Rio Grritude do
sul.
Lugar atlemao Blilz, para Montdvida.
Lugar ii.-cioha Loyo, par Rio G>aode do Sul.
Lugar uacioaal Z'.qa nha, para Rio Grande do
Sul.
L;ar ingles F'atck Lighl, pira Esladas-Uuidas
Lugar americano ilateMe, para New Y :ik.
Lgai americana Matcotle, para New-York.
L_-ir hallauJi-z Lcemhus, pira RoGrauiedo
Sul.
Lugar ingles Clulha, para Lverpaol.
Pata-ha portugus f erara, paia Lisboa.
Vapor ingles Merchan, para L'verpool.
Vapor nacional arinho Vuconde] para Maca a e
escala.
\av os dscar*ja
Barca narueguause Lev ahan. carva.
["Barca iugleaa Ranavola, car vio.
Barca norueguense Lovetand, car vio
Brigue atlemio S riu, Varios genrroa. >
Escuna allem Frawxtka, xarque.
Escuua noruegueiise Reform, xarqne.
Escuna iugleaa Bela Hota, bacalbio.
Lugar iuglcs UUter, bacalbo.
Patacho allemio D. Pedro, xarque.
('.;.. t;i noru-gu iie Vaarbud, carvia.
Patacda dinamarqus Etyft Huy, varios gneros.
Patacho dinamarqus Liuingiu-ne, fareila.
Pathebo i agles Snowdrop, bacalh&a.
, Patacho ingles Z n^ara, bacalho,
Iniportaco
segniu- Hiate nacional D. Anin a, entrado de Macio
cml* de Jancira e couaig-.iad-j a Bsrtho'jmeu
L ;ur- ne >, mamfi'Stou :
Sal 3(0 alqueires ao consignatario.
Patucho iogl'''s Ma-y Fiowtr, iit.rado de Tt-rra
\iiva, t-m 2 de aVw-tr.1 t .-i^o'.'l UrdfesB, ma
uitibluu :
Bacalhao 1,570 barricas e 1,500 meias ir-
dem.
Vapor ingles Patagona entrado de Mootevido
e ppr-ala em 3 do corrente e consignado i Wilsoo
Mana 6t> 0>| lusnifeston :
Xarque 1,200 fsrdo h Mata A Bascada, 1.200
a .imoriin Irmis & C, 300 a Bailar Oliveira .
C.
Saceos
201 985
140
23.303
17.604
142.749
83 338
469.119
naccaa
4 271
7.513
801
11.432
1.8
13.400
39.^73
aquella medida e I ieei mi do nico recurso, de
que dispuoba, para estabalec r un- abastecimento
regular, abundame e ecanamico.
Enteodenda-me com a pruprietario das trras e
da levada, par onde correm o onde tinnam de ser
recebidas e encanadas as aguas, das quses tam-
bem propiietario dentro deuat terral, contractei
com elle o eatab'lecimento da servidio em favor
do Estado, as termas do contracto que V. Exc.
j conbece,
Para buscar em outra foute e elevar so nivel
preciso a qoantidade d'agua necessaria ao consu-
mo das locomotivas, da eilacio e das oflr:inis em
Jabiato, seria neeessario despender com motores
e apparelbo elevatorios quantia nanea inferior a
400* menaaes, por mais econmicos que fossem o
custo de eatabelecimento'e o custeio a* taea apaa-
relbos. Nem ha caso ou circumstancia vlgoraa,
na industria,que acon^elho ou justifique o mpre-
go de aguas rlevauas por nulas artificiaos, quau-
do se pode obtel- aa ao nivel preciso por simples
deri vacia.
Se, pas, cerro que o recurso a aguas do Ma-
nasa eia orna medida i resaameate imposta pelas
necesidades e conveniencia do servco publica,
tica tambem provado que consultei igualmente os
interesaos do Thesouro Nacional quaulb celebrei
esse contracto. Busque' i; consegu fasi-r com <-ll--,
ama economa perpetua de cerca de 3'04 meusaes
ao cnsteio da estrada de ferro da Caruata. E'
evidente, inconteslavel, que o contracto, longo de
ser lesivo, foi vsutajocissirao ao Estado.
Qaanto a diserem os detractores que o preco da
servidio foi exceaaivo, nio tcm fundainooto seme -
lhante allegacio.
Para avallar e fixar o preca de urna servidio
as condcoes dis de que te trata, nio basta veri-
ficir u valor venal das trra/, aguas e be-nfei
tonas sujitas ess>i aseravidao: devo a atten-
der ii a-u Valor especiul >. actual em r.lacio ao
propnetaria. Sio elemouus irrcousaveis desse
preco tod is as circumstauciaa natnraes ou nio,
que dio a estes objectos e especialmente is aguas
um valor singular c subido, com i a de s-rcm
cutas as nicas nao vantagens procuradas, o que
toustitue um privilegio ou monopolio natural e le-
gitimo em favor de seu proprtetario. Essa cir-
cumstancia, por um lado, e a uecesaidade e vanta-
gem, da acquisicio, par outro, estringindo intei-
ramente a ufferta e elevando extraordinariamente
a procura, determinaran) mu legitima e uatural-
inen'.e o preco, em que acc -r Jamas e toi estipu-
lado.
s. pois, por ignorancia oa por palxio, se p lo
negar que esse preco foi justo e rasoavelmente
filado.
Q tanto ao direito quo tnha o praprietino de
ceder* titulo oneroso a servidio, nio cneate do
terreno, a oceupar din oa encanainentoa depoai-
toa, e das bemfeitarias prejudicadas oa intereaaa-
das por essaa abras, coma tambem das aqaai, den
ro de tea litio, ni> m> parece sjn puss* s-r caa-
tt-stado, tio intuitiva e taca e cantad si
pricedentes, em que s-t pele fimar, de ontraotca
cclebraaaa pelo Estado cam particulares, em cou-
Jico.'s anlogas.
Consagrada pela prxe, adaptado em nossa le-
gislacio, e reconbecila pelas opur-e dos mais
abalisados jurisconsult is da pas, eas* direito e.-t.i
ealvo das subtiiezai e sopbism-a deaeuca.vad
do direito romana uu das ordeuacoes, < fundadas
exckasivameote uvsaa i-speciosa c aasificH^ia das
agas correntes, de uso publica e de us< parti-
cular.
Quaiquer q'io s>-ja a iiatureza do no, ^ejH ea'-e
navega val on nia, permne ou te>op irario, orre.g .
uu riacho, o direito de uso commum das a^-a,,,
uia exclue o direito priyadu, exclusiva, que tem u
propnefa -i.i de um terreno, da fater esse Jaa dn-
tro de lea terreno^
O direito Cauuiuin a tolos uio vendaval nem
transferivel por uenhum da uiuariot; mas di
rei:o de nso dentro Ja prapri'.; i-,.1 -, e.n qua c* rem as aguas e de qua .11 >6 taiem pai-tu cauot
tuinte, da mesma uatureza e ti- trausfenvel
como a mesma prapriedale au outra qutlquer pur-
cia ou beiofeitona dellu.
E se assim uia t.-a, qualquer espe.'nl i.io au
achana autorisado, p r i-xemplo, a utiiisar-ac da
igua dos acudes e levadas, que encontrasse feitos
iiaa diversos rios, qa:e per ah aervem aos Mira
fibos, v a montar all, para o- u n- ., urna serrana,
um banbe.ro, ou qualquer estabelecimentu em que
aproveitasse as aguas, Seria o cumulo du uaiumu-
uismo.
Nao ha riqueza nataral d". uso msis commum e.
irrestriugivel do qae o ar, que r-^piramas. Eu-
fora o tntertor
Na barca nacional arianinha, carregoa I
Para Pelotas, J. M. Das 360 barricas com
11,450 kilos de assucar branco-
= No patacho ncrufguense Slev.r, carreggau :
Para o Rio Grande do Sa!, J. Borges 150 oar-
ricaa com 16.030 kilos de assucar branen.
No vapor nacional Af.tr,rt-o Vucjnde, carre-
garam :
Para Maca >, P. Alves i C. 8 oarricas com 880
kuos de assucar branco.
Na hiate nacional Correio le Natal, carrega-
r .m :
P.ra o Nalal, P. Alvos iC fi barricas com
360 kilos de assacar rcuiO e 10 ditas com 6JO
ditos de dito branco.
ileadia-ato publicas
MKS 11K JANBIBO
Kenda eral
Jada 2
dem "e 3
lienda proviucnil
Da dia 2
lueai o 3
53.0574561
61:5034251
7 6594801
9.764705
115:1694812
17:424 -510
Sommi total
132:585<32
Segunda seceso da Alfaudega, 3 de Janeiro de
187.
O thesooreiroFUtrenc-o Dominguet.
O cBeied ae^'caabo-tea.
v.. Rerebedoria ceral
o da 2 2:424J5J
(deas oe 3 19041 'J
2:6134732
l/o> dia 2
la ... 3
erebedorla proviuoial
5:509*361
7:7164962
13:226 322
la da 2
!.iet i i 3
Beclfe
uralnage
62J7
46;6t9
llvpartaco
aacira. 2 ou jabsibo ob 1888
Para o exterior
No vspor allemio Santot, Carregaratn :
Para Hamburgo, Bjratelmann & C. 658 saccas
com 8.059 k'os de slgadi; V. Reaten 1S0
saces com 19.115 kilos de algadio.
Na barca inglesa Chilena, carr^aram :
Para o Cana', Julio & Irmio 1,000 sacos com
76,000 kilos de ossucar 'nascavad,i.
Na barca inglesa Qiteen of the Fleet, carre-
goa i
Para Liverpoil, J- H .Msxwall 1,000 saccas com
75,000 kilos de assucar maacavado.
Na barca amerieaua Mary G. Reed. carro-
garam :
Para N.w York,-J. S. Lcyo t Pilho 531 saccas
asm 39,825 kilos de assucar maacavado.
Na barca aa encana Mary E. Ruiiell, car
regaram :
Para N^w-Yoik, H- PorsMr a C. 1,500 r.cc.s
cam 112,500 kilos d>- assucar macavado
No lugar auiericanu Matcutte, carregaram :
Para New-Ya k, H. Foratci 6,tX0 sacos
com 410,000 ktl-js de assncar mase.vada
Na Oarea partuguea Qutera, carregaram :
Para Lisboa, /.morim Iruaaos ot C. 1,536 cau-
ros Salgados con, 13,824 kilos.
Na barca partugueaa Sultana, carregaram:
Para o Porta, t. Brito Amorun & C 226 sacca
rom 16,010 kilos de algodia.
No patacho partuguc-s Pereira, carrega-1
ram :
Para o Porto, J. Brito Amorm & C. 48 saccas
om 3,625 kilo* a algodio. I
524926
Matad uro publico
Koraiii aoettdaa uv aiataauuro da Canaula 94
ri-tes para n eonsouio do dia de hoje.
sendo: 68roses pertencentesa Cliveira Castra
v. C-, e 26 a diversos
Mercado Mtialelpal de S los
o otoviotento deste Mercado no da 2 de Jaoeiru
foi o seguate.:
ncrarata :
34 bois pesando 4,254 kilos, sendo de Olive
ra Castro 25 1/2 ditos de 1' o 8 1/2 de par-
tiealarea.'
278 kilos de peixe a 20 ris 54560
134 cargas de tarinha a 200 rfttt 26480)
8 unas e fru.ias diversas a
30 ra. 2X400
22 taboleims a 200 ris 44-toO
13 Suiuoa a 200 ris 24600
c'oraio oecnoados i
25 caminnas a 600 t 15/000
19 compartimentos de lariutia a
HRJ ris. 94500
28 ditas de comida a 600 ris 144000
60 ditue de legumes a 400 ris 244000
33 ditos de faaeodas a 400 r s 134200
18 ditos de saino a 700 res 1246U0
U ditos da tteasuraa a 600 ris 64600
I I tainos a 24 1'aOO
7 Altos a 14 74000
A Oiiveira Castro A C:
54 (alaas a 14
tretaoto o industrial que, ntilisando os ares sau-,
davea de unja Hcalidade, caofiua all, nos caai-
partimentos de um edificio apropriado, ama par-
cio desse ar, tornaodo-o assim utilitavel em con-
dicoct especiaes, adquire sem duvida ,o direito
exclusivo de respiral o dentro do uu edificio,
assim como o de vender oa alagar a oatros o
mes-no direito; embora continu a nao poder im
pedir que respiren) fira de portas.
Essa restriccia ao direito commum da uso das
aguas de ser/idio puolica, assim como o direito
de propriedade sobre as aguas qux correm em
trras de dominio particular, oonstuundo benefi-
cios naturaes dessaa trras, nao eatio alias par
definir e regular, em n is.sts lea, como preteudem
oa rancarosos impuguaJ res da contracta
Essa restriccio e esse direito estii oxpressa-
mente reeonbecidos na mi n. 353-.de 12 de Jalbo
de 18*5, q-ae regulou as desapropriacods por utili-
dade publica, o na decreto n. 4105 de 22 de Feve-
reiro de 1868 que regulamentua a propriedade e
conceasia das mar naos.
Em vista de taes coasidarac><8 > mais dos pi-
receres, claras, positivos e terajniiiicea das pri-
meiros jurisconsu tos naeionaes, sobre a materia,
nenhuma duvida padia J-mover-ene da tomar.a
providencia ,;u-. toaaci. ceicbcandb o cantrac.i M
term is em qae o fiz.
Juntarei esta Lntarmacja algans das parece-
res, a que mo retiro
Quauto, finalrneut", circamstiucia de ser o
proprietario cantractaute um representante da
nacia, tambem ncuhuma consi-ieraeio justifica-
vel p'dera lev-r-ma a eax.'/gar uissa um embi-
ra? t
O deputado, eom q'iem tv? d: tratar, ma se
juig u obligado a,ceder gra'ujtameute aa Estal>,
n-m tambem inhibido de ceder llic 4 ttulo onero-
so, como outra qualquer proprietario, a servidio
em questia.
Ecami ti-j extravagaote ob.-igacia, qu^ato
absurda ex:lusio, tambem ni> me parejease cim-
prebenderem a.- na disp.sicio de lei, que prohibe
aos rppresei.tantes da naci nio o V'idorem "
qu-i 'seu, mas sim o gozarem de faooret, pr\v giot e contractos de arrcmatacjSet de obras, median-
te concurrencia publica, ist > dos provento deri-
vados de j'H'-'j'iT cautractos e cincassoes, em
qu a qualidad de d-putado pode det rmin-ir cm
pasrERESCu, injusta em s<;u favor ; uenhum inati
vo de duvida encantiei a -ssa circumataasia.
Em cauclii.iia : a medida qua tomei era neces-
saria e nrgeata, reclams>i:i por alta e)nvoi.n:ia
do servco ; o contracta q.ue fis Li vaatajasissim i
ao Estada ; o pr.-o-a da -'v-ijl-, t\i o'it've, fai >
mais juito u ras ... .-. ,......., ,ctcut.s a-, cu
dioSes r> objecto ; o contradi fai la*ra lar1- in ter-
mos regular.-s f lej-.es; ialmei'.', os courrac-
tantea achavam se rve-.!.i i a .1 tintas as qualida-
des e alfr.b i.co a precisas para e-.coral-a.
Pens ter com essas cxpi:csco>, aat'sfeiti a en
g'.iei i de V. rls-c. a quem pey i .-u'.retaii'O se
digue J uot^r qu-. nos escripias em qua s>t pro-
11.-Tu tocu a tai, irauspireca o despeito, e uma
outra paixio que tirava a calm- ao escrip'or, e
qn-, v-lauJO loe e espirito, del xa-o manifestar
C e a que u preac.:upa ni o int-resse pabl.J>,
uem o ooj-et.i Ji euitraco. massoneute a pessoa.
uu as p-'s i .s dos caiitraciant>-3.
f
-~-
Extractos las parecer-- -d -iiversos juriscoa-
s-ultos brasilciras setm de questoes u iucsru-'utes
ao direito d-: jr .pne ta-i-i las agdiS, su deaapra-
priacio, a-:r.-: lio c prefos.
I
Que u desipropriac^ por Utllidade puoUca,
pjie* verfi^-a'-st aubr como a agu i >..i .v nunca tal para mim duvi
doso; de diretha gral... et--.Dr. A-u/mt*
T'.xii-a de Pre.tai.
II
Ovalar da propriedade immivel determina-
ndo :
a) pelas vantagens de sua aitoacia
6' pela sua uberdade
c) pulas riquezas naturaes, que cucarra, (r>r--
(luct-.-e.)
.l^utre >.-- n i-lesas naturaes enumeram-se aa
tontea, aasoviHiM c c .rreutes.
li multas v,:4:s > t'.-iiic ou corrente conatitue o
elementa priucipal i preco do mmovel, como se
a crcumsta.icia da proximidad^ a algum p^vo-du
se rennea di nio ex Henea de outroi na mtsmai
cundtfit (iiou-paina uatural no sentido tcouo-
mtco.)
Assim qu- : ni .-.iia,-:l i de immoveia ou para
partilhar .. u para aij^-mata^io judiciaria,
r'iecja do da :
Carne v.-rd.- d 210 a 480 rea o kilo.
(.'ame!'... du 720 a 800 ris dem.
Vuu-a. -:e 560 a 640 ris idam.
cariaba de 0.) a 'l I ris a caia.
Milho de 240 a 28j res dem
C-ijio de 560 a 640 dem.
mbaritcoe sartas no .orto
em 3 de Janeiro
.ACIONAES
KAVIOB COSclONATARIOB
Al.'ianca......... A'ordem. *
(riquii............ Campauhia "'ernambueana.
Ip ju-a........... C mpai.ia Pciuauibacana.
Jaguaribe......... Companbia Pernambacana.
Layo.............. Layo A Filho.
Lamego........... (cauboneira d" guerra).
Vlaia 1___........ Antonia de Oliveira Main.
Mandaba......-. Campauhia Pernambuuana.
Marianninha...... Baltar Oliveira & C.
Marinho Viscandc. Damingaa A Matheua.
L yo se Filbo.
Diiniogoa Alvea Matheua.
(Vaso de guerra nacional).
Couipanbia Pernambucaua.
L-yo i Filbo.
ETSANUElRAS
NAVIOS CONSIGNAIABtOS
Auna Mara....... Baltar Olivoira d O
Aooa............. H-'rmaun Lundgrin 4 C
Antelope.......... J. H. BaiW.-li.
Brodrene.......... Wilson .Sons si C.
MarinhaXlV.....
i', do Griu Para ..
Restaurador ....
S. Francisca......
Z quinba.........
para desapropatelo para sui WfO do Esta-*.',
aquellas eemsotos-nao podem deixar de ser s-
sideraios e entrarn eomo partea eapitaes.
Devo finalmente observar que as agaaa potasa
s"r jurdicamente desligadas do iossaorei a t tmio
de lerotdao, ou por desapropriaeaj ompor asaliittrr
utro litulo admtfido em direito.
Lafayette Bodrigme Pme'm
lll
Para solncia da questio do preco 4 sadk fc-
reate considerar as aguas cono acceseors ski iasa>
ou como principal-
Dave repatar-ie a propriedade eosaa asa tala,
embora dvisivei, eomposto de partea; c *ejriskt>
o uso a quo fdr appli'aada a asaos i proried da
poi-r o solo ser reptala principal, aa aatas aa
a_'uas onforme a J-siinaca'. Mai em tomo o-mm
arto que pea vantagens que te podem coter im
aguas, o seu preco deve ter mato mtperor ao to-
tolo e att m devem ellas pecan ariamente ter rwptt
todas, et)nit:tu ndo o principal do todo. E cjae>
ceudo-sa o destino, que o gaverno tesa esa vis^e,
tratando da d.-jipropracii, irreeasavel e/as
pade desaprapriar -xelasivameate as aguisa a
parte d so'o precisa para recebar o a^asdaeta,
deixaoda tu a. a mais, parque oeste esso o ii.aita
a necassi u.le qu lia. a qnal 4 ao das agas.
E attento a sua quantidaie, e nao urseniao
governo d toda esta, deveri d -sapropriar a pirte
que precisa imicaoiiote. Pa:m como si> d.-st-.-
nadas para aatisfas-;r as nece*aiJii-s 'le aa
populaci. cr seent-, p .de s*r aeii de praienca
desapropriar ro la, com a previa> de rtec mi la-
des fotaras. Mas, em.cas> a'gum, a jaat:c .msi
pode compartnr que uara a.-ilisar-se daa *4-t%,
a gav;roo d-saprOar^ o pr-dia, n* aua a:iie
qualidade de rural, s^m attenclo s agua, 'fr*
pelas cir;u nsancias, tc Conieikeiro Corroo.
IV
Por direito gara: oaits poder: caaprt .,-
der na propriedade rnral ss a^naa. s-iapre ca-aa
aec<)ssorio, porqu* estas as ves*a sio o prn-: i-,
e at vexet podem ier detapropr-.ada lmente pvi
c ontt.tu v strvido.
Mas a qu:si&ta nio ha da ser re<< v.ia pe'o d-
reuo geral, mas. sim, psl* le d- 12 Ar -latn. A*
18 t5, que di aa Estada o -liflto de ?t'>+?
oda, ou parte da propriedade, u ameate > a: -
vidio.
As bas-s par* es* com^sci otf r ga-
verua o ;..' .anetirij Ijverii ser :
1' As agas deveu ser in J.-m bisadas c.mi
principal e ni c im i accessorio.
2- I>-vem ser elementos d> pre?a asa* :<: -
xuiidade a esta grande cid.i-, a sa* r,ril.!-i
relativa, a l-.-sp.-si di canatrn .-, i. J > aq"- : i .'..-,
o ealar q.ae accresceon diminue a> nni.vl i-
sapr.priai-. pelas riawas faeiliiai a da viac,i'.
Talas est-i elementos, e "U'rjs ala, SJSM B-
dem ser au_'g*ridas a arbitradar-s aa jarcia m '-
dem oSereeer as bises para o asM ir 1 >, s--ga ilia
pretender oa a diminuyela t al lo iavnav-1. ot
ameate das aguas, s -paraui< a J.rjal1--, r> -.st-
in.-nf.e da servidio
Senador coateUteiro Jote Ignae.o Sloe- ra da Mtttm
C preco das agdas nio ob bbsssI a r- .estab-lecidas pir |.-i ; depen le v.rii* Sfassa-
vaucas e, causeguiutemen1'', deve sar o*i.n. a-
--ni >, em irerai, avl...inse tolos os valor, s.
Entre as varias circnmstaneias, que > diva
para o preco das aguas, coma .-j* a asa asSstaa-
co a us} industria-'s, predomia* a su* qua. i ts
ptav-.|, quanda ellas prest-m ae a sssasaasssacstS
1 publico oa >e particulares.
Sem d-ivda que a >tguas, orno t*o o objerto.
que tas parte do domiuio e pisii dos partica.arrs.
sao susceptiveis de desapropriacio por oriuAsda
publica, p dem ser daapr-vpriadas is .iadaos-.-aCe
ou coa o mmovel onde ellas nascein o--i apeoaa
c im uma parte delle, que se tome ne -es.na ir .
caustruccia de obras, que prorejam m taanaSKiae*,
u para sua canal,-..,-..., a .. ;.p:*i-t w> aso
a que aio destinadas.
Deputado geral Dr. Job Bip tia Pere-ra.
VI
Se a psoariedadc cala g.a.u.J. na toJa a aa*
plenitud': u se quaudo o b -na pjb'.tca exige sai,-
etnprega da propriedade do cidadio, deve. elle ser
previamen'e iademni'ada do val.r de.la (Coosc.
Polit. do I np urt. 17J 22).
Sa as aguas, qua correm em om Ierran prr-
cutar Ihs sil, por isso mesmo, s-*m valor sin a ar
e subido, claro que ai aqun too objecto de p.t>
pr.edade e deltas ndo pode uoar o Estado, ss**ai
Vapores entrar
MCI DB DB JABBIBO *
Sal........... Arltndo...........
New-Part...... Adoanee..........
Norte......... Espirito Santo------
Europa....... V\Ue de Monteuideo .
Nul.,......... Pemambueo.......
Europa........ Irmt.............
"al........... Vdle de Pemambueo.
Norte......... Maraado.........
Sul........... Mondtgo..........
Sul........... Para............
Sul........... Congo__..........
Norte......... Manos ..........
Europa...... Im Plata ......
oul........... Eip r to Santo.....
Sal.......... AVesa.............
5

7
9
10
13
14
17
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t
-4
27
i
Blit..............
Bertha............
Bdgen..........
Bella Basa ........
Cartelias Elisabeth.
Cblll Ua...........
Jlutha............
O. Pedro..........
Maia & Resfnde.
Hermanu Lundgrin 4 C.
hleru.aiin Lundgr:u t C
Blackburn Needban &C.
C irp. Oreat W. of B. H.
Via-ferrea de S. Francisca
Blackburn Needban tk C.
P'reir.i Carneiro & C.
Etieser........... Hermano Landgrin & O
Echo
Elyse Hoy........
Erminia...........
Erliog..........
Express...........
Fiast Light.......
Fra.iziska.........
b'ietwing.........
Fonthill........... H. Basle A C.
Fiowergate........ J. Baxwdll& C.
H rmaun Lundgrin i C.
VV.Is m tjous 4 C.
A' ordem.
Herui..i.u Landgrin 4 (.'
H'-rmaun LuuJg.'ia 4 C.
A' ordem.
Hermana Lundgrin ( C.
W. W. B^billiard.
Jrve ter sido arrcrsd-iua nea'-s dia
a auaairn de
eudiismalo ste dia 1 do cor-
rean
Foi arracadas) liquido at aoje
5440U.
2174660
1764580
3944840
Gloster.
H lene. ..........
Henderk R. L.....
tlilda............
ludsoo...........
Leif..............
Levislhan.........
Lovetand..,.......
Liwingitone.......
Lillan............
Lisbonease........
MatiidaC. Smith...
May O. Keod......
Mary E. Bustel.....
Maseutte.......
Merchant .'........
May Fi. w r.......
iger..........
* Naiseuiauu.....
Neaaphar .........
Novo Silencio......
* Pufagonia.......
Presiduut Trotsche.
Pereira..........
Qditera..........
(u-n ofthe Fleet...
Uifymnnd '.........
Ranavola.........
Sef jrm...........
* Sultana ........
Sirias.............
Salem...........
Santos............
So' Wdrop.........
Uter............
Vega.............
Vaarbad ..........
Valeau...........
Zephir
A' ordem.
. Hermana Luudgrin 4 C-
Heruiaun Lundgrin 4 C.
Johnston Pater 4 C.
A' ordem
A' oidem.
Wisau Scns *v C.
W jii rj^ua oS C.
A' ordem.
Heury Forster 4 C.
Johnston Pater t C.
A' ordem.
Fonseca ruias 4 C.
A' ordem.
Hen-y Forater A C
Samuel L. Jobuaton.
Jobneton Pater 4 C.
Angoste Libiile.
Compsnhia TIegra;.hic.i.
A' ordem.
Baltar Oiveira 4 C.
Wileon Soua 4 C.
Pereira Carueiie 4 C.
Ain.rim Irmi-aa 4 C.
Am -rim Irmiaa 4 C.
J. H B'oxwe.l 4 C.
A' ordem. I -,"
Wiaoa Soes & C.
Am.riui Irmioa 4 C.
Francisco R'. P. Qumaraea
Fi.nseca 4 Irmioa.
Niemeyer Cabo 4 C.
Boiatelmanu 4 C.
A' ordem.
B. Meedhan dt C.
Hermano Laodgriu 4 C.
A' ordem.
Herma i. n Lundgrin & C.
Blackburn Needhan 4 C.
Vaperea sala r
MBS DB JASBIBO
Siotoseesc. Almnee.......... 4 ae 10 b.
Baha eesc. P. do Or&t Para... 4 as 4 a.
Sal......... Espirito Santo..... 5it Ik.
Santos e esc* VU de Aonteoido. 6 s 10 k.
Mos ci..... Marinho Vitconde.. 7 4* 2 b.
Norte....... Pernam'.uco....... (tas k.
Buenos Ayres TVeat............. > as b.-
Uavre...... V. de Pemambueo... 10 s 2 b.
Sul......... Maran'io......... 14 is 5 b.
S utbampton. Mondego.......... 14 as I ib.
Norte....... Pora............. 18 s 5 b.
Bordaux ... Congo............. I 4 II.
Sul......... Manot........... 24 as 5 b.
lucna Ayres La Pinta.......... z S 2 B.
Norte....... Espirito Santo.. .. 7 s tt b.
Southampto.i. Nevo............. 29 Ib.
\avios entrar
Ar'.utas........... Hull.
Beltrea........... Ierra Nora.
Culumb i.......... Ni w-P irt.
Dar.............. N w-Port.
t.hen............. Rio de Jaaei'O.
Fras..,.......... Hambnrgu.
' Lapes l)a**-*e......
Marinha IX.......
Mette Joabanne....
Moteor............
Ryno ............
Solid.............
Rio Qrti.de do Sol.
Rio Grande du Sal.
Cadx.
Terra Nova.
Rio d Janeirr.
Ca do.
Zngara .......... Johoston Pater 4 C.
O sigoal a indica ter a embaicaoao sabido.
Scretha ......... Terra Nm.
no vi me ato do porto
Navio entrndot nu dia 3
Bnrdeaux e esca'a1? das, vapor francs Smjt
de 2,157 toneladas, conm.ndante B.-jli- Aibrt,
eqoipagcm 124, carga varios geaerse; a As-
guste Ltbille.
Osspe (Canad)- 47 dias, pataeb > ioglrs Z l
de 147 t.-neU-lns, eapit-) Willam Le
equipagem S, carga bacalbo ; a Jobostsa Pa-
ter 4 C.
Gaspe (CanadA)47 dias.patachoing'es SmotHmf,
de 14'* tooe-udas, capitio Jaba Batel, rsricpa-
gem 7, carga bacalbo ; orlara.
Buenas- Ayres e >-s.-ala14 lias, vapor in,'a Pa-
tagona, d- 1,793 ^on-?ial-.is, oaaial-sa g.
E. Laviugtou, equipagem 66, oar* varsaa pa-
ral ; a Wila.m Sms da C.
Ti rra Nova -38 das, escuna infles* Rfflsi aVea,
de 157toieladas, captai G'-org R rlaWJwa
equipagem bacalbo; a Blaiklsaru Nu.srbaS
AC.
Saludos n m$modia
Baeiios-Ayres e eaeaU Vap-ar fr.oesa St-T,
commniidaote Sanie, cirgs va.- os gaaaras.
Lverpool e esoalaVapor ingles ParUgaaie.
e mandante E. E. Leaviagtca, ers varias
generas.
MaranhoVapir ingles NorsesBaas
dan te rV. Lacy, carga ap .retesa
C0*- a
ParaPatacho de go*rr* aassjara*aT,i
mndame l* teasate Pereirs a asaai
moni(-s.
Rio Grande do NorteHyate eicianal *Qa
do Nata",, mearte Joio Ondas do Moara, as-
ga Varios gen-ros.
SlaetoBares, sueca baltoa,. Sfitai J. (,lsa-
nander, em lastro.
Sevendsen. ea teatro.


-
I >

p r utilidade publica, are que, previamente, indfm-
nte o proprii larii do rtsptetivo valor.
E desde c ue as agua-, ni > y dem. W re-
movidas de seo curso zatara!' iudep.nie:.
aqoedoctos, que as ccndusem o ponfo sel qoe
So reclamad terrenal particulares, o.vlirdeitei deoe ter consi-
derado n* aiplexo de a tuse terrenos otupado;.
S- desviad-1 K9 agua,ile seu curso natar-l, fi-
c--.p a-fia 4 n.reei'i > ( valor o resUate lo ter-
r-u pir uc'3'i,:-r, indeo'ioavrl, ante os prinei-
- pi s da dirtifi, que- gsrantem a propriedude, qu"
a ino>*ianisaca > abr-aoja t'imbeoo o Valor qoe se
mina, fi vi di. aesapropriicilo das agua?.
Depulado g ral cons'ihe ro Dr. Joaquirn Salda
nka Mar'.nho.
VII
Adbira inteirameut* aojundicj voto do Sr. De.
.Jo tuat) T<-izira de Freitai.
Valor, dit Siviguy, a i ipr-p^n da somrat de
utilidades inh< rente* a qotJquer otjecto ; logo a
uti'idade a in'dida ccnmoui do valor.
Adverte-e, pois, que. no oso vert-nte, d3o
pode o desap npriamento ter lugar, sen> leud-
se .m vista o i- lor das aguan. ds quaes nij do
'.i rr.'i-.c qup e pretende adquirir a utilidade.
E' assim qut os precos t|i3 terrenos para tnine-
rr_ dUerminn m na i pe* valor dn mo, mas dos
... ni s ou pedias preciosas, que Macarra SWO da
f touo o acerr da legslacio que tetaos tidj a
tal rrepeil >.
P r seu turro encarando as colisas quinto i
flirt divisibilid '0>, nada obita que se faca abutrae
vio do terreno ara e ter se i-m nv-nt.- o eabeial
I is asnas e co midcrar-se a tbte como uuiu ui..-
ia !.;.'
fr. Ernesto Ferr ra franca
Lotera. r|c> Para
\ 1 serie ita 15 I ti'ria
rio da 4 de Janeiro co o
120.000,5 "
do Para corre
;j| itio di......
Casa Feliz
>
de Aut nio
Diario de Pernambaco^-Quart-feira 4-de Janeiro de 1888
Praca da fudep BOi" 37 30
Augosbl dos Stutus P,rti
Ven-ico da 2* parto da 10 lotera extrahida
b j a a.rte de 2(K)#000 u. HIM, a Surte de 100,1
a. 4262
Tem exp.'sU 4 venda da 1. extraeco da 11.
lotera do n.'vo plano da 100:00 VOilO, a beneficio
da Santa Casa de Misericordia que se extrabire
do da 4 de Janeiro de 1888.
Eaplrilo anoto V il.' p*rte da !) lotera
corre o i da 2 de Jaoeiro. -
tteerfe, 2,de Janeiro de 188Tboroaz Garcez
Paraohj Montenegro.
Eui virtud.- d'oata luioba sentala o respectivo
Ejcrivo fes pausar o presead: edital, p ir cajo
theor convoco ot eredoies da ref-nda cu-saa para
oomparecerem no da 10 do ejrreute uiez ao ineio
dia, oa sala das audiencias, afim de elegerem o
depositario.'
Dado e pasad > aaati cidade dj Racifa, aos 2
Jan-ir i de 1888 *
Ei -I i- Kraulclin de Alentar Lima.
Thomaz Oarcez Parnhos Montenegro.
i)-j* gn-rl V. Exe. Illia e Exm. Sr. Jr
VI kiI Eui>hrisin .rre-a. &1. D. presidente da
o.....ncia Ar si desGalvu de Queros, diiector
coi ebete.
Rcsgoavao
AO AMIGO ADOLPIIO VIBIBA
Vivr tia li m j-ier.
Murir p-r ti vivr !
*
V. rauj Km q-.i .u ii.. a o maia sr-uto amor ;
i! no sao lo igog eeses dias tristes
E-.ii que. hoj vivo auoeaudo a dr.
Mas tu!.; ri.ii nesiomar de engaiios
cebir mi io cnartyri i a palma
Tua pr- aenca pra u.im balBaiso
Que as minias .~r Mas u iicixf.t(.8-me nessa lueta insana
i!<* i.biniioo ti s rio 'conib.ate, sim,
i' i i r< rrsi;il, con-.o tal de*culo3,
l lro que o odio 60 recula cu mim.
Sera i nii i ikisbo r'S'Si'" a *"or
Que af-ophi u meu pub-e peitu,
Trubo lucalo, mas a lueta canea,
.).i e&cou exaaeto > a >roo tai b .jeito ...
A ser vencido pela migua immensi
' >oe v i uiinaiido meu vivr ;
.-alm nao prasj raminli r, bom anj>
Qui-r" p r ti eren pracei moner.
11-88.
C. C Crispo.
i na ooiisa <|iie todo o mando
deve saber
O viajanto inunidods piulas i88ti.--irn-
das de Briato), >.-ln-.-se perfeitament? ar-
mado e pre. vido oontr.i aquellas enformi-
de.ties do estomago, fijado intestinos,
iiomoauns em todos 09 dunas. A pritaeira
eoQM f-z t se, no caso de' ura ataque
bilioso, a evacuar/lo don iutastinos. As
lil.ilrts ;ssu(.-r:id;.a, lie nstol, ...npletam
est- ttrvico d'uin: toatraira r:ipiU, o sem
.-..a .r m > m niioo ,n :o'ii>u.;iio eu lor. Ao
p-ss.i qii- ellas limpain, filas u-vis>m e cu
rara, ellas cont o em K u.n i.erto princi-
pio emoliente qii" evita a irritiic ; a qual
rt'ou'ra forma terii lugar Hurnnte urna atu-
ra.ii-i purgado, f'uraiue a su i operaySo nao
s-> a-nte essas rgo/iao), I t.inatit> s n e9pa*-
iimi.ticas lire8, jtt >. iih.im a acglo produzida. p -r i-ases cartha
tic--s mineraes. Pan t at .meu'o da dys
pepiia, hemorroida!-, atf--gao du tirulo,
enXaqaeea, suppressil^ v^rtigens, clica*,
ardencia o estomago, eHat sao justma-
te o remodio d e"jalo, e nenhum outra
medicina conhed ia, pode auporir o seu
lugar. Como as acheni mettidas em frasqui-
nhos de erysthl, ellas conservam-s? nalte-
raveis e perfeita era todos os (limas. C a
iudo4 os casos aggravados ou pro'nniea
s du impureza iio sangue, a salsiiparrilfii
de Brrptol, d-v-'.ra a",r osada jutu oente
Ul 68 duI s.
0U jUSlif'i
'! Dr. Thomi: Gare-s Parsobos Montrnegro
;'. at'endeu a r clam-.co que Ibe foi apresentaia
. lo eleitiT da reguezia AV AF irados Joio Piuto
i" .valc.nte, eon-ra sua eiia.inaca", reqni-rida por
'e'ti n-s stb landamecta de ser praca de prer
carpo de pr.l ca e ir:.:id u que f sae eliminsdo
>. ir'ainent leclarando ri" i!e:pacho por ser
rara de prel di eorpo de polica
i metano Sr. Dr. Montenegro atienden rb recla-
;:.n) ? dea guardas municipacs Feliciano Francia-
serie H llanda Chacn, Je dr A. Qarcia. Amaro
peas a dos Praieics e S<-vertno Vctor de Assis Fa-
riase niand n cue sene nemes foseem conservadis
i' i.liatairfu;... .'leitoral p>sar de aerem guardas
r.'iiicipaes por laso que tinha pas-ado em jule do
a ibclnsao dVI(i>a no alisfnmento eieitorale ni! ; n
derem eer exclt idos s>-dSo nns casos previstos un
art 40 do Be?, de 13 oe Agosto de 1887.
" cs>s previstos no art, 40 citado, sin : Io de
i: 11 2 ir u '; n.-.i de domicilie3 perda dos di-
rroa de cidadi brasileiro4o snspensao dorx-r-
. aoireito? p iliticoaa vista i!e certidi atithcn-
Je desentenya que tenha julgario a incap.-.cid de
icaBd<; fentesca ocud. mnatoria a pnsin
: irr- d i-m qurnto duraren seus eft-tes5* no
: ri- i de falle ea sern a reabilitaco, oa de inter-
i.'cioda eerercia dos proprios bens
Ora nenhum dcat< s cus' s pi>Oia o Or. Monten. -
tr censidersr iplicavel ao eleit r Joo ''loto (Ja-
Vale-o te. L. so nao poda S. S. mandar que fosse
. lio liui'nado.
Oa guardasiwnicipaes peln meemo fundamento
que leve o Dr. .Manti ii-gro para mandar elimmur
.. liat-men"! c eitoral J. Pinto Cavalcaote,
.' i :!m lamb. n s. r deauliatades.
"i (ica nia "0 quede censurav-I ha no proce-
.'"- do Sr. D' VIr.ntenegro com relujio aos guar-
<'os mvnicipies aapra mencionados.
Anda maia jonaaravel S. S. attender as re-
n scia por elle* fci'rttentads?, e depnis e de
o'fiHnisadas as listas para a chamada na elei-
,~ .. teve ligar no dia 30 du mez fiodo, com
-.i.' arac'i d terem sido ditos guardas mun'ci
es eliminad) i, f-s.r S. S. as mesmas listas
;im:i leclariif no s"n'ido de poderem elles votar,
datada de 4. (nando aa littas forsm datadas de 19
! .i.->fii n.ez.
Co::s-r.tio > S. o reme.itea para as seccoes
d Af rados liltas antigs as qoaes figuraram os
> eit'fes --hiijiia Joa taseudo >. S. d'-elaraco airar
trinaes alguinaa daa quaes at riscadas (as rete-
..>..?. aos ta guardas mnnic'paes ; < que tudo
apreciado bein udus a crer que S. S. mais uina
ves qoiz pre ar servie s aos eetia amigos e cor
relig.onari h.
Os guardas nun'c-paer sao liberaes correligiooa-
ri s o.i Sr. Dr Muntinegrii; Joao Pinto Cava'ean-
; i c nservador.
E' qunnfo bsta.
As cruquistas da scienia moderna "<>n-
seguiraui bupprimir, ou atfast..r as causas
di; cert.is enf.Ti:.i.iadua. \.' aaaioa i) s
peptonas de Ctiapot^aut pod-.-m alim ;nt ir o
hom'm s-in osooeorr do estomago tam-
beiri hssid qtv as pero
sni*a rio r;>'-.<:u. ->r Cu po'-ut operara no
i-SlOiflxg. os pilen.>ir,';u..:i lia digestlo. NaO
admira por t*ntoque. os medios aconscliiom
est pepsina, d-- preferencia a todo e qual
quer mitro medicamento, aoa doentea que
iiffr. m i rbtiiinagD, queoig-rem dilli i.-
i.-iit-, e que se qU"Xam di* ensaque '.s,
rrotos, intumescencia Q priailo de ventre,
tudo proveniente de insufB.Men.'ia de pep-
sina oatund do estomago.
5
>aCCrBa>-
Jiiboal'
Provocad' oara dee'arsr se :. cnr>a d eacrip-
'nxa ee dfei proprisco i' ita pe o Estado ao dis-
e-nborfd r I publicado no Joma'- ao Ktcft fora tornecida p>-to
roen csrtoric, declaro que nenbuma outra copia
fi>rni ci a ninio--m, a n i s-r a que por forct de
u;eo ofB?io ren til ao Dr i ge.nheiro ehefe da s-
trao -ie Ferrj do Recite a Croani.
J-.boatao, ': de Jaoeiro ne 1888.
.uguate Xavier Carneiro da Cimba
; lili: \! !';irtlienon
^. 3 =- ifi.ua do lospiclo = ft* 9
y) dr.et. r rti'e fb abe i-imento de inStrBCcSo
r rraria e t \--::<':it'y, di-claia mus pas .ie teus
-/ .irnos ean rnbl'cj em jem' que as aula* de s<>n
i:. Ilegio e (r^;:.rit'i a fj'.i'ci.nar a 9 de Jane.n,
..litro eim qn( t'-e- be a;uu u>i internos, semi-inter-
n.a pexternj;.
K Ovidi.-i Alves Manays.
Regulador da Marinha
O :Topnef. rio deate (stnbcleeiment vem de-
i larar ao res leiiavel publico daata cidade, que
elle cjnlioua a sr o euc.rrcgado da regulsmenta-
, Jo di relog os tegumt ;a :
Entrada de ferro do Limof iro (eatncio cen'.rd)
' ni-anhia terril (eslavai oi-niral)
Arsenal de Marinha (torrero)
Aasociseio Ommercia B. neficnte (do interior)
Estrada de ferro i'.e O ioda (ru. da Aorora, e
Varadoaro)
Estrada de ferro do Caxsngi (caes 22 de No-
vembro)
Melhoraneito do Porto (observatorio)
Estrada de ferro de Caruai (estaeio da ra
de 8. Joio)
(Jotro sim declara que ditos reiogios as se
giipdaa-feirsi serio regalador pela hora media
siesta cidade, o qoe elle (Tarante ; mas nio se
responsabilist. pelss slteacoes que se derem por
motivos indej ententes d AnUnio Jos da Co*ta Araujo & C.
UUA
\ DE K.D8IXO Mti -W.\'J
36Ra Velha-<36
O abaizn a trxdo puolico desea cid. le, qu- abri sua
sEsi'ola pirticular de i.istru .;ao priraari
para o sex> masculino, ra V-IIia n
36, (Boa Vista) onde esmera la-nente se
dedica ao ensino de seus ultin.no-.
Educa instru- r inlincia p-lo raelhor
sys'ema dos principa's coll-'gios da cS.'te
d imperio, onie por alguna (etnpo demo-
rou-se i passeio, cuj.i systema a delica-
eeza, a vocagSo, a paciencia intima pa
ra o ensino, fazendo com qu' os aeus^ais-
cipulos eigam o carainho da ntelligencia,
da honra e da tiguida .( coto a ntos coc-
si llios, i-as lines, -liu: ilo que venbura a
s-r o futuro sustentculo a a patria, da
religiilo e da lei, p um verdadeiro ^idadSo
brasileiro.
Espera mer >cer -i conlianja e a protec-
co dos paia e tutores das qriangas qu-
queiram aprov. itar ura rapi lo adianaina
to dft aeua filhos otT tut;l toa, e em parti-
cular tem t Muaat.i em tod.is os seus
compatriotas pern^iobuciaus.
Comquanto ousada s?ja e^ti tentativa,
todaviu espera que o Beiw ia ansaveis
rsforeo, e os aeua paros -i-s-j s aejam co-
roados com a feliz appi'ovayiiui oe todos os
tilhos !n haperin da S ist Cruz.
Capera finalmente, que o respcitavel
pubo s.:b' apreciar departo o s-u ver-
dadi iro ns'.ii primario, onie rap ; .uenti;
i.8 '--risnrjas abracan ana livros, as seiencias, na 1- tiras e as artes.
M-ns-iid-de SjfOOO pagos adiantados,
no .cto da matri-'uU.
Hir .711 das 9 hori> da manliil a 3
da (arde. *
Racebo meninos internos pDr 30|$00
u.t usacs.
M-io pensioniat a por 15$000 raenaaen.
Por cala un prepar-t >ro 400J nffti-
saes.
Primeiras leltras ^ JJ mensaes.
M'isi-a e piano 4($0)0 mnims.
Pugimentoa dtantadoa.
36-RA VRLHA-36
Ju'io tucvres de Azivetla
O Jr. 'uo ana Garcez Prannos Monte-
negro, commenlador da Imperial Ordem
da iiosa, ju:z do direitc e^r-ecial do com-
mercio da cidade do Rictfe, por S. M.
Imperial e Constitucional b Sr. D. Pedro
II, a quem Deus guarde, et ,
Faca sabir aos que o presente edital virem oa
delle u-j'ima nverem, que pir parte de Jos Aoto
uio de Araujo 1j vraraento me foi dinida a p-ti-
cao'do tbeor aeguinte :
. 11 ui. Sr. Dr.junde direiti do commercio.Jos
Antn: de Araujo Livra nen'o. inventariarte do
yp i. do sen t lecido pai 0 Viseonde do Ltvra-
inent >, qu-r protestaf como protesta interromper a
pi'-j r.'-vao oa Ittra junta sacada oesta praca pelo
inesmo Viacon le do Livramento. em 20 de Outo-
bro de 1880 a dose meses p-eeisos du valor do
2:OCO0'JO com o premio de um e meio por cento
ao mas, depois do seu vencimeuto cantra Jos Cor
deiro ilcS.'jn, qi> acoeitoa a m^sma letra,para
o que rrquer. a V. S que t ina o por termo o pr. -
teito s.f)a elle intimado ao suppliend.. Pedo a
V. S. deferimenti. K B M Ktcite, 16 de O j
tubro d-1886.Joi Tbeodorot .ma, procarador.
(Sellado con urna cstainpitha da taxa de 2'JO ria
l-'giluienti! inutiliaaia).
Seguudo c intiubd e declarav em dita peticao,
na qual profer o despacho do tbeor f f mu se-
guales:
Despacho. -Distribuida.Como reqaer. li-jcfe.
19 de utubrj de 1886.Uojtni-'gro.
Em viriude des'e mea despa?so o rr-;p.;eri7i>
distribuicor a quem t distribuid so isr vio do ptiincin .cfficio que .'a-
vrou o termo de protesto do tbeor seguate :
Termo pro nfsto. Aos 20 de Oatubro de
1886, nrt cidade do fiecife, em meu can irio veio
o solicitador Ji-o Theodoro Gomes, procurador- d
B'jppiL-.iiV o d.sMi ante mim e ag testemanbas
aban i ao.igu.i.l-;i que reduzia a termo o pro-
testo a quo se refere a peticao retro para ser inti-
mado ao su .plica lo. 'de cono asaim o disse e
prutestou, lavro este termo em que assign* com as
u.-steinunbas. Eu J -s t-'rark io de Alencar Lima,
Bserivio O eserevi, Jos Tbeodoro Gomes, Silves-
tre Baptista de SaaCa Hosa, Albiuo de Jess Bao
deira.
Segundo continlia dito termo de pioteato, o qual
deizou de ser intimado como ae v da certidao do
tbeor segrate :
(.Vrtiti o que deixei de intimar a peticij e pro-
testo retro ao supplicado -Jos Girdeiro de ouza,
ueita cidade, pjr ae acur ello em lugar lacerto e
nao sabido, da que fui informado.
E para eoslar passo o present--. di que dou-f.
KacirV, 20 de Outtbro le 1886.-U offietal do jui-
s de pepsina uyali-1 tu, Beruardrao Jos P. reina Guerra
Oepois do que mu b'm e ver.tader -m.nte se
vis e moatrava ama oj.r. p ti cao que mo mi diri-
g4 o oujplieaiite, do tbeor s guaiit- :
iltn. Sr. r. jaiz d.: direilo Ho :n.n r io.Diz
O sup c.int" di-. Aiitoni i di Araujo Livramento,
t 'iXj Jos Coodeiro Jos Sanios ge aussotado para
lugar incerto e nai sabido, qu-ir -o: isso o suppli-
cante justificar o dedusido, o que provado qaanto
baste se digne V. 8. de mandar paasar carta de
edictos com o praao de 30 diae, p*ra ser o mesmo
suppli-jado citado por todo coott-udo na petics e
protesto retro.Pede a V. S. lhe defina K. B.
M. ..eeife, 20 de Oatubro de 1886- -Jos Theo-
duro Gom:s, procurado-. (Sellado com ama es-
tampaba da taxa de 201 ria legalmeuto ioutilisa-
da). Na qual pr i i o despacho Jo tbeor seguiute:
Justifique no dia que o escrivSo designar. Recite,
ti de Outubro de 1887. -.vlontcuegro.
!-..ii virtnde d'sta meu despacho > suplicante no
da i. hora pelo esenvo designados produzio a
j Htifice.ra i exigida pela lei, em seguida me foram
es autos c-inclusos, s liados e preparados e a'elles
profer a e nteor-a J theor s gui .te :
V.-' j H-i por justificado o de.lui o a ti*
para producir 19 1 ff.it<.s admissiv *is em direita* e
mando que teoha lugar a io'i nacli na terina re-
lUcriio v ustas ez-uauaa. Kaeite, 9 de Novem-
bro de 1887.T- mas Garcez Parnhos Monteae-
ii peticSo despaeho e termo de protesto retro e
supra do que Jieo cntnndid \ Em f de verdade.
Reclfe, 22 de Maio de 1886. O offleial" do jaiso
Bernardiuo Jote Pereira Guerra.
Certifico qae nio iutimji os supplicados Mama-
de .) C pr n4'j ser enesotrad 1 nenhum dos socios
dt-sta firma nesta ciade por se acharnm ausentes
desta provincia em lagar lacerto e nio sabido.
E para constar passo a presente ertido. Be-
ciffl, 22 ds Maio de 1886. Em f de verdad*. O
oficial do juiso Beroardiui Jos Herrira Guerra.
Nada maia se continha em ditas eertidoes aqu
mui beto ;io'mente copiadas, me'dirigiad) aiada
o suppliuanm a p"ticao do Aeor seguate :
I'lm 8r. Dr. juis de direito do commerbio. Dis
0 sup Jijante Jos Antonio de Araujo Livramento
que te.. i> ae ausentado deala'cidade a firma com-
mercial Marr.ede ftC. para lugar lacerto eao sa-
bido quer p^.- uto o snpplicante provar o dednziJo
eque provado ., tanto bastase digne V. S. mandar
p>ssir carta de editis com o paso de tria! dias
para "t a mesma firma citada pura todo o con-
teu : 1 .1 ;> tici e protesto retro. Ped a V. i.
Ihed o a. E. 11*. M. ftecife, 12 de Junho de
18'6 Jet Thaodon G>mes, proeuiador (sellado
com 11 o estarna.ha do 200 rea devidameote inu-
ti Hatada.]
,Ein cuja peticio prjferi o despaeti. do th.or si-
guite :SimBjcife, 19 de Seto obro Je 1886.
Monteueg.-o.
Em virtude deste mea J-'spacJio o snpplicante no
dia e hora peloeavriv? designad)s oruiuzio a jns-
titicacao do eatylo fazeado-me om se^ui.ia'os autos
eoncloaoa e nelles profer a aenteaca do theor si-
guite :
Scntenca Julgoodo justificado o deduzdo na
peticSo do filbas mando q.i- ?e fac : intmacaj
na firma requerida custas ez-causa. Becife, 10
de Novembr de 1837. Tbomis Gireez Paran 10a
Manteaegro.
E.n virtude dest i minba s 'ntoooa o respectivo
escrivio fea ptssar o presente ediCal por cujo tbeor
chamo cito, e hei por intimido os justificados
Maueds & C.do protesti' para ioterfupeao da
preacripcl 1 du let.'raa do sea aceite aqui trans-
criptas para que no praso de 30 dias contados da
data da pubiicacj deste eomparecm ante este
juizo ii.n de al legare ui o que tor a b;m Je seu
iire.it".
E .' 1 i q-i "h'vuo so conheeimenfo ie lodos
se p.ssou o presen eediul que ser publicadopela
noprena e alfixado 00 lugar do coatume do que se
juntar cert lio aos natos.
Dado o pgalo nesta ;idade do Becife, aos 20
dias do mez de Dezembro de 1887.
Eu J 'r Fraiik'iii <4e A.'encar L:raa, subsjrevi.
Thomaz Oarcez Parnhos Montenegro.
Priraeira ppafa
Foresta iospctoria se l..z public i que a 11 ho-
ras de 5 do correte mex ser vendida em praca,
na porta desta repartico, ama caixa de marca
Rapbael, n. 121, viada de Hamburgo no vapor
allema 1 Desterro, entrado em 17 do m"z de De-
sembro ultimo, contendo 109 kil grammaa, peso
nos envo'torios, de annunci n impressoa em mais
de urna edr, abandjnadoa aos direitos palos nego-
ciantes Bajo .el Das & C.
3* seceo da Alfandega de Pernambuco, 2 de
Janeiro de 1888.O ebefe,
Cicero B. de Mello.
Thesouraria de Fa-
zenda
Nesta estsco e na seccio da pagadoria,
se b y as seguales oihsls :
Alfcnd.gs, jaizo :os feito. apcsevtaJos, el
publicas e sade do- P. rto.
Pagad >ri* da Thesouraria de Paseada, 2 da Ja-
neiro de 1888.
O escrivio
H'odo'o C- ceOliveirs Co
Facilaile de Diniti
Terceira praf a
De ordem ds Exm. Sr c uselbeiro director isrte-
rino faco publico q-io fica mareado a praso de seis
meses, coatados d. dita drsle para a inarripet.
, dos que preteuderem coacorrer > lutiax de trate
Por esta inspectora se faz publico que s 11 subatUuto desta Pacaldadt, qu Ee acba vago por
horas de da o-do correte mez, serio vendidas ter paasado a catbedratieo o Dr. Tobas Barrtti
em praca, na pona deita rep.rtca>, as mercado- I de Meneses
ras segrales
BBIIES
O Dr TbomiiZ J..rcez Paratiiios .Motile
ii'-gro, cotiitiK'uuador da I.ijp ra! Ofiem
ila Risa, jiz de di vito da vara eepe-
ci..l iio ciiioinerciJ d.i fo i'arca d ll'"ife.
por Sua Mag'stace o br. D. Podro II a
quem Deus gu>r Payo saber aos qo- o pii.z-Mtt' lital virem cu
dele noticia tivercm, qm: h ib i'iert.i a fluen-
cia de Jio KiJrigaea d- illahuda, pela tentenya
o tbeor seguiute, :
Verificando-se das petitea de fl. 2- e 4', de-
p iT.entoa de fl, 6 e fl 9 ttulos de fli. 3 e fl. 13
e ntracto de fl 14 casto d> fl. 26, que Joao Ro-
drigues de Almeida establecido .-m seu ni.tr in-
dividual com offijioa de c*l>elleirii na ra do ca-
bug n. 2 D e ra do ii.ia da Vict.fi con loja
de chapeos de sol s >b a firma de Couinho da
Mutta ft C Ja qu I faz parle .1 11 Comnno da
Motta, auseotou se fartiv>.uient, levand comsigo
o dinheiro que bavia om ea xa ; q ja ex.se n ttu-
los veocid:i, e dbitos de valor suprior aos bens
existentes, di-claro brta a tallem ia do dito Joj
Rodrigues de A mella 1 Ja firma Coat uno da
Motta (,' a datar de 30 ce l'.-i obro ultimo.
Nom-io curador fiscal o Dr. J de A. B-rros
Goimaraes
Faea-se pablca a faeneia por editaei e cou-
voqaeai se os credores pal se reuuirem 110 dia 10
do eorrente mez afim de elegerert o depositario.
A^resento o Dr. curador fiscal oa balancos em
prato breve.
Proceds-se a arr?eada}.o da masas em coja
acto designare; tquem ptovisoruinente s receba
castas pela massn.
gro.
Era o que contiih'. dita miuba soutsnoa, em vir-
tude da qual o respectivo "sc-ivao f-z passar o
presente edital p;r cuj the-r cbaoiu, cito e bei
por iutimado o supplicado J .s Cji--:: j .ie Souza,
para qoe no piaso de trinta dias contalos da lata
da pubiicaco do presente, comparec ante este
juiao afiui de allegar o que f.r a beui de seu di-
reito.
E para que chegue ao conhecimento de todos se
paaaon o presente que ser publicado pela impren-
sa e afiliad 1 no lugar do cata ne, de que se ju 1-
tar ccrtioo aos auto*.
Dado e p'saadc nesta cidade do Recife aos f
de Dezembr do mino do Naacimento de Nosso Se-
nbor Jess Chrlsin de 1887.
Eu J ,. t'rnnk ia do Alencar Lima, escrivio o
subacrevi.
Thomaz Garcez Parnhos Montenegro.
O Dr. Tiio naa (Janea l'arnbutf Monte-
negro, cu.-ntnendadsr da Iopcria! Ordom
da Risa, juia de dir iti eapec al d> com-
merco d-sdta eii*4x di R-*eit', capital
da pioviuci i de Pcratiooujj psar Sua
Magestade Imperial e G908titucioaal o
Sr. D. Pedro II a .juaa Deus guarde
ctj. etc. r
Facj saber aoi 'qua o prea 'nti ol-ta! vir delle u .ticia ti.-e'. ... |U i por parte d3 Jos Anto-
uiodeArauj) Livramento me foi dirigida a pe-
ticao do theor s--.uint. 1 :
lilm. Sr. Dr.juizde d.ir.1,1 do commercio,
Jos Antonio de Araujo Livramento ioventa-
riante do espol o do casal d> sei: fallecido pal
o Viscoudo do i^ivrameoto quer protestar com'i
protesta interromper a prescripca 1 das seguintes
lettras : a 1, 2" p 3* sacadas nesta praQa por Ma-
mude & C. em i2* di Noveoioro dn 18dJ, a I a 2,
a 2"a3ea3sii4 mez -s precisos, cada urna d.-
l:7(X)f0)O, valoi r. -eebido em in da lgal como
premio de 1 */> '" ,,,oz depciia de seus veneimeutoa
coatra Atf nis Octavi.oo i'iuto (iuiaiares que
acceitoa as mesiais lettrai qiaes lettras p 1 eniosso Jo saca tor p. rtenceu ao
espolio do dito '/i -onie J 1 Livrament a i' e 5*
sacadas tambein IBJWS praca pelo ices n Viseonde
do Livramento aquella em 2 de S -teiabro de 180,
de 200/000 e a jltima em 30 de Vlaio d 1881, de
.OOJIWO ambas a 6 m-'Z'-a precisos, com o premio
de 1 % ao mez i^pon de aeus veicimeatos valor
rechice para concert do sino de Joanuim J .a
Marlius contra <|ueui tirain saccadaa as mesmas
iittras que ss acceit;a para que requer a V. S.
que tomado por termo o uroloa.o s-j 1 elle entioi.-.-
uo aos supplicHtlos que a.' aeh-m n-sta cidad
Pede a V. S. ibe defira B. R. .Vi. Rscife, 21
de Janeiro ..'e I86.Jos Th-odoro Gimes, pro-
cora i ir (sellado leg.iline.i:. .
Segundo emimba em dita pet.e.i 1 na qual pro-
fer o despacho do th-.cr seguinte :
D.stribuida. -Como requer.Recife 21 de Ja-
oeiro de 1886 Mouteu-gru.
Em virtude d-ate mea de despacho o respectivo
distribuidor a quem foi a mesma peticao presente
a dos'ribu'o ao -scrivao do priineiro offisio que
l.ir u o termo d: proleaco .li ineor seguiute :
Aos 21 de Janeiro de 188 J, nes a cidade do Re
tifo em meu cartorio cnnpiroceo o supplicaute
Jos Antnnio de A.-aujo Livrumeuto e disse ante
miiu e aa testeui jubas intra assi^uadas que r du-
sia a termo de protesto o ecuteudo constante de
sua peticao retro que fica fasendo parte integran-
te di presente alim ie *er intimado aos supplica-
dos para os devidos (Tutos.
de como a-s*n o nisse e nrotestou lavrj este
termo em que siigni con as tesie.nuubas presen-
tes di-pois de lido.
Eu Maooel Lipes de Carvailio Chavea, escrivio
interina esefevi.Jos Autumo do Araujo Livra-
mentoIgnaci* Barroso de M.H.. loaqmn Ca-
valc.nie de H dunda Albuqnerque.
Segando contiaba dito termo de protesto aqu
finloaente copiado venlo-su em seguida ai oert-
des do theor je quinte :
Certifico que nado oesta cidade intimei o sup-
plicado Affinso Detavisuo Pinto Guimanles, por
todo o controlo oesta pe sol despacha e term de
protes^i retro e tupra do que fiei-u entendido. Re-
cife. 27 Marco ie 1886. Em f drf verdade. O
oficial do juizo iferoardino Jos Pereira Guerra.
Certifico.que uendo nesta cidade intime' o sup-
plicado Josqoin Jos Martina por todo contendo
O De. Toostz Garcez Piranhoa Mtate-
negro, IJoinm ;u Ja lor da lioperiul OrJem
da Koaa e juiz de direito especial do
commercio u'eata ci-iade do Recife ca-
pital da provincia de Pernarabuco por
Sua Mageatade r> Imperador a quera
Deus Guarde, etc.
Faco saber a's que. o presente edital vir>m oa
delle aotieia tverei, que por parte de Francisco
Xavier Ferreira me foi dirigida a p t:ca 1 do tbeor
seguais :
Illm. e Exm. 8r. Dr. jais 1e direito especi commercio. Francisco Xavier FcTriira, nego-
ciante estabelecido >>esta praca, q-:er pr.testar
como protesta interromper de novo a preauripcjlo
da primeira das duaa lettras juntas, saccada nes-
ta pray.t a 8 de J.meiro de 1878 a 3 mezes pre-
cisos da u". 'ia de .78 e muio.por cento ho mez, pelo supplicante eoutra
AntniK Migalbes, que aceitn a dita lettra na-
qaella mesma data, sendo a ai prescripcao nter
rompida em 9 Je F-iver^iro ie 1883 ; 3 outra sao-
cada tambem n sta ;,raci em 15 de Juah 1 de 1832,
asis inezt.s preciaos, da quaatit de 4'X} com os
juros de um e meio por ceato, por Francisco 8oa>
res Quintas contra Cruz t Goncalves, que ns-
quella mama data aceitaran: a dita letra, que
porcndoiao d> saccador h je pertenee ao suppli-
caote, e reqaer qu j tomado por termo o seu pro-
testo seja elle intimado aos supplicados.
Pede a V. Exc. Ibe defira.E R M.
Recife, 7 de Dezembro de 1887. Francisco
X avier Ferreira.
Estava devidamentese ada.
Secundo se coutinha e declarava em dita peti-
cao na qual dei o despacho do tbeor seguiute :
Distribuida. Sim. Recife, 7 de L) abro de
1887.Mouteuegrc.
Em virtuds deate meu despacho foi a mesma
petica apreaenta ao respectivo distribuidor que
a distribuio ao esenvo do primeiro eScio, que fez
lacrar o termo de protesto do tbeor seguiute :
Aoa 7 dias de Dezembro de 1887, neata cidade
do Recife, em meu cartorio, c:impare:-u o suppli-
cante Francisco Xavier Ferreira, que aate mira e
ss testemunhaa iufra asaignadas disse que re-
duzia s termo de protesto, para interrupeo d^
pre.ai:r:a;i t, 11 couteudo de sua peticao n-.r que
fica faz.-udo parte integrante do presente, afim ie
ser intimado aos supplicados para os devidos ef
feitos.
E de como assim o disse e protestuu, lavro este
termo em que me aesigno com as testemanbas
den iis de de lido.
Eu, Hanoel Lopes de Carvalho Chavea, esere-
veate juramentado o escrevi.
Eu, J a Franktin de Alencar Lima, escnvVi, o
fis lavrar e subscrevo. Francisco Xavier Fereira
Antonio Agostinho dos Santos, Manoel Leito de
Azevedo. j
Cujo termo de protesto acn* tr.uscnpto foi in-
timado sos supplicados seguntes :
Certi -o quj sendo nesta cidade, intimei o sup-
pilcado Prane.sco So .res Quintas por todo o con
teudc u>sta .. 111,'tio, despaeho retro e termo do
pr-tettj supra, do que ficou ihteirado.
Fregaeaia de Santo Actonio do R'cife, 9 da
Desembro de 1888. Em f de verdadeO oficial
do juiso, Bernardiuo Jos Pereira Guerra
Certifico que logo lntimci os supplicados Crus
A (ijoca!"es na pessoa do socio Jos Ant nio
Pir'- li Cruz por todo conten!) na peticao e dea-
pacti. retro e termo de protesto supra, do qu... fi-
cou scientc.
Ricite, 9 de D -sembr .da 1887. Em f de
verdadeO oficial do juiso, Bernardiuo Jos Pe-
reira Gierra.
Certifico que naintime o sappleado' Aatoaio
Miguliies pelo coute.u lo da peticSo, despacho e
term 1 de protesto retro, por me ser informado
aebar-au el Ti aua-nto desta provincia, em lugar
lacerto u u< sabiau ; e pira cumuc pa. 1 o pre-
sente.
liieife, 9 de D-zembro de 1837. E u f de ver-
dade. O otcial do juiso, B.roardiuo Jos Pe-
rjir* Guerra.
Era o que coatiobam ditas eertidoes aqu inoi
bem e ti tmente copiadas, depois do qae me foi
anda p lo supplicaute dirigida a replica do tbeor
seguiute :
lllm. e Exm. Sr. Dr. juiz de direito especial do
commercio.Dis Francisco Xavier Ferreira, que
cinstando da certidao retro icdar-se ausente des-
ta provincia Autonio to e ni sabido, quer por isao o supplicaote pro-
v.ar a ausencia do mesmo supplicad >, afim de ser
elle citado por todo o cooteui na p tica-i, despa-
cho e termo de protesto retro, pvlo que pede a
V. S. deferimento. E Kr>M. Jos Theodoro
Cunea, procurador.
Em cuja replica fi proferido o despacho do
th.ur seguate :
Como pede, designando a escrivo dia.
Recife, 20 ds Oeasmbro de 1887. Mne-
nero.
En virtude deste meu despacho o supplicante
no da e hora pelo eacnvio de ifrinios produzio
a justilica.tii ecgls p-la lei e em seguida o
ojus0..1 esc.vii me fes os autos conoluais s-?lia-
d 1 e preparados e nelles profer a sentenca do
tbeor seguiute :
Vistos. Julgo procedente a juitifi-iscao e man-
do qie o juetificadb s-j a citado por editaes como
ae pede ao replica de olbaa 2 verso. Custas ex-
eausa.
Kecife. 26 de Dasembro de 1887. Thomas
Garcez P.rauhoa Montenegro..
En virtude desta miaba sentenca o resprctivo
escrivi fez psssar o presento edital, por cujo
tbeor chamo, cito e bei por intimado o j istificado
Antonio MagalbSes do protesto para oterropc&o
da prescripcao da letra de seu aceite para que
no praso de 30 das, contados da dita da publi-
cacao du presente, coiopar ca an'e este juiso fim
de allegar o que for a bem da sea direito.
E para que ebegue ao conhecimeoto de todos,
se paasou o presente, que ser publicado pela m-
prenss, e outro de igual tbeor affizado 00 lugar
do coitume, de que se juntar certidao aos autos.
Dado e paasado nests, ci la Je do Recife, aos 26
dias de D zeozhro do anuo do nascimento de Nosso
Senhor Jess JJhriato de 1887.
Eu, Jos Franklm Je Alee v.- Lima, o sub-
serevi.
Tbomas Garcez Paraobos Montenegro.
uados aoa direitos por Francisco Manoel da Suva verem justo impedimento.
SCimpanbia. Devem, ootros.m, apresentar d^-nnp .tos m~
Duas di as, msres diamante G%P no centro ns. mostrem saa qualidade deeidadao brasileiro ae
1 e 2, vinias de Liverpool no vapo- ingles Jfer- ^tio 00 goso d^ seus direitos cfvis p-olibe-,
chant, entrado em 11 do Agosto dem, contendo ,gto folha corrida no lugar :e -e-.. dorau-los ?
13 kilos de qoadros aonuoci-s de duas cores, em m4, 0 diploma de doot-.r ou Oacharel p r smst
papellio ; 330 kilos ^e cariases aonuncios de urna ds Facaldades de direito do imp rio iia/afii
efir ; 17 Mas d- qaadros de amostras, guarnecidos frm justificando a impoas.b.:.. le da apresen -
demadira dourai com vidros ; 230 kilos de taco do original, e na mesma rT|- poderio
quadros anuuicioa de mais de urna edr, abando- entregar quacaquer docum at qu- jileare as sw-
uados aos direitos por G0.10traes 4 Perman. | venientes, 00 c mo titulo de bailiucao cu
Seis ditas, marca PC&C, viadas de New York provas de serv9.s piesiadas ao Estado, I
no vapor lugiez Portuetue. entrado em 26 de No- nidade ou tcienci, d_a quaes se Ibes r-trsr'
vem oro iiem, cooteudo 55 kilos de Cirtaaes de recibo, tudo de cenformiiade eom os arts. 36
urna cor e 335 kilos de ditos de duas cores, aban- ; 37 do decreto n. MM de 28 de Abril d' 1&84
donados aos.direitos por Fooseca Irmios de C. m ^ 8e^ubct's do de n. 1563de 21 de Fe
16 ditos, msrea HK&C, na. 1201/1216, dem de 1855. \
idem dem, contendo 800 kilos de fothinhaa ie urna E para que ebegue ao conbscimento de
edr, abandonadas aas diretes por Henty Forster maudou o mesmo Exm Sr. conselneiro d-reetor
4Um,oanbia. int-rioo affixar o presnte, que ser publicado aas
3 seccao da Alfandega de Pernambuco, 2 de folhas desta cidade e as da Corte.
Janeiro de 1887.0 chefe, Secretaria da Faeuldadc de Direito de Recite
Cicero B. de Mello. 2- de Janeiro de,1888.
O secretarir.
Recife Orainase
AC'inpaubia fuz publico, para conb.cimeato
dos interessados, qu- collocou no mes de Dezem-
bro pr iximo passado, -as apparelbos abaixo decla-
rados :
Recife
Traveasa do Apn ln o. i, appareiho n. 8,010
casa terreo. '
Idear dem 11. 3, apptrelho n.,8,041, casa ter-
rea
dem ioem n. 5 apparelho n. 8,042, casa ter-
rea: ;
R ia do Amorm n. 44, apparelho n. 8,039, loja.
Ra do Bom Jess n. 31, apparelho n. 8,043,
loja.
Boa Vista
Roa do Capibaribe n. 36, apparelho n. 10,967,
casa terrea.
Recife, 2 de Janeiro de 1888.
J. F. Mackintosh,
Gerente.
Imperial Sociedade dos Artistas
Hechanicos e Liberaes
De r i- in do ir-nio nWetir. c .nvido a todos
os Irma .a qrt ..f imb .11 .1 1 ojsj de sees direitos
a reunir-'m-se em un a Je uuinia felra 5 do
corrent, pelas 6 horas u 'arde afino de ter lu-
gar a aos inb-. .eral'do m-z :ir limo paasado.
que deix u de funeeiiiiiai por faif-i de uuoaer >.
deveodo esta ter lujjir e un > nuui-ro que co-iin.-.
recer.
Secretaria da Imperial Sociedade dos Artistas
Mechaaicos e Liberaes Jo Pernambuco, om 3 de
Janeiro de Ius8. O 1 secretarlo,
Puterniano Barroso
Thsouro Provincial
De ordem do lllm. Sr. Dr. inspector desta re-
partico, faco publico ;u>t no dia 4 do eorrent-'
mez pagam-se as class.-s aesuiites
Instrucco publica, bibliotheca. casa de deten-
cola e coadjutores, com relscao ao mez de Dezem-
bro ultimo.
Pagadoria do Thsouro Provincial de Pernanj-
buco, esa 3 de Janeiro de 1888.
O escrivo,
Silviao Antonio Rodrigues.
Jos Honorio B de Menezes.
3m Bracleiro
As aula3 deste estabelecimento de instroecao
primaria e secundaria abrir-se-ho no dia 15 de
Janeiro O director.
Jcse Marques Acara K b ro.
fZ^i&m;
Companhia de Trilhos Urbanos do
Recife a Dunda e Beberbe
OlVI^tXDO
No da 9 do correte comecar a ser feito no
escriptorio da eompauhia, a distribuicao do 26-
dividendo a razio de 8 "/o. com; nos annos ante-
riores ; para ajee fiui s r encontrado o Sr. the-
souteiro das dez horas ao meio da des dias uteis ;
e assim at o dia 17, sendo d'ahi em diante o pa-
gamento feito Das t-rcas sabbados as mesmas
horas. Igualmente serio pagos os joros das acco s
preferenciaes e daa debentures, devendo estas ser
apresentadas na occasio.
Escriptorio da companhia, 3 de Janeiro de 1888.
O gerente.
A. hcXeitat inioes.
DO
BRASIL
Capital ..000:
dem realisad l.ooo.oowA
Acuixa filial d'e.a.e ri..nco hioeevnM rea As
Con mertio n. 40, Saces, vie'a ou a praso, con-
tra os s LondresJ........ s,'N. R -ttiscaild i Soca
Paria...........
Hamburgo.......
Serum..........1
Bremente........f
Prankfnrts/ Mr ir )
Antuerpia ......' .
iioma...........
oenova.......;
Va: il-S........
vliiiVt e nia.j 34r;
ciliados de It I
ln............'
ilaurd..........
liareeloiiu.......
Cdiz...........
aln HJ'v. .....
rarrairi iif......
V'aienc isinii
idade Hes
panhu : has
Canaiias ...
Lisboa. ...
*"rto mais
daaca de Por-/
tuga! c libas. .. 1
Bur'.'os-Ayreg... .)
Monta video......
Nova Yi.rk.....
De Ri.thschild kPrr s.
DeatavUt! .';....;.
1
Anv-"
lint; Gfn. t:.- .'
agrio t> -
>
",:::.
Jiap-.a.
,"ii-.
\\-; -i--.rio de
t u a e-gea-
-
t.t.., it r'.rtiigal e
sas agencias.
Euglisb Bank of H Ri-
v;r Pate. Limited.
G- Amsiuk & C.
Compra saques sobre qu'.iquer praca do impe-
rio e do estranger-.
Recebe dir.beiio .1 ufa correte de moTi-
inento cem juroara razan de 2*/ ao ansio e por Ie-
ras a praso n uros cnveneiouadoe.
O gerente,
William M. Webster
DIVERTiMENTO
Lt
No dia de Res tarde
Iuangarapao do PaM
(V'irie u pr grsnrtntH).
THEATRO
SANTA ISABEL
EMPSEZA ASTMWA
2dkt*A
C0MP1NHIA HESPAN.HOLA
DE
ZARZUELLAJ BAILE
i*
Ouiola-feira, S de Janeiro de 1888
l.o -Estrs tia divertida zarzuella em 1 acto:.
ELSCERODELALBA



2.Estrea da zarzuella cmico bufa em 2 actos:
n. twm del jM-m
\'
Toman parte en esta zarzueln, las Sras. Os, Campa, Martines, Sacanellet,
Raz y Caballero y loa Srs. Garrido, Ramos, Cardona, lnaset y coro gral.
Contiene ademas esta zarzuela 5 nmeros de baile, que sern ejecutadas per
la 1.a pareja y cuerpo de baile.
Pregas e horas do costume.
llavera trens para Aplpneos e Ollnd > en todos capee
taclos.
Vcjam-se os prograinmas


6
<
Mam *e ftruaiiiuc~-t4uarta--feira 4 de Janeiro de 1888
MRI71I0S
Cna panhla Bahlana de nares
eao a Vapor
f ORTOS DO SL
Mace Villa Nova, Penado, Aracaju, Es-
taaoia e Bahia
O VAPOR
Principe do Gro-Par
Commandante J. F. Teixeira
~^ cjl Segu impretrivel-
| J^^ mente para o porto
afr^CJ^jH^^v cima do dia 4 di Ja-
^fcMk^^^J^-neir*, ai |4 hora d
tarde. Recebe carga
59E=S3SSHkVnnicn mente at ao 1|2
dia do dia 4.
Par, caiga, pass&gens,encomisendaf e dinheiro
tre(e tracta-ae na agencia /
PORTOS DO NORTE
Maco e Mossor
O VAPOR
Marinho Visconde
Commandante Pereira
Es'.e vapor sahi-
r para os portoa
cima indicadoa
A,,, no dia 7 de Ja.
""^ve Imente, 8 2 ho-
ras da tarde. Recebe carga nicamente at aa 11
da manh do referido dia 7.
Pan carga, paeageu, encommendas e diabei-
re a fate, trata-ee na
AGENCIA
7Ra do Vigario 7
os Uves Malhciis
Y.iporcs nacionaes
-EMPREZA NORTE E BUL
U< de afanelr*, Mantos, Rio
Ciande, Pelotas e Porte Ale-
gre.
0 vapor .\rlindo
Eapera-se ao dia
4 r?e Janeiro (les
portos cima e se-
guir depois da
iemora do. coa-
tuu.e para as mea-
mos prt-'S aciirn indicadoa.
Rec -he carga. encommendas e passageiros para
os ii"' 'mos portoe : a tratar con
PEREIRA CARNEIRO& C.
N. 6 RA DO COMMERCIGN. 6 -
1- andar
coaeNH! i~>aa*aaxTfaA
DE
Savegaco Costeara por Vapor
Fernando de Xoronha
O vapor Giqui
Comsindante Lobo
Segu no dia 10 de
Janeiro pelas 12 ho-
-ras da manha.
Recebe carga at o
Idia 9.
Paaiiag^ jS at a 10 '^araa da manha do dia da
tbida.
ESORIP10RIO
caen daConpanhla PerMnbn
cana i. 1t
Coaipa.
Yavt
':5a lira fie ir a de
gaco Vapor
PORTOS DO NORTE
O vapor Pernambuco
Comnandanteo capU3o de fragata Pedio
Hyppoltto Duarte
' esperado dos portos do su I at
o dia 6 de Janeiro, e seguir
depois da demora indispenaavel,
para os porto*do norte at Ma-
nus.
Pan. carga, paaaageaa encommendaa e valeres
traer se na agencia
PRUCA DO CORPO SANTO, N. 9
PORTOS DOSUL
Vapor Espirito-Santo
Commandante o 1 tenene Cario An-
tonio Gomes
E' arperado de portos do nar-
! at 'o da 5 de Janeiro e de-
_ os da demors
, aogair pn> os
indispenaavel,
po-tns do sul.
Kei- -oc iauoem carga para Santos, snta Ca
tharin t, Pelotas, Porto Alegre e Rio Grande d
8ul. fete modie .
Para uarga, passgens. uncoinm-Txias valorea
tml a- m> na a?encin
PRAGA DO CORPO SANTO N 9
CiAltifillS R
Coniipaohla Pranrexa deM:i**.',s
cao a* Vapor
Liiha quinzeaal entre o H.vre, Lis
boa, Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos
0 rajor l fli lirio
Commandante Viel
Espera-se da Europa no dia
6 de Janeiro aeguiodo de-
pois da demora necessacis
para
I ahia. Rio de Janeiro e Santos
Rogi.-sc aos Srs importadores de carga pelas
vaporen deata linht., queiram apresentar e dentro
de 6 dia a contar do da descarga daa alvarengaa
qualquir reelamaco concerneute a volumea, que
porven ara tenbam seguido para os portos do sal,
afim d< Be poderem dar a tetnpo aa providencia*
neceis riaa.
Expirado o referida praso a companhia nao ae
reaponi airlisa por extravio.
Para car,, passagens, encommendas e dinhei-
ro a frute trata-ae com o
0 r'apor Ville de Pernamaco
Commacidvnte Chancerel
t^i Eipera-se doa portos da sal
> IsHM^. d laaM^ra o H4TBE tocando em
** LIMO A.
O VAPOR ENTRARA' DENTRO DO
PORTO
. Condiz medico i bordo, de marcha rpida
eefferene excellentes commodoa e ptimo pasaa-
dio.
Aa p if s agen poc erao ser tomadas de antemio
Receoe carga encoiranendss] e parsageiros para
os qiaifl teto excedente accommedacoea.
Para carga, paisa-gen*, encommendas dinheiro
a frete: trata-ae eoin o _____
AGENTE
If Labille
9-RA DO COMMERCIO9
Lisboa e Porto .
Para a porto cima stgne coa brevidade a
barca i ortuguea Novo Silencio, para onde recebe
carga : a tratar coia Baltar Ulive ira t C, rus
do V.gario n. 1,1*
Ktfl'AL MAil, STiiAM PAGKET
0 paquete Itent
E' espara io da Europa no dia 9
do correte e seguir depois da
denora neceas-ria para
Macci, Baha, Rie de Janeiro, Santos,
Montevideo e Renos Ayres
0 paquete Mondego
" esperado do
lCNx 1,1 *'* di* u do
lila ^ ctrrente e seguir
B| aad.-poia da demora
Iss^^niceesaria para
S. Vicente. Lisboa, ligoe Son
thampton
Reduccdo de passagen
Idc Ida t volta
A' Southampton 1 classe 28 42
A' Lisboa 1- elaaae 2(1 30
Camarotes reservadoa p ira os paaaageiroa de
Pernambnco.
Para paaaagens, Aretes, etc., Iractajss os
AGENTES
iinoriiii Irmos &C.
N. 3- RA DO BOM JESS N. 8
COHPANBTIA PBBNA1IBKJCAIVA
DE
VavegacSo costelra por vapor
PORTOS IX) SUL
Macei. cnedo e Aracaj
0 vapor Mandaba
Commandante ^.Ibuquerque
Segu no dia 10 de
Janeiro, 4a 5 horas
da tarde. Recebe
------Bcargaaneo dia 3
SaaEdPiissSHP
Encommsndaa pas.agen e dinheiro frete at
as 3 horas da tai de do dia da aahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pemaminicann
n. 12
Unueri Sutes Brasil X & 0.
O vapor Axlvance
t,apera-ae de -i r.-News,
at o dia 4 Janeiro o qoal
aeguira .:}f. demora ne-
.-mi'" p'iia
o de Janeiro e Santos
Para carga, paaaagena, e encommendaa tracta-
e com os
AGENTES
de errata I para keroieoe, 1 espelho, 2 parea de
jarros dn metal, i laoteroa para eitudo, diver-
sos qaad'oa, 2 pare de jarros, 1 tapete para sof,
2 ditos para portas, 1 cama franeeaa, 1 toillet de
amarello, 1 commod, 1 grande cabido de parede,
nmrquexcea, colxdea, traveaseo, i berco, 2 apa
radorea de amarello. 1 guarda-louca, 1 meaa eiaa-
lica de 3 taboas, i sof, cadeiraa avulaaa para sala
da jantar, lavatorios, bacas, cadeiraa de bataneo e
outros milito movis que trio vendidosao cor-
rer do mirtelo.
l^uarta-feira, 4 da Janeiro
A'a 11 koras
Na cesa da raa de Paulino Cmara n. 11
O agente MARTINS far leilo por coate de
urna familia qne se retiros para fra da cidade de
todas os movis e msis objectos existentes em dita
casa.
Leilo
D; armaco envidraosda, genero e ntencilioa da
tavernu da eiqaina da ra de Santa Tbereaa n.
39, em um cu mais lote, garantindo-se a casa
ae comprador da arraacao.
Quinta teira, & do corrate
A's 11 horas
O agente Martina far leilo da taverna cima,
a qual a<) acha muito bem loealiaada e propria
para qoaiquer principiante, por nio aer preciso
grande capital.
M
iMffmterkfi.
8 RA
DO
1
COMMERCIO-N.
aiulai
COB1PANB1IA PEBNAMBUCANA
DE
Navegas^lo t'osteiranor Vapor
PORTOS DO NORTE
i-arahyba, Natal, Macu, Mossor, Ara-
"aty, Cear, Camossim e Maranhao
<- > yapor Jagnaribe
Commandante Costa
Segu no dia 9 de
Janeiro a 5 horas
da tarde.
Recebe carga at o
Idia 7.
Eneommendaa, paaaagena e dinheira frete at*
a 3 horas da tarde do dia 9.
ESCTUPTORIO
Ao Cae da Companhia Pmmambucana
n. 12
Me Porto
A barca portuguesa QuUeria reerbe carga a
frete ; a tratar com Amerim Irraos & C.
LELB
De um cofre prova de fogj e graade quantidade
de movis que perreneeram no espolio de Joo J.
Gome de Soasa, a saber : guarda-vestidos, guar-
da-loucas, commodas, camsa francesa, marqae-
iSes. bercos, esminhas para enancas, mesas els-
tica, sofs, cadeiraa de braco, de balanc, de
geamicio, de janeo, ps earga e amarello, es-
untes, consol, nxisaj redondas, banquiohaj, ca
bids, etagers e outros movis que sero vendidos
pelo agente Britto.
Qnarta-feir. 4L de Janeiro
A's 10 1/2 horas
Ra Estreita do Rosario n. 29
Agente Pestaa
Importante leil&o da predios pertencentes ao
inventario do fiaado oommendbdor Can-
dido Alberto Sodr da Motta.
QUARTA-FEIRA, 4 DE JANEIRO
A's 12 horas em ponto '
Na gesela i raa do vigario Te-
Borlo ni*
Um obrado de 1 andar e aetj ra do Rosa-
rio da Bda-Vista n. 27 ; um dito de 2 andar e
sotao rda Estreita do Roaario n. 11 ; nma im-
portante casa aasobradada sita ra da Detencio
n. 17.
O agente Peataaa autoriaado por mandado e as
aistencia do Exm. 9r. Or. jais de crpot e ausen-
tes e a requerioaent i do 8r. J>j Vctor Al vea M-
theas, vender oe predioa cima meoci >nadoa que,
pelo seo estsdo de tenservacao e bons reodimentoa
chamam attencAo cios Srs. compradores, os quaea
poderlo desde ja eiamioal^D.
Leilo
Da srmacBo. roeroadorias e utensilios da
bem afregaeaata taverna aita ra de
Tbomas de Sotizs, antigo becco da Lin-
gota n. 2.
laarta felira, 4 do corrate
A's 11 koras
O agente Groamc, autorisado far leilo daar-
maco. mereaderias 13 otajasiiies da taverna cima
declarada.
Em usa en saai I juis a veatade dos compradores.
Graraote-se aa chavea d a casa.
2.
De urna 3*sa teiTee ra dos Pescadores
a. 19.
O ageate fl.-:;#, t sasasiado do Exm. Sr. Dr.
jais de direito do ci vele 4 reqaerimento de For-
tunato Ribeiro Gu maraes e oairoa, legar a lei-
lo a casa terrea aitt 4 raa doa Pecad"re n. 19,
aecvindo de base a cfrerta de 1:2004000.
Quartu 1'eira i do eorrente
*- 11 leras
L Boa eatreiis do Rosario o. 29
Leilo
DE
^m B "%r m-:
Oonaaaaaaaasa oari raobilia de Jacaranda c m
consoles e^ardtaelra de Umpo do peUra, 1 lastro
Agente Britto
De ama chcara com todaa aa obra e mate-
riaea existentes na meama, sita no Maoginbo,
pertenceote ao espolio do finado Dr. Maooel F.
Teixeira.
O agente cima a mandado do Illm. Exm. Sr
Dr. jais de direito da provedoria e areqoenmen-
to do inventariarte o Illm. Cr. Jou F. Teixeira,
levar a leilo a referida chcara, o qual ter
lagar
Quinta feira 5 de Janeiro
A's 11 hora
No armazem raa Bem Jess n. 45
AVISOS DIVERSOS
nos ..:><
imtin.'ati : >B.
casas a 840O n" becco dos C <
ti. Gonoallo : h tratar na ra c
si* Na ra de Santo amaro n. 18, 1."an-
dar, pr- "isa de urna para comprar e coainhar,
para basm & pt ssoa.
AMA Na ra ognsta a. 280, preeiaa-se de
urna que aaiba bem coainhar.
Aluga-se a casa n. 10-C da Ilha do Retiro
(Passagcm da Magdalena), com banho salgado na
frente, ten-fo 6 quartos, 2 sala,<, quintal fechado
agua de Beberibe e um viveiro uo fundo, ficando
porto da linha dos bonds ; a tratar na ra daa
Trincheiraa n 17, toja.
Precisase de ama ama para andar com urna
enanca, lavar e engommar alguma roopa ; m
ra da Matris da Boa-Vista n. 3.
= AMA Precisaie de urna para coainha e
Outros se rvicos ; na ra do Cabng n. 2-C.
Ve idc-se a taverna ra do General Seara
n. 31, propria para principiante, pois tem poneos
fundos, >s o motivo da venda ae dir ao compra-
dor ; a tratar na mesma.
Aluga-se urna boa c-sa bem limpa, aita
roa Direta dos Afogadoa : a tratar com o Sr.
Jos Carica de S, na roa estreita do Roaario n.
14, cartorio.
A' ra da Aurora n. 31, precisa-se de urna
boa coeinbeire.
Prccisa-se de urna ama to aomente para
cosinha para casa de familia ; na ra Duque de
Casias n 39, 2- andar._________________________
' Aiuga-ae o 1 andar da caaa n. 13 raa de
Padre Munis ; a casa terrea n 40 ra de D.
Jos de Mello, caiadaa e pintadas, tem agua ; a
tratar m ra estreita do Roaario n. 16.
Preeis'i-ee de ama pertiita cosinheira e de
boa conducta ; na ra da. Matria da Boa-Vista
numero i.
Q'j m quiter educar meninas, tanto em let-
traa como em trabaihos, dirija-ae roa de Vis-
cono e de Itaporica, antiga ra do Apollo n. 4, 1
andar.
Preeisa-se de urna cosinheira ; a tratar na
ra Novf. n. 39,1 andar.
I o si 11 h eir
Preci8a-ae de nu?a boa cosinheira, para casa de
pequea familia : na ra do Paysaoda n. 19,
Passageto da Maedalena.
Para familia
Aluga aa dona qtartoa da caaa n. 15 ra de
Santa Rita. 5ia mesma precisa-se de uraa mulher
de meia idade para fazer Iguna pequenoa aervi-
cos para duas pessoas, e e nm menino que seja
fiel para mandadoa, paga se bem.
Aluga -se o 2- andar do predio n. 27 roa do
Imperador, cem graodea commodoa e agua; asj
chaves para correr, nbandar ttrreo
Oleo Florea
0 nielhur para o cabelle
Oleo Flot a
Sement de carrapato
Comprase ament de carrapato;
Hospicio n. 79.
na ra do
Caixeiro
Precisa ae de um caix-iro de menor idade, para
molbado ; a tratar com Lopes Alheiro AC ra
larga do Rosario n. 38.
XAROPE FERRUGINOSO'
do Dr DUSOURD
Arpumao illa Academia di Isiian -i Pana.
Em um Re la toril, feito Academia
deMedicinadePaiis.osProfeBSores
Henby e Guknkau es Mussy affir-
ma rio que t este Xarope offerecendo
c todas as vantagens na pratiea
medica, era promptamente absor-
f vido e assimilado economa .
Elle nao produz a menor irritacSo
dos orgos gastro-iutestinaes e
dentro de pouco lempo restitue a&
forgas das pessoas enfraquecidas
por perdas de sangue, priva-
goes, excelsos de qualqucr
genero, ou lonyas molestias.
Cura rpidamente a chlorose. ou
fraquesa geral, os odres paludas,
a anemia e certas perdaa; res-
tatejeye o floxo aienstrual e
torna regular o seu apparecimento.
Combate analmente os accidente-
nervosos a que sAo frequen temen te
sujeitas as senhoras o as mocas
mesmo solteiras.
DeiiosKu em PA RIS: 8. Fue Vivienne.
Criado
Na ina da Pe.iba n. 2. 1 andar, ha um exce-
lente crind para alagar.
Suecorro a veIha
A moradora do rM-ccn do H> rnard.i o 51, anda
ae faa li-mbmr s armas e-irid, que nao m s-
queeam da prot< ccao que sempre Ihe disuenas-
tasa.
Professora
Urna senbora competentemente habilitada pro-
pie-se a leceionar em collegioa e casas particula-
res as aegointes materia : portuguea, francs)
maiica e piano : a tratar na roa Marque do
Herval n. 10.
O
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CHEQARAM OS CELEBRES
CAMBIOS
(I Allemanha
DE
CARLOS BRANDHULLER
DO
HARZ
DEPOSITO
Ra do Imperador n. 22, armas1 m de moveia
s
V i
Aluga-sc barato
JRua Visconde de Itaparica n. 43, armazem
Raa do Calabouoo n. 4, loja.
Ra de Bom Jess n. '47, .3. andar.
Ra Visconde Itaqarica n. 43, 2.* andar.
Visconde de Qoyannan. 107.
IVata-se na ra do Coinmereio n. 6, 1* andar
eswiptorio de Silva Qnimare StC._____________
Cosinheira
Precisa-se de urna cosinheira ; na ra da Au-
rora n. 109.
Aluga se
ou vende-se a casa sita em Croa de Almas (Par-
nameirim) n. 10, confronte a caaa do fallecido Dr.
Leal, acha -se limpa e tem commodos para grande
familia : a tratar na ra do Apollo o. 30, primei-
ro andar.
T
Aluga-se

Diligencia
Parte de Olinda todos oa aabbados s 6 hora.
da tarde at Itabayana, e volta na tercas-feiraa i
vndese paasagem para Iguaraas, (Joyunna:
Itamb e Itabayana, na loja dos Srs. Agostm>e
Santas & C, ra Prlmeiro de Marco o. 1.
kq
MEDALHAS de OURO e do PRATA
Diplomas le Ilotira as I'xposi^es
Par/ 118SS, 187, 1SS5, 1S8S, 1S7
CURA
DAS
Incontinencias de Urina
coa a
GRAGEAS GRIMAUD
de Poltlera;
Ferro-Ergotadas
l Appnrsdss por direrui SocietfsflM de MtOTCIns
dt Frtnca e do Cslrtneiro.
Empreadas ha mal de 30 anxtoa
nos Hospitaes, Asylos, Colonias peniten-
ciarlas, sempre com reliz xito, as AffeccOes
chlorotxcas e Anmicas de toda especie.'
Fallidas core*
NOVA MEDICADO PRECIOSA E NICA
PARA OCaAB
INCONTINENCIAS DE URINA
Venda em Graso n Casa de GRIMAUD FILS
S, rut Kibtrt, Pirit-Auleuii.
Em Ptnuunbuco i FRAN> M. da SILVA Cu.
1 KA8 MISarAIS rHARBAGIAl
duss boas casas com cammodos soffieientes para
familias, com agua e caz, ra da Conquista n.
21 e Caminho Novo n. 58 ; a tratar no Caminho
Novo n. 91, padaria, ou ra Marques de Ohn ia
numero 60.
Ama
Precisase de ama ama para comprar e
coainhar em caaa de familia : na rus Du-
que d Casias n. 14 ae dir.
Ama
Precisa-se de urna ama para cozinbsr,
IB..8 que entenla do sea cf&cio. Deve
trazer a sua caderoeta de matricula. No
3. andar do predio u. 42. da roa Duque
de Caxias, por cima da typographia deste
Diario.
Ama
Na roa do Cotovello n. 46, precisa-se de urna
ama para todo servido de caaa de familia.
Ama
Precisa-se de urna ama para todo servico ; na
na Duque de Caxias n. 3?, 2 andar.
TlMt
Precia-se de ama amaqaecosinhe eengomme,
para duaa peasoaa aem fihos, e que dorma em
casa ; na raa da Conquista n. 29, o: roa do A-
morim n. 56.
m
Precisa-se de urna ama que s iba C03inhar bem
e tasar outros servicoa, e que resida em casa ; a
tratar na roa do Progreaso n. 7.
Antonio Franclaeo de Abren
Isabel de Abren Vasconcellas Arago, Olympia
de Abren Marques Bacaibo e sena filhos e Ortu-
lano Ribeiro de Abreu, mulher, fiba, neto e so-
hrinho do fallecido, convidam a todos os parentes
amigos para assistirem a misa i que mandara re-
aar na matriz do Divino Espirito Santo em Pao
d'Alho, no dia 5 do Janeiro, aerimo do seu pasaa-
mento, s 7 horas da manh, e desde j se con-
fpssau: sommamente gratos.

D. arla tarutina l?erreira\ de
analho
Tbomaa Ferreira do Carvalho, em commc ora-
cAo ao 1 anniveraario do prematuro paaaamento
de ana muito presada mai, D. Mara Carolina
Ferreira de Carvalho, manda celebrar urna miaa
por ana alma no dia qsarta-feira 4 do eorrente,
a 8 horas da uianh, na matria da Boa-Vista.
Pede a tedoa oa parentes e amigos sens e da
virtuosa finada o caridoao obsequio de aniatirem
esae acto de reiigio, e prot ata-Ibes deade j
au prnfnndo e etern" Teennriei-! eni.
Preciaa-ae de duaa amas, send orna para co-
sinbar e ontra para engommado liso, e servico
interno em casa de familia; Da raa Duque de
Caxias a. 44, loja de fazendaa.
Ama e leitor
Precisa-se deatea dona empregados, em Agua
Fra de Beberibe ; a tratar na ra de Pedro Af-
f nao n. 58, antiga da Praia.
Ama de leite
Paecisa-ae de urna ama de leite : na raa Bella
n. 43.
AMA
Precia-sede urna ama para lavar e engemmaf
na ra do Hospicio n. 3.
AMAS"
Precisa-se de duas amas, urna que seja boa
cosinheira e outra para servico interno e andar
eom eriaoeas ; a tratar na ra Baro da Victoria
n. 46, loja.
Amas
Prciaa-se de duas amas qae saibam engommar
bem roupa de bomem e senbora, e urna para ser-
vico de caaa ; na Ponte de Ucha, em fr nte a
estacas, sitio de Lnia de Moraes Gomes Fer-
reira.
Cosinheira
f
Bciberli Vlelra da Silva
Alguna amigos de Roberto Vi. ira da Silva
mandam celebrar misBa no dia 5 do eorrente, na
igreja do Panizo, s 7 horas da manh, stimo
dia ii aeu fallecimento. Para assistirem a este
acte de n ligio e caridude convidam aos parentes
e mais amigos e se conlegaro ralos.
Preciaa-ae de urna que cosinhe bem, para casa
de pequea familia, que durma 'em caaa ; na raa
do Conde da Boa-Viata n. 24-F.
Criado
Precisarse de um criado ; aa raa de P. yaaad
n. 19, Passagem Ja Magdalena.
Semen] de carrapale
Compra-se sement-s de carrapato na fa-
brica de leos Vegetaes, roa da Aurora
n. 161.
Ao
commercic
Barba re Jone Camelln Pesnoa
de S'qui-lr Cava Iranio
NVitor de Siqunra CnVnk-aote, Artbar de Si-
Sneira Cavalcante, Ma: ia da Pt-nba Cvalcante e
lemen'tina Elisa Pereira de Siqu< ira, mandam
resnr nma misaa por alma do su sempre lembra-
do 'mi, Jo Cam-lln P> ssoa de Siqti- ira Caval-
cante, no dia 7 do crrenle, trigsimo do reu*pas-
aamento, na eapella do engenhj Aripib, e para
este acto convidam ana reu pireiit a e amigo,
n>Rr>d rles'le i ugrua> <-i *o
l'eiirnle afosan Brraarus Mego
Augusto Fernando do feg", Joa Pedio do
Reg e Carlos Silvmo do Reg (oaente), tendo
recebido infausta n ticia de fa leciiaeoto de sen
preaad irmao Joo B'-rnardn^el' Reg, mandam
reaar miaaaa na matriz do San e Antonio, As 8
hora da manh d quuifk-feira 6 do corrate, e
pera eaae aetu convidam os seos prente e aani-
-.-- .__________
Os abaxo aasittoadoa, etbei cearia roa do Visconde de lobaro n. 55, aob a
firma de Diaa, QuimarSea & C dec aram ao
con mercij qae desta data em diantc gyrar sea
stabt leeimento aba ttrma de Guimares, Lima
& Companhia. Recife, 2 de Janeiro de 1888.
Ernesto da Silva Araujo Guimarea.
Albino Jof de An rale Lima.
Desaparecen
da ma da Concordia i. 225 urna cacborrnba do
reino, branca t- com mamhae amarellas : qoem a
encontrar e a qoiser restituir a seu dono, ser gra-
ifioad.
Milita alteocaO
Na roa 8ete de Setembro (ootr'ora becco doa
Ferrelrcs) n. 6, faa-se plisss e recerta-ae babados
tarso e eatreitoa.
" .1. _.
C' nfta-nos que 'abrioas ceotraes de Firme-
sa, Coyambuca e Bom Gosto. estilo moeodo ean-
na ve Ibas j ava'iadas na queato doa agriculto-
res. Ser Uto exacto ?
Un credores.
Meas i Manto tarn
Compra-.e cautela do M nte Soceorro : aa roa
Marcilio Das n. 26, daa 7 s 2 da tarda.
O Vigor
do
Cabello
do
Dr. Ayer.
Preparado Sob
Bases Bcientifln
JS Phy3iologi3as,
para o
Toucadcr
0 Vigor do Cabello
Do Dr. Ayer.
Devolre, coro o brilho e fr*cun da imwtMmlm, a
cabello grsaHio ou branro nm re sr *mim-
ral, castanho ou preto, como de*sja. F*a moi
uso, ao casco claro ou rAxo jiaie dar^e aa Ir
escara, < trrossuru ao cabello Bno, evqaaato faa
frequen temen te cura a caMc.e, norem nas aniMav
Jmpede a queda do cabello, eslmolaiHk>odebl
enfermo a creacer vijrorsamenU. Bsvprisa* sa>
Sresto e cura a tirilla e caspa, curando quani tolas a*
oencas peculiares do pericraDeo. Como Casi oaati
co para aformosear o cabello das O ibsjrM
Vigor Tifio tem rival; nao contem aaeite > tinta al-
guma, torna o cabello i*uave, biilbante e sedea aa
apparenci, < communca-Ibe um perfuma Stslaasl, *
agradvel e perinanei-te. f
i-I.EI'JkKAUO PELO ^
DR. J. C. AYER e CA.,
J.owi-ll, Mass., K. V. A.
A' venda nal principa* pharmaciaa.4
Augusto Marques
ostahe e'cido a roa do Imperador n. 18, ven avia
aoa Illm. aeabores deata cidade qae enearrege-i
de faser os trabalboa segaintes :
Enes amento para kgna e gas, depoaito pai
agua, banheiro, chuviscos, bombaj de todos aa
syatema, torneiraa de todos oa tamandoa vafva.
la, baca de repuebo, obraa de ferro, cobre, sil
e chumbo, brome, etc., etc.
Promette promptido em seus traialao*, a
cerno modicidade em seu preoos.
18Roa do ImperadorI*
Empreza geral de Jla-
dan^a
Alngam-se carroa de mola, proprioa ]
p rte de m.veis, marmrea, eepelbie e aaaas o
mentoa de easaa de familia, notis e estae, ei-
rr.entos pblicos, para toda e qa.lquer jarte la
cidade e sea suburbio e arrabelds, por assjp
commodo ; a tratar na raa do Padre N>br ga,
ootr'ora do Alecrim, n. H
Compra-s
um cabriolet ; na ra larga di Roaario j. 22, 1*
andar.
Aviso
INoronba & C. avisam ao aena fregarezea e ami-
gos que tnudaram a ana altaiataria do n. 31 pasa
o n. 11 roa da Imperatriz, aonde poderio eacoa-
trar um moderno e variado sjr.imen'.> le 6aa
casacas, e que com i iugancia e c^pneboia;ote
continuam a execotar quaiquer roap* eoajeraeala
a esta arte.
VENDAS
Vende-se ama armayao para taveraa, c
sass pertencas, na eatrada de Luis do a>go ;
tratar na refinacao da raa do Lima, 8:
Amaro.
Viudos da {rnkin
Finos
Casasvello.
Madeira.
Moscatel.
Uva Bastarda e da Pasaaa.
PARA MESA
Genuino do Lavraaio a 600 ra. a gnala.
Na mereearia de Manoel Correia A r
Frasea do Conde d'scat a 16
Venda k slio
Vende-ae on permuta ae por predi* eatit cidasta
nm bom sitio con b a caaa, moitaa fmcteirae,
excellente banbo do rio, boa gua de cacimba,
exteoso de terreno para baixa de capta, testo
murado na frente, c. m p- rti e gradesseetito, cosa
caminho de ferro e estayao junto ao dito sitio, ao
Porto da Madeira, conhecido rx-lo aitio i Joio
Selleiro, junto ao Or Erneito de Aqaint' F c
ca ; qoem pretender dirija-ae pn-ca da 1
pendencia n 40, dra 11 horas a 4 da tarde.
Livranient A C.
veudem cimento port'and, marca Robina,
ualidade ; no caee do Apodo n. 45.
Boa casa
Vende-se a melhor casa qne ha em Maranrai,
propria para negocio e morada, na roa da Paz a.
19 ; tratar na roa eatreita do Rosario a. 9, jan-
to a igreja.

'
;H
r
Vende ee um coop de Inxo : a tratar aa ee-
cheira do Deodato roa da Imperatriz n. 45.
Boa casa no Montciro
Vende-se oa loga se orna excell*o'c- cnaa easa
baatantea commodoa para faaaiiia, tendo agaa e
gaz encanados e com um bom quinta i todo maiaisa.
com sabida para o ria : a t'atar aa m-su, jaate
a caaa do Or. Loareiro.
Ultimas ehegad-, tem para vender Raa:s Fer-
reira & C, roa Marques cv Oliada a. 50.
Vende-sc
nm bom e bonito cava I lo rasso ; a tratar
larga do Roaario n. 22. 1- andar.
Dece 8*m de caj
Tem para vender em lata ; aa raa da
Jetas n. 35, armaztm.
Superior cara do sfrl.t
Vende-ae na praca do Conde d'Eu a 8,
lacimento de Luis Jote Salgado C.
Piano forte
2Vende-e um piano forte, de tre
tratar no pateo do Terco a. 39.
Condebria pernanibu-
cana
Vende-se os anirnaas deata
OS seohores pretendate apieaeiitar
p istas em carta fechada, a roa do laaiw i sai a,
8S, 1- andar, at o da 9 do.cmate, so 4 asara*
da tarde. Os soimaes acbaaa as ama eoeaouas fe
Prado Pernambneano para eresa rssflaa a cstasaV
nados pelos aei borea raciiilfts, saafe rasaasv
ro aa intormacoea qae a* msilsiaa
Veade-ae o aaaaasesa da aso de Pedro Af-
-lonso n. 50 ; tr>.ta-se aa raa de Bocpieio 47.




V
itAvaas
combate
COM
eicacia
ANEMIA, CHLOROSIS CORES PALUDAS
Acconselbadooom ptimo sx/o jpptaAMfrftOM adotmtadasipredispostasao empobrecimento do saajua. Jooi- e
oomdoae do oto a doxe gottas'i oada refoioio. Numerosas istaees. Exigir & firma E. BEAVAIS,
iapriaid* TtmtUuk Daposito na mor parte das Pharmacias.

38ha do Imperador
Nesta gr nde pl.armacia avia-se reoeitaa e pedidos com promptidao,
. olicitude e modieiJade.
As preserves ein lnguas eslrangeiras sao Belmente
despajadas
Opharmaceutico pernarabuoano JOS FRANCISCO BETTENCOURT
convida oa clieieoe dest oidado qae queiram honral-o cono sua confianza
para qualquor tr.ibmo profiasional o ao publico. Garante ae a maia atten-
cbb o con ieo'.ioB execucio.
Esta oaao recebe aeus productos chimioos e drogas directamente
das melhoreu casas da Europa, especialmente enooro mondadas para
r (ceituario.
sea
ESFEOALBADE
i!
Il
Preparado pelo pbarmaeeutico JOS FRANCISCO BETTENCOURT, |
d< urna efficscia verdaderamente maravilbosa as molestias dos orgaes
respiratorios.
Brenchiles, aslhraa toss;, convulsa, ele
:o:
Esaencia depurativa. Formula do distinoto clnico Dr. Ramos
Depurativa por excelleuoia para todas as molestias que tem a origen
ni. impureza do saoguo.
ifpls, flarM alearas, srajpas tepeticas, etc., etc.
Tinta preta para escreverinalteravel, fabricada- com muito cuidado
pT urna foraul ingleza, eaperinl para esciipturaco mereantil e repartieres
publicas, se<-.ja de preasa, perfeitamente preta, nao corroe as^pennas, nao
deposita e da opi.
oooooooooooooooooooooooooo
DE
MELISSA dos CARMELITAS
BOYER
TJnioo Successor
CKQIX dos carmelitas
na. a.-g.T =* -- 14, lina de l'Abbaye, 14
CONTRA
Vpoplexia Flatos
Cholera
Enjo do mar
PARS
Deseos ar
Clicas
Indigestoes
^i
v^A^
Febre amarelja, etc.
er o prospecto ro qual ra enrohio
cada vidro.
Drva-te Slglr o letre!ro brinco preto,
es) todos os vidros,
ssja qual lor
DEPSITOS EM TODAS AS PHAWtACTAS
do Ctttverao.
.yOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
FALSIFICAgOES
Exigir
4HHi Dnin m CaiiMa
GRANDES NO VIDADES PARA FESTA
Sedas de listras, padroVa modernos, a 10600 o covado.
Helios de cores a 800, 10000 e 10200 o covado.
Seda romana de listrinha, lindoa padroVs, a 560 rs. o covado.
Setim alsaciano de listra e quadro, lindos desenhos, a 320 e 400 r?. o covado-
* Setinetaa lavradae a 240, 320 e 400 rs. o covado
Koplendido sortimento de metins de flores, listras e quadroa a 360 e400 rs.
o cavado.
Crotones finos, lindos padroes, a 320, 360, 400 e 440 rs. o covado.
Fiutoes brancos e de corea a 360, 400, 440 e 500 rs. o covado.
Renda da China, fazenda muito boa, a 200 rs. o covado.
Merino, lindas efees, a 700, 800, 10000 e 1,5200 o covado.
Cachemira aoeI<*boada para vestidos, lindas cores, a 500 rs. o covado.
Dita broch, ultima moda, a 1(5500 o covado.
La de Adres, guadros e listras, a 320, 400, 500 e 600 rs. o covado.
Merino preto, completo sortimento, a 600, 800, 10000, 10200, 10400, 10600,
10800 e 20000 o covado.
Dito aoetinado a 10400, 10500 a; 10600 o covado. .
Guarnieres de veludilho bordados a vidrilho para enfeites de vestidos a
60000 urna.
Lindo sortimento de tapetes, para sof, cama e portas,, por baratissimo preoo-
Cortinados bordados a 60000, 70000,. 80000 e 90010 o par.
Ditos de crochet, completos, a 450000.
Lindas guarnieres de crochet para cadeira e soph a 60000, 80000 e 100000.
Colchas de cores, completo sortimento, a 20000, 30000, 40000 e 50000.
Ditas de crochet muito grandes a 60000 e 8000 urna.
Lindo sortimento de loques com lindas paisagens e bordados, de .papel, setineta,
transparente com fios dourados, a 500, 10000, 20000, 20500 e 30000.
Completo sortimento je fixs, chales, camisas bordadas para eonbora, velbutinaa
de t..d8 :*b cores, lies e lavradas e muitos outros objectos, que pedimos as Exroas,
familias e s>o resneitavel publico para virero preciar.
Heorique da Silva Moreira
Molestias
XAROPE DE RABIO I0DAD9
de GR/MAULT e Ca. Phaimaceutioos
Approvado pola Jama i'Hygieno do Rio- de-Janeiro.
Uta Tarop que, pela sua reconhe-^ia eftvocia, figura na PLarmtcoDa irancep^
lEdifdo 884J, goza, da melho' ruputacc eore os mdicos d as SE paizes.
Substitue o oleo de figado de baca' 2o pela iut&Higente combinacao rntima do iodo cem
o sueco de plantas antisoorbutic~, como o agrio, o raimo e a cocblearia, bem
oonhecidas na medicacao dos adultos e das creancas pelo iodoe o enxofre que ellas
contm. Este xarope convm as creancas paludas, tracas, sem appetita, precis-
poatas a certas molestias, como a ozagra, as crostas de leite, o engorgitamecto
das glndulas do pescoco, que desapparecem debnixo da sus aeran.
Essensialmente depurativo e noTensivo, nao caustico como o iodureto de patas: i
e o iodureto de farro, masxomo est^s empregado para fortificar os temperamentos
debis e para combaler a tisica. as tosses catarrhaes, o miarte das glandulr-:-
os mos httmores, as molestias da pelle e todas rs que mo ievidas a U v; to
do pangue.------------------- .
Deposito em PARS, 8, Ru Vividme, e as arrompis Faarmiss e Dremriss.
a-a d
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DE
WOLFF& C.
I. i-Mi DO CABGA'-S. 4
rV'este muito t* eocuntr r e> rexpeltavel publice **!
variad e en3pl*to artimeota de JOIAN
receitidas semprr dr-ctam'Bite da* naelka-
rmm f.brloantee da Kurepa. e qn primam
pelo aparado goato do mundo elegante.
Iticoa drrecoa completo, linda pulael-
raa. alfinete, valla de ouro era vejada cem
brlhante, en perela, annela, cacalota,
botlea e eutrea muit dete generes.
ESPECIALIDAD^
lina relogio de ouro, prata e nlekeladoa,
para henar n, senderas e aa-alnoa dea m
aerealtade fabricante a da Borona e 4
rica.
'ara todo ea artices doata eaaa gar
t--a> a boa ejualidade, a-alna eosno a naodiel-
. uade nos preces ejue aao era eompetaela.
fk'rana eaoa lamben eeneerta-e qual-
o. 2
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qaer ebra do ouro en praia e tambe na. rel-
sl*. de ejnalqner ajnalidade que srjn.
; 4-Rua do Cabugi-4
SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO H0LL0WAY
O Ungento de HoIIowbt om remedio mfiuTirel para os mate de pernal e do paito; Umlmpm
fcrito antigs chagase ulceras. E famoso para a gota e o rheumattsmo e para todas as enfenm-
dades de peito nao se reconhece egnal
Pira os males de garganta, bronehites resfrlamentos e tosses.
anana as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante e para os membros
contrahidos e unetnras recias, obra como por encanto.
Essas mediciMS io pret-radas .rnente no EsttbeleciiMto do Profesor HouoWAT.
78 HEW 0XF0BD STKZET (anUa 6S, Oxliml Street), L0HDEXS,
E vendeais ea toda as phaimao doomno.
^0, con^dor. Oo co^d^^^^n^ea^^g^^ c
FERRO CIRARD
Approvado pala Aoademla de Medicina de Pars.
Approvado pela Jnncta Central de Hygiene ponliea do njrnaa.
i r^sasr......
0 Professor Hrnrd encarregado do Belatorio Academia demonatrou t fi'.e i
fcilmente acceito pelos doentes, bem tolerado pelo estomago, restaura a
foroas e cura a chloro-anemia; que o que distingue particular/nente este
novo salde ferro. 4 que nao causapris&o de ventre a qual combate,* etewm-
do-se a dse, obtm-se dejecedes numerosas. *
O PERRO GIRARD cura anemia, cores paludas, oaimteaa de estonnaao,
empobrecimento do sangue; fortifica os temperamentos fraoos, excita e
appatite, regulariza a regrns e combate a entftrilidad.
Deposito em Paria, 8, roa Vrrienne "'yrinopai oraha raraii
PB

A.M.VERAS&t

MEDICAMENTOS FUNDAS E TINTAS K
TODAS AS CUALIDADES pc==^
PHARMACEUTCOS
'5?>Rna d'o.ftflpe de Caxias,5 7J
tmcwiiili iiianawi'a.
=n ssrv3Mma nna
jQ-J
Espec alidade d este eslabeleeimei
Elixir e lttiiiB ig Magia
Contra o rheumatismo.
Elixir denlifricio
Contra carie e amolecimento dos dentes.
Elixir carminativo e tnico
Contra dyspepsia, indigestao e dores de cabeca
Vinlio. elixir, xarope e pillas de jarabe.
Contra as m lestias de fjgado e ai>f mi.
Para photographia e homoDopatbla:
Alcool d 40 d^sinBctado e > himica < ente paro.
A PHARMACIA AMERICANA tm ama seccit. h-nsoBipntbicn onde -u-
centra, alm des medicamentos prep-rados ;otu todo aceio e. segundo oa fornaalanen
babnemanicos mais acreditados, carteiras, vidroa avulsos d toioa os tamanbos e coras,
glbulos em rtes e medL-amentosos, tinturas de plantas indgenas e eetrangeiraa, etc.
Recebe medicamentos directamente de todos os fabricante* da Europa e Aoaerios.
1000004
ELIXIR ANTINERVSO P0LY6R0MCRAD0
de BAUDRY, Pbarmaceatico de i Classe.
Este Elixir, que contm em esa composicao os bromuretos de potaaao.aai
e de ammonia, perfeitamente combinauos, de om sabor agradavel e aet
tomado com prazer, mesmo pelas pessas, que tenh&o um estomago delicado. |
Numerosas exporiencias vierao confirmar a sua immensa efhcacia contra a
Insomnia, as Enxaquecas, a Agitaco durante a noite, e as Palpitaos, |
calmando immediatamente a excitabilidade nervosa. Admimstra-se lamben can
grande vantagem as convolses das creancas e as senhoras que aoflran de j
espasmos, desmaios e attaques de ervos. Emprcgado corienieotemesjaa,
este Elixir um auxiliar poderoso da medicina contra o hysterismo, a epilepsia
e a densa de Sao Guido. A dose de 2 at 4 c lberes por dia, pela manha e taran.
Dapcaito : Em PARS, S, Roa Vivienna, a nai principa Pharairlu.
iOOOOOOOOOOQQOOOOCH
Fazendas cora 40 L de abale
Lotera da Provincia
Molestias da argan%
PAiTLHAS DE PALANGI
2* dorato de Potassa e Aloatrno
Approvadas pela Junta Ceutral de Hygiene publica oo Branl.
Para asen rermidades aa nocca, inflammafao da garganta, aphtatt, uleerafao oa
aeaivaa, teecra da Unguaedo paladar, rouquido, xnqhafao da amygdalat, etc.,
nc ha remedio mais efficaz e rpido do que o -.hlorato de potassa. Si se lhe junta
o catrao cujas propiedades balsmicas e purift -antes sSo umversalmentereconne-
ci las, accelei-a-se a cura desUB pequeas enfermidades e ewta-se sua repeticao,
dndaome;motempomaiorforcaaosorgaos. _____
As Pastilhas de Palangi se dissolvem lenUmente na boccj e obran como gar-
gjrjo p&sei\o, depeis para o estomago e dalli para o sangue r se purifica sob a
Lm neflea influencia do alcatrao. 1.^ ^..j. ^m
Estas pastilhas sao muito usadas peloa Cantores. Adroga.' pegadores e toda
o pessoas que sao obligadas fallar em publico.
Deposito em Pars, 8, Roa Vtflenae, o em todtx. as Pbarmaeu.
ir
Na respectiva thesonraria a ra BarSo da Victoria n. 14 se acha venda'
oa bilbetes do 1. snrteio da 11 leteria ero beneficio da Santa Casa de Misericordia, ,
e pelo novo plano abaixo declarado cuja extrae ,ao ser h-je, 4 de Jane.roi preter-,
velmente, no consistorio da igr^ja de N..sso Senhora da Concetco dos Militares ao
meio dia.
1OO:OOO0( 00
10:0005000
2:50'0000
2: 2-50U,JOUO
2:500dOOO
3:75O,JO0O
3.7500000
22:500,0000
5000000
310600
quinquagesi-
preco co
1 premio de ...-
1 ....
1 *......
2 premios 1:0000000
5 ..... 50OI000
10 ....., 3500000
50 .....- 7b*00
para ae dn>s l*ttra finaea do 1.* premio.
O ...... f5*000
para na du. Ifttras 6oaes d 2.' premio.
450 a 500000
para o final d 1 premio, exceptuando os
preiriadoa coro 750000 .
2 app-oximacbVs de .... 2500000
para o 1.* premio .
2 de 1560250
para o 2.* prendo .
Esta lotera owapoata de 5:000 bilhetea a 500000 dividid ..i>
moa *> 10000 cada um, e extrabid em '5 tiita.
alafCl
NANSUC de lindos padrSes, a 160, 120 e 200 rs., o covado.
GAZES arrendada iroitacao ATOALHADO damascado padrSes novos, a 10200 e 10405, o raerre.
FUSTES branooa, padrSes inteiramente noves a 400, 500, a 600 rs. eeavn
L*S de. quadro, imitacSo, a 100 e 120 rs. o covado.
CORTES d setineta com um pequeo toque a 60oOO.
LINONS lisos, o que ba de lindo, 240 rs. o covado.
TALHAS felpudas para banho, 10500, urna.
CHAMBRES, grande eortimento, a 40000 50000 e 60000, um.
CORTES de clete de fustao, a 20000, 20500 e 30000, um.
BRIM par^n para roupa de emeca a 320 rs. o covado.
GUARNICA.0 de crochet, 70000, um
TALHAS f-lpodas, para rosto, a 30500 e 50000, a doa.
FICHUS de corea, imiUcao de seda, a 20000, uro.
SARGELIM da efires, a 240 rS. o covado, quslidade melbor.
MERINOS pretos e de cores, a 800 rs. o covado.
BRAMANTE de algodSo de 4 larguras, a 800 rs. o metro.
DITO de linho de 4 larguras, a 10800, o metro.
ATOALH\lX> tranoado de 2 larguras, a 10000, O metro.
GUARDA-P para bomcro a 40500, 50000 e 60000, um
GUARDA-P para senhora, de H0OOO e 90000, um.
YELBOTINAS de todas as cores a 900 e 10000 o covado.
SETIM Maco de edres, a 900 e 10000, o covado.
CHEVIOTS preto e azul a 30000, 30500 e 40000, o covado.
ZEPHIRES de lindos padroes, a 200 e 240 ra. o eovado.
MADAPOLAO americano com 24 ardas, a fi0OOO, a p-ca.
PANNO da-Coat de listra e de au^ro 1*000 e 10200, o covado.
CRETONAS p*r: .dn^tsa^ p**t9~s n^o?, a 20'rs. o covaio.
SETIMbi-.T". .i > h*.'. a' 10-200, <, covado.
POPELNA.-> brnca,'para noiva, a 80'irs, o covado.
LEQUtS de setim branco, a 60000, oro. -
LUVA8 de seda lis^.s e bordadla, a 20000,
LENCOS branoos algodSo e de linh^, de 10200 at SjOOO, a daxia.
ESPAKTILHS de 50000, 6000 e 70000, um.
CAS' MIRA pretaa e de corpa, a 20000, o covado
BOLCA8 para vigem, a 100000 e 120000, um.
GRANDE variedade em borlado e cntremei> s
EXTRACTOS de rtiff.T.*ntea qu^lidades.
BRIM br..n de linho, a 20000, a vara.
CAMBRAIAS bordada*, brancas o de cores, a 60000 a pee*.
COMPLETO sortimento de camisas, colarinhos.jiunhos e gravstns, Man
coromodo
SEROULAS de bramante, 150000, a duai*.
PARABANHOS DOMAR
COSTUMES para b.nhos do mar, pr senbofas. a 100000.
DITOS diio dito, para horoeua a 80003. .
DITOS o-ito p^ra meninos a 50000.
SAPATOS para o mesuro fiu (todos os nmeros.
N\ RA 1. DE MAKP0 H. 2(1
DE
AMARAL & C.
na
* lephonc n. 158
)
\
f
INJECTION CADET
?m Certa na 3 ias sem nutro m^SMOS
rAUI* % /* t/snarst amenosa 9 -




J

-{

-
8
Diario de Pcrnarabaco(^uarta-fcira 4 de Jaueiro de 1888 /

DTTERATUR
a rao-a
toa
JLES DE GASTYNE
rologo
U
Tin'Sa a maior estima por Mauricio, cuja
franqueza e lealdado oonheeia, o cuja gran-
de alma tinba podido apreciar, ouvindo as
anas aspiraos e os seus projectos de fu-
turo. Teria prazer e orgulho pelo contra-
rio, em ver sua filha pelo brayo do manee -
be. Sabendo que os doua joveus se ima-
vi m, 8 teria alegra, e uno peosaraeuto
intimo a resneilo do duque nao lhe fallas-
se ao dorayo.. nao ignora va que o du
que tioha tido urna mocidade das mais tem
p< stuosas
Foi mesan um dos seus caprichos de fi-
dtlgo que cortou a vida do coronel, qu8
fes no corayao a pntnra ferida, e levou
desesperado, desejando a morte, para fra
d: trra em que nascera, onde tioha farai-
1, que o amava, para o fizar abr->yar a
oarreira militar.
Nao estava arrapaudi 1 o, verdade, e
mais tarde havia perdoado ao seu rival,
Oi.an u o enointrou era Pariz, quinze au-
nes depois, tazendo parte do mesmo club
que elle. A ftida tinha cicatrizado havia
muito tempo, mas aioda assim nao poda
eequecer que o priraogento dos Morlac ti
ni a sahido urna noite do castalio, depois de
ma scena terrivel, levando na fronte a
mUdicao paterna... Depois, quo havia
ele feito ? Passoa p-ra o estrangeiro, le-
vi.ndo comsi^o a d-sgraya ia que tin >a per-
dido. Que uro tinha a infe.iz levado ? O
coronel lembrava sj de que tinha amado,
que por ella bateu o seu corayo pela pri-
mara vez, f. receiava que o duque tivesse
dixado a desgranada sjm recursos. Nun-
ci se animou a int^rmgal o a esse respei
te, nem o Sr. de Morlac lhe fallou nunca
d> Luiza Poiteviu...
Era este o nome da ex noiva de Bois-
li.urier.
O coronel julgava pois o duque, ap zar
d i8 suas appareucias de fidalgo como elle
era realmen:e, orgulboso, egoista e ava-
rnto. Nao lhe perd'ava tambera o casa
ment indigno da'sua p>si;A e da sua ri-
qieza, casamento que so o amor do dinhei
re poda, nao justificar, mas explicar.
M^s todas estas queixas erara pessoal-
raenta ao ciuque. Seria justo faZJr dellas
responsavel M^uriao, que parejia nao par
ti har, nem as leas, nem o carcter de
8 5U pai?
O coron;! tinha o espirito muito recto
pira pensar assira. Nao tinha portanto
acha-lo a raen or objaeyita a tazer a sua fi-
fi a. Amara o filho do duquj ? S6 havia
qie louv-1 a p-Io seu bom gdsto. Onde
e conlraria mancebo mais digno de ser
a oado? Miuricio amava sua filha? Nao
era o coronil quo a o podia censurar por
itso. Havia na ferra nm aujo que mere-
case como Bran ia ser adorada ?
Quanto ao pbysi-'o, Mauricio de Morlac
er um rap.z esbelto, elegante, de rosto
aUgre, como quera nao conheoe o infortu-
nio. De f- ieoes regulares e boaits, oihos
Tandea, francamente brilbantes, labio son-
Creodo por um pequeo bigode. Vestia
sobrecasaoa, un ramo ao peito, grvala
fscura com urna grande perola. Estava
iealmente enesntador.
Desde que entrara no aalita, nao tirou os
clhos da porta por onde ella deviaapparecer.
rodo o corpo lhe trema do impaciencia.
O cor. cao btia-lhe com fory.
Quando a porta se agitou, poz-se do p
de um salto, e ioclinou-se com a face ra-
diante.
Branca fez-se pailita.
O coronel itendeu francamente a mao
ao mancebo.
Chega a prepsito, Sr. de Morlac
Vai tomar caf comnosco.
Com muito prazer, meu coronel.
. Boislanrier voltou se para sua filha, que
nao achava posiySo, pois que perda na
presenya do Mauricio todo o desembarayo
que tinba qm do estava e com bu pai.
Manda servir, filhinha.
Depois iadi:ou urna cad'ira ao mancebo
e sentou-se perto delle.
Entao, comeyou elle, com o seu riso
franer, batemos os Srs. Ioglezea ?
Mauricio tsve um sobresalto. Estava
longe do Ingleses e do Grande Premio
Ah| verdade... responden elle
entretanto. Por fooho parece.
Nao Por mais de pascoco... A
sisti corrid*.
NSo sustento o contrario.
Ioteressa-lbe pouco ?
Pelo contrario... tenho srapra pra
zer, quando o nosso paiz alcanya alguma
vantagem, por mais pequea que seja.
Tem rss;a:i, meu amigo, toda a ra-
tita .. Um charuto ?
Nao obrigado, coronel. Basta-me mu
cigarro.
Aqi os tem, excelleotes expeliente
Emqaanto t'allava, Mauricio segua os
movimentos o Branca ; que, ajulada pelo
criado, prepnrava as chicaras de caf, com
nm rubor timida no roito e a alegra no
corayao.
Nao poia desviar o olhar, 8 todas a
sua alma vouva para ella o pousava em
todos os lugares em que ella collocava ob
dedos abenciados.
Quando a moya levou lhe a chicara foi
megante, esUvam ambos tao commovidos,
que a chicara quasi lhe cabio das mSos.
Tremiam ambos.
O caso serio, disse coinsigo o coro-
nel, que os observava, e agora s urna
terrivel catast.rophe podi* sepralos um
do outro.
O pobre coronel estava longo de suppor
que naquells mesno momento a desgraca
accumulava lis como urna nuvem ameaca-
dora sobre a caneca dos dous jovens, e
a catastrophe ame-cava com urna tromba
mais terrivel, mais implacavel que tado
quantu se podia imaginar.
A'a onze horas, no momento em que
Mtoricio de Morlac s" dispunha a subir, o
coronel disse-lbe:
Vou subir cumsigo, Mauricio. Vou
dar urna volta pelo club, antes da me dei-
tar. D:ve h.'.-T Igrl j auimaySo esta.
m te.
L encontrar sera duvida
Branca tinha se approyimado.
Nao venha tarda, meu
ella, com urna voz meiga.
Nao, nlo...
Espero-o.
Daqui a urna hora estarei
Vou It emqaanto espero.
Boislaurier chamoo o criado para pedir
a bengala e o chapeo.
A moya dirigi para o seu namorado
um dedo ameayador.
Quanto o senhor.. comeyou ella.
Sipararam se.
Boislaurier subie a escada que levava do
club, emquanto Mauricio, louco de alegra,
abra pass-igem atra-vz da multidSo que
encina o boulevard.
Faaia urna noite deli osa. .
A grande arteria parisiense estava inda
inundaba do luzes, vibrante de aaimayao
e de ida, oom os seus grupos s porta*
dos cfs os s?us grupos endomingados, su-
bindo e des;endo, com ob brayos oarr>>ga
dos de florea, voltando para casa depois
do um dia pass do no campo.
Mas o mancebo nao va nada, a nada
prestava attenylo... camiohando .deslam-
braco com o seu sooho estrellado, segundo
a espressSo radiosa do maior dos nossos
poetas.
Logo que o coronel chegou entrada
do j.firaeiro salo, vio que alguma cousa
extraordinaria se havia paseado.
O club estava ebeio de gente.
Tioham-se formado grupos numerosos,
que fallavam com animayao.
Com a presenya de Boislaurier o diapa-
sao do discussao baixou.
Apontavam para elle directamente, co-
cbichavam, trooavam olbares.
O pai de Branca, que caminhava sor-
rindo e com a mao francamente estendida,
como de coBtume, parou, e lanyou um
olhar muito admirado em torno de si.
Alguna amigos vierara aportar lhe a mil o
com urna certa solemnidade.
Ji nao fallavam e oluavam para elle
com um ar singular.
Quo significava aquillo ?
O coronel, ligeramente assustado, ia
pedir explicabas, quando o nome do du-
que de Morlac veio f rir-lhe os suvidos
-- E' verdade, disse urna voz que sabia
de un grupo formado no vao de urna ja-
nellu, paramm uo resta duvida que o
Sr. do Morlac um velhaco I
Boislaurier fez-se pallido e dirigi se
para o grupo :
Quem, meus senbores, se atreve a
falLr assim do Duque do Morlac, meu
amigo ?
', realmente culpado, ser executado sem
a votar contra elle,
ciubman a
se para
wrdadi T
Mauricio,
meu pai,
pai, disse
de volta.
Ob eu vou para casa pensar em si.
Um sorri c anglico illuminou o rosto
de Branca.
Estendeu ao moyo a mita delicada. .
- Eotao at breve, Sr. de Morlac.
filbo do duque, lonco de alegra, dc-
positou um beijo nos dedos assotinados,
cujo contacto lhe qaeimou os labios.
O corone'., que estava prompto, deu-lhe
o braco e lovou-o.
Mauricio de Morlac s deixou Boislau
rier p>rta do club, fallando-lhe de sua
sua filha com o sraor e o entbusiasmo que
o amor da sua idade.
Era mtis de meia noite <,uando aper-
taram as raaos despedindo-se.
- EntSo, o coronel, murmurou o man
cebo, nao se oppos ?
Estimo, pelo contrario, visto ser do
s^u agrado.
Visto er do meu agrado exclamou
Mauricio. Mas eu estou doudo !... Se
fosse preciso. .. Amanh mesmo failarei a
meu pai.
iOL-
VIGTIMAS. B ALGOZES
POR
EMILIO DE RICHEBOURG
4|l'AMTA PARTE
a ::2?A
(i o n t i n u a y ao do n. 2)
. VI
O *r. liionnel
Oh disso o Sr. Lionnet quasi suf
focando.
Pois bem, b.d, senhor, senhor, sei
le a menina Genovava, que se raostrou
im monstro de ingratido para commigo,
ura sua amante I
Por omito odiosa que tosse a accasaeita
anyada asiira face do mando, paretceu-
he ao meumo tao ridicula, tao estpida,
o burlesca que respondeu a ella, prmei
]*0 com urna gargalhada de riso secco, ner-
voso estridente. Mas a reacyao fez-je
Ogo.
O Sr. Lionnet fez se brando como um
enyol, os olhos desmesuradamente abortos
lespediam raios, ao mesmo tempo um tre
mor nervoso sacuda lhe o corpo todo.
Horror e infamia I excla'mou elle.
O furor que tinha podido conter at
tmto r-beotou como um tro vao.
Agarrou nos dous brayos da raulber e
|K>z-se a gritar a d>.
Cale se cale-se I ordr.mnou elle com
'oz rou::a, terrivel, cale se ou eu esmgoa
< orno urn animal feros '
Assustada a Sr. Lionoat deixou de
:riUr. ,
E cons:rvaodo-a serapre agarrada dis-
* e-lbe:
A senhora urna miseravel o sen
j rocedimeoto pava com Genoveva loi sem-
i re o de ama madrasta, de ama horrivel
negera !
Um hornern, lvido do colera, com os
olhos cbammejantes, apresentoa-se.
Ea, coronel, disse elle com voz fir-
me,
-- Fois mentio, disse Boislaurier fra
de i.
E levantou a mSo. Mas correram para
segural-o.
*- Perdi, coronel, disse um amigo de
Boislaurier-; mas ignora, sem duvida, o
que se passou.
Que foi ? gaguejon o cfficiai ato^-
doado.
O Sr. de Morlac foi sorprendido
aqu roubando ao jogo.
Boisfaurier cambaleoo, como se tivesse
recebiJo urna bordoada.
O Duque... roubanio... aqu?!
balbu i .u elle.
Pensou immediatamente m Branca e
Mauricio.
Desgrayados 1 disse elle corosigo.
Depois, por entre a balbur ia geral, re-
bat'U se violentamenta, eomo se fossj vi-
ctiraa de um horrivel pesadello.
Nao p:ssivel I exclamava elle.
O Duque de Morlac tc.n-me rouba-
do cincoenta mil francos n'estes ltimos
oito das, disse o priineiro a rasador. Nun-
ca perdi esta quantia com seta persisten-
cia.
As cartas apanhadas as maos do
Duque esto marcadas, disse um outro
membro. Quer convencerse ?
Deram o baralho ao coronel.
Boislaurier, c>m a testa alagada de suor,
trmulo, abra os olhos aterrado.
Ha aqu, murmurou, elle, algum hor-
rivel quivoco ; nao posso acreditar.
Depois encarando aquellea que o c rca-
vam :
Concedam rae urna hora, meus se-
nbores, o tempo necessario para ver o
Duque, anles de o condemnar completa-
mente.
Pois nao, coronel. De resto, vai
abrir-se um nquerito serio. Se o Duque
piedade.
Sere o rriineiro
disse Boislaurier.
Depois, voltando-sc para o
quem tinha desmentido :
Peyo-lhe, senhor que considerb as
rainhas pal.ivrcs como nao proferidas ; igoo-
rava.
O fidalgo csteadeu lhe a
Ji as csquici, coronel
O pai de Branca pr-
iora do club, terrificalo.
Que futuro para Branca e
cujos corau3<-'S iam ser tSo prematuramente
ciespedayados I
Vn m
Durante o curto trajelo que fez do
club ao palacf) do Duque da Moclac, o
coronel Boislaurier tinha duv\das terri
veis.
Quanto mais refleotia, mais se abalava
a sua t na iunocencia de Morlac.
Recordava se da infancia do Duque, da
scena que os coilocara em presenya um
do outro pela primeira vez; depois um
outra historia terrivel, que se tinha pasea-
do no castello entre o Duque e seu irmao,
da qul tinham fallado meias palabras, e.
depois Ha qual Joao do Morlac teve de
fugir, tendo sobro a cabeya o pi.-so esma-
gador da maldiyao paterna.
Depois, verdade que o primognito
dos Morlac i arecera corrigir-se. O coro-
nt-1, esqdeceado os antigos peccados, ti-
nha renovado com elle commercio 'le ami-
sade. Nada tioha encontrado a censurar
na conducta do fidalgo. JoSo continuava
a ser jogador e libertino, mas sao s dizi.
resoeito a ella proprio. Sua honra fiosra
intacta.
Mas que tioha feito da moya que ambos
tinham amado, quando elle, futuro coro-
nel, era apenas o filho de um rendeiro, e o
berdeiro de Morlac era | um fitalgo?
Para onde teria elle lavado a infeliz ?
onde s deixaria V Boislaurier recordba-
se que ella tinha sahido de Vrneuil gr-
vida. O que seria feito da crianya T
O infeliz coronel senta todo corpo co-
brir se-lhe de um suor fro, padeca tanto
como o Daque.
Decidir -se afiaal a tocar a campaioha.
Puzou o bolao violontamente, com a mao
febril.
A porta abrio-se.
O Sr. Duque de Mora: ? porguotou
ellu.
O guarda portau pulou para fra da
cama. Olhava para o rocem-chegado com
um ar espantado.
- O Sr. Duque ? disse elle.
Sim ; est em casa-?
esta
Vou
Crcio que j entrou, mas
hora...
Preciso fallar-lhe i&ioflatMteste,
disse imperiosamente o coronel.
O guarda-portao j estava quasi ves-
tido.
Abri a porta do cubculo e olh-u para
o lado do palacio.
Nao v. jo luz, disso elle. Os criados
j estao deitaios. O senhor talvez j es-
teja tambera.
Acorde o, disse Boislaurier. E' pura
uxa cousa muito urgente.
E quem hei de annunciar ao Sr.
Duque ?
O coronel Boislaurier.
O porteiro decdio-8c';.final a 6ubir a es-
cada, e voltou pouco depois com urna vela
na mita.
O Sr^ Duque nao est deitado. Est
no seu gabinete.
O pai de Branca respirou e seguio o
gUard-port3o, o qusl abri urna porta
que davji para o corrsder, e afastou-se di-
zendo :
Entre.
O coronel transpoz a porta do aposento.
O guarda -porto tinha-se retirado.
O Duque de Morlac,
lvido, com os
olhos vermelhos, estaVa deitado em um
canap, abatido, entregue ao mais profun-
do desispero.
Ao ruido producido pa chegjda de
Boislaurier e do criado, levantou se viva
mente.
Ah o -Sr. coronel ? NSo nie
abandodou'entao ?
Nao, respondeu Boislaurier. Conta-
'' Picara-lhe urna preveoySo de animo para
com o Duque. Para um corayio leal, nao ram-me e n3o acredito.
valia grande cousa um hornera capsz de | QIi;i u seja culpado ?
esquecer a mulber que amava e a criatiya pel0 que teuho J
nascida d'ella ; mas Luiza Poitevin podia i jgaorava que ..in-lias
marcadas.
Disse-o l ?
c O que acaba de dizer infame I O
odio e o ciume nao podem fazer perdoar
se-Di-lhan:-'- desvos do pensamento o da
palavra A senhora nao s faltou ao res-
peito que me deVe, a senhora offendeu-me
graveineo'.e, ultrajou-me grosseirameote.
< A aecuacio que se atreveu a f*zer
contra mim e contra um pobre menina in
nocente maior do que uma negra mal ia-
de, um criaoe a meus olhos. Sa bem
que nao po.-sa chegar nem a Genoveva,
nem a mim, nem por isso menos mons-
truosa.
A senhora pretende que est no pleno
gozo da sua razio, quando tudo quanto
diz e quauto faz sao ajtos de verdadeira
demencia.
Mas, desgrayada, se nao louca entao o
que ? Ah I o que uma mu-
Iher roa, uma miseravel, uma infame
Quando a despose, continuou o Sr.
Lionnet, a senbora era pobre, vivia quasi
na miseria. Apezar de certos boatos que
corriam sob*e a sua leviandade, n2o fiz
caso disso, smava-a ; e porque a amava
que Ibe dei o mea nome e a associei
rainha fortuna; verdade, amava-a tanto
quanto uma mulber pode deaejar ser ama
da, amei i.ssira at o dia em que, cessan-
do a senhora de ter para mim tocia a affei
yao que me devia, descobri, com magoa,
que j nao era digna da affeiyao que lhe
havia dedicudo. Depois a senhora aecu-
rnulou, cotac de proposito, tudo quanto po-
dia afastar- ne de si, e boje, boje, que fez
transbordar o copo, desprezo e repug-
nancia o que a senhora me inspira. Neste
momento, quer que Ibe diga, oausa-me
horror.
A mulh;r estava curvada, esmagada
com o olhar implacavel do marino.
D -pois de urna pequea pausa, conti-
nuou :
Volto i aua tola o estpida aecusa-
ySo. Calcilo, tremendo, attituda quo a
senhora toioou dante de Genoveva nesai
scena espantosa que presedea sua par-
tida, porqu-5 sei de quo capsz o seu odio
feroz. Mas, vejamos, esqueceu por tal
uo i. todo o seotimento de orgulho e
de digaidajie para lhe lanyar era rosto
como acaba de
era miaba ama-
tar morrido, a crianya nao ter vivido.
Fosse como fosse, o coronel nao podia
responder pelo Duque com a seguranya
com que faria com relayao a outros ami-
gos seus, cujos nomes lhe acudiam aos la-
bios.
Por esees teria posto a mao no fogo
sem hesitar.
Em relayao ao Sr. de Morlac teve um
instante de indeciso.
Entretanto, era tao grave aquella accu
sayao Roubar ao jogo I
Nada mais degradante, -maU vill Co-
mo um hornera rico, considerado como o
Duque, podia ddscer tao b.iixo ? !
Ap liar de tudo, havia momentos era que
o coronel anda tinha esperanyas. Talvez
se tivessem engaado. Depois, aesteB lam-
pejos consoladores, succediam-se prostra-
yoes de animo. Nem uma voz se havia
levantado no club em favor do Duque.
Boislaurier havia lido em todos os elhos. a
oondemnayio do desgrayado.
Foi com o espirito torturado por estes
pensamentos contradictorios, que o coro-
nel chegou afinal ao palacio da ra du
Drouai. Todas as janellas. estavam fe-
chadas; na casa reinavam trevas e si-
lencio.
O coronel, irapressionado por presenti-
mento fnebre, senta o coraydo bater lhe
precipitadamente.. nao se animava a ir
mais adiante, e ufto se decida a tocar a
campainha.
O guarda porto pareca dormir.
Nlo se via a menor luz filtrar atra-
vz dss aberturas do cubculo qu-' elle o-:-
cupava direita da porta de entrada.
Maorico j teria entrado? j tinha vis-
t.i seu pai? Saberia j? E sua filba quan-
do soubesse ?
ci
is caro
cartas
Nao sou.
no mundo,
estivessem
Jurei, pela minha honra, qao estava
innocente, e uo me acreditarara. Estou
perdido, Boislaurier.
Perdido ? disse o coronel.
Perdido sam esperanya. Tudo con-
tra mim. Fui apanhado com as provas do
delcto na mao.
E quem poderia ?
Nao sei.
Que txpl caca > encontra ?
Em vao torturo o espirito em pro-
curar.
Ha em tudo isto uma macbinayao
monstruosa.
E' v-rdade. Foi a mim que quize-
ram perfler.
Quem ?
Nao si.
Tem inimigoencarniyado ?
Nao coaheyo nenhum iuimigo.
Quem o denunciou 'i
O olheiro.
Gonhece-o ?
De o ver l... Nunca lha tinha fal-
lado.
E' estrangeiro?
Um americano chamado Williams
Watson.
Nao julga que esso homem tivesse
interesse ?
Que interesse poderia elle ter ? De
resto, nao lhe notei nada de extraordina-
rio. Fez o seu de ver fleugmaticaraente.
Ssntiu, sem duvida pegando rias cartas,
que nao eram iguacs s outras, o disse o.
Nao suspeitou de nada ?
De nada. Estava to longe de pen-
sar. .. Um ladrao uo nosso club, tao aus
tero, tao rgido... E' a prira ira
isso se v. Qae baralho nao vai fz-rr '
Nao sobrevivo a isso, B 'isl-.nrier. Ha*
principalmente por iaea filbo, pal snmI
pobre Mauricio. Que asemsri, qma
vou deixar lhe!...
O duque soiuyava.
O coronel proi:orava consol.I o
Anda ha alguma esparacya ..
procurar esse ho-nem, nt^rragal-o-..
Aquelle r.-p**?
- Sim. E volto para e ela, tora .r
me fiador da sua honorabilidade. I aM-
guem, supponho, duviiar da
lavra.
Agradeyo Iba desde ji, ean skI, tfM
se o duqu", as suas boas dispoicS s. o*
esforyos que vai tentar, mas receio qa ti-
lo seja injtil. Tive na miaba viaa d..u;
faetos, que estou expiando. Du* saal-
diyes p san sobre a miaba cal>eya... a
de meu p-i, e da minha amanto e d-> sea
filho.
Luiza anda vire ? pergvsnm o c -
ronel. ?
D ixeia a viva e sea fil >, saeu
filho t iinbem.
Boislaurier ficou pensativo.
No fim de um instante ap;rt>a a m\
do duque.
Deixe-me f..Z2r o qa^ pretendo. Va
tiral o desta situ&yito.
Deus o ouya i M.s ji nao nho co-
ragem. .
O coronel deseen a escada, ertroa pa. '-
um carro, nlirigia ce para o el b
O que principalmente quera uvar, era
o amor, a feliciJaie m aa filha e da au
ricio. As duas crianyas esta un innocen-
tes. Eram capazas de morrer cora a sep..
rayao, cora o futuro despedayAdc.
O sal3js do club estavam Moda ebeiso .
de g-ate, qu-ndo o coronel eatroa.
A direotoris, do qui B-nsUarier t ti
parte, tinha se reunido as pressas, a tiab
votado por unani oidade a ezpuUa d A i
qae de Morlac, do clab.
A' entrada do offi ial, boa?-, estr <
socios um certa emoyio. S b i.a t-i t,
qae elle tinba ido procurar o rtaqoe; pv
isso esperavam oui uma espcoi- da c i
sidade impaciente o quo ia :i'. r.
Estimo, m*ua s-nhores, disse -o co-
ronel, vel-os aqu reunidos er. gr ri nm-
mero. Por miaba inora de soltado, rn
Boislsurier, coronel, oflfi :i-l da LgJ sV
Honra, jaro que o duque de Moric na>
culpado, e qae foi ctima da sisaa infa
me machinayao.
A estas palavras seguu se
lencio.
i
f- ^
Entao, disse o marido, nita responde?
Nao tenho que responder.
Pois seja, sei como hei de interpre-
tar o sea silencio. ada a detave, nSo
re :uou dante de nenbuma infamia. Pois
bem, a senbora vai por-se de joelbos e pe-
dii p^rdo a Deus, a Genoveva e ao seu se assuste, um. ligeiro taque que se cu-
m.rido da sua monstruosa aeousayao. ra deprossa com uma ducha d'agua fra
grito de susto fi precipitou-se para a soc-
correr.
Maa o Sr. Lionnet detova a collocando-
se diante della.
Deixe a senhora, disse-Ihe elle, nao
precisa dos seus cuidados ; de mais nao
que eu era seu amante,
qua
-lia
lanyar no tu:n
si a ?
A Sra. Lionnet ficou calada o tentn
soltar os pulsos das mos de ferro que as
parta va.
vai roe bus*ar um balde cheio d agua.
A Sra. Lionnet ouvio-o e tve raedo da
inundayao, porque levantndose immedia-
ta gritn com voz arqu-jaute :
Nlo, nSo, intil, o ataque passou,
smto-me melhor.
Sempre fri e sereno na appareuaia, o
marido disse criada :
Ouvio, j nao precisamos dos seus
sesviyos, pode retirarse.
A criada sabio immediatamente.
O Sr. Lionnet. ttjudeu a mulher nao a
levantarse, mas a tornar a pr-se de joe-
lbos
Esta olbava agora para aquelle homem
com indizivel terror.
E' porque aquello homem habitualmente
ulher lutou por instantes, depois ac- [mego e bondoso, tuba-se tornado terrivel:
ulher tinha martyrisado Genoveva e
A Sra. Lionnet endireitou o corpo, ten-
do no olhar laropejos ferozes, era lugar de
obedecer procurou soltar se.
De joelbos, de joelhos, ordenou o ma-
rido.
A sua voz era imperiosa, ameayadora.
Nao, nao, responden a mulber deba
j^giido-8e.
W Ainda uma vez, de joelhos, exclamou
o Sr. Lionnet, oom violencia-
Nao, nao quero
A mulber re volta va 3-, resista.
Ah miseravel I exclamou elle por
entre os dentes cerrados.
Ao mesmo tempo retozando os brayos e
apartando-a com mtis forya sacudi a com
extrema violencia.
A m
boa por cabir de joelbos
Ora abi est de joelhos, agora peya
pe.-dao 1 exclamou o Sr. Lionnet.
No, respondeu ella, raogendo os den-
tss.
E quiz levantarse.
Mas as oaos do Sr. Lionnet carrega-
rain-lhe pesadamente noe hombros e para-
lysaran lhe os movimentos.
Entao a mulber cabio como uma massa
de chumbo e rolou no tapete com conter
so s e gritos da epilptica, tingiodo urna
crise nervosa, sem saber mesmo o effeito
qu : producira com isso. .
VH
* casa le lato
A pequea comedia da Sra. Lionnet nao
teve o xito que ..ella esperaba e O oeus
tremores convulsos, o suspiros, os-gemi-
dos, os rugidos, os espasmos, os inovimen-
to de colera agonisante nao produziram o
t-fl'eito terrivel que ella suppuuha.
Sem se ooutmorer, framente, o Sr. Lion-
net vio-a por moraputos esti.-ar-se e cstor-
cer-se, depoie vendo que aquillo ameaynva
durar, oocolheu os hombros e puxou com
foi ya m campainha.
A criada appareceu logo.
a m
elle era capaz tambem de martyrisar a mu-
lher.
Peya perdSo, ordenou elle.
Sim, pey psrdao, perdo I
Diga que lamenta os seus mos pen-
samentos, as suas abomina veis pa'avras.
- Lamento, lamento !
Diga que se arrependt.
Arrepeedsuie.
Bem, por agora nao exijo outra cousa
da senhora ; levante -se.
A mulher levantou-se com difficuldade ;
trema como uma folha.
Esse terrivel ataque de ervos pul-a
em estado lastimoso, disso o marido com
irona ; quasi que nao se pode ter em p,
sente-sa ahi n8aa cadeira.
A mulber obedecen, deixando se cahir
em cima de uma cadeira ; j nao tinha sa-
nio luorimentos automticos.
A senhora pedio per lita, ootinuou o
Sr. Lionnet, e dissa qafc se arrependia,
mas esse arrepeirdiraento aera sincere ?
Nao o ore. Porque nao voluntaria
mensa, como' eU quizera, mas cedendo
forya que a seuhora pedio p-rdo. Coro-
104*1 perd)-lhe de me haver, cruel e odio
smente, ultrajado, que Dous lhe perd6?
tambem. Mas Genoveva j nlo est aqu
Vendo a ama naquelle estado deu uo para Ibe perdoar todo o mal que Ihe^osu
sou, e Bobretudo o seu per.12o que lhe
necessario para que possa entrar era paz
coinsigo mesma ; esse perdSo, minha se-
nhora, ha de esperal-o e desejal o, porque
o castigo qua teobo a inflingir lhe nao ter
fim senfto no da em que, de joelhos, dan-
te dessa menina que insultou e expulsou,
ella Ibe dissar : perdoo-lho I
A mulber curvou cabeya, sentindo que
lhe era mpossivel lutar contra a irrtayao
do marido.
Quero que se arrependa sinceramen-
te e que tonha remoraos, cootinuou o Sr.
Lionnet, a seuhora foi stm piedade para
Genoveva, eu.serei sem indulgencia para
a senhora. Ter tambem que responder
pelo seu procedimento diante da opiniSo
do mundo, que nao a victima, mas o
carrasco que elle ha de condemnar.
Depois de urna pausa, continuou :
Genoveva j nao est aqui l Onde
est a pobre menina ? Ji nao a podia ver
diante de si e quiz desembarayar-se dAU
por todo o preyo. Mas, o2o oomprehen-
deu no seu odio qae a felicidada e a paz
tinham sahido com ella para sempre desta
oasa. No dia ero qua adoptamos Geno
veva, e, innocente das desgrayas de seus
p&is, fizemos uma boa acy2o, agradavel a
Deus, porque durante annos a menina foi
o bom anjo da nossa casa, parece me qae
nita foi extranhaao bom xito de todas as
rainhas emprezas e que se ella nao tivesse
estado aqui eu d2o teria feito urna fortuna
tao brilhante; emfim, nao ha uma data fe-
liz da minha carreira em qae a influencia
de Genoveva nao se tenha feito sentir. Se
eu fosse supersticioso, acreditara que as
mais terriveis desgrayas vn desabar so-
bre a minba casa e sobre mim ; mas, di-
go-lhe, a sahida de Genoveva causada pela
senhora, fez no meu corsyita urna chaga
que jamis cioatrisar. Kegozije-se agora
uo que fea.
A Sra. Lionnet eseduva- ajubrunhala e
toda trmula.
Naturalmente, continuou o marido
co o aaediiine, deve ter sentido ur.a horri-
vel alegra, pensando que s iafelia menina
errata jomo fugitiva nos dtalos da graode
i'i1de, que a achariam trauzid* de fro,
morreado de fonje em urna praya publica,
ou takez nesmo que presa como vagabun
dae liuyada em uma prsao, ou fioalmente
qu o lesesp-ro a levara a procurar na
murteo fim dos seus s.tfrimentos. E por-
que^ com effeito, tudo isso pnasirel. V,
Boislaurier era ti estimado no clab.
que ninguem se animou a formaUr ama
duvida sobre o qae elle aneverava; asas
todos saban qua era amigo o doqae.
Podia t r sido encanado, illodidj pela aaa
amisade... o que tira va pesa a saa afir
mayao, e esperava-se, can grande aaeie-
dade, qae o presidente do club, qsse esta-
va presente, se pronuncias*.
O presidente levantou-se afiaal.
Ninguem aqui, meu caro
i.
disse elle, se atrevera a duv dar da ana
palavra ; mas devo diaer Ibe qae o iaaae-
rito saoimario a qae se preedea, prora
evideocia, para nos, a culpebilidade de Morlsc, e qae estes senbjres fjrsm
unnimes em votar pela sua expalaai. O
duque de Morlac ji nlo fas parte do aoaa:
club.
Pois bem, meas senhor a, grit :
bruscamente Boislaurier... jantena cutre
nme ao dVIle. .. Do ssinaa deasis-
sio.
E o coronel, enterrando iba pea aa
cabeya, atravessou os salSa* shisi
cabeya erguida, pnr entre aa r.wa^tn
gersl
(C'Nitiaax)
presenya,
n .ndav a vivercoase
como lhe agradase,eomtanto qu
to longe de mi>d, e encarregava avs ta
bel lia o de lhe ciar ama pnale. E a-aves
centava : vi para longe da minha es*,
onde afastoa para sempre a felicicWie, 4
dar satisfayao s suas mis piri Nada
ha mais de coramum entre nos, a siuhsra
fica sendo para mim ama estranba, es-
poso repudia a mulber qae o ferio mortal-
mente no coray2o. Eis o qae po ter a
que teria direto de lhe diaer. Ni W+
digo porque, por mnito cjipada qaa j a
senhora, mai de mea filbo ; pirqn apre-
cio a honra de mea ame, e I* qaere fa-
zer cahir sobre a senbora opprnbris da
sociedade, porqo-, fioelmente, aK-y qjsver*
um escndalo, qae nos entregar.a as intar-
pretaySes malvolas qne nos tornwia
pasto da curiosidade pubhua. Ni* sa -
hibem s dores e as chaga* em pen* tsa,
oiculu'o-se. Nao, nao a expolaarei. s
a senbora expulsou a Genoveva, awa pan
o futuro nio.haveri ntr^ ros seno rA*-
y3es appar-:lttes. Aos olhos da *v\>n\mAm
ser sempre a Sra. L'onnet, aa wlbn* ds>
socied>de ao-oent, porque ni* pi*- sor
na s-mora minha mulher. Ne t^nh- as*
para a senhora sent oentos d* "!'= *
8eotimeotos da Kff'iyi^ aieooa-i* ms
p^r longo tirapo, t*lv-a pir aeaipre-*
A de.sgr-.yida nem tentoa rpt
va esmagada. (CoatMi
Tjp. do Diario, raa D^ie #r Cssws a ,
'

senhora, v que terrivel responaabil: de
assumio ?
De novo os olhos carregaram-se-bV de
relmpagos e a voz treno- u Ibe de >lera.
A Sra. Lionnet deixou escapar w s-
mido surdo.
Era o principio dos reroorso*'(
Agora, continuou o Sr. Lionnet maas
calmo, mas nao meos grave a MSWra, rea-
ta-uie tallar Ibe do castigo, qae me apraz
inflingir-lbe, qua mereceu e que ci -es-
sari aeoio no dia em qae tivr obei-io -
perdi de Genoveva. Ab ore pela aaa
victima, minba senbora, pey Dea* que
nao lhe aconteya alguma deagrafa, qae l.e
conceda a rids, porque de oatro m*o a
sua puniyao seri sem fim. Ea pois, minha saoboia, e esrmte-ase beei :
se eu nao consultases i-sio i minb in-
d'goaySo, e se codease aos impulsas m-
nh i colera, dir-lbe hia o qae a acabara va-
se a Genoveva: nao posso mais val-a -lina-
dos meus olhos, desembarayara ma da


S -

M/

hm.
-*- -ti


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