Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19113


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Full Text
TS!-----"*"
iiJi LI i i HiU M

i
PIRA A CAPSTAL, K LltiiBF'* O.MC WO f PAA PORT1.
Por tres mezes adiaatados............... 6(5000
Por seis ditos dem.......... ...... 12*0080
Por um anno dem..... ........... 23(5000
Cada numero avuleo, do rnesmo dia............ (5100
m
-^
m'-^ 21 lSM
PARA DES1IIO B PORA DA PROTISCIA
Por ieh mezes adiantados............._ .
Por nove ditos idem................
Por iim anno idem.............
Cada numero avalso, de dias anteriores..........
130501
200000
27JC0C
0100
NAMBCO
Proprubabe te JRmo Xtfinrir* be i*ria 4 Styos
Os rs. Aaaede Prlnee A C
4e Parla, m& os nossos agentes
exclusivos de anuncios e pu-
blicacSes na Franca e Ingla-
terra
TELEGRAMMAS
szr;:;: :a::icuus bo ssasio
KIO DE JANEIRO, 20 de Julho, as 11
boras e 45 minutos da manha. (ttecebido
1 hora e 45 minutos da tarde, pela liana
terrestre).
Na Cmara du Ui-puladon em <-
sao de liwiil-m o coBiollii-lru Theo-
doru lachado Freir Pereira da Sil-
va tratando do ornamento do Minis-
terio da Juoliru nronunciou un Im-
portante discarso.
a uicsmii Cmara aaprovou em 3
diacaiio o oreamenio do Mlnlsterla
da JuMtica rom ai emendas da com
saisas inclualwe as que forana apre
eniRda* pelo deputadoM de Per-
aambaeo.
O ir. Felippe de Flguelroa Parla.
diNcutinilo o oreamento do Ministe-
rio da Mariana, pronuncio am lon-
go e importante discurso
S. Exc. Entre ontro* aaamnploa oc-
cupou-ae en demonatrar a ssecessl-
dade de aer augmentado o material
da armada e respectiva pessoal, am-
piiando-se assim oa neioide detVsa
nacional.
Igualmente traton da neceiiidade
de se f*ier acqnlsleao de torpedel-
ras de grande velocldade.de ae esta
lieliici p ha roes aobretndo no es pa-
co comprebendido entre o cabo de S.
Hoque e o rocb edo de S. Pedro, de se
collocar nm cabo submarino que ll-
ene a liba de Fernando de Noronba
ao continente, de e construir na re
ferida liba ama os sarao aemapnorl-
ca. de ae cons-rrar o arsenal de Ha-
rtaba dessa provincia, melborar e
ampliar aa ana oflBrtaaa e peaaoal.
e de ae dotar aa capitana* dos por-
tn de meloa promptoa para acudir
e dar aoccorroa em eaao de naufra-
gtoa.
O conaelbelro Sarao de Mamor.
sainiatro do im erlo. reaponden a
ama interpellaco fundamentada
pele conaelbelro AITitnao Augusto
Morelra Penna. depatado por Mlnaa
ternes, acerca do adlamento de rea-
nio de algnmaa aasemblaa pro
vlnclaea.
KIO DE JANEIRO, 20 de Julho, s 4
horas e 5 minutos da tarde. (Recebido s
5 horas e 3U minutos, pela linha terres-
tra).
Uouie i..;.- sesso na Cantara doa
Oeputa.los.
O ninii'Diiir.i Manoel d Naaci-
mento Mae.ia i<> Portella lea um te-
legramma em que ae Ibe noticiaba
ter aido emb -ada pela companbia
lagleza da estrada de ferro do He
cite ao S Francisco a conslrucco de
urna eslaco em Afosados, que pre-
tende f. aer o governo para o ser I
eo da airada da ferro do Herir a
Caruaru. O Sr. conaelbelro Bodrlgo
Augusto da Silva, miolatro da agrl-
ii 11ura. declarou que a obra nao es-
tavaembarcadae alm suspensa pelo
presidente da provincia, cujasjlnror
macoca espera.
O meamo conaelbelro ministro da
agricultura apresen!.>u ama propos-
ta concedendo o crdito de deaolto
mil cont* de res para o prolonga
ment das estradas de ferro da Ba-
bia e do Sal.
a ur Pedro Be linio discatlndo o
oreamento da marinha pronunrlou
asa Importante discurso.
PARAHYBA, 20 de Julho, s 3 hora e
55 minutos da tarde.
Aqnl cnegou boje o vapor nacional
IPOJUCA, qne seguir baje mesmo
para esse poris.
RIO DE JANEIRO, 20 de Julho, a 6
boras e 30 minutos da tarde. (Recebido s
8 horas da noite, pela liaba terrestre).
O Mr. Jom Bernarda Clalvfto Aleo
Corad > Fllbo. dlsentlndo boje na Ca-
nsara dos Deputadoa a oreamento da
marinba. defendea o presidente da
provincia de Pernambuco. relativa-
mente a aecnsacea qne Ibe sao fel-
tas pelo naufragio ds patacho nacio-
nal PIRAPAMA.
S. Exc. orcupon se no seu discurso
dos lnteresses da lisa operarla e da
neceaaidade de se conservar o Arse-
nal de Marinba de Pernambuco.
Corre que o Sr. ministro do Impe-
rio. Bario de Mamor. pedio demls-
aao por ter sido boje abandonado
pelos senadores. Inclusiva os seus
collegaa do miniaterlo. na occaalao
em que davaexpllcacoea no Senado,
cajo presidente levantou em segui-
da a sesso.
nota* .> ,a
4*qV.*. V sWdilwsa AkMAm
MADRID, 19 de Julha.
o padre Colelo asaaaaino de S.
lie. o bispo de Madrid val ser posto
n'um aa? lo de alienados.
MADRID, 19 de Julho.
SS. MM. o Imperador e a imp eratriz
do Brasil partirn* noje para Pars.
PARS, 19 de Julho.
A Cmara dos Depilado* votou o
crdito pedido pelo ministro da
guerra para urna experiencia de
mobilisacao aera! um corpo de
exerclto.
LONDRES, 19 de Julho.
A Cmara dos Lord* adoptou o coer-
c tion BUL.
GASTEIN, 19 de Julho.
tt. M. o Imperador Cuilherme aca-
ba de ebegar aqu
m
RIO DE JANEIRO, 20 de Julho, s
6 horas e 40 minutos.
No correr de um diacurao que pro
nunclou boje no Senado o Exm. Sr.
conselbelro Saraita declarou que
usteatava vigorosamente a Integrl-
dade da administrarlo doa dlnbel-
ros pblicos pelos mlnwlerlos llbe-
raes.
QUITO, 20 de Julho.
O governo da republlco venden a
particulares Inglese* os terreno* li-
tigioso*.
Consta que o governo do Pera* pro.
testara.
PARS, 20 de Julho.
A Cmara do* Deputado* repelllo
o projecto do estabele el ment de u m
novo cabo telegrapblco aubmarlno
entre as Antllba* franeexa*.
ROMA, 20 de Julho.
Burante as ultimas 91 boras boa-
veram na Sicilia I novos caaos de
cholera morbos.
Agu i Havas, anal Pernamt>uoo,
20 de Julho 187.
JARTE orncu
lHSTRDCCiO POPULAR
PHYSOLOGli HUMANA ;
^xtraMdo)
OA BIBLIOTBECA DO POVO E DAS K8C01.A9
PRIME1RA PARTE
FUNCCofS DE ."slTMCAO
*dsbsto
( Continuar ao )
0 estomago. E' o orgio atis importante do ap-
parelbo digestivo, e tem a forma de um aacco
isembranoso. Est situado na parte superior do
veutre, e continuase superiormente com o esopha-
go pelo orificio denominado urda, e interiormen-
te com o intestino delgado por outro orificio que
tem o nomo de yloro. E' incorvado sobre si mes-
mo, presentando a forma de nm folie de gaita.
O seu bordo superior curvo e curto, o inferior,
llamado grande curvatura do estomago, inais
longo e convexo.
Este bordo apresenta na toa parte esquerda
uina aalieucia consideravel, chamada grande tu-
berosidade do eatonago. A sua parede formada
par tres tnicas, que sao, de fora para dentro :
urna serosa, urna muscular e urna mucosa.
U intestino delgado ajparte mais delgada do
canal digestivo. Tem a forma de am tubo longo e
delgado, tendido deade 3 estomago at ao intes-
tino groseo, e incurvado am grande numerj de
vexe* sobre si mesmo.
Divide-se em tres porgues : duodeno, jejuoo e
leon. As anas paredes sao, como ai do estomago,
formadas por tres tnicas, serora, musculir e ma-
cse.
0 intestino /rosto, que a continuacio da in-
testino delgado, tem aa paredes constituidas por
tres tnica* anlogas s deste ; dividido em
tres porcoes, qae e denojiinam ceg, coloo e
seto, e termina inferiormeute na abertura exte-
rior chamada ana*.
(Continua)
t; o ver no da Provincia
EXPEDIENTE DO DU 10 JUNHO DE DE 1JJ87
Actos :
O presidente da provincia na conf jrroida le
do art. 24 n. 1 do acto atdicional Constituico
Poltica do Imp rio e lei ur .vine:al n. 47 de 16 de
Junbo de 1837, convoca a nova Asiembla Legis-
lativa Provincial para o dia I. de Marco de 1888,
procedendd-se a eleicSo de seus mpmbroa a 1. de
Dezembro do crvente anno. Fiseram-se as de
vidas communicacoes.
U presidente da provincia tendo na vista a
proposta contida no oifioio do inspector do The-
souro de 6 do corrente, i. 655, tea-Ave nomear o
promotor publico bacbarel Augusto Osar Pereira
Caldas, para exercer o cargo de ajudante do pro-
curador dos feitp da fasenda provincial no districto
da collectoria de Bom Conselho.Comminicou-se
ao inspector do Tstaouro .Provincial.
J presidente dx provincia, teuio em vista a
portara de boje pela qnal fui concedida aposenta-
co a Rodrigo Jacome Martina Pereira do cargo
de 2." escripturario addido R'.'cebedorii Provin-
cial, resolve declarar sem effeito a portara de 7
do corrente, que determinou que paaaaase o men
ciouad i M irlins Pereira a poetncher effectiva-
mente o cargo de 3." escripturario do Thesouro,
vaga pe'a exoneraco concedida ao bacbarel Fran-
cisco Correia Lima Sobrnho. Communicoa-se ao
Thesouro Provincial.
O presidente da provincia, atteudendo ao que
requeren o 2. escripturario addio a Reeebedoria
Provincial, Rodrigo Jacome MartiaB Pereira, re-
solve, de accordo com o 3. do art. 9 da lei
n. 188 art. 74 do regalamento de 28 de Mai>
ultimo e a portara de 30, conceder-lba apoBentaco
do Iludido cargo ; sendo liquidado pelo Tbesour*
rTovincial o tempo de ser vico effectivo do sup-
plicante, para o fim de perceber os vencimentos
oc por lei Ihe competem.Comrounicou e ao
'buaouro Provincial.
O presidente da provincia, attendendo ao que
requereu Antooio Soriino do pfSO Barros, lan-
zador addido Reeebedoria Provincial, reeolye de
accordo com o 3. do art. J" da lei n. lwU,
art. 74 do regulamdlto de 28 de Maia ultimo e
portara de 30, concedendo aDresenraeSo no ailu-
dido cargo; sendo liquidado pelo Tb-aouro Pro-
vincial o tempo de servijo efFectivo do supplieante
para o fim de perceber os vencimentos que por lei
lhe competem.Commanicou-se ao Thesouro Pro-
vincial.
0 presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. ebefe de polica em officio
de 7 do corrente mes, sob n. 521, resolve exonerar
Caetano Pereira da Suva Pcixoto, Rosendo de
Oliveira e Silva e Candido Jos Besella, dos lu-
gares de Rbdelegado, 1., 2." e 3. supplentes do
1. districto do teimo de Leopoldina, e nomear,
para substitail-os, os cidadaos Bell irmino da Costa
Araujo, Simeo Correia Lima, Moves Qoncalve*
Lima e Manoel Lanrindo Pereira Lima, na ordem
em que ge acham collocadoa.
0 presidente da proviocareaolve, decontor-
midade com o disposto no art. 168 do regulamento
annexo ao decreto n. 9420, de 28 de Abril de 1885,
nomear o cf' 'Aio honorario do exercito Alfonso de
Hollanda ^e Albuquerque Maranbao, para servir
provisoriamente os offici.s de escrivS privativo
de orpbSos e ausentes e d > crirae, por Jistribuico
do termo de Nazareth.Qommnnieou-e eo Jui
municipal de Nazareth.
Officios:
Ao commandante das armas.Conforme de
clara o director do Arsenal de Guerra, enn officio
n. 1137 de 8 do corrente, torna se necetsario que
sejam all receidos artigos do 14 batalbio de n-
fantaria, constantes do pedido que acompaoham o
officio do V. Exc. de 4 deste mei, sob n. 298, afim
de que examinados pela i esped va cemmissao posan
esta declarar se sao sueceptiveis de concert.
O que taco constar a V. Exc. para es devidos
fins.Communicou-se ao Arsenal de Guerra.
-Ao Dr. chefe de polica.A' vista do que
informoa a Cmara Municipal da villa de Granito
em officio de 12 de Maio u'timo, acerca do que
expsx o respectivo delegado de policia, no que diri-
gi a essa Presidencia em 22 de Marco, declaro a
V. S. para faxer constar ao dito delegado que deve
cessar quanto antes o alugnel da casa que all
serve de cadeia e quartel a razSo de 25000 men -
saes, faxendo-i e c .ni urgencia os concertos do pro-
prio provincial a esse fim e a ontros destinado, oa
quaes como diz a mesma Cmara, nao excederSo
de 40J000 a 50*000, e alugando-se provisoria-
mente urna outra asa, cajo alugnel nao de 8*000
a 10*000 por mez.Commanicou-se ao Thesouro
Provincial e Cmara Municipal de Granito.
Ao inspector da Tbes mraria de Fasenda.
De posse das inform icoes annexa ao officio de
V. S., de 7 do corrente, eob n. 341, declaro-lhe que
cumpre exigir com urgencia do collector geral Ho
municipio d Agua Preta as certiddes de idade dos
menores Jos e Mari, inscriptos na nova matri
cala de escravos, sob n. 85 e 349.
Ao meSmo.Com a informacao, por copia,
do eugenheiro das obrns militares de 8 do c rreste,
job n. 133, remeti a V. S., para os fins coa ve-
nientes as notas do gaz consumido no Arsenal de
Guerra, durante o mez de Mato findt.
Ao mesmo.Transmiti a V. S., para os
fins convenientes, copia de officio de 7 do corrente
mes, em que o juiz de direit > de iguarass parti
cipa ter nomeado o bacbarel Manoel Joaquim Ma-
chado Jnior, para o lugar de promotor interino
d'aquella comarca.
Ao inspector do Thesouro ProvincialA'
vita do que Vine, informa era officio n. 652 de 3
do corrente mez aatoriso-o a mandar effectuar o
pagamento do que e*tiver-e a dever a Evaristo
Maciel de Souza e SA, pelo eaercicio interino da
cadeira de ensino primarlo de Cabrob.Commu-
nicou-se ao inspector geral da Instrucco Publica
e ao respectivo delegado litterario.
Ao meamo.Nos termos do certificado, qne
devolvo, ao qual se refere a informacao de Vmc.
de 3 do corrente sob n. 649, recommeudo-lhe qao
manda pagar a Vicente Nogoeira Ramos a qaan-
tic de*739*500 ris importancia da terceira e ai-
tima prestaco da obra de reparos das 3 bombas
em seguida a ponte de Motooolomb, proceaendo
se na forma do estylo quanto a prestaclo de res-
ponsabilidade.Commnnicou se as Obras Publi-
CM- | *-<
Ao commandante do Corpo de PoliciaAo
Dr. chefe de polica mande Vmc. apresentar ama-
nha ao meio dia, urna escolta de 3 pracaa para
acompanhar nm criminoso que tem de responder
o julgameato no termo de Limoeiro.Communicou-
se ao Dr. chefe de policia.
Ao gerente da Companhia Pernambncana.
Providencie Vmc. de modo a ter logar a partida
do vapor para o presidio de Fernando de Noronha,
amanhS s 5 horas da tarde.Fizeram-se as devi-
das commuDicacoes.
Ao mesmo.Fico inteirado pelo officio de
Vmc. de 7 do corrente recebido as 5 4(2 horas da
manila da transferencia da partida do vapor Ja
cubype para Baha e escalas, devida a desa-
ranjo Ba machina, para boje s 5 horas da tarde.
Ao director do presidio de Fernando.Pro-
videncie Vmc. para ijue regressem para ea ca-
pital, conforme olicita o Dr. chefe de polica es
criminoso Joo Pedro de Soasa e Josepha Mara
da Concecao, qae tem de ser sabmettidos a jul-
gamento no termo de Garrelleira.Communicou-
se ao Dr. ebefe de policia.
Portaras :
Declaro a Cmara Municipal de Timbaba,
que sendo o imposto decretado pelo art. 57 g 81
da lei de 1882 de 10 de Setembro de 1886 refe-
rente ac individuos qne exercerem a profisso de
capataz oa msgarefe, nao pede ser cobrado dos
qae ab iterem ga
cbantea segundo
Na i podendo
braD^a do imposl
t>fficio cumpre q
solicite do poder
posto.
O Sr. gere
faca transportar
ronha, pir contra
cial e pracaa coi
nada pelo secreta!
destacam, e bem
cionaias na refer
eontas e commun
mas.
io p.i
ra consumo ju forera mar-
russo vulgir
presidencia au'oriaar a CO-
200 ris al ludido na predito
pamar-i em tempo opportuuo
tente a ere icio do dito im-
Couipanhia Pernambucana,
-3idio da Fernando de No-
niniaterio di guerra, o offi -
da incliua relacio assig-
a presidencia, que para ahi
as pessoaa de familia, men-
relucao.Manlou-se ajustar
Lse ao commandiiate das ar-
O Sr. agente da Companhia Brazileira faca
transportar a provincia da Babia, por conta do
ministerio da juatic* o cabo de esquadra Jos
Athanazio da Silva e o anspecada Joa Carneiro
do Valle, ambos do 9 b italhio de infaut ira, que
d'alli vierais escoltaado um gal, evad do do pre-
sidio de Fernando de Noronha.
liutatii mutandi mandando transportar a
Corte, por conta lo ministerio da guerra as pra-
caa consfsiites da relacao asignada pelo secreta-
rio da presidencia, os quaes sequero a disposicio
do ajudante general.Communicou-se aocomman-
dante das armas.
O Sr.. gerente da Cirapanhia Pernambucana,
mande dar passsgem de r at Macei, no vapor
que segoe boje para os portos do sal, a Cimillo de
Magalhes Moraes, por conta das gratuitas a qne
o governo tem direito.
SXPBDUOfTE DO DR. SECBKTABIO
Ao inspector da Higyene O Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, manda communicar a V. S.
que no recurso de Frcderico Chaves Juoior de que
trata a sua informacao n. 60 de 6 do corrente mez,
proferia boje o segainte despacho :
< Deixo de tomar conhecimento do presente re-
curso, em vista da informaclepir estar fra do
praso do art. 175 do decreto n. 9554 de 3 de Fe-
vereiro de 1886.
Ao commandante do corpo de policaDe
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia, com-
mamco a V. 8. quenesta data reitera se o pedido
de fornecino, -nto, pela intendencia da guerra, do
do armamento e cquipamento de que trata o sea
officio de 6 do corrente mes n. 6027.
__ Ao mesmo.S. Exc. o Sr. presidente da pro
vinca manda communicar a V. S. qae fica scien-
te do assampto do sea officio de 6 do corrente mes,
sob n. 6926.
__ Ao director do Presidio de Fernando de No-
ronha.De ordem do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, commauico a V. S. que conceden-se per-
missio ao R-vd. Franciaco Joaquim da Silva, ca-
pellito da escola de aprendiits mariaheiros, para
gozar nesse Presidio 3 mezes de licenca, que l-
timamente obteve para tra'ar de sua saude.
Mutatu mutandis ao gerente da Companhia
Perna mbacana.
EXPEDIENTE DO DU 11 DI JCSHODK 1887
Actos:
aa O presidente da provincia, attendendo ao
que requereu o inspector de hygirne Dr. Matheoa
Vaz de Oliveira, resolve eonceder-lhe 30 dias de
licenca com venciraentos na forma da lei, para
tratar de ana saude onde lhe cenvier.
O presidente da provincia, de conformidade
cora a propastajdo Dr. chefe de policia em officio
de bout?ii>, oO'a. 5Hur resolve exonerar Antonio
Ribein de Albuquerque do logar de Io supplente
do subdelegad d freguesia da S de Olinda,
visto terse mudado do districto.Communicou-se
ao Dr. ebefe de policia.
O presidente da provincia, tendo em vista a
lista remettida pela inspectora geral da Instruc-
co Publica, com officio de bantem datado, sob n.
158, resolve, de conformidade com o disposto na
lei n. 1754 de 5 de Junho de 1883, remover por
accesso o professor Francisco Carlos da Silva
Fragoso, da 5* cadeira de ensino primario da fre-
guezia do Santissimo Sacramento da BSa-Vista
para a da aula pratiea da Eieola Normal, vaga
pela jubilacao do professor Vicente de Moraes
Mello.Oemmunicou se ao inspector geral da
Instrucco Publica.
Officio :
Ao presidente da provincia do Amazonas.
Em resposta so telegramma de 26 de Maio
findo, transmiti a V. Exc copia do contracto
para o servir; i da illumiuacao a gaz desta cidade ;
a lei n. 1,901 que autorisa a contractar-se de
ovo a execuco daquelle servico e am exemplar
do compromisso da Santa Casa do Misericordia
do Recife. Logo qae estiver impresso enviarei o
regulamento que exped a 21 de Maio convertdndo
o Conealado desta provincia em Reeebedoria Pro-
vincial.
Renov a V. Exc. os meas protestos de estima
e consideracSo.
Portara :
O Sr. gerente da Companhia Pernambuzana
mando dar passagem gratuita de proa para o
Presidio de Fernando de Noronha a Anna Mat ia
da vunceicio, mulber do sentenciado Francisco
du Fontoura Brito.Commanicou-se ao director
do Presidio de Fernando de Noronha.
BXPKDIEHTB DO DIA 13 DE JUMSO DE 1887
Actos :
__ O presidente da provincia resolve n imear
para inspeccionar a Corpo de Polica, nos termos
do art. 29 do regulamento de 8 de Novembro de
1873, urna commisiso composta do commandante
do 14 batalbo de infamara coronel Jos Thomaz
Goncalvcs, 2o promotor publico da comarca desta
capital Dr. Manoel Clementino de Oliveira Esco-
retySngenbero das Obras Militares capitao Gre-
gorio Tbaumaturgo de Asevedo, chefe da 2
secoao da Secretaria do Governo bacharel Euge-
nio de Attabvde Lobo Moscoso e commandante
da companhia" de cavallaria capitao Joo Juati-
niano da Rocha, a qual dever igualmente confec-
cionar nm regulamento para o Corpo, attendendo
s eonveuienciaa do servico em tudo que convenha
ser providenciado desde a admiasao dos officiaea
e pracas at ana eliiniuaco, para boa execucao
do art. 2o da le desta provincia, n. 1,900, de 4 do
corrente mez, devenda f azer parte da commissao
quanto reviso do regulamento o con mandante
do meamo Corpo tenante-coronel Manoel Goncal-
ves Pereira Lima.Remetteu-se copia ao The-
souro e fiseram se as communicacoes do estylo.
__<* presidenta da'provincia, tendo em vista as
inforroacoes do eugenheiro chefe da Reparticio
das Obras Publicas, em oQicioj sob ns. 89 de 22
de Abril ultimo, e 117 de 4 do corrente, e do ins-
pector do Thesouro Provincial n. 654, tambem de
4 deste mes, resolve (escindir o contracto celebra-
do com Jos Fraucisro de Paulo, em 2 de Outnbro
de 1883 para a conatrueco de urna casa que|ser-
vissa cobranca do pedagio da barreira no en-
troneameuto da estrada do norte com a de Itapis-
aama, de conformidade com a e!ausula 6* do con-
tracto visto nao ter sido comprlda a condicao esti
paliza na clausula 2* do mesmo contracto, pelo
que ordena que seja pelo Thegoaro Provincial de-
duzida da qnantia depositada para flanea (clausu-
la 6a) a malta correspondente ao tempo em que
foi cebrado e imposto arbitrado em 600*000 an-
nuaea, equivalente ao rendimente do pedagio.
Bemetteu-se copia s Obra Publica e ao The-
souro.
O presidente da provincia, attendendo ao
que requereu Francisco de Paula Ferreira da An-
nunciaco, 39 escripturario ddido i Reeebedoria
Provincial, retolve de accordo cojb o j 3 doart.
9* da lei n. 1884, art. 74 do regulamento de 28 de
Maio ultimo e portara de 30, concder-lhe apo-
sentaco no alludido cargo, sendo liquidado pelo
Theaouro Provincial o tempo de servico activo
ao supplieante, para o fim de perceber os venci-
mentos que por lei lhe compatirem. Commoni-
coa-ae ao Thesonio Provincial.
O presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de policia, em officio
n (536 de 11 do corrente mez, resolve nomear os ci-
dadaos Antonia Ferieira de Carvalbo e Francisco
de Souza Leal, para exercerem os cargos de 1 e
2 suppleutes do subdelegado do 3 districto do
termo de Ipojuca, em substituido de Joo de
Araujo Civalcante e Bellarmino Candido da Silva,
que nao aceitaram a nomeacii anteriormente fei
ta.
O presidente da provincia resolve, de con-
formidade cem a proposta do Dr. chefe de policia
em officio n 524 de 7 do correare mez, exonerar
Iiiueu Joaquim Nunes da Costa. Joaquim Leopol-
dina Leite e Silva e Pedro Bernardo la Rocha,
doa lugarea de 1", 2 e 3 sappleoles do subdelega-
do do 1# districto do term> di S. Jos do Egypto ;
e lomear para substituil-os os cidadlos Antonio
Gomes Correia, Joaquim Leite da Silva e Sabino
Jos Bez.'rra, na ordem em que ae acham collo-
cadoa.
O presidente da provincia, attendendo ao
que requereu o teoente da 1" compinhia do 54-
batalho de infantana da guarda nacional da eo
marca de Pao d'Alho, Joaquim Svndonio CiVal-
caote de Albuquerque, e tendo em vista o attes-
tado medico que exhibi, resolve conceder-lh seis
mezes de licenca para tratar de sua saule.
Officios :
Ao inspector do ArBenal de Marinha. K -
metto a V. S. para os devidos fins, copia do avi-
so circular do Ministerio da Marinha, de 28 de
Maio ultimo, n. 722, relativo i prorogaco das ta-
bellas de distiirouigai de crditos qu acompauha-
ram a circular n. 1714 de 26 de Novembro de
1886.
Mutatis mutandis Thesouraria de Fazenda.
Ao brigadeiro commtndante ds armas.
Com o offi io n. 540 de 5 de Novembro do anuo
passado, transmittio informado o ex-commandante
das armas, afim de ser presente ao Ministerio da
Guerra, o requerimeuto em que o teueate do 14-
batalho de infantina, Leoncio Liiz Pinto Ribei-
ro, recorrendo do despach) do mesmo commandan-
te das armas, que lhe negou dispensa do servico
externo, consultoa :
1 Se da competencia do commandante das
armas designar os officiaea subalternos que devam
ser empregados no servico externo, nao obstante
o que dispoe a ultima parte do aviso de 4 de Ju-
nho de 1879
2 Se existindo dos officiaes sabalternos empre-
gados no servico externo, pie aquel le tenente ser
chamado para elle.
3.a He podem os tres subalternos da companhia
de cavallaria desta provincia e os ajudantes dos
carpos, officiaes montados, deixar de fazer o servi-
co de ronda e visita, que racahe assim sobre os
de infantaria, tornando-se penoso, por serem as
guardas distantes urnas das oatras ;
4. Finalmente, se licito que continuem adJi-
do a referida companhia de cavallaria un official
subalterno de infantaria e a exercer cargos poli-
ciaes nos suburbios da cidade outros dois compre-
juzo do servico.
Em soluco a mesma consulta, declarou o referi-
do ministerio em aviso de 1 do correrte, de accor-
do com a informarlo prestada pelo conselheiro
ajudante-general, que destituida de fundamenta
a reclamaclo do dito tenente, por quanto, o offi
cial subalterno, anda que no commaad i de cem -
pauhia pode ser chamado a fazer servico externo,
como j foi explicado no citado aviso ds4 de Ju-
nho de 1879, e aos commandantes de armas, aas
provincias, compete tal designaco, por sirem el
les os resoonsaveis pela seguranca ablic.i, nao
tendo sido regalar o procedimento daquelle ex-
commandante das armas dispensando do servio >
de ronda de visita os officiaes da companhia de ca-
vallaria por ser contrario ao qae determina a imperi-
al soluco de 10 de Abril de 1886, e devendo reco-
Iber-se ao 14- batalho o subalterno que eatava
addido aquella companhia, visto estar ella com
pleta de officiaes e dispensados dos cargos poli-
caes os que os exercem
O que faco constar a V. Exc para seu conhe
cimento e devidos effeitos.
Ao commandante das armas Sirva-ee V.
Exc. de providenciar para que ceja inspecciona-
do de saude pela junta medica militar o official da
secretaria do Arsenal de Guerra Manoel Caetan)
Vieira da Paz. Communieou-se ao director do
Arsenal de Guerra.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda
Sirva-s V. S. de informar o motivo de terera si-
do matriculados sob BSv 808 e 815 na collectoria
geral do municipio de Po-d'Alho em 4 de Marco
do correte anno as menores Bernardae Capitali-
na de 15 anuos de idade cada urna, reuette ido -
me as certidde de idade.
Ao mesmo.Nao tendo o collector das ren-
das geraes do municipio de Tacarat at o dia 30
de Maio ultimo promovido o arbUramAnro dos va-
lores dos escravos classificados para a libertacao
por conta da 7' quota do fundo de emancipado,
coufj-me o disposto nos arta. 37 e seguates do
regulamento de 13 de Novembro de 1872, segun-
do informa o respectivo juis de orphaos em officio
d'aquella data, srvase V. S. de providenciar n
sen'ido de ser cumprido sem perda de tempo esse
preceito da lei.
Ao mesmo Remetto a V. S para a devida
execu?o, copia do aviso do ministerio da marinha
de 30 de Maio ultimo, n. 734, relativo ao paga-
mento da gratificarlo a que tem direito o opera-
rio de 1 classe da oficina de carapinas, do Arse-
nal de Marinha, Julio Carlos Harmes, por hnver
substituido o respectivo mestre de 8 a 21 de Maio
de 1886.
Ao mesmo.Declaro a V. S para sen co-
ohecimento e devidos fins, qao em 4 do mez pr-
ximo passado,- autora i o director do Araenal de
Guerra a mandar proceder all a execucao e con-
certos de obras de eorrieiros, fuoiieiros, tanoeiros
e pintores, atteotas as razoes por elle expendidas
em officio de 3 do dito mea.Communicou-se ao
director do Arsenal de Guerra.
Ao mesmo.Remetto a V. S., para os devi-
dos fins, copia do aviso.do ministerio da guerra,
de 2 deste mez, concernente ao recolhimento nes-
sa thesouraria das cadernetas e Jinheiros, per-
tencentes a operarios militares do Arsenal de
Guerra, que tiveram baixa, fallecern), deserta
ram ou foram transferidos para outros cornos.
Mutatis mutandis ao Arsenal de Guerra.
Ao presidente do Banco Industrial e Mer-
cantil do Rio de Janeiro.Transmiti a V. S.
a inclusa 1' via de saque tomado ao par a 8 dias
a vista pelo Thesouro Provincial a favor #desse
Banco ao London & Brazilian Bank sobre a sua
casa central na corte do imperio na importancia
de 17:037*610, para pagamento dos juros do se-
mestre de Janeiro a Junbo corrente, das plices
da divida provincial all emittidas por intermedio
do mesmo Banco Industrial.
Daquella importancia, segando a demonstrarlo
junta, a de 17:045*000 rafere-se propriamenle aos
juros, e a de 42*610 a de 1/4 0/0 pelo servico do
pagamento doa meamos juros, nos lemos do con-
tracto.Communicou-se ao iospactor do Thesouro
Provincial.
Ao director do Arsenal de Guerra.Fica
Vmc. autorsado a mandar tornecer, aa forma das
disposices em vigor, ao Iteres do 14* batalhSo
de infantaria Thomaz Diniz Villas-Bata, as rti -
goa de fardamento constantes do inclsbo pedido.
Fiseram-se as comnraaicaeoes.
Portara :
O Sr. ageste da companhia brasilera de na-
vegaco taca transportar edrte, per conta do
ministerio da guerra, a praoM constante* da in-
clusa relacao ataiguada pelo secretorio da presi-
dencia, aa quaes seguem para all disposicao do
conselheiro ajudante-general.Comban ico o-se ao
general commandante das armas.
EXPEDIENTE DO DR SECRETABIO
Officios: f
4o director do Arsenal de Guerra.S. Exc.
o Sr. presidente da provincia manda aecusar o re-
cebimento do officio n. 1,141, de 10 do corrente,
em que V. S. participa que, uo tenis ilo ap-
provado o acto do tenente coronel inspector desse
arsenal, que mandou rcduzir a duas as tres sec
co.-s do alinoxurifaio, segundo consta de aviso do
ministerio da guerra, de 26 d Maio fiado, fica
restabel.-cida a a celo suppriasida. tendo nella
exerecio como (znard t M guel Antonio ia Costa,
que exerceri esse lujar e fiou addido, masque
em virtude de portara dessa diructiria, de 8 de
Marco ultimo, pissou a exercer o do escreveute de
'' cUsse do cscriptorio do alm ii u'ifa 1jCommi-
nicou-se a Tbes/arana de Fazenda.
EXPEDIENTE DO DIA 14 DE JCNHO DE 1887
Actos:
O presidente da provincia, resolve, de ac-
cordo com o dsposto na '' parte da portara de
30 de Maio ultimo determinar que o 'i' escriptura-
rio addido Uecebedoria Provincial, Pedro Se
rnio da Silva Braga, passe a preeoeber eff-ctiva-
mente igual lagar na 3* scelo da contadura do
Thesouro, va^o pela exoneraco concedida ao ba-
charel Francisco Correia Lima Sobrinho, perce-
bendo os venciraentos que lhe competirem por este
empr.go.Communicou-se ao inspector do The-
souro Provincial.
O presidente da provincia, resolve, de con-
formidade cim a proposta do Dr. chefe de policia,
em officio de 10 do correte mez, sob n. 538, no-
mear o tenenie Ildefonso Ignacio do Amaral para
o lugar, que est vago, de delegado do termo de
Buique.Communicou-se a > commandante do cor-
po de policia.
Offi:ios:
Ao presidente da provincia de Espirito-San-
to.Communico a V. Exc, em resposta ao seu
officio de 3 de Maio fiodo, sob n. 61, que o reo
Amaro Jos de Vfagtlhaes foi pjst em liberdade
em 25 do c talo mez, visto te.- sido perdoado, por
decreto de 8 de Abril do corrente anuo, da pena
de giles perpetuas que estova cumprindo no pre-
sidio du Fernando de Noronha.
Ao brigadeiro commaniaote das armas.
De contirmidade com o que solicita o inspector
do Arsenal de Marinha em officio de boje, sob n.
68, sirva-se V. Exc. de designar dois cirurgies'do
corpo de saude do exercito para fazerem parte da
unta medica que tem de inspecionar de saude,
am.inba s 10 horas da manb, ua enfermara de
Marinha, o 2. tenente d. armada Francisco d
Souza P.nto.Comrajnicou-se ao inspector do Ar-
senal de Marinba.
Ao inspector da Thesounria de Fazenda.
Estando regulado mui terminantemente p-?lo artigo
3* do Regulamento n. 9,517 de 14 de Novembro
de 1885, os valores dos matriculaodos. sirva-se V.
S. de mandar redusir o de 90*0 0 dado escrara
Luiza de vinte e trez anuos de idade matriculad
n> municipio de Pau d'Alho, sob n. 927, partici-
pando-mo o resulta io.
Ao mesmo.Tendo o conego Dr Tranquilli-
no Cabral Tavares de Vasconcelloe participad >
que a 9 do corrente entrara no goso da licenca de
um aun j, concedida pelo governo imperial; assim
o Uqo constar a V. S. para os devido effeitos.
Ao Thesouro Provincial. Do accordo com a
infor uacao de V. Eic. em officio do 8 do corrate,
sob n. 656, autoriso o a mandar pagar a Nicas
da Silva Gusmio, arreraaante da obra da reparos
da pente da Magdalena a importancia de... ...
1:088*226, conforme o certificado da Repartidlo
das Obras Publicas, qae dovolvo, passado em 20
de Maio altimo, deuziudj-se a responsabilid de
do estylo.Cimmuuicou-se s Obras Publicas.
- Ao mesmo.Declaro a Vmc. para seu conhe-
cimeuto, que u'Sta dato, attondendo ao que ex-
poz-me o eommandante do corpo de polica no
offiio, junto por copia, de 11 do corrente, n. 6011,
au urisi o a abonar veociineutos a qualquer forca
que sabir extraordinariamente em diligencia por
erdem desta presidencia; correado estes abonos
pelo ofre de diuh -iros descontados a pracas ex-
cluidas em face do art. 15 do Regulamento de 8
le Noveinbio de 1873, proveniente de fardamentos
nao vencidos; visto que sero elles liquidados de
dez em dez das qa indo teitos a pracas de pret e
mensalinente aos officiaes, nos termos do citad*
offi;io.
Ao director do Arsenal de Guerr.Por
conta do saldo de 120*000 resultante do crdito d >
450*000 para compras de .nobilia para o Qiatel
Geueral, fica Vmc. autorsado a mandar foraecer
aquella reparticio urna mesa elstica e um tapete
para sala constante do incluso p Jilo.'Jommaui-
cou se ao brigadeiro commaodaute daaa.-mas e ao
iespector da Thesouraria de Fazenda
Portaras :
O Sr. gerente da Campanhla Pernambucana
mande dir passagem a r at Maco no vapor que
seguir para o norte a 20 do correnta a Manoel
Francisco Pires, por cuta das gratuitas a que o
goveruo ..era direito, providenciando sobre a volts
do raesrao quando se apresentar.
O Sr. .rente da Compauhia Pernambucana
de Navegado mande dar passagem gratuita de r
at Msssor no vapor que sejue para e norte a 21
do corrente ao bacbarel Aprigio Augusto Ferreira
Chaves.
EXPEDIENTE DO D3. SECBETABIO
Officios :
Ao Dr. chefe de policia. D ordem do Erm.
Sr. presidente da provincia communico a V. S. em
soluco ao seu officio de 10 do cerrente mez, sob
n. 529. que nesta data remette-se para a Secreta-
ria de Estado dosjNegocios da Justica o requeri-
mento do amanuense Agostinho Jos de Oliveira,
devendo o peticionario pagar o porte na R'parti-
co dos Correios.
Ao agente da Companhia Brasileira de Nave-
gacoa Vapor.S. Eict o Sr. presidente dpro-
vincia, fieou intoirado pelo officio de V. Exc. de
que o vapor Espirito-Sant* entrado hoja s 6
horas da manh dos porcos o norte, seguir
amsnb s 5 horas da tarde para os de sul.
EXPEDIBHTB DO DU 15 DE JLTIH0 DI 1887
Acto:
O presidente da provincia attendendo ao que
requereu o 3' escripturario addido Reeebedoria
Provincial. Francisco de Paula Reg Barros, re-
solve de conformidade com o dsposto no J 3 do
art. 9 da lei de n 1884, art 74 do regulamento de
28 de Maio altimo e portara de 30, conceder-lhe
aposentocao no referid j cargo, sendo liquidado pelo
Tncsouro Provincial o tempo de servico effectivo
do supplieante, para o fim de perceber os venci-
mentos que por lei lhe competirem.Communi-
ao inspector do Thesouro Provincial.
Oficios :
Ao brigadeiro commandante das armas.
Declaro a V. Exc. para seu onhecimento e devi-
dos fns, que ticam approvadas as propostas que
vieram annezia ao sea ofi:io de 14 do correte,
aceitas pelo Cooselho|para ojfgrneciment devivsre
e forrageus ao exercito, de que trato o Decreto n.
n. 7685 de 6 de Marco de 18-)0, em sesso de 6
deste mez, e bem assim a tabella que acompauh >u
o citado officio, organisada pelo mesmo Conselho
de que tem de vigorar no segundo semestre d>
1887 para os corpos da guarnicao desta provincia,
de cooformidsde com o disposto no art. 35 do re-
ferido Decreto. *
Ao inspector da Thesouraria de Far.end.
Estando terminart 'mente regulado pelo ait. 3 do
regulamento n. .517 de 14 ce Novembre da 1885
os valores doa metriculandos, sirva-se V. S. de
mandar rednsir o de900*000 dado a eacrava Ma-
nuela de 26 annos de idade, matriculada no muni-
cipio de Pi d'Alho sob n. 1353.
Ao mesmo.Remetto a V- S. par o devido
Sus copia de aviso expedido no primeiro do cor-
rente pelo Ministerio da Fasenda com referencia
-

I
OD'
nanaasasa


fi
i
-

2
Diaria t fernambocoQuinta-feira 21 de Julho de 1887
levalidaco de sello, i qual nao esto apjeito o
atibes e quaesquer documentos, cajas estampi-
llas tstierem inutihsatlas somante com data ou
cest aaeignhtura iaatilisar.
Esse aviso foi spsxKdo, em solacio consulta
sW jais de orpnos e ausentes da comarca do Re-
sais, sobre o que easa Tbesouraria prestoa a in-
fcrsoaco de 18 de Abril ultimo, n. 22T.Commu-
SMsa-se ao jais de orphos e ausentes.
Ao mesmo.Fsjo cocstar a V..r.,;fua oa
kvidos fins, que em effieto de asnteavasb ni
1,149, participou o director 4o Arsesaal dwftssrrra
aaver n mesma data OTrin easxveossMe 1*
ra san, com exercicio ao eseriptorio do sssssssjari-
ado, a Francisco Lasa Buisjssjo de Almos*, que
ptestuu juramento e entrn sn sjBercioso, visto
Uro guarda Miguel Aatoaso da Casta e Silva,
fsse oceupava esse lugar, paaaaio a tercer o sea
fsissitivo de guarda da amaste restabelecid, con
tanse communicou esta presidencia em officio de
13 do corren te. Reapoadeu-se o officio do direc-
tor do Arsenal de Guerra.
Ao mesmo.Com a inf rmiclo, por copia,
de eagenbeiro das obras militares, de beje data-
da, sob n. 135, transmiti a V. S., para os devidos
ama, aa ssmSjsm astas lo gas comsiasiin coa a il-
mzainaco da enfetmaria militar e dos qnartcia da
xmpanhia de ca vallara e dos batalhoes 8o e 14 de
isSMiiluiin, durante o mes de Maio findo.Commu-
aieoo-seao commandante das armas.
Ao agente da Companbia Braaileirs de Na-
vegaco a vapor.Declaro a Y. S. que o soldado
do 8* batalhao de infantaria, Manoel Al ves da
Suva, constante da rea cao annexa portara des-
ta presidencia, de 13 do correte, casado e leva
esa ana companbia eua malber Filubella Hara da
tooccicao e seus filbos Benedicto, de 6 annos de
idade, e Benedicta, de 1 anno.
XJDNTK DO DB. SBMXTASIO
Ao brigadeiro commandante das armas.De
dem do Exm. Sr. presidente da provincia com-
aiitirn a V. Exc. que por despacho desta data foi
a dwetoria do Arsenal de Guerra autoriaada asa-
tbtaser oa pedidos annexos ao sen officio n. 312,
sle 11 do cor rento.
Ao agente da Companbia Brasileira de Na-
vegacao a vapor.De ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia declaro a V. Exc, para os de
vida* fins,.que os cadetes, qaando embarcan), teem
suelto passagens r, conforme o disposto no
aviso eircular do Ministerio da Guerra, de 23 de
Agceto de 1865.
Ao inapectur da Tbesouraria de Fasenda. -
O Exm. Sr. presidente da provincia maoda remet-
xsr a W. S. a inclusa ordem do Thesouro Nacional,
sob n. 68.
Ao gerente da Companbia Pernambucana.
De ordem do Exm. Sr. presidente da provincia
aataso orecebimento do oficie de 13 do crrante,
ao anal V S. participa qae o vaprr Jaguaribe se-
gair para os portes do norte al Camossim no
ia 21, s 5 horas da tarde.
XXPEDIEITTE DO DI 16 DE JUMO DE 1887
Actos:
O presidente da provincia resolve, de en
anrmidade com a proposta do Dr. ebete de polica
m officio n. 540, de hontem datado, exonerar
Tkootonio Amancio de Souza Cavalcante do cargo
de 3* suppleDte do subdelegado do districto de
Marcota do termo de Iguaras.Communicou-se
ao Dr. chefe de polica.
O presidente da provincia resolve, de con-
ousidade com a propesta do Dr. chefe de polica
asa oficio n. f 41 de hontem datado, declarar sem
eSeitu a portara de 13 do correte naez, na parte
sjoe aoneou Sabino Jos Bezerra para exercer o
cargo de 3 suppleote do subdelegado do 1 distri-
cto do termo de S. Jos do Egypto, e nomear pa-
ra sabstituil-o o cidadao Martinbo da Costa e Sil-
.0 presidente da provincia, attendendo ao
sae requereu o 3- escripturario addido Becebe-
aora Provincial, Pedro Semio ,da Silva Braga,
seaelve, de accordo coro o disposto no 3" do art.
9* da le n. 1884, art. 74 do regulamento de 28 de
Maso ultimo e portara de 30, coneeder-lbe apo-
arntacao no referido aargo ; sendo liquidado pelo
Tbeaearo Provincial o t-mpo de serviyo effectivo
do nopcante, para o fim de perceberes venci-
soentos que por lei Ihe competirem. Communi-
uavae ao Thesouro Provincial.
O presidente da provincia, tendo am vista a
citara de boje, pela qual foi concedida a apo
seataco a Pedro SemiSo da Silva Braga, no cargo
de 3# escripturario addido Recebedoria Provin-
cial, resolve declarar sem efleito a portara de 14
do torrente, que determinou passasee o menciona-
do innecionaro a preencher effectivamente o car-
go de 3 escripturario do Thesouro Provincial, va-
go pela exonerado concedida ao bacharel Fran-
eiaco Correia Lima Sobrinho.Communicou-se ao
inspector do Thesouro Provincial.
O presidente da provincia, attendendo ao
qae requereu Josepha Augusta de Castro Fonse-
ea e tendo em vista a informaco n. 152 do ns
j-telor geral da Instrucco Publica, resolve con-
eeder-lhe, a contar do 1 de Maio findo, tres me-
h de licenca com metade do ordenado, pai a tra-
tar e sna saude, onde Ihe convier.
Oficios :
-Ao Dr. juiz de direito do 2o districto criminal.
Ca.ivm que V. S. rtmetta com a possivel bre-
vidadeaoDr. juizdo 1 districto criminal mais urna
copia da ultima revieo eleitoral, sf m o que nao
peder elle, segundo representou-me, dar cumpri-
aeato ao dispoeto no art. 49 do regulamento ex-
pedido com o decreto n. 8,213 de 13 de Agosto de
je!.
Mulatii mutandis aos juizes do 3o e 4* dis-
trietos. n
Ao inspector da Thesouraria de Faenda.
Gasomunico a V. S. para os fins convenientes, que
o bacharel Francisco da Costa Maia Filho, juiz
an-cipal c de crphcs de Tacarat entrou em
Sdocorrente mes, no goso de deus meses de h-
eeoca cem ordenado, que Ihe foi concedida por
portara de 5 de Maio findo, para tratar de sua
Mato _
Ao mesmo. Communico a V. 8. para os
Sus m nvenieptes que o bacbarel Sebastio Ilde
fonso do Regli Barros assumio em 11 do corrente
soex o exercicio do csrgo de joix municipal e de
rahaos do termo do Bonito, para o qual foi no
seado por decreto de 5 de Maio findo.
Ao mesmo.-Sirva-se V. S. de exigir da res-
psjctiva collectona e remetter a esta presidencia
* eertidao de idade da menor Maris, matriculada
o municipio de Serinbem, sob n. 58, com 14 an-
aos, em 11 de Agosto do ann pastado.
__ 1bu1 sobre Maris, de 15 annos, matricula-
da em 19 de Agosto de 18b6.
__Ao De8mo.= Estando regulados terminante
vente polo art. 3o do regulamento n. 9517 de 14
de Novembio de 1885, os valores des matricula-
dos, *ir\a-ae V. S. de mandar redusir o de
510*1000 dada a escrava Ath ntzia, de 49 annos
de idade, matriculada no municipi d Petrolina,
sob n 53, dando conta a esta presidencia do re
saltado desta ordem e de outras qne orem trans-
aittidas a essa Tbesouraria sobre o servido de
matricula de escravos.
__ Ao mesmo. De posse da iuformacao pres-
tada por V. 8 da 14 do corrente, no officio n. 357,
nsiderando que os livros rimettidos para as
jroviuciae para o servico da matricula de eacra-
vos, cieada pela le n. 3270 de 28 de Setembro de
J885, deveui ter sido ppgis na corte do imperio,
seta grvame do fundo de emaocipacao destinado
be*ta provincia, eque, sendo prepaiados para esse
asa especial, nao podem ser spplicados a ootro,
tenho reaolvid > que seja um dos restantes sesea
Tbesouraeia entregue a commistao Redemptora
Provinral independente de indemuisaco. O que
cosamanico a V. S. para os fins convenientes.^
Communicou-se ao presidente da commisso Re-
kH*
= Ao inspector geral da Instrucco Publica
Antoriso Vmc. a justificar as faltas de exercicio
(colar do professor Anacleto Publio de Moraes
Carvalho, comprehendidas no praxo que se Ihe
Mreou para temar posse da cadeira de ensino
scimarie de Muribeca.Assim respondo ao seo
cfficio n. 162 de hontem datado.
= Ao inspector do Thesouro Provincial. Sir-
va-se de informar-me qual o estado da liquidacio
da grande lotera que deixou de ser extrabiaa ;
se os bilbetes nao vendidos j se achaco recolbi
ac a esse Thesouro e se dos vendidos j foram os
jortadores indemnisados pelo thesoureiro, at que
ocia.
__i juiz municipal de Oaricory.Devolvo a
Vrac. a guia que acompanbou o sen officio de 24
de Maio, afim de ser por esse juiso remettido
epportnnamente a Thesouraria de Faaenda, oerto
de que nao peder ser ant risado o pagamento
o valor do escravo libertado por conta da 7*
anota do fundo de emancipaco, sem a relacao em
duplicata a que se refere o art. 42 do regnlamen-
lo de 13 de Novembro de 1872, a qual deve aer
per Vmc. eocsminhada a esta presidencia, orga-
aisada soguodo o modelo do aviso do Ministerio
da Agricultura Commercio e Obras Publicas, de
16 de Dezembro de 1880 e decreto n. 8020 de 26
de Fevereiro de 1881.
Portaras :
O Sr. gerente da Companhia Pernamb'icena
mande dar paasagem a r at a Parabylia, no
vapor que segu para o norte a 21 do corrente, ao
bacharel Jola Low de Albnquerque. por eonta
das gratuitas a que o geverno tem direito.
Mntatit mutafldw mandando dar paasagem a
Lauro Picho e Gustavo Pinho, e at a Rabia, de
ida e vossa, a asSssfin Assswto Goma.
Ao cugasaY iro ks Osms MBitaces^-S. Exc,
o Sr4SSMsiderM* .um ^rovisscia saaaMa ecusar
II liiiil -J--~- W Ju CMinsa, iobn,
134,eque-Y..-sjsrticipsoharBe teasainadMl
recoajticQaolac*JSta do deposite dae.bomba,
para estancado de sjKdios>exBstesBiB MArseml
de OsMtra. ---------r^
Ao inspeeter do Tliuisuro 'fiu san'*
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia, com-
munico a V. 8., para os fins convenientes que
no requerimento dos menores filhos do fallecido 8
escripturario do Consulado Provincial, Vicente
de Malanguso Tibureio Ferreira, a que alludem
as usUrsoacoa* dasse Thesouro, de 25 de Maia
ultimo e 8 do corrente, ns. 638 e 660, foi boje pro-
ferido- o despacho seguinte :
Tendo sido supprimido o emprego e deixado,
portento de baver gratificacao inherente, desapa-
receu o direito dos supplicantes, ficando-lbes
salvo, entreunto, poderem liquidar peante o
Thesouro Provincial o temp) decorrido dude o
da do fallecunento do empregado at o da extra-c-
edo do emprego.
Ao engenheiro das Obras Publicas. 'De
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia, secu-
so o recebimento do officio de 14 do corrente, sob
n. 126, no qual V. S. participen que o conductor
deesa reparticio Manoel Pereira Brando Jnior,
reassnmio no dia 11 o exercicio de sen cargo, re
nunciando o resto da licenca.que lbe foi concedi-
da, pelo mesmo Exm. Senhor.
Ao Sr. Antonio Macario de Assis, juiz de
paz de Santo Antonio.=0 Exm. 8r. presidente
da provincia manda communicar a V. 8. que
aguarda a remessa da copia authentica da ultima
revieao eleitoral afim de resolver sobre o assump-
to de eeu officio de 13 do corrente mes.
DKSPAOHOa DA PBB81DENCIA IO DU 19 DE
JULHO DE 1887
Antonio Jos Correia.Entreguo-se eer-
tidao do officio n. 2,801 de 8 de Julho
lindo, do presidenta do Tribunal da Re-
lac3o
Antonio Jos Correia. Informe o Sr.
inspector da Tbesouraria de Fazenda.
Coronel Augusto Octaviano de Souz.
Dirija se ao Thesouro Provincial, a quem
i fti io n'esta data sobre o assumpto.
Amelia dos Santos Cuimbra.Dtnja se
ao Thesouro Provincial a quem officio ties-
ta data sobre o assumpto.
BsrZo de Araripe. -Pagese, em ter-
mos.
Carlos Julio Bauletrau. Em termos,
seja indemnisado o valor da escrava.
Companhia Great Wetern of Brasil
Ruilway Limitad.Iufbrme o Sr. eoge-
rtbeiro fiscal da estrada de ferro do Recife
ao Limoeiro.
Directora do Club Dramtico Familiar.
Informe o Sr. administrador do Thentro
Santa Isabel.
Emygdio de Assis Campos Cardim.In-
formo o Sr. inspeotor geral da InstruccSo
Publica.
Jo2o da Silva.Pasae portara e a res-
pectiva carta de naturalisacao.
Jos Cordeiro dos Santos. -Dirija-se ao
Thesouro Provincial a quem officio nesta
data sobre o assumpto.
Joao Nepomuceno da Silva. Dirija-se
ao Thesouro Provincial, a quem officio nes-
ta data sobre o assumpto.
Jos Jeronymo da Silva. D-se por
eertidao as inf jro^aes do juiz de direito
da comarca de Bonito.
Joao Cbysostonso Leito Rangel. Pa-
gue-se, estando em termos.
Manoel Ucha Cavalcante.D se.
Secretaria + Presidencia de Pernam-
buco, 20 de Julho de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
Repartiese* de olicia
2. seccao.N. 630Serretaria de Po-
lica de Pernambuco, 20 de Julbo de 1887.
Illm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que foram hontem recolbidos Casa de
Detencao os seguintes individuos :
A' mioba ordem, Jos Francisco Xa-
vier, remettido pelo delegado do termo S.
Ant3o, como alienado, at que tenha a con
veniente destino.
A' ordem do subdelegado do i. districto
da Ba-Vista, Joaquim Jos Tavares, por
disturbios.
A' ordem do do Peres, Vicente Ferreira
Honorato, por disturbios.
Hontem por volta de 10 horas da
noite no lugar estrada de Joao de Barros,
do 2." districto da Bo-i-Visto, Marcelino
Miguel D8 de Azevedo, tentou suicidar-
se tomando urna grande porclo de ars-
nico.
O subdelegado do diotricto tendo scien-
cia do facto para alli se dirigi, encontrando
Marcelino sem falla e quasi a expirar.
Na difficuldade de encontrar aquella
hora um medico, convidou o cidadao Her
mes Carneiro Machado Ros, que tao acer-
tado remedio ministre a ao suicida que mo-
mentos depois lanecu este grande quanti-
dade de veneno, ficando livre do pergo.
Sendo uterrogado Marcelino, declarou
morar em Santo Amaro das Salinas e ter
sido levado a acabar com a existencia por
desgostos particulares.
Devo declarar que nao esta a primeira
vez que Marcelino tenta suicidar se.
Communicou-me o Dr. delegado do
1.* districto da capital, que bontem por
volta de 10 1/2 horas da noite, aconteceu
escorregar e cahir do bond n. 37, ao su-
bir a ponte de Afogados o coebeiro do
mesmo bond, de nome Joao da Silva Go-
mes, o qual tendo cabido entre o vehculo
e os animaes, resultou ficar horrivelmente
maltratado, sendo por isso transportado
para o Hospital Pedro II, afim de ser tra-
tado, sendo, entretanto, deseaperador o
seu estado.
Ainda bontem, cerca de 11 1/2 ho-
ras da manha e a bordo do vapor nacional
*%rlindot na ocessiao de um desembarque
de pipas com agurdente, aconteceu urna
d'ellas alcancar o praticante de machina,
de nome Joaquim Antonio de Souza Mar-
rio e atiral o ao porao ; resultando disso
ficar o mesmo praticante com dua fractu-
ras no qneixo e diversas contutSes em to-
da a extena&o da ctixa toraxica, e na per-
na e mao dtrtitas.
Pelo Dr. Malaquias, que acudi ao lu-
gar do accidente convite dos negociantes
Pereira, Cawiro i C. foi platicado o pri-
meiro curativo, sendo depois conducido o
enfermo para o Hospital Pedro H.
E' grave o estado do mesmo.
Pelo dito Dr. delegado do 1. djrricto
da capital foi remettido ao Dr. jais de
^^i.
direito do 2.a districto criminal o inquerito
a qae proceden contra o cadete do 14.*
batalhao de iinha, Alfredo Avelino da Maia
e Silva, por crina de ferimentos feitos na
pessoa de Cyro. Pedrosa.
Deas guarde a V. Exo. Ulm. .e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Aaevedo, muito
digno presidente da provincia.O chefe
le. polica, ntonio Domxngot Pinto.
l*rrvnelal
ACHea.BO.DU :20 dk jslbo de 1887
gSrrancisjsju-Otei BrandSo.Informe o
boosMancioM.
ciouill)i\:ptconsador dos feitos a
Massael CsOno .Jstnuir^loorme o fir.
Dr. SminiradoTiJa Reeebcsioria ProrfaJ
cial.
Ordem 3* de S. Francisco, Antonio de
Muraos Campello, officios do Dr. procura-
dor dos feitos, Antonio Simpes de Almeida
e Asnwsio de* Muatas Coieahf*. Latarme o
Sr. contador.
Francisco Campello Pires Ferreira. -Ao
contencioso para os devidos fins.
Manoel Vianna de Souza Barros. Ar-
cfaive-ae pelo contencioso.
Jos Joaquim Ferreira de Souza e Ma
noel de Souza Galvao.A Recebedoria
Provincial para attender.
Coritas do thesoureiro das Obras Publi-
cas.Haj a vista o Sr. Dr. procurador fis-
cal.
llenrique Bernardos de liveira.
Como requer.
Recebedoria Provincial
OS8PACH08 DO DIA 20 DE JULHO DE 1887
Bario de Santa Cruz, Joao Raposo de
Souza, Joao Ferinndes Lopes, gerente
do Banco de Crdito Real, bacharel Ur-
bano Mamede de Almeida, Goncalves
Vianna & C, Chriatiano Xoveger, Manoel
dos Pasaos Gomes, Jos de Maoodo e .Jos
Barbosa Lima. Informe a 1 seocSo.
Manoel de Medeiros e Carvalho ilva
A C. -A' 1' aecySo para os devidos fias.
Jos Mara de Souza Araujo. Cum-
pra-se.
Jos Joaquim Ferreira do Souza.A'
1" sec{ao para attender.
Manoel de Souza Galvao,A' 1* sec-
2o para attender.
Gertrudes Mara da Paixao Cerdoso e
Miranda Aves d C intor ne a 1' seceo
EXTERIOR
Correspondencia do Diario de
Pernambuco
PORTUGAL Lisboa, 7 de Julho de
1887
No dia 1 foi lido as duas casas do parlamento
o decreto real que proroga as cortes geraes at ao
dia 15 do corrente. NSo basteu, pois, o,periodo
parlamentar de tres meses para dar vaslo rhe
torica accumulada de que vinham repleotus ns
paes da patria. O incidente Ferreira de Almeida
foi urna mina que ezpkiraram at a saciedade, e
como este muitos ontros ssumptos esteris servi-
rn] de pretexto para se coasuairem seesoes sobre
sessoes em detrimento dos debates uteis.
Quiose dias, purin, nao sio .suficientes, em
preaenca do muito que ainda falta ser apreciado e
discutido pela representaco nacional, avallando
entre esees aseumptos a discussao do bil de in-
demnidade, em que todos os oradpres da oppoai-
ci-i ho de querer molbar a sua sopa.
Diz a imprensa ministerial que as longas sesaoes
legislativas apenas servem p&ra enfraquecer as
opposicoes, cancar o espirito publico e arrancar
oa governos justa appiicacao de um trabalho
til e perduravel, sem se recordarem que os seus
estadistas e parlamentares, quaudo ppposicao nao
queriaja saber das boas razoes que hoje se expen-
den), com tanto que dessem largas sua facundia,
e promoveasem de ora em quaudo alguna debates
ruidosos em que eram victimas do murro secco as
iuonoeentes carteiras da cmara. Parece, como
j tive occasio de lhes diser em orna das minhas
ultimas cartas, que nao aera esta a derradeira pro-
rogaco antes do encerramento.
O Sr. Conde Burnay, o opulento bsjnqueiro
belga, aqei residente e actual proprietario do
Jornal do Commercio, vai publicar um tolneto ou
livro em que far, segundo se promette, edificati-
vas revelacoes de factos anda nao conhecidos do
publico, tomando com essa publicacao um desf reo
des ataques repetidos com que hoatilisado fre-
quentemente por parte dos amigos da situacao.
tale cavalbeiro fra em tempo o alpha O oomega
das naneas portugueass nao e durante o consu-
lado progreesista de 1879 a 1881, mas com os re-
generadores at a subida dos actuaes governantes
aos espinbos do poder
Posta de parte pela insuficiencia, agsra predo-
minante, do eeu competidor e rival Marques da
Poz, nao ha pecha que nao tenha nem defeuo que
Ihe nao attribiram os mesaos borneas que o propu-
zeram corea para lbe ser conferida a aere de
um titulo de Conde, ha pouco mais de um anno.
Para contraminar o effeito que a apparicao do
pamphleto deve produsir, isto para se sangra-
rem em saude, as folhas governamentaes, em es-
pecial, as Novidada, teem posto em eirculacao naa
auas columnas engranadas Magues, taes como, a
supposta antecipaco do prologo indito do pam-
phleto-Barnay. a narracao phantasiosa de urna
" interview do dito banqueiro.com os redacto-
res daquella tolba progressiata e mil outrae inven-
c-s galhofeiras, escriptas com maia ou menos
verve nesses apetitosos cavacos de urna redaeco
em qne ha rapases de talento incontestavel, e em
?ue talves collabore, por horas mortas o proprio
andador desse jornal e um dos nosjos primeiros
polemistas sem duvida, o actual ministro das
obras publicas, o Sr Emygdio Navarro.
Como tude isto exbala mesmo de longe os sa-
boros888Bmo8 perfumes do escndalo, claro que
se ie desde a primeira ultima Iinha, como aera
lido lambem o pamphleto promettido pelo diuhet-
roao conde, a que o vulgo brindou eos tempo com
o aleonis, de Topa a tudo, alcunha que buje mais
cabe ao supracita Jo marquez, vulto quasi omnipo-
rente n'eete paiz no que diz respeito a aseumptos
fnanceiros e especuiacoea monetarias, iesde as
menos considera vea at s de alto-bordo. Tal
qual como, em tempo auccedia ao actual proprie-
tario da tolba commercial de que o Sr. cooselheiro
Antonio de Serpa Pimeatel tem sido director pol-
tico, at s vesperas de tancar a sua candidatura
chefia do partido regenerador.
Este assumpto que tem a vaneado pouquiesima
(J mo lhes contci, declarou je a aciaao uas pha-
langes regeneradoras, agrupsndo-se em torno do
Sr. conselheiro Barjona de Preitas grande numero
ie influencias d'aquelle partido, que adherirs s
deelaracoes d'este cavalbeire, de qe reputava com
erro nao adiar a eleicao de chefe, e que d'eisa
eleicao proviria a aciso do partido regenerador.
Parece nao terein couc rdadj com este modo de
ver o Sr. A. de Serpa e o grupo mais accentuada-
mente conservador d'aquelle partidu, tendo ao que
parece, adoptad o alvitre um tanto extraordi-
nario, de promoverem por meio de ama expedicao
de circulares para todos os pontos de reiuo, ilbas
e ultramar, e de angariamento de adheses mani-
festadas por assiguaturas, a cubica da el-ica i do
chet-, o qne tem dado margem a um diluvio de
pungentes ironas, nao so da parte dos seus adver-
sarios polticos mas dos proprios correligionarios
diseidentes, que qaalificam istp da subseripvo,
apropriada aim para se erigir um monumento
memoria de Fontes Pereira de Mello, mas nao
para a escolha de obefe que deve substituil-o na
aupnma direccao d'aquelle partido.
A propria Kvolucio de Settmbr, o velho orgo
das tradiccoes regeneradoras, fundado por Jos
Estevo Coelho de Msgalhea e Antonio Rodrigues
Sampaia, escrevia, ha das um notabilissimo artiga
irnico, attnbuindo calumnia os boatos qae tem
corrido sobre tio irrisorio expedieute, novissimo
com Jfoito nos anoaes partidarios.
N'tiate ponto estio as esusas, entretanto j se
dia ne o centro regenerador do Porto adbere ao
grupo Serpa, euiquanto por outra parte ae propala
qae os chefes republicanos, fatigados de seus es-
forcoe platnicos, imitacSo do que se passou por
ultimo em Hespanna, se preparam para urna evo-
lucio poltica tendente a approxhnal-os da monar-
cbia pela sua junecao com a paroialidade que vai
denominar-se partido liberal sob a direccao
do Sr. Barjona de Preitas. Vaina a verdade, acho
que por ora mais avisado ir pondo de quarentena
estas noticias, pois certo qae se oa homens diri-
gentes do, j hoje importante, partido republicano
portugus adoptassem tal delilieracao, outros sur-
giriam para capitanear as cohortes ultra democr-
ticas, alias inoeosivas, d'este paiz.
Aceres da ultima reuniao terpacea em casa do
conselheiro Barbosa da Booaa/a, dizia o corres-
poadapte -de urna iolha do Berta ha eousn d*ita
das:
Ahbvsbi! palavras acerca da eberia. O tiro
ido* vtlhot, ase tem por che h/poUetico o Hr.
Serpa, nao anda, j centeale osm a sleaeryo da,
Tapaziada,-'erata de chegar a usm xmbrtdao
J se pi ilfssii spe haj doua aMa\aWsssBMaa-ie-ra|
de Siio ; ssaw os novos nao qesi'eui. A correaste
vai engrossando na direccao do Sr. Barjona... etc.
etc.
O mais sao gracejos ao consumo de cha e torra-
das qne os magnates serpaeeoa fazem as reu-
nios do Sr. Bocage.
Acaba de ser nomaado vogaldo canaelho de
Estado poltico o Sr. Visconde de S Januario, ac-
tual ministro da guerra. U Jornal do Commercio,
apezar de regenerador, dando esta noticia, aceres-
eenta que nao podia recahir moluor a nomeacSo,
e que os assumptos graves do Estada encontraro
em S. EA. quem os esclarece com lucida intelli-
goncia e consciencia recta.
Prosegaindo, escreve: Pelo sea carcter in-
maculado, pela sua tonga experiencia dos mais
elevados, servicos, por elle conquistada no paiz, o
nbre Viaconde de S. Januariu, nosso velho e res
peitavel amigo, representa no alto tribunal, onde
vai ter um lagar, urna los serena e lmpida para
jalgar, e um voto honrado para decidir.
L termina: E' caso para lelicttermos nao s
o gaverno, mas o pan.
Sem pertender, nem por sombras, attenuar o
valor de to rasgados encomios da falha regene-
radora, nao posao deixar de ver na sua forma by-
pcmalica certas vislumbres de intencio maJicissa,
pois de ha muito que a imprensa daquelle partido
procura crear e alimentar urna tal ou qual rivali-
dade real ou supposta entre o ministro da guerra
e os seus collegas, a quem nao qaiz imitar na pro-
aulgacaude medidas dictatoriaes, apezar, tal ver,
de baver sido para isso muito, solicitado.
Na Cmara das Deputados foi approvado,
depois de breve discosso, um prajecto para con-
atrueco, par empreitada, das oor*s dos partos de
Ponta Delgada e Harta (Acores). llavera con-
curso, e a importancia fizada para a porto de Pau-
ta Delgada de 1,340 contos de ris fortes Je para
o outro de 1,100 contos, idem.
Foi tainbem autorisada acquisicSo do ama
casa onde poasa fuuccionar aeaixa econmica por-
tagueza.
As propostas apresentadas pelo Sr. Marian-
ne de Carvalba, ministro da fasenda, com respeito
ao impasto de renda de casas e samptuario, e as
diversas aJteracoes na contribuicj industrial,
convertidas em projectos de lei, j foram approva-
das pela cmara.
No ultimo dos projectos vai incluida plena au-
tirisacaa ao governo para elle transformar o im-
posto, ou methodo de cobranca, e a cmara deu
com satistacaoeste voto de confia ac ao g averno,
delegando a maioria da cmara ao governo as
funcooas de legislador, ne que sent o maior gau-
dio sempre. Sao assim as maiaa>as, seja qual for
o ministerio.
Tambem se vos u o prajecto de moeda para oa
Acores eo que fiza a torca naval para o anno eco-
nmica corrente.
.Passou tambem o projecto que approvou o tra-
tado de limites na Gruin, entra Portugal e
Franca.
Uomo Ibes communiquei, em tempo, assig-
nou-se um protocolo eom a China. O governo
apresentou o protocolo ao parlamento, pedindo
cmara que autsrise a satisfac&e de um tratado
que ha de ainda celebrar-se, o que realmente,
aprsenla certa novidade A maioria, j se v,
foi da maior indulgencia e at parece ter tido a
maior satisfacao cm que o ministro dos negocios
estrangeiros Ihe poupasseo incommedo da estudar
aquella negociacio diplomtica, ficando assim il-
ludida a disposica constitucional, que abriga o
governo a apresentar os tratados ou convencoas
internaciooses.
Na seoso de 4 deste maz o ministro da fa-
z-nda apresentou urna proposta assignsda tam-
bem pelo Sr. Jos Luciano de Castro, presidente
do conselbo, autorizando o governu a emprestar &
Cmara Municipal de Lisboa a quantidade de t-
tulos da divida publica na posse da fazenda ne
cessarios para ella levantar um empreatimo at a
quantia de 600 cantos eSectivascom.que prov<-ja
ao dficit do orcainento municipal do auna de
1888.
Um dos ltimos projectos approvados pela
eam ira dos deputados e o qi' fiza a forca do
exercito em pi de paz para o anno econmico de
1887 i 188S em 30,008 pracas de pret, seado li-
cenciadas todas as que o possam ser sem prejuizo
do servico.
J as locomotivas chegam s Caldas da Bai-
nba pelo caminho que segu da Alcntara yar
Torres Vedras.
Ha diaa por occasio de chegar alli a primeira
machina houve naquella villa muitos festejos.
Paree'! que no da 15 ser essa Iinha aberta
eirculacao publica.
__ Os trabalhos de deraolifo do theatro dos
Recreios e Colyseu ua praca dos Restauradores1
principiaram j.
Alguna metros do tunnel j estao abertos, junto
aos arcos das Aguas Livrcs, prximo da edtacao
de Alcntara.
Foi concedido o titulo de Visconde do Valle
de Sobreda ao Sr. Joaquim Marques Ferreira.
Na cmara dos pares foi approvado o pro
jecto de lei ratificando a convenci com a Allema-
nba, a nspeito dos limites das nossas poseesses
meridionaes de Alnca, que c nfinam com os ter-
ritori s sob o protectorado daquella potencia.
J comecou a ser discutida na commisso de fa-
senda da cmara das deputados a nova pauta das
alfendegas, aenao a mesma commisso de parecer,
de accordo com o ministro da fazenda, ta fosse urna nica, ficando assim simplificados os
servicos e desbravado o terreno em que deve aa-
sentar o principio pautal.
Na sesso de 1 do corrente, na cmara dos de-
putados, trocaram-se explieacoea cutre os Sra.
Cansiglieri Pedroso e ministro da fazenda por
parte do governo acerca das providencias a adop-
tar ou adoptadas com respeito ao estado sanitario
do Rio de Janeiro.
Foi catbegorica e completamente desment -
da a noticia que se fez carrer de que a guarmcao
da Bahia de Tungul (Airiea oriental) estav*, ha
va quatro meses sem recebar os seus vencimen-
tos, pelo que, na eamara dos pares o 'Sr. D. Luiz
da Cmara Leme se congratulou com o governo.
Foi j approvada naqoala casa do parlamento
a lei de meioe lei, cuja votacao urna necessida-
de constitucional.
A respectiva carta de le foi publicada em sup-
plemeuta ao Diario do Governu no dia 30 de
Junho.
O projeeflb da converso de ttulos de divida u-
hlica, depois de larga diseasso foi vitado taPs:-
mar dos pares na p nultima s sto de juaho.
U Sr. infante D. Augusta j se acha em
Manda: iz, celebrada estacao tbermal na Oalliza,
de cujas agpas est ftzendo uso. Poi com o seu
sjudante de ordena o capilo Xivier Machado.
Em Pars no dia 26 de Junho realisou-se a
ceremonia da diatribuico das recompensas da
Societ nationale d'Encouragement ati Bien assis-
tindo uumerosa concurrencia. Entre ella con'a-
vam se muitas notabilidades Foram conferidas
medalhas de honra rainha de Italia e rainba
regente de Heapanha pela fundacAo de estabele-
ci montos pos, e ao re de Portugal pela sua tra-
dueca de Shakespeahe.
Succumbio hontem a ama tsica pulmonar
o Sr. Alberto Carlos Eca de Quciroz, secretario
da junta de faaenda da provinci i de Angola e
irma dos Sre. Jos Mara Eca de Queiroz, o no-
ta vel romancista, o Carlos Eca de Queiroz.
Era um moco muito sympathioo e de excedien-
tes qualidades.
A reforma judicial que 'brevemente aera
apresentada pelo Sr. cooselheiro Veiga Beiro,
ministro daquella pasta, contera quatro ttulos :
oceupar-se-ha o pnmeiro da magistratura judicial;
o segundo do ministerio publico ; o teroeiro da
advoeacia e o quarto des otticiaea de justica.
__ E' dos mais ruidosos o proceses e jalgamen-
to do alf rea Marinho da Crus, qao assassinoa
oom tiros de revolver a queima roipa o sea col-
lega da eacola do exercito, o cabo Antonio Can-
dido Pereira no largo do Mitello mis proximidades
do edificio da mesma escala na Bempoeta em 22
da Abril de 1886
E' enorme o numero de tsteme nhaa. Sao in-
teressantissimos os debates e mai cariosos sob o
ponto de vista scientifico os depoimentos dos Srs.
Dr. Senna, director do hospicio de alienados do
conde de Ferreira no Porto e Dr Craveiro, di-
rector do hospital de Kilhafoles, de LisbSa.
Parece qae entre o infeliz Pereira e o alfares
Msrinho hoavera em tempa relacoes escabrosas,
que a depra vacilo dos eos tu mes estabelece as ve-
ces entre pessoas do mesmo sexo. E' defensor do
reo o Sr. conselheiro Thomts Ribeiro.
No interrogatorio, o reo nega todas as declara-
coes que no summario fii*ra. a qae (he podem ser
iaeonvenientes, mas eom ama arte, com um estu-
slo, com ama finara enorme. De nada ae leinbra,
m elle, mas nada ega porque desde qae tanta
sjente o dia, deve ser verdade. A audieaeia, in-
ssrrampida s 6 da arde devia ter-prosegaido a
-i-da noite. O trsssaaal militar est ctre "de es-
jectadores e espeotsMoras 'amrjees^apeaaTiii ea-
yter muitos pontos improprios Ae eerosn nvidoa
per damas.
A enriosidade, porm, que as leva em grande
furca s tribunas do parlamento, qaaado saspei-
tam de sesso em que haja escndalo, impelle-as
tambem, cerno verdaderas filhas de Eva para os
tempestuosos e tristissimos espectculos dos tri-
banaea!
O rea falla correctissimamente, com verbosidu-
de exalta-ae, ri, prodaa t-ff itos, como quem tras
um papel anato estudatfoe fiaissimo e arlistka-
mente. o desempenha.
As testemunhas de defeza querem dal-o por
um epiletico. Malvado intelligentissimo qae
elle parece realmente aer.
Esquecia-me dizer-lhes que, oa seaaao de
Lhontem na cmara papular entrou em discusso o
projecto relativo a partes'franees de Lisbi, Pi-
co, Porto aoto, Fayal, Flores.e Casvo. .E' rela-
tor do. projecto o Sr. Dr. Mattoso, que reapaodeu
brilhaotemente a impuguso do Sr. Arroya.
Na cmara alta diaou'ic-sa bontem o protooolio
assignado como btse do tratado com a China
sendo combatida pelo Sr. Bocage, como inconsti
tecional, a autonsaco que o governo pede para
ratificar o tratado na ausencia das cortes. Kes-
pond 'u-lha o Sr. conselheiro Barros Gomes, mi-
nistro dos estrangeiros.
Ij.
HtVISTA UlAHU
Telegrammas Acaba de resolver o mi-
nisterio da agricultura que o enderece dos t-le-
grammas haja de ser pago coma ma e palavra,
desde qu o seu uaetero isvw seja oaaior d cinco
(sendo cobradas aa excedentes pela taza actual),
bem como que sa cont em todos os casos aaasi-
gnatura pela taxa de urna s palavra
< Nao aera, diz o Jornal do Cammercia da
corte, algumas vezes insignificant a redueca por
tal modo autorisada e trar a incontestavel vanta-
gemdn asseguaar lai'lli ir a prosipta entrega dos
telegrammas pela indicacao mais clara da nome e
residencia do destinatario. A providencia digna
de ser notada, mis c mtamas poder tributar cm
breve ao aatual ministra daagncultura.tado o lou-
vor que s:r para graugear a forte reduccao das
tarifas do telegraphi.
< Eetatuso mais o laiaislerio, aobra prooesU do
director geral interina d >s teje rrapbos, que no eer-
viga interior s-jam cuitadas coma umi s pilavra
os iweaes das etdadea e vidas, oude temoa-eata-
coas (clijgrs^jcucas, aasaim corno sejam tambara c as-
tadas por urna palavra tidas as que contiverem
at quinze letras em lugar de dez, como at qu ;
e que nos grupas dos algarismas sejatn admitti-
des cinco por urna palavra em lugar da tras, eo
mo eatava adoptado.
< Nao compartimos do precoaceita muito geral
que indaz a esperar de toda a redueca de tarifas
inmediata expanso do trafego e, cansegaiateaneti-
te, da renda.
Na telegrapbo como no carreio, como na via-
eao frrea, a experiencia tem patntelaiom tola
a parte que aquelle preconceitn merece ser levado
a conta doj sophismas econmicos, to saieute ca-
pases de Iludir par s originarem da oOservaco
inco npleta ou dafeituuaa. A Inglaterra esperou
longos ann as que a renda postal atLngisse e exce
des.-e do nivel a que havia chegada em 1839, des-
de que adoptou a taxa uniforma de um penny. Nao
podemos nos esperar outro immediata resultado do
abaixamento de qualquer tarifa de transporte.
Apezar disto, porm, cumpre nao fiar nica-
mente da aosao lenta do tempo o desenvalvimento
das communieacoes telegraphicas, que, torca
canvir, nao constituem ainda para muitos pontos
da reda neceaeidatta real.
Raduaido o pre>co a aecessidade surgir mais
fcilmente, e, urna vez que se ache creada, tende-
r naturalmente a augmentar com a maior activ-
dada das retacaos e mais acelerada mobilidade de
interesses.
At que os poderes pblicos se resolvam a di-
minuir de muito as tazas actuaes do telegrapbo,
as communieacoes dilata especie serio para o pu-
blico as estrictamente indisp naa veis e a randa
ter de resentir-sa deste natural retrahimento.
E' preciso enveredar por entro caminbo. Afronte-
mos nos primeiros asnos a depresao que ha de
occorrer na receita por effeito da reduce,,!> da ta-
rifa e confiemos que o baixo preca, lazando com
o tempo avultar o trafego, trar no futuro com
pensaco sobeja do sacrificio actual
Telezrammas da tsaprensa Dando
faculdadc ao governo para revir o regulamento
dos telegrapbas do Estado, autorisou ao mesmo
tempo a lei do orcamento vigente a reduccao at o
mximo de 20 % na3 taxas das telegrammas re-
ceidos ou expedidos pelas folhas diarias e exclu-
sivamente destinados publicidade. Dasta autori-
saco acaba de usar o ministerio da agricultura,
mandando que aquella reduccao mxima se faca
effectiva a contar de 1 de Agosto.
Nao podia o governo. diz a supracitada folha,
deixar de cingir-se ac *rmM da autorisaco, e
assim utilisar-se-ho da providencia to smente
asfolhas diarias. Honre nisto, entretanto, inad-
vertencia por parte do poder legislativo cuja in-
tencao de certo nao foi estabelecer para aquella
categora de folhas rgimen privilegiado e nao ex-
tensivo ( peridicas. A lacuna podar ser sanada
na lei do orcamento para 1888.
U intuito do legislador foi facilitar a publici-
dade e aa mesmo tempo preparar elementos para
o desenvalvimento da renda dos telegraphos. Ora,
claro que paraumb a os fros podem concorrer as
folhas peridicas do misino modo quo as diarias.
O legislador ter presente ao espirito que, era nu-
merosas localidades do Imperio, todas as folhas
eo peridicas e mantm servico telegraphico mais
ou menos desenvolvido. A publicidade prompta
nao menos conveniente esa taes localidades do
que as capitaes e renda lucrar com o augmen-
to do numero dos seus eontribuintes .
Facilidad" de OlrottoEm sfssio da
congiegacia d*s lentes de 15 io corrate e em de-
monstricio de pr ifundapesar pelo falleciineiito do
illustrado mestre r. Tavares ij la;t foi reaal-
vdo unnimemente por ind%ac) do Dr. Birroa
Ouimares qu se ca..aignaaac Ba acta da sesao
um voto significativo das candoieaciaf dos callcgas
por to laatimavel perds.
Igualmente fai resolvido, que urna commiss) de
lentes dsse os psames familia da finado, sendo
no mendos para cata aommissa o conselheiro Dr
Silveira deouzn, Dr.-i?jiti Paasot e Dr. Vaz e
Oem assim qne se auffragsBsa, a alo' do pranteado
ollega eam algumas missas, que Jevara ser Ci
lebradas no trigsimo dia do f illeeimento.
Hontem ooutiuuau o concurso, terminando a
def-sa das thoses eot-e os candidatos com a ar-
gu^io do Dr. Manoel Portel la Fu no.
Amanh se realisar a prava escripta, d.vendo
para este fim reunir-se a congregaco s 10 huras
do dia. Os candidatos devera comparecer s. 11
horas.
Reunida a congregaco cada lente cathedratici
au substituto que estiver regaado cadeira apre-
seutara pontos, e d'entre estes urna commisso es-
colhar em numera de 80, comprehendenlo todas
as materias do curso, os qde devem ser propostos
a approvaoo da congregaco.
Approvados pela congregaco, sero os pontos
numerados palo director e o secretar! > escrever
os nmeros correspondentes em pequeas tiras da
mesmo papel, iguaes em taraanho e turma, as qu es
depois de dobradas, sero laucadas em urna urna.
Em seguida sero (aneados os nomes dos lentes
que ae acharem presentes, em outra urna, da qual
o lente mais antigo eztrahir oito, que se iro es-
crevendo proporco que forem tirados.
Sero em acta continuo admittidos os candida-
tos na sala das seases ; o primeiro na ordem da
inscripcao extrahir um numero da nrna dos pon-
tos e lido pelo director em voz alta o panto cor-
ruiponiente o secretario dar ama copia d'elle a
cada candidato.
Recolher-ae-bo inmediatamente os concurren-
tes a ama aaia onde h-iver a lagislacao do paiz a
tero o prsae de quatro horas para dissertarem so-
bra o p jato dado, deixando em cada meia folha
de papel ama pagina em branco.
A cada hora d'esse trabalho assistiro dous len-
tes dos oitc sorteados na ordem em que estiverem
seos nomes, afim de faaerem observar o silencio
necessano a evitar que qaqoer dos concurrentes
sirva-ae de livro en papel que lbe poasa ser de
adj tono, oa tenha communicaco com quem quer
que seja.
Terminado o praso das quatro horas serio todas
as folbas da composico de cada um rubricadas no
verso pelos dous lentes que tiverem assistiJo ao
trabalho da ultima bota e pelos outros candi-
datos.
Fechada e lacrada ada urna das composicoes e
eacripto no envoltorio e nome do sen autor, sero
todas acerradas emsna de tres chaves, urna das
quaes ser guardadas**! director e aa outras duas
palos deas lentes referidos.
A urna ser tambem erradacom o sello da Fa-
culdso impreeeo cm laere sobre urna tira de pa-
pel rubricada palo direetsr e pelos dous mencio-
nados lentes.
S sero abertas as composicoes no dia do jal-
gamento do concurso e para serem lidas pelos can-
didatos em presenca da congregaco.
Vapor da EuropaCbegou hontem tar-
de da Europa o vapor francez Vdle de Marantao.
Foi portador de notieias que adiantam s ulti-
mas recebidas, mas, por afluencia de trabalhos,
s podemos hoje publicar a carta do nosso cor-
respondente de Lisboa.
Assanh publicaremos as dentis u.ticias.
tenaaireAote-hontem s 10 horas eaoeia
da noite ao subir ponte a dos Afogados o carro da
Companbia Ferro Carril, n. 37, aconteceu cahir da
plata forma do carro o cocheiro do mesmo de nome
Joo da Silva Gomes, e com tal infelicidade qae
tendo cabido entre o ventelo e os animaes foi p?r
ambos alcaucado resultando ficar ho'rivelmente
contundido, pelo que foi|tra'isportado para o hospi-
tal Pedro 2", ondedepoia de vistoriado foi jalga-
do grave o seu estado.
OutroQuando ante bontem dava descarga
o vapor Arlindo e eram tiradas do poro urnas
pipas, succedeu urna dellae'bater inesperadamente
no praticante de machinas de nome Joaquim An-
tonio de Souza Marro, e fel-o com tal forca qne
atirou ao poro ao mesmo praticante, resultando
da queda ficar este com o queixo fracturado em
dous lugares e algumas contusoes nacuixa tho-
raxica e outras partes do corpo.
Tend sido chamado o Dr. Malaquias pelos
agentes do referido vapor, foi por esse facultati-
vo empregado o primeiro tratamento, sendo o en-
terra posteriormente recolando ao hosaital Pe-
dro 2o.
O seu estado inspira serios cuidados.
Itiaprenaja peridicaRecebemos hon-
tem o 1* numero de um peridico sob o Ctalo O
Futuro, que com"?ou a publicarse nesta capital.
E' Iliterario, critico e scientifico.
De Macei recebemos tambem o 1 numero de
um quinzeuario sab > titulo O Magisterio, orgo do
instituto dos profesares primarios d'alli.
Ambos estes peridicos eato bem escripias e a
asubos desejamas longa e,prospera existencia.
Nota* ralHMM ) Sr. Senra, subdelegado
do 1. districto do Sacramento da Corte, iniciou
urna importante diligenaa obre notas falsas, da
qual tem obtido b in resultado.
Em das do mez passado, o bilheteiro do theatro
S. Pedro de Alcntara deeoebrio na sua feria duas
cdulas IViis da val.r de lClOOO cada urna.
No dia seguict?, indo um individuo, comprar um
bilhete, deu Ihe para trocar nma nota de 104000,
idntica s duas anteriormente recebidas; por
outra lado veniiL ra o bilheteiro que o individuo
era o masino que Ihe tinba passado as deas notas
falsas. I a n- nacamente Oea-lbc voz de priso e
catregou o polica.
Sendo interrogado, o individuo declarou cha-
mar-ae Jas dos Santos (xandra, e ter recebi-
da algumas daquellas notas de Jos Fenandes
Conde Albiera para passal-as mediante gratifi-
cacao.
A autoridade policial mandn immediatamente
recolh-r Gaudra priso, onde fieou iocommuni-
cavel. Dirigio-se depois a residencia de Conde
Ai ajera em urna estalagem da ra de S. Pe-
dro : Alboers, que nao sabia que Gandra tinba
sido preso, nao contava com a visita da polica.
Poi tambem ascolhido ao-xadrez da 1.a ostaco po-
licial.
Continuando as pesquizas. soube a autoridade
que Gaudra e Alboera, tinham alguns dias antes,
estado no estabelecimeata da roa da Uruguaya-
na n. 9. Nessa occasio Alboera, mostrando-se
muito alegre, convidou a todos para beber, e ti-
rando do bolso um maco de notas de 1O400O, pe-
dio a um dos empregados do eetabelecimeato para
contal-as. O empregado contou a quantia de.. .
1:0104000 e entregou-a de novo a Alboera. Este,
que viva da profisaao de eossinheiro e geralmcnte
puucos mil ris trazia comsigo, foi interrogado
pelos seus amigos do estabelecimento sobre a eri-
gen) de tanta alegra e de tanto dinheiro.
A principio dpclarou que o tinba ganho na lo-
tera e naa corrida. Estando,'! parm, sos, com
Gandra, disse-lhe que tinha entrado em um nego-
cio vantajoso e pedio-lhe que passasse algumas
das taes notas, mediante boa gratificacao.
A autoridade deu busca nos aposentos de Gan-
dra e Alboera ; nada encontrn, porm.
Por varias veses tem os dous industriosos
sido interrogados. Seus depoimentos sao contra-
dictorios e em certos pontos, por tal forma, hesi-
tantes, que parecem desmascarar a sua criminali-
ds.de.
Alboera dase finalmente que achara aquellas
notas em um terrena da praia de Santa Luzia e
qae nao ss suppanha falsas. Gandra diz que sea
amigo Albaera Iha dera as natas para trocar, mas
tambem nao as suppunba falsas.
Continuando o Sr. lenra as pesquisas, deu nova
busca na estalagem da ra de 8. Pedro, onde re-
side Alboera, e foi encontrar escondido n'um dos
cmtos da latrina um embrulho contendo 94 das,
taes notas falsas.
Estas que foram eliminadas na caixa da amor-
tizaoo, se bem que imperfeitss, illudem intei-
ramente at os que costumsm lidar com di-
nheiro.
O Sr. Senra pedio e obteve do Dr. Holianda Ca-
valcante, juiz do 4." districto crimiml, man-
dado priso preventiva contra os dous criminosos
que se acham recolhidoa Casa de Det-nco da
Ortc.
Oa autos de inquerito qae tinham sido enviados
com o respectivo relatorio ao inesmi juiz, baixa-
ram de novo ao cartorio da autoridade policial, que
contina em activas diligencias sob to importan-
te servico.
ercadorla*) Inflammavels-Para evi-
tar os perigoe a que podia dar lugar o desembar-
que de merzadorias inlammaveis dentro do anco-
ra I juro. S. Exc. o inspector do Arsenal de Mari-
nha e o inspector interino da Alfaudega resolve-
rn!, que de hoje em diante esse desembarque seja
feto fra do ancoradouro c no lugar denominado
Laminhas.
Para evitar davidaa Satisfazendo ao
p 'dido que nos dirigi o honrado commerciante
Jos Nagueira de Souza, cabe-nos declarar qne na
publicaeio da-parte paliis! de hontem, onde se
l. Jos Nogueira de Souzadeve corrigir- se um
engsa%> que se deu e lor-se Jos Nogueira ds
Silva.
Tentativa de aalcldio Aote-hontem
s lo hars da noite e na lugar estrada de Jo>
le Barros, 2* districto da Boa Vista, tentn saici -
dar-se in; rindo arsnico, Marcalino Miguel Dias
de Azevedo.
Gravas, porm, a prompta iniciativa do subde-
legado que, na falta de um medico mandn chamar
o Sr. II .-mea Carueiro Rios, o qutil miaistrou-lhe
o antitodo contra o efieito toxico, o infeliz pouds
Ser arrancado a ama morte terrivel.
Benefleio da prlmadonalla lelii
Para amiuh est annuneiado o beneficio da
prima-d ma Sra. Theresina Rastelli.
Na opera, to querida do nosso publico, uy-
Blai, ter ella occasio de ouvil-a e convencer-se-
na de qu* nao foram exageradas as palavras qae
h piucos dias esc-evemos, relativamente ao des-
empeo) qu: teve no Santa Isabel, desempenho a
que deram grande realce alm da beneficiada os
Srs. Ravagli, tenor, Migliazzi, soprano.
tmeneaaa-E este o nome de naa deli-
ciosa bebida, um verdadero nctar, que acaba de
chegar para a casado Sr. Joo Vctor Al ves Mi
theas desta capital.
A Americana fabricada no Rio de Janeiro;
composta de cascas de laranjas amargos, agrio e
outros vegetaes. Um licor, um nctar.
Agralec*in>8 o mima de urna garrafa que nos
fez Sr. Matheus.
Lanierna MtasrleaDisrribOie se o n. 19*
deste p riodicij livre e humorstico.
SerglpRecebemos hontem folhas de Ara-
caj at 13 do corrente mez.
Por acto de 27 do paasado resolveu a presi-
t"3eacia conceder ao Dr. Jos Gupertno Dantas a
exoneraeo, qae solicitou, do lagar de inspector do
Thesouro Provincial, em cooseqaencia de ter sido

*


I
-
LSD


Diario de Pernambuco---tyuiota-feira 12 de Julho de 1887
i
nomeado pelo governo imperial juiz municipal e
de orphos do termo do Rosario.
far ooeupar o lugar de inspector do Theaouro
tai nomeado na raesma data o capitao Antonio
Coelho Barreto, qae no da 12 do correnta tomou
posee.
No dia 20 do passado a 4 horas da tarde,
forana dados sepultara na cidade de Maroira, os
restos raortaea do majar Hercules Antonio da Sil-
veira, abastado proorietario u'aq'uella comarca.
Tinba 58 annos de idade.
Na cidade da Eawueia baviam fallecido os
negociantes Antonio da Silva .Uuutinbo e Antonio
Joaquim de Souza Calhord*.
Trarro elctrica)Lemos no Jornal do
Commercio du crt<*, de 13 do correute :
Com asaistencia das directoras das diversas
eompaobias de banda, do engenheiro bacal, sena-
dores, deputadoa. engenheroa, representantes de
outras elasses sociaes e multas scuhoras, reali-
sou-ee hontem urna experiencia de bond por trac-
co elctrica, syatema aperreiooado p -r Edmond
Julien.
A's 4 12 hars saniram da estaca > do largo
do Machado o bond da experiencia e mais cinco da
compaubia, levando convidados e urna banda de
msica.
O da experiencia foi bem at umpouco adisnte
do Larga dos L oes, mas d'ahi em dian'e nao
pode ir alm, porque tendo-se quejando os man-
caes por cansa da attricto nos trilitos engraxadoa.
transmittiu -ee o calor ao eixo fundindo a gutU-
percha que envolva a bobiua.
Foi preciso, por isso, recolher o bond esta-
cas prxima, e os convidados, que n-lle iam, pas-
saram se para outro da coinpanhia, que segui.
com o) demaii at estaco do Jardim, ende foi
servida profusa e delicada refeico, durante a qnal
se levantaran diversos brindes, especialmente ao
Sr. J. A Cintra da Silva, a quem se duve t n-
troduccao de tal melhoramento, e aos eogenbeiros
os Sra Uargreaves e Mario.
O bond da experiencia pesa com paasageiro
6 a 7 toneladas ; a despeza dos accumuladores
de 78 a 90 rs. por kilimetro; a carga da eiectri-
cidade para 7 1/2 a 8 horas, e o bond percorre
18 kilmetros por hora. Os trilhos da companhia
Jardim Botnico nao ttm a precisa resistencia
para o peso de bonds as coudiees do que servio
para a experiencia.
Trata-se do adaptar o apparslho da electri-
cidade a s tetases bouds da companhia, tornan
do-os to leves quanto fr possivel.
O accidente que se duu boutem em nada pode
prejudicar a introducis do inelboramento, tanto
mais que novas modificafea paiem tornal-os me-
nos frequ entes.
O salo em que ss realisou o banquete apr-
sentava o mais bello aspecto pelos adornos e pela
illuminaco produzida por grande numero de lam-
padas elctricas, alimentadas pelos accumuladores
systema Julien.
A's 7 horas regressaram os convidados para
a cidade. >
Iniiios i rbanni do Beelfe a Olln-
daO Sr. Dr. A. Fereira Sukks, digno gerente
desta Companhia, envicu-nos hontem a seguinte
communicaco :
O mau habito que teem os criadores e possui-
dores de animaes que moram no percurso da li-
nha, e que quasi geral em Camp Grande,
deu boiitcui lugar a um accidente neeta via farrea,
do qnal resultou desengaado prejuizo para a Com-
panhia.
O trem que devia sahir de linda s 9 1/2
horas da manba, ao sahir da estaco de Campo
Grande, e depois de ja ter feito signal de alarma
e quasi parado or estar urna vacea atravessada
na liuha dc.icarrilhou logo adianto, pois ap-naa
retoma va a marcha urna iutra vacea, sem pastora-
dor, e que se acbava pasando a margem, atraves-
sou-se inesperadamente sobre a linba quando ja
nao era tempo de fazer parar o trem.
A machina descarriibou por esta razio, ea-
binio na pequea ribanceira que forma o acasta-
mento da estrada, onde virou para um lado, sal-
tando-lbe em estilhaco a coberta, e arrastaudo na
sua queda tres wagons de 2.* classe, dous dos
quaes tombarum igualmente em zig-zag obstruin-
do a linha.
Ao descarrilbar a machina rodou um pouco
sobre o barro molhado pelas ebuvas, antes de
tombar, o que foi a felicidade do machinista e da
caldeira a que te ve tempo de acudir laucando o
logo fru, e saluudo quaudo de sua permanencia
na plataforma s Ibe polena resultar a marte.
Felizmente em tudo isto nao honve um arra-
nhao nem urna luxaco, nao obstante nao irein
razies os wagocs, Je um dos qaaes saltou at um
menino ao estar elle ji cahide lateralmente sobre
a linha.
Apenas o machinista que se portn com toda
a galhardia e presenca de espirito, ficou com al-
bumas qaeimaduras que ibe foram proiuzidas por
vapor e agua quente ao abrir elle urna torneira de
descarga de vapor.
A liuha foi desobstruida as 2 f(2, e boje con-
tinuo a trabalbar para montar a machina nos tri-
lhos.
Foram postas deligencias de Oliuda para
Campo Grande ; poucos, porm, dellas se utilisa-
ram, faltando a noticia em tempo -
BeonlAes nocaosHa boje s seguin-
tes;
Do Club Brcreativo Brazileiro, s 6 hors da
tarde, em sua sede.
Da Instituto Archeologico e Geographica Per-
nambucauo, hora do costume, em seasao ordi-
naria.
Do Recreio Infantil Nove de Agosto, na respec-
tiva sede (Instituto Acadmico) a liaras do cos-
tume.
A Opera cmicaFoi decidido em Pariz
que se demoIis8em as paredes restantes do theatro
da Opera-Cmica, que vai ser reconstruido.
Depois do incendio, que devoron este theatro,
novas e urgentes medidas :fa sido tomadas lec-
tivamente aos outros tbeatros.
Anda a proposito do incendio do Opera Cmica,
os jornaes franceses citam os seguintes :
Opera, destruida em Outubro de 1873.
Estava esse tempo situada na ra Le Peletie?
Odon, da s vezes completamente destruido ; a
primeira em 18 de Marco de 1799, > a segunda em
20 de Margo de 1818.
Vaudeville, chamado entao o theatro da ra Je
Chartres, presa das chamas em 1838.
Hyppodrome, theatro e circo, destruido em 1870.
Estiva eutao situado perto do Arco do Trium
pho da Estrella.
Cirque du Palais Boyal, que tambem adoptou
os titulos de Veies de Thalie, Lycs des arts,
Opere-Baffon, completamente destruido pelas cham
mas em 16 de Dezembro de 1798.
Variets amusantes ou Theatro de Lazari, no
boulevard do Templo, queimado no tempo do Ter-
ror.
0 celebre Lazari morreu neste incendio.
A esta lista ajuutaremcs os seguintes treatros :
Porte Saint-Martn, Benaisaance, Theatre Lyri-
qne, Delassements Comiquea, incendiados en 871
alm do Bing-Theuter, de Vienna, do Theatre des
arta, de Buo, e do Grand Tneatre de Ni ce.
1 niveroldade de ColmbraEm Coiin
bra bouve no quinto anno de direito 3 reprovaco a
e dois rr.
Desde 1879 que nao havia neste anno caso al-
gam de reprovayo, sendo aqu vivamente com
mentados os resultados dos ;.ctos.
No quarto anno tambem bouve 1 reprovacio, e
puobal outrein que na toase o general qua entre-
gou MeU.
Quando entran a decidido a matal-o?
Era eete o osea impulso, a minha resolncao,
porm, nao era irrevogavel. So ao correr di con-
versa nao sa tivessa fallado da reudicao da praca
de Meta e c marechat nao me tiveaae dito qi.e nao
tinba podido fazer outra cousa, o mea sentiiaento,
alias exagerado pela patria, nao me teria levado
ao enme.
Se apezar disso anda com as attenaantea
que lhe queretn dar o seu praposito era mt.ti.r o
marocha!, porque escolheu o puanal de pref iren-
cia a outra arma mais segura ?
Porque o puahsl com ser mais nobre 3ra a
arma mais p.opria para o caso.
= Porque fugio ?
= Para nao me ver obrigado a ferir ou matar
os creados que sahiram ao mea encontr.
O que pt usa da sua situago ?
= S pens em minha familia, em meu pai, em
minhas irmas em mea irmao que medico.
Onde moram ?
=- Em La Bochelle minba patria.
Entao os dous sentimeut s que agora o
preocupam sa >a p-.tria e a familia ?
Sim, e a vinganca que a Franca deve tomar
em segunda guerra com a l'russia. O que me
exalta extraordinariamente a estado de fr'tua
em que a Franca est para com a Allemanha.
Directora daa obra* de coasjerva
Vo don porto*Boletim metuorologico do
dia 19 de Julho de 1887 :
t 4. < XI
Horas ! 9 * Barmetro a Ttasio do vapor * a
t o se 0 a
|* a na
6 m. S0-6 163*12 16,10 88
9 21o6 764-43 18,03 93
19 243 764m6i) 19,96 87
3 t. 24'1 762">84 19,50 85
6 24--.J 76">l 18,58 81
Temperatura mxima24*,7.
Dita mnima19,75.
Evaporacao em 2i bares ao so!: 2>,3 : som-
ora: l-,9
Chuva17">.3.
Diraaeia do vento: SE de meia uoitr at 5
horas e 11 minutos da manh ; S at 8 horas e 8
minutos ; SSW at 10 horas e 5 minutos ; SE e
SSE, com pequeas interrupcoes de ESE, at 3 ho-
ras e '3 minutos da tarde; SE e SSE alternados
at 8 horas e 29 mnalos; S at 9 horas e 2 mi-
nutos ; SSW at meia uoite.
Velocidade media do vento : 1"">,77 por segn i ..
Nebulosidade media: 0,79
Boletim do porto
Latte e na Bada da Fortuna na ra Larga do Bo-
aario n. 36.
Latera de tlrao-Par*A6 serie da 11
lotera desta provincia, pelo novo plano, cojo pra.
mi grande 100:000*000, aera extrahida na da
23 de Julho.
Os bilaetoa acham-se venda na Casa da For-
tuna roa Primeiro de Marco n. 23, de Martina
Piusa & C.
Tambem acham-se venda na Boda da Forru-
na ra Larga do Bosario n. 36.
Lotera da provincia do Paran
A "0* lotera desta provinuia,pelo novo plano, cu -
jo premio grande de 12:000*000, se eatrahir
no dia 26 de Julho.
Bilhtes a vonda na Casa da Fortuna, ra
.'rimcirj de Marco numero 23, de Martina Fiu-
sa & C.
Lotera da Parab premio grande de 20:000*000 ser extrahida
boje 21 da Julho 's 3 horas da tarde.
Os bilhetes aubain-sc venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 2, de Martins
Fiuza Tambem acham-se venda na Boda da For-
tuna ra Larga do Bosario n. 36.
Cenalterlo Publico. Obituario do dia 19
de Julho :
Julio Guherme da Cunha Liges, Alagoas, 37
annos, solteiro, Boa-Vista ; cachexia sypbilitioa .
Fe.'izarda Theodora, Pernambuco, 70 annos,
solteira, Boa-Vista ; tubrculos pulmoaires.
Jos, t'ernambuco, 4 mezes, S. Jos ; fdbre re-
mittente.
Manoel, Pernaiabuco, 3 annos, S. Jos ; ttano
espontaneo. t
Maria Damians, Pernambuco, 55 annos, soltei-
ra, Boa-Vista ; enema da glote.
Laarentino Jas da Silva, Peraambaco, 50 an-
nos, casado Boa-Vista ; gangrena do p esquerdo.
Januario, Parnamoueo, 5 das, Boa-Vista ; es-
pasmo.
Anua, Peinambuco, 4 das, Boa-Vista; tetsno.
Mauoel, Pernambuco, 1 hora, S. Jos ; igno-
ra-se a molestia.
PL'BLiatOtS A PEDIDO
5 M a. Dia Horas Altura
B. P. M. B. M. P. M. 19 de Julho s m m 20 de Julho 9 39 da manh 350 da Urda 10 ] 4 6 da manh 0,*40 2,-37 O.^Sl 2,'"46
elloc-iahdecruar-se-hao :
Hoje :
Pelo agente Gusmo, ao meio dia, no armazem
do Sr. Annes, de 203 canasirav cam albo.
Pele agente Pinto, s 11 horas, ra do Mr-
quez de Olinda n. 34, de miudeaas, ferragens e
perfumaras.
Pela agente Brito, s 10 1/2 boras, no pateo do
Terco n. 98, de 1 piano, movis e vidroa.
Pelo agente Stepule, s 11 boras, ra do Ba-
rio da Victoria n. 24, de movis, miudezas, espe-
Ihos, ferrsgens, etc.
Amanb :
Pelo agente Burlamaqui, a 11 horas, roa do
Imperad r n. 30, de predios e dividas.
flaaitN fanebmaSero celebradas:
Hoje :
A's 9 horas, na matriz de Santo Antgnio, pela
alma de Casimiro Lucio Jorge.
Ai-nauh :
A's 7 1/2 horas, na matriz de S. Jos, pela
alma de Jos de Azevedo Lages.
Sabbado:
A's 8 h ira, na igreja da Madre da Deus, pela
alma de Manoil Antonio da Cunha: s 7 horas,
na matriz da Boa-Vista, pela arma de Dr. Manoel
Francisco Teixeira.
PamtaajelroNCbegaios dos portos do snl
no vapor nacional Guahy :
Francisco Melchades de Siqueira, sua senhora,
5 flbos, i escravos e 2 filbos destas, Dr. Miguel
Sampaio, Dr. Manoel Ferreira Escobar Jnior,
capitn Bohalbam, Joo Hamos Gaimares, Gus-
tavo Vaz de Carvalbo, Heitor de Souza, Jos Do-
mingues Macedo Costa, Caetano Ferreira e.Joa-
quim Bamos,
Chegados da Europa ao vapor francez ViUe
de Maranhao :
Mme. Sophie e 1 filho, Dupius Leonel e Orrico
Pasquale.
Casa de DelenroMovimcnto dos pre-
sos da Casa de DeteDcu do Becife no dia 19 de
Julho :
Existiam 349 ; entraram 3 ; saniram 6 ; exis-
tem 346.
A saber :
Nacionees 310 ; mulberes 14 ; estrangeiros 12 ;
escravos sentenciados 4 ; dem procesaado 1 ;
dem de eorrecco 5.Total 346.
Arracoados 319.
Boos 305; doentes 14.Total 319.
Movimeoto da enfermarla.
Nao houre alteraco na enfermara.
trande lotera do ParaEia os nu-
il' lotera ex-
meres premiados da 5* serie da 11
trahid-i em 20 de Julbo
5330 100:000*000
617 15:000*000
1964 5:000*000
450 2:000-1000
1674 2:000*000
1583 1:000*000
5422 1:000*000
5726 1:000*000
\ fachada da Estacao Central
da Estrada de Ferro de Ca-
ruarir.
Ha algum tempo tomos dispertados pelo alarme
levantado por um iilnatre critico coutra o projecto
da referida Estacio, e gritando aos quatro ventos
nos levou a urna justifioa(j pela iinpr.-usa. Er-
ramos, pois a tanto nao valia a nossa pena : o cri-
tico nao saba criticar e o Ilustre s nos Ciustica
de longe !
E' verdade que a noaaa humilde pnielo parece
nao inspirar ao Ilustre senhor a confianca de nma
resposta, tanto mais quando se trata de sciencia
applicada e da arte moderna.
Mas o pedreiro da obra nao um anonymo ; as
moa callejadas, a cabeca encanecida e os bracos
usados pelo trabalho constante attestam a expe-
riencia e o exercicio do modo de ver uas quest M
d'arte He que elle, pobre servidor, est acostuma
do a ouvir de grandes raestres.
A Estaco Central um edificio modorno, onde
fai empregado, em maior parte, tijob e ferro
e j dissemos que, cada um destes materiaes
tem sua forma especial e patente a todo mondo,
e o autor do projecto, na ;oovicclo de satisfazer o
fim a que se destina o edifi-io, uia tratou de oc-
cultar nem fingir pao o que de pedra, e ferro o
que de barro.
Esse projecto foi orginiaado sob as vistas de
urna commiasao scientifi.-a, approvado pela Ilus-
trada directora, e autorisado pvlo goverao geral ;
apparecer, hoje, alguem e re el amar a falsa pode-
res os pretendidos erros de urna obra de cuja va-
lor o redamante nao tem cousciencia, realmente
ridiculo !
Nao duvidamos um s aumento do mrito do
iioaao crtico, mas justo contesaar que. as q"es-
te8 de hoje, tal como a arebitectara moderna,
onde os diversos elementos se succedem c nstan-
tementa com o tempa, exigem constante eitudo,
qner da natureza, do emprego e at da significa-
cao do material, quer do puro ideal, sujeitando-o
s contigencias do meio em que tenha de passar
por urna forma real.
O nosso critiao, afastado deste mundo intellec-
tual, cheio de duros trabalhoa e de luctaa est
naturalmente entregue a urna vida patria eb 11,
cercado de dores e vieoaas caunas, onde respira o
ar mais puro e salutar, com certeza nao c suer
a molestar-se estudando, comparando ean:.yaan
do por entre a historia daa civilisacoee e a ar-
cheologia, a esthetica e as penosas disciplinas das
Bellas-artes.
Nestas endieoes, o nosso causticador nao pode
ser um critico, e nos parece antes o verdadeiro
dogmtico, munido do rabeco .ssil que nos ator-
menta com a sua aria du bon veux temps,
executada em ama s corda.
Seja-nos agora permittido definir o dogmtico e
o critico moderno perante a arebitectara, e veja-
mos quanto se perde as trevas esse grande vulto
que diz por toda a partea nossa falta, o nosso
Os artigos ltimamente) publicados na
columna alugada dt o Sr. Pedro Vtente criminoso Por-
que? A comedia d palacioo galopn
do presidente n system econmico do
Sr. Pedro Vicente, alo deven ser lidos
por que tiver a oonsjfeattia sX, pois, a
sua linguagem virulenta e calumniosa re-
volta a todoaqpe, .oottbeaem quaes as re-
gras do dever e educayao.
O homem na sociedade deve sor franco,
leal, oavalheiro, para que lodos o estimem
nunca servir-se da imprensa anonyma,
prostituindo a grande inveno&o do verda
deiro apostlo do progresso e civisacjo,
para calumniar e insultar aos seus desaf-
fectos ou mesmo aos conciciadlos, a quem
nem ao menos conbecem.
O eseriptsr publico, que e serve de Un
gusgem torpe e nao revelo a devida cal-
ma e moderayao na discussao, rebaixa-se
muito na opiniao publica.
NSo negamos aos liberaes o direito de
apreciagao: pode-so fazer a apre .acSo dos
actos administrativos do actual presidente,
guardando-se, porero, as necessarias conve-
niencias, respeitando se os adversarios e a
autoridade constituida, qua em vista da
lei, tem procurado reformar as diversas
repartieres publicas, fazendo economas.
A Justina etsencial na poltica. Sem
ella nao haver o respeito mutuo. A or-
dem na disoussab e a imparcialidade na
apreciarlo dos factos sao condicS^s neces
sarias para o publico conhecer onde est a
verdade.
O que provara esses insultos, esses no-
mes injuriosos qua se encontraos a granel
nos alludidos artigos, e foram dirigidos ao
administrador da provincia e ao partido
conservador ?! I
Fraoueza de opposicSo e desespero por
causa de se achar o partido liberal apeado
do poder.
Se os actos do presidente sao mos ou
dignos de severa censura, os escreuinhado
res alugados da grey liberal, tem plena li-
berdade de com batel os e discutir na im
prensa com- calma e em linguagem de ca-
valbeiros que se przam; roas, nunca em-
pregando urna linguagem indecente e re-
provada pela lei moral.
O insulto, o riduL, a calumnia sao ar-
mas condemnadas pelo hom^m sensato e
moralisado.
Nos nao declamamos, nem inventamos
para produzir effeito.
Nao, mil vezes nao.
Em um dos artigos dos alugados Por-
que ? revelou o seu autor conhscimentos
espeeiaes da linguagem das vendedoras de
fresfuras e legumes no mercado publico de
S. Jos, como o leitor poder 1er e exami
nar no Jornal n. 153 de 15 do corrente.
No Jornal de bontem, um desasisado
alugado, entre muitas preciosidades bu
dionicas, referindo-si ao Ilustrado admi-
ministrador desta provincia, disse:
E' verdade que S. Exc. tudo envi-
dar para servir b m quelles a quem foi
consignado nesta trra, o no qualquer um
fardo quj nos entra pela barra ; e, talv'z
veja com mos olhos o Norto caminhar des-
assombrado na vereda do procreas).
Cedo ou tarde se restabolecer o do-
minio da lei e a portara de 27 de Maio
nao p issar de um papel sujo, digno attes-
tado da prepotencia de um servus a mn-
dales do donatario actual de Pernambuco.
Quem ser capaz de ler essas injurias
sem se revoltar ?!
E' verdade qu>? o autor def-ses
no narramos aqoelle acontecimento om todas as
auaw peripDciaav at a^ubtraccia. da dofeza que
sa-achava-aanen aos sotos e ioatroidaicoai de-
zoito documentos cam os-quaes -provava eviden-
cia quem era o aator dtquaMa e de outras esca-
motagens, porqne nao queremos revolver cinsas !
Parce atpultis...
De 187 i para c, tem o nosso amigo servido
sempre no Quinal General, j como ajudants de
ordeni de pessoa e j como encarregado do data-
lhe, apenas com duaa pequeas iaterrnpcoes, os
llustrsdos e distinctos generaes Portocarreiro,
Valporto, Marques de S (duas vezes), Ploriano
Peixoto, Tiburcio, Jos Luis e o ae:aal, tados, sem
excepeo de um s, teem, antes mssmo do deixar
o exjrcicio, elogiado a lealdade, dedicaci, zelo e
actividade com que o nosso amigo tenente Mello
Pilho tem procurado cumprir os seus doveres !!
Nos ntervallos desses eommandos effectivoa,
aervio com 03 interinos, coronis Bello, Psssoa e
Jos Tbomaz, qae tambem nao lhe regatearam
lauvores I
E' poss'vel que esses louvores e agradecimsn -
tos sejam filbns mais da delicadeza e amabilida-
de daquelles ebefes do que do mereciment) pro-
prw do nosso amigo que o primeiro a diz^-r que
ainda Ibe falta mu;ti pira ser um bom auxiliar
da administrarj militar e a prova dessa convic-
co est em nao constarem esses eioeos em sua
fA A Eato premiados com 500* :
579 2133 2376 2733 3337 4516 5246 5S03
5651 5844
Appronmacoes
5329
5331
616
618
Os nmeros de
com 200*.
Os nmeros de 611
com 100*.
Os nmeros de r98L^
com 100*.
1.000*000
1:0(10*000
300*000
300*000
5329 a 5330 esto premiados
620 esto premiados
i'I990 esto premiados
6rr.
No terceiro anno 1 reprovacio e 2 rr.
No 2 auno tudo oemine.
No Io anno 5 reprovaces e um r.
Note se que em cada anuo fiserain acto s 10
estudaates, donde se conclue que a porcentagem
dos reprovados en.rme.
KipowlcaoLe-se no Jornalado Commercio:
* Diz se que vai ser apreaentado a cmaras um
projecto de i>ubvenci de 100.000 francos para a
exposica dos eamiuboa de ferro brasileiros _sei
transportada para Paria, onde ser aberta a 7 de
Setembro prximo.
Indigita-se para dirigil-a o commeudador Jas
Carlos de Carvalbo.
.'S'ome de principeO principe de Silo,
qae emprehendea urna viagem de instrueco e re-
craio pelae principaes cortes da Europa, irmo
do rei Samaeth Pbra Paramind >s Maha Khulalva-
k rn, e o sen nome completo Semdeth Phra Tian
Nong Ya tie Te han Pa Chatarat Basmi K.ron
Phra Luang Cbakrabatiphjnse.
saine-Um reprter d Epooha de Madn'
pode ter urna entrevista com o assassino inten-
cional do ex-marechal Bazaine e della d canta
nos seguintes termos:
Depois de comprimental-o e de indicar-Ibe e
objectj da visita, travamoa em francs este da
logo:
Quantaa veses vio o ex-marechal Bazaine ?
S o vi no dia da minha visita e do attentado.
as duas vezes que estive em Madrid procurei
conhecel-o para nio fazer cahir victima do mea
Os nmeros terminados em 30 esto premiados
com 100*.
Os nmeros terminados em 17 eato premiados
com 100*.
Todos os nmeros terminados em 0 esto pre-
mi'idoa com 60* excepto os terminados em 30.
Todos os nmeros termhjaos em 7 esto pre-
miados com 50* excepto os terminados em 17.
A seguinte lotera corre no dia 23 de Julho
com o mesmo plano de 101:000*.
Lotera do Ceara-Eata acreditada lote
ria .ujo premio maior de 15:000*000 ser et-
trahidano dia 25 do corrente.
Os bilhetes acham-se venda na Roda da oFr-
tuna ra Larga do Bosario n. 36.
Tambem acham-se a venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23 de Martins
Fiuza & C.
Lotera do Eajplrlto SantoA 5' par-
te da 2 lotera desta provincia cujo premio gran-
de 60:000*000, ser extrahida amanb 22 de Ju-
lho.
Os bilhetes acham-se venda ni Roda da For-
tuna na ra Larga do Rosario n. 36.
Tambem acbam-ae venda na Caea da For-
tuna rna Primeiro de Marco n. 23 Martin Fiu-
sa&C.
Lotera da provincia-A 8* lotera, pelo
novo plano, cojo premio grande de 12:000*000,
em beneficio da igreja de 8. Pedro do Recife, se
extrahir quando for anuunciada, s 4 horas da
tarde, e, no consistorio di. igreja de Noaaa Senho-
ra da Conceico dos Militares.
No mesmo consisrorio estarlo expoatss as u -
nae as espberas a apreeisco do publico.
Os bilhetes garantidos acham-se venda na
Caaa Felis na pr.ea da Independencia na. 37
S9.
Tammbem acham-se venda na Caaa da Fortu-
nan rna Primeiro de Mareo n. 23 de Martis F.u-
aa& C.
Aaaim como na Caaa d i Oor na -".a do Bario
da Victoria n. 40 de Joo Joaquina as Costa
Im vem da antigaidade, outro nasce com o se-
cuto de immenso desenvolvimento, que adquire no
estndo do passadu, o methsdo e a analyse ; o pri-
meiro se limita a nos expr os typo#, os procet$os,
as formas, sem nos dizer urna palavra sobre as ne-
cessidades sociaes, as ideas, as paixoes s quaes
correapondem eataa cousas.
Poder desernver, por exemplo, todas as partes
de um templo egypcio ou de um amphitheatru ro-
mano ; nos mostrar o plano, adisposico eas de-
eoraeeo.
Porm d'oude surgiram estes typos monumen-
taea? Poique razo appareceram em certo mo
ment da historia, no seio de nma certa rae i!
Esta disposica to singular, quaes sao os hbi-
tos sociaes que a reclamaram?
JQual o motivo a imaginaco que escolheu,
prefera e propagou esse genero de ornamenta-
cao?
Todos 'ates problemas, todos os indicios que an-
Ixiliam a reaolvel-os, o dogmtico os ignora, e con-
vem mesmo ignarar.
NeBtes edificios que pretende nos explicar, s
encontra destrozos, pedras, figuras, obras de com-
passu e de esquadro, e o dogmtico nao quer outra
cousa seno a almada geometra.
O aegundo tem outro modo de ver ; um espirito
inteirameoto diverso anima o critico; qualquer
obra d'arte ama obra collectiva, e como tal
procura e obiem a sympatbia. Nao ser ato maia
verdadeiro em se tratando de um monumento eri-
gido s vistas de um povo, para um ser vico pu-
blica e positivo?
Aqu o artista nao pode ser um iniciador fren-
te da ntultido, conloo poeta on o pintor o sao al-
gumaa vezes. Estes podem fugir do mund, po-
voar aa aolidoes dos sonbos, protestar contra os
costumes do seu tempo.
O architecto nao poder se afastar desse povo
que lhe dieta os programlas, e forcoso tomal-o
ao serio ; a irona, a aatyra, a misanthropia, o ca-
priebo, fontes alias fecundas, se esgotam no pro
prio dominio; a phantasia experimenta duas ser
vides que ligam o arebtecto a seu aeculo e o
prenden) no meio social: a necessidade actual que
encarregad > de satisfazer, e a expresaaover -
ddeira luz que esclarece a sua obra.....
Deixemos estas questoes pesadas; dis-nos a
conscieucia qae a. fachada da Estaco Central
melbor do que a Escola modelo, melhor do que o
Canal de Ooyanna.
Um pedreiro da obra.
A columna alugada do efor-nal e
, os galopins
Hontem alguem que vive guindado na
columna alugada do Jornal, para fazer es-
pirito, de que pauprrimo, appareceu
com um longo artigo, obra monumental de
incivilidade.
A' liuguagem desabrida, a calumnia nao
justifcam os meios de- opposigo a admi-
uistra$2o actual da provincia.
E' urna intriga baixa o dizer o galopim
da columna, que existem conservadores
que teem pezar de ver a administrado da
provincia entregue a um advogado sem cau-
tas e possuir urna declaragio ou opiniSo au-
torisada sobre o proprio Diario.
Sempre ouvimos dizer, que o intrigante,
assemelha se a cicuta entre o agriSo, por-
que assim como ella, disfargada entre a
planta salutar mata o incauto que a come,
assim tambem aquello {> intrigante) assas-
sina os homens sizudos c honestos.
insultos,
um creanqola, sem oceupaco, que enten-
deu triscar* na columna, como fazem os
meninos vadios e sem educagao com caroao
ou giz, as portas e preles dos edificios
pblicos e particulares.
O Dr. Pedro Vicente, actual administra
dor desta provincia, est collocado aoima
desses golpes; e por isso mesmo, devolve
intactas as injurias e sarcasmos, que, tai-
vez, melbor fossem' applcadas aiguns da
propria grey da columna.
Lavrames, boje, em nome dasidas con
servadoras o nosso protesto, nao acompa-
nbaremos aos escriptores alugados no ter-
reno da diffamayao e insultos, porque, os
soldados do gremio conservador sao cavalhei-
ros que receberam educar-So e con vi vem
em urna sociedade civilisada.
Recife, Julho de 1887.
Javenal
i _____
Resposta opperloia
Ainda sob a epigraphe Procedimento abusivo
loi gro8seiramenta insultado asPublicacoes
Solicitadas do Jornal do Rocife, de 19, o nosso
amigo o Sr. tenente Mello Filho, a pretexto do
phantasiado desacato feito a pesioa de umcabo
de esquadra do 2 batalho de infantariana ma-
nh de 3, tudo do corrente.
Dos seus actos como militar, s tinha elle que
dar expheacoes aos seus superiores e j o fes van-
tajosamente, como est publicado otScialmsnte na
Revista d'este Diario, de 9.
Desde quando os capadocios se julgam com di-
reito e tomar contas aos militares por actos com-
mettidoa como taea?
A, disciplina e a administraco da tropa j est
sob a inspeceo dos garotos ?
Para que tanta ira em nimos to celestes ? >
Se elle efectivamente um ente coberto de ori-
nan e defeitos, como ainda nao achou um superior,
companheiro ou subordinado seu, to puro, mo-
ralisado e evaogelhico qaedsse parte ou queixa
ointra si ?
De duas urna : ou elles sao to criminoaoa e de-
ieituoaos como o nosso amigo, ou o Sr. Mello Fi-
lho, nao to teio como o pintam... a
O Sr. Mello Fimo, sabemos de fonte insuapeita
fes toda a campanha do Paraguay, onde teve por
commandante otficiaes distinctissimos, taes como
Lima e Silva, Floriano Peixoto, e por fiacaea Ro-
berto Ferreira, Cesar de Mello e outros, e nanea
foi, asseguramos, nem se quer levemente censu-
rado L, na campauha e no seu periodo mais
agudo, servio interinamente e por muito tempo
uo lugar de ajudante, e sempre, depois dos comba-
tea, era elogiado com seus collegaa e compaohei-
ros, a quem, na frente do inimigo, procurava imi-
tar.
Apesar da grita infrene que de certo tempo pa-
ra c se tem levantado contra o nosso amigo, an-
da nao houve um s que tivesse a audacia de ata-
cal o nease ponto.
Finda a guerra e quando ae retirava para o
Brasil, foi em Humay.' nomeado secretad) do ba-
talho, por se ter apreaentado o ajudante que at
entao servia em outra commisso, lugar aquelle
que deixou uessa provincia, para gosar tres meses
de licenca.
Depois, foi ajudante e secretario tambem interi-
namente, agente do conseibo econmico e director
da escola elomtntar ; e sempre que era dispensado
o elogio nao se fasia esperar.
Deste ultimo cargo passou para secretario de
praca, lugar qae deixou depois de tres annos, por
ter sido suspenso, preso e submettido conselho
de investgaco por urna questo qae ainda repu-
tamosde dignidade,pois tratava-ae de aer ou
nao o defraudador dos documentos da sacretara,
cujaa eatampilhaa eram descoladas limpas e vendi-
das, e da bandaira rica, enjos bordados foram ti-
rados, queimados e tambem vendidos !
Ainda hoje o nosso amigo fall desassombra-
damente nease facto porque ainda nao se acoa-
tumou a diser que elle nio era elle......e si I
f de officio ; mas elles ah esto patentes no __
chivo do Quartel General, e contra a palavra of-
ficial nao se pode oppor a herrara desordenada
dos zoilos invejos is.
O insulto, acalumnia, a injuria, o apdio ea
difamaco, alguem jodiss; e nos o repetimos
agoia, s razo para quem u> a tem...
Insultem-no, calumniem-no e injurian-no a sua
vontade, porque cada um d o que tem... mais
nao ho de dizer felizmente, que o nosso amigo
negociou com o sold, a prestacao etardamento das
pracas ; qae contrabandeou agurdente no presi-
dio de Fernando de Noronha ; que nease mesmo
presidio em pleno dia e no lagar maia publico, le-
vou de chicote na cara por ter ataasafilado a re-
putaco de urna familia inteira, que ainda nesse
presidio e na presen* t do presidente da provin-
cia foi pelo commandante das armas embainhar a
espada por nao saber mandar o manejo d'armas
au destacamento de seu commando ; que foi man-
dado retirar de forma por estar vestido com uni-
formes de soldado, tendo por diff renca, apenas,
osgaloes; que foi encontrado pela polica em
casas de tavolagem ; que t rn amazia de socie-
dade com pracia de pret. sendo essa mulher casada
com um soldado da gaarnico; que foi encontrado
em caaa de um cabo de esquadra, na roa de Lo-
mas Valentinas, sentado par de sua amasia seodo
ambos aervidos de caf pelo m-amo cabo; que foi
encoatrado, de dia, pjr um sargento da ga-trda
cvica, em certa casa aa ra do Fogo, onde mora
duas mulberes de vida publica ; que tem cartas
em sua caaa para jogar (quando ha sold, est sa-
bido), com os cadetes, sargentos e at simples for-
rieis, cobrando o barato e fornecendo Ibes agur-
dente : que estando de servido, jogou no estado-
maior coai quelles cabetes, sargentos e forrieis,
tirando o barato para as desoezas do vispora ; que
senio chamado ao Quartel General, apresentou-so
perturbado, pelo que foi reprehendido offiaial-
mente, que no circulo dos otficiaes e dentro do
qaartel, pegou no estribo do cavalio do general
para este montar; que ainda nao foi preso e re-
prehendido por tomar parte cam sua amazia, era
um coco dancado por soldados; que ainda nao
coi prezo e reprehendido por embriagar se e cahir
na ru* feriad>-se no rosto ; qu ni i emorest* di-
nheiro s pracas a 25 e 30 /0 ao ores, fazendo em-
prestimo, muit i vez com a metale do prazo ; e
muita cousa mais a que por vergonha ou por mali-
cia, deixamos de alludir, mis que felizmente, j
nao se do! !
Na verrin* a que nos refenmis no comeco do
preseute artigo, ba um periodo que cornaca as-
sim :
A historia que o desbragado Filho de...
Marte etc.
Se essa reticencia tem o alcanee ou significaco
que nos e mais alg'iem dea, respondemos simples-
mente :
Os progenitores do nosso amigo viveram e mor
reram na freguezia da Boa-Vista, e apesar de
pobres foram b*m conbecidss nesta cidade, e ui
nao sabemos se alguem e a ana descendencia poder
dizer o mesmo. ..
O que dizes a sao, To Simio ?
Quem tem teinada, de vidra nao atira pedra
nodos vis!unos; pelo menos toi assim que nos
ensinaram.. .
O Ca\m da Nac&o.
Caininho da ferro de Olinda
E' sempre prefervel ter havido engao deanre-
ciacio quando encontramos algnma coaaa qae ai
nos agrada, mas, acceitanlo a maufestacio dan
boas i n te neo es do accionista fundador da entrada
de ferro de Olinda, como nanea davdamoa dallan,
declaramos que o peusameato foi to claro qua afe
admitiia duvida.
Foi citado como exemplo qae a Companhia A
Beberibe pro3per< a distriboin lo bous divideag
no entretanto uo -.miauara o preci d'agaaieeas-
bora nao considerassemos urna insinuacioa ver-
dade surgira nao podanos deixar de rectificar
a allegaco, pois abat.mos 50 /,, e nao notm
pois equivoco nosso.
Feita a correeco, eliminado o exemple coas
ioapplicavel, precisamos voltar ao assnmpto.
Vai agora outra rectificaco.
Fazemos justica aa boas intencoes do Sr. accio-
nista de Olinda, foi descuido de redaeco, o eacria-
to nao tradiizio bem o pensainento d autor.
Assim l-se : nao tive em mate fazer entre
ella urna nsinuaco, diss que altos sao oa ama
precoa Provavelmente quiz escrever^inem tfuar.
Do contrario o Sr. accionista deveria dizer enr
que eram altos os precoa, e qnal a Coran
idntica no Brasil que vende agua por
preco.
A Companhia do Bebaribe tem sido victima de
muitas injusticas nao obstante procurar viver bent
com o publico, e como accionista della, qu&.sost
devo coneorrer para ataatar-lhe aa diffiealdadeaw
Urna empresa induatrial deve procurar aufec
lucros como remunerucio do capital empregada
lacros rasoavea, servindo ao neamo tempo ao fnv-
blico; procedendo como em todo o paia novo, de
modo cosmopolita, deixando a quem quizar arder
as chammas do amor patrio, e ao mesmo teatps
recorrer ao capital, exemplo, lie-ao e material ea-
trangeiro.
Um accionista da Beberibe.
Hvfflno
Quando por algumas das partes se in-
terpon revista, bavendo embargos admittidos
na chancellarla, primeiro se conhece dea-
tes na Kelagao, e no entanto nao corre o
tempo para o 3e^uimento e apresentaco
da revista.
Decreto de 18 de Margo e de 3 de Abril
de 1835. Mor. Car. prax. foren. 832.
Decreto de 18 de Margo de 1835.
A Regencia Permanente em Nome do
Imperador o Senhor D, Pedro II, que-
rendo obviar duvidas que se tem suscita-
do na Relago desta cidade, stbre o regu
lar andamento dos eitos, nos casos de
interposigao de revista por alguma das
partes, havendo embargos admittidos na
chancellara: Ha por bem, usando da fa-
culdade que lhe confere o 12 do art.
102 da Constituigao, declarar, que, ad
mittidos os embargos na chancellara, se
am estos admittidos aos juizes respectivos
da Relagao com os outros, para julgarem
como entenderem, tomando ou nao conhe-
cimento dos mesmos embargos, sem que
entretanto corra o tempo designado pela
lei para o seguirreoto e apresentago da
revista.
Manoel Alves Branco, do conselho di
S. M. o Imperador, Ministro e Secretario
do Estado dos Negocios da Justiga, o te-
nha assim entendido e faga executar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 18 de
Margo de i835, 14 da Independencia e
do Imperio.
Francisco de Lima e Silva.
Jlo Braulio Muniz.
Manoel Alves Branco.
pura ser cantado pelos ultimo*
da escola particular do Colfe
alo Kmul m sito a ra Ve-
llia ii
Offerecido ao Kxm. Sr. Dr. constlkein
Pinto Jnior
Na cruenta p '1-ja da vida
S aa lettras me podem guiar :
Para nos a divisa querida,
Saja sempre; -Estuiar! Estu iar I
Coro
Gompanheiro8, avante! lutemos
Para o nosso rsonho porvlr,
E, felizes, ao mestre abracemos *
Exprimindo-lhe o nosso sentir
O estado a fonte bemdta
Da ventura, do riso e da paz,
De suave fazer nossa dita
O estudo sjininie apaz.
Coro
Companbeiros, avante lutemos, etc.
Estudar viver duplamente
E s doutrinas do bem ser fiel;
Quem nao l, nao existe, nao sea te,
E ao progresso falsario e revl.
Cor*
Companbeiros, avante I lutemos, etc.
A escola immensa officina
Onde forjam-se os bons idaes ;
A escola esplendida mina
De talentosluzidos metaes.
Coro
Companbeiros, avante I lutemos, etc.
Estudemos, que a patria reclama
Nosso ingente e proficuo labor;
Quando ella contente nos chama
E' que temos esp'ranga e valor.
Coro
Companheiros, avante lutemos, eto.
Recife-1887.
Julio Soares d'Azevedo.
(A msica est sendo composta por ute
hbil msico pernambu-ano.)
r. accionista de Beberlbe(l)
Ha um equivoco da parte de V. S. Re,
ferindo-me delicadamente a sua companhia
como a outras reconbecidameute prosperas,
nao tive em mente fazer contre ella urna
insinuagao, nao disse que altos sao os seus
pregos.
A pegar a moda dos grevistas de Olinda,
foi o que eu disse, toda a companhia pros-
pera seria invectivada para que buixasse
os pregos ; e o disse sem entrar na apre
ciagao da natureza desses pregos ; porque
o criterio evocado pelos alludidos revistas
consubstancionara-se todo no facto da dis-
tnbuiglo de dividendos e de construogao
de obras ; domis disto a greve, no caso
da companhia de Olinda, apparecera justa-
mente n'uma occasifto em que se dera urna
baixa de prego.
V. S., pois, tomou a nuvem por Juno.
Louvo, porem, o seu zelo.
Neste tempo em que os inimigos das
directorios viugam-se sobre as companhias
muitissimo acertado imaginar o accionis-
ta que ha urna segunda vista na mais in
significante alluso, ainda delicadamente
feita ; quer venba firmada ella per-uro. ac-
cionista fundador, quer por um individuo
que arda as chammas do amor patrio.
Quod abundat non nocet.
O accionista de Olinda.
Coronel relint Gomes de
Araujo
O vapor do Sul, chegado hontem ao par-
to desta cidade, trouxe-nos a infausta no-
ticia do fallecimiento na corte, no dia 13 do
eorrente, do coronel de artilharia Felinto
Gomes de Araujo, commandante da esco-
la geral de tiro do Campo Grande.
Militar distiuuto por todas as faces que a
encarrussem ; amigo dedicado, e cavalhei-
ro de fino trato.
Era bacharel em mathematicas
nheiro militar.
Alcangou o posto de coronel em menos
de 30 annos de servigo por si, devido se.
mente ao seu reconhecido merecimento.
O exercito perdeu um chefe de valor
real, e quiga um futuro general, que seria
urna das glorias do paiz.
Paz sua alma.
Recife, 20 de Julho 1887.
O major,
E. J. Ferraz.
e enge-
(1) Em consequeacia de erros repetida a pre-
sente publicacao.
Os Redactores.
EIeo
Da festa da Excelsa Virgem do Carme
para o anno vindouro de 1888
Juiz
Olllm. confrade Jos'Antonio Pinto Serodio.
Jaisa
A Exma. coafreira D. Rita ASonso 'de Azeve-
do, esposa do Illra. confrade commendador Anto-
nio Goncalves de Azevedo.
Juiza perpetua
A Sra. coafreira Viscondessa do Livramonto.
Fre Alberto de Santa Auguata Cabral de Y.,
vigario provincial
EIei(o
Da festa do Patriarcha Santo Elias, para o
o anno de 1888
Juis
O Llm. confrade commendador Antonio Goa-
calvea do Ase vedo.
Jaisa
A Exm. confreira D. Francelina Sibeiro Souza Bandeira, esposa do Illm. Sr. Dr. engente;- .
ro Manoel Carneiro de Souza Bandeira.
Fre Alberto de Santa Aagasta Cabral de V.,
vigario provincial
'
Mais .duas libertaces
Estao Iivres perante a lei, Josepha, das
herdeiros de D. Rita Deodata de Sonsa,
Felismina, de D. Maria das Neves Miran-
da Oliveirs, por terem requerido eertidSea
de matricula, e obtiveram-n'as negativa-
mente. Taes certidoes constituem suas car-
tas de liberdade.



DATA INCORRETA


Diario de Peraambuco ([unta-leira 21 de Julho de
loo 4
Crucn Merlni
O capitao Josiu Bemerra de Vaaconcel-
lo rorrea, um dos ma diatinctos chafes
d" partido ooara Gravat, e delegado litterario de Uru.u-
Merim, nao responde ao calumnioso aran
zel publicado no Diori* 8 do corrate ; por
isso qae o hydrophobico que o fez escrever
s manifeitou assim sua colera depois qae
o Ilustrado Cooselbo Litterario da laatruc
co Publica mandou expulsar da escola
publica daquelle povoado o incorrigivei fi
Iho de sua insidiosa concubina.
20 de Julho de 1887.
Os amigos alertas
Porque
dn de
pupaiar!
qae > Plala* aaucara
Brioi-i. uu.n aneitlrina
-11S
' porque ellas alliviam o estomago, regulaui <
figado e promovem o vigor geral do systema, sem
produzirem o ccaia leve inconmodo ou ddr. Por-
que a son aeco nao seguida de augmento de
priso do ventre e da neceaaidade de maiores d
sea Porque ellas sao um cathartico seguro para
os mais traeos; em quaoto que ao mesmo temoo
So aufficieuteinente activas para relaxar as vas
inte.tiuaes dos mais fortes. Porque ellas promo-
vem o appetite e vivificam as nergiaa meutaes.
Porque nenhuin ingrediente mineral contamina as
puras eubsta .cas vegetaes, antibiliosas e aperien-
tes de que sao compostas. Porque ellas obram de
harmona com a naturesa, e sem a mnima violen-
ci Porque at b je anda nao houvu urna t oes
soa que as tomaise e que se ch&sae mal aatisfeta
com os seus effeitos. E, finalmente, porque ellas
gao urna medicina propria para o uso de familias,
cujo nao tem igeal.
Ellas so acham acondicionadas dentro de vidri
nhos e por isso a sua couservnco doradora em
todos os climas.
Em todos os casos provenientes ou aggravados
por impuresa do sangue a Salsaparrilha de Bris -
tol, dever ser tomada coujunctamente com as pi-
loto.
Ene ntra se i venda em todas as pharmacias <
drogaras.
Agentes em Pernambuco, Henry Forster c C.
ra ao Commercio n. 8.
BEI1RE\S & Mc
Nem- York
k.\.
ESTADOS-UNIDOS, AMERICA DO NORTE
Caixa do Uorreio n. 1274
Agentes exclusivos nos Estados-Unidos da
America do Norte dos mais importantes jor-
naes e peridicos d'America do Sul.
Annum ios em qualquer pas ou en qual-
qner folba aos preces mais baixos.
Do-se iuformiCOjs gratis relativas ao com-
mercio exportador dos Estados Unidos ao9
comoierciantes e cutros interesa tdos.
Sao compramos nem vendemos mercadoriaa.
p.im diremos a V. onde se pode fser ambos,
sem expectacao nem scceitacae de commisso
por tal servico.
Daremos gratis, pagando tambera as despe-
sas de sello, as propistas para qualquer es-
pecie de annuncios.
Listas correctas, com o endereco dos fabri-
cantes d'America do Norte, os negociautes de
cummissao, gentes, banqueiros etc., aos msi.-
baixos procos.
Medico
Dr. Silva Ferreira, de volta de sua viagem
Europ' com pratica nos hospitaes de Paria, Vi-
enna e Londres, onde dedicou-se a estuder da
partos, molestias de senhoras e da pelle, ofterece
"a secs servicos mdicos ao respeitavel publico
uesta capital e fra d'ella, podi ndo ser procurado
do seu consultoriora da Cadeia n. 53, de 1 s
8 horas da tarde, ou em sua residencia tempora-
ia Ponte d'Ucha 55.
COMMERCIO
! -o-oimerclal
#. OTAyuKh OKFICIAKS DA JONTA DOS COIi-
RECTOBES
Reufe. 20 de Julho de 1867
Letras bypothecarias do valor de 100/ a 94/000
rada urna.
N'a hora da bolsa
Venderam-se :
2 letras hypothecarias.
28 ditas dem.
O presidente,
Antonio Leonardo tiodrieoea
V secretario.
Eduardo Dubeux.
tmenlo nanearlo
BECITB, iO DB JL'LHO DB 1887
PRAQA DO RECIFE,
Os banco mantiveram firme a tan de 22 5/8
d. sobre I guma.
PRACA DO RIO DE JANEIRO
A tax cfficial continuou a ser de 5/8 d. sobre
Londres, eonstando tiansscco em papel bancario
a 22 lt/16 e 22 3/4 d.
Aa tabellas expostas aqu foram estas :
Do ISTEKKACIONAL :
Lyceu de Artes e
Oficios
A Imperial Sociedade dos Artistas Mechanhos
i Liberaos de Pernambuco, que tem a seu ca -go
o Lyceu de Artes e Oficios, no intuito de illusirar
as classes artsticas e manufacturaras, manis
como j bem couhecido em s-u palacete, do
Campo das Princesas, aulas de Jversas linguts e
scieucias, as quaes fuocei<-niui em todos os das
uteis, das 6 as 9 horas danoite
Com o mesmo utuitomantm ella urna pe juina
e ui.-d sta bibiiotheci, que com patriticos dona-
tivos, augmenta-si de da para da, e fraoqu" i-
da ao publio em g-ral diariamente, s mese na
horas cima, i assim como um pequeo museu
artstico.
Assim, pois, com o mui applaudido i tente de
tornar bem eonh-cidj o progresdo das rlese
officio; sacra ni, a perfoico e utlidade de a :us
productos, fazer c.nhecido seus autores, bem
orno us lugares de seus eatabelecimentof, afir de
facilitar a sahida e o consumo delles, promave
todos os annos, para o dia de seu anniversano,
segundo dispoe o 6 do art. 2 dos seus estatu-
tos, urna exp 'Sicaj dos trbalo, s d'artes e ufficios
e manufacturas.
E' para a eonsecucao de to aperfeicoado quo
vantajosi fim, que a directora da Socudade vem
p -4o presente solicitar de todas aquellas pesso >s
que possuem por pergaminho o trabalno, sua tfi-
cas concurrencia expoiico que em Novembro
deste anno se efectuar em sua sede, Lyceu de
Artes e Officios.
Cumpre tambem a ella fazftr conheceiore os
il-ustres seuhores e aenhoraa qu o quizerera bon
rar com seus productos, os seus direitos e
Deveres
l.o Devero at 15 do dito mes enviarem as
amostras de seus ven lavis productos para o dito
Lyceu.
2." Em todos os objectos devero acompanhar
o nome io autor, ou propnetario d>s mismos
3. Ser impresciniivol em todo e qualqu-r
objecto a ieci'iraC/io do piec-o e tog-ir de su-, f--
briea ou deposito.
4.* Que os cbjectos para a txposieo devem sei
tal qual os costum i fazer e veader.
Olrello
Art. 8o do r-gulameuto i* Eiposicl) Artiatico-
Iodustrial :
Smente aos expositor a permittido abrir as
vitrinas para mostrarem as visitantes OS teus
productos.
A directora, co iseia de que muito se esforca-
rio para o faustoso resultado deste L-ert-meu lo
proveitoso e lsongor a todas as classes iudus-
triaes, autecipa seus devidos agradenimentjs.
Secre.aria da Imperial SocieJa > dos Ar'istas
Mecbanicos c Lioeraes de Pernambuco, em 30 de
Jnnbode 1887.
O Io secretario,
Paermano Barroso.
Em!sao de Lanman
*& Kemp
A KmulsSo de oleo de figado de baca-
Ibo coro os hipopbosphitos de cal, soda a
potassa, preparada pela acreditada casa
de Lanmaa Kemp de Nova York, (
melhor, a mais perfeita, e a mais efficuz e
agradavel que at agora se tem < fferecido
ao publico.
E' um regenerador poderoso das consti
tuicoes debis um remedio certo para
todas as aflecc5es do peito, da garganta
dos pulmoes.
Use-se t, a Kmulsio de Lanman d
Kemp nao confundindo-a com as outras.
Veude-se em todas as drogaras e pitar
macias.
Collegio de Jos.sa Se-
uliora da enha
Para o sexo fommta
Funcciona ra da Aurora esquina di roa
Formosa.
os f ii m a n (
SOBRE OS CBABTOS DA
e s
Fabrica Barrelto
PRINCIPALMENTE 08
Com um aunel designando o nome
parisienses
Previne-se ao publico que a fabrica BARRET-
TO deixou de existir difde que norreu retela
ilo Barrell. seu pn pnetario, e desde ento
anda por ah urna eliusma de especuladores que
c mp;'aram em leil Uas etiquetas que tinha
fabricante a empr ir I-as en quaesquer ehiru.
para illudir -s consumidores ; e como taes charu-
tos So vendidos quaai le graca, ba psr ahi muitot
depsitos menos senos qae os compram. Tome
bem nota o consumidor oads) eseonlfar ebaratoa
da fabrica Barreno, esse deposito nSo serio,
porque pactua com os taes especuladores costa
da boa t dos incautos.
Estamos nrganisando urna Hita desaes depsi-
tos para informar o publico, a qual brevemente
ser publicada.
A Verba de.
(Do Jornal de Noticia da Baha, n. 240.)
Fa' rica Barreno
Kulraiia* d aourar e alitoilo
HEZ UB JULHO
atsMSMT
Entradas Dias
Barcacas...... 1 18
Vapores...... 1 a 16
Via-terrea de Caruar 1 4 18
Animaes...... 1 19
Via terrea de S. Francisco 1 16
Via-ferrea de Limoeiro 1 i 18
Entradas
Somma.
AlgodSo
HSMM IS
6.632
404
720
224
8.032
155
16.167
Para prova do que (lisemos, veio imprensa
um individuo, com a assigaaturi diversos fuman-
tes, confirmar as nossas aaserfsa relativamente
falaificaeSo dos charutos ParlstleaneN. posta
em pratica por diversos cavalhtiros de industria.
Veja o publico com que sans facn o especula
J.r pretende anda sustentar que o seu proced-
ment muito regular !...
Um individuo d'esses e pode compararse com
um gatuno que apanhado com um furto na raao.
mas que uao cora, nen querjargar a presa !
Cuidad) com os eavaleir->s de 'industria !
O deposito qne pactua com ess. ladrjeira, nao
pode ser serio, boje principalmente qat a cousa
est esclarecida.
A lista que vamos publicar ser s a ds depo-
sites em que taes charutos estiverem de hoja em
diante.
A Vbsdidr.
(Do Jornal de Notx.as da Baha, a. 240
Charutos da Baha
Os ve riluleI ro*
A' ra da Madre de. Deua a. 38
O Calangro contina a vender de diversos fa-
bricantes, a saber :
Fragrancia : de J. F. de Simas.
Utihdade : de U. da Costa FVrreira.
BarretU : de Oracindo Aarretto.
L-.vor : de Antero baves.
A Nova AHianc* : de V. Bardoso.
Sirius : le J. U. HagalhS s,
Alme>da Machado & C.
Pernambuco.
Cliaica do Dr. Silva Ferreira
Especialidades molestias de Senhoras e de
pelle.
Consultas de 1 s 3 horas.
Rus da Cadeia n. 53.
Residencia temporariaPonte d'Ucha n. 55.
TELEPHONE417
Casa de euiieaco moderna
EM
Sc? ncias, lellras e bellas-artes
RA VELHA N. 36
O director e professor di-ste collegio ensina pri
metras lettr.s pelo m-'lhor ystema dos principaes
collegios da corte do imperio, colheu escrupulosas
observacoes.
Recebe meninos ineruos por 3bf0'J0 men-
ao*.
Primeiras lettras L'/Oi'O menaaes.
Por cada um preparatorio 3 030 mensaee.
36 Ra Ve I ha n. 36
Julio Soares de Azevedo.
A las.pres.aa e o peltoral de Cam-
bar (4)
D'entre as muitas apreciacoes que este impor-
tante medicamento tem continuamente merecido
do jernalismo de quasi todo o imperio, otferecemos
agora ao publico a opiniao insuspeita de um Ilus-
trado orgao que v a luz da publicidade na cida-
de do Rio-Qr nde do Sul.
Eil-a:
Sabemos de um aathmatico, dis o Artitti, que
regularmente, urna ves por mes, era accommettido
da ataques que o inutilisavam por alguna dias.
Entretanto, no espaco de oito meies que tem usa-
do do Peitoroi de Cambar do Sr. Jos Alvares
de Souss Soares, o seu estado de sade nao tem
continuando a soffrer os rudes golpes daquella in-
commodativa enfermidade.
Eacrevendo estas linhas, o fazomos na ercuca
de que prestamos um servico humanidade a.f-
fredora.
Apon tamos-I be o Peiloral de Cambar, que
nao conteudo na sua preparaco cousa a>guma no-
civa, tem produsido curas admiravvis.
Dr. Baptls.a Fragoso
Medico. Consultas das 10 s 12 no Io
andar da Pbarroacia Francesa ra do
Barao da Victoria n. 2b- entrada pela ra
de Pauliao CaHMtt-, anti^a Caruboa do
Carino. Residencia estrada de J..ao de
Barros d. 24.
tiDiAES
O administrador da Recobedona Provincial,
tendo em vista o regulauento de 4 do corrtnte re-
lativo a cobraoca do imposto por venda de bilhctes
de loteras de outras provincias, scieutifica as casas
de commercio e aa peas as que no municipio do
Reeife, quiserem coutinuar a i fferecer venda
ditos bilhetes de loteras que, at o da 30 do cor-
rente mez, devero solicitar desta rrpurtico a li-
cencia neceesana, satisfazendo previamente o im
posto decretado pela lei n. 1884 eoi seu art. 1
O.
Os refractarios ao pagamento do referido im-
posto sujeitar-se-bo ao 1" de Agosto em diante
saneco dos arta. 8 e 9 do citado regulamentoabaixo
transcriptos.
Becebedoria Provincial de Pernambuco, 7 de
Julho de 1887.
Francisco Amyotbas de Carvalho Moura.
Art. 8. A venda dos bilhetes de loteras de
cutras provincias em estabelecimentos ou por pes-
soaa que uo estejam munidas da competente li-
cenca, constitue flagrante u.traccao da lei e de
fraudaco da renda provincial, ficando stjeito o
infiactor a perda dos bilhetes encontrados em t>eu
poder, que serio apprehendidos, e ao pagamento
do imposto com a multa de 20 ".'. que nao sendo
satist-ito de promp'o, ser cobrado judicialmente.
Art. 9. sao competentes para ffetuar a ap-
prehensu os empregados proviuciaes uaa repart-
^oea de fa' nda, os acaes das c:\mara iiiunicipaes,
bes> urtiro das loteras provinciaes e urondades
policiaea, devendo tatas, aim disto, prestar sem
pre o seu concurso, quaudo requerido pelo appre-
tensor.
IitiAM^ES
De ordem do lilin. Sr. Dr. inspector, fact
publico que no dia 21 docorrent' mez ir de novo
praca, cjuf..rme determiua o Exm. Sr. Dr. pre
aidente da provincia em 13 do correte o servico
da illuminaco de Iguarhst, correspondente ao
ao corrente semestre de Julho D.-sembr, ser-
vindo de base o pno de 77 rs. por lampea i
Secretaria do Thesoiiro Pruviucial de Pernam-
buco, em 16 de Julho de 1887.
O. .facial,
Lindotfo Campe'lo.
iMMmWm-
Q
Quinta-feira, 21 do corrente, horado crstume,
haver sesso ordinaria.
Secretaria do Instituto Archeologico e Qeogra-
phico Pernauibucano, 19 de Julho de 1807.
Baptista Keii.irn,
1* secretario.
para
o Rio
Rio
90 djv vista
Londres .......
Pars........
Italia........
Hamburge......
Lisboa e Porto.....
Principaes eidades de Portu-
gal........
New-York......
22 5/8
40
520
235
22 3/8
4?4
424
525
237
242
2J230
Barracas ...... 1 18
Vapores...... 1 20
Via-ferrea de Caruar 1 18
Animaes...... 1 19
Via- tenea de H. Francisco . 1 16
Via-frrea de Limoeiro . 1 18
Somma . .
Diae Sacci
1.438
2.8b9
18
3 213
502
264
7.8 4
Deapacboa de eiporiaro
MEZ DE JULHO
Nos das 1 i 19 toram despachados na Alfitnde-
ga os artigos aeguintes :
Pura fra do Imperio
Brigae allemo J. G. Ficht, asaucar,
Grande do Sul.
Barca iuglezi Osteo. aleodo, para o Bltico.
Barca portuguesa Claudina, diversos artigos, pa-
ra o Porto.
Barca nacional Mimosa, diversos artigos, para
o Porto.
Lugar pvriuguez Afjrio, asaucar, para
Urande do Sul.
Lujar portugus Ji Ettevo, csuros, para o
r'orto
Vapor nacional Artindo, diversos artigos, para o
Ro Grande do Sul.
Kavios A ara-a
Bngue portugus Armando, varios gneros.
Barca allem Hanza, keroseae.
Barca nacional Marianninha, xarque.
E cuna allem Fritt, xarque.
Escuna norneguense Reform, xarque.
Lugar sueeo Armida, varios gneros.
Lugar sueco //, varios gneros.
Patacho allemo Nurddeutsche Seeworte, varios
gneros.
Patacho ingles Echo, narvn He podra.
Vapor nacional Guahy, varios gneros.
Agurdente
Algodo .....
Aasucar.....
Bagos de mamona .
Borracha.....
Caf......
Cocos (fructe) .
Couros espichados .
Couros salgados.
i >oce......
Fariuha de mandioca .
Mel......
Pranchoes de amarello.
Panchoes de vinhatico.
24.245 litros
491.524 Uso.
910.100 .
15.982 .
1.885 .
34 saceos
11.000
167
7.56
15 kilos
600 saceos
7.2W lifr.s
Do Losdo Ba.va
90 djv vista
Londres .
Pars. .
IteUa. .
Haraburgo
Portugal
New-York
22 5/8 22 3/8
420 4*4
424
520 525
235 237
2*230
Do Ebslisu Bxk
90 djc vista
22 5/8 22 3/8
420 424
Italia........ 424
Hamburgo...... 520 25
Lisboa e Porto..... 235 237
Principaes cidadea de Porto-
gl........ 242
liba dos Aceres .... . . 245
liba da Madeira .... . . 242
24230
Mercado de aaaacar e Aigudao
BBCIPB, 20 DE JULHO DB 1887
Assucar
Este producto contina a ser cotsdo, para o
agricultor, aos algarismes abaixo, por 15 kilos :
Brafco, os melbores que
apparecem no mercado,
regulara de .... 2*200 a 2*400
3. serte boa..... 14900 a 2*100
8. regular..... 1*700 a 1*8)
Hmidos e baixos 1*500 a l*70i
nos...... if300 a 1*400
ascavado..... 1*040 a 1*100
Bruto....... *900 a 1*U0
Jietame...... *700 a *80U
Algod&o
NSo hjuve vendas boje, manteudo-se o mercado
bitaote freuxo.
Agurdente
Alcool .....
Algodo .
Assucar.....
Cajurubeba .
Cera de carnauba .
Cocos (fructa) .
Cumar.....
Doee......
Espanndores. .
Parinlia de mandioca .
Fio de algodo .
Oleo de mocut .
.'leo d" ricino .
Paos de jangada
Pranchoes de amarello.
Rap......
Resina de batata
Sal......
Sola......
Viuho dejurubeba .
Para dentro do Imperio
.... 316032 litros
.... 14.400
47.318 kilos
.... 1,912.7121/2 .
.... 80eauas
1.1.">0 kilos
16.700
10 canas
1.150 kilos
2 caixa.
100 saceos
975 kilos
60
.720 .
42
7
676 kilos
1 caixa
27.000 litros
99 me ios
92 caixas
BECPTCLaCAO do assccar
Pera o exterior 910.100 kilos
Para o interior 1,912.712 1/2 .
Somma 2,822.812 1/2 .
Frea meato
fechado o do patacho allemo Norddeulche
Seewarte, para carregar na Parabybs, carocoa de
algodo a 27,6 e 5 0/0.
Nailo deaparnado
Lugar nacional Afarino Vil, sabir, Uva a
carga seguate :
Para Pelotas :
200 saceos com assucar branco.
1,250 barricas com dito dito.
202/2 ditas con. dito dito.
63/4 ditas com dito dito.
160 ditas crin dito mascavado.
Carngaiam diversos.
Vavioa a carga
Estio sendo despachados os aeguintes :
Pauta da ifaudeca
SkM A-sucar refinado ikiio) .... 145
Assucar brancu (kiloi .... 126
Asaucar mascavado (kiloi 066
Alcool (litro)....... loO
Arroz an casca (kiioi .... 65
Agurdente e ... 056
Algodo Borracha (kilo)...... 1*066
Couros seceos salgados (kilo) 460
i iiuros seceos et pichados (kilo) 585
Cuuros verdes (kilo) ..... 275
Cacao (kilo)....... 400
Caf restolho (kilo)..... 320
Carnauba (kilo)...... 366
.i ..-es de. alfoii.1 (kilo; 014
UafVaO C MtUfklaa (,'a.Ullf (rOi.) 16*000
Caf bom (kilo)...... 4o0
Cachaca (litro)...... 700
Fariuha de mandioca (litro) 037
Fumo restolho em rolo (kilo) 405
Fumo restolho em lata (kilo) 5ti0
Funn bom (kilo)...... 72
Fumo em foiha bom (kilo) ... 72
Futda em folba ordinario (kilo) 400
lieuebra (litro)...... 200
Mel (litro)........ 040
Mlino (kilo)....... 400
Taboadcs de amarello (dusla) 1000jO
Juro e ilvldendoa
Esto sendo pagos os seguintes :
DIVIDA PDULICA
Apolices ger es u provinciaes.
LtTTRAS aVPOTHECABIAS
Do Banco de Crdito Real, 7 0,0, ultimo se-
mestre.
BANCOS
Crdito Real de Pernambuco, 2. dividendo,
raso de 5 0/0 sobre o valor das entradas reali-
zadas do capital, ou 3*000 por accao.
frusii, 67." divideudo, na razio de 9*000 por
accao. Esto eaearreg-doe desse pagamento os
agentes Pereira Carneiro & C.
CABRO. DE FBBBO
Trdhos Urbanos do Hecfe Olinda e Beber be,
25 dividendo, razo ue 8 0/0. O pagamento
faz-se no escriptorio da companbia as tercas e
sabba: os.
Com o descont de 4 0/0 e at 30 de Setemb-o
vindouro, sero aubsiitunlas na Thesocraria de
Fazenda as notas do vilor !e 2*tKK) la 5. estam-
pa, 5*000 da 7.' e 10*(Kifl a (j..
Importa jo
Vapor nacin .i tiuahy,. chegado da Baha e
escala um 20 do coirente c coiisiguadj a Domin-
gos Alves Mi'.heu-, mauife.tju :
Aseite de peixe 5 barra a Aibu.o Jos dos San-
tos.
Aigod em rama 260 sacona a Pjreira Carnei-
ro & C lio a Meudcs, Lima ir. C.
Couroa vceos cagalos 100 a H. Ndesch & C
Fasendas 10 caixas a Mendes, L in. & C.
Ferragent I caixa aos m-sinos
Lhici e viirus 1 BK'Xo .us meamos.
M.u 1. zas 2 UiixaS a l''raucse^ Lauria & C.
Oleo 38 caixa- a H. Nu s.-li C.
Pelles 1 atado aos meamos. 60 a H. Lundgren
&C.
PaunO de algodo 20 fardos a Silva Guimares
& C.
Sola 626 meios a II. Nucsch Se. C, 263 a Jos
du S Leit'.
Bngue portugus .Armando,. chegtJo do Rio
de Jaueiro em 19 >lo crrente e consignado a Jos
da Silva L-yo & Pililo, mauifcstou :
Barricas 250 volumes ordem, 200 a Pereira
Carneiro & C, 100 a Jos E>tev s S lares, 130 1/2
a 130/4 a Fraucisco Ribeiro Piuto Quimares
&C.
Barra vasios 259 a Alberto Rodrigues Branco,
410 i ordem, 474 aos cousi,inatarios.
Oojectjs de l-arro 82 volumes ordem.
bebe, 42 barricas a Mi-noel Autotfio Pereira.
Vinagre 20 barra a Joaqun) Ferreira de Car-
valho & C-, 20 ordem.
Kx por tac
aaurs, 19 oe jolho de 1887
Pura o exterior
Na barca iogleza Osseo, carregaram :
Para o Bltico, Borstel'naun e. C. 1,095 saccis
com 80,603 kilos de algodo.
Na batea portuguesa Claudina, carrega-
ram :
fara o Porto, J. S. Loyo & Filho 1,200 saceos
com 90,0X0 kilos de a sacar mascavado.
No lugar portugus J. Eiteco, carrega-
ram :
Para o Porto, A. C. da Silva 86 saccas com
,64 kilos de algodo.
Para Lisboa, T. de Asevedo Souza 368 saceos
com 27,600 kilos de assucar brauco e 782 ditos
com 58,650 ditos de dito mascavado.
Na Oarca nacional Mimosa, carregaram :
Para o Porte, Baltar Oliveira i C. 600 saceos
com farinha de mandioca.
Para o interior
No lugar nacional Marmho 7-, carrega
ram :
Para Rio Grande do Sul, J. t. Liyo 6t Filho
10 barricas com 760 kilos de iissucar, crneo.
No vapor nacional Arlindo, carregaram :
Para o Rio Grande do Sal, Maia & Kezende 35
pipas com 16,800 litr >s de agurdente.
Para o Rio de Janeiro, J. Rumos dt. C- 1,000
cocos, fructa.
= No hiate nacional Lftus te Guarde, carrega-
ram :
Para Mcssoi, E. C. Beltro 4 Irmo 2o barri-
cas com 1,140 kilos de assucar branco, 3 ditas com
164 ditos de dito refinado e 2 saceos com 150
ditos de dito mascavado.
JuizodosFcitosdi Fa*
zonda nacional
O escrlvZo Reg Barros
Perante o Sr. Dr. juis substituto da fazenda,
Lindolpho Hisbello Correia de Araujo, se vender
em praca publica no dia 22 do corrente mez de
Julho, pelas 11 horas da manh, depois da audien-
cia e perante este juiso os bens seguintes :
Um sobrado de um andar n. 74 sito ra do
Marques do Hervat, avaliado por 3:200*000, que
toi pertencente a Pedro Antonio Teixeira Guimi-
res e boje a Mathiaa Munis Tavares.
O dominio til do terreno de marinha n. 9, sito
em Motocolomb depois da ponte do masmo nome,
ava'iado por 200*0X1, pertencente aos herdeiroa
! de Luiz de Franca da Cruz ferreira.
Urna berlinda de 4 rodas, em bom estado, ava-
llada por 600*.
Um carro denominado Presidente, em bom es-
tado, avaliado por 440*.
Um carro denominado Bolea Alta, tambem em
bom estado, avaliade por 350*000, todos perten-
centes a D. Anna Lucia de Ovuira e se acham
na cocheira n. 3 sita ma do Visonde de Itapa-
. ica, quo fui pertencente a Birtbazar Gonoalves
Machado, e hoje a viava D Auna Luca de Oli-
veira cujos beus foram peuhorado e o vendidos
para pagamento da fazeuda nacioual e cusas.
Recic, 12 le Julho de !387.
O solicitador da fazenda nacional,
Luiz Machado Botelho.
Juizo dos fe i tos da fa-
zenda
(Escrlvo Cintra)
No dia 22 do correte m z e depois da audien-
cia do Sr. Dr. juiz substituto da fazenda, se ha de
arrematar o seguate:
Santo Antonio
O predio n. 2 na traveasa dos Quarteis, com p ir
ta e janella de frente, 4 metros de largura, 7 e 60
centmetros de comprimento, 2 saina, 1 quarto,
quintal e cacimba, avallado em 50 )*, para paga-
mento do que deve tuzeoda provincial Manuel
Mana Rodrigues do Nascimeoto.
A renda animal do predio n. 71 ra do Vis
conde de Inbama, avahada em 600*, para paga-
mento do q-ie deve uiesma fasonda Jorge Da-
roll.
Recite
O predio n 51 ra do Bom Jess, com 3 an-
dares, soto interno, 3 portas de frente, varandas
de ferro u.s 1 e 2o aii lares e jauo'las no 3, mel
5 m'trus de largura e 15 metros e 65 centmetros
de comprimento.com 2 palas e 3 quartoa em cada
um dos andares, avaliado em 5:000*, pira paga
meato do que deve mesma fazenda Jos Pedro
Vas de Oliveira.
O predio n 13 ra dos Guararapes, com por-
ta e janella de frente, 2 salas, quintal pequen >.
mediudo dito pr dio 4 mtriS e 8 centmetros de
vo e 11 metros e 80 centmetros de fundo, ava-
hado em 600*. para pagamento do que deve
meama tazeuda Francelina Mana Cabral.
A renda annual do predio n. 1 ra do Tuyuty,
avahada em 12 '*, para paga-icuto Jo que deve
meaina fazenda Jos Soares Pxreira Braga.
S. Jo
O predio n. 4 no lugar denominado Via-Ferrea,
de tijolo e cal, cobe.rto a telhas, com porta e janel-
la de f.-ente, 2 salas, 2 quartos, coznha fra, e
rnede 3 metros e 2 centmetros de largura a 4 me
tros c 70 centmetros oe. tundo, avaliado em 2' 0.
para p>.g.>inento do que deve mesma fazenda
Jos Francisco de Souza Lima.
O predio n. 23 ra dos Pese i dores, em com-
pleta ruina, com porta e janella de trente, 4 me-
iroa e 44 ceutimetros de largura e 13 metros e 30
centmetros de coinprimento, av..l ado em 3. 0 J.
para pagamento do que deve mesma fazenda
Benedicto Jua Duarte Cdnm.
Boa-Vista
O preiio n. 13 em Santo Amaro das Salinas
eoiu 10 metros e 20 ceutnuetros de largura, e 25
metros de Couiprinieuto, sitio com dou vivciros
para p -ixe e mais de 100 ps de coqueiros, teudo
dito predio 1 porta e i j.mellan nos oi.js, 5 quar-
t..;, cozmha dentro e mais duas casas com 1 quar-
to cada urna, uo valor de 3:0 OS para pagamento
do que deve mesma fazenda Joaquim 11 cin-
gues de Amorim.
Poa
O predio n. 4, ao lugar denominado Encana-
la" ufo, com 2 ja-ielliis e 1 porta de frente, o qual
dem do 20
iieoda provincial
De 1 a 19
dem de 20
34:117483
53.55050>
3.50S5l5
512:110.532
57.059; 053
569:169*585
e 1 a 19
dem .ir 2
De 1 a 19
Id-'^i iic 20
liecebeiiurij. geral
17:688*108
l:53i*o79
19:221*187
o 1 a
Ide n im
19
20
ecebedoria p.uoinaiai
Recii* Drainage
87:389/913
164*510
87:554i43
7:405*289
372i 840
7:778*129
aereado Municipal de **
O movunentj dcate Mercado no dia 20 de J alho
foi o se En ^raraai :
37 bois pesando 5,090 kilos sendo de Oliveira
Castro, 26 ditos de 1 qualidade, e 11 ditos
particulares.
464 kilos de peixe a 20 res 9*280
108 cargas de farinha a 200 ris 21*600
2-' ditas de fructas diversas a
300 rs. 6/60J -
8 taboleiros a 200 ris 1*600
13 Sumos a 200 ris 2*600
Foram oceupados :
25 columnas a 600 ris 15*000
22 compartimentos de zariana a
500 ris. 11*000
23 ditos de comida a 500 ris 11*500
64 ditos de legumes a 400 ris 25*600
33 ditos de fazenaas 400 rs. 13*200
18 ditos de suino a 700 ris 12*600
11 ditos de fressuras a 600 ris 6*600
10 tainos a 2* 20*0OC
8 ditos a 1* 8*000
A Oliveira Castro & C.:
tem 4 mptros 50 centmetros e de fondo 7 me-
tros e 54 eculimetros, com 2 salas. 3 quartos, co-
sinha fra e quintal, avahada em 50*, para paga-
mento do que deve me.-rna fazenda Joaquim Al-
ves Correia.
S. Lourenco
O predio n. 31 no largo da Matriz, com 2 ja-
nellas e 1 porta, 2 salas, 2 quartos, coz i n ha fra
e mede 5 metaos e 80 centmetros de trente e 8
metros de tundo, de taipa e em solo forero, ava-
llada em 100*, para pagamento do que deve
mesma fazenda Jos Floriano de Souza.
O predio n. 18 no largo da Matriz (S. Lcnren-
co) com 2 jinchas e 1 porta, 2 salas, 2 quartos, e
medindo 5 metros e 70 centmetros de largara e
8 metros e 80 centmetros de comprimento, ava-
liado em 100*, para pagamento do que deve
mesma f is-uda Jos Salustiano Velloso.
0 predio n. 26 roa do Rosario (S. Lourenco),
de taipa, e em solo forero, c m porta e janella, 2
salas, 2 quartos, e medindo 4 metros e 40 cent-
metros de largura, e 8 metros e 30 centmetros de
comprimento, avaliado em 80*, para pagamente
ds que deve mesma fazenda Jofto Mara Gomes
Barretto.
Rccife, 14 de Julho de 1887.
O solicitador,
Luna Freir.
O procurador dos fetos da Fazenda Provin-
cial, teudo recebido do Thesouro Proviocial a re-
laeo abaix i transcrigta dos devedores de annui-
dadea pela tiinpeza da ompauma Recite Drai-
nage relativas ao Io semestre do ejercicio de
1884 a 1885 da freguezia de S. Jo6,-quc dexa-
xaram de pagar uo tempo competente, declaro
aos meamos devedorca que ihes rica mareado o
prazo de 30 dias, a contar da publicaco do pre-
sente edita!, para r- colberein a importancia de
seus deoitos a Receb.doria Provincial, c>rtos de
que, fiudo o referido prazo, se pros der co-
branza judicialmente.
Reeife, 5 de Julbo de 1887.
O procurador dos feitos,
Miguel los de Almtida Pernumbueo.
ReUco do 1 semea're de annuidade do exerci-
co de 1884 a 1885, da fre-ruezia de S. Jos.
{Continuando.)
Dias Cardozo n. 3. Bento dos Santas
Rao,os
Padre Nobrega n. 9. Bartholomeu de
Lima e nutro
Traveasa do Caldereiro n. 1. Beinar-
dino de Souza e Silva
Vidal de Negreiros n. 58. Bento Eleu-
terie de Soaza Castro
Fre Henrique u. 9. Bernardo Falca
de Suuza
S. Jos n. 26. Bartholomeu Francisco
de Souza
Dita n 47. Biro.eza de Cimbres
Pescadores n. 23. Benedicto Jos
Duarte CeJrlin
Marcilio )ias n. 118. CapeHa dos Pra-
zeres de Guararapes
Coronel nuassuna n. 232. Clau lino Jo-
s Correia de Mello
Dir ii. 95. Cai-dido Francisco Gorn"s
Dita u. 99. Carlos Frderico Barb-is*
Palma u. 87. Carlota Vieira Ribeiro
Dita u. 89. A mesma
24 de Mai u. 54. A mesma
Dita n. 56. A i e.sma
Vidal de N'greiros n. 24.. Caetanu de
Carvalho Raposo e outro
Fre HeuriquMS n. 6. Cien.entino de
Pana Tavares
Forte n. 50. Ciaudino Jos de Mello
S Jos o. 38. Clarinda Miria d'An-
uuucia.o
TraveS8a do Lima n. 1. Constautina
Jaciutha da Motta
Dita u. 9. A mesma
Maicillo Das n. 121. Candida Tn miz
Pereira Dutra 64J724
Nova de Sania Rila n. 45. Constanca
1 eciiiana B. de MeudouQi 15*260
Marcilio Dias n. 133. Dionisio Hilario
Lopes 45*780
Domingos Theotouio n. 50. Deolato
Pinto dos Santos 15*260
Jardim n. 16. Deomedea Bezerra de
Mello 15*260
Santa Rita n. 11. Domingos Ant'ines
Villafa 15*260
Traveasa do Pexoto n. 22. Dionzio
Pacheco da Silva 15*260
Coronel Suassuua u. 280 Evaris
Mendes da Cunha Asevedc 30.520
Dita n. 290. O mesmo 15*260
15*1.60
15*260
15*260
15*260
2*877
15*260 15*260
15*260
15*260
15*260 30*520 16J.60 30*520 15*260 305520 33*397 k
53*540
15*260 15*260 *
15*260
15*260 15*260 ...
54 talhos a a*
54*(XKi
219*180
4:115*360
Memorial
Termina no da 6 do mez vindouro o prazo
marcado para pagamento da terceira e ultima
res'Hco, na razo de 4'J 0/0, das acedes ultima-
mente einittidi.s pela Compasbia do Bbbbbibb.
O Sr. Jote Joo do Am-rim, tbesoureiro da
CoicpAnaiA db FiAfio b Tbcidos, est recebendo a
primeira prestacAo, na razo de 10 0/0, das ac-
les ltimamente emittidas para o levantemento
da faorica da Torre.
O prazo marcado para tal recebimt-nto termina
no dia 27 do corrente. D
Itlnheiio
BBCBBIDO
Pelo vapor nacional Guahy, para :
De Aracaju:
Mendes Lima & C.
De Penedo :
Baltar Oliveira & C
1:300*000
337*000
.eutliuicato pblicos
HEZ DB JULHO
Aljaniega
Kenda geral :
1 a 19 477:993*049
4:334*540
J. ve ter sido arrecadada nes'e dia
a quantia de
Rendimento do dia 1 a 19
Foi arrecadado liquido at baje
r'recoa do dia :
Carne verdr. de 200 a 400 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris dem.
Sumos de 560 a 610 ris dem,
farinha de 200 a 240 ris a cuia
Milho de 360 a 320 res idetu.
<--eijo de 560 a 800 dem.
aiailniiro Publico
Foram abatidas m. .lataauuio da Cabanga
rezea para o c<*osiimo da da 21 de Julho.
Sendo: 67 rezes pertenceutea Oliveira Castro,
fe C, e 24 a diversos.
91
Esmbarcacdea surtas no porto em
O de Julho
HACIONAES
Arlindoconsig. Pereira Carneiro 4 C.
Armando Luyo & Filho. f
Guahy Companbia B.hiaoa
Jaguaribe Ompanbi* Pernambucana.
Lamego(cauhotieira de guerra).
Marianninhaconsig. Baltar Oliveira & C.
Mimcsa Baltar oliveira s C.
Marmho Vil Loyo & Filho.
ManJah Ccmpauhia Pernambucana.
Pirapama Companbia Pernambucana.
S. Francisco Companbia Pernambucana.
ESTRASOEIBAS
Armidaconsig. a Fonseca Irmos & C
Claudina L yo & Filho.
Echo Wilson Sons & C.
Frita Baltar Oliveira & C.
GeBine Pereira Carneiro 4i C.
Hanza Foajaeca Irmos & C.
Imea ordem.
J. G. Ficht F. R. Pinto Gumaraes.
JosEstevo Amorim Irmoa & C.
Mario Amorim Irmos & C.
Norddeutsch Heury Muesca & C.
Osseo W. Sons & C.
* Peggy S. Brothers & C.
Polstyernen Fonseca Irmos t C.
Reform& H. Lundgren & C.
Ville de Marauho Auguste Labille.
O sigual indica ter a embarcaco sabido hoje.
Vaporea entrar
DOS rOBTOS DO SUL
Araucan'aamaaha.
Fin aneea 24.
Pernambucoa 27.
Neva-a 29.
Cantilloa 7 de Agosto.
Trenta 14.
DOS POBTOS DO XOBTB
Paraa 23.
Mauosa 2 de Agosto.
Espirito Santoa 3.
DA EOHOPA
La Plataa 24.
Magelana 31.
Senegala 4 de Agosto.
Mondegoa 10.
Taguaa 24.
DE LIVERPOOL
Scultora 23.
DE HEW-TO K
Alliancaa 29.
Vaporea & aahlr
Jaguaribeamaaha, a 5 horas da tarde, para Ca-
inosaim, com escala por Parahyba, Natal, Ma-
co, Mossor, Aracaty, Cear e Acarahu.
Arlia loamaaha, s 4 hars da tarde, para o Rio
Grande do Sul, tocando no Rio de Janeiro e
Santos.
Araucaniaamanh, ao meio da, para Liverpool
e escala.
Para 24, s 5 horas da tarde, para os portos
do sul.
La Plata 24, para Buenos Ayres, com escala
por Baha, Rio de Janeiro e Montevideo.
Guahyi 24, s 4 horas da tarde, para a Baha,
com escala por Macei, Villa Nova, Penedo,
Aracaj e Estancia.
Va vio 6 entrar
Anne Maricdo Rio Grande do Sul.
Arielie Terra Nos.
Bella Rosade Terra Nova.
Camesdo Porto.
Cintade Terra Nova.
Erutede Hamburgo.
Emoli.trde Terra Nova.
Florence de Terra Nova.
Farwardde Liverpool.
Uonb >rsundJe CardiH'.
Leanderde Terra Nova
Mara-de Terra Nova.
Mariuho Ido Rio Grande do Sul.
.Marmho IXdo Ro Grande do Sul.
Moviuiealo do porto
Navios entrados no da 20
Rio de Jaueiro9 dias brigue portugus Arman-
do de 438 toneladas, capitao J~>o Estevo
Soares, equipagemjll, carga varios gneros ; a
Loyo 4 Filbos.
Babia e Oacala7 l/. dias vapor nacii nal Gua-
hy de 450 toneladas, commandante Joaquim
Martina dos Santos, equ'pagem 26, carga varios
geueroa ; a D mmgis A'vea Matbeus.
Havre e escala-18 das vapor francs \ ule de
Maranbo de 1775 toueladas, eommandante
A. Viei, equip.gem 44, carga varios geoeros ;
a Augusto L.bille.
Sahido no mesmo da
Barbados-Lugar ingle Peggy capitao GU-
bert Pr wse, em lastro.

I
i
niiimn
.


JS-f



Diario de Pernambuco---(uinta-fcira 21 de Jnlho de 1887
'
Coronel Suassuna n. 43. Expostos
Vidal da Negreiros n. 94. Oa musinos
Travesa do Peixoto u. 21. Edmaado
de Maraes Carvalho
Padre Nobrega n. 8. Evaristo Mondes
da Cuaha Asevedo
Coronel Suassuna n. 83. Francisco de
Soasa Reg
Dita n. 212. i ilhos de America Fran-
cisca de Paula Menea i
Dita n. 214 Os mesaos
Palma n. 119. Filhos de Juaqaim Jos
Vieira
Travessa da Caldeireiro n. 2. Filhos
de Joo Joaquin de Aievedo Gui-
mares
Vidal de Negreiros n. 93 Filhos de
Joo Rodrigues de Monra
Fre Henrique n. 34. Francisco Anto-
nio de S.mza
Travessa do Prata n. 14. Filhos de
Jos Mari da Costa Pene
Dita n. 16. O. inesmos
Dita n. 18. Os in.sinoe
Assumpyo n. 8. Fortunata Fredavin-
da da Conc-ico
Domingos Tbeotooio n. 10. Filhos de
Francisca Carotina de Figaeiredo
Crui
Dita. Os mesmos (apparclh is da mes-
ma casi)
Dita n. 20. Florinda Mara da Concei-
co Tavares
Dita n. 11. Fraucis.o de Sousa Reg
M iir i i-1 -.
Dita n. 13. O mesmo
Padre Floriano u. 55 Felicidade Ma-
ra do C.irino
Jardiinn. 42. Francisco Estoves Vitn-
oa
Ra do Forte n. 58. Filhis fe Joo
Rodrigues de Mi.ura
Nogueira n. 23 Filhos de Antonio Do-
mingues A i ves .H.ia
Santa Cecilia u. 23 Francisco Jos
Vianna
Santa Rica u 12. Flix Auto no Alvea
Mascarenhas
Dita n. 68. Filhos de Manoel Jos de
Mattos
Dita n. 5 Frauciaco Jos Vianna e
outro
Dita n. 7. Os meamos
D Nova de Suta Rita a. 53. Dr. Fran-
cisco i 'iie-nves di focha
S. Jos u 4. Filhos de Joauaa Bazi-
lia de Mello liuin .r.i -s
Dita n. 8 Francisco J.s Vi i una
Dita n. 35. Francisca (Janc^lves da
Rocha
Travessa de S Jo. u. 4. Francisca
de Souza KegJ M^uteiro
Dita n. 6. O mesmo
Dita n. 10. O mesmo
Dita n. 12. O mesmo
Dita n. 20. Mjnsenhji' Francisco Mu-
oiz Tavarea
Pescadores u. 36. Filhos de I Ulna
Maria dos Saotos Santiago
S. Jos n. 27. Fortunata Florinda da
Couccico
Travessa de S. Jos n. 22. Francisco
de Souz II j M mt-'iro
Padre Nobreg* u. 7. daMfnta Rosa
da Silva > orrei
Santa Cecilia u. 1. uilhenniuti Ti-
burcia dos Anjos Paula
Santa Rita u. 17. Ueuuino Jos da
Rosa
Imperial n. 5. Oreg-rio Taumaturgo
de S Leitao
Dita n. 7. O mesmo
Marrillo Dis n. 99. Herdeiros de Ber-
nardo Uu .rte Brhud
Coronel Suassuna u 176. Herleiros de
Francisca Mana J Concei^ao
Vinte e Quatro de Maio u. 19. Heidei-
roa de Jos Hygino de Mirauda
Jardimn. 41. Horique Jos Vieira da
Silva
Padre Floriano n.31. Herdeiro de Joa
quirn Miguel de An-ida
Travessa da Praia do Forte n. 8. Her-
millo Du erron
Imperial n. 15. Herdeiros de Jas Joa-
quim de Alineida Lima
Coronel Su .ssuna u. 88. Isabel Dativa
Villela Torres
D'ta a. 65. [rmundade das Almas do
Recife
Dita n. 127. A mesma
Vidal de Negreiros u. 101. Ignez Feli-
cia da Cunha
Assumpvao ii. 78. Ignacia Josepha de
Jess
Jardim n. 8. laabel Maria da Concei-
(2o e Silva e outra
Santa Cecilia n. 41. Isabel Maria da
Fonseca Soares
Nova de S. Rita n. 42. Innandade do
Espirito-Santo
Travessa ae S. Jos u. 25. IrmaudaJe
de S. Jos
Marcilio Us n. 127. Ignacio Barroso
de Mella e outros
Dita n. 129. Iuuicncio Jos de Mi-
randa
Fr. Henrique u. 14. Iraundade das Al-
mas do Recite
Lomas Valentinas u. 50. Jos dos San-
tos Neves
Marcilio Dias u. 123. J..aquim Pereira
Vianna
Lernas Valentinas n. 86. Jos da Silva
Joreira
Coronel Suassuna n 172. Justino Pe-
reira de Farias
Dita n. 222. Jos de Sonsa Ribciro
Dita n. 236. Jos Caetano da Silva
Dita n. 266. Joaquin Francisco de A1-
bnquerque Santiago
Dita u. 51. Justiuo Pereira de Parias
Dita n. 53. O mesmo
Dita n. 123. Dr. Jos Joaquina ie Souxa
S. Joo o. 5. Joaquiin Rodrigues Ta-
van s de Mello
Dita n. 15. Jerouyino da Costa Mon-
teiro
Palma n. 1C8. Jote Goncalvea Ferrei-
ra da Silva
Dita n. 106. O me mo
bita n. I i. Jos Hygino de Miranda
Vinte e Quatro de Maio n.23. J.aquim
Manoel Ferreira de Sonsa
Dias (lardoso n. 86. Jos Baptista do
Nascimento e outro
Dita n. 37. JoSo Rodrigues de Moura
Becco do Caldereiro n. 8. Jos d'Oli-
veira Cnrvalbo e uu ro
Vidal de Negreiros n. 14. Justino Pe-
reira de Furia*
Dita n. 42. Jos Elias de Oliveira
Dita n. 33. Jos Antonio Pereira da
Silva
Dita n. 77. Joo Barbosa Maciel
Dita n. 103. Jos Josquim Ferreira de
Souza
Fr. Henrique n. 4. Joanna Maria das
Neves
Dita n. 20. Jos Nunes de Oliveira
Dique n. 12. Jos Rodrigues Villa-
Cha
Ra do Dique n. i 2. Joo Rufino Bar-
bosa
Travessa do Prata n. 8. Joanna Mana
das Neves
Assumpco n. M. Jos Maria Ferreira
da Cunha
Dita n. 70. Joo Francisco Reges do
Rio Car val bo e outro
D. Theotooio n. 8. Jos Domingups
Codecrira
Dita n. 12. Jeronymo de Sonza Pa-
checo
Dita n. 22. Joo Pedro da Rocha
Dita n. 28. O mesmo
Dita n. 42. O mesmo
Dita n. 58. 0 mesmo
Dita n. 35. Jos Gonca'.ves Ferrei a
(Juimares
Dita n. 48 Jos Francisco da Costa Lo-
bo
Padre Fioriano n. 68. Joo Ferreira
Martina Ribeiro
Dita n. 74. Jos Joaquim Ferreira de
Sonsa
Dita n. 67. Jos Maria Ferreira da Cu-
nha e outro
Jardim n. 21. Joaquim Dias Fernan-
Roa do Forte n. 14. Joo Flix da
Rosa
Dita n. 44. Jolino Candido Barral da
34*836
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
25*789
15*260
15*260
15JMO
15*260
15*260
37*332
51*500
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
19*576
30*520
15*'60
15* .60
15*260
S0520
15*260
15* 6i i
15*260
15*260
21*35 i
15*260
15*i60
15*26'i
15*2i0
15*260
801601
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
15*.'60
15*260
15*26u
15*260
15*260
15*.'60
15*260
15*200
15*260
15*260
15*260
10*260
26* ;63
15*260
1*260
15*260
15*260
15*260
15*.'60
24*328
28*645
8*000
45*780
22*1-9
48*657
15*260
30*520
15*260
15*260
15*260
15*260
30*')20
30*520
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
34*836
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
13*173
2*877
24*830
19*576
30*520
15*260
804620
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
18*137
15*260
15*260
15*260
Fonseca
Di tro .
Nogueira n. 28. Jos F. da Silva Tei-
xeirs de Mello
Santa Cicilia n. 16. Joaquina Mana
Pereira Vit.nna
Dita n. 8. Jastiao Pereira de Faria
Santa Rita n 10. Jos Hygino d
Souza Oalvo
Dita n. 50. Josepha Mari dos Prase-
res
Dita n. 54. Joo Francisco de Sousa
Xavier e outro
Dita n. 58. Joaquim Ribeiro de Agriar
Montarroyos
Dita n. 57. Joanna Francisca do Reg
Mello .
Ra Nova de 8anta Rita n. 4. Jos
Ramos da Silva
S. Jos n. 59. Joanna de Jess Neves
Quaresna
PssMsfaajN a- 18. Jos Ramos da Silva
Dita 59. lr. Jos Josquim de Bou-
Largo do Forte n. 4. Jos Francisco
Bento
Travessa do P. ixoto n. 17. Jos Gon-
galves Ferreira Guimires
Dita n. 25. Joaquim Elvirs de Moraes
(,arvalho
Dita n. 27. O mesmo
Dita n. 29. O mesmo
Dita n. 31. O mesmo
Largo do Forte n. 3. Jcs Ramos da
Silva
Vidal ie Negreiros n. 91. Jos Mauna
Silva e outro
Coronel Suassuna o. 169. Luiza Fran-
cisca de Ssuza
Santa Rita n. 52. Luisa Benedicta
Fernand s
S. Jos n. 3. Lourenca Jostiniana da
C nceico
15'2601 R. consulado Aostra Han-
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
15* :60
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
15*260
30*520
15*26C
15*260
gria em Pernambaeo
Pede-so a qnem poder dar noticias cerca des
segumtes subditos austiiacos, a saber de Francs-
cu Richter, de Francesca Preisler, nascida Ri-
chter, e de seo mnrido Giuseppe Preisler, ou bem
deseos herdeiros, nos quaes tocou umi heraaca
que Ibes deixou Anua Richter, nascida ander, de
iransmittil-HS immediatamente a este consulado.
Recife, 20 de Julho de 1887.Pelo consol Sr.
Jos do Livrameuto, o chooceller,
Jos Sp>-riti.
c
m
Conipanhia do Beberibe
Previne-se aos subscriptores das acedes da no-
va emisso que o praso purs o pagamento da ter-
cera e ultima prestac i de 40 % termina no da
6 do mez prximo vindouro, nomo foi previamente
annnnciado.
Recife, 11 de Jnlho de 187.
Jos Eustaquio Ferreira Jacobina,
Direclor secretario.
THEATROT
15*260
(Continua)
Estrada de Ferro de
Pernambuco do Re-
cife ao S. Francisco.
Hropasia para forneclmento de 3COO
toneladas de car o de pedra
Esta companhia recebe propostas para o forne-
cimento de 5600 toneladas de carvo de pedra por
teinpo de um auno, mediante as aeguiotes condi-
ces :
1* O carvo devora ser de alguma das especies
conhecidas por Cory Aberdare Merthyr, Penri
k-b r, Nixons Navigatiou, Ocean Mertbyr ou In-
soles Merthyr Smokatess Steam Coal, > pnmeira
qua'idaie e dubl acreened, provada com certifi-
cado da mina, o q jal em ca vea sor apresentado ao superintendente da com-
pauhia.
2> A despesa de desc-rregar o carvo do navio
e todas as outrnsjda alfaudega etc.,sero por conta
do c ntractante at a entr- ga no Caes da Compa-
nbia, onde o carvo ser tirado das alvarengas
pela c mp-nhia a pesado uj trapiche em Cinco
i*ont..s, facilitando-se ao ontracunte todos os
meios de por si u pessoa de sua confianca inspec
roar e confer! o peno, o qual ser acceito como
l.ti-iit.vi p r ambas as partes, na > sendo depois
tteiidi K pe coinoatihia reclam i(3o alguma.
3* 30J toneladas de carvo pelo menos s-ra..
m isalmente entregurs em Cinco Pontas ; mas se
por conv-niencia propria quizero cootractante en-
tregar mai r quantidad", a tooipanhia snjeita-se a
recebel-a, comtaoto que nao s>ja apresentada para
pagamento urna conta mensal de mais de 300 tou -
ladas durante o tempo do coutract).
41 O cjutractante dever ohrigar-se ao paga
mentu de urna multa de 1 000* por todo e qual-
quer mes em qu- deixar.de fornecer a quantidade
estipulada de 30J toneladas, assim como se fr rc-
nhecid i que o carregamento ou parte d'elle nao
de alguma 'las quaiidades mencionadas na Ia
d'estas condiroes.
'i' As propostas para este contracto devrro es-
tipular o pr- c> da t-melada de carvo em dinbeiro
sterlino, o qual para realisar-se o pagamento de
cada conta mensal ser reduzido a llQJO ao cam-
bio da cotco das transac^o^s d i Bauco ao temp
da partida do p*qu -te da RaI Mala, que passar
para a Inglaterra a 29 mais ou menos do mesmo
mes da cout*.
6a O contracto entrar em vigor no 1 de Se-
tembro prximo vindou-o eo pri neiro supprimento
deve. ser hita para o referido me.
7* Ser lavrado um termo de contracto baseado
nas coudicoes cima estipuladas, o qual ser as-
-'trnad > por ambas as partes.
8" A-i propostts devero ser lacrada* e reme-ti-
iita ao aupTinteudeote da companbia no Cabo an-
tes i > oa 31 da Jniho pr-ximo fituro, ui qual
tero de ser ellas a bertas no escriptorio do mesmo.
A eompanhia declara que de modo alguna fie
por et. motivo o brigada a acceilar a proposta mais
b-.r-.ta ou qualquer das que Ibe f.uem presenta-
das.
Escriptorio da superintendencia, Cabo 20 de Ju-
lho de 1887.
W. lis Ho.,d,
Sapernten lente.
Quarta pra^a
De ordem do Illm Sr. inspector se faz publico,
que a- II hir.s do da 23 + orrenfe mes, sero
veodi ios em pra(a, no trapi he Conc ico, as se-
guintes mercadorias :
Duhs caixas, marca GU\C, ns 60,323 e 60,323
bis, vindas de Bordeaux no vapor francs Giron-
sfe entrarlo em 3 de Junho ultimo, contendo 5
kilo liquido* de ph"to^ra(.'h-as para carta 7
kil'* liquidas de ean-izes abandonadas aos direitos por G. Laporte Jt C-
Uma caixa, marca GL&C n. 2. vioda do Havre
no vapor francs VUle de Baha, i ntrado em 6
de Junho ultimo, coutendo 207 kilos, liquido real
de lm.nks de urna ir, dem dem.
Ter ira seceo di Alfandega de Pernambuco.
em 20 de Julho de 1887.O chefe,
Ciorm B. de Mello.
A directora faz sciente aos Srs. subscriptores
da nova emisso de aecoes {.ara o 1-. vantam-.-nto
-1a fabrica na Torre, que fica marcado o praso de
30 dias desta date, para pagamento da primeira
prestaco de 10 por cento, e autorisado o Sr. the-
ooreiro Jcs Joo de Amorim Jnior, para ore-
cebimento.
Recite, 27 de Junho re 1887.
Us directores,
Manoel Jos da Silva Guimares.
Henrique Sareiva, f
AiCIetallO.
Jos Joo de Amorim Jnior,
Thesonreiro-
Kua do Bom Jess u. 3
^____________
Estrada de ferro de Ribe.ro ao
Bonito
A directora desta einprrz recebe propostas
em carta fechada at > dia 26 do correte, para
n a sentamenta de trilhos c rrespondente a cinco
kilometn s da via permanente, sendo preferido o
pretndeme que melhores vaniagens offerecer, sjb
as condicSes expostas no esrripforio J
prrfsa. Recife, 14 de -Inlbo de 1^-87.
desta ej)-
Tlicsouro Provincial
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector desta re-
parti-.-io, faco publico que no dia 21 Jo correte
mez, paga-se a classe de profesores de Ia entra-
is, relativamente aos veneimentos da mez de
MarC/j prximo findo.
Pagadoria do Theaouro Provincial de Pernam-
buco, em 20 de Julho d%!887.*
O escrivo da despea,
Si I vino A. Rodrigues.
IKH4IDADE
DA
VIorlOMsa ienniirs ianl'tnaa da
lrrja da Maiire de Deo
ELEigO
De conformidsde com o art. 7 de nosso com-
promisso, sao convidados codos os irmos desta
innandade a comprecerem domingo 24 do correa-
te, pelas 9 horas da raanb, no consistorio da
igr ja da Madre de Deus, para em mesa geral,
proceder-se a oleico da fot-ira mesa regedora,
que tem de funccionr no auno compromissal de
1887 l3.
Consistorio da irmandade da Gbnoa Senbora
Sant'Anna, 21 de Julho d- 1887.
O escivio,
Luiz arboju Ribeiro.
Contraria do Senhor Bom Jess
da Va-sacra
MtSA GERAL
De ordem do irmo provedor, convido os irmos
desta contrara a reunirem-se em av-sa geral ex-
traordinaria as 6 1|2 horas da tarde do dia 22 do
corrente, para a commisso nomeada pela mesa
geral de 7 de Maio de 1886 dar conta do sen man-
dato, e tratar-se de negocios de interesse mesma.
Consistorio da vener.vel contraria do Senhor
Bom Jeans da Via-sacra da -nta Crus, 20 de
Julbo de 1887.
O oscrivio,
Julio A. Secades.
Gabinete Portugnez de
Leitura
De ordem do Exm. Sr. presidente do c.inselbo
deliberativ, convido novamente os membros do
mesmo cons- ha a reunirem-se em sesso ordinaria
na respectiva sede, na prxima sexta-feira 22 do
crtente, pelas 6 horas da tarde, visto nao se ter
realijado a reunio anteriormente convocada por
falta de numero.
Secretaria do Gabinete Portugus de Leitura
em Pernambuco, 18 de Ju.ho de 1887.
Alfredo C Cousseiro,
2* secretario
Baneo de crdito real de Per-
nambaeo
Este estabelecimento, de accordo com o art. 54
dos estatutos, paga o sen 2o dividendo razo de
5 0/0 sobre o valor das estradas realisadas do
capital, ou 3X000 poi aeco, todos os dias uteis,
desde >:s iO horas da maoh as 4 da tarde. m
sua sede ra do C> ramerein n. 34. Nesse acto
lero entregues s respectivos acedes.
Recife, 16 de Julho de 18870 gerente,
Joo Fernandes Lopes.
Santa Casa de Misericordia do
Recife
Por esta secretaria sao chamados os parentes
ou protectores das menores abaixo declaradas,
par, at o dia 30 do corrente, apresental-as no
collegio das rpbs, tfim e cerem ahi admttidas.
visto acharem he inscriptas em primeiro lugar, no
respectivo quadro.
Laura, filba de Miguel de Souza Galvo e Isa-
bel Maria da Silva Galvo.
Sydronia, filha de Cosme Damio Felippe da
Silva e Constancia Maria do (.'armo.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 16 de Julho de 1887.
O escrivo interino,
Prancisco G^mes Castellao.
Manta Casa de Misericordia do
Recife
Na secretaria da Santa Casa arrenda-se os se-
guintcs predi, s :
Ra dj Bom Jess n. 13, 3- audar.
dem dem n. 44, 1- andar e loja.
dem do Vigario Thenono u. 22, 1- andar.
dem dem n. 25. sobrado.
dem do Marques de Oliuda u. 53, 3' andar.
dem do Apollo n. 24. 1 andar.
Me,, da M.da n. V.
Ipem idem n. 47.
dem dem n. 4 '.
dem idem n. 37.
dem da Linguete n. 14, 1- andar.
Becco do Abren n. 2, 2- andar.
Secretaria da Santa Casa de Miseruordia do
Recife, 25 de Maio de 1887.
O escrivo intrino,
Francisco Gomes Castellao'
MI of 1011J
Lliuf
Capital do Banco....... 1.000,0X0
Capital realisado......... 500,000
Fundo de reserva....... 200.00C
A contar desta data e at ulterior reso-
luclo, conceder-se-ha juros de dous por
cento ao anno, sobre ns saldos de dinheiro
depositado em conta corrente de tnovimen-
to no mesmo Banco.
Recetv -si tambe a dinbeiro em deposito
a uros por parilos determinados, ou su-
jeito ao aviso pivio de trinta diss para ser
retirado, mediante as eondicS-s de que se
l;,r conbecimento aos i teressados.
Pernaincuco, 23 de Maio de 1887.
Henry K, Qregory,
Go.rente.
DO
BRASIL
Capital 0,000:000*
dem realisado 8,000:000*
A caixa filial d'es e Banco funecionando tem
poranameote roa do Commercio n. 38, saca,
vista ou a piazo, contra 09 segumtes correspon-
dentes no estrangeira :
Londres......... s/N. M. Rothschil & Sons.
Pars.......... De Rothschild Frrcs.
Hamburgo........
*erliln..........\ Deutscbe Bank.
br. mente........
Frankfurt s/ Main ,'
Antuerpia....... Banque a'Anvers.
Roma..
Genova
aples........\ Banc-t Genrale
Miio e mais 340/ agencias.
cidades de Ita-
lia...........
Madrid..........
Barcelona.......
Cdiz........,.
Malaga. .-.......I Banco Hypote.otno de
Tarragoop......I Espaa e snas agen-
Valencia e oiltras tas.
.'idades da Hes I
panba e ilbas I
Canarias....../
Lisboa.........\
Porto e mais ci-1 Saneo de Portugal e
dades de Por-? suas agencias.
tugal e ilbas...)
Buenos-Ayres.... ) Eng:ish Bank of tbe Ri-
Montevido......) ver Pate, Limited.
Nova York...... G. Amsrk & C.
Compra saques sobre qualquer praca do impe-
rio e do estrangeiro.
Recebe dinbeiro em conta corrente de inovi-
mento com juros a azo de 2/o so anno e por le-
tras a praso a juros convenciooados.
O gerente,
\Tilliam M Webster
LYRICA
OE OPERAS E WEETIS
evipreza N AGHEL
Direc^o-LUZ NILOMi
ijninla-feira, 21 do crrente
Grande uccesso
Em vista do extraordinario xito alcancado as
duas anteriores repre5entaro-a a empresa resalveu
dar boje a nlllma deflnlllva. da sempre po-
pularissima opera cmica em 3 actos :
JUANITA
Depois da opera, a comedia opereta em 1 acto :
ACAS\ DECAV1P0
O espectculo terminar s 11 3/4 horas.
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Apipucos.
A 8 hora*,
todas as linhas e trem para
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Capital oubsciipto 3.000.000
Fundos ,i -cumulados 5.134,34tf
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Da premios conra fogo 577,330
De premios sobre vidas 191,000
De juros 132,000
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sLondon *fc Brasillan Bank
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Ra lo Commercio n. 32
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as do mesmo banco em Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos Capellistas d. 75. No
Porto, roa dos Inglezes.
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Companhia Phenix
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Ra do Commercio n.
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fhe Liverpool & Loodon i Globe
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tharina, Pelotas, Porto Alegre e Rio Grande do
Sul, frete modic .
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Commandante o capUao de fragata Pedio
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dispensavel, para os portos
norte at Manos.
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tracta-se na agencia
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boa, Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro e
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em ben'Bcio da Ia dama soprano
9. Th$rsa Rasiolli
A' pedido de multa* familia* subir
serna a muito applaudida opera lyrica em 4
actos :
RUY-BLAS
A BENEFICIADA agradece desde j a valiosa
e generosa proteico que Ibe quelra compartir este
Ilustrado e h>spitaleiro publico, de quem conser-
var eterna gratdSo.
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nhas.
A'aj S horas.
para Apipucos e b >nds pira todas as li-
GOMPANHIA DE EDIFICADO
0 escriptorio (Testa
eompanhia a e h a s e
funeeionando no largo
de Pedro II, n. 77, V
anda.
Imcumbe-se median-
te contrato e a paga-
mento em prestares,
de constrncfdes e re-
constrnc^oes de pre-
dios, cujos projectos e
ornamentos sejam ou
nao confeccionados
pela eompanhia.
No escriptorio se en-
contrarao sempre, as
amostras dos produc-
tos da fabrica vapor
doTaquary.tendo sem-
pre venda: tijolos
massiyos de al venara,
ditos para ladrilhos,
diversos formatos, tc-
lhas romanas, trance
zas, de capote com en-
calve, de crista; canos
c curvas de diversos
dimetros, ornatos va-
riados e tijolos fun-
dos de diversos forma-
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Nestes ltimos a nica eompanhia nesta praca
qae concede aos Srs. seguradrs isempcao de paga-
mento de premio em cada stimo anno, o que
equivale ao descont annual de cerca de 15 por
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MARTIMOS E TERRESTRES
Estabelcida em l *..
CAPITAL 1,000:000^
SINISTROS PAGOS
* t 31 de de ze nibro de 1SS4
Haritimos..... I,il0:0008000
rerreslres... 316:000^000
4- -Ra dt> omuirelo
""IMPAHITDE SEGOBOS"
CONTRA FOGO
iNorlb British k HercanlJe
CAPITAL
1:000.00 de libras .lerllu. s
A O E N 1 E d
AdomsonHowie&.
AARiTilOS
BOYAL MAIL STIAI PACICT
coipjwy
Vapor La Plata
E' esperado da Europa no da
23 on 24 do corrente,seguinde
depois da demora necesssa
ria para
de Janeiro Monte
Rueoh Ayres
Baha, Rio
video e
0 paquete Neva
esperado
do sol no da 29 de
corrent1 seguinlo
depois da demors
necessaria para
Lisboa e Soiilhampion
Reduafio de passagens
Ida Ida e volta
A' Southampton Ia classe 28 42
Camarotes reservados para os passigeiros de
Pernambuco.
Para passagens, fretes, etc., tracta-se u' os
Consignatarios
IdanisonHowic&C.
S. 3- RA
DO COMMERCIO
! anclar
N. 3
COHPANHM PR.\'.4MI C X
DE
avegaco Coste!ra oor Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macdu, Afossor, Ara-
caty, Cear, Acarahu e Camossim
i vapor Jaguaribe
Commandante Baptista
Segu no dia 22 de
Jnlho, as 5 hor*E
da tarde. Receb*
ga at o dia 21.
Eneommendas passagens e dinheiros a frete at
&s 3 horas da taide do dia da sabida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Per*iamlica*ta
n. 12
O
vapor
Commandante
eompanhia Bahiana de navega
ao a Vapor
Hasti, Villa Nova, reuedo, Aracaj,
Estancia Babia
Guahy
Martin s
Segu impreterivel
mente para os portos
cima no dia 24 di
Junho, as 3 horas d>
tarde. Recebe carga
nica mente at ao 1 [2
diado dia 23.
Para carga, passagens.encommendasedinhei-
ro a frote, trata-se na
AGENCIA
7Rita do Vigario7
Domingos Alves Malheos
Com mndente VpI
E' esperado da Europa
at o dia 21 de Julho, se-
guindo depois da indispen-
save) demora para a Ba-
bia. Rio de Janeiro
e Santo*.
Roga-se aos Srs. importadores de carga p.'lot
rapores desta linha,queiram apresentar dentro de
dias a contar do da descarga das al varen e .ni-
quer reclama;e concernente a volumes, qna pe-
vrntu b tenham seguido para os portos do suJ.afim
de se poderem dar a tempo aa providencias accea-
S8rias.
Expirado o referido praso a companhijoa c se
responsabilisa por extravos.
Para carga, paisagens, eucommendas e dinheirt
a frete : trata-se com o
AGENTE
Aligaste Labiiie
9 RA DO COMMERCIO-9
Pacific Sieam ^iavi^ion Companj
STRAITS OF MAGELLAN LINE
O vapor Aran cania
Espi'ra-se dos portos do
sul at o dia 22 de Ju-
lho seguindo para
a Europa depois da
demora do costume.
Este paquete e os qae dora
em diante seguirem tocarlo em
Plymoath, o qae facilitar che
garem os passageiros commah
brevidade a Londres.
Para carga, passagens. encommendas e din-
beiro a frete tracta-'ecoro os
AGENTES
%VlIsoo Wons A c. Urnlted
S. 14 RA DO COMMERCIO -N 14
United States & Brasil N. S. C
0 paquete Finance
E' esperado dos portos do
sul at o dia 24 de Julho
depois da demora oecessaris
seguir para
HaranhSo, Para. Barbados, S.
Thomaz e Ven Vork
Para carga, passagens, e'icin'Dendas dinbeiro
. frete, tracta-se com o:
AGENTES
0 VBDDr Alliaica
Lspera-se de Ne#-1 rt
Sews, at o dia 29 le Jnlbo
o qual seguir depo's da
demora necssi'" n-ra
Baha, Rio de Taneiroe dantos
fura carga, passagens, encommendas traetsv-
AGENTES
Henry urster k C.
'{ BOA M LOAIMERCIO N. 8
/. aitda
Tara o Rio Grande do Sui
Segne com brevidade para o porto cima, o
lugar nacional Marinho 7" : para o resto da car-
ga que Ibe falta, trata se com os consignatarios
Jos da Silva Loyo & Filho.
LEiLEi
De movis, miudezas, etpelhos, ferragons,
buya, vidros, vinhos, papel, meysena,
brinquedos, etc.
Quinta-feir 21 do c.rrente
V'sii horas
Na ra do Barao da Victoria 24
Um piano, 4 mobilias, sendo de Jacaranda, jan-
eo, mogno e po-carga, 2 fiteiros, 1 guarda-luuca,
2 mesas elsticas, sendo 1 redonda e nova, 1 guar-
da-roupa, 1 commoda, secretarias, toilets, lavato-
rios, estante, camas para casal, bercos, 2 cabides
para alfaiate, mesas, cadeiras avulsas, 1 velocpe-
do candieiros, relogics, quadros, jarros, copos, c-
lices, 10 bancos de madeira, 1 hanbeiro de choque,
machinas para limpar facas, para fazer plisss,
bater ovos e massas, 2,000 bachimbos, 1 lustre
para gas carbnico, realejos, terrageas, miudesaa,
grande quantidade de bri?quedos e outros muitos
arfig'is, que estaro vista aos concurrentes.
O ageo'e Modesto Baptista, autorisado, vfar
leilo do que cima se deelara e alugar-se ha, a
mesma cas^.
Le'lo
De roiudezas, ferragec?, lonas, r-slca)",
ballan^iis e perfumaras
Quinta jeir 21 do corrente
No armazem da ra do Mrquez d Olin-
da n. 34
(Em liqultracfto)
O agente Pinto levar ,. leilao, por iiquidaco,
nm completo e variado sertimento de miudexas,
perfumaras e ferragens, existentes no armazem
da ra do Marques de Oiinda n. 34, onde espera a
concurrencia de seas trpguezes e amigos.
O leilio'pnncipiari as 10 1/2 horas.



I mam i
*>
"I
I




Diario te PeroailMico- (luiEU-fcira 21 de Julho de 1887
Leilo
De 203 canastras coa albos novos, marca
cruz QQt 9 cruz, por baixo, chegadas re*
centemBote pelo- nrgx alenrao Buenos-
Ayres
Na porta do armiiem do Sr. Annis, defronte
d'Alfandega
O agente Gusmo far leilo por conta 6 risco
d quero perteucer, das canastraa com alhos cima
endonadas, coi um ou mus lotea vontade dos
compradores.
Leilo
De 1 piano, move-s e vidros
O agente Brito, autorisado pelo Illm. Sr. mapr
Joo Francisco Ribmro, que retirmi-se para o sol,
vender o seguiote: 1 piano, 1 importante nobi-
lia de mogno, 1 espelho oval, 1 cama franceza, 2
taarquesoes, 1 costareira, 1 toilet, 2 commodas, 1
esa de jantar, 1 ber?o, 2 aparadores, 1 gnarda
louca, 1 mesa com estante, 1 armario, cadeiraa de
guarnic&o e de bataneo de amarello e junco, lava-
torio e quartinheira, jarros, candieiros para kero-
sene, quadros, lanternaa, relogio, louca, vidros,
facas, colhsres, trem de cozinha, 1 barra gorda
e mansa para carroca, 1 carinho e ontros objec-
toa.
Quinta-feira 21 do corrente
A's 10 e 1\2 horas
t"A' ra de Marrillo Das n. 137
De urna esplendido e grande colleccjio de
crotos (cerca de 1,200 peis) de toda as
qualidades, e uma infinidade de peis de
roseiras.
Quinta feira, 21 do corrente
A's 11 horas
Na roa da Palma n. 3
0 agente Martina autonaado pelo Sr. Filomeno
Jos de Souzh, tara leilo do importante colleccao
de cretas e roseiras de seu jardim ra da Palma
n. 23.
AO CORRER DO MARTELLO
Para oabar
Leilo
de papel para embrulho (avariado), dito de core
fardos, velas tearinas Apollo em caixas, 12
pegas de cabos de cairo de 2 1|2 a 4 1|2 pole-
gadas, 6 duzias de pas de ferro, 20 pecas da
estopa grossa, diversas ferragens e miudezas,
1 cofre pr ;va de fogo, armacSo inglesa, car-
teiras e miudeas.
Quinta-feira 21 do corrente
A's 10 12 horas
Agente Pinto
ATo armazem da ra do Mrquez de Olinda
n. 34___________________
Agente Burlamaqui
mogno com pedra, 1 lavatorio-commoda de mogno,
1 grande gnarda-roapa v mogno, dividido en 3
compartimmesw-a 9 tancas para cortinados.
8 quarto
Una caaw fiaueeia, 1 lavatorio de mogno, e
estante psia jeobora, 2 jarros, 1 espelho, 1 eabide
de columna, 1 guarda -vestidos e 1 bidet.
4* quarto
Uma cama de ferro, 1 consmotra-lava torio pretoi
1 eabide de parede e 1 cadeira secreta.
O agente GusmAo autorisado por uma respeita-
vel familia, far leilo dos objectos cima mencio-
nados.
Entrega e pagamento em acto continuo.
Agente Burlamaqui
Leilo de predios
Sexta feira 22 do corrente
A's 11 horas
Xo armazem a ra do Imperador
n 8
O agente cima, per mandado e aasistencia do
Illm. e Exm. Sr. Dr. juis especial do eommercio,
a requer meato dos administr-idorea da masca
fallida de Moura & C, levar a leilo 3 casas
terreas travesaa de S. Miguel, sob ns. 50, 52 e
54, todas com porta e janella, 2 sala, 2 quartos
e quintal. Outra sob n. 21 ra de Motocolom-
b, com os meamos commodos e quintal murado,
todas na freguesia de Afogados.
Os as referidas casas. _______^_______
"Trate Mmm
Leilo
Terca-feira 26 do corrente
A's 11 1/2 oras
De urna baroac,a e seua pertences
O agente cima por mandada e assistencia do
Sr. Dr. juia substituto do eommercio, vender em
leilo no armazem ra do Imperador n. 30, uma
barcaca e seos pertences, cuja barcaca acbs-se
fundeada no Caes do Ramos, a requerimento de
D. Julia Apolinaria Pereira da Costa.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-ae casas a iMUItQ no becco doa Coe
ihos, junto de r3. Goncallo : a tratar na ra di
Emperatriz n. 5S. ______________^^____
Aluga-ae a loja da travetsa do Livramento
n. 10 e a casa da ra do Bartholomeu n. 58, na
ra do Pilar n. 125. ____________
Aluga-ae por 8t000 mensaes metade da
casa n. 99 ra do Visconde de Goyanna, antiga
do Cotovello ; assim como vende se um par de
consolos e um marqueao, tudo em born estado e
por preyo razoavel : quem pretender dirija-se
mesma que achara eom quem tratar
De divida activa na importancia de......
2:554A410, do espolio de Antonio Alves
Lebre Sobrinho
Sexta feira a de Valho
A's 11 horas
\o armazem da rna do Impera-
dor u. :io
O agente cima, por mandado e Asistencia do
Illm. e Exm. Sr. Dr. juiz da provedjria de capel -
las, a requerimento do iuventariaute Jos Noguei-
ra da Silva, do mesmo espolio cima, levar a lei-
lo as dividas mencionadas.
Os Srs. preteedente-t desde j podem vir exami
nar as referidas dividas.
Grande leilo
De bons movis, piano de cauda, quadros,
espelhos, objectos do artes, loucas, vi-
dros, objectos de electro-plate, e 3 lus-
tres sendo, um de crystal de 6 luzes,
um ditu de dito para 4 luzes, e um dito
de bronze para 6 luzes.
Sexta feira. 'i't do correte
A'S 10 li2 HORAS
No palacete sito ra do Riachuelo n.. ..
que foi do Sr. Jos de Vasconcellos
(UWIWIMI :
Sala de entrada
Uma mobilia de mogno esfufada composta de 1
asta, 4 cadeiraa de braco, 12 ditas de guarmcao, 2
duukerques e 1 jardioeira, 2 bancos de mogno
para jogo, 1 ctager grande de madeira preta com
pratileiras de crystal e marmore (obra especial) 1
rico e grande relogio de brunz-- e marmore, 2
grandes figuras de met:.l, 2 lindos grupos de bis-
cuit sobre pedestaes, 1 grande candelabro antigo
de bronze dourado, com S ianternaa, 2 serpentinas
Erateadas, 3 sanefa douradas para cortinados, 4
ustos de biscuir. 1 porta ca toes grande de metal,
2 escarradeiras, 1 caixa do jogo, 2 purs de jarros
giandes, 2 cadeiraa de balando, 1 rico lustre de
crystal para ti luzes.
Segunda sala
Um grande divn central para 12 pessoas com
24 palmos de circumterencia sobre 10 de altura,
obra nica aqui na provincia, 1 grande pian? forte
de cauda do fabricante Hertz, piano este que j tem
servido em tres concertos no Tbeatro Santa Isabel,
1 grande etager aparador de nogueira, com 8 pal-
mos <*e larga, sobre 12 de alto (movel importante)
3 consolos de mogno, I relogio de metal com 2 1/2
palmos de largura sobre 3 de alto represeatando o
grupo de uma amazona cahida de um cavallo, um
grupode brenze das celebres estatuas chamadas ca-
vallus de Marly com 2 1/2 palmos de largura e 3 de
altura (importaute obra de arte) 2 estatuas peque-
as de bronze representando a pesca e a ca(a, 2 fi-
guras de ni'-tal representando antigos escodeiros
cojas laucas tervem de conductor para gaz carb-
nico, 1 pequeo candelabro de metal para toilet de
senhora, 1 par de vasos de porcelana, 1 par de vasos
de cobre japonezes (obra esquizifa, 1 mesa oval de
nogueira, 1 estante para msica, 1 par de vasos
pequeos, 1 atante para msica, 2 porta-cartoes,
1 tinteire, 1 porta fumo, 2 jarro* pequeos do me-
tal dourado, 1 castigal de bronze obra antiga, 1
jarro de trra eot*, 2 porta-flores de crystal e
bronze, 1 jarro dourado de faiance, 1 porta-flores
de mogoo, 1 candelabro de metal, 1 figura de bis-
cuit, 1 caudieirc para gaz com p de bronze dou-
rado, 1 grande espelbo oval, 2 quadros grandes de
paizagens de oleographia, quadros chromo-litho-
graphia, ditos de pintura e muitos ootros quadros.
Salla de jantar
Um aparador. 4 conaoioa de Jacaranda com pe-
dra, 1 serpentina e 2 candelabros, 2 vasos de trra
cota, 2 laoternas e casticaes, 1 relogio pequeo de
metal, 2 etagers, 1 caixa de costura, 2 candieiros
iogiezes, 1 mesa redonda com pedra, 5 I ancas, 1
quartinheira de pedra marmore, 2 aparadores imita-
cao a btmba, 1 mesa elstica de 8 taboas, 1 guarda-
loufa, 1 buffet de amarello, importante peca para
um hotel eu club, 1 quartinheira, 1 lindo quadro
grande, porcelana, copos, garrafas, compoteiras,
1 quartinheira de pedra marmore, 2 aparadores
imitando bamb, 1 mesa elstica coa 8 taboas, 1
gnarda-louca, 1 buffet de amarello, importante pe-
ca para um hotel ou club, 1 quartinheira, 1 quadro
grande, porcelana, copos, garrafas, compoteiras,
clices, inantegueira3 de vidro, frncteiras, porta
gelo. 1 torrador e 1 machina para caf, facas, eo-
lheses, bandejas, salvas e grande quantidade de
bjectos miudos.
Saleta
Uma machina de castora, 1 quartinheira, meia
soob'lia de junco com encost de palha, 1 panora-
ma # Pernambuco, 1 relogio de parede, 1 viata
da Baha e 1 dita do Rio.
Sala do andar superior
Uma boa mobilia de Jacaranda mastico, com
carneis, composta de 18 cadeiras de goarnico, 4
ditas de braejs, 1 sof, 2 conaclos com pedra e 1
jardioeira, 1 mea-t oval da moga* com pedra, 1
oitomana central para 6 pessoas, 1 cadeira poltro-
na, 1 c-aodieiro ingles, 6 j uros para florea, 2 qua-
skos, 1 rico espelho para sali, obra de novidade.
Io quarto
Uma cama de mogno para casal, 1 tascador de'
Precisa-se de uma cosinheira e de um feitor ;
no sitio do Dr. Valonea, praximo da eetacao da
Jaqueira, na estrada de Apipucos._______________
Precisa-se de uma ama ; na ra do Padre
Floriaao n. 40, 2- andnr._______________________
Vende- se uma aimHco inglesa, toda forza-
da, assim como um grande registro novo para
gaz, araadellas. eucanamentos oe chumbo e um
bom deposito de ferro : na ra lirga do Rosario
numero 38.
im ntii
BILHGTEN ti \WTU>OW
O abaixo assignado venden da 7* lote-
ra extra bida no da 18 do corrente a sorte
de 200^1 em o n. 1585, a sorte de 1020
em o n. 282, as aortes de 50$ em os ns.
47 e 146.
Acham se expobtos venda oa bilheta
da lotera do novo plano de 12:0l)0000
garantido a beneficio das intiluiyocs, de
caridades e religiosas, que se extra hir
quando r anuuncada.
Antonio AuwlhUi dnu Sautc Porte.
Caixeiro
Prscisa-se de um caixeiro de 14 16 annos de
idade, com pratica de mercadorias ; na rna Vi-
dal de Negreiros n. 28._________________________
CASA DA FORTUNA
\os l-HOOSOOi)
Blihetes garantidos
23 -RA PRIMKIRO DE MARgO -23
Da 7a lotera da provincia venideram
Martina Fiuza & O os aeguintes premios
garantidos: 1288 e ri892 ;om 30*000
cada um.
Acharn-se venda os afortunados bi-
lhetes garantidos oh 8a loteiiu da provin-
cia em benpflcio das inatituijSea de ran-
dado e religiosas', que se extrahir qu-in-
do for annuuiada.
Extracto de Malta fle Klener
Preparado
DE
BIROUCHS WELLCOIE & V.
CHIMICOS DE l.uSDHKS
Um poderoso agente digestivo e acimilativc ; um
alimento nutritivo, especialmente adoptado |>ara
os enfermos e nao; un'grande succedane do
azeite de figado de baralho.
O Extracto de Malta de Kepler um sum uto
perfeito em si mesmo e con tem todos os principios
digestivos e nutritivos da cevada, isto ph<>*, ha-
tos, maltosa, dtstrina, albmina e o impoitute
quant'i poderoto aece;sorio digestivo chamado
Diastase,podeudo-s assim dizer que com a n-
troduccao do Extracto e Malta, como ageuie ihe-
rapeutico, se ha prudnzidc uma revoluv no trac-
tamento de certas t-niermidades da nutricio, ope-
rando especialmente Da dyspepsia, ulceracao do
estomago, cancres do estomago, debilidades, con-
valescenciaa de enfermidades i-gudas, vmitos e
gastro-ententes das enancas, marasmos, affeccoes
escrofulosas, tuberculosas, etc.
I nieo dv-poNlto
34Ra do Rosario34
Pharmacia e Drogara
BARTHOLOMEU & C. UCCESSORES
j Professora
Una senhora de boa condocte, habi itada em
eiisinar primeiras lettras, trabalbos ? ayulha e
principio de msica'piano), riesjrja 1 inpregr-se
em algum < Dgeob 1 ; podendo. quem precisar, en-
tender-se no escriptorio ra do Imperador n. 81,
sala de detrnz, qu.- achara e-im quem tratar.
Ait) eommercio
Tend de retirar-me para fra da provincia por
motivo de molestia, desped me nesta data dos
ser vi eos da casa commercial doa Srs Francisco
Manoel da Silva & C, e aproveito a opportunidade
para ihes agradecer as maceiraB eavalheirosas
que sem'-re (tispensuram-me, e ignglmente aos
seus empregados. Recite, 20 de .mlho de 1887.
Srcundiao Mnurica.
idmhilltrwcc : PiHIZ, 4 fon/ OltaNDZ-CIUXXE.ASCeiiphtlcasi)oen-
(Udai ndigMI>as,oii*tniece9 do iiade e do bato
obstrac6ei vikstm, amofi* ^Icalosu da bile.
BOPITAX-. Atkc-peiu iadigesti ia(|SMBC-
Joa teea.-o. lijHlao dlSleil, inappeHaci.
(Mtnlriu ayfftft.
CLESTUSAffeicOMdor:ns,(l'iBariaii.
coocreWlr>3daoarina.>,' .j^dbeUt.'bujnisu^a.
HAUTERIVE.A!fcr"?'--*o!"ias.dal"eigs.rla-
concrto5ida>ounuu*,gola, i abeto, alburiara.
ttt-SE r- W FBWE a CAPSDU
Ski H^KnOaei+il *- > < I' "'" J- Vicb.
*4*U
i ao CsoaMra 11
|SI|SS T a :. a.kL-- .
solzu. s no^cHUJi. :>, .-o Jt Cnu.
CaiMro
Precisa-se de um caixeiro de 12 14 annos,
com argumsv pratica d molhadoa ; na ra da
Guia n. 42.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro ; a tratar na ra da
Imperatriz u. 41.
Pillas purgativas e depurativas
de Campanha
Estas piluias, cnji preparacao purameute ve
^etal, teem sido por mais de 2 annos aproreitadae
com os melhores resultados as seguintes moles-
tias : affeeces da pelle e do figado, syphilis, bou
boes, eacrefnlaa, chagas inveteradas, erysipelas e
gonorrhas.
Modo de usml-Asi
Como purgativas: tome-se de 3 a 6 por dia, mi-
oendo-se aps cada dse um poueo d'agua aang
da, cha ou caldo.
Como reguladoras; tome-se um pilla aojante r
Estas piluias, de i 11 venci doa pbarmaeentic n
Almeida Andrade & Pilbos, teem veridictum "t
Srs. mdicos para sua melhor garanta, toroande -
se mais recommendaveis, por serem um segu o
purgativo e de pouca dieta, pelo que poden, s^r
osadas em viagem.
ACHAM-SE A' VENDA
** drogara de Parta tohrinhe di
41 EQi DO MRQUEZ DE OLINDA 41
e*
Ama
Precisa-se de uma para todos os servicos de ca-
sa de familia ; a tratar na ra do Bario da Vic-
toria n. 7, 2- andar.
Ama
Precisa-se de uma ama que saiba cosinhsr e
engommar ; na ra do Rangel n. 44, 2' andar.
AMA
Precisa-ac de urna uma para lavar e en-
gotnmar em casa de familia: na ra do
Riachuelo n. 13 se dir.
Ama
Precisa-te de uma ama de leite ; na ra Bella
numero 35.
Ama
Na ra do Kangel o. 53, precisa-se de uma
ama para todo servic 1 de casa de familia.
Ama
Frecisa-se de uma ama para o servioo interno
de casa de familia ; na ra da Unilo n. 13.
Ama
Precisa-se de urna ama para iav;ir o r-ngommar,
para casa de familia ; a tratar no hotel n. 30,
sua da Madre de Deus.
Ama
Precisa se de uma ami para o servico interno
de casa de Kmili. de bna conducta ; a tratar na
ra Uo Buro da Victoria 11. 46, lo_a.
ama
Precisa se de um criado escravo, para uma casa
de pequea familia ; a tratar no caes da I 'ompa-
nhia n. 2, escriptorio.
Aitencao
Precisa-se de urna ama para cosinhar e com-
prar, para doas pessoas e doiis raeninns ; a tra-
tar na ra do Bosano da Boa-Vista n. >3. segun-
do andar, onde vira os bonds.
Vende-se um est belecimento de molbados : a
tratar na travessa de Prata n. 20, antigo becco
do Marisco. O motivo se dir ao comprador.
Ama
Precisa-se de uma ama para cosinhar e lavar,
prefere-se que durma em casa ; uo 3* andar da
typographia de Diario.
Troca-se
Um sitio em Be eribe, por uma bareaca : a tra-
tar no trapiche VIANNA, Forte do Matte.
a 400 rs. a arroba
Chegou a primeira remessa do precioso farello
de carolo de algodo, o mais barato de todos os
alimentos para animis de raca cavallar, vaceum
suino, etc. O caroco de algodo depois de ex-
trbida a casca e toda o oleo, o mais rico ali-
mento que se pode dar aos animues para os forta-
lecer e engordar com admiravel rapides.
No Estados-Unidos da America do-Norte e na
Inglaterra elle em: legado (eom o maie felis re-
saltado) de preferencia ao mil ha e ontros farellos
que sao mui'o mais caro e nao sao de tanta sus-
tancia.
a tratar no Becire Largo do Cor-
po Santo, 1 andar
OU
Vademcum de llomoopathiro \ \
Methodo conciso, claro e seguro de ebrars
i homceopathicamente todas as raolestias que 11
affligem a especie humana, particularmente v
aquellas que reinam no Brasil pelo
DR. SABINO O. L. PINHO
5.' edlcruo
l i consideravelmente augmentada e annotana.
' > Vende-se nicamente em Pernambuco.
I ( PHARMACIA HOM020PATHICA
PeloDr. J. Sabino L. Pinto
DR. *ABI*0
I 43BA DO BARAO DA VICTORIA

Al.
aga-se
a casa terrea na travessa da Ponte de Ucha n.
! 12, com bastantes commodos para grande fami-
I lia, com sitio murado e arborisado, b a agua po-
' tavel para beber, deposko e banbeiro de cimento
e bomba, fca a dita casa margem do rio Capi-
' baribe, com banbo doce temperado e salgado :
ucm pretender dirija-se ao mesmo sitio, das 6 s
l) horas da manb, que encontrar o propie-
tario.
um
Aluira-se
um grande sitio, cooteodo as principaes fructas,
no Caldeireiro n 9, com boa caca de morada (que
foi do finado Mamede). tendo agua e gas, a qual
confronta com a casa- do Dr. Alcoforado ; a tra-
tar na roa do Apollo n. 30, I- andar.
Cas
as
Alg-8e duas expelientes casas, com agua,
gas e bons sitios, roa dos Guararapes n. 76, Re-
cife, e ra do Bemfica n 38, Passagem da Mag-
dalena : a tratar com Jos Aatorrio Pinte, ras
da Companhia Pernambucana n. 6.
f
Prftisa-se
eomprar cinco casas terreas na freguezia de Santo
Antonio, preferindo-se as seguinles roaa : Cra-
zes, S. Francisco, RodB, travessa dos Ejpostos,
S. Bem Jess das Crioulas, CambOa do Carmo ou
das Flores ; quem tiver para vender dirfja-se
ra de Santo Amaro n. 5 A.
1
XABPS
iDHYPOPHOSPfil''ODECL
t Em pregar) a oom tanto oxii ~f.\ catu 1
IpttSblaica c a moleatir.? tni>ercat4aii,j
,'veedemoo mricameate em frascos qimiri-y
>ot com uome do Jo:itoi Osiuacti%L joLoV
0 rtin
80b a influencia dos llypopl-.oephtioe a.
Uo8se diminu, o appetiU augmenta, 2,1 for-'
Vs tornSoavir, oa suoma nocturnos ccsso.
e o dcttflte goza de um bem estar rlcb.isado
Os iijoopkosplitos que ier-.v> 3 marea
rffl Jaime da phsrmacra SWA2,1
12, ru Ca/rjhone. Pdriz, s&o ot uni-\
e* reconhecido* e recommeroiido* poto)
D* CRUHCHILL, ;:--.- da UcoLei-tal
lde sua.'; propnedades curativas.
Prerjo : 4 francos por fitscoeta trunc*. )
VmnifU-n ani prin^ytet PnaraneUu.
Ao eommercio
Nos abaixo assignador, temos vendido a nossa
taverna sita ra Vidal de Negreiros 11. 2,
viuva Aguiar A C, cuj 1 venda fizemos livre e
desembarazada de qualquer onus at o dia 8 do
crrente mes, porm se alguera se acbar cem di-
reito mesma aprsente-se no p.-aso de tres das.
Recife, 19 de Julho de 1887.
A. Gomes & C.
Casimiro Laclo Jore
D. Leopoldina Cecilia de Salles Jorge, scus fi-
lhes, genros e oras, agradeoem do intimo d'alma
a todas as pessoas que acompanhtiram ao cemite-
rio oo restos mortaes de seu rempre lembrado e
pres.imoso esposo, pai e sogro, Casimiro Lucio
Jorge, e convidara aos seus patentes e amigos
para assistirem as inissas que mtinlam resar no
dia 21 do corrente, seumo de seu passamento,
as matrices de Santo Antonio, s 8 horas da ma-
nba, e na de Palmares, s 9 horas da manh ;
pelo que desde j se confessam grit-s a todos por
mais este seto de candarle.
Jom de Amevedo l.age->
Jos de Azevedo Lages Filhs, sorpreheodido
pela infausta noticia do fallecimeuto de meu pre-
sado pai, Joi de Azevedo Lages, em Portugal,
roga aos seus prente* e amigos a caridoso obse-
quio de assistirem as missas que pelo eterno re-
pens de ana ala, manda resar na igreja matriz
de 8. Jos, no dia 22 do corrate, s 7 1|2 horas
da manh, trigsimo na de seu passamento ; e
desde j antecipa seu agiaaecimento.
1ftl*nftaWMdBlTTTtiTrt *- 's-'TirTif rTrTTdTTsam*"
Criado
Precisa-se de um ra de Paysand n. 19
(PassFgem da Magdalena).
Manoel Antonio da Cunta
Manoel Fernandes da Costa e sua familia man-
dan) resar urna missa s 8 horas da manh do dia
23 do corrente, na igreja da Madre de Deus, por
alma de seu muito presado con padre e amigo,
Manoel Antonio da Cunbe, tallecido em Portugal,
e convidara aos parentes e amigos e aos do finado,
para esse acto de reijgnVi e caridiide.____________
Dr* Manoel Francisco Telxelra
Joo Francisco Teizeira, Joo Francisco Tei-
xeira Sobrinho e Aana Francisca Teizeira, con-
vidara aos parentes e amigos seus e do finado seu
irmo e tio o Or. Manoel Francisco Teizeira, para
assistirem as missas que por sua alma maodam
resar s 7 horss da maub do da 23 do corrente,
stimo do seu passamento, as matrises da Boa-
Vista, 8anto Antonio, 8. Jis e Kecife, nos esn-
ventos da Penha, Carmo e S. Fraociso, na igre-
ja de N. S. do Terco e no cemiten > publico, agra-
decendo desdo j a todas que compareceris a
esse acto de reliaio e caridad?.
irurgie^denlistas
Frederico Maia e Patricia Moreira, tanda so
associado ao mesmo consultorio, ra Duque da
Caxias n. 60-A,- podum ser procurados as horas da
costume.
Cosinheira escrava
Precisa-se de um cosinbairo escravo, para uma
casa de pequea familia; a tratar no caes-da
Companhia n. 2, escriptorio.
Phara:aeii
0 PEIT0RAL de CERE JA
Do Dr. Ayer.
A ciifemiidades mr.is dolOiesU I I
garita e ros pi Inariamente desenvorre-
se. trt baws Iqn
resultado* nao sao (WHci-is 'le curar
mente ee traa" oom o remedio eonTentonte.
o progresao pode ser engaoso e a >
tlinftlai 11 m Tumis Mn ri'fi 11 *-'
rtwnltado da l-ariiitiiis. Aatluna, liioiiihitls,
AftVccfio Pulmonar c a Tislr-a.
Todas as familias que. tem c-rbuieas devem ter
0 Peitoral de Cereja do Dr. Ayer
em casa para o usar en: Safc A
perda de um d dia, pode um minios ,-aaos accarre-
tar serias consequencias. I'or lamo nao se deve
m-r.l.r tempe precioso, experilnenlamlo remedios
acia daTidoaa, cuiquanto que a enl.nni-
dade se apodera do systeiua e se arraiga prouniia-
eiite,entioquese n.-cissita tomar nesse instante,
i. mais ceno e activo em seu etietto, e este
remedio em duvida aguuui o Futokal dk
v do Im:. Ayer.
PRtr USADO PELO
DR. J. C. AYER e CA.,
Lowell, ftlass., K. U. A.
A' venda as psinclpaes phariuacias e drogaras.
Alugasc barato
tua Visconde de Itaparica n. 43, armazem.
gaz.
Ra Coronel Suasauna n. 141, quarto.
Ra do Risario da Boa Vista n. 39.
Travessa do Carmo n. 10, loja.
Ra do Rosario n. 39
Rus do Calabouco n.4, loja.
Trata-se na ra do Commercio n. 5, 1 andar
ecnptorio de Silva iuimarSes & C.
Afogare
o grande sitio Tacarona, no Salgadinho, com bas-
tantes trras para plantsces e muitos arvoredos :
quem pretender dinja-se fabrica Apollo, ruado
Hospicio._________________
4o eommercio
O Sr. Seeundino
Maurica nao mais
nosso empreado.
Francisco Manoel da
Silva Sf C.
Recife, 20 de Julho de 1887.
Tiari iiflu
PARA TINOR A
barba e os cabellos
Esta tintura tinge a barba e os cabellos ios
tantaneamente, dando-Ibes nma bonita cor
e natural, inofensivo o seu uso simples e
rpido.
Vende-se na BOTICA FRAVCEZA E DRO-
GARA de Rouqueyrol Freres, saccessores de A.
CAORS, ra do Bom-Jesus (antiga da Cruz
n. 2?
ATKINSON
PERFUMARA INGLEZA'
afamad, h. mais de um scalo; excede todas
as oatras pelo n perfume delicado e riqumto.
TaEz Mkdalhas n Oro
PARIZ 1878. CA.LCUTTA 1884
pela extra-lina exceUencia de us quahdad*.
Perfames moderaos de A'.lnnaon
FAORSA i CvmB'OiUM
de raro e per aliar perfaire a registrados s podem se. vbtidos por intermedio
deseos Inventores ou Agentes destes.
AODA DE COLONIA DE ATKINSON
sem rival pelo seu pertume csuacoocenlricao.
Excede todas os producios similares vendidos
sob o mesmo nome
AGUA FLORIDA DE ATKINSON
delicado perfume para o lea^o distillado de
um. escolas exquisita.
btutri-u ( Cui di tedu n ItstiUi t Fibiituta
J E ATKINSON
24. Od Bond Street. Londres.
Marea de Fabrica Urna "Rosa branca" i
sobre uma Lyra de Onro. "
Boa do Imperador n. 38
Jos Francisco Bittencourt, antigo pbarmacea-
tico da pharmacia francesa ra do Baro da
Victoria u. 25, avisa a seua amigos e fregueses,
que se acba na pharmacia acims, onde espera
continuar a merecer a confianca que felizmente
depositaram em seus trabalbos protessionaes.
8AUNDERS BROTHERS & C, largo do Cor-
po Santo n. 11, teem para vender :
Cervcja preta e branca, de M. B. Forster Se
Sons.
Dita allem, Plisen Beer.
Vinbo Shury. Amentillado.
Dito Bordeaux, St. Julieo.
Whisky, Thiste Blend Scotrk Winky ***
Dito *
Presuntos de Adamson.
Maicena de Browns & C.
PhosptfDros. Amestosto Safeiy Matches.
Tintas em massa, branca de zinco, de chumbo
preta e verde.
Zarca 3.
Plvora da muito conhecida e acreditada marca
SEM0LIM
De Brons i C, de Glasgow
Este artigo, preparado por um novo processo
de trig-j da melhor qaalidade, possue os elemen-
tos necessarios para nutricio de criancas e doen-
tes, muito se recommenda por ser de fcil di-
geBto e gosto muito agratavel ; tambem pode-se
fazer uma excellente papa, misturado em partes
iguaes com a maizeua dos meamos fabricantes,
addicionandc-se-lhe algum leite. nicos agentes
nesta oraca, Saunders Brothers & C, largo do
Corpo Santo n 11. irimeiio andar.
Tinta preta
INALTERAVEL
E
(UHHI.MC.ITIVI
PHARMACIA CENTR A L \
38 Ra do Imperador 38
Pernaiabiiiii
Serve para escripturafo mercantil e d tres oa
quatro copias de uma v. z
Fabrico de assucar
Apparelhot* econmicos para o cozimea-
ta e cura. Proprio para engenhos peque-
os, sendo mdico em preco e ef-
feclivo em operaco.
Pode-se ajuntar aos engenhos existentes
do systema velbo, m&lhorando muito a
quadade do assucar e augmentando a
quantidade.
OPERA9AO MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou engenhos centraes,
ma^hinismo aperfeigoado, systema moder-
no. Plantas completas ou machinismo
separado.
Especificases e informaySes com
Browns C
5RA DO COMMERCIO5
0 vinbo Nourisca
ttradaul noticia
Este delicioso e to apreciavel vinha de mesa,
acaba r!e chegar pelo Sullv e acha-se venda no
estabelecimento de Justo Teixeira & C. Successo-
res, ra da Peoha n. 8 nicos possuidores.
Nudan^a de escriptorio deadve-
Aviso
Emilio Billion, Engenheiro Mecnico, eDgarre-
ga-se de montar novos pparelb^s. dea melhores
fabricantes frxncPZPS, eiani.in ipi-rfeicoados,
pelas condeo*s precios st-guii.i
O ascucar s<-r fabricado pefo -vstema Bro-
cheton e Billion Itnsal ho da Usir. P uto.
- GlaraDte-se no mnimo 9 % de -sacar cris-
tallisado de todos es jactis. e 10 "/, c m moenda
de rrpresaao, augmentando os pri coa abaixo de-
clarados.
O trabalho doe apparelhcs ser p< r 24 h >-
ras, se aproveitarao os edificios existentes, com
pequeas reformas; os propietarios daro tolo
material, como : lijlos, cemento, cal, area, ma-
deira, etc. ficando por conta do empreitorio todo
mais Ira baldo.
Preco da i Msmm
as a 03 a J3 Si Ce X o o 3 M 3 m 5 p : 9.000 k. 11.250 13.500. 18000 ----------------------% r! II K
1 2 3 4 100 tonnel. 125 150 2t0 110 aae. 140 168 225 . 110:0005000 130:00(000 150:000*000 :b0.ixK.iooo
gado
O advogado Luiz Lopes Castello Branco mudoa
seu escriptorio para o 1 andar, segunda sala, do
sobrado n. 2 da ra estreit i do Rosirio, onde
pode ser procurado s horas do costme, das 9 1(2
em diante.
Eogomniadeira
Na ra das Calcadas c. 54, lava-se e engom-
ma-se com muita perfei$ao e preso commodo.
Semeites k carrapato
Compra-se grandes e pequeas quantidades :
aa drogara de Fri neisco M. da Silva & C, roa
do Mrquez de Olinia n. 23.
Colarinhos e pubes de
selluloide
Carlos Linden recebeo pelo ultimo vapon, e
veade baratiseimo ; na ra do Baro da Victoria
numero 48.
Para qnalqurr explicaco, dirigir se na praca
Aripib -ii Usina Bosque.

<-, ^ &
Sem dieta e sem modifi*
candes dr eostnmes
Laboratorio central, ra do Visoonde
Rio Branco n. 14
Esquina a ra do RegenteRio de

M

Falsifi acOes
Para evitar falsificacoes com reerncia au 00-
nhecido PEITORAL DE CAMBABA, deve exi
gir-se esta preparado com a firma do auetorAr-
varea de S. Soares em rotnlo circulando a ro-
Iha do frasco e a marca da fabrica nos invcln rios,
irulada pelo njme dos agentes e depositarios
rpraes em Pernan-bnco Francisco Maneol da
Iva & C ra do Jferqaez de Olinda n. 23.
a ra
Janeiro
Espn'ikos preparados peio phar-
maceuco Eugenio Marques
de Heiianda
Approvados pelas juntas de hygiene da
Crte, Repblicas do Prata e Academia .da
Industria do Paris.
Elixir de imbiribina
Restabelece es dysprpticos, facilita as diges-
toes e promove as ejeccoes difficeis.
vinho de ananas ferroalnoa* e
qalnade
Para os chloro-anemicos, debella a hypoemia
intertropical, reconstitue os hidrpicos e beribe-
ricos.
Vsrope de lior de arneira e ma-
tamba
Muito recommendado na bronchite, na hemop-
typv0. e as tosses agudas ou ebronicas.
Oleo de tesHnduai ferraglnoae e ras-
es de laranjaa amargas
E' o primeiro reparador da iraqueza do orga-
nismo, na fysica.
Pllulao anle-periodica*. preparada*
com pereriraa, quina rjalioraii.v
Cura radicalmeota as tt-bres intermitientes, "O-
mittentes e perniciosas.
Vinho de Jurubeba <.impi<- e tasa-
bem ferrniiinomi, preparadon
em vinhu de raju
Efficazes as idfl^iuafes d^vgado e baco agu-
das ou ebronicas.
Vinbo tucalcn decapitarla equina
pplicado as coiivakcjeucas das pai ti .ules,
rstico ante febril.
Francisco Mam a Silra & G.
RA DO MRQUEZ DB OLINDA



.
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1 um i
i


Diario de PernaHiiIraeo-- uinta1eira 21 de Jullio de 1887
i
^a^PHIA^%
1 v
VENDAS
= Vende-senas principaes livrariaa dssta cl-
dade metbodos psra plantar com vantagem cacao,
caf e fumo de Havanu, e forma dr> bensficiamento
para exporta?Jo, por J<.i o Fernandos 'Lopes
iPrec*1*000.
ALBERTO HENSCHEL & C.
:i-ln lili lardo da \ irloria-Si
Este acreditado estabeleciroento photographico participa ao respeitavei .publiio,
que contina & ezecutar os vais aperfeicoados trabalhos pelo systema mais modern) e
mais apreciado. Acha-se habirlitado a sa.itfazer ae mais diffiueis exigencias, quer em
rabalhos photogTophicos, quer em pintura a oleo.
Alw de seus trabamos photograpbieos que sao por demais conhecidos encairt
ga-ae tambera de retratos a oleo para o que j se acba entre nos de volta de sua via-
?3m a Vienna d'Austria, onde visitn as principaes galeras, o eximio pintor Ferdintnd
iereak, bastante conhecido pala perfeioao de seas trabalhos, desde 1877, qssando aqni
estove em nossa casa e ltimamente iO anno pasaado. I
Para satisfazer em geral .a todos que aoorarem o aosso estabele ai ment com
eoas enccmmendas participa que alm dos retratos, saja qnal fr o syatama, tambsm
recebe encommendas para qualquer vista ou payaagero, quer photographicas, quar pin-
tadas a oleo, sendo o encarregado destss ultimas o mu conhecido payaagista o Sr.
Telles Jnior.
Koga-se s Exmas. familias e mais pessoas o obsequio de bonrarem com sias
visitas nosso estabelecimento, onde sempre existe urna magnifica oxposicao dos trabal.ios
que executamos e onde tambemos senhoree visitantes enjontraro lhanesa no tracto,
perfeicao nos trabalhos e modicidade nos precos.
C. Barza,
GERENTE.
l
*+*m+****+0**++++++m++~^0++++0**+*t
Aproveitem
E' para acabar as a tigos
^guintes:
Madapolao aotericano de costo de 134 a peca,
com um peqneno toque de mofo a 5*500 e 64000.
Dito Boa-Vists de 11 por 54000.
Algedosinho marca T com pequeo toque de
a varia por 5*000 a pesa.
Fmloes branoos, largo, de casto de 500 e 600
ris a 240 e 320 ris o cavado.
Ricos cortes de cambraia bordada, brancoa e
de sores a 44500 e 54000.
Sur de linho, novidades, com um metro de lar-
gara de pirco de 800 a 320 ris.
Cretona americano e percalias a 240 ris.
Casimiras ftlpou para vestidos de senioras de
600 a 240 ris.
Toninas alcocaoadas e felpadas de 44 e 54 a
2*200 a 34500.
Armures de qaadros, de 600 rs. a 360 ris.
Meias inglesas sem costuras, para senhora, de
124 a 61003.
Zaphores de quadros a 120, 140 e 240 ris.
Camisas inglesas pur. meos, de 60* < 36/.
Setins.de todas as onres a 1*000 e 14v00.
E moitos outros artigos que se vendem com
ignal a bat ment.
Laja das Estrellas
56-RA DUQUE DE CAXIaS-56
Telephojie a. 210
Flos Sanctorum
Vende-se esta obra em seis voluntes, nova, e
por preco comnwdo ; na encHO>rnscio da Congre-
gaco, caaa do Candido Bimoes.
WHISKY
KOYAL BLErlD marca VTADO
'Este aceitante 'Whisky Escasees .erive
so cognac ou agurdenle de canoa, para rortific
> corpo.
Vende-so a retal ho nos ou Iheres rmaseos
nol hados.
Pede ROY AL BLEND marea VIADO cajo n .
ae e esablema sao rr^ftistrados pana tado o Braai .
BKOWNS.& C, -gentes
4 Revoluto
POS OE ARROZ SIMN
Saboneta CT&m& Snaon
preparados com glycerina, para a toilette diaria, contra
as influencias perniciosas da atmosphera e para dar ao
rostro : Frescur-i, Mocidade e Macieza.
FRUSTAL AS NUMEROSAS IHITACGES.
J. SIMN, 36, Ru de Provence, PARS
PRINCIPAES PHARMACUS, PERFBKERIS ET LOJAS OE CBALLEREIROS.
*+**++**
**t\i vigor para iodos
DOENgAS
I ESTOMAGO FIGDO i INTESTV
VINHO E XAR0PE DE JURUBEB.
BARTHOLOMEO & C
pais. pBHNAinixo
nicos preparados de Junio apprrorada pela Acate*.** e Utictna, a
I recommendadot pelos Mdicos cont.a as Metestias do Batomac-o, Parda a-Apaa-l
ti e, Dtgestes dMDcets. OyspeptU o todas as Molestias da flgado. cdt-..
na Diarrhea chronioa, na Hydre*a*ia,-ct<\ ^
CUIDADO CCJ-. -^S ^^-J_*5ir,CAlp(3liei
GRAGEAS
de Copa/iHia, Cubaos
fcriasMa Fsrro. lismutho I
lea/ro, Terebenthma.'
FORTN
INJECQA0
Hrqlcnlc s fresui isdsra
sem causar
accidente lgum.
As QRAQESS l,OP*'ii. torio as prmeiras queobtTeram a approvaglo da
de medtema (1830j ,*, ptaram w nos Hospitaes. Caram aa molestias sserst,
mais rebelde- "> fatigar os estmagos mais delicado
A INJECCAO FORTN sempre recoinmendada como o complemento da aiadicacao.
i JVrmMe l rHAN m da sn-va a O. aaa puluiSaaiaa
H
Una \ de Marco n. 6.
Participaro ao reapei'.avel publico qae, tendo augmentado sen
etitabelecimento de JOIAS com mais um-t sec$So, no pavimento terreo,
com especialidades em artigo de ELECTRO-PLATE, convjdam as
Exmas. familias e seas numerosos freguezes para visitar aeu estabele-
cimento, onde en. ontraro um riquissimo sortimento de joias de ouro e
prata, perolas, brilnantes e outras pedras preciosas, c relogios de ouro.
prata e nikel.
Os artiges que recebem directamente por td'os os vapor sao
executados pelos mais afamados especialistas e fabricantes da Europa e
Estados-Unidos.
A par das joias de subido valor acbarao urna grande vsriedade
le objectos de ouro, prata e electro pate, proprios para presentes de
as;mentos, bf.ptisados e anniversaros.
Neiu em relacSo ao prego, e nean quadad", oa obiectos acim
mencionados, encontrarao concurrencia n'ests praca.

GERAI
ALL'AN PATSBSDN it C
N.44--E i do Brmn-N. 44
05 <' 4 BF TApAO DOS B05DS
ferragGES:
tj > vender, por pre^ mdicos, as segu
Tac didas, batidas e caldeadas.
Crirac diversos tamanhos.
Rodas de .spora, idem, dem.
Ditas angulares, idem, idem.
BancoB de ferro com Berra ircuiar
frradeameBto para jardim.
Varandas de ferro batido.
Ditas de nko fundido, de lindos -r.twi :l<*
Portasd fornalha.
Vaporps de orca de 3, 4, 5, 6 e 8 cavallos
Jfornrias de 10 a 40 pollegadas de paadora
Ko-'k-s d'agua. systema Leandro.
Encarregam-se deconoertes, eaaseatamect) d? laaauiem
traballio com perfeico e presteaa.
-rremia-x.
(AVAIIo
Vende-se um orvallo de sella bastante gnrao e
s/raode, eastanbo andrino, andador de baizo a
meie : a tratar na ra da Roda, cocheara de Jos
RECLAME
Urna experiencia
0 GRANDE AIMHZItfl
DO
LOUVRE
A' RA PRIUEIRO DE MARCO N. 20 A
(ESQUINA)
Resolvendo liquidar grande variedade
de ertigss por presos inoont^sfirveis, ex-
pem a apreciscao publica SS eguiuus ar-
tigos :
Popelines de seda a 500 rs. o covado.
Setins de cores a 800 rs. o covado.
Cambraias bordadas cuiu s.Jpi :os de cor
a 65000 a peca.
MadapolSes de ~4 & P^8 Por 5^500.
Meias francezas para homem a-7jJ000 a
duzia.
Bordados tapados e transparentes de 500
a 15500, oom pequeo defeito.
Cortes de cretone por precos sem com-
petencia.
Leques transparentes, grande novidade,
25000 um.
Ditos de setim a 55000, vale 85OOO
Jim.
Cachemira de duas larguras de 15000 a
I54OO o covado.
Em eontlaaa?o :
Zephiros de urna 80 cor tecido lgr
320 rs. o covado II!
Brim pardo liso 320 rs. o covado.
Dito dito tecido de esguio para vestidos
500 rs. o covado, grande pecbincha 1
Lencos abainbados 2j> a uuzia I I
Algodoes lisos industria nacional
a pega.
Camisas de cretone com pequeo defei-
to 25000 1 1 !
Esteiras americanas eom ligeiro toque
de 1 varia 15200 a jarda grande pe-
chincha I I 1
Artigo* exclusivos
Lindissimos cortas de casemira para cal-
ca paciroes de apurado gosto !
Especialidades em extractos como sejam:
Ritta Sangalli, Porte Veine, Guarany,
Brisa de las Pampa, etc. etc
Plastrn de .ores ciaras e escuras
sui generis na especie e muitos outros
artigos recommendaveis pelo aprimorado
gosto e qurlidade.
SEMPliE NOVIDADES
Xo armazen o LoiiTre
DE
Francisco Gnrgel. & Irmi-
A' RA PRIMEIRO DE MARQO N.20 A
Esquina
CW preto superior
Cnrlos Sinden recebeu p tina a vender sem competenci* ; na ra o Ba-
rio da Victoria o. 48, lija de altuiate.
EXPQSIQAO
Mdaille i'Or
UN IV 1878
CraiiaChenlier
LU PLUS HAUTES RECOHPMlt
Nova Creacao
PRIMAVERA
I E.COUDRAX
Inventor d*
PERFUMARA ESPECIAL de LACTEHA
To aprtcitdo do tilo mundo.
Saboneta........ PRIMAVERA
Oleo............ PRIMAVERA 1
Agua ds Toncador PRIMAVERA
Essencia........ PRIMAVERA
P ds Arras......PRIMAVERA
FABHCA E DEPOSITO :
PARS 13. RlS d'Eigsirl, 13 pars
ii-ai i Ttidt Mu u>rinci(us hrflawiss
0 4S Ra do Daqne de Casias
Tendo recebido um grande sortimsnto
de fazendas que vende com 25 i de me-
nos de.que em outra qualquer parte.
Veshau ver para crer
Damasa de seda a 15400 o covado.
Setins lisos a 800, 15000 e a 15
Lionayse fazenda transparente a 155000
a peca.
Organds bordados a seda, ultima mo-
da a 165000 .a dito.
Etamine bordado, alta novidadade a
105000 a dita.
Cachemiras bordadas a seda a 700 ris
o covado.
Ditas pretas a 700, 800, 900, 15000,
152OO, 1400 e J,5600 o dito.
Ditas de cores a 800, 15000 e 15200
o dito.
Fustes brancos a 400, 440, 500, 600
eOOodiio.
Ditos de cores a 240, 320, 440 e 500
rus o dito
Amor da China fazenda de novidade. a
400 ris o dito.
Lindas alpacas de cores a 320 rs. o dito.
Lindas lans de quadrinbos 400 rs. idem.
LinSes com salpicos a 640 ris o dito.
Lindos setins de damasss a 320 ris, o
dito.
Gurgurinas de listrinhas a 320 ris o
dito.
Zefros escocezes a 200, 240 ris o dito.
Cretones para coberta a 320, 360, 440,
e .500 ris dito.
Crepa idem idem a 700 e 15000 o dito.
Cambraia bordada a 55500, 65000 e
65500 a peca.
Veludilno liso e lavrado a 15000 o co-
vado.
Dito bordado a retroz a 15800 o dito.
Colchas bordadas a 25, 34, 45, 45500
55000 e 6000 urna.
Cambraia adamascada a II5OOO a peca.
Toilets para baptisado a 105 e U500G
um.
Cortinados bordados a 65, 75, 85, 95000
o par.
Dito de crochet a 505000 o dito.
Meias para homem a 254OO, 25800 at
IO5OOO a duzia.
Ditas para senhora de 35 a 155, idem.
QuarnicSes de veludilho bordados a vi-
dril bo a 65 urna (alta novidade).
Cobertas torradas a 25800 e 35 urna.
Renda do Japao a 200 ris o covado.
Madapolao Gema e Pelle de Ovo a
65500 a peca.
Damasco de la a 25000 o covado.
Pao da costa a 15400 o dito.
Lencos brancos e eom barra a 15800,
24 e 25500 a duzia.
Chales de cachemira a 25000 e 15100
um.
Anquinhas a 15800 urna.
Fechos a 25, 35, 45, 55, 6&, e 75000
um.
Muitos outros artigos que vendemos com
25 0|0 de menos do que em outra parte.
Henriqae da Silva Noreira
Cofres
i VL0KID\
.Ka* Dsann de Csilss n. I|
ADUIREM!
Anquinhas a 15500, urna.
Lindo sortimento de cadea de plaqu ame-
ricans.
Lindas pulseiras americanas, de 55, 75,
95 o par.
dem de 15, 25 e 35 o par.
Lindos broches de plaqu mericano a 45.
dem desenliando urna thesoura, um peixe,
a 25 um.
Lindas guarnicSes para toilet, a 125-
GuarnicSes para camisa, plaqu americano,
garantidas por dez annos, a 45 urna.
Carteiras para dinheiro, com repartimen-
tos, de 15 a 105.
dem para letras, marcando os mezes de
Janeiro a Dezembro.
Lindas pastas de couro, chagrn, pellica e
velludo.
Espartilhos de linho a 35.
Lindas capellas com veos, para noiva, de
85 a .155.
Ramos de flores de laranjeira, de 15500
25500.
Boleas para menina, de 35, 45 e 65.
Meias para senhora a 105 a duzia, com
palmas de seda.
Lencos de linho em lindas caixas, a 35 e
duzia.
Cbapelinas da setim para baptisado, a 65.
Sabonetas de diversas qualidades.
Para toilet :
Agua Florida e Celeste,
dem Divina,
dem Osea.
Pos de arroz Florida
dem idem Osea,
dem idem Regina de Gellc Fleres.
Para o lenco :
Essencia Rita SangUy.
dem Ixora.
dem Ada Boaqnet'de Esposico.
BARBOZA SANTOS
ftclmctefi!
Na antga casa Uarneiro da Giraba
Admiren.!
Setinetas lavradaa, liados padroes a 280 rs. o ao-
vado!
Pustes brancos, novos desenhos, a 320 e 400 n.
o dito!
Esplendido sortimento de lindas lis para vestidos.
a 400 e 440 re. o- dito !
Cachemires felpudas alfa dito 2 lacguras.
Mirins pretos e de cores a 800 rs. o dito idem.
Veludilhs de todas as cores, bordados, a 1J0OO o
dito!
Cretines de cores firmes a 240 o dito I ibom ve-
reca.
Damasco de 12, 2 largaras, proprio para capas
de piano, a 2 j o dito!
Pannos de lindos desenhos para mesas a 14800 o
dito!
Cortinados bordados, riquissimos, a 6 elfo {Mr!
Gusrnigoes de crochet para gofas e cadeiras a 84!
Camisas brancas inglesas a 364 a duzia !
Ditua de cretone finas a 244 a dita !
Seronlas bordadas a 124 e 184 a dita!
Lencos em lindas caizinbas a 34 a-dita !
Meias arrendadas para senhoras a 64 a dita !
Chapeos para senhoras e criancas a 24500, 54
64000.
Espartilhos de couraca a 44 e 64-
Brim pardo lona a 360 rs. o covado?
Mem branco n. 6, de linho a 14500 o metro !
Tapetes aveladados a 124, 154 e 224.
Superiores redes com 4 pnnhes a 124 e 144-
Colchas francesas a 34 urna.
Cobertas de ganga. 2 patines, a 34 -'
dem de aetinetaa finas a 34500 !
Lences grandes de bramante a 24 !
Cambraia Victoria de 10 jardas a 34 a peca !
dem c-m salpicos brancos e de cores a 54, 54&0B
e 64, 10 jardas !
Madapoloes pelle de ovo a 64200, 24 jardas.
Camisas e suias para senhoras por todo o preco
Bordados de Cambraias finas a 14 a peca.
Fichas e capas de la a 24, 44 e 64.
Sertimento de casemiras, cheviots e pannos por
precos baratissimos.
Grande deposito de fazendas para os Srs. nego-
ciantes do centro, tendo descont as vendas em
grosso.
59RA DUQUE DE CAXIAS59

VINHO e GRAGEAS douor VIVIEN
e unflucuo DOUTOR
Extracto natural de Figado de Bacalho
PREMIADO COM MEDALHAS DE OURO E PRAT
pela. Academia Hacional
Ordenados nos Hospitaes de Franca, America, Inglaterra, Rnssia, etc.,
Administrar sob forma mu focile agradavel todos os elementos curativos do oleo evitando
asslm o cheiro e sabor nauseosos d'este; alem (Tlsso esta preciosa prepararjo tem urna
superloriae Incontestavel sobre o Oleo porque pode ser usada aurante os grandes calores
em quanto o uso daquelle impossivel, tal o eminente servlco prestado pelo Sontor
VUMMM i a experiencia tom. cofirmado o bom xito d'este producto.
Exigir a Arma do inventor H. vxvzsssr em duas cOres ao redor do gargajo de cada
garrafa com o SeUo da Uniao dos Fabricantes.
PARIH SO, Boulrrarct de Htra*bourg, BO PARS
etc.
Carlos Sinden recebeu e vende barato por ser
de conafgnaoao tree cofres, prova de fogo ; na
ra dn Baro da Victoria n. 48.
i
Vende-se um rico piano de tres curdas, quasi
novo, autor Blon, aseim como um toilet de mog-
ao, lambem obra boa
69, junto do sobrado,
; a ver na ra da Palma n.
das 11 horas ao meio dia.
Cobrado a Tender-se
Vende-se o sobrado n. 87 ra da Aurora, em
frente a ponte do Santa Isabel ; aaem pretender,
pode entender-se coan o corrector Pedro Jos Pin-
to, na praca do C-immerclo.
\ iiilio Mourra
(PROPRIO PARA MESA)
Jo3o Ferreira da Costa, acaba de receber pelo
Sl.'LY, nova remessa deste impertantissimo vinbo
que por ser de excellente qnalidade e fino paladar
se torna recommendavel.
Os Srs. apreciadores encontrarao esta excellen-
te pinga em casa dos Srs. Justo Teixeira Se C
successores ra da Penba n 8.
LOTERA do ceara
15:000$000
EXTMCvlO ISSTR&HSFERITEL -DO 11" SORTEIO D\ 3." LOTERA
a 25 l eorrent
Os bilhetes desta acreditada lotera
acham-se venda as seg-uintescasas: Roda
da Fortuna, ra Largn do Rosario n. 36;
Casa da Fortuna, ra Primeiro de Marco
n. 23
Tetegrammn o lista do dia da extracto
Vende-se
o sobrado de um andar na roa da Larangeira n.
26, 'reguezia de Santo Antonio ; a tratar na ra
do Hospicio n. 23 ___^___^_
Livramento & V.
vendem cimento portlaod, marca Robins, de 1
qualidade ; no caes do Apollo n. 45.
Casa para vender
Vende-se ama pequea casa na rus do Alecrim
n. 9 i a tratar na iua do Bom Jess n. 38, 1
andar, ou na traversa do Peixoto n. 55.
SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Pttulas Durtflcao o Sangue, correm todas as desardems de Estomago 6
dos Intestinos.

Fortalecen! a saude das constituooes delicadas, e sao d'um valor incrivel para todas as enfermidades 6
peculiares ao sexo feminino em todas as edades. Para os meninos assim como tamben pata as I
pessoas de idade avanzada a sua eSicacia e incontestavel.

i
Besas medianas slo preparadas smente no Estabeleciment do Professor H*>llowav,
78, ITEW OXFORD STREET (antf 583, Oxford Street), LONDRES
fc voiidemsc em todas as. pharnuscias do universo.
i? O compradores sAo convidados ropeitoiaueute a examinar os rotmlos de cada aiaa e Pota M o&o noeta % \
direccao, $33> Oxford Street, sAo tkincacoeh.
Plantas
Vende-se grande quaatidade de plantas, rosei-
ras, crotn*, parreiras, romeiras, figueiras e ou-
tras umitas qualidades de fl res, que so vista
do comprador : a tratar na roa da Aurora n. 85,
merciariH
Chalet para vender
Vende-se um elegante e bem Construido chalet,
sito en Parnameinm, em frente a e-tuyao da via-
terrea de Apipucos, com commodos sufficientea
para qualquer familia, c >m agua e gaz encana-
dos t um b im sitio, por preco razoavel ; a tratar
na roa do Bartholi meu n. 40.
Terreno
Vende-se um terreno confronte a estscao do
Principe, estrada de Jo&o de Bitroe, com 90 pal-
mos de frente e bastantes fundos, e cim alicorees
para 3 casas; tratar na ra d'Apollo n. 30, pri-
eiro andar.
60:000^000


Corrr a *Z2 do corrate
Em beneficio lia instrueco Publica da provincia
Esta lotera dividida em partes
E\lrac?ao da !.a parte da l.m lotera
Bilhetes venda na Boda da Fortuna, ra
Larga do Rosario n. 36.
/n

SRe

m
y i.
i
APPROVACO UA ACADEMIA UE MEDICINA DE PARS
O quintum Labarraque um Viflho aeu* tnico et febrfugo destinado rabsmuir
prepararj'jes de quina.
tote a
quinium Labarraque conten todos os principios activos dos vinhos mais generosos. .
O quinium Labarraque prescripto com vatitagea aos convalesceotes de does^as graves, u partunentts 1
a toda* as pessoas fracas ou debilitadas por urna libre lenta.
Tomado com as verdadeiras pilulas de Valia, sao rpidos effeitos que produz nos casos de tmiortt, sM
sbm, cores paludas.
Em razao da efficecia do Quinium Labarraque, preferivel
o em copo de licor, nofim da refeico e as pilulas de Vallet antes..
Vende-se na mor parce das pharmacias sobe a assignsrara :
Fabriosico e atacado : Casa L. FRERE
19.
rllli.
CfflD
%


np

8
Diario de &'erouabttco~Uui.a^-icia di d ka de 1^57

*
_ ASSEMBLEA GERAL
CAIMA DOS DBPTADO
DISCURSO PRONUNCIADO NA SES-
SAO DE 28 DE JUNHO
(Conclur-io)
O Sr Juvencio de Aguiar : Eu me
oceuparei principalmente da disposigSo que
divide as provincias era circuios eleitoraes,
destinados eleigao de um deputado geral
e diversos provinciaes.
Depois que vigora o novo rgimen, creio I dativa sua, ou nao se oppoo lo inicia :i-
a piuca durado dos gabinetes, dentro de
urna mesma sitagao, preconisa-se um syeto-
ma eleitoral, que pie produzir trequentns
revirara en tos politi o, urna vez que nao
iopossivei que dd quatroem q oatro annos,
se altere profundamente a feigao da Ci
mar? Que' se trazar para as situago'is
politieas a frequracia que aa lamenta ia
aucoeasao das administrado :s e dos gabine-
tes ?
Por todas essas consideraj5 s sou leva-
do a convidar o governo para, ou por mi-
nu nao sou o primeiro a reclamar neste
recinto contra tal disposigao. Ainda o au-
no passado, aquello que to dignamente
dirige os trabalbos desta casa, em um bri
lbante discurso, cono aquelles qua sabe
pronunciar, combaten esta idea, e, pelo
que ouoo nesta casa todos os dias aos meus
collegas, e ira, d'aqui, em toda par-
te urna idea geralmente condemnaua
(apoiados que 6 preciso, que urgente
reformar' (Apoiados.)
Pronuncio-me contra ella cora tanto
maior sinceridade, quanto, eleito, sem um
voto fraudulento, sem um voto violento,
sem o mais ligeiro favor do governo, com
orgulbo o digo, pelo 4o districto eleitoral
de minba provincia, desvanego-me de coj-
tar alli numerosos amigos, cujo auxilio,
cuja dedicagio nao me faltarlo amanha,
estou cert como hontem no me faltaram;
desvanego me de representar um districto
onde os elementos conservadores reaes e
numerosos, s nao Be desenvolveram com-
pletamente durante a situago paseada,
por tarem sido abafados pela compressao.
(Apoiadas.)
Seria, da miuba parte, imperdoavel egos-
mo, se applaudisse a idea, s mente pea
circunstancia de me acbar bem collocado.
Nao ; apezar, d'isso eu a combato, porque
a experiencia tem tirado a limpo que ella
tem rouito maior somma de inconvenientes
que de vantagens.
A ultima retbrraa teve em vista a inde-
pendencia do eleitorado e a do deputado,
nem podia deixar de ter semelhante pen-
Bamento ; mas, senhores, a pratica e a
experiencia vieram provar, que isao nao
Be conseguio. O eleitor de boje afecti-
vamente muito mais indepeudeute do que
o do antigo rgimen, raaz o eleito ficou
mais dependente do qua nunca (apoiados),
por que, corren lo por conta de sua nica
resp^nsabilidade os negocios da circums
cripcao que O elege, sente-se maoietado
por dous los, um que o prende ao eleito-
rado, e outro que o prende ao goveruo,
por amor desse mesmo eleitorado (apoia-
dos) ; se rompe com o governo, fica im-
prestavcl para o* amigos (apoiados); para
se manter em posigao de poder ser til a
estes, preciso de algum modo subordi-
narle quelle, ou, pelo menos, evitar a
todo o eusto cahir-lbe no desagrado.
(Apoiados.)
O Sr. Araujo Ges: -Sacrifica-se a
grande pola pequeoa poltica.
O Sr. S. Mascarenbas : E' por isso
que ha muita voutade de romper, e nao
se rompe.
O Sr. Araujo Gss: E acha que nao
tem juizo aquellas que assim procedem ?
O Sr- Miranda Ribeiro : -Eu aaho que
tem mais dignidad* os que pensara de
forma cutraria.
O Sr. Juveocio de Aguiar : era sam-
pre, na vida poltica, infelizmente, se p
de proceder cora completa isencao de es
pirito, de modo a bem medir todas as
conveniancias.
Continuando, accrescentarei ainda, que
o deputado ficou reduzido a condigSo de
procurador forjado de todas as preteogoes
do seu districto, o que o enfraquece ainda,
j perante o eleitorado, por que nem tolas
as preteucSes podem ser deferidas, j pe-
rante o governo, porque, por amor dessas
pratengSea, elle se torna junto a este um
pedinte.
Felizmente para mim aproveito a op-
portunidade para declralo sou eleito
por um districto abastado, onde no for
migam as preteug5cs; mas, senhores, esta
rio todos os outros distiictos as mesmas
dbndigoes ?
Nao quero, cora o qua acabo de dizer,
arredar do deputado a obrigacSo de pro
mover e advo2r os intoresses dos saus
amigos, especialmente dos seus editores ;
ao contrario; por amor mesmo desses
interesses qu1? coodemno o systema.
Os esforjos e unidos de urna deputagao
valem mais do que as deligencias de um
s deputado; correndo p jr conta de todos
os interesses geraes de urna provincia,
mais difficil o cheque das pretengo"?3 ; urna
deputagao que advoga os interesses dos
amigos gasta-se menos do qm um deputa-
do isolado que pede.
Demais, senhores, a eleigao por distri-
va que porveutura p.irt >i esta Cmara, tl-
ter.>r o novo systema eleitoral, na parte que
se refere eleigao de deputado, ou alar-
gando oa distrtcios.. .
O Sr. Pedro Luiz : El eicS-es por pro-
vincia o verdadeiro.
O Sr. Juvencio de Aguiar. e acaba a
do com o segundo escrutinio, que a per-
ta aberta ao poder, quando elle quer inter-
vir (apoiados;, do que, tal vez, j i tenba
mos tido exemplos, ou voltando eleigilo
por provincia, como bem diz o nobre de-
putado pelo 5* districto do Rio de Janeiro,
o que alias respailara melhor o typo el li-
toral da Constituicao. (Apoiados )
Se estivesse presente o nobre ministro
do imperio, pediria a S- Exc. que nos n-
foruiasse da opiuiSo do gov-.rno neste stn
tido ; estando, porm, no recinto o nolre
ministro da justija, si nao quizer faz-.-o
por si, mesmo em aparte, rogo lhe a fine-
za de ser ao menor portador deste pedido
para o seu collega. (Apoiados.
Senhores, nao carece menos de reforma
o systema de eleicSo de deputados provin-
ciaes, (apoiados) e com reLgab a ella,
preciso, principalmente e com urgencia ac
bar com muitaa das incompatilidades elei-
toraes, que sao um verdadeiro luxo. (Apoia-
dos.)
Andamos a fulminar de incompatibiiida-
de, classes inteiraa (apoiados,) nos que nao
temos riqueza de pessoal, e quando o ha-
bilitado de qua dispomos no tao nume-
roso, que possamos fcilmente dispensar
parte delle.
Dahi, senhores, as maiores difficuldades
na organisago das asaemblas provinciaes,
o que um mal immenso para as provin-
cias, (apoiados), as quaes, inclusive a que
eu tenho a bonra de representar, j lhe
tem sentido os effeitos.
O Sr. Miranda Ribeiro : As assem-
blas provinciaes e at cmaras muoici-
paes.
O Sr. Pedro Luiz
da Cunha combateu
to baste para o estudo perfunctorio dos
pontos sobre tra de versar os exames...
O S Pedro Luiz : Depois ha as pro-
pinas para us lentes.
O Sr. Juvencio de Aguiar : ...ha estu
dantes at que fazera dos extraes ama es-
pecie de lotera, e vio para ellea com doui
ou tres pontos estudados tentar fortuoa,
fazenlo os, si a sorte os favorece, fugiodo
delles, si ella os contraria ; os lentes nao
conbecem as habilitajSes dos estu lantes,
estes, por sua parte, nem o seu modo ha-
bitual de argumentar, o que ai muito ;
dahi a'possibilidaie de injus'.igas nos jul-
gamentos, sem respoanubilidaie da parte
dos julgadores, isto a reprovacSo de um
eatuiantc, alias bem preparado, in*s que
teve o infortunio de tirar por aorta um pon-
to dos que meaos sabia, ou nao teve bas
tante calma e desembarazo, e, ao contra-
rio, foi vietima de seu acanhamento, e a
approvacao de outro, sem preparo algum,
mas que teve a fortuna de deparar com o
nico ponto que sabia, ou que dispoz de
bastante calma, verbosidade e intellgen
cia, o que alias commum entro os nossos
estucantes ; finalmente, as facilidades abor-
tas aos actos vagos, sao aproveitadas com
a inesi^a abundancia com que o a liber-
dade de frequencia, e com tanto mais pro-
babilidades de b m xito, quanto os actos
recabem s.nente sobre os pontos explica
dos, que ordinariamente sao era numero
muito reduzido.
Sao estes, alera de outros, os principaes
resultados dessas reformas, que estao pe-
dindo reforma.
Eu sei, senhores, que os estudantes, que
boje festejam e celebrara, gomo urna data
gloriosa, o dia em que 'oram publicadas
essaa reformas, hao de amaldicoar-me por
estas opiniSes, como a todos aquellas que
concorrerem para que taes reformas nao
O Sr, Fernandos
no Senado perfeita-
continuera ; mas eu desde j Ibes perdo
essas maldijo's, e appello delta para os
arrep'ndimentos que elles terao, quando,
na vida real, lutando com mil dificultades,
comprebenderem o prejuizo causado pela
falta de estado regular. (Apoiados.)
De tudo isto, sennores, proveio urna
triste consequenciae este o ponto a que
eu quera ebegar m fama para a Facul-
dade de Direito da minba provincia, e in-
justijas contra o respectiva corpo docente,
alias ebeio dos meltiores talentos e das
mais bellas Ilustrajo as. (Apoiados.)
Ubegou-ee at a comparagSes entre a
Faculdade da S. Paulo e a do Recife, ca-
bendo a esta ultima o peior juizo.
Um Sr. Diputado :E os factos depu
nbam contra ella.
O Sr. Juvencio de Aguiar: E' que os
factos nao foram bem apreciados. A Fa-
culdade'de S. Paulo, ao qua me parece,
tomou a resolugao de re agir, por meio de
um procedimento bastante severo, contra
as reformas que nao recebeu de boa men-
te ; a do Rcife, ao contrario, aceitou-as,
e, sem alterar su i norma de conducta,
procurou tirar a limpo pela experiencia e
pela pratica os defeitos de que ellas esta-
raente essas iaco npatibilidades.
O Sr. Juvencio ae Aguiar : Sanhores,
ha um cutro assu-opto, do quil me oceu-
paria tongamente, ai nao me faltassem ha-
bilitagoes especiaes (nao apoiados). Nao,
con certeza, nao as tenho ; retiro me s
fioaug s do Est do.
Na i upossibildeda, por isso, de discutir
convenientemente o assumpto, limito-mn a
consignar os votos que fago, e que pediria
ao nobro ministro do imperio, si estivesse
pres rnte, se dignasse de significar ao seu' vanj cheias, e que nSe lhe escaparam, de
honrado collcga da fazenda, para que ve- certo.
nbam com brevidade desejavel seus planos o Sr. Coelho Rodrigues: Nao apoia-
financeiros, pois, p r- aquelles que conhe- ^0 depois do systema do Sr. Leoncio de
cem os talentos e mritos de S. Exc, nao | Carvalho, o anno de 1880 foi o de melbores
podem essaa planos se limitar ao jque at ^ actos que vi na Faculdade de Direito do
agora tem sido teito E tanto mais urgen- Recife.
te a restauragao de nossas finangas, bene- O Sr. Juvencio de Aguiar : O nobre
flcio que tolos esperara da reconhecida ac- deputado ae illude ; nSo foi isso conse-
tividade e estudos espedaes do honrado! quencia do systema; que, provavelmen-
ministro da fazenda, quanto della depen- i t6j coincidi com a prosenga de estudantes
dem o remedio a muitos males existentes e i talentosos e applicades o apparecimento
os melnoraui utos que precisara ser inicia- i & reforma, alera de qua esta nao tinha
dos. i tido tempo ainda para produzir seus funes-
O asaurapto de qu; passo agir a occu-, (os effeitos,
par me, de pura competencia do ministe-
rio do imperio.
J tive oj-casiao de dizel-o, smbores, a
iustrucjiopubliea superior, de incompleta
que era, ficou i upraticvel, impossivel, m
prestavel. E' preciso reorganisal-a, pre-
ciso a'ran'.l-a do cahos em que est se-
pultada.
No tonar i tompo Cmara, nao fati-
garei sua atieujao, mais do que j tenho
fatigado (n< apoiados), con o estudo e
critica das ultimas reforcoas, o que alas j
te ii si o leu por outros jo u urna profi
cien:ia qa me falta (nao apoiados) ; mas
preciso ns-ig.i >lr, para o fin que tenho
em vista, algumas daa auas disposi-
goes, as que rae parecem sais fataes, aquel-
las que j tra produzlo os peiores effei-
tos e os roaia 1 menta veis resultados. Re-
tiro me, s-nhores, liberdade de frequen-
cia e uonsequente deaipparecimento dopin-
te, liegao o sabbitina, tu lo sso que consti-
tua outr'or* a vida activa acadmica,
orgaoisaglo das naterias do anno por pon-
tos, sos actrs >ir pontos explicados, e s
f ilidi-i's abortas aos actos vagos.
Senhores, quando a reforma nao tivesse
cto de um deputado, por circumscripjSes outros defeitos, estas bastariam para a sua
estreitas, urna I acta corpo a corpo, bra- j conde.nnagao (Apoiados e apartes).
Corre boje pelas maos de todos nesta
co a brago, depois da qual os contendores
sahem, muitas vezs, inimigos pessoaes,
alm de adversarios polticos que j sao ;
e, si os partidos nSo ebegara a aceordo
quanto a apreaentagao dos candidatos, sub per tal modo demonstrados os inconvenien-
divilem-se, para nao mais se reconcilia- tes a que me refer; ha alli a respeito
casa, u o bellissimo trabalho do Ilustrado
senador pela provincia da Minas-Geraes o
Sr. coneelheirj Affaso Celso ; alli estao
rem, formando pequeas fracg3;s, que vao
s vezes at ao extremo de votar, mov las
por despeno, nos proprios adversarios-
(Apartes.)
Tudo isto, senhores, ura elemento
de
delles poiderage8 to justas e eloquentes,
que eu nada uns poss> adiantar sobre o
assumpto, e tu lo quanto de melhor podes-
se dizer, seria rep-tir o qua alli j est
dito. Limitar me-bei. pois, a fazer sentir
desorganisagao paraos prulis, quando los prioopaM resultad >s de Semelbantes
tude se deve envidar para que eiies. s diaposigo 8.
jam fortes e arregi neniados, porque nao U.-pois de ta's retoricas, senhores, nao
dos partidos fracos que tiram sua forg as Isa es'.uJoo nais (apo:alos), nem mesmo o
situages e os governos. sa ntudava outr'ora, que nSo era tal-
Ainda mais, senhores: a Camari niv-z muito ; m :>\i\ -ra n 8-, quebraram-se
ignora que ha urna disposiga." cmsttueio coraple:ameote os lagos qu- prandiam os
nal, em virtuie da qual o deputado, n >- n:s a>s estuiantM, os estudantes aos
meado ministro, obngidoa sujeitar s? a loat B, e ate ~- estadaotai entre si (apoia-
uma nova prova perante o eleitorado. i d freqaeneia, que apaas
Com o novo rgimen, com as diffi ulda- iperraittiJ., tomn proporcSea de urna dis-
des a que j me tenho referido, muitas ve- |p >aigito obriga-oria, tao no'avel se tomou ;
zes, nSo fcil, ao contrario, diffidli na, [js leot-. exp! un s vezes para meia du-
zia de estudantes. quando cao deixa dr
expli ar por falta de ouvio-,es ; o pouco
lo frtiqueatad mi m '-u'-sos superio-es da
iostruccSo, que os ectuiantetj ao contrario
Jo q ie ae pasa-iva ou'r ora, quando a fre
queacio obng-t or fizi* da todos elles
aueigos, oa, qa indo monos, conhecidos, bo-
j'fmaitas vezes nao se onhejem, sendo at
col'egas co mesmo anoo ; hoje o est-.- ian-
\t provia'a "S'rnhn aquella em que
!jc;ciod o eurso, vai a esta, matricula-se,
volta, para tenar a ir, ara ou dous mezas
antes. -
O Sr. FigJbirGi: Alguna aao at no-
meados pro -no! ore? ^ubli-os em provincia
artf mba.
o Aguar : -... quan-
5 ple at ser i-apossivel a reeleigao.
Tudo isto traz embaragos orgmisag)
dos gabinetes, de modo a librera, muita.
VeZes, eo-iiostos, nlo com os mais aptos,
mas cora os mais reeligiveis (Apoiados e
apartes ) Talve* n> domioio da noa 1 -i
ex
impos de
eleitor se tenhara dado
gaoin iibsim organisados .
L ...-u-mo utVjt momento de ter ouvi-
do a un amigo, que sustententava a ii
da e!-;c3o p >r dietrictos d- um deputa .
a obi- vagao de que essas in-3raas diffi I
cuidad-.- uonsttuiam una das bellezas do i
novo 8y*troa.
Q,i terriv-|, que iaeonteniente bailesa
es*; Pois quinado se clama todos os di*s
contra a iuconsisteocia das administragoss,
O Sr. Coelho Rodrigues : No primei-
ro anno bouve muita reprovagSr, no se-
gundo bou ve esses actos de que faliei.
(Ha outros apartes.)
O Sr. Juvencio de Aguiar : Tud. o
que se paasou, com a applicagao das inno
vajoes feitas, na Faculdade de Direito do
Recite, nao foi obra de falta de cumpri
ment de de veres dos respectivos lentes,
foi puramente o resultado dessas innova-
g3es; e neste sentido aquella Faculdade
; prestou at un grande Bervigo, porque ti-
rou a limpo a imprestabili.la-de e a impra-
ticabilidade das novas reformas.
O Sr. Coelho Rodrigues : Prefiro o
procedimento da de S. Paulo.
O Sr. Pedro Luiz: Procedeu com ri
gor ; por isso nSo houve approvsg5es em
raassa.
O Sr. Juvencio de Aguiar: Levanta-
tado este protesto, ainda ama vez pego ao
governo que procure quanto antes tirar a
instrucc&o publica superior do estado de
desorganisagSo em que est, aproveitando
para isso o bellissimo tr..balho a que ha
pouco me reten.
O Sr. Rosa e Silva: Apoiado podia
adiantar esta reforma.
O Sr. Juveno de Aguiar: -Tanto mais
a desejo, quanto ella aproveitar em muito
minha provincia, qua, infelizmente, em
materia de instrucgSo publica, tem m es
trella. At a sua instruegao primaria tem
passado por verJadciros transes. Ainda
agora, o actual presidente, o Dr. Pedro
Vicente de Azeveuo, que a est adminis
trando com honra para seus crditos de
administrador, e proveito para o provinea
confi ida aos seus tolantos e criterio, actba
de remediar, por no acto g ramente ap-
pUudido, males muito graves que tinham
alli silo feitos instrucgSo primaria, no
dominio da situago passada, durante a ai
ministragao de urna vice presidencia, que
entandau dever montar um districto, aqu-.dle
por onde tem sido eleito deputado provin-
cial, custa de professsores.. .
O Sr. Gongalves Ferreira : Augmen-
tando a despeza em 60:0000000.
O Sr. Juvencio de Aguiar: ... tiran-
do-os em grande parta de un pessoal sem
habilitagles, a ponto de correr concert
que at um analphabeto foi nomeado.
Um Sr. Deputado : Entretanto, foi
distinguido pelo governo imperial com o
titulo de BarSo.
O Sr. Juvencio de Aguiar' Nao dei-
xarei este assumpto, sem fazer um pedido
ao hoorado ministro do Imperio, pedido que
tocar consignado em meu discurso, para
ser opportunamente tomado em considera-
gSo por S. Exc que nSo est presente,
relativamente ao edificio em que funeciona
a Faculdade de Direito do Recife.
O Sr. Araujo Ges : Pega urna verba,
para ver ae dio. ..
O Sr. Juvencio de Aguiar : -Senhores,
esse edificio um valho pardieiro. A ios-
tru jilo publica superior d'aquella grande
cidaie, tao ascesaivei aoa viajantes e ao
estraageiro, esconde-se dontro do um ve-
lbo caaarlo, onde ninguem pls suspeitar
qua estoja abrigada tao Ilustre moradora.
O Sr. Rjsa e Silva: Apoiado, urna
vergonha.
O Sr. Juvencio de Aguiar : Quera pas-
sa por alli n s horas em qua nao funecio-
nam as auLs, porque nestas a preaenga
dos estudantes denuncia a triste verdade,
vendo aqudle casar .o, suapeita que um
velho convento abandonado, que urna
cadeia que por velha j nao tem seguranga
para contar presos, suspeit i tudo, menos
que urna Faculdade de Direito.
, O Sr. Mauoel Portella : J faliei ao
Sr. ministro do imperio neste sentido, e
S. Exc. prometteu-me que providenciara,
dando a quota precisa para a concluaao das
obras e para a decorago do edificio.
O Sr. Juvencio da Aguiar : Sei que
o nobre ministro do imperio n3o tem recu-
sado ltimamente alguns crditos ao digno
director interino d'aquella Faculdade, que
com louvavel sol -itude os est aproveitan
do para melhorr o interior do edificio, e,
oeste ponto, significo S. Exc em ame
de rainhn proviuci, sinceros agradecimen
tos...
O Sr. Figueir8a : A questao nao
essa,. de novo edificio, e edificio apro-
priado.
O Sr. S. Mascarenha: Pega tarabem
a nomeago do direitor da Faculdade.
O Sr. Juveocio de Aguiar: Nao se
impaciente o nobre deputado; nao disso
que ella mais carece agora.
Sei, como dizu, que o nobre ministro
tem procurado attender a algumas necessi-
dades da Faculdale de Direito do Recife;
mas nao basta isto, e parece-me que Per-
narabuco nao to exigente, nao tem pe-
sado tanto aos cofres geraes, para os quaes,
ao contrario, tem sempre concorrido com
boas rendas, nem tem merecido tanto do
poder central, que lhe fakem ti'ulos para
pedir, e tenba o governo direitos para ne
gar, urna verba destinada a dotar a Fa-
culdade de Direito do Recife com um edifi-
cio sem luxo e sem pretenjo -s, porm de-
cente. Tenho f que essa verba nao ser
negada.
O Sr. Rosa e Silva : E alias nao pre-
cisa ser muito avultada.
O Sr. Araujo Q >8 Jnior : O mes-
mo j disse cu em relagao Bthii.
O Sr. Juvencio de Aguiar: E' porque
tanto se recusa ao norte, e tanto se rega-
teia o que ae lhe d, que muitos pensam,
como ba pouco o orador que rae procedeu,
que essa parte do Imperio est abandonada
e entregue aos seus nicos recursos.
O Sr. Rosa e Silv : A prova a uni-
versidade da praia da Saudade, que tem
consumido cerca de 4.000:0005000.
O Sr. S. Mascerenhas : A facul lade
do que precisa mais de ura director. (Ha
outros apartes.)
O Sr. Juvencie de Aguiar : E por me
referir ao norte, senao abandonado, ao
meaos pouco attendido, lembro-me neste
momento de urna commissao qua o anno
passado foi nomeada para ir estudar o be-
ri-beri ntquella parte do imperio. Sa o no-
bra ministro estivesse presente, pedir-lbe-
bia noticia dessa commissao.
O Sr. Figueirfia : No relatorio na> sa
diz nada a esse respeito.
O Sr. Juvencio de Aguiar : Realmen-
te, nao ha urna palavra no relatorio.
Porque razito, noraeada essa commissSo,
e augmentando a iatensidade da molestia
que devia ser por ella estudada, at hoje
tal commissao nao seguio para o seu des-
tino ? Porque neste sentido nao nos deu
informag3ea o nobr ministro em seu rela-
torio ?
O Sr. Manoel Portella : -Tem toda a
razao: o parlamento e o paiz preciaam sa-
ber a razo disso.
O Sr. Juvencio de Aguiar : E' porque
factos desta ordeno se repetera e se multi-
cam, que o norte se queixa, senao de aban-
dono, ao meuos da pouca attengo que pa-
rece merecer.
O Sr. Alcoforado Jnior : De abando-
soo do aun ro d*quelles qua ti.eran a
bonra e a gloria de votar a grande lei de
28 de Setembro de 1871 ; sempre que, as
discu8s3;s levantadas depois pela propa-
ganda abolicionista, se acoimava de escra
vocrata o partido conservador, me doia a
iojustiga, me revoltava a inmrita aecusa-
gao.
Realmente, senhoros, eacravocrata o par-
tido que extingui as duas fontes da es-
cravidoo trafijo de africanos e e ven-
tre eseravo !
Feita a lei de 28 de Sotambro, dado
esse segu ido grande passo para a liberta-
gao dos escravos, era preciso ser cgo,
era p.'ecise fechar propositaluente os olhos
aos algarismos, para nao ver por railharea
de individuos que nasciam livres depois
dessa lei, os eserrvos que erara libertados
por causa della, e os que erara remidos
pela liberalidade particular, qua tomou
entilo um in -remonto extraordinario. Esta-
va assim limitado o prazo da escravidao,
estava encaminbada a emaneipagao ; mas
logo em seguida levantou-se o aboeioais-
mo, como era natural.
Digo co no era natural porque es-
ta a m-ircha de do todas as ideasat che
garem ao seu completo des -nvolvimento :
urna conquista desafia outra o outras, at
que nada mais ba conquistar (apartes); e,
por isso, obtido um favor era preciso pre-
parar os elementos para obtengan de oa
tros ; o abolicionismo eslava no sea papel,
era urna nobre aspiragao.
Infelizmente, senhores, nao ha i ia por
mais humanitaria, por mais justa e santa
que no ardor da propaganda, as ancias
pelo triumpho, nao se desvie, nao v at
aos exces3os : at as propagandas por cou-
sas religiosas nao sa sentara desse pec-
cado
E o aPolicioniscao desviou se, excedeu-
se, quiz caminhar mais do que convinba
no, diga, a verdade.
O Sr. Pedro Luiz: -Nio apoiado.
O Sr. Araujo Ges : -Ss fosse para S.
Paulo tinha ido u na commissao dupla.
O Sr. Juvencio de Aguiar : So por cau-
sa propriameute do norte e desta reclama-
gao que ac.bo de fazer, essa commissao
nao appaiecer, a o ge/eroo nada fizer
ueste sentido, tenho ainda una esperanga,
fundada infelizmente em ura lamentavel
acoutecimenlo : o beri-btri j est invadin-
do as provincias do sul, e acredito que,
quando por c elle se tiver desenvolvido
deveras, nao faltaro coraroissSea para es-
tudal-o ; o norte ir ento as aguas da-
quelles que mereceuo mais do que elle.
O Sr. Pedro Luiz: Porqoe l no norte
nao nomeiain essas commissoes ?
O Sr. Juvencio de Aguiar : Por isso
mesmo que o norte menes favorecido,
dispoe de meuos recursos ; somos pobres ;
o nobre deputado nao tem o direito de ta
zer-nos semelbante observagao : e, demais,
a medida pela qual reclamou nao nteressa
s ao norte, aproveita byriene e sa-
de publica do paiz inteiro ; esse flagello,
que esta actualmente assolando aqueje
lado do imperio, pode vir auanba at lio
sul, como parece qua j veio.
Senhores, jnue me tenho oc rapado de
todos oa assuraptos a que me refer na pri-
raeira parte do meu discurso, nao quero
deixar em esquecimento a questao servil,
que toi um delles.
Nao se assustera os partidarios intransi-
gentes da propriedada escr^va; nem se
assustem os abolicionistas. Aos primeiros
direique apenas venho expor a minha
opiniao individual sem me itzer cargo de
constituir me propaogadista do abolicionis-
mo ou de qualquer outr.i d i, para o que
nao tem autoridade a minha palavra (nao
apoiados); e aos abolicionistas declaro
que nao estou muito longe delles.
Senhores, este asoumpte em minha
opiniao, tao serio e tao melindroso ; tenho
visto tantas vezes, a proposito delle, es-
quecidafc tantas con ve lien -ia, de parte a
parte; W at j fui por causa della tSo
cruelmente atacado pela imprnsa opposi
oionista de minha trra, a proposito de
urnas palavras que pronuuciei em um ban-
quete publico, as quaas, ou nao fora ra bem
entendidas, ou foram proposit tmente adul-
terados ; que quisi me arrependo de ter
tocado nelle. Agora, porera, tarde, e
proeurarei fugir aos esoolho-, resumindo
o mais que puder os minhaa observagSas.
Sanhores, eu que sou soldado do partido
que po termo ao trafico de es-ravos, que
atirou-8e s violencias e atacou a lei de
frente.
Eu, para quem a idea nunca foi antipa-
thica, e qua s em respeito aos principios
polticos do meu partido, esperava que na-
turalmente e s;m abalos, urna lei nova pu-
zesse o ponto final na velba lei que nos
transraittira a repugnante proprie dad-, co-
mecei a assustar-me diante da nova marcha
a que se atirra a propaganda. (Apoia-
dos.)
Esse abolicionismo nao convinha ao paiz;
nao podia convir a um partido de ordeno,
(apoiados) e, em taes condijoes, casei per
feitamente as miaas cera as ideas do meu
partido, cuja ndole repelle a desordem e
cujas tendencias eram manif :sta e franca-
mente emancipadoras.
Eu nao poda adherir a um abolicionis-
mo que ia pelas fazendaa soprar a revolta
e a insubor iinajoi dos escra vos, coneital
03 ao odio contra o senhor, desvial-os do
cumprimento do seu dever, e com elles es-
pecular torpemente
Eu nao podia adherir a um abolicionis-
mo, que como infelizmente aconteceu na
minba provin ia, com vergonha o digo,
aproveitando se da ignorancia e impacien-
cia dos escravos, apodera va-se do seu pe
culio, para Ibas dar em troco urna liberta-
de peior do que a escravidao de que s
hii-n. (Apartes;.
O Sr. Pedro Muniz :Em todas as pro
vincia8 se deu isso.
O Sr. Juvencio de Aguiar: -Sim, se-
nhores, os especuladores apoderavam sa do
dinheiro dos pobres escravos, esce peculio
muitas vezes amagado oora suor, om la-
grimas e, quem sabe? tambam cora san-
gue, e, aproveitando-se do movimento pa-
tritico da po vi ocia do Cear, que se ha-
via libertado, para l os remettia furtiva-
mente, reduzindo aquella "nobre provincia
a um valbacoito de eseravos fgidos.
Os desventurados sem relagoes, sem
proteegao, seta dinheiro, sem trabalho e
sem salario, iam alli ter saudades da es-
cravidao, de que haviara tugido, porque
era mais dura e mais penosa do que a di
berdade que Ibes haviara dado.
O Sr. Jaguaribe Fdho : Nao apoiado.
O Sr. Juvencio da Aguiar : Pois, o
meu caro collega quer convencer-me de
que esses escravos, que foram alli atirados
as condig3;s que descrevi, eram protegi-
dos ? Mas, protegidos por quem ? Quem
tinha obrigago de protegel-os?
O Sr. Jaguaribe Fdho: V. Exc. disse
que elles ficavam em peior condigao do que
a em que estavam antes.
O Sr. Andrade Figueira : Sem duvida,
era a escravidao da miseria. (Apartes,)
O Sr. Juvencio de Aguiar : Ficavam
l abandonados, esse o tacto ; e nem
delle pode provir aceusago-s oontra a pro-
vincia de que digno filho o nobre depu-
tado, a qual nao tinha obrigago de conue-
cer esses desgragadoa anonyraos que se
perdiam as ruaa de sua capital. Mais de
um escreveu a seu senhor, pedindo-lho
pelo amor de Deus para mandar buscal-o.
Estava exactamente neste p o abolicio
nismo, senhores, quando o poder, taman
io-o pela mSo, trouxeo at s altas re-
gSes, e deu-lbe a ultima lei, qua tam tam-
bera a data de 28 de Setembro.
Essa lei levantou roolamagSas e protes-
tos, logo na sua regulamentagao, logo no
cornejo de sua execugao.
O Sr. Pedro Liiz:Qualquer eutra le-
vantara.
O Sr. Juvencio de Aguiar:E assira
ha de ser o nobre deputado adiantou o
meu pensaraentoemquanto nao bou ver
ana lei clara, definitiva, sem mechanismos
diffiiu3, sen disposig3as que possam sus-
citar duvidas e provocar interpretagSes.
Seohores, digara o que quizerem, a
questao servil urna questao vencida ;
ud erro pretender preciptala ; oppor-lhe
resistencia um parigo ; o praso da escra-
vidao est limitado, maia do que isso, est
calculado hoj em face das ultimas leis.
Pois bem, venha um lei qua, tomando
por base esse -al -ulo, reduza-o considera
velmente, em reapeite s concesso :8 a que
tem direito a liberdade ; e a questao esta-
r resol vid a a contento de todos.
Quando tenho esta linguagem, nao sou
lavado s.nente pela sentimento buraanita
rio, que me enebe de compaixo pela sor-
t> do esoravo ; lembro-me tambero, sonho-
res, do proprietario e principalmente do
agricultor.
Este estado de duvida em que a ques-
tao permanece nao ple convir a ningusm.
(Apoiados.) O eseravo vive sobresaltado
e vaeillante entre a des:renga e a espe-
rmga; o propri '.ari > no vive menas so-
bresaltado, e sent se cbaio da desanimo.
Emquanto una medida legislativa, nao
vier dizer ao proprietario o dia certo em
qua o trabalho eseravo tem de acabar...
O Sr. Miranda Ribeiro :Est engaa-
do. Marque um prazo qualquer, que ha
de ha ver propaganda para eocurtal o.
O Sr. Figueiro* : -E ai f6r sufficiente-
mente curto V
Um Sr. Deputado : Ainda assim.
(Ha outros apartes.)
O Sr. Juvencio- de Aguiar: ... em-
quanto nao vier medida, nao se pora o
conveniente erapenho em proeurar no'os
elementos de trabalho que venha'm substi-
tuir os actuaes.
E' da nossa raga, da noasa ndole, ,
talvez, urna heranga, s remediar os ma-
les, quando elles se reduzem a facto,
qaando se tornam realidades. Emquanto
houve esperanga, por fugitiva que sa-
ja, de que p-oasa prolongar se ainda por
algura t>mpo o trabalho eseravo, pouco
pensarao seriamente nos meios de substi-
tu! o, salvas as honrosas excepgSes e os
bellos exemplos que nos dao a provincia
de S. Paulo e alguns proprietarios de ou-
tras.
Eu tive occasiao, senhores, as excur-
sSes qua fiz pelo districto qu? rae elegeu,
e que est eomprah-ndido na zona assuca-
reira do norte de minha provincia, de
dercorrer grande numero de eoganbos de
assucar, e fui encontrar urna agricultura
que eu conhecera em outros tempos cheia
de vigo, cheia de aoijiagSo e abastanga,
e promettedora de lucros, consideravelmen-
te abatida e desanimada.
Os elementos naturaes eram os roesmos :
o que falta va era forga e seguranga no
elemento principalmente do trabalho, e,
por isso mesmo, aniraaglo e confianga no
agricultor ; o que faltava, porque nao po-
de deixar de faltar a urna agricultura as-
sim abatida, era o crdito, eram os oapi-
taes.
A Pernambnco nao sa tem querido faci-
tar estabelecimentos bancarios, o que seria
em recurso para a agriculturo.
O Sr. Pacifira Mascarenhas : Queixam-
so tambera da concurrencia da beterraba.
O Sr. Andrade Figueira : Urna nova
lei nao pode salvar esses diatrictos aban-
donados.
O Sr. Araujo Ges : O Cear s li-
b rtou os invlidos, depois que mandoa 08
v Jidos para o sul. (H i outros muitos e
rapetides apartes.)
0 Sr. Juvencio de Aguiar : Aproveito
o silencio quo, por fim, a>aba de fazer-se,
para annunciar que vou concluir. J es-
tou demasiadamente fatigado e muito
mais estar, sem duvida, a Cmara. (Nao
apoiadas.)
O Sr. Araujo Ges : -Estamos ri viudo
a V. Exc. com muito prazer.
O Sr. Juvencio de Aguiar : Por isso,
e porque a hora v adiantada, guarda-
r-i para outra oeca3ao, sa couber rae aia-
d opportuoidade de oceupar a tribuna,
observag5 rs qua pretenda fazr, referen-
tes minha provincia, ao seu estado actual
e s suas necessnades.
R*friado-me ainda ao ultimo assumpto
de que me oceupei, a questao servil, con-
ciuo, limitando-me a pedir ao governo, j
que nao tenho autoridade para dar-Ihe con-
salhos, que, ao menos, cumpra religiosa-
mente e com toda a conseiancia, as dispo-
sigSea da lei de 28 de Setembro de 188,
e fazendo os mais sinceros e ardentas vo-
tos para que dentro desta mes na situago
caib i ao meu partido a felicita te e a glo-
ria da por o ponto fi.ial nessa magna ques-
tao.
O Sr. Figulino i : Apoiadissimo.
(Muito bim; mnito bem I O orador
corapriraentado por todos os Sr. deputa-
dos presentes.)
StSSO DE 8 JULHO DE 1887
OR9AMENTO DO MINISTEBIO DO IMPERIO
Coatinua a 3a. discussao da proposta do
governo, convertida em projecto de lei, fi-
xando a despeza do ministerio do imperio
no exercicio de 1888.
O Sr. Andrade Figueira diz que
infelizmente j nao vai sendo exacta a pro-
posigao do nobre deputado pela provincia
das Alago'3 de que a causa das economas
pregada palos partidos em opposijao e
nao praticada por elles no governo. Diz
infeliz nante, porque, si assim fra" a
difficil cousa da re .taurajao das finangas
teria segura garanta na dedicagao dos par-
tidos, porque a popularidade acompanharia
todo aquello que quizesse realizar econo-
mas iii'disp-nsaveis.
Mas a proposigao do nobre deputado
nao exacta, e o prova o procedimento da
illustre opposigi) liberal, deixando de exi-
gir as economas que suppunba terem sido
pregadas pela opposijao conservadora em
hostilidade aos gabinetes diberaes, para
abandnalas no poder.
Nao ainda exacto, porque, si o nobre
deputado, com o espirito de justiga que o
distingue, quizesse consultar os dados j
conhecidos do Thesouro, veria que a nova
8tuaj5o representada no poder nao tem
deixado de realizar economas as despe-
zaa do Estado. (Apoiados.)
Nao ser o orador quera venha cantar
hosannas a esse facto, que, apenas de pas-
sagem, consigna era bem da justiga da his-
toria, porque nao do nuraaro dos que se
satisfazem com as economas realisadaf
pala situago.
Tem ii.dieag3es a fazer, tem a recordar
aos seus amigos no poder que o partido
conservador tomou serios compromissos em
bem da difficil e nobre cansa da raataura-
gao das nossas fiaangas pla realizagao das
economas que constantemente pregou na
tribuna da Cmara, durante os oito annos
de opposigao situago liberal.
Antes de encetar a discussao reatri :ta
do orga^ento, pede permissao para ura
rpido lanee de olhoa sobra a situagSo fi-
uanceira do imperio. Sabe qua nao pre-
prio da 3." d8cussao do orgamento do Mi-
nisterio do Imperio semelbante estudo;
mas a Cmara co.aprehndela que nao se
pode eraprehender o estudo das despezas
do Ministerio do I nperio sem se procurar
indagar qual a situago dos recursos do
Thesouro, com que se ple contar para fa-
zer t'a;a a estas despzas (.poiadoa), e que
estas doapezas ha-o de ser mais elavadas ou
mais restringidas, conforme oa recursos
d8poniveis.
Contin .
Typ do Diario roa Duque de Caxi*- n. 42.
M
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t


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