Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19111


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Full Text
I
!i
A110 LIIII 1D1110 162
PARA V CaPITAL LLGim^ OA'IIE KM E P4A PORTE
Por tres meses adiantados............... 60000
Por seis ditos idem.......... ...... IJfiOOO
Por um auno dem................. 230000
Cada numero vulso, do meanio da. A.......... ($100
DIARIO DE
MCHffiA W DE MEO 1121851
PARA UEITHO FORA DA PROVINCIA
Por seis meses adiantados..............
Per nove ditos dem................
Por um anno dem................
Cada numero avulso, de dias anteriores..........
130500
20^000
270COG
0100
NAMBUGO
Jtoprietaie tft Jttatwrl -ftmmra l>e aria i S^os


i
Os ir. A-taede Priaoa C
de Parla, i < os -aossos agente-s
exclusivos de annunelos e pu-
bllcacdes na Franca e Ingla-
terra
TELEGRAMAS

.SSS7I50 StfHCUUa 80-fiUUO
RIO L'E JANEIRO^ 18 de Julho, s 4
boras o 30 minutos da tarde. (Recebido
as 5 horas e 50 minutos, pelo cabo sub-
marino).
O Senado approvoa boje em dls-
ca*e m litaran da* forra* de mar.
Nanfrag-ou no Ra tirnde do Sal o
vapor nacioual JAGUARO, rendo al-
won oa pasaa*-eiros e na malas qae
conduela.
W4 lia noticia d vapor, lanabem
nacional. APA.
l'm grande Incendio devoron a en-
an de ande do Dr. Elraa. A pero
fol rnente malcriar
O Sr. Ministro da mrlnba conce-
den ao* ofllclae* do patacho nado
al PIRA PAMA, trea mezo* de sold e
o* aprendices marlnbelros far-
damento. lado lea descont,
NSTBDCCIO POPULAR
OA IlIBLIO
TH$C
(Ekctrahido)
A DO POVO E DAS KSCOLA8
:SS750 JA aJSSCl SA7A5
RIO DE JANEIRO, 17 da Julbo, s~5
boras e 20 minutos.
Telegramma* de Montevideo an-
nnnciant que o paquete braallelro
RIO JAGUARO fot atirado a costa, per
to de Haldonado, onde leon enea
lbndo. Julga-seo vapor perdido sana
sal var-se lia o carresaaaento.
A trlpolncAo e pasaagelroa foram
anlvos peina embarcarnos de bordo.
Acreditare que se podern salvar
todas as mnlna e oa vnlorea.
ilualru reboeadores naaim como o
transporte de guerra TRAJANO ja par-
tirn para auxiliar o salvamento.
RIO DE JANEIRO, 17 de Julho, s 5
boras e 20 minutos.
Nao temos noticia da paquete bra-
allelro RIC APA; provavel que este
vapor foaae a pique durante urna
tempeslade. ten do perecido na tota-
lidade os pnasngelros e n tripularan
CONSTANTINOPLA, 17 de Julho.
Slr Henry Drummond Woirt dele-
gado Ingles Junto do governo otto-
mano par c-s negocloa do Egvpto
tiritn isoje. i>ia capftnl.
LONJRE*, Julho.
A existencia <9 do pelo Marqnc de Sallsbury pare-
ce nuil coniprometlldn.
MADRID, 17 de Julho.
as. >n o imperndor en Imperntrla
do Brnail e sua comitiva ebegaram
aqu boje.
RIO DE JANEIRO, 18 de Julho, s
2 horas e 20 minutos.
Os resultados contaecldos da elel-
eo senatorial que teve lugar bon-
tent. pnrn n provincia do Blo de Ja-
neiro, m&o os aeguintea i
Thomii Colbo 3 Otl votos
Andrnde Plguelra t.951
Perelrn dn Silva S.*S
General Deodoro 1 IQi *
alvino Res 91*
BELGR4D0, 17 de Julho.
O est do de Mr kaikoiT de urna
gravldade exeeaalvn niio bn mala es-
peranza* de aalvnl-o.
LONDRES, 18 de Julho.
THE Tf UES nnnuncln qae o presi-
dente do eonaelbo de ministro* dn
Tnrqnla den n aun demtsa&o.
ROMA, 18 de Julho.
cboiern-morbus dlmlnue nn Sl-
ellla.
Agaaoia Havas, filial em Pernambuco.
18 de Julho da 1887.
>OVK>i PBELI.MI\ABB*
No volame IV da Bibliotheca do Povo o das Es-
colas, intitulado introduccio s.scieuciaa pbysico
naturaea, distemos qae : Jo corpos existentes na
naturesa apresontain-se-no* ana como nuiss iner-
tes, nicamente sabmettids as lea physic.B e esaea
sao os corpos inorgnicos ou mineraes ; e ootros
apresentam-noa o phenomeno da vida (isto de
urna actividade especial, inherente a um eviterna
composto de igaos oa instrumentos destinados
execuciode certos actos), e sao os corpos vivos ou
organisados.
\ vida pois commum a todos os carpos orga-
nisados, isto aos animaes e aos vegetaes.
Sendo fcil eomprehender-se o qae a vida,
comtudo difficil reduzir ae a urna formula simples
e clara a definicio delta. No mesmo liviinho cima
citado mostramos como os corp s organisados dif-
feram dos inorgnicos por nm conjuncto de cara-
cteres, dos quae os mais importantes sao : ori-
gem, a duracao, a forma, a estructura, anuodo de
crescimento e a cam posicio cbimica oa elementar.
Podemos dizer que vida, na sua expresso mais
geral, o modo de ser da materia, emquanto upre-
senta aquelles caracteres. Quanao estes desaptpiv
recem, a vida tem cessado, e o*orpo organisado
decompoe se, passando a saa materia ao dominio
do mando inorgnico, sabmettido exclusivamente
accao das torcas pbysicas.
A vida resulta do exercicie de um ceno numero
de actos, incumbidos cada um delles a urna parte
do carpo denominada orgSo. Estes actos teem o
nome de funeces. Quando diferentes orgioa con-
correm para o desempenho de ama mesma funecio
d-se o no agrupa meato delles o nome de appare-
lho. E' assim qae se diz apparelho digestivo o
conjuneto d s orgaos, a cujo cargo est a elabora-
oio das substancias alimenticias at ao ponto de
sercm abssrvidas e entrarem na eonstituieio do
organiamo (quer do animal *quer do vegetal) ; e
chama-se, aos animaes, apparelho locomotor a
seuniio dos orgaos que teem por fin o tranaporte
do animal de um lugar para outro.
Phyaiologia a scieocia qae e oceupa do oa tu-
da da vida oa das funcfes. Ha ama physiologia
animal e urna physiologia vegetal. A primeira
divide-se em : pbysiologia humana, que tem por
objecto o eatudo da vida humana, e pbysiologia
comparada, cujo assampto a vida em toda a se-
rie animal. Neste livrinbo tratamos s da pbysio-
logia humana.
0 hornern, como todos os animaes e como todos
os vegetaes tambem, mantem a sua vida por urna
iceaaante troca cam o mu ido exterior. Desde o
momento em que naaee at aquella em que morre,
est de continuo tomando]da natureza a substancia
de que precisa para a reparacio dos seus orgaos,
e laucando n'ella oa reaiduos que ficam da mate-
ria d'elles gasta pelo ejercicio.
Quando o desenvolvimento do carpo humano
est completo, transmute este a partes que cl'elle
se destacara propiedades idnticas a que possue,
isto reproduz-se. O homem, pois, como todos
os seres vivos, est sajeito a leis da materia er-
ganisada : nutrir-ae a reproduzir-se. A nutricio e
a reprodaccao, taca sao, oa verdade, os dais pheno-
meoos mais geraes, aa daas grandes fuuccoes inse-
paraveis de toda a organiaaco.
A sensibilidade do animal as impressea tauteis;
a faculdade de ver, de ouvir, de eheirar, de expe-
rimentar o sabor ; a de mover -se ; a de procurar
a campanhia dos sena semilhantea e de eomiouni-
car com elles; a de chegar-se aos objectos que
lbe sao precisos para viver e de evitar os que Ibe
sao prijudiciaes ; a de pensar ; a de recordar se :
eisaa faneces qiesedeuominam de relaco, porque
pdem o animal em recao com o mando exterior;
maa todas ellas teem por fim auxiliar o ejercicio
daa fuuccoes de nutricia e o das de reprodcela.
Aa tanecoes de relacao sao exclusivas do orga-
nismo animal, e por isso se cbamam tambem
fuico'3 da vida animal, por oppasicio s de nu-
trico e s de reproduccio, cujo conjuncto, por
existir tambem nos vegetaes, se denomina faneces
da vida orgnica ou da vida vegetativa.
O seguate quadro mostra a diviao que fazemos
das differentes fuuccoes do organismo humano, e
a ordem em que as estudaremos -
digettao
absorpcao
I circu lacio
: de na trica o raspiracia
j
da vida organic i
oa vegetativa ...
i asiaiilacao
f exh;
da di animal oa de relacio..
ihalacao
i geertcoes
' de reprodcelo
loccmocao
phonaca
viso
laadicao
lolfacto
I gesto
tacto
uuervacio
(Continua)
jarte ornciit
Governo da Provincia
BXPBD1BBTB DO DA 7 DE JCSUO DB 1887
Act<>8 :
O presidente da provincia, attendenio ao
ue rebuereu o subdito portaguez Antonio Moraira
'i.ho, residente n'eata provincia,, reaolve, de
accordo com o disposto no decreto n. 1950 de 12
de Julho de 1871 e asando da autorisaciio con-
ferida pelo art. 14 da lei n. 3140 da 30 de Outubro
de 1882, naturalsar o referido subdito portugus
Antonio Mureira Filho, ufim da que possa gosar
de todos os direitos, honrai e prorogativas qus
pela Coostituicio competem aos cidadios brasi-
leiros nataralisados.
O presidente da provincia, tendo em vista os
requoriu.entjs sobre qae versa a informacao da
Tbescuraria de Fascnde de 5 do corrente, n. 338,
resol ve, de conformidade com o disposto no decreto
n. 2884 do 1. de Fevereiro do 1862, abrir, sob
sua responsabilidade, um crdito de importancia
de 30^821, verbaEtapasdo Ministerio da
Guerra, exercicio de 1885 a 1887, afim de eccorrer
ao pagamento dos ttulos de dividas das ex-pracas
do 2." batalhSo de infantana do exereito, Antonio
Pedro Seabra e Candido Pereira de Lacena.Re-
metten-se copia Thesoararia de Fazenda.
O presidente da provincia tendo em vista o
exposto pelo inspector da Thesoararia de Fazenda
em oficios de 3 e 6 do correte, ns. 295 e 337,
resol ve, de aee rdo com o decreto, 2884 do 1.a de
Fevrreiro de 1862. abrir um crdito da importan-
cia de 89*910, verbaDiversas despesaa e even-
tuaesdo Ministerio da Guerra, exereieio vi-
gente, afim de ter lugar o pagamento da segunda
quinsena de Maio prximo finio telativa ao-pret
das sentenciadas e calcetas existentes na f i.-talesa
do Brum.Remetteu-se copia Thesoararia de
Fazends e ao commandante das armas.
O presidente da provincia reaolve conceder
ao bacbarel Francisco Correa Lima Sobrinbo a
exoneraco que solicitou do cargo de 3." esertp-
tarario da 3.' seceo da contadoria do Thesouro
Peoviocisl.Communicoa-se ao inspector lo The-
souro Provincial.
O presidente da provincia resoive, de accordo
coro o dapoato na 2.* paste da psrtaria de 30 de
Maio ultimo, determinar qae o 2. escriptuiario
addido i R.-cebedoria Provina* &D.ds%ro Jacome
Martina Pereira passe a pre^ncher tdjamivament"
o lagar de 3 escripturario da 3.a secjsB da con-
tadoria do Thesouro, vago pela exonerado conce-
dida ao bacbarel Franeisco Correia Lima Sobri
nho; pereebendo os vencimentos que los oum-
p.-tirem por este emprego. Communicou se ao
inspector da Thesonro Provincial.
O presidente da provincia, attendendo ao que
requercu o 2 escrivao de orpbaos 4a comarca
desta capital bacbarel Manoel do Naacimento Pon-
tos, reolvo conceder-lhe 3 mezea de liceuea para
tratar de negocios de^fen interesse onde lbe con
vier, devendo o peticionario entrar no goso da re-
ferida licenca na praso de 15 dias.
O presidente da provincia, attendendo as que
rquejeu yiysses Floriano do Rege Barretto, es-
crevente de\2.* classe do escriptorio do ajudaote
do Arsenal de Guerra, resoive, de accordo com a
informacao do respectivo director, de 3 do correte,
d. 1132, conceder ao peticionario 30 dias de licenca
com vencimentos a que tiver direito afim de tratar
de negocios de seu particular interesse n'eata pro
viDcia.
Oficios:
Ao commandaute das armas. Autoriso
V- Exc, de accordo com a ana iuformacio de hon-
tem, sob a. 299, a conceder baixa du servico do
exereito ao soldado do 14 batalhSo de infantaria,
Henrique Loureoco de Lima, mediante substitui-
dlo.
Ao cnsul da Dinamarca.Em respesta aa
oficio do Sr. cnsul da Dinamarca datado do 1
do corrente, tenbo a diser que a lotera a que se
reiere foi posta venda sem que o governo em
tempo algum houvesse garantido saa eficacia;
estando ltimamente em liquidacio por desfalque
encontrado na respectiva Thesoararia.
Reitero ai 8r. contal meus protestos de estimae
consideracio.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Communieou-me o Ministerio da Fazenda em aviso
de 26 de Maio prximo fiad, que, por despacho de
23 do alludido mes, toi coocedida a Manoei Gis-
par Vicente da Costa demiasao do lugar de oficial
de descarga da Aliandega deata provincia, con-
forme pedio so requerimentt transmittido por essa
Thesouraria com o oficio n. 73 de 7 do dito mez.
O que decliro a V. 8. para seu conheciment e
fina convenientes.
A) mesmoTendo, por despacho desta data,
deferido o requerimento dos negociantes Domin-
gos Jos Fereira & C. em que pedem relvt ci da
multa em que ucorreram por nao terem recolbido
ao Arsenal de Guerra diversos artigos que con
troctarain fornecer ; assim o declaro a V. S. para
seu conhecimento e devidos fina.Communicou-ee
ao director do arsenal de Guerra.
Ao mesmo.Declaro a V. S para seu co-
-hecimeoto qu, na peticao de Manoel Gomes da
Cuiiha Pedrosa, a que se refere a sua informacao
em oficio o. 331 de 2 do corrente, profer hoje o
seguinte despacho :
Recorra o aupplicaote ao poder judiciario, em
vista do art.. 3 2 e 3", art. T 2 e 3o do
decreto o. 9517 de 14 de Novembro de 1885.
Ao mesmo.O art. 3* do regulameoto n.
9517 de 14 de Novembro de 1885 estabelece mai
terminantemente o mximo dos valores Jos mttri-
cataodos, cumpre, portanto, que V. S. mande ro-
duzir o de 800J000 dado eacrava Joanna de 37
aonos de idade, matriculada no municipio de Villa
Bella, sob n. 752.
Ao mesmo.Sendo regalados mui terminan-
temente pelo art. 3 do regulamento n. 9517 de 14
de Novembro de 1885 os valores o,aximos dos ma-
triculaudos, cumpre que V. S. mande r.duzir o de
900/000 dadi ao escravo Jos, de 42 annos de
idade matriculado no municipio de Pod'Alho, sob
n. 113.
Ao jais de direito do 2" districto criminal
da comarca do Recife.Convm que V. S. provi-
dencie no sentido de ser opportunamente remettido
para o presidio de Fernando de Norcnh, conforme
recommenda o Ministerio da Justica por aviso de
26 de Maio fiado, o reo Justioiaoo Patriarcha de
Messias, qae tem de cumplir all a pena de 4 an-
nos de gales, a que foi coudemoado na provincia
das Alagos por crime de moeda falsa.Commu-
nicou-se ao director do presidio de Fernando de
Noronha.
Ao juiz de direito do 1 districto criminal do
ReciTe.Tendo o Dr juis de direito do 2 districto
criminal me representado sobre a neceasidade de
aiterar-se aa secces eleitoraes da parochia de
Santo Antonio do Recife, sirva-se V. S. de enviar-
me, com a possivel brevidade, copia das listas, de
qae tratam os arta. 48 e 49 do regulamento, expe-
dido com o decreto n. 8213 de 13 de Agosto de
1881, afim de que eu possa resolver a respeito.
Ao commandante do corpo de polica.Re-
commendo a Vive, em soluco do sea uficio '
Io do corrate mez, soba. 613, qae exclua desde
j, atteoto o seu estado d: molestia, verificado por
nspeccio medica, o soldado Antonia Gomes do
Naacimento.
Ao mesmo.Ao Dr. chefe de polica mande
Vmc. aposentar 12 horas da manha do da 15
do crrente mez, urna escilta de 10 pracas do carpo
de seu colmando e um oficial, afim de escaltarem
at o termo de Palmares, o teoente da guarda na-
cional Ottoo Cicero de Audrade e mais quatro cri-
minosos que alli vo responder ao jury.
Ao director do Arsenal de Guerra.Mande
Vmc fornecer, esm urgencia, companhia de in-
fantaria da provincia do Rio Grande do Norte,
conforme determina o Ministerio da Guerra em
aviso de 30de Maio fiado, o faldamento constante
da inclusa nota, de 20 do mesmo mez, orgaoieada
na reparticao do Quarttl Mestre General.Com-
muuicou-se Thesoararia de Fazenda.
Ao mesmo.De conformidade com o aviso
do Ministerio da Guerra de 27 de Maio fiado,
mande Ymc. fornecer compaohia de infantaria
da provincia do Rio Grande do Norte es artigo
de armamento e equipamento constantes da inclusa
nota orgaaisada na reparticao do Quartel Mestre
General em 13 do mesmo mez sob o. i.Commu-
nicou-ae Thescarara de Fasenda.
Ao engenheiro chefe da reparticao de Obras
Publicas.Sirva-se de mandar levantar plano e
orcamento daa obras de que carece a ponte do
Junqueira, no rio Pirapama, por nm doseogenhei
ros a servico deesa reprrtico, trazendo-oj deli
beracio desta presidencia, cem o seu parecer e
aformaces sobre a conveniencia da obra e modo
de leval-a a effeito.
Ao jais de direito da comarca de Cabrob.
Trausmitto copia das leis proviacises ns. 1835 e
1859 de 1885, afim de que Vmc, tendo em vista a
consulta (oficio juoto) do jais de paz da parochia
de Nossa Seohora d'Assumpcio de "Cabrob, srva-
se de ioformar si a parochia de Nossa Senhora de
Belm de Cabrob foi constituida cam o territorio
de algum districto de pss integralmente desmem
brado do outro e si os seus Honres se acbam as
condicoes previstas pelo art. 212 do regulamento
expedido com o decreto n. 8213 de 13 de Agosto
de 1881.
Pe rta lias :
O Sr. gerente da Companhia Pernambacana
faca transportar ao presidio de Fernando de No-
ronha, por coota do Ministerio da Guerra, ao de-
sertor do exereito e tx-prsca do carpo de impe-
riaes marmheir s, Laurentino Manoel da Silva, o
qua1, segando consta de oficio da presidencia da
prevnola da Babia de 3 do orrente, sob n. 817,
evadio-se do presidio de Fernando, a pena de 20 annos de g.'s.Officiou se ao pre-
sidente da provincia da Baha, ao brigadeiro com-
mandante das armas e ao director do presidio de
Fernando de Noronha.
- O Sr. gerente da Companhia Pernambacana
mande dar*p'issagens a r, at o presidio de Fer
nanio da Noronha, por conta do Ministerio da Jus-
tica ao sngeoheiro Arthur Lima Campos e auxi-
liar Jo para omsnisar o orcamento d;i despeza i fazer-se
ecm a aBnstLU.'cao do urna nova capelW, segando
determis>ou o mesmo ministerio em aviso de 15 de
Fevereiro ultimo.Cammunicou-se ao engeuheiro
directosjpas obras geraes.
OflV- gerente di Companhia Peroambucana
mande Wansportar gratuitamente a re, para P-
nelo nal* vapor que partir, a Manoel Francisco
Bat lho
MHatu mutandU, at Nital proa a Clo-
doalda Jimia da Gonceicao.
O 8r. gerute da Companhia Pernambucana
mande traasp.rtar a r, at a Babia, no vapor que
segu para os portoa do sul a Jos de Alenquer
Simoes do Amaral, e a proa, a um creado deste,
por conta dus'gratuitas a que o governo tem di
reito.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande dar pasaagem de r at a Baha no vapor
que S'gue amanh para o sul a Alfredo do Valle
Cabral, por conta das gratuitas a que o governo
tem direito.
EXPEDIENTE DO DB. SECBETABIO
Oficios:
Ao administrador dos CorreiosDe ordem
do Exm. Sr. presidente da provincia, commuoico
a V. S. que o juiz municipal e de orpbaos, i-
supplente do termo de Flores, segundo participou
em oficio de 21 de Maio arrecaioa o archivo e
mais papis da agencia do correio, por ter no dia
antecedente, fallecido o agente Antonio de S Ca-
valcaute.
Ao presidente do conselho fiscal da Caixa
Econmica e Monte de Soccorro.Da ordem de
S. Exc. o Sr. presidente da provincia communico
a V. S. quenesta data se subrnette considera-
cao do Exm. Sr. Ministro da Fazenda o oficio de
23 de Maio prximo paasado, n. 1,048, em que se
declara julgar o conselho fiscal dessa instituico
ser conveniente aguardar as instruccoea autorisa-
das pelo art. 83 do regulamento annexo ao dec.
n. 9728 de 2 de Abril do corrento anno, afim de
ter lugar a creacao das agencias r.'commendadaa
palo aviso de 4 deste ultimo mez.
Ao inspector do Thesouro PiovincialCom-
manico a V. S. para os devidos effeitos que a fal-
ta de exercicio do chefe da 3* seccie desta aecre
taria Jos Odilon Auoes Jacome Pires e a que
dis respeito ao 1- oficial da mesma seceo Joo
Candido Gomes da Silva, ambas comprehendidas
no ponto do mez de Maio ultimo, ficou por mim
justificadas.
Ao Dr. juiz municipal e de orpbaos do termo
de Garanhuns.Da ordem do Exm. Sr. presiden
te da proviacia, devolvo a V. S. os documentas
com que Francisco de Arroxellas GalvSo Cara
peba, Francisco de Souza L:ao Jnior e Francisco
Alves dos Santos, concorrem ao provimento das
oficios de 1 e 2 tabelliaes do termo de Corren
tes, afim de que V. S. informe sobre as pretendes
de conformidade com o disposto no art. 162 do
regulamento annexo ao decreto n. 9420 de 28 de
Abril de 1885.
Outrosim, coovm que V. S. providencie para
que os mesmes pretendentes juntem aos requer
meatos, cujas datas sao anteriores do edital do
concurso, quaesquer documentos que julgarem
bem de sea direito.
Ao eageubeire fiscal da Estrada de Ferro
do Recife a : Limoeiro.De ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, communico a V. S. que
tiveram hoje destioo couveoiente os documentos
que acompaoharam o seu oficio de 4 do correte,
sob o. 849.
Ao geroote da Caixa Filial do English Bauk
of Rio de Janeiro Limited, n.'sta cidade. De or-
dem do Exm. Sr. presideote da provio:ia, aecuso
o recebmento do oficio de bontem, com o qual V.
S. enviou o balancete das o perneo .'3 effectuadaa
por essa Caixa Filial durante o mez de Maio ul-
timo.
EXPEDIEKT D0 DIA 8 DE JUHBI) DE 1887
Actos:
O presidente da provincia, attendendo ao
que roqaereu Francolina Forjas de Lacerda, pro-
fesa ira de ensino primario na freguezia do San-
tissimo Sacramento da Boa-Vista, e tendo em
vista a informacao n. 154, do inspector geral da
Instrucco Publica, reolvc conceder-lhe, a contar
do 1* do corrente, 8 mezea de liceaca com orde-
nado para tratar de sua suude, onde lhe con-
vier.
O presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de polica, em oficio
n. 526, de h.je datado, reaolve exonerar, podi-
do, Manoel Fe jo de Carvalbo, do cargo de subde-
legado do 2 districto do termo de Ipojuca e
nomear para substituil-o o cidado Jos Mendes
da Silva.
Offie os :
Ao inspector do Arsenal de Marinba.De-
claro a V. Exc, para sf u conhecimento em res-
posta ao seu cfficio de 23 de Maio lindo, sob n 65,
que ficam approvados, para os devidos effeitos, o
teimos de contractos, cujas copias acoinpanharam
o citado oficio, para o fjmecim^nto de vveres,
sobresalentes e materiaes a>s navios de guerra
tundeados no porto desta cidade e as dependen-
cias desee Arsenal, bem como expediente, lava-
gein e engommado de roupa da enfermara de
marinba e o aviamento do receituario da mesma
enfermara, durante o semestre do Julho a Desem-
bro do correte anno. Remetteu-se copia dos
contractos Thesouraria de Fasenda.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Sirva-se V. ti. de exigir da respectiva Collectoria
o motivo dos escravos Sehpatiao, pertencente ao
tenente Manoel Joaquim do Reg e Alexandre a
Flix Jos de Oliveira Mello, estarem ambos ma-
triculados sob o n. 514, no municipio de Pao
d'Albo, segundo as relacoea juntas, ns. 124 e
125.
Ao commandante do Corpo de Policia.=
Mande Vmc. apresentar ao Dr. chefe de policie.
urna escolta de 2 pracas do oorpo de seu comman-
do, afim de conduzirem 2 criminosos provincia
da Parabyba, no vapor Pernambuco, qae sae boje
para os portos do uorte.='Jummunicou-se ao Dr.
ebefe de polica.
= Ao director da Reparticao das Obras Pu-
blicas.=De accordo com a proposta de Vmc, por
oficio de 4 do corrente, sob n. 118, recommendo-
Ibe que suspenda desde ja, aem precisar aguardar
o dia Io de Julho, as despezas com pessoal de
conservacio e reparo de estradas, inclusive as de
Olinda e outras que Vmc excepta, por quauto
pele novo regulamento, que ra ser expedido para
essa Reparticao se providenciar sobre o modo de
conservacio das estradas julgadas mais neceasa
rias.
A economa que por esta forma se ha deeffe-
ctuar, ser applicada de preferencia :
1* nos concertos mais urgentes da Casa de De-
tvncao, para o que Vmc. far rever por um dos
engeuheirua da provincia o orcamento que existe
organisado de modo a classicar as obras a fazer-
se na ordem do servico, sendo aproveitados na que
fr po.-Bivel os gales ou condemoados a prito com
trabalh >, que all sao alimentados por conta dos
cfres pblicos.
t- nos reparos ou reconstruccoes das pontos ou
pontilhoes das estradas principaes.
Quauto conservacio do oaloamento e esgotos
da capital, sobre que Vmc. fbraecer intormacees
do estado em que so acham e dispendios mensaes,
que se eatio f-zendo, tambem iroar para arrema-
tacio, fiacalisada nos termos do novo regulamento,
comprebenleudo a construc;io de comportas as
extremidades das galeras principaes, afim de p r-
mittir a lavagem dos esgotos pelas aguas das
grandes mares.
E sobre os jardins a carga da provincia, aguar-
do as exigencias constantes do oficio de 6 do cor-
rente, dirigido a Vmc. para regulaiiaar o modo
de sua eouset vacao, quanto ao servico, pessoal e
pagamento. Rem-tteu-s* copia ao Dr. chefe de
polica e ao inpector do Thesouro.
Ao director do presidio do Fernando de No
ronba.Sciente do que Vmc. informou no seu
oficio do 19 de Maio fiado, sob n. 222, recom
meado lhe qae, sendo como prohibido absoluta-
mente o commercio oesse presidio, tome todas as
provi dencias necessarias afim do ser observado a
esae respeito o Regulamento annexo ao decieto n.
9359, de 10 de Janeiro de 1885.
Outrosim, convm que Vmc. fa$a upprebcnder,
remettendo os para esta capital, os objectos coa-
atant- s da relacao qui junta por copia, viBto to-
rem ai do para abi enviados sem autorisa^ao legal,
o que em vista do art. 75 do citada Regulamento,
coustitue crime do contrabando; e proceda desde
logo como em suas attribuiees, contra quem i s
tiver recebido ou concorrido pora a introduccao
dos uoesios cbjectos.
Portaras :
Remetto Cmara Muocipal do Recife, em
satisfacio ao pedido constante do seu oficio de 4
de Maio ultimo, n. 30, as inforn ico s juntas por
copia, ministradas em 18 do citado mez e 2 do
corrente pela Tbesburaria de Fazenda e Repart
eo dae Ooras Publicas, sobre o objecto da peticao,
ue devolvo, do Dr. Joo Vieira de Araujo e Er-
nesto Vieira de Araujo.
Para resolver sobre-o assampto do offloio de
4 de Maio fiado, recommenio Cmara Municipal
de Leopoldina me ufarme quanto tem despendido
at agora com a illuminaso da cadeia e forneei-
mento d'sgua, e declare que quantia n?cesearia
para occorrer a despeza at o fim do correte ex-
ercicio financeiro.
Declaro Cmara Municipal ie Olinda que
fica approvada a arrematsco dos imp-stos con-
stantes do termo annexo ao seu oficio do 1 do
correcto mes, e bem assim o arrendamento do p\
vimento torteo do predio em que funeciona a mes-
ma Cmara.
O Hr. agento da Companhia Brasilera faca
transportar corte, por conta do Ministerio da
Guerra, o 2- cirurgiao Jo corpa de saude do exer-
eito, Dr. Jos Oliva de Uzeda, que vai servir na
guarnicio da mesma tdrte.
Ao referido cirurgiao acompanha sua mulher D.
Constanca Paria de Uzeda e bom assim seus filbos
Adelaida de oito aunos, Alfredo de seto, Aliee de
quatro, Mara de dous e Jos de quatro meses.
Mindou-se justar contss na Thesoursria e com-
municou-se ao commandante das armas.
O Sr. Agente da Companhia Brasilsira mande
dar passagem proa, a bordo do vapor Pernam-
buco, at a provincia da Parabyba, por conta do
Ministerio da Justica, aos criminosos Altioo Jos
Rodrigues e Jos Ignacio de Oliveira oa da SiUa,
que para alli seguem requisicio do respectivo
ch;fe de polica, e bem assim a duas pracas do
corpo de polica, que os vo escoltando.
O Sr. gerente da Companhia Peraambucaoa
mande dar passagem de r at o presidio de Fer-
nando de Noronha, na primeira opportanidade, ao
Revedm. Francisco Joaquim da Silva, por cunta
das gratuitas a que o governo tem direito.Com-
municon-se ao director do dito presidio.
Mutatis mutandi ao alteres Antonio Fran-
cisco Pereira Gitirana, sua mulher e urna cunha-
da ; e de proa a duas criadas.
EXPEDIENTE DO DB. 1KCBCTABIO
Oficios :
A' agencia de paquetes brazileiros.Da or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia, acouso
o recebmento do oficio em que V. Exc. participa
que o vapor Pernambuco chegau das portos do sul
hontsm, s 6 horas da manhi, e seguir pira os
do norta hoje. s 5 da tarde.
Ao inspector do Thesouro Provincial. O
Exm. Sr. presidente [da provincia manda commu-
nicar a V. S. que a 2 do correte, segundo parti-
cipou o inspector geral da Instruccio Publica, fal-
leceu a professora de Grvala, Auna Amalia Bar-
bosa da Silva.
Ao gerente da Companhia Pernambucana.
De ordem do Exm. Sr. presidente da provincia
aecuso o recebimento do oficio de 4 do corrente,
no qual V. S. participa que seguirio : o vapor
Jacuhype para os portos do sul, at S. Salvador
hoje s 5 horas da tarde, e o vapor Giqui para
presidio de Fernando de Nor-mha, no dia 10 ao
meio dia. Fizeram-se s communicaces do esfy-
lo a respeito da partida do vapor para Fernando.
Ao director do presidio de Fernando de No-
ronha.De ardom do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia communico a V. S. que coacedeu-se per-
missiio ao aim >xarife desse presidio, alteres Anto-
nio Francisco Pereira Gitiraaa, afim de conduxir
para esse presidio os gneros constaut.s da inclu-
sa relacio.
Mutatit: mutandi* ao gereote da Companhia
Pernambucana.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA, DO DIA 16 DE
JULHO DE 1887
Augusta.Era vista da iaformac^lo da
junta claasifiadora do Recite, requeira
opportunamente ao Sr. juiz de orphiio, nos
termos do art. 34 do regulamento do 13
de Novembro de 1872.
Bachareis Antonio Sergio Lopes Lima
e Franciaoo Domingues Kibeiro Vianna. -
Ficam justificadas as faltas nos termos das
informacSes constantes dos oficios de 10
e 21 de Junho fiado, sob ns. 348 e 336
do inspector da Thesouraria de Fazenda,
a quem ser remettido este requerimento
depois de notado na scelo cooipetente da
secretara do governo.
Bachareis Antonio Pedro da Silva Mar
ques e Jos Juliao Regueira Pinto de Sou-
za. Justifico as falt a. Depois denota-
do na seccSo competente da secretara do
governo, remetta se este repuenmento ao
Sr. iuspeetor da Thesouraria de Fazenda
para os fias convenan es.
Florencio Rodrigues de Miranda Fran-
coeConcedo.
Fr.n.-elina Brigida Soares Monteiro.
Informo o Rvm. director da Colonia Iza-
bel.
Jos Francisco Pereira. -Informe o Sr.
juiz de direito do 2* distn:to criminal da
comarca do Re-ife.
Alfares Jos Nicoiemos Pontes.Re-
mettido ao Sr. commanda 'te superior do
guarda nacional da comarca de JaboatSo
para mandar pasear a guia de que trata a
rtigo 45 do decreto n. 1130 de 12 de Mar-
go de 1853.
Joaquim Francia :o Ferreira.Informe o
Sr. inspector da Thesouraria de Fazenda,
tendo iio vista o despacho anterior.
Coronel Jos Thomaz Guacal ves. For-
neca-se.
Dr. Matheus Vaz de Oliveira.Conce-
do.
Quintino Alves da Silva. -Informe o Sr.
commandante superior da guarda naoional
da comarca do Cabo.
Altares Seb.stiio Dias Toledo*. -Iofor-
:ne o Sr. inspector da Thesouraria d? Fa-
zenda.
Severino Aleixo de Vasconcellos.In-
forme o Sr. Dr. juiz de direito do 2- dis-
trito criminal da comarca do R;eife.
Secretaria da Presidensia da Pernats-
buco, 16 de Julho de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
Reparticao das Obras Publicas de Pernambuco,
em 14 da Julho da 1887 N. 149.Illm Exm.
Sr. Em cumorimeoto ordem de V. Exc, deata
data, mandando-me ioformar com urgencia qual a
iutorvencio que tive no stv^co feito ha dias, na
bocea de a goto existente na ra Primeiro de Mar-
co, esquina da do Imperador, a que se refere a lo-
eal do Diario de Pernambuco de 12 do corrente,
sob a epigrapbeMelhoramentoe se aquelle ser-
vico nio o mpsmo que j mu havia sido recom-
mendado por essa presidencia, e para o qual exis-
ti e anda agora existe pessoal effactivo de con-
servacio, pisso a dar a V. Exc. as informacoss do
que occorreu a respeito :
Em um dos ltimos dias do mez fiado, ao passar
pelo estabeleciment de joias situado nsquella ra
e pTteueen'e ao Sr K.-aus, cbamou-me este
para consultar sobre o meio empregar paca evi-
tar de prompto o incommodo que lhe causava a
exhalaco da bocea a'esgoto que alli existia, en-
costada ao sao estabelecimento, exhalacio que
pouco havia diminuido com o tapamento d'outra
abertura sobre a galera de esgoto feita pelo pes-
soal da conservacio em Marco ds corrente anno,
de accordo com a rccomm;ndaco de V. Exc, de
26 do mes anterior.
Disse-lhe que estava tractando de um melhora-
mento geral as principies galeras d'esgoto da
cidade, j autorisa lo por V. Exc.; mas cuja exe-
cucio nao se realisaria sem algum* demora, pelo
que, vista da urgencia, lembrava- lhe um meio
que ha annos foi emoregado em outra bocea d'es-
goto, na praca da Independencia, junto do estabele-
cimento do Sr. Porte, consiatindo na conatraccio
de um sypbao entre a bocea a'esgoto e a galena,
o qual, pela agua que repreza, veda a passagem
dos gases, sendo porcm indispensavel, quando oio
heuver chuvas, alimental-o diariamente com a
quantidade d'agua precisa.
O Sr. Krause peaio-me entio, que mandasse
executar a obra indicada por pesaos de minha con-
fianza e sua custa, ao que prestei me com a me-
lhor vontade, como teoho feito em outras ocsa-
sies, j prestando e j aceitando auxilio para a
realisacio de qualquer malhoramcato em beueficio
da provincia.
A obra de que se trata 'oi executada em dous
dias da semana passada e com ella se dispendeu
pouco menos de trinta mil ris, cujo pagamento
foi prompta mente realsado pelo Sr. rause ao mes-
tre pedreiro que a executou. O melhoramento
realisado deve ser r preciado, nio pelo custo de
sua acquisicio, mas p do compromisso que tomou
o Sr. Krause, de manter o continuo funecionamen-
to do syphao, mandando diariamente enchel o
d'ague, sem o que da nada servir o mesmo, como
ac nt.'ce com o da prsca la lid pen lensia.
Deus guarde a V. Exc. -Illm. Exm. Sr. Dr. Pe-
dro Vicente de Azevedo, dignissimo presidente d&
provincia. O director geral, Jfraneuco Apoligono
5" eeccio Palacio da presidencia de Pernam-
buco, 18 de Julho de 1887.Aecuso recebido o
seu oficio n. 119 de 14 do corrente, pelo qual fico
sciente de ter Vmc. sido auxiliado pelo cidadio
Josepb Krause, qu espontneamente quiz concor-
rer com um pedreiro pago sua cuata para un
servico publico, do qual Vmc. j estava enear-
regado, e convinha que o eff.'ctuasse com promp-
tidio.
Fuco constar esta circumstancia das ferias quin-
zenaes da conservacio e reparos dos esgatos da
cidade, e todas as vezes que as ofiertas particu-
lares se traduzam em dinheiro, recolha esta ao
Thesouro Provincial cam d claracio da proceden-
cia, agradecendo em nome da provincia aos cffer-
t a i. tes.
Deus guarde a Vmc.(Assiguad ) Pedro Vi-
cente de Atevedi.Sr. director geral das Obras
Publicas.
He par ti <-o da Polica
2* seccio.N 626 Secretaria de Po-
lica de Pernambuco,;18 de Julho de 1887.
-Illm. e Exm. Sr. -Participo a V. Exc
que toram racolhidos Cas* da DotencSo
os seguintss individuos:
No dia 16:
A' ordem do Dr. delegado do l' districto da ca-
pital, Manoel Jos de Sant'Anna e Gunuina Mara
da Con.eicio, por embriaguez e disturbios.
No dia 17 :
A' ordem do subdelegado do 2o districto da fre-
guezia de 8. Jos, Francisco Lopes de Oliveira,
DOr disturbios.
A' ordem do Jo Io districto da Boa-Vista, Pau-
lino Bemardin' de Souza, Marcionilla Man da do
Nascimeotoe Antonia Maria da Coaceicio, por
embriagues e disturbios e uso de arms detesa.
A' ordem do de Belm, Laureotioo B*rboz<, por
uso de armas defeza e disturbios.
A' ordem do do 1 districto da freguezia di
Grao*, Florencio los da Silva Antooio Xavier
da Silva, por embriaguez o uso de armas defeza.
Participou-me o delegado do termo de Bom
Conselho "que n* noite de 4 do corrente mez no lu-
gar Papacacinaa daqueile termo, foi asaasainado
com um tiro Leopoldioo Martina Lisboa, pelos in-
dividuos conhecidas por M.inoel Meia-Noite e Joao
Laranjeira, os qoaeslogr.tram evadir-so
D< inquento a que se proeed.u verificou-se que
foram o tenente Joaquim Antera da Silva e Anto-
nio de tal, filho deste, os mandantes do crimo.
Anda communicou-me aquelle delegado ter no
referido dia 4 prendido o individuo de nome Ja-
ciotho Sevenoo, criminoso do termo de Cor-
ren'es.
Communicou-me o delegado deCaruar, em ofi-
cio datado de 7 da correlo mez, que naquella data
foi capturado o individuo do nome Joo Sacer-
dote de Carvalbo, coohecido por Joo Teixeira,
por ter no dia 30 do mes pasaado assaseinado com
tres tacadas a Mancel de tal, conhecido por Ma-
nee! Cbicum, morador no lugar Lagoa da Cras,
perlencente que'le termo.
Pelo subdelegado do districto da Magdalena fo-
ram remettidos a esta repartilo, 12 focas de
p ota, 3 comp issos. 1 navalha e 1 baioneta, armas
estas tomadas a diversos individuos desordeiros
daqueile diatricto.
Commuuiceu-me o Dr. delegado do Ia districto
da capital que fora encontrado bontem depois de
11 horas da noiie pela ronda, cahido na ra do
Bm Jess da freguezia do Recite o em estado de
embriagues, o individuo de nome Le>eadioMar-
eelino da Silva, conhecido per Papa, de 60 annos
de idade, cor preta e desvalido, e sendo coriuu-
zido para a estacio da guarda-cvica, fallecen
boj-- pelas 2 horas da mauba.
Hoje pela manhi far-.m encontradas tafeadas as
gavetas da a cretria do armazem de materiaes da
eoustraccio, de Vicente do Naacimento, sito no
Largo da Escola Modelo.
Os ladro 's que penetraran) em dito armazem
pelos fundos que deitam para o quintal da casa do
Dr. Santa Rosa, abriram com muita facilidade
urna jauel a que deita para o quintal respectivo,
revolveram todos os papis da mesma secretaria,
e nio encontrando ah didheiro tentaram arrom-
bar o cofre o que nio conseguiram.





1 '
.4
4
I


.
Diario t fernambncoTerva-feira 19 de Julho de 1887
Acerca do facto proceden squelle delegada na
turma da lei.
Cimaiuuicou-ine o Dr. delegado do 2 distreto
da capital que hontem quando regressava para a
cana de sua residencia dj Largo da Caia-Forta,
foi lhe disparad un tire por a'guem que ae achara
emboscado em um capoeiral qae all existe.
Abaixo taco transcrever o officio que a mesm*
autoridade dirig'o-me ubre esse acootecimento, a
raaoeito do qual vou abrir luquerito.
Deus guarde a V. Exc.Ufa. Ex.
Sr. Dr.r Wro Vicete fe Aaweda, nuil
digno presidente da provincia. O ehefc
de polica, Antonio Dmmmgot Pista
Delegada da polio do 2.a trica
da capital, Rocifc, 18 de Jufco da 1887.
Illm. Sr. Communico a V. S. qu%<
ao dirigir-me hontem, is 10 1/2 horas da
noite, para a casa de micha residencia,
Campia da Casa Forte, tendo, na est-
gao d'esse nome, desembarcado, aquella
hora de volta da freguezia da B*.-Vita,
fui agredido por dous individuo* que a*
haviam emboscados ptoximo a miaba dita
residencia, em am capoeiral que existe,
dkp: rando-me um d'elles, um tiro de pis
tola, que nao uie alcancou por se ter, ape
nas, fulminado a espoleta.
Aiudindo em meu auxilio, oa meus
dous ordenanza, pracas de polica Joao
Ferreira da Silva Jnior e Lourengo Al-
ves de Oveira, contra este, pelo segando
dos aggressores, foi disparado um outro
tiro de pistola que nao conseguo atngil-o.
Perseguidos tenazmente poderam se evadir
os sggressores por aquelle capoeiral nao
sendo por sua ve, aleangados pelos proje-
ctis de um tire que lhee disparara a praga
Leureoco. A escuridao da noite, a sor-
presa do ataque e a eelarrdade dos aggres
sores, ao fqgirem, quando ouviram frustra-
dos eus planos, nao deram lugar a ser co
ahecidos. ., _, _
Deus guarde a V. S.-IH. Sr. Dr.
Antonio Domingos Pinto, muito digno che
fe de poli a de Pernambuco. O delegado,
Sal-ustiano Jos de Oveira.
Thesonro ProTncIal
PACHOS DO MA 18 DB JCLHO DK 1887
Al^xandre Americo de Caldas Brandao,
Augusto Carneiro Monteiro, vigario Mano<-I
Simplicio do Sacramento e Antonio Ferre
ra Refinador..- Informe o Sr. contador.
. Manoel Antonio Beltrao, Joaquim Gale-
no Coelho e Jos Francisco de Paula.
Haja vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
JWpha Augusta de Castro Fonseca. -
Facam-se as n. tas da portara de licenca.
Jote AKes de Oliveira, Joanna Mana
de Jess, F< rreira Cascao C, Jote Bas-
tos Mello, Antonio Manoel da Paz, The
moteo Gomes de Mello, herdeiros de Ma-
noel Antonio de Jess, Das Hlva & C,
Fielden Brothers e officioB do Dr. procu-
rador dos feitos e desembargador procura-
dor da Santa Caaa. Informe or. con-
tador.
Inspectora Geral da lnslrue-
eflo Publica
DESPACHOS DO DA 13 DE JLHO DE 1887
Manoel Ferreira Quedes, professor pu-
blico.Cun pra se e registre-se.
Gaspar Antonio dos Beis, proessor pu-
blico. Cumpra se e registre-se,
Lua Eustaquio da Concei<;ao Pessa,
prof.ssor publico. Cumpra se e rtgis
?re se.
Joaquim Rufo Bda, profeescr publico.
Cumpra-se e regiatre-se.
Jos Octavii.no da Rocha Mello.-pro-
fessor publico. Cumpra se e registre se.
Maiia Augusta da Silveira, professora
publica.- Cun prn-se e registre-se.
Maris Joaquina Barbosa Magalhaes,
protesEora publica.Cumprs-se o regis
tre-se.
Fausta Felicia da Cunba Rosal, profes-
0T publica. Cnmpra se e registre-se.
Secretaria da instruegao publica de Per-
nambuco, 16 de Julho de 1887.
O perteiro,
J. Augusto de Mello.
niii
10 ES PERMSbuCO
KCIFK, 19 DE JULHO DE 1887
* oficia do \orte
O paquete nucuna! Vamillo tai purtador das se-
guintes noticias :
imaiiinim
Datas at 5 de Juihu.
Foi nomead > procurador fiscal da Thorourana
ie Fazend8, inteiinamente o Dr. Jos Rodrigues
Vieira.
Foi nrnv-ado administrador dos capatatias
da Reeebedoria t-revincial o Sr. Hennque Co h
Machado da Fonseea.
L fe na Gazeta de Manicor :
No vapor Maraj aeRuiiam para Santo Anto-
nio de is mil lautos vi I limes de qu. Be cerned- o
vapor Mamort. mandado faz' r pe'0 u.geiame bo
livian .. residente neste rio, o Sr. D. Autouio Cha-
ves.
') vapir di ftinado a fazer a nav alm c*ch eir, c um nielhoramento quaili vai
introduzr, o perno esapn b u.iedor de D Anti nio
Chaves, a quem detejau.i 8 toda a felicidafle na
realiexcA de seu dealderatam.
Ac .mpanhn o vhpor Mamor o Sr. D. Chives
Filho que, BOS Eataace-Unid^s, atsistio tuacou-
struccao.
rr*
Ditas at 6 de Jnlbo.
Aui.neniara de toras no dia 4 O C'ommerei do
Para, paseando o distlnctn )orna*iBiM, rr. tm.Tn-i
Farm a V mar Darte in is hcIiv nos tranalbo, co
no director. D'S'a f Iba proprietario e redactor
o Sr. Mtrqu.-a ii CrT- Iho.
__ Ao cabir da noite de sabhado 2 di correte,
a OCCaSlio da grande tro1 O-ti, Uin taieea HM r -
ea c-hio dentro d ca.6 i deniininaOBAmor vi
ietue, da pr'prii-dade d- Amonio CVs. u.iro de
Souz-, que ae achv ancorada no lujra'r-euia
Grossdistricto do Pinheiro, fu trip- Untes.
Dixem pi-6sflis que pstnvam de passeio netsa po
rosca ', que o rio azeudo a prior ira victima, dea-
cen ao fund.i da ca a e pasa u junto de um me-
Or qoe feliimente ficou Ulero, lutii'duai'.-se de
D-is no rio, r Voliando de m vo cano lulminou o
segundo tripoUnre, que era o pal d.. u......r.
Ni tarde de 3 t. ram inhumad, s no ceunterio da
aovoacao, os cadveres "o* dous infeiise.
_, Devia sah'r no dia 15 > m di atino ao Rio de
Janeir' o Dr. Santa Auna Neiy.
__ Falleceran : na c-pital a 5, de urna conge*-
tio cerebral, c ci nmerciante Fikich-co Joaquim
Sonre e f m um nanfiagio, no no Amazonas, Ral
Vieira'Ctih >. Erain mboH poitugu arsDhiw
Datas t 11 -'uiho.
-, L m"8 n i O Pau de 9 o seguinte sob o titulo
Maratauum :
m AestacAo telegrai hiea de Maracassum tendo
sido ameavada pelos indiB no ana d. Male, t.
KlC. o Sr. presidrut.- fez s-guir para aquella li.Ca-
lidade cinco pracas de policia e o ten.me Ayres
Este (ffi.ial depois de percorror as maltas
wroximos, dirigiudo te mesmo >t as mkrgena do
Paran, onde tora mi rtaimente flechado pelo* ael-
ragens um hotium qoe na penemia ao aervico
da linba telegrapbica, reculheu ae a ealacie, don-
de rctirou-se [>r do-nte deixaodo as pravas de
polica em Maracastom.
a Em fias do mei pasando, depoit da retirada
do tenrnte Avrea. es inans appn i mri.m-se nova-
arateen grande numtro e ieriram dous trabaiha-1
dores e mais tardeofeitor da linha Osear Eurts. A
torca policial, sendo diminuta para* repellir os in
digeoas, pedio succorro a S Exc. o Sr, presidenta,
que pela distancia e difficuldades de transportes,
usou do expediente de solicitar pelo telegrapho 'lo
Exm. Sr. presidente do ParS ordem para seguir
de Visen a terca all estacionada, e, na falta des!a,
mes no paysanos armados afim de soccorrer os em-
pegados da estaco de Maracassum.
Suinos informados que os indios de novo le
iatoraarnm, avio qae foi ordenado qae a forca n-
rnastada da Vtaea aa reoslh ase aqu. Wa cidade, e
p- b vapor la 7 stigsram deata capital aaais algt
mas fracas ara -orcar destacaarieasto policial,
seada dado sifnw termistaaitet paaa ae limitaasM
os asMadus *t*emt r a aetacAo aa casa tusse ark i-
eada.
Sabemos tarabean qo a preaideneia soliettisi
do caveroa 4-aral (mos saaaa tratar da catheesjasa,
o qae nao sana Sail asa ssBBfao da n n
BStasionario capatniano.
Beja-noa permittido lembrar o_ Rvd. cura ce
Qurupy, sacerdote que parece dispr por sua acti
vidadedas qualidades precisas a um bom mii-
sionario.
A antiga colonia militar do Ourapy poderla
aer o oeotro da ara largo syatema para carneen -
sacio dos selvageas, afim oao t de sercm prote-
gidos os trabalhadores da linha telagraphica cono
a futura axploracio dos seringaas do rio Paran,
pudendo os proprios i.idigenas servirem de auxiliu-
res sos emprehendedores da referida explora-
ci.
Cear
Datas at 14 de Jnlbo:
Com aa solemnidades doestylo foi aborta nod a
1 do correte a Asaembla Legislativa Provin-
cial, lendo o Exm. presidente da provincia, Dr
Enos Torreo, a sua Falla.
No dia 5 foi eleiU a mesa que ficou assim orga-
nisada:
PresidenteJoio Paolin?.
1 vice-preaidentePadre Leitfto.
2* viee-presidenteHonorio Moreira.
1* secretario-Martinho R iririgaes.
2 utoVald-miro Moreira.
1' supplenteManoel Monteiro.
2 dito-Joio Sampaio.
Na villa de Sant'Anna do Rio-Grande fii
creada collectoria provincial.
O Tribunal da Relacio, em seasio de 8 coo-
firmou a sentenca do Dr. Petronillo de Sant 1
Croa Oliveira, approvando a eleico de vereadores
do municipio do Sobral.
A Gateta do Norte de 2 dia qae os direiton
1 recadados pa Alfandega no auno fiuancer 1
que terminou a 30 de
janho, subiram a 1.855:7bW887
No auno anterior 1 271.25(ll24
rir a modestia de
tornar conhecidis
91 e considera cao
torrio qoe habita,
causa da bumaai-
Differenc* para mais 584:030*4*1
De 1878 para c, isto depois da calamidad;
da secca nenhum excrcicio alcancen a cifra do qu ;
acaba de enc-errar-se.
Anteriormente a 1878 encontram-se os ixerci-
cios de 7273 e 7374 n>s quaes a arrecadacS"
foi de 1.929:287*030 e 2.i1:8971745.
Parece, poia, que a provincia caminha na via
da prosperidade, o que se pode avaliar confron
taudo o valor dos productos que exportou com o
dos que importou.
Excluidos es dados estatisticos do mes de Ju
nho, aioda nao apanhados, este o resultado cu-
nhecido do valor da exportacio e do da importa-
ci nos outros 11 meses :
Exportacio 3.5i 3:212177)
ImporUco 2.641:333113'.
861:&791335'
Differenca par* mais na expor-
cio
A mesma folha aocrescentca em 5 :
Os algarBaos que publicamos em noisa pe
nnltima edicto relativcs aos rendimentos da Al-
landega desta cidade, prtcisam ser, mais de urna
ves, epetidos e o mmentados.
Elles n tpondein so libello do Imperio contra
0 Ctar.
Sobre esta provincia ha pesado nos ultimoe
lempos a tenfuga do ostracismo, em punigio doa
dimes da naturez e das reroltas da ccnacirncia.
< Porque foi flagellada pela secca e pir que te
ve primvt inttr pare, a ccragtm cvica de redi-
mii os a* us itcr.-.vi s, o Crari foi arrastado bar-
ra da ipiniio nacional e castigado com a pena de
abandono irr< vogavel.
Mada temos eaido senio os meios de ni.
aermaa pisado a ctmmunhio de termos e ne mes-
mos a arma a oppor ais infortunios que a nature
xa mclem nte derrama sobre nos.
Tuao te nos ncusa por queja fimos pesados
por demais ao nsto da nagio eu.b ra j lhe te-
chamos 11 posto quanto a mss* desgracia custou-
lhe, e anda, por nosso mal, ,tivemos a criminoaa
auaacia de espedacar a remora que impedia en -
tratse pelo ttrritono da patria a corrente da li
berohde accumalada no leito des et-cuKs
Foi prii-Tso, pi is abandmar-be nos merifi
dos distiuts, e brador-se-nos cimo Ashtwerua
ao Christo : Caminha caminha !
-oisbtm: Kspondemos, caminhando.
Abandonados pela naiuriza, e detherdadoe
1 ca nagao, temos encintrado em sosso proprio
traba iho a prttitgio coesa ori.baiidade.
O Ceaii pioa^era apezar fe ludo.
O algarismes que publicamos sao a expres-
tio antbmeiica do pi.grctso deetn provincia.
Ni b 11 primeitos meses do exercicio te.ni na
do a 11 de Juibo ultimo.
Exp rfamos 3/03:21/1771
Impartamos 2.641 333<4 -i)
Ha, por portanto, um ealdo de 861:879#3j
em lavor do trabalho cearense.
Anda mais. As rendas da Alfandega mar
cbam em pioerettio ascendente: tmdoaidon'i
Mreieio u. Ir85 86, de 1,2:71:2501424 f, ra n m
en n un. teiminado a 30 de Junbo buao, de.....
1 355:78048ft7, crtsceram, poitanlo, de... *.....
584.5301463.
L.-te nsultado, j ara o qual nio concorreu ne-
nbuma ac\-ai fBcial, siguinca Que nao tambem
a accao do govrrno que ba creado o saldo nos or-
9*mf utos da proViucia, e reduzdo a cerca de 80
e ntos a nossa 1 ivida ; sim, a seiva de progresa,
creada v, iraha hooe um povo, para o qual o iu-
foUKM. u ba sido urna cacla fecunda.
Aoa 1 ompatrii las do sul, que neinm anda
ante a 1 ei.-| ctiva dos destricoa que podem resul-
tar de 1,1 g. I menlo da escravidio, Bl'Va do esti-
mulo e de ligio o que ba proiluzmo trabalho livre
m uro* das mais hondonadas provincias do im-
perio.
Si m o auxilio do giverno, que nega-nos a
agua para regar o isso soto, que nega-nos estra
dar, que a ia se prolongan) peius dc.eitos de ou-
tras provincias; bi m Volea no parlau nto qu-- aa
voiUiic a nosai s ii lerebses ; vamos, todava,
adiai le, entregues aoapioonos iciuia-s.
i. 11 m veidadc, pois, que a lib rdade do tra
balhj iin inc mpalivel com ojprogieseo em term
blaailusf ; 1- que u eriuie do C'-ai, iniciando a
grande ni vimento libertador que eonvulsii na hj.-
toaa a m.go, nao (.e 11murcltr-.be a conscioi-
cia
Da Barbalha, em 18 do passado escreveram
Constiluifo n tiOi ndo o s-gunitc :
Nos i.Jnn.os das do m-z pn ximo findoap-
pi iiirii.ni n-ata cidade e s> us suburbios diversos
caaos Oe ti bre gabtiica com ryoiptumas billioaoa,
tazeiidu logo urna victima, trea uias depois de ser
accoinuici 1 a.
Uui caso f ji eucci deudo a outro. at que do
da 6 do trrenle em dianle a| paree ram m la-
manba lnt< nsidade que O numeio Oe doeutes ae
eleva bora. em que ei-cuv nos ralas bubas,
>poeaa stiecninbuido si is 1
A i n alaga o dos doeotes, o desanimo e as do
r- s m ti 00 o coreo Oa V mil- s ahiiuJantes, a fre-
quencia dos casos, ibigaudo a punto de u-si-s ul
iiuh b v nfji arem-te dea e di se por dia, lem as-
sombrado vivamente toda esta p> pulaco.
A manhi de boje foi a mata trate de toda
quadia epd u-ica : Ireze peasoas accommettidas
e re iatraram-se dous ibitos.
Q'.adra < xcepcioual neate valle ameno do
1 arny, xcepgio lam- ntavel oa vida de seus ha
bltaniea, antea e depois da invaaio do cholera
m rima em I8i e da varila em 18<9, pocas oV
trirte n mmiacenea, como esta sii do.oruBamen-
te rei-islrada uesta cidade.
Ni ata tnate emi rg'ncia, dtbtixo da prestito
de sim Ihanle fl-g. lio. lange dos recursos que tor-
ni ce a setnela, a par do grauoe numero de indi
g> i.li s, que tudo piecieaTi no leito da dor e da
unseiia, nos como tmbaixadorrs dos opprimidos,
vn moa reclamar providencias ao governo da pro
vincia. lio patriota e humanitario nos lempos ca-
lamiiowM
Com firme coafianga esperamos que o presi-
dente d provincia, timando em coueideracl 1
noasu josu.ilaroor, a repr sentagio da cmara mu-
nicipal r d>s autoridades do teisno, qae segundo
consta-nos dirigen ao governo por um positivo,
mandar prompto soccorroper tantos indigentes
at agora mantidos pela caridade publica.
A gratidio nos obriga a
am cidadio prestimesissi 7
seus feitos dignos de todo
de am cidadio tao querido1
quaoto incansavel lidador na
dade.
Come intrpido general na firm xa e justiga
da cansa que defeode, como medico zeloso do ju-
ramento aa entrar na senda espinbofta de corar
oentes, o philasktropo pbarmaceutico Jos Cand-
ala das Desea, pm iniciativa propria incumbe-se
4* trataaseat ajaral de todos accomettidos, iorne-
saando ^lalaiss aSm oa resaadiee.
I.'i lagiis ski pobre, onde a dor e a mi-
seria se sassarta esasnpiedasliimente, chega elle a
sala bora isa e W .noata : nao tea moiassjss
da sarscassjs slasde a invaao do mal.
Goma a|Blimo asaarruBseato nas asaos la Oassa,
casa a pratiea de asvplicar remedias neate eeartra,
onde nio ha facultativos, tem tirado os melhores
resultados, e por isso mesmo anda nio se enluta-
ran todas as familias desta cidade.
Como balsamo suave nos momentos de angus-
tia, Jos Candido a consol-gao dos que sofiVem
a a rsnasn[a dos qne amia nio foram accom-
njettiaos.
A sua botica offerree um espectculo dupla-
mente doloroso o ao mesmo tempo consolador : do
loroso & vista dos portadores da miseria, alguna
cobertos de trapos, expondv as phsses da molestia
depois da ultima visita, ontros pedindo soccorro;
consolador 4 vista da pratiea da candarle ehriati
applicada pelo humanitario boticario.
Historiando, como nos cumpre, embora em li-
geiros traeos, aa nossas cireunwtancias actuars,
e o seccorro prestado sem nenhnma recompensa
pecuniaria por tio distincto cidadio, outro nio
0 nosso inte to s nio beneficiar 03 nossos conter-
rneos opprimidos da molestia e indigencia, ra-
zando chegar ao conhecimento do governo a pre-
cisio de que se reseutem.
O governo qne cumpra o sen dever, comj t
podemos etpcrar.
Quando iamos terminando aprsente chegoa-
nos a noticia de mais urna victima ceiiada pela
tebre na roa do Video, desta sidade!
Deus queira acudir oca em tio grande afflic-
go.
Sr. redactor e amigo, digne se chamar por si a
attengo do governo pira esta nossa sru-glo, se
, que merece Ibe crdito esta nossa expesicio.
Noticia a Vanguarda do Crato, que no prin-
cipio do anno de 1888 vai ser de novo aborto o se-
minario d'aquella cidade, sob a direegio dos pa
dres lasaristas
Tambem nofiii que vai fizar a ana residencia
aili o medico Dr. Auolpbo de Luna Freir.
Na Tiaia, termo da G'anja, incendiou-so no
da 26 do passade, a casinba de palha em que mo-
rava Manoel R.ymuudu, mjrrendo quei jiados den-
tro della quatro fihinbos, dos quaes o maior tmha
6 annos de idade, e o menor era rrcemnascido.
Presume Be que o maia velbo corroa para a re-
deainhu do irmio e fra acompanhado pelos outrrs
dous, quando toram envolvidos pelo incendio, por-
que foram encontrados juntos todos qu .tro, como
se tivessem Be abracado.
Os pais cdUvain ausentes na occasiio, e perde-
ram tudo quanto tiohim, fican lo apenas um ot -
cbado e urna panella.
Falleceram : em Sobral, D. Isabel Joaquina
de Miranda .-uva, esposa do commmdador Jui:
Tbom da Silva ; na cidade de Marangoape, An-
tonio Mavignier Lopes Gama, natural de Pernam
buco e casado na capital c->m urna sobriuba do
Exm. Sr. senador Jaguarlbe; na capital, Raymun
do Ftlisardo Carvalhedo, ex-empregado da Cmara
Municipal; na Granja o eacrivo da collectoria
provincial Antonio Francisco de Asedo, a 21 do
passado, e a 28, Franciscj Dias Martina.
Na cidade do Crato fallecer cem 120 annos de
idade a pn ta Luciana, no goso de auas taculdades
mmtaes, e em Assumpciu c>m 78, Jo-qmm Mar-
qm s dos Santos, que deixou 216 descendtntcs.
bu tirsade de Korle
Datas al 15 ue Juih 1 :
Fora no da 8 u.stailada a caixa ecmomic ,
sendo nomeados interinan), nte para 08 lugares de
ifficiaes della Fernando de Ceio,ueira Carvalhn
Jcio Augusto Carneiro Monteiro.
At 12 imha sido recoihida a quantia de 2:0004
Paralaba
Datas at 15 de Juiho :
Installm-te no dia 9 do corrente, no pavi-
mento lerrto da tbesouraria de tazeuda, a caixa
econmica da provincia.
Durante a noite ce 13 para 14 os larapios
peni traroui pelo ti Ibado na livian 1 dos Srs Aran-
tea & C ra Conde d'Eu, e levaram da cart.ira
a quantia de um cunto e tanto.
Fomi s ante-hoiitem, diz o Diario da Parahy-
ba. de 16, A livrana dos Srs. Arantes 6t O, ra
Conde a'Eu e impressionou-uos a babilidide com
que foi 1 raneada a abertura do ti cto e torro de
panno do predio, pila qual peueliaram os laiapios.
< Estes di moustiaiam pela pericia do trabalho
a fl-ugma con1 que aicummetteram a propriedade
aiheia, pondo en pratiea ajierteiguada gentileza.
A abertura n buiUu de duas aecgoi s fullas no
stuiidu ae aiag. nato qne secrusam, dando brecha
a urna franca pasaagem.
Arrombaiam os larapios urna carteira de es
cnpiorio na qual istuea a quantia roubada e for-
gaiam amua urna gaveta ^ue coutinna diuheiro,
mas pela resist ncia da lechadura d'ab nada le-
varam.
A audacia dos larapios foi tsnta que chegou
11O ponto de abnnm urna caixa de garrafas de
cognac de que tiraram urna e beberiin.
a O Si. Mena 1 ga Arantes les atiente as auto
ridades j se acha aborto o iuquerito.
.>a collectoria ae Sute Rita firam matricu-
lados '81 ibciavisados comfiliago Icbcouhccida.
Estiolivres.
Lemoa na sup'acitada folha segumte : sob o
tituloCidade de treta :
< R uieiti iam-i.iB deata cidade o seguinte edi-
tai impietso o qual toi copiado fielmv nte do on
ginal i.mxado no da 8 de Julho e mandado publi-
car pela Emancipadora Aruense :
Edilal O collector daa rendas geraes deste
municipio faz publico, que em virlude de ordeu
110 lliin. Br. couiador serviudo de inspector da
Tbeai uiarin i:c r'azi nua, que por decisio do Exm
ar. presidente da provincia, ioram mandados eli-
minar da uova matricula de raciavus deste mum
cipio e do di Piioes,sin o considerados livres es
eteravos matncu auoa por procurador, que nio
felfa bo pruiuiagi., ou oa cunatantea das relago 8
asaiguauas a rogo sem lesti munhas, cujos o.-uies,
tanto Uoa si ulion a como dos itera vos, o rio puoli-
cadoB logo .jilo ere -ue a esta collectoria a copia
autheutica daa relago s asaiguadas nas condigoea
aupramencionadas, que foram lemettidas desde o
mez de cb.n ao Exm Sr. piesideuteda pioviuea,
Uada conaianuo a tai ritpi-ito do livro da nova
matricula.
Collectoria de rendas geraes da cidade de
Ar. ia, de Ju bo de 1887.O collector, Kutiu)
avo dsrC Bta Machado.
Anteh-utim, 15, toi aas-ssinadj a cacetadas
Joio da Cosa Vil ar, filho do nosso p rticulai
amigo da vila de Aibtndia. a'diuo da Costa Vil
lar, p r Jiio Carneuo da Cuiha morador lumbem
n aquel la villa, constando que toram tio barbaras
aa ian taoaa na cabega da victima que eainigaihou
a massa nceptialica.
O asaasamo evadi se e ignoramos se a auto
ridade piocdeu aa diligencias icgnes.
. Naque lie dia Velo a 1 ata Cidade o Dr. Ca-
valcaute que di u sciencia desse tacto o' Exc. o
Sr. pri Bidente da provincia, Dr. chele de polica, e
ped pn mplas providencias, a
O br. c rouel Joio Rodolpho Velloso de Azeve-
dj, em reg ij> oua presada fi-
iha, altornou uesse Ola aos a- us eacravus Joaquim
e TbeOOOro, acudo qu. na meama ocCasiio o uuaao
amigo o Sr Di. Manuel Dautas Cornia de Goes
tambem altornou ao aiu eecraVo Lulz
At as 9 horas da noite anda nio tinha havido
julgamento.
A-nanhi daremoi resumidamente o que tiver se
dado na referida seasio.
Tbesouraria de t'aae-udsi Preston
hontem juram nio a entrn no xercicio da ins-
pectora da Tbesouraria de Fa;:enda o Sr. com-
mendador Joaquim Antonio Vaaques.
A inspectora eslava sendo ejercida interina-
mente ba quasi um anno pelo honeitissimo e zeloao
Sr. contador Manoel Antonio Crdisa, que, no des
empenbo das arduas funegoes qce lhe eram con-
fiadas, anda mais urna ves demoitroa possuir os
predicados, que constituem e car loteriaam o basa
fnneeooasaa e que em aua baga earreira di eaa-
pregaato p Fazenda teem-lhe ajnalo elvale
conceito asare oa seos compaabsnna o paMeo.
Ao deraar o Sr. contador Cardase a inajisnt aia
louvou par urna portara ass seaajtario a junta
major Liria Bu igdio e aoj Baaaaia aailiaeea pase
telo e isskBtlBgencia com qaa< seeaaSaram Jaiaaajs
o tempo em qne esteve no exernicio interino da
inspectora.
tuverno ala blapstdo -Ialoruam-uos, que
S. Exc, o bispo diocesano, mandai no dia 1 de
Set mbro prormo afiliar editaos, pondo em con-
curso o nrovimento de cerca de ciucoenta iregue-
sias desta diocose e no dia 1 de Dezerabro haver
o respectivo ezame em aae os canlidatos ter Jo de
provar as suaa habilrtaooeB.
Btatrcacst viradaHontem ao entrar nc
p irto a barcaca Victoria de Itam iraca, e perten-
cente a Marcellino Joa Bsibosa, urna grande onda
ll a virar-ae na altara do Pharol da barra.
I inmediatamente o rebocader dos Srs. Livra-
mento O foi em auxilio da barcaga, rebocou-a
e condolio-a at a doca do Arsena. de Minaba.
A barcaca vinha de Itapissuma, carregada de
abacaxis e a sua tripolagio, compesta de tres p-s-
soas, pjude salvarse, agarrando-te ao costado da
barcaca.
Perderam-se o carregamento, isastros, velas e
tudo mais, que continha.
Companbla de EdIOcacoFunecio-
nou, hontem, em assembla geral ;sta ussociacix
0 Dr. Antonio Carlos de Arroda Bel tra) renuu-
eiou o cargo de gerente, para qne t aba aido eleito;
c resolveu-se que prevalecease a eleicAo procedida
oa seasio anterior, isto que tesse declarado
eleito o Sr. Ricardo de Menezes
Faculilaale de Olrelto'Jontinusu hon-
tem o conenrso com a trguigao do Dr. Adolpho
Cirne sobre as theses des outros candidatos.
H je iriruir o Dr. Castro F nsica.
ilHb Prlmelro ate Julno-Gim este
titulo orgaaiaou se em Oiinda um Club com 0 fim
de promover a conseguir baix-i nos preg ia da tarifa
de passageiros nos Trilhos Urbanos do Recite a
Oiinda.
Em outra secgio publicamos a acta da installa-
gio do m sino Club.
Orar originalN'um jornal antigo:
Um uigiez. exceotrico como quisi todos os in-
gleses, lembrou se wa dia de fazer ama oracS
p ir sua couta e risco e aem auxilio da Virgem
Mara ou do Aojo 8. Gabriel, metteu mi 18 obra
e no outro dia, logo de manhi, entrava n'ura tem-
plo, ajoelbava diante da imagem de Christo, e er-
gaendo s elbos para elle em atlitude betica,
comegoo :
Seohor meu Jess Christo: T sabes que eu
posan nove casas em Londres e orna laz.-n la no
condado de Essex, por isso, meu Deus, preserva! as
de incenJios e de tremores de trra. DigoaUvos
tambem olbar c m os olhos de c< upaixao para o
condado de Harforsbire, onde existem alguna bens
a mim hypothecados. Emquauto aos mais c->nda-
dua, onde nada pos-uo, podis faser o que bem pa-
recer.
Senhor, cnsolidai com o vosso iofiuito poder o
banco da Inglaterra. Innocnlai no espirito dos
neus ere lores a b indade, para que elles sejam
honrados e se compadegam de mim.
I', eo vos tambem que olbeis para os meus ami-
gos, afim de nio se arruinarcm e virem depois
pedir dinheiro emprestado.
Finalmente, livra-me dos ladies e dos criados
que n affeigio aos bens alheisB, amen!
Prerus do assucarS iciadade Auxilia-
dora da Agricultura de Pernambuco, 15 de Julho
de 1887.Sra. redacto es.As njUcias da Guro-
ebegadaa peloa ultmos vapores alcingam at
reir de siguas annos para c, desorganisada
como se acha pela appanoie nos mercados de con-
sumo de centenas de milhares de toneladas de
assucar, que seos productores podem vender por
menos que o costo da produccio, e deram lugar a
surproduccio e consaqusnte baixa de preg de
que todos sefiram. %
Desapparecendo este estado anormal, e tornan-
do os pregoa a ter por principal factor o custo
da produccio geral, claro que aoa nossos agri-
cultores, alliviados como hio de sel-o forgosamente
de qualquer taxa de exportacio de seus aesucares,
e possuidores doa terrenos mais proprios que baja
ao mundo para a cuitara da caana, s faltar,
para sustentar osan vaatagem qualquer concur-
rencia, habiiitareas-se com o material e peasaal
aecessario a masa consueta exaraccio do a sanear
Sus contm as aa** caaaas. mera qaeatio de
loheiro, ou antes da crdito; e este abes aera
flanqueado, logo qne o lacro da traasforsaagAo In-
dustrial nao for maia snjaito a davidaa.
Ora, julgo poder asseverar-lbes, que o syste-
ma dos premios de exportacio, quer directos quer
indirectos, causa efficionte da Caixa dos pregos,
est para deaappsreeer dentro em breve.
Nio podem ignorar as pessoas, que tm acom-
panhado aa diveraaa phaaea da qaeatio doa pre-
mios, qoe cedende a pressi) da podaros industria
dos refinadores de L pudres e de Gieeaoek, gra-
vemente prejodieados pela imaortacio de asauea-
rea refinados no astraagairo, o govern > 4a (ira
Bretanba tem empregalo todas oa aoeie drjrlomi-
tieos para indoar as nagoas do eootineufe oropeu
a reunneiar ao syslema doa premios ; e nio tem
eolhido resultado algum, porque, em quaoto a
AHemsnha, quj o maior productor e exporta aa-
aualmente cerca de 6IM mil ton laeas, coaaervar
dito systema, as mais nsoSes productoras nio
'2 d passado ; e os peridicos especialmente con-
sagrados a industria aa-ucan ira trecem as pri-
meiras avaliages da importancia da safra vindou
ra de assucar de beterraba, calculadas a vista dos
dados j colbidos acerca da exteneio das superfi-
Cieo plantadas nos principaea panes productores.
Ditas avaliagoea confirman! plenamente as pre-
visoea relativas a mesma safra, que aventurei na
miuha carta de 13 de Juuho, quandoescrevi: que
em teda a Europa, menos lalvcz na Frang, J vi
esperar-se antes dimiuuigio que augmente oa co-
Ibeita da safra de 1887>8, comparada a de 1886
87, a e especialiaei a Austria-Huogria e a Rus-
Bia c imo eede provavel d dimiumeao.
Eis a avaliagio de Mr. Licht de Magdeburgo,
cooatao'e de sua circular d- 21 de Majo :
PA1ZES
Imperio Allemio.
Frang......
Austro-Huogria .
Uussia......
Blgica.....
Hollanda e outros pases.
Totaes .
SAFRAS
1887 !*
T.
1.000.OK)
nO.OiJO
450.lHHi
4HJ.IH-0
100 0'
50.i 00
2.6U0.OX.
185687
T.
1.012.510
500.000
5.6.UO.1
475.1SK)
95.000
50.00)
2.657.5J0
tVISTA IIIARU
Llreugas-for portara da r*n sidencia da
roviucla ue 15 do corrente foi prorogada por 3
un zea a licenca ul' mmente concedida a protes-
aora Mana da Natividade F rreira, seudo um mez
eom o. denado e dous tmente com meta Je.
I'or portara de 16 do incauto mes foi prorogada
por 30 das, com veucimentos aa forma da le, a
liceuga concedida ltimamente ao mspector de
bygiene, Dr. Watbeus Vas de Oliveira.
Trlbanal Sa Jury -Este tribunal func
conou le ntem com a preseaoa de 37 juises de
tacto, sendo presidente aa seasio o hr. Dr. Silva
Reg p r ter dado parte de doeote o Sr. Oliveira
Audri.de.
Fin subj ito julgamento o 2 cadete do 2 ba-
ta Ibao de infantera Francisco Beltrao Qomes la
Silveira pronunciado ao art. 193 do Cdigo en
minal.
A do /Jie tutiche Zuekerinduttrii p-uco difiere
da de Mr. Lcbi ; e .,uibas cuuciuem pela pruba-
bnidade de um dficit maior ou meuor.
Se i esia prob oilnlade juntarse 11 do augmento
do Consumo, que t na Europa foi de 130.000
toneladas nos 1 i meses deeorridos do 1 de Malo
de 1886 a 3 de A ril de 1887 e oioaaionou urna
diminuir de igual impirtaucia ios depsitos,
(120.i 00 segundo Mr. Licht e 140. 00 segu 1 as
Mr. Go. rs.) nao ae pode eatranhar biat^nte o dea-
animo da ispeunlagio diante de scmeihaute p rs
pecina, e o tacto im-zplicavel da permanencia,
jara a assucar base 88 (anlogo ao nosso n. H),
de prego saWiur a l sebs. por qjintal, quand 1
in 1885, em preseiiya de depsitos maiorea e di
maior aafiu al enii 1 coubecida, m-tnteve-se dito
paras cima de 16scbiiliogs.
Pelo menos, e esta a opmiio do Sugar Cae,
inai.it-alada em airigi eiiecavMti da n. de Junhj,
do Jornal de Fabricantes de Sucre a mais perio-
dic a eapeciallatas.
Persist, perianto, em considerar legitima a es
p mug de vender o nosso asiucar ua safra vin-
oura noa mercados estrangeiros |ior maia 2 a 3
achiPiiigso quintal (le 315 e 4M0 jit. por 15kilos)
qae na sufra aoiuai.
Quanto ao prego local, qu-- o de maior nteres-
ae para os nosaua agrieultore, ae a nossa pragt
-alivease em ciruuinatancias noimiea e a coucur
rencia foBae nelia urna realidade, vigorandt o
prego milii de 13 chilliugs nos mercados ingle-
zea, e nan I- Valido em Cunta es 5 % do imLOalo
geral, de que provavelm ut- ficar alli-iado, o ex-
portador dever comprar o nosso broto Oom na
razio de 1*600 pjr 15 k los.
D-ir-n isba elle este dinheiro, le se nio di la-
cros ao maior oumero dos agricultores, peio menos
nio Ibes causara haje pr-juiao, a v ata da baixa
dos salario-? Duvido muito,priucipaliuente quaud ,
v.jo o preg> actual de 11 schilungs9 da por quiu
|al, (diminuindo no preg> d. compra, j i nio dire
- 0 /.. como calculei no mappa que o Diario pu-
b icuu no da 1 de Janeiro, mas 40 /.) corr apm
der co u o cambio de 22 1/if ao prego locil de
la280, e entretanto ser este hojt tij tmente de
Ii0<0.
S ja como for, tendo j, ha cerca de um mes,
enchido mais de duas columnas da Revista com a
expjaigi j das prob bi idades do prego do assucr
na safra que breve vai principiar, nio teria pro-
curad), com tio pequeo intervallo, occupal- .8 u -
vameuie, se por entre as uuvena da vendaval, que
ameaga Varrer do solo pernambucan a sua prin-
cipal industria, nio enchergasae prenuncios de bo-
nauca prxima, e nio me pireceasa urgente com-
munical-os aos meas ex collegas plantadores de
cauna, tio desanimados pelos resultados das tres
allimas safrzs, que mullos delles tere lium na
conveniencia da substituir outras Uvouras a da
anua.
Oque anormal nio pode durar, e nada h*.
maia anormal, que o estado da industria aaauca-
podem abandnalo, >b pena de ver a sua inlus-
tria assucareira ases4erbao1a ao proario eonsumj
iuterno por verdadeira inundagio de assucares
allctniee.
Por laso, tm-se multiplicado no Reino-Unido
moetings a represeatagoaa em ordem de obter-se a
adopcao de direitos aompensadores, ou mesmo
urna solugio mais radical, que sera fechar 1
grande mercado britaanico a todos assacaxes
directa ou indirectamente premiados.
iste alvitre, que seria aobrernaaeira vanUjoao
para ni, nio tem prob ibilidade alguma do ser
adoptado, mas a agitagio um tomado proporgoes
taes, que a questao vai ser levada ao Parlamento
e o governo wglcz ser obrigado a tomar uiaa
meada qualquer pira proteger os interesa, s de
seus nacionaes.
Pm outro lado, a R-iaaia e a AosUs-Hungria,
sem renunciar aoa premios, tem limitado os sacri-
ficios que entend fasor com elles e nao se re-
cusam a entrar em negoeiacoes para supprimil-os.
A Frau;a nao lera objecg.-s a fizar, logo que
com os premios resultantes da lei de 1834, elle
tiver conseguido raerguer a sua industria aasoca-
ruira ao nivel da da Allemanba ; e este ultima
potencia parece boje decidida a redusir oa pre-
mios, eom vista ni) someute de alliviar 04 encar-
gos do Tbesouro como de limitar a nrodoceio-
Para este fim, o governo iin; aeotou um projecto de lei, que approvado pelo
const-lbo fedrale de suppr j tenha sidj volado
peli Rcichstag, e que, aim de difS-ultar os pre-
mios, eltvau 1) a 10 0|Q o rendirrate legal da
betterraba, diminue os drawbwkt us expi)rtagai,
aiindo Oa seos resulta oa sobre o preg 1 do aasnear
preciados por Mr. Dicht nas seguintea palavras,
com que reaatou o artigo consagrado a este as-
sumpto :
Por consegaiate, o fabricante, para nio s .ffrer
o prejuizo directo, resultante da alteragio inteu-
rada nas tazas, devora vender o seu assucar no
mercado livre por maia l,1 10 pf. o quintal de que
sob o rgimen actual, a
Vigorando esta nova lei, como e Allemanha i
boje a reguladora dos preeos aos mercados euro-
peos, poder se contar immediatamente com urna
subiaa de 1 scbilling.
Entretanto, mais importante, no ponto de viste
da suppresaio ou manutencio dos premios, a ut-
titude temada pelo ministro da fazenda. Mr. de
Scho/t na commisso de Rcischstag, onde, comba-
tondo o systema propost) pelo deputado Nobbe, de
imposto sobre o consumo interno e premios directos
para o assucar exportado, expressou-se nos seguin-
tes termos :
O governo nio pude acceitar e sala accetar
o imposto de consumo puro e ampies Coin premiu
direito aa exp rt-.dor. Importara tal aceilagio de
clarar-se, que temos a intengio de Conceder premi
os, o que inteirumente contrario ao nosso modo de
p asar e as vistas do governo. A reetiluigio do
direitos na exportegio ha sido calculada com todo
o cuidado ; e si algum fabricante, por meio de um
trabalho superior eonsegnir economisar alguma
coua 1 sobre o imposto, nem por iaso deixa de aer
real, que nao se fasia tencio dar lh< premio. A
adopcio do systema de piemios directos do Sr.
deputado Nobbe teria giavissimos inconvenientes
nas relages internacionaes ; o resultado seria pre-
cisamente o opposto d'aquelle que o governo pre-
tende obter cem o seu projecto e desenvolvera
a tabricagio do assucar >
C m estas disposigdes por parte da Allemanha,
coadjuvadas pelo ogerisa aos premios, que mani-
festara todos os ministros de fazenda e crescentea
exigencias dos cofres pblicos, o systema premial
nao pode ter mu Innga vida, e todas devem pre-
parar-se para dentro em breve lutar nas coudigoes
naturaes da produccio.
O Sugar Cae de 3 de Maio diz, que ratava-se
de nma confer ncia internacional, para cuidar Di-
vamente da questao dos premios. Nio ser a pri-
meira ; mas de suppor que achara hoje o terreno
melbormente prup rado para chegar -se.senoa sup-
presaio imm -diati.pelo meaos a reduegio progres-
siva dos iremimof.
Portanto, nada de desanimar ; a despeit do iu
fimo prego do assucar, aquelles dos nossos agricu -
torea que trabalbam com apparelhos de reas* no
vacuo nio lm soffrido preju o ; & Usina Pinto
den dividendo aos seus accionistas; fund m-se
outras sobre o mesmo typo, e depois de cou pletada
esta transfi rmagi i noa processos do fabrico, se
anda existirem os premios, nossa industria assu -
careira poder com toda a tranquillidade aguardar
a sua euppressio, pois ella tamDem gosa de um
premio, que Ibe assegura a permanencia do cam-
bio de nossa moeda nacional abaixo do par.
Diminuto boje dito premio, por causa da alga,
artificial promovida e sustentada pelo actual mi-
nistro da fazenda ; mas assim mesmo, nio inte-
rior ao que percebe o assucar aliemio e dentro em
p uco voltai ao que era d'antes, puso expediente,
empregado pelo Exm. Sr. conaelbeiro Beluario,
de repetidos empnetimos 1 xfernns, ni) dVetea
-jue podem ser arvorados em systema accei-
to p ir finalicen os dignos d'este nome.
Aqu nudo, Srs- redactores, repet ndo a senha
que todos devem adoptar :
c Nadad : deaanimir > e sou com estima e c-m-
sideracio cte. etc.
Henrique Augusto Milet.
Representacio iiu auj-Bu 01 no
sabbado representado no Tbeairo de 4aOta I-.ab.-l
a bellissima opera de Marchen Hay Blas pea
c -inuaiihia lyrici italiana.
Esforgram-ie to ios os artistas no desempenhi
de a. us papis, ms couberam as honrs da noite
11 Sra. Rastelli o ao Sr RaVagli, aquella no p*pel
da raiuha e o ultimo no de proiogouista, sendo
p derosa e bnlhaotemeiite auxiliad- s pea .Ta
Dalla-Porta (Casilda) e pelos Srs. Migliazzi (D.
Salustio de Bazan) e Clin (D. Gurilan).
Bastar-nos-ha dizer isto para que s> c mpre-
henda inmediatamente que o Huy Blas f .1 dfs m-
p-nbado como nio se va, ha inulto, nesta sidade.
Ua cinco eximios artistas arrancaran) por muit is
veses calarosus applausos, eepecialm nte oa doue
primeiros, no celebre dueto de amor no 3 acto.
Pena que os nio auxiliaasem a or beatra e os
Coros Nestes, que nio sio numerosos, ha algu
mas voses speras e que nao 111'iaio a tempo,
u'aquella... ha taita le urna batuta. Oreheite
da urebestra deve, jm operas assim, deixar o Dian 1
e tomar conta da batuta. Para compensar a falta
da harpa, segundo requer a ope a, deviam ser
dmittidos mais alguns instrumentos de corda.
Em todo o caso a verdade que a prociosa par-
titura de Marchi ti, causou merecido e verdadeiro
entbusiasmo aoa dillectanti, que em numero avul-
tadissimj tvncorreram a> Manta Isabel, para apre
cial a, e, como se vio, nio siarrepeuderam.
Tiro de esssboacada,Contra o Sr Dr.
Saluaiiauo Jos de O iveira, delegado do 2* da
tricto deata capital, e quando ante-hontem, a 10
e toeia huras da noite, regreasava para a case de
sua residencia no largo da Casa-Fon-, fJ dispa-
ralo um tiro, por alguem que se achava embosca-
do na capoeira que all eziste
Na parte policial, inserta na secgio respetiva,
acba-se publicado o officio que o mesmo delegado
dirigi ao Sr. Dr. ebete do pclicia, relativamente
ao acontecido.
Captara.No dia 7 do corrente, foi captu-
rado no termo de Caruar, Joio Sacerdote de Car-
valbo, eonbecido por Joio Teixeira, o qual, em 30
do passado assassinara a Manoel de tal, conbeciio
por Manoel Chicum, em Liga da Cruz.
Dea valido amorto.Hontem, s 2 horas
la tarde t'alleceu na estugio da guarda eivica do
Recite, Leocadio Marcellino da Silva, couhecido
par Papa, preto, sexageoario e deavalido que, s
11 horas da noite do dia antecedente, fra all re-
celbido caito embiiagado.
Homicidio. Na noite de 4 do correte e no
lugar Papacacinba da termo de Bom Coiue'ho, foi
assassiaedo com um tiro Leopoldino Martina Lei-
tio peloa individuos conhecidos por Manoel Meia-
Noite e Joio Larangeira, as quaes logo apa a
coneumaco do criase, evadiram-se
D inqueritu a ma se proceden, verificou se que
toram o teiiento Joaquim Antonio da Silva e um
seu filho as mandantes de tio brbaro crime.
beaeUcio da Sra. Oarand.Em be-
neficio da sjrmpathtea e intelligente Sra. Regina
Duraad, ana das oselaores artistas da companhia
de operetas, que actualmente trabalha no theatro
Santa Isabel, represeutou-se pela segunda ves, no
domingo 17, a Juanita, mimo a e apreciadissima
composigio do festejado maestro Frans Supp.
O theatro rogjrgitou de espectadores e o des -
empeob) da pega correa regularmente, como na
primen-a noite em que a companhia ezhibio-a ao
publico d'esta cidade.
Em boa hora a direceo ds empresa attendende
observagio que filemos, restiluio o interessante
papel de Gaato ao Br. Miguazzi, qoe tio bem o
desempanhara no theaUo de Variedades, e qae
cantn com incontestavel expressio e sentimento a
marcha do 1 acto, o dueto do 2 e o do 3o, vul-
garmente conheei lo por dueto mourisco.
Este dueto, a valsa e o coro final do 2 acto fs-
raaa sasaaos, sendo eatta muito appiaudidos os
pnacipacs artistas da ctmpanbia e especialmente
a beneficiada qne, alm de riquissimoa bouquets.
recebeu diversas joias.
E' pena que, por causa para nos inteiramente
desconbecida, tivesse a empresa, principalmente
em umi festa artistica, suppnmido o bellissimo
terceto do 2 acto, o preludio d'este e urna polka
do 3", umea omissio que notamos aa primeira re-
presentagio deata pega, pela companhia de que
einp-ezana a Sra. Nighel.
A beneficiada deve e8tar aatisfeita com o publi-
eo d'esta cidade, que sem duvida para moatrar-lbe
o aprey) em que a tem, concorreu na noite de au-
te-hontem ao theatro Santa Iajbel enchendo^) to-
talmente.
Desde que aqii trabalha aind* ni teve a com-
panhia urna tio grande casa.
Mllala TrJmeaael do laatimto do
Cear.Com o fim de propagar e desenvolver o
estudodas eousas ceaienses auxiliar o progresso
das letiras, fund u se na capital da provinota do
Cear urna associago de 12 membros perpetuos,
mti'aladaInstituto lo Cear.
Fez agora eu* apreseotagio ao publico, com o
Io tomo de sua lievi-ta Trmental, um lolh-to de
70 paginas, cuidadosamente redigida, e que traz
alm de actas, a relacio dos aocios, estatutos, etc.,
a vi la de Antonio Ujdriguos Ferreira, o testa-
meato deste, memoria offerecida pelo socio J. Per-
digio, e N)vas cangds popularos de Juvenal Ga-
leno, conhecido e festejado p teta.
Agradecemos a offeria que na tizeram de um
exem lar.
Eoterro do Or. H. K. TeixeiraNo
doming) .1 tarde, depois das ceremonias religiosas
do i-stylo, foi trasladado do convento do S. Frail-
eo para o cemiterio de Santo-Amaro, o cadver
do estrmadissimo e distincto medico peroambuca-
no, Dr. Manoel Francisco Teixeira.
O templo, coberto de luto pesado, eslava replec-
to de amigos e coilegas d 1 finido. R-.rss vezes se
tem visto ueste cidade ti) grande concurrencia
em actos idnticos, prova evidente do quanto era
presado o fallecido.
litirad) da elevada ega o fretro, em que di-
versas coreas funerarias foram depositadas, foi
Oirregado mi at o ccinitorio.
So trala e cinco -O Sr. Dr. Aristides
David Madeira, escreveu-nos declarando que o
numero de escravos por elle e seus parentes liber-
tados, facto de jue opportummente demos noti-
cia e occorrido no engeuho Santa-F, freguezia
da Agua-Preta, attiugo aprnas a tri.it c cio
laaocia fti doa liinrilnnarlu Pro
liuciae ti- feraambuco-No dia 15 do
corrente reunio-se a asaembla geral dessa asso-
ciago em sessi) ordinaria deste mez sob a presi-
dencia lo Sr. Dr. Witruvio Bandeira.
Aberta a seasio, da e approvada a acta da
anterioi.
O Sr. presidente em seguida relata os trabadlos
do mes-social, e na sua exposigo declara, que no
correr d mesmo funecionara o conselho delibera-
tivo em sesr-js econmicas noa dias 16 de Janho
fiado e 7 e 14 de Julho andante.
Substanciando os trabalhos dessas sessoes indi-
vidualmente, fez coohecer aasembl*, que na
primeira fra approvado para aer presente a mes-
ma assembla p parecer da commissi) de syndi-
canci 1 sobre o pedido do auxilio sacial pelo con-
socio Marcolino Ferreira da Luz ; bem como tra
a mencionada comm'.ssio para interpor parecer na
proposta do Sr. Felippe M-nna, indicando para
socio ao Sr. Carlos Los de Seuza, empregado da
Recebedori-i Provincial.
Que na segunda, apreciado o carecer sobre a
referida proposta, foi votado e em resultado decla-
rad 1 socio o Sr. Car os Los de Souza ; f)ram li-
doa e rein-tiidos commissa i de ayndicancia nao
s o balancete da recita e deapesa dathssou aria
relativo s operace.s dos mezes de Janeiro a Abril
nliim >a facbadaa com o Baldo de 1:8184090, por
ter sido a receita de 2:632490 inclusive o saldo
an'erior de 1:5651H70 e a despea de 814400:
como um requenmento oolleetis> dos socioh Df.
Autouio do Reg N-to, Pedro Jorgo da Silva Ra-
mos e Fr incisco Furtado de vleudonga, pediudo o
auxilio social por ter m sei 1 sem causa propria
dispensados da repartigio das obras publicas na
respectiva reorganisagio, sendo approvado um re
querimento do Sr. Lindolptn Campello no sentido
de serem os pareceres dados em s parado e com
reiago a cada um d s associados : e finalmente
f ii aceita a eiimuiagio d 1 iu-idro boj.al 'la Sra.
professora D. Guilhermn Francisca de Arauj
Lns a sua declaracio oi -ial.
Q ie ni ul ima foi approvado um p irecer da
c 1 umissi) de syudicanuia sobre o auxilio social
p -fii'lo pelo consocio Porta o de Mendonga, afim
afim d ser subut ttido deuberagio da assembla
geral : foram lilas e run tiidas a mesma commis-
sio urna proposta do Sr.Silvios indicando pira so
ca a Sra. profeaaora D. Thereza Alexandrina da
Barros -VI lio, a urna petigao do ouaocij Vicenta
Ferreira da Costa Miranda .equerendo o auxilio
social, pjr bitvur sido ap. usado ua reorganisa-
gio di repirtigio das obras publicas do empregs
asa u-llaarela sem motivo; e finalmente veio
a in s. um cxeinplar da obra A'gumaa notas ge-
uealogi'-as -livro de faunia,q id por intermedie
do Sr. Dr. Vic-nte Ferr r ie Barros Wanderley
Arauj 1, fra nff rtadj para 1 bibliotheca daisso-
-lagio pelo seu aator o Ilustrado Sr. Dr. Joas
M'Ui'-s de Aira-ida manlmdj-se agradecer
dan lo-sc-lhe o devidi destino.
T. rm.nado este relat n i e entrando so na or-
d--m d s trabarnos, foram i:pprovados os respetivos
pareceres e c mcedi lo conseguintetnent o auxilis
ios Maic lu i Fcrreia da Lux e
Francisco Furtado de Meudjuga; fji rejeitada
urna propnsta de diversos s icios para comprar-se
um reio noitas do Sr. Fulippe M una, urna no sentido da
firmar se tem direito ao auxilio o socio que priva-
d > de se is veiienne .to, t- uha tempo e por iaso di-
mito '.pjaentagao, antes de eer-lhe esta denega-
d ; e -u'ra para que se delibere -sobre o moda
de conciliar a ditpi icio do artigo 87 dos estatu-
tos com a do 71, de forma que fique claro quan-
do o s c o que uio requer, passa de effectiv;
corr. sp idele
E nao havendo mais nada sobre que tratarse
o Sr. p. aulent levanta a seasio.
Viitia de laiirses Na nonte de ante-
h n cin para hnii in foi visitado peloa ladrees o
arm zeic de materia- s, sito a praga da Concordia
n. 7 e perteiiceute a Sr. Vicen e Ferreira da Al-
buiuerjdi: do Na-icun- nto.
Nada r ubaram p ir uio Ibes agradaras madei-
ras, tijollos e cal, que contera o armasen?, mas ar-
romh uain moa carteira, onde t- encoulraram pa-
pis e ten arara forg.r o cofre, que nio coase-
guiram.
Iiierivel audacia r -v r m oa ladroes qu- visi-
taram o referido armazn!, pois junto a* mese*
acia-se a 1* eatagio da Uarda cvica.
fanuaalaaso O Sr. Cicero Brasileiro do
Meilo ua ante de 16 do corrente, por occasiio ds
casam-nto d- sua sobriuba D. Mana Olindina da
Mi-llo, fez entrega d caita de liberdaoe aem onaa
algum ao seu uuico scraviaado de nome Francis-
co com 18 ou 19 annoa do idade.
esnaneroaa prole. Ae LiberUdtr, da
Ceai, escreveraa de Aasumpcio o ssgainte em 2
do passado:

^





Diario de Peraamfcoco--Terfa-feira 19 de Julho de 1887
i
f.
p.
Cora 78 annos de >dde falleceu boje o respci-
tsvel anciaa Joauui Marques oa Santos.
> De sea anmmto, qae teve lugar em 1831,
provjio aa aniar.>8% prole, coostaote da 15 fi-
Ibot, 148 netos e 53 bisnetos
Era oa vardadeiro patriurcha do aeio de toa
familia, e geralmease estimado por aeoa conterr-
neos.
< Na pasatgem de su* vida deiza os saais lumi-
noso tracoa de uro pai ezrriaoao, amigo sincero,
polmc i leal e ehirato firma.
P^rt oei ao p.ni lib-ral, cujo ezemplo
seguido pir aeua filhoa e georos, eleitores d'esta
parocbia.
Apesar de pobre, otiatra aemore oa mais
elevados aentiinentoa religios *, faieudo doag> de
diversas alfaiaa 4 c -pella deale lugar, o algunas
de valor, como orna lampada de prat de cueto de
A perda. pois, de um cidado to reeommen-
davel p ir seus servaos e virtudes nao poie drizar
de ser Bentiia, e pruduiir um vacuo de difficil pre-
euch ment,
O rauco do vapAi' toar. Ni Gateta
do Norte, f >lha d Cear, de 4 dj correte, letnua
a aeguinte Doticia :
O casco do vapor Cear, presa das areias, que
correm dos rarr"i e se aecumniam em derredor
delle, toi veodido em leila >, no dia 29, por 1:000*.
wua inaatreacao, mova e aervico de mesa,
grandemente estragado e redusido pelos turtos,
produsio, inclusive algum c^rtra e encommeodai
nao r clamadas, cerca de 3:<(K.
Kieleao de Irmandade Est asaim
composia a nova m-aa regedora que te n de reger
eata irmnndade no anno de 1887 a 1888.
Provedor
Theodoro da Silva C*mnello.
Secretario
Joo Francisco Torres Bandeira.
Procurador-geral
Amaro Joaquim d i Espirito-Santo.
Thesoureiro
Pedro Alezandrino Franco.
Procuradores
Mathiea Alezandrino Alves.
Jie Henrique de Araujo.
Definidores
Ludgero Lopes Lima, Prim nio Francisco dos
Sant s, Juvino de Mendonca Ribeiro, Manoel de
Miranla Castro, Miguel Joaquim da Silva. Eloy
Martiniaao Lopes Galvo, Luiz Eleutherio de
Sant'Auna, Manoel Pedro Francisco dePauU,
Olympio Francisco das Neves. Antonio Mendes
Pereira Machado, Hortulano Gregorio Pacheco da
Costa. Dyoniaio Fernundea Dias da Silva.
/. i ador
Manoel Guilbrme do Naseimento.
Conferencia em |lada-Eateve bas-
tante concornda a 3 das conferencias promovida
pelo Club D. Jos rcaliaad* no dia 17 do cor-
rente.
Occupou a tribuna o Dr. Puaelante da Cmara
e a parte recreati va foi precnchida por artistas
de mrito. Quer a eate3, quer aquelle o publico nao
resgatJou sinceros applausos de que se tornaram
credores.
Libertaros. Diz a Gazeta de Goyanna, de
J3 do corrente :
O Sr. Aff mso Corris de Crasto, reaidente
n'esta cidade, libertou, sem onua e lem condico
algores, seus tres escravos Marjal, Joaepba e
Mara.
i Acco to humanitaria e oue tanto eleva ao
cavalheiro que a praticou, nao podio deizar de ser
por nos registrada.
< Mais urna licci) para os terriveis negreiros
Q'esta comarca.
Lemos no Lidadw, da cidade da Victoria, de
16 do corrente, o seguinte :
O Sr. eapiio Paulino Teizeira de Carvalho e
seus filbos libertar im o escravo Joaquim, de 22
annos de dade, nico qne possuiam.
< Joa |uim e o nosso impressor e distribuidor, a
um rapaz carioso e de ptimo comportamento.
Carmelita* decalco=Eita sociedade
featej >u sabbado ultimo o !" anniversario de sua
installacl1 em a ana sede ra de Paulino C-
mara.
Conston a festa de urna ladainha a orcheatru
s 7 horas da noite no salo le honra onde res-
plandeca por sobre um altar caprichosamente
decorado a Virgem do Carmelo ; e, tocando nos
intervallos a philarmoaica 14 de Marco.
Esteve na altura dos desvrlloa e amor a insti-
tuico de que sao proselytos, a festa dos carinc-
litas descalzos.
Pliarmarla *merlran=s Sra. A. M.
Veras C, pnarmaceoticoa e droguistas estabe- |
lecidus ra do Duque de Cazias n. 57 com a
Eharmaeia sob o titulo cima obaeqaiaram-no
onte.n com duas amostras de dous productos da
industria nacional ubtiias em sen laboratorio. O
prmeiro urna agurdente de canna destituida da
parte que Ihe d o aroma caracterstico e tornan-
do-se desta forma urna bebida innocu i ; e o le-
pando um alcool tambom de canna rectificado a
40 e desinfectado.
Pelos resultados que depois de apurados estu-
dos e prolongadas ezperienciaa poderam obter, os
Sr. Veras & C, o alcool rectificado e desinfec-
tado torna-ae prop-io para a preparacao das
tintaras h mae ipathicas, paia que o deatinarem e
timbero para uso photographico pala sua pureza.
Ejses dous productos fasem honra referida
pharma ia.
Eamola^A de 50) ri que n;s envioa
hontem o Si. J. S. A. demos o destino que
pedio.
Falleclmenlo De insufBciencia aorti:a
falleceu hootem de madrugada em Beberibe, oode
resida, o capito Manoel Alezandrino da Albu-
querque Pita.
Era o fallecido solfeiro, natural dalli e tinba
70 anno de idade. Fizera toda campanos do
Paraguay, pelo que cbteve diversas medalbaa e o
habito de Cbristo.
Dotado de um exeellente carcter era estimado
por todos quantos o conbociam.
O sea corpo foi sepultado no Cemiterio Publico
de Santo Amaro, e all preatou as honras fnebres
a que tinha direito o finado urna guara do 2
batalbo de infantaria.
Vilano Hadare i Sr. Pocas Mondes &
C, mercieiros eatabelcidos ra Larga do Eo-
sario o. 9, acbaaram de receber nova remesa do
vinho paro da ova denominado Maduro, obae-
qaiando-nos com duaa garrafas delle.
Provamol-o e achamol-o ezc^llente e capas de
tentar ao maior refractario em tributar hotnena
gen ao den Bac.-hj e, o que mais capaz de
auxiliar oa convalescentes e anmicos.
Recomoeodamol-o, pois, asa que delle neceaai-
tarem.
Jas denasitre0 Agrario, folha do Para
de 1 do corrente, d, sob es a epigraphe, a seguinte
noticia :
Como pilheria, mas contendo algum fundo de
verdade, tem-se dito aqu, nao poucaa vezes, e at
mesmo j na Europa : que os urubs, na capital
da provincia do Par, desempenham as fanecoea
de auxiliare da Cmara Municipal, ooncorrendo
para a limpesi da cidade, com o facto de se ali-
mentaren] nos detritos e podridoes animaes, que,
por toda a parte se enesntram atirados praias,
roas e prac>.
Sao nteia, portento, limpesa publica eatee
aaziliadorea da nova ospecie e dignos por isso de
alguma conaideracao de parto doa beneficiadoa
municipea, os quaes nao devem ficar de todo in-
differentea a um grande desastre que Ibes aconte -
ceu.
Era pouco mais oa menos seis horas da tarde
4o dia 25 do mez fiado, ease povo alado, brincava
nos ares em meio da briaa ciue aoprava, qoando,
engrossando, o vento converteu-ae em tromba e
colheodo-04 ao fanil que formara os toi arrebatan-
si* al sumil os na profndela da atmorpbera.
Sobrevindo a noite nao roram v3tos descer
d'etia.
E nos seguinte dias at hoje a diminuta quan-
tidade dalles, que notada, ter escapado indos a
crtr : que oa deceram muito longe d'aqai a nao
torern anda podido voltar cidade, ou a ascenca >
tecou a ponto atmospherico em que a rerefacio d i
do ar os aspbyxiuu, oa tambem foram fulminados
pelo raio, se, na passagem tocaram navem carre-
jada de eleetri ,'idado.
Fosee o que fosse, entretanto o certo que a
quantidade agora existente muito inferior ma-
tad* do que em toda a cidade se dava ao servico
da limpesa antes do desastre que a elle ac ite-
esn
Hydropbobla oa lourura -O Diario
de UeUm, de 9 do corrente, d etta noticia :
. Honteu, s 11 */a horas do dia, no largo das
Merix, nm preto trabalhador nos canoa de eagoto,
levautou se repentinamente do logar em que esta-
va e invisti contra am trabalhador da Altandega,
dando'lhe alguma dentadas.
i A victima poade felizmente deembaracar-e
logo e o ofeiis atirando-e no chao debateo-se ahi
por algum tempo, mordendo pedrss e enchendo a
bjeca de areia.
E>sa cai.i, como era natural, attrabio e atten-
cio da aas quantos saaaavaaa, de orte i|ue em
um momento o infeliz ficou oercado de grande nu
mere de pessoas, qsm zagiaan amedrontadas dos
movimentos que elle fasa com a bocea abert e
ensanguentada, dirigindo-se a todos com aiaeacas
de mora>r.
Ap< esta lucta, que luruu alguna minuto,
conaeguir^m amarrai-o dentro de ama carroca e
condusil-o para a oadeia publica .
tundecoracae ealraogelra-A.-abam
de arr agraciados com o diploma de commeu lador,
pelo respectivo miuiaterio dos Estados-Uui ios de
Venezuela os Sr Felinto Xavier Pereira de
8ritto, conlercnte da Alfand -ga do Para, o vis-
conde de ('hanteoup e outros muito cidadaos.
Reuolao norialII i h>je a segumt
Do Gremio Recreativo Familiar, s 6 e 1/2 ho-
ras da larde, em aaaeinll* geral extraordinaria,
afin de t'mar conhitcimento de cortos fastos que
reclama ni urgdncia, em sua s le ra do Impera-
dor n 19, 1 andar.
Directora dan obra* de eoaaerva
cao doa portoaBoletim meteorolgico do
lia 17 de Julho de 1887 :
H 'S V a
floras o a -S S O MI Barmetro a Oa TrasSo do vapor 1 i H
6 m. 21 -4 63"i08 16,47 86
9 228 764'5J 17,42 85
12 259 76374 18,58 74
3 t. 2l>1 7tl>95 18,58, 74
6 24'7 76i">(>21 17,68' 77
Temperatura mxima27*,0O.
Dita mnimazl',25.
Kvaporacao em 24,horas ao sol: 4<",7 ; som-
bra: 2-,0
Chava1">,3.
Direccao do vento: S\V de ineia uoite at 2
horas e 42 minutos da manh ; WSV? al 3 horas
e 58 minuto ; SW at 5 horas e 25 minutos ;
SSW al 7 horas e 32 minutos ; SW cm inter-
rupvo de 6 minutos WSW, at 10 horaae 12 mi-
nntos ; SSE com pequeas interrupcoes de SE,
at aos 49 minutos da tarde; SSW variavet entre
S e &W at 9 horas e 31 minutos ; WSW at meia
noite.
Velocidade media do vento : lm,98 por segando.
NebuJoaidade media: 0,55
____________Boletim do porto
2
s-S
M.
M.
M.
Dia
17 de Julho
18 de Julho
Horas
211 da tarde
817 .
253 da manh
Altura
2,""14
0,">7t
2,ra21
eliam-rJUeciuar-Mj-uy :
Hoje :
Pelo agente Gusmo, s 11 horas, ra do Mar
qaes de Oiinda n- 19, de mobilias, pianos, quit-
aros etc.
Amanb :
Pelo agente Pestaa, ao meio dia, rna do Vi-
gario n. 12, de predios.
Pelo agente Martin, s 11 hora, na prac-^
do Conde d'Eu n. 9,de m>vcis, pianos, espi.his,
quadros e vidros.
Pelo agente Pinto, s 10 1/2 horas, ra do Ba-
rio de S. Borja n. 45, de movis de diversos osos
e de goato.
Quinta-teira :
Pelo agente Pinto, s 11 hora, roa do Mar-
qaez de Oiinda n. 34, de miudezas, ferragens e
perfumara.
Pelo agento Brito, s 10 1/2 horas, no pateo do
Terco n. 98, de 1 piano, movis e vidros.
Mlaaaa fnebre.-Serio celebradas :
Hoje :
A's 8 lioras, na matriz da cidade da Escada,
pela alma de Autonio Marques de Hollanda Ca-
valcan'e; j 7 hora', oa igreja da Madre de Oeus,
pela alma de D. Mana de S.
Quarta-feira :
A's 8 horas, na igreja do Espirito Santo, pela
alma de Jos Alves Tenorio.
Quinta-feira
A's 9 horas, na matriz de Santo Antsnio, pela
alma de Caeimiro Lucio Jorge.
Sezla-teira :
A's 7 1/2 horas, na matriz de S. Jos, pela
^e Joa de Azevedo Lages.
Paaaasrelroa Cnegadoe dos portes do norte
no vapor nacional Camilla :
Antonio Goncalves de Oliveira, Antonio Manoel
Vaz da Motta, Jos Porane, Silvio Cassane, Do-
menico (irisante, Roa Chatre, Marcos imperial
marnheiro, Claudina Baltar, Emilia Baltar e 1
criado, Jovina Baltar, Jo.- Moreira da Rocha,
Bcrnardino de Senna Duartc, Miguel Siaidine,
Julio C. Braea, Germano Ignacio de Araujo, Ma-
na Alexaodrina, Francisco Antonio da Brito, Cus-
todio Figueiredo, Deodato Pereira Borgea, Jos
Ferreira da Silva, Georg Scott, Dr. Joa Prea
Raogel, Joao G jncalvea.Coimbra c Sebastin Her-
minio du Almeida.
= Sahidos para o sal no mesmo vapor :
Felippe Jorge e Abrahan Francis, Joo Fran-
cisco dos Santos, Philomena, W. Korffr, Arthur E.
de Barros Pimentel, Antonio Augostc Pereira da
Silva, J. de Oliveira Bastos, Joaquim R. Villare,
Aristides Rodrigoes, Dr. Alexandre AfiFonso de
Meara, 6 aprendices marioheiros, soldado Joaquim
Vieira Lima, major Jos francisco Ribeiro sua
senhora e 4 filbos, Glime William e madame S.
William, Rapbael Francisco de Oliveira, Antonio
J. Fernandes, Marcolina C. F. Fernandas, A na
N. Pimentel e 2 filbos e Arthur William.
Sahidos para o norte no vapor nacional Mu -
naos :
Joa Gomes de Cerqueira, Iaaac Zavolaa, Jo
seph Salomn, Jos Leite de Amazona Brasil,
No meamo conaiarorio estarlo expostas as nr
nae a espberaa a apraaiaeau do publico.
"Os bilhetes garantidos acham-ae venda na
Caaa Felis na praga da Indepeadeneia ua. 37
39.
Tammbem acham te venda na Cata da Fortu
na rna Prmeiro de Mareo n. 28 de Marti F.u-
aaft C.
As=im como na Casa d O'ir- na a o> Baro
da Victoria n. 40 de Joo Joaquim a Costa
Leite e na Roda da Fortuna na roa Larga do Ro-
sario n. 36.
IjOterla do brao-ParaA 5a serie da 11'
lotera desta provincia, pelo novo plano, cajo pre-
mio graude. 1UO:O0OJOOO, ser eztrahida amanh
20 de Julho.
Os bilhetes achuin-se venda na Casa da For-
tuna roa Prmeiro de Marco n. 23, de Martina
Fiusa & C
Tambem acbam-se venda na Roda da For ;u-
na ra Larga do Rosario n. 36.
Lotera da provnola do Paran
A 19* lotera desta provinciajielo novo plano, cu
jo premio grande de 15:000*000, e eztrabir
hoje 19 dd Julho.
Bilhetes a vonda na Casa da Fortuua, ra
Prmeiro de Mareo numero 23, de Martina Fiu
x & C.
Lotera da Parabybacata lolena cujo
premio grande de 20:000*)JO ser extrahida
no dia 21 de Julho s 3 horas da tarde.
Os bilhetes acham e venda na Casa da For-
tuua ra Piimeiro de Margo a. 2, de Martina
Fiuita & C. '
Tambem acham-se venda na Roda da For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Cetnlterlo Publico.Obituario do dia 16
de Julho :
Marcolino Candido Camillo, Parahyba, 22 anno,
annos, solieirr-, Boa-Vista; elephautiases dos gre
gos.
Mara das Nev Rodrigae, Rio-Grande do
Norte, 23 anno, Santo Antonio; tubercuhs pul-
monares.
Pedro Affonso Maryach Aodrate, Pernambuco,
29annos, B)a-V=ta; febre typhside adynamica.
Casemiro Lacio Jorge, Pernambuco, 65 anno,
casado, Santo Autonio ; ulcera redondada do esto-
mago.
Manoel Martin de Atevedo, Pernambuco, 20
anuos, aolteiro, Boa-Viita; tubrculos pulmona-
res.
Jo6, Pernambuco, 37 auuos, solteiro, Boa-Vis-
ta; tubrculos pulmonares.
Udefjcso, recemnascido, Boa-Vista; desin-
teria.
Julia, Pernambuco, 8 annos, Balem; infltma-
co.
^ 17
Lindolpho Ferreira das Nevee, Parahyba, 34
annos, solteiro, Boa-Vista; taberculog pulmona-
res.
Anna Mara, Pernambuco, 15 annoa, casada, S.
Jos; gast-o dynia.
Josepha Mana da Oonceico, Pernambuco, 18
annes, casada, S. Jos; taberculos palmonarea.
Joaquina Mara da Purificarlo, Pernambuco,
60 auuoa, solteira, Boa-Vista; diarrha.
Mara, Peraambuco, horas, Boa-Vista; debili-
dade congeni ta.
Dr. Manoel Francisco Teizeiri, Pernambuco,
53 anuos, solteiro, Recife; berib t anomal.
Bernardina Hermenegilda da Conceicio, Per-
nambuco, 85 annos, viuva, Boa-Vista ; congesto
cerebral.
Joaquim Martiaiano doa Res, Pernambuco, G
anuos, solteiro, S. Jos; febre typhica.
Puulioo Jjs dos Santos, Pernambuco, 40 an-
tora n. 11 por cima da Pnarmacia F an-
ceza, e das 2 a 4 oa mi do Vigario a. 4,
nos, casado, B ja-Vista ; anasarca.
CHRONiCA JUD1CIARIA
iiini;i Commercial da cidade do
Recife
ACTA DA SESSO EM 14 DE JULHO DE
1887
PBESIDENC A DO 1LLM. 88. COMMEHOADOB TOHIO 00-
11F.S DE MIBANDA LEAL
iSecreario, Dr. Julio Guimarei
A's 10 horas da manh declarou-se aberta a
eiso estando presentes os Srs. deputados Olinto
Basto, coinmendador Lopes Machado, Bel trio
Jnior e Figueiredo.
Lida, foi approvada a acta da sesso anterior,
e fez-se a leitura do seguate
BXPBDIHKTB
Officio de 28 de Jaabo ultimo, da junta om -
merciai da capital do imperio, acompanha lo da
relaco dos commerciantes all matriculado i du-
rante o mez de Maio ltimamente fiado.Aceta-
se ae a recepeo e archve-se.
Officio de 9 do corrente, da junta dos correcto-
res desta praca cobrindo o boletn das cotacoes
officaes de 4 9 do presente mea. Para o ar-
chivo.
Diarios oteiaes de ns. 178 a 180. Archi-
vem-ae.
O n. 12 do Jornalaos Economista*-. Archive-e.
Foram diatribuidos rubrica os seguintes
livros :
Diario de Alheiro 4 C.; copiadores de Antonio
Jos Maia tk C. e de Silva & Alves.
O Sr. commendador presidente dan scieacia a
junta que deferio juramento aa forma da lei e
mndou passar a carta de regiatro do lugar Nep
tuno outr'ora Gatelle, de nacionalidade allem,
propriedade de Antonio da Oliveira Maia, qne o
comprara em haata publica por intermedio do
agente de letl Francis n Ignacio Pinto, sendo
dito lugar do porte de 336 toneladas metrieaa.
DBSPACBOS
Peticoea :
De Joaquim Francisco de Mello Santos, tendo
cumprido o despacho de 2 de Julho de 1886, pede
que ae mande registrar a marca que adoptara para
o tea commercio de fumos, ra de Marcilio Dias
n. 122 Regiatre-ae, declarando se que o genero
de commercio tmente fumo.
De Antonio Caphedorio de Carvalho, para que
he passara Jos
l. andar-
O Dr. Lobo Mascan?, de volta de ana
riagera ao Rio da Jame ira, conntia ne
oxercicio de sua proaslo. Consitaaa das
10 s 12 horas da manha Especialdades
aperares, parto e molestias de s-ohoras e
meninos. Ra da Gloria n. 39.
Dr. Barrtto SampatB di consultas de
meio-dia s 3 horas no 1. andar da casa
a ra M Barao da Victoria, n.'51. Resi
deuda raa Seta da Set tarara n. 34, en-
trada pela ra da Saudate n. 25.
O Dr. Castro Jess tsm o seu consul-
torio medico, ra do Bim-Jess n. 23,
sobrado.
Dr. Gama Lobo medico operador e par-
teiro, residoncia raa do B. do S. Borjs n. 26.
Consultorio: ra Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das 11 horas da manh s 2 da
tarde. EapeciaJidade : molestias e opera-
res dos org3o8 genito-uriuarios do hornero
e da mulher.
Dr. Joaqaim Loureiro medico e parteiro
Consultorio na roa do Ctbug n. 14, 1.-
and-v, de 12 s 2 da tarde ; residencia no
Monteiro.
Conanltorlo Honaieopatico
O Dr Miguel Themudo, medico ho-
mmopatioo, tem o seu consultorio ra do
Baro da Victoria n. 7, 1. andar, onde
d consultas diariamente das 12 s 3 ho-
ras. Chaados por esoripto a qualquer
bora do dia ou O Dr. Marros Gtsluttarfiea
Pode ser procurado no 's riptoro d ;ste
Diario das 11 horas da manh s 5 da
tarde, todos os das.
O Dr. Milet mudou seu esjriptorij de
advocada para ra do Duque de Cazias
n. 50, 1. andar.
Drogara
Francisco Manoel da tiva <& C. depo.
titanos de todas as especialidades pharm
jouticAs, tintas, drogas, productos chimic
s medicamentos homceopati<:oa, ra do Mar
quea de Oiinda n 23.
Drogara
Faria Sobrinho & Q. droguista por atta-
cado, ra Mrquez de Olimla n. 4l.
Herrarla a Vapor
Serrara a vapor e offiema de carapina
de Francisco dos Santos Macedo, caes
de Capibaribe n. 23. N'efie grande esta
belecimento, o prmeiro da provincia neste
genero, coinpra-se e vndese madeiras
de todas as qualidades, serra-se madejraa
de conta alheia, asbim cocao se preparara
obras de carapina por machinas e por pre-
go sem competencia Pernambuco.
Caaa de Modas de J. Baatoa k C.
A ra do Cabug n. 2 B, estabeleci
ment de modas, enuontrariio os freguezes
grande e variado sortimento de fazendas
de seda, l e algodo, o qu de melhor se
obtem nos mercados do Far.s e Lvon.
seus capitaes correado o ris :o de ter ou nZo
ter lacro i e ao passo que touaou gran les
eocargoi de ezeuntar no-va dispeodlosas
obras ao mesmo tempo diminuto muito o
preco d'agua na casas, ao depois, por
si somonte, a Companhia do Beb '.riba an-
da mais diminuid o prego d'agua as ca>
saB, de modo que ao mismo tempo que
e>upregou muitea -.ayitaes novos, o preco
d'agua baixou 50'j, a untada, a um pro-
co intimo ao alcance de qualquar bolsa.
Nenhuma appli^a^So tem o ezemplo,
neohum pret-ixto pode haver para repre-
sentagao contra a B iberib?, mesmo im-
possivel articular urna queixa justa.
Nada tanbo que intarvir nos negocios
nem com a quasio daqualle camiabo de
farro, dafan lo som ;nte da qu aou fundador, sou antlg ac donista.
Um accionista do Beberibe.
Alguui** consider .it;des sobre
aa aoeled idea iiouviuis eiis-
tente tiesta provincia
XVIII
Nao posso ouvir na pronunciar esta*
palavras que nj diata uns ustremejimen-
toi i
St>u o verdadeiro patriota
Amo a trra em que nasc (onde canta
o sabia no Porto ') nomo oinguem 1
E aqu fiado porgue depois de tado ist*
so diluvio I...
Julhj, 13 de 1887.
Ignotiu.
Decreto de is de llar* de
1835
A regencia p-rnaaate em nome do Im-
perador o Sanhor I). Pedro Segundo, qae-
rendo obviar as duvidas que aa tem sus-
citado na Relaco desta ci lade, sobre o re-
gular n lamento dos feitos, nos casos de
interposijo de revista por alguma das
partes, havendo embargis admittidos aa
banaellaria, ha por bom, uzando da fa-
culdade que Ihe uonfare o paragrapho doze
do artigo c-mto a lous da constituigao, de-
clarar, que, admitti loa os embargos aa
PLBLIC4C0ES A PEDIDO
Oiinda
se r.gistie a procurado que Ibe passara
Jos Pereira de Brito, Emilio Leopoldo, Capitulino'Bernardino de Mattos Quimaraes pra gerir e
e Rosalina, criados, Antonio A- de M Meaquita I administror seu eatab tic.-imento de secos e mo-
PiaMntel, Dr. Joao Machado da Silva, Antonio J. I Ihados situado i. villa de Agua Preta, ra de Pau
de Sonsa, Carolina de M Alberto Tavares da Cunba Mello, Lanro Tavares
da Cunba Mello, 1 criminoso e 2 pracaa, Henriqne
Antnne, ua senbora e 1 cunhada e Nicolao de
Oliveira e Silva.
Sahidos para o sal no vapor allemao Buenos-
Ayres:
Dr. Jos da Costa Carvalho Quimaraes, Jero-
nvmo B-rnardo de Oliveira e Camillo Morat.
Operace* elrtirarlcaForam pratica-
das no hospital Pedro 11 no dia 18 do corrente, as
ae^uiutes :
Pele Dr. Berardo :
Ezrraccao de catarata senil dar pelo proeesso
de Wecker.
Pelo Dr. Pontaal :
Posthotomia a bistur indicada por phimosis.
Caaa de DetencioMovimento dos pre-
soa da Caaa de Detenco do Recife no dia 16 de
Julho :
Ezistiam 370; entraram 6 ; aahiram 13 ; ezis-
tem 3B3.
A saber :
Nacionaei 325 ; mnlhercs 15 ; estrangeiros 12 ;
^acravoa sentenciados 5 ; dem proceasado 1 ;
dem de correccao 5.Total 363.
Arracoadoa 323.
Booa 304; doentes 19. Total 323
Movimento da enfermara.
Teveram alta :
Manoel Velloso Wanderley de Mello, Antonio
Bernardo da Silva, Filicio Joaquim do Reg.
Lotera do CearttEata acreditada lote
ra cojo premio maior de 15:000000 aera ez-
trahida no dia 25 do corrente.
Os bihete acham-se venda na Roda da oFr-
tnaa ra Larga do Rosario n. 36.
Tambem acham-se a venda na Casa da For-
tuna 4 rna Prmeiro de Marco n. 23 de Martin
Fiusa & C.
0 n. 2.306 da 3' lotera eztrahida hontem
(1S) premiado com a sorte de .3:000* foi vendida
pela Casa da Fortuna.
Lotala ta Eaalrlto Manto-A 4 par
te da 2 lotera desta provincia cojo premio gran-
de 60:000*000, sera, eztrahida no dia 22 de Ju-
lb.
O bilhetea seham-se venda na Roda da For-
tuna na ra Larga do Rosario n. 36.
Tambes acbam-se a venda na Casa da .For-
tuna rna Prmeiro de Marco n. 23 Martin Fiu-
sa 4 C.
Lotera da provlaaela A 8a lotera, relo
novo plano, cujo premio grande 4 de 12:000*000,
em beneficio da igreja de 9. Pedro do Recife, se
eztrabir quando for annnnciada, a 4 horaa da
De Mara & Rezende, para que se mande re-
giatrar a nomeacao de seus caizeiros. -Regstre-
se, depois de satisfeito o parecer fiscal.
Proferio-ae o despacho deferida as seguin-
tes peticoea aolicitaado-se o registro de nemeacoes
de caizeiros de :
Marcelino Lopca & C.
Torres & Irmo.
A. Dncasble.
Viava de Constantino P. F. da Silva & C
Jos Lniz da Fonseea Magalbles.
Manoel Joaquim Ribeiro & C.
Miranda Alves de C.
Duarte C.
Carneiro de Sousa 1C.
Joaquim Conrado de Aguar, ra do Rosario n. 20.
O mesmo, rus do Rangel n. 12 A.
Da Machado & Pereira, para que se d baiza
no regiatro da nomeacao de seu ez-caizeiro Al-
fredo Tiburcio Ferreira.Como pedem.
De Jeronymo Bruno e Waltrido Carneiro da
Cunba, para que ae archive o contracto de socie-
dade em nome co'lectivo sob a firma ds Jeronym >
& O. com o capital de 1:742* para o commercio de
gneros de estiva nesta praca ra do Conde da
Boa Vistan. 7j.Archive-se.
De Joaquim Francisco de Mello Santos, para
que se di baiza no registro da marea n. 135, sob
a denominacao Triumpho e sob a firma de
Mello Santoa & C. ra de Marcilio Diss n. 74.
D-se a baiza pedida, de coaformidade com o
parecer fiscal.
De Bruno da Silva Carvalho, Cesar Lopes &
C e Manoel Vieira Nunes, para qne se d biiza
em caizairo.Como padem.
Mappaa :
Doa armasen alfandegados na. 18, 20 e 23 da
Companhia Pernambucaoa.Archive-ae.
Dos armasena alfani gados rna do Commer-
cio ns. 3, 5, 7, 9 e 11 dem.
Peticlo de Antonio Munis Machado, adminia-
trador do trapiche Barbosa declarando qne no ae -
mestre findo nao houve entrada nem saluda de
mercadorias em dito trapiche. Archive-se, de
cooformidade com o parecer fiscal.
Continuara sobra a mesa os papis de Azevedo
4 C.
Nada mais havendo a tratar foi encerrada a
a easo a 11 hora e 1|4 da maoh.
INDICAQOES TE1S
Medico
Urde, e, no con.i.torio dn igreja de No... Senbo- ?r-,Pa fiabrinko d consulta, da
ra da Coneeico do. Militare. o1* <* 1 1/2 na ra do Bario da Vio-
Acta da 1* sessao do Club Prmeiro de
Julho. Aos 17 dias do mez de Julho de
1887 no palacete n. 5 da ra do Sol des
ta cidade, estando presentes os Srs. passa-
geiros da estrada de ferro do Recife a
Or ida e Beberibe, abaizo assiguados, o
Sr. Joo Goncalves Torres sendo accla-
mado presidenta, coovidou para servirem
como secretarios os Srs. Jos Rodrigues
do Passo Netto e Laodegario Padilha, de-
clarou que a reunio tinha por fin delibe
rar se qual a attitude que deviam tomar os
meamos passageiros, em vista da partira
oia da directora da dita estrada de farro em
manter os pregos elevados de suas p sa-
gena, nao obstante as justas reclamacoes
dos referidos passageiros que j se satisfa-
ziam com urna pequea redcelo nos pro-
cos das assigoaturas de Ia clesse e com a
creacSo de series de bilhetes na 2', nao
sendo nisto meamo attendidos como se vi
da resposta que a mesma directora deu a
um abaixo assignado que Ihe foi dirigido.
Em seguida o mesmo Sr. presidente
propoz que se organisasse um Club, o
qual denonominar-Be-ba Prmeiro de Julho,
com o fim de piomover pelos meios legaas
a reduegao dos precos das passagens na
mesma estrada de ferro. Approvada esta
proposta, passou se a eleger a directora
do Club, sendo eleitos: presidente, o Sr.
Joao (jfoncalves Torres; vice-presidente. o
S/. Manoel Bernardes de Oliveira; Io se-
cretario, o Sr. Jos Rodrigues de Pasaos
Netto; 2o secretario, o Sr. L'wdegario Pa-
dilha ; thesoureiro, o Sr. Dionisio da Silva
Guim-raos ; orador, o Sr. Jos de Moraes
Quedes Alcoiorado e adjuncto o Sr. Joao
Dionisio Filgueira. O Sr. PaBSO Netto
propoz que desde j se enoetasse urna serie
de artigos demonstrando o erro economizo
da directora da dita estrada de ferro,
suppondo qu i a sua prospet idade seria tan
to maior quanto mais elevada fosse a sua
tarifa e tambem denunciando os abusos
praticados pela directora la mesma es-
trada de ferro ; o que foi unnimemente
approvado. Estando a hora tdiantaia, o
Sr. presidente declarou encerrada a ses-
so, marcando nova reuoio para o dia 24
do oorrente ; e para constar, eu Leodega
rio Padilha, 2o secretario, lavrei a presen-
te acta em que me assigao, coin a direc-
tora e as demais pessoas presentes.
Oiinda, 17 de Julho de 1387.
(Assignados.)
Joo Qonc-ilvea Torres, presidente.
Manoel Bernardes de Oliveira, vico-presi-
dente.
Jos Rodrigues do Passo Netto, 1 secre
tario.
L-odegario Padilha, 2* seootario.
Jos M. Quedes Alcoforadc, orador.
Joao Dionisio Filgueira, a Dionisio da Silva Quimarea, thesoureiro.
Seguem-se mais 62 assigjaturas.
Camioho de ferro de Oiinda
Um accionista detsa companhia contes-
tando os argumentos da represeotaco dos
possag-iiros iio referido carciobo de ferro,
oa qu 1 p.-dam dimiuuico nos pregos das
paasagens, dia qna se o facto de distri-
buir se iliv leudo fundamento para ab.i
xa ento n is presos, ento os habitantes
do Reoif* deviam f^zar greva e exigir da
Companhia do Bberiba dimiuuico do
prego d'agua
O exeiuplo apreaentado de mo''o at-
tenuioso e delicada, " pode ser applicaio ao caso.
Odivilendo do 10(,, muito modesta
para urna empresa induatri.l que emprega
Tomando 3obre os meas caneados hom-
bros o pesado encargo de mostrar quaes a8
ideas qua teoho sobra as compaabias ano-
nymas desta provincia, e cora franqueza
emittir a respeito dallas o mau juizo, como
omecei a serie de artigos que havia sido
publicada no Jornal do Recife.
Bem sai que a minha voz retumba e nao
retumba. : mas era prenso !
Ha casos qua pidn ma3 d> que as
leia.
Convencido da que nao nasci para ca-
pito da na ro, nem cousa piuco soperior
cheguei a acreditar; e teoho f, que
fui talhado para as empresas.
E anda mais : dirigir emprezas ..
Assim que j dei provas de capad-
dade
Notando, porem, que as sociedades ou
compaohiaa anouy.rus, qui existentes, nao
andaro bam se nao tiveram una direccao
como a que eu, somente, sai dsr, resolv
atirar-ma sobre ellas, fazando a mau con-
tento, concesaSes aquellas, das quaes, l
um dia, posaa batar a porta.
E depois de havar oraecado o mau tra-
balho vi quanto pesada era a cruz Mas...
Cyrineu nao falta, diasa.
E mal a miaba voz.. retumba, tinha
eu a mea lado o qua deaejava.
A via tem sido dolorosa. Ao cabo da
jornada podam canoaisar-me, estou san-
to I
Um duplo martyrio tenho soffrido !
O meu cyriaeu fez-ma dar urna grande
queda. Cbristo tambem cahio e, por di
versas vezes no caminh) do Calvario !
Tratando da companhia de edificaySo
foi alm dos rueua intuitos.
E' por isso qua venho agora, nasta Dia-
rio, concluir o que anda tenho de dizar
e desfazer completamente, a m impressj
que, em mim proprio, proluziram urnas
certas accusac5a nascente aaaociaco.
Todos sabem que perdi urna bagatdla,
por nao ha ver entrado com oictra, em tem-
po, segundo os estatutos, como accionista
qua era daqualla associago : qua, preten-
d construir urnas grandes candas para alu
gar sua directora ; qua, tambem pre-
tend vender Ihe uns terrenos alagados ; e,
finalmente, que insist para a p;rman;ncia
do primairo gerente.
Tudo isto mallogrou so I Ora, collocado
eu nasta posigo, a manos qua nao fosse
um hornera sam criterio, apezar de idoso,
podara atacar a companhia de E lifi ja-
cio ? !
Nao devia o publico, es3a respeitavel
publico, a quera eu, muito reverentemen-
te, tira o chapeo, que tudo quanto eu fi-
zeaae seria o resultado de despaito e de
mal entendido despeito ?
Sira!
E por isso mai de urna vez exclamei :
Isto ? !... retumba !
Ha via, eutratanto, ama certa ditli ;ulia-
de em concertar a cousa.
Eu mesmo, confesso, fui o culpado.
Eu dei o tom ; e depois conheci que
anda andei mal avisado, um dia, na mi-
nha vida.
Sempre que lia am artigo sobre a com-
panhia de elificaco, sentia am saor fro
cobrir-me todo o corpo.
A consciencia comecava a bradar-ma :
os paaseioa, as palestras amistosas sobre
assuraptos diferentes, so nno eram por mim procurados com um
meio de esquacer-me do papel que estava
fazendo.
Tudo era intil I
No so rano, qae pazadellos I Dizem que
o pezadello nao outra cousa mais do que
um macac3o que sonta se sobre o nosso
estomago e produz-nos grande incommodo.
Pois bem. O gorilla n) deixou-me por
muitos dias. Era um horror !
Pensei, portanto, que devia retratar-me
quero dizer mudar de parecer.
Nao desairoso.
Os sabios mudam constantemente de
opinio ; pelo menas, foi isto qae ouvi di-
zer pelo Souza Carvalbo, meu prezsdo
amigo, de sauiosiasiroa memoria, na c-
mara dos deputados.
Aasim fique consignado: que maito
bem tem andado a companhia de edifioa-
co ;
qae mal andara se se sujeitasse s m
posicSss de accionistas despeitados ;
que tudo quanto disso contra ella e
escrevi no Jornal do Recife foi invengo
minha, para certos clculos ;
que estou enormemente arrependido
do qua fiz, porque j se me chama va
coveiro das companhias;
que de hoje por diante ninguem me
ver mais articular ama palavra contra as
sociedades anenymas j dei a prova elo-
giando o Banco ; dizem, porem, que pre-
tendo hypothecar um predio, falso.
que finalmente minha voz nao.....
retumba '
Chancellara, s-jo est-s aimittidos aos jai-
z-s respectivos 'Ja RaUcao com os outros,
para julg^rem como entenderem, tom anda
ou nao conhaui nento dos mesmos embar-
gos, sem qua uatratauto corra o tempj
desgnalo pela lai para o seguimento a
apre8ntaijao da revista.
Man 1 Al?as Branco do cons'dho de S-
M. o Imperador, ministro e sacratario de
estado dos negocios do justic* o tanha aS-
sim entandido e faca exacatar.
Palacio do Rio da J ineiro eos 18 da
Marco de 1835, dcimo quarto da Inde-
pendencia e do I np to Fnincisa de
Lima e Silva Jodo Braulio Muniz Ma~
noel Alves B anco
Para evitar dnridas
A parte da noticia publicada na colum-
na intitulada partido L beral di Jornal, do
Rtcife, de 17 do corrente, referente a um
profassor, nao se eataula ora ua abaixi
asignados.
Ricfa, 18 de Julhi de 188/.
Carlos da Costa Ferreira Porto Carrriro
Luiz Porto Carreiro.
I"
JoJo FrincisO Teizeira, Joao francisco Tei -
zeira Sobrinh) c D. Anni Francia ta Teizeira,
agradece-n profundamente a todoa os senhores qus#
c)mparec;rtn s txuqaiaa oMo 3 tu ireialo irmao
e tio o Dr. Manoel Francisco Te zeira e acompa-
nharam o corpo sepultura,^ooncorrendo asaim
para dar-lhe alivio a dr que -w amargura; rece
bam todos jo asa. protestas, de respeiti e reeo-
aaaeiaontu.
Feliz Jos Uoriiella proprietano aa oatcijaa
Victoria de Itapissuma, ve n polo presente agra-
decer aoa Sra Civram-ntj &C, os 3^col^rl3 qae
por um do aeua rebicadores, auxiliado pelo Sr.
Jos Antonio Moreira, mando i prestar dita sua
barcaca, na occaso en qua virou ae na barra
v-'llu. na noite 1 aabbado para i tia.i_*i nltimos,
p;los quaes nltquiz receber remunsracao a'gutna.
Racife, 18 de Julho de 1887.
A ez-prava Josepha, doa herdatra da D. Bita
D'odora de Souza, tendo requerido certidao de
matricula, obt-ve a negativm^nte pela qual pa-
rante a lei est legalminte lino.'
A escrava Felismma, de D. Miria das Neves
Miranda e Oliveira, o mesmo dclaro em aeu fa-
vor.
Elei^o
dos juizas e juizas qua ho de festejar a
Nosaa Sent ira das Dores desta fregue-
zia no anno de 188.
Jaita
O Km. Sr. Barao de Itamb.
O llm. Sr. Dr. Bellarmino Quedes Gon^im.
O 11lm. Sr. Luiz de Albuquerque Maranbo
Iho.
O Illm. Sr. f-anlino Ferreira da Silva.
Juizas
A Ezma. Sra L). Joaquina, esposa do Illm.
Mi nervino Ferreia da Silva.
A Ezma. Sra. D. Auna, esp;sa do Illm. Sr. Pedia
da Silva G'osmi).
A Ezma. Sra. D. Mara, esposa do Illm. Sr. Jos
Victor de Carvalho.
A Ezma. Sra. D Cesanna, dspeea do Illm. Sr.
Albino Goncalves Fernn lea.
Mirdomos e mordomas tolos os devotos da mes-
ma Augusta Senhora.
Freguezia de Nosaa Senhora das Dares de Tim-
baoa, 3 de Outnbro de 1836.
O vigario, Augusto Cabral de Vaseonedlos.
Fi-
Sr
Pr
Aes fumante"
30BBE OS CHARUTOS DA
Fabrica Barreno
Com
PRINCIPALMENTE OS
P\WiSiEi\SES
um annel designando o nome
parisienses
Previne-se ao publico que a fabrica BAR&fiT-
TO deizon de ezistir desde que morrea Gracia
do Barrello. sen propnetario, e desde entao
anda por ah ama chusma de especuladores qna
compraram em leilao umaa etiquetas que tinha o
fabricante a empregil-as em quaesquer charutos
para illudir oa consumidores ; e como taes charu-
tos sao vendidos quasi de irra^a, ha por ahi muitos
depsitos menoa serios que os compram. Tome
bem nota o consumidor onde encontrar charatas
da fabrica Barreno, esse deposito nao serio,
porque pactua com os taes especuladores casta
da boa t dos incautos.
Estamos organisando urna lista dessea depsi-
tos para informar o publico, a qual brevemente
ser publicada.
A Vlbdads.
(Do Jornal de Noticias da Baha, n. 310.)
Fa'rica Barril
Creio aasim, ter conquistado as svmpa-
thas do meu publico.
R-ndo-lha toda a homenagem que Ihe
devida ; peco aos dignos directores da
prospera e auspiciosa companhia de edifica-
i;il i que me deaculpem ; attendendo sobre-
tildo que senectus est morbu*' e fago vo-
tos para que a nova gerencia leve-a pelo
oamialio do bem e do progresso, oomo
de esperar de aeu patriotismo.....
Patriotismo '
Para prova do que disemos, v to imprensa
um individuo, com a assignatura d versos fuman-
tes, ;onfirmar as nosaas asseredes relativamente 4
falaifk'aco doa charutos Parlwlenaeil, posta
em pratica por diveraos cavalhelros de industria.
Veja o publico com que sans facn o especula-
dor pretende anda sustentar que o seu procedi-
mento muito regular !...
Um individuo d'esses e- pode comparar-se coas
nm gatuno que apanhado com um furto na mao.
mas que nao cora, nem quer.l rgar a presa !
Cuidado com oa eavalneiros de industria I
O deposito que pactua com easa ladroeira, nao
pode ser aerio, boje principalmente que a cousa
esta esc'arecida.
A lista que vamos publicar s 'r s<5 a dos dep-
sitos em que taes charutos estiverem de hoja eos
disnte.
A Vkbbad.
(Do Jornal de Noticias da Bahia, n. 240)
Chara tus da Bahia .
Os verdadeiro
A' rna da Madre de Deus n. 33
O Calangro contina a vender de diversos fa-
bricantes, a saber :
Fragrancia : de J. F. de Sima.
Utihdade : de U. da Costa Ferreira.
Barretti : de Gracindo Aarrntto.
Lavor : de Antero haves.
A Nova Allian?* : de V. Bardoso.
Siriua : de J. C. Magalh,
Almeida Machado S> C.
Pernaaaboeo.




ii


o

i
\\\\\\\\\\\^B\\\\\Ws\>>\\\\\\\\\\\\\\\\\\\^M



Diario de PeruMiibueoTerca--feira 19 de Julho de 1387
Entre a ande e a epaiiurt
Nao exiite mais dj qae ama franziaa sep iracio,
e de sappor, qae todos qae apreciam a vid* es-
tejam desejosos de iaier todo o possivel ao leu al-
cance afn de evitar qae a molestia nao derrabe.
Q oem ser o louco qae espere o ataqae fial,quan-
do o primeiro assalto pode ser repellido com as p-
lalas asauearadas de Bristol; ama preparaclo to
genial e balsmica, to investigadora e no entanto
to fortificante, qae ao passo qa ella rebate a eu-
fermidade e expulsa a sua causa, ella restabelec
e d robaste i coustituico do doente. A sua c:m-
posiclo os aposta de ingredientes anti-bilijsos e
vegetaes cathartic, senao urna segaros eiuv s-
tigantes, o nico meio de cara contra ca dusar-
ranjos do estomago, do figade e dos intestinos, as
qaaes se pie confiar debaixo de todas as circuun-
tancias, sendo a sua acolo invariavel em qaalquer
clima qae seja. A idea de dd.-es e merecidamente
associada con eass purgantes ordinarios, pirm
as pillas assacaradas de Bristol, nem siqutr pro-
dasem o mais leve incommodo que seja, sendo a
sua operafao branca e saa'-e. Pji ventura ser
mister diser-se qae ellas sao o melhor cathartico e
alterativo de familias at hijo conbacido ?
Ellas se acbam se acbam acondicionadas dentro
de vidrinhos e por isso a sua conservacio dura-
dera em todos os climas.
Em tolos os casos provenientes ou Mggravados
por impares) do saogue a Salsaparrilba de Bris-
tol, devera ssr tomada coDJuoctameote com as p
lulas.
Enc.ntra se a venda em todas as pharmacias t
drogaras. -
Ageutes em Perntmbaco, fleury Forster & C,
ra do Oommercio n. 8.
linporiunii- declaraco (S)
As virtudes do PEITORAL DE CAMBABA
de J. Alvares de S. Soares, de Pelotas (Rio Gran-
de do Sul) vantajosamente empregido em todas
as molestias do apparelho respiratorio, nie sao
h.je postas em duvida por muitos Ilustres filhos
da sciencia.
O babil medico Sr. Dr. Cirios Marchand, de S
Gabriel, escreveu ha pouco o seguate ao autor
do preparado :
0 seu xarope peiioral de cambaba' tem me
eito muita falta, porque quasi nunca o encontr
no seu deposito d'aqui. Tenbo-a aconselhado na
uninha clnica e com elle tenho tirado resultados
importantes no trataroento das molestias ronco-
pulmonares.
utras declaraces importantissimas de mui
tos distintos mdicos, comprovam valiosamente as
virtudes de to precioso medicamento.
O leitor poder aprecial-as no opsculo que
acompauha cada frasco e qae vende 82 na agen-
cia a cargo dos Srs. Francisco Manat da Silva
& C ra Marque de Olinda n. 23.
Frasco 24500, meia dazia 13/000 e dasia 24*
A agencia envia a qaem pedir condicos im-
preesas para as vendas por atacado.
Cal virgen) de Jaguaribe
REGS
TRADA
Ao commercio
Os abaizo assigna'os participara ao res-
peitavel corpo do commercio desta praca
e em especial aos seus freguezes em ge-
rsl, que, desde o da 30 de Juoho prozimo
paseado, dissolveram amigavelinente a so
ciedade que tioham no armazem de xar-
que, silo ra de Pedro ffjnsp a. 4,
sob a razio social de Lourenco Bastos &
Maia, retiran iu se o socio Lourenco Gas
par de Bastos pago e satisfeito de todo o
eu capital o lucros; e ti jan lo o socio
Caliste Alves Azevedo M..ia, repoosavel
por todo o activo e passivo da meatna fir-
ma, bem como do passivo da eztiacta fir-
ma individual e em liquidaySoL)urenyo
Gaspar de Bastos.
Recife, 15 de Julho de 1887.
Lourenco Gaspar de Bastos.
Calisto AIvs Azevedo Maia.
COMMERCfO
Bolwa ounnerclal
C30TAVK8 OFFICIAK8 DA JUNTA DOS COB-
KECTOBE8
Recife, 18 de Julho de 18S7
Letras hypotbecarias do valor de 100/ a 94/000
cada urna.
Cambio sobre o Rio de Janeiro, 15 d|v. con 1|4
0/0 de descinto.
Cambio sobre Londres. 90 d|V. 22 1|2 d. por 1/,
do banco.
Na hora da oolsa
Vendrrain-ae :
12 letras hypotbecarias.
U presiacnt-,
Antonio Leonardo Rodrigues.
U secretario,
Eduardo Dubeux.
BuilmfBlo binrorlii
BECIFE, 18 DE Jl'LBO DB 1387
PRACA DO RECIFE
Os bancos mantiveram boj: no balco a taxi de
22 1/2 d. sobre Londres, dudo, p.rra, todos a 22
5/8.
Em papel particular houve transaccoes a 22
11/16 d.
O mercado de cambio fechou firme.
PRAgA 1>0 RIO DE JANEIRO
Abriram boje co a t Londres, subindo depois para 22 5/8 J, e repulsa-
do a 22 U/16 e 22 3/1 o.
Piaeram transaccoes em papel pirticalar a 22
13/16.
As tabellas expostas aqui foram estas :
Do Intbkhaciohal :
90 dio vista
Av8i 83 aos senbores de engenho a
mais consumidores desta ezcellente ca!,
qm continua ser o seu deposito ge^al
ra d > Bom Jeaus d. 23. Perf-itamenti
^barricada e em podras, como a que aos
vera do estrangro e em nada inferior a
esta, continua a s-r vendida pelo pre90 fiz >
de 6&000 a barrica.
Alm do deposito geral j indicado, sao
ta'njj'm vendedores della os senbores:
GuimarSes & Valente6 Pateo do Cor
po Santo -6.
Lopes Araujo38 Ra do Livramen-
to38.
Beoto de Freitas Guimares & C Ra
do Visconde de Itaparica -51, Recife.
Clinica do Dr. SiraSis Barbosa, Espe-
cialidades : partos, molestias de seoboras
e da crianzas.
Consultorio ra do Mrquez de OHr-
da n. 64 consultas de 1 s 3 horas da
tarde.
Residencia ra da Soledade n. 78.
Telephone n. 213.
Casa de educado moderna
EM
Silencias, letlras e belias-arles
RA VELHA N. 36
O director e professor deste collegio cnsiua pri -
meiras lettr.is pelo mclhor systema dos principis
collegios da corte do imperio, colheu escrupllosas
observaces.
Recebe meninos internos por 35/0X) mei. -
saes.
Primeiras lettras 2/000 mensaes.
Pr cada um preparatorio 3/030 mensaer.
36 Ra Velba n. 36
Julio Soares de Azevedo.
Collegio de Nos^a Sc-
nliora da enlia
Para o sexo Uminino
Funcciona raa da Airora esquin* da ra
Formosa.
CURSO DE PREPARATORIOS
O aesdemio Leonardi Jjo Grogo participa
aos Srs. estudantes de preparatorios, que abri em
sua c isa ra Direita n. 4, primeiro andar, un
curso de francez, portuguez, aritbmetiea e ge:-
metria.
Dr- Lopes Pessoa
Medica e operador
R silencia -Ru^ Lirga do Rosario n.
38 1* andar.
Consultorio -Ra do Bora Jess n. 37
1 andar.
C insultas Das 12 s 2 boras da t ir
de.
Chamados A qu^lquer hora, por es-I
cripto.
Dr. Grito Leltt
Medico, parteiro e operador
foudencia ra Bario da Viotoria n. 15, 1 andar
Consultorio ra Duque de Caxias n. 59.
D consaltas das 11 horas da manb as 3 ds
tarde.
Attende para as chumados a qualqaer non
telephone n. 449.
Clnica medico-cirorgica
DO
Dr. Fernandes Barros
Mlico ggregado ao hospital
Pedro II
Consalt s de 1 ds 3 horas da tarde, roa do
B m Jess (antiga da Cruz) o. 30 Residencia
tu da Aurora n. 127,
Telephone n. 450
Dr. Costa Gomes
tlllMi O
34 Ra do Mirquez i Oiiada -34
Primeiro andar
(Jensultas do mcio dia s 3 horas da tardo
Entradas de asiacar e aitodo
HEZ DB JULBO
ssucar
Entrada Das
Barcacas...... 1 4 16
Vapires...... 1 16
Via-terrea de Ctraai 1 i 16
Aninaes...... 1 16
Via-terrea de S francisco I a 14
Via-frrea de Limoeiro 1 14
Somina.
Baeeo
6.37ij
401
720
170
7.101
155
14.92o
Entradas
Algodn
Dias Saccaa
Londres ....
Pars.....
Italia.....
Hamburge .
Portugal .
New-York .
Do London Bank :
221/2 , 22 1/4
422 4J6
426
23 528
236 238
2/250
I)-iracas......1 16 1. '03
Vapores......1 A 16 74
Via-frrea de Caruar ..1416 18
Aairaaes......1 16 3.19 i
Via tefiea de S. Franeiseo 1 14 URO
Via-terrea de Lim^eiro 1 11 153
So.nma. 4.793
Oculista
Dr. Barreto Sainpaio, medico ocu-
itta, ex-chefe de clinica do Dr. de
Wecker, d consultas de meio dia s
3 horas da tarde, no 1. andar da casa
n. 51 ra do Baro da Victoria, ex-
cepto nos domingos e dias santiheados.
Residencia ra Sote de Setembro n.
34. Eutrada pela ra da Saudade n. 25.
Dr.l8iiia~iif
ti i: OH o
Tem o seu escriptorio ra Duque de Caxias
n. 74, das 12 s 2 boras da tard--, e desta hora
em diante |em sua residencia ra da inU
Cruz n. 1.
Especialidadesmoestias de scnboras e crian
Leonor Porto
lina do Imperador u 45
Primeiro andar
Contiua a execatar os mais difficeis
fiurinos recebidos de Loudres, Paris
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima cm perfeie-io de costura, em bre
vidade, moJiciii le em precoz e fino
nato.
Cal de Jaguarlbe e H. licnt e
cal irgem
O abaizo assignado avisa aos Srs. con-
sumidores da cal de Jagu que o Sr. Vicente doNascimeuto contini
a ser o nico que recebe a verdadeira cal
de J.-.guaribe e S. Beato, e as tero expos-
to venda aos seus srinazs s de mate
riaes Praca da Concordia ns. 11, 13 e
15 e toda a cal que uo fr veudida per
intermedio do mesmo innhor, ai rerdadeira.
Assim como : que a cal virgem, de que
contratante e recebedor o mesmo Sr. Vi
cent), contina a ser vendila pelo Sr Se-
oastilo Bezerra ra do Born Jess n.,
23, a 60000 a barrica.
Jos da Costa Pereira.
Medico
Dt. Silva Ferreira, de volta d
Europa' com pratica nos bospitae
enna e Londres, onde dedicou-s
partos, molestias de senhoras e di
os seus servicos mdicos ao rcs|
oesta capital e fra d'ella, podend
do seu consultoriora da Cadeia
8 horas da tarde, ou em sua resid
ia Ponte d'Ucha 55.
sua viagem
> de Paris, Vi-
3 a estuder ds
pe le, ofiereca
eitavel publico
o ser procurado
n. 53, de 1 s
jncia tempora-
Dr. Ferreira da Silva, consultas
das 9 ao meio dia. Residencia e
consultorio, n. 20 ra ]jrga do
Rosario.
Clnica do Dr. Silva erreira
Especialidades. molestias de Senhoras o de
pelle.
Consultas d>' i s 3boras.
Ra da Cadeia n. 53.
Residencia temporariaPontec'Uoha n. 55.
TELEPHONE417
Advogad
(Foro civil e eceleMlastieo)
Bacbarc-1 Antonia d i L-'llis e Sonza
Pontwi.
Ruado Imperador n. 37 /. andar.
MEDICO HOilEOPATHA

{}
l
Dr. Ballhazar da Silveira
Especiali dadesfebres, molestias das
enancas, dos or>s respiratorios e das
senhoras.
Presta-se a qualqaer chumado para
fon da capital.
avivo
!
Todos ns chamadjs devem ser dirigi-
dos pbarmacia do Dr. Sabino, ra da
Baro da Victoria n. 43, onde ge indicar | (
sua residencia. 1 |
l
Consultorio medico*
cirurgico
O Dr. Castro Jess, contando mais de 12 anno
de escrupulosa observaco, reabre consultorio neis
ta cidade, roa do Bom Jess (antiga da Crui
n. 23, l.o andar.
Horas de consultas
D e dia : dael s 2 da tarde.
De noite : das 7 s 8.
as dentis horas da noite ser encontrado ni
sitio tavessa dos Remedios n. 7, primeiro por-
tlo esquerda, alm lo portio do Dr. Cosme.
Clnica medico-clrurglea
DO
Dr, Alfredo Gaspar
Especialidade^Partod, !U>:eslias ie amanas e
'riancas.
Residencia Ra da Imperatriz n.4, segando
andar.
Telephone n. 226.
EDIT4ES
90 djo vista
Londres .
Pars. .
Itaa. .
Hamburgo
Portugal
New-York
22 1/2
422
523
236
22 1/4
4J6
426
528
238
2*253
Do Emolish Bask :
Londres.......
Paris........
Italia........
Hamburgo......
Lisboa e Porto.....
Principaes cidades de Portu-
gal........
liba dos Acores ....
liba da Madeira ....
New-York......
90 djc vista
22 1/2
422
523
236
22 1/4
426
t*
528
23a
243
246
243
2*250
neapaetioN de exporlaf.Ao
uitr db julho
Nos diaa 1 16 toram despachados na AiCsads
a os artgos seguintes :
Pura fra do Imperio
Agurdente..... 215 litros
Algcdo...... 405.297 kilos
Aasucar ...... 733.850
llagas de mamona 15.9S2
Borracha...... 1.400
Caf....... 34 saceos
Coois (fructa) .... 11.003
duros espichados ... 167
Couros salgados. 7.256
Doce....... 15 kilos
Mel....... 7.293 litros
PranchOjs de amarello. 41
Prauches de vinhatico. 31
Para dentro do Impeli
Agurdente..... 174 '432 litros
Alcool...... 14.400 .
Algodo ...... 661 kilos
Asaucar :.....1,719.0881/2 .
Cajurubeba .
Cera de carnauba .
Coeo (fructa) .
Cuitar ....
Doce.....
Espanadores.
Farialia de mandioca
Fio de algodo .
Oleo do mocot .
.'leo du ricino .
Paos de jangada
Rap.....
Resina de batata .
Sal.....,
Sola.....
Viubo de jurubeba .
80 ca Xii
l.l.VJ kiija
15.700
10 caixas
1.160 kilos
2 caixas
100 saceos
975 kilos
60 .
5.720 .
42
676 kiios
1 caixi
27.000 litros
1)3 weios
9 i caixas
Mercado de assacar e Algodo
BBCtFK, 18 DB JCLHO DB 1887
Asiucar
Os preces dcste producto, pagos ao agricultor,
continuara a regular aos algarismos abaixo, por
15 ktlos.
Branco, os melhores quo
Spparecem no mercado,
regulam de ....
3.* serte boa.....
8." regatar.....
Hmidos e baixm .
..s......
vado .....
Bruto.......
Rtame......
2*200 a 2*400
1*9-30 a 2*100
1*700 a 1*8 i0
1*500 a 1*700
1*300 a 1*100
1*040 a 1*100
*903 a 1*000
*700 a *80
Algodo
Poi vendido hoje um p.queno !ote do do 1" ur-
te do sertao, a 6*800 por 15 kiles, fechando, po
rm, o mercado mus fi ouso.
BCAPITCI-ApAO DO A8SLCAR
Para o exterior 733.850 kilos
Para o interior 1,719.088 1/2
Scmma 2,452.9331/2 .
Aaaoclacao Comnterclal
Lita de semana o director Francisco Guedes
Valente.
Frelameulo
Foi fechado o do lugar c .niegense Salcha,
para carregar em Natal, eom d-stino a Hall, cu
reos de algodo a 27/6 e 5 (,0.
Vapor dcspaihado
'/apar nacional Mandos, sabido antebjnterr, li-
vou a carga seguiute :
Para o Cear :
10 barricas com assucar branco.
P.tra Maranbo :
6 csixotes com rap.
Para o Par I
5 barricas com assacar branco.
1.231/2 ditas com di'> ditj.
55/3 ditis com dite dito.
855/4 ditas com dito dito.
225 barriquinhas com dito dito.
25 pipas com agurdente.
20 barris de quinto com dita. .
50 f.rdcs com xarque.
3 caixas com doce.
Pura Manos :
105/4 barricas com assu-ar braucu.
125 barris de quiuto com aguardeute.
30 caixas com sabio.
33 ditas c .m velas steariuas.
50 ditas com cajurubeba.
Carregar ara diversos.
>aiio A carga
Esto seodo despchalos os seguintes :
Brigue allemo J. G. tcht, aisucar, para o Rio
Grande do Sal.
Barca portuguesa Claudina, diversos artigos, pa-
ra o Porto .
Birea aososnl Mimosa, diversos artigos, para
o Porto.
lAatt psrtuguez liarlo, assucar, para o Rio
wraaew Sul.
Lar nacional Marinho VII, aasuear, para o
Rio Grande do Sil.
Lgir portu'iez Jo' Edeoo, csaros, para o
Porto.
Wavloa A descarta
Birca allem llanta, kerotieoe.
Barca nacional Mariannnka, x irque.
E>cuua allem Fritt, xarque.
Escuna norueguensc Reform, xarque.
Lar sue^o Armida, varios gneros.
L'ijar saecj Im-s, varios geueros.
L.'ar ingles Peggu, bacalbo.
Patucho allemo Norddeutsche, varios generos.
Patacho ingles Echo, carvo de p-"dra.
Vpor nacional Arlndo, varios generos.
Pauta da Airandega
SkViNA DB 18 A 23 DE JCLHO 08 1887
Assucar retinado (kilo) .... 145
Assucar branco (kilo) .... 126
Assucar mascavado (kilo) 066
Alcool (litro)....... 150
Arroz com casca (kilo) .... 65
Agurdente e ..... 056
Algodo (kilo)....... 3*6
Borracha (kilo)...... 1*066
Couros seceos salgados (kilo) 460
Couros seceos espichados (kilo) 585
Couros verdes (kilo) ..... 275
Cacao (kilo)....... 400
Caf ri'stolbo (kilo)..... 320
.'.:....!! ia (kilo)...... 366
Careces de aifodaj ikiio; 01*
Carvo de pedrade Cardift tioi.i 16*000
Caf bom (kilo)...... 460
Cachaca (litro)...... 700
Farinha de mandioca (litro) 037
Fumo restolho em rolo (kilo) 405
Fumo restolho em lata (kil) 5''0
Fum* bom (kilo)...... 72/
Fumo em foiha bom (kilo) '20
Fumo em folha ordinario (kilo) 400
Gcnebra (litro)...... 100
Mel (litro)........ 040
Mimo (kilo)....... 400
Taboadcs de amarello (dutla) 100*030
Dividendo!
Era toios os dias uteis e d .s 10 !i >rm da ina-
uh s 4 da tarde, piga u Banco de Crdito Real
de Pbbbaubcco o neu 2. dividen\ lazao de 5
0/0 sobre o valor das eu'.radis r -.litaas io ca-
pital, ou 3*000 por bccSo.
As lettras sorteadas em 23 de Ju'.ho fiudo e jures das qae foram emiltidas, pelo mesmo Banco,
at 3. de Dezembro do uudo passudo, istao sendo
igualmente pagas.
Os agentes nesta pro\incia, do Banco do Bbaxil.
Pereira Carneira & C, eetio pagmdo o 67 divi-
dendo do referido Banco, na raso de 9*000 por
aeco.
A CoMPANHIA DOS TbILUOS UbBABOS DO RbcIPB
Olinda b Bbbebibb est distribtyndj o seu 25 di-
videndo, razio de 8 0/0.
Os ihtiressados devem se dirigir ao escriptorio
da compauhia as tercas e sabbados.
Memorial
Termina no dia 6 do mes viudouro o pras i
marcado para pagamento di tf-rreira e ultima
(restuco, na raso de 43 0,0, d.-.s aei.'8 ltima-
mente emittidas pela Cohpanhia do Beuerh.
O Sr. Jos Joo do Am;rim, thesoartiro da
Cohpanbia ds FiApo e Tecidos, est reeebeudo a
primeira prestaco, na raido de 10 0/0, das ac-
edes nltimamente emittidas para o levantamento
da faorica da Torre.
Institutor de Julho
(Intrnalo e extrnalo)
O director deste Instituto participa aos
psis, tutores, corr spoodentcii de seus alu.n-
no8 e ao publi o em g.^ral :
Io Que admiti alamoos internos, semi-
internos e esteraos ;
2o Que se leceiona alera dos preparato-
rios exigidos paraas Faculdades do I nperio
as materias do Curso Nor.ual e a esc:ip
turacao mercantil ;
3o Que para melhor crdem e regulari-
dade nos trxbalbos do Instituto, acba se na
viue-directora o Sr, professor Vicente F r-
reira de Araujo Lima, com quera pi-ienu
tratar do qml^u r neg ci relativamente
ao mesmo Instituto.
O director espera o valioso concurso de
S"us innmeros prenles, amigos e do pu
blico ero gT-1.
Ra de Pedro Alfonso n. 45 Io andar.
O director,
Jos kccioly C. de A'.buquerque.
A Cmara Municipal da ciddade d; Olinda
e seu termo, em virtude da lei, etc.
Faz cnstar a quem eonvier e interessar possa
que se acha ab.*rta a concurrencia para a cons-
trucc i de ain cemiterio na freguetia de Beben-
be, devendo os proponentes comparecerem na se-
cretaria da re-p''cti va Cmara, om suas propos-
tas em carta fech .da al o dia 20 do corrente
mes, ifso de accordo cot o disp'.sto no art. 18 da
lei n. 1862 do 31 de Agosto de 1885.
Paco da Cmara Municipal de Olmda, 14 de
Julho de 1887.
Dr. Joo de ^ Cavalcante de Albuqaerque,
Presidente.
Maaoel Liberato Fernandes Soaref,
Porteiro, servindo de secretario.
O Dr. Manoel Cibral dj Mello, juiz municipal e
deorphios neste t rmo pir S. Magestade Ira-
p ra!, etc.
Fajo saber a qusntos o presente edital virem
oa deile noticia tiverem que no dia 30 do corren-
te mez, ao nuil dia, cm casa da cmara munici-
pal desta cidade. depjis du prego s e pracis do
es'yl', Ir em prsja por arrendamento triennal o
eiig'-uho Tabitinjra, miente e corrente o a pro-
priedade annexa Taiting-i Secca avahadas por
1:500*, eendo o engenho Tabatinga por 1:400*
e a propredade Tabatinga-S cea pir 100*, e
sendo os arreadamentos annuaes mediante as eon-
dicocs sfguintes : principia o presente arrenda-
mento no Io de Maio de 1888 a t^rmio-ir no Io de
Maio le 891, tm cujo dia dar o rendesro a
quem o substi'uir ateada, 100 carros de canana
de 103 teires c-da carro e 10 cannas cada f.'ixe,
para fundar sua priraeira planta ; o arrematant;
e poder usar das matas para rep-iro das obras
e erreado do eugenh. ; faiA cercado a sua custa
e o conservar liinpo e (hado | nio plantar al-
go iao ; faros pa^am'-uto< p.r iuteiro no Io de
Maio de cada h iuo, deven lo faz t o primeiro em
Maio de 189 i, e i fii'a de pagam'i to ficar
.bgad) acs juro3 da lei ; lar o rendeiro fiador
idneo ao preeo da renda e anb s reuuaciari os
he.vilegio3 de seus domicilios pideado ser ejecu-
tados no do presente eontraeto.
E pira qae i-h-gue a noticia a todos, o presen-
te edital s.-r publicado pela impreusa e sffiado
uos lugares dj costuran pelo p>rt-ir) deate jaizj,
o qnal deveri lavrar a competente certido para
ser junta a >s autos.
Dado e pausado uesta cidade d> Naiareth aos
5 de Julho de 1887. Eu, Affjnso de Hsllanda de
Albuqaerque Maranhao, esorivj o fiz escrever e
subscrevi.
Man.elC.hral de Usllo.
O praao m ircado para tal receoiraento termina
no dia^27 do corrente.
Com o descont de 4 0/0 e at 30 de Setemb-o
vindouro, s.'ro sabstituidas oa Thesodbabia db
Fazbnda as notas do valor de 2*0 K) da 5.* pa, 5*000 da 7. e 10*000 da 6.
Importavo
Cter nacioLal Giriquity, entrad de
Natal, em 16 do corrente e consignado a
Vlanoel Joaquim Pessoa, maaifestou :
Algo So cm rama 40 saucas a Julio &
Irmao.
B.calho 68 barricas a Mendes Lima
4 C.
Objectos usidos para navio, 48 voluraes
a H. Lundgren d 0.
Vapir n>cion portos do norte em 17 do corrente e con-
signado ao Visconde de Itsijui do Norte,
manifestou :
Banha 1 barril a Henry Forst r 4C.
CamarSo 8 encapados ordem.
Mercadorus diversas 5 caixas a C.
Pluyn A C, 2 a Rodrigues Lima A O.
Pipas vasias 23 a Manoel Marques de
Oveira, 20 a J. M. Piubeiro, 20 a Affra
no Ta borda.
Pregos 1 barrica ordem.
Exportaeo
BBCITB. 16 DB J0LHO DB 1887
Para o exterior
Ni vapor franc Para Lisboa, S. Q. Brito 4 barricas com 200
kilos de assacar branco
No lugar portugus J. Esleao, carregou :
Para o Porto, A J. de Oveira Campos 1 bar-
rica com 31 kilos di caf, 1 prancho de amarello
e 2 caixas com 16 litros de agurdente.
Para o interior
No vapor nacional Arlindo, carregou :
Para Pelotas, A. C. da Silva 10 pipas com 4,890
tr io de aguardeute.
No brigue allemo J. G. Fichte, carregou :
Para o Rio Grande do Sul, .i. G. Brito 1,000
barricas com 100,000 kilos da assucar braoco.
No lugar portuguez Afane, carregararo :
Para o Rio Grande do Sul, wuva de Maaoel
F. Marques x Filho 506 barricas com 45,629 kilos
lie assucar braoo.
= No vapor allemo Bueus Ayres,,carregou :
Para Santos, M. C. Lopes cianna 20 pipas com
9,600 litros de alcool
No vapor nacional Camillo, carregou :
Para B.bia, J. A. Carneiro B. Cavalcante 1
caixo cem 15 kilos de doce.
No vapor nacional Mandos, carregaram :
Para o Para, F. A de Asevedo 450 barricas
com 32,125 kilos de assucar branc i ; Amorim Ir-
iiiaus & C. 350 voluraes com 23,533 kdos de assu-
car branco ; T. de Azevedo Souza 100 barricas
e B 6,'280 kilos de assucar branco ; M. Lopes da
Silva & C. 20 barricad com 60) hilos de assucar
rtfiaado.
Para Mauo3, F. A. de Aievedo 5 barricas com
183 kilos de assacar refinado ; A R da Costa 5
barricas com 450 kilos de assucar refinado; M.
J. A;ves 6 barricas com 397 'kiloi de assucar re-
finado ; J. dos Santos da Costa Moreira 65 barri-
cas com 3,521 kilos de assucar brinco ; M. Canha
100 barricas com 4,675 kilos de issucir branco ;
P. Alves S O. 20 pipas com 9,60C litros de agur-
dente ; Amaiim Irmos & O 40 'larris com 3,840
li.'rcs de agurdente.
Para o Cear, Maia i Rezende 10 barricas com
1,150 kilos de assucar branco.
Para Marauhj, J. M Das 6 eaixoes com 146
li2 kilos de rap.
O oapitl'i .1 >3 Vicente Ferreira da Silva
JtUitor Ioj.ii de paz da fregu'-zia de
SI Froi Peirj Groncalvcs do Bsctfe.
Faco saber pelo presene, qae, por parte de Pai-
va Valente & C me toi dirigida urna peticao no
culi jo de ju-.titic.ar a ausencia de sea devedor
DuarteiC 2:00 >*C0>
F mandes di C;sta & C. 2:000*000
Julio atlrmo 1:985/740
GoncalvS Irmos 1:771*00)
Joaqoim Goncalves 4 C. 790*000
Jos Viceute Godinho 500*00)
Joaquim G. Couha 385*000
EXPEDIDO
Pelo vapor aacional Mandos para :
Cear 289*500
Maranhao 2:000*003
Pelo vapor nacional Camillo, para :
Macei 2:000*000
Rio de Janeiro 24:000*030
Rendiineatos publico
HEZ DB JCLHO
Al)'aniega
Renda geral
D 1 a 16
dem o 18
Renda provincial
De 1 a 16
dem de 18
412:473*726
28.239816
45.928*980
3.710.691
440:713/542
49:639 4671
490.353*413
aereado Hnuicipal de 9. Jos
O movimento decte Mercado nos dias 17 e 18 de
Jalbo foi o seguate :
Kniraram :
77 1/2 bois pesando 12,626 kilos sendo de Oveira
Castro, 57 ditos de 1 qualidade, e 20 e 1/2
ditos particulares.
302 kilos de peixe a 20 ris 6/010
110 cargas de farinha a 200 ris 22*030
55 ditas de finetas diversas a
300 rs. 16*50)
15 taboleiros a 200 ris 3*030
24 Sumos a 200 ris 4*800
Foram occuoados :
50 columnas a 600 ris 30*000
44 compartimentos de farinha a
500" res. 22*000
47 ditos de comida a 500 ris 23*500
1281/2 ditos de legumes a 400 rii 51 *400
66 ditos de fasendas 400 rs. 26*400
37 ditos de suino a 700 ris 25*'. 03
23 ditos de tressaras a 600 rii 13*800
2 1 tainos a 2* 40*000
HTlitos a 1* 14*000
A Oveira Castro & C.:
108 talhos a 1*
Or.ve ter sido arrecadada neste dia
a quantia de
108*000
407*330
3:483*450
3:890*820
Rendiinento do dia 1 a 15
Foi arrecadado liquido at heje
Precoa do dia :
Carne verde de 323 a 400 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 830 ris idem.
Sainos de 560 a 640 ria idem.
Cariaba de 200 a 283 'is a cuia
Miluo de 263 a 32) ris idem.
F-:ijao de 560 a 800 idera.
alailiinro Pul.ico
Foram abatidas a Matadouro da Cabanga 109
rerra para o consume do dia 17 de Julho.
Sendo: 84 rexes pertencente a Oveira Castro,
& C., e 25 a diversos.
O carregamento de assucar despachado por J.
S. Loy > & Filhos para o porto do Rio Grande do
.Sul, no patacho norneguense Efriim, foi transfe-
rido pelos meamos para o porto do Uraguayanna.
Dinheiro
BECEBID3
P lo vapor nacional Camillo, pa a :
Machado Lopes & C.
Braga & S
7:000*000
3:590* 390
L'mbarcaeAe* Hurtan ao porto em
18 (Je Jalbo
NACIOHAKS
Arlindoconsig. Pereira Carneiro & C.
Jaguaribe Companbia Pernambucana.
La mego(canhoneira de guerra).
Mariaoninhaconsig. Baltar Oveira 4 C.
Munesai Baltar Jl.veira & C.
Marinho Vil Loyo & Filho.
Manlah Ccmpaohia Pernambucana.
Piraparaa Companbia Pernambucana.
* S. Bartjolomeu Barthclomeu Lourenco.
S. Francisco Coiupanhia Pernambucana.
ESTRAKOBIBAS
Armidaconsig. Fooseca Irmos efe C
Claudina L yo 4 Filho.
# Efraim H. Laadgrea & C.
Bcho- Wilson Sons 4 C.
Frite Baltar Oveira & C.
Gesine Pereira Carneiro & C.
HaDza Fouseca Irmos & C
Jos de Soasa Almeida, afino de ser elle citado por
editaes, a comparecer perante este jnizo e con-
ciliar-se com os sapplicantes acerca do pagamen-
to da qaantia de 1:257*480, importancia de g-
neros de estiva que o suppcado Ihescomproa para
revenda, sob peda de revelias e custas.
E porque justificaran! o dedusido en dita peti-
cao mtndei passar o presente, com o praso de 30
dias, pelo qnal cita-se e chama-se a Jos de
Soasa Almeida, sfim de que comprela primei-
ra audiencia deste juizo, depois do indicado praso
e allegue o que entender a bem do sea direito e
justics, sob pena de revelia e custas.
E para que chegue a noticia aconhecimentoo de
quem interesar possr, passou-se o presente edital,
que ser publicado e afilalo.
Dado e passado nesta treguesia de Sao Fre
Pedro Gongalves do Reeife, aos 16 de Julho de
1887.
Eu Bemjamim Amos Jos da Fonseca, escrivaa
o escrevi.
Jos Vicente Ferreira da Silva Jnior.
O Dr. Manoel da Silva llego officiai da
Imperial Ordem da Rosa e juiz de direi-
to da provedoria de capellas o residuos
nesta comarca do R-icife do Pernarnbuco,
por S. M. o Imperador qaem Dens
guarde etc.
Fuc/> saber aos que o presante edital virem ou
delle noticia tiverem que depois da audiencia de
dia 20 d correte mez e preeachiias as formalida-
des legaes ir ,'. pr ga > a quem mais der e maior
anee cfl-.reecr o arrendainonto, por tres annos, do
sitio da Estrada de J. i Barros n. 21, servindo
de base a renda actual ou o qu; f .r eacontrado, e
vai praca rcquerimuito de Maris Jos da
C ii-ta ourado onheeida por Mara Jos Praca
legataria de Jos da Costa Dour.do de qum
testamenteira Anua Paulina da Conceico Dourado
afira de que a mesma si ja indemnisada dos ren-
dimentos vencidos e que venecrem de confoimida-
de cera o que foi requerido e deferido por este
juila).
Dado e passado n'esta cidodo do Recife de Per-
nambuco aos 13 dias do mez d-* Julho do anno do
Nascimento de Nosso Senbor Jess Christo da
1887.
Eu Luii la Veiga Pessoa, escrivo, o escrevi
Manoel da Silva Reg.
O administrador da Reccbedoria Provincial,
ten lo em vista o regulamento de 4 do eorrtute re-
lativo a cobr.iuca do imputo por venda de bilhetes
de I ferias le outrxs provincias, scieutifica as casas
de commeicio e as pess.aa que no municipio do
Recife, quizerem coutiuuar u cfferecer venda
ditos bilhetes de 1 terias que, at o dia 3J do cor-
rente mez, devero solicitar desta repirtic&o a li-
cenca necessana, satisfazendo previamente o im-
posto decretado pela lei n. 1884 e n s';u art. 1
i>.
Os refractarios ao pagamento du referido im-
posto sujeitar-se-hao do 1 de A >sto em diante
sanec-io dos arts. 8 e 9 do citado regulamento abaizo
transeript s.
Kccebedoria Provincial de Pernambuco, 7 de
Jalbo de 1887.
Francisco Amyntbas de Cirvalho M>ura.
Art. 8. A venda dos biih tea de loteras de
cutras provincia em eatabclecimentos ou por pes-
soas que nao estejam muciias da c impotente li-
cenfa, coostitue flagrante infraeco da lei e de-
fraulaco da renda provincial, ficando sujeito o
inf. actor perda dos bilhetes encontrados em sea
poder, qae ser i aj piehen iidos, e ao pagamento
do imposto cora a multa de 21 % que nao sendo
satisfeito de promp'o, ser cobrado judicialmente.
Art. 9. to competentes para ef.-ctuar a ap-
prehenso os empreados provinciaes das reparti-
coes de faz. nda, os fiscaes das cmaras municipaes,
hescureiro das loteras provinciaes e autoridades
policiaes, devendo estas, alm disto, prestar sem-
pre o seu concurso, quaudj requerido pelo appre-
hensor.
Edital n. 779
Concurso para provlmcnto de ca-
di-ira. d- enislno primarlo
De ordem do Sr. Dr. inspector geral da Instruc-
e 11 Publica, se faz sabor a quem interessar possa
Iraes ordem.
J. G. Ficht F. R. Pinto GuimareB.
Jos Estevo Amorim Irmos & C.
Mario Amarn Irmos & C.
Norddeutsch Henry Nuesch & C.
Oaseo W. Sons & C.
PeggyA S. Brothers Polsiy.'rnen Fonseca Irmos t C.
Reform H. Lundgren & C.
O signal indica ter a embarcac} sabido hoje.
Vapores 6 entrar
DOS P0BT0S DO sor.
Ville de Pernambuco-hoje.
Congoboje.
Guahyamanh.
Araucaniaa 22.
Fioancca 24.
Pernambuco a 27.
Neva-a 29.
DOS P0BTOS DO NOBTB
Paraa 23.
DA EUROPA
Ville de Maranhaoa 21.
La Plataa 24
DB HAHBCBOO
Santos hoje.
DE LIVERPOOL
cultora 23.
DB HEW-TO K
Al i ancaa 29.
Vaporea a aanlr
Congohoje, s 2 h >ras da tarde, para Bordeaax,
tocando em Dakar e Lisboa.
Ville le Pernambuco hoje, s 3 horas da tarde,
para o Havre, tocando em Lisboa.
Arliudo amanh, s 4 horas da tarde, para e
Rio Grande do Sul, tocando no Rio de Janeiro
e Santos.
Jaguaribe 22, s 5 horas da tarde, para Ca-
mossim, com escala por Parahyba, Natal, Ma-
co, Mossor, Araca'y, Cear e Acarah.
NavioN a entrar
Anne Mariedo Rio Grande do Sol
Arielde Terra Nova.
Armandoio Rio de Janeiro.
Bella Rosade Terra Nova.
Cunosdo Porto.
Clutade Terra Nova.
Erutede Hamburgo.
Emolatorde Terra Nova.
Florence de Terra Nova.
Farwardde Liverpool.
Uonbirgsundde Cardiff.
Leanderde Terra Nova
Maria-de Terra Nova.
Marinho Ido Rio Grande do Sul.
Marinho IXdo Rio Grande do Sul.
Meta Sophiade Hamburgo.
May Cory-de Terra Nova.
rio vi me u o do porto
Navios entrados no dia 17
Para e escala 8 das, vapor nacional CamUIs,
do 675 toneladas, comraanianto Frank Conditt,
equipig-m 41, carga varios gneros; ao Vis-
conde luqui do Noite.
Saludos no mesfo dia
Santos e escalaVapor allemo Buenos-Ayres,
commandante K. Lowe, carga varios gneros.
Manos c escala Vapor nacional Manos,* com-
mandante Gmlberme Waddington, carga varios
generos.
Rio de Janeiro e escalaVapor nacional Camil-
lo, couamandante Frank Conditt, carga varios
gneros.
Navios entrados no dia 18
Maco 12 dias, hiato niciooal Flor do Jar-
dn) de 75 tonda:! .s, mestre Joaquim Jos
dos Santos, equipagem 5, car sal; Viuva La-
ges.
Hamburgo63 dias, patacho allemo Norddeu-
t ch S.ewarte,dc 194 toneladas, capitoJoh-
ann Maraines, eqoipagem 7, carga varios gene-
ros; a Henry Nuerch ft C
Rio Gran le do Norte15 dias, hiate nacional.
G.r.quity, de 40 tonelada-, mestre Joaquim
Honorio Canato, equipagem 9, carga varios g-
neros ; a Manoel J aquim Pessoa.
Sahidos no mesmo dia
MonlcvdoPatacho noruegaense Efraim, oa-
pito T. Knadaen, carga as'ucar.
Parabyba Patacho nacional S. Bartholomea,
capio Manoel Jos dos Santo, em lastro.





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it



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Im

Diario de PernambucoTerfa-fcira 19 de Julho de 1887
que havendo expirado o praso marcado pelo edi-
tal n. 773 de 1 de Mato drtle un> p*ra came
de habilitacu, fica marcada novo praxo de 40
das para iaacripco dos candidatos aoprovimento
das cadeiras meocionadas n'aquelle ed'tal e que,
em virtude de detorminacSo da presidencia da
provincia de 6 de Dexembro do anno passado, sio
postas em coocursj, devendo os concurrentes re-
qu-'rer o mesmo Dr. inspector a inscripcao, exbi-
bindo os documentos que provem os seguintes re-
quisitos de que trata o art. 2 das instruccoes de
16 de Outubro d 1885 :
1 Maioridade legal.
| 2 Moralidade, e
3* IaoocSo de culpa.
Art. 3" Oj requesitos do artigo antecedente le*
vero ser provados :
O do 8 1 por certido de baptism .
O do | 2* per attestado d) p trocho ou de quaes-
quer autoridades do lugar onde residir o concur-
rente.
O do 3 pela exhibicao de iolha corrida.
Art. 4 Sao dispensadjb :
1* De exhibir certido de idadeos candida-
tos-que forera u h)uverem tido funcciouariod pu
blicos c os qie apresentarem algum titulo eu diplo-
ma que nao obtenaos s> ra a m liorid.ide legal.
2* De apresentar folba corridaos que exhi-
birem atrestados de procedimento civil e moral,
passados p.-las cmaras muaicipaea, autoridades
judicianas e policiaca das localidades em que bou
ver.'m residido nos dous ltimos annos ;os que
se acbando a> ixercieio de emprego publico, exhi
birem attestados do respectivo ebefe : e as edu
candas do cjllegio de orphs e casa de expostos
3 De exame de habilitaco os candidatos que
cxhibin m :
I. Diploma conferido pela Escola Normal da
provincia ou de qualquer out.o curso norma! pri-
mario do imperio.
II. Ttulos de graos scieutificos pelas faculda-
d;s do imperio.
III. Diploma conferido pelo Gyinnasio Peruam
bucano ou pelo Iuop-rial Collegio Pedro II.
Secretaria da Instracc) Publica de Pernam-
buco, 4 de Juiho de 1887:
O secrrt'rio,
Pe:gentino Saraiva de Araujo Gal vio.
Machado
Dita n. 3. Axevedo & C
Nogueira n. 4. Antonio Diog > da Silva
Dita n. 12. O mesmo
Dita- i). 8. Antonio Uiaaco Moreira
Temporal
Dita n. i'J. Antonio Ferreira Pinto
Nova de Santa Sita n. 12. Antonio
D ogo da Silva
Travessa de Santa Rita n. 13. Adol-
.Jpb/i da Ponseea Baoks
8. Jos n 9. Autonio Ferreira Pinto
Travessa de S. Jos n. 13. Ana de
Jess Pontea
Dita n. 27. Antonio Marques da Oli-
ve ira
Pescadores n. 6. Antonio Joaquina de
Mor..es e Silva
Travessa da praia da Forte n. 1, Antc-
nio Moreira Reis
Dita n. 3. O mesmo
Dita n. 5. O mesmo
Dita n 7. O mesmo
Praia do Forte n. 4. O mesm
Ypiranga n. 11. O mesmo
Vidal de Negreiros n. 50 O mesmo
Imperial n. 1. Anlr Affjuso de Car-
valho
Mrquez do H rval n. 150. Antonio
Augusto Ferreira Lima
S Jo i n. 7. O mesmo
Dita n. 9. O mesmo
Vidal de Negreiros n. 178. Antonio
Carlos Brio neu dos Santos
Assumpcao n. 44, Antonio Pereira de
Arauj j e uutro
Dita n 48. Autonio de Axevedo Vil-
laruuca
(Ceaina.)
US Gabinete Portuquez de
JLeitura
150'>6O
150260
154260
154260
154260
154260
15026U
154260
154260
154260
154260
154260
304520
304520
154260
154260
284928
154260
154260
16JM0
154260
224454
514535
154260
BhliLAMCuES
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector, face
publico que no dia 21 do crrente inez ira de novo
praca, cicfjrme determina o Exm. Sr. Dr. pre-
sidente da provincia em 13 do crrente o Bervifo
da Iluminada) de lguarsss, correspondente ao
ao corrente semestre de Julbo Dexembro, ser-
vindo de base o pree, i de 77 rs. por lampeo
Secretaria do Thesouro Pnviucial de Pernam-
buco, em 16 de Julho de 1887.
O oficia",
Lindolfo CampeUo.
Baaeo de crdito real de Per-
nambuco
Este estabelecmento, do accordo com o art. 54
dos estatutos: paga o seu 2" dividendo raso de
5 0/0 sobre o valor das eatr>idas rea.'isadas do
capital, ou 3(OJO po. aecSo, todos os das uteis,
desde as 10 horas da maoh .j 4 da tarde, em
sua sede ra do Cmmereio u 34. Nesee acto
sero entregues as respectivas aceoos.
Recife, 16 de Julho de 1887 O gerente,
J io Fern mdes Lt[>03.
Santa Casa de Misericordia do
Recife
Por esta secretaria sao chamados os parentes
on protectores das menores abaixi declaradas,
par, at o dia 30 do correte, aprescntal-as n >
collegio das srphits, fim e serem ahi admittidas.
visto acharem-se inscriptas em primeiro lugar, no
respectivo quadro.
Laura, filba de Miguel de Souxa G.ilvo e Iaa-
b-'l Mara da Silva Galvo.
Sydronia, filba de Co.-oie Damio Felippe da
Silva e Constancia Ma-ia do Carmo.
Secretaria da Sania Casa de Misericordia do
Recife, 16 de Julho de 1887.
O cscrvo interino,
____ Francisco Gomes Castellao
Estrada de ferro do Re-
cife Caruar
Da ordem do I Im. Sr. director, faco publico
qne a datar de 24 do cerrente ficar r atabelecido
at a n.va estaco provieoria da Sirra, no povoa-
do Ruasinhas, o tiafego desti estrada de ferro,
que por motivo de forca maior havia sido sus. en
so, entre S. J. ao dos P.-rabos e Caecavel.
At S. Jlo dos Pombos o horario ser > mesmo
anteriormente em vigor. De Pumbos Russiohas
s haver trem as segundas, quvrtaa e sexta -
feras, partindo o mesmo trem ao meio dia e re
gressando de Russiohas a 1 hora da tarde.
Secretaria doprol ngsiuento da estrada de f rro
do Recife ao S. Francisco e estrada de fero d i
Recife Ciruar, em 16 d- Jn'h do 1887.
O secretario,
Manoel Juvenc-io de Saboia.
IMrada de ferro de Ribeiro ao
Bonito
A directora desta einpreza recebe propostas
em carta fechada at j dia 26 do corrente, para
<> a-sentaments de trilhos correspondente a cinco
kiloinetr >s da via permanente, sendo preferido o
pretendenfe que melbores vaotagena oftvreeer, s>b
as condicSes expostas no eacriptorio desta em-
presa. Recife, 14 de Julho de 1887.
EsBDa Df i de Jaira
Lh'tt
Capital do Banco....... l.OOO.OCO
Capital realisado......... 500,000
Fundo de reserva....... 200,00P
A contar desta data e at ulterior reso-
lucao, conceder-se-ha juros de dous por
cento ao anno, sobre os saldos de dinheiro
lepositado em conta corrente de inovimen-
to no mesmo Banco.
Recebe-se tambe a dinheiro em deposito
a juros por periodos determinados, ou su-
jeito ao aviso pivio de triota das para ser
retirado, mediante as condigSes de que se
ttri conbecimento aos i iteressados.
Pernamcuco, 23 de Maio de 1887.
Wenry K, Gregory,
Gorente.
De ordem do Exm. Sr. presidente do conselhe
deliberativo, convido novamente os membroa do
meamo conselh a reunirem-se em sesso ordinaria
na respectiva ade, na prxima aexta-feira 22 do
corlete, pelas 6 horas da tarde, visto nao ae ter
reulisado a reunio anteriormente convocada por
falta de numero.
Secretaria do Gabinete Portugus de Leitura
eu Pernambuco, 18 de Julho de 1887.
Alfredo C. Cousseiro,
______________ 2- secretario
anta Casa de misericordia do
Recife
Na aecretaria da Santa Casa arrenda-ae os se-
guintea predios :
Ra do Bom Jess n. 13, 3- andar.
dem dem n. 44, 1- andar e loja.
dem do Vigario Thenono u. 22, 1 andar.
dem idem n. 25, sobrado.
dem do Maiqu'-z de Oliuda n. 53, 3- andar.
Ider do Apollo n. 24, 1- andar.
I Je.i da Moda n. 4'.
Ipem iiem n. 47.
dem idem n 4'.i.
dem idem n. 37.
dem da Liugeeta n. 14, 1' aodar.
Beceo do Abren n. 2, 2- andar. *
Secretaria da Santa Casa de Misercordia do
Recife, 25 de Maio de 1887.
O escrivo intarino,
______________Francisco Gumrs Castellao*
O administrador da recebedoria provincial
em cumprimento daa instruccoea de 27 de Julho
de 1883, convida a aasociacio comraercMl e todas
>'.qu>!*s peszjas que tiverem existencia legal e
ennhecida pira que, na forma dos arta. 24, 25 e
26 daa mesmas instruccoes, s incumbam da dia-
tribuigo daa taxas constantes da tabella dos im-
postoa de repartico anoexa a iei n. 1884, de 30
de Abril do corrente anno ; para o que Ihc-s fica
marcado o prazo improrogavel de 30 das a con-
tar da presente data sob pena de ser este traba-
Iho feto por esta recebederia em virtude do art.
27 das referidas instruccoes.
Recebedoria Provincial de Pernambuco 13 de
Julbo de 1887.
Francisco Amyntas de Carvalho Moura.
Consolado de Portugal
em Perno mbueo
Per este consulado se faz pnblico, que tendo
fallecido ab ntcstato o auldite portugus Macoel
Francisco dos Santos, foi o aeu espolio arrecadado
em conformidade com o que disp5e o decreto n.
855 de 8 de Nsvcmbro de 1851, actualmente em
vigor.
Consulado de Portugal em Pernambuco 16 de
Julho de 1887.Ocbancelhr interino,
Agripino Lima.
MARTIMOS
COMFA*II i i
bLNCO INTERNAGIONA
DO
BRASIL
Capital o.oooiooo,',
dem rcallsado ,000:0004
A caixa filial d'es e Banco funecionando teni
poranamente roa do Commercio n. 38, saca,
vista ou a praz, centra os seguintes correapon-
dentea no estrangeiru :
Londres......... /N. M. Rothachil & Sona.
O procurador doa feitoa da Faxenda Provin-
oial, tendo r> c biio do Thesouro Provincial a re
lzcao abaixo transcripta dos deve lores de annui
dadea pela hmpeza da c mpaubia Re .-i fe Dra-
nage relativaa ao Io semestre do exercicio de
1894 a 1885 da fieguezia de Jos, que deix*
xaram de pagar no tempj'Competente, declara
aos mesm s deved res que ihea fica marcado o
prazo de 30 das, a contar da publicacao do pre-
sente edita', para rrcolbe'ein a importancia de
seue dbitos a Receb.d >ria Provincial, certoa de
que, fiado o referido prazo, se proceder co
branca judicialmente.
Recife, 5 de Julho de 1887.
O procurxdor dos feitoa,
Miguel Jos de .Vrrflda Pernambuco.
Relscio do 1 semestre de annuidade do exerci
en de 1884 a 1885, da freguezia de S. Jos.
Santa Rita n. 1. Antonio de S'.uzi
Axevedo e outro 194348
Padre Nobrcg.i n. 11. Antonio Jo -.quim
Cavalcante de Albuquerque lbt'GO
Lomas Valentinas n. 21. Antonio Dio-
go da Silva 301520
Coronel Suassuoa n. 14a. Arcelina
Xavier Carneiro Rodrigues Cam-
pello 57/868
Dita n. 162. Antonio Valentim da Sil-
va Barroca 15f260
Dita n. 164. O me mo 15/260
S. Joao n 31. Autonio Cedro C .val-
cante de Albuquerque 15/260
Dita n. 51. Alexandre Ridrigues dos
Anjos 15/260
Mrquez do Herval n. 134. Antonio
Tavarea Ferreira 15/260
Dita n. 207. Antonio Augusto Ferrei-
ra Lima 15/260
Padre Nobrega n. 76. Anni Mara da
Luz 15/260
Dita n. 72. A mesan 15/260
Dita n. 73. Antonio J >s Bruno J-
nior 15/260
Dita n. 79. Angela Mara de F.ritas
e ou'ro 16/016
Vidal de Negreiro3 n 80 Anni F. 1-
sarda de Souza o (Mira 26/031
Dita n. 40. Antoni) Gon9.1lves de
Azevedo l/260
Ditan. 92. Antonio Jos S Iva Brasil
(parte) 25/767
Dita c. 66. O mesmo 19/676
Dita n. 84 O mesmo 30/520
Dita n. 39. Antonio Goii9lves de
Axevedo 15/260
Dita u. 202. Antonio Moreira Reis 15/60
Dita n. 204 O mesmo 15/260
Ditan. 119. Auna Amelia do Reg
Mello 15/260
Frei II' nrique n. 18. Anna Joaquina
Theotrina do Sacramento 16/260
Dita n. 13. Antonio Jc-sOSilva Brasil 49/9.'0
Dita n. 15. Antonia M-.ri. da Cista 15/260
Domingos Thectonio n. 37. Antooifl
Moreira Reis 36/363
Dita n. 41. O mesmo ^ 15/260
Dita u. 47. O mesmo 15/2':0
Dita u. 49. Antoni j Moreira Keis la/J6'J
Padre Floriano n 63. Iqtoalj Jos
da Costa 15/260
Dita n. 59. Anua A'i.'eliea de Maga-
lhies 15/260
Ditan. 73 Antonio Cl.:nnc> Moreira
Temporal 22/454
Jardim n. 30. Adelaide Minervina de
Moraeae Silva 15-261
Ra do Forte n. 2 Antonio Duarte
A junta cluasificadora dos eacravoa do mu-
nicipio do Recife, abaixo assignada, tendo te reu-
nido no paco da Cmara Municipal, para claaaifi-
ca' os eacravoa que com preferencia na lei, teem
de ser manumittidoa p>la 7* quota do fundo de
- mancipacSo, applicada a este municipio, em ob-
servancia ao que estatu o art. 33 do regolamento
a que se refere o Dac. o. 5,135, de 13 de Novem-
Dro de 1872, publica a seguate relac&o dos escra-
ves omprehendidoa na preseute classificayo, com
os nomes de s<-us respectivos aenhorea :
1 Joanna, de D. Conitantina Fereir da Silva.
2 Antonia, de D. Mara Jos de Jeaua Peretti.
3 Ernestina, de D. Ludovina Uchoa Carneiro
Campelio.
4 Benedicta, de D. D :lmira Candida de Santa
Anna.
5 Auta, de Francisco Antonio Crrela Cardoso.
6 Silvestre, do Dr. Francisco de Paula Correa
de Araujo.
7 Emiliana, de D. Francisca de Paula Cabral.
8 Joo, de Manoel flasmta de Araujo.
9 Theodesio, de Silva 4 Alvaro.
10 Francelino, de Bario da Siledade.
11 Qointino, de D. Mara do Carino Carneiro Cam-
pello.
12 Herculana, de D. Jcaquina Emilia da Silva
Villa*.
13 Mara, de D Mara Militina Monteir.
11 Francisca, da mrstna senhora.
15 Manoel, da meama senhora.
16 Roa, do Dr. Joaquim da Costa Ribeiro.
17 .liara Roea, do meamo senbor.
18 Rita, do Dr. Francisco de Paula Correa de
Arauje-
19 Aguatmho, de D. Anna Mara da Conceicao.
20 Vlircolino, de Franciaeo Antonio de Oliveira.
21 Mara, do mesmo senbor.
i Sabina, do Dr. Antonio Jeaquim de Moraea e
Silva.
23 Luisa, do Dr. Luis Salaz ir Moacoso da Veiga
fessoa.
24 Isabel, de D. Mana Magdalena de Avellar.
25 Sebastiana, de Ignacio Airea Monteiro.
26 Justina, de D. Mara Clara Carneiro Machado
Rioa.
27 Jo.nna, de Antonio Job Duarte.
28 Silveria, de D. Mara Gallina da Silva Braga.
29 Leopoldina, de D. Francisca Leopoldina da
R?cha.
30 VicenciH, de Jos de Souxa Nunes Braga.
31 Felippa, de D. Mara Euphraaia de Azevedo
Mello.
32 Antonia, de Manoel Joaquim Alves dos Santos.
33 Osminda, de D. Grinauria de Mendonca Abren
e Lima.
34 Silveria, de D. Jiaepbiua Thmod > Lessa.
35 Francisca, de Anna A. Lins Vilella.
36 Geralda, ^e D. Mara Clara Carneiro Machado
Ri -s.
37 Joanna, de D. Isabel Emilia de Oliveira Fer-
reira.
38 II'-le:dora, de Joio Gon9alves Torrea.
39 Luisa, de D. A'iua Marques Avila.
40 Gulbermina, de Jos da Silva Loyo.
41 Mara, de D. Mara das Ncves de Miranda Oli-
veira.
42 Vic 4) Feiismina, do bacharel Ju.entino de Mirauda
Cabral de V.isconcellos.
44 Quitea, de Manoel C>rreia de Arauje
45 A'hanasia, do meamo senbor.
46 M ira, de M-tno d Jos da Silva Oliveira.
47 Quiteria, de O. Mara Leopoldina Ferreira
Leite.
48 Gtnerisi, de Manoel Correa de Araujo.
49 Justa, d-; Ignacio Ferreira Tbcmuio Lossa.
50 A'itonia, d Francisco Jos da Costa e Silva.
51 Romana, de D. Mara da Ne7ea de Miranda
Oliveira.
52 Cecilia, de J0S0 Jos da Silva.
53 1 abcl, do Dr. Joaquim da Costa liibeir?.
54 Antonia, de D. Isabel Emilia de Oliveira Fer-
reira.
55 L-iuro, do espolio de Francisco Vicente des
S l.tCS.
56 Sabino, do mesmo senbor.
Sa'a daa ae^ses da junta de cUesificaSo doa
escravos do municipio do Recife, ao psfo da.C-
mara Municipal, 14 de Julho de 1887.
Subacrevo e assigno. Sala das seasca da C-
mara Municipal, 14 de Julbo de 1887.O aecreta-
rio, Uri.ilano da Abreu.Dr. Prxedes Gomes de
Souia Pitang*.Manoel Jos Soares d'Avellar.
Dr. Manoel Clemcntino de Oliveira Escorel.
Pana..........
Hamburgo.......'
Berlim..........I
Bremcntc........1
Frankfurt e/ Main,
Antuerpia
Roma.....
Genova. ..
aples...
Milao e mais 340/
cidades de Ita-1
lia.... ,
Madrid...
Barcelona
Cdiz...........
Malaga. ..
T.irragonp .
Valencia e ou'raaf
edades da Hes I
panba e ilbaa I
Canariaa....../
Lisboa.........\
Porto e mais ci- f
dades de Por-?
...)
lugal e ilbaa.
Buenos- Ayres.... )
Montevideo......)
Nova York......
. De Rotbschild FrreB.
Deutscbe Bank.
Banque d'Anvers.
Banc Genrale e suas
agencias.
Banco Hypotecario de
Espaa e suas agen-
cias.
Banco de Portugal e
suas agencias.
i'BIIUlMUICI.Vt
DE
lavegato Costelra oor Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macan, Memor, Ara
caty, Cear, Acarahu e Camossim
vapor Jaguaribe
Lommandante Baptista
-'-TlA;^ Segu no dia 22 de
Julbo, s 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 21.
Encommendas passagens e dinbeiros a frete at
s 3 horas da taide do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pemambuwma
n. 12
< om t\mi: oe mkmmavk-
RIES HAKITIHE
UNHA MENSAL
0 paquete Congo
Commandanto Lecointre
E' esperado dos portos de
aul at o dic 19 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Bordeaux
tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra-se aos senhorea passageiroa de todat
as elasses que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
QFaz-se abatimento de 15 /0 em favor das fa-
milias composta de 4 peaaoaa ao met.08 e quepa-
garem 4 passagens inteiras.
Por excepfo os criados de familias que torna-
rem bilhetes de proa, gosam tamb'im d'este abati-
mento.
Os vales postaea s se de at e dia 17 pagos
de contado.
Para carga, passagens, encommendas e dmhei r
* frote: tracta-se cem o
AGENTE
objectes de brense, talheres, um bilbar com seui
pertencea e bancos para jardim.
CONSTANDO DE:
s*ia de entrada
1 serafina de Jacaranda, um blbar com todos
os eeus pe:tences, 1 moblia de Jacaranda om
1 sof, 2 consolos com pedrns, 2 cadeiras de
bracos e 12 de guarnicao, 2 conaolos avulsos, 3
espelhos grandes com moldura de j caranda, 2
cadeiras de balanco, 4 jarros de alabastro, 2 ve-
nesianas para pertae, jarros para fl.res, quadros
dourados e 1 piano de Weidons lanfer.
Sala de Jamar
m aparador grande, 1 guarda-lou9a, 2 etagers,
1 mesa elstica com 6 taboas, 24cadeiraa de guar-
nicao, 1 relogio de parede, 1 guaida comida eran-
de jarros para centro de meas, garrafas, copos,
porta licores e galhettiros de phantasia.
Sala d" vi*iia
Urna mobilia de faia envernisada a cera, cons-
tando de 1 sof, 1 conversa le ra, 2 poltronas, 12
/art ri J^ 1 ta M, A J .- MASA A____!_9_ _^ 3 9
\ugoste Labille
9 RA DO COMMERCIO 9
Engliah Bank of tbe Ri-
ver Pate, Limftcd.
G. Amsick 4 C.
Compra saques sobre qualquer praca do impe-
rio e do estrangeiro.
Recebe dinheiro em conta correute de movi-
meuto com jur-'s a lazo de 2% o anno e por le-
tras a praso a juros conveocionados.
O gerente,
_____________William M Webster_________
Monte Pi^PopaFPe
nambucaiio
De accordo com o art. 57 dos estatutos desta
socedade, fica mrcalo o praso de 30 das, aos
socios em atraso, para pag.rem suas mensalida-
des, sob pena de elimiua$o, a qual ter lugar
em 8easao do conseibo administrativo de 24 ie
Agosto prximo vindouro.
Secretaria da socedade Monte Pi Popular Per-
nambucaao, 15 do Julho de 1887.
O 1 secretario,
Benjamn A. Jos da Fonseca.
A junta de elaasificacSo dos eacravoa do mu
nicipio do Recife, para tal fim reunida no pa$o da
Cmara Municipal, declara a quem intereaaar poa-
aa, que por nao terem sido dados 1 matricula en-
cerrada no dia 30 de Mar9o prximo passado, con
forme as uformaco. s que lbe foram ministradas,
deixaram de ser incluidos na prseme classifica-
cao os escravos aeguintes :
Luia, de D. Anna Joaquina Carneiro de Albu-
querque Lacerda.
Lucinda, de Z f. rio da Silva Pinto.
Benedicta e J >a, de Marcolno Jue Pereira e suaa
irmSs D. Iheresa Francisca da Trndade Pe-
reira e D. Isabel Mara da Trndade Santos.
Sara, de D. Cesara Ribeiro deS Brrelo.
Faustiua e gueda, de D. Maria A'cantara d;
Azevedo.
Delphina e Manoel, de Caetano Pereira de Britto.
Cnrsp-m e Marlanna, de O. Joanna Baptista de
Araujo Bastos
^Sala da junta classificadora dos escravos do mu-
nicipio do Recife, no pago da Cmara Municipal,
14 de Julho dj 1887.
Subacrevo e assigno. Sala das sesses da C-
mara Municipal, 14 de Julho de 1)87. -O secre-
tario, Coriolano de Abren.Dr. Prxedes Gomea
de Souza Pitanga.Manoel Jos Soares d'Avellar.
-Dr. Mano I Clementino d'Oiive'ra Ejcorel.
Companhia do Beberibe
Previne-se aoa subscriptores das ac{5es da no-
va emissao que o praxo pura o pagamento da ter-
c?ira e ultima prestacAo de 40 /0 termina no da
6 do mes prximo vindouro, como foi previamente
annunciado.
Recife, 11 de Julln de 1887
Jos Eustaquio Ferreira Jacobina,
Director secretario.
THEATRO
Pacific Meara Navigation Company
STRAITS OF MAGELLAN UNE
O vapor Araiicania
Espera-se dos portos do
sul at o dia 22 de Ju-
lho seguindo para
a Europa depois da
demora do costume.
Este paquete e os qne dora
em diante seguirem tocaro em
I ivinoulli, o qne facilitar che-
garem os passageiros com mai
brevidade a Londres.
Paracargb, passagens, encommendas e din-
heiro a frete tracta te com os
AGENTES
Wilson Sons A c .. Limited
N. 14 RA DO COMMERCIO-N 14
Unued States A Brasil M- S. % G
0 paquete Finance
E' esperado dos portos de
sul at o dia 24 de Julbo
depois da demora necessaris
seguir para
t'ompaabia Hahiana de navega
eo a Vapor
Machio, Villa Nova, Peuedo, Aracaj,
Estancia e Bahia
O vapor Guahy
Cooimandante Martins
E' esperado dos Donop aci
ma at o dia 20 de Julho,
e regressar para os mea-
mos, depois da demora do eos
turne.
Para carga, passages,encoBjmendasedinhei-
a frete, trata-se na
AGENCIA
7Ra do Vigario 7
Domingos Alves Matheus
'ara o Rio Grande do Sul
_ Segu com brevidade para o porto cima, o
lugar nacional Marinho 7' : para o resto da car-
ga que lbe falta, trata s.- com os consignatarios
Jos da Silva Loyo & Filho.
ilaraoho. Para, Barbados, fil
Thomaz e XcwVork
Para carga, passagens, e ic m riendas d:nheir
* frete, tracta-se com os
AGENTES
0 vapnr AUlaica
Quinta 31 deve ter lugar nm variado laiio de
miudexas, ferragens, perfumaras, papel de cores,
estampa e outras mercadorias existentes no srma-
sem da ra do Marque* de 01 inda n. 34.
Importante leilcT
Do sobrado de dous andares ra do Du
que de Caxias n, 90, antiga ra do
Queimado, em solo proprio e bem loca-
lisado
lerga feira 19 do corrente
A'Sll HORAS
Ra do Imperador n. 30
O agente Stepple, por mandado e asistencia
do Exm. Sr. Dr. juix de direito da provedoria de
capellas e reaiduoa, a requerimento do inventa-
rame dos bena deirados pela finada Rita Emilia
Rodrigues de Almeida, levar a leiio metade do
dito sobrado cima, e na mesua occasio vender
a outra metade de accordo cem o outro herdeiro,
sendo a venda p rtaut 1 do s.brado todo.
Cs Srs. pretendentca p^deio desde j exami-
nar o dito predio, e pun qualquer esclarecimiento
o mesmo agente dar.
cadeiraa de guarn9ao e 2 duDkerques com tampos
de pedra e eape h s no encost ao alto (madeira
fusca), 2 espelhos dourados grandes e ovaee, 2 di-
tos grandes para eonsolos, lindoa quadros a oleo
com finas gruvura6, jarros e vasos de crystsl e
porcelana para flores, cand-labros e serpentinas,
figuras de Bsente, escarraderas grandes e ob-
jectos de brcnxe.
Urna mobilia de junco, obra de gosto, 1 piano
forte de Otto Bjrs, 1 estante pira msica, enfeites
de mesa e 1 mesa de jogo.
Sala f defraz
Mma mobilia de mogno com 1 sof, 1 jardineira,
2 eonsolos, 4 cadeiraa du bra9oa e 18 de guarni-
tco, 1 candelabro, jarros de pedra, ditos de crys
tal e porcelana, escarradi iras.
Objecin de elertro-plale
Salvas, bandejis, portu-gelo, bules, jarros cbi-
nezes, pratos para parede, candelabros, caatijaes,
facas, garfos, colheres, 1 porta-garrafas, galhetei-
ros e muitos outros artigos.
4tuar Camas franeezas, guarda r jupa, gnarda-ves-
dos, toileta, layatorioa, commodas grandes, 2 mar-
queso.-s, 1 sof, 1 tneaa redonla, 1 cama ae mog-
no e 1 berco.
Objeclot) uvuImon
Tr;-s veneaianss de caixa, 2 bancos americanos
para jardim, 4 ditos grandes com ps de ferro e
assentos de madeira e 2 ditos menores.
No sobrdo da ra do Barao de S. Borja
d. 55
Antonio Qoocalves de Axevedo, em viagem pa-
ra a Europa, com sua familia, faz leilSo por nter-
ven9ao do agente PINTO, dos movis c mais ob-
jectos cima mencionados, existentes na casa de
sua residencia ra do Barao do S. Borja n. 55.
Os referidos movis e mais objectos b3o todos
novos e de goato, por ttrrm vindo ltimamente da
Europa.
A s 10 horas e 5 minutos partir o bond que
dar passagem gratis aos concurrentes ao leilao,
o qual principiar a 10 1/2 boras'em ponto.
Em continuado
Veuder o mesmo agente, urna vacca de raja
t mu e um cavallo de sella.
Le4ao
D miudezas, ferragens e perfumaras
Quinta feira 21 do corrente
Na aro?azem da ra do Mrquez de Olin-
da n. 33
(Esa liquldacito)
O agente Pinto levar leifa?, por liquidaeao,
nm completo e variado eertimento de miudexas,
perfumaras e firog-ns, existentes no armazem
da ra do Mrquez de Oiiuda n 34, onde espera a
concurrencia de seus freguezes e amigos.
O Ieiiao principiar s 10 1/2 horas.
Espera-se de Nie^-ror;.
News, at o dia 29 e Julho
o qual seguir depo'a d
demora neceosaria pjra
Bahia, Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
e com os
AGENTES
Henrv fursler & C.
.1 8 BA MJ COMMERCIO -N. 8
/. anda
CHARGEURS KELMS
< onipanhla Franceza de Navega-
eSo a Vapor
Linha quinzenal entre o HD7re, Lis
boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
De mobilia, piano, guarda-vestidos, guarda
looeae, mezas elsticas, aparadores, latas com
b>l-.cbinhas, latas com fu), latas com ervilhas,
garrafas com cognac, vnbos, quadroa, jarros,
miudexas e muitos outros artigoa.
Terca -feira. 19 do corrente
A' 11 /toras
No armazem da ra do Mrquez de Olin-
da n 19
Por intervenjao do agente
(i lis limo
Leiio
De 1 piano, movis e vidros
O agente Brito, autorisaao pelo Illm. Sr. major
Joo francisco Ribeiro, qu; Ntrm se para o sul,
vender o aeguiote: 1 piano, 1 importante reobi-
lia de mogno, 1 cspelbo oval, 1 cama franceza, 2
marquexos, 1 cistureira, 1 toilet, 2 commodas, 1
mesa de jautar, 1 ber9>, 2 aparadores, 1 guarda
loufa, 1 mis i com estante. 1 ai a. ario, cadeiras de
guamico e de balanco do -inareo e junco, lava-
torio e quartioheira, jarros, candieirca pira k?ro-
sene, quadros, lanternas, relogio, lou9a, vidros,
facas, colh-'rea, trem de cosinba, 1 barra gorda
o mansa para Carr :9a, 1 carinho e outros objec-
toa.
Quinta-feira 21 do corrente
A's 10 e 1[2 horas
Pateo do Terjo n. 98, 1' andar
0
c
di Fenratac
A directora faz seeute aos Srs. subscriptores
da n-iva emissSo de acedes para o lsvantam nto
da fabrica na Torre, que fica marcado o praso de
30 diaa desta data, para pagamento da primera
prestaci 1 de 10 por cento, e autorisado o Sr. 'he-
ourciro Jos Joo de A mor i m Jnior, para ore-
cebimento.
Recite, 27 d 1 Juoho de 1887.
Os directores,
Manoel Jos da Silva Guimaraes.
Henrique Sareivs,
Secretario.
Jos Joo de Amorim Jnior,
Thesooreiro-
Rua do Bom Jess n. 9.
11 iD
i LYRICA
[flS E OPERETAS
EMPREZA N A.GHEL
Directo LUZ NILOPE
Terp-feira, i9 de Julho
A grandiosa 0|iera lyrica cm 4 actos, msica do
maestro G. Verdi :
TROVADOR
A's S horas.
lignds para todas as linbas e trem para
Apipucos.
Coicmandante Vicl
E' esperado da Europa
at o dia 21 de Julho, se-
guindo depois da indispen
savel demora para a Ba-
lita, nio de Janeiro
c Mantos.
Roga-so aos Srs. importadores de carga p?Ios
vapores desta linha,queiram apreaentar dentro de 6
das a contar do da descarga das alvareng,. qual-
quer reclamacao concernente a voluntes, que po-
ventu a tenham seguido para os portos do aul.afin
de se poderem dar a tempo as previdencias neces-
sarias.
Expirado o referido praso a companhiaoa n ae
responsabilisa por extravos.
Para carga, paisageus, encommendas e dnheire
a frete : trata se com o
AGENTE
Augusta Labille
9- RA DO COMMEROJO-9
ROYAL MAIL STEAI FACKET
COMPANY
Vapor La Plata
E' esperado da Europa no dia
23 ou 24 do corrente,seguind 9
depois da demora uecessaa
ria para
Bahia, Rio de Janeiro Monte
video e llucnos Ayres
0 paquete Neva
E esperado
do sul no dia 29 de
corrente seguinlo
lepois dadi-mora'
i.ecessaxia para
Lisboa e Soulhampton
Reducido de passagem
Ida Ida e volta
A' outhampton Ia classe 28 42
Camarotes reservados para os paaaigeiros da
Pernambnoo.
fura pussageas, fretes, etc., traeta-se c "" os
Consignatarios
Adamson Ho wic & C.
S. 3 RA DO OOILIERCIO N. 3
V andar
Leiio
Agente Pinto
Quarta feira 20 deve ter lugar por interveova*
de agente Pinto o leiio de lindos object >s de
eletro-plate, ricos jarros de cristal e porcellana,
quadros oleo, espelhs grandes, bjns movis,
e um bilhar, na casa em que residi o Sr. Antonio
Goncalves de Az vedo ra do Bario de S. B r-
ja n, 55, para onde partir um bond que dar
passagem gratis aos concurrentes.
Agente Pestaa
i.eilo de 2 predios
Duas tercas partea do sobrado sito a roa Vi-
gario Lenorio o. 12, reuJendo annualmmte 400J
do qual inquelino o agente Pestaa, aervindo de
baae a offerta obtida no 1." leilao de 1:9000000
do Illm. Sr. Joa Moreira da Silva.
1 aobrado de 3 andares sito a ra de Domingos
Jos Maitins n. 36, freguezia do Recite rend an-
nualnrente 8160, por detrs do monte de soccorro.
Quarta feira, 90 do corrente
Ao meio dir em ponto
No armazem ra do Vigario Tenorio
n. 12
O agente Pestaa competentemente autorisado
pelo proprietario que ae retira para o Rio de Ja-
neiro, vender a quem mais der os referidos pre-
dios, sem reserva de projo no dia e hora cima
mencionado ; cuja venda ser livre e descmDara-
fada de todo e qualquer onus.
De urna esplendido o grande colleccSo de
crotos (i'erca de 1,200 peis) de todau as
qunlidadeB, e urna infiidade de peis do
roseiras.
Quinta feira, 21 do corrente
A's 11 horas
Na ra da Palma n. 93
O agente Martins autorisado pelo Sr. [Filomeno
Jos de Souxa, tara leiio do importante ccllec^o
de crotas e roseiras de seu jardim ra da Palma
u. 23.
AO CORRER DO MARTELLO
Para acabar
Leiio
De movis, 1 piano forte, espelhos, qua-
dros, lougas e vidros
S.ndo : 1 piano forte, 1 cideira para piano, 1
mobilia de junco com cadeiras de balado e con-
aoloa de pedra, 1 bonit) espelho oval, 7 quedros
oleottraphias representando um, a liba de Ferean-
do'de Noronha, 4 eta:ers, 2 bustos, 3 pares de
jarros, 1 par do lanternas com pingentes, 3 lan9as
para cortinados, 2 escarradeiras Boas de porcela-
na, 3 dtaa de metal, diversas msicas, 1 cama
francesa com cortinados, 1 lavatorio de amarello
com guarnido de pire lana, 1 guarda roup.i de
amarello pequeo, 1 cabide de columna, 1 tr.ei ac
nicds, 1 espelho, 3 pares de e rtinados para p irlas
e 7 pannos de cnchet.
Urna mesa elasti.'a de amarello de 5 taboas, 1
guarda louv>i, 2 apara ores du columna, 12 cadei-
raa de junco, 1 sota de dito, 1 dito de amarello, 1
relogio de parede, 1 comiooda pequena, 1 banqui-
nba, 1 cama de ferro, 1 dita para crian9a, 1 lava-
torio de ferro baca, 1 tapete para sof. 2 cabi-
des de parede, 1 banca de amarello para escrip
torio, L baca grande para banho, I0U9* de jantar,
dita para almo9o, 1 aparelho de metal para cha,
garrafas, coinnotciras, cabides. clices, copos, ta-
Ihercb e outros muitos movis.
Quarta-feira 20 do corrente
AS 11 HORAS
No 2o andar do sobrado n. 9 da Pra9 do
Conde d'Eu
O agente M-rtios autorisado pjr urna familia
qne se retirou para o interior da provincia, ar
leiio dos movis, pianos e mais obiectos existen-
tes em dito sobrado, es quaes sern vendidos ao
correr do martello.
Leiio
de bons rooviis, Sipelhcs grandes ovaes e qua-
drados, lindos quadros com finas gravuras a oleo,
ricos jarros e vasos para alores, de crystal e por-
cellana, candelabros e serpentinas de clectro-plate,
Grande leilao
De niov is e objectes de arte
O agente Gusmo far, sexta-feira, 22 do cor-
rente, na casa que foi do Sr. Jos de VascooceUos,
um grande leilao de movis e objectos de arte^Rp
ja nomenclatura ser publicada amanb.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se casas a 80000 no becco dos Coe-
hos, junto de S. Gon$allo : a tratar na ra da
(mperatrix n. 5o.
Aluga~se a loja da travecsa do Livramento
n. 10 e a casa da ra do Bartholomeu n. 58, na
ra do Pilar n. 125.
Precisa se de urna cosinheir. ; na estacao
da Jaqueira, sitio do Dr. \Ven9a.
O fir. Joo Baptiaia Ferreira
Pede-se ao ir. Joao Baptista Ferreira que ve-
uha pagar a sua hypotheca, sssim como entregar
o que em confian^* se Ihe entrog u, e cumprir o
que prometteu ao Dr. Fulano, isto mais de
anno.
Precisa-se de urna boa costnheira na ra
da Aurora n. 81, 1- andar.
Aluga-se por 80000 mensnes metade da
casa n. 99 ra do Visconde de Oovauna, antiga
c'o Cotovello ; assim como vende ao um par de
consolos e um marquexo, tudo em bom estado e
por pre90 razoavel : quem pretender dirija-se
mesma que achara eom quem tratar.
= Preciaa-se de urna cosinheira e de um feitor ;
no sitio do Or. Vaieufa, preximo da est~9&o da
Jaqueira. na estrada de Apipucos.
Aluga-se o sobrado sito estrada de Joo
de Barros n. 27, com commodos para grande f ..-
milia, tem agua e gaz encanados ; a tratar na
loja do aanel de ouro, ra do Cabug.
Alujja-se
om grande sitio, contendo as principaes fructas,
no Caldeireiro n 9, com boa casa de morada (que
foi do finado Mamcde), tendo agua e gas, a qutl
confronta com a casa d> Dr. A\< irado ; a tra-
tar na ra do Apollo n. 30, I- an. .
\ma
L
Precisa se de urna ama para o aervi^'o interno
de casa de familia : na ra da Unio n. 13.
\ma
Precisa se de urna ama para iavsr e < ngommar,
para caaa de familia ; a tratar no hotel n. 30, 4
ra da Madre de Deas.

.



-


>
I



r

tt
Diario *.%
\ma
Preoiaa-se de ama ama de leite
muero 35.
na raa Bella
Ama
fia raa do Rangel n. 63, preciaa-ae de urna
ama para todo aervico de cata de familia.
Tnca-se
Um sitio em Be eribe, por ama barcaca : a tra-
tar no trapiche VAN MA, Forte do Mattc.
Peitoral de Cambar (3)
Descoberta e preparare de Alvares de 8.
Soares, de Pelotas
Approvado pela Exma Junta Central de Hygie-
ae Publica,auctoriaado pelo governo imperial, pre-
niado com as medalhas de ouro da Academia Na-
tional de Paria e Expoaicao Braaileira-AIlema de
1881, e rodeado de valiosos ttestados mdicos e
de muitos ootroa do pessoaa curadas de : toases
imples, bronchites, aathma, rouquidao, tsica pul-
Mar, coqu eluche, eacarroa de sangue, etc.
Preces as agencias : Frasco 2/500, meia
folia 13/000 e duaia 24/000.
Prefoa as aub-agencias :Prasco 2/800, meia
ansia 15/000 e dusii 28/000.
Agentes e depositarios geraes nesta provincia
FRANCISCO MANOEL DA SILVA & C,
raa Mrquez de Olinda n. 32
Sitio na Magdalena
Vende-se ou alaga-ae urna casa e sitio na Mag-
dalena, junto do largo do viveiro ; a tratar na
Livraria Econmica, ra Primeiro de Marco
omero 2._____________________________________
0 vinho Mourisca
trsdatoi Bllela
Este delicioso e tao apreciavel vinh j de mesa,
acaba de chegar pelo Sulli/ e aeha-se venda no
estabelecimento de Justo Teixeira & C. Suecesso-
res, ra da Penha n. 8 uniros possoidores.
Madanfa de escriplorio de advo-
cado
O advsgado Luis Lopes Castello Branco mudoa
SM escriptorio para o 1' andar, segunda sala, do
obrad) n. 2 da ra eatreita do Rosario, onde
pede aer procurado >s horas do coatnme, das 9 1\'
em diante.
Engommadeira
Na ra daa Calcadas n. 54, lava-ae e engom
ma-ee com muita perfeicao e proco commodo.
CASA riLIZll
Semonles k carrapato
Compra-se grandea e pequeas quantdades
i drogara de Fri nciaco
do Marques de Olinla n. 23.
da Silva & C, ra
Prtcisa-se de um ra
(Passtgem da Magdalena).
Criado
de Payaand n.
O abaixo assignado vendeu da 7a lote-
ra extrabida no dia 18 do corrente a surte
de 2000 eooi. 1585, a sorte de 102&
em o n. 282, as sortee de 505 em os ns.
47 e 146.
Acham se expostos venda os bilrx>t^i
da lotera de novo plano de 12:0 0)9000
garantido beneficio das intitui^3'-8, <-e
caridades e religiosas, que se extrahir
quando fr anoun-iada.
PREgOS _
Em porcSo
Cada bilhete ^500
A retalho
Um bilbete 60000
Um quinto 10*00
Antonio AuqnsUt do Santo PorU.
Chalet para vender
Vende-ae um elegante e bem construido chalet,
sito em Parnameirim, em frente a estafa da via-
terrea de Apipucos, com eimmodoa suficientes
pura qnalquer familia, om agua e g dos e um bim sitio, por prec/i raxoavel ; a tratar
na ra do Bartholomeu n. 40.
Hotel Antonio
No Cimlnhi) \oi
D. Julia Koblet de volca do Rio de Janeiro, de-
morando se alguna diaa neata provincia, trouxe
novo sortimento de vestidos feitos, chapeos e ou-
tros artigos de alta novidade par senhoras, e
toma a liberdade de convidar as Exma. familias,
afim de visitaren! a ana expoaic2o.
Caixeiro
Prscisa-se de um eaixeiro de 14 16 annos de
idade. com pratica de mercadoriaa : na ra Vi-
dal de Negreiroe n. 23.
njmTTFORTDNl
Aos I2:000$000
Bllhetes garantidos
23 -RA PRIMEIRO DE MARgO -23
Da 7* lotera da provincia vonderam
Martina Fiuza & C. oe seguintes premios
garantidos: 1288 e 6892 com 300000
cada um.
Acbam-se venda os afortunados bi-
| Ihetes garantidos da 8* ioteria da provin-
cia em beneficio das insttui(3es de cari
Idade e religiosas, que so extrahir quan
1 do^for annuciada.
PREgOS
1 ioteiro 60'00
1 quinto 10200
Em por?o de OO^OOO p.i
cima
1 inteiro 50=iOO
1 quinto 10100
Se
s
OS
3
s.&->-
MAMADEtRA-BOMBA
MONCHOVAUT
A nica com vlvula, em que nunca
o leite torna a deacer
OLHA DI CSTSTAl COM PAIAFMO TORNEIS
Medalhas
de Ouro
e
de Prata
Oylnlto do D' BOUOMUT. leste
aerejado da Facnltade de Medicina de Paru 8
medico do Hospital das mancas i nferaia, DO *eu
tiro Hygienn da Infancia :
n Urna Namadelra bem aoondcionnada
a deve ter urna vlvula onde o leite nunca
torne a deeoer : 6 este o principio da
. MAMADORA MONCHOVAUT.
SesMltts m toiu 11 priacisMi PRamaclai i snaarias

PARA
^ iCS /o -snc;o o TCKJCAooa
\J / E O BANHO.
Ama
Precisa-ae de urna para todos oa servais de ca-
ca de familia ; a tratar na ra do Bario da Vic-
toria n. \ 2- andar.
Ama
Preeisa-se de ama ama que saiba cosinhar e
engommar ; na raa do Rangel n. 44, 2- andar.
AMA
Colarinhos e pmilios de
selluloide
Carlos Linden recebeu pelo altimo vapor, e
vende baratiaeimo ; na ra do Bario da Victoria
minero 48.
Ama
Precita-se ale urna ama para cosinhar e lavar,
prefere-se que dorma em ca ; no 3 andar da
tjpographia do IMano.
LOTERA 7.a
14.a parte das loteras em beneficio da matriz 4a Boa Vista
do Reeife
EXTRABIDA EM 18 DE JULHO DE 1887
Precisa-ae de urna ama para lavar e en-
gommar em casa de familia : na ra do
Riachuelo n. 13 se dir.
Farelio da carugo se digodo
a 400 rs. a arroba
Cbegou a primeira remeaaa do precioso farelio
de caroco de algodo, o mais barato de todos os
alimentos para animan de mea eivallar, vaceum
saino, te. O caroco de algodo depoia>deex-
trahida a casca e todo o oleo, o maia rico ali-
mento que ae pode dar aos anim-us para os forta-
lecer e engordar com adasiravel rapidez.
Noa Eatadoa-Unidoa da America do Norte e na
Inglaterra elle emi.iegi.do (com o mais feliz re-
sultado) de preferencia ao milbo o uutros farelba
que aao mui'o mais caro e nao sio de tanta sus-
tancia.
A tratar sao BeclfeO Largo do Cor
po Maulo, i andar
Emulso tic- kepler
Preparado de Bnrouglt*, Well-
enme A C.
CHIMICOS DE LONDRES
Azeite puro e fresco de figado de bacalbo da.
Noruega m aoiucio com o Extracto de Malta de
Kepler.
Esta a maia perfeita Emultao at boje conhe-
cida.
Foi introduaida na pratica mdica a alguna
annos e desde cutio o seu consumo tem tomado
um incremento tao extraordinario que nao ha um
a dia em que aeja receitada pelos maia abalisa
dos mdicos do mundo, com preferencia sobre
todas aa demaia prpparafes de igual natureza, pela
certeza de ana tolerancia no eatom igo nao sd das
creancas como dos adultos, rebeldes militas veces
ao oleo de bacalbo e a muitaa emulsoea mal pre-
parada.
Assim, pois, a nossa Emvls&o le recommenda
com preferencia para o tratamento da tsica em
todas as saas multiplicadas manifestacoea e em
todas affeccoesdosorgios respiratorios, como bron-
chites, raquitiam.-, enfermidadea escrofulosas, tu-
mores brancos. procedimento supurativo e na den-
ticio daa creancas, na caxexia aypbilitica, na
perda do appetitte e debilidade di a orgios diges-
tivos e em geral em todoa os casos em que ae faz
preciso o levantamento na nutricio.
Inlro deposito
34Ra Larga do Rossrio34
Pharviacia
BARTHOLOMEU d C SUCCESORES
O EXTRACTO COMPOSTO DE
Salsaparrilha
do Dr. Ayer,
I' um altcra.:ro lio efflcaz quo extirpa compleU-
mente Jo systema a Escrofu'a Hereditaria, o as
tBOi altiiiiiliiile cois as enferniidiiile
eontagi' iwalniaiha pelo mercurio. Ao
sesmo teamo ritaaa c en.:quec O singue com-
Danloando nina accAo saudafel ao organismo e
rejuveneaceuJo o systema inte'0. Hua grande
Medecina Regeneradora,
composta com a verdadeira Saloaparrilha de
lioiidiinis, dos Iodos de I'otassio c de Ferro, e
outros ingre'eni-s de annde potencia e virtud*
carairas, cui'l.idosa scieniIicaiinniLe preparados.
A formula e fenlmantS conliecida da proflasao
medica, e os melbores medicoa receito a Salsa-
FAKKILUA DO 1111 AYEI COnlO UI11
Remedio Absoluto
para ai* cnferinidadcs occainonada pelo estado
vicipso do (nncue.
St concenlrad.i ao grao mais alto practicavel,
o maw que qualqucr outra prepara^ao da soa
elasse, que pretende pporetonar iguaes effeitos, e
por tanto a med tna Dala barata, assim como a
nielbor para p ingne.
BF.I'AKADO FKI. i
DR. J. C. AYER e CA.,
Lowell, Mass., E. U. A.
A' reada lias prineipaes pbarmaclas e drogaras.
\luga-sc barato
ttua Viaconde de Itaparica n. 43, armazem.
gaz.
Ra Coronel Saaaauna n. 141, qoarto.
Raa de Santo Amaro n. 14, loja
Rna do Rosario n. 39
Raa do Calabouco n. 4, loja.
fratk-se na ra do (Joinmercio n. 5, 1* andar
riptorio de Silva (uimaries & C
Aloga-se
3 grande sitio Tacaruna, no Salgadinho, com bas-
tamtea trras para plauaces e muitos arvoredos :
quem pretender dirija-se fabrica Apollo, raa do
Hospicio.
Xarope de cambar., guaco e bal-
samo de Toli
reparado pelo pbarmaceutico Joa Francisco
Bittencoart
E' um poderoso preparado para todas as affec-
;5es dos orgios respiatorios, como catarrho pul-
monar, aathma, coqurlache, bronchite, paenmo
iia, tiaiea, etc., etc.
Cada frasco 14000
Deposito na Pharmacia Centra), ra do Impera-
dor n. 38. Pernaubaco.
TMiri \m
PARA TIN GIRA
barba e os cabellos
tintara tinge a barba e os cabellos ins-
tantneamente, daudo-lhes ama bonita cor
e natural, inofensivo o seo uso aimplcs e
rpido.
Vendc-ae na BOTICA FRANCEZA E DRO-
GARA de Kouqueyrol Freres, successores de A.
CAORS, ra do Bom-Jesas antiea da Crua
n. 99 v s v
Precisa se de um criado escravo, para ama casa
de pequea familia ; a tratar no caes da Compa-
nbia n. 2, escriptorio.
PREMIOS
283 5:000^000
f
Peitoral de cambar
stanos geraes neata provincia
CO M. DA SILVA 4 C.
de drogaa raa do Mrquez de
1585
3001
3944
4323
7559
47
146
1649
1889
4437
7039
200|1 55
100| 1160
100$ 2253
lOOf 4286
100$ 4705
50$ 5133
50$ i 6892
50$ 7438
50$ 7475
50$ 7558
50$ 7654
30$
30$
30$
30$
30$
30$
30$
30$
30$
30$
30$
tatimirn Lucio Jorge
D. Leipoldina Cfcilia de Salles Jorge, seas fi-
lhss, genros e oras, agradeeem do intimo d'alma
a todas as peasoaa que acompanharam ao cemite-
rio Oo restos mortaes de seu >empre lembrado e
pres imoso eapoao, pai e sogro, Casimiro Lucio
Jorge, e convidara aoa seas pareates e amigos
pora asaistirem aa missas que manlam resar no
dia 21 do correte, stimo de sen paaaamento,
naa matrises de Santo Antonio, as 8 horas da ma-
cha, e na de Palmares, as 9 horas da manhS ;
pelo que desde j ae conf-ssam g' it 8 a todoa por
mais ette aeto re earidade.
f
Agentes e depo
FRANCISCO M. DA SILVA '4 C.
No armazem
Olinda n. 23.
Precoa : Fraaco 2*580, 1/2 dnzia
____________131000 e duzia 24*000
Scmenies e empalo
Compra-ae na fabrica Apollo raa do Hospicio
numero 79.
"XEITK NATURAL
(Selva)
DE
ALVELOZ
CONSERVADO LIQUIDO SEM ALTEBAH-SE
O ALVELOZ, planta da familia daa euphorbia-
ceas, que habita oa cosaos sertdes, boje reconbe-
cido como um verdadeiro especifico para destruir
as epitheliomas oc cancroidea, facilitando a reno-
vacio dos tecidoa atacados, e trazendo afinal urna
cara completa, aem outro tratamento que a appli-
cacao tpica de sua seiva (vulgarmente leite) como
caustico.
Sao numerosos os casos de cura, alguna dos
qoaes j levados ao conbee'mento di publico, em
diversas publica;r>-s, pelot it-->*ti lis clnicos
desta capit> I o sw -atrangeiio. ai Drs. Alci-
biades V. hiio e liandeira, e iptiiM. -esultadoa,
tamb fo. mn ubtid is as fe nlai i .= ulceras
chrouicas de carcter yphilitic .s.
DEPOSITO GERAL
Ururgies dentistas
Frederico Maia e Patricio Moreira, tendo a
associado no mesmo consultorio, raa Duque ds
Olas n. 60 A, podis ser procurados as horas do
costme.
Cosinheira cscrava
Precisa-se de um cosinhtiro estravo, para urna
casa de pequea familia ; a tratar no caes da
Companbia n. 2, escriptorio.
Pliar /acia ceutral
Boa do Hapeador u. 3S
Joa Francieco Bittencourt, antigo pharmacea-
tico da phxrmacia francesa ra d > riario da
Victoria n. 25, avisa a seua amigos e fregueses,
que se acba na pharmacia cima, oude espera
continuar a merecer a confiauca qu felizmente
depositarais em eeus trabalhos protessiouaes.
SAUNDERS BROTHERS 4 C, largo do C-
po Santo n. 11, teem para vender :
Cerveja preta e branca, de M. B. Forater &
Sons.
Dita allema, Plisen Beer.
Vinho Shary. Ameotillado.
Dito Bordeauz, St. Juliet).
Whisky, Thiste Blend Scotck Wisky ***
Dito *
Presuntos de Adamsoo.
Maicena de Browns 4 C.
Phosphoros. Amesioslo Safety Matches.
Tincas em masan, branca de zinco, de chumbo,
preta e verde.
Zarco.
Plvora da muito couhecida e acreditada marca
EB.
SEM0LIM
De Brons C, de Glasgow
Eate artigo, preparado por um novo proceaso
de trigo da melhor qualidade, poisue oa elemen-
tos necesaarioa para nutri(ao d-.' crianens e doen-
tes, muito se recommenda por ter ie fcil di-
gestao e gosto muito agr lavel ; tambem pode-88
fazer urna excellente papa, misturado em partes
iguaes com a maizena dos meamos fabricantes,
addicionandc-se-lbv algum leite, nicos agentes
nesta iraca, Sannders Brothers & C, largo do
Corpo Santo n 11, primis* andar.
Tinta preta
INALTERAVEL

('OHHIMtVI'IVk
PHARMACIA CENTRA Li
38 Ra de Imperador 38
Pernamknro
Serve par quatro copias de urna v. z
d tres ou
de assucar
Apparelbob ecoDomicos para o coziraen-
te e cura. Proprio para engenhos peque-
nos, sendo mdico em preco e ef-
fecftlTo em operaoo
Fode-ae ajuntar aos engenhos existente*
do systema velbo, tnelhorando muito %
qualidade do assucar e augmentando a
quactidade.
OPERAgO MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou engenhos centraos,
maibinismo apprfeiyoado, systema moder-
no. Plantas completas ou macbiniamo
separado.
Especificares e informacSes com
Browns C.
5RA DO OOMMERCIO-5
PHMMACIA E DMABIA
DE
282 102^ 284 102^
Jo de Aieiedo Lages
Jos de Azevedo Lages Filho, sor i: "ndido
pela infausta noticia do fallecimento de meu pre-
sado pai, Joi de Azevedo Lages, em Portugal,
roga aos seua prente amigos caridoso obse-
quio de aaaistiiem as missas que pelo eterno re-
pooeo de sua alo a, manda resar na igreja matriz
de S. Jos, no dia 22 do corrente, a 7 1|2 horas
aa mauha, trigsimo dia de seu paaaamento ; e
desde j antecipa seu agradecimento.
Pbarniacia e Drogan*) de Bartho-
lomeu $ C. Successores
34, Ra Larga do Rosario Pernambuco
8rrcx=^c^:rr
Os nmeros de 201 a 300 (excepto o da sorte grande) esto
premiados com 15$000
Todos
t|000.
. Todos os nnmeros
3#000.
N. B. A extraeco da 8.a lotera, pelo novo plano em beneficio
da Igreja de S. Pedro do Recife sera' annunciada brevemente.
os nmeros acabados em 83 esto premiados com
terminados em 3 esto premiados com
0 Thesoureiro,Jos Gandido de Moraes.
Emilio Ambrosio A. Palco, Alfredo A. Falcio,
Joaquim Alves Barbosa, Joaquim Alvea Barbosa
Filbo, Joa Themaz da Costa, Fivnciaco Alvea
Ttenono, Eetevio Alves Barbota, Domingas
Paulina Ayres, Amelia de Asevedo Thenorio,
Herundirta Alves Thenorio, I'h louiina Alvea
Thenorio, Brgida liva Tbenorio, Elvira Alvo Theuario, Joao Henriqtte
Blandi, tilhoa, iru.it is, sobriuhos e cuuhados do
inditoso Jos Alvea l'heourio, mnndam resar s
8 horas do dia 20 do corrente, as igrejaa do Es-
pirito Santo, Monteisu e Gloria de Uoit mi sas
por sua alma, e convidam aoa seua amigos e aos
do finado, para assistiiem, eagraoecem do intimo
d'alma aqaellea que Ibes preataram to philaatro-
picamente oa ltimos auxilios, e jmaia ae eaqae-
cero dos dtatinotos e honrados pa'roes do finado,
qne tio generusament" o receurn ram.
isas Mara de Na
1 anniversario
Manoel Lepes de Si convida a todoa es sena
pareates e amigos para asaistirem aa missas. qae
por alna de raa preaada ini, manda celebrar no
dia 19 de correte, na igreja da Madre de Deas,
as 7 h raa da manba, 1 anniveiaxcio de sea paa-
aamento ; anteoipaodo oa seus agradecimentoa a
todaa aa peaaoaa qne asaistirem a cate seto de re-
i 'iao e caridade.
O
Vade merum de Hoanceopatbtce ]
Metbodo conciso, clare e seguro de ebrarv
hume ipalhicamente todas aa moleatias qne i
afHigem a especie humana, particularmente
aquellas que reinara no Brasil pelo
DR. SABINO O. L. PINHO
S.< edice&o
consideravelmente augmentada e annotada
Veode-se nicamente era Pernambuoo.
PHARMACIA HOMOZOPATHICA
Pelo Dr. J. Sabino L. Pinbo
no
DR. *AUl"VO
43BOA DO BAEAODA VICTOBU43) |
Ao commercio
^.Os abaizo assignado* participara ao commercio
que nesta data veuderam aoa Sra. Jer.mymo* C,
aeu eatnbelecimento de molbadoe a retalho, sito 4
ra do Conde da Boa Viata n. 79, que gyrava aob
a firma de Caneiro & C, livrea e desembalado de
qualqner nnua
Recife, 4 de Julho de 1887.
Carneiro C.
ATKIRSON
PERFUMARA INGLEZA
riunada ba mam e nm seclo; excede todas
aa oairaspelo sen perfume delicado c exquisito-
fuu Mkdalhas di Ouro
PARIZ 1878, CALCUTTA 1884
pela eatra-flna exrellencji de su qualidadet
60LD MCIiL MOQDET
ESS. MUWET I WOOD VIOLE?
I1ET01 [ CBTPHE
otitroi muioa perfumea coobecidoa beU soa
qualidade e odor delei'arel e exqD'si'o.
UM K TeUlTTI H LOMICS IC ATtlSfli
lncomparavel para refrescar e toa ruar a peUe
a pela tuexcedliral colria de Perfumea
para o lenjo. Arfifoi ootos preparados pe IfiTeoteres exclasiram<*nle.
hmmm-u muit Mu epeiuUs i f itriuiUi
. E ATKINSON
24, Cid Bond Street. Londres.
L Marca de Fafcric Urna llosa branca"
obre ama Lyrm da Ouro. "
Miguel L. II. da Fonseca
.i.'i-Pmca do Comnereio-SS
PESQUEIRA
Neste estabeleci-
mento encontrar o
publico em geral, um
completo sortimento
de medicamentos, dro-
gas, productos chi-
ra icos, especialidades
pharmaeeuticas naci-
naes e estrangeiras,
leos, vernizes, tintas
de todas as cores, pin-
ceis e | mais artigos
para pintura.
O proprietario des-
ta importante pharma-
cia responsabilisa-se
pela boa qualidade
dos medicamentos e
drogas de que est
provida, e bem assim
pela presteza e asseio
com que sero aviadas
as receitas dos JUns.
Srs. Drs. mdicos que
precisarem de seus
servidos pharmaceuti-
cos n esta cidade.

35--
'PESgEIBA
Mil
10-35
CHOCOLATE oom SANTONINA
| nFAUra tu* Siltrilr ai 10MBRI65 .
Isla Vermtfnfo naumiMit pele (U
I m uatr ipauTel Nasenifii inieliUa, Jr/ 4
Eiitlr t ttignMlur, ; (J \y -Jj I
Iran w mjat-eu.it. frmMUu.nki*.t&n,ikie*i

*



[W]
BLmtmMmmMmmmwmtmm


Diario de PernambocoTerfa-feira 19 de Julho de IHH7

PHOSPHATO de CAL GELATINOSO
de E. LEUOY, Ptarmaceatieo di t" Classe, 2, na fiama, PABB
OBTEOI.SXEO ssi, BtSWSMBNl l tatH* ** *. *' """J ?" *? .
. Becomn.etKlfin.08 este X*r<> Medico, e km ^-*^'SR^,^SSffi52St
lacto tocll e mU vezes superior a lodosos xaropes delacloB^sPi"0>'e ^os pela especu-
. U&. Todos o ,g^~ .A WSSffl S^rr^^^-ur.,
VINHO PHOSPHATADO DE LEROY Reparador dop ocrtlBRaa
Depositarios em Ptrnambuee : FP V^X^^,
^ftAPHIA 4U%
DE
ALBERTO HENSCHEL & C.
52--Rua do Bar! da Victoria552
Este acreditado estabelecimeoto photogrsphico participa o reapeitavei publico,
que contina a executar os mis aperfeicoados trabalboe pelo systema mata moderno e
mais apreciado. Acba-se habirlitado a satisfazer aa maia diffi -eia exigencias, quer em
rabalhos photogrophicos, quer em pintura a ole.
^.- Alera de aeu trabalhos photograpbicus que slo per domis conheoidoe < ncarrt
ga-ae Umbeui de retratos a oleo para o que j se aeha entre nos de volt de sua via^
(em a Vienna d'Austria, onde visitou aa prineipaes galeras, o eximio pintor erdinacc
Piere^k, bastante coobecido pe- perfeicio de seas trabalnos, desde 1877, quando aqu
ateve em nossa casa e ultimam-nte o anno pi.esafo.
Para satisfaaer em g-ral a todos que honraren o MM* estabele.iimento com
esas eocommendas participa que alm dos retratos, seje qual fr o sistema, tambem
recebe encoramendas para qualquer Uta ou p.ysagem, quer pbotographuas, quer pin
tadas a oleo, sendo o encarregado deatas ultimas o mu conhecido paysagwU o r
Telles Jnior. .
Roga se s Exmae. familias e maU psoas o obsequio de faonrarem com auas
visitas nosso estabelecimento, onde sempre existe urna magnifica exposiclo dos trabalboe
que exeeuUmo. e onde Umbem oa senhores visitantes eneootrarao lhaneza no tracto,
perfeicao nos trabalhos e modicidade nos pre^s.
C, Barza,
GERENTE.
VERDADEIROS GRAOSdeSAUDE do DFRANCK
%UCKNCUD0S PBXA INSPECTORA GERAL DE HTGIBNE DO IMPERIO DO BRAZIL
i* Aprtenla., SUtomaehicoa, Purgativo., OapuraMvoii____
I* ontra a Falta de appetlte, a Ob.truceao, a Bnxaqueca, as vertlgem.
'# as Conr estSea, ele Dose ordinan* ..* graos.
Desconar as falslflcacoes Exigir o rotulo junto imprimido em trancez
e com letras de a <*": ^o a fl Sel O di BlO dos FaDTlCilUS.
cada urna letra de urna cor diBerente e v """" "" """
m fajut, Vnannacla UXOT Miatilu U4ji u irudiMi Murmielu
i MA1S COMEABA
NO
Mundo enteiro
PARA CURAR
sem nenhutn outro medicamento e metn temer accidente*.
PARIB 7, Boulevard Denain, 7 PARS
Deposito. em Ptrtsambue. : FHAK- M. da 8H.VA A C.. na. principa- Pharmaela..
LOTERA do ceara
15:000^000
EITBAKi'J BSIUBBim DI lf SIMO II i." Mili
a 25 do curren*5*
Os bilhetes desta acredit-rida loleria
acham-se venda as seguintes casas: Roda
da Fortuna, ra Larga do liosa no n. 36;
Casa da Fortuna, ra Prime, ro de Marco
n. 23
Tetegranina o lista no lia da nm%u
i
Molestias Nervosas
Capsulas do Doutor Clin
Laureado da Faculdade da Medicina de Pars. Premio Uontyon
As Capsulas do Doutor CLIN ao Bromureto de Camphora empregao-se
as Molestias, as de Cerebro e contra as affeccoes seguintes:
Asthma, Insomnia, Falpitaces do Coragao, Epilepsia, Hallucinacao,
Tonteiras' Hemicrania, AHecgoes das via-; urinarias et para calmar toda
especie de excitaoo.
uma explicado detalhada aiomptnhi onda Fruoo.
Exigir as Verdadeiras Capsulas ao Bromureto de Camphora de CLIN G'S
de PARS, que se encontrao em casa dos Droguistas et Pharmaceuticos.______
&
VENDAS
e= Vende-se as principas, iivrarias deata cl-
dade methodo. par. plantar com v.ntagem cacao,
caf e tumo de Havsaa, e frm'i do beneficiamento
para exportaoio, por Jua Fernande. Lopes
Preco1#'00.
Aproveitem
E para acabar os a. tigos
segu 11 les:
Mad.polio americano de cu.to de 12/ a pees,
com um pequeo toque de rfofo a 5/50U e 6/000.
Dito Boa-V ata de 7/ por 6/000.
Algedao.inho marca T com pequeo toque de
a varia por 5/000 a peca.
Fnstoe. brancoa, largo, de costo de 500 e 600
ris a 240 e 320 ris o cavado.
Rico, corte, de cambraia bordada, braocoa e
de eacag a 4/500 e 6/000.
Sara de linho, novidadei, com um metro de lar-
gura de preco de 800 a 820 ris.
Cretoue americano e percaliaa a 240 ri.
Caeimira. ftlpoa para vestidos de ienhoras de
500 a 240 ris.
To.lha. alcochoad.a e felpadas de 4/ e 6/ a
2/200 e 3/500.
Armurea de quadros, de 600 rs. a 860 ris.
Meia. ingle.aa .em costuras, para .enhor, de
12/ a 6 000.
Zephiro. de quadros a 120, 140 e 240 ris.
Camisa* inglesas par hoaien.jde 60/ a 36/.
Sitios de todas as cores a 1/000 e 1/200.
E mnitos outrop artigos que se veodem com
igual .batimento.
Lo ja das Estrellas
56-RA DUQUE DE CAXIAS66
TdepI.0nen.21O
Flus Sanctorum
Veade-se esta obra em seis volames, nova, e
por preoo eomaisdo ; aa encaderoacao da Congre-
gacao, casa do Candido Simoas.
WHISKY
1OYAL BL1ND marca V1ADO
ste exeellente Whisky Eacaaaea .erivt
so cognac ou agurdente de canna, para ortifio
> corpo.
Vendese a retaliio nos a> inores armasen
nolbadoe.
Pede BOYAL BLND manca VIAEKJcujoa .
ne e emblema si registrados para todo o Braxt.
BROWN5 *t C, agentes
< \\ AM.O
Vende-se um cavalio de sella bastante gordo e
grande, ca.ranho andrino, andador de baizo a
meia : a tratar na roa da Boda, cocheira de Jos
dej^____________________________________
Tijolos para assenlamento
Vende-se tijolos especia-s para assentamento
de engenho : na olana da casa amaiella rus
Imperial n. 322-B. _____
Terreno
11111 do niHun
60:000^000
Corre a ^2 do cor; ente
En beneficio da Inslraccfr l'uhlica da provincia
Esta ioteria dividida em partes
Eitnctfoda i.'parted-i I." lotera
Bilhetes venda na Roda da Fortuna, ra
Larga do Eosaro n. 36.
Vende-se um terreno confronte a estac&o do
Principe, estrada de JoSo de Batr^n, com 90 pal-
mo, de fren ti- e bastantes fundos, e cun acerces
para 3 casas; tratar na ra d'Apoiin n. 30, pri
oiro andar.
RECLAME
Uma experiencia
0 GRAiXE AKMAZKM
DO
LOUVRE
A' RA PRIMEIRO PE MARgO N. 20 A
(ESQUINA)
Resolvendo liquidar grande variedade
de artigos por presos incontestaveia, ex-
pem a apreciayao publioa os seguintes ar-
tigos :
Popelines de seda a 500 rs. o covado.
Setins de cores a 800 rs. o covado.
Cambraias bordadas com salpicos de cor
a tOOU a pega.
MadapolSes de 7 a peja por b&5QQ.
Meiaa francesas para hornera a> 7fjWL0 a
duzia.
Bordados tapados e transparentes de 500
a iflO, aom pequeo afeito.
Cortes de cretone por pregas sem com-
petencia.
Leques transparentes, grande novidade,
2<>0U0 um.
Ditos de setim a 5AO0O, vale 8000
um.
Cachemira de duas larguras de 1^000 a
1(5400 o cov-do.
tini continuat^o :
Z -phiros de uma s ^Sr teiido lgr
320 rs. o .ovado I! !
Brim pardo liso 320 rs. o covado.
Dito dito tecido de esguio para vestidos
500 rs. o covado, grande pechincha 1
L neos abaioiados 2(5 a i uzia 1 1
Algouoes lisos industria nacional
a peca.
C.inisas de cretone com pequeo defei-
lo 2)5000 1 !
Esleirs americanas oom ligeiro toque
de avaria 1 t$2U0 a jarda grande pe
chincha I 1 !
ArVgoa exclusivos
Lindiasiuios cortes de las'inira para cal
ga padiSes de apura-l g"St'> I I !
Especialidades em estrados como sejain:
Ritta SaogaUi, Porte V. ine, Guarany,
Brisa de las Pamp, et". etc
Plastrn de cores clxras e escuras
sui g' neris ua especie e muitoa outros
artigos recoramenoaveis p> lo aprimorado
gobto e qutlidade.
SEM r-RE NOVIDADEA
Xo armazem DE
Francisco Gurgd & I mio
A' BA PRIMEIRO L>E MABQO N.20 A
Enquiua
4 Revoluto
O 4S Ra do Duque de raiias
Tendo recebido um grande sortirnento
de fazendas que vende com ib [0 de me-
nos de que em outra qualquer parte.
Veaham r para erer
Da-nass de seda a 1400 o covado.
Setins Usos a 800, 10000 uil|
Lionayse fazenda transparente a 150000
a pega.
Organdis bordados a seda, ultima mo-
da a 160000 a dita.
Etamine bordado, alta nsvidadade a
100000 a dita.
Cachemiras bordadas a seda a 700 ris
o covado.
Ditas pretas a 700, 800, 900, 10000,
10200, 10400 e 10600 o dito.
Ditas de cores a 800, 10000 e 10200
o dito.
FustSes brancoB a 400, 4-10, 500, 600
800 o dito.
Ditos de cores a 240, 320, 440 e 500
ris o dito.
Amor da China fazenda ce novidade a
400 ris o dito.
Lindas alpacas de cores a 320 rs. o dito.
Lindaa lans de quadrinhos 400 rs. idem.
Lines com salpicos a 640 ris o dito.
Lindos setins da damasss a 320 ris, o
dito.
Gurgurinas de listrinhas a 320 ris o
dito.
Z> uros cscocezos a 200, 240 ris o dito.
Crotones para coberta a 320, 360, 440,
e 500 ris dito.
Crep idem i4em a 700 e 10000 o dito.
Cambraia bordada a 50500, 60000 e
60500 a peca.
Veludilho liso e lavrado a 1^000 o co-
vado.
Dito bordado a retroz a 10800 o dito.
Colchas bordadas a 20, 30, 40, 40500
50000 e 6000 uma.
Cambraia adamascada a 110000 a pega.
Toilets para baptisado a 100 e 140OOC
una.
Cortinados bordados a 60, 70, 80, 90000
o par.
Dito de crochet a 500000 o dito.
Meias para homem a 20400, 20800 at
100000 a duzia.
Ditas para senhora de 30 a 150, idem.
Guarnigoes de veludilho bordados a vi-
drilbo a 60 urna (alta novidade).
Cobertss forradas a 20800 e 30 uma.
Renda do Japao a 200 ris o covado.
Madapclao Gema e Pelle de Ovo a
60500 a pega.
Damasco de la a 20000 o covado.
Pao da costa a 10400 o dito.
Lengos brancos e com barra a 10800,
20 e 20500 a duzia.
Chales de cachemira a 20000 e 10400
um.
Anquinb.as a 10800 uma.
Feshus a 20, 30, 40, 50, 60, e 70000
um.
Muitos outros artigos que vendemos com
25 | de menos do que em outra parte.
Ilenrique da Silva Moreira
A FL0KIDA
Anquinhas a 10500, uma.
Lindo sortirnento de cadea de i laque ame-
ricana.
Lindas pulseiras americanas, de 50, 70,
90 o par.
dem de 10, 20 e 30 o par.
Lindos broches de plaqu americano a 40.
dem desenliando uma thesoura, um peixe,
a 20 um.
Lindas guarnigoes para toilet, a 120.
GuarnigSes para camisa, plaqu americano,
garantidas por dez annos, a 40 uma.
Carteiras para dinheiro, com repartimen-
tos, de 10 a 100.
dem para letras, marcando os mezes de
Janeiro a Dezembro.
Lindas pastas de couro, chagrin, pellica e
velludo.
Espartilhos de linho a 30.
Lindas capellas com veos, para noiva, de
80 a 150.
Ramos de flores de laraojeira, de 10500
20500.
Boleas para menina, de 30, 40 e 60.
Meias para senhora a 100 a duzia, com
palmas de aeda.
Lengos de linho em
duzia.
Cofres
Carlos Sinden recebeu e vende barato por ser
de consignacao tres cofres, prova de togo ; na
ra dn Baio da Victoria n. 4H.
Resumo vara nao eahir no es
queeimento
Invisiveis com m:ssaugas doura'Jas.
Fita, diapbanas a picote muitati outraa de mo-
derna, coree < m todas as largaras.
Leques diaphanos 2/500.
Bicos pardos, meeclados, ceme ; branco boni-
tas colleccoes.
C-ixsb para costura 2/500 e 3/500.
EspartXUis para senboras a preeo de 44, 5/.
7/, 9.1 e 14/000.
Ditos para meninas (petit-ferame) 4/000.
Bonita variedade em uvas de seda.
Nova coliecffio de encarrugadoa para vestidos e
pliats.
E muitos outros artigos que por nao fatigar as
amaveis leitoras, nao mencionamos, porm, lem-
bramos tamb-m uma honrosa visita a casa Pedro
Antunes ft C., n. 63 .na Duque de Cazias. Nov.
Esperauca _______
lindas caixas, a 30 e
Chapelinas de setim para baptisado, a 60.
Sabonetes de diversas qualidades.
Para toilet :
Agua Florida e Celeste,
dem Divina,
dem Osea.
Pos de arroz Florida
dem idem Osea,
dem idem Regina de Gelle Fleres.
Para o lenco :
Essencia Rita Sanglay.
dem Izera.
dem Ada Bouquet de ExposigSo.
BARBOZA & SANTOS
EPILEPSIA
Pechncbas!
Na antlga casa tarneiro da Gunha
Admiren.!
Setinetas lavradas, lindos padroes a 280 rs. a 00-
vado.'
Fu.toes brancos, novoa desenhos, a 320 e 400 rs.
o dito I
Esplendido sortirnento de lindas lis para vestidos,
a 400 e 440 rs. o dito !
Cachemires felpudas a i/ a dito 1 2 larguras.
Mirins preto. e de cores a 800 rs. o dito I ideas.'
Veludilbos de todas ss cores, bordados, a 1/000
dito I
Cretone. de edres firmes a 240 o dito bom va-
rem.
Damasco de la, 2 larguras, proprio para capas
de piano, a 2/ o dito!
Pannos de lindos desenhos para mesas a 1/600
dito !
Cortinados bordados, riquissimoe, a t* e 7/ o par
Guarnicoes de crochet para sof, e cadfiraa a S/l
Camisas brancas inglesas a 36/ a duzia!
Ditas de cretone finas a 24/ a dita !
Seroulas bordadas a 12/ e 18/ a dita!
Lencos em lindas caixiohas a 3/ a dita 1
Meias arrendada! para senhoras a 6/ a dita I
Chapeos para senhoras e enancas a 2/501, */ c
6/000.
Espartilhos de couraca a 4/ e 5/.
Brim pardo lona a 360 rs. o covado!
dem branco n. 6, de linbo a 14500 o metro !
Tapetes aveludados a 12/, 15/ e 22/.
Superiores redes com 4 puches a 12/ e 14/.
Colchas francesas a 3/ uma.
C' bertas de ganga, 2 pannos, a 3/ I
dem de setinetas fina, a 3/500 !
Lences grandes de bramante a 2/ 1
Cambraia Victoria de 10 jardas a 3/ a peca I
dem c m salpicos brancos e de cores a 5/, 5/M9
e 6/, 10 jardas !
Madapoloes pelle de ovo a 6/200, 24 jardas.
Camisas e saias para senhoras por todo o preso.
Bordados de Cambraias finas a 1/ a peca.
Fichus e capas de l a 2/, 4/ e 6/.
Sortirnento de eseemiras, cheviots e pannos par
precos baratissimos.
Grande deposito de fazendas para os Srs. nego-
ciantes do centro, tendo descont as vendas em
grosso.
59-RA DUQUE DE CAXIAS-59
JXIXJSJ.I
HYSTERIA
CONVULSES
MOLESTIAS Laroyenne
NERVOSAS
Fn
Cura
Alvio semprttt
POn ssTBM DA
SOLUCO TIIERTQSI
vnn*
Depositarios em Perwmonce.
nm, 7, Biulward Oauii, ?, MUS
PHARMACIA BUUL
w K. da xxva *. tr-
PLANO
PARA.
\s loteras ordinarias d'esla provincia
0*
Approrafle s Eii Sr- presidente fla pionicia
8:000 BILHETES (DIVIDIDOS EM QUINTOS) A 50000
40:00000*1
Vende-se nm rico uian.) de tres cordas, quasi
novo, autor Blon, assim como ura toiiet de mg-
no, um*em obra boa ; a ver na ra da Palma n.
69, junto do sobrado, das 11 horas ao meio dia.
Sobrado a venderse
Veude-se u cobrado n. 87 ra da Aurora, em
frente a ponte de Santa Isabel ; qnem pretender,
pode entender-se com o "rrector Pedro Jos Pin
to, na prava do Cimmercio. ____________
\ inliii Mourisca
(PROPRIO PARA MESA)
J Si Fereir da Costa, acabn dr re eber pelo
glJLY n va remessa deste ioiptr'antissimo vinho
que por ser d" exeellente quolidade e fino paladar
se t' ma recommendv<-l.
Os Srs. apreciador, s encontrara) esta exeellen-
te pinga m casa dos Sis. Justo Teixeira & C.
.necearon s a ru da enha n {
1 1 premio
1
2 3 premios
8 *
16 >
9

200.
80 >
80
800
2
2
5000
2000
1000
500
800
200
150
100
12:0000000
2:0000000
1:0000000
1:0000000
6000000
8000000
8000000
2700000
1800000
1:2000000
8000000
60 4:8000000
appr.
1500
950
3000000
1900000
( Para completar a dezena do 1. premie
( (excepto a sorte grande).
( Para completar d-zeni do 2 premia
( (exeept. a sort de 2:0000000).
( Pera es dous ltimos algarismoa inaea
( do 1. premio.
( Para os d<>us ltimos algarismos finaes
( do 2." premio.
( Para todo o algariamo final do numero
( em que sabir a sorte graodn.
Para o 1 premio.
Para o l.8 premio.
_
PREMIOS NO VAL^R DE 25:9400000
DESPEZAS
Imp st^ ral e prPvitMjia', beneficio, atflo
e commissao rt 14:0600000
Cs premios &up riores ^ 2000000 s eato sujeitos ao impoato
'L como era d'ant' s.
Recife, 18 de Junho de 1887.
4O:OOO0OOt
de 5 7 e nao
15
O THESOUREIRO,
Jos Candido de Moraes.
^?4^>4###4###4^##^^4^g^^M^
Bdm euiprego d capital
Vende ee uma padarin c> m reus perteiice., lo-
cahtaiia no melb> r p. uto da capial. O preprieta
rio da iihidu vende p>t ter d<- retirar se para lo-
ra da cidade; a tratar n Caes do Apollo n. 67
Chf preto superior
Carlos Sinden recebeu pelo ultimo vapor e con-
tina 4a vender aein com yeten ci>i ; na ra do Ba-
rSo da Victoria n. 48, l< ja de altaiate.
Vende-se
o sobrado de um n i r na ra da Larangeira n
26, 'reguesia de Santo Antonio ; a tratar na ra
do Hospicio n. 23
Livramento & C.
vendem cimento port'and, marea Robn., de 1'
qualidade ; no caes do Apollo n. 45.
m
DE ARSEi.IA^ DE OURO DIHAHIZADO |
DO DR ADDISON
0 MAIS ENRGICO E0 MAIS ACTIVO DOS RECONSTITU NT ES
O ARSENIATO DE OU^O se impo a todo aquello que for cuidadoso do .eu bou. estado da sade. Com dou, granulos por
dia, vMa o appetU as forjas augnunto e urna sade perfea suceede rpidamente um estado tnqvtetador.
AME?" A, ESSOTAMEMTO, MOLESTIAS NERVOSAS, MOLESTIAS DE SENHORAS
O Arseniato de Ouro dynamizado do Doutor ADDISON, resultando da combinacSo de dous medicamentos heroicos,
comhat?v"t vi s;,m,.,i,, a Tilica, Bronchites chron.cas. Asma, Rheumatismoa chxomcoa e tonas as Moleatlas que
resultao do t3sgo .intento do systema ervos. __
Mo te... rival nos Enlraquecmentoft q^e resultao de longas molestias. Suas propiedades torneas e reguladoras datnner-
vacv rro contra a Anemia, as Flores brancas e "/J'ffS1";
Ai Febres que resisten, ao sulfato do qiunino cedem ao Arseniato de uuro.
O Arseniato de Ouro torna as malher
joven, o nutridas. Auxilia pudorosamente o
atravessar I :' da idade critica
e communica u.na nova juv -ntude.
Desconfi-so da i Coa.trafa$es
oexija-seaVERDA^JEIRA ETIQUETTA
como a MARCA DE FABRICA assim
como a assignatura
e a do Snr.
NICO PREPARADOR
Milhares de Doentes devem hoj sua
cora aos Granulos de Arseniato de Ouro
do D' ADDISON. Innmeros atteatados fo-
rjo dados, citaremos aiiui alguna.
-----------oe-----------
O FRASCO f 8 franco*, am Fraac.
EM VENDA NA
Pharmacia QEL12T
31. nu RocUcchonart. en Parlz
Depositarlo geral que manda franco contra
um mandato-postal.
Dsro:rf m JPemambuco
nuuroxsco k. aa btxwa a o-,
* mi principies Phtrmt'.~j j BraaiL
^???????^?????????^^?????????????4H



*p
8
Diado de PeraambucoTerfa-fcira 19 le Julho de 1887
ASSEMBLEA GERAL

HEXADO
DISCURSO PROFERIDO NA SESSA.0
DE 27 DE JUNHO DE 1881
PBOJECTO E BEQUEBIMKNTO SOBRE LOCA-
DO DE SEBVI908
(CondusSo)
O Sr. Escragnolle Taunay: Mas a
simples ameaga um verdad eiro at.que
dignidade desta seita. E ella como
qualquer outra merece o respeito dos po-
deres do Estado. E' filha tambem de
Christo.
Sr. presidente, o facto deu se, do con
trario as corporagoes evanglicas, nao man-
daran), como nlo mandiro, urna represen
tacTio ao parlamento. Esteja, porm, certo
o illustre Sr. presidente do onselho, em
. hora siroplesroente ameaga, o faoto ha de
repercutir na Europa, e varemos como a
opiniao jornalistica, at dos catbolicos, nos
ha de julgar. (Apartes repetidos.)
V. Exc. bem v que a minha posiglo
um tanto penosa: observo o roconhego
que incommodo o gabinete, quando o incu
melhor desejo fora ser agradavel a pesao. 8
que tanto mo bao distinguido, segundo se
d'abi obrigacao de sustental as : mas sou
levado a fazer, de urna vez par todas, a
seguinte declaraglo cima da todos os
interesses partidarios colloco o servido da
grande causa da imrograglo, o nella pre-
tendo sempre seguir o caminbo da verda
de, euibora incoirendo na censura de ami
gos e correlligionarios.
Volto, Sr. presidente, a questli dos con
tractos de lo^aglo db servigos.
Um articulista do Jornal do Conmerciu,
que costuma occuparse dossa questlo da
imrograglo com bastante cudalo e coohe
cimento de causa, ha tres ou quatro das
escrevia sobre a materia que discuto, e se-
guinte (l) :
E' conhecido o nosso modo de ver
qaanto a estes contractos, que alo era go-
ral ineficazes para coagir os immigrantes
execuglo leal dos seus compromissos,
podem muitas vezes dar causas a dissen
timentos e desgostos de pessroo effeito na
gerencia dos estabeleciraentos de trabalho
livre. A lisura e a pontualidade dos ad-
ministradores, o seu tacto na direcglo dos
negocios o a pratea do meneio do trabalho
livre muito mais hlo de influir m anim
dos immigrantes do que ostentosa e frivola
comroinaglo de penalidade, ineficaz para
os oaos e humilhante para os bons e tra
balhadorea.
Sr. presidente, eis a resenha de todas as
justissimas inerepag3B que se podera la-
vrar contri os contractos de locaglo de
servicos, entendidos como foram durante
muitos annos pelos fazendeiros que ensaia-
vam o trabalho livre, imbuidos das ideas
da escravdlo negra e anniquiladora.
E' urna pedra do escndalo, urna causa
de continuos receios para o bom trabalha-
dor, para o horaem honesto que se v
ameagado de urna pena infamante; e ao
mesmo teropo um meio totalmente inef-
ficaz para corrigir os mos, os desidiosos,
velhacos e refractarios honestidade.
Nao posso, Sr. presidente, comprehen
der C3?e aferr com que muitos represen-
tantes da oacao defmlem semelhante lei.
Nlo sei o que tanto n'ella lhes agrada.
Est provado que m, que ella in-
til que ella nao se combina com as legisla-
5068 dos paizes estrangeiros.
Est provado que deu lugar a muitos
abusos, actos de prepotencia dos fortes e a
aoffrimentos dos pobres e traeos. Porque
bavemos de conservar entre as nossas leis,
no geral liberaos e admiradas at, urna que
traz em seu seio tantos inconvenientes e
vexaraes.
Um Sr. Senador : Reforme a lei.
O Sr. Es.r-gnolle Tounay:-Mas quan-
do que se cuidar dessa reforma ? Ha
quant03 annos estou eu* pedindo-a ao par-
lamento "? lia quanto tempo estou claman-
do contra da ? E qu'-m me ajuda, quem
vem em meu soccorro ? Ha quantos an-
nos factos mltiplos, consecutivos, pateu-
teiam evidencia que esta lei impresta-
ve), inservivel, que os bons fftendeiroa
nao a qaerem siqaer applicar e que i os
mos e malvados intentara nproveilar-se
d'ella ?
Reformar o que ? Aquillo que in eme-
diavelmente mo ?
Apresentei ha annos na Ca nar* dos
Srs Deputados, quando estava de c ma o
partido liberal, um projecto de lei revo-
gan lo a parte penal, pelo menos la oi de
locaglo de servijos. Nao me vi atterdido.
Qual foi at a resposta ? Discutir-so um
projecto anda mais ferrenho, o qu > deu
lugar a um discurso meu de extrema vio-
lencia que a imprensa ac>lheu con applau-
sos. Nada consegu, senlo arredar do de
bate semelhante projecto. Isto sempre
consegu isto.
Agora vejo alguna senadores manifesta-
ren reluctancia bem notavel a qualquer in-
novaglo.
Precisamos atteuder que a Europa ha
muitos : nnoa se oceupa desta questao, e
ella, como eu se admira de opposijo to
tenaz.
Parece que urna lei constitucional,
de quj depende a nossa forga, grandaza e
felicidade, quando senhores, exactamente
o contrario ; sendo to somonte um tactor
de atrazo o de ropensada[politica. Dos libe
raes no poder nada aluancei e tenho de ap-
pellar para os conservadores, no governo.
Que quer dizer esse aferr a tudo quando
foi legislado, conservano-se medidas que,
no intimo de nossas eonsciencias e aps al-
gum estudo e meditaglo, temos forzosa-
mente que reconhecer improprias e mal-
ficas '.
O nobrj senador pela provincia de S.
Paulo, aqui minha esquerda, avisa-me
que no seu relatorio tile indicou nao pou
eos dos inconvenientes que vn da lei da
locaglo de servicos. Tanto mais causa ad-
miraglo tenho, de que S. Exe to ao fac
to do assumptn, nao tiresse vindo ao par-
lamento, como ministro, pedir-nos a revo-
gaglo dessa lei.
E cu justamente esperava de S. Exc.
o maior auxilio. Respondeu-me o silen-
cio.
O nobre senador em 1883 ou 1884 di-
rigio-me at a este reapeito urna carta,
qu; um verdadeiro monumento, de sizu-
dez e boa c'outrina e nella S. Exc mostra-
va como essa 1 "i perniciosa, deficiento,
perigosa, e deprimente para a dignidade de
horneen.
Como pois, que apenas se achou no
poder, nlo deu S. Exc. r-alisaglo comple-
ta s suas sensatas e honestas ideas ? Te-
a 8do um bello signal de sua passagera
nos conselhoa da cor).
Nada, Sr. presidente. Ficou tudo se-
pultado as pxginas baaos de um relato -
rio. (Apartes repetidos.)
Cerno proceder por partes ? Observar
sem duvida, V. Exc, Sr. presidenta, que
todos os principios e aspirago.-s que enun-
cio e manifest dsta tribuna, constituem
um verdadeiro programna de governo.
Por mim porn, nSo desejo figurar em mi-
nisterio algum, nem ningucm jamis si
lembrar disso
O Sr. Bario de Cott-gipe (presidente do
conseibo) : N3o ple ser outra coasa.
O Sr. Escragnolle Taunay : V. Exc.
sabe, Sr. presidente, que entre muitis ra-
zS's para que eu nSo possa pretender o
governo, salionta-se urna de grande peso ;
urna molestia constitucional que me eolapa
a existencia e que se aggravaria enorme-
mente com a reapons-bilidade da direccSo
dos negocios pblicos. Agora accroscen-
te-se a esta outres muitas, incapacidade
(nao apoiadoa), pouca experiencia, etc. e
sobretudo raras adhesOes entre os nossos
polticos Nao sao poucos os que coiside-
ram as minhas ideas subversivas, delete-
rias, exageradas e de verdadeiro nihilista.
(Apartes.)
Ah, senhores, fleo pasmo I...
Pois ideas applicadaa em todas as na-
t/>es civisadas do mundo, ideas base do
progresso de todos, na;iona s e estrangei-
ros, ideas que para assim dizer sao ele-
mentares e iatuitivas ao governo regular
a necessi-
Ser, senhores, por apregoar
dade do casamenta civil, que vigora na
primognita da igreja, 01 Franca catholi-
ca, ha quasi um seeulo ? Sustentar oousa
aceita umversalmente e applioada boje em
quasi todos os paizes catholicos, faz de
mim aos olhoa dos polticos um socialista,
um revolucionario, homem que nSo pode
mais pertencer ao partido consorvador ?
Mas, senhores, para que qualquer orga-
nismo se conserva, preciso que tonha a
forca e o poder de proceder a continuas
m>dificac3!8, a estas mutacSes que sao in-
dispensaveis evolucSo no seio da natu-
reza ; quando en".3o o orgauis.no est doen-
te, enfermo, camnbaodo pa/a a destru^ao
e manifestando ia rapacidade de fuoocionar
cora regularidade, torna-se necessario e
urgente lancar mo de enrgica medica-
mentagSo, usar do therapeutioa valeute.
O que isto senilo um esforyo para con-
servar ?
Porventura podemos dizer que o Brazil
sja urna nacllo que marcha regularmente
o na medida justa dos desejos dos seus
cdadaos? De certo, caminha, aSo sou dos
pessmstis, mas com demasiada lentidao,
para assim dizer empurrada pela propria
forga da inercia que nSo pode parar por
si.
entra. Mas, onde Be tleve enterrar esse nobre senador que si est oncluindo a ho-
FOLHETIM
JOSLARONZA
POR
JACQES D FLOT E PEDRO MAEL
|l \Tl PARTE
CARME*
(Continuadlo do n.
V
161)
Clanos foi o primeiro a pensar que n5o
era preciso levar mais longe as cousas.
Tornou a sentar-se.
Com que, disse elle em voz surda,
o senbor quer casar com minha filha, a fi-
lha de um tratante ? Eutlo o senhor tam-
bem um tratante ? Tambem tem as n>2os
tintas de sanguo.. Pois bem nSo pode
ser... Denuncie-me !.. Nlo ba de pos-
suir minha filha .
Fezse silencio.
Q yankee perguntava a si mesmo o que
devie responder.
O velho proseguio, sem dar-lhe tempo de
tomar urna resoluyao.
Mas, em primeiro lagar, quem o
senhor, para conhecer assim o meu socio
Jos Laronza ? John Harlett um nome
de emprestimo. Na praga de Nova Or-
leans nao ha negociante cora tal nome.
Ned Hobson n2o havia previsto esae con
tfatempo. Trlou, pois, de illudir a ques
,to.
Co'. ir.-me a raRo de saa filha, a
qual, d o-lbe, tenho direito : depois
saber qutu *u bsu,
Nao ha do pudsuir minha filha I dis
se Clanos pela ultima vez.
E lev-otendo-se outra vez disse :
D*qj nao sabir Bem termo dito
quem .
O yttk.'e eBtendeu as rolos pira a fren-
te, p.-ompto a precipitar sa sobre o hespa-
nhol.
das na'. j, apresentadas por mim. sao
qualitk-adas de damnosas e perturbadoras 1
Nessc momento, porm, abrio-se urna
porta falsa da parede.
Appareceu un bomem de alta estatura
era Jos Laronza.
Com os bragos cruzados sobre o peito,
a cabega c .iiiia para tras, desdenhoso sor-
riso nos labios, disse em tora de mofa :
-- Felizmente meu caro tenente. Bem
o roconhego. Mas, p.ciencia Nao toques
neste bom Clanos. E' meu amigo. Ned
Hobson, ordono te que j e j saias d'a-
qui.
Ned Hobson nelinou se euvinio aquella
ordem.
Com um gesto, Laronza indicou-lhe a
porta.
Ento, arabos sahirara do gabinete, pas-
sando Ned Hobson na frente e Laronza
depois.
Mal tnham sabido aquelles dous homens,
a porta falsa abrio-se de novo.
CeIano3 deu ura grito : Carmen estava
na sua presenga.
Com o semblante transtornado pela emo-
go, velho carabaleou e foi obrigado a
apoiar a mo na seere'ria.
Carmen, porm, j estava em gseus bra-
gos e dava-lbe beijos e prodigalisava-lhe
affagoa.
Minha filha miaba filha I repetio o
hespanhol, com o coraglo a trasbordar de
alegra.
E en:arando-a com coropheente admira-
gSo, prorompeu em exclamages :
Como ests bella e crescida, ama-
vel, minha Carmen I J cont>va tornar a
ver te mudada, mas foste alm do que pro-
mettias. Ests uraa moga admiravel ; fi-
ca sabendo. E vou ter ciumes daquelles
que te amarara. Minha filha, hlo de amar-
te ; hlo de pedir-te era casamen-o ; hlo de
te roubar a teu pobre velho pai, minha fi
Iha, que neste mundo para amalo s tero
a ti.
Elle chorara, alisando com as mos as
grossas madexas daquelles cabellos negros
corao o bano Ella corresponda s suas
lagrimas o aos seus abragos, envolvendo o
em todo o seu amor de filha, que encootr
va entlo a prmeira oxasiSo de raaoit s-
tar se, de expandir-se vontade, naquelle
corago de pai abertp a todas as caricias
Ora, pois sea pai, para que fallar
de tudo isso ? Est assim com tanta pres-
as de separarse de mim? Tanto tirapo
eativemos separados um do outro I E' por
caso preciO fallar em outro futuro a nlo
Si, como naglo, nlo estvaasemos ro-
deados de elementos de competencia, po-
demmos marchar a gosto com este passo
de tartaruga; mas, quando vejo a Rep-
blica Argentina crear torcas novas todos os
das, chamar asi grandes elementos de vita
lidade ; quando vejo a Repblica Argenti-
na apresentar-se francamente candidata
hegemona no nosso continente, a dirigir
a poltica Sul Americana, nlo posso deixar
de assustar-me o examinar, na paz da mi-
nha conscioncia, si cora effeito presto pa-
tritico servigo ao Brazil, ou si pelo con-
trario, lhe sou intil e fatal, si o prejudi-
co apregoando essas i leas e desenvol vendo
o mximo eaforgo para chamar a attenglo
dos poderes pblicos para todas essas
questSes.
Confosso ao Senado que as vezes ontro
em duvida, si sou no parlamento um ele
ment til ou de desordflm e perturbadlo.
Quasi tudo quanto aqu enuncio e sustento
e que rae parece de oecessidade intuitiva
de minha patria, acolhido ou com chaco-
ta ou com pasmo, e s vezes at com ver-
dadeiro terror.
Assim, senhores, estou gradando todos
os das pela apresentaglo do projecto so-
bre secularizaglo de eeraiterios, e nada se
faz; respondem-me com a dilaglo e a iner-
cia. Alguna nobres senadores franca e es-
pontneamente me declarara que esto de
pleno accordo comraigo, mas sei que ha
outros que nlo assignaram o parecer por
julgarem essa providenca^perturbadora.
Mas, senhores, dar ao cidadlo o direito de
ser enterrado em qualquer canto da trra
brasileira urna perturbaglo para a orga-
nisaglo social ?
O Sr. Bario de Cotegipe (presidente do
conselho):Algum cadver j ficou inse-
pulto ?
O Sr. Escragnole Taunay : Oh agra-
go o aparte da V. Exc. J ficou, e vou
contar ao Senado o caso. Era ura judeu.
O Sr. Bario de Cotegipe (presi lente do
conselho):Todos os das esto morrendo
aqui judeus e ainda nenhum ficou insepul-
to.
O Sr. Escragnolle Taunay : -Nao du-
vido que n Corte, aqui, assim acontega ;
mas no interior "empre caso de escnda-
lo um enterramento desses. Ouga, porm,
V. Exc. A pouca distancia desta cepital,
em urna das clades mais civilisadas da
provincia do Rio de Janeiro morreu um
cidadlo judaico. (E' urna narrativa, co-
mo diz aqui um nobre senador em aparte.-
Era at um hornera que gosava de cer-
ta sympathia e via, s bem rae lembro,
com sua familia. Morreu, e os seus amor-
talharam-n'o conforme as usangas de sua
relgilo e raandaram pedir licenga para
que fosse enterrado no cemiterio da locali-
dade, pois, o consideravam oommum.
O vigaro respondeu com horror: Cor-
po de judeu em trra catholica Nlo, nlo
homem ? p?rguntar.,m 01 intressados.
E essa raesma perguo;a fago h jo e ago-
ra a V. Exc, Sr. presidente. Pois 'paiz
civilisado um canto do mundo, onde no
nosso seeulo, s dio casos destes ? (apar-
tes.)
O Sr. Oorreia ; -Nlo a legislaglo a
culpada.
O Sr. Escragnolle T.unay : -Tolos fi-
caram espera da soliglo, at mesmo,
pode-se dizer o pobre cadver. Respondeu
o vigirio ou inspector do quarterlo :
Enterrem-no perto do muro do cemi-
terio. Mas os propr-'Urioa dquelle ter-
reno nlo aceitarara o alvitre e prote3tarara
enrgicamente : 1 ,Na minha trra nlo se
enterra defunto.
Estava o corpo insepulto, sem aehar
quem se condoesse delle motivo de quei-
xa dos moradores da viinhinga, quando,
porm, a misericordia, justificando o seu
nome, mandou abrir urna cava no jar 'ira
da sua propredade e all acolheu-se o in-
feliz judeu.
O Sr. Bario de Cotegipe (presidente
do cousulhe) : J vi que ficou melhor.
O Sr. Es-'raguollo Taunay : -Acredito
bem que aira; acredito que debaixo da
trond.isa larangeira sob a qual descanga,
esta melhor do que em uraa trra que se
mostrou to inhspita, a trra que dizera
sagrada e quo repudou aquella filbo de
Deus. S por misericordia achou elle era-
tira um canto onde descangar 03 s ua ossos.
O Sr. Siqueira Mendns d um aparte.
O Sr. Escragnolle Taunay : Cito ura
facto verdadeiro.
Para que declinar nones ? Nlo est na
conscionoia de todos, que elles se dio e de
vem darse ? Que significa essa raesma
resistencia que aqui, na assembla mais
illustre do Brazil, se oppo'e a urna idea hu-
manitaria e santa ? Affi.ir.go ao Senado que
o facto se deu quasi que debaixo dos meus
olhos.
O Sr. Bario do Cotegipe (presidente do
conselho): Ora I um facto solado.
O Sr. EscragoolleTaunay : E' um fac-
to que se d e p le reproduzir-se em qua
si todos os pontos do Brasil.
O Sr. Bario de Cotegipe (presdante do
conseibo):Ni), senbor.
O Sr, Viriato de Medeiros : -Pode-se
dar a cada momento.
O Sr. Escragnolle Taunay : -Exceptu
as grandes ciJadea. E, senhores, se nlo
se i o facto a cada momento por trans
gresso da lei, porque nlo ha resoluglo
nenbuma legal que mande abrir os cemi
torios a judeus e a pessoas que nlo sejam
da relgilo catholica. As outras seitas vi-
vera da nossa condescendencia e da pouca
execuglo das leis- Querem mais claro ex-
emplo do que no caso de Saata Maria da
Boca do Monte? Deraais quanta desordeml
Ha ainda localidades era Minas onde se
fazam os enterramentos dentro das igrajas.
Ha muito qua civilisar nosso psiz (Apar-
tes.)
E', por isto senhores, quo procuro ins-
tantemente concorrer para adopglo dessas
grandes leis, sem as j quaes nlo podemos
progredir como est progredindo a Rep-
blica Argentina, nossa rival, que nos quer
lomar o passo e por o p adianto de nos.
O Sr. Affonso Celso : Deus nos livre.
O Sr. Escragnolle Taunay :Ella faz
rnuito bom. Camnhe, caminhe depressa,
em quanto no Brasil estamos pardoa dian-
te de diHaul iales mnimas, por um falso,
um falsissimo respeito s mentiras conven-
cin a es.
O Sr. Viriato de Medeiros :Muito
bem !
O Sr. Escragnolle Taunay : Nlo tere-
mos coudigoe8 protectoras da dignidade do
homem qualquer que seja o seu modo de
pensar em religlo, emquanto nlo proraul-
garmos o casamento civil obrigatorio e a
secularisaglo dos eeraiterios.
J temos registro civil, mas V. Exc.
toi testeraunba dos esforgos que castoa e
da delonga que teve O governo at acei-
tn o favor cora muito piu:a satisfaglo.
(Apartee.)
O Sr. Presidente : -Devo observar ao
ra dos requeriraentos.
O Sr. Escragnolle Taunay:Sim, se-
nhor. Tenho que pelir desculpa ao sena-
do da viraciiade cora que fallei nesses as-
suraptos ; mas os meus nobres collegas de-
voto ver que ha muitos annos pens nes
tas questSes ; estou como que imbuido de
verdades para mim ..xiomaticas e saho f-
cilmente de calma precisa e que deveria
manter sempre quando encontr resisten-
cia.
Estou as condiedes do matheraati -o a
quem se procura antes de qualquer racio
cinio contestar que duas couaas iguaes a
urna terceira sejam iguaes entre si ; fica
exasperado, apezar de toda a sua pacien-
cia e ve se atrapalludo por demonstrar
aquillo que sua natureza est e devo es-
tar fra de duvida.
O Sr. Birlo da Cotegipe (presidente do
conselho) : Quem est nessa posglo nlo
pode acbar razio em qualquer outro que
pense de modo diverso.
O Sr. Escragnolle Taunay : Essa ob-
jecglo uo nobre presidente do conselho
muito forte. Mas respondo a S. Exc. qne
nlo a posso aceitar porque as ideas que
prego e sustento sao as ideas de todo o
mundo civilisado, no qual vamos ficando
em desoladora unidade.
O Sr. Bario de Cotegipe (presidente do
conselho) :Nlo ser-macaquice ?
O Sr. Escragnolle Taunay : Nessa qua-
si unidade, si macaqueamos a algum paiz,
a China. (Apartes.)
Macaqueemos, Srs, mas aceitando o
quo bom, o que til e serve para o
adiantamento da patria. Tomemos para
nosso uso as leis de outros paizes que ser-
vem boje de norma a toda organisaglo ci-
vilisada Sirva-nos do alguma cousa cou-
sa a experiencia dos outros povos.
O Sr. Franco de S : V. Exc. nlo
conservador, venha para e.
O Sr. Escragnolle Taunay : Nlo sou
outra cousa s?nlo conservador e do me-
lhor quilate. (Apartes.) Si trato de mo-
dificar e alterar para conservar. V.
Exc, to Ido, como urna das illustra-
ges desta casa, deve saber que em medi-
cina se aceita o seguinte principio que o
organismo humano se modifica radicalmen-
te, se transforma partcula por partcula de
40 em 40 dias. At alguns autores muito
abalisados pretendem que essa transforma-
glo se faz completa em muito menor pra-
zo, creio qua de 20 em 20 das, senlo em
manos. Por tal forma se substituem as
cellulas que nenbuma dellas fica invaria-
vel e a raesma de quantas exstiam
na quizena anterior. E' um trabalho de
, por
suas
suas
con-
to feliz
ser aquella que to docemente e
mente hoja comega T
Clanos meneou a cabega, sorrinio, cheio
de commovedora solicitado.
E' preciso, sim, fallar, minha Car
men, porquanto questlo presente, ques
to grave. Tens id .de para te casar, mi
nha filha, pois j tens vinte e quatro annos
Posso dar te um bom dote. A natureza j
te dotou melhor do que poder ia faz-lo o
meu affecto. Oh I sim, preciso tratar
disso, pela razio de que eu estou velbo,
alquebrado ; tenho necessidade de saber
que podes apoiar te a brago mais robusto
do que o meu, minha muito querida filba.
Sim, pensei nisso, sim, accrescentou elle
alegremente, porque encontrei alguera, al-
guem que, estou certo, nlo te ha de ser
desagradavel.
O coraglo de Carmen palpitou com for
Va*
Sabia qual era o ideal de aeu pai. Sabia
que ello ia fallar lhe do Dr. Maximiliano
Arband. Porque razio essa ideal devia
ter contra si a implacavel realidade ? Por-
que razio tinba ella realisado aquella fatal
viagem ao Oriente, que seu pai ignorava,
que elle jamis deveria saber? E noem-
tanto, lio fora gragas a essa viagera que
ella conhecera Maximiliano 1
O velho proseguio, e, desta feita, cora
riso sonoro :
Antes, porm, de te fallar do outro,
do candidato serio, do candidato da minha
eleiglo, devo participarte a singular ten-
tativa que comraigo fizerara. Minha filha
j te pediram era casamento.
Carmen estremeceu.
Era evidente que tratava se da tentati-
va de Ned Hobson.
Devras, mea pai ? perguntou ella,
ngindo sorpreza e indiffer inc 1.
Sim, disse Clanos, e o que mais ,
ainda nlo ha muito. Quando entraste, aca-
bava do sahir daqui um individuo muito
singular, um pretenso americano, que, ao
que parece, arde em chammas de amor
por ti.
Ah l Nlo ser um tal John Harlett,
de Nova Orleans ?
Justamente. John Harlett, porm
nlo seu nome. Parece que chama-se
Ned Hoheon.
Nlo era sem intenglo que o velho aesim.
fallava. Com certeza presentemente nlo
tioha nenhuma suspeita da boa f da filha.
Mas o singulas dialogo que acabava de ter
com o yankee, dialogo interrumpido por
ameagas, no correr do qual Ned Hobson
lhe atirara em face s sua infamia, a sua
aociedade com Jos Laronza, nlo deixara
de, naquelle momento, gerar algumas du-
vidas, se bem que vagas, em sou espirito.
Porventura, poleria Carmen dar-lhe
mais minuciosas informagS^s ? Pelo menos
era essa a idea do velbo hespanhol.
Carmen nem pestanejon.
Contentou se cora responder cora grande
8crcndade :
Encontrei em Marselba este Sr. Har-
le'.t. Nao sei qua elle teohs ainda, ou te-
nha tido outro nome.
E' tso mesmo o que elle me disse.
Acorogoasteo a pedir te em casamento ?
Carmen deu urna gargalhada to com-
municativa que o proprio Clanos sedeixou
vencer por aquella hilarilade.
Oh I oh 1 vejo que o pobre rapaz
exagerou, ess seu favor, a tu a boa vonta-
de. De sorte que de modo nenhum ests
inclinada a preterir este candidato a ou-
tros *
Da maneira nenhuma, respondeu a
moga, muito a seu gosto, para assim di-
zer.
Entlo, posso fallar-te a resptito do
segundo candidato, do noivo de minha elei-
glo.
Carmen ficou ligeiramente confuso, os
auo nlo escapou ao vigilante olhar de seu
pai.
Mas, em surama, sendo verosmil aquillo,
elle attribuio aquella perturbaglo primei-
ra commoglo de sua filha.
Sim, minha querida filha, coutinuou
elle, julguei que devia fazel o durante a
tua ausencia, sem o saberes, escolher-ta
ura marido. E podes acreditarme, telo
hia encommendado a Deus, e melhor nlo
teria podido aloangar : joven, bonito, oa-
valheiresco, forte, valoroao, e, ao mesmo
teropo, senhor do bonita fortuna.
Ella comprimi as pulsag3es de a-^u co-
raglo, e quiz gracejar.
Oh 1 meu pi, onde descobrio ease
espelbo de todas as perfeig3es ? foi em
Franga ?
Sira, minha filha, era Franga, em Pa-
ria, cousa rara, nlo assim ?
Cresceu a curiosidade de Carmea.
Approximava se o momento decisivo, C-
lanos cnntinuou :
Devo dizer-te, micha querida, que,
ha pouco mais de dous annos, travei re-
Ouvi, por vezes, liberaes distinctos di-
zarem que nlo podenam aceitarme no
aeio de seu partido...
Vozes : Nlo, senhor.
O Sr. Affonso Celso : Isso nlo.
O Sr. Escragnolle Taunay; ..
que sou muito adiantado.
O Sr. Affonso Celso : Nlo alo
ideas que encontram resistencia, slo
apreciag3is.
O Sr. Escragnolle Taunay : Sou
servador porque quero ser, porque sempre
o tenho sido e ninguem capaz de arre-
dar raa desta posiglo (apoiados). O parti-
do conservador e alias aquella quo tem
realizado alguraas reformas liberaes. Sou
conservador por dever de coherencia, mi-
litando ha largos annos com milhares de
corapanheiros e por devogl, porque vejo
que o partido que sempre foi alguma
cousa
O Sr. Lima Duarte : Mas as ideas de
V. Exc. nlo slo aceita pelos conservado-
res.
O Sr. Escragnolle Taunay : ... Nlo
sei, o que sei que este anno mesmo ou
por sympathia, ou por condescendencia do
espirito partidario, passou j aqui o Regis-
tro civil, que nlo pie nunca passar no
dominio lib -ral.
Q Sr. Franco de S : Mas elle veio
de urna cmara liberal.
O Sr. Escragnolle Taunay : Veio de
uraa cmara liberal ? Veio de um minis-
terio conservador. Custou muito a sahir
da cmara mas esbarrou...
O Sr. Franco de S : Onde T
O Sr. Escragnolle Taunay :Aqui no
senado, durante tantas annoa, desde 1879
at 1383.
O Sr. Affonso Celso : Quando o sena-
do tinha maioria conservadora.
O Sr. Escragnolle Taunay : -Pois, se-
ibores, nlo vimos a opposiglo levantada
aqui pelos Srs. Candido de Olivaira e Igna-
cio Martina ?
O Sr. Candido de Oliveira : -Eu nlo
votei contra, fallei, porque quera algumas
modificago'es.
O Sr. Ignacio Martina : Nlo teve con-
tra um voto liberal.
O Sr. Presidente : Observo ao nobre
senador que a hora est dada.
O Sr. Escragnolle Taunay :Vou, Sr.
presidente, enviar mesa um requermec-
to e um projecto de lei, referindo-se am-
bas estas indioagSes mesma materia.
Nlo sei si muito regiment! ; mas em
todo o caao os aprsente
O requerimento o seguinte ilcj *
Requeiro se pegara informagoes ao go-
verno si tem sido applicada a lei de loea-
todos os momentos, de todos os instantes, .Q d(J gerv508 de ^ 0 Margo de 1870,
ecomquefim? Para conservar. Aimu,embora BBa r(,gUiaa,ento at hoje, em
tabilidade traz a desorganizaglo, a morte, quanUs provincias recebeu applicaglo e
a podridlo. O que procuro fazer alte- 8 og re8aitad9i que produzo
rar algumas das cellulas do organismo so-
cial brazileiro, e possuido como estou de
que presto um servigo patritico, rico fra
de mim, quando encontr tonaz resistencia
em nome desso mesmo patriotismo qua me
impulsiona.
Pens em tudo isto e entlo sou levado
a attribuir em grande parte a inefH:acia
dos meus esforgos falta de capacidade.
Sim, sou inferior a propaganda que me
constitu paladino. Acredito bem que urna
voz mais poderosa, muito mais eloqunte
a arrestar adhesSos havia de conseguir
muito mais. Mas, que fazer ? Ninguem
empunha a bandeira e erabora pouco digno
della sou quem a carrega. Estou mais
ou menos no caso do povo bebreu; nlo
era digno i ser aquelle povo que espont-
neamente segua o verdadeiro Deus e o
Creador nlo tinba senlo olhar para ello
com mais condescendencia. Nlo vejo no
parlamento, nem tenho visto ninguem por-
to de mim.
As grandes ideas...
O Sr. Franco de S : Slo do partido
liberal.
O Sr. Viriato de Medeiros : -Vai con-
tra ellas quando est no poder.
O Sr. Escragnolle Taunay :Esse mes-
mo partido liberal, mea collega, considra-
me pertu-bador.
Sala das sessSjs, 27 do Junho de 1887.
Escragnolle Taunay.
Como sei j da resposta, isto que elle
nlo produzio resultado nenhuro, que nlo
teve senlo urna applicaglo ineffcaz, man-
do este requerimento para basear o meu
projecto de lei, que espero ha de roerecir
benevolencia da parte dos illustres senado
res ; e si nos o discutirmos e verificarmos
quanta razio ha para elle, taremos presta-
do um bom servigo ao Brazil.
E' o seguinte (l) :
Projecto de lei
A Assembl Geral resolve :
Art. 1. Nos contratos de locaglo de
servigos nlo poder ser imposta a pena de
prislo. j
Art. 2.a Fica revogada a lei de 15 de
Margo de 1879.Escragnolle Taunay.
Pego deseulpas ao Senado pelo ttesalinho
com que fiz todas estas observagSes.
(Apartes.)
O Sr. Cruz Machado : Ao contrario, a
franqueza boa.
O Sr. Viriato de Medeiros :E dou ao
nobre senador parabens pelo discurso que
fez.
lagoes com um joven medico da armada,
to bom quanto bravo, to bravo quanto
bello. A' primeira vista, apreciei todas as
suas qualidades. Disse de mim para mim
que era esse o marido que precisava a mi-
nha Carmen. Infelizmente, porm, nlo
pude desle logo dar execuglo aos meus
projectos. O joven doutor achava se em
situagao dolorosa e diffi :il. Acabava de
perder o pai, que morrera envenenado, 83-
gundo todas as appirencias, e parta para
a Australia, afira de receber urna enorme
fortuna, proveniente do heranga que a seu
pai fora legada.
Tive, pois, de adiar a realisaglo do meu
intento.
E quer realisal-a boje ? murmarou
Carmen, esforgando-se para tornar firme a
voz.
Ella abaixara os olhos e desviara-se da
luz, pois nlo quera que seu pai a visct
corar e empallidecer alternativamente.
Elle fingi nlo se aperceber disso e pro
seguio :
Espero apresentarte a elle log* que
estive de volta.
Ah I disse ella, parecendo indifferen-
te, elle anda nlo voltou ?
E depois, gracejando ainda, aocrescen-
tau :
Mas, meu paizinho, ainda nlo me
disse o nome delle.
E' verdade. Onde estava eu com a
cabega I
E entlo esse homem lio perteito cha-
roa-se ?
Dr. Maximiliano Arband, minha que-
rida filha.
Carmen nlo pode deixar de commover-
80
Aquelle nome, que ella to bem conhe-
cia, o havia tanto teropo, ainda tinha 0 po-
der de cammovel a profundamente.
Mais urna vez, Clanos nada vio ou na-
da pareceu ver.
A moga reconheceu que o silencio seria
compro nettedor.
Cora varias delicadezas de modulaglo da
voz, ella perguntou :
- E est certo de qua eu amarei ease...
Arband ?
hespanhol sorrio affectuoaamente.
Oh I estou certo, porque s mulher
de goato.
__ elle, pelo seu lado, amar me-ha
tambem ?
Cjm mais forte razio, minha filhi-
que
se
possa
ver-te sem
|r..
nha. PensaJ
amar-te ?
Ah 1 Carmen sabia com quem tinba de
haver ae. ,
Ella comprimi um suspiro doloroso.
Aceito o auguro, meu bom pai. Oxa-
l a tua affeiglo para com tua filba, nlo t*
engae.
Fallando-lbe, ella misturava as formulas
de tratamento, conforme o respeito e a tor-
nara filial lhe ditava a exprsalo de seus
sentimentos.
Doraioava a a curiosidade.
E diz que o pai desse..
morreu envenenado ?
Sim, minha filha. E fago
que pecsar em tal, estou certo.
Bem sabe que isto horrivel!
peita-se de alguem ?
senhor
mais dc<
Sus-
Celanos mordeu os labios, e meneando
a cabega :
Nlo se suspeita de ninguem. Eu, po-
rm, tenho serias raz5es para penaar em
outra cousa quo nlo em ama causa to na-
tural de morte.
Ah! e de quem suspeita ?
O hespanhol hesitou.
Ora l disse elle eomsigo mesmo, co-
mo podera ella advinhar. Todos esses no-
mes lhe slo desconhecido3.
E, respondendo pergunta de sua filha :
A pessoa de quem suspeito, e nlo sou
eu s a pensar assim, pois meu socio, o Sr.
Rouval, da mesma opnilo, a pessoa do
quem 6Uspsito um nglez, competidor do
joven doutor enorme fortuna que lhe prs-
vm da successlo de seu tio, um tal Jos
Roch, que morreu era Melbourne, se me
nlo engao.
Desta feita, Carmen sentio vertigens.
E teve como presciencia da verdade,que
ia conhecor.
E esse inglez, como se chama ?
L wis Jubb I E' um singular perso-
nagem, muito rico, e ao que parece, cuja
grande fortuna provm do emprego de
me os dessa especie.
Clanos (icaria espantado se podease ter
percebido a perturbaglo de sua filba.
(Confanuar sena)
Tvp. do Diario roa Duque de Caxias 42.
I t

P
I mina 1
*


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