Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19122


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Full Text

i I I j
ti.
-HC


PIRA A C^UPITaI^ LC'ARF.|UiJAA^A. #. ffiA P0H
Por tres meset* adiantadcs..... .... 60000
Per seis ditos dam. ...... ...... 1 i'4000
Por era anno idem,................ 23^060
^feda numero avuliso. do ujesmo dia. ......... 5100
jaiiKO 31 "HE JLHO BE 1881

PARA DENTRO FORA DA PRO FI3CIA
Por seis metra adantados.........
Por nove ditos idem.................
Por um anno idem............-. .
Cada numero avulso, do das anteriores.......
134500
20.J000
270COC
4100
^
prprieta** >* Mmotl Xtgtmra tte iarta 4 St08

rs AaoJ /'rase C
e P*rls, ."*-* s aossusr agentes
exclu i vsm de ann incio* e pu
blicacdss na N?aaea e Ingla-
terra
TELEGRAMMAS
s:s7i::
?si::::s
1: siasxc
RIO OE JANEIRO, 30 de Julho, s 3
boras e l minuto3 da tarde. (Kecebido s
4 horas e 30 minutos, pelo cabo subma-
rino).
Fui Doeado Juiz municipal e de
orpbon do termo de Barreiro* da
provincia de Pernambuco. o bacba-
rel Manuel Gnede \nsneirn. leniln
exonerado o bacbarel Joaqalm Cor
deiro Alvim da Silva que exercia ea-
ae cargo.
Foi iipin.aJ por lempo Indeter-
minado do exerdclo de commandan-
te superior da guarda nacional da*
comarcan de IguaraM e Ollnda. o
coronel Manoel do >arlmenio Tiel-
ra da cunba.
Foi nomeado:
Quartel mentre-general do exercl-
(o. o brlgadelro e conaelhetro Seve-
rlano Martin da Fonieea.
Forana promovido :
A brlgadeiroa ett*ectivoii oa coro-
nela Carlos Hesiu Fillio e Jo de
Almelda Brrelo :
% brlgadelro graduado o coronel
Manoel Francisco Colbo de Ollvel-
ra toare
Fallecen boje o Baro de Villa da
Barra, deputada pelo 14. dlairlcto
da provincia da Babia.
Foi perdoado da pena que Ibe fdra
Impona pelo Jury da Corle, uatavo
Adelpbo Cardos Plato que se acba
preao na Caaa de Oetencao do Be-
sanco

,flWtU
Aiui
27S
KIO DE JANEIRO, 29 de Julbo, a 9
horca e 55 minutos da noite.
Foi nomeado qu a riel nicnt re-gene-
ral de exerclto o brigadelro Severla-
no da Fonaeca.
RIO DE JANEIRO, 30 de Julho, s
4 horas e 40 minutos da Urde.
Fallecen o Exm1 Sr. Sarao de Villa
da Barra.
RIO GRANDE DO SUL, 30 de Julho.
Appareeeram na prala alguna ca-
dveres do naufragio do paquete RIO
APA.
Eato mmillo de alva-tida e
apreaeniam mana de ferlmento.
provavel que morreen de fome
e fro.
ROMA, 30 rU Julho.
Acaba de fallecer o prealdente do
COnelbO de ministros
PARS, 30 de Julho.
Tenue o sr. Jules Ferry em um dla-
enrao em F. pial pronunciado pala
* ras offenalvaa contra o Sr. general
Bonlanger. um duello de ve ter lagar
entre eaiea aeaborea.
O Sr. general Bonlanger J envin
a* auaa teatemanhaa.
Agencia Havas, filial
30 de Julho de 1887.
ibx Pernambuco'
IHSTRCgiO P0PLAB_
PHiflLOGIi IDMaNi
(Extrahido)
Ok BIBMOTHECA DO POVO K DAS ESCOLAS
PRIMEIRA PARTE
FC>CC*E*i BE \I THK. *>
AbsorpcIo
( Continuado )
BjA pelle tembem abaorve gatee, lazendo-se eseim
na superficie cutnea urna retpiraco rudioieotar.
Se e mergulhar om animal n'nm meio gasoso de-
leferio, deixando-se-lhe a cbeos de tora para po-
der respirar, nao tarda elle a suecumbir por effei-
to da absorpcSo do gas.
AbsorpcSo pulmonar.Os pulmOes, cnjafuneclo
easencial consiste na absorpeo do ar atmospheri-
co, absorvem tambem os gases deleterioe, em que
o corpo humano se .-.cha s vesea mergolbado. A
respiraco tambem introduz no organismo quaes-
quer vaporea que encontr misturados na atmos-
phera.
A noseibilidade de se introdosirem aasim no san-

I
I
i
gue pelas vias aereas os vapores, den oHgrin a
um methodo especial de introdcelo de medcame -
Coa, oh&niado nhtiauiio, e para o qual lia divers.s
appare'hos. A substancia orgnica denominada
miasma dos pantano^ que produz as tabres panta-
nosaa, aasim coma o principie g-rador desconhe-
ciri > de muit s doertyu contagiosas e epidmicas,
teem igualmente por va de iutruduccio no orga-
nismo a absorpeo pulmonar.
Absorpeo intersticial ou de nutricio.Ni in-
tc-ior do organismo est-se operando iocessante-
mente urna dupla correte de cio :I*, a absorpcii intersticial, pi-la qual o
modificados pel.i h ;ao chimica que so rffectua
dentro dos vasos, chegam ao contacto com os te-
cidos e sao, de certo modo, attrahidos para os ele-
mentos anatmicos d'elles ; 2, a re-abjorpcao in-
tersticial, pela qual os materias que j desempe-
nharam o aeu papel biolgica toruam a entrar no
sangue para serem elminados por meio da secrc-
coes.
Q ando o movimento de repuraco eo de re-ab-
sorpcao se manteem em perfeitj equilibrio, na >
apparente o effeito dos pbeoomenos da absorpcSe
qne se passam n amago dos tecidos ; mas t -mana-
se ellea bem manitestos, quando a re-absorpcao a
meis activa do que a reparaca -, ou anda quando
os tecidos, augmentado] temporariamente no seu
volume, regressam gradualmente ao estado normal.
No estado de intnicil) e no de alimentac&o in
suffieiente, a re absorpeo do tecido adiposo bem
viaivel nos seus eff-itoa as saliencias muacuUrcs
comecam a desenbar-se, e acceotuam-se cada ves
mais, debaixo da pelle ; esta oruga se ; incurvam-
se oa olbos e cavam-se as faces, etc. as mesmas
condi(des o avatema muscular soffre notavel dimi-
nuicio de volume.
A experiencia pouco ensina, quanto s vias pelas
quaes se operam estas diversas absorpeoes. Por
iseo, comquanto hija grande numero de probabili-
dades que levam a crer serem os vasos lymphati
eos a principal daquellas vias, nao ba comtudo
motivo suffieiente para se ter isso como certo e de-
monstrado. O liquido contido nos vasos lympba-
ticos geraes difiere pouco do imbebido em todos os
orgioa. do que est derramado pelas malbaa do
tecido cellular, e do que humedece as membranas
serosas. Estes diversos lquidos, bem com a
lympha, difieren) apenas no plasma do sangue em
conterem em proporco um pouco mais fraca a al-
bmina ; a analoga entre o liquido intersticial con-
tido nos orgaoa e a lympha faz suppar que as va-
sos Irmphaticosjse apoderara deste liquido e o lan-
cam no canal thoracio.
As absorpeoes iotersticiaes teem na patbolegia
um papel de alta importancia. Grande numero
de productos mrbidos, quer solidos quer lquidos,
depoetos no seio dos '.ecidos. desapparecem, no
caso de cura, pela re-absorpco ; quaado aquelles
productos sao de volume c msideravel e a sua re
absorpeo rpida, as veas nao sao estranhas a
esse trabalho. Ha tambem ergios, em que a ana
tomia ainda ate b je nao descobrio a existencia de
vasos lympbaticos, e dos quaes os productos mr-
bidos desapparecem, coatudn, pela abssrpco ;
tal o cerebro, por exemplo. Em t*es igaos de-
vem ser as veas a va da re-ab*orpcao.
Continua).

?arte orncui
-overno da Provlaela
BXPIOIBHTB OO OL 14 OB JULSM DB 1387
Actos :
O presidente da provincia, tends em vista a
nfarmacao do inspector da Thesouraria de Fa-
zenix, de 12 do corrent, sob n. 439, retolve, nos
termos do 8. do art 5. do decreto o. 2,884 do
1.* de Pevereiro de 1862, abrir, sob sua responsa-
bilidade, um crdito de 660288, verba Obras
Militares*, do Ministerio da Guerra, exercicio
cmate, afim de occorrer s despezas com os re-
paros urgentes da penitenciaria do quartel do 2."
batalbo de infantaria. Commuoicou se aobri-
gadeiro commandante das armas e ao eageoheiro
das obras militares, e reosetteu-ae copia ao inspe
eter da Thesouraria de Faaeada.
O presidente da prorincia, attendendo ao
que requeren o coadjuvaate do professor de pri-
meiras lettras do Arsenal de Guerra, Hermi-
no Joa de Azevedo fedr, e tendo em vis-
ta o atteatado medico que exhibi, resolv--, d-
accordo com a intormacao do director do dito ar -
seal, de 11 do correut", sob n. 1,209, conceder
ao peticionario tres meses de licenca, a contar do
dia 20 deste mei, com o ordenado a que tiver di-
reito, afim de tratar de sua saie tora da pro-
vincia.
0 presidente da provincia, de cinformidad*
com a propasta do Dr. chele de polica em oficio
n. 611, de huntem datado, retolve nomear para os
lugares vagos de 1' e S- auppleutcs lo subdule-
gado do dib tneto de Lage Gran le, do termo do
tiunito, Joaquin Cbristovo Pessoa de Mello e
Adelino Teixeira de Cartaiho, e para o de 3- aup
pente do mesmo subdel-'gado B-rtino Jos Ribei-
ro, em subatituicao do tenente Jos Pedro Velloso
Lyra, s,ue fica exonerado.
Oficios :
Ao brigadeiro commandante das armas.
Para que V. xc. sirva se de mandar que seja as-
signada a conta relativa ao enterramento de qua-
tro pracas, que falleceram na enfermara militar,
devolvo o officio desse commando, de 7 de Maio
u timo, n. 244, que diz respeito ao pagamento da
alludida desposa.
Ao Dr. chefe de polica. Communico a V.
S., para os fina convenientes, que considere boje
sena tficito a or lem expedida em 42 do corrente
mes ao couiman anie do corpo de polica, aotor
saudo-o a chamar ao quartel o capito Antonio
Francisco Cordeiro de Mello.
Outroaim, convem que V. 8. providencie para
que aquelle oficial, qu< subdelegado da Colonia,
regresse ao distrcto de ana jurisdieco. Com-
municou -se ao commandante do corpo de po-
lica.
Ao inspector da Thesouraria de Fasenda.
A' vista do-art. 3- do regulamento n. 9,517 de 14
de Novembro de 1885, que estabelece os valores
msxim .-s dos matriculados, sirva-se V. 8. de man-
dar Teiuzir o de 9(04 dado ao escravo Dinis, de
30 anuos, e os de 7754 dados a Margarida e Lui-
sa, de 24 e 19 anno* de ids.de, matriculadla uo
municipio de Muribeca. sob na. 1,370, 1,373 e
1,374.
Ao mesmo.Tendo em vista o exposto pelo
commandante das armas no officio de boje, junto
por copia, u. 363, autoriso V. S. a mandar abonar
ao agente da enfermara militar a quantia de
1001 para as despesas com o enterramento do al-
teres reformado, Tbom Gomes Vieira Lima, que
fall. ceu na mesma ea/ermaria ; procedendo e s
Thesouraria a posterior iodemniscilo, se por ac
o verificar-se a bypotbese constante do aviso
d. 77 de 8 de Novembro de 1883, expedido pelo
Ministerio da, Guerra, ao qual se refem o de v8
do Oesembro do mesmo anno, n. 86. Cjinmun
cou-se ao brigadeiro commandante das armas.
- Ao teoente-coronel Jos Tivarae Pessoa de
Araujo, oommaudante superior mt-rino dn guard i
nacional da comarca de azareth.Fleo iuteirad.o
pelo offic-o de 6 do corrente de ter V. S. astumido,
na mesma data, o commando superior interino da
guarda nacional desea comarca, visto ih'o baver
pausado, por motivo de molestia, o tenente-coronel
Antonio Vicente da Costa Araujo, q.,: tambem
interinamente exercia aquelle cargo.
Ao commandante do corpo de polica.Ao
Dr. ebtfe de polica mande Vmc apresentar duas
pracas afim de condutirem para a provincia do
Cear, a bordo do vapor Minaos, que se espera
do su I, no dia 16 do corrente, o criminoso Jso
Candido de D-mis ou Ja Silva. Expedio se ordem
Companhia Brasileira de NavegacSo pira o
transporte das pracas com o criminoso e couirau
nicou-se as Dr. chefe de polica.
Ao dire.tor do Arsenal de Guerra.De--ol
vendo as inclusas Jiropos'a, que ficam appr-va-
dm, aceitas pelo conse Iho semestral em s-sades
de 25 e 30 de Jonho (ludo paia acquisico dos
artig-s que deixarsm de ser contractad.ia <-m se
sao do mesm i conseUio de 18 daquelle a -2, para
provimeoto do almoxanlaio do-sc Arsenal, duran-
te o semestre de Julho a Dezembro do corrent--.
aojorias Vmc. a mandar la"rar o respectivo ter
.. _|ptraCto. na fujenado i4e,.ila?nento de 16
de Ootubro a 1872.
Assim respondo o sen 'ffisio n 1185 de 4 deste
mes.Communicou-se Thesouraria de Fasenda
Ao mestno.Em resposta a offijo n. 120i
Je 11 do corrente em que Vmc. m^ part jipi ba-
\er, pelas razo.'s expendidas, determinado a ac-
ceitaco de 21,616 metros de brim pardo escuro,
per conta do contracto celebrado com os neg lean-
les Rodrigo Carvalno & U., declaro- lhe que ffea
approvado o seu acto.
Incluso devolvo o parecer da commiaaao, o offi-
cio do ajudanle desse Arsenal e as amostras sob
ns. 1 e 2, conforma solicita no predito officio.
Ao director geral das Obras Publicas Sir-
va-3e de intorinar-me, coin relayao a local do
Diario de Pernambuco de 12 do corrente, sob a
epigrapbe Melhor'amento, qual a iuterv 'nc.ao de
Vubc. no servico de que all se trata, a s nao
o mesmo que Ibe fra recommendado antes por
esta presidencia, e para o qual existi e ainda
agora existe p^ssoal effetivo de conservado.
Porta-i a :
Declaro Cmara Municipal de Ouricury,
em resposta ao seu officio de 7 de Junho findo, que
nao fo regular o acto do voreador Ignacio Ro-
drigues da C>rvalho, abstundo-se de oomparecer
sos trabalhos da mesma Cmara, por quanto, em
vista da dispo expedido com o decreto o. 8,213 de 13 de Agosto
de 1881, os vereadores do quatriennio anterior sao
obrigados a servir emqnanto os novos eleitos nao
forem empossadoa.Rem"tteu-se copia ao juiz
de direito da comarca de Ouricury.
EXPBOIBRTB DO OR. SBSBBTAai)
Officios :
Ao brigadeiro commandante das armas.De or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia, com-
munico a V. Exc para os fins convenientes, que
pela ordem do Tbesouro Nacional de 4 de Maio
ultimo, n. 61, acha-se habilitada a Thesouraria de
Fasenda com o crdito de 450*1000 destinado ao
pagamento des movis de qne necessita a Secreta-
ria desse commando de armas.
Ao mesmo.O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. Exc, para seu conbe-
cimeuto, que, na peticao do pbarmaceutico civil
Caetano Gomes Pawell, sob-e que versa a intor-
macao d-'ste commando de armas, de 8 do corrente
sob n. 355, proferio boj-i o seguinte despacho:
Em vista das atonaacoes nao tem lugar o que re-
quer.
Ao fiscal da Companhia R-cite Drainage.
Sua Exc. o Sr. presidente da provincia na peticao,
de Bents de Freitas Guimares e outros conse-
nhores do predio n. 18 ra do Nogueira, a que se
refere a informacao de.V. -S., de 11 do corrente,
proferio boje o segninte despacho :Sim, vista
d iofoanacao da fiscal do gorerno.Communicon-
ae ao Tbesouro Previ acia'.
Ao director do presidio de Fernando de No-
ronha. 1) ordem do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, communico a V. S. para os fins convenien
tes, que no requerimento do sentenciado Henrique
Jos Meynier, a que allude a informucio d'essa
directeria de 17 de ounho ultimo n. 243, foi profe-
rido boje o despacho segninte :Bemettido ao Sr.
inspector da Altandega para tomar na eonsidera-
cao que merecer.
BXPBDIEXTB DO DIA 15 DB JOtBO DE 1887
Actos :
O presidente da provincia attendendo ao que
requereu Mara da Natividade Ferreira, professo-
ra da cadeira de eusino primario de Cha de Ca-
p-.eiras, tendo em vista a informas lo n. 179 de 7
do corrente, da inspector geral da .nstrucc-io pu-
blica, e o aiti-stado medico txhibido, resol ve proro-
gar por tres mezes a licenca ltimamente conce-
dida peticionaria, sendo um mez com ordenado
por inteiro e dous somante com metade.
O presidente da provincia resolve, de con-
formidade caco a proposta do Dr. chefe de polica,
constante do officio n. 615 de bontem datado, na-
mear Mano Francisco Res, para o lugar de sub-
delegado do districto de Beberibe, em substituico
do alfares do corpo de polica Juaquim Servulo
Vieira da Pasj que fica n'esta data exonerado, por
serem seus serreos netessarios uo referido corpo,
que tem de ser aubmettido a inspecf lo.=Coaimu-
mcou-se ao commandante do corpo de polica.
O presidente da provincia attendendo ao que
requereu o escrivao dn jury e execuco a criminaos
da comarca desta capital Florencio Rodrigues de
Miranda Franco resolve conceder-lhe tres mezes
de icenca para tratar de sua saude, devendo o pe-
ticionario entrar no goso da r. ferida licenca no
praso de quinze das.
Officios :
Ao Dr. ebefe de policaA vista do que ex-
pde o inspector do Tbesouro Provincial no officio
junto, por copia, de 6 do correte n. 706, recom-
mendo a V. S. que expeca ordena, com urgencia,
as autoridades policiaes no sentido de aoxiliarem
a accio das collectorias com referencia a cobranca
das rendas da provincia.
Ao inspector da Thesouraria de Fezeoda -
Nos termos da sua informacao de boje, n. 452,
mande V. S. pagar a Fielden Brothers a quantia
de 7761700 de que tratam as inclusas con tas, pro-
veniente dogas conauxido com a iljuminnco da
Enfermara Militar e quarte da gnarnico du-
rante os meaes de Abril a Junho deste anno.
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal da comarca do Buiqoe Acenso recebido o of-
fieio de 28 de Junho findo, em qne V. S. me par-
ticipa baver na mesma data, concedido quatro
meses de licenca ao tenente-coron-l commandante
do 61* batalbo de infantera Jos de Albnquer-
que Cavalcante, para tratar de sua saade.
Ao director do Arsenal d.- GuerraFico in-
teirado pelo officio de h.ntem, sob n. 1,203 de ha-
ver Vmc. nomeado na mesma data escrevente de
2* citase desse arsenal a Arthnr Alfredo Martina
Saldauha, em substituico de Ulysses Fionano do
Reg Barretto Communicou-se ao inspector da
Taesouraria de Fasenda.
Ao inspectot geral da Instrucco public.
Concedo a aaiorisaco solicitada por Vmc. para
justificar ae faltas de exercicio escolar da profes-
sora Balbioa Firmina da Rosa Ltal, d-- que trata
em seu officio, a que respondo, n. 186, de 12 do
correue mez.
Ao director geral das obrss publicss -Nos
termos do regulamento de 20 de Junho nltmo e
de accordo com o seo officio n. 99 de 4 de Maio,
fica Vmc. autorisado a levar a eSeito os reparos
de que necessita o proprio provincial que serve de
escola publica em Agua-Branca, d irodo que nao
exceda a quantia d" 330 oreada por Vmc. no
seu citado officio, que aaaim fica reapoodido.-
Communicou-su ao inspector do Thesouro Provin-
cial.
Portaras :
. Deferindo boje o reqoerimen^} do guarda fiscal
aposentado F. Antonio Teixeira de Alboquerque,
autoriso a Cmara Municipal do Recife, a vista
de sua informxco n. 49, de 28 de Junho findo a
continuar a aboiar a peoso do teterido guarda
pelo crdito consignado ao trt. 2 4 n. 14 da
le o. 1,882 de 10 de Setembro de 1886; deven-
do opportauameafe proceder-se ao devido eatoruo,
afim de ser a desposa levada conta do crdito
vots-do pelo art. 1- 1- classe aposentados, n.
12, di !ei n. 1,897 de 24 de Maio ultimo.
O Sr. agente da Compaohit Brasilera de
N'iV'gafSi faca transportar acorte, por eonta d*
Ministerio da Mariuha, os menores aprend;-zea ma-
iroj Firmo Augaeto de Azevedo, Pe 1ro Paulo
c'va, J-r8on da Limos, Jos Alves Pedrosa,
I>.. Pereira de Castro e Benedicto Jansen Pe-
reii \, os quaes seguem para all disposico do
n'egeaeral da arma la.Ceanaunicou-se ao
odaiite da canhoneira Lamego.
XP RDIEHTE DO DR. SECRETARIO
.0'-<--V. :
brigadeiro commindant' das arma9.
Di ordem do Exm. Sr. presidente da provincia,
communico a V. Exc. para os fins convenientes,
a cm resposta aos seus officios de liontem, sob ns.
362 e 365, que a directora do Arsenal de Guerra
est aqtorisada a satisfaser os pedidos que acom-
panharain os citados officios.
Ao inspectoi do Thesonro Provincial.De
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia re-
meti a V. S. 60 cxemplare mpressos do regula-
monto de 28 de Maio ultimo pelo qual foi transfor-
mado o Consulado Provincial em Recebedoria,
afim de serem distribuidos por esse Thesouro e
pela mrsma Recebedoria.
Ao gerente da Companhia Pernambucana de
Navegaco.De ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia acenso o recebimento do officio de 12 do
crrente, em que V. S. participa que va ser ex-
pedida o vapor norte, at o de Camossim, no dia 22 s 5 boras da
tarde.
Ae gerente da estrada de ferro do Ribeiro
ao Bonito.Remetto a V. S., para seu conbeci-
ment, copia do aviso n. 19 do Ministerio da Agri-
cultura, Conmercio e Obras Puolicas de 21 de
Junho ultimo.
A o juiz municipal e de orphos do termo de
Cimbres.De ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia declaro a V. S. que o saldo da 7* flbta
do fundo de emancipaco desse termo de 9^033.
Dr. Urbano Mame'e de Almeida. Fran-isco
Goncalves Torres, Prente Vianna de C, Jos
Jeronyrao da Silva, Pdro Jorge da Silva Ramos,
Jovini.'iu < da Rocha Pereira, Joaquina Mara da
Concicao, Francisca C-mdida da .'Iva, Dr. pro-
curador dos fetos, Camilla Perpetulina da Silva e
Antonio Joaquina dos Santos Aodrade.Haja vista
o Sr. Dr. pi ocurador fiscal.
Rufino Francisco Baptista.A' vista das infor-
maco-s nao ha que deferir.
Officio do Dr. procurador dos feitos.Volte ao
contencioso.
Joaquin Machado de Lima, Joo Feroaudes
Lopa-<, Margarida Marianna de Oliveira Kigueiredo,
Damiii Lima 4 C-, Eduardo. Reis Gomes-'d Met-
i, H nrique Ferreira Baltar Sobriuho e director
geral das obras publicas.Informe o Sr. Dr. con
tador.
Amorim Irmos & C.A' Reeebeduria para at-
tender.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA, DO DIA 29 DE
JULHO DE 1887
Avelino Goncalves de Oliveira.Sim, psgando
o aupplicante as comedorias.
Antonio Carneiro de Oliveira.Iuforme o Sr.
Dr juiz de direito de comarca da Victoria.
Antonio Jos Correia.Satistaca a exigencia da
Thesouraria de Fazenda.
Augusta. D-se.
Directora do Club Dramtico Familiar.Sim,
pigmdo a contribuico do estylo e sujeitando-se
aos demais onus previstos pelo Regulamento de 16
de Marco de 1887.
Bacbarel Estevo Carneiio Cavalcante de Al-
buquerque Lacerda. Kecorra. propria Thesou-
raria de Fazenda, a quena compete decidir, com
recuiso para o Tribunal do Tbesouro Nacional.
Fre Jos de Santa Jnlia Botelho.Interponha
o recurso, g' art. 147 do Regulamento de 2 de Julho de 1879.
Tenenta Joo Felippe Nery Napoleo. Informa
oSr. commandante superior da guarda nacional da
comarca do Brejo.
Jos da Silva Baptista de Almeida.Remettido
ao Sr. inspector da Thesouraria de Fasenda para
mandar attender, de accordo cora sna informacao
de 26 do corrente. o 479.
.V Vtiartins das Nevea.Remettido so Sr. in-
spector da Thesouraria de Fazenda para mandar
attender, de accordo com sua idformaco de 26 do
corrente, n. 480.
Joo Pinto Leo.Informe o Sr. Dr. juiz de di-
reito do 2. districto criminal d comarca do Re-
cife.
Joo Evangelista de Sousa.Ao Sr inspect. r
geral da instrucco publica para providenciar.
Jos Frsncisco de Lima.Sim, pagando o aup-
plicante asjeomedorias.
Jos Alves do Prado.Sim.
Tenante Leonardo Bez:rra Pessoa Cavalcante.
Informe o dr. inspector .eral da instrucco pu-
blica.
Manoel Miranda de Sant'Anna.Sim.
Pedro Jos da Silva.Informe o Sr. Dr. pro-
curador fiscal da Thesouraria de Fasenda.
Pedro Ramos Leutier.Sim, eom os venjimen-
tos a que tiver direito.
Secretaria da Presiden a de Pernam-
buco, 30 de Julho de 1887.
O porteiro,
F. Vhacon.
Repartlco da Palela
2'scelo.N 658.Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, 30 de Julho de 1887.
-Illin. e Exm. Sr. -Participo a V. Exc.
que loram bontem recolhidos Cas* de
DetencSo os seguintes individuos :
A' ordem do subdelegado da freguezia de Santo
Antonio, Joo Gomes da Costa, Manoel Benjamim
de Almeida e Ignacio Pereira de Alcntara, por
disturbios ; Vicente, escravo de Francisca Gui-
Ibermina Guimares, por crime de furto.
A' ordem do do 2' districto de S. Jos, Elisierio
Alves da Silva por disturbios.
A' ordem do de Beltn, Lourenco da Luz, por
disturbios.
A' urdem do do 3* districto do Poco da Panslls,
Maneel Pedro do Nascimento, por disturbios,
diaposicio do Dr. delegado do 2- districto da ca-
pital .
Lendo boje na Provincia sob o tituloPolica
de Apipucos urna noticia de achar-se acephala a
eubdelegacia daquelle districto por ter pedido
demisso e abandonado o cargo o 1 supplente
que a exercia, o cidadio Jeu^uim de Sousa
Neves, aoresso-me em commuoicar a V. Exc.
que nao foi aquelle jornal bem informado, por
quanto, Sousa Neves, nao s nao pedio exone-
raco como tem estado sempre no exercicio da sub-
delegada, tanto que promoven as diligencias no
engenbo B.-ejo, scompanbado da forca, por occa-
so do conflicto all bavido no dia; 26, e ainda
hontem fes as vieterias as cercas e casas des-
truidas ; continuando a auxiliar ae Dr. delegado
do 2- districto no inquerito a que se est proce
dendo sobre o referido conicto.
Commonicou-me o Dr. Anesio Augusto de Car-
valho Serrano, ter nesta data asumido o exercicio
do cargo de delegado do 1- districto da capital,
na qualidade de 1" supplente.
Deus guarde a V. Ezc Illm. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicenta de Azevedo, muito
digno presidente da provincia. O chefe
.-ie. polica, Antonio Domingos Pinto
INTERIOR
Facilidades de Direito
N. 657. J* scelo. Sesretaria de polica de
Pernambuco, 29 de Julho de 1887.Illm. e Exm.
Sr.Accu80 a recepeSo do officio de V. Exc de
hontem, exigindo informacSea sobre ama noticia
que publiceu o Jornal do Recife, sob a epigra
pheGrande violencia, e |em resposta tenbo a
diser que nesta data me dirijo ao delegado da Vi-
ctoria schaitando-ae.
Logo qu esta autoridade me informe a respeito,
communicarei a V. Eic.
Deus guerde a V. Exc.-Llm. e Exm Sr. Dr.
Pedro Vicente de Asevedo, presidente da provin-
cia.O chuta ie polica, AtUamo Domingos Pinto.
Thesouro Provf acial
DESPACHOS DO DIA 30 DB JULHO DE 188f
Amelio dos Santos Coimbra. Entregne-se pela
porta.
Eudoxio Peregrino.Informe o Sr. collector de
S. Beut*
Eis a pioposta apr 'sentada Cmara dos depu-
tados pelo ministro do mperiooem seaso do 15
de Julbo deste anno, relativa reforma dos esta-
tutos da Faculdade do Direito :
Augustos e digoissimos aenhores representan-
tes da naco. Attendendo necessidade de re-
formar os estatutos das nossas faculdades de direi-
to do imperio, veobo de ordem de Sua Alteza a
Princeza Imperial Regente, em nome do Impera
dor, apresentar-vos a aeguinte
Prtpota
A Assembla Geral decreta :
Artigo l.o A contar do primeiro anno anno lee
tivo depois da publicaco desta lei, o ensino as
faculdades de direito do imperio professar-a ha
sobre disciplinas e na ordem seguinte :
1.* ann i
1. cadeira.Sncyclopedia do direito.
2.* dita. Direito constitucional brazilero.
2." anno
1.a cadeira.Direito internacional e diploma-
ca.
2." dita. Direito administrativo (e< ntnucao
da 2a cadeira do 1.* anno).
3.a dita.Instituas de direito romano.
3.o anno
1.a cadeira.Direito civil comparado.
2.a dita.Direito criminal.
3.a dita.Economa poltica.
4.s 8nno
Ia cadeira.Direito civil comparado (continua-
(2o da Ia cadeira do 3 anno).
2.a dita.Direito commercial e martimo.
3.a dita.Sciencia das (juaneas (continoaco da
3a cadeira do 3.a anno).
5. anno
Ia cadeira. Direit commercial e martimo (cun-
tinuaco da 2a cadeira do 4" anno).
2.a dita.Theoria e pratica do procesa* civil e
commercial.
3.a dita.Theoria pratica do piocesso crimi-
nal.
% 1. Para a regencia deatas materias baver 14
lentes catbedraticos e seis sabstitutos, nomeados
por concurso, exceptosi, verificada a vaga, ou por
occasio de serem providas as cadeiras novamente
creadas.
1. O governo ouvida a congregaco, oomea
pessoa de notoria espacidade esmprovada por dis-
tinccao no ensino do direito, no pais ou no eatran-
geiro, ou pela publicaco de obras importantes so-
bre a mesma sciencia ;
2." A congregado unanim' mente propnser quem
se acbe no mesmo caso e for aceita a indicacao-
| 2.* Os nomeados em qualquer destas duss by
potheses leccionaro por dois annos, findos os
quaes e com audiencia da congregarn, podar o
governo declaral-os vitalicios, ou ordenar que seja
aberto concurso para a cadeira ou o logar do su-
bstituto.
t 3. Decl: rado a vitaliciedade, ao nomeado ex-
pedirle ha carta de cidado brasileiro, sendo es-
trangeiro, e quer a este, quer ao nacional, confer
r a congregaba o grau de doutor em scienctas
jurdicas e sociaes, antes de defcrir-se-lbe o jura-
mento lo cargo, si j nao tiverem a mesma gru-
duacSo.
4. Os concursos para os logares d3 lentes ca-
tbedraticos e substitutos coosistirSo em provas es-
criptas e oraes, as quaes sero publicadas 8 das
antes da decisao dos examinadores.
Art. 2. i Ia e 2a esleirs do 3 anno, Ia a 2*
do 4 anno e todas as do 5." anno conatituiro um
curso especial para solicitadores escrives e tabe-
lies de notas.
1." Para a matricula ueste curso exigr-se-ha
o pagamento da respectiva taxs, conforme o dis-
posto nesta le, e certiieado de approvaca as
materias indicadas no n. 8 do artigo seguinte, ex-
cepto geographia, historia, pbilosophia e rheto-
rica.
| 2. Aos que forem approvadae as diciplinas
do presente artigo, conferir a faculdade o diplo-
ma de habilitaco para officios de solicitadores,
icrives e tabellies de notas, em cujo provimen
to, e havendo igualdade de condiccoes tero pre-
ferencia .
Art. 3.* No rgimen das faculdades de direito
observar se-ho os seguales preceitos :
1.* Os lentes das cadeirss, cujas materias con-
tinuara a ser ensinadas no ann seguinte, deve-
ro proseguir nellas at qne se termine o respec-
tivo curso.
2.a Os lentes preenchero todos os annos o pro-
gramma das respectivas cadeiras, organizado
pela congregaco em sua primeira sessao annual,
s bre proposta dos cathedraticos, e por lices, que
comprebendsm pelo meos os pojtos capitaes da
disciplina, aob p>>na de :
a) Continuar aberta a aula at completar-se o
mesmo prograo-ma, oa primeira falta ;
b) Na segunda, a mesma pens, e advertencia
pela congregaco, o que ser mencionado na res -
pectiva acta ;
c) Na terceira, suspenso imposta pela congre-
gaco, de tres meses a um anua ;
Na quarta, jubilacao, uuvlua a congregaco
d)
e a Secco dos Negocios do Imperio do Conseibo
de Estado.
i* Fica abolido o quarto de hora denominado
de espera ; a preleceo durar pelo menos urna
hora, ueveudo o lente ouvir qualquer dos alum-
nos por mais 15 minutos sobre a preleceo ante-
rior.
4." Alm de supprirem, por designaco do di-
rector, a fila dos cathedraticos em |seus imped
mentoa, os lentes substitutos abriro sob ae mes -
maspeua-, mesmo cumulativamente com as ca-
deiras que estiverem regendo, cursos complemen-
tares sobre os pantos mais importantes das dis-
ciplinas ensinadas no anuo anterior, e de confor-
midade com os programaras organizados como os
dos corsos principas?, mas sobre proposta do di-
rector.
As aulas do curso complementar cero lugar
pelo menos tres veses por semana.
5* Tanto os cathedraticos cono os substitutos
sero obrigados a redigir, quando designados pela
congregaco, a memoria histrica de que trata o
art 164 do decreto n. 1386 de 28 de Abril de 1854,
e por turmas a Revista das se encas jurdica e
steiaes, que fica crala em cada urna das Facul-
dades, e publicar se-ba tnmensalm nte. A falta
de cumprimento desta obrgaco importa a pena
de perda da gratifica cao por todo o lempo que ex-
ceder ao praso marcado nos cattalos, para se-
rem apresenUdo os referidos tasbslho*.
6. A antigaUMuie, o wrclcic, vitaliciedade,
jubilacao, deveres e honras dos lentes sero re-
gulados pelo disposto nos aits. 48 a 57, 59 a 70,
77 a xOdos Estatutos das Facu'dades de Medi-
cini que baixaram com o Decreto n. 9311 de 25
deOutubrode 1884.
7 O director ser nomeado pelo governo d'en-
tre as pessoas distinctas, que tiverem o grao de
doutor ou bacharel em direito por alga oa das
Facuidades do Imperio. Para servir em seus im-
pedimentos ser nomeado um dos lentes vice-di-
rector, servindo em falta deste o lente mais snti-
go, que estiver em exercicio.
8.0 Para a matricula nss Faculdades de Direi-
to exigir-se-ha, ajm do pagam-n-o das taxas eqi^
vigor,certi-lo deapprovacao as materias actual^
mente exigidas, por exames prestados as Facul-
dades e Escolas Superiores do Imperio, no Impe-
rial Coll-gio de Pedro II e nos cursn annexos s
mesmas Faculdades. Ceados, porm, os institu
tos do bacharelado em letras, sioguem ser ad
mittido matricula sem exhibir o respectivo di-
ploma, e sero extinetos os refer los cursos r-
nexos.
O governo marcar o prazo em que comecar
a vigorar tata disposico.
9 o Haver duas po-as de exames das mate-
rias do curso de sciencias jurdicas e socisss, urna
logo depois de encerradas as aulas, e outra 3#
dias antes de comecar o novo anne lectivo.
10. Paga a 2' prestaco da matricula os alum-
nos matriculados sero admittides, na ordem da
inscripeo, a exame oral e por eacripto das mate-
rias explicadas durante o anno, sobre pontos ti-
rados sorte no acto do mesmo exame, organiza-
dos pela Congregaco i vista dos prr.gramin.s e
publicados por editaes um mez antes do encei r-
menlo das aulas.
11. O alumno que durante o anno lectivo d-r
vinte faltas nao justificadas em qualquer das res-
pectivas aulas perder o sen lugar na inscripeo
e aumente sei aduoittido a exame depois de ulti-
mad, a os dos demais inscriptos no mesmo auno.
Aquelle, porm, que em qualqner das aulas der
quareuta faltas nao justificadas durante o anno
lectivo, oomente ser admittioo na primeira poca,
si bouver tempo, prestando exame vago sobre as
materias do programla, e sendo argido por mais
meia h ni.
12. Na segunda epocha de exames sero ad-
mittidos em primeiro lugar os preteridos, na for-
ma da ultima parte do numen) antecedente ; em
segundo lugar os siumnos dos cursos particulares,
autonsadoa pelo art. 4- da presente lei, e em ter-
ceiro lugar os reprovados na primeira epocha, pa-
ga por estes nova taxa integral de matricula.
13. A approraco em todas as disciplinas da
Faculdade de Direito a carta de bacbarel em
sciencias jurdicas e sociaes, sendo conferido o
grao de douto as mesmas sciencias aos hachareis
que foren spprovados em defesa d* tbeses, na
conformdsde do que preacreverem os estatutos
expedidos pelo governo, em oxecuco deste de-
creto.
Paragrapbo nico. Para manter a disciplina
acadmica entre os alumnos, poder o governo es-
tabelpcer nos meemos estatutos ss penas commi-
nadas n-s arts. 511 a 5.'8 d"s estatuto das Fa-
culdades de Medicina, no que fr applicavel as de
direito.
Art. 4- Todo o individuo qus estiver no goeo
la seus dir-'itos civis e polticos, e nao tiver cido
condemnado por crime contra a propriedade e a
moral, pode abrir cursos das disciplinas professa-
das as Faculdad-s de Direito, mediante decla-
raco ao governo na Corte, e aos presidentes as
provincias, do lugar de taes cursos e de seus pro-
grmalas, que sero publicados, devendo, perm,
franquear a entrada autoridade competente sem-
pre que ella o exig>r, e ministrar-Ihe todas as in-
forinac.oes qu: reclamar.
1* E', outroaim, pormittida a associaca de
particulares, sob os muaca08 requesitos do presen-
te artigo, para a fun laco de institutos de ensino
de direito.
2 Os cursos de que trata este artigo pode-
ro realisar-se no proprio recinto das Faculdades
precedendo para isso autorisac-i da congregaco,
a quem dever ser requerid.,, e ficando sujeitos
immediata fiscalisacao do director, que os visita-
r sempre que julgar convenieute e providenciar
de modo que na perturbem por qualqner firma o
ensino as aulas da Faculdade.
3 Quando os cursos particulares nao preen-
cherem os seus us, ou oelles forem despresados
os programmas, e pnlessadas doutrinas subversi-
vas e contrarias a moral, ou se derem disturbios
e desordeus, a congregaco dever cassar a auto-
risaco concedida, com recurso da parte para o
governo. liste, nos mesmoa cas a cima mencio-
nados, poder ordenar a suspensoou clausurados
mencionados cursos.
4o Os alumnos dos cursos particulares profes-
sados dentro ou fra das Faculdades de Direito
sero admittidos a prestar exame dos seus diver-
sos anuos, mediante o ptgamento da taxa integral
da matricula e certificado de frequeocia do res-
pectivo professor, que nao poder concedsl-o aquel-
le que tiver fallaau a 20 licocs durante o anno.
Art. 5 As Faculdades de Direito podero ra-
ce b-T. passuir e administrar quaesquer doaees
ou legados provenientes de liberalidade publica
ou particular, observadas as seguintes dispcsi-
coes :
l* A propriedade eun que essas aequisicoea con-
sistirem ser immedialamente convertida em apo-
lices da divida nacional ou provincial fundada, e
applicados os respectivos juros em bim do en-
sino ;
2a Compete s respectivas congregacoes repre-
sentar para os Sus deste artigo a psasoa civil das
facu-dades e coosegu internen te spplicaros rendi-
mentoa do seu patrimonio, como ju'garein mais
conveniente, cumprindo porm sempre as coodi-
coes legitimas impostas pelos dea lores.
Art. 6* O governo expeoir as estatutos e re
gulamentos precisos para execuco desta ei, alte-
rando oa sua conformidade es das Faeuldades de
Medicina e da Escala Polytechnica na parte rela-
tiva nomeaco dos lentes, a matricula, frecuen-
cia e exame dos alumn is, e em tudo mais que se
referir ao rgimen desses estabelecimentos.
Art. 1 Ficain rerogadas as disposicSes em
contrario.
Palacio do Rio de Janeiro em 15 de Julbo de
1887Baro de Mamor >.
O Sr. Presidente decla'ou que a proposta do
poder executivo seria tomada pt la Cmara na de-
vida considcraco'
A proposta foi remet'ida co.Qm!sso de ins-
trucco publica.
aiiviSTA DIARIA
------------------------------------------------- '^ -
liiloilila le policial Cor portara da pre-
sidencia de 29 do corrente e proposta do Dr. enera
de polica d 26, foi nomeado o tenente do corpo
de p ilicia Bellarmino Pinto de Paiva par ter-
cer o cargo de delegado do termo de Alagte >d
Baixoem subitituico de Francisco Alves te S-
qneira Mello.
Repatrllco dan obras publiaa*Por
portara da presidencia de 29 do corrente, foi
aposentado o conductor de 2a classe da repart-
cao das obras publicas Pedro Ramos Lieutiei, nos
termos do art. 2 da lei o. 276 de 7 de Abril de
1851 e art. 150 do regulamento de 20 de Junho
ultimo, com os vencimeutosa que tiver direito.
Agente de crreloPor portara de 28'
de Julho foi nomeado agente do correio da villa
de Quipap, Agostinho Jnviniano de S l'eixoto.
a>elcs;tt1o--Aasumio bontem o exercicio de
delegado do p-imeiro districto da capital o Dr.

1 HTHJH I









Diario de fernambucoDomingo 31 de Julho de 1887
ADeaio Augusto de Car va I no Serrase
de de primoiro suppiente.
Vapor do oHe-Por telegramma recibi-
do da estlelo telsaTapbica desta cidade e que
nos foi commanicado acunemos que o vapor bra-
sileiro Eipirtto Sanio, sabio hontem a 3 horaa da
tarde do porta da ForUleaa em viagem de re-
gresso para os portes do aul.
g>ls de Oaaabro Distribuio-se hoatem
O o. 13 d'eata fofta quincenal, orgo 4a assoeia-
clo doa funeciooarias pubiieoa desta provincia
aempre bem eacripta e ict inaaaute.
Agradecemos o exemplar caen qee foaats obsa-
quiadoe.
Conaelbo de vMtlajar^oCasnecou
a funecionar honteai no Arsenal e Manaba o
oonaelho de investigacio a qae foi mandado eub-
metter-te o cx-ifficial de faenda da canaoneira
Lamego.
Amanba serio ouvidaa aa testemunhas.
Servlco telesrraphlco terrestre
Do encartegado da repartcio geral doa telegra-
phoa neata cidade, recebemoa hontem a seguinte
participaci :
De ordem auperior fica estabelecido, de 1" de
Agosto prximo, que os telegrammas recebides ou
expedidos pelas tolbaa diarias, exclusivamente
destinados a publicidade terao urna redcelo de
SO % aae respectivas taxaa.
< Oairosim, no servico interior fica tmbeos
estaheleeieo qne o endereco doa telegrammas se-
r contado por urna ti palavra desde que o sea
numero nao exceda de cinco, sendo cobradas as
excedenUs a eaae asaximo pela respectiva tixa.
Quanto a asignatura devera contar-ae aempre
cocho urna tu palavra.
.. Fica levado* 15 o numero de caracteres
para urna palavra e a 5 o grupo de alearamos
para a respectiva eontagem.=0 enearregado, Ni-
! Jos da Silva Fereira.
Ur. Aguiilnbu -'Vello Fumos obsequia-
dos hontem cem a visita do Sr. Dr. Agostinha
Netto, nooso comprovinciano, que, ha um me-,
chegou da Europa, onda curaou os eatudos dorante
treaeanuos.
Formado em engennaria mechaaica na Escola
Polytechnica de Zurieb, aedicou R 8. os ltimos
dous snnes ao processo do fabrico do aasucar na
Allemanha, assim estidandu prsticamente o em-
prego dos maia aperfeicoadoa machinismoa all
eatabalecidoa.
O Sr. Dr. Agostinho Netto filho do Sr. com-
mandador Francisco Goncalvea Netto, e segu
anisaba no vapor americano Alliance > para a
Bahia.
Alli pretende demorar-se alguna das, e visitar
os importantes engenhes cent raes de Sergipe, ae-
guindo depois para a corte, onde ir reunirse a
commissSo nomeada pelo governo imperial para
visitar tacaneen o importantisaimo engenho central
Barcal los .
A agricultura da canna de aasucar deata pro-
vincia ter muito a aproveitar eem os conbecimen-
tca do joven engenheiro, a quem desejamos boa
viagem.
Felleclaaenlo Hcnttm, as 11 horase meia
da macha, sucumbi a urna febre typhoide de que
fdra ha 42 aeeommettido, o joven acadmico do 1"
sano da nosaa Faculdade de Direito, Jos Cario.
Centava o fallecido apenas 16 annos de idade
e nelle depositava bem fundadaa esperances seu
digno pai. o Dr. Jos de Miranda Cuno, cajo s n
timento, pelo golpe que acaba de scffrer, s<5 pode
r bem avaliar quem tor pai de familia.
O corpo est depositado na casa do Sr. Dr. Joo
de Oliveiva, a roa da Aurora n. 77, donde, a
3.horaa da tarde ser condusido para o Cemiterio
Publico de Santo Amaro, cud ser inhumado.
Nao ha convites.
Ao Sr. Dr. Curio presintamos aa nossas condo-
lencias.
KemHmcnloM pblicosAa stguintes
sUcoea arrteadaram em Julho :
ALfaadega :
O assaasino para perpetrar o crime ervi-a se
de nm ccete.
Ceatlo e vate sanosNa freguesiu do
Sumidouro, municipio do Carmo, fallecen no da 9
do corrente, diz urna iolha da corte, Mara Gardoio,
na idade de 120 annos. Era a maia antig* mora-
dora do arraial e saccambio no gozo de todas as
saas faculdadea mentaea. Oito dias antes de sea
fallecimente, faaia as compras que lbe eram pre-
o Jornal d Ommmercio, de cidade da Deat -rro,
(Saeta CaasarJoa):
a Eac ursa pi'qeana casa, beira dacatrada, qae
se dance para a fraraezia da Latge*, a lugar as-
deaasainade Oorraa* Grde, reside am ancua,
nataral da provistcaa da Babia, enfermo, alejes
brado de forcaa, asas no ajase ds suas (acuidades
mesases, as Bal e tersa popular d asis de 100
aunas da idads
E' um veterano da guerra a inVsendeaeia,
do nome Jos Vas Sodr (vulgo Juca Oarives).
que aesentoa praca em 1822, na Babia, quando as
forcas luztanas ao mando do general Madeira
oceupavam aquella cidade. Tinha 16 annos quando
D. Joo VI, fagindo dos franceses ao maudo de
Jtraet, ehegee ao Brasil.
Foi praca do batalhio 13* do comisando do
coronel Facbeco e fez com o seu batalhio a um-
panha de Cisplatina e estove na batalha do ltu-
xaingo, em 20 de Fevereiro de 1827. Feita a paz
com Buenos-Ayres e Montevideo regressou pf.ra o
Brasil filando a ana residencia em Santa Catba-
rina, onde casoa-se; longos annos o officio de ourives at lhe faltarem
aa torcas saca trabalhar.
Existe tambem neata capital outro veterano
da guerra da indegendenoia, companheiro de ar-
mas do Sr. Sodr, tambem natural da Babia, o
Sr. Jos Joaqun) Lopes, com maie de 90 annos de
idade.
Coincidencia notavel! Um poueo alm da
oaaa do velho soldado da independencia, algumas
centenas de braca maia, no eaminho qne segu
direita, passando o ribeiro do Corrego Gr&nde
perto de um pequeo corrego, na baixada do morro
da Cruz, exiate o chao da casa de outro veterano,
natural do Rio ci Janeiro, veterano da guerra da
iarlrjaansaania das Kiatariiif Wnniat de 1 o au
rectora das obraa de cosaervs-
e*o dea porteaBoletn meteorolgico do
da 29 de Julho de 1887 :
1- o
doras o a-3 i*
6 m. -9
9 -
12 58
8 t. 33v-8
2>
Barssaetro
0o
763-61
764-90
764"4
768e65
76436
Teaso
do vapor
15,95
16,10
18,11
18,74
18,46
BJ
86
75
73
87
91
De 1887
De 1886
De 1885
De 1884
De 1883
Recebedoria Geral
De 1887
De 1886
De 1885
De 1884
De 1883
Renda Provincial
De 1887
De 188G
De 1885
De 1884
De 1883
fu kl U eKei i brices
desta revista de entilo,
836:195*535
471.-936920
781:005*789
752:162*499
659:087*624
30:553*012
26:884*773
43:309*465
41:228*210
49:850*892
188:470*637
193:735*801
130:960*891
126:122*440
126:674*540
h terceira caderneta
theorico e pratict, es
traepriro <- (atrio, de legitli-.cSo e jurisprudencia
braileira, que se publica em Juiz de Fora sob a
direc(o do Sr. Washington Baaar.
Agradecemos.
Laaiersa Mgica Distribaio-se hontem
o n. 196 osstS p> ritdico livre e humorstico.
Krho de Po*e--Distribuio-ee tambem non-
ti m e n. 44 dista folba, que se publicava na cida
de da Victoria c< m o titulo de Echo ia Velorio.
Disto d o siguinte aviso :
< Tendo a rtdtccao do Echo da Victoria muda-
do tua residencia psra a cidade do Ric-ife, desde
j declara acs tius sssignantes, as dignas redac-
tos dieta e miras picv.iiciae e a tedoa em ge-
ral, que pi r i ste motivo pisseu a deueminar dito
ptriodice Echo do Povo, titulo este que preenche
satitfactorii mente o fim aoqual se piopoe.
Nao tendo poi tanto um o gao novamente
oreado, val continuando a marcha de ttua antiga
pnblicacao. t
Bennliea aoclnea -- Ha boje as aeguin-
tea:
Do Monti-Pio dos Typographra de Ptmambnco,
s 10 botas da nauta, ra do Nogueira n. 47.
Do Club Luterano Acadimico, a 11 horaa do
dia, na rna Largado Resarion.21.
Da iimandi-.de de Sau''Aona da igreja da San-
ta Cruz, trn ion ceneisiorio, s> 9 horas da manba,
para i leicao do conselho administrativo do anno
coroprcmiesal de lfcb7 a 1888.
Da Asscciav''' Ponugueza de Beneficincia, em
eua cede, it 4 1|2 horas da tarde, para leiora dos
relatorios da directora, do ccnaelho fitcal e da
ecmroiseo de contas.
Do Club Abe licionista D. Jet, a 6 horas da
tarde, para a 5 cinfereBCia, que aera feita pelo
Dr. Jos Marihnno Cameiro da Cuuha, etguindu-
se a coetuuiadH parte recreativa.
1 > i >stro Republicano, ao meio dia, na ra do
Imperador n. 77, para eleico da nova ecmmis-
so rxecutiva.
Da Conferencia Abolicionista, no theathro Va-
riedades, 1 hrra da tarde, cecupando a tribuna
o Dr. Jis Austregbillu Rodrigues Lima, seguin-
do-ae a psrte recreativa do ccatume.
Malris de Sanio dnlonloA' mesa
regedora da veneravel irmandade do Saatiatimo
Sacran.ento pi.ra o anno ccsipromissal de 1887 a
1888, coja poese ffeetnar-se-ha amanba, acha-se
composta dos seguinfes irmaoa :
JaizHenriqut Cecilio Barreto de Almeida.
EscrivaoJet Das Alvares Quintal.
ThesoureircMsncel Soarea de Figneiredo.
Procurador geralAntonio Augusto dos Santos
Porto.
Procuradores Lino Francisco Fernandea, An-
tonio Lino Pcreira Dutra, Affonso Fernandes de
Castro Oliveira e Manoel de Soaza Galvao.
DefinidoresManoel Cardozo Jnior, capitn
Benjamn Amos Jos da Fonseca, Augusto Gon-
calves Fernandes, Jos de Sonsa Aguiar, Manoel
Goncalves Agr, J< t Augusto Al ares de Car-
valho, Bernardo FalcSo de Sonsa, Miguel Ar-
chanjo Mindello, Jos Mana de Andrade, Manoel
Ferreira Pinto Malheiro, Jos Elias de Oiiveira e
Pedro Francisco dos Santos Costa.
Liberta eneaO Sr. Gaspar Augusto Soa
res Leite, negeeiante desta praca, acaba de pas-
sar carta de liberdade a tres escravos : Sebastio,
pardo, com indemnisacSo de 250*000 generosa-
mente feita pelo digno Dr. Victorino de Paula
Ramos ; Joaquim e Luiz, pardo, de 23 e 18 annos
ds idade, sem < us, nem condicoes, por haverem
ido dados matricula com declaraco de filaco
dsteonhecida.
Menta lona-H'je 10 horas da manba
havei misas cantada em louvor da Senhora Santa
Ansa, na igreja de Nossa Senhora da ConceicSc
dos Militares.
O Fn'aroDistribuio-se hontem o 2o numero
desta peridico litterario, critico e noticioso.
eyannaRecebemos a QotHa at 23 deste
mas.
Os larapios andavam alli em actividade.
o dia 12, no lagar Alhandra, deu-se um
assassinato, sendo victima, segando constavs, um
sos membros ds familia a quem pertenceu o enge-
nhoArvore Alta.
Consta va tambem que o criminoso evadic-se e
qae commettera o crime em defeca propria.
tigo interprete dos ingleses, nesta ilha, Antonio
Nunes Ramos, qae regressou patria logo ao ter-
minar aquella guerra, depois de 20 annos de
ausencia, tm 1783, tarrea o primoiro republicano
do Brasil que empsshaaae as anotes pela causa
da repblica e da liberdade.
Os ossos desse valente soldado do genera
Washington deaoanoam na fregaseis da Laga e
sua numerosa desoendencia existe espalhada neata
provincia e as do Rio de Janeiro, Rio Grande do
Sal e Paran.
Ministros aarltlmoaInfeliameste dts o
Paz da corte nio sao asimadozas as novas qae
nos tranemittiram por telegramma os nossoa cor-
respondentes as cidades do Rio Grande e Pelotas.
Todas as investigaoees na costa da provincia,
ao norte e ao aul da barra, teem sido iofructiferas.
O paquete Rio Apa fondeara na tarde to dia 11 a
algumas milhas ao largo da berra, nio podando
entrar em consequeocia do mui'o asar queja ento
havia e que aeoitaws furioso as bancos quo bor-
dam a entrada da, mesma barra.
Na madrugada de 11 para 12 cabio a formi-
davel borrasca de SE, que compellio o .4pa a le-
vantar ferro e amarrar-se. Como o vento de SE
sopra perpendicularmente a costa, o Apa, que nao
era um navio posante, nio poda ter-se afaatsdo
muito da costa, pois o vento impetuoso o arrastava
para trra.
O naufragio, portsnto, se naufragio souve,
deu-se naturalmente prximo da costa, e por isso
i difficil explicar o motivo porque, conjuntamente
com oa deatrocoa do uhvo, nao appareceram anda
os cadveres doa nufragos.
Eis os telegrammas que hontem recebemoa dos
nossos correspondentes do Rio Grande e Pelot. s:
Rio Grande, 20 de Jalho.
> Na praia do Estreito appareceram maia dea-
trocoa e indicies de naafragio. Nio appareoeram
anda cadaverea. *
Pelotas, 20 de Julho.
Appareceram na costa pedacos de pinho bran-
co, restos de artas e joraaes, bagagens violadas,
um letreiro aberto em ama chapa de metal (de-
tico de banheiro) divisoes de camarotes, arinques
com as cores da compaohia nacional (branco e
preto,) pedacos de esealerss, ordena de cargas, tudo
presumivel pertencer ao Apa.
Por ora anda nio appareceu nenbum cada
ver.
- Rio Grande, 20 de Julno.
< Nao ha maia duvida sobre o naufragio do
Apa. Deram a costa volumes destinados
Cornmb, renpas, malas e fardas de otficiaes. Con
tina a rapinagem na praia.
<< Vaper Lima Dnarte sabio novamente a
costa.
O Sr. commendador Tota par:icipou-noe, al
tima era, ter recebido doos telegrammaa ; nac do
agente da comp\nhia, no Rio Grande do Sul, di -
sendo qae tinbam apparecido as praias muitos
objeetoa eem indicios vehementes de pertetntrem
ao vaper Apa ; que nenbum cadver, por ora,
tiuba apparecido ; que anda esperava noticias por
proprios enviados para diversas localidades.
O outro telegramma do agente em Monte-
video, communicando que impossivel salvar o
casco do Rio Jaguario.
Rio Grande, 20 de Julho, a 9 horas e 5 mi-
natos do noite.
Dea hoje costa no Estreito urna garrafa la-
crada contendo um papel escripto. Presume-se
que tenha sido laucada ao mar de bordo do paquete
Rio Apa. m
i Algumas enancas, qne eneontraram a garra-
fa, quebran m-na e perderam ou inutiliaaram o
papel.
As autoridades empregam todo o esforco e to-
mam as providencias precitaa afim de obterem o
escripto. Eate facto fes nascer esperaocas deque
audem oa nufragos a matroca.
hic tio, infelirmente. maia animaderaaas
noticias que o telrgiapbo nos transmittio bontesa
cerca do desapparecimtnto do paquete Rio
Apa .
Ccmquaoto nio t< tharn apparecido ainda ca-
daverea doa naufrsgoa, nem mesmo destroces que
ei i.firn < n. a peda de ate navii, tudo induz a mar
que a respeito dos pasageiros que iam a berdo
do Apa nio iiiito aliorentar esperaucas.
A rma ccmmercial Jos Guilherme & C,
deeta praca, remetten-noa bontem, n'urr. cartio, o
a< guinte eEclareciaento :
Leudo l'O Pas de hje, na parte que trata
do sinittio do Rio Apa, o apparecimento no
mar, de algumas cargas do mesmo vapor, como
MJi.mnupss, e pedeudo a nossa informaco n-
ter.- tsar s noticias a respeito, participamos a V
que naturalmente esaas roopas sao as de diversos
volumesroupas feitas que embarci-mcs pata a
casa dos Srs. Fimo & Ponce, de Cuyab.
Do nosso conespondeute na cidade do Rio
Grande recebemos o seguinte telegramma :
Nao ha mais esperanzas de noticias do Rio
Apa.
< A bordo vinha o cnsul da Austria neasa cor-
ta qae tinha ido oidade do Desterro visitar aa
colonias de sna nacionalidad?, e destinava igual
viaita provincia do Rio Grande do Sul.
Tambem vinha do Deaterro a familia do ca-
pitio Carneviva, composta de eua mulher, trea fi
Ihos e urna cunbada.
Calcula-ae em 120 o numero das victimas.
Os bandidos lm atacado o" vapor ingles Ca-
vour, sendo, porm, repellidos a tiros pela tripo-
laco que ainda est a bordo.
At agora ci appareceu nenhom cadver
de passageiro oa tripolsnte do Rio Aja.
A' cimpanhia nacional de Navegacao a Va-
por foi expedido polo seu agente no Rio Grande
o telegramma que em seguida publicamos, e que
nos foi ministrado por copia, obsequiosamente
fcrneeida pelo digno director gerente J. A. M.
Tota :
Temprate mxima26*,50.
Dita rniaaa-*',75.
tnporaos* em a4>oraa ar. ai; 3 l < ae-
-. 2-^.
Chuva10,4.
Direccao do vento : S de meia noite at aoa 32
minutos da manh; SSW at 2 horas e42mioutos;
SW e S6W alternados at 8 horas ; SSW at 10
horas e 3 minutos ; S intermitiente entre SSE e
SSW, com interrupcoes de ES e SW, at 4 horas e
14 minutos da arde; 0 esas tas truja*, es 48
minutos SSW at 8boras e 12 minutos; SSW e
SW alternados at meia noite.
Veloeidade media do vento : lm,71 por segunda.
Nebulosidade media: 0,71.
Boletim do perto
3S 0, o Dia Horas Altura
P. M. B. M. P. M. B. M. 29 de Julho 30 de Julho 1220 da tarda 626 058 da manhi i-5 . 2,>14 0,>78 "10 o),"7
Maooel, Peruambuco, das, Boa-Vista; conges-
tio.
Joaquina, Pernambuco, 10 meses, Boa-Vista ;
convusdes.
29
Marianna da Fonseca Tavares, Pernambuc, 75
annos, viuva, Afogados : diabetes assucarados.
Lucinda Maria da Conceicio, Pernambuco, 40
annos, solteira, S. Jos ; cancaro.
Manoel, Pernambuco, 7 horas, Santo Antonio;
fraqueza congenita.
Mara, Pernambuco, 3 meses, Boa-Visto ; ente-
rito.
MaresUioa da Paixio, Pernambuco 70 annes,
vios, asa-Vista ; Hemorrhagis cerebral.
Maaoal, Pernambuco, 15 asases, Boa-Visto;
atbrepsia.
Justiao ifia de Souza, Rio Graase do Morte,
13 annos,ssJteiro, Boa-Vista ; coatadao par aueda.
Mar) Fsiisberta GoncsjasS jtorss, s*ersssshsso,
28 annes,ssiteira, Boa Visto; tubaraalos aaltno-
nares.
Fortunata, Pernambuco, 8 mezes, Boa-Visto ;
toase convulsa.
Maria Secundina de Araujo, Pernambuco, 25
annoa, solteira, Graca; tubrculos.
^__^-------
acervo
ialisaaenectuar-se-nio.
Amanhi :
Pelo agente Gusmio, s 11 horas roa do Mar
ques d e Olinda n. 19, de urna paite do sobrado a
151 da rna da Aurora.
Pelo agente Pinto, s 11 horas, ra do Bario
da S. Borja n. 36, de movis, lougas, vidros, etc.
Pelo agente Pinto, s 11 horas, ra deS.
Borja, de 2 cavalloa rodados.
Quarta-feira :
Pelo agente Martina, s 11 hora, ra do
Marques de Oliada n 35, de chapaos de feltro a
12.
Pelo agente Stopple, s 11 horas, ra do Im-
perador n. 22, de urna casa ra do Socego.
Terca-feira:
Pelo agente Modesto Baptista, s 10 horas,
ra do Apollo n. .. de 26 saceos com assucar de
diversas qaalidades.
Miases fue breeSerio celebradas :
Asnanhi :
A'a 8 horas, na matriz de Santo Antonio, pela
alma de Antonio Gomes Pereira.
Terca-feira:
As 8 hora.', na igreja de S. Francisco, pela al-
ma de D. Maria do Carmo Vital de Mendouca.
perareea drnrgicasForam Dratica-
das no hospital Pedro 11, no dia 29 do corrente, as
seguintes:
PeloDr. Berardo:
Extraccio de catarata senil dura pelo processo
de Wecker.
Pelo Dr. Estevio :
Bxcisio de adenomas ulceradas de naturesa tu-
berculosa da regiio supra mamaria ssquorda.
brande lotera do l*araEis oa nu
meres premiados da 8* serie da 11 lotera ex-
trahida em ?0 de Julbo :
4400 100:000*900
4440 15:000*000
3718 5:000*000
947 2:000*000
3859 2:000*000
SMS 1:000*000
3174 1:000*000
3451 1:000*000
Esto premiados com 500* :
470 1953 2060 2234 2594 3669 3680 4350
5285 5J52
Approximaeoes
4399 1 .000*000
4401 1:000*000
4439 800*000
4441 800*000
Os nmeros de 4391 a 4400 estio premiados
com 200*.
Os- nmeros de 4431 a 4440 estio premiados
com 100*.
Os nmeros de 3711 a 3720 estio premiados
com 100*.
Os nmeros terminados em 00 estio premiados
com 100*.
Os nmeros terminados em 40 estio premiados
com 100*.
Todos os numeres terminados em 0 estio pre-
miados com 60* excepto es terminados em 00.
Todos os nmeros terminados em 1 estio pre-
miados com 50* exeepto os terminados em 40.
A seguinte lotera corre no dia 6 de Agosto
com o plano de 120:000*.
Lotera do Espirito-SantoA 2" par-
te da 3 lotera desta provincia cojo premio gran-
de 60:000*000, aera extrabida 5 de Agosto
prximo.
Os bilhetes acbam-se venda na Roda da For-
tuna na ra Larga do Rosario n. 36.
Tambem acbam-se venda na Casa da For-
tuna rna Primeiro de Marco n. 23 Martin Fiu-
xa&C.
Lotera da provinciaA 8 lotera, pelo
novo plano, cujo premio grande de 12:000*000,
em beneficio da igreja de S. Pedro do Recife, se
extrabirno dia 3 do cerrente, s 2 horas da
tarde, e, no consistorio da igieja de Nossa Senho-
ra da Coneeico dos Militares.
No mesmo consistorio estarlo expostas as ur-
nae as espberae a epreciacio do publico.
Os bilhetes garantidos acbam-se venda na
Casa Felis na praea da Independencia us. 37
a S9.
Tanmbem acbam-se venda na Casa da Fortu
na ra Primeiro de Marco n. 23 de Martis F.u-
aa&C.
Assim cerno na Casa d i Oon* na -7a d-> Bario
da Victoria n. 40 de Joio Joaqun: aa Costa
Leite e na Roda da Fortuna na ra Larga do Ro-
sario n. 36.
Lotera da corteA 204* lotera da cor-
te, pelo novo plano, cujo premio grande de-----
30:000*000 ser extrabida quando for annun-
ciada.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da For.
tana ra Primeiro de Marco n. 23, de Martins
Fiosa & C.
Lotera da Parabybaasta loieria cajo
premio grande de 20:000*000 ser extrahida
INDICARES DTEIS
Medlcoa
Br. Barros Sobrinho d couaultas da
meio dia 1 1/2 na ra do BarSo da Vic-
toria b. 25 por cima da Pbarraacia Fran-
ceza, e das 2 s 4 na ra do Vigario n. 4,
1. andar
O Dr. Lobo Moscoso, de volta de eua
viagem ao Rio de Janeiro, oonntia ne
ozercicio de sua profissSo. Consituas das
10 s 12 horas da manhit. Especiald: dos
eporagSes, parto e molestias de sen-horas e
meninos. Ra da Gloria n. 39.
Dr. Barreto jampaio d consultas de
meio-dia s 3 horas no 1. andar da casa
a ra ia Bario da Victoria, n. 51. Resi-
dencia ra Sete de Setembro n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
O Dr. Castro Jess tem o seu consul-
torio me li jo, ra do Bom-Jesus n. 23,
sobrado.
Dr. Gama Lobo medico operador e par-
teiro, residencia ru* do B. de S. Borja n. 26.
Consultorio : ra Larga do Rasario n. 24 A.
Consultas das 11 horas da manhi s 2 da
tarde. Especialidade : .molestias e opera-
res dos orgos genito-urinarios do homem
e da mulher.
Dr. Joaqaim Loureiro medico e parteiro
Consultorio na ra do C&bug n. 14, 1.a
andsr, de 12 s 2 da tarde ; residencia no
Monteiro.
O Dr. Barros fialsar-aree
Pode ser procurado no esoriptoro deste
Diario das 11 horas da manh s 5 da
tarde, todos os das.
O Dr. Milet raudou sau eaariptorio de
advocada para ra do Duque de Casias
n. 50, 1.* andar.
DroKSria
Francisco Manoel da Silva dt C-. -lepo,
ntarios-de todas as especialidades pharma
ecuticas, tintas, drogas, productos chimic*
a medicamentos kommopaticos, ra do Mar
quez de Olinda n 23.
Uro icaria
Faria Sobrinho & Q. droguista por atta-
cado, ra Mrquez de Olinda n. 41.
Serrarla a Vapor
Serrara a vapor e officinz de carapina
de Francisce dos Santos Macodo, caes
de Capibaribe n. 23. N'este grande esta
belecimento, o primeiro da provincia neste
genero, compra-se e vendse madeiras
de te-das as qualidades, serra-se ademas
de conta alheia, ast>im oooiose preparam
obras de carapina por machinas e por p.-e
qo sem competencia Pernambuco.
Caaa de Modas de i. Baalot A c
A ra do Cabug n. 2 B, estabeleci
ment de modas, encontrarlo so freguezes
grande e variado sortimento de fazendas
de seda, la e algodo, o que de melhor se
obtem nos mercados de Pariae Lyon.
poder naturalmente, com um acervo de
serricos, urna copia de experiencia que sSo
a mais segura garanta do feliz desempe-
nho da misso que lhe foi confiada.
Para homens como S. Ezc. nao tem o
poder outras fascinares qne as do bem
publico. A nobre paixao do interesse na-
cional o principal sentimento a cujo in-
tuxo se curvam homens como elle ades-
trados as lutas da vida publica.
Com taes elementos, estamos certoa, a
pa8sagera do iUustrado eon8elhe!"o pelas
regiSes do poder ser assignalada por actos
de verdeiro civismo, deijur um ulco lu
ruinoso nos anoaes da alta admtistra<^o
do paiz.
Felicitando a oessa provinci por ver
um dos seus mais Ilustres e queridos fi-
lhos nos conselhes da Corda, temos a mais
intima conviefao de que este facto choa-
r festivamente em seu nobre Je generoso
ooraa&a.
Para ser imparcial, bem o sobemos, nd
neceasario ser indifferente, -mas para nao
sermos acoimados de paroialidada aqui re-
gistraremos as diversas m^Q'festacSes do
Parlamento da imprensa da corte por oc-
sio da nomeacftd de 8. Kxc. o Sr. conse-
Iheiro Maooel do Nascinvento Machado
Portelja para o cargo de Ministro e Secre
tario de Estado dos Negocios do Imperio.
Cabra! (sobrinho affin. )
PUBLI4C0I]S A PEDIDO
r.OMMNICADOS
O Sr. conselhelro IRanoel Por
tolla.
A ascengao ao poder do nosso Ilustre
comprovinciano o Sr. conselheiro Manoel
Portella foi saudada auspiciosamente por
todos os orgos da opinio.
Acostumados as rpidas mutacSes do
nosso scenario poltico, cuja iustabilidade
tornou-se caracterstica, na ultima phase
da poltica liberal, e a observar a indine-
re nca com que eram em geral recebidas
pelo espirito publico, causon-nos a mais
viva e agradavel impresso o pronuncia-
Fllkotlsmo
A imparcialidade ua apreciayao dps ta-
ctos e a exprsalo da verdade no modo
de narral-os constitueiu as priraeiras e mais
essenciaes qualidades do escriptor publito.
Tem sido e ser essa a norma que ado-
ptamos desde o primeiro dia que apparece-
mos na arena jornaliatica, porque pensa-
mos ser as lides e nos combates da im-
prensa que a ictelhgaocia se fortifica, assra
como a virtude se depura e se abrjibanta
na luta incessanto com as paixoes.
Nos temos cumprido um dever de cida-
dd e poltico, apreciando imparcilmente
a direc$ao dos negocios pblicos da socie
dade brazilcira, especialmefite da adminis
traco desta provincia onde nascemos e re-
sidimos. Para a consecujo desse desid
ratum, usamos e usaremos sempre em nos-
sos es -riptos de franquee, que o distin-
divo los se.ntiraentos nobn.s, e, por con-
seguate, do homem de bem.
O nosso intuito vencer o advera.rio
pela opinio, por isso mesmo nao pensamos
ne.m azedamos as discustSes pessoaes ; e,
quando forjados a tractor de iqdividu li-
dades, procuraremos guardar parj com
todos o respeito, que para nos reclama-
mos.
ffm escriptor da columna alugada do
Jornal do Recife, bzi lugar de eropregar
roelhor o terapo em estudar a meditar ;
em lugar de escrever artigos doutrinarios e
uteis ao povo, entendeu atacar os mritos
e os servicos do Exm. Sr. conselheiro
Joo Alfredo, digno chefe do partido con-
servador, e, para mais molestar sua dis
tincta familia, censura va colloeaeo dos
tlhos desse estadista.
Nos .nao podemos consentir que se explore
assim a opinio publica ; se minta ao povo,
especulando se com as reputares alheias,
por isso sabidos logo com os nossrs em-
bargas ; e, em lioguagem da consciencia e
da verdade, mostramos que os oossos ad-
versarios nao procedan bem em malsinar
a reputaco scientifica desse Ilustre per-
nambucano, e nem podam fallar em filho-
tismo, porque estava tambem o Sr. senador
Luiz Felippe sujeito idntica censura,
da colloca^o dos seus par entes
Hontem voltou de novo o alludido escri-
ptor para fazer a genealoga da familia
Souza Leo, que dividio-a em cinco ramos
com fidalguia, e pretenden, no que foi mui
infeliz, mostrar que nessa familia nao ex-
isten! funecionarias pblicos.
O interesse explica es phenomenos mais
difficeis e complicados da vida social.
Infelizmente, por meio de astucias e so-
pbismas, sempre ba resposta toda e qual-
quer aecusaco por mais justa e seria que
12. Manoel
juiz.
pSommando os diferentes ordenados, sub-
sidios, gratificac3es, porcentagens ou emo-
lumentos fiscaes desses cida doa temos a
intignificantissima bagatellade oitenta e
um cantos de ris (annualmente).
Se passarmos dos sobrinhos onde ficamos,
quantas centeaas da despezas para primos
e mais parentes nd pederamos regis-
trar ? I !
Neslas eondicSjs quem ousar affirmar
a abnegarlo, o nao fllhotismo do digno
chefe do partido liberal de Pernambuco T
Nos nio censuramos o Sr. senador Luiz
Felippe ou a outro qualquer chafe poltica
pela elevado dos membros de suas fami-
lias aos principaes cargos pblicos ds na-
Sao ; echamos esse modo de proceder mui
recular e legitimo, observado em todas as
narres do mundo.
Um oaefe poltico de um partido, que
gasta seu tempo e fortuna com as exigen-
cas e interesses do partido, e tem urna
numerosa prole que o cerca e coopera ac-
tivamente as lutas partidarias, tem tambem
o direito, mesmo o devor, de collocar oa
aeus, dando prestigio e forja k sua pro-
pria familia.
O escrpulo, e zelo, o catonismo do chefe
de um partido nao podem chegar ao ponto
de'preterir legitimas aspirajejes, verda-
deiras capacidades nicamente, porque o
preferido seu descendente ou collateral.
Nao, mil vezes nao. Poderiamos invo-
car a opinio de Blunchili, do jornal Ti-
mes a esse respeito; isto o direito de re-
preaentaco das grandes e poderosas fami-
lias na Inglaterra, mas nao desejamoa
cancar o leitor.
Porque ver smente a aresta no olho do
vizinbo, e nao ver a trave nos seus proprios
olhos, perguntareraos nos, ao escriptor do
Jornal do Refel !
Para que trazer arena da discusEo
tres ou quatro nomoajes para parentes ilo
Sr. conselheiro Joo Alfre io, quando nos
nomeados sobresahem o mrito, o talento e
a virtude ?
Encarada a que&to por todos os lados,
ver o nosso antagonista que vo sabindo-
se muito mal; nao diremos que faltou a
verdade em suas apreciac5es, porque, nao
costumaraos empregar essas e outras phra-
ees aspers, m>s diiemos pie as paixdes
sao a eiausa de pensartnbs por fliversos
modos sobre a raesraa cousa; d'ah proveio
essa aceusayo de arraiijo de familia, di-
rigida ao senador Joo Alfredo, quando o
chefe liberal exceder se nessas mesmas
aeeemodayOua, arrumando a eua prole.
Ricife, Julbo 1887.
Juvenal.
Chegou o proprio, qae foi at duas legass
alm do Estreito e enecntroa pedacos de escale-
res, portas donradas, fragmentos de do piano,
grandes destroces das casinbolas de cima, a es-
cada da cmara, um arinque, distioctivos da c>m-
panbia, urna chapa de metal com o letreiro Ba-
nheiro de senfaoras, papis da compaohia, cartas,
jornaes do mes corrente, nm retrato da seniora
do immediata, saceos e malas do correio com umi-
tas canas abertas, fragmentas de bagagene de
passsgeiros, etc.
Nenhom cadver pe emquanto.
Pela agencia Havas toi transmittfdo se-
guinte telegramma, qae recebemos :
t Montevideo 21 de Jalho, 4 h. 55 p. m O va-
por nacional Rio Negro chegou hoje a este porta
Este paquete encontrn ociando, a 30 milhas
ao aul da barra do Rio Grande, numerosos des-
troces, madeira, fardamentoa,' baldes, per tem en-
tes ao Rio Apa.
:'s 3 horas da
no dia 4 de Agosto prozima futuro
tarde.
Os bilhetes acbam-se venda na Casa da For-
tuna rna Primeiro de Marco n. 2, de Martins
Fiusa & C.
Tambem acham-se venda na Roda da For-
tuna roa Larga do Rosario n. 36.
Loieria do CearaEsta acreditada lote
ra cajo premio maor de 15:000*000 ser ei-
tmhida amanba 1 de Agosto.
Os bilhetes acham-se venda na Roda da For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Tambem acham-se a venda na Caaa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23 de Martins
fiusa & C.
Lotera do finio Par*A 4' parte da 10*
loteria_desta provincia, pelo novo plano, cajo pre-
mio grande 120:000*000, ser extrahida no dia
6 de Julho.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da For-
tuna roa Primeiro de Marco n. 23, de Martins
Fiusa & C.
Tambem acham-se venda na Roda da Fortu-
na ra Larga do Rosario n. 36.
Lotera da provincia de Paran
A 21a lotera desta provincia,pelo novo plano, cu-
jo premio grande de 12:000*000, se extrahir
no dia 2 de A gasto.
BiInstes a vonda aa Casa da Fortuna, roa
Primeiro de Marco numero 23, de Martina Fin-
as & C.
Cemiterio Publleo.Obituario do dia 28
de Julho:
Vioencia Candida de Castro Pimental, Pernam-
bsco, 26 annos, oasada, Boa-Vista: encephalite.
Mara, Pernambuco, 1 mes, Belm; convusdes.
Antonia, Pernambuco, 4 annoa, Afogadoa; ane-
mia.
Urna crianca do sexo masculino, Pernambuco,
Santo Antonio; naseeu marta.
Augusta, Pernambuco, 3 meses, Santo Antonio:
convusdes.
ment bsongeiro com que foi acolbida a
chamado do Ilustrado conselheiro para fa-
zer parte dos conselhos da Corda.
Nestes ltimos tempos de nossa vida po-
ltica nao temos noticia de ministro de es-
tado ; cuja nomeacSo fosse to bem rece
bida, repercutindo to favoravelraente no
seio da opinio.
E' que realmente todos comprehendem,
est no sentir geral, que nu personalidade
poltica do notavel deputado pemambuca-
no, concorrem todos os predicados que fa
zem o estadista. S. Exc. chegou a alta
posico que actualmente O'eupa nao leva-
do pelas auras fatdicas de occaso, polas
coDspira<;os dos reposteiros ou polas in-
trigas subterrneas ou por outro qualquer
feliz accidente, mas soube conqustala por
seu carcter, por seu talento, por sua il-
lustraco, por s-rvigos da maior relevan-
cia prestados a causa publica na sua ion-
ga carreira de homem poltico.
Merobro do magisterio superior, lente
da Faculdade Jurdica do Recife, admi-
nistrador, advogado, parlamentar ou sim-
ples cidado, seu nome tem sido sempre
cercado da mais brilhante aureola.
ReputacSo immaculada, carcter da
mais fina tempera e cojas notas predomi-
nantes sao a prudencia a nioderacd e a
energa, talento discreto e cultivado, os
seus selectos dotea de espirito e de eora-
co deram sempre o maior realce ao seu
nome, em todas as elevadas funccSes so
ciaes que tem desempenhado.
A sua nomeacSo para ministro do impe-
rta, a escolba que, do nome do provec-
to jurisconsulto fez o venerando Sr. BarSo
de Cotegipe, para coparticipar com o pa-
tritico gabinete de 20 de Agosto no go-
verno do paiz, portanto um facto plena
mente justificado e d'isto proveio em gran-
de parte o profundo assentimento com que
foi reoebida geralmente.
Parlameato, imprenaa, circuios polticos,
todos loram aecordes em reconhecer o
acert e felicidade da indicacd.
Homem feito, de tradicotas e preceden-
tea dos mais honrosos, preparado par* o
Senhorinha, Pernamboeo, meses,fruto Anto-\^S dlmoil que Tai exereer S. Exc. o
t> __ I O ._ ^___a._lL>K>MK ji anal tJ L-^ I I I_____________
nio; sonvulsses.
seja; e por melhor provada, mas, !nem
sempre sahe tudo medida do desejo, por-
que a verdade nao desapparece e triuropha
asnal.
O Ilustre antagonista dominado pelo
pensamento poltico, e pelo amor da fami-
lia que pertence, procurou urna justifica-
tiva para attenuar as causas polticas ou
origem da elevaco de sua familia diver-
sas posicoes da sociedade, mas nao refutou
as verdades que dissemos, isto que os li
beraes e o Sr. senador Luiz Felippe nao
podiam atirar pedras no telhado de vidro
do visinho, porque tambem tinham prati-
cado o mesmo acte, collocando durante a
situacao liberal toda a sua prole.
Nao ha contestajo possivel diante de
dados positivos.
Temos oante das vistas urna lista dos
irmos, filhos, sobrinhos e genros do Sr.
senador Luiz Felippe que foram contem-
plados nos ornamentos geraes e provinches ;
e, confrontada essa lista com a que foi pu-
blicada pela columna, relativa prole do
Sr. conselheiro Joo Alfredo, ver-se-hn,
onde est o Jhotismo; quem mais pesou e
pesa, ao Estado.
Eis a l.1 lista :
1." Conselheiro Luiz Felippe, deputado,
senador.
2. Baro de Catar, iriso do senador,
d epatado provincial, e presidente de pro-
vincia.
3.* Visconde de Tabatinga, (irmo) de-
putado provincial.
4.* Dr. Jos Felippe (irmo) desembar-
gador e conselheiro presidente da Relago.
5. Dr. Sigismundo Goncalves (genro)
natural do Maranho, juiz de direito e de-
putado geral.
6. Dr. Jos Coimbra (sobrinho affid.)
juiz de direito. *
7. Antonio de Siqueira, (sobrinho) de-
putado geral.
8. Dr. Gongale Faro, (sobrinho do se-
nador) juiz de direito, chefe de polica, li-
cenciado na Europa, removido para diffe-
rentes comarcas sompre com boas ajadas
de casta.
9." Engenheiro Nascimento (sobrinho)
empregado na estrada de ferro e actual-
mente nomeado engenheiro da municipaji-
dade.
10. Engenheiro Lustosa, (sobrinho) es-
trada de ierro, actualmente deputado pro-
vincial.
11. Dr. MagaTinos, (sobrinho) promotor
Sr. censelheiro Maooel Portella chega ao I publico e procurador fiscal.
Os presos do eaminho de ferro
de Oliada
VIII
Julgn ter discutido mmuciosameatc esta ques-
to ; tempo assim de dar a minha tarefa por
finda.
Cootra tactos rao ha argumentos ; s baseei
era tactos todo o rnciocinio que aqu empreguei ;
e reputo que a nao ser p-r urna declinatoria mi-
nhiaa, como ese que os cfricantas sabeai faier,
ninguem sustentar com vantugom a apiojan con-
traria ; a opinio de reduzir os precos por que
am di* se disse que, em regra, quanto mais ba-
rata a oferta inaur a procura e maior o lucro.
Por isso, entendo que estoa desobligado de voltar
aqu quando, odas trez estrelinbar, tiver couclui-
dj a eua empreada, ello que nem accionista
nem grevisfa, por que como accionista nao pro-
carara intrigar a directora com H. Exc. o Sr.
Dr. presidente dz provincia, e como grevista nao
deixana de dar satisfaco ao eompromisao solem-
ne incerto na acta da primeira seceo do Club
Primeiro de Jaiho, requorimento de seu honrado
secretario, moco desengaadamente hbil.
O fim desse advogado, defensor disfarfado doa
grevistas, que vem fazer poltica contra o acerta-
do acto de S. Exc. o Iilm. Sr. Dr. presidente da
provincia por se gui-r.S. Exj., as suas resolu-
cdjs, pelas informacoes officiaea, que um homem
honrado deve sempre suppor que sao insnspeitas
e as mais puras, e que alias, como informacoes, sao
uccesaarias para a formaoao de um juiso, visto
que a ninguem mais h"je dado o se spregoar
como inspirado em gonbes. a menos que esse
alguem nao passe de um iuseneato ; o fim desse
advogado est manifest ; e elle muito bem se de-
fini desde qae, ladeando a questo, tomou para
seu alvo, em caso to positivo, o despacho que a
directora exarou na pe||io que os grevistas,
quando j tinham principiado a sua graciosa
greve, houveram por bem dirigir aos Srs. directo-
res para por esta ptrla sahirm. Eis abi por que
comecou por ter necessidade de constituir em cri-
me a greve, eujo nome cha que protesto, como
se fosse um crime galhofar, -nrmente entre nos,
qae levamos toda a vida gaihrfando a respeito
das cousas mais serias Diz o advogado que esse
despacho foi urna declintforia da directoris, ama
declinatoria grosseira ; (diz antes que te digan)
mas a mim com certeza que nao enredars, es-
peculando a respeito dos interesses da companhia
que sao meus interesses, e pendo a servico deata
especulacao, com o fim esc!u9vo de tornar-se re-
commendado, todo o pessimitmo reconhecidamente
peculiar)Queris ver urna questo, por maia sim-
ples que seja, tornar se complicada, intermina-
vel ? Mettei-a as maos d-- certas advogaaos !
Pois devo eu l alimenfil-a, em prol da opinio
qae sustento ; quando ao comeear a escrever aup-
puz que o ia fazer para o rjublico sensato ; em
quanto nao me baterem cora armas igaaes, com
citacoes de tactos e nao de palanfrorio f
Demais disto, o... trez eatrelinhas, est se di-
rigindo a directora e n a mim, e ella qae res-
ponda, se necessaro for, por que assim far a sua
obrigaeo; e ella bem pode comeear por dixer
qae : mais sabe o telo no seu qae o avisado no
albeo.
Antes, porem, de descer desta alta po8ico que
aqu espontneamente to-nei. sibiodo pela escada
da greve para tratar de um assumpto pequenino,
mas que affecta grandemente um meu direito ade-
quirido ; antes de, para ceder a influencia da
pocha, escrever a miaba eonelusSo dizendo as sa-
cramentaes palavras, como se por ventura tivesse
tambem vindo offerecer um rechmo de rethorica, a
esse publico enrgico e trabalhador ao^qual me
dirijo ; devo fallar directaineate aoj meas colle-
gas accionistas e aos Srs. directores da compa-
nhia. Eis aqu a quem me dirijo neste ultimo ar-
tigo, agradecendo desde j ao leitor, benvolo e
eatrauho, que at este ponto muito me penhorca
em acompanhar-me.
Assim como ea acho qne fra um mero passa
tempo essa greve, pois como protesto de outios
caractersticos, desde o comeco indicados ella seria
acompanhada ; assim tambem eu acho que um
desvio de bom raciocinio preoecupar-se quem quer
que seja cornos effeitos do descrdito qae contra os
nossos reaes intereasea ella poder trazer. Seria
urna desgraca estarem as companhias, a merc"
de taes manejos__.
Tenho, porm, ouvido accionistas dizerem : Ea-
tao abalados os nossos crditos; j as nossas ac-
edes que se vendiam a 220000 e que se venderam
mesmo a 228*000, com 20|000 e 28*000 de pre-
mio, vendem-se agora a 210*000 e a 202*000'
Mas apresao-me a responder Ihea, ha um mero
engao n'eaae recelo; ha urna falta de conheei-
mento de sna causa occasiooal, que alias de modo
algum tem por fundamento a graciosa grve, feita
q iasi por aquellea paasageiros constantes da se-
gunda claase, dos quaes todos do testemauho de
nossa prosperidade e que sao apenas os fundado-
res do club recreativo Primara.4c Julho, para ca-
ja segunda aeceo dominical me consta ter aido
convidado o Sr. gerente.
Tenho tambem ouvido alguna doa directores di-
zerem que accionistas cono eu, at teem se diri-
gido directora para lbe dizer qae i em todo o
cato partee que preciso abaixar os precos, o que
alias nao diro para ofleuder esnfianca qne Ins
merece a directora que apoiam.
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I------1-----
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Diario de PernambueoDomingo 31 de .Jaldo de 1887

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Mu Uto, por sua vis, no mais do qae ami
conseqaencia d'esse reeeio a qae me refer. Ob
sorvai, um d'esses serdes em que pestsai despre-
occapadas esto a ouvir na cont tewlvel, phan-
tastico, trgico ; bastar qae alaem d am grito
o ama carreira; e todos se aesustario, por menos
qae rada am crea em abuso es e bruzaras.
acbo qae ha um certo panto de contacto,
qaanto as impressea de momento, entre os d>>s-
preoccupados, que alias ao nosso lado, em ves de
eavntes, alo meros intrigantes ou desengauados
especuladores, e os muto occupados, c om i no ge-
ral rao todos os accionistas, capitalistas, bombos
do comrnercio, cbeios de todas as preoecupacoas,
cansados dos labores do da, e sem o habito qae
tenho, como outro podero ter, de' aproveitar al-
gnesas horas roubadas ao sonuoparaseentrsgarem
a eogitacssde tudo que vi rain dorante odia titea-
do am estado sobre o lado appareote de cada coa-
aa e o sea inseparavel lado occnlto. Assim, pois,
destruido o engao a que me refer, nao restar
davida, qae com semelhante reeeio s ficar aquel
le accionista que tivcr segunda vista, a de acau-
telar por ezemplo. os seus incjnfessaTeis interes-
ses, porm jamis a de pugnar pelos interesses da
comuinnho social, pelos interesses da Cimpanhia
qae em to boa hora fundamos para boura nossa,
quando a iniciativa individual as suas ubrri-
mas applicacdes a qualquer iadustria pareca an-
da entre nos uro t fructa prohibida ; quando nao
haviaainda urna s companhia de caminho de fer-
ro nacional feir t por esta forma, quer na provin-
cia, quer talvez no imperio, tendu os preeoncei-
tos, a vcrdadeia desconfi inca, a casmurrenta es
peculacao, transformados em serios obstculos le
vaiitados por toda a parte !...
A postos luctadores intemeratos; a postos, va
qae bem vos lembrareis da desordem qae j nos
nossos arraiaes reinou pelas suggestoijs de eatra-
nh.s, e pelas interferencias de estranhoa em paros
negocios de administracio, especiaes, dirficeis, e
qae s semetndo o regressc pode ter ama franca
gerrainacie ; nao dveis duvidar que latct anguis
tn kerbis; ou, para diz?l-o mais ao alcance de to-
do, que ha mouros na costa.
Ea vos demonstrarei por esta razio, que me-
ramente phantastco o reeeio que se est espacian-
do e qae em coas* alguma ficar offendida a nos-
sa crescente prosperidad. coro a historia da natura-
lissima baiza das uceo s qae eu aqai vos vou dar,
basea do as infjrmco 'S insuspeitas que tive, e ez-
poodo-vos qual a verdadeira caracterstica, indis-
pensavel ssmpre, para se julgar do grao de prospe-
tidade de urna eompauhia. Para tal fim me servi-
r! das minhas constantes observacoes e cogita-
coes de louga data.
Nao o caso de se tomar a nuvem por Juno,
porque aqui estou eu para vos dizer, olhai bem
easa sombra que passa sobre vossas cabecas nio
tem um s dos contornos da deusa, ciumenta e
vingativa!...
Realmente, desde o momento em que o proco
nao passa de urna relacao entre dous valores, e
certissimo qne o valor totalmente relativo e
peculiar, quer utilidade que de msente pode
satstazer, quer concurrencia da poca em que
elle suj.ito ao rgimen da troca, tbeoricamente,
o baizo prego de qualquer objecto de propriedad .
nimiamente pessoal, como urna accio de com-
panhia, em nuda pode afiectar directamente a
prosperidade da companhia nem, pelo menos, na-
da sobre o sea verdadeiro estado poder positiva-
mente indicar, se consideraces inilludiveis nao
vierem em desabono geral justificar o facto. Em
tbese, isto que quero diser, nenhuroa importan
cia tem a baixa na cotacao das accoes, salvo o ca-
so em que essa baiza em ves de ser eccasionada
por urna muita vontide de vender e ama muita
vontade de comprar barato, occasionada por
ama desengaada desconflauta contra a adminis-
traba o ou por aro positivo reconbecimente de falta
de satisfagao de compronissos tomados pela C rn-
panhia. Por tal razio o dividendo, verdadeiro
saldo dos lucros lquidos i:a ezploracio do capital,
o pagamento sempre a tempo e a hora, sai as
constantes despezas de coi. ser vaca] e do obras no-
vas, qae, em trese, podero servir de reguladores
da prosperidade e garant-, do crdito; e jamis
sei-o-ha uma fuera i to variavel qual o prego
das acco s.
A applicacao destas verdades ao caso da nossa
companhia, cahindo no dominio da pratica, anda
mais compreheusivel tornar o assustador eng~.no.
E para fasel-a bastar que eu aqui faga o histrico,
como diese, desss baiza de cotacao, queaiis se d
sob a administra So da mesma directora que en
contrando as acgoes anda abaizo do par, a 190*C00
se nao rae engao, as vio subir consecutivamente
at a cotacao de 2284000, da mama directora que,
sustentando o ultimo dividendo cuja obrigaca)
lhe fra como legado donad pala sua anteces-
sora, nem por sso poupou um real na onservacao
de todo o material da companhia.
Fal-o-hei pois.
A primeira venda abaizo da cotacao, at entao
firme, de 220OOO, foi feita por um accionista que
tmha um serio compromisso a satisfazer, lo qual
est ju informado, e em cojo poder nao havia certa-
mente titulo de mais fcil troco ; e tanto asaim
f.-i que esse accionista acabando de firmar am
parecer sobre o estado fiuanceiro da companhia,
por elle attestara a sua prosperidade, demons:ran-
du-a, de forma a merecer, pelo sea zelo, urna re-
eleicio para o in.-smo cargo de membro da com-
missao fiscal, no qual at boj- contina sem qae
com tudo, cheio aa responssbilldade que lhe d a
lei, tenha gritado contra qaalqaer desmando ds
directora. Sendo qne apenas expostas venda se-
melbantes acces, em numero de qnaienta, senao
me falba a memoria, wimeiialam?nte encontraran!
protendentes que as cowam a 210*0 JO, calculando
sobre o desejo que esse accionista tiuha em ven-
der algumas de s-ias accoes, a ponto de nao tre-
pidar em fazel o mesmo no carcter de membro da
coro nissao fiscal, pois ist> neste mundo de mil ap-
parencias em que vivemos poderia offender os ere
ditos da companhia, caso Ibes faltasse ama base
solida ; calculando que elle, anda assim, lacrara
muto porque nao sendo accionista fundador sabido
qae comprou todas as suas acedes, na mesma
praca, muito abaizo do par; calculando, princi-
palmente, qual o rendimento, os juros que estavim
offerecendo outr^ ttulos a venda, como especial-1
mente as letras hypotfaecarias, as apolices provin
ciaeseetc; porm jamis denunciando que des-
cria da propnedade da companhia que ainda as -
sim, isto i, encontrando titulo de igual rendimento,
preferir. E dada essa cotacao antes da distri-
buicio do ultimo dividendo de 8 % ou de 840 K)
em cada aceito, semestralmente, nao de estra-
nhar que a venda qae ha poneos das acaba de ser
f.ta, por herdeiros que esto liquidando am ia-
veotaric, em numero de 25 aeces, seno me en-
gao, teoha sido feta a 2024000, pois tendo eiles
precedentemente recobido o dividendo natural
qne os novos ompr adores, tomassem para base a
cotacao anterior menos o dividendo j recebido; e
note-se bem. d'estes un, me disso e gerente, tinba
vindo encommendar acees no escriptorio da com-
panhia e o outro um passageiro antigo e con-
stante da linha terrea, cuja ezploraoao acompanha
de dia paia dia. Ora, nVstas condigoes s ven-
der as suas aeces abaizo da cotacc, qual na-
taralmentc j urna ves lubiram, os accionistas ne-
cestitados ; e entre esser, principalmente, aqaelles
que herdaram oa que compraran] as suas acees
na poca em que ellas se vend-ram por muto me-
nos. Sei para coroprov ir a minha noticia que essa
mesmo accionista qae venden as primeiras aecss
abaizo da cotaco at entao firme igualmente aca-
ba de vender as que tinba na Companhia de Be-
beribe, qoe est no sea periodo de cotaces aseen
cionaes, e de ezpor a venda tDO aeges que possae
na Companhia de Santa Tnereza da qual tan
dador, como en sou desta, u que estando cotadaa
a 404000, ou 104000 abaizo do par apezar de da
rein um dividendo certo de 6 0/0, elle leima em
no entregar pir nroa cotiglo inte'ior ; e no en
tanto tamuem eu sei qu: em sua raasima parte
ert as comprou a 104O00, a 154000 e a 204000 no
teujoo em qu.- estlt* tamoem u dosordem arvora-
da em Kbo no seio lessa boje prospera em
todo tempo piti i tica companhia nacional, irma
gemea da Corr.p rohia de Trilhoj Urbanos de O-
U :ia.
Nao fra esta a nica razio da baiza, perma
nex-endo a fundamentad prosperidade da compa-
nhia, e poderia a.-r ella al urna mera qaesto de
rapric/u, de tingWsc estpida, taatas vsses ezem-
pbfioada, contri um dir oler urna directora e
o* *OeouMUs que os o3t.:utmn ; un desses caaos
<; MD altMhs'4 do Jornal do Hemfe, escondido
ao!) o n un-, d- lgnoiui, anida ha pouvoo das noti-
cio, culBticnfrqae levain
el4W accionistas a trabalharum costra oietuipro-
prioti*tere*se-<, v rd-> -mid* Salarnos devoraren)
ou proDr is filhoa. N l a sa, qi>H{denaiic4o,
verdadeira causa da in.u
ser at ama mera eea alaei >,
tao oare i e to gt
fritante, sera ser um factovirj
ir tsas umarutiihias p jrqu i mais
pode ser citado. A ama b*iz*
bom senso do accionistas dests to querida por
miro to adorada Companhia de Trilhos Urbanos
de Oliuda os levara certameate a respond r ao
manejo toros, dos qae se qiereriam assim impor
como .. Cambrnns responden aos ingleses !...
No apparecam vendedores em taes coniioes,
e a cotaoao irrevogavelmente subir de novo ; por
um effeito econmico ; pois inegavel que ka quem
procure comprar acga da cempanhia, e o reco
sobe sempre que nestas condges a ofFerta dimi-
nue. Era o que, defendendo o meu capitil, como
todo o sceionists honBt-) deve defendur o sea, qae
en|tMlM para dis** a todos aqaelles qae sao posta-
dores de accei 4a ooaspanhia.
Aos Srs. directores pouca techo a dizer. No
|l*go pira elles um voto de louvor ; o qoe toem
feito tem sido sju dever fazer ; e quem cumpre o
sen dever encontra n'alma a mador das compensa
ges que dado a um homem sentir no seio d 'ssa
masst multiforme que se chami bumaaidade e em
cuja historia lhe fica a memoria, como a mais eter-
na das herangas, de^vsrdadeiros bemaven toara jos.
U que tenho para diser aos Srs. directores '?em
pouco ; o mea voto vosso, emquaato contini ar-
des no mesmo caminho; toda a energa qne me
dar o interesse immediato que ea tenho em de-
fender o capital que a eusto de trabalho e de ver-
daderas privages, en obtive e quero conservar
para passar ao meus filaos, aos quaes a priorura
obrigacio queensino ter esse orgulh de Mojo-
nahdade manifestado principalmente aspeqii/rtas
coasas; toda a minha influencia e amisade serio
postas e empenbadas, naetas condiges, em vesso
favor.
Tenho concluido.
Errata
Na 1* columna, oltimi pariodo, deu-se ama m
interpretago na emenda do padidoOs pngos
do Caminho de ferro de Oiinda que reprodi zi-
mos como correccao.
... ......................... Minto porque,
o tal Apilo de taboca, naturalmente feito p ira
uso de algura moleque, de taboca, pois nao me
consta qne haja nem osso, nem marfim, nem metal
algurp, as mattas de Fragoso, d'onde elle diz ter
=nada entende e em nada me tntendeu ; e acha i -
do-se embaragado, t&o dcripontado jicou, desandiu
a desafinar para aju e para all, e d'alli para aco-
la, at quereodo levar a bofetas o respeitavel Sr.
Dr. Esteve, qae accionista fnadador da com-
panhia.. Mas,eu no escrevo para um Apito ;
nem para quem delle usa e delle abusa
Oatros erros ds fcilcorreego que teem sobilo
dev to ser corrigidos no folbeto.
A Ksdic?AO.
Felicita, hoje, pelo seu feliz anniver-
sano, sua dedicada amiga
A. L. F. A.
31 de Jnlho de 1887.
A Provincia
Se, quem dea noticia a respeito do con:urso, que
teve lugar na Faculdade de Oireico, noNoticia-
rio da Provincia de nootem, nio um miseravil,
am infame, am eate sbjecto e vil, tenha a coragrm
de tomar a paternidade de tal noticia.
Ter, se o fizer, a resposta ooveniente e estre-
gn ea.
S discutirei com quem poder medir-se commigo,
e no fr um cadver ambulante.
Dr. J. J. Seab ra.
A Provincia
Em virtude de desarranjo na machina da Pr >
vieta deiza de ser hoja distribuida esta folb .
el-o-ha porm amanhi, se hoje poder aer con-
cluido o conoert i.
A redacco da Prtv.nca.
L EZXi.. SEA. D.
Oottailde Candida de ttendonja Oliveir ^
m
H
n
Tormento da cabera
4*3
Urna mperfeita digesto. seguida de toda a sua,
invariavel comitiva, ,uro dis;urbio svmpatbetico
do figado e dos intestinos a causa excitante das
dore* de cabega nervosos.
forque raaio pois sofFres a sua atormentadora
agona e desatinadas dores, quando um curso, e
em alguna caaos, urna s dose das pilulas assuca-
radas do Bristol, no s pode remover a cansa, coioo
tambem as coaseqneuctas ?
Dores de cab ca obronicas, d'um carcter o mi.is
obstinado, invariavelmente cedem este remeci
de todos, o mais brando e o mais efficas de quantos
catbarticos e antibiliofas medicinas ezistemas
quaes, n robuma enfermidade proeedente d'um is-
tomago desarraujado um estado morboso do figt -
do, irregulsridade, ou prisa o do ventre, oa as ctif-
ficuldades inherentes ao bello sezo,podem resis-
tir por muto tempo.
Em todos os casos em que o figado se acn bs>
riaui-nte aductado, a salsaparrilha de Bristol, o
purificador e mais potente dos ridos animaes cue
o mundo jamis cooho^eu, grandemente facilitar
a cura.
Ellas se acbam acondicionadas dentro de vit ri -
nhos e por isso a sua conservagao doradora em
todos os climas.
Em todos os casos provenientes ou ;iggrava por impureza do sangue a Salsaparrilha de Bris-
tol, dever ser tomada conjunctamente com as p-
lalas.
Eac.ntrase venda em todas as pharmacit-s e
drogaras.
Agentas em Pernambuco, Henry Forster & C.
roa ao Commercio n. 8.
com qae urna pessoa se tinta peior antes
de se sentir melhor. Produzein o sea ef-
feito com brandura mas completamente,
uto sendo acompanhado de accidentes
desagradareis, taes como nausea, apertos
do ventre etc., etc.
As Pilulas Operativas da Mli Seigel sao
a medicina de familia a mais til que se
tem descoberto. Limpam as eatrannaa de
todas as substancias irritantes, deixando-as
em condijao saudavel. Sao o meihor re-
medio que existe contra a peste das nossas
vidas constipacao e inacjSo do figado.
Estas pilulas impedem febres e toda a
surte de doencas, pelo simple faoto de ex-
pellirem tola a materia venenosa das en-
tranbas. Operam com vigor, mas suave-
mente e sem causar dor alguma.
Se urna pessoa apanbar um resfriado e
a ameacar uma labra, e sentiado dores na
cabeca, costas e membres do corpo, uma
ou duas dses das Pilulas Operativas da.
Mi Seigel- expedirlo o resfriado, impe
diado a febre.
Lingua grossa aaompanbada de um
gosto salobro, a causa de materia impu-
ra no estomago. Urnas pouoas ds:s das
Pdulas Operativas da Mai Seigel limparlo
o estomago, removendo o mo gosto, res-
taurando o apetite e com elle trar b *
sade.
Muitas vezes succede que doen^i ou
alimento meio apodrecido, causa nausea e
diarrhea. Se se limpar as entranhas d'esta
impureza com urna dse das Pilulas Ope-
rativas da Mai Seigal, estes eff sitos desa-
gradavnis desapparecerSo, resultando ba
sale.
As Pilulas Operativas da Mai Seigel im-
pedem os caaos elT;ito8 que produzem o
comer e beber em excesso. Urna boa dse
ao deitar da cama torna uma pessoa babil
e inclinada para o trabalho do dia se-
gu nte.
Como estas pilulas sSo cobertas de uma
carnada de assucar tomam-se com agrado.
O gosto desagradavel taocommum a maior
parte das pilulas desta forma evitado.
Acham-se venda em todas as boticas e
lojaa de medicinas, em toda a parte du
mundo e casas dos proprietarios A. J.
Wite, Limited, Londres.
Depositarios na provincia de Pernambu-
co por atacado: Francisco M. da Silva
d 0., n i cidade do Recife.
Vendedores por retalho, na c lade do
Recite : Bartholomeu & C., J. C. Lsvy
& O A. M. Veras & C, Bouquarol
Frres, Faria Sobrinbo & C. e T. S. Sil-
va, em Palmares, A. C. de Aguiar e em
S. Joao da Igreja Nova, J. A. da Costa e
Silva.
A colanilla
pod-ria
qae
'masfltasoria dat>
dai uu exsisyla
assim, porm, o
A discussi) nojenta da columna aldgadu
dignada gente que a dirige Quando na vida
poltica, homens honrados e ricos 'acostumam-se a
ouvir e reeeber de cara limpa os insultos que ot va
a sempre altiva e nobre familia Soiaa Ledo os seus
membros acostemados desde o berco a oMa t ra-
lamento defidalgts sentem-se orgalbososfe feliaes de
abrsgarem^hoje e contarem como amigo do peito
o indepeudente demcrata, que com o civiaaio que
todos u lhe reconhacemos pos a mostra os ri-
csssos da trra! O digno ebefe do partido liberal
homem para todas as altura. Feito e criado
pe.o modo porque o descreveu o illustrejdemociata,
elle boje o incoutestavel chele de seu par ido,
um dos mais ricos dos Palhavies e desde cre oca
a progaada aguta da familia. Esta verdade ten
(ido recduhecida por todos e muto celo o foi pelo
chorado senador Zicharias qae disia : i o miior
insulto que se pode derigir a uma familia !
lie velando sempre honestssimas tendencia* no
Consenta uuuca que prenles seus (que crueldad)
fosaosa credorea imagiuarios do erphos des >ro-
tegidos e ampar ido gmente por um outro fidilgo
que efaeio de vida e espsraoga senta ver sahii -lhe
metade da fortuna !
Feliz cim i sempre o ilustre senador, el! fez
um ochado, achadao na pessoa de um guapo j iau
hyeuse grande pryprietano de Ierras oa sua as
pro^ietns visiuhas, deposse de ama vara e com
influencia poltica em todo o imperio. No poda
n melhor a escolh do ilustre sogro
Quem pobre e anda m?stno com maito me-eei-
meuto te animara a visitar Tap-ra?!.....
No sab.-mis, mas si no honver pena ni ha
alguna lado da familia por en le se potsa enc izar
um gentlman, v'iuvo de bom porte, barbado, esnioler
atada prova, descendente de numerosa e abasta
dissima familia*
Quem no se sentir bem disposto a vida di um
ptbretdo sem familia, sem fortuna tem e talento
qae teve a M cidade de ligar se a fidalguia mais
comprida da trra E' pena que o ingle no en-
contr tambem quem passa ceval-o sem rectios.
E' com gente too flnae elevad* que queren as
aduladores comparar o senador Joo Alfredo ? 1
Outro officio, pobretees, caso no consigain con-
vencer o senador de que sem, trafego, invente rios,
papel, estradas de ferro, engenhos centrae, bichos
da caima mortalhat e oulras pepineiras, nio si
tem talento, familia 0 mui'o menos se pode ser
chefe.
29-787.
AOS INCRDULOS
O abaizo assignado, attesta e jura se for pre-
ciso, que soflreu amitos mezes de rheamathismo,
comecado no pescogo e queem pouco tempo estn-
deu-se por todo o corpo at os ps, ficando entre-
vado e servido por outras pessoas : tratou-se com
esmero sem poupar nada, e ji desanimado com o
muto sofFrer sem esperanga de sarar, resolvea
tomar o Anti rhenmatice Paulistano, especialidad*
do pbarmaceutico Luiz Carlos e que f elicidade I ha
mais de quatro mezes que no sent o mnimo in-
coromodo! Desejando que o bem ebegue para
todos, o motivo real porque d este attestado.
Joaqoim Drarz Valois.
8. Carlos do Pinhal, 22 de Dezembro de 1885.
Depositarios : Francisco Manoel da Silva & C.
droguistas, a ra Mrquez de Oiinda n. 23.
Glioica do Dr. Silva Ferreira
Especialidades. molestias de Senhoras e de
pelle.
Consultas de 1 s 3 horas.
Ba da Cadeia n. 53.
Residencia temporariaPonte d'Ucha n. 55.
TELEPHONE417
Cal virgen, de Jaguaribe
Clnica medlco-clrargtea
DO
Dr, Alfredo Gaspar
BspseialidadePartos, mi'.estiis di sentinas
eri aneas.
Bddencia Ba da Impen.tris u.;i, segunda
andar.
Telephone n. 226.
Lyceu de Artes e
Officios
A Imperial Socielade dos Artistas Mechanicos
e Lbemes de Pernambuco, que tem a seu cargo
o Lyoeu de Artes e Officios, no intuito de Ilustrar
ae elasses artsticas e manufacl.arsiras, manten)
com* j bem coahecido em sea palacete, no
Gamp das Prineezas, aulas de adversas lingaas e
scieocias, as quaes fuoccionam em todos os das
otis, das 6 as 9 horas da noite.
Com o mesmo iatoitemantm ella ama pe i nena
a modesta bibliotbeca, qae com patriticos dona-
tivos, augroenta-se de dia para dia, e franquea-
da ao publico em geral diariamente, s mssmas
borss aeima, o assim como am pequeo musea
artstico.
Assim, pois, com o mui appluudido atonto de
tornar bem coahoeido o progresso das artes e
officios entre nos, a perfeigo e utilidade de seas
productos, fazer coahecido seas autores, bem
coma os lugares de seus estabelecimeato, afim de
facilitar a sahida e o coasumo delles, promove
todos os annos, para o dia de sea aaaiversario,
segundo dispSs o j 6 do art. 2 dos seas estatu-
tos, ama ezpisioo dos trabalhos d'artes e officio3
e manufacturas.
E' para a conaeongJo de to aoerfeigoad o quio
vantajoso fim, que a directora da Sociedade Vem
pelo preseote solicitar de todas aquellas psssoas
que possuem por pergaminho o trabalno, sua effi-
cas concurreuea ezpoiigo qae em Novembro
deste anno se efectuar em sua sede, Lyceu de
Arteo e Officios.
Cumpre tambem a ella fazar coahecedores os
Ilustres senhores e seahoras qae o quizerem hon
rsr com seus productos, os seus dirditos e
Devercs
1. Devero at 15 do dito mez enviarem as
amostras de seus vendaveis productos para o dito
Lyceu.
2. Em todos os objectos devero acompanhar
o nome do autor, ou proprietario dos mesmos.
3.o Ser imprescindivel em todo e qaalqaer
objecto a deciarago do prego e lugar de sua fa-
brica oa deposito.
4. Qu! os objectos pnra a ezposico devem sei
tal qual os costuro i fazer e vender.
IVtrella
Art. 8 do regulameuto da Ezposico Artistico-
Iodustrial :
Someate aos ezpositores permittido abrir as
vitrinas para mostraren! aos visitantes os seus
productos.
A directora, oo iscia de quo muto se esforga-
rio para o faustoso resultado deste certamen to
proveitoso e lisongeiro a todas as elasses u las-
trises, antecipa seus devidos agradecimeatjs.
Secretaria da Imperial Sociedade dos Artistas
Mechanicos e Liberaes de Pernambueo, em 30 de
Juuho de 1887.
O 1 secretario,
Paeraiano Barroso.
Eni sMienagen verdade
Acontec meatos se dio na vida humana que
cmquanto relativos a am s individuo, nteres-
sem, todava a todos, em geral.
Nesta ordem de tactos, est indubitavelmente
adstricto o da conservaco da vida, isto t da vida
com sade.
Ha quem diga, de si para si, qae a nica con-
viego firme aquella que se funda as provas
qoe cada am adqaire pessoalmente e no aquella
3ue se transmitte ao individuo por factos qae se
lo com outrern. Ma<, eaea asserco, sobre no
ser mais do que um paradozo rnacceitavel, mais
do qae isso, pois significa a ezpresso mais anti-
p.tbica do egosmo.
Pois justo e admissivel qae s acreditemos
em nos mesmos? Pois no haver, n'aqaelles
qae nos rodeiam, pessoas que merecam tanta con-
fianga como a que temos no que ezperimentamos
oa no que pre3n-'iamo3?
Aquellos qae lerem estas linhis, far nos-ho a
jostica de crer na sinceridade d'ellas ; no as-
sim ?
Pois ah est a resposta mais lgica aos argu-
mentos capciosos dos que o o crem nos eloqaen-
tes attestados passados em favor dos prodigiosos
effoitos do Peitoral de Cambar, preparaeio cujas
materias componentes no sao, em nada, nocivas
sade e, alm disso, permittem que esse reme-
dio seja o preferido pila* senioras, creancas e
pessoas de paladar delicad I.
Em homenagem verdade, pois, rigoroso dever
de quero, como nos, sabe das innmeras curas
produzidas pelo Peitoral de Cambar, apressar-se
a fazer publicas essas mismas curas, afim de, com
isso, prestar relevante oervigt a humanidad*.
A voz da verdade.
Becife. 11 de Abril de 1887.
cia ama planta dos apparelhos oa macbinismos
mais aperfeicoados desuados aos engenhos s
qual s ser approvada depois de ser ezamin'ada
por ama commisso de engenheiros, nomeada pelo
mesmo Presidente.
8." O contrastante dar animalmente no Tbe-
souro Provincial flanea dos jaros que tiver de pa-
gar s provincia pela emisso appcada das apoli
ees aos engenhos centraos.
O secretario,
Pedr0 Francisco Corre, de Oliveir
ODr. Joaqium Crrela de Oliveir An-
drade, juiz de direito de orpb2os e au-
sentes, nesta comarca do Recife e seu
EDITAES
De ordem do lilia. 8r. engoaheiro director
geral, fago publico que tendo Ero. o Sr. pre-
sidente da provincia concedido autorisaedo Iin
perial Sociodade dos Artistas Mechanieis bibe-
raes para desaprepriar o terreno com seis peque-
as casas, czisteotes ao lado do sul do edificio do
Lyceo de Artes e Officios, par o estabelacimsnto
termo, por Sua Magestade o Imperador
a quem Deus guarde etc.
Faco saber aos que o presente edital virem oa
delle noticia tiverem que fica marcado o praso de
30 das paraos interessados apresentarem perante
eate juizo suas reclamacoes sobre a ordem de pre-
ferencia na classificagao dos escravos que teem
de ser lioertados pelo fundo de emancipaco 7
quota: y '
Escravas casadas com horneas livres :
1 Joanna, parda, 27 annos, de D. Constantioa
Ferreira da Silva.
2 Antonia, parda, 23 annos, de D. Maria Jos
de Je us Pirette.
3 Ernestina, preta, 21 anuos, de D. Lodovioa
Ucha Carneiro Campeilo.
4 Benedita, preta, 32 annos, de D. Delmira Can
dida de Sant'Auaa.
5 Anta, parda, 48aaunos, de Francisco Antonio
Correia Cardoso.
Escravos casados com mulheres livres :
6 Silvestre, prete, 30 annos, do Dr. Francisco
de Paula Correia de Araajo.
7 Emiliano, pardo, 39 aanos, de D. Fraucisca
de r*auta Cabral.
8 Joo, preto, 31 annos, de Maaoel Correia de
Araujo.
9 Teo iosio, preto, 38 annos, de Silva & Alvaro.
10 Francelino, 32 annos, do Bario da 8oledade
11 Quintn, pardo, 24 annos, de D. Maria do
Carmo Carmir? Campeilo.
Conjuges escravos de differentes senhores :
12 Herculana, parda, 84 annos, de D. Joaquina
Emilia da Silva Villaga.
de oficinas e aulas prat.cas anuezas ao mjsmo Mes viuvas cu solteiras com filhos escravos
Lyceo, sio pelo presente chamados os senhores menores de 21 annos i escravos
interessados, para no praso de don ases viren, 13 Maria, preta, 41 anaos, de D. Maria Militana
ezaminar a planta respectiva quo foi approvada i Monteiro "iuua
pela Cmara Municipal do Becife e acha-w nesu j i* Francisca, preta, 18 annos, da mesma.
REGS
TRADA
Avisa -se aos senhores
mais consumidores desta
que continua ser
de engenho e
excedente cal,
o seu deposito gcal a
roa do Bom Jess n. 23. Perfeitamente
embarnecida e em pedras, como a que nos
vem do estraugeiro e em nada inferior a
esta, continua a s^r vendida pelo prego fixi
de 6&Q00 a barrica.
Alm do deposito geral j indicado, sao
tambem vendedores dalla os senhores :
uimaraes & Valente6 Pateo do Cor
po Santo -6.
Lopes d Araujo38 Ra do Livramen-
to 38.
Bento de Freitas Gaimaraes A CRa
do Visconde de Itaparica51, Recife.
Clinica do Dr. SimSjs Barbosa, Espe-
cialidades : partos, molestias de senhoras
e de enancas.
Consultorio roa do Mrquez de Oiin-
da n. 64 consaltas de 1 s 3 oras da
tarde.
Residencia ra da Soledade n. 78.
T"lohone n. 213.
Leonor Porto
Ra do Imperador a.
Primeiro andar
Casa de Cu dcacao oilcrna
EM
Sciencias, lellras e bellas-artes
RA VELHA N. 36
O director e professor deste collego ensiua pri-
meiras lettrus pelo melhor systema dos priocipaes
collegios da corte do imperio, colhen escrupulosas
observacoes.
Recebe meninos internos por 3500 men-
saes.
Primeiras lettras 2#000 mensaes.
Por cada am preparatorio 300 mensaes.
36 Roa Velha n. 36
Julio Soares de Asevedo.
secretaria, e apresentarem as reclamacoes que
tiverea,, sob pena de proced^r-se a arbitramento
para indemnisaca, na forma da le n 19 de 2 de
Mato de 1881
Secretaria da repartidlo das Obras Publicas de
Pernambuco, 23 de Julh> de 1887.
O eugenheiro secretario,
Joaquim Gomes de Olivei-a e Silva.
2 secco.Palacio d Presidencia,de Pernam-
buco, em 27 de Julho de 1887.
Por esta secretaria se faz publico, de conormi-
dade com o art. 157, do regulameuto annezo ao
decreto n. 9420, de 23 de Abril de 1885, o edital
abaizo transcripto pondo em coocurso o officio de
escrivo do geral e tabellio do termo de AI-
tinbo.
O secretario,
Pedro Francisco Correia de Oliveir.
3
{}
J
}
}
}
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Ballhazar da Silveira
Especiali dadesfebres, molestias das
enancas, dos orgos respiratorios e das
senhoras.
Presta-se a qualquer chamado para
for* da capital.
aviso
Todos na chamados devem ser dirigi-
dos i pharmacia do Dr. Sabino, roa da
Bario da Victoria n. 43, onde se indicar
sua residencia.
Oculista
4&
1*11 uias operativas da Mal Seigel
^Contra constipacao, iaasclo do iga-
io, etc.
Dessemelhtnte a muitas outras ruelici
as catharticas, estas pilulas nfto^ftzem
Contina a ezecutar os mais difficeis
figurinos recebidos de Londres, Paris
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeico de costura, em bre
vidade, modijidade em precot e fino
gosto.
Di. cnIuD Me
Medico, parteiro e operador
Hsudencia ra Barao da Victoria n. 1S, / andar
Consultorio ra Duque de Caxias o. 59.
Di consultas das 11 horas da manh s S da
tarde.
Atiende para es chamados a qualquer non
telephone n.4449.
Dr- Inopes Pessoa
Medico e operador
ResidenciaRa Lirga do Rosario n.
38 1 andar.
Consultorio Ra do Bom Jess n. 37
1* andar.
ConsultasDas 12 s 2 horas da tar-
de.
ChamadosA qualquer hora, por es
cripto.
Thonaz Espines
MLDOIHE
Roa do Imperador n. 67, primeiro andar.
Dr. Barrete Sampaio, medico ocu-
lista, ez-chefe de clinica do Dr. de
Wecker, d consultas de meio dia s
S horas da tarde, no 1." andar da casa
n. 51 roa do Bario da Victoria, ex-
cepto nos domingos e das santificados.
Residencia ra Seto de Setembro n.
34. Entrada pela ra da Saudade n. 25.
Cal de Jaguaribe e S. Beato e
'Seal vlrgein
O abaixo assignado avisa aos Srs. con-
sumidores da cal de Jaguaribe e S. Bento,
que o Sr. Vicente doNascimento contina
a ser o nico que recebe n verdadeira cal
de Jaguaribe e S. Bento, e as tem expos-
to venda nos seus armazens de mate
riaes Praca da Concordia ns. 11, 13 e
15 e toda a cal que nao fr vendida por
intermedio do mesmo senhor, nao ser
verdadeira.
Assim como : que a cal virgem, de que
contratante e recebedor o mssroo Sr. Vi-
cente, contina a ser vendida pelo Sr. Se-
bastio Beserra ra do Bom Jess n.,
23, a 60000 a barrica.
Jos da Gata Per eir.
("onsultorio medico-
cirurgico
O Dr. Castro Jess, contando mais de 12 anao
de escrupulosa observaco, reabre consultorio nesi
ta cidade, ra do Bom Jesuii (antiga da Crn
n. 23, I. andar.
Hora de consultas
De dia : dasl s 2 da tarde.
De noite : das 7 s 8.
as dentis horas da noite ser encontrado no
sitio tavessa dos Remedios n. 7, primeiro por-
to esquerda, alm io porco do Dr. Cosme.
Dr. Girpim Lsite
MEDICO
Tem o seu escriptorio rus Duque de Cazias
n. 74, das 12 s 2 horas da tarde, e desta hora
em diante em sua residencia roa da Santa
Cruz n. 1.
, Especialidadesmoestias de seahoras e crian
cas.Tolephone o. 326.
Dr. Costa Gomes
MEDICO
34 -Ra do Marque* d* Oiinda 34
Primeiro andar
Consultas de meio dia s o horas da tardo I
O tenente-coronel Brasiliano de Barros Corr.ia,
juiz municipal supplente em ezercicio pleno desta
cidade de Caruaru e seu termo por Sua Mig-s-
tade o Imperador que Deus guarde etc.
Tendo sido creado por aeto do presidente da
provincia de 4 do Abril do anno fi icnte foro civil
no termo do Altinho, o qual ja se acha installado,
usando da attribuicJ que Ibe confer: o art. 150
Io do regulamento n. 945J de 28 de Abril de
1885 fas saber aos que o presente edital virem
que se acha em concurso pelo praso de 60 dias a
contar deata data, o ofBcio de escrivo do geral e
tabelliio do referido termo creado pela lei provin-
cial n. 1863 de 21 de Abril de 1886 ; dispjsicio
citada.
Lei art. 1 Fica creado o municipio e termo de
Nossa Senhora do O' do Altinho, o qual se com-
por da freguezia d'aquell nome e do 2 districto
de paz de Bebedouro
nico O referido termo ter um s tabelliio
e am partidor que preencher as tunec de coa
tador.
Portanto, convido a todos que pretenderen! o
mesmo officio apresentarem a este jaizo dentro
do referido praso os seus requerimentos instruidas,
de conformidade com o decreto n. 9420 de 28 de
Abril de 188, citado.
E para que chegue ao conheciment de todos
mandei passar o presente edital que, depois de as-
signado ser affiado nu lugar mais publico daquelle
termo eztrabindo-se uma copia para ser remettda
ao Ezm. presidente da provincia, afim de ordenar
a sua publicacio pela imprensa na forma da lei.
Caruar 10 de Junbo de 1887.
Eu, Francisco de Paula Bezerra Ctvalcante,
escrivo que o eicrvi.Barros Correia.
Conforme com o original me reporto e dou f.
Cidade da (aruar 10 de Junbo de 1837.
Eu, Francisco de Paulo B.-zerm Cavalcaute,
escrivo que o escrevi.
_Certifico que affizei por ordem do Sr. juiz muni-
cipal de Caruar o edital constante da copia retro,
na casa da Cmara desta villa do Altinho.
O referido ver lade e dou f.
Altinho, 10 de Junbo de 1887.O oficial de
justica, servindo de porteiro, Francisco Correia
da Silva.
5.s seceo -Secretaria da Presi
dnela de Pernambuco. em 3
deofulhode 1887.
Por esta secretaria se fas publico, para conh--
cimento de quem interessar, que o Ezm. Sr. presi-
dente da provincia, deferindo os requ-rimentos
em que o bachsrel Gaspar de O ummond e o ci-
dado Joaquim Verission do Seg Barros p>di-
ram qae fosse com elles contractada a fuodacio
de am engenho central no valle -i> Serinhiem e
outro no de Pirangyznho, na couf irmidade dos
arta. 16 a 18 da le n. 1.860 de 11 de Agosto de
1885, mandn chamar concurrentes, sim o prazo
de 60 dias, contados de hoje, afim de que apre-
sentem propostas para a dita fundaclo, om ez-
cluso da isenco do imposto de ezportaci) do
assucar fabrcalo, da qual trata a condicio 3a do
citado art. 16, concebido n>s ssru ntes termos :
Art. 16. Fica o presidente da provi cia auto-
riBado a contrastar com o commereiante da pra(a
do Recife, Jos da Silva Liyo Jnior, oa com
quem melbores vaatagens off-reoer, a fuudacao e
ezploraoao nesta provincia, de quatro engenhos
centraes, com capacidade pira safrejar cada um
de 25 a 36 milhes de kiingrarn'nas de canna,
sendo cada qual do custo de 600:0X)#J03, oa oto
com capacidade para aafrejnr cad+ um de dose
milboes e quinhentos mil a quinze milh.-s de ki-
logrammas d canoa, sendo nesta hypothese o
custo de 300:000000, sob ai seguintes condi-
foes :
1.* A proviaeia concorrer com a quantia de
200:0004000 no primeiro caso, e de 100:000^000
no segundo, em apolices do juro de 7 por cento
para cada am desses engenhos, sendo os juros pa-
gos so portador pelo propnente ou por quem to-
mar a si o estabetecimento dos referidos enge-
nhos e reolbidos ao Thcsouro no fim de cada se-
mestre.
2.* O pagamento ser feito pela provincia em
duas prestacoes, a primeira quando forero apre-
sentados o conhecimento do embarque, factura e
apolice do seguro dos materiaes, cajos documen-
tos serio eodossados ordem e fi carao em poder
do Thesouro Provincisl, em ceueio da quantia
que receber o contractante ; a segunda, depois
que se acbarem os mesmos materiaes no looal em
que for estabelecida a fabrica.
3.' A provincia ter bypotheca sobra todas ss
fabricas, para garanta de suas apolices, sentan-
do, porm, dorante des annos, o arencar nellas
fabricado do imposto de ezportacao e oatros quaee-
quer provineiaes ou municipaes qae ez'stam oa
forem creados posteriormente.
4* A provincia ter dorante as obras na en-
genheiro fiscal por ella no neado, cuj ordenado
ser pago pelo proponente oa por qoem o substi-
tuir.
5.* A smortisacio das apolices ser fofta a ra-
zio de 10 por cento aonaalmente, a contar do
anno seguate do em que tiverem comecado a tra-
bathar os referidos engenhos, ficando livre ao
proponente o direito de faser maior amortiacio,
se assim lhe couvier. Far se-ha uma emisso de
apolices com a clausula de aeren (engatadas an-
nualmente e por sorteio.
6.* O contraetasrte na* podVr faser cessio de
sen contracta o nafa a agricultores.
7. O propemmte ou quem cootractar, ser
obrigado, a spreasutar ao Presidente da Provin-
15 Manoel, preto, 20 annos, da mesma.
16 Rita, parda, 37 annos, do Dr. Francisco de
Paula Correia de Ar mjo.
17 Agostinho, pardo, 20 annos, de B. Anna Maria
d i Concedi.
Conjugea com filhos menores de 21 annos :
18 Marcolino, pardo, 50 annos, de francisco An-
tonio de Uiiveira.
19 Maria, semi-branea. 55 annos, do mesmo.
Mais viuvas ou solteiras com todos os fiiboB
livres :
20 Sabioa, parda, 21 annos, do Di. Antonio Joa-
quim de Moracs e Silva.
21 Luza, parda, 34 annos, do Dr. Luis de Salazar
Moscoao da Veiga Pessoa e Mello.
22 Isabel, preta, 40 annos, de D. Maria Magda-
lena de Avellar.
23 Sebastiana, preta, 26 annos de Ignacio Alves
Monteiro.
24 Justina, preta, 27 annos, de D. Maria Clara
Carneiro Machado Rios.
25 Joanna, parda, 24 annos, de Antonio Jos
Daarte.
26 Sil veri a, parda, 31 aanos, de D. Maria Gal-
dina da Silva Braga.
27 Leopoldina, preta, 35 annos, Tle D. Francisca
Leopoldina da Rocha.
28 Viceocia, preta, 37 annos, de Jos de Sousa
Nunes Braga.
Escravas solteiras e sem fiihok :
29 Felippa, preta, 27 annos, de D. Maria Euphra-
sia de Azevedo e Mello.
30 Antonia, parda, 21 annos, de Manoel Joaquim
Alves dos Santos.
31 Osminda, parda, 22 annos, de D. Guimaria de
Mendooca Alves e Lima.
32 Silveria, preta, 23 annos, de D. Josephina The-
mudo Lessa.
33 Francisca, parda, 25 annos, de D. Anna A.
Lins Vulela.
34 Geral da, preta, 28 anuos, de D. Maria Ceara
Carneiro Machad) Rios-
35 Joanna, parda, 25 annos, de D. L-abel Emilia
de Oliveir Ferreira.
36 Heliodora, parda, 21 annos, de Joo Goncalves
Torres.
37 Lu.za, parda, 17 annos, de D. Anna Marques
Avila.
38 Guilhcrmina, parda, 19 annos, de Jos da Silva
Ley o.
39 Mara, parda, 22 annos, de D. Maria das Nevea
de Miranda Oliveir.
40 Vicencia, preta, 24 annos, de Joo Jos da
Silva.
41 Felsmina, parda, 26 annos, do baeharel Ju-
ventino de Miranda Cabral de Vasconcellos.
42 Q meria, preta, 20 annos, de Manoel Correia
de Araujo.
43 Athanazia, preta, 22 annos, do mesmo.
44 Maria, parda, 30 annos, de Manoel Jos a
Silva Oliveir.
45 Quteria, preta, 35 an ios, de D. Maria Leo-
poldina Ferreira L 'te.
46 Generssa, preta, 35 anuos, de Manoel Correia
de Araujo,
47 Justa, parda, 39 annos, de Ignacio Ferreira
Tbemudo Lessa.
48 Antonia, preta, 43 annos, de Francisco Jos
da Costa e Silva.
49 Romana, preta. 45 annos, de D. Maria das
Neves de Miranda Oliveir.
50 Cecilia, parda, 4o annos, de Joo Jos da
Silva.
51 Antonia, preta, 49annos, daD. Isabel Emilia
de Oliveir Eerreira.
52 Laiza, parda, 40 anaos, do Espolio de Fran-
cisco Vicente dos Santos.
53 Sabino, pardo, 17 annos, do mesmo.
Forsm excluidos do preseote edital os escravos
Rosa, Maria Sosa e Isabel, psrtencetes ao Dr.
Joaquim da Costa Ribciro, per se acbarem liber-
tes, conforme a declaracio feito a este juiso pelo
mesmo doutor.
E para que chegue ao conhecimento de todos,
mandei passar o presente tiue ser publicado pela
imprensa.
Dado e paseado nesta eidade do Recife, aos 21
de Julho de 1887. Subscrevo e assigao.nO es-
crivo interino, Tho naz Ferreira Macial PLnheiro
Joaguim Correia de Olwe'ira Andraie.
ItlLARACOES
O procurador dos feitos da fazenda provin-
cial, tendo reoebido do Thesouro Provincial a re-
lacio abaizo transcripta dos oootribuintes da con-
tribuidlo da Recife Drainage, da freguezia de S'
Jos, relativo ao 2 semestre de 18811882, qae
deizaram de pagar a mesma contribuicio no tem-
po competente, declara aos mesmos contribuintes
que Ibes fica marcado o prazo de 3) dis, a con-
tar da publicacio do presente edital, na confor-
midade do dispoato no art. 53 da lei n. 891, para
recolherem a importancia de seus debitas na
Recebedoria Provincial, certos de que, findo'o re-
ferido prazo se proceder a cobranca ejecutiva-
mente.
Rec"-fe, 12 de Julho de 1887.
Miguel Jos d'Almeida Pernaaibaco.
Relacao dos devedores da cootribuicio da Recife
Drainage, relativa ao 2 semestre do ejercicio
de 1881-1882, da freguesia de S. Jos
(Conclaso)
Forte n. 51. Desembargador Francisco
de Assis Oliveir Maciel 154434
Dita n. 58. Filhos de Joo Rodrigos
de Moura l*434
Santa Cecilia n. 23. Francisco Jos
Vianna 15*434
Santa Ritan. 12. Feliz Antonio Alves
Mascarenhas 15*434
Dita n. 5. Francisco Jos Vianoa 30*848
Dita n. 7. O mesmo 15*434
Ditan. 51. O rresmo 15*434
Dita n. 57. Francisco do Reg Mello
e outro 15*434
Dita n. 75. Dr. Francisco Jacintho
de Sampaio 30*868
Dita n. 81. Desembargador Francisco
de Assis Oliveir Maciel 15*434
Dtan. 85. O mesmo 15*434
Nova de Santa Rita n. 50. Dr. Fran-
cisco Goncalves da Rocha 15*434
Dita n. 66. Desembargador Francisco
de Assis Oliveir Maciel 15*134
Ditan. 72. O mesmo | 34*374
'

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4flBOsft>

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-------------- --






^MMPVBBVHIfPBMMBHW
Diario de feraambacoDomingo 31 de Julho de 138?
S. Joo n. 8. Francisco Jos Vianna 15*4*
Dita d. 42. Desembarga dor Francisco
de Assis Oliveira Maciel 15*134
Dita n. 27. Fortunato Floriodo da
Conceco 31450
Dita n. 33. Francisco Qjnca'.ea da
E-ch 15*434
Travessa de 8. Jote n. 4. Francisco
de Souaa Seg Monteiro 15*434
Dita n. 10. O ineemo 31*501
Dita n. 12. O meamo 15*434
Dita n. 22. O masmo 15*434
Dita n. 3. Francisco Botelho de Meu-
denca 15*434
Ditan. 19- Desembargador Francisco
Je Asis Oliveira Maeiel 15*434
Ditan. 21. O mesmo 15*434
Pescadores n. 17. O mesmo 15*434
Lsrgo do Mercado n. 19. Francisco
ds Cbagas Galvo 3J<868
Coronel Suassuna n. 238 Galdino An-
te .io AU'is Ferreira 15*434
P*dre Nobre,ran. 7. Generosa Rosa
da Silva C Gomes 15*434
Vidal de Negreiros n. 44. Goncalo Au-
gu.-to da Grac* Mello 3UJ868
Santa Ritan 17. Genuino Jos da
Rosa 15*434
.\iarciln Dias n. 99. Herdeiros de Ber-
11-. J-o Duarte Brando 15*431
Coronel Suassuna u. 176. Herdeiros de
Fraucisca Mana da C>ueeico 15*134
Dita n 143. Herdeiros de Antonio
JoPu.t) 15*4 H
Assoopciju 8. Hermenegildo Sevc-
rino Uoocalve* 15*434
Padre Floriano n. 3!. Herdeiros de
Jo*o,uim Jos d'Almeida 28|863
Jardim n. 41. Henrique Jos Vieira
daSilv. 15*434
Forte n. 11- Hermelinda Rosa de
Lima 15*434
Travessa do Pontal do Forte n, 8. Her
millo Duppeiron 15*431
D.ta n. 28 H rdeiros de Feliz Soa-
res de Carvalho 15*434
Imperial n. 15. Herdeiros de Jos
Joaquina d Almeida Lima 15*131
Marcilio D>aa n. 76. Irmaadade das
Almas do Recife 15*434
Coronel Suassuna n 65. A mesma 15*434
Dita n. 127. A mesma 15*434
Vidal de Negreiros u. 101. gnea Fo-
licia da Cuuba 15*131
Assumpco n. 14. Innandade das Al-
mas do Recife 5*035
D ta n 76. Irmaudade do Senbor Bom
Jess dos Martyros 15*434
Ditan. 78. Igoacia Josepha de Jesas 15*131
Jatdim n. 8. Isabel Mara da Cmci-
co e Silva 15*434
Ssnta Cecilia n. 41. Isabel Mario da
Fonseca S. 15*4S4
Santa Rita n 36. I maniadedas Al-
mas do Recife 15*434
Marcilio Das n. 78. J^aquim Pureira
des Santos 30*863
Ditan. 96. Jos Machado de Souza
Pimental 30*868
Ditan. 123. Jiaquiui Pereira Vianna 15*134
Lomas Valentinas o. 50. Joi dos
Santos Neves 46*303
Dita n. 54. Julio Gomes da Silva
Neves 15*43
Coronel Suassuua n 172. Justino Pe
reir de Panas 15*431
Dita n. 222. Jos de Soma Ribeiro 30*468
Coronel Suassuna a. 266. Joaquim
Francisca santiago 26*Jit7
Dita n. 51. Justino Pereira de Furias 15*431
Dita n. 53. O mesmo 15*434
Dita n. 91. Joao Baptista Telles 15*434
Dita n. 123. Di. Jos Joaquim de Sou-
M 36*624
Di; a n. 193 Joao Rufino Barbosa 15*434
S Joo n. 2. Jos de Freitas Barbosa 15*431
Dita n, 15. Jerooymo da Costa Mon-
teiro 15*434
Palma n. lio Jos Domingucs Code-
ceira 15*454
Dita n. 123. Jos Hygno de Miranda 15*434
Travessa do Pociobo n. 9. Joao Ca-
valcante de Albuquerque 15*431
Dita n. 31 Joo Fernandes Ramos de
Oliveira 31*378
Dias Cardosou. 86. J-s Bip'ista do
Nascimento e outro 15*431
Passoda Pi-trian. 5. Joa Joaquim Po
reir de Mendonca 15*134
Dita n. 9. O mesmo 15*434
Dita n. 11. O mesmo 15*13
Padre Nobrega n. 2 O mesmo e oi-
tro 123*475
Pinto Gui-
Joao Pedro da Rocha
O mesmo
Jos Francisco da Costa
Joo Pedro da Rocha
Tertuliano
de
^HERCIO
TELERAHHA
Servido da Agencia Havas
LIVERPOOL, 29 de Julho.
ASSUCAR .-Mercado calato, precos
n. 9, veade-se A
sastealados.
O de Peraambaco
11 O por quintal.
ALGODO: Herrado calmo, arceos
sena alteracaea*
FAIS de Pernambuco vende se
a S 5 d. per llora.
Venilerara n boje dorante o da
cerca de ?tOOO fardo.
NEW-YORK, 29 de Julbo.
ASSUCAR: Mercado activo, prero
unten lado.
O FAIR REFININGt: Peraambaco
vende ae a It IB.cent, por libra.
Agencia, Havas filial em Pernambuuo,
30 de Julbo de 1887.
Boi eoaHaerclal
"OTAgE8 OFFICIAKS DA JUNTA DOS COB-
KKCTOKES
Recife. 30 de Julho de 1887
Algodo de Mossor 1' sorte, 6*600 por 15 kilos.
Dito de dito mediano, 5*6 X) por 15 kilos.
Dito de dito de 2' sorte, 4*600 por 15 kilos.
' presiaente,
Antonio Leonardo Rodrigues
U secretario,
Eduardo Dubeux.
Moiintento bancarlo
i BBCIFK, 30 DB JL'LHO DE 1887
PRACA DO RECIFE
Nao houve buje alteraco na taza dos baes,
2ne contina a ser a de 22 1/4 d. sobre Loudre-,
rme.
Nao constou que se tffjtuasse transaccao al-
guna.
PRACA DO RIO DE JANEIRO
Fji mantida nos bancos a taza de 22 1/4 d. so
bre Londres, firme.
Aa tabellas expostas aqui foram estas :
Do IsTEB-NACIOEAL :
Dita n. 35. Joo Ferreira
maraes e outro
Dita n. 63. Joaquim Fernandes da Sil-
va Monte
B-cco do Ctliereiro n. 8. Joiquim da
Suva Barbosa e outro
Caleia Nova n. 21 Jos Caetano de
Carvalho
Dita n. 23. O mesmo
Dita n. 37. Joa Francisco de Crva-
Ibo
Dita n. 39. O mesmo
Vidal de Negreirps n. 14. Justino Pe-
reira do Paras
Dita n. 42. Jos Elias de Oliveira
Dita n. 62. Jos Joiquim Pereira de
Mendonca
Dita n. 74. Joaquim Fernandes da Sil-
va
Dita n. 33. Jos Antonio Pereira da
Silva
Dita o. 77. Jj. Barbosa Maci-1
Dita n. 135. Joo Lopes da Costa
Maia
Fre Henrique n. 4. Joanna Mara
Nove a
Dita n. 20. Jos Nunea de Oliveira
Dita o.l. Jos Elias de Oliveira
Dique n. 22 Joao Rufino Barbosa
Dita n. 1. Joio de Ase vedo Pereira
Travessa do Pr ta n. 2. Jos Luis da
Sousa
Dita n. 4. O mesmo
Dita n. 8. Joanna Mara Neves
Assumpcaon. 70. Joao Francisco Re-
gis do Rio Carvalho e outro
Domingos Tbeotonio n. 8. Jos Do-
mingues Codcceira
Dita n 12. Jerooymo de Sousa Pa-
ch.-co
Dita n. 16. Jjt da Silva Franco Pi
mentel
Dita n. 28.
Dita n. 42.
Dita n. 48.
Lobo
Dita n. 58.
Dita n. 39. Joaquim
Medeiros
Padre Floriano n 68. Joo Ferreira
Martina Ribeiro
Dita n. 13. Joaquina Mara Pereira
Vianna
Dita n. 27. Jos Joaquim Pe eir
Jardim n. 14. Jos Joiquim Go-ijal-
ves Bastos
Dita n. 42. Joaquim Lopes da Costa
Maia
Ditan. 9. Jos Francisco da Silva
Dita n. 19. Jos Vicente Godinho
Forte n. 56. Jos Moreira da Silva e
outro
Sogueira n. 28. Jos Francisco Tei-
zeira de Mello
Dita n. 27. Joaquim Jj.- da Costa
Fajozes
Ditau. 31. Jos Frauciscj de Azeve-
do
Dita n. 45. Jos Moreira da Silva e
outro
Santa Cecilia o. 16. Joaquina Mara
Pereia Vianna
Dita n. 3. Justino Pereira de Farias
Santa Rita a. 10. Jos Hygiuj Gal-
vio
Dita u. 20. Jeaqaim Lopes Gomes
Dita n. 50. Jos vlaria dos Piazeres
Dita n. 54. Joo Francisco do Soaza
Xtvier e oatros
Dita o. 88. Joaquim Ribeiro de Aguiar
Montarroyos outroa
Dita n. 47. Jos Ramis da Silva
Niva de Santa Bita o. 4. O mesero
S. Jos n. 4. Ju) da Cuutai Soares
Guimares
Dita n. 44. Joio Furnandes Ramos de
Oliveira
Dita n. 46. O mesmo
Dita u. ;J. Joanna de Jess N'ev. s
Q.iaresma e outro
Travessa de S. Jos n. 9. Joaquim L >
pes da C >s Pescadores n. 18. Jos Ramos da Silva
D ti. u. 7. Joaquim Lucio Mosteiro da
Franca
Dita n. 39. Dr. Jos Joaquim de Sun
Travessa do Forte n. 4. Joa Francioce
Brite
Largo do Mercado o. 3. Jos R.inu
da Silva
Coronrl Suassuna a. 169. Luisa Fran-
cisca de Suuza
Assumpco n. 1 A. Lenidas Tito
S0*7S
15*434
7*717
: 5*434
15*434
15*434
}5*431
13*434
3J*868
S0*868
15*434
15*434
1 >*434
L.*434
1!i*I41
i:.*i34
7*913
2.*t.37
l>*434
l: i*134
111*312
1.*431
30*863
15*134
30J868
15*434
15*434
18*312
15*434
le* 134
15(134
241786
15*431
15*434
15S181
154434
151134
18*791
151434
491180
15.1134
15,1134
164434
151131
15*434
15*434
15,5431
154431
15*134
151431
15,5434
15.S431
15,1434
151434
15*484
18*312
15*181
15*181
15,1434
15,.434
15,. 131
15*434
154434
Do Ebqlish Bakk
90 d/v vista
22 1/4 22
427 431
431
528 >J3
239 241
246
246
, , 249
8*270
Umdres.......
Pars........
Italia........
ciamburgo......
Lisboa e Porto.....
Principaes cidades de Portu-
K'........
liba dos Acores ....
Una da Madeira ....
Vew-York......
Mercado de aasoear e Algodo
aacint, 30 na julho na 1887
Asntcar
Os precos deste producto, pagos ao agricu :cr,
regulam aos algarismos abaizo, por 15 kilos.
tranco, os melbores que
apparecem no mercado,
regulam de .... 2*200 a 2*400
3. aorta boa..... 1*900 a 2* 10U
3 regular..... 1*700 a 1*8 K)
Uumidos e baizos 1*500 a 1*700
vomenos...... 1*300 a 14400
ascavado..... 1*040 a 1*100
Bruto....... *90) a 1* JUO
Ketame...... *700 a *I0
Alaodao
O de 1 sorte do serto, em trra, foi hoje ven
dido a 6*600 por 15 kilos.
Liureiro 30*868
Pescadores n. 31. O mesmo 15*434
Marcilio Dias n. 100. Manoel Martina
da Rosa 46*303
Dita n 11 A. Mosteiro de S Bento 15*434
Dita a. 119. Mara Paulina da Silva
Baptista 15*434
L unas Vlntinas n. 56. Miguel An-
tonio Pereira 46*303
Dita a. 78. Mosteiro de S. Bento 30*868
Dita n 93. O mismo 15*434
Cor 'iiel Soaanna u 153. Mara Fran-
cisca Annunciada 15*434
Dita n. 180. Manod Mosquita Car-
ado 155*139
Dita n. 190. Manoel Martina de Amo-
rim 15*434
Dita n. 25. Manoel Viegas Jnior 15*134
Dita n. 67. Mosteiro de S. Bento 15*434
Dita n. 69. O mesmo 15*434
Dita n. 85. Miguel Francisco do Reg 15*434
Dita n. 87. Mosteiro de S. Bento 15*431
Dita n. 89 O m'smo 15*434
Dita n. 111. Mara Joaquina da Silva
Santos e outro 15*434
Palma n. 102. Mari* Joaquina Fer-
reira da Silva 15*434
Dita n. 104. A mesma 15*431
Dita n. 119. Menor, tlho de Joaquim
Jos Vieira 15*434
Mrquez do Her val n. 64. Mathias
VI uns Ta vares 33*746
Das Cardos n. 78. Mara Apolinaria
de Almeida Litis 15*434
Padre Nibrega n, 43. Manoel Pereira
Ramos 15*434
Dita n. 45. O mesmo 15*431
Vidal de Sec;reiros n. 88. Manoel Jos
de BaBtoa M. lio 15*434
Dita n. 1U4. Mara Luisa da Purifica-
do 15*434
Dita n. 118. Mara Mezandrina de
Carvalho 15*434
)it n. 138. Manoel Jos Bastos
Mello 15*131
D.co n. 140. O mesmo 15*134
Dita n. 23. M^nsenhor Muuis Ta vares
e outro 3 *868
Ora ii. 43. Padre Miguel Vieira de
Barros Moreira 15*431
Dita n. 57. Maria Felippa da Concei-
cao 15*434
Dita n. 151. Manoel Antonio da Silva
M r.ira 15*434
Fre Henrique n. 26. Maria Antonia
da Punficaco 15*434
Dita n. 36. A mesma 15*134
Dita u. 38. A mesma 15*434
Domingos Theotoaio n. 9. Miguel
Francisco de Sousa Reg 15*134
Padr. FI*nauo n. 7. Mara Paulina da
Silva Baptista 88*186
Travessa do Prata n. 12. Maria Apo-
linaria de Mirania L'ma 15*434
Assumpcaon 26. Maria Josephina Du-
bourq 15*434
Assumpco o. 38. Mosteiro de S. Ben-
to 15*434
Cbristovo Colombo n. 19. Manoel
Autonio dos Passos Miranda e outro 15*434
Jardim n. 26 Manoel Benedicto do
Espirito Santo 15*434
Dita n. 25. Man el Joaquim Baptis-
tt Sobrinbo e outro 15*434
Porten. 34. Mara Felippa do Carmo
e outro 15*434
D.ta n 19. Maria Aigusta Pereira
Magalhes 15*434
A. H .nrique u. 28 Maria Joanna do
Carmo 1>*431
Dita n. 15. Maria Josephina Du-
bourcq 15*434
X vieira o. 7. Mana Victoria da
Couceico 15*434
Sauta Cecilia n. 5. Maria Aanuncia-
da e outro 15*434
S.ut.i Rita u. 24. Maria Apolinara
de Miranda Ltns 15*434
Dita n. 48. Manoel M. de Amorim
Santa Rita 15*431
Diti n. 71. Manoel de Carvalho Mau-
ra 15*434
Dita u. 77. M m tal da Siiva Ferreira 15*134
Sova de Santa Rita u. 38. Manoel
Jos da silva Marques 15*431
Dita n. (9. Manoel Pereira Rimos 1 -,i:l
Dita u 43. Manoel Ferreira Barbosa
Juuior 15*4 >4
Tr .veasi de Santa Hita Nova n. 17.
Mana Ignacia di Fonseca Banki 15*434
D.ia n. 19. A mesma 15*134
S. Jos n. 48. Manoel Beserra dos
Santos 15*134
Entrada* de assucar
MBZ DB JULBO
Astucar
Entradas
Barcacaa...... 1
Vapires...... 1
Va-terrea de Caruar 1
Animaea...... 1
Via-terrea de S. Francisco 1
Via-frrea de Limoero 1
e aUiiduii
Das Sacc.s
29
28
29
27
25
Entradas
Somma.
Algodo
11.377
m
).J4
29J
10. 48
236
23.779
Borracha .....
Cajurubeoa .
Cera de carnauba .
Ces (fructa) .
Cun n .....
.n:>......
Espanadores. .
r'aruiua de mandioca .
Fio de algodo .
Folhas de jaborauiy .
(rali......
Oleo de mocot .
Jico de ricino .
Pin* de jangada .
Peuuas de ave* .
i'raucboes de amarello.
Pr>-parados de jurubeba
Queijo do serto
Rap......
Resina de batata .
Sal......
bebo......
Sola......
Viuho dejurubeoa .
536
85 caizas
1.845 kilos
18.100
10 calzas
1.960 kilos
2 caizao
100 saceos
975 kilos
8 velumea
600 kilos
505
7.220
42
20 kilos
7
1 caiza
85 kilos
907 1/2 .
1 caiza
32.700 litros
1.455 kilos
199 meios
96 caizas
Dita n. 5. Mara Apolinana de Ma-
cedo Lins 15*434
Travessa de S. Jos n. 14. Miguel
Francisco de Souza Reg 15*134
Ditan. 16. O mesmo 15*434
Dita n. 16. O mesmo 15*434
Dita n. 20. Moosenhor Munis Tava-
res 15*434
Pescadores n. 12. Manoel Antonio
Beltri> 15*434
Dita n. 28. Mara Josephina Da-
bourcq 15*434
Dita n. 34. Martnho Jos de Souza
Reg 15*434
Travessa do Peizoto n. 4 M .ra Vi-
cencia de Abreu Lima Basts 2*877
Travessa do Lim n. 3. Manoel Ma-
galhiea 15*434
Dita n 5. Om smo 15*434
Lima n. 7. Manoel Pereira Maga-
Ihes 15*434
Assuinpvs n. 41. Netos de Raphael
Feruandes branles 46*303
Marcilio Dias n. 135. Ordem Tercei
ra do Girino 15*434
Lomas Valentinas n. 68. A mosma l134
Vidal de Negreiros n. 52. A nesma 15*434
Dita n. 142. Olympia Gomes Teizeira
Bastos 15*434
Padre Floriano n. (6. Ordem Tereei-
ra do Carmo 15*434
Dita n. 18. A mesma L>54.34
Dita n. 9. A misma 15*434
Cbrsiovo Colombo n. 15. A mesma 154434
Jar 11 ni n. 29. A mesma 15*434
Travessa de S. Jos n. 8. Orphos de
Serafin O de Lima e Silva 15434
Paiire Floriano n. 25. Pedro Bezcrra
Pereira de Araujo Beltij Jnior 15*434
Dita n. 29. Pedro Gomes da Costa e
outro 15*434
Mrquez do Herval n. 133. Rosa
Candida Goncalves Ferreira 15*431
S. Joo n. 11. Rita Maria de Moraes
rmente! 15*434
Palma n. 94. Rosa Alejandrina Fer-
reira e Silva 15*434
Dita n. 96. A mesma 15*434
I escadores n. 43. Reeolhimento da
Gloria 15*431
Travessa do Prata n. 7. Raymundo
Nogueira da Costa e filhos 77*172
Coronel Suassuna n. 120. Seminario
de Oliuda 15*434
Dita n. 236. Silvana Mara de Lima 15*434
Travessa do Ga n. 5. Sebastio
Lins de Brto Vasconcellos 15*434
Dita n. 5 A. O mesmo 15*634
Vidal de Negreiros n. 79. Senhornha
Mana Monteiro Barra! 15*434
Assumpco n. 22. Seraphim Clemente
de Souza e Silva 15*134
Dita n. 46. Sciihjriuhi A de Figuei-
redo Vasconcellos 15*431
Padre Floriano n. 22. Sebastio Jo.
G in-s Peona 43*351
Dita n. 41. Seraphim Clemente de
Souza e Silva 31*220
Santa Rita n. 46. Silveria Rita do
Roeri e filbos 15*154
Travessa de S. Jos n. 37. Seminario
de 01-ni 15*434
Marcilio D ss Azevedo Viauna 18*312
Coronel Suassumn. 129. Tuerezados
Santos 15*134
Palma n. 92. Tbereza A. Villar Al-
ves ^ 15*434
Dias Cardoso n. 7. Tertuliano Ernes-
to de Moraes Carvalho 405973
Nogueira n. 23. Tbereza, filha de Do-
mingos A. AIvb Maia 30868
I u .eri.l n. 49. Tboraaz Antonio
Guimares lo*134
Lipes M-jnd.ioya n. 36. Th.ophila
Correa de Lima e uniros 8*324
San'a Cecilia n. 55. rsula Paulina
das Virgens 15*134
'Jhnstovo Colimbo n. 2. Victorino
Jos de Souza 15*134
Jardim n. 11. Vigario Joo Baptista
Soares 15*434
Non ira n. 40. Vctor Prazedes de
Mello 15*434
C ironel Suaosou u. 86 Zi.iiiras
Francisco dos Santos 30*868
Secco do C nt-ncioso do Th^souro Pr viucial,
12 de Julho de 1887.
O 1 escripturario,
C. M. de Farias N- ves.
rbcpitolacIo do assocax
Para o eztenor 1,631.420 kilos
Tara o interior ,39.640
Carvo de pedrade Cardifi (ton.)
Cat bom (kilo).....
Cachaca (litro).....
Farnba de mandioca (litro) .
Fumo restolho em rolo (kilo) .
Fumo restolho em lata (kilo)
Fuin-i bom (kilo).....
Fumo em folha bom (kilo) .
Fumo em folba ordinario (kilo) .
'ene ira (litro).....
Mel (litro).....
viiino (kilo)......
Taboados de amarello (duzla) .
16*000
460
700
037
405
50
72
72(1
400
200
040
400
1000jO
Julio de isi da freguezla da Boa
Vlata
Arremata cao
No da 2 de Agosto, depois da audiencia deste
jalao, rio em hasta publica dois animaes da raca
suino, remettidos a este juizo pelo fiscal desta
freguezia.
Boa-Vista, 30 de Julho de 1886.
O escrivo,
Alfredo Francisco de Sonta.
CompanOla preaarla do abaaleclmeoto U'staa
'lu A cldade de < linda.
DIVIDEND'l
Pelo ultimo balanco da Companhia fechado 30
de Junho, veritica-se haver saldo sufficiente para
a distribuico do 17 dividendo a razo de 6 %.
Ser asta distribuico annunciada logo que a Com-
panhia consiga liquidar suas c intaa da illumina-
co publica, durante o anno que comeoou a 1 de
Julho de 1886.
0 que communico aos Srs. accionistas por erdem
da dirtctoria.
R.cife, 30 de Julho de 1887.
O director gerente,
A. Pereira Simoes.
Veoeravel Irmandade de Sfaota Ce
cilla
Circular aos irmos professores
Do ordem da mesa conjuncta, commuuico aos
professores que se aebam em atraso para cem o
cofre da irmandad", que a mesma mesa concedeu
um indulto de 50 % a todo aquelle irmo qne qui-
zer pagar o s u debito at 30 de Novembro do cor-
rente anuo.
Consistorio da Venerave! Irmaudade de Santa
Cecilia, 30 de Julb, de 1887.
O secretario,
Amaro Joaquim do Espirito Sanio
De ordem do Illm. Sr. iuspector, faco publi-
co que no dia 6 de Agosto prozim futuro ir
praca, conforme ordenou o Ezm. Sr. Dr. presiden-
te da provincia em orficio de 11 do corrente, o
f meciinento de fardamento da guarda cvica, o
qual compoj se de 360 blusas de brim pardo, 360
calcas da mesma fazenda, 12) calcas de brim
brauco, 120 mantas de l, 480 pares de botinas
de bezerro o 120 gravatas de couro de lustre.
Os senhores coucurr sesso da junta do dia 4 daquelle mez e apresen
tar suas propostas em carta fechada, no iia da
arrematacao, acompanhadas de um ezemplar ma-
nufacturado de cada artigo que deve ser igual aos
que a -tu .'mente nsi a mesma guarda
Outrosi'.o, cada um doi artigos de que se trs a
deve vir tambem acompaahado da ain>Btra da
respectiva fazenda.
Secretaria diThesouro Privincial de Pernim-
bueo em 29 de Julho dr 1887.O effical,
Litidolf Compeli.
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector, fac'.
publico que no dia 6 de Agosto piozimo futuro,
vai prag-a m-ste Thesouro, conf jnne ordenou o
Ezm. Sr. p-etioVute da provincia m ili :i de 11
decl .rados. ncucssarioa ao ervij) da Casa de De-
leofio.
Os concurrjnt s devJm habitar-se previamente
na sesso da j mta do dia 4 di; Agosto e fazer
aC'iinpanhar aa suas projostas, qie serio felfas
em cartas t-.-lu l-is e entr-zues no da da arre -
mataco de um cxe.nplar de cada um dos refer.
dxi objectos :
2 casa ir. lis de ferro estanhado com 2 kil. de
P's- ...
2 ditas de dito, com 1 dito d peso.
12 c ra, 0,10 u de bjeca e 0,09 n de fuodo.
4 ditoa d dita, com 007.m de altura. 0 )7 de
bocea e 0,06.m d- fuodo, se:ido este com ralo.
1 conchas de ferro rsUnhadi.
2 assucareiros de f ilha de fliodres com capa;-
d.ide para 2 k'ljs de assudr.
300 i j 'as e Kuca de Japy.
200 pratos da mesma loufa.
Secretaria di Thesouro Proviucial de Pernam-
buco, em 29 de Jmho d- 1887 =0 offieial,
Lindolf Campe'lo.
De ordem do lilm Sr. D inspector, ta?)
publico que tica marcado aos sechores arrematan-
r.-f do disiin-i doaio, qie aceiiar-m a concessio
da le u. 1883 bri a clausula estab;le.ida na or-
dem da presidencia do 17 >- Junho ultimo, o
prasa de o:t> dias pira assignarem os respectivos
c iutratos, cumprindj Ibes dentro do prazo impro
rugav-'l de ties mez-s provar peraote este The-
souro, p >r m iu de documentos judiciaes, a impor-
tancia dos prejuizos que sofreram, afim de serem
deduzidos at um anuo no mximo, deven lo as
m smas prevas sur taitas por j'istificaco com au-
diencia dos ajudantes do Dr. procurador dos fei-
toss na respectivas coilectoriaa ou dos eollectore
no impedimento delles e posteriormente submetti-
dos a este Thesouro, sendo que a falta ou impro-
cedencia deseas provas importar sem mais re-
curso perda de direito a indemnisacao permittida
aa citada le.
Secretaria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, 29 da Julho de 1887.=0 oficial,
Lindolpho Camp-llo.
Compaaliia de edifica-
Qo
lerdo asumido hoje a gerencia interina desta
companhia, p ir deliberaco da directora em sua
sesso de hoje, assim o declaro para cenhecimen-
to de todos os intTessados.
Recife, 21 de Julho de 1887.
Antonio V. de Nascimento Feitosa,
Gerente interino.
Meudiiueutos pblicos
HEZ DB JULUO
Alfaniega
Renda eeral
1 a29
dem do 30
lienda proviucial
De 1 a 29
dem de 30
794:77U649
41:423*886
81.762880
2.3724W12
Somma
4,022.060
Das Sau;a j
Barcacas......1 29
Vapores......1 29
Via-ferrea de Caruar 1
Auimaes......1
Via-ieriea de S. Francisco 1
Via-ferrea de Limoeiro 1
Somma.
28
29
27
25
3.5:56
3.'..-36
59
4.d73
813
514
U.WI
90 djv vta
Londres.......
Pars........
Italia........
fiamburgo......
Lisboa e Porto.....
Principaes eidades de Portu-
gal........
Sew-York......
Do Lanos Bjjuz :
22 1/4
427
529
240
22
431
431
534
242
247
2*270
90 djv oitla
Londres .
Pars. .
Italia. .
Hamburgo
Portugal
New-York
22 1/4
427
029
22
431
431
534
241
2*270
Despachos de eiporlaco
MEZ DE JULHO
Nos das 1 29 toram despachados na Alfana.-
ga os artigos seguintes :
Pura fra do Imperio
Agurdente..... 24.245 litros
Algodo...... 876.010 kilos
Assucar...... 1,631.420 *
Bagos de mamona 15.982
Borracha. ..... 4.187
Caf....... 34 saccoe
Cocos (fructa) .... Jl.OO'J
C.urinhos e pelles 75.050
Couros espichados 167
Coajaf salgados. 7.657
Doce....... 230 kilos
Fanuha db maudicca 1.113 saceos
L barriguda .... 998 kilos
Mel....... 9.12* Piros
Oleo de ricino .... 390 kilos
r'olvilho...... 450
'ranchoas de amarello. 41
Pranchoes de vinhatico. 101
Residuos de algodo 67.456 kilos
Para dentro do Imperio
Agurdente..... 421552 litros
Alcool...... 16.800 .
Algodo ...... 802.803 kilos
Assucar...... 2,89J.64'3
(moOacao Conaaaercial
Entrou de semana o director D. P. Wild.
Sulo a carca
Esto seudo despachados os seguintes :
Bngue portugus Armando, diversos artigos, para
o Porto.
Brigue alleino J. G. icht, astucar, para o Rio
Grande do Sul.
li.rui ngli:Zi (Jjseo, algodo, para o Bltico.
barca porioguoii laudhia, diversos artiiros, pa-
ra o'Porto..
Lugar portugus Jts EitevSo, cauros, para o
Porto.
Vap ir amerieano All\anca, dieersos artigos, pan
o Rio de Janeiro.
Vwpor nacional Beiiel, ssucar e borracha, para
Liverpool.
Vapor ingiez Sculptor, divjrsis arigjs. par Li-
verpool.
iMavloa A descarga
Barca norueguense Homborzund, earvo.
Barca sueca Puhtyenteii, varios gneros.
B.rca iDg.ezi Mar.a, bacalho.
Barca allem Hanza, kerosene.
Barca nacional Maranninha, urque.
Escuna alloma Gesine, zarque.
Escuna allem Frilz, zarque.
Escuna noruegue;ise Reform, zarque.
L^ar ingiez Cinta, bacalho.
Lugar mglez Mary Cory, bacalho.
Lugar 8ue_-o Armida, varios gneros.
Lugar sueco Im-s, varios gneros,
fatucho ingiez Ariel, bacalho.
Patacho aiiemo Norddeuttche SeewarU,
gneros.
Patacho ingiez Echo, carvo de podra.
Vapor ingiez Sculptor, varios gneros.
Vapor nacional Ipojuca, varios generot.
vanos
daros e dividendos
Esto sendo pagos os seguintes :
DIVIDA PWBLICA
ApolicvS ger es e proviuciaes.
Apolicea muuicipu LKITHAS nVPOTHECAKIAS
Do Banco de Crdito Rtal, 7 0/0, ultimo se-
mestre.
BAHCOS
Crdito Real de Pernambuco, 2. dividendo,
azo de 5 0/0 sobre o valor das entradas reali-
zadas do capital, ou 3*000 por aeco.
Brat, 67." dividendo, ua razo de 9*030 por
. acci. Esto enearregadoe desse pagamento os
agenies Pereira Ctmeiro A C.
CABBIL DE PEBBO
Trilhos Urbanos do Recife Olinda e Beberibe,
25 dividendo, a razo de 8 0/0. O pagamento
faz-ae ni eacriptorio da companhia as tercaB e
sibbados.
Memorial
Aos contribuntes dos impestos deindustria e
protisso e predial, foi marcado o prazo de 30
das, que t. ruinar 22 de Agnfcto vindouro, para
uoreseutarem na Recebedobia Gbbal as reclama-
voes que porventura teuham de fazer com relaco
ho ultime lancamento.
Termiua no dia 6 do mez viudouro o prazo
marcado para pagamento da terceira e ultima
i restacao, na razo de 49 0,0, das accoes ltima-
mente emittidas pela Cokpashia do Bebbibb.
A directora da Estrada db Fbbbo de Kibbibo
ao Bobito marcou o prazo de 60 das, que termi-
nar a 4 de Agosto viudouro, para os accionistas
recoluerem a 6.' entrada de 10 0/0 de suas ac-
coes.
Com o descont de 4 0/0 e at 30 de Seteinb-o
vindouro, sero substituidas na Thbsocbabla db
Fazenda as notas do valor de 2*000 da 5.* estam-
pa, 5*000 da 7.' e 10*000 da 6.
i 'e 1 a 29
dem de 3)
De 1 a 29
Id 'ni de 3J
De 1 a 29
dem da 30
Rxcebedoria gtral
Reeebedoria p.-ujinoiai
28:237*058
2:315*954
93:350*465
8:384*380
mil %\iiaii;
DO
SS. Sacrameoto da ma-
triz de S. Jos
De o'dtm da esa regei^ra desta veneravel ir-
mundide, convido h to.loj os irm's para compa-
recerem no c msisterij da matriz, afim de se pro-
ceder a cleicao para a nova mesa regedora, que
ter4 lugar na sexlafeira 29 do corrente, s 4 ho-
ras da tarde, por terem se recu:ado parte dos uo-
vos ele-tos. Rfcit-, 30 de Julho de 1887.
Vieira da Cunha Sobrinbo,
E-crivo.
Arsenal de Guerra
De ordem do Illm. Sr. major director, distri-
bu:-se costuras nos dias 1, 2 e 3 do mez vin-
douro, a C08turei(a8 de m. 101 a 150, de coofor-
midade com as d*po3icoi's dos anauncioi anterio-
res.
Secco de costuras do Arsenal de Guerra de
Pernambuco, 31 de Julbo de 1887.
Feliz Antonio de Alcast'ira,
Alteres adjunto
Thesouro Provincial
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector desta re-
partico, favo publico que n i da 1 de Agosto,
comee iin os pagamentos Jos funeciouarios pro-
viueiaes do mez de Julbo, na forma da seguinta
tabella :
N i 1* dia til, p ilicia e guarda civica.
No 2' dem, thesouro e agente do gado.
No 3- id'm, secretaria do governo.
do 4 i'i'-,ri, instruevo publica, bibliotheca,
casa de detenco, j lizo e coadjutores.
No 5- dem, secretaria da aisembla e escola
normal.
No 6' idem, gymuasio pernambucano.
N) 7- idi-m, obras publicas e guardas da illn-
miaaeSo.
Hj 8' idem, reeebedoria proviucial.
No Ll" dem, pilicia.
No 14* lien, ai'os-ntad.is.
No 13- dem, professores de 3 entraacia o es-
colas nocturnas.
No ll' idem, professores de 2* entrancia.
No 16- idem, professores de l'entrancii 6
guarda civica.
No 17 idem, professoras de 3* entrancia.
No 19- idem, professoras de 2 entrancia.
No 21- idem, polica.
No 23* dem, prifeeaoras de 1* entrancia.
Pagadoria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, em 30 de Julho de 1887.
O escrivo da receita,
Luiz Epiphunio de Souza.
Sania casa da misericordia do
Recife
Pela secretaria da santa casa de misericordia
do R"cife, sao chamadas as amia, a quem esta
confiados ezpoatos, para, pelas H horas da manha
do dia segunda-'eira 1 de Agosto prozmo, e em
companhia das respectivas criaricas, comparece-
rem no salo do estabelecimeuto, afim de recebe-
rem o semestre fiado a 30 de Junho ultimo.
Seeretaria da santa casa de misericordia do
Recife, 22 de Julho de 1887.
O escrivo interino,
Francisco Gomes Castellao.

Recite Drainage
6*940
10*400
'ama da Alfandesa
SfcMANA us 1 a 6 db aaosTo Da 1887
Assucar retinado (kiioj ....
Assucar brauco (kilo) ....
Assucar mascavado (kilo) .
Alcool (litro;.......
Arroz com casca (kilo) ....
Agurdente e......
Aigudo (kilo)......
Borracha (kilo)......
Couros aeccoa salgados (kilo)
Couros seceos Cr pichados (kilo) .
Couros verdes (kilo).....
Cacao (kilo).....' .
Caf restolho (kilo).....
Carnauba (kilo)......
Caroa de alj-odo (kilo) .
145
12
066
Ido
65.
056
373
1*066
460
585
275
400
320
366
014
DioorUvau
ancira. 29 DB julho de 1887
Pora o easteror
No vapor ingiez Bessel, carregou !
Para Liverpool, Joseph Lv.ham 2 caizas com 80
kilo* de doce, 2 bairicas com farinba de mandio-
ca, medinde 215 litros.
Na barca inglesa Osseo, carregaram :
Para o Bltico, Bor.telmaun ce C 300 saces
com 24.834 kilos de algodo.
No vapor americano .4Wianfa,carregaram :
Para New-York, H Lundgrn s C.. 10,000 cou-
riuh-js de cabra.
Pora o interior
No vapor americano iinance, carregaram :
Para o Rio de Janeiro, Mendes & Pereira 100
meios de sola.
Iiaiporta^o
Hiate nacional Correio do Natal, entrado de
Maco <-m 29 do corrente e consignado a Fraja
Kocha C., manifeston :
Barricas vasias 200 ordem.
Cerveja 7 caizas aPaiva Valente & C, 4 a Au-
gusto Figaeiredo & C
Couros salgados seceos 71 ordem, 181 a Julio
db Irmo.
Fumo 1 caiza ordem.
Sal 19,200 litros ordem.
Mercado Municipal de 9. doa
O movimento deste Mercado no dia 30 de Jalbo
foi o seguinte:
Enraram :
381/2 bois pesando 6,578 kilos sendo de Oliveira
Castro, 26 ditos de 1 qualidade e 12 1/2
ditos particulares.
347 kilos de peize a 20 res
52 cargas de farinba a 200 res
35 ditas de fructas diversas a
30U rs. 10*500
8 taboleros a 200 res 1J600
24 Suinos a 200 res 4*800
Foram oceupados :
25 columnas a 600 res 15*000
21 compartimentos do farinba a
500 res. 10*500
22 ditos de comida a 500 res 11*000
63 ditos de legumes 400 ris 25*200
28 ditos de fazendas a 1* 28*000
18 ditos de suino a 700 ris 12*600
12 ditos de fressuras a 600 ris 7J200
10 talbos a 2* 20*00t
7 ditos al* 7*000
A Oliveira Castro i C.:
54 talhos al*
Marianniuhaconsig. Baitar Oliveira A C.
Manlah Compauhia Pernambucana.
Pirapama Compauhia Pernambucana.
KSTRANGKIRAS
Amidacousig. & Fonseca Irmoa < C.
Arel Sauodcrs Brothers &.C.
Bessel .Sauoders Broih'rs & C.
836:195*535 Claudina L-yo & Flho.
Cluta Saundrrs Brothers & C.
Echo Wilaon Sons & C.
Frita Baitar Oliveira & C.
Gesine Pereira Carneiro t C.
86:735792 Hania Fonseca Irmos & C.
Honborgsund Wsou Sons & C.
922.931*327 Imes- ordem. ^
J. G. Ficht F. R. Pinto Guimares.
Jos Estevo Amorim Irmos & C.
Maria Joh istou Pater & C.
May Corya Saunders Brothers & C.
N'orddeutsche Seewarte Heury Nuesch & C
30:553*012 Osseo W. Sons & C
Polslyernen Fonseca Irmos os C.
Reform H. Luudgreu A C.
Sculptor- S. Johnston & C.
O signal ndica ter a embarcacao sahido.
Vapores A entrar
DOS POBTOS DO SUL
Valparasoa 2 de Agosto
Principe do Grao Paraa 4.
Can i lioa 7.
Trenta 14.
Par-a 17.
Espirito Santoa 27.
La Piata-a 29.
DOS POBTOS DO MSHTB
Espirito Santoa 3 de Agosto.
Manosa 12.
Pernambucoa 24.
DA EBOPA
Magelanhoje.
Senegala 3 de Agosto.
Ville de Macea 4.
Mondegoa 10.
Taguaa 24.
DE HAMBUHGO
Baha a 15 de Agosto.
DE SEW-TObK
Alliauvahoje.
101:734/845
13:482*585
*
13:492*585
54*OU
224*740
6:396*260
6:621*000
Deve ter sido arrecadada oeste da
a quiutia de
Hendimcntc do dia 1 a 29
Foi arrecadado liquido u hoje
Preyod do dia :
Carne verde de 240 a 400 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 8J0 ris idem.
Suinos de 560 a 640 ris idem.
farinba de 160 a 24 j ris a cuia.
Milho de 26J a 320 ris idem.
Feijo de 640 a 800 idem.
Maiaduuru Postllco
Foram abatidas no .Viatadouro da Cabanga 67
rezes para o consumo do dia 30 de Julho.
Sendo: 46 rezes pertencente a Oliveira Caaix.,
c C, e 21 a diversos.
Kmbarraroe* sartas no porto em
30 de Julho
1IACIOHAES
Armandoconsig. Loyo r$ Pilho.
Giqui Companhia Pernambucana.
Ipojuca Companhia Pernambucana.
Lamego(canhoneira de guerra).
Vapores A sabir
Magellanhoje, ao meio dia, para Valparaso.
Besselhoje, s 10 horas, para Liverpool.
AGOSTO
Allanca amanh, s 4 horas da tarde, para Ba-
ha, Rio de Jaueiro e Santos.
Valparasoa 3, s 4 horas da tarde, para H&m-
burgo, com escala p r Lisboa.
Senegal a 3, 1 h ;ra da tarde, para Montevi-
deo, tocando na Babia e Rio de Janeiro.
Espirito Santa 4, s 5 horas da tarde, para 01
p.rtut do sul.
Ville de Mace a 5, s 4 horas da tarde, para
Babia, Rio de Jaueiro e Santos.
Ipojuca a 5, s 5 horas da tarde, para Parahy-
ba, Nata!, Maco, Mossor, Aracaty e Cear.
Gamillo a 8, a 5 horas da tarde, para os portos
do corte.
Hovimeoto do porto
Navios entrados no dia 30
Live.poil e escala21 dias, vapor ingles Sculp-
tor, de 893 toneladas, commandante James
Woodcock, eqnipagem 26, carga varios geae-
ros; a Samuel L. Johnston & C.
Cardiff59 dias, barca norueguense Hombor-
sund,> de 404 toneladas, capito Tb. Christi-
ansen, equipagem 10, carga carvo de pedra ;
a Wlson Sons AC.
Sahidos no mesmo dia
AracatjHyate nacional Deus te Salve, mea-
tre Antonio Jorge do Naacimento, carga 'varios
gneros.
Rio Formoeo e Tamaadar -Vapor nacional Gi-
qui, commandante Siuaa Lobo, em lastro.
<:';
a

.-,

\
\ itaffll I
i



'

i i
Diario de I'ernambucuDomingo 3 i de Jnlho de 1887
* Conferencia abolicionista
A 14 conferencia realioar-se-ha dcm ngo, 31
do corren-e, 1 h;ra da tarde, no iheat.ro daa Va-
riedades. Oceupar a tribuna o Illm. Sr. Dr. Jo-
s Austregeaillo Rodrigues Lima.
A parte recreativa est ccufiada aot distioctot
professores de msica que tem constituido a or-
cbeatra do costuuie, e aos iutelligentea artistas
dramticos D. Ap louia Silva e Affouso de Olivei-
re, oe quaes ae aeli.im eucarregados da represen-
taco d* come i >'in 1 acto
DITOSO FADO
As Commuso e que se aefaam uas portas recebe-
rao esportulas rm favor d- cauaa abolicionista, e,
eiU sociedade kvm *uj ongenere-a Uaiio Fe-
deral Abolicionistamuito eoufia_ na generosida-
de constante. dqu llr que comparecein s Buai
confereu.ias, eurrespondeudo as rogativas da hu-
manidad.'.
Secretaria da Boeiedaia I i rninibucana contra
a Escravidao, 28 do Julh, le 1887.
Adolpho ueaes Alcoforudo,
Secretario.

Companhia*j?J|mperia
o
Inspectora Geni de Hygiene
Ero virtude do que dispoe o art. 66 do regula-
monto que baixou cono o decreto n. 9554 de 3 de
Fevereiro de 1886, a [ispoetoria G rai de Hy-
giene faz publico, polo prozo de oito d'as, que o
cidado Huuiem Bom da Cunha Souro Maior, Ihe
dirigi a seguinte perica-, com documentos que
atufasen as exgeuci-u d: art. 6 > do citado re-
gulmneuto :
Diz Homem Bom da vaha Sou'o Maior, re-
sidente na cidadfjdo Boa Jardim, provincia de
Parnambuco, onde establecido com casa de
diogas, que tendo muit>8 annos de prat ct de
ph rmaew. como provam os documentos juntos,
e havendo graude oeeeaida ie de urna pbaimacia
nesta cidaae, como prova cum o atteelado da C-
mara Municipal, vera o supplicaot* reqaerer a
V. Exc. a graca de ooaaadr-lha licenca pira
abrir e dirigir urna pharmxcH ua cidade da Bom
Jardim, ero vis'a do art. i5 do regu _mento que
baixou com o decreto n. 9554 de 3 de Fevereiro
de 18S6Nestes cernios ppd.% v- Exc- deferi-
mento.E. R M. Bora Jardim, 8 de Fevereiro de
1887 Homem Bm di Cunha Sonto Maior So
bre duas etau pilcas de 200 rs
E de-lara que se n sse prazo neuhura pharma-
ceutico formado lbe ommuuicar ou Iuspectuna
de Hy riene da provincia de Peroarabuco a reso-
lucao de eetabeleeer pbarins ia na citada locali -
dade, conceder ao pratico licenca requerida.
Inspectora geral de 1887.Dr. i'edro Affouso de Carvalho, sec-e-
tario.
(Extrabido do Diarh Official de 19 de JulhJ de
1887) _______________
11 U Hp i
di Mi mttCG
A directora faa sciente aos Srs. subscriptores
da nova einiasao de accoes jan. o 1: vantain nto
da fabrica na Torre que fica marcad-o pr*o de
30 dias desta data, pars pigauie.no da priun-ira
prestaco de 10 por ceiito. e >,utorisado Sr. 'he-
soureiro Jos Joo de Amonm J inior, para ure-
cebimento.
Recite, 27 d Juobo de 1887.
Oe director!s,
Manoel J- t da Si v., Goimaraes.
H-urique Sarsiva,
S> cret:ino.
Jos J' So de Amonm Jnior,
Tbesoureiro-
Rua do Bom Jesns n. i.________________________
Santa Casa de Misericordia do
Recfe
Por esta secretaria t&o chamado c-s prenles
ou protectores das menores abaixi declaradas,
para, at o da 30 do corrente, spresental-aa no
collegio das rphs, ..fin .e serem ahi admittidas.
visto acharem se insciiptas em primciro lugar, no
respectivo quadro.
Laura, filba de Miguel de Souza Galvo e Isa-
bel Mara da Silva Galvo.
Sydronia, filha de Cocm Damlao Felppe da
Silva e Constancia Mara d > Carmo.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 16 de Julho de 188".
0 escrivo nterin',
Prancisco Gomes Castellao
Conipanhia do Beberibe
Previne-se aos subscriptores das acedes da no-
va emsso que o prazo pura o pagamento da ter-
cara e ultima prestaco de 40 >/, termina no da
-6 do mez prximo viudouro, como fi previameute
annunciado.
Recife, 11 de Julho d- 1887.
Jos Eustaquio Ferreira Jacobina,
Director secretario.
VENERAVEL IRMANOADE
04
l*rioft saoftnna da IgreJ da
BU tras
El. icio
De ordem da mesa regedoi a, convido a todos os
DOMOS carissiinos irrous a c inp.irecer-.in etn nos
o cousistono no domingo 31 do correte, s 9
horas da uiai.h, afim de assistir a missa votiva
do Espirito Saot', e dep. mesa geral proceder se a eleico do couselho ad-
ministrativo que tem ae reger esta imaodade no
anno compromiesal de 1 -187-1888,' de accordo com
0 art. 14 do noeso comp inisao.
Secretaria desta irroaudade, rio 27 de Julho de
1887.0 secretario,
Antonio Raphael Alve- da Costa.
Companhia de EdiGca^o
Oe senhores acciouietas p usuidores das accoes
remidas, sao convidados a receberem os juros das
meemas, veocidos em 31 d- ezerabro prximo
passaio, em todos os dias uteis, das 9 boras da
manba s 4 da tarde. Recife, 28 de Julho de
1887.0 gerente interino,
Antonio V. do Naseimento Feitosa.
AVISO AOS PASSAGEIROS
Visto tenm-se dado certos engaos por r.arte
dos Srs. passageiros que uio leram em lempo os
avisos d'esta gerencia sobre as novas eonccsioes
f-i'as pela directora, e sobre o regulamcnto das
series mensaee por essa occasio creadas, as quaes
por esta razo nao poderam ser obtdas p que as desejaram ; c> mmnico a Se. Ss. o se-
guinte :
Ia As conceB.-oj8 espontaneas e anteriores que
continaarum em vigor, foram: as de passsgem
gratuita aos meninos de escola; a assiguaturtt de
urna viageui redonda por da a 10000na 2* classe
para os creados dos assi^nantes; o dreito de
viajar o aasignante indistinetamcnte para Olinda
e Beb-ribe quando a nssignatnra fr para ditas
s< ccoes ; o direito de transportar os meemos gra-
tuitamente no carra de freio, garrafes vasios, latas
ou pequeos caixoes que teobam de voltar ebeios,
salvo ocaso fm que jesteja tomtdo todo o lugae
da carga ; o direito de transportar gratuitamentr
no carro de fieio plantas oacmbrulhoa cujas dimeu
sos uo exceuam as di que pagim o primeiros
precos das respectivas tabellas, e por metade do
preco os objectos pelos quaes a'elias se cobram o
segundos valores.
2 As novas cuncesees feilas ao comeco do
actual mea foraro : poder o pasaageiro obter se-
ries nomin .es de urna viagem redonda por da meu-
salmente na 1* classe, a lj 00, para Olinda e
Beberibe, e 8J0J0 para a Eucruzilhada dando-lhe
os mjsmos direitos do que gozam os assignante ( ;
reduccio da? assigoa'uraD de estudantes de pro-
p .r.torios, que eram segundo as idades ao pre(-o
mnimo de 2^500 para a Eucruzilhada e 5U00
para Oiinda e Keb ribe; viajar o assiguante ou
portador de senes, um m> ?. Je gtaca depois de ter
sido consecutiva e nomin Juieute p-issageiro de
taes typos de blh- tes durante 11 meses, o que im-
porta eic viaj ir durante o anno raso de 184333
como aesignaMte e razo de 14/666, como por-
tador de series.
3 As senes podero ser obtdas at a tarde do
ultimo da do m- z anterior, visto v-omi sao data-
das e rubricadas e precisaos assim ser preparadas ;
as assignaturas eao concedidas at o da 3 de cada
mez.
4 Os bilbetes gratuitos dos meninos de escola
c sao concedidos mediante um attestado de fre-
queucia do respectivo professor; e as assignaturas
de estudantes de preparatorios, que nao exercaoi
outras tunecocs e sejam meramente estudantes.
mediante a apresentaco da matricula.
Eacnptorio do gerente, 27 de'Julho ae 1887.
A. P. Simiet.
EC.1 KOW costra VOCiO
EST: 1803
Edificios e meroadoriat
Tazas baixas
Promplo puyamente de prejuisot
CAPITAL
a. 16,000:000*000
Agentes
BROWNS O.
N. ^ Ra do Comnutrcio N. 5
BA MOCOHHKACIO N. 6 Ia *SOB
ticodoa dk BranliJi" Stank
lAwllcd
Ra do Commercio a. 32
Sueca por todos oh *<_,p6rtM sobre
sa do mesnio banco em Portugal, aentto
7 isboa, roa do Capellistas n. 75. No
Porto, ru.. Ion lugl
NORTIIKKX
de Londres e tberdeen
Colco fliiiinreira (Uexembro l%."i
Capital oubsuipu- 3.000.000
Fundos accutnulados _.134,34_
Becela annual i
Ds pie,nios cor.*ra f .gn 577,330
De premios sobre vidas 191,000
De juroe 132,000
O AGENTE,
John H- BoxweU
Comrnandante Psnchvre
_' esperado da Europa
at o dia 4 de Agosto, se-
gumdo depois da indi apeo
savel demora para a Ba-
bia, nto de Janeiro
e Manto.
Roga-se aos Srs. importadores de carga p"*k>t
vapores desta linha,queiram apr< sentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das aivareng. 1-..1I-
quer reclama(e concernente a volumes, qud po-
v uto; >. tenbam seguido para os portes do sul,afin
di se podurem dar a tempo as previdencias neces-
sarlu.
Expirado o referido prase a ouipauhiioa n se
responsaoilisa por extra vios.
Para carga, p.u sagena, eocommendas e dinbeirt
a frete : tratt. se com o
AGENTE
Augusto Labilie
9 RA DO COMMERCIO-9
GonpaflDia do Segtiro_ FMads,
Hi
DO
BRASIL
Capital 30.000:000*
dem reaUsado 8,000:000*
Englisn Bank o i He Janeiro
Capital do Banco....... 1.000,000
Capitel realisado......... 500,000
Fundo de reserva....... 200,00C
A contar desta data e at ulterior reso-
luto, conceder-se-ba juros de dous por
cento ao anno, sobre ns s.l ios da dinheiro
depositado ero conta correte de taovimen-
to no meslo Baoco.
Recebe-se tamb.-n dinheiro em iepoiito
a juros por perioios determinados, ou su-
jeito ao aviso previo de trinta di>s para ser
retirado, mediante as condicS-s de que se
dar conbecimento aos i oteressados.
Pernamcuco, 23 de Maio de 1887.
Henry K, Qregory,
Gerente.
Estrada de ferro
de Ribeir Bonito
Sao tendo a directora aceito as propos-
tas p^ra o assentamento de dez mil me-
tros de trilbos em 5 kilmetros da via per-
manente desta estrada de ferro, convida-
se de novo os concurrentes ao dito traba-
lbo a apresentarem suas propostas at o
dia 6 de Agosto prximo, de vendo ellas
estar de accordo cotn as coodijSs estipu-
ladas, no cscriptorio da empresa.
Recife, _9 de Julho dr- 1887.___________
" A. P. B.
Aaftociar&o Porluituexa de BeneO.
cenrla
1* reuniao da assembl geral ordinaria
nvido os senbores sssociados a reunirem-se
m. de social domingo 31 do correte, s1 4 1|2
ho.aa da tarde, afim dewwirm a leitnra dos re-
ltenos da directora, conselho fiscal e parecer da
commissJo de eontaB. Recife, 28 de Jo ho de
18870 1- secretario da assembla geral,
Bento de Aguiar.
Bauque d'Anvers.
Banca Genrale e
agencias.
suas
A caixa filial d'ea e Banco fuuccionaado tem
porariameute ra do Commercio n. 38, saca, i
vista ou a prax, contra os seguintes correspon
dentes no estrangt-ir* :
Lmdres......... s/N. M. R.thschil & Sons.
Pars.......... De Ruthschild Frres.
Hamburgo.......\
B/!rlim..........\ Deutscne Bank.
Bremente........
Frankfurt s/ Main)
Antuerpia.......
Roma...........
Genova.........
aples.........
Miio e man* 349
cidades de Ita-
lia............
Madrid..........
Barcelona.......
Cdiz...........
Malaga.........
Tarragone......
Valencia e ootraa
.idades da Hes
panba e Ibas
Canarias......
Lisboa.........\
Porto e mais ci-f
dades de Por-?
tugal e ilhas... )
Buenos-Ayres-----)
Montevideo......)
Nova York..
Banco Hipotecario de
Espaa e suas agen-
cias.
Banco de Portugal e
sua* agencias.
English Bank of the Ri-
ver Pate. Limited.
O. Amsick & C.
Compra caques sobre qualquer praca do impe-
rio c do eatrangeiro.
Recebe dinheiro em cuita crreme de movi-
ineuto com jums a laxao de -/o ao anno e por le-
tras a prazo a juros convencionados.
O gerente,
William M Webter
Monte Pi ds Voluntarios da
Patria
Este associacio tenda mdalo a tus sede para
a roa do Imperador n. 16, contina haver suas
sesooes ordinarias teda- as s guadas feiras, salvo
quando estas for -m da aaotificado.
Manta Casa de Misericordia do
Recife
Na secretaria da Santa Casa arrenda-se os se-
guintcs predios :
Ra do Bom Jesns n. 13, 3- sudar.
dem dem n. 44, 1- andar e toja.
dem do Vigario Thenono u. 22, 1- andar.
I l.in dem u. 25. sobrado.
Uem do Marques de Oiinda n. 53, 3- andar.
dem do Apollo n. 24. 1- andar.
lie., da Moda n. 4'.
Ipcm dem n. 47.
dem idem n. 4H.
dem idem n. 37.
dem da Linguete n. 14, 1' sudar.
Boceo do Abrea n. 2, 2- andar.
Secretaria da Santa Casa de Misercordia do
Recife, 25 de Maio de 1887.
O escri vo intSrino,
Francisco (romes Castellao.
llliDOl
Companhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Estabelcida em !&>
CAPITAL 1,000:000^
SINISTROS PAGOS
_C 31 de dezembro de i884
Harilimos..... U_0:000$000
Terrestres,. 316:
44Ru do (ommrclo
SEGUROS
\4ARITIMOS CONTRA FOGO
Companhia Phenix t'er-
nambuoana
Ra do Commereio n
COMPANHIA DE SEGS
COSTRA FOCO
ftorlb British Hercanttle
CAPITAL
fooo.ooo de libras sternas
A O EN ES
idomson Howie & C.
AGENTE
Miguel Jos Alves
N. 7RA DO BOM JESS-M 7
seguro* mariilmu* e lerreatrea
Nestes ltimos a nnica companhia nesta praca
que concede sos Srs. segurad' s is^-mpcSo de paga-
mento de premio em cada sttimo anns, o que
equivale ao descont annual de cerca de 15 por
cento em favjr dos tarai-adir.
linited Siales Brasil H. 8.1 C
0 ?ajor AlliancB
spera-se de No .r
News, at o dia 31 c Julho
o qual seguir iup> = d
demora nec islario pua
Baha, Rio de laneiro e tanto
fara carga, paasagens, e encommendas traer-
<^ com os
AGENTES
Hcnry wster C.
tO-Pt\Ull PEI.\tH8ICt\l
DE
%avegaco Costelra oor Vapor
PORTOS DO NORTE
Parakyba, Natal, Macu, Mossor, Ara-
caty e Cear
0 vapor Ipojua
Commandante Monteiro
Segu no dia 5 de
Agosto, s 5 horat
da tarde. Receb*
carga at o dia 4.
Encommendas passagens e dinheiros afrete at
as 3 horas da tai de do dia da sabida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Femambunaia
n. 1
N 8
A) LOMMERCIO-N.
. andat
SEGUROS
CONTRA FOGO
flie Liverpool London Globe
< n>ni*%\m % i><:
NECUROS
THEATRO
COMPANHIA LYRICA ITtLUU
K OPERAS E lrTOKS
EMPREZA N AGHEL
Direc(o-LtiZ HILIrtE
HOJE DOMIM.O HOJE
Pfliliiio iwtti.ih
DA
COHPASHIA
1NTRANSFER1VET,
BENEFICIO DA ARTISTA
Despedida 'los artistas de operetas
Representar-se-hi a sublim- e apparatosa ope
rete niylbolngica de 0enbaeh :
Juntamente c-m o importante prologo
quadros escrpto pelo diatncto actor
C$sar Fiearra
intitulado
beoebciada ir aos
illastres convidados a
SCENGKAPHI\.DSLUV1BBASTE
VESTUARIO LUXUOSO
IPIflEISES
Em um dos iutervallos
camarotes agradecer aos
honra da sna preseuca.
A' 8 boraa.
londs para todas as linhas e trem para
Apipucos.
AHANH
SEGUNDA FEIHA
l itiuio espectculo!!
Beneficio do primeiio barytono Sr.
I>. \I.IUM
TROVADOR
Protogoniata:
Sr. Rav^i
jn- -_ *""
CHARIEI RS KEINIS,
4-ompanhiaFranceza de X"aTCga
cao a Vapor
Linha qoinzenal utre o Hvvro, Lis-
boa, Pernambuco, Bshia, Rio de Janeiro e
Santos
0
Commandante Hnry
Eapera-se des Dortos do
sul at o dia 5 de Aeosto
seguindo depois da indis-
peasavel demora para o H-
%re.
Conduz medico a bordo, de marcha rpida
e offerece excellentes commodos e ptimo passa-
dio.
As pasragens poderlo ser tomadas de antemo.
Recebe carga enconjmendas e pareageiros para
os quaes tem excellentes accommodacoes.
Para car;*, paesagi-ns, cncommondas e dinheiro
a frete: traa-se com o
AGENT:!
Pieife Steam IVavigalionCompan)
STRAITS OF MAG-ELLAN LINE
Paquete Magellan
E' esperado da Euro-
pa at o dia 31 de
Julho, e seguir de-
pois da demora do eos-
tome para Valparai.-o
eom escala por
Baha, Rio de fanelro e Monte
video
Para carga, passagens, encommendas e din-
heiro a frete traciA-e con os
AGENTES
Wllson wons A 1., Limited
N. 14 RA DO COMMERCIO-N 14
4 OMP4XUIE DBS _MBMAVkS-
RES II -II ITI ni*.
LINIIA MENSAL
Paquete Senegal
Commandante Moreau
Espe.ra-se da Eu
ropa at o dia 3 de
Agosto, seguin-
do depois da de-
mera da custume
para Buenos-Ay
res, tocando na
Baha, Rio de Janeiro e Monte-
video
Lembra-se aos senhores passageiros de tuda
aa clasaes que ha lugares reservados para este
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Previne se aos senhores recebedores de merca
dorias que s se attender a reclam seoes por fal-
tes nos roluines que forem reconhecidas na occa
siao da descarga, assim como oeverao dentro de
48 boras a contar do dia da descarga das alvar n-
gas faserem qualquer rccIamacSo concernente a
volumes que poverutura tenb.m seguido para os
portos do sul, afim de poder-se dar a tempo as
providencias necessarias.
Para carga, passagens, encommendas i diahmr
a frete : fractv.se com u
AGENTE
4u<,'iisle Labilie
9 KUA DO COMMKRCl'J-
Compai i. ra i ilelra de IVave-
LElLUf
O de mobilias, pianos, quadrjs, objectos de
electro-plate e eavallos, anaunciado por interven-
ao do agente Pinto, pora a casa em que marou o
Sr. H. Lundgren deve ter lugar sagnnda-feira. 1
de Agosto, na ra do Bari d' S. Borja n. 34,
para onde partir s 10 horas e 20 minutes o
bond que dai passag.-m gratis aos concurrentes
ao leilao.
Leilao
De dous cavallos rodad .s proprios para carga e
para sella, se.vindod? base a offerta de 50*000.
cada um, devendo ser effeetuada dita venda
1 hora da tarde do da
Segunda felra I de Agosto
Por occasio do leilao d s movis na casa n. 31
da ra do Barao de 8. Borja, em que morou o
Sr. Lundgren.
Leilao
DE
De urna parte do sobrado sito rua da Aurora
n. 151, em solo proprio, no valor de 3:344/457.
Da casa terrea sita rua do Coronel Lamenha
n. 35, antiga dos Praseres, freguetia da Boa-Vis-
ta, com 1 porta e janella de frente, i salas, 2
quartos. cozinha, quintal murado, cacimba, med do 9 metros e 6 centmetros de frente e 9 metros
e 35 centmetros de fundo.
Segunda feira 1 do Agosto
A's 11 horas
No armazem da rua do Mrquez de Olinda
n. 19
O agente Gusmo levar a leilao os predios
cima mencionado), podend ser examinados pelos
Srs. compradores.
Santa Rita n. 61 (S. Jr>3),.um sitio e casa na Bo-
Viagem, metade da cas t n. 21 rua do Hotoco
lomb.
Os Srs. pretendentes podem desde j examinar
s ditas casas, e para qualquer informacao o mes-
mo agente dar.
Leilao
Da casa terrea n. 32 rua do Sacego o_
solo proprio, com grande sota
Quarta-feira 3 de Agosto
Rua do Imperador n. 24
_'s II horas
0 agento Stepple por mandado e assisteocia do
Exm. Sr. Dr. juiz de direito de orphos e ausen-
tes a requerimeuto do testamenteiro e inventa-
riante dos bens do finado Manoel Antonio Teixeira
levar a leilao a casa terrea n. 32 roa do Socego
em solo proprio, com grandes eommodos para fa-
milia.
Os Srs .pretend ntes desdo j podem examinar a
dita casa e pedir qualquer informacSo, o mesmo
agente dar ; a ib iv>: acha-se defro i e no esta-
belecimento do Sr. Braga (vends.)
AVISOS DIVERSOS
Aiuga-se casas a 8CA/0 no becco dob Cue-
llos, junto de S. Goncallc : a tratxr na rua da
Imperatrz n. 5fi
Anga se por lOtOOO a casa n. 21 na Var-
sea, defroute da estaclo, eom >-r.-nacaj ; a tratar
na rua da Imperatriz u. 5b.
ALUGA-SE o 3o andar Ja rua do Imperador
n. 26, com bastantes eommodos para familia
quem pretender dirija-se
Olinda n. 8.
rua do Martnez de
4iVo a Vapor
PORTOS DO NORTr
O vapor Camillo
Commandante Franck Coddith
E' esperado dos portos do sul
at o dia 7 de Agosto, t
seguir depois da demora in-
dispensavel, para os portof
do norte at Mtnos.
Para cni-ifa, pao!>aieib IHiQMMMttOM t vai-r*-s
tracta-se ua agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
PORTOS DO SUL
Vapor Espirito-Santo
Commandante Joao Mana Pessoa
E' esperado dos rtns do
Surte at o dia t de Agosto
e depois da demora indis-
' pensavel, seguir para os
. f-tns do sul.
Recebe tambem carga para Santos, Santa Ca-
tharina, Pelotas, Forte Alegre e Rio Grande di
Sul, frete modic .
Para carga, passgens, encommendas e valores
trata-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N 9
I"
DampschinTahrls-GeselIschafl
0 vapor Valparaizo
L' esperado dos por-
tes do sul at o dia 2
de Agosto e seguir
d poia da demora ne
.6aria para
Lisboa e Hamburgo
Para passageiros e carga a firte trata-se com os
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & C.
JA DO COMMERCJO N. S
/ andar
Ce
panhi (Sahiana de narega-
Maci, Villa Nova, henedo, Aracaj,
Estancia Baha
O VAPOR
Principe do Gro-Par
Commandante J. F. Teixeira
E' esperado dos Donop ci-
ma at o dia 3 de Ago*o,
e regreasar uara os mes-
mos, depois ddemora docos-
tume.
Para carga, pHssageus.eucommendaaedinhei-
ro a trete, trata-se na
AGENCIA
7tiua do Vigario 7
bomiinr- s Alves Maltas
Leilao
Do bons movis, crystaes, louya, vidris,
albuns, fin"8 objectos de el"ctro plat,
quadros dourados a oleo e oUigrapuia,
um piano, u_a serafina, urna bacatela,
ux bilhar e dous bancos para jardim.
A saber :
l'nUmi'iiii. ierre*
Um piano forte du b--in acreditado fabricante
dErar,,l cadeira para piano, 1 mobilia de Jaca-
randa com 1 sof, 2 cousolo8, 4 cadeiras de bra
eos e 12 ditas ie guarn-co, 2 cad- ras de bataneo,
2 ditas de faia, 4 quadros a oleo, 1 lbum, 4 jar-
ros para Aires, vasos de alabastro, mezas de phan-
tasia, figuras de terra-cota.
Urna meza elas'ica, 1 guarda-loaca, 2 appara-
dores, 12 cadeiras, louc e porcelana para cha e
jantar, copos, clices, couipiteiras, garrafas, ban-
dejas, talheres, cnlheres, 1 relogio de parr.de. 6
quadros olrographicot, urna bandeja, 1 salva, 1
apparelbo pura cha e outros lindos oojectos de
electro-plate.
Um bilh8r, 1 serafina, 1 btatela e 2 b incoa
para jardim.
andar
Urna mobilia de junco a Luis XV com 1 sof, 2
consolos, 2 cadeiras de bracos e 12 de guarnicSo.
4 quadros, 6 jarros e 4 figuras, 1 cama francesa
(nova), 1 toilet, 1 lavatorio, 1 guarda vestido, 1
guarda roupa, 1 marquezao, 1 mesa de jugo, 1 es
pelho, 1 commodu, 1 mesa para machina e amitos
outros objectos de casa de familia existentes no so-
brado da rua do Baro de .-.. Borja u. 36, outr'om
do Sebo.
Segunda-feira 1 le Agosto
O agente Pinto levar a leil- os movis e mais
objectos cima mencionados existentes na sobrado
da rua do BarSo d- S. Borja n. 34, casa onde mo-
rou O Sr. H.'rniau Lundgren.
EM CONTINUAQAO
Vendero mesmo agente 1 moDilia de p> carga
envermsada de preto, luid >s quadros a oleo, 1
guarda louca, 1 guarda comida, aparadores- e
outros mov is.
A's 10 horas e 20 minuto* pnrtir da raa do
Brurn: um bou I da buha 'la M'gd*lent quo dar
passagem gratis ao concurr-ntes.
De 96 SaOMM
Leilao
com assu'-ar
qui-lidad- s
de diversas
Ter^i-feir 2 .ie Agosto
A's 10 horas
Na rua do Apollo u.
0 agente ModestoBapitsta. por mandado do
Exm Sr. Dr. jaixdo comra-rcio ear qu'rimento de
Laureatino Pir- s d C rvalho far leilao de 96
saceos com assucar de diversas qualidades, peoho
rado a Serafim Ignacio Paca Barrete e que se acbain
dspositsdos em mo de Carlos Lonrenco G-imes
& C.
O agente Britio levar a leilao o seguinte :
Um piano, 3 mobilias d mogno, Jacaranda e
amarello, guards-roupa e louca, commodas, toilets,
mesas, marquezoes e marqoezas, cabides, jarros,
quadros, candieiros, lustras para gas cabsnico,
espclho, fasendas e miudezas.
No armazem rua de Pedro Affonso
n. 43
Ter$a feira 2 de Agosto
As 11 boras
Leilao
Porto por Lisboa
Para os portas indicados seguir brevemente
o brigui- portugus Armando ; para carga e pas-
sageiros trata-se com os consignatarios Jos da
8ilva Loyo fe Filbo.
Dj chapeos de feltro e de la, preta, cha-
peos do Chile e de palha para homens,
ditos de Italia e esparlilha para senioras.
mocinb8 e mp_:n*d
Quar la-fe ira 3 de Agosto
A's II horas
Na rua do Mrquez de Olinda n. 3o, onde
foram estabeledos os Srs. Alfredo O agente Martins, far l.-lao por conla de quem
pertencer de chapeos par homens e senheras, em
lotes.
Pnrs liquidar_____________
Agente Burlamaqui
Leilao
De 19 predios
Quinta-feira 4 de Agosto
A'S H HORAS
Rua do Imperador n 30
O agente cima, por mandado e assistencia do
Exm. Sr. Dr. juis de diroito privativo de orphos
e ausentes, e a requerimento do consol de Porta-
gal, levar a leilao os predios pert' ncentes ao es
polio de Manoel de Carvalho Meura, como sejam:
Urna casa terrea sita rua Dimita de Alega-
dos n. 68, ama dita na raesma rua n 72, ama di-
ta n. 28 roa do Motocolouib, urna di'.a na mes-
mu rua n. 27, nma dita na mesma n. 2, urna dita
idem n. 23, nma rua do Bom G sto n. 36, urna
dita rua de S. Miguel n. 25, noca dita idsm n.
10, outra dita na travessa de S. Miguel n. 1, ou-
tra na mesaa travessa n. 4, outra dte dem n. 18,
outra dita idem n. 25, outra rua diieita n. 28,
entra 4 rua do Quiabo n 52, outr* 4 rua Velha de
Precisa-se d urna cosinheira e de um criado
para casa de familia ; a tratar na rua do Baro
da Victoria n. 3, Uja.
Na rua dos Pescadores n. 32, precisase de
um menino de 12 a 14 anms de idade, para ven-
der tabo.eiro, e que seja de boa coudueta.
= Vendr-se um piano bom : a tratar na rua
Direito, na l Alugna-se o sobrado grande rua do Pay-
sand n. 40, cin eommodos paia grande familia,
tem agua e gaz ; a tratar na Entrada do Cajueiro
com o Sr. Braga.
Prcisa-s de urna pessoa que 1 aiba coziubar
bem, homem ou mulher, ros Vinte e Quatro de
Maio n. 13,1 andar.
Aluga-se, na roa Vinte Quatro de Maio n.
41, urna casa com 8 quartos, boas salas, agua en-
cana la e banheiro pn-prio para grande familia
a tratar na rua do Duque de Caxias, n. 85.
Vende.-ae o salao acadmico para cor
tar cabelle e barbear, com to los 63 utensilios, ga-
rantndo-se as chaves ; a tratar no mesmo, rua
da Imperatriz n. 30.
A aba _} assignada, senbora e possuidora de
um prazo, de turas na comar;a de Gravat, desta
provincia, vem declarar pela imprensa que nesta
data tem autorisado a directora da dev^ca-> de S.
Joo Baptista, que se venera no 1t districto de
S Jos do Recife, tirar de tuas trras toda s
madeira que fr necessaria para as obras da ca-
pella e do hospital da r ferida deveca >, e para que
nao hy. a moor op.iosi;!) por pxrte de quem
quer que seja, apresenta os limites de suas tr-
ras, que vem s ser os seguiotes:
1/ rrendo o marco Boeira em seguimento aos
lugares Russas e Grutas, at e povoado de Gr-
vala, a limitar com trras das propri- dades Ta-
mandu, Manoel Matute e Minoguaba, dividindo
com terr-is de Frincisco Alves e Russss, pelos
mreos da linba do sol at o lugar denominada
Minhocas, e terminando no marco Resins, a divi-
d r coiu torras de Joo Flix.
Por nao sab'T ler neo eserever, pedio ao Sr.
Eduardo C. Rodrigues S -tte para por ella aasig-
nar este deelara^o, o que fez peraute as teste-
munhas abaixo dcalaradas.
Recite, 27 de Julho de 1887.
A rogo de Florinda Anselma de Moura,
Eduardo C, Rodrigues Sette.
Testemunhas
Arthur Baha.
Miguel Cesar Cavalcante.
Lo ja das estrellas
VproveHeui
E' PARA LIQUIDAR OS SEGUISTES AR-
TIGOS:
Merinos de la com duas largaras e de todas as
cores, de 1*200 a 560 res.
Madapolo americano com pequeo toque de
mofo, de 12jt a 6
Id.-ra Boa-Vista de 7 a ..
Guardanapos de 4 a 2.
Fusto branco d e500 a 240 ris o covado.
Linn de ndissimas cores, lizas de 600 a 240 rs.
Sur de hubo com um metro de largura, de 700
a 320 ris.
Casimira golp m para vestido de senbora (novi-
dadr) de 60J a 240 ris o covado.
Cretone americano, claros e escuros, desenbos
novos, de 401 e 5u0 a 240 ris.
. Setinetes lavrados e lisas, de 800 e 500 a 240 e
320 ris.
Babados muito largos e estreitos de 1* e 4* a
500, 1* e 'v200 lis.
Cortinados de crochet de 40 e 50* pr.r 20.
GaarnitS.s de goilinha e punhos para senbora,
de 2*500 a 1*.
Mcias inglesas de 12* a 6*.
Visitas de vedado para senhora de 50* a 60*
por 20$, 25* e 30*
Cambraia suissa Cun duas larguras de 10* a
peca por 6*.
Cortes de cambraia bordada, cora pequeo toque
de moto, de 9* e 10* a 4*500 e 5*.
Brius de linho para calcas de 2* a 1*200 ris.
Lencos de cor, com barra, de 2*400 a 1*200 rs.
E bem assim urna grande quantidade de retalbes
de seda de todas as cores que vende de 400 a oOO
ris ao covado, e ontros inultos artigos que deicba
de mencionar por falta de tempo.
.'i! Rua doDuqie da Caxias .6
Telephone 210___________
Ultimas notas ao ap-
proximar-se a hora
CRISE E MAIS CRISE I !
Todos perguntam o qua ha de novo. Recebes-
tes algum telegramma da corte ? Uns dizem
que s'm, outros discn que nao, e alguns em reser-
va que foram apenas consultados. E no meio
desta eonfusao presentara se Pedro Antones &
C., (fftreccndo as sfguintes novidades, que natu-
ralmente agradara rouito mais ao sexo amavel _e
das.modas, a quem msito particularmente pedi-
mos a vahosissima proteceo. Com licenca......
Bonitos ramos de flores de laranjt para um ele-
,nte. vestido.
B ns leques diaphanoa de bonitas cores.
Gnnaldas e v-a para todos os precos. Renda
hespanhola, erme e preta, em seda e em linho
bordada.
Finas meias arrendadas de cores, ditas bordadas
a seda e muitas outras quididades em meias para
senhoras.
Completo sortimento em bordados, Victoria e
transparentes.
Commodos esparthos para senhoras e moci-
nhas.
Finos extractos e aguas para toilets .
Especial cold di cine para araaciar a cutis.
Nao menos agradavel p Candor para perfumar.
Finos sa bonetes perfumados e medicinaes.
Variedade em cutilarias finas.
Que sortimento de artigos para presentes '
Oculos t pencinez d'aco e tartaruga.
Pianos para crianzas e grande variedade em
calungas. ~ __
Que beneeas interessantes Capases de fasci-
nar qualquer crisnea. E mmtos outrts artigos
de que estamos prevenidos, ptrm que nao que-
remos abusar da paeirncia das amaveis leitoras.
ea-SUA DUQUE DE CAXIAS63
NOVA ESPERANQA
Pedro Aniunes & 0.
Al!
Precisa-se de uma*ama para cosinhar, rua do
Livramento n. 8, loja.
^








_
^


TSE'*"

Diario -e PeruaiubucoDomiiso 31 de Julho de 1887
CAJIJRIJBEBA
PRAPERADO YINHOSO DEPURATIVO
APPBOVADO PE JUNTA DE HYGIEHE PUBLICA DA GOSTE
Autorizado por docrelo imperial de 20 de Jonho de 1883
Gomposie^ de Firmiiio Candido de Figueiredo
EMPEEGADO COM A MAIOB EFFICACIA NO BHBCMATISMO
DE QDALQEE TATEEZA, EM TODAS AS MOLESTIAS DA PELLE, AS
LEUCORBHEAS OD FLORES BRANCAS, NA A8THMA
beonchites (molestias das vas respiratorias), nos soffrimentos
OCCASIONADOS PELA IMPUREZA DO SANQE E FINALMENTE
AS DIFFERENTES FOKMaS DA SYPHILI6
PropagadorA. P da Cunha
As importantes curas, que este importante medicamento tetn produzido, attes
tadas por pessoas de elevada posi5o social, fazem com que de toda parte seja ello
procurado, como o melbor o mais enrgico depurativo do sangue.
Depurar o sangue, como cndilo de urna circulac&o benfica e efficaz, eis etr
que consiste principalmente o meio mais seguro de conservar a aade e de curar at
molestias que a impureza do sangue occasiona.
O Cajrubba, pela sua acc&o tnica e enrgicamente depurativa, a medica
ment que actualmente pode conseguir esse resultado sem prejudicar nem alterar as
funecoas do estomago e dos intestinos, porque nao confm substancias nocivas, apesar
do vigor depurativo dos productos que constituem a base principal d'este medicamento.
As muitas curas que tem feito, estilo comprobadas pelo testemunho dos dis
tinctos e conhecidos cavalleiros que firm&m os attestados, que este jornal tem publica
do em sua secc.!lo ineditorial
Deposito central, Fabrica Apollo, ra Hospicio 79
A' venda em mulin pbarmacln do Brasil e-tf* eatraiiReiro
H
Ra I de Marco n. 6.
Participan) ao respeilavel publico que, tendo augmentado sen
estabelecimento de JOIAS com mais urna seccSo, no pavimento terreo,
com especialidades em artigos de ELECTRO-PLATE, convidam as
Exmas. familias e. seua numerosos freguezes para visitar seu estabele
cimento, onde en< ontrarao um riquissimo sortimento de joias de ouro e
prata, perolas, brilhantes e outras pedras preciosas, e relogios de ouro.
prata e nikel.
Os artgee que recebem directamente por todes os vapor sSo
exacutados pelos mais aindiados especialistas e fabricantes da Europa n
Estados-Unidos.
A par das joias de subido valor acharSo urna grande variedade
ie objectos de ouro, prata e electro pate, proprios para presentes de
asamentOB, baptisados e nnniversarios.
ero em rela^So ao pre^o, e nem qualidade, os objecto cima
mencionados, encontrarSo concurrencia n'esta praea.
^
^GRAPHW Alifa
DE
ALBERTO HENSCHEL & C.
Si-Bu d tan lia Vitlirii-52
Este acreditado estabelecimento photographico participa ao reapeitave publico,
que contina a executar os mais aperfeicoados trabalnos pelo systema mais moderno e
mais apreciado. Acha-se habirlitado a sasfazer as mais diffijeis exigencias, quer em
nabalhos pbotogropbicos, quer em pintura a ole?.
Alm de seu trabalhos pbetograpbicos que sao per de mais conbecidos encane
ga-se tambem de rpiratos a oleo para o que j se acba entre nos de volta de sua via-
gem a Vienna d'Austris, on le visitou as principaes galerias, 4 eait>in pintor Ferdinaud
Piereok, bastante ci>nhecido pela perfeicSo de seus trabalhos, eeteve em nossa casa e ltimamente o auno passado.
Para satisfazer m geral a todos que honraren) o no^so estabelecimento com
enas encommendas participa que alm dos retratos, seja qual for o systema, tambem
recebe encommendas para qualqupr vist cu piysagew, quer photographicas, quer pin-
tadas a oleo, sendo o encarregaiio destas ultima o mui conhecido paysagista o Sr.
Telles Jnior.
Rogase s Exmas. familias e mais pessoas o obsequio de honrarem com sua*
visitas nosao estabelecimento, onde sempre existe urna magnifica exposigao dos traball os
que execatamos e onde tambem os senhores visitantes ensontrarSo Ibaneza no tracto,
perfeicfto nos trabalhos e modicidade nos precos.
C, Barza,
GERENTE. _
FUNDICO GERAL
ALL4N PATERSON 8" C
N.44Ru i do Brum--N. 44
'UNO A EflAfJAO DOS BONDS
t o_ *a vender, por pre^ mdicos, as segu ferragens:
Tac didas, batidas e caldeadas.
Crivac diversos tamanhos.
Rodas de spora, idem, dem.
Ditas angulares, idem, idem.
Bancos de ferro com serra circular
Gradeamento para i ard m.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos m*4eto<
Portasd fornalha.
Vapores de forca de 3, 4, f>, 6 e 8 cavallc-
Moendas de 10 a 40 pollegada de panadUr*
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se deconjertos, eassentameDEo .. ni re o o secumm qu*j-
trabalbo com perfeicio o prestez..
etbu 6 igor para
DOEirgAS
ESTOMAGO, FIGADO e INTESTIN
VINHO E XAROPE DE JURUBEBA
BARTHOLOMEO & G*
PRaM. PB8NAKEU00
Unios preparados de Jnrubeba approvadot pele Academia e Medicina, el
I recommendados pelos Mdicos contra as Mit*ti*s d ~*fomiso, Perd da Appa-1
tt, Dicesta** difllceu. Dyspepsia c todas as Molestias cIj flfado, c do Bato, I
na Diarrhsa roica, na Hidropesa.
CTTtDAJDO COK AS ALSIFIOAiJES I
EXI&.R fea A?:*-m2*
as.
S ^ P
fifi r~
Zti

s
B0

GC
8AUNDERS BROTHERS & C, largo do Cor-
pa Santo d. 11, teem para vender :
Ct'rvtja preta e branca, de M. B. Forster &
Sons.
Dita allemS, Plisen Beer.
Vinho Shnry. Amentillado.
Dito Bordeaux, 8t. Julien.
Whisky, Thiste Blend Scotck Wisky *m
Dito *
Presuntos de Adamaon.
Mairena de Browns & C.
Phospboros. Ainestosto Safety Matches.
Tintas em masas, branca de zinco, de chumbo
preta e verde. .
Zarcao.
Plvora da mnito conhecida e acreditada marca
EB.
SEMOLIM
De Brons C, de Glasgow
Este artigo, preparado por um novo processo
de trigo da melhor qualidade, possue os elemen-
tos necessarios para nutricao de criancas e doen-
tes, e muito se recommenda por ser de fcil di-
gestSo e gosto muito agradavel ; tambem pode-se
fazer urna txcellente papa, misturado em partes
iguaes com a maisena dos meamos fabricantes,
addicionando-se-lhe algum leite. nicos agentes
nesta oraca, Saundere Brothers & C., largo do
Corpo Santo n 11, primeiro andar.
CASA DA FORTUNA
Aes 12:000^000
Bllhetes garantidos
23 RA PRIMEIRO DE M ARQO 23
Da 7a lotera da provincia venderam
Martina Fiuza & C. os seguintes premios
garantidos: 1288 e 6892 com 30^000
cada um.
Acbam-se venda os afortunados bi-
lhetes garantidos da 8* lotera da provin-
cia em beneficio das institaicoes de cari-
dade e religiosas, que se extrahir quan-
do for annuciada.
Farello tls caroQO de nigodo'
a 400 rs. a arroba
Cbegcu a primeira remesaa do precioso farello
de caroco de algodo, o mais barato de todos os
alimentos para animan de rafa cavallar, vaceum
suino, ate. O caroco de algodilo depois de ex-
trahida a casca e todo o oleo, o mais rico ali-
mento que se pode dar aos animueg para os forta-
lecer e engordar com admiravel rapidez.
Nos Estados-Unidos da America do Norte e na
Inglaterra elle empregado (com o mais feliz re-'
aultado) de preferencia ao milho e cutros farelljs
que sao mui'o mais caro e nao sao de tanta sus-
tancia.
A tratar no BeeifeA Lar o do Cor-
po Santo. Io andar
Criad
Precisa-se de um ra de Paysand n. 19
iPaSH-gcm da Magdalena).
Criado menino
Na ra de Mathias de Albuqut:rque n. 19, ae
precisa de um menino para criado.
Cerveja
TheBicycle Brand
Marca %'eloclped
A melhr e mais pura qualidade. nova remesaa
k veri'la, ra da Cruz n. 18. Ccmpras de cinco
caixas para cima tem descont.
UNTURA POMADA
NICA TNICA
DE FILLIOL DE FILL.IOL
WSTAKTANEA ir i barka. i ROUSlpuiluui!
a* db vidro. ia prafaraklt I Vcot
m iiTgem soa Cdr prlmlfJT
VtceJUienl aa Variar FXUIO&,47, rufiritue, FiaT
V fWUHiO^c : FBAN- M. da SILVA.
Aviso
Emilio Billion, Engenbeiro Mecnico, e>grre-
ga-se de montar novoe ppnrelbos, dos melbores
fabricantes franeezes, *> pelas condicoes e precos seguintes :
O aasucar sera fabricado pelo systema Bro-
cheton e Billion igual ao da Usina Pinto.
Garante-seno mnimo 9 % de assucar cris-
tallisado de todos os jactos, e 10 de repreasao, augmentando os precos abaixo de-
clarados.
O trabalbo dos apparelhos ser por 24 h-
ras, se aproveitarSo os edificios existentes, com
pequeua8 reformas ; os propietarios darao todo
material, como : fijlos, cemento, cal, area, ma-
deira, etc. ficando por conta do empreitorio todo
Ama
Precisa-so de urna ama para cosinbar e lavar,
prefere-se qne durma em casa ; no 3 andar da
typographia do Diario.
4ma
Precisa-se de ama para engommar e mais servi-
cos de urna casa de familia na typographia do
Diario no 3* andar n. 42.
Ama
Preciaa-se de urna para cosinhrir e lavar roupa
de meninos, que durma em casa, na typographia
do Diario, no 3 andar n. 42.
Ama
Precisa-se de urna ama para lavar e engommar,
para casa de familia ; a tratar no hotel n. 30
ra da Madre de Deus.
Na ra das Flores n. 19, precisa-s de urna
ama para cesinheira e outros servic;s de casa de
pequea familia
As Punas Catharticas
Do Dr. Ayer.
A expuriei'.ein d iplicado ;s Pirulas d
I>r. Ayer, i
obtldos com as mesmns. Ha mais dn qu:ir
que esta." Pflnlu obtiveraui m
.1. qne nwBna untra mededi
podido r.vligar. .
As Pilih.- no DB. AVEit, purgara corapletm-
ni'iitu o ventre com suavidade, e estimulan u for-
titlcam os orgC *
As Pilulas do Dr. Ayer
curam ini.iffOStAo inj)edm**nto. e ovitan muit?
. motrVadM
pora]
::i ae doenv TJllS.
cujos symptoma- Ardor IV-.<> D BatOBM^O, >;tn.-<-:(. M1*-!*.
D&rsMd l .\-.;:i. HftUto Ftido, !>bre Hulosa
e Colicu. DrrH do .'stoin.i. osiiaduas,
Incha^fioB flyiropic;-;. ele.,nftdfl M nllivl
com segura pUdio como as Pilulas do
Db. Ayki;; u tude utilidude no
CimtlTO <\n< H*-:norrho(i:i-;.
o 11 r.'. tn> egual.
PEEPAKADAi PELO
Dli. J. C. AYER k CA.,
Lowell, aiass., E. U. A.
A' Moda nsafyrinclpass pharmaeias e .lrogaHas.
Alnga-sc barato
8ua yisconde de Itaparica n. 43, armasen.
ca.
Ra Coronel Soassnna n. 141, qnarto.
Ra do Rosario aa Boa Vista i>. 39.
Travessa do Carao n. 10, lija.
Ra do Rosario n. 39
Ra do Calabouco n. 4, loja.
fratfc-ae na rus. do Coinm> rcio n. 5, 1 andar
criptorio de Silva juimarae & C.
4lnga-se
Ama
Precisa-se de nina bo: C Iffnbelri
Auroran. 85, merceana.
tu ra da
Ama
'recisa-ae de urna ama para c
de Pedro ASonso n. 58, autiga da
. lt'flHT
Praia
Fabrica de assucar
Apparelhos econmicos para o cozimen-1
te e oura. Proprio para engenhos peque-'
nos, sendo mdico em treco e ef- i
lectivo em operace.
-"ode-ae ajuntar aos engenhos existentes
do systema velho, melhoraado- mnito a
quadado do assucar e augmentando a
quantidade.
OPERAgO MUITO SIMPLES Gramtica launa, segundo o meth do histo-
Uzinas grandes ou engen.ios centraos, rico comparativo e programma de natruecao pu-
machinismo aperfeicoado, systema moder-1 bli^> f**01 pw>fc" Almeida Turres e Morei-
, r i l ra de Azevedo.
no. .Plantas completas ou machimsmo
separado.
Especificacpes e informado s com
Browns c.
5RA DO COMMERCIO5
mais trabalho.
Precw Hmm toirni.
09 n oa i i 8 a *
t 3 8 35 s s ! 1 s p s < f 03
1 100 tonnel. 9.080 k 110 sae. 110:000*000
2 125 11.260 . 140 130:00000
3 150 13.500. lee 50:000000
4 200 . 18.000 . 225 180:000000
Para qualqu er explica fo, dirig rae na praca
Aripi bu u Usina Bosque.
Escola de dan?a familiar
Ra das '^arangairaa n. 12, 1* anrf
U profejsor de danca, abaixo assignado, faz
sciente ao respeitavel publie que resolveu con-
tinuar no fxercieio de sua pr^fistii. Lv^ciona
com tanto endado e esmero, que no espaco de t0
das pode dar como prepaiado qualqoer alumno
nessa bell arte.
Ensilla crinvs com iJtxV de 6 aanos e supe-
rior a f ssa :Ma ie, p>r pT-'f > mtr? raz >av-f, f8m-
bem i-usina gratuitamente as seofaoraa, Ma como
K'cciaua-ae a msica
Aulas todos os d as. Picj razoavel.
Galdino J. S. Mi'udoaca.
Pende toase oa otTrela da pello : I
Usni o melbor remedio, que o PEITO&AL DE
CAMUARA', e veris como vosao soffnmento des-
a;iparece. Vende-se na drogara dos uocos acan-
tea e depositarios geraes na provincia, Francisco
Maaoel da Silva & C, ra do Marque de Olinda
n. 23.
O
iuli- iiK-rnni do lliiniiiopultiit o
Metbodo concuo, claro e seguro de cbrar(
bociceopatbican.ente todaa as im lesti.ts qne I
, affligem a especie humana, particularmente^
| (aquellas que roinam no Brasil pelo
j ( DR. SABINO O. L. PTNHO
n r.- edlccao
I consideravelmente augmentad.i e annotada..
\ VaadWee urjicamente n PtTnambuc. \
[ PHARMACIA HOM030PATHICA )[
Pelo Dr. i. Sabino L. Pinho ) l
mt. vtni\i j i
43BA DO BARAODA VICTORIA43 | /
Ao commercio
Pinto & C est beiecidos com fabrica de vaa-
gres e tenebras, ra de Marcil oflNas n. 8. de-
clarara que nao se entende ct-m ellea o protesto
de urna letra da quauti. de blfitGO, por quanto
nada devem nesta praca ou fra della. Recife, 28
de Junho de 1887.
Pinto 4C. B
Tinta preta
INALTERAVEL

H mu
PHARMACIA CENTRA L^
38 Ru ImperaA r 3 I
PernudiNiri
Entreja-se os sete fascculos.
Vende-se na Livraria Industrial,
rao da Victoria n. 7.
rus do Ba-
3 grande sitio Tacaruna, no Salgadinlic, com bas-
cantes trras para plantacoes e muios arvoredos :
nem pretender dirija-se fabrica Apollo, ra do
[ospicio.
Alua-se
um grande sitio, contendo as principaes fructas,
no Caldeireiro n 9, com boa casa de morada (que
foi do finado Mauede), tendo agua e gas, a qual
confronta com a casa do Dr. Aljofarado ; a tra-
tar na ra dj Apollo n. 30, 1- and&r.
Alug't
i-se
Serve para eseripturacao mercantil e d tres
quatre eopiaa de urna vea
Ao publico cao com
mercio
Antonio Cime* Perefra
Marianna Gertrades Pereira, Antonio Oemes
Prreira Janior, Anna Elvira Carnairo Pereira,
Arestides Pereira de Leao, Antonio Atnerieo Cr-
neiro Pereira, Joaqnnn Americo Carneiro Pereira
e,' Mana Luita Carneiro Pereira, inconsolavei
pelo passamento de ceu mui presado esposo, pai,
sogro e av-5, Antonio Gomes Pereira ; agradecern
de coracSo s pessoas que companharam o seu
sabimento, e convidam o amigW deus.'' do fina Jo
para as missas de stimo di, na mafyz dcento
Antonio, segunda-feira 1 de Agosto, *a 8 horas
do da, antecipando sincero reconhecimeHtO-
t
\
\
trli
de Man-
do (armo viiai
don^a
Jos Lu GoBeaWe Pereira Jnior soa la-
milla convidam aos mus amig, e prente e aos
da finada, para assistirem as missas que se bao
de celrbrar na igreja de 8. Francisco, stimo dia
do fallecimento de D. Maria do Carino Vital de
Mendonca.
len-
Moria do Carao Vital de
donra
Augusto Cesar Pernra do Mendonca (ausenie),
seut filhos e canhadas, donvidxm aos seu amigos
e prenles para astistirsm s missas que se bo
de celebrar na igreja de 8. fraaelieo, Ai 8 horas
da manbS do dia 2 d>> Aeosto, sef'rffio d fall. ci-
me'ito de sua presid; ep*:sa, mai e irmS.
Maria Rita da Coala declara que fez venda de
seu estabeleciment > de iuihadoi e padaria, sito
ao pateo de Sinto Amaro da cidade do Cabo, ao
Sr. Antonio Goncalves Plecb, Scando o activo e
passivo dos mesos estabelecim >ntos a cargo do
comprador. Cidade o Cabo, 27 de Julho de
1887.
Cosinheira
Precisa-se de urna boa consinbpira de conducta
affiancavvl, na ra da Aurora n. 27.
Ao commercio
O Sr. Secundino
Maurica nao mais
nosso empreado.
Francisco Manoel da
Silva 4r C.
Kecife, 20 de Julho de 1887.
PILULAS
JURUBEBA'
BARTHOLOMEO a C
Pinrm. Ptrnambuco.
i'lirio a Anemia. Flores branca*.
Falta de Menatmaeo,
I Debllidade t Pobreza de sanguej
; Kraziglr a assignatura,
a casa terrea na travsaa da Poate de Uchi n.
12, com bastantes commedos para grarrda fami-
lia, com sitio murado e arborisado, b a agua po-
tavel para beber, deposito e banheiro de cimento
e bomba, fie a a dita casa margem do rio Capi-
baribe, cora banbo doce temperado e salgado :
quem pretender dirija-se ai rne?mi sitio, das 6 as
10 horas da manbS, que cneDnfrjr o proprie-
tario.
\luj;a-se
as casas na. 22 e 24 da ra do Lima, em Santo
Amaio, caiadas e pioladas de novo, com 3quar-
tos, 2 saias e quintal com cacimba ; quem pretn-
delas dirjase ra do Mrquez de Olinda nu-
mero 8.
Ahiga-sc
o 1- andar da predio u. 21 ra do Bario da
Victoria ; a loja do prtdio n, 117 ra Direita ;
e caainhas do becco da ra da Palma ; a tratar
na ra doVigarion. 31, 1- andar.
Senenles k carrapato
Compra-se graudes e pequenhs quantidade :
n drogara de Pri neiscd M. da Silva (c C, roa
do Marque de Olinla n. 23.
LEITE NATURAL
(Selva)
ALVELOZ
CONSERVADO LIQUIDO SE1 ALTEBAE-8E
O ALVELOZ, planta da fani'ia das tuphorbia-
ces8, qne habita os uoaeos sertots, boje reconbe-
cio como um verdadeiro especifico para destruir
'8 epitheliomas ou cancroidea, facilitando a reno-
vacio vb tecidos atacados, e trazendo afina! urna
cura coropieiVsem outro tratan:ento que a appli-
cac5o tpica de sfifueiva (vula^rmeate leite) como
caustico.
tio numerosos os casos de cura, alguns dos
quites ja levados ao conhecimen o do publico, em
diversas publicacdcs, pelos il ustrades clnicos
desta capital o no estrangeiro, Ja 8rs. Drs. Alci-
biades Velloso e Bandeira, e o itimos resultados,
tambem fciam obtidos as feridas e as ulceras
chronicas de carcter i-vphitio-s.
DEPOSITO GEB AL
Pharmacia e Drogara de Bartho-
lomeu X C. Succ ssores
34, Rut Larga do Rosario Pernamb
Jludaiica de cartorio
O escrivo do Civel e crime, tenente Felicissi-
mo de Azevedo Mello, nradoo o seu cartorio para
a ra do Imperador n 16, 1- and^r.
Bom emprego de capit I
Vende-se um grande sitio as proximidades
desta capita'. tendu boa caaa de vivenda, estri-
bara e outras dependencias, com grande coquei-
ral e matas, fieando a casa prozima praia de
banhos ; quem o pretender, dirija-se ra larga
do Rosario n. 48.
Bom emprego de capital
Vende-se urna padaria com suas pertencas, lo-
caliaada no melhor posto da capital, o proprieta-
rio ilt. mpsiD* vende por ter de retirar-se para
fra da cidade ; a tratar no caes do A pollo nu-
mero 67.
:0tIST?ASD0?EIT;
:D[ CHURGHLi.
O D' Chnrchill, autor da descoberta das
propriedades curativas dos Hypophos-
pbitos no tratamonto da tsica pulmonar,
tem a honra de participar aos seus collegas
mdicos, que os nicos Hypophosphitos
reconhecidos e recommendados noc elle
sao os que prepara n Sir. Swann. phar-
maecntico. 12. ra C: stiglione, Pariz.
O Xaropes de Hypophosphitos de
Soda. Cal c Ferro vendem-se em frascos
cuadrados tendo o nome do D' Churchlll
no vidro sua useignalnr.i no err Itorio e
na tira de papel encrnalo que cobre a rolba.
Cada frasco verdadeiro leva alem d'isto a
marca de fabrica da Pharmacia Swann.
Vendem-sc em todas as Ph
arm r:,is.
uco
Semenies e ra rpalo
Compra-ee na fabrica Apollo & ra do lUspicio
numero 79.
Precisa-se de urna boa
Aurora n. 81, andar.
ira
cosinheira
na roa da
Ao publico eaecwnie'de
Joaqun) Estanislao de Brit < participa ao corpo
commcrcial que comprou a casa de bilbar de
Libanio Costa 4 C, desde o dia 'O de JulOo, livre
e desembaraQaax de t vi i e qu&lqier debito.
Kecife. -9 de Julho de 1887.
Joaquiu Estanislao de Brito.
Ao commercio eao pu-
blico
Francisco Nnnes d Silva, morador roa do
Visconde de L.htama n. ^1, declara que nao se
entende comsigo a parte p.licil do Pir. Dr. ebefu
de polica desta cipital, publicada boje no D ario
de Pernambueo, e par evitar duvidas, de hej em
diante se assiguar
Francisco Nunes Marques da Silvu.
Recite, 29 de Julho de 1887
Criado
Precisa-se de um menino a .4 annos para cata
de familia na typographia do Diaro no 3 andar
k. 43.
Cosinheira
Precisa-se de urna cosinheira no Urgo do Cor-
po Santo d. 17.>3- andar.
jtbWBir
K0MHS^_
Pl** *LERY ttntt-st em toda a Mrt*
asi FELIZ
IIII.III-Ti R4STIbi.it
O abaixo assignado venden da 7* lote-
ra extrahida no dia 18 do corrent a sorte
de 200)$ ero o n 1585, a aortn o 102(5
em o n. 262, as sortea ie 50 am os ns.
47 e 146.
Acham se expottos Vfida os bilheft
da lotera Ho novo plano de 12:0u0|JO00
garantidos a benofictic das koUtnifoV*, caridades e religiosa*, qt se extr.hir
no dia 3 Je Agosto, as 2 horas da tarde.
Antv.'ry AugiiMD dnt $ rKo Pty, .
XAROPE
VINHO deJURUBEBA
BARTHOLOMEO 8 C
Pharm. Pernambueo
L'nicos preparados de JURUBEBA ro-
commendadoi pelos Mdicos contra as
oenca to btoma;o, rifado Bapo
C Intestinos, Perda. do Appetlte.i'tc.
i 5 Annos de bom xito!
EXIGIR A ASSIONATUR/_
Attenco
O chamaco, que veo ultimanifr.te neste>iaro,
ao Dr. la M. di- *., n\, se entende oommiga, pois
que a nirgnem devo l:llt'00. Se deveSe, e O
meu credor uspc de meio ffto infame, e tonta a
le, chaina! o-h:i aos tribnnaes, dVsde que clara,*
mente declinasse o meu nome. Garanhuns, 19 de
Julho del8S7.
Lydi.> Marian-io de Albuquerque.
fiTKINSON
PERFUMARA INGLEZA
slimid ha m de om socolo; enede isdu
-:- laS -I.BA l' Ouro
PAR!/ IS7S. CAt.CUTT\ 18S1
r=lt otn-ftu exreBM^ M snj qu3Td,de.
... A .imada
AGUA K C0LO.HA DE THWSOH
""! I>"h> wa perdne a sua
t'idoj oa producto*
i -lamado el-
l'l'Hi' ro im.rin.teaitlMBMr
iwrrome e arolnn^a.1 o O
I l Vi. C: aond StrooH, aMM
lMaroai''. Ilo^alraaa"
ao^re urna *' I

*
/. 1
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niiiiri
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W*



Diario de PernawbucoDomingo 31 de Julho de IS87
M
PHOSPHATINA
Falires
iXIMENTAglO RACIONAL
SAS
Mus, Maneas, Amas,
Convalescentes.
Este alimento, de un sabor agradavel, precio!
sobretudo :
Para as MSes, durante a gravidez;
Para as Crianzas, na occasiao de desmamal-ai;
Para as Velhos e Convalescentes.
A PHOSPHATINA constitue o verdadeiro alimente
"das Crianzas alimentadas no seio ou na mamadeira. Nenhuma
Fcula, Conserva ou Pos ditos de alimontaco para a infancia,
pode competir-lhe.
E a administrando fcil do Phosphato de Calcium, que fortifica a$
Criancas durante o seu creacimento.
PAEIZ, 6, Aveae Victoria, 6, PAEIZ
SasMiUriN m Hstmiuco : FRAN- II. U SILVA O.


DE
WOLFF& C.
N.4-1A DO CABGA'-N.i
*
A'eMe muilo <*onhec!de> eatabeleeimen-
lo eacntr r o rr<*peltnv< I publico mxis
variad* e completo sortimento de JOIAS
recef>idas sempre directamente den nuellio-
res fabricantes da r'uropu. e que primam
pelo apurado gosto do mundo elegante.
Ricos i derecos completos, lindas pulsel-
ra. allinetes, voltas de mira era -jadas com
brilhantes, ou perolas, anaeis. cacoletas,
holdes e outrtrs multos rticos proprio
dcBtm genere*
ESPECALIDADE
- m relogio de curo, prata e nickelados.
para liooi ux, senhoras e meninos dos mais
acreditados fabricantes da Europa e Ame-
rica.
rara todo* os artices dcsta casa garan-
te-*, a boa qualidade. aasim como a mad'ci-
dade nos preces que sito sem eompetecfa.
1%'esta casa tambem concerta-ae qual-
quer obra de ouro ou pra?-. e tambem reo-
slos de qualquer qualidade |ue seja.
4Ra do Cabug4
''r
3H6
ORIZA IACTE REME ORIZA tMZA VELOUTE
aos Consummidores
PERFUMARA oriza
PARS 107, Ba Saint-Honor, 207 PARS
OS PRODUCTOS DA PERFUMARA ORIZA L.LEGRAND
devetn seu rarretM e favor publico :
X* li ciliado Mcratrita un ve i C i ui sjuifUat iialltravel
lio IjhricadM. f i fiiriiiO t un perfin.
MAS SE IMITA OS PRODUCTOS DI PERFUMARA ORIZA
sem attitigtr ae seu grao de delicadez e perfeloSo.
i A apu&tuLui nBlftf tLit imtacdes sendo idntica aos Vert*- S
Fj. deiro* Producto! Oriz,, 0$ rrmsnmmidoret dewro M j]
Ro. precaver contra este commercu, titirito e considerar como TIF
W coutnifaccao qualquer producto de qualidade inferior ^
* 4 ^Mit.1THKMll.iMM'MKUI||i O
Remesan do Catalog mostrado & pedido fransjaeado.
'A
*
Lotera da Provincia
Extrahir-se-ha quarta-feira 3 de Agosto s
2 horas^da tarde
Acha se venda a 8.a lotera a benie-
fiio d F*reja de S. Pedro do Recife, que
k- lu^ar no consistorio daigrej de Xossa
Sotofe#ra da l1oncei<;o dos Militares, onde
estuiv) expostas as espher^s em orden; nu-
mrica, para serem examinadas.
ATOVR
Centro de novidades
Contina em liquidacao popelinas de seda, a 500 rs., o covado !
Bordados tapados e transparentes, a 500 rs., a pega 1
Lencos abainhados, a ltfUC e 2#000, a duzia !
Mtins, estampas inteiraroente novas, a 400 o 440 rs., o covado.
Me8s cruas para hornera, a 7000, a duzia !
Cortes de iinbo montados em cartao, a 155000, um!
Plastons de cores, desenos novos, a l400, um !
Percales, mui finas, a 230 rs., o covado 1
Algoi 5o Petropolis, de cor, a 320 rs., o covado!
ARTIGS especiaesi
Visites pretas colmares e momesias, grande novidade e de apurado gosto, sem
competencia em precoa!
I Surab furta-cres, lisos e de quadros, especialidade !
Brevemente ni nova expsp
Pharsacia central
Roa do Imperador n. 3*
Jos Francisco Bittenconrt, antigo pbarmaceu
tico da pbarmacia francesa roa do Bario da
Victoria u. 25, avisa a seus amigos e fregueses,
que se acha na pbarmacia cima, onde espera
continuar a merecer a confianca que felizmente
depositaran) em seus trabalhoa protessionaea.
VENDAS
A FLORIDA
o*
Ra Duque de Cavia n
ADMIEEM!
Cintos modernos a 10000.
Luvas de pellica a 20500 o par.
dem de seda a 20000, 20500 e 30000 rs.
o par.
Fitas de velludo a n. 9 a 60000 d. 5a
400 rs. metro.
Albuns de 30000 ata 80000.
Ramos de flores fina a 10500.
Luvas de escocia para menino, lisas, e bor-
dadas a 800 rs. e 10000 o par.
Parta retrato a 500 rs. 10000 10500 e
20000.
Anquinnas de 10500, 20500, e 30000 urna.
Plisseis de 2 a 3 ordem a 400 rs. 500 rs.
e 600 rs. o metro.
Pentes para cc com inscripcSo.
Encbovaes para baptisados a 80, 90, e
120000.
1 Caixa papel e 100 envelopes por 800
reis.
Capellas e veos para noivas.
Suspensorios americanos a 20500*
La para bordara 20800 a libra.
Estojos para crochet a 10000.
Bicos de corea com 2, 3, 4 dedos de lar-
gura a 30000 40000 e 50000 a peca.
Lindos broches a 30000 10000 e 500 rs.
Leqnes para menina a 200 rs.
Linhas para machina a 800 rs. a duzia.
Garrafa agua florida a 800 rs.
Lequea com borlote a 800 rs. um.
Bicos brancos para setineta, cretone e chi-
ta para correr babados a 10000 10500
a peca eom 10 varas, e barato.
Albuns de chagrn, velludo e velbotina
para 50 e 60 retratos a 60 70, e
80000 um.
rrfeias de escocia para senhoras a 10500 o
par-
Lencos de linho em lindas caixas.
Bicos das ilbas muito fino proprio para toa-
lbas e saias.
dem b.^ncoa com 5 dedos de largura a
30000 a peca com 10 varas.
Caixas com sortea de jogo de mgica pro-
prio s para sallo a 50000.
Sabonetes de diversas cualidades a 120
200 e 500 rs.
Boleas de couro para menina de escola.
Grande pechincha em espartilhos de linho
30000 um.
Lindas pastas de 500 rs. 10000 20000
30000 e 60000.
Carteiras para guardar sedulas de 100000
a cem.
Ditas letras com os repartimentos de Ja-
neiro a Dezembro.
BARBOZA & SANTOS
SEMPKE NOVIDADES
No arRtazem do l.onvre
DE
Francisco (urge! i Irmu
A' RA PRIMEIRO DE MARCO N.20 A
Esquina
4 Revoluto
O 49 Ra d Duque de Caxias
Tendo recebido um grande sortimento
de fazendas que vende com 25 -0 de me-
nos de que em outra qualquer parte.
Vesham ver para crer
Damass de seda a 10400 o oovado.
Setins Usos a 800, 10000 e a 1 0
Lionayse fazenda transparente a 150000
a peca.
Organdis bordados a 83da, ultima mo-
da a 160000 a dita.
Etamine bordado, alta novidadade a
100000 a dita.
Cachemiras bordadas t. seda a 700 ris
o covado.
Ditas pretas a 700, 800, 900, 10000,
10200, 10400 e 10600 o dito.
Ditas de corea a 800, 10000 o 10200
o dito.
Fustoes brancos a 400, 440, 500, 600
800 o dito.
Ditos de cores a 240, 320, 440 e 500
ris o dito.
Amor da China fazenda de novidade a
400 ris o dito.
Lindas alpacas de cores a 320 rs. o dito.
Lindas lans de quadrinhos 400 ra. idem.
Lines com aalpicos a 640 ris o dito.
Lindos setins de damasss a 320 ris, o
dito,
Gurgurinaa de listrinhas a 320 ris o
dito.
Z'firos escocezes a 200, 240 ris o dito.
Crotones para coberta a 320, 360, 440,
e 500 ris dito.
Crepa idem idem a 700 e 10000 o dito.
Cambraia bordada a 50500, 60000 e
60500 a peca.
Veludilho liso e lavrado a 10000 o co-
vado.
Dito bordado a retroz a 10800 o dito.
Colchas bordadas a 20, 30, 40, 40500
50000 e 6000 urna.
Cambraia adamascada a 110000 a peca.
Toilets para baptisado a 100 e 140OOC
um.
Cortinados bordados a 60, 70, 80, 90000
o par.
Dito de crochet a 500000 o dito.
Meias para homem a 20400, 20800 at
100000 a duzia.
Ditas para senhora de 30 a 150, idem.
Guarnicoes de veludilho bordados a vi-
drilho a 60 urna (alta novidade).
Cobertas forradas a 20800 e 30 urna.
Renda do JapSo a 200 ris o covado.
MadapclSo Gema e Peile de Ovo a
60500 a peca.
Damasco de 13 a 20000 o covado.
Pane da costa a 10400 o dito.
Lencos brancos e com barra a 10800,
20 e 20500 a duzia.
Chales de cachemira a 20000 e 10400
msm
ADMINISTRACio :
PARS, 8,Btnirard Montaartra, tmMIZ |
FASTn-HAS DlQESTTVAfl fabricadas
VlthTOomoBSaesextraktdMaasfoMtm.S _
, de gosto agrada vel e a aua aceto 6 aarta eon-
I tra a Atta e as Diaesttt dif/lceil.
tt BMIHOS. Om rolo para um kanho, para aa pessoas que nao podeat ara fletar,
ra Mtsw m tmitacbu exiftr en todos os productos a
naaoa x>jk. oomp. x>n vicky
UIR A KOECH' \l. SS, d, C. ^^ "-
PHARMACIA CENTRAL
38l-iia do Imperador38
Tendo paaaado por. urna completa reforma acha-se montada a satisfazer coa
promptidao as indicacoes medicas, tendo para esse fim medicamentos de primeira qua-
lidade e especialidades pharmaceutiess dos prmeiroa fabricantes.
:
TTnico Iaa.-vexi.to
C-:jj
'***'
SAIMG*SUCGG*ALFACE
0 melhor dos Sabes de Toucador
^ ^COMMENOr.00 *t* ^
Kvitar as Imita<;6es
>f fiirtri as priacifiaas Perfimmriaa. rain iii i Cabeliarairoa
&
Wm BE SIDOS E BRONZE
um.
Anquinhas a 10800 urna.
Fe*hM a 20, 30, 40, 50, 60, e 70000
am.
Maitcs outros artigos que vendemos cem
25 0[0 de menos do que em outra parte.
Henrique da Silva Moreira
DE
Altenco
Vende-ge um sitio com boa casa de vi venda
com boua commodos e reconstruida de novo, bita
Encruzilbada de Bellem ; a tratar na ra do
Fogo n. 20.
Pecbochas!
4 roa i* de Marco n. 20 4 (Esquina)
I
Ka antigi casaCarneiro da Guaha
\dmirein !
Setinetas lavradas, lindos padroes a 280 ra. o co>
vado!
Fustoes brancos, novos desenhos, a S20 e 400 rs.
o dito !
Esplendido sortimento de lindas las para vestidos,
a 400 e 440 rs. o dito I
Cachemires felpudas h!{> dito 2 larguras.
Mirir.s pretoa e de eflres 800 rs. o dito! dem.
Veludilbos de toda* as cores, bordados, a 10U o
dito!
Cretones de cores firmes a 240 o dito bom ve-
rem.
Damasco de 13, 2 larguras, proprio para capas
de piano, a i o dito 1
Pannos de lindos desenhos para mesas a 1,1600 o
dito !
Coi tinados bordados, riquissimos, a 6 e 7j o par
Guarnicoes de crochet para sofs e cadeiras a 84!
Camisas brancas ioglezas a 364 a duzia !
Ditas de cretone finas a 244 a dita .'
Seroulas bordadas a 124 e 184 a dita!
Lencos em lindas caizinbas a 34 a dita !
Meias arrendadas para senhoras a 64 a dita !
Chapeos para senhoras e criancas a 245C0, 54
64QQ0.
Espartilhos de coursea a 44 e 54-
lri'ir i .rdo lona a 360 rs. o covado!
In'em branco n. 6, de linho a 14500 o metro!
Tapetes aveludadoa a 124, 154 e 224.
Suptriores redes com 4 punhes a 124 o 144.
Colchas francesas a 34 urna.
Cobertas de ganga, 2 pannos, a 34 !
dem de setinetas finas a 34500 !
Lences grandes de bramante a 24 '
Cambraia Victoria de 10 jardas a 34 a peca !
dem c- m aalpicos brancos e de cores a 54, 54500
e 64, 10 jardas !
Madapotoes pelle de ovo a 64200, 24 jardas
Camisas e saias para senhoras por todo o preco
Bordados de Cambraias finas a 14 a peca.
Fiohus e capas de 13 a 24, 44 e 64.
Sertimento de casemiras, cheviots e pannos por
precia baratiasimot.
Grande deposito de fazendas para os Srs. nego-
ciantes do centro, tendo descont as vendas em
groBso.
59-RUA DUQUE DE CAXIAS-59
fcobrado a vender-se
Vende-ae o sobrado n. 87 rna da Aurora, em
frente a ponte do Santa Isabel ; quem pretender,
pode entender-se com o corrector Pedro Jos Pin-
to, na praca do Commerclo.
CW prete superior
Carlos Sinden receben pelo ultimo vapor e con-
tina a vender sem competencia ; na ra do Ba-
rio da Victoria n. 48, loja de altaiate.
Carlos Sinden receben e vende barato por ser
de consignado tres cofres, prova de fogo ; na
ruadoBarSo da Victoria n. 48.
WHISKY
BOYAL BLEND marca V1ADO
Este ezceilente Whisky Escesses -env-
*o cognac ou agurdente de canna, para ortifica
> corpo.
Vende-se a retalho nos a Ihorea armazeni
nolhadoa.
Pede ROY AL BLEND marca VIADO cujo a
me e emblema aae registrados para todo o Braal .
BSOWNS t C, agentes
A LOJA DAS LISTKAS AZI ES
61-A' RUa DUQUE DE CAXIAS-61
Telephooe 3it
Recebeu as seguintes fazendas de novidade
Velludo de seda preto liso e com bordados de
setim.
Velludilhos pretos e de cores lisos e lavrados
com coutas.
Setins lisos e com matiz de cores a 800 e 14000.
Renda de seda hespanhola preta, branca e creme
e com bico.
Cretones, alta novidade, a 520 ris, cores se-
guras.
PercalesJulioha e Naninha a 240 ris.
Las de quadrinhos escuras com matiz a 320 ris.
Metins de quadrinho imitaclo de seda fazetda
larga a 360 ris.
Esgui "io pardo infestado para vestidos puro linho
a W Brim pardo para roupa de meninos a 320.
Bramante de quatro larguras a 800 ris.
Magdalena morim americano fabrieado especial-
mente para aLoja das Listras Azues a 74000,
cem 20 varas, (vale 104000).
Luvas de pellica e de seda a 24 e 24500 o par.
Bicos brancos e creme com matiz a 24, 34, 44
e 54000 a peca.
Lequea transparentesNovidades a 240G0,
24500 e 34000.
Baleias a 300 ris a duzia, melhor qualidade.
C intas para enfeite de vestido, todas as cores a
800 ris o masso.
Oleo oriza verdadeiro a 900 ris.
Lencos brancas de Bretanha a 2, 24500, e 34,
a dusia, em caixas de fautasia para presentes.
Extractos finos, garrafas com ioscripcoes para
presentes a 2J000 e 34000.
inostraa em pentior
Jos Augusto Dias
Livramento & C.
vendem cimento port'aud, marca Robins, de 1
qualidade ; no caes do Apollo n. 45.
Terreno
Vende-se um terreno confronte a cstacao do
Principe, estrada de Jo3o de Batros, com 90 pal-
mos de frente e bastantes fundos, e em alicerces
para 3 casas; tratar na ra d'Apollo n. 30, pri-
eiro andar.
Colarinhos e punhos de
selluloide
Carlos Linden recebeu pela ultimo vapor, e
veade baratissimo ; na ra do BarSo da Victoria
numero 48.
Carrocas, i e raejros
Vende-se urna carroca grande e outra pequea,
um boi e dous carneiros para carroca ; na ra
dos Prazeres n. 15
LUZ D4 CRUZ 1IESUT4
(ifi-Biia do Barao do Triunipho--66
(Antiga do Brum)
Neste estabelecimento encontraro os
Srs. agricultores e seus correspondentes
todos os objectos tendentes a agricultura,
como sejara:
Machinas para fazer espirito, de destil-
lar e restillar, alambiques do antig-o v no-
vo systema com esqueata garapa, serpenti-
nas e carapuc,as, tachas, tachos; bombas de
bronze, de cobre e de ferro, de aspirante e
de repuxo, para ag-ua, niel e g-arapa, tor-
neiras de bronze, de madeira e de todos
os taannos, canos de cobre, chumbo, fer-
ro, de todas as dimenges, cobre picado,
fundos para alambiques, repartideiras, pas-
sadeiras e escumadeiras de cobre, de fer-
ro galvanisado arruelas, e lences de co-
bre, bombas, continuas, sinos de 1 libra at
110 arrobas, sola ingleza e do Rio, cadi-
nhos patentes e de lapis.
Fazem-se concertos de todas as qualida-
cles e com toda presteza eperfeic,o apresos
mdicos,
Vendem-se a prazo ou a dinheiro
descont.
com
a* *IS 0DRES 5 Os*,
1^ "> "lo no Bupiirao dos ^ ^ |W'
ELizir, P e Pasta dentifricios
oos
RR. PP. BENEDICTINOS
fiPP SLizir, P e Pasta dentifricios ^S/
,
da Abbadia de SOTJLAC (Gironde)
D0M MAGUEL0NNE. Prior
2 MEDALHAS I5E OXTEO
Bruiellis 1881 LonJrti 1881
Ah iittii* fli't'dt/tis rrrtiiti/H-isris.
INVENTADO | A **m tm Pelo Prior
jo so I O # O PierrtBOURSAUD
O uso (jiiotidiano do elixir
Dentilricio dos RR. PP. Be-
nedictinos, com dose >ie aitni-
las com apua, pravem
e cura a cirio dos dentes, em-j
branqueceos, fortalecendoe tor-
nando as genglvas perfeita-J
mente sadias.
Prestanos um verdadeiro
sorvilo.as>igiialaadoaosnossos
leitores este antigo e utilisatmo
reparado, p uu-lhor cttra-
ivo e iniirii preservativo contra 33
AffeeeOeH dentaria, i
Casada fundada em 1807
Agente fi K?f^ I RJ 3- RCE HOEDFJUt, 3
Geral : 9 BU U I Pl BORDEAUX
Achs-se em todas as boas Perfumtr'ut, Pharmacias
e Drogtrias.
PER0LAS DO DR CLERTAN ^
Approvadaa pela Academia de Medicina de Paria.
AS PEROLAS DE TERI-iROTIIit acalmam em alguns minutos as enxaquecas, aa MATg
VIOLENTAS DORES DE CABEQA e DOENCAS DO FIGADO. Si a dose de trez ou quatro perolaa
nao produzir effecto dentro de alguna instantes intil sera
continuar. Cadra vidro contem trinta parolas. Para ter o pro-
ducto bem preparado e efficaz, convem exigir a assignatnra do: ------,
AS PEROLAS D'ETHER sao o remedio^ por excettencia, da.- pessaS s^n -_
OerVOS&S mjeitas s suffocacts, caimbras d'estomago e aos desmatos, as quaes {^Jt-t**^*^
dtvtm ter sempre a mi este prteioso medicamento. Exigir a assignatura : p mjQJ'
AS PEROLAS DE QUININA conteem cada uma dez centtgrammas (dois graos) de sulfato de gti.t,fl p^^
Por sao efficaca dellas i certa nos casos de febres alem do que nao causam repu-
gnancia, nem flstio e engolem-se facilpiente. As perolas de quinina conservam-se
indefinitamente sem estragaren! -se. E indispensavel exigir a signatura
"\
vsade a var Jo na ster aarU das Marmaclss.
fabrioaco e atacado, Casa L. FREBE 19, rae Jacob, em Paris.


t
f

1

.-*.


8
Otario de i'enrnmbucoDomingo 31 de Jullio de 18S?
ASSEMBLEA GERAl

M 1<* V A D O
56. SES3O KM 22 DE JULHO
PRE8IDEK6IA DO SR. CANSANSAO DE 8IHIMB
O Sr. Bario de C ofeglpe (pre-
sidente do conselho): Sr. presidente, na
forma dos estylos adoptado, teoho 'e com-
municar ao S nado que o nobre senador o
Sr. Barao de Mainor pedio exonaragilo do
cargo que oceupava de ministro e secretario
de Estado dos Negocios do Imperio.
S. Exc. dirigime a seguinte carta (l):
IIIid. e Exm. Sr. Baro de Cotegipa.
Rogo a V. Exc. que so digne pedir a
Sua Alteza Imperial R-gente ininha exoue-
raglo do cargo de ministro e secretario dos
negocios do Imperio, que me impossivel
continuar a exercer.
f Sou com a maior eonsderaglo e esti-
ma de V. Exc amigo e colle-ga obrigado.
Barao de Mamor.
Rio de Janeiro em 20 de Julbo de
1887.
Ero vista deata crta, cujos termos slo
positivos, tive qua apresantar a Su* Alteza
Imperial Regenta o pedido dt exoneraglo
do Ilustro cenador. Sua Alteza houve por
beni concdela, sendo nomeado para subs-
tituir a S. Exc. o Sr. Dr. Manoel do Nas-
cimento Machado Portella, deputado pela
provincia de Pernarobuco.
O Sr. Presidente : Si nao ba mais
quem pega a palavra, passa-sa ordem do
dia.
O Sr. Franco de S : O nobre ex-
minisiro do imperio devia dar us motivos
da sua retirada, que nJLo deelarou na carta.
O Sr. Candido de Oveira : Eu que-
ra pedir a palavra.
O Sr. Presidente : Pego aos nobrea
senadores que eatejara mais attentoa, para
pedirem a palavra no tempo opportuno.
Tem a palavra o nobre senador por Minas-
Geraes.
O ir. Candido de Olivelra :
Sr. presidente, me parece que o nobre ex-
ministro do imperio devia, por seu turno,
dar ao Senado expli acoes sobre os moti
voa que trouxeram a sua retirada. A carta
que S Exc. dirigi ao nobre presidente do
conseibo nada esclarece.
N'ella S. Exc. siroplesmente declara
ser lhe imposaivel continuar no minister.o.
Ora, iato nao satisfaz a nossa especta-
tiva.
Ha duas conjecturas, ou antes, duas
considerago'es a fazer a este respeito: de
um lado, a pouca curioaidade do honrado
presidente do conselho, em nlo pedir ao
seu companheiro de trabalho a razie desta
impoaeibilidade em que, de repente ae
achpu; de outro lado, Sr. presidente, o
silencio perauto a Cmara dos Sra. Depu
tadoa e perante o Senado, doa motivos que
levaram o nobre ex-ministro to repen-
tina e inopinadamente abandonar o posto
em que, durante tanto tempo, S. Exc. se
achou collocado.. .
O Sr. Viriato de Medeiros : E no qual
preatou muito bona servigos.
O Sr. Candido de Oveira : ... e no
qual pretenda permanecer, como indca-
vam tantos recentissimos factos qae o Se-
nado conhece.
Ainda ha poneos dias, foi levada C-
mara dos Sra. Depu'adoa, urna proposta
importantisaima do honrado ex-ministro,
referente ao ensino das Facilidades de Di-
rei'to. ,
Projecto de tanta importancia, bem moa
trava que o nosso collega pelo Amazonas
desejava continur no poder, para collabo
rr na poltica iniciada 20 de Agosto.
No entanto, es que de pente, Sr. pre
sidente, S. Exc. annuacia a su vontade
indeclinavel de demittir se e boje j nlo
faz parte do ministerio !
Porque ? E' certo que um facto de ex-
cepcional gravdade occorreu n'este recinto,
na sessao penltima. Um dos chefes maia
elevadc8 do partido conservador, solo o
mais elevado pelas auas citas qualidadea e
vasta iriflumcia poltica. ..
O Sr. Franco de S: O maia eleva-
do, porque domina o ministerio.
O Sr. Candido do Oveira : .. to-
mou a si a tarefa de restabelecer a vei da-
de dos factos oceorridoa na comraissao de
orsamento desta casa, a proposito da re-
jeie^o da emenda da Cmara dos Sra.
putados, que negava a verba de 30:0000
para pagamento das despezas com os pro-
fessores do Imperial Collego de Pedro II,
que se prestasaem a- servir as mesas de
exames de preparatorios.
O nobra ex-mioiatro achou-sj em iu
posiglo na Cmara dos Srs. Deputados.
Duas vezes o Ilustrado-relator da com uis-
sfto 'de orcinento d'aquell-t 'asa, revelan-
do a coulrariedade porqu> paaaou diente
dos termos do pMrecer da comraissao de
ornamento o Sealo, solieitou sua demis-
slo, pela roa aituagao que Ibe pareaera
oreada, em virtude de declarago".* atribui-
das ao honrado ex ministro, n'aquelle do-
cumento.
A Cmara, consultada, re--asou por duas
vezes a exonerado solicitada.
Se foi este facto, que trouxe a demisslo
dolobre ex-minstro, a lgica mandava
i qu! elle acarri-tisaa a de todo o miaiste-
ro J porque at aquella dia, at aqu-dle
momento a sol iarie lade ministerial exis-
ta ; e aquello vutp da Cunara, negando a
demisslo pedida pelo honrado relator da
cmanselo de ornamento, com o funda-
mento que elle alL-gwa, tinlia, cortamente,
mui aleo valor politizo, significando qiasi,
nlo siroplesmente a condemnagao dj nobre
ex-aiiuittrc) do Imperio, mas a conderana-
glo do ministerio, pois, estaba publica-
do o parecer da commisaao de orgaroeuto
do Senado, j tinha sido por consequ nci
levado ao conhecimento do nobre presi
denta do conselho e S. Exc. sabia que o
Senado, de accordo com o nobre ej:-mi-
niatro do Imperio, reatabelecia a verba doa
30:000000, sendo $ste o ponto que havia
provotmdo a susceptibildade do deputado
pelo Espirito-"oto.
Aaairo, a votagao da Cmara n'aquellas
condigSes nao poda ter nicamente o effei-
to de tiiar o forca moral do nobre e:c-roi-
nistro do Imperio ; ella affectava todo o
ministerio. E abi esto os precedentes.
So cnsul tarmos a nossa historia parla-
mentar, veremos que, umitas vezes, a pro-
posito da urna simples questlo de ordeno,
levantada por um roembro do gabinete,
este julgou-se todo obrigado i retirada.
Record-roe de qua o ministerio Zaca-
ras em 1864, retirou se porque fez ques
to de urna preferencia, o respectivo mi-
nistro do Imperio, que era entilo o nosso
saudosssimo collega, o Sr. Jos Bonifacio.
(Apoiados.)
O ministerio Martinho Campos igual
mente retirou-se, porque passou uro re-
querimento offerecido pelo meu amigo re-
presentante da provincia de Minas para
que entrasse em dscusso um projecto de
reforma eleitoral, que alia tinha sido aco-
ibido benvolamente pelo mesmo minis-
terio.
Agora, porero, parece que a norma
outra. O nobre ex ministro do imperio,
diante do pronunciamento da cmara dos
deputados quan'o ao pedi lo de demisslo
formulado pelo relator da coramsslo do
orgamento, entendeu que somente a sua
pessoa que eslava comprometida, que
same, te S. Ex. qu- estava iropossibilita-
do de coatinuar nj ministerio e su elle se
retirou e f<>i prompta mente substituido.
Conseguintemente este um pouto que
demanda mais ampios esclarecimentospara
edifi; s^o do paiz e do senado.
Qu-r me parecer, Sr. presidente, que
ba motivos oceultos que podem explicar
esta retirada. Afigur*-se-roe que por fac-
tos que sao notor03 ha muito tempo, es-
tava conde.nnado o nobre ex-ministrj do
imperio, a se esperando a occasiSo asada
para a exscuco. Condemn-.do j se acha-
va o Sr. ex-minitro, desJe o anno passa
de, quando n3o p le levar a efteito o seu
projecto de san?araeuto da capitil do im-
perio. ConJemna'o foi ella solemnemente
ncate mesmo re. nto quando o nobra pre-
sid?.nt' docouselliJ d tlarou que o gover-
no nao coropartilhava a opioiao de S. Exc.
a proposito do j.roje to que regula va as
relees entre a I^rdj i e o Estado, prov-
FCLHETIM
JSLARONZA
denci&odo sobre o provimentj dos benefi-
cios eoclesia8ti.es.
O Sr. Franco de S : -Eicapou da ar-
madilba entao; mas n2o eacapou desta.
O Sr. Candido de Ol-? ira: S. Exc.
julgou se ento poder resistir a essas tem-
pestades, mas agora pareo que a sua
perspicacia nao logrou arredal-o d sta ar
madilba tilo art trmente preparada. Deata
vez nao eacapou e antes, foi victimado na
aanguinolot* eiceoucio, digimol-o franca-
mente, a qu attonito, assstio o senado,
na sessao de 20.
Sro, Sr. presidente, o nobre ex-mnis-
tro, senhores, foi executado e f j o lord
protector do ministerio de qua S. Exc. fazia
parte, opontifiee supremo, oua lavrou a
sentenja, benzeu o cutello que carteiro foi
cravar-se no corceo da victima. (Riso.)
Mas, senhores, em tudo uto ha muito
que estranhar na ponico do ministerio.
Eu t-jnlio lido nos roeatre, da sciencia
parlamentar que os ministerios, em suas
relaces com o parlamento, devem ter com-
pleta solidarle Jade.
Vimos aqu que foi um ebefo conserva-
dor, das altas qualida lea do nobre sena-
dor pelo Rio de Janeiro, quem tomou a si
a exeeuelo do nobr ex-mmistro do im
iruperio Copvm, pois, liquidar se e deve
ser tirado a limpo, se a conde anaci pro-
ferida no senado, se a exeeucSo effectua-
da tao solemnemente, at com assistencia
de urna commissao da outra casa que,
como que propostalmtnte aqu se achou,
para assistir ao desfecho, digo, se esta
execucSo affectou somente o n bre ex-mi-
nistro do imperio ou todo o gabinete ?
AquelU emenda que foi a causa direc-
ta ou a causa efficiente do desastre do no-
bre ex ministro, porventura foi acolhida
ou era ignorada pelo gabinete ?
O voto altamente significativo da cma-
ra, por duas vezes recusando a demissao
pedida e que offendeii a susceptibilidade
do nobre ex-minstro, nada val, em nada
pode affactar a autoridade do todo o minis-
terio ?
Dizem-me que nao.
Dizem que urna grande maioria na cma-
ra apoia o gabinete; parece que talvez ain-
da deste facto triste, da retirada assombro-
sa do nobra ex-ministro, resulte maior forca
para o gabinete. S assim dou os para-
bens ao nobre presidente do conselho. S-
Exc. consegue assim extinguir os desgos-
tos que trabalhevam Je^utagois compac-
tas. Ha poneos dias, um facto gravissimo
occorreu, bem significativa, bem deaun
ciador dos signaes do tempo.
Discutase o ornamento do ministerio de
estraogeiro3 ; estava marcada urna inter-
pellayijj a que o nobre presi lente do con-
selho havia de responder. Entretanto,
neste dia, proposita! me ote, urna deputac&o
toda, excepen apenas de um de seus
membros, a deputaco de Pernarobuco
nao coropareeeu, primou pela ausencia, o
que deu lugar a que o nobre presidente
do conseibo perdesse o seu da nao poden-
do discutir o orjamentj de estrangeros e
nem responder interpellacSo annunciada.
Este lacto mostrava de que grao era o
entbusiasmo que, pelo ministerio, tinha
aquella deputacSo.
Agora vejo que a tempestade imminen-
te foi removida, porque o nobre presiden-
is do conselho teve forca bastante para
conseguir do prestimeso ebefa da deputa-
cao de Pernambuco, um ministro.
Dou, pois, de novo, parabens ao nobre
presidente do conselho, mesmo porque en-
tendo que os ministerios devem ter urna
vida longa. O que nao posso, porero, per-
roittir, que um gabinete, pira se manter
no poder, o faja com desprestigio, cora o
enfraquecimento d autoridade publica.
Diz se que o senado nSo faz politiea,
nao tem competencia para derribar minis
torios, que s na outra casa do parlamen-
to as situares fazem-se e desfazem-se.
Esta a fixSo do systema ; mas esta nlo
foi ainda agora a verdade dos factos. Se
cao foi o voto da cmara que determiaou
a retirada do nobre cx-ministro do impe-
rio, entilo a explicacio da ve-se procurar
nide
aqu
ta
n>in"iaente extraordinario que
aess) transacta teve logar.
No emtanto, quantas contradices.* 1 se
foi a falta attribui la ao nobra ex ministro
do imperio pira com o sanado, que auto-
risou sua ratirada; una auo grave foi
denunciada econfassada, e|rilo trouxe como
resultado a d imis3o le quera a comraot-
tera.
O nobre ex ministro da roarinha, hoje
ministro da justiga, faltou ao compromisso
sol.une assurado para co;n o sonado, a
proposito da execugj do regulamento da
escola naval. Esto compro risso contrahido
eoi nDra) do governj pelo n>bre ex-minis-
tro da guerra, nj n-ga-lo, antes confes-
sado pelo nobre presdante do conselho, a
que nao foi estranho o nobre senador
pelo Paraneste conpronisso foi violado
formalmente, effutuaii s' o provimento
das caderas, as quaes o g>verno do nobre
Bar&o de Cotegipa oompK preencher.
Mas, violado o compromisso, o que se-
guio-ae? procurou-se urna explicarlo ver-
Uadeiramante jesutica par um facto que
tiaha' gravdade maior do qua se attribue
ao nobre ex-minietro do imperio e o depu-
tado pelo Para, hoje o ministro da justiga
do gabinete de 20 de Agosto.
E' por isso qua estes tactos sao sorpren
deotes; ha um ponto .inda nlo liqui-
dado, ha um veo sobie este acODtecimen-
to, veo que deve ser desvendado por todos
aquellas que nelle intervir-m e que sa-
bem que a pruueira coadico do govorno
parlamentar a mais larga publicidade
dos auontocim?nto8 poli ticos.
Nada tenho cot oa acci leutea da vida
intima da familia conservadora; estava
tambera no seu direito o honrado senador
pelo Rio de Janeiro, que profera aquella
sentenca crudelissima coatra o nobre ex-
miniatro do Imperio. Mt.s aqullo que te
O Sr. Bario de Mamor:Isto entra-
ra nos olhos d3 qualquer.
Considerada a qusstlo por esta face, o
que me cumpria fazar, senhores? Sem du-
vida declarar, como declarei, sam hesita-
cjlo, a alguna dos nobr* senadores presen-
tes, que deixava desde logo de ser ministro
do Imperio (apoiados) ; disse ao meu par
ticular amigo, senador pelo Rio de Janei-
ro : nlo sou mais ministro do imperio ;
n2o ba forjas humanas qua rae obriguam a
sel-o; a rainha d'claraglo irretractavel.
(Apoiado do Sr. F. Octavuno.) Esta de-
claragao nlo polia ser outra, senhores, por
que seria absurda a minha persistencia no
gabinete nlo contando com a maioria da
Cmara em urna occasilo em que, mais do
que qualquer outra, eu precisava desse
sincero apoio.
Como disse o nobre senador por Minas,
eu apresentara uraa proposta Cmara dos
Deputados, reformando os cursos de di-
reito ...
O Sr, Christiono Otton : Que do mi
nisterio.
O Sr. Bario da Nazareth : ... apo-
sentara era pou-os dias urna outra propos-
ta pedindo fundos para o saneamento da
capital do Imperio, uujos estudos, planos e
orcanaentos datalhados esto j ua Cmara
dos Srs. Deputados.
O Sr. Ignacio Martins : De ac;ordo
com seus collegas.
O Sr. Bario de Mamor : Ora, per-
guntafei: como proseguir era "tarefa to
ingente sam o apoio de urna maioria da
cmara sincera e dedicada ?
O Sr. Christiano Ottoni: -E sem o apoio
do seus collegas He ministerio.
O Sr. Barao de Mamor:Neste pr;-
supposto, Sr. presidente, repito : o que me
cumpria fazer ? sam duvida, o que fiz
quando sahi desta casa; logo qua cheguei
minha dirig ao nobre presidenta do con-
nho o direito de sabr cono representante selho a carta que S. Exc. acaba de 1er ao
naci, a raslo por que este desprestigio Senado,
lancado ao nobre ex-min stro do Imperio
falta j se tinha dado
nlo deve attingir os sem collagas que.com
elle eram solidarios ; sa'jer s-j os nobres
Ministros t n bastante forca moral para
proseguirera na sua enorae tarefa. U que
deaejo saber a causa qu; le-'ou o nobre
ex-ministro do imperio a retirarse quando
S. Exea revelava to pujant-i forga para
continuar, quando S. Exc formulava tan
tos planos de governo, que denunciavam
desejos de longa vida.
Hoja S. Exc. uro ninistro demissio-
rio e o seu dever revelar com clareza to-
das as causas que trouxeram sua retirada.
(Apoiados.)
O Sr. Baro de Mamor: -Sem-
pra entend, Sr. presi leu e, que um lio
mem poltico tem o direito, fazendo parte
O Sr. Candido de Oveira :Mas na
vespera V. Exc. j sabia que nlo tinha
maioria na cmara.
O Sr. Barao de M-imor : No dia se-
guinte recebi, pela manh3, urna carta do
nobre presidente do conselho, inquerindo
pelos motivos do meu pedido de demissao,
ou antes, dizeudo-me que, nlo tendo eu
declarado estes motivos na carta anterior,
tando S. Exc. visto publicado nos jornaes
o meu pedido de demisslo, a pedir a Sua
Alteza Imperial Regente.
Respond entlo a S. Exc. que a minha
resoluglo era irretractavel, e que, sendo as-
sim, me pareca escuaado presentar a S.
Exc, desde logo, as razies que m'a ha-
viara aconselbado.
Sr. presidente, repito: seria preciso que
eu me apressasse hoje a dar essas razoes
de um gabineta e deixando-o por qualquer ao Senado, quando ella devia estar, desde
motivo, de nao dar as vardadeiras razo:s | a 8e88lo de 20 do correte, compenetrado
ao paiz de sua retirada < Portanto, eu nlo
poda querer urna excepgao destes princi-
pios a meu favor. Nao apressei-me em pe-
dir a palavra logo aps o nobre presidente ; nsterio.
dellas ? Por outro lado haveria razio mais
forte para a retirada do ministro. .
O Sr. Candido de Oliveira : -Digami-
POR
IACQUES DO FLtT E PEDRO MAEL
QUSTt PBTE
C1R1IGX
(Continuagao Ij'u. 172;
X
Ah I muito bem. E entlo alo tres?
nlo ?
Sim, senbor ; slo tres.
__ Dous slo altos e robustos ?
Reparei, com effeilo, que dous slo al-
tos. Um at mais alto do que o senhor.
Usa soigas pretas. Estes dous slo conde-
corados.
__ E o outro f interroropeu Kiuval, que
se fixara na designaglo de Arband e Tre-
guern.
__ O ontro muito mais baixo. J veio
aqu, Foi elle quera me falln e entregou
esses tres cart3es
Nlo ha mais duvida, disse comsigo
mesmo o banqueiro. Slo elles, e csse a-
po Darmailly, eise maldi o papagaio,
quem me atira nos bragos delles. Ora
E' preciso acabar com isso Ape-
has de
mas ha
pois
as, meu enfezado Juliano, tu me
pagar. Has de custar-me caro,
de levar-te o diabo antes de mim... O
tempe urge... avimonos.
Germano, proseguio elle, vai dizer a
esses senhores que subam para o primei-
ro andar a fal os esperar no sallo. De-
pois dirs ao Sr. Clanos que inmediata-
mente venba ao meu gabinete.
O criado conduelo os tres amigos para
a sala indicada e prevenio o beapanbol
Que ha entlo ? disse o pai de Car-
men, entrando no gabinete do banqneiro.
para me fazeres vir aqu ter comgo, com
quem aeb de eitar agora, mesmo ?
Ha, trplice tni'tal, quo tenho s co-
;s o Dr. \rband, o terra-nova Treguero
e Darmailly.
Clanos tambera fez urna Careta.
Rouval baten o p. Despia todos os
seus disf-rces.
Nlo distendendo as queixadas de
burro, que salvars a situacio. E' preciso
safarnos dest*, e com toda a rapidez.
O hespanhol CDmegava a tremer.
Ordena, ordena ; estou prompto a
obedecer te. Como queres que eu te des
embarace desta *
Nlo se trata de me dejembaracar.
Esta gente vem pedirme contas, nlo ba
duvida nenbuma. Slo tres. Nlo posso
deixar de dar-Ibes auiiencia. Como, po-
rm, nlo sabemos o que pode vir a suece-
def, distribuirs pnnbaes a seis dos nos-
sos bomens, e, ao primeiro signal, corrers
em minha defeza Ou raelhor, sim, me
lhor, nlJ presentes. Prohibo-te de sa-
bir do meu gabinete. Chama Germano,
que executar as tu^s ordena.
Esta sbita roadaDga provinba de Rouval
ter pensado na presenga de Arband. Viria
tela da discusslo a historia ae Carmen, e
assinwo odio de Clanos eontra elle imme-
diatamente se voltaria.
Entlo, nSo queres que en interve-
nba ?
Nao, com mil diabos I bradou Ron-
val.
Pens, peio menos, saber o motivo
dessa desconfanca ?
Sabers depois. Por emquanto res
que apenas tenho tempo de entrar om ou-
tros pormenores.
E o banqneiro levantou-se, cedendo o
seu lugar ao seu ocio.
Antes de sabir do gabinete, tirou de urna
gaveta um revolver americano de cinco ti-
ros, arma cojo a! janee e certeza eonhecia,
e metteu-o sorrateiramente no bolso do pa-
leto, fazendo um signal a Clanos, que
quera dizer :
Agora estou firmado. Espere as m-
nhas ordens.
E, vagoroaaroente, desceu os degros de
urna esc da oceulta que a dar quasi ero
trente de ama porta interior que dava ao-
cssso ao Bailo onde su achavam os tret?
mancebop.
Estes, guiados pelo mesmo recelo de que
as suas palavras ossem ouvidas nuquelle
momento'naqaeila casa, om que tu lo ara
myaterioso, nsaram silenciosos.
Sentaran, se e ^ntemplavam a riqueza
do conseibo, porque entend e continua a
entender que o motivo de minha retirada
do gabinete era to patanta, to conbecido
dofcenado,devendosel-oem breve do paiz, oa gra. Deputados?
que era eseusada qualqu-r declaraglo mi- a .. ., ,
\ .;, n O Sr. Silvaira da Motta : -V. Exc. nlo
nha a es'e respeito. .
r de vena contar com ella desde a vespera.
Senhores, o Senado o testemunha do > rkao*jr i ., ,
. on O or. Barao de Mamor:At a sessao
incidente que aqu se deu na sessao de \j A ..
, j ... de 20 eu contei com ella. Havia poucos
do crrante mez ; Hesae incidente O ente-; .. .. v
4 u 4- -* t~J -.- ..- I das, eu tinha estado naqu-lla cmara para
no do oenado tirana tocas as consequen-l u
hr\ u j responder a u na ntarpellacao: a maioria
avia a tirar U senado nlo con- r l j u
., ii ., i acomoanhou-me, achando razao as expli
siderana femelhante neidente como sim- "^r y
. : j i i cacaes que tinha dado a respeito dos tac-
ples torneio nem logo de oalavras mal com- n ., o r
r .., i' tos occorndos no oenado.
prehendiias, mal interpretadas: dara, sem
Vozes : Essa
antes.
O Sr. Baro de Cotegipe (presi-
dente do conselno) : -Sr. presidente, o
honrado senador que encetou este debate
estranhou que o presidente do conselho
nlo houvesse inquir fo da seu collega as
causas que deterrain avara o sou pedido de
exoneraglo.
O mau Ilustra colleg, em parte, j deu
a razio por que i i nqueri dos notivos
do seu pedido da exoneraglo, e para maior
clareza lerei a carta a que S Exc. alludio
e que Ihe dirig no dia seguinte (! :
Rio, 21 ue Julho de 1887.Itlm. e
Exm. Sr. conselbeiro Bario da Mamor.
Hontam, s 6 hora) da tarde, recebi
a carta em que V. Exc. solicita de Sua
Alteza Imperial Regento a exoneraglo do
cargo de ministro e secretario do Estado
do3 negocio? do imperio. Ignorando os
motivo?, qua levaram V. Exc. a tomar to
granda rasolugao, deixei de respo \der-lhe,
por tencionar entander-me hoje pessoal-
mente cora V. Exc. Vendo, porra, as
folhas do dia, dada a noticia com carcter
de certeza, alludindo-se carta de V. Exa.
parece-rae intil qualquer tentativa para
fazer V. Exc. desistir da sua resoluglo ;
a pois, procederei como V. Exc, deseja
< Hontam, por ncomraodo de saude,
nlo comparec sesslo do Ssnado, e na
vespera (terga f-ira), em conferencia do
gabinete nada absolutamente occorreu qua
me fizessa. suspeitar, que tao cedo caria-
mos privados da sua coadjuvaglo. Teoho
consciancia de que outras razSes, que nlo
qualquer divergencia com seus collegas, in-
duzirara V. Exc. a apresotar sua demis-
slo do cargo, quj ti. dignamente exercia.
Aprovcito a ocaasio para agradecer
a V. Exc. os servigo8 que prestou com to-
da a dedicaglo, e renovar os protestos de
subida estima e oousideraglo com qua son
Da V. Exc. amigo e collega attento
Barao de Cotegipe.
Pareca-me que desta carta deduz-se :
Io, que eu fui surprendido pelo pedido de
demisslo da S. Exc. ; em 2o lugar, que
nlo poda prevenir ura incidente, impre-
visto tambera para mira ; e em 3o lugar,
qua este incidente tomasse as proporgoes
que assumio na occasilo em que foi trazi-
do ao Senado.
Se! qua os partidos aproveitam-se sem-
pre destas circunstancias mais ou menos
graves para poderem continuar a bater era
brecha a situaglo que exista ; mas, Sr.
presidente, o que nao posso, nlo digo ap-
provar, mas deixar de lastimar que se
considere os horaens qua se achara no po-
der como capazas de arraadilhas e destes
meios cavilosos para verem-se vres dos
collegas com quem servem.
E' raister, senhores, que, si nos outros
desojamos mantar a nossa dignidade, faga-
mos o mesmo juizodos nossos adversarios.
Eu nlo quero citar o riflo julgue-me por
si e estarei satisfeito. [
Nunca t ve motivos para desejar qub o
meu honrado collega largasse o ministerio.
Appello para o seu testemunho. Se ves-
Isj qualquer motivo nlo ficava mal a elle
da mobilia e da ornamantaglo do sallo. A
raobilia era do gosto enligo japonez.
as paredes ricos tecilos de seda, das
mais vivas cores.
Da repente abri se Urna porta escondi-
da atrs do forro da parede, e appareceu o
banqueiro com o sorriso nos labios :
Meas senhores, permttam me que
lhes manifest, antes que tudo, o meu pe-
zar partl oa assim feito esperar. Estava
muito preoecupado com ara advogado, meas
amigos, o qual dava-rae conta do processo
de Lombardo. Tenho at, accresceotou
elle, voltando-se para Maximiliano, tenbo
at de fazer-lhe sinceras felicitagSes, Sr.
Arband. Ao qae parece, o seu depoimen-
to foi ura dos mais apreciados.
Rouval assim entrava logo em assumpto
e finga, por consequencia, nlo desconfiar
do motivo da visita dos tres amigos.
Nlo contava com a perspicacia adraira-
vel de Darmailly.
Este nlo lhe deu tmpo para continuar.
Entlo, interrompeu elle, o senhor de-
ve saber, pouco mais ou menos, o motivo
da nossa visita.
__Meu caro senbor, disse o banqueiro,
nlo tenho a menor idea. Se os senhores
querera tratar de negocios, tenharo a bon
dade de descer ao meu gabinete.
__Aqui podemos tratar muito melhor do
negocio que nos trouxe c, deelarou Maxi-
miliano.
Rouval tez essa proposta siroplesmente
para dar mais verosimilhanga ao seu arti-
ficio.
Tomou, pois, com a mesma calma :
Se do seu agrado, meus senhores,
auemos aqui. Estou s suas ordens.
Mas tanham a bondade de sentarse.
Dizendo isto, puxou urna po'trons, cujo
espaldar foi encostar-se a
placa novel, qae os olhos
Tregaern viram qae fazia
rede.
Jlo disse do si para si que isso devia
ser ama especie de botlo de campaioba
elejtrica. Nlo se enganou
Estando sentado, bastara que o bn-
queiro calcasse a placa com o espaldar da
cadeiaa para qua os esbirros de Clanos
irrompess^m na sala
Por isso, o tenente approximou-se inten-
cionalmeote de Rouval e recusou sentar se
o que obrigou este a ficar de p.
Seremos breves, tomou Rouval. Os
urna peque na
exercitados de
parte da pa-
duvida, o alcance poltico que verdadera-
mente teve.
Esse alcance o nobre senador por Mi-
nas acaba de revelal o.
Pois precisava-se perspicacia, ainda vul
gal, para prceber que depois de tal in-
cidente o ministro do imperio nlo poda
contar com a maioria da Cmara dos De-
Martins : -Ministro do "" na C" dos Sra- Deputados.
O Sr. Ignacio
imperio e ministerio.
O Sr. Btrade Liamore :... do que
a convicglo, era que eatava, de que alo
poderia contar cora a maioria da Cmara |ou mim decUrar po8iti va mente que era
impossivel que continuassamos juntos a ad-
ministrar os negocios pblicos.
O Sr. Franco de S: -Outros membros
do ministerio nlo podem dizer a mesma
cousa.
O Sr, F. Belisario (ministro da fazen-
da) : Y. Exc. est obrigado a expcar
essas razSes; espero as explicago:s de
V. Exc.
O Sr. Franco do S : Pego a palavra.
O Sr. Bario de Cotegipe (presidente do
conselho) : Sr. presidente, ns realidade,
si fosse certo que o nobre senador ex-mi-
nistro da Imperio nlo poderia contar com
a maioria na cmara dos Srs. deputados,
a sua retirada tinha ama razio de ser;
porn tirar a concluslo que tirou o nobre
senador por Minasde que a recusa da
demisslo ao membro da commisslo de or-
gamento induz falta de confianga no mi-
nisterio. .. Continua
Tenho, portanto, cumprido o meu dever
e nada mais tenbo a expor ao Senado.
O Sr. Ignacio Martins: -Tambara V.
Exc. nada adiaiitou.
O Sr. Bario de Mamor : -Nada adian-
tei ? Me parece qae a razio que acabo
de dar, e que me aoopselhou a retirar-me
do ministerio de 20 de Agosto, f i a pri-
meira das razSes constitucional falta de
puder a respeito de Lew s Jubb ou Jos
L tronza, nlo se a do os das senSo um s
O banqueiro pareceu sarprendido con
esta entrada em materia.
Darmailly nlo se dcixra engaar.
O senhor parece admirado, tornou
elle ; entretanto, sabe que o banqueiro Le-
wis Jubb o mesmo que o assassino Jos
Laronea. O senhor disse ha pouco qae
lhe informaran) do proceiiso de Lirabardo
Conhece as suas resposUs e a sua defeza,
sem duvida, porque o senhor depoz como
testemunha da accusaglo. Sabe, pois, que
ella deelarou ter sido paga por Lcwis Jubb.
O Sr. Maximiliano Arband, o Sr. de Tre-
guara e eu, estamos persuadidos de que o
pirata Jos L tronza o raes rao hornera que
esse Lewis Jubb, e que as duas pistas que
temo3 seguido de vera cenfundir-se em um
momento dado, em urna s.
Aqui Rouval ioterrome-eu Juliano.
E os senhores a Te 1 i tarara que en ti-
nha a chave do enigma?
Dizendo iste, o banqu iro fitava o dou
tor.
Este, iulgando se directamente interpel-
lado, responden :
Nlo s acreditamos, mas estamos
persuadidos disso. O senhor conhece La-
ws Jubb, o senhor mesmo o disse. O se-
nbor tem manobrado nesle negocio d Lom-
bardo com ama baSidacde qu3 s Ibe pj-
dia ser iaapirad* pelo re ;eio de fi^ar co n-
promettido. Tambera estamos persuadi-
dos disso ; e a essa razio por qae cus,
menos cegos do que a gente da polica,
viemos dizer-lhe que se nlo nos disser on-
de est L wis Jubb, tenemos de recorrer
a outros meios.
Rouval estava perto da parede, vio que
nlo poda sabir da difficuldade senlo pela
audacia.
Sr. Arband, nlo se o que quer di-
zer com essas palavras. Eu estou dis-
posiglo de todo o horaum que me pede
urna satisfaglo. mesmo como neste caso,
quando nlo roe julgue obrigado a dal a.
Sempre fui seu amigo. Mas, era vista do
8> u procedimento, retiro-lhe at a minha
estima.
Treguern rangau os dentes e deu om
passe para o banqueiro.
Darmailly e Arband, nlo se sentiado at-
tingidos por essa provocaglo directa, reti
veram o effi.'ial.
Nlo vim c cora as minhas duas tes-
temunhas, continuou Maximiliano, como o
meus amigos e eu viemos aqui peciir-lhe
que nos dsse todas as informagSes que senber parece sappor, i
(Apoiados
deve contar comnosco. Conbecemos per
feitamente a sua posiglo Nenhum de
nos Ibe far a honra de desafial-o.
Ronval cerrou os punbos. Os seus olhos
rutilarara chtmraas. la lngaras sobre
Maximiliano.
Treguern julgou que era chegado o mo-
mento de intervir.
Collacouse entra o doutor e o banquei-
ro, cobriado com e brago direito a placa
de signal.
__ De vagar, meo senhor, nada de arre-
batamento, senlo, palavra de marinhairo,
en o acalmarei.
Rouval recuou e brandio o revolver, que
lirn com violencia do bolso. Encostndo-
se parede opposta aquella que Treguern
guarda va e onde estava o botlo elctrico.
Entlo, meus senhores, um assassi-
nato que vem commetter aqui. Alto l
Encontram bomem.
E apontou o revolver para Arband, que
nesse momento era aquelle que lhe ficava
mais perto.
Maximiliano nlo pestaoejou. Pareceu-
Ibe reconhecer no timbre dessa voz, trans-
formada pela colera, o de outra voa que,
era circurastancias anlogas, tinha ouvido
em Melbourne, isto na palhoga onde
quasi foi morto. Por isso nlo deu impor-
tancia ameaga e nlo reparou qua Tre-
guern preparava se para investir o ban-
queiro.
O oficial, cora effeito, ia avangar.
Darmailly, framente, tambem tirou ura
revolver do bolso e apontou o cano para o
peito do banqueiro.
-. Essa brincadeira, Sr. Rouval, disse
elle, intil. Se tocar no Sr. Arband,
metto-lhe urna bala no ventre. Portante,
torna a mettar onde estava essa bonita
teta qua tem na mo e recomecemos a
conversa, no ponto em que a sua suscepti-
bilidade obrigou-nos a deixa-la.
O banqueiro, sentindo qua a partida se-
ria perdida se continuasse nessa attitude,
abaixou a arma e metteu-a no bolsr Mas
correa para a poltrona encostada parede
ao lado de Jlo e teniou sentar-se nella.
Treguern, felizmenta, estava entr3 a ca
deira e elle, e esopaToa Rouval para o
outro lado da sala.
Cora os diabas! disse este, que pu-
nho... E' ainda a sua forga qua me obri
arriar bandeira. Declaro-me vencido.
*
E, dirigindo-se a Darmailly:
Interrogue, disse elle, eu responderei.
Juliano deu ae presas em dizer :
A questlo sempre a mesma. Conhe-
ce Lewis Jubb? Conhece Jos Laronza ?
Conhego Lewis Jubb, respondeu elle
cora firmeza. Nlo conhego Jos Laronza.
Ola! exclamou Jlo. Repto-lhe :
um e outro slo a mesma pessoa.
E' possivel, tornou Rouval. Ripito,
tambera, eonhego Lwis Jubb, mas nlo sa.
bia qua tambera usava o nome de Jos
Laronza.
Pois bem interrompeu Arband, di-
ga-nos, entlo, que bomem esse L wis
Jubb.
Rouval pareceu fazer um granae esfor-
go ; depois, de dentes cerrados, murmu-
rou :
Lewis Jubb... ... P-receu sala-
gar :
Lewis Jubb, meu pobre rmlo 1...
Seu irmlo I exelamnram simultnea-
mente os tres bomens.
O banqueiro articulou dolorosamente :
Sim, meu irmlo ; e deve compreben-
der, Sr. Arband, que se eu pude preve-
nil-o contra elle, nlo poda levar a minha
amizade ao ponto de entregal-o justiga.
A razio era plausivel.
Se o senhor, disse elle, nos tivesse
informado, ha raa's tempo, dessa particula-
ridade, teria evitado una scena desagra-
davel para nos e para si.
Rouval respondeu com toda a apparen-
cia de franqueza :
E da qual nlo me resta nenhum re-
sentimento, meus senhores Fagara o qua
quizerera. Defend meu irmlo at o fim.
Bora s?r que ella coraprehenda o terapo
das suas audacias.
Foi Darmailly qaem disse a ultima pala-
vra :
Eotlo, o senhor chama-se Jubb 1
O banqueiro empaldeceu ligeiramente,
mas respondeu rasolutamente :
Com effeito, chamo-me Stephan Jubb.
Rraval o nome de um parate que me
adoptoa.
Nlo havia naca que dizer. Os tres am.-
gos retirarm-se.
(Continuar te-ha)
#


Tvp. 4o Otario roa Uaqu <* C*"8*
t.

"


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