Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19120


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Full Text
AilO
IOIUO 171
PARA A CAPITAL E LITCARKft !I>E SAO B PACiA PORTfc
Por tres mescB ^^^^^^^^^^^^^^^H^^^H (5000
Por seis ditos dem.
Por nm anno dem. ......
Cada numero avulso, do mesmo da.
ii-tfOOO
23,5000
,5100
DE
Sm-fIilA 29 MI Dfi M
PARA DESTRO E FORA DA PROVUCIA
Por seis meiB adantadoa.....7......... 130500
Por nove ditos dem. y. ,........... 20000
Por um' anno idem.................. 27(5000'
Cada numero avulso, de dias anteriores.......... #100
NAMBUGO
Prpriefrafce ht JHanoet SxQixcka >e Jaria i M\)os
Of in. ineilo Vlnee i* C
Pars, sil os nos os agentes
pxclu!* de anuncios e pn-
lieacSes na Pranc a e Ingla-
terra



TELEGRAMAS
sango ?ai:cn*a so subi
KIO DE JANEIRO, 23 de Julho, s 3
noraa e 50 minutos da tarde. (Receido s
5 horas e 30 minutos, pelo cabo subma-
rino).
A Cmara don Ueiiulado approvon
boje em *.* discusstio o orcanaento
do guerra.
Forana noneadon o I. engenne 1-
ro do prolonuniu.nl, da estrada de
ferro do neclfe aa s. Francisco, ir.
Joo Becerra de Mello, para o lagar
de ehefe do Irafego da ntrala de fer-
ro do neclfe a Garuara' t e para o
de l." engenbclru 'aujuelle prolon-
aanenio o lr. Antonio de Sanapalo
Pire* Ferreira. que exercla o de che-
fe do (rafeare da leferida estrada de
Caruaru'.
chegam o'alguns casos a produzir incomra icios
gruyes, se nio teem evacuado prompta. Q lando
se forra am no estomago, a simples contracco deite
s vezes bastante para os expulsar pela bie-a.
Outras vezes carece se para aeo da contracco
dos msculos abiominacs e da do dapbragraa. A
expulsao dos gases pela bocea tem o nome de
eructacao, que pode ser silenciosa, ou sonora p> la
vibracio da extremidade superior do eiophago.
Neste ultimo caso, tem vulgarmente o nome de ar-
roto. Nos intestinos ba serapre gazes, produzi-
dos pela digestao, que es distender e representtm
um papel mecbanico, coucorrendo pira qua as
voltas ou ansas intsstinaes se mautenlia n na. sua
poaico, e eonconendo tambem, pela sua elaatiji
dsi*, para atteu#-aos org-a da vsnire os el*J
qu-'s prodasidos pela mar .'ha e pelo salto. Bs:ei
gazes teem s vezes sahi Ja pela abertura do an is .
Absokpco

m
AidA.-i
3a i ii
Definicio. DivsaoD-se este nome de absoip-
$a introdcelo de qualquer substancia na cor-
rente circulatoria. A aesorpcio intro luz na sj.n
gue os productos da digestio ; ms nao se exerce
enemte na superficie mucosa di eanal digest tro.
Opera-se igualmente sobre as diversas substancias
liquidas ou gazosas collocadas em coutact > c m
as superficies vivas. 0 involucro cutneo ou pul
le, a membrana mucosa das vas aereas, a das, v as
urinarias, os reservatrios d8 glndulas, os seos
cana.es excretores (quer se abram sobre o t-gomi n-
to externo, quer sobre as membranas mucosas) as
cavidades fechadasmembranas serosas, capsulas
aynoviaes das articulado -s, bolais pyooviaes das
teodoea, etc.todos estes orgioa sao sede de ab-
sorpcio. Tambem na oropria espesaua dos teji-
dos se effectua urna absorpyio intersticial ou de
nu'ricao.
(Continua).
>
JARTE OFFlCIIiT
PELOTAS, 28 de Julho.
Appareceram na prala sete cad-
veres de nufragos do vapor RIO APA
desfigurados por mor Jeduras d e
pelxen. ensanguentado* e con* mar-
ca* de ferisemos occaslonados por
estimaros de ferro.
S. PETERSBURGO, 28 de Julho.
.. o loaperador da Hussla par-
tir prximamente para Copenha-
gue evitando os portos alteantes.
LONDRES, 28 de Julho.
Marques de Salibury declarou
na Cmara Alta que eslava regala-
da eona a nassla a questo dos limi-
te* do Afghanlstaa.
PARS, 28 de Julho.
Ogoverno ingles negase a Indem-
alsar a Compannla dos Chargeurs
neunis da perda do vapor V1LLE DE
VICTORIA occaslonada porumdeseus
uavios de guerra no porto de Lis-
boa
MADRID, 26 de Julho.
Os i mar* hespanhoes pronan-
elam-se a lnor do monopolio das
hebillas ui<-ou!lcn.
Agencia Havas,
28 de Julho 10
ial em femara buco'
IHSTRDCCiO POTOLAR
(Extrahido)
i BIBLIOTRECA DO POVO E DAS ESCOLA8
PRIHEIRA PARTE
s?*JNCi6E DE NUTAICAO
DIOB8TAO
CContinuacao )
A digestio dos elimentoa s)luveis, como o assa-
ear as gominas, a gelatina, a albmina liquida
etc provavel que consista apenas em sua simples
dissolaco uos sucos digestivos, pirque- nio ca-
recem do soffrer neahumi transtorraacio para po-
derem soffrer nenhuena traosforoiacio para pode-
rera ser absorvidos.
Tudo que deixaraoa dito se refere pirticu'ar-
mente i digestio dos alimentos solidos. Vejamos
agora o que acontece na dos lquidos
, Igualas bebidas, jioiii agua, o vinbo, a aguar-
deute, os cidos vegetses, nao se convertem em
cby.ao. Iatroduzdas no canal digestivo, dividem,
aaaollecem e dissolvem os alimentes aolidos e favo-
recis, pelo sen contacto oin as paredes di tstj-
mago, a secrtcao d > sueco gstrico. E' desse
ntodo que o caf, o cb, e os liquidas espirituosos,
auxiliam a digesto.
Taes bebidas si> em pirte absorvidas pelas
veas do estomago e assim entram directamente
oa correte circulatoria ; outra parte miatara-se
oom o cbymo, e vai com elle at ao intestino del-
gado, onde se confunde com o cbylo.
Outrjsliqoidot ba, comtudo, como o leite, o cal-
do,* cervqa, o azeite, o chocolate, etc., o quaes
c^ixteem principios crgauic :e, qae os tornara, na
sea uoostituicio cbimica, semelhantes aos alimen-
tos aoidos. Esses transfoimam se tambem |o i
. s avlid -?n> cbymi no estomago e em chylo no
,-*atoo delgado, soffrendo todas as trnnstorna-
CaT<]u" indicamos, quando tratamos di chymifica-
(o Ja cbylifieacio.
-& operaces chimicas do trabalbo digestivo dio
* veces lagar a formacao de gases que, quaudo
aJquircjD certa tensio, incommodan bsttante, e
t.overno da Provincia
EXPEDIENTE DO DA 9 DE JLL ) DE 1887
Acto:
O presidente da provincia resolve, de conf ir-
midade com a proposta do Dr. chefe de polica ;m
officio de 7 de corrente mez, sob n. 594, exonerar
Joaquim Antonio Teixeira Jacobina, do logar de
1* supplente do delegado do termo de Boa-Vista.
>>mmunicou-se ao Dr. chefe de polica.
ffie03 :
Ao conselhoiro marecbal do exercito, Viseen-
de da Gravea, ajudante general.Transmiti a V.
Exc, em aatisfacao ao que nolicita em oficios os.
308 e 3626, de 17 de Maio e 11 de Junho ultira >s,
a inclusa patente do alferes reformado do exercito,
Manoel Gonctlves de Queiroz e Albuquerque.
Ao brigadeiro commandante dss armas.
Para os fina convenientes declaro a V. Exc. que,
segundo consta de telegramma do Exm. Sr. mi-
nistro da guerra, de hontem datado, foi, por decre-
to do dia anterior, transferido para o 21" batalhio
de infamara, o tenente coronel Manoel de Asevo-
do do Nascimento.
Ao inspector da Tbesonraria de Pazenda.
Haja V. S. de devolverme as 26 patentis de ot-
ficiaes da guarda nacional, de que trata o offi.io
desta presidencia, de 15 de Deiembro de IHSi ; e
bera assim as que tenham sido, por ventura, psra
ah remettidss.
Ao mesmo-Autoriso o pagamento ao supe-
rintendente da estrada de ferro do Recife ao S.
Francisco, da quantia total de 184500, relativa a
passagens concedidas nos carros da mesma estra-
da, nos m zes de Pevereiro e Abril do corrente
anno, de que trata V. S. em seus officios de 6 deste
mez, ns. 43 e 424 ; sendo 134450 por cont* d>
Ministerio da Marinna, e 44650 por conta do da
Querr.
Uemet'o-lbs ascontas dessa despeza.Commu-
nicou-se ao superintendente da estrada de fe ro
do Recife. ao S. Francisco.
Ao Dr. chefe de polica. Remeti a V. S.
100 exemplares impressos do Regulamento ex|>e-
dido a 4 deate mez, para a arrecadacao do impoiito
decretado no 25 do art. lo da lei provucial n.
1884, de 30 de Abril ultimo, afim de serem distri-
buidas pelas autoridades pillciaes para a de vi da
execufo na parte que Ibes tocar.
Mutatis mulandis ao inspector do Tbesouro
Pr ras municipaes, 4, a cada urna.
Ao inspector do Tbesouro Provincial
Tendo sido, por portara de 14 de Outubro de 1886,
transferida para o povoado de Jatob a collectoria
de Tacarat, informe Vmc. a; ja acacha effect i-
da a alludida mu tanca.
Ao Dr. juiz de direito doJ2 dislrirto criminal
Haja V. 8. de providenciar para qui.seja remst-
tida com urgencis ao Dr. j jiz de direito do 1* dis-
tricto criminal a copia da ultima revisas eleitoral,
conforme reommendei em meu officio de 16 de
Junho findo.
Ao gerente da Companbia l'ernambacami
Sir"a-se Vmc. de transferir para o .lia 11 do
corrente a viagem do vapor que tem de segu
pira Fernando de Noronha.Fiseram-se, as di/i
das communcacoes.
Ao juiz municipal e de orpbaos do termo de
Aguas Bellas.Tendo sido condemnado as penas
do grao medio do ur:igj 129, 8, do odigo critui
nal, pir senteufa do juiz de direito da comarca de
Aguas Bellas, de 14 de Seterabro de 1885, o 2- a-
bellio vitalicio do publico, jadicial e notas e cs-
criva das exe 'ucea civeis desse termo, Lourei.ci
Pinteiro da Costa, que exercia interinaoaentu o
officio de escrivao do jury e ex;cuf03s criminaes,
ea cujo cargo commetieu o debito que motivou a
condemnacao, declaro a Vmc. para es devidos efl'ei
tos, e em solucio da consulta constante desea offi-
cio de 31 de Marco ultimo, que o oficio perdido
sment* o de escriv) do jury, c.m inhabilitadlo
para outro por tres aonos e meio, tempo ease em
qae deve ser substituido no de 2- tabelliSo, qae naj
est annexo quelle outro officio que perdeu, por
quem fr ioterinanjeote nomeado por esta presi -
deucia, e, em quanto essa uomeaca > nao se der,
pelo companbeiro designado pelo juiz competen e.
Devoivo a Vmc. o desreto de nomea^Jo do re-
ferido serventuaro, e bem a.sin a portara qai o
nomeou interinamente escriv do jury.Remet-
teu-se copia ao Dr. juis de direito da ornare i.
Portaras :
Approvo o acto pelo qual a Cmara Munici-
pal da Victoria resolveii anudar proceder adeai-
nstra'ivamente arrecadac) dos impostas arre-
matados por Man jel.Civalcauti de Mesquita, pelos
motivos conjsntes de seu officio, a que respondo
de 6 do corrente mez.
O Sr. agent da Companbia Brazileira de
Navegante a Vap.r fac transportar Corte, pir
corita do ministerio da guerra, o sollado do 2- lia-
talbo de infantaria Joaquim Vieira Das, que
para all seguo reqasico da reparticao do aju-
dante general-Comrauuicou-se ao brigadeiro com-
mandante das armas.
O Sr. gerente da Companhia Peroambuct na
faca transportar ao presidio de Fernando de to
ronba, por conta do ministerio da guerra, o criiido
do capito Feliciano Xtvier Freir Junior.de neme
Pedro.
O Sr. gerente da Companbia Pernamtmcuna
f.ca transportar, por conta do ministerio dagU'r-
ra, ao presidio de Fernn lo de Noronha, para onde
destacara, as pracas constantes da iuclusa relajio
uo'niual, aasignada pelo secretario da presidein-ia-
C immunicoa-as ao brigadeiro commandante las
arinf..
EXPZDIEKTH DO Da. SSCBKTAalO
Officios :
A o secretario da Asaembla Legislativa rro-
viocial.O Ex.n. Sr. presidente da provincia min-
ia comuounicar a V. S. qus em seu officio de 30
de Junho ultimo, n. 54, pelo qual foi remettdo o
pinto dos empregad03 da secretaria dessa Assem-
bla, relativo ao alladidomez deJuubo, exarou b je
o seguate despacho :
Remettdo ao Sr. iusp3Ctor d; Thesooro Pro-
vincial paraos devidos fias.
Ao Dr. jais substituto do 1' districto crimi-
nal do Recife.De ordem do Exm. Sr. presidente
da provinca, ommunico a V. S. em solu(o do sea
offi-o de 30 de Junbo fiado, que por intermedio
do director do presidio de Fernando de Noronha
faz-se chegarao conheui ment do major JosTho
inaz CaValuauti Pcsson a requisita) constante do
citado officio,deixando-se de tomar igual providen-
cia quadt a> sassgi IssuxJ Jos Martina Alves
de Carvalh), visto nao ser alli empregado e sim
capello da guarcicao militar d'csta capital.
Por esse motivo caba a V. S. faser directamente
a respectiva requisicio ao Qaaitel Gensral, bos
termos do aviso do Ministciio da Oucrrsds-17 de
Julho de 1855.
Ao gerente da Companbia Peruajb*uc ina de
Nvega^So a Vapor.S. Exc, o Sr.ilresi dente da
provincia, ficou inteirado pelo offli de V. S., de
hoje, dos motivos que determinaran! a transieren -
cia da viage n do vapor Jacuhyjle para o dia 11 do
corrente
Ao director geral das obras publicas.
S. Exc. o Sr. presidente d* provincia ficou intei-
rado, pelo jflffiejo de 5 do correte, sob n. 136, de
baver V. S. mandado lavrar termo de recebimento
provisorio, e passur certificado de pagamento da
2" prestacao a que tem direito o arrematante das
obras de reparos da ponte de Araripe de Baixo,
Nicas da Silva Gusmo.
Ao mesmo.S. Exc. o Sr. presidente ds pro-
vincia ficou iateirado pelos officios de V. S., de 6
do corrente, sob ns. 13/ e 138, de baver V. S.
mandado lavrar termo de recebimento provisorio e
certificado de pagamento a que tem direito os arre-
matantes das obras de reparos da po ite, e da ca-
deia de Igoarass.
Ao Sr. Thomaz Jos da Silva Gusmo, ve-
reador da Cmara Municipal do Cabo.De ordem
do Exm. Sr. presidente da provincia devoivo a
V. S. o seu cilicio de 6 do c orrente, afim de que
interponha o n cessario recurso, ae o quizer.
Aos 8rs. agentes do London of Brasilian
Bank Limited. S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia manda acensar o recebimento do officio de
Vv. Ss. de 6 do corrente acompanhado de bataneo
das operaces desta caixa filial, cffectuadae no mez
de Junho findo
, Ao Dr. juis de direito da comarca de Inga-
zeira.S. Exc. o Sr. presideDte da provincia
anaoda declarar a V. S. qae, pelo sea officio de 19
de Juaho fiado, tica sciente de ter sido por V. S.
designado o tab llio Miguel de Queiroz Amaral
para servir provisoriamente de offi.-i il do registre
geral das hypothecaa d'essa comarca, na forma do
regulamento annexo ao decreto n. 9420 de 28 de
Abril ds 1885.
Ao engenheiro fiscal da Companhia Ferro
Carril de Peruambuco.S. Exc. o Sr. presideote
da previacia manda devolver a V. S. para os fias
convenientes a inclusa planta do praloogamento
da linha de Fernandea Vieira appcvada de cou-
formidade com o despacho desta data pr .f rid i
no reqwavrsBento Jets* companbia de 2 de Maio do
corrente anno concebido nestes termos :
Sim com as modificac/oes propostas pelo enge-
nheiro fiscal em sua informaoao d: 21 de Maio
ultimo e obrigando-se a ter vigas nos pontos de
entroncamento com a estrada de ferro do Recife a
Caxaoga bem como ao alargamento dos aterros
onde for preciso e a conservaco dos mesmos ater-
ros, pontes e ras oceupadas, deveudo empedrar
no centro dos trilhos as estradas, p intes e ruas de
accordo com o contracto e de modo que nao em-
barece o transito publico.
Den-ae cahecimento do despacho supra ao en-
geuheiro fiscal da Companbia de Trilhos Urbanos
do Recite ao Caxang e ao director geral de obras
publicas.
KXPEDIB.NTE DO DIA 11 DE JDLHO DE 1887
Actos :
O presidente da provincia, reaolve, de con-
formidade com a proposta do Dr. chete de polica,
constante do oficio n. 599 de 8 do corrente mez,
exonerar o cidado Joo Rodrigues de Barros, do
carga de 1 supplente do delegado do termo de
Floresta. Commuacou-se ao Dr. chefe de polica.
0 presidente da provincia, tendo em vista a
proposta do inspector do Tbesouro Provincial con
tida em officio de 5 deste mes, n. 704, resolve no-
mear o cidada i Nicolao Florentino Pereira Pitta
para exercer o cargo de col lector do municipio de
Aguas Bellas, vago pelo fallecimento de Archime
des Civalcante de Albuqueique.Communicou se
ao inspector do Tbesouro Provincial.
Officios :
Ao inspector da Thesouraria de Fazcnda.
Mande V. S. abonar, sob responsabilidade de ,ta
Presidencia, a ajuda de custo na importancia de
1:5004000, arbitrada pelo Ministerio da Justic.t
em aviso, junto por copia, de 7 de Junho altimo,
ao bacharel Jos Fiel do Jess Lei te, juiz de di-
reito removida da comarca de Tacarat. para a
de Viga, no Para: devendo ser opportunameiite
levada a despeza ao crdito que o Thesouro Na-
cional tem de conceder, conforme consta do citado
aviso.
Ao inspector do Tbesouro ProvincialDe-
volvendo a Vmc o pedido, por copia, de que trata
a officio de 27 d : Maio ultimo, sobn. 692, de objec-
tos uecessanca para o preparo e distf ibaico du
races aos presos alimentados casta dos cofres
pblicos na Casa de DetencSo, rrcommendo-lhc
que proceda a respectiva arremataclo por propos-
tas perante a juata d'esse Tbesouro com assisien-
ca do Dr. ebefe de p dicia e administrador d'a-
quelle estabelecimento, as qaaes)sero submettidis
considersco d'esta Presidencia acompanhadas
do parecer da junta e dos citados funecionaros.
devendo Vmc. apresentar opportunameute uui
exemplar de eada um dos artigos, antes de se effec-
tuar a entrega dos mesmos.
Outrosim, eoavoo que Vmc. submetta appro-
vac&o d'eita Presidencia tabellas dos artigas e
quaesquer outros objectos neeessarios para os di-
verses servicos da Casa de DetencSo, especificando
a qualidade, quantidade e tempo de duraeju, afim
de servirem de base aos futuros tornecimentoa.
Comaounicou-se so Dr. ebefe de polica.
Ao Revm. vigario da freguesia de Rom Coa-
selho.Sirva-sa V. Revma. revendo os lvros de
assentos de baptismos dos escravos dessa fregue-
sia, de remett-r me com urgencia a certidio de
idade da escrava Rita, filhi da Joaona e nascida
de 1865 a 1870.
Portara :
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
de Navegafe faca trausportar ao presidio de Fer-
nando de Noronha por conta do Miuist rio da
Gaerra, un? volume contendo frdame ito para as
pracas da companhia de cavillaria que alli cum-
preru seuteuca.Commuaicou-se ao brigadeiro
commandante das armas.
BXI'KDIEliTK DO DB. SESBXTABIO
Oficios:
Ao brigadeiro commandante das armas.
De ordem do Exm. Sr. presidente da provincia
declaro a V. Exc. que por despacho de boje f >i au
torsada a directora do Arsenal le guerra a aa-
tisfacao do pedido, anuexo uo seu offijio n. 350 de
6 do correte.
Ao inspector do Tbesouro Provincia1.Da
ordem do Exm. Sr. presdeute da provincia remet-
i a V. S. 5 exemplares impressos do regulamento
expedid o a 4 do corrente pira a arrecadacao do
imposto decretado no ib do art. 1* da le provin-
cial de 1884 de 30 de Abril ultimo afim de serem
tornecid.s ao thegoureiro.dasjloterias ordinarias da
provincia para a devida exesucio na parte que
Ibe tocar.
Ao mesmo. O Exm. Sr. presidente da prs
vincia manda assnmuuicar a V. S. que h >je inde-
ferio a peticiojBjos Joaquim Alves St C. e Pau-
p. sobre a qu il esse Taes uro
co d: 30 de Junho altimo, n.
lo Jos Alves
preslou a info
694.
Ao me
viada manda
proferio o seg
f-0 Exm. Sr. presidente da pro-
muniaar a V. S. que oesta data
nt'f despacho ni petico dos nego-
ciantes de joiaasjstabelecidos nestt cidaie sobre o
que essn Thesotro ioformu em ofl :io de 4 deste
mez, n. 701 :
Em vista das imformaco's, nao tem logar o
que requerem i
KXPEDIBKTS DO DI* 12 DE JOLHO DB 1887
Acto:
O presidente da provioea resolve, de con-
tormidade Com a proposta do Dr. ch te de polica
em officio de hontem sob o. 607, nomear Joaquim
Francisco Torres Gallindo para o lugar de delega-
do do termo de Cimbres em substituido de Hono-
rio B.'Z^rra do Reg Barros.
Officios :
Ao Dr. chefe de polica.Declaro a V. S.
em resposta so sen offi no n. 599, de 8 do corrente
mez, para os devidos effaitos, qua nesta data aa-
torisci o commandante do corpo de polica a cha-
mar ao quartel os capitaes Joac Francisco Heme-
terio Pertella e Antonio Francisco Cordeiro de
Mello e o alteras Jsaquim Servlo |Vicira da Paz,
ficando no exercicio dos cargos policiaca oa respe
ctivos soupp'entes.- Expedo-se a devidajnrdem.
Ao brigadeiro commandante das armas.
Declaro a V. Exc. para seu conhecimento e devi-
dos tas que o Exm.Sr. ministro da guerra determi-
na por telegramma de hontem datado que o te-
nente coronel Manoel de Azeveds do Nascimento
v para a corte afim de seguir pira a provincia de
Matto Gr sso.
Ao inspector da Thesonraria de Fazenda.
Communico a V. S., para os fin convenientes, que
o bacharel Francisco Pethier Rodrigues Lima, em
10 do corrente mes deixou o exercicio do cargo de
juiz municipal e de orpbaos dos termos reunidos de
Palmares e Agua Preta, por Baver terminado o
respectivo qnatrienio.
Ao mesmo. Communico a V. 8., para os fi.ua
convenientes, que o bacharel Antonio do Olveira
CardozoJGuimaraes em 9 do correnie mez aseumo
o exercicio do cargo de juiz de iireitojda|comarca
de Itamb.
Ao inspect:r do Thesouro Provincial.Re
commendo a Vmc. que mande pagar em termos a
Companbia Recife Drainage a quantia de 94320
importancia do concert feito no apparelho do cor-
po da guarda da casa de aetencao aos quaes man
dti proceder conforme requisitou Dr. ebete polica.
Communicou se ao Dr. ebefe de polica e ao fis-
cal da Companhia Recife Drainage.
,'Ao inspector geral da Iastruccao Public i
Autoriso Vmc. a juatificar as faltas de exercicio
escolar do protessor Francisco de Paula Lins de
Carvalhi, alludidas em seu offioio. a que respondo
n. 183 de hontem datado
Ao director geral das Obraa PublicasKe-
comm^ndo a Vmc faca examinar os encanamentoa
dja deposito d'agua e mais.objectosjretativoa a pre-
vanlo e extincclo da incendio existentes no tbea-
tro Santa Isabel, informanio-ma se funecionam
regularmente e qual sea estado de conservar o.
Ao mesmo'Jhamo a a'teajio de Vmc. sobre
o modo p'lo qual os seua agentes dasempenham a
fiscaliaacio da illuminaclo publicada capital, pos
tem ch;gadi ao meo conbecimeato qaeixas de que
a companhia, cuatumi amortecer extraordiaaria-
meots as luz-as durante certas horas da noite, a m
que essas faltas sejam notadas pelos referidos agen-
tes, que se nao cumprem com as ebrigacoea regu-
lamentires convem sejam substituidos.
Ao presideote da Cmara Municipal de Glora
Je Goit Aeeusando o recebimento do officio de 7
do corrente mez em que Vme tras ao mu conbeci-
meato nao ser possivelhaver aeaao dessa cmara
pela falta de comparecimeato de algaas vereadore3,
declaro em resposta qae cumpre-lhe proceder nos
termo do art. 28 da lei de 1 de Outubro de 1828,
art. 22 4' e t da le n. 3029 c aviso da 27 de
Setembro de 1841, isto mular os vereadores
remiasoa, e, ae anda assim nao comparecerem,
coavocar supplentes em numero strictamente ne-"
cessario para baver sesso.
Previno a Vmc. que o mandato de vereador
obrigatorio, pelo qae os cdadoa eleitos, anda
mes no sendo supplentea, apezar das miltaa impos-
tas, cuja cobrau^a dever-se-ha promover, centinua-
ram a faltar nao apreaentando motivos de legitima
escusa nos termo) do art. 19 da citada lei de 1828,
est) sujeitos a pracaaso de responsabilidade como
incursos n is penas do art. 128 do cdigo criminal,
vista dos avisos de 28 de Fevareiro de 1833, 23
de Junho de 1834, 13 da Marco de 1837, 29 de
Outubro de 1833, 16 de Dezeuibro de 1861 o 11
de Marco de 1831 dirigido a esta presidencia.
Portaras :
Sirva-se a Cmara Municipal do Recife r*e
ioform t que cumprimento dea ao despacho desta
presidencia de 13 do Maio ultimo no recurao de
Eugenio Lauro Maciel Monteiro, do qual deu-se-
Ihe conhecimento na mesma data.
O Sr. agente da Cimpiuhiii Babiaua de Na
vegacao a Vapor far;a trausportar a provincia daa
Alagoaa, por cootado Ministerio da Gaerra, ao
v.ip r Sergipe o desertor da compauhia de infanta-
ria daquolla provincia Autonio Pereira de Almeida
e bem assim o cabo de esquadra do 2 batalhio de
infantaria Manoel Joaquim de Oliveira que vai
escoltando dito desertorComaninicoa-se ao bri-
gadeiro commandante d ta armas
ftxPEDIBNTE DO DB. SBCaBTABIO
Offieio :
Ao Dr, juiz de direito do 2 districto crimi-
nal do RecifeS. Exc. o Sr. presiJeate da pro-
vincia aoaui'ido ao seu pedido, submette h j- a
delibr-ico Jo goveroo imperial o aasumpto dos
seus officios do 25 da Maio e 21 da Juuho ultimis.
Oque comrauoico a V. S. para seu coobeeim-uto.
EXPEDIENTE DO DIA 13 DE JDLHO DE 1887
Acto:
'/ presidente da provincia, resolve, de con-
foruiidadecom a propasta do Dr. chefe de polica,
constaota do officio n. 587 de 5 do correata mez,
nomear o cidadio Man >el Marinha Falcan, para
o lugar vago de Ia supplente do delegado do ter-
mo de Ourieury.
Officios :
Ao biapo da diocete de Oind.Tenbo a
hoora de transmitir a V. Exc. Radvm. as iufor-
mac:s em original qua ao inspector da Tbeeou-
raria de Fazenda prestaram oa c illectores das ren-
das gura-a dos muaicipi >a de Bezerroa, Bom Con-
aelho, Brejo, Buique, Flores, Gravat, Villa-BeiU,
Gloriado G >it e Garaohaaa, dos quie cinst
qu- torim alli raatreulados u'tiaam .ate 58 escra
vos pertencentea a sacerdotes, libartando-se um
em Gravat pela 7 quot.s do fundo de emancipi-
cao e doua em Buique e Gloria do Goit por seus
ex-senhurea.
Ao uspe:tor da Thesonraria de Fazenda.
Com a uforraacjlu junta p r copa d o eagenheiro
das obras militares de bje datado, sob n. 140, re
metto a V. S., para os deviioa fina, as inclusas
netis do gal consumido durante o mes de Juna >
findo om a ilumin$o da eufermiria militar e
dos quarteia da companhia de cava Jara e dos ba
lalhoes 2o e 14 de infamarla. Commuoicou se
ao brigadeiro commandante das armas.
Ao mesmo. Coramunco a V. S., para os
ti na coi venientes qu o bacharel Jos Juliao R-
gueira Pinto de Soma, juiz de direito da comarca
de Cimbies, duixou era 27 de Junh< lindo o exer-
cicio de sea sargo por motivo de molestia, teasau-
miudo o uo dia 1 do crrante ucz.
ao mesmo. Communico a V. 8., para os
fias coa venientes que o bacharel Alfredo Serpbico
de Assis Carvalbo, juia municip-.l da orphos do
termo de Cimbres, deix >u eu. 27 do Junbo fiada o
-
exercicio de sea cargo, para assumir o do juis de
direito ioterino.
Ao m'srao.C^nmunico a V. S., para oa
fina convenientes que o bacharel Manoel Ferreira
Escobar Jnior, juiz municipil e do orphaos do
termo de Leopoldina, deixou em 27 de Junho findo
o exercicio de seu cargo, para entrar no gozo de
tres mezes de liceuca, com os veocimentoa a que
tiver direito, que Ihe conced por portara de 13 de
Maio ultimo para tratar de eua aaude.
Ao meara >.Recomraendo a V. S. que por
uonta do crdito de 10:0004000 distribuido pela
ordem-circular do Ministerio da Guerra de 16 de
Maio ultimo verba Despezis decorpose quar-
ttis do exercicio do 1886 a 1887, maode pagar
a Francisco Flix Goncjilves acuantia de 2:7204,
de que trata a nfrmacSo dessa Thesoararia e
21 de Junbo prximo passado n. 381 proveniente
da venda de 17 cavalloa para a companhia de ca-
vallana.
Ao mesmo. Sirva-se V. S. de eoviar-rae
cem urgencia certidoas da antiga matricula, com
reluci aos seguintes eacravoa :
Jos, pesteacente a Manoel Severino de Alba
querqne, com o nume.-o de ordem 2929 e 8 da re-
laeao, matriculado em 26 de Setembro de 1872, no
municipio da Victoria.
II -iiriqu'1, pertencente ao mesmo cidadao, cora
o numero de ord'm 2933, e 12 da relaco matri-
culado na meama data e no mesmo municipio.
Cypnano, matriculado no municipio de Inga-
zeira em 25 de Abril de 1877, em virtnde do aviso
do Ministerio d<. Agricultura e Obras Publicas de
22 de Dezembro de 1876, com os ns. 1 de ordem e
do da relaco.
Ao Dr. inspector da saude do porto.Do
Exra. Sr. ministro e secretario de estado dos ne-
gocios do imperio recebi o soguinte telegramma :
Navios procedentes Catania s serio recebidos
depois de tazerem quarenteoa rigor liba Grande
procedentes outros portos Sicilia golpho Tarento,
mar Jnico, estreito Messina, mar Tyesheno, at
Salermo, Sardenha e regencia Tunis deverao faser
quarentena obaervacio dita Iba.
O que communico a V. S. para oa fina conve
nientes.
Ao Dr. jais de direito do 2 districto crimi-
nal.Remetto a V. 8., conforme solicitoa em seas
officios de 27 do Maio e 25 de Junho ultimo, ns.
272 e 301, copia do rclatorio apreaestado a esta
presidencia pela commissio nomeads em 16 de Se-
tembro do anno prximo passado para syndicar na
Tnesouraria de Fazenda sobre o facto criminoso
descoberto a 9 do allndido mes de S.-tembro na
mesma Thesonraria.
A esse relatarlo acompaoham tambem por copia
os documentos qu- Ihe servem de appensos.
Ao iaapector do Thesouro Provincial.At-
tendendo ao que requereu Hermenegildo Eduardo
do Reg Moateiro, e de conformidade com a iofor-
macao do director geral da Reparticao das Obras
Publicas, recommeado a Vmc. que, nos termos do
art. 109 do regulamento de 20 de Junho u;rao,
mande entregar-le, mediante certificado, a quan-
tia a qu l tiver direito, como prestaco de respon -
sabildade da obra de reconstraecio da bomba da
Batalha, recebda defiaitivameate em6 do corren-
te.Communicoa-se ao director geral da Repar-
ticao das Obras Publicas.
Ao mesmo.Da accordo com a informacio
por Vmc. prestada em oficio de 2 do corrente, sob
n. 699, e com o que opinn o engenheiro fiscal da
estrada de ferro do Rjcit ao Limocro no de 18
de Junho do anno prximo passado, recommendo
a Vmc. q*ue mande entregar ac respectivo supe-
rintendente metade da qnantia de 10:00)4000, de-
positada nease Thesouro, na conformidade da
clausula 39* do contracto de 17 de Julho de 1870,
visto estarem ecucluidas desde 1882 as obras da
linha principal e do ramal de Nasaretb.Commu-
nicou se ao engenheiro fiscal da estrada de ferro
do Recife ao Limoeiro.
Ao mesmo.Approvo as arrematacoes q io
perante esse Thesouro fizeram Bartbolomeu 4 i'...
succe^sores, Jos Eliaa de Oiiveira e Antonio Fer-
nandea Xavier de Lima, os primeiroa do forneci
ment de medicamentos para enfermara da Casa
de Deteyio relativo ao semestre de Julbo a De-
seinbro do correte anno com o ab ite de 6 /( sobre
as precos do formulario ; segundo de alimenta-
co para oa presos pobres reaolhdoa a mesma
Casa, correspoodente ao trimestre de Jalho a Se-
tembro pela diaria de 420 ris, eo tercero do ser
vio da illuminaclo de Caruar darante o citado
semastre de Julho a Dezembro pelo preco de 87
ris por lampelo devendo ser novameote levado
praca o servido da illuminacao de Igoarass palo
preco da 77 ris do aoterior contracto.
O qu: declaro a Vu.c. para os fias convenien
tes e em resposta aos seas offi ios de 23 de Ju-
nho ultimo e 7 do corrate, us. 633 e 707
Ao director do Arsenal da Guerra. Me-
diante a importancia de 204, constante do orca-
mento annexo ao officio d'easa directora, de 6 da
corrente, sob n. 1,192, fica Vmc. autorisado a
mandar fornecer a enfermara militar mil bailas
impressas para satisfacio do incluso pedido.
Communicou-se ao inspector da Thesouraria ds
Fazenda e ao brigadeiro commandante das irraaa
Ao mesmo.Autoriso Vmc. a mandar satis -
fazer o incluso pedido de nove livroa destinados a
eacripUracio do 2* batalhio de infantaria, urna
vez que para a respectiva despeja calculada em
1504 segundo o orcamento anoexo ao seu cfficio n.
1,116, de 14 de Junho fiado, existe crdito confor-
mo declara a Thesouraria da Fazeada em officio
de hont .m, sob n. 443.Communicou se ao ins-
pector da Thesouraria do Psenla e ao brigadei
ro cora candante das armas.
mesmo Exm. Sr. Assembla Legislativa Provin-
cial em 2 de Muro ultimo, remettidos a esta se-
cretaria, os quaes nio podfjm ser aceitos por can-
tere ra os erros que se leem as folhas que lhes
servem de titulo, as psUvrso InstallacSo e
Pedro, devendo as listas dos donatarios e ad-
ministradores desta provincia segoir-se immedia-
tamente a pagina 80 da mesma falla.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 27 DE
JLHO DE 1887
Francisco de Paula Suuza Lelo. Con-
cedo, cora os venciinantos a que tiver di-
reito.
Francisco- das- Chagas Jeaus Montei-
ro.Informe o 3r. Inspector do Arsenal
de Marinha.
Fulgencio Jos Joaquina Cavbante.
Informe o Sr. in-pector da Thesouraria de
Fazeada.
Joaquim Pedro Barreto de Mello Reg.
Sim.
Coronel Miguel Tolentioo Pires Falcao.
Informe o Sr. inspector do Thesouro
Provincial.
Oraogel Leopoldo Aceioly.Informe o
Sr. juiz municipal do termo de Grara-
nhuQS.
Bacharel Severo Gonjalves Pires.De-
feri !o, com officio de hoje Thesouraria de
Fazenda.
Secretaria da Presidencia de Pernara-
buoo, 28 de Julho de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
Ao mesmo.De accordo ora a iotorma$io
d'essa directora, de 20 de Maio findo, sob n.
1,109, autoriso Vmc. a mandar satisfaser o in-
cluso padido de um j muir e um sgnete com as armas imperiaes e ds-
tico para o 14 batalhio de infantaria, urna vez
qae para a respectiva deapesa calculada na im-
portancia de 804, segando consta da citada infor-
macio, existe crdito conforme declara a Thesou-
raria de Fasenda em ofi do de hontem, sob n.
142.Communicon-se ao inspector da Thesoura-
ria de Fazenda e ao brigadeiro commandante daa
armas.
Ao eigenbeirofiscal da companhii do Be-
beribe.D-ctaro Vmc. para sea conhecimento
e para iazer coartar ao direc'or gerente desaa
companhia, que prmitto, de accordo com a sua
iuforinifao de6 do corrate, aob n 5, eeja c ma-
cado o abasteciraento d'agua a esta capital, de
conformidade com o contracto de 17 de Janeiro de
1881, por estarem concluidas as obras priucipaea,
dando-ae aoa novos eneaaamentos urna preaaio
d'agua um pouco maior do que o aetual, afim de
experimental-os e transtormando-se ao mesmo
tempo as antigs peanas d'aoiia, de modo qua por
curtos parilos v-3 augmentando a pressio at
o mximo sera prejuizo, porra, daa claaaulas 14*,
15* e 24a do dito contracto.
BXFSDIBBTE DO DB SECRETARIO
Officios :
A o director geral das obras publicas.S.
Exc. o Sr. presidente da provincia, nesta data
prof corrente o seguate despacho :
Ao Sr. iuspector do Tbesouro P.ovocial p -
ra attend.r como Ihe foi r-couiraendado em officio
de 20 de Junho ultimo. > .
= Ao engenh"iro fiscal da estrada de ferro do
Kcitc ao Limoeiro. O Exm. Sr. presidente da
provincia deu boje o conveniente destino os docu-
mentos qae aco.npaiihar ira o officio de V. S. de II
do corrente, aob n. 885
Aa contr ictautes da publicasio do c-xpe
dieate de governo.Oe ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, devoivo a V. S. ua cem
expropiaros impresa>s da falla apresentada pelo
Repartir da Polica
2* secr-ao. 651.Secretaria de Po-
lica de Pernarnbuco, 28 de Julho de 1887.
-Illm. e Es:m. Sr. -Participo a V. Exc.
que ioram hontem recolhidoa Casa, de
DetencSo os seguintes individuos:
A minba ordem Jos Antonio M iscarenhaa, re-
mettdo pelo delegado do Brejo, orno alienado at
que teaba o conveniente destino.
A' ordem do Dr. delegado do 2. districto da
capital, Jos Antonio Corroa de Olveira, Fran-
cisco Nunca da Silva, M.ncel Nanea de Oliveira,
Victalino Jos de Brito, Joo Nuaes de Oliveira,
Lourenco Paes Barretto, Antonio Marques Fer-
reira, Antonio Soares da Silva e Manoel Ignacio
Rodrigues da Silva, como indiciados em crime de
morte e feriraentos.
A' ordem do subdelegado da freguezia do Re-
cife, Jos Nognaira de Souza, como vagabundo.
A' ordem do do i districto de S. Jote, Manoel
Vicente, Guilherme Bezerra Cavalcante e Joo
Rodrigues de Almeida, por crime de furto.
Relativamente ao lam-ratavel eonlicto havido
no eagenbo Brejo na tarde de 26 do corrente, e do
qual ji dei a V. Exc. noticia, cumpre-me acrea-
centar que hontem .cempanha do do 2 promqor
Dr. Oliveira Escorel, dirigi-me ao lagar do acon-
tecimeuto e pelas ndagacoa a que proced e pelas
communcacoes qae recebi do Dr. delegado do
2* districto e do subdelegado de Apipucos (qae
tiahara andado em diligencia eom a forca de liaba
d'aqui sabida no dia 26, s 8 h-raa da noite desde
3 horas da manbi at 2 horas da tarde de hon-
tem) verifiouei o segrate.
No dia 26 o administrador do Dr. Paulo de Oli-
veira, Vlauoel Ignacio Rodrigues da Silva, acom-
paohado de trabalbadorea tez destruir carvoeiras
pertencentes a aggregados dos herdeiros de Fran-
cisco Mariano e Jos Ceaario de Mello. Oa tra-
balbadorea d'estea por sua vez parte da cerca do
pisto do engenbo, qua fica froateira a antiga i asa
da propriedade Brejo deoomioada Casa Grande a
qual estava o ocupada por aggregados dus her-
deiros de Mariano, e qae tiahara na vespera aido
intimados por ordem do Dr, Paulo pira a desoecu-
parem.
Vetando o administrador e tralbadores do Dr.
Paulo do lugar a que tioham do destruir as car-
voeiras e procurando rodear o gado que tinhi sa-
bido por estar aberta a cerca, encoatraram-se com
os de Marinho e travarara lucia por terem aquel-
lea ditas que recolhido o gado e pol-os fr a da
casa.
O conflicto teve logar em frente ao engenho e
junto a urna villa froateira a porteira doinetrao.
Trocarara tiros da parte a paite e houve lucta
a arma branca, resultando deila ser morto Tibur-
cio Manoel da Paixao e feridoa mortalmeote Pos-
sidouio Manoei da Aa:umpcl) e Joao Zacaras e
levemente Joa Antonio Correia de Oliveira, An-
touio Soarea da Silva e Fraociaco Nunca da Sil-
va, todos aggregaios do Dr. Paulo, e Manoel Na-
nea de Olveira, Vietalina Joa de Brito, Jlo Nu-
oea de Uliv.-ira, Liurencio Paea Barreto aggrega-
dos doa herdeiros da Marinho ao todo nove feridos
e um morto.
A exoepcio de Possidonio e Z icariaa cajo esta-
do meliodroao, oa mais forara tolos recolXidoa a
Caaa de OeteoQi) jintaraante Maaoel Igaaca Ro-
lr<;u"s da ^Iva, Autonio Marques Ferreira e
Jos Pires Carlos que tomaratn tambera parte na
lucta, alera deatea oatroa to narin parte ua lucta
porra anda nao f rain capturados. Tambem foi
incendiada a Casa de guardar bagao e invadida a
casa do administrador do Dr. Paulo e destruidos
todos os objectos e gneros que nella cata vara.
Aiuda nio rst bem verificado se o inceudio da
casa de guardar bagaco foi ante3 ou dep ia do
co'ifl'C'.o sendo qua a destruidlo na do adminis-
trador foi depoia.
Oa feridos forano vistoriadoa pelos Drs. Sousa e
G. Lobo.
Esse lamentare! acoatecim rato oriundo do
questss de posses eotre herdeiros de Francisco
Marinho de Albuquerque Mello e o Dr. Paulo de
Oliveira sobra oa te rau-oa em qae est situada o
engenho Brejo.
Tanto da paite do Dr. Paulo como doa seus
contendores, tem havido actos de desf.ro, como
arrancameDto de lavoures. destruicao de caaas e
de carvoeiras, por cada um julgar-se com direito
aos terrenos ouda foraui situados.
Tanto o Dr. Paulo como os seua c ratead orea al-
gumaa vezes me procurara so.citando providen-
cias contra SSSOS actos q le cousideravam atienta-
torios aos s.'ua direitos.
Quer a um qaer a outroa s'rapr; dealarei que
nada poda fazee, porque tratando se de que toes
d poesa e limites de terrenos me falleca corape-
tencia para me intervir e s6 ao juizo competeote
deviam liqaiiar os seas direitos, euoqaaato aos
damnos causados tambara s< j idicia'ra ote pod; un
obter a devida iulemaisacao. |
Ha pouco tempo d-u-se al ura conflicto no
Sual foi fardo levemeuto ura odividuo de none
oitiaho, qa.- era entio admioistrador do Dr. Pau-
o.
Mandai ab.-r ioquart) sobre o tacto qua j t.
ve o destino legal como me corarr.uuieou o Dr. de-
legado do 2' distrievo.
Alera de fctoa qua coaatituem crimes de necio
publica nio tiuha a polica compe'eccia para ir
uas pendnciaa qu; alli su divam qu s'iopre
provsnentea de actos turbativos de psses.
Est proa guiado o iuqueritouo Dr. de1'gado
do 2' districto
D.-ua guarde a V Exo. Illm. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vi e>iUi de Aaevedo, amito
Jigno presidente ;la provincia. -O ehfo
le polica, A'it-miu Domingos Pinto
-.
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Diario 4t fcimiubucuScxta-icira 29 de Julho de 1887
3.a Sec^So. Palacio dm Preiekcim de Pernambuco,
eto 25 de Julho de 1887.
0 presidente da provincia, usando da autorisacao conferida na
lei n. 1899, de S4 de Maio do corrente anno. resolve qne, na exe-
eticaodo rii>|iostnnos II a.15, art. Sh, da lei n. 1860, de H de
Agosto de ItJ*, a que refere-se o | 19 ait. 1 da lei n. 1884, de
30 de Abril de I8t7. se observe o seguate
REGlililWi
ettio .
Da Alfaaega
Artigo Io O imposto provincial de 3 e % "I, dtecretado no |
19, art. I. da lei n. 1884 sobre o gjro presumido dos conimer-
cianles ser cobrado com referencia primeii a 'parte do g 12 art.
2 da lei n. 1860 ] ca Allandepa. bem con os direitos de oxpor-
tagao e, por connexo, os nipostos de cera ris por saccodo assn-
car, cen ris por couro procedente de outras provincias e que ar
reembarcado, de acord com o Aviso do Ministerio da Kazenda, de
2 de Abril de 1886.
| nico. O Inspector d'Allandega, por si e pelos empregados
que Ilie forera subordinados, tica incumbido da h.-eali.-aco, arre-
cadagao, guarda e entrega dos referidos impostos, para o que ob-
servar o presente reculamente e as ordena que Ihe forera trans-
mittidas pela presidencia rom relaco ao respectivo servico.
Art. 1" O imposto do gyro coustitue-se do moMinento presu-
mido dilecto e indirecto das Caaafi de nepocio de iniportacSo de
fuaesqiicr pernios e do ce mmercioa retalho na cidade do Recife;
e leiu )wr assento ato a este cstabolecimentos. como todos 08
peMiO apartados soh qual(|uer titulo e cm qualquer qualidade,
inclusive a de coiiiniissaiio OS IXjiMpnatario no porto da consig-
b^-o. donde possam ser reimportados para qualquer outro des-
tino, visto de taes ictofl re.-ullar lucro e avolumar o gyro presu-
mido, e portanto seren materia de imposico.
Art. 3. Fica snjcito ao imposto especificado na primeira parte
do art. 1. qualquer riniiiiicriianle em prosso ou a retalbo, que
igualmente importar mercadorias, bem como aquellos que os re-
cebam ordem ou por outra qualquer forma.
nico. Nio se comprelKBdcrao no gyro commercial do ne-
gociante, para deduccio da laxa, as sepuintes mercadorias : typos,
prelos, tinta do escrwerede impressao, papel e livros de qoal-
3uer procedencia, assn c.mo todas as mercadorias comprehen-
idas na tabella A. annexa ao decreto n. 9.746, de 22 de Abril
de 188".
Art. 4. Considcram-so tambera na sujeico ao imposto as
mercadorias de procedencia estrangeira que. despachadas em
outras provincias, lizerem parte do gyro commercial do contri-
buinle, desta pani'ninle entrarem por cabotagem.
Art. :>. No caso do artigo antecedente serao as mercadorias
acompanhadas de guias das respectivas All'andepas em certidan
d'estas. declarativas do valor oflicial de cada urna, e, na omisso
d'essaforniali.lade. se proceder ao calculo da laxa pela taa
d'Alftmdepa, lendo atiene;., ae valor que na nicsma Ibes tor espe-
cficamente marcado.
Art. f," Servir de liase cohranca do imposto do gyro o
valor oflicial da mercadoria despachada ou consignada com entra-
da ou passapein de qualquer modo pela Alfandega, ])odendo. para
facilidade do calculo, lomar-se tambera como bseos direin ge-
nes, una vez gnariada a equivalencia, de accordo com as tasas
decretadas sobre O valor ollicial.
Arl. 7. Nos termos do artigo precedenle as laxas de 3e6%,
decretadas sobre o valor offitial das mercadorias, serie calcula-
das sobre os direitos pagos na Alfando-a de accordo com a Ta-
rifa de ti de Abril deste correte anuo : cobrando-se 6'-/o (lestes,
como equivalentes a 3% do valor oflicial, e 12 "/ojela sesma
razo, quando o despacho referirse s mercadorias que pela lei
n. 1884, ficarom sujeitas a 6> sobre o respectivo valor oflicial,
qualquer que soja a procedencia.
Art. 8." A arrecadaco do imposto do gyro se eflectuara na
mesma ocoasO en: que "tver lugar a oobnnca dos direitos peraes,
por meio de una so via especial da despacho inteiramenle idntica
as da Allandeua. as quaes se far 0 calculo da impoilancia do
imposto provincial accrescida da imposicSo de 8 addicionaes,
calculada sobre a quota do mesnio imposte.
Art. 9." O calculo do imposto de gyro ser declarado por es -
oipto e com assignatura do despachante, e especificado em alga-
rismo, e o respectivo despacho se processar na mesma eccamM
do processo do despacho peal.aoqual aoompanbari o provincial.
Art. 10. Papo o imposto provincial, o Uiesoureiro daAlfan-
dega pora no respectivo despacho a sua urLa e o passar ao es-
criplurario enranciado dos lancaiiientos dos niesrr.os despachos,
no livro competente, fornecido pelo Thesouro Provincial, sepundo.
o modele | nr este dado.
lespachos de que trata este artigo serao pelo thesoureiro
numerados especialmente, e aeoninde o ordem numrica.
Ait. 11. Ao empregadodoincumbido ceita provincial compele (aaer diariamente entrega ao thesoureiro
de todos os despachos pagos, se joaaa.caBO documentos de re-
ceita. emmassados pelo mesmo Ibesoorei, serao entregues tnen-
salmenle c..... a renda por saldo da arrecadaco mensal no Thesou-
ro Provincial, devendo n essa o* easiao enviar a SeecSo oompuMMu
em onadro demenstrativoda referida renda.
Art. li- o.- direitos de exportagao proviaciaes sobre ms
quer generes de prodnccfio da provincia, a elles rojeitos, serao
cobrados pela forma proscripta no art. g. deste legulamento; e
no ] a arrecadaclo, observa-se-ao as iMspcsicftes dos
Arts. 9 e 10.
Quando porm axportacao destmar-se a portee do imperio,
emqueuao lia cobranca de direitos geraes oo abido, o
despachante rara despacho especial de exportaco provincial,
guardada a forma dos despachos geraes deexportacSe para o es-
Irangeiro. e si ai processasa a cobranza dos reilos devi
Art. 13. As mercadorias nacionaes sujenas a impostes pro-
vine roen de consumo, ficam Bob a vigilancia efiscafisa-
coila Alfandt ludes a deposito, e d'este nao poderlo
iVr sabido anti gamenlo, na AHandega, dos impostos pro-
vniciaes a que I SUH'itOS.
Art. 14. 0 pagamente dos impostos das mercadorias as
dicOet o anterior, e que sao calentados peta pauta Bema-
nal, se procesar em notas especiacii, as quaes far-se- o cal-
culo do imposto provincial, escripto pelo despachante por exten-
so e emalgari.-uio.
Essas nolis, pago o imposto, recebero do thesoureiro da Al-
falidega numeracao especial, tendo igual destino ao .'aquellas de
que trata o art. II.
Art. 15. O inspeetsr d Alfaudega expedir todas as ordens e
providencias que julgar acertadas e de conveniencia-para a eflicaz
ecompleta Inealisacao e arrecadaco dos impostos proviuciaes a
qui i sujeitas as mercadorias nacionaes, de que trata o
art. 13.
Art. 16. Os gneros de outras provuicias que possam confun-
dir se cora os similares de prodaccao desta, sujeito a direitos,
sendo obrigado a desembaraco, ficam sob a fiscalisagao da al-
fimdega, que neste servido se refulari, tanto quanto fr exe-
quivel e sppiicavel, pelas apaa^e* do regulamento de 4 de
Julbo de 1879 do coDcemeiite ao mesa servico.
Art. 17. 0 producto dos impostos proviaciaes arrecadados
ser diariamente rccondo ao Tfiesoaro Provuicial por meio de
guias organizadas peta seccao da alfimdega, encarregada desse
servico, auilu nlicadas pelo respectivo chefe, e visadas pelo in-
spector daalfindega.
Desse recolhimenlo dar o ihesoureiro do thesouro provin-
cial conhecimento em forma para resalva do thesoureiro da al-
fandega. s
Arl. 18. Pela cobranga dos impostos de que trata este regu-
lamento, havero os empregados da alfandega a porcenta^'era de
1,5 da mesma arrtcadaco. e sua importancia ser, no principio
de cada mez, cora a respectiva folla de pagamento entregue pelo
thesouro provincial ao thesoureiro da alfandega para ser-lhe da-
" do o conveniente deslino, depois de rubricada a mesma folha
pelo inspectoi da alfandepa.
Art. 19. Na organisacSo da folha de pagamento de que tra-
ta o art. antecedente ter se- em vista o resumo do ponto que
de ve ser envudo pela alfandega, no primeiro dia til de cada
mez, ao thesouro provincial, para que seja a porcentagem raen-
sal distribuida pelos impregnaos, de conformidade com a tabel-
tagerai que regula a gratificado dos mesmos empregados, nos
krinos do$ 65, art. 2 da lei n. 168i
Art. 20. As questOes que se suscitarera na arrecadaco dos
impostos proviuciaes, de que cogita o presente regulamento, se-
rao decididas pelo inspector da alfandega e cora recurso para o
thesouro provincial, e deste para o presidente da provincianos
termos da legislado em vigor.
Art. 21.0 thesoureiro da alfandega prestar ao thesouro
Erovincial urna Banca de dous contos de res, para o que lica-
e desde j marcado o prazo de sessenta dias.
Art 22. A correspondencia entre o inspector doinesonro
provincial e o da alfandepa ser por meio de oficios requisi-
torios.
*i"'ta(> e.
Das colleclorias
Art. 23. As mercadorias estrangeiras de que trata o art 4"
deste regulamento e que por Ierra e procedentes de provincias
lirailrophes vieram a fazer parte do gyro commercial do nego-
ciante, em qualquer municipio fora da capital, constituem o
mesnio negociaule na ohrigaco do imposto na parle relativa s
casas era grosso, e a sua cobranza tica a cargo da collectoria
local.
Arl. 24. As mercadorias as condices do artigo anteceden-
te deverao vir ueompanhadas da nota declarativa ou ecrtido exi-
gidas no arl. 4 e para determinar Ibes o valor oflicial, na ausen-
cia da inencic nada ola ou certido, proceder o eollector ao
calculo, para dedueco da laxa sobre a conla ou factura devi-
da e regularmente organisada. das mercadorias, a ^ual ser para
esse lira exhibida collectoria pelocontnbuinte. que licar obn-
gado a inteirar a contribuico e a multa de 30 da mesma,
quando verificar se simulaco da factura, em prejuizo da Fazen-
i. por qualqu'r forma, ou por inexactido, ou por faltado iden-
lidade das nitrcadorias mencionadas com as constantes dos
volumes.
Arl. 25. A arrecadayo do imposto cTectuar-se- logo que
a mercadoria chegar a seu destino, e o contri 'Uiule antes de
recolliel a ao estalielecinunlo. tara o respectivo despacho na for-
ma do artige precedente, papando a quola do imposto. Acoi-
travengo desta prescripcao sujeitaa mercadocia ap|iivlieiisuo
seudo dejiositaoa adniiiiistrativamente fiara oj ell'eitos do artigo
epuiute.
Art. 26. Appreleudida e depositada a mercadoria; iica mar-
cado o prazo de oilo dias para o respectivo dono pagar o im-
posto na razo do dobro da laxa, sondo-lhe ento entregue a
mercadoria. Excedido este prazo, porm, sera que tato tenha
lupar. ser ve idida em leio peante a collectoria ; e do pro-
ducto da vend, deduzdo o imposto em dobro, ser o rema-
Desente entregue ao dono.
Art. 27. Da arreradago deste imposlo tero as collectonas
a porcenlagem de 11/2 Vo distribuida pelos respectivos emprega-
dos, na forma ordinaria de diviso das quotus.
icpro S*.
Da Kecehedoria Prov incial
Art. 28. O imposto deque (ratao art. Io deste Regulamento,
e no ser arrecadado petaftecebedoria Provincial.
Art. 29. 0 calculo para arrecadago assentar na importan-
cia do alupuel da caa em que estiver o estebelecimento multipli-
cado |ior 10. e deste resultado aritlnuetico se deduzir a taxa es-
ta elecida de 3 q- entendendo-se para OS ell'eilos desta dis|iosi-
co por eslabelecimciito o todo sob a frua singular ou collectiva.
Arl. 30. A esta imposicio so sio sujeilos os estalielecunenlos
propriainente coinnierciaes, e sua cohranca preceder collecla
na forma ordin;. na eslabelccida nos Regulamentos em vigor.
Arl. 81. A arrecadaco da taxa incidente em estabeleciruen-
los coinnierciaes a retalho. eqoa se refere o art. 29, ter lugar
por semestres, no ultimo mez destes por trila dias. A falla de
gaments ueste praso obriga o conlnbuinte s multas de 10 e
y. conminadas no art. 6 lia lei n. 1876.
Art 32. Ficam revogad>8 os Instruccoes de 19 de Agoste de
Ifigft, e de M de Abril e 14 de Maio de 1886. podendo este regula-
mento ser alterado ou additado conforme a experiencia o acon-
selhar.
(redi-o "tcente de mievedo.
%
1bef Sec(So de (.'ont(ncicfo d i Thesouro Provincitl
de Pcm d 1 BC ( B J> rte i'ulho de lfc87.
I''iD.eFjiD. Sr. Litmoailigo ecb pi
grsphe O ihesf urriro das K terms de cd>hiic-
pscao ao pabliecai 8?igiiHdo por Funcitct Goc-
Calvrs Ti iros t publi'sdo nr Jornal do Recite de
14 do ecnri rte, o erguinte :
Tri.nqiiiil..' pela validi-d'' doe Betos piEtita-
dos sctipre siabra da lei, [ir, urnva p I I -
d< s cf n i :os !i( itis < hcMitti <'' ditinfenbo
KOI deveres, a not'cia t que o Threcuro, im OMHqaiBtta
de nprcf.utHao du tacbaul Limdh e texm-
eSea do rice putidmte da provmcit, havia
ju'g. do culla a fihnca prte'at'a, c< u... ih< f: orei- I
ro Sai loterli a do fundo de en. mip- f&o, sibj '
. que.COBO parte dirett:minte icteiessada, ti-
vesse sido io cuvido.
Prestada a fiarla e efpi i na f.rm
fia bi| bavendo nata senteoca jodiciari, qae
julgou, a dthberaeSj do Thesouro nullifiando a
erarepillida pelo b m ala pela
le -
,, Fui t-i i.tgio o c-lcbre prueesopr
crime de (steli nato, forgicado pr mi io de
c 1,83?, pa c fondo r'e emancipica", da qnal,
decunr r.tad, c mo te itba, verifica se que aq nd-
li' !fc. t. Mt ii n i (ccatic de pu-star aref.iid
6>.nva e < ipccih'.ear a lijpcrbica dis inmovea,
que i ffenern, i iludi Inunda c a ub funceio-
Ribeire, g dodocumento d. 2.
L'uvei-me, ptitanto, nelle, e para ser esculhido
nm des. mpatador i ereci os nomes de Imais tree
naiios, psno i (mittiras cinfidcis^oes qui este avsli-idircs d u.esuia Faiei.da, que constara do
faito nclema, e como o:e compre. respectivo requerimento de audiencindocumento
Os iroc(fS(8 de 6 reas preetEdns ante o The- n. 3- havmdo-s louvado o procarador do referido
Pi \ i.cihl fo regoludos pea disprsigo do
hitigo 181 do rcgulimento de 4 de Julho de 1879,
obicrv r.do-se te difprtivdei
muiLu aitigo.
Instiuido o ptecestado da Cunea cim es docu
un iitrs i ligides por aquelles strvindo de tito-
i-. fim ^h hci be febre pndio uibano, o co-
phec ment do pagamento do imposto da decima,
pelo qual calculado o valor da prcpriidade, to-
nai.de s> pi r bi te c da reDda qae o meimo co
i,l (limuito representa e
annes na f ima estkbclecida per direito ccmmjm,
sendo pi r etee medo conhecido o menno valor,
lubmetlido jouta do Thesooro, a qnal, depc:;
dt- (iininade, cetumina per sua dccico que se
t n.e por tenso a flanea, que lavrado em livro
tc un.! para cesc fim destinado.
No piiciEso du fianea prestada pelo tbrsonreiro
cirti oes e d i, alguna di s qunes falei- das loleiiss do fundo de eoianciptco, foram ob-
fieados pelo proprto procurado! fifeal do The- strvedas tidaa it
sonio, cimo ficiu prive.-o nis aui., pura cuja du i i ligo 181 do reguiamento citato, s< nd.i pelo
escavacSo obteve o baebnr. 1 iUccrda do vice- mism Ibeacnreiro cihibidos ca conhecimentos
prtsidente aatoritcclo para n meiher#os archi- de puganento de decimas de tui.s casas situada
Tes de todas ae npartiits pr VBC i.fs e inicia aa fr. gui-zia da Vanea, as S(guintes mas : liba
do per denuncia el. i'" pintor [ublieo, que n. 10, Bium :i. 8, Cmung u. 20, liha n. 9, Es-
nao hesiten cm ferie ao setv ?o de iacoa tes- '-(.ao n. 5, Malbada ns. 3 e 1 e liba u. 17, c mo
gavtis interetees, erm saenfifio dos di ju-t ch se \ dismencii-uadoB conbecimentos,transcriptos
tbesenreiro, e cffeiecidodc ineaxo modo tres ames
para a cf ceiba do desimpatador, recabindo esta
des | 1' e 6- do tm Jes Izidcro Martn per aquelle procurador
(ff. recido, stm que me cansasse itao sorpreaa, por-
que de ordinario a escolbadojuitopara taes actos,
tcm sido esm pre cem preter 5o do tereeiro i ff
recido p,r parte da fvzenda.
Feita a IcnvscSo, detirminon o joiz que a ava-
li; '-.So sr irccidiBEe por mandadj expedido aos
u\ .'-.adoies, o que consta do metmo documento n.
multiplicando ee por 20 3.
Neataa aaadie^ea procedeu se a avaiiacao na
ocia do juiz, e, cons'guintemenente impossi-
' Hilada a Fazendade requerer por seu procurador
"ie fosee a b- m de 9tus intercsa< s por occaaiSo
c.q uella diligencia.
E tesiin t> m-ee procedido tempe a respeito dis
ava-tfAus s imuioveis,dados afianza.
riendo luvido posteriormente, exigi a exhibido
des titules de propri dade das casas avahadas, e
bem asb'm que o n spcneavel sitistz.jese o qae
devra a Fazeida Prcviucial e por me haver consta-
do existirem contra elle executivos, pendentes em
juizoainda documento 3.
rrsponsavel, tendo.pago a importancia dos fxe-
i uti?oap< ndentes, diiigii aojis a peticao que con-
sta duquelle documento n. 3, offerecend? urna certi-
A ebra da calumnia e do artificio handulen-; no documente n. 1, os qoaes se achnm archivad do da avrbacSod, tres doi red0, dadoa a g nca
to. f..i, porm, d. etruida pelo colundo Tribunal na siicao do contencioso.
> da Reli-cao, que despr. nnncioo-mn n-sse pro- O teimo de xiai^a foi lavrado em data de 15 de
oseo, qualihVndode txtravagaute a pronun. S t. mbro de 1884, nSo tendo tide lugur immedia-
. do joii sjilv R go. ti.neiite sprcialishcSo da bypolbeea legal, pjr-
Diantedesimelbantes afiSimativae nao pedia que a lei provincial n. 94, de 13 de Junbo de
nim dtvia quedar me : minha posico de facete- 1Sl1. dltP "S(-u formalidade, centra cujadis-
nario publico inpo -me a obrga?ao de co tradi- P< *'*$ recianaei por man de una ve, ctmo cons-
tar, inm quelles tpicos do lebrido ultimo, e cumpro-a e ne seguiutes de 188
tiautmi'nndo a V. Exc. soito documentos jun-
tes, que f3o justan i nte aquelles que serviram de
base ao proeesfo de que tra'a o mismo th. 8' urci-
ro, e dos quaes, claiament, \-se que nenhuma
parte ciube-me na tua confo-cc&o, pi i qae j4 em
os meus panceris e j nos requeran ntos que di-
na- ta dos mius rila'orios de 30 de Novembro de 1879
- -fguiutes de 1880 i 1881, perqu entenda
que a tisj c sico da lei citada, n 994, f<
gii-i.U m; n'e ss da loi n. 1.237, de 24 de Set- m
bro de 1864, e artigo 120 10 do dferefo n 3,453
qae dea n gult.u mo a mesma lei.
Fel.ru.i ule, em vistu de paroajni meu, o presi-
dtuti a provincia, por acto de 23 de Janeiro do
re ao juizi d.s fcito da faztnda, -s tive de re cerrento anno, juleando caduca a disposico da
ferir-mi' a ellts.
E', petante, um conciito, este que se con'an
nos citados tpicos do alludido artigo, em qae a
calumnia e a injuria manit. stam-se desassoubra-
damente.
Para pr val.o, reputo simp'esmente necessario,
pedir, como peco a i lustrada atteiio de Y. fcxc.
para os ditos documentos
Dellei consta quaes as fr'siVsccVi para o fim
de lacihtar-se a flanea que eslava obrigado o
referido tbes. ureiro e qu-es os stus autores.
Lia itand -me, pois, ao que venbo de .xpor, e>n
tumprimente de m< u di ver, r go, igualmente, a
V. Exc. que ae digne mandar punlicar este meu
Bc:o, eox es docurrr.fos annexoe, que d Itl
UBipletsm. o ti, a atrevida aecusajo de que fui
victima.
D.-ua guarde ,. V. Exc Illm. e Exm 8r. Dr.
Pedro Vicente de tevedo, muito digno pr- Biden-
te da preiiucia. O procarador fiscal, ManjtI
Nicolao Kegueira Pinto de Souza.
N. 1.Timando na devida consideracao a ex
posilSo junta, que i ti. Exc. o 8r. Dr. vice-pre-
lidente da previ ocia fez o Dr Fianoecodo Rrgo
Barios ci :.\ mente fiare* pres
tada anteo Jhi hu. Provincial pelo tiiescun-irn
na Repart!(,o do Consulado, declarando que
deixava a iff r-cir os ttulos das donis casas
avaiiadfla, p rque tii.bam sido por ello cor.st.~ud8,
e que o facto de pagar o impusto de decima, como
pr priedade sua, substitua aquella falta, isto ,
a apresentacao dos m* sii.i 8 titu'o.
Nao tive duvida em acceitar semelhante decla-
rat,o ; e i o tendo o dec. n. 3453. de 26 de Abnl
nu nuia de 1865j pi.cVt.uido 0 cai0 da f,|ta da cxhibisSo do
flefa t'tolo de propridiide, quando ae vi i ifieasao a bypo-
ihese oceurr. nte, entend que d. via aceitar a de-
elaracao, visto que tinba certeza de que outra bst
na bavi.i servido para a flanea prestada p;lo re-
ferido th. souieiroante o Thesouro Provincial, por-
que, como j dase, o conbecimcuto da dcima
euf.pre a aprsentelo do titulo do dominio, que o
reguiameoto de 4 d- Jobo de 1879, nao ex'ge.
Requer, portanto, o julgm. uto pjT seulenfa
da avaliaeo dos iminov. ib offerecido/
At ahi>eubuuma alteracio exista no proceso
qae cot a regularmente, como fie u dito.
E nao t ndo-ine sido intimida a sentenc4 profe-
rida polo desembargad r jui dos Feitog, como se
v do documento n. 4, nao mo foi dado' conhecer
das emendas teitas com r.luc.. a numciaiai da
casa n. 8, roa do Brum, cff recida a flanea e
cuetante da opia do termo respectivo, base do
cao dos avkliadori'i e desempatador, para poder
ttr lugar a avaiiacao doi immoveis desenptos no
respectivo termo.
vendo a f scolha do avaliador qae fosse p>r
mim indicado, recabir em um Sos d s juizo dos
Feitoi, nao tendo connecirnento d'eilis, proemei o
Dr. precaarador doa Fetos e pedi-lhe que me in-
dicaste o qae mais confianza Ibe merecesse para
ser por mkn aprrsententado, o qae de frito te,
das littritB criadas pela leie provinciaesn. 1,738 'apreamtondo-me o neme de Libanio Candido
1, i prcviucial qne me refer, determinou que
fessim especialBadss tids as bypcth cbb, resul-
lantcs de fincas prittadas no Tbrtcuro Provin-
cial.
Achando-se o precesso das fianzas terminado,
rea lveiam os membro Lda junta respectiva em
vr'ude de parecer mtu, que f ssem entregues ao
responsaveis para servirem de base ao processo de
cp( calieac' ,ob ducamentoBCom que fon m instrui-
das as mi amas flaneas ; e urna sepia authentca
do reepi cvo termo.
F ram. port> nto, es mesmos documentos com qne proceso da especiaisH$ao,*eaienda8 que' se notas
instruio o thesiuieiro das loteras do fondo de na pef&o inioial auignada p^lo th soureirj i as
i ipaiao a *ua flanea, c que cfferecen para meociomida loteras no mandado excedido po
si r instaurado o pri.cesso de espi cialisacao da by-juizo para a avaiiacao, e, finalment-, no termo
ea legal, a qaa estava obrigado, a qual sendo desse ultimo neto.
k querida ao desembargador juiz do Feitos da Fa Essac mendaa qae constam da substituico do
zeuda. maudou este proceder ais termo? da louva- n. 8para o n. 15 -certifica o escrivo (doc. n.
ca, deade que ver>fica-se a emenda no termo da
avaiiacao, que nao se faria necesssria, se tivesse
o mandado expedido para aquelle acto, sido emen-
dado anteriormente a este.
Conseguintemente sob a vista do procarador
fiscal corren regularmente o processo da flanea
de qae se trata.

Concluido asaim d procesno da specialsaco
que, como cima disse, pareeu ms regular, nao
hesito, em vista do que consta da expoaico do Dr.
Barros de Lacerda, em affirmur que effectivameu-
te foi Iludida a fasenda provincial.
Eotre o tactos por elle allegado e provadoa,
avulta da haver o thesoureiro da lotera para
o fundo da cmancipacSo, dado fianza um* caaa
que nio era de sua propraditda, qaal a da n. 8,
da ra do Brum.
Effoetmaiente uo s patea doaaoteuto jauto
A referida exposico, como pelan aanexoj sob a. 6,
7 e 8, e v que o thesoureiro t preserrtou como bi-
se para a ti inc* a qua estava sujeito por forja de
seu cargo, o coobecimento da decima da mencio-
nada caaa n. 8 da ra do Bruc, e que essa mesma
casa nunca f6ra colketada tm seu nome, porque
pertence a outrem.
Justando, poia, ase lauto doaumeatalmeata pro-
vado, pareee-ine qae nada ha a ae Ihe oppor, tn-
bora note- se contra.diee.4o entre doas documentos
fornecido pala repartidlo do Consulado Provin-
cial.
E porque, em verdade, n5o podia o referido the-
soureiro dar em flanea urna casa que nao Ib par-
tencia, teve de recorrer a alterac&o das respecti-
vas numeracoes, facto apontade na exposico, de
que me oceupo c de qae largamente j tratei na
primeira parte desta considerac's, accrescendo
ainda que, feita essa alteracSo, ficou illudida a fa-
zenda, porque na citada ra de Brum na. existe
casa sob n. 5, como se acha provado na meima ex-
p o i co.
Em reanlo aos oat.-os tactos, cuja procedencia
incontestavel em face los documentos que a el-
les se referem, na> me cumpre senao raccifear
em termos a argumentaclo desenvolvida a rea-
peito.
Assim que, verificaudo-8o qua os predios dados
flanea sao edifioado em terronas arrendados, e
nlopidendo estes ser bypothccados, conforme a
doutrina c rroute, do que o que edifici em terre-
no arrendado, nio poda alheiar o edificio, e quein
nao po le alheiar nio pode hypotbecar. fora nesaa
parte ainda illudida a fazenda, servindo de meio,
alias muito legal, a oartalo di averbico feita na
repartilo competeute, e dexa ido-se de apresen-
tar igual documento em relac-io a outros predios,
consta.ido dos respectivos conhecmencos de dci-
mas simplemente pertenesr a propriedade delles
ao thesoureiro.
Entretanto, convm notar: 3por um lado a
certidlo da averbacio um dcum.'nto valioso
que s em face do titulo de acquis'clo pode sor
ella feita, o como tal na deve ser aecusado como
prova da propriedade, por utro o conhocimento
da dcima Jio deve ser igualanute reeusiJo pir-
que a eollaota s podo iffetuar-se em vista da
averbaclo do titulo de dominio ou Jopis de veri-
ficado quo o predio fdra constru do pelo proprie-
tira.
Em ambos o caos nao era licito duvidar des-
sos documentos.
Mas o que est provado da riforida expasieio
quo as caaa, cuj* p.-oprio Uda ra averbida no
CjusuUdo Prj'.'incial citm portaeeota ao thesja-
roiro, lio edificad* em terr-jns arreniaios, c an
outras dad i9 tambem como d sua propriedade e
por ello coostruidas, nio o slo, porque nio sO nao
obteve para esse^fim a necessidude licenca da C-
mara Municipal, como ataai mesnus casas ante-
riorm:nte p^rteiioeram a terceir>a ; com tcs fo-
ram calle ta le.s.
Relativamsuto s dcimas, do que devediro
thesoureiro, e du que faz rnencia o Dr. Barros de
Lacdrdi, d-se o seguinte equivoco :
Elie nao allcgou, uem provou estaram pagas ss
dcimas das casas offjroeid is flanea; provou
com ceidlo do Thasouro Provincial, quenada
devia faz :ii.l i.
Cam esse documente, pois, -ilo se lbe poda re-
cusar u'esta parte acapicidade precisa.
C>nsta, pirai, da expoaiolo do D.-. Lic--rda
que o tbuseureiro devodor por decimas daa mis-
mas casas, fazenda.
Nao aflirmo, nem nega esse ficta.
A maneira, porque hoja foito o laucamenio da
collccta, deu lugar a e3ce equiva:o e duvida que
tenho a respeita e que com tacili lade e pouco tem-
po nao poderia resolver.
E iij vai nisso tespansabilidulc, quer para a
rep .rticao qua passou a certidaa negativa, quer
para quem tuve de examinar se os neos dados a
fianea estavam livres e desembaracados.
Para prova do que venbo de dixer citarei a duda
raalo final feita no documento junto sob n. 6, da
qual se v que sendo as reiacoei dos devedore em
ordeA alphabetica nao podia a seccSo dar basca
stnao em nome daquelle sobre quem esto as catas
collectadas.
A' vista do exposto verificare qaa ae casas
a que cm nom^ de Francisco Gbncalves Torres
< estavam as relacoes existentes nesta seclo,
foram pagas cm juiso, por conseguir nao se
podia deixar de pasear a certillo pedida .
Parecer estranhavel que sobre esse faoto tenha
eu ainda duvida, e qne nio possa Jissipal a com
facilidade esm demandar mu to tempo ; mas a
raalo muito simplesgrande parte da divida
activa na) se acha escripturada, apegar das pro-
videncias pedid..s nio s por meus antecessores,
como por mim mesmo em diversos relatnos e de
qae cm cfficio de 23 de Junho d> anno passado
presidencia da provincia tratei rcumstanciada-
meute, sendo ainda para notar qne a commlsslo
eocaregada desse importante trtbalbo pouco tem
adiantado, cerno fix sentir em o meu citado of-
ficio.
Todo o processac, pois, da fisnea prestada pelo
thesoureiro da loteras para o fundo de emanci-
padlo, passou como regular, em vista das conside
rayes que acabo de expr, veriScando-se que em
face da exposico documentada, feita pelo Dr
Francisco do Reg Barros de Lacerda, nao pode
n. m deve sabsistir, visto que nenbuma duvida
resta acerca das irreguluridade apontadas na mes-
ma esp sieio, e que s poderiam ser sabidas por
quem, conhecedor da localidad", ende slo situadas
casas que toram dadas flanea, da tradctlo a
respeito de sena antigos donos, condices das mes-
mas e mais circumstancias peculiares, pesquisadas
com maior ou menor certeza de le a bi f nio
presidio aos actes preparatorios e necessarios para
a realisaC/lo da r- f rida fianea.
Que a Fasenda Provinciol fr Iludida, facto
que se acha exuberantemente pro/ado e tanto bas-
ta para autoriaar a opiniao du que essa Sane est
prejudicada.
Recife, 15 de Outubro de 1886 Jos Manoel
de Fre tas.
Com quanto o mea constituate muito tivesse
Lpara allegar no sentido de mostrar a improceden-
cia dos embargos e a regularidade da sent.-nc,
que julgou a espetiahiaolo de sua flanco, todava
sendo de mxima necessidade para se liquidar to
das e qaaesqaer duvidas, afim de na perturbar a
marcha e regularidade de seus servioos, convm
no cancellamento dainscripcaa e pade por asa que
com urgencia assim se proceda, para qae possa
prestar ama nova fianea nos termos das exigen-
cia do Dr. procarador fiscal da Fazenda Provin-
cial.
Recife, 14 de Outudro de 18t>6.
(Estava sellada com urna estampha de 200 rs.
inutilisada da forma eguiute : Recife, 14 ele
Outubro de 1886.O advogaio, Henriqae Milet).
E' o qae consta dos autos, ao qaae ma reparta.
Subscrovo.
(Estava sellada cosa urna eitampilba da valor de
20J rs., inatilisada da forma seguinte : -Recife, 18
de Julho de 1887.Jos Luiz da Costa Racha).
5) qno em rrlacloo mandado, fra elle o auto-
pedido do theeonreiro, que Ihe diese haver en-
gao em ga ;numeracao ; c cm r< laclo ao terma
de avalisclopelo avaliador Olytopio de Hollanda
Chacnapresentado pelo mesmo thesoureiro.
Ora, nao existmdo. taes emendas no processo at
a datem que por ultimo tive de diz r sobre elle,
claro que foram ellas fetss posteriormente, sem
duvida para nio darse de minha parte a inev'ta-
vel reetemacio, e isto ainda mais demonstrado fi-
Pela leitora attenta da referida exposiclo e dos
documentos que a acompanham, ehega-ae fcil-
mente essa eonciu .
E nao m% cabundo accrescentar mais quiesqacr
outras consideraco s, pois que pens ter dito bas-
tante para comprir o que me fdra ordenado, eatou
certo que S Exc. o Sr. Dr. vicepresidente da
provincia providenciar de modo que nio produsa
todos os seus iffuitos um acto fraudulento e intei-
r .mente nullo em faue da lei.
Este o meu parecer.
Recite, 3 de Agesto de 1886.O procurador fis-
cal, Manoel Nie-.lo Rugueir Pinto de Siuza.
Conforme. Recife, 18 de Julbo de 1887.O
procurador fiscal, Manoel Nicolao Rugue ira Pinto
de Souza.
N. 2.Illm. e Exm. Sr. desembargad r jui
de direito dos Feitos da Fazenda O procurador
fiscal do Thesouro Provincial n quer a V. Exc.
que se digne de mandar ao esen vio Rocha que.
vista dos satos de especialisacie de flanea pre-
stada pe'o thesoureiro das loteras da fundo de
emancipaclo, cuja inscripcao foi conuellada, em
virtude da decislo deste juizo, Ihe d por curtidlo
o toor da mesma decalo, e bem sesim o da con-
testadlo, (florecida, pelo uoesmo t esoureiro pe-
ticao do sapplicante que provoccu a retenda de-
cislo.
Pede a V. S. def-nmento-E. R. M.O pro-
curador fiscal, Manoel Nicolao Regueira Pinto de
Sousa.
(Estava devidamente sellada).
Certifique-se. Recife, 16 de Julho de 1887.
J. M. de Freitas.
Jos Luiz da Costa Rocha, escrivio interino dos
Feitos da Fazenda Provincial na 1 e i1 instan
cas desta cidade do R-eife, etc.
Em cumprimento ao despacho retro certifico que
revendo es autos do que trata o supplicante delles
consta as pecas pedidas por certidlo, as quaes slo
do teor seguinte :
Recebo es embargos a fli. 46, t mando que fi-
que do nenburn effeito a seutenca da u 41, sendo
cancellada a inscripelo, visto o accordo da parte,
como se verifique da respostas a fli. 70, custas
excausa.
N. 3.Illm. e Exm. Sr. Dcssmbargador juis
de Direito dos Feitcs da Faznda.O procurador
fiscal do Thesouro Provincial vem requerer a V.
Exe. quo se digne de m indar ae escrivio Racha
que, vista dos autos de espacialisaclo da flanea,
prestada pelo thesour.-iro das loteras do fundo de
emsncipiclo, cuja inscripelo foi cancelada em
virtude de decalo deste juizo, Ihe d por c-rtidao
o theor da petiejio, pela qual o sopplicante embar-
gou a a ntene qae julgou a alluiida cpecialia-
clo. Pede a V. e>. deferim;oto E. R M.
Recife, 16 de Julh) de 1887.O procarador fis-
cal, Mauoel Nicolao Regueira Pinto de Souza.
(Estava devidamente sellada)
Como requer. Recife, 16 de Julho de 1887.J.
M. de Freitas.
Jos Luiz da Casta Richa, escrivo uterino dos
feitas da fez ida provincial na primeirs e seguu
da instancias desta cidadi do R'cite, etc.
Certifico que revendo os antas qus ce refere o
supplicante, dellei consta b.t a peti(la pedida por
certidla da theor seguinte:
Illm. o Exm. Sr. desemb irgador juiz dos feitoi
da fazenda.Diz o procurador fisCi'. da Thesouro
Provincial, que tomauda coohuciiu.'uto, em virtu
de de ordem da presidencia, da represenUcaa que
lbe foi dirigida palo bachirol Francisco do Reg
Barros de Licerda, na qual ee deuuueirou mes-
ma presidencia que 8' achava pieiudicado todo o
procesaad) da flanea, pretad aute o Theaouro
Prdviocial pelo thesaureiro das loteras do fuado
de emaacipaelo, creadas pela lei 1733 de 15 da
Maio de 1883, para p.der elle exercer as fduccaes
de seu empreo, em vista dos dooumeutos que ex-
hiba, ebegou o supplicante v -racidade do que
se continba na mesm i reproseutsclo, atientas os
documeitos com que foi instruida. Offsreoendo o
supplicante o aou parecer, opiaaada pala improce-
dencia da r feriJa fianfi pela razos j ditas, a
jauta do TjaaUaVM ju!ou-a pr.juioiJa.
Nao podia ser outro o proeedimmto do supp'i-
can'.e no desempsuho de seus devores desda qae
estava rtffh*aatameate provad) quo o thesou-
reiro das roforidas loteras liaba ufterecida 4 sua
fianroa as casa3 n. 5 ra di Estela, n. 10 ra
da liba e n. 20 em Cixaug, de ras proprijdade,
edificadas em terrenas arrendados da cn^enho
Brum, e sitia da Ubi, da frtrgavsU di Varzea, no-
tande-e m-iis a -eiieaniittniia de tareas ttt't ea-
sas de taipi e aas de tjolli, tend por iss o sido
avult ida o vel sr quo Ihea foi dada palas avali.i 11-
ros, naneados na a;to da espfcialisacao dt mjs-
matianei; e ban assim qu na i tinhtin si-lo con-
struidas pelo mesmo thesoureiro, como declarou
1). 18 dos autos, as dermis casas que fioram par-
te da in-smi fianza; p:rque anteriormente aa ter
o sau nome figurado na callela para pagamanto
do impisto da deoinia, j haviam pertencida a ou-
tram. O thesaurairo provau serom de seu dominio
as casas j alludidas, com certida> da averbaclt
dos ttulos de as a Com eo.ihacinauto do impos-
to da dcima de outras. Taes docum ^nta na
podiam ser pela supolicanto recusa lis, por serem
legaes, a in-.-ns qa^ nio tivesse tilo soienoia de
que faraoj propssitaliuonto apres^ntadoj com o
tix nico do na i ser conh:cida, emo t)i, a legali-
dale da acquisicia dos predi ;s a ees refersutes.
0 qua afi-ma, porD, o supplieinto a V Exc,
qua a fazenda provincial foi illuii ia, com pissa
a demonstrar e pravar.
O principio de que os predi03 urbinos ou rsti-
cos situados en torreaos arrendados, n!> podem
scr^objectos dj hypotbeca, resulti de dibpasi'cao
clara de direito. As resolucSos de 1G de Feve-
roiro e 16 de Set.-mbro de 1818, segaindo o dirait)
roraam, declaram qae immovuis por sua natureza,
sao os predios rsticos e urbanos, e todos os fruc-
toa e arveres emqutnto ealo adberontes ao solo.
E' desse3 immoveis de qa i trata o art. 2o 8 1 da
lei n. 128? de 4 do Setembro de 1864, e o art. 138
do decreto de 26 de Abril de 1865. A lei citada
no 4o do art. 2"assim dispoa :
S pode hypotbecar, quem pode alheiar: os
immoveis que nio podem ser alheiadoj, nao p)-
dem ser hypothecados.
Essa disposici-j est epatida no art. 124 do
respectivo regulamento. V-s?, portinto, q'ic a
legislarlo hypotbeearia quer e exigo qae o hypa-
thecante tenha dire'to real e perf ito em relac^h)
ao objeetada hypotheca.
Nio tem, por cetto, um direita dessa esp?cie o
que edifica um pre io em erreno arrendado. O
edificio construida em sola alheio, embora en ma-
tenaes pro ,rios, pertence ao dono do solo, pelo
principio de que : quia omne quod inotdificatur solo
cedit instrueclo, 29 o 30de rerum diois.
Esse principio de direito romano passou para o
nosso direito civil patrio, como se v em Coelho
da Rocha 421. Essa a regra. A exoepelo
quo o predio fo'; construido em boa f, vista e
face do proprietario que se co opp, o construc-
tor fica com direito a pedir a indemnisaclo, La-
bio, casas, 90 e 91, Correia Telles, Dig. Port.
Tom. 3 n. 67.
Da taes principios resulta que aquell: que edifi-
ca em terreno alheio nio tem o jus in re no predio
edificado, mas sim o jus in rem, quanto ao preco do
edificio construido, se construeelo presidio boa
1 cu houve c nhecimento expressa ou tcito do
proprietario do terreno. Conseguintemente, o
que difica em terreno arrendado, nao p:d? alheiar
o edifico, e se nao pote alheial o tambem ulo o
pode hypotbecar, nos 'termos das disposicoes su-
pracitadaa.
A essa mesma conclaslo chegou o conselheiro
Laf^yette3ir. das Cousas not. ao % 179, que
assim se exprime : O art. 138 do f* do, dec.
diz :-Predios urb>nos ou rsticos. Pre lio, como
se obserou cima, significa o solo juntamente
com o ed fiaio.
Das palavras do decreto, pois, se coaclue alo
que o edificio p.'ssa ser hypothecada cm separado,
mas sim o edificio e o salo.
Nio se ai o mesmo, porm, quando o terreno
foreiro, porque a emphiteuse estabelece um direito
real na cousa alhaia, direito que pode por si sser
objecto de hypotheca, com ae v d> art. 2- j 1
da lei bypothecaria j citada.
E pois, se as casas offerecidas pelo thescureiro das
loteras do fundo do tminiipiclo. nao estiostua-
das em terreno proprio, isto uio Ihe pertence o
solo, coma se v do documento n. 1, nio podem
em vista dos priocipios quo expendidos ficasa, ser
objecto de hypotneea.
Os documentos ns. 2, 3 e 4, e 4 A provam a
toda luz o contrario do que arfirrmu o referido
thesoureiro com relaclo ao facto do haver cons-
truido as casas ns. 1 e 3. ra da Malhada, ns.
9 e 17 ra da Iha, e a de n 8 ra do Brum;
por quanto so verifica d'ulies que, antes de se-
rem collectadas as refridas casas em seu n me,
j o h>.v ara sido em nome deoutrem, qu: nio so-
licitou di Cmara Municipal a indispausival li-
cenca para taes constructor, e finalmente, que
nio patzou o impa-ta de transmissio pela acqui-
Ste2o do solo em que as edifi.'ra.
A aprecia(io de taes documentos coai relaclo as
ep chas que se referem, dem nstra o naio em-
pregado para ser illudida a fazenda provincial na
preatacii da fianea de que se trata. Todo que fi-
ca dito corrobora ainda o tacto de ter o thesourei-
ro dado fianea a casa da ra do Brum n. 8, da
treguezia da Varzea, que na Ihe pertencia, como
se verifica do documento n. accrescendo quena
imposaibilidade de declarar como a passaia, fez
emendar a uumeraclo da mesma casa de 8 para 15
com dos autos se verifioa de i 11 e 13 v., no-
tando se anda a circunstancia de que u c.isa n.
15 nio existe na ma do Brum, porque olla termi-
na en n. 8, orno se v anda do doeum
n. 6.
Por todas essas razos, vem o supplicante re-
querer a V. Exc. para que possa valer a decislo
da junta ds thesouro a que se referi, que se di-
gne de, recebendo a presente por embargos, man-
dar juntar aos autos respectivo, afim de que se
sirva de reformar a senteuca que julgou a esoe
cialisacl da alludida fianza, na sentido du ser
cauceliada a hypotheca legal, que d'ella resulta,
nos termos de direito.
Pede a V. Exc. deferimento. E. R. Merc.
ttecife, 2 de Outubro de 1886. O procurador
fiscal-Manoel Nwolo Regueira Pinto de Souza.
(Lstava devidamente sellada).
B o qae consta dos autos aos quaes me reporto.
Subscrevo Em f do verdade. Recife, 18 de Ju-
lho de 1887Jos Luiz da, Costa Rocha.
(Estava devidameote sellada).
N. 4. Scelo do Conteucioso do Thesouro Pro-
vincial, 16 de Julho de 1887. O Sr. escriptu-
rana Fraderico Augusto Nem Jnior, empregado
do expediente das flaneas dos responsavea para
com a fasenda provincial, d por copia abaixo des-
ta, o tfcecr da conbeeimento do imposto da dcima
da caaa a. 8, situada ra do Brum da fregue-
zia da Varzea, que servio de base flanea pres-
tada ea data de 15 de Setembro de 1884, por
Fraacsco Gaucalres Torres, para exercer as func-
ooes de thesoureiro das loteras do fundo de eman-
'pcao, e declare se consta do termo de flanea,
lavrado no livro competente, ter dita casa feito
parte ds mesma flanea cor. a alludida numera-
co, e finalmente, se no termo dessa flanea existe
alguma alteracio, emenda ou rasura.
Cumpra O procurador fiscal Manoel Nicolao
Regueira Pinto de Souza.
N. 45. Conbeeimento de quitaclo. Decima, 1883
a 1884, 2' semestre, casa no verso, proprietario
Francisca Qoncalves Torras. Decima 30600. 5 %
addieioaaes 1*530, multa de 6 % 1*929trinta
e quatro mil e noventa e cio ris.
Trinta e quatro mil e cincoenta e nove. 1* sc-
elo do Consulado Provincial de Peruambuco, 10
de Setembro do 1884. O thesoureiro- Ferreira
Lima. O escripturarioFalclo. liba dez, nove mil
ris. Brum oito, dez mil oitocentos ris. Caxang
vinte, des mil oitocentos ris.
Trinta mil e seis centos ris.
Est sellada com urna estampilha de duzentcs
ris, inutilsala da forma seguinte. Recife, dez de
Setembro de mil oito centas e oiteota e quatro. O
3o oflljialNeiva Jnior.
E nada mais se contiaha em dita conhecimento.
Declar.* que a casa numaro oita do Brum fez
parte da fianza lavrala em juinze de Setembro
de mil oito ceutis e oitenta e quatro.
Declaro mais que da dito terma nio consta alte-
racio alguma, emenda ou rasura.
Scela do Con'encioa j da Thesouro Provincial,
18 de Ju'.bo de 1887. O 3 offieial Frcdorico Au-
gusto Neiva Jnior.
N. 5.Vertidla do theor verbo ad verkm de
um documento qu i se acha jante aos antas crimes
eu que autora a justica e lea o teaeote coronel
Francisco Gancilvcs Torres, como abaixo se v.
Jae Joaquim Dias do Reg Jnior, escrivio
interino da jury e exe uees enminaes do Recite,
em virtude da lei, e c.
Cirtifia que revoudo o pr c?saa crime (findo)
em que autora a Justina e reo o tenente-coroael
Fiaueiaeo (Jancalves Torras, d dito processo
eonsta o doeumeato que me foi p:dida por cei-
dlo trero ad verbum do theor e maneira seguinte :
l.in. Exm. Sr. Doaembargador juiz do direito
dos GsUos da fazenda.O procurador fiscal do The-
soura Provincial vem requorer a V. Exc. que se
digne de maular que o escrivio Racha em vis-
ta dos autos da especialisafio de hypotheca do
beaooreirs das lateras do fundo da emanci-
paralo, Ihe certifique o seguinte : Se foi alterada a
nuinaracia da casa ra do Brum n. 8 da fregue-
sia di V.irzei, constante da copiado termo de
fiuie*-, prestada entre o Thesouro Provincial pelo
m.'sni th33ourei;o, en que consiste essa alteracio,
e em que peaas dos m .smes autos ella se encontra.
Pede a V. Ex?, deferimento. Espera reeeber mer-
c. Ricito, 21 de Julho, da 18860 procurador
fiscal, .VI.noel Nicolao Regueira Pinto de Souza.
(Eitava salala na fini da lei coai urna es-
tampilha do sella adhesivo di valor de 20J ris re-
galarm3nte inutilisada).
Canifique. Recife, 24 de Julho do 188G.-J. M.
Freita3.Jes Luiz da Costa Rocha, escrivio in-
terino das feitos da tascada provincial na primei-
ra e segunda ustanaias d'ogta cidade do Recife,
etc.
Certifico que dos aatoa a que ailude o suppli-
cante consta qae a nameracia da casa ra do
Brum, que 8 segando o termo de fianea por co-
pia jauto ao resp2ativ03 autos nio foi alterada
no mesiDO termo, tando sido, porm, alterada para
15 ni ueticiain.eial,assignada p^r Francisco Gon-
cnlves Torrea, fli. 2, e no mandado 1*. 11, sen-
da essa alteracio feita por mim mesmo c sslvada
a margem em virtada de reclamacio do mesmo
Torres, dizendo me que a casa finha a numeracio
d 15 e nio de 8, existindo tambem alteraces no
u-rmo da avaiiacao fia. 13 v., de 8 para 15, cuja
alteracio foi feita em minha presenea pelo avalia-
dor Olympio Chacn, dizendo-rae que se haviam
engaado, escrevendo 8 em vez de 15.
E' o que consta dos respectivos autos, aos quaes
me reporto.
Em f de verdade. Recife, 23 de Jalho de 1886.
O eecrivie intarino, Jos Luiz da Casta Rocha.
(Est sellada na forma da lei com urna estampi-
Ih i do sello adhesiva do valar do 200 ris, regular-
mente inutilisada )
E nada mais se contm no d cimiento qn cima
fica bem e fielmente copiado ao qual me reporto.
E por me ser pedido fiz pasear a presente certi-
do do theor verbo ad rerbum do atluiido docu-
mento e vai eila sem cousa que duvida faca. Ci-
dade do R"cife, 16 de Julho de 1887.En. Jos
Joaquim Das do Hego Jnior, escrivio interino
do jury eubscrevi.
(Estava devidamente sellada).
N. 6.Certldl do thaor vrbo ad verbum de
um documento que so acha jauta aos autos crimes
em que autora a Justina e reo o tcnente-coronel
Francisco Goocalves Torres, como abaixo se v.
Jos Joaquim Dias do Re-,o Jnior, escrivio in-
terino do jui y e execucoes enminaes do Recife de
Pernambuco, em virtud i de nomeavaa legal, etc.
Certifico que revendo o pr. ceseo crime (findo)
cm quo autora a justica e reo o tcnente-coronel
Francisco Goncalves Torres, dos ditos autos consta
o documento que me foi edido por certidio wrflo
ad verbum] do theor o rn.ucira seguinte :
Documento. Illm. Exm. Sr. D^sembargador
juiz dos feitos.O procurador fiscal do Thesouro
Provincial, vem rquerer a V. Exe., qu; se digne
de mandar que o escrivio Rocha, vista dos au-
tos de especialisaclo da flanea do theaouruiro das
loteras do fundo de emancipaclo, certifique se o
supplicante loi intimado da senteuca proferida por
este juizo nos mesmr-s auto?. Pude a V. Exc'de-
ferimento. Espera reeeber merc. Recife, 26 de
Julho de 1886. O procurador fiscal, Manoel Ni-
colao Regueira Pinto de Souza.
(Estava sellada na forma da lei com urna estam-
pha do sidlo adhesivo do valor de 200 iis e re-
galarn.ente inutilisada.)
Coma rtquer. R-cife, 26 de Julho de 1886__
J. M. Freitao.
Jos Luiz da Costa Rocha, escri/ao interino dos
feitas da fazenda provincial, na primeira e segun-
da instancias d't-sta c.dado do Recife, etc.
Certifico que a vista dos autos nSo eonsta cer-
tidio de intimacio da seotenci ao peticionario.
Em f de verdade. RRooife, 26 de Julho de
1886=0 escrivio interino, Joc Luiz da Costa
Rocha.
E mais se nio coatm no documento que cima
fica mu bem a fielmente c >piado e sos ditos autos
me reporto.
E por me sor pedid fiz pissar a presente, qae
vai sem cousa que duvida faca. Cidade do Reci
fe, 16 de Julho de 1887.-Subscrevoeassi.no.
Eu, Jos Joaquim Di-.s do Reg Jnior sub-
screvi.
(Estava devidamente sellada).
^=
X V. Certida > do theor t#rto ad verbum de
um documento conataute dos autos crmea, em que
autora a jastica e r) o tenente-cor nel francis-
co Gincalves Torres como .biixo => vfi :
Jo3 Joaquim Dias da Reg Jnior, oserivlo n-
terin) do jury e execucoes crissinaes do Recife em
virtude de noineacao legal, etc.
Certifico qae revend) o proceso crirae (findo)
em que autora a justica e reo o tenente-eoronel
Francisco Goncalves Torres, dos ditos autos cons-
ta o documento que me foi pedido por certidio
verbo ad verbum, da theor e maneira seguinte :
Documento.Cumpnndo, como me ordena V. S.
em seu despacho de 23 do crrante, laucado no of-
hcio do Sr. Dr. procurador fiscai, cumj.re-ma infor-
mar quo da verificarlo procedida "nos livros de
laucamente da decima, os quaes se acham recolhi-
ios ao archivo do Theeoaro Provincial, consta com
relaclo s datas das collectas, feitas em nome de
Fracisco Goncalves Torres, daa casas da frpgus-
si > da Varzea, o seguinte; as da ra da Malha-
da, a de n. 1 passou a coloota pira o nome de
Francisca Goncalves Torres, no exercicio de 1883
a 1884, a de n. 3 no exercieio de 1875 a 1876, e as
da ra da liba, a de n. 9, no exercicia de 1880 a
1881, a do n. 17 do exercieio de 1884 a 1885, a de
u. 10 passou a ser collectada em uome do Francis-
]
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.V-J *wp
*a-'-T--;.Mr' --"*I

. "tmm'fmt
Diario de PernambucoSexta-teira 29 de Jnlho de 188?
3

co Goocalves Torres, em 9 de Setembre de 1884,
como consta do livra 10, pagina 131 das averba-
coe; a de n. 5 a ra da Es'acio, passou tambem
a pertencer ao Sr. Torres, em 10 de Abril ds 1878,
como consta do livro 6, folhn 30 das averbacde;
quanto a de n. 20 (hoje 14) ra do Caxang, pae-
ssu tamben & pertencer ao Sr. Torres em 9 de Se-
tembro de 1834, co no se v do livro 10, folbas 134
das averbacoes.e, finalmente, quanto.a de n.8 ra
do Brnm nunca toi collcctada em nome de Fran-
cisco Goncalves Torres, parque pert-'nie oatrem.
Eis o que consta dos livros de lancamentos, e que
levo ao couhecimento de V. S. Primeira scelo do
Consulado Provincial, 27 de Julho de 1886. O
lancador, Jos de Pinho B-rges.
ffereco a presente informaijao. Primeira scelo
do Consulado Provincial, 28 de Julho de 1886.
Barros Campillo.
E nada mais se contm n) documento qne cima
fica copiado e aos referidos autos me reporto. E
p:r me ser pedido fiz passar a presente certido do
tbecr verbo ad verbum do mencionado documento e
vai esta sein caos* que duvida fac.
Cidade do Recife, 16 de Julho de 1887. Sub-
screvo e aasigno. O oscriva interino do jury,
Jos Joaqiiiin Das do Rago Jnior.
(Estava d vidamnte sllala).
N. 8.Jos Luiz da Costa Rocha, escrvo in-
terino djs Coito* da fazen i i provincial ni 1* e 2
instancias J'esta cidade d > li-'eife, ele
0 rtificj que pela Dr. procurador fiscal do The-
ouro Provincial, me fji pedida que em vista des
autjs de especialisacao de flanea do thesoureiro
das loteras do fundo de emancipaba, Ihe dsse
por certido o theor do documenta constante dos
mcsoios autos fli. 66, o qui! do theor seguinte:
Illm. Sr. Dr inspector do Thes.ura Provincial.
- O procurador fiscal do Thesauro Provincial re-
quer a V. S., que se digne do mandar que pela re-
partico do Consulado se Iba certifique se na ra
do Brum, da freguezia da Varz. a, xiste ajguma
casa com o n. 1") Pe.f .. V. S. deferimento.
E. B. Me (Estava sellada com urna estampilha
do valor de 200 rs nutilisadada forma seguinte):
Recite, 27 de S. tembro de 1886.O procurador
fiscal, Mauoel Nicolao R>-gu. ira Pinto de Soasa.
Ao Sr. Dr. administraaor do C maulado para at-
tender. Thesouro Provincial, 27 do Setembro du
1886.Witruvn.
Certifico cm vista do laneaueno da decima ur
baa da treguezia da Varxea, do exerciaio de 1885
a 1836, que nao existo casa alguma com o n. 15
ra da Brum. Primeira secco, 27 de Setembro de
1886. Teui de pagar o emalumento e o respectivo
addicional. Eu, Caetauo Mara de Parias Neves,
eacripfurario o escrev. Conforme.J. X C. de
Bt.rros Campello.
E' o que consta dos autos, aosquaes me reporto.
Subscrevo. Em f de verdade. (Estava sellada
com urna estampilha de 200 rs., inutilisada da for-
ma seguinte) : Recife, 18 de Julho de 1887.
Jos Luiz da Costa Racha.
DESPACHOS DO DA 28 DE JULUO DE 1887
Jcsuioo Domingos Carneiro. Deferido,
dando-se baixa na fianga.
Jos Theodoro Cordeiro de Barros. -
Registre-s e fagam-se os aasentamentos.
Baltsr Oliveira & O., Bernat-dino Perei
ra Ramos, offisio do Dr chefo de polica,
padre Miguel Parra de Araujo Falco,
com misado do estudo da molestia da can
na e Joaquina d> Azivedo Ramos.Infor-
me o Sr. contador.
-Cortitique-se-
Ribeiro. Informe
liirJi de Jundi.
Simplieio da Cruz
Sr. pagador.
Vigario Manoel Simplicio do Sacramen-
to. Deferido nos termos da nformago
do Sr. Dr. cantador.
Domingos Cruz & C Deferido, dan
do se baixa na conta de debito, visto j
ter sido satisfeita o masrao debito.
Barto de Arariba. Oeferilo, para de-
pois de dar se a competente baixa na
fianga, serem entregues as apocea que a
constituiam.
Fr. Jos de Santa Julia Botelho. In-
deferido a vista do parecer fiscal.
Dr. Alexandro Bernardino de Figueire-
do Res e Silva. Fagam so as nota da
portara de lieeoga.
Coatas do thesoureiro das obras publi-
cas e do vig..rio Manoel Candido das Cha-
gas Gondim. -Approvadas.
Mara de Carvalho Pereira e Sebastiao
Gongalves do Bnto.Restitua-se.
Jlceebedo-li Provincial
DESPACHOS DO DA 26 DB JULHO DE 1887
Antonio Jos de Carvalho Jnior.In-
forme a 1* secgiio.
-27
Anacleto Ferreira de Souz, Domingos
Al ves Matheus e o procurador dos feitos.
Informe a Ia secgao.
Carvalho Lopes & CSim, declaran-
do-so ii03 respetivos livros, que Bemardi-
no Lopes Alheiro taz parte da firma re-
qjprente.
Ignacio Ribair > Gruimnras. A 1* seo-
gao par* os de vid os fi .-.
Joo Fraucisco dos Santos. -Deferido
de acco'do com as informagSjs quanto ao
exercicio crtente, e quanto aos exercicios
anteriores dirija ss o supplicante ao The-
souro provincial.
- 28 -
L. Latk dC, Joaqun Conrado de
Aguiar, o mesmo, Manoel Moreira Ribeiro
& C, Barbosa Lima & C, Adolpho &
Ferrao, Machado & Pereira, N?ves d Sal
gado, Jos Cordeiro do Rgo Pontes, OJi-
loa Duarte & Irmao, Mia Sobrnho & C,
Jos Joaquim de Azeedo, Francisco Ri-
beiro Soares, Carlos EstanUlau da Cos-
ta, Santos Porto d C., Ribeiro d Almei.
da, Viuva Aureliano Luiz Alves, Marcelino
da Costa Bello, Maia d Renle, Joaquim
Duarte Simoes e Joaquim Dias de Almei-
da Costa.Ioforme a 1* secgSo.
Teixeira & C. -Junte conhecimento de
quitacSo do imposto.
KtvSTA DIARIA
ProfCK*ara8. Exc. o presidente da pro-
vincia, tendo em vista a representadla do delega-
do do districto litfcrario de ItapMMM, constante
da ofilcio de 8 de Junho fiudo e a i.iformaco pres
tada a respeito em 11 do corrente me, pelo ins-
pector geral da Iustruecao Publica, resolveu por
acto de ante hont^m, reintegrar na cadeira mixta
de Pasmado, proleagora idalina Perrer de Mello,
que dever apiesentiir na Secretaria daPr. si-
dencia o seu titulo afim de ser apostillade; fi'an-iexpoaicao que S.
doassim sem ffeito a portara de 27 de Maio ul- CH fez r)r cn,fd
timo na parte em que a exonerou do cargo depro-
fessora da referida cadeira.
Rcpartito das Oliva Pnbllca*
Par portara da presidencia de 23 do corrente foi
apo-entada o apoutador da Reparticao das Obras
Pablicas, MaxWitM Henrique da Silva Santiago,
de conf^rmidlc cem o art. 160 Ja Regulamento
da 20 de Junho.
Canal de liujanna-P-r portara da pre-
s. lencia de 26 do eorrnMe, foi nomeado Affaoso
de Albuqu- iqu.^ Mura >!>i > para minoi interina-
mente o carga do natal do (anal de Gr.yanna.
l ulorldadeo pollclaeaPor portara da
presidencia d pr ivncia de 26 e proposta 4o Dr.
ch le d- poiu-ia Se l li correrte toram nomea-
dis 2" e'd- suppljnts do subdalafad) da datric-
t> de Pesqueira (Sant.-. i Djaaingos de
Araujo e Albuqu:rqu>i Ant-jninha o Francisco Be-
erra do Reg Barro, na orlem om que vo cal-
I jados, em inbstitiiicSo de Jos do Rega Maciel
e Alexandro t> /.ra., Fraso, que nao
aceitaram a novacao.
SolennlilailenillllarQaerenda o Exm.
Sr. general Jos Clarindo de Q aeiroz, c.mmemo-
rar o anniversario natalicio da serenissima prin-
eeaa imperial regente do imperio, determinou que
os carpos da guaroifo estejam formados em pa-
rada boje as 9 horai da manh, n > Caes 22 de
Novambro, d'onde depois da revista do estylo, se-
^uirao em brigada, sob o commando do Illm. Sr.
oijjr Luis Antonia Ferrai e ia immediatas or-
deus de S. Exc. para o Campa das Princesa on-
de formaro em linba de columnas.
A officialidade dos corpas tenio a sua trente o
Ilustre general, ir encorporados comprimnntar o
Exm. Sr. Dr. presidente da provincia, cama de-
legado da governo, por ta auspicioso aconten-
aeoto.
airada do Perro de Carnar -Fomos
obiequiados pelo digno engenheiro chele do trt.fe-
go desta estrada com o quadro demonstrativo do
mavimento, receita e d'spesa geral do trafego du-
rante o 1" semestre da csrrente anuo, comparado cora
igual semestre de 1886.
No primeiro semestre do eorrente anno a recei-
ta foi Ja imaartancia de 108:550*710 e a de igual
semestre de-1886 foi de 77:186*030, hivendo por-
tanto em favor d> ultima semestre ama dff.irenca
para mais na receita do 31:3614680.
A 1 speza feta durante o l* semestre do corren-
te anno foi de 41:8334330 e na de 1886 de......
36:6354696, ha venia urna dff;renci para mais no
ultimo semestre de 8:1474531, dvenlo-se por-o
aotat que dnranto o semestre que fladiu, hauve
augmento de duas estico'.
No servica do ejcriptjrio honve urna diff-;renc
para menos na deapea de 1:5274142.
Por esses dados se evidencia que a recita liqui
da da estrada no 1* semestre deste auno foi de...
63:7174380 e em igual semestre do anno passado
toi de40:500433, pelo que resultou para mais urat
diff-renca na receita liquida do semestre ultimo da
importancia de 23:2174016 ris.
E' preciso anda notar que as tarifas da ferro-
via de Curuaru' sao as mai baixas d i Brasil e
desde Abril ultima comejaram a vigorar as grao-
des reduevoes, feitas na tarifa
Sao tio elocuentes os algarismas, que ah ficam,
q M despensam quaesquer comuaentaras para se-
rem demoustradad as excellente coniic's d9ta
estrada e bem aaiiin a stbedaria e selo com que
dirigida.
O Sr. Dr. Pires Ferreira, digno chofe do trafego,
devo estar satisfeito com o resultado do seus coa-
stantes estorcas no intuito de melhorar e fazer pro
greiir o servido, confiada a sua habilidade e di-
reccSa. ^
Lamentamos que o governo tenha esquecido a
estrada de Caruaru' quanla, ha pouco tempa, pe-
dio ao parlamento 18 mlcontos para serem empre-
gado as estradas da Babia e Rio Grande do
Sul.
l\,yra lliuoana-Uj livro mimosissimo e
que ser devidamente apreciado pelos apreciad )-
res de poesas, acaba de publicar o Sr. Francisco
C. de Sampaio Moeda, filho da provincia das Ala-
goas, com o titulo de Lt/ra Alagoana.
Acham-se nesse livro escoltadas produccoss dos
poeta Cyri iiao Durval, Ignacio Joaquim Passas
Junior, Joao Severiano da Fonseca, Ignacio de
Barros e Aecioly de Vasconcelos, Antonio de Al-
mei Ja Romariz'e Sampaio Moeda, que realisou a
jublicacio de que damas noticia.
Para nao alongar maito a Lyra Magoam, que
tem 240 paginas, o Sr. Sampii) Maeda apenas
apresentou seia espcimen^ ue sua prolue^or-s,
dentre as quaes nJo podernos furtar na -o desejo
do transcrever o seguate sentimental soneta :
Videte si eit do'or sicut do'or meas
Ai de miir .' ai de mim sau pobre, eis o motivo
Da pesar, que me mata, <5 minha boa mli !
Uid pabre nada valp, emb'ra a costo gaube
Honradamente o po, que o \o de p e vivo.
Se ama, repellido, e como um ser noeiva ;
Se chora, riem delle. E nao ha quem estrathe
Essa scena vulgar. O que importa que apanh:
Do brbaro senhor o misero captivo ?
,Vorrer quero morrer a marte doce e bella...
Detesto deste mundo a pompa, o talso brilha,
Despreso desta vida as vestes rosicleres.
Mai! mi! nunca mais, por Dsus me falles della
De joelhus pedirei se tu assim quizeres :
Annardina nao ama este teu pobre filho !
A Lyra Alagoana, foi editada pelos Srs. Medei-
ros & C, propietarios da Livraria e Papelaria
Parisiense X ra .Primeiro de Marco b..7 A, a
quem agradecemos a oflerta que nos fizeram de
um exemplrar.
Henearlo da ra. elllxrandlAma-
nha rehusar se-ha, n? theatro Santa Izabil o e-
pecticalo em,beneficio da artista, Sra. Beilegrandi,
seudo representada a linda pera-cmica, Atadame
Angot.
Seado urna artista de reconhecido mrito e tio
justamente sympathisada p I l nosso publico, de
esperar que, pressuroso, corra amanba ao Santa
Isabel e Ihe nao regateie o applausos que me-
rece.
PlaalaNo paquete nacional Pernanbuco,
chegad) ante-hontem do parta do sul. veio o
Sr. Flix Moreira de S, babilisaimo pianista por-
tuguez, de quem muito lisongeiransente tallam as
folbas do Rio de Janeiro, de S. Paulo e da Babia,
onde foi ontido e apreciado nos conc rtas que
deu.
O Sr. Moreira de S pretende na prxima se-
mana dar o sen primeiro nesta capital.
Opportaoamenie pu'j 'aasaasn u r> -- mi.
Boleiias eral de raaedlti e cl-
rarglaDa Baha recebemos o 1 fasoica a (se-
mestre de Julho a Dezembro de 1887) .. > novo
qu nzenario sob o titulo cima fdeatiaado a regis-
trar o movimento medico do Brasil e dos paizes
eatraogeiros, campondo-se a commisao de reJac-
eao o Srs. Drs. eocleciano Ramas, Francisco
Braulio Pereira e Alfredo Brito.
fc' este o summaro do referido fascicula :
I. Boletim.
jl. Clnica gynecolegici.Emprego do sulfato
de quinina em hermorrhagias uterinas. Pelo Dr.
eocleciano Ramos.
III. Sociedades scientificas :
I. Academia de Mediaina de Pars.
II. Academia de ciencias.
III. Saciedade medica dos hosptaes de Pars.
Angina do peito, tuberculoso cutnea, tratamento
da syphils.
IV. Saciedade le cirurgia de Pars. Espasmo
da urethra, ferilas dos tendoes, pathogenia dos
tumores da cauda do cpercilio, tumor do corpo
thyroide.
V. Sociedade obsttrica e gyneolcagica de Pa-
rs. Da ovariotomia por accidentes nervosos,
apresentacao primitiva da face.
VI. Sociedade da medicina de Berlim. Estrei
tamento das vas aereas, kysto dermaide pre-peri
toneal, cancro do colon, amblyopias toncas.
VII. Socdeade dos mdicos de Vienua. Ex-
tirpacao do pyloro, cancro do recto, clcalos vesi-
ces, syncbisis scintillonte, enchondroraos mlti-
plos vaccinacao anti-rabca.
VIII. Sociedade de medicina legal de Pars.
Sociedade de medicina interna de Berlim. Sacie-
dade anatmica de Pars. Saciedade clnica de
Londres.
IV. Therapeutica. Tolerancia dos hydropha-
boe, envenenamento pelo chlorato de potassio, bi-
carbonato de soda na arr.ygdalite da esparteina, o
tratamento do toase onvulsa pela pulverisacao
da agua [hJnicada, tracameuto da toeoia pelo
tbymol, do iodoformio na b'.ennorrhuga, o acido
exalieon. diphtbtri, oxi^-nsc directi no crup
substtando a trachuatoinia.
V 8ecco ofiical.
VI. Chronica geral.
Confllcloa parte ofBcial vae publicada a
Exc, a presidente da provn
de polica eerca do conflicto,
que se deo lio eugeuho Breja e do qual tema-nos
oceupado.
Vapor AlllaneePor telegramma di Ma-
ranha>, dirigido aos Srs. H-Miry Forster 4 G., a-
be-se que o paquete americano Alliance sahia d'alli
ante-hontem as 10 horas da nonte, pelo que deve
aqu ch*gar no da 31 do corrente.
lVber*a<6e*O Sr. capit IMaBoel Thamaz
de Albuquerqne acaba de ext-roar os scus altoa
setimentos libertando sem onos alguna, ote escra-
visados, nicos quo possuia.
Temaram parte n'este procedimeuto de philan-
tropia, por iniciativa de quem foi levado a effeto,
o noso amigo Jos Felippe dos Santos Bulcao e
mais amigos seas.
Parabens.
Exasne primarioNo da 27 do mes de
Junho passado, na escola particalar nocturna do
exo masculino de Palmare, que gratuitamente
funeciaua sobos auspicios da Cinferencia do Sa-
grado Uoracao de Jess da Sociedade de SoVi-
eate de Paula da meima cidade, de couformidade
com o artigo 120 do regiment das escolas, pres-
trou exame do 1* grao o alumno Jos Paulino do
Santo. O acto que teve principio as 10 horaa da
manh, foi presidido pelo delegado littersrio Dr.
Francisco Pothier R drigaes Lima, sendo exami
nadores o professor Minervina Francisco Lobo e o
professor.'da cadeira Benedicto Lzaro de Albu-
querque Sobrera. Em vista da pro vas obtidas
tanto escripia como oral, foi julgado o mesmo alum-
no adiantado.
Cesslro Republicano.Domingo, 31 do
expirante, ha ver reuna a dos membros da Centro
Republicano desta provincia, para o fim de proce-
der-ie a eleicia da nova Commiss&o'JSxtcutiva e tra-
tar-se de outros negocios urgeates.
A reuma ter lagar no 1 andar da sobraMo n.
77 da ra da I operad ir,lado do caes.
Amor s LedraaCom este titulo alguna
mocas fundaran nesta cidade ama sociedade Ilite-
raria.
A mesa ficou asaim campista :
PresidenteGtuilhorme Dantas-Bastos.
Vice-presidente Arestides Ferreira Bandeira.
1." secretarioAlfredo Ernesto Vaz de Oliveira.
2 ditoFrancisco da Costa Ribeiro.
Orador-Lu de Paula Lapes Jnior.
Vice-oradorClaudio da Casta Ribeiro.
Th-s ;ureiroRodolpha Vieira Perdigo.
Bibliothecario Pedro Goncalves Pereira Lima.
Commsso de syndicanuia -Haraclyto Vaz,'Joa-
quim F. A. A. e Castro e Osnaldo Vaz de Oli-
veira .
Na prxima sessao ser discutido o asaumpto
referente ao personagem Fre Caneca.
Marcaa de fabrica e de commerelo
O interesse de cada um o melhor jui do que
Ihe pode convir e, portanto, nao ser necessario
insistir na consideracoes com que maia de urna
vez temos posto em relevo a samma importancia
das marcas como garanta da qualidade dos pro-
ductos. Para o commercio honesto, que outros
lucros nao ambiciona alm daquelles que sem
qaebra da boa f podem ser alcanzados (e sao
estes os mais duradouros e valiosos), a marca
instrumento dos mais educases para activar o con-
sumo dos productos expastos venda. As nume-
rosas f ilsificacoas das marcas depositada e regis-
tra la, d > que entre nos temos j visto ejemplos,
se: i m a patentoar a utilidade de taes signaes
cti:ijreristicos da procedencia fabril dos artigos
de "ommercio ou de estabelecimento que os offere-
co ao consumo. Por outro lado, para notar que
as asedes cultas de todo o globo nao teriam tantas
vezes retocado a sua legislaco desta especiali-
dade nem convocado congressos e firmado con-
rencoes oternaciooaes, a teatar-se de objecto de
sondeaos valia.
No Brasil regida a materia pela lei de 23 de
Outobro de 1875 e, para honra da nossa previso
legislativa, nao vir inopportuno recordar que,
par oseas'Sa da conferencia internacional de 1880,
foi devidamente apreciada a sabeloria daquelle
acto do nosso parlamento, sendo alterado em dous
piratas o projecto da convenco para ser Disto de
accorda com a lei b-asileira. Apesar disto, porm,
tantss raodifieacoes s~>ffreu des le entilo o rgimen
das marcas cm diversos paizcs, que a reforma da
lei de 1875 constitue neessidade tanto mais impe-
riosa quante preciso remoderal-a, em varias
partes, p:lo typo da convencaa a que adherimos,
e serve de base a Uaio Internacional para pro-
tecr;o da propriedade industrial
(teste sentido adoptou o Senado a proposuaa
que ora pende da Cmara dos Deputad sea res-
peito da qual acaba de consultar a competente
commisso de commercio e de industria. Tendo-
se campromettido o Brasil a promover a reforma
Ja sua legalaya, para que seja po9ta ie harmo-
i ia com a dos demais pa'zes igados por aquella
Uui), lembraremaa que o desempenho de tal
compromissi tem sido rc.iradoj em demasa. O
ultima relatorio d) Ministerio da Asncultura, as-
signalando este facta, alinde a diffi--uld*dea quo
pir tal raza) tem embarazado as relacoes, Jo go-
verna cam a secretaria internacional de Berne.
Halamos que o Parlamento, no correr da presente
sessao, poder achar tempa para dar a ultima de
mo ao referido projecto, que a nosso ver nao
exi_-c copiosa discusso.
Chamaremos, entictan'", a atten^i) da legisla-
dor para duas disposie i j'i^ na parecem poaco
claras e padem originar dovidas graves. Prohibe
o art. 8* do projecto o registro de m irca que con -
sistir na reprodcela de outra j registrada pira
objecto da tneema especie on na imitaco total ou
pareiil de marca ja registrada para producto da
mesma especie .
Poder ou dever coocluir se que o registro
Sr admittdo quinto a marca reproduzir cu imi-
tar, no todo ou em parte, ontra j registrada
para objecto ou producto de especie difieren-
te. Na emtanto, evidente que tal nao pode
ser o intu'to do projecto, cuja fim principal con-
stituir verdadeira propriedade das marcas, acau-
celando-a e pr> servando-a de tudo o que pader
hggraval-a oa affro ital-a. A marca legitima
propriedade de quem a engenhau, depositou e re
gistrou, e o sou uao exclusivo e inatacavel deve
de ser garantido sem attenca qualidade do
product) a que houver de applicar se. Somente
por este modo pader a nava lei amparar e prote-
ger a um tempo o fabricante, o negociante e o
consumidor. claro que, pajeado qualquer
adoptar paia um artigo marca registrada por
outrem para artigo diverso, est j- aberta a porta
tieliaeaErfect'iar-sc-hio:
Hoje :
Pelo agente Stapple, a 11 har, ra do 8>-
eego n. 32 de predios.
Pelo agente Grusmao, s 11 hars, na armasem
da roa do Marque de Olinda n. 19, de movei,
bebida e amitos outros artigis.
Pelo agente Guanao, s 11 horas, i roa do Ama-
rm n- 9, da armaci", gneros e otencilios da ta-
verna abi sita.
Sabbado:
Pelo agente Pint-, s 1! horas, em frento a
cocheira do Baltasar, d' 4 cav.ill >a roiilaa pira
carro.
8egunda-fe Pelo agente Gusmaa, a 11 h:ras rus 1o Mar-
que da Oiinla n. 19, de urna pa te da sobrada a.
151 da roa da Aurora.
P.lo agente Piuto, s 11 horas, ra do B
de S. Borja n. 36, de movis, toacas, vidros, etc.
Paaaageiroa Saridcs para o uarte na va-
par braiileira Pernamb'ico :
Carlos Villaca, Joao Flix de Oliveira, Henri-
que Pinta Alves, Hermn DnUh, D. Rachel Se-
gunda, Pedro Francisca d; Si uta Rasa, Julio
Huchod, sua senhora e 1 filha, Ja.i Lindres, Tho-
maz Fernandos Pinto, Francisco Giudiuo, Au : s-
chi Celso, Saleno Giovani, Emmaaual Qiliaeppe,
Francisco Williaos, Fernando Loaros, Clariu la
Maria da Silva, Jo Eleuterio d.,s Neves, Miguel
Ciotiine.
Sahidos para o sul no vapir naaSoaal S.
Prancisco :
CaliBto de Mello Tj, Man ,s\ L'So, Dr Jas
Gantes Villar, sua senhora e 2 rea las, padre Tco-
tonio Ribeiro, Antonio L. daj Santos, Eugenio
Adonr, R Blanco, Mana Pesi e A nanea Je
Macado.
Reuniao aoelalHi hji i eguinte :
Da Club 1 de Fevereiro, s 7 hiras da noi-
te, no lagar do costme.
Directora das obran de eonserta-
5o doa porto*Boletim agtanrologic > do
a 27 de Julho de 1887 :
camente, porque, ambiciosos o farnintos dos I .d^tij,, a pr#Btar todos os servico do
provento. goaoa do poder dea-jan, a| regulaniento de 17 de Junho,
a fraudes e simu'acoes igualmente damnasas ao
propriet.aro da p.-imeirt marca e a pessoaa ane
se houveretn afeito a supprir se do productos
a9sim assignalados.
As precaucoes bem entendidas com que o pro-
jecto pocura atalhar as imitaces fraudulasas das
marcas legitimas parecem indicar que, as dispo-
sicoes a que alludimos, houve apena obacandade
de redaeco, que mu fcil ser carrigir. Salvo
este reparo, temos que a propasicio di Senado
condenea em boa forma as me'bores solucoes quo
a nossa e aihea experiencia tem indicade a eare
ramo de intercases.
Contrlbulcao pecuniaria para a
laenco do aertlco do exerclto \
cada um dos membros da secfo dos negosios da
guerra e mannhi do conselho de estado dirigi o
Ministerio da Guerra o seguinte aviso, oom data
de 13 do corrente me :
Communico a V. Exc., para seu conhecimento,
que S. A. a Princesa Imperial R'gente, em nome
do Imperador, confarmando-se com o parecer da
secca de guerra e mariaba do conselho de esta-
do, exarado em consulta de 11 de Maio ultima,
bou ve or bem, por immediata e imperial resolu-
co de 7 ds eorrente, declarar qne a contri buico
pecuniaria fizada annaalmente para os que pre-
tendem eximir-ce do servica do exercjto nao com-
prehende as pracas que voluntariamente se alis-
tan), sendo que a iseocao pecuniaria dos alistados
em outras circumstancias e pode dar-se oa occa-
sio indicada na lei n. 2,5 j6 de 26 de Setembro
de 1871, e aas precisos termes della.
Ser*ico extraordinario de pratlca-
lem-'i Ministerio da Marinha declarou, ca-
pitana do porto do Maraaho, em reapoata aa sen
offlcio com refer ;nca ao art. 19 do aviso de 19 de
L) zembra de 1854, que o pratica que prestar ser
viess nao mencionado a na tabella aaandada execu-
lar provigoriamante pelo aviso de 9 de Novembro
de 1883, como ltimamente succedea ao encarre
gado de rossegar, entre banco, o fio telegraphica
n'um oavio que cala 19 i d'ngos, deve per-
eeaar jJ4000 diarios, sempre que prestar taes
SITVCOS.
Bsacare Escreve o Sr. conselheiro Nicolao
Moreira aa Jornal d Commercio, da corte :
V. estar lernbrado de que, ha pouco tempe,
tratou de um vegetal apropriado a sombrear os
catesaes e conbecido, em Venezuela, pe'o nome
de tacare.
Me parece, tambero, que pelo Ministerio da
Agricultura se mandn vir gementes desie ve-
geta".
Cbegando ao mea conhecimento qae o Exm. Sr.
senador Castro Carrera^possuia em sua chcara
(em Nilheroy) um p de bucare, procurei a S. Exc.
e obtive de aua bondade qne me cedesse alguna
ramos para cultivar no Jardn Botnico.
Aa recober, parm, a planta recooheci que se
tratava de um individua, extico verdade, mas
j acclimado no paiz e representado por gigan-
tescos exemplares no Passeio Publico e Jardim
Bat- ico, individuo perteaceuto familia das Pa-
pilionaceas, genero Erythrino especie Umbrosa de
H. e t., teproduziudo se fcilmente par sement e
estaca.
A introdcelo deste ve-ota! ao paiz datado 35
annos, eendo o Hr. Dr. Glatitu quem primeiro o
cultivou, ceJendo algum.s plantas so Jardim Ba-
ta o ico.
S.-, coito tido leva a acreditar, a planta cul-
tivada pelo Sr. Dr. Castro Carreira o verdadei
ro bucare, temol-o em abundancia.
Mlaaaa fnebre* -Serao celebradas :
Hoje :
A's 8 horas na matriz da Boa Vista, pela alma
do bacharel Reinaldo Martin Ramos ; s 8 horas
na matns de Santo Antooi), pela alma de D. Um-
belina Luisa da Silva Feraandes de Leareiro.
Alunaba :
A's 7 horas, na capella de Beberibe, pela alma
de Argemira Fiancsca Lcursiro.
Hn o
doras 2 S""3 982 S O M 3 Barmetro a Oo Tcaso do vapor < a 1 33
6 m. SO'-8 6261 16 78 91
9 223 764">19, 17,1.; 85
12 243 763">43 18,88 81
3 t. 25'3 76229 13,88 78
6 24*r. 762">90; 16,65 75
Temperatura mxima26,,0).
Dita mnima20",50.
Evaporacao cm 24 horas ai sol: 3'",4 ; gom-
ara: 1",4.
Chuva13">.7
Direcco do rento : SSE e SE com interrupeoes
do SE de meia nuil al 3 b>ras e 9 minutos da
manlia; S at 4 horas e 3) minu'oa; S3W at 8
horas e 1 minuto ; SW at 8 horaa e 58 minutos
SSE o SE at 9 horas e 40 miuutos ; S at 10 ha
ras ; SSE varia vel entre SE o S at 4 horas e 56
minutos da tarle; S1 e SSE variaveis at 10 e 58
minutos ; SSE at meia noite.
Velouidade media do vento : 2",0 par segando.
Nebulosidade media: 0,71.
Boletim Jo porto
a 3
?.
i.
P.
i.
M.
i.
M.
II.
Di.
27 do Julha
28 de Julho
Huras
10 1 da m inh
4 5 da tardo
10 9
4 -30 da manh
Altura
2,">27
0,">77
2,">18
0,""82
Lotera do Eapl rito-MantoA I' par
ta da 3* lotera desta provincia cojo premio gran-
de 60:0004000, aera extrahida hoje 29 J a Ja-
iba.
Os blhetes acbam se venda na Rod da For-
tuna na na Esavga do lt .gario n. 36.
Tambem acbam se veuda aa Casa da For-
tuna ru. Primeiro i'e Marco n. 23 Martin Fiu-
aa &C.
joterla da provincia-A 8 lotera, pelo
nava plano, cujo preni > grande de 12:0004000,
em beneficio da igr.ja de S Pedro do Recife, se
extrabirna .lia 3 da corrent', a 2 haraa da
tarde, e, no consistorio dn igreja de Nossa Senho-
ra da Conccico dos Militares.
No mesmo coosisrorio estarlo expostas as ur-
nae as espherasa aprciaca da publica.
Osbilhets garantiJoa acbam se venia na
Csaa Fclis na pr.-.-ia da Independencia as. 37
39.
Tammbem acbam se venda na Casa da -'artu-
na ra Primeiro de Mar^o n. 23 de Mart F.u-
sa& C.
Assim coma na Caaa 1 Or- na -m 4 Bardo
da Victoria n. 40 de. Joao Joaquim a* Costa
Leite e na Roda da Fortuna, na ra Larga do Ro-
sario n. 36.
Lotera da Paraybacati lobera cajo
premio grande de 20:0 1040 JO ser extrahida
no da 4 de Agosto praxim* tuturo 's 3 horas da
tarde.
Os bilhetes acbam so venda na Casa da For-
tuna ra Priman de Harc-i a. 2, de Martina
Fiuza &C
Tambem acham-so venda na Riia da For-
tuna ra Lirga do Rasara n. 36.
Lotera do CearaEste acreditada lote-
ra cojo premio da.i.>r de 15:t>J040-J.) ser ex-
trahida no dia 1 de Agosto.
Os bilhetes acham se veuda oa Roda da For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Tambem acham-se a venda aa Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23 de Martina
Fiuza & C.
Lotera do rao-Para A 8a serie da 11a
lotera desta proviocia, pelo novo plini. cajo pro-
mi grande 100:0004000, s-r extrahida am inh
30 de Julho.
Oa bilhetes acham-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro do Mirco n. 23, do Martina
Fiuza & C.
Tambem acham-se ven la na Roda da For.u-
na ra Lirga do Rasara n. 3!.
Lotera da provltacla do Paran
A 21* lotera desta provincia,pelo novo plana, cu
jo premio grande de 12:0004030, se extrahir
no dia 2 -de Ag-sto.
Bilhtes a vooda na Caaa di Fortuna, rus
Primeiro do Marco numero 23, de Martins Fiu-
ta & C.
Cemiserio Publico.Obituario do dia27
de Julha :
Mara Januara de Jesns, Alagoas, 3J annos,
solteira, Boa-Vista; syncope.
Martinho Cypriano da Silva, Parahyba, 47 an-
nos, solteiro, Bia Vista ; tubrculos pulmonares.
Isabel, frica, 70 annos, sclteira, Boa-Vst;
cacbexia senil.
Severino, Pernambuco, 20 aunas, soltoro, Boa-
Vista ; darrha.
Maooel Joao, Pernambuco, 50 annos, solteiro,
Boa-Vista; tuberculoa pulmonares.
Maria, Pernambuco, 7 da, S. Jos ; es-
pasmo.
Josepba Dias O iveira Cavbante, Pernambu-
co, 73 anuos, viava, Grsca ; 'enio cardiaca.
Mara do Carme Vital Mundo ici, Pernambuco,
50 annos, casada, B ja- Vista ; aaemia.
Miguel da Cuoba Jnior, P.rnambuco, 70 an-
uos, viuvo, S. Jos; cirrhasa heptica.
Antonia Mara do Amar Divina, 40 annos, viu-
va, S. Jos ; enterite.
Marra, PernaUbuco, 4 metes, Boa-Vista ; gas-
tro enterite.
PUBLICACOES A PEDIDO
A actiril administrado da pro
vinel e a oppoalfSo liberal
Urna opposig) systeruatica ttta procu-
rado nebular o horisonte fa adroinistragSo
actual da provincia, nao encontrando um
so acto digno de approv.9".o ou el g^i.
Diariamente mogos sem o nosesaario
eritorio, sera o menor tino oolitico, impru-
dentes, aggiirin na colu na LOGADA do
Jornal, a todos es advrsanos, ao presi-
denta da trovincij, sem motivo justo, uni-
Nervlco medleo policial
Devemos urna explicarlo Ilustrada re-
dajao da Provincia.
Como abose, extinguindo a lei os lu
gares de mdicos do corpo de policia e cre-
ando um servido medico policial, desem-
penhado por dous mdicos, S. Exc. o Sr.
presidente da provincia muito naturalmente
e ipragoa nos novos lugares os medico-, do
orpo de poli ia, contra os quaes oficial-
mente nada constava.
Aconteceu, porm, que o Ur. Jos Joa
quii de Souza, a quem a lei garanta au .
reforma no lugar extincto, pelo tempo de
servaos quo centava, raquereu o obteve
essa reforma com todo o seu ordenado.
Era o caso, entlo, de nomeacJo de outro
medico.
O Dr. Souza, entretanto, allegando an-
da estar capaz de trabilhar, requereu ser
queda da silaaglo conservadora, como se
elles, e com taes meios, pudesssm derrocar
m'nisterios e situsgSes polticas.
Mo e infeliz systema de opposigao 11
Urna opposigao franca, leal, corrigindo
os erros, lembranio o bem, apresentando
e pugnando pelas ideas do seu partido,
comprehende-se, e, mesmo urna nacessi-
fafe nos governos representativos, porque
inti nid* quem governa a nilo praticar
acto iniquos, respeitando os direitos da
opposiyo.
Qu-indo assim nSo 1 i procede, lgico
que, a opposigSo conquen.ia do desea-
paro de subir ao poder no malvolo intuito
de esbujar os dinheiros pblicos con as
patotas, com os amigos, afilhaios e p,-
rem s.
O publico que tem acompanhado a ili--
ooaa.lo inconveniente dos esr.riptores aluja-
do la columna do Jornal, ha de concor.! r
q 1 a oppos9o fiberl ent.e nos un 1
oppisigili sem prograin.ua, sem prestig ,
e n.'o prenche o noV- pip"l a qu:
dcotinaiu u .3 paizes conotituoionaes as o.a
posiyS "S p diticas.
A uolu'H'ia lgala qu repreienti o
partido liberal, uu por falca de direcuo,
ou de escriptores intelligentes e criterio-
sos, arvorou na imprensa um cepo cruento
para se expor nelle quotidianament os ca-
ract-res mais distinotos da sociedade per-
oambu.'ana. AinJa nao foi publicado na
columna um artigo Bcrio e doutrinario;
nao se discuti ai ida, nem se discutir as
questS-'.s geraes que esto sendo agitadas
ao paiz e oxigetn solugo por parte dos li
beraes, como sejam as do elemento servil,
fedramelo das provincias, casamento civil,
registro de bitos, grande naturalisa-jdj,
temporariedade do senado, etc.
Em lugfar do partido liberal pernam'ou
cana assim proceder ; em lugar do pugnar
pelos seus principios polticos o mostrar
qual a aspirago e as reformas a realisar
quando governo ; e o v.-z de encaminhar
os pblicos negocios, conquistan lo a opi
niao do povo, vive sonhando com o poder ;
e, por isso, 03 seus eseriptores ''zem urna
desbragada oppj;;, 11 a todos e a tu lo,
reb.ixinloa imprensa C0' artigas de co
sinha e de mercadores publie s.
Nos nao declamamos, nem inventamos
para in lispor o publico contra os alugadjs
da columna.
Todo3 03 hoonos sinceros sao a*cordes
em conlomnarem a opposigao e os des-
mn ios da columna, e coufessam que, a
oppo3gio feita a actual ad ninisti agio da
provincia indigna d'ura part lo serio.
que sonha co n o p*bder.
Tomos pidilo r gado e mst-do em no-
me dos uteresses do pnprio partilo libe-
ral, cm nome dos principios do justiga, aos
no8sa adversarios, a apr'sentagao de
factos e provas que meregam o justifiquem
as censuras, as accusagS-s situagao con-
servadora e administraglo; e a uatca
resposta tem sidoa difmamelo e ap ti ja-
nadas apreciares sol e o mu digno presi-
dente da provincia.
Essd convite to genaroso dnveria ser
acolniio de bou grado pela opposig.lo,
desde que a disiussao em linguag^ u mo
d ra la versara exjluaivame Ue sobre prin-
cipios scientifjoa, o que muito a distin-
guira : infelizmente, porem, os noss^sal-
versarios nio t n outra bussolt senilo o
odio pessoal.
O Dr. Pedro Vicente, actual presidente
da provincia um homern activo, intelli-
g'.-nt-, generoso e attncioso para com to
dos, gregos e troyanos ; e tem o desejo de
dotar esta provincia [cujo abatimeito deve
se exclusivamente a nefasta situaccb libe
ral), de melhoramcntos utais e necasa-
rios, e de rastabebeer as finangas dos po
brea cofres publico* esgitadoi p*ln etbat
jament's daquelles que hoje, se armara em
improvisados Ca Ahi esto os actos do digno administra-
dor ; ahi esto os estuios relativos a pro-
jecto que seriio executados com real apro-
vetamento ; ahi est3o os regalamentis Jai
ropartigo'aa publicas onde resalta a olhos
DBj o pensamento que presidio a essas
reformas, qual o de severa economa para
attenuarou diminuir a pobreza do erario.
A opposigao que tem conh icimejt 1 de
taes actos e nao anima, nilo esti uula o
presidente a pl os em pratica, e nao lera-
bra outros, ser tudo, menos urna oppasi
gao poltica.
J lisemos urna vez e repetiremos an-
da hojo, que o governo a a opposig2o em
seus respectivos postos e pelos ineioa leg-
timos ao seu alcance devem contribuir
para o regular andamento dos negocios
pblicos : o primeiro estuiando o dan lo
sat8faglo s necissiJades geraes ou pro-
vinciaes, promovendo com os recursos que
Ihe ministra a lei, de que exacutor, o
melhoramento e a prosporidade do estado
ou da provincia ; e a segunda, apreciando
Icalmente debaixo do ponto de vista do in-
teresse publioo a legitimidade, valor e im
porUncia das necessidades a que se busoa
prover, e, o acert e opportur*i lado das
medidas adoptadas, para esae fim. Prefe-
rir essa inisso o desejo da estorvar a
todo bem por partir dos adversarios, ou
por nao favorecer pretengSes individuaos,
collocar acims do interesse publico
a intolerancia partidaria, ou o despeito dos
interesaos pe^soacs contrariadas.
S cornprehenderaos assim a tarefa da
opposigao, que tem deveres curoprir
para o partido, e, tambem para com a na
g3o.
Proseguiremos*
Julho-87.
Juvenal.
sem exjep-
gao, com a gratificagSo de 6000000.
Ora, devendo o lugar ser prvido efec-
tivamente com os ven limentos de 1:8000,
e o Dr. Souza se propondo a desempenhar
os mesmos servigos por 6000000, da va se
urna economa para os cofres provinciaes de
1:2000000, quo n5o era de desprezar.
O Sr. presidente da provincia, pois, ac-
ceitou o offerecimento.
A economa havida inquestionavel.
Nlo se poda evitar a reforma do Dr.
Souza, a que a lei dava-lhe direito.
Agora se falta-lhe capacidade, sej des-
empenhava mal o seu lugar de capitao
cirurgo de policia, outra questao. O
presidente no tinha razio de saber Jisso
ao contrario s tem motivos psra julgar
favoravelmenta das habiltag5:s do Dr.
Souzi, erpreg.do ha mais de trinta annos,
serviudo com muitos commandantcs de po-
licia, chefes ou presid^ut das duas par-
cialidades polticas do paiz.
Relif) do Recife
Ljopaldo Marques da Assumpfja obteve lcea-
ca de um vareador ommiasario de edifieac'HS em
Olioda par: solo de um 1 trave83a.de mais
de 100 anuos, que naun ficou vedada aa tramita
publie), para transtormal-o em quintal de ama
casa qae reedlou ; reunida a cmara, quando a
obra j estava f i;a, cantirmau I licenca. Hiuve,
porm, quena, iuterpiizesse recurso p -,-aute o pre-
sidente da provineia, qae ao mesmo deu provi-
meuto. L'opaldo ento requereu e obteve da c-
mara um pr.iso, para fazer a demoliQi) das ma-
ros e entregar o terrena a ser7dSa publica, sendo
esse de 60 das, e depois de mais 90 dia*. Findo
es-e pro.30 liaatem, deter.niuou a cmara que Loo-
poldo procedesse a d molico dentro de 21 horas;
Leopoldo, po.n, coaseguio do continuo serviudo
de secretario u,u na a Iba fasse feta a ntimacao
e procurando obter hoja do juiz de direito am
anudado d minuteagao quo Ihe foi aegada, air-
ma que o ubter ammba dos Srs. desembargado-
res. Pede se a Kelaeala do Recife sua attencao
sobre o escaudaloso caso.
Oiiuda, 28 de Julha de 1887.
Carnario.
Conflicto
E.n urna, pubcacao iaeerta aa Diario de hon-
tem eeom a epigrapha aciini, deram-se 03 segaia-
tes erras: em hlg da Jas e Augusta Cesano
leia-ij Jos e Au^ata Cesaro, e em lugar de Jo-
s Ignacio Ribeiro Rami leia-se Joa Ignacio R-
beiro Rama.
O e ladrando laa
A' Leovioildo Samuel
Na cu azul brdhava
a la pratc .da
e os campos esmaltava
co'a kn, pura, argentada.
Era umi noite linda,
chc.a da graga immensa,
de inspirago inunda,
de amor, de paz e crenga.
Um triste co, raivoai,
por no chegir la,
ladrava, furioso,
n'uma deserta ra.
E quinto mais lata
o mo anim 1! -jo
mais o astro despeda
um fa'.gido lampejo.
A lu como o genio,
sobarbo, a lmiravei I
o mundo o seu proscenio,
vpstissimo, iricffivel.
O cao o invejoso,
a v meliocriJade,
que ladra, vil, damnoso,
do geuio magestade.
Recif-, 18S7.
Ranga. Sobrnho.
Ao publico
L'ndo no Jornal do Recife de hoje sob o titulo
Alercaa noticia de ter eu plido exaneracao
dos cargos de delegado litterario e Io supplente
do Bubdelegada do districto de Boa Viagem. e
como ha u'aqnel.'a noticia algumas inexactidois,
cumpre-me. a bem da verdade, declarar que o
communicante fai mal informida. E' exacta ter
eu p'didoexauera? 1 o d'aquelles cargas, nao s por
ter mudado de residencia, cama tamb?m pir certos
motivos com relacao ao negacio de ama profesora
mas nao que tivessa reeebido imposicao de nin-
guem como taz crer o informante, de pesaos cora
quem sempre mintive as melhares relacoos, con-
siderandos no numero doa meus melhares ami-
gos. Animo tambem que e33i minha exoneraoao
nao foi motivada por desgostos polticos, como quer
attribuir aa pub:ico o Iniignaio.
R:cifa, 23 de Julho do 18 >7.
Libanio Presidio de Cirvilho.
Ao publico
Os abaixo assign idos v o pela impren-
sa agradecer ao Sr. capitSo Manoel Tho-
maz ie Albuqtierqui o acto gauroso que
praticou libertan lo sote do seus escravoa,
sati-t izea lo assim ao pedido feito pelos
mesmos abaixo assignados. E' urna mani-
festagao publ'C da gratuito ao velho oam-
ponez, que to bem sabe sentir em seu
coragaa os sentimento3 de humanidade.
Sarra das Ruasas, 26 de Julho de 1887.
Pedro de Figueiredo Ro.^ha.
Os irmaos P. Gox.
Jos Felipp! dos S tutos BulcSo.
Antonio da Cunha Filho
Joaauim Porfirio de Almeida.
Oly.upio Carlos da unha.
Trlamnboa do grande catbariicu
vegetal
4 ti
De tcdis as partes do mundo correm abundan-
temente continalas provas da grande eficacia
das pilulas assacaradas de Brist >l. Nos lagares
pantanosos e infestadas de hbres biliosas, calefrios
e sezdes, os seus reailtados teem sido maravilba-
803.
Urna carta de am medico d'alli diz: ellas es-
to pando uir termo fiaal as lebrea intermittentes
nestas paragens. Eu as r.c ito para todos os casos
biliosos, e as tenho como o me'.hor medicamento de
familias que jamis temo uossuido. > NSo menos
extraordinarias sao seus efieitos nos casos de indi-
geitao e em todas as m desta.as provenientes do fi-
gad o intetin09. A suavidade e brandara de sua
. talos que as tomam pela ve pri-
meira, um > r(iialidades investigado-
ra sao applaud: articular empbase. Eilaa
estio rapidamcniaj supp'antaado esses velhose ca-
ducos pargai.:.a drsticos, e o facto d'allsh nao
desm'Tecerem pela conservarjSo, achando-se niti-
diroeute a' 1 1 dentro do vidrinhoa, Ibes
d urna immensa vantagem sobre aquellas fene-
c.'iites pilulas, cuja esteucia taa precaria como
o sao suas virtudes
Ellas se acham acn tieionada dentro de vidri-
nhos e por isso a sua conservadlo doradora em
todos os climas.
Em tolos os tusos pra\ M aggravados
por impureza do sangue a Salsuparrilha de Bris-
tol, dever ser tomad cnjnactamente com as pi-
llas.

rw]
T



8?tB&2Ss*S&';->-j tfjlWBB
Diario de Pernambuco--Seita-feira 29 de Julho de 1J87
Encentra se venda em toda* as pharmaoiaa e
drogara!.
Agente! em Pernambuco, flenry Forater c* O.,
roa do Commercio n. 8.
Thomaz Espuca
UOOUSE
Ba do Imperador n. 67, primeiro andar.
Opln|o da iniprensa
Assim como censuramos o que nao presta reria-
mos injuatos, se nao louvaasemos tanobem o que
bom.
Oe fronte erguida, podemos diier que tem sido
esta nossa divisa na un prensa, o jamis nos des-
viaremos de taes principios, pois toda aquelle que
assim nao proceder estar sugeito a cahir no de-
sagrado do publico e a r fichado de e peculador,
e o que nao desejaraos.
Quando disemos com agir vamos diier, que os
cigarros Irajs da fabrica Caiaacam, doj Sis. An-
drade Lima 4 Irmo sao bom, acreditcn que
ama verdade.
Somos muito exigentes com relaco a urna boa
fumaca ; t turnamos o que bom, e afirmamos
que anda nao encontramos cigarros melbores do
que os taes Irajs.
Elles ao fabricados com os mblhorea fumos, sem
composico alguina agradaveis ao paladar e de
urna fumaca aromtica.
Sao inoffensivos ao estomago, como nao aconte-
ce com muitos que temos turnado, devido s mistu-
ras com que sao confeccinados.
Qtiem quier, pois, saborear urna excelleute fu-
inaC/i, compre os cigarroB Irajs dos Srs. Andrade
Lima & Irmo, que ter a prova de que urna
verdade o que acabamos de diier.
Documento.Importante (6)
Da a dia vai augmentando o consumo do Pci-
toral de Cambar, o remedio soberano para as mo-
lestias do peito e que to brilhantes provas ja tem
dado da sua grande eficacia.
U jornalismo de quasi todo o Imperio nao tem
deixado de.elogiar este exeellente preparado ; a
ciencia consagrou-o eloquentemente, por meio de
attestados valiosos, firmados por lluBtres apost-
los da medicina ; o povo, essa grande torc que
representa a voz de Deus, tem prestado as mais
eloquentea provas de recoubecimento pelos benefi-
cios prestados humanilade pelo Peitoral de
Cambar.
E assim devia ser; porque nada mais digno dos
elogios da imprensa, da consagrado da sciencia e
da gratido popular, do quo quilla que se destina
4 cara das enormidades que mais afHlgem e maior
mal causam humanidade.
Acabam09 de lr nos tres mais importantes e
conceituados jornaes da corte, o Jornal do Cotn-
mereio, PaU e Gazeta de Noticias, ama eloquente
prova do que levamos dito, prova que vem juntar-
se s omitas que ja teem sido publicadas.
O Exm. Sr. karo de Aveliar Rezendc, impor
tante fasendeiro, proprietario da fazenda de Mat-
to-Dentro, na estrada de ferro Leopoldina (esta-
cado de Santa Isabel), quo liga o Kio de Janeiro
provincia de Minas Geraes, dirigi se, pela im-
prensa, ao descobridor e preparador do Peitoral
de Cambar, nos termos mais lisongeiros, que con-
stitue um valioso e importante docunento, cuja
leitara recommendamos a todos quanto se nteres
sam pelo bem estar da humanidade.
Eis o documento :
Illm. Sr. Jos Alvares de Soasa Soares.
Atacado de ama forte rouquido. e sem ter tido
a'livio algum com o uso de muitos medicamen
tos receitados, experimentei o sea xarope, Pri-
< toral db Cambar, o em poucos das a molestia
ceden completamente.
Depois d'es'.e facto tenho aconselhado a d-
versas pessoas o scu remedio, e todas teem 1 .
grado os melbores resultados. Queira, pois, re
ceber miuhas sinceras felcitaces.
Bario de Aveliar Rexendt.
Fazend do Matto Dentro, ettacAo de Santa Isa -
be', eslrad i de ferro Leopoldina, 18 de Janeiro
de 1887. .
O referido preparado vende-so na agencis
cargo dos Srs. Francisco Manoel da Hl;
va S C, rna Marques de Olinda o. 23.
Frasco 34500, meia duzia 13* e dona 94*.
A agencia enva a quem pedir, condcoes iin-
ressas para as vendas por atacado.
MEDICO HOMEOPATHA
3
!il)r. Balthazar da Silveira
f *
< \ erian
' senho.
| ( Prest
( J fortda
II
I
Especiali dadesfebres, molestias das
erianoaa, Jos oreaos respiratorios e das
loras.
a se a qualquer chamado para
capital.

{}
w
4fUW
Todos "s chamados devem ser dirig
dos pharmacia do Dr. Sabino, rna da
Baro da Victoria n. 43, onde se indicar
sua residencia.
i
Casabe euiieacao moderna
EM
Sciencias, leltras e bellas-arles
RA VELHA N. 3G
O director e professor deste collegio cnsiua pri-
meiras lettras pelo mclhor systema dos principies
collegios da corte do imperio, colheu escrupulosas
observacoes.
Recebe meninos internos por 35*0)0 men-
Baes.
Primeiras lettras 2*000 mensaes.
P_r cada um preparatorio 3*0-30 mensaes.
36 Ra Velha n. 36
Julio Soarea de Azevedo.
Aos fuantes
SOBRB OS CHABTOS DA
Fabrica Barrelto
PRINCIPALMENTE 08
PARISIENSES
Com um annel designando o nomo
parisienses
Previue-ae ao publico que a fabrica BARRET-
TO deixou do existir desde que morreu firacln-
lo Harrelto, seu proprietario, e desdo ento
an la por ah uma chusma de especuladores que
c inpr.iram ern leila i urnas etiquetas que tinha
fabricante h empr. g..l-aa em quaesquer chiru.
pura illadir os c nsumidoria ; e como taes chara-
t- s sao vendidos quasi de graos, h i por ah mutoe
depsitos menos serios que os comprara. Tome
b-m nota o consumidor onde encontrar charutos
da tabrica Barrelio. esse deposito nao serio
porque pactua com os taes especuladores custa
da boa t dos incautos.
Estamos orgaoisando urna iista desses depsi-
tos para informar o publico, a qaal brevemente
S' ra publicada.
A Vbbdadb.
(Do Jorna de Noticia da Baha, n. 240.)
II
ROHIERCIO
Ho m <-iul
COTAQK8 om KKCTOUES
Redfe. 28 de Julho de 1887
Acedes da companhia de edificico, remidas, do
valor de KO* a o5f cada uma, com jaros.
Cambio sobre Para, 15 d/v. cou. 1/2 0/0 de des-
cont, buntem.
Dito sobre aito, 30 d/v. com 5/8 0/0 de descont,
bontem.
Dito sobre dito, 60 d/v. iom l 1/4 0|0 de descoato,
bontem ,
Dito sobre dito, 90d/v coji 1 3/1 0/0 de descont,
hont m.
Cambio sobre Londres. 90 d, v. 22 3/8 e i2 1/2 d.
por 1*, do banco, bontem.
Cambio sobre Lisboa, 90 d/v. 136 0/0 de premio,
particular, bontem.
Cambio sobre o forte, 90 d|V. 136 0/0 de premio,
particular, hoje.
Dito sobre dito, 30 d/v. l'J8 0(0 de premio, parti-
cular, hoje.
Sa bora da bolba
Veudrram-se :
15 accoes da ermpanha de edificacao remidas.
u i ret Je;.;.,
Antonio Leonardo Rodrigues.
U secretario.
Eduardo Dubeux.
tfocixncnlo nanearlo
BBCIFE, 28 DB JULHO DB 1887
PRAQA DO RECIPE
Os bancos abriram boje com a taxa de 22 1/4
d. sobre Londres, dando, porm, quautias peque-
as 22 5/16.
Em papel particular fizeram transacy -s a 22
3/8 d.
PRAQA DO RIO DE JANEIRO
O mercado de cambio estove b je frouxo, man-
teado os bancos a taxa de 22 1/4 d. sobre Lon-
dres, sem papel
As tabellas expostas aqui foram estas :
Do Internacional :
Oculista
Dr. Barrete Sampaio, medico oca
litta, ex-chefe de clinica do Dr. de
Wecker, d consultas de meio dia s
3 horas da tarde, no 1. andar da casa
n. 51 ra do Bario da Victoria, ex-
cepto nos domingos e das santificados.
Residencia ra Sote de Setembro n.
34. Entrada pela ra da Saudade n. 25.
Cal de faguarlbe e H. Beato e
cal Tirgem
O nbaixo assiguadj avisa aos Srs. con-
sumidores da cal de Jaguariba e S. Bento,
que o Sr. Vicente doNascimento continli
a ser o nico que recebe a verdadeira cal
de Jxgtiaribe e S. Bento, e as tem expos-
to venda nos aeus armaz- s da mate
riaes Pra^a da Concordia ns. 11, 13 a
15 e toda a cal que nao f6r vendida p >r
intermedio do mesmo senhor, nao ser
vcrdadtira.
Assim como : que a cal virgam, de qii'3
contratante e recebedor o mesmo Sr. Vi-
cente, contina a ser vendida pelo Sr. S -
bastilo Bezerra ra do Bom J>'sus n ,
23, a 60000 a barrica.
Jos da Costa Pereira.
Entrada*) de asusucar e algodo
MEZ DB JULHO
Assucar
Entradas Das Sacco*
Para prova do que dissemos, veio imprensa
um individuo, coro a assignatura d versos fuman-
tes, confirmar as nossas asseredes relativamente
ftltifieacao dos charutos Parlulenaeis. posta
em pratica por diversos cauo/Aeiroi de industria.
Veja o publico com que sam facn o especula
d r pretende anda sustentar que o seu proced -
ment muito regular !...
Um individuo d'esses e pode comparar-se com
um gatuno que apanhado com um furto na m\ ,
mas que nao tora, nem quer.l irgar a presa !
Cuidad) com os euvaleiros de industria 1
O deposito que pactua com essa ladroeira, nao
pode ser serio, hoje principalment-t que a cousn
est esclarecida.
A lista que vamos publicar ser s a dos depo-
sites em que taes charutos estiverem de hge em
diante.
A Vekdadb.
(Dj Jorm>, d: Noli*, at di Bthia, n 21)
Charutus da Babia
Os verdadelros
A' ra da Madre de Djus n. 38
O Calangro contina a vender do diversos fa-
bricantes, a saber :
Fragrancia : d<" J. F. de Simas.
Utilidade : de U. da Coa.a Ferreira.
Barrett-o : de Qraciu lo Aarrctto.
Lavor : de Antero haves.
A Nova Allianc* : de V. lardoso.
Srins : Je J. C. Ma^alhS 8,
Alme.da Machado & C.
Pernambuco.
Consultorio medico-
cirurgic<
O Dr. Castro Jess, contaado mais di Vi -nno
u escrupulosa observacao, reabre consultorio nes
ta cidade, ra do Bom Jess (antiga da Crui
a. 23, l.i andar.
Horas de consultas
De dia : dasl s 2 da tarde.
IX* noite : das 7 s 8.
as (temis horas da noite ser encontrado m
sitio tavessa dos Remedios n. 7, primeiro por-
'Xo esquerda, alm o porco do Dr. Cosme.
EDITAE5
O administrador da Reccbt doria Provincial,
tendo em vista o regulamento de 4 do corrtnto re-
lativo a cobranca do imposto por venda de bilhetes
de loteras de oatras provincias, sceutifica as casas
de eommercio e as pess as que no municipio do
Recife, qaizerem coutinuar a c fferecer venda
ditos bilhetes de loteras que, at o dia 30 do cor-
rente mei, devero solicitar destu repartico a li-
cenc necessaria, satisfazendo p oviamente o im
posto decretado pela lu n. 188 : em sea art. 1
o.
Os refractarios ao pagamento d > referido im-
posto sujeitar-se bao do 1" de Agosto eai diante
sanelo dos arts. 8 e 9 do citado reculamente abaixo
transcriptos.
Kecebedoria Provincial de Pernambuco, 7 de
Julbo de 1887.
Francisco Amynthas de C irvalho Moura.
Art. 8o. A venda dos bilh-'tis de loteras de
cutras provincias em estabelt-cim 'ntos ou por pes-
soas que nao estejam munidas da competente li-
cenca, constitue flsgrante infra.'fao da le o de
fraudaco da renda provincial, fieando sujeito o
infisctor- perda dos bilhetes einontrados em *eu
poder, que serSo appiehendidos, e ao pagamento
do imposto com a multa de 23 /, que nao sendo
satiaf-'ito de prompfo, ser cobrado judicialmente.
Art. 9. Sao competentes para i fluctuar a ap-
prcheoso os empregados provine aes das repart-
(oes de faz. nia, os fiscaes das curaras municipaes,
besoureiro das loteras provinciaes e autoridades
policiaes, dvendo islas, alm diito, prestar sem-
pre o sea concurso, quando rcquei ido pelo appro-
hensor.
Barcacas...... 1 27
Vaporea...... 1 27
Va-terrea de Caroar 1 27
Animaes...... 1 28
Via terrea de S- F.-aucisco 1 25
Via-frrea de Liraoeirj 1 25
Somma.
Algodao
Entradas Das
flareava...... 1 27
Vapore ... i 27
Via-fcnea de Caruar 1
Animaes...... 1
Via-tenea de S. Francisco 1
Via frrrea de Limoeiro 1
27
28
25
25
Somma.
*0 djv vista
Londres.......
Pars........
Italia........
Hamburgo......
Lisboa e Porto .
Principaes eidades de Portu-
gal. -......
New-York......
Do Losdom Bae :
Londres .
Paria. .
Italia. .
Hamburgo
Portugal
New-York
221/4
427
52
240
22
431
431
534
242
247
2270
90 d]o vUta
Desjpacosj de exportaco
MU DB JULBO
Nos dias l 27 toram despachados na Alfande
ga os artigoi seguintes :
Pura fra do Imperio
l lilmai cotaeAen de fr. lamento*
CARUEOAKlli) A<)UI
Para Liverpool, assucar a 10/ e 5 0/0 e algodao a
1/4.
Para os Estados-Unidos, assucar (nominal) a 17/6
10.112 e5 0/0.
401 Para Santos, assucir a 13 ) rs.
824 Para o Rio Uraude do Mi, assucar a 330 rs.
282 KA I'ARAHVUA B BIO GRANDE DO NOBTK
10. 2 8 Pura Liverpool, algodo a 7/16
23li Para os Estad^s-Uuilos, assucar (oomin&l) a 9.J/.
22.186 Vaporea d --pu Vapor uaciun.l '. Jrancuco, sabido hoctem,
levi.u a carga ttguiute :
Pora Macei :
100 fardos com xarque.
saccas com cale.
5 garr ildes com geoeara.
Para Peueau :
&> fardos com xarque.
6/2 barricas com assucar brinco.
5 .anas com cajurubeba.
Para Aracaj :
i0 fardos com xarque.
Car.-rgaraui diversos.
2" seccao.Palacio da Presideiciajde Pernam-
buco, em 27 de Julbo de 1887.
Por esta secretaria se faz pub! co, de couormi-
dade com o art. 157, do regulameoto annexo ao
decreto n. 9420, de 28 de Abril de 1865, o fdital
abaixo transcripto pondo cm concurso o officio de
escrivo do geral e '.abellio de termo de Al-
tinbo.
O secretario,
fedro Francisco Coi rea de Oliveira.
O tencnte-coronel Braziliano de Barro3 Corr ia
juiz municipal suppente em excrcicio pleno desta
cidade de Caruar e seu termo por Sua Mig.-s-
tade o Imperador que Deus guarde etc.
Tendo sido creado por acto di presidente da
provincia de 4 do Abril do anno i icnte foro civil
no termo do Altinbo, o qual ja se acba installado
asando da attribucao que Ihe eoefere o art. 150
| Io do regulameoto u. 9450 de 28 de Abril de
1885 fas saber aos que o prsenle edital virem
que se acba em concurso peto praso de 60 di .8 a
contar desta data, o officio de escnvo do geral e
tabclliao do referido termo creade pela lei provin-
cial n. 1863 de 24 de Abril de 1886; dip;sico
citada.
Lei art. 1" Fica cralo o mun ripio e termo de
Nossa Senbora do O' do Aliinbo, o .jual se com-
por da freguezia d'aquelle noine e do 2o districto
de paz de Bebedouro
uuico O referido termo t r.i mu r.^lj-^liao
e um partidor que prceueber as tueco s d con
tador.
Portante, conviJo a tolos q ic pretan-tarea o
bcih i officio ajr-.'acufai .-.ji .i eau jji> deutro
do rtferido praso os seus reqierimentos instru ios,
de conformidade com o decreto n. 9120 de 28 de
Abril de 1865, citado.
E para que chegue ao conhcciinento de todos
mandei passar o pres-ote edital q le, depois de as-
signado ser atlixado nu lagar mais publico daqncile
termo extrahindo-se uma copia para er rein ttida
ao Exm. presidente da pruviucia, afi.n do or lear
a sua publicaco p- la uiprensa nit forma da lei.
Caruata 10 de Juuho de 18S7.
Eu, Francisco de r*auli Bezerra CiValcante,
escrivo que o eicrevi.liarros C rreia.
Conforme com o Original me reporto e dou f.
Cidade da Caruar 10 de Juuho de 1837.
Eu, Franeiajo de Paulo B ze-ra Cavaicante,
escrivo que o escrevi.
(kilol
Sacca-
2.806
3.236
77
4.073
813
514
11.519
Aguardeute
Algodo .....
Assucar.....
Bagos de mamona .
Borracha.....
Caf......
Cocos (fracta)
Couriuhoa n pelle .
Couros espichados .
Couros salgados. .
loce ......
Farinha de mandioca .
La barriguda .
Mel......
Polvilho.....
Praocboas de amarello.
Pranchocs de vinbatico.
Residuos de algodo
24.245 litros
832.944 kilos
115*9.795
15.982 .
4.187 .
34 saceos
11.000
65.050
167
7.657
15 kilos
1.141 saceos
998 k los
9.126 litros
450 kilos
41
101
67.456 kilos
2B1/4
427
5M
239
22
431
431
534
241
227o
Uo Ebolisu Bamk
Lioudres.......
Paris........
Italia........
Hambu:o'0......
Lisboa e Porto.....
Principaes eidades de Portu-
g-l........
liba dos Acores ....
liba da Madeira ....
New-York......
SO djv vista
22 1/4
427
528
239
4)
22
431
431
M8
241
246
246
249
10
Agurdente
AlcOvl.....
Algodo ,
Assucar.....
Cajurubeba ,
Cera de carnauba .
Cocos (fructa) .
Cumai.....
Doce......
Espanadores.* .
Familia de mandioca .
Fio de algodo .
Peinas de jaborandy .
tiraxa......
Oleo de mocot .
Jleo de ricino .
Paos de jangada .
Peuuas de aves .
Prancbds de amarello.
Preparados de jurubeba
Queijo do serto
Rat...... .
Retina de batata .
Sal......
Sola......
Viuho de jurubeba .
Para dentro do Imperio
.... 411.952 litros
. 16.800 .
800.714 kilos
. .2,376.9981/2
80 caixas
1. I.'jO kilos
18.100
10 caixas
1.960 kilos
2 caixas
100 saceos
975 kilos
8 Vd!um-'
600 kilos
5U5
7.220
42
20 k.los
7
1 caixa
40 kilos
907 \ .
1 caixa
32.700 litros
99 meios
96 caixas
Coaros verdes
Cacao (kilo)
Caf restolho (kilo) .
Carnauba (kilo).....
Car. Ctfa de aifodo (kilo)
Carvo de pedra de Cardifl (to i.)
Cat bom (kilo).....
Cachac* (litro).....
Fariuha de mandioca (litro) .
Fumo restolho em rolo (kilo)
Fumo restolho em lata (kilo)
Fuin-< bom (kilo).....
r'uuu em folba bom (kilo) .
Fumo em folba ordinario (kilo) .
Ocnebra (litro).....
Mel (litro).....
Mudo (kilo)......
Taboados de amarello (dusiaj
275
4(K)
.i.'O
366
014
I''.,>i);i0
460
700
037
45
50
72
72
400
IX)
040
400
Certifico que affixei por ordem do Sr. juiz muni-
cipal de Caruar o edital constante da copia retro,
] na casa da Cmara desta villa do Altinbo.
O referido ver Jade e dou f.
Altinbo, 10 de Junho de 1887.O oficial de
justica, servindo de ptrteiro, Francisco Corris
da Silva.
= De ordem do Illm. Sr. eugeoheiro director
geral, faco publico que tendo S. Exc. o Sr. pre-
sidente da pruvi c>a concedido autorisacao Im
perial Sociedade dos Artistas Mchame.s Libe
raes para desaprepriar o terreno com seis peque-
as casas, existentes ao lado do sul do edificio do
Lyceo de Artes e Officios, para o estabelecimento
de oficinas e aulas pratteas annexas ao mesmo
Lyceo, sao pelo presente chamados os senhores
ioteressados, para no prazo de dous mezes virem
examinar a planta respectiva quo foi spprovada
pela Cmara Municipal do Recite o acha-e neet.
secretaria, e apresentarem as rcclamayocs que
iiviren,, sob pena de proceder-se a arbitramento
para inderonisacSo, na forma da lei n. 1*9 de 2 de
Maio de 1884.
Secretaria da reparticao das Obras Publicas de
Pernambuco, 23 de Julho de 1887.
O eugenheiro secretario,
Joaquim Gomes de Olivei a e Silva.
O Dr. Joaquim Crrela de Oliveira An-
drade, juiz de direito de orphos o au-
sentes, ni'sta comarca do Recife o seu
termo, por Sua Magestade o Imperador
a quem Deus guarde etc.*
Fajo saber aos que o presente edital virem ou
dee noticia tiverem que fica marcado o prazo de
30 dias para os interessados apresentarem perante
este juiso suas reclamacVs sobre a erdem de pre-
ferencia na i-Ussihe:ic to dos escravos que teem
de ser libertados pe'o fundo de emancipaco, 7"
quota:
Escravaa casadas com homens livres :
1 Jo'.miH, parda, 27 annos, de D. Constantina
Ferreira da Silva.
2 Antonia, parda, 23 annos, de D. Mari a Jos
de Jeius l'irette.
3 Ernestina, preta, 21 annos, de D. Lndovina
Uchda Carneiro Campello.
4 Benedite, preta, 32 annos, de D. Delmira Can
dida de Sant'Auaa.
5 Auta, parda, 48 annos, de Francisco Antonio
Correia Cardoso.
Escravos cisados om mulhircs livres :
6 Silvestre, prete, 30 anuos, do Dr. Francisco
de Paula Corrcia de Art ojo.
7 Emiliano, pardo, 39 asnos, de D. Fraucisca
de r/uta Cabral.
8 Joo, preto, 31 aums, de Manoel Correia de
Araujo.
9 Tlieo tosi, preto, 38 annos, de, Silva Se. Alvaro.
10 Francolino, 32 anuos, do Harn da Soledade.
11 Qumtino, pirdo, 24 snoos, de D. Maris du
Carmo Carne iro Campello.
Conjuges escravos de difierentes senhores :
12 Heroulana, parda, 54 anuos, de D. Joaquina
Emilia da Silva Viilaca.
tUea viuvas t.u siiteiras com filbos escravos
ineiinres de 21 annos:
13 Mara, preta, 41 sumos, de D. Mara Militana
Moate'rj.
14 Fran.-isca, pre-a, 18 annos, da mesma.
15 Manoel, preto, 20 auuos, da mesma.
16 Rita, parda, 37 annos, do Dr. Francisco de
Paula Correia de Ar. ujo.
17 Agostiubo, pard.--, 20 annos, de O. Anna Mara
d i Conceico.
C nijoge, com fihos menores d; 21 annos :
lo M.rcjim, pardo, 50 anoos, de francisco An-
tou) de Oliveira.
lli Mara, semi-brauca 55 annos,do mesmo.
Mais viuvas ou solteiras com todos os liibos
livres :
20 Sabina, parda, 21 annos, do Di. Antonio Joa-
q i m de Morues e Silva.
21 Luiii, jarda, 34 anuos, do Dr. Luis de Salazai
Mi'-e so da Veiga Pessoa e Mello.
22 Ij b-i, preta, 40 annos, de D. Mario Magda-
lena u Aveliar.
annos de Ignacio Alve
23 Sebastiana, preta, 26
Montero.
24 Justina, preti, 27 anno, de D. Maria Clara
Carneiro Machado Rioa.
25 Joanna, parda, 24 annos, de Antonio Jca
Duarte.
26 Silveria, parda, 31 annos, de D. Maria Gal-
aina da Silva Braga.
27 Leopoldina, preta, 35 annos, de D. Francisca
Leopoldina da Rocha.
28 Vicencia, preta, 37 annos, de Jos de Soasa
Xuues 3raga.
Escravas solteiras e sem fi.hob :
29 Pelippa, preta, 27 anuos, da D. Maria Euphra-
sia de Azevedo e Mello.
30 Antonia, parda, 21 annos, de Manoel Joaquim
Al ves dos Santos.
31 Osminda, parda, 22 anuos, de D. Guimaria de
MeadOD$a Alves e Lima.
32 Silveria, preta, 23 annos, de D. Josepbina The-
mudo I,- s.-a .
33 Francisca, parda, 25 annos, de D. Anna A.
Lins Vnlela.
34 Geralda, preta, 28 annos, de D. Maria Ceara
Carneiro Machado Ros.
35 Jounna, parda, 25 annos, de D. I-abel Emilia
de Oliveira Ferreira.
3 Heliodora, parda, 21 aunos, de J.o Goncalves
Torres.
37 Lu.za, parda, 17 aunos, de D. Anna Marques
Avila.
38 Guilhcrmina, paida, 19 annos, de Jos da Silva
Ley.
39 Maria, parda, 22 annos, le D. Maria das Neves
de Miranda Oliveira.
40 Vicencia, preta, 24 annos, de Joo Jos da
Silva.
41 Felismina, parda, 26 aira s, do bacharcl Ja-
ven'ino de Miraada Cabral de Vasconcellos.
42 Quteria, preta, 20 annos, do Manoel Correia
de Araujo.
4 i Athanazia, preta, 22 annos, do mesmo.
44 Mara, parda, 30 annos, de Man:el Jos da
Silva Oliveira.
45 Quiteria, preta, 35 an ios, de D. Maria Leo-
poldina Ferreira Lite.
46 Goncr.sa, preta, 35 iipcs, de Manoel Correia
de Araujo,
47 Justa, parda, 39 annos, de Ignacio Ferreira
Themudo Lessa.
48 Antonia, preta, 43 annos, de Francisco Jos
da Costa c Silva.
49 Romana, pieta. 45 annos, de D. Maria dai
Neves tie Miranda Oliveira.
50 Cecilia, pard i, 45 anuos, de Joo Jos da
Silva.
51 Antonia, preto, 49 annos, de D. Izabel Emilia
de Oliveira Eerreira.
52 Luiza, parda, 40 annos, do Espolio de Fran-
cisco Vicente dos Santos.
53 Sabino, pardo, 17 annos, do mesmo.
Foram ixciuidos do presente edital os escravos
liosa, Maria ii.s* e Isabe1, pertencetes ao Dr,
Juaquiui da Cosa Rib.ro, por se acbarem liber-
tos, cunf rmc a dcclaraco feito a este juizo palo
mismo doutor.
E para que cliegue ao coabecimento de todos,
inaudei passar o presente que ser publicado pela
aprensa.
Dado e paseo-do nesla eidade do Recife, aos 21
de Julbo de ^$87. Subscrevo e assigno.=0 es-
crivo interino, Th >n.az Ferreira Maciel Pinheiro.
Joaqun Correia de Olivsira Andrade.
itLARCBES
\
Mercado de assucar e algodo
BEC1FE, 28 DB JULBO DB 1887
Assucar
Contina a ser cotado, para o agricultor, aos
algarismos abaixo, per 15 kilos :
Brauoo, os melhores qae
apparecem ne mercad ,
regulam Jo ....
3.* sorte boa.....
3. regular......
Hmidos e baixea .
IOS......
Mascavado.....
Bruto.......
Rtame......
2200 a
UH a
U700 a
1*500 a
1*300 a
1*040 a
490J a
700 a
2*400
2*100
ljS8.li
1*700
1400
1*100
i*HJ00
*8jo
Alqodo
Contina %cm vendas, c tudo lis t. u 00 (no
aiinal), por 15 kilos.
bbcap:tula9ao do assucab
Para o exterior 1,529.795 kilos
Para o interior 2,37o.993 1/2
Somma 3,906.793 1/2 .
Prefamenioa e eagajamenioa
Foram eflectuados os seguiutee, entre os dai
13 28 do corrente :
Vapor inglez Bessel, para carregar aqui, com
destino a Liverpoel, 5.0 toneladas de astucir, s
10/ e 5 3/0, e 3.000 saccas com algodo a 1/4.
Vapor inglez Scultor, para carregar aqui, coa
deiuo a Livor|.ool, 900 toaeladas de assucar f
10/i- 5 0/0, 2.000 saccas com algodo a 1/4 e c
0/0 e 3.00U saceos com carocos de algodo a 25/.
Vapor Dgles Merchant, para cirregar aqui,
tora destino a Liverpcol, diversas mercadorias, a
22/6.
Vap.r ingles Nasmilh, para carregar aqui, com
destino a Liverpool, 5.500 saccas c-rn alirodo, a
/*.
I.gar norueguease Salcha, para carrejar no
Ki i Orande do Norte, eom destino a liull, 330 to
ociadas de carOyOs de algodo, a 27/6 a 5 0/0.
Pa'acho alleino Norddeutsohe eewarte, para
can-igar na Pamhyba, com destiuo a llull, 240
toneladas de carocos de algodo, a 27/6 e O 0/0.
Vapor nacional Pernambuco, sabida bontem, le-
vou a seguale carga :
Para o Cear :
15 barra com sebo.
14 caixas com 181 kilos de rap.
3 ditas com calcado nacional.
Para Maranbo :
5 barricas com asiucar branco.
2 pipas com aguardeute.
1 caixa com calcado nacional.
Para o Pari :
75 saceos com assucar branco.
20 barricas com dito dito.
1.071/2 ditas com dito dito.
300/3 ditas com dito dito.
1 331/4 ditas com dito dito.
600 barriquinhas com dito dito.
10 latas com dito dito.
10 barricas com cervrji nacional.
35 j ipas com aguardeote.
100 barra de quinto com dita.
10J caixas com aabo.
30 fardos com xarque.
4 caixas com calvado nacional.
2 v iu.qc'b com carnaoa.
2 ditos com doce.
Para Manos :
65/2 barricas com assucar branco.
: /4 ditas co:n dito dito.
k pipas COtll U.irCUW.
105 barra de quinto com dita.
5 fardos com xarque.
Carregaram diversos.
.avio* a carga
Esio sendo despachados os seguintes :
Brigue allemo /. G. .cht, assucar, psra o Rio
Ijrande do Sul.
Barca inglez* sseo, algodo, para o Bltico.
Barca pertugueza Claadina, diversos artigos, pa-
ra o Porto..
Lugar portugus Jo, Ksteoao,
forte
Vapor inglez A'ewa (i chi'gar), diversos artigos,
para Southamptou.
Vapor nacional Bessel, tsaucar e borracha, para
Liverpool.
Vapor inglce Sculptor, div rs,s artigos. para Li-
verpool.
Bngue portugus Armando, div-rsjs artigos, para
o Porto.
.Mavius ucotarga
B.rea ing iza Alara, bacalho. *
Barca alieui irania, kerosene.
Barca nacional Aarianninha, i ir que.
Eicuiia aliem Fritz, xarque.
Escuua uoruegutinse i?e/mt,,xarque.
Lugar inglez Mary Cory, bacalliao.
Lugar sue-o Armida, varks gneros.
Luga/ sueco Iit.S, varios gneros.
1'uLcho aUemSo Norddeutsche Seewart'-.
gaaoroa.
Patacho inglez Echo, carvo de pudra.
Vapor nacional Ipojuca, varios genero i.
couros, para o
Juros e dividendo*
Esto sendo pagos os seguintes :
divida fvblica
Apolices ger es e proviuciaes.
Apolices municipaes (rs 151 256).
LBTTBAS HYP-OTHECABIAS
Do Banco de Crdito Rtal, 7 0 0, ultimo se-
mestre.
BAJIOOS
Crdito Real de Pernambuco, i dividendo,
lato de 5 0/0 sobre o valor das cutrad.s r.-ali-
zadas do capital, ou 3*000 por acedo.
Urazil, 67. dividendo, na razo de 9*0J0 por
accio. Estio eucarreg .dos dessj i agarneuto os
agentes Pereira Ca ueiro & C.
CARRIL DB FEIIKO
Trilho* Urbanos do Kecife Olinda e Beberibe,
25 dividendo, razo ue 8 0/0. O pagamento
faz-se no escriptorio da compauia as tercas e
sabbados.
Memorial
Aos contribuintes dos impestos de industria e
probsso e predial, foi marcado o prazo de 30
dias, que terminar 22 de Agosto vindouro, para
apresentarem na Kkcebbdobia Geral as teclama-
coas que porventura tenham de fazer com relaco
ko ultime lancamrnto.

l\.ririua no dia 6 do m-a viudouro o prazo
marcado para pagamento di terceira e ultima
I retaco, na razo de 4'J 0,0, das acco.'s ultima-
mente emittidaa pela Companhia do Bederih :.
A directora da Estrada de Fe.uso db Kibeibao
ao Hobito marcou o praso de 60 das, que termi-
nar a 4 de Agosto viudouro, para os accionistas
reculueretn a 6.' entrada de 10 0/0 de suas ac-
edes.
Com o descont da 4 0/0 e at 30 de Setemb'O
viudouro, sero substituidas na TassouRARiA db
Fazenda as notas do valor de 2*000 da 5.a estam-
pa, 5*000 da 7. e 10*000 da 6.
com
varios
Paula do aifantlega
S1U NA DB 2) 4 3) l'K JULHO l>H 1887
1 r retinado (kilo) ....
Assucar brauto (kilo) ....
Asquear mascavado (kil i) .
Alc-ool (litro).......
Arroz eom casca (k Vi)
Agurdente e ...
A'godo (kilo)......
Borracha (kilo).....
Coutos secaos salgados (kilc) >v^
Couros seceos epichiJ.,a (kilo) .
145
12
066
150
65
056
378
1*066
460
585
Exportaco
BHCIFB. 27 DB JULHO DE 1887
Para o exterior
Ne vapor ingles Sculptor, enrregou :
Para Liverpool, V. Neesen 3.'6 fard.s
67,456 kilos de residuos de algodo.
No vapor inglez Bessel, carrogaram :
Para Liverpool, J. H. Boxwell 2,000saceos com
150,009 kilos de assucar maecavado e 1,682 sacoas
com 125,231 ditos de algodo; N. Cahu & C. 453
meca com 38,791 kilos de algoio.
= No vapor ioglez Neva, cam ga: am :
Para Lisboa, S. Britc Anorim ce C. 450 saccas
com 34,314 kilos de algodo ; Esuaty i Bank 17
IM eos com 998 kilos de l barriguda.
No brigaa portugus Armando, carrega-
ram :
Para o Porto, J. S. Loyo t Filho 70 pranchoes
de vinhatico.
Para o interior
No vapor nacional Pernambuco,
ram :
Para Manos, P. Alves & C. 10 barris com 960
litros do agurdente e 2b voluntes com 1,175 kilos
de assucar branco ; P. Pinto Se. C. 1 pipa e 5
barris com VGO litros de agurdente : Amorim Ir-
mos & C. 40 barris com 3,810 litros de agur-
dente ; F. A. de Azevedo 60 volumes com 3,810
kilos do assncar branco ; J. M. Dias 10 barricas
com l-i kilos de assucar branco.
Para o t'ar, P. Alves & C. 75 volumes com
3,000 kilos de assucar refinado ; E. C. Bellido c
Irmo 80 volumes com 3,751 kilos de assucar re
finado ; Moura Borges 4 C 100 volumes com
6,158 kilos de assucar branco e 10 barricas com
60J ditos de graixa R. Pessoa 23J barricas com
16,275 kilos de assucar branco ; J. M. Dias 500
b irricas com 30,852 kilos de assucar branco, 5
pipas e 100 barris com 12,003 litros de aguarden
te j J. 8. da Costa Moreira 41 barricas com 1,792
kilo3 de assucar branco ; C Burle 7 barricas
con 4,689 kilos de assucar b.anc ; Amorim Ir
iios & C. 10 pipas com 4,800 litros de aguar-
dente e OJO v ilnm-s com 41,418 kilos de assucar
branco ; V. T. Coimbra 570 barricas com 4,384
1|2 kilos de assucar branco; F. A. de Azevedo
550 barricas com 33,52l) kilos le a-suc.r branco ;
A R da Costa 70 volumes com 4,512 kilos de
asquear retnalo.
Psra o Cear, J M. Dias 14 caixas com 181
kdos de rap.
i'nra Alaranho. J. M. Dias 1 caixa com 50 1/2
kilos de rap.
=3 No biate nacional Camelia, carregaram :
Para Kaco, E. O Beltro & Irmo 12 barricas
com 1,181 kilos de assucar branco; Fernaades da
Costa i C. 3 barricas com 270 kilos de assucar
refinado.
No cter Geriquity, carregaram :
Para Mamanguape, E. C. Beltras e Irmo 5
barricas com Para Macabyba, E. C. Beltro & Irmao 10
barricas com 538 kdos de assucar branco.
=- No biate nacional Flor do Jardn, carrega
ram :
Para o Natal, Fouaeca Irmis de C. 70 caixas
com oleo de ricino, pesando 1,500 kilos; J. Bap
lista 12 caixas com oleo de mocot, pesando 360
kilos.
Pai a Mur, P. Carneiro & C. 1 caixa com oleo
de mocot, pesando 25 kilos.
Diabelro
EXPEDIDO
Pelo vapor nacioual S. Francisco, para :
Macei 10:000*000
Peuedo l:300*'.O0
Pelo vapor nacional Pernambuco, para :
Parabyoa 9:800*300
Cear 10:578/510
HentliuienfoM pblicos
UBZ DB JULHO
Alfaniega
Conco.dia
OrJentliche Hauptversammlung.
Freitag den 29. Juli 1887.
Alende 8 Uhr.
Tri k-andeu :
wie 20der Stataten
aufaabrne neuer Mitglieder.
Das irectorium.
I
Renda geral
O. 1 a 27
dem de 28
Renda provincial
De 1 a 27
dem de 28
7.9:372*603
26:056*110
78.577*001
2:211*356
755.428*713
80:7831357
De 1 a 27
dem de 28
R.xebedoria geral
836.217*070
25:005349
820*734
Oe 1
Mam
a 27
d 28
i'e I a 27
dem ne 28
Hecebedoria p.vmnoiai
Ktd/e Drainage
25:86*083
92:439*909
360*374
92:800283
12.-309.tl75
967*417
13:275/592
sairwa-
sr.-nn.io uaurlpal de S. loa
0 oiovimento deste Mercado uo dia 28 de J jlho
fui o seguiote:
Encraram :
40 bois pea indo 5,286 kilos sendo de Oliveira
Castro, 27 ditos de 1 qualidade, 2 de 2* e
11 ditos particulares.
358 kilos de peixe a 20 ris 7*160
80 cargas de fariuha a 200 ris 16*000
31 ditas de fructas diversas a
300 rs. 9*00j
10 taboleiros a 200 ris 2*000
15 Sumos n 200 ris 3*000
r'ormn oceupados :
TO columnas a 600 ris 15*000
22 compartimentos de farinha a
500 ris. 11*000
22 ditos de comida a 500 ris 11/900
67 ditos de legumes a 400 ris 26*800
27 ditos de fasendas a 1* 27*000
18 ditos de saino a 700 ris 12*600
10 ditos de tressuras a 600 ris 6*000
1 l t*ihos a 2* 20*000
8 ditos a l* 8*000
A Oliveira Castro A C.:
54 talhos al* 54*000
Ocve tur sido arreeadada oeste di*
a quautia de 228*860
Reudimento do dia 1 a '7 5:919*520
Foi arrecadado liquido at hoje 6:148*380
i'rcc-b do da :
Lame verde de 240 a 400 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 8JO ris idem.
Suinoa de 560 a 640 ris idem.
fariuha de 160 a 249 >-is a cuia
Milho de 20 ) a 320 ris idem.
Feijo de 64'J a 800 idem.
Embsrcsries nurtan no porto ea
ti de Jnllio
MACIONAES
Armandoconsig. Loyj iqni Companhia Pernambucana.
Ipojuca Companhia Pernambucana.
Lamego(canhoneira de guerra).
Marianninbaconsig. Baltar Oliveira & C.
Man tab Companhia Pernambucana.
Pernambucoeo Visconde Itaqui do Norte.
Pirapama Compauhia Pernambucana.
* S. Francisco Companhia Pernambucana.
ESTBANOEIBAS
Armidaconsig. i Fonseca Irmos fc C.
Ar el Sauoders Brothers & C.
Bessel Sauoders Brothers & C.
Claudica Lyo & Filho.
Cluta Sauuders Brothers & C.
Echo Wilson Sous & C.
Fritz Baltar Oliveira & C.
Gesine Pereira Carneiro Az C.
lianza Fonseca Irmos & C.
lenes ordem.
J. O. Ficht F. R. Pinto Oaimares.
Jos Estevo Amorim Irmos Se C.
Maria Jihiatou Pater & C.
May Coiy Sauoders Brothers & C.
Norddeutsche Seewarte Ilenry Nuesch A C.
Osseo W. Sons & C.
Polstycrnen Fcnseca Irmos Se C.
Reform U. Lundgren k C.
O signal # indica ter a embarcaco sabido.
Vapores a entrar
DOS POBTOS DO SUL
Nevahi je.
Valparasoa 2 de Agosto.
Camilioa 7.
Trenta 14.
Par-a 17.
Espirito Santoa 27.
La Plata-a 29.
DOS PORTOS DO NOBTB
Espirito Santoa 3 de Agosto.
Manosa 12.
Pernambucoa 24.
DA EUROPA
Magelana 31.
Senegala 3 de Agoste,
Vilte de Maceia 4. '
Mondegoa 10.
Taguaa 24. -
DE LIVERPOOL
Seultorhoje.
DE NEW-Y0..K
Alliancahoje.
v
Vaporea a anlr
Neva boje, 1 h da tarde, para Southamp-
t- n, tocaudo em Lisboa.
Alliancaamanh, s 4 horas da tarde, para Ba-
ha, Rio de Janeiro e Santos.
Giquiamanh i, no amanhecer, pata Rio Formo-
so e Tamandar.
Magellan 31, ao meio dia, para Valparaso.
Xaviu a entrar
Bella Rosade Terra Nova.
Emolat'jrde Terra Nova.
Florence de Terra Nova.
Faiwardde Liverpool.
Uonb >rgsuudde Caidiff.
Lidadordo Rio Grande do Sul.
Mariodo Rio de Janeiro.
Marinho IX do Rio Grande do Sul.
Postivo do Rio Grande do Su!.
Vciiti ado Porte.
Withelsniuede Hamburgo.
Moviuicuto do porto
Navios sahidos no da 28
Manos e escala-Vapor nacional Pernambueo
cooinuudunte Pedro Hypolite Duarte, carga
Varios gneros.
Baha e escalaVapor nacional S. Francisco
commandante Joaquim da Silva Pereira, carga
varios gneros.
i
LJ1D


Diario de PernanibucoScxta-icira 29 de Julho de 1887
\
Inspectora Geral de Hygiene
Em virlude do que dispe o art. t>>> do regula-
mento que baixou com o decreto n. 9554 de 3 de
Fevereiro de 1886, a Inspectora G ral de Hy-
gieue fas publico, ptlo praso de oito das, que o
cidado Humem Bom da Cunha Sonto Maior, Ihe
dirigi a seguate petici, com documento* que
satisfacen) as ex geueiit do art. 65 do citado re-
gulamento :
Dit Horneo! Bj:n da '"unha Souto Maior, re-
sidente na cidade'do Bom jardim, prjvincia de
Pernambuco, onde estabeloeido com casa de
diogaa, quo tendo muitos anuos de pratict de
pbarmacia, como provam. os documentos juntos,
e hivendo grande ueeeasidado de urna phaimacia
nesta cidade, como prova ecm o attestado da C-
mara Municipal, veo o supplicante requ-ror a
Y- Exc. a graca de son d r Ibe licenca p ira
abrir e dirigir urna pharmnca ua cidade de Uom
Jardim, em vista dj art. '5 do regulamento que
baixou com o decreto n. 9554 do 3 de Fevereiro
de 1836.Neatea termo pede a V. Exc. deferi-
mento.E. ft. M. Boin -Jardim, 8 de Fevereiro de
1887.Hornera Bnm di Cunha Souto Maior So
bre dais estaxpilias de 200 rs
E declara que se m te prazo aenbum pharma-
coutiso formado lhe oiomunicHr ou Inspectora
de Hy riene da provincia de Peraainbuco a reso-
lncilo de estabeieccr pliarmac-ia na citada locali-
dad?, conceder ao pratieo u licenca requerida.
Inspectora geral de; Hygiene, m 15 de Junho
de 1887.Dr. i'ero Affonso de Carvalho, secre-
tario.
(ExtrahiJo do Diaro Oficial de 19 de Julho de
1887).
Club IVimeiro de Fevereiro
De ordem do 8r. presidente convido a todos os
associados para se reunirem aexta-feira 2S do cr-
rente, s 7 horas da noite, no lugar do nostume,
para tratar-se de assumptos importantes.
Sala daa aetades, 27 de Julho de 1887.
O aventario,
Albuquerquc Prytthom.
Jaizo dos Feltos da Fazenda
Nacional
C C E.
Clnb Commerclal Eoterpe
Sarao tainliar
O sarao que o Club propoiciona esto mfz, deve
realisar ee a 30.
Sao fornecidoa pelo theaoureiro os ingresaba doa
sniores socios em da.
Nos intervalos d..a mareas a han la musical ex-
hibir, como de coatuiue, algumas p c is do aeu
repertorio. Ha bonda para Maglaleua, Fernn-
dea Vieira e Afogados.
Baaretaria dn Club Ce-uimercial Eutcrpe, 28 de
Julho de 1887.O 1 secietario,
* F. J. de Auicrim.
ilii Pera? mbaco
Eacrlvo Cintra
No dia 29 do cbrente e depjia da audiencia do
Sr. Dr. juiz substituto da Fazenda, iro dt novo
praca oa beua aeguiutes :
O predio n. 51 ra do Bom Jess, com tres
andares, sotao interno, 3 portas de frente, varan-
das de ferro nos 1- e 2- andares e janellaa no 3-,
mede 5 metros de largura e 15 metras e 6,~> cent-
metros de comprmanlo, com 2 salsa e 3 guarios
em cada um doa andares, avaliado em 5:000000,
para pagamento do que devo /k meama I'azenda
Jos Pedro Vaz de livera.
A renda annu-il do predio n. 1 ra do 7'uyuty,
avallada em lO/, para pagamento do (jue deve
meama Fazenda Jos Soares Pereira Brag..
S. Liuren^o
O predio n. 31 no L>>rgo da Matriz, com 2 ja-
nellaa e 1 porta, 2 salas, 2 quartoa, cosiuhi fra,
mede 5 metros e 80 centmetros de frente 8 me-
tros de fundo, de taipa c em solo foreirc, ava-
liado em 100J. pan pagamento do que deve
meama Fazenda Jos Floriano de Souz-i.
O predio n. 18 no Largo da Matriz (S. I,juren
co), com l janellas c 4 porta, 2 aalaa, 2 quartoa,
medindo 5 metros e 70 centmetros de laigura e
8 metros e 80 centmetros de comprimentn, ava-
liado em 100/, para pagamento do que leve
mesma Fazenda Jos Saluatiano Vellosa.
O predio n. 26 ra do Rosario (S. Liurenco),
de taipa e em solo foreiro, com porta e jauella, 2
salas, 2 quartoa, medindo 4 metros o 40 ct-ntime-
troa de largura e 8 metroa e JO centmetros de
e imprimen te, avaliado em 80/, para phgimento
do que deve mesma Fazenda Joo Mara (Jomes
Barrets.
Recite, 56 de Julho de 1887.
O btileitador interino da Fazenda,
Luna Freir.
Conferencia abolicionista
A 141 conferencia realisar-se-ba dvDingo, 31
do crreme, 1 h ira da tarde, no theatro daa Va-
riedades. Occtipar a tribuna o Illm. Sr. Dr. Jo-
s Austregeaillo Rodrigues Lima.
A parte recreativa eat confiada aoa diatinetos
profeaaorea de msica que tem constituido a or-
cheatra do contume, e aoa inteligentes artiataa
dramticos D. Apuloaia Silva e Affonso de Olivei-
ra, oa quaea se achuin encarregados da represen-
tacao da comedia em 1 acto
DITOSO FADO
As commiee5?s que ao acham as portas recebj-
ro esportulas em favor da causa abolicionista, e,
esta sociedade com a sus congenerea Unio Fe-
deral Abolicioni8tamuito confiam na generosida-
de conatante daquelles que comparecem a auai
conferencias, correapondendo as rogativas da hu-
manidad.
Secretaria da Sociedade Pernambucana contra
a Escrnvdo, 28 da Julbo de 1887.
Adolpho Guedes Aleo/orado,
Secretario.
Club Internacional de Regatas
Reunio familiar aabbado 30 do csrrente mes,
fiuda a eiaii ha trem at Apipuos.
*uardino Pereira Ramas
Dita n. 1 a 53 O me,no
Diaa C'trdozo n. 3 Banto doa' Santos
Barros
Vidal de Negreiros n. 53. BioU
lado de llauo.il Manas l'iu i
Asaumpco n. 63. Bruar lo Antonio
da Silva Liab)
Nogueira n. 47. Bernardo Antonio da
Silva Lisboa
Santa Uta n. 38. O meamo
S. Jos ii. 35. Bar i de Uflu
Dita n. 47. Baronesa de Ci abres
Peaeadores n. 4. Bario de Una
Dita n. 21. Benedicto Jos Duarte Ce-
dra
Dita n. 23. O mesmo
.Marcilio Das n. 118. Cipella doi Pra-
zerea de Guararapes
Dita u. 121. Candido Thomax Pereira
Dutn
Coronel Suasauna n. 106. Curiatiua M.
de Souza e outro (re:to)
Dita n. 95. Candido Francisco Gomes
Dita n 99. Carlos Frederio Barbosa
Palma n. 87. Carlota Vieirn Ribero
Dita ri. 89. A mesma
Vinte e Quatro de Maio n. 54 A meama
A junta claaaificadora doa easravoa do mucicipu ultB n_ gg ^ meama
do Recite, em observancia ao deapach) da 1 resi-
dencia de 23 do correte o ao qu: dispos a regra
9 do aviso-circular do Miniatens da Agricultura
Je 19 de Janeiro de 1883, convida aos senborca
doa eseravoa abulto declarados a virein no prazo
de cinco di .a, a ccuijcar de boje, declarar as datas
em que foram constituidos 03 peculios de aeua ea-
cravos.
Sala das aestoea da junta no paco da Cmara
Municipal 29 do Julbo de 1837.
Dr. Prxedes Gomes de Souza Pitanga.
Manocl Joo Soares de Avellar.
Joo Joaquim de Freitas Henriques.
A. P. B.
A directoria faz sciente aos Sra. subserlptorea
da nova em;ssilo de aecoes (ara o Irvantam-nto
da fabrica na Turre, que fica marcado o prszo de
30 dis desta data, para p-gamento da primeira
prestaca > de 10 por cento, e autorisado o Sr. soureiro Jcs Joo de Ainorira J.inior. para ore-
cebimento.
Recite, 27 d; Junho de 1887.
Os d i rector r l,
Miinoel Jn da Silva Guimnrea.
Henrique Sareiva,
Secretario.
Jos Joo de Amorim Jnior,
'rhesoureiro-
Rua do Bom Jess n. 3,
Contraria deS Josd'Agonia
S6 de Jullio ttei 88*
De ordem d- nossa irmo preved.r e em virtude
do art. 21 do compr >misao respectivi, eonvi lo os
uoaaos carisaimos innos que j t-nbam cecupado
cargoa em meas, para a reunio da mesa conjunc-
ta, que ter lugar 8fxr -Ma 29 dj corr nte,
reas 5 horas da Unte, no consistorio da mesma
onfrarla, para se tratar do neg ci argento.
O secretario,
Marcos Francisco de Paula Reis
limoriaro Portuguesa de Benefl.
cenca
1* reunio da aaaembla geral ordinaria
Convido os aenhorea associados a reunirem-se
na sede social domingo 31 do corrate, :< 4 1|2
boraa da tard", afim de oovirem a leitura los re-
ltenos da directora, cooaelho fiscal e pancer da
commiaso de eontaa. Recite, 28 de Ju ho de
1887.O 1' secretario da aaaembla geral,
Bento de Aguiar.
Gompanhia de dilicari:
Os senbores accionistas, posaudores daa acedes
remidas, sao convidados a receberem os juros daa
mesmaa, vencidis em 31 d- Dezembro pi-oximo
paaaado, em todos oj das uteis, daa 9 horas da
nanea a 4 da tarde. Recife, 28 de Julbo de
1887.O gereute interino,
Antonio V. do Nascimento Feitoia.
lisi v\i vin;
DO
SS. Sacramento da ina-
tris de S. Jos
De ordem da mes regedora desta veneravel ir-
mandde. convido a tcdo< a irmns para cunpa-
reoerem no ceusiatorio da matriz, afim de se pro-
ceder a eleico para a nova in-sa rgedors, qie
er lugar na sexta feira 29 do correte, a 4 bo-
raa da tarde, por terem ae recusado parte doa
nova e!-ito8. Recite, 27 de Julho de 1887.
Vieira da Cunha Sobriabo,
taenvao.
Companliia de edifica-
ledo assumio boje h gerencia interina desta
companhia, p ir delib-rayo da directora em aaa
seaao de boje, aasim o declaro para cenhecimen-
to de todos os int> ressadus.
Recife, 21 de Julbo de 1887.
Antonio V. de Naecim -uto Fcitoaa,
(rente interino.
Sania casa da misericordia do
Recife
Pela secretaria da sania casa de mjaericirdia
do Recife, ao chamadas aa amaa, a quem esto
confiados expostos, para, pelas 9 horas da maoh
do dia segunda-reira i de Agosto prximo, c em
com^iubia das respectivas enancas, comparece-
rem no salo do estabeler-iment, afim de recebe-
rem o semestre fiado a 30 d Junhj ulcimo.
Secretaria da a\nta eaaa de misericordia do
Recife, 22 de Julho de 187.
O rscrivio interino,
Francisco Gomes Castellao.
Arsenal de Marinlia
O Exm. Sr. chefe de dviso Jo: Mane. I Pi-
caneo da Costa, inspect r daate Ara-n-il, sateri-
sado por S. Exc. o Sr. Ministro da Marinua por
aviso de 16 de Ju ho do corrate anno. aob n. 811,
abr; coucurrnei i e pede proposta para a con-
sarueco de urna caldeira cy^iodries ul::-u' ular
completa, com as competentes porteiras, cinzeiros
grelhas, caix de fum > e cham;n.
Oa iniustriaea que quzcrem eoneorrar, acharo
na directorit de machinas, onde todas aa exp'ica-
coes e infcrmico-a Ihea a> rao prestada, o pian i
detalhado da mesma ealdeira, rros !bra servu de
base para aeua calalos.
O material todo deve ser de primeira qiialida-
de, e ser examinado antea de emptrgad > pelo
director das oficinas de machn, quj tambem
fiscaliaar a mesma constroryao.
Os proponentes devem dedarar o pieoi. con-
diodes de pagamento, e teup;
a entregar a ealdeira prompt;:
As propostas fechadas aera) recetda m ar-
eretaria desta inapeer^o at o dk 1# d prximo
mez de Agesto, diaem que sero abortas e das i-
ficadas na presenca dos propenent-a cu seua p:e-
postos.
Inepecco do Arsenal de Mariaaa de fiiaai
buco, 28 de Julho de 1887.
O secretario,
Antonio da SUa Aseved:
Companhia do Beberibe
Previne-se aos subacriptorea daa accoea da no-
ia emieao que o prazo pura o pagamento di ter-
asira e nltimaprestaca') de 40 /0 termina ni da
6 do mez prximo vindouro, como fo previamente
annunciado.
Recife, 11 de Julh) de 18S7.
Jos Eustaquio Ferreira Jacbuia,
Director secretario.
"TNERAVEL RMSDADE-'
A
rloaa aaraaa aa Igrejn da
Sania Cran
Eleico
De ordem da mesa regedota^ aaatia* a tsdos os
aojaos carisaimoa irmoa a comparecerem c-ui nos
8b consistorio no domingo 31 do correte, s 9
lloras da manh, afim de aaaa% a raisaa votiva
do Espirito Santo, e depais em nnmero legal de
anesa geral proceder-se a eleicaU) do censelho ad-
jiniatrativo que tem ae re^er eata irinandad-; no
anno compromiasal de 1987-1*88, de accordo com
a art, 14 do noaso conpromisM.
Secretaria deata rmaadads, an 17 da Julho de
1H7.0 secretario,
Antonio Raphael Aire- da Cata.
a uiiMa o
AVISO AOS PASSAGKIROS
Viato terem-ee dado certos engaos por parte
dos Sra. paasageros que nao leram em tenipo oa
aviaos d'tita gerencia sobre as novas conc-aaces
feitas pela directoria, e sobre o regulamento daa
series mensacs por e'ssa occaaio creadaa, aa juaea
por eata razio nao poderam ser obtidas p jr todoa
que as desejaram ; commnico a Sa. Ss. o se-
guirte :
Io As couces;s eapontaneaa e anteriores que
continuaran] cm vigor, foram aa de passagem
gratuita aos meninos de escola; a assignatura de
urna viagem redonda por dia a 104000 na 2* < laaae
para oa creados dos aaaignantea ; o dreii o de
viajar o assignante ind .tinctamente para Olinda
a Beberibe qu.ndo a assignatura fr para duas
seceea ; o direito de transportar gratuitamente
no carro de freio, garrales vasioa, latas ou p-;que-
nos caixes que tenbain de voitar cheios, salvo o
c80 em que j eateja tomado todo o lugar da
carga ; o direito de trasportar gratuitamen e no
carro de freio plantas ou ombrulbos cujas dimen-
io-b ndb xcedam aa do que pagam oa primeiros
presos das respectivas tabellas, e por metade do
prec> os objectos pelos quaea a'ellas se cobrf.m os
segundoa valorea.
2" Aa novas conceaa-.'s feitas no comeco do
actual mez foram : poder o pasaageiro obter se-
ries nominaes de urna viagem redonda por da men-
salmente na 1* classe, a 164000, para Olinda e
Beberibe, e 840J0 para a Encruzilbada dando-lhe
os mosraos direitoa de que gozam oa aaaigna ites;
redcelo das assigoaturaa de estudantes de pre-
paratorios, que eram segundo as idadea ao preco
mioimo de 23500 para a Encrusilhada e 54000
para Olinda e Beberibe; viajar o assignant: ou
portador de series, um mez de graca depois de ter
aido consecutiva e nomintlmente pasaageir) de
taes typoe de bilbetcs dnrante 11 meses, o qu<) im-
porta em viajar durante o anno razo de 184333
como assignante e razo do 14/666, como por-
tador de series.
3" Aa series podero aer obtidas at a tarce do
ultimo dia do mez anterior, visto como sao data-
das e rubricada* e preciaamaaaim str preparadas ;
as aseignaturas sao concedidas at o dia 3 de cada
mez
4 Os bilhetei gratuitos dos meninos de escola
s aSo concedidos mediante nm attestado de fre-
quencia doreapectivo profesaor; c aa aaaignaluraa
de estudantes de preparatorios, que nao exe.-cam
outras tuncces e sejam meramente estudantes,
mediante a apresentaco da matricula.
Escriptorio do gerente, 27 de Julho de 1887.
A. P. Simoit,
Joanna eacrava de D. Cooatantina Ferreira da
Silva
Rita eacrava do r. Francisco do Paula Crrela
de Araujo.
Sabina eacrava do Dr. Antonio Joaquim de Mo-
nea e Silva.
Luisa eacrava do Dr. Calazar Mobcoso da Veigi
l'eaaoa.
Isabel eacrava de D. Maria Magdalena de Avellar.
Sebaatiana eacrava de Ignacio Alvea Monteare.
Juatina easrava de D. Maria Clara Carneiro Ma-
i hado Rioa.
Joanna eacrava de Antonio Joe Duarte.
Sdveria eacrava de D. Maria Galdina da Silva
Bragn.
Leopoldina eacrava de D. Francisca Leopoldina
da Rocha.
Autonia eacrava de Manoel Joaquim Alvea dos
Santos.
Oaminda eacrava de D. Grinauria de Mendonca
Abreu e Lima.
h: I vera eacrava de D. Jos?phina Themudo Leaaa.
Francisca escrava de D. Auna A. Lina Vilella.
Geralda eacrava da D. Maria Clara Carneiro Ma-
chado Ros.
Maria escrava de Mrnel Jos da Silva Ol
veira.
Quiteria eacrava de D. Maria Leopoldina Ferreira
Leito.
Juataeacrava de Ignacio Ferreira Themudo Leaaa.
Luiz i eacrava do espolio de Francisco Vicente
dos Santos.
Sabiuo cscravo do meamo.
u
DO
BRASIL
Capital 80,000:000*
dem reallsado 8,000:000*
A caixa filial U'e3 e Banco fuacconaado tem-
porariamente ra do Commercio n. 38, saca,
vista ou a praz >, contri os s:guintes curretpin-
dentcs no eatrangeir* :
Lmdres......... a,'N. M. R .thachil & S ua.
ParB..........
Hamburgo.......
tierliin..........
Bremente........i
Frunkfurt s/ Main)
Antuerpia.......
Roma...........\
Genova
aples
tiiiio e maa 340
cidadea de Ita-
lia
Madrid..........
Barcelona.......
Cdiz...........
Malaga.........
Tarragon?......
Valencia e outras (
cidadea da Hes I
pan lia e ilhaa"
Canarias......
Lisboa.........\
Porto e mais ci- f
dadea de Por-
tugal e ilhas
Buenos-Ayrea....
Moott-video.....)
Nova York......
I.
ci- r
De Rothachild Frrca
Deutacbe Bank.
Banque d'Anvers.
Banea Genrale e suas
ugencias.
Banco Hypote?*nc de
Espaa e auas agen-
cias.
Banco de Portugal
suas agencias.
fingah Bank of the Ri-
vor Pate. Limited.
G. Amaick A C.
Compra saques sobre qualquer praca do impe-
rio e do estrangeiro.
Recebe diobeiro em canta corrate de inovi-
mente com juros a lazo de 2% se anno e p> r le-
tras a prazo u juros convencionados.
O gerente,
William M. Webster
Santa Casa de Misericordia do
Recife
Por esta secretaria sao chamados os parentes,
ou protectores das menores abaixo declaradas
para, at o dia 30 do correte, apresental-as no
collegio daa erphs, afim e serem abi admittidas.
viato acbarem-se inscriptas em primeiro lugar, no
respectivo quadro.
Laura, fiiba de Miguel de Souza Galvo e Iaa-
b.-l Maria da Silva Galvo.
Sydroma, filha de Cosme Damio Felippe da
Silva e Constancia Maria da Carino.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 16 de Julho de 1887.
O escrivo interino,
Francisco Gomes Castellao
O procurador dos feitas da fazenda provin -
cial, tendo resebido do Thesouro Provincial a r. -
laco abaixo transcripta dos contribuintes da con-
tribuico da Recife Drainage, da freguezia de S.
Joa, relativo a> 2* semestre de 18811882, que
deixaram de pagar a mesma contribui^o no tem
p"o cjinpetente, declara aoa meamos contribuintes
que Ihea fica marcado o prazo de 3'J diaa, a con-
tar da publicar') do presente edital, na confor-
midade do dispiato no art. 53 da lei n 891, para
rocolberem a impoitancia de sena debitja oa
Recebedoria Provincial, certos de que, findo o re-
ferido prazo se proceder* a cbranos, executiva-
mente.
Rec'fe, 12 de Julho de 1887.
Miguel Joa d'Almeida Pernaoabuco.
Relaco dos deveiorea da contribuifo da Redfe
Urainage, relativa ao 2* semestre do exercico
de 1881 -1882, da freguezia de S. Jos
Marcilio Das n. 127. Adelaide Zul-
mira de Almeida e Silva 46*303
Dita o. 141. Antonio Martina Lipes
e outro 1064067
Lomas Valentn- s n. 35. Dr. Antonio
de Souza Cyrno Lima 304868
Coronel Suaasuaa u. 162. A-itoio Va-
I nti n da Silva Barroca 154134
Dita n. 'ib. Antonio Moreira Reis 134418
S. Joo u. 51. Alexaudrd Rodrigues
doa Aojoa 224868
Marques do Herval n. 132. Antonio
Franco Ferreira 154434
Dita n. 136. O mesmo 154434
Das Cardozo n. 52. Antonio Diogo
da Silva e outro 214908
Padre Nobrega n. 4. Antoaio da Silva
Gyrio 154434
Dita n. 70. Anna Maria da Luz 154434
Dita u. 72. A.mesmu 154434
Dita n. 73. Antonio Jos Bruno 154131
Dita n. 87 Angela Maria de Freitas 154431
Vi al de Negreiros n. 30. Aona Fe-
lizarda de Souza e Silva 154134
Dita a. 50. Autouio Moreira Reis 214189
Dita a. 66. Antonio J>e Silva do
Brasil 184312
Dita n. 81. O mesmo 304868
Dita n. 86. O mesmo (I/i) 23J150
Dita n. 172. Padre Antonio Jacome de
Andrade 184312
Dita n. 202. Antonio Moreira Reis 184312
Dita n. 204. O mesmo 154434
Dita n. 119. Anua Amelia do Reg
Mello 154434
Fre Henriques n. 13. Antonio Joe
.Silva do Brazil 804868
Dita n. 15. Antonia Maria da Costa 154131
Dique o. 28. Adelaide Zulmira do
Almeida Silva 1544)4
Dita n. 3. A meama 154434
Aasunpc i u. 48. Antonio de Azevedo
Villaroucu 154434
Doa.ingos Theotonio n. 41. Antonio
Moreira Reis 154434
Dita n. 47. O mesmo 154434
Padre Floriano n. 66. Antonio Joa da
Coata 154431
Dita ii. 11. Anua Benedita Gomes 154131
Dita u. 39. Autouio Martina Djarle 1544''4
Forte n. 2. Antonio Duarte Machado 154134
Dita -. 3 Azevedo 4 C. 154434
Antonio Henrique n. 19. Antonio Ja-
cinlho de Jess Gonzalo 154434
Nogueira n. 8 Antonio Climaco Mo-
reira Temporal 154434
Santa Rita n. 62. Antonio Luciano de
Momea da Meequita Pimentcl 154434
Dita n. 1. Antonio de Souza Azevedo
e outro (resto) 104189
Dita n. 73. Antonio de Souza Cyrne
Lima 154434
Nova do Santa Rita n. 16. Alexandre
BodrjgO'a de Almeida 154434
Traveaaa da Maliiz de Santo Antonio
n. 13. Adolpbo da Fonseca Banks 154434
S. Joa n. 25. Antonio Moreira R. is 154434
Trav.-aaa de S. Joa n. 13. Anna de
Jess Pontes 154434
Pecadores n. 6. Antonio Clodoaldo de
Souza 154431
Travessa da Praia do Forte n. 1. An-
tonio Moreira Reis 154431
Dita n. 3. O mesmo 154434
Dita n 5. O meimo 154434
Dita n. 7. O mesmo 154434
Tpiranga n. 11. O mesmo 154434
Coronel Suasauna n. 196, B.'llarmino
Cyrillo Diaa Fernandes 154134
Travesea do Bernardo de 2 a 62. Ber-
Diaa Cardoao n. 8. C'sndida Iaabel doa
_Santos Alvea
Vidal de Negreiros n. 21. Caetarfo de
Carvalho Rapiao
i-'r. Henrique n. 6. C^emrn.ino de Pa-
rias Tavares e outro
Nova de Santa Rita n. 45. Conslanca
C. Botelho de Mendonca
S. Jos n. 38. Clannda Maria da Con
ceigo
Largo do Mercado n. 13. Caetano de
Carvalho Raposo
Traveaaa do Lima o. 1. Couatantiuo
Jaeintho da Motta
Dita n. 9. O meamo
Marcilio Diaa n. 133. Dioniaio Hila-
rle Lopes
Travesea doCaldereiro n. 4. Domingos
Nunes Ferreira
SantaRitan.il. Domingo.) Antunes
Villaci
Traveaaa de S. Joa n. 39. Domingos
Bernardino da Cunha
Dita do Peixoton. 22. Dionisio Pa-
checo da Silva
Coronel Suasauna n. 280. Evaristo
Mendes da Cunha Azevedo Jnior
Mrquez do Herval o. 142. Emilia Ca-
rolina de Ctstro Madeira
Padie Nobrega n. 80. Ernesto Men-
des dfc Cunha Azevedo
Vidal de Negreiros n. 69. Eduardo
Goncalves Casco e outroa
Santa Cecilia n. 15. Evaristo Hilario
de Carvalho
Travessa do Peixoto n. 21. Edmundo
de Moraes Carvalho
Coronel Suasauna n. 104. I r Francis-
co Jacutho Je ainpno
Dita n. r2. Filboa do Amando Fran-
cisco de Paulo Nunea
Dita u. 214. Oa meamos
Dita n. 218. Fe'ippe de Souza Lcs
Dita n.234 Dr. FTanciaco Jacintho de
Sarapaio
Dita n. 83. Frauciaco de.Souza Reg
Mrquez do Herval a. 140. Filboa de
Francisco Luiz Goucalvea Ferreira
Dita n. 107. Francisca Alexandriua da
Silva Reg
Padre Nobrega n. 68. Filboa de Rosa
Maria da Conceico
Dita n. 61. ir. Francisco Jacintbo de
Sampaio
Traveaaa do Gaz n. 1. Francisco Xt-
vier Ferreira
Vidal de Nogreiros n. 78. Francisco
Antonio Alvea Ferreira
Dita n. 98. Francisco Ribeiro Soares
Dita ii. 93 Filhos de Jco Rjdnguea
de Moura
Fr. Henrique n. 34. Francisco Auto-
uio de Souza
Travessa do Prata n. 14. Filboa de Jo-
s Maria da Costa Pene
Dita n. 16. Oa meemos.
Dita n. 18. Os meamos
Aaacmpco n. 66. Francisco Jote Re-
galo Braga
Domiugos Theotonio n. 11. Francisco
de S ,uza Reg Monteiro
Dita n. 13. O meamo
Dita ii. 43. Felicia Maria Olympia
Padre Floriauo n. 55. Felicia Maria da
Conceico
Forte n. 18. Deaembargador Francaco
d'Aasia Oliveira Maciel
4784466
304863
154134
154431
154434
154434
154434
154434
184812
154434
154434
154434
344378
634045
84747
304868
154434
304868
154434
304868
304868
154434
304868
10*434
154441
154434
154434
154434
154434
464303
154431
154134
154434
154434
304868
154431
154431
154434
364536
154434
514250
154434
154434
154434
154434
154434

o 1 de J
Lirtel
Capital do Banco....... 1.000,000
Capital realisado......... 500,000
Fundo de reserva....... 200,000
A contar desta data e at ulterior reso-
luto, conceder-ae-ha juros fie dous por
cento ao anno, sobre os saldos dn dinheiro
depositado em corita correte de movimen-
to no mesmo Banco.
Rfcebe-se tambem diobeiro em deposito
a juros por periodos determinados, ou su
jeito ao aviso ptvio de triota das para ser
retirado, mediante as coodieS.is de que se
dar conhecimeoto aos interessados.
. Pernamcuco, 23 de Maio de 1887.
Henry K, Oregory,
Gerente.
11
(Contina).
THEATRO
154434
154434
154434
154434
154434
154434
154434
154134
154134
154434
154431
154434
154434
154434
154434
154434
154434
184312
ILIH.l IlCilil
< ompaohla Franceza de navega
cao a Tapo i*
Linha quinzenal antre o IIQvre, Lia-
boa, Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos
0 yauoi VI lie Macei
Commandante Panchvre
E' esperado da Europa
at o dia 4 de Agosto, se -
guindo depois da indispen
savel demora para a Ba-
bia. Hio de Janeiro
e Manto*.
Roga-so aos Srs. importadores de carga p .'loe
vapores deata linha,queiram apresentar dentro de 6
das a contar do da descarga daa alvareng:... v-"l-
quer reclam&fo concernente a volumes, que po-
VPntu a tenbam seguido para os portos do BUi,afin
de se podercra dar a tempo as providencias neces-
arias.
Expirado o referido praae a companhioa n se
reaponaabilisa por extravos.
Para carga, pai sagena, encommendaa e dinheirt
a frete : trata-se com o
AGENTE
Augusto Labille
9 RUA_DO COMMERCIO-9
Unucd SUles H'sil '."XTC
0 rapr Allianca
Espera-se de Mi -r-or.
News, at o dia 31 te Julho
o qual seguirA jepi'a d"
demoranec?ssain pus
COMPAXR.'} PKRftlIlBlCA'vA
DE
Vavegaco C'oslcira por Vapor
PORTOS DO SUL
Rio Forimsoe Tamandar
O vapor Giqui
Comandan te Lobo
Segu no dia 30 de
Julho, pelas 4 ho-
ras da manh.
Recebe carga at o
dia 29.
Encommcndas, pasaagens e dinheiros a frete
at a 4 horas da tarde do dia 29.
ESCloPTORIO
raes da Compaahia f*er*am>a
__________caaa o. 1__________
Porto por Lisboa
Para os portes indicados seguir brevemente
o briguc portugu z Armando; para carga c pas-
aageiroa trata-8.'om os consignatarios Jos da
Silva Loyo & Filho.
'V
Leilao
Baha, Rio de laneiro e Santos
Para carga, pasaagens, e encommendaa tracta-
e com os
A 8 RIJA
AGENTES
Henry Purster & C.
\M LOMMERCIO-N. 8
. anda
COMPANHIA LYRICA
DE OPERAS E nPEREJAS
EOPREZA----NA.GELEL
IMfccf.o-Ll'IZ MILO.NE
AMANIIA
Sabbado. 30 de Julho
Festa artisti: a da artista
Rosiaa Bllgrandi
Representar-se ha pela primeira e ultima ves nesta
teuporada, a bellissiica e aem|>re desejada opereta
em 3 actor, de Charlea L.-coq. intitulada :
Tomam parte oa ptincipsea artiataa da compa-
nhia.
O papel de Claretta Kt deaempeubado pela
BeaieflctMda.
Ni ntervallo do 2 ao 3J ai te, cantar-se bn
Lk mia Utndiera, cnntj patrijt, pelo Sr. VI.
gliazsi.
La Foraa do Djitim, Pie uno 6o, pela Sra.
*a(elll.
Bailo in Maachera, aria do Otear, pela Bencfl-
ciatla.
O aeenaii) deata opereta :01o njvo c riealurn-
brante, d> siacand -ac o dj 3" acto (jardim) qiit
d.e um effeito arrebatad-r.
Uuarda-roupi luxuoi M se-en-scene a ca-
pricho.
OtO-Illlltlll
A'si 8 oras.
Honda para todas as 1 nhaa e trem para
Apipueos.
Em um d s iutcrvalloa a Sra. BellegranUl
ir ana camarotes agradecer aos seua illuatrea con
vidados.
----------
[Domingo, 31 de Julho
PriiiiiiD mnY
BENEFICIO D\ ARTISTA
Pula primeira vea neata capital a opereta bufFa
de OftenbM-h :
Hamiiiirg-SaBgafflBrlanisciB
DanipfscliiflTaln'ls-licsellsdial
0 vapor Valparaizo
E' esperado dos pon-
tos d) aol at o dia 2
de Agodo e aoguir
d puis da demora ne
e.-saria para
i.ishoa e Hambnrgo
Para paasageros o eara a frete trata-se com os
CONSIGNATARIOS
BorstelmanD & C.
RA DO C0MMERC1O N. S
/' andar
Pacific s team NavigationCoinpany
STRAITS OF BIAGELLAN LINE
Paquete Magellan
E' esperado da Euro-
pa at o dia 31 de
Julhc, e seguir de-
pois da demora do cos-
tume para Valparaso
com escala por
Baha. Rio de laneiro e Monte
video
Para carga, pasaagens, encommendaa e din-
Seiro a frete tracta-aecom os
AGENTES
Wllson Sons c. Limited
N. 14 RA DO COMMERCIO-N 14
< OflPA^IIie DKN HUNSAVE
RE HAKITIHF
LINHA MENSAL
Paquete Senegal
Commandante Moreau
Espera-se da Eu
ropa at o dia 3 de
Agosto, seguin
do depois da de
mera do costume
para Buenos-Ay-
roa, tocando na
Baha, Rio de laneiro e Monte
video
Lembra-se sos senbores pasaageiroe de todat
aa classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Previne-se aos aenhorea recebedores de merca
dorias que s se attender a reclmn aces por fal-
tas noa rolumes que forem reconb&cidas na occa
aio da deacarga, aasim como i:evero dentro de
48 hiraa a c.ntar do dia da descarga da alvar n-
gaa faserem qualquer reclama;o concernente a
volumes qu-i piverntura teiib-m aeguido para oa
portos do aul, afim de poder-ae dar a tempo aa
providenrias necesaariaa.
Para carga, passaguua, encommendaa : diuber
a frete : tracra-se com o
AGENTE
rVuguslc Lable
BA DO OOMMEitClO-9
Da importante casa terrea nssobradada n.
32 a ra do Socego, faz esquina para a
ra do Principe.
Sexta feira, 9 do correte
A's 11 horas
yitk me ra ruta n roa do Secego
a. 39
O agente Stepple pnr mandado e asaistencia do
Exm. Sr. Dr. juiz de direito privativo de orphos
e ausenles a requerimento do testnra 'nteiro e in-
ventarente doa bens do finado Manoel Antonio
Teixeira levar a leilao a casa.terrea astobradada
com grandes commodus, agua encanada e gaz, em
aeguida vender tambem oa moveia seguintes, tn-
do pertencente ao m-smj espolio, cotao aejam mo-
bilia de Jacaranda, dita de amorello, camas, toilets,
marquesas, quadroe, espelhoa, guarda-louca, guar-
da-vestid i, sof de junco, cadeiras, 3 bancoa para
jard.m, 2 grades parajanella com oa competente
caixilhoa, 2 arandeilaa, legiatro para gaz carbni-
co, commodaa, joias, relogioa, colheres de prata e
gaifoa, papagaio8, e mui'.us i utros objectos que es-
taro patentes no acto do lr-ilo.
E mais 1 cofre fiancez, 7 importantes figuras
para jirdim e 1 rico repucho de irystal.
Os Srs pretendentes de ade j podem examinar a
dita casa : a chavo acba-ae junto n. 34.
Leilao
De crotos
Foi transferido para
Sexta feira do crrente
A's 11 horas
O leilao de 1200 pea de crotta e roseiraa que
sero vendidos definitivamente r.o correr do mar-
tello em grandes e pequeos lotes.
No jardim da ra da Palma n. 23
PELO AGENTE
Martins
JV
Leilao
De 2 mobilias de Jacaranda completas, 1 piano
de JIi ndel. 1 rica mobilia de jacaran l maasico a
Luiz XV, 1 grande meza com tamps de pedra,
para hotel, camaa trancezas, toilets, guarda-vesti-
dos, mezas elsticas com 4 e 8 taboas, xpparadores
lavatorios, relogiog de parede, qoatros, espelho,
jarros, vidros, extracto, bebidas e moitos outros
artigos que serao vendidoa aem limitea.
SEXTA-FEIRA, 29 DO CORRENTE
A's 11 horas
\o armazem da ra do Mrquez
de Olinda n. IS
Por intervescao do agente
Gusmo
Leilao
De quatro cavallos rodados proprios para
carros e cabri ilets
A's 11 horas era ponto
M;i hl>a ti o :to do correte
Por intervrpjJo do agente
Pinto
Em frente cocbeira'do Balthazar largo do
Arsenal de Marinha
Da armado, gneros e utencilios da taber-
na sita ra do Amorim n. 9, garan-
tido-se as chaves da casa
Sabbado, 3o do correte
A's 11 horas
O agente Gusmai. autorisado, iar leilao por
esnta e riaco de quem pertencer, da armafo e
gneros da taverna cima mencionada.
Em um oa mais lotes vontade dos com-
pradores
Leilao
a
BOYAL HAIL STEAM I'AGIET
mfkm
0 paquete Neva
esmerado
do sul no dia 29 de
cerrente seguin je
iepois da demora
necessaria para
Lisboa e Southaoipton
. Reducccto de passagens
Ida Ida e volta
A' Southamptou 1 clasac i 28 42
Camarotes reservados p'ira o pasaigeiros de
Ptruambnc.-.
f*ara paaaagcns, fretea, etc., tracta-se com os
Consignatarios
Adamson lio wic & C.
S. 3- RA DO OOMMERCIO N. 3
1- andar
_____ DE
PREDIOS
De urna parte do aobrsdo sito ra da Aurora
n. 151, em solo proprio, no valor de 3:3142457.
Da casa terrea sita ra do Coronel Lamenha
u. 35, antiga dos Prazerea, fregueaia da Boa-Vis-
ta, com 1 porta e jauella de frente, 2 salas, 2
quartoa, cozmha. quintal murado, cacimba, medin-
do 9 metroa e 9 centmetros de frente e 9 metros
i 35 centmetros de fundo.
Segunda-feira 1 do Agosto
A's 11 horas
No armazem da ra do Mrquez de Olinda
n. 19
O agente Gusmo levar a leilao os predios
cima mencionado', podendo ser examinados pelos
Sra. compradores.
Leilao
Do bons movis, crystaes, louoa, vidros,
albuns, finos objectos de electro-pate,
quadros dourados a oles c oleographia,
ura piano, urna serafina, ama bagatela,
uic buhar e dous bancos para jardim.
A saber :
Pavimento terreo
Um piano forte do bein acreditado abricante
dErar,,l cadeira para piano, 1 mobilia de Jaca-
randa com 1 se, 2 conaolos, 4 cadeiraa de bra-
coa e 12*ditas de guarnico, 2 cadeiras de balanco,
2 ditas de faia, 4 quadroa a oleo, 1 albura, 4 jar-
ros para lires, vaacs du alabastro, laeaaa de pban-
tasia, figuras de terra-eora.
Urna mesa elas'ica, 1 guarda-luasa, 2 aprnra-
dorea, 12 cadeiras, louca e parcelaos para chai e
jantar, copos, caliere, e inpcteiras, garrafas, ban-
dejas, talheres, irlheree, 1 relogio de parede, 6
quadros oleographicor, urna baudeja, 1 salva, 1
apparelbo para cb e utros lindos eijeetts de
electro-plate.
Um buhar, 1 serafina, 1 b-icatela e 2 bancos
para jardim.
!andar
Urna mobilia de junco a Luis XV ea 1 safa, 2
consolos, 2 cadeiras de bracos e 12 de guarnico,
4 quadros, G jarrea e 4 fizuras, 1 cama francesa
(nova), 1 toilet, 1 lavatorio, 1 guarda vestido, 1
guarda roupa, 1 marqueio, l mesa de jogo, 1 ee-
pelho, 1 commoda, 1 meea para machiaa e amitos
outroa objectos de casa de lamiliaexist-iitea no so-
brado da ra d liar de S. orja n. fJjSwn'ora
do Sebo.






"A


I

lflM \
i



Diaria de PcrnamT>uco---ScAta--eira 29 de Julho de 18S7
faira 1 de Agosto
S0 agente Pinto levar a leilis os movis e mais
jectos cima mencionados existentes no sobrado
da roa do Bario de S. Borja n. 36.
A's 10 horas e 20 minutos partir da ra do
Brum um boni da linha da Magdalena qae dar
jMMagem gratis aos concurrentes.
AVISOS DIVERSOS
A!nga-s: casas a 8*000 no becco dos Coe
lnoe. junto de S. (oncallo : a tratar na ra dt
btjperatrii u. 56.
Precisa-se de urna cosinheira e de um feitpr ;
do sitio do Dr. Valenoa, prximo da estacSo da
Jaqueira, na estrada de Apipucos.
Alnga se por 10*000 a casa u. 21 na Var-
ea, defronte da estaclo, cora armacio ; a tratar
na ra da Imperatriz n. 56.
ALUQA-SE o 3o andar da ra do Imperador
a. 26, com bastantes coromodoa para t imilia :
uem pretender dinjise ra do- Marque de
Hinda n. 8.
Ka rn^ da Santa Cruz n. 10, precisa-se de
am criado pata o servico domestico, traxendo cor-
ta de conduca.
Offerece-8 urna pesan capaz e de boa conduc-
ta para creado do csenptorij, de consultorio mea-
so e mesmo de trapiche, qu 'in precisar dirija-se
roa da Aurora u. 61, andar tarreo.
Precisa se d? urna cosinheira e de um criado
para casa de familia ; a tratar na ra do Barao
da Victoria n. 39, loj*.
Preciaa-ae de um criado cjue entenda de
j irdinagem, da urna engommadeira e de urna co-
sinheira, tendo esta pratica de coainha eatmu
geira ; a tratar na ra de Bembca n. 30.
Precisa-se de urna boa
Aurora n. 81, 1- andar.
ojinheira ; na ra
Cesliifcelra
Precisa-se de urna cosinheira ; no largo do Tor-
pe Santo n. 17, 3- andar.
(1
Vi
Ama
Preciaa-se de um ama para
eosinha ; na ra da Assnmpcao
ajudar .ontra na
n. 28.
ASA FELIZ
BllMIETi: .AU41TION
O abaixo assignado vendeu da 7* lo-
ra extrabida no dia 18 do corrente aBoi'te
de 2005 ero o n. 1585, a aorte de 102,5
ero o o. 28?, aa sortea de 500 em os ns.
47 e 146.
Acham-se expostos venda os buheci
da loteria do novo plano do 12:OO|JO90
garantidos a beneficio das intituicoas, de
caridades e religiosa*, quo so extrahir
no aii 3 de Agosto, s 2 hura* da tarde.
Antonio Anqusto dnsSin'o- Port .
Ao publico eaocom
inercia
Mara Rita da Costa declara que fex venda de
seu estabelecimento de nolhados e padaria, nito
ao pateo de Ssnto Amaro da cidade do Cabo, ao
S Antonio Goncalves Pli-ch, fcando o activo e
passivo dos meamos estabelecimentoa a cargo do
comprador. Cidade do Cabo, 27 de Julho de
1887._________________________________________
Criado
Precisase de um menino at 14 annos para casa
de familia na typographia do Diario ao 3 aniur
n.42.
^
^OGftAPHIA Allty
DE -
ALBERTO HENSCHEL & C.
:?->Itua ilu llar:! ihi Vrl.rii-:; .
Este a reditado estabelecimento photographico participa ao respeitavei publico,
que contina a executar os iiais aperfeicoados trabalbos pelo systema raais moderno e
mais apreciado. Acha-se habirlitado a satisfazer as mais diffi :eis exigencias, quer ero
rabalhos photogropbicos, quer em pintura a oleo.
Alm de seus trabalbos photograpbicos que alo per deuiais conheeidos encarr
ga-se tambem de retratos a oleo para o que j se acha entre nos de volta de sua ria-
gem a Vienna d1 Austria, onde visitou as principaes galeras, o eximio piotor Ferdinand
Piereok, bastante conhecido pela perfeicSo de seus trabalhos, desde 1877, quando aqui
esteve em nossa casa e ltimamente o anno passado.
Para satisfacer em g*ral a todos que honrarera o no^so estbele :iinento coro
euas encommendas participa que alero dos retratos, seja qual fr o systema, tambero
recebe encommendas para qualquer visU ou paysagern, quer pliotograplii-as, quer pin
tadas a oleo, sendo o encarregado deatas ultimas o mui conhecido pays.-gista o Sr
Tellea Jnior.
Rogase s Exroap. familias e raais pessoas o obsequio de lionr rero cora suas
visitas nosso estabeleciment, onde sempre existe urna magnifica exposicao dos trabalhos
qua executamos e oni-- tambero os seohores vieitantes en unti-arao lhaneza no tracto,
perfeicSo nos trabalhos e mockidade nos precos.
C. Barza,
GERENTE
ce 1" f m
-5* 4 S5 - 0 -1 & ^ w
a> zr. i ce to ^
6 >m Si H
88 B 5C 3 0 5 3 0. -5 0 ^5 2
sr 3 0 - e 0- ce s & s ce a' 1- O
2 5 ** s- 3 S >-3
35 -5 - ce 4- !3s-
SAUNDERS BKTHER8 4 C, largo do Cor-
pa Santo n. 11, M-m para vender :
Cervfja prcta e branca, de M. B Porster 4
Sona.
Dita allcmil, Pilatn Beir.
Viuho Miury. Amentillado.
Dito Birdeaux, St. Julim.
Whisky,. Tbiste Bfend Scotck Wisky*<
Dito o < *
l'n-ur.t s de Adamsnn.
Maircna de Browna 4 C.
l'haBphros. Amcsloato Safe'iy Matches.
Tincas em massa, branca de ai neo, de chumbo
prcta e verde.
Zircfto.
Plvora da muito conbecida e acreditada marca
EH.
8EM0LIM
De Brons & C, de Glasgow
Eate artigo, preparado por um novo procesao
de trig-i da mclhor qoalidade,- posaue os elemen-
tos necesaarios para nutricao da enancas e doen-
tes, c muito se recommenda por ser de 4acil di-
gestao e g ato amito agralavel ; tambem pode-se
fazer urna i xccllentc papa, misturado em partes
igflaes c im a maizeoa dos meamos fabricaut.es,
atdicionandc-se-lhv algum lefte. tlniC'.s agentes
nestn araca, Siunders Brothers 4 C-, largo do
Corpo Santo n 11, primeiio andar.
ufctfiBtm
no mus,__
' ^r* *?LfRY ende-s em toda i pirtft
Semenies e arrpalo
Cumpra-ee na fabrica ApolU-i ra do Hospicio
numero 79. .
Vinho dftj)rff0sier
di ctlia ttrrnsicis t de Cascts tt laratia
?0"ICO RECON3TITTJIJIT.F;
Remedio soberano
i-OHTRA *
CHLORO::, ANEMIA. CARIE DJS OSM%
\*"!:-;<;3i- da* vas digesiva,
n A OH VOMAS, RACHtfUMO.
E- E L'OAM,
U :-:.' ''" :En:iT ;
'" >PAVES
CS4 DA FORTUNA
Aos I2:000$000
Blihctes garas I Ido*
23 RA PRIMEIRO DE MARgO 23
Da 7* loteria da provincia venderam
Martina Fiuza & C. os setruintes premios
garantidos: 1288 e 6892 com 300000
cada um.
Acham-se venda os s fortunados bi-
Ihetes garantidos da 8* lotiria da provin-
cia em beneficio das instituidos de cari
dade g cligiosas, que se eitrahir quan
do fr annu'.'iada.
carocolili
rs. a arroba
Chegcn a pritneira remesua do precioso fareilo
de caroco de algodSo, o mais bi.rato de todos os
alimentos para animis de ruca savallar. vac:um
suino, etc. O caroco de algudao depois de ex -
trahida a casca e todo o oleo-, o mais rico ali-
mento qne se pode dar aos animnes para os forta-
lecer e engordar com admiravcl rapidez.
Nos Estados-Unidos da America do Norte e na
Inglaterra elle embregado (com o mais felis re-
sultado) de preferencia ao milbo 8 outros farelbs
que sao mui'o mais caro e nSo sao de tanta sus-
tancia.
A tratar no BeclfeA Largo do Cor-
ito sanio, l" an Jar
Criado
Precisa-se de um ra de Pay?and n. .13
iPaesifem da Magdalena).
a
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar e lavar,
prefere-se que durma em casa ; no 3 andar da
typograpbia da Diario.
4ma
Precisa-se de ama paA engommar e mais serv-
eos de urna casa de familia na typographia do
Diario no 3* andar n. 42.
Ama
Criado menino
Na na de Mathius do Aibnquerque n. 19,
precisa ds uir: menina para criado.
se
Xarope de cambar guaco e bal-
samo de Tol
reparado pelo pharm>-.?fntico Jos Francisco
Bittencoart
E' um psderoso preparado para todas as aff-c-
des dos orgos respiatorios, como catarrho pul-
monar, asthraa, coqueluche, brenchite, p huido
lia, tiaiea, etc., etc.
Cada frasco 1*000
Deposito na Pharmacia Central, ra do Impera-
dor n. 38 Pcrnambuco.
iie assucar
Precisa-se de urna para cosinhar e lavar roupa
de meninos, que durma em casa, na typographia
do Diario, no 3o andar n. 42.
\ma
Precisa-se de urna ama para lavar e engommar,
para casa de familia ; a tratar no hotel n. 30
ra da Madre de Deus.
Ao commerc'o
Oj abaixo assignados participan) ao commercio
que, a contar de 31 de Maio do corrente anno,
djaselveram am'gavelmente a sociedade que entre
si tinbam e que gyrava sob a firma de Eauaty
Rodrigues & C esa estabelecimeuto de gneros
de estiva ra do Airorim n. 58, retirando-se o
sccio Alfredo Alvea Rodrigues, e fcando respon-
savel pela mesma firma o s.icio Esnaty.
Recife, 27 de Jullio de 1887.
Jos Esnaty.
Alfredo Alves Rodrigues.
0 Remedio do Dr. Ayer
COMTIIA m:zo>.
vegetal, <*-
ib efleii-
tos, i. i certo para
. desordena de-
vem :i ana oiigera a um veueno iniasmatteo
alten
el isses de
fobres conlieciilas por Terciaras e
Quatrenarif.s, Internas, de Fri,
-srmittentes, Remit-
ae, o Typhoide.
u) do Di. A-yeb neutral

lagrodiei
, seguro '% Inoflfen livo, e
PAH IDO PRLO
J. C. AYER P3 CA.,
I^owell, Masa, B. V. A.
.v venta as principaes pharmaclas e
drogarias.
Aluga-se barnto
Ba Visconde de Itaparica n. 43, armazem.
gas.
Ra Coronel Suassuna n. 141, quarto.
Ra do Rosario da Boa Vistu u. 39.
Travessa do Carmo n. 10, loja.
Ra do Rosario n. 39
Ra do Calabouco n. 4, loja.
riata-se na ra do Commercio n. 5, 1" andar
nptorio de Silva Guimares & C.
Aluga-se
Ao commercio
Apparelhos econmicos p ra o cozimen-
ta e cura. Proprio para eigenbos peque-
os, sendo inodicM ein pre^o e ef
lectivo en operaoo
fode-ae ajunt.r aos engeuhos existentes \ 0 abaixo aSBjgDade par,ieipa ao commercio que,
do 8ystcina v. liio, melhirando muito a I a contar de 1 de Junho do eorrente anno, conti
quaJidado do assucar e augmentando a | na sob sua nica responsabilidad a gyrar a fir-
quantidade nj* Esnaty Rodrigues & C no estabelecimento de
OPITR 4fXn MITirn TMPT FQ geros de estiva, sito ra do Amorim n. 58
UfH,KAVAU MU11U OMPL.5 Recif,-, 27 de Julbo de 1887
Uzina8 grandes ou engenhos centraes,
*fevu



, \ ^c ^~
1
-t:-
i
FNDiQAO DE SUS IBRONZB
DE
LUZ DA CRUZ NESQIITA
66--Bua do Bardo do TriiniiplioI
(Antiga do Bram)
Neste estabelecimento encontraro os
Srs. agricultores e seus correspondentes
todos os objectos tendentes a ag icultura,
como sejam:
Machinas para fazer espirito, de destil-
lar e restillar, alambiques do antigo v. no-
vo systema com esquenta g-arapa, serpenti-
nas e carapu^as, tachas, tachos; bombas de
bronze, de cobre e de ferro, de aspirante e
de repuxo, para ag-ua. me! e gvirapa, tor-
neiras de bronze, de madeira e de todos
os tamanhos, canos de cobre, chumbo, fer-
ro, de todas as dimeiic,es, cobre picado,
fundos para alambiques, repartideiras, pas-
sadeiras e escumadeiras de cobre, de fer-
ro g-alvanisado arruelns, e leric,es de co-
bre, bombas, continuas, sinos de 1 libra at
110 arrobas, sola ingleza e do Rio, cddi-
nhos patentes e de lapis.
Fazem se concert** de todas as qualida-
des ecom toda presteza eperfeico a precos
mdicos,
Vendem-se a prazo ou a dinheiro
descont.
AtteiiQo
O chamado, que veio ltimamente neste Diario,
ao Dt. L. M. do A., n5> se entende commigo, pois
que a ninguem devo l:!H>?C0. Se devesie, e o
meu credor usasse de meio to infame, e contra a
lei, chamal o-bia aos tribunaes, desde que clara-
mente declinasse o meu n .me. Garanbuns, 19 de
Julho de 1887.
Lydio Mariannode Albuquerque.
Ao eoninimio
Pinto 4 C est belrcidos com fabrica de vina-
gres e grnebras, A ra de Mareiiio Das n. 8 de-
claran) que nao ae entende cem ellei o pro'eeto
de urna Irtra da quantia de 51 JOCO, pir quanto
nadadevem nest^ praC'i ou fra della. Recife, 28
de Junbode 1887
Pinto & C.
masbinismo apr-rHc/ia I.., systema moder-
no. Plantas completas ou macbinismo
separado.
E8pecficac3"s e infunna^r- com
Hrowus '.
5-RUA DO C'OMMERCIO-5
Jos Esnaty
' affligem a
| | aquellas i
OU
Vademcum do lloiinii.pnliiiro \
Methodo conciso, claro e seguro de cbrar\
bomoeopathicamente todas aa molestias que /
migem a especie humana, particularmente.'
qae reinara no Brasil pelo t
SABINO O. L. PINHO (
!..-' elrniu l
consideravelmente augmentada e annotada.'
Vende-se nicamente em Pernambuco.
PHARMACIA HOMCEOPATHICA
PeloDr. J. Sabino L Pin lio
DR. AH *<
43 BA DO BARAO DA VICTORU 43^
Aviso
Aluga-se
o 1- andar do predio n. 21 ra do Bario da
Victoria ; a loja do predio n. 117 rna Direita ;
e caainhas do becco da ra da Palma ; a tratar
ua ra do Vigario n. 31, l- andar.
Arrenda se o sitio da ra de S. Miguel n. 148,
com quatro meiasaguas, urna cochura, alguna pea
de coqueiros e mais arvores de frueto e capim de
planta, pronto a cortar, e tambem vende-se o
Tinta prcta
INALTERAVEL

COHIlIMCtTIM
PHARMACIA CENTRA 1^
38 Ra do Imperador 38
l'frnnmhiiro
Cosinheira ,
Precisa-se de urna ka consinheira de conducta
afti'incavel, na rna da Aurora n. 27.
Ao commercio
O Sr. Secundino
Maurica nao mais
nosso empregado.
Francisco Manoel da
Silva Sf C.
Recife, 20 de Julho de 1887.
Caixeiro
Precisa-s-' de um caixeiro que tenha bastante
pr.tric-i de taverna e Cjndu-.-ta afian ;Jh ; a tra-
tar na pateo do Terca n 21.
i grande sitio Tacaruna, no Salgadinho, com bas-
tantes trras para plantajes e muitos arvoredos :
Suem pretender dinja-se fabrica Apollo, ra do
[ospicio.
Aluea-se
um grande sitio, contendo as principaes fructas,
ao Caldeireiro n. 9. com bea casa de morada (que
foi do finado Mamede), tendo agua e gas, a qual
confronta coma casa d) Dr. Alcoforado ; a tra-
tar na ra d> Apollo n. 30, I- andar.
Alm
.i -se
a casa terrea na travessa da P.mte de Uch i n.
12, com bastantes cammedos para grande fami-
lia, com sitio murado e arbsrisado, b a agua po-
tavel para beber, deposito e banheiro de cimento
e bomba, fica a dita casa marg.m do rio Capi-
baribe, com banbo doce temperado e salgado :
quem pretender dirija-se ao mesun sitio, das 6 as
10 horas da manh, que encontrar o propie-
tario.
Aluga-se
urna casa terrea em Santo Amaro das .Silinas, na
ra da Fundido n. 25 ; nesta typograpbii, no
terceiro andar, achara om quem tratar. A casa
tem 3 quartos bons, eosinha, 2 salas quintal com
arvoredos por 16/030- menajes, est caiada e
pintada.
Alu^a-se
as casas ns. 22 e 24 da ra do Lima, em Santo
Amate, caiadas e piuladas de novo, com 3 quar-
103, 2 saias e quintal com cacimba ; q>iem pretn-
delas dirija ee ra do Marques de Olinda nu-
mero 8.
V.
O bacharsl AmericcTFeroandes Trigo de Lou -
reiro e sua consorte, sena irmios e cuihidos, de*
sembargador Ofidio Fernando Triga Je 'j lureiro,
Manoel Antonio Fernandes Tri?oi: Lmreiroe
suas t.milias, D. Emilia Angel: i PH ciana da
Lou reiro. D. Marianna Anglica de Lonreiro Fer-
nandes esens sobrinhos, D. Marti da loria Loo-
reiro de Almeida, D. Alice Augusta de Loareiro
Fernandes, bacharel Antonio Fernandes Trigo d.e
Loureiro, D. Aliira Trigo de Loureiro Lisa e
seu espiso bacharel Franciseo Correia Lima 8o-
brinhii, feridos da maij profunda dor pelo fallec-
ment sua presada ma, sogra e ave, D. Um-
clina Luisa da Silva Fernandes de Loureiro,
rogam a todas as pessoas de sua amizade, que
dign-'m-se de assistir as missas qae por alma da
mesma finada mandam celebrar na matriz de San-
to Antonio desta cidade, s 8 horas da maoha do
dia 29 do corrente mes, vigsimo do sea passa-
meuto. Desde j confessamsae co-dealmente re-
toakecid s a tadas aquellas pessoas qne assisti-
rein ; ift.e acto de caridadn s religlo.
DE
iti uoi <-ns Uiii.dmi;
CHIMICOS DE LONDRES
Um poderoso agente digestivo e acimilativo ; um
alimento nutritivo, especialmente adoptado para
mesmo sitio e o capim : qoem pretender dirjase 8 enfermos e nao; um grande succedanen do
ra da lmperatnz n. 13. asete do figado de bacalho.
O Extracto de Malta de Kepler um alimento
perfeito em si mesmo e contem todos oa principios
digestivos e nutritivos da cavada, isto phospba-
tos, maltosa, dietrina, albmina e o importante
quanto poderoso aece.-sorio digestivo chamado
Diastase,pndendo-ae Assim dizer qne com a in-
troduccSo do Extracto de Malta, como agente the-
rapeutico, se ha produzidc umu revoluco no trac-
tamento de certas enfermidades da nutricao, ope-
rando especialmente na oyspepsia, ulceracao do
estomago, cancres do estomago, debilidades, con-
valescencias de eofermidades agudas, vmitos e
gastro-enterites das criaocas, marasmo?, i.li'iccoes
escrofulosas, tuberculosas, etc.
nico il vpoNUo
34Ra do Rosario34
Pharmacia e Lhogaria
BARTHOLOME C. SUCCESSORES
Peitora 1 de Cambar
m
PRECOS
as agencias : frasee 2&00, li2 duaia 131 e
duzia 24*000.
as sub agencias : frasco 2800, li2 duzia
151000 e duzia 281000.
Agentes e depositarios geraes em toda a pro-
vincia Francisco M. da Silva & C, ra do
Margues de Olinda n.23
Semenles ^e carrapalo
Compra-se grandes e pequeas quantidadee :
oa drogara de Fn ncisco M. da Silva t C, rna
do Marques de Oliula n. 23.
erve para escnpturacSo mercantil e d
quatro copias de nina vf
tres
com
Je de Mallo* e Silva
Jos Leonardo Grego agradece cordialmente a
todas aa pessoas que se dignaram acompanhar o
cadver de sen indtoso amigo Jos de Mattos e
Silva sua ultima morada, e de novo convida a
seus amigos e aos do finado para assistirem as
missas que se bao de celebrar pelo repouso de sua
alma, na matriz de Santo Autonio, s 8 horas da
manli do da 1 de Agosto, stimo de sea fallec-
ment, confesando-se grato por mais este acto de
religiao e caridnde.
Punas prrgams e depurativas
le aiiipiiiliii
Estas pilui::.. cuj (,re;)arac:-> purameute ve
retal, teem sido por bkM de 2 anuos aproreitadas
com oa inelhores resultados na* seguintcs moles-
tias : affeccocs da pelle e do ti..in, sypnilis, bou
b6"s, esrnifulHK, emgas invetei.; :ag e
gonorrhas.
Modo do oanl a
Domo purgativas: tom-'-se de 3 a 6 por dia, i.-e-
3endo-sc aps cada dos.; um p.-iico d'agua afloca-
ia, cha ou caldo.
Como reguladoras ton.e-ae nm pWiila sojantar
Estas pilulas, de iavencols djs phannacenticof
Alu-eida Andrade & Filhos, lean verittictum dtM !
Sra. mdicos para sua un Ihor gr;inti;:, tonwn c-
je mais recommendaveis, por 8! rom um segure
purgativo e de pouca dicta, pelo que podem ser
isedas em viagem.
ACHAM-SE A' VENDA
m iliotnria de Farln ii.brindo -11 -RA DO MRQUEZ DE OLINDA 4]
rtenalra Vrmiiclvm Loureiro
i Olegario V. Castellao e sua mulber, Eufrosina
Francisca Ferrera eseus filhos, tendo de mandar
celebrar miasas par alma de tua ta e irma D
Argemira Francisca Looreiro, pelas 7 hor.s da
manb do dia 30 do mes corrente, trigsimo do
seu passamento, previoim aos seus pa-entes e
convidam as pessoas it sua amizade qae quzerem
assistir a esee acto, que lera logar na cap, n d,
Belem, confessando-sa agradecidos aquel les que
te dignaren! de crmpureeer.
LEITE MTURAL
(Selva)
DB
ALVELOZ
CONSERVADO LIQUIDO SEM ALTERARSE
O ALVELOZ, planta da familia das cuphorbia-
ceas, que habita os nossos serios, hojd reconhs-
cido como um verdudero especifico para destruir
as epitheliomas ou cancroides, facilitando a reno-
vacSo dos tecidus atacados, e trazeedo afiual urna
cura completa, sem outro tratamento que a appli-
cacao tpica de suasciva (vulgrmente leite) como
caustico.
Sao nunvrosos os casos de cura, alguna dos
quaes j levados ao cenhecimento do publico, em
diversas publicacorB, pelos Ilustrados clnicos
desta capital o no estrangeiro, os Sm. Das. Alci-
biadea Velloso e Bandeira, e ptimos resultados,
tambem fo:nm obtidos as feridas e as ulceras
chronioas de carcter syphiliticas.
DEPOSITO GERAL
Sem dieta e sem .iioclifi-
caf oes de eostumes
Laboratorio central, ra dcx. Visconde
Rio Brsnco n. 14
Esquina a ra do RegenteRio de
Janeiro
Espwifk os preparados pelo phar-
maceutico Eugenio Marques
de Hollanda
Approvados pelas juntas de hygiene da
Corte, Repblicas do Prata o Academia de
Industria de Paris.
Elixir de Imblribina
_ Restabelece es dyspepticos, facilita as diges-
toes e promove as ejeecoes difficeis.
1'inuo de ananas ferrnglnosto e
quinado
Para es chloro-anemicos, debella a hypoena
intertropical, rrconstitue o hydropicos e beribe-
ricos.
Xarope de flor de araelra e mi
tasatba
Muito recommendado na bronchite, na hemop-
ty-. e as fosees agudas ou chronicas.
Oleo de leeiinius r. i usinuno e ras-
ca* de laranjan amaras
E1 o primeiro reparador da fraqueza do orga-
nismo, na fysica.
Punan anie-peridica*, preparada*
com pererina, quina e jaborandy
Cura radicalmento as febres intermitientes, e-
mittentes e pernieiofas.
Viabo de Jurubcba simples e tasa-
bem rerruginosoa preparados
em vinbo de caj
Effic&zes naa iifl idid^ocs do figado e baco agu-
das ou chroncoe.
Viobo loulco de espitarla e quina
Applicado as couvalescencas das parturieutea,
tico ante febril.
isc UiOii Ha Silva & G.
RIJA DO MRQUEZ DE OLINDA
Caixeiro
Precisa-se de um aaizeiro qie leona pratsea A
mohadas ; a tratar na ra dt L'n ao n 54.
Vende-se urna carroca grande c curra pequea
um boi e dous carneiros
dos Prazeres n. 15.
para carrofa ; na ra
Pharmacia e Drogara de Bartho-
lomen X C. Successores
' 34, Ra Larga do Rosario Pernambuco
Hadanca de carlorio
O cscrivo mo de Azevcio Millo, mudou o s n (artoiio ,-Hra
a rut do Imp -radar n 16, andar.
Craliraiilt'
Tomase um menino menor de 13 annos, para
praticar em eacriptori i : na ra do Vigario n. 31,
primeiro andar.
yiNHOoEjURUBEBA
BARTHOLOEO & C*
Pharm. Ptrnamimco
t'nteoa preparados de Jl'RUBEBA re-
commendados pelos Mdicos contra as
r'?* do "toa^". *ao Bato
o lutestlno, Verda ao Appetlte, ote.
15 Aunes de bom xito!
EXIGIR.A ASSIGNATURA.
IMPORTANTE FAA?^WS-
para Vidreiros deseja um Agente. Exigera-a-
refereneias.
Escrever 13 3H "\A7"-A. E L
na Vrorlsee. sl. KMVOTX9TA. (Selfftoai
f llBIIEl


; V#~-y"",vv..-;'
Diajpio de PernaiubucoSeiia-idra 29 de Jiilbo de 1887
11iism ii i^^
lilVAIS
combate
COM
eiicatia
ORIZA LACTE CREME ORIZA ORIZrTWLlH E
aos Consummidores
PERFUMARA oriza
PARS M7, Ra Saint-Honor, 207 PARS
OS PROGTS DA PERFUMARA ORIZA L IEGRAND
et>em aew atretsmo e favor publico i
1* It callis eccriitlsM nb (ii < a* i m iiilldadi InalteriTtl i
uo lalrlc.idoi. J ^ suridadt lo mi iirlut.
SE IMITA OS PRODUCTOS 01 PERFUMARA ORIZA
aem atUnglr ao se gran de delicadeza e perfeicSo.'
l apparenna exterior testa* \mxtacc~es sendo idntica aos t'erda-
ilvinm l'rodurtu* Oixa, os consummidores deverdo te Jk I
precaver contra este cominera: tlltcito e considerar como Mr*
coutrafacco qualquer pro-iucio de qualidade inferior J&F
vendido por catas pc-uco honradas. _^p
4 zmrmmmimuiiuum* O
Pha^s acia cenlral
Ra do liupc. ador a. 88
Jos Francisco Bittencourt, bntigo pharmaceu
tico da phannacia francczn roa do Bario da
Victoria u. 25, avisa a seua amigos e fregueses,
que se acba na pharmacia cima, onde espera
continuar a merecer a confianca que felizmente
depositaran) em seus trabalbos protessionaes.
ANEWtA, CH LO ROS IS CORES PALUDAS
Aoconselhadocom ptimo ezo fcpm6*afr&o.8 e *4oentad predispostas ao empobrecimento 4o sangus, lomase
eomdose de oito adose gottu i etHaeigo. Numerosas imitacea. Exmr a firma B BBAVAIS.
_____ ___ Imprimid T#naa. Heposlto na mor parte das Pharmacias.
tama do Catalogo llluatrado i pedido franqueado.
4 Revoluto
VENDAS
Vende se urna nimacao inglesa, totafona-
d, assim cuij ura grande registro novo para
gaz, ranrit-lla-. cncansmentos de cbiimb.) e un
bom deposita lio ferro : na ra larga do Rosario
numero 38.

DE

WOLFF& C.
N. 4-BA DO CABGA'-N. 4
SE)
m

R>
J
Veste milita rouhccido estttbeleeimeti-
lo fccsuic ni a respeliavel publica o mais
variado e completo sortiuieuto de JOIAS
reeeriidas sempre di re clmente da jatelho-
res f.>hr!caules da Europa, e qus pcimam
pelo apurado goste do mundo elegante.
Itco ra. aifinetes, voltaf de euro era juila* cen
hrilliantes, on perolas, anneis, cacoletae,
botoe e outres muitos artigos proprie
des te generes.
ESPMALIDADE
- ni relogio de miro, prata e nickelados,
para botar na, senhorus e meninos dos mais
acr iitadoa fabrieastes da Europa e Ame-
rica.
Para todos os rticos desta casa garan-
te -se a boa qualidade, at.ini como a mtd ri-
dad-: nos precos que sito sm > ompctuca.
\ < *t* eiiMk tambem eoncerta-se qual-
quer ebra de ouro ou prata e tambem relo-
gios de qualquer qualidade que seja.
i-Kua do Cfoug4

@>
COLLARES &0TER
gls*iF0-Wf tin ao
MM "dhra mtfii Je d*ou#t" uatn i
ooirvni.BE8
I MU PsMffl 1 iOTKA I i taUlfa
i COLLARES Rr^R.MatfaMMws lu mais
it 28 MiaM, seo os ateosroe prjsro
reatmeaU ai crecaos* **t COVUCSOES
ajudmst oo mnmo Ump m deiuiftU.
Para vitar ai
as laticcei
ta fa/triea t ,*ir,
ase r
eaija-tt {*' w
e o Vtrdadfrc xi
JtoSLisa*'.!
Lotera da Provincia
Extrakir-se-ha quarta-feira 3 de Agosto s
2 horas'da tarde
Acha-sc vciida a 8.a lotera a bene-
ficio di ifrrtJA de S. Pedro do Recite, que
ter lugar no consistorio daigrej* de Nossa
Senhora da Coneei(ao dos Militares, onde
estar twpo (a* ai espher^s em ordeip nu-
mrica, para s rem e xa mina das.
PHARMAOA"CrTRAr
38*"iM lni|ieradr38
Ti'iido paesnclij p r urna u-npl- la reforma ooba-ae aofrtada a suiiat'aeei' uuo>
ErorpptidSo as in n^dicaa, tendo para esae firo ni ie n I.- | ri H qua-
dade e especialidadra phaiwaostieas dos primeiroa fabreantes.
Vende-sc nm piano bom : a tratar na roa
Direita, na loja do Sobrado n. R0.
RECLAME
Urna experiencia
0 GRANDE ARMAZEM
DO
LOUVRE
A' RA PRIMEIRO DE MARCO N. 20 A
(ESQUINA)
Resolvendo liquidar grande variedade
de srtigos por preces incorjtestaveis, ex-
pSem a apreciarlo publica os seguintes ar-
tigos :
Popelines de seda a 500 rs. o covado.
Setins de cores a 800 rs. o covado.
Cambraias bordadas cora salpicos de cor
a 60000 a peta.
MadapolSes de 7<5 a peja por 5J500.
Meias francezaa para horoem a 7J0L0 a
duzia.
Bordados tapados e transparentes de 500
a 15500, com pequeo defeito.
Cortes de cretone por precos sem com-
pete ocia.
Loques transparentes, grande novidade,
2,5000 um.
Ditos de s<-tim a 55000, vale 8,5000
um.
Cacbemira de duas larguras de 15000 a
1(5400 o covtdo.
Ein conlnuaco :
Z?phiros de urna s cor tecido lgr
i 320 rs. o covado I! !
Brim pardo liso 320 rs. o covado.
Dito dito tecido de esguio para vestidos
500 rs. o covado, grande pechincba 1
Lencos abainhados 20 a duzia 1 1 I
Algodoea lisos industria nacional
!a pega.
Camisas de cretone com pequeo defei-
to 25000 1 !
Esteiras americanas com ligeiro toque
de avaria 15200 a arda grande pe
' chincha I I !
Artfgos e&eluslvss
Lindissimos cortes de case mira para cal-
ja padrSes de apurado gusto I I !
Especialidades em extractos como sejam:
Ritta Sangalli, Porte Veine, Guarany,
Brisa de las Pampa, etc. etc.
Plastrn de corea claras e escuras
sui generis na especie e muitos outros
artigos recommendaveis pelo aprimorado
gosto e qualidade.
SEMPRE NOVIDADES
%o armazem do i.ouvrc
DE
Francisco Gorgel & Irnio
A' RA PRIMEIRO DE MARQO N. 20 A
Esquina
O 48 Ra do Duque de Caiias
Tendo recebido um grande sortimento
de fazendas que vende com 25 [0 de me-
nos de que em outra qualquer parto.
Veuham Tr para erer
Damass de seda a 10400 o covado.
Setins lisos a 800, 10000 e a 1 0
Lionayse fazenda transparente a 150000
a pega.
Organdis bordados a seda, ultima mo- {
da a 160000 a dita.
Etamiae bordado, alta novidadade a
100000 a dito.
Cachemiras bordadas a seda a 700 ris |
o covado.
Ditas pretas a 700, 800, 900, 10000, |
10200, 10400 e 10600 o dito.
Ditas de cores a 800, 10000 e 102001
o dito.
FustfJes brancos a 400, 440, 500, 600
800 o dito.
Ditos de cores a 240, 320, 440 e 500
ris o dito.
Amor da China fazenda de novidade a
400 ris o dito.
Lindas alpacas de cores a-320rs. o dito.
Lindas lans de quadruhos 400 rs. idera.
Lines cm saJpicos a 640 ris o dito.
Lindos setins de damasss a 320 ris, o
dito.
Gurgurinas de listrinbas a 320 ris o
dito.
Zefros cscocezes a 200, 240 ris o dito.
Crotones para coberta a 320, 360, 440,
e 500 ris dito.
Crep idem em a 700 e 10000 o dito.
Cmbraia bordada a 50500, 60000 e
60500 a peca.
Veludilho liso e lavrado a 10000 o co-
vado.
Dito bordado a retroz a 10800 o dito.
Colchas bordadas a 20, 30, 40, 40500
50000 e 6000 urna.
Cambraia adamascada a 110000 a pega.
Toilets para baptisado a 100 e 140OOC
um.
Cortinados bordados a 60, 70, 80, 90000
o par.
Di'to de crochet a 500000. o dito.
Meias para, homem a 20400, 20800 at
100000 a duzia.
Ditas para senhora do 30 a 150, idem.
Guarnieses de velydillio bordados a vi-
drilho a 60 urna (alta novidade).
Coartas forradas a 28QO e 30 urna.
Renda do JapSo a 200 ris o covado.
MadapclSo Gema e Pella do Ovo a
60500 a pega.
Damasco de la a 20000 o covado.
Pao da costa a 10400 o dito.
Lencos brancos e com barra a
20 e 20500 a duzia.
Chales de cachemira a 20000 e
um.
Anquinhbs a 10800 urna.
Fehus a 20, 30, 40, 50, 60, e
um.
Muitos outros artigos que vendemos cem
25 "i. de menos do que em outra parte.
Gotta, Rheumatismo, Dores
SoLugQ do Doutor C!lin
Laurttdo da Ftculdtdt de Medicina de Parit. P,-.r j lontfoa.
i
A Verdadeira Soluc&o CLIN ao Salicylato de Soua emprega-se para curar:
As Affoccoes Rheumatismaes agudas e chronicas, o Rheumatismo gottoso,
as Dores articulares e musculares, e todas as vezes que necessario calmar os
soffrimentos occasionados por estas molestias.
A Verdadeira Solucao CLIN o melhor remedio contra o Rheumatismo,
a Gotta e as Dores.
tU3 Umi gxplicacSo detalnada acompanha cada frateo.
Exigir a Terdadeira Solucao de CLIN & Cie, de PARS, que e enoontra em
casa dos Droguistas e Pharmaceuticos.
ie7
A LOJA f)AS LISTRAS AZI ES
61-A' RUa DUQUE DE CAXIAS- 61
Telephone 911
Recebeu as seguintes fazendas de novidade
preto liso e com bordados de
e de cores lisos e lavrados
10800,
1->!()'
70000
Velludo de seda
setim.
Velludilhos pretos
eom contas.
Setins lisose com matiz de cores a 800 e 1000.
Renda de bu la hespanhola pieta, branca e creme
e com bioo.
Cretones, alta novidade, a 320 ris, cores se-
guras.
PercalesJulinha e Naninha a 240 ris.
Las de qaadrinhos escaras com matiz a 320 ris.
Metins de qoadrinbo imitaco de seda fuiecda
larga a 360 ris.
Esguio pardo infestado para vestidos puro linbo
a 360 ris.
Brim pardo para roupa de meninos a 320.
Bramante de quatro larguras a 800 i:s.
Magdalena morim americano fabricado especial-
mente para aLoja das Listras Azues a 7^000,
com 20 varas, (vale 10*00(1).
Lavas de pellicae d? seda a 21 e 2*500 o par.
Bicos brancos e creme eom matil a 2*, 3*, 4*
c 5*000 a paca.
Lques transparentesNoridades a 2000.
2*500 e 3*000.
Baleias a 300 ris n duiia, melhcr qualidade.
<; intas para eofeite de vestido, todas as coree a
800 ris o masso.
Oleo oriaa vcHadeiro a {00"ris.
Lencos brancs de Bictsuha a 2*, 2/500, e 3*,
a duzia, em calzas de fantasa para presentes.
Extractos faos, g^rraf*, com inscrip^oes para
presentes a 2&000 e 3*000
Amostra* mea penbor
Jos Augusto Dias
Litramento & C.
vendem cimento port'and, marca Rubina, de 1*
qualidade ; no caes do Apollo* a. 45.
WHSI *
A FLORIDA
Hua
flenrique da Silva Moreira
. "Pial
Vende-se um rico p>ano de tres cordas, em per.
feito estado, autor o mais moderno, por mdico
preso ; a tratar na ra da Pama n. 69, juut-j do
sobrado, das 11 horas ao meic dia.
- 111 -. <; -i N L) jmrca y 1AL>U
EsU eieelu *'lr-!t7 Es. w* 40 eogtiac oa -fiirn- ?n Cumia, p
3 corpo.
Venu -se r.'faiho nol x. ISMU
sanMi
Pede KOYAL '' tres Al>
me e '.'.' i :ma sao regislrados para Codo It
BBOWr S r .
Terreno
VeuJe->"; um terreno eonfronte a ^s?.i,;So dr
Principe, estrada di i i. m Batros, com 0 pal-
mos de frent e bastante fundos, e ejm alicerces
para 3 casas; tratar na rui d'Apollo n. 30, pri
ciro andar.
Pechnas!
|aTJb IBA DE HONRA
0 (V'J9 CHETRIEB
datlr:i"tin pe/o AiotrSo,
lO/I.CC M'umico, o q--
ui.vwta t*oprlld9t a-
OrM.
0 OLEO de IIGADO %:
k uc&uo nm sm? o
a u'- prepartcSo le ptrmtt
tdmifliiUtr o Ferro ,
s3o de Vsstre, nm
IncoaimoJo
^P0^g?>
ANCQ.1IR0
HE

6^ 4
w
Av-
IMSITO |(T'I M Pili
tl.tui riil'-lMiarUt. 31

DIPLOMA DB BOWJ
BICE1TADO FOB TODAS AS
Celebrld.ad.sa Medicas |
D\ rRXNCA t DA BUROTA
MOLESTIAS DO PEITO.
4FFEC$0ES ESCR0FUL0S15 |
.HLOKOSIS,
ANEMIA, DEBILIOADE,
TSICA PULVCNAR,
BRONIHITES, AXHITISMO
>
Vinho de Coca
-: F.CTOBIA Ul UO IK) BHAZ1I-
PH0SPHATO GAL GELATINOSO
lie E. LER0Y, FbarmaceDtici de t" Classe. 2, na Daunuu, PAWS
OUEXF.0 sata i luiwilrsi-r i musis tu IrlastM, satn lacailltsM i a KaMsua m Is*n
__Mdicos e aos Doentes. de um sabor agradavel, de issiml-
a todos os xaropes de lacto-phosphalo Inventados Delaeapecu-
ae poa*o que o Vnoanbato de Cal Oelatlnoao cao o
r. Mrdico do Hoipil du Cn5j. (tunlli du H4#/au.', 1 de io J ISf
OtTBOi.
itocomxieodaL
lacio fcil e mil tssJm, i
Uo. Todos dio mK
VINHO PHOSPHATADO BE LEROY mS"fS-
AMoi'a, Conaampcto, Beorxhite chroo/ca,T/i/ca, Fraqutza orgnica, Convaiewcenpa diflclt.
^ "i'gt.gitarios m Pernambuio : FRA1C* M. i:._i_SnvVA_e_C\
[xijpr t Hilo
SOLU00 COIRfE
AO-.CHLORrYDRO-rV!OSPMATC DE CAL
< reooaMttalaMa adoptado por todos os Medico* da :
i. fsica, foche -ia. 9t urulu, RncMtitmo. flajHffl
FttHo. liys%t
*&
t Mi
sache
'usao. r>
*4t.-
Da antgs casa Carneiro da Ganha
Admirem!
Setinetas lavradas, lindos padroes a 280 rs. o co-
vado !
Fustoes brancos, novos desenhos, a S20 e 400 rs.
o dito !
Esplendido sortimento de lindas las para vestidos,
a 400 e 440 rs. o dito !
Cachemires felpudas a i* a dito 2 larguras.
Mirins pretos e de cores a 800 rs. o dito! idem.
Veludilhos de todas as cores, bordados, a 1*000 o
dito!
Cretone de lores firmes a 240 o dito bom ve-
rem.
Damasco de la, 2 la.gums, proprio para capas
de piano, a 2* o dito !
Pannos de lindos desenhos para mesas a 1*600 o
dito !
Cmtii.ados birdados, riquissimos, a6* e7*o par!
Guaruices de crochet para sof? e cad Camisas brancas inglezas a 36* a duzia !
Dit: 8 'ie cretone finas a 24* a dita !
Seroulas b irdadas a 12* e 18* a dita !
Lencos em lindas caixinbas a 3* a dita !
Meias arrendadas para senhoras a 6* a dita !
Chapeos para senhoras e crianzas a 2*510, 5* e
6*000.
Espartilbos de courkea a 4* e 5*.
Brim pardo lona a 36 rs. o covado!
1 cm branco n. 6, de linbo a 1*500 o metro !
Tapetes aveludi.d. s a 12*, 15* ti 22*.
Supriores redes com 4 punhts a 12* e 14*.
Colchas francesas a 3* urna.
C be: tas de g*nga, 2 pannos, a 3* !
dem de setinetas finas a 3*500 !
Lences grandes de bramante a 2* !
Cambraia Victi ria de 10 jardas a 3* a peca !
dem c m calpic s brancos e de cores a 5*, 5*500
e 6*, 10 jardas !
Madapi loes pelle de ovo a 6*2( 0, 24 jardas.
Cairiiss S Siias pura sent ras por todo o preco
Bordados de Cambraias finas a 1* a peca.
Fiebns e capas de l a 2*, 4* e 6*.
S rtiuiento de casemiras, cheviots e pannos por |
pn e, a baratissimos. I
Grande deposito de fnzend'is para os Srs. neg-
ciantes do centro, tendo descont as vendas m ;
grosso.
59-H UA DUQUE DE CAXIAS- 59
Sobrado a vender-se
Vende-e o sobrado n. 87 ra da Aurora, em
frente a ponte do Santa Isabel ; quem pretender,
pode enteuder-secom o '-rre.tor Pedro Jos Pin-
to, na praca do Cimmerclo.
Ch preto superior |
Carlos Sinden reerbeu pelo ultimo vapor e con-1
tina a veuder sem competencia ; na ra do Ba-
rio da Victoria n. 48, loja de altaiate.
Vende-se muito barato as ssguintes casas :
Ba do Calabouco b. 23.
Travessa da ra Bella n. 9.
Becco do Pind iba n. 2 (Recife).
A tratar com Jos Augusto Dias, ra Duque
de Csxias n. 61
Loja das Huirn me*________
Attengo
Vende-se o siti-> encostado ao engenho Piloes,
na freguezia da t'scad ', com militas plantaioes
de caf e cacao, d, qual tem sabido, ha mais de
oito anace, omitas semeotes lara toda a provin-
cia e para fra della, teai inui'aa outras fructei -
ras lucrativas, o terreno 'ortiliesimo, d boa
mandioca, milho, teijo, teas grande plantaba dfl
cacaos novse muito terr.no para a eontioaa-eao
de plants^ocs, tem mata-virgfm, nm t;ran fe ri -
cho, que travessa com urna casi da Urioha,
d'agua.
Late sitio se vend p -rque ent i hy ntbicudo e
o bypotbecnnte eoasinte nave ida qvem preten-
der fondar-s u'um bom e ie >la,
appan^a ao meemi sitio a trttai com o propie-
tario Antonio Qomet Uibeir:., jue far t^do o ne-
gocio.
Na mesm sitio tas de ca-
cao, para pli.i.' -. I rs. a fruc-
ta, posta na estacio, sendo Je um cento para
cima, te.n tambem dj mejmo sitio urna m.-.
de descaro^ur cafe, tangida por agu*, p lo
da estaca) de Frexeiraa.
rolarinhos e punhos de
selluloide
Carlos Linden recebeu pelo ultimo vapor, e
veade baratisaimo ; na ra do B.rao da Victoria
numero 48.
iii ADMIREM!
Ciatos moderaos a 10000.
Luvas de pellica a 20500 o par.
dem de seda a 20000, 20500 e 30000 ra.
npar.
Fitas de velludo a a. 9 a 60000 d. 5
400 rs. metro.
Albuus de 30000 at 80000.
Ramos de flores fia-a a 15500.
Luvas de escocia para menino, lisas, e bor-
dadas a 800 rs. e 10000 o par.
Porta retrato a 500 rs. 10000 10500 e
20000.
Anquinhas de 10500, 2I500, e 30000 urna.
Plisseis de 2 a 3 ordem a 400 rs. 500 ra.
e 600 rs. o metro.
Pentes para ce com inscripcSo.
Enchovaes para baptisados a 80, 90, e
120000.
1 Caixa pBpel e 100 envelopes por 800
reis.
Capellas e veos para noivas.
Suspensorios americanos a 20500"
LS psra bordar a 20800 a libra.
Estijos para crochet a 10000.
Bicos de cores com 2, 3, 4 dedos de lar-
gura a 30000 40000 e 50000 a peca.
Lindos Lrochcs a 30000 10000 e 500 rs.
L-ques para menina a 200 rs.
Linhas para machina a 800 rs. a duzia.
Garrafa r.gua florida a 800 rs.
Leques com borlota a 800 rs. um.
Bicos brancos para setineta, cretone e chi-
ta par;i correr babados a 10000 10500
a peca com 10 varas, e barato.
Albuns de chagrn, velludo e velbotina
para 50 e 60 retratos a 60 70, e
80000 um.
i ofeias de escocia para senhoras a 1500 o
P"'r'
LeDcos de linho em lindas caixas.
Bici.s das ilhas muito fino proprio para toa-
lh..s e sai: s.
dem teneos com 5 dedos de largura a
30000 a peca com 10 varas.
''. x s com sortes de jog> de mgica pro-
pfios para salSo a 50000.
Sabunete8 de diversas qualidad^s a 120
200 e 500 rs
lilas de couro para menina de escola.
Grande pechincha em espartilbos de linho
30000 um.
Lindt.s pastas de 500 rs. 10000 20000
30000 e 60000.
Carteii. .iara guardar sedulas de 100000
a cem.
Ditas letras com os repartimentos de Ja-
neiro a Dfzembro.
BARBOZA & SANTOS

X
I III 11
V de Marco d. 6.
Parlicipam ao respeitavel publico que, tendo augmentado seu
e.stabelecimento de JOIAS com mais urna secsao, no pavimento terreo,
com especialidades em artigos de ELECTR-PLATE, convidam as
Ex tas. familias e seus numerosos freguezes para visitar seu estabele
cimento, onde em ontrarao um riquissimo sortimento de joias de ouro e
prata, perolas, brhi.ntes e outras podras preciosas, e relogios de ouro,
prata e nikel.
Os artiges que ecebem directamente por tocos os vapor sao
2xe.;utados pelos mais af imados aspecialistsfl e. fabricantes da Europa e
Estados-Unidos.
A par das joias de subido valor acharSo urna grande variedade
!e objectos de ouro, prata e electro pate, proprios para presentes de
.aBamentos, baptisados e nniversarios.
Nem em rr-laySo ao prego, e nem qualidade, os objectos aciraa
meni ionados, en jontrarao concurrencia n'esta'praca.
Vendo-se um sitio com na casa .le l
com bons c.immodoB f reconstruida de novo, bita
a Eocruzilbada de Bellem ; a tratar na ra do
Fogo n. 20.
MAMADEIRA-BOMBA
MONCHOVAUT
A nica com vlvula cm que nunca
o leite torna a deacer
SLKA DE CIYSTAL COM rAfiAFISO T0SNEA00
Medalhai
de Ouro
e
de Prata
""poflitoi as pnucipaes Perfumaras, Pharmaeas a
iahoUerei-
Oplnlo ,|.i D' BOUCHUT, lente I
lo .11 Facoll lirina de Pars el
medien do Hi.spil 1 .las ri no MU i
| forro Uygiena ila lufa ncit :
a Urna Kamadeira ben i acondicionnada 1
deve tr -.ma vlvula onde o leite nunca f
\u torna a descer : este o principio da I
MAMADEiRA MONCHOVAUT. i
lltuioi em todas ai princ:jafT larmaclai i Drogaras |
GUILLI
Cofres
t
A
M.m
PILULAS r
PILLS d* (gztrasto do Jlixx au nti-Catanhal do Qi GH1LLIE
PAUL GAGE
Phir" st t" clase. D' em Medicina de la Facultid de Piris
OHICO PROPHIEIARIO D'ESTE MED1CAMEHT0
PARS, 9, rus de ErenelieSt-Bermair PiKIS
Molestias
do F/gado
e do Estomago
Goffa
r.i'itumatfsifia
Veiei
Carlos Sinden recebeu o vende barato por ser I B. beril-
de consignacio tres cofres, prova de logo ; na|nm|);qu
ra do Barao da Victoria n. 48.
fistuPUnl oon-.ni d'- ,.. mexpropn*-
bt mni-
l>oronl8' Utpurativo.
Fei.es
pidemicat
Flwtoes dopeite
tiolestiat
ds tull.




ra Estrena do Rosario n. 1

I mmn ,



II
Diario de PcrnambocoSexta-feira 29 de Julho de 1887
LITTERATDt^
ado eeva
(TBADZlO DO HE8PAHHOL)
(ConclusSo)
III
Oa ProdlROM ftn Innocencia
J havia cabido a.venda de fe Lia igno
rancia, de qu fallara a seus filhos Dono
Feliciano, desde que fora Luiz bru3.-amen-
t despertado no divn para admirar os
thesouros ual oceultos da Lnuosura de
sua Eva, guardados d'an'es no santuario
que Deas beradisse, e fcridoi agora pelo
prof nador olbar da malicia publica.
Restava s mete obra caritativa dissi-
par o assorabro que produz a rpida tran
sijSo da obscuridade luz, e nSo faltou
voz piedosa que, cora o raelhor desejo de
fazer o prodigio, lavasse a perturbado aos
corajoes tranquillos.
Para Milagrea o distrahir un marido
cora os assaltos da coquetee era a cousa
mais simplos e natural ; poroi Clara sen
ta j certa mortifi.:aj5o ao vela perto e
ao onvil-a applaudir os encantos da pala-
vra galanto e da cxpansSo duljorosa da-
auelltj que, por sua vez, soffria exaspera-
do certas pilherias allusivas e atrevimentos
do celebre Angelito.
A sociedade se paga de urna maneira
cruel dos favores de admirajSo que efeco-
de a seuB dolos. Arroja coidas aos ps do
poeta que a enthusiasma urna noite em
scena aberta e logo as reclama revolvendo
o ldo que s escondidas procura no recn-
dito da vida privada; encarece entre o
vertiginoso moviraento de um baile os es-
plendoren de urna belleza, e logo aps goza
era propalar os rumores, justos ou injustos,
que affectam a honra a propria mulher
que fra seu encanto.
Da desconfiaDja reprimida injuria de
viva voz entre casados, rilo ha mais do
que urn p3Sso. Havia alguraa coasa de
reraorsos e do assomos de vergonba na
attitude daquella Eva e d'aquelle Adao,
aos quaes o mundo havia tio brilhante-
mente despido para gozar do martyro de
seu rubor mutuo.
Quem sabe se o silencio se houvera que-
brado e a tempestt.de cabido si, em meio
da reacjSo dolorosa que traz o isolamento,
nSo tivesse chegado para Clara a persua-
siie intima e meiga da maternidade ? Logo,
ao calor da passada febre, baviam esqueci-
do de todo o pobre Podre Eterno, que,
alarmado com aquello iojusto esquecioen-
to, sa apresentou providencialmente a con-
jurar temporaes.
A apparijSo repentina de Dom Feliciano
produzio o natural effeito.
Clara estava sosinha naquella occasiSo,
e nSo teve urna palivra que sopprisse a
eloquen ia das silenciosas lagrimas, que a
inuodavam, ao lanjar se nos bracos do po-
bre velho, que exclarnou commovido :
Desde que roe doixastes de fallar de
vossa felicidad,', o vosso proprio silencio
me falla va de vos6a desgrasa. Nada roe
digis, pois tudo adivinho ; j vies que
meufl temores nao erara infundados; ve-
i.ho ser se o mil s reraed i pois nSo
pola ser tao grave, quando nao e a per-
versSo, roas sim a inexperiencia qu'J o
causa.
Confirmou CUra cora sua franca e in-
genua confissSo, quanto poda suspeitar
seu pae, qu, cora vivissiraas cores, lhe
aostrou quinto iffiil brilhar na alta
sociedade e na poltica, quando para ellas
n5o se nasceu, e propria ndole repugnara
todas essas coavencionaes transaejoas, que
perturbam o espirito recto cora os doura-
dos vicios, que engendrara c autorisaa).
gabinete,
pitear sua presenja em Madrid, e a con- noraroas, esoutavam aquellos ruraons, asp-
vencer seu ganro, cora a palavra da ex ravara aquella brisa cora o silencia solera -
periencia e o sorriso da piedade, da que no da urna satisfajSo tSo intima e profun
as prodigalidedes da innocencia e da paz da, que s calando poda communicar-se.
da alma a podara ser reparados longa do Assim ch^garam s portas do seu ver-
mundo, que nSo as agradece. dadeiio paraso aquello AdSo e aquella
Collocado o Padre Eterno, entre os seus Eva, mais felizes que os dous protogonis-
dos filhos, traduzio no olbar e na attitude
de ambos o acanbaraento mais do que o
amor proprio huiuilhado durante o iempo
em que estiveram separados. Cora o tom
festivo de urna autoridade suave e conci-
liadora, recorjou lhea aquelles presenti
montos da,.familia quo disfarjaram uina
cunosidade impertinente, e a realidade da
situajSo de Cl.ra, celorindo cora a tinta
de um rubor santi o rosto desta, se defi-
ni com um desses abrajos temos, espon
teos, que dissipara todas as nuvens do
co dos virtuosos lajos conjugaes.
Nao havia tirapo a perder se o anjo es
perado devia de vir ao mundo na poca
das fiares, e cercado das maravilbas da-
quelle paraizo, onde fora gerado com ellas,
e doide fora tirado pela pescadora incon-
sciente. Que satisfajSo acha agora Clara
em perdoar prfida Milagros, pelos pra-
zeret que experimenta na despedida!
Luiz dissa aderas s lutas esteris c do-
lorosas de sua f, s transaccSes obrigadas
para um voto arrancado contra a conscien-
cia ; s offiaiosidades influentes era pro de
uro interesso bastardo e egosta; on-
tribuijSo de sua intelligancia o de sua pa-
lavra para elevar a grandeza, a injustifica
ve! soberba ou a nullidade perniciosa.
Adeus, aristocrticos logares de menti
ra, onde so chama candor o declarar ou
mritos de um adversario; onde se consi-
dera tolo ao que nao sabo fazer epigram-
mas contra a honra ; onde se qualifica de
avaro ao que nao sabe arriscar por um;.
carta a furtuna de seus filhos, e de cobar-
de ao que nSo os expSe orphandade au
contingencias de um duello com algum
perdido !
Adeus, mundo tao sonhado de longe.
O trem avanja par* o Norte, deixando
aps si un pennacho de fumo, digna coti
das vaidades eortezSes, fazendo ouvir um
prolongado silvo, como protesto contra as
inverosimeis comedias imaginadas pela ma-
licia o mal representada pelo icteresse mi
seravel.
All vai o trem, conduzindo um par que
arranca s-us filhos das douradas garras do
sacrificio intil da innocencia ; uraa rali
qu3 acaricia mentalmente o fructo aioda
invisivel do amor puro e santo ; um espo-
so qu 1 bus.:a em os olhos de sua companhei-
ra a luz do nico sedimento humano qu?
nilo admitte as seductoras vestes de gala da
mentira.
A viagem tem alguraa cousa de dolorosa
ao meio das iufantis expansSes de Clara,
porque a esta e a Luiz de como um re-
morso a lerobranja da outra viagem silen-
ciosa e sombra, realisad v p ?la satisfajSo
egosta de um gozo da vida ao mesar)
tirapo iosaciavel.
A distancia so encurtava a as vermelbas
e seccas plaoi ;ies de Castella iara se des-
vanecen do ao longo, n'eixando na aira i
uraa peos* melancola, como as raeraori.s
assigoalaias pelo fogo assolalor de una
mocidade estril. A natureza abria j na
raontanha, cora seus vigorosos e reverdsci
dos braj s, o caminho por onde havia de
receber a suudajao de seus dous filhos
prdigos.
Entre as colimas coroadas de pinbeiros
silvestres appareeu emm urna janel a
aberta ante os olhos vidos do espirito, s>-
dento de espaco, e aate os olhos do corpo,
debilitado pela raollicie o ainda impregna-
do da atmosphera artificial e mephitica
tas do simples e terrivel draraa da Biblia.
Ells recobravara o seu Edn, a cuj en-
trada os cobro de floras um anjo, s sen.
tida o ac*ric:ado amor materno
A juella natureza, vestida esplndidamen-
te co i> o traje m us re > xa raai* miraosas
cores que di a pocha da fl)rcscant5renova-
9X0 da vida, como que dedicava suas galas
recepjSo dos prdigos da innocencia, que
entraran) alli alegres, porra, como que
envergonhados ante tantis e iramerocidas
horaenagens
Chegou o sorriso mais vivo e espiritual
daquelle Edn que tanta parte de seus
primores devia intelligencia e constan-
cia de dora Feliciano. Sobre a varanda
do gabinete conjuga!, por tanto tempo fe-
chado, voava o revoava era yros circula-
res a andorinha que all si hospedara sera
receios fabricando alegremente um nioho.
Na parto interna tudo pareca ser como
d'antes, e nao obstante havia mais um
hospede, que apenas ao entrar era v3to e
que oceupara todo un lado onde se escon-
da outro nnho de dourados vmes e de
brancas e transparentos cortinas, que sua-
visavara a luz ao penetrar at o rostinho
roseo e risonho de ura anjo adormecido.
Clara era a ave que gyrava sem cessar
era torno daquelle berjo, atienta ao menor
suspiro que reclamassi seu maternal cui-
dado.
V creoula se havia desenvolvido e forta-
lecido cora os generosos esforcos da nature-
za ao aspirar o santo titulo da, maternida-
de. Zelosa de seus inviolaveis direitos,
os disputava ao proprio amoroso interesse
de seu pai, e nao permittia que se pensas-
se seqiier em substituil-a por un4 mulher
assalariada no dever que ella acbava mais
cheo de encantos.
Chegou urna das tardes mais formosas
da poca da colheita dos fruotos. Os tra-
bajadores de dom Feliciano se dirigiam
j para suas humildes casinhas com as ca-
chadas ao hombro, e cantando alegres can-
93s do paiz cujos ecos se iam perdende
lentamente at conundirem se cem os ru-
mores iongiquos das ondas do mar, que o
cahir da tarde toruava mais solemne.
Sob o terrajo se agrupavam quatro fer-
raosas figuras. Clara acarioiava seu me-
nino, que dava alegres saltos sobro o eolio
della. Luiz deixava cora indifferenga um
peridico poltico para engolfarse na ale-
gra do travesso nlinho dom Feliciano
passava a mito pela barba, dizendo :
Assim, assim coraprehendo a vida, e
Deus me conserve neste paraso para ser,
entre Adoes e Evas mais ou menos cu-
riosos, o pai dos filhos de roeus filhos, ou,
vagalh3as de suas aguas, porque falta-lhes
as forjas.
Finalmente nesti trra existera t3o so-
berbos talentos, quo a terem rascicfo n'ou
tro solo, onde nito houvosse a predominio
de urna intriga, a que chamara poltica,
que a tudo tem abastardado, desde o ta-
lento at a digndade, seriara magostados.
, Esta questSo n5o mere;e ira psychico
exarai, porque n5o temos o fien de ura
artigo politico-social; as nossas palavras sSo
apaas um gemido, ou urna lagriraa, d'a-
quelles que choram 03 males da patria.
#
A convite do Sr. Francisco de Paula
Gomes, assistimos a urna reunjo musical,
que cora suas discipulas e discpulos se
dar em sua casa.
Pedimos desculpa se pralica nos urna in-
dis 'ripcao trazenio luz da iraprensa o
que so passeu entra familia.
Mas nos julgamos perloados, porque a
nos?a idea pura, e tao pura, corao as no-
tas, que erara arraacadai dos pianos pelos
niveos dedoB d'aquellas creanyag e jovens,
que tinhara as almas chei s das harmonas
das sonatinas de Clementi, e de KuhUu,
das melodas de Qurtt, da ouvertura de
Erkal, das sonatas de Mosart, e outros tro-
caos, cujas harmonas stenographavam a
msica allera.
como vos me chamis
dre Eterno.
por gracejo, o Pa-
to- Rozendo.
ianella vinha a vivificante
Quando Luiz entrou em seu
de volta de suas excursoes por um mundo dos saUSes.
tiio opposto sincaridade de seus sentimen-j Por aquella janana vi
tos, no qual va antepor os nteressos, de brisa salitrosa do j prximo Cantbrico,
ura partido ao3 rnais sagrados da patria, e j CUJ03 rumores se percebiam extinctos pela
a conveniencia e o amor proprio de uraa I distancia, como urna vaga monodia acoeo-
personaiidade ao triumpho da f em uraa
iaa, o velho leu ua seu rosto o desencan-
to e a fa diga, o pouco trabalha deu-lhe ex-
tu.id.a pelo rithrae d'83a suave tristeza que
a alma dos cantos populares do Norte.
Nossos viajantes admiravara aquelles pa-
ileunio musical
Ainda neste paiz as artes nao tireram
um papel proprio ; accompanham o dasen-
volvimento tardo e lento desta sociedade
indiferente aos maiores commettimentos,
porque nao se conhece ainda os meios de
operai-se a evoluyao social, nem se tem
sabido viver com os recursos, que a natu
reza nos* propdrsiona.
A msica, a pintura, a architectura, am
fim, todas as artes, encontrara as almas
brazileras, nos filhos desta trra america-
na, qua pode dar liogS's ao velho mundo,
e que pode mesmo fazel-o admirar.
Aqu temos a alma da Italia, temos o ce-
rebro da pensadora AUeraanha, temos o co-
racao ardente da enthusiasmo como na
Franja.
Os genios vagara, como as aguisa esvoa-
gam no espajo ttando o infinito para atra-
vessir o ocano, e anual subraergem-se nos
JSLAKONZA
POR
jAGnl; LOT E PEDBO MJlKL
ti:\rt p.4T;
CA H15 X
.... la n. i*:
IX
__ Ali ex:lftav>a a 3ra. Prnc4i um
o admirada da espontaneidade da me-
, cooaa resolrida I Nao es: tio rcol
vida asiim.
Bertha deu uro 1 iufanti!.
__Oft si;), j ssi Sempre os
motivos. Julia o n*o t-::o fartug Pois
! cu tamben olo wHio fjrtana. Nio
Mes milbS >*
tertb exolaraou a viuva, estope'
t'<
ilixioenM, Miximias o.
a adi*ntoa-se rin lo.
, : i .1 c expeliente a siga,
Oase eile coji alegra, i=ti a primis e
. a u'tiraa vez que animo Bartba a (toa-
lecer-lhe, a priraeirt e a ultima vez
prescindirei do sju consentimento.
;: voltando se para 03 dous mocos :
Sr. Juliano Darraaly e Sr*. D. B r
a Arb.-.id, eu Maximiliano Arban.l, ir-
io3s de uraa e amigo de outro, caso 03 em
fspectatifa, araquant > 11*0 ve a a benjSo
daflv. mm a daacarM ele Sr. mmre. e os
invita a nmareni-sc conscicnRosamente
Kis ahi.
Ac'rasiootou, berjando a mi da Sra.
Fran
Bertha, nao acharia outro marido co-
mo este. Quero ter Juliano por cunbado
e assim ligar por um lajo verdadeiro o
amor que temos ambos aquella qse tem si-
o nossa mai.
A Sra. Francs solacara. Abrajou cora
temara oa tres mojos.
Meus filhos raeus queridos filhon !
murraurou.
De pois de ter-se acalmado um pouco a
emojo. o '^outor tornou :
Dou uraa hora de suato aos porabi-
nhos. Preciso conversar sriaraento com
a Sra. Francs.
Juliano c Bertha nao queran) ou:ra
couaa.
Foram pira o jardim, Jando risadas ale-
Maximiliano cntao spproxmouseda viu
v, que estiva unn pouco inquieta.
Qu) tem a dizerme ? perguntou
ella.
Minha querida senhora e amiga, dis-
.:.. .mvairtp.nla Arband. tenhn. DrilQvira
O"
uo.ite, que solicitar o seu perd3o.
M-u per 'Ao ? Por que ?
Hnotem, sera o querer, fui causa de
ura encontr penoso e humilhanto para ix
senhera. Eu nao podia irapedil o.
Ella toraou-lne espontneamente as n5os.
Maximiliano, pejo lhe qu3 nao f.-.Ue
mais nisso. Vocv retere-ae, sem duviia,
a essa... peasoa quo se charas ?...
rJIle a ioterrompeu. -
E' ssc raesmo. Juro-lbe que eu ig-
oorava a sua r.resenga -era casa do Sr.
Rouvbl.- Hoja niio ha duvida quanto a ser
1111. s do t. CeUooa. E' igualroote
ceno qu.: o n> ignora o seu triste pasea-
do. Ora, a taaoja nsto concurso
de oJreomBb UU constitue ura perigo qua-
si u na aoaaaoa iara nos.
Uraa ameaca ? Euto q' e receia ?
Rsceia tu lo, disse Maximiliano aom-
nri 1
Realmente, vo. est me assustaodo,
Maxirailiano.
Ella pareca tao aterrada, que elle quiz
traoquihisal a.
Nao exageremos as cousas, mas se-
jaraos prudentes. E' preciso ter cuidado
con essa mulner. Somos tres os que aos-
suera o sau segreuo. E' preciso qua nao
se saiba iss). Conven que a menina Ca-
tanes nao desaonn que outros quo n5c eu
conhecaia a sua earreira aventurosa.
Fique eerlo, mea amigo, que eu rada
manifestare!
Arbatfti tomou, : ora alguma hesitajlo :
Tenho ainda aiguma cousa a pedir
iba, minha cara amiga.
Diga Nada lhe posso recusar.
Precisamos saber o aegredo da volta
dessa paasoa. Para sbelo precisamos
onversar cora ella. A senhora pode au
xiriar-nes, rece o -, la aqu, debaixo do aeu
O Sr. Francisco de Paula Gomes, as
poucas horas de convivencia, qua nos deu,
inoculou nos nossos ouvidos sons de harmo-
nas, que nao se ouvem. sempre, accordes
que forraam n'alraa < a creitga do bello
divino, e entSo Acraos convencidos de
quo o Sr. Francisco de Paula Gomes, nao
um simples professor do piano, mus sim
um propagandista da msica moderna,
desta msica, em que a harmona sera sup-
plantar a meloda tal-a entrar como as do-
mis artes no movimento psych >logico.
E conhecendo este intuito que nos
trouxemos para a luz da imprensa o que se
pasaouy entre amigos no lar domestico.
Em todos os discpulos, que ouvmos to-
car, nota se a elegante e artstica posijao
de raaos sobro o teclado do piano, a mais
perfeita e correcta dedilbajH) e urna ex-
prsalo nSo vulgar, principalmente, entre
aquelles que aprendem ; assim como o que
constitue a base de urca alma artstica, o
rythmo, que seguido da exprsalo d uraa
fiel e verdadeira traduejo 3 phrases mu-
sicaes.
Animando ao Sr. Paula Gomes, queira
elle, com a alma da propagandista, conti
nuar na sua earreira, afira de que a inicia-
tiva individual tenba alguna athletas, que
arrostrando com todas as vicissitudes, fa-
jara alguma cousa para que este paiz possa
um dia convver no banquete da civilsa-
j3o.
Recife, 26 de Julho da 1887.
A. A.
De rolla do baile
Chega do bailu. Descanga...
Move a ebrnea ventarola.
Que aroma de sua tran ja
Voluptuoso se evla I .
Com vel-a, a alcova desarta
E muda at entilo, em roda,
Sentindo-a treme, desperta
E fasta, e delirio toda.
Despe-8e. O manto primeiro
Retira ; as luvas agora,
Agora as joias, ebuveiro
De pedras da cor da aurora.
E pelas perolas, pelos
Rubias de fogo e diamantes,
Falseando nos seus cabellos
Como estrellas coruscantes,
Pelos collares em dobras
Enrolados, pelos finos
Braceletes como cobras
Mordendo os brajos divinos.
tecto, ao lado de Bertha o das meninas de
Isaac ?
A sua voz trema ao pronunciar essas
palavras.
A Sra. Francs estremeceu
Se preciso, disse ella com pezar.
Creio que preciso, insisti Maxi-
miliano.
Ella fez ura esforjo e, sorrindo :
Por amor de voc o pelo interess. da
sua causa eu o farei, disse ella.
la coraejar o pro^esso de Lombardo.
Como Darmailly annunciara, Arband ti-
nha siio citado pelo juiz de instruejao.
Era o priraeiro na lista de testemunhas de
aecusajao.
No dia seguinte aquella era que tver
cora Juliano a conversa que sabemos, Ma-
ximiliano fora casa do juiz.
Este o recebera cora ajodaraento.
Sr. Arband, disse lhe elle, nao lhe
oceulto qua a sua preseoja era Pariz pres-
ta-nos ura grande servijo. Hibilita-nos a
esclarecer ura ponto da instruejao que fi
cou obscuro at agora. M nba tarefa est
quasi terraioada, o vou reraetter todas as
pejas ao mea collega, o Sr. procurador da
Repblica. Tinbamos rauito empenho ern^
quo este proseas), j t\o longo, tosse in-
cluido na relajao dos prximos jalgaraeo-
tos, e isto afira de asab ir a priraeira par
te do drama...
Arband, neste ponto ioterrompeu o ma
gistrado.
Perdo, raeu caro s'inhor, d-rae li-
cenj para perguntarlh'o que entende por
- priiueira parta do dreraa-
O juiz sorrio, e disso com benevolen-
cia :
Eu me explico. O hornera qua te-
mos preso, segundo todas as apparencias,
apenas personagem secundario. Compar-
sa de um drama muito sombro, rauito com-
plicado, que esperamos descobrr. Esse
hornera, um tal Lombardo, acousado do
crime de aggresso mo armada e tenta-
tiva de assassinato na pessoa de um nosso
amigo coramum, o Sr. Juliano Darmailly
Demais, foi reconhecido por ua dos mais
respeitavais membros do coram^rcio de Pa
riz, como um dos criminosos qua tentaram
entrar em sua casa e arrombar o seu co-
fre. Em suraraa, como bera me larobrou
o Sr. Darmailly, grave presumpjSo ainda
pesa sobre o mesmo individuo, e somonte
o sonhor pode orientar-nos sobre este pon-
to. Por acaso Lombardo ser o mesmo
homem que, ha dous anno3 e poucos me-
zes, o aggredo tambera, e que a polica,
sera nenhum proveito desde entilo pro-
cura ?
O doutor in i'inou-se em signal de assen
tmente
Nada mais fcil, Sr. juiz, do que dar-
Iha esse testemuuho. Coraquanto a aggres-
so se dsse noite e tenba j decorrido
dous aunas, ainda tenho tudo bera presen-
te na memoria, e nao hesitarei em reco-
nhecer o criminoso, se for elle.
Muito bam, meu caro. Nao v, por-
tanto, nenhum inconveniente em ser aca-
reado com o reo.
Estou s suas ordeas, Sr. juiz. E,
faja-ma o favor de dizer, quando ?
O msgiirado levantou-se.
Agora mesmo, se me d licenja.
Pravira e prevenira a sua acquiescencia.
O m8eravel est alli, accrescentou o juiz,
apontando para a porta do fundo do seu
gabinete. Se me faz o favor, oolloqua-se
atrs deste reposteiro o nao sa aprsente
8enao quando eu der um signal. Em ver-
dade, devo ponderar-lhe que a todas as rai-
nhas perguntas, a respeito do attentado de
qua o senior foi vi:tiraa, at agora elle
tem se conservado 'perfeitamente indiffe-
rente.
Maximiliano deu-se prtssa era condes-
cender cora os despjos do juiz.
Colloou-se por detrs do reposteiro na
pos|ijao de perfil.
'Para maior cautela, o juiz correu todo
o reposteiro
O gabinete fi jou entSo um pouco escuro,
inteiramente propicio para o b>m effaito da
sorpreza que o magistrado preparara.
Foi do mais elevado interesse a scena
que seguio-se.
Apenas Arband tnba-se es randido por
detrs do reposteiri, o magistrado chamou
o escrivSo, que, respeitoso, se retirara era-
quanto durou a sua conversa com o dou-
tor.
Depois, pelo tubo acstico, crdenou que
trouxessem o preso sua praseDja.
Esta entrou escoltado por dous soldados,
dos quaes um apenas ficou dentro do gabi-
nete.
Lombardo, pois ora elle, era anda o ho-
mem qua poucos mezes antes tivera com
Rouval a terrivel conversa que sabemos,
perto das ribas de Anteuil: era ainda o
hornera que sggredira Julin) Darraaly
aa avenida do Bosque de Bjlonha.
Ainda lha doia um pouco a pama, que,
como devemos estar lemb-ados, fora ferida
pela bal-a da pistola do advogado. Demais,
Pela grioalda de flores,
Pelas sedas que se agitam
Farfalhando, e as varias cores
Dos arcos iris imitam.
Por tudo as ralos inquietas
Movem-se rpidamente,
Como um par da borboletas
Por um jardim florescente.
Voando era torno, infinitas,
Precipitadas *ao, soltas,
Revoltaa nuvens de fitas,
Nuvens de rendas recoltas.
E d eitrc as rendas e o arminho
Saltam seus seios rosados,
Como de dentro de ura ninho
D08 passaros assustados.
A frouxa luz da suspensa
Lampada trerae, e ha por tudo
Uoia agtrtj.lo inmensa
Ura xtasi imraenso e mulo ..
E corao qua por encanto,
N'ura longo rumor de beijos,
Ha vozes em cada canto
E em cada canto desejos.
Ma;8 um gesto. E vagarosa,
Dos hombros solta, a camisa
Pelo seu corpo amorosa,
Sensualmente desusa.
E o tronco altivo e dir;ito,
O brujo, a curva macia
Da espadn, o talhe do peito
Que de to branco irradia,
A coxa ebrnea que desee
Curvamente, a perna, o artelho,
Todo o seu corpo apparece
Sbitamente no espelbo...
Mas logo um deslumbramento
Sa espalha na alcova inteira:
Com um rpido movimento
Destouca-se a cabelleira...
Que riquissirao thesouro
Naquelles fios dardeja !
' corao urna nuvem de ouro,
Que a cobre em zelos, a a beija
Toda, contorno a ontorno
Dj alto a baixo, e, era fulvas ondas,
Desoncadeia-se em torDO
De suas formas redondas...
E depois de apaxonada
Beijal-a lioha por linha,
Cae lhe s costas desdobrada,
Como um manto de rainha...
E outra vez a deusa nua
Surge no espelbo polido,
Como noite surge a la
Sobre um lago adormecido,
Olavo BiiiAC.
VARIEDADES
A abertura do tmulo de S.
Francisco
Lemos no Jornal do Commercio de Lis-
boa de 2 do corrente o seguinte:
A proposito da notioia queem tempos
demos n'esta folba, e das observajoes que
fizemos acerca do abuso praticado pelo ar-
cebispo do Goa, abrindo, contra todas as
presuripjoes da lei, o tmulo de S. Fran-
cisco, a India Portugueza, folha offial do
mesmo prelado, faz varias considerajrJas,
d'onde ueduzimos o seguinte :
Io Que de facto o tmulo foi aberto,
apezar das terminantes disposijSes em con-
trario, s para obsequiar o representante
de Roma.
2* Que a propria India Portugueza no
nega o facto, limitndose a fszer cominea-
tsrios sobre a annuoncia do governador ge-
ral ora dexar o arcebispo utilisar se da
chave que nao podia estar na sua posse.
Que o acto fosse praticado com o con-
sentimento do governador nao prova senSo
a ignorancia dus llis da parte deste func-
ionario.
O que positivo que o abuso se deu,
e que o governo, tendo conhecimento delle,
fez muito mal era nao proceder inmediata-
mente, censurando os que assim calcaran)
aos ps as leis vigentes.
Entro nos, o facto era si nao tem gran-
de importancia, mas na India um assura-
to para chamar a attenjao de todos, visto
o estado de preoejeupajao religiosa em que
os espirtos se conservan) alli ainda, a des-
peito da civilsajab.
Mas o qua se nilo pode consentir que
baja leis para serem cumpriias, e outras
para serem postas de parte.
^Portanto, o principio da autoridade
que aqui defendemos ; uao podendo com-
prehender como a India Portugueza enten-
de a orgauisucSo dos nossos jornaes, a pon-
to de suppor que ha dentro delles urna
redacgdo principal, e outra nao principal!
A redacj&o, n'uma folha Dea) organisada
como a nossa, tem urna individualidade
responsavel por tudo que alli se publica ;
e nSo ha raaneira de dividir responsabili-
dades, onda ella urna e indivisivel.
Era todo caso estimamos muito ouvir
nesta assumpto a India Portugueza, que
considerada em Goa coreo o orgao do par*
tido reaccionario, presidido pelo arcebispo
ex-prmaz e fucturo patriarcha in partibus.
Essa peridico, nao negando o facto de
haver sido aberto o tmulo do apostlo das
Indias por mero arbitrio do arcebispo, jus-
tificava todas as considerajoes que oppor-
tunaraent: fizemos sobre o assumpto.
FACECIAS
Um general, que fora o hroe de urna
gloriosa batalha, arrebatou elle proprio das
. roaos do iomigo urna bandera crivada de
balas e cheia de rasgdes.
Como era natural, o valente soldado Ie-
vou para casa a preciosa reliquia, para a
conservar com o maior cuidado.
Um dia disse-lhe a sua governante, mu-
lher muito arranjada :
Tenho urna surpreza agradavel a fa-
ter-lhe. Aqui tara a sua bandeira. Tan
bem cerzida e remendada que parece nova.
n&o se defenda dessa attentado, nem tSo
pouco da tentativa do crime no palacete do
banqueiro. Confessava at desaforadamen-
te ambos os crirnes, ura dos quaes estava
completamente averiguado e o outro sujei-
to a controversia.
Fora difficil ao juiz se conhocesse as re-
lajo as singulares que ligavam o capitalista
ao ladro, acreditar mquella violajao de
domicilio de um subalterno em casa do seu
superior.
Felizmente para Lombardo, o magistra
do nada saba.
Quando se apresentou ao juiz, o bandido
fingi estar de mo humor.
EntSo ? Que ha ? Que me quer ain-
da ?
Esclare .imentos que est no caso de
dar.
J dei bastantes.
Nao I Temos razoas para crer que
ainda tem umita cousa a dizer nos.
Ah penaa que sim ? Vejamos.
E' o que vamos fazer. Voltemos ao
principio.
Ora, voltamos ao principio.
Veja bem o que diz. Voc foi preso
por tentativa de roubo em casa dos Srs.
Stepban Rouval & C Nao nega esse cri-
me *
N3o, Sr. juiz.
Igualmente est sendo processado por
tentativa de assassinato na pessoa do Sr.
Juliano Darmailly, advogado. Reconhe-
ce-o ?
Infelizmente, assim preciso.
E pretende nSo ser o nico responsa-1
vel por taes crimes ?
Sim, senhor, e sustento o qua disse.
Trabalbava por conta de outra pessoa-
A voz do bandido tioha tal accentuajao
de sinceridade que, atravs do reposteiro,
Maximiliano estremeceu.
Muito bem proseguio o juiz, o in-
querito spreciou esse pormenor de que, tsn-
to em uraa corao em outra tentativa, nao
estava s. Recusou, porra, dizer es Bo-
rnes dos seus cumplios. Porque recusa ?
O assassno ficou silencioso.
Era componsajo, tornou o magistra-
do, tem aecusado formalmente un persona-
gem chime-rijo, imaginario, um ingles, co-
mo o sau nome indica, um tal Lewis Jubb*
Sustenta esta aecusajao ?
Sira, respon leu francamente Lom-
bardo.
Pela segunda vez Maximiliano estreme-
ceu.
Mas, prestou de novo ouvido voz do
juia, que proseguio :
Francisco, criado do Dr. X., entra no
consultorio do amo e diz lhe :
EstSo l fra dous mudos que o de-
sejara consultar.
Dois mudos... Mas muios de facto ?
Pelo menos elles assim o dizem.
Fallava-se de genealogas deante de um
gascio.
A minha nobraza-diz elle clara
como o dia. Perde-ae Da noite dos tem-
pos 1
O bohemio Murger contado por Chau-
nard.
Estava Murger sentado a urna mesa na
cervejaria dos Martyres, em Pars. Um
seu velho companheiro pediu-lhe tabaco.
Ahi tena. Oh 1 meu Deus, que ta-
manho da cachimbo. E' um abysmo Tu
fumas por isso T
O outro, baixando os olhos :
Nada aqui entre doseu fumo em
outros cachimbos. Este para as michas
provisSes I
Entre casados:
Urna mulher
disse o marido.
Engaas te,
que eu tirei da lama !
meu amigo,
a pessoa a quem elle ae diriga.
rete, levantaste a, apenas !
respondeu
Nao a fr-
Um sugeito que habita nos arredores da
Madrid notava que um elegante rondava
com frequencia a casa onde elle habitava.
(Continua)
Saba quaes s3o essas denuncias ?
Alera dessas ha outras que finge ignorar, e
que emquanto a nos nao sao menos funda-
das. A faca que o Sr. Rouval cntregou
no cartorio, e quo cabio das suas mos
quando aggredio o Sr. Darmailly seme-
lhante outra faca de qua voc tambera
se quiz servir, ha dous anuos, em circum-
stancias quasi idnticas.
O bandido encolheu os hombros.
Contentou-se com responder indifferente-
mente.
NSo sei o que quer dizer.
O juiz tinha-se levantado.
Andava devagar de ura lado para ostra
do gabidete.
Escrivao, disse elle, escreva esta res-
posta do indiciado e escreva da mesma sor-
te com cuidado toda? as que elle der da-
qui em diante.
EntSo, parando em frente de Lombar-
do :
Temos a prova, disse e!Je, de que,
ha pouco mais ou meno3 trinta e dous me-
zes. cerca de oito horas da noite, aggredio
para assassinar o Sr. Dr. Maximiliano Ar-
band, em urna ra da Auteuil, que anda*
nSo estava entregue ao transito publico.
E' falso I bradou Lombardo com to-
da a forja dos pula Gas.
O juiz titou o por algum tempo.
Gtrante qua falso, nio ?
Sim, sim E' o que ba mais falso!
E sustentar essa affirraativa na pre-
senta da hornera que escapou de ser sua
victima ?
Porque dSo ? respondeu olle afouta-
mente.
O magistrado adiantou-sa para a porta
e bruscamente correu o reposteiro.
Urna onda de luz illurainou o gabinete.
Maxiraliano encaminhou-sa para o acen-
sado.
Sr Arband, perguntou o juiz, recc-
nhece este homem como aquello que tentu
assassinal-o ?
- Reconhejo, respondeu framente o
doutor.
Lombardo rondara de cor.
Balbuci! cora voz titubeante:
O senhor est engaado ; eu nao o
conhejo.
E eu te reconhejo, bandido I respon-
deu Arband, eujos olhos lanjavam chis-
pas .
(Continuar-$eha)


'fyp do Diario rna Duque de Caxia? t.
rBB


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