Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19115


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Full Text
AIIQ UilN-NOMEBfl
PARA A CAPITAL E lLtdAHLl? ^KPE SAO *,S PA!A PORTE
Por tres tnezes adiantai^'......>k....... 64000
.Por seis ditos idem. '^......."...,'.. 120000
Por uu anno idem................. 23(J0G0
Cada numero avulso, do mesmo dia. .......... 100
SABMDO 23 DE JSIEO CE 1381
g^
PARA DENTRO E PORA DA PROTHVCIA j,
Por seis meses adiantados............... 1350C
Por nove ditos idem................. 20(5000
Por um anno idem................. 270COC
Cada numero avulso, de dias anteriores........... 100


PropriefcalK be Jtlaiwel Jiflurirf bt Jarta 4 /illjos
Oa ir. Anioile S'rluee A C
to Pars, idi os noasos agentes
exelw-ivoa do atrauuclos o pu-
blicacdes na branca o Ingla-
terra


TELEGRAMMAS
-5
s::::;: pasiiklas so iusic
KIO DE JANEIRO, 21 do Julho, a 10
doras e 10 minutos da noite. (Recebido s
11 Loras, pela linha terrestre).
; m kubslliuico do conaelbelro
ar&o de lamor. que pedio e oblo-
ve demltisao do carf(o de ministro e
ecrelario de EUdo dos negocio
do Imperio rol i -iiiendo o conde-
sil tiro Manoel do .Xasclmenlo Ma-
efeado Porlella. deputndo pelo i.
dlstrlclo de Pernambaco.
RIO DE JANEIRO, 22 de Julbo, s 4
horas e 20 minutos da[,tarde. (Receido s
6 horas, pelo cabo sub aarino).
O Bardo de Coteglpe. preuldenie do
eonaelbo. cummunlcou boje ao Sena-
do que pedir exoaeraco do careo
de miniatro do imperio o Baro de
lamiiri', e qae. sendo-lbe concedida
fura nomeado para ubliiiiil-o o
eonselbeiro Manoel do Xaacimento
acbado Portel la.
Relativamente a auumplo ora-
rana o conselbelro* Candido de Ol
velra. Franco de ti&, Saralca. Bardo
de Mana or. Franclaco Bellaario. \f-
fonso Celso. Crrela e Joo Alfredo.
Ente ultimo, em resposta a aiiii-
mcn. declarou que nunca fes oppo-
Iciio nem aconaellion aoi eu ami-
go* que a fleessem ao ministerio.
aecrescentou que maurm as suas
Ideas, ai quaes piJcm er reallsa-
das pelo proprlo partido conserva-
dor, opportunameate.
Na Cmara don Deputados fes boje
eommunlcaco Idntica a do Bardo
de Cotegipe. o conselbelro Bodrlgo
liiva. ministro da agricultura.
Esa segnlda oraram. o couaelnero
Lonrenco de Albuquerque e o Dr.
Xozuelra Penldo. que acbaram mul-
ta acertada e relia a escolba do con-
selbelro Manoel Porlella para oc-
capar a pasta do imperio, critican-
do, entretanto o modo porque se rea
Usara a sabida do Bardo de Mamo
r do ministerio.
A dlscuaao tlcou adiada.
O Or. VToiisu Celao Jnior annun-
ciou urna Interpcllacao ao presiden
to do codaelbe uo t obre a eauaa
da demiaao do Bardo de mor do
cargo de ministro do Imperio, como
tamben* sobre a influencia e compo-
sledo poltica do ttabtnete.
A mensa Cmara approvou boje
em S diacuMoao o orcamento da Jus-
tlca
PARAHYBA, 2i i e Jostra, s 8 hora3 e
45 minutos da noite.
Ckegou boje aqu o vapor nacional
PARA', e acgulo a larde para esse
porto.
doa Beputadoa um projecto de le
concernente a emlaaao de moedits
de olkt'i.
Agencia Bftvar, filial -n Pernarooueo,
22 do Julho de 1887.
INSTBDCCiO POPULAR
FISIOLOGA 'HOla
(Extrahido)
OA BIBLIOTHECA DO POVO K IMS B8C0L iS
PRIMEIRA PARTE
II MVtli: BE M Tilll, *o
DIK8TA0
BS71S0 li -
Ec;
sms
.
RIO DE JANEIRO, 22 de Julho, s 12
horas.
Eata Borneado mlnlatro do imperio
o conaelbelro Manoel do lancnen-
lo Macbado Portala.
PARS, 22 de Julho.
A Cmara dos Beputados repelllo
projecto do Camlnbo de Ferro Me-
tropolitano de Pars.
RIO DE JANEIRO, 22 de Julho, a
6 horas da tarde.
A Cmara dos Beputadoa votonesa
t dlscussao o ore amento do inla-
terio da aarinba
PARS, 22 de Julho.
M. o Imperador do Braall retrl
balo boje ao Sr. dales Grevl. prest
dente da repblicas visita qae eate
Ibe bavla relio.
BRUXELLAS, 22 de Julho.
Corre o boato que urna tribu afrl
cana maaaacrou s mlaso caminan
dsds pelo Sr. Stanley.
PARS, 22 de Julho.
enverno asreaentoa a Cmara
( Continuaco )
No eatanto a distiuc;ai mais importante qae
deve faser-se entre os alimentos a qae se basis
oa preseac* ou na aisencia do azote era sus coin-
poi?io. A Phyriologiae a Chimica demonstran,
na verdade, quo o papel dj alimentos differe es-
f encialmeute, segando elles conteem oa n;Ia con -
teemasite. Os alimentos azotados, taes cornos
albmina, a fibrina, a casena, a carao e o sangae
don animaes, sao os uuicos que servem para a bjT-
macao e reparadlo dos tecidos ; d'abi Ih-a provem
a denomioaco de alimentos plsticos. O alimen-
tos nSo azotados, como as gorduras, os leos, o
amido, a gomma, o asacar, a cerveja, o vinho o
alcool, etc., nSo se tncorporam Das substancias
dos orgos ; mas fornecem economa materia es
proprios para a combusta?, cujos productos eslo
eudo incessaatemente expulsos do organismo.
D.'pois de elaborados no apparelho digestivo
entram uo sangue, e na le circulatoria san sub-
mettidos aceito do oxygenio ahi levado pala res-
pirarlo. A isao devem o noine, 'jue ti m, de a i-
mentes respiratorios.
Na diviso qae fita estabelecida conclua se que
o poder nutritivo do um alimento se decompoo <'m
duas acfoea, eseencialmeote distinctas. Se o ali-
mento azotado, fornece materiaes qae se incor-
porara nos principios immediatos d) sangue e dos
tecidos entrando assim na constituicao do organ's-
m", cujas perdas concorre para reparar ; d se a
asHimilacao. Se nao azotado, nesse caso consti-
tu; ua des principios de ama accSo chimicaa
cimbusto orgnicaa qae a respiracSo fornece o
ontro principio, qae o ozrgenio. Essa accli
ch mica difiero esencialmente da assimilacio, p>r
que os seas productos sao de continao eliminado ;
mas nao uien.s importante, porque d'ella depen-
den! o Calor animal, a fjrca nervosa, a irritabili-
daie musculai-, isto a, propria esaencia da vida
orgnica.
A alimentado do hoaem, be n, como a doa ani-
maes, deve pois compor-se sempre de alimentos
plsticos e de aliineotoa respiratorios. Tem de-
monstrado a experiencia que um nico alimento
nao basta para a cousorvacao da vida. 0 leite,
que melbor typa de urna substuncia alimenticia,
contera tres alimentes principaea : ama substan-
cia saecbarina, ama materia gorda e ama azotada.
Na farinba de trigo existe o gluten, qae conten
azote, e o amido que o nSo contera. No ovo, a
clara constituida por albmina quasi para ; mas
a gemina contera ama grande qaantidade de ma-
teria gorda, nio asotada. Em todas as aubitan-
cias que a catareza nos proporciona eato pois i.s-
sociadoa o alimento plstico e o alimento respirato-
rio, ato os dous elementos uecessarios para a
ri-parac3< dos tecidos e para o entretimento do
calor animal.
Pbenomenos mechanios da digeato.Ioirodu-
zidos os alimentos na cavidad* da bocea, se nSo
lquidos, podem ser inmediatamente engulidcs ;
mas, se sao solidos, precisara de ser previamente
divjjiidos e triturados. A esse acto se ebama miis-
tigico, que urna tunecao dos dentes.
Os dentes silo uns orgSos ossiformes, contidos na
bocea, onde estao implantados n'umas cavidades
denominadas alvolos, abertas nos livres das duas
malillas, superior c inferior. Na aua forma exte-
rior ha a examinar duas partes distinctas : a co-
rda, parte que est ora do alvolo, revestida de
um esmalte e faz saliencia na cavdade da boc a ;
e a raz, que se esconde dentro do alvolo. D-
se o nome de eolio ao plano de separacSo entre a
corda e a raiz. Ha tres especies de dentes : os
incisivos, o* caninos e os molares. Os incisivos,
em numero de oito, estao collocados na parte lo -
dia e anterior das duas masillas e teem a corda
terminada por um bordo delgado e cortante, pro-
prio para a divisao dos alimentos.
Os caninos, em numero de quatro, ficam aos la-
dos e por 'j-a dos incisivos, teem a corda ordina-
riamente alongada etermiuadaem pinta e, no bo
mem, aaxiliam aqaelles na diviso dos aliment s.
Os mol-res teem situacao as partes lateraes da
bocea, por fora dos caninos, e sSo em numero de
vinte ; teem ama corda larga, < spessa e term na
di por urna superfie livre irregular ; o seo fin
triturar oa alimentos.
(Continua)
?arte urnciai
Ministerio da Fazenda
Por ttulos de 1'5 do corrate fora u no*
meados: 3* eacripturario da caiza de
amortiaacao o praticante da recebedoria do
Rio de Janeiro Antonio Jos Marques A i-
mith Jnior: praticante da caiza da au.or-
tiaacSo Aotooio Augusto de Almeida Net-
to ; praticante da recebedoria do Rio de
Janeiro Antonio H^nrique de Olivei-a ;
praticante da altandega de Santos, Auni-
bal de Souaa Castro, fiuando aem effeito a
aua nomeaco para otHcial de descarga da
alfancLega do Espirito Santo ; segundo es
cripturario da alfaodega do Espirito Santo
Affooso Luiz de S Athayde ; offi ial de
descarga, Ernestino Francisco do Naaci-
mento praticante do alfaudega do Cear,
Joo Baptista de Aaevado.
Ministerio do Imperio
Firam agraciados com o titulo de Bario
de Torrea Homem, com grandeza, o :on-
aelbeiro Dr. Jo2o Vicente Torrea omem,
medico da imperial cmara, e com o de
conaelho o commendador Joao Baptiata da
Ponaeca.
Foi agraciado com a digoitaria da or
dem da Rosa o Sr. Jos Severiano da Rj-
cha, offi al-maior da secretaria de falen-
cia, com a commenda da de Ghriato o Sr.
Joe Antonio Moreira; com o grao de oa-
valbeiro da de S. Bento de Avia, oa ca-
pitSea do 5 batalhSo de infantaria
de Aquino Moreira, o do 20 da
arma Clementino Pereira Paaaea
canti, e Jlo de Almeida Souza;
Podro
me ama
Cval
e o !
tenenti da arooada, Raimundo Jos de
Souaa Lobo.
Foi nomeado o Dr. Oacar Adolpho de
Bulboea Bibeiro, profeasor sMaorario da
seccllo de scieniiias accessorias da Acca-
demia d.'ijjBillas Artes.
Concederam-se as honras do oonego da
cathedral rn "tropolitana ao pilre Ernesto
de OH .eir Valle, vigario da freguezia de
Brotos, na provincia da Babia.
O Dr. Autonio Rodrigues de Souaa
Branda) foi nomeado para o lugar de" ios
pector de sauda do porto de Sergipe.
Foi nomosdo inspctor de hygieoe da
provin.ia de Minas Geraes o Dr. Aragao
Geateira.
Foi nomead) presidenta da provincia de
Goyaz o De. Fulgencio Firmino Sta>8s.
Foram nimbados : os D.s. Francisco
Antonio Dutra Rodrigues e Joaquina Jos
Vkira de Carvalho, Birla de Paruhytin-
ga, os Drs. Antonio Pinheiro de Ulhda
Cintra e Antonio Rodrigues de Azevedo
Ferreira, para os cargos do 1", 2o, 3, 4o,
5 e 6o vice-presidentes da provincia de
S. Paulo.
Foram concedidas as ezonera^oaa que
pediram o Baro da Estancia do cargo de
6o vise-presidente da provincia de Sergipe,
e o bichare! Elias Antonio Pacheco Cha-
ves do de 2" da de S. Paulo.
Foi ezonerado Antonio Pereira Correia
Pimentel, do lugar de reitor do internato
do lnperial Collegio de Pedro II, visto
ser i compativel o dcsimpenho desse legar
ooij as fun-yo-s de professor de portu-
guez do 2o ao 5' annoa que ezerce no
ezternato do mesmo collegio.
Miolsterio da Instica
Foi reconduzido o bacbarel Antero Fran-
cisso de Assis no lugar de juiz municipal
e de rph2os do termo de S. SebastiSo de
Tijucas, na provincia de Santa Catharini.
Por decreto n. 9,765 de 14 de Jalho
de 1887 foi declarada especial a cocear ja
de Bragan^a, na provincia de S. Paulo, e
passou a servir como juiz substituto do
juiz de direito o juiz municipal e de or-
phos do mesmo termo bacbarel Pedro
Nolasco X*vier de Paula.
O ministro da justica communicou ao
presidente da provincia de Goyaz que foi
prorogado par 30 dias o prazo marcado ao
desembargador Francisco Manoel Paraizo
Cavalcante para assumir o ezercioio das
respectivas funcySas na relacu do dia-
triato.
Foi ezonerado, a pedido, o juiz de di
reito Jos de Azevedo Silva, do oargo de
chefe de polica da provincia de Matto
Grosao.
Foi nomeado o desembargador da rea-
cao de Port<> Alegro Augusto CesLT de
Medeiros, para s lugar de procurador da
cerda, aob?rania o fazenda nacional da
raesma relaclo*
Foi ezonerado, a pedido, o bacbarel JoSo
Antonio de Segadas Vianna, do lugar de
juiz substituto da comarca de Santos, na
provincia de S Paulo.
Foram nomeados : Para o lugar de 2*
substituto da capital da provincia de Per-
nambuco, o bacbarel Jos Pedro do Al-
meida Pernambuco, e para a comarca de
Mogv das Cruzes, na provincia de S Pau-
lo, o bacbarel Jos Roberto Lit) Pen
teado.
Foi ezonerado, a pedido, do lugar de
juiz municipal e de orphos do termo de
S. Francisco, na provincia do Maranhao,
o bacharel Joao Alfredo de Freitas.
Foram removidos, a pedido : do lugar
de juiz municipal e de orphos do termo
de S. Beato dos Perizes para o de S.
Francisco, ambos na provincia do Mar
nhao, o bacharel Joaquina Ribeiro oucal-
ves ; do de S. Vicente Ferrer para o de
S. Bento des Perises, na referida provin-
cia, o bacharel Urbano Santos da Costa
Araujo.
Foram nomeados : para o termo de San-
ta Luzia do Norte, na provincia das Ala-
goas, o bacbarel Emilio Paes de Lima ;
para o de Jequiic, na da Babia o bacha-
rel Pedro Eustaquio de Oliveira Porto ;
para o de Mag, na do Rio de Janeiro, o
bacharel Antonio Geraldo Teizeira ; para
o de Pirassunuoga, na de S. Paulo, o ba-
charel Lupercio da Rocha Lima ; para o
do Santo Antonio da Estrella, na de S.
Pedro do Rio-Grande do Sul, o bacharel
Francisco Ribeiro Jnior ; para o da Pal
meira, na mearas provincia, o bacharel Ti-
to Celso Correia Cesar ; para o de Miran-
da, na de Matto-Grosso, o bacharel Fran
cisco Xavier de Carvalho.
Em 15 do corrente, paasaram ae diplo-
mas, habilitando os hachareis Felippe Al
vea de Oliveira e Tobas Cesar de Andra-
de ao cargo de juiz de direito.
niuKierlo da Guerra
Permittio-ae a troca de corpoa entro si
aoa alferea Carlos Ferreira da Fontoura
Cunba e Lenidas Epaminondaa de Car-
valho e Silva, este do 3.' batalho de O-
fantaria e aquelle do 17' da mesma arma.
Em iospeccSo de saude, foi jolg.do in-
capaz do ser vico d) ezercito, por soffrer
de molestias incuraveis, o major aggrega
do arma do cavallaria Jos Joaquina
Coelho.
Foram transferidos : para a companhia
de inantaria de S. Paulo o alfares alumno,
addido ao 10' Benedicto Gracho Pinto da
Gama.
Foi nomeado o capito reformado do ez-
ercito Joo Paea Barreto para o logar que
interinamente ezerce, de ajudanto de or
dena da presidencia da provincia da Para-
byba.
Ezpadio-se ordem para que vi para a
provincia de Pernambuco, a fim de encar-
regar-se da respectiva pharmacia militar,
um dos pbarmaceuticoa do corpo de aaude
aehar n guirnicSo da
necess trio nesso pro-
ra, de accer lo o um phir naceutieo civil,
do ezercito, ql
Babia, e sand
vincia, S3 o
ordens em vi
para all servir.
Foi approvafao ait) do presidente da
provinoia de Mato Grosso, p'rmittinlo que
o coramandanfe.rdas armas daqu-lla pro-
vincia, coronel qbj rp de estado m ior do
1 classe ManoelFracciaco Coelho de Oli-
veira S jares, seBicolbesse Corte para
tratar de sua aasje.
Ezpediram-sa'oriiflBS paia que se reco-
Ibam ao 3.- 'jat&lbiJ:* de nrtilharia a qui
pertencem Bezerra Cavalcante e Alfre Id .Mac.Gomes e
osprimeiros tene'ntes Antonio Jos Dias de
Olveira e Jorge dos S.mtos R)sa, visto ha-
ver falta de offi.iaes naquello batalho.
Ministerio da fi rinh
Foram nomeados segundos cirurgiScs da
armada nacin..! os Drs AfTonso Heoriques
de Castro Gorae3, Argemiro Alvaro Bacel-
lar GuimarSea e Jacintho Claro Baptista
dos Santos.
Tiveram ordem de embarcar : no encou-
racado SalimZes o 1.- tenente Affonso Vi
cente de Carvalho e o machinista de 3a
classe Jos de Oliveira Castro.
TeVii ordem de passar do encourajado
Aquidaban para o vapor Purus o 2.* te-
nente Jos Thomaz Machado Portilla.
Para servir no bat.ilho naval foi no-
neado o l," tenente Antonio Julio de Oli
veira Sampaio.
Foi noneado Amelio Jos da Silva es-
crevente de officinas do arsenal de mari-
nba da Corte.
O ministerio da marinht dirigij em 12
do corrente presidencia da provincia de
Sergipe o seguinte aviso :
a Attendeudo ao requer nento, em qua
a Asso ;iay3o jrrgp;nse representa contra
o pagamentj da tiza de praticagem exigi-
da dos vapores pertencentes redamante
pele encarregado do ser^iyo da barra da
Estancia, e, de conformi lade com os avi-
sos ns. 615 e 351 de 13 do Fevereiro de
1883 e 7 de Maio de 1886 declaro a V.
Ezc. para seu conhecimento, que taes va-
ras data a u'?mriisfra';o la provincia,
d..de de 1. vico-presidente.
Apresento a V. Exj. os mNU} protestos de es-
tima e consideradlo.
Ao coxmandante das armas.Semett) a V.
Ex., para os devidos fias, cjia do aviso circular
do Minist rio da Ouerra, do 31 'le M lio ultimo, e
das circulares do Ministerio di Fazenda de 5 e
25 de Abril do co-rente anno, a que se refere, ex-
pedidas para regularen) a alteracSo produzida
pelo art. S da le n. 3 313 de 16 de Outubro do
anno pausado.
.'Julats mutandis ao director a. arsenal de
Guerra.Communicou ae ao inspector da Tbesou-
raria da Fazenda.
Ao mesmo.De aceor lo com a informas Jo
desse commando de armas, de 18 do corrente, sob
n. M'J, referente pati?o do soldado com f'os
de l.o cadete, addido companhia de cavallario.
ui quao- agora existente em servico da reparticao e aa con-
servaco das estradas, e porque toda essa gente
tem de procurar outro genero do occupico.'s, re-
cimm.niJo Vmc. que, de preferencia a todo3 os
empregado3 activos e inactivas e mesmo a quaes-
quer outras despezas menos argentej, liquide e
pague o quinto a tolos esses ex -empregados es-
tver a proviacia a dever, dentro do mais cartc
praso possivel.
Ao mesmo Sirva-s Vmc. de informarme
quantas e qiac3 das empresas provinciaes fiacali-
s-i'las pelo governo reclhem a esse Tbcsoaro a
importancia destinada ao pigsment dos respe-
ctivos fisnaes, b rn assim as quo o r.-Xo fizem e por
que raotiv--, accresceatando quaesquer easlareci-
mentos que possa prestar-me com r.'Ucao a este
ramo de aervico publico.
Ao 2 prometer publico desta capit.l.Es-
taodi a servir na actual sessi di jury o 1- pro-
le Vmc. fa$a parte
escravoJ.-- .'ommnni-
Hermogenos Gwalcante da b-lva Cabra I, auto- motor di.a iM r(
nsoV.Exc. a conceder..^; 15, dua de hcenca, dajuata c|ag8TfiCddora de es
para ir comarca de Bom Jarlim tratar de ne- cou.3(! ao j. proaotor pub|c,.
gocio de seu particular mteresse.
Ao inspector do A'sen.l deMiriuhi.De-
claro a V. Exc. que o Ministerio da Agricultura,
Commercio e Ooras Publicas, segundo o aviso n.
18 de 11 do correte, aut.risou a desp.'z i de 774J
para o tornecimento de duas ancoraa e 30 bracas
de amarra com 601 k los, destinadas amarra-
Portarias :
O Sr. gerente da Companhia Pernambucaaa
mande d.r p-issag m de r at Macei no vapor
que seguir prjximamcote para os portos do sul ao
Kvd. missionario Frei Faustino de Gusmao par
conta das gratuitas a que o governo tem direito.
Circular.Tendo o juiz de direito do 2- dis-
cae das boias que indicara a punta norte do banco tr,,t0 critn,Dal da comarca Je8ta capita| reclamado
ingles da pedra C ibeca de coco da costa des
ta provincia.
Fica assim satisfoita a requisicio de V. Exc.
em offieio d 9 de Maio ultimo, s ib n. 59.
Mutatis mu'andis ao inspector da Thesoura-
ria de Fazenda.
Ao inspector da Taesouraria de Fazenda.
contra o facto de existirem na Casa de Detenco
innmeros presos remettidos do interior da provin-
cia sem as respectivas guios, e uao convindoque
continu essa pratica abutiva, recoramenlo a V.
que d'ora em diante, os que forem d'abi enviados
para qualquer outro termo ou para aquelle esta-
i belecimeuto, afia de camprir sentcnca, sejam
reformtdo do exercito, Manoel j^i'vs de Qiiei
roz Albuquerque, conforme determinei em otfi:io
de 31 de Maio findo.
Ai mesmo.Estn lo determinido pelo art..
3 do Bsg. n. 9 517 do 14 de Nivembro de 1885,
os valorea mximos dos escravos matriculados,
sirva-se V. S. de mandar redazir o di 80)5000
dado ao de nome Antonio, de 49 anuos de idade,
matriculado uo municipio le Bom Jardim, sob n.
136.
Ao mosmo.Sirva-so V. S. de exigir da col-
Iectoria geral do municipio de Bjm Jardim o mo-
tiva p:rquc deixou de remetter secretaria desta
presidencia a relacSo n. 30 da qual devem constar
os matriculados ns, 112 a 117.
Outrosim, porque foram remettidas as relaco s
juntas, sob u. 20, da escrava Feliciana, matri-
alada sob n. 711 assigoadss porpessoas differentes
e si foi entregue ao respectivo senbor a relacao
a que tem direito, segundo alei.
Ao mesmo.Bemetto a V. S. para os fins
convenientes, des exemplares do decreto n. 9,602
de !2 de Juaho do anno prximo findo.
__ Bo mesmo Kecommendo a V. S que, sob a
responsabilidade desta presidencia mande nbonar
ajulade custo, na importancia de 213^600 arbi-
pores esto sentos desse pagamento desde ^ ^ Ministerio da Justica em aviso d 2 do
que tenbam a bordo um pratico naa condi- corrente mes, por copia, ao bacharel Sebastio II-
c538 li-gaes e dispensum os servicos da defonso do Begs Barros, juiz mun cipal e de or-
* ,___* s.:.I phaos nomeado para o termo de Bonito, devendo
praticagem offi nal. JJ ,evada opp^rtunamenie a despeza ao crdito
------- que tem de ser concedido pelo Tuesouro Sacio-
doverno da Provincia nai.
bxpdibhtb oo da 30 oe jumho de 1887 Ao mesmo. Mande V. S., nos termos de
Actos : sua informacio, de 16 do corrente o. 369, expedir
O. presidenta da provincia, tcnd> em vista a a cimpetente guia a Joaquim Martina de Mura,
certida^ d* sen'So/r gaviada era julgado, aune xa \ anspeada reformado e pensionista do Estado,
ao offieio do juiz' rnuuic pul do terrnc de Taqua- ,' actualmente cm eumprfmento de pena, a fim
retinga, de ll) di correarte, da qual consta ter si- qae o mesmo Moura posas recebe: no Presidio ae
do o capito do exiincto 53" batalho de infanta- i Fernando de Noronha os vencimentos que Ihe com-
ria da guarda nacional da comarca de T-iquare- petirem.
tinga, AUxaudre Manoel B^s-rra, eoudemnado Ao mesmo.Commanico a V. S., para os fias
as penas do grao mlio do art. 170 do Cdigo convenientes, que o juis municipal e da orphos
Haj, V. .deremetter-me a patente do alferes acom?aDhado3 das citadas guias, com todas as
Criminal, resolve dar baixa daquolle posto ao re
ferido official, de eonformidade eora o art. 66 da
lei n. 602 de 1 de Soteinbro de I850.-Coinmuoi-
cou-se ao commaadaote superior reapectivo._
__ O presideute da provincia, ttnlo em vista a
petico de 16 de Maio ultimo, em que o official da
secretaria da Riparticao das Obras Publicas,
Joi Joaquim de Siqu ira Varejio, requeren qU3
lbe fosse conceil la a gratificando da ter^a parte
deseus vencimentos, para eontiuuar no exercicio
do emprego. visto contar mais de 30 aoaos de
exercicio effectivo, e porque esse lugar foi ex
tincto na reforma daqaella R-|i irtisao, feita por da Nacional das comarcas de Barrenos e Palma-
do termo de Ipojuca] hachare! Eeliciano do Reg
Barros Araujo, em 15 do corrente mez, deixou pir
ineommedo de saude o exercicio do seu cargo r-
assumindo-o no dia seguinte.
Ao mesmo.Para os fins convenientes, com-
munico a V. S. que o'Dr. Augusto Seraphim da
Silva, tendo sido designado por portara desta
presidencia de 17 do corrente para o cargo de ia
speetor de hygieno durante o impedimento do
fuoccionario i'ff.ctivo assamio na mesma data o
respectivo exercicio.
Ao commandante superior interino da Guir-
acto do hoje, resol ve, n* cjnformidade do art. 9
8 3 da lai n. 1.831 di 30 le Abril uliimo, aposeu-
tal o no referido emprego, com os vencimentos a
que tiver direito.
__ O president- da provincia, resolve, de eon-
formidade com a proposta do r. chefe de polica
em offieio n. 548 de 18 do corrente mez. exonerar
Affonso de Hollanda Albuquerque Maranhao, do
cargo de 1 suppleute di uelogado do termo de
Nazareth, visto ter sido nomeado provisoriamen-
te escrivao de orphios do mesmo t-rmo.Com-
mua-cou-Be ao Dr. chefe de polica.
Officios :
__ Ao Dr. Jjs Joaquim .Rimoj rerreire, 1.
vice-preaidentc da provincia de Matto (Jiosoo.
Pelo offiein a que respoudo, de 9 de Maio findo,
fieo inteiradu de haver V. Eic. assumido na mes
res.Para os devidos flus, declaro a V. S. em
resp03ta ao seu offkio de 9 do corrate, que segun-
do consta de informaeos do Dr. cbife de polica,
de 18 deste mes, sob o. 549, foram dadas as pro-
videncias no sentido de ser apresentado pela au-
tondade competente o alistamento para a qualif-
caco da Guarda Nacional sob seu commando
superior.
Ao presidente do Tribunal do Jury do termo j
de Olinda.Rogo a V. 8. qae, por conveniencia j
do serv90 publico, sirva-se dispensar dos traba-
Ihos d actual sesso do jury desse termo, o 3."
ofcial desta secretaria Francisco do Reg* Bar- I
ros.
Ao inspector do Thesouro ProvincialA re- .
forma feita, nesta data, da Reparticao das Obras
Publicas, diepensou grande numero do pessoal at
deelaracoes legaes, devendo V. proced-r a respei-
to da liquidaco dos multas, impostas a taes pre-
sos, de eonformidade com o qu; determname
Regulamento n. 120 de 31 de Janeiro de 1842 e
demais dispos'coes em vigor.
Deus guarde a V.Pedro Vicente de Aievedc*
Remetteu-se copia aos ciaco juizes de direito dos
districtos eliminaos do Recife.
EXPEDIESTE DO DR. SECRETARIO
Officios :
Ao brigadeiro csmmnndanti das armas.O
Exm. Sr. presidente da provincia tendo submetti- t
do deliberaco do Ministerio da Guerra o as-
sampto do cffi.-io do juiz de direi o da comarca de
Nazareth, de 3 do correte sobre que versa a in-
formaci do V. Exc. de 17 deste mez, sob n. 317,
concernente taxa do menor orpbao Armando Ivo
da Motta Slveira qu* assentou praca nesta pro-
vincia orr. destino corte; assim Ih'o minia de-
clarar para sea conbecimento.
iUalis mutandis ao juiz de direito da ca-
marca de Nizaretb.
Ao ."-^iitt da Companhia Brazileira de Na-
vega(o a vapor.De ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia aecuso o reeebimento do otfi -io
de hontem no qual V. Exc participou qae o vapor
Camillu ebegon dos portas do sul s 7 horas
da mauha e seguir p ira os portos do norte at
Pari, hoja meia uoite.
Ao ageute da Companhia Bahirna de Na-
vegacao a vaprr.De ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia xecuso o rocebimento do oficia
de boj', ni qual V. S. participio qse o vapor
Principe do Grao Para > chegoa da Babia e es-
calas e seguir ui da 22 do corrente s 4 horas
da tarde.
DESPACHOS DA PBESIDKC1A, DO DIA 21 Dr
JULHO DK 1887
Abaixo asignados, mercadores de fa-
zen las miulezis e outros artigos do mar-
eado publico d S. Jos Informa a C-
mara Municipal do Recifa.
Bacharel Alezandro B^rnardino de Fi-
gueiredo Res e Silva. -Siro, com os vea-
cimentos a que tiver direito.
Domingis Jos Avila.Informe o Sr.
inspector da Tbesouroria de Fazenda.
Coronel Jos ihomaz oncalves. For-
neia so.
O mesmo.ForneQa-se.
Capito Jos Justiniano ra Ro;:ha. -Fot
neja-se.
Jos Martina da3 Neves. Informe c
Sr. inspector da Thesourara de Fazenda.
Manoel Jos d: Castro Vilella.Eatre-
gue se 03 documentos, co:n recibo,danlo-se
por reitido as intorm;95?s.
Alferes Sebastio Dias Toledo.-Deferi-
do com offi:io de hoi: a Thesouraria da
Fazenda-
Secretara da Presiden ia de Pernam-
buco, 22 de Julho de 1S87.
O porteiro,
F. Chacn.
i
4 a Secco.Palaci'i di Presidencia de Pernambuco,
em 19 de Julho de 1887.
O presidente da provincia, de eonformidade com a proposta
da Cmara do municipio do Recife, contida em oflicio n. 41 de
f3 de Junlio findo. e de accordo com a informacao n. 536, de 21
do mesmo mez do Dr. chefe de polica, resolve, cm visla do art.
3.* n. 60 da lei Os 1897, de 24 de Maio ultimo, e usando da auto-
risaco conferida pela lei geral de 25 de Outubro de 1831, appro-
var provisoriamente e mandar que se execute e observe no refe-
rido municipio as seguimos
t'O.VI'l n ts
Art. 1. Criado de servir no sentido desta postura 6 toda a
pesso de condico livre, que, mediante salario convencionado,
tiver ou quizer ter oceupaco de moco de hotel, hospedara ou
casa de pasto, de cosinheiro, engommadeira, copeiro, cocneiro,
norlelo, de moco de estribara, ama de leite, ama secca ou cos-
tnreira, e em geral a de qualquer senigo domestico.
Art. 2." tf prohibido a qualquer que seja exercer a oceupa-
o de criado ou criada, sem estar inscripto no livro de registro
Ja secretaria de polica. O infractor incorrer na multa de vinte
mil ris e era oito dias de pristo. f
Art. 3.* Para a inscripsao dos criados deve haver na secre-
taria da polica um Hvro. no qual se far a declaraco do nome,
sexo, idade, naturalidade, liliago, cor, estado, classe de oceupa-
co e mais caractersticos. que possam, de futuro, servir de base
nrova de sua identidade, poca da inscripcao com margem para
observagao lirada dos certificados do procedimento dos mesmos,
escriptos as caderudas respectivas.
Art. a> Para a inscripcao no livro de registros, basta apre-
sentar-se pessoa na secretaria da polica e declarar ao secreta-
rio 4ue deseja ser inscripto, corao criado, provando priraeira-
mente a sua condicto de livre, com attestado de pessoa abonada.
Art. 5. Feila a inscripgo se entregar ao inscripto urna ca-
derneta de vinte folhas numeradas e rubricadas por um emprega-
do da secretaria, na qual caderneta devero constar os artigos
desta postura, o numero de ordem da inscripcao e mais dizeres,
de que trata o art. 3.", assim como o nome e domicilio da pessoa
a cuio servico o criado esliver ou fr destinado ; o nome do pai
c mi, tutor ou curador do criado, quando fr este menor e assig-
natura do secretario. ___.. .
Pela caderneta pagar o inscripto a quantia de um mil res a
Cmara Municipal. -
Art. 6. Si o criado inscripto perder a sua caderneta, dcpoia
de justificada essa perda na secretaria da polica, se dar outra
pagando tambera mil ris Cmara; devendo neste caso transcre-
ver-se na nova caderneta tudo quanto acerca do dito criado con-
star no livro dos certificados.
Art. 7." Ninguem po.ler tomar a seu servico criado ou cria-
da, que no estiver inscripto no registro da secretaria da polica,
e nao possua a caderneta respediva, com certificado do seu pro-
cedimento, passado pela ultima pessoa a quera tiver servido, es-
tando este certificado registrado na secretaria da polica, confor-
me o art. 12. 30b pena de vinte mil ris de multa.
Art. 8. Aquelle que tomar a seu servico. um criado, dever
escrever ou mandar escrever (nao sabendo ou nao podendo) na
caderneta. o seu contracto, que mandar, dentro de 24 horas,
transcrever no livro dos certificados, que haver na secretaria da
policia; c quando sabir o criado dever ou maridar certificar
( nao sabendo ou nao podendo escrever) na mesma caderneta o
motivo da sabida e o comporlamcnto do criado, emquanto o servio.
0 infractor pagar a rauda de vinte rail ris pela infraego de
qualquer destas obrigages
Art. 9. A mesma multa, cima, est sujeito aquelle que ne-
gar-se a certificar o comportamento do criado, ou o que por dle
nao certificar a verdade.
Art. 10. O contracto deve ser inscripto na caderneta pela
maneira seguinte : Tomei hoje, tanto do mez de... por tantot
rnezes, para raeu servico, como copeiro, ou criado de servir, cosi-
nheiro ou ama de leite etc. etc. a F. que se acha inscripto no re-
gistro da policia sob numero... 'tendo convencionado pagar-lhe
salario de... por mez (data c assignatura ).
Art. 11 O contracto poder ser feito por lempo indetermina-
do, e isto mesmo ser declarado no termo ou declarago do con-
tracto
Art. 12. 0 criado, quando dvi .: o servigo do seu patro, os
para servir a oulro, ou por ter abandonado a sua ptossao m
oceupago, dever dentro de 21 horas apresentar na secretaria da
policia a sua caderneta, para ser transcripta no livro de certifica-
do o theqr do certificado de que trata o art. 7.. O infractor pa-
gar a multa de dez mil ris e soffrer cinco dias de priso.
Art. 13. Nao poder abandonar a casa do patro sera previa
aviso de oito dias antes o criado que tiver contractade os seus
servicos por lempo indeterminado, e, sendo por tempo certo, an-
tes de findo este; excepto havendo causa justa, O infraclor pa-
gar a multa de trinta mil ris e soffrer oito das de prisa
Art. 14. Sao causas justas paraisso :
i 1.* Doenca repentina que vizivelnicnte o impossibilite d
servico ou molestia grave em passoa do conjuge, lilho, pai oa,
me.
S 2." Falta de pagamento de seu salario no tempo ajustado.
| 3. Sevicias ou mos (ratos de seu patro ou de pessoa de
sua familia, verificados por qualqual autondade policial.
4. Exigeneias de servigos, que nao os do contraetc-ou rfkt
oulros que forem contrarios s leis, moral e aos bons costumes.
Art. 15. Nenhum criado, que, tiver pelas formas d'estas pos-
tarta, contractado os seus servigos poder ser despedido (exepctt
havendo causa justa).
1." Sem previo aviso do patro cinco dias antes, o que
ser transraittido cmara e ao chefe de policia, sendo o contrac-
to por tempo indeterminado.
2. Antes de findo o praso do contracto, tendo sido este pai
tempo certo. 0 infractor pagar ao criado a importancia corres-
pondente ao salario de um mez, sendo o contracto por tempo ia-
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J.~
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Diario k Pernambuco---Sabbado 23 de Julho de 1887
determinado, e a importancia correspondente 10 lempo gue faltar
ara findar-6e o contracto, sendo este por tempo determinado.
Art. 16. Sao causas justas para isto :
1 Doenca do criado que o impossibiiite da prestago dos
nacos para que se contractou.
8 2. Embriaguez habitual.
3 Recusa ou impericia para o seraco contractado, excep-
to n este caso se o criado j estiver a serojos por mais de um
8 4,* Negligencia, desmasello no servijo depois de ser ad-
" 5. Injuria- da familia d'estc
| 6. Sahida da casa a pasaeio cm a negacio aea lu
atrao, principalmente noite. -
7. A pratica de actos contrar as ei;, a moral e Maa
*istumes e de vicios torpes.
8 8 O costume de enredar e de promover discordia no seso
da familia, ou entre os trotea creados da casa.
8 9 A manifestacao da grvida na creada saltara m aa
tasada que estiver awe*fle de sen marido^
10. A infrac^o de qualquer dos devedores de que trata
* AH' 17 A mulher que quizer empregar-se como ama de leite
obrisada,'alem do que est estabelecido d'estas posturas a res-
.i >W rViuln* em eeral, a sujeilar-se na secretaria de polica
t^eX mico da cJara mumcpal, o qual declarara
na caderneta o estado de saude cm que ella se achar.
Sert este exame repelido .odas as vezes que o patro o exi-
gir escra essa exigencia de 30 em 30 das, od pena de lbe ser
usada a caderneta.
Art 18 A ama de leite, aleni da.< causas declaradas no art.
U DOder abandonar a casa do patro. quando da amamentacao
lbe po*=a provirouja tenha provindo alguma enfermidade, por
causa de sua constituico physica, ou por molestia Iransmissivel
da enanca, tudo a juizo do medico da cmara, que mo mesmo
declarar na caderneta. .
Art 19 as amas de leite nao se nodero encarregar da araa-
snentacao de mais de urna enanca, sof> pena de vinte mil res de
sulla e cinco dias de priso. ,_nM _.__
jai 20. Nao poder ser empregada como ama de leite aniu-
&er cujas condijOes de saude, a mizo do dito medico, nao me
permitireni a amamentacao, sem prejuizo reconhecido para si. ou
para a creanca. A infractora pagar a multa de trinta mil rea,
alni de oito das de priso. .
Art 21. A ama de leite poder ser despedida sem as forma-
lidades do art. 16 quando tiver vicios, que possam prejudicar a
cruDca, ou quando tiver falta de leite, ou fr este de m qualidade
en ainda quando nao tratar com zelo c carinbo a enanca ou final-
ente quando fizer esta ingerir substancias nocivas saude.
Art. 22. Sao deveres do criado :
j 1.a Obedtcer com boa vontade e diligencia ab seu pateao,
em tudo que na > seja licito ou contrario ao seu contracto.
% 2. Zelar Jos interesses do patr&oe evitar, podendo, qual-
quer damno, a que esteia exposto.
Art. 23. O criado obligado pelas perdas e damnos. que por
culpa sua soffre o patrio, que poder descontal-o do salario do
mesmo criado, I cando a este salvo o direito de justificar a sua in-
nocencia e bav Art. 24. deveres do patrio:
| 1 Tratar bemao criado, respeitando a sua personalidade,
inora, dijnidat e e padonor,
2. Fazer trata** por conta de seus slanos, st outra cousa
nto estiver con endaaado no contracto, de snas enfermidades
passagciRBe ; si nda ate, si a nmk-sUa se prolongar por mais de
oito das ou se t "tr |iwi c contagiosa, o tara recollier ao hospital
de maerirordia aa*maulro fjskner itabeleciniento pi, se
porventura nao tiver o diado casa partieassr onde possa ser tra
todo.
J 3. Conceder o tempo necesario para oawir musa sos do-
aiingas eslias aattticadw ronfcasar-se.
Art. 25- O patrao castigado a indemnisar ao criado das
perdas e damn<>8 que por culpa sua elle venha a sofTrer.
Art. 26, O contracto para o servigo de menores s poder
ser effectuado can os pais ou tutores, que se obrigarao pelo fiel
cumpnmento do mesmo, e pela execuco dcsta postura.
Art. 27. O criado que para empregar-se como tal falsificar
a caderneta ou os certificados incorrer na multa de vinte mil
res e soRVer c ito dias de pris&o, alm das penas do crime de
falsificaco impasta pelo cdigo criminal.
Art. 28. O patro que nao pagar o servico do criado, de con-
foraiidade com o seu contracto, ser multado era trinta mil ris,
alm do que tiver a dever.
Art. 29. O >atrao ou pessa de sua familia, que ndutir o
criado praticj de actos contrarios s leis e aos bons costuraes,
alm das penas em que incorrer, ser multado em vinte mil ris.
Art. 30. As penas estabelecidas n'esta postura serao com-
minadas em dot ro bo caso de reincidencia.
Art. 31. Sea convertida em priso simples e multa, quando
o cnado infractor nao a puder ou nao quizer pagar, devendo
tomar por base na liquidac5o o preco do salario ajustado no on-
tracto, para fa;;er-se a commutagao e proceder so nos termos
da primeira par'c do art. 2." do regulamento de 18 de Marco de
1849.
Art. 32. Sobre esta mesma base se converter em pnsao a
multa imposta ao patro, que nao a puder ou nao a quizer pagar.
Art. 33. A 'amara municipal fornecer "Secretaria da Po-
lica o livro das inscripcoes, o dos certificados e as cadernetas,
cujo producto sera arrecadado por ella, bem como as multas.
Art 34. Fkorevogadasae disposices cm contrario.
Pedio Vicente de ^kevedo.
nii. Exc, depoia de ter mencionado a cnntim a-
co das boa relacoes que a Repablica eotretoai
com tadas as naedes visiahaa, agradeeeu *oa mem-
bros do congreaa o valioso auxilio que presUrtm
ao Koverno, vatamdo aa medidas necesaanaa para
firmar a ordem e a prosperidad* da Repblica.
O parlameoto sera prximamente cmvocada i:n
sessib extraordinaria.
16 oe Jirtbo : .
Foi (aneado coiU o paquate hraaslairo B.u>
Jaguaro., pertencente i companhia de Ntrega.-
cao do 8ul. O vapor eoealhon n'um banco da ar*
Rf-particilo da lllcl
51 aeccao.N. 636-Se-reUria dePo-
.de Pernambuoo, 22 da Julho de 1887.
i. e Ex. Sr.Participo a V. Exc.
afora m hontem recolhidos Casa de
o^lo os seguintes individuos :
Jt H>h* ordeai, Henrique Jos Ray-
ssaa*Jo, remettido pelo delegado do termo
dalimoeiro, como criminoso, Manoel Hhn-
jltiMO de Miranda, como pronunciado no i e e|;tA ju|ead0 totalmente perdido. Ha eaperanci.s,
art. H2 combioado cora o art. 34 do Coa. > entretanto, de salvar a carga.
&., Manoel Eloy, como alienado, at A tripotacao e o. PW'" P0^ """-
' t j..; .mu. ;n se cas erobarcHCoes de bordo,
so vinha convoniente destino, ambos vin Kgo ^ tm v Umatu ^^ de vidag.
da do termo de Ipojuca, e Pedro Marques joig^ge que as malas e os valoies foram salvas
fe Oveirp, por disturbios. em perfeMo estado.
A' ordetn do subdelegado da freguezia Logo q tbegou a este porto a not.ci do naa
A oruciu no BU" 6 o frapio nartiram. para prestar aoccorro, 4 reb>-
JoBecife, Damiao Das Ramos, por en- ^'^ P"^"^^ ^sieiro .Trajano..
ate de furto. Bueuos-Ayres, 16 de Jaiba :
Communicou roe o subdelegado do! Poi uomeado ofiicial da legiio de honra o S..
%ftcto de Apipucos que ante-hontemj Roavier, enviado extraordinario e m.a.stro plac-
A f L,r,Hn Kni.nHn potenciario da Repblica Franeeaa nesU Republi-
HMk de meio da foi encontrado boiand o, 8. ll0. recebeu neaU occaaiio numerosas fs-
a lio Capibrribe o cadver de Mana do licjUooeg da eslonia tfancesa e de seus aaVajat
a*JL parda, de 50 anuos de idade. do carpo diplomtico
Anuella autoridade hz proceder a visto- Bate efiaitivameote aaseotado regnla-
- ?S^ n r!,,L n,. a iato se nreaton mento d di*'d d* P10"* fc "os-Ayri's
3 pelo Dr. Loureiro, que a lato se preaton com R Dll?a..
clarando ter sido a causa aa roorte as Est dec,ji(ja em principio a fedflraoio daa vil-
afa por subraersao. las de Beigrano e de Flores
Dm averiguacS ^s procedidas, se eviden- : O ,,'overoador da provincia, Dr. Mximo Pa,
.-*"" c a ..! va submetter este contracto aasembla provis-
tw ser o facto todo casual. ea| A g(M ,pprovacio pode .. ..eiaerad* c -
Deas guarde a V. CjXC.lllai. o ^xrn. mo certol| sendo as duat villas incorpiTadaa ao
g,._ j)r- Pedro Vicente de Azevedo, rauito I municipio da capital.
nresidente Ha provincia.-O cbefe I .aiiravsi o !
. T.p r..-_.. A supracitada folba publicara este talegramm...
Rio-Grande do Bul, 14 de Julho :
Kncalh.u a 50 milhaa ao norte da barra dei-
te porto o piquete logias Cavour da companhia
de Liverpool e Rio da Prata.
O* patsageiros e a tripolacio foram salvos.
. Ha esperancaa de salvar as asas e a carga.
O navio considerdo perdido.
Perdeu-se totalnaente a barca vela braxile
ra Evora ; a tnpolrcao foi sc.lva.
Nao ha noticiss do paquett Rio-Apa Ba
eomptnhia nacional de navegacao do sui, que fo-
ra alistado no da 11 .
Eoi 17 do corrente, dera s seguate noticia :
Tendo constado ante-hontem que o paquete
Rio-Apa da companhia nacional de navega
cao a vipor, p'jrdera-se nos mares do Rio-Grande
d> 8ul, o Sr. gereute dn mesma e mpanhia tele-
grapbou pedindo luformaces e, obtendo em res-
posta apenas que o Rio-Apa havia chegado a
barra do Rio-Grande no da 11 e que momentos
depois cahira rijo temporal ; deaapparecendo en-
tao o paquete, ordenoa que sahissem a proaural-o
o Rio-Jaguari e o Rio-Negro que se acba-
vam essa em S.inta Catharina e aqu-lle em Mon-
tevideo.
O Sr. ministro da marinha receben o seguio-
te teiegramma do vice-presidente da provincia dj
Rio Grande, Dr. Vla-Nova, expedido de Porto-
Alegre a 9 horas e 10 minutos da noite de 15 :
-< Acaoo de receber do cemmandante da barra s
seguale telegramuia :
Maudei B. Leopoldo percorrer a cocta do
norte e M Lima Duarte segui a percorrer a
costa sal at 20 milbas ao sul da barra : uada en -
contri i alm da escuna Evora que se acha ni
prai- 10 milhas da barra.
Continuam a chegar a praia do Poutal at ao
no; te objectus que c-jm certexa pertencem ao Rio
Apa >.
E' miuha opiniao que o Rio-Apa sossnbrou
procurando vencer o mar e vento que o atiravam
para trra, corrobora esta opinio o faeto de avis-
tar-te navio pouco antes das 2 horas da tarde,
desapparecendo pcueo depois em esp ssa cerracao
que cbstou sua entrada, nao teuOo tempo de afas-
tar-se da costa at s 9 boras da noite, quando
rabio o tempera!. O 8. Leopoldo nada eucou
trou para o norte. Veio praia a caderneta do sol
dado do 14- batalhio de intantan i Jos Murcoli-
no da Silva, que, pens, seria paesageiro do pa-
quet- Rio Apa .
O 8r. gerente da companhia aaeiornl de nave-
gaeao a vapor reeebeu hontem oe seguintes te.e-
grammas :
M, nfevido, 16 de Julho de 1887 Maeiooal
Rio-Ap nada. Rio-Jaguarao naufragoii
Malduoado madrugada. Levo vapor salvscio.
Estacio Pessoa.
Rio Grande, 16 de Julho de 1887. -Nacional
Rio-Jagusro naufragon Maldonado, passa
geiroa salvos. Apa nsda.Montinho.
O paquete Rio-Jaguaro tinba sabido ante-
houte'm tarde ee Montevideo e ia procurar t
Rio-Apa em Maldonado, Castillos Chicos ou
Castillos Grandes.
O Rio Apa > foi fabricado na iuglaterra, de
onde veio em 1879 e ha pouco tempo tiuha sido
concertado.
Consta que na costa do Rio-Grande j se c^n
Iteres ao qual assistio a le da colonia fran- I tavam seis navios naufragados, um dos juaea a
..M. representmt^s da aprensa e da Agencia I escuna Evoia ., de que falla o commandaate da
barra do Rio Grande uo sen teiegramma ao vice-
b poticia, Antonio Domingo Pinto.
Ihesonro Pro%oclal
aaaracHOS do da 22 de jclho de 1887
Odem 3* de S. Francisco, Catharina
ie Sunna e Gomes 4 CL Ao contencioso
aara europrir o c'espacho da junta
" Joaj Walfreio de Medeiros e Medeiroa
-CA' Recebedoria Provincial para
saararir o despacho da junta.
Tiaconde de Campo Alegre. Ao Sr.
Araooreiro para os devidos tins.
Antonio Rodrigues Pinto, Ordero 3 de
& Francisco, Jovioiano da Rocha Perora,
Mari Joaquina de Medeiros Raogel, Men
des Lima & C, Manoel Antonio Beltrao,
Ihomaz Antonio Maeiel Monteiro e Jos
i Silva Pereira. Entregue-se pela porta.
Jcsuino Dominguea Carneiro, Thomaz
Antonio Guiruara.es, Maria de Carvalho
Jtoeira e p*dre Manoel Caodi lo das Cba-
5* Uondim. Haja vista o Sr. Dr. pro-
aardor fiscal.
Jos Paea da Silva.Ao Sr. De. pro-
aatador fiscal pira attenJer, nao haveudo
.scaoveoieote.
Jos Alves de Oliveira. Informe o Sr.
aaUeitor da Escada.
Antonio Augusto de L^mos. Informe o
3r. contador.
fBcios do Dr. procurador dos teitos. -
iforr"e o contencioso e a Recebedoria
ftovincial.
Jos Coelho de Araujo e Antonio Jaco-
me de Araujo. Entregue-se a quantia
m deposito.
01R10 BE PERSI>uCC
RECIPE, 2i DE JULHO DE 1887
Moclas do Wul
O paqaetf iuglea Araucaira loi portador das se-
gHBlea noticias alm daa iftkiaes insertas na sc-
alo respectiva :
Blo ta Praia
O Jemal do Commercio da corte publicou es se-
nuotes telegrammas :
Montevideo, 14 de Julho (retardado; :
V feliimcnte inexacta a noticia de terem pere-
rido aiog-dos durante o ultimo temporal, varios
sfciaea e tripulantes da cauboneia inglesa liuby.
Sessobrararn duas embareayoes, porm todos os
m* nellas tstavam f.rm salvot.
A eoKnia francesa celebra Com grande brilho a
aaa testa nacional. Quatroctatus traacezes f j-
)r incorporadas, felicitar o ministro de Franca,
a onde de Sa:nt-o'x. Eoram pronunciados nes-
ta o> casiao importantes discursos.
O ministro offereceu no da 12 um jantar de 20
Jmvsi.
je tarde na grandes banquetes e bailes.
Jtaa grande anircaco na cidade.
Buenos-Ayres. 14 de Julho :
A autopsia qual proc-dea o .medico da junta
t hygiene, Dr. Sussini, demonstrou, que a morte
ae paasageiro Jo fieva, embarcado no Rio de Ja-
atiro, nio foi cansada pela febre umarella.
En conseqaencia dessa demonstraco, foi le-
rantada a quarentena imyi sta a este paqne-e e os
issageiros puderam deseuibarcar boje.
Buenos-Ayrts, 14 de Juibo;
Os* dona import-ntes joruaes La Nacin e Kl
iario publicara artigos sustentando que a mor-
se que ae deu'a bordo do Neva, na pessoa de um
paasageiro embarcado no Rio de Janeiro, teve por
ansa a feote, amarella.
A ioaadacao desappareceu inteiramonte ; os es-
tragos ntaterisee bho enormes.
BuaaoH-Ayres, 14 de Ju-ho :
O general Rcelo, ministro da guerra e da ma-
rinha, pedio s cmaras a abertura de um crdito
i% eito milhea de francas destinados a renovar o
armamento do exercito e da armada.
* Montevideo, 16 de Julho :
Na oecasiaj de encerrar-se a sesso ordinaria
do eongresso Uruguayo, fui lida urna mensagem
do presidente da Repblica, general Mximo Ta-
presidente da provincia e que deade 1856 nao bou-
ve temporol to violento ci mo o qne cahira agora,
paquei* Rm-Jaguaiio eslava seguro no
valor de 235:UOt>#, sendo 30:0004 na cornpanhin
Permanente, 4":00f na Garants, 25:0000 as
previdente, 40:100* na Fedelidade, 15:000# m,
Bonanca, 60:000* na Geral de Seguros, 10:000*
na Cunfi-mca e 15:000* ua Allianea.
ama* Geraesi
Datas at 16 de Juiho.
Era este otesultado couheeid da eleicao se-
natorial (412 tregueiias) :
M. J.Soares 10,480
Evaristo Veiita 10.294
Osario Alvim 10 208
Baro de Leopoldina 10.006
Fidelis Botelbo 9,913
Carlos Alfonso 9,814
kiu de lasielr*
Datas at 17 de Julho :
Coofirmam-se as noticias que havemos publiea-
Jo por telegrammas, relativamente ie meihorai
da aade de ta Magestade o Imperador.
Eis a reseoha dos trabalbos legislativos :
No da 14, no Senado, Sr. Candido de Olivei-
ra justifico um requerimente pedmdo inforasa-
coes sobre a nomeacao do inspector interino de
saude publica d provincia de Miuas-Geraes. D*-
pois ale teresa ara-io sa fSrt. Baro di Mam or, Ri
beiro da Luz. foi o requerimento retirado a pedido
do seu autor.
Era seguida foi rejeiudo o requerimento apre-
seutado pelo Sr. Viriato de Medeiros, em sessab
anterior, e ao qual ae aediam ao gvverno loforina-
oes sobre actos do poder judiciario.
Pr-seguinio o debate de outro requerimento de
mesmo senador, inquerindo qual o numero dos bri-
] gaderros existentes ao qoadro do estada ssnior ge-
aeral, oraram os Srs. Ri beiro da Liu e Avile, e fi-
! cou adiada a diacussao pela hora.
Na ordem do dia foi approvado o art. 2 do pro-
jecto de fiacao d forca naval para o 2" semes-
tre de 1888; e na diecuanao do art. 3>, a eraal eou adiada pela hora, tomaraui parte os .Srs. Can-
dido de Oiiveira e Taaoay.
Na Ornara dos Depntadoa, depois da leitura da
acta e do expediente, o 8r. Bernardo de Meudon-
oa requereu o levantamento da sesao e um voto
de pesar na acta ea> sigaal de profundo pesar
pelo pasamento do Dr. Feliulo Gonaaga, deputa-
do pelo diatrict i da Alagas.
No dia 15, no Senado, o Sr. Viriato d Medei
rus r.'dainoii contra a aetu, contestandoque tives-
ie aido rejeitado na vespera o sen roquerimease
pedindo ioformacoes ao governo sobre actos do po-
der judiciario Responden o Sr. presidente sus-
tentando a rejeicSo do mencionado requerimento,
e foi approvada a acta.
A pedido do Sr. Viriato de Medeiros foi retira-
do outro requerimenti seu, em que pudira infor-
macoes sobre o numero de brigadeiros existentes
no quadro do estado-maior general do exercito.
Suspensa a sesso durante meia hora, emquan-
to ae agttardava a chegada do Sr. ministro da ma-
rinha, proseguio a 2* diecusao do art. 3* do pro-
jecto de Bxacio da forca naval para o 2 semestre
de 1888. Oraram os trs. Affonao Celso, Caetrio-
to (ministro da marinha) e Viriato de Medeiros, e
fei encerrada a diacuaao, adiando-ae a votacio
da materia para a sesso segmnte.
Na Cmara, depuis da leitura da acta e na ho-
ra do expediente, o Sr. Affonse Penoa mandn
mesa urna interpellaco ao Sr. mioiatro do impe-
rio sobre o adiamanto das ateamblas previaeiaes
da Babia e do Rio-Orande do Sul.
O Sr. Alfonso Celso Jnior requereu urgencia
para que, independente do parecer da commissao,
fosso dado para ordem do da o projecto de orga-
nisaco de trabalho offerecido pelo Sr. Jagua-
ribe.
Dopoia de fallarem os Sra. Andrade Figueira e
Jaguiribe, o requerimento de urgencia foi rejei-
tado.
O Sr. Rodrigo Silva ministro da agricultura)
tuadamentou um projecto reformando algumaa
dispc8;o^s da lei n. 3,029 de 9 de Janeiro de
1881, projecto que teve sua primeira leitura, fi-
cando aobre a meaa para ter segunda na sesso
aeguiote.
Eia o que diaae S Exc.:
Sr. presidente, a reforma eleitoral de 9 de Ja-
neiro de 1881 foi recebida palo pais com verda-
deros applausos.
Todos presentimos naquella reforma o inicio de
urna era de regeueracao para o syatema repreaen-
tativo, amcacado, entre ni, peloa abusos que ae
baviam introduzdo no proceaao eleitoral, de pro-
funda decadencia, aeno de grande descrdito.
(Apoisdja).
Eitietanto o tempj e a experiencia tem demon-
strad > quH aquella reforma, aperar do cunho de
previao e aabdoria que todos 8 partidaa lbe re-
c.-inhecem. exige ainda, para aeu aperfeicoameoto,
modificicea que a melharem ou completen.
(Apeiadoa).
Nao venho sgitar questea de intereaaea parti-
daria. As reformas d.ata ordem devem uterea-
sar a tudas aa opinioes em que ae divide o paz
(apoiados), e por todos os partidos devem ser f-i
tas quaesquer modificacoes que forera reconheci-
das iiecesaariaa para o tunccionamento normal daa
uvasaa iuatituicej. (Vluitos apoiadoa).
Como ensaio, de que devem provir resultados
benficas causa que nos commum, venho pro-
pr-voa a revogar;ai do voto uninomiual para aa
le'coes de deputados proviaciaea. (Apoiados).
Un Sr. DeputadoQue est completamente
condeinoadj. (Apoiados).
O Sr.' Rodrigo Silva (ministro da agricultura)
Nio este o momento opportuno de deaenvolver
a louga serie de argumentos que vm em apiio da
nova medida, alterando tiesta parte a lei de 9 de
Janeiro. Est ua opinio publica, todos nos sen-
timos, todos -ui coubecemos, pela obaervae) de
cada din, que a adininiatraco das provincias lata
com embarace quasi iosuperaveis, granas m
composicao das ooasas assemblas provinciaos.
(Apoiados).
To notavel instituico, que ta.vez o maia pri-
moroso legado da geraoao de 34, eati Itngede r
presentar o importaste papel que Ib- foi aaaigaa-
laito. Dahi a grande decadencia e falta de auto-
noma da* proviuciaa, dahi aa grandea difficatda-
ee em que eouatantemente a l cuconu-a a alta ni
ministracao do Etadi. (Apoiadoa).
Prop mki tainbeu a suppressao do 2a escrutinio.
(tiaitosapoiadee.) A praiiea e a obaervae >, em
sucersa' vos pleitos, condeuinaro esse recurso, que,
lonee de ser ama garanta para a opinio real dos
partidos, motivo para ayatificacoea e tsaaaac-
coea aa raa pero ainda Beata parte trr occaaiaU de demonstrar
a insnbsMteaeia do actual tystema.
J diste, e de novo repitonio ae trata de urna
reforma cea cara, ter partidario ; para ella cou
vido todas a piniojs dota casa; e, afiui d tor-
lar o oumpj iuteirameut- neutro, prefer usar da
iniciativa da deputado, era vez da q*o pedera ca-
i-rme coino membio do governo, se outra fosae a
forma da provincia.
Estoo certa de que todis concorrerio, dentro
i dattes limites, paira que a* adopten) medidas que
oorrespondaai anciedaae geral do p*>is. (Apoia
dos.)
O Sr Affoaso Celso JniorApoiado. A le de
9 fe Janeiro tem necesaida'ie de ser reformada em
muitoa pintos. (Apoiadoa).
O Sr Rodrigo tilv.i (miuit'o da agricultura)__
Estou de aceordo com o nubre deputado; ha ue-
I cessidade de ou'ras reforraaa : aprsente este pro
1 jeeto como base de discussi > para aa reformas que
j indico (apemdi.'s) aquellas ideas qne foram ge-
| ramente aoeitaa v que tiverein intima connexo
com o pr jecte, contario com o meo apoio, quan :
' examinada* e diacutidae em oceasiio opportuna.
O proj-eto nao abranjge as reformas de que
parvenrara earea a eieieio geral, porqoe a ama-
ra comprehenae perfeitameate nio aerem ellas p-
portunaa, aem convir retardar oa retaquea maia
urgentes, as aetnaea circumatanciaa.
O Sr. Al vea de AraujoE' a reforma muni-
eipal ?
O Sr. Rodrigo Silva (ministro la agricultura)
Esta ji psasoo nesta casa em prrjecto especial, e
constitoe um syatema parte.
O Sr. Al vea de AraujoE' paraficar archivada
no Senado.
O 8r. Rodrigo Suva (miniatro da agricultura) II :
< A Asaembl* Geral decreta:
Art. 1' as eleicea de membraa das atsem-
blaa legislativas piovinciaes, a le a. 8,029 de 9
de Jaaairo ala 1881 ser obaervada eoa aa altata-
coea sswiaaas:
II* Aayaovinciaa Ae Minae-Oeraas, Babia e
Pernainb armario novoa diaarietoa eleitoaaes
pela incorporaaio, dous a doaa, das aatuaea aba
Srictos, pela assem da sua sf^li. rmp-aa n~
a ultimo daaristo de Pernambaaa doaasas da
devada namarasao, reapeitanaWsaassaaas a
naidade territorial.
Cada diatricto de Minaa-Geraea eleger 4
membroa da respectiva Aaaembla Provincial, oa
da Babia e Pernambuco elegero 6, excepto o ul-
timo deata provincia que eleger 9.
V Oa diatrictoa daa outraa provincias continua
o paragrapho aeguinte :
. g 2* Noa diatrictoa que el gaiem 4 membroa
da Aaaembla Legislativa da provincia, cada elei-
tor votar em 8 nomes ; aos demiiis diatrictos cada
iaitor vetar em taatoe nomes quantos correspon
derem aea 4/5 da totalidade da repreaentacio do
diatricto, accreacendo aa fraecoea maioria.
Serio conaideradoa eleitoa em um s eacruti-
nie os mais votados eso numero correspondente ae
das representantes aasigaadoa ao diatricto.
I 3* Noa diatrictos incorporados per faict da
presente lei, far-ae-ha a apuraco dos votos, con-
forme aa diaposicoea vigentes, na cabeei do dia-
tricto de menor numeracio actual
Art. 2* Revogam-ae aa diapoaicoea em con-
trario.
Sala daa seasoes, 14 de Julho de 1887.Ro-
drigo A. da Silva *
Adoptando eata reforma, establecido o voto in-
completo, iato elevndose a minoras o terco
da votaoio, era indispenaavel urna nova organiaa
^o de districtos as tres provincias ra-ncionadaa
no projectoprovincias de Pernambuco, Babia e
Minasattenta a necesvidade de m nter aa circum-
6cnpc6es actoaes. Dd outra aorte aeria impaeai
vel a anplioapio do voto consignado no projeeto.
Sao, quanto a irenmacripcoaa territoriaes, as
u otea a alterado-a que indico.
Concluirei, Sr. presidente, declarando ainda
ama ves : ate projeeto esmpleameiite um con-
vite para diecuasio aobre um ponto que intereata
bi org-uiaaeo de todos os partidas polticos do
pais, u especialmente a urna melbor uoastituicio
das aaaemblaa provinciaea. O estado actual daa
provincias deploravel, (apoiadoa.) e o mal est
no ayatama eleitoral adoptado. (Novea apoiadoa )
Oa partidos nio ooraprehenderio anda a necea-
aidade de certas tranaaeces de elevado alcance
poltico naa assemblas prov-nciaea, quando se
trata dos grandea metheramentos que ntereasam
comrnunbo social. (Apoiadoa.) Aa paixoea
partidariaa nem aempre as olloaam na altura em
que eat a causa publica, a qual oa manitanos
do povo devem toda a sua dedicacao e patriotismo.
(Apoiadoa).
Convido, pois, a cmara para o estud.i deate
grave e momentoso assumpto; e declaro desde ja,
para servir-rne da pbrase em voga, que este pro-
jecto provocar ana discusaio aberta. (Vluito
dem ; muito bem).
Na discusaio da redaocao definitiva do projecto
o. 178 de 1869 (reforma municipal) tomaram
parte os Sra. Coelho Rodriguea, Bulhoea Carvalho,
Affonao Peona e presidente, ficando adiada a dia
auaaio.
Na ordem do dia foi reconhecido deputala pelo
1.* diatrid i de Matto Groaao, prestou juramento e
tomou aeaento o Sr. Costa Marques.
Os Sra. miniatroa de eatrangeiros e do*inperio
leram duas propnatas do poder evecutivo, aa quaea
foram a ommieata de ercamento e inatruccao
publica.
Continuou a 3 diaanaaio do ornamento da jua-
tioa, orando o reapectivo miniatro.
Na 2' diacueeio do oreamento da marinha ora-
ram oa Srs. Jos Poropeu e Maueio Ribeiro.
A diacnaaio ficou adiada. ,
No dia 16 nio houve sesso em nenhuma das
cmaras.
O ooaselho erecutivo do Club de Engenharia
elegeu se Srs. engenheiros Pedro Bctira Paea
Leme, Manoel Maria de Carvalho e Jos Carloa de
Carvalho, para dirigirem era P.riz a expoaifo que
all ae vai taser,
Fallecen no dia 16 D. Adelina de Castro Pe-
reira da Cruz, esposa do Sr. Manol Rodriguea
Pereira da Cruz e irmi do nosao companheiro
Dr. Augusto de Castro
A algumaa milhaa diatante do porto da Babia,
fallecen o Dr. Happe, medico do bordo do vapor
aliemio Otara.
No dia 13 fallecer o tenente n firmado do exer-
cito Fredenco R. Vereza e no dia 14 o antigo chi-
mico Dr. Antonio Diaa Pinto Aleixo.
asila
Datas at 19 de Julho :
Por occaaiio doa festejos do dia Diua de Jclho
na villa do Curralinho foram entregues quatro
cartas de liberdade na residencia do conceituado
negociante capitio Tranquilino Jote Nogueira.
iarglpe
No Jornal de Noticias t Baha eucoutramos aa
eeguintea noticias de Sergipe :
Um individuo, na feira do Lagarto, procurava
retirar-ae, ha 15 diaa seguramente, em completo
catado de alcoolismo, quando um menino que c
presentir diz a nina malher: inamii feche a
porta que ahi vem um oebado.
Em reapoata, o individuo criva de punhalad :a
deaditosa crianca, que falleceu instantnea-
mente.
Na mesma cidade do Lagarto deram-ae ainda
oa aeguiotea faotoa que publica o Laranjeirense:
Em diaa da semana paaaada um pobre velho,
Francisco Barretto, de cincoeota e tantos ann a
de idade, foi victima da faina doa sicarios
A' noite, quando repouaava, aentio-ae o infeliz
rodeado por seus aaaaa.inos que, interceptando o
de pedir aoecorro, roubaram-lbe dinheiro, roupa,
prata e maia objectoa que tinha em casa.
Feito o roubo, eapancarm-n'o de urna forma tio
inslita que, seis diaa depois, era cidaver o desdi-
toso anciio.
Urna escraviaada do proprietario Manoel
Dautaa, loucamente exeitada diaote doa caatig >a
ministrados um seu filbo, ainda menino, das
quaea foi testeaiunh*, apodera-ae de orna toice e
mata-o a repetidos golpea medentus, que deixaram
o cadver da criansa em laatimavel e hsrroroao
estado.
KLVST DIARIA
tulortilade policialPir portara da
presidencia da provincia de 21, e propoaia do Dr.
uhcfe de polica de 20 do corrente, foi exouerado,
a pedido, do cargo de 1" aapplen'e do subdelega-
do do diatricto de S Miguel do tormo de Barrei-
ros, o cidadio Pedro de Barros Wauderley.
\u(lrlaAcerca do qne c in eate titulo disse
boutem o Jornal do Recife na otumna liberal, re-
cebemos para publicar a segrate oooimunicac
do Dr chefe de polica S. Exc. c presidente da
provincia:
1* seccio. Secretaria de pelicia de Peruambu-
co, em ti de Julho de 1887. -N 637. Illm. e
Exm. Sr.Leudo no Jornal do Recife de boje, na
columna do partido liberal, e aob a epigraphe
Noticiaum pequeo artigo no qual se affi.ma
que o subdelegado do diatricto de Maranguaps
teudo verificado a existencia de na quadrilha ie
ladio s no mesmo distncto, entender a-i com esta
chetatura a tal reapei: diz-rado que fazi parte
da mesma quadrilha um cunhado do delegado;
apresao-me em declarar a V. Exc. que nio exac-
ta eaaa noticia, porquanto o aubdelegaao de que
se trata, apenas urna ves comparecen a eata re
partioioe j ba algum tempo, afim de olicitar a
volu para aeu diatricto de duas prac-,8 de pjlicia
que dalli tinbam aido retiradas, ao que reapondi-
Ibe que se dirigisse ao delegado do termo para
fornecer-lhe esaaa pracaa, ou maia algum is su as-
sira fosaem preciaas, visto que a distribuioio de'
forya nos districtos de subdelegada esta, segundo
o plan i approvado por V. Exc, a cargo dos dele-
gados, que tem sob suas ordena o deatacamente.
Tambem nio consta n-ata reparticio qne o mes
mo subdelegado pedase tua exoneraeio.
Q.iauto, porm, existencia Ja referida quadri-
lha de ladrdea, nesta data me dirijo ao delegado
para informar com urgencia o que ha a reapeito
dells, do que darei scwauia a V. Ex-, opportuna-
mente.
Deas guarde a V. Exc.Illm. e Exm. Sr. Dr.
Pedro Vicente de Atevedo, presidente da provin-
cia.O chefe de policia, Antonio Domingo* Pinto.
Ira oatoaEm outra seccio declara a re-
cebedoria de rendas internas geraea que aos con
tribuintes doa impoatos*de industriaa e profissoes
e predial fica marcado o praso de 30 dias para
apresentarem aa reclamacoja, que porventnra te-
nham a tazer relativamente ao ultimo lauca-
mente.
Cabo nabmarlnoAcha-ae restabelecida
a communicaco telegraphica pelo cabo aubmari-
no entre a Baha e Rio de Janeiro.
a do Club da Pus Foram e8ta noite ae
asaabelecimento da molhadoa do Sr Manoel Fer-
staadea Maacarenbas roa do Marcilio Dias n.
33, diversos membroa do Club da Pa e all tise-
ra) um rombo em ama das portas, por meio de
zata.
Levantando aa trancas, aanetrataan no astaba-
lecimento, donde aabtrabirarn a qaantia e 70f
asa cobre, 1 caixa com qaeijos, divenas lasas eos|
manteiga e chouricas, etc., etc.
O Sr. Fernandea Maacarenhas pede-noa que
chamemos a attenco daa autoriiadea para tal
(acto.
E' um pedido justo, que secundamos.
Vasores do sal e do norteDoa por-
tos do sol chegou bontem o paquete injlez Arau-
caria a, qne bontem meaaao segnio para a Eu-
ropa.
Deve amaahecer boje em noaao porto o pa-
quete braaileiro Para de volta de eua riagem
ao norte, tendo hontem a tarde partid* do porto
da Parabyba para aqu.
Por aviso da estacio telegraphica deata ci-
dade foraoa informados de ter partido hontem da
Babia para o nosaa porto o paquete americano
Finance >.
Deve bagar aqai amanhi.
A fogatas Cammunicoa subdelegado do
diatricto de Apipucos ao Dr. chafe de polieia, que
no dia 20 do eorreDSa, foi eoeratrad* boiaado uo
rio Capibaribe o eadarer de Maris de tal, parda
de 50 ann >a de idade.
Aquella autoridads f 'Z proceder vistura pelo
Or. Loureiro, que a ist se preatou, declarando
eate ter sido a morte produzida por asphixia re -
sultaote d i aubmersio.
Da averiguacoea procedidas ae evidenciou ter
sido o facto meramente casual.
Embarque Embarca boje ni Araenal de
Marraba para a corte, dude seguir para a pro-
vioeif|de Matto-Grosso, o teaeate-orone^Manoel
d Azevedo do Naacinrento afim de tomar onta do
coinraando do 21" batalhio de mfantaria para o
qual lora ltimamente transferido p r de.-reto de
7 do corrente.
FallrrlmenluVictima de una congestio
fallecen em sua faz-nda Ju.-, do termo de Carua-
ta, o abastad) agricultor e criador alfares Fran-
cisco Norbert de Sonsa, no da 2 do correte.
O finado eoutava 43 annoa e era caaado com a
Sra. D. Antonia Rodrigues de Arruda e touza,
milrtava naa tileirae do partido conservador, ex-r-
uea diversos cargos de eleici) popular e de no-
raeaeio.
Imprrnua peridica Da livraria doa
Srs. Lombaerts ft C, do Rio de Janeiro, recebe-
mos bontem os seguintes peridicos :
A Estacio, jornal intereaaaote de modas pari-
sienses, o n. de 15 deste me. Traz dous figurioos
eolloridos e diversas gravuras intercalarlas no
texto.
A Mat de familia, qninzenario seren ifico e >it-
tesano, numero do mez passado, o qual trata da
edocaco da infancia, da hygieue da familia e de
modas para criancaa.
Ktenretoa leglalatlwoa?or decreto le
gislativo c. 3,321 d > 14 do corrente foi o gove/ne
autorrsado a conceder um anno de lijen? cjm^o
reapectivo ordnalo, ao deaembargador da relacio
de Matto- ro88o, bacbarel Serapiio Euzebio da
Aseumpcio, paja tratar de an aaude onde Ihe
eanvier.
Por decret) legislativo n. 3,323 de 14 do corren-
te foi o governo autorisado a concuJer ao bacbarel
Jos Janeen Ferreira Jnior, juiz de direito da
comarca de Guimariea, na provincia de Maranbio,
um anno de licenca, com o reapectivo ordenado,
para tratar de sua saude onde ihe convier.
l'rovimenKia de ofllcloa de jimllca
-Decreto n. -3 322 de 14 de Julh-> de 1887.
Determina que oa officios de justis a aejam pr i vi-
dos naa proyocias peloa retpectivoa presidentes
mediante coucurso.
A Princesa Imperial Regente, em neme de S.
M. o Imperador o Sr. D. Pedro II, ha por bem
sauecionar e mandar que se execute a resoluco
seguinte da aaaembla geral legislativa :
Art. i.* Serio prvidos as provincias pelos res-
pectivos presidentes mediante scucurso, segundo
a legislarlo em vigor, mas reatringidoa oa prazoa
ira etade, oa officioa :
g 1. De tabelliaes do'publico judicial e notas,.
escrivio de orphos, doa feitaa da tazenda, do jury
execucea criminaea e da provedoria.
j 2*. De ofciaca do r gistro de hypothacaa noa
lugares em qne por decreto fr creada a serventa
primitiva, segundo o reepectiva legislacio.
3'. De contadorea, diatribuidorea, partidores,
avaliadorea e porteirsa doa auditorios.
Art. 2*. Serio igualmente nomeadoa peloa
inesmos presidentes oa proraotores e solicitadorea
de eapellaa e .residuos, os curadores gerae8 de
orpboa e ausentes e depositarios pblicos.
Art. 2*. Ficam revogadaa aa dispoaicoes em
contrario.
Samuel Wallace Mac Dowel, do conaelho do
metmo augusto aenbor, miniatro e aecretario de
estado doa negocioa da justia-i, aeaitn o tenha en-
tendido e fa(a executar.
P .lacio do Rio de Janeiro, em 14 de Julho de
1887, 66' da Independencia do imperio.Pbihcbza
Impebui,, Regente. Samuel .Wallace Mac DoweU
Chancellaria-mr do Imperio.Samuel W. M.
Dtwell
Tranaitou cm 15 de Julho de 1887 Jote Julio
de Albuquerque Barros
Paatsmento Fallecen ante-hontem, na
Paaaagem, onde ae achava em busca de melboraa,
Lals de Prensa Baptiata doa Santos, cunhado do
noaao amigo Dr. Aquilino Porto.
A' aua familia apreaentamoa oa noasoa psames.
laeneao de ImpostasEatatoio a lei n.
3,270 de 28 de Setembro de 1885 que quellea ae-
nhorea, que bouveaae libertado ou libertarem es-
cravos a titulo gratuito e incondicional, aera re-
raettida qualquer divida em que ae acharem para
com a fasenda nacional por efFeito de impost.ua
relativos ao escravo ou escravoa alforriados.
Onde milita a mesma razio diz o Jornal do
Commerco da Corte, bem que reja a mesma dis-
posicio, e com eate fundamento sustentamos va-
rias veces que a iusencao, era que a 1 i eatimu-
lou a alfjrria, deveria tornar-se ext nsiva a a an-
tigot aenhores que por nio terem dado aeus 68-
eravos nova matricula, ibes tivesaeui outorgado
psufacto estado de liberdade. Cumpria alera diato
fomentar por igutl favor a renuncia dos servicos
dos libertos sexagecarios, de maneira que pudes-
aora es".-3 adquirir liberdade d 'sagiravada de
qualquer onus.
< Puzeram-ae niato de aceordo oa ministerios da
fazeuda e da agricultura e, em virtude do mesmo
aceordo, baixou d'aquelle a aeguinte ordem que re-
gistramos com prazer como acto que acautelandu
us intereaaea di th souro, noa parece sabiamente
deduz'do do eapirito da lei:
Francieco Beliaario Soarea de Sooza, presiden-
te do tribunal do thesouro nacional, declara aos
Srs. inspectores das th s.iurarias de fazenoa, para
os devidoa effeitoa, em additameuto cireuiar n.
1 de 17 de Feveriiro prximo passado e de con-
formidade c m a deciso de 12 de Abril ultijij :
1*. Que, de aceordo C"in os avisos do ministe-
rio da agricultura, commercio e obras publicas de
19 e 28 de Fevereiro do corrente anno, aos aenho-
res que tiverem deixadi ie dar matricula >eua
eacravoa, ou desiatirem doa aervicos dea que toca-
rem idade de 60 annoa, aproveita a dispoaicio
do art. |, S 10, 2 parte, da le n. 3,270 de 28
de Setembro do 1885: comtanto que o tenbam
teito sem onus algum pan us nio matriculados ou
nio uciii d.s em arrolamento;
t 2. Que, para obterem esse favor, os senhires
o deverio requerer, em ambos os casos, s repar-
tieo-'s encarregadas da matricula, com d-clarac)
xpressa, quautoaos nio matriculados, deque asa ira
proceder a com fim de lioertal-oa aem onus al-
gum para oa meamoa ; juntando certidio de vida
ou documento com que provem a exiateneia do
ex eacravo ou aexagenario ao tempo do eocerra-
meuto da matricula ou do arrolamento, feitoa em
virtude da dita le n. 3,27c), e queelleanio foram
anteriormente libertados Com qualquer onua ; ten-
do-se api tal eaao, naa referidas reparticoea, muito
em vista a recommeudao) da parte final da cir-
cular n. 1 de 17 de Fevereiro ultimo ;
3*. Que o documento exigivel para a remiaaio
da divida, quanto aos eaeravos que d'ora em di-
ante forem tocando idade de 60 anuos e ficarem
isentos da preatauio dot tres annoa de aarvico,
por lioeraiidad de aeue aefhorea, a certidio,
daaaa deaiatencia, feta ao juiso competente, quan-
do ah ae tiver de cu tprir o diapoato no art. 11,
4, do regulamento de 16 de Novembro de 1885,
ou declaracio escripia dos ex-senhorea, ae a de-
si tenate verificar-se posteriormente aocumprimen-
to da mesma diapoaicio.i. Beluario Soares de
Souta.
Kxblblcao do titulo de bacbarel.
O miniaterio da juatica dirigi em 13 do corrente
preaidencia da provincia de Santa Catharina o
seguinte aviso :
Representando o bacbarel Luiz Aoguato Cres-
po, advogado neasa capital, contra o acto pelo qual
o respectivo juiz municipal o mandou intimar para
exhibir em juizo o citnlo acadmico, exbibicae que
j bavia aido feta quando em 1868 abri o aeu
escriptorio de advocacia: declaro a V. Exc. afim
de o faaer constar ao referido. )ni< municipal e'ao
reclasaaase, que tend* por fim nico a diapoaicio
do avisa dessa ministerio 3 de 16 de Janeiro
de 18*, e do da faaeada n. 58 le 17 de Abril do
mases sano ssspedir qoe oa hachareis eiurcam a
advocacia ou cargo judiciario antea de tirar o ti-
tulo academice que lhes d habilitacao legal, e
pelo qual tio obrigados a pagar direitoa autori-
dade oeranta quem haja de servir o baehsrel, s
cabe exigir a apreaeotaco da carta, quando nio
esteja provado por forma regular que j foi cum-
prido esse de ver.
Renniie* aoelaea -Ha boje aa segulo-
tes:
Do Gremio Recreativo Familiar, a 6 horas da
tarde, em aessio de aaaembla geral extraordina-
ria, com o numere de socios que ecmpareeer, esa
aua ede ra do Imperador n. 19, l andar.
Ds Corpo Acadmico, a 11 borae do dia, para
tratar de negocioa que interessio a sjajasa ao 3*
andar do predio a. 12.
Amanbi:
Do Club de Regatas Pernambucane, em aua s-
de raa da Aurora n. 19, s 7 horaa da norte,
afim de proceder-se eleicio do novo conaelho
administrativo e tratar-se de negocioa de rauito
intereaae para a meama sociedad, funecionar
com o numere de bocios que comparecer.
Segunda-feira :
Da irmandade de Santa Cecilia, na matriz de
S. Jos, a 3 horaa da tarde, em reuniio da meaa
geral, para tratar de interesses da meama irman-
dade.
a o rdea te de cafL-ae no Corrtio
Ptulietano :
O Tropical Agriculturist publicou intereaaao-
te noticia, tirada do Standart, de Madrasta, acer-
ca da extraeco de agurdente da polpa do
caf :
Qaando ae prepara o caf para embarque se-
para-se a polpa do grao, ou aut s a polpa que co-
bre as favas. Eata polpa, qae ae delta fra, con-
tem suficiente materia saecbarina para fermentar
e fornecer pela dietillaco urna eapecie de espirito
ou agurdente, que cortamente ple aer utiliaada
e dai b-ra rendtinento.
Aa experiencias teitas em Pondichety, pelos
botanicoa do governo, deram tio bona resultados,
'! tenhj prazer em chamar a attencio dus agri-
cultores para esta nova fonte de renda, que
pode ajudar parte dus despezas aeoio dar bom
lucro.
To grande quantidade de polpa atirada fra
tod a oa anuos, que o modo de convertel-a em di-
nbeiro deve ser muito bem acceito.
O bar mi ico de Pondichcry, J. Bamyont, fez
a primeira uxperieucia em dez quartaa de cal-
das aacchinuas a obtevo 150 grammas, ou
mais de quirta de libra du bom alcool de 45
gr*i;
Esta primeira expcrioocia dea resultado pro-
porcional ale l/2"/0. Este reaultado parecer
pequeo, raaa cumpre lembrar que 08 riachos fa-
zem us ros, e trabalhando em graado escala pode
ebter-se reaultado m?recedor de eria attenco dos
lavradorea.
.laaociaco aeralpeaae de rebo-
quel tivemo8 oceasiio de referir-nos a
clausulas principies do contracto innovado com a
supramencionada aeaociacio, noa termos do decre-
to n. 9.757, de 18 do mez ultimo, para continua-
cao do servico de reb.cagem por meio de navios
de vapor as barras de Cotinguiba, S. Cbristovio
e Estancia, da provincia de Sergipe, mediante a
aubven?o aunual de 24 :000j000.
accreacentaremoa agora que pelo referido aer-
liaaj ter a aaaoeiacio direito de receber a taza
de 1 pr tonelada-metrics, en sua equivalente,
na sahida da barra e a de 500 rea na entrada.
Vigorar o contracto por cinco annoa, podendo
aer prorogado, a juizo do governo por outro igual
pras), e ficando entendido que nenhum privilegio
outorgado empresa.
O vapor Cavour Foi afiliado na cor-
te, em 14 do corrente de manh na Piaca do Com-
merci o aeguinte teiegramma expedido da cidade
do Rio Grande.
Conata que ae perdeu o Cavour, salvndose
a tripolacio. Eaperam-se pormcuorea.
Nio bavia pasaageiroa a bordo.
A'a 2 horaa da tarde oa Sra. Norton Megas* c*
C., receberam eat'outro :
Cavour eucalhado a 65 milhaa ao norte da bar-
ra. Ign -ramos a causa.
instituto % rcbeologlco e (Beosjra-
pbteo Pernamttucano Sesao ordinaria
de T de Julho de 1887. Preaidencia do Exm. Sr.
coaaelheiro Pinto Jnior.
A' urna hora da tarde, presentes os Sra. Dra.
Cicero Peregrino, Baptisla Re guaira, 1 secreta-
rio, Ignacio Joaquim, Joio A. de Freitaa, padre
Jnlio, commendador Miranda Leal, Augusto Cesar
e major Codeceira, 2* aecretario, foi aberta a aea-
aio e a acta da antecedente lida e approvada.
O Sr. Dr. 1* aecretario rnencionou o seguinte
expediente e ofFertaa :
Pelo consocio Dr Joaquim P rtella :
Um officio, cobnndo diveraas copias de impor-
tantes documentoa hiatoncoa existentes no Archi-
vo Publico do Imperio, taes como a representaco
que deputadoa e ecuadores dirigiram, em 22 da
Julho do 1810, ao imperador menor para que aa-
aumisse as rodeas de governo.
Officio da Cmara de Olinda documentad., do
qual se t o histrico do enteco da revolucao ds
Pernambuco era 1824 etc.
Copia da reapoata da junta governativa de Per-
nambuco communicaco que Ih) fez m naenbor
Muniz T a vares de haver chegado crte como
deputado Aaaembla Conatituinte.
Um exemplar do diacurao do biapo do Para, na
ioauguracio aa Bibliotheca e do Muaeu, fundado
naquella provincia pelo mesmo Dr. Joaquim Pj-
tella, em 1871.
Outro officio do Dr. chefe de polica, aecuaando
a recepcao e agradecendo a rsmesaa da relaco
dos membroa da mesa do Iuttituta, do corrente
anuo social.
Outro do Exm. Sr. presidente da provincia, uo
mesmo sentido.
Um dito do Exm. Sr. Dr. provedor da Santa
Casa de Misericordia, cncedendo ao Instituto au-
tonsacio para examinar o carneiro existente na
capel.a-mr da igrej i do Paraso, mas acreacen-
taudo que este exame se limitar parte exterior
do carneiro, visto como, sendo elle privativo da
familia do fallecido Mrquez de Reeife, e a ella
cabe o direito de abril-e.
Outro da Cmara Municipal, declarando ter
atteudido a reclamacao do Instituto, reatabelecen-
do os nomes das ruaa daa Trincheiraa e das La-
rangeiraa e reraetteudo a propoata qne ueste sen-
tido foi apresentada e approvada em sua sesaio
de 28 do mez passad .
Um convite do Club LitterarioAyres Gama-
para o Instituto se fazer representar na aua 5
conferencia, que ter lugar na Escola Normal, na
dia 15 do corrente.
Pela 8-eretaria da Cmara dos Sra. Deputadoa,
2 volumes em brochuraAnnaea do Parlamento
Braaileirosesso de 1837.
Pelas respectivas edaocoea, diveraoa jornaes
deata e dd outraa provinciaa.
t'asaand )-se ordem do dia, deliberou o Insti-
tuto, sobre propjata do' Sr. major Codeceira, que
se officiaaae a illuatriasima Cmara Municipal
agiadec 'iido-Ihe o bom acolbimeatu que teve a
raciamaco que fez para que fosaem cona. rvados
oa nomes das ruaa das Trincheiraa e Larangeiraa.
e que ae putease a diapoaicio daquella Ilustre
c rporacio oa servioos qoa lbe possa preatar o
Instituto, coucernentea a historia e geographia da
provincia.
O Sr. Dr. Cicero Peregrino, deelaroa-lhe haver
eocarregado o 8r. Dr. Joa Ladislas Pereira ds
Silva, de ofFerUr ao Instituto urna pedra na qual
se acha inseulpido o brasio d'arraas de vigarie
Jos Francisco de Moiri Pacheco, pedra que j
se soba no Instituto.
0 Sr. Dr. Joio Alfredo de Freitaa, os! receu oa
dous exemplarea do peridico TeUfiont datados
de 15 e 25 de Maio prximo pastado, impreaaoa
na cidade de Thereaina, os quaea tratara do dea-
cobrimeuto de urna cidade petrificada, e a ponas
deacooerta na provincia do Piauhy.
Estes perisdicos foram remettidss seccio da
archeologh; para dar par ser.
, ^

**

I

nojgfl


Diario de Prnam*iwf-~SaMado 23 de .luido de 1887
fc


O Sr. Dr. Cicero manda neta a seguinte pro-
posta :
Projoubj que este Instituti se encarregue de
organisar a estatistica da provincia, e para aso
, peca a presidencia o documentos precisos para
esse trabalho.^ala das seseis do Instituto, 7
de Julho de 1887.C. Peregrino.
Posta a proposta em discusslo, unnimemente
approvada, seado nomeada urna commsslo espe-
cial, composta dos Srs. Ora. Cicero, Rjgueira e
Lonreiro, e major Codeceira, pira organisarem o
plano da estatistica, afim de se poder pedir pre-
sidencia os documentos o eselarecimentos que
forera precios para a eua coafecco.
Vem caan duas propostaa que sla appro-
vadas.
Uma assgnada pwlos Drs. Freitas e Regueira e
Augusto Cesar, propondo para socio correspaudaa-
tes os Drs. Tbophilo Braga e Francisco Teixeira
Bastos, e a outra assignada pelos Drs. Pinto Ju
mor, Regueira, Cicero e Freitas. propondo para
socios correspondentes aos Drs. Gong to Paes de
Asevedo Faro e Caetano .Miria do Farias Noves
Finalmente, vein anda a mena e unnime-
mente approvada, urna outra proposta assiguaJa
pelos Drs. Ignacio Joaqun), Pinto Jnior e Re-
gueira e uinjjr Codeceira, propondo para socia
honorario do Instituto, ao Exia. Sr. Dr. Pedro
Vicente de Azevedo, actual presidente desta pro-
viucia. em atteucao aos servicos prestados aa los
tituto.
Nomeaudo o Sr. p-csideute ao Dr. Hygino,
major Codeceira e Augusto Costa, para levar a
S. Eie. ii respectivo titulo.
Nada mus havenda a tratar foi levantada a
sessSo.
Club Itinerario Caiuaruease Re-
wettem-uos o seguinte :
Esta assciaclo n > da i!) do mes pasoad >,
presantes 19 s icios efectivos, y raudo numero de
senboras e de convidados, tffootuou uma sesso so-
lemne pe" restib Iccimento de Sua Magestade o
Imperador, que sendo socio bsasfritO d'esta so-
ciedade e coucorrido com avultado donativo, nao
poda n-.-m devia ser inditrereute seu restabelc-i
meutj.
A aoset) foi sob a presidencia do Dr. Esto vio
Laceria, str. indo de secretarios Sydr nio Po Vi-
dal e o ca jitla Vicente Ferror, em falt i do rafee-
tivo.
Para mais salemnidade do acto esta assaciaeio
coucorreu inais com a quautia de 20/5 para com-
pletar a m i inuisaei) da escrava Rita, perteu-
ceato a D. Luiza da Fro; Cavaleaute, como
consta do recibo c carta ds liberdade passada pe-
la referida D. Luiza, a nao como Jisse o missivis
ta do Jornal do Recife, publicado uj da 13 do
corren te.
Depois de commuuicado o fim da sesso pelo
presidente, este fea >*ntrega escravisada Rita da
respectiva carta ; tocndonosla occasl) o hym-
no nacional a banda de msica marcial, regida
pelo socio iffectivo e profesaor do msica Antouio
Aquilino Floro de Lima.
Em seguida obteve a palavra o socio capitao
Albuquerqu Lolo, que na ausencia do orador da
socieJade, quo taltou p>r lucian)Jj de saude,
*ez uj) discursa anlogo ao acto.
Tambn obteudo a palavra o socio Dr. Antonio
Pedro da S.lva Marques, fez ouvir a sua palavra
eloqueiito e peroUijiva acerca do objactj da ses-
so.
Teudo ocapito Francisco de Paula Becerra
Cavalcante remetido uma carta s liberdade de
um su escravisado de nome Aleixa a sociedade
nao tez entrega ao manumittido porque este anda
foragidj ba mus de 1U aun js, e segundo consta
j fallecido, e longsvdesre proc.'dimento do capi-
tao Bezcrra ser um acto de surpresa agradavel,
como qua .tica o missivista do Jornal do Recife,
antes um aoio di sagrad ave!, c assiin o consider-
ando, esia associaca) nj manJoj consignar na
acta tal oceurrencia
Foi propoeto e aceito por unanimidade de votos,
socio effectivo, o cidaiii> Joo Isidro Paz de Ly
ra.
Antes de encerrar-se a sesso o Sr. presidente
agradeceu as Eznaa. Sras. e aos convidados o te-
rem accedido ao convite.
Directora da* obra* de conserva-
fao don portnBoletim meteorolgico do
di 21 de Julho de 1887 :
S'S o
doras Sil 1
6 m. 22-0
9 22 -5
12 244
3 t. 23'%
6 2.--0
?626
7(>3"i7o;
763<"53
762>24
7624t
Teuiporaiura mxima25*.DO,
Dita miaima21,75.
Evaporaba o em 24 horas ar. sol : 2,6 ; aoui-
bra: l-,6.
Chuva7">.3.
Direccla do vento : SE cora pequeas mterru-
pcoes de SSE, de meia uuitr at 3 Doras e 9 mi-
nutos da maub; S at 4 horas e^40 minutos JB8W
at 5 horas e 48 minutos ; sVV at t horas e 32
minutos ; SSYV at 8 horas e 18 minutos SW
at 9 horas e 2 minutos ; S.SW at 11 horas e 12
minutos ; S variavel entre SSE esiW at 6 horas
e 32 minutos da tarde ; SW at >> horas e 24 mi-
nutos ; SE e SSE variavea at 8 oras e 44 mi-
natos ; SE at II horas e 30 minutos ; S at meia
oi te.
Velocidade media do vento : 2,n,10 por segando.
Nebulosidaae media: 0,93.
Boletim (do porto
jT
-a
o
f
B. tf.
,r. m.
B. M.
P. M.
Di a
21 de Julho
22 de Julho
Hu
11 1 da manhl
510 da tardo
1125 .
533 da man ha
Altura
0,1136
i, 45
0,"46
2, iiellafcei*Kttectuar-se-ho:
Hoje :
Pelo agente Modesto Baptista, 4s 11 horas,
ra do Bario da Victoria n. 24, de movis.
Q Seguuda-feira :
I Pelo agente Qusmla, s 11 horas, i ra do
Imperador n. 45, de armaclo e pertencas da ta-
verna ahi existente.
Terca-fira :
Pelo agente Burlamaqji, s 11 hars, a roa do
Imperador n. 30, de predios e dividas.
Pelo agente Pestaa, ao meio da, ra do Vi-
gario n. 12, de predios.
fPelo agente Qusmo, s 11 horas, no palacete da
ra do Riachuelo, de movis.
asiaaaa funebresiSerio celebradas
Hoje :
A's 8 h iras, na igreja da Madre da Deus, pela
alma de Mano:l Antonio da Cunha: s 7 h-iras,
na matriz da Boa-Vista, pela alma de Dr. Manoel
Francisco Teueira.
Segunda feira :
A's 7 1|2 horas, na capel la de B 'beribe, pela
alma do capitao Manoel Alexandrino de Albu
querque Pitta ; s 8 horas na Ordem Terceira de
S. Francisco, pela alma de Joo Jos da Silveira ;
s 7 horas, na igreja da Santa Cruz, pela alma de
Affooeo da ruz Muniz.
Terca feira :
A's 7 1/2 na matriz da Escada, pela alma de
Luiz de Franca Baptista dos Santos ; s 7 1/2
horas, na matriz da Boa- Vista, pela alma de Ma-
noel Joaquina Ribeiro ; s 8 borts na matriz do
Corpo Santo, p da alma de D Carlota Joaqun de
Carvalho.
PannaReiras)Sab4M para o su! na vapor
francs Ville de Maraohls :
Dr. Trajsno Alipio Temporal Mendonca, J.
Niblo Martnez Cbarls Gecrgeo Leisse, Burle e
1 filbo, Bernardino Gomes de Carvalho, Eduardo
Braga de Souza, Antonio de Almeida Pinto, Isi-
doro Menier e Manoel Pe.'ro dos Santos.
Sabidos oara o norte no vapor nacional Ja-
guaribe :
Conselbeir i Brito Guerra e 1 criado, Viceote
da Silva Antones, Domingos Francisco Martins
de Miranda, Antonio Maia, Custodio Figueiredo,
Deodato Pereira B->rgea. Jos Ferreira aa Silva,
Severino Manoel de Lima Botelho. Antonio Pietro
e Georg Scoth
8abido para a Europa no vapor iagfez
< Araucaaia :
Len Dablbon.
Caaa de UelencoMovimento dos pre-
sos da Casa de Detenca do Recife no dis i d
Julho :
Esistiam 345; entrara* 5 ; sabiram 3 ; exis-
ten) 347.
A saber :
Nacionaea 311; malhers 14 ; estrangeiros 11 ;
eacravoa sentenciados 4 ; idem proce**uio l ;
I iea de eorreeoio 5."ssal 347,
Arracoastos 318.
Boas 303; doentes 15 Total 318
Movimento da enfermara.
Teveram baixa :
Vicente Ferreira Honorato, Fraoeiseo Rodrigues
da Sra e Antonio de Souza AUaeida.
Lotera do CearaEsta acreditaiajlote-
ria cujo premio maor de 15:000^000 ser et-
trahida no da 25 do corrente.
Os bilhetes achara se venda na Roda da oFr-
tu.-ia ra Larga do Rosario n. 36.
Tambera acham-se a venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23 de Martins
Fiuza & C.
botera do Bast rito nanto-A Ia par-
te da 3* lotera desta provincia cojo premio gran-
de 60:000*V)30, ser extrahida no dia 29 de Ju-
lho.
Os bilhetes acham-se venda na Roda da For-
tuna na ra Larga do Rosario n. 36.
Tainbem achara s venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23 Martin Fiu-
saftC
Lotera da provincia-A 8 lotera, pelo
novo plano, cujo premio graodd de 12:0004000,
em beneficio da igreja de S. Pedro d > Recite, se
extrahir quando for aonuncada, s 4 horas da
tarde, e, no consistorio dn ig-reja de Nossa Senbo-
ra da Cnccico dos Militarea.
No inesino cousisrorio estarlo expostas as ur-
nic as espberasa apreciacj do publico.
Us biihctes garantidos acham-se veuda na
Casa Felis aa pr..a da Independencia us. 37
i 39.
Tammbem achara-sea venda na Casa da Fortu-
na ra Primeiro de Marco u. 23 de Martis F.u-
za& C.
Assira como na Casa J Or na -"a d> Bario
da Victoria n. 40 de Jlo Joaquina aa Costa
Evite na Roda da Fortu.i.. na ra Larga do Ro-
sario u. 36.
Lotera do (ro-ParA 6* serie da 11a
lotera desta proviucia, pelo novo plano, cajo pre-
mio grande c 100:0004000, ser extrahida hoje
23 de Julho.
(Ja bilhetes acham-se venda na Casa da For-
ana u ra Primeiro de Marco n. 23, de Martins
i'iuza & C.
Tambera achara-se veada aa Roda da For.u-
i) i ra Larga do Rosario o. 36.
Lotera da provincia do Paran
A 20' lotera desta provincia,pelo novo plano, cu-
jo premio grande de 12:0004000, se extrahir
poda 26 da Julho.
iiilhotes a voada na Casa da Fortun i, ra
.'rnneiro de Mareo numero 23, de Martins Piu-
sa & C.
Lotera da Parauybaasta lo.cra cujo
premio grande de 20:0J040J0 ser extrahida
no da 4 de Agosto proxim* futuro 's 3 horas da
tarde.
Os bilhetes achara se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Margo n. 2, de Martins
Fiuza & C.
Tamb^m acham-se venda na R)da da For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Cemiterlo Publico.Obituario do dia 20
de Julho :
Carlota Carvalho da Costa, Portugal, 82 anuos,
viuva, Boa-Vista ; cachexia senil.
Jo i o Cancio de Mello, Peroambuco, 34 anuos,
solteiro, Boa-Vista ; tubrculos pulmonares.
Man no?, solteiro, Boa-Vista; tubrculos pulmona-
res.
Jlo Francisco de Souza, Pernambuco, 61 an-
uos, casado, Boa-Vista; febre typhiea.
Beatriz, Pornambuco, 2 raezes, Saato Antonio :
abeesso pernicioso.
Joo, Pernambuco, 1 mez, Ltja-Vista; convul
soes.
AIicp, Pernambuco, 4 mases, Recifo ; entero
colite.
Vicente Ferreira Das, Pernambuco, 3i annos,
solteiro, Boa-Vista; tubrculos pulmonares.
Jos Vicente Goncalvrs Torres, Pernambuco,
27 annos, casado, Santo Antonio: insuficiencia
artica.
Pe ir -. Pernambuco, 11 meses, Graca ; eute-
rite.
21
Dimitro Cbustis, Grecia, 38 anuos, solteiro, Re-
cife ; insuficiencia initral.
Jeronyma Mara da Conceiclo, frica, 7# an-
nos, solteira. Boa-Vista; diarrba.
Josiaa Barbosa de Andrade, Cetra, 25 ann js,
tolteira, Recite; lelo cardiaca.
Luis de Franca Baptista dos Santos, Pernam
buco, 39 annos, casad i, Aflogados ; beriberi.
Joo Gomes^ Pernambuco, 31 aauos, solteiro
Boa-Vista ; esinagainento de bond.
Marinba Isabel Roma, Pernambuco, 11 anuos,
solteira, S. Jos; gastro entente.
Msria Bazilia dos Sautos, Pernambuco, 52 an-
nos, viuva, 8. Jos: tubrculos pulmonares.
Francisco Antonio de Lima, Pernambuco, 30
anuos, solteiro, 8. Jos; tubrculos pulmonares.
Anna Luiza da Conecilo, Pernambuco, 15 an-
nos, solteira, Boa-Vista ; tubrculos pulmona-
res.
Juviniano da Silva, Pernambuco, 14 annos, sol-
teiro, Boa-Vista ; escrfulas.
Alfonso, Pernambuco, 4 mezes, Boa-Vista ; con-
vulsos.
Mauoel, Peroambuco, 9 meses ; Boa-Vista ; hy-
dropesia.
Auna Francisca da Silva, Pernambuco, 40 an-
uos, solteira, Santo Antonio ; anemia.
Joaqun), Pernambuco, 2 mezes, S. Jos : con-
vulsoas.
CHR0N1CA JDDIC1ARIA
Tribunal da ilelaco
SESSO ORDINARIA EM 22 DE JULHO
DE 1887
PRESIDENCIA DO EXM. SU. CON8ELHEIKO
QUINTIKO DE MIRANDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costme, presentes os Srs. desem -
hurgadores em ame o legal, foi aberta a sesslo,
dopois de lida e approvada a acta da antecedente.
Ostribuidos e pastados os feitos deram-se os
seguintes
JULOAMENTUS
Habeas Corpus
Paciento .
Joo Fructuoso da Rocha.Negou-sa a ordem,
unnimemente.
Recursos crimes
De Panellas Recorrente Manoel Florentino
dos Santos, recorrido o juizo. Relator o Sr.
desembargado- Oliveira Maciel. Adjuntos os Srs.
desembargadores Pires Ferreira e conselheiro
Queiros Barros.Negou-se provimeuto, contra o
voto em parte do Sr. desembargador Pires Fer-
reira eom relaco ao recurso oficial.
Da Palmeira dos Indios Recorrente o juiso,
recorridos Joi Francisco de Mendonca e outro.
Relator o Sr. desembargador Pires Ferreira.
Adjuntos os Srs. desembargadores Al vea Ribei-
ro e Toscano Barreto. Negou-se provimeoto,
contra o voto do Sr. desembargador Alves Ri-
beiro que votava pela nuidade.
De BezerrosRecrrante o juiso, recorrido Jo-
s Beserra da Silva. Relator o Sr. desembarga-
dor Monteiro de Audrado. Adjuntos os Srs
desembargadores Tavares de Vascoucellos e Oli-
veira Maciel. Negou-se pro vi ment, unnime-
mente.
De S. JooRecorrente o juizo, recorrido Cle-
mentino Flix de Oliveira. Relator o Sr. desem-
bargador Monteiro de Andrade. Adjuntos os
Srs. desembargadores Pires Ferreira e conselheiro
Queiros Barros.Deu se provimeuto para sean-
nullar o proceso, unnimemente.
Do RecifeRecorrente O brigadeiro Francisco
Joaquim Pereira Lob.-, recorrido o juiso do 1*
districto. Relator o Sr. desembargador Alves
Ribeiro. Adjoutos os Srs. deaembaigadores Tos-
eano Barreto e Tavares de Vasconcello3. Ne-
gou-se provimento, contra o voto do Sr. desembsr-
gador relator.
De Mamanguapc Recorrente o juJzo, recorrido
Pedro de Albuquerque Maraoho. Relator o Sr.
desembargaddor Tavares de Vascoucellos. Ad-
juntos os Srs. desembargadores Monteiro de An-
drade e Oliveira Maciel. Deu-se provimento,
unnimemente.
Prorogacio de inventario
Intentariante Andi Beserra do Rgo Barros.
Mandsu-se instruir.
Appallacoes crimes
De VertentesAppellante Jos Manoel Bezer-
n, appellada a justica. Relator o Sr. desembar-
gador Alvet Ribeiro.Maodou-se a novo jury,
contra o voto do relator.
De iyanuaAppeHaato o juiso, appeihtd)
Manoel Damasio dos Santos. Rihttor o Sr. oes
embargador Monteiro deAndrade. Coofirmoa-se
a sentenca, unnimemente.
De Macci Appellan* Joo Lipas de Moraes,
appellada a justica Rslator o Sr. desembargadir
Alves Ribiro.Mandou-sa a novo jury, unnime
mente.
PA88AGEN8
Do Sr. desembargador Oliveira Miciel ao Sr
desembargador Pires Ferreira :
Appellacoes crimes
Do Rio Formoso Appellante o promitar pu-
blico, appellaio Jlo Luis da Silva.
Da NasarethAopellaat-< o juizo, appellado
Alfxmdre Jos Gomes da Silva.
De BeserrosAppellante o juiso, appellado
Jos Alves Barbosa.
Do Pilar- Appellante o juiso, appellado Jlo
Jos Cavalcante Ramos.
O Sr. desembargador Pirea Goncalves,como pro-
curador da corda e promotor da justica, deu pa-
recer no seguinte feito :
Appellaclo civel
Do CaboAppellante Joaquim Custodio Duar-
te de Azevedo, Tbeod Just e sua mulher, appella-
do o juiss.
Do Sr. desembargador Tavares de Vasconcelos
ao Sr. conselheiro Queiroz Barros :
Appellaclo crime
Dj PilarAppellante Francisca Pereira da
Silva, conhecido pjr Francisco Proeopio, appella-
da a justica.
Appellaclo civel
De Rio FormosoAppellante Seraphim Bogea,
appellados os berderos de Caetano Pereira Lima.
Appellaclo commercial
Do RecifeAppellantea a compauhia de seguro
Amphitiite e Moreira & Irmo, appellados os
mesmos.
DILIGENCIAS
Com vista ao Sr. desemoargador procurador
da coi a e promotor da justica :
Appellacoes crimes
De MaceiAppellante Manoel de Sonsa Lelo,
appellada a justica.
De Bom JardiinAppellante o juiso, appellado
J a Pereira da Silva.
De Alaga do MonteiroAppellante o juiz),
appellado Jos Pedro Monteiro.
De AtalaiaAppellaute o juiso, appellado Joo
Baptista Primo.
Do RecifeAppellsntes o juiso e Manoel Ju-
venal Muniz, ap .ellad i a justica.
De Macei Appellante o promotor publico,
appellado Augusto Alvos Marroquim.
Do Limo'iroAppellante O promotor publico
appellado Manoel Franeisco Tavares.
distbibuic5e8
Recursos crimes
Ao Sr. conselheiro Queiros Barros :
De Nazareth Recorrente o juiso
Antonio Rolrigues Allinio Filho.
Ao Sr. desembargador Buarque Lira :
Di EsciiaRecorrente o juiso, recorrido Tra-
jano Stuart Birbarema.
Ao Sr. desembargador Toscano Barreto :
Da EscadaRecorrente o juiso, recorrido Fir-
mino Francisco le Lima.
Ao Sr. desembargador Delfiao Cava'eante :
Do Conde--Recorrente o juiso, recorrida Maria
Siiiii das Dores.
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel :
Do Conde -Recorreute o juiso, recorrida Anna
Joaquina do Livramento.
Aggravot Je peticlo
Ao Sr. desembargador Delfino Cavalcante :
Jo commercio i o Recifo Aggrsvante Antonio
Jos Ferreira Monteiro, aggravada D. Eugenia
Carpinteiro Estove.
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel:
Do civel do ReciteAggravaute Dr. Paulo Jo-
s de Oliveira, aggravada D. Jos^pha Francisca
Pcssoa de Mello.
Appellacoes crimes
Ao Sr. desembargador Toscauo Barreto :
Do Brejo da Madre de D -ns-^Appellanto Ma-
noel Felippe Gomes, app9llada a justica.
Ao Sr. desembargador Delfino Cavalcante :
De Palmares Appellante Joo Climaco de
Paula e Silva, appellada a justica.
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel :
De BananerasAppellante o juizo, appellados
Joo Januario c Jlo Soares da Silva.
Appellacoes cveis
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
Do RecifeAppellantes Dr. Paulo J s de
Oliveira e ana mulher, appellada D. .iosepha
Francisca Pessoa de Mello.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
Da PanellasAppellante o collector geral, ap-
pellado Pacifico, escravo de Jos Goocalves Pires
Ferreira.
Ao Sr. desembargador Pires Goncalves :
Do RecifeAppellante Dionisio da Silva Qui-
ntarles, appellado Manoel Alves Guerra.
Eacerrou-se a sesso s 2 horas e 1/4 da tarde.
o meuidoenteif perguutavn diariamente, com voz
saudoaa !
A's perguotas s*m raslo le ser, s reclamaces
infundadas, qwe lhe fasiam pesasaa imprudentes
ou ignorant s, sabia tetsrqoir eu esquivar-se s
respostas com) cavalheiro, oue era.-de fino tracto
e esranr4amna edacacio, ti fasa-o sera que nin-
guem se soagoasse eom sea preoede*. Jamis o
desdem ou qualquer outro sentiraento de igual
jaes se lhe vio desenbado aa espacosa e altiva
fronte.
No seu tracto particular era ameno, ordiil.
moderadamente eipiusivo. A sua couversaclo
era intercalada de observacoes sensatas, e da
p mderacoes juatissimas. Della via-se, era toda a
pojanca, inanifetr-se um espirito cultivado e
recto, a quo presidia invejavel criterio. Racioci-
nio prompto ; resoluto expedida. Cerebro acuelle
bem conformado e que ni) so lhe desonentou
quasi, nos ltimos paroxismos do vivar !
No peito pulsava-lbe um coraclo, que amava de
veras esta patria, cujas doras chora va, cujas glo-
rias appltudia, cujo engrandacimento ambicio-
nava.
Modesto como aquella que o foase maia, nanea
alardean o seu incoatestavel e real mrito.
Daquella bocea, educada paia a verdade, e que
sorrisos puros rnfeitavam, nanea so desprendeu
a mnima queixa contra um ou outro que teutava
amesquinal-o ou escarncelo.
Poda ter deixado immensa fortuna ; nlo o quiz.
Os heos que paasam ais eeus berderos foram
obtidos licitamente : n-nhum -lesses beus, pode-
mos jura'.-o, representa a extorslo ; quasi todos
symbolisam a gratioo. poia ella recebia sempre
muito meaos do que eutendiam dever dar-lhe,
como retribuiclo di muito que p>r elles fizera.
Dos que erara pobres, nada recebi i ; e a outros
que nada possuiam, elle, sem que o rsem, aupa
rava com repetidas camotas. '
Pobres e ricos todos os chor un !
Na raauhl do dia em que expirou, conhaceu,
asm se apavorar, sem o m or sossobro, que ia-se
lhe Doueo a pouco extiuguindo a vida. IVdlo oerei
mait o sol natcer amanh diese a diversos ami
gos. A outros murmurava : Amanha nao ver
ma\i o seu amgo E quando e.les se debulhavam
em lagrimas, enviava-lh s consolacoes, aleatava
esperancas, prgava a resiguacao!
Naquelle da, e na hora saudost em que o sol se
funda no liorisonte, aquella alma, purificada
pelo balsamo da R.'ligilo Christl, rompendo o in-
recorrido
PUBLiaCOES 4 PEDIDO
volucro terrestre, ascaudeu mauslo dos justos !
Iauj de euvolta com ella os cnticos e as preces
que a trra enviava Mi do Redemptor .' -*i
Mea amigo Meu bemfeitor !
S'ii'ut- gratidlo mi faa eserever, iuundan-
do-se me os olhos de lagrimas, estas poacas piia-
vras em homeuagem tua memoria Slo modes-
tas iros, que deposito sobre a tua sepultura !
Ah quinto eu te devia 1 Q tanto b 'm me fi-
zeste t
A tua modestia nao cousentio nuuc a manifes-
tarlo dos meus sentimentos... Poia be.o I Agora
posso dizel-o : Trez vetes me sa'vaste a vida !
O sculo que depositei em tua glida fronte
quando, na capella do Cemiterio, abxram o atau
de, que ejesrrava o teu cadver, foi a manifesta-
ba > da miaba profuuda saudade, do eterno raec-
nbecimeoto que tua memoria consagro.
Descanca em pas !
Recife. 23 de Julho de 1887.
J. A de Almeida Cunha.
t
Dr. Manoel Francisco Telxelra
FALLECIDO NO DIA 16 DE JULHO, NO E3TABE-
LECIMENTO BALNEARIO DOS AER1CIKES
Fazem boje seis das que, accommsttido pela
quarta ves de beriberi, suecumbo o Dr. Manoel
Francisco Teixeira, mlico dstiuctissmo, cidado
dotado de um carcter espartano, de uma resigna-
cao evangeliCH, de uma alma nohilissima.
Quantos, commigo, nlo tero chorado o desap-
parecimento de um protector e de um amigo, coma
esse, e que tsntas e to profundas saudades e af
feicoes deixou ?!
desprendimento dos bens e gasas mundanas ;
a dedicarlo sem limites carreira que abracara ;
a caridade, sera apparato e sem ostentaco. mani-
festada para cora todos quantjs Ih'a invocavam ; o
entranhade amor que votava aos seus parentas e
amigos. .. todos esses nobres e humanitarios senti-
mentos possuia-os o finado em alto grao, de par
com uma vida exemplaristima.
T veste eu os dados e as habilitaedes necessa
ras para biographar a curta e gloriosa vida de uma
cre&tura, adornada da to peregrinas virtudes, de
to alevantado carcter; e ver-se-hia, pelo muito
que de bello e de generoso eucerrs, que digna
essa vida de ser profuuda e miudamente estudada,
e servira de modelo e exemplo aos posteros, n'um
tempo em que imperara a ganancia, a inveja, o in-
sulto e a falsidade !
Se alguem procuraste, porim, cmbsrgar os pas-
aos do cidadSo exemplar, que choramos, elle, calmo
e com a placides dos mariyrea, nem respondera
com as innmeras victorias que obtinba quasi dia-
riamente : sem murmurar, seguira arante, com'
um verdadeiro apostlo, que era, da medicina.
Desde os prmeiros anuos que os seus mais as-
siduo* companheiroe eram os livros; e com elles se
entreteve e illustrou at que, inopinadamente,
quinse diaa antes do seu trespasso, os prmeiros
symptomas da cruel molestia o assaltaram. Oh!
sim I elle estimava os seus livros como poneos o
fasem : tora estudanlo-os que adquiri tantis co
nhecimentos mdicos e cirurgicos. Elles o co'loca-
ram na posiclo eminente que lh competa.
Inabalavel, impertrrito e confiado na sua pro-
pria forc, era elle sem Ihaute a alteroso penedo,
erguido no meio do ocano, que nlo se arreeeia das
vagas iudmitas. era do desencadear das tor-
mentas.
Diflicil ser encontrar quem, eomo esse prantea-
do amigo, maior atte(lo coasagrasse quelles, que
ao seu inexceiivel seJo se entrega vara confiantes.
^Polilo, attencioso, circuraspcto, stricto cumpn-
dor dos seus arduos deveres, quando apparecia
cabeceira do enfermo, era como se para eate sur-
gase radiante a figura da speracea.
Era bello velo.com uma calma sorprendente,
com uma pericia admiravel, com ama confianca,
que alo menta nunca, uiKsar-se dos ferros da
sua bera prvida carteira.' Pulso firme as inci-
soes profundas; mo, que. nem de love, trema na
uais delicada operaco de olhos !
A paciencia, o telo e o tino cora que tratava aos
seus doentes, nao slo menos dignes de nota e de
apreco.
Antes de receitar, semcerravam-se-lhe as pal-
pebras, o, decoirido) alguna segundos em quanto
concentra va as ideas, desla iva-se-ihe suavemente-
a peona sobre o papel. Sabia com impete ecoragem
desasada accommeter o mal, e, onsimnte a necea-
sidade, era enrgico ou brando aa applicaca dos
remedios.
Os seus doentes! Ah! para estes smente que
viva o Dr. Mauoel Francisca Teixeira! Nos quin-
se das, en que estove no lugar, onde veio a falle- I (*) Era o dia de resta de Nsssa Senhora do
cer, constantentente delles se (embrava. Como irS* Monte Carmello (16 de Julho.)
Os presos do eanlaho de ferro
de Ollada
IV
Os bilhetes de ida e volt i, no carainho d- ferro
de Caxang, seguem o typo das tarifas differ n-
ciaes por distancia ; e custam, tomando para termo
de eomparaco os prec)S dos bilhetes avulsos da
mesma empresa, em qualqer das classes :
20 % de meaos ua la scelo
25 % 2" .
34 /, 3' .
38 /, 4
Ist) no caso dos pastageiros maiores de 12 an
nos. Os menores, para quem es precot avulsos slo
iguaes em ambas as classes, e para os q-iaes nlo ba
tal bilhete na 1* scelo, pagara de meuos, era relu-
ci aos mesmos precos avulsos :
1* claase 2a classe
Na 2' scelo 10 % 60 /.
Na 3 17 /. 50 /
Na 4- 25 / 34 /.
sendo neste caso a diftrenfa invertida.
Ora, para esta naturesa de bilhetes, que alias s
valem no dia da emissao e para a seoca em que
forem vendido*, nio ha actualmente na estrada de
ferro de Olinda termo algum no caso de ser con-
parado. Como adiante mostrarei,porque nunca
se restringi o valor dos bilhetes cammuos da li-
ana, os avulsos, ao da da emissao, medida alias
impropria u'uins linba sub-urbana,as passagens
avulsas a que se refera H nossa innovacio do con-
tracto em 1872 foram absorvidas pelos taes bi-
lhetes de ida e vita que na respectiva tabella fi-
garavam ; passando assim, (mediante uma leve
alteracio, toda em beneficio do publico, a por ac-
cordo offial) os precos d'aquelles a vigorar para
estes. Poia qu >, sendo os bilhetes de ida e volta d >
preco de
960 para Olinda ou Beberibe na Ia classe.
480 > 2
e sendo igualmente essa passigens, no typ) dos
bilhetes avulsos, do vaLu- de
1000 na 1 classe
560 na 2> classe
fra eliminada a denominaclo d'aquelles, fiesndo
estes pelo preco quo hoje teem :
Para Olinda ou Beberibe 1/5000 na 1* classe.
480 n% 2' '
Nao fera a acertada restricelo da linha frrea
de Caxang, pela qual os bilhetes de ida e volta s
teem valor na scelo para q le sao vendidos;
nlo fra a, embora impropria e pouco natural exi-
gencia,- alias naquelle casi jn.ta, emanando cono
emana de um accordo,de n.o valerem quelles
bilhetes tinao no"mdia da emitido ; e o mesmo que
aconteceu a linha de que sou accionista, all sobre
viria psr menos que esperauem quelles que nao
veem as questoes por todas as faces.
Deixando, pois, para um lado esse termo de
eomparaco, que .existe talve : s t'n nomine as
respectivas tarifas, considerare um outro que tcm
c correspondente, e que naturalmente por aua ves
absorveu aquelle ; refiro-me aos bilhotes de seres.
Sao as series de seis bilhetes e vendem te pelo
preco de cinco, isto com 17 "/, de abate em cada
bilhete, e valem estes em qualquer das seccoes den-
tro do mez da emissao.
Na companhia de Olinda slo le 28, 29, 30 ou 31
viagens de ida e volta as series ltimamente crea-
das por espontaneidade da directora, indepen-
dentemente do offerecimento de bases para um con-
tracto, e e com o fim de satisfaser a exigencias
de velbos moradores das localidades percorrids
pela estrada; e alias ae vendem cm am aba-
te de 50 l0 sobre os actuaes bilhetes avul.-es; que
alo slo aqelles, como j dase, mais caros, que e
contracto da companhia d-lhe o direito de cobrar...
Reiembre-se agora a nature a de uma e outra
exploradlo e diga se qual dau dnas vas frreas
efTectivamente di maior abate, un beneficio
dos passageiros constantes da linha, nicos
para os quaes ser vem as series ?!
Nlo resta duviia que a de Olinda.
E emquanto nao me provarein o contrario julgo
maia este ponto veocido.
Assim entrarei, neste mesmo artigo, na consilc-
relo da nova aasignatura de 2* classe da compa-
nhia de Caxang ; assigaatura que hoje nlo tem a
companhia de Olinda, mas qui) terd amanha na,
pata si, justa medida, conforme vi n'nma carta que
o gerente cacreveu a redacolo desta folha e foi pu-
blicada na Revista Diaria, em lias do mes passado
ou coineco do corrente.
O digno gerente da compan ta Inglesa, d.-anta
do ditficil problema de adoptar uma assignatura
na 2a classe, como exiga a lei provincial pela
qual era permittida a innovacio do contracto da
companhia, acertadamente aduptou um typo novo
para taes bilhetes, despresando o aotigo como im-
proprios ; e offereceu-se para sibstituil-os por um
pequeo tallo contendo o numero de bilhetes avulsos
suficientes para 80 viagens meosaes, sob a condi-
c!j nica o exclusiva de serena taes bilhe'ei iu
traosmissiveis, como slo em toda a parte as assig-
naturas ou biltietes de perodo. .
Impressos, porm, taes bilhetes, segundo sei,
por testemunbo insuspeito, um i commissae, cheia
de indignacio contra o acto da companhia, foi at
a preseoca de delegado do f overno, de pacifica
memoria, para reclamar contri o que cbamaram
uma rutrieco odiosa contra aos bros nacienaes (I),
demonstrando ao mesmo tempo a conveniencia pu-
blica (!) que bavia no sentido de serem taes bilhe-
tes transmissiveis. E 8. Exc: sem se pre ocular
com o absurdo de uma atsignalura tranitnisiivel,
termos que ae repellen) e se eontradizem, cousa
nova nos sasmrs da t*oa os saminhos de ferro que
conbeco ; sem se lhe dar que a companhia ficasse
prejudicada, porque para S. Exc. o Sr. presidente
de ento. toda a companhia era lesiva do mteresse
publi o (! !), pi'Lucipalineute se, tinha a desgraca^
de ser c impanhia inglesa ; fcilmente se convmceu
qne de outro modo na pedera ter pensado ; E,
ai d'ah, s se learbrou qus a pronuncia dis um
in, ebe da garganta para o naris, com o machi
nsmo das eyllbas que vam e... se perdem no
espaco.
Eotlo fi chamado a sua preseoca o digno
gerente, para que em vista da reclamacao do com
mercio (enorme injustica!) ficasse certo de que
tiuha ouvilo mal. Jamis poderia concordar um
delegado do giverno, protector dos traeos, com
as assignaturas intransmissiveis, e e prova evi-
dente eslava em que o contracto, assignado pelo
gerente, e guirdado na secretaria, nio tinha tal o
impertinente in e sim positivamente, ntidamente :
transmissivel...
Nio estranbe o leitor que eu, que alias nlo sou
accionista da estrada de Caxang, tai ao tacto es-
teja de sua historia n'este ponto; accompanhei
os i qu-stJo par passu; porque sempre ti ve em
grande nata as habitaces techacag da adminis-
traclo^ da compauliia ingleza e sobre tudo sempre
julguei adsump'.j de magna i np rtancia esse d i
preco das passageas das liabas suburbanas entre
nos, eatre nos. entre nos, repito tres vezes...
E assim foram crialx. contra a voutade de
exp.-essa quu.m praticamrnte coubeeia a q.iesto o
de vera, por simples bom seoso, offerecer a opioiio
mais aceitavel, quauio muito no caso de ser dis-
cutida desialeressudamen'.e. Assim foram realme.ru
criadoa esses bilhetes ao portador qus slo hoje pe-
didos tambera para a estrado, do Olala ; esses bi-
lhetes veodidos p.r agora ..a liaht de Caxaagi,
talvez, mais por cambstas qu: u*S proprias esti-
coes da liaba. Pois, e nio ha nis'.o engan) pis-
sivel, o publici da segunda classe raramsite ple
pagar de una s vez, >i KK), 8#0J0, lOAOJO, 12/1000
precos na 3 quatro secco's d'aquel'a linha de taes
assignaturase geralment i prafdrfl co-opral-as
retalho, matando os bilhetes avulso, d: i la u volta,
e de serie i. Jogo este que Ihes facultad) polos
cambistas que os vndenlo abnx* do proco le qu i -
qi r dos outros ainia assim tiram um grande ag o.
Fcil de ver; taes bilhetes ficam, no caso de
adultos e per viagem, a
res 62.5 na 2.* claaseIa scelo
100 2.' scelo
125 3.* sseci)
150 4.* scelo
sendo que, aceitos pelo rogulameoto da companhia,
poderlo valer na 1.a classe tambem, mediante a
condiclo nica do ser piga em cada aecclo a
differeuci du 100 ris, que a qua ha entre os
precos avulsos da 1.a e 2.* classe.
E isto faz com que elles, excluidas as traeces
no calculo das porcentagens, custem meuos que o
bilhetea avulsos:
Na l* seoca 37,5 ou 18 ">/> do abate.
Na 2a dita 103 ou 25 "/. de ateta
Na 3a dita 175 ou 28 / de abite.
Na 4a dita 250 ou 31 /0 de abato.
lado a cousa i lenti: mate aura nfimo
no caso dis msnores paraos qiaes s
classe.
Vejamos, porm, o reverso da meda'.ha...
No seu relatiri id) ultimo semestre, Julho a De-
zembro, semestre que abra ige a ajplieicij das
nova'' tarifas, diz a directiria da ompaihia, em
Loudres :
The increase of trafile whicb t-Jok place du-
riug the latter rai.itbs of 1355, aud oa waich
the Directois foualed tbe aol uureasoaable er-
pectation of a similar increase durr-)g 1886, has
unfortuuately not beeo maintaiaed.
E dis miis auiaute com palavraa, que alia nlo
espantarlo a qualquer iuliviiuo q 10 nio seja vi-
sionario ou maniaco p)r amor asa prinepios ab
stractos da economa poltica :
The traffie receipes for the hilf y iar shew a
decrease of Mils : 4.394J380 oa the correspou-
diog period of last year. o
Ora, vom a propisito esta e i -si lerae).
Eu sempre ti/e os grevistas de OiiuJa ua onta
de gento muito sena e cavalheira, iuc^paz de se
querer lucuple:ar a costa de terceiro ; pelo meaos
eu o disse desie o cornejo, toulo agreve com) uma
mera distracclo. Nlo fra assim e eu aqu mi)
viria. Estou, poin, aociosi por vel-os, a explicar
diante deste argumento, o erro econtmeo que eu,
como a directora, tambera sustento...
E pjrquc nao o verei; si elles, qu: fundaram
at um club, sob responsabilidade de respeitaveis
nomos, j o promettero ?
E c mecaram logo na prmera scelo como h-
meos orticos. Senas vejamos. Cemecaram Isgo
dando um-; l\c nbia, nio mandando publicar o nome dis f2pas-
sageiros que compareccram; parque, certameote,
ficaria a acta que ua terca-feira deram com 62 li-
ntel de mais...
Isto, lembrou-me, logo d'aquelle caso das liccoes
de economa, nae quaes, qu^m se propunha a dal-
as c.tneciva p ir apagar a vela at qu uma bella
noite embatucou, ficando sem ter respjata quaudo
ao il-a de novo accender, vio um dos discpulos
atacar as caifas... Entenderao dcipulo que, para
conversar no escuro, era medida econom.ca nio
deixar que as calcas se poiseem ca cadeira.
Seja, porm, como fr comece e hei de acabar.
Mas esto ahija muitasdas mint>asimpagaac<5e*.
Eotre os grev'stas ha quem saiba iuglcz e ha at
disposto a patrociaal-os em tudo quanto quizerem
quem conbece a liogua mais. que a sua propria,
nio restar Juvida, pois, que estes ultimes argu-
mentos serio entendidos c comprehendidos.
No entretanto eu prosegu i ei.
preco
na 1*
isenrSo de dlreltos de exporte-
cao ao assaear
Por telegrammas da corte auppoe se aoosrc na-
fre o governo e a commisklo de seamente ae sea-
tid i de exeeptusr-se o as ucar dos direitos *sz-
pirtaco.
A medida tem por mira amparar de algona sur-
te uma in Jastna, qu : por cansas complexas nar
circujistaoeias o amuralla lis cha se agui-
sante, ao passo que j co.itr.ojio para o mv-
mento gpral do commercio do imperio eom valar
excedente quareuta mil cintos em melbires sa-
pos de sua explor^clo.
E' cert SMS a ini Mtria H.a.i"areira do aspe-
no reclama uor p ovidencias que a ampien Oa
estoreos e recursos solados dos industriaes srta
slo bastantes para livrarem-n'a da anoiquilaojst
a qua *a rraata por um lado a exuberancia do pro-
ducto saechirino a p)i H de exoeder ao eoaaassc
universal, e por outro 8 baixa dos precvs rente
tau'o do sasprege do miohinsmis jjperfeie >sste
que lhe faltam, e por meio dos quaes extraan os
outiog paizes, q :e explorara a mesma indusira,
do iu il quantii i 1 i da ui icoria pr.ma raaior aje-
centagem saccharina.
Nesta dosigualJile do c)adicoe3, quan4* os
precis nio remunerara davidamente n3m o oru-
ducto d) trabaiho indastrial por meio deprjcefsus
ap 'rfeicoados; quaa lo se croim premios direotos
grande exporta?!) na Rassia, Allernaast e
Franca; quii) ni Mauriea prOpoe-se a aMi-
ca i do3 direitos de eacpxtawl sobra o assuaar, eat
Java cousagra se is neto le direit)s e fazass-sd
adiamentos =de eaphnss, us Eitidos Ujiia
cmcel-m-se favsres alucueros a Cub, que Sea
assim en me o ores ondicoes aaquelb m real) i
quo o Brasil; parante este ejojuocso de elemen-
tos da inferioridad impissivol tambom a en-
currea.-ia de proluot) briailer) com o similar as
trangeiro n)3 d ftreates miioad.s a aae s- lai-
tina.
E vencido ahi pe i qualidade e pelo prec) cuta
j tem sido, ora pouo mus estar! m)rt, a i.
dustna, se 03 polores 1) Ettad) nio cutnpnrsn i
iever de gover la
4 suppreasii qie se nnni i :i i, p,t *"sn"
de inspiraclo n-sse dever; e oeratta u'ie -ars
o seo de ver desampara.- aa t irofis agrcolas ti
avultado numi.o Je to-abilhad>res e des ipp i.-eser
da exportacio impirtanea de tal ordem o aba-
doio d) actual syste.ua ns-a!, nio p>l,a hav;ra
menor inoertezi, sbegalat u cousn ai p sst
que esto de excder a proiucaij uaives il di ai-
sucar s necessidales d) omnercio iateruisio-
nal, dan lo a1 idntico pbiiom.-uo quanto neij-
nal om reUcl) aa oosuma interno, am ni ex-
cele 25 0').
lindaba puco lia o Joraai Jj Cjnnere'i,.
la corte, tratando deste assnmp'.o !
A uaicaesornc que resta ais D.-oiuetrat
que os poderos geraes deatasarfo-se djs dilirias
das pequeas uteresses 1- privuea, lameai ai-i
de medidas que a r. ;mp i isnJtm ierisa Ji-*-
dicci) agrcola. Aerataom que canaqas
alludem os telegrammis, aquellas paiere3 revelan
boi voata'ie eom> os eooapeteatas para a p-ar.
dencia. Urge, pjrm, que elU prolusa o isas
effeitos abrangendo n)s respeetiroa fivor-es a at-
tra proxim-unsnee a eoiber i aii4> i. ojstaaiia
doeieroicio de 1886-1887, a que pah aova .yj-
ni h i-iin fiu.-ijurjj f>i alJ : >uli o ssBis-
tre de Julho a Diz-miro di orreite auna dril,
aae sara o prioidiro semestre do eie.-eicio Sata
ceiro de 188788 ; pirque a excluir a m sin si-
fra, o fiv)r viria n servir de si opios suir
gran lo numero de agricultores.
Canhecida a relevancia da medida ou suparas-
slo das direit?s pa?o propria ficto, dee 'a nam
resulta a urgeueia de sua app.ieacl), qae aar em-
svguiure ni) leve osm p)le preni-r-se "aa aira
orcamenta exoruavameatr.
_E' este um lavar que j>r sua quaiale e asta-
reza do favoreciio ni) susoeptivei de demira at
effeetividadede saosetlastas; e asoaniieS-i pr-
sontos d; iadastria sobre q-ieelle refl;etir, afir-
raim-lha nm eai-a-t-T dsaijtinlismi imperiosa; :
nem aos altos I r > lj ". :'.> -:ar bem regi-
tear em tempo iui favor, cuja inpaueate neeetsi-
dade reeoahecm p-la sua consagradlo em lei.
(Da& dtOutubro.)
Ao Sr. Jos Marianiio
A! ver Ja Je canuda, modesta e coat t-
d. porque pura e forte ; a mentira hy-
Tribunal da Relajo
Sob esta epigrapbe vem um artigo publicado
no Diario e Jornal do Recife* de hoje, onde se
le em um dos seus paragraphos o seguinte :
Em nossa Relaco na causa eatre partes D.
Cecilia Ominarles e Anstides Duarte da Cunha
no julgamento de nm incidente sobre preferencia
de hypoth- ci, uma das partes interpos o recurso
de revista, e aumente depois de julgada esta
proseguio-se na causa principal .
Nao ecacto, antes de tudo respeite-se a verda-
de. Os autos ahi exis-em no cartorio do escrivio
Burgas, para serem examinados par quem quizer.
D. Anua Cecilia moveu acclo de bypitheca
contra sea d<*vedoi- Aristides Duarte ; veaceu em
ambas as instancias sendo-lhe adjudicado por sen-
tenca o bem hypotbecado ; desta decisio interpaz
revista Aristides : foi nesta occasilo que apparo
ceram os dous preferentes, Santiago e Gervasio,
cara embargos a carta de adjudicaco ; a revista
seguio por parte de Aristides na acclo principal, e
teudo alcanzado revista para a Relaco do Cear
all perdeu a revista.
Voltando os autos foi que se traten da prefe-
rencia eotre os tres D Auna, Santiago e Gervasio ;
este foi desattendido, e Santiagojobteve preferen-
cia na adjudieacio ; foi dessa preferencia qne D.
Anna iuterpos revista, e tambem Gervasio.
J v o articulista que nio bouve julgamento
de incidente sobre preferencia : esta s foi tra-
tada depois de julgada a acclo principal : deu-se
jsatamente o contrario do quo se disse : seguo a
revista na acclo principal, e o incidente da prefe-
rencia s foi tratado depois que a Relacio revisara
proferio a sua ultima palavra.
Recife, 22 de Julbo de 1887.
E. S. A.
Dialogo i tri As Olinda
eu mostra -
Frederice :Fosee minha a vacca
na !...
Diogo : Nio isso nlo, meu ngo, eu com os
homens da lei arranjaria tudo. Mas, o diabo
que fica f io, eu j fui procurador da companhia,
j suatentei muitas vetes o seu direito...
Frederico :Qual que Ataque Voc na
foi demittido ?
Dioga : Menos esta, wou- dispensado, o gerente me cassou o passe mas eu
anda sou procurador.
Frederico :Fosse minha a varea, e en mostra-
ra!... Havia de faser vistor a e cascar coro
uma citacio no gerente... Ha ver maior desa-
foro, do que eate de elle nao querer abaixar os
precos, obrigandi) homens qualficados audar
aqu na 2a ciasse ? I
Diogo :Deixa disso I Eu sei qna a machina
nao poda parar, da estacio at no ponto a estra-
da deseo em rampa, a vacca estava atrs de una
aracaseiros que l esto no lugar, e os trilhos es-
tavam molhados. 0 machinista fez o que pdle.
E' um cabra decidido ...
Frederico :Ora, com testenymhat, tudo se dis-
truia .. Voc am grevista podre !
Diogo : -L isso nlo Se o caso este eu vou
fallar com o advogado. Cada qual no seu pos-
to!...
A vistoria.
pocrita e oseutosa, porque fcil e dbil;
-iiz um escriptor de nota.
O biiioso artigo do Sr. Dr. Jos Manan-
to publicado no jornal Provincia de 20 d-i
carrete contra miaba humilde pessoa, pa-
caado pelo excesso de ostentacSo e ra-
quintada hypocrisia, dispertou me ap a a
o seotiraento de compaixSo e csridosamea-
te perdoei-lhe o acorvo de calumnias e a-
jurifs exarado no jornal allndido.
Ellas n;io passam de uma rocapitalaciu
de tudo quanto havia dito o mesmo Sr.
em outros artigos que j foram por m a
cabalmente refutados no Diario de 17 di
mez vigente, e, agora, para desmentir uma
fabricada por sua frtil imagiaaoao, joa
que diz que eu recebi de minha irmi 80^,
que uma escrava lhe -oadara para sai li-
bertadlo, e ii"i destino contrario, publico
o documento seguinte :
nQuincas.Declaro que inexacto tado
quanto diz o Dr. Jo3 Marianno no jornal
Provincia com relagSo ao meu mano Anto-
nio Lina da Costa Wanderley. Nunca, me
entend com aquelle Dr. sobre negocios 4
escravos e nem em tempo algum tire <-
nheiro de escravos em meu poder.
cNunca aiorei em casa de meu innSa e
nem jamis lhe fui pesada. Elle foi que
morou em minha casa e sempre me tratoc
com a canaideragao que me devida.
a Esta a verdade e muito me admira
coragem do Dr. Jos Marianno para firmar
umn inverdade valendo-se de meu nome.
Muito pode o odio.
Recife, 21 Julho de 1887.
Maria Lint da Costa Wanderley. s
Nunca disse que o Sr. Dr. Jos Marisa-
no era meu prente, e nem isso me dara
honra.
Vivo em paz com a minha pobresa qae
nao me envcrgmha, e continu S. S.
disfructar, como bem enten 1er, sua ri-
quesa.
Recifa 22 de Julho de 1887.
Antonio Lins da Costa Wanderlej.
Despedida
O tenente-coronel Manoel de Az;vedo do Na-
cimeoto, embarcando amanha com destino carta,
despede-so pelo presente das pessoss com quem
mauteve relacoes de amisade, psdindj dosculp da
nlo ir pessoalmente despedir-se, p la presteza de
sua viagem.
Recife, 22 de Julho de 87.
Toaae rom eacarroa de enage (
Um honrado negociante do Cerro Pellada, muni-
cipio de Pelotas (Ro Grande do Sul). achinda-sc
gravemente atacado de uma enfermidade pulmo-
nar, tossindo constantemente e algumas vesescom
escarros de sangue, vio sua sade recuperada com
o uso do alguna frascos d> Pbitobal dr CmbaboI.
Esta maravilbosa cura assim attestada pelo
ex enfermo, que hoje gosa a mais invejavel saide:
> Illra. Sr. Jos Alvares de Sousa Soares.
PeloUs.
Soffrendo ha tres anuos de uma tosse pertisiat
eom escarros de sangus, com carcter de uma mo-
lestia pulmonar, e depois de todo o mundo asas
julgar me perdido, resolv tomar o sea grande re-
medio Peitoxal de Cambar, e logo a tosse foi de-
clinando, deixando de deitar mais sangue, as for-
css foram revigeraodo-se e hoje, gracaa a Deas,
acho-me perfeitamente curado.
Pode faser o uso que qnisar desta minha tran-
ca declmelo e creia-me, etc., etc.Antonio Luit
de Oliveira.
O referido medicamento acba-se venda na
agencia a cargo dos Srs. Francisco aaaal
ala Silva A C. roa Marques d'Olinda n. 23.
Frasco 2*500, meia dusia 134 e dusia 24*.
A agencia remette a quem pedir, condicas isa-
pressas para-as vendas por atacado.



<

!
-t
[W]


Oiaiio de fcriuuiibiiiM) Sabbado 23 de Juiho de 1



ir
at a

ll|tne a traca da naoleatla
ua oriRena
I Urna entermidde local nio pode aer carada sim
feamente con ua tratamento Ueal. Por exemplo :
aeohuma applicaoio teita parle afectada, pie
radicalmente curar aa hemorrhoidas. O habito, o
eostume do corpo, o qual a causa primaria da
molestia deve ser mudado. Para esse fim as Pla-
las Aaaucaradaa de Bristol o mais fino alterativo
vegetal que juiaia composto, juatameole a
medicina que ae dove osar. A prisio de ventre
quaai invariavelmente a causa Immediata d'eata
aflictiva molestia. O estado normal dos intestinos
para logo mudado, mediante a accio das plalas.
A indigestfio e necio morbosa do figado, produx
constipaclo do ventre. Estes iacommodos sao
promptamente remediados com este poderoso agen-
te vegetal os orgio adquirem para lago a soa
acostumada elasticidade, poudo-se em estada de
perieita sade. Desta forma, pois, sao es sympto-
mas e a causa da mileatia conjuntamente removi-
das e alli acahatn para sempre.
Ellas se acham acondicionadas dentro de vidri -
nbos e por isso a sua conserviicio doradora em
todoa es climas.
Em todos os casos provenientes oa ^gravados
por impureza do saogue a Salaaparrilha de Bris-
tol, de veri ser tomada conjuntamente coin as p-
lalas.
Encentra se 4 venda em todas as pbarmaciaa <
drogaras.
Agentes em Pernambuco, Henry Forster & C.
na do Oommcicio n. 8.
Laninan & Kemp
Previnem o p-iblieo que existem nesta pr*ca
imitacoes fraudulentas do seu-oLBO pubc ds fi-
sado de bacalhocontra as quaes se devem
acautelar os consdfcidores, por isso que o uso
d'esses leos falsos ser em prejuiso dos
doentes.
Entre essaa falsificacoos ha urna quealm da
differenca ua puresa do liquido que s pode apre-
ciar-se comparando o oleo verdadeiro com o falso,
en,ana fcilmente os acantos, e por isso apresen
tamos as differeuces que existem dos frascos e in-
volucros :
c A circular que acompanha ida frasco deve
ser assignada porLanm i Kemp^o uao=
Lenman & Kerap -como oa falsificacao.
Osnossos frascosns tres lados descobertos
traaem em relevo no rcesmo vidro as s-a-aiotes
palavras : Cod liver oU Lanman c Kemp
New- York, em quanto que os falsos vidres tem :
ffined Cod Liver Oil=New-York.
as nossas capsulas metallicas l-se :Lan-
man & Kemp, Droguistas, Nueva York, em quanto
as falsas se l -.Coi Liver OU=Befin>.d=Nue-
va-York *
Recommendamos, poie, aos doentcs que quise -
rcm asar do nosso oleo, e retirar es resultados
maravilhosos pelos quaes se tem acreditado cm
todo o mundo, tenham todo o cuidado em cxim>
nar os frascos que comprarem, para nao seren
engaados por infames falsificscos.
Tambera ha muitas falsificado s da nossa agua
FLORIDA DB MURRAT & LARMAH, B TNICO ORIBRTAL
db kbmp, falaificacSes essas preparada geralmen
te com substancias prejudiciaes pelle e ao ca-
bello ; exijam, pas, os consumidores os verda-
deires e nao recebara outroi.
HAVBNDO BBOISTBADO KB8TB IMPBRIO TODAS AS
MOSSAS MARCAS moCSTBIAES E RTULOS, PBRVBHIMOS
CS mlTAOOBFS E FALSI*IC*D0BE8, QOB PB CEDEREMOS
COBTBA BLLES NOS TBIBCHABS, EM FBOTBOCAO DB
KO880S DIBE1TOS.
Pernambuco, 28 Jrnho 1887.
Lanman & Kemp*
Thoma Espoca
HlOt HE
Bim do luip rador n. 67, primeiro andar.
COMERCIO
Mercado do Rio de J .nelro
ULTIMA DATA -16 DB JCLHO DE 1887
CAFE'
Deposito no da 1 de Juiho.
Entradas de 1 a 14.
dem em 15.....
Vendas de 1 a 14. .
Dia 15:
Diversos portos. .
Deposito no dia 15, 4 tarde.
Durante a semana fiada
47.770
4.193
4.192
1.527
Saccat
182 885
51.961
231.843
5.719
. 229.129
venderam se 3.358
saccas que incluem 261 do dia 16.
TELEGRAMMAS
DA ASSOCIACO COMMBRCIAL PABA NOVA- HE
(Expedido em 16 de Juiho de 1887, de macha
Caf
Existencia verificada
Entrada no dia 15
Entradas em Santos
Estado de mercado
A' Urde
RIO DE JANEIRO
Vendas para a Europa e ou-
tros pases durante se -
237.000 saccas
4.000
1.000
Quieto, porm,
estavil
3.0C0 taccas
2.C00
Embarques durante a semana
para a Europa e mais pai-
ies.......
Frete para os Estados-Uoidos
por vapor......30 c. e 5 0/0.
Vapor 4 carga para os Es-
tados-Unidos.....1
SANTOS
Existencia de manha, em pn-
meiras mos.....280.000 saccas
Dita dita, em segundas mos 40.000
Entradas durante a semana 16.000
Vendas para os Estados-Uni-
dos dorante a semana 1.000
Embarques para a Europa
dorante a semana 10.000 >
Vapor 4 carga para os Esta-
dos Unidos.....1
Estado do mercado Firme.
Preco do good average #*000
Compradores a 8/, poneos vendedores.
lio > commerclal
f,'OTAgOK8 OFFiCIAES DA JCNTA DOS COH-
KECTORE8
Recife. 22 de Juiho de 1887
Acces da fabrica de Sacio e tecidos, do valer de
1:003*1 ao par.
Letras hypothecarias a 90/500 cada orna, sem
joros, do actual semestre.
Sa hora da bolsa
Veuderam-se :
20 acces da fabrica de Sacio e tecidos.
30 e:ras hypothecarias.
i > presidente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
O secretario,
Eduardo Dubeux.
Movimiento bastearlo
RECIPE, i 2 DB JCLHO DB 1887
PRACA DO RECIFE
De manha deram os bancos a 22 5/8 d. sobre
Londres e ae meio dia retiraran) para 22 1/3 d.
Mais tarde retirou o Lmdon a tabella, sem affi-
xar oatra.
PRACA DO RIO DE JANEIRO
O' bancos mantiveram a taxa de 22 1/2 d. so -
ore Londres.
O mercado de cambio etteve frouxo.
Nada consten em papel particular.
As tabellas expostas aqui foram estas :
Do Inteenaciohal :
90 djv vista
BEHRENS k Mc KA Y
New- York
ESTADOS-UNIDOS, AMERICA DO NORTE
Caixa do Correio o. 1274
Agentes exclusivos nos Estados-Uaidos da
America do Norte dos mais importantes jor-
naes e peridicos d'America do Sal.
Anonacios em qualqaer paii oa en qual-
qner folba aos precos mais baixos.
Dio-se infjrm -co 's gratis relativas ao com-
mercio exportador dos Estados Uuidos aos
commerciantes e outros interessados.
Nio compramos era vendemos mercadorias,
pil n diremos a V. onde se pode fazer ambos,
sem expectacio nem accetacis de commissio
por tal servico.
Daremos gratis, psgaodo tambem as despe-
zas de 9'lio, as prop>st*s para ijualquer es-
pecie de aonuncios.
Listas correctas, com o enderec) dos fabri
cantea d'America do Norte, os negociaotes de
comuiissio,agentes, baoqueiros etc., aos mais
baixos precos.
Opinfo daimprensa
Assim como censuramos c que nao presta reria
moa injuatos, se nao louvaasemos tambem o que
bota.
De fronte erguida, podemos diter que tem sido
esta nossa divisa oa imprensa, e jamis nos des-
viaremos de taes principios, pois todo aquelle que
asjim nao proceder estar sugeito a cabir no c c-
sagrado do publico e s r tachido de e peculad r,
e e o que nao desejamoj.
Quaodo diremos como agora vamos dizer, que os
cigirr>'s Irajs da fabrica Camacam, doj Srs. An-
drade Lima & Irmao sao bon?, acrediteu qao
ami verdade.
Somoa muito exigentes com relaco a urna b;a
fumaca ; : fumamos o que bom, e affirmareos
que anda nao encontramos cigarros melhores do
que os taes Irajs.
Eiles sao fabricados com os melhjres famos, ana
composi^o algomi agradaveis ao paladar e de
urna fumaca aromtica.
Sao iuoffeasivos ao estomago, como nao acn ta-
sa com muitos que temos fumado, devido s miaiu-
ras com que sao confeccinados.
ijut'm quiser, pois, saborear urna excelleute fu-
maba, compre os cigarros Irajs dos Srs. Audnde
Lima & IrmSo, que tora a prova de que una
verdade o que acabamos de diser.
Dr. Lopes Pessoa
Medica e operador
R. silencia ttu i Lirg.i do Rosario n.
38 Io andar.
Consultorio Ra do Bom Jess n. 37
1* andar.
C'D-sultasDas 12 s 2 horas da tir
de.
Chamados A qualquer hora, por es-
cripto.
A o a fumantes
SOBRE OS CHABUT0S DA
Fabrica Barretto
PRINCIPALMENTE OS
Com um annel designando o nomo
parisienses
Previne-se ao publico que a fabrica BARRET-
TO deixoa de existir desde que morreu Gracia-
do Barreno, seu proprietario, e desde ento
anda por ah ama chusma de especuladores que
compraram em leila > urnas etiquetas que tinhs
fabncanto a empregal-as em quaesquer charu.
para illudir os consumidores ; e como taes chara-
tos Bao vendidos qaasi de graca, ha por ahi muitoc
depsitos menos serios que os compram. Tome
bem nota o consumidor onde enosaasar charutos
da fabrica Barretto. esse deposito nSo serio,
porque pactua com os taes especuladores 4 custn
da boa t dos incautos.
Estamos organisaodo urna lista desses depsi-
tos para informar o publico, a qual brevemente
ser publicada.
A Vbbdadb.
(Do Jornal de Noticias da Bahia, n. 240.)
Fa'rica Barrio
Do Enqlisu Bank
Londres.......
Pars........
Italia........
Uamburgo......
Lisboa e Porto.....
Priocipaes cidades de Portu-
K'........
liba dos Acores.....
Ilha da Madeira ....
New-York......
90 djv v tta
22 5/8
420
520
235
22 3/8
124
124
>-b
237
242
:>45
242
2*230
aereado de aaaacar e Alsodiu
RECIPE, 22 DB JCLHO DB 1887
Aseucar
Cortina a regalar, para o agricultor, aos alga-
rirmos abaixo, uor 15 kilos :
Bianco, os melhores que
appareeem no mercado,
regulara de ....
3.* serte boa.....
I. regular.....
Hmidos e baixos .
kimenos ......
Masca vado.....
Bruto.......
Ratame......
Alaod&o
O mercado contini frouxo, nao constando ven-
das.
Futra clan de aaaacar e algo ti HEZ DB JCLHO
Assuear
Entradas Dias Sa<:cs
2*200 a 2*400
1*900 a 2*100
1*700 a 1*8)0
1*500 a 1*700
1*30U a 1*100
1*040 a 1*100
*90J a 1* 100
*700 a XX)
Barcacas ...... 1
Vapores.....
Va-terrea de Garuar
Aoimaes.....
Via terrea de S. Francisco
Via-frrea de Limoeiro .
4 21
4 19
4 20
4 21
4 20
4 20
Entradas
Somma.
AU/oddo
7.945
404
740
2J2
8.353
236
18.430
Dias Saccas
Barcauas ...... 1
Vapores...... 1
Via-ferrea de Caruar 1
Aaiinae*...... 1
Va-tenea de 8. Francisca 1
Via-ferrea de Limoeiro 1
Somma.
4 21
4 20
20
4 22
4 20
4 20
1.448
2.389
b)
1.473
651
540
6.560
Deapacboa de exportaco
HEZ DB JCLHO
Nos dias 1 4 21 foram despachados na Alfar, le-
ga os artigos seguintes :
Para /ora do Imperio
Londres. .
Plns.
Italia. ...
Hamburgo .
Lisboa e Porto .
Priocipaes eidades
New-York '.
de Portu-
221/2
422
523
136
22 1/4
46
426
528
138
143
2b0
Agurdente
Algodao.....
Asaucar.....
Bagos de mamona .
Borracha.....
Caf......
Cocos (fructa) .
Couros espichados .
Couros salgados.
Uoce......
Farinha de mandioca .
Mal......
PrancLoes de amarello.
Prauchoes de vinbatico.
24.245 litro i
530.442 kilo.-
988.520 .
15.982 .
1.885 .
34 sacc js
11.000
167
7.657
15 kiioi
711 saceos
9.12 litros
41
31
Do LoHDoa Bae
90 djv vista
Londres .
Pars. .
Italia. .
Hamburgo
Portugal
New-York
22 5/8 22 3,8-
420 424
424
520 525
287
.2*230
Agurdente
Alcoil ....
Algodao .
Assocar ....
Cajurubeoa .
Cera de carnauba .
Cocos (fructa) .
Cumai.....
Doce.....
Espanadores. .
Fariniia de mandioca
Fio de algodao .
(.'leo de mocot .
.Meo de ricino .
I'o3 de jangada
Peonas de aves .
l'rancho.'s de auorelio.
Ra"......
Resina de batata .
Sal......
Sola......
Viuho de jurubeba .
Para dentro do Imperio
.... 360782 litros
.... 14.400
66.893 kiloi
... .2,020.5471/2 .
. 80caiias
1.150 kiloi
17.150
10 canas
1.840 kilos
2 Ca lia
100 saceos
975 kilo i
60 .
5.720 .
42
20 kilos
7
676 kiloi
1 caixi
27.000 litroj
99 meios
92 caixas
Para prova do que dissemos, veio imprensa
um individuo, com a asignatura d,versos fuman-
tes, -onfirmar as nossas assercoes relativamente 4
falsificacao dos charutos Parisiense*, posta
em pratica por diversos cavalhelros de industria.
Veja o publico com que sans facn o especula
d: r pretende anda sustentar que o seu procedi-
meuto muito regular !...
Um individuo a'esses f pode compararse com
um gatuno que apanhado com um furto aa rao,
mas que nio cora, nem quer.largar a presa !
Cuidad* com oa eavalheiros de industria 1
O deposito que pactua com ess ladroeira, nSo
pode ser serio, hoj>! priocipalmeote que a cousa
est esclarecida.
A lista que vamos publicar ser t a dos dep-
sitos em que taes charutos estiverem de boje em
disote. ,
A Vesdadr.
(Do Jornal de Noticias da Bahia, a. 240
Charutus da Bahia
Os verdadeiro*
A' ra da Madre de Deus n. 38
O Calangro contina a vender de diversos fa-
bricantes, a saber :
Fragrancia : de J. F. de Simas.
Uiilidade : de U. da Costa Fereira.
Barretto : de Oraciodo Aarrntto.
Lavor : de Antero i. baves.
A Nova Alliaoca : de V. Bardoso.
Sirius : de J. C. Magalh'.s,
Almeida Machado & C.
Pernambuco.
Lyceu de Artes e
Officios
A Impeiial Socielade dos Artistas Mechanicos
e L'.beraes de Pernambuco, qu<) tem a sea cargo
0 Lyceu de Arles e Officios, no intuito de Ilustrar
as classes artsticas e manufactureras, mantm
como j bem coubecido un seo palacete, no
Para Bahia :
50 barricas com asjucar brauco.
Para Rio d- Janeiro :
1 caixa com peuna de cma.
Para Santos :
400 saceos com assocsr braoco.
400 ditos com dito mascavado.
35 pipas com agurdente.
Carregaiam diversos.
Vapor naciooal Jaquaribe, sahido hontem, levou
a c-Hi-ga seguinte :
Para Parabvba :
20 fardos com saceos vasios.
1 caixa com calcado nacional.
i'ira Natal :
6 saccas com eat.
4'J telhae.
Para Maco :
85 caixas com sabio.
1 caixio com bolachas.
4 caixas com ditas.
Para Mosaoi l
1 ca.xid com cigarros.
1 caixa com doce.
Para o Ceari :
26 fnrdcs com xarque.
Para Acarah :
2 barricas com asiucsr braoco.
Para Camossim :
1 barrica com assuear brancu.
6/2 ditas com dito dito.
100 caixas com sabio.
Carregaram diveis.-s.
Xav-loa a carca
Estio sendo despachados os seguintes :
Brigae illemio /. G. ficht, assuear, para o Rio
Grande do Su).
Birca iagleza Usseo, algodio, para o Bltico.
Barca portuguesa Claudina, diversos artigos, pa-
ra o Porto..
Barca nacional Mimosa, diversos artigos, para
o Porto.
Lugar portugus Jos Ettevao, cauros, para o
Porto
Vapor nacional S. Francisco, diverses artigos,
para os portos do sul.
Vapor nacional Gtnhy, varios gneros, para os
porlos do sal.
Vapor nacional Arlindo, diversos artigos, para o
Rio Grande do Sul.
Navloa a deaearga
Brigje portuguez Armando, varios gneros.
H.rc adema Hama, kerosene.
Barca nacional Marianninha, xarque.
Escuna allema Fritt, xarque.
Escuna oorueguense Beform, xarque.
Lugar sue.-o Armida, varios geaeros.
l.i-'-.r ea-c i Ims v-\rios gneros.
PaUchj ulleuij Norddu'.sche Samarte, varios
gneros.
Patacho inglez Echo, carvio de pudra.
Vapor nacional Ipojuca, varios genero i.
Campa das Princesas, aulas de diversas linguas e
scieucias, as quaes funecionam t m todos os dias
uteis, das 6 as 9 horas danoito.
Com o mesmo iutuitsmantm ella ama pequea
e m?d.sta bibliotheca, que com p itnorioos dona-
tivos, augmenta-se de dia para d a, e fraoqa' t-
da ao publico em geral diariameite, s m -sm ia
horas aeima, o assim como um pequeo musen
artstico.
Assim, pois, com o mui sppli.odido atento de
tornar bem conhecidj o progresso das artes e
officios entre nos, a perfeicio e utilidade de seus
productos, faser conbecido seu i autores, bem
como os lugares de seos estabelecimento, kji de
facilitar a sahida e o consum aleles, promove
todos os auaos, para o da de s<-u anuir, rsario,
segundo disp5 o 6 do art. 2 dos seus estatu-
tos, ama expjsicio dos trabalhos d'artes o officios
e manufacturas.
E' para a consecucio de tio aperfeicoad > quio
vsntajoso fim, que a directora da Socedade Vem
pslo presente solicitar de todas aquellas pessoas
que possucm por pergamioho o trabaloo, sua effi-
cas concurrencia 4 expoaici) que em ovembro
deate anno se efectuar em sua sede, Lyceu de
Artes e Officios.
Cumpre tambem a ella fazer conhecedores os
Ilustres seuhires e seohoras qu- oquizerem hon
rar com seus productos, os seus direitos e
Deveres
I.0 Deverio at 15 do dito inez enviarem as
amostras de seus vendaveis productos para o dito
Lyoeu. .
2. Em todos os objectos devirio acompaobar
o nome do aator( ou proprietario dos mesmos.
3. Ser imprescndivel em todo e qualquer
objecto a declaracio do preci e lugar de sua fi-
brina ou deposito.
4. Que os ubjectos para a exposicao devem sai
tal qual es costuma fitzer c veuder.
Ulrcllo
Art. 8o do regulameuto da Exposicio Artistico-
Indastrial :
Somente aos expositores permittido abrir as
vitrinas para mostraren) aos visitantes os seus
productos.
A directora, co.iscia de que muito se esforca-
rio para o faustoso resultado deate certamen tio
proveitoso e lisongciro a todas hb classes indus-
triaes, antecipa seus devidos agradeeimeotos.
Secretaria da Imperial Socedade dos Ar'istas
Mechanicos e Liberaos de Pernainbueo, em 30 de
Jnnho de 1887.
O Io secretario,
Paterniano Barroso.
Dr. Baptlsta Fragoso
Medico. Consultas das 10 s 12 n > 1
andar da Pharmacia Francesa ra do
Bario da Victoria n. 25 entrada pela ra
de Paulino Caiuar?, antiga Gamboa do
Carmo. Residen ;a estrada do J Barros n. 24.
Clnica do Dr. Silva Ferreira
Especialidades. molestias de Seuhoras e de
pelle. i
Consultas de i s 3 horas.
Ra da Cadeia o. 53.
Residencia temporariaPont: d'Ucboa n. 55.
TELEPHONE117
Dr. Costa Gomes
1IIIIKO
34 Ra do Mrquez d^ Oiinda34
Primeiro andar
Ceosultas de meio dia s 3 horas da tarde
RECAriTULACiO DO AS8UC1R
Para o exterior 988.52o kiloi
Para o interior 3,020.547 1/2
Scmma 3,009.067 1/2
Vapores dcapactiadoa
Vapor francs Y Ule de Maranhao, sahido
tem, levou :
lon-
Paua da Alfandesa
SUMABA DB 18 A 23 PE JOLHO DB 1887
Aisucar refinado (kiio) ....
Assuear brauco (kilo) ....
Assuear mascavado (kilo) .
Alcool (litro).......
Arroz com casca (kilo) ....
Agurdente e ..... .
Aigcdio (kilo)......
Borracha (kilo)......
Couros seceos salgados (kilo)
Louros seceos etpichados (kilo) .
Couros verdes (kilo) .....
Cacao (kilo).......
Caf restolho (kilo).....
Carnauba (kilo)......
Careces do alrodiu (ki.'oj
Carvio de pedra d< Cardifi (toa.) .
Caf bom (kilo)......
Cachaca (litro)......
Farinha de maudioca (litro) .
Pumo restolho em rolo (kilo) .
Fumo restolho em lata (kilo)
Fuun bom (kilo)......
Fumo em folha bom (kilo) .
Fumo em folba ordinario (kilo) .
Genebra (litro)......
Mel (litro)........
Milho (kilo).......
Taboados de amarello (duela) .
accio. Estio encarregados desse pagamento os
agentes Pereira Carneiro & C
CARRIL DE FERRO
Trilhos Urbanos do Recife Oiinda e Beberibe,
25 dividendo, razio de 8 0/0. O pagameuto
faz-se n< escriptorio da companbia as tercas e
sabbados.
Memorial
T marcado para pagamento di terceira e ultima
I restacio, na razio de 4) 0.0, das aci;6 a ultima-
mente emittidas pela Coupanhia do Bebebii :.
O Kr. Jos Joio do Amorim, tbesoureiro da
Cohpanhia ds Fiaoo B Tbcidos, est recebeodo a
primeira prestacao, na rzio de 10 O/U, das ac
i,oja ltimamente emittidas para o levaiitumento
da faorica da Torre.
O praao marcado para tal recebimento termina
no dia 27 do corrente.
A directora da Estrada de Fbrbo db Ribeibo
ao Bonito marcou o prazo de 60 Jias, que termi-
nar a 4 de Agosto vindooro, para os accionistas
recolUerem a 6.* entrada de 10 0/0 do suas a-
c5es.
C ui o descont de 4 0/0 e at 30 de Setemb-o
vindooro, serio substituidas oa Tuesocbabia db
Fazenda as notas do valor de 24000 da 5.* estam-
pa, 5*000 da 7.* e 10*000 da 6.*
Importar
Vapor, nacional Ipojuca, entrado dos
portos do norte, em 22 di coren e con
signado Companbia Pernambucano, ma-
nifestou :
Algodao em rama 460 saceos a H
Burle & C, 168 a Luiz Antonio Siqueira,
129 a Borstelinann <& C 73 a Joaqui n da
Silva Carneiro, 17 a Gomes de Mattns Ir-
adas.
Borracha 15 barricas a Jos Krmise
C.
Cama 5 garajos ordem.
Couros salgados seceos 102 a Baratel-
mann (i C, 62 a Joaquim da Silva Car-
neiro.
Courinhos 44 atados a Abe Stein d C ,
8 a J. Krause & C.
Ferragens 1 voluine ordem,
Queijos 2 caixas a Gomes de Mattos Ir-
maos.
Vel-.s 16 caixas ordem.
Exportaco
aaerra. 21 db jolho db 1887
Para o exterior
barca portugueza Claudina,
EDIT1ES
O Dr. TKomaz Oarcez Paranhos Montene-
gro, commendador da imperial ordem da
Rosa, juiz de direito especial do commer-
ci desta cidade do Recife e seu termo,
capital da provincia de Pernambuco, por
S. M. o Imperador a quem Deus guar-
de, etc.
Faco saber aos que o presente edital virem ou
delle noticia tiverem, que por pirto de Jos Viei-
ra de Siqueira Ferraz, Ihe foi dirigida a peticio
do theor seguinte :
Illm. e Exm Sr. Dr. juiz de direito especial
do commercio. Jos Vieira de Siqueira Ferraz,
na execucie contra os berdeiros de Joio dos San-
tos Co.'lbo, requer a V. Exc. que se digne mandar
citar por edital os ausentes em lugar acert e nio
sabido, Maooel Lourenco dos Santos Coelbo e O.
Mara Francisca dos Santos Cielho c seu mando
Hygino Rodrigues Pereira da Silva, para verem
o supplicauto na ri neira audiencia d'este juiz i,
assiguar os seis dias da lei penbora do sitio em
Campo-Grande, e verem ae^uir os mais termos da
menina at final liq Os supplicados j foram citados deate modo pnra
a p nhora em diobeiro. Peda deferimentoE R.
Me.Recife, 18 de Juiho de 1887. O solicita-
dor, Thomaz Segismundo de Almeida Barros.
(Estiva sellada ua forma Ua lei com urna esUmpi-
lha.de 200 ra., legaltneute inutilsada).
,. E mu se uio continha em dita policio aqui
bem e fielmente copiada, depois via-se o despacho
do tbcor seguinte :
Como pede. Recife, 21 de Juiho de 1887.
Montenegro.
E mais se nio continua cm dito despacho aqui
bem e ti. I h ote copiado. E u virtude di despacho
aqui copiado o respectivo escrivii fez passar e
prseme e lital, pulo qual e seu theor cito a Ma-
noel Lourenco dos Santos Coelbo, D. Mana Fran-
cisca dos Santos C'je(ho e Sc marido Hygino Ro-
drigues Perrira da Silva, para verem o supplican-
te na piimeiri audiencia d'este juizo assignar os
seis dias da I i psnhora ds sitio em Campo-
Grande, e verem seguir os mus termos da mesma
at final liquid ct>, com peni de revelia.
E para que cbdg'je ao conhecimeoto de todos
mand'/i passar o presente edital que ser publicado
pela imprensa e affixido no: lugares do costumo.
Dado e pissado nesta cidade do Recite, cap-tal
da provincia de Pernambuco, ais 21 de Juliu de
1887.
Sibscrevj e assign). Recife, 20 de Juiho de
1887.O eserivo interino, Eneas do liego Bar-
Barros Falcao.
Thomaz Gareei Paranhos Montenegro.
O Dr. Tiio naz Grtroea Paranhos Mintene-
gro, eomateniaaW da Impuriul Ordem
da R >sa e juiz do dir<-ito especial do cora-
m^roio dest> ciiada do R cife, capital
da provina d<; Pernambu.-o, p^r S la-
g-istade o Imperador a quem us guar-
de, etc.
Faz saber aoj que o presente e lital virem ou
delle noticia iiv. rer, qu: se ha de arrematar em
pra?a pub ca deitf juizi, d-^piis da respectiva au-
dii-ncia di da 18 de A; sto di correte anno o
s quinte :
LJji sitio cim trea meias aguas, sito no largo da
Casa-Forte, freguezia do Poco da Panella, me-
diad i de treniu 65 osetros e 60 centmetros e o
fundos d mircuidi com o sitio do Lima, tend o
mesmo muro cm ruina ua frente o ludo mais em
aberto, cacimb'. propria, tendo urna das meias-
aguas 8 .n- tros e 10 e-;utimetros de trente, e de
fu ido 4 metros e 40 centmetros, a outra com as
Pelo vapor nacional Jajuar\be, para :
l'arahybi 7:0 0*000
vlossoi 23:550*000
tleadiitieato publico
Kl.-Z DB JOLHO
Al/aniega
mesmas dimeososs e outra cornil metros e 15
centmetros de frente e 6 metros e 15 da fundo
avaliado em 1:000*.
Um sitio com casa de vivenda e sotio, sito aa
estrada do Mooteiro, fregueza do Poco da Panel-
la, tendo a casa de vivenda 4 jaoellas de frente,
portio de ferro ao lado, parte do maro aa frente
e parte em cerca e tudo mais em aberto, c"u 2
salas, 5 quartos, co3nba fra,dispensa e mais as
quarto coatiguo, casa para banho, coxeira e estri-
bara, quarto para creado, jardins ao lado, cacim-
ba propria, terraco oo fundo, diversas arvoredos
fructferos, sotio < m sali, mediado a mesma ca-
sa de frente 10 m -tros e de fundo 18 metros e 30
centmetros avaliado em 3:000*
Vio a praca por execucio que move Antonio da
Silva Ferreira Jnoior contra D. Luixa Marioho
da Costa Alves e outros.
E oio havendo I tocador que cubra o preco da
avaliacio pelo preco desta, ser foita a arremata-
cao na frm da lei em vigor.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mande passar o presente edital que ser publica-
do pela imprensa e affixado nos lugares do css-
tume.
Dado e patsado oesta cidade do Recife e seu
termo, capital da provncia de Pernambuco, aos
21 dias do mez de Jaiba do anno do nascimento
de Nosso Seuhor Jess Chri:to de 1887.
Subserevo e assigno. Recife, 22 de Juiho de
1887. Oeserivio interino. Eneas do Reg Bar-
ros Fulc-a-j.
Thomaz Garcez Paranhos Montenegro.
O Dr. Joaquim Corroa de Oliveira An-
drade, juiz de direito de orphaos e au-
sentes, nesta comarca do Recife e sen
termo, por Sua Magestade o Imperador
a quem Deus guarde etc.
Fico saber aos que o presente edital virem oa
delle noticia tiverem que fiea marcado o prazo de
30 dias para os interessados apresentarem perante
esto juizo soas reclamacoVs sobre a ordem de pre-
ferencia na classificacao dos escravos que teem
de ser lioertados pelo fundo de emancipacio, 7a
qoota :
Eecravas casadas com homens livres :
1 Joanoa, parda, 27 annos, de D. Coostantina
Ferreira da Si!.-a.
2 Antonia, parda, 23 anuos, de D. Mara Jos
de Jeius Pirette.
3 Ernestina, pri-ta, 21 anuos, de D. Lndovina
Ucha Carneiro Campillo.
4 Benedita, preta, 32 annos, de D. Delmira Can-
dida de Saot'Auna.
5 Auta, parda, 48 annos, de Francisco Antonio
Correia Cardoso.
Escravos cisados com mull-res livres :
6 Silvestre, prete, 30 annos, do Dr. Francisco
de Paula Corren de Arsojo.
7 Emiliauo, pardo, 39 aanos. de D. Francisca
de Pauta Cabral.
8 Joio, preto, 31 anus, de Maooel Corris de
Araujo.
9 Taeo loso, preto, 38 annos, de Silva & Alvaro.
10 Francelino, 32 annos, do Bario da Soledade-
11 Quintino, pardo, 24 ennos, do D. Mara do
Carmo Carneiro Campello
Conjugea eecravos de differentej senbores :
12 Herculaua, parda, o4 anuos, de D. Joaquina
Emilia da Silva Viilaca.
Mies viavas cu solteiras com filbos escravos
menores de 21 annos :
13 Alaria, preta, 41 annos, de D. Maria Miltana
Monteiro.
14 Francisca, preta, 18 annos, da mesma.
15 Manoel, preto, 20 annos, da mesma.
16 Rita, parda, 37 annss, do Dr. Francisco de
Paula Correia de Ar; ojo.
17 Agcstinho, pard?, 20 annes, de O- Anna Maria
da C mee icio.
Reodi mral
l> 1 a 21
dem d 'i
Renda oruviucial
De i a 21
dem de 22
540 140 i 493
47.440.813
59.205188
3 573 i 735
587:581*306
62:7781923
Pe 1 a 21
dem le 22
De 1 a 21
Id'.m d 22
Ds 1 a 21
Ide n o.
Rw.bedoria geral
650.3G0229
19:917*637
1:019*540
fecebedoria p.ujmoiai
Recife Drainage
20:937*177
87:778/232
629*741
88.407973
8:464*023
1:497*335
9:961/358
12*520
17*000
cirrega-
Na
ram :
Para o Porto, H. Rabel lo 4 barricas com 420
kilos de assuear braoco ; M. Lima & C. 401 coa-
ros salgados com 4,812 kilos.
145 Na barca nacional Mimosa, carregaram :
12 Para o Porta, B. Oliveira & C. 41 saceos com
06 farinha de mandioca.
150 Para o interior
65 No vapor nacional Arlindo, carregaram :
056 Para P^rto-Alegre, A. Oliveira & C. 2 caixas
396 com 175 kilos de doce.
1*066 No vapor nacional Guahy, carregou :
Para Bahia, M. C. Lopes Vianna 2 caixas com
100 kilos de doce.
No vapor francs Vle de Maranhao, carre-
garam :
Para Santos, P. Carneiro & C. 25 pipas com
11,750 litros de agurdente ; Moura Borges & C.
10 pipas com 4,800 litris de agurdente.
Pai a o Rio de Janeiro, T. de Moraes 1 caixa
com 8 kilos de pennas.
No vapor nacional Jaguaribe, carregaram :
Para Mossor, Amorim lrmios & C. 1 caixa
com 15 kilos de doce.
Para Camossim, I. A. Ferreira 1 barrica com
: 0 kilos de assuear braoco.
Para Acarabu, Oliveira & C. 2 barricas com
198 kilos de assuear branco e 1 bairica com 70
ditos de dito refinado.
Mercado Municipal de Jos
O uovimento deate Mercado uo dia 22 de Jalbo
foi o seguinte:
En'ritmin :
23 i/2 Wois pesando 3,186 kilos sendo de Oliveira
Castro, 13 e 1/2 ditos de 1* qualidade e
10 ditos particulares.
626 kilos de peixe a 20 res
85 cargas de farinha a 200 ris
25 ditas de froctas diversas a
300 rs.
8 taboleiros a 200 ris
11 Suinos a 200 ris
Foram oceupados :
21 columnas a 600 res
22 compartimentos de farinha a
500 ris.
22 ditos de comida a 500 ris
63 ditos de legumes a 400 ris
32 ditos de fasendas al*
18 ditos de guio a 700 ris
11 ditos de frescuras a 600 ris
10 tainos a 2*
8 ditos a 1*
A Oliveira Castro & C.:
54 talbos al*
N'orddeutsche Seewarte4 flenry Nuesch & C
Osseoi W. Sons & C-
Polstyernen F.useca Irmaos & C.
Reforma H. Landgren & C.
Ville de Maranhao Augnste Labille.
SURTAS NO LAUABAO
Araucania Wilson Sons 4 C.
Auna Hermano Luodgrin.
O agnal # indica ter a embarcacio sabido boje.
Vapore entrar
DOS PORTOS DO 801.
Financeamanhi.
Pernambuco a 27.
Nevaa 29.
Gamilloa 7 de Agosto.
Trenta 14.
Espirito Santoa 27.
La Plata-a 29.
DOS P0RTO8 DO NORTB
Paraboje.
Espirito Santo -a 3 de Agosto.
Manosa 12.
Pernambucoa 24.
DA EUROPA
La Plataamanhi.
Magelana 31.
Senegala 4 de Agosto,
Mondegoa 10.
Taguaa 24.
DB LIVERPOOL
Scultorboje.
DB BEW-TOSK
Alliancaa s9.
Vapores *bir
Pari boje, s 5 horas da tarde, para os portos
do sul.
Arlindoamaobi, s 4 horas da tsrde, para o Rio
Grande do Sul, tocando no Rio de Janeiro e
Santos.
La Plataamanhi, para Buenos Ayres, com escala
por Baha, Rio de Janeiro e Montevideo. ,
GuahyAmaobi, s 4 horas da tarde, para a Ba-
hia, com escala por Macei, Villa Nova, Penedo,
Aracaj e Estancia.
Finance 25, s 4 horas da tarde, para New-
Tork, com escala por Maranhao, Pai, Barba
dos e S. Tbomaz.
14*400
7*500
1 *6001 dos e S. Thomaz.
2*2001 Pernambuco 28, s 5 horas da tarde, para os
portes do norte.
8. Fraucisco 28, s 5 horas da tarde, para Ma-
cei, Penedo, Aracaj e Bahia.
Neva i 29, 1 hira da tarde, para Southamp-
ton, tocando em Lisboa.
Allianca 30, s 4 horas da tarde, para Bahia
Rio de Jaoeirj e Santos.
Magellan 31, ao meio dia, para Valparaso.
11*000
ll/OX
25*200
32*000
12*600
6*600
20*000
8*000
54*000
235*620
4:542*000
4:777*620
275
400
-20
*366
014
16/000
460
700
037
405
5B0
720
720
400
200
040
400
100*000
luro e dividendo
Estio sendo pagos os seguintes :
DIVIDA PUBLICA
Apolices geraes e provinciaes.
LETTBAS HTPOTHECARIAS
Do Banco de Crdito Rsal, 7 0/0, ultimo
aterir.
BAKCOS
Crdito Seal de Pernambuco, 2. dividendo,
lasio de 5 0/0 sobre o valor das entradas reali-
zadas do capital, ou 3*000 por accio.
Brasil, 67. dividendo, na raiio de 9*000 por
Oeve ter sido arrecadada nee'e dia
a quantia de
Kendimento do dia 1 a 21
Foi arrecadado liquido at boje
Precos do dia :
Carne verde de 320 a 00 ris o kilo.
Carneiro de 720 a SX) ris dem.
Sumos de 560 a 640 ris dem.
Kannha de 200 a 24 i ris a cuia
Milho de 26 J a 320 ris idem.
r'cijo de 560 a 800 idem.
tlaiadouro Publico
Foram abitidas no Matadouro da Cabanga 86
rezes para o consumo do dia 23 de Juiho.
Sendo: 63 rezes pertencente a Oliveira Castro,
!*. C, e23a diversos.
se-
?ZM lllnhflrn
RBCBBIDO
Pelo vapor nacional Ipojuca, para :
Do Natal :
Monhard Huber & C. 1:000*000
Machado & Pereira 600*000
Soasa Bastos, Amorim De Maco :
Gomes de Mattos lrmios 5:304*710
Rodrigues Lima & C. 700*000
De Aracaty :
Cramer Frey & C. 2:272*760
BXPBDIDO
Pelo vapor francs VdU d: Maranhao, para :
Bahia 50:000*000
EmbarcscSes aurtaa no porto
tZ de Juiho
NACIOMAES
Arlindoconsig. Pereira Carneiro & C.
Armando Loyo & Filho.
Guahy Companhia Bahiana
Ipojuca Companbia Pcrnambucana.
# Jaguaribe Companbia Pernambucana.
Lamego(canhoneira ds guerra).
Marianninha consig. Baltar Oliveira & C.
Mimes 4 Baltar Cl.veira & C.
Mariuli, VilA Loyo 4 Filho.
Mnnlah Companhia Pernambucana.
Pirapama Companbia Pernambucana.
S. Francisco Companbia Pernambucana.
ESTRAKOEIBAS
Armidaconsig. Fonseca lrmios Claudina Loyo & Filbo.
Echo Wilson Sons & C.
Fritz Baltar Oliveira & C.
Gesine Pereira Carneiro & C.
Han i a Fonseca lrmios & C
Imea ordem.
J. G. Fichti F. R. Pinto Guimaries.
Jos Este vio Amorim Irmaos & C.
ero
Navios a entrar
Arielde Terra Nova.
Bella Rosade Terra Nova.
Camoesdo Porto.
Clutade Terra Nova.
Erutede Hamburgo.
Emola torde Terra Nova.
Florence de Terra Nova.
Farfrardde Liverpool.
Honborgsundde Cardiff.
Leanderde Terra Nova
Mariade Terra Nova.
Marioho Ido Rio Grande do Sul.
Marinho IXdo Rio Grande do Sul.
May Cory de Terra Nova.
Meta Sophiade Hamburgo.
Petuniade TeraNova.
Postivodo Rio Grande do Sul.
Veritssdo Porto.
Withelmioede Hamburgo.
Mov me nio do porto
Navios entrados no dia 22
Valparaizo e escala 10 dias, vapor Dgle
Araucania, de 1,806 toneladas, com-
mandante Charle Adey, equipagem 72,
cargi varios gneros; a Wilson Sons
&C.
Santos 13 diae, barca sueca Anna, de
516 toneladas, capitao A. Wddenberg,
equipagem 12, em lastro; a Hermn
Landgren & C.
Sahidos no mesmos dia
Liverpool e escalaVapor inglaz Arauca-
nia, commandanto Charle Adey, carga
varios gneros.
SantoB e escala Vapor francs Ville dt
Maranhao, commandanto A. Viel, carga
varios gneros.
Camossim e escalaVapor nacional Ja-
guaribe, coamandante Antonio Mana
Ferreira Baptiata, carga varios genero.
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liario de PernanibucoSabbado 23 de Julho de 1887
Conjuges com fiihos menores d! 21 maos :
18 Marcolino, pardo, 50 tinaos, de francisco An-
tonio de O.iveira.
13 Mara, semi-branca, 55 annos, do meimo.
Mis va vas cu solteiras. com todos os fi.nos
livres :
30 Sabina, parda, 21 annos, do Di. Antonio J a-
q lim de Moraes e Silva.
21 Luisa, parda, 34 annos, do Dr. Luis de 8alai;ai
Moscoso da Veiga Pesaos e Mello.
22 Isbel, preta, 40 annos, da D. Maria Magia-
lena da Aveliar.
23 Sebastiana, preta, 26 annos do Igoacio Al ves
Monteiro.
24 Justina, preti, 27 annos, de D. Maria Clara
Carueiro Machado Ros.
25 Joanna, parda, 24 annos, de Antonio J.s
Duarie.
26 Silveria, pardn, 31 annos, de D. Maria Gal-
ina da Silva Braga.
27 Leopoldina, preta, 35 anno, de D. Francisca
Leopeldiua da R>cha.
28 Vieencia, preta, 37 annos, de Jos de Bo
Nunes draga.
Escravas solteiras c sem fi.h o :
29 Felippa, preta, 27 annos, d; D. Maria Euphra-
sia de Azevedj e Mello.
30 Antonia, parda, 21 annos, de Manoe! Joaqun
Alves dos Santos.
31 Osminda, parda, 22 annos, de D. Guimari* de
Mendonca Alves e Lima.
o2 Silveria, preta, 23 annos, de D. Josephina Tbe-
mudo Lesa.
33 Francisca, parda, 23 annos, de D. Anna A.
Lins Vlela.
34 Geralda, preta, 28 annos, da D. Maria Ceara
Carneiro Machad i Rios.
35 Joanna, parda, 25 annos, de D. I abel Emilia
de Oliveira Ferreira.
36 Heliodora, parda, 21 annos, do J o Goncalve
Torres.
37 Lu.aa, parda, 17 aonos, de D. Anna Marques
Avila.
38 Guiibcrmina, parda, 19 annos, de Jos da Silvi.
Reg.
39 Mara, parda, 22 annos, do D. Maria da Nevea
de Miranda Uliveira.
40 Vicenca, preta, 24 annos, de Joi Jos da
Silva.
41 Felismiua, parda, 2G annos, dj bacharel Ju-
ventino do Miran la Cabral de Vasconcejj.
42 Qnteria, preta, 20 annos, d Manoel Correa
de Araujo.
43 Ath'inazia, pretil, 22 annos, do mesmo.
44 Mariu, parda, 80 aunos, de Man;el Jos da
Silva Oliveira.
45 Quitea, preta, 3"> an ios, de D Maria Lo-
poldina Fo.-r.ira L'ite.
46 Generosa, preta, 35 annus, de Manoel C*>rreia
de Araujo,
47 Justa, parda, 39 ann i, de Ignacio Ferreira
Themudo Lea-a.
48 Antonia, preta, 43 annos, de Francisco Jet
da Costa c Silva.
49 Romana, preta. 45 annos, do D. Maria das
Nevos de Miran 1* Oliveira.
50 Cecilia, parda, 45 annos, de Jjo Jos da
Silva.
51 Autonia, prets, 49 aunos, de D. Isabel Emilia
do Oliveira Eerreira.
52 Luiza, parda, 40 aunos, do Espolio de Fran-
cisco Vicente dos Santos.
53 Sabino, pardo, 17 annos, do mesm >.
Forano xcluijos do presente edital os escravos
Rosa, Maria li>sa e Isabel, p.-rtencetes ao Dr
Joaquim da Costa Rib.iro, por se acharen] liber-
tos, conforme a decLraco feilo a este juico pelo
mesmo doutor.
E para que chegoe a o eonheci ment de todos,
mandei pasear o presente que ser publicado pele
imprensa.
Dado e passrdo nesla eidade do Recite, aos 21
c'eJitbode 1887. Subscrevo e assigno =0 ea-
ciiv) interino, Tbo az Ferreira M>ciel Piakeiro.
Joaqwm Correa de Olivera Andrale.
O almiuistrador da Reccbedoria frovineml,
tendo en vista o regnlamento de 4 do corrtnte re-
lativo a cobrarlo do imposto por venda de bilhetes
de loteras de ootras provincias, scieutifica as casas
de commercio e as peas .as que no municipio do
Reeife, quizerem coutinuar a cfferscer venda
ditos bilhetes de loterits que, at o da 3'J do cor-
rente mez, devero solicitar desta rrpartieo a 1-
cenca neccssaria, satisfaxendo previamente o im
poeto decretado pela Ici n. 1884 e sea art. 1
Os refractarios ao pagamento do referido im-
posto sujeitar-se ha do 1" de Agosto en diante a
saneco dos arts. 8 e 9 do citado regulsineoto abaixo
transcriptos.
Recebedoria Provincial de Pernambuco, 7 de
Julho de 1887.
Francisco Aroynthas do Carvalho Moura.
Art. 8. A venda dos bilhetes de loteras de
entras provincias en estabclecimeotos ou por pes-
soas que nao estejain munidas da competente li
cenca, conslitue flagrante iufraeco da le e de
fraadaco da renda provincial, focando stjeito o
nfiactor perda dos billetes encontrados ein .en
poder, que serio apprehenlidos, e ao pagamento
do imposto com a malta de 2*) % qe flk sendo
satisf-ito de promp'o, ser cobrado Judicialsneote.
Art. 9. Sao competentes para < ffe-uar e J>-
prehenso os empregadoa provinciaes das repart -
oes de faxenda, os fiscacs das atinaras municipies,
hesonreiro das loteras provinciaes e autoridades
policiaes, devendo estas, alin disto, prestar sem
Ere o seu concurso, quando requerido pelo appre
ensor.
W
DbUARCES
O procurador dos feitss da faxenda provin-
cial, tendo reeebido do Thesouro Provincial a r. -
la\o abaixo transcripta doe contribuales da U
cite Draynage, relativamente ao 1* seiceslre do
exercicio de 18821883, da freguesa do Reeife,
que deixaram de pagar o ineimo imposto nc tempo
competente, declara aos mesmos csntnbuiules que
Ibes fica marcada o prazo da 3) die, a contar da
publieaco do presente edital, na couforioi la i do
disposto no art. 53 da le n. 891, para rocilberem
a importancia de seus debites na Recebedoria
Provincial, certos de que, findo o referido prazo se
proceder a cobranca judicialmente.
Reeife, 9 de Julho de 1887.
Miguel Jos d'Alm-uda Pernao.buco.
Relaco dos devedores da contribuido da Reeife
Drainage, relativa ao 1 semestre do exercicio
de 1882-1883, da freguesa o Reeife.
Praca do Chaco n. 18. Dtvid da Silva
Maia 117*957
Raa do Bario do Triumpho n.73. Joo
dos Santos Coellio 104X264
Bom Jess n. Rosa Mara Duxrte 61*243
Companbia Pernambucana n. 16 An-
tonio Diogo da Silva 30*650
Tnyutv n. 4. Anna Joaquina de Santa
Anna 30*650
Domingos Jos Martina n. 28. Antonio
G-etolio Villas-Boas 30*650
Travesea- do Campello n. 2. Antonio
Ferreira Alves 39*063
Pharol n. 44. Antonio Hcnrique Mafra 15*325
Areal n. 24. Antonio Jos P.siho 15*325
8. Jorge n. 32. Antonio Alves Ferreira 15*325
Guararapes o. 94. Antonio Moreira
Reis 15*325
Dita n 49. O mesmo 15*325
L. Maria Cesar n. 20. A'cxandrc Ro-
drigues de Almeida 155325
8. Jorge n. 42. O mesmo 15*3i'5
Dita n. 44. O mesmo 15*325
Bom Jess n. 6. Baro de Uua 78*785
Bispo Sardinha n. 4. O meemo 48*156
Maseates n. 3. O mesmo 2*877
Restaurarlo n. 54. O mesmo 30*650
Companhia Pernambucana n. 21. O
mesmo 30*650
Bom Jess n. 7. Baro de Morenos 15*325
Vigarie Tenorio n. 31. Baro de Bem-
fica 45*976
Amorim n. 21. B-rnardino da Silva
Lopes 61*301
Largo do Corpo-Santo n 23. Bento Ce-
eiliano da Fonseca Pitta Jnior 15*325
Marques d'Olinda n. 56. Capella dos
Praxeres de Guararapes 5'*l85
Bom Je=us n. 56. A mesma 54*179
Dita n. 41. A mesma 15*325
Torres n. 16. A mesma 61*301
Bom Jess. Casa de sale do porto 15*325
Maris e Barros n. 14. Candido Sodr
da Motta 18*682
Domingos Je s Martins n. 82. O mesmo 76*627
Travessa do Corpo-Santo n. 3. O mes
mo 2*877
Moeda n. 13. Clementiaa da Silva 46*975
Itaparica n. 10. Carlota Joaquina de
Carvalho 15*325
Dita n. 7. Carlota Libania Lope Pinto 45*9 76
45*976
45*976
46*957
15*325
43*3S2
15*325
15325
15*325
67*056
15*325
61*301
17*929
15*325
15*325
15*325
:5*326
28*754
.28*056
15*325
50*361
18*203
18*203
15*325
16* ,25
61*301
15*325
'.9*591
32*852
82*425
45*970
61*3;:
15*325
13*203
S. Jorge n. 31. Candido Machado Car-
Jfneiro 15*325
Guararapes n. 52. Carlos Alves Bar-
bosa 61*132
Travessa dos Guararapes n. 2. Candi-
do da Silva Viera Lasser 15*325
Baro do Triumpho n. 39. Carlos Al-
ves Barbosa 15*325
Pharol n. 36. Celina Baptista dos
Santos 15*325
Beeco Lirg n. 1. Domingos da Silva
Araujo 45*976
Prac do Chaco n. 18. David da Silva
Maia 30*650
Bom Jess n. 39. Francisco Jos Re-
galo Braga 30*650
Becco da Piodoba n. 6. O mesmo 15*325
Dito do Tapido n. 1. O meemo 15*325
Restauracio n. 30. O mesmo 15*325
D.ta n 32. O mesmo 15*325
Dita u. 51 O mesmo 82*623
D. Maria C.'sar n. 21. O mesmo 61*535
Viscoase t Iaaparica n. 25. O mesmo 83J '-""'
Dita n 2. O mesmo 53*061
Restauracao u 24. Francisco Nunes
dos Sautos e outro 15*325
Bispo Sardinha n. 10. Francisco de Pau
la Borges 15*325
Vigano Tenorio n. 29 Francisco Ro-
drigues dos Pasaos e outros 45*976
Tuyuty n. 6. Felipp) da Costa Dou-
rado 46*717
Pnarol n. 56. Francisca Maria do Ro-
sario Miranda 31*392
S. Jorge n. 35. Francisco Duarta Ro-
drigues e outro lS*32g
Guararapes n. 70. Francisco Duarte j
Rodrigues c outro 15*325 ,
Dita n. 83. Francisco de Miranda Lal
S.ve 15*325
Domingos Jos Martins n. 4. Galdino
dos Santos Nune de Oliveira 47*929
Dita n 36. Herdeiros de Joanna Ma-
ra da Trindade e outros 45*976
Barreto de Meoexes n. 9. Herdeiros
de Joanna Maria Pereira Vianna
Tuyuty n. 5. Os meemos
Companhia Peruambucana a. 18. Os
meemos
Traveeaa do C>rpo Santo n. 26. Os
meemos
Dita n. 30. Os meamos
S. Jorge n. 93. Os mesmos
Dita n. 95. Os icesmos
Oita n. 97. Os mesmos
Commercio n 16. Herdeiros e nlhoj
do Dr. Abilio Tavares
Vigano Tenorio n. 6. Herdeiros de
Francisco Autonio Duro
Dita n. 18. Herdeiros de Francisco de
Paula Correia de Araujo
Barreto de Menee n. 4. Herdeiros de
Jos Joaquim Das Fernandos
Guaiarapes n. 29. Herdeiros de Feliz
da Cunba Teixeira
Bom Jess n. 53. Padre Ignacio Fran-
cisc > dos Santos
Restaurarlo n. 50. Isabel Maria da
Fonseca Sjares
S. Jerge n. 43. A mesma
Ditin. 81 Irmandade de Nossa Se-
nhora do Bom Tarto
Pharol n. 81. A mesma
Thom de Sonsa n. 1. Irmandade do
Divino espirito Santo
O mingos Jos Murtim n. 20. Irman-
dade das Almas do Reeife
Dita n. 38. A mesma
Restauracio n 11. Irmandade da Con
cico de Beberibe
S. Jorge n. 36. Irmandade de Santa
Luxia do Corpo Santo
Dita n. 38. A mesma
Mrquez de Olinda n. 12. Jes Gon-
cilv' s de Fonte
S. Jorge n. 54. O n esmo
Dita n. 83. Jone Gon?alves Pereira
Travessa da praca de Pedro II ni.
Jos Goncalves Caseo
Bom Jess n. 15. Joaquina Maria Pe-
r ira Vianna
Marques de Olmda n. 50. Jos Anto-
nio Goncalves
Vigario Tenorio n. 8. Joanna Rosa
dos Santos Aguiar
Burgos n. 23. Jlo Jos da Cunha
Lagea
Dita n. 25. J. s Joaquim de Sonsa
Tuyuty n. 1. Joio Salvador Pereira
Braga 3)*650
Madre de Deus n. 32. Jos dos Santos
Nunes de Oliveira 33*650
Travessa do Corpo Santo n. 16. Jos
da Silva Res 15*3 25
Dita n. 15. Jos Francisco de Si
Leitffo 15*325
Becco Tapado o. 3. Jos Joaquim da
Silva Guimares 23/650
Restaurante n. 2. Joio Jos Rodri-
gues Lofl r 1 ">*325
Dita n 34. Joio F.-ancisco de Soasa 53*649
Ditaii. 9. Joaqmm de Soaxa Ribeiro 15*325
Di a j. Joio da Rocha Paranhoa
e 45*976
ita u. 39. Joaquim Goncalves Cai-
ca. 15*325
Itaparica n 63. Jos AffonsoSerdreira 33*650
Phuroi n. 32. Jacintho Regioo da
Cunha 2*877
Dita n. 50. Joio Joaquim de Santa
Anna 15*325
Travessa do Areial n. 2. Jos Pinto
d* Costa S ibrioho 15*325
Ditan. 4. Joio Pereira de Souxa 15*325
D'ta n. 20. Joio Nepomuceno Coelho
da Silva 15*325
Dita n. 22. Jeronymo Ribeiro de Men-
donca 15*325
Areial n. 7. Jos de Soasa Ribeiro 80*65
S. Jorge n. 115. Dr. Joaquim E. de
Moraes Carvalho 15*325
Dita n. 121. Joaquim Jos de Soasa
Santos 15*325
Guararapes n. 65. Joe Zaeharias Ri -
beiro 15*325
Bario do Triumpho n. 59. Jeronymo
Dtisrte Rolrigues 15*325
Pnarol u. 40. LusTbotnasde Franca 15*325
Amorim o. 25. Most-iro de S. Bento 45*976
Torres n. 6. Mosteiro de S. Bento 55*154
Vigario Thenorio n. 24. O mesma 3 )*05q
Domingos Jos Martinsjn. 80. O mesmo 43*28y
S. Jorge n. 84. O mesmo 15*325
Dita o. 85. O mesmo 15*325
Bom Jess n. 46 O mesmo 45*976
Alvares Cabral n. 1. O mesmo 15*325
Dita u. 3. O mesmo 15*325
Comm -rcio n. 24. O mesmo 13*325
Dita n. 26. O mesmo 15*325
Thom de Souza n. 2. O mesmo 47*633
Dita n. 4. O m imo 43*853
Bom Jess n. 37. Dr. Manoel Francisco
Teixeira 45*976
Largo do C >rpo Santo n. 15. Maria
Isabel de Carvalho e outro 65*182
Torres n. 12. Manoel Maria da Silva e
oatro 43*976
Amorim n. 14. Manoel Jos de Aguiar 30*65 I
Dita n. 38. O mesmo 15*325
Dita n. 2 2. Man .el Francisco Rodri-
gues 4-1*717
Dita n. 31. Manoel Jos Lu'z Ribeiro
e outro 53*889
Madre de Deus n. 2. Manoel Marques
de Amorim (alias Companhia Per-
nambucana) 15*325
Domingos Jos Martins n. 130. Maria
Balbina da Conceicio Tavares 30*650
Beeco Lirgo u. 6. Maria Josephina
Dubonrq 61*301
O. Maria Cesar n. 39. A mesma 45*976
Itaparica n. 11. a mesma 30*650
D. Maria Cesar n. 38. Maria da Cunha
Teixeira e outros 30*650
Travessa do Corpo Santo n. 9. Manoel
Antonio dos Passos Miranda 15*325
Travesea do Bom Jess n. 2. Manoel
Joaquim da Silva Motta 5**242
Restaurar) n 12. Maria Josephina
Dubonrq 15*325
D. Maria Cesar n. 14. Maria Paulina
da Conceicio Tavares 45*976
Itaparica n. 65. Miguel Augusto de
Oliveira 15*325
Areial n. 4 Manoel Gomes dos Passos 15*828
Dita n. 16. Marcelino Pereira Soares 46*931
S. Jorge n. 72. Manoel Monteiro da
Cnnha 6,*179
Dita n. 39. Mathilde T. do Barros Cor-
ris Lessa 15*325
Dita n. 11. Manoel Pereira Caldas 15*325
Guararapes n. 74. Manoel ds Silva
Mendonca Vianna 15*325
Bario do Triumpho n. 68. O mesmo 15*325
Dita n. 61. O mesmo 15*325
Dits n. 6 O mesmo 15*325
Commercio n. 5. O mesmo 15*325
Guararapes n. 7. Manoel- Gomes d.i
Passos 15*325
Dita n. 17. Manoel de Sousa Ribsiro 15*325
Dita n. 63. Maria do Carmo 34*f 89
Domingos Jos Martins n. 53. Dr.
Manoel Francisco Teixeira 15*325
Largo do Corpo Santo n. 25. Ordem 3*
duCir.no 30*650
Domingos Joj Martins n.J 10. A
mesma 15*325
Travessa da Antonio Porto n. 8. A
mesma 65*291
Reetauracio n. 19. A mesma 15*325
Guararapes n. 68. R isa Fernandes
branles 15*325
Bom Jess n. 51. Vio va e herdeiros de
J,s Vas d; Oliveira 48*353
Viif*ro Thenorio n. 21. Vicente de
Paula Oliveira Villas-Boas 61*(79
Becco do Trindade n. 4. Vicente Fer-
reira Nepomuceno 15*325
S. Jorge n. 48. Viuva de Antonio Joa-
quim Teixeira 15*325
Praga do Chaco n. 15. Visconde do Li-
vr ment 15*325
Dita ii. 17. O mesmo 15*325
Dita n. 19. O meemo l...i25
S cjo do Conteucioso do Tbesouro Provincial
d Pernimbuco, 9 Je Ju'ln de 1887
0 Io escripturario,
Joaquim Lucillo de Si -ueira Varejo.
135. Ordem Terceira
68. A mesma
n. 142, Olympio
O procurador dos tuilos da l-'aseuJa fioviu
cial, tendo recibido do Thesouro Provincial a re
lacii abiixo transcripta dos devedores de annui
dades pela limpia da empanhia Reeife Drai-
nage relativas ao 1 semestre do exercicio de
18^4 a 1885 ia fieguezia de S. Jos, que deixt
xaram de pagar no tempo competente, declaro
nos mesm s devedores que Ibes fies marcado o
prazo de 30 das, a contar di publieaco do pre-
aeute edital, para recelherem a importancia do
seus dbitos a Recebedoria Provincial, certos de
que, findo o r fenio praxo, se proceder co-
branza judicialmente.
Reeife, 5 de Julho de 1887.
O procurador dos faites,
Miguel Jone de Alm ::da Pernambue).
Relaco do Io semestre de annuidade do exerc
ci de 1881 a 1885, da freguexia de S. Jos.
(Con'inuac&o.)
Mareilio Das n. 10). Manoel Martins
da Rosa 51*53*3
Dita n. 110. Mosteiro de S. Bento 18*137
Dita n. 109. Manoel Merques da Silva 15*-.'60
Lomas Valentinas n. 62. Manoel Joa-
quim da Costa Carvalho 15*260
Dita n. 66. Miguel Antonio Pereira 30*520
Dita n. 78. Mosteiro de S. Bento 15*260
Dita n. 98. O mesmo 15*260
Dita n. 37. Miguel Francisco de Soa-
xa Reg 15*260
Coronel Suassuna n. 108. Maria Luiza
de Almeida 15*260
D.ta n. 180. Manoel d Mesquita Car-
duzo 97*794
Dita n. 170. Manoel Nunes da Fon-
seca 15*260
Dita n. 67 Mosteiro da S. Bento 15*260
Dita ii 69. n n, .i, 15*260
Dita n. 87 O mesmo 15*260
Dita n. 89. O mesmo 15*260
Dita n. 85. Miguel Francisco de Sou.
ta R-go 208295
Dita n. 103. Manoel Antonio de Al-
cntara 15*260
Dita n 113. Manoel Das da Silva
bantos 15*260
S. Joio n. 23. O mesmo 15*260
Palma n. 102. Maria Joaquina Fer-
reira da Silva 15*260
D.ta n. 101 A mesma 15*260
Dita n. 103. Manoel Ferreira Antunes
Villac* 15*260
Marqu-s do lierval n. 61. Mathias Mu-
s Tavares 30*520
Dita n. 13>. Man el Tavares Ferreira 15*260
24 de Maio o. 37. Manoel Borges da
Silva Villar e outro 15* 260
Das Cardase n. 40. Manoel Ferreira
Antuues Villaca 18*137
Oua u. 42. O mesmo 15*260
Dita n. 44. O meemo 15*20
Dita u. 46. O meemo 254615
Dita n. 48 O mesmo 18*617
Dita n. 52. Maria Josephina Dubonrq 15*260
Padre Nobrega n. 53. Maria Adelaide
de Lemos e outro
Pereira
Marcilio Das n
do Carmo
Lomas Valentinas n
Vidal de Negreiros
Gomes Teixeira Basto i
Padro Flonano n. 16. Ordem Terceira
do Carmo
Dita n. 18. A mesma
Dita n. 9. A mesma
Christovio Colombo n. 15 A mesma
Jardim n. 29. A mesma
Vidal de Negreiros n. 52. A mesma
Palma n. 76. Pedro Emilio Roberto
Dita n. 78. O mesmo
Dita n. 80. O mesmo
Padre Nobrega n. 26. Pelro Emiliano
da Cruz Muniz
Vidal de Negreiros n. 184. Pedro Gon-
calves Torres
Pescadores n. 19. Paulo B.iltar da Costa
Padre Floriano n. 29. Pedro Gtmes da
Costa o outro
Palma n. 94. Rosa Alexandrina Ferrei-
ra da Sdva
Dita n. 96. A mesma
Mirques do H-rval n. 133. Rosa Can-
dida Goncalves Ferreira
Vidal de Negreiros n. 154. Rufino Ca-
riolano de Castro
Travessa do Prata n. 7. Rsymundo No-
gueira da Costa
S. Joio n. 11. Rita Maria de Moraes
Pimentel
Ljmas Valentinas n. 47. Secundiao He-
leodoro da Cunba
Assumpcio n. 32 Seraphim Clemente
de Soasa e Silva
Padre Floriano n. 41. O mesmo
Santa Rita n. 46. Silveria Rita do Ro-
sario e seus fiihos
Travesea de S. Jos n. 37. Seminario
de Olinda
Dita n. 8. Seraphim Clemente de Sou-
za e Silva
Marcilio Dias n. 108. Terexa de Jess
Azevedo Vianna
L mas Valentinas n. 45. Theodoro An-
tonio de Jess Borges
Coronel Suassuoa n. 129. Tfaerexa dos
Sanios
Palma n. 92. Theress Annanciada Vil-
lar Maia
Dias Cardozo n. 7. Tertuliano Ernesto
de Moraes Carvalho
Imperial o. 49. Thomas Antonio Gui-
mares
Lniz de Mendonca n. 36. Tbeonilla Cor-
reia L;ma (parte)
Santa Cicilia n. 5. Umbelino Domingos
do Espirito Santo
Dita n. 55. rsula Paulina das Virgens
Palma n. 122. Vicente Ferreira de
Sousa Reis
Nogueira n. 40. Vctor Prxedes de
Mello
Santa Cicilia ti. 11. Viuva de Joaquim
Jos da Conceicio
Christovio Colombo n. 2. Victorino
Jos de Souza
18*137
15*260
15*260
15*26:
15*260
15*260
15*260
24*612
15*260
15*260
15*260
15*260
21*887
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
21*015
15*260
43*316
75*300
15*260
15*260
15*360
40 ,91
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
6*911
Estrada de ferro
DE
tbeiro ao Bon'to
Per deliberaco da directora, sao chamados os
senhores accionistas desta empresa, psra no prazo
de 60 dias, a contar de hoje, rec lherem a o* en-
trada de 10 % de euas accoee, nos termos do art.
9 2" dos estatutos.
Reeife, 4 de Junbo de 1887.
O secretario,
Jos Bellarmino Pereira de Mello.
I & R. consulado Aostra-llon-
gria eai Pernambuco
Pede-ss a quem poder dar noticias cerca dos
segu otes subditos austiiacos, a saber de Frances-
co Richter, de Francsca Preisler, nascida Ri-
chter, e de seu marido Giuseppe Preisler, ou bem
do seus herdeiros, aos qnaes tocou urna heranca
que Ibes deixou Anna Richter, nascida ander, de
Iransmittil-as immediatamente a este consulado.
Reeife, 20 de Julho de 1887.=Pelo consol 8r.
Joi do Livramento, o chonceller,
Jos Bapcriti.
llisi Bull o i e Janeiro
Lm 6il
Osrpital do Banco....... 1.000,000
Capital realisado......... 500,000
Fundo de reserva....... 200,00Q
A contar desta data e al ulterior reso-
luySo, conceder-se-ha juros de dous por
cento ao anno, 6obre os saldos de dinheiro
depositado em conta corrente de movimen-
to no mesmo Banco.
Recebe-se tambera dinheiro em deposito
a juros por periodos determinados, ou su-
jeito ao aviso pivio de trinta dias para ser
retirado, mediante as condifSas de. que se
dfir conhecimento aos iateressados.
Pernamcuco, 23 de Maio de 1887.
Henry K, Gregory,
Gerente.
IARII0S
ROM HA1L STEAM PACIIT
COMPANY
Vapor La Plata
Baha, Ro
video e
E' esperado da Europa co da
23 ou 24 do corrente,seguinde
depois da demora necessaa
ria para
de Janeiro Monte
Biieaos iyres
15/260
VidI de Negreiros n. 80 Manoel Fer-
nandes Velloso 15*260
Dita n. 82. O mesmo lu402
Dita n 90. O mesmo 15* 60
Dita n 88. Manoel Jos de Bastos e
Mello 15*260
D.ta n. 138, O m-smo 15*260
Dita n. 101. Mxria Luiza da Purifica-
co 15*260
Dita n. 118. Maria Alexandrina de
Carvalho 15*261
Dita n. 140. Manoel Jos de Bastos e
Mello 22*693
Dita n. 33. Manoel Ferreira Antones
Villaca 15*260
Dita n. 43 Padre Miguel Vieira de
Barros Marreca 15*260
Dita n. 57. Maria Felipp i da Conceico 15*260
Dita n. 127. Manoel Fernandes Vel-
loso 15*2f0
Dita n. 129. O mesmo 15*260
Dita n. 151. Manoel Antonio da Silva
Moreira 15*260
Fre Henriques n. 12. Manoel Adriano
de Sousa 15*260
Dita n. 26. Maria Antonia da Purifi
cao 15*260
Dita n. 36. A mesma 15*260
Dita n. ?8. A mesma 15*260
Dique n. 3. Mari Josepha de Almeida
Cunba 15*260
Assumpco n. 16. Manoel Antonio ds
Alcntara 15*260
Dita n. 20. Manoel Fernandes Velloso 15*260
Dita n. 40. O mesmo 15*260
Dita u. 26 Maria Josephina Dubonrq 15*260
Assumpco n. 38 Mosteiro de S. Bento 15*260
Domingos Tbeotonio n. 56. Moreira &
Duarta e outro 15*260
Dita n. 9. Miguel Francisco de Souza
Reg 15*260
Padre Floriano n 32. Manoel Fernan-
des Velloso i5*2'>0
Ra do Forte n. 34. Maria Felippa do
Carmo e outro 15*260
Antonio Heuriquea n. 26. Maria Joan-
na de Carvalho 19*445
Dita n 15. Maria Josephina Dubourq 15*260
Santa Cecilia n. 8. Manoel Fernandes
Vellosa 26*051
Dita n. 10. O mesmo 15*260
Ditan. 1S O mesmo 15*260
Dita n. 19. O mesmo 15*260
Santa Rita n. 22. Manoel Ferreira
Antones Villaca 15*260
Dia n. 62. Maria Candida do Reg 15*260
Dita n. 80. Manoel Jos de Mattos e
outro 15*260
Dita n 63. O mwno 15*260
Dita n. 83. Manoel Ferreira Antunes
Villaca 34*836
Nova de Santa Rita n. 38. Manoel Jo-
s da Silva Margues 20*295
Travessa Nova de Sauta Rita n- 15.
Maris Ignacia da Fonseca Banks 15*260
Dita n. 17. A mesma 16*260
S. Jos n. 43. Mu noel Beserra dos
Santo 15*260
Dita n. 58. Manoel Ferreira Antunes
Villaca 15*260
Dita n. 13 Manoel Goncalves de Bar-
ros 15*260
Travessa ds S. Joe n. 14. Miguel
Francisco de Souza Reg 15*260
D.ta n. 16. O mesmo 15*260
Dita n. 18. O mosmo 15*260
Pescadores n. 28. Maria Josephina Du-
bourq 15*960
Travessa do Peixoto n. 4. Maria Ve-
aancia de Abreu Lima Bastos 4*316
Imperial so. 13. Manoel Antonio de
Alcntara 15*160
Travessa do Lima n. 3. Manoel Fer-
reira de Magalbes 15*260
Dita n. 5. O mesmo 15*260
Dita n. 7. O mesmo 15*260
Luis de Mendonca n. 22. Manoel Fer-
nandes Velloso 15*260
Dita n. 24. O mesmo 15*260
Dita n. 26. Manoel Fernandes Velloso 15*260
Travessa do Peixeto n. 23. Maria Ade-
laide de Moraes Carvalho 15*260
Jardim n. 2. Narciso Jns da Costa
154860
15*260
15*260
15*260
31*413
15*260
SeccSo do Contencioso do Thesouro Provincial,
2 de Junbo ds 1187
Manoe' do Naicjnenlo Moa Bas'os,
1" i fHeial
Thesouro Provincial
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector desta re-
partico, faco publico que no da 23 Jo corrente
mez, paga-se a classe do profossoras de 3* entran-
cia, relativamente aos veneimentos do mez de
Marco prximo findo.
Pagadoria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, em 21 de Julho de 1887.
O escrivo da despesa,
Silvino A. Rodrigues.
VENERAVEL IRMANDADE
Santa Cecilia, erecta na matriz
de S. Jos
De ordem da mesa regedora, convido aos ir-
mus professores pnra comparecerem tm o nosso
consistorio segunda feira 25 do corrente, s 3 ho
ras da tarde, afim de em assembla geral tratar-
se do ioteresse da mesma irmandade ; outrosim,
nao bavendo numro para assembla geral, a mesa
regedora tomar qualquer resoluco, constitundo
mesa conjuneta.
Consistorio em mesa, 21 de Julho de 1887.
Amaro Joaquim do Espirito Santo,
Secretario.
Edificaso das casas incendiadas
A companhia Iodemnisadora recebe propostas
para a reedificaco das casas terreas ns. 6, 8, 10
e 12, sitas no caes do Ramos, at meio da de 28
do corrente mes. Os detalbes acham-83 no es-
cript.irio da mesma companhia, ra do Commercio
n. 44, que sero exhibidos aos senhores concur-
ren tes. Reeife, 23 de Julho de 1887.
Os directores,
Joaquim Alves da Fonseca.
Antonio da Cunba Ferreira Baltar.
IRH4XDADE
DA
Clorleaa Sessbora Sani'lnna da
l a reja da Madre de Deasi
ELEigO
De conformidsde com o art. 7 de nosso com-
promisso, sao convidados todos os irmos desta
irmandade a compareceris domingo 24 do corra-
te, pelas 9 horas da manh, no consistorio da
igreja da Madre de Deus, para em mesa geral,
proceder-se a eleico ds futura mesa regedora,
que tem de funecionar no anno coinpromissal de
1887 1888.
Consistorio da irmandade da Gloriosa Senbora
Sant'Anna, 21 de Julho da 1887.
O escrivo,
Lniz Barboea Ribeiro.
A direcloria faz sciente aos Srs. subscriptores
da nova emisso de accoes para o levantamento
da fabrica na Torre, que fica marcado o prazo de
30 dias desta data, para pagamento da primeira
prestaco de 10 por cento. e aut irisado o Sr. the-
aoureiro Jos Joo de Amorim Jnior, para ore-
cebimento.
Recite, 27 de Junbo de 1887.
Os directores,
Manoel Jos da Silva Guimares.
Henrique Sarsiva,
Secretario.
Jos Joo de Amorim Jnior,
Tbesonreiro-
Rua do Bom Jess n. 3.
"do
O paquete Neva
Sauta Casa de Misericordia
Reeife
Na secretaria da Santa Casa srrenda-se os se-
guintes predios :
Raa di Bom Jess n. 13, 3- andar.
dem dem n. 44, 1- andar e loja.
dem do Vigario Thenorio u. 22, 1 andar.
dem idem n. 25. sobrado,
dem do Mrquez de Olinda n. 53, 3- andar.
dem do Apollo n. 24, 1- andar.
Ideo da Moda n. 4'.
Ipem idem n. 47.
dem idem n. 49.
dem idem n. 37.
dem da Lingeeta n. 14, 1- andar.
Becco do Abreu n. 2, 2- andar.
Secretaria da Santa Casa de Misercordia do
Reeife, 25 de Maio de 1887.
O escvo intrino,
Francisco Gomes Castellao"
ompanhia de edifica-
do
Tendo assomido boje a gerencia interina desta
companhia, por deliberaco da directora em sua
sesso de boje, assim o declaro para conhecimento
de todos os interessadss.
Reeife, 21 de Julho de 1887.
Antonio V. do Nascimento Feitosa,
Gerente interino.
tiNCO INTERNAGIONA
DO
BRASIL
esperado
do sul no da 29 de
corrente segoindo
epois da demora
necessaria para
Lisboa e Sonlhampton
Reducqao de passagens
Ida Ida e voUa
A' Soatbampton 1> classe 28 42
Camarotes reservados para os passageiro3 de
Pernambnco.
Para passagens, fretes, etc., tracta-se com os
Consignatarios
Adamson Howic &C.
S. 3- RA
DO COMMERCIO N. 3
1* andar
O
vapor
Commandante
Capital
dem realisado
*O.OOO:OOO0
8,000:000*
Companhia Haitiana de navega
cao a Vapor
Machio, Villa Nova, Irenedo, Aracaj,
Estancia e Bahia
Guahy
Martins
Segu impreterivsl-
rnente para os portor
cima no dia 24 de
Junbo, as 3 horas de.
tarde. Recebe carga
'nicamente at ao lj2
dia do dia 23.
Para carga, ps88agens,encommendasedinbei-
ro a frete, trata-se na
AGENCIA
7tina do Vigario7
os Alves Nalheos
Companhia do Beberibe
Previne-se aos subscriptores das accoes da no-
va emisso que o prazo pura o pagamento da ter-
e-ira e ultima prestaco de 40% termina no da
6 do mez prximo vindouro, como foi previamente
annunciado.
Reeife, 11 de Julho de 1887.
Jos Eustaquio Ferreira Jacobina,
Director secretario.
Baneo de crdito real de Per-
nambuco
Este estabeleeimento, do uccordo com o art. 54
dos estatutos, paga o seo 2o dividendo razo de
5 0/0 sobre o valor das entradas realisadas do
capital, ou S<030 poi aeco, todos os dias uteis,
desde ss 10 horas da manh s 4 da tarde, em
sua sede ra do Commereio u. 34. Nesse acto
sero entregues as respectivas accoes.
Reeife, 16 de Julhode 18870 gerente,
Joo Fernandes Lopes.
Dura
Manta Casa de Misericordia do
Recite
Por esta secretaria sao chamados es prenles
protectores das menores abaixo declaradas,
pura, at o dia 30 do corrente, apresental-as no
collegio das erpbs, afim e seren ahi tdmittidas.
visto acharem-se inscriptas eui primeiro lugar, no
respectivo quadro.
Laura, filba de Miguel de Souza Galvo e Isa-
bl Maria da Silva Galvo.
Sydronia, filha de Cosme Damio Felippe da
Silva e Constancia Maria ds Carmo.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recite, 16 de Julho de 1887.
O escrivo interino,
Praocisco Gomes Castellao
Club de Regatas Per=
nambueano
Pelo prsenle >o convidados iodos os socios
desta sociedade a comparecerem na segunda-reira
25 do corrente, s 7 horas da noite, na sede so-
cial ra da Aurora n. 19, afim de proceder-se a
eleico do novo conselho administrativa e tratar-
se de negocios de muito interesse para a mesma
sociedade : bavendo tesso seja qual for o nume-
ro de socios qoe comparecer. Recite, 21 de Ja-
Iho de 1887.
Dr. Bams Sobrinho,
Presidente.
A caixa filial d'esfe Banco fuuccionando tem
porariamente ra do Commercio n. 38, saca,
vista ou a praxi, contra os s:guintes correspon-
dentes no estrsngeirj :
Londres......... s/N. M. Rithschil & Sons.
Paria.......... De Rotbschild Freres.
Hamburgo.......\
B!erlim..........( Deutsche Bank.
orrmente........i
Frankfort a/ Msio '
Antuerpia.......
Roma...
Genova.
aples.
Mo e mais 349
cidades de Ita
lia............
Madrid..........
Barcelona.......
Cadx...........
Malaga. ...'.....
Tarragone......
Valencia e ootras
cidades da Hes
Einha e ilhas
marias......
Lisboa.........\
Porto e mais ci- f
da des de Por-?
tugal e ilbas... ;
Buenos- Ayres.... )
Montevideo......)
Nova York
Banque d'Anvers.
Banca Genrale e suas
agencias.
Banco Hypotecario de
Espaa e suas agen-
cias.
Banco de Portugal
suas agencias.
Ri
English Bank of the
ver Pate. Limited.
G. Amsick & C.
Compra taques sobre qualquer praca do impe-
rio e do estrangeiro.
Recebe dinheiro em conta corrente de movi-
mento com juros a lazo de 2% ao anno e por le-
tras a prazo a juros convenciouados.
O gerente,
William M Webster
THEATRO
LYRIU TtUUl
DE OPERAS EJfflNS
EupaEZA N AGHEL
DirfC{So-LllZ MILONE
3r3CO(tT!C
Sabbado. 23 de Julho
Qrande festival artstico
em honra do actor cmico o director
L. MLONE
A podido de muitos e pela ULTIMA DEFINI-
TIVA VEZ a popularissima opera cmica em tres
actos:
JUANITA
Acabando o espectculo com a sompre applan-
dida comedia opereta em 1 acto :
A CAS4 DE CAMPO
A. 8 horas
Bonds para todas as linh s e trem para
Apipucos
Conipa;-Lia Ura?ilelra de Xave-
gaeo a Vapor
PORTOS DO SUL
O vapor Para
Commandante o 1 tenente Carlos An-
tonio Gomes
E' esperado dos j^rtos do
norte at o dia 23 de Julho
e depois da demora indis-
pensavel, seguir para os
pr-tns do sul. (Inclusive o
da Victoria).
Recebe tambem carga para Santos, Santa Ca-
tbarina, Pelotas, Porto Alegre e Rio Grande do
Sol, frete modic .
Para carga, passgenS; cncommendas e valore
trata-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N 9
PORTOS DO NORTE
O vapor Pernambuco
Commandante o capitdo de fragata Pedio
Hyppolito Duarte
E' esperado dos portas do sul
at o dia 27 de Julho, e
seguir depois da demora in>
dispcnsavel, para os portOf
do norte at Manaes.
Para carga, passagens- encommeadas e valeres
tracta-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
co'mpa^hi* rSSiSSSSSlMm
DE
Wavegacao costelra por vapor
fORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Aracaju' e Bahia
0 vapor S. Francisco
Commandante Pereira
Segu no dia 28 de
Jolho, s 5 horas da
tarde.
Recebe carga at e
'dia 21.
Encommendas, passagens e dinbeiros fete at
As 3 horas da tarde do dia 28.
ESCRITORIO
Ao Caes da Companhia Pernambucana
n. 12
United States k Brasil 1H- $. & C
0 paquete Finance
E' esperado dos portos do
sul at o dia 24 de Julho
depois da demora necessaria
seguir para
Haranho, Para. Barbados. B.
Thoniaz e Xew-Vork
Para carga, passagens,ene .mmendaa .-dinheiro
frete, tracta-se com o
0 Tapr Alliancs
Espera-se de Nes-Port-
News, at o dia 29 c Julho
o qual seguir iiep:>!s da
demoraneejosaria pua .
Baha, Rio de faueiro e Santos
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
se com os
AGENTES
Henrv Forsler 4 C.
M 8 RA A)
COMMERCIO N.
anda
Para o Rio Grande do Sol
Segu com brevidade para o porto cima,
lugar nacional Marinho 7' : para o reste da car-
ga que Ihe falta, trata se com os consignatarios
Jos da Silva Loyo & Filho.
>
... .
7

\
imam 1
i




G
Diario c Pernaiiii>uc-~-Sabbado 23 de Julho de 1887
a



PaeflcSleam NavgatioBComBany ^a thacara & rua **** *w
8TRAITS OF MAGELLAK LOHt
Paquete Magellan
i^-^
E' esperado da Euro
pa at o dia 31 de
Julho, e seguir de-
Ipois da demora do eos-
tume para Valparaiao
eom escala por
Baha, Rio de Janeiro e Monte
video
Para carga, passagens, encommendaa e din-
^eiro a frete tractn je coro os
AGENTES
Wllson Ion dk C, Limited
N. 14 RA DO COMMERCIO N 14
P rio por Lisboa
Para os portoa indicados seguir brevemente o
brigue por.njrnez Armando. Para carga e passa-
feiroa, trata-se com os consignatarios Jas da
ilva Loyo & Filho.
LElLUf
Segunda-feira 25, ultimo leilo de miudezas e
fenagens. no armazem roa do Mrquez de
Olinda n. 34.
Terca-feira 26. o de bons movis, vidros, jarros
e 1 bilbar, na ra do Bari de S. Borja d. 56,
para onde partir o boad que dar passagem gra-
tis, s 10 horas.
Quartafeira 27, o de 8 eavallas par carros,
formando parelha.
Quinta-feira 28, o de cofres, carteiras, armares
para fazendas, estivas, carros para fazendas e
miudeza?.
Leilo
HOJE 23 DO CORUENTE
A's 12 horas
Na ra Nova n. 24
e 2 bons pianos, 3 I obilias, camas, mesas
elsticas e para escrever, com gavetas, |espe!hos,
2 fiteiros, cabides, bercos, banc >s de madeira, ca
deiras de bracos, de junco, es.'reguieadeiras, sane-
fa para cortinados, machinas diversas, ferragens,
miudezas brinquedos para menino, 1 lustre de
vidro de 2 bracos, cachimbos, papel, cognac, maise-
na, jarros, quadros e outros muitog artigo.
Terceiro e ultimo
De miudezas, ferragens, perfumaras, lona
e estopa
(fc'm liqaida^e)
No armazem da ra do Mrquez de Olinda
n. 34
Segunda-feira 25 do corrente
As 10 12 horas
O agente Pinto I. vara a leilo, por liquidacao
e em continuar i as f.rrag-ns, miuieaas, perfu-
maras e mais mercadorias existentes no arma -
zem da ra do Marques de Olinda n. 34.
Km fontiniiifo
e em outro dia que ser annunciado vender o
m( smo agente duas excelentes amncoVs mglezas
para fazendas, pratileiras toa e .- a vidracas,
mesas, carteiras e 1 cofre prova de f gjde Milocr.
Da arrnaeSo e gneros da taverna da ra
do Imperador n. 45, garantindo se a cha-
ve da casa livre e deserabarajada
Segunda-feira, '* do rorrete
A's 11 horas
Por interveacao do agente
Gusmo
Leilo
Em eontinnaeo
De mobilias, pianos, quadros, espelhos, camas,
guarda-vestidos, mesas, vidros, objectos de artes
e muitos outros objectos que deixaram de ser ven-
didos no 1. le 15:).
Terca felra. SO do corrente
A's 11 boras
No palacete da ra do Riachuelo, que foi
do Sr. Josi de Vasconcellos
POR INTERVENCO DO AGENTE
Gusmo
Agente Pestaa
Leilo
Das ruinas do.sobrado incendiado tito a ra
do Mrquez de Olina n. 42, outr'ora
ra da Cadeia do Recife.
Terca feira 26 do corrent*
A'a 12 horas em ponto
\o armazem a raa do viga rio
n. 19
O ageute Pestaa vender por mandado do Exm.
Sr. Dr. joiz de orphos e ausente*, o terreno e
ruinas do sobrado incendiado sito rua de Mrquez
de Olinda no dia e hora aiema mencionado a quem
melbor cfferta fizer.
Agente Pestaa
Leilo
De duas quintas partes da casa, sita ra
das Trincheiras n. 33, pertencente ao
espolio de D Joaquina Risa de Santa
Auna.
Terca felra. Ao meio di? em ponto
No armazem ra do Vigario Tenorio
n. 12
O agente Pestaa, vender por mandado do
Exm. Sr. Or. juiz de orpbos, e atcenles, de duas
quintas partes da casa sita ra das Trincbairas
a. 33, pertencente ao espolia de Joaquina Rosa
de Sant'Auna, no dia e hora cima mencionada, a
quem melbor i 'erta fizer.
Teirmr#pffy o corrente
V8 II HORAS
Agente Pinto
A's 10 bcras partir o bond da linha da Mag
daleda, que dar passagem gratis aos concurrente
ao mando leilaa.
Entrega no mesmo da por j se achar dita casa
aliugada. _________________
Agente BDianmii
Leilo
Terca-feira 26 do corrente
A'a lt 1/2 horas
Da urna barcaca e sous pertenceB
O agente cima por mandado e assistencia do
Sr. Dr. juiz substituto do commeroio, vender em
leilo no armazem roa do Imperador n. 30, urna
barcaca e seus pertence, cuja barcaca achs-se
fundeada do Caes do Rumos, a requerimento de
D. Julia Apolinaria Pereira da Costa.
Agente Burlaaiaqui
V leilo definitivo
Terca-feira, 26 do corrente
A's 11 horas
\o armazem da raa do impe-
rador n. SO
O agente cima por nrnilulo e aasistrneia do
Illm. e Ezm. Sr. Or. juiz do commeruio e a reque-
rimento dos administradores da maesa fallida de
Moura & U., levar a leilo 3 casas terreas tra-
vesea de S. Migael, ssb na. 50, 52 e 54, todas
com porta e janells, 2 salas, 2 qnartos e quintal,
e a metade de outra dita sob u. 21 ra de Mo
tocolomb, com os meemos commodos, e mais udb
terrenos i traveesa de 8. Miguel.
Os Srs. pretendentes desde j pedem ir exami-
nar a casas e terrenos.
Agente Burlamaqui
I; leilo (lelinilho
De divida activa na importancia de....
2:554)J410 do espolio de Antonio Alves
Lebre Sobrinbo.
Terca felra. do corrente
A's 11 horas
NO ARMAZEM A' RA DO IMPERA-
DOR N. 30
O agente cima por mandado e assistencia do
lllm. e Ezm. Sr. Dr. jota da provedoria e reque-
rimento do inventarame Jone Nogueira da Silva,
do espolio cima, levar a leilo as dividas.
Os Srs. pretendentes desde j podero vir exa-
minar as referidas dividas.
Leilo
de 8 bons eavallos proprios para
carro, formando lindas pare-
Ibas
Quarta-feira 27 de Julho
A's 11 horas
Agente Pinto
No larga do Arsenal Je Marinha, eco fren-
te coeneira do Baltasar
Criado
Precisa-ae je nm criado para compras e mais
servidos ; na ra da Impcratris n. 86, segundo
andar.
20$000
Alu ;a-sfc o 2' andar do sobrado roa da Guia
n. 62, caiado e pintado por 20JOOO ; a casa r -
B i ra do Riacnuello, antiga do Destine (Boa-
Viata) ; a de n. G no m amo correr por 164000 ;
em 8. Jos, traveasa do Freiias n. 4 por 16*000,
eom 2 Balas, 2 qnartos, cosinha, 1 Reto, quintal,
est limpa ; den 18 ra da Via-ferrea, com
2 salas, 2 qnartos, cosinha e quintal, caiada e
pintada, por 124000 ; a chave acha-se junte, e
trata-se na ra da Guia n. 62.
Vendc-se um rico piano de tres cerdas, em per-
f;to estado, auter o mais moderno, por mdico
preso ; a tratar na ra da Palma n. 69, junto do
sobrado, das 11 boras ao meio dia.
liom emprego de capital
Yende-se urna padaria com seus perteoces, lo-
calizada no melbor ponto da capital. O propie-
tario da mesma vende per ter de retirar-se para
fora da cidade ; a tratar no Caes do Apollo n. 67'
Professora
Urna senbora de boa conducta, habi.itadi em
ensinar primeiras lettraa, trabalhos de agulha e
principio de msica (piano), des.-ja empreu >r-se
em alguui i ngenh i ; podendo, quem precisar, en-
tender-sc no eacriptorio roa do Imperador n. 81,
sala de detras, que achara com quem tratar.
Loja e armaf ao
Traspassa-se a chave de urna importante loja,
cujo local um dos meihores desta cidade, t- udo
urna excedente armaco apropiiada a qualquer
genero ie negocio ; a tratar na ra do Cal'Ug
numero 6.
CASA P
O abaixo assignado vendeu da 7* lote-
ra extrabida no dia 18 Jo corrente a sorte
de 2000 em o n. 1585, o sorto de 1020
em o n. 282, as sortee de 50)5 em os ns.
47 e 146.
Acham se expofet" venda os bilhetea
da lotera do novo plano de 12:0000000
garantido t beneficio das intituijSes, de
caridades e religiosas, que se extrahir
quando fr anoun iada.
Antonio Auontto do* 8iuo> lJortc.
~M MFORTNA
Aos fHOOSOOO
Blkhete garantidos
23 RA PRIMEIRO DE MARQO 23
Da 7a loteria da provincia venderam
Martina Fiuza & C. oa seguintes premios
garantidQS; !288 e 6892 com 300000
cada um.
Acbam-se venda os afortunados bi-
lhetea garantidos da 8* loteria da provin-
cia em beneficio das instituicSes de cari
dade e religiosas, qua so extrahir quan
do. fr annuciada.
Tnico
Oriental.
4
t
/
Ama
Prccisa-se de urna para todos os servicos de ca-
sa de familia ; a tratar na ra do Baro da Vic-
toria n. 7, 2* andar.
AMA
AVISOS DIVERSOS
Aluga-ae casas a 840CU no becc.i dos oe-
hos, junto de S. Goncallo i a tratar na rua dt
emperatriz n. l>n.
A luga-be a loja da travs si do Livramento
n. 10 e a casa da rua do Bartholomeu n. 58, na
rua do Pilar n. 125.
Precisa-ie de mae eoainheira e de um feitor ;
no aitio do Dr. Valenca, prximo da estafo da
Jaqueira, na estrada de Apipucos.
Vende se usna benita rmacao, para qual-
quer negocio ; na rua de S. Jou n. 17.
Criado menino
.Na rua de M*thi*s do Albnquerque n. 19,
precisa de nm menin > para criad j.
S
,. t*\
Precisa se de um criado escravo, para urna casa
de pequea familia ; a tratar no caes da Compa-
nhia n. 2, eacriptorio.
IMolcWaiio
a 400 rs. a arroba
Cbegcii a primeira reruesaa do precioso iarello
de enroco de algoda >, o mais barato de rodos os
alimentos para animaes de raca cavallar, vacsum
suin, etc. O caroco de algodao depoia de ex-
trabida a casca e todo o oleo, o mais rico ali-
mento que se pode dar aos anim.tes para os forta-
lecer e engordar com admiravel rapidez.
Nes Estados-Unidos da America do Norte e na
Inglaterra elle empegado (com o mais feliz re-
sultado) de preferencia ao milbo e outros farelbs
que sao mui'o mais caro e nao sao de tanta sus-
tancia.
A tratar no Beclfe O Largo do Cor-
po Manto. Io andar
Criado
Precisa-se de um i. rua de Paycand u. 13
(Pasa: gem du Magdalena).
Precisa-se de urna ama para lavar e en-
gommar em casa de familia : na rua do
Riachuelo n. 13 se dir.
Ama
Precisa se de urna ama para iavar e (ngommar,
para casa de familia ; a tratar no hotel n. 30, 4
rua da Madre de Deus.
Ama
Precisa se de urna arca para o serv.co interno
de casa ae familia, de boa conducta ; a tratar na
rua do Barita da Victoria n. 46, loja.
Ama
Precisa-se de jma ama para cosinhar e com-
prar, para duas pessoae e dous meninas ; a tra-
tar na rua do Rosario da Boa-Vista n. 53, segun-
do andar, onde vira os bonds.
\ma
i.
Precisa-se de urna ama para cosinhar e lavar,
prefere-se que durma em casa ; no 3* andar da
tvpograpbia de Diario.
Lola de Franca aplala daa
Manto
Aquilino P>rto e aua famdia uiandam celebrar
urna micaa por alma de eeu presado cunhado,
Luiz de Franc* Baptista dos jantoa, no dia 26 do
corrente, is 7 1/2 horas da manha, na matris da
Lacada, e para a qual convidare aos seus amigos
e es do finado.
Joo doa da Mllvelra
Mara da Conceicao Pinto da Silveira, Manoel
Jos de Paiva Pinto e Joaquina Rosa da Estrella
Pinto, aorpreheadidea pela infausta noticia do
fallecimento do aeu presado esposo e ennhado,
Joo Jos da Silveira, do Para, rsgam a todos oa
parentea e amigoa do finado, para asistir* m a
mi8sa que por alma do sen eterno repouao mau-
dam dizer na prozima segunda-tetra 25 do cor-
rete, pelas 8 horas da manhl, na ordem terceira
de S. Francisco, stimo da do seu passamento
De mobilias, cristaes, jarros para rl 'rea, relogios,
objectos de electro pate, 1 piano, 1 serafina, 1
bilbar, assoalbo (forro de non sala apurafa-
eado, bancas de jardiin e muitos outros movis.
CONSTANDO :
De 1 piano forte. 1 mobilia de Jacaranda, 1 bi-
llar e seus perfencis, 1 serafina, 3 quadros, 1 re-
k>gio, 2 jarros de alabastro, finos jarros para
flores.
Urna mesa elstica, 1 guarda-louca, i apara-
asra, 12 cadeiras, 1 relogb, 4 quadros, 12 cepos.
24 clices, 4 garrafas, 3 bandejas, louca e vidros.
Figuras de biscuii, porta biacuit de electro-plata,
fracteiras, jardireiras, geladairas, porta-fljres, ce-
lheres; facas e garfia taCo de fino metal.
Um assoalho forro de sala, 1 garrafeira enver-
nlzada, formando urna dispensa.
Andar superior
Urna mobilia Luis XV de junco preto e tampo
de pedra.
Lina entra inda mobilia oa dunqnerques, lin-
dos quadros, vasos para flores, 1 cama franceza e
toiiet, movis njvos, 1 rico guarda vestido da car-
vslho e nogueira, 1 cnarqoeao e ootroa
moveia de casa de familia existentea
O. Carlota Joaquina de (arialhi)
Manoel Feru.ndes da Costa, Antonio Fernan-
des da Costa, H-nrique Fernandes da Costa, Epi-
phanio Carvalbo da Costa e Jos Ferreira da Sil-
va, agradcete a todas as peaaoas que se dignaram
acompunbar ao cemif.erio os restos moraea de D.
Carlota Joaquina Je Carvaiho, e convidam seut
parentea e amigos para aasistirem h miaaas que
p.-r alma da mesma flunja mandain resar na ma-
triz do Corpo Santo, no di* 26 d.> cor.-ente, s 8
horas da manha, stimo d > sen fnU cimento, e
desde jase ontecipaio em agradecer ate acto de
caridacle.
nJB
Affoaoo da Craa >!
Alfredo Marques Mu iz, feciro Marques Muniz,
Rita Marques Moait, Laura Marques Muniz e
Affonso Marques Muniz, convilam a todos seus
amigos e pareares e ais do alnado sea pai, para
ouvirem a miasa do ll" anniversario de aeu fal-
lecimento, ao da 25 do corrente. as 7 horas do
da, na igreja di Sauta Cruz, p.-u que desda j
utecipirn a*us igradecim^rifoa.
MBBBSBBBBBBBSBBfBZBBBaBjBBZjMNB^^
doae Joaqulm Bibelro
1 anniversario
Joanna liara Rrkeiso, Jes Firmino Sibciro,
Caetaao T. da Suva Rrbrro, Fructuosa F. Ribei-
ro Onttes, Rita M. da Amorien Ribairo e Antonio
O. Martina, viova, filhoa, uora e genro de Jos
JoaquiD Ribeiro. mandam rezar urna missa na
matriz da Boa-Vista por alma de sea aempre
lembratlo esposo, pai e sogro, no dia 26 do cr-
lente, is 7 1/2 b.raa da manba, 1' anniversario
do sen passamento ; e para eate acto de leligio
e cariflade convidam ce seus parantes e amigos e
aoa do asaada, protestando-1 bes seu reconheci-
raento
8ANDER8 BROTHERS & O., largo do Cor-
po Santo d. 11, teem'para vender :
CervejapreU e branca, de M. B. Forster *
Sons.
Dita hllema, Plisen Bit.
Vinbo Shnry. Amentillado.
Dito Bordeaux, St. Julien.
Whisky, Thiste Blend Seotck SViskv
Dito r V *
Presuntos de Adamson.
Mair.-na de Browoa & C.
Phosphoros, Amestosto Safety Matches.
Tintas em maasa. branca de zinco, do chumbo
preta e verde.
Zarco.
Plvora da muito ooabecida e acreditada marca
EB.
SEMOLIM
De llrons & (, de Glasgow
Este artigo, pieparaJo por um novo proceso
de trigo da melbor qoalidade, possue os elemen-
tos necessarioa para nutrico de crianym e d.cu-
tes, e muito se reeommenda por ser ae fac I d-
gesto e gosto muito agr lavel ; tarob-m pode-se
fazer urna exo-llcute papa, misturado em partes
iguaes com a maisena dos meamos fabricantes,
addiciouando-Be-lh algum leite. nicos agentes
nesta pra(a, Saundera Brothers & C., largo do
Corpo Saato n 11, primen o andar.
A FL0RIM
Rua Daqoe de Caxlan n. ioi
ADHIREM!
Cintos modernos a lj$000.
Luvas de pellica a 2(5500 o par.
dem de seda a 2000, 2*500 e 3^000 rs.
o par.
Fitas de velludo a n. 9 a 6,5000 d 5 a
400 rs. metro.
All>- *- 000 8000.
Ra.ii da flores tin > 1*500.
Luv a Je escocia pi menino, lisas, e bor-
as a 800 rs. 1,5000 o psr.
Porti. retrato a 5C0 rs. 1^000 1500 e
2^000.
Anquinhaa de 10500, 2*500, e 30000 urna.
Pliseeis de 2 a i ordem a 400 rs. 500 r.
e 600 rs. o metro.
Pent< s para cc com inscripcao.
Enchovaes pura baptisados a 8, 9, e
120000.
1 Ctixa papel e 100 envelopea por 800
reis.
Capellas e veos para noivas.
Suspensorios americanos a 20500'
La para bordara 20800 a libra.
E8tojos para crochet a 10000.
Bicos de cores core 2, 3, 4 dedos de lar-
gura a 30000 40000 e 50000 a peca.
Lindos broches a 30000 10000 e 500 rs.
Leques para menina a 200 rs.
Linh8 para machina a 800 ri. a duzia.
Garrafa agua florida a 800 rs.
Leques com borlla a 800 rs. um.
Bicos bran'os para setineta, cretone e chi-
ta para correr babados a 10000 10500
a peca com 10 varas, e barato.
Albuns de chagrn, velludo e velbotina
para 50 e 60 retratos a 60 74 e
80OOO"um. ^
Meias de escocia para senhorao a 10500 o
par*
Lencos de linfao um lindas caixas.
Bicos d8 ilhas muito fino proprio para toa-
lhas e saias.
dem brancos com 5 dedos de largura a
30000 a peca com 10 varas.
Caixas com sort< s de jogo de mgica pro-
prios para sallo a 50000.
Saboaates de diversas qualidads a 120
200 e 500 rs
Boleas de couro para menina de escola.
I Grande pechincha em espartilbos de linho
30000 um.
Lindas pastas de 500 rs 10000 20000
30000 e 60000.
Carteiras para guardar sedulas de 100000
a cem.
Ditas letraa com os repartimentos de Ja-
neiro a DfZembro.
BARBOZA A SANTOS 1
Semenles V carrapalo
Compra-se grandes e pequeas quantidades :
aa drogara de Frrncisco M. da Silva t C, rua
do Marques de Olinla n. 23.
A.o comoaercio
Tendo de retirar-me para fra da provincia por
motivo de molestia, desped me nesta datados1
servicos da casa commercial dos Srs Francisco
Manoel da Silva & C, eaprnveito a cpportunidade
para ihes agradecer as maueiras eavalheirosas i
que sem re dispenaaram-me, e ignglmente aos
aeua empregadoa. Recife, 20 de Julho de 1887.
Secundino M.vurica.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro de 12
com alguma pratica de molhdos ;
Guia n. 42.
14 annos,
na rua da
Vademeenm de Homoeopatbieo \ |
) Metbodo conciso, clare e seguro de cbrar<
\ horr.feipathicamente todas as molestias que I |
' sffligem a especie humana, particularmente y i
| aquellas que reinam no Brasil pelo
DR. SABINO O. L. PINHO
5.' edieco
consideravelmente augmentada e annotada.'
Veode-se nicamente em Pernainbuco.
PHARMACIA HOMG20PATHICA
Pelo Dr. J. Sabino L. Pinho
DR. ABIA'O
i 43 BA DO BARIO DA VICTORIA
iS
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro
Imperatriz n. 41.
a tratar na rua da
Pillas purgativas e depurativas
de Campanha
Estas pilulas, cuja preparaco puramente ve]
getal, teem sido por mais de 2 annos apr reitada
com os meihores resoltados as seguintes moles-
tias : affeecoea da pelle e do figado, sypbilis, bou
FalsificacOes
Para evitar falaificacoes com referencia ae co-
nbecido fEITORAL DE CAMBABA, deve exi
gir-se este preparado com a firma do auctorAr-
vares de S. Soares em rotulo circulando a ro-
lha do frasco e a marca da fabrica nos involtorios,
irnlada pelo nome dos agentes e depositarios
gem > em I'ernarubuco Francisco Manoel da
Silv C rua do Marques de Olinda n. 23
Aviso
Arrenda se o sitio da rua de S. Miguel n. 148,
boes, escrfulas, chagas inveteradas, erysipelas e com quatro meiaa aguas, urna cocheira, alguns pea
gonorrbaa.
Modo de aaal-aa
Como purgativas: tome-se de 3 a 6 por dia, bs>
sendo-se aps cada dse um pouco d'agua adoba-
da, cha ou caldo.
Como reguladoras : tome-se um piiula ae jantar
Estas pillas, de invenc&e dos pharmaceaticos
Alrreida Andrade & Filbos, teem veridictum dos
Srs. mdicos para sua melhor garanta, tornndo-
se mais recommendaveis, por seren nm seguro
purgativo e de pouea dieta, pelo que podem ser
izadas em viagem.
ACHAM-SE A' VENDA
a drogara de Farla Sobrinne 41RfJA DO MRQUEZ DE OLINDA 41
Mudan?a de escriptorio de advo
pdo
O advegado Luiz Lopes Castello Braoco mndon
aeu escriptorio para o 1 andar, segunda sala, do
sobrado n. 2 da rua estreita do Rosario, onde
pode ser procurado s horas do costme, daB 9 1|2
em diante.
Nenenles :e arrpalo
Compra-se na fabrica Apollo roa do Hospicio
amero 79. _______ ^^^_^
Xarope de cambar, guaco e bal-
samo de Tol
reparado pelo pharmaceutico Jos Francisco
Bittencourt
E' um poderoso preparado para todas as affec-
{des dos orgaoa respiratorios, como catarrho pul-
monar, astbma, coqueluche, bronebite, paeumo-
aia, tisiea, etc., etc.
Cada frasco 1 000
Deposito na Pharmacia Central, rua do Impera-
dor n. 38. Pernambuco.
de coiiueiros e rnais arvores de frueto e capim de
planta, prout : a cortar, e tambem vende-se o
meemo sitio c o capim : quem pretender dirija-se
rua da Imperatriz n. 13. .
Casas
Aluga se duas ez> ellentes casas, com agua,
gaz e bons sitios, rua dos Guararapes n. 76, Re-
cife, e rua do Bcmfica n 38, Passagem iu Mag-
dalena : a tratar eom Jos Antonio Pinto, rus
da Cimpanbia Pernambucana n. 6.
Pliar acia central
Roa do Imperador n. SS
Jos Francisco Bittenu...... mi^go pbarmacen
tico da pharm>tt.ia trncete a. i ua do Baro da
Victo'"i u. 25, avisa a seua mieos e freguezes,
que re acha na phsranacia acirn. mde espera
continuar a merecer a coufinnea qu felizmente
depositaraio em eeus trabalb 0 i rotes-ionaea.
0 Eemedio do Dr. Ayer
comi'.a sueobSi
E' ae
ti etlri-
m:an rio '' Para
na febres maDari i > d''-
orgem : i

o Bgado e motiva as dillbrente
febres .";.a3_ e
Quatrenarias, Internas, de Fri,
as, Intermittentes, ilemit-
diosas, e Typhoida.
O Rrmkmo i "sa u
ontem qonilna uem Ingrediente sl-
f-Mn minen gar e in
ndo as din
prkpkb udo pato
i. O. AYER HJ CA.,
Lowell, Tlffnnn K. A.
a' venda sos prlnclpaes pnarmacta e
dragarlas.
Aluga se barato
Kua Viaconde de Itaparica n. 4?, armazem.
gaz.
Rua Coronel Suassuna n. 141, quarto.
Rua do Rosario da Boa Vista n. 39.
Traveasa do Carmo n. 10, K ja.
Rua do Rosario n. 39
Rus do Calabouco n. 4, loja.
Pratfa-sc na rua do Coir.mercio n. 5, 1* andar
-riptorio de Silva (juimares & C.
4iuga-se
3 grande sitio Tacaruna, no Salgadinho, com bas-
cantes trras para plantarles e muitoa arvoredos :
quem pretender dirija-se fabrica Apollo, rua do
Hospicio.
Aluga-se
um grande sitio, contendo as principaes fractas,
no Caldeireiro n 9, com boa casa de morada (que
foi do finado Mamede). tendo agua e gaz, a qual
confronta com a casa do Dr. Alsoforado ; a tra-
tar na rua do Apollo n. 30, 1- andar.
AlU^'a
i -se
a casa terrea na traveasa da Ponte de Uchi n.
12, com bastantes cj'jimodos para grande fami-
lia, com sitio murado e arborisado, b a agua po-
tavel para beber, deposito e banbeiro de cimento
e bomba, fica a dita casa margem do rio Capi-
baribe, com banbo doce temperado e salgado :
quem pretender dirija-se ao mesmo sitio, das 6 s
10 horas da manh, que encentrar o proprie-
tario.
Alugfa-se
Tai i liana
PARA T1NGIR A
barba e os cabellos
Esla tintura tinge a barba e os cabellos ins-
tan'anea mente, daudo-lbes urna bonita oSr
e natural, inofensivo o s<-u uso simples e
rpido
Veniic-se na BOTICA FRANCEZA E DRO-
(JARIA de Ronqueyrol Fre'es, successores de A.
do Bom-Jesua (antiga da Qrua
CAORS, rua
n 25
urna casa terrea em Santo Amaro daa Salinas, na
rua da Fucdicao n. 25 ; nesta tjpographia, no
terceiro andar, aebar com quem tratar. A casa
tim 3 quartoa bons, cosinha, 2 salas quintal com
arvoredos por HiiOJO mens-es, est caiada e
pintada.
liiga-se
a casa terrea na rua do Fogj n. 50, com btos
commodoii a tratar na ru > do Cibug n. 1J, a
Venturosa.
Ao eonimercio
O Sr. Secundino
Maurica nao mais
nosso empregado.
Francisco Manoel da
Silva 4* C.
Recife, 20 de Julho de ,887;
Tinta preta
INALTERAVEL

COMMIMCtTIV
PHARMACIA CENTRA L
38 Rua do Imperador 38
Per n ambaro
Serve para escripturacao mercantil e d
quatro copias de urna vez
tres
Manoel Antonio da Conaa
Manoel Fernandes da Costa e sua familia man-
dam resar urna missa s 8 horas da manh do dia
23 do corrente, na igreja da Madre de Deus, por
alma de aeu muito presado compadre e amigo,
Manoel Antonio da Cunhr, filien-ido em Portugal,
e convidam aos parent*s e amigos e aos do finado,
para esse acto de religin e caridade.
T^""""""""""aamBmsMBMSJMr
f
Fabrico de assucar
Apparelhot) econmicos para o cozimen
te e cura. Proprio para engenhos peque-
os, sendo mdico em preco e ef
feclvo em operaco.
Pode-se ajuntar aoa engenhos existentes
do systerna velho, melhorando muito a
quadade do assucar e augmentando a
quantidade.
OPERAgO MUITO SIMPLES
Usinas grandes ou engenhos centraes,
ma:hD8rao aperieiyoado, sjstema moder-
no. Plantas completas ou machinismo
separado.
EspecitcagSes e informar;3eB ooon
Browas C.
5-RUA DO COMMERCIO-5
Caplt Mano. I tlriandrlnade
tlbiiqueiqiie filia
Mara Idalina da Albuquerque, Duarte Estevao
de Oliveira, Antonio Esteva de Oliveira e Ma-
noel Estevo de Oliveira, agradecem profunda-
mente a todos os que ae digoaram aeompauhxr so
cemitirio os restos Jiortaes de si-u presado io e
primo, o capito Manoel Al>-xai;drin de Albuquer-
que Pitia ; e pelo presente convidam aos seus
prenles, amigos e conbf cidos para assistirem a
issa de stimo dia, que aera celebrada sa ca-
pella de Beberibe pelas 7 1/2 da manh de 26
do corrente, pelo que aatecipam seus agradeci-
mentoa.
O,
' V)
onunead.itlor Asjloalo Luiz de
Oliveira Azovodc
Julio Lniz'de OI;veira Azevedo e eua molher,
Jos Antonio de Sonza Bsto, sua mulber e ir-
maoa (ausentes), t ndo recibido a infausta n f'cia
da murte de sen aempre estimado pai, a> g o e
amigo, convidam a seus parentes e amigoa para
assistirem as missas que pelo seu eterno rpous}
icandam celebrar na tarea-reir, 26 do corrente,
eetisMdia do aeu fallecimento, na Ord m Terceira
de S. Francisco, a 8 boras di manh.
Do fundo d'alma agradecem o comparecimeBto
a asa acto de caridade e r^ligiao.
w era!
Scm dieta e sem madifi-
ca^oes de costumes
Laboratorio central, rua do Visconda
Rio Brsnco n. 14
Esquina a rua do RegenteRio dt
Janeiro
Espwilkos preparados pelo phar-
maceulico Eugenio Marques
de Hollanda
Approvados pelas juntas de bygiene da
Corte, Repblicas do Prata e Academia de
Industria de Paris.
Elixir de Insblrlblna
_ Restabelece ca dyspepticos, facilita as diges-
toes e promove as ejeecoes diffic. is.
Vlnbo de ananas rerraclnoao e
quinado
Para os chloro-anemicos, debella a bypoemta
intertropical, reeonstitue os bydropicos e beribe-
ricoa.
JLarope de flor de aruelra e ian-
taaana
Muito recommendado na bronchite, na hemop-
tjit'e as toases agudas ou chronicas.
Oleo de teatadua ferrnKinoaio e ras-
ca* de laranjaa amarsaa
E' o primeiro reparador da fraqueza do orga-
niarno, na tysica.
Pllolaa ante-sterlodlcaa. preparada*
eosn pererlna, qalna e Jaborasady
Cura radicalmenta as febres intermitteites, e-
mittentes e pernieiosas.
Vlnbo ile jurubelia nlnsplea e tasa
besn rerrnalnoao, preparadas
cm vlnbo de caj
Efficazes ras inflamacoes do figado e baco agu-
das ou ebroniess.
Vlnbo toulco de capllarla e qalna
Apphcado naa caovalescenc^a d^a rarrurintai,
re tico ante febril.
Francisco lun a Sin G.
RUA DO MRQUEZ DE OLJ-NDA
sr"* OLERY Yende-ss em toda a oarta

i>
III


!
mp^H --
Diario de PernambucoSaWbado 23 de Julio de 1887
*****+jm+m0++0^+m*tm0+i*A
POS de Afinos SIMN
Sabonete reme Sixxion
preparados com glycerina, para a toilette diaria, contra
as influencias perniciosas da aimospheru e para dar ao
rostro : Frescur-, Mocidade e Maoieza.
FRUSTRAL AS NUMEROSAS IHITACOti.
J. SIMN, 36, Ru de Provence, PARS | ^
PRINCIPAES PHARBACIAS, PERFUMERAS ET LOiAS DE CABAUEAEIMH
m
FUNDICAO GEHAL
ALLANPATERSON fr C
N.44- -R u i do Bram-N. 44
'UN 0 1 E? M()A0 DOS BOSDS
t o vender, por pra mdicos, na segui ferragouH :
Tac djdas, batidas e ,>a!d-afije.
Cn vac diversos Uuoaoi ; *
Rodas de spox, dem, dem.
Ditas angulares, idein, idem.
Bancos de ferro com serr i '-'r-i.lv
Gradcam;uto par ^J" Varanda tic fwmi batido
Ditas de dito fund li, .' Ymitt
Portead GBRMWk
Vapores de torca de 4, b, rj e 8 cavados
aio'-a'J'.s de 10 a O paUogaiks le panadera
Rodas ii'agua, systema Leandro.
Eocarre^aoi-Be de coaaertos, a^.sswnta'oiato de iu.nnuinuu ^ omcuihiii "HsP
trebaldo eotn perVig<> e preaUfsa.
PILULAS GUILLI
PILLAS #*** *> B* i*" tt-Cto"^ D16WLLI
Molestias
do f loado
e da Catomaae
PAUL OAGE
Phr~e> Telase, D'em Medicina .le liFariltidaj de Pars
raiCO PHOPRIETAMO D'ZSTE UMC1IIERTI
PARS, 9, rm t ennellt-teeritaln PAIS
Sotta
hsumafijma
*Ua PUulaa cootm debaixo de on paceo voluma aspropne-
SeaVs loru-partan vas .\o Elixir Calill, o qual remedio conbecido.
ha mais de Hati anaoa, per ler un 'loa taais acoDomicaa.eoao
_ Purgante) o Depurativo
flESCMFLUl as FAU1FICAQQK. uilir as USITIalAS PIIOIAS 60UIIF orpiraai sor
lepo-iu.iio.-. em tnuo.i mee : FRAN M. da silva e
Pebres
Epidmica
Fluxet do paito
molestia
da multara
e da* Cr/anca
PAUL GiM.
O".
CAJIRLBEBA
PRAPERADO VJSBOSO DEPURATIVO
APMOfUfl PE JNT DE HTfHBIB PUBLICA DA GOffl!
Autorisado por decreto imperial At 20 de Jando de 188."
CoiiijMisirao de Firiimio Candido de Figueircdo
EMPBEGADO COM A MAIOB EFFICACIA NO BHEUMATI8MO
DE QUALQUER TATREZA, EM TODAS AS MOLESTIA8 DA PELLE, NA8
LEUCORRHAS OD FLORES BRANCAS, NA A8THMA
roschites (Molestias d;i* \lns respiratorias), nos soffbimentos
OCCASIONADOS PELA IMPUREZA DO SANGUE E FINALMESTE
AS DIFFERBNTES FORMaS DA SYPHILIS
PropagadorA. P da Cimba
As imp rtantes ruras, que este importante medicamento tem prudusido, altes
tadac por pe^soas de H.-vada posicao social, fazem cora que de toda parte s<*ja ellt
procurado, como o melhor 0 roais energko depurativo do sangue.
Depurar o sangue, orno ondicao de urna < irculacao benefioa e effieaz, eis em
que r-oasisto prio-ipulucntr o tneio iDfis s guro de conservar n sale o de curar s
molestias que a impuriaa do taugu* o.csioBa.
O Cnirabb'i, p>l* sua ccao t-nica e enrgicamente '.-purativa, j mema
mei.t. nu sctealieei- podo conseguir esse r. .-ult lo se,u prejmii ar nem nlterr ai.
j^D b n.<;' < dos intestinos, porque ol" enfni cnbstancKs ro.-ua, p
.ti.,) >ii.a pruiM tos qu- cousiitu-ui a bw priu^ipal d'este m*-ii i
ulO.
As i'nuit^s cursBrquo tein feito, estao esaprofwlM pelo teetemonho 4m
tint' s e -,,,,'u. cus aesall nu que nrraan os atiesta i ., qu- rt jornal iem publica
do m sua SvK.o ondilerial
Deposito central, Fabrica \pollo, ra Hospicio 79
DPDSR.3Nr^XWCDB'CrGa
.% venda cm mullan pran-marin to Brastl o eira*elr
ADIVI
COLLARES aOTER
ltre-Mfrn. ..
MM 'i -dama aMfBM c daaUHt" taUa u
oomrvLiiaa
I MU FAQUUI1 iOTVil US UUIfiS
'os COLLARES M**m*msmmtm kamais
Je 25 naos, iftu oa tiaterntroc praaar'o
eaJmeate u erecaa^u *"
'* 0UL50E
MtmHMSmW ao WW Mmpo JfaMMW.
Pa CVlWaT w FafttlCQoA au lnaita^fteo tsy.iyc ;i* e-m
^^^^^"^^^^ raUrln1-- #a** imvi *a rakriea t ,%tram e ver,-Mit*j\ +m
*
jfi#*jg**Q.
iParBlHS^edala
CAPSULAS TAETZp^
rBk
*aTi
BREVITE* 0>ATEIITa.DB) O. D. O.
Ollerecldaa debaJio da form de Doces en Contaltos de fructas.
: i iludo amm aoe doen os mai lelo e as cnauoaa de
tomar aem enjoo U)do e qoalquer medicamenV'.
OtPOmOSEIIAL, EM r-ARM* Se.ru de la Werrerie
Pm Prrnamtmeo : FB**- d SILVA a Cv
ipotifto ae lirerpoo/
0
turadavel nolirla
Esto delicioso e tio apreciavel vinba de mes,
acaba de tbegar palo Sully e aoaa -ao venda no
estabelecinxnto de Justo Tejiaeira ft C. Sucoeaso-
res, ra da Penh.Jn. 8^Quoiaot potauidoret.
VENDAS
= Vende-aeaai priocipaes livimriaa danta cl-
dade metbodoa para plantar oom vaatagem oaco,
oaf e fumo de Havaos, e forma do benficiamento
para exportaco, por JoSo Fernandos Lopes
Prajci-1*000.
v'ende-se ama almadio ingleaa, toda fona-
4a, assim como um grande registro poyo para
gaz, araadellas, eocanamantoa de etanmbo e osa
bom deposito de ferro : na roa larga do Rosario
aumero 38.
~CVAId~ ~7~
Vende-se ao cavallo de sella bastante gordo e
grande, castanho andrino, andador de baixo a
meis : a tratar na ra da Roda, cocheira de Jos
deM.
RECLAME
Urna experiencia
0 GRA9.DE 1BMAZEM
DO
LOUVRE
A* RA PWMEIEO DE MARCO N. 20 A
(ESQUINA)
Resolveodo liquidar grande variedade
de artigas por precos inoooteataseis, er-
poem a apreciacSo publica os segnintes ar-
tigos:
Popelines de seda a aOOra. covado.
Setins de cores a 800 rs. o covado.
Cambraias bordadas coro salpico* de cor
a 6,5000 a pac.
MadapolSes de 75 a pca por 5$500.
Meias francesas para aoraem 7j000 a
dusta.
Bordados tapados e transparentes de 500
a 1<500, soin pequeo dofeito.
Cortea de eretone pur preoos sena com-
petencia.
Leques transparentes, grande nevidade,
2,5000 um.
Ditos de sotim a 50000, vale 80000
um.
Cachemira de duas larguras de 1<$000 a
1)5400 o covado.
Um coulimiavo :
Z-phiros de urna s cor tecido lgr
320 rs. o ovado I! !
Brim pardo liso 320 rs. o covado.
Dito dito tecido de esguiSo para vestidos
a 500 rs. o covado, grande peohiocba I
Lencos abainbados 2$ a duzia 1 I
Algoddes lisos industria nacional
a peca.
C'inisMS de uVsstasM coro
to 20000 !
Esleirs -lo ricaiaa com ligoiro toque
de avaria 10200 a jarda e grande p
chincha I I !
Artfgos exclusivo*
Lindissimos cortes de casero ira para cai-
fa padrSes de apura lo gosto I I 1
Especialidades era es tractos como sejam:
Ritta Sangalli, Porte Veine, Guarany,
Brisa de las Pampo, et". eto
Plastrn do .ores el rae e escuras
g-neris na especie e inultos outros
srtigos recommendaveis pelo aprimorado
gosto e qualidade.
8EMPKE NOVIDADES
No armazena do Louvre
DE
Francisco Gorgel k Irmo
A' RA PRIMEIRO DE MAR^O N. 20 A
Esquina
A Refoluco
0 48 Ra do Duque de Caxia
Tendo recebido um grande sortimento
de fazendas que ronde com 25 (0 de me-
nos de que em outr qualquer parte.
Veathaw ver para crer
Damass de seda a 10400 o oovado.
Setins liaos a 800, 10000 e a 1 >
Lionayse fazeoda transparente a 150000
peca.
Organdis bordados a seda, ultima mo-
da a 160000 a dita.
Etamine bordado, alta novidadade a
100000 a dita.
Cachemiras bordadas a seda a 700 ris
o covado.
Ditas pretaa a 700, 80P, 900, 10000,
10200, 10400 e 10600 o dito.
Ditas de coree a 800, 10000 e 10200
o dito.
FustSes brancos a 400, 440, 500, 600
800 o dito.
Ditos de core 240, 320, 440 e 500
rata o dte
Amor da China fazenda de novidade a
400 ris o dito.
Lindas alpacas de cores a 320 rs. o dito.
Lindas lans de quadrinboa 400 rs. idem.
Lines com saipicos a 640 ris o dito.
Lindos setins de damaasa a 320 ris, o
dito.
Gurgnciaas de Uatrinhaa a 320 ris o
dito.
ancos escecazes a 200, 240 ris o dito.
Cretonas para coberU a 320, 360, 440,
e 600 ris dito.
Crepa idem idem a 700 e 10000 c dito.
Cambraia bordada a 50500, 60000 e
60500 a peca.
Veludilho liso e Iavrado a 10000 o oo-
vado.
Dito bordado a retroz a 10800 o dito.
Colchas bordadas a 20, 30, 40, 40500
50000 e 6000 urna.
Cambrai* adamascada a 110000 a peca.
Toilets para baptisado a 100 e 140OOC-
um.
Cortinados bordados a 60, 70, 80, 90000
o par.
Dito de crochet a 500000 o dito.
Meias para homem a 20400, 20800 at
100000 a duzia.
Ditas para senhora de 30 a 150, idem.
Guarnicoes de veludilho bordados a vi-
drilbo a 60 urna (alta novidade).
Cobertas forradas a 20800 e 30 urna.
R-nda do Japao a 200 ris o oovado.
Madapol&o Gema e Pella de Ovo a
60500 a peca.
Damasco de la a 20000 o covado.
Pao da costa a 10400 o dito.
Lencos brancos e com barra a 10800,
20 e 20500 a duzia.
Chales de cachemira a 20000 e 10400
m
A LA. REINE DES FLE'TRS
Ramalhetes Hotos
L T. PIVEfem PARS
Mascotte
PERFUME PORTE-BONHETJR
. Extracto de Corylopsis do Japo|
PERFUMES EXQUISITOS '
Bouquet Zamora Anona du Rngale
Cydonia de Chine
Stephania d'Australie
Helltotrope blanc Gardenia
Bouquet de 1'Amii.i White Rose of Kezanlik Polylor oriental]
Brise de Nice Bouquet de Reino des Prs, etc.
ESSENCIAS CONCENTRADAS K^UT) QUALIDADE EXTRA
Deptita* as principaes Ferfumarias, Plurniacas e Cabellersiros d
-.
LOTERA do ceara
15:000^000
BTBACCO IHSTRA1dFERI7EL DO 11 SOBTEIO DA 3.a LAMA
a 25 do corren te
Os bilhetes desta acreditada lotera
acham-se venda as seguintes casas: Roda
da Fortuna, ra Larga do Rosario n. 36;
Casa da Fortuna, ra Primeiro de Marco
n. 23
Tetegranuiia o lisia n dia da oxlrarro


p.qi
o.-f. i-
um.
Aoquinhss a 10800 urna.
Fevhae a 20, 30, 40, 50, 60, e 70000
um.
Muitos outros artigos que vendemos com
25 "i, de menos do que em outra parte.
earigae da Suva Moreira
Cofres
Carlos Sinden receben e vende barato por eer
de conaignacao tras cofres, prova de togo ; na
ra d" Bario da Victoria ji. 4H._________________
i
Allencao
Lotera da Provincia
EXTRACQAO A DO CORRENTE''
iehase ?ia a 8.a lotera a ben -
icio d i rreja de S. Pedro do Rccife, que
te a lugar no consistorio daigrejr di- Jossa
Seniora da oncei?o dos Militares, onde
taran apostas as esplier^s em orden nu-
mrica, para seren examinadas.
INJECTION CADET
^a certa em 3 das .em outro medicameno.
*am*m- r.
r
Vende-se um est belecimento de molbados : a
tratar na travesea do Prata n. 20, antigo becco
do Marisco. O motivo se dir ao comprador.__
Colarinhos e punhos de
seiluloide
Carlos Linden recebeu pelo ultimo vapor, e
vende baratissimo ; na ra do BarSo da Victoria
numero 48._______^^_________________
Pechuchas!
Na anl.gi casa Carneiro da Gunha
Admirem!
8etineta8 !avradas, lindos padroes a 280 rs. o co.
vado!
Fustoes brancos, novos desenos, a 320 e 400 rs
o dito!
Esplendido sortimento do lindas ISs para vestidos,
a 400 e 440 rs. o dito !
Cachemires felpudas a i J a dito 2 larguras.
Mirins pretos e de cores a 800 rs. o dito! idem.
VeludilhoB de todas bb core, bordados, a 1*000 o
dito!
Crrt nes de (ores firmes a 240 o dito bom ve-
rem.
Damasco de 12, 2 la: guras, proprio para capas
de piano, a 24 o dito!
Pannos de lindos desenhos para recsas a 1*600 o
dito !
Cortinados birdados, riquissimos, a6J e7al o par!
Guarnicoes de crochet para 8"fA e cad> iras a 81!
Camisas brancas inglesas a 36a a duaia !
Dit .a de rrrtone finas a 4 n dita !
Seroulas b -rdartas a 12* e 18* a dita !
Lencos em lindas caixiuhas a 3* a dita I
Meias arrendadas para senhoms a 6* a dita !
Chapeos para aeobcras e criau^as a 2*5C0, 5* e
6*000.
Espartilhas de couraca a 4* c 5*.
Brim nardo lona a 360 rs. a eovado!
I em braco. n. 6, de hubo h 1*50 o sgetro !
Tapetes avclud.. s a 12*, 15* e 22*.
Sup-riores redes com 4 puches a 12* e 14*.
Colchas francesas a 3* urna.
bertas de ganga, 2 pannos, a 3* !
dem de srmelas finan a 3*500 !
Lenci s grandes de bramante a 2* I
Cambraia Victoria de 10 jardas a 3* a peca !
dem e m salpicas brancos e de cres a 6*, 5*500
e 6*, 10 jardas I
Madap loes pelle de ovo a 6*2(0, 24 jardas.
Camisas e saias para senhoras por tosi o preco
Bordados de Cambraias finas h 1* a peca.
Fiebns e capas de 12 a 2*, 4* e 6*.
Surtimento de casemiras, cheviots e pannos por
pree s baratissimo.!.
Grande oeposito de fasendas para os 8rs. neio-
ciantes do centro, tendo descont as vendas em
rroeso.
59 HUA DUQUE DE CAXIAS -59
Cobrado a vender-se
Vende-se o sobrado n 87 A ra da Aurora, em
frente a ponte do Sania Isabel ; uem pretender,
pode entender-se com o orrertor Pedro Jos Pin-
to, na praca do Cimmerclo.
(PROPRIO PARA MESA)
Jo2p Ferreira da Uosta, acaba de receoer polo
8ULY, nova remessa deste iujpcrtantissimo vinbo
que por ser de ezceilente qoalidade e fino paladar
se torna recommendavel.
OsSrs. apreciad' res eucoatrar2j estaexcellen-
te pinga em casa dos Srs. Justo Teizeira & C .
snecessores ft ra da Penha n. 8^________^____
Livramento & .
vendem cimento port'aud, marca Robins, de 1
qualidade ; no caes do Apollo a. 45.
Caa para vender
Vende-se urna pequea gasa na ra do Alecrim
n. 9 ; a tratar na tua do Bom Jess n. 38, 1"
andar, ou na traveesa do Peixoto n. 55.
H'iYAC BL.END u:a a V.AlrU
tate ezceilente Whisky Escasee 6 .eriv
a/i cognac ou a^iiarden-e e canna, para orti
rpo.
Vende-se a retaiho noa a> Ihores urmasens
inolhadoe.
Pede K me e cmbl-ma sao registrados para todo o Bra! .
BROWN8 -- C, ..gentes__________
Chalet para vender
Vende-se um alegante e btu construido chalet,
sito em Parnameirim, em frente ae-tacao da via-
terrea do Ap pucos, com commodos sufeientes
para qualquer familia, om agoa e g encana-
dos e um b -m sitio, por preco rasoavel ; a tratar
na ra do Barlhoh meu n. 40.^_____ ____
Terreno
Vende-sc um terreno coufronte a cstaclo dt
Principe, estrada de Jo2o de Batros, com 90 pal-
mos de freute e bastantes fundos, e cm alicorees
para 3 casas; tratar na ru* d'Apollo n. 30, pri
eiro andar. HB
Oleo i Figado Bacalhau
doX>
lodo-Ferruginoso de Quina e Casca de Laranja amarga
Este medicamento fcil de tomar, nao provoca nauseas,
le de clieiro agradavel. Pela sua composicao, possue todas as
qualidades que lhe permittem combater :
a ANEMIA, a CHLOROSE, as AFFECCES do PEITO
a BRONCHITE, os CATARRHOS, a TYSICA
a DIATHESE ESTRUMOSA, ESCROPHULOSA, etc.
Em vista do seu emprego fcil, da sua aegao multplice e
I segura, da economia para os doentes, os mdicos receitam-n'o
de preferencia qualquer outro medicamento similar.
DEPOSITO aEKAX. -
PARS, 209, ra Saint-Denis, 209, PARS
VENDF.M-3E EM TODaS AS PniNCIPABS PHAIUUCIAS 00 UH1VERSO
"DESCONFIAR DAS FALSIFICACSES E IMITACOES





60:000^000

Ch prcto superior
Crlos Sinden recebeu pelo ultimo vapor e con-
tina a vender sein competencia ; na ra do Ba-
r2o da Victoria o. 48, loja de altaiate.
Flos Saiictorum
Vende-se esta obra em seis volumes, nova, e
por preco eosamedo ; na encademacao da Ci^ngre-
gacao, casa do Candido SimSes.
......1
EXPOSiriO jr UNIVn41878 |
Mdiilli i 0rjJcCroixa-Clvevalier
Ltt Ptm MUTIS RCOUPBIIStS
OLEO de DUINA
E.COUDRAY
HSieui.StiTtrTItl>RAOOP*llAFOBIilI)SUWMCASLLO
Rscommendamos este pnxlucto,
considerado peuis celebridades medicas,
pelos seos principios de quina,
coas s>6 poderoso regeneradnr que Mcoabece.
ARThSOsHSiMtN DADOS
PERFUMARA de lacteika
^fffj.J.^. ,,|U CsiarMatu leios.
G0T_ CONCENTRADAS nara o leiwo.
AGUA DIVINA diiiguade siuds.
EITEI ABTIGOS ACHAM-SE NA FABRICA
pars 13. m d'EBfluiei. 13 pars
Depsitos sn todas a* Pe-: siarisj, Plumucias
e Csbellereiroi da America.
!.........
Corre a *7 do corrente
Em beneficio da lostruccao Publica da provincia
Esta lotera dividida em partes
Bilhetes venda na Roda da Fortuna, ra
Larga do Rosario n. 36.
aos Consummidores
PERFUMARA ORIZA
PARS 207, Ra Saint-Honor, 207 PARS
flerem ae.u auccesso e favor jmMie
1 A* saldad* escrosalsn com im i f A na (ajlidadiliaHtriTBl
sao Isbrleado. } i suTidad dt su sarta.
MAS SE IMITA OS PRODUCTOS 0 PERFUMARA ORIZA
aem attiaglr ao eeu grn de -delicadeza e perieicflo
v A apparencia exterior testas imitacdes sendo Mentira aos VrrOa- *
J. del i o* fri: iirfo. unza, os coittummtdores averao se JJf
V^ precaver c-Ura este commercw ttttctto e considerar como
SQ*V contraa:^ Qvqlquer pro6uc
ie qualidade inferior
vendido' por casas pouco honrada.
5AV0N- ORIZA VELOUTE
PHARMACIA CENTRAL
38Ba do Imprador38
Tt-nd iises: do pnr urca completa reforma acha-se moutada satisfaztr
prorr.ptidSo as in p8s medicas, tendo para esse fiai medicamentos de primeirs
lidade e especialidades phsrroaceu:!* dos primeiros fabricantes.
coas
qus-
Gotta, Rheumatismo, Dores
Soluqo do Doutor Clin
Laurado a Fouldid de Madicint de Pars. Premio kfontyon.
\
-
a,
A Veu-dadeira Solugio CLIN ao Salicylato de Soda emprega-se para ourtr:
As Ateccoes Rheumatlsmaes agudas e ehromeas, o Rheumatismo gottoso,
as Dores articulara e Moblares, e todas as veses que necessario calmar os
soflrimentos occasionados par estas molestias.
A Verdadeira Soluyao CLIN o melhor remedio contra o Rheumatismo,
a Gotta e as Dores.
(i)3 umi expllatio detallada asompanha oada frua.
Exigir a Verdadeira SoljAo da CLIN A Gie, da PASIS, que je eneontra em
aaum las Dn
sjasta*
0 Fharmac
-*.
I
Q1D




8-
Diario de PernambocoSabbado 23 de Jullio de 1887
r;
ASSEMBLEA GERAL
CAH IRA DOS DEPLTAFiOS
SESSO DE 3 JULHO DE 1887
ORNAMENTO DO MINI8TEKIO DO IMPERIO
'Continuado)
O Sr. Pinto Lima : Estao on porto
seguro : l nao ha tempestades
O Sr. Andrade Figueira, proseguindo,
diz que o Senado faltou s conveniencias
da mais vulgar civilidade reatabelecenio
ama verba da proposta relativa secreta-
ria a Cmara, que esta, senhora de seus
destinos e obrigada a fazer economas, ti-
nba procurado reduzir, restabelecondo os
aotigos ordenados de seus empregados.
Eis ahi um dos perigos de entregar
aquella casa, que o orador mais do que
nenhum outro brazileiro respeita, porque
presume se tSo conservador como aquelle
que m: is o seja, nSo mais ao espirito con
servador, que a poderia manter, mas a ura
espirito verdaderamente revolucionario,
que alli est encastellado e que ba de
compromettel-a. (Apoiados.)
Vio neste facto, com grande sentimento,
um sigoal de desrespaito, que acreditou
sempre que a Cmara repelliria, quando
de l voltasse a emenda.
Infelizmente nSo p51e esta' presente :
cruel enfermidade o privou de comparecer.
Pretenda dirigir a campanha visto que ti-
nba sido o autor della.
A Caiptra nao precisara passar por
aquelle desar por que passou, vendo-se
obrigada a bomollogar a emenda do Sena-
do para regular a sua propria secretaria,
a sua propria casa.
O orador sentio dentro d'alina nSo po-
der nesse da ter vindo Cmara para pe-
dir ao governo que, assim como conteropla-
va no objecto de urna usao que a solici-
tar do Senado, a divergencia sobra o pra-
so para a matricula de escravos, contem-
plasse tambem esto, como pedia a dignida
de da Cmara. (Apoiados.)
Aconteceu, porm, a segunda tristeza, a
que o orador ha pouco alludio. Appare
cea na Cmara a emenda : aquelles que
que:iam ecouomias votaram pela emenda
com alguna que a nao queriam. Acredita
que passou por quasi uoammdade ; oo
tratou de apurar este poato.
Ora, a Cmara que tem o numero, a
forja e o direito, diz o orador, hesitar um
momento em governar a sua casa e n'um
assumpto tSo intimo da sua economia con-
testada, qual a do Senado, quando se tra-
cretnriaa de Estado traria urna reducjSo
de despeza superior a 300:000)$
O orador no ornamento do Ministerio do
Impurio nSo quer discutir verba; do con
trario teria de cortar neate ministerio nada
menos de 3,030:0004, reduzindo a sua
despeza de 9 a 6,000:000,$ sem o meno
vzame para o servijo.
0 Sr. Affonao Penca: -V. Exc. devi
indicar as redceles que so podiam azei.
Niguem mais competente do que V. Ese.
fazer de toda a influencia na Ca-
para
mata.
O Sr. Andrade Figueira observa que
tinha muito mais ioflueacia na Cmara ees
que o illustre deputado era ministro do
que na actual que se compSe dos seus coi-
religionarios e amigos.
Naquelle teropo tinha comsigo urna phi-
laoge poderosa p.los seus talentos, pe a
sua despreoccupajSo doa interesses de mo-
mento. Hoje o orador urna mera un -
dado que so levanta do seu banco sem ou-
tra forja mais Jo que a da coberenc.a
pela qual pugna.
O Sr. Duarte de Azevedo : -V. Esc
est cercado da considerajSo de todos os
seus correligionarios (apoiados.)
O Sr. Andrade Figueira : Da conside
relo pessoal que muito agradece, mas La-
ver occasiSo de verificar se Ss. Exea,
aceitara oa consclhos do orador e as ideas
que externa.
Vai ser o mais claro que seja possivd. e
ver pelo resultado si realmente as coueas
sao assim.
O Sr. Affonso Penna:-V. Ex?, de ve
apresentar emendas.
O Sr. Andrade Figueira : Ja ss apre-
sentou ba muitos annos, j devora ter ca-
Dllos brancos.
Passando para um outro grupo de des-
pozas do Ministerio do Imperio, encontra
a alta administrado do Estado, isto, os
ministerios e as presidencias de provin
cias.
Sobre os ministerios muito tem a diiser
ou dir somente que os nossoa ministerios
silo muito bem pagos, que nao precisis do
augmento e tambem nao acredita que seus
vencimentos sejam passiveis do reduc-
cSo.
Quanto a presidencias de provincias,
adopta a emenda da illustre comraifsao
suppriraindo a parte da despeza destioada
ao 1 estabelecimento, nao porque a lei se-
ja m, maa porque tem dado lugar a abu-
sjs a qua os differentes governos de am-
bos os partidos u) t.u sabido resistir.
les presidentes, ao trabalho que Ihes incum-
be e at responsabilidaie que Ibes cabe.
O trabalho em cima proviacia cono as
de S. Paulo, Pernambuco, Babia e Rio Oran
de do Sul, nao comparavel aos dos pro
Videntes de provincias pequeas como San
ta Cathatina, Parabyba, Rio Grande do
Norte e outras. A vida no to cara
as capitaes das referidas em segundo lu
gar, c^rno as capitaes das que foram con
sideradas em primeiro lagar. (Apoiados.)
O trabalho nao o mesmo, se nSo
quasi nullo em algumas. A representado
tambem nao a mesma. Os interesses sSo
mais instantes em urnas, embira o regi-
ment seja igual pura todas ; o desde que
a multiplicidade de negocios era provincias
mais extensas, desde que as difBculdades
polticas e administrativas avulta n em pro-
vincias que hoje sSo consideradas de pri-
meira ordem, nSo se pode dar dez contos
da res para os presi lentes destes e nove
contos para os de provincias em aoadijSes
muito diversas.
Seria mais razoavel conservar a classi-
fijajSo feita pelo decreto vigente, que di-
vide as proviacias em 4 cathegorias, mar-
cando-Ibes o ordenado de 5, 6, 7 e 8 con-
tos de ris.
O orador reputa bem feita a classifioa-
jao actual, porque attendo ao maior traba-
lho das presid ncias, como caresta da
vida e s necessidades da representado.
Si a illustre commissao quer augmentar
os vencimentos na razio de 2:000?$ para
substituir as despezas da representado,
devia aceitar a mesma escala do decreto
vigente, passando os de cinco e sete, os de
seis a oito, os de sete a novo e os de oito
a lOiOOOOOO.
Haveria a vantagem de guardar harmona
cora o direito vigente, que nao precisa de
ser alterado.
a desigcajSo feita pela comraisssSo nao
precisamente justa, porque, se actual
mente os presidentes das provincias de Ia
ordem podem ter 4:000)$ para despezas de
representado, mximo na lei actual, estes
fiearSo para substituir aquella quota, ape-
nas com 2:000)$, quando os presidentes de
provincias pequeas fiearSo com quantia
muito maior, someter a mesma represen-
tajao e a mesma responsabilidade. (Apoia-
dos.)
milaa, contra os magistrados. E' isto o re
saltado dosta deploravel desorganisajSo, e
dos estados das sciencias naturaes, tra-
zando a completa obliterajJb dos prin-
cipios moraes que o cooheciiuento dos
prTncipios religiosos incute. (Apodos.)
Assim creou-so urna Escola Polyteehniea
ebeia de luxo, onde existem cadeiras que
umitas vezes nSo tem um alumni, e ontrn-
tanto .s faculdades do direito, anda hoje
tm a mesma organisajS) qu) tinhom.
O estudo da religio est abandonado...
O Sr. Costa Aguiar : -Apoiado.
O Sr. Andrade Figueira. pjrque ha
vendo projecto da organisajSo de cursos
theologicos, o governo nada tam feit >, da
modo que nao ha estudo complato desta
materia (apoiados.) Neste ponto devia-se
imitar os Estados-Unidos, qua hoje o
modelo procurado.
Ahi o resultado do ensino religioso,
superior ao das sciencias phisicas e natu
raes.
O orador nSo discuto o assumpto, que
s o poderia fizer com o ministro do im-
perio.
Quanto verba de ensino publico, de
ciara com i'nteira sin^eleza qua nella a ce*
ducjSo poda ser grande e utilissim, por
que gasta-se com esta verba enorme quan-
tia imi'ilracnte.
Tocando nos prntos em que as reduc-
j5as podiam ser bitas, cita os alugacis dos
predios onde funecionam as escolas na
corto : as cadeiras creadas sem necossida-
Tem ouvido mesmo dizer cousas muito
ta de urna despeza publica ? (Apoiados.)
O orador vem pedir Cmara em nome desagradave.s para a moralidade da alta
o seu adraimstrajSo ; tem ouvido dizer que pre-
sidentes de provincias tm reoebido mais
do que o mximo de 4:000($ marcados por
le. Nao sabe si o facto verdadeiro, e si
tem acontecido os presidentes terem sido
pagos por outraa verbas e talvez mesmo
pala verba secreta da policia. Sao dous
mentados ; primeiro o de um cidadSo en-
t arregado pelo governo de urna alta func-
cSo administrativa receber dinheiro alm
das quantias que Ihe aSo devidas, o que
nlo deve inspirar ao governo muito con-
de sua dignidade que restabeleca
crdito, restabebeendo a emenda que o
Senado rejeitou (apoiados) ; caso seja re-
jeitada esta emenda devo pedir a usao, e
ahi var-se-ha o que deve prevalecer si
a redcelo das despezas em que o seu au-
gmento nSo teve justificajSo, ou sa o ca
pricho do Senado em ceder a pedidos e
rogativas de empregados da Cmara.
Si este nao fr o procedimento da C-
mara, o orador pode descrer nao da forja
de nossas iustituijBes para fazer o bem,
como no pode descrer da forja do Sena-
do para cumprir a sua alta missio.
E neste ponto sent estar em divergen-
dia com o seu illustre amigo e deputado
pelo Io districto do Rio da Janeiro, o que
poucas vezes se d. A ostituic&o do Se
runga em sen?lhante fun:cionarios que
vai tiacalizar oa interesaos das provincias ;
segundo, ie:eber esses dinheiros por ver-
baa de origem suspeita como a secreta da
policia.
Diz isto pr simples hypothese, para o
caso do darem se esses factos deque o ora-
nado utilissima, a questao dos Lomen. J 8abe; e declara que se soubesse tra-
quesesentam no Sanado (apoiado), *| ria ft0 oonnec;meoto da Cmara porque
Constitu.
que
principalmente dos ministros que
tam na Cmara que nao sabem
qiiprjrai iiner Jvjs podoroa jao Ihes confere. (Apoiados.)
O governo nao tinha o direito de aban-
donar esta questao que era a causa dos
seua amigos, que era a causa da Cmara,
se seu-1
, aro ''os fact03 man escandalosos e que
mais depSe contra o crdito das ada.inis
5es.
Aceita a emenda da illustre commissao
mas nao pode aceitar a classificajao que
ella faz das provincias em duas cathego
riaa, na priraeira passando de 8:000)$ para
depois de votado o additivo, que era a sua I iq.qqo^ 0 ord0nado dos presidentes o na
proprii causa, p'.rque o nobre presniente uitima jd 4;CK)0,$ para 9:00! ($ J a sim-
do cona.lho recuaou-so sempre a seroelhan j p|e3 enUQCa^ao deass algarismos denota
tes argumentos de despezas. Entretanto, ^ ^ asgJ uma jegiguaidade, isto
ao
emenda fji approva la e nunca mais ou- p-agj > quo ae eeva de 2:000l o ordenado
vio tratar da semelhsnte assumpto. dog pre8 eatea das provincias de primeira
A reforma das secretarias do Imperio, cathagoria, eleva se a quasi o dobro o dos
Senado e Cmara dos Deputados igualan- de segunda, isto c, de 4:000|$ para 9:000)$.
do os vencimentos dos respectivos empre Sobre ser injusta era si revoltante, quan
gados aos que percebem os das outras se-
to s i sp zas a qua sao obrigados aquel-
Nas provincias pequeas como aquellas
que citou e outras que poderia accrescen-
tar, os presidentes nlo precisara de taraa-
nha quota, porque a representaco quasi
nulla, entretanto a commissao d para
estes 4:000)$, emquanto que para aquelles
o augmento apenas de 8;000|$000.
A desigual Ja Je manifesta. Reclama
contra ella, principalmente no ponto de
vista em que se collocou, e de reduzir a
despeza, porque feita a cla-sicacao em
quatro cathegorias a economa seria maior
para os cafres pblicos e o orador no v
nada mais importante neste assumpto, do
que conciliar as conveniencias do servico
publico com as economas do Estado.
Passar a considerar outras verbas do
orcamento do imperio principiando pela
que se rofere a nstruccSo publica.
Omitte o que respeita ao culto publico,
porque nao se acha pieseate o nobre mi
oistro do imperio, com quera o orador po-
deria discutir a somelhante respeito.
Nao pretende j reduzir as despezas que
se fazem com esse servico, pelo contrario,
se lhe fosse licito oogitar em augmento de
despeza publica as actuaos circumstan-
cias do paiz, era talvez a nica verba que
seria tentado a augmentar afim de reorga-
nisar os seminarios ou antes, orear facul-
dades tbeologicas, em que se ensinassem
as scincias moraes e religiosas to despre-
sadas. (Apoiados.)
Entende que urna necessidade clamo-
rosa na actual situaclo a que foraos leva-
dos pelas imprudentes reformas feitas rela-
tivamente as institmjSas do ensino das
sciencias naturaes, mathematicas e posiii
vas.
Creou se assim um espirito perigoso a
ordem publica e para formajito do carc-
ter nacional, e a isso que em parte se de-
vera oa tactos de anarchia que se tem pre
senciado contra as autoridades, contra a
autoridade da igr-ja, contra os pas de fa-
Chiton! E' una sorpreza que eu
quiz fzer. Anda nao estive senio com
o senh >r.
Juliano boba recuperado a sua calma.
Agradfc.) muito .ata prova de ba-
nevolenvia e coutianca, doutor.
Or-, Jis6e Maximiliano, nao nos tra-
temos e-n ceremonia. Ea o coaheijo ha
muito tempo, raeu .-a o Juliano, por sua
,ta, a quer. B.-rtha e en amamos c-imo a
IACQES D PLOT E PKUKO MAtLjuma ,aai,
E accrescentou, apertando-ihe de novo a
== mi5o :
Sei mesmj muito mais do que voc
FOLHETlffl
JOS LA RONZA
POR
<|l'C\Tl PlRT:
CARtIH\
(Continoa
Vil
!j n.
164)
Maximiliano tinha chegado a Pariz.
Tinha ido provisoriamente para um ho-
tel.
Chegau mais cedo do que era espera;!
pensa. Porque, so a Sra. Franci nao
teve confiaoc ora mim, ss toi muito dis-
creta, lierths fallou.
Juliano corou o Jepois empallideceu.
Oh I disse elle em voz suffojada,
qu?rida Bertha 1
Maximiliano estava tao commovido como
elle.
Mas, isso nao todo, estilo casados,
rauit bem, mas Mtea do casamento temos
que fazer nlguraa cousa.
Todo rjaioto qaixer, meu caro irmao,
Vimos, coa effeito, qao Rouval tinha rep( 0u Juliano -oin entbasiasmo.
sabido, por Clanos, que o doutor nSo era
esperaiio se nao dahi a tres semanjs.
Ora, havia apenas quinza dias que Ca-
anos tinha feito esta eomraunhacXoao ban-
qusirc no lea eseonderijo ao subterrneo
do palxoete.
Maximiliano quiz sorprender a toaos e
conseguio f*zcl-o.
Pode se fizer idea da sorpreza ile Ju-
liano Dar aailly quando no dia i.nmediato
ao da sua visita ta, em compaohia de
Joio, o seu criado foi lhe diwr ^ue un
reojo quera fallar lhe.
V sua admiraclo cf'sceu ao ver a sua
visita.
Esta .,.iiantoa-r', sorriudo, de m3o es-
tendida.
-- O senhor nao me conhee, mas eu
;onhejo.
Real oente, reapoudeu Joo, hesitan-
do um pouco.
Sou o Dr. Maximiliano Arband.
Darmailly soltuu urna exclaraacao.
O seniur, dout r Ninguein o eepe:
rava iqui a oito dias 1
^axiiciuano sorrio, e pondo un dedo
oes lab' i
Sa foi vo- o primeiro que procure,
'outnu)u Arband, ci porque sei com que
telo, com que attei cao tem procurado des-
cobrir a verdado de um negocio tao exma-
r; nbeo o que tanto iuierossa min ia ir-
ral e a mim.
Sim, mea ro Maximiliano Tomei
a icim a sua questo. Permitta-me que
continu a servil oa como at aqui.
E' o que lhe venho pedir, diss> sim-
plesmenf: Aiban:, epfl em commtim os
nossoa recursos para a luta terrivel que
vamos susteo
Vn rlim torrivel, nao assim ?
Tvrrivrl, meu amigo, cheia de duvi-
das a Je mysl Meu pai foi assassi
Dado. Eu mesmo quasi suecumbi. Alm
disso, descob .-a do criminoai no
cadver de ontra boraem.
O cadver do nababo Jahar Sing ?
AL sabo "ase tacto ?
Como o mais. Minha tia deu-:r.e to-
das as suaa '.-artas para lar.
Tanto in-dhor. O trabalho ]i. est
simplificado. NSo terei que lhe contar se-
nio os ta.! j: uiaia recestes da minha via-
gem.
do em freguezias onde existem ou ras e
onde nio ba frequencia, sendo certo que
na corte, onde ha facilidado de conduejo,
podia o governo, sem re?eo, dar astruc-
j5o ao povo fazendo grandes economas.
A's Fa.ul lades de Medicina compro-
raetteu se o Sr. ministro do imperio a pro
por redundes consideraveia, pelas quaes
deve-se insistir, porque ha o direito de in-
sistir, porquanto em 1882, quando apresen
tou-se e decreto de reforma, o orador
tomou parto na campanha qua entilo se
travou, combatendu a ere ajilo de cadeiras,
que as julgou inuteis e superfluas, e sem
exemplo em paizes muito mais adiantados,
e a creajo de empregados tambem inuteis
e Buperfluos, como a de adjuntos e prepa-
radores.
A experiencia veio convencer de que
ento tinha toda a razSo. Pra essas ca-
deiras, os concursos tem-se reproluziJo, e
os candidatos na;t nsido prvidos, e anda
na sessilo anterior, toi denunciada na tri-
buna por um nobre deputado, ura gravis-
simo abuso com accuraulajSes que se dao
na Faculdade de Medicina do Rio de Ja-
neiro, de haver quem accumule ao or lea-
do de lente, o ordenado de adjuncto e at
de preparador, fazendo assim 11 ou 12
contos escandalosamente, quando a lei s
teve em vista remunralos com a quantia
de 4:800($000, que destinou aos lentes.
O governo tem comsigo os elementos
para verificar si ou nao verdadeiro o
facto que foi denunciado ao orador j ella
tem as folhas de pagamento na Thesoaro,
mando examinal-as ; e, se quizar cumprir
o seu dever a risca faja com que esses
lentes restituam as quantias que indebita-
mente receberam.
O governo no pode mesmo ser iodiffa
rente grande desigualdade que se d na-
qu*lla escola entre as cadeiras de clnica,
em que os lentes exercem ao mesmo tem-
po as funejoes de adjuntos, e as outras
cadeiras, em que ha a sc-parajao da theo-
ria a da pratica, era qua os lentes tea de
ensinar a primeira e os adjuntos a segn
da. NSo concebivel que lentes, que
ten o mesmo trabalho, sejam tao desigual-
monte remunerados como esses, 'perceben-
do os de dioica 4:8005 o os outros abusi-
vamente, 11 e 12 contos.
Alm d'i.to, ha as cadeiras duplas, sem
necessidade, em ambas as Faculdades, na
da Corte e na da Babia
O nobre deputado pela provincia da Ba-
bia, que tem discutido este assumpto, cura-
pro dizel o de pasaagem, labora em gran-
de equivoco, suppondo que ba desigualda-
de de tratamento com relajo > duas Fa-
culdades de Medieina. NSo ; tudo quanto
se votou para a Faculdade da Medicim
do Rio foi tambem votado p>ra a da Ba-
ha ; se a desta Corte tem a fortuna de
possuir laboratorios que a Faculdada de
tfedcioa da Babia ainda nSo tem, nlo
porque o poder legislativo vitasso para isso
fundos, mas resultado de una subserip
jao promovida nesta capital e que attin
gio a somma do cerca de 300:000|$000,
com a qual se fizerara aquellas laborato-
rios. Promova o nobre deputado igual
subscr pjSo na Baha, para o que contar
com a cooperajSo dos seus comprovincia-
nos, que costumam dominar 03 ministerios.
O Sr. Aran jo Ges :Nao posso pro-
movelo, porque nao tenho Sua Mig ata-
da testa da subscripjao.
O Sr. Andrade Figueira diz que para essa
propaganda pode o nobre deputado contar
com a coop>rajSo da personagem a quem
se refera.
O Sr. Araujo Ges : Mis nao po3so
contar com os ttulos para offerjeer aos
subscriptores.
O Sr. Andrade Figueira lembra qua o
nobre deputado tem o presidente do con
seibo em casa. Como, pois, nlo pode
coatar com oa tituloa de nobraz? Os
honrados deputados da Babia esto sera
pre donos do governo ; no se pdem quei-
xar. E' singular que os representantes
das provincias de norte reclamem contra
a supposta proferencia do governo pelas
provincias do sul. Outro dia, em sua bri
liante estra, um istincto companheiro de
bancada do orador, externou amargas
queixag contra o sul, dando como victima
o extremo norte, as duas provincias do
Amazonas e do Para ; mas o orador ad-

verti ao nobre deputado, que faziam par-
te do ministerio dous representantes dessas
proviacias. (Apoiados.)
O Sr. Mancio Ribeiro : Ocio que, em
vez de ser um bem, um mal.
O Sr. Andrade Figueira pergunta si oa
lobras deputados quererlo conpor da pro-
vincianos seus todo o ministerio, como o
Sr. Dantas quiz fazer com a sua Babia.
Maximiliano aocrescentou, pesando as
p ala v ras :
Ha em todo esta negoeio sinistro um
p;rsonagam enigmtico, que julgo innocen-
te e que quero poupar.
Juliano pensou que o doutor referia se
personalidade de Rouval.
E esse persmagam, porguntou ello,
?...
E' urna mulber.
Urna rauiher I exclamou Juliano, que
perda Carmen de vista.
Sim, urna mulber singular, cujo amor
perseguio roe cono urna maoia e prot-geu-
me como urna gide.
Essas palavras restituiram a memoria a
Darmailly.
J sei ; quer fallar de urna menina
Clanos.
. Justamente. Carmen Clanos Pa-
checo.
A filha do representante do Sr. Ste
phan Rouval T
Sim, se que o Sr. Clanos tem urna
fiiha.
E' preciso verificar isso, disse Dar-
mailly.
E julgou dever insistir.
Acabou de fallar nos Srs. Rmval e
Clanos. Que pansa delles ?
O joven doutor hesitou antes de respon-
der,
Rouval ? Ora, alo sei que pensar.
Ella fez me favores. Alm disso, foi por
sua ordem que Clanos inforraou-me dos
perigos que eu corra.
Darmailly ia fallar. Contevo-se muito
a tempo.
O momento nao era propicio para com-
municar a Arband as suas desconfianjas.
Rosolveu guardal-as para mais tarde.
E que peosa de Clanos V
Dessa vez Maximiliano foi mais aftirma-
tivo.
NSo pens nada, mas sai alguma cou-
sa.
E que sabe ?
Isto : o hornera com quem ti ve dela-
tar para conquistar a miaba heranja cha
mase Lwis Jubb. J sabia ?
Sabia.
Pois bem, esse nona Jubb o da
rauiher de Clanos.
Darmailly deu um po.
Como ? perguntou.
O nobre deputado pela Bahia pertenoia
a urna provincia, que tem a longa tradi-
jSo do dominar o Imperio, qualquar que
seja o partido que se acha no poder. A
Babia qua tem governado o Brasil, ain
da agora est governando; e ha de gover-
nal-o por muito tempo o o orador poderia
particularmente dar as razSas des3e facto.
Os bahianos tem habilidade para isso; sSo
os florentinos desta Italia; tem um talento
poltico que o orador muito aprecia. (Ri
so.) A Bahia reina, governa e adminis-
tra o Brazil; e, com muitaa sympathias
pelos bahianos, o orador da grajas a Deus
por este facto.
Mas para o nobre deputado ver que a
Bahia ^overaa basta olhar a situajo fiuao-
ceira do paiz, comparada com a da Ba-
hia ; e La do ver que sSo irmSs germa-
nas.
O nobre deputado amar para aquelles
que quizeram concorrer para as obras da
Kaculdade de Medicina da Babia, o mes-
mo que achou o director ou promotor dos
melhoramentos da Faculdade de Medicina
da Corte para a subs:ripjSo aqui promo-
vida*
O Sr. Araujo Ges : As condij3as sSo
muito differontos.
O Sr. Andrade Figueira aiBr.na que o no-
bre deputado pode ter os baroes que quizer;
a questSo querer e ha ver l quera queira
concorrer com as quotas necessarias, por
que acontece haver as provincias baroes
que o queiram ser com pouco dinheiro
(riso) ; deve haver urna tarifa que elles
satisfajam; taita a tarifa, fique o nobre
deputado certo de que o resultado infal-
livel; e tratndose de mana da instruc-
jSo publica, que urna verdadeira mana,
fique certo que o resultado nSo pode ne-
gar.
O Sr. Ara ajo Gees: Mas o Sr. Sa-
boia queixou-se de que tinha sido logra lo.
(Riso.)
O Sr. Andrade Figueira queixou-se exa-
ctameote dessa prodigalidade: tudo quanto
se taz para a Faculdade de Medicina do
Rio de Janeiro, se faz para a Faculdade de
Medicina da Babia ; se se fizesse para urna
s, por exemplo, para a da Bahia, nSo te
ria tantos motivos da queixas, porque nSo
Antes de ohamar-se Sra. Ccl moa, a
raai de Carme.i, bem como a do meu com-
petidor australiano, chama va se a Sra.
Jubb, teado casado com o irraSo do ban-
queiro irlandez que foi amigo do nosso p-
rente Roch em Melbouroe.
Juliano Darmailly passeava na sala, agi-
tado
Eis abi, disse ella, o que explica
multas cousas.
- Que cousas, meu caro Juliano ?
Cousas que at aqui pareciam con-
tradictorias.
Examinamol as.
O joven advogado refl'ctioum momento.
Ouja e pensemos juntos. Voc nun-
ca tove que se queixar da Rouval e da Ce
lanoa, nSo assim T
NSo s nunca tive que me queixar,
mas at sou Ihes obrigado.
Muito bem. Foram elles que o pre-
veniram da existencia de Lewis Jubb ?
Sim, e at antea da minha partida.
Pois bora, disse Darmailly, est ven-
do a consequencia ?
NSo. Confesso qua nSo vejo nada.
Darmailly pesoa todas as suas palavras.
Preveniudo-o, Rouval e Clanos pro-
cederm como amigos. Como eonheeem el-
les a exstenJia de Jubb ? E' preciso ei-
clarecer aso. Mas nSo se podia exigir de
Clanos quo fizessa mais por vo. contra
o filbo da mulhr-r.
Maximiliano bateu na testa, ^f"
Eis abi, meu caro amigo. Easa
que a verdade. Voc muito perspi
caz.
Juliano iaterrompeu-o :
Espero, ainda ha um ponto obscuro.
QuI esse ponto obscuro T
E' este : Por qua que Jos Loren-
za o perseguio ?
Essa pergunta j fiz a mim mesmo.
Maa isto nao tem neuhu.na relajSo com
Rouval.
Perdao, raplicou Darmailly. Jos La-
ronza est em relajSo inmediata com a
grande casa de Stepban Rouval & C.
O joven advogado narrou a Maximiliano
o duplo drama da ra do Amsterdam e da
ra de Londres, occorridos ambos depois
da descobarta, que tinbe feito, das cartas
cahidas do bolso de Clanos, o furto das
duas cartas da casa delle, Darmailly, e fi
seria tanta a prodigalidade; faz-so urna
prodigalidade dupla.
O Sr. Araujo Ges d um aparto.
O Sr. Andrade Figueira racorda que
aiada ha pouco, o nobre deputado pela Ba-
bia poz se testa de moa prodigalidade de
novo genero e conseguio Iludir a vigilan-
cia da Caara, fazmdo votar na 2.a ds
cuss.o urna emenda, elevando a proposta
qua pedia 50 contos para a conclusSo do
edificio da Faculdade de Medicina, o qual
s falta sor asaoalhado e coberto ; e o no-
bre deputado conseguio elevar a verba a
L00:000j$000 : sem necessidade, veio des-
equilibrar a verba. Em segundo lugar,
S. Exc. veio pedir para os laboratorios da
Faculdade da BaLja 27:OOOi$000, que a
Cmara deu, quando n'aquella Faculdade
s ha 3 ou 4 laboratorios que funeciona-
vara em corredores do edificio, ao passo
que ooncedeu igual quantia para os tres la-
boratorios bem montados da Faculdade de
Medicina do Rio de Janeiro.
O Sr. Araujo Ges : Pejo a palavra
para responder.
O Sr. Andrade Figueira diz qua o ne-
bro deputado nao sa liraitou a isto, pedio
ainda as sobras, os soVjos do todas as
verbas relativas s escolas de medicina..
O Sr. Araujo Ges : Da Bahia, para
applicar a obras; conplemento da outra
emenda.
O Sr. Andrade Figueira... nSo se con-
tentando com os 100:000^000 j votados,
precisando mais de 60 e tantos contos.
O Sr. Araujo Ges: Porque o orja-
mento que estove presente commissao
pede 130:000$003 para a conclusSo das
obras. .
O Sr. Andrade Figueira perguntou si O
nobre deputado pode garantir que durante
o anno prximo serio precisas essas quan-
tias.
O Sr. Araujo Ge3 : Grande parte,
cincoenta conto3, serSo despendidos em
de8apropriajoes. O nobre deputado nSo
conhece o edificio : o antigo colegios dos
Jesutas.
O Sr. Andrade Figueira deseja saber se
esse colegio fora construido sobre o edifi-
cio que sa tenha de desapropriar.
O Sr. Araujo Ges : NSo, senhor:
sao os sobrados contiguos que foram alu-
gados por 3:000($000, cuja desapropriajSo
o governo autorisou, e nao havia dinheiro.
Bem se v qua a Bahia n*o bastante cc-
nhecida.
O Sr. Andrade Figueira responde quo
nSo, qua a Babia bastantemente conhe-
cida, e o nobre deputado acaba de trnala
mais conhecida, exigindo para ella as so-
br s de todas as verbas, quando o Corpo
Lelislativo j revogou essa theoria de so-
bras de tranportea.
O Sr. Araujo Ges: Eu pe jo no ad-
ditivo que as sobras da verba da Faculda-
de sejam app'icadas s obras e moata-
gera dos laboratorios.
O Sr. Andrade Figueira diz com muito
sentimento que o aobro deputado nao
pode...
O Sr. Amujo Ges: Eu nSo posso,
rnas pode a Cmara.
O Sr. Andrade Figueira... contar com
o voto do orador. O orador s responde
por si.
O Sr. Araujo Ges : Ah isto sim.
O Sr. Presidenta : E eu respondo que
o nobre deputado nSo pode interromper o
orador.
O Sr. Araujo Ges : Sim, senhor,
mas V. Exc. sabe que nSo ha remedio so-
dSo dar, de vez emquando, um aparte para
esclaracer a discussSo. (Riso.)
O Sr. Andrade Figueira contina dizen-
do que na Escola Polytecbnica a illustre
commissao propSa economas, mas nSo pro-
pa, no coaceito do orador, as economas
indispensaveis.
NSo s esse curso de minas, qua deve
ser supprimido, e que o devera ter sido
desde que se creou o outro em Minas
(apoiados), e o orador o propoz em 1877
por urna emenda, que deve estar nos sn-
naes.
vic-
nalmente o attentado de que quasi foi
tima.
S omittio, iotencionalmente, dous pon-
tos : os projectos de Laronza, relativamen-
te a Renata, projectos que Rouval tambem
tinha nutrido; e a identidade das duas le-
tras comparadas.
Vo- vi que, rauainlo todos estes
factos associajSo singular do dito Laron-
za com a menina Pacheco, resulta dahi
urna quantidade formidavel de suspeitas.
Tem razan, meu amigo, respondeu
Maximiliano. Eatrego-lbe, pois, completa-
mente a direojSo deste negocio. Tenho
quo vingar a morte de m;u pai, e a vin-
garei por todos os meios.
Disse essas ultimas palavras com ama
resolujSo iraplacavei.
Darmailly, qua ficara um momento cala-
do, torno i :
Agradejo a sua confianja. J que
resolveu isso, ouso pedir lhe que nada en-
prehenda sem me consultar.
- Eu o prometi, disse Maximiliano.
Depois, com certa vivacidade, accres-
centou :
Sabe qm 0 levo commigo. Um car
ro esprame porta. Vamos ao meu apo-
sento e l loe apresentarei novo scolyto
Juliano veatio se s pressaa e acorapa
nhou o amigo.
Em caminho contou ao doutor o episodio
da descoberta singular feita por Pouliguen
as ras de Pariz.
Arband soltou urna exclamajaj de pra-
zer.
EntSo, JoSo de Treguern est em
Pariz ? Esse caro JoSo ? Ha de levar-me
casa delle, pois quero abrajal-o.
E Laronza est em Pariz ?
Pelo menos Pouliguen o affirma, e
JoSo diz que elle o conhece.
Entregues cada um s suas reflaxSes, os
dous mojos ficaram calados at o momento
de chegar ao hotel Bergre.
Alli apearara se, e Maximiliano levou
Juliano para o aposento que oceupava.
Vai ver um menino, mas menino sin-
gularmente intelligente, de urna precocida-
do espantosa. E' o pequeo principe Goo
lab, sobrinho do nababo de Jaepore.
Ura momento depois appare jeu o peque-
no Goolab.
Estava nessa occasiSo vestido euro-
pea.
CContinuar-setta)
Era um menino de doze ecnos, baixo
para a idade, de grande belleza, tanto mais
accentuada quanto a sua tez, mais alva* do
que a da maioria dos seas compatriotas,
estava admiravelmente de accordo com as
linhas puras e orgulhosas do typo a que
pertencia. Fallava o inglez com facilida-
de e corresjao, mas com o sotaque musi-
cal dos homens da sua raja.
Vendo Arhand sorrio.
O doutor apertoa-lhe a mo e beijou-
lhe paternalmente a fronte.
Apresentou lhe Darmailly com estas pa-
lavras :
E' um amigo, que brevemente ser
meu irmSo.
Q menino sorrio o estondeu a mSo a Ju-
liano.
Agora, meu caro menino, disse Ar-
band, emquanto ignorara a minha pre-
senja aqui, vou mostrar-lhe a nossa capi-
tal, que ainda nSo conbece.
, voltando-se para o ad/ogado :
Acha que poder encontrar Treguera
em casa ?
Creio que sim, respondeu Darmailly.
Nessa casa, meu caro Juliano, tome
o carro, que ainda est porta, v casa
de JoSo e traga o para almojar comnosco
ao meio dia em ponto. Entretanto, vou
dar um passeio com o principe nos boule-
vards. Estamos em Fevereiro. O dia es-
t muito bonito e relativamente quente.
Que diz, Goolab ?
O meaino acquiesceu alegremente a pro-
posta.
Juliano dcsceu rpidamente e entrou ao
coup.
Hotel d'Ocsay, disse elle ao coobei-
ro.
Entretanto, Maximiliano e o seu prote-
gido seguiam pela ra do Faubourg Mont-
martre at os grandes boulevards.
Muito prudentemente, Arband nSo quis
revelar a presenja do indiozinho aos olhos,
provavelmente abertos, de Laronza.
Levou, pais, o menino para alm da zo-
na ordinaria do movimento.
Percorreu com elle as proximidades da
Bolsa e do Palais Royal, avenida da Ope-
ra, o Louvre e as Tulheras, depois vol-
tou para o hotel pelo boulevard de Sebaa-
topool e as ras pequeuas do arrabaldo da
Saiat-Deais. (Continuar y aaf
Typ. do Diario ra Doqae de Caas 4
'
I mam l


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