Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19123


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Full Text

Para a capital i. hwue* o.\de nao p paca pcmum
Por tres roees adiantados .
Por seis artos dem
Par dm r.nao iatero......
Cada numero avulso, do mesmo di. ^
i .

4

DOHINB 1 flliEIllO i 1888
PAHA
ror seis mezes adiant
Por nove ditos -ideja ,,_
Por uaj anuo idra
Cada numero auJaot--.
131500
206000
23*000
#100
*'

Pr0pne?a)e be AX&nod J\$nt\xoa i)t Jara & lijos

.':>' '
O Srs. Iwedce Primee l C
de Paria, sao'os ansias agentes
exclusivos^de annuneios e pii-
blicac Oes lia l'raoca e Ingla-
terra
TELEGRAMMA&
RIO DE JANEIRO, 31 de Desembro, s
3 luras e 30 minutos daatarde (pela liaba
terrestre). *t
P
Segsslo para Peraambacp, no i>a
Fi'rnande Barro.
[Do -Cintro felegraphico da lmprensa)
RIO DE JANEIRO, s 5 horas da tarde
(pela linba_ terrestre).
1 GA/.ETA DE NOTICIAS publlrou um
lelvErumma de Llaba em qne me da
que >. M o rei D. Luiz I. de Poriunai,
ar.'ta oe enfermo com algam gra-
Tlilatle.
Pela provincia do Blo de Janeiro
Cor mu L'ii'iiu depaiadoa prevlnclaea
39 eoimervadoret. 1S liberaea e 1
rrpub Urano.
Pelo 1. dio niel da provincia do
Enpirlio Saato eato eleiloa lepn-
lailna iirotinclaea S conaervadorea e
l liberaea.
Pela provincia da Babia eato
eleiloa depnladoa provlnclaea 1 %
conaercadorea e SI liberaea.
Pelo 1.* dlairlclo do Para forana
eleiloa depnladoa provlnclaea con-
aervadarea e 4 liberaea.
Cu isla qne appareeeu o cbole-
ra uioibus en* Mendoza e lejuy, na
Uepublica Argentina.
Cui'iataque aerft eacolbido lea-
dor do imperio pela provincia do Hlo
de Janeiro, o Or. ncminc de In-
drade Flgneira.
a ntuniclpalldade da corte eedeu
aratuit imrule o terreno neceaaario
para aer erigido o "ajee! acto mono
nienlo no cande ..filil braailelro
loo C ii-luno don Santos).
SERilCO 01 AGENCIA HAVAS
BrJRIIM, 31 de Dezembro.
A a re rdea entre a Ruaalae a Aun
inn-Hungrla melhorarana mello.

VIENTA, 31 de Dezembro.
O governo hulgaro reaolvea ua-
ieiu.tr i principe Fernando I.
PAR3, 3L de Dezembro.
I
.:- Nitdl Carnot preaidenle da re-
l:3flri;ci. recebis a viaila de Mr. tla-
daitxie.
VEXICXA, 31 de Dezembro.
0 Sr. I?. Cario Daqoe de Madrid
reapondendw una uit-uutnco de-
laruu que manilnha oa aeua dlrel-
toa corda de Franca.
BRU XELLAS, 31 de Dezembro.
Italia de fallecer Mr. Vampraet (?)
BELGRADO, 30 de Dezembro.'
mlniaterlo aervlo dea a ua de-
miaao.
fSOPIIIA, 31 Dezembro.
A Sobrsale leparon r
MADRID, 31 de Dezembro.
1 ma colliaCe entre dola trena do
ramlniu de ferro teve lugar hontena
perto d-avlla.
O na aero de Ictlnaao'e eomntde-
ravel,
Agencia Havas, filial en Pernambuco,
31 de Dezembro de 1887.
INSTRCClO P0P01AP,
. <*

:u
[Extrahido)
1>A Bl BLIOTIECA DO POVO E DAS ESCOLAS
____
( CftKtinumeo )
1 DAS LETTBA8
L'ttras.E' ota etcnplo pele qual algaem tu
tiinataatrem a pagar a, tqrceiro, em determinado
di, a a amina de dinbelfO n'elle rooncionada; pro
cede em gefr*l de trattisagoea entre negociantes cu
de transferencia, de futidos 'entrefjb inquti.-DS.
Cnuma-se lett'ra da trra a qne sacada accei-
ta Da mesma praca ; no caso contrario, dis-se let-
tra de embio. i .
'Saque ynonitno de lettra ae cambio.
Sacador qaem aeilgna a lettra. Sacada i a
peaioa que hada pagal-a,quer diaer, a pessoa
bobre qnem a lettra vai sacada, e que ae chama
aeecitaBte logo que a acceita. Tomador aquella
a faver de quem a lettra A paseada. Foitador o
individuo a quem a lettra Vai remettida para a fa-
zer acceitar e cobrar.
A lettra de cambia mencicna ;na parte iope-
riot, a data e a quantia em algariemo y seguida-
mente, o praso para oseu venc^mento ; deca racSo
de primeira, segunda cu tereeira ria, ou simplrs-
meote nica vi* de cambio (cnmpraa.creaceatar-
sc 00 primeiro caso, sendo na primeira yin, as ex-
presados go o teodo f.-ito pela secunda on tercei
ra,o anlogamente as oatras vas) ; ndeclara-
tao de pagavel ordem de... on apenas a mim
ou miaba ordem (qnando o tomador seja o pro-
prio sacador) ; a quantia por extenso ; o cambio ;
a deelaracao de valor do Sr... valor recebido
em... ou valor em conta ; e na parte inferior da
lettra, ooomAe domicilio do saccado, e finalmente
a assignatura do saccador.
O praso marcado para o vencimento cantado
a princii iar ai da inmediato ao da data da lettra
cu do aeccite. -/^
Ha tambem o vencimento de lettra em da fixo,
o vencimenio no momento da apreseota^o da let-
tra (que as chama vista), e finalmente o venci-
mento em feira (que o penltimo dia do levauta-
mento da meima, ou no proprio, quodo a feira
dore um e dia.)
Para o vencimento das lettraa os meses sao con-
tados de 30 dias (cofcno uso no commercio) ; e,
quando o pagamento caa em dia sanctificado ou
em domingo, decer u lettra ser cobrada na ves
pera desse dia.
As palavras valor do Sr.'., querem dizer qne
anda se nao receben a importancia da lettra ; va-
lor recebido em..., indicam que j se receben a
importancia e em que especie ;-tValor (em conta,
que ha c. utas entre o tomador e o sacador.
Como as lettraa sao ttulos transmisaiveis, a sua
trinaferencia fas-se por meio da declaracio de
pague-se ordem do Sr.-'.. valor... etc.escripia
datada e assigoada pe tomador no verso da let-
tra (operacao esta a que se chama iodosso). O
tomadur u- ate caso diz se iadossaote ; e a pessoa
a favor de qnem se faz o indosso ehatna-se mdoi-
sador 00 in.l jaaatano ; este pode, de igual icanei-
ta, faser transferencia da lettra a urna tereeira,
e esta a urna quarta, etc.
Negociar letera vende'-a.
Tomar lettra comprl-a.
Quando se sacam e negoceiam lettras sobre urna
pri,i; 1. preferivel o cambio mais baixo, se a
propria praca da o certo ; mas preferivel o mais
altn, se d o incerto.
Qaando se tomam lettras sobre urna praoa,
preferivel o cambio mais alto se a propria prnca
di o certo, e o mais baixo se d o incerto
(Continua)
PARTE OFFICIAL
Ministerio do Imperio
Foram agraciados com os ttulos de Barao : do
Rio Pardo, o Sr. Antonio Jos Corris ; do de Mar
de Hespanba, o Sr Francisco Ignacio de Almei-
da Uoulart; e do de Caltas-Altas o commendadjr
Antonio Jos Gomes.
Foram agraciados com a commeuda da' ordem
da BuSa o juix de direito Jos Joaquim Ramos
Ferreira, em att-ucaj aos relevantes servicoi
prestados ao Estado, .e o crn-l Jos Antones
Piaubylino de Uacedo, em atten(o aas relevantes
servicos prestados ao Estado e humaoidade ;
com c cfficiWlato da meinu ordem o jais de direito
bacbarel Antonio Pedro Ferreira Lima e Augus-
to Silvestre de Faria, em attenfao aos relevantes
aSrvico prestados ao Estado, sendo o primeiro na
qualidade de abt fe de policia da provincia de S.
PaJf- ,.
P01 concedida a paoneraQao pedida pelo bacba-
rel Jonquim de Almeida Faria Sobrinbo do enr
go de presidente oa provincia do Paran, sendo,
maneado para esse Cargo o oaeharel Jos Cesario1'
de Miranda Ribeiro.
apni fc
Ministerio da Uustica
0 Sr. ministro da justica dirigi, em data de
23 de Deaambro o a-quinte aviso ao presidente
da provincia dV Minas raes :
lllm. e Exm. Sr.Com referencia consulta do
jni de direito da comarca de Tres Pontai, d que
trata o officio dessa presidencia, n. 78, de 17 de
Marco ultimo, declaro a V. Exc, para o faaer
constar ao mesmo juiz :'
1 Que de conformidade com os arts. 2 e 122
do regim nto d# cnstas, os juizes e csarivftes jem
direito k quantia fixada para si estada durante
cada dia uue accreacer ao da viagem, se nesae
nao sopwer efiastuar a diligencia, ata ves que
permanecen) no lugar para iff ctual-a, sm ex*
cepce dos dias terrados ou santificados, qne alias
nao devem interrooper es trabalhos nos casos es-
pecificados no art. S da' decreto o. 1,285 de 30
de Novembro de 1853. -
% Que uo foroecendo a pafte a condcelo a
que obrigada nos termos 4a 2* parte do art. 24
e cm quanto ella fr n-cessaria at o fim da di-
ligencia como explieam os avisos de n. 109 de ''
de Marca a de n. 421 de 19 de Outabro de 1877
deve-se jantar a eonta aos antas pelos prec/s or-
dinarios na forma prescripta pelo aviso o. 188 de
20 de Maio de 1888 que recommenda aos juises a
odispensavel fiscalieago para glosarem as contss
excessivas ; nj sendo permittido arbitrar diarij
para despeaa to variavel e que pie ser esensada
em muitos dias, como j foi declarado pelo aviso
o. 172 de 5 de Julbu de 1855.
Ministerio da Guerra
Pelo ministerio da guerra fot dirigido ao sju-
dsnte general o seguinte aviso :
Coa o officio n. f,820 de 12 do carrete sub-
metteu V. Exc. deeisSo desta ministerio o que
Ihe dirigi o eommaadsoje da escola de militar
da corto em 7 deate mes, e em que pede seja ap-
provada a prs&o em solitaria, par 30 lias, com
reduccjlo de alimentos, par elle imposta ae solda-
do Luiz Maximiaao de OJiveira, ao msico Joj,
Antonio da Olivcira e ao erneta Manoal B-ne-
dicto de Aisis, todos' do bataibao da engeobei-
ro, por terem provocado o* conflicto n notte de 4
na praia da Copacabana, de que-tratou este Jor
nal no seo numero ai 6 tambem dn ootreote.
E n saloeio ao dito ofSeio, declarou V. Exc.pi-
ra eeu cuobeeimeots a fias cooveuiciites, que tica
approvado o acto do mesmo eomman iante, visto
constituir semelhante facto fraosgressio da disci-
plina militar, definid secnada o | '-i do arr. t* do
legulamento que baixoo eom o decreto o. 5,881 r
de 8 de Marco de 1875 e ter sido o eastigo impos-
to de accordo comor.rt. 7'| 'Art. 17 g 3- c art-
.')1 4 do mesmo regnlaiuento,
W
Repartlco da rllela.
21 secsao.-N. 1189-Sec-etaria d Po-
lica de Pernambaco, em 31 Dezembro a;
1887 Dlin. e Exm. Sr. Participo a V.'
Exc que foram bontem recbidos Casa
de Detencjp os seguint- nlmduo,:
1?
A'iDtiha arda ai, Jos Roberto do Nas-
cimento, espera do cominaniozc.5e8 officiaes.
A' ordexo do Dr. delegado do 1* distrie-
to da capital, Claudino Jos Main Lobo e
Mancel Jos do Nascimento, por distar
bios.
A' ordem do sabdelegado da reguezia
do Recif-, Manoel Candido Dezerra, por
offensas moral publica ; e Iienry Smitb,
requeriraento do cnsul ingl-z.
Commanieou me o delegado do termo da
Gloria de Goit, que no dia 2i do corren-
te, e no lugar Ribeiro Fundo, daquelie ter-
mo, o individuo de ootoe Jos Kaymtindo,
por caotivo dei r.iumea, assassinou sua pro-
pria mulber, Antonia Mara da <]on::eyo,
e ferio levemente a Severino Xavier de
Brito.
O criminoso evadi-se logo apoz o crime.
Participou-me o delegado do V districto
da capital, que bootem por volta das nove
hora* da manba. e no Campo das Prince-
zas, D. Antonio del Valle, director da or-
chestra da cump-nhia de zarzuelas, e Jo-
vino Francisco de Mello Tavares, trava
ram-se de razSes, resultando destas sabi-
rem ambos feridos.
Presos em flagrante, pelo oflicial que es-
teva do estado no quartel de cavalUria e
remettidos presenta do Dr. delegado do
Ia districto, foram por esta postos em l-
ber ade, por terem prestado nanga provi-
soria.
Na occasiao da luta sabio tambem fe
rido D. Josepb Jurez, que segua para o
theatro em companhia de D. Antonio, por
um individuo desconhecido que acompa-
nhava a Jovino.
Os dffendidos foram vistoriados pelos
Drs. Gama Lobo e Lopes Pessoa, que de.
ulararam leves os feriinentos.
Procedeu-se a respeito nos termos da le.
Commancou-mo o delegado do termo de
Santo AntSo, que no dia 26 do correte
mez prendeu o individuo de nome Jos Fe-
rino do Nasdiraeuto, por ter assassinado a
Manoel Izidro, no lugar L-ga Cercada.
Pelo delegado do termo de Pao diAlho,
tive sciencia do que foi preso era flagrante
o individuo de nome Eduardo Gomes de
Araujo, por ter asaasinado a JoSo Pereira,
ui districto da subdelegada da Luz.
O inquerito procedido a tal respeito j
teve o conveniente destino.
Pelo referido subdelegado, foi remettido
ao juizo competente, o inquerito policial,
procedido contra Joao de Salles, por ter
castigado immoderadamente o sea tilho me-
nor de nome Antonio, e a um outro tam-
bem menor de nome Manoel, tilho de sua
amasia.
Em additamento a minha parte, diaria
de 25 deste mez, commonico a V. Exc.
que ouvindo o delegado de Barreiros sobre
o tiro all desfechado pelo Dr. Ayres Bel-
lo, a que f rira casualmente a ama escra
va do ines'no Dr., oi-ma informado por
elle em officio de 28 anda deste mei,
que- se dirigir ao eogenho Queiroadas, in-
terrogara a_ offendida qua liberta, de
nome Felicidade, maior de 50 annos, e
procedeodo a mais minuciosa ud^gagao
verificara que o tacto tora todo casual ;
prosegue-se as diligencias legaes.
O cidadao Antonio Elias do Reg Dan
tas, participan me ter no dia 20 do corren-
te, rea8sumido o exercicio do cargo de de-
legado do termo de Taquaretinga.
Deus guarde a V. Exc.lllm. e Exm.
Sr. Dr. Manoel Euphrasio Correia, multo
digno presidente da provincia. 0 chefe
de polijia, Francisco Domingue* Ribeiro
Vianna.
alARlO 11 PERMiTliCH
Rvcife, 1 de Janeiro de 1888.
Ketrospecto poltico
* 4 .
POLTICA gkral
Findon venturosamente o auno sem compro-
meltimento grave da paz occidental. Por certo
os borisontes polticos da Europa nao cstao per-
feilamente lmpidos. Ao contrario, muitas nu-
vens negras o assombram, annunciando teme-
rosa tempestade. Quando e de que ponto do
eco partir o raio incendiario, eis o que seria
Impossivel determinar com a preeiso das con-
clusoes pathematicas; mas de receiar que o
cataclysma se d mais tarde ou mais cedo, por
que sao permanentes, por emquanto, as causas
que o podetn provocar. J maravillia que nao
vessemos \isto a procella estalar furiosa no8
ltimos dftze meses decorridos.
Por mal de urna vez em 1887 pqrcceu mimi
nenie, certa, nevjtavel como um destino, urna
locta armada, um duelo titnico, pavoroso, tan-
to mais cruel, quanto mais aprfeicoados sao os
elementos destruidores de que a sciencia c a in-
dustria -^a filiasdo-trabalho edacirilis.a(:ao
rmaram o braco dos.combatentcs ; tanto mais
terrivel dos seus effeito, quanto mais extanaa
devia ser a cnflagraco, em que a parte mais
importante do continente uropeu se acharia fa-
talmente envolvida. Dir^se-bia ouvir j distinc-
tamentc de todos os pontos da terra 6 horroroso
fragor das batalhas fendas, por enire enormes
lagds de sangue da victimas de ambicOM desor-
denadas, de insaciaveis cubicas, da mais larga
e devastadora anarcliia moral.. A iuiaginaco
mostravu-nos ao ionge o embate feroz dos gran-
des esercitos, dssas incrivei* massas de solda-
dos que sao umattentado contra o bem estar in-
liuio de cada povo, a ruin economiea c linan-
i de todos, um dispordicio criminoso'de for-
liuinanas c a expresso acerhamente, lgica
do profunda desaccrdo em" qoc se actoam os dif-
terentfc' grupos nucionaes do occidente tai rela-
o as necessidades sociaes do actual momento
histrico.
A mesma divergencia de opiuiOes e esforcos,
as difierencas rio grao de adiantamento que do
origem s revolucoes, s luctas entre individuos
de um mesmo paiz, produzem, sob o ponto de
vista internacional, essa contradicQSo monstruo-
sa, caracterisada na permanencia das ambiges
guerreiras e das fortes organisacOes militares ao
lado dos mais ampios progressos scieotilicos e
mdustraes. Felizmente, a acjo natural e so-
cial destes, ha de tornar se um obstculo cada
vez -jiiais iuvcociyel expanso detestvel de
todas as tendencias retrogradas dos fiaTviauos
Ie das nacOcs. Agora mesmo j nao osignifi-
cante a resistencia que s concepgOcs do espirito
intrigante e trefego de certos estadistas occiden-
taes opp6c a solidariedade de interesses de toda
a ordem, activamente mantida pelos diversos po-
vos entre si.
Quando no coiueco do auno o principe de
Bismarck e a sua imprensa, apontando para o
pernoche do general Boulanger, apavorava a Al-
lemanha e a Europa com um ungido medo da
retoece, ao passo que s tetuia verdaderamen-
te perder as eleifOes para o Reichstag, e com
ellas a votaco da lei do septiennio militar, urna
carta da provincia, publicada n'uma das folnas
de Berlim, inventanava os prejuizos souridos
pelo commercio c pela industria do grande im-
perio, em consequencia dos boatos te guerra
que se-espalhavam com insistencia para ns ex-
clusivamente eleitoraes. Centenas de mtlhes,
dizia o jornal, lio sido perdidos pelos capitaes
nessa agitaco deploravel. Nem os mais ran-
corosos inimigos do paiz poderiam ter proceai-
mento mais contrario aos interesses da patria
allem. Huitos dos pequeos capitalistas, sub-
ditos fiis do heroico imperador e amigos deci-
didos do governo, venderam por pregos insig-
nificantes os valores bancarios e industriaes que
possuian, urna vez que a isso os irapellio o in-
fundado terror que a imprens oflicial lhes ha va
communicado. E, por entre criticas ferinas ao
patriotismo dos naciones. terminava a alludida
gazeta, aconselhando aos defensores da lei mili-
tar que tratassem de manter a paz, que era o que
mais convinha as condiges actuaes da popu-
lacho germnica.
Vfi-se que, apegar do odio mais gcral e entra-
nhado dos allemaes contra a Franga. ha entre os
conquistadores da AlsaciajLorena quem antepo-
nha a defeza dos interesses reaes da sociedade ao
acorogamento de quaesquer aventuras sangui-
narias, h
E" certo que o principe do Bismarck nao se
mostrou commovido com,a censura, nem se
apressou em acceitar os consclhos dos prudentes,
porque a agitago bellicosa continuou at que
elle se viu triumphante as urnas. Mas nao se
segu^l'ahi que urna guerra por elle provocada
fosse a consequencia fatal da recusa da lei do
septiennio. Antes de abalangar-se a urna lucta
de resultados incertos para o imperio que for-
mou, o Ilustre chanceller teria que attender a
todos ps elementos conservadores que em torno
dellc, como de todos os potentados do dia, con
spiram incessantemente pela paz.
Mas o nao ser esta profundamente pertubada
duraste o periodo eleitoral, deve-se sobrenado ao
sangue fro admiraveL, nobre calma que o go-
verno da Franga soube conservar no mciot das
provocacOes ex-abrupto, jpjustificaveis e contra-
dictorias dos principaes orgas do caustico jor-
lismo teutnico.
Comeffeito, o naoptjo prycipe de Bismarck,
volvimento F.esente e futuro da civiUaacoV como
foi grande e generosa a sua aeco no passado,
poderia acaso, s^m urna imprevdencia que
seria um crime commettido contra si e contra
a humanidade, qoedar-se desappereebida dos-.
meios de defeza d cuja necessidade imprescan-
divel a advertiram os tremendos desastres de
1870 i
Sao sem duvida procedentissimos os argu-
mentos que se levantam contra a manutengo
dos grandes exercitos em p de guerra, Nos
meamos j temos dito e rdito o bastante nes-
tas resenhas annuaes, par* que se comprebenda
qne, encaramos a situago da Europa actual,
transformada n'unitreaserna, inimensa como um
dos mais profundos males da nossa actualida-
de, como a doenga mais fatal de que pedia ser
atacado o organismo da moderna occidentalida-
lidade.
Esse estado seguramente anormal, um
caso pathologico de ordem social, se 6 admis-
sivel a xpresso, 0 exercito, como diz Dubost,
constitue na categora dos servicos de um es*
tado, um mero expediente, temporario, se qui-
zermos, mas ser um expediente que tal vez per-
manega ainda por muito lempo obrigatorio.
Os exercitos s ho de tornar-s desnecessa-
rios, quando pelos progressos da sociabilidade
a guerra for substituida pela arbitragem Mas
antes de attingirmos esse ponto culminante do
adiantamento intellectual e moral, peder a Al-
lemanha exigir, com acquiescencia tacita ou
expressa das demais potencias, que a Franga se.
dersarme, em quanto todas ellas, sem as mes-'
mas necessidades imperiosas, permanecem ar-
madas at aos dentes ? Sem querermos cstabe-
lecer um paralello offensivo da dignidade da.
grande patria allem, notaremos que s sus-
ceptibilidades despertadas alem Bheno pelos
successivos melhoramentos de defeza nacional
realisadas pelos franceze, poderiam estes ap
plicar com toda a propriedade o que disse A.
Karr acerca da aboligo da pena de morte :
Que os senhores assassinos a eliminem pre-
tando sabir este cam oito punhaladaa e aojaelie
com a cabe;a quebrada.
Pereorreram cinco quadras brigando at ajae
cahio em um pon.u! que exista ra Baste Ooa
alves o caba ervasio, e aesnn occasiao aaaaa-
oada tentn degolar o cabo, }ae devidV iiatm-
vencaa de urna mlher, nao levan a cabo o sea ia-
teoto.
O ampecada fai presa aa fl j|sanan a a aato-
ridade toman conheeim*nto d> facto.
O eatado do caba G-rvasio grave.
Suspenden a sua publicacab o Eco io U-
grtte.
Minan tiene
At 25 de De/embro era este o resalta*) eo-
nbectdo da eleicao senatorial :
Soares
Leopoldina
Cesario Alvim
Santa Helena a m
Fidel is Botelho P .
C. Affanso 4^
se havia pronunciado do seguinte modo perant*.
a sesso do Beiehstagdcli de Janeiro :
Tenho lirme confianca as intenges pacificas
do actual governo francez. Os Srs. Goblet e
Floureos nao sao homens que (jueiram mover-
nos guerra. A intencQo ielles'giautor comtros-J
eo relagOes de toda a urbankiade.,"
Esta declaraco scJcegador. tinha sido prece-
dida de outras do mesmo caraotfir, e nao menos
explcitas, por parte dos poderes pblicos da re
publica franceza. y
Efiectivamcnte, no discurso de reccpgo da
diplomacia estrangeira, reunida no palacio-do
Elyseu no primeiro da do-anqo^alludiu oSr.
Grevy longa paz externa de qtfc a'Franca lem
gozado, manifestando aesperanca de qne ela s^e
prolongara pela prudencia dos gvarrqs^para
felicidade das nagOes. J antes do chet de es-
tado, declararara o presidente do conselha. que
nada via as relagOes da Franca com todas as
demais potencias, sem excepg, que nodesse
auctorisaras preocupages da opinit) inquieta.
Referia-se o Sr. Goblet provavelmenje i inquieta-
go que havia causado em toda a Europa o ar-
dente empenho que o chanceller e_mpregava na
obiengao da lei do septiennio militar.
Ora. os supremos consclhos da naca fraticeza
nlo haviam mudado depois da meritoria' declara-
cao da Sr. de Bismarek pranfe o-parlainento
allemao. Presidiam aos destin.Q3 da tereeira rc-
2)Ubliga,os mesmos individuo* cuja legitimidade
de intences, no tocante direccao da poltica
diplomtica, relativamente ao imperio germ-
nico, o princfpe de Bismaitk. lOra o primeiro
a reconbecer do modo mais categrico.
A que'vinha, poi9, ogo ta principio do re-
vereiro o artigo da Post de Berlio, sob o signi-
ficativo tf ulo : Deba xo do gume da faca, e onde
toe manifestavain receios Hto extraordinarios,
appruhensOes to sombrias sobre a attilude
aiaeagadora' da franga ? G qm.' tinha esta fei-
to de notave em relacfto afl seu rpodeAso arma-
iiegta, qu njo fosse>a si'qaejici, do. da esforgo
iaqubrazavee justo que data d -deaeseis
nos passzdos ? >v
os um povo time) ijcanca, -cuja iijdi'pen-
eucia e jujegridude to necessario o deseu-
viamente dos seus cdigos! *
Desde que a Franga deixou de ser ameaga
dora diz um publicista para poder acre
ditar se ameagada; desde qu ella persiste
em manter-se n'uma attitude defensiva, a po-
tica dos gabinetes conheceu o verdadeiro es-
tado das questes determinadas pelos aconteci-
raentos.
Essa poltica reconheceu atinal a importan-^
cia da Franga como elemento do que resta de
equilibrio no mundo civilisado.
Ella pergunta, a si mesma a que triste, condi-
go ficaria a Europa reduzida, se esse facto
de um systema auiquilado, se esse contra-peso,
de sbito faltasse, deixando frente a frente os
dous competidores do imperio Universalo* ger-
manismo e o slavismo.
Essas valiosas consideragOes tinham o direi-
to de impressionar por igual os diplomatas da
Italia e da Inglaterra.
As ultimas aiiiancas realisadas, dizem-nos
quo Iludido eslava o citado publicista, acredi-
tando que poda ser comprehendido. por essas
duas potencias. '
, (Cuntinu'a.)
Noticias do su I do Imperio
O vspor frauces Ville de Bahia, entrado hentem
Ctmon
10.136
9841
91
8.56
83
1.1
M. s*aala>
D>tas at 24 de Dezembro :
A fabrica de ferro di (panam arrecadon ao ates
passado 4 090*725. '
Em isunl poca da auno pasudo havia arreca
dado 5 4504804.
No dia 21, ia 9 e 45 da noat, sobre o palaectr
do D-. B-.th .el de Barros, 4 roa Alegre, eahio asa
raio que producto um grande abalo esa tado o *-
fieio, estraga odo os e-motados prximos a Mi.
Kelixmente, porm, alm do susto, que rasparam
os habitantes da casa em que estavasa on dan
contiguas a ella, nana mais bouve.
~m Taubat morr.'U, em eoasequ'ncia de nma
mordedura de cobra, urna senbora sexagenaria.
E' o nono caso f .tl no espado de osa aea ?
Dz o Diario de Saato* de 22:
Recebemos urna nqnuitra de seda vegetal, des
.coberta em Taub*t peso Srftlareotiao Jet Vaa.
E' um producto de admiravel finesa, cota fi-
bras mnito delicadas e tenues, oVvrado se preaur
magnifisamente a fabricacio ce tectdos.
O or. Marcolino extrabio esta seda vegetal da
vsgem de orna arvore que tnede pauco usis de 2
metras de altura.
No dia 19 cahio sabr a cidjaae d> Resende
urna copiosa chova de pedraa, qo'proJoz'; oaatau-
tes estragos oa lavonra.
Blo de Janeiro

do aul, trouie as s^guintes noticias :
Rio brande Datas -t 19,de Deaembro : .
Na aesemb a pio-incul, entrando em 2*d:s-
cuaso o projeeto Au'o.risando o presidente da pro-
vincia a giraiitir o juro annual de 7 0(0 moeda
frrente a 6 0,0 uuro, ao capital de 5,000:00)<030
de um b mea ou c3mpnnhja q'i- se estaoclecer oa
capital s h o piatio da lei a; 12 i7 de 24 de Setem-
br i de 1851r0 tSr. Or. ViIUboph pedio que se no
me.-.se una cominisss especial paraestudar e iar
pir-cer sobre a unten?.. '
h Poi approvado o requerimento, ncanda a com-
m ssSo constituida dos Sr. Sveira Martina, Vil-
lanova e Diana.
O dignatario da petica) p'edindo a garanta o
Sr. Visconde de Figueirlo.
Sobre o asflasaioato de Joaa Cirios Otero, diz
o Diario do Rio Grande de 18;
> A preseutou se bontem prisio Jos Luis da
Silva Rangel, prouuueiaVi par ter s 4 horas da
tarde de domingo, 4 de Julbo dj 1866/ em plrrja
ra Villeta, nesia cidade-, assassinaJo seu sagfO'.
Joao' Carlos Otero. ,.
F ji esse um das crimes que provocau ma s
justa e'profauJa iudignacaa, naa s* devido aoi
Ufos de familia que ligavam o asaaseino i sua vic-
tima, como porque o crime fdra revestido do eir
cumstancias asmis compromettedorasados senti-
mehtos do crimiaosoi. \j
Poi um assssiuato premeditado oo muitas ho-
raa, e quic cora muitos dias da antecedencia, e
perpetrado com o mais revolcante sangue fri.
Jo i Carlos Otero segua trauqudlamente o
seu caminbo quaudo foi inopidamente aggredido e
u orto a g' ipes de fado, com orna frrocidade inau-
dita, ficauda horrirt-lioente mutilado, de forma a
pumas boma sobrevicr.
Foi pois, am a&saasmato eommuttido as cir
cumtncias as oais horrorosas, e com- tal san ha
quede antas pessoas qu-o preaeneiaram nenha-
ioa se auiui-.ii a correr em defesa da Victima com
recato de ser victima taicbem.
No da 99 do pisiado, s 10 horas da boite,
fji bvtbarauente a-ssaasioado ualttihi M trcolioo
Moura, da colonia D Isabel, Julio Antonio da Srl
va Lima.
O caeaver foi encontrado po meio da estrada,
apr sentunOo 11 fenmento de facio-
IjuorK-*e quem foi e autor de tij barbara cri-
me.
Segunda noticia urna faiha de Uruguajana,
os dirPcfuna e etnpre.arios da ferro carril de
Unigu.y .a 4 OiiiorJia. d.-aapoareceram de re-
p ut-^ a-ixaodo 280 trabalhadores sem po e aem
tr^baliu.
Parece, accrescent a mesma fo'. \ os des-
sppaiecidoa devium muito aos traOBtadon-s e
p ir is*i> tomar.ua. a resotuco da da'i s de Villa
Uiog >.
O trabaihadoica'buiaad'is sao todos italiano* rxe C burgo e Jo referido Sr. Aaatt. Bal
all os geoer.ea da Breuort, Brawaita
sob a eo'ifrapbeKrimentos, eucanlra-
moAa,Jdepfndenlef>i rlsg, de 16, o seguinte ;
*iN^ uiailrngaiiH ^ i'.o aute-oooteu, s 3 hars
uwis n taenjs. o aospecada Iuno-eocio jN guer,
(xjrtencfciiie ao 5o rey jii-iito, o o cibo Oi-.r.as o, da
banda Ue msica do mesmo Corpo, aor quetioes de
ciumes emuin bule, trvaratn-se de ratoes, resol-
Dat is at 25 de Desembro.
Esereteram de Cannes ao Jornal do Comnero
sobre a Viagem Imperial :
Na manhi seguin'e {'>), depois de ree-beresn
algumas visitas Suas Majestades foram visitar a>
nova othedral, acampanhados do priaeipe de ha
xe Coburgo, de seu neto, dos Srs. VitecooV de
Nioac e de Carap-bs de muitas i-choras O Sr.
Errard, architecto e ioaector dea trsbalboa, au
receben os Auust >s viajantes, den-lhea uuattr,
8as informacoet 8( bre o magnifico monumeut.'.
A's2 horas Saas 34ageJtade*.retir,iram-s^ a'aili
se dirigiram para e jardim acolaste ', onde na s-
pera va o Sr. Weil, director do b lio etubeleei-
mento de acelimaturas de Long-Cbamp.
A's 4 horas regressaram Suas Uagestades para
o hotel.
Cbe'gou a Marselba o D.. Cbarcct, chita la pato
Vic u le de Mdtta Maii, o qnal, recelando Btna-
pre as consequencias das fadigas da viagnat, natal
i ii j urna \cz ouvir o auturisado parecer do gran -
de medica frar.c -z. -
Depiis de conferenciarem, acons- Ibaram aaa>aa
a Sua Magestade que desistase ia viagesn
Africt, par ausa do inevitavel cansayo e da faira
de bous essabelecimentos balnearios, pelo nto na
veria privado das docbas, qne lee ei> iadispea-
saveis. .1
Umi das causas qne mais influiram oa delibe-
rayo ios mdicos foi o estado sanitario ao Ey-
pta. Penalison.se com'iato o loEperaaW, que, ac-
tivo como s-a cuito ae aujetta a um protoaga-
do ie a uso ; saaa. co-dato sempre, tojeitoa-aa i
prudente deli.beracao.
Ficou, pois, Hssentada qne voltar para Csaan
no dia 3 de eitoabro -
Na dia 30 o Imp- lor visitn o observatorio
e os museus de e=-ulpt...a e de pintara.
O Bario de Itajob e o- Dr. Cort* partirata
este para a Italia e aq lelle para Paria.
Na dia I do correte o Imperador, acampan ha-
de dos Sr?. Viscondes ile Nioac e da Motu ftf na
visitan, do meio dia ii 2 horas da tarde, os
estaleiros qne a sociedad* d. s Forgea et
teto em Montepeuti ; e onde fai rec -aide peta
presidente do eptelo* administrativa da sociedav-
de, o Sr- Buic, director Lemoine, eogenbeira che
fe Artel e muitos oatras eogenberoa.
A vinita fot minuciosa e alguna trabalhos ataita
iuterestautes forana feitos toa visto.
Entrando dep.is no carro, o Imperador foi aa-
sislir, 'peqdeua distancia a'aili, a atan rxp-riea-
cia similando um salvamento em cato Ja ioeeadso,
por meio de um elevador mnito eogenhaso, cota a
qual ae coosegne faaer ebegar aot andares aape-
riores de qualqaer predio, ama corda que ettabe
lece uma commuaica^ao d'aquelas alturas para o
solo. Este apparelha, ioveatxdo pelo Sr. CUauae,
antigo sargento da bombeiroo e cootrado neta
casa Brard, agradan mnito a Su MageataoV.
D'alli dirigio-te o Iutperadar para Nutre Daanu
de la Garda, e, depois de baver vititado o saa-
tbario, fot ao observatorio da Vigia, que roa
strai Jo ao lado da capella, es ti sob a direcci > la
Sr: .Snuira, e a coubeciment da appancaa dea
navios no boison'e.
-. Ji -4 moras regressou Sun M'gstale para a
fcatel, e s Oda ooite, acoapanbado atada pelo
san camarista e pelo sea medien, t,i ntaiatnr 4
retsao da Socidade de Oeographia, nada te aaa-
tou pa cadeira pretidencial, teoio aot teat Indm
os Srs. Julio Carlos Uoux, ptesideote. Databas,
viee-presidente, ArmsodVaeeretaiio geral.
A'o 10 e meia horas regrestoi para o batel.
T No da 2, o Imperador mandn pedir tos* e re-
zasse na igreja de S. Viante de Panto orna txaaaa
.por si e pelo no povo visto ser o da aV sea
sexag-nT'o segn ie aoniversaria natalicio. A
11, Suas Magesfad'S osa todo o sen squito the-
guram su templo e t naram lagar ao toro.
Qaando acab n o officio divino, a igr- ja eslava
cimpletamentoeoeia de gente e qae, trado sabi-
do que oa Augustos Viajantes all se acfcatata,
quiz v tades foram acompanhadas at ao carro p-lo
Kevd. Cbaris, primeiro vigario, -nbatitato do
cura Vidal, qoo se acbava doente ; e qoaudo p-
pareceram potta da igreja, toda* as pemoaa
pr-sentes, e eraaa uumerotiatimas, te deteobciraaa
respeito sa toen te.
o correr do da o Imperador ree*aea a fistta
do Barao de Arlos, que fra a Marselba para
wuipriui ula!-o no dia da seu aaaiveraario aam
lioio. .
-Foi tambem taudap vcrbalmente p-|i miaislin
dos Eslavos Uuidos en Uiou, que eutio is tihi
va em Marseha, e du-ante o da rec-bea ata r i
aottelegrammaa da luipreaaa e ae diversas ertea
da Europ?. Param sem eonta os msirailiitl ra-
mos remettidos a S M a Ioaperatris

.

A s 3 loras o Impatador fot A Soetedad* JC
griuisf, acmpaubado Ae'teu neta, 4o pnaeiao da
usdot, os eorouers Puymoriu e Pea
uir. a .ffiei^es distiocton.
Tomaram parte no aaaefi
professeres e mais distioct
ah
Nao recebemos folbat desu
os ntait atiatadae




i
IWTERWB ; ^
"3BK
Caso grave
(D Qazeta d oticidtf
O Sr. Dr. ombp, 3* delegas de polica, jo
longo e nanmoao inquerito qtJr abri obre o ap-
pcrecimeoto na circulacio de Ootacj 8>corhidas, _
e do qul teve mai ova occaeiiu d^>or em pra gahhava oii per lia imif con) que Jos So
tica a aun aetvidade e rea>oheeHtaHutalligepia, atdo Anra W Tfccia Caraniro da Canoa,
nte reUtorio : 'j^^^Bo AmW e Fortanat o 8oar do
b.rgadar rhsjs Bin| procoderam na pratica do faeto, qu* fu
r <
CMDO
1



>
termmou-o eom o aegai
Constando ao Ezm. &'. draem
de polica que o portugus Jo*P8oryb ?p"1 anjecto da pMaaate iuqaerito, te d
negociante estabeteeido na cidade duTtocife, ato tn da nana 'fia., duas dirigid
Pernambuco, lotarnra trocar n Caixa dafAi*Kti-
nco diversa MU ja recgatada* peiTVWira-
ria do Cear, e qoe tiubam sido por aquelle indi-
viduo retiradaa do vapor Baha, naufragado ao
norte d'aqoella provincia, ordenoo-me que trou-
xeaee sob vigilas^a-Actnral empregaase meras
tendente a descobrir se aquelle individuo anda
poaaua, como era de preeoniir psssusse, mais al-
gumaa notaa da mencionadas qne eraaa da quau-
tia de 5^000 ; e bem aaaim a evitar qu elle ai m-
troduzisse na circulacio.
No dia 7 do correte mea, tajia 1 hora da tarde,
Joa Soaret o Amar*, dirigi-se a Caixa da
Amortiaacio, o qaandVn* seccao da papes-saneda
prooursva trocar urna poreio de ujtaa que tratia
e que pareciam evidentemente regatada, foi por
ira preso e conduaido para a repartir; i da poli-
ca, onde fia lavrar o auto de fla apprebeudeodo
aa notas que eUeJinha ern^u poder, bem
algumas das que antariormeote bou vera trocado
Caix da Amortiaacio.
Dei acto continuo, batea em um dos quartea da
casa n'. 3 danrua do*seuador Vergueiro, onde re-
sida Soaret m Amaral, e ah upprebenli dous
exemp:aree da Gaaefl de Noticia*, qne pareciam
receutemente comprados, pois apresen tavam a for-
k> que aoem tratJer lo tahiredi da typograpbia,
datada de 18 de Novembro, nos quaea vn d-s-
envolvidamente notiei de ama diligencia con re-
lacio a notatf faldas, roeentemente effeetuada n'*ta
ertet apprehcndendo tambem tres cartas dirigi
das du Becife a Jos Soares do Amaral, dnas pela
casa Soares do Ainarai Mara Carnro da Cunha, carUs que mu.la la
espargem sota* aseumpto a qaa concern.- o pre-
sente inqu sft> e para es quaea reepeitacamenre
convido a pfecioa atvncio d meritisjimo juia e
do Illm. Sr. Dr. oromotor publico.
As notaa appret.eadidas,4j,ur algumas das que
se encontr em poder de Stares do Amaral, quer
as qoe foram trocadae ii> Caixa da Aenortiiaeii a
que tinbam o valor de 5O0O e 2*5000, submettidas
a rame renficou-se qu* ji tioham sido resgatadas
pela Tbeaonraria do Cear, tendoaido o respectivo
carimbo de iounHieeio caidadoaameiie apagado
por meio de reatmtet chinaco t de raspadeira.
Pela intormaoao d- u v cha provado qne daa
Thesourarias do MaranbJo, Cear e Parabyba,
Tinbam remettida caixa da Amortiaacio. a
bordo do vapor Baha, diversas notas j reagata
das do valor de 10*. 5*, 2*. 1*1 e 500 rs, impoi-
taalo todas em 84:069* ; essaa notas, como de
ooatnme, vinham deniro de caixaa de lat comple-
tamente soldadas em todas aa asas jjocturas, e
que eram reaguardadaa por naixas de madeira
' perteiUmente pqa^adatL. cintadas e lacradas.
Concluindo ae JbaaEartaa de fls. que a casa de
Soorea do Amar Irmao, em Per nato buco, (ana
frequentes remeaaas das notas em qasatio a ose
Soares do Aiiaral, neau edrta, julgoa-ae de bom
conselho evitar a reeepcio desaaa njtaa por aquelle
individuo, oo por'qu*igoer outro que figurasse
como intermediario: o Exm. Sr. desembargador
obefe de poss|a offi-iuu Campanhia Urasileira de
Navegaco a^apor para que aeubuma remess^
de dinheiro falta pela caaa Soarea do Amaral or
Irmao, de Pernambuco, fosse entregue a sea dee
tinatario sem ser em presentada policis^ qa'. de-
veri ser prtiaBJente prevenida, Ksaa medida
produzio bons ffeitos.
De faeto, esrtrado do aorta o vapor Afonde*, no
dia 9 da corrent teve-ae aviao de qne por elle
viera um pacota contando a qcantia de 7:000*001)
enviada por Soarea do Amaral si Irmai, de Per
nambuco, a Xtvier deimas 4 Irmas, negocian-
" tes n'eata c.-td e cstabcecidos ra da Qmtinda
n. 42. "jal
Convidado pela staanbia a receber a alhj
dida qnantia, Sjrfier de Simas & Irino a isso a
negram ; pelo qW Ai axbibido na policia -
que Acn incumbido de limpal-as e
iba v--------------
ahnentafetanto aaaim que ha pooco tesjbo Ihe en
Tiara urna remeasa : confessoo tarobsrnqie Jos
Maris C4kaetjp da Canha 4t* ,.#Bo interecaado np
negWio daa neta, e qae fit$ asli^dui
If difli.ifli. pedia-lhe
im tdHaftfl
Difiri de f vrn*mhur^ poniin^o 1 de Jayein
i.i-----j- Chriat aue a ; cabBmmmmaM saibam auando Nao smito denois so aaspuiajima nasa <
*vs>a qoaaa' ubeeae ae Jos Mara*n'Jfeaaij^ii, dio to bem "qae alo ha duvida ^ssio qoe

mencionado* pacota, presente Antonio Xavier de
Simas, membro Vqoella firm, qne declarou er
repugnanci i em recebel-*, viato torcido preao J b
Soares do Amaral, pjr.causa de urna quett&o de
TDtas ; e qoe alm d'isso nio tinha o respectivo
conbec meuto para effectuar o recebimento Oo
mesmo.
Aberto o oacote (fls.), dentr d'elle foram en-
contradas 1.4(X> nota de 5*, apreaentendo aignaes
evidentes do carimbo de resgale outiiuado por
meio de caspadeira, exbalando aa notas u-n cheiro
deaagradabiliasimq, em dnvida dos reageot.s
cbimicos empregdlos na i^utilisaci'i; eaaa cheiro
era idntico ao que ,pe desprenda das notas
apprehendida em podar de ^p4 Soares do .maral
e das que elle trocara na CaixaJa Aujortieaeio,
de .al aorta que torojiva-ae e,vidcnta terem todaa
sofirido a ac-cao da mataa adbstancia chimica.
A'hando-nre no escrintorio ta. Compaobia Bra-
ileira de NavegaciV Vanor, raja do General
Cmara o. 10, notel que entre ea diverses pajotes
contend dinb-iro. remetfid-8 peseas d'esta
efirtas nm existia de qoe se desprenda amebnr.
idntico a que eahalayam as notas appreben
didas, picote ease qna remettido de Pernaojbaen
por Bevindes (i ucalv da Bocha a Z-qh'a Ra
nos 4t C, dei noalea <'esse faeto, que me ppre-
eeu suapeito, ao Eva Kr. desi mbargador ebefe de
polica da corte, que oflicion o gerente da Com "
panhia di SaV"ga$ao a Vapor para qu exbibiaae
n polica o meoeicnado pacota, que aberto por
mim'em pretenr;* do r> preaontante da companhia,
de Antonio Fe.rreira it-.inos Jiobxiuho, socio d
firma Z nba Rainj C. *, de Jos Soares d->
Amaral, vtrificou s q>ll encerrava 95f} aotas
de ^, one f .ram r'Caiihecidaa sur Jos S jares do
Am -r .1' como pertentwute ao numero das por ele
salva do vapir B.ihia, principaitoeate por q'ie
ditia Amaral (fl*-) -ibi exSalaVam o. bro da
dedux claratnan
las por Soarea
do Amaral 4 Iranio e urna por Jos Mara Car-
aeiruisla CujaJ^a : este revela clammente soa oa-
par' iorjsaci e iaaprewe na introdcelo das notas:
o que tambem aquellea manifestam anda qne de
am modo um tanto velado ; e bem assim pela cu-
constancia de aempre e estoroarcm (cartas a fl.)
para que as remesia das notas a Jos Soares do
Amaral, de Pernambaco para esta corte, foasem
feitas figurando em Fernambuco, um terceiro
oomo remettente, e neata corte outro, que nio
'Amaral como destinatario.
Na prirneira remesaa figura oomo destinatario
Antonio Xavier de Sima; da segunda, Xavier da
Simas & I' mi ; na tereeira, Zenka Ramo 4 C,
g sudo remetiente Benvindes Soncalves da Rocha,
pesaaa en ja existencia deseo hecida em Per-
uambuco ; e na dua prirneira (caria a fls.) fi-
guram Soares do Amaral 4 Irma", oomo remet-
tente, foi porque Victorino Sima, negociante
tm Peroambuco, uegou-ae, indignado, a re-resen-
tar o papel de remcttent simulad,'.
Soare do Amaral 6 Irmio, na carta a fls., fa-
aendo allusao a recusa dn Victorino, diaem a Jos
Soarea do Amaralmudamos de opiniao, e vai fi-
gura a remata en nato nome, pergue tertot te-
gredas nada ralem
Na carta a fli... dirigida p.r Jos Mara Car-
neiro da Cunha a Jos Soarea do Amaral, aquelle
da : Ja dase ao Joio e ao Jos Perei-a que
nio propaguem quy i u s.>u a a socio, porque ha-
vendo diversa pinioea acerca 4e dinhauoa i -
mettidoc de urna theauururfa para cutra, canvm
que nao se Saiba que a receti qaalquer dinheiro,
porquanto eu mais fcilmente irei pascando o di-
nheiro 'i ais estragado e aseim evitaremos qual-
quer chicaoa por parte do ftscaee e outro empre-
gado da fazend >, pou algunt ditera que o dinhei
ro do governo urna vez etxonlrado, nto poder per-
lencer a pettoa alguma.
Solicitamos a preciosa attauc&o do m1 ritisai.no
juia e Dr. promotor publico para-a lnterpretafi)
que Amar ti d-.va em seu terceiro nter r.g-i ton >
a diversos periodos da mencionada carta : as con-
tradicedes em que freqnentemrnta iucide, paten-
teiam a toda a luz aua cuipabilidade e a dos di-
versos co-ros.
Nestas circumatancias. me parece que Jos Soa-
res do Amaral, Jomu Soarea da Amaral, Fortunato
Soarea do Aotaral a Jos Mana Carneiro da Cunha
devem ser proceedados como incursos na pena
do art. 9* da le de 3 de Uutubro de 1833 ; arti-
go esae que puse na t os que labrieam notas,
como tambem aquellea quo aa ta:id:a:.i, isto ,
qae tatem em notas verdaddrat qualqu r altera
oto da qual resuita a do h- u sentido, na lingua-
gem da 2 alio -a do art. HJ7 do Cdigo crijuiii-.!.
reproducido com p alinea pelo art. 9* citado ; e o que dolosamente
introdusem notas faina e falsificadas.
Que a falaificica ae reaiisou iura.i teotavel ;
pirquiinto < xtinguin lo os indiciadla, ion > o fiz*>
ram, o carimbo mutilisador, que avisava nu publi
en que aa alludida u tas ua, icais podan circu-
lar, fiseram urna alterarlo na aicamas, da quai
resultan a do eu sentido.
Que depoi de a. bavereq} falsificado as ntro-
dunrain em circulacao o que est patente das
carta a fls., alm doa 1 pjimento de ,. a fls.
Na forma do art. 13 % 2* da ni a. 2033 du 20
de Setambro de 1871 e 29 do regulamauto n 4824
de 22 de Novembro de 1871 requinto do Exm. Sr.
juia d> 8a dittricto criminal a prisio preventiva
doa indiciados J o Soares d i Amaral, Fortunato
S jare do Amaral e Jos Mara Carueiro da Cu-
nha, residentes na cidade do Recife, em Pernam-
baco.
Remetta-se o presento inquerito ao Illm. Sr. Dr.
pr motor publico por intermedio do Exm. Sr. Dr.
juia de direito do 8o districro criminal.
Continao em averigaaces Rio, 20 de D -aem
bro de .1887.Dr. Joao Manoel Cario de Grasmac.
O Sr. Dr. juix de direito do 8dia:riot> crimi-
nal, i vista do inquerito, expedio carta oree loria
a juaticas da capital da provincia de Pernamba-
co, para a prieio de Jcio Soares do Amaral, Por-
toslo Soares do Amaral e Jote Maria Carneiro
da Cunha, all residentes, eomu cmplices de Jos
Soares do Amoral, qae foj>reso nesta corta x bou-
te m foi removido do deposito da polica para a
Casa de Deteacao.
O Si. desembarggdor ebete de polica, requi
si(o do Sr. Pr. 3 delegado, expedio telegramma
para Pernambuco, pediudo as alludidaa priaes,
que foram hontem all effectuadas.
H1MTOUI4 IlllllilUII,
ARTAS DE ANCHIETA
(Diario Official)
(Coutinu-icao)
VI
Copia de outra do m'imo irmSo Joseph que aere-
Ven em etU esmo tempo
A pas e amor de Naaso s-enhor Jess Cbristo
geja semprii em nosco corafoes. Amen
C ;mu quer que noueas vezes acoutecam cousas
licas de notar, Rev. em Cbristo Padre, iliicil
aehar aempre coaaaa novas qui se^screvsm, e re-
petir o mesmo multas veses g-ra faatio;-mas eom
telo trataref bravemiute o -que ce pasoi..
Procedemos pela masma ordem que em oatras
e ha dro, em a doutrin e solicito exercicid^i,
i-nsinam-se todos os que \in -igreja de aa von-
ta.le, ao qu na eutro tracemos por forct bap
tisam s'os nii.ceites que e:ua pas offen cero.
moite se partem
Cbristque svjsJMaf^selebr, el-que saibam quaado
Ibe tor pergatado iar oonta deatas odacns,
temos au aais que saber as oracoade metnoVia,
anda que nisto sjp|Ce aauito cuidado e diligetjtei*,
porque daas vosee cada dia se Ibes encina na
igreje; a nenhum bapS^amo seuio asan instruido,
e anda djepois da eenfiasao Ibes pedimos coate
'T. desasa ccstsas, a qoal muitos, mxime das mnlbe
rea, dio tio bem que nio ha duvida aoi-i qoi
levam vsctagv a jnuitos uascidoa de pci chris-
tes, de mioeira. qoe mi^itoi sao assa apttx para
receber o Santiisimo Sacaamento da Eucbaristia,
principalmente do qae chamam Carijfis, dos qoaes
muitos se sjuotaram aqu por amor de nossa dou-
triua : em estas n-lus maia fervbr e promptidio
a couaas divina, e si > omito maia apparelbados
para toda as ecusas que estes con quem vivemos,
os quaea nio por ignorancia, p rque assa capa-
cidad* de juico hs em elles, cenio por malicia e
pelo longo costme que tm em os males, ae deixam
de chegar f.
Alguna velboc que nio podem saber as oracoes
de memoria, como em o demai na i tenbam im-
pedimento, e entendaos o que toda aos artigo da
f, se recebem ao baptismo. Assim que um ji de
das catachumene, pedindo mai instantemente que
o baptiaassem, nio tmente elle trabalhiu em
aprender o naceaaario, mas tamoom sua mulber
velha, a qual, anda que muitas vece a enjiuava-
iooe, qoaai nada poda aprender. Uindouai.igo en
a greja, dianta de tod.s, antes de o baptisai, o
examinamos, e elle rspoodeu a cadf quest moi
bem, e com mu lo fervor, de maneira que no dea
maita consoiac&o; di-pos disto o baptizamos e
caamos. Em esta mesmo tempo do oaacimento
do Senhor.se conficsars'm e commungatam multas
mulheres daa mesticas com mnita devocio, o qual
etn ootros tampos militas veas fasem.
O Io ''e Novoinbro uo passamoae entramos com
procissio em nossa igrej* nova, feita com os tra-
balboa di irmioa, maormente com suor do.padre
ASbaao Braa, e ao scguiut- da doj fioadoc trouse
ram as m'liberes suas offortaa igreja como o
costme dos christios.
Assim que trabalbamcs quaoto podemos em os
Ijctrinar, procorando de os apartar de ten ami-
go coatuuiep. algnnscrBO), a maor parte ainda
permanece nclloa, anda que todos dizemque ci.m
em Deas, porqae nenhum elle bs, aue nio diga
que ci e dia nosa* 1, se conuordassem ae obra
com as palavra, o Sentnr, do quem todo bem
mana, Ihes dar graca, para q ie tornaod > em si
ae tornem a sea pai, do qual tanto tempj ba que
se apartar .m dissipando sua substancia.
Nos outros todos estamos bem, proeedemo- con-
forme as constitoices em a-via do Senhor, guian-
do-nos o padre Luis da (ira, o qual os das p-ssa
dos teve urna graye enfdrmidade, porque aa lbe
fizeram urnas postemas em oa peitoa, eom p^rigo
da vida. Mas nem pjr isso dcixava dedizer as
oracoes frequeuteuiente, costeanJ. uns e ou-
tros, e o qae maja, inao se ao mar entre os por-
tugueses, d'aqui a des leguas pjr bisques mu s-
peros, onde esteve algum tempo pregando, e tor
nsndo a nos outros, nio smen'-' nio recceram as
postemas, como tcmam .s, mas ainda paree: que
quis o Senhor usar desta m-zioba para se earar.
Tambem o irmio Gregorio orrio teve urnas
agu Jas febre-, mas como quer que falta a meziohn
eorporal e terrena, superabunda a celestial, com a
qual se coram ue eof-rmida es ninda que perigo
su, assim que em breve o nv .l.c-i-u e se fo para
sua uvelbas, qoe esta, <-m Jaraibatiba, daaa le-
guas d'aqui, com outro inaao iuterpr n e cada
sabbado vai d'aqui um dos sacerdotes a Ihes dizer
missa.
Tambem visitamoi ou'roa logare de portugue-
ses e indios, semeiaodo em todaa a parte a pala-
vra de Deus, a qual para que d fructo abundan-
te, rogaem nossos irmios continuamente a Nosso
S nhor, e tenbam asadua memoria de nos out:o=,
para qze t<3o deixemos de aemeiar, porque om j u
temno calheremo.
Em Piratioinga ; eaaa de S. Paulo da Co-npa-
nbia de Jesas em o fim de Dezembru 1556.
Minimus Societutit Jctu Joseph.
VII
Letras quadrimeitres Je Setembro ai o fim de. De
tembro de 1566. Do Brasil 1 de Janeiro at
Maio de 1557,1' via.
Em as cartas passadaB escrevi brevemente o que
se i fi -recia, agora em poucas palavras o que oc-
corre : guarda-se a mesn ordem de doutnua que
autes aqui e em Jaraibatiba e peculiar cuidado
acerca da|inatitaicio doa meninos,dosjquaes alguna
perseveram., outros so mudam'com aeus pai- aou
tras morada, aoode soceg ., o que parece baver de
producir^tructo, porque como dos pas, ou nenbu-
ma oo mu pequea eiperan;a hsja (porque nio
tallara alguna que queiram seguir oa eod'.ames dos
cristiios,) todo se coaverte em os filbps, dos quaes
alguna innocentes se vio para o Seffhsr, oa outros
qoe sis mais grandes, ae instruem e ensinam sem
pre diligeotamenta em a f. Assim qae insisti-
mos com continuos sermoea aqui e em outros lu-
gares ao derredor ; agora ido o padre Lnis da
Gr ao mar a enaioar s escravos dos portugueses
e pregar aos seob >res, aonde sem cesaar os eosina,
cnlbeodo muito fructo de confisadea, e admoesta-
coee, mxime dos escra'os, com os quaes prioci
palmete entende, aos quaea quaei todoa traz a
coofiasio, ensinando Ibes os rudimenoa da f de
que carecem, movem-ae elles a iato com grande
fervor e devecao, e niguas delles ha que sabem
dar melbor conta das cousaa, que tocam f, que
os meamos senhores.
Baptisainos todos os peqoeoos e algumas mofas,
as quaes, depoia qoe creacercm, poaam cacar aoa
ii oy que se ensinam em a eseola. Um desaes
catecbumenos pedio-nos urna destaa moca ebris-
tis por mulber, aegamoa-lh'a, porque elle j tinba
outra, a filhos della. e nao tinba nenhum apparelbo
para se'poder baptisar Mas elle (como teem por
eos turne) loi-fe ao irmao da moca, pedio-lh'a e
uouve-a, a qual deuo'8 que eateve com elle seta oo
o i, dia, reprehesVlida por nos outros, arrepen-
dida se apartou deile, e sahio-ae de casa para
uunca mais tornar a elle. El.e, tomando-a por
forca, a trosqaiou, e com>j oii qmcesie consentir,
com susama volltade, a queimou o lbe fes maitas
ch^gas, a qual deitando o de i se acolbeu casa
de um chnsto,'ou uo chriataos quereodo antes
morrer que consentir em o peccade, e como elle
quizesse tirar e levar por forca, acudimos nos ou-
tro estorcandoja a qne eativease firme, e repre
I los quaes alguna dnixada* a
vida, e porventura que esce o mcior fra jto que
desta ainda se p -de colher, o quai nio pequ-no, lleuden da ao outro, pirque quena ter por manceba
pacota e anhava lacrado e sobre o lacre p0g qUe .uaacendo como fosa de eapiuhos rege- "**" """ ""* *""

J
Ease ,
lia-se distiuctamente BernTdes Irmio, Pernam
naco *
Antonio Ferreira Ramos Robrinho, socio da
.firma Znha Ramoa 4 C. ueg a se a rsJTrbsr o pa-
cota (fls-), dizendo qae nio tinham recebido aviso U^:al)lk 03 niesmoc m, chuchos aue quasi criamos a
algum do remetteute, a qoem nio caaheciam nosiQ, peiios com o.leita da dootrina christi, de-
Pelo telegramma a e dn Exm. Sr. chufe de po-
Kcia de Pernamboco, verifica-Be qae o remettnte
enviudes Ooncalvec da Rocha, oio exlate, e qu--
o pacota em questi> fra despachado por For^u
nato Amaral, irmio de Joi Soares do Ainir.1.
abasando do carimbo de Bernaxdee 4 Inaic.' ifor
tonato, procurado por aquella cfctonda'de, nao t i
encontrado.
As notaa aporehendidas madspeatam l*Ct> *oft
eir inspecco ocular, que nio foram attoisjgidks'
pela agua do mar, iato qiaudo couidnradas em
frente s notas nj resgatadaa lambem^filiradaa
de bordo do vapor Bhia p'lo inicalo tamban)
por esta troeadt-s Caixa de Asnortiacoio; eaUa
cata i enwegrecidna e dilacerada, io pasco que
aquella -e acham inteiraa e apreaentim a edr pri-
miiiva, ainda -que lignjramente modificada, sem
dovid-, p' la lavagesn raspagem a qae aram
tubmettida pe. indiciado. O aeto (e terecs/niio
aquella nota (as oAaresgatadas)ttingidaa pela
agua do mar, e eataa (s resgntedae) nio, expli-
cn-se fcilmente : A* notas que i.bam curaoys
que pertenciani-'a particulares vinf dentro de
eofre de ferro, que, endo, como foi, degpamfu-
cado spn-s.ntaiia orificios qae oruiescariameute
danam ingresan a agua salgada: aa afotec resga
teda, ,p rm, vinbam dentro de caixa de lata,
toldadas ?m todas saaa juneturas e encerrada
em caixaa de madeira pereitaawnU pregadas; e
porunto, quando ae JVoc- a hypotlieae de pene
trar agua u'eatas por qualquer crifinfo, ainda,
assim permnneceriam immune pela mixa de lata,
qae as eneerrava. Dado, r-rtaa'o, mas, nio con-
cedido, que o eariuab de inmcncSo dio vess -
ido apagado por recio de reagentes chira icos e
raspadeira, como fic^iu piovado pelo exame a fls.,
fieal ambein excluida a hvp.ith-ce de ?ter ido pela
aren) d'agaa dotnar.
Jos -oares ddj|*maral, esa aeu primiro inter-
roa-atorio disse .que, tendo Crremat do o vapor
Baha, usCJragacl.i nanproximidades lev Pernam
bm-o, & iludo que djrilro do mesn vapor f.jse
eoeoo:roo, logrou altar grande qts/ntidndc de
nota qu dentr do dito vpor fora n cacontra
da .otas qu-< so acb^ndo muito a variadas al-
carrias at dilao radas, toram abmet ida par elle
a lavagem e preparo tendente a ,t rdarem n'a
ts i circla$i" ; qne parte d'eati. notas foi
uorads pe'a Agii do baptismo sio admittidos n
as m radas'eternas, porqda nio tmeot' os gran-
des, h 'ineus e mugieres, tio dio fructo nao se
'aueredi upplicar f e doutnua christi, maa
I
do
pos de serem j bem instruidos seguetn a seos
pas prime:.. em habitaci' e dep /is em os costu
mes, porqae os das pascados, Apartando se algans
d 'stes a outra mocada, levam consigo doa mo-
cos, e agara'a, maior parte doa ^ue ficavam se mi-
jH a ootro logar, onde possa viver libremente
como soia, aoa pas oecessariameote bao d imitar
ua filboa asaim diviso, nem ae podnm enaioar,
umn, elles mai o desejam, o anda CDbretud ha
quem qneira ser enainado. E cp muita veces nao
vieaaem igreja alguce escravos de por^agnezea
quo aqu v. em, tocar se-bia a campauba -por de-
mai, e nao baveri.. nenhum dos indios qu se en-
einasse. De maiioira qne os meninos que dantan
aprcu.iiam andam de c pifa l, e ui i >m ale
nio apreodem nada de novo, maa antas perdem o
j apreudid; ; osas nio no maravilha, pirque
qq*si natural destes indios nanea morar em um
mgar certa, arnao que oepois de haver aqui vi-
vido algum tesopo 8-? paaaam a nutro lugar e d'abi
a outro. Algnns oa qu- vivera em o campo em
anas fasenda* os dian de festa v n s missas.
Alguna se pascara desta vida (e b m, segundo
eremos) oonfaado pnmero e chamando em-
pre o nome de Jess, principalmente am m eo de
doce cacos doa que ensiuamoa em a escola, o
qual, depjf de cana longa enfarmidade, ebegando
a ultima hora, nos maadon chamar pata se con-
fessar, e d'abi a tres das inorreu deixando nos
grande signacs de sua f porque nunca dcix in
de invocar a Jeso, maxim- j no fim, e assim ama
vez, autes de cantar o gallo nos maudu cbamar;
f'.mol o a visitar, e onvirool-o ainda no oamiubo
qoe eatava gritando a No-so neuh ir, e d' pou que
entramos pedia-m s com muita iustaocia que lbe
disseaiemos as oracoes, o,que el fazia e em aoa
lingaa disia ectac e oatras e oatras sen,elh ntes
uoucas:Seohor Jeau Cbristo Njsso, soi* S-nbor
da vida e de todas as cousis, ajada m-. E assim
aptas .
por elle tracida oara esta norte abni de trocar,
ieando grande porco das mesnaa a Pernambu-
eo, entrtgnes a cea ixznno Joio Sonre do Amaral, l SantMcima f fin
h-gando
bi, aero n-nhnm tcabalno dea o ando do ceus.
espirito a Cbristo. Outro de dez, ou dase an .os,
ehegando ao ultim artigo oase:Ji tenho. mui
boas e f rmosas ve'atiduras -, e a'ahi a pnucoes-
pirou. Tasooem algamaa veitias depoi do bap-
tizadas se passaram oeata vida.
Aotas do dia de Naseimento do -enbor pr.icnca-
moa que ae confeasasscni, u qual fizeram muitas
malheres e >iuns hom*ns, os quaes dilgente-
me it- examinamoC em ae cnusaa da f e o que
toca aos artigo dm, tcilicet, ao connccimento da
sos myaterios da vida de
esta que era, ja bspfisada, tendo j elle outra mu-
lbr, e nio aeudo christi), venc lo com nisoas pa
lavraa ae ro e dpois noa ameacou que no havia
de matar ; a sanca touoh-lhe tanta aborreuimento
qae o fez cecfafdo seu aamaado proposito e von-
tade.
E ao smente este, mas tambem outro dos ca-
techumCDos noa ame yar iin com a morte ; mas
nio sio .pira Tanto, que p -rteigem taes obras.
Nos outroct apparelbados para todo o que vier,
tandn o Sentar por defensor,* nada tememos. E
elles amantando sua ira nos moairam amor e nos
tazem 'ttuilns de soa truetas.
A maior parte destes (como em as pascadas dis-
se) fez entras moradas na i looge daqui, onde ago-
ra vivera,, porque ultra da elles nao se movfrem
ondfc ,t cousaa davinas, p -rauadio-se-lhes agora
urna diablica imagiuayo, que esta igreja feita
para suadestruici), em a qua oa possamoa encer-
far e ah,' ajudando nos dos portugus -a, matar
ana qae nao sio baptiaados e ao j baptisado
fazer ,nossos escravos ; isto mesmo lbe diaem ou-
tros fdtos. icicet, que os ensinamos para qae a
eje-, Slbos e muiberes facamoc captivo, e ai>
das de tal naturaleza e con icio que maia cretn
a qualquer mentira dos sena, qoe a quaoto Ih-s
pregasaos, e si Ihe diz iato algnn de seus fenicu-
ros a qu chamara Pags, nenbuma coosa teem
por mais verdadeira anda que ideates nenhum
usisa a vir aqui.sinlo oceultameote, pirque os re-
prehendosla mui gravemente.
Pelo setfao an la agora um ao qual todos seguem
e venerara como a um graudd santo e damlbc
quanto teem, porque si isto ni> faxem crem que
elle eom seua espirito oa matar loso. Eate, mer-
iendo fumo pqla-oocca aoa outros Ihes d seu es-
pirito, e.'taz seus semillantes, aonde quer que vai
o seguem todos, e sndam de c para la, deixando
auas prcpriaa indios o teem porjneotiroso, como no das-ram de
diua caihecumenoa, que daqui foram, em coja caaa
i laoto coto l eus nio Oosou entrar. Di* ella,
qae ba de pascar pee arqui a guerra aja contrarios.
e qae da tornad- ba do deatru r esta igreja coja
fama ja anda por tolo o sertlo, d-> qual nenhum
medo temos, tindo elle de.ta maneira quer ser ta-
P irquc se offereceu facer mencao dos cintra ros
direi.^njgumas ooocas nio tira do propaiitj Veio
piuco dia ba grands copia delles, e eoabtteodo
ilm ingar de portugueses, o roubm, acolheram-ae
focnaieza seta ou -lito portugoaes que se acha-
rara preaonreic, e c ano q-iisasaea eutrar oom elle
os inimigos f..ram ssorticj mu toa deUea, *ior outra
parte aceotometterain urna easa onde estovan d ua
ebristos-'n salfando como simios em o talbado,
d-iribanlo telhjafo tomarain por forca e Itva-
rm os muitos doc'eaeravos e domis prese.
Nio CRito depois so sncruicuma nacte de que
morreo grande niaBjerpdJpVosftrarici tiravam os
mortot de casa eHcttaX^ni.n'oc f omjas, ac*quaet
de noite vinham e ofclHuar. Desta maoeira
os caatigou a dextra do-Jjihcr, e-depoisndo
elle o portugueses em. naci taoiarara.i]-aU de
60 que estevam facendo fnndes festa Cdrh muito
vioho e cantos sobre a morindo dou portug-"
cec obristioa qun j tioham comido. D.'pj'J
tornados ao inrto centenciaram dou a fir
quaes o pastor que tem as veces de bispo piuco ha
de detento, que pouco antes tinha chegadi, cods r-
lou e inetruio em a f (porque nio estavs presente
nenhum de nossos irmios,) e assim receido o ba-
ptismo chamando aempre o nome do Jac focam
enf oreados.
Torno aos nteos, os quaes esto divididos em
tres habitacSes, para que possam livreuuenta be
ber, porque este costme de beber, oa por inulhi.-
dizer aataraleza mui diu^cultosamenta se Ihe h
de extirpar, o qual permaneeando nem se poier,
plantar, a f de Cbristo.
Acoatecea psuco ha em urna d'ellas ama ve-
rnica, ou por melbor diser diablica facauba.
C nvidava nm a aeu irmin maia moco qne fosse a
seguir e acabar aquelle grande feticeiro que anda
pelo sertio, este outro, qoe j era catechumem
tanda aqnillu por mentira' nio quis ir, pelo qual
ce indignou muito sea irmio. E assim acbada
oceasiio em auoitecendo, depois de haver bebido
comecou a pelejar com seu irmio, e tomando am
maachil o ferio maito mal e dando lbe tres feri
da, o deixou meio morto, por isso a mii d' 'les j
catechumena c mecou a pelejar mu gravemente
com urna or mulber do que ferira, a qual cui-
dava haver sido causa desta discordia, pos-se em
meio d'ellas um mancebo pan a desa-partar, mas
a velha tooandi duas frechas i'h .a metten pelo
estomago, e deu a elle em trra, o qual a > canto
do galo expirou. DepoL disto tomando um tiyai
em a mi dea a fugir, mas nio foi mu ti adiaute,
que logo nio tor aou a seus filboa dizsu io-lhas que
nio a deixacaein estarmuiti tempo solicita o tris-
te, maa que logo a matawm. As dia seguate
seu filho mais velho quo tinht ferido ao outro, f-z
ama COVa para euterrar o morto e tomando a sua
mii pela mi i, Ihe deitou urna corda ao pes jyo e
a entorcou e enterro u e pos em cima d'elia, ao
que ella tinha morto. Nenhum d i ro i i o povo ih-
impedio, nio f .11 u urna t palavra, pirque aaaim
labora vmg-.r os semelbanies biraieij'.> porque
nao fayam guerra aos prentes do morto e so co-
rnial uns aos outros.
Ao outro dia ai tomos 14 mui depressi, para
curar o ferido e appare!b*l o para o bi?:ismo, -
eucontrando-o em o caminbo, que e traziam a nos
outros para que o cui-asientes, nos tornamos, cura-
mos-lhe as feridas at o sarar, e entretanto par
remediar a cbagas de au* alma o iostruiraos em
os rudimentos da f. Apreadeu elle le boa voli-
tado boa parte, e determina d'aqui aliante v.ver
segundo o que Doua man Ja, de uaneira qua por
mu fera que aeja a sua naturaleza, trabblii.r- m
com todo cuidado pela domar, poig nio estai cer-
radas aquellas tutraohas de misericordia, cm ai
quaes visitou o Scnbor naicendi d_ alto, para que
tambem a estes abra camioho para entrar em o
tabernculo do Scuh-r.
Em Jaraibatiba se ensinam pela mensa crdem,
onde alguna innocentes baptiaados se paisam a,
Senhor, em a doutrina do outros sj tem diligente
cuidado, e peculiar em a inatruccio doc meniooa,
maa tambem enes se dividiram e i tres moradas,
oude ui> se podem ensiuar com tauta facilidadc.
Nao oe pareceu bem calar urna couaa, que fex
um -.estes j baptiaado. Nio ha das qae ans
caateU\anos d'oqutlles quj morara om a cidade de
Paraguaj, da qual em as passadas se f:z m^ucao,
na i podendo soffrer a malicia e sob-rb* deate ia
dio, que j em diversos tempo teem m itia mui-
tos christi- s, os accora r.ctt-ra-n e destruiram tres
a! 1 ias mataudo alguna, e captivando oa outros
com mulheres a flihos, e toril .ram-se por rogos de
alguna pirtugueses, que era aquella sazio au la-
vara pelo serta i, maa ara -ayaij e determinad} de
tomar a destruir esta brava naci. Por esta cau
sa os indios mu aoojadoa, veudo que ui) s- \ >
dem vio.'i- dos castelbaoo, tornam-ae-ao porlu-
guezes, os quaes dizem que todos sio una e assin
rotibarara cinco ou seis que andav-tm entre elle
em diverso- lugares, e agora novameote mataram
um ao qual despinao arraataram pelo campo, e
daitaram em um buque, e acconmetteodo um seu
companbeiro nio o puderam matar, mas roubaram
n'o tomando-le o escravos e quanto trazia. A
eatei aeompanbava um indio j baptisado dos qu
se ensinam em Jaraibatiba, e Vendo ama imagem
mu tormosa de Nossa Senhora em raaos dos la-
droes, nriemettea com elles pondo-se a pergj da
vida e tomoa-lb'a das mi, e guardou-a, e nio
aomeote em isto a; mostrou aua f, mas tambem
em outras couaas, sendo deshonrado e injuriado
ios seus, qae lbe ebamam eacrav i dos portugue
sea. Se disto naacer alguma discordia entre 03
indios, e christios nli seja pequeo impedimento
para a doutrina econversio d'ellea, j^as por agora
nao s ha proceiido com o negocio- mais ad-aute.
Pouco hn que o padre Luiz da Ora red-
beu um irmio interprete que d boas mostrng
de si.. Todos estamos bem e leuvores ao Senhor,
o qual. nos deu graca e fortaleza interior, para
qae com nenbnma adversidade nos apartemos da
conversio destes para o qual nio ser pequea
ajudaa destruiyio de nossos irmios. Em Pirata-
muga ecasa de S Paulo da Cjmpaahia de Jess,
em o fim de Abril de 1557.
Afinimu Soc'.etatiflesu Joseph.
VIH
Copia de urna carta que tstreveu o irmao Jos ao
Padre geral, de S. Vicente ao ultimo de Maio
de 1560.
A pac de Cbristo seja comuosco.
Pelas las cartas, que a p meo nos ch garam
s mina, vimos, Reverendo em Cbristo Padre, qua
desejts (para se satisfacer devocio e deaejoe-de
muitos) q-ie escrevamos acerca das cousaa que
aqui baja dignas de admiracio ou descoohecidas
ii-ttsa parte do muudo. Contorm ndo-me com tio
saluMr mandado, cumprirei diligentemente, quan-
to me for possivel, a prescripta obrigacio.
Em primeiro lagar certameote (o que fiz de p -.-:
sgera as anteriores carta) direi quu esta parta
do Bras.l, chamada S. Vicente, dista da Equini
cial vmta e tres graos e meio medidos de or late
Sudoeste, oa direeco do Bul, oa qual a razio
da approximaoio e Jo afastaininto do eol, o curu
dos astros, as declinayo.s das sombras, e como se
faxem "as diminuiees e crescimentos da la, oao
me fcil explicar ; por isso nii tocare n-asas
couaas, nem vejo nellaa razio para que aejara dif-
ieren tes do que abi se observa. N* diviaii po.m
das partas do anoo cousa inteiramente divisa*:
sao na verdado de tal maueira contusa, que ui> ae
podem fcilmente distinguir, nem marcar-seo tera-
po certo da primavera e do invern; o aol faz o
aeu curso com urna certa temperatura constante,
de maneira que nem o nter io demasiad > rigo-
roso, nem o veri iincomm>da pelo calor; em de
ubuma q ja Ira do anuo talcaui o aguadeiroj, poii
de quatro em quatro, de trea em tres ou de dous
em dous das, uns por outros, alternativamente,
se mecedura a ebuva e o sol ; costuma oointudo em
alguas nm cetrar-se o co, e essassearem as
chuvas, de tal modo que os campos se tornam es-
teris e nio dio os coa turnados fruetia, nao tanto,
pela forca do calor, que nio exceasivo, como pela
carencia da agua ; algumas vezes tambera pela
muita abundancia de chavas apodreccm as raiua
que temos para alimento. O. tr.vo-s no ctanlo
fazeo tio grande estampido, quo causara milito
terror, mas raras veses arremessam raios; os re-
lmpagos lanoam tanta luz, que dimioncm e offus
cam totalmente a vista, e parece do certo modo
disputar c.-m o dia na clarulade ; a isto se ajuo
tam os violentos e furiosos pegues de vento, que
aipra algoraas v-s-s com impoto tio forte, que nos
leva a ajantarin'-tos alta nite e corremos a ar-
mas da orayio contra o assalto la tarapsatade e a
sahirm i aigomaa vazea do casa por fugir ao psri-
gu da sua quo la ; vaci'lam as habitaees abaladas
pelos trovojs, eabean as arvace e todoa se ater-
ran).
Nio ha muitos diar, asteado nos em Perat.inioga,
c tmecou, depois do por do sol, o ar a turvar-se
de r-'peuta, a enuubjar-ae o co, a amiudarera se os
relmpagos e trovos, kovantanio-se eutao o vento
aul a envolver pouoo a pooco a trra, at que,
ehegando ao nordeste, de onde quasi aempre coa-
cuma vir a tempestada, caba com tanta violen-
cia, qui pareca am -.aryar-u 's o S;nbor com a des-
truico : abalou aa casas, arrebatou os telhado e
dernoou maltas ; arvores do uolloasal altura ar
raneou polas raizei, parta pelo meio outra ra -
ores, deapedayou outra, de tal maneira qu- fica-
ram obstruida ai es-adaa e nenbuma pasiagem
havia pelot, bosques : era para admirar .quanto*
eatr -.gis de arvores e casas produca no rspsco de
rjeia hora (pota nio durou maia do que isso), na
verdade, si 0 Sf*>aor nio tiveaee abreviado aq
tempo, nada podena resistir a tamanha violencia
e tud> cahiria pir trra. O qu-', porn, ao mui >
ie tado isa >, cansa mais adrairaci),.-que Indios,
que ne.-ca nucaaiio tripudiavam cm bebida,
tares (- -o > c istumam), noae aterraram oa tuh-
t* c jnfaaio de coaca, nem deutaram de dony ir e
Itebcr, como i fado eatveise'em complete treu-
qBTfltdade. *
Vqu, ent'itanto, rc-ferir uui caso, que por t
BBBjsflgars si mais digdn.de df do que de
rito ; lamentars, certauu-nte, a cegueira e esear-
ecejsAa da loucura. Nio muita daa dep liiqne ae
paefamia esta cousa, em certa' aldeia le Indios,
a qae vlnt com alguna cacerdotjs appHear a me-
dicina da alma e do corpa a um enfermo, encon-
tramos um feticeiro de grande fama entra as
Indios, o qual, como o exhorWssefeics moito qae dei-
xasse de mentir e reconhecesse um s Deus Crea-
dor e Senhor de todas as cousaa, depois d urna'
tpor assim diser) longa disputa, responden : Eo
conbec/) nio s Deus, como o filho de Deus, poig
bs, pouco, mordendo-me o meo ci, mandei cba-
mar filho de Deus que me trouxease rem.dio ;
veio elle sem demora, e, irado contra ocio, trouxe
comsfgo aqalle vento impetuoso qae passoa ba
pooco, para que dexrubassse as mnttrcn viogaase
o mal que me fizer o cao. Assim falou elle, e
respondendo-lbe o aacerdte : Tu' mants 1 nio
puderam eonter o riso ai raalh res j ebristis, s
quaes eusinamos as cousaa da'f, escaruecenda de
certo da estaltice do feiticeiro. Omitto outras cou-
aas porque nio sio para aqui; meos que aqaillo
nio fra tora de proposito para advortil-o, nem a
phraaetu1 tnentesp,rece preferida com; mema
reverencia, pois oa Brasil nio costam&m nar de
rodeu algu.u de palavras para explicar'm as cou-
sas ;:asim, a palavramentesa outras nesse
sentido sio dita aera t/ffenaa alguma, pelo con-
trario, pronunciam claramente, sem- nenhum ve-
ame, as palavra que aigoificatn os orgios secre-
tos de um e outro sexo, a ccbabit&caoe outras da
mestna natureza.
A divisio das partes do biioi (ti considerar
bem) totalmeate oppista maneira perqu ahi
se comprebende ; porque, quando l primavera,
aqui inverso, e vije-versa; ambas, pocen sio
de tal mido terap-raAa, que na i faltara no temp
do inv-rnj oa calore do a para contrabalancar
o rigor do fri, ue-n no esto, para i ruar agr-
dave os sentados, as brandas aragena e osdurai-
dos chuveircs, posto que esta trra, situada (com
j disse) b.-irt. mar, sej regada era quasi todas
as eatay do mi pela agua* da cliuva.
Todava em P.ratimuga, que fica no interior das
tenras, a triaca railhis o mar, e ornada de Cam-
pos espacios e abertos, e em outros lugares qie
so Ihe seguem pira o O^cideuta, a u*turesa pro-
cede de tal na ieir.i que, si os das se tornam ex
tremamente caiiios p^r cans do ca or abrasador
(juj* maior fir-.-t de Niverabro A Muy ), a viu-
da da choca r, s vera traser lefigeru: >ousa que
aqu acontec- ago.-i Para explicar isso era bi-v s
palavras : ni luvern e no v -rio ha grludes chu-
veiros, que servem para tempjiar os arior-s d.
sol, de aorte que ou precediera de maoh ao esti -.
ou vera tarde. Na primavera, qoe pria^ipia *- u
Setembro, e u es'.u, que coa.ci a vigir.r fcoi
Dczi'inbn, a chuvas cah.m 'abundautes, Min
grande i iroi-n'i de trovo.- reiarapa^.s.
Kolaj, ha nao s euuheut a Je rija, como grau-
dea inuiidayoes dis ca np j" nessaa ecasiea u u>
lumeuii iuji.ila-i de r: {es. que cabera d'xgua
o-:ra pv-.-m uvas, dbixa-u" w -aflaubar a-ra inuti
trabalho eulro as herv '.ff* c laj-osara p -r -i
gura tempe o damnj caU-sisvoeia f xera e subidralo do< rio.'. Assim, cae t-moic
esperad-i c.>m av dez, fe ai Jlivio da p.ss ,d% ci-
restia ; a i*to cbaraam >i indios Piracema, is.o ,
a tahida dos peixt; pquanto, duas vezes ni
anuo, quii sembr eui Setembro e D -z -mbro e ai
guuiaa ve/.es rpais fi^queacemeiite, de.zara os ros
a ae inettem pelas lie. vas em pouca agua para de-
sovaren! ; mas ni estij, como raaor a inundaco
dos campos, sabem em maia cootideraveis carda
mes e sao apanhados em p ;quenas redes u at ras
mi com ai mais, sem presto algum.
Fiualmente, o grand. a calores di verio sio
moderad s pela r Mide abundancia de chavas ; no
invern, porm (paaaado o uutono qu:, comecaodo
em Marco, acaba era urna temperatura agradavel),
oessam as chovas ; a fnca do fro torna-ae bor-
nvel, sando maior em Juihi, Julho e Agost.;
ui'8-< temp vimos muitas vexes no-s sti geada
espalfaadas pe -s cam ios a q-ieimarem arvo'es e
b?avas, como tambem a superficie d'agua toda co
berta de gelo. Entiiesvasiam se os ros e beixara
al ao tundo, de maneira que ae costuma apa-
nhar mi, entre aa hervaa, grande porcao da
peiaec
Aos 13 de Dezembr>, completando o sol a su
carreira em Piratininga ebega maior altura ;
esse dia, aue ranito I ingo e era que nio ha de-
c.in.yii. alguma de B.mbrai, dura 14 horas e nao
pasaa alm do Sul ;. -'ah porra volta para o N r
ta, em cuja retirada soe ser mais rigoroso o calor,
e febres agudas com dore do lado molestara oa
corpos. O undcimo dia de Junhi. que curtiss-
mo, e no qual o sol e&t muito affastado de us,
dar, (segundo creio) crea de 10 horas desde o
romper do dia at ao occaso.
At aqui tallei do rnovimeato do tempo ; paseo
agora a tratar de outras cousaa.
(Coninu'a).
!*
5
54
m
39
71
57
afiViSTA DARl
EleicAo pro i ii el al Sao mais coabeei-
dos os seguintes resultados da eleuai, h vida no
dia 30 do pastado, para nerabros^la Aesembla
Provincial no bienuio de 1888 89 :
" Gloria do Qoit
Vigario Becerra de C-irvalho
Dr. J.io deS
Dr. Esteviode Si
Bario de Itapissuma
Resulta So
Estio eleito8 :
Vigario Joio da Costa Bez
Ibo (C)
Jjir.Io de Itapisauma (L)
Dr. Joio de S Csvalcante de
*
ud
da
70
G
tf
a
z-rra
que
Por
&
325
55
36
30
Carvif -
Albuquer-
343
mais votados .
Dr. Estevio de SCavalcante de Albuquer-
qu (L)
Dr. Joio Perreira de Almeida Guima-
ries (C)
Mamel Marques de A. Maranhio (C)
Hennqae Gi?bapaJ[C)
. E outris meaos votados.
4." DISTBICTO
N'io tam is os resaltados parciaes da votacio.
Sbanos cntrtaate qae estad eletos os senhores :
Padre Julii Vlaria do Reg Barros W)
Vigario Or. Manoel (juc.Ivs Soareaj tsm (0) > '
Iriiii Macado de Albuqu^qoe (L)
3. tlISTMCTO
Nio tamos o detalb'e da votacio desta distrc:o,
sabemos, pirm, que estio eleitoa os tenboreg :
Capitaitii^oberto Barbosa da Silva(C)
Dr. Francisco Tavares Netto (L)
Dr. Jos Cordeiro (L)
6.a DISTBICTO
Gravat
Dr. Eliziario "
Dr. Uaviuo Puntual
Dr. Bata e Silva
Dr. Barros Lins
Reaultsdo couhecido, faltando
B-z rr i e do-Cambjii Torio :
Dr. Eltaiano Moraes (I.)
Dr. Barr s Lina (C)
Dr Davioo Puntual (L)
J>. Ratia e Silva (C)
Dr. Jos cierra (C)
7.' DISTS.ICI0
Resultado final
Estio eleitoa :
Dr Ulys8es Machado Pereira Vianna (L)
Dr. Liureneo de S e Alouquerque (L)
Dr. Ignacio de Barros Barreta (C)
Foram mais votados :
Dr. Sophronio E. da Pac Portella (C)
Dr. J. M. Ramos Qurjao
8.* DISTBICTO
Gamelleira
Dr. Joio de 0|iveira___y-
Dr. Pelisbiuo .Vlendouca
Dr. Coroelio Lima
Dr. Autoni'i Venancio
Barreiros
Dr. Felisbino Mendonca
De Joio de Oliveira
Dr. Antonio Venancio
Dr. Corneiio Lima
i?io Formato
Dr. Antonio Venancio
r. Joio de Odveira
r. Ciroelio Lima
Dr. Felisbino Mendonca
lo coubecido faltando smente Una :
Dr. Cornetn Lima (C) 478
Dr. Antonio Venancio [C) 4t9
Dr, Felisbino M-ndonca (L' 414
Da Joio deiireira (L) 4J.1
'' OICTBICTO
qpiiiifutn
Dr. Gaspar Drummond
Vigcrio Augusto Fraoklin
Dr. Jodii Tenorio
Dr Jacohifts
Benito
Dr. Occpar Drummood
LDr. Juliai Tenorio
jgario Augusto Pranklio
Dr. Jacobina
Fmneat
Qr. Jacobina '
Dr. Gaspar Drummond
Vigario Augusto Franklin
Dr. Juliao Tenorio
Sio Beato
Dr. Jacobina
Dr. Juliio Tenorio
Dr. (Jaspar Drummond
Vigario Augusto Frauklio
Resultado fintl
Corriga da a votacio de Qua pap, onde
rio Aueusto Praok.u teve 70 e nio <0 toteo :
Estio eleitoa : .
Dr. Gaspar Drummond (Ci 334
Vigario Auhasto Fraoklin Moreira da Sal-
va (C) 308
D:. Jauio Tenorio de Albaqnerqne (L) 2W
Teve mais votos :
Dr. Joa Eustaquio Perrina Jacobina S6S
11 OISTBICtO
aratihuns
Dr. Joio Augusto 78
Teiiente-eoronel Antonio Vietor 56
Dr. Oiympio de S 38
Tenente coronel Conttaatiao ti
LlberlccdeComgtnnicsram noc, osa car-
ta de 30 de Deaembro prximo fiado, qae, ao da
anterior, no engenbo Pereira Grande, do tenso de
Gamelleira, oSr. major Beato Severiano da Foo-
ceca Pita labertou todos oa aen eccravo cosa n
cmdicii de Iba pr. starom ervie
dou annoae
Reeiataaraos ecae aet> com pracer.
BeaUuradur Ene patacho de (aens
deve teguir para o Para onde vai temporaria-
mente >ervir de botca-phcrol, cctcoU 2 do enf-
renta mee.
lanlendarloCira o anmero de bofa d-ttri
bue o Diario de Pernambueq. com de elance.
kt i-niri que f z un iriater cara os aeoa n>
geriptorea.
Fe-uvlilne religton ttotjfrrja do
Bim-^im, em Olila, emebe-a-ae hojei, pota c es-
plendor uo costura -, a f-s'.a la Seaaor Bom Je-
sos do II un t-'i.-n. h.ve al; noite te- Datm. no
qual pregar o Rvm. ciaego|finoel Joa M :u
Alvea de Carvalbo.
A' tarde haver um bazar de prendas, tocando
duas bandas marciaes.
Depois do T.-Deum ae. qoeisaadj nm lindo
fiig-i de arf.fi -o. t-ib:'ln d-? n Ib ir pyro'echnicos.
UeiiiUlce\ casa o Br. Vctor P;il >oe-
toseor, ra di impera ter n. 56, tJtHaan de edic-
ar com j titulo de M'.iomtt uiaa wtlcs para pia-
.i i. Sr Misael ') ii.i;.-.
' linda e innrejce ser aprecait pot>s entali-
d s.
Paisamcnl-P..U ceu hoate o veteo ry-
oi^raplio A-t ono rt.betr) da C >st* O Silva, v->c":-
ma d uraa affeecio cardiaca.
UjO'io maior de 6) autos, Cxtae Silva era o
'ypi do operari i, pobre e h.oesto, pois levav, om
ledica^-ao ao extreuio ,iu,.'e.
Fji por mnito anuos administrador do Te.npo,
e erapte deu as miis iie,u.voea proii do -eu
ira ir ao trabilho e da aoa leaildade ioeszodivei.
Esfolbam ia uma -au I...le ,-i seo toraiio.
Desastre Hint-.-m. 1 hora da tarde-, v*
oren-ia de algodo do largo do Arce tal Je Ga-.-ra
a. 4, o operario -,' .sin-- Damaio miz dV Mac-lo,
sf an lo a trabalhar na prea i. descuidou-s \ n 5
son cora dou dedos da mi esqaerda fractara-
.1 ,a em cousequeucia de taren sido apaaawd ,t tm
entroza de dua roda.
Foi recolhi Jo ao hospi'al Pedro II, afira de co-
frer a aanpotaca dos dedos.
Outro Hmfem, pouco dtpois do sce-io da.
o carro n. 1 da Corap-whia Loeomstora, qi, ear-
regado no Ce do Ruma, ia para s R-cate. gai-.-
i pe.'o cocheiro Alfredo Bezr.-a de |Magalh> a,
ao approximar se com grande veiocidale da r*^n-
te Seta Setembro. apaaboo a Antonio Lopes ote
Silva, pardo, de 54 anno de i fade eacato, e -ron
cooduza como ganhador, om caaxli com 12540 JO
em dinheiro de cobre para a casa dos Srs. Ma-
chado Lopes jk C.
O int'.liz ou cora ambas as ptra-.s cortadas
uraa moito cima di jielbo s a otra ao joeMto, toa
remettido pela polica par. o b. lapital Podro II,
onde talvez poucaa biras lbe reste* de vida.
O cocheiro, perseguid- por algn-aac pijctniai.
tentando evadir-se toro u om dos trena da terra-
via do Caxaog que ia partiud > da estaca > io Ar-
co ; mas fel-o tito tarde q ie foi aleastejo pe! .-i
guardas ns. 10, ln9. 114 e \~i qae coaceir >tr
prendel-o.
No acto da prisao, esta do ainda o treta oca seo-'
vimento, cabio A treda M .g.lh-s e baten coac a
regii'i froutal direito, ai estribo do vagoo, lacea-
do nm pequeo fenmento.
LavraJ a fligrancia e ioqneridaa aL-uraas :-s-
terauubaa foi Alfredo reccccacsl por ordeca do Dr.
delegado Casa de Detancao, onde soa rulpabt-
lidade ser u.gada oo coafirmada.
O dinheiro craluzdo, teodo appareeid te ai-
no Manoel Jaaquim da Mello Meg recU!SM\
foi pelo mesmo Dr. delegado entregae.
Unirla de otilo la lalo Neata caa-
triz, baver h je, s 11 h.-rac da caanba, mica
cantada em 1 iuvjr do Snbor Bota Je^ai da Boa
Senteer;a *
Bendimenlo pnstlleovAs cegnratt
eaUco-s arrecadaram em D.-sembro :
Alfandega :

39
38
33
32
ot collegiot de
304
198
188
165
79
335
38
2i!0
201
4
100
96
55
53
17
75
73
31
42
40
38
34
De 1887
De 1 Sao-
De 1885
De 1884
De 1883
Recebedoria Geral :
De 1887
De 1886
De 1885
De 1884
De 1883
Recebedoria Provincial
De 1887
De 1886
De 1885
De 1884
Ke 1883
l,0i7:'220744
8S.':976*541
7W:538O-i7
753:o*4*496
:.oiy:i.".ji,.:
"3:861*074
.i2:55I*l*
53-063 aWll
43:1^94722
:285*599
390:3*8*936
2!d:115#303
2.t:o.9*.i6(l
J21-.0OUM9
i'.il:59*#8*{
dctegavit
Criminoso* <(* staorleO Sr
de Sanco Antio prenden nidia 26 do i
tem findo a los Firmo do Nasciment, por Mr
sssaasioado a Haaoel Isidro, etn Lago* do Carao.
Pelo Sr. delegado de Pao d'.Aho acaba ie ser
pr--so em ffagraute d- licto E loardo dome d'Araa-
|0, por ter asaarsindu a Joio Pereim oo clistnos*
de sobdelegacia da Los.
enlao leapradesale -Aoteb ratea, s 1
e 50 minutos da o ate, o pascar pela ron tata
Cateadas para Afogadoa o carro a. 10 da Caaspa-
nhia F -rro Carri', s a io conductor n ra faca a.
31 e cocheiro J ao Ferreira Pintes, o incaoc Jaca)
Fontoura Chave, filhi ds Affooco BorgacaV Atea-
querque, morador roa do Padre Fioriaao a. 5S,
querendo saltar do meara i carro, cabio, Senecio
eom o p direito fracturado peles todaa Jo vete-
cal >.
Nio i ate o primeiro desacten qaa accede a
estes nenio ja i tu oro dente, qoe ano ce zaeadatn
com tanto exemplo danos, de vadeaci}t ana
caras da compaobia de tMnds e viaa-tnmnc ar-
nanat.
*a foi entreneO chapeo de nd aa* ea-
tava em poder do Sr. Dr. delegado e fra tecaado
a' um gatuno n occatiio em qae pretenda ten-
del-o foi ent.egue ao Sr. Demetrio Ensebio da Sal-
va Brillo, qae pr iveo er o dono.
catli neaslarr Cootortan i
re lacio ao cobra Jo n. 50 darsi Laceas Te
na, cabio aoteb,n'era ata oatro
da do 1 aodar, ficando aiada nan tcaat para
qualapcr desse di.
Islfrarla Ecoaaanien JCata aotiga
bem acreditada lirraria de propriada ic do ar.
Joa Nogu ira de Soasa, eataoel-eida por I
anuo roa Primeiro deMarc a. J, i
para a ra do I nperador a 73, onda
Typograpbia Cectral, bem coobesHra'* i
pel.it seus trabalbot.
Poss id r desta fypograpa n de anta con nf-
fieina de encademacao, a Livrara F ciiscirc por
certo continuar a gosar do messno ejoncalo tjttt
seapre tnve dopabjaw e de tea* antigs fjtgt-
l-r.
Curno liare de dlrello Ra
amauha naJFncuidade de Direito, onda I
o curso livre 4>8 materias do 1' e S* ana* or dV



"^l ulfitm \


Diario (te PeraambiicoDomingo 1 de- Janeiro de 1888
i promiacuamen
te lugar oe exames das escotas pu olicaa de Benga-
las, aos qnaes assistiram, alm iloi examinado-
rea, muitos cavalheiroa e senhoras.
Findoa estes, foi servida aos convidados do mo-
desto /uncVpor occasiao do que trocaram-se diver-
sos brindes; tendo.aido grande a satisfago de to-
das m pessoas presentes, por ter o Sr. Francisoo
Cyrino de Medeiros, declarad livre o seo escravo
Bonifacio, de 50 annos de Made. O h orado an
ciao fui por todos os c rematantes abracado, etn-j
virtude do acto humanitario c|ue praticara.
O resoltado dos exames foi o seguinte :
1* grao.Jos Alves de Albuquerque Jnior.
Jos Francolino da Cruz. Severin Lindoipbo de
Medeiroa Haria Joaquina de Ronca, Sophia Cabral
de Mello, Alexandra Hara de Medoiros'e Pastor
Alcina de Medeiroa, adiantado i.
Jos Francisco Doarte, Joitnna Cordeire dos
Res Mello, Joanna Maria da Conceica i e Antonia
R;sa de Medeiros, pouco adiaotados.
2* grao.Heniiqueta Maria de Souza, adjunta-
da.
irrcioria da* oDra oe comen
f*o toa portoBoletn meteorolgico do
dia 30 de eaembro de 1887 :
1 I"o
Horas |*8 Barmetro a 0
6 m. 23-4 760>46|
9 27'4 16156
1* 28- o 761U4
3 t. 28'3 759-98
6 26'-9 759*91
Tenao
ilo vapor
17,85
19,07
19,25
19,56
19,50
a
a
35
83
70
66
68
75
Temperatura mastn 29-,25
Dita mnima23*,00.
Evaporas*) em 24 horas ao sol: 6",8 ; som
ora: 4,">5.
Cbnvanulla.
DiiTccao do vento : E durante todo o dia.
Velocidad media do vento : 2,63 por segundo.
Npbolosidade media: 0,54
Boletim Jo pono
a. S Dia 30 de Dezemb. a 31 de Desemb. Horas Altura
b. M. P. M. ri. al. P. M. 1046 d manh 447 da tarda 11 6 517 da macha 0,"44 2,-42 0,-33 2,36
i^eilo >ir}ecruar-se ha:
Terca-feira :
Pelo agente Gusmo, s 10 1/2 horas, i ra da
Aurora n. 109 D, de mgveis, louc;as, vidres, etc.
Pelo agente Snveira, a 11 horas, no largo Sal-
danba Marnbo n. 2, de movis e relogios.
Pelo agente Brito, s 10 c mei.-i horas, ra do
Lima n. 68, do eetabeleciraeuto ubi sita.
Quarta-feira:
Pelo agente Ptstsna, ao meio dia, na ra do
^Vigario n. 12, de predios.
Pelo agente Brito,3 10 1|2 horas ra es-
"treita do saurio n. 29, de moveiii, cofre u de pre-
dio.
Pe) agente Gumao, s 11 h>rai, ra de
Thomde Souza n. 2, de armac mais cbjectos
existentes no inesmo estabe im'into.
* faaebrek Sero celebradas:
Terca-fcira :
A's 7 1/2 horas, na *anta Croa, por alma de
Francisco de Lpmos Duar.e ; s 7 1|2 horas, no
Corp i Santo, por alma de Adelia Fernandes
Baptista Quimares ; a 8 boras na Penba, por
alma de D. AJelaide de Moraes Albuquerque Mi
ranho.
Quarta feira :
A's 7 1,2 borae, na matriz da Boa-Vista, por
alma de. Adolpho Dominqni's da Silva : s 8 no-
ras, na matriz da Boa-Vista, pela alma de D. Ma-
ria Carolina Ferreira de Carualho.
Quinta feira :
A's 8 lloras, na matriz de Pao d'Alho, por alma
de Antouio Franci-c de Adreu.
PaaaageiroaCbegados dos portos do sul |
no vapor fraucez Vtlle de Bahia :
Dr. Jonquim Fehppe cfa Costa Jnior, Dr. Jos
Carue-ro Cavalcante.
Hospital Pedro IIO movimento deste
hospital in dia 29 i Desembro, foi o segunte :
Er traram............... 15
Sa airara................. 16
Fallecer-:.............. 2
Eiistera................. 517
Foram iaitadas aa f rinuriai p-.los Drs. :
Moscos >, a 8 hora:.
Cysoeiio, s 9 1(2.
Barros Sobriuho, >'s7.
Berard), s 10 1|2.
Silva Ferreira, a 9 1|2.
Malaqi iaa, as 10.
Poutu* nao compareceu.
Esteva) Cavalcante, s 8 1)4.
Simoea Barbo-a, s 11.
Cirurg a dentista Numa Pompilio, nao compa-
receu.
O pbariaaceutieo entrou s 8 Ii4 e sabio s 4
horas.
O ajudiote entrou a 7 ura: da manh e aa-
hio s 4 1|S da tarde.
<.'au de sietencoMovimento doa'prr-
aos d O isa de I > leneo do Rehile no dia 30 de
Dezetnbr > de 158,7 :
Existilo 418 ; cutraram 21; sabuam 7; exis-
tem 432.
A saber:
Naciouaca 405, molheres 10 ; slraogeiros 7 ;
escravos sentenciados 6; ii.-u procetsado 1 ;
idem de ixirreoeio 3 TuUl 432.
Arrajo idos 376.
B^ns 3;8 ; doeutes 18 Total 376.
Movxunto da enfermara >
Te ve iltn :
Joaq lim Simpes de Macedo.
Tiveran baixa :
Francisc. Mendes da Silva.
Emyglio da Ccata Mello.
Antonio .los de Lima.
ImU- h da prufincla A 1 parte da 11
lotera p< tu aovo plano, cujo premio graudu de
100:0004 em beneficio da .Santa de Misericordia
do Becif;, se extrabr no dia 4 de Janeiro pr-
ximo viodooro, ao meio dia, no consistorio da
greja c e Nosaa Seuhora da CuncciQo dos Mili-
tares.
Cemllerio pablleoObituario do dia 30
de Oeaembro :
Luiza Pernambnco, 2 in-zes, Santo Antonio ;
entero, edite.
Serap ai Bispo da Costa, Pernambaco, 16 an-
uos, solieiru, S. Jos ; etysipela perniciosa.
Antonio F.anci:e de Abren, Pernambuco, 70
annos, cisado, Boa-Vista ; arterio celerose car-
diaca.
Franc sea Mira de Azevedo Santos, Pernam-
buco, 37 annos, casada, Bo-Vista; carcinoma
uterino.
Leopoldo Antonio Alves, Pernambuco, 38 an
nos, solteiro. Boa-Vista ; lesio Cordiaca.
_ Huberto Pereira d Silva, Pernambuco, 44 annos.
vuvo, oa- Vista ; tubercolod polmoraes.
Oonsaltorfo na ma do Cabg n. 14,
andar, d 12-a 2 da tarde reaidenoia no
Monteiro.
Cosaaallorlo snedlco-lesjal
O Dr. ero tnedioina pela Paouidade da
Baha, bacharol em direito pela Faouldade
Ir Recif- Jos Pelix da Canha Meneses,
en<;arrega-Be de qaestSes de medicina,
legal. Ra Primeiro de Marco n. 12.
todoa os dias das 11 horaa da manba s 3
da tarde.
Clnica medica
O Dr. Matheus Voz, de volta de sua via-
gem, contina no ezercioio de sua profi-
sao, para o que ser encontrado de 11 ho-
ras da manha s 2 da tarde na ra do Ba-
rio da Victoria o. 32, 1. andar e em ou
tra qualquer hora ra da Princeza Isa-
bel n. 6.
O Dr. Barros CalnaarAes
Pode aer procurado em seu escrptorio a ra
1. de Marco n. 4, 1. andar.
Drogara
Francisco Monoel da Svt d C, dep .si
tarios de todas as especialidades pharma-
ceuticas, tintas, drogas, productos cbimi-
cos medicamentos homeopticos, ra do
Marqu ;z de Olinda n. 23.
Drogara.
Fria Sobrinho & C, droguista por
atacado, ra do Marques de Ouda n. 41.
Herrarla a vapor
Serrara a vapor e offidnas de carapina
de Francisco dos Santos Macedo, caes do
Capibaribe n. 23. Neste grande estabeie-
cimento. o primeiro da provincia uesta ge-
nero, comprase e vende-so madeir a
de todas as qualidades, serra-se madeirns
de conta alheia, asbim eomo se preparan:-
obras de carapina por machinas e por pre-
;-a aera competencia -Pernambuco.
Colleun penfir
Estabeleuimedto de educaco primaria e
secundaria em Jaboato, sob a direccSo de
Jos da Oiiveira Cavalcante.
Manoel Collaco & C, Participam aos
seus freguezes e amigos que mudaram o
seu estibele^imento de miudezas para a
ra Larga do Risario n. 32, onde aguar-
dam suas ordens.
PIBLI(J4C0S A HUIDO
-*-
*a Braga.
Di lo Aau ato Cabral de Barros.
Drto MauoelJos (ioncalves oe MaHo.
Dito Thomaz Ojaiaspes Tavares.
Dito Augusto de 84 Montenegro.
Dito Joaquim Eduardo Ferreira.
Dito Joo Marqolrno Perreira.
Dito Joaquim Nones Mendea Ribeiro. '
Dito Manoel de Barros Corris.
Dito Jos Maria Pires Justo.
Dito Joto Agostinho da Cruz Castro,
Dio Lula Jos Carneiro. .
Dito Jos Martina Ribeiio.
Dito Alipio da^AnsumpoSo Cavalcante Pessoa.
Dito David Ribeiro da Silva.
Proprietario Arcbias Lyndolpho da Silva Marra.
Dito Sylrouio Ignacio'de Mello.
Dito Francisco Simdes da Silva Marra.
Dito Ricardo PanUleo da amara Santiago.
Dito Ignacio de Amonm Lima.
Eatudante Virginio Mendes da Silva.
Eicrevente Jos Francisco da Cmara Santiago.
Telegrapbsta Antonio Ascendino da Cruz Castro.
Solicitador Antonio Henriaue da Albuquerque
Miiet.
Caetaoo Gomes de S.
Jos Carlos de S.
Manoel Jos Nunes do Valla,
los Tibu'-ciu C ^ihj la Silva.
Htorique Coelbo da ?ilva.
Manoel Martina das Neves.
Manoel Joaquim Pereir Atbayde.
Herculano Antonio de Moraes e Silva.
Clodoaldu Cato Camella Pessoa.
Francisco ilorer Fragoso.
Candido Jos Ta varea de Scnza.
Jos c'a Costa de Albuquerque Mello.
Artista Jos Antonio Pinto.
Dito Angelo Custodio da Costa.
Dito Joo Baptiata da Porciuncula.
Dito Bento Mafaldo de Siqueira.
Dito Fulgencio Jone Joaquim Cavalcante.
Dilo Francisco J..s Joaquim Cavalcante.
Dito Jos Joaquim Cavalcante.
Dito Miguel oe Araujj Lima.
Dito Joo los Joaquim de Sant'Anna.
Dito Jos Dias dos Santos,
Dito Santino Tbeotooio da Cmara Santiago.
Dito Candido The.tonio da Cmara Santiago.
Dito Claudiuo Francisco Garca.
Dito Joto Francisco de Mendonca
Dito Ildefonso Cavalcante Pesaoa.
Dito Luiz Bernardno 4o Franca.
Dito Fran lisco Ignacio de Jess Fiibo.
Dito Th'inas Feroandea da Silva Gororoba.
Dito Valentim Thomaz da Silva Gororoba.
Uit i Lino Francisco das Chagas.
Dito Samuel Chorita.
Dito Hermelino Jacintho de Medeiros.
4o preclaro Sr. viajarlo Franclaco
Ka? mundo da Caoba Pedroaa
E' ebegada aoppor tuuiasde de comprimios nos,
os aoaixo assigaades, c m um dos mais rigorosos
deveres imp st s so bomemo dever da gratido.
Agora que V. Revma., por torca da permuta fii-
ta, retira-se desta para ootra paroebis, grato
as habitantes oesta treguezia deixarem, pelo prc-
tente documento, perpetuado o conceito puro, a
estima completa a que V. Revma. tem pleno d-
reito em face de sen proprio merecimento ; e tan-
to isto exacto, quanto tambero sao verdadeiras
as razoes que determinartm na ccnsciencia dos
abaixo asaignadoa case acto de reciproca digni-
dade.
Sim, Reym. Sr., quando um poyo tributa res-
peitoe aamiraco a um sacerdote, digno desta no-
ta/el qualidaie perante Deus e a ociedade,
porque esse ministro do Altissimo, seguindo os fe-
cundos exemplos da FCbris< procede como sem-
pre proceden V. Rtmi, tornando-se extraordi-
nariamente seloeo na obaervaocia de seus merilo-
rioa encargos, expondo-se aoa rigores do tempo
para acudT ao enfermo em seu periodo extremo e,
levando sempre as radinutes luzes do Evangelbo
jto aeio da populaco, afim de dar-lbe a conseien-
cia exacta das (brigacoes religiosas.
Quando este mesmo povo corre presauroso ao
encontr de um parocbo e cobre-lhe as mos de
repetidos sculos, comj tem acontecido eom V.
Revma., por deroais eloqnente, sabe sempre ser
a gratido popular, em face dos relevantes servi-
dos que t'Stemunlia.
Xeate instante os abaixs aasignados deixtm
aqui, pr -e deudo por tal modo, urna immorr doura
bu i enagem ao distincto visano, que dominado
pela F e inspirado uaa sai virtudes do Catholi-
cismo, traobformou, c mo por encanto, as ruinas
profane duras da tradicional Igreja de S. Miguel,
em um eioquente e assaz decent Templo, aonde o
Culto Divino actualmente all exereido com a de-
vida mageatade.
Quando as vistas bem intencionadas reconhe-
cem no pa ir. alm do esplendor de sua auterida-
de moral, s completo prestigio do cidadio em ex
tremo dedicado ana familia, honrando as vene-
randas cas de seu pai, dando incentivos valiosos a 3 aoooymos a 54
seua irina-a, tomando-se emfim o esteio forte e po- Martina Viegaa & C.
Ao respeiUv 1 publico e ao cor-
po coniiBercia!
O abaizo assignado, agente de leiloes
nesta prac, em cumprir o imperioso de-
> er de agradecer ao respeitavel publico e
no corpo commercial desta cidade, a pro-
te'Jc3o que tSo benvola e espontneamen-
te se dignaram prodigalisar-lhes ainda no
decurso deste auno de 1887.
O abaizo assignado sabendo aquilatar
verdaderamente um dos mais nobres sen-
timentos que se aninham no corado do
h'.uneina gratidoassim o patentis pu-
blicamente : e aproveita a occasiao para
dizer que continuando no ezercicio de sua
profisso de agente de leil3-s, os seus
amigos e protectores o encontrarSo semp're
prompto no cumplimento de suas ordens
ra do Vigario Tenorio n. 12, protestando-
lbea que 03 seus interesses sero lao bem
respeitado3 quanto religiosamente manti-
dos, tanto mais quandoachando-se intei-
KI.4.I4.AO
dos devotos que ho de festejar Nossa Se-
nhora do Livramento na matriz de Pal-
mares no anno de 1888.
Juiz poreteieo /
O Illra. Sr. Eoclides Osorio Ferreira. '
Juiz a por eleieio
A Ernas.cnasorte do Sr. Leonel Augusto da Costa.
Juiz por devooio
O Illa. 8r. Virgilio Augusto Lopes.
Juna por devocio
A Exma. consorte do Dt. Manoel Falco.
Joices protectores
Os Illms. senhores :
Rotendo da Silva Camello.
Tenente Joaquim A. Xavier da Ma.
Capitao Isaoio Matheus de Almeida.
Jos Bernardo da Silva.
Manoel de Souzi Barros.
Firmino Marianno da Silva Netto.
Jos, Joaquim Kimao de Miranda.
Benedicto Lasaes de Albuquerque Sobreira.
Juisas protectoras
As Exmas. senhoras :
D. Aurora, esposa do Sr. Gervasio Pereira
D. Margarida, esposa do Sr. Pedro M. de Araui.
D. Mana do O'.
D. Miria, esposa do Sr. Manoel F. S. Andrade.
D. Balbioa Vergorina da S. Rios.
D. Joaquina, esposa do Sr. Manoel Albino Mes-
quita.
D. Maria, esposa do 8r. Manoel Jos Almeida.
Eacrivies
Os Illms. senhores :
Adolpho Firmo de O.iveira.
Jos Luiz Carneiro.
Lourenco Cardosoda Silva.
Joo Sabino Pereira.
Remigio Francisco de Paula.
Joo Augusto H. da Silva. '
Manoel Emy;do Fernandez.
Joo Baptista Araujo Lima.
Jos Luis da Cunha.
EscrivSes
As Exmas. senhoras :
O. Julia, filha do Sr. Antonio Barreiras.
Esposa doSr. Francisco Cesar Menesea Pequeo.
Esposa do Sr. Ponciano Augusto H. da Silva.
Esposa do Sr. Manoel Barros Araujo.
Espssa do Sr. Manoel Flix Ferreira Lima.
Esposa do Sr.'SeOastio Alves Miranda.
Esposa do Sr. Luiz de Franca Pereira.
D. Illuminata da *inta Cruz.
Esposa do Sr. Demoethenes Cassiano Rodrigues.
Procuradores
Maooel Barros Araujo.
Salustiano Jos dos Santos.
Dpuingos Fernandes Correa
Flix Jos da Silva.
Procurador geral
Austricliaoo Medeiros Mello.
Mordomos e mordomas todos os fiis devotos
de Nossa Seuhora do Livramento.
Thcsoureiro
Pedro Marinhi Araujo.
Palmares, 13 de Fevereire de 1887.
O vigario, F. A. Souza Araujo.
-*
Lotera'do ParA
A Ia serie da 15 lotera do Para corre
no dia 4 de Janeiro com o plano de......
1201000,5
farso, primario* sc
cundario
Ba Mrquez do flerval a. SI
Jos de 8 usa Cordeiro Simoes avisa ao respei-
tavel publico e orseobc/ies pala de seos alumnos
que as aulas de seu curas abrir-se-h) no dia 9 do
crrente, e espera o acolbimenta e a proteof&o que
at boje Ihe tem sido dispensadas.
A aula priman- acba-se, como de costme, a
seu cargo, coadj avado pelo acadmico Jofio Tbo
m Alves Guimaraea, e o curso secundario aos
cuidados dos acadmicos Esmeraldino O. Torres
Bandeira, Joa de Freitas Moraes Pinhoiro, Joo
Diois ib iro da Cunha e o Dr. Leoiiar lo JaSo
Grego, que nao poupari esforcos para o adianta-
ment doa alunnos.
Cof ac Srazileift
Pabrioiido por A. M. Varas A C.
odas aa-regras proscriptas pal*
a de pureza e sabor idnticos a*
estr ngero. O Cognac Bralear
ezcelleate bebia, o melbor ttertar
se p ie cunbecer.
Aoha se na fabrie% e en todos ai
teis, r stanr.nts, Cafes, buhares e
desta, cidade.
I Ide eaperimental o!
Aula particular
Raa ffXatpaez do Herval n. 9*
Anna Theodora Simas participa ao respeitavel
publicare aoa aeuhorea pas de auas alumoas, qu ;
no dia 9 do eorrente abnr-se-ho auas aulas, e
espera o acolhimento que lhe cem sido sempre dis-
pensado, quer na aula primaria a seu cargo, quer
as secundarias, quer em msica vocal o piano,
assim oomo em trabalbos de agulh, regidas por
prufessores idneos.
Casa Feliz
IGUAii-tSSir
Dr. Paes Barreta
PROMOTOR PUBLIOC E
Advogado
Clnica do 0r. SUra Ferreira
EspeeiahdaJes : molestias de fliaaioas
pata.
Consultas de 1 s 3 seras.
Ra da Ctdeia n. 53.
ResidenciaRas do Conde da Boa-Viata M
Telephoae n. 41
r
:
Praca da Indep udeneia na. 37 e 39 de Antonio
Augusto dos Santos Porto
Venden da 2. parte da 10 lotera extrahida
hoje a sorte de 200*000 n. 3159, a sorte de 100*
n. 4252.
Tem exposto vends da 1. extraeco da II.
lotera do nov plano do lOO.-OOJJJO, a beneficio
da Santa Casa de Misericordia que se extrahir
no dia i de Janeiro de 1888.
aplrllo Manto 3 parte da 5 lotera
corre n> dia 2 de Janeiro.
9*
II
MEDICO HOMEOPATHA
4
)
r,.mentes quites para com os seus commi-
tentes, isto ser mais ama garanta para
aquelles que se dignarem d confiar-lhe os
seus honrosos mandatos.
Recite, 31 le Dezembro de 1887.
Joaquim Maximiano Pestaa.
lilata ilo nutincrlptorea para o pa
trimoole da ramilla do fallecido
<<*<'-nbarg-ailor Jos Maooel de
Freiaia
Transporte 21:659*000
Subacripcao da secretaria da presi-
dencia promovida por J. Jocundo
da Silveira Meudonca
Bernaidiao Gomes de Carvalho
Antonio Alves Pacheco
DK Manoel'da Tnndade Pe/etti
Azevedo a C.
Lopes Irmos
\ntonio Jos Soares & C.
Um magistrado
Joaquim Fernandes do Monte
IHD1CACQES DTE1S
edleoa
O Dr. Lobo Hoscoso, de volts de su
viagem ao Rio de Janeiro, conntia m
ozereiiio de sua profis3o. Conatuas das
10 s .2 horas da manha. Eapeoiald de
eperac5es, parto e molestias de senhoras *
menints. Roa da Gloria n. 39.
Dr. barreto iampaio d consultas dt
roeio-d a s 3 boras no 1.* anaar da casa
a ra > Baro da Victoria, n. 51. Resi
dencia ra Sete de Setembre n. 34, en-
trada 1 tela ra da Saudade o. 25.
O Dr. Castro Jess tem o seu cnsul
torio tiedico, roa do Boro-Jess n. 23,
sobrad 0.
Dr. Chama pobo medico operador a par
teiro, raaideacia ra do B. de .Borj n. '.
Consultorio: ra Larga do Rosario n. 24
CoatolBa das il horas da ooaabl a 2 di
tardo. Eapeciaiidade : moleaas e
deroao de proteccao para aquelles a quem perten-
ce pelo,proprio sangue e pelo coraco, como, con
a maior juatiea, tudo iste se nota em V. Revma.,
fica plenamente provada a rasa* de aer desta ve
nerauda, desta sincera estima, desta intensa sau-
dade, destd intimo eotbusiasmo que os abano aa-
aig^iadus xperimentam dentro d'alma e veem de-
di-ar aqu provados, como a mais completa e tam
bem a mais invejavel recompensa que na trra
poda o civismo e a virtude de ama alma generosa
conquistar, o que mais admira, no insignificante
periodo desetw annos.
Q eira a Divina Providencia dilatar por mu-
tos nuos a precioaissima existencia de V. Revma ,
afim de ter par m is ama vea V. Revma. occasiao
de prestar taotoa e to legtimos beneficios aquel-
les que torein seas paroebianos, acadindo os soli-
cita em suas neceasidades espirituaes, reedifican-
do-Ibes os seus t mplos derrocados, honrando-os
com o completo exemplo de moral e, at educan-
do ibes as crOr.ncs as expansivas explicaces e
nos bons ensmamentos do Cathecismo religioso.
Sao estes os Votos que os abaixo aasignados fa-
sem ao Creador' sao estas as homenagens que elles
teem a tubda honra de tribataf ao preclaro vi-
gar.o Francisco Raymando da Cuaba Pedrosa, de
quem h je lamntala a ausencia.
A togados do Recif-, 31 de Desembro de 1887.
Bai-de Serinb&em.
Dr. Jote Usorio de Cerqneira.
Dr. vi i. n el Raymando de Araujo Pinheito.
Dr. Ani. ni Justino de Soasa.
Di. Antunio de Arroda Beltro
Tenente-coronel Pedro Osorio de Cerqoeira.
i'ito Joi Francisco da Cunha.
Eugei.b> iro Osm>ad P C-x.
M.| r J e TnomaaCavalcante Pessoa.;
Dito Pedro Tertulian da Cunha.
ijnpn 1 Antonio Corroa Maia.
Duo Igoicio do Keg i Medeiros.
D 10 J aqulm Jaoaario Pereira de Brito.
IVn-nie Theodomro Cavtlcante Pessoa.
D-Ut Deuda tu Tertuliano da Cunha
DifoMiuoei Francisco Alves Texeira.
Alteres Tranquilino Ildefonso da Cuaba.
Dito Francisc > Leopoldino L^mos de Freitas.
(Vaocisca Tnereaa dcsJS..ntos,Aranjo.
Jlodilde dos Sautos Araojo.
Fraueisc Caudida dos bantos.
Auna Olyopia de Souza Pessoa.
Lu >oviu* Zi .ziua Baracho.
Prulewor Cynllo Angosto da Silva Sastiago.
Ditu Frauciaco Manoel Baserra de Vasconcellos.
Poifdssjra Generuss de Reg Medeiros Cavalcan-
e de Alouqu.-rqje.
Dita M .na da C. Brando Cavalcante.
Dita Amelia Aleoforad.. Cesar de Mello.
D'ta i) gna de ^aota hWsa. I
EmpieK^do Publico Antonio da Cruz Ribeiro.
Dito dito Hermiilo Lrns Chaves.
I).tu dito Accyhao d- Hoiianda Chacn.
D 10 di.u Autuniu Jesuiuo Marques.
Dito dito J o Baptiala E ate ves de Souza.
Dito dito Julia > Lomacbi de HolUnJa Cavalcante
de Alouquerque.
D tu dtu J ao Francisco Regs Lobo,
to di 1 o Francisco A. Brandas Cavalcante.
Uitb dito Adulpbo Alves Falca > Taga-a.
Dito ditu Eatero Laariudo C ih> da Silva.
Dito dita Jus Herusogeas da Uhvrirs Amaral.
Di'O dao TboaiaS lieortqae Cara-lro de Almeida.
Uno dito Jos C-.vile.ate da C<>ata Vasejio.
Neg -laote Manoel doa Status Araujo.
Dito Auuuiu S-ares R p so
Maooel Joaquim Freir
Antonio Maia & C.
Jos Cordeiro Reg Pontea
Gomes Augusto G. de Miranda
A. A. de Lemoa & C.
Adolpbo Henriqoe
D. Antonio Caaadomonti
Ncora Silva
Diversos
133*000
50*000
50*000
50*000
20*000
20*000
20*000
20*000
10*000
15*000
7*00)
5*000
5*u00
5*000
5*000
5*000
5*000
5*000
5*000
22*000
Ao respeitavel publico
Genesio Libanio de A. Monteiro, profesor ar-
ticular a 15 anuos, avisa ao respeitavel publico
que no da 9 de Janeiro instada om corso de pri-
meiras lettraa, na rna Imperial n. 248. Lecciona
as materias seguintes : grammatica, arithmetica,
geograpbia, geometra, doutrina christ.
Mensalidade 2*000 e gratuitamente aos de re-
conhecida pobreza.
Espera ser acolhido, o qne moito agradecer.
a
Co'lftgio Prytaoo
%. RA 4 DE M MO %. 13
Io andar
O director desaa casa de educa$o e ensino avisa
aos pais e intereesadia de seus alumina, e ao pu-
blico em geral, que i 1 dia ? do correte em dian
te acham-se abertaa la novn as anl .s das corsos
primario e secundario do. Collegxo Prytaneo.
Pelos estatutos ha 4 claases do alumnos internos,
bbsbi-internos, externos e semi externos, aos qoaes
sao ensinadas, alm das primeiras lettras, todas
as materias para a matricula em qualquer curso
de iuatrnecao soperior do imperio e mais as seguin-
tes linguas italiana e alterna ; escnpturfb com-
mercial e 8Cencias naturaes.
Todas essaa materias esta i a cargo de professo
res hablssimos e demasiado conhecidoa no ma-
gisterio pernamboeano, como os Srs, Drs. Ayres
Gama, Jos Diniz Barreto. Artbor* Orlando, Ma-
noel J. R. Pinbeiro e Frederico ILysses de Almei-
da e Albuquerque. O director tambero toma par-
te no ensino do corso secundario ; e a aula prima-
ria especialmente regida pela mi e irm do
mesmo director.
A casa onde funeciona o Collegio Prytaneo, aita
ra 24 de Maio, (antiga da Dneneo) n. 13, 1*
andar, est em muito boas condicoes hygienicas e
cfferece vastos e sadios commodoa aos alumnos.
Recite, 1 de Janeiro de 1888.
O director,
Tranquilino Praciarmo de Mello heilo
Instituto 19 de Abril
2:116*000
Bom dia
SSo estas as pbraaes eom que o Joo Arara sal-
va aos seos amaveis fregueses e ao respeitavel pu
blicn em geral, fazendo votos ao Creador para que
lhe conceda bons anoaa,sendo o de 18S8 o primei-
ro a contemplal-e por ter tres letras iguaes, quero
dizer, tres ursos, tres oitos....
O Joo Arara nao pode deixar de se faser lem-
brado aos respeitaveia habitantes desta heroica
cidade do Recif*, capital de Pernambaco, e seas
arra baldes visinhos e distantea, que anda se acha
em seu ponto de honra como sempre; provida de
um graade sortimento de atades de todas as claa-
ses, e hbitos je tolas as ordena, afim de bem ser-
vir qoelles qae torem ao sea estabelecimento tra-
tar de qualquer passaporte para o outro mani,
scientifieando-lhe que quando assim o fizerem vo
prvido eom os competentes cobres gordos on ma
gros, que ficaro certos e convictos que nao deixa-
rio de dar sepultura aquelles qae para rase
fim eativerem obngados, provando o Joo Arara
n ata occasiao, que nal tem competidor para bem
servir aoa seos amaveis] fregueses, aonde se acha
espera de auas proteccSda, nt rna de Hortas n
4, casa funeraria do Arara.
opon. I Ull0 ju.tiuo Tonaira de Mosrat
Os mdicos dad preferencia aoa medicamentos
soluveis, f icis de di.erir, contando grande nu-
mero dos elementos qoe eotram na composico do
corpo humano.
b' por isso qoe elles aconselham o Xaropt de
qu-na ferruginoso de Gnmaalt efe C, qae, alm do
sea sabor agradavel, s -mpre bem aceito pelo es-
tomago.
Este x.np-, noqual seacbam intimamente com-
Aioados o pbusphato Ce ferro e a quina real, com-
bate com os melboree resultados a leuc-rrha, a
anemia e o empobrecimento do sangue.
E' de una bella cor de rosa e em cadi frasco
deve exigir-ae cerno garanti a marea de fabrica
e o sello da casa Grimaolt & C.
Na tsica, em certas coovaleseencas, preciso
antea de todo sustentar aa forjan do doente e nu-
tril-o a todo o transe, porque a vezes o doente,
possuido de um fastio invencivel, nao toma, nem
tolera o menor alimento.
Nest a casos a Peptona em pi de Chapoteaut
presta rs melbores sei vicos; com duas OulUere*
dias lvidas em caldo d-se ao doente o Valor de
o eeu-teocfc de i0 grammas, j digerido, que se
n.liuilia pi omptameote.
O Sr. Cbapoteaut prepara tam bem um viahide
P-pton, qu-contm p ir calix des grammas de
carne digerida, boj o adoptado por todas as pea
B'.aa qne .-eotem a necessidade de reparar as for-
(aa entra {uecidaa pela idade, peo traOalho, peas
raoleatias e ms digeottes.
Arco da Concei^o
Os abaixo aasignados deelaram a quem interes-
aar poasa qne 03 armazem na. 2, 4 e fi ao Arco da
Cooceicio esto-lhes devidamente arrendados, por
escriptura publica lavrada as not-s do tabellio
Mergnlhio ; e que a prsrt annoneiada polo juiz
da provedoria nao pode ter logar e resnlt 1 som
duvida de engao do mesmo juizo.
Os abaixo aasignados proteatam fazer valer seu
direito contra quem quer que seja.
Recife, 31 de Dezembro d 1887. _
Santos 4 C,
Da maneara romo se deve tI-
yer
' por certo urna cousa mu fcil para
urna pessoa embuir-se qu.si mortalmentc
com remedios purgativos compostes de mi
neraes acridos o venenosos : porem igual-
mente se ach ao seu alcance o poder res-
tabelecer a saude e forjas lanetndo mo
do nico cathartico capaz de restaursr as
interrompidas funccSes do apparelho di-
gestivo, 8' creeao, e expulso, a um estado
perfeito de saude, se n que durante a sua
oppracao durativa debilite o systema. as
pilulas asssucaradas de Bristol; encontra-
a 'ha este grande resultado, o qual tem
sido, por t-mpo immemoriavel. debalde
procurado e desojado. Ellas s2o d'uma
inestimavel aoeitaclo para os dyspepticos,
os que Boffrem de prisSo de ventre, os bi-
liosos, os rheumatices, os hydropcoa, os
extenuados de toreas, n'uma palavra alo
d f summa eficacia para todos os que aof-
frem molestias procedentes do estomago,
do ligado eu dos intestinos, sendo um meio
prompto e seguro para o alcance de um ira-
mediato allivio. Em todos os casos de mo-
lestias ohmnieas, (como s>jam, rheumatis-
mo, affece,8es do fgado, hy Iropesia e ne-
vralgia,) ou quando a enfermidade apr-
sente nm aspecto ulceroso, nesse caso a
slsapsrrilba de Bristo!, como um poderoso
mio de enriquecer r purificar o Bangue,
pode ser tomada com summa vaotagem
uujunetaraeute com as pilulas. Ellas vao
metti las dentro de vidrinhos e por isso a.
aua conaervay.o intacta em todos os cli
mas}.
E
Aula Infantil
Ra do Visconde de Camaragibe outr'ora
do Hospicio n. 10
Director :Bacbarel Luiz Porto Carreiro
Este estabelecimnto de educaco e instruccao
primaria e secundaria abrir suaa aulas no da 9
de Janeiro de 1888, esperando continuar a mere-
cer dos pais dos Seus alumnos e do publico em ge-
ral a confianca que at hoje Ibe foi dispensada.
O predio em que funeciona o collegio tem vas-
tas proparces e recommenda-se pela facilidade de
fiacalia8co, pela bygiene e por uutras vantagens
qne com a vista melbor podein ser apreciadas.
O collegio contina a receber alumnos externos,
semi-internos e internos.
O reaultado dos exama fiua-'s quer no curso an-
nexo, quer na aula infantil, foi o mis lsongeiro
possivel, havendo 80 approvacoes sobre 100 exa
mes.
O corpo duernte do Instituto co-itina a ser o
mesmo com as seguintes niodifi-acoea : a aula de
matemtica est a cargo do director ; a de geo-
graphia e historia a cargo do Sr. Dr. Maximiano
Lopes Machado, bem como a de estylo e compo-
sico ; a aula de francez pratico ser regida por
Mme. A. Munier.
O corpo disciplinar acha-se cijtiido a auxilia-
rea habis e moraliaidoa.
Para iiiforinac m mais minuciosas os intereaa .-
dos devero dirigir se ao director do Instituto
rna do Hospicio n. 10.
Recife, 28 de Du-zembro de' 1887.
O director,
Luiz da Costa Ferreira Porto Carreiro
\ Dr. Baltiiazar da .Silveira ]
Especialidades febro, ssoteatsas Iaa J
I erianus, dos urg&os raapatsrtaa o sata | t
senhoras.
Pr'sta-se a qu-iiqaer cfaastaaV< para '
'ora da capital.
4rio
I
Todos -9 chamad b derem a angi- ?
doi pharaiac:a do Dr. Sabino, 4 roa da
Bario da Victoria n. 43, onda se indicar1. I
sua reaideucia.
Consultorio me tcti
cirur^ict
O Dr. Castro Jess tem o seu noajasjl-
torio a ra do Bom Jess (ann'ea dajUrua)
23, 1. andar.
Horas le easvonltaa
U .s 11 s 2 da taris. A noit awi
encontrado no sitio a travesea doa Reos*
dios n. 7.
Prlmeirao lettraa. porlagnea e fran-
cs pratlctie (beorico
O profesaor da 2 cadeira do Reeife, sita ra
Baro do Triumpho n. 62, 2 andar, contina a
lecciouar de Janeiro prximo viudo uro em diante
em casas particulares aa materias cima declara-
das. Girante rpido adiautameoto.
Iristittition franfaise
de demoiselles
Mme. Irma Aduar, directora i i*staanlcJazoate
de edocacao assim denominado, a aita roa de
Baro de S. Birji n. (.-arUctpa a.i Srs.
de familias qoe as respectivas anas s 1
oo da 9 de Jan-iro proxim > fatoro, a
no-i a receber alumms peniionisraa,
nistas e externas.
27 de Dez-mbro de 1887.
Cniea medieo-elrnrctea
DO
Dr, ilredo fiaspar
Especiaii i 'krtos. oseestitate r-aanraa *
manfla 1
Residedei'iRna da Inspera'riz n. 1, 2**aior
Telephone n. $26. .

Collegio de N. S. da
Penha
Boa
eo-
da Aurora n. 39 S andar,
inina da ra rormosa
As saias derte collegio principiar) a fuuccio-
nar a 7 de Janeiro: intrnecao primaria, secun-
daria e prendas.
A directora,
Angosta Carneiro.
Dr. Coelfio Leite
Participa a seus clientes e amigos
tem seu consultorio na ra Duque de
xhs n. 57 Io andar, onde ser encontrado
de 12 a 3 da tarde todos os dias e
reside provisoriamente na ra do Hospital
Portuguezn. 14.
que
Ca
EDITAES
O Dr. Mano! da Silva K:go, offial da
Imperial Ordem da Rosa e jais de direi-
prove.loria de capellas e rendaos
a
I
Oculista
J
Dr. Barreto Sampaio, medico ocu
lista, ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, d consultas -le meio dia s
3 boras da tarde, no l.o andar da casa
n. 51 roa do Bario da Victoria, ex-
cepto nos domingos e-das s intifjcados.
Keaidencia roa Sete de Setembro n.
34. Entrada pela roa da Saudade n. 25.
Dr. Giqiiiira M
ni.Ht o
Tem o seu escrptorio roa Duque de Caxias
a. 74, das 12 a 2 boras da tarde, e desta hora
em diante em sua residencia ra da Santa
Crus n. 1.
Especialidadesmoestias de senhoras e crian-
cas.Telophone n. 326
ioliegio Eslellila
RA MRQUEZ UE OLINDA N. 53
Nenie colieg. eum carao a fuoccionar as aulas
de pruneiras Irttras, mun a, desenbo, eseriptnra-
t>o n rcMunl preparatorios, no da 7 de Janeiro
pr x u). vindoun).
Are na se iIiidqh aeosionistas, mcio-penao-
niHiaa e ezteru s, madiant os prec>a e mais con-
ilii,oa qoe o.r^ap 'etiv 1 Jir-et ir. fez imprimir em
avui-o. a que poortanasoente serio conhecidas do
pnbuso.
O director,
Pedro Ettellita C. Lins.
Perfumaria Ameri-
cana
Bllxlr Oeotirrlolo teaepllco
Limpa e impede a carie dos dentes, tira o mo
balito da bocea cura as dores da dentes e fortifica
a8 gengivas.
Deposito 1 na Pharmacia Americana de A. N
Veras t C.
Clnica medica
O Da. Alvazb9 OufaaaZas, recen-
ebegado da corte, onde ciinicou por Ion-.
gos annos, tem aberto onsultorio rna
do Bom J. sua (intiga da Cruz) n. 46,
andar, onde foi o consultorio do dis-
tinelo medico Dr. Teixeira, e ah d con-
sultas todos os lias do meio dia as S ho-
ras da tarde. Reside praca do Conde-
a'fiu (antiga da Boa-Vista) n. 28, 1 an-
dar, e, quer aqu, quer all, aceita cha-
mados.

(J tn
Bllxlr Denlirriclo
Atiesto qoe me acbando muito soffreado de
geng. vite eom queda doa entes, a ponto de ter
perdido cise com os outros j arruinador, esp.-
raado a cada momento a parda de om e mais tar
de a 'o outros, e a d mi meses principiando a nsar
do EUmr Dentifriao Antteptico dos Srs. A. M.
Verai A C,. teubo cousideravelmecte melborado,
voltando os dentes atacados a feo bom estado.
Recite, 9 de Desembro dsK887.
MsUoCahu.
to d
nesta comarca do Re .rifa de Pernamba-
co, por Sna AI -gst .de o Imperador, a
quem Deus guarde, etc.
Faco aaber qn- em virtode do qoe ditp o i
402, da Coosti'oicao das leis di pr .vedara, vio a
praca euglobadamente de nada por tras aaaoe, aa
dia 1 de Pevereiro vin aro, .-. ala daa a-id-ea-
cias 03 armaseasas. 2, 4 I in Arco 4. Cmeriola
da ponte do Recife, s--rv:ndo de base por tosas
elles a offertade de l:000#OOJaonialmnte. -sjsla
o pagamento por aem-stre adiantado, pres-caada c
arrematante fia-ica idooea.
E para constar mandei pasear o presante sjas
ser publicado pela imprcaa, e afBxado aa logar
do coscme.
Dado e passado nesta cidade do Recita aoe 39 de
Dezembro de 1887.
Ea Francisco da Siqoeira Cavalcante, auiaa
o subscrevi.
_____________________Manoel da SHwm aaso
0 Dr. Joaquim Corroa da Oiiveira Aa
drade, juiz de iir..'ito de orpbaJO saV
sentes, da :o u. mo em Pernambuco, por S. M. o I rape
rador o Sr. D. Pedro II, que Den (s-aar-
do etc
Faco saber aoa que o psente edita',
tena o reeebidV ao dia 15 do correte
cao de estar afinal conbec o o aroordo faite
Dr. procurador fiscal e s uaores doa eseravoe
devem ser libertados pelo fondo de a
bei designado a audieucia de 10 de Jaste**
preximo 'inJ. uro para a ealrega da* carta* de li-
berdade aos segiutes, qoe \o eosa rtrsigssasae sbsj
nmeros que lbea eooberasa aa "'-iwfrratii aW-
mamente teita : Antonia, de D Mara Jaa de Je
s a Piretti, por 450*000 ; Eraeabaa, de D Looa
vina Ueba Carneiro Campeil l por
Benedicta, de D Delmira a o lid* ala I___
por 450,1000; Aura, de Fraociaeo A .to ,10
Carnoso, por 320*1000; Lo iza. do l-irats sm mol
Jos Doarte de Alboquerque Maraoho, por
Silvestre, do Dr. Pranciac > de Pauia ^
Araujo, por 450>SOOJ ; Emiliano, de D.
de Paula Cabral, por 350,1100; Joo, os
Correia de Araujo, por 500*10110; Taao >oru. de
Silva & Alvaro, por 6004OU0; Fraacaltao, zW-
ro da Soledade, por 67o*1isj0; Qaiatia, o* s>-
Maria do Cu rao Carneiro Campelto, por C7UJMC;
Hercolana, de D. Joaquina Emilia da Silva Til-
Lee, por 200*000; Rita, do Dr.
la Correia de Araojo, por 80 #,; Mara, Os D. Mo-
ra Militan* Monteiro por aVOat; Priaana*, sis D
Mana Militan* Monteiro, por 500*1; Maaaat.de D.
Mara Militaoa M ureiio, por 600*1; ftlSatinili,
de D. Anna Maria do Coacoicao* por MOf; Mar
colino, de Francisco Ant ni 1 de Oiiveira, ro* 900*1,
Mari*, de Francisco Antonio de Oiiveira, aer 13 1:
Sabina, do Dr. Antonio Joiqaiza da Mora** < M-
vs por 2001; Sebastiana, de Igaari arare
teiro por 350t1 ; Justina, de D. Maria Catea Car
neiro Machado Kio* pos 100*1; Laiaa, de Dr.
Luis Salasar da Veiga Pstooa e Malla pvr M0 :
Is.bei, d* D. Maria Magdaleaa ae AvaMor psr
800*1; Joanna, de Amonio Joa Doarte par 40Ud;
Siivina, de D. Hara Galdioa da Silva
250*1 ; Leopoldina, de D. Francisca I*
da Rocha por 400* ; V-eeici... de Jos d
Nones Braga por 32 ; Augasta, ae Baria
Moribeca por 850*1; gueda, de
de Alouqoeiqoe Mello por 'Ifti ftat*aie. da D
Isabel Emilia de Ojiv-ira Fcrfalra
lonia, de Manoel Joaquim Alvos
320*1 ; Gerald*, de D Maria Clara
eh.do Res por 300*1; Osaada, da D._________
de Mendonca Al vea de Liara pos 800*1; lvosaa,
da D. Josephma Tbemudo Lesos por 4MI; "
de Ignacio Ferreira Taso oda hesmmsm
Franciac*. de D Anna A. Lias VUoBa par
Maria, Se Manoel Jos da Silva i/ti '
Quiten, de D Maria l*asp*Msaa
Par 8504; n -'-- *- /rasian s fssrs da
qeurque Mello por 480*1.
natiae,.sa
1 Salva rl-
eaeePaa
2
ZSS
i
r i

i
i


Jei
Pan q le anegue o con fceci ment de todos, mau-
dei pwir o prewnte, pelo qual sio convidados oa
senhores dos mesmo a escravos, on seo* procura-
dor**, pi.ra que, com o* libertando!, comprec*m
na referda audiencia, munidos da matricula res-
paetiva, e prova de que nao estiveram o* liber-
tando* iigido* no* *ei* mese* anteriores i ola*-
ificacio, nos termo* do avi*o de 9 de Abril de
1881.
Dado 3 pastado nesta cidade do Recife, ao* 20
de Detenibro de 1887.
Eu, Mtaoel do Nascnento Pontea, sssrivao, o
subscre vi,
Joiqmm Crrela de Oliveira Andrade.
DtULARACOES
IRHAXDiOE
DO
Milagroso Santo Amaro das Sa-
linas
Deord?m da mesa regadora, convido a todos
os nossos carissimo* irmaos a compafecerem^em
nosso consistorio no domingo 1* de Janeiro de
1888, pelas 10 horas da maob, afim deem nume-
ro legal, procedemos a eleicaj dos noves tuoccio-
narios que teem de reger esta irmandade no auno
eomprom asal de 1888 1889. r
Secreti.na da irmapdade .de Basto Amaro das
Salina*, 96 da Desembro de 1887.
O eecnvSo,
Heorique Magalhi S da Silva.
Itaei Branleiro
As sul.is deste astabelecimento de iostruccao
5rimara e secundaria abrir-se-hio no da 15 d*
aneiroO director.
Jos Marques Acan Ribciro.
Gipeiliia ferro-carril o Per-
m
Corrida* no Prado Pernambucano
Para ai corridas ainanh esta companbia ex-
pedir grande numero de carros extraordinarios
que levarlo os senbrres passageiros at o portao
do Hypo romo sem augmento de psssagetn. U
servico so far de Magaal na para o Recite e es
carros ex raordinarios nao irSo ao Brum, voltando
ante* o* qoe, na ida, enontrarem pelo caminbo
passageiros em numero sufficiente para enebet os,
e na volti, se esvasiarem. 8o irao at o Brum o*
carros di tabella ordinaria. Cioforme o que toi
annunciaio, o* cirros qne levarem taboleta de
EXTRAORDINARIO nao tomaran passageiros
de 100 ri. Em alguna se vender entradas se-
rse* par* o Prado.
Recife, SI de Dessmbro de 1887.
O gerente.
Thesouraria de Fa-
zenda
Nesta -atacSo e na seceo da pagadoria pagam-
se boje ai segointes folbas :
Presidiada, Relaco, Faculdade, Thesouraria
e Exercit).
Pagadcria da Thesouraria de Pascada, 1 de Ja-
neiro de 1888.
Oeserivio
Heliodoro C. de Oliveira Coragem.
Banco de
^!?
M.
tesil de Per-
nambuco
No sorteio a que te proceden nesta Banco em
data de bontem 26, para o reagate de 229 letras
hypotbecarias das que existen em circolacSo (1*
t 2* series), designoo a sorte as dos nmeros se*
guiutes, a* quaes serio pagas pelo Banco, a con-
tar do pi jmeiro dia til do mes de Janeiro de 1888
e, quer sejaos en nao apresentadat, nao vencerao
man juros depois de 31 do correle.
Esta* letras serao pagas o portada pelo sen
valor nominal da 1004 cada orna, bem c.nao os
joros, e com os premios, as abaixo mencionadas.
Timbern serio pagos a coatar do dia 3 de Ja-
neiro de- 1888 os juros das letras emittidas no an-
uo de 1886 e as do Ia semestre de 1887.
Recite, 27 de Desembro de 1887.O gerente,
JoSo Fernandt Lope*.
1* serie164 letrasnmeros
27 1023 2422 4355 5531 6401 7405 8057
29 1131 2571 4506 5545 6403 7456 8162
114 1250 2625 4580 5558 6435 7546 8247
130 1262 8008 46(0 5600 6443 7550 8279
246 1280 3028 467 5632 6593 7556 296
352 1297 3039 470* 5920 6605 7575. 8309
356 1299 3048 4740 5939 608 782 83!
367 -460 3090 4809 5956 6613 7591 8392
.439 1508 3197 48#2 5969 6626 7626 8435
471 1524 3256 5OU0 605 6725 7644 8441
475 1554 3261 5060 0027 6901 7649
541 1601 3822 5090 6040 6934 7699
664 1635 3339 5125 6139 6997 7742
685 1671 3686 6167 6155 7002 7824
658 1731 8699 5267 6214 7093 7825
686 1771 3716 5346 6296 7(19 7833
733 1820 3897 5354 6298 7126 7863
791 1828 4114 6399 6319 7139 7888
837 2024 4226 6456 6321 7249 7965
860 2)28 4239 5505 6363 7258 7977
999 2134 4299 5509 6375 7343 7981
1011 2234 4338 5514 6396 7387 7987
2* serie65 letrasnmeros
Obras publicas
De ordem do Hlm. Sr. engenheiro director geral
da* obra i publicas e de coafermidade com a auto
risac&o de S. Exc o Sr. presidente da provincia de
12 do correte, taco publico que do dia 10 de Ja-
neiro do auno vindouro, ao meio dia, na referida
reparticio, re:ebe-se propostas para a execuco
da obra de reparos da ponte de Doas Barras, so-
bre o rio Amaragy, oreada em 5:576/120.
O orcamento e as clausulas espcciaes do contra-
to acbam se nesta sceretana para srrem examina-
do* por aquellea que pretenderen] arrematar a
meama obra, de aeeordo com o qoe dspoe oa aits.
70 73, 89 e 90. 92, 97 i 101, 106, 115 e 116 do
regulamento de 20 de Jnoho do correte anuo.
Secretaria da reparticao das obras pub.icas, em
14 de Desembro de 1887.
O engeotrcir'' secretario
Joaquim Gomes de Oliveira e Silva.
8571 9810 10910 1?113 13338 15tf8 1020*
8670 10U00 1102 1212 13377 15439 16243
8732 10052 11232 12383 13596 15563 16-136
8761 10067 11246 12408 13597 15581 16783
9001 10227 11265 1258; 14195 15636 16830
9124 10275 11337 12685 14198 15817
9188 10289 11388 12794 1424S 16024
9220 10484 11720 13(141 1464S 16031
9229 10662 11820 13095 14730 16141
9356 10%4 11907 13137 15003 16177
Premiadasnmeros
3008 100*000
7742 504000
4338 30*000
1635 104000
1828 10*0(10
2256 10*000
6435 i(i4(00
8670 IO4OIO
. 14249 104000
15817 104000
18$
COMlSEBf.Ifi
TEL.lSCRA.IvIA*
Servido da Agencia Havas
LIVERPOOL, 30 de Desembro.
firme.
n. O. vende ae 6
ASSCAS.Mercado
O de Peroamlmoo
15 por quintal.
HLGODO:Mercado tirase.
O AIB de Pe mam buco vende se
a 51 a/1 d. por libra.
Venda do dia 1 2:000 fardo.
'r
EW-YORK, 80 de Dezembro.
ASSUCAH: Mercado Orme.
' FAIR REPIN1NG de 'ernamburo
vende ae a 53/18 d. por libra.
Agencia Havas filial em Pernambuuo,
31 de Desembro de 1887.
Bollas com uereitel
< OTAgOSS OFFICIAKS DA JCINTA DOS COB -
HCTORES
Recife. 30 de Dezembro de 887
Cambio sobre Para, 30 d/v. .eom ?,4 0/0 de des-
cont.
Dia 31
Algodio de Maco 1 sorte, 64800 por 15 kilos,
no ateos.
Cambio sobre Lisboa, pagavel em Londres, 90 d/v
23 7|8 d. por 14, particular.
u iirtfidecte,
Antonio Leonardo Rodrigues.
U secretario.
Eduardo Dubeox.
lloviiuenta Es sacarlo
asenra, 31 do dkzbmbbo na 1887
fraga do recife
A taza esabelecnia b j-i foi a m>ama de boiitem,
23 5/8 d., onTereeeado os barcos 23 3/4 piras pr-
xima mala de 2 de Janeiro, *ein achire.-n toma-
dores .
Em papel particu ar houvc poucas transaccoes
a 23 13/16 e 7/8.
O movimento cambial fui diminuto por se acha-
ren! todos oi'copados 00 fecbaineuto de coritas del
Doi da anuo.
PRACA IX) RIO DE JANEaO
Os bancos, com teb-lls a 23 1/2, nio acham
dinbeiro abaixo de 28 5/8.
Papel particular foi cotsdo a 23 3/1 escs*}.
IRMaNUADE
no
Santissimo Sacramenta da freguezia de S
Fr\ Pedro Gonyalves do Recife.
De ordem do irmio juis desta irmandade, con-
vido a todos es irmaos a compareeerem nesta mi-
triz domingo 1- de Jaoeiro de 1888, das 6 horas
da manb s 6 da taid, abm de faserem guarda
ao Santissimo Sacramento que acbar.-se-ba em ex-
pjrrco perenne, por oceimo do jubileo sacerdo
tal do santo padre Leo XIII.
R-cite, 29 de Desembro de 1887.
O escrivao,
Joaquim Alvea da Ponieca.
anta Casa de Misericordia do
Kecife
Na secretaria da Santa Casa arrenda-se os se-
ruintes predios :
Ra do Bom Jess n. 13, 3- sudor.
dem dem n. 44, 1- andar e toja.
dem do Vigario Thenorio o. 22, 1- andar.
Idea idem n. 25. sobrado.
dem do Marques de Olinda n. 53, 3-- andar.
dem do Apollo n. 24 1- andar.
dem da Moda n. 4'.
Ipem idem n. 47.
dem idem n. 49.
dem idem n. 37.
dem da Lingoeta n. 14, 1 aodar.
Becco do Abreu n. 2, 2- andar.
Secretaria da Sant& Casa de Misercordia do
Kecife, 25 de Maio de 1887. O escrivio intrino,
Do Exoiash Base :
Ljondres.......
t"ans........
Italia........
3amburgo......
Lisboa e Porto.....
Orincipaes cidades de Portu-
gal........
liba dos Acores ....
(Ib* da Madeira
Sew-York .
90 d/v d vUta
3 5/8 23 3/8
402
-
500
224

406
406
505
227
32
28
232
24140
iCatactao de assucar
EU 31 DE DEZEMBBO DB 1887 '
A Auoeiacdo Commercial Agrcola, rejrtsrrou os
preces abaixo, pagua' ao agricultor, par 15 kilo* :
Usina Pinto
Colonia Isabel .
Turbina pulverisado. .
Blanco 8.* superior (subi).
3.* boa (sub) .
3.* regalar (subi).
Smenos......
Masca vado purgado .
nruto (subi). ..
tietame ......
24200
24600
2450(1
24300
14460 a
14160 a
24600
24700
24400
2*700
4600
24400
1470.)
14600
14560
1430J
Companbia do Belieribe
Previce-se aos-iotereasados qu3 val abrir-seta
secesio do novo abastecimerjto cl'agua na roa
comprebeodida entre a Soledade e a'ra da Auro-
ra, abran^endo estas ros* e mais as do Conde da
Boa-Vista e as que lbe fieam immediatamente
parallelas e traosversaea, como sejam : Nymphas,
Conquista, Progresso, Pira*, Cor.-edor do Bispo,
Hospicio, Sete de Setembro, Saudade e Unilo.
Na mesma occasio proceder- se- ha. do mesmo
modo que as seccoea anteriores.
Recife, l6de Desembro da 1887.
Ceciliaoo Mamede,
0b Directei rente.
COMPANHIA DE EDFICAQJG
Tem semprc a ven-
da:
Tijelos grossos commnns
Ladrlhos diversos
Dilos qaadrado grande
Ditos formato ingiez
Telhas comuiuns
Tijolos tnbahf res de diver-
sos formatos
Telbas fraeezas
Cristas para camieN
Cannos, curvas e eoWvei-
ios L'e diversas dimen
ses
Para vendas c
comeadas exclus?v-
mente no escriptorio da
companhia no largo de
Pedro II, n. 77, L an-
dar, das g horas da
inanha s 4 da tarde.
Telephone 358
Cofraria de S Jos d'Agon a
De ordem do irm&o provedor, convido a todos
os carissimos irmaos a compareeerem em uosso
consistorio no dia 1 de Jaoeiro, s 7 boras da ma-
nhi e Ha 5 da tarde do mesmo dia, afim de asaii-
tirtn >a a missa cantada e oxposicilo do Sacramento
e bencao solemne, para a qunl tomos convidados.
Consistorio da coofraria de 8. Jos d'Agonia, 80
de Desembro de 1887.Pelo secietario
Mbrcos Francisco de Paula Re?,
Manoel Uoncalves Salgado.
Companhia de Seguros
f iMx&z&t di ^>Mm
AGENTE
Miguel Jos Alves
>. 9 un do norn Jeiua>. 9
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
Nesles ltimos annos a nnica companhia n-'stn
prac que conced aos Srs. segurados isempco de
pagamento de Diemio em cads stimo anuo, o que
equivale ao descont annual de cerca de 15 por
cento em favor due segurados.
i Rstfe k lerntilB
OhCAhItX a *c\,SL
iOOO.Oo de libras sterllnas
ACrEITTES
Adamsofl Howe k C.
(m casa do
SR. JOHN H BOXWELL
_________86 Ra do Commercio 26
LXDBMNISADORA
martimos e terrestres
Eatabeleclda -ni 188&
CAPITAL 1,000:0001
hINISTROS PAGOS
At 31 de Dezembro de 1884
Martimos..... M.0:000$000
Terrestres..^. 316:000^000
44 Ruu do Commercio 44
en-
Illlflll
DB
Seguros coatra Fogo
EST= 1803
Edificios mercadorias
Taixas haxxas
Prompto pagamento de prejuizos
CAPITAL
Ri. 1 ,00>:000^000
10ENTK8
BBOWN1 t C,
N. 5-RUA DO COMMERCIO-N. 5
SEGKOS
martimos contra fogo
Companhia Phenfx Per-
nambncana
RA DO COMMERCIO N. 26, 1 ANDAR
London k Brasiliaa "Bank
RiA do Commercio n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ci-
xas do mesmo banco em Portugal, sendo
em Lisboa, roa dos Oapellistaa n. 75. No
Porto, ra dos Ioglezes.
C0ST3A mo
TIb Lierjofll k LUoi & 61o
i XNSHA1TGE GOMPANT
Blaekbnrn, Needbam & 0,
Ra do Commercio n. 3
Cumpanljia he Seguros
COTTR FQG-a
HORTHERN
de Londres e Aberdeen
Posigao floanceira (Dezembro de 1885)
Capital subscripto 3.000,000
Pandos accumnlados 3.134,348
Receita annnal:
De premios contra fogo 577,330
Dj premios sobre vidas 191,000
De juros 132,000
O AGENTE,
John H. Boxwell.
Ci' panhia do edilicacao
Aos senbores possuidores das accoes abaixo no-
tadas, communico que expiroa botem o prsso de-
terminado para o recolbimanto da nona prestadlo ;
e que em vista do art. 8* dos estatutos Ibes mar
cado novo praso de 30 das, contados de boje 33
de Janeiro futuro para efiectuarem a referida no-
na prestaeSo, mediante o premio de 5 0/Q.
633. 951 a 970, 1701 a 1705,1186 1195. 1206
1215, 1246 1255, 1446 1455, 1516 a 1515,
1576 i 1585. 1586 4 1595. 1706 41715, 1716 4
\Tb, 1796 4 1805,1816 4 1325, 1861 4 1865, 1986
4 1990,1991 4 1395, 1856 44860, 557 4 581, 618
4 61, 648-1236 4 1245, 582 4 596, 1941 a 1915,
1646 4 1655.
Recife, 24 de Desembro de 1887.
11 teeses.
Gerente
Irmandade das almas, erecta na
mJriz do SS. Sacramento da
Boa-Vista
Tendo o xm. e Revm. Sr. Bispo Diocesano de-
terminado celebrar em esta matriz nm solemne
Te Deum no dia 1 de Janeiro prximo fufuro, s
6 boras d tarde, em commsmoraeo di jubileo
pontifical do SS. Padre o papa Leo XIII, de or
dem do irmSo juis convido a todos os nossos ir-
mios pura sssistirmos a este acto, para o qual fo-
mos convidados pelo Revm. vigario em njine de
S. Exc. Revma.
Consistorio da irmandade dns almas, erecta na
matriz da SS. Sacramento da Boa-Vista, 29 de
Desembro de 1887.
Manoel Domingues da Silva '
Esi-rivao.
Folbas de jabofandv (salo)
Ueaeora (litro) ....
Mel (litro)......
Milno fkilo}.....
Taboados de ainarello (duna)
400
200
40
oO
lOOCO
Cotta$il> de sslgodi&o
su 31 na dezkubbo db 1887
Nao codo ton t r ii sai-v^'.
Entradtis de aiM!*u*a<* e algodio
HEZ na LEZEMBBO
Aitucur
Entradas
Brescas...... 1
Vapores. ...... 1
Via-ferrea de uruir l
Animaes...... i
Vis-frrea do S. Francisco 1
Via-ferrea de Limoro 1
DiSs
4 30
30
4 31
4 31
4 29
<: 80
Saf-os
201 985
140
23.303
17.604
t*J. 14
8< !48
\avion carga
Barca nnrueguunse C'iristine Eiisabeth, para Esta-
dos-Unidos.
Barca inglesa Mitilda C. S-nith para Liverpool.
liaroa inglesa C/ulena. pra Cmsl.
Barca americana May G. eed, pira Estados-
Unidcs.
Barca norueguense Vega, para Estados-Unidos.
Barca pjrtugu"ia Sultana, para Lisboa.
Bai ca ingls i H Ida, para Liverpool.
Barc norucgu-iue Brodrene, para Liverpool.
Bares noruegueusH Eeho, pira Canal.
Barca nacional Marianwnha, prs Pelotas.
Barca americana Mary E. Ruitell, para Estados-
Uoidos.
Barca portugoeza Nooo Silencio, para Lisboa e
Porto.
Bi-.rca inglesa Qeen af the Fleet, pira Liverpool.
L^ar ailemao tilitz, para Moutdvido.
Lg^r nscional Lovo, para Rio Qtande do Sul.
Lugar uscional Z'qu-.nha, para Rio Grande do
Sul.
L,'r iuglez Flatch Light, para Eslados-Uoidcs.
Lugar auierieauo AatCuUe, para New-Yoik.
Patacho portugus tereira, paia Lisboa.
Patacho sueco Amor, para Rio (ti ande do Sol.
Patacho uacional Pot.t'tvo, para Rio Graade do
Sul.
Vapor ingles Suppicich, para KeW-Yurk.
Vapor iuglez Liboneme, para Liverpool.
13,779 kilos de aigolao ; Leobioo Lima 250 cac-
eas com 32,787 kilos de al;odao.
No lugar americano Matcolte, carregaram :
Para New-York, H. Fot a un- C. 2,000 saceos
com 15'',(XJ0 kilos de assnc.ar mascavado.
No liigar ailemao Bltt, carreguu :
I-ara Montevideo, J. M. Das 1,500 bsrrieas
com 156.400 kuos de a.suenr branco o 100 ditss
com 12,600 ditos de dito mtacavauo.
Para o nfrtur
Va barc- va Flor do Jard m. carregou :
Para Varahyba, F. S. Macedo Sobrinbo 10
saceos com 760 kilos do assuuar branco.
Estraaa de ferro do
Recife a Carnan
De ordem do Illm. Sr. director engenheiro ebe-
fe, se faz publico que as ooites de sabbados em
que bouver espectculo da companhia hespanhola
de ssrzucllaa baver n-sta linha nm trem i-xtraor
dioario partindo de Jb"at;Lo aa 9 horas e 15 mi-
nutos e tegressando 10 minlos dt-pois da passa-
gem do b >nrl do espectculo pela ra do Mrquez
do Herval, esquinuda ra de S. Jco-
Nisse treio, que tocar em Tigipi nao terao
valor os bilhrtes do assiirnatura.
Secretaria do proloof^amentj da estrada de fer-
ro do Recife no S. Francisco e estiala de f-rro do
Recife a Caruar em 29 de Dezembro de 1887 .
O secretario,
Manoel Jnvnncio de Saboja.
Relagai; Uus 'levedorea de deuiua da fre-
guezi da Gra(;a do exercicio de 1885 a
1886 que deixaram de pagar no tempo
competente.
Becco de Santo Amaro n. 8. Alfredo
de Lemos A mujo 30901
Ra Ame>ia n. 5 A. Anscleto Ferreira
de Suuza 1.34405
Hora n. 2 D. Andr Dutra 15*405
Nones Ma-nadu n. 1 Andi da Silva
Dutra 6J180
Rciarinbon.il. Anna Francisca Lins
Wanderlty 24*721
Beccc de Santo Amaro n. 14. Aona
Joaquina Ribeiro Machado 19*776
Baixa Verde n. 21. A mesma 14*832
Crioulas o 16. -Anua M reclina B.
Diais 12*360
Travesea do Joo Fernandes Vieira n.
8. Aotoain (parte) 12*017
Io becco da Tamarineira n. 4. Antonio
Bea aumentos
Roed geral
Do dia 1 a 30
idem ie 31
pblicos
ft* D T>KZKMBKO
Atrandeya
1,007.823*607
39.0974037
Renda pr"viocial
Do dia 1 a 33
dem de 31
t 1,047:220*744
233.336*939
12:991*388
----------------------246:3284327
domina..
A!go4ao
Entradas Dias
Barcacas...... 1 4 30
Vapores...... 1 3u
Via-terre* de Carua-. 1 4 31
Animaes .' I 4 31
Via-tenes de S. Francisco 1, a 89
Via-ferrea de I.iinoeuo 1 4 30
Somma. .
Saccas
4 271
7.513
801
11.432
1 85
13.400
39.273
As tabella* expostas aqu foram estas
Oo Lomos a* :
HO d/v muta
landres...... 3 5/S 23 3 8
esris....... 41.2 40i
talia...... . ' 406
ismburgo..... 500 505
' ortngal ^' >ew-York . L'24 227
2*140
..Vi IraaaicroRAL :
HUdl rfUt
U.ndres....... i1*....... 23 5;8 402 23 8/8 406
tsija. ... . 406
riBsbiifT . 500 505
Lisboa e Porto . 2.'4 227
fraocipaas cidades de Portu-
^i . 832
Vew-York..... 24140
Lilimas cota.-v do fretm-
mento
Carregande aqu, para :
Liverp-.oi (em vapor) assucar a 20/ e algodio a
3/b.
Canal, a'sncar a 25/.
Estados-Unidos, assucsr a 20/.
Santos, assncur a 140 rs. e Kgusrdmto a 8*000.
Can-egaoJu na ftirabyba oa Rio Grande do
nerts, para :
hstaaos-UuMos, assue-r a 27/6.
Liverpool, algodio a 7/16.
Cauta da Alfandega
JH B)M K r>R 2 A 7 DE JASEUO SS 18V8
Assucur renuado (kilo) .... 2C0
Assucar brauc-o (l.->) .... 150
Assucar mascarado (kilc) ... Aleool (litro)....... 160
Arros com caica (kilo) ... 65
Algodo (kilo;...... 380
Borracha (kilj)...... 300
Couros seceos salgsd-is (kiici 450
Couro* seceos e*pichado* (kilo) 510
Couros verdes (til'1 250
6ae4o (kilo)....... 400
Caf bom (kilo)...... 7W
Caf restolbo (kilo)..... 600-
Cacbae (litro)...... 65
Carnauba (kilo;...... 1*000
Cawco* de algodio tkiloi ... 14
Carvio de pedn> de :' t- -f (tea.) 16*000
ifarinha de man 30
navios descarga
Barca mrueguense l*v alhan. varvs.
Barca ingles< Uanavola, carvito.
Barca noruec;aeiise Lovetand, Carvao
lrioe r'I ui.-j S-rht$, vari js gerirros .
l-.i. ^-i.i .. .... J-'i--i;-. .>'.'(. jar,|ii".
468.023 t-scuua u0iuegu.-.uoo llejonn. i..ii'io.
Lugar ingles Clutha, baca I bao.
Lugar ingles UUter, bacalb4o.
Patacho ailemao D. Pedro, xarque.
Patacho norueguense Vaaroid, curvSo.
Paiach-) diamarquez E'ype Hoy. varios gneros.
Patacho dinamarqus Lturinga'.ne. fare'l).
Vapor ingles ierchant, vanes geueros.
1 ~~
luiportiK'o
Patacho -.llemfto Antelope, entrado do
Montivido' coa 30 do crrente e consigna-
do a J. H. Boxwell, manifestou :
F.irvlli) 2,900 saceos ao consignatario.
Vapor nacional Principe do Grito Para,
entrado da Bahia *st-alu cjii igual data e
consignado h Dotoingoa Alves Matteus,
maaiti-'oii :
Algodo em rama 10 sa.icas a Pereir
C'arneii-u <& C, 402 a Jo^ do ta L itao,
ICO Ferreira Rjdri^ues &C., 46 a H.
Nueicb & C.
Arroz pilado 15 sacos, dito co.-a csea
362 saecua a Nuesch>& C.
Cantont-iras 5t ordena.
Pedr3 da amollar 100^ a Ferreira Ro-
drigues & C, 200 a Ferreira Guiujarae*
C.
Rebelks8a Albino Silva & C.
Sola 1,646 a H. Nuescb & C.
Tijollos 10 a Albino Silva C.
Ilxpartaca*)
Bour. W oa dbseubbo nn 18o7
Para o extenor
No vapor ioglee Luppiach, carregou :
Para Liverpoo', J. H. Bdxweil 520 sueco* com
41,000 kilo* de as-.ucar masca vado.
N barca inglesa Mathda, carregaram:
Para Liverpool, M. Lima os C. 150 facis com
Somma total 1,293:549*07)
Secunda Secco da Alfaudega, 31 de Desembro
da 1887.-
O tbesooreiroFlorenco Domingua,
editada seocaotontera.
Rerebedorla ucrnl
o dia la 30 48:298*428
dem de 31 5.562646
53:861*074
Berebedorla provluelal
<>o dia 1 a 30 126:683*979
la-mu 31 17.-316*030
Mataduro publico
Foram abatidas no Matadooro da Cabanga 94
renes para o consumo do dia de boje.
Sendo: 68 roses perteacentesa OnveiraCastrj
de C, e 26 a diversos.
littharcacoe* urtns no porto
em 3i de Dezembro
NACIONAES
SVIO* CUN--IQNATABIOS
Allianca.......... A'ordem.
Companbia Pernambucana.
C 'inpanhia Pernambucana.
Companhia Pernambucana.
Loyo & Filho.
(canhoueira de guerra).
Antonio de Oliveira >fa:^.
Companhia Pernambucana.
Marianninha...... Bailar Oliveira & C.
Marinho Vieconde.. Domingos A Mathens.
Marinho XIV...... Loyo Se. Filho.
Positivo........... Amorim Irmaos & C
C do Orio Par4 ... Domingos Alves Mathens.
Restaurador....... (Vaso de guerra nacional).
Z^quinha.......... Loyo A Filho.
ESTRANUE1RAS
NAVIOS
Anna Mara ....
Andreas Rio ..
Amor..........
Anna..........
Antelope.......
Brodrene.......
lilitz..........
(Jiqui.. ..'.......
Ipojoea...........
Jagasribe.........
Loyo..............
Lsmego...........
Maia I............
MiAndah
Alves Lebre
Pernambdcanas n. 2). ftiilua* de
Araujo Ferreira Jseobina
Estrada de Batea a. 7 A. Antosuo
Cirios Barrme*)
Dita n. 7 E. O i
Dita 7 H. O i
Crioulas n. 17. Antonio Fr
Santos Falcan
Hora n. 1 A. Antoaio Joio Alves
(differcoea)
Amelia n. 4. Antonio Jos de Anvssls
2 becco do Ventara n. 4. Antonio Ha-
ra de Miranda Leal
Estrada de Juio de Barros a. 22 A.
Antonio Oestes Martina
Hora o. 1 B. O mesmo
Dita n. 1 C O mesmo
Dita n. 1 D. G mesmo
Estrada d> Belm n. 2. Antonio Ray-
musato Neves Calda.
Dita n. 9. Antonio Vicen'e do Nisci-
mento F tosa
Hora o. 29 A. O mesmo
Barao de Itamarac a. 12. Aurelias
Lins Alves
Dita n. 12 A. O mesmo
Dita u. 14. O mesmo
Estrada de JoSode Barroso. 4. Ayre*
de Albuquerqne Oaoa
Paysaud n. 22 A. Barao de Bemfiea
Oita n. 24. O mi-soso
Oiu n. 18. O mesmo
Poste d'Uchoa n. 25 O mesmo
Vpntura n. 21. O mesan
Travesse das Pernambucaoss o. 13. O
mesmo
Estrada de Belm n. 7 C. Bartholoos-a
Francisco doi Santos
Dita dus Aflictos n. 23. Barlbolo a ::
FrunciaCa de Sousa
Visconde d Goyanna 191 A. Bemvin-
do Candido A. Senas
Coronel Apolonio n. 2. Benedicto An-
toaio de Alm< ida
1 becco do Ventora n. 2. Bernardina
Mara Scb ffler
Pi.-rnBmbuca.-3as n. 25 A. Bernarcin i
Mari a de Mattos
Estrada de JoSo Frrnandes Vieira n.
1. Bernardo da Cuaba Taixeira
Dita n. 3. O mfsmo
Tiavessa das Pernambueanas n. 1. C.
O. Duprat
Ventura n. 20. Candido da Costa Djo-
rado
<)i'a n. 15. Candido QoocslvesTorres
Pemainbucanas n. 50. Carlota Vieira
Ribeiro
Hora u. 4. CarpotKro Filho S C-
Baixa Verde n. 1. Jatharina Tulentina
e uutras
Dita n. 1 A- Os m sines
beceo do C^mpo Alegre n. 4 B.
Cbris'Ovao Jacinlho de Lima Flores
Foote d'Ucboa n. 19. Claudias benj-
rinha V. Cavalcante
Beceo daCrus das Almas n. 4 Ciaa-
dino de Araajo Guiaatraes
Est.raja dos Afilelos n. z. Cisrindo
F-.rreira Catio
Dita de Joio de Barros n. 6. Deodoro
U.piano Coelho Cataobo
Travessa Uo Feitosa n. 4. Diogo Bap-
tista Fernandes
Estrada dosAfS-ctos n. 3 A. Eduardo
Gadsut
Becco da Crus d is Almas o. 8. Eleo-
nora Mara de Albuqn-rque 1/2)
Baiao de Itamarac4 n. 20. Elias Ave*
lino de Barros
2* Estrada do Campo Alegre o. 2. Er-
nesto & Iieopoldo
Travessa, do Feitoaa n. 7. Estevio Ro-
drigues Campell > '
Dita o'Ameha u. 1. Fabio Antonii
Joaquim da Silva
Estrada de Belm n. 7 H. Fe ix Fran-
cisco da Cros
2* estrada do Campo Alegre n 4 A.
Florencio Jos do* Santo*
Crioulas u. 49. Francisca Joaquioa de
Jess
Estrada de Joan de Barroa n. 6 ?.
Francisco Antonio Correia Cardo
Baixa Verde n. 17. Francisco Aviila
de Alen Iones '
Dita n. 19. O mesmo
Estrada Nova de Beberibe n. 4. Fran-
cisco C impeli Pires Ferreira ,
Travesea das Pernambocanas n. 11.
Vaporeo ei
mx na na jassibo
7A4K
24*721
ISstMO
18*540
16*540
18*540
46A36S
63*396
8*652
20*601
20*601
43*J
7*41*
30*901
. 19#7W
6*180
103*085
42*362
30*901
1.4202
17*304
24*721
10*300
19*776
14*832
7*416
'1*135
12*360
3*m
24*721
21*721
14S.J
14*932
BaSM

CONS1GSATARIOS
Bailar Oliveira fe O.
. Wilson Sons Se C.
Hermann Londgrio & C.
Hermaun Lnndgrin & C
J. H. Boiweli.
. Wilsou ons & C.
. Maia & Resende.
Bertba............ Hermann Lundgrin & C.
i
Buenos-Ayres . 2
Europa........ iVi^er............. o
Arlindo........... 4
New Port...... Advance.......... 4
Norte......... Espirito Smto..... 4
Europa....... VU-e de Montevideo.. 5
Sul........... Pernambuco....... 1
Europa........ 2reU............. 9
VUle de Pemambmco. 10
13
Sul........... Mondejo.... ... 14
Sul........... Para -.... .. 11
Sul........... \sONQO *> It
Norte......... Manot .......... 9t
Europa...... La Plata......... 24
Sol........... Eipr.lo Santo..... 27
Sul........... ieoa *.... u
144:000,1609
dia 1 a 30
dem os 31
acetre
minase
3:999^107
1:940;617
5:939*724
Mercado .Waniclpal de 9. Jos
,. uiuvimento dralu Mcrcadc uo dia 31 de Dd-
zcibro foi o seguate:
- inrarain :
23 bois pcsimlo 3,678 kilos, sendo de Olivei-
ra Castro 13 ditos de ls e 1 d. 2 quaiida-
de, e 8 ditos di particulares.
638 kilos de peixc >. 80 ris 12*760
30 cargas de fanoha a 200 ris 600J
12 ditas e fraUas diversas a
00 rs. 3J600
8 taboleiros a 200 ri 1*600
30 Sainos MU rAu 6*000
Fornu opeupados :
23 columnas n 600 ria 13*800
18 compe.rtiue:itoa de iarinha a
500 ris. 9*000
23 ditos de comida a 500 ris 11*500
65 ditos de leguiuca a 400 ris 26*000
34 dito* de fssendaa a 400 r s 13*600
18 ditos de suino a 700 ris 12*6; 0
11 ditos de tressuras a 600 ris .6*600
l'l tainos a 2* --1*000
9 ditos al* 9*00 J
A Oliveira Castro & C.:
54 tainos a 1* 54*001
B.-lgen..
Caoduce.........
Cbristine Elisabetb.
Chllrna...........
Clutba ............
D. Pedro..........
Elieser...........
Echo............'.
ElyseHoy........
Erminia...........
Erlng............
Flast Light.......
Fra.izif-ki.........
Fletwing.........
Fonthill...........
Glen Huntly.......
Gloster............
Hlene............
Henderk R. L.....
Hilda............
Hudson...........
Iogeborg........
Leif..............
Leviathan.........
Lovetand..,.......
Hermann Lundgrin & C.
Hermaun Lundgrin & C.
Comp. Great W. of B. R.
Via-ferrea de S. Francisco.
Blaekbnrn Needban i. C.
Pereira Caineiro & C.
Hermau Lundgrin & C.
Hermann Lundgriu.
Wilson Sons & C.
A' ordem.
Hermr -id Lundgrin & C
A' oraem.
Hermann Lundgrin & C.
W. W. Robilliard.
H. Burle &- C.
Jobnston Pater & C.
A' ordt-m.
Hermann Lundgrin & C-
H. Lnndgrin & C.
Johnston Pater & C.
A' ordem.
H. Burle < C.
A' ordem.
Wiison Sons & C.
Wilson Sons & C.
Vaporea sah'r
hez na jaxsiso
Sul......... Pataoonia......... 2 2 b.
Bueno* Ayre* Niger............ lis Si.
Santos e esc. A vanee.......... 4a*10n.
Sul......... Etpirito Santo..... 1 4* 4 h.
Babia eeec.. P. do Ordo far... 4 aa 4 h.
Santos e esc. Ville de Montevideo. 6 s 10 b.
Mos er..... Marinho VUcondc.. 7 ns 2 h.
Norte....... Pernam'.uco ...... S s 3 b.
Bu-nos Ayres Trent .,........... 9 4* 2 8.
Havre...... V. de Pernambuco... 10 4* 2 n.
Sul......... Maranho......... 14 4a 5 h.
S ulbampton. Mondego.......... 14 As 12 8.
Norte....... Para.............. 18 As 5 n.
Bordeaos... Congo............. 19 4 1b.
Sol......... Manot........... 24 s & b.
Buenos Ayres La Plata.......... 24 ns b.
Norte....... Espirito-Santo..... 23 s 6 b.
Soutbampton. Nevo............. 29 4 1 b.
Mavios a mirar
Arbutos........... Hall.
Beltres........... Terra Nova.
B-lla Rosa ....... Terra Nova.
Liwingitone....... A'ordem.
Lillian. .......... Henry Forefer & C.
Lisbonense........ Johnston Pater t C.
Matiida C. Smith... A'ordem.
May G. Reed...... Fonseca Irmios & C.
Mary E. Russel..... A'ordem.
Coloaba..........
Dox..............
Eben.............
Express...........
Fras.............
G. C. Stanfbrd.....
Lopes Duarte......
Marinho IX.......
Mette Joabaone....
May Flawer.......
Mcteor............
Ryuo............
Solid.............
Seretha ...........
Taborda..........
New-Pjrt.
N.W-Porf.
Rio de Janeiro.
Rio Grande do 8l>
Hamborgo
New-York.
Rio Grande do SoL
Rio Grande do Sai.
Cades.
Terra Novs.
Trro Novs.
Rin d' Janeirc.
Caidff
T*ira N -va.
Rio de Janeiro.
eve ter sido arrecsdaa ne*t di
a quaotm de 206*060
bLeudimenco do da 1 a 30 do cor-
real.. 6:208*320
Foi arrecadado liquido at boje 6:414*330
Preoo* do da :
Carne verde de 360 a 480 ri* o kilo.
Canaeiro de 720 a 800 ris idem.
Suido* de 560 a 640 ris idem.
rano ha de OJ a 280 ris a cuia.
Milbo de 240 a 2ai ris idem
reijio de 560 a
Maseott...........
Merchaut.........
Norsemana........
Neoupbar.........
Novo Silencio......
Prcsidcnt Trotsche.
Pereira..........
Quitea..........
Quenofthe Fleet...
Raymond
Heury Forster & C.
Samuel L. Johnston.
Compsnbia Telegra;,hica.
A' ordem.
Bsltar Oliveira & C.
Pereira Caroeiro A C.
Amorim Irmos & (,'.
Amorim IrmSos J. H. Boxwell & C
A' ordem.
Raoavola......... Wilson Sons & C.
Rrform........... Amorim Irmos & C.
Sultana .......... Francisco R. P. GuimarSca.
Sirias............. Fonseca & Irmaos.
Salem............ Niemeyer Cabo It C.
Suppicich
Ulster............
Vega.............
Vaarbud..........
Vulean...........
Ville da Babia...
2epbir............
N. J. Lidstone ft C.
B. Needban de C.
Hermann Lundgrin & C.
A' ordem.
Hermano Lnndgrin s C.
Augusto Labille.
Blaekbnrn Needban & C.
O aignal indica ter a embarcacao sabido.
. HoTimento do parto
Navios entrados no dia 31
Santos e escala8 dias, vapor francs VUle de j
fita, de 1,008 tonelada*, eoouaandante
rquipagem 38, carga vario* generas: a
te Labille.
Buenos-Ayres39 dins, barca aoserieaaa
de 636 toneladas, capitio F. A. Cartas,
gem 12, em lastro ; or tem.
Sahidos no mesvo dia
Havre e escalaVapor trances Kse fe Batan,
commsndante Sebirc ; carga varios siaeaas.
Rio Grande do Norte -oarea ailesai isjaesaow, sa-
pitao Olto L'mermson ; em lastro.
ParabybaBarca noruega Ctmd ci, enfi'ie Sao-
mate; em lastro.
ParabybaHyate nacional Flor do Jardm, ssav
tre Jos B^rnardiu* Bandeira ; carga taris* ga-
eres.
Rio Formoso e Taasandare Vaoor naeionol atsss-
daau, eommaodaate Moraes 4a AIsosjssbhbh ;
aa lsstro.


D

/
U.Pran- .
"$,* i M-iCUado
Jacintbo a.
me
Amiaade d. 86. Francisco Pire Fer-
reira
Dita n. 27. O mesmo
Estrada de JoSo de Barros n-16. Fran-
cisco Cavalcaow de Albuquerque
Lins
Nune Machado n. 16. Francisco Ceci-
lio F. da lv. Gmm*rio
Dita d. 18. O mesmo
Travesea do Fetosa n. 19. Fraaciaco
Fortado de Meodonea
Capuoga n. 11 Francisco de Freitas
Gambo*
Dita u. 19- O mesmo
Dita n. 21. O mt-ssao
Dita n. '3. O mesma
Travesea do Fetosa n. 9 D. Ffi
Joe de Britto
Estrada da Ponte d'UchOa n. 11.
cisco Manuel da Silva
Travessa para o Rosarinlia n. 4. Fran-
citco de Oliveira
1 b*cco da Tamarineira d. 2. Francis-
co Pereira Barbosa "
Travesea do Ctmpo Alegre n. %. Fraa
ciaeoXivior de AlonqaerquV
Travess* do Rosanubo n. 9. Praderico
Chaves
Estrada dos Aflictos n. 16. O iMsnio
e outrcs
Travesea do Rossriah:) n. 11. Gabriel
Badopa o G rgon'O
Pernaubucaua n. 33: Graciano Joa-
qun) Narciso
D>a v. 85. O niesmo
Dita n. 37. O mesmo .
Veataia u. 28 Henrique Ltsaerre
Vieonde de Goyaou n. lol. Henn-
qaeta A. de B. Burlamaqui
rioaUs n. 31. Herdeir.a de Benedicto
tJjcnei de Oliveira
Nune Micbadon. 8. dem de Cuito-
di. Moreira Das
Capunga n. 6. dem de Isabel A.
thado I I
Erda dos Aflictos n. 14. Hem de
J :iu i> .inuicu-s da S Iva
Coreaada o. 2. dem de Joaqnim Elias
de Miura
Favsanc u. 46. I iem de Jos Egidio
Fdrreira 'parte)
Estrada dos Aflictos u. 33. dem de
Jos Magalbes aa S'lva Britto
Ventura o. 6. dem c V.uva Lasaerre
Dita n. 24 Oa meemos
Dita n. 26. Os meamos
Dita n. 3 A. Os meemos
Dita d. 38. O meamos
Dita n. 3>. Os meamos
Dita n. 32. Os meamos
i* becc do Ventara n. 2. Herdeiros
de Luis Jjs Pereira Simoes
Kitrada da Ponte d'Uch n. 47. dem
de M*ria Bptita (parte)
Ciu aas Almas n. 2. Hermino Fema-
ra da Slva
Dita n. U 8. O meamo
Traveota do Fcitusa n. 5. Honorio Jo-
s F-rreira
Hora n. 31. Innocencio Joi de Sallei
Oioulas n. 47. Isabel Candida P. U--
beiro Mcracs
Estrada de Joo de Barros n. 24.
bel Mara Baptista F.a_-oro
Ti-Avessn para o riosarinho n. 2.|
timbo Fu-mandes da Silva
Baila; Verde n. 26. J-^anna Frs
de Bmros
Amelia u. 13. icio
Travesa do Campe Alegre n. 4.|
Antonio Mondes
rernambaranas n. 22. Joo Alvt
reir Gama
Coronel F.aueisco Jaciotho n. 11
Baptieta de Castro e Silva Ju
Tiavtssa do Feitoza n. 17. Je'
cisco dos Santos
l'r.ais..-. da Baixa Verde n. 3| Jeito
Joaqun-, de Siqueim Varejo'
Ra das Crionlaa n. 59. Joo Jos da
da Cu!' Lages
1) ta n. 61. O mesmo
'aponga u. 10. O mesmo
D : u. 24 A. O mesmo
Uita n. '9B. O mesmo
r*anta de Uuha a. 4Q. Joio J< Ro-
drigaes tiendes
fita n. 6. Joo Manjoel Pont: .1 J-
nior
Estrada doa Afflictoc'n. 7. Joflo Mar-
tius do Rio l
Eu-ea do Jaciutbo d 2. Joo Pereira
Kastos
AJBctosn. 12. Joo do Kcgi
f'alco
Capunga n. 7. Joo Rjdriguef de Mou-
ra
c mandes Vieira n. 5. JoaoJ
valcante de Albuquerqoe
Ctmpo Grande n. 10. Joo i
Coibo
Kja da Crionlaa o. 37. Je
tooiii Pereira Bastos
Uua da Amisade n. 2 A- Joaij
cisco das Chagaa e Silva
Roa da Hora n. 22. O asead.
Dita n 24. O mes-no
Dita n. 20. O mismo
>trada do Roeariuho n
Ltvra
J.4* de Barros n. 2 G. Joaqaim Gotu-
li.> de Azcvedo
K i,i do Paysand n. 20. Joaquim Jos
da Fooseca e outroa
lina da Hcra n. 3. Josquim de Oliveira
Mello ,'
i'onte de UcbSt n. 16. Joaqun: Pinto
Lipa
| Travesea do C*mpo Alegre n. 1.
Joaquina Rosa da Silva Fernan-
do
ponte de UcLa n. 24. Jor^e J icome
TaSSO
Travesea da Baixa Verde n. 4. Jos
Bernardo de Senna
Travcss das PeroambociSes n. 5 A.
Jote Dativo dos Pmssos fiatt.. s
lio*, eras Cti-ulas u 30. Jote Dinir da
Sirva
LHt n. 32. O mearno
i^trada N<-va de Beberibe t. 2 A. Joi
relippe da Kooseea Tavar -s
K- :i (o S L-it '
t);t n. 2. O memo
I Vn o. 3'.'. O mesmo
Dita o. 3i!. O mesmo
Dita o. 34. O mesmo
;,'ita n. 18. Jos Jacome Tawo
Sitiada de Bdlm n.
Antones
!u de Santa Eliss n. 14
a&ta P-reira Pntente!
D.t2,l6. O mesmu
r>:^n le- mesmo
:0. O ra-inio
^i,jaU D. 46. Jit Josquim dos
j^^^^B? cara o Roaariobo n. 3. Jos
i; .-.dt>e PrrnambocaBa n. 1. Jo; Ma-
lo Un Costa
15 ..xa Verde n. 26 A. Jos M. ria Scko-
rt-r
Dita n. 28. O mcemo
i..trad ao Affl mo n 1 A. Jos Mar-
u* dob S^i.to Aguu,r
\ ua Fu. a S. Jos MartinH do Rio
-Trnambucana n. 40. Jos Nune da
O iveira
Iuk da Amiaade n. 42. O mesmo .
Litan. 44. O meamo
laa da Ventora n. 13. Joe Pedro de
Miuta e Silva '
Uua da Amelia n. 7. Jote
Uarte -'
Htan 7 A. O mesma
errada de Bal- n. 10C. Jo
beiro da Croa ,,*,-
Bu. da Graca n. 5B. Jos E.ad.igoe
iiua da Pomabucana n. 31. Jos
Rodrigo. Beiffto
Roa da Crioolan.4D. Jw Rodri-
Koe Cabral .
Kua da Ventora n. 4. Jos Kodngoe.
do Naciito
Estrada doa Aflicto* o. 38. Jos doa
baatoa CMireira, parte
(GoflftH
Joaqu'm
1.
37*081
17*304
1260
20*601
27*193
30*901
14*832
5*622
30*901
30*901
30*901
-8*360
123*606
9*388
9*88S
12*360
30*901
72*103
7*416
9*888
8*t>52
8*652
9*888
61*803
14*832
12*360
37*081
24*721
30*901
27*463
23*175
37*081
24*7-'1
74*163
3ti*'.KJl
9^*704
27ji93
24*721
28*540
23*004
30*901
17*304
6*180
12*360
17*304
92*704
8*652
14*832
7*416
losu Josquim
Jote Joa-
Pereira
Ri-
DO
BRASIL
Capital
30,000:000$
30*901
18*540
27*811
12*360
12*360
37*081
17*304
19*776
19*776
cUHlrtlBi.iri..
Bilfcetes de e e aa|oatur
de eslndante
Raonbecendo a direotoria qae ma>|
alom de aua peotativa teta ido a afflu
oia de mehinos de esuola nos treDS
Compaobia, em virtiide da concesao
pontanea que lbe fe* anteriormente
de patvigem gratw'ta nos trena de 8
e 9 1/2 da mane* e 2 1/2 e 3 1/2 da
e averiguando ser causa dessa extra
naria afluencia, contra a qual d
passageiros se tm queixado, a re
tomada pelos pais dessts meninos
preterencia a escolas situadas nos e
da linba, acontecendo virem me
Beberibe ou Olinda para escolas n
e viceversa, reoolveu restringir e
a partir do 1 de* Janeiro vin'lo
uedendo exclusivamente aoa filho
lados dos seus assignantes ou
de series e dos passageiros const
2* cluse, devendo para isto o
presentar ao Sr. bilbeteiro da e
Aurora o nome dos menores e o
do frrquencia.
igualmente, para cortar abuso
outra forma cao tem podido e
ve a directora restringir da rf s
em diaate a concasao de (.ssig:
validas nos dias atis, a 2>00 e_
Encruzilbada', e Olinda ou
estudantes de preparatorio a
que estejam as mesraas cond
estes no easo do duvida obrigs,
sentar a sua cortidSo de i
possam gozar do favor.
Da mesma data em diant
see mental de 1* elasse p
vendidoa em colleecSts
rodjondas entre os extremos
id*-m\ divididos em bilhetes|
que possam igualmente se
passsgeiroa de ama ( sel
IiJOOO no primeiro caso,
no segundo caso ( vis|
teroeiro caso (10 viagena
Abateodo o pre^o das
gens e creando as 6r
suppSe a directora conc
da Companbia cora os (
que a favor deste syste
positivamerlte se t n
sentido ficarSo sem
anteriores, salvo as
bgagenB e os imp
respectivos talS-s de
Recife, 19 de Dez
lfa*
itel
ue de
resol-
a data
as, $6
10 para
ribe aos I
6 annos
, sendo
a apre-
para quj
Ideai realUado li,ooo.oo
cuna iial d'ear-e Banco fuocciona roa do
CrtaLmerrio n. 40, aacca, vista ou a praso, con-
tra os segmntes correspondentes no estrangeira:
Londres......... /N. M. Rutbscbild & Sons.
Sris........... De Rotbschild fcFrrc.
Hamburgo.......Q
^tlia>..........
Bremeute........
Prankfurt / Main
Autuerpia.......
Boma...........
tjenova.........
apla.........
Ylii&j o mais 340
cidades de Ita
lia.............
Madrid..........
iiarciloua.......
Cadis...........
Malaga.........
Tarraganr......
.n.MO
Banque d'Anvers.
Banoi Genrale e uat
agencio.
Vaienci.
cidade
paoba
Canarias
Lisboa. ..
Porto e mais
e ontrap
h Hes
(. albas
Banco Hypctecario de
Eapaoa e cu* agen-
cias.
Vil)
dades de Por-/
t...)
Sunco Je Portugal
suas agencias.
tugai e i Ibas.
Bueiios-Ayres... .)
Montevideo......
Nova York...
En
Ri-
i.
bilhetes de
rao a ser
O viageos
i e 10 idem
secyso px^a
isadas pelos
d, e custarao
viag-ns), 8#
) e ttfCOU no
fcnt
30 via-
viagnns
Im
llsb Bank ot tbe
vecPlato, Limite.
G. Amsiuk & C.
Compra saque iobre qaalquer praca do impe-
rio e do estrangero.
Recebe dicheiio em eonts correte de movi-
mento com jnrnsra raaio de 2% ao auno e por 1;-
tra a praso a j-jros convenciouados.
O gerente,
William M Webster
Instituto dos professo-
" res de Pernantf uco
Eleicao do contelbo
N5o tendo comparecido hoje numero legal para
ae proceder a eleioio do conselho para o anno so-
cial de 1888, sao de hovo convidados os aenbores
socios para se reunirem no dia 4 de Janeiro pr-
ximo, oa sede da mesma sociedade, afim de ele-
ger-ae o dito conselho com o numero de socios que
comparecer, de contormidade com os estatuto.
Bucife, 29 de Desembro de 1887.
0 I- secretario,
Antonio Vieira de Barros.
*V*$E;
i de
e 10
OS interesaos
a. passageiros
e bilhetes tao
estado Neste
as resolujrjssj
ivaa a
as capa dos
natura,
de 1887.
gerente,
reir SimZes.
Estrada de ferro do Kecife
Caxang
AVISO
de Janeiro at 31 de Marco de 1888,
aa'or commodidade doa moradores o fre-
quentadore de Dous Irmus, o trem que parte do
Kecife a 8 45 da tarde ir at all, voltando as
10.2. Recife, 28 de Desembro de 1887.
H. W. Stonehewer Bird
Gerente.
carga e,^Do(Jti
COI
HEATRO
TA ISABEL
mmiL snsnu
NHIA HESPANHOLA
DE
ZARZUELUE BAILE
'erca-feira, 3 de Janneiro de 1888
4.a Recita- Ha assignatora
4.T*A graadiosa zarzuella em 3 actos :
20*601
1^4*507
14*832
4*944
37*081
3**081
7*416
I4$832
17*304
14*832j
17*;
17*!
41*21
37*091
TEMPESTADE
,_0 grande bailado hespanhol
ta jf*regos e horas do costume.
llavera tren* para Aplpucos c Olindi em tados os eape
los.
Vejam-se os prograinraas
BOYAL 1AILSTEAM PACKET
COIPANY
0 paquete Trent
E' esperado daEuropa e se-
guir depois da demora ne-
cease ria para
ii.icei, Babia, Rio de Janeiro; Santos,
Montevideo e Ruanos Ayres
0 paquete Mondego
esperado
do sul e sepinlt
depois dademors
aecessarta pars
%. Tcente, Lisboa. VIgo e Hou
thampton
Reducccf-o de passagent
Ida Ida e valla
A' Soathamptoo 1' elasse 28 42
Camarotes reservados para os passsgeiroa de
Pernambnco.
fara passagena, frete, etc., tracta-ae com o
AGENTES
Araorim Irmos &C.
S. 3 RA DO BOM JESS N. 3
Vapores nacionaes
EMPREZA NORTE B SUL'
Rio de iaaeiro, SJaatos. Rio
Grande, Pelotas e Porte Ale-
gre.
0 Tapor Arlindo
Kspera-se ao dia
4 de Janeiro do
portos cima e ae-
gnir Hepois da
demora do cos-
tume para es mea-
mos portos cima indicados.
Recebe carga, enccmmendas e passageiros para
oa meamos portos : a tratar con
PEREIRA CARNEIRO& C.
N. 6.RA
DO COMMERCION.
! andar
6-
(OBP lelil: DGSBSAB
RES haritires
LINHA MENSAL
0 paquete Niger
commandante Ranle
DampfschiflTahrls-GeselIschaft
0 vapor Santos
E' aperado dos por-
tea do sul at o dia 2
de Janeiro e segui-
r d poia da demora
Inecejaaria para
Lisboa e Hamburgo
Entrar dentro de porto.
Para passageiros, carga, -frete e ote, trata-se
com os
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & C.
RA DO COMMERCIO N. 5
1' andar
(jnned SUtes& Brasil I.S. & C.
O vapor dvance
spera-se e -Se^-'-or:-.
News, at o dia 4 Jansi
ro o qual seguir Jepoia d.
d3mora neeussaria para
Baha, Rio de Janeiro e Santos
rara carga, pasaagens, c encommendas tr&cta-
e com oa
AGENTES
Hesry Forster t. *
H 8 RA'DO COMMERCIO-N. 8
!. andat
da-lov odas, camas frastaea^
soes, biroos, eaminhas para criaoc*. J
tica, sofs, cadeiras de braco,
gwarnicao, de junco, pa eargs
Unte, eoosolo, mesas ndoadas, 1
bids, eUger e ostros aovis qoe aeiia j
pelo agente Britto.
litara fera, 4 de Janeiro
A'a 10 1/2 boras
" Ra Ettreiia do Roeario n, 29
Agente Pestaa
Importante lei!2o de predio pe
inventario do finado coromeodador Caa-
dido Alberto Sodr da Motta.
QUARTA FEIRA, 4 DE JANEIRO
A't 12 horas em ponto
\a agencia rna do Vigarlo 1*-
norlo n 19
Um obrado de 1 andar h koio i r*a 4a Rasa-
rio da to Viata n. 27 ; na dito de 2 aviaras
otao roa Eetreita do Rosario n. 11 ; aaaa isa-
portauta casa aesobradada si'a i ras da Detcafab
n. 17.
O agente Pestaa aotorisv'.o por maadado asv
sisteucia do Ezm. r. Dr. jais de nrphasa e asaas-
tes e a reqaerimenlo do 8r. J>.ao Vieior Alvea Ha-
thens, vender os predios cima mecci nados ase.
pelo seu estado de cooservsc^o e boas :
chamam attengSO dos 8r. uompraderca, a i
podero desde j'exaorinal-os.
Leilo
Espera-se da Europa at o
dia 3 dt Janeiro seguindo de
poia da demora de ooatume
para
Balda, Rio de Janeiro, Bneuos
Ayres e Montevideo
Lembra-se aoa senhores passageiros de tudat
as classes qne ba lugares reservadas para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Previne-se aos senhorea recebedorea de merca
dorias que so ae attender a reclamaces por fal-
tas nos volumes que forem rcconbecidas na occa
sifto da descarga.
Para carga, pasaagens, encommendas e dinlrer
a frete : tracta-ae com o
Angoste Labille
9 RA DO COMMEROIO-9
compa^&a Bra$Ilelra de .\'avc
cacao Tapor
PORTOS DO NORTE
O vapor Pernambuco
Commandante o capitSo de fragata Ped o
Hyppoltto Duarte
' esperado dos portos do sul at
O dia 7 da Janeiro, e seguir
depois da demora indispensavel,
para os portosdo norte at Ma-
naes.
Para carga, pasaageBS enconunenda* a valares
tracta-se na agencia______
PRAQA DO CORPO SANTO N. 9
PORT03 DO SUL
Vapor Espirito-Santo
Commandante o Io tenerte Carlos An-
tonio Comes
E' asoerado doa portos do nor-
te a- odia 4 de Janeiro e de-
pois da demora indispensavel,
seguir para os p"-trs do ul.
Keceoe iiunoam carga para Santos, Santa Ga-
tharina, Pelotas, Porto Alegre e Rio Grande dj
Sal, frete modic .
Para carga, passgens, encommendas e valores
trata-se na agencia
PRAGA DO CORPO SANTO N 9
CHAKGEIRS REUlis
Companhla Franeeza de Navega-
eo a Vapor
Linha quinzenal -antro o H?vre, Las-
boa, Pernambuco, Babia, Rio da Janeiro e
Santos
0 w. Vi s lonterido
Commandante Viel
Espera-se d Enropa no dia
6 de Janeiro seguindo de-
pois da demora neceaaar8
para
Babia, Rio de Janeiro e Santos
Roga-sc aos 8rs. importadores de carga pelos
vapores desta linha, queiram apresentar se dentro
de 6 dias a contar do da descarga das alvarengas
qualqner reclamacao concerneote a volumes, qne
porventura teobam seguido psra oa portos do sal,
afim de se poderem dar a tempo as providencias
necessarias.
Expirado o referida praso a companhia nao se
responsabMiaa por extravio.
Para carga, pasaagens, encommendas e dinhei-
ro a frete trata-se com o
0 vapor 71 le Fmco
, Commandvnte Cbancerel
Esperuise dos portos do sul
no dia 10 de Janeiro seguin-
do depois de indispensavel
demora oH.tVRE, qcindo
em liiwiioA
O VAPOR ENTRARA' DENTRO DO
PORTO
Conduz medico a bordo, de marcha rpida
e offerece excellentea commodo3 e ptimo pasea-
dlo.
Aa pastagens poderao ser tomadas de aotemo.
Recebe carga encommendas e paeaageiros para
os quaes tem excellentes accommodacoes.^
Para carga, passagenB, encommendas dinheiro
a frete: trata-se com o
AGENTE
Angoste labille
9-RA DO COMMERCIO-9
Da armacSo. mercaduras e utenaihoa a
bem afregaeaada taverna sila i naa de
' Tbomaz de Souz i. aotigo becco da Lia
grieta n. 2.
litara felra. 4 do corrate
A's 11 hora
O agente Qnsa>2o, autorizado far leilio da ar-
maclo, mercadorias e utensilios da taveras aa*
declarado.
Em.um nn mais lites a vottade do coas
Graraote-se as chaves da casa.
i. Leilo
137
'lf
24#7:
197"
19*7
2ii'.Sl
lioO
34*31
1>40
llftO
GEANDE CORRIDA
DE
INAUGURAgO
4manh-DoiDag,' 1/ de Janeiro de 1888-Amanh
A's 11.horas em ponto
(Anda que chova)
O GERENTE
Mareolino Rodrigues da Costa Jnior.

Lisboa e Porto
Para os portos cima segu com brevidade a
barca portuguesa Noto Silencio, para onde recebe
carga : a tratar com Baltar Oliveira r. C, roa
do Vigarib n. 1,1* andar. ^_____^_^_
LIS' G3 6 Porto
De ama casa terrea rna doa Pescadores
n. 19.
O agente Britto, a mandado do Ext. 8c. Dr.
jui* de direito do civel e i rqoi rimcati de For-
tunato Ribeiro Guimaries e ouiros, levar la-
ln a casa terrea siti ra dos PeseaOiiO) a. 19,
aervindo de base a offerta de 1:200*000.
Quarta feira 4 do eorrenU
t\'m II hora
Ra treita do Rosario i. 29
Leilo
DE
M O TE J
Constando de nma mobilia tfe jnenranda MSB
consolos e jsrd:neira de tampj de pedra, 1 hatre
de crystal para kerosene, 1 espelhi, 1 pana ie
jarros de metal, 1 lantn; mra estudo, diver-
sos qoadros, 2 pares de jarros, 1 tzpete para safa,
2 ditos para portas. 1 cama francesa. 1 toiltat de
amarcllo, 1 c.miocii;., 1 grr.nde c.bide de pared*,
marquezoe, colxoe, travfsaeiro5, 1 berea, 2 apa-
radores de smarelta, 1 guarda-louc, 1 mesa els-
tica de 3 tabeas, i sof, cadeirs!< avnlsas para sala
de juntar, Uiratorics, bacas, eadr'raa de balaae e
outroa mui'jH movis q-ic arrao \ewdido ao eor-
rer do marUlo.
Quarta feira, 4 de Janeiro
A' II Mora
Na cr.sa da ra de. PaiiIuo Cmara n. 11
O agente MARTINS far ieilo por caaU d
urna familia qne se retiren para fra da cidade de
todas os movis e mis objvctos existentes em dita
casa. ______________.^_____
Leilo
Agente Britto
Da urna chcara com tedas as obrase aaff-
riaes existentes na roerr.s, sita no X-togninbo
pertencente ao es polio do finado Dr. Manoel F.
Teixeira.
O agente cima a mandado do Illa. Esas. Sr.
Dr. juis de direito da provedoria e a rrqoenaea-
to do inventarame o Illa. Cr. Jou F. Teixeira,
levar a leilo a referida chcara, a qual tari
Ing*r
Quinta feira 5 de Janeiro
A's 11 horas
No armaxem ra Bom Jess n. 45
A baica portuguesa Qu.erio reerbe carga a
frete : a tratar com Amerim Irmaos & C.
LBiLUf
Leilo
De
Curso de Iostruceao Primaria e Secundaria
MTEBMO E EITERKATO
DIBIQIDOJJPELO
Bacbarel Olinth Vctor
Ai aulaa dit estabeieoioento d inatracsJo dooaela* estarlo bertu do
dia 9 do correte em diante. ,
S3-lia do Viseocde de Alboqoerqie5a
Companhia Uablana de navea-
eao a Tapor
PORTOS DO SUL
Macei, Villa Nova, Penodo, Aracaj, Es-
tancia e Rabia
O VAPOR
Principe do Gro-Par
Commandante J. F. Teixeira
Segae impretcrivel-
mente para o porto;
cima no dia 4 dt Ja-
neiro, ai j4 horas dt
tarde. Recebe carga
nicamente at ao 1[2
dia do dia 4
Para caiga, passagens,encominendas e dinheiro
frete tracta-ae na agencia
PORTOS DO NORTE
Maco c Mossor
O VAPOR
Marinho Visconde
Commandante Pereira
Es'.e vapor sahi-
r para os portos
cima indicados
no dia 7 de Ja-
neiro, impieteri-
velmente, s 2 ho
ras da tarde. Kec^ie carga nicamente at as 11
da manbS do referido dia 7.
Para carga, passagena, encommendas e dinhei
so a frete, trata-so na
AGENCIA
7Uua do Vtgario7
Domingos Alves Malhens
PadcSeaffl taigaUon lompanj
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete Patagonia
Espera-se de Buenos-
Ayrt-s at odia 3 de
Janeiro seguindo
para Liverpool depois
da demora do costume.
ene. mmenda e inbdei -
movis, quadros, csp-lbos; poreelann,
vidros e salvas de electro-plate
Tery* teira 3 de Janeiro
A's 10 1/2 horas
Na casa da ra da Aurora n. 109 D.
Constando de :
Una mobilia de junco preta e medalbo com 12
cadeiras de gutroico, i ditas de braco, 1 sof, 2
eonsolos com pedra, 1 relogie de parede, 4 etagers
pretos, 3 lindos quadros, 2 escarradeiras, 2 can-
dieiros, 4 jarros grandes, 1 tapete, 3 laucas e cor-
tinado, 1 cama francs, 1 toilet, 1 lavatorio
com pedra, 4 commods, 1 guarnieo para toilet,
1 guarda vestidos, 1 bidet, 1 msrquexo, 2 ban-
quinbss de columna?, 1 cudeira aecreta, 1 cama
para casal, 1|2 commoda, 3 camas de lona, 1 meaa
elstica com 5 bboas, 1 guarda loaca, 2 apassdo-
rea, 1 sof, 12 cadeiras de junes branco. I quar-
tinbeira, l relrgio, 2 csndieir s, 2 eepreguicadei-
ras, 2 ea-Mraa de Vime, 1 epelbo, 1 mobilia en
v ra alta, 2 machinas de costura, 1 mobilia de fsia,
1 gamSo, 1 banca paia jogo, 1 prateleira euvernl-
ssda, 2 cantoneiras 1 b*rco, 1 appartlho de por-
celana pura jntsr, loucas para almeco, garrafas
para vinbo, copos, clices, bandejas, salvas de
electro-p atp, m- sas de cosinha, tamboret^s, foga-
reiros, 1 fogo, jarras, lavatorio de ferro, bacas e
muitos outro ot-jectos de casa de familia.
O agente GusmSo, autorisido pelo Illa. Sr.
Antonio de Aguisr Cerdoso, que tendo sido apo-
sentado e retirando se para a Babia far leil dos
movis e mais obieetos cima mencionado exis-
tentes na ana residencia roa da Aurora o.
109 D.
_______ -' *
Leilo
Agente Brito
De tma arms^ao, utensilios e grande sortimento
de gneros de molhados, da taverta sita ra
do Lima n. G8, em Sanio Amaro.
Garante se a casa.
Terca feira 3 de Janeiro
A's 10 1 \i horas em punto
Por seren muitos lotes'
AVISOS DIVERSOS
Precisa-se de um caixeiro com pratiea de
molbados : na ru Imperial n. 128._________^^^
Aloga-ac cisas a-JGOO no becerr dos Co-
hos, junt de S. Goncallo : a tratAr na rOs O)
imperatrir n. 5. ^^^^^^^
AMA Na ra de Santo amaro n. 18, 1-* so-
dar, precisa se de nma para compr.r e cosiahar.
para urna s peasoa.________^^_^^__^_^__--
Arrenda-sc o sitio das Jaqoeiras, cesa (na-
de casa de vivenda. arborisado e cercado; a tra-
tar no mesmo sitio en na roa do Conde da Boa-
Vista n. 9._________________________________
Aloga-se a cnsa n. 10 C da I:ha do Rets
(Passagem da Magdalena), com banho salgada aa
frente, tendo 6 qusrtos, 2 salas, quintal fechado.
agua de Beberibe e um viveiro no fondo, fieaado
perto da linba dos bonds ; a tratar na roa di
Trincbeiras n 17, leja._______________^^
Precisa -te de urna ama para andar com naa
enanca, lavar e eogommar algnma roupa ; na
ra da M itris da Boa-Vista n. 3.
e= AMA Precisa se de urna para coai'nha e
outroa servicos ; na ra do Cabug n. 2-C
Vendc-se a taverna ra do General Seara
n. 31, propria par principiante, pois tem poneos
fondos, e o motivo aa venda se dir ao compra-
dor : a tratar na msica.
Aluga-ee um bta casa bem limpa, sita
ra Direita dos Afogados : a traiar cosa o Sr.
Joe Carlos de S, na ra estre;: do Rosario a.
14, cartorio.
Ama e feif )r
Precisa-ce est s dous empre. do, em Agua
Fra de B-'beribo ; a tratar na ra de Pedro Al-
fonso n. 58, antiga da Praia.
Para earga, pasgei
ro afrete, trata-se con os
AGENTES
Wllsoa floas C.
Leilo
rao-
Uoaltod
D relogios i alg^psira e de parede,
veis e no cofre francs
Tercafeira 3 de Janeiro
Na praca de Saldanha Marinho o- 2
A's 11 boras
O agente SILVEIRA. por mandado e can as-
sistencra do Exm. Sr. Dr. juis de direito- de au-
reoles, a requeriracnto do Sr. Dr. carador gerai
de ansentee, levar a leilo diversos relogios de
prata, nikel e d? parede, despertadores, 1 estante
de pinbo, 1 ineaa, 1 balcao, l candieiro para gas,
pertencente ao a osete Cario Fuerst
Leilo
De um cofre prava de fogo e grande quantdade
de moveit que pertenecala ao espolio de Joto J.
Aviso
Noronba & C avieam aoa seas fregueses e i
gi.a que mudaram a ana altaiataria do n. 31 paral
o n. 11 rna da Imperatris, aonde poderao tmtam \
trar um moderno e variado sortimento de
canacas, e que cora elegancia e caprieboaameate
contmeam a execotar qualquer roupa concernenta
a ests arte.
lina
Precisa se de nma ana* para todp servico
in.ii. 2 andar.
.
rtiuva EswiBw l ^-y ^> oe m0veu qne perienceram ao espolio ae Joao j.
N. 14 -RA DO COMMERCIO-N 14 Gomes de Stusa, a saber : gusrd* vestido, gual-
rua Duque de Caxias i
Charles Pluym &C7
aubm de receber pelo Yille du amtot aas esplen-
dido sorlimeato de fructas nova ervstaliasdaa em
caixiobaa e saceos de laxo, proprio para presaa-
te de testas
24 Ra do C'mmarcio 24
_________. Recite. "__________________
Ao comuicrclo
Declaramos que acontar do 1 de Novembro
prximo pastado' deixou de faser parta de soasa
firma commercial o Sr. Antonio Joaqnim da Be-
xende, retirando-se pago e satisteita da asa ca-
pital e lucros, continuando a aociedade sob a mes-
ma rasao mercantil e a cargo da ojos! fica p activo
e passivo. Recife, 1' de Janeirj
Maia*l
llimK






Diario !Pe,raamtmi ,~- Domingo 1 de Janeiro ine 1888
WOLESTtASooFEITO
~>
!
XAROPE
DEEiWBOSPHTFOOECHi-
Bmpregarfoa cenn tantc lio pa correr ai
pMJtlstaa e as molestia* tobe reala a, j
vcadeaasr) nicamente om fr.Meos qx.'i-f
do* oom 'i nome do doiitor Cblbcsiu. uotxe
ttdM.
Bob a influencia dea brpop^osphltos a
tese diminus, o appelite augmenta, ss fcr-
oas tornSo avlr, os suores nocturnos cessSo,
,odo<3iiti' goza de-um bem citar desasido. j>
O liypophotphiloi qu> levXo a martm
4 .^sortea da pharmara SWAXX,
It, rae Caetiafione, Par. So o uni-
OM recoritocipo* e reeommeridado* pelo
D' CHTJRCBuLL ator da dsscooera
uae propredadet eurafieas.
4 francos por fiiso a a l'rM<;.i.
?
Preco:
r*va-x nt cptu:tfte Pharaa**.
Diligencia
Parte de Olinda todos 01 aabbadoa s 6 hora,
da tarde at Itabayana, e volta as teress-feirat s
vende-te patsagem para Iguamsa, Itamb e Itabayana, na loja doa Sis. Agostink<-
Santos & C, i ra Primeiro de Mar-jo o. t.
Cosinheira
Jt Preciaa-se de unja boa cosinheira, para casa de
pequea familia : na ra do l'aysand n. 19,
Passagem da Magdalena.
~Fnlio da caiepe le aleono
Cbegcu a primeira remesaa dq precioso tsreilo
de caroco de algodio, o mais barato de todos os
alimentos para animis de raca cavallar, vac.ium
rain, etc. O caroco de slgodSo depois de ex-
trahida a casca e todo o oleo, o mais rico ali-
mente que se pode dar aos anim tea para os tV.rta-
leci-r engordar com admiravel rapidez:
Koa Estados-Uuidos da America do Norte e na
Ing'aterra elle emnregado (com o mais feliz re-
sultado) de preferencia ao inilbo e outros farelloi
qne sSn mui'o mais caro e nao sao de tanta sus-
tancia'.
A tratar no Beelfe ramFraea Bnrha
01333
JtfaMstrstao l $, toulutni UoMmtrtn.
OaANTE-ORIIXi:.Afofit I rwiiuUcai. Jon-
(aadaSTiuriiaeilivu.obstrae^2Q0ngada<' iobiet
otatroeces titearan, eoDcracaat lilcalosas da h>.
HOP1TAL. -lIJMcudaTadizeHiTuincom*-
das do esloa.-o, digealio diMcil, iaappeUncii,
fastralfiaa dyapepsia.
CLESTT.NS AH"^. tfitt eoncre$ei das onriaas. ra, d labcU. ^aumiauria.
HAUTtKlVE.A (Tercie dos rio, da bexiga^nlas
oncrsconada.-onriiia?, gota, d abata*, al bDffitaaria.
tXUA-SE 3 HE lia FaME u lASii
SBOIETES MEDIGMEHTOSOS
U ORIMAUl> e t>
SAIONETE SUlFUROSlfWra *"-
9uihas, as mantesas e as diveruu trup-
tt quo se minifestio na pella.
SAIOHETE SULFURO-AICUIIIO eha-
nudo saboneU de Helmenck, contra a
sansa, a tinto, malhat teamom e a
pityriam do couro cabelludo.
SAIOHETE oe ALCATRO da NORUEGA
empregado nos meamos casos que o pre-
cedente.
SAIOHETE DE ACIDO PHENICO P"-
servativo e antiepidemieo.
SAIOHETE de ALCATRO con RORAX
contra as aflecces cutneas, chromcasoj
ligeiras, croatas de leite, dartres, eczema.
Deposito em PARS, 8, ra Ynriennc.
sa *Wfnttfec. ai *-gm dis Fonte* di Vieay.
cima ncnfiu. acLte^M en calas
^ jis:e:- v a LAILI,E, S, roa -lo Ceca
aoi^i.?. OtKOLCIUJ.&mhCa*.
Para familia
Aluga 'j dona quartos da casa n. 15 ra de
Santa Rita. Na mesma precisa-se de urna mulher
de meia idade para fazer i Iguna pequeos servi-
om para duas pessoas, e de um menino que seje
fiel para mandados, paga se bem.
Atlenco
adame Fanny Silva convida as Ezmas.
familias a visitar sen atelier de modas e costuras,
monde encontrarn um lindissimo sortiment) de
sedas pretas e de cores, la, etanimes e outros fre-
dos modernos, proprio para bailes, tbeatros, pas-
seios, visitas, etc., capas, dolmana com vidrilhos,
guarnieoea de vidrilbo, tudo vende por precos re- I
sumidos ao alcance de todos, a saber :
Cortes de 30 covadoe. gase lisa e faconn,
alta novidade, o covado /800;
Ditos de 30 ditos de l brocbi, alta novi-
dade, covado ,1900
Ditos de 30 ditos corsade de seda, alta
novidade. covado 1 100
Lindo sortimento de fonlards de seda,
alta novidade, covado, d<- 24 a 24500
mu i tos outros artigoa modernos. t( ci-
des especiaes para vestidos de noiras, veos, gri-
naldss de flores de laranja, etc. etc.
Contina a confecciooar luto em 24 horas
Ra Bara> da Victoria (antiga Nova) n. 15,
1 andar
ios p era.
Sem dieta e sem modif i-
capocs de eostames
Laboratorio central, ra do Viaconde
' Rio Branco n. 14
Etquina a na do RegenteRio de
Janeiro
Especficos preparados pelo pliar-
macentico Eugenio Marques
de Hollanda
Approvados pelas juntas de bjgiene da
Corte, Repblicas do Prata e Academia de
Industria de Pars
Elixir d Imblrlblna
Rcstubelece os dyspepticoa, facilita as diges-
toes e promove as ejeccoes difficeia.
Vluho le ananas ferrnitlnoao e
alnada
Para os chloro-anemicos, debella a bypoemiu
intertropical, v eonatitue os bydropicos e beribe
ricos.
Xarope de flor de arnelra e mu-
tamba
Muito rcommendado na bronebite, na hemop-
tyss e as toases agudas ou ebronicaa.
Oleo de ieiudu ferruginoso e ras-
cas de laranja* amargas
' o primeiro reparador da fraqneza do orga-
nismo, na fysica.
Plalas ante-perlodleas, preparada*
rom |i.-r'rliin. qalnit Jahoruiidj
Cura radicalmente as febres intermitientes, re
rrittentrs e perniciosas.
Vlubo de jurubeba Imples e lam
bem ferraglaoso. preparados
eaa iinh de rajta
Emcazes as inflnmacoes do figado e baco agu-
das ouehronicas.
Viiino toaaleo de capllarla e quina
Applicado as coovalesceneas das parturientes
tierco ante febril.
Francisco Maooei la SiM & c
RA TO MRQUEZ DE OLINDA
Profesara
Urna aenhora competentemente habilitada pro-
poese a lecciouar em collegios e casas particula-
res as segnintes materias : portugus, francs,
muiica e piano : a tratsr na ra Marques do
Herval n. 10.________________________________
Mufla allencao
Na ra Sete de Setembro (outr'ora becco dos
Ferreircs) n. 6, fas-Be plisss e reeerta-se babados
largos e estreitos.
Sementes de carrapato
Compra se em grandes e pequeas quantidades;
na drogara de Francisco M. da Silva & C, ra
o Marques de Olinda n. 23.
Peitoral de Cambar
PRECOS
Sas agencias : frasco "2*500, 1|2 duzia 13 e
dnsia 24*000.
as snb agencias : frasco 2*800, 1|2 duzia
15*000 e duzia 28*000.
Agentes e depositarios geraes em toda a pro-
vinciaFrancisco M. da Silva & C, ruado
Marques d Olinda n. 23
librara
Aluga-se o 2- andar do predio n. 27 rna d
Imperador, com grandes commodos
chavea pars correr, no andar terreo
do
e agua; as
Dece secco de caj
Teto para vender em latas
Jess n. 35, armasem.
na ra do Bom
Superior cara
do serto
esabe-
Vende-ae na praca do Conde d'Eu n. 8,
lecimento de Loiz Jos Salgado C.
'" ^sl
9
I
i
s
s
3
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A-rs B
3 5-S.
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5.S-S
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"2.2.a.
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2 5
H
O
0B
CHEGARAM OS CELEBRES
CANARIOS
(1 lllemanha
DE
CARLOS BRANPMULLER
no
HARZ
DEPOSITO
Ra do Ire erador n. 22, armas m de movis
Tgtqo
Oriental.


f
Aluga-se barato
Una Viaconde de Itapnrica n. 43, armasem.
Roa do Calaboaco n. 4, lojs.
Rus de Bom Josas n. 47, 3. andar.
Rna Viaconde Itaqarica n. 43, 2.* andar.
Viaconde de Qoyannan. 107.
rrata-s> na ra do Coinmercio n, 5, 1 andar
es :nptorio de Silva QuimarSes & C.
Cosinheira
Precisase de una coainbeira ; na ra da Au-
rora n. 109.
Aluga-se
ou vndese a casa sita em Cruz de Almas (Par-
nameinm) n. 10^ confronte a casa do fallecido Dr.
Leal, acha-se limps e tem commodos para grande
familia : a tratar n ra do Apollo n. 30, primei-
ro andar.
Aluga-se
duas boas casas com coromodi a auffieientes para
familias, com aga-> i; caz, ra da Conquista n.
21 e Caminho Novo n. 58 ; a tratar no Caminbo
Novo n. 91, padaria, ou & ra Marqnez de Olin la
numero G0.
Ama
Precisa-se de tima ama para comprar e
uozinbar em casa de familia : na ra Du-
que de Casias n. 14 se dir.
Ama
askiiBilTl
no m AIS,___
P** OLERY
Vends-s sm toda i carta
Antonio Francisco de Abren
Isabel de Abreu Vasconcellos Aragao, Olympin
de Abren Marque* Bacaibo e sens filbos e Ortu-
lano Riheiro de Abreu, mulber, filbs, netes e so-
hrii.ho di fallecido, convidan h todos os parentes
e amigos para assiatirem a misa > que mandara ro-
sar n matriz do Divino Espirito Santo em Pao
d'Albo, no dia 5 de Janeiro, stimo do sea passx-
mentu. s 7 horas da manh, e desde j se con-
fessarc sinninxrnente trratos.
Precisa se de urna ama para cozinhar,
mss que entenla do seu cfBcio. Deve
trazer a sua cade-meta de matrcula. No
3. andar do predio d. 42. da ra Duque
de Caxias, por cima da typographia deste
Diario.
Ama
Precisa-se de orna perfeita cosiuheira e de boa
conducta, para casa de familia, querendo ir para
Caxang, pode ir tratar na ra Bare da Victoria
4o, I >j.
Ama
Na ra do Cotovello n. 46, precisa-se de urna
ama para todo servica de casa de familia.
Precisa-se
numero 2.
de
Ama
urna ama ; na rna da Florentina
Ama
lento de Luiz Jos Salgado C. / ~\ "| V a
Hit OJeolora
Preciaa-se de ama ama que cosinhe eengomme,
para duas pesaoas sem filbos, e que darma ro
casa ; na rna da Conquista n. 29, o \ roa do A-
BBorim n. 56.
Pao leuteio
Melle & Biset avisam ao respeitavel : ublico
que todas as teryas e sextas teiras teem este sa-
bortso pao ; i rna larga do Rosario n. 40.
0 melbor para o cabello
OleoFloia
Sement de carrapato
Compras ament de carrapato ; na rus do
Hospicio n. 79.
^REVOLBfAO
48--BM Dmnu lo Caxias--48
GRANDES NOVIDADES PARA FESTA
Sedas de listras, padrSes modernos, a 10600 o corado.
Setins de efires a 800, ljOOO e 10200 o covado.
Seda romana de listrnba, lindos padroes, a 560 rs. o covado.
Setm alsaciano de Uatra e quadro, lindos deaenhos, a 320 e 400 r?. o covado.
Setinetas lavradas a 240, 320 e 400 rs. o dbvado
Esplendido sortimento de metins' de flores, liseras e ijuadroa a 360 e400. rs.
o cavado.
, Crotones finos, lindos padrSes, a 320, 360, 400 e 440 r. o covado.
FnstSes brancos e de c8res a 360, 400, 440 e 500 rs. o covado.
' Ren la da China, fazenda muito boa, a 200 rs. o covado.
Merino, lindas edres, a 700, 800, ltTOOO e 10200 o covado.
Cachemira acoloboada para vestidos, lindas cres, a 500 rs. o covado.
Dita broch, ultima moda, a 10500 o covado.
L3 de flores, quadros e listras, a 320, 400, 500 600 rs. o covado.
Merino preto, completo sortimento, a 600, 800, 10000, 10200, 10400, 10600,
10800 e 20000 o covado.
Dito aoetinadoa 10400, 10500 e 10600 o cotado.
GruarnicSes de velodilbo bordado* a vidrilbo para enfeites de vestidos a
60000 ama. ,
Lindo sortiment de tapetes, para sof, cama e onrtas, por baratissimo prego-
Cortinados bordados a 60000, 70000, 80000 e 90010 o par.
Ditos de crochet, completos, a 450000.
lindas guarnic&ea de crochet para eadeirs e aoph a 60000, 80000 e 100000.
Colchas de cores, eompleto sortimento, a 20000, 30000, 40000 e 50000.
Dita i de crochet muito grandes a 60000 e 80000 urna.
Lineo, sortimento de loques com lindas paisagens e bordados, de papel, setineta,
trnparenti. e oom fios dourados, a 500, 10000, 20000, 20500 e 30000.
Completo sortimento de fizs, charas, camisas bordadas para icnbora, velbutinas
de* toda! as cores, lisM e lavradas e rnuitos outros objectos, que pedimos as Ezmas.
familias e a respeitavel publico para virm apreciar.
Heiirijiie k Silva Nureira
Adetalde de Moraes ilbuqaer
que Haraoho
.1. ;i.riyn o J- Albuquerque Maraubao, seus fi-
lbos georb, Laurina de Moraes Pinheiro, anaa
man i', n-uiher e filba, agradecrm do intimo d'al-
ma toJan ns p-saoas qne ihea fizeram a caridoao
obttquio d>- acompanhar-'m os restos cortaea de
su ii.uno presada filba, irm, cunhsds, sobrinh.
e pr ini. Adelaide de Moraes Albaquerque Mara-
nho sua ultima morada ; e de uvo convidara
aos seus parentes e amigos para aaaistirem as
iniasii-: do setim > ui.-i, tfrfa-feira 3 de Janeiro, que
se devem resar s t boras da manhil, na igreja da
PwnhK, pelo que des le j mitrcipam seus sinceros
agradec meatos.
Preciaa-se.de urna ama para servico de casa de
familia ; na ra da Imperatriz n. 78.
Ama
Preciaa-se de urna para cosinba ; na ra larga
de Rosario n. 14.
AMA
Precisa-se de urna ama para casa de rapas sol-
teiro, que saiba coainhar e encarregne-se das com-
pras ; a tratar na ra Duque de Caxias n. 48.
la
Na rna da UniSo n. 13, precisa-se de urna co-
sinheira e die urna criida para o servico interno.
SEMOLINA
D.
Ferrelrs de
Varia Carolina
Cars/albo
Thomaz Ferreira de Carvaibo, em commc ora-
co ao 1' anniversario do prematuro passameoto
de sua muito presada inai. D. M&ria Carolina
Ferreira de Carvalbo, manda celebrar ama missa
por ana alma no dia qaarta-feira 4 do correte,
s 8 horas da mDh3, na matriz da Boa-Vista.
Pede a tedos os parentes e amigos seus e da
virtuosa finada o csridoto obsequio de assistirem
. esse'acto de r-ligio, e prot sta-lhes desde j
sen profundo e eterno reennbeci enln.
t
Adella Fernandes Baptlala
CulDiaruio
Edu rdo M-n les da i '. Gnimaries, Manoel Mon-
des da C. Guimarifs, Germana Mara Baptiata
Guimraes, Jos Joaqoim Fernandes, Bras J. Fer-
nandea, Mara Rosa BapiUta doa Res, Clandioa
M-iria Baptiata, Joaquina M*ria Baptista, Adelai-
de Theopbila Ayres do A^meida, Mana G. Fer-
nandes Baptista, Hano*-l Mendos Guimarea Fi-
Iho, Jos Mmdes Guimaiaea, Anna Mendes Gui-
marSes e Olympia Mendea Guimariea, marido,
sogro e 8igra, tos, irmos e cuabbdoH, c:nvidam
os paren' a e ati ig> a para assistirem a ama missa
de stimo da por alma da fallecida, s 7 Ii2 boras
da manha do dia 3 de Janeiro, na matriz do Cor-
po Santo, e desde j cootesaam-se agradecidos.
De Brons C, de Glasgow V PT1 rl P -
ite arrieo, preuiirado or um novo nrocesso V^A-Si \J.\_^
Este arrigo, pre^iiirado por um novo processo
de trigo de melbor qualidade, possue os elemen-
tos necessarios para nurricao d.' enancas e doen-
tea, e muito se recomoieiida por ser Se fcil d-
gestSo e gosto muito ugraiavel ; tambem pode-se
fazer ama excelleote papa, misturado em partes
iguaes com a maisena dos mesmos fabricantes,
addicionando-se-lh algum leite. nicos agentes
nesta praca, SaundersBrothers & C., rna do Com-
mercio n. 3, escriptorio do Blackburn Needham &
C.
O EXTRACTO COMPOSTO DE
Salsaparrilha
do Dr. Ayer,
lF.' nm ftlt^raJrft to **i'it2 q^.o extirpa completa-
I me uto Jo IJSU n i a ''scrofu'a Hereditaria, e as
;i3 qc' tem alliniAaic cot txB enferraldades
ntajT-'*;!.*, '9 iv oc.:asL.indas pelo mercurio. Ao
*ni-> tvmpo viialisa e eorlquec: o sangue com-
nini-ando urna aceito sandavel a*> orgHniemo e
lf jpveiiescendu o eystema inte'^c lista grande
Medecina Regeneradora,
CsmposU com a Terdadeira Salsaparrilha de
'duran, I fngredieiites du gmiide potencia e virtudes
vas, cuidadosa c scientilenincne preparados,
mua geralmente conliecida da profisso
,, e os melliores mc-iiicos receito a Salsa-
LHA IM> I)K TBB como um
Remedio Absoluto
tenfermidades occasionadas pelo esUdo
o sangue.
t roncentrado no grao mafi alto practicarel,
I ntais que qualquer outra prepara^o da sua
oue pretende proporcionar iguaee effeitos, e
ito a medecina mais barata, asean como a
i para purificar asangue.
PREI'Alt A-DO *EIX>
J. C. AYER e CA.,
jowell, Mass., E. U. A.
i as principaea p'^irmanias e drogaria.
Nao Ha competencia
EM FAZENEAS BARATAS
Na loja das ristras Acns a roa -
ttav de Caxias n. ai a qaal da
deaconto a qoem comprar
* SOS para cima
Linn bordadofasenda de urna s eflr a 140
ris.
Zefirosliios e de qutdrinhos a 100 e a 120
ris.
Lansescossezas de qosdres largos m-tssSa ds
mirin, de il por 400 ris 1
Setim de algodode orna s cor a 240 ris.
Novidade!
Nansucde lindas corea seguras a 240 e 280
ris.
Merino* enfestadosprefos e de todas as edres
a800rtis. '
Setins da *fa caopreto e de todas ss cores s
900 a lOOO.
Sedas pr. tas -bordadas a velludo, desenhos lia-
dos a 4000.
Novidades!!
t
Ivfeusto Marques
eitabe e*T^fe r"a do Imperador n. 18, vem avisar
aos Illmaia>Hhcres desta cidade que enearrega-se
de fazer U^Rbalbos seguintes :
Encanaljl 1 los para gu.i e gnz, deposito para
sgua, ba J tos, chuviscos, bombas de todos os
systemas, \\ eiras de todos os tamanbos valva-
las, hacia fL
e chumbo, Val se, etc., etc.
Promettel 1 toptdo em seus trabslbos, assim
cerno mqdic'l 1 p em sens precoe.
I*ri3l } do Imperador-!"*
Compra-s
briea de Ole
n. 161.
de carrapato
latentes de carrapato na fa-
egetaes, roa da Aurora
Empre/.al geral de 31u-
Alugam-se carr1
porte de movis,
mentos de casas.
mentoa pblicos,!
cidade e seus saQ
commodo ; a trat
outr'ora do AleciirJ
mf?a
l molas, proprios para trans-
ori's, espelbos e mais orna
nilia, botis e estabeleci-
oda e qu.ilquer parte da
e arrabaldes, por preco
I ra do Padre Nobrrga,
Capes, manteletes, visitas, e ca-
sacosde surha, renda com coctas, de ca^bemira
com contas de todos rs precos.
reemnebas
Renda bespanholacor de creme a 34000.
Bicos brancos largos o qne ha de mais lindo
para enfeitea de veatidoa a 1*800. 2*000 e 2*500
a peca.
Bicos de crei/e pretos- de sec'a, ultima novi-
dade a 3*, it, 5* e 7*000 a peca com 10 metros.
Baleaade melhor qualidade a 300 ris.
Contaslapidadas para enfeite de veatidos pre-
tos e de eres a 500 e 800 ris o maco.
Lavasde pellica e de cores a 2* e 2*500.
Espartilbos para senbora e meninas, todo
preco.
Enchovaespars baptisados a 10*000 e 12*000
completos.
MadapolSo americanoa 5* e 6* a peca.
*}?di'Jtmb-':o Bramantefeom 4 lar
rior a 1*400.
Chitas finas-percales claras e
ris.
Linhoalisos e de
arga a 200 ris.
rguras a 800 rs
e supe-
escuras a 240
lis
Notos
leques a Jamaica,
mocinhas, ultima oot
ceberam Pedro Antul
presente !
Tambm grande vi
ches e roaetxa d" uro
Ciinmjd.be elegante
e gris para senboras e
Finas perfumaras et
cor dourados, guarnicddJ
Ioteresssntes pecas d
netes ; e rcuitoa outros
denominal-os por taita
.le
ligantes
de mais gosto para
gaze de seda, re-
' nm delicado
em pulseiras, bro-
precos r> suuii os.
rtilh s cor de ernje
fantasa e fras-
laslets.
para flores e iilfi-
que nao podemos
qaadrinbos, fazenda muito
Mais barato
Cortes de vestidos, berdados branccB a 5*900.
de cor a 6*500 com 9 metros.
Leques transparentesa 1*000.
Babades e ntremelosnovo sortimento di 300
ris al 4*500.
Lencos brancos finos a 1*200, l*G0O e 2*000
a duzia.
Meias croaspaia senhoras a 6*000 a dsts.
Fichsde todas as quahdades a 1* e 2*000.
Meias de cores e brauceapara meninas a 320
501 ris.
Redespara meninas a 3*500 e grandes s 6*.
Bim pardo lisopara roopa a 320 ris.
E muitas fasendas que veudemos por todo preco
na loja de
Jos Augusto Das.
A FLORIDA
Is
Finas capellas com veos
Bonitos leques diapbanoi
das.
Meias de seda e ligas brai
Um fino porta bouque' de
mais elegante, e tambem em'
bicoe.
Para as I ni ere.san
Novo sortimanto de be ecas
' o caso de receberem as f<
rrem muito.
qa casa de confianza de Ped
63Ra Duque de C 11
\ot;i Esperan*;
saos c.-m ren-
lofitadas.
o qoe ba de
11 enteitado com
ereancas
ligas.
ira nao cbo-
f Antqnes k C
-63
Roa Dooe de .Caxias n ios
Grande sortirreoto de objectos para pre-
sentes, sendo: carteiras, porta joias, l-
bum de madreperol para baile, iden de
marfirn, estojes para agulhss, lapiseh-a,
broches Hesenhando em alto relavo flores e um tio-
lho de trigo.
Agua Florida vpHadeira em guarrafi-
nha8 a 500 rs.,) urna.
Contas lapidhdas prt>tas e de cores.
Misaangas p] etos e de edres.
Lindo sortiu 'nto de fitas e bicos brin-
cos e de edres).
Grnnde sort: cento em botSes de
dreperola e phalQtasia.
Luvas de pellica a 2
dem de seda a 2$
Capellas, veos 0; ramos
Suspensori< s 1 menea
china
ras-
para r:
500 o par.
24-.JO B 3:XX).
ap oivas.
s ., 500.
800 rs. a duna.
esooc|B;
sen; 'ra
Aviso
Francisco de LrSnOS Ruarte .
Felismina de Lemoa Duarte e aeus filbos man-
dara resar no dia 1 de Janeiro, s 7 l ,2 horas da
manhS, na igreja da Santa Oros, algumae misaas
por alma de teu tinaco marido e pai, 1* anniver-
sario de aen fallecimento ; vonvidau os parentes
e amigos p ra assistirem aqu- lie seto religioso e
de eardade.
Perdeu-se a caute a n. 1438 do Monta de Soc-
corro desta cidade, com data de 19 de Dezembro
de 1885. A peseoa que achar pode levar roa
Imperial n. 213, que aera gratifidada.
xtyaduro
SE* RIVaL
O sorprendente vinho Maduro, paro, sem mis-
tura alguma, proprio para mesa, acaba de chegar
nova 1 measa.
Sem querermos depreciar asqoalidades paras Jos
vinh a diariamente annunciados, podemos garantir
aoa noaaoa fregueses e ao publico em geral, que o
vinho Malnro de nonaa especialidade o nnico
capas de ama boa uut.-icao, conservando todos os
requisitos d hyeiene, ci-mo nm doa principaes a
faaer urna digeiin fcil, t.:i. -ntaedo os glbulos
si.nguineos, principaes motores da saade da buma-
nidade.
Em OBRAS DE VtME ningnem compete eom-
nosco : "temos
reos Condenas Costarelras
Faqaeiros
Papeleiros e balaios para roopa suja, assim
Como cestas para compras, de todoa os tamanb-s
Em PAMANCOS Di) PJRTO
tambem nioguem compete : Para brteos sao so-
berbos, mas para senbora* eSo sorprendentes.
SEMENTES NOVAS
de hortalizas e Aires, tem9a sempre em todos
os vapores, a pseolha mais rigorosa- que deaejar se
pasas
na Estrella do lio rio n .
Junto igreja
l'ofas Mendes J C.
a taveraa sita roa Tbom de Souzs,
goeta, n. 2, com pouco capital, pispria pa
cipiante, o motivo da venda seu deno
tirar-ee para Europa ; a tratar na mesma. 1
Lin-
prin-
de re
Viihos da viarrufeiri
Finos
Carcr vellos.
Madeira. ,
Moscatel.
Uva Bastarda e de Paseas.
PARA MESA
Genuino do Lavradio a 500 rs. a gsrrata.
Na mercearia de Manoel Correia & C
Fraca do Conde d'RQ n. 15
do sitio
Linha
n. 50
Meias de c8r|,
a 1|5500 par
(Jaixas de jog para salu
Sabonetes a 1 JO 200 e 500 rs.
Boleas de coui o, de chagrn, de p'-Hua
e de pellica para [senboras e meninas.
Lindas pastas te couro, chagrn e pe-
luda a 500, 15000, 2^000, 34OOO e 5000.
Carteiras para sedulas com os rei,..rt-
mentos de lOJOCKf a 100,5000.
dem para letras com os repartimentoa
dea mezes de Janeiro a Dezembro.
Estrados corylopsis do JapSo, nexie do
JapSo, Bouqcet oe exposicao, Theodora,
Rita ^rgall;-, Porte Veine, Ixora Briuao,
Roger, Gallei, Brita da Serra, Paris-Bon-
quet, Estrado Dodeur, etc.
Luvas de seda bordada com misaangas.
Idom bordadas jcom viorilbo donado,
bronzeado e granar).
dem com palma da mesmri seda,
a xadrez.
lBmericana8 de 5, 7,
Vende -se cu permuta Be por predio neata cida
um hor-. eiti.) coa b- a caaa, muitas frncteiral
exce'iiie bauho du rio, boa agua de cactntbi
exteur" de terreno para baila de capim, toi
murado na frente, c m p i- e gradeamento, coi
caminho de ferro e'eBtecao junto ao dito sitio.
Porto da Madeira, conhecido pelo sirio d-> Jo<
Selleir.-, junto ao Dr Ernesto de Aquino Ponae'
Ch ; quero pretender dirija ee prc* da lndel
pendencia n. 40, des 11 horas s 4 da tarde.
Livramento & C%
vcnorein cimept f.ort'nnii, marca Rohins,
nalidade ; m. eas do Apollo n. 4f>.
de I-
Boa casa
Vende-te a melhor casa que ha em Marsyal,
propria para negocio e morada, na ra da Fas n.
19 ; tratar na ra eatreita do Rosario n. 9, jun
to a igreja.
tdoipno Donarnaaes da Silva
2* anniver ario
Manoel '^ominguea da Silva, ana espota, seos
filbos, filbs e ora, convidara os seas parentes e
amigos para assistirem a miase, qne pela alma de
sea presado filho, iraiio e cunhado, Adoli ho Do-
mingues da Silva, mandam celebrar n 1 matris da
Boa-Vista no da 4 do c.irrente, as 7 1|2 boras da
maub, 2- anniversario de sen fallecimento, e
desde j4 amsnanaente '- <-c m.
Cosinheira
Preeita-se de ama que cosinhe b.-m, para casa
de peqaena familia, que duro em casa ; na roa
do Conde da Boa-Vista n. 24-F.
Criado
Precisa-se de um criado ; aa ra de Payanado,
n. 19, Psatagem da Magdalena.
Soccorro arriba
A moradora do becco do Bernardo n. 61, ainda
se fas lembrar a almas caridotss, que oto se es-
qoeoam da prot co qoe
ram.
Vende te um coup de 10x0 : a tratar na co-
cheira do Deodato i ra da Imperatris n, 45
Boa casa no Montciro
Vende-se oa loga se orna exeellent*; casa com
bastantes cbmmodos para familia, tendo agua e
gas encanados e com om bom quintal todo morado,
com sabida para o ri : s tratar na mesma, jante
casa do Dr. Lonieiro.
dem arrendadas
Lindas pulceiras
8, 9 e 100000 o ps
dem broches americanos
20 e 10000 um.
1 Coliarinhos de linho, gosto
5)5000 a duzia.
Punbos de linho, ib idernos,
duzia.
Novellos de linha je cores
a 200 rs. um.
dem de c6res a ( 0 rs. um
china. >
Papel pra flores <
Iba.
Papel amisade, ro
rs. osxa.
Enchovaes para baWisados.
Envisiv-is a 200 ra.
Lindos plastroes a 10, 10500 e
m.
Iovisive8 prateads e dourados.
Barbosa < Santos.
3-RUA DUQUE DE CAXIAS-103
de 4f, 30,
moderno, ->
a 91000 t
para crochet
para rua-
10D e 120 rs a to-
ado, a 600 e 80t
20000
Boyal Blend marca YI.4D0
ste fxcellente Whisky Escocez pre-
i'l ao cognac ou gurdente de canoa,
fortificar o corpo-
ide-se a retalho oos melhores arma-
de mulhsdos
Hoya I Blend marca Viudo,
curBpome e emblema sSo registrados para
todlBraeil.
BROWNS & C., agentes.
Z
Ultimas (hegad-s, ten, p*ta vender 8mos Per-
rer* & < ., g roa Marques di Olinda n 60
Vende-se
ama casa de mnlhados na primeira localidade
desta cidade, bem af eguesada, tanto para fra
come para a praca, livre e dest-Dibaracada de
ipre Ibe dispensa-1 qua'quer debito : a tratar na roa do Nugveir*
'a.xK
IAY& MARTIN
rmftw Htimu a >tste*a sa tadssna,
to Inntto t .1 IhWMw SfOSissa.
lIXA BRILHARTE LIQUIDA
;!XAs.p.st*UNCTU0SA
OLIO para ASBSX08
ttsr.sstMsisafli mmsii inattatllO
NttttKH
deposito osaas. sai L.sunwsrs:
ssisa: rusc a. u aauaav
l
m
I MHMB fKMPIAH HMsWHMW 1




1rVr-

(Mario de Petaaiabueo-* Domingo 1 de Janeiro de 1888


nr
.

i
38Roa de taperador38
Nesta gr nde pharmacia avia-se rcceitas e pedidos com prometida,
S}r?olictade o modicilade.
As prescripffies ein lingeas estrangeiras ?>o fielmente ^
despachadas
^j i
^ O pbarmaceutico pernambuus.no JOS FRANCISCO BETTENCOURT $
"*} convida os clnicos Hsla cidd que qu^irara hooral-o com sua confianca
*8< para qualquer trabalbo profissionl e ao publico. Qarante se a mais atten-
jsn iosa e cooocieacioa execucio.
CTR Esta casa recebe, bous productos cbiroicos e drogas directamente *g?
i") das melhores casas da Europa, especialmente eneomroendadaa pera sea (f**
> receituario. '
. ESPECIALIMDE
e^.
*->
m
Preparado pelo pharrnaceutico JOS FRANCISCO BETTENCOURT, j
:< : -uir.-k.ri08

Broflchitos, aslbraa toss^c^valsa, etc.
(5sv
Essencia depurativa. Formula do istincto clnico Dr. Ramos
Depurativa por ex silencia para todas as molestias que tero a origem
na impureza do sangue.
, ele, ele. |
Tinta preta para escrever -inalteravel, fabricada com muito cuidado
&>Uf LI|^*<1 *<* WMT..W--------------------------. __^ (A
por um;. ormula ingleaa, especial para tscripturacao inercantil e reparticoes >jt,
K publicas, secca de preasa, pert'eitamente preta, nao corroe as pennas, nao -fp
* deposita e d opi>. f^v
1 -J ^^^vw^
KANANGAdoJAPAO
RIGAUD y C, Perfumistas
raute, a que mais vigor d pella, e que mals branquea
cutis, perfumand>a delicatamente.
(Extracto de Knng, suavissimo aristocrtico,
perfume para o len^o.
OleO de KnngCL, thesouro dos eabaUoo qua abril-
hanta, faz crescer e impede de cair.
,Sbonte de (Knng, o mau agrada** .ucio,
conserva cutis sua nacarada transparencia.
ZFS0S fe ffinng&t branqueao a tez dando-lba elegante
{^Bfc~ cor mUe e a preservio de sardas.
^^^ Depsito na* principte* Perfumari**
WOLFF& C.
.4-B0A BO
-41.4
Veste muito onheeido estabeleeimen-
*n fuenntc- r o respeitavl publie o *ia
v> iadi e eoncpleie mertiiuente de JOlAi
s cedidas sesupre dir-.-ctamat dos celho-
re f brcaales da Jaropa, e, qa primar
.;: o apuvt do .nato do mundo elegante*.
i\r.um derccuM completo, lidas pulsel-
rat>, allnete*, volt- de o uro oravejada* com
brtlh*sntes, ou pereda, aunis, cabale'*
hotdes e outros amitos tvtig*M proprio
reste jrenerf
ESPECABADE
b- rt logio de xurs, praa e niekeladoM,
para hom- us, senaora e en: nios rfos oanis
aur 'litados fabricante dw Gurupa e Ame-
rica.
.v>svrss todos os rticos dVsta cana garan-
te-w* a boa qnalidade, a .Im como a mod'ei-
Aikd*-. no precos ou srm -ompetsela.
,V stA casa tamb m concerta-sc qual-
uucr t bi-a Ae< uro ou prista e tamb*ni re -
CSM de qualquf r qualida -e que seja.

4--Ruc do iabugM
.

SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Pluas purificao o Sangue, corr'gem todas as desordems de Estomago $
dos Intestinos.
Fortalecem a saude das comtitufoes delicadas, e sao d'um valor incrivel para todas as nfennidades
peculiares ao sexo feminino em todas as edades. Para r.% meninos assim cosi tambera para as
pessoas de idade avanzada a sua efiieacia e incoatestavel.
----,---------------------- %
Essas medicinas s3 preparadas smente no Estabelecimento do Professor HollowaY,
78, NEW OXFORD STEEET (antes 633, Oxford Street), LONDKES,
E vendemse em todas as pharraacias do universo.
SV Os Mopradores sao convidados resptilosamente a examuar os rtulos de cada caixa e Pote se nao teem a
direegao, 533, Oxford Street, sao falsificaQoe.
I,
Ra Io k Narco o. 6.
lJarti ipam ao respeitavel publico que, tendo augmentado sea
estabeletiucnto de JOIAS com mais urna seccXo, no pavimento terreo,
com especialidades em artigos de ELECTRO-PLATE, convidam as
Exmss. familias e seus numerosos freguezes para visitar seu estabele-
cimento, onde en. ootrarao um riquissimo sortimento de oas de oiv 4
prata, perolas. brilhantes e outras pedras preciosas, e relogios de Jro
prati e nikel.
Os artigos que recebem directamente por todos os vapir sJo
^xecutados pelos mais afumados especialistas b fablicantes da Europa e
Estados-Unidos.
A par das joias de subido valor acbaro urna grande variedade
e objectos do ouro, prata o electro pate, proprios para presentes de
..asamentos, bapsados e anniv'ersarios.
Nem err. relacao ao prejo, e nem qualidade, os objectos acim;
mencionados, encontrarlo concurrencia n'esta prsce.
:w < *m+ #
BZTBAIT JAP0SA1S
Agua para fazer Crescer os Cabellos
Esta AQUA, inventada pelo celebre Chimico
H. ROTHE, irnpede it-tantaneamenie a cabida dos
cabellos e fortalece de tal forma o seu crescimento
que basta applical-a duiante alguns mezes para pro-
Sorcionar s Senhoras cabellos de 100 centmetros
e comprimento. Pelo emprego d'esta AQUA, os
calvos recuperaro era breve os seos cabellos ja
cabidos.
Sota producto nao contera substancia aJo-uma
nociva para a snete.
Deposito geral: H. ROTHE, Chimico, 11, Bd des Italiens, PARS
Em Pernambuco: Frsuiceaco M. a* SU.va a C*.

Q. = O
O B 5.;.
OS QI
27 5 ^. .
* i.;'' i-
~ < ;
.'i
E.o-S

". J-, I
?o 2 o- s
T> O t> =-
o
'vJ -
iS.
cre^

DICAO fiERAL
\LT.4NPATERS0N &C
N:44Ena do Brnm--N. 44
BSTO A ES fAfAO DOS BONOS
Tem para vender, por prei. o mdicos, as segui s ferragens:,
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
Crivacos de diversos tamannos. .
Rodas de espora, idem, dem.
Ditas angulares, dem, idem.
Bancos de ferro com sorra circu--'
Gradeamento para jardim.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, do lindos tnsd<*cs
Portasd fornalha.
Vapores de for^a de 3, 4, 5, 6 e 8 cavalu*.
Moendas de 10 a 40 pollcgadas oa paaadurs
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarrcgam-se de concertos, e ussutAmeoto de mehiaiamo e exerjatam onst*
irabalbo com perfeicSo e presteza.
ELIXIR DESQBSTRCNTE
Eupeptico de Gervo
Preparado pelo pharmaceutlco
JOS' FRANCISCO BITTENCOURT
O (iervao tem urna accao desobstruente extraordioaria para os inconunodo
Jo figado, baco o estomago, conforse o desereve Dr Mello MoraeB.
Um grande numero de pessoas que tem asauo delle considera-o infallivel.
Levados por estas informacSss e por muitas experiencias presenciadas por
os mesmos apresentamos aos clnicos e ao publico em geral, um Elixir desta planto
a um sabor delicioso e de utn effeito verdadeiramente beneeo para os pobres despap-
os, spleneticos e aquellos que soffrem do figado.
Os proprietarios da Pharmacia Ceutral
33PDSITD NA PHAHLAGIA GEITTHAL .
N. 38-Rus do Imperador-N. 38
PERNAMBUCO
Fazendas com 40 L de abate
)
INJCQ0 DE GRIMAULT E P
Prepar*dA oom as fblha de Hatloo
AppnrMda pe* JanU tEjgB io Rio-d$-Jui9tr*
Esta injeccao preparada com as folhas do Matloo do Per para a onra
da blennorrhafia, adquiri om pouco tempoiuma reputacfto universal por
ser a nica innocente, contendo apenas vestigios de saos astringentes, qua
se encrtrao em outras em grande qusntidae. Em poneos das ella aeaM
com os orrimentos mais dolorosos e mais rebeldes.
Depc ^ em Paris, 9, Ene Vivienna, 8
Cttdm framoo tova a t ^^Briea. a rTrma eo Zto da noa oaaa.
Lotera da Provincia
Na tvspectiva thesOur;.rA a ra Barrio /ia Vicaria n. 14 se arh v.-.nda
os bilh.aes do 1." sorbi da 11. Uteria eiu beu^ficia da S*rita Casa de Misericordia,
e p lo novo piau^ baix.) declarad. cuj.-. extr. c.ao. s.-i oo uw 4 d Janeiro ia preter'
?ti pnt<>, no (*iritori igc j. N so SnUora 'da powi^o en Mfruret ao
preco
meio di.
i premio de
1 >
1
2 premios
*
L
PHOSPHATO de FERRO
de .
Phamaosntioo, Doctor sm Scienciaa, Inspector da Academia
ApprovAdo pe; i:ata, da Higiene do RHhi+JAUlj*
Esta solngao, que ff*t dnittida na Pharmacopea Francesa (Edi^o
de 4884), ciara, Umpida, anloga auma agua mineral ferruginosa
concentrada p nico dos ferruginosos, que, assemelhando-se a
composicao dos glbulos do smgue. tem a grande vantagem deobiar como
reparador e reconstituinte dos ossos e do sangue. Semjatigar
jamis o estomapo, sem enegrecer os dentes, senipre de fn*BFanm
tatrem para combater as dores de estomago, as cores P118' a
anemia, a pobresa do sangue, a leucorrha, airregularidade
damenstruacao e outras: ndisposicoes a que esto sujeitao as sennoras,
as mocos na idade da pubeidade e as creancas debela, anmicas e
sem appetite.
Dsposlto em
"
1:000J000
50tt50UO
, 2505000
tJOOO
, para -s dues lettras finaes do 1." premio.
00 .*:. '. 13*000
nara as du*s bttr. s 6uecs !* :2.'pr.-T'i.i.
450 ,004000
para o final do Io premio, X^eptanda os
premiados cun 75(5000
2 approximacSHS de zoOtJO
.para o 1.' premio ....
2 de ... 155,5250
para o 2.* premio
Esta lotera cpmposta de 5:000 bilhetesja 50^000 divididos
mos d< 1^000 cada uro, < extrah'da ptd 25 fpr'Hi.
NANSUC de lindos padr*es, a 160, 120 e 200 rs., o covado.
GAZES arrendada imitacao'de seda, a 600 e 700 rs., o covado-
ATOALHADO adamascado padroes novos. a 10200 e 10403, o metro.
FUSTOES brancos, padr3es inteiramente novas a 400, 500, e 600 rs. o covado.
L*NS de quadro, imitacao, a 100 e 120 rs. o covado.
CORTES de setneta com um pequeo toque a 6(5500.
LINONS lisos, o que ha de lindo, 240 rs. o covado.
TOALHAS felpados para banho, 1,5500, uma.
CHAMBRES, grande sortimento, a 40000. 50000 e 60000, um.
CORTES de coletos de fustao, a 20000, 20500 e 30000, um.
BRIM pardo para roupa de eraega a 320 rs. o covado.
GTJARNigO de crochet, 70000, um '
TOALHAS felpudas, para ros'o, a 30000 e 50000, a duza.
FICHUS de core*, iroitBcSo de seda, a 20000, um.'
SARGELIM di cores, a 240 rs. o covado, qualidade melhor.
MERINOS pretos e de cores, a 800'. o covado.
BRAMANTE de algodSo de 4 larguras, a 800 rs. o metro.
DITO de linbo de 4 larguras, a 10800, o metre.
ATOALH\O trancado de 2 larguras, a 10000, o metro.
GUARDA-P para bomem a 40500, 50000 e 60000, um.
GUARDA P para senhora, de 80000 e 90000, um. .
VELBOTINAS de todas as cores a 900 e 10000 o covado.
SETIM Maco de cores, a 900 e 10000, o covado.
CHEVIOTS preto e azul a 30000, 30500 e 40000, o covado.
ZEPHIRES de lindos padrSes, a 200 e 240 rs. o covado.
MADAPOLAO americano com 24 jardas, a 60000, a peca.
PANNO da Costa de listra e de quadro. a 10000 e 10200, o covado.
CRETONES para cobertas, padrSes novos, a 260 rs. o covado.
SETIM branco -. uito fino, a 10200, o covado.
POPELINAS brancas, para noiva, a 800 rs., o covado.
LEQUES de setim braneo, a 60000, um.
LUVAS de seda lisas e bordadas, a 20000,
LENCOS brancos de algodSo e de linho, de-10200 al 60000, a duza.
ESPARTILHOS de 50000, 60000 e 70OOOfum.
DASKMIRA prptas e de cores, a 20000, o covado
BOLCAS para viagem, a 100000 e 120000, urna.
GRANDE variedade em bordado e ntremelos.
EXTRACTOS de diferentes quslidades.
BRIM braneo de linbo, a 20000, a vara.
CAMBRAIAS bordadas, brancas o de cores, a 60000 a peca.
COMPLETO sortimento de camisas, colarinhos, punbos e gravatas, todos por
commodo
SEROULAS de bramante, 150000, a duza.
PARABANHOS DOMAR
COSTUMES para banhos do mar, para senhoras. a 100000.
DITOS dito dito, para bomens a 80000.
DITOS dito para meninos a 50000.
SAPA TOS para o mesmo fim (todos os nmeros.
M RA 1. DE MAR?0 N. 20
DE
AMARAL & C.
elephone n. 158
-'-
V
-
-
v

I
lOO:OOO0fOO
.10:0005000
'. 2:50'0000
2:tXK)000
2-5000000
2:5000000
3:7500000
3.7500000
22:5000000
5000000
31205OJ
era quinquagesi-
Paris, 8, snm Trlsana nam principa Pharmacia Dragarla.
Em casa de todos r>s Perfumistas 4 CaheUatreiroa
da Franca e do Extrangeirc
AO.OUVRE
Os proprietarios i'esse aptigo eetabelecimento sempre no intuito de correspon;
ier confiaoca das Ex uas Sras nao poupam esforcos fim de satisfazer a exigen-
cia do bom goBto e pra o que acha se actualmente em Paris um dos socio/da casa,
que .i por todos os paquete remetiendo o que o capriobo da moda vai inventando, a
oara prova apresentamos O segumte :
. Lindissimos cortes de la, montados em r.Srt3o, com guarnicSo de contas oxy-
il
iadas
gas ii (Flrdr ^mz especial
PROTARADO COM BTStUTHO
Por CU. VATV, Perfumista
gJBvBIB', .'I&ix de la. Paiac, e, JP f^^g^r1
Espli-noidt cf.lr---cc3o de capotas e chapeos para senbora !
n.iejo completa de vidrilbo sui generis !
RtHneira atoians e visites ero t cidos difieren tes !
Mnu'ilhhs :-ni- InzsB, espedialidade 1
Ditas de fil fin seda primorosamente bordadas
'Rend.3 hespanholas ahantilly em sortidas cores I
Luvas de seda bordadas em alto relevo 1
Sedinhas e snhs, grande mo^a !
Co!cbas lunas a mitucao do cochet!
Plitots s-.h cra, pretos crhientos !
uitos oulr s artigos de aioda.
HU.. de Marco n. 20 A (equina)
CASA DE C0NFIANCA
^vi
111


8
Diario de Pcrn&mbuc---Domingo 1 de Janeiro de 1888








L!TTERATl \
V
->


L
O JOOO
POB
JULES DE GASTYNE
Prologo
. I
Estamos na noite o Qrand >rix de Pa-
riz, o ultimo da fathionable, passado o
qual, os elegantes ievaotatn vo para.as
costas da Normandia ou da Bretanha, dia
de emogao ou de febre, em qae toda a
gente sportman por uon hora, em que
Pariz inteiro, na mais lata arcepgao da
palavra, se transporta a Lon'cnarops, e
volt. de l triamphante ou consternado,
conforme a victoira -fica em Franga ou se-
gu as cores inglesas.
N'essa noite, um dos grandes clubs do
boulevard, que nao designaremos mais cla-
ramente, e que contara entre os seus so-
cios muitos proprietarics de cavallos e cria-
dores, estar particularmente animado^ O
cavallo francs, tendo batido o iieu adver-
sario por focinho ou per pescogo, viu o seu
numero victorioso affixado, no ineio de ge-
ral entnusiasmo. Havia dous ai nos que os
ingleses, as barbas dos proprietarios fran-
ceses, levavam os cem rail francos oom
que a cidade de Pris concorre unto a con-
tra gosto.
A victoria coubo a urna coudelaria nova
que gosava de muitas symp*thif.a, e cujas
cores, em urna estajeo, tinham-ie tornado
celebres.
Sobre o seu futuro havia as mais funda-
das esperabas, e todas estas urcumstan-
cias pareciam dar um novo premio ao cam-
pero francs.
A victoria tinha sHo portento celebrada,
no club de que fallamos, oom libages par-
ticularmente copiosas Sem estar ebrios,
estavam todos um pouco quentes. A ani-
magao, O calor do dia, a febre do jogo, a
poeira, haviam seseado as guelas, e o
champagne corra em jorros.
Mas nao podiam fcar toda a noite a
beber, e a discutir sobre os cavallos n
glezes e francezes e sobre os mritos maio-
res ou menores de .tratamento de cada
naglo.
Havia entre os roembros do club aposta-
dores que tiobam deizado sommas conside-
raveis as maos dos bookmaken, e que es-
timariam desforrarse ; outros que tinham
os bolsos cheios di um la to que os havia
por momet-tos enthusiasmado, mas que ar-
ciam em deaejos de passal-o acianto. Por
isso a mesa do baccarat se viu, pouco an-
tes da meia noite, rodeada de pontos Bnal
corajosos e encanigados que nunca.
A b.-nca, posta em leilao, foi adjudica
cada ao duque de Morlac. Havia alguna
das que o duque eslava de urna felicidade
insolente.
Era um homem do qu.:rent: e cinco an-
no8; de boa apparencia, olhar mais arro-
gante que tltio, usando bif;o1e e per
* nito 5i>'Sro' taz P3"''**' P-He enrugada e
'raneo li P3r uraa alvina pre
de'aro* grande fortuna,
fatigad*, crneo P3r ura "*
cocc. Possuidor de uro
herdeiro de um velho Dome, oc:upava urna
elevaca posicSo ero Pariz.
Na sua vida apenas havia urna noda,
mas urna nodoa apenas apparente boje,
casamento de interesse chulamente bai-
com urna mulher do povo, disforme,
ae morreo depois de ter dado a seu
marido um filho, que tinha agora perto de
vinte annos,
O duque, livro, levava, en toda a forga
do termo, o que se chama umn vida rega-
lad : jogs-va muito, frequentava as pri-
meiras representages, as horBOntaes da
um
xo,
e que
moda ; mas, apesar de tudo, era um ho-
mem correcto e inatacavel.
Forte espada, tirador destro, tinha
tido um ou dois duellos de que se fallou
muito.
Apezar de atirar o dinheiro pelas janel-
las, para tatisfezer os seus prazeres, e de
arriscar no panno verde ou em cavallos de
corridas, sommas considera veis, tinha fa
ma de ser mugo agarrado ao dinheiro,
quaai avaro, discutindo por causa de al-
guna francos com os criados, depois de
ter deizado no club ou no cnsilhamento
macos de notas.
Havia j alguna intantes que O duque
dava cartas, e a sorte continuara a favor-
celo .
Nao se pode jogar contra elle 1 ex-
clamou um ponto caipora.
A exelamaglo fez sorrir o banqueird.
O jogo cootinuoa.
Por detras do duque estava um olheiro,
que arrecadava as cartas quinadas e aa
atirava para a cesta
Rosto dessoradolj completamente rapado,
cabello cortado escoriaba, alvos como a
gravata ou o peito da camisa, tinha a ri-
gidez e a imposibilidade de um automato.
S os olhos Ihe chammejavam e chispavam,
como um brazeiro em que se deita azeite,
t id: s as vez-:B qie se dirigiara para o du
que. Mas da jogadores, entregues sua
paisa j, nlo tinham observado aquella de-
talbe. Ales d'isso, o empregado havia j
algum tempo que estava ao Berrido do club.
J estavam habituados ao seu rosto, x-
pressSo da saa physionoroia, e ninguem
lbe prestava attenglo O homem, segundo
se dizia, tinha rindo da America e chamb-
ra se Williams Watson.
NSo se poda diz -r qu*l era a sua ida-
de, porque tinha urna destas caberas enve-
lbecidas antes de tempo, ou pelas priva-
goes, ou pelos vicios prococes, e pelos quaes
nao se podem fizar \iraa data, memo ap-
proximada.
As mazas salientes, osseas, a bocea
larga, duvam-lhe ao rosto um ar bestial e
feroz.
O nariz arrebitado com urna tromba de
elephante, tinha um aspecto zombeteiro e
sarcastioo.
O duque continua va a ganbar. As no-
tas, as fichas, os luizes amoDtoavam-se
diante delle.
Os pontjs, desorientados, viam-se obri-
gados a pedir cartas Bem precisSo, para
t Iterar a nao.
Havia em torno da mesa aquelle silencio
calmo que se produz as multides, as
grandes occasioes.
Alguns curiosos tinham se approzimado
do e olbaram com secreto seotimento de
cobija.
O Sr. de Morlac continuava a dar car
tas sem emogao, com a calma fleugmatica
de um ingles.
O silencio era eolemne, os coragiJes es-
tavam aportados
As apostas dobravam, triplicavam.
A sorte nlo mudava.
Foi oeste momento que o olheiro Wil-
liams Watson, r.t entao immovel como
urna estatua, fez um roorimento brusco,
que attrabio sobre si todos os olhares.
No rosto lia-se-lbc a roaia vira emocao.
Tinbr. na mo ts carta que ia deitar
fura como as outras.
Sr. Duque balbuciou elle.
De Morlac voltou a cabega.
Que ?
Estas cartas...
Que t u
O rapaz hesitara.
O fidalg fez um 'geito de impaciencia.
Falla.., qae tg^ essas cartas?
Ests^, marcadas, disse o americano.
S flm r.iio cahiss" entre oa espectadores,
produziria menos eff-ito que aquellas pa-
la v ras.
Fi. arara todos lvidos.
O duque, paludo, deu um pulo" na ca-
deira.
Marcadas ?
Arrancou vivamente as cartas da mao
do rapaz e akaminou-s.
-- E' verdade, marmurou elle, em um
tom em que bavii mala pasmo do que te-
mor. Julzava-se tao cima de suspetas,
que nlo cria que a menor duvida se pu-
desse elevar na espirito dos seua coilegas.
LanQ0U4m olbar roda de si.
Todos os olbares estavam fitos nelle, e
naquelles olhares lia-se urna frieea de gelo.
O duque sentio um calafrio.
Mas, meus senhores, gaguejou elle.
Voltou se para o rapaz :
D'onde vieram essaa cartas ?
Nao sei, Sr. duque.
- rois preciso saber, abrir um inque-
rito, ezclamou o jogadar, como um louco.
Depois, dir.gindo-se aes seus collegas :
Espero, meus senbores, disse elle,
que nao me fayam a injuria.
Ninguem respondeu, i
VAftlEMDES
O assasslao
ni
[ConduSLo)
O oastello d'Heracls tinha sido gotbico
Restaurados todos os seoulos, sem a me*
ner precau ;ao artstica, tinha fizado som-
bro e trist-, per i -n io ao mesmo t mpo
parte do aeu aspecto grandioso. Tres das
su as torrea tinham sido arrazadas. Ficara
apenas urna onde nunca se entrara. Ter-
rados immenBos, esteris,, sem ores, sem
arrores, substituiam as muralhas. No in
rerno estavam cobertas de lama, e no
verlo de p. As ralas atulhadas forma-
ram volta do castello urna ciutura de ti-
lias definbadas. Alm estendia-ss um jar-
dial franceza com orna faza de bruscos
sidos, com estatuas mutiladas. Tudo isto
era lgubre. Mas o que importara a Mag-
dalena ?
Urna noite do Janeiro, a otndessa en-
trou no seu quarto pelas onze boras. Vol-
tava de urna visita a um doente da aldeia,
que, sentindo-se raorrer, a mandara cha-
mar. A sua capa preta de capuz, igual
das camponezas, estava coberta de ohuva
e granijo. A sua criada tirou-lh'a e pSl-a
sobre urna poltrona.
Nao ne essito mais de seus serngos,
Adelia, disse a condessa, v descancar
A criada fechou a porta de vagarinho,
e a condessa ficou-se. Ella ficava assim
todas as mitos sem dormir, neste grande
aposento spnhorial, enjos pannos de raz
desbotados, representando a degola5ao dos ^ Adeu mQha 8enhor
lanocentes e oa Maohabeos, evocavam ain- .
que 89 off?recem em holocausto para sal-
var oa peccadores. O olhar da condessa
nJo se desprenda de m ramo de violetas
que a sua filba Hadwign, que se achara
em Niza com sua tia Daubeterre, Ihe tinha
enviado pela marina. O perfume desen-
volvido pelo caldr ressuscitava dentro db!
si recerdacS s impossireis de arrancar.
Durante tres mezes, nunca Leonel dei-
zara de lerar-lhe um ramo de rioletas.
Havia momento* om qu- pareca Ihe que
essa tragedia era um pesadeo do qual des-
pertara. Recordara-se que elle tiuha rin-
do passar tres das com ella neste mesmo
custeilo, que se tinha sentado neste mesmo
quarto e o soto da sua voz vibrava-lhe an-
da no ouvido... Com movimento de dor,
apoion a cabega as maos, procurando tai-
vez- tornar a ver esse rosto que desappare-
cera para sempre.
Julgou ouvir bater de leve na porta gran
de do quarto, a que dava para a escada.
Lembrando-se que aquella porta nao esta
va fechada, lerantou 89 para reparar este
i aqu-cimeoto ; mas antes que dsse tres
pasaos, abriu-se o batente delU um homem
de estatura alta que, tirando o chap) com
gesto de raspeito, disse :
Reconbece-me, minba senhora T
A con i essa era corajosa como seu pai,
nSo acreditara em almas do outr mundo ;
entretanto esta apparicSo a urna hora tal,
na perturbac3o dos seus pensamentos, fez-
lbe primeiro o effeito de urna alluiMn&cao.
Nada receie, minba senhora, cstou
vivo, nao que murrer sem tornar a v.-a.
Leonel I
O coracao de Magdalena balc-u com tor-
ga... O desgrasado estava bem mudado,
bem pallido e trmulo ; mas ella estava
mais pallida e trmula do que elle...
Nella lutaram a emocao e o horror.
Olhava para as nulos de, Leonel e va nel-
lab sangue
O que quer ? disse, porque veio?...
Morto, poda chorar pelo senbor; vivo,
odeio e desprezo-o !
Mereco.o, minba senhora : mas dei-
xe-me beijar a ponta do seu vestido e de-
sapparecerei para sempie...
Magdalena recuou at ao fogao :
Retrese, gritou, apaiando-se sobre a
poltrona para nao cabir. Nao posso sup-
portar a aua prdsenca 1
Longe do obedecer-lhe, Noirmoustier
adiantou-se para ella.
Mag alea abri entao a gaveta da me-
sinba, tirou um revolver carregado, que
ell- guardava all e, apoiando-u no peito:
NSo se approzime I gritn, ou ma-
to-me 1
Ao ver tanta angustia o herosmo, Leo-
nel afastou-se, collocoa a mao sobre a
porta :
disse, obe-
FLBHH
VICTIMAS E ALGOZES
POR
EMILIO *)E RICHEBORG
de recordagSes de morte e luoto.
A lampada coberta cem um abatjour de
seda verde, dava pouca claridade aoa ve-
lhoB trasles e os emoldnradus cinzentos-
A condessa sentn se, como de costu-
me n'uma graDde poltroni de tapega
ria collooada entre o fogao e a mesinha on-
de secollocavam os seas livros e o sou
trabaiho. Tomn, urna imitagSo de Jess
Cbristo e collocou-a sobre os joelhos,
Com o seu vestido preto, o seu rost"<
emmagrecido de pallideE transparente, os
seus olhos azulados pelas lagrimas, tinha a
belleza f ctira dos rostos de religiosas
mysticas.
9 que se tinba passad no seu eoragao
depois da condemnagao e morte de Leonel
tinba ficado um entre ella o Deus. Nunca
failava n'elle, neo sequer ao cura. Ti-
nba-the apenas pedido qo dse urna
missa todas as oanbas, qual assistia, para
o descango de nma alma culpada.
'Yendo a austeridadese caridades da Sra.
d'Heracls, o velho cura tinba pensado que
a ebrieta, pensando no conderonado, espe-
rara forga de sacrificios concluir o ajus-
te sublime das Carmelitas e das Clarisses
IV
Um desespero indizivel passoq nesta
voa ; a dosgragada mulber teva d e, agar
rando-se mais improvavel das espe-
rangas :
Diga-mii que est iuaocenta...
Elle iad esapparecer pslosumbraes da
porta, voltou-se.
Nao minba senhora, nSo estou inno-
ceute.
Matou sea filho ?
Matei, minba senhers.
Confessa-o a mim, quando a justiga
nSo poude arrancar lbe urna palavra ?
Nao tenho senfto um juia; a se-
nhora I
Nao sou nem quero ser o seu juz...
Como que pfe supportar a viA em
condigo.-s iguaes? S Ihe resta morrer...
Sei o. Mas, antes de deizar este
mundo, quiz tornar a vel-a. Aeeitei a sal-
vagSo que me offarecia um amigo, um ma-
gistrado, a quem cu tinba prestado um
grande servigo ontr'ota. Aieitei-a para
vir a Heracles... Ha seia semana qu
que vivo escoodido em casa de oaropone-
^
QirAfITA PARTE
^T- bU U >C
n.
((ontinuagao do
V
Canco velto
QOj
Est acabado, disse ella com tom do-
loroso, apontKodo com a m3o para o retra-
to, nunca mais a verei, porque, segun-
de parece, j nao deste mundo ; mas
como Ihe diss Dorotba, casada contra mi-
nba vontade, deu luz urna menina, dma
neta, que ee czistir, como mekdizem, deve
ter qnasi a "ua idade. Ha routos annos
que procuro por toda parte e sem cessar,
essa menina perdida ; todos os das o pego
a Deua nns miohas preces, e nada, nada,
seu.pr-3 nada.
_ Deus acabar por ter piedade da sua
dor e das suas lagrimas, Sra. marqueaa, e
ha de restituir lbe sua menina.
E' verdade, tenbo sempre essa espe-
ranga c elb que me faz virer; si j a
nao tivesse, tudo dosabaria em mira de um
s jacto e apagar'me-ht* como urna lam-
pada que tivesse cousumido sua derradoi-
ra gota de azeite.
Nao se admire, roinha querida Genove-
va, do interesse que me inspira, da^ affei
co qaasi maternal qu< conceb pela meni-
na, o joren e que j tem sofiFrido tanto ;
son av e a menina recebe um pouco da
ternura, do auor que guardo para roinha
neta.
. Minba neta E' preciso que lh'o diga,
Genoveva 1 Poisb-m, quando a vejo, quan-
do a ougo, parece rae qae a menina
minba neta bem amada. ^
Oh 1 Sra. marquesa.
O que me faz expermeotar tao ex
tVaordinario-1 .
Nao se illuda, Sra. marquis, nao
permita que o sea eonfte> trsBivie, nao
d a urna estranha o qu< b pertence
sua neta. Eu, sua neta I Ah nao o acre-
dite, nem mesmo pense nisso.... nao o
posso sor, Sra. marquesa. Ah I se sou-
besse I. .. sb soubesse !... Mas nao, nao
quero ter que corar por elles, nao me que-
ro ver obrigtda a amaldigoal-oe.
A pobre Genoveva, sempre sob a aegao
da injuria inflingida a seu pai e sua roai
pela Sra. Lionnet, tapou o rosto com as
caos e chorar.
Ella sabe quem sao seus pais, pen-
sou a marques, e tem vergonha de me
fallar delles. Pob.-e menina Vamos l,
nao devo, procurando penetrar o seu se-
gredo, faser subir o rubor da vergonha ao
seu rosto.
Minba qseridinba, continuon ella ao
cabo de alguns instantes, nSo fallemos mais
de cousas tristes, mas sira de urna dea
que tive esta maoha.
Genoveva endireitou o corpo, e os bellos
olhos volados pelas lagrimas fizaram-se no
rosto da marqueza.
__ A micha idea, querida menina, cou-
serral-a'oa minba companhia.
Genoveva estremecen.
__Ah! assim e desejaria, ezclamou
ella, mas impossivel I J lh'o disse, roi-
nba querida protectora, por muits razSis
precisa que aeixe Parz, a Franga, e qire
v para o mais longe possivel. A roinha
traoquillidhde e a do muitas outras pes-
soas s/sim o esigem. Nao posso raimen-
te recuperar a posse de mim mesms, se-
nRo quando estiver fra de Franga
A marqueza suspiren.
As lagrimas cabum-lbe pelas faces abai-
xo.
zea que julgm que sou um condemnado
poltico russo. .. Descobriram a astucia
empregada para sarvar-me, o meu amigo
foi destituido e fugio... Procurara por
mim; araanhS, hoje, tal/ez, serei pr?so...-
E vem pedirme asylo? Oh! que
pensamento o seu ?
Venho contmplala pela vez derra-
deira, para n2o levar no meu tmulo se-
nao a sua recordagie. Os maiores santos
tiveram d dos maiores criminosos... O
que me importa ser condemnado pelos -
meos, se tenho o seu perdao.
D, talvez, perico, nunca I respondeu a
Condessa.
Oh a ezpiagao foi maior do que o
eriroe, juro-lhel,.. deque inferno sabio,
em que inferno vou tornar a entrar ? Che
guei ao limiar da felicidade eperdi-a...
a minba vida nao tinha sido senao um
supplicio atroz. A senb -ra appareceu-me
erufira 1... Nao procuro justificar me...
Sustentei o choque de vinte iuterrogato
ros e de uu prooesso pub'i -o, e nlo posso
sustentar o seu olhar. Nao teubo raedo
do soffrimento physico nei* da morte.
Bati-me com al-gria na frica... mas
tenho medo do mal que Ihe lis... Du-
rante as minhi.8 hor.-s de prisao, nao pen-
sara senao na senhora, na sua dr no seu
desprezo... que tortura!... Porque
que isto acontecen ? porque qu a fata-
lidade collocou aquella miserarel crianga
na minha frente ? porque que elle insul-
tou-me T porque que o meu sangue sel-
vagem queimou-me as veas? porque
que pensei qud elle era o nico obitaculo
entre nos? que a perdi-a, se elle continuas-
se a existir? O qu? fiz horrirel... .Mas
eu a amava, Magdalena ; nunca ha de sa-
ber quanto eu a amava I...
Ella tinha cahido sobre ama poltrona,
abalada por esta paixao, este desespero.
Que poder tinha entao a voz deste ho-
mem, que milagre oparavam as suas la-
grimas ?
Elle, de joelhos, um pouco affastado
d'ella, contara a sua existencia cruel. As
suas palavras offegantes, fubris, entravam
como outras tantas flachas no eoragao d'a-
quella mulher.
Fui por acaso edcalo como os mais?
Quem foi que reprimi os meus instinctos
aelvagena? Meu pai, duro e sobranceiro,
incitava os ; minha mi nao me via nunca.'
Eu vivi>., exilado, n'ura castello das Ce-
vennes, pertenceuti minha ar Brutal,
arrogante, era temido e detestado.. En-
tretanto eu amara a minha ar, pobre
velba 1
V
Aos vinte annos, casaram me com
Rosa Hastings, muito rico. Nunoa pudo
supportal-a, nem a meu filbo, um ente
adoentado e mo como ella. Para fugil-a,
assentei praga aos rinte e um anno. no
exercito da frica. S alli fui feliz...
Nomeado tenente, depois condecorado, re-
ceb de minha mulher cartas supplcantes,
tornei a re-a, consent em ficar a seu
lado... Qae existencia entre e?sa crianga
e sua roai I... en ia a Londres, jogara,
tinha amantes, para esqmeer... Om dia,
minha mulber arreb;nt >u um canal no pei-
to n'uma discussao horrirel que teve com-
migo. Morreo, aecusando-me de sua mor-
te... Nao chorei por ella, mas nao a ma
ti. Ere ama mulher pequea e fraca...
fis muitas veses esforers para poapal-a...
Crer em outra cousa e uma infamia...
Alm de que, elle confessou ao pastor nos
seus ltimos momentos que roe tinha acen-
sado por vinganga. Quanto a meu filho,
verdade, rnatei-o a cutiladas como um
cao, atirei a minha taca de caga n'um
charco. Nem sequer sent remorsos...
Ao roltar para o castello, pensara as
feroz,, porque elle tinha-me i sultado sem-
pre, a mim, seu pai... e porque isto da-
ra acabar assim!.,. Ali :e Daridson,
essa creatura que tinba Ihe inspirado recei-
03, tiaba sido aia Soube quo ia csar-me, pedio-me cem mil
francoB para render-me cartas roubadas.
< Havia de varias amantes minbas;
outras da Sra. de Noirmoustier dirigidas a
seu irmSo. Minha mulher aecusava-mo
Ah I fiqua certa, Sra. msrqueza,
continen Genoveva, nSo he de ser iogra-
ta ; sem cessar pensarei na senhora, e bel
do le.mbrar me do* seus beneficios e da,sua
grande bondade. Ss me permittir, Sra
marquesa, hei de escrever Ihe algamas ve-
. ....
- Muitas, roinha filha, maitusimss I
Depois de um momento de sileno, con-
tinuou com tristeza' :
- Ser-me hia muito agradavl consr-
vala na minha companhia; mas se nem
os ojeos pedidos, nem as record-v^s
que dewrittro preadl-a ao seu pas, nem
os asares que a esperara no mundoylesco
nhecido, nao podem alterar a ana deterooi-
nagio, porque as raz5s em que roe fall
sao imperiosia e >t obrigam a exilai-se.
c Araanhl, prorarelstente, j nao esta-
r aqui ; vai se por instantes a menina aqueceu o eoragao e
a alma tornar a oabir no isolamemto da
sua cruel solido.
Genoveva recomegou a chorar e deitou
os bragos ao pescogo da marqueza, que
apertou e bejou com ternura apaixonada.
Dorotba voltou para caa.
Eram tao numerosas as compras que fez,
que teve que tomar uro fi^cre.
Exhibi diante de G-.norera, embasba-
cada os embrulhos e as caikas. Estava alli
toda a roupa branca que folia ser neces
saria moga, desde as metas at os colla
rinhos e os punhos o alm idisso doos tra-
jos completos.
Genoveva teve immediatamenta que ex
perimentar diante da marquesa os dous
vestidos e as confecgS s qne completavam
quelles trajos. Tudo Itie ia perfeita-
mento. f
Deremos dizer que Dorotba nlo era
noriga e que, antes de partir para ir faser
aa suas compras, tink tomado, com o me
tro na mao, as medidas protegida da
sua ama.
Muito bem, Dorotba, estou satisfeita,
disse a marqueza.
Emquanto a Genoveva, rouite- confnndi
da, ficava calada, no saljendo o que havia
de dizer? Mas estava muito comroovida
e o olhar exprima lbe o reconhecimento
melbor do que as palavras.
No dia seguinte, pelas tres horas da tar
de, um landau, coro armas estrangeias e
puchado por dous ma^oifios cavallos de
puro sangue, entrou no*pateo do palacio de
Saulieu.
Iostentes depois, o vlho Joao veio an-
nunciar marqueza, que achava-se no
seo auarto com Genoveva e Dorotba, a
Sra. uperiora dos dous stabelecraeutOB da
ra Saint Jacques, que vinba procurar
Sra. marquesa, aoorop-nbada da Sra. prin-
cesa Melikoff.
A Sra. de Saulieu enyolveu Genoveva
n'um longo olhar de temara.
Minha queriia filbs, disse. Ha oom
movida, vai roe 8*r roubsvU !
E depois dirigise para ,o sa!2o.
Teve oom a fidalg russi e a religiosa
unsa conversa que nSo durou tnenosN de
meia hora. Foi preciso todo este tempo
marquesa para faser o elogio da* sua prote-
gida, recoinraendar priooezaque foise tffo
dis:reta e fio reservada como ella o havia)
b|aido. isto que nlo procurasen penetrar
os segredos, evidentemente de natnreza ex-
oepcional, dsqaaUa qae ia ser a profesora
do suas fjlbas. 4
Como a Sr. de Saulisu tivesse respon-
dido todas M psrguntas da princesa, *
notes grandes da frica, cheias de lus
e liberdade, onde a vida do um homem
tSo pouea cousa I
Porque razSo fez isso ?
Por que? Porque e tinha-lho um odio
das accSes mais negras, e doclarara na
ultima que eu a tinha envenenado... Eu
tinha. visto a senhora tSo desesperada, du-
vidando de mira... Eu sabia que tanta
gente suspeitava de mira, que tiaha tantas
iniraisades, que nao me atrev a expr mo
angustia de ver essas cartas as suas .
mos.
o Part para Londres... Eu nunca ti-
nha reoebilo cousa alguma de moa filho,
tinha vivido da modesta heranga de minha
mal.. Fui ter com elle e pedi-lhe qu
rae dsse esaes cem mil francos. Elle ne-
gou-os.
No da seguinte em uraa cagada, em
casa do marquez de Barekley, mea filbo
achava-se o numero dos convidados.
< A cagada estara para acabar. Ia
anoitecendo. Eu tinba me afastado bas-
tante longe, a cab-"ga chela de pensamen-
toB sinistros. Deria matar-me oa matar
meu filbo ? Entre na era um duelh de
morte. Confesso que a certeza do que
essa creatura m e dbil seria eternamento
um obstculo para mim deu-rae o des"je
de mtalo.
c Sim n'aquelle momento, foi um aseas-
sino mais, certamente do que cinco minutos
depois, quando elle jazia moribundo a meus
ps. Elle a appareceu de repente como
queerocado por raim.
Ouga, disse-Ihe, esqueca que sou seu
pai, tem urna espingarda, eu tambera,
atire sobre mim, eu atirarei sobre si...
Nao rae bato com um enrenenador,
reSpoodeu-mc.
< Louco de colera, precipitei-me so-
bre elle, estendi-a meus ps. Sabe o res
to, Magdalena : qu^l a saa seotenga ?
Ella nao respondeu, mas, precipitante-s>
sobre todas as portas, feobou-as cem o
4rinco. c
Era tempo I
Ouria-se o ruido de cavallos. Havia al-
guna minutos que a Condessa estava es:u
tando... Pela. janelU que dar para o
pateo de honra, rio nos pallidos rrft-xo
do crepsculo ura grupo sombro, ond
brilbavam os chapjs do galo dos gen-
darmes.
Tomando a sus capa e cobrindo-s' com
ella, agarroa na mo de L onel, que es
tremeceu :
Querem prendel o disse transtor-
nada Conhego um eaminho em ca3a qu?
todos ignorara... Apressemo-nos antes
que elles entrera... liemos para muito
longe, Leonel, e nao voltareoioo nun>a !...
Senhora? Eu?... Qur?... bal-
buoou, fra de su
Soffreu deraaB, respondeu ella. Eu
tambem : basta !. Deus nos perdoar,
espero I Sou sua mulher, nao sou jais !
E atirando-se-lbe nos bragos com um
grito apaixondo :
Leonel n5o quero que morras 2
amo-te !...
Ligrimas cahiram a jorro3 sobre o ro
to d'aquelle homem que nao tinha chorado
nunca. Estrettou-a violetamente sobre o
coracao :
Magdalena,' Adeas Alma d- mu-
lber mais generosa que a dos aojos, abeo-
goo te Se eu duvidasse do co, tu ssc
farias acreditar nelle... A leus! res*
pelo desgragado indigoo de vver!...
Quando entraram no quarto da Condes-
como nada mais houvosso que dser, man-
daraic chamar a moga.
Vef'ic Genoveva, a senhora russa, en-
cantada e por assim dser fascinada, teve
que conter-se para nao deixar explosr a
saa adroiraglo.
Minha querida filbs, disse a marqueza,
a Sra. princesa Melikoff aceita-a como pro-
fessora das suas duas meninas.
Menina, dUse a princesa, sei qu*
apresenta todas as garantan desejaves pa-
ra a roissao delicada que vou confiar-lhe.
Sra. princesa, respondeu Genoreva,
espero que poderei deserapenlsar essa rais-
so dignamente e medida dos seus dese-
jos ; justificando a oonfianga que deposita
em mim, mostrarei ao mesmo tempo o meu
grande reconhocimento Sra. marquesa
de Saulieu, minba digna protectora.
As Bas intengSes eram, segundo me
disse a Sra. marqueza, deixar o seu bello
pais de Franga, para se eropregar na qua-
lidade de proiessora, em casa de urna fa
milia de nacionalidade estrangeira. Est
servida como deseja, porque daqui a tres
semanas, quando muito um mes, voltamos
para S. Petcrsburgo, onde o principe Me-
likoff chamado pelo imperador, nosso
amo. Mas nao fioaremos em Pars at
partir. Devemos ir psssar alguns dias
n'um cf.ste'lo do Dauphin, em casa de
urna familia de nossa amizade
Nao tenho precisao de lbe dizer que le-
vamos as nossas filhas, de que nanea me
separo ; a menina acompanhar as suas
dis^pulas, e pens que ter praz r em fa-
ser essa p-iqueua viagsm em Franga.
Genoveva inclinou-se respeitosamente
diante da princesa.
Agora, menina, continnou a senhora
russa, quira preparar-se par roe aoompa-
nbar.
A moga voltou se logo para o lado da
marquesa.
Sin, minha ilha, disse a Sra. de
Saulieu. a Sra. princesa tem a caTrUagerb
l em baixo e leva a cemsigo, porque de-
seja apresental-a j'esta noite as suas ds-
cipulas. Amanrr de anha receber as-
cousas qUi lbe perteocem.
Genoveva agarrn n'uma das maos da
marqueza.
Vu-se, pelos mbvimentas.preoipitados do
peito e pe* lagrimas que lbe marejavacn
os olhos e que se esforgava por con ter toda
a mago que senta.
__\Sra. marquesa, disse ella com vos
opprimida, foi uraa-bora abugoada aquella
era que me foi dado encontr*-*. A oora-
gem, a forga^am-me faltar e estava no
declive que oondus a resoiavSis desespe
radas. A senhera estendeu-me a mao,
sa, encontraram-n'a desmaada ao lado do
cadver do B.rSo de Noirmoustier, mor-
to de um tiro de revolver no coragio.
Etoielle
abrio-me o coragSo e prendeu-me da novo
vidn.
Ah agora se um dia fosse tentada para
dirigir Providencia urna quexa impa,
bastara pensar na senhora para que a re-
signagao entr889 no meu espirito.
Seja qual tdr O destino que me est
reservado, oh I minha querida berafeitora,
nSo me queixarei, como teria o dreito de
o faser sabendo quaes s?.o as dores da Sra.
marqueza, que merece tanto ser feliz.
A todas as boras do dia o seu pensa-
mento me seguir, o seu nome estar em
todas as minbas preces ; pedirei a Deus
que lbe restitua a menina que chora, e
Deus ha de me ouvir, Sra. marquesa, sim,
ba de me ouvir.
A Sra. de Saulieu tomou Genoveva nos
bragos e apertou-a, que parecia que a aba-
LvsVj
EntSo ambas desataram ero solucos e
conservaram-se por longo tempo abraga-
das.
Uui quarto de hora depois a carruagem
da prioceza Melikoff sabia do pateo do pa-
la oio.
Quandp o portad se fechou, a marqueza
disse criada :
.Agora parece-me que tudo roe falta.
Ah Dorotba, aquella menina lava coro-
sigo a metade do meu eoragao e a metade
da minba alma !
VI
O Sr. Lionnel
Depois de ter deixado rebentar os aen-
tiraentos de odio e de inveja cora toda a
violencia, nao pela primeira vez, mas pela
derradeira va na presenga de Genoreva,
a Sr. Lionnet tinha se retirado para o
i

-

.'-
quarto
e mettido na cama, sem mesmo
pensar no que \p. faser a desgragada me-
nina que acabara de expulsar de sua oasa.
. No dia seguinte, solevantar, a criada
disse-lbe que Genoveva tinba desappareci-
do, que o leito, que na estava desman-
chado, indicava que e'la nao 8e tinha dei-
tado na vespera e com certeza tinha fgido
cita noite.
A Sra. Lionnet deixou fallar a criada,
sem manifestar a menor sorpresa ; mus
aontindo intimamente grande satsfagSo.
Na pensou nem na situigao dolaros e
desesperada era que as devia achar a mo-
ga, era as consequenci8 que devia ter
para ella propria a sabida d? Genoveva.
Sao ra senao urna cousa : a mogn j
nSo ostaga em casa d lli, nao roltana
inai, es'.va erafi desembargada della
Comtudo mandou chamar todos os cria-
dos e probibio-lbes por modo absoluto que*
dissessem, fosse a quem fosse, que Geno-
veva havia deizado a casa.
Como distemos, Aiberto tinba sabido ora
momento antes da scena terrivel qae nar-
ramos para ir t^r com ana amigos. Ani-
sar das recummenaagS-s da roai s voitw
para casa s tres boras da manhl.
L-tvantou-se tarde, foi logo pra o fra-
balho e ignorou a sabida daquell qae> -
ra*ra sua irma at hora do alraeco.
Nlo a rendo sentar-se mesa, coro de
costume, ficou muito admirado e perguntoc
mili :
Entao onde est Geno ve v ?
Foi-se embora, responden riam^ote
e Sra. Lionnet.
Foi-se embora ? Foi-se embora, par
onde ?
Nao sei. Nlo dormio aqu noite
passada ; deve ter sanido, segundo me te-
se a porteira, das onse horas par -u-
noite.
O mogo espantado fez se horrivelasenie
pallido.
Ah I minha mii 1 disse elle coi
grande magoa, tenho mido de compr-b-
der... sim, tenbo medo ae adivithar t
que se passoa bontem entre shora
Genoveva.
Pois bem, sim, replicn c;m vss ser-
da a Sra. Lionnet, disse-lbe o qne eateadi,
disse-lbe que nao poda mais t- n ssi-
nba presenga, ella comprebendea foi-s*
embora.
Meu Deus mas isso horrara* *
ezclamou Alberto. ->^^
Entao a mii jolgcu de ver dser m filbo,
pensando assim socrgal-o, qae Gi *
nao era sua irma, que era filb de
mnlher desconhecida, qae unto ell*
Sr. Lionnet tinham reeolhido aiad peque
na e educada por caridad*.
Alberto nao poda acreditar no este >
via, mas era preciso ter f oas plvrd|B
su mi. Uuicamente faseado aqsKa re-
velagio, a Sra. Lionnet percebe* e.s es-
panto que nlo tinha conseguido neos js>i-
ficar o seu procedimento sos olhos d flowy
nem suavisar a profunda dr ae B ex-
perimentava.
Pois bem miaba ali,
elle chorando.. Genoveva na* efe
nlo urna estranha, ama pobre
cada por caridade, mas ea esare>Ts-s.
timo-a, entende, minba mii, se time
se realmente fosse miaba iros*. Ah sst-
nha mii, o que a seahoas fes Csi
mo. ,
(Coat^ssnr asaos



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asa
X ir*
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Typ. d* Oimrw, rea Uooae

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