Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19114


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Full Text

J o LliJJ j Q iij S
*
Fia* A CAPITAL E LIC.111K* O'SDE XXt E tA Por trts mezes adiantadcs.............. 6)5000
Por seis ditos dem.......... ...... 1^000
Por um anno idem................. 230000
Cada numero avulso, do mesroo di:............ 100
I-A* ."i-idii

r
LJLj
i'*J
U'A
PARA DEXTBO K IOKA UA FBOnSCIi
Por seis raezcs adiaotados.............. 13j>50C
Por novo ditos idem................. 20000
Por un anno idem................. 27(JC0C
Cada r amero avulso, de dias anteriores........... # 100
>
TELEGRilIAS
UOTIG r^TICVLAS 23 BUaIC
RIO DE JANEIRO, 21 4e Julho, s 4
horas c 10 minutos da tarde. [Kooebido As
5 horas e 30 minutos, pela linba terrestre).
lome boje sessslo na Cansara do*
OepiiiAd.-ko.
O conMelbeiro Francisco Antonio
Maciel pedio explica- < relativa -
nenie 6 crlse existente no ntatole-
rlo. ReNponden-lne o conselhelro
Rodrigo Augusto ola Silva, ministre
da agricultura, eommnnlrando qae
oBtro de M a mor, dirigir bontem
ansa carta ao Baro de Coteglpe.
presidente dteonselho de no I na t roa.
psdlndo demlMo do cargo de mi
nlatro do Imperio, e qae boje aera
levado eaae edldo ao conheclmento
de S. ,*. I. a regente .
Sobre o mesan assumpfo oraran
oa conselhelro Alfonso augusto Ho-
relra Penas e ltureaca> Cvale ante
ale llbaqaerqoe > aendo regeltado
nm reqnerluenlo deate ultimo de-
salado em qae pedia que roaae le-
vantada a %easiio.
Boa seguida a referida Cmara ap -
protn em 3.a e ultima diseusso a
reeelta eral do Imperio.
RIO DE JANEIRO, 21 da Julho, s 7
horas e 45 minutos da noite. (Receido s
9 horas, pela linhi terrestre).
Polacceitaa dealmao pedida pelo
Baro de Mamordo cargo de mlnla-
tro di imperio, e convidado para
exereer dito cargo oconaelbelro Mn-
oel de Xaselmento Hachado Por-
tella.
RIO DE JANEIRO, 20 de Julho, s
10 horas da noite.
O Exm. Mr. Baro de samoi pedio
a tus demlaao de mlnlatro do Im-
perio por causa de dlvergenclaa de
vista* coas oa aeaa eollegaa aobre a
qaealo do reatabeleclmeuto de -
baldlo para examea de prepralo -
rloa de profeaaor para o colleglo I*.
Pedro II.
RIO DE JANEIRO, 21 de Jaldo, s 6
horas e 10 minutos.
E' provavel que aeja nomeado mi-
nistro do imperio o Sr. Mal loso da
Cmara
PELOTAS, 21 da Jalao.
acaban, de dar na praia moltoa
dfsirocos do paquete braxllelro RIO
APA.
.ate o a iln Ja naofd encontrado
cadver ni'iiiiuni.
PARS, 21 de J !>>.
MU. NH. o imperador e a imperatrlx
do Brasil aconiBanbadoo de ana co-
mitiva acabaos de ebegar nqui boje.
H u o Imperador val melbor de
sade.
89. Mil aricara ae hospedados no
Grande *Hotel de Parla.
PARS, 21 de Julho.
A Cmara doa Depntadoa comecoo
adlseusso do projecto do camlnbo
de Ierro metropolitano de Parla.
Agrada flavas, al -bs Pemarobuco,
21 de Julho Ja 1887.
tema nervoso central, como a scnsssao da asI
sida-i" de respirar. E' por isso que oert >s agentes
como o tabaco e o opio, actuando sobro os centros
nervosos, militan vezes attennam, e ebegam at a
annullar a tome. 0 principio do muitas doencas
caracturisado pur urna uotavel diiniauica, e s
vezea pela ausencia completa, da tome j o que
ae chaina fasti .
A le, sensaco interna da necessidade do be
ber, anloga a da fome. igualmente obseura
quanto sua causa prxima. Quando a propur-
cSo da agua no sangue tem diminuido e u t io
forte, as secreces iofraqu'cem e as membranas
mucosas, normalmente lubrificadas pelo muco, ten-
deen a seccar. Como a sen9ibildade d'estas mem-
branas muito oscura, e talve nulla, a u > ser
prozimo da abertura superior do canal digestivo,
bocea e pbaryoge que referimos a seqsscao
da t Je, porque n'aqaclles pontos qae sentimos
o estado de secenra : mas a verdadeira sede d'ella
deve ser, como a da fome, nos centros nervosos.
A s le nao satisfeita torna-se, no fia de algum
tempo, extremamente doloroea. Os nufragos,
abandonados em jangadas ou em costas ericas de
recursos, soffrem sempre mais com a fie do que
coui a fomo Quando a privacio de alimentos se
complica com a de bebidas, a morte i maito mais
rpida.
Alimentos. Cbama-se alimeoto t)da a subs-
tancia que, sendo introducida no apparelho diges-
tivo, depois de all convenientemente elaborada,
serve para separar s partes solidas oa solidifica -
veis do sun'Uf e caneorre assim para a consafva-
cao da vida. Os aliment s dividem-se em alimen-
tos meneraes e alimentos orgnicos. O homem e
os animaes fazem pouco uso dos primeiros, que e i
particularmente destinados s plantas. O reino
mineral fornece, comtudo, algamas substancias
indispensaveis constiluicSo dos bumores e das
partea solidas, taes cerno : o ferro, qae entra na
compo3i(3o do sangue ; o sal marinho, que figura
na dequasi todos os liquidos do organismo ; o ph?s-
pbato e o carbonato calcreos, que fasem parto da
composicao dos ossos.
Moa alimentos orgnicos ba a distinguir os ali-
mentos vegetaes e os alimentos animaes. i ff-.-rem
nos dos outros, qaanto sua composicio,mas nao
tanto, quanto a primeira vista poderia parecer.
Oa chimicos Dumas e Liebig provaram que os
prineipioi inmediatos fandamentaes, a albmina,
fibrina e a casein i, tanto existem nos vegetaes
como nos animaes. A nica d:ff.-renca qua se ob-
serva entre estas duas classes de alimentos que
os vegetaes eneerrain muito men-r quantidade
daquellcs principios azotados ; e conteom, alias,
outros principios nao acotados qae se nao sacn,
tram oos alimentos animaes (como, por exemplo :
as fecu as, o assucar, a gomma, etc).
(Continua)
J)rojm>at >t JHaiuiel /tmictria bt Jara & lljo
mn lifTicifli
IBSTRDCCiO POPULAR
PHMOLOGTa HMaN
(Extrahido)
OA BIBLIOTHECA DO POVO B DAS ESCOLAS
PRIMEIRA PARTE
PU.\CC4>E OEJHUT8ICAO
mallo
( Continua^o )
Fome. Sede.A fome urna sensacao interna,
qae determina a vonUdede comer. Pronuncia-se
(feralmente com intervsltos regulares, qae esto
em reluci rom a vaeuidade do estomago e a ab-
sorpeo dos principios digeridos. O sea sppsreci -
tsecto coincide com o fim do trabalbo digestivo
precedente. E' ama sensucJo, a principio agrada-
vt'l, mas qae, uao satisfeita, se torna depois bas-
tante iooasmoda e chega a ser dolorisa. 0 ha-
bito tem sobre o apparecimento peridico da fome
urna inasucia iocontestavel. O sentimento da
fome, ou a necessidade tomar alimento, liga-se in-
timamente com o ayatema dos phenomenea da na
tricao ; por aso antes um impulso instinctivs do
qne urna verdadeira sentace.
Muito toem os physiologietas dissertado sobre a
sede della, sem que tenham podido localisal-a de-
finitivamente. A fome principalmente urna sen-
safo de necessidade ligada ao instincto da con-
STvscio, e coja verdadeira sds deve ser no sys-
toverno da Provincia
EXPEDIENTE DO DA 17 DE JCSH0 DB 1887
Actos :
O presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do administrador dos ccrreioi, no
otficio de bonteoj, sob n.iOl, reaolve, nos lerin 3 da
lei n. 2,794, de 20 JeOutubro de J877, nomrar Pe-
dro de S Camp'8 para exereer o cargo de ag-ote
I do correio da villa de Flores, vago pelo fallec-
meuto de Anto lio de S Ctva'c.ute.
Resslve, oatrosim, dea:c rdo com a mesina pro
posta, no "er Srbast Xo Jos de Ctrvalho para
exereer o cargo de agente do cjrreio da estsc&o de
Campo Qrande, visto nao ter Antonio Vctor Vil-
larim solicitado o respectivo titulo. Communi-
cou-se ao administrador des correius.
O pr. aidente da provincia, attendendo ao qae
requeren Urania Nympha da Silva, profesora de
euoi 10 primario em S. Lmreiifj da Matta, e tendo
em vista a infurmaco a. 160, do inspector geral
da inatruccao publica, resolve conceder-lhe, a con-
tar do 1* do corrate, tres meses de licen^a com
orden ido, para tratar de sua saie, onde Ihi con-
virr
O presidente da provincia, de conformidade
com o Bit. 14 do regulamento expedido com o de-
creto n. 9,554, de 3 de Fevereiro de 188S, resolte
dts gnar o Dr. Augusto Serafiui da Silva para ser-
vir o cargo de inspector de hy^iene durante o im-
pedmenlu do respectivo funccioaario.Fizeram-se
as comm'inicacoes convenientes.
O presidente da provincia, resol re, de con-
formidade com a propoata do Dr. chete de polica
em ofiicio o. 544, de houteui datado, exonerar Fran
uiso Xivier de S do cargo de Io applente do
delegado do termo de Tacarat. Communicou-se
ao chefe de polica.
O presidente da provincia, attendendo ao que
requereu o b^ubarel Augaslo Cesar Peroira Cal -
das, promotor publico da comarca de liom Cinse-
Ibo, resolve cjnceder-lbe 3 mezes de licenca c m
os vencimentos a que ti ver direito, para tratar de
sua ;- ie ; Ueveado entrar no goso da referida li-
cenca no prazo de 30 das.
O presidente da provincia, na conformidade
do art. 2o da lei n. 19i0, de 4 do correte mez, re-
solve supprimir do corpo de polica os posto 1 de
u*pitao-crur#io e teneute-cirurgiio, fieando ex-
tinctos esses lugares e creado am servido medico
policial na capital, para u \ observe a se^uinte regulamento:
(J foi publicadu nesta parte).
O presidente da provincia, nos termos da re-
gulamento d'eata dat. qu.r creou o aervico medico
policial a'esta capital, resolve nomear para preen-
eber esses logares os Ors. Jos Joaquim da Sousa
e Belcbor da Gama Lobo com todas as obrigacoes
e vanlageua do mesmo regulameuto.
O presidente da provincia, tendo em vista o
termo de exame 1 nnezo, por copa, ao ofiicio do
inspector do Arsenal de Maiinba de bontem, sob
n. 71, doqual, consta haver Jos Joaquim dos San-
tos Jnior prestado exame, na conformidade do
art. 3' do decreto n. 1324, de 5 de Fevereiro de
1854, e obtido approvacAo unnime dos examina-
dores para servir de machiaista de 4* classe de
barcos a vapor, ordena que ao examinando se ex-
peca a competente carta de habilitaco, nos termos
do art. 5* das iastruccea, que baixaram com o
decreto n. 26'JO, de 2 de Janho de 1860 Comma-
nicou-se ao Arsenal de Marinha.
O presidente da provincia, attendendo ao que
requereu o teoente da 51 companhia do 56" bata
Ihao de infamara da guarda nacional, da comarca
de Pj d'Alho, Jos Quedes da Rocha Moreno, re-
solve conceder-lhe seis mezes de licenca, afiuo de
tratar de negocios de ueu particular interesse nesta
provincia e na da Parabyba.
O presidente da provincia, attendendo ao que
requereu o capito da 7* companhia do 55 bata-
lho de infaataria da guarda nacional da comarca
de Pao d'Alho, Qenuiuo da Costa Rocha, resolve
conceder-lbe 3 meses de licenca para tratar de ne-
gocios de seu particular interesse, n'esta provincia
e na da Parabyba.
Officioa :
Ao Exm. e Rvdm bispj diocesano. -Rogo a
V. Exc. Rvma. qae se digne de exigir do vi gario
da frrguesia do Limoeiro a certido de idade da
menor Josefa, filha de Joanna, eserava da viava
de Adriano Xavier Pereira de tirito e que all foi
matriculada oa respectiva collectona em 1872, sob
n 948.
Ao Th'SJuraria de Fasenda.Mande V. 8-
abonar, sob a responsabilidade a'esta presidencia
a ajada de casto arbitrada na importancia de 1854
de que trata o aviso junto por copia, expedido a II
de Abril ultime pelo Ministerio da Jnstica, ao ba-
cbarel Jos Francisco de Farias Salles, jais aaai-
cipal e de drphios, nomeado para o termo de Be-
serros, providenciando no sentido de ser a despesa
levada opportunamente ao crdito, qae tem de ser
concedido pelo Theaoaro Nacional.
A' ine8ma.R"commenda u V S. que man-
de ab.nar, sob a responsabilidade desta presiden-
cia, a ajuda de susto, arbitrada na importancia de
50CO0, de que trata o aviso junto por copia, ex-
pedido a 27 de Maio ultimo polo Ministerio da
Jastica, ao bicharel Joaquim R >xj L'ma, juis mu-
nicipal e de orph.os, nomead > pira o termo oe
Bra^anca, na provincia do Para, devendo ser le-
vada opportunamente a dspeza ao credite, que
tem de ser concedido pelo Toes uro Nacional.
A' mesuja. Respond) ao officio de V. S.,
datado de 3 do oirrente, n. 333, cora referencia
sepiracio das folbas pira pagament) do pessoal
empregado no eec.l -r das visitas sanitaria e poli-
cial, declarando-lhe que deve continuar na prati-
ca observada at agor1, nos termos do .fficio des-
ta presidencia, de 4 de Miio de L886, visto qae da
referida r""""'-----i'*T "ajaj*aal "" ---"
l*eWaio ihe miia^Pe^Besta data levo todo
o occorrido neste -suropto ao conhecira 'nto do
goverm imperial, para que resolva deficitivamen-
te o c:i fleto entre ai autoridades policial a sani-
taria, e asaim fique adoptada a medida que mais
convenha ao inesrao servir; >.
Ao inspector do Thesouro Provincial.Para
execucao da lei o. 1,883 de 7 de Maio ultimo, que
manda prorogar por tres annos os contratos de di-
urnos dt: uado, feitos por di versos arrematantes,
relevando s 1 Ib -3 o pagamento do terceiro aano
da prorogaco, como indemnisar;3o dos prejuisos
qae s ffreram, campre que Vmc. convide por eai -
taes, aos qaaes dar publicidade, os referidos ar-
rematantes, para que, dentro de praso rasoavel,
declaren) perante esse Thesouro se aceitam a con-
cesso da lei, cumprindo-lhes, neste caso, provar
a importancia dos prejuizos soflnd s para ser li-
quidada a compensaaao, que nao pode exceder de
um anuo, porm qae a lei nao impede seja de me-
aos, por isso que a relevacSo como indemnisa
cao e nao como doaco.
Outrosim, qaalquer que seja o julgamento do
Thesouro, Vmc. trar ao coubecimento e approva-
c5o desta presidencia antes de reduzir a contrato.
Dado o caso de impossibilidade de 1 rorogacio
dor contracto', por falta de aecordo com fs partes,
Vmc. abrir nova concurrencia publica psra a ar
rematacSo da cobranza dos meamos impostos, na
con'ormidade doa calcul s annexes ao seu cfficio
de 13 de Maio ultimo, sob n. 617, convindo, entre-
tanto, que, desde j, organise e remetta-me as ba-
ses que lhe parecerem acertadas pan a confeccAO
de um regulamrnto destinado a rae Inorar este ra-
mo de servico puolico.
Ao administrador do theatro Santa Isabel.
Vejo pelo ofiicio de V. S com data de 8 do cor-
rente, que exige dos empresarios que Irabalbam
30 theatro, por noite de espectculo, a quantia de
984800 assim descriminada:
ordem do Eira. Sr. presidente d provincia, trans-'dee. n. 9,420 de 28 de Abril de 1885, coui deca. s a ,. i : .. : k
mitto a V. S. tJa sflueJo ae cu offi; o d- 18 do racao do dia da aflixaco e publiea9So do prest i rev,8ao,d'i "* ij' Ia**1 **}** '< uaj
edltal e que ser certificado pelo porteirs d78 au I P/e8U".n3do a ecreseimn, e antes, 1Uem sabe,
citado de-|d,a"aa,?a
Abril ultirno, oopia do de n 6,062, de hontem da-
tado, do commandnnte do corpo de p>licia.
A) juis de direito da comarca de Chnbres.
De ordem do Exm. Sr. presideute d provincia,
commnnico a V. S. que no seu < ffi :i) de 11 do
corrate mes proferio se o seguate despacho: -
Ao Sr. Dr. aliefe de polica, pira sea conheci-
mento. *
Edital Par esta secretaria se faz publico, d>-
conformidade com o aviai do minietorio do imperio
de 10 de Fevesiro do 1861, qae, non termos dos
arts. 52 o 53 dsdeo. 11. 3,069 de 17 de Abril de
1863, foi registsado hoje, nesta repartiefio, o titulo
de numeacao de Jjo Baptista de Liau, pan o
cargo de min>-lro da igreja Preabyterinna, desta
prYwefa. %"
O secretario,
Pedro Francisco Correia de O.veira.
Para 18 porteiros e serventes
Para liuipesa e asseio
Con'.rbaicSo qae entra para
souro
The-
264C00
12.000
204000
981800
Emquanto aguardo as informacoes do Thesouro
Provincial sobre as contas, para verificar sua re-
gularida 1 e cq&hecer do modo por que o servico
uessa parte desera pea hado, lembro a V. S. a con-
veniencia de reduzir as despeans tanto quanto
posaivel para qae nao fique o theatro vedado s
companhias que nao disponham de grandes recur-
sos-
Parece exagerado o numero de porteiros e ser-
ven*s, com--, porm, el les sao adraiMidosapor pro-
posta dos empresarios, ( 11 do art. 7 e art 16
do regulamento) s noto qae essa dcspea nao de-
ve ser sempre a mesma, p:ds as empresas mais
econmicas nao quererlo pessoal alm do necessa-
rie, convindo mesmo qae V. S. s accase-lhe nes-
ae sentido.
O Io macbinista, como o ajudante qae tem
pago eui casta, alm da illuminacao e perten-
cas, deve cuidar de todo que lr relativo dislri
baiflo e servico d'a^ua, pois ser carissimo o seu
emprego se os affazeres delle se limitarem a pouco
mais do que receber a contribnico do regulamen-
to per n'.ite do qua'quer espectculo, sessoes pu
blicas, Iliterarias e conferencias (art. 13 do regu-
ment).
0 aceio do edificio e cuidado que nelle existe
da competencia de V. S., qae tomar contas do
modo pelo qual seus empregados encarregados da
vigilancia dos movis, decoraces c outros obj c-
tos, bem como dos salos e corredores, desempe-
nham os deveres qae Ibes rs'o a eargo, nao se
excedendo ao numero de empregados restricta-
mente neeessario, e ouvindo para a admisso dos
meamos directora, com a qul convem estar
sempre de aecordo (arts. 14 e 15 do regulamen-
to), tendo em atteuc> a naturrza e recursos das
empresas no conjancto das diversas centribui-
fes.
E' de toda a utilidade limitar se V. S. aos po-
deres ou faculdades, que Ibe d o regulamento
evitando iotervir em negocios peculiares vida ou
maoutencao das emprezas, na> sahindo jamis da
esphera de soas atlribui^ >s, dentro da qual pede-
r desenvolver todo sea reconhecido selo e actvi-
dado.
Ao director do Arsenal de Guerra.Fica Vmc.
autorisado a mandar satisfaser pela respectiva of-
ficioa o incluso pedido que faz de nm sobrecasaco de
panno azul fino ciin divisa de gsles, para seu
aso, de conformidade com as dispesices em vigor.
Communicou-se Thesonraria.
Ao inspector do Thesouro Provincial. Nos
termos da sua informacao de 18 do correte n. 663,
mande Vmc. pagar a Fielden Brothers a impor
tancia de 11:3394750, de qua trata a nc!usa coota,
proveniente do gas consumido ;om a illamioaclo
d'eita cidade, durante o mes de Maio nltimo
Ao engenheiro ebefe da ReparticSo das
Obras Publicas.Fico sciente, p lo cfficio de 6
de correte, sob n. 119, de haver Vmc. imposto a
empieza de Canta Theresa as multas cm qnb incor-
rea no mes de Maio ultimo cuja importancia deve-
r ssr dejeootada nos certificados mensaes, na
forma do regulamento.
Portaras :
Cocvm que a Cmara Municipal do Recife, para
complemento de eua informacao junta, n. 42, que
dever ser assignada nos termos de art. 64 da lei
de 1. de Oatubro de 1828, me declare por queso
foi imposta a malta sobre que versa o recurso de
Joaquim Ramos & C, cm virtude de que disposi-
cao de lei e qual o imperte da mesma multa.
O Sr. gerente da Companhia Pernambacana,
faca transportar ao Ro Grande do Norte, por
conta do Ministerio da Guerra, um caixao medindo
400 decmetros cbicos, contendo artigos de far-
damento e armamento para a companhia de infan-
tera d'aquella provincia.Communicou-se ao di-
rector do Arsenal de Guerra.
Mutati mutand':> dois lstes contendo oleo
de colza, por conta do Ministerio da Marinha, me
dind) 105 decmetros cbicos.
EXPBDISHTB DO DS. SECBBTABIO
Olficios :
Ao Thesouro ProvincialDe ordjm do Exm.
8r. presidente da provincia, remettoTrV. S. psra
os devidos fins, copia da tabella a qae allude o of
ficio o'essii thesonro de 7 do correte, n. 657, ap-
provada por dospacho de b je, para regalar o pa-
gamento do funccioaalismo provincial.
Ao Dr. procurador fi.cal do Thesouro Pro
vincial. De ordem do Exm. 8r. presidente da
provincia, remetto a V. S. em satisfsco ao pedido
cins ante do sen ofiicio, de 2 d'este mes, copia dos
despichos da presidencia de 9 de Novembro de
1885, 29|de Setembro e 6 de Desembro de 1886 e 4
de K.arco do corrente anno, com relacao a intelli-
gencia do art. 5. da lei n. 683, restabelecido pelas
leis ,523 e 1,682 |
Ao jais municipal do termo de Bonito.De
Carta : ordeuagao ao Sagrad i Ministerio di
Ev.ing Ih 1
Esta caita para c rtifiear a todos que iateres-
sar poasa, que, eu abaixo assiguado ministro do
vangelbo e meinbro do presbyterio do West Le-
xington da igreja presbytoriana n.s Eitados U i-
dos da America, oomo representan~e do dito prej-
byterio no imperio do Brasil, ajadado pelo Rvd
A.-L. Blackt.rd, D. D. da Baha, o Rvd. de
Licey Wardlaw do Cear e Mr. W. C. Parter,
presbytero da igreja presbiteriana do R-'cife, do-
pois ce exames considerados satif ictor.os, no dia
22 de Maio do anno de 1887, em reunio publica
da igrej 1 Presbyteri na no R c.'fe, o com a ap-
provauo da mesma groja, ordcoe o Sr. Joo
Baptista de Lrraa, membro da lita igrej 1 di Re-
cife, ao .tlici) d i santo ministerio do evangelho
de Jess Cristo, segundo a Constituido da igreja '"
~t Z oH. flT^iSKV "~* ae" Assim toman-i- Vmc por ba83 a referida lei,
creto de 28 do Abril de 1885. M com o computo das arrecadaeSes Jertas ultima
de 0 de 1S587 Corrate aos 28 : meiP8i fa9aPnV0 Cllleulo ip)roSxlnldo da reeeifa e
i?'.!?- J" j u r t..;, vsrifiqui at oude polo chgar a despesa.
, i ff"CI,C0 de !' L", T'Z'Z ?-i0 *Qte.f'- Crdito consignad, na leiSem mo de o tornar
Cintra V' ~ q ofiectivo, ,u po7 deficiencia da reeeiw, os p
n _.j. ...__jj. ,., f.ilta de autorisa^aj pira coutrahir emprestiuios
. JL* 8- 0nt'b1 ed,U' aC,ma : *. como se n; existas.-.
eopiado do proPr.o original ao qual me lepjrto e Nt3taj cenjices es-.i os do orcamento aa
' Eu Francisco de Souza L. Jnior escrivo inte- i P"rtt qUe "f'1'1'0 1 'r"^, *-*"***> 8alv'v^
riao d jury o escrevi e assigno. apparecer algu -a se d.spondo realaar o serve o
Pa.tB ._.; >. j ,. na eaoerauea de conaianacai d-t uuota no futuro,
.Cer:t,CLm^U3Ue.P^,P0!* deJ au.J,t0.r.">! fe.ta pela Asaemb'a Provincial.
X^ffiae^ d8-hffixasl"dj"f*Uli",lP;"Bt0 .fcd, esperar, e at oeitop-nto^
Jacintho Alvss deMello, 'po.teiro dos auditorios \ q"8n- *" J"P"9 ^ **** dfc"'j3 ** "^
desta Villa
de Correntes em virtude da lei
etc
Certifio que affixei na porta da cmara munici-
pal d sta v.'lla hoje, o edital convidando os pre
tendentes aos offieos de jasica do novo termJ ie
Oorrrntes de que trata o mesmo edital.
O referido ver Jado e don f.
Correutes, 28 de Maio de 1887. O porteiro dos
auditorios. Jicntho Alves de Mello.
E naia mais se continha em dita eertidi aci
ma copala do propro original a que mi reporto
e dou f.
Eu Francisco de S?uza L?5o Jnior, ejerivo
interino do jury o escrevi.
ou adiadas mesmo inadimissivel porque vina
sempre aggravar o catado financeiro.
P.
1887
EXPEDIENTE DO DD 18 DE JtJXHO DE
Acto :
O presidente da provincia attendendo ao qu
requ-reu Mauoel Bruno Alves do Cont, bedel da
Faculdade de Direito do Recife, tendo em vista a
Prosbvteriai i i,nfi,maC!0 do respectivo director e do nepector
I da Thesonraria de Fasenda, resolve conceder-lhe
res meses de licenca com vencimentos na forma
O dito Sr. Joo Baptista de Lima, portento, tem
o direito de ser reeebido o recntiecido em toda a
parte como ministro do santo Bvaagelb -, devida-
mente ordenado, e de exereer todas as fuucces
do sagrado ministerio.
Em f de que passo e ti carta.
Estava urna estampilha iuutilisada do seguints
modo :
Recife, 14 do Janhj de 1887J. Rotkwall
Smith, ministro doevangeiho.
Recoobeco verdadeira a firma retro. '
Recife, 17 de Juobo do 1887. Em" eslemunho
da verdadeAntonio Borge da Silveira Lobo.
Pagou 64825 de emolum ntes e impos'o addicio-
nal de 5 /0
Secretaria da Presi iencia de Pernambuco, em
17 de Junhj i: 1887.Chacen.
Visto. D.-sijiio o 2 ofiLdal da 4a sercio para
registrar.
Secretaria da Presidencia de Peruambuc\ 17
de Janho de 1887. Pelo secretario.E. Tam
bor.m.
Por esta secretaria se faz publico, de conformi-
dade com o art. 157 do regulamrato anoexi ao
dec. n. 9,420 do 28 de Ab.il de 1885, o edital
abaixo traua.'.ript > pjndo em concurso com o pras i
de 60 das os olficios de escrivSo do jury o exe jes crimiuaes do novo termo de Correntes.Pe-
dro Fraoeisco Crrela de O.iveira.
O Dr. Joaquim Cirdeiro Ci.lho Ciutra, juiz do di
reito da comarca Je Garanhuus da proviucia de
Pernambuco, por Sua MagestaJe a quem Deus
para tratar de sua sauie, onde lhe con-
oaid... .c. tc.
Fas esber ais que o presente "editai vreme
delle noticia tiveram, e a quem iutereisar possa
que achando-seea concurso" os offie.os de jJst.ca u V^^hZ J^ ^T^1.' ^ de
do novo termo de Correntes, creado plileirT IJ,^, X XmOVicSl^ 7^ ^"^ ^
1,423 de 28 de Maio de 1879, os qu.es n ausen- I*!Ti,, ,T \f^* ^^ V ^e?"
ciadale.espealsobsua criacao s divia, e em V".^..l! .l'*' ? f ^ "n"0J,.de ',dd--
la^ao
207 de "
c>a 1
vier
Olficios :
Ao desembargador procurad >r da or i, so-
berana e fasenda nacional.Solicito o parecer de
V. Exc. sobre a consulta feita pelo juiz municipal
do termo de Aguas-Bellas no eflicio aqui juat) d-
31 de Marc ultimo, o qual vai aeompanhado de
diversos documentos concerneotes ao assumpto.
Ao iuspactor da Saade do Porto Transmitto
a V. S, para os fins convenientes, a inclusa copia
do aviso do Ministerio dos Negocios do Imperio,
relativo a extineco da epidemia do cholera-mor-
bos, na repblica do Chile.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Communici a V. S., para os fins convenientes,
que no dia 30 de Marco do corrente anno, o juiz
municipal e da orphoa do term da Sant'Ant^,
bacharel Antonio Sergio Lopes Lima, entrou no
goso da licenca de quatro meses, conedda pelo
Aliuiaterij da Justifa em 17 do referido mes de
atsfsi.
Ao mes-no Sirva-se V. S. de exigir da res-
pectiva coilectoria o motivo de terem sido matri-
culados no municipio de Bom Jardim os escravo
Napoleao e Jos, ambos sobo n. H'tO, segundo as
relace.8 ns 353 e 354, juntss.
Aa mesmo Sirva-se V. S de exigir da col-1 do R^cie. -De ordem d-i Bin. Sr. prtaiiente da
lectoiia geral do municipio de Bom-Jardim o mo-' provincia communico a V. S. que o i seu oflfic'o de
tivo de terem aido all matriculadla em 30 de Ou ; hoje proferio-se o despacho seguinte :
tubro a 19 de Novembro do aano passadi,sob i A > Sr. Dr. ohefe de polica para providen-
ns. 97 o 187 as menores deveriuo e Abrahio, eom ciar. *
anuos cada am e remetta a esta presid.mc a Ao (aapeetor da Thenuraria de Fazeada.
' O Exm. Si. presideut i d* provinaia manJa re-
m.-tter a V. S. a inclua ordem do ThfSJUro N.
ciom n. 6:1, de 3 Jo corrente mez.
A> coui.iiiu um: snjerior d. guarda naci
nal da c marea do Griubuas. S. Exc o Sr.
p-esidente da provincia, inand declarar i V. S.
pan sen co ib -cimento e i- couveuieutes q i i no
r-quei loi-iit) de diversos oiii-j do 51 buta.a.io,
soo a u com.naud superior, em quo pedem proro
. .r tanto, couheuido at onde podem cheg-.r as
despzid com es uijos ordinarios do orcarneuto,
i Vmc. orgauisar urna cabella dos serv:C)3 roalisa-
veis attcudeadj dj pref.ireocia o que for absila-
tam nte impossivel desuppresso, como O fuuccio*
ualism) publico, os jjios da divida passiva, sob
vences por contractos ou seivifos que teriam de
se perder se u i fossem teitos a tempo, atimeata-
5ao de presos pobres e outris de naturesa seme-
lhante, de modo que, taes compromissos se satisfa-
gan, e iato de prompto, sem atrasos ou difficulda-
des de pagamento.
Em urna nutra tabella, f ir figurar as de=pez is
de ordem secjudarn cu que pidem ser esperadas,
as qnaes, se contemplar) som^ute no caso de so-
brar na primeira tabella por augmento imprevisto
de rendas.
E' este, suppooho, o uuici modo de se poder dar
ex ;cuci) ao orvamento do anno de 1888, e do pr-
ximo aemestre, para o qual t.s mesraas qaotas'
ser) consideradas pela nu-tade.
Por esta [ nniaJii' postoa em dia todoj 03
pagaineutod; eqnilibrar-se-ha a receitacom a ds-
peza ; dedapp.receram os dficits .su.oi 3 ; ou-
vindo que Vmc. dentro dos pras)S rcgulamjntires
provid-ncie de modo qu-sejain processadas ; as divilus passivus em atraso e de exercicios fia-
dos, n> pag.s p r falta de crdito ou de reeeiti
afin de seris em temoo 1-val-s ao eouh -iiuen:
da Assemb a Prjviueial, para \ i: esai orpora-
jo resolva sobre o pigameuto ou converso em
divida consolidada.
Portaras :
O Sr. agoute da ompauha brasil'ira de
navegacao mande dar trauspoite para acote,
por conta dj ministerio da fazenda, ui vapor Ma-
naos, esperado dos pjrC.s .1) norte a 23 do cor-
rente, ao bitharel Antonio FeraanJes Trigo de
Louren-o, praticaute da Tne.souraria de Fazenda
desta provincia ora a lo ltimamente para igual
cargo ua thesouraria de S. I'a'ilo.Communicou-
se a Thesouraria de Fazeu la.
O Sr. gerente da compinbia pernambucana
mande transportar gratuitamente a r at a cida-
dadi da Fortaleza a Migu-d Anhanjo Mooteiro.
EXPEDIENTA DO DB. 8ECBETABI0
Orioal:
Ai Dr. juis de d.reito do 2 dutrict ocrnnina!
as respectivas certides de idade
Ao mesmo.De conformidade com
tabella
HM el9" d muaicipi0 de Bam i"-Xim B0l> "
mui termmaut -TiHiite
face do art. 103 da lei o
de 1641 quo regi materia, sao os do wcr.vio do "2 '^ _
uiy e das ixecucoos criminaos : convid) aojprs- jl..j. i a j ------i^'.'m"! ." ~.------------- '------' **""" r\~f~~
endentos aos respectivos tfS.os a apresentarem fS"1, ^.P K T re8jlaa";n'0 a 9al7 ^ g^v/o de praso, portres mez.s par, sa fardarem,
seus requerimentcV dentro do praso U 60 dias a I uJL? v }Ta P'lf M dj" .m,r,c?- : Prufan h ^ ieSu,uCt >P"h>:
contar da data do presente bdital de acoordo com I ^.fto 7V. >e maodar redaiir o de I b,m p.,r um mez. .
a lei a ae recula a materia oUJUiw dado ao escravo Antoni >, de 4o annos de | Ao airector do Araeual de Guerra.De or-
Outrosim, fas mais saber tambera aos preteo- '^e, matriculado no municipio de- Bom Jardim dem do Exm. Sr. p.es. lente da provincia trans
soo n. iva. mitt) a v. a para 03 nos onycnieutes o uciaso
Ao inspector do Thesouro Provincial.Como termo de iuspeccao de saude a que foi submetti-
a secretaria desse Arsenal, .Vlio^el
. a da Paz, conforme s dieitou no re-
a D sembr do anno corrente, nao tras o calclo quer.raeuto que aeompauh)U o ofiiiio deasa direc-
da receita urna aomna approximadi di dos- fo-ia, n. 1,144 ie 11 do corrente.
P'sa. Ao g. rent-da Oomoanhia Pernambueaua.
tambera ans preten-
de tes que seus reqaeiimentos duvem vir instru
dos com o exime de safliciencia de coafjrmidade ,,,
como disposto do dec. n. 8/276 de 15 de Oatubro **'? Y-n\? d,ir9*m,:at0 q"e 'T *" do "*?. .d-
de 1881 emiis formalidades ex,g.da3 no art. U>ttZST^!**l?J!~^ de *!*' Ca.t,no TiAa
do citado decreto, i3to do dec. x. 817 de 30 de
Agosto de 1851.
E para que cliegue no conheciinento de todos
mandei passar o presento iue ser afin io no la-
gar mais publi'.-u do costurad e dilL- se extr^hir
copia para ser reuiettida ao Ex.n. Sr. presideute
da provincia para o fim indicado no art. 157 do
Eotretao o, aq jalla lei consigna obras e auxilios O Ex n. Sr. p.esideii'r da provincia ficou intei
supjriores aod que serviram de bise pira o orea- rado pelo offi:io d-; V. S dat.do de ho.item, de
meuto projectal pir ess'i Thesouro, e, se o pro ter esia eompanoja d- exojiir a 2 do corrente,
jecto apresentava dficit de 655.2753431, sera os s 5 h)ras u tai le o vasor rVIindahu. para os
augmentos, maior deve ser c da lei, ama vez qae portos do sul tt Araca.
Palacio da Presidencia de Pernambuco. E;n 19 de Julho de
1887.
3. Seceso.
O Presidente da Provincia, para regular a arrecadaco do im-
posto decretado nos | i8. art. ., da lei n. 4810, de 27 de Juno
de 1884; 57, art. 2.". da lei n. 1860, de 11 de Agosto de 1883:
e 45, art. 1.', da lei n. 1884. de 30 de Abril do corrente anno,
resolve, nos termos do 4.uart. 24 do Acto Addicional, expedir
o seguinte :
RE&ULAMBXTO
Art. 1.' O imposto do dizimo vaceum, cavallar e muar, ou
seja cobrado por arrematagao ou administrativamente, ser ddu-
zido annualmente da apanha ou produccao total de cada especie,
na razao de 1 por 10, e guardada na separago do dizimo a
igualdade relativa aos sexos das crias, sem dependencia da ferra;
ou percebido em numerario, servindo de base para o valor o
prego corrente que o gado estiver osando no municipio.
Art. 2. A obrigago ao dizimo nao restricta ao gado vac-
eum. cavallar ou muar, colindo nos campos exclusivos de cria-
ffto: egtende-se aquello, produzido nos re agricultura, onde naja
criago tambem por qualquer modo ; exceptuando-se d'esta regra,
porem, o gado empregado em servico de fabricas de qualquer
natureza, como parte de seu material.
Art. 3." A.contribuiyo ao dizino devida, sem dependencia
de tempo de nascimento urna vez que nao tenha sido feita a par-
tilha, c declarado o dizimo em espec ie.
Art. 4. Dada a circumstancia d- nao attingir a apanba ou pro-
dcelo ao numero de dez para tenar exequivel a satisfaco do.
dizimo em especie, ter lugar o pagamento em numerario na razo
proporcional, e segundo o prego corrente da especie do gado a
dizinios.
Art. 5." A arrecadaco do imposto se firmar era dados de
declarago por ineio de relago um duplcala, e especificada,
da apanba ou produccao animal da fazenda contribuinte.
| nico. Dessa duplicata, urna das vas servir de assento
ao lancamento da contribuigo, e a nutra ser devolvida ao fazen-
deiro, depois de conferida a ideulidade do conteu'do com data e
asaignatura do tiscal da Collectoria ou do collector, sobpostas
seguinle verba langada na mesma : fica recolhida outra de egttai
th'or.
Art. 6. A rclaco de que trata o artigo precedente, ser
todos os annos, no correr do mez d: Agosto, apresen'ada Colle-
ctona local pelo fazendeiro ou seu representante ligitimo.
Esa relacao ser um resultado ou a resenba da apanha ou
produccao animal, contendo especificadamente, e com destineco
dos sexos, o numero de bezerros, potros, burros e jumentos, que
hoverem sido colhidos no anno relativo coflccta; e ser
escripta. datada e assignada pelo fasendeiro ou seu representante
legitimo, sendo egualmente assignada pelo vaqueiro ou por
alguem a seu rogo, caso nao saiba elle escrever. e por duas pes-
adas quetiverem razo deconhecer da produccao.
Art. 7.o a omisso de entrada na Collectoria, da relago
no tempo estabelecido no artigo anterior, fica sujeito o fazendeiro
ao lancameuto a que se proceder oflcial mente, sua resenha e
sem direito a reclamago alguma, qne nao ser aceita era segui-
da em qualquer instancias.
Art. 8 Aprcscntada a relago de apanha, cabeCollectoria
syndicar sobre a sua exactidc.
Si por qualquer modo for a religo reconhecida como inten-
cionalmente inexato quanto ao numero da produccjto n'ella ex-
presso, e por consegrante indicado ce defraudadora do imposto, o
corrector tratar de retifical-o |faiendo a lotaco por estimativa
e segundo os elementos que por qualquer modo possa colher
acerca da apanha ou produego provavel seno exacta da fazenda ;
e sobre tal lotaco ou arbitramento ser cobrado o imposto, caso
nao haja recursos ou este nao obteuha provimeuto.
Art. 9. Na hypothese do artigo precedente, dada a reforma
da relago, ser desse acto avisado o fazendeiro, para sua sciencia
e reclamages.
Art. 10. No praso de trinla dias corridos d'aquelle da inti-
mago de que trata o artigo anterior, poder o fazendeiro no caso
do artigo 8. recorrer para o Thesouro Provincial, cncaminhada a
respectiva petigo pela Collectoria, rom informacao circumstancia-
da, e instruida pelo recorrente de documentos admittidos em di-
reito, nao se considerando como taes as cartas particulares ou at-
testados meramente graciosos.
Art. 11. A cobranga do imposto se proceder deutro dos
mezes de Setembro e Outubro de cada anno ; e quando for fixado
em numerario e nao em especie, a falta de satistago do imposto
n'este praso obriga o fazendeiro a multa de 10 % sobre a respecti-
va importancia.
Art. 12. Encerrado o praso do artigo antecedente sm ter
sido satisfeito pagamento, extrahir-se-o contas da importancia
do imposto, e da multa para promoverse executivamente a respe-
ctiva cobranga.
Art. 13. As crias do dizimo arrecadado em especie por admi-
nislrago, ficaro em poder e aos cuidados do fazendeiro ou va-
queiro. assignaladas e ferradas a quente cora os dous ltimos al-
garismos do anno a que refenr-se a partilha
Art. 14. O fazendeiro ou vaqueiro. as condices do artigo
anterior, fica responsa*! como depositario e sem direito recia
mago alguma, pelo gado pertencente ao dizimo, e obrigado a en-
tregal o no curral ao agente ou ao subrogado da Fazenda, vista
do rol das partilhas a que se tiver procedido e de aecordo com as
relages de que tratam os artigos 5." e 6.v
Art. 15. Quando o dizimo for cobrado por arrematagao, po-
der dispensar-se o processo de langaraento do presente Regua
ment em suas formalidades, urna vez que o fazendeiro eo arrema-
tante se acordem na satisfao'to ds mesmo dizimo, correndo'toda-
va, a obrigago ao fazendeiro ou vaqueiro de apresentar o ."ol da
partilha para os effeitos d'aquella satisfago.
Art. 16. Si o fazendeiro ou vaqusiroeximir-se da obrigago
do artigo anterior, omittindo o respectivo curaprimento, ou exhi-
bir rol da partilha simulado ou visivelmente lesivo, sem que o
corrija a reclamago do arrematante, poder este uzar da providen-
cia estabelecida no artigo 8..
Art. 17. 0 arrematante que, as condiges do artigo prece-
dente, proceder como lhe facultado no mesmo, dar conheci-
mento ao fazendeiro, a quem cabe reclamar perante o Thesouro,
Provincial se entender conveniente aos seus interesses, guardan-
do o seguinte: .
1." Essa reclamago nao dever exceder, cm sua apresenta-
co,ao mez de Outubro de cada anno sob pena de nao ser recebi-
aa e ficar prompto o direito.
2. O arbitramento de que trata este artigo era sua referen-
cia ao 8. s poder ser alterado por deciso do Thesouro Provin-
cial, provocada na forma do paragrapbo antecedente.
Art. 18, Na hypothese do artigo 4 poder o arrematante re
ceber a cria, voltando a differenga ao fazendeiro, se este o pre-
ferir.
Art. 19. Ao arrematante do dizimo, como subrogado da Fa-
zenda, na sua arrecadago compete o direito de promover a res-
pectiva cobranga executivamente, uo caso previsto no artigo 12..
Art. 20. Sao revogadas as disposig6cs em contrario.
Pedro Vicente de Azevedo.
1


I sBim i




Diario de fernambucoSexta-feir 22 de Jnlho de 1887
1W ACHOS DA PRESIDENCIA, DO DU 20 DE
JULHO DE 1887
Companhia Reaifo Drainage. Deferido
rom oLio desta data ao Thesouro Pro-
viacial.
Baoharel Deoraedes Theodoro da Costa.
Concedo trinta diaa com oa vencimentos
a ene tem direito.
Guilbermino da Silva Braga e faui.
Informe o Sr. brigadiro.aammandante das
armas.
Francisco Antonio Lipas. -Ao caaatBan-
dante do corpo de polica.
CapitSo Jlo Baptista .de Souza.Easse
portara concedendo a licenya.pedida.
Jos Rodrigues Beirao. O reeorrenta
deve requerer perante os tribunaes com
ptente 8 o que julgar a bera de seu direi
lo, porquanto nao cabe as presidencias do
provincias tomar conhecimento de recursos
relativos ioposicao de multa por infrac-
5S0 de posturas municipaes, segundo deci
dem os avisos ns. 231 de 2 de Julho de
1840 e 65 de 4 de Julho de 1850.
Jos da Silva Baptista de Almeida.
Informe o Sr. inspector da Tbeaouraria de
Faaenda.
Jos Vieira de Oliveira Maciel. -Exhi
a o supplicante oertido do tempo liquiio
de-eeuexercioio, passadojpelo Thesouro Pro-
Tinial.
Julia Ayres de Almeida Freitas.Apos
bife-se.
Manoel Clementioo Correii de Mello.
m vista da informado, nao ha que de-
ferir presentemente.
f* Bacharel Paulo Caetano de Albuquer
ajae. Justifico as faltas sem direito, po-
mn, percepgao de ordenado vista do
art. 12 do decreto n. 6857 do 9 de Margo
de.lH78. Ntese e remstta-sa o raque
oaaato Thesouraria do Fazenda para os
Sos convenientes.
Secretaria da Presiden sia de Femara-
iaco, 21 de Julho de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
Inspectora Geral da lnatrue-
cao Publica
DESPACHOS DO DU 16 DE JCLHO DE 1887
Augusta Leopoldina Spencer Netto, pro-
fessora publica.Cumpra-se e registre-se.
Amelia Spencer Netto do Reg Caval-
canto, professora publica.Cumpra-se
reg-tre-se.
Manoel Candido Fernndes Pires, pro
jfesatTapualiao.-^HunipaaTM e registre-se
Masa (saleante de Albuqoeique R>
|ha,3Kfesaa?poblica;Encaaiiafce se.
A ana Maaa da JCoooeisao.Nepamuceoa
probiaaora .poblioa. Eaaa mi tifie se.
fiaaaciaao-Macqods da Trindade, profos-
aor vpablico.Justifico.
Jos Amtniio de LnaaaDefraido.
Eduardo Monteiro de Moura, professor
publico. Justifico as faltas dadas pele
suppliuante de 11 a 22 de Abril fiado
Luiz Gonsaga de Menezes Jnior, pro-
feesor publico.Eneamiohe se.
Julia de Akteida Freitas, profaasora pu-
blica.Cumpra-se e registre-se.
20
Joaquim .Roberto Pereia.^Deferido coa
officio deata data ao delegado luterano do
Bonito.
Eustaquio Cavalcante Lins Walcacer. -
Deferido com effi io desta data ao delega
do Iliterario de Seriohaem.
Camilla do Carmo Torres, professora
publica.Encaminbe-se.
Secretaria da instruccao publica de Per
nambuco, 21 da Julho de 1887.
O porteiro,
J. Augusto de Mello.
DIARIO BE PERIABKUCO
ReparticAo da "olicia
2. seccSo.N. 633Secretaria dePo-
Scia de Pernambuco, 21 de Julho de 1887.
Blm. e Ex*. Sr.Participo a V. Exc.
aae hontem foi apenas recolhida Casa
e Detencao :
A' ordera do subd legado do 1. digiri-
te da freguezia da B51 Vista, Veneranda
Mari a da Conco, por disturbios o off :n-
m a moral publica.
Deus guarde a V. Exc.Illm. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, muito
digno presidente oa provincia.O ubefe
ie polica, Antonio Domingos Pinto.
Thesouro Provincial
bbpachos do da 21 de julho de 1887
Pret do corpo de polica.Examine-se.
Joao Walfredo de Medeiros e Medeiros
i C.Deferido, dando-se baixa na collec
ia 7eto provo.r-su nao ter havido justa causa
para ella no exer.-ieio de 1885- 86.
G >mes & C. Deferido, fieando irres-
ponsaveis os supplicantes pelo debito ante
ror do estabelecimento a ra da Penlia n.
25, no qual provam nao succeder.
Joviniano da Rocha Pereira e Manoel
Antonio BeltrSo.Indef riio, a vista das
oacSes do Dr. contador,
alendes Lima & C.Iudeferido, a vista
ai iiiform&coes.
Antonio Mximo de Barros Leite, Ma
aoel Figu' ira de Faria & Filhos, Joo
Adolpho de Oliveira Lima e Oriera 3.a de
S. Francisco.Haja vista o Sr. Dr. pro
sttradoi fiscal.
Antonio da C< sta Telxeira c Senhori-
jna Gonyalvcs Brito.Informe o Sr. con
taior.
Pret do :orpo de polica.Pagues?.
Mam Joaquina de Medniros Rangel.
f--ri>lo, visto nao tebar-se precisamen-
te des.iccpada a Otsa, de qu^ se trata, se-
gando as infora-acoes
Antonio Rodrigues Piuto. Indef ri lo,
por t^r acorrido na comminacao do dipos-
Jd no ;.rt. 2G1 parte 2.a do Rg de 2 de
e 1-7'.'.
itas '.o collector de Caruar e do
lbesureir.) das obras publi as Appro-
Tidas
;lu de Siqutira Varejlo e
iquim G. Coclho. Deferido, sendo ap-
;ado o c denlo df> pensao de ina-tivida-
i que proendeu a contidoria.
. riu.-i de Sana. Deferido, dndose
sa 00 dbil i rol io de
1882 A misa-
le, visto ter sido a me^raa por despacho
do administra ior do Cooaulxdo de 28 de
J'.mh i de 1882 considerada irrespons^vel
. di vid por- ciarse as eondito s
ds i n. 154*.
D mio Lira & C. e Jos de S Leitao.
1,'iforme o Sr. Dr. aju.inistrador da Re-
i .1.
m 3.a de S. Fraacisco. Deferido,
i:nd> urreaponsavel pi. debito anterior
. vo inqui casa
a. 6 a ua d affooao, caja di-soceu-
va.
da Silva GusinXo.Junte se co-
. das infuima^3e8.
Tlixnaz Antonio M i i M mteiro.In-
. proceder o qu- allega e
ob rvar o divp'jjto no art 3 5 18
t art. 17 5 do R-g. de 6 de Fevereiro
de 1
Pedro Siirefio da Silva Braga. Cun*
-e, registro se e fayam-se us assenta-

Julia Ayres de Almeid Frritas. Fa-
i-se as n>tas da portara de lii-en^a.
Hecebedo la Provincial
PACUOS DO DU 21 DE JULHO DE 1887
J ao Birbi'Sa Lima Salado o docu
ment aun-xo, o apr>-s> ntaudo o documen-
quiti-ao de iii.p(8to ter despacho.
Domingos J s de Avila. Junte co
ohecimento de quitacSo de imposto.
C.rvalho Lopt-s & C, e Coeiho d C.
A' 1.a seucSo para os devidos fins,
"moel Joquim Rib irj & C.Infor-
me, a 1.a 8eeio.
Joao Jos Rodrigues Mnd'-s. -Deferido
com relaco ao 2. e 3 semestre do ezer
ricio corrente.
Jos Francisco de Carvalbo. Deferido
reliySo ao 2.' semestre.
Narciso Maia A C. Deferido com re-
i eX'';rcicio corrente.
Maco 1 Fuman Jes da 'osta.Deferido
com relaco ao 2.' semestre de accordo
com as informales.
Jjs de S Leitae e Damiao Lima C.
informe a 1.a scelo.
RECIFE, 22 DE JULHO DE 1887
JVotlcIas da Earapa
O vapor francs Ville de Maranh&o, ebegade
ante hontem, trouxe nos as seguintes noticias
alm das do Portugal, que hontem publicamos sol
a rubrica Ex'erior.
Ilcopanlia
Sobre este reiaoescrevdU-noa o seguiute o nosso
correupndente d-> L9boa : f _
O Jornal ds Desbates refere nmi conversas.'
do 8'u corrMpondente em Madrid, a reipei'o d(
Mmeos, com um (itadista liespanhol que mau
festou preconecitoa de descaafiaofa cuurraa Pran
ca, e declara que taes preeoneeitoa lio de todo c
ponte injustas; as afiirinacoes que sempre tfem
feito Hespanba com relaco a Mitrracoi os mi-
uistroa fraocese, deviam t>-r dusipado toda a es-
pecie de suspeita ou de duvida, pelo menos a pes-
abas a qui-m a sua situaco permitte conbecer o
fundo das cousas.
1 A Efoctia, e outres jornaes oceupam-se da de-
terminacao do tratado besMakwL
U ministro do reino teve larga conferencia te
legrapbica no dia 3 oo:n ogovernador civil de Va-
lencia, oade oecorreu neese dia granle motim pro-
movido por gente dos arrabaldes e do campo. C
goveruador civil, com a goarda de polica, defen-
deu urna b rraca do posto fiscal, mas a popula;i.
queini u todas as cutras. Os amotinados dispaTa
ni t.lguna tiros de espingaria para o ar.
A nutoridade militar tomou o commando de ac-
cordo com a autondade civil. A Corretpo ideneia
de Espaa falla tambero de motias anlogos en
Barcelona ; mus a ord-m rsl restabclecida
Hf-y-tlo-sc no dia 4 de m nha o motim em Va
leacia.
A tropa fez fogo sobre os amotinados, matande
um e ferio lo outro. A cav*llsrw deu depois urna
carga, dispersando os grupoi e restabelecendo a
orden).
A c mpanbia que tiiib contactado a eubranc
do imposto de consummo, rescindi e seu contra
cto i- ficou a cmara municipal incumbida da ad
minitrace do imposto.
C'essou, pois, o motivo da r-volta.
Um despacho de Constantino-pa affirm. que t
lle-t atihn juntou a su i aco da All> manh, Aus
tria e Italia, a favor da ratificacn do convenio
anglo-turco ; o mesmo despacho considera, porm,
como certo que o sulto retasar ratifical-o.
O Sr. Crisp apresentuu cmara dos depu-
tudos no dia 3 o pnjeeto de prorogacao do tratad
de c mmeteio entre a Italia e a H tpauba at De-
xeniSro de 1887.
Ente xberto concurso, cm cumprimento do lega-
do que D. Francisco Martorclly Peuha fes cidad-1
de Barcelona, para a roe'hnr obra original dear-
rheo ogia hespanhola.
premio de 20 000 pesetas, concedido a 83,
de Abril de 1872 (feetivdadc de S. Jorge, patrono
da Ctaiunha). A l bra pode ser escripia m por-
tu.'Uiz, Utim, castelbano, catalao, Ira: eez ju Ha-
li .no,
Um d apacho das Canarias confirma qu <
Hauet, o princijal chefe iuimigo dos hespauhoei
em Rio do O.o, oi assassuado pelos seas pro-
prios p rtidarios, e accrctccota que a imprens:i
I cai oceurs-se de um desfalque dcscob- rto no co
fie da thesouraria de Tenerife.
Na Audaluzia teem sido inauguradas estes
o ni gran e solimnidade, as novas edificacoei
de Alhama e Ar. as del R y, cuBteadas pela ca-
publica. Por'u-al u.io tem pi-qucna pard
n assriida pelos terramotoj, boas Eominas cm di-

. e Arenas dd Rey foi..m duaa das loca-
lidades mais fl.-igelladas p'I-. caluB'roph -.
A tal respeit j vem no Mat' : imma de Madrid :
O ministro das obrus publicas icaugurou hoj
(4 ii Junho) com gran:e solemnidad aova
le construida ia
E n todos os hcaqaetM esli b ados em Granad.,
Alh.ima e Lsja pira blsaaissi a Medifisael i
povos de Andaluca, destruidos pelos terramoto:,
assim o miiistro do tomento, como o enmmissari)
), Sr. Duque d' Mands, e as autoridades, d< -
un o eeu primeiro briuic ao eucarecim n,p
da earidadd das nac;oes que heudiram em an
da H-.--L.auha por oetario daqueila imm -rK
phe.
i.m todas as pc-Oai,oi's porcorridas pelo ministr >,
iiiioisnari>, convidad.is, achavam-se reos -. e
II iviuioho com estes letieiros :
Gratido.
A' e.iri lade estraog.ii
Allt-mauha, Portugal, Franca, Mxico, Ingl.i-
teria, Brazi. Austria.
A' candad.' nacional.
He. pauha, America, Imprcnsa. a
Portugal, qu-- oeeupi o segundo lugar ti
. caritativas une oeno era muito jus o
ural, objeeto dfi grandeE c'ogioi.
lisongeii o amor proprio do ministro da guerra, o
general Casscla e qne, sem tiral-o apenas, com-
promette a sorte da reforma do ezercito, e nao
deixa bem parada a exist'ncia do ministerio.
Claro se v aqu o ministerio da guerra loca, de
perto as consequeneias da.i Bas vacillaooeaeira-
quesas da ultima hora. Emquanto o julgaram
capaz de dominar e impor-ie os generaet nimjgos
das anas reformas e se atrevam a combate -aa
e censut al-as em segredo.
Depois qaea figurado grande homem se eclipiou
f-e^esvanean, os aorva da rivalidade e da inveja
kuteram aataosccae a batear um resto do pres-
talo militar-e.poilteo pura devoral o
jQ menos.xfiumSimmtai, .nue as reformas si
jusaa iosenaaa*yoganeial Gaaaola ama medio
crastade Veot/alia-yara padirem a sua cabeca.
.Q lereBaBS-ar 4acrevta este reepeito o Libe-
(rai^quo orawz do>genttal Cistola haveria sido
ima*p*8siebas'o aasaal ministro da guerra ti vatae
Las aaadigoaaasle caraaser : -emrgia ooe a nsHsain
publica e o ezercito lhe attribuiam quando olle
assegarava que os seus projectos scriam leis antes
que te suipendessem as seatdet da edrte.
i Msb temos de reeonh ?cer e cooiessar tambem
que a queda desse reformador sem fe poderia ter-
se evitado, so o governo, comprehendendo melhor
oa sea eintereesfs, hauvusse p*sto emp?abo em
tirar a nado o plano reformista, em -vea de consen-
tir que o mettesem a pique.
A felha democrtica, a que ilo reten sustenta
aue o governo entregan o general Oaasalo atado
de ps e mos a os seus iuimigos e opposiijao. con-
servadora.
nao sabe ou nao quir saber que,-sendo aa re-
formas militares mais poderosas que o ministro e
o ministerio, a quom fes prisioneiro dos cano vis-
tas e da oligsrehia militar, foi ao partido fusianis-
ta. As ameaeas do general Dabain tsuo dase
alto e bom som,no salo de conferencias, que nin
guem poder sustentar um ministro da guerra que
tem contra si todos os generaos da ressaura^o ;
as g' stoea secretas mas effioasiissinat do geneal
Martnez Campos, retolvida a impedir, caste o que
cuitar, que as reformas se convertam em le, a re-
belde attitude do general Primo dsfRivera, que te
ri na cmara dos discursos de seu chefe e capit-i-
ueia no senado todts os tenentcs gcn'iws para
presentar urna proposta incidente que 6 a victo
ria do seu amor proprio sobre a antordade do mi-
nistro ; a arrogante satistacas do Canavas del Cas-
tillo damonatrou bsm claro que se o alvo o g !ne-
ral Cassola, o tiro fere mortalmente tod, s os mi-
nistros e A-situaelo liberal.
Uina cousa maiormente imprestsions, e qae
so lado das refirmas dos ministros nao ha uem
um s general. a
Quer-se prava mais evidente de que nao aos
geaeraes seno ao exereito qae Has favorecen) e
aproveitam ? Pois era lampo que u govern*, por
amor do ezercito, necessitado de reorgauisayao,
por amor da liberdade, necessitada de boa poltica,
por amor do paiz, neeossitado de subtraliir-se io
fljeucia do militarismo, arruma-so as aniadoiras
em que marchi para a morte e para o descrdito.
Nem oliaarchia militarnem conservadorese^cre
ve o Liberalvotas que o vento leva Est ar-
riscado a supportar a piimcira.e mas as segundas
por anhadidura. S.; os senhores goneraes assim o
querem !
O marquez d'Arraz e o conde d'Hall r foram
re cbidos em audiencia pela rainha-regeote, a
qocm entregaram um presente sobarbo, offerta d*
colonia hespanhola em Paris e d- a franceses con-
decorados com ordena hespankolas, pjr oceaso
do anniversario natalicio do rei Affonso XIII.
A exposico das Pnilippiuas quo devia de ter-
se aborto em Maio, foi agota inaugurada, e anda
de um modo mcompleto, por saa magestade a rai-
nao reagiratn ostensivamente e votoram nos cle-
ricaet.
Gomo na e'.eico s votou metade dos eleitores,
s libertes descontam as abstencoes em seu favor
E1 natural. 8e tivesaem vencido, os clericaet fa-
riam o mesmo descont. E' a histeria de todas as
altjeeet.
fia agera ama certa curioaidade am saber a in-
fluencia qae estas eleieoes ezeraerao na questo
da cociiiaco entre o rei e o papa.
As exigencias do pontfice aui mentarao com
estes resaltados ? Os lberaes, irritados oom a
derrota, taesiar-se-hao mais heatis as preteneoes
dos iericaaa*?
Ponara.-Atlifficil responder, tenpvitta das.ptri- industrial.
nha.
Os jardn i do Parque del Buen Retiro, onde
ella est estab lee-ida nao podiam contera immen-
sa concorrencia qne aasitiu Aquello cto bnib-in
tissimo, ao qual assistiram o governo, o corpo di-
plomtico, muitas damas e autoridades-
Franra
Em Pianca succ de o inverso do que se est
passando na Inglaterra.
O ministerio republicano apoiado pela dir. ita.
Os radeies iugl zes proforiram aompanbaro
marques de Silisbury c lord Hartitigtou a seguir o
Sr. G adstoue, os conservadores franceses para
evitar, dizem elles,a victoria do radie ilismo apeiam
o ministerio republicano presidido pelo Sr. Rou
vier.
Msb no debite da lei militar, o ponto que eou
stitua a maior amrgencia entre a direita e o
partido republicana, a maioria da votaco foi rc-
pr. sentada por todo o partido repub'icauo te'ndo
o ministerio tu: freute. Mas cousa siognlar, nao
parece ter agradado em demasa o caso dos parti-
dos extremos, nem pr.duzira na direita a irrita-
cS> que se esprrava. ;
E porqoi-aem a extrtma esquerda, netj a es-
querda radical entendem dar grandes agrad ci-
meatos, por tal motivo ao ministerio, e esp cial-
niente ao Sr. Rouvier, per sua parte aa direitas
nao esmorecen.m no seu prepsito de con'ribuir
para a sustentacao do aeaal gabinete.
k polmica da extrema esquerda contra o gabi
uetetscreve o Tempe, acaba de r#orcar-u com
dous argentinas serios. O prmeiro d'essos argu-
mentos urna nif.rmacil i da Agencia Livre que
a Justice reproduz. A duqueta d'Uizs, que tinha
Jugado a sala Alb'rtoogrande para ahi or-
gauisar conferencias a beneficio das congregacds
expulsas, rescinda o seu contracto, diz m, porque
nterv.-io nm accordo ettro o uuncio e o gov. rn.
para readmisso das tupraditaa c^ngregaces.
Grande noticia, cujo alcance nao pode esc.par a
ningii m e que preciso em relevo por na prime.ira
pagiua da sua folha !
O segundo argumento a rrcepcao offerecida ao
novo nuncio pelo Sr. de Mackm, respalo i qae
assistiram amitos mem ros da direita. Que relami
perguntar-se hatem esta r-epeo com a si-
do ministerio? O Br, Camillo Pelletan, nao
li sita em acbal-a. Elle demonstra poremptor a-
ui^ ate q te o nuncio toi all atar ts fi s d'uma fa-
mosa couspirrcao e intima o g.-.bineteipara que
os passap rt< s ao r.pr. sentaate de Le-
o XIII. Se o gabinete nao obadece Butimacao,
i na. evidente que tamb m est filiado no
bando? Sim rom,.a tile quanto antes com a San-
ta s, ou alias conteste que trouze Franca o
govern i dos cutas Estas palavras rncontram-
ta todas ae Mam no artig do Sr. Pelletan.
O que nos uliimo3 diis un pouco as
f Ibas ettraageiras, foi a sesso do parlaaento
franeot, < m que o deputado Gallard interpellou o
min;=!ro do. interior acerca da recluso do Baro
de 5cilli:e id hisoitnl dos di.los.
O* e mais escandali;
ni se o houve, pr^vcio mais da resposta do mi-
nistro, que das palavras do int rpellante.
O eputado perguatou se a le! tinha sido res-
.s'o que te pi-ivou da liborda le me ho
'iaes de alienieio.
O 'al ue houve um couluiu eou-
tortuna d ) b M
Ai perempio-
ate; ma como a essenci* da qa gta < era
se o bata ii o i.m la o r *,ih.'ram
u li sptal, od uiofr. leytju o rigor das prjvat,
a ponto de ler na tribuna os attestados dos me
d i .'os.
N t ponto o pr. Bidente da cmara interrom
Calcula-se que asubscrpeo da America e He i- Pcu mmistr -, para duer qu- oto t-omava a res-
1 J___!_. *SI __ 1_ J _. Vi li ,. iit I IlluHil A 1 !..,., _A m*.^.__,___ 1
por-
illldade d- tal leitura, porqte eram docu-
iih ntos sor>re questoes da familia, e a cmara nao
tu.ha o dir to de dar a lib rdadn ao baro,
que laso da aijada doa resptctivos juizes.
Trotaran) seenio ts mais vivassaaiietedat on-
.utcrpellant-, u pr si de i re da caon ira, o mi
niatro e virios deputados ia eaou.-rja, la lirert
e do eentro.
Aiii'sS, o discurso do ministro fui fr. im ticamente
appaudidliBjBios ueputadnsda direita e do centro;
., >. jj'Kar patas bu.s palavras e p.-los ducaweu
tos que li u, o Bati de Seillire, que teve g, r
um momeuto de ttmt celtbridade, est realmente
onde de ve estar : nu raMpi'ai dos doidos.
S' as decHtJco a effi sisea, feifas no
itento Hallan i 411 pirec^m adiar a cha-
afca produsio 3 mj hes de I nns
out os li i di. es'rangeiro.
ta m esses fuaos edific.r, m-se TOc.'tas, re di-
E ira se muitas, e s eco, rcram-se 12:5tX) pr ,-
pn.(arlos.
iuuca, talv. z, como bgora, se ter podiJo dizr
eoni tanta razo : Uendu^aftLJa a caridade !
A discosMO das raa^HpatfJrirares no par i-
ro de Madrid nao deu saVdti, p r ag ira a
tunroada que se tununciavn,Vs n"m por isto fi na
m 1 9 ,. ocnatal dr raios e cunsoof o gabinete 1 ib -
ral.
I'i rmiu-s- a cenjuracaodo obstracicnismo pjr
meios ndiiectos, e os pr mriros a explorar terreno
foram os depu a.Jos Ue Cuba, expondo ao presiden-
te lia casoara, hr. Marios, que di-S'j ivam examinir
as qu-stois relacionadas com a si turaiiQa p ssi al
e cji adminis rcao d'aquella regiao ultrauai 1- mada questo romana, vemos qje era Vaetoata
na. Veio depois o Sr. Homero R biodo, e este a
men
O qao aaaato que a populaao
ria com a costciliaco.
A razo asimples : o actaal estao ode Masas
do maisssasa iateresse paracatosidadecsteraa. romanos .taetnrduss cortes dipsnrattitaa, e ma
dupla corrente de peregrinos : religiosas e leigos.
No dia em que o papa, oa o rei, traasferisse d'alli
a saa residencia, esses interesses seriara grave-
mente ferios.
O que os lberaes romanos desejariam que o
papa aceitaste os factos consumados, e nao fizesse
mais axis,sacias; por taa parte, oa oteneaes mou-
trai -ie-hiam tatit/uitos, se o rei fosie missa e se
a easa de Saboia prosseguisse as s las velhas tra-
dices catholicas : Carlos Alberto, por exemplo,
av do rei Humberto, era o mais clerical e o mais
devoto dos principes italianos.
Os lberaes e os clercaes de (ora de Roma apre-
ciam as cousas de outra frin:, e talvez isso o
que diffieulta a soluoo da questo. Propoz se em
ttmpo, a essa ideia parece sargir agora de novo,
que se procedesse a ama especie de juizo de alo-
mlo ; dividir-se-hia en duas a cidade de-Rama.
O papa fitiaria com a nwrgetn direita do Tibre c o
re com a esquerda.
Ora nos j sabemos que o celebre juizo de Salo
mao nao agradou a neobuma das mais... E' o
que succederia n'este caso. Qu.l a verdadeira
mi de Roma? a thiara pontificia? E' a rao
oarebia italiana ?
O proprio Salcmo ver se bia embarazad) oa
resposta, anda que se tivesse de incendiar a ci-
dade, para te snber qnal era a verdadeira raiii.
O tempo, que mais sabio qoe Saloui),'resol-
ver e pleito.
Santa H
A reno vaco das relafo^s officiaes entre a Santa
S e.a IugUterra nao est inminentemente, nem
caraiuba para la. O governo loglez, respondn lo
na camaia dos communs a urna intJrp-.-laco sobre
0 assuuipto, disse que nao queatiooara n'este sen-
t io junto ao Vaticauo e nem recebera qualquer pro
posta da parte da curia romana. Eatrntanto, nao
deve tomar-te tal desmentido por mais do que ell-:
vale. O gabinete ingiez parece ter feito simples-
mente jogo de pilavras, negando a existencia de
propostas formaes para o restibeleeimonto das re-
lac Quasto de restriccoes mentaes tu de distinc-
coes escolsticas, contra as quies necessario es-
tar prevenido. Tivsssoin lhe perguntado nitida-
mentcobserva a lui pendencia belga ts
bavia tentativas offieiosas de approxmao, para
se chegar maB tarde a um m>d(i vivendi detiii
tivo, e ser-lhe bia talvez difficil redponder por ne-
gativas em tanta maneira cathegoricas.
En verdade, as viagens do duqir; de Nirfolk a
Roma, a missao que L-oXIII enva Irlanda
para sondar as disp-nitjoes do eiero d'este paiz, os
testemunhos de benevolencia muiuados entre o
papa e a rainha Victoria por oceasiio do jubileu
tudo isto iniiea de nm modo claro que, se mi hi
negociacoas propriamente ditas para a euviatura
do um nuncio a Londres e de um -ministro nglez
ao Vaticano, ao menos trata-so de aplanar o ter
reno para ajustes u'esse ge,nero. O que mais im-
porta, comtudo como symptoma, e que o governo
ingiez julga dever negar por ora as tentativas que
lhe attnbuam e se attibuem Santa-S. Qiinto
ao Santo Paire, comprehende se qu 1 nao v pro
por o que quer que aeja antes que regressom os
delegados que enviou lrlaila o da leitura do
1 11 -elat >rio.
E' de suppo-, em todo o caso, qu; sua santidad.;
n> teuha muita vsntade de atar vinculas estrei-
tissimos com a Inglaterra por sobre o d.rso dos
irlandeses.
O Poplo Romano assgnal-a urna yroe sem
prec-dentes, que acaba de se manitestir oa. Roma,
entre os meninos de coro da baslica de S. Pedro.
Os grvistas reclanram um augmento do salario, e
recu.-am-sea ajuiar missa, emquaeto nao forem
attendidas as saas riclamaco:9.
Assegura-se que o rei Leopoldo da Blgica peiio
ao Vatieano que exerca a sua infljencia sobre a
direita parlamentar belga para obtor a vo'aeo do
ser vico poasoal, e que o cardeal secretario de Es-
tado e o proprio Papa se mostrara ditpostos a acce-
der ao aeu patWdo.
Desmeatem de Roma como de t-.io fa'.s, o pre-
tendido acto centradictorio em que se diz qae o
Pap-i incorrera na saa ail-'cuco consistorial, ao
da questo romana. Sua Santi lade pansa acerca
d'este asBumpto como pensa sempri1. Descj 1 urna
reooncilisojfao sine-ra entre o Vatio-ano o Qairiaal,
cuja dissioVncia considera funesssima, mas poe
ao mesmo tempo como condicao que so lhe deixe
gozar urna liberdadu absoluta, a que tem incoii
tesfavel diieito, e que nao si^ menoscabe nem de
louge o uome do pontificado. E' justo. Smeute se
n) fiea mu'to esclarecido ssbro o nodo pratico de
realsar esta ideia plausivel.
Inglaterra
As testas pelo jub leu da raiili Victina det-r-
minaram urna grando diverso na poltica. A
rainba sentio a satisfaco de chegar ao 50 anno
do s u reinado, e o pove ingiez cr.contri.va ensejo
p ra affirmar spu poder, e o respe to e considera-
co cem que c-le se recommenda a outros pivjs.
A naco ingiez 1 nao se desment ag-ra, apez-ir
mesmo da lacla que sustenta cora a Irlanda.
Os festejos terminaran) como hi.viatn comecai).
O pn graroma foi observado, e ni deixar de hi-
v r quem diga que foi exc
E as leis repressivas para a 'r an ia sao vota-
das na (Jamara dos Deputado3, st soque os esfor-
pot J Gl idst' ne e ds Prnell podessem impe
dil-as
Os lberaes unionistas cont'nuam apoiando o
ministerio conservador, e anda coi um recente co-
imera, lord Haitiogton nao du/id-.-u dizer que n?
ebegra anda o momento de congrassar e reunir
todos s elementos do partid 1 liberal, a qne por is-
si se recusara a urna conferenia solicitada pelo
Sr. Glidatone.
Est p r isso n) poder o par ido cmservador,
apoiado pelos radicaos, e por uras parte do autigo
liberal, e lord Hartng.on ass-gtrott ai id i nlti-
u. amonte qae o partido conservad ir se comportara
es 11 ixtr ma lealdade.
As cortes inglesas sero pror)gadas depois do
dia Ib de Agosto. Ant-s d'sso, porm, o govern 1
espera que si ja votado o seu pr jecto de lei Sobre
o trabalho as n ti projed acerca datraus
missa da propriedade iramibilia-ia.
O Standard refere qu" a rainh Victoria t- aeio>
ta ultima localiiad-, prendau ha das alguns indi-
viduos que gritaram : viva a Repblica !
Um habitante de B Isenheina foi preso por tran-
tear arias militares franceses as ras d al-
deia.
Em Molhonse foi capturado usa jardueiro, em
cousequencia de fater propaganda a favor da
Franca.
O governo allemao est preparando ama trans-
formaco profunda na legslaco politice-social,
de perfefto accordo e com a cojperaco dos repre-
tentant.es das artes e oficios.
Para es ie effeito, foi apresurado um projacto
de lei, qu altera etsencialmente .a contribuieio
-Sob este ponto de visti, se o projeeto for vota-
anafutg- do, dizem os correspoa lentes allams qae .a A.lle-
nha ter urna legislaoao eiemplar e qn^ de
"tacto as outras naoses reeonheoero e aesitario o
exemp'.o.
Vai definitivamente psoceJer-so as obras das
fortificacoes do Mosa. Os trsbalbos devero co-
mecar no dia 15, e, at esn dia, devem estar fjitas
todas as expropriaces necessarias.
Btala
A Gateta de Moscow, baseada en informafoes
offieiaes, assevera que a Russia possue oitocentos
a quatro tnil horneas do exereito activo um
milho e seiscentos mil reservisUs e dous mi-
Ihes e sesseota mil borneas da pritneira oathe
goria do exereito territorfal, ou sejam quatro m-
lbo^s e miii de soldados, sem ontar os importan-
tissimos ointingentes d tropas irregulares.
Poier-se-hia duplicar o numero dos reservistas
redusindo o tempo de servico de cinco a trez
anos.
A Gozea conclue diz udo que as foreas rassas
poiem, em oato de aa> atisWa, battr-ta vaatajo
smente com qaalqaer potencia.
O Mentageiro do governo rtuso auauncia que o
tribunal de guerra julgoa 21 indevduos aecutad s
do> cumplicidad-i nos actas criminosas d 1 associa-
clo rovoluccionara NazoJiwna Wol (vonta-
dci de pena) e princ-ipilment no assassinio do
tenente-coronel Sudeihine, ch fe de polica se-
creta.
Dos 21 aceusados, 3 foram absolvidos, 15 con-
demnados morte, 2 a trabalhos forcados e 1 a
cuearceramento.
A peaa de ar)rt? foi conmutada em tabralhos
forcados.
r'alla-sc d1) prximo casaren* 1 do ar juiduque
Migue! Miebailovitcb, tercuro filhi d 1 g.-an-duqae
Miguel, tio-di o-sar, cora um 1 das filhis do prin-
cipe de Galles.
Bulgaria
Devia ter-se reuai i, no da 3 cm Tirnov
obraai bulgan pira rratir de uegocios ndmi
nistrativos. S:ja coso for, pareoe pouco prova-
vel que os regentes aceit-m o consAlho que lhes
clava urna aestas tnaohis a Turqua a taotr, qs
se .etirem pura e simp'esm^nte, solicitando uj
aulto e da Rusia urna intero-ncio qu resta-
beleo a ordem :n principado. A inverso d'isto,
diz?m de Vieuna ao Tines qua os regeatst esto
dispostjs conservar as sua? hKiecSit eespti Ir
a epportuuida ia d? proc^Ir eleica) da prin:pe
Alexandro, uuica solucito que, a seu juizo, pod-ria
satisfazer a opinio publica. Pretende 11 is iuf-r
o stata qu-j at qne aemelhitnto desidertum s-ja
possivel, e pir i is=) p lirara sobr iii um v it.
de confianca, que robusv^>t a 6ua stuaci e mes
pormitta reconstituir um orJalSCafl 1 h-MB3feB>) d
que lejamexcluidos R-idoWavofF, NT|colai ,Srailoff
o Na-.chevrtch.
Estas noticias, do precedencia ir.gl-.sza, devem
sujeitar-se contra-prova dos factos.
f) entanto, ellas pod.im elucidar-uis m3lh)r
ue outras sibre as rattaeSn d >s reg-tates.
O governo da Bulgaria fez saber om-iosami'nt .
a todos 03 representan*, :s das potencias em Bel-
gradi que o novo parlamentj po-. de l.doas
questoes polticas, e tratar unicame t; de as-
sumptos administrativos.
ervla
Di Serva quo as noticio fizcm supo)r a
possbilidade de se realsarem aontecim'ntos de
certa g.'aviiadi!. O oso lj f i.nilia, mis nao
ficar e ahi.
O re e a rainha ni^vve 11 beot, e ep-.raram-3c;
mas ee a S-rvia nada soffria em quinto perraan 1-
cam jautos, embora mal, o re e a rainha, agora
que se separara, p-irqu isso lhs agrada, a Servia
ter de soffrer eom os desgostos da familia real.
Parece que as cousas s 1 incln :m a que o rei
se afi'at-' e a que a rainha fioj'i- exercenio a re-
gencia. O caso para rrfl ctir pjr ptrte da
Rus.ia e da Austria, porque se vier a realisar-se
d izar de subsistir a inri lencia predominante
at agora n'aquella corte.
Um jornal servio, o Express Or.ent, dsamen! 1 o
boato da separaco e ac-r. scen'a que o presidente
do consolho, R-stics, adversario do principio do
divorcio, e sustenta que a personalidad..' da rai
nha, que venerada pelo povo, que mpora a
dynnastia dos Obrenowieh, e que a aventura do
divorcio importara graves perigos para a seg-
ranos publica.
Explicamoe media-'.am -nte os motivos que de-
termioaram a mudanca di gabinete na Servia.
Pretender a Gazeta de Yoss qu o govern > al-
lemao bavia aconselhadoo rei Hilan) por interme-
dio do ten representante em 15 Igr do, chaina,
o Sr. Ristitch a >s negocios, e esta iuformac) des
Nao ser de estranhar que por sua parte se le-
vantem objeccoes anlogas s que hoja se susci-
tam reahsacio dos se.us propsitos.
Tudo permanecer no terreno diplomtico.
Estados laidos
Acaba de ter completamente destruida por nm
incendio a cidade de Marsbfield, no \Tisconiim
(Estados Unidos). A origem do snistro foi urna
brasa, que cabindo de urna locomotiva, pegou fo-
go a urna estancia de madeiras.
Esto sem abrigo corta de 2,000 pesaoas.
Os prejuizos mateciaes sao avaliados em um
milho do dollars.
A 3, noite, houve nmi exploso na ras Broad-
w>y em Njva Yoik, .n'uma loja d brioquedos e
fogos de artificio.
Fiearam mortos dois individuos e feridos muitos.
Avaliam-se os estragos em 2,000 dallara.
O jnry deu o seu veredicto no proeesso contra
onarparel, cjubeceudoio criminoso da ter suborna-
do o conselho municipal para obter a conccsso do
camiuh) de Broadvray.
A sentenca da pena ser proferida ulterior-
mente.
Eis aqui o texto da carta de felicitaco dirigida
rainha Victoria p lo pr'sidente do3 Estados
Uados, e entregue rainha pelo Sr. Pbelps, mi
nistro d'aquella repblica, em Londres :
Grande e bia ami^a IEra uomi do povo dos
Eitados-UaidoB, apreseiitvos us ajas sinceras
felicitacoss por occasiao do qainquagesimo anni-
versario do advento de vossa magestade ao turo-
no da Gran-Bretanh*.
Fazendo me echo dos votos de todos os meus
compatriotas, exprm) a desejo de qua, pelo bem
do vosso povo, se prolongue ura remado que tem
fornacido tantos progressos para o bem physco,
moral iutellectual da naco britannica.
E' jastica e nao lisonja reonhecer a gratid)
e o rsspito que sao devidos as voesss virtudes
P'ssoaes, em consoqu nsia do papel importaste
que ella tem representado no estabelecimento da
ordem di coisas prospera o bem organisada, que
reina hoje em tolas as postsssSes britannicas.
Possa prolongar-se a vossa vida, afin de que
0 povo que fizesse chamada a govf mar, continu
a goear da paz, da honra e da prosperidad.-. Possa
1 lib.-rdadu flirescer em todo o vosso imperio sab
o rgimen de leis justas e iguaes para todos, e pos-
si o vosso governo gottr dos aflictos de todos ts
vossos sublitos. Pela miaba parte, peco a Daos,
quo tome vossa magostado na sua santa guarda.
Washington, 27 de 'Maio de 1887. Graver
Cleveland .
VISTA MARIi
Profeasor arsenal de titierra
Por portara da presid'-uca da provincia, de 20 do
orrento foi noraeadi Solidonio Attico Lite para
ezercer interinamente o luga* de ceadjuvaote do
professor de primeiras lettras do Arsenal d) Guer-
ra, durante o impedimento do proprietaro Hermi-
no Jos de Azevedo Pedra, que obtove tnz mases
d lieeasa para tratar de sua saude.
Miiipr.-MnAoi ta r, cadeira da fre-
ii'la la Uua-ViwiaSobre este assump-
t aae seatattaraai da Secretaria da P.esider.cia,
para publicar, o seguinte officio :
N. 191.Inspectora geral da Iustrucso Pu-
bli ja d 1 P-ei oaattaaco, 20 le Jalbo de 1887Illm.
eExm. Sr.-Oanpro a determ n--icj) de V. Exc,
.ia era cffijio de 6 do corrente, acera da
uaporesso Ja 5" c.deirs de ensino primario do
sex., taaseulino e da aula nocturna, anncx ., da f e-
1 da B)a-Vis-a, dizeiido o que em m-u efli
cos de 18 de Janeiro e 11 de Marco ltimos, ex-
piz a V. Ex., ato qut-, em vista do numero de
escolis da referida fregaesia, 8 pira o sexo mas-
culino e_13 para o feminino, e oxistindo, alm
.i. 35 aulas particulares, nao me prece sof-
i-.- a i.itru.-co publica com a supp.-esso, prc-
p lo art. 215 d regulameuto de 6 de Feve-
reiro de 1885.
Bxistem acta lmente no municipio do Recife,
ts aulas aaatnt do Gyranasio e Es-
0 !* Normal, 112 escolas, sendo para o sexo raas-
j'iuo48, pira o feraiiiiuo 59 e mixtas 6.
Es: oot; nuotero, ora absoluto, s; nao pode Ji-
xcessivo pitra ura municipio de mais de
9) simas, tsijavis, ora vista das circumstan-
ciaa da provincia e da falta da escolas em muitas
outras localidades delia, pirece miis curial que
nao s? centnu m a ag^loraerar aqui tantas aulas
em p/- juizo das populacoat do interir, privadas
do casino; secrescend 1 que, alen de por esse mo-
do dar-se tambem incremento ao ensini particu-
lar (que presta muito bom servico), a suoorosso
trara o effeito de augmentar a froqueacia das cb-
olas, que, acaso, nao tenham graud : concurren-
cia de alumnos.
Recolhidas e apuradas as informacojj qu2 V.
Ese, exigi de autoridades que melhor as podem
prestar as I icalida les centraes, e verificado
quaes 03 lugares, onde & facam necessarias esco-
las e os de onde devam ser retiradas, por falta de
frequt-ncia, algumas das existentes, com eBtes ele-
W (j que nao se tem podido realisar a in-
speceo extraordinaria das escolas, determinada
pelos regulamcntos desde 1S71) poder se-ha re-
gularisur a collocaco das escolas, attendendo-se
le cita
ponderou ao mesmo presidente a conveniencia de
qun se destinaste a discusso da le orgnica lio
o. rcito u n quarto turvo, para examinar n projeco
sub o poaio de vista poltico, social c eeonoinic >,
xisto que os tres {.ritreiros termos haviara ileH
cor sagrar-se, necessanamente ao exame tecbnico
O Sr. Mar tos peroebeu logo, o nao levou mais
tempo ao Sr. Sagasta a percebe r.
iva-se de pr. mover um grande debate poli
tico, ardente, ra"*rminavel, e o governo buC(U
maueira, em conselho, de suspender as sesso s
antes do dia 6, oa n'eese dia.
Conveio em que o tempo nao chegava para uli i-
mar a ditcnsto antes da separacao das cort, s,
mao ittstia, nao obstante, pela discusso imme'di 1
ta, embora tiveste de cortar-a !
Eis ahi a pueril satisfaco de urna vaidade, qi.e
va toicao, 011 nova vida, em face da maiunaque.
0 Bttrtd eleiieal obtevo as ultimas el. ie.-s mu-
nieipo-,' litaram ;i Roma, no da 19
de junho. -
Os clercaes alludt-m modestamente aoseu trium
pbo : segando elles dizem, nao quizerem travar
laeta poltica ; o que preiendiam era ter no Capi-
tolio urna municipalidad.! que fosse favoravel aos
interesses catholicos, e provar que Roma se con-
serva fiel sua religa).
Para comprovor a sui sincei-idade, aproveita-
raw cinco noqam* Lata liberal, e esta estrategia
contribuio osBffien|e para o leu triumphft
Os liberaea/^ela contrario, collocarain a ques-
to no terrena puraeen.e poltico, e incluirsm as
tuas listas varios nomei geralmeute antipathicot,
especialmente dous.
Os lberaes, a quem esaes nomes desagradaram,
na distriJNiir por todos os prin.-ip s e representan
tes de rMados que assistiram eclebraco do s 11
jubileu, medalhaa cuinme.i, ra'iv s era our.-i. As
pesBoas das comitivas r ceberao mcdalh.as em
prata.
O lord de L ipdret deu urna destas ncitos, no
Guidhall, uma^grande receptan e um baile, em
do jubileu da ; 11I. .; is'iram cero
1 nespoas, entre as quaes o p-ineipe e a prin-
cta de Galles e todos es m mlirsa .tas familia-!
reaes apiincipescas, quo aetualii ate e.' encou-
tram em Lon li
N s banquetes que ultim imsnte se tem eel -
br d e qo>- sao geralmente mei lides pelo princi-
oc e a piwceza d> Gasles, em non e da rainha, st-r-
v -se a bafXella real, avaliada in 50 railhoes do
francos. 'Vaz p.rt d ouro,-que data do tempo de Georgo IV.
Allemanlia
Os jornaes berlins s contara quo tal o estado
de fraqaeza do imperad r, que Be pensa em o des-
bridar da npeeseidade d ider aos cum
prira Ktos d> povo, tirando o k-pi, durante os pas-
tlos do subcrano, pela cidad Cm o o melhor
meio de'conseguir isto fazer com que a popula-
r 1 nao possa recoubecer o impe/ador, este sabe
do palacio por urna norta as razeras, que d
accesso a. urna ra poucb frequeLtada.
Alm disao, mudou-se o b 110. do trintanario
que costuma aentar-se na_bleia da carruagem, ao
lado do cocbeir de tr a'ue o trajo dos criados
da casa real nao attr.ua as attences dos transen-
tes.
Continuara as perseguicoes rra Alsacia Lirena
Por cerem cantado a Mgrrtikui foram condem-
uados a dous meses de prisd entinte marcos de
multa, qus tro rapases deThinvle.
Por gritar : Viva a Franca Foi condemnado
a quarenta marcos de multa um lnvrador de Rou-
bliug. Por crime de Iesa-mage9tade foi condem-
nado nm outro, de Saaralhe. A gendarmera des-
s exigencias da iastrucco e ao commodo das po-
rnentida pela folha offi ;iosa do chanc-jller de Bis- ( pulac3s, por modo que o ensino sejaj quanto pos-
mar, k A Gazeta d^ Yiss rauntn em part a sivel, diffundido por todaj as localidades, que se
acharen uo caso de ter escolas.
Reservando o desenvolvimento deste assumpto,
para quando tiver de submetter a V. Exc. o qua-
dro, que devo apresentar em vrtude do que V.
Exe. se diguou de determi^ar-me em data de 14
lio ultimo, creio ter, com oque dexo exposto,
respsn lido ao officio, que, a priucpio me re-
fer.
D.'US uarde a V. ExcI:Im e Exm. Sr. Dr.
Pedro Vicente; de Az -vedo, muito digno presidente
da provincia.O inspector geral, Joao Barba'-ho,
Uchoa Cavalcante.
liocarao do servlcoa domenticoM
S. Exc. o presidente da provincia, de conformida-
de com a proposta da Cmara Municipal do Rccife,
cutida em oScio n.,41, de. 13 de Junho findo e
de ac;orJo com a iiiforrmco n. 556, do 21 do
me3mo m.'z, do Dr. chele de polica, rejolveu por
p-iaria de 19 do correute, em vista do artigo 3-
numero 60 da lei n. 1897, de 24 de Maio ultimo e
lo da autorisaco conferida pela lei geral de
Oitubro de 1831, ap-rovar provisor "-.mente
c mandar que se execute e observe neste munici-
pio as pasturas reguladoras da locaoo de serv,
domsticos.
Publicaremos amsnh a integra destas postu-
ras
ISurleoa eolouiapa.E n re'aoio
assumpto que tesa merecido do Esin. Sr. presi-
da provincia esoecial atteneo, 111 iateresse
liciar na provincia a colonisaco extrangeira,
su-i noticia, explicando-a.
Fizera-sc temer ao rei Milaue qu: se confiasse
o p^der ao S.-. Ristitch, o mercad) monetario al-
lemf.o se fechara para a Servia, que estava em
vespera de valer-se do crdito berlinez. O rei
ouvi ento s conde Bray, que declarou que a A -
lemauba nao t'.ub porquu iutervir nos negocios
interiores da S-rvia. Como, por outro lado, o re-
presentante diplomtico da Austria nao tez obj c-
50:8 e manteve urna attitude inteirameute neu-
tral, o rei nao besitou um encarregar o Sr. Risti-
tch do formar um ministerio.
N t.cias d- Bucharest dizem correr all o boato
de que ae a Austria u3 prometter ao rei Milano
apoio absoluto, ser o Sr. Ristitch poclamsdo re-
gente da Servia at ntatoridade do principe
Alexandre, qu-: fijara entrega-.! ao cuid do da rai-
nha Natalia.
i'a rqnla
Seguido infoima a Gazeta de Y ss, a Porta
neos os estaleiros da Gerinniia, prxi-
mo de Hiei, doze navios, a saber : um aviso, um
grande e u n pequeo cruzador torpedero, e nove
t n> -d iros.
O aviso deve ter urna forca de 4,500 cavallos e
uir 1 velocidade de 19 u.
A v-locidaie dos torpedeiros d'alto mar devora
ser muitissuio maior.
-- S gundo telegrapharam de Vienna a Iugla-
terra, querendo rec inheeeros b ns offi dos da Al-
ieinanh 1, cujo representante cao C nstantinopla
v do reagir contra a ioflaencia da Franca e ; eolhendo p.ra isso eeclarecmenios e procurando
da Russia, e 1 a 1 -ooim lo en vista assegurar-
8C o concurso d 1 governo d- Berlim para uma su-
pr ni 1 sulla:, h iVi l effer cido
Alitm-iuha o protectorado sobre a Syria. An-
da qae a Inglatena se julgarii dispensada d
ter bullas U ti talos paraf.zel-o, era til regis-
trar esta noticia e n .veis reic.
Osiateressea la Rus a 1 li Franca teriara silo
nesse caso, demasiadamente feridol pela insl
la a.minlii, para que esta aceitasse de I v<-
a8suggestoe> da laglat-rri ou Bequer as au
sase pel-i manif o! ca de c rl volleidades em
b ate ordem de ideas.
Os cir lilis iffi-'iaej pro test: m contra a
Jo que a -Mlmaubi ex-rca qualquer iflioacia
juuto do sulto par 1 leval-o ratificaos) di cou-
vcnio auglo turco. AN..-ional Z itung e ou
tros diari >s biirl'uezes asa. vorara qu. taes noticias
ni) tem s itnbras se quer de ver Ja le.
Os ultioi s jornaes ingleses iu.-inuam a probt-
biiidade d qu- o sulto da Turqua, nao obstante
todas as suas hes'acoes, ratificar a j famosa
eonvenco aoglu-turco. Eutr.tanto, os jornaes
da Rfcsia, refit-ctindo a attitude do governo m 18-
covita, affirraau) que a ractiticaco levara as ou-
tras poteucias a exigir vantag-ns anlogas s da
Inglaterra, uos pontos qu mais Ibes interessas-
sem ; alm do que a preponderancia da Inglater-
ra nao poderla ser tolerada, sera que d'ah reaul-
tasae o dtsmerabramento da Turqua.
lito, que positivameut-; uma ameac, e que
est de accordo com a attitude da Franca, evitar
a r-iotiric.cj.io da coavestoao anglo-turca ?
Os ingleses dizem que nao.
Egrpto
A eonvenco por causa da evacuaco do exer-
eito inzisz do Egypto anda nao est assiguada
pela Turqu 1, ao que se diz por causa da opposi-
co da Russia e da Franca, e a despeito da opi-
nio favoravel da Allemanha.
A Inglaterra nao detstio por ?mquanto de le- nroduct.s dis layouraj do* ra-^nos ;
var por diante os seus desejos ; e se nao pouder
realisal-08, como se propunba fazel-a pela eonven-
co, esperar que as potencias contradictorias, en-
contrem a soluco, e ella esperar ento que Ih'a
apontem.
aproveitar o; favor 1 protnettdos pelo Miniit
da Agricultura, foram-lhe dirigida as seguir
1 attas
Colon'a Orp; i Issbel sm Peruamboce
19 de Julho de 1887.Illm. Exm. Sr. Dr. Pedro
'e de Azeveuo, diguo pro nrovin-
' ipoadeado a pc-aada curta de V. Esc. de
p issado, tenho a honra da dizer-lhe
que, roo. nh.-cendo nos a conveniencia que haveria
110 estabelecirneuto de um ncleo de colonos es-
traugeiros como c-naaio, V. Exc. nos achara ssm-
pre promptos a coadjuval-o em tudo o que poder-
moa, uma vez que esse esl it 1 3.' realise
as proximidades d'esta Colonia; nao podtudjfcrie*,
si for mais distante de modo que exija a residencia
no local, decidir cousa alguma sem previa intelli-
1 do Rvm. Padre Prefeito da Peha, e mes-
mo assim nos seria omito dficil em vista do limi-
tado numero em que uos achimos. *
0 gov rno tem terrenos muito suficientes psrs
isto na extincta C iloaistjo*tioccorro onde anda
existtm igrej, cemii ros corara idos, dis-
tante d'essa Colonia le 5 para 6 1-guas, onde pode
establecer colonos estrangeiros, uma vez que so
Ib s facilite meios de trausporlcs para Palmares,
o a distancia em que est d'esta Colonia nos
ir a drueca", visto ser necessario
permauecer no lugar, poieriamos, todava prestar
o serv?) espiritual, sendo os colonos cathoiicos.
iudo a essa lugar p .ra esse fim urna ou duas ve-
zea por mez. g.
Tem, outrotim, o governo oi distancia de 3
4 kilmetros desta Colonia .tecreaos muito proprios
para isto, no lagar chamaaOjgerueoirro, e estabe-
lecendo os c buos nesse lugsrjoderiaiosa uo ea-
carrigar da drecco tauto temporal orno espiri-
tual, uma ves que o mesmo g)Verno nos coadju-
vass<- para levar at l:i ura raus das noasas visa
forreas, para nos facilitar as counnuaicacos com
os mesmos Colonos e bem assim os transaortas des
po-
rm, o g iveras tragar as bemfeitorias cr)S.Bora-
dores que actualmente oceupaaj o lu^ar, o prtaci-
pal dos quaes, que uessa trra possue um engento
m mtado ha poucos anuos, nao hesitara entrar ere
negocio.
-
I

r

I mana l




Mario de F^ruani(Hi<* .

/
Nlo conuco a extensao d'esse terreno, mas
suapoobo-o sutfieiente ao menos pira urna cuta
da familias, numtro este suficiente para um en-
ssio.
Relativamente ao resaltado que as poda o iter,
eu rae animara a desde ja disel-o vantajouo se
nao eativease o lagar tai louge d'eaaa praca, pir-
qoe os agricultores do norte da Italia e mesa > os
Tyrolezes, juntamente com os principaes gneros
da agricultura que cultivara, occupam-se tambera
com oatras pequenas industrias como aeriam : nr-
tieqKura, fabrico do carvo, paueiros eto. para o
que teman muito tem >o ; prea pouco ou uealium
lacroi d'estas pequ-mas industrias, poderiam elles
auferir, visto nlo haver iieihumi extraeclo n es-
tas alturas a sorem os frates ias ^atraas de fer-
ro, sobreraaueira exhorbitantee.
E' esta a minha humilde opiniao.
Aproveito a oceasiao para reiterar a V. Exc.
osnieus urutestos de ciattid--racli assigoando me
de V. Exc. himilde seno oorigalisaiuio.frei
Fideltt.
Colonia Orphanolo^ica Isabel era Peruatnbne i
30 de Julho de 1887.Illm. e Exoi. Sr. Dr. Pedro
Vicente de Azevedo, dignisaimo presidente da
provincia.
Em i. Jdit unent) miaba carta da hontem,
cumpre me dizer a V. Exc. que, ha. vendo entre os
colonos que e mandar vir, familias que queirnm
trabalhar de parceria, esta 'Jolonia tem terrea s
para M acc.mmodar, porque nao qaerendo umitas
dos sntigos moradores sujeitarem se ao plante
da oannn, me verei obrigado a deapedil-os.
Porni repito anda a V. Exc. que quem deixa
a sua patria para ir a pases estrangeiros, se n-
pre com o fim 4e se tornar dono do terrem oa
que trabalha ; por isao renovando o que hontern
disse. acho que se o governo quer prtfstar esse
beneficio provincia, indiepenaavel a aequisico
do terreno do Fervedouro.
Soube do sciencia certa que tambera o possui-
dor do engenbo Brejinho, limitrophe ao dito er
vedouro, est reaolvido a negocia! <\ e a (tequiai-
clo desee terreno, junto com o de Fervedouro,
dara urna are muito snfficente para um ncleo
de familia.
Participo a V. lixe. que nesta mesma data ei-
crev ao roeu cotnpanheiro Revm. Fr Sabio;,
que de presente se acba na Italia, tratando ce
sua saade, para procurar familias de agricultores
para o fiui que V. Exc. deseja ; c ontro sim, vcu
escrever uo Tyrol italiano para o meauo fim.
E', portanto, de necessidade que V. Exc. rae ;
urna respiif definitiva, afim de me saber dirigir
sobre tal assumpto.
Apresentaodo a V. Exc. os meas respeitoses
cumprimeutos, firmo-muDa V. Exc.Humilde
servo obrigadisaimo,Pr. Fidelis.
Parabyba -Desta provincia recebemos hor-
tera folbas alcanzando a 20 do corrate.
Tinbam fallecido : na capital, no dia 17, re-
pentinamente o alferes J\s Joaquim Lucas, o
Erofessor publico aposentado, Estevo Coelho da
[ello e o artista Lindolpho Malaquias do Rosa-
rio.
Sociedade Commerclal-Uraanova casa
decommiates o consignares acabam de estbale-
eer ne6ta pr.ica'oa Srs. Jlo Rodrigues;de Moura,
Francisco Rodrigues de Moura e Joaquim de Oli-
veira B irges, sob a firma de Moura, Barros 4c C.
Amara manqui E' este o nome de um
excellente apperitivo em que entrara cascas de
laranjas amargas, cujo uso recommendado qaan-
do ha embarace gstrico, gistrite, febres iotermt
tontea e especialmente, nos tempes epidmicos.
Fabricada em Niee na diatillaclo a vapor de
Sr. Blanqui Pilho, de Pars envou noa o Sr. P.
Loques urna garrafa, o que i be agradecemos.
O deposito aqui no estabelecimenjo do Sr.
Charlea Pluym & C, ra do Commercio n. 24
Tbeairo Santa Iwabcl Poi ante hon-
tem cantada pela companhia italiana que est ira
balhando neste theatro a b.'IIissima e sempre
apreciada opera italiaaa Trovador do lauralo
maestro Gaisepie Verdi.
Aatea de < utrarmia na ligeira anslyse que coa-
tumamoa fazer do desempeuho artstico, que da-
do s pecas que sil emutada?, occorre-nos urnas
certas observaces, que anda que parecan tar-
da? nao deixam entretanto de ter saa razio
A companhia da Sra Naghel pareca ser urna
companhia quasi que nicamente destioada a
cantar operetas e nao f;i sem algurat surpreaa
que o publico f,i assistir Favorita, primeira
opera italiana que foi nessi estaelo cantada, e
com quanto nao fosse jjlgaJo c mpletam ate sa-
tisfactorio o desemp- nho, fo: todava bem suppor-
tavel.
A acqnisiclo de um novo tenor, o Sr. Ravagli,
permittio companhia cantar a sempre bem rece-
ida opera Ruy Blas e o modo satisfactorio por-
que foi esta opT-ra interpretada, fez cessar todas
as duvidas de que oa prinsipaes a'tistas da com-
panhia podiam cantar operas italianas, juizo este
que foi confirmado ante-hontem com o desempe
oho do Trovador, que foi feliz e bjm aceito.
Dito ato, parece-nos que a cooapanhia deve ter
j percebido que ao publico agrada mais ouvir as
operas ital:anas qae as operetas que a principio
fez ir scena.
Ao mesmo tempo nos pareee qae e publico nao
tem fundad i razao pretendeodo completas e irre-
prehensiveis exhibico '3 de artistas quo nao se
cuja apresentaram como cantores de primeira for-
( i e companhia alm ie nao ter neohum auxilio da
provincia, nao augmentoa o pre^i dos sua biihe-
tas, como faziam as aubvencionadas.
Deixando departe essas coosideracoes, vamos
dizer alguma couaa anda que l'geiramente acer-
ca do desempenho que te ve o Trovador, pas com
relaclo ao mrito da compsiclo nao ha quem des-
conhea a sua grande importancia.
Ao Sr. Ravagli coube como era de rigor a par-
te de Manrico e poie-se dizer qae desde a sua
entrada no primeiro acto at a derradeira nota
do qaarto acto, se hoave com tal precisSo, senti-
mento, forja e correc^So, qae o publico fazendo
jifctica ao artista nao iba regatcou applausos, me-
recendo as honras de um bis a rea final do ter
ceiro acto.
Leonor, encontrn na Sra. Rastelli ama intelli-
gente interprete que teve a felictdade de cantar
com geral agrado tradazidoem palmas prolonga l
dadas e alguna ramos de Sores qae Ihe for&mcf-
ferecidos.
Do Sr. Migliazzi basta dizer que dispondo da
bella voz que potaue, foi un Condt de Lwia t:"i
aatisfatorio quanto foi D. Salnstio no Ruy bb* *
to applaadido naqaelle como n'tste.
A parte de Assucena coube m Sra. Dalla Pvi .
que se esfoicoa para be a cantare bem regular-
mente o fez supprindo a taita, qae se Ihe nota,
de ponca extenso de voz, pelo modo correcto
porque se desobrigou da parte dramtica.
O Sr. C;dn cantou regularmente.
Oa coros tiveram os seos momentos da desafina-
c3es e at commetlerim nm erro no ww:rere.
A trcheatia andou regnlarmadte na ezecuco,
gracas ao cuidado com que foi regid", d'onde se
f qne as faltas anteriores nao erain devidas aoa
profesaores da orchestra.
Hoje faz beneficio a prima-doon soprano a
Sra. Therezina Rastelli, cantando sa aapplaudi-
da opera Ruy Blas.
A ma'neira porqa emtoa aparte da Bainka
de Neubourg, e os applausos qae merecM ento
do publico, parecem bem garaatlr o xito do es-
pectculo de hoje, mxime tendo eomo aonpanhei
res o tenor Ravagli e o bartono Migliaaai.
Club lira matice Familiar Esta so-
ciedade dar aa prxima semana o een,aapeelacu-
lo menaal, senio previament* flauuiado o dia e
o programma.
Reunlen oelaex lia aoje aa aeguin-
tes :
Da contraria da Bom Jasas da Via Sacra
em mesa geral extraordinaria la 6 1(Q horas da
tarde par.i tratar de negocios de ntereaae da mes-
ma coi fiara
Do Gabinete Portoguez de Leitara em ees-
sao ordinaria dea membi'oa do consallro delibera-
tivo s 0 horas da tarde e na respectiva ade.
! <- ni o dono 1O morador ao t* andar
do predio aito travesea do Prata n. 7, da fre-
guezia de S. Jos encontrn na sacada/ do mesan
predio uajembrulho, contedlo ama naveta de me-
tal, e a conserva etB scu poder para eer entregue
a quem provar ser ojiono.
Talvez tenh i ai I i firtada le alguna igrtj-i.
Morreaa O cocheii o da Compaaaia Parro
Carril, Joo da Silva Gomes, que fdra feolbido
ao hospital Pedro II. victima de un desastre ac-
c r:da na terca-feira no bjnd n. 37, e de qo"
houtera dems noticia, auceumbia aos forimeato*
quarreetbera.
A companhia Perro Carril maadoa saa costa
fazer o enteKO do infeliz. ,
Clab AbolIcloalMia B. daaSo
simo domingo realisar esta sociedade, no lugar e
hora do costme, a amm'M coaforencia, a qaal est
onfiada ao talentoso academieo Cicero (ezar,
coaatando a parte recreativa da poeaia dramtica
= A orphi e da chistosa comedia Ditoao Pado pe-
loe artistas D. Apolonia Silva a AAonso.
Club tUterarlo Onae de Inoelro
latorranra-noa que eom este titulo acatrnn da fun-
dar oa alumnos do collegio nze de Janeiro ama
saciad*ie, fioaodo aaaim composta a ana directo-
ra :
Preaident > Luis P. Lop?a Jnior.
Vioa-preaidfnteGruilherme D. Ba>tcs.
1* aaeretarioManoel Carvalbo.
2 ditoJulio Machado. *
OradorAugusto de S.
TbeioureiroManoel M. Medeiroa.
Club laternaclonal de Hejrataa
Para aolemniaai o segn 1) aaniversa io de sua
nstallaca>, abre amanba aoa seas solios e con-
vidados, os saldes de sua sede ra .1 Aurora n
53, o Club Internacional de Rjgatas, pira um sa
rAo dansante.
Haver at Apipucos um trem eapet ial.
dula nauatclpal Commuuicam-noa que
acha-se nesta cidade, vindo do termj de Lo-
poldiaa, no goao de ama lioenca de rea mezes,
o Dr. Manoel Ferreir\ Escobar Jnior, juiz mu-
nicipal e de orphos Jesse termo.
S. S. est hospedado em casa de ai a mai, na
freguezia de Afogad S.
LadrSeaHontem, alguna mocos estudantes
moradores em S. Jos do Manguinho, ao voltarem
do tbeatro encontraran) arrombada s porta do
quintal da casa em qae habitara e coubeceram ter
sido visitados pelos ladro-a, qae leiaram, sem
di vida como lembranca da visita, 39lKX) em di-
nheiro, roupa blanca, diversas pecas dn roupa de
cachi mira, um relogio de prata com cadeia e ca-
coiet't de ouro com a btra L e at alguna hvros
de direito, entre oa quaea talvez encontiassem al-
guno. Cdigo Criminal para estudo do que eeja
roubar e com que penas sao puuidos os adroes.
tfaaccniea de petrleoDe ha muito
sa conheciam as as eu tes de petrleo da regio
do Caucas), nina nunca Ee suapeitou qae fossem
tao abundantes e extraordinarias, que viessem a
exceder em proJucco aa mais celebradas nascea-
t^s na America.
Ha t' mpos, porm, procedendo-ae a nova sonda-
gem em Ttgieff, do furo da sonda brotou repenti
mente um extraordinario manancial, da ido cerca
de 500.000 litros de petrleo em cada hjia.
A columna liquida subia a 40 metros ce altara,
e o vento ar.-aneava daqaelle enorme jacto, peda-
eos de areia impregaada de petrleo, que iam ca-
hir sobre as casaa de Bekon, povoacao distante 5
kilmetros de Tagkff. Formou-se um enorme lago
de petrleo, lago que em 21 horas attingio o vo-
lunte de 11 miihoes de litros. O I igo foi alastran-
do o tomando tuda a planicie, e nos prime iros das
o assombro era lala qne nem seqnor se pensava
nos meios de utilisar aquella prodigiosa riqueza,
que to exhuberantemente brotava da meio da
trra.
Hoje j est quasi concluido um grand) tanque
de ferro com a capacidade de 8 oilhoes ie litros,
servir para guardar o petrleo, que d'al depois
ser extrahi lo por meio de bombas e ccnduzido
para a Europa, pela linha do Caucaso, em wagom
rec\p:nitts cuja construeco tambem est ccncluida.
Para simplificar o transporte j um aidacioan
propoz a uonstruccao.de nm canno gigante-eco com
500 kilmetros de extensas, ligando B:kon, no
Carpi com Batum, porto do Mar Negro. Avalla-
se em 50 miihoes de francos o custodeste norme
canno, com capacidade suficiente pan. deixar
correr em cada anno 6 a 7 miihoes de hectolitros.
Se este projecto se realisar, o transporte de cai .
hectolitro de petrleo, desde a nascenle atao
pon'o de embarque, ficar rcduzido a pouco mais
de um franco. Hoje no Cancaao a abundancia de
petrleo 'unta, que cada litro custa pouco mus
de um real!
Hlslorl* diplomtica-Hi cerca de nm
auno fundou-se em Pars urna sociedade di histo-
ria diplomtica, cojo fito tem sido, aobretuio
vai ser, reunir os esforcoa que se tem fei'o sola-
da mente at boje em diversos paizes para levar
ao conhecimento do publico oa thesouros di histo-
ria internacional que se ach&m sepaltos no p dos
archivos as principaes cid-idea do mundo.
A sociedade, presidida pelo Duque de Broglie,
o distincto historiagrapho de Frederico I[, Luiz
XV e Maris Thereza, de Austria, prosperou rpi-
damente, menos pela actividade dos aeut mem-
bros, do que pela f >rea do sen programma, que
corresponda a urna idea. Principiara com cinco
ou seis socios, e hoje j tem perto de quinhentos.
Entre estes notam se as principaes notab idades
histricas a diplomticas do mundo inteiro. A
Pranca acha ae brilbantemente represntala pe-
loa Srs. Mrquez de Beaucourt e Baro de Rabie,
cajos trubalh s jotiveram o anno passado e este
anno a man r daa distinecoes acadmicas, oprix
Goberti pelos Srs. Mrquez do Gabrae, Marques
de Vogu, Conde de Harcourt, Conde ae Cbiuaor
dy, Herbette, Baro de Courcel, Coode de Talley-
rand, Prigora e outr >t embaixadorea presentes ou
paseados pelos Srs. GelTroy, L^vasaeur, dn Mas-
Latrie, Schef.-r, Prank, bchlumberge.', membros
do instituto, etc., etc.
A Blgica representada por um ex-ministro,
deputadoetc.; a Italia por tres ou quatro /aroea
distinctissimoB ; a Russia, Allemanha, Turqua,
Suecia, Dinamarca, Hespauha e Portugal, por
eruditos ou polticos. Na Inglaterra a sociedade
tem como correspondente um dos actuaes ninis-
tros de Estado : Lord Onalon.
Diversos principes fazem parte da associaclo
entres outros S. A. o Sr. Con le d'Eu.
O Brasil at boje tem-lhe dado poucoe mem-
broa : os Srs. Pranklin Doria, Conde de Vil eneu-
ve e Baro de Jaur, sao, ao que parece, ca ai-
cos patricios que tem contribuido para to nobre
empresa.
E' de esperar que maior numero de cempi.trio-
tas imitem um dea secretario.- da sociedade (o
Conde de Barral) que j publieou interessantea
documentoa relativos noess historia, sobre os
casamentos de D. Pedrj I com a imperatriz Ame-
la, e da nosaa princesa imperial com o Sr. iJoude
d'Eu.
A Sociedade de Historia Diplomtica celebrou
a. ua primara reuoio pleniaria no Io de J inho.
O beliasimo discurso do Duque de Broglie e duas
interessaotes leturas dos Srs. Rothau e Laferrie-
re encheram a sessSo, que acaboa pela reeleicao
de 10 membros do coDselbo, cujas funeces finda-
vam este anno.
'. 15 do mesmo mes, emfim, foi tambam reelei-
a mesa, que ficoa definitivamente constituida
do modo seguate : presidente, o Duqae de Bro-
glie ; vice-pre3dentes, os Srs. Geff.-oy, Marques
le Vogu e Marques de Beaucourt; secretarios,
a Srs. de Maulde, C jude de Barral e Paul Dur-
rieu ; tbesoureiro, o Sr. J. Delaville Lo Roulx.
E' corresponden'.e da sociedade no Brasil o Sr.
conselheiro Praok'in Doria.
Urna licoQuinhentos estulantes invadem
um dia ocurso de Saint Marc Girardin e espa-
Iham-ae pelo amphiteatro, conservando ae todos
com os chapeos enterradoa at s oreihis.
O profesaor levanta-se, aala a aasembla edia
gravemente :
Meas senbores, pec^-lhes licenca para con-
iiervar-me sem chapeo.
Directora daa obraa de coasaeirva-
oaV> ds>a porloaBoletim meteorolgico do
lia :u d Julho de 1887 :
^5
dora
Barc metro a
i63n>14
7ti4'"33
764>"39
762">721
76">87
Teasao
do vapor
18,74
19,19
18,42
17,81
17,81
a
L.ell Hoja:
Pelo agento Burlamaqai, s 11 hiraa, roa do
Imperador ni-30, depredioa e dividas.
Pelo agente Oaamo, a 10 1/2 horas, ra de
Riajl.uero, de varios importantes moris.
Segundu-faira :
Pelo ageote Gusmo, As 11 horas, ra do
Imperador n. 45, de armacao e pertencaa da ta-
verna ahi existente.
Ilsaaa fi'snebr1SerSo eelebradaa :
Hoje
A'a 7 1/2 haraa, na matriz de S. Joa, pela
alma de J de Asevedo Lagea.
Axiauha :
A'a 8 turas, oa igreja da Madre de Deas, pela
alma de Manoil Antonio da Cuaba : a-7 hars,
na matriz d* Boa-Vista, pela arma de Dr. Manoel
Francisco Tuiteira.
Seguniafeira :
A'a 7 1(2 horas, ui cap-dio, de B.-baribe, pela
alma do capio Manoel AU-xandrino do Albu-
querque Pitta.
Paaaafeetiroa Cbegadoa dos porlos do nor-
te no vapor braaileiro Ipo/uca :
Vicente Ferreira Caminba, Tertuliano Fausti-
no de Oliveira, Guilherme Grombom, padre Joa
Dominguea Alvea, Joa RicarJo Pilho, Paeehoale
Carillo, Richel Segundo, S. fllartias e sua se-
uhora, Jacincha Umbelin* do Paiv, Joaquim Pe-
reira Lago, Emilio Pereira Cavaleante, Elviro
Carillo, Dr. Eneas do Carvalbo, Dr. Francisco de
Paula Salles, Dr. Francisco Tu vares .Mittos, Jo-
s Joaquim de Soaza, Josepha Mana da Concei.
cao, Maaoel Gouveia Varella, Virgilio Bandeira
de Mello, Mano i Mara de Souza, Joo A. da
C)8ta, alferes Joaquim A. Potengi, cadote Dioni-
zio A. de Oliveira, 49 praoas de linha e 10 mullie
res das mesmas prac.a.
OperacOea clrorgleaaForam pratica-
das;no hospital Pedro II no dia 21 do corrate, as
seguintes":
Pelo Dr. Malaquias;
Ta ha perineal pelo proeeeeo de Nelaton, indi-
cada por calculo vesical, qjo pesou 70 grammas.
Sutura metlica da osso max llar interior, indi-
cada por fractura do osso, por queda bordo do
vapor.
Caaa da e ten raoMovimcnto dos pre-
sos da Casa de Detencao do Recife no dia 20 de
Julho :
Existiam 316; entrn 1; sabiram 3 ; exis-
tem 345.
A saber :
Nacionaes 310; mulberes.14 ; estraogeiros 11 ;
escravos sentenciados 4 ; idem procesaado l ;
dem de correccao 5.Total 345.
Arracoados 317.
Bons 302; doentes 15.Total 319
Movimento da enfermara.
Teve baixa-:
Alexandre Liberalino Pereira de Melle-.
- Teve alta :
Antonio Francisco de Aranjo.
Lotera da ParabybaBis oa nmeros
da (i* lotera da Parabyba em beneficio da igreja
matriz e Santa Casa da Misericordia extrahida
em 21 de Julho.
501 20:0001000
5076 2:000*000
2529 1:000*000
Esto premiados com 50 )i :
1852 6414
Esto premiados com 200* :
1356 1938 3496 9057
Esto premiados com 100* :
1866 3095 3609 4448 4677 47>6 4973 5792 6135
5475 8852 9o52
Esto premiados com 50* :
95 523 2764 3690 3844 3944 3988 4239 4373
4566 4723 5077 5310 5393 6016 6872 7221
7891 8571 9854
Approximacoea
500 125*000
502 125*000
5075 100*000
5077 100*000
2528 40*000
2530 40*000
Os nmeros de 501 a 603 esto premalos
com 15* excapto o da sorte gran le.
Os numeras da 5001 a 5100 esto premiados
eom 10* excepto o da de 2:000*.
Todos os numeres terminados em 1 esto pre-
miados en 5* excepto o da sorte grande.
A seguinte loteri i ser extrahida n > dia
4 de Agosto.
I.olera do CearEsta acreditad* lote
ria eujo premio maior de 15:000*000 ser ex-
trahida no dia 25 do correte.
Os bilhetes acham-se venda ni Roda da oFr-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Tambem acham-se a venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23 de Martina
Fiuza & C.
IiOterta do Eapirlto SantoA 5* par-
te da 2* lotera deata provincia cujo premio gran-
de 60:000*000, ser extrahida hoje 22 de Ju-
lho.
Oa bilhetea acham-ae venda na Roda da For-
tuna na ra Larga do Roaario n. 36.
Tambem acham-se venda na Casa di For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23 Martin Fiu-
za 4 C.
Lotera da provincia-A 8a lotera, pelo
novo plano, cujo premio grande de 12:000*000,
em beneficio da igr.ja de 8. Pedro d) Recle, se
extrahir quaudo for annunciada, s 4 horas da
tarde, e, no consistorio dn igieja de Noasa Senho-
ra da ConccicAo dos Militares.
No mesmo consisrorio estarlo expostas aa ur-
nas aa espheras a apreciaco do publico.
Os bilhetea garantidos acham-se venda na
Casa Felia na pre/a da Independencia us. 37
a 39.
Tammbem acham-se venda na Casa da Portu-
na ra Primeiro de Marco n. 23 de Martia P.u-
za&C.
Assim como na Casa d i Or' na "tai d" Baro
da Victoria n. 40 de Joo Joaquim aa Costa
Leite e na Roda da Fortuno, na roa Larga do Ro-
aario n. 36.
Lotera do arfto-ParA A6eerie da 11'
lotera deata provincia, pelo novo plano, cujo pre-
mio grande 100:000*000, aera extrahida amanb
23 de Julho.
Os bilhetos acham-ae venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23, de Martina
Fiuza & C.
Tambem acham-ae venda na Roda da For "a-
na ra Larga do Roaario n. 36.
Lotera da provincia do Paran
A 20* lotera deata provincia,pelo novo plano, cu
jo premio grande de 12:000*000, ae extrahir
no dia 26 de Julho.
Bilhetea a vonda na Casa da Portan, ra
r'riraeiro de Marco numero 23, de Martina Piu-
sa &C.
Lotera da Parabybacata lobera cujo
premio grande de 20:000*000 aera extrahida
no dia 4 de Agosto prxima futuro 't 3 horas da
tarde.
Oa bilhetes acham-ae venda na Caaa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 2, de Martina
Fiuza & C.
Tambem acham-ae venda na Roda da For-
tuna ra Larga do Roaario n. 36.
pwr> do causa, detarpam a veHade para fnambujo a trotare raissio. do qae fulla Gui
calumniar e aocusar aoa sou3 advera iros. I zot?
Aa paixoea eslpsarn a razio, carao ;,s
rjvrena, a A oossa rdea missila mostrar qae os
nossos adversarios, os eseriptores da co-
lorara alugada, naVtem razio para insul-
tar, offender ao Ilustrado e digao admi-
nistrador da provincia, que dominado de
bons desejo, procara por todos os ra<-03
fazer economas, para minorar a ms fi-
nanzas do tbesoaro.
Prometamos e Lavamos de conferir cjrn
a necessaria calma o inparoialmente, o
nosso desidertum.
Devemoa, porm, antes de tudo, ama
ligeira resposta ao escriptor da columna,
que ltimamente sa oceupou da noasa in-
dividualidade.
Os sophismas se dcstroem por si mes.
moa, jamis, reaiatem a luz da veriaJe.
Nos, que odiamos o deaprezarao3 os de-
claraacSes e as falsidades, queremos s e
sraente a verdado, psdimos ao antagonis-
ta, que tenha paciena, lea bem os arti-
gos que prctonder refutar, e nio sja pre
eipitado as sues- apreciacBes.
E' necessario, 6 conveniente, se eserip-
tores do Jornal do Ricife, que dirigem a
columna, sdo criteriosos e bem educidos,
que mudem de rumo na opposiclo airai-
nistracao da provincia ; e be u assim que
teohara sempre em mira o conselho que
Blutuchili d aoa orn.distas; ato < qae
sejarn claros, convenientes, exponbam coro
talento o em bom estjlo as suas aprecia-
res, e nao contribuam para espalhar e
enraivar prejaizos e excitar paixujs com
sacrificios da verdade e da justica. >
E' necessario, repetiremos, que os mo-
cos e os velhos creanqas, i que esereverem
para o publico e julgam prestar servigos,
alias negativos com a columna alugada,
tenham diariamente debaixo das vistas, as
ApreciscSes sensatM sobre a inprensa dos
testados Unidos, feita3 por E, Laboulaye.
[Pariz na America,)
As vozerias, o deesto o a injuria nao
constituerc jamis bas.s legitimas da ralt
e do direito, aera bussola segura quo possa
servir de pharl, seja a poltica o objecti-
70 ou outro qaalquer; levantada urna
qaestio, o que cumpre a boa f, a lealda-
de e ao verdadeiro patriotismo, antes de
todo, collocal a em seua justos termos,
preeiar-lhes os fundamentos e exarainsr
sem o lio, aetn pre?enc2o os imideates que
a acompanha e que podom esclarcela.
Os eseriptores da colaran i algala, os
nossos adversarios podein fazer redriraina-
y3js que enten ler necessarias, podem em-
prestarnos senlimentos ruina, fazer espirito,
a opiniao publica, porm, tara a deviia
justica.
( onvenca-se ainda o escriptor de oluaj
as alugada, que Boileau cuja autori ialaff
citou, hade servir-nos mais tarde para ion'
fundir os trapcins litterarios, aquelles
que nlo se conhecem, o s tem olhos ves-
gos para ver defeitos nos outros e boeea <
lingua vperina para os reprehender.
Tudo a seu tempo, cada um em seu
lugar.
Juvenal, o poeta latino foi, verdade, o
critico mais original da opoca da decaden-
cia romana; mas, elle compoz as suas
primeiras sutyras, exercendo a nobn pro-
liasilo de advogado ; ao mesmo tempo quo
se mostrava indignado contra os vicios !:
scu seculo, incumbiase da defeaa do cau
sas, conquistando o triumpho do direito e
da justica.
Julgar, por veutura, o cavalheiro, es-
criptor da columna, que a litteratura s?r
indigna das graves cogitares das li les do
hornera do foro ?
Nao eremos que neguem easa dir-it> ao
advogado, que poder s?r bora oral ir, ju-
risconsulto, e ao mesmo tempo, critico e
litterato.
Os nossos adversarios oticao, lenio, o
que em 1859, dizia esse respeito, o fes-
tejado e eloquente orador, de saudosa rae
mora o Dr. Aprigio GuimarSes; e depois
de muito estudo e meditaed,' voltem, que-
No ser- arabicSo des^nfreada- de subir
ao poder, qne obrigam aos eseriptores do
Jornal do Recife, & malsinarm a reputa-
gSo dos advrsanos e especialmenta, do
raui digno alminiatralor da.provincia?
Araanh, responderemos -estas pirgua-
tas, e mo3tr iremos, como o interesie, o
egosmo doa individuos e a ambicio do pi-
der, fallam mais alto, que os intereises na
cionaes.
Recife, Julho do 1887.
Juvenal.
Censura sem bise
polea en
a subslT
delega
87
81
7J
70
76
otara mxima7*,0J.
Dita mniaia22-,25.
Kvaporaeao exo 24 horas a sol: 4",8 ; aom-
bra: -,8.
Caova-,2.-
Dreecao do vento : j8s\V de meia noite at 1
bora e 34 minutos da raanb ; SE, com intrru-
poao de 6 minutos ESE, at 4 horaa e 10 minu-
t>a ; SE e SSE alternados at 10 horas; SE, com
interrupcao- de 12 minutos ESE, at aoa 56 ciinu-
tiis da tarde; SE e SSE alternados at4ho:-as e
%i minutos SSE e S varia veis com pequen s in-
terrupcoea de SSW, at 11 horas e 40 mi untos ;
Si Est meia ntite.
Velocidad media do vento : 2",72 por aegnndo.
Sebuloaidade media: 0,54.
Boletim do porto
Altura
10-36 da manh
425 da tard-j
1086
4-26 da manh
0,">3S
2,51
0,52
2,-57
Pl'BLICACOES A PEDIDO
A opposfcSo liberal a actual
admiulstraco da provincia
II
Penoso o trabalho de acompaohar ad
veraarios injustos que se emraaranham em
sophismas grosseiros e intrigas meequinbas,
trucando sempre em tudo de falso em-
prestando outrem ruina intencSes, que
s o despeito, a raiva e o odio partidario e
a ambicio do poder, pdenlo justificar ;
porm, forcoso desempenharmos do nos-
so anterior compromisso, porque, segui-
mos a maxiraa do granis e eximio pensa
dor Visconde de Marica,o hornera que
nao exacto, nao tem palavra, nem pro-
bidad?.
Desprezamos as injurias, os insultos, as
pilherias, tolas, dirigidas pelas escrivinha-
dorea de columna alugada, que pensara que
nos devem-s tambem acompaihal os.
NSo ; os mos exomplos e ms doctrinas
revertem ordinariamente em darono da-
quelles que os deram e os enculcaram.
Nao podemos nem devenios intreter dis-
cussSo pessoal, que quasi sempre torna-se
odiosa, mxime, com aquellos que em des-
rendo ; mas, em linguagem seria.
Fassemos aoutraordem deconsideracoes.
III
Guisot, mostrando os meios mu podero
sos de opposigao, traoou o plano com gran
de vantagem seguir pelos partidos polti-
cos no rgimen representativo. Diz elle :
E' de ver da opposigo so julga perni-
cioso o systeraa de adrainistraclo adoptado
pelo partido dominante, censralo, indi-
cando ao mesrao tempoj como se deve go-
vernar. A poltica nao se alimenta de cr
ticos e de paiavras ; aspira ao moviraento
e qier resultados. Um partido, que se
proclama adversario, isto opposicionista,
que se propos mostrar os erro do go
verno, os setis desvarios, deoer sem l-
vida saber melhor modo de servir a patria.
A opposicjlo deplora as consequenoias
do systeraa do govern", nao cesaa de re-
commendar outros principios, de invocar
outro espirito no governo. Possue logo
melhor sciencia; nem pode renunciando
pola em nratioa, argir de esterilidad ao
mesmo governo.
Incumbe a opposiclo ter um systa-
ma e um futuro. A opposiclo nlo gover-
na, mas, o governo necessariamente o
seu esjpa, porque se triumphai, carapre-
lli-i por saa vez administrar o estado.
Nao aceitando com fraoquesa esta sita
co, ella mostrase fraca e acanhada e ex-
poe-se aos seus adversarios. E' a critica
fcil e coramoda, mas por (i s de pouca
autoridade.
i Quanto a reiaclo da opposiclo com a
parte do publico, que representa, e da qual
recebe sua maior torca, indica esse escrip-
tor, o proceder que Ihe convem pela se-
guinte forma :
c Os interesses, os sentimentos geraes
com tudo que lhes pertenoe e diz respeito
as necesidades, os votos da naci, eis a
origem da forja e o ponto de ap o da op-
posiclo. Nlo se illuda: tenha sempre an-
te os olhos a naci inteira, e no pensamen
to o que ella reclama do poder. A naci
nlo urna facclo, nem mesmo um partido;
em seu seio formara-so bandos e partidos
polticos que pr. tendera re presen tal-a e ser
representados as cmaras.
O que disse Guizot slo verdades puras,
infelizmente, desposadas entre nos, que
estamos longo e muito longo de seguir oa
imitarmjs esses praticos em materia poli-
tica.
O que a opposiclo libjral entre nos,
qual o seu valor, o seu fim, direitos e de-
veres T
Preencher a opposiclo liberal em Per-
A seccao liberal d> I orna', do Recife em nma
serie de rticos, de quo j se conta um meia
dazia, tem sadadd a esgrivatar no terreni di n-
struecaj publica, catand) o q-ie possa apanbtt'
contra a a-lministracao actual.
Xessa fiioa, tem trataiu da q lestlo qie levan-
toa quanto k) demisaSes de profesjores e eatrou
aijora a indicar os pintos reformaveis da organisa-
clo do esnlao. D'aquella parece estar cansada ;
Um repisado matcrii velhi e nj) pista do circulo
vicioso que se tracou.
As demissoes foram illegaes porque 03 profes-
8ores eram vitalicios, ac que se remonde a vi"a-
liciedade era illi'^al, oor nao ter fundamento esa
preceito legislativo, hiv;n i > .-i 11 e^tatui li fra
da autoriaaco em virtuJe da qual se fixera a re-
forma.
Estabelecid) que nlj eram vitalicios, por esse
fundameno, os profesores de que se trata, a ala
ten lo elles anda cinco amos de exereicio, cjufr-
me as preserip;oja vigentes, o act) di demisslo
inittacavel. Os proprios liboraes o praticariam
at, si se a-:hissem no pod 'reo caso aa verificas-
ae a^respeito lo reform f-'ita pjr conseril irn.
E nao tizeraawBascoihi mais grave,pirque in-
justa e attentorla, e-:n f)i >) que sa deu com o
xtincto Curso Goram-re d ? Supprimiulo essi
instituicilo, de ulili iade para o c immercio, nao
deixaram ficar dispensadla os professores que eram
vitalicios?
Entretanto, o caso vertente muito outro; tra-
ta-se dedemisslo de fuaeconarios que illegimea-
ta se coasider.ivam vitalicio?, illegalrasut", par ser
nullo o acto que i-a conaiderou taes, e isso o acto
presidencial de 1 de Maio vanUpsa nente o de-
monstrou.
Podem oatros entender de mol) diverso, peasem
outros que s a Abemol) frovineial piliio-
ahecer ai a reforma exorbitava da autora ci);
estava u i 3eu direit) a almiuistraeio, obran! i pelo
modo porque o f.z, dtsde que tinha mitivos de
convicelo que-aisao a levarim, desde que eouai-
derou*qa*a reforma, na parte excedente da auto-
risaco, tenham i-ff:it?, qnod nitl'un est nidlum
produf.t eftectum.
As a3*jSaco3 cumpre entenierem-se em sen-
tido stricre ha principios cardiaes que elka nlo
uaexecueao exceder. O contrario fra
o do legislador, (que s pjr excepcao
cuidada de regu'ar o sarvico qua sa
trata de/formir), pelo execntar, o qual si excede
os IfiBitesda delegaclo, pratiea arbitrio que as nao
ho- dau, abusa o age nullameatu.
Outromjtee proprio para oroinir -.-rT'to
o da uuppreasao de cadeiras. Ijto fonte muito
explorada. Fechar escalas abrir ingresso s
eaJaMi obscurantismj, frau lar o povo,
roubaj-lha o pi do espirito. E' tudo isso, um
hotajT siipprirair eicolas !
as a censura nlo fuadada nem leal,
presidencia da provincia est au^orisala a
fazor urna nova collocaco das cad-iras ie ensino
primario e trata de cdher elementos para que
este trabalho.se faca por modo vantaj iso. o entre
tanto ha sueeodido vagiremal^umai deasas cadei-
ras ; providencia adequada, sob todos os pintos d-s
vista, actualmente o nao provimen'.o das que vio
vagando. Determinoa-ae por iss i o encerramento de
algumaa em taea c m iicoea e aupprimiram-se ou
tras (muito poucas) em lugar onda ba muitai es-
colas, e onde o ensiao nlo soffre com a suppressl >,
Havendo escolas prximas, fcil accesao ellas
pelos alumnos, e alm daa aulas publicas nao fal-
tando aulas particulares, o redusir o oum;ro de
cadeiraa na) providencia que possa jimais me-
recer eensura. E' o que se d com reanlo as
dnas eupprimidaa n-sta capital e na fregiczia da
Boa-Vista, oa le as ha em maior numero.
A s fireguidSo de aecusar a torto e a direito alo
dcixa ver iato. E os qae ceasuram a adminiatra-
cao, quando esta tr>ta de distribuir m !hor as
escolas publicas, nlo teem razao se qaerem que se
f&ca como na aituacao liberal, que cransferio ea
colaa de logarea longinqaos que ficaram sem ensi-
llo, para collocar em logares onde outras havia oa
onde prximas existiam aulas.
O p.:oaim;it) contrario melhor ouiulti os in-
teresses do enaiaa. As populac02s do interior nlo
devem ficar mal aquinboaias ; a da capital tem
sido mais attcniida e tem maie mena e institu-
coe8 para inatruir ae.
Esse pmeameat) / mais criterio?) e equitativo'
reparte o ensim, em ves da centralisal o.
A censura nlo seuao recurso opp)siciooista.
lia do 's poatos que a columna liberal do jornal
do Recife indica ao administrador da provincia
como devenlo onatituir assumpto da reforma.
O ensillo mixto e os examea esolarea, taes slo
oa ohjdctoa indcalos.
Pareca que oa lib?raea, t n lo realisado sas re-
forma da imtni :;io publica de 6 de V vereiro de
1J85, tinhsm cjnsciencia de haverem feito obra
boa. Era nitural que estivessem satisteitos eom
ella, nlo viessem to precocemeute achar-lhe de-
feitos e elles mesmos inlical-os administracao
adversa.
rio sempre aasim os que censuram aera base ; a
critica ioatrumeoto de dous gumes em saaa
mloa. Acham mo o que elies mesmo fizeram.
A lenda aythobg:a de Sit'irno devorand) sua
prole tem agora urna nova ediel)!
O lib-'raea reconbecem que preciso reformar
sua reforma de hontem e vio at a indicar-lhe os
senoea...
Foram me;mo a'm do qua aa l n) relatorio do
presidente da provincia, que acha boa a organisa-
cio do servico da instruccio publica e apenas
suggerio a necessidade de alguns poucos retoques
e de urna nova distribuidlo e callocacio das ca-
deiras de ensino primario.
Non ejo paucis offendar macidts, disse aqudle
documento,a opposiclo, ao contrario deleita-so
em exagerar esaaa maculaa ..
Vejamos aa duaa que rimeiro ella exhibe ; fre-
quencia mixta, inanidad doa exames i acolares.
Nlo quer a simultaneidade da frequeacia de
meainoa e meninas as aulas primariaa, maa nieto
a columna moatra-se travada de nimia, porm...
tarda preoecupaco.
Como eauapon isso a quem expedio regula-
meato de 1485, como isso nao foi bem ponderado
neaaa reforma? Enainar a memnoa e meninas
conjunctament !
Que horror... Como ae admita rata mona
truosidade? 1
E oa examea sophiamados, .fementidos ? Aqui
nlo podemos deixar de obaervar que vai niaao
urna injuria atroz ao magisterio primario.
Nlo bastava havel-o enxertado de pessoal piu-
co apto ; im cima disso, o insulto... Oa libe-
raes se esquecera m, em sua reforma, de tocar
nesga ckaga exhibem-ua qual aaccroaa podridlo
que s agora esto vendo (!) e offerecem-n'a ao
ferro e ao acido phenico...
Ao ler o que se cacreveu deases jexames ama
lastima o que fazem oa profesaores. Arraojam
alumnos, industriam para urna farca e impingem-
n' a como habilitados o fim do anno.
E a colamos nem so menos disse, em respeito
a seus co-religionarios, que esses falsificadores de
exames el o somente oa membros do magisterio
que nao so l.ber es !
Nem repirou tambem que taea exames saq pre-
sididos por delegados litterarios liberaes"(que ain-
da os h i) e elles sanecionam o escndalo.
Una exames de meninos, mais para estimlo
dos que ficam n'aula da qua em vantagem dos qae
sah m, uns exames que mai naturalmente admit-
tem certa complacencia doa ex .minadores e qus
i.izem-se teta que tenham suscitado raclamacoes
sanio por j serpm um tanto exigentes,una exa-
mes desaea,que at alo pouco numerosos em re-
laclo ao algxramo daa salas e ao da frequeoeia
dellaa,nao mereeiam o aaathema tio cruel da
columna. Muito mais crdito ao Ihe dara, ae ella
oa Kcbasse poucos e talvez embaracoios. ...
C>m tffeito, ae to fcil assim falsificar exa-
mea, se o magisterio tem to largas ent>anchaa
para isso a panto de eaaaar indignadlo colum-
na,como que dos rotatorios da repartilo com-
petente ae evidencia qae 4 Mito redaaido o nu-
mero de examinados comparado com o daa esco-
las ?
Olha a columna ra foi nusta I Veja
gislerio como que o tratara asaraa de falsari!
afora quandi algum doa daa reclamar exhibado piaVaaKia|ae deu alaan
a exame, o presidente da provincia deve1 fatal-
com vista columna que sabe e proe'ama naVca-
lerem nada cases exames.
Maa como perganta ee, qua ae daixou ut r-
forma de 1885, de reformar couaa asa-m to eseaa.
losa ?
Que fizeram oa liberaes, que nao viram isao?
A columna falla contra ai e os seos.
E' preciso ter memoria e criterio.
Tribunal da Relajo
BECBSO DE CAUSA INCIDENTE IMPE3-<>
JDLQAMENTO DA CAU3A PBINCIPAL. D&.
eSETO DE 30 DE JANGIBO DE 1833.
O Decreto ie 18 de VUrci de 1835, transcripta
no Diario de Pernambuco por urna alma cariJiiaa,.
m?ote desiuteressada, est revogado pelo Daerata
n. 1730, de 5 de Outubro de 1869, que mlsaiii
o trans-.to ds sentencas na Chancellar'a, onde la-
viam ser oppoat.s os embargos, com l aenc-i da
Presidente do Tr'.buual. Hoje oa emoargos- aa
Aceorilo sao requeridos ao Relator dj feito. E
qoando nlo estivesse revogado, todava o qae
nelle se co.itm nlo pedera ter appcaclo ao case
que ae agita na Relacao. O Decreto da 30 de Ja-
neiro de 1833, ao qual sj refere o de 35, disit ;
proferida a sentenca e publicada .na audiencia
da etaaio, sori ella sstrahi la li proeesao u irl
tranaiur ni ehaneeHar a, i.: pUer 3er embje.
gada. Tratando dos embargoa, diz, no art 57:
< para apreaeatar os i-mbargos na chaucellaria ai
requererfaculdadeao Pre: i nt qoaadbaaartai
vencedora ae derairar por mais de 5 das asas
fazer eztrahir a anataaos, o Selator per nittr
que os embargos sejam orferecidoa uta proprijs
autoa, e t entao correrlo o cinco dias, para arti-
cular os eraburgos. Tudo isto, porm" est re
vogadi. Convra oa! te qae o Decrt. de 35 eteve
por fim r-volver aa duvidas suacitadaa no cua
a i nsa das partes inteip- a racirao J; r vis i
ou'ri o de eiebirjos 4 mesma santenoj Morsa]
Uarvalh. eaerav-iu a aua Praxe Forenie. era !*gft
19 auuos urea ie ser public-ilj o Djer que revogou o transito na chaucellaria. M41 a
ciao em queatli e muita divorHi lo caso figuraife
no D.-crt. de 35, citado par Jfbraes Carvalkf.
Trata-ae de umi cau^a, eij i inataacia Qeou sus-
pensa pela raorte de ura doa litigantes, para dar
lugar 1,0 incideote da habilitacio dos berdeiros aoc
quaea a instancia ha de passar. E emquanto aij
for proferida a ultima palavra aobre o incidente,
contina aoapents a instancia, e >-. fitinet n) \r3a
mas p>r ella ad ante, Ord L. 3.; T. 7i, % 2\
T. 82 pr. O Docret. de 9 de Fe vereiro lo l S i
diatinguio aa reviata3 naa causis iaei leales, das
iu:erpoatas as ctuaas prinepae3. Por forca do
art. .o deate Dacret., quando a reviata s.-bre
algum incidente, como p>r st nao terem julgad*
embarBjs, ou artigoa, (le habilitacio tataidala,
liquidadlo, preferencia e etc.), ou por se nao haver
ordenado a vistor a e exame, ou atalauer outra dili-
gencia legal, que era ini speiuaoel pira pleni Itci-
lacao d i materia o perfeito iionhoeimento da cauta
(pnncipi) nao se poder a em tal caso proferir se.
tenga defintiua sobre a ma'er a pr.na pal da can*
qual falta a necessaria illailragio. Nesta casa
diz o art. ." : :i 'telaci: it viaor i jilear = aente
o incideuie, e re se proriram ai sentengis rcierrdispirin'.tle
se proseguiren os dev dos termos (di causa pna-
cipal) na conformiiaie da emenda di injustig ou
nuil dide que se tiver julgado.
V se, p to, a Belaci) reeorrida aX> pola ju'gar a am!
principal, aem que, primeiro, aeja deeilida a re-
vista sobre o inei liii'e. literpisto o reeuraide
revista, a Tribiml no pola impelir o sen ei'i
para proferir um jalgal) que a M alo pemil
laterpist-- revista, est abar'a a onpet'aen
j iriadiejioaal do Sipremo Tribanal de Juste, e
o relator di feit'nala mi' pil- Caasr aibre a
eaus pri-icip -^ii) ii.i 11 Ij quanti fiz:-.
Oapois de interpaati a i ..ati, c j tmala p>r
t-rm noi autoa, ni) ple o Relator pedir dw
pira julgamento da causa principal, nlo p a
Presidente do Tribunal designar dia para julga-
raanto della. Tudo iato illegil.
O recurao de Rviata iuterposto perante o '3-
criva di cana i, sem audiencia e nem deap^nj
di R lator, nao pdenlo o escriva tazer Ihe n
Mto3 conclusos, e nem o Relator mandar que >
escrivlo o fizesse Foi pa.a rm:diar eala m-,
e te erro, cata violacl) dalci que urna, alma cui-
dosamente desinteressada desenterrau o Decret.
de 35. O Decrt. ""e 38, que rege a especie, nu i-
ea deix)U de aei observado nos cossis Tribuna a.
0> Direitj V. 21, pag 224, contem um Aec r-
dao do Supremo Tribunal de Justiji, declaran li
que, habilitado o recorrente na Relelo Raviaoca,
a sua habilitacio nao pode raetificar r> jue nuil i-
mente se fizer na causa principal- No V. 15, p ij.
161, vem outro Aecordlo, declarando que nem
mesmo a Relajan Revisara, julgando o incidente
que deu causa Revista, pie julgar a casal
principal. Em noasa Relaca >, oa cau3* entre- D.
Cecilia Guimarles e Aristidta Djarte di Cuna,,
ao julgamento de um incidente sobre prefereae i
de hypotbecas, urna das partea interpoz reviati,
e sraente depoia de julgtda eati, eontinuiu a
causa principal. Nesta mesrai Relacl), cora a
Tribunal Revisor, fii julgala urna revista sjora
ura incidente de liquidaclo, aendo sraente a can-
ea principal deeidi i i iepoia do jal am rato da R>-
viata. Foi juiz Relator o Exm. Sr. deaembirga-
dor Pires Ferri-ira, o r-eviairea os Ef.n Sra. des-
embargadorea Pir-a < i > > v- n /es e Monuairo i Ai
crade. Direito, V. 39, pig. 481. Ter a Re-
laclo do Recife dona pesos e Juna msiilis ? Nl>
o cremia. A le a mesma pira todos. E jul-
gar se de modo contrario ni) e julgar : vinar
a lei p ir i fazer favor. N!> era a isa turnan la
discutir aa impreasa esta qu9stla; mis o can li-
no desinters rio, cam o seu Deveto fots.I, a:i
obrigon ao que fiei dio. Saja piia, e v.i por su
couta o que tiver o 13 I: dizer 3 >bre o aaauoapt)
Resistir lujustici um preceito Je uoaai -iia-
tencia moral. Resistiremos.
ctiiciiorro da fiama
III
(ConclusSo)
Ficmis no passado artigo de dizer pelo presn-
te o facto que prova os servicia de Cbichorro aeats
provincia pelos qmaa se Ihe devia dar urna cadei-
ra no Senado, e, maia ainda,outra ao aeu fidalgo
patricio, Ernesto Ferreira Franca, cujia servicia
a casa provincia foi nunca ter vindo a ella, nem
por ella nunca ter dito urna palavra. O faoto, pj-
rm, que prova os de Chichorro, ou as consequea-
cias delles foi que no meio de todas as glorias e
seguranzas qae os til 13 teem, de queagora sim,
nunca mais cahimos, no meio destas glorias ca-
bio o partido praia-lutia, e subi o saquarema.
Todas as provincias se subr.ietterara von'ade
soberana, as pr prias do Minase S. Paulo, que
tinham feito a revolodo cintra a lei dos delegados
e do conselho de estado etc., como no poder si
aceitaram e Miaran* dellas, na queda se aujeitsraas
calmamente ao seo jugo que iam ainda maia du-
ramente aoffrer. Nlo foi, poim, assim a praia.
Levantou-se em revolta contra a queda do par-
tido.
Em revolta sim, e nlo em revoluclo.
Levantcu se com medo dos guabirs pelos crimes
que tinha coramettido aem con'a, commaadados
por Cbichorro, e s com medo porque levantou-se
aem bandeira. S veio a tel-a depois de derrota-
da no primeiro combate, dada por Borges da Fon-
seca, que tinham preso e soltaram aaaim qae eoirs
a queda do parti i).
as consequencias deata estupida revolta, nasc-
da do medo pelos crimes diutnrnos que em nome
da liberdade e sob o rgimen da menarchia cam-
metteu a praia, quando j toda rota, aafacellada,
desmoraliaada, repugnada, despresada, odiada por
todos os homeus que ou nlo toraaram parte nos
aeua Crimea, ou, arrependidos, a abandonaran!,
como o proprio padre Capristano, s Ihe resta nds
alguns cegos fanticos e os culpados de todos os
seas attentados e o povo bruto que se contenta
com a lioerdade de acelo e com o nome de liber-
dade, as coasequenems deste buco emprehemti-
mento nlo poda aer duvidoso, como fiz ver a Bor-
gea da Fonaaca quando parti a dar a noasa ban-
deira revolta.
E essa eonaequencia foi mil vezea ainda paior ds
que eu eaperava ; porque nao foi s a derrota pais
que foi a matanca dorante tres dias depois da
jornada de 2 de Fevereiro de 1849, sendo fuzi'a-
dos us prisin iros que eram arrancados de seus
eacondirijos neat cMade. Foi a traiclo e veo la e
talvez o assassinato de Pedro Ivo; foram os IS
annos de ostracismo, foi o abaudono completo de
todos os principios do partido liberal, e em lu-ir
delles o choro de 18 annoi de aua impresas pelas
docuras de um poder qae Ibes castara to car;



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Diario de PemambucoSeita-feira 22 de Julho de 13S7

foi a t.rpe Hg* qu iujeitaram o liberaes, sub
DHSSoe e amordacados e'os ambiciosos deseo
tes do* conservadores, oa qaaes aujeitaram o gran-
de partido a todas aa miserias e humilhace* e at
b ,i rder o noca le liberal, qae e rehoaveram
guando, cahida a CjrrupU liga, oa chefes, conser-
vadores aempre, assentaram em abracal o, porm
sem maia idea nem b*ndeira senio a de latar pelo
podar, para fiearem desde eatio at boje em briga
eteraa -orno, ao meaos nesta provincia, eutre ca-
chorros e leoes, qu, ge qusndo beijando se nio se
mordem, mordem-je raivosos por interesses, mais
feridos que ae urnas veses distare m, ou'r-.s nao o
podem faaer.
E' tudo guauto nos resta do famosa praia, e de
Cbicbon-o que tSo bem h eouprehenleu, e que
com tanta paixa i, tas s* eu instrumento, a tm
das ambicas dos chef-'a, com das panoja do
povo ; deste povo que hoje. cata leit > lazaroui, que
nao canta mais liberdade, poin bumbameu boi e
man um tum, que nio t.-u> por hroes oschefea
que, oj uaveudo levado uula c.-ia* si.o iain
morrer caco eiie e cnorrer pibas, como.Nunes Ma-
chado; desae povo que tem hoja por chifea oa que
se faiem ricos eu pelos donativos daquelles cuj03
interesses defender, ou cornos dinheiros que ou
sao pblicos, oa uns os chamam pblicos e outros
chamam do povo.
Recife, 19 de Julbo d- 1887.
Affonso de Albuquerque Mello.
OrganisacSo do trabalho
Como do pi da organisacSo do trabalho
Nao podemos continuar a mendigar bra-
cas rios d'ouro e com desgostos quando
temlos muitos a apro>eit*r.
O parlamento est aberto : cure se des
sa nces8dade, qm palpitante e s^ i n
poe mesmo pala for^a da oircu listan .ias.
O trabalho urge por instrumentos que
o executem, carece de for*s que o des-
envolvam ; e aquelles 4 os nao foroece a
Costa d'Africa, nem estas sao mantidas
pela repro iu-cao da fonte eslava.
0 parlamento est aberto : fajam se leis
firmando a obrigatorieiade ci trabalho e
conducentes a ubrigar 03 nacionaes, o,ue
nao tenbam urna pr;>fissao conheoida, que
vagiHam p-ls cidades a enchel-ss d:
pernas e por ventura de delhtos, a traba-
lbarem ou estableen.cotos eu aloois
agrilas
Transforraem s^ Msi solu9to em instrumentos uteis ao paiz e a
ai proprios. Diversamente uo preceden
as outras nacSes e n:rn por isso terem a li-
bprdade individual.
Em vez de casas de corre -co pira pu
nicSo de delictos da alfada dos tribuoaes
correecionacs, disse um nosso cscriptor,
com o estabele'tinento das colonias agr-
colas muitas vezes consegue se maia facil-
aeut; a regeneracSo moral do individuo j
porque na cadeia, naquella atmoaphera vi
ciada pela comrnunbo com outros indi-
viduos inteiramente pervertidos, uuibornc "
que teudo-se desviado da sanda do dever e
pode a elle voltar, se tiver u-na voz bem
fas'jaque o instrua o mostre-lb1 qual
COMMERCIO
Bo vi 'lumirii il
* OTAgES OFFICIAES DA JONTA DOS UOK-
KECTOKE3
Heafe. 21 de Julho de 1887
?plices geraes de 5 0/0, valor de 1:000*000, a
960*000 cada urna,
Acces do banco de crdito real de Pernambuco,
valor realizado de 60000 a 80*000 cada urna,
tx-divideudo.
Acces da companbia d- edificicjio, remidas, do
valor de 1<,0* a 65f cada urna, com juros.
Ditas ditas, valor realisado de 70*0 X) h 35*00)
cada urna.
Letras hypothecarias do valor de 100* a 94*000
cada ama.
Cambio sobre o Rio Grande do Su!, 60 d[v. com
1 3/8 0,0 de descont.
'Jamlo ooure Londres. 90 d.v. 'i 5/8 d. por 11,
do baoco.
Oambio sobre Pars, vista, 424 rs. o franco, do
banco.
\a hora da l>olsa
Veuderam-se :
10 apolices eiraes do 1:000*.
5 acedes do oauco de creiitj real de Pernam-
baco.
5 ditas idem
13 acedes da ctmpanhia de edificacao remidas.
2 ditas idem de 70*000.
200 letras hypothecarias.
60 ditas idem.
O i-residente,
Antonio Leonardo Rodrigues
U secri-tariu,
1 duardo Dubcux.
ijilmenlo bancariii
KKCIFE, 21 DK JULHO DB 1887
PRACA DO RECIPE
O Londou e o English Bank mantiveram luje
do balcio a taxa de 22 5/8 d. sobre Lon Ires.
O Internacional adoptou officialmente a de 22
1/2 d., dando, porm, a 22 5/8.
Em particular Gzeram transaeces a 22 U/16.
PRACA DO RIO DE JANEIRO
Os b.ncoa estabeleceram a taxa de 22 1/2 d.
sobre Londres, mas deram a 22 5/8.
Em papel pirticular nada fizeram.
As tabellas expostas aqai foram estas :
Do IXTBBNACIOKAL :
.90 djv vUta
Londres....... 221/2 22 1/4
Pars........ 422 426
Italia....... 426
Hambarga...... 523 528
Lisboa e Porto..... 136 138
Priocipaes eidades de Porta-
gal........ 143
New-York...... 2*250
Do Loxooa Babk :
90 d/v visla
Londres....... 22 5/8 22 3/8
Pana........ 420 424
Italia........ 421
Hamburgo...... 520 525
Portugal...... 235 37
New-York...... 2*230
Vo Ekolish Biija :
90 d/v vista
Londres....... 22 5/8 22 3/3
Pars........ 420 424
Italia........ 424
Hamburgo...... 520 V5
Lisboa e Porto..... -'35 237
Principaes cidades de t'ortu-
gal.......... 212
liba dos Acores .... 245
liba da Madeira .... 242
New-York...... 2*230
Herrado de a*ncar e Aleo Jo
8ECIFE, 21 DB JCXHO DE 1887
Aesucar
Os precos, pagos ao agricultor, continuam a re-
talar aos algarism-s abaix, por 15 kilos :
raneo, os mclborts que
apparecom no mercado,
regulara de .... 2*200 a 2*400
3.ftrteboa..... 1*900 a 2*100
3. regular..... 1*700 a 1*8 K)
Hmidos e baix s 1*500 a 1*700
nos...... i*300 a 1*400
cavado..... 1*040 a 1*100
Bruto....... *900 a 1* Rtame...... *700 a *800
Alqod&o
O mercado d mi posicio de hvottm, eem tranaaccio e bastante
frooxo.

sufv frisaSo na t rr, posiiv-1 s>r apro-
vettaHo.
Comprehead> -a qu-* n'um paiz com o
Brasil no vautagetu samnos utilisar os
individuos qu9 superabundan-nos centros
populosos .e ah sao plantas damninhis,
consubstanciam o parasitismo o absorvam a
seiva da grande communh^o, sobre C3r
rampel-a com os s-U8 exeiuplos ; e'por isio,
logo que os suj :ite a tomrtMU um uni de
vi-la qmlquer, o poder publiao ter aoni
quilido a vag-bundagem, que pela esc: di
dos vjos sob; a pratica dos crimes, cija
puiifS) nect-83-ui assigaala urna per-la
sotial, quanJj j4 haia um desfalque das
enrgias la collectividade.
Carente de br^ejos,. pode asim 0 p>z
aprovtitar grande numero dos que supera-
bundan nos centros populosos ; e dahi tm
mero8os sero ss eflfeitos moracs e mate-
riais que lbe provirfto, resolvcudo se dettta
sorte em grande parta um problema social
o econmico, porque a questo de bracos
por si s onslitue um elemento que iate-
ressa grande lavoura em sua vi la ou
des^albro, e a degridacjS) moral di in-
viduo deve ser prevenida pelo governo
com medidas adequadaj, como o recla-
mara as circumstancias.
(Dj Seis do Outubro.)
O 3r. gerente da Companbia de Trilbos
Urbanos do Recife a Olinla, n) intuito de
atenuar a rjsponsabilidalo que pesa sobre
a compannhia pelos abusos commet'.idja
por alguna dos seus raacbiuistas, apros-
sou se em fazar una oo-r-munioaco aos
dignos redactores deste Diario, attribuindo
o accidente havido no dia 19 'o uorrente
a m) habito que ten os crialor s e
possuidores de animaos qu; morara no
permrso da liuha ; e afumando que o trem
que devia sahir de Olinla a 9 1|2 hjras
da maubS, ao sabir da est-ic&i de Campo
tirande o depois ds ter f r feito sigo^l
de alarma e quasi paralo por estar urna
vacca atravessada na linba duscarrilboa
logo adiante, pois apenas retomara a mar-
cha, urna outra vacca, sem pastorador, e
que se ach va pasUnlo margara, atr<-
vessou-se inesperadamont) sobre a liuha
quando j uo -ra tempo de fazer parar o
trem ; semelbante narrago nao exa:-
ta.
O 3r. gerente, qae nao i* ueste trem,
deix iu s lcar sem do^ila p'hr infor
maro:s dos proprios i-ulp-idos.
O trem que subia s 3 1[2 bor*s da iua
nh p.ra Olinda, e que deveria voltar s
9 1(2, nao deu signal algum de alarma do-
pois que parti da estajao do Campo Gran
de, e muito menos pro^urou parar vie mi-
do a evitar a rnorte do animal que passa-
va sobre a lraha, em lugar que nao de
curva, e d'oude podi* ser avistado gran-
de distancia.
C costuno de alguns machioistss, prin-
cipalmente de ctrto tempo para c, darem
tola forc as machinas logo qu partera da
estayo to Campo Grande, havendo at
quera t;nha manifestado desejo de matar
animaes...
A machina qm pusa^a^o trem em que
se deu o ac dent* trazia o regulador todo
aberto quaaio p >rtio de Carapo Grande, e
s li ninuio a firc quando tstava Bobre a
V........
Si do e3mga'T) -nti da vacca resultou,
desengaad) prejuizo pira a companhia
como diz o Sr. jerenv, devia S. S.
procurar puuir o oulpid o nun a quirer
inuj;ental o, oom o fez, pens*udo talvez
assim exonerar a c nnpaahia da obrigayo
em que se acba de indemnissr o dono, re.
sultante da merte daquclh animal.
Enganou se, pois o fauto foi pr'aonciado
por difera* peasoas, qm se admiraram da
oommuni.-agao lvala a es11 Diario pelo
digno Sr. gerente.
Ao Sr. Dr. Helio Gomes
Estando muba senbora marte da seu primeiro
p.irto, racorri desesperado ao Sr. Dr. Mello Go-
mes, que velo inmediatamente em s:u soccorro,
s ibendo qae eu sov um homum pobre a deseaipre-
g*do, que nada lh' posso dar. O trabalho enorme
e os cuidado', que elle teve com miuh t mulher.
Iivrando-a da morte com muito taleuto, muito sa-
ber, muita rubilidade e dolicad.-si, e tirando a
criaoc, sS e salva, s Deas qae poder* recom-
pensa I... Que Daos ajude ao Sr. Dr. M-llj
(ijices, por saber assim iepartir com es pobres a
ua scieiici* de medico notavel e eximio parteiro,
b in como seu bjnloso coracio.
66 os pobr.'t, sabem que valor tem, u'esses mo-
in-uioa angustiosos, a sciencia profund* do mj-
dico, i8 suas m-ineiras aff tveis e drfspreteucmsas,
e sobre tudo : i earidade!.. .
Asaistente, foi a Sra. D. Thiresa, que digna
timbem de mea reconhecimento, pois, emquanto
esteve s, prooorou faser o que eslava a seu al-
cance. O mais s am medico eaviado por Deus,
ex ao f >i o Sr. Dr. Mello Oowes.
Ruede, 21 de Ja'ho de 1887.
Ulytses Joaqmm da Si'va.
Asrradeciraento
A commis8o iucumbida da manifesta
ci-i de pez .r pelo sempra sentid passamento
do Exm. Con8elbeiro e Senador Antonio
Pinto Chichor o da Gama, vem pelo pre
sent e de todo o corajto testemuuhar o
s^u profun lo agradeciraento todas as p s -
sois, que 83 digniram soleranisar com sua
preserva as missas e offi ;io fnebre, cele-
brados na igreja do couveut) de Noss* Si
nhora do C-rno dasta cidaie pela alna
laqueile Ilustre finado; assim como aos
amigos e almiradorcs do mes-no finado,
que para aqu-lUs actos ciooorreram com
a luelhor boa vontade; e aiad-i ao Exm. e
Rvm. ^r. vigario g-ral, aoa Rr la. provin
Entrada de atsacar e algud
HEZ DE JOLHO
Astuear
Entradas Das Saceos
Barcacas......1 19 6.632
Vapore/......1 16 404
Via-terrea de Ciruar 1 a 20 761
Animaes......1 20 2:s
Via terrea de S Francisco 1 19 8.373
Via-ferrea de Limjeirj 1 a 18 15
Somma.
Algodo
Eat; j'.-s
Barracas ......
Vapores......
Via-ferrea de Caruar .
Animaes......
Via fenea de S. PflMMMJ .
Via-ferrea de Lmueiro .
Uiae
16.577
ftij^a.
1 19 1.438
1 20 2.3S9
1 18 18
1 a 19 3.318
1 18 535
1 18 261
7.;.07
somma.
Despachos de exportaco
MBS DE JULHO
Nos dias l 2J teram despachados na Alfanie-
ga os artigos eeguintes :
Pura /ora do Imperio
Agurdente..... 24.245 litros
Algodao...... 530.442 kilo*
Assucar...... 988.100 .
Bagos de mamona 15.982
Borracha...... 1-885 .
Caf....... 34 saceos
focos (iruetHr .... 11.00J
Couros espichados ... 167
Couros salgados. 7.256
iJoce....... 15 kil s
Fariuha de maldice 700 saceos
Mel....... 9.12IiUjs
Prancbes de amart-llo. 41
Pranchoes de viubatico. 31
Para dentro do Imperio
Agurdente..... 344.232 litros
Alcool...... 14.400
Algodao ..-.. 66.893 kilos
Assucar......2,020.1891/2
Cajurubeba..... SOcaix.s
Cera de carnauba ... 1.150 kilos
Cocos (frucU) .... 17.150
Cumar...... 10 erizas
Doce....... 1.550 kilos
Espanadores..... 2 caix-ia
Farinha de mandioca 100 saceos
Fio de algodao .... 975 kilos
Oleo de mocot .... 60
, Jleo de riciuo .... 5.720
Paos de jangada ... 42
Peonas de aves .... 12 k 1 js
Pranchoes de amareilo. 7
Rap....... 'O kiVs
Resina de batata ... 1 cuixa
Sal....... 27.000 litros
Sola....... 99 meios
Viuho de jurubeoa 92 caixas
becap:tula?I > oo assccab
Para o exterior 988.100 kilos
Para o interior 2,020.189 1,2 .
Somma 3,008.289 1,2 .
Xa to despachado
Lugar portuguex Aario, sabido hmtem, levou :
Para Rio Graude do Sul:
1.145 saceos com assucar branca
786 barricas com dito dito.
150/2 ditas con, dito dito.
50/4 ditas com dito dito.
455 saceos com dito mascavado
45 barricas com dito dito.
Carregaram diversos.
Naii loa carca
Esto sendo despachados os segaintes :
Brigue ollemio J. G. Ficht, assucar, para o Rio
Grande do Sal.
Barca iagleza Osseo, algodao, para o Balticj.
Barca portuguesa Claudina, diversos artigos, pa-
ra o Porto..
Barca nacional Mimosa, diversos artigos, para
o Porta.
Lugar portugus Jos Estevao, cauros, para o
Po-to
Vapor francos VUle de Uarauh&o, a930r, pira
Santo
Vapor nncional S. Francisco, diversos nrtigos,
para os portos d> sul.
Vapor nacional Guahy, varios gneros, para os
portos do sul.
Vapor nacional Arlindo, diverso artigo, para o
Rio Grande do Sal.
Navios a descarca
B< gae portugus Armando, kvarios gneros.
Barca allem llanta, kerosene.
Barca nicional Marianninha, xarque.
Escuna allem Frils, xarque.
Es:uaa ooraegaeuse Reform, xarque.
Logar sue:o Armida, varios gneros.
Lirar saeci Im*S. varios gneros.
PaUebj alleinij Norddeulsche Seeuurte, vanos
gneros.
Patacho ingles Echo, carvlode p'lr*.
Vnpjr nacional Ipojuca, varios genero).
Paula d aifandeca
SBMNA DB 18 A 3 DB JLBO OH iSH
Assucar retinado ikiiu) .... 145
Assuoar brauco (kilo) .... 12
Assucar mascavado (kilo) 0b
AIcjoI (litro)....... l
Arros com casca (kilo) .... jj
Agu..rdeute e.....
Algodfto (kilo)...... f'l
Borracha (kil..)...... UOob
Cour..s seceos a.lgad.is (kilo) 4b
Cosroa seccot etpi^uJos (kilo) W
Coaros verdea (kilol..... J0
Cacao (kilo)....... *^
Caf restolho (kilo;..... ^*"
Carnauba (kiio)...... >
Cancos de alf odio (ki'-.l ,,.,,'J
Car vio do pedra de Carditt (toi.) lt,,7?n
Cal bom (kilo)...... ?bU
Ca,-hca (litro) ... *
Fariuha demaulioca (litro) *
Fumo reatolhj em rolo (kilo) .
Fu-ni restolno em lata (k'h) J
Fun- bom (kilo)...... '*
Fumo em foha b>ai (kilo) 72
Fumo em folha stduutrM (fcikij
lieueora (litro)...... '*f
Mel (litro)........ 40
M.n< (kilo)....... 400
Taooades de amurallo (Juila) 1000J0
Juros e dividcudos
E.-ti) sredo pagos os seguiutes :
DIVIDA PUBL1VA
Apolices genes a provinciaes.
LBTTBA8 HyPOIHKCABIAS
Do Banco de Crdito /lsu/, 7 0/0, ultimo se-
mestre.
BASCOS
Crdito Real de Pernambuco, 2. dividendo,
:aio de 5 0/0 s,bre o valor das entradas reali-
za las do capital, ou 3000 por aeco.
Brasil, 67. divideudo, na razio de 9>000 por
ac-ci'. Esij e'iearreg-idos desse pagamento os
ag<-n es Pereira C*iueiro & C.
C.VRKIL DE FEBBO
Trhos Urbanos do tecife Olinda e Bsoeribe,
25 dividendo, i razio de 8 0/0. O pagameuto
faz-se nj escriptorio da companhia na tercas e
sabbados.
Memorial
Termina no dia 6 do mez vindouro o prasj
marcado para pagamento da terceira e ultima
prestacio, na razio de 4J 0,0, das acco;s uitima-
mcate emitlidas pela Cohpahbia oo Bbubbib :.
O Sr. Jos Joao -le Am riin, tbesoureiro da
CoBrAnaiA na Fugio g Tkcidos, esti recebendo a
primeira prestacio, na razio de 10 0/0, das ac
ces ltimamente emittidas para o levautam?nto
da f iorica da Torre.
O praao marcado para tal rocebimento termina
no dia 27 do corrente.
Com o descont de 4 0/0 e at 30 de Setemb-o
vindouro, serio substituidas na Thesoobabia di
Fazebda as notas do valor de 2{000 da 5. estam-
pa, 5*000 da 7. e 10*000 da 6.
Iiuport.ioo
Vapor fraucez Ville de liaranhao, chegado do
H-vro a Lisboa, cm 20 do corrente o cousigoado
a Augusto Labille, mau-f.-stou :
Carga do Havra
Alvaiad.i de ziiicj 10'oiiric.a a Maniel A'ves
Birbosa, Uc-Ctisor.
Amostra? 9 totumes a diversos.
Arinques 3 caixas a sulzer Kmiffmimi & C
Arma^es para chapeas de sol 3 caixoes a
Francisco Xivier Ferrjira Sfc C
Ameixas 5 caixas ordos.
Altinetts 1 barrica orden..
Agua mineral 1 caix* a O. Liporte & C.
Charutos 1 caixioa ottlssi Kijffmaun & C.
Consirvas 3 ouu a li ruet & C, 4H a II.
Nuesch Camisas 1 caita a J. B*tto St C
Cari s 1 caixa a II Nuesch k C.
Chapeos 1 caixio a Adolphi i Ferri, 2 a
Christiani & <--'
Champanhi 21 caixas a H Nuesch 4 C
Cartas para jogos 2 caixas a A. D. Carneiro
Vianas, 1 a Gimes di Mattos Iimios, 1 a Netto
Campos & C.| 2 a Haoo-!! Joaquicn Ribeiro <5z C.
Calca 'o 2 caixas a Prente jVkWB* C, 2 a
A. U. Carociro Vianat, 3 II Nasaica t C, l a
Mauoel de Barros Cavalcant-- i C, 1 a Salazar
& Companbia.
Cojios 1 ca xli a ngel. Riphael 4 C, 1 a
Albino Jos da Silva.
Cho:o'ate l caixa a Jos Josqtim Alves & C.
Dros 2 vulumes a Francisco Mamel da Sil-
va t C, 2 a R.uqaayro' Freres, 1 a MinoM Al-
vei Barbosa, su .-cessor.
cial e miis regulares do eoa<-ento cima re-
ferido, ao Rvd. vigario d.. freguezia de
Santo Antonio e mais Srs. Rvds. clrigos,
que bondosa e gratuitamentJ offi:iarair nos
meamos actos ; e finalmente s reiaccSss
do Jornal do Recife, da Provincia e do
Diirio de Pernambuco o generoso concur-
so prestado para tal fi-n, dundo assim to
dos, } oada um do per si, commisso e
naco brasileira a mais subida prova de
aprefo, abnegago^ religiosidade e patriotis
mo em signal de sinaer? vereraco vult i
lio emineut".
Recif-, 21 de Julho de 1887.
Luiz Cosario do R-igo.
Sebastio Alves da Silva.
Jcronymo Jos F ir ir...
M noel Antonio Viegas.
Que molestia leude* t
al a
Centenares de variedades de molestias pjdem
se attribuir ao estomag >. Para c ida urna ou todas
ellas o senso cominum nos demonutra, que a medi-
cina que restaura aquello urgi io a u estado na-
tural d vigor, o verdadeiro reuiedio. Se o senso
commum deseja Bib-r que remed o esse, a expa
rieucia responde: sao as Pilulai Assucaradas de
Bristol.
O que nao faltam si) calharticos, porm a no-
nadecima partd delles t produzem un allivi.i pas-
sngiiro, e muitos d'elles sio pavigusaa. E' mil ve-
zes ineltwr deixar o livre cursj i Jysp.-psia do qu -
t> u'ar cural-a com mercurio. Esses remedios asi-n
int tuladus nmiiuuuj o douate anda muito mais
rpidamente, do que a propria molestia. Ja n>
acontece assim com as Pilulas Assucaiadas de
Bristol, as quaes devem a sua grande eficacia aos
extractos vegetaes.
So o flgado nio est em or le n, ellas prompta
meute o reguUm, se os intestinos se, acham obs-
truidos, ell'is removem as obstruido s ; se o rs:o-
mago esti incapaz de urna peifeita digestio, illas
lh-: di i o necessario ion e vivac lade.
Ellas sa acbam acondicionadas dentro de vidri-
uhos e por isso a sua conservlo duradora em
todos os climas.
Em todos os casos provenientes ou ..ggravados
por impureza do sangue a Salsaparrilba de Bris-
tol, dever ser tomada conjunctamente com as pi-
lulas.
Ene ntra se i venda em todas as pharmacias i
drogaras.
Agentes em Pernambuco, fleiiry Forster ot C,
ra do Commercio n. 8.
al .las libertac/es
Esto livres perante a lei, Josepha, dos
her deiros de D. Rita Deodfta de Souza, e
Felismina, de D. M.ria das N;V8 Miran
da Oliveira, pr.r terem requerido certidSis
de raatri ula, e obtiveram n'as negativa
mente. Tacs certidSes coDSt tuem suas car-
tas de liberdade.
Documento Importante (5)
Dia a dia vai augmeutando c cousumo do Pd-
toral de Cambar, o re medio soberano p>ra as mo
lestias do peito e que tio brilhanles provas ja tem
dad i da sua grande eficacia.
O jornalismo de quasi todo o Imperio uj tem
deixado de elogiar esta eic.-ileiite preptrsd'> ;
Eepelhos 1 caixo a Salaz ir a C
Esparcilhjs 1 cvxa a PareaUViaina Se C.
Fumo em p 1 barrica a Mearoa ic C.
Fivelas 1 c-tixa a H. Nujseh o C.
Fundes l caixa a Francisco M moel di Silva t
Uompjnhis.
Ferragens 1 volumrf a RiuqUAjro: Fr.-res, l a
W. HiliJ-.y Ji C, 2 a -itai oc C.
Gcneb'a I birrica n C Pluyn -i C.
Ilooes t caix o II Nu-.eh & J,
Joias 1 caixa a J. Kraus i r. C
Livros 1 cixi
W. de MsdflirM.
Lavas 1 cana a i'^ren'* Viaum 4 C.
L-inetas e cari-' 1 caix-i a J K-aus 4 C.
Mantciga 85 barris e 180 meios ditis i orlem,
2) < 30 a Ferreira Rodrigues 4 C 20 e 30 aus
consignatarios, 30 e 40 a V.ga R >ch i 4 C 35 e
l a Souza Basto, Acorim &. C 20 e 25 a O >n-
ctlves Rsa 4 Feruandes, 10 e 10 J. B. -le C>r
v.lhi, 10 c.ias ai mesmo, 9 o. Fraga t cha J
C, 15 a Djmingos Ferreira da Silva & C 5S
ordem, 9 a Paiva Vilento A C, 21 a Sjiii Bas-
to, Amorim & C, 70 a Pereira Carneiro 4 0, 18
a JooF. de Almeida, 15 a Jos= Joaquim Alves
6 C, 16 a Ferreira Rodrigues .V C 15 a Fran-
cisco Guedes de Araujo, 1 I C-rvnlho & C
Materiaes paracugeoho 110 vulumes e peca ao
consignatario.
Mercaaorias diversas 3 vjlumes a Andrade
Lpes4C,2aF. Petroccdi 4 Irmao, 3 a Fer-
reira Guimari s &. C 4 a Francisco Lauria 4
C, 1 a Eugenio Goncalves C.sci>, 1 a H. Burle
ic C 9 a Ouimariea Ir.i.ioa 4 C a Gjmes da
Mattos Irinos, lia Uuimaries Cardoso es C, 2
a Nuaes Fiisee & C 2 M-ia BTl 4 C, I a
SaUsir 6t C. 7 a K de Drusini 4C, 3 Manol
Joaquim Ribeiro -St C 1 a M n >el C -IUcj 4 C
Oj-ctas par viagein 1 c-iix i a Vntonio J
Malta GuiinarJes.
Pcntes 1 caixa a Angelo Raphirl & C.
Porcelana 5 birricas a B;roarJioo Duirte
Cimps 4 C, 2 a Ma iocl Joaquim Per ira, ditas
vidros e Iouca 4 vo'umes a 3srnrdi io Doarte
Campos & C _
Perlumarias 2 caix u a Ang-h Riphiei 4 L, I
a Prente VUnu 4 C, 1 a Cl it' ii ic C, la
Manoel Coll.co 4 C, 1 a klsasel J >aq li n R^bei
ro & C.
Pregos 2 caix 18 a Parento Vianna 4 .
Pelles 2 caixes a Antonio Jos Maia ce C-, 1 a
Prente /launa < C, 1 Autmio Du.rf C.r-
neiro Viauna, l a Cesar L>p's 4 C.
Papel 2 cgixs a Prente Viauu i 4 C, l a
rdem.
Qreij i8 15 caixis a Saundera Brothers t,
20 a Jo. Joaquim Alves 4 C, 5 a Guimari-s
Rocha 4 G, 10 a Silva Marques ie O, 13 a P.n^
lo Jos Alves 4 C. 10 a Paiva Vlente 4 C, 7 4
ordem, 10 a Fernn les da Costa 4e c-
Roupa 2 caixas a Rodriga-a Lisas 4 C, dita
branca l caixa a Nunee Fenseca 4 C, 5 a Sil*zar
4 C, 1 a Lj Antonio Siqueira.
Tecidos diversos l vlume a A. Santos 4 C., 1
a Antonio Jos Maia 4 C 13 4 ordem, 3 a An-
drade Lop?8 4 C, 1 a Ferreira & O, 3 a Francis-
co de Aievedo 4 C, 1 a Ferreira Barbosa 4 .,
1 a Rodrigo de Carvalho 4 C, 4 a Barnt C,
1 a Oiinto J.rdim 4 C, 1 a D. P. Wild 4 C, 1
a Costa 4 Irmao, 2 a Campos Ferreira la
Narciso Maia & C, 11 a Rodrigues Lima & O,
1 a Machado 4 Pereira.
Tinta de impressj 1 caixa a G. Lnport 4 C.
Vidros 1 barrica a Au ;usto Kego ^ C, 8 a
Bernardino Daarte Campos 4 C, le caix* a
Manoel Joaquim Pereira.
Volas 7 caixas a Goacilvea R>3 4 Feruanles,
4 a Dom ngos Ferreira da Silva Se C
Carga de Lisbi
Azeite deolivtira *) caixas a Domiugo Alvos
Matbeus.
Alhos 60 canastros a Costa Lima <5e O, 2) a
F. B. Pinto (Joimaries 4 C.
Batatas 30 i|2 caixas a Siqueira Ferras 4 C
25 a Joia F. Ferreira, 20 a J-io F. d Cisra, 50
a J. B. de Carvalh).
Bxgi de sabagueiro 1 barrica ai misino.
Ceblas 20 caixas a Carlos A. Barbosa, 7o a
Silva Guimaries 4 O, 25 a Siqueira Ferraz 4
C., 10 a Joio F. da Costa.
Cal 50 barricas a Lopes 4 Ara ojo.
Folhas de louro 2 saceos a Josquim Felippe 4
Rolhas 15 saceos aos rasmos, 3 1|2 ditos a
Soares do Amaral lrmi-os.
Vinho 3 pipas a Joio F. da Csta, 7 e 10|5 a
Joaquim Felippe & Agaiar, 5 o 10(5 a Domin-
aos Cruz 4 C, 25(5 a Aotonio de Oliveira Maia,
dito branco 10|5 a Joaquim Felippe e Aguiar.
sciencia consagrou-o eloqu-ntemente, por meio de
attestad-is valilos, firmados por llustres apost-
los da medicina ; o povo, essa grande torca que
ropresenta a voz de Deas, tem prestado as mais
eloqaeates provas de reconhecimento pelos benefi-
cios prestados humsnilade pelo Peitoral de
Cambar.
E assim devia ser; porque nada mais digno dos
elogios da imprensa, da consagradlo da sciencia e
da gratidio popular, do qae aquillo que sa destina
cura das eafermidades que maisaffligem e maior
mal causan humsnidade.
Acabamos de lr nos tres mais importantes e
conceituados jornaes da corte, o Jornal do Com-
mereio, Pait e Gazeta de Noticias, ama eloquente
prova do que levamos dito, prova que vem juntar-
se s muitas qae j teem sido publicadas.
O Exm. Sr. Bario de Aveliar Rezend-, impor
tan'e fazendeiro, proprietario da fazenda de Mat-
to-Djntro, na estrada de ferro Leopoldina (esta-
cj de Santa Isabel), que liga o "io de Janeiro
pioviocia de Minas Goraes, dirigi se, pela im
|.ri-ii, ao descobridir e preparador do l'norai
de Cambar, nos termos mais lisongeiros, que opa-
atitue um valioso e importante documento, cuja
ieitura recommendamos a todos quanto se inters
sara pelo bem estar da humanidade.
Eis o documento :
Illm. Sr. Jos Alvares de Souza Soares._
Atacado de urna f irte rouquido, e sem ter tido
a livio algum com o uso de muito9 roedicamen-
tos receitadis, experim-ntei o seu xarop?, Pri-
toe al de Cambrj, e em poucjs dias a molestia
cedeu completamente.
Depois d'este facto tenho aconselhado a di-
verana p-ssoas o seu remedio, e todns teem lo-
grado us melhores resultados. Queira, pas, re
ceb.-r miuhas sinceras felieitnyoes.
Bardo de Aveliar Rezende.
Fasendado Matto D utro.estacao de Santa Isa-
be1, estrad de ferro L -opoldioa, 18 de Janeiro
de 1887. .
O referido prepralo vende-se na agencia
cargo dos Srs. Francisco Manoel da Sil-
va !fc I'., r'i-i Mrquez de Olinda n. 23.
Frasco 2500, meia duzia l-'i-i e dazia 24.
A agencia enva a qaem pedir, condic33 im-
ressas para as vendas por atacado.
ren usar do nosso oleo, e retirar os resaltados
mar .'iibxos pelos quaes so tem acre litado em
todo o mando, tenham todo o cuidado em exami-
nar os fraseos que comp>-arm, para nao seren
engaados por infames taisificaces.
Tambem ba muitas falsificaces da nossa aoua
FLORIDA DB MDRBAT 4 LAKUAN, B TNICO ORIENTAL
db kbmp, faleificaco3S essas preparadas geralmen-
te com substancias prejudiciaes pelle e ao ca-
bello ; exijam, pois, os consumidores os verda-
deiroa e nao recebam outros.
HAVEMOO BEOISTRADO NE8TE IUPEBIO TODAS AS
M088AS MASCAS 1N0OSTRIAES E BOTLOS, PREVENIMOS
CS IMITAUOBES B PALSIFIC^DOBBS, (JOB PBOCEDEBEM08
CONTRA BLLB8 NOS TB1BUNAES, BM PBOTECpio DB
HOSS0S DIBEITOS.
Pernambuco, 28 Jnnho 1887.
I.nmn,in & Ifemp.
Tlmoiiiz Espaca
Hl'ilOI' SE
Roa do Imperador n. 67, primeiro andar. ^
KlportH'o
BMOin. 20 DB JOLHO Dll 1887
Pora o exterior
__ No lugar portagnez J. Estevao, carrega-
ram -
Pura Lisboa, Amorim Irmiog 4 C. 100 saceos
com 7,500 kilos de assucar branco e 410 ditos com
33 OO ditos de dito mascavado ; S. Brito Amorim
it'c. 498 saccas com 38,918 kilos de algodao.
Na barca portugu?za C'ouixna, carrega
ram :
Para o Porto, M. Lima 4 C 20 barris com
1,920 litros de mel.
Lanman k kemp
Previnem o p iblico que existem nesta pr*?a
imtjcoes frwuialentas do eeu-OLBO pobc de fi-
oado db bacalhaocoutra as quaes se devem
acautelar os consumidores, por isso q-ie o uso
d'esses leos falsos ser em prejuiao dos
doeiit-8.
Entre essss tUific>c5;s ha uira qu:alm da
i li'-reiii; i ss puresa do liquido que t pode "pre-
ciar se comparando o oleo verdadeiro com o falso,
en .-ana fcilmente os iacautos, e por isso apresen
tamos as diff treuc^s qae existem dos frascos e in-
volucros :
\ circular que acompanba ad* frasco d.-v--
rjr -isdign Lenman K.'mp -c rao na falaifiovao.
Os nossos frascos i s tres lados descobertos
trazcm em r. levo no reesmo vidro as seguiutes
ptlavris : -Coi liver oil Lanman ie Kemp
New York, o.in quaut-i qie us falsos viiros tem :
ibfined Cod Liver Oil=Neic York.
as nossaa capsulas metallicas l-se lLan-
min 4 Kemp, Droguistas, Nueva York, em quanto
as falsas so iGoi LiVr OA = Rell'.d=N va-York
R-e-oin-ne-iduims, por, aos doenles que quize-
Ni o.rea nacional Mimosa, carregaram :
Para o Port, J. M Dias 32.) saceos com 21,000
kilos de assucar branco e 180 dit >s com 13,500
ditoi dt dito mascavadi ; B. Oliveira e C. 100
saceos com farinha de mandioca,
'ira o interior
N> v:ipor francez Ville de Maranhao, cirrc-
garam :
Para Santo', A-n -rim Irmi-s 4 C 400 birncas
com 24.000 kiios de assucar branco e 4 0 ditas
com 24 00J ditos de dito mascavid>,
Para B.hia, C. Burle 50 barricas com 5,8o7
kilos de assucar br-mco.
No vjpor aacioial Arlindo, carregaram :
Par Pelotas, P. Carneiro 4 C 40 pipas com
18.800 litr s de agurdente.
Para P.rto Alegre, P. Carneiro 4 C. 20 pipa i
com 9,400 litros de agaardent.
Para o Bio Grande do Sul, V. da Silveira 385
barricas com 42,975 kilos de aesocar branco c 75
ilitad co;n 8,05 ditos de dito mascavado.
Para o Rio de Janeiro, J. Bamos 4 C 450
cocos, fracta ; J. S. Loyo 4 Fiho 319 saccas con
l',575 kilos de algodao ; A. Oliveira 4 C. 2 cai-
xas com 200 kilos de doce e 1 du'a com 12 dit >s
de perillas.
No vapor nacional S. Franeiscc, carrega-
ram :
Para Bihia, A Oliveira 4 C. 2 caixas com 200
kilos de d ,ee.
No vapor nacional Guahy, carregoo :
Para Villa Nova, II. O iveira 4 barricas com
210 kilos de assucar braaco.
Nj <:uter Geriqu ty, carregaram :
Para o Ntal, M. A. S.^ona 4 C. 2 saceos com
150 kilos de assncir brauco e 26 ditos cora 1,950
ditos de dito refinado.
Rendimeatoai pblicos
MEZ DB JULHO
Alfanieya
Honda iroraJ :
:> 1 a 20 512:1104532
dem de 21 28.029,1961
Beoda provincial :
De 1 a 20 57 059 i053
dem de 21 2.146135
540.140493
59.205188
e 1 a 20
dem oe 21
Recebtiloria gerai
599.315,1681
19:221*187
696450
19:917*637
Recebedoria p ojxnoia*
De 1 a 20 87:590*712
Id -n dj 21 187*520
De 1 a 20
liem da 21
Recite Drainage
87:778>232
8:290 f739
173.J 284
8:464*023
Mercado Municipal de S. Jos
O movimento deste Morcado no dia 21 de Jalho
foi o segainte:
Entraram :
40 boia pesando 5,438 kilos sendo de Oliveira
Castro, 26 e 1/2 ditos de 1* qualidade, 2
ditos de "> e 11 e 1/2 ditos particulares.
188 kilos de peixe a 20 ris 3*760
46 cargas de farinha a 200 ris 9*200
14 ditas de fructas diversas a
300 rs. 4*200
8 taboleiros a 200 ris 1*600
8 Sainos a 200 ris 1*600
Foram oceupados :
24 columaas a 600 ris 14*400
22 compartimentos de farinha a
500 ris. 11*000
23 ditos de comida a 500 ris 11*500
65 ditos de legumes a 400 ris 26*000
23 ditos de fasendas 400 rs. 11*500
18 ditos de suioo a 700 ris 12*600
11 ditos de fressuras a 600 ris 6*600
10 talhos a 2* 20*000
8 ditos al* 8*000
A Oliveira Castro 4 C.:
54 talhos al* 54*00(1
Jeve ter sido arrecadada ueste dia
a quanna de 297*469
Rendimentodo dia 1 aiO 4:334*540
Foi arrecadado liquido at baje 4:542*000
Precos do dia :
Carne verde de 240 a 00 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 8J0 ris idem.
Suidos de 560 a 640 ris idem.
ramilia de 200 a 280 ris a cuia,
Milho do 26) a 320 ris idm.
: .ijao de &60 a 800 idem.
BEHUE.VS & )\ K4Y
New* York
ESTADCS-UNIDOS, AMERICA DO NORTE
Caixa do Correio n. 1274
Agentes exclusivos ms Estados-Uoidos da
America do Norte d.>a miis ia>p-irtaates jor-
naes e peridicos d'America do Sul.
Anuu i- ios i m qualquer piiz ou en qual-
quer folha aos precos mais baixoa.
Dio-se infjrm e s gratis relativas ao com-
mercio exportador dua Estados Uuidos aos
commerciantcs e cu tros interessados.
Nio compramos nem vendemos mercadorias,
poi n diremos a V. onde sa pode fazer ambos,
sem expectacao nem acceitacas de commissao
por tal servico.
Daremos gratis, pagando tambem as despe-
: zas de sello, as propostas para iiaalquer es-
pecie de annuucios.
Listas correctas, com o endereco dos fabri-
cantes d'Ameru-a do Norte, os negociantes de
commicsio,agentes, banquearos etc., aos mais
baixos precos.
Lyceu de Artes e
Officios
A Imperial Bicielads dos Artistas Mchameos
i L'beraes de Pernambuco, qu l tem a seu cargo
o Lyccu de Arles e Offi:ios, no intuito de Ilustrar
aa claases artsticas e maauf i :tureiras, mantera
com j bem coohecido em seu pilaeete, no
Campo das Princ -zas, aulas de diversas lingoas e
scieocias, as qu*es fuacciomm era todos os dias
uteis, das 6 as 9 horss da noits
Com o msmo iu'uitamanten e'lt urna peiuena
a in.-d sta bib'i .theci, que con pitnoticos dona-
tivos, aiig nenta-98 de dia pira dia e franqua i-
da ai pub'.ici em g ral diariament-, s m'smS
horas aeima, assim como am pequeo museo
e.rtistico.
Assim, pcis. com o mu applaudido atento
Matadoaro Publico
Foram abatidas at. Matadcuro da Cabanga 92
reses para o eonsu-.oo do dia 21 de Julho.
Sendo: 67 rezes pertencentea Oliveira Castro,
Se C, e24 a divers-s
Kmbsrranirn nurtaM no porto em
91 de Julbo
NACIONAES
Arlindoconsig. Pereira Carneiro 4 C.
Armandoi Loyo & FilSo.
Guahy Compauhia B-ihiaua
Ipujacai Companhia Pernambucana.
Jaguaribe Companbia Pernambueana.
Licnegocmhoneira do gu-rra)
Marianninhaconsig. Baltar Oliveira 4 C.
Mirarsa4 Baltar Jlveira 4 C.
Marinho Vil Loyo 4 Filho.
Manlah C-omoanhia Pernambucana.
Pirapacia Companbia Pernambucana.
S. Francisco Companhia Pcruambucana.
ESTRANGEIBAS
Armidaconsig. i Fonseea Irruios & C
Claudina L yo 4 Filho.
Ecbo Wiiaou Sons 4 C.
Frita Baltar Oliveira 4 C.
Gesine -4 Pereira Carneiro Je C.
lianza Fonseea Irmaos 4 C.
Imea ordem.
J. G. Ficht F. R. Pinto Guimaries.
Jos Estevao Amorim Irmaos 4 C.
* Mario Amorim Irmios 4 C.
Norddasutscha Seewarte Heory Nuesch 4 C.
Osseo W. Sons 4 C.
Polstyernen F-raseca Irmaos & C.
Reform H. Landgran 4 C.
Ville de Mirauhao Auguste Libille-
O signal indica ter a embarcacio sabido hoje.
Vaporen a entrar
DOS POBTOS DO BUL
Araucaniahoje.
Financea 24.
Pernambucoa 27.
Neva-a 29.
Gamilloa 7 de Agosto.
Trenta 14.
DOS P0BTO8 DO NOBTB
Paraamanba.
Espirito Santoa 3 de Agosto.
Manosa 12.
DA EOROPA
La Plataa 24.
Magelana 31.
Sc-negala 4 de Agotto.
Mondegoa 10.
Tagusa 24
DB LIVERPOOL
Scultoramaohi.
DB NEW-TO K
Al 1 ancaa 9.
Vaporen a ablr
Ville de Marauho hoje, s 4 horas da tarde,
para Buha, Rio de Janeiro e Santos.
Jaguaribe hoje, e 5 horas da tarde, para Ca-
mosaim, com escala por Parahyba, Natal, Ma-
co, Mssor, Aracaty, Ccar e Acaraba.
Araacania hoje, ao meio dia, para Liverpool
e escala.
Arlinlo a 24, s 4 hora* da tarde, para o Rio
Grande do Sul, tocando no Rio de Janeiro e
Santos.
Para 24, s 5 horas da Urde, para os portos
do sul.
La Plata 24, para Buenos Ayres, con escala
por Baha, Rio de Janeiro e Montevideo.
Guahyi 24, -. 4 horas da tarde, para a Bahia,
com escala por Macei, Villa Nova, Peuedo,
Aracaj e Estancia.
.\avlos A entrar
Anne Mariedo Rio Grande de Sul,
Arielle Terra Nova.
Bella Risade Terra Nova.
Carneesdo Porto.
Cintade Terra Nova.
Erute^de Hamburgo.
EmolMt-rde Terra Nova.
Florence de Terra Nova.
Faiwordde Liverpool.
Honbirjsundde Csidiff.
Leanderde Terra Nova
Marade Terra Nova.
Mariaho Ido Rio Grande do Sul.
Mariuho IX-do Rio Grande do Sul.
Muy Cory-de TerrA Nova.
Meta Sophiade Hamburgo.
Mov ment do porte
Navio entrado no da 21
Ceari e escala7 dias, vapor nacional Ipojaca
de 360 toncadas, commaidante Alfredo Mon-
teiro. eqnipsgem 30, carga varios gneros; a
Companhia Pernambucana.
Sahido no mesmo dia
Rio-Grande do Sul -Lugir portagnez Mario ,
eapitio -lose Mauoel Coelho, carga assucar.
Observando
Fandeou no L mario ama barca Sueca pors
nio communicou coro a trra.
, ^



i
r~uM


Diario de PcrnambncScxta-fcira 22 de Jalho de 1887


tornar bem conb cid i o progresan das artes e
officioB entro ui, a pe fitina < e utilidade de seus
productos, fases c nbccido seus autores, bem
como os lugares de seas estabeK cimento, sfim de
facilitar a aahidn e o consum delles, promove
todos os annos, para o d:a de b'u auoiviTsario,
segundo dispo.1 o 6" do art. 2* dos seus estatu-
tos, ama exp a cao dos trabilhis d'artes e oficios
e mauafacturas.
' para a conaeeucao de to aperfeicoado quo
vntajosj fio, que a directora da Sociedade vem
palo presente solicitar de toias aquellas pessois
que possuem por pergauoinho o trabalno, su a effi-
cas concurrencia expouc) quo cm Novembro
deste atino se eft ctuar em sus sede, Lyceu de
Artes e Officios.
Cumpre tambem a ella tMWt coobeceJores os
illustres senhores e seubcras que oquiserera hjn
rar com seus protuctia, na seus direitos e
Devoren
1. Devero at l do dito mes enviarem as
amostras de seus veniaveU productos para o dito
Lyeeu.
2." Em todos os objectos devero acompaubar
o Dome io autor4 m propnetario dos mismos
3. Ser impri'scin tiv;l em todo e qualquer
objecto a iecUraco do preci c lugir de sua fa-
brica ou deposito.
4.* Que os obj 'Ctos para a rxposicao devem sei
tal qual os entum facer e vender.
Dirello
Art. 8 do regulamento da Exposico Artiatco-
iodustrial :
Somente aos expositores permittido abrir as
vitrinas para mostrarem aos visitantes os seus
productos.
A directora, co sca de que muito se esforca-
ro para o faustoso resultado deste certsmea to
proveitoao e lisongoiro a tedas as claases indus-
triaes, antecipa seus d^vidoa agradecimentos.
Secretaria da Imperial Sociedad dos Artistas
Mechanicos e L'bera.-s Je Pernambueo, em 30 de
Junhode 1887.
O Io secretario,
Palerniano Barroso.
Collegio de Nos.sa Se-
nhora da 'enha
lava o sexo femmino
Cal virgen de Jaguarik
REGS
TRADA
P
Funcciona
farinosa.
ra da Aurora esquina da ra
e s
Avisa se aos seohores de engenho e
mais consumidores d -sta escolente cal,
que continua ser o seu deposito gend a
ru i do Bom Jess n. 23. Perfsitamente
er^barricada e em pelras, como a que nos
vfttn de estrangeiro e em nada inferior a
esta, continua a s-r vendida pelo prego fizo
de 6&000 a barrica.
Alui do deposito geral j indicado, sao
tamb -iri vendedores della os aenhoros :
Guimaraes & Valente6 Pateo do Cir
po Santo 6.
Lopes & Araujo 38 Ru do Livraman-
to-38.
Bento de Freitas Gjimar2es & C Ra
do Viscondo de Itparica 51, Recife.
Clnica do Dr. SirnSis Barbosa, Espa-
oiahdaies : partos, molestias de senboras
e de crianzas.
Consultorio ru* do Mrquez de On-
da n. 64- consultas de 1 s 3 horas da
tarde.
R sidencia ra da Saledade n. 78.
T">ohone n. 213.
Dr. rjiu LmiB
Aos f ii iu a u t
SOBRB OS CHARUTOS DA
Fabrica Barren
PR1NCIPALMESTE OS
P\RIS11,1XSES
Com
ura
annel designando
o Borne
parisienses
Previne-se ao publico que a fabrica BARRET-
TO deixou de existir desde que morreu tracan
do Barreno, seu p-rpnetario, e desde ento
anda por abi u na ebntiM d especuladores que
compraram em leili urna briquetas que tinha
fabricante a empri'g-I-a-, eui ququer chiru,
para illudir os consumid r^s ; a como taes charu-
tos sao vendidos quasi de i;rMc,-i, ba por abi mtiitoc
depsitos mema serios que <-s comprara. Tome
bem nota o consumidor uude i-ncontrar charutos
da fabrica Barrelto, esso deposito uiio serio,
porqu j pactua com os tacs especuladores a custn
da b.a t dos incautos
^Estamos organisanao urna lista desses depsi-
tos para iotormar o publico, a qual brevemente
ser publicada.
A Vebdade
(Do Jornal de Notcias da Baha, n. 240.)
Fa rica Barratto
Para prova do que dissemos, V*io imprensa
um individuo, cora a assignU-ira d versos fuman-
tes, confirmar as nossas asstrtoes relatvamnt 4
fal8fi'Heao dos charutos ParlieneN. poeta
en pratica por diversos cavalhe ros de ndustr:a.
Veja o pablico com que sans facn o especula
dor pretende anda tustentar que o sen proc. di-
meoto muit regii'ar !...
Um individuo d'esseo ti pode comparar se coso
um gatuno que apanbado com um furto na mo,
mas que nao cora, nem quer largar h presa !
Cuidad > com os eavale\rs de industria !
O deposito que pactua com esst. ladreeira, nao
pode ser serio, boj- principalmente* que a cousa
est esclarecida.
A lista que vamos publicar ser t a dos dep-
sitos em que taes charutos estverem de bi je em
diante.
A Ve daor.
(Do Jornal de Noticias da Baha, u. 210
Charutos da Baha
Os verdadeiros
A' ra da Madre de Deus n. 3o
O Calangro coutini a vender de diversos fa-
bricantes, a saber :
Fragrancia : de J. F. de Simas.
Utilidade : de U. da Costa Ferrcirs.
Barretto : de Gratn.o Aarretto.
Lavor : de Antero i haves.
A Nova Allianc : de V. Bardse
Sirius : de J. C. Magslh s,
m Almeda Machado & C.
Pernambueo.
Clnica do Dr. Silva Ferreira
Especialidades. molestias de Senhoras e de
pelle.
Conealtas de i s 3 horas.
Ra da Cadeia n. 53.
Residencia temporaria Pont? d'Ucha n. 55.
TELEPHO.NE-417
Casa de euiicacao nio lerna
EM
Seieneias, leras c bellas-arles
RA VELHA N. 36
O director e professor deste collegio ensiua pr-
meiras lettras pelo melhir systema dos principaes
collegios da corte do impsrio, colheu escrupilosas
observacoes.
Recebe meninos internos por 350X) men-
saes.
Primeiras lettras 2JO0O mensae<>.
Por cada um preparatorio 3000 mensaee.
36 Ra Velba n. 36
Julio Soares de Azevei1.
Dr. Bapilsia Fragoso
Medico. Consultas das 10 s 12 no
andar da Pharmacia Francesa ra
Bario da Victoria n. 25 entrada peL
de Paulino Caiuar., antiga Gamboa
Carmo. Residencia estrada de JiSo
Barros n. 24.
Io
do
ra
do
de
Dr- Lopes Pessoa
Medico e operador
Residencia -Ra Lnrg do Rosario n.
38 Pandar.
Consultorio -Ruado Bom Jess n. 37
1* andar.
Consultas Das 12 s 2 hora da tar
de.
Chamados A quslquer hora, por es-
cripto.
J Oculista [j
Dr. Barreto Sampaio, m- dica ocu-
lista, ex-ebele de clnica do Dr. de
Wecker, d consultas de nefi lia s
3 horas da tarde, no 1." andar da casa
n. 51 ns do Barao da Victoria, ex-
cepte nos domingos e dias aatincados.
Residencia ra Sete de Se'embro n.
34. Entrada pela ra da Saudade n. 25.
Medico, partelro e operador
Kandencia ra Barao da Victoria n. 15, 1 andar
(Consultorio ra Duque de Caxias n. 59.
D consultas das 11 horas da manha s 2 d-
tarde.
Atiende para os chamadas a qualquer bat
ti.lephoiie n I :
Dr. Costa Gomes
MEDICO
34 Ra do Mrquez d Oiiuda -34
Prlmelro andar
Censultas d-i meio dia s 3 boras da tarde
Clnica medico-cirargica
DO
Dr. Fernandes Barros
Medico aggregado ao hospital
Pedro II
Consult -s de 1 s 3 horas da tarde, ra do
Bom Jess (antga da Crus) n. 30 Residencia
ra da Aurora n. 127 .
Telephone n. 450
Dr. Cereira Lie
MEDICO
Tem o seu escrptorio ra Duque ae Caxiae
n. 74, das 12 s 2 boras da tarde, e desta hora
em diante em wia residencia ra da Santa
Crus n. 1.
Especialidadesmoestias de senhoras e crian
cas.Tolephone i. 326.
Cal de Jagnaribe e Bento e
cal vlrgem
O abaixo assignado avisa aos Srs. con-
sumidores da cal de Jaguaribe e S. Bento,
que o Sr. Vicente doNascimento contina
a ser o nico que recebe a verdadeira cal
de Jsguarbe e S. Bento, e as tem expos-
to venda nos s*us armaz-s s de mate
riaes Pray da Concordia ns. 11, 13 e
15 e toda a cal que na.i fr vendida por
intermedio do mesmo s-Milnr, nao ser
vcrdadfcira.
Assim como : que a cal virgem, de que
contratante e receb?dor o mesmo Sr. Vi-
cent^, contina a ser vendila pelo Sr. Se-
baatiao Beserra ra do Bom Jess n.,
23, a 60000 a barrica.
Jos da Costa Pereira.
Leonor Porto
Kua do Imperador o
Primeiro andar
I."
Cuntiua a execatsr os mais difficeis
figurinos r-'cebidos de Liondres, Paria
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeic/iode costura, em bre
vilade, modiciJade em preco e 6no
gosto.
~
'onsul.orio medico*
cirurgico
O l>r. Castro Jess, contando mais de 12 ann
ie escrupulosa observaco, reabre coosaltorio n-er
ta cidade, ra do ilom Jess (antiga da Crui
ii tfl, {.> andar.
Horas de eoasulla*
De da : dasl s 2 da Urde.
De noite : das 7 s 8.
Xas dentis horas da noite ser encontrado n<
jitio tavessa dos tem Jioa n. 7, prim-iro por-
tad 4 esquerda, alm lo porco do Dr. Cosme.
EDITAES
O Dr. Ihomaz Gktrcez Faranhos Montene-
gro, commendador da imperial ordem da
Rosa, juiz de direito espety do commer-
cio desta cidade do Recife e seu termo,
capital da provincia de Pernambueo, por
S. M. o Imperador a quem Deus guar-
de, etc.
Fsco saber aos que o presente edital vireni ou
delle noticia tiverem, que por parte de Jos Viei-
ra de Siqueira Perras, Ihe fui dirigida a peliclo
do theor seguinte :
Iiluo. e Exm Sr. Dr. juis de direito especial
do comincrcio. Jos Vieira de Siqueira Ferraz,
na execugae contra os herdeirjs de Joao doj Sin-
tos Co.-lho, r. quer a V. Exc. que se digne mandar
citar por edital os ausento em lugar incei to e nao
sabido, Manoel biureuco dos Santos Coelbo e D.
Mari Fiancuca dos Santos Cie'ho e seu marido
Hyginj Rodrigues Pereira di Silva, para verem
upplicaote na ri neira audiencia d'este juico,
Me. Raeifp, 18 de Julbo de 1887. O solicita-
dor Tbomaz Segismundo do Almeida Barros.
(listava sllala na forma da W com urna est; rnpi-
lha de 200 rs., legalmente inutiiisada).
2jE mais se nao continha em dita peticao aqu
bm e fielmente copiada, di-poi* via-te o despacho
do theor seguiute :
Como pele. Kc-le, 21 A-. Julho de 1887.
Montenegro.
E mais se i
bem e rk-lji nte copiado. Em virtude do despicho
aqui copiado o respectivo escrivo fes pastare
prestare tiital, pelo qual e seo tbeor cito a Ma-
noel Lourenco dos Santos Coelbo, D. Mana Fran-
cisca dos Santos Coelbo e seu marido Hygino Ro-
drigues Perora da Silva, para verem o supplican-
te na prime.r i audiencia d'ests juixo aseign.r os
seis dias da M penbora da sitio em Campo-
Grrande, e verem seguir os mais termos da mesroa
at final lquid-clo, com pena de revela.
E para que ch gxe ao eonhecimento de todos
maod i pnss.r o pn-atnte eoitil q te. s r publicado
pela imprensa e affix;do nos lugares do cosame.
Dado e pascado neita cidade do Recifs, capital
da provincia de Pernambueo, aos 21 de Julbo de
1887.
Subscrevo e assigno. Recite, 20 de Julbo de
1887.O escrivSo interino, Eneas do Reg Bar-
Barres Falco.
Thomat Gama Paranhos Montenegro.
O Dr. Joaquim Correia de Oliveira An-
drade, juiz de direito de orpliaos e au-
sentes, nesta comarca do Recife e seu
termo, por Sua Magestade o Imperador
a quem Deus guarde etc.
F-c> saber aos que o presente edital virem ou
delle noticia tiverem que fica marcado o prazo de
30 diai paraoB interessados apreseutarem perante
este juiso suaj reclamado, s BuUre a ordem de pre-
ferencia na claesihcacao dos escravos que teem
de ser libertados pe!o fundo de emaucipaco, 7
quota :
Escravas casadas com bornees livres :
1 Joanua, parda, 27 anno9, de D. Coostantina
Ferreira da Silva.
2 Antonia, parda, 23 annos, de D. Mara Jos
d Jeius Pirette.
3 Ernestina, pr. ta, 21 annos, de D. Lndovina
Ucha Carneiro Campello.
4 Benedita, preta, 32 annos, de D. Delmira Can
dida de Sant'Auna.
5 Auta, parda, 48 annos, de Francisco Antonio
C'rreia Cardoso.
Escravos casados com inulh' res livres :
6 Silvestre, prete, 30 anuos, do Dr. Francisco
de Paula Correia de Arsujo.
7 Emiliano, pardo, 39 annos. de D. Francisca
de r'outa Cabral.
8 Joo, preto, 31 annos, de Manoel Correia de
Araujo.
9 Tfeeo ioso, preto, 38 annos, de Silva & Alvaro
10 Francelm i, 32 annos, do Baro da Soledade.
11 Quintino, pardo, 24 mnos, de D. Mara do
Carmo Carneiro Campello.
Conjuges escravos de diferentes senhores :
12 Hercolana, parda, o'4 annos, de D. Joaquina
Emilia da Silva Viaca.
Mi s viuvas cu 8 lteiras com filhos escravos
menores de 21 annos :
13 Mara, preta, 41 annos, de D. Mara Militana
M^nteiro.
14 Francisca, preta, 18 annos, da mesina.
15 Manoel, preto, 20 annos, da mesroa.
16 Rita, parda, 37 aun ir, do Dr. Francisco de
Paula Concia de Ar..ujo.
17 Agostiuho, parda, 20 annos, de D. Anna Mara
da Conceico-
Ciojuges com filhos menores di 21 annos:
18 Marcelino, pardo, 50 annos, de Francisco An-
tonio de Oliveira.
19 Mara, semi-branca, 55 annos, do mesmo.
Mais viuvas ou solteiras com todos os Gibos
livres :
20 Sabios, parda, 21 annos, do Di. Antonio Joa-
qun de Moraes e Silva.
21 Luisa, tarda, 34 annos, do Dr. Luis de Salazai
Mocoso da V< iga Pcsdoa e Mello.
22 Is .bel, pret, 40 annos, de D. Mara Magda-
lena de Avellar.
23 Sebastiana, preta, 26 annos de Ignacio Alves
Monteiro.
24 Justina, preta, 27 annos, de D. Maria Clara
Carneiro Machado Rita.
25 Joanua. parda, 24 annos, de Antonio Jos
Duarte.
26 Silverii, parda, 31 annos, de D. Maria Gal-
aina da Silva Braga.
27 Leopoldina, preta, 35 anuo", de D. Francisca
Leopeldina da Ricba.
28 Vicencia, preta, 37 ann, de Jos de Sousa
Nunes Braga.
Escravas solteiras e sern fiihoa :
29 Felippa, preta, 27 annos, de D. Maria Euphra-
sia de Asevedo e Mello.
30 Antonia, parda, 21 annos, de Manoel Joaquim
Alves dos Santos.
31 Osminda, parda, 22 annos, de D. G-uimara de
Mcndonca Alves e Lima.
32 Silveria, preta, 23 annos, de D. Josephina The-
mudo Lessa
33 Francisca, parda, 25 annos, de D. Aana A.
Lins Villela.
34 Geralda, preta, 28 annos, do D. Maria Ceara
Carneiro Machad Ros-
35 Joanua, parda, 25 anuos, de D. I-abel Emilia
de Oliveira Ferreira.
36 Heliodora, parda, 21 anuos, de Jio Ooncalves
Torres.
37 Lu.sa, parda, 17 aunos, de D. Auna Marques
Avila.
38 Guilhcrmioa, parda, 19 annos, de Jos da Silva
R'go.
39 Maria, parda, 22 annos, de D. Maria das Neves
de Miranda Oliveira. ^a
40 Vicencia, preta, 24 aun is, de Jeao Jos da
Silva.
41 Felismioa, parda, 26 annos, do bacharel Ju-
ventino de Miniu la C-bral de Vasconcello3.
42 Qiiteria, prtta, 20 anuos, do Manoel Correia
de Araujo.
43 Athaoazia, preta, 22 annos, do mesmo.
44 Maria, p.rda, 30 aunos, de Mantel Jos da
Silva Olivira.
45 Quitea, preta, 3"> au ios, de D Mara Lo-
poldina Fcrr. ira Leite.
46 Generosa, preta, 35 annos, de Manoel Correia
de Araujo,
47 Justa, parda, 39 annos, de Iguacio Ferreira
Tbemudo Lessa.
48 Antonia, preta, 43 anuos, de Francisco Jcs
da Costa e Silva.
49 Romana, preta. 45 annos, de D. Mara das
Neves de Miranda Oliveira.
5# Cecilia, pard i, 43 annos, de Joo Jos da
Silva.
51 Antonia, preta, 49 aoaos, de D. Isabel Emilia
de Oliveira Ferreira.
52 Luisa, parda, 40 annos, do Espolio de Fran-
cisco Vicente dos Santos.
56 Sabiuo, pardo, 17 annos, do mesmi.
Foram i xcluidos do presente edital os escravos
Rosa, Maria R>sa e Isabe', pertencetes ao Dr
Joaquim da Costa Riburo, por se acbarem liber-
tos, conforme a declaraco feito a este juiso pelo
mesmo doutor.
E para que chegue ao eonhecimento de todos,
mandei passar o presente que ser pub'icado pela
iinnrin.
Dado e passado nesta eidale do Recife, aos 21
de Julbo de 1887. Subscrevo e aasiguo.O es-
crivo interino, Tho as Ferreira M ioaqttm Correia de Olive'ra Andrade.
Juizo dos Feitos da Fa-
zenda nacional
O escrlvao Reg Barros
Perante o 8r. Dr. juiz substituto da fasenda,
Lindolpho Hisbello Correia de A raujo, se vender
em praca publica no da 22 do correte mes de
Julbo, pelas 11 horas da manb, depois da audien-
cia e perante este jaiso os bens segaintes :
Um sobrado de um andar a. ?4 sito ra do
Marque do Herva, av.iliado per 3:00/000, que
toi perteneeote a Pedro Antonio Teixeira Guimi-
res e boje a Matbias Mus Tuvarea.
O dominio til do terreno de inaiinba n. 9, sito
em Motocolomb depois da pout s do mesmo nome,
ava'iado por 200/0 0, pertencerte aos berdeiros
de Luiz de Franca da Cras rerreira.
Urna berlinda de 4 rodas, em jom estado, ava-
llada por 6004.
Um carro denominado Presidente, em bom es-
tado, avaliado ptr 4404.
Uui carro denominado Bolea A ta, tambem em
bom estado. avaliad9 por 350*000, to los perten-
centes a D. An a Lucia de O'eira e se acham
na cochers n. 3 sita la d Vht ude de Itapa
rica, quo foi pertencente a Bir'hnz..r Gouvalves
Machado, e hoja a v.uva D Auna Lucia de Oli-
veira cujos b na foram penhoradoa e sao vendidos
para pagamento da fazenda nac onal e custas.
Recife, 12 le Julbo do 1887.
O solicitador da lasenda nacional,
Euiz Maceado Botelbo.
Estrada de Ferro de
Pernambueo do Re-
cife ao S. Francisco.
fl8 mviillH
Estmda de ferro
DE
ibeiro ao Bon to
Per delib-racili da directora, sao chimados os
senhores accionistas desta empresa, para no praso
de 60 dias, a contar de boje, reo lberem a 6' en-
trada de 10 /o de suas accoes, nes termos do art.
9 2'dos estatutos.
Recife, 4 de Junho de 1887.
O secretirio,
Jos Bellarmtno P 'reir de Mello.
I & II. consulado "Anslra llnn-
gria em Pernambueo
- Pede-s? a quem poder dar noticias cerca dos
segaintes subdr.os austracos, a eabsr do Frances-
co Ricbter, ile Fraucefca Preiler, nascida Ri-
chter, e de seu m trido Giusepp? Preitler, ou b'm
do seus berdeiros, aos quaes tocou um i heranca
que Ibes deixou Anua Richter, nascida ander, de
Iransmittil-as immediatamente a este consulado.
Recife, 20 de Jalho de 1887==Pelo cooaal Se.
Joi do Livramento, o cbonceller,
Jos Saporiti.
Club de Regatas Per-
nambucano 4
Pelo presente rao convidados todos os socios
desta sociedade a comparecerem at segunda-fera
25 do correte, s 7 horas da noite, na sede so-
cial ra da Aurora n. 19, afim de proceder-se a
eleico do novo conselho administrativa e tratar-
se de negocios de muito interesse para a mesma
sociedade : baveodo essSo si'ja qual for o name-
ro de socios que comparecer. Recife, 21 de Ja-
iba de 1887.
Dr. Bair.s Subrinbo,
Presidente.
atsignar os seis diae da le penbora do sitio em
Campo-Grande, e verem seguir os mais termos da
meema at final liquidadlo, com p?na de revela.
Oj supplicados i foram citados deste modo fiara
a penbora eq dinbeiro. Pede deferimento-E R ^iebT^.'J^"^ S^f^.^.^"""
O administrador da Reccbedoria Provincial,
tondo em vista o regulamento de 4 do correnta re-
lativo a cobranca do imposto por venda de bilbetes
de I iteriaa le nutras provincias, scientifica as casas
de commeicio e as pesa.as que no municipio do
Recife, quizerein coutiauar a tfferecer venda
ditos bilbetes de loteras que, at o da 3J do cor-
rentc moz, devero solicitar desta repartico a li-
cenc* necessaria, satisfaicndo previamente o im
posto decretado pela le n. 1884 e n sea art. 1 8
25.
Os refractarios ao pagamento do referido im-
pisto ujeitar-sehao do 1* de Agosto em disnte
sauccao dos arta. 8 e 9 do citado regulamento abaixo
transcriptos.
Kccebeiora Provincial de Pernambueo, 7 de
Julbo de 1887.
-Francisco Amynthas de Ci|v1ho Moura.
Art. 8. A vnda dos bilbetes de loteras de.
cutras provincias etn catabelecimentos ou por pes-
t jos que nao estejam manidas da competente II-
cenca, coostitue flagrante infraeco dalei c-de-
fraudaco da renda provincial, ficando siijeiP) o
infiactor perda dos bilbetes* encootraJo/em *eu
poder, que serio appiebeudidos, e ao pagamento
do imposto com a multa de 29 o/o que alo sendo
eatisf-ito de prcmp'o, ser cobrado judicialmente.
Art. 9e. Sao competentes para tffeetuar a ap-
Comi g$ral
Malas a expedirse hoje
Pelo vapor francs ViMe de Maranh&o, es*a
admin8tracao expede malas para os portos da Ba-
bia e Rio de Janeiro, recebendo imprescos e ob-
jectos a registrar at 1 hora da tarde, e cartas
ordinarias at 2 horas ou 2 1/2 com porte dnplo
Administracao dos correios de Peroambuso, 22
de Ju'ho de 1887.O administrador,
Atjonso do Kego Barros.
Companhia de ediflea-
Tendo asumido hoje a gerencia interina desta
eompaobia, por deliberacao da directora em sua
esaao de boje, assim o declaro para eonhecimento
de todos os interessadas.
Recife, 21 de Julbo de 1887.
Antonio V. do Nascimento Feitosa,
Gerente interino.
Propona para furnerlmenlo de 3COO
toneladas) deesno de pedra
Esta companbia recebo propostas para o forne-
cimento de 3600 toneladas de csrvo de pedra por
tempo de um auno, mediante as seguintes condi-
coes :
1* O carvio dever ser de ulguma das especies
cenhecidas por Cory Aberdar^ Merthyr, Penri
kibr, Nixons Navigation, Ocean Mertbyr ou In-
soles Merthyr Smoketess Scrsm Coal, primeira
qualidade e dubl screened, provada com certifi-
cado da mina, o qual em cada cirga do navio de-
vora srr apresentado ao superintendente da com-
panbia.
2 A despeza de descarregar o carvao do navio
e todas as outras'.da alfaudega ttc.,serao por conta
do c ntractante at a entn ga no Caes da Compa-
nbia, onde o carvo ser tirado das alvarengas
pela c.mp.nhia e pesado no trapicho em Cinc-
Pontas, facilitando-se ao extractante todos es
meios de por si ou pessoa de sua confianca nspec
ciouar o conferii o peso, o qual ser acceito como
definitivo por ambas as partes, nao sendo depois
atteudida pela companbia reclamacao alguma.
3* 300 toneladas de carvo pelo menos siro
mensalmcnte entregues em Cinco Pontas ; mas se
por conveniencia prnpna quizer o contractante en-
tregar maior quantidadp, aeompanbia tujeta-se a
recbela, comtanto que nao s. ja apresentada para
pagamento urna conta mensal de mai: de 300 tone-
ladas durante o temp do contradi.
4* O coutractante dever obrigar-se ao paga
ment de urna multa de 1 000 por todo e qual-
quer mez em que deixar de fornecer a quantidade
estipulada de 3# i toneladas, assim cemo se fr rc-
conbecido que o carregamento oa psrte d'elle nao
de alguma das qualidades menciouadas na 1>
d'eBtas coadi<,oes.
5 As propostas para este centrado devero es-
tipular o prfCJ da t melada de carvao em dinheiro
aterliuo, o qual para realisar-se o pagamento de
cada conta mensal ser rednzido a 1/0 w ao cam-
bio da cotaco das transaccoas do Banco ao tempo
da partida do pagu-te da Re.l Mala, que passar
para a InglaterasVa 29 mais ou menos do mesmo
mez da conta.
6 O contracto eutrar em vigor u i Io de Se-
tembro prximo vindou-o e o primeiro supprimeoto
devei ser feto para o referido me.
7 Ser lavrado um termo de contracto baseado
as coudiedes cima estipuladas, o qual ser as-
signado por ambas as partes.
8* As propostiia devero ser lacrada? e reino:u-
das ao superintendente da compauhia no Cabo an-
tes do dia 31 de Julho prximo futuro, no qual
tero de ser ellas abertas no escrptorio do mesmo.
A companbia declara quo do modo alguin fi*
por este motivo obrigada a acceitar a propesta mais
barata ou qualquer das que Ihe foieoo apreaenU-
das.
Escrptorio da superintendencia, Cab)20 de Ju-
lho de 1887.
W. lis Hood,
Superiaten late
Santa Casa de Misericordia do
Recife
Na secretaria da Santa Casa arreuda-se os se-
guintes predios :
Ra do Bom Jess n. 13, 3- andar.
dem dem n. 44, 1- andar e luja.
dem do Vigario Theoorio u. 22, 1- andar.
dem dem n. 25, sobrado.
dem do Mrquez de Olinda n. 53, 3- andar.
dem do Apollo n. 24. 1- anlar.
lie o da Moda u. 4'.
Ipem dem n. 47.
Ilem dem n. 49.
dem dem n. 37.
dem da Lingeeta n. 14,
Becco do Abreu n. 2, 2-
Secretara da Santa Casa
Recife, 25 de Maio de 1887.
O escavao intrino,
Fiancisco Gomes Castellao'
A directora fas scieote aos Sre. subscriptores
da nova emisso de accoeo ara o I vaufami nto
da fabrica na Torre, que fica marcado o prazo de
30 dias desta data, pars pagamento da primeira
prestaco de 10 por cento, >utorisad o Sr. 'he-
sonreiro Jos Joo de Amonra Jnior, para ore-
cebimento.
Recite, 27 de Junho de 1887.
Os directores,
Manoel Jos da Silva Guimaraes.
Heorique Sarniva,
Secretario.
Jos Jco de Amorim Jnior,
Tliesonreiro
Ra do Bom Jess n. 3
Raneo de crdito real de Per-
nambueo
Este estabelecitnetito, de accordo com o art. 64
dos estatutos, paga o seu 2 dividendo razio de
5 0/0 sobre o valor das entradas realisadas do
capital, ou 3000 poi aeco, todos os dias uteis,
desde ss 10 horas da manh s 4 da tarde, em
sua sede rna do Commereio u. 34. Nesee acto
sero entregues as respectivas acedes.
Recife, 16 de Julho de 1887 O gerente,
Joo Fermndesjopes.
Santa Casa de Misericordia do
Rec.fe
Por esta secretaria sao chamados es parentes
ou protectores das minores abaixo declaradas,
pars, at o dia 30 do corrente, spresental-as no
collegio das srphs, afim e serem ah admittidas.
visto acharem-se inscriptas em primeiro lugar, no
respectivo quadro.
Laura, filha de Miguel de Souza Galvo e Isa-
bel Maria da Silva Galvo.
8ydronia, filha de Coeme Damio Felippe da
Silva e Constancia Maria da Carmo.
Secretaria da Sania Casa de Misericordia do
Recife, 16 de Julho de 1887.
O escrivo interino,
Francisco Gomes Castellao
Contraria do Senbor Bom Jess
da Va-sacra
MISA GERAL
De ordem do irmo provedor, convido os irmaos
desta contraria a reuuirem-se em mesa geral ex-
tiaordinaria s 6 1|2 horas da tarde do dia 22 do
corrente, para a commiaso comeada pe'a mesa
geial de 7 de Maio de 1886 dar conta do sea man-
dato, e tratar-ee de negocios de interesse mesma.
Consistorio da veneravel contraria do Senbor
Bom Jess da Via-Bacra da .-'nta Cruz, 20 de
Julbo de 1887.
O escrvr,
Julio A Secadcs.
1' aodar.
andar.
de Misercordia d>
hkNCO INTBRNAGIQNA
coes de fazends, os fiscaes das cmaras municipaes,
hestiUrtiro das loteras- provinciaes e autoridades
policiaca, d vendo estas, alm disto, prestar aem
pre o seu concurso, quaud > requerido pelo appre-
hensor.
DeLARACOES
Companliia do Beberibe
Previne se aos subscriptores das accoes'.da no-
va einiso que o prazo pura o pagamento da ter-
c?ira ultima prestacl de 40 /0 termina no da
6 do mez prximo viuiouro, como foi previann'U'e
annunciado.
Recife, 11 de Julhi de 1887.
Jos Eustaquio Farreia Jacobina,
Director secretario.
DO
BRASIL
Capital SO.OOOiOOO
dem reallsado .000:0004
A caixa filial d'es e Banco fuacciouando tem
poranamente roa do Commereio n. 38, saca,
vista ou a prazj, contra oa signte correspon-
dentes no estrangeir*
Londres.........
Pars..........
Hamburgo.......
Berlim..........
B reme nte........
Frankfurts/ Main
Antuerpia.......
Roma...........
Genova.........
aples.........
Miio e mais 346
cidades de Ita-
lia............
Madrid..........
Barcelona.......
Cdiz...........
Malaga.........
Tarragom*......
Valencia e ontras
cidades da Hes
panba e ilbas
Canaria......
Lisboa.........
Porto o mais ci-
dades de Por-
tugal ilbas. ..
Bueno8-/fyres....
Montevideo......
Nova York......
s/N. M. R.thschil & Sons.
. De Rothiichild Frres.
Deutsche Bank.
Banque d'Anvera.
Banc Genrale e suai
agencias.
Bauco Hypotecario de
Espaa e suas agen-
cias.
15. neo de P
suas agencias.
English Bank ot the Ri-
ver Pate, Limited.
G. Amsick & C.
Compra saques sobre qualquer praca do impe-
rio e do estrangeiro.
Recebe dinbeiro pm conta correute de movi-
mento com jums a lazao de 2% ao anno e por le-
tras a prazo a juros convenciouados.
O gerente,
William M Webeter
Bnglsii M olo de Judo
Lia leu
Capital do Banco....... 1.000,000
CapiUl realisao......... 500,000
Fundo de reserva....... 200,OW
A contar dista data o al ulterior reso-
lugao, couceder-se-ha juros de dous por
cento o anno, sobre ns salios de dinheiro
depositado era conta corren'e de loovimen-
to no mesmo Banco.
Recebe-8* tamban dinheiro cm deposito
a juros por parilos determinados, ou su-
jeito ao aviso pivio do ti i nta das para ser
retirado, mediinte as condicfJis de que se
dar coftneciinent aos i itaressados.
Pernamcuco, 23 de Maio do-1887.
Henry K, Qregory,
Gerente.
Juizo dos feitos da fa-
zenda
Escrivo Cintra)
No da 22 do correte mez e depois da audien-
cia do Sr. Dr. juiz substituto da fazenda, se ba de
arrematar o seguiute:
Santo Antonio
O predio n. 2 na traveasa dos Quarteis, com p;r
ta e janella de frente, 4 metros de largura, 7 e 60
centmetros de compriuento, 2 siUs, 1 qnarto,
quintal e cacimba, avallado em 5034, para paga-
mento do que deve taz->nda provincial Man'el
Mara Rodrigues do Nascimento.
A renda annual do predio n. 71 ra do Vis
conde de Iahama, avahada em 600, para paga-
mento do que deve mesma fazenda Jorge Oa-
roll.
Recife
O predio ti. 51 ii roa da Bom Jesos, com 3 an-
dares, euto interno, 3 portas de frente, varandas
de ferro nes 1 e 2" andares e jane'las no 3, mede
5 metros de largura e 15 metros e 65 centmetros
de comprimento,com 2 salas e 3 quartos em cada
um dos andares, avaliado em 5:000^, para paga
meato do que deve mesma fazenda Jos Pedro
Vaz de Oliveira.
O predio n 13 ra dos Guararapes, com por-
ta e janella de frente, 2 aaUs, quintal pequeo,
medindo dito pr-dio 4 m:tris e 8i centmetros de
vo e 11 metros e 80 cantimetros de fundo, ava-
liado em 600^, para pagamento do que deve
mesma fazenda Francelna Maria Cabral.
A renda annual do predio u. 1 ra do Tnyuty,
avaliada em 12)4, para pagamento do qua deve
mesma fazenda Jos Soares Pereira Braga.
S. J>.
O predio n. 4 no lugar denominad) Via-Perrea,
de tijolo e cal, coberto a telhas, com porta e janel-
la du frente, 2 salas, 2 quartos, cozinha fora, e
mede 3 metros e 2 centmetros de largura e 4 me-
tros c .70 centimetroa de tundo, avaliado em 2004,
para pagamento do que deve mesma fasenda
Jos Francisco de Souza Lima.
O predio n. 23 ra des Pescidores, em com-
pleta ruina, com porta e jauella de frentP, 4 me-
tros e 44 centmetros de largura e 13 metros e 30
centmetros de cemprimento. a vi ado em 3(0 i,
para pagamento do que deve mesma fazenda
Benedicto Jos Duarte Cedrim.
Boa-V8-a
O predio n. 13 em Santo Amaro das Salinas
eom 16 metros e 20 centmetros de lai gura, e 25
metros de compriment^, sitio com dous viveiros
para poixe e mais de 100 pea de coqueiros, tendo
dito predio 1 porta o 2 janellas nos o.ojb, 5 quar-
tos, cosiuha dentro e mais duas casas cem 1 quar
to cada urna, uo valor de 3:0'. Oi para pagamento
do que deve mesma fiten la Joaquim Rodri-
gues de Amorim.
Poco
O predio n. 4, no lugar denominado Encana-
mento, com 2 jaiellas e 1 porla do trente, o qual
tem 4 metra e 50 centmetros e de fondo 7 me-
tros e 54 centmetros, com 2 salas, 3 quartos, co-
sinha fra e quintal, ajraliada em 504r para paga-
mento do que deve mesma fazenda Joaquim Al
ves Corr-ia.
S. Lourenco
O predio n. 31 no largo da Matriz, com 2 ja
salas e 1 porta, 2 salas, 2 quartos, cosinha fra
e mede 5 metres c 80 ceutimetros de trente e 8
metros de fundo, de taipa e em solo foreiro, ava-
liada em 1004, p-.ri pagamento do que deve
mesma fazenda Joto Floria'io de Souia.
O predio n. 18 no largo da Matriz (S. L uren-
co) com 2 janellas e 1 porta, 2 salas, 2 quartos, e
medindo 5 metros e 70 centmetros de largura e
8 metros e 80 centmetros de coraprimento, ava-
liado em 10U4, para pagamento do que deve
mesma fazenda J is Salastiauo Velloso.
O predio n. 26 ra do Rosario (S. Lourenc ),
d taipa, o em solo foreiro, com porta e janella, 2
salaa, 2 quartos, a ibcjiudo 4 metros e 40 cent-
metros de largura, e 8 metros e 30 centmetros de
comprimento, avaliado em 804, para pagamento
ds que deve mesma fazenda Joao Mara Gomes
Barretto.
Recife, 14 d* Julho de 1887.
O solicitador,
i Luna Freir.
IRni.liD.IUE
DA
(.imiiiia Senhora snm'tiinn da
Igreja da Madre de Deas
ELEigO
De conformidade com o art. 7 de nosso com-
promifs sao c-sovidades todos os irmaos desta
irmandade a e"mp-recercm domingo 24 do correa-
te, pelas 9 bor a da manb, bu onsstono da
igrej da Madre de Deus, para em mesa geral,
proceder-6e a eleicao du futura meea r'gedora,
que tem de funecionar no anno compromissal de
1887 188S.
Consistorio da irmaudade da Gloro-a Senbora
Sant'Anua, 21 de Julho de 1887.
O escrvlo,
Luiz Barbosa Ribeiro.
THEATRO
i Lale*
DE OPERAS E 0
evipreza NA.GHEL
Direc^o-LlllZ MIME
:e:ax:
Sexta-feira, til de Julho
Granfle espftt
em beneficio da Ia J\.ua soprano
B. fhnm Bastdli
A' pedido de molla* familia* subir
scena a muito applandida opera lyrica em 4
actos :
RUY-BLAS
A BENEFICIADA agradece desde j a valiosa
e generosa prote.ecao que Iba quelra compartir este
il.cstiado e h >spitaleiro publico, de qu< m conser-
var eterua gratido.
A'm A liara*.
Trem para Apipucos e b mds
nhas.
ura todas as li-
HAHTiHOS
COHPAXUl.t 'KUMHaiCt.W
DE
%avegao Costcira por Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahi/ba, Natal, Macn, Mossor, Ara-
city, Cear, Acarahu e Camossim
i vapor Jaguaribe
Commandante Baptista
Segu no da 22" de
Julho, 5 boras
da tarde. Recebe
carga at o dia 2 b
Encommendas passagens e diuheiros n frete at
* s 3 horas da taide do dia da sahida.
ESCRPTORIO
Caes da Companhia Pemamb'ir/ma
n. 12
Paciflc Steam Navigation Company
STRAITS OF MAQELLAN L1NE
O vapor Araucania
Espera-ae dos portos do
sul at o dia 22 de Ju-
lbo seguiedo para
a Europa depois da
demora do costume.
Este paquete eos que dora
em diante seguirem toeariio em
Plyoioalh, o que facilita:i jehe-
garem os passageiros com mal,
brevidade a Londres.
Para carga, passagens, encoramendas e din-
Seiro a frete tracta se com os
AGENTES
Wilson Moas A t., Limited
N. 14 RA DO COMMERCIO-N 14



V


Diario "t?
ROMIULSmi
COlPlHY
Vapor La Piafa
' esperado da Europa no da
23on 24 do corrente,seguinds
depois da demora neceasaa
ria para
de Janeiro Honte
Buenos Ayres
Baha, Rio
Tldo e
0 paquete Neva
-- esperado
>*S. do ni no da 29 de
\.#l\ N^- cerrente seeuin ic
|depoia da demora
necessaria para
Lisboa e Southampton
Redcelo de passagens
Ida Ida e volta
A' Southampton 1 classe 28 i 42
Camarotes reservados para os passgeiros de
Pernambnco.
Par passagens, fretes, etc., tracta-ae o
Consignatarios
A da iitson lio wic & C.
N. 3- RA DO OOMMERCIO N. 3
1* andar
Coi
O
vapor
Commandante
panilla Bahlana de navega
cao a Vapor
Machio, Villa Nova, Irenedo, Aracaj.
Estancia e Bahia
Guahy
Martina
Segu impreterivel-
mente para os portos
cima no dia 24 di
-Junho, ai 3 horas dt
tarde. Recebe carga
Pnicamente at ao 1[2
dia do dia 23.
Para carga, paaBagens,encommendaaedinbei-
ro a frete, trata-se na
AGENCIA
7Ra do Vigario7
Dominios Alves Hathens
Compfi'i lira .Ilelra de Mave-
,/.eo a Vapor
PORTOS DO SUL
0 vapor Para
Commandante o 1 tenente Carlos An-
tonio Oomei
E' esperado dos .rtos do
norte at o dia 23 de Julho
e depoia da demora iudia-
pensavel, seguir para os
I f-'ne do sul. (Inclusive o
da Victoria).
Recebe tambem carga para Santos, Santa Ca-
tharina, Pelotas, Porto Alegre e Rio Grande d>
Sul, frete modic .
Para carga, pase gen s, encomiendas c valoree
trata-se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTO N 9
PORTOS DO NORTK
O vapor Pernambuco
Commandante o capitdo de fragata Pedio
Hyppolito Duarte
E' esperado dos portos do sul
at o dia 27 de Julho, i
seguir depoia da demora la-
dispensavel, para os por; >
do norte at Mimaos,
i
Para carga, passagens- encommeiids* e valres
tracta-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
l'niied States & Brasil M S.1 C
0 paquete Finance
E' esperado dos portos do
sul at o dia 24 de Julho
depoia da demora neceasaria
seguir para
Haranho. Para, Barbados, M
Ihoinn/ e New-Vork
Para carga, passagens, ene id 'ndii d:nhe.'-
a frete, tracta-se com o
AGENTES
pcrfmmrfu e tVmgfnVfeiphtentet no armj em
da roa do Marques de Oiida n. 34, onde esper a
co icurrencia de seos fregueses e amigos.
O leilao}prmcipar as 10 1/2 horas._________
Agente Burlamaqui
0 m Allianca
Espera-se de "i
News, at o dia 29 Julho
o qual seguir .p> a d*
demora nec a
Bahia, Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, e eneommendas tracta-
se com os
AGENTES
Henry hrstf 4 C.
N 8 RA O LOMMERCIO-N. 8
. anda*
_COmTpAXHI* PEBKAUBl'CilVA
DE
Navegaeo costelra por vapor
irORTOS DO SUL
Macis, Penedo, Aracaju' e Bahia
O vapor S. Francisco
Commandante Pereira
Segu no dia 28 de
Ju ho, as 5 horas da
-tarde.
Recebe carga at e
Idia 27.
Encommendaa, passagens e dinheiros frete at
as 3 horas da tarde do dia 28.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pemambucana
n. 12
i rio oo r Lisboa
Para os portos indicados seguir brevemente o
brigue por.uguez Armando. Para carga e passa-
?eiros, trata-se com oa consignatarios Jos da
ilva Loyo & Filho.
Para o Rio Grande do Sul
Segu com brevidade p&ra o porto cima, o
lugar nacional Marinho 7' : para o resto da car-
Sk que Ihe falta, trata se com os consignatarios
as da Silva Loyo & Filho.
Ds divida activa na importancia de......
2:554*410, do espolio de Antonio Al 'es
Lebre Sobrina
ftexta felra ts de slnlho
A's 11 horas
So armazem da ra de impera-
dor n. 3o
O agente cima, por mandado e assistencia do
IMm. e Exm. Sr. Dr. juia d provedom de capel-
ln, a rfTfuerimento do inventariante Jos Nognei-
ra da Silva, do mesmo es .olio acims, levar a lei-
15 j as divids mencionadas.
Os Srs. pretendeotes desde j podem virexani
nar as referidas disidas.
Grande leilo
De bou* movis, piano de cauda, quadros,
espelboB, objectoa de artes, lou^as, vi-
dros, objectos de electro-plate, e 3 lus-
tros sendo, um de crystal de 6 lu:es,
um dito de dito para 4 luzes, e um Hto
de brooze para 6 luzes.
Sexta felra. do corrente
A'S 10 li2 HORAS
No palacete sito ra do Riachuelo n....
que foi do Sr. Jos de Vasconcellos
(OWMTANBO :
Sala de entrada
Urna mobilia de mogno estufada compoBta de 1
sof, 4 cadeiras de braco, 12 ditas de guarnici, 2
diiDkerques e 1 jardineira, 2 bancos de me gno
pura jogo, 1 etager graode de madeira preta com
pratileiras de crystal e marmore (obra especie 1) 1
rico e grande relogio de bronse e maratn, 2
gi-andes figuras de metal, 2 lindos rrupos de bis-
cuit sobre pedestaes, 1 grande candelabro amigo
de bronse donrado, com S lanternas, 2 serpentinas
prateadas, 3 sanefas douradas para cortinado, 4
bustos de biscuit, 1 porta cartoes grande de avital,
2 escarradeiras, 1 caita do jogo, 2 pares de jarros
glandes, 2 cadeiras de balanco, 1 rico lustre de
crystal para 6 loses.
Segunda sala
Um grande divn central para 12 pessoas com
24 palmes de circumterencia sobre 10 de altura,
obra nica aqui na provincia, 1 grande pian? forte
de cauda do fabricante Hertz, piano este que ji tem
s< rvido em tres cencertcs no Tbeatro Santa Is bel,
1 grande etager aparador de nogueira, com 8 pal-
mos He largs, sobre 12 de airo (movel importante)
2 consolos de mogno, I relogio de metal com ".' 1/2
pa'mos de largura sobre 3 de alto represea tan Jo o
grupo de urna amazona cabida de um cavallo um
gropode brome das celebres estatuas chamada! ca-
valks de Marly com 3 1/2 palmos de largura c i de
altura (importante obra de arte) 2 eatatuas pe jue-
nna de bronse representando u pesca e a caes, fi-
guras de metal representando antifes escudeiros
cuj-.s lancas tervem de conductor para gaz carb-
nico, 1 pequeo candelabro de metal para toilet de
aenbora, 1 par de vasca de porcelana, 1 par de visos
de cobre japoneses (obra esquiarte, l meta ove.I de
nogueira, 1 estante p r.i msica, 1 par de visos
pequeos. 1 estante para msica, 2 porta-ear oes,
1 tinteir, 1 porta-fumo, 2 jarros pequeos do me-
tal donrado, 1 castical de bronse obra antiga, 1
jarro de trra cota, 2 porta-flores de crystal e
brooze, 1 jarro donrado de faiance, 1 prU-fl.rej
de megoo, 1 candelabro de rxttal, 1 figura de bis-
cuit, 1 candiefre para gas ftm p de bronze dou-
rade, 1 grande espelho oval, 2 qundros grandes de
paizagens de oleographia, quadros cbromo-litho-
grapbia, ditos de pintora e muitoa outros quao'ros.
Sarita de jantar
Um aparador. 4 consolos de Jacaranda com pe-
dra, 1 serpentina e 2 candelabros, 2 vasos de turra
cota, 2 lanternas e casticaes, 1 relogio pequeuo de
metal, 2 etagers, 1 caixa de costura, 2 candieiroa
ingleses, 1 mesa redonda cora pedra, 5 lanct s, 1
quartinheira de pedra marmore, 2 aparadores inita-
cao a bamb, 1 mesa elstica de 8 taboas, 1 guai-da-
Icuta, 1 buffet de amarello, importante peca para
um hotil eu club, 1 quartinheira, 1 lindo quudro
grande, porcelana, copos, garrafae, compete ras,
1 quartinheira le pedra marmore, 2 aparadores
imitando' bamb, i mesa elstica co a 8 taboas, 1
guarda-ldca, 1 buffet de amar'ell", importante pe-
ca para um h.tel ou club, 1 quartinheira, 1 quudro
grande, porcelana-, dripos", arre-fas, couip teiras,
clices, inantegueiras de vidro, frnoteiras, porta-
gel?. 1 torrader e 1 machina para caf, facas, co-
ih.T'S, bandejas, salras e gra.ide quantidade de
objectos miudos.
Sal* ta
Urna machina de costura, 1 quartinheira, meia
mob'lia de juoco com encost de palha, 1 panora-
ma de Pernambuco, 1 rtlo^io de parede, 1 vista
da Bahia e 1 dita do B*o.
Sala do anidar superior
Urna boa mobilia de Jacaranda massico, com
carriteis, composta de 18 cadeiras de guarnico, 4
ditas de brac *, 1 sof, 2 consclos com pedra e 1
jardineira, t met oval de mogno com pedra, 1
ot'iumana central para & pessoas, 1 cadeira poltro-
na, 1 candieiro ingles, 6 jarros para flores, 2 qua-
dros, 1 rico espelho para sali, obra de novidude.
! quartn
Urna cama de mogno para casal, 1 toucador de
mogno com pedra, 1 lavatorio-com moda de mogno,
1 grande garda-roupa de mogno, dividido em 3
compartimentos 2 lanoas para cortinados.
3o qoarto
Urna tama francesa, 1 lavatorio de mogo}, e
estante para aenbora, 2 jarres, 1 espelbo, 1 caliide
de columna, 1 guarda vestidos e 1 bidet.
4 qnarto
Urna eama de ferro, 1 commoda-lavatorio preto,
1 cabide de parede e 1 cadeira secreta.
O agente GuemSo autorisado por ama respiita-
vel famili, far leilio dos objectos cima mencio-
nados.
Entrega e pagamento em acto continuo.
Agente Burlamaqui
Leilo de predios
Sexta feira 22 do corrente
A's 11 horas
No arntazem amado Imperador
o SO
O agente at-irr.a, por mandado e asslstenciit do
Um. e Exm. Sr. Dr. juiz especial do commeicio,
a requi rimeotu dos administradores da mi.ssa
fallida de Moura k C, levar a leilao 3 ct sas
trrreas travessa d S. Miguel, a 5-1, todas com prrta e janella, 2 salas, 2 quartos
e quintal. Outra seb n. 21 ra de Motocolom-
b, com (8 mesmos commodos e quintal munido,
todas a a freguezia de Afogados.
Os Srs. pret- ndentes podem desle j examinar
e.b referidas eseas.
Leilo
llLES
Hoje, 22, contina o agente Pinto o leilo
de miudezas, fazendas, ferragerji e perfuman,
wmecido bontem no armazem da ra do Mrquez
de Olinda n. 34.
Lela
De miudezas, ferragenp, lonas, coleados,
bailarinas e perfumaras
Sexta feira 22 do corrente
No armazem da ra do Mrquez da Olin-
da n. 34
(Em llqnidaco)
O agente Pinto levar a leilo, por liquidacio,
am completo e variado sertiraento de miudezas,
De papel para embrulb->, avariado, papel d
cor em fardes, velas steariuas Apollo em caixas,
12 pecas de cabos ds cairo de 2 1/2 a 4 1/2 kilo-
grammas, 7 duzias de ps 4e ferro, 20 pecas de
f'pa gressa, diveras fernigeos e miudezas, um
cofre prova de fogo, armsco inglezs, carteiras
e mesas.
Sexta-feira 22 do corrente
A's ioi[ horas
Agente Pinto
No armazem da ra do\Marquez de Olvida
n. 34
Leilio
De mobilias, cristaes jarros para flores, relogios
objectos de eletre pUte, 1 piano, 1 serafina, 1
bilhar, 1 assoalho (torro de urna sala apurafa-
sado, banco de jard m e mnltos outros movis.
A'Sl! HORAS
lerca feira 26 do corrente
Agente Pinto
Agente Borlamaaai
Leilo
Terca-feira 26 do corrente
A's 11 1/2 horas
De urna barcada e eous pertenec
O agente cima por mandado e assistencia do
Sr. Dr. juiz substituto o cominercio, vend r em
leilo no armazem ra do Imperador n. 30, urna
barcaca e seus perteneca, cuja barcaca echa-se
tundeada no Caes do Ramos, a requeriment'i da
D. Julia Apolinuria Pereira da Costa.
AYISOS DIVERSOS
Alnga-se casas a 8XO00 no becco dos Coe
hos, junto de S. Gkmcallo : u tratar na ra ds
Imperatris n. 06,
Aluga-se a loja da travetsa do Livrau.ento
n. 10 e a casa da ra do liartholomeu n. 58, na
ra do Pilar n. 125.
Auiga-se por 84000 meusi.es meta le da
casa n. 99 ra do Visconde de Ooyanna, ai.tiga
do Coto vello ; aseim como vende se um pr de
consolos e um marqi.ezao, tu>io em bo.n estdo e
por preco razoavel : quero pretender dirija ae
mesma que achara rom quem tratar.
= Preciaa-se de unni oosinheira e de um feitor ;
m\ i
no sitio do Dr. Vaie-.ca, prximo da estaca .
Jaqueira, na estrada de pipucos.
da
" Precisa-se de urna ama
Ploriano n. 40, 2- andar.
na ra do Pi Jre
Aluga-se
a casa terrea ni ra commodos ; a tratar na run do Cabug n. I ti, a
Venturosa.
Loja e armadlo
l'rii-.p'.ssH-se a ihav.- de urna importante loja,
cujo local um dos me he res desta cidade, I udo
urna exce lente armario api'optiada a qualquer
genero ie negocio ; a trat r na ra do C.bug
uumeroJG.
Aluga-se
urna casa terrea em Santo Amaro das Salinas, na
ra da Fundicilo n. 25 ; nesta typographia, no
terceire ande.r, achara com quem tratar. A casa
t- m 3 quartos bons, osioha, 2 salas quintal com
arvoredoa por 16000 mens'.es, e caiada e
pintada.
Aviso
Arrenda se o sitio da ra de S. Miguel n. 148,
com quatro meias aguas, uina cocheira, alguna ps
de coqueiros e mais arvoris de frueto e capim de
planta, pronto a cortar, e tambera vende-se o
mesmo sitio e o capim : quem pretender dirija-se
ra da Imperatnz n. 13.
ttIL.Hsti'rB 1.114.ti 1'sJOOS
O abaixo assignado venc, u da 7* lote-
ra extrabida no dia 18 Jo corre t o a sorte
de 200,5 em o n. 1585, -n sorte de 102*
em o n. 282, as sortes de 50(J em os ns.
47 e 146.
Acharo se expot-t s venda os bilhetr-i
da lotera do novo plano do 12:0000000
garantido h beneficio Ws ntituijSes, Je
caridades e religiosas, quj se eatrahira
quando idr unnunfiad.i.
Antonio Auq-.sto da-. S'.-.'o Porto.
"CSA A FORTON
ks 12M00S00
lii i he te garantidos
23 RA PRIMEIRO DE MARQO 23
Da 7a lotera da provincia venderam
M&rtins Fiuza & C. os seguintes premios
garantidos: 1288 e 6892 com 300000
cada una.
Acham-se venda os afortunados bi-
lhetes garantidos da 8a lotera da provin-
cia $m beneficio das instituijfjes de cari-
dade e religiosas, q>n se extrahir sjuan-
do fr annuciada.
Precisa se de um criado escruvo, para urna casa
de pequea familia ; a tratar no caes da i?ompa-
uhia n. 2, escriptorio.
/
te
J*
\*
>
y
&
Ama
Precisa-se de urna para todos es servicos de ca-
sa de familia ; a tratar na ra do Bario da Vic-
toria n. 7, 2' andar.
AMA
Precisa-se de urna ama para lavar e en-
gommar em casa de familia : na ra do
Riachuelo n. 13 se dir.
Ama
Troca-se
Um sitio em Be cribe, por urna barcaca a tra-
tar no trapiche VAN NA, Porte do Mattc.
Farollo
a 400 rs. a arroba
Cbeg, n a primeiru remessa do precioso farello
de caroco de algodo, o rnais barato de todos os
alimentos para anima, s de raca cavallar, vacum
suino, etc. careco de algodo depois de ez-
trahida a casca e todo o oleo-, o mais rico ali-
mento que se pode dsr aos anim us para os forta-
lecer e engordar com admiravel rapidez.
Nos Estados-Unidos da America do Norte e na
Inglaterra elle em. regado (com o maie feliz re-
sultado) de preferencia au milho e outros farelbs
que sao mui'o mais caro e nilo sao de tanta sus-
tancia.
A tratar no BeclfeO Largo do Cor-
ito Sanio, 1 andar
Prf cisa-se
Precisa se de urna ama para iavar e engommar,
para casa de familia ; a tratar no hotel n. 30,
ra da Madre de Deas.
Ama
Precisa se de urna ama para o serv'co interna
de casa de familia, de boa conducta ; a tratar na
ra do BarSo da Victoria n. 46, loja.
103
Preeisa-se de ama sma para cosinhar
prar, para duas pessoac e dous meninos :
tar na ra do Kssario da Boa-Vista n. 53,
do andar, onde vira os bonds.
e com-
a tra-
Begun-
Ama
Preeisa-se de urna ama para cosinhar e lavar,
prefere-se que durma m casa ; no 3" andar da
lypographia de Diario.
Cas
as
Alaga-se du*s expelientes casas, com agua,
gss e bons sitios, ra dos Guararapes n. 76, Re-
cite, e ra do rVmfica n 38, Passagem Ja Mag-
dalena : a tratar cjid Jos Antonio Pinto, rus
da Companhia Pernmbu(ana n. 6.
TKINSON
PERFUMARA INGLEZA
afamada ha maii um seclo; excede todas
i outraspeloten perfume delicaoe^xquilto.
TREZ MniAI.IIAS DE ORO
PARIZ 1878, CALCUTTA 1*81
pU extm-fina exc*Iirnci da su* a uadaoto.
SPKOle FLOWERS
JOCKEY CLUB USUTH
aELI0Tn0?I0 MAfiOUA
Agua afamada de
LAVANDA INGLEZA DE f TKINSQN
outros mullos conDi-cidos perfam<-. psr. soa
qulidide e odor Jrleiu-.-l e es ^n-ito.
ASTA HIUTAl PASA DESTIS A ATONStS
sm riTI para aWejar e enoelecer o% dentea
preservar as g^r^-
MUta-uCaut,l M i! .bri-aitu
J. E. ATKI1>ON
34. Od Bond Street. Londroa.
. Marca de Fabrica Urna" Rosa branca "
sobra ama Lyra de Oaro."
/""
eomprar cin;o casas terreas na tregnesia de Santo
Antonio, preferindo-se as seguiuies roas : Cru-
ii-s, S. Francisco, Roda, travessa dos Expostos,
S. Bem Jess das Crionlas, .'ambCa do Carmo ou
das Flores ; quem tiver para vender dirija-se
ra de Santo Amaro n. 5 A.
Ao eommere'o
Nos abaixo assignadoe, remoa vendido a nossa
taverna sita ra Vidal de Negrciros u. 2, i
viuva Aguiar & C, coja venda fizemos livre e
desembaracada de qualquer onus at o dia 8 do
crrente mes, porm se alguera se achar cem di-
reito mesma apreaente-se no p.-azo de tret dias.
Recife, 19 de Ju:ho de 1887.
A. Gomes & C. ^___
Criado
Precisa-se de um ra de Paysand n. 19
iPassi gem da Magdalena).
Profcssora
L'uiB senbora de boa conducta, hab itada em
ensinar primeiras lettras, trabalbos de agulha e
principio de msica (piano), deseja empregar-se
emalgum rngenho ; podendo, qoem precisar, en-
tenderse no escriptorio ra do Imperador n. 81,
sala de detras, que achara com quem tratar.
Ao commercio
Tetido de retirar-me para fra da provincia por
motivo de molestia, desped me nesta data dos i
serv>cos da casa commercial dos .Srs. Francisco I
Manotl da Suva & C, e aproveito a opportunidade ,
para ibes agradecer as maneiras eavalheirosas
que sem re dispensaran,-me, e iguglmente aos
seus empregados. Recife, 20 de Julho de 1887.
Secundino Maurica.
Vade mecnm do llomraopatbico
Methodo conciso, claro e seguro de ebrar
bonvoBopathicamente todas as molestias que
affligem a especie humana, particularmente
I aquellas que reinam no Brasil pelo
{ DR. SABINO O. L. PINHO
l 5.' edlccao
I consideravelmente augmentada e annotada.
> Veode-se nicamente em Pernambuco.
( PHARMACIA HOMEOPATHICA
Pelo Dr. J. Sabino L. Pin Lo
DR. SIIIIVO
43BOA DO BARAO DA VICTORIA
i
de assucar
Apparelhos econmicos para o cozimen-
ta e cura. Proprio para engenhos peque-
nos, sendo modic em preco e ef
eelvo em operaeSo.
Pode se ajuntar aos eogenbos existentes
do syaterha velho, melborando muito a
qUb.iiiaiic do assucar e augmentando a
qaartidade.
OPERAQAO MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou engenhos centraes,
ma :1. mismo aperfeigoado, svstema moder-
no. Plant9 completas ou machinismo
separado.
Especitic.'.^o^s e informales com
Browns C.
5RA DO COMMERCIO-5
Caixciro
Precisa-se de nm caixeiro de 12
cem alguma pratica de molbados ;
Guia n. 42.
14 annos,
na ra da
Precisa-se de um caixeiro
Imperatris n. 41.
Caixeiro
a tratar na ra da
Capitn Manoel tlexandrina de
Albaqaerque filia
Mara hialina da Albuquerque, Ouarle Estevo
de Oliveira, Antonio Eatevj de Oliveira e Ma-
noel Es'evSo de Olrveira, agradecem profunda-
mente a todos os que se diguaram acompaohar so
cemiterio os restos nortaes de sau presado tio e
primo, ocapitSo Manoel Alexandrin de Albuquer-
que Pitia ; e pelo .presente convidain aos seus
parentes, amigos c eonbfcdos para assistirem a
missa de stimo dia, que sera celebrada aa ca-
pella de Beberibe pelas 7 1/2 da matih de 25
do corrente, pelo que anteciparn eus agradec
mentos.
Pillas purgativas e depurativas
de Campanha
Estas pilulas, cuja preparaco puramente ve
getal, teem sido por mais de 2 annos aproveitadas
com os melhores resultados as seguintes moles-
tias : affeecdes da pelle e do figado, sypbilis, bon
boes, escrfulas, chagas inveteradas, erysipelas e
gonorrhas.
Modo de aaal-a*
Como purgativas: tome-se de 3 a 6 por dia, I e
Bendo-se apos cada dse um piuco d'agua acloca-
da, cha ou caldo.
Como reguladoras : tome-se um pilulu ao jantar
Estas pilulas, de invenCSo dos pharmauenticoe
Alu'eida Andrade rfc Frfhos, teem veridictum doi
Srs. mdicos para sus melhor garanta, tornande-
ie mais recommendaveis, por serem um segure
purgativo e de pouca dieta, pelo que poden, ser
isadatj em viagem.
J ACHAM-SE A' VENDA
fft drogara de Parla tonrlnho dt
*l BA DO MRQUEZ DS OLINDA 41

CONTRA
Deflux ^s, Grlppe. Bronohltes,
IrritaqO^s do Peito. o XAROPE i PASTA peitoral I
de NAF Je DEL ANORENIEB si* i de moa. ellicicia oerta j
erorifteada porMenibrosiln Aculrmift' eMf-ucinada Franca. |
Sem Opto, Morphina nem Cedrina tl-p seo reoeio
ori&nca aflectadas de Tosse ou Coqueluche.
S, rita I iviennr, SS, J
Ita TODAS AS PRARMACIAS
DO MUNDO.
SAUNDEB8 BKOTHER8 & C., largo do Cor-
po Santo n. 11, teem para vender :
Cerv.ja preta e branca, de M. B. Forster 4
Sons.
Dita ailema, Plisen lie-r.
Vinbo Shury. Amentillado.
Dito Bordeaux, St. Julien.
Whisky, Thiste Blend Scotck Wiekyw*
Dito *
Presuntos de Adamson.
Maixena de Brtwns 4 C.
Phospboros, Ameslosto Safeiy Matches.
Tintas em masas, branca .le jthco, de chumbo
preta e verde.
ZareSo.
Plvora da muito conhecida e aer. 'itada marca
ER.
8EMOLIM
De Urons k (., de Glasgow
Este artigo, pieparado por um novo processo
de trigo da melhor qaalidade, possue os elemen-
tos necessarios para nutricio de crianfas e di en-
tes, e muito se recommenda por eer Se fcil di-
gesto e gesto muito agra'avel ; tambem pode-se
fazer urna excedente papa, misturado em partes
iguaes com a maizena dos mesmos fabricantes,
addieionandc-se-lhe algum leite. nicos agentes
nesf iraca, Saundis Brothers & C, largo do
Corpo Santo n 11, primeiio andar.
Pliar acia central
Rna do Impetador n. 38
Jos Francisco Bittencourt, antigo pbarmacea
tico da pharmacia francesa ra do BarSo da
Victoria o. 25, avisa a seo3 amigos e fregueses,
que se acba na pbui macis acims, owje espera
continuar a merecer a cooGanca que "felizmente
depositaram em seus trabalbos protessionacs.
O Vigor
do
Cabello
do
Dr. Ayer.
Preparado 8ob
Bases Scientificas
E PhysiologicaB,
para o
Toucador
0 Vigor do Cabello
Do Dr. Ayer.
Devolve, com o brilho e frescura cabello ^rlnia!ho <>u branco nina rica cor nat-
-;il, pret-", como se desoja. Pelo seu
uso. ao casco claro ou rOxo pode dar-se urna cOr
escura, e grossura ao cabello fino, cmqu.ino que
ftequ p .'-ni uem sempre.
Impede a queda do cabello, *.-simulaiitlo o dbil e
enfermo a i i te. \'^ prime o pro-
Jressoecura a i i .urandoquasl todas as
cencas peculiares do perieraueo. Como Cosmti-
co para aformosrar o cabello da- Senboras o
Vigor nao tem rival; nao conten azeite ou linta al-
guma, loma o cabello mave, brilhaiiie e sedoao na
apparen^'ia, a < ommunica-lhe un perfume delicado,
agra'Lwel e. pcriiianeiite.
I'ICKPABADO PELO
DR. J. C. AYER k CA.,
Lowoll, Mass., E. U. A.
A' venda lias principaes pbarmaclas e drogaras.
AIga-sc barato
Kua Visconde de Itauarica n. 41, armazem.
gaz.
Ba C.T nel Suassuna n. 141, quarto.
Ra do Rosario da Boa Vista u. 39.
Travessa do Carmo n. 10, leja.
Ra do Rusa rio n. 39
Ra do Calabcuco n. 4, loja.
Trata-se na ru i do Commercio n. :>, l3 andar
s riptnrio de Silva Ouimaules & C.
4uga-se
o grande sitio Tacaruna, no Salgadinho, com bas-
tantes trras para plantacoes e uiuit s arvoredoa :
Snem pretender dirija-te fabrica ApuMo, ra do
[ospicio.
Aluga-se
um grando sitio, contendo as principaes fructas,
no Caldeireiro n 9, com boa casa de morada (que
foi do finado Mamede), teado agua e gar, a qoal
confronta com a casa do Dr. Alcoforado ; a tra-
tar na ra do Apollo n. 30, and&r.
Alagare
a casa terrea na trav.ssa da Ponte de Ucti n.
12, com bastantes cooimodos para grande fami-
lia, com sitio murado e arborisado, b a agua po-
tavel para b< ber, deposito e banheiro da cimento
e bomba, fica a dita casa marg< m do rio Capi-
baribe, com banho doce temperado e salgado :
quem prtteudrr dirija-se ao mesmo sitio, das 6 ia
10 horas da manb, que encontrar o propie-
tario. ^^___
Ao commercio
O Sr. Secundino
Maurica nao mais
nosso em pregado.
Francisco Manoel da
Silva fy C,
Recife, 20 de Julho de 1887:
inri Miara
PARA TINGIR A
barba eos cabellos
tita tintura tinge a barb.1 e os cabellos ins-
tantneamente, dando- Ihes urna bonita cor
e natural, inofensivo o seu uso simples e
rpido.
Vende-se na BOTICA FRANCEZA E DRO-
ARIA de Rouque/rol Freres, successores de A.
CAORS, ra do Bom-Jesns ,'antiga da Qrm
n. 2?
Aviso
Emilio Billion, Engenheiro Mecnico, eogstre-
ga-se de montar novos apparelhos, c'oj melborea
fabricantes franceses, e os mais apperfeicoarjos,
pelss c.ndicis e precos seguintes :
O assucar ser fabricado pelo systema Bro-
cheton e Billion igual ao da Usina Pinto.
- Garante-se no mnimo 9 % de assucar cris-
tal Iisado de todos es jactos, e 10 /. ctm mcenda
de represso, augmentando os precos abaixo de-
clarados.
O trabalbo drs apparelhos ser per 24 ho-
ras, se aproveitarao os edificios existentes, com
pequeas reformas ; os propietarios darlo todo
material, como : trjofos, cemento, cal, '.-eia, ma-
deira, etc. ficando por coata do empreitorio todo
mais trabalho.
I'rern das I sinas
Da arma^So e gneros da taverna da ra
do Imperador n. 45, garantindo se a cha-
ve da casa livre e desembarajada
Segunda felra, 3 do corrate
As 11 horas
Por interve2c.ao do agente
(jttsmo
omnicndailoi* Antonio l.uizde
Oliveira izevedo
Julio Luiz'de Olivirn Arevido e tu mulbsr,
Jote Antonio de Sonz-i B-isto, au mu'her u ir-
maos (ausenles),^*ido recebido a infausta noticia
da rn rte de seu sempre estimado pai, sogro e
amigo, convidam iifm parentes o amigos pava
assistirem as missas que pea bea eterno repouso
mandam celebrar na teica-ieirs, 26 do corrente,
stimo dia do seu fallecimaafr-, na Ordem Terceira
de 8. Francisco, s 8 hira ..
Do fundo d'a'ma agradec.-m o comparecimento J
a este acto de caridadee rditriSo.
Mndanfa de escriptorio de advo
gado
O advogado Luis Lopes Castello Branco mudoa
seu escriptorio para a I' andar, segunda sala, do
s brad i n. 2 da rtin estreita do Rosario, onda
pie ser procurado s h iras do cosame, das 9 1(2
em diantc.
Scmentes e arrpalo
Ccmpra-ee na fabrica Apollo rna do Hospicio
numero 79.
\arope de cambar., guaco e bal-
samo de Tola
repaido pero phansaceutieo Jet Francisco
Bittencuuit
E' um poderoso preparado para todas as affec-
jdes dos orgos respii atorios, como cntarrho pul-
njonar, astbma, coqu> luche, bronehite, paeumo-
ais, tisiea, etc., etc.
Cada frasco 14000
Deposito na Pharmacia Central, ra do Impera-
dor n. 38. Pernamtiuco.
Manoel Antonio da C'nnba
Man el Firnaudes da Costa e tua fsmisJH n an-
dam resar urna missa s 8 horas da manbft do dia
23 do corrente, na igreja da Madre de Deas, por
sima de seu muito presado coabadre B sniit;o,
Manoel Antonio e convidam aos parentes e amigos e aos do finido,
para esse acto de relieiio e canidade.
100 romel.
2 125
3150
4JC0
3
9.000 k
11250 .
13.500.
18.000 .
as
-4 m
la
srs
110:000/000
120:0004000
150:0004000
iso.ooolooo
Para qualqner explicacao, dirigir se ria pri-ca
Aripib cu Usina Bosque.
folsiraces
- Para evitar falsificaccs com referencia ao cc-
nhecido PEITORAL DE CAMBABA, deve si.
gir-se este preparado com a firma do auetorAr-
fares de 8. Soares era rotulo circulando a ra-
lba do frasco e a marca da fabrica nos uvoltorios,
irulada pelo n .me dos agentes e depositarios
geraos em Pernan buco Francisco Manoel da
Silva & C roa do Marques de Olinda n. 23.
- ~~- ..' -.- .. ->jt.
Tinta preta
IN ALTERAVEL-

(OMHI \I( ITIt 1
Dr. Manoel Francisco Telxrlra
Joao Francisco Teisriie, Joo Franciscj Te-
xeira Sobnnho e Asnu Francisca Teixeira, con-
vidam aos psente* e snicos seua e iranio e tio o Dr. elano< I Frabeis.-o Teixeira, para
assistirem as mitsa- que por sua alma maiJ.tm
resar s 7 horas da asi ba do d a 23 do corr nte,
stimo do seu pasment >. as matrizcs da Roa-
Vista, Santo Antonio, .S. Jas e.R*cite, nos ^in-
ventos da Penha, Carmo e 8. Francisi-o. na grar
ja do N. 8. do Terco e no ci miterii publico, gra-
dicendo desale j a todos que compareeereul a
t sse cto de relijiiio e ca idade.
PHARMACIA CEMt'hU. L
S8 Biuvdo Inperador38
Pernatnburo
^erve para rscriptaracSo mercantil e d tres oa
quatre copias de urna V'i
Oosinheira cscrava
Precisa-se de um coainh.iro eseravo, basa ulna
casa de pequma familia; a tratar no eses Oa
Companhia n. 2, escriptorio.
E'
3
.



Diario de PernainbucoScxta-feira 22 de Jolito de 1887
LINIMENTO GNEAU
Para os Gavallos
I Emprsgado com j mador xito as oavalharicas rases da 38. HH o I-apara tor do Braxil, o Re da
BBlaoa, o Ral dos Pairea-Bal os e o Rei da Saxonla
guppresc do ogo
E DA QUEDA ? >Q PELLO
iba
35 ^y0$ de (f xita
SE.VL K.IVA3J
S es le precioso Tai.ro o anlco que
I sbala iie o caustica e cura raiealmen le
lem pouco3"ias as mtcqselru, novas
' e antipas, as Torne airas. ContasCea.
I Tumores e InchaoSar das persas,
'paravao, Ssbre-Ceanas, Traqaeza c XSn-
I O* altura aU das ternas dos potro*, el".. es
Foccaskmar ncnhuma cfei?, nem tfJ do peito I .a ara faz-te com a mi em S snisawtoa. ten '
imesmo curanto o trataineiit<\ aor e sem cor. ar, nem raspar o pello.
t em Paria : Phiraucia GNEATJ, F, ja St-Honor. 275.e su t t ai btrawats.
I
Os resultai os extrp.ordinarios ijue tem '
obtldo as diversas AfTeccoea da i
Felto, os C-vtarrboa. 3rgncMiii,'
Xaaaatla* la Gargante. Ophtal- |
tila, etc., s?q dio losar a concurrencia.
PHABMACIA CENTRAL
38Rua do Imperador38
Teudo passado por ama completa reforma acba-ee mootada a satisfaaer
prou.ptidao as indicacos medicas, tando para esse ara medicain-ntos de prmeira
lidade e especialidades pharroaceui -rs dos prraeiroa fabricantes.
enm
qua
IttStO, ffcan
MMfttoe, *, rmm CmoUgHonm, rARJS
OLEO FIGADO BACALHAO HOGG
Sem chelro nem gosto dos leos detige.de deB&calbuo ordinarios.
Este Oleo natural e puro 6 oe ama efflcscldade cerU, contra as Molestia, m'*"
To.ses ohranlcaa. Tumores rlandalartosi
Tlsaoa, Bronebltls, Oenstll .
tamben efflcax para fortiaoar as O lamas rraoaa e aeiiesutu.
Deve-te exigir o nove de H098, e de nuda o certificado do a*r Ususwn. Chefeaos
rratxWtoi Chtmtete da PaeuMadi de Medicina de Parte, que val lanpresso no ratuioooiado
em Oadrs sidra tHa*alar.-0 autasllM vender em todas as principas Pnarmaclaa.
ATMBdU-


TNICO FEBRFUGO REGENERADOR
VINH0 DO
'D0UT0R1
Quina, Coca, Extracto de Carne e Hypophosphito
Secommendao-ao nos casos que necessito saloos Dar, receoaUtuir e rea-enerar
o organismo arruinado por molestias, excessos, natureza do clima, Anemia, Chlorosis.
Anifnorrhea, Caebexla, Fluxo branca, que tanto arruina a saude das mulheres.
Vobresa de Sansraa, Fraqueza g-eral, Sablllda.de, etc.
H. V1VJUSN, Drojuista, 50, Boulevard de Strasooure, em PARIA

s vigor pare todos
ESTOMAGO, nCADO e INTESTIN
VINHO E XAROPE DE JURUBEB
BARTHOLOMEO & C
paatw. pbrnaibuco
nicos preparados de Jarnlieba approvaOos pela Academia e Medicina, e
I recommendados pelos Mediros contra as Molestias do Estomago, Perda de .pr;
tiie, Digestes dfMreis, Cyspepela o todas as Molestias do flgado, e de
na Oicrrhea ehronte? eic.
CT7I7DAX50 OOI -A.S *\A.T_,S*TC:AO<3fiS
*&&&
Chlorose, Anemia, Catharro pulmonar, Bronchite chronica,
Catharro da Bexlga, Phtislca, Tosse convulsa, Dyspepsia, Pallt.ez,
Perdas seminaes, Catnarros antlgcs e complicados, etc.
Boulevard Senaln, 7, em PARXZ, e as prtqclpaes Pbarmaeias. _
GrUURUEBr.
.4I!E!U \l\H0S0 DEIIHATIVO
mam na niui w nnu o*b
i a M J4.ih drt ,88.
i.ampiisica^ te FiriHi kdtii te Figueiredo
EKPKOADO COM A MAIOK EFFICACIA KO KHKMATISlMO
DE '.ri.'./!>:i. TATTJBBZA, KM TO >Aa AS MOI.KSTIAS DA i i.I.LK, M
LKDCORBHafi 00 l'I.CUKS 11RANXAS, NA ASTIIM I
bioschites (Jiiolt'si s tks vas resplr;lrlas). MV soffkimknt
0NADO8 l'Ki.A IMI'l KKZA DO BaleOS I FINA1,MEXTH
RAS M!Y l.KNTES FORMaS DA STPH1U8
PropagadorA. P da Cunha
s, que :it. lerh prOutHo, Bitea-
tadas poi lavada ', fe'm -cii qi (t*j '---d-. i> rt sj" elle
proc tael r m > i. rgi a deparatit*< '1 bsd){i
Depurar o ; i oi,diea> de nn li o etteas, 'is era
que eODBrBt' prii i > mais seguro de oattlrnr sa ie c de cur.ir as
molestias rn u ioipai z d iflnp !C O partitiva, 9 medica
me: to quu act pd goir e*e r< ult; o sen prej idi ar nem alterar as
funceos do ci ii e tio la, p rqoe lm suba! nciaa nocivas, apc-sar
do vigor dep d'est' roedipanwoto.
As muitas caras qu* (eir? feit estio ci pelo testeniunho dos dis-
tinctos e conhecrdoa cavall-iioa que firmam oa al qu te j jtohI tem publica
do en! ana t cjgo Ha dit rii I
Deposito central, Fabrica 4pollo. m Hospicio 7!)
A* venda em muliaii piniuialm tl Brasil e ito .".ira.nciio
sH,VfftAS DORES Deo^jn^
^^ Ufa roEMKio Dosjirsr.ooDos ^"W^^
|a|paW Elixir, P e Pasta dentifcios
RR. PP. BENEDICTINOS
uu Abbadia de SOULAC (Gireade)
DOM MAGUELCNNE, Prior
2 3iTEI3A.X.I3:>^S I3E OTJRO
M UHKlrs 18> I
An Minia elevara re-eoHipenar.H.
|sr> S sS Pierr-KOUUSAUD
cotidiano do Elixir
AT.PP. Be-
ir algu-
em-
:elta-
Presln da'ieiro
- imo
mvlhor fiira-
o ii>ii> irsa-ratifo contra as
ffeccoen rontarian.
iUii em 1807
Gral : 9 snfai U W BORDEAUX
Ac/ia-s< em todast bou Perfumerlts, P-irmac/ai
e Drogara:
BRIANT
CONSTIPAgES e MOLESTIAS
XAROPE NTISTIC0
PARS, Pharmacia BRIANT, 150, ra de Rlvoli, PARS.
entidades medicas de Pars recommend4o ha mals de 50 annos o
'E BRlaNT como o i. i V.ramento pello' al de gosto mais a^idaset
[asHaa. i 'lis certa conl a Detluxos. Constipacec, Catbarros, etc.
i- r0 e tssaasa/a'issiaffl.Dere-aeexigir a Broctmra em nove iWiguaaj
,,r. do inventor:
DBPOSITO- KM: "\CIA8
IVsBBSSSSaSB>BssBSSSSSBBSBSSSSSB^^

!
BBiete mo c
Sem dieta e sem modifl-
cafoes de costones
Laboratorio central, ra do Viseonde
Rio Brsnco n. 14
Esquina a ra do RegenteRio de
Janeiro
Especficos preparados pelo phar-
macentico Eugenio Marques
de Hollanda
Approvados pelas juntas de hygiene da
Corte, Repblicas do Prats e Academia de
Industria de Paria.
Elixir de imblribina
Reatabelece o dygpepticoa, facilita as digea-
tdee premove aa ejecedea difficeia.
vtaah de ananai ferraicliioMO e
quinado
Para os chlora-anemicos, debella a bypoemia
intertropical, reeonstitae os bydropicos e beribe
ricoa.
Xarope de Onr de arurlra cato
taanlMi
Muito recommendado na bronebite, na hemop-
ty?^ e as toases agudas ou ehronicas.
Oleo de teslndusj rerrnarlnoaje e ea
cata de larasajasi aauarsrea
' o primevo reparador da raqueaa do orga-
nismo, na fysica.
Plalas) ante perlodira. preparada*
soasa perertna, quina e Jatjorandr
Cura radiculmentu as febres intermitteates, -
mittentei e perniciosas.
Vinho de jurulicna Imple* e lam
liena ferraRlnoNOt preparados
em vinho de caj
Efficases as iufl tmacoes do figado e baco agu-
das 00 ehronicas.
Ylnbo tnico de en pilarla e quina
Applicado as convalttactncaa das parturientes,
retico ante febril.
Francisco Maiooi da Silva h G.
RA DO MRQUEZ DE OLINDA
^3
0 vinho Ulourisca
Agrdate! nolkia
Este delicioso e to apreciavel vinhi de mesa,
acaba de ebegar pelo Sully e acba-se venda no
estabelecimento de Justo Teixaira & C. Soeceaeo-
res, ra da Peabs n. 8 uoiooa poesuidores.
VENDAS
Vende-se nss prineipaes livraraa desta cl-
dade metbodos para plantar com vantagem cacao,
caf e fumo de Havana, e forma do beneficiamento
para expirtacSo, por JoSo Fernandes Lopes
Preci1?')00.
Vende se urna aimnco inglesa, toda fua-
da, HSEim como ara grande registro novo para
gaz, arandellas. iucanunentos de chombo e um
bom deposito de ferro : na ra larga do Rosario
numero 38.
CAVALLO
Vende-se um cavalio de sella bufante gordo e
grande, caetanlio andrino, lindad r de baixo a
mein : n trntar i rtia da Roda, coebeira de Jee
de M.
RECLAME
l ma experiencia
0 URAiXDE ARMAZEM
DO
LOUVRE
A' RA PRIMEIRO DE MAR^O N. 20 A
(ESQUINA)
Resolvendo liquidar grande variedade
de ; rtigos por precos incontestaveia, ex-
p5em a apreciacao publica os seguintes ar-
tigos :
Popelines de seda a 500 rs. o covado.
Setins de cores a 800 ra. o covado.
Cambraias bordadas com galpiros de cor
a 6,9000 a peya.
MadapolSos ie 7 a pe.ja por 5500.
Meias francez = 3 para horaem 7)J0G0 a
duzife.
Bordados tapados e transparentes de 500
a 1(5500, com pequeo defeito.
Cortes de cretone por preQos sem com
pet ncia.
Loques transparentes, grande novidade,
25000 um.
Ditos de s- tim a 50000, vale 8,5000
um.
Cachemira de duss larguras de 1^000 a
15400 o covado.
s;m continnaeo :
Z".phiros de tima s cor tecido lgr
320 rs. o .ovado !! !
Brim pardo liso 320 rs. o covado.
Ditf dito tecido de esguiao para vestidos
500 rs. o covado, grande prchincha I
L'-neos abainhados 25 a duzia I
AlgodSes lisos industria nacional
a peca.
Camisas de cretone com pequeo defei-
to 29O00 !
Esteiras americanas com ligeiro toque
de avarii 10200 a jarda grande pe
chineha I I !
IriIgos exclusivos
Lindissimos cortes de casimira para cal-
5a padrS s de apura I.) gusto I !
Especialidades em estrados como sejaro:
Ritta Sangalli, Porte Veine, Quarany,
Brisa de las Pampa, eto. etc
Plastrn de eores claras e escuras
g-neris na especie e muitos outros
pelo aprimorado
0 4 Ra d Duque de Caitas
Tendo recebido um grande sortiment 1
de fazendaa que vende com 25 ( de me-
nos de que em outra qualquer parte.
Veahaoi ver para crer
DamaBs de sedas lp400 o oovado.
Setins baca a 800, 10000 a 15
Lionayse fuenda tranaparente a 150000
a peca.
Organdis borlado a aeda, ultima mo-
da a 160000 a dita.
Etamine bordado, alta navidadade a
100000a dita.
Cachemiras bordadas a aeda a 700 ris
o covado.
Ditas pretas a 700, 800, 900, 10000,
10200, 10400 o 10600 o d.to.
Ditas de corea a 800, 10000 e 10200
o dito.
Fuetees brancos a 400, 440, 500, 600
800 o date.
Ditos de cores a 240, 320, 440 e 500
ris o dito.
Amor da China fazenda de novidade a
400 roa o dito.
Lindas alpacas de corea a 320 rs. o dito.
Lindas lana de quadrinbos 400 rs. dem.
LinSes com salpicos a 640 ris o dito.
Liados setins de damasss a 320 ris, o
dito,
Gargurinas delistrinhaa a 320 ris o
dito.
Zafiros escoceses a 200, 240 ris o dito.
Crotones para ooberta a 320, 360, 440,
e 500 ris -. dito.
Crepa idem idem a 700 e 10000 o dito.
Cambraia bordada a 50500, 60000 e
60500 a peca.
Veludilbo liso e lavrado a 10000 o co-
vado.
Dito bordado a retroz a 10800 o dito.
Colchas bordadas a 20, 30, 40, 40500
50000 e 6000 urna.
Cambraia adamascada a 110000 a pega.
Toilets para baptisado a 100 e 140OOC
um.
Cortinados bordados a 60, 70, 80, 90000
o par.
Dito de crochet a 500000 o dito.
Meias para homem a 20400, 20800 at
100000 a duzia.
Ditas para sen hora de 30 a 150, idem.
QuarnijRes de veludiliio bardados a vi-
drilho a 60 urna (alta novidado).
Cobertas forradas a 20^00 e 30 urna.
R-nda do Japao a 200 ris o covado.
MadapolSo Gema e Pello de Ovo a
60500 a peca.
Damasco de 13, a 20000 o covado.
Pao da costa a 10400 o dito.
Lenjos brancos e com barra a 10800,
20 e 20500 a duzia.
Chales de cachemira a 20000 e 10400
um.
Anquinhas a 10800 urna.
Fevhua a 20, 30, 40, 50, 60, e 70000
ota.
Muitos outros artigos que v-nderoosenm
25 [0 de menos do que em outra parte.
Henrique da Silva Moreira
A FLORIDA
Boa Duque de Guata u. 101
ADMIRE VI!
Anquinhas a 10500, usoa.
Lindo sortimento de cadeia de plaqu ame-
ricana.
Lindas pulseirae americanas, de 50, 70,
90 o par.
dem de 10, 20 e 30 o par.
Liados broches de plaqu americano a 40.
dem desenhando urna tbesoura, um peine,
a 20 um.
Lindas guarnieres para toilet, a 120.
Guarnieres para camisa, plaqu americano,
garantidas por dez annos, a 40 urna.
Carteiras para dinheiro, com repartimen-
tos, de 10 a 100.
dem para letras, marcando os mezes de
Janeiro a Dezembro.
Lindas pastas de couro, chagrn, pellica e
velludo.
Espartilhos de liobo a 30.
Lindas capellas com veos, para noiva, de
80 a 150.
Ramos de flores de laraajeira. de 10500
20500.
Boleas para menina, de 30, 45 e 60.
Meias para senhora a 100 a duzia, com
palmas de seda.
Lencos de linbo em lindas caizas, a 30 e
duzia.
Chapehnas de setim para baptisado, a 60
Sabonetes de diversas qualidades.
Para toilet :
Agua Florida e Celeste.
dem Divina.
dem Osea
Pos de arroz Florida
dem idem Osea.
dem idem Regina de Gelle Fieros.
Para o lenco :
Essencia Rita Sanglay.
dem Ixora.
dem Aida Bonquet'de ExposicBo.
BARBOZA & SANTOS
Peochas!
!
Na antig* casa tarneiro da Gnnha
Admiren.! \
Setinetas iavradas, lindos padroes a 280 rs. co-
vado!
Fuatoes brancos, novo desenhoa, a S20 e 400 rs.
o dito !
Esplendido aortimento de lindas las para vestidos,
a 400 a 440 rs. o dito t
Cachemires felpadas alfa dito 1 2 larguras.
Mirina pretos e de cores a 800 rs. o dito! idem.
Veludilhoa de todas as corea, bordados, a 1J0OO o
dito!
Cretones de eores firmes a 240 o dito! bom ve-
rem.
Damasco de la, 2 larguras, proprio para capas
de piano, a 2 o dito!
Pannos de lindos desenhoa para mesas a 1 600 o
dito !
Cortinados bordados, riquiasimog, a6 e70 o par
Guarnicoea de crochet para sofs e cadi iras a 84!
Camisas brancas inglezas a 365 a dutia !
Ditas de cretone finas a 244 a dita !
tSeroulas bordadas a 124 e 184 a dita!
Lencos em lindas caixinhas a 34 a dita 1
Meias arrendadas para senhorae a 64 a dita !
Chapeos para aenhoraa e enancas a 24500, 54 a
64000.
Espartiih de couraca a 44 e 54.
Brim pardo lona a 360 rs. o covado!
dem branco n. 6, de linho a 14500 o metro !
Tapetes aveladados a 124, 154 e 223.
Superiores redes com 4 punhea a 124 e 144-
Colchas francesas a 34 urna.
Cobertas de ganga, 2 pannos, a 34 '
dem de setinetas finas a 34500 !
Leoces grandes de bramante a 24 !
Cambraia Victoria de 10 jardas a 34 a peca !
dem c m salpicos brancos e de cores a 54, 54500
e 64, 10 jardas !
Madapoloes pelle de ovo a 64200, 24 jardas.
Camisas e siias para senhoras por todo o preco
Bordados de Cambraias finas a 14 a peca.
Cienos e capas de 13 a 24, 44 e 64.
Sortimento de casemiras, cheviots pannos por
precos baratissimoa.
Grande deposito de fszendas para os Srs. nego-
ciantes do centro, teodo desionto ai vendas em
grosso.
59-RA DUQUE DE CAXIAS-59
imAhtiiiiiiiiililinilllllliiJiliiiiiiii^iiniiiiiliiiiiillliiiiiiiiiiiMMiniliunillilUyiTrr
ANEMIA A8 VERDAUKIRAS CHLOROSE
PILLAS DE VALLET
NAO SAO PRATEADAS
O tWsna TALLET unpreaao em preto ai^vC oada pola
A mnior parte dos mdicos concordSo con a Academia de medecinet era que,
eitaf rnerecem a preferencia que ee Ihes di sobre os ostros ferrusjij
Existem numerosas imitaces das
PII.ll.tS DE Vtll.IT
Exigir em cada exiremidade do fras-
90 um sillo impresto em quatso cores.
illllrllllll|
ASSIGKATDsU
recoromend;-
qu* lidade.
sui
artigos
gosto e
" BEMPRB NVIDADE8
Mo armazein DE
Francisco Gar^cl & iniiu
A' RA PBIMEIBO UE MARQO N.20 A
Bequioa
Vende-se grande quaajidade de plantas, n-e-
ras, crotons, parreiras, rom' iras, tiguj iras e ou-
tras iruitas qualidades delires, que s vitta
do comprador : a tratar na ra da Aurora n. 85,
merciaria.
Vlloncao
Vende-se um est beh cimento di- molhados : a
tratar na travesa de Prata n. 20, antigo beceo
do Marisco. O motivo se dir ao comprador.
Colariiilios c punhos de
selluloide
Carlos Linden recebeu pelo ultimo vapor, e
veade baratiseimo ; na ra do Bar8o da Victoria
numero 48.
Carlos Sinden receben e vende barato por ser
de consignaeo tres cofre3, prova de fogo ; na
ra d.i Barao da Victoria n. 4S.
Sobrado a vender-se
Vende-se o BoBraflo n 8? ra da Aurora, em
leme a ponte do -na Isabel ; qaem pretender,
pode entender-se coji o ?.rreetor 'edro Jos Pin-
to, n praca do Commercio.
Vinho Mouri.vca
(PROPRIO PARA MESA)
Joo Ferreira da Costa, acaba d- rceber pelo
SULY, nova remessa deste iinpcrtantissimo vinho
que por ser de ezeeilente qualidade e fino paladar
se torna reeommendavel.
Oa Srs. apreciad ros encontrara) tita exeellen-
te pinga em casa dos Srs. Ju3to Teiieira & C.
successores a ra da Penha n. 8.
Livramento & C.
vendem cimento port'and, marca Robins, de 1*
qualidade ; no caes do Apollo n. 45.
Jacob, Paria.
Venda na maior parte das pfaarmaelas
.miHiimiimmmmmnmmiimmmimmmmiimMm.....i..........|-|r||lm
imumuaujllnl
LOTERA do cbara
15:0001000
anift' HRUHira b li s .iTsi ii s. inu
a 25 do crrente
Os hilhetes desta acreditada lotera
acham-se venda as seguintes casas: Roda
da Fortuna, ra Larga do Kosario n. 36;
Casa da Fortuna, ra Primeiro de Mar n.
23
Tetegramnid o lisia no dia da extraccao
SAUDE PARA TODOS.
Casa pai a vender
Vende-se urna pequea casa na la do Alecrim
n. 9 ; a tratar na ua do B>m Jess n. 38, I"
andar, ou na traveesa do Penato n. 55
WHISKI
Al- BLEND
Este ei **s s -ersv
sjeeegM .maa,. pura or;-
eprao.
' Vendi'- masen
ajortia 3
Pede P-' -> n
Chalet para vender
Vende-se um cleg c mtruido chalet,
sito -m Parnameirim, em fente a e taca) da via-
arrea da Appuos, com c mmudos safficientes
para qua'quer familia, c im agua e giz encana-
dos e um b m tino, por pree i rssoaM-1 : a tratar
na ra d Bar bol mea n. 40.
Terreno
Vende-s-' um terreno confronto h estacSo do
Principe, estrada de Joao de Batr s, eom 90 pal-
mos de frent B 1 i=taates fundos, a e tu alieerces
pra 3 casa; & tratar na ni.-. d'Ap)tlo n. 30, pri
eiro audor. uuV
(li? preto superior
ilos Sin.leu recebeu polo ultiiro vapor e con-
tina a vender na ra do Ba-
rio da Victoria a. 48, loja de
Flos Sanetoru m
Vende-se esla obra tm seis volumes, nova, e
nr preQ c in-do ; na encadernacao da C >ngre-
gaco, casa do Candido Si:
p licenciado pela Inspectora Geral
de Hygine do Imperio do Bi-azlL
UNGENTO HOLLOWAY
O Cngu.-nto de Holloway um remedio infellivel paia os males ds pernas e do peito ; tambem pura
as frula.': antigs cbagas e ulceras. E famoso pasa a gota e o rheumatiamo e para todas as enfermi-
dades de peito naa se reconhece egual
Para os males de garganta, bronchltes resfrlamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teera semelhante e para os memoro
contrahidos e juncturas recias, obra Como por encanta
Cssas medicinas sBc preparadas smente no EstabeJeciment) do Professor Hollswat,
78, NEW 0XF0BD STEEET (antes 683, Oxford Street), LOWEHES,
vndanse em todas as pharmacUs do universo.
fSr Os compradores slo convidados Ntpeitosanente a examinar as rotle* de cada caixa e Pote, se ato teem
direccao, 533, Oxford Street, sfio ajssoaooea.
1
60:0003)000

r




XaropeZed
(O C0DEINA e TDIU)
O Xarope Zed emprega-se contra, as
Irritafdes do "Peito, Tosse ios Tsicos, Toss
eonvuls.: Coqueluch),'Bronchit^,Constipa(iss,
Calarrhos c Insomws Persistentes.
rtniS. ai. roe Drojiot, i M faaaiuauf
Ctrre a "12 do corrate
Em \x\\<[ da Instruyo Publica da provincia
Esta lotera dividida em partes
Exlracca da V parte da 1.a lotera
Bilhetes venda na Roda da Fortuna, ra
Larga do Kosario n. 36.
CAPSULAS
Mathey-Caylus
Preparabas palo DOTJTOR CLIN Premio Motyon
As Capsulas Mathey-Caylus com Entolucro delgada de Gluten n5o fatigao nunca
o estomago e sao recommeadadas pelos Professores das Faculdades de Medecina e
os Mdicos dos Hospitaes de Paris, Londres e New-York, para a cura rpida dos :
Corrimentos antigos 00 recentes, a Gonorrhea, a Blennorrhagia, a Cystite
du Collo, o Catarrho e a* Tktoloatia da Bexlgas e dos orgSos genito urinarios.
{(H um rplh*to detalhsda tcompsnhs tuda Fraseo.
Exigir os Verdaderas Oapatrias Mathey-Caylus de CLIN & G', de PARS,
que se achmvtin tasados Droguistas e Pharmaceutieo. __
1 lam 1



j,-'
i^r/SJ^i fif^.U
j

O
O Ualii)
de
1 7
ASSEMBLEA GERAL
l\tIlR.l DOS DISPUTADOS
SESSO DE 8 JULHO DE 1887
OBCAMEHTO DO MINI8TEBIO DO IMPERIO
(Continuadlo)
O Sr. Andrad' Figaeira (continuando)!
A BituacSo, repete, nAo tera deixado de
economisar osdinheiros publi.-os, e, compa-
rando os dados do Thesouro, nota o ora
dor que no priraeiro dos exercieios, caja
responsabilidade cabe ao partido conserva-
dor, o de 1885 1886, eftvctuou-se des
peza iuferior do exerci.io anterior em
cerca de 7.000:0000000
Nao sem duvida, a economa que as
circurostancias, cada vez mais graves, do
Irrperio exigiam ; mas para quein conhe-
ce os hbitos da nossa administrajSo, para
quem conhece a tendencia da nossa despe-
za publica aug.uentar sempre Gra
de duvida que este facto nao podo passar
despercebido, nAo pie deixar do merecer
os dcvido8 encomios. (Apoiados.)
E, si do exarae da admiuiatragAo gerl
descer ao das administrac3;a provinciaes e
at das administragoes muuicipaes, que tra
corrido por conta da nova situagao, nAo
lhe ser difficil demonstrar que o mesmo
espirito de economa, nao tinto quanto tora
para desejar, mas tanto quanto as eircuras
tancias o (in peruoittido, sn revelou, Uto
, a dimmnicio as despezas dos rga-
mentos provinciaes, assim como as dos
rgamentos muuicipaes, desde 20 de Agos-
to de 1883 a esta parte.
Mas esaas economas sao porventura as
que exigein as circumstaueias financeiras
do Imperio ? Tea estas circumstancias se
modificado por forma tal, que nAo exijam
sacrificios ainda rcais pesados, economas
anda mais rigoresis ? Eis o estudo a que
o orador se vai entregar.
Parte anda da situagAo geral, durante
os exercios decorridos de 1885 para c.
No primeiro delLs, em 1885 1886,
apezar da economa notada na despeza, o
que se observa ? Um dficit jk verificado,
superior a 26,000:0000000.
Quanto ao segundo exercicio, que dave
comprehender os 18 rnezes, de 1856 a 31
de ezembro do corrente anno, o nobre
Ministro da Fazenda nos informa qu i o
dficit do exercicio calculado em.......
20.000:0000, ao que se deve accrescentar
mais 10.000:0000. No fim do exercioia
ter se-Ao 30.000:000;?, e cora os........
27.000:0000 verificado, a nova situado
necessario fazer face, por novo* empres-
tiroos internos ou externos, ao novo dficit
que se- verificar no exercicio corrente,
Mas, se a responsabilidade do facto nAo
cabe ao orador e a seus amigos, caber-
lhes-, entretanto, toda a responsabilidade
por qualquer augmento da divida publica,
porque em doos anuos de governo teraoa
tido tempo suffi ente para f suas ideas, orlan lo as despezas e inelho
rancio a n-ceta de forma a equilibrar o
orgamento, e assim impedir a reproducgAo
successiva dos dficits.
Poderse conseguir 66to resultado? O
nobre presidente do conselho e o seu digno
collega da fazenda acreditara que sim, me-
diante a aceito lenta dos tempos, na reor-
g.niaagAo dos aervigos e na reduego das
despezas.
O orador cha-so em profunda diver-
gencia com os dous Ilustres estadistas so-
bra ambos estes pontos, e julga dever de
lealdade externar os motivos dessa diver-
gencia.
Quanto ao primeir j ponto, nAo acredita
que saja poltica prudento confiar na aceito
lenta dos tempos, isto pretender a eliroi-
nagao dos dficits por mea de medidas par-
ciaes e annaaes que com o tempo eem esses
resultados. Para isso tera o rador duas
raz5 experiencia poltica nos ensioa, quanto aos
partidos no poder, que a aceito do tempo,
bera longo de os fortalecer no intuito de
realizar economas, ao contrario, o mo
tivo qua os induz a augmentar as despe-
zas. -
E' de experiencia que todos os partidos,
quando sobem, trazem o programma de
fazer ccoaomias, era parte por compromis-
803 tomados na opposigAo, em parte porque
tem derrubadas a fazer, adversarios a de-
mittir e, at certo ponto, um ou outro es-
pirito sincero nao deixa do influir para
esse resultado.
Mas, com a acSo do tempo nao se pode
ter coofianca era que nenhu u partido possa
ter urna poltica constante de realizar eco-
nomas permanentemente. A tendencia
augmentar as despezas com o tempo do
poder.
A segunda razilo que o orador n*o tam
a mesma confianca que os dous Ilustres
estadistas nos recursos e onoraicos do paiz
para desempenhar esse plano "om inteira
probabilidade de bom fx'to. NAo \t razAo
para que se acredite na permanencia dos
recursos da nosia receita ; pe) contrario,
si o orador examina dalos recentes, obser-
va nAo soliente a raaior oseillaclo nos pre-
ra-
iniaui-
e Albu-
projaoto
ponsabi
ter accuuoulado um dficit de......... gos, mas na prolucgAo e quantidaie ex-
57.000:0000(00 portad..
Esta cifra est indicando que as econo- NAo entra nejaos desenvolvimientos, que
mias realiz idas polo gove'rno nAo sAo ain-1 o colocariara muito fra do aaaumpta ;
ua sufficiontes para se restaurar a situagAo I basta-lbe enunciar o facto que examinar
financtira do Imperio era outras aessucs.
O nobre Presidente do Conselho, inau Outra razAa contra este systema de pro-
gurando a nova situagao, dase qua a mis-1 curar reduzir as despezas cora a acgo do
sao da partido toiservador na presente
phase nAo podia ser outra senAo restaurar
as finaneas.
E', portauto, a rrstaurag&o das fioancas
o programma, nAo j ao gabiaete, mus da
tempo est nos grave
inconvenientes qua
a experiencia d dous annos j offereceu.
Si, com dous annos de poder, houve o ac-
crescirao na divida publica de cerca de
50.000:0000000, s resultante do augaen-
. E, cora effeito, outro programma j to da despeza par-, occorrer aos deficitu
nAo se poderi esperar ue um partido quiialm dos 130 ou 140.000:0004000 con-
durante oito annos de o^poscjto nAo teve | trahidos por emprstito, claro qua a pro
palavra que uo ossj no sentido de eDca-i porcSo que os ex^-r icios correrem tar-se
recer a necessidae de reduir as despe-; do fazer novos sacrificios para fazer faco ao
zas e melhorar a recita. (Apoiados.) pagamento dos juros. Assim, para o anno
Mas qual a condicAo primordial la qua v n o nobre ministro da fazenda,
restauracAo das finanjas? Evidentameote 1 alera dos recursos de que ba de carocer
o equilibrio do ornamento reduzindo as para feser fa ao pagamento di divida in-
despezas e meltiorando a receita de modo terna, ba de contrahir novos compromissos
a nAo se accumalarem os compromissos da para fazer *c aos dficits dos exercinos,
Naci, que rofeliraenfe j os senta bis "Essa qu nt. arca por 13.000:0000000 e,
tante para nAo ter a plena segurang* de assim, cora o eorr-r dos tempos as dim
poder, em circumstancias apertadas, satis-! culdades sa compli;araQ, em vez dse
tasar'oa seus compromissos. simplificarem.
A uossa divida publica, era vez de di-1 Quanto ao raeio para fazer aa economas,
aainuicao, te a tido augmento,
ltimos annos, nao inferior a
130.000:000,$000.
SAo cabe ao partido conservador a res-
ponsabilidade de semelhante faoto, porque,
quando, era 1835, subiu ao poder, achou,
s em bilhetes do Thesouro em circuloslo,
nestes dous ; o oradar tarabem nAe polo concordar con
S. Excs. : priraeiro por nao ter confinca
nessa recurso lento e vagaroso da reorga-
n8>cao dos servigos pblicos, e depois,
porque ao raesrao tempo que os ministros
apregoam as suas necessidades, fazem disto
condicd'S pra reaiiz*rera a sua poltica da
quantia superior a 100.000:0000. lApoia- restaurado tas financas. O orador nunca
|08 vio at hoje ura projcto de reorgamzacAo
Fo preciso consolidar
esta divida fluc-
tuante e fzar face ao dficit j verificado
de cerca de 26.000:0000 no primeiro ex-
ercicio da 8U3 gestAo ; assim como ser
FOLHETIM
JOSLARONZA
i'OK
JACQUKS10 FLT li PEDRO MIEL
atl>T4 P.4BTK
(Aiitii;v
((Jontinuaco ij a. 163
V
Certamente, rae^Aro. E tenbo pro-
vas.
Como assim exclamou Treguero.
Na mais civiliaada cittde do mundo pos-
sivel que um badido tenba assim fundado
urna verdadeira agenuia de ioformacoea ?
Darmaiily sorrio da admiragAo do ofSnal
de marinha.
Tudo possivel, meu caro amigo,
que ella exist. Como eu, ple certificar-
se disso.
Mas, isso um romance. Ora l
permittido a particulares ter sua soldada
e administrar urna polica de observscAo ?
Entendmonos, interrompeu Juliano.
NAo lbe disse que llie era permittido. E'
tolerado.
Mas, tolerado porquera ? Pela ver-
Hadeir. polica ? Pea administracao da
prefti'' :. ?
-ii claro. CoTprehendo que isto o
sorp: .Ja, ao ser.bor que viva quasi sem-
pre era um mej de pessoas sinceramente
honestas, que arriscara e sacrificara todos
a usa existencia ; eu, porra, nAo vejo
em tu ') isso mais do qae a consequencia
do estado iramoral em que actualmente se
nabara certas classes da nosaa sociedade.
.\. Jiescentarei que n3o ha lei que prohiba
eate modo de espionagem. E auccede al-
an n5o tenha augn'ntado as despezas
Citar os dous nicos projectos pelos quaes
o ministerio se tem erapenbaio na Cma-
ra: o relativo as trras publicas, que pen-
de de deliberacAa do Senado, e
forma municipal.
Em arabos ba augra
cAo de despezi.
Aun aparte do Sr.
querque, responde o orado!
de reforma judiciaria nAo
lidade dos conservadores
O Sr. Lourenco de Albuqaerque: E'
engao meu; eu queri ma refarir ao pro-
jacto de aposentacAo doa nragistr los.
O Sr. Audrade Figaeira dii que, cora
eff;ito, o projocto sobre aposeiftadora do3
magistrados, qia alias n!l 1 desorg>n8a-
gAo, mas de desorganis.gao, porqui tirou
do servgo magistrados activos, tambera
augmenta considerivelmante as despezas.
O projecto sobre torras publicas aug
menta a despeza, porque p.ssa para o go-
verno o onus pesadissi no da medicAo das
trras que se tenham da vender. O pro-
jecto reorganisando as muni palidades
onera os cofres pblicos, nAo s na corte
carao as provincias.
O Sr. Pedro Luiz: Em 10:0000000.
O Sr. Andrade Figueira diz que est
tratando da situagAo financeira geral do
Imperio.
O Sr. Pedro Luiz : as provincias
corre por conta daa municipalidades.
O Sr. Audrade Figueira observa qua
isso nAo altera os termos da questAo. Si
as municipalidades nAo tiverem recursos,
de alguma parte sabir a despeza.
O orador est se referindo ao orgaraento
geral, provincial e municipal: nAo ha ou I
tro modo de considerar a situagSo finan-
ceira do paiz, senAo sob este elevado ponto
de vista.. (Apilados.)
Ha tres rgamentos do Estado o geral,
o provincial e o municipal.Estes diver
sos rgamentos custam ao paiz sacrificios,
e quando aa municipalidades nAo podein
realizar as despezas que esto a seu car
go, fazem as as provincias ; e quando,
por sua vez, a provincia nAo ple fazel-as,
o Estado. Ple citar exemplo3 recantes.
Na mudanga do systeraa de pesos e me-
didas, certas despazas deviara ser fetas
pelas cmaras muuicipaes; raas, por insuf
ficiencia de seus cofres, o Estado as fez.
Quanto a el:ig5 -s, tamoem ba despezas
que devem correr prr conta da cacaara ;
entretanto, ellas tra sido feitas pelo Es-
tado
Quanto i despezas provinciaes, a espe-
cio muito variada ; tem havido verdadei-
ras doagSes, de que nlo se pede mais res
tituigao, como aconteceu com a provincia
da Babia, no ministerio do Sr. Visoonde de
Paranagu.
Como dzia, as medidas propostas at
agora tendera a aug nentar, em vez de di-
minuir as despezas, e esse o maior pe-
rigo do processo qua o orador conierana.
Esse processo, sobra ser lento, parigoso,
que incita ao augmento de despezas de
que nAo s. cogitva na discussSo do pro-
jacto que reorganizava o servigo e do qual
s se vera a dar. t quando so trata de
sommar as responsabilidades qua resultara
do tal processo.
NAo s isso.
Como ten sido, p:rgunta o orador, or-
ganizados os nossos sarvigjs ? como tm
sido organizados esses servigoa qua mere-
cem tanto respeito aos cobres ministros ?
T a sida organizados em leia do orgaraen-
to ou por decretos do governo, que nAo es-
Uto approvados (apoiados) e quo s entram
na lei annual, afira de con-eder ae crdito;
haja vista o que s.e deu cora a Escola de
Medicina do Rio de Janeiro, cuja reorga-
zagAo foi dada por decreto-, approvado por
ana emen la do Sanado, era lei de orga-
mento, e apreseatada aqu a ultima hora,
quasi ao apag.r daa luzes, si assim se pode
exprimir.
Si para organizar esta d-sordera que
existe nos rgamentos, e tanto tem cora -
promettido as nossas finangas (apoiados',
nAo tem havido escrpulos era enxertar as
leis annuaes, porqoa ha ver eases e crupu-
los, quando Be trata de substituir a orde n
a esses cabos, quando se trata de restau-
rar as finangas que essa situagAo compr-
me'teu ? (Apoiados.)
Porque esses escrpulos, quando os ac-
tos de que dependem essaa reorganizagoes
nAo estAo approvados pelo poder legislati-
vo, quando basta o silencio para fazel-os
gumas vezes que a ad rainistrago bitida
pelos enpregados iestas agencias. Infe-
lizmente, porra, ella nAo pode lutar senAo
s ocral'as, astuciosaraeote.
E pen3a que a prefeitura de polica
nos prestar o seu uuxilio ?
Sen duvida nenhuma. Mas ne-
cessario proceder nm prudencia. Recor-
ramos a ella Ajuif'iaol-a na proporgAo
de nossas forgas, sera to lavia revelar lbe
todas as nossas descobertas. Ser conve-
niente qua os seua agentes nos sirvam ;
seria, por n, rao que nos Ibessirvissemoe.
Com os diabos Sabe que isto nAo
cousa d> nonada. Pela minba parte, te-
nbo muito med j de que, urna vez as raaos
dos alguazis, rae succeda ser arredado com-
pletamente per essa gente. A esse res-
peito nAo me julgo habilitado. Francamen
te, prefiro declarar lhe: seria capaz de
transtornar tudo.
Fique descansado, meu bom amigo,
nAo me descuidarei. J descobri factos
bom singulares, e, tornando a L-ronza,
sei que elle tem, no numero dos tratantes
que emprega nesse bello ofrhio, ura doi
agentes de raaior confianga da seguranga
publica.
O teuente nao podia acreditar no qua
ouvia.
Por pou:o, tea penaado qui o joven
advogado quera gracejar.
E' demais, bradou elle, raordendo
urna aza de perdiz tria. Ou est era erro
ou es' mal informado.
NAo sAo inforraagSes. Soube de caso
por mira mesmo'. Laronza tem a seu aer-
vigo ura agente muito hbil, que se chama
Logouga, o qua! trahe os segredos da ad-
roinistragAo e revU*4M ao ebefa deste ban-
do de salteadores.
E a admiaistr^gao sabe disso ?
Ainda nao. Antes da prevenil a,
quera a evidencia daa cousas.
No seu lugar, meu caro, teria i-1 me-
diatamente denunciado essa traidor. Tai-
vez o chele da s.-guranga podeasi uasioi
chegar a descobrir a verdadeira pista.
Darmaiily fez signal negatixo.
E' justarajnte pela razAo de estar
persuadido do que o ch-fa da segurang..
nAo acharia a pista, que anda nAo dunun
ciai Lagougj. Os o miaeravcl fosse preao
baquear e quando se pola retocal-aa para
diminuir as despezas publicas ?
O Sr. Lourango de Albuquerqu3 : -E'
que na la se quer fazer.
O Sr. Aidrale Figu;ra nAo acredita
que o governo nada queira fazer, porque
aresponsabilidade nAo e sraente do gover-
no, como a responsabilidade de um grande
partido, que est comprometido at aos
olbos por esta causa ; e ouvia a declara*
gAo do nobre Ministro, assistin \o aos tra-
balhjs da oramiss.lo de orgaraento, de quo
se crafor nava o estiva disposto a aceitar
todas as raducgoVs que a conmissA) qui-
zcssa fazer. NA a viu nunca S. Exc. apre-
sentar nanbum embarac; apenas teve al
gumas reservas era referencia ao dote de
Sua Alteza o Sr. Duque de Saxe.
O Sr, Liurengo de Albuquerque d ura
apnrte.
O Sr. Andrade Figueira entenJe que o
governo nAo podia deixar de fazer urna
proposta do orgiraento de ajco.do cora o
quo tem sido votado as leis de crgaraen-
to anteriores ; nAo podia apartarse dos
preceitos 1-gaes, a respailo la decretagAo
da despeza ; mis n> parlamento quo se
podein fazer concessSas ou exigencias, por
que neste assu npto vai o ora lor ao ponto
de exigir dos amigos.
Cfassifiquem no como quizerem, pois a
este respeito invencivel, e poda raesrao
dizer, i uitauio urna pbrase de Chateau-
briand : J perdi a esta respaito todo o
pudor.
Assim, entende indispensavel iniciarse
esta obra de raducgAo das despezas, e sem
parda de tempo deve ser convidado o go-
verno, que julga estar oorap3notrado do
mesmo pensamento a respeito, afira decora
p!etar-se esta obra meritoria, que o pro-
gramma d sea gabinete.
A cmara tera o nura-ro e a forg por
si, tera o direto e tara o imperio, si o qui-
zer e, si o nAo fizar, a responsabilidade ae-
ra s sua.
E' como se pode operar esta obra da
reducgAo das despazas sobre ura plano ex-
equivel na decretigAo do orgaraento, bo-
bre ura plano harmnico e uniforma na re-
dncgAo das despezas dasta ministerio, jus
taraente porque este orgaraento do Impe-
rio onde os maiores cortes sA) justificaveis,
e para fazer estes cortes basta harmonisar
os servigoi. S com isto se far grande
economa.
Vai citar canata algumas verbas do
orgaraento que se acha era discussAo. NAo
fallar as verbas referentes casa i npe-
TiA, porque estas 11A0 podem ser reduzi-
das, e, quando pudesse sor, nAo as procu-
rara diminuir, com reeeio de que alguem
quizesse augmental-as.
Segue-8e a verba referente ao corps le-
gislativo, cmara dos deputados e senado,
e respectivas secretarias.
O orador lembra que sempre* foi con-
trario ao augmento de subsidio. Chegou
mesmo, na sessAo de 1877, a propor algu-
ma cousa a respeito, e foi ura imposto qua
cahij no senado, porque o senado quer
legislar sobre irapostos mais do que a c 1-
tnora, a quem compete im:ial-os. (Apoia-
dos.)
Hoje, porem, o subsidio dos raembros
de arabas as casas do parlamento nAo po
de ser modificado, pela raesraa razao que o
orador deu ha pouco, era reiagAo casa
imperial, isto pelo reeeio de que, pro-
posta a redcelo, haja quera queira aug-
mental-o. Alm disto, este suhsilio foi vo-
tado por lei que subsiste, e s na ultima
sessito da presante legislatura poder ser
alterado.
Por uraa lei qua reduza o subsidio desde
j se comprometi a votar a favor ; mas
nAo v actualmente melhor raeio de conse-
guir essa intento do qua o imposto. Os
merabros da cmara pagara j de imposto
2 [ da importancia do subsidio, alera de
5#|0 addicionaes ; mas podam supportar
imposto mais alto, como ex>gem as cir-
cumstanciaa do paiz. Isto no caso de o
governo querer executar as economas in
di.-peusaveis, porque, a nAo ser assim, o
orador aconselha a todos os nobres depu-
tados que se acautellem o mais possivel
com as prodigalidades.
O Sr. Lour^ngo de Albuquerque :
Aprsente emenda neste sentido, e ver
a sorte dellas.
nAo fallaia. Laronza comprara o sea si-
lencio, e, tendo seguro a seu acolyto, to-
mara todas aa cautelas
Pelo menos potera pedir que esse
agente fussse vigiado.
J pensei nisso. Depois, reflecti que,
prevenida,'a polica quereria cahir om cheio
no negocio. Ora, tinharaos serias razSss
para qua tal nao fosse o seu papel nesta
oocatAo. Essas razSes agora desappare-
ceram. Daraais, creio que sera ella nada
conseguiremos, a menos que. organisasse-
raoa tarabem urna contra polica.
JoAo de Treguern ia interrompel-o.
Darmaiily adivinhouu o que quera di-
zer.
Sei qual a objacgAo que me vai fa-
zer. NAo tica bera a um valente official da
armada estar era relago-s com policiaes.
Os homens do mar tra pouca aympathia
para tudo o que ebeira a soldado de poli-
ca. Entretanto, era Pariz nAo se poderia
habitar, se nAo houvesse polica da sagu-
r-nga. Ainda ha pouco voc disse-me a
sua opiniAo a este respailo. Por isso, re-
nuncio dar-lhe encargo incorapativel cora
as auas aptidSes. Resignar-rae-hei, por
tanto, se nisso nao v qualquer inconve-
niente, a apresentar urna denuncia om ter-
mos ao procurador da repblica.
JoAo respirou. Sau amigo nAo exigia
que elle se ocupasse de orgauisagAo poli-
cial, como a principio receiara, o que nao
deixara de tornal-o um pouco perplexo.
Respondeu, pois, sem mais rodeioa :
Nao vejo nisso o menor inoonvenien-
te. Entretanto, pego lhe permissAo para
fazer uraa pergunta.
Qual T
Como far o lbello de urna denun-
cia em que,, se bem pude ha pouco com-
prehender o seu intento, fioar proh'bido
de reveLr qualquer cousa formal I
Emquanto ao libello da denuncia, con-
fia em mim, meu caro Treguern. O que
lhe parece uraa bicha de sete cabegas
cousa de extrema aimplicidade em materia
judiciaria. Tamos o nosso estylo e as nos-
sas phraaea de dupla ioterpretagAo. Do-
mis, lera o meu depoimanto O aenhor
bom conselheiro, e prometi lhe nAo tomar
nenbuma reaolucAo sem tt-o consultado.
O Sr. Andrade Figueira apresentava
emendas no tempo eja^ue o nobra depu-
ta lo era governo : boj t*ra metbodo mais
simples e cramete para si; inlica aos
seus amigos das diff;r -ntes comraBsSas e
do governo aquiilo que entende convenien
te fazer se ; se nAo aceitara as suas indi-
cab3es, vota contra os orgamento3. Forra-
se aasiai ao trebilho da formular emen-
das, e poupa caara o trab-lho de rejei
tal-as.
O Sr. Liurengo de Albuquerque :
Agora que a maiona conservadora, era
occasiAo de fazer viogar as ideas por que
que V. Exc. pugnou era opposigAo.
O Sr. Andrade Figueira diz que o no-
bre deputado encontr no Annaes essas
euendas, e poder reproluz las. (Apoia
dos.) Cont para isso cora o voto do ora-
dor, porque, embora elle reconh^ga que
possa haver ura ou outro inconveniente
as medidas propostas pela opposigAo, ta
roanho o seu erapenho de restaurar as
fiaangas publicas, que nAo duvidar ir con-
tra esses intitulados s?rvigos orgaoisados.
Hypotbeca, pois, o sea voto nesse sentido,
menos quanto quelles objactos sobre os
qu&es manifestou rejeios de qua ama pro-
posta de reducgAo dssa azo para augmen-
tar-Be a despeza.
as secretarias do senado e da cmara,
s quaes o oa lor unir a secretaria do
imperio, coraega o ponto do orgaraento em
que se podera fazer economas, e econo-
mas nAo pequeas.
As secretarias de estado tra sido o.'ga-
nisadas pelo governo por decretos de di-
versas datas, em virtude da autorisag8;3
do corpo legislativo. N*S3es decretos o go-
verno imrcou ordenados para os erapre-
gados de taes secretarias, segundo as exi-
gencias da poca, e, assim, ha emprega-
dos que vencera o dobro do que percebera
outros da mesraa cathegoria. Os das se-
cretarias do imperio e da Agricultura,
para as quaes o governo fez regulamentos
em datas mais recentes, sAo os que tra
maiores venciraentos Os da secretaria do
imperio tra sobre os outros grandes van-
tagens, nAo s quanto a condig3os espa
ciaes de apo89ntagao, de licenga, e at de
garanta da posse do cargo. O orador ro-
corda-se de um artigo do regulamento des-
sa secretaria, no qu*l se dispo) que, desde
que o govorno tenba necessidade, por con-
veniencia do servigo publico, de demittir
ura emprega lo, este nAo perde o seu di-
reto aposentadoria. O artigo do regula-
mento tem essa geaeralidade, raaia ou me-
nos.
Este regulamento nAo foi at hoje ap-
provado, porque o corpo legislativo ape-
nas tem incluido na verba respectiva o cr-
dito necessario para pagar o pessoal, con-
forme as tabellas que aoompanbam o mes-
mo decreto. Mas, se a cmara comparar a
responsabilidade, os de veres, as habilita-
g3es que devem reunir os empregados das
secretarias, encontrar um desigualdade
chocante. O orador nAo sabe como o di-
rector geral da secretaria da justiga, que
o director de todas as secgoea daqucll
reparticAo e deve ser um jurisconsulto
(apoiados), pode receber o ordenado de
7:0000, quando um dos tres ou quatro di-
rectores da se Tetara do imperio, que nAo
carecem das mesraas habilitago's, que nAo
ten a raesraa responsabilidade, sAo apenas
directores de sua secgAo, receba 8:0000.
J nSo quer discutir as con ligoes de apo
8entaloria e outros favores que o ultimo
de.r to liberalisa aos emprogados da se-
cretaria do imperio e qua oa anteriores,
que sao mais estrictos, Hberalsam aos da-
raais empregados de outras sacretarias de
Estado.
Depois, os empregados nSo seguem to-
dos urna escala, de aorta qu acontece qu
empregados de cathegeria inferior da se-
cretaria do Imperio tra ordenados superio-
res a empregados de cathegoria supari-T
de outras secretarias ; de aorta que acon-
teceu o que acontece entre nos que to
das as reformas que e fazem tomara por
base a qua mais favoravel A Cmara dos
Deputados com oppoBgAo mais viva da
bancada conservadora, teve de deferir o
pedido dos empregados da secretaria para
que se igualassem os seus venoimen'os acs
Vencimentos dos empregados da secretaria
do Imperio, os mais favorecidos do Impe
IV
O diapasAo da conversa crescia. O al-
mogo estava no fim e o fumo de roanilhas
excedentes, levados pelo tenante, e os vinbos
capitosos de Borgonba apagaram a impres-
sio das contrariedades da primera hora.
O caf a um velho arraagnac bordelez ac
baram de dissipar as preoecupagdas.
Durante alguos minutos os dous conser-
varam-se caladoa.
Darmaiily via-oe em muito pouco tempo
senhor de todos os fies desse enredo tene-
broso. E entAo que gloria !
Quanto a Treguern, esse tinha a pouco
e pouco esquecido tudo quanto ouvira.
Penaava era Alice, 8ua ooiva. Cora a ca-
bega encostada para tras contentplava as fi-
guras caprichosas desenbadas pelos aspi-
raos do fumo, e em cada uraa descolora
alguma feigAo da iraigera da menina bera-
araada.
Sorria entAo. A sua emogaa crescia com
cada apparigAo.
Urna lagrima bumedecia-llie os cantos
dos oihos, qua a teverberagAo do sol dos
trpicos devia ter seccado por muito tera
po-
Darmaiily foi o primeiro que volou
realidade.
EntAo, Treguern, est as nuvens ?
Qje diabo, meu caro, voc est com os
olbos hmidos. Aposto que es' aonhando
com a menina Alice d'Isaac. .. Ab I co
mo voc vai aer feliz daqui a alguns me-
ses I Vamos, bebamos saude dos seus
amores e sua fdicidade.
Essa diversAo foi muito do gosto do te
nente.
Eacheu segunda vez o copo d'armagnac
e levntense.
Bebamos, meu caro Juliano, aos nos-
sos amor8
E, mquanto os copos tioiam e o con
tedo erabebi do ura de s trago, as raAos
dos dous amigos trocaram um vigoroso
aperta.
Lago qua elles sentarara-se, a eampainha
ebetrica vibrou cora violencia annunciando
a chegada de urna visita entrado do apo-
sento
Darmaiily pareceu admirado. _
NAo espero ninguem. Q aera ser esse
rio, ao masrao tetnpo gos'm de iguae3 pre-
dAmentos, isto tivess?m direito aoaraes-
mfcj|vore3 de aposentadoria, de licenga
e iHa8 as mais cooees3n ftitas pelo re-
gulamento da secretaria.
A Cmara da e.itAo voten, porque ha
entre nos muito pudor etr< estabelecr igual-
dade, raes no entro condg3;s desiguaes,
como eram esta. Os empregados da Se-
cretaria do Inperio j estavara era condi-
g3c3 raas favorecidas que os demais eragre-
gados das outras secretarias, e os empre-
gados da Secretaria da Cmara nAo podiam
ter a pretengAo de ser equiparados, nam
raesrao queile. que estavara eei condig8as
meno3 favorec las, por urna razAo porque
os empregados da secretaria da Cmara tra-
balham da quatro a seis raezespor anno, ao
passo quo os erapregalos das outras secre-
tarias trabalhara todo o anno. Isto foi dito
aqur raas votou-so o contrario.
O orador, porra, a este respeito tem
urna grave responsabilidad, q ia o tem
atormentado toda a sua vida, e ha do aoa-
brui.bal-o na sua velliic Atirado, pelos
azare da fortuna, a essa cadeira (nAo
apoi dos) qu o Sr. presidente tAo digna-
mente oceupa, acraditou quo nAo tinha for-
ga moral para occupal a um instante, sem
procurar realizar as ideas qua havia pre-
gado era opposigAo, e, portanto, teve a
honra de propor e a Cmara a gentileza de
aceitar, uraa medida restab leepn lo as cou-
sas, como deviara ser isto regulando os
venciraentos dos empregados da secretaria
da Cmara, cerno tinham sido antes do
acto de 1882, que lhe pareceu attentatorio
dos interesses pblicos.
A Cmara aasira votou ; foi para o Se-
nado ; o Senado tinha tarabem tabella para
os empregados da sua seorotaria ; era mais
igual dos vencimientos dos empregados da
secretaria da Cmara ; o Ilustre Presiden-
te do Conselho, cono presidente daquella
corporagAo, recusou-se scrapre a augmen-
tar vencimeotos quelles empregados por- -
que achava qua elles percebiam j ajusta
remuneragAo dos seus servigos. U.n pare-
cer foi all apresentado na occasiAo em
que S. Exc. nAo oceupava a cadeira da
presidencia, propondo o augmento dessas
veaeimentos ; nunca entrou em discussAo.
na verba foi accreacentada augmentando
o crdito da lei do orgaraento, no sentido
de satisfazar a esse augmento, caso fosse
votado o parecer, e o presidente do Sana-
do nunca appli ou essa verba.
Isto durante dos exercidos. O Senado
esperava que fosse desta Cmara ura acto
pelo qual a mesraa Cmara procurava go-
vernar a sua secretaria como entenda,
tira de nAo s augmentar a despeza, de-
notando assim que a Cmara nAo devia
ter a velleidade de procurar reduzil-a, como
ainda de augmentar a despeza da propria
Cmara, que esta tinha querido diminuir.
O orador teve ahi duas tristezas: pri-
mera a de ver o Seaado, corpo conserva-
dor, corpa colegislativo, nAo respeitar os
precedentes, segundo 03 quaes cada urna
das cmaras regulou sempre a sua secre-
taria como entendeu ; nao attender s con-
veniencias publicas, qae cortamente nAo
reclamavam o augmento do ordenado de
seus empregados, qua at ahi tinham vivi-
do com ordenado menor, e de impedir esta
Ctmara, que tem a iniciativa do impostos
e que deva tei tambera a iniciativa nare-
ducgSo das despezas (apoiados), de fazer o
seu dever, reduzindo a d-speza do pessoal
da sua propria secretaria.
NAo se admira do qae o Senado se per-
mittisse ossa liberdade.
* O Senado, qua pretende at dissolver a
Cmara, que pretende dirigil-a...
O Sr. Ratisbona : Agora est isso em
moda.
O Sr. Andrade Figaeira diz que o no-
bre deput .do cont cora que qualquer da
ir um convite a Sua Alteza a Princeza
Regente para que dissolva a Cmara. (Riso.)
O Senado, continua o orador, qua tem
esquacido a sua posigAo moderadora, at ao
ponto de tornar-se reformador por excellen-
cia da Igreja e da familia (apoiados), uraa
praga de abolicionismo (bilaridada prolon-
gada), que vai dentro era pouco derramar-
se sobre todo o paiz e estrelisar os cafeeiros
que o sustentara....
(Contina)
intruso que vem perturbar-nos ? murmu-
rou ella a meia vez, emquanto Treguern
cahia novamente na sua med Decorreu ura minuto, e ura erapurrAo
formidavel na porta da sala da jantar d-
xou entrar a raassa gigantesca do corpo de
Pouliguen.
Bora I exclamou Juliano, dando una
grande risada. Eis me obrigado a pedir
desculpa e a retirar o qua aoabei de dizer.
E' seu irmAo de leite, meu caro Treguero,
esse bom Piarrick.
JoAo estava de costas para a parede.
Ouvi'ido pronunciar c norae de Piarrick,
teve um sobresalto e levantou se brusca-
mente.
Vendo o rosto tranatornado do marujo
comprehenleu que o motivo da sua pre-
senga era tal momento, era casa de Dar-
maiily, devia 8er grave. Era, com effeito,
meio da, e elle costurava alraogar a essa
hora.
O gigante estava osbaforido.
Grandes gottas de suor deseiam-lhe pe-
las faces
Nao deu a Treguern tempo de ioterro-
gal-o.
Tomando a attitude do subordinado do
baixo de armas, pronunciou por entre ex
halagoes rapid s :
Desculpe, Sr comraaadante, acabo
de dea obiir.
Darmaiily nAo comprehendeu.
Treguern, ao mesmo tarapo, fez esta
perg' nta a Pouliguen :
Que que descubriste ?
O tratante da abordagem.
Darraiilly ainda nao ooraprebendeu.
Qua tratante ? tornou Traguern, que
abordagem ?
O tratante de Singapoor. Aquelle,
Sr. commandante, que quando eu o agar-
rei, favoreceu-me cora um pontap que me
d ixou urna cicatriz at boje.
Treguern comprehendeu.
Fallas do chefe dos piratas ? Daquel-
les que quasi enforcamos no Ocano indi-
co ? de Jos Laronza ?
E' isso mesmo, Sr. commandante.
Onde est ella T Onde o viste T
Vou contarlhe a cousa toda, Sr. com-
mandante. Esta manhA eu me sent trans-
tornado Jflflferrk, disse eu cora os meus
botSes, preciso tomar ura pouco de ven-
to, a?:ra de alliviar o estomago e prepralo
para a ragAo do meio dia. Aadei bor te-
jando durante a noita, e esses pariziensas
desgranados fizerara-me engolir urna quan-
tidade de liquido. Emfim, eis-me navegan-
do debaixo das arcadas da ra Tivoli.
Diga, ao menos, es noraes das ras,
interrompeu Darmaiily. E' a ra de Ri-
voli.
Como o senhor quizer. NAo se zan-
gue comraigo. E' a prineira vez qua ar-
ribo aqu. Pois meia amarra para no-
reste, vejo a raiuha antga preza. Est,
porm, mudado quanto barba. Rapou
as soigas e alcatroon o bigode.
Ests bem certo de tel o reconbeci-
do ? perguntou Tr-guern.
Nao ha duvida, Sr. commandante.
Vendo que elle aproava para mira e tam-
bera podia me ver, parei e metti-me atrs
de um pilar. Por desgraga, o meu volurae
menito grande. A du^s bragas de dis-
tancia elle descobrio me ; vrou de bordo
e fago com vento em popa. Eu nAo quiz
dar caga sera vir dar parto. Mas o Sr.
commandante conhece Piarrk ; elle nao
toma urna galera ingleza por uraa galera
americana. A nossa preza veio refrescar.
EntAo, exclamou Darmaiily, Jos La-
ronza est em Pariz. Eis abi urna infor-
magao importante, meu bom Pouliguen.
NAo sei como nem onde voc descobrio o
bandido, mas o qua sei que o nosso ini-
migo est aa praga. E' preciso que en-
tremos j em campanha.
E' a minba opiniAo, disse Treguern,
qua dirigise ante-camara, onde tinha
deixado o sobretudo e o chapeo.
Depois, voltou sala
Creio, disse elle, qu devemos ir j
prevenir a Sra. Francs.
A idea excellente, respondeu Dar-
maiily. Vamos, esteu s suas ordena.
E os dous mogos, leatituincro a liberda-
de a Pouliguen, tomaram o caminbo da
ra de Boulainvilliers.
(Continuar sena)
typ. do Diario roa Duque de Caxiaa n. 41
I mmfll


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