Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19110


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Full Text
-JTT"
/
kua liji nnu ai
PIR4 A CAPHL*>L E LlllBP^ OS?E NA 1 PAA PORTE
Por tres raezes adiantadoa............... O0OO
Pop seis ditos idenf. :........ ...... ^l
Por om arino idem. ,/............. 23A?m
Cada numero avulso, do mesmo dia............ 010"
ltl 1. 1 JLEO BE 1381
PARA DENTRO E PORA DA PROVflTCIA
Por seis meses adiantados..............
Por nove ditos idem................
Por um anno idem................
Cada numero avulso, de dias anteriores. ......
1305OG
200000'
270006
0100

Propriebai* toe ilanoel Sx&ka te iaria i ftyos

O* ir. Arttaie 'piase A C
4e Par, i2 nvssos agentes
oxclii'Ivo do annanelas e pn-
MicacSes na Franca e Ingla-
terra
TELEGRAMAS
S2B7i;0 ^ARTICULAS SO D1ABC
RIO DE JANEIRO, 16 de Julho, s 2
horas e 10 minutos da tardi
a 2 horas e 20 minutos, pela linba ter-
restre).
O minido da agricultura abrir
rtirarn-iiria publica para recebl-
rni de propoala*. relativa a*
obra do m.lli.i auK-oio do porto do
iirtijt.
PARAJHYBA 16 de Julho, s 3 horade
;") minutos da tarde.-
Cbe-gou boje aqn> o paquete narlo -
ai CAMILLO e wgae agora para
ee porto.
RIO DE JANEIRO, 16 de Julho, a
4 horas da tarde. (Recebido s 5 horas e
3U minutos, pelo cabo submarino).
0 Mena Jo e a Cmara don neputa-
d delxaraui de Cuncclonar boje por
falta de uumero
Poram aomeodo i
esaudojulz miIimUuio ili comar-
ca especial do Becife. o bacbarel
4i>* de Almelda Peraamiiuco i
lula municipal e de orpbaos do
termo de anta I.ir.ii do Norte, da
Provincia dan Alagda*. o baebarel
r.nl alon de l.imn.
Poram removido on Jalees muni-
clpaen o de orpbao.
Baebarel Joaquina Ribetro 6 uncal-
vea. do termo de f* Beato para o de
. Praaclnco; e o bacbarel Urbano
Manto* da Coma Araujo. do termo
de *- Vicente Perrer para o do M.
Beato, tolo* da provincia do Mar
bao.
Pol exonerado do cargo de Juis mu
icipai e de orpbow do termo de 8.
PranclNCo da provincia do Mam
han, o bacbarel Joo Alfredo do
? relias-
que nenbuma outra r.rdem de documentos nos po-
da afirmar. E vem a ser que : tolos os organis-
mos ;rara originariamente descendentea de um
ser pl stidixrio mono cellular simples como a pri-
meira pbasc do ova, d'onde pela associaco das
elementos provenientes da reproduccio da cellula
primeira, e pela diviaio do trabalho pbysiolo(co,
so originaram as organisaeoes poly cellulana,
cada ves mais complexas, at chegar a attngr no
horneen, dotado com o pensamento, o ultimo giio
da complicacao orgnica.
Eatudmoa rpidamente os principies pbenomP-
nos que natureza viva nos apresonta, pr.curao-
raodo analysar, p!os trabalbos dos grandes obsf r-
vadires, aa condicoes desses phenomenos, medir
hea a importancia, determinar Ibes as causas.
L' esposico de tudo quanto mai3 oa menos se
relaciona com e estado dos seros vivos, que cnsti-
(Jiccebido- tue cssa sciencia vsateaim a-denominada Biologa.
Esta palavra, que parece ter sido usada pela
priuieira vez por Trevinmus, sigaifi :a elymolo-
gicamentesciencia da vida. 0 aeu desdohramen-
to d lagar mais variada extensa serie de sil-
encias particulares divirsas.
O hmeiD, coraprehenditfo na vasta escala dos
organismos, mas objeeto de um particular in-
teresse, den lugar cesela denominad i antbio-
pologia ou historia natural do h mem, em que se
rstu'la a sua erigen) e os seos antep losados, a for-
macao das rafas, etc.
A zoologa estada dttidamente o grande ramo
dos organismos a qae, como vimos, se d o nome
de an mars.
A botaniea estuda os vegeaes.
Mas estes estados genricos subdividem-se anda
^finitamente.
Absial a antomia eral compreheodendo a ana-
toma vegetal, a anai mia comparada, a austomia
da cellula, etc., dedica-se eaelusivameote ao esta-
do da dispoaeio dos elementos anatmicos, ou in-
dividuos morphologicos, nos organismos.
A pbysiologia, abrangendo igualmente a pby
siolngia vegetal, animal, comparada e da cellula,
dedica-se ao estado do funecionalismo orgnico,
determinando os modos por qae se realisa o mo-
vimento vital.
A embryologia estuda o desenvolvimento dos
individuos, historiando as phases porque passa suc-
eessivamente o eu.bryo.
A morph logia tem por alvo a comprehensio
scientifica das formas e estructuras quo affeetam
os organismos.
A teratologa, estudando as abe-racoes e mon-
struosidades orgnicas, contrbue por seu lado
para defiuitivameute ficarem assentes as leis e con-
dico.'s do equilibrio geral dos ergios.
A paleontologa, excavando as carnadas da
crusta do glooo, historia a succeasio ds formas,
durante o decorrer dos periodos geolgico.
A deteieologia estuda a transformado oa des
cendencia das especies.
A Biologa na sua essencia a historia comple-
ta dos protopUsmas e das suas modificaces e
transformacoog suecessivas,do mesmo modo que
a chi:i.ica historia completa dos corpos simples.
O que oestes se chama affinidade, toma em Biolo-
ga o nome do vida. Esta apreaenta cfkitos to
certos e regulares como os de todas as outras tor-
cas d. natureaa, provenientes, como ella, da gran-
de fonte de tudo quanto existe -o movimento.
A Biologa vem completar com as suas tbeorias
a vasta syntoae d universo, esbozada em urna cos-
mogona positiva. Os pheoomecos vitaes vieram
t mar o lagar que Jhe Ibes competa no extensissi
mo mbito do traasformi.m.0 u evolucjio universal.
A materia eterna, animada de movimento eterno,
segu ua senda das transformaos es successivas,
produiindo os mondos, com todas as manifestagoss
de energa, que a sciencia nos revela sobos nom'S
de calor, lu, electricidade, vida, etc., em um con-
tinuo estado dynimico de integracoes e desinte-
gra^e.', em qae nada se p- rde e nada so cria, e
onde tudo incessantemente se transforma.
(Contina)
LISBOA, 15 de Julho, tarde.
JARTE UFFIClAi
O paquete francs GIKONDE endo
a aeu bordo Imperlaea do
Brasil acaba de ebegar aqu.
m. o Imperador val besa.
as MM partirn para a Pranca va
H-Huanlirt na aeata-feira prxima.
LO.\' jKi-;S, 16 de Julho.
*.rlcgra aanuucla q>- > Orummona Woin
i) tendo recebtd* eiata dol-
lio partir smisali
BERLIM, 10 .la Julho.
Acaba d- fallecer Krapp, o afama-
do fundidor de aelaes e fabricante
de pecan de arlllberla.
BUENOS AYRE3, 16 de Julho.
Cbegou nqui boje o general Santo*
ex presidente da repblica do l'ru-
gaay.
LISBOA, 16 de Julho.
. M. o Imperador O. Pedro II con
tinun a atemorar, e pasneiou boje
rom 9. M el-rei D. Luis.
A viagean de s. MM. para Paria foi
adiantada. deven partir anaanb.
genaro do n >me..........arroladt) neste muni-
cipio aob n____ .. com as seguimos indicaco '8:
Naturalidade..............................
Domicilio................................
Fiiacio..................................
Entad j..................................
Cor.....................................
Idide...................................
ProfisssS >....................... ......
E para documento probatorio da actual condi
c3o do dito libert, que fica obrigado a prestar a
Beu ex-senbor......................t'S servicos
de que tractam os citados artigo e paragrapbo,
palo praio de tres anuos, que t rumiar em. ..
ile.........de........ mande passar o presen-
to titulo que vai por mim asignado.
Juito de orphos do monicipio d^sJBnBjnjsMfB
em.... de............de....
O juia de orph&os,
Hialsterlo da lastima
Passou-80 diploma em 8 do correte, bab litan-
do o bacbarel Jos Manoel de Araujo ao cargo
de jais de direito.
pa
ra tratar de sua sa io
VENNA, 16 de Julho.
Corre boato que o Duque de Co-
kaurg CSotba recuaou o principado da
Bulgaria. Canuta que o Duque res-
pandeado a urna deputaco da So-
bram, deelarou que espera va a ad.
Beao dan grandes potencias da Eu
rapa.
Ajp&oia llavas, nlial
la le Julho do 1887.
e/e Fernan/bauo,
NS'i'RCCG POPULAR
BIOLOGA
(Extrahido)
DA BIBLrOTHCA DO POVO E OA8 8COLA8
r.vOLli'.i'l PHVLOBEVETICA K
EHBRTOMMilCA
(Condus&o)
A ontogenia conta-nos at am Ucto precioso,
Hialsterlo da Ciucrra
Por decretos de 7 do eorrente foram transferidos
de uns para outros corpos na arma de infantaria
oa ofBciaes abaixo declarados:
Para o 201>ata!ho: O corone'.-commandante
do 21 Frederico Chnstiano Buys; o capitio do
3 Janasrio d Silva Assumpcao para a 3' com-
paohia.
Para o 3 batalhao : o capito da companbia da
pravincis do Espirito Santo, Silvestre Rodrigues
da Silva Trsvaesos, para a 2 companbia.
Para o 21" batalhao: o tenente-coronel com-
mandante do 2o, Manoel de Aaevedo do Nasci-
mento.
Para a companbia da proviacia do Espirito
Santo : o captao do 6o batalhao, Manoel Estevio
de Andrade Vasconcellos.
Conced.u-se truca de corpos entre si aos capi-
tes Belcbior Antonia Bibeiro da Fonseca e Maxi-
mino de Faria Bangoim, este do 4o batalhao de
infantaria e aquelle do 5a.
Foram reformados de conformidade com a 1*
parte do Io do art 9 da lei u. 618 de 18 de
Agosto de 1852, visto acbarem-se aggregadoa i
arma de infantaria ba mais de am sano e hs vereca
sido, em nova inspeecao de sale, jalgados inca-
pases do servico do exercito, o capito Alfredo
da Costa Wene e o tenente Firmino Ponciano dos
Santos.
Permittio-8e que o major reformado do xercuo,
Antonio Alves da Cunha, transfira a sua residen-
cia da provincia de Santa Catbarina, para esta
corte, e que o tenente tamb m reformado do exer-
cito, Juvcncio Zjbaran, rtsida na do Rio-Grande
do Sal.
Foi transferido para o 9 batalMo de infantaria
o alteres do 6 da mesma arma, Adoloho Jos de
Carvalho.
Ministerio da Mariana
Foi nomeado para servir no enconracado Sete
de Setembro o 2o cirargiao do corpo de sade da
gratada De. Domingos Pedro dos Santos.
Foi comeado escrevente das offioinas de machi -
uas do Arsenal de Marinha da corte Manoel An-
tonio Nunes.
Manoel Jos de Araujo Sampaio foi nomeado
escrevente do corpj de imperiaes marinheiros.
Hlnsstcrio da Agricultura
LIBEBTOS SEXAGENARIOS
Ministerio doi Negocios da Agricultura, Commereio
e Obras Publicus -Rio de Janeiro, 27 de unho de
S86
IIIm e Exm. Sr.-Remetto a V. Exc------.exem-
plares dos ttulos probatorios qae este ministerio,
segundo se acba express na circular de 19 de
Janeiro ultimo, resolveu crear para certeaa e maior
eguranca dos direitos conferidos aos libertos se-
xagenarios pela lei n. 3,370 de 28 de Setembro de
lfco:' .-
Ao distrbuil-os pelos ]uises de orpbaos, tara V.
Exe. as recommendacoes constantes da dita circo-
Doos guarde a V- Etc.-Rodrigo Augusto da
SilvaSr. presidente d provincia de...
MODELO
Dos ttulos a que se rejerem as circulares de 19 de
Janeiro e 27 de Jtmho deste ann*
O.............................jais de orpbios
do municipio d....................provincia
d.. .....................
Fco saber a todos os que o presente t :em que.
nos termos do art. 3 $ 10 da lei n. 8,270 de ii8 de
Setembro de 1886, adquiri a condi^io de liberto
desde o dia ... de..........de.......
o iiexa-
(ioreroo da ProTlaela
EXPEDIENTE DO DIA 1 DE JONHO DE 1887
Acto :
O presidente da provincia, de conformilade
com a proposta do Dr. ebefe de polica, em offi.io
de hontem, sob n. 503, resolvt exonerir, a pedido,
Manoel Clementino Beserra de MenezPS do lugar
de 1* supplente do subdelegado do districto do
P050 Comprido, do termo de Naz ir th.
Ufficios :
Ao brigadeiro commsnjante das armas.
Fica V. Exe. autonsado a cooceder, de accordo
com a sua nformacSo de bontem, sob n. 288, bai-
la do servico do exnrcito, mediante substituifo,
ao cabo de esquadra do 2o b italhfto de infantaria
Ildefonso Antonio de Sonsa.
Ao inspector da Thesouraria de Faz-nda.
Cumpre que V. S. determine collectoria gera! do
municipio de Goyanna, a redcelo do valor da es-
crava Cypriana, alli matriculada, sob n. 923, de
45 aunos de idade, com valor de 6O0.
dem s.'bre Sebastiao, matriculado, sob n.
684, de40annos, por809.
dem sobre Felippe matriculado rbn 646
de 56 anuos, por 4004.
Ilom sobre Qiteria, n. 50^, 50 annos por
450/.
-Ao mean. -Sirva-ss V. S. de exigir om
urgencia da collectoria geral do municipio de
Goyanna o motivo de nao ter remettido a relaco
n. 43 da qual deve constar os escravos alli nova-
mente matrica'ados sob ns. 246 a 271.
dem.Sirva-so V. 8. di exigir da respe
ctiva collectoria o motivo de ter sido matriculado
no municipio de Goyanna, sob n. 568 em 31 de
Janeiro dVsto amo por Joio da Costa Ribeiro
Canto, a menor Benedicta da 15 annos de idade.
Ao mesmo.Declaro a V. 8. que o scravo
de 40 annos de idade confirme a tabella do art.
3- do Regulamento n. 9517 d^ 14 de Novembro
de 1885, tem o valor mximo de 60!>, e assim n5o
poda a collectoria g-ral do municipio de Goyan-
na aceitar o de 803/ dado ao escravo SebastiSo
alli matriculado sob n. 684.
Ao inspector do Tbesoaro Provincial.De-
volvo a Vene, as informscoes desse Thesouro con-
stantes de seu oficio de 25 de Novembro ultimo
n. 638, aornpi badas dos papis que a cI1b*TS*-
ram aonexas, com referencia peticlo do tutor
dos filhos m.'aires do fallecido Vicente de Malan-
fnnao Tibureo Ferreira, ex 3o escriptnrario do
'hefeourro Provincial, afim de completar as m-s-
mas informacoes, disendo si o alludido car^o
anda est vago ou su ji foi preenchido, e de que
molo, se por nomeaco nova cu por accesso.
Ao director do Arsenal de Guerra.Toado
em vista o exposto pelo inspector da Thesouraria
de Fasenda em officio de hoje, junto por copia,
n. 328, aotoriso Vmc. a por a disposicao do ad-
ministrador da Recebedoria de Rendas Internas
Geraes uaaa das salas desse Arsenal onde possa
funeciomr provisoriamente a mesma Receb doria,
attento o motivo apresentado pelo referido inspe-
ctor. Communicod se Thesouraria de Fasen-
da.
Ao mesmo.Na forma das disp scoes em
vigor, aotoriso a Vme. a mandar satisfaser o in-
cluso pedido de artigos de fardamento que fas o
alteres do 14 bita!nao de iofuntara Adolpbo
Fcrnandeg Montuiro. Commuuicou so ao briga-
deiro commandante das armas]': remettea se copia
4 Tliesouraria de Fazenda.
Ao commanlanto do corpo do polica.Ao
Dr. cbef.j de polica mande Vmc apresrntar ama
ubi u oa escolta de seis pracas para conduzir tres
reos que tem e responder a julgamento no termo
deS. Bento.
Ao juii municipal e de orphSos do termo de
Tag,uaretinga.R m< tta Vmc. secretaria de9ta
presidencia c- rtidlo da scnlcuc* do capitSo da
guarda nocional Alexandre Manoel Beseira, de
que trata o offi:io de 27 de Maio fiado.
Ao engenbeiro fiscal do 1" districto de enge
nhos centraes. Reitero a exigencia que a Vmc.
foi feita em 23 de Fevereiro ultimo para satisfa-
(o do .viso do Ministerio da Agricultura Com-
mereio e Obras Publicas, sob n. 55, Je 15 do dito
mes, sobre ser por Vmc de accordo coro os re-
presentantes das compaohias North Brssilian Su-
jrar Faetones e Grcat Western cf Brasil Railway
Company Limited redigido e sabmettido a appro-
co do governo imperial por intermedio desta
presidencia um contracto definitivo para o servico
de transporte de caonas entre o engfnho central
S. Loarenco da Matta e as propriedades agrcolas
denominadas Camorim e Massiape em rujo contra-
cto se conciliem perfeitamente os interfsses do
estado ees das mencionadas empresas.
iiutatis mutandis ao engenbeiro fiscal da es-
trada de trro do Recite ao Lionoe'ro.
Portaras:
0 Sr. gerente da Companbia Pernambacana
de Navegacao faca transportar ao presidio de Fer-
nando de Noronha, por conta dos negociantes Reis
& Santos, os gneros constantes da relaco aqu
junta.
O Sr. superintendente da estrada de ferro do
Recite ao 8. Francisco faca transportar, por conta
dos passes gratuitas a qae a provincia tem direito,
da estacao das Cinco Pontas a de Voa dous criini
nasos que seguem escoltados por quatro pracas do
corpo de polica.
O Sr. engenbeiro director do prolorgamento
da estrada de ferro do Recife ao S. Francisco
faca transportar, por conta da provincia, da esta -
cao do Palmaras a e Canbotinbo, dous criminosos
que teem de responder a julgamenlo no termo de
S. Bento e quatro pracas do corpo de polioi que
os escoltan.
EXPEDIENTE DO DE. 8ECBKTBIO
Oficio:
Ao presidente e vereadores da Cmara Muni-
cipal da cidade da VictoriaDe orden: do Exm
Sr. presidente da provincia tran-mitto a Vv. Ss.
as copias inclusas das portaras de 9 de Junho de
1871, 19 de Marco de 1878, lde Desembro de 1883
e 17 de Julho de 1884, relativas a dvisSo policial
do termo de Santo Ant2o, cabendo-me declarar
qne a comarca foi creada pela lei n. 1093 de 24
de Maio de 1878 e a paroebia de Santo Antao pelo
Alvar de 14 de Marco de 1783.
EXPEDIEETK DO DIA 3 DI JCNBO DB 1887
Acto:
O presidente da provincia attendendoaoque
requeren Balbina Firmina da Rosa Leal, profes-
sora da cadeira de ensino primario de Pinduba de
S Vicente, e tendo em vista a nformacSo n. 147,
do inspector geral da InstruccSo Public*, resolve
er-lhe a contar de do corrate, 30 diss
de lici'DSjpcom ordenad
onde Ihe coriv: r.
Officios :
d^Vmo. Bispo da Dioe'se di Olind.i.
Tcuho a>Hlira de transmitir a V. Etc. livm ..
em resfjH ao c. de liontem datado, a copia
autheutio, inclusa, da le n. 1830 de28 de Jiyiho
de 1884, relativa a creadlo da paroebia de Nossa
Senh)ra4t? Bello Jardim.
Aoaresidente da provincia do Rio Grande-
do Norte.De conformidade com oqu- solcita a
directora da Can le Co'T'CcSo da Corte im offi-
cio ne 381, de 25 de Mai i 6n i i, nest i dat i exp )-
coas nesBMarias ord.-n i ii i s-uti to di S'jr tran
sportbds 4m u c dos vapiro da Compaohia P r-
namboeaatj 3 caixo -a coute id > Ii vroi p ira a ruar-
ilauacion/. l'.aaa rovinoia.Ex leliu se a dev-
da porta-:.. '. rspoil-c sw sude
Jorraecio d* Corte.
r Ao brigideiro commiadauto das armas.
Ao 1- sargento do 2- batalhai de infaotaria J ta-
quim Candido de Castr > Marques, conforme pede
ao r-querimento, sob-e que vera a informaco
desse e.ocimando de armts, de bontem datado, sob
ii. 294, autoraj V. Exc. de aecordocom a citada
ioformacSo; a coneeder-lhe biixi do servico do
exercito, medante subs'itucilo
Ao Dr. inspector da Sale do Porto.
Transmiti a V.. *. para os fias convenientes, a
copia inclua, do aviso de 16 de Maio findo, do
ministerio dos negocios d > imperio relativo a qua-
rentenas e outras medidts sobre assumpto sanita-
rio.
Ao ge ite d Companbia Brasileira de Na-
vegacao a VaporC-mitandn de tfficio do com
mandante da Escola de Apmnd'zos Marinheiros,
de boje datado, sib n. 361,que no vapor Para,
vio do Cear para a Corte alguns aprendis-a ma-
rinheiros da dita escola, que allrficaraua doentes
por ocCHSSo da arribada do patacho Pirapama,
nde tinbam sido destacados, b*j V. S. de
para
providenciar pira qu os referidos aprendizes se-
jam desembarcad s no porto desta cidade o entre
ffues aquella escola conforme solicita o respectivo
commandante no oficio acmi citado.C >mmun
cou-se ao commandante da Escola de Aprendises
Marinheirop.
Ao director do Arsenal de G'ierra. Em res-
posta a o s.-u ofi:io n. 1103, do 18 de Maio findo,
remeti Vmc o incluso term de exime de 47
fardos conteodo panno asul, remet idos pela inten-
dencia da guerra aesse arsenal.
Ao capito Jeauino A. Albuquerque Pimentel,
presidente do conselho de qualifieaco da guarda
nacional (*a comarca da Victoria.Para os devi-
dos fias, declaro a Vmc, em resposta ao seu offi-
cio de 29 de M> io findo, que pelo Dr. ebefe de
polica, segando consta de mtorm isio de bontem,
sob n. 509, foram dadas as provid encas no senti-
do de serem fornecdas as listas dos cidados aptos
para o servico da guirda nacioial deesa comarca.
Port iras :
O Sr. gerente da Cimpaihia Pornambucana de
navegacao, faca transportar par o presidio de
Fernando de Noronba, por ceuta das passagens
gratuitas a que a provincia te^s direito, Joaquina
Mara daConceicli mulber do seutenci'doJos de
Lima Gomes dos Smtos e urna fiba menor.
Sr. superintendente da Estradi d: Ferro do
Rcctfeao S. Franciosco, srva-se de providenciar
sobre o transporte para esta captil, da bagagem
de oficial com ntiiiantu do destacamento da cida-
de da Escada, de conformidade eom a clausula 13
4o Decreto n.' 1030 de 7 de Agosto de 1852.
X (ja.'Ji-. engenbeiro chefe do Prolongamento da
Estradade Ferro do Recife ao S. Franciico man-
dt'traisportar para esta provincia a bag ige.'fl do
ofHcil cssBandante dt> des acmente, da cidade
da VictoriaJfc-Comwuniedo-se ao bngadeir com-
mandante das armas.
BXPRDIEBTE DO DB 8ECEETABIO
Offici s:
Ao iuspector da Thesoararia de Fasenda,
O Exm. Sr. presidente da provincia manda remet-
ter a V. 3. a inclusa ordem do Tbesouro Nacional
sob n 67.
Ao inspector do Thesouro Provincial.o.
Exc. o Sr. presidente da provincia indeferio hoje
a petico de Frncelina Alves de Sousa a que -se
refere a informaco de V. S. em officio de 31 de
Maio ultimo sob a- 646.
Ao director do presidio de Fernando de No-
ronha De ordem do Exm Sr, presid-ote da pro-
vincia devolvo a V. S em solucao do seu offi -io de
15 de Maro ultimo, sob n 138, para ser entregue
ao[peticonario, ojreqnerimento do sentenciado Joa-
quim JoF di Roohi d- Sal'Amia com certidio
das informacoes prestadas sobre o asiampto do
ctalo requ rimento p;:lo conselheiro presidente
do Tribunal da Relaco do Recife.
BXFEDIEHTB DO DIA 4 DE JNBO DB 1887
Actos :
__O presidente da provincia resolve nomear
Antonio c Silva Guimar-s, conimisaano da pre-
sidencia nos exames da Escola Normaljd Socieda-
de Propagadora da InstruccJo publica, em substi-
tuico lo Dr. Mauoel do Naseiinento Machado Por-
tella Filh^, que pedio escusa d'aquelle cargo.
Communicou-se ao nomado e ao director da Es-
cola Normil di Socedade Prop.igadora.
- O presidente da provincia teudo im vista o
oficio o. 141 -ie.18 de Maio fiudo I .inspector geral
da Iustruec) Publica, resolve n imear o Dr. Au-
gusto da Costa Gomes, par i exereer o cargo de#
delegado do districto Iliterario aa freguesa de 8.
Fre Pedro Goncalves do Recife, em substtuicao
do capito Joi Pedro da Silva Neves, que falle-
io. Commuuieoa-se ao inspector geral da Ia-
strueco Publica.
Offi:ios :
- Ao iuspector da Thesourar:a de Psenla.
C-.inmu.mo a V. S. para os fine convenientes,que
o hachare I Paulo Caetano de Albuquerj,u<-, juix
municipal e de Orphos do termo le Buique, em
25 de Maio fiudo, entrn no g de um mea de
licenca, com os veneimentos a que tver direito,
a qnal Ihe foi eonc-dida p r estu presidencia em
il do mesmo mea para tratar de sua sale.
Ao mesmo Sirva-se V. 8 de comparecer e
faser aprosentarem-se no dia 8 do corrate s 10
horas da manh, na sala das audiencias, e nos dias
seguiDtes, afim de deporem come tcstemaubas offe-
rccida8 aa deuuncia dada pelo Io promotor publi-
co contra o iospector desaa Thesouraria Aotonio
Caetano)da Silva Js,elly os |emi regados de fasen-
da Francisco Antonio de Oiiveirn e Silva, Joaquim
Jos de Oliveira, Luis Emygdio Pmheiro da C-
mara, Jovino da Silva Santiago, Msnoel Leite
PereirasBas'.os, Alexaodriao A.ves de Mendonca
e Jos]de Oliveira e Silva, conforme soliciton o Dr.
juis de direito do 2 districto criminal em officio de
3 deste mes.=~Cjmmuoicon-se o Dr. juis de di-
reito do 2 districto criminal.
l Ao mesmo. Mande V. S. pagar a Fielden
Brothers a importancia da consignacao para luses
do palacio desta presidencia correspondente ao tri-
mestre de Janeiro a Marco d > crrante anno.
Ao meso o.Segundo deelarou meo Sr. mi-
nistro dos negocios da guerra era aviso-circular de
20 de Maio utlimo, os lotes de trras, a que se re
fere o decreto n. 3371, de 7 de Janeiro de 1865,
devem ser coocedidos unicam nte as colonias mi-
litare*, em que houver taes lotes, ji demarcadoi,
at qae pelo poder legdativo seja concedido o pre-
ciso crdito para novas demarcaedee, visto que
nao ha no orcatnento vigente verba para occorrer
ao pagamento deae servie, '_, ...
- Ao mesmoSirva-se V. 8. de exigir da
collectoria geral do municipio de Olinda o motivo
de ter sido alli matricnlada em 21 de Outubro do
auno passado por Mruda Gloria Viega de Brito,
sob n. 26, a menor Josepba de 14 annos de idade.
iiutatis mutandis quaut> a Isabel, matricu-
lada sob o n. 167, com 15 annos, pelo Dr. Joio
de S Cavalcante de Albuquerque,en 29 de Marco
de 1887.
Ao mesmo.Regulando mu terminanfeuume
a tabella de que trata o art. 3' do r"gulam 9517, de 14 de Novembro le 1885, >? valores m-
ximos doa in iiricnlan loa, >irva s: V. S de man lar
redusiro de 6 (OfOX) dado a escrav Joaquina, de
45 annos de idade, matriculada no muuicipi) de
Giyano. so1! n. 1585.
Matulis mutaniit quanto ao .scravo Vistor,
matriculado sob u. 1559, com 55 Bnnos d-i idad'.
Ao mesmo.Sirvi-se V. S. de prestar as
d vil ij l.itonn co:s ac rea d) ficto de nao terera
o numero de oriem na pros nte mitricala de con-
formidade cois o modelo A de que trata a do
art. 2o do R-g n 9517 de 14 de Nov.mbro de
1885, oa escravos 2, 3", 4o e 23 da relacio :. 246,
e. 6o da do n. 43, reme'.tidas pela collectoria geral
domunicipo de (>y*noa.
_Ao inspector ilo Tbesouro-Provincial.A*
v.sta do que solicitoo-me o eom.nan lant-- do corpo
do pihcu, em offici) de 27 le Malo ultimo, n. 6 0!,
recommendo a Vmc. que mande abonar ao teuen
11 Bellarmino Pint) de Paiva, que dcstacou para
fregu'zia do Prc> da Panella, ajuda de custo
para despeaos de vi igem se a isso tiver direito na
forma da lei e ordeas em vigor.Commuaicou s
ao commaodant' do corpo de polica.
Ao commaudaule do corpo de po'ici*.Ao
D.- chefe de polica minie Vmc. apresentar no
dii 6 dj correute mez, ao -neio dia, urna escolta
de seis pra,as do corpo sob sen c.- ron-andi, afiji
de conduzir tres criminlos qu; va i responder ao
jury uo termo de Santo Antio.Communicou-se
p.o Dr. chefo de polch.
Portaras :
-^ O Sr. agente da Companhia Brasileira, em
virtude do telegramma do Exm. Sr. ministro 4a
agricultor, de hintem, sirv* se le mandar lar
pass-igem do Estado 4 r do porto da R-cife c te
no vapor Para ao juiz de direito Jos Jaciotbo
Borges Diniz.
O Sr. gerente da Companhia Peroambucana
fac tranportar ao presidio de Fernando d-! No-
ronba, pr conta di negociante Joo Rufino doa
Santos, os gneros constantes da relacio aqu
junta.
O Sr. gerente da Compsnbia Pernambucana
mande transportar gratuitamente 4 r a" Natal
a A'fredo Cimpos e sua senhora.
O Sr. gerente di Compinha Pern-imbu ana
mande dar passagem gratuita a r na primeira op-
portum 1-tde .t o Cear4 a C irlos Falcie.
EXPEDIENTE D) DB. SECBETARIO
Offici s
Ao sg^nte da Companhia Bracileira.D.^
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia aecu-
so o recebmento do officio em que V. Exc. p irt
cipa que o vapor i'ar, chegado dos p irlos do
norte b je s 6 horas da mcnhJ, seguir para os
do sul hoje mismo 4s 6 horas da tari .
Ao Io secretario da Asscmbla [rtcialativa
Provincial.De ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia communico a V. 8. que no offi.'io de Io
do correte, sob n. 57, a que veio annpxo o ponto
dos empregados da Secretaria deas Assembla e
dos tachygraphos, oneernente > in z de Maio
prximo passado, foi hoja proferido o despicho se
guiute :
Remettido ao Sr. inspector do Tbesouro Pro
vincial para os devidos fina.
Ao mesmaDe ordem do Exm. Sr. preai
dente da provincia, devolvo um -xemplar dos ori-
gnaes das tres resolutas envitlas com > offirio
n. 56 de 26 de Maio findo, orna das quaea deixon
de ser saneconada.
Ao Dr. juis dj direito da comarca de Flores-
taDe ordem do Exm. 8r. ptesi len'e da provin-
cia declaro a V. 8. em solacio do s a oficio, boj-!
recebido, de 12 de Maio fiado, qu nao pode s
reproduzido na imprensa d:sta capital o edital
pondo em concurso o lugar de rscrivo do jury e
execucoes criminaes do termo de Floresta, porque
nao consta ter sido afiliado e publicado o citado
edital pelo portero dos auditorios, confo/me deter-
mina o art. 153 do regulamento annexo ao dec.
i. 9,420 de 28 de Abril de 1885.
Recommendo, portanto, a V. 8. que faca affi
xar aovo edital observando a dispisicio citada.
Ao commandante do corpo de polica -O
Exm. Sr. presi lente da provincia minda commu-
nicar a V. S. com referencia ao seu offi:o de 18
de Maio prximo passado, n. 5,076, que aesta da-
ta dirig j-ee ao Ministerio da Fa 'na, solicitan-
do a isenco de direitos ua altiudegt pira o ins-
trumental de que trata o menciinado officio.
Ao mesmoDe ordem do Exm. Sr. presiden-
teda provincia iutoraM V. S. quautaa pracas do
corp> sob seu commandi acham-se destacadas no
districto de Sertosinho ou Riacho do Matto, do
termo de Agua-Preta.
EXPEDIENTE DO DIA 6 JCVBO DE DB 1887
Actos :
O presidente da provincia de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de polica em officio
n. 575 d>3 28 de Juiho findo, resolve nomear para
o lugar de subdelegado do 6- districto (Bdto) do
.i-rio de Santo Antio Joio Ignacio deMeira Fer-
ro cm au ;s'ituicao de Antonio Ma'heus de Lu-
cena que nao aceitn a aomeacio.
__O presi lente da provincia de conformidade
eom a proposta do Dr. chefe de p ilcia em officio
n. 575 de 28 de Junho fiudo, resolve nomear para
o lugar vago de 2- supplente do subdelegad de
Cha .Grande do termo de Stnto Antao Galdino
Gomes da Silva
O presidente da provincia resolve de confor-
midade com a proposta do Dr. chefe de polica
em officio n. 5(5, de 28 de Junho finio, declarar
que os limites entre os 6- e 7- distnet >s de sub-
delegacia do termo de Santo-Antio ficam deter-
minados pela estrada que comeca na de rodagem
pasea pelos engentaos Barra e Gamelleira e vai
encontrar o termo de Gloria de Goii.
__O presidente da provincia, attendenio ao
quo requereu Jaqoim Goncalves Lima, mestre de
campo da Colia Orphanologica Isabel, resolve
eonccdtir-.be tres meses de licenca, coni a res-
pectiva gratificado, deixando o peticionario sabs-
titut) pago a sua cnsta e a contento do director
da referid colonia.
__ O presidente da provincia de cootoruiidade
com a proposta do 4>r. ebefe de polica em officio
n. 514, de 4 do orreute, resolve uomear para o
lugar vago de 1- supplente do delegado do termo
de Lagoa de daixo o actual 3- sapplent-- Jos
Francisco Draga > e para a vaga por este deixada
Raymundo Ferris Lima Jnior actual subdele-
gado do 1- districto d'aquelle termj e para o lu
gar deste o actual 2- suppleote da referida sub
delegacia o cidadio Joio Beserra C ivalcaote.
__O presidente da provincia allendendo ao que
requereu o capellio di escola ae aprend rea ma-
rinheiros padre Francisco Joaquim da Silva e ten-
do em vista attestado medico, que exhibi, re-
solve, de aceordo com a iuformac i do comman-
dante darefeaida eaoola, de hojo datada, sob u.
362, conceder ao petieion*rio tres meses de licen-
ca, com os veneimentos a que tiver direito afim de
tratar di su* saudo onda Ihe oonvier.
Offios:
__Ao inspector do Arsenal de Marino. Ac-
ensando o rec bimento do officio de buje de V.
Etc., sob n. 72, em que me traosmitte copia de
um telegramma relativo ao uaufrago do patatho
Pirapama confio dos cuidados de V. Exc. pa-
ra que uada falte aos nufragos, dando n'esse
sentido as providencias ao seu alcance e requisi-
tando quanto mais se tornarem necessarias.
Ao brigaleiro commaadaote das armas.De
accordo oom a mformacio de V. Exc, de 4 do cor
rente, sob a. 296, autonso-o a cooceder ao cabo de
esquadra do 2' batalbio de infaotaria Agostinho
Manoel do Espirito-Santo, baixa do exercito me-
diante substituicio.
Ao -nspector da Thesoararia de Fasenda. -
Devoodo terminar oo fies do correte mea o praso
do > 4* do art 13 do regulamento n. 9,517, de 14
de Nov mbr- de 1885, e nao tea/lo sido cumprido
at ag ira o prdCdito do 3o Jo memo artigo por
parte d is col ctoraa geraes d-o Granito o Ex,
Silgueiro o Leopoldina, Petroloa e toa-Vista,
Floresta, Tacarat, Cimbres, Broju, Flores, Bar-
reiroa, Bo uto, (Jainelleira, Eaeada, Glora do Go-
t, I'amb, Iga ir .as e Jabala1, arva-se V. -S.
de, p lo uielbor mido, providenciar 1 respeito.
Ao mosmo. Maude V. S p inentod que comp-tirem ao bachaiel Joio Lindeli-
uo DoruelUs Cunara Junio.-, promotor publioo da
>:omrca de VilU-B-11., 4 outar do dia 21 de Fe-
vereiro ultimo, data em que o mesmo bacbarel as-
aunio o respectivo .xercicio, ficaudo aasm defen-
d a p tco sobre a qual essa Thesouraria prestoa
iuf jrmacio em 31 de Maio, u. 324.
Ao m sin C' mmonico a V. S pira os fius
coiiv: .:iji:--5, que o promotor poulic. da comarca
de Rio Formoso, bicbarel Diomodes Theodoro da
Coat deixou por incommodo de sale no da 28
d> mes fiudo o ezareieio de seu cargo e reassu-
mio o no 1 do correte.
Ao masm).- -Transmiti a V. S., para os fins
couTeniuates, copi do offi lio de 30 de Maio fiudo,
em que o promotor publico da comarca de Pao
d'Albo commuuic ter entrado no goao da licenca
de 3 meses, que Ihe conced em 2 d'aquelle mes.
.A) tnesm>.Paraos fias convenientes,eom.
inunfc; a V. S que o bach rol Asterio Mathias
P. reir da Costa adsumio uo da 29 de Abr ulti-
mo o exercicio do cargo de juiz municipal e de or-
phijs jo termo de Ouricury, para o qual foi ns-
meadj por decreto do 19 J: t'cverero deste anno.
Ao juiz de direito di 4* districto criminal.
Nao tendo sid) ram-iUi ios opporta am-ute p la
Thesouraria de Fazenda, com se v lo ofil io jun-
to do r.speclivo iuspeco-do 20 Je Maio ultim,
sob u. 302, os documant.8 referentes ao alcance do
ex-tbesoureiro do prolongamento da estrada de
ferro do R cifn ao S Francisco, B.-as Barreto Car
uero Leo, enj-os a V. S. para os fins conve-
nientes.
Ao inspector do Tuesoaro Provincial Cem-
munico a Vmc para os devidos effeitoi, que 4 vis-
ta ao allegado em ptsticii du 3 Jo crreme, cmec-
di hoje ao thasiureiro das loteras ordinariss de
mediante as Cautcllaa reglamentares adiar para o
da 8 deaie mez a ixtra:ci> que tinba de dar-se a
7, da 6" parte da I .teria em beneficio da Santa Ca-
sa de Misericir lia do Recife.
Ao engenbeiro chote das Obras Publicas.
Srva-se Vmc. uformar-me como feito o servico
Je c nservacao doa j-irdins publico.-; o peasoal en-
pregado, natureza de sua* oceupacoea, instrocsoes
que reu!am modo de pagamento e fiscalieacio.
l-'ortarias :
O Sr. gerente Oa Comptnhia Pernaoobocaua
de Navegacao mande transportar eppertuuam- nte
com passigem gratuita de proa para o pr sidio de
Feraaa-Jj ;:Njrcuh, Antonia Mara da Concei-
qo mull.t do seuteiicialo Autonki Joaquim dos
Santos.
O Sr. gerente da Companhia Peinambacana
do Navegacao taja ti tnao rtar ao Rio Grande do
irte, por cont do Ministerio da Guerra, no va-
por lpojuca, o anspecada da companhia fixa d -
quel.a provinci, Estevio Vieira Ja Silva que O'ali
veio eacoltando u n desertor do 2o batalhao de in-
fantariaCommunicou-se ao brigadeiro comman-
dante das armas.
O Sr. gerente da Cxnpaohia Pcrnambucana
d: Nivegaci' faca transportar para a Parabyba,
a bordo do vapir lpojuca, por con'* do Ministerio
da Justica o cabo de polica Avelioo Alves de Li-
ma o o eriminos Frtncisco Teixeira de Farias,
requisita lo pelo chefe de pilicia d'aquella pro-

Sr. g'rente da Companhia P rnambucana
de Navegacao mand tranapirtar gratuitamente
com pissagem de r at a Baha o agrimeosor
Tncraaz de Figueredo
XPEDIBNTB DO DB SECBETARIO
Officioa : .
__ Aoi agentes do Lmdou & Brasihan Basa;
L mited. S. Exc. o S-. presidente da provincia
manda acensar o recebimento do jffico de Vv.Ss.,
de 3 do correte, acompauhado do balanco das ope-
raco:S desaa caix filial, durante o mez de Maio
ultimo.
__ Ao ageote Ja Companhia Bahiana.Ue or-
dem do Exm. Sr. presideote da proviuca aecuso o
recebmento do effi.do de hoje, no qual V. & par-
ticipa que cbegou bontem do porto de Salvador
e escala o vapor Marqua de Caxias, e que regres-
sari ao dia 9 Jo audaute aa 2 horas da tarde.
Ao iuspector da Thesouraria de Fasenda.
O Exm. Sr. presidente da provincia deu boje o
destn conveuieute ao ofi io de V. S. de 20 de
Maio ultimo sob u. 302, e aos documeutos a p'le
aonex 8. ..... .
- A) Dr. juiz aubatituto do l. aistncto crimi-
n ti Jo R,c-fe.-De ordem do Ex.n. Sr. presidente
da provincia communci a V. S. qu l no seu oficio
de 3 Jo correte mez peotario-se boje o Je-pacho
seguinte : _. -
A. Sr. director di presid> de temando de
Noronha para aatisfuer a requisiel'.
- Ao Dr. ch fe de polica.De ordem do Exm.
Sr. presideute da provincia transmuto a V S. para
ser entregue ao peticionario, que se ach recilhido
na Casa de D.tencao, o requerimnto de Serpbim
Bezerra dos Santos, acoropaohid; de certidao das
uformacoes s ilcita Jas pa'o mesmo.
- Ao juiz municipal do termo de Ouncury -
Exm Sr. presidente da proviuca manda declarar
a V. S. que fica scieute do oficio de 15 de Maio
fiado, e recommendo Ihe que eovie a esta secreta-
ria a certidio de seu exercicio.
Por esta secretaria se fas publico de conformi-
dade com o art. 157 ro regulamento annexo ao
decreto n. 9,4'0 de 28 de Abril de 188o o edital
abaixo transcripto, pondo em concurso, com o praso
de 60 lias os oficios de 1.' e 2- tabelliaea do pa-
b'ico, judicial e notas seivndo o l> de eserivo
de orphos e residuos e 2. de escryio das exe-
cucoes c veis e crimea do n,vo tormo de torrentes.
O secretario, Podro Francisco Corris de Uli-
VeO Dr. Bernardioo Marauho, juis municipal e
de orphos dos termos reunidos de Garanhuas e
Correales por S. M. o Imperador, a quein Deas
guarde etc. Faz saber aos que o preseute edital
virem e d'elle noticia tiv-reu. e a quem interesa
possa que achando-se em concurso os c
justica do n
M33 de.-. adivi8j.
t
rm"de~Correntes, creado pela le
de 27 de Malo de 1879, os quaes na au-
sencia da lei especial sobre bu creacao e
e em face do decreto de 30 de Janeiro de!834,que
regula a materia sao os de l.o e 2* tabelliao do
publico, judicial e notas, servndo o 1.' de eecn-
vio de orphioa, canias e residuos e o 2 -> d- es-
crivo das execucea civeis e enmes, coavido aos
preteolentas aos lespcctivos oficios, a apreaente-
rem seus requoi imeufos deotra do praso de 60 das
a contar da data do djtal.eoB" d.,9PA?
art II do decreto n. 817 de 30 de Agosto de 1851
e art. 7 do decreto n. 9,344 de 16 de Desabro de
IQQ1
Outio aim faz maie aaber, tambem aos pre'en-
dentes, que aeus requerimentos devem ser instrui-
dos com exame de suficiencia de emformidads cosa
o disposto no decreto n 8.276 de 15 de Outubro
de 1881 e mais formalidades exigidas no art.1* do
citado decreto n. 817 de 30 de Agosto de 1851.
E par que ebegue ao conhecimento de todos
mandei passar o presente edital, que ser* afluido
na lugar mi's publico do coatume, e d'elle se M-
trahir copia para ser remettida ao Exm. Sr. pre-
dente da provincia para o fim indicado no art 1B
do decreto n. 9,420 de 28 de Abril de 1815, cosa
declaradlo do da da affixacio e pablicacao do pre-
sente edital, o que ser certificado pelo portoiro
dos auditorios como determina c art 153 do cita-
do decreto de 28 de Abril de 1885.
Dado e passado n'esta villa de orrentes ais K

,..
nan


r~~

Mario di- fernambucoDomingo 17 de Julho de IN87
s> Maio de 1887. Eu Francisco de Sooaa Leia
Jaasto, eiciivo interino o escrtvi-Beroardino
aisuho. nuda mais se coutioha em di'o edi-
to} iuma c< piado do propno original, ao que me
Stf *m, don f. En Franciaco de Htica Leao Ju-
atar, eirnvao inertao o eacrevi e asaigno.
Entinen mais que pelo pciteiro dos auditorios
aas lot entngoe a certido da sffixacao do edital
at do theor seguinte :
Jaeimbo Alves de Mello, porteiro doa auditorios
atesta villa oe Correntes, em virtude da le ele.
Gritifico que affixei na porta da Cmara Muni-
cry*. Testa villa, boje, o dital cenviaaodo o pre-
tnd*Dtea aoa cfficica do juatica do aovo tacase da
flawreatea de que trata o me ame edital.
O referido jk verdad*, dou fe. Correntea, 98 de
ata de 1887 O porteiro doa auditorios, Jacin-
ta Al ves de Mello.
h sada mais se confiaba em dito c< rtidAe an-
ana copiada do propno eriginal a qae me reparto,
toa f. En Francisco de Beata Ltio Jnior, es-
rio interino o escrevi.
aaWACHOS DA PRESIDENCIA, DO DA 15 DE
JULHO DE 1887
Abaiz assignado dos moradores da po-
aatao de AUianca e Jos Ignacio de Al
aWsjaerque Trindade. Informe o Sr. ins
acetar geral da Instrucco Publica.
?rsenio Augusto de Magalbaes. Sati
fcf aa exigencias regulamentares perante
rectora das Obras Publicas.
Argemira Guilhermina Feitosa Crecken-
aMat, Francolino Vieira de Araujo, Josepba
Aagasta.de Castro Fonseoa, Leoncia de
Isaaa Freir, Marianna Cavalcante de Al-
aajaaerqae Costo e Serviliano Correia
aa.Apostille-ss.
?iimpanhia Recif- Drainage. Informe
Sr. inspector do Thesouro Proyincial.
Eelden BrothersDeferido com o offi
ai desta data a Tbesouraria de Fazenda.
aaebarel Feliciano do Reg Barrea Arau-
jsxEocamiohe-se, devendo 9er pago o
fasta na reparticSo dos correios.
Francisco Antonio Teixeira.Deferido
osas o offi ci de boje Cmara Municipal
Id ecife.
Hajor Justino Rodrigues da Silveira e
el Jos Tkomaz, Goncalves. Concec-
Medeiros r$ CInforme o Sr. inspector
ato Tbesouraria de Fazenda.
Ktricto Jos d Carvalbo. Remettido
aa Sr. commandaate superior da guarda na-
sseau! das comarcas de Bonito e Bezerros,
pn mandar pascar a gnia de que trato o
art 5 do decreto n. 1,130 de 12 de Mar-
avs 1853.'
c Secretaria da Presidencia de Pernam-
16 de Julho de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
M. 718.Thesouro Provincial de Pernambuoo,
a !- d Junbo de 1887. Ulna, e Exsb. Sr.Por
Eras de 7 do corrente maodou-me V. Ezc. infor-
cr obre nma publicaco do Jtrnal do Reeije
i sarama data, referente a pagamentos de fuuc
rio n'este thes ;uro cosa arguicao sobre mo
nao ter se observado a tabella approvada
a If do mea findo para regular esse servioo.
JT terto que a referida tabella nao te ve inda
aasjaeeao par sua impraticabilidade relativa aquel
jzmsvaez* at Juaho, e s poder tel-a em pig-f
asnSas da tnesma despesa do corrente mes ef
atoadas no prximo de Agost >.
Clisan expuc no cfficio n. 657 de 7 de Junbo
Cisco paseado eooeiderac> de V. Exc, as
* iniciaes em que assentou a distribuieio,
i tomadas arrecadecao do mea de Julho do
s-proximo passado, ptesnppoodo a, como ant-
ate da exeqnibilidade, maia cu en nos reprodu-
i no presente para oceorrer despesa correa-
dme pela forma dibtr buida. Assim, e anda
i atraso des pagamentos e pela raco de defi-
* da arrecadaco, tornava-se manifeata a
asaalicabilidade da mesma tabella desde logo e
asas d'aqaelle termo.
isa posto, a arguico nao tem procedencia, n m
acate attingir ao grao de urna censura justa.
Aian disso, coincidindo a approvaco da t-
late* eom a circunstancia de ten-pu de dever pro
araei&r esta inspectora na sentido de comple-
tos sa fundrs precisos ao pagamento dos juros das
japalili r mencicnada n'aquelle cfficio como mo-
tnaeveniual de impossibilitar a pratica regular
a tabella, tive anda por esta causa de nio dar-
aac*xeeu(;o prompta c de suspender mesmo es
aat>*ient' a que nao eram de orden) instante, afim
aawarrvar o producto da arrecadacao para o al-
laaaV pagamente Este, que deve ser aberto as
saa 1S do corrente, eomma na impsrtancia semes-
aasl de 265:727^000; e pelas reservas parciaes,
saja proceaencia indiquei no caVsa cima indica-
aV, e que apenas ebegavam a 59:2t'95O0, e por
aajii> irnp rtaocias com que foi baOilitanio nos
afessr- s nv z^s a caixa respectiva, apenas dispu-
-ta esta no fim de Maio da qaantia de.........
IiM49jO->0. faltando anda para o cmplelo a de
S/jMbA50tt, cuj integracao tive de realisar em
ajt57*4"00 pe producto da cobranca do mes
ato Joahoe em 27:940*500 pela do corrente.
Com pitjniso d-> toda entra d>-speza, pois, f i
ste sansau at.ndido ; e o cuirprjmisso que
a^a* resulta, ser em tempo deviamente satia-
ato. sendo portanto o resultado da arracadac^
jaaaea de Junho abaorvido por sua applicac-i
a asse destino e pela desp za inadiav>l do meeur.
mn paga forca publica, frita a 'i. duix) do iin
vjsCc addi<"ionil.
(estas condii;5ss n2o era pjssivel abrir-'u-se os
gnoientus ao funccionalismo, cujoatraso si p r
aacasastaucias precarias d > mesmo tunec jnalis-
agaess sua t.-talidade, nao tostovia isao occisio-
^Vp r esta itepartica >, nao ubstiote as insinua-
bas de m vontade qa- 6". Ih i empresta a cartas
atovses de empregados, quaudo ntda justitcara
aa sentimeuto e nema sua exi&tencia poderia
ir, urna vez quo nao se/r -d i o movi.nenti
R-purticij ed'e!l3 tem V. Exc. constante
cimento pela presenc-i manual do batanele
__ lifiundj de receita e despesa e das demons-
aa"Wi de'mes dos saldos em eaixa, em resultado
aaa operado'& n'osses periodos hiDitadiasim >s.
Kao descoiiheco as ditficuldades da situacao no
Srespeita a quem viveudj de seus ven -iment is,
oe pode receber para prove- as uecessida.lea
aSarias \ mas a situacao que so aecusa, nao
arVA e reproduz-se n'estes ul' m>3 tempes de anno
BBOoo, a datar d'aquelle eut que suppnmiJa da
osada provincial urna fonte, que Ibe pruduzia ter-
r. ndio 1,2|K):000000, subsidio quasi uo raes-
asa f a despesa a que oceurrin essa receita sos
atusa e nao supprida na met-ma razo
E nem ella pude ser removida na medida dos
laaejos filta de recureos ex>ra.jrdinari8 que nos
aia'S anteriores foram votados para liquidaci i
aaa respectivos exercicios; e no presente de 1806
XI, por conse ointe, nao estando a adinoier-
aV) kab^litada com os uiesui'is meios, nem sen la
aare-Orsis bavidos da cobranca dos impostoa or-
aaaaentari >s suffictentes para aatisfavj dui com-
aojaissos do referido ex' reici", ter V. Exe. de
savir r: petidas iguaes incr pac2< f sem justica na
ittribuic" do movel cim que sellam-n'as, e das
ases tranusuda simplesmente malevolencia alias
crataita, qoando se deixa de parte a causa real
pbenomeno pera ligar-Be Ihe outra utencio-
aalmente creada e que em caso algum poderia de-
aaminal o. ..
E sj'o esta ordem de eonsideracoes muito pode-
nam taur.bem a seo termo al gar ts demais ere
dores por largas centenas de cont.s de res, e que
jada nao bouveram nem real de seos crditos, tir-
atados em contractos com clansolas de pHgamen-
tos em tempos pr fixos, qu'.ndo c rto que se li
rodada a divida seguase o pagamento aeaa um
anta oAferencia ao de ordenados, nao estara
arte vaneado at Mareo. Mo ntietanto atada
Saranlatn-se paiavras de m vuatade coas disvir-
taseio das intences albeias por melbores que
ina tenden ia tenba sido para aligeirar tanto
Coto puarvel as dificnldades da siuacio do
cionario.
Tenho eom esta ezpoa:eao cumpr.do o ordenado
por T. Exc. a quero Usas Gu .rde lllm. Exc. Mr.
Dr. Pedro Vicente de Asevedo, inurt>> digno Di-
sidente da provincia.O Inep ot r. Antn o Wi-
rravis Pmto Banda ra e Aceioii de Vasotmeem.
licia de Pernambuoo, 16 de Julho de 1887.
Dlro. e Exm. Sr. Participo a V. Exo.
que foram bontem recolbidos Casa de
DetencSo os seguintes individuos :
A' roinha ordem, Jos Quintino da Sil-
va, como alienado, at que ttnba o con-
veniente destino.
A' ordem do subdelegado da freguezia
do Recite, Candido Marcellino do Nai.ci
snento, Jovico Leopoldo da Soua e Rosa
Mara Ferraua,por disturbios ; Maria Fran
oisca da Con eiclo, por offenaas a me ral
pubbitsa ; a Jasan Cayto, raquerimeato
do cnsul inglez
A' ordem do d Santo Antonio, Maroel
Antonio da Silva, Joaqnim Parair* do Nsav
oimaato, Jas Vicente Ferraira s Jlo
Baptista do Sacramento, por (disturbios.
CommuDnicou me o delegado do termo
de Limoeiro, que no lugar Pereira daquel
le termo, foi preso no da 11 do corrente,
o individuo ianoel Barbosa da Barro, alli
pronunc'ado desde o dia 21 de Uutubro de
ll$75, como incurso as penas do art. 193
do cdigo criminal.
Em trras do eogenbo Tombados do ter-
mo de Palmares, na noite da 12 do cor-
rente mez, Francisco de Mello de Oliveira,
assassinou a Jo2o Francisco de Lima, apre-
sentaudo-se em seguida ao respectivo dele-
gado, a quem confessou o critne.
Recolhido cadeia o criminoso, prooe-
deu-se a respeito nos termos da le.
Anda naquella dala e no referido ter-
mo, foi preso o individuo de nome Manoel
Joaquim dos Ssntos, autor do roubo pn-
ticado na noite de 26 do mez passado, em
casa de Jos Ignacio dos Santos-
O criminoso <;onfesaou o crime, decla-
rando onde bavia vendido os objectoa,
abri se o competente inqaerito.
Participou-me o delegado do termo da
Eicada, que no dia 11 do corrente, pelas
3 boras da tarde, Joaquim Fernandes d
Oliveira, fui aggredido em sua propria ca
sa por Jos Bernardina de Lima.
Do conflicto quo travaram resultou aabi
rem ambos feridos gravemente, sendo o
aggresaor com tres tiros de revolver e o
aggredido com urna facada e diversos con.
tus<5s.
Presos os delinquentes, abrio-se o com-
petente iaquerito sobre o facto que j teve
o conveniente destino.
Hentom o Dr. delegado do 1- dstrioto
da capital fez remessa ao Dr. juia de di-
reito do 1" districto criminal do inquerito
polial procedido contra Pedro Jos de AI
cantara, preso em flagrante p lo crime pre-
visto no art. 257 do cdigo criminal; e ao
Dr. juiz de direito do 3- districto crimi-
nal, do procedido contra JosMuniz de Al
nei.ia, coobucido por Cuisusiba e outra*
por se ferirem reciprocamente.
Deus guarde a V. Ex.-.Illm. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente do Azevedo, muito
digno presidente da provincia. O obefe
de polica, Antonio Domingos Pinto
Par serem distribuidos por 80 pobres no dia da
ataaa do 7* dia, deixou 400*000
Marea a qnantia de 4 contos de ris pasa dea-
pesas do enterro e mineas, etc.
Deixa livres todos ts seus escravos, em Baero
de 38, legando a nns 104 por mes e a uutroe 5*
tambem por mes.
AlastAaaDatas at 15 de Julho Fallece-
rn! os srs. Francisco de VascoDcellos Mendaoca
Filbo e tenento Florisno Fernandas da Costa Hou-
aa, este irmao do capitio JcSu Fernandes da Cos-
to Bousa, e aquelle bllio nico do msjur Francis
co ie VasaaaceJIoaMend nca.
sTallealaaesasaAt. 6 horas e meia da tarde
da kentrm tallecen aa Casa de Baabos doa Arte
cifaa o Dr. Maaoel Francisco Teiaeira, medico de
graade e merecida rapatacao n'esta cidade, i nde
Kt vi.STA DIARIA
Aalorldade policial Puf portara da
presidencia de 15 e pnposta do Dr. chafe de poli-
ca de 14 do corrente foi nomeado subielegado do
districto de Beberibe o cidadao Manoel Francisco
K is, em subetituicSo do alferes do corpo de poli-
ca Joaquim Servlo Viera da Pas, qu foi exone-
rado.
Noli i na do aol O paquete nacional Ma-
nos ebegado hontem dos portos do tul, foi parla-
dor das segnmtes noticias, also das cfEciaes que
publicamos na secca competente.
Rio da Praln For.m recebidoa na corte os
seuiutes tcli'gramoias :
Montevideo, 9 de Julho.
O Dr. Alberto Nin, mrmbro do supremo tribu-
nal de justica, foi nomeado minist-o plenipoten-
cirio e enviado extraordinario da Repblica Orien
tal em Londres < m substituicao do Dr. A. Carve.
A subscripeo para o Banco Nacional tuve um
magnifico xito, bubio a oito mufades de pesos.
0 Dr. Augusto Fcrr. ira, brasileiro, foi nomeado
chele da s>< cd bypoibecaria.
Falla-se a muito na creacao de um ministerio
do commexcio e da agricultura.
Buenos Ayres, 9 de Julho :
Efiectuar oe-ho,novi elsifss em Tucumsn, no
dia '\ do coireute.
A opinio geral, corre horada pelo exaosedo Dr.
uasioi, da junta de hygien-, que o casa de mor-
te que se deu a bordo do vapor ingles Neva nao
foi causado pela febre amarilla e que nao ha ne
iiliiim pengo de epidemia.*
. Soma Catharina&iM at 6 de Julho :
A Alfj-udcga do Desterro reudeu :
No semestre de Janeiro a Junbo
de 18b7 306:864/306
De Julbo a Desembro de 1886 296:802/128
Total do exereicio de 1886-1887 6i'3:60434
1 i. m idem 1885-86 57:451/184
Diff-iiencap-ramaisem 1886-87 31:.'14/951
No termo de lag>'S fallecen, em sua fascuda,
o teneut- Jos Manoel do Unveira Braoc >. e aa
cidade daquelle noate D. Joaquina Manis de
Ledo.
8. Paulo. Datas at 9 de Julbo :
No dia 6 soicidou se em Jundiaby, ingeriodo
verde-pana, um moco portu^uez, de 22 auno* de
idade, caixeiro do Sr. Alvaro Xavier Peixoto de
a e ve do
Em Campias, Fidclis Palma, italiano foi fe-
rido com ti es tacadas p >r seu compatriota Antonio
Perroti ; o estado do terido mudo grave
O vigario de 11 medios de Ticte, padre Jos
Magnan, desconfiando de que se andava a enter-
rar cadav res t< ra ao cemitt-rio, poz-se de pi-squiza
e deseobno l^ata noticia dada pela Gazrta de Piracxcaba,
que a savia do proprio vigano.
Lao no orreio de Santos, de 8:
O Kuard mor fez boje a bord i do vapor fran-
ci'Z Bouraogne, ch- gado de Genova e eseala. a ap-
prebeunao e rrlogios de ouro, de prata, artigos
de eoiai, iei.ccs de seda e grande ojiantidade de
ar'igos de b>jou aria.
Fall*-ceram : em S. Beato de Supu cahy mi
r in, o padre J. Evangelista Martina d>' Brito .
em L tena D. Mana do Carmo Bitteucoutt.
Minaa tiersr Ditas at 9 de Julho.--
Na crie era couh eido o s> gnmt- resultado da
eleici' s-natorial, esa 349 tieguxzias :
M. J.8>aree 941^
Evaristo Veiea 9279
C sano Alvim 9170
11. rio de L.-op ildioa MMi
Fossas B-iteao 88M
Canoa Aff'.Mivo 8771
B o N- di antro-denle uo h avern, por falta do nu-
mero, sesso em nmoas as eas-s rio parlamento.
fallecen uo dia 9 as 3 l/ b ras da manha,
o alumno da escola militar Jo'io Pedro da Silva,
que e-tv em traetamento em casa de sua tau-
lia.
Fal'ecerHsa : em Campos o abastado nego-
ciante Jo Miguel Gnimares e em B. J< Barra o lavrador J 'Sqans Alves da Hora, 1* juia
de paz de Itabapoana.
Babia Datas al 14 de Julho. Fallecer
com 87 anuos de idade D. R-.jwanda Porcina de
Jess, vulgarmente conbecida pur Chapadta.
I)-iiou test.sent, cujoa legados damos em se-
guida :
Noineou 1 testamenteiro o 8r. conselbeiro An-
toni Corma da K .cha, 2 o 8r. Dr. Manos' Tei-
ira Sor< s e 3* o Sr. Maaoel de Almetda (iaJ-
vo.
Ha 15 diaa ifira para alli, accommettido pala
quarta vea da eeribari e devia h. ja seguir para o
snl aa paqarte alieojao taso*-Ayre.
Tinha o Dr. Texetra cerca de 0 annos de idade
e era um homem dotado .dos mais nebes senti-
menlos.
A saa morte vem eneber de dor profunda a
murta gente.
Era um verdadeiro apostlo da nobre profissao
que exereia, com urna dedicacSo e desintereses
inexcedtveis.
Pas a Uo nobilli.sima alma !
O seu cadver est depositado na igreja do
Convento de S. Francisco, donde, hoja, as 4
horas d tarde, ser condolido para o ceaaiterio
de Santo Amaro, onde vai ser sepultado.
Fssrssldade le DlrelloContinen bon-
tem o ecocurso, arguindo o Dr. Henrique Milet.
Amanb ser arguente o Dr. Adolpho Cirne.
tbalruaro-HoDtem as 11 horas do dia
iiuhiioo itit a\a no ancoradouro o vapor allemio
Bumtos Ayrts f*i abalroado por nma barca norue-
gaense, que sabia do porto.
Devido pericia dos praticos, que dirigtam os
dous navios, nao houve grande prejutao.
Escola de Apresadlse* arlnhelro*
Pelo ministerio da Marinha fot em 27 do mes
findo nomeado commnndante interino da Escola
de Aprendisee Marinheirob desta cidade o 1' te-
nante da armada Ignacio Luiz de Asevedo Costa.
Seta de OniubroDistribu' -se honteu. o
numero 12 desta ut. recsante folba quincenal.
Agradecemos o exemplar que n, s remeiteram.
Tribunal do Jnr)Com a assistencia de
38 jaises de tacto foi hontem aborta a sesso
Ccmpareceu perante o tribunal para ser julga-
do o reo Antonio Flix de Araoto Linsconhecido
por Gato, pronunciado no art. 201 do cdigo cri
ininal
Nao tendo trasido defensor foi Ihe dado o Sr.
Dr. Emygdio Vanos, advogado dos presos pa-
bles.
Sii teado o conselho ficou elle se compondo dos
spgointee senheres :
Julio Alciiio de Cistro Uliveira.
Maneel Antonio de A'boquerque Machado.
Silverio Joa Nepomuceuo Bastos.
Dr. Julio Augusto de Luna Freir.
Dr. Antonio Arroda Beltris.
Joitqmm Luis Corris de Oliveira.
Antonio Jos de Castro Araujo.
Eustaquio Zufvrino da Silva Braga.
Jos Kodrigu -s do Pa-sso Netto.
Uiys ses Botelho do Audrade.
Dr. Miguel Are angelo Pereira da Rege.
Jos Caetano da Silva.
Prestado pelo conselho o juramento passoa-se
a leitura do prooeeeo. Desta consta, que o reo
pelaa 9 horas da noite de 13 de Agosto do anno
passado ferio levemente Francisco Luis dos
Ba ntos aa estrada dos Remedios, freguesia dos
Afogados.
O Sr. Dr. Fre tas Henriques, promotor, promo-
vea a aecusaco provando com o corpo de delioto
a existencia do crime e com os depoimentos das
teatemuubas qne tara o reo presente o autor do
crime, e pedio a sua condemnaco as penas do
grao mximo do art. SOI do cdigo criminal, por
ter se dado a circunstancia aggravante da noite.
O Sr. Dr. Vianna desenvolveu a defesa em pro;
de seu constituinte. Comecon-a analysando o
corpo de delicto, que, segundo disse elle, tudo po-
da ser menos a base de um prooesso crime. No
ponto principal, isto na discripcao desse feri-
mento os petitos nada dissersm, porque ah se
ucha escripto : feri oom tres oentimetros, nao
disendo se de cumpnmento, Urgura ou profundi-
dade Com urna rigorosa analyse desirve esse
corpo de delicto em que nao se observou um t
dos precitos exigidos pir le.
Continuando a defesa demonstra que sea oons
tituinle nio pratieou crime algum.
Houve replica e treplics.
Pelo presidente do tribunal foi falto o resumo
dos debates e presentados os qnisitos ao co1-se-
ibo, que recolhtu se 4 sala secreta, donde, pasea-
dos 2U minutos volteu fraseado a condemnacao
do reo a 6 meses e 15 diaa de prisao e malta na
metade do tempo, medio do art. 201 do cdigo
i m que se achava pronunciado o rio.
Entra amanb em julgameato o reo 2o ca-
dete Francisco B itto Gomes da Silveira pro-
nunciado no art. 193 do cdigo criminal.
lima de Noaaa Menhora dotarm
Com a pompa o brilhantismo de costume reali-
sju-se bontem a festadeNossa Senhora do Carmo,
no seu convento, deste nome.
Fui enorme a concurrencia de devotos, entre os
quaes se acbavam as pessoas mais preeminentes
desta capital.
O diguo provincial dos religiosos carmelitanos
terminada a test vid*de,religiosa,|entregou quatro
cartas de liberdade a tscrov-sados, obtidas com a
quantia que, annualmente era despendida com as
girndolas de ioguetes.
Foi um acto commovedor e que deve ser imita-
do.
A' noite houve Te-Deum queesteveconcorridis-
simo.
Vapor tamil lo Deve amanheoer boje
nesto p.rto, este vap^r por ter sabido bontem u,.
Parabyba.
Trsvessa do PelsoloCvmmunicam-nos
o seguiute *
NstMadea-A acreditada loja de joias dos
8rs. Joarpb Krause & C. estabel JCidos 4 ra Pri-
meiro de Marco, acaba de receber um lindo e im-
portante sortimeutu de joias do mais mdeme e
apurado g<>8to, sobresahindu os alfinetes com pu-
dras da loa, cadeas de caca e braceletes ante-
nevralgcos, joia til e inteirameute nova.
Parece inulil dicer que nio p- i-de o tempo quem
fiz> r urna visita ao est-ib lecimeoto.
P., anclo ni I llarH uten as 11 hars da
manhi sabio em passeio militar iva a respectiva
banda de musita o corpo de poli:ia, desta provin-
cia, cemmandado pele seu digno comeanndante te-
iieDte-ciTonel Manoel Goncalves P> reir Lima.
O rico fardami nto das pravas, a boa ordem em
qne mar^bavam, foram devidaraente notadas, o
que honra as commandsute do corpo.
neuniaes aoclaea -Ha boje as seguu
tes;
Do Monte-Po dos Typograpaos de Pemambu
ao, s 10 hars da* manti, 4 rna do N guaira
n. 47.
Do Club Abolicionista D. Jos, no tbeatro Mel-
pomene, s 6 1/2 da tarde, para a 3 conferencia,
que ser feta pelt Dr. Phaelantu da Cmara, se-
guindo-se urna parte recreativa, que constar de
urna linda poesa recitada pelo an ador Souza e da
comedia em um acto Sin de i orneville, pela ac-
triz Apolonia Suva e o actor Aff-aso.
Da trmandade do Bom Jeans das Cbagas, s 9
horas da manb, em seu consistorio, para em as-
sembla geral eleger os uovos fuuccionarios para
o annocompromissaide 1887 a 1888.
Da confraria de S. Benedicto do convento de S.
Francisco, s 10 horas da manha, para em aes- m
bla geral eltger es noves funecionarios do anno
compromissal de 1887 a 1888.
Da ctnfereneia abolicionista, no tbeatro das
Variedades, para a 12* conferencia, promovida
pelas sociedades Uniao Federal e Pernambucana
centra a escravido, sendo orador o acadmico Al-
cebiades Pecan ha.
AmanhS :
Da Companhia de Edificacao, em assembla ge-
ral na sede da mesma eompanbia, ao meio dia,
p ara traetar de negocios relativos eleico do ge-
rente.
aran BerabardtCbarlet Stoil, empre-
gado de Hoffmn House, de Nova-York, requereu
e obteve ordem da prisa > contra juran Bernhardt,
que elle pretende levar aoa tribunaes por aggres-
>) e violencia. Diz St II que dorante a perma-
nencia de Sarah no referido hotel foi encarreg .do
de servil-a.
Ella parttaipou-lha que desi java comer hora
fixa, era um uiiuuio antea, nem um minuto de-
pois.
Um dia elle atrazou-se cerca de quatro minutos,
e tanto bastou para que a actriz, com a impetuosi-
dade que a ciractensa, fisesse voai os pratos com
um poutap e o eochesae de bofet-ies, escandaii-
s indo a casa cois e. sua lioguageto ruidosa e in-
conveniente.
Sarah pela sua parte nega o facto.
"mif ra<,&o alienta-Durante o mea de
Abril ultimo, a emigraco da AHemanha tomou
propopjrooee consideraveis ; 15,142 allemaes sa-
hiram do paiz, emquanto qu- no mes de Abril do
anno ultimo, o numero de emigrantes apenas foi
de 10,594.
A populacho d Berlim augmenta continua e r-
pidamente. A 8 da Maio ultimo en de 1.330,000
almas ; ba 100 annos era de 140,919 almas.
Lua contrare.lado Mando e mulhcr
passeiam nos suburbios da cidade. Do sbito, a
dama, que andava colhxndo fl res silvestres aas
plantas que marginam a va-frrea, s Ita um grito
hoirivel. Um comboio c&mioba para ella a toda a
velocidad'. N'aquelle transe sieifctivo, a pobre
seohora di um salto deseaperado e consegue sal-
var se do perigo.
O marido, com grande c .mm;c;u s parte :
Ejtcs caininhos de ferro! S<-mpre atraza-
dos, os malditos.
turiona bis torta realistaA Poli Mal
Qazette aprsenla se outra. ves de ubicte em pu-
nbo para vergastar sem piedade o que ella chama
Curiotai historia realista. Eis o ejiso :
Ha mases ioi bater porta da redaccao da Pali
Mal urna rapariga, bonita a valer, mas encader-
uada em uas Vestido* estarrapadoa. A triste apre-
sentou se para costar urna historia mais triste
aiadaa sua. E' esaa a narraco, que principiou
por um casamento simulado, e acahuu pelo aban-
dono u pela mis'ria,
Ctuuns-se Long e era proteseora particular em
Pars no anno de 1881, ao tempo em que alli app i-
reoeu um tal EdWard Mar(u> LstugWorthy, millio-
nario saui'o coubecdo em todo o Keiuo-Uuido,
Virau-se e anj-sam-se.
Multas prcmeeaa8 de casamento e um dis, depois
das prirneuFus formalidades para a realisafao do
dito, c nababo lev, u-a comiigo paja Iiglaterra,
onde se ultimara ou ie legitimaria a uniao. De
Inglaterra passarsm a fazer umaexearsao ao longo
das costas da Franca, a bordo de una yac/U de re-
creio.
Em Cherburgo miss Long insista para que se
ligitimassem os seus amores com a bt_-n; da
igreja. Assim foi: a ceremonia realisou-se em
Caen c m toda a solemnidade.
Mas Edwurd, pretextando a oppisicil) de sua
mi, guardou e pedio noiva que guardasse ae-
-redo sobre a uniao. A noiva casada, poiin, tevo
certas duvidas acerca da validado do casaueni'o
perante a lei inglez*. Elle entao, para Ihe matar
os escrpulos, prometteu renovar a ceremonia pe-
rante um magistrado civil ingles. Mas, aiu i,i por
causa da mi, prelerio o solo estraogeiro trra
natal.
L vou-a, pois, para Antuerpia e alli arranjou
outros cmplices para a targa do calamento simu-
ladoum cnsul inglez que nunca existic, e um
reverend* augheauo to anglicano to autbentico
como o primeiro. Em seguida paitiam para a
America do Sul; dizia elle que ttnba alli vastas
propriedades as poticas margena do la Plata.
Vieram Lisboa e alli embaruaram.
J em viagem ella, fremeute de alegra, coufes -
sou-lbe que ia ser m&i, suppondo que esta noticia
ra enchel-o de ventura.
Nada disso. U patife rugi de raiva, iosultou a e
J repellio-a. Desde entilo s teve vista iazer des-
Em seguida o Ilustrado magistrado, bastante
Ssmmovtdo, agradecen a htm ro manifestacao
Jue acaba va de Ihe ser fetta e offjreceu um copo
'agua, onde ao sabir da msica se fizeram diver-
sos orindea ; depuia do que se retiraram incorp. -
rados os manifestantes, na rr.aior ordem e harmo-
na, como sempre tabem proceder os bons ttam-
beenses.
No sabbado, 9, entrn no exercicio das func-
coes de seu cargo respectivo jais de direito.
E airada de ferro do saeclfe a Css-
ruBid-A' obsequi isidade do celoso chete do
trafego desta eatrada devemoa a remeasa da se-
guiute quadro deraonstralivo do movmento e re-
ceita geral do trafego, no H semestre do anno de
1887, comparado com igual semestre do asno de
1886:
H-a jpa^a o
s
o
m
1
li ft
la j
d t a .
D 2
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o o, a
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*a>s>sg**ea*aa.
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u-iuiauS-S
tOlOaa-GtO-fauvtTV
a. a. *. t- a. *, a> *,
i ; a -i to
: = -f x C-. z:
O S so
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8?
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ka,
te
03
a, >* r"
g8SSw|
O
_
o
tS -X T.
t .-^''-'fW
ifC'JC^O -1 -
S1a>ea-l9a<.S*>>tM
(C- XlO*l4OSfOtC
te
!
i
3
9.
O o i rvavo.s. Uendeu o imposto do transito no
Io semestre de 1887 1:82677U e no Io semestre
de 1886 2:3094800, ha vendo em 1887 urna difieren
9a para menos de 4834030.
Escriptoro do tratego, R cif-, 15 le Julbo de
1887.Confere, Alberto Antonio Mnuvernay, Io
eseripturario.Conforme, A. D. S. Pires Ferrei-
r.i, ebeft do trafego.
Directora das obras de eonaerva
sao dos portoaBoletim metaorologico do
lia 15 de Julho de 1887 :
s
Horas =- gS2
ti-
6 m. 23-4
9 25-8
12 242
3 t. 2J1
6 22'9
Barmetro a
0
163*55
764>74
764*70
762*99
763*11
TeasSo
do vapor
17,69
17,20
18,12
18,61
1831
TJ
B
81
69
79
89
89
Temperatura mxima26',O.
Dita mnima22,75.
Evaporac4o em 24 horas ao sol: 3*,8 ; 4 som-
bra: 2B,4
Chuva12*2.
Direcco do vento : SSE de meia noite at 2
horas e 55 minutos da manb ; S at 4 horas e 7
minutos ; SSW (cem interrupcio de 4 minutos
oW) at 5 horas c 42 minutos; SE < SHE vara-
veis (com pequeas in'errupcoes de ESE at 9
horas e 30 minutos ; SE e ESE vanaveis at aos
37 minutos da tarde ; ESE e E alter-iados at 2
oras e 11 minutos-, SSE at 5 horas e 32 minu-
tos ; S at 6 horas e 46 minutos; SSW at 19
horas e 16 miuutos ; SE variaveis entre SSE e
ESK at meia noite.
Velocidade media do vento : 3*,79 por segundo,
(5*41 das 9 horas da manh at meio dia.)
Nebulosidad* media.; 0,73.
Boletim do porto
IIa
i',
li.
a.
R.
n.
M.
H.
a.
Dia
15 de Julho

16 de Julho

Horas
1212 da Urde
6 9
1 2 da mantia
7- 5
Altura
1,*98
0*94
2,*05
0,*88
De novo e pela terceira ver, pedimos ibes qo' Bppttrt0er a m4i e a enanca para nascer, O appa
chamem a attencaodequem eompatir paaa uus in 1 recjment0 de unl filho horrorisava-o, um 1 espada
dividuos mal cooportados, que residem a um cas, I 8U80t.u8a que virla Jescobrir toda a comedi-. Poz
desea rav- ssa, que sempre. se distingui por ser em-prBtica todoa os ,pedientea para a fazer abor-
HcpariU-d da Polica
2? aecsao.N. 623.Secretoria de Po-
Deiza 10 contos d ris ao asylo de 8. Joia de
Deus ; i e ntos 4 Sra. D. Bitta Cerdoso, filha do
tinado duaraibnrgadW nebastiio Cardse ; 2 coa
tos a Manoel de Nousa Maeiel ; -4 ooofa a Nra
D. Clem. neia Porciua de Souza Maoid ; 20 *00i)
a cada osa doa outr. s seas aolbados.
O remaeceutee de-x* a Antera Farcino da
C -ata aoa iraaioa daata Daviao. Damiaaa a Ada-
iaide.
muito sccegada
Sio taes os individuos que, com as janellas
abertas, dia e noite praticain quer na casa, quer
na ra, tal o Vocabulario toipe que empregam,
taes os disturbios que diariamente pralicam, qu<
arge timar se urna providencia severa para cohi-
bir-ibes OS excessob
1 Imaginem os sustos das famijias, que alli mo-
ram, < a forc-da obrgagio em que se achato de
aaitir as janellas feehtd&s !
Di ero vnlgameute que os incommodados sao
o* que se mudara; mas, ser equitativo que untas
familia* e peaaoas honestas se vejam toreadas a
dar semelbaute. tacto, avalente por cauca de meia
duza de sual edueados ?
Providencias Providencias !
CapturaPolo drlegado de polica do termo
de Liuimiro toi preso no dia 11 d> oorrente o iu-
dividuo de u.uno Mano-I Barbosa de Barros, pro
nimciado adi como incurso as pinas do art. 193
du Cid. Crim.
AaaaanlnatEm trras do eagenhoToes
hadoc,Jo termo de Calmares, ni Boite de 12 d
corrente, Fruncir > Mello de Uliveira assasain >u
a Joo F'Uueiseo de Lima, apr- sentando-ce em
seguida ao iepectivo delegado de polica, a q-i- m
CO ateas >u o crime.
Foi preso N 1 dia 12 do corrente e no termo
de l'auo -r*. foi p.eao Manoel J aquim d s San-
tas, ui'jr do r ubi pra'icado na u i te de 26 do
uii-z passado, em casa de Jos Ignacio do S-ntos
O oe-iuquejite confesa u o cr>me e declarou a quem
bavia vendido os obj cto roubados.
VerlaaeoiaaNo dia 11 do crrente e 40
termo da Eaoada, Joaquim F- ruaudua de Uliveira
foi aggrnidoem aua propria casa p-r Jos Ber-
na'dino de Lima, resultando desaa aggie birem > mb 10 f-ridos, sendo o aggtessur com ires
tiros de revolver e o aggredido com urna facada e
divorsas outu.-o .
Kutnin preaoa s delinqnentea.
Usa itaalel de goatoA convite do Sr.
Guauv > Autuoes. digno director-secretario da
Cotnpaiihia de Edifieaco, fomos bontem vero pre-
dio perteucei le ao fer Jo Ferreira Marqu a, sita
ra de Pay.aud, recentemente coustruiJo pula
dita c impaiibia.
Acbam >l-o feito com toda a solides e elegancia,
sendo buataute eepacoaos ou quartos e salas. Na
dependencias nada ha que poasa ex gir.
E' por esta firma que a compauhia cada vez
uia e muit merecidamente s- vai acreditando.
Vtacaa Mavssraaca-Os Srs. Justo Teui-ira
Je C suuuea,.res, eatsbelecioos a ra da Peoha
a. 8, osferaoerMn-nus urna garrafa dste viub
puro.
Achamol-o bom..
tar, mas esses expedientes nao derain resultado.
Ap-uas chegaram a Bueuos-Ayrea reenviou a
para a Eu'upa a bordo de um navio mercaute,
promettendo-lbe urna penso de 6,0,0 francos A
infeliz parti s, sem urna criada e sem recursos,
cOegando por fim Ingl Uerra,; mas o quo nunca
ebegou foi a tal penso.
Ecr veu, mas as suas cartas ficaram sem p s-
posta. Sem diubeiro e sem atuig >s, quiz teotar
urna accao, mas os processos cuitam caro em In-
glaterra e o seu marido tinha miihoes. Os juizes
1 el raram uullo o casamento; mas em duas cau-
sas succeosivas coodtmna/aai-o a pigi- he, como
indemuiajaco, meio m cos. O Datife porm prevalido isto 8 aju lau pela
respectiva surte, couseguio d clarar s em estado
d- qu-bra, assignando cita nova herona declara
co s de divida, superiores sua fortuna.
A desgraciada nao recebeu, pois um ceitil. Eutgo
deaesp-rada e vendse perdida, tve. s idcia de
se dirigir i redaeco da Pall Ma'l Gazette. Dias
depois toda a Iugla'erra cuun. ca es.e novo escau
dalo. A indignar 1 subi do pont -, e tanto que
urna subscripeo aberta attiugis lugo a 1,1-00 libras
sterlinas.
Com esta quantia, a eaganada prnp3e-se perse-
guir o seu seductor perante os tribunaes da li --
publica. Argentina. Parece, porm, que o procesan
nao ira por diante, visto que LangVTortby, intimi-
da lo com as atneacas da un,-reu-a e com o ruido
teito 1 m volta do seu no'oe, est dwposto a pagar
tu-io quauto exigiram com a couelico de que a
rapariga Se Cale.
Itamb -Eserevem-nos desta cidade em data
de 12 10 oorr-'ute :
No da 3 deste mes chegon aqu o juiz de di
r. i.o desta comarca o Exm. Dr. Ant no de 01- -
veira Cardoso Uumnin em campar-nra de sua
Exuin familia e tem sido g- ramente bem acohi-
do pelas p- ssoas da localidade, dispensando para
com as mesmas, maneiras attenciosas e delicada,
06 pr prias de um cavalbciro distiucto e de fiua
educavao.
Em sigaal de rigosijo e cousiderocio pes-
sna do meato- juis, as msicas denominadas Pe-
dra fre e Ilnio foram at a sua residencia
oomprtmeutal-o, tomando parte n- saa Uiauif-jjta-
c. muitos eidados reap-itaveis do logar e igual-
mente e jui de direito da visinbi c -marca de
r/edras de Fugo o Exm. Dr. Audt Cavalcaut o
qual, 1 m breve e aignificativas puavras, tez o
pan rado collega, as quses reuod.s a u-i.a intelligen-
c.ia feeunda e esclarecida, como a qm tem, servir
i.eil^e*ctCiuar-oo-uau .
AmanbS :
Pelo agente Stepple, s 11 horas, ra do Im-
perador n 30, do sobrado de 3 andares rus
Duque de Canas n. 90.
Terca-feira :
Pelo agente Gusmo, s 11 horas, rui do Mar
quez de Olinda n- 19, de mobilias, pianos, qua-
dros etc.
Quarta-feira :
Pelo agente Martins, s 11 horas, na praca
do Conde d'Eu n. 9, de movis, pianos, espeihos,
quadros e vidros.
Pelo agente Hinto, s 10 1/2 horas, i ruado Ba-
rio de S. Botja n. 45, de movis de diversos usos
e de gosto.
Hiaa fnebres.Sero celebradas :
a-...ubi :
A's 7 1/2 h ras, na igreja do Espirito Santo,
pelaalmtde \nt juio J is EaWes GfoimareB ;
s 8 horas, u* m-triz da Boa-Vista, la a'ma do
Dr. J- t Joaquim Tavares Beifort ; 4s 7 horas,
na matriz de S Jos, pela alma de Felistnina Mi-
ria d-is Santos Foneca ; s 7 1|2- na matris Qa
Boa-Vista, pala de Joo Aives Pacheco.
Terca-feira :
A's 8 horifcSa na in -triz da cidade da Sacada,
pela alm-i da Antonio Marques de H-llanda Ca-
vaican'e; a 7 hora', na igreja da Madre de Deus,
pela aima de D. Mina de S.
PaasageirusCiegados dos portos do sul
uo vp-r u.cioiial Mimaos :
Joio Mano-I M. da Costa Asevedo, Jos Antonio
de Mello, Dr. Ant uio Pedro Alcoforado, Dr. Jos
Ferreira N. Forroig-. Luiz Q. de Britto IJuerra,
K'chards Z ff-r, D. Ignes de Mello, Joaquim de
.liquoira Aju la FaJ,c|-, J-i Le- poldo Bourgard,
SeuedtO Kormigu, nebaotiio Uuerra, Isaac Zivi-
1.ni, J-aeph Salouiai, Joaquim Luis Viraes, Mar-
e liua Mariana Francisco da Cruz, Joaquim An-
toui 1 Vaaques e sua lamilla, 2 prac-s de p-licia.
atar do carme, Davi I de Auneida, D. ouiia K 1-
i.iet, Cari s Frederico Luolc, Emilio Durand, Af-
fo iso Diouizio Uuerra, Dr. Jos Alves, Joviuo B
Lsiclo, A-0 rt> A. Sandova, Dr. Eduardo Caldas
Hntio, Lar. Diogo Faicio Paint, Dr. Antonio da
Cata P.uUi, Jos M. de Pinto, Alfredo Lopes,
Fianciaco A. Figueira, Arthur V% illiamy, Jos
4ana Ayres, D. Mana P. Ayres e suas tilhas e
1 criada, Mauo-I Frauci.co de Uliveira Cavaqui-
nh 1, capitn C. I. Cbristiansen, Antonio Jacintho
Diitr*, J-ia Leit- do Anas mas Brasil, Manoel
Joto de Barios Wandeney, 1 praca e 1 desertur,
Mana do Esp ru S uto e llana Ja -Jouccici'.o e,
Miguel Vital e aeus filan.
ajana ae UeteorttoMovmento dos pre-
sos da Caaa.de Detenoo do Beoife uo dia 15 de
Julbo :
Eiistiam 87; entraram 19 ; sabiram 12 ; exis-
>am 370.
A saber :
Naciouaes 390 ; mulbens 18 ; eetrangeiros 12;
d. nenhor e garanta aos sagra is oirejtps de I escravos aenteuciados 6; dem proceesado 1
pr pne.rtade, honra e vida dos seus juns-ticiona- I dem de corracco 4.l'otal 870.
do Arra^oados 323.
Bons 305; doentes 18 Total 323.
Movmento da enterroaria.
Teve alto :
Joaquim Jos da Costa Coelho.
Teveram baixa :
Antoni) Francisco de Aranjo e Cypriano 'de
Sonsa Viegas.
Lotera do Eaplrlto acateEis os
nmeros premiados da 4* parte da 2* nterin, 'em
beneficio da instruceio primaria, txtrabida em 16
do corrente:
5325 60:r.O #000
5567 10:000ViOO
1253 6:000VHOO
486 4:(HW*O00
3927 2:001*000
392 l:i00WO0
7849 1:000#000
Estio premiados eom 500g1 :
756 1684 3867 9507
Eatio premiadlas com 2004 :
368 963 1640 1894 5809 6766 7887 8976
9334 9907
Estilo premiados com >00* :
165 786 1773 1835 2 74 2595 2746 3072 13421
4236 5092 5609 5946 6165 6655 6681 6705
67u8 8113 82-'4 8910 96l
Approximscdes
5324 1:0C0JC00
5326 1:000*000
5566 600*000
5568 5O"*O00
1252 300*000
1254 300*000
487 200*01.0
486 2('0*000
3926 145*000
9238 145*000
Os nmeros 5301 a 5400 excepto o d serte
grande estio preiuados com 0*.
Os nmeros 5501 a 5600 excepto o da immedia-
ta esto premiados cora 20*.
Todos os nmeros terminados em 5 excepto o
da sorte grande estilo prem adoa com 20*.
Eitraccoes instransferiveis todas as sextas
fciras.
Lotera do ParvEis os premios da 9a
lotera do Grao-Par extrabida em 16 do cor-
rente :
10098 40:000*000
13384 5:000*000
9733 2:000*000
906 1:000*000
Esto premiados com 500* os dous nmeros
que se seguem :
2357 6070
Esto premiados cem 201* :
729 6635 1133 18163 19410
Esto premiados com 100* :
844 2171 9956 14429 14698 15831 16338 18173
18686 19J47 19759
Approximacoes
10d97 400*000
10 99 400*000
13383 60*000
13385 50*000
9732 30*000
9734 304000
Os aumros de 10001 a 10100 esto premiados
com 40* exca,ito e da sorte grande.
Os nmeros de 13301 a 13400 estao premiados
eom 20* excepto o da sorte oe 5 contos.
Todas as centenas terminadas em 98 esto pre-
miadas esa) 10* inclusive a da sorte grande.
Todos os num- ms terminados em 8 estao pre-
miados com 5* inclusive o di sorte grande.
A aeguinte lotera cor--e 00 dia O do cor-
rente com o plano de 100.000*.
Lotera lo CearaEsta acreditada lote
ria jujo premio m-iior de 15:000*000 ser ex-
trabida amanb 18 do correte.
Os bi-hetes acnam-se venda n* Roda da oFr-
tuna ra Lirga do Koaario n. 36.
Tambem acbam-s-- a venda na Casa da For-
tuna ra Pritneiro de Marco n. 23 de Martins
Piuca & C.
Lotera do Esprlto-Sapto A 4' par-
te da 2* lotera desta provincia cujo premio gran-
de 60:000*000, ser extrahida no dia 22 de Ju-
lbo.
Os blhetes acbam-se venda na Rods da For-
tuna na ra Larga do li sarb 11. 36.
Tambem acbam se venda na Casa da For-
tuna 4 ra Primeiro de Marco n. 23 Martin Fu-
za&C.
Lotera da provincia Amanh 18
do eoffeste, s 4 horas da tarde, se excrabir a
7* loteras, em beneficio da matriz da Boa-Vista
do Becire e, no consistorio dn igieja de Nossa
Senhora da Con coi cao dos Militares.
No mesmo consisrorio estarlo expostas as ar-
ae as espherasa epreciayo do publico.
Os bilhet-s garantidos acbam-se venda na
Casa Pella aa pr<.c/a da Independencia as. 37
e 39.
Tammbam acbam se venda na Casa da Fortu-
ua ra Primeiro d 1 Marco n. 23 de Martis F.u-
sa& C.
Asbim como na Casa d Ote na d Baro
da Victoria n. 40 de Joao Joaquim o* Costa
Leite ti na Boda d Fortuna na ra Larga do Ro-
sario n. 36.
Lotera da Cinto-ParaA 5a serie da.ll-
loteria desta provincia, pelo novo plano, cojo pre-
mio grande 100:000*000, Bcr extrahida no dia
20 de Julho.
Os bilhetos achum-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23, de Martins
Piuca & C.
Tambem acbam-se venda na Roda da Fortu-
na i ra Larga da Rosario n. 36.
Lotera da provlaciu do Paran
A 19* latera desta provincia,pelo uov plano, cu-
jo premio grande de 15:00(lj>000, se extrahir
uo da 19 de Julbo.
Blhetes a vonda na Casa da Fortuna, ra*
Primeiro de Marco numero 23, de Martins Piu-
sa &C.
Lotera da Parabybaesta loleria cujo
premio grande de 20:0tX)*0J0 ser extrahida
nadia 21 de Julbo 's 3 horas da tarde.
Os bilhetes acbam-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 2, o Martins
Finca Tambem acham-sc venda na R -da da For-
tuna roa Larga do Rosario n. 86.
Cenailerlo Publico.Obituario do dia 14
de Julho :
Aifores Tbom Gomes Vieira de Lima, Babia,
48 aunos, v'uvo, Boa-Vista: gastro hi-patite chro-
nica.
Icidio Francisco de Araujo, Po nainbuco, 50
anuos, viuvo, S. 3>s: erysip.-Iu.
Manoel Antonio dos Santos, Pernacnbuca, 44
annos, solteiro, Boa Vista ; diarrba.
Rosa Duarte Elisa, Pernambuco, 25 annos, sol -
teira, Boa-Vista; anasarca.
Marcos Gomes da Suva, Pernambuco, 32 annos.
solteiro, S. J -s ; rheumatismo sypbilitico.
Mara da fas, Pernambuco, 95 aunos, solteira,
B a Vista ; cachexia senil.
Manoel. Pernambuco, Boa-Vista; recemnassido.
15 -
Antonio Coelho de Alme-do, Portugal, 50 aunos
soiteiio, Boa-Vista; Itso cardiaca.
IlicfoiHo Correia Lima, Ce ir, 36 annos, casa-
do, Boa Vi ta ; auhipisiado.
Manoel Rib-.iro do Nascimente, Pernambuco,
ir7 annos. casado, Grava ; bemorrh >gia cerebral.
J io de Franca Ramos, Pernambucu, 25 annos,
casad-, Grata; beriberi.
Margarida, Pernambuco, 6 meces, Boa-Vista ;
spnvaledes.
M .na, Pernambuco, 60 dias, Boa-Vista; con-
vuisees.
ataa, Pernambuco, 6 meses, Recite; intente.
Cauiu.i Marta da Conceicao, Pernambuco, 26
anuos, solteira, Boa-Vista ; congest 1 pulmonar.
J ao Francisco de Oliveira, 25 anuos, solteiro,
Boa Y1 ata : hepatite.
Dr. D.-i doro Uipiano Ccelho Catanho, 51 anoos,
solteiro, Graca; degenerecencia amyloidc do fi
gado.
Jo; Alves Tenorio, Pernambuco, 38 annos, viu-
vo, Pe. 1; ierimeuto penetrante do peito.
Um feto, t ernambuco, 8. Jos.
IHMCAyOES DTE1S
Meleos
Dr Barros Sobrinhi d oouaultu da
meis dia 1 1/2 aa ra do Baro da Tic-
torta n. 27 por cima da PoarmMCia Fran-
cesa, e das 2 s 4 na ra do Vigario n. 4,
1. andar*
O Dr. Lobo Moecoio, de volta de isa
viagem ao Rio de Janeiro, conntia ns
oxeroioia da saa pronss&o. Conaltaas das
Al
Q3D
'I
i
1
--

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-

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a.


H
Di trio de PeraambnwDomingo 17 de Julho de 1887
i
10 s 12 horas da manhS. Espeoialdades
eperacfoe, parto e Molestias de s-nhoras <'
meninos. Ra da Gloria n. 39.
Dr. Barreto Sampaio di consultas d<
meio-dia a 3 horas no 1. andar da caa
a ra > Baro da Vi otoa, n. 51. Roe
dencia roa Sete de Setembro n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
O Dr. Castro Jess tem o seu consul-
torio medico, i ra do Bom-Jesus n. '',
sobrado.
Dr. Qama Lobo medico operador e par
teiro, residencia ru* do B. de S. Bjrja n. 26.
Consultorio : ra Larga do Rosario n. 2-4 A.
Consultas das 11 horas da maulla s 2 da
tarde. Espeeialidade : molestias e opera-
res dos orgos genito-urinarios do hornero
e da mulher.
Dr. Joaqaim Loureiro medico o parteiro
Consukun na ra do Cabug n. 14, 1.-
andsr, de 12 s 2 da tarde ; residencia u
Monte; ro.
CooMiillurio Uomteo ptico
O Dr Miguel Themudo, medico ho-
moeopatico, te.a o seu consultorio ra do
Barao ta Vi otoa n. 7, 1. andar, onde
d consultas diariamente das 12 a 3 ho-
ras. Cha uitos por eecripto a qualquer
hora do din ou a noite.
O Ikr. Uarru Ciulmare*
Pode ser procurado no esoriptoro deste
Diario da 11 horas da nauha s 5 da
'tarde, todos os dias.
O Dr. Milet raulou seu esjriptorio d?
advocacia pnra ra do Duque de Casias
n. 50, 1. andar.
Uruiarla
Francisco Manoel da Silva db C.. depo.
itarios de tojas as especialidades pharmt
oeuticas, tintas, drogas, productos chimice
e medicamentos hoinoeopaticos, ra do
quez de Olinda n 23.
Orogaria
Faria Sobrinho & C- droguista por atta-
cado, ra -Mrquez de Olioda n. 4l.
Nerrarlp. t Vapor
Serrara a vapor e oficina de carapina
de Francisco dos Santos Macado, caes
de Capibaribe n. 23. N'este grande esta
beleeioieuto, o primevo da provincia neste
genero, compra-ae e vndese madeiras
de todas as qualidades, crra-so madeiras
de conta i.lheia, as>im como se preparara
obras de carapina por machinas e por pro*
50 sem competencia Pernambuco.
Cana de Mofliste de J. Baoluo C.
A ra do Cabug n. 2 B, estabeleci
ment de modas, encontrara: os freguezas
grande e variado sortiinento de fazendas
de seda, a e .IgoJo, o que do melhor se
obtem nos mercados da Paria e Lyon.
do patria mo de Santo Antonio que all poaaue
torras em jorainum docurapnto a. 3.
Nio ei era que se funda o Sr. M irt s par*
afirmar eat a-u artigo |ue a sentenca qu 1 homo
iugm o arreulam-nto alludido paitara em julga-
do, pan at hoJA nio f )i ella intimida a uci a doa
consentales Ja propriedade.
Cr cencidas na publicacio do Sr. Moraes. e con-
cluindo me cumpre declarar ao respeitave publi-
co, quea wa voucado do Sr. Moraes para cummi-
go, e tem origem no facto de nio me prestar
como autoridade policial ao desabafo de 1 "ua ca-
pricboa e tropelliaa ezercidas par elle ci otra os
Condominos da propriedade cima referida.
Barra de Jangada, 30 i- lunho de 1887.
Htrculano Lopes Cor rea
Publica forma
Illin. Sr. juiz municipal do Bonito.Antonio
Francisco de L 'io, proprietario do eageuh 1 _d* 11-
z.r assucarB>a-P -eueravad> ua prop-edade
proindivito Barra da Jang la, deate lerm 1 a bem
.e tu direito p ecisa que o eaerivio Souto Maior
eui face dos autos de arreud.in 'uto trienal da pro-
priedade cima mencionada, certifique se o aup-
puente foi citado para ditu arrendauento aaaim
como W ibera ae f oram citados para o meto fim
oe condomiuioa a li residentes Antonio Francisco
doa Santoa, Marti uiajio Jos de Vasconc ellos e
Jos Luiz de Soasa, e finalmente se foi < itado o
admimatrador ou fabriquero do patrimo no de
awta Autonio de Barra da Jangada vis'c acha-
ru-jciH terrenos do laesrao patrimonio eicrava-
do em dita propriedade.
Aaaim pede a V. S. deterimeuto.E. i'.. Me.
Certifique-ae na forma requerida. Bonito, 10
Juuho de 1887.Benicio das Chigas.
O captao Sergio Ci- inentino de Souto-Maioc e Al
buquerque, eservio de orphoa, capaila e resi-
duos do termo do lionito porSua Mag.atado Im-
perial e Constitucional, etc
Certifico que revendo oa autos de arrend;intento
da propriedade Barra da Jangada de que rata a
pe tica i retro, doa meemos autos uo consta que
fossem citadas as pesabas mencin >daa na aliaJt-
da peticao para o arreo lamento da citadi pro-
priedade.
E1 o que tenhs a certificar o dou f. Si-bacre-
vo e aaaiguo. Bonito, 10 de Junho de 18^7.O
escrevi. Seigie Clerneutino Souto-Maior e Al-
buquerque.
(Ettava sellada com urna eatampilha dj 2X> r.'ia
comp.-tentemunte inutilisada com u data e aaaig-
narura cima referidas.)
E nada taaia ae eoutiuba em dito documento
que me foi presntalo para tirar urna cubiiea
forma e di que dou t.
Barra da Jangada, 30 do Junho de 1887.
O eacn vio de paz,
J0S0 de Albuquerque Arco-verde Caini rao
PlBLiaCOLS A PEDIDO
Barra de Jangada
Sob o titulo Aviso em totopoo Sr. Domingos
Ferreira de Moraes fez urna publicacao no Jornal
do Becife de 15 do corrente, na qual previne ao
respeitnvc! publicj e as autoridades do Bonit \
que se acba ameacado em sus vida e que as suua
plantacoea do canna3 serSo encendiadas pelo sim-
ples pecado de defiendor o que seu, respousab
lisando-me, bem cmoaoSr. capito erinano
Emery, pelo que ihe succeder. Emhora o Sr. M >
raea nao exhibiese urna s prova em apoio de
to grave acc-usieJ>, como Ihe compria, afiro de
poder Eer crido, nao puaao deixar de, ronpeulo o
meu habitual sil-neio vir declarar ao reepeitavel
publico e as 1 ntoridades do Bonito, que nmi
torpe calumnia ullirmar o Sr. Moraes qoe eu tenba
de qnalquer m lo fuito ameacaa a aua vida e
proteatado ea eud'ar auas plantacoea de cannaa.
Desafio mesmo o referido Sr. Moraes para que
exhiba urna s pr^va em apoio desac tacto infa-
mante que S. S. to levianamente den publiei-
dade, sob pena de nio o fazendo cabalmente ser
tido por um eulomoiador vulgar. Da leitura do
documento n. 1 ver o respeitavel publico que j
maia fiz aineacas de qualquer especie ao Sr. Mo-
raes, e qu! eate levado por ama ambicio sem li-
mites e ardente deaejo de enriquecer, nio hesita
em arrancar lavouras dos comdominoa da pro-
priedade pi-in ivso Barra de Jangada, apos-
sando-ae capnchcsamenie dos seua respectivos
terrenos e protestando despejar da propnedade
todos os comdominua e de detnolir as auna ha bita-
coas.
A publicacao poia do Sr. Moraes uo pissa de
um aidil de nao gosto de qu elle se soccsrreu
para oceultar a verdadj de sen tao reprovado e
crimino9"< procedimento e chamar sobre ai o papel
de victima, ae que tal publicacao nao exprime
um brado de ana cousciencia espavorida pela
pratica de tantas perseguie.des e tropelas feitaa
pelo Sr. Moraea & dezenaa do comdominoa dessa
propriedade desfavorecidos da fortuna, dos quaea
O meamo seuhor jurou sos seua deuzea tormr-ae
berdeiro toreado, levando os embora a miseria e
ap desiapero c ui tanto que chegue ao almejado
fim de apossar se de toda a propriedade alladida.
Nao se asauste poia o Sr. Moraes qae de minha
parte e da do Sr. expito Germano Emery ne-
nhum mal Ihe pider vir, porque at hoje, meri4
de Deus nao tema praticado um s acto que noa
desdoure qu a como particulares, uuer noa exer-
cicio9 dos cargos que a mira e ao referido capitao
teem sido confiados. Confiamos na jastica do
pan e desde qae sottramos qualquer iffenca re-
correremos as autoridades para nos deeaggra-
var.
O Sr. Moraea deve recetar se e reeeiar-se al-
to, se que nao eat desairado, da explozao
que pode produzir o desespero de mais de qua-
renta comdominos da propriedade aoa quaea S. S.
todo tranae procura expoliar atiraulo-oa com
suas familias a miseria e aujeitando as as intepe-
ries do tempo, tome e as maiores priva-
5m !
Se o Sr. M 'raes fosse capaz de aceitar um eon-
seibo, dir-lhe-hn, que por amor a si menino e a
propria dignidad nao maia dcase um passo na
senda tortu za qae vai trilbando, porque aim
de. outras c aaidsraces, d'ahi ao abyamo nio se
distancia muito.
At b je uingnsm contestn ao Sr. Moraea o s<-u
direito de co-pr..pnetario em Barra de Jangada,
achando-se elle apostado dos melhorea terrenos e
com plantas de canna para maia de cinoo mil
pies, o que p ir n tem sido contestado e o sera
dentro das raas da justica, a sna estulta pre-
tendi de querer apoaaar-se de toda en* pro
priedadu pr-iadeviso que mede dnas leguas de
frente e urna de fundo e onde se acham arran-
chados a muge.", aunos muitoa coniominos.
O Sr. Moraea declara no alludido artigo qae
arrend .u em hasta publica a propriedade em
questao e que t<-m tm seu favor urna sintenca
pasaada em jalalo.
NeeeasarUineute o Sr. Moraea esta olvidado
neste u>ut>, pus que o arrendamento do quo
falla s pode e leve ser entendido em retaca a
parte da propliadatt perteneenle a S. qae o
requeren e ota quinto as partea da demais com-
domioa qo nS 1 eoneordaram de modo 1 Igum com
semelbaut' m lida, e ao contrario se oppuseram
e proteataram por perlas e damnse, desde a pri-
meira vez que o Sr. Moraes em juizo apparecen
eom esaa d. a irraz ia la e illegal preten?io. Ea
nao ser amo entendido o citado arrendamento
elle sena 1111 abaardo jurdico, porque looge de
-apoiar-se em uiu'qjer dispoaico legal, ataeaiia
sagrado dueito de propriedade garantido pela
Constituiei li Imperto,a ira anda de encontr
ao que diapo n diveS08 julgados do Tribuuaea
Superiores, aotre eliea o accordio da Bolacio do
dietrict', *< H de Oatobro de 1878 (direito vol.
37 p*g. 3*52) a-ijun lo a qual fallece cumpttrn :ia
tos jaiiti pa-'-c arrendaren em atla publica bens
pertencentes a peuoas sm-jurie.
Aeereaee M la qae qaanlo mesmo tosa per-
mitido o arrend.meato total da propriedade de
que se traer a o.uUa goeto doa demaia condo-
minos, neunu.n effito juridico prodazina o ar-
rendamento i* que falla o Sr Moraes, porque,
palo doemn oto a. 2 v-ss que muitos eoadomiuoa
residentes na propriedade em questio nio foram
eitados para esse acto, inclusive o representante
Illa. Sr. juz de paz do diatristo da Brra da
Jangada.erculauo Lop< s Correa, a bem de
aeu direito precisa que V. S. 83 digne att.istar e
mandar que as peaaoaa que souberem attestem
tamb m querendo, sobre os seguiutes pontos :
1 Se Ihe c insta qne o suplicante teiha de
qualquer modo feito ameacas a peaaoa do br. Do
miugoa Ferreira de Moraea e proteatado incendiar
aua^ plantas de caimas ;
2 S ce'to' que ha poneos dias desta parte o
Sr. Domiogoa Ferreira de Moraea acompt.nhado
de grande nnmero d- trahalhadorea invadi aa ro-
cas de algodio e mandioca do supplicantn e de
Antonio Alves de Salles, de Francisco Poljcarno,
Francisco Costa u de muitos ou'roa deatruindo o
meamo Sr. Moraes as refer Jai plantacoes e pre
parando trra para plantacio de cannas ;
3 finalmente ae Ihe consta que desde amito o
Sr. Moraes protestara derribar casase arrancar
p'antaco -8 dos consenhores na propriedade Barra
da Jangada que se acha* proindiviao e neat*s ter-
moa pede a V. S. deferimeato. E. t. M'.
Barrada Jangada, ,30 de Junho de 1887.
Herclano Lopes Correia
(Estava aliada com urna estampilha ds 200
ris.)
Atteato sobre f de meu cargo quanto ao 1" iteua
que nao me consta que o supplicaute teuh 1 feto
ameacas de qualquer uatureza contra o Sr. Do
mi goa Ferreira de Moraes e contra seua oeos e
considera at o aupplicante incapaz de seminan-
te procedimento.
Quanto ao 2 e 3 itens attesio afirmativamen-
te por aerem taca factos de notoriedade publica.
As pesaoaa que sabem e quizerem attesta tain-
bem.
Barra da Jangada, 30 de Juuho da 1887.
O juis de paz,
Manoel Matuiiuo de Souza.
Atteato e jurare se preciso for quanto ao 1
i'.eos da peticio retro quo nao me conato que o
supplicante tenha frito ameacas de qualqt er or-
dem ao Sr. Domingos Ferreira de Moraes, e coi -
sidero o aupplicante incapaz desse procedimento.
Quanto aoa 2- e 3- itens respondo afirmativa-
mente.
Barra da Jangada, 30 de Junho de 188/.-Vi-
cente Ferreira do Seis.
Atteato que nio me conato que o aupplicante ou
oitro qnalquer de aqui tenba leito amea;as de
qnalquer uatureza ao Sr. Domingos Ferreira de
Moraes, sendo qne considero o mesmo supplicaute
incapas deate procedimento.
Quanto aoa 2- e 3- pontos da peticio nttesto
afirmativamente.
Barra da Jangada, 30 de Junho de 1887.Jo
Bamos de Franca.
Kfir 1-in_ ao meamo att-atado cima.
Barra da Jangada, 30 de Junho de 1887
Jos Jjaquim Dias Pande.
Retiro me ao ..ttostad i aupra e retro.
Barra da Jangada, 30 de Junho de 1837.
Vai piano de MellJ.
(Estavain competentemente reconhecidas as fir-
mas doa atistanos aupra pele eaerivio de paz d
Barra de Jangada Joio de Albuquerque Arco-
verde .
Os presos do caaaiuho de ferro
de Ol oda
ji
Bastiat, estudaudo ai harmonas econmicas,
diz pittoreseamcnte que todos 03 factos em suas
reiacoes teem ao mesmo tempo um lado apptrente,
pereeptivel desde o pnmeiro momento, e uta ledo
oculto, qae ne.n todos logo impressiona ; isto
, um qae ti vi e um qae te nao vi ; alias ambos
indiapeusavois para a formacio do positivo jalga-
mento.
Esia tkeoria do religioso economista tem toda a
applicacao na questao do* prego do eamioho de
Ierro dsOinda.
BaaisMnte ; debamos daa ogitacea elevadas
de Baatiat, at o roda-p doa eai-Urecimentos que
aqu, por ininha conta e ininba livre vontale, eu
veuho dar; o aotareino3 qae na la maia tem con
corrillo, para easa guerra levantada contra noaaaa
tarifas urbanas, do que o tal jue e nao vi das
aaaa rtlacoes conslituintea.
11 -m de estraubar que isto ae d mate pe-
queo auamplo, que apeuaa interesa um limita-
dlas imo numero de habitantes desta noaaa provin-
cia Eutre los mesmo, c por via de regra, o que
ten&ovt das altas qu atoes, geradoras exe usivaa
ds todo o nossa futuro social, co-irmis de todos
os intoressea da grande patria brasileira, anda
permanece velado aoa olboa de muito* e repudia-
do pela ennosi lade de outros tantos !
E' tal a laultiplicidade dos acontecimentos, de
ordinario, reproluzidos cada da ao redor le dj,
habitantes de um pais em pbaae do recomposic 11,
que creamente pieciao ae torna, com maier natn-
ralidade, urna razii muito especial para aot re eale
oa sobre aquello phenome o ser dispertada a noaaa
caneada attencio e provocada a noaaa irrequieta
rtiexio de bons latinoi qne somos...
A ves, porin, deste atau nptoainho ebegon
Marcou a aua hora o meu particular interine, tio
legitimo, tao harmnico, e tao frtil, como o p>r
ticuiar rnteresad dos que se ulisam da linha frrea
da qual eou acc oinsta.
Ora ; se dis qae os preeos do caminbo ee ferro
de Olioda eo altos porque muito mais bailM sao
os do camiuho de ferro de Oaxauga desde o Io de
Setembro di anuo, e .i do caminho de frro de
Caruar dea le a aua inaugurac&o.
E logo nisto ha nm vicio do qual deva ser escoi-
mada qualquer argumentacio lgica.
Eu podena perguutar : va que nio negaes aa
vanUgrDS que podem ser offereeidas palas compa-
nhias prosptras, poder-me-bei dizer qual o g'o
de progreaao deseas duas emprezaa qae c toes ? !
Mas, nio farei is'.o ; dir-vos-hei apenai : pro-
puguador da fcarotesa, attendei bem para laio
occuUo desaa questi !
A eatrada de ferro da Caruar na a empre*a
do gov.Tiio, qnn n eatabeleceu, nao para auferir
lucros pecuniarios, nio para por a juros um capi-
tal d^asa naturesa ; mas, com o fin nico, que
pode decentemente ter um governo, com a idea
d- attenlor s nioeaaidudea de una sona pro-
dactora e j muito habitada, e com a sogunda vista
d-" fazer cretoer o seu dosanvolvimento em bene-
ficio da communbi o nacional.
\aaim, no calculo de suas tarifas, outra preocca-
p*Co nio poderio ter as almiuistradorea desaa
eatrada, sanio a que Ibes imposta, pelo eqailibrio
iudiapensavel eutre a reoeita e a detpeta.
E milibrio que, noa moa tem pos que correm,
tanto iiaais real ser quanto maior f5r oselo e a oe-
dicagdo, isenta das cogitafoes da baix 1 pjlica de
que te aehem posa nidos ou nao, esses funceiooa-
rioa.
Alm deata cireumata^icia eapital, n'estas eetra
daa do governo, o pasaageiro quiai que um ac-
ceaaono. O fim principal da taes camiunoa de fer-
ro o transporto dos p-oiuetoa loistiaea e
para que eat -a crencara aa escala de urna explora
C&o quasi indeterminada a priuieira eondiccao
que dwesam as tarifas aoa limitea nfimos.
E coin muito bo economa aa tarifaa entio po-
derio at ir ah aoiixo das neeeaaidades da re-
ceia ; porque o governo ter para cubrir o sau
dficit os lucroa muito supaiiores que os gneros
trauaportados, expart'tc&o do paz, doxain as al-
faudegas; quer quaudo sabem sob easa faria ;
quer quaudo entrara, trocador em moreadorias com
as quaea, como entre na, sao pagos, originando
ao mesmo te opo a receita das taxis de importacao.
E aobre tudo aeereaee que aendo aeinpre reJu
atdo o horario dos trena das estradas adatal ua-
tureza, pequcuo o numero de viagens diarias,
muito menor o gasto qasr do material rodante,
qu-r i> material filo, quar do cumbustivul etc.
No caso da estrala de Caruar, pirex-'mplo;
j que oata, toda da conatracc;io de compatrio-
tas nos3J8, vivo attestado da suas eapeciaes habi
litacoes, que contra a cjmpauliia de Onda ae
atira; dous treus apenas fazem todas aa viagens
dos dias uteis a doa dias santificados para satis-
fazerema tib-lla doj (ronde aub irbi03, e cada
um desses trens tais v.mi viagem redonda, de ida
e volta, e urna meta viagem, nos das uteis, e dua3
viageus re Ion 1 >a as diaa santificados ; sendo
que o trem chamado da serrabas, por da til, urna
viagem de ida ou dt valla, executado o servico por
dous treus.
E neste pequeo numero de viagens se couccu
tram todos os pa.taageiroa que nos outros oami-
nhos de ierro ea clvidem polo total daa viagens
diarias.
Cuno pois ser possi'el, tm (sondcoes rasoa-
ve^s, eatabeleocr um parallelo, entro as tarifas des-
sa eatrada e a da Co^pauhia de Triihos Urbanos,
cajo 8TV90 diario e ordinario feito por tres
trena efectuando cada um sete viagens redondas V !
Como sa p Jera comparar essa estrada do go
verm, que aao industrial, com a eatrada taita a
custa de copitaes de particjlaraa que ae aisocia-
ram, e que a exploram sem ter outro favor que
uio sej 1 a van'agem fiditlcia de um privilegio, 111-
tre n3 por naturesa garantido ; e debaixo da dura
imposicio de pagar um ord-oado da 2:k)Ji a um
engenheiro fiscal, e de facultar passagem gratui-
ta, a tropa, ao correio e a tolos que seapresii'.a-
rera c-m umi declr.rai;aj, mutas viaas oficiosa-
mente concedida, (conforme me consta) de que vio
o servigo publico ; servios por aua qualidale lora
da competencia fiscal da adm niatravao da invec -
tivada liaba frrea ? !...
ir-me ho tnlvez ospar ario los baixoi pre-
eos a todo transe.
Sim seubor, riiiqaemos a eBtrada da Caruar
como termo de coraparacao. Mas, vosme^, Sr. ac-
cioniata-fundador, eat agora em frente da outra,
lembrada como prova irrecuaavel. a empresa de
trUhos urbams de Casanga !...
Abi, poira, ae pjissivel acomparaco ; pirque,
na verdade, sio idnticos 03 termos e admissivel
o parallelo ; nem por isto menos couvenaente ,
como frinante exemplo, deque neitaqueati con-
tra os ae tunes precia do caminho de ferro de 0 lin-
da est ainda plenamente lora da vista esfor-
cados propugnadore s o lado que n&o se v desde o
primiiro momento. .
Empraso, poie, o letor para o segeinte ar-
tigo.
taoto hara odio profundo ontre o senhor branca e enjo tdstemnuho appello, coutoi-lhe|o oecorrido, di
O alxilicioul*ui. a lavoura c o
roverno
E' ama queataoreeolvida : mas aquellos ues-
m os q"e estio convencidos de que a Borte daa ar-
mas fovoreceu a jaatica, devern reconbecer '-oe a
maior parte dos argumentos, de quo se valer .m os
vencedores, aao de nenhuma valor. Os re aulla
doa mmediatos nio corresponde.-am s esperan-
cas doa emancipa lores, e irio tal vez alm de to-
dos oa teraoras do partido vencido. E' verdade,
sem coatestaoio alguma, que cortos negros vaUm
mais que certas brancos ; ma3 uenham homem de
bom senso, com a experienela dos factos, poie
acreditar que emgeral o homem de cor preta va-
Iha o bomem de cer branca, e muito meuoa que
Ibe seja superior.
E, se aaaim nao se pode acreditar que, dea-
de que forera supprimidas tolas aa suas iucapaci
dades civis, desdo qne todas as carreiras lhea fo-
rera franqueadas, e qoe ellos nio sejam, nem fa-
vorecidos nem epprtmidos, nossos irmios progua-
tas poasam luctar com vantagem contra seua ri-
vaes maia favorecidos pelo lado da intoliigenca,
posto quena queixadaa deates nao aejam tio for
Cemente desenvatovidas, sendo a lucta aquellas
que ae < ffectuam pelas ideas e nio por meio de
dentadas. *
Aaaim se exprima Th. Haxly, metnbro da So-
ciedade Real de Londres, quaudo s < effectuava a
"mancipacao doa eacravoa no aul dos Botad ia-
Un.doB, aecrescentando ainda as seguintes pala-
vras :
A dou trina da igualade dos direitos nato-
raes nio t .lvex atinio urna illuaio contraria
lgica. O negro escravo era um animal bem un
trido ; a emancipacao far delle Calvez um mise-
ra vel mendigo.
Se nos usaasemo.) de urna linguagem aemelhan-
te no momento actual, quando todos os affectoa do
mais eutranhado humanitarismo se volcara era fa-
vor dos nossos irmiioa prognaCas, com certeza sa-
riamos, ayadrejados, e at queimadoa vivos na
praea mais publica deesa grande e civiliaada ci
dade do Recito.
O eminente eacriptor da Inglaterra, taembro da
Sociedade Real de L indrea poda escrever easa a
barbaridades em aua patria, e ejcrevel-as-hia aqui
do mesmo modo, porque, alm de ser subdito de
aua inageatade britauuica, ,uui grande aabio, e us
li'Vamoa a adoracio doa sabios da Europa at o
fanatismo, uio sanamos, se para passarmos tam-
bera por um p vo 1 lustrado a adiaatado. ou se le-
vados pela consciencia do nosso atrazo e inferior i-
dade no grande movimento civilisador do velbo
mundo.
As previaoes do aabio ingle foram, infeliz-
mente, hlrn de todos os terrores, por elle vatici-
nados. Oa vencidos, que nio ficarara sepultados
no campo da batalba, ficaram reduaidos miseria
e expedidos de auan faseudaa e de seua larea pe-
loa seua exeacravoe. Para caaraal-oa ordeno
foi preciso qoe catea por sua vez fossem levados a
fe-ro e o fogo pelas trepas legaea do governo da
Bufe.
Grac 18 a Deus, a emancipacio em nosso paiz
val 9e tazendo em cendicoas muito diferentes.
Aasimiladas aa duas raoas, preta e branca, dtsde
os pnmeiros colono* portuguesea em breve tempo
o typo ere ;u!o, ou uiatico confuudio-ao na popu-
lacao nacunal, sendo todos, como cidadaos, ad-
raitti loa aos altos argos da naci, na mais per
feita igualdade de lireitos. E deate modo des-
apparecea am nosso paiz o olio catre as duas ra-
yas e a eacravidio foi-ae tornando cada da mais
brandi e supportavcl paraos pobres escravos.
O fallecido uouBt Ih'-iro Buarque de Macedo ad-
mirou-ae de ver n'uma Usina do Rio de Janeiro
eacravos lavradorui, isto eacravos planeadores
de caima para si. A sorpresa do illnstre mor'o
provoca a iraente a saa ignorancia das cousas do
pas, porque aqui 110 norte, desdo o t mpo de nos-
sos ava toi sempre costume distinguir oa meiho
res eaeravos com u permisslo de pUntarem can-
nas, como lavradores, emprestando-Ibes osseoho
res, muit-ia vese, dmheiro para su is primeirai
plantacoes.
Com tal rgimen de eacravidio bom vAjm os
abciicionistas intransigentea e radicaos que nio
Ibes possivel revoltar os nossos eacravoa contra
na. O maia qae teem podido cns.'guir illu ii-
rem os mais fraeoe, fazenlo os abinionar aa uoa-
aas fazenda. Oa Sanguinarios oonaehosde saquea,
iucendioa e assasaiuatoi, tio repet los n >a ciaba, e
na imprensa abolicitniata, nio teem sido felizmente
seguidos, apezar da boa vuntade d'aqu.illea, qae
pregara a ab.lieao, maia por odio do ssuhor do quo
por amor ao eacravo
Nio se pode comparar o antigo rgimen servil
dos E-lados-Uuid'.rs cora o noaso.
All bavia completa separacio de ranas, e por-
o eacravo de origem afrioaia. Esse odio attingia
mesmo os horneas de eftr preta, e o* msticos, que
erara cidadi oa americanos. Alm d'iato, como diz
Molinari, o lucro da parlado anglo-saxonio pro
curado de modo maie duro 'i cra-tl do jue da par-
te doa horneas da rana latina. O eacravo nos Es-
tadoa-Uuidos era conaidendo nicamente como
machina de trabalho, nio jiaaaava de um animal
bem nutrido, para produzir i mais que tosse pos-
sivel. Era cacado noa bosque-, quaudo' fugia, por
cies froaea, que rasgara n-lbea aa carnea, e -
cousa que nunca tivemosaaviara eatabelacimen-
toa montados para criacao de escravoa, onde iam
surtir-so os fazendeiroa, depois da oesaacio do
trasloo,
O Brazil diatingue-ae ainda de tolo3 oa paisas
da Europa, onde bouve eaeravidio, n'ura ponto,
que devia ser bastante attendido. Compoe-sa o ira
paria brazileiro da urna imuoenaa vastidio de ter-
ritorio unido, de pequea e insignificante popula-
ci livr/i, coutendo era relacio a eata nm grande
numero de eaeiavoa. Ainda ha poncoa nanos, con-
fiaba mais de miihio e meio de eacravos, hoje ain-
da contera mais de seiscenCoa mil.
Na Inglaterra, na Franca, na Hollanda, na Hes-
pinha dava-se justameate o contrario : grandes
territorios livrea cora matropolea opuleaCa3 poaau-
iu lo em mares longmquos colouias cora alguna mi-
Ihares de eseravos apenas. Cuba, urna das maiores
J'esaas colunias, e a que poasiia maior numero do
escravos, s o anuo passado hbertou-09 totalmente.
N.s estados da Uoiio-amei-icana a lucte foi tra-
vada por motivos da preponderancia poltica entra
aul e norte, e s*b?-se os desastres medonhoa occa-
sionadoa pela guerra de aecceasio. A Jamaica,
onde havara 80:000 escravoe em 1838, fieeu depoe
da craaneipaeai iiteiram-ute anuiquilada, como
nos conta .'olinari, que nio deve aer auapeito em
noa ao favor, at qne oa ing ezea cucaininhassem
p-.ri alli a corrente ola imraigrae.Xi chines. Eata
raesraa estacou, e o estado actual da iihinao
proapero.
O que perde, poira, a Inglaterra com isto, ten-
do no Indostio oa Colees e na Australia oa aelva-
gens da Polyn'sia, gaahand 1 anaualraente cin-
co libras esterlinas, o dous uniformes de algodio
grosso ?
Si aaaim ai as fie p~ Je comparar o nosso
Brazil cora qualquer dos eatados civilisados, onde
havia a eacravidio at muito pouco tempo, como,
de que modo ebegaram a oersuadir-ae os nossos
eatadistaade que convinha aeabai-se com ella j,
e ji no nosso paiz, ap/rreai lo no;, anarehiaan.io
tudo, e protegen J 1 a tuga de nossos eacravos por
meio de autoridadea desraioladas, iniraigas decla-
radas da lavoura? Porqos ie ftz a lei, e nio ao
cumpre, ou, se enraprida, somente em favor de
abocioniamo?
A verdade urna e, e eal a est no fundo da
ousciencia nacional. Quam governa esto p>bre
paiz o Sr. D. Pedro II, s elle, exclusivamente
elle, ou porque a noaaa constiruicio poltica ih;
d poderes para tanto, ou porqua Cera elU o dora
de /asomar todoa os que se .chata mais prximos
de sua sagrada peaaoa.
N'esta grande queatao de elemento S'rvil a-ae
faz, o que quer e o que mana o Imperador. Era
redor delle annullaram-ae todos oa partidos, e,
como hoje no paiz a nica industria precivada.
desde que comecouo degolla da lavoura, a
explorauio dos empregoa pu olios, a lucta vergo-
uhosa, e degradante pelo poder tem ahogado ac
ponto que todoa na estamos presenciando.
O nobre Bario de Cotegip que alias no corae-
00 do Beu governo pareca querer contar os impe-
toa anarchic s do abolicin sino, aitiado pelear.
Joao Alfredo por um lado, por outro pelos Sis
Dantas e ASonao Cela-, vai amistando, como po-
de, a nao do estado, dando mais na ferradura do
que no cravo. E' preciso tambera que elleo
grande pontifico da sua gr.y 3e quizer viver, v
dando arrhas s novas id..s, e 33 esqueja por
urna vez da sua celebre espingarda velha e enter
rojada.
O cidadio, que de seu retiro olha hoja com ani-
mo calmo e desprevinido pira o que se est pas-
eando ao nosso desgrasado paiz, ficar por certo
borroriaado, e de vergouha cobrir o rosto cora as
mies.
A pretexto de se felicitar o nosso paiz com es-
tradas de ferro no meio de regies desertas, inha-
biCaveia e eateriliaadaapor fr quentes seccaa, abri
o governo o mais vasto e espantoso abvsrao, por
onde se tem escoado os diuh'iros do estado. Em-
proitetroa, subempreiteiros, emp'eiteiros de sub-
emnreiteiroa, formara urna longe. fileira quo sa
sui itituem una aos outros sem cesaar. Dentro de
um, dous anuos, abi os vemos pela cidade, ricos,
milioaarios, custa do thesouro, repleto de ira
poatoa arrancados lavonrt., ao eomm- rcio e ou-
Iras industrias, que todas teudem a perecer.
Um exame de mocos ignorantes e vadios, sal-
vas raridaimaa excepcoea, improvisados engenhei-
ros, alguna at sem titulo, entupe as diveraas e
multiplaa repartieres das sio aas estradas de fer-
ro, e todos elles ganlura ordenados f^baloaos. Tal
joven, de 18 a 19 aun s de idade, sem titulo de
engenheiro, ganha nada meuoa de 5000J0 men-
aaea.
Onde vai tudo isto parar ?
Nio sabe o governo que essas estradas de ferro,
nunca, em tempo algum, h> de pagar ao menoi
os juros do dinheiro loueo, que se est gastando
em aua construeyio?
Fallemos sem rodeios. A naci eat sendo rou-
bada em larga escala, e o roubo se organisa por
toda parte. as proprias repartieres publicas,
nos proprios cofres tortea do Thesouro, vai o
ladrao cem mao audaz e seg ira raubar os dinbei-
roa do estado, contando com a impunidade, quasi
certa, pelo favor das leis. Oria-se nesta provin-
cia de proposito urna grande lotera para se pa
gar os s.rvieos abolicionistas de certo e determi-
nado individuo, e elle abi est rico do dia para a
noite, possuidor de centenas de coutos. Tal lote-
ra j se sabe que nio ha de correr; mas o feliz
mortal nio ser incommodado em coasa alguma, e
l vai o povo ser logrado, 01 a provincia, em mi
Ihares de contos, talves.
E no meio de todo isto, i: no meio de todos es-
tes desastres, quando tudo 81; tem arrancado la-
Vuura; no meio de todas estas miserias qu: sobe
tribuna parlamentar o Ilustre Sr. Juvencio de
Aguiar para intimar-nos, em nome do Sr. sena-
dor Joio Alfredo, queji nio suficiente a lei
de 28 de Setembro do anuo passado, e que nova
lei dee ser feita acabando com a eacravidio den-
tro de doua annos.
Nio ha aiuda quatro mezes que a lavoura aca-
bou de derramar nos cofres pblicos mais de 600
contos de ris, com; taxa de escravos para execu-
cio da nova matricula !
Mas isto deve carainhar, e caminhar com mar-
cha veloz e dreenfreiada, p orqui atsim o quer o
principe usurpador, na phiaae do Sr. Ferreira
Viauna; porque, naturalmeate, assim o ha de
querer tambem a herdeira cu enroo, para satis-
fazer a vuntade de seu augu ito pai; porque, final-
mente, preciso que os lavradores do Brasil, para
iiuraortalisarem a gloria d jste segando reinado,
sirvi de tochas funerarias, quo illuminem o leito
xortuario do Sr. D. Pedrc II, Imperador de nm
paiz livre I
13 de Julho de 1887.
(7m agrtmdtor.
Ao Sr. chele de Polica
Sub esta epigrapbe atocou- me o jornal Provincia
de hontem por um modo desiomraunal.
Si hjuvease dolo de minha parte, si tivesse ea
pretendido apoderarme do dinheiro da liberta
Kita, nio Ihe (aria passado recibo, que alias nio
rae foi pedido, e nein tena dado documentos, como
fazem muitos abolicionistas, que lecebem dinhei-
ro de eacravos e os remetten. para o Cear.
Receb 400JUOO de Rita, reqaeri a junta de
clabaificao a melado de suas ninas, declaran lo
poasuirem peculio, e remeCti a peticio junta com
ptente, dizeudo-me um dos membros da mesma
juotaj o Sr. Gouealves Uima, que ellas tinham
pieterencia por lei.
Neste interim, um deaaffeoto meu promovea me
um proceaso moustruoao por crime de dtfliramen-
to, sendo eu, depois de infrene perseguicS* des-
pronunciado pelo honrado Dr. juiz de direito do
I* diatricto criminal por falto de provas, nio ob-
stante aer o juiz mea adversario poltico.
As agonas, os dissaboree porque passe poxe-
raai-me doento e aconselhado por um facultativo,
mud*i-me para o Arraya!, onde por alguna diaa
fui obrigado a guardar o leito, atacado de urna
bronchite aalhmatica, complicada com padeeimeu-
toa do ligado.
ra dia, ja melhor, fni avisado de qne estova
aendo proeessado por ter-me aproprado do diuhei
ro de Rita. Era demasiado o golpe !
Proeure o senhor das eteravas e^expondo-lbe
todo, elle recebeo o dinheiro que so acoava em
meu poder e nassou ma o jompetente recibo, que
eat junto aos autos, e que poder ser visto por
qualjuer dos mena gratuicon inimigos.
De pea se do recibo do ir. Pereira, me dirig
ao honrado promotor publ.ca Dr. Millet, para
sando-me elle aa ocsasiao : < Basta ornar pora o
enhor para se onneeer qae aiuda eat dseote,
junte o recibo aos autos .
Juntei e recibo coa as aecessarias allegacoes e
fui deiprouuuciuio.
Emquaato a divida do Sr. Pereira, neahuma
relacio tem com a qoestio enunciada; poia ella
parte de trausaceea muito diveraaa do que suppoe
o malvolo articulista.
Descanse, par tonto, S. S que deste modo nio
c 'vara a sua perveraidade. Devo, porm, preten-
do pagar, como de meu costura logo que pos3a.
Ha n'iato algara desar? Sa ha, mal eta o aboli-
eioaista, de que falla S. S-, que 'sendo pobre,
jamis concorreu com um ceitil para alforria das
filhas de Rita.
Nio bou eaerivio de subdelegado ; tenho servido
apenae. ad-hoe, quando o escrivio eflfectivo est
eccupado em outros aSizerea.
Aora duas palavras.
Lidras sil aquellos qae defraadara os cofres
publicas quer directa e quer indirectamente.
Ladru aquello que tem a honra de ver o bou
retrate em ponto grande fiurar ua galera dos
ladros celebres da Alleminha da onde muito bre
ve virio curiosos documentos, qua hao de sor pu-
blicados, su a tanco me obrigarera oainma deaaffa-
ctos.
Nio poaso sustentar polmicas pela irapreuaa,
pela exiguidad'i de meu ordenado; por isso nao
voltarei mais, e fique certo o diffamador da Pro-
vincia, de que se oa reaaltos e araeaeas qae, como
notorio, motern dirigido mea figadal iuimigo
poltico, nio taai poJilo d novar ma de fazer-lhe
guerra era poltica, tambera nio ma ieraorerlo oa
insultos que vomitar a Provinr 1.
Elimin ia-va: do numero doa vivos, maito erabo-
ra 03 raeus desaliados inimigos ; mas, em tuanto
vivo, nao rae intimidarlo e nem me tario abando-
nar o mea posto.
Rscife, lo ie Julbo de 1887.
Antonio Lint da Costa Wanderley.
Elcifilo
dos juizes>e juizas que bao de festejare
Noaaa Senura das Dores deata Sn^m
zia no anao de 188.
Juizee
O Exra. Sr. Bario de Itamb.
O tlim. 3r. Dr. Bellarmino Quedes Gron^im.
O (Um. Sr. Luiz de Albuquerque Mareabas 4R-
Ibo.
O Illm. Sr. Paulino Ferreira da Silva.
Juizas
A Exma. Sra D. Joaquina, esposa do Illas, Jfc
Minervino Ferreira da Silva.
A Exma Sra. D. Auna, esposa do Illm. Sr. i
da Silva Gasmao.
A Exma. Sra D. Mara, esposa do Illm. 8r.
Vctor de Carvalho.
A Eima. Sra. D Cosarma, e9posa do 111.
Albiuo Gmcalv<'3 Fernanies.
Mordemos e mordemas tolos os devotos da 1
ma Augusta Senhora.
Freguezia de Noaaa Senhora das Deres 1
boa, 3 de Outubro de 1886.
O vigario, Augusio Cabral de Vase
4gua Florida le Hurray e Laom
liamirac, ti dctVulhoile t. Sra. Rilaotores. -iraiute b js foi que un los
raeua amigos, iudigaado ora a icfaalada aceu-
sacio que se me fez na Provincia da 21 da Junho
ultimo, veio mostrar ra ; esse jornal e aeonsalb ir
ma quo refitasae o calumnioso artigo dalla, que
tera por epigraphe Aeoas porque, disae-me
ellrf, se, infelizmente, o louvoracha nio poicos in-
erduioa, a mtlcdicancia uueoo-.ra sempre muitos
crentes.
A> le.- esje artigo fiqu:i sobreraolo alojirajo
da faeilidade ora qae os ilmuradoa re lactoros da
Provincia aervera-ae de informacaa inexietas e
impregnadla do olio para desenhar qmdros he-
diondos cora o lira de propigar ama 1 lea. que ji
naocareaado empreo le tio repulsivas pintu-
ras, para aer abaciia pal J pivo brazileiro.
O expediente adoptado por esa;a apoatoltM da
liberdade, portante, mareeedor da reprav'?ao
doa hoinen3 seusatos. Perraittara ellas que Ihes
digaque para apressar o triumph) d: urna idea
cao gea-TOia cora 1 a diextiaeci) do elemento
servil, nao cartin uta preeUo qua se iuventem
crimes, se urdan cilu-a lias e se iijira vebeonen-
tea e inj ia>.la \: naaofii 'a at a paoas qua nio
sio infausaa essa i lea !
Sou bem conh.'eilo, Sra. redaotorea, n> lugar
em que resido e at ans no lr* delle. Tolos,
que aqu morara, 3ib:ra que os eseriv>a quj poa-
auo aio tratados Cslvea ora rana z:lo do qua mui-
tos pais tratara a 3:113 filhos.
Sa aa veaes, rariasimis vezes, caotigo algum
dclles, 6 sempre moleralinaate e cora o louvavel
fim de corrigil-o na r.'iuaileneia da algum asta
punive!.
Foi o qua aont'cau n> dia raenciontdo pelo
informa oto 11 Provincia. Tendi raau eseravo
Benedicto praticado p>r vezas o crirae da furto,
ap zar das mi'ihas adraojatacoa", manlai caat-
gal-o p ir um dos seus parceiros cora alguna bolos,
e, fiado o castigo, que ni o foi immoderado e nem
contrario a lei, orleuei qua el!e fosse recolbido,
isoladamente, a um quarto do edificio em quo ha-
bitam, porque entend que o iaolam-rato toreado,
em taea casos, muito contribua para faser naacer
oremorso e gerar, por coaseguinte, a contriclo ou
arrependimento.
O iuformante da Provincia sem duvida o ca-
valleiro, cajo nome foi invcalo por Benedicto,
que, calculadamente, fez granle caleuraa, quaudo
levava os bolos, p ira ver se esse seu protector,
que aasa philaucioso, viuha soccorrel-o.
Eaae cavalletro talvez aquello, que, na sita-
ci paaaada mandava como autoridale policial
agarrar os escravos pertencentes aoa seua desaf-
ectos e, d poia da caatigal oa cruelmente, aapa-
va-lhes aa cabecas e mettia-os no tronco, que ser-
via de prisio at aoa horaria livres que iucorriam
no seu desagrado !...
Nio ha duvida, Srs. redactores, aquelles que
hoje mais se queixara, aera razio, daa violencias
do poder, sio oa meamos qae oatr'ora maia abusa-
vam delle, e qae com to o cynismo susteatavam
a tyrannici maxim 1 de que o castigo, sendo
pouco, irrito, sendo muito, amanea 1...
As autoridades desta localidade nio mereoem
a menor censura porterem Jeixado de tomar co-
nhecimento do castigo que inrli i ao meu eseravo
Bene icto. Esae castigo, que foi moderado o ap-
plicado com urna palmatoria, instrumento usado
at naa aulas publicas, alera de ser permittido
por lei, aeereaee que, atteato o seu fia, bem se
pode considerar como urna obra de misericordia.
Estou convencido de que se o informante da
Provincia tivesse tido quera, carldoaamente, o cor-
rigiese em seua erroa elle nao teria procurado
agora aggrcdr-me por modo tio inslito e ca-
lumnioso ; raaa, felizmente, para minha completa
defeza e justo desaggravo, entendo qua me baata
dizer-lhe : Aqu-ilea, que dizem mal deludo e de
todos, nio merecem crdito.
Com a inaercao deseas mal tracadaa liabas, Srs.
redactores, muito grato Ibes ficar o seu venera-
dor attencioso
Claudio Jos d Sant'Anna.
No 1 da do paaaameata do o
venerando ineatre Or. J. J, Taca-
res iii-ifur. que aempre ro. e na
de aer lembraalo pela moeldade
acadmica de Pernambuco, em
nomenagem a ana Inconaolavel fa-
milia.
E' natural admirar e venerar oe
grandes horaens, pois que iliustram
a naci a que pertencem, elevam nio
e os seus contemporneos, como os
qae veem depois d'elles ligam o pre-
sente com e paasado e auxiliara os
fina do futuro.
S. Smiu.
Tu, bom meatre, bom amigo
Sincero e affeotuoso,
Talento bem cuuhecido,
Carcter saaravilhoao,
Morreste, ha dias sete
No Ceu lar familiar,
Cercado por Ceas amigos,
Que vivem a lamentar !
Esse golpe recebido
Tio cruel, tio fatal,
Mu deplora amargamente
D'Academia o total!
Eu, qae minb'alma conservo
Coberta de triste luto,
Da veneracio e amor
Como perteito tributo,
Curvo me todo envolco.
A' beira da sepultura,
De mil lagrimas em chusmas,
E repleto d'amargura ? !...
Bequiescat in pace.
Recife, 16-7-87.
Augusto J. M. Hollanda.
Charutus da Babia
Os verdade!ros
A' ra da Madre de Deus n. 38
O Calangro contina a vender de diversos fa-
bricantes, a saber :
Fragrancia : de J. F. de Simas.
Utilidade : de U. da Costa Ferreira.
Barretto : de Qracindo Aarrntto.
Lavor : de Antero < haves.
A Nova Allianca : de f. Bardoso.
Sirus : le J. C. Magalbies,
Almeda Machado 4 C.
Pernambuco.
Tolas as preparaco.a chiraicas envolveosaaam
imitacies grossuiraa de easenciaa de flores ertnk-
hidas da muita casta de ingredientes da amasa-
tur za acre e re vol tune; porm o refrigeiaate c
deleitavel aroma qua dimana do natural Kaeana
daa verdadeiraa flo ea da natureza, quania. aua
aaaim dizer, ainda n'am catado virginal li 1 aitatea
cenca sendo doe--in -ufo embaladas palas gante
brizaa doa troploa. D'aqui provem e nasca
a supar trida le d ata adrairavel e tao afoa
perfume, a concntrala esscneia de fl ores, colti
por eutre oe enramados jar lina da Florida, 1
todoa os demais pe turnea existentes; o finalnaaC
d'ahi nasca essa in uta teuacidade comqaeollr
se apega a tudo qua toca, sera jnaia variar c
dea.nereeer.
Nii conhecenos, pois, cousa alguma neste ge-
nero que apenas de leve se possa approximar ac
comparar em delicadeza c persistente dur ibihsr-
de doa extractos ra u'a fiaos de Paria, e no entaata
a agua de Florida d- boaracnte preferria pslai
s-rahoraa da America C nitral e do Sil Mixisse
Antilhaa at meara) ao m-lhor d'e'le3, c ji 111 aiiin
ajada o sea cuato 3 'gunlo no: consta, nao cAag*
exceder a melado d'.quelles outroa.
Como oaiiantia cou'ra as tataifioacSaa, o'osarre
so bon que os uoraes de Lanman & Kemp veokana
estampados era Uttras trausp trentes no oto Ja
livrinbo que serve de envoltorio a cada gauafa-
Enoutrase venia era todas as pharmauaa e
drogaras.
Agentes em P rnarabueo, Henry Forster 6z GL,
ra do Commercio n. 8.
Aos fainiinle
SOBBG OS CHARUTOS DA
Fabrica Barretto
Com
PRINCIPALMENTE OS
P\RIS1E\SES
um annel designando o nome
parisienses
Previne-so ao publico que a fabrica BAR1EI-
TO deixou de existir desde qne morreu Oraefa
to Batrrell. seu p pnc'.ario, e d ad* eat*
anda por ah uraa chusma de especuladores qae
ompraram em leilao urais etiquetas que tiafcac
fabricante a einpr g .1-aa em quaesquer cbaratoa
para illuiir 03 consumidores ; e como taea chara-
tos sao vendidos quasi de grac, ba por abi nriitae
depsitos menos serios que os comprara. Tsaae
bem nota o consumidor onde encentrar chiratoa
da fabrica Barreno, esae deposito nio seria,
porque pactua com oa caos especuladores costa
da boa t dos incaut >a.
Estamos organiaanio urna lista desses deaaoai-
toa para informar o publico, a qual bre vea ante
ser publicada.
A Vasoiac.
(Do Jornal de Noticias da Baha, a. 219.)
FaricaBarratto
Para prova do que dissernos, veio impraaaa
um individuo, cora a aa;- .1 atura d versos fuman-
tes, .'onfirmar aa uossas assercoes relativamente
falsifieacao dos charutos Parmiene, pasta
em pratica por diversos cavolheiros de industrio.
Veja o publico com que sans facn o eapeeata-
dor pretenda ainda sustentar que o seu proced-
ment muito regular !...
Um individuo d'esaea t pode comparar-Be coas
um gatuno que apanbado com um furto na naza,
mas que nio cora, nem querl rgar a presa!
Cuidado com os eavalheiro* de industrial
O deposito qae pactua com esaa ladroeira, ole
pode aer serio, boje principalmente que a coasa
eat esclarecida.
A lista que vamos publicar ser s a d03 dep-
sitos em qae taes charutos estiverem de hoja asa
diente.
A Vaaoaaa.
(Do Jornal de Noticias da Baha, n. 2i9)
Opinio da imprensa
Assim como censuramos o qne nio presta vena-
mos injubtoB, se nao louvaaaemoa tambem o qae
bom.
De fronte erguida, podemos dizer que tem side
esta iiuaa divisa na imprensa, e jamis nos dea-
viaromos de taes principios, pois todo aquelle opa
aaaim nio proceder estar sugeito a cahir no da-
sagrado do publico e ser tachado de e-peculado^
e o que nio desejamoa.
Quando disemos como agora vamoa dizer, qae ea
cigarros Irajs da fabrica Camacam, doa Srs. Aa-
drade Lima & Irmo aio bons, acredtela oae
urna verdade.
Somos muito exigentes com relacio a urna boa
fumaca ; e fumamos o que bom, e affirsaaanM
que ainda nao encontramoa cigarros melhorea 4a
que os taes Irajs.
Giles sao fabricados com oa melhorea tumos, saa
composicio alguma agradaveis ao paladar e da
urna fumaca aromaCica. *
Sio inoffenaivoa ao estomago, como nio aconta
ce com muitos que temos turnado, devido is manta-
ras com que sao confeccinados.
Quem quizer, pois, saborear urna excellente la-
maca, compre oa cigarros Irajs dos Srs. Andraic
Lima & Irmao, que ter a prova de que aot
verdade oque acabamos de dizer.
Cal viroem de Jantrike
REGS
TRADA
Avisa-se aos senbores de eogenha
mais consumidores desta excellente cal,
que continua ser o seu deposito geraj a
ra do Bom Jess n. 23. Perfectamente
(--.^barricada e em pedras, como a que aot
vom do estrangeiro e em nada inftrior a
esta, continua a sr vendida pelo prefofixo
de 66000 a barrica.
Alm do deposito geral j indicado, ti
tamb 'm vendedores della os senborei:
Guimaraea & Valente6 Pateo do Car
po Santo 6.
Lopes <& Araujo38 Ra do Livraaea-
to38.
Bento de Freitas Gaimarae & C Ra
do Visconde de Itaparica-51, Recite.
Clnica do Dr. Siraots Barbosa, Espe-
cialidades : partos, molestias de senhorac
e de criancas.
Consultorio ra do Mrquez de Olia-
da n. 64- consultas de 1 s 3 horaa da
tarde.
Residencia ra da Soledade n. 78.
Telepbono n. 213.
s



aaBoasaan
I






Diario de Periiaiubnco--Domingo 17 de Julho de 1
I
h ceniinercio
Ot abairo aseigna-os participara ao res-
peitavel corpo do coramercio deata praga
e em especial aos seus fregttezes em ge-
ral que, deade o dia 30 de Junho prximo
pasaado,' diaaolveram ainigavelmente a so
edade 0a0 tinharn no armasen) de xar-
que, sito ra de Pedro .iffooso n. 4,
sob a raz&o social de Lourenco Bastos &
Maia, retirando se o socio Laurengo Gas
par de Bastos pago e satisfeito de todo o
leu capital e lucros; e ficando o socio
Calisto Alves Azevedo Mia, reponsavel
por todo o activo e psssivo da mesroa fir-
ma bem como do passivo da extincta fir-
ma individual e em liquidagoLiurenjo
Gasp. r de Bastos.
R^ fe, 15 d- Julho de 1887.
Loureoco Gaspar de Beatos.
Casto Alves Azevedo Maia.
PODEMOS ASSEGURAR (2)
Int'eizmente bem cointnura, nesta pro-
vincia, urna "olestia terrivel, conhecida
pcZos nomes d". Tysica, Consumpccto Doen
ca do peito, ote.
Nao preteuoinos afirmar que o Peito.
ral de Cambar cure todas as fysicas, por-
que at boje teui sido irapossivel curar a
tysica, quando chegada ao ultimo perioio;
porra, podemos assegurar que todos os do-
entes que usaren) do PeitOral de Cambar
ne primeiro e segundo periodo, logo acha
rilo, coin toda a certeza, grande alhvio
e depois a sua cura completa, por meio de
um trataiuento prolongado e persistente.
O Peitoral de Cambar nSo limita a
sua acelo benfica, s doencas de peite :
cura, tambem, muitos defluxos, bronchites
e toss-s que, as mais das vezes, quando
despresadas sao a causa desaffeccOes pul
monares.
OVeitoral efe Cambar acha-se a venda
na agencia a cargo dos Srs. Franciso
Manoel da Silva C. ra Mrquez de
Olinda n 23.
Frasco 2,$500, meia duzia 5$000 e dn-
zia 24*000.
A agencia envia quem pedir condicSes
impressas para. vendas por atacado.
TELERAHIil
Servigo da Agencia Havas
LIVERPOOL, 15 de Julho.
ASSUCAB. Transacses regularen,
preruit bem sustentados.
de Pernambuco n. 9. vndese
lie por quintal.
ALGODO: apatblco. pr.fo em
tarlarau. apreclavel man tendeado
anie para balsa.
O FAIR de Pernambuco vende e
a r. 3 i d. por libra.
Venderam se boje durante o da
crea de SiOOO fardo..
NEW-YORK, 15 de Julho.
ASHUCAR: Calmo, precos calen-
tado*.
O FAIR REFIN1NG, de Pernambuco
vende me a I 9/IS cent, por libra.
Agencia Havas filial em Pernatnbuuo,
16 de Julho de 1887.
Herrado do tilo ale J .nelro
ULTIMA DATA 9 OS JCLUO DB 1887
CAFE'
Saccss
Deposito na da 1 de Julb 182.885
Entradas de 1 I 25.104
dem era 8..... 3.703 28.907
Vendas de 1 a 7.
^Dia 8:
iropa.
Diversos
414
252
1.119
666
211.692
1.785
Deposito no dia 8, 4 tarde 209.907
Durante a semaua venderam-se 2.622 atecas
qufe incluens 837 do dia 9.
Deposito do dia 9, tarde, 212.000 taccas.
TELEGRAMMAS
DA ASSOCIACO COMIIBBCLAL PABA HOVA-TOBX
(Expedido em 9 de Julho de 1887, de manh)
Caf
Existencia verificada 218.000 sacca
Entrada no dia 8. 4.000 *
Entradas em Santo 4.000
Estad/1 de mercado Calmo.
A' tarde
BIO DE JAKEIRO
Vendas para a Europa e ou-
tros pases durante a se
mana....... 3.000 saeeas
Embarques durante a semana
para a Europa e mais pa-
ses .... 2.100 .
Frete para os Es lados-Unidos
por vapor......30 c. e 5 0/0.
SANTOS
Existencia de manh, em pn-
meiras moe.....270.000 saeeas
Dita dita, em segundas inos 40.000
Entradas durante a semana 26.000
Embargues para os Estados-
Unidos durante a semana 8.000
Embarques para a Europa
durante a semana 18.000
Vapor carga para 08 Esta-
dos-Unides.....1
EtUdo do mercado Paralysado.
Preco do good average Nominal.
B i.*a ranmerr.lal
#JOTAgK8 OFFiCIAES DA JOSTA DOS COE-
BECTOKES
fectfe, 16 de Julho de 1887
Accoes do banco de crdito real de Pernambuco
valor realizado de 60*000 a 80*000 cada urna,
ex-dividendo.
Letras hypotbecarias do valor de 100* a 94*000
cada urna.
Cambie acore Para, 90 d/v. com 1 7/8 0/0 de des-
canta
Dito sobre dito, 30 d/v. com 5/8 0/0 de descont.
Descont ae letras, 7 0/0 ae anno.
Na hora da 'lolsa
Vend-ram-se :
25 accoes do banco de ere lito real de Par-
nsfnbuco.
15 ditas idem.
5 ditas idem.
5 ditas idem.
55 letras hypothecarias.
. 321)tas idem.
O resi>:
Antonio Leonardo Rodrigues.
O lecri'T^.r'O,
Eduardo Dnbeux.
U<>ilmeulo nanearlo
BJtCIFB, 16 DB JULHO DB 1387
PKAQA DO RECIFE
Os bancos adoptaran) hojo a taza de 22 1/2 d.
sobre Londres.
O dia fot sem movimento, nao hivcndo mesmo
trsusaccSes em papel particular.
Casa de educacao moderna
EM
Scie ncias, lellras e bcllas-arles
RA VELHA N. 36
O director e prolessor deate collegio ensiua >ri-
meiras lettras pelo mclhor systema dos principas*
coegioi da corte do imperio, colheu eacrupiksas
observaedea.
Recebe meninos racemos por 35*000 m:n-
saea.
Primeiras lettras 2*0L0 mensae'.
P^r cada um preparatorio 3*000 raensae?.
36 Ra Velha n. 36
Julio Soares de Azevedo.
Clnica medico-cirargica
DO
Dr. Fernandes Barros
Me tico i ggregado ao h spital
Pedro II
Consultas de 1 as 3 horas da tarde, ra do
B^in J< bus (aiitiga da Cruz) n. 30 R sidencia
ruada Aurora n. 127
Telephone n. 450
Dr. Lopes Pessoa
Medie e operador
Rsidencia Rui L.rga do Rosario ti.
38 Pandar.
Consultorio Ra do Bom Jess n. 37
1* andar.
ConsultasDaa 12 s 2 horas da tar
de.
Chamados A qualqu^r hora, por a*
eripto.
Collegio de Nos,a Se-
nhora da enha
Para o sexo feminino
Funcciona & ra da Aurora esqui* da rus
Formosa.
CURSO DE PREPARATORIOS
O acadmico Leonardo Joo Or'gj partc p.
aos Srs. estndantes de preparatorios, que abri em
sua casa ra Direita n. 4, primirj andar, 'in
curso de fraacez, portugus, arithmetica e g. -
metna.
PRAQA DO RIO DE JANEIRO
O mercado continuou na infama posicao de h u
tem, manteado os bancos a taz* de 22 1/2 d. so-
bre I >o rieres.
As tabellas expostas aqui foram est is
Do Intkbnaciosal :
90 d\ vuta
Londres...... 22 1/2 22 1/4
Pars....... 422 4.t;
Italia..... - . 426
IJaioburgo..... 523 528
Portugal..... 236 238
New York..... . 2*250
Do Lodoh Bank :
90 do vista
22 1/2 22 1/4
422 4 6
Italia........ , , 426
Hamburgo...... 528 528
Portugal...... 186 238
New-York..... 2*5.)
l'o EaaLisH Bank :
90 dio vta
Londres ....... n i/2 22 1/1
422 426
. 426
523 )*8
236 238
Priacipae* cidades de Portu-
gal........ 243
liba dos Acores .... . . 246
IIha da Madeira .... . . 243
New-Y,rk...... 2*250
Mercado de aanucar e AUoJ
BSCITK, 16 DB JULHO DB 1887
Atracar
A cotaco deste producto, para o agricultor,
coatinH a regular aos alga'ismos abaixo, por 15
kilos :
Branco, os melborcs que
apparecem no mercado,
regulam de .... 2*200 a 2*400
3. sorte boa..... 1*900 a 2*100
3. regalar..... 1*700 a 1*8(0
Sumidos e baixos 1*500 a 1*700
iumenos...... 1*300 a 1*400
.Mascavado..... 1*040 a 1*100
Bruto....... #900 a 1*000
Rtame...... *700 a *8.K)
Algod&o
O mercado esteve boje paralysado, uao se efiec-
tuaudo vala alguma.
Entrada* de aaauear e algodo
HEZ DB JULHO
Assuear
Entradas Dias Saceos
Barcacas.....
Vap^ares .....
Via-terrea de Caruai
Ammaes.....
Via terrea de S. Fran cisco
Va-frrea de Limoeiro .
1 4 15
1 4 13
1 4 15
1 4 16
1 4 14
1 4 12
Somma. .
Algod&o
Entradas Oas
6.276
404
680
170
7.101
155
14.786
Saeeas
Bar.-acas...... 1 4 15 667
Vapores...... 1 4 12 1.974
Via-ferrea de Caruar 1 4 13 18
Animaes...... I 4 16 3.105
Via-tenea de S. Francisco I a 12 .i
Via-ferrea de Limoeiro 1 4 14 153
Somma.
6.357
Despachos de eiporlarao
HEZ DB JULHO
Nos das 1 4 15 foram despachados na Aliando
ga os artigos seguintes :
Para fra do Imperio
Agurdente..... 229 litros
Algodo...... 405.297 kilos
Assuear ...... 733.650
Bagos de mam na 15.982 >
Borracha...... 1.400 .
CSeus (fructa) .... 11.003
Couros espichados ... 167
Couros salgadoe. 7.256
i'oce....... 15 kilos
Mel .^...... 7.2#3 litros
Prancboes de amarillo. 40
Prauchoes de vinhatico. 31
Para dentro do Imperio
Agurdente..... 156192 litros
Alcool...... 4.800 .
Algodio ...... 661 kilos
Asaucar......1,496.8081/2 >
Cajurubeba..... 80 eaixas
Cera de carnauba 1.150 kilos
Cocos (fructa) .... 15.700
Cumai...... 10 Canas
Doce....... 1.135 kilos
Espanadores..... 2 caixa
Farinna de mandioca 100 saceos
Fio de algodo .... 975 kilos
Oleo do moclo .... 60
.'leo d- rieino .... 5.720
Paos de jangada ... 42
Rap....... 529 1/2 kilos
Resina de batata ... 1 caixa
Sal....... 27.000 litros
Sola ....... 99 meios
Vinho de jurubeba 92 eaixas
, HaNXULACO DO AS6UCAR
Para o exjrior 733.650 kilos
Para o interior 1,496.808 1/2 .

timuM 2,230.4581/2 .
Dr. GBiquira Ltlto
MEDICO
Tem o seu escriptorio 4 ra Duque o. Caxiaa
n. 74, das 12 as 2 horas da tarde, e desta hora
em diante |em sua resideucia 4 roa da Santa
Crus n. 1.
Especialidadesmoestias de senboras e enan-
cas.Tplephonc i. 8S6.
ral de faguarlbe e 9. Beato e
cal /lrgem
0 abaixo nssignado avisa aos Srs. con-
sumidores da c que o Sr. Vicente do Nascimento contina
n ser o nico qu-^ recebe a verdadeira cal
de Jaguaribe e S. Bento, e as tem expos-
to venda nos bous armaze s de mate-
riaeB PraQa da Concordia ns. 11, 13 e
15 e toda a cal que nao for vendida por
intermedio do mesmo sonhor, no ser
verdadeira.
Assim como : que a cal virgem, de que
contratante e recebedor o mesmo Sr. Vi
cente, contina a sur vendida pelo Sr. Se-
bistio Bezerra ra do Bom Jess n ,
23, a 60000 a barrica.
Jos, da Costa Pereira.
\[ Oculista
Dr. Bar.-eto Sampaio, medico ocu-
iikta, ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, d4 consultas de meio dia 4s
3 horas da tarde, no Ifi andar da casa
n. 51 4 ra do Bario da Victoria, ex-
cepto nos domingos e dias santificados.
Residencia ra Scte de Setembro n.
1 34. Entrada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Costa Gomes
MEDICO
34 Ra do Mrquez d* Oiinda -34
Primeiro andar
Censultas de meio dia .- 3 horas da tarde
i
Dr. Cooi Laite
Uedlco, partelro e operador
Hiudencia ra Dar&o da Victoria n. 15, V andar
''onsultorio 4 na Duque de Carias o. 59.
Ui consultas das 11 horas da manna s 2 tarde.
Aitende para os chamados a qualquer hor
telephone u. 449.
Nato despachado
Patacho noruegneos-' E/ra'-m, 4 sahir boje, le-
vou :
Para Uruguayana :
1.4i0 barricas com assuear branco.
150/2 ditas c ni dito dito.
150/4 ditas com diti dito.
480 ditas com dito uiascavado.
Cairegarain Jos da Silva Loyo & Filhos
Navio* A carica
Esto seu<*o a spacados o seguintes :
Brigue allemio J. G. ficht, assuear, para o Rio
Grande do Sul.
Barca portuguesa Claudina, diversos artieos, pa-
ra o Porto .
B.rca nacional Mimosa, diversas artigos, para
0 Porto.
Lugar partuguex Maro, assuear, para o Rio
rande do Sul.
Lugar nacional Marinho Vil, assuear, para o
liio Grande do Sal.
Lugar portugus Jo, Estevao, cauros, para o
I'orto.
Vapor uacooal Mandos, diversos artigos, para os
1 ortjs do no- te.
Vapor a lemio Buenos Ayres, couros, para Bre-
inen.
Vapor nacional Camitlo (4 ebegar), varios gene-
ios, para os portes do Sul.
>bii. a leNrarga
Barca allema Hanza, kerosene.
Barca nacional Marianninha, xirque.
Escuna allem Frts, xarque.
Escuna noruegueuse Re/orin, xarque.
Lugar sue.'O Armida, vari- s geoeros.
Lugar 6aeco Imts, varios gneros.
L/ar iugles Peggy, bacalbio.
Patacho ingles Echo, carvo de padrs.
Vapor naciv.nal Arl ndo, varios gneros.
Clnica do Dr. Silva Ferrein
Especialidades. molestias de Senhoras e de
palle.
Consultas de 1 s 3 horas.
Ra da Cadeia n. 53.
Residencia temporariaPontt d'Ucha n. 55.
TELEPHONE417
Advogadt
(Foro civil e ecclt siastleoj
Bacharel Antonio d : Lellis e Sonza
Pontt s.
Ruado Imperador n. 3T !. andar.
Consultorio medico*
cirurgico
Dr Castro Jess, contando mais de 12 anno
de escrupulosa observacio, rfabre consultorio nest
ta cidade, 4 roa do Bom Jess (antiga da Crn
a. 23, 1. andar. ,
Horas de consulta
De dia : dstl s 2 da tarde.
De noite : das 7 s 8.
as demais horas da noite s>r4 encontrado w
eitic 4 tavessa dos Km dios n. 7, primeiro por-
fi 4 esquerda, alm o portao do Dr. Cosme.
hstitutol0 de Julho
(ternato e extrnalo
O director deste Instituto participa aos
pais, tutores, correspondentes da seus alu li-
nos e ao publico em geral :
1" Que admitte alumnos internos, semi-
internos e externos ;
2o Que se lecciona alm di s preparato-
rios exigidos pamas Faculdadea do Imperio
as materias do Curso Normal e a esciip
turaco mercantil ;
3 Que para melhor ordem e reguln-
dole nos trubalbos do Instituto, acha se na
vice-directoria o Sr, professor Vicente F r-
reira de Araujo Lima, com quem poucro
tratar do qual]U ao mesmo Instituto.
O director espera o valioso concurso de
seus innmeros parentes, amigos e do pu-
blico eu) geral.
Ra de Pedro Affonso n. 45 1 andar.
O director,
Jos Accioly C. de Albuquerque.
Paata da Alfandesi
SU NA DB 18 A 23 PK JDLHO DB
Acucar retinado (kilo) ....
Assuear branco (kilo) ....
Asaucar iii*ou.v-.'io (kilo)
Alcool (litro) .......
Arrui com casca (kilo) ....
Agurdente e ...
Algodo (kilo)......
Borracha (kilo) ......
Courjs seceos salgados (kilo)
Couros seceos et pichados (kilo) .
Couros verdes (kilo).....
Cacao (kilo).......
Caf restolho (kilo).....
Carnauba (kilo)......
Caneas de alfodio (kilo)
Carvo de pedra de Cardift (to i.) .
Caf bom (kilo)......
Cachaca (litro)......
Farinha de mandioca (litro) .
Fumo restolho em rolo (kilo)
Fumo restolho em lata (kilo) .
Fuun bom (kilo)......
Fumo em folha bom (kilo) .
Fumo em folha ordinario (kilo) .
(jenebra (litro)......
Mal (litro)........
Miluo (kilo).......
Tabeados de amircllo (dosia) .
1887
145
126
066
10
65
056
396
1*066
460
585
275
.400
320
366
014
16*000
460
700
037
405
5t0
72
72
400
200
040
400
100*0J0
Dividendo
A Compahhia pos Taimos Ubbanos do Rbcifb i
Olinda b Iebeuibb est distribuind o seu 25 di-
videndo, 4 rato de 8 0/0.
Os interessados devein se dirigir ao escriptorio
da compaubia bm tercas e aabbados.
Memorial
Amanh, ao meio dia, deven) reunirse, em as
semola geral extraordinaria, os accionistas da
Compahhia db EoiricAflo, afm de tomarem co-
nhecimento da reclamaco que ra ultima sesso
da asaembla geral levantaram alguna accionistas
sobro a elegibilidade do engeuheiro Antonio Carlos
de Arruda Beltrao, que obteve maor numero do
votos para o cargo de gerente.
Com o descont de 4 0/0 esto sendo substitui-
das na Tbesocbabia db Kazenda as notas do The
souro do valor de 2*000 da 5.* estampa, 5*000 da
7. e 10*000 da 6.
ImportacSo
Vapor nacional Arl ndo, ebegado do Rio Gran-
de do Sul e Pelotip, ao da 15 do orrente o con
signado a Pereira Carneiro & '.'-, inanifeatou :
Algodo 17 saecus aos consignatarios.
Olee de moco' ICO eaixas a Amorim Irmos
Pipas vaziHs 33 4 ordem.
Vidros 1 caixio a B Reis & C.
Xarque 1.762 malas aos consignatarios, 519 a
Baltar Oliveira de C.
Escuna .ilhm Ges'.ne, chegada de Pelotas em
15 do Correute, e couai,;uada a Pereira Csrneiro
ot C, manitestou :
Graxa em bexigas, 15,000 kilos.
Xarque 105,0OJ kilos aos consignatarios.
Vapor alleino Buenos Ayre, chegado de Hara-
burgo e Lisboa, em 15 de corrente, e [consignado
a Borstelmaon & C, manifestou :
Carga de Hamburgo
Agua tnin ral 10 eaixas a V. Piealle, 2 a or-
dem, 21 a Francisco Mauoel da Silva & C.
Amostras 19 volucesa direreos.
Armas i caixa a J. A. Matta Geixares.
Balanca 1 a T. Christiansen.
Canos dj ferro 12 feire" a ordena
Candieiros 2 caixo s a ordem.
Charutos 1 caixa a J. Cbriatiani & C.
Cervcji 110 eaixas a ordem 20 a Domingos
Ferreira da Silva & C, 60 a R. de Draiina &
C, 21 a H Nusch at C, 30 a C. A. Vauder Lin-
den, 10 a H Petersja & C, 20 a Conrado Vachs-
mau, 70 a Aseveo A C, 40 a Augusto F'gue-
redo 4 C, 10 a T. Chnstiansen, 10 barris a C
Pluyu o. C.
Chapeos 5 raijos a Raphanl Dias & C.,2
ordi-ui, 2 a J. Cmiotiaui ot. C, 7 m A-doipho Ferro, 1 a Afonso liveira & C, 1 a H. Ptrter
sen i C.
Conseivas 3 canas a II. Xuesi i C
Catkl gos 1 caixa a Joio Mrt>ra A C.
C mos 1 -UIWBM a Paren-e V .mu C, t a
H. St-lzerubacb JlC.
Cevada 14 barricas < ordeui, 10 a C- Vander
Lindeu, :0 a H. r-ererjeu t C-
Drogas 6 volnmos 4 ordem, 9 a Francisc Ma-
noel da silva H C.
Esseucias 2 eaixas 4 ordem.
Elstico 1 caixa a A. I). Oarseiro Vi auna.
Folhas Uu SSSj 4 barricas a II. atobsicau-.el
& C.
Farinha2 barricas a C. A. Vander Liuien. -
Ferregens 9 velumes a Samuel P. Johuston &
C, 15 Pareute Viau.ia C., 4 a Maia i Silva,
9 a NetU Campes C, 6 a Nuues Fonseca 4
C, 1 a F. de Paul i Duarte, 6 a Francisco Xavier
Ferreira a U-, 16 a L=ite Baato 4t C, 6 a Frau-
cisco Lauria tu C.
Louca 48 grades a Joaqun Ferrol a de Carva-
Iho 6 C, 20 a Jos de Macelo > 2 b.rneas a
Affonso Oliveira 4C, 1 caixa a Frtncaco M. di
i-ilva 4 C. _
L ito eoodcosado 15 eaixas a K. de DiUsiua
& C.
Linha 1 caixo a Miia .-iva C.
Luvas 1 caixa a Guimaies Oirdoso ci C.
Laminas de chumbo 6 eaixas Meuron 4 .
Mercadoriaa div. rsas 5 vo'umas a T. Just, I a
C. R. do Pasaos, 21 4 ordem, 1 a Maia 4 Silva,
3 J Krause 4 C 1 u J Christiaiii Al C. I a
a Netto Campos &. C 3 a v\ Pr-aile 4t C, 3 a
Manoel Joaquim Riber, 4 C, 1 a Ferreira *. Ir
mo, 2 a Antonio Lima 4c C, 2 a Antonio Al-
ves Lebre Sobrinho, 1 a Praoci.co .los d a Pas-
aos Guimaia-1, 4 a A- O. Oan.eiro Vianna, 2 a
Sulaiar 4 C, 3 a Guimaiea Cardoso & C, 2 a
Leiie Baato fe C, 6 a H. Petersen & C.
Msicas 1 ca^xa a V. Prealle Si <5-
HacbiiiHS de costura 21 caixxs a Gomes de Mat
tos Irmos, 5 a Antonio Pedro le Souxa Soares,
3 a H. Stolxembach 4 C.
Papel 33 tardes e 10 eaixas 4 ordem, 33 a P-
rente Vianna 4 C, 1 a H. Stolxembach 4 C.
Pedias 2 a F. H. Caris.
Pbcsphoros 40 canas a Joo Morera & U, B
a Prente Vianna & C, 10 a Joaquim Duarte Si-
moet 4 C.
Parel de embrulho 38 lardos rdsm.
Parafiua 6 eaixas a F. J. dos Pussos Guimare,
1 a H. Stolsbach 4 C.
Soda 5 tambores a Gomes Maia fe U
Tintas 5 eaixas 4 ordem, 1 a T. H. Caris, 1 a
H. Stolienbacb 4 C, 1 ordem.
Teciios diversa 1 a J. Christian. 4 C, 3 a Al
ves de Brito 4 C, 4 a A. Vieira l* C., 3 a Macha
do 4 Pereira, 37 4 ardem, 1 a Jos A. Das, 7 a
Bernet 4 C, 1 a J Basto fe C 3 Francisco de
Asev. do fe C, J a Ferreira fe Ir nao.
Velas 1 caixa 4 ordem.
Vidros 1 caixa a Guilherme gpMer, 1 a fran
cieos Manoel da Silva 4 C.
Carga de Lisbot.
Alhoa 32 canastras a Joo Fernandes o'Almei
ds, 203 a Francisco Rib-iro Pinto iuimares 4 L",
73 a Domingos Alves Matheus.
Batatiis 0 meias eaixas a Domingos Ferreira
da Silva & C, 20 a Esaa-y, Rodrigues 4 O 20 a
Araujo Castro C. k
Bagas de sabugueiro 1 barrica n Joaquim Uuar-
te Siao s 4 C.
Ceblas 50 eaixas a loncingoa Ferreira da sil-
va fe C 75 a 8ilva Guimarea 4 C 20 a Eanaty,
Rodrigues 4 C, 25 a Araujo Cnafo 4 C., ICO a
Ferreira Rodrigues 4 C. ____
Conservas 5 eaixas a Domingos Fejreira da Sil-
va 4 C.
C vada 5 barricas aos meamos.
Carne em conserva 2 eaixas a Ferreira ltodn-
cues & C-
FrucUs 23 eaixas a Domingos Ferreira da Sil-
va 4 C.
Passas 40 fardos aos mesmos.
Sapatos 1 caixo a Maia Sobrinho 4 C la
Ferreira Barbosa 4 C.
Toucinbo 101/2 barris a F*rrena Rodrigues
4 C.
Vinho 8 pipas a C sta Lima 4 C, 7, 10/5 e
40/10 a Antonio Mana da Silva, 18 e 20|5 a 'er-
nsndes da Costa 4 C, 14, 2l|5 e iOil a Silva
Guimares, 6(4 e 4(10 m Mendes Lima 4 C 10,5
a Joi Fernandes Kerreiia. 20i5, 10il0 e 2 cuixas
o Domingos F.rrcira da Silva & Z-
Vapor nacional Mandos, ebegado dos portos do
eul em 16 do corrente t consign ido ao Vieconde
de Itaqui do Norte, manifestou :
Caiga do Rio de Janeiro
Cerveja 5 barris a J. Meyer.
Cb-pe-os 1 caixo 4 ordem.
Couxos 1 volume a Mendes & Pereira.
Cicarrts 1 volume a Silva Nogueira & C.
Fasenda 2 volumes 4 ordem.
Fumo 33 volumes 4 ordem, 7 a Jos Antonio
dos Santos, 1 a Rodrigues de Para 4 C.
Livros 1 caixo a Jos Noguein de Sousa.
Merendonas diversas 2 volume* ao estacionario
do telegr-pbo, 51 4 Presidencia.
Mi texa* 2 vilames a Joo A. dos Santas.
Panno de algodo 41 fardos a Firreira Irmo,
21 a Julio 4 Irmo, 25 a A. Lopes Luis Antonio S'queira, 13 a Alve de Bntto 4
Sola 2 rolos a Mendes & Pereira.
T/poa 2 volumes 4 crdem.
Vinho 3 barris a Jo.quim Oiinto Basto.
Xarope de Cambar 16 eaixas Francisco Ma-
n el da Silva i C.
Clialca medico elrurglca
DO
Dr, Alfredo Gaspar
EspecialidadePartos, molestias de senhoras e
criancas.
Residencia Ra da Imperatriz n.J4, segundo
andar.
Telephone n. 226.
ED1TES
O Dr. Manoel Cabral de Mello, ju z municipal a
de orphos neste t rmo per S. Magestade Im-
perial, etc.
Faco saber a quintos o presente edtal viretn
ou delle noticia tivercm que no da 30 do correo-
te mes, ao meio dia, em casa da cmara munici-
pal desta cidade, depjis dos prego -s e pracas do
estylo, ir em prsca por arrendamento triennal o
engenho Tabatinga, moente e corrente e a pro-
priedade annexa Taba tinga Secca avaliadas por
1:500*, sendo o engenho Tabatinga por 1:400*
e a propriedade Tabatinga-S cea p r 100*, e
sendo os arrendameatos annui-'s m 'dimite as eon-
diedes seguintes : principia o presente arreada-
ment dj 1 de Maio de 1888 a t' rmimr no Io da
Maio ie 1891, ui i-i.j.i da dar4 o renleiroa
quem o substituir na reuda, 100 carros de cannas
de 100 teixes cda carro e 10 cannas cada finas,
para fundar sua primeira planta ; o arrematante
f poder usar das matas para reparo das obras
e cercado do engeuh ; fai 4 cercado a sua custa
e o conservar liinpo e lechado ; nao plantar al-
go :3o ; faros pagamentos pr inteiro no 1 de
Maio de cada amo, J-vendo faser o primeiro em
Maio de 189", e na falta de pagara to ftear
abrigado acs juros da lei ; dar o rendeiro fiador
idneo ao precio da renda e aab s renunciarao os
privilegios de seos domicilios p-^deado ser execu-
tados no do presente eoutraeto.
E para que chegue a noticia a todos, o presen-
te edtal 8 nos lugares do eos turne pelo pirt-iro destejis-},
o qual dever4 Uvrar a compiteure curtida > para
ser juuta aos autos.
Dado e paseado nesta cidade d Nszareth aos
5 de Julho de 1887. Eu, Affonso de Holanda de
Albuijuerque Vlaranuo, escr.vo o fz escrever e
subscrevi.
Manoel Cabral de Mello.
O DrTMauoel da Silva Reg offieial da
Inp t i.il Ordem da Rusa e juiz de direi
to da pr ive loria de capellas e residuos
nesta comarca do Rcife de r/emambuco,
por S. M. o Imperador quem Deas
guarde etc.
Faco saber ais que o presante e l'tal vir.m ou
lelle n iti'.-ia tiveren que depois da aulieucia da
dia 20 di cure.ite raez e preeaehilas as formalida-
Carga da Baha
Chapeos 1 caixo a Atitouio Pinto Cirreia da
Silva.
Cola 2 barricas a R dr'gues de Faria k C.
Chai utos 1 caixo a Almeida Machado 4 C, 2
a Sulx r K^uffuianu 4 C, 1 a J.o Victor A.
Matheus, 1 ardem.
i f 150 saccoe a Domingos Ciut 4 C, 58
Daarte. & C.
Fio de algodo 47 saceos a Joo Francisca Lei-
te, 15 a F. rreira 4 Irma i.
Fazenda 1 ca'xo 4 ordem.
Panno dal,lo 10 fardos a N. Maia & C.,
14 a A L'pes fe C, 35 a Machado 4 Pereira, lO
a A. V'eira fe C 10 a Joaquim Agostinho 4 C-
Pelles 22 atados 4 ordem.
Exuortaco
aacira. 15 de jdlho de 1887
Para o exterior
\o vapir allemo Buenos Ayres, carrega-
ram :
Para H.inbiirgo, H. Nuesch & C. 299 couros
salgado com 3,588 k'los.
No gar pjrtugues J. Estevao, carrega-
rain :
Para o P.rto, -'. Brito Amorim 4 C 262 couros
salgados c.m 3.144 kilos ; A. Ferreira de Oiivei-
ra 2 barris cjm 180 ltr a.
fura o interior
Ni ligar potuguez Mar.e, carregaram :
Pasa o K o (}r..nde do Sul, Amorim Irmos 4
C. 500 barricas c >m 4S.494 kilos de assuear bran-
c e 25 ditas com 2,947 ditos de dito mascavsdo.
No patacho iic-nieguense Efraim, carrega-
ram :
Para o Rio Grao le do Sul, J. S. Liyo 4 Filbo
962 barricas com 43,234 kilos de assuear branco.
No v-por nacional Camillo, carregaram :
Para o Rio de Janeiro, A. Oliveira fe C. 3 eai-
xas com 3(0 kilos de doce.
No vapor nacional Manos, carregaram :
P ra Manos, H Oliveira 20 barris com 1,920
litros de agurdente t l'l barricas com 350 kilos
de assuear branco ; P. Pinto 4 C. 85 barris com
8,160 litroj de agurdente ; J. Foutelles 20 canas
com c .jurubeba ; M. dos Santos oO eaixas com
. ajurubeb*.
Para o Pari, J. L. de Oliveira 15 barricas enm
983 kilos de assuear refinado ; J. M. Das 60)
barricas com 38,152 ki-os de aaauear branco ; B.
Oliveira 4 C 5 pipas com 2,400 litros de agur-
dente ; V. T. Coimb.-a 700 volumes cjui 53,383
1(2 kilos de assuear branco.
= No oiate nacional eus te Guarde, carrega-
ram :
Para Mcssor, M. Lopes 4 C. 4 barricas com
360 kilo i de assuear refinado.
Itinlielr
BBCBBIDO
Pelo vapor nacional Mandos, do Rio de Janeiro,
para :
Bernardino Lopes Alheiroa 3:000*000
MKrtins Fiuza 4 C. 2:000*000
Hendimeatoa pblicos
HEZ DB JUBO
Alfandega
Renda geral :
O 1 a 15 384:1282335
Id. o e 16 28:315>391
des legaes ir '. prego a quem mais der e maior
anee ifiereeer o arrendamento, por tres annos, do
sitio da Estrada de J ii Barros n. 21, serviado
de base a renda actual ou o que for encontrado,
vai 4 praca 4 requerimrnto de Mara Jos da
Costa Dourado c checida por Mariu Jos Prsca
legataria de Jos du Costa Dourado de quem
testamenteira Anoa Paulina da Conceico Dourado
afro de que a mesma s< ji indemnisada dos ren-
dimeutes vencidos e que venecrem de confoimida-
de (cm o que foi requerido e deferido por este
juiso.
Dado e pascado n'esta cidade do Recife de Per-
nambuco aos 13 dias do mez d- Julho do anno do
Nascimento de Nosso Senbor Jess Christo da
1887.
Eu Luis la Veig Pessoa, eserivao, o escrevi
Manoel da Silva Reg.
O eapit&o Jos Vijento Ferreira da Silva
Jiinior Io juiz de paz du freguezia d>
Silo Frei Pedro Goncalves do Ricie.
Faco saber pelo presente, que, por parte de Pai-
ra Valente & C me toi dirigida urna petico no
acut io de justificar a ausencia de seu devedor
Jos de Souza Almeida, afim de ser elle citado por
editaes, a comparecer perante este juixo e con-
ciliar-s c. m os suppliemites acerca do pagamen-
to da quantia de l:257*4e0, importancia de ge-
ier s de eaiiva que o supplicado lhesomprou pira
revtuda, sob peda de revelias e custas.
E porque justifiearam o deduzido en dita peti-
co msndei pasear o presente, eom o praso de 39
dias, pelo qn-il cita-se e chama-se a Jos de
Sonza Almeida, afim de i^ue comparefa 4 primei-
ra audiencia deste juzo, dcp}is do indicado praso
e all gue o que entender a bem do seu lireito e
jiistica, sob pona de revelia e custas.
E para que ch 'gue noticia acinbecimentoo de
quem interesar poss?, passou-se o presente edtal,
que ser publicado e sffixaio
Dado e passado nesta treguezia de Sao Fre
Pedro Goncalves do Recife, aos 16 de Julho de
1887.
Eu Bemjamim Amos Jos da Fonseca, escriv
o escrevi.
Jis Vicente Ferreira da Silva Jnior. _^
O administrador da Reeebedoria Provincial,
tendo em vista o regulamento de 4 do corrente re-
lativo a cobraoca do imposto par venda de bilhetes
le li terina le entras provincias, ecientifica as casas
de commeicio e as pessuas que uo municipio ds
Recife, quizerem coutinuar a < S jrecer veuda
ditos bilhetes de loteras que, at o dia 30 do cor-
rente mez, devero solicitar desta rrpartico a li-
cenca necessana, satisfizendo previamente o n-
poeto decretado pela lei n. 1884 e-n seu art. 15
Os refractarios ao pagamento d-> referido im-
posto sujeitar-se hao de Io de Agosto em diante &
saueco dos arta. 8 e 9 do citado regulamento abaix*
transcriptos.
iiei.da ^roviuvdal :
De 1 a 15 42.867 333
dem de 16 3:061,647
412.473*726
45.928*980
458.4024706
De 1 a 15
Id':'Jl 'J 16
De 1 a 15
Ide c j. 16
Reoebedoria p. ujtnciai
Recife Drminage
83:554*248
589*314
84:143/562
7:2-9*717
102/45S
7:322.175
Mercado Municipal de *- Jo- e
O movimento deste Mercado uo dia 16 de J albo
foi o seguate :
Enfraram :
.361/2 bois pesando 5,523 kilos sendo de Oliveira
Castro, 24 ditos de 1 qualidade, e 12 e 1/2
ditos particulares.
385 kilos le pcixe a 20 ris 7*7003
107 cargas de farinha a 200 ris 21*0J0
30 ditas de fructas diversas a
300 rs. 9*000
10 taboleiros a 200 res 2000
19 Suinos a 200 ris 3*800
Foram oceupados :
25 eolumnaa a 600 ris 15*000
22 compartimentos de farinha a
500 ris. 11*000
24 ditos de comida a 500 ris 12*000
67 ditos de legumes a 400 ris 26*800
33 ditos de fasendas 400 rs. 13*1200
19 ditos de suino a 700 ris 13*300
12 ditos de iressuras a 600 ris 7*200
10 '-ilnos a 2* 20*OOU
8 uitos a 1* 8*000
A Oliveira Castro 4 C.:
54 taihos a 1* 54*000
Onve ter sido arrecadada ueste dia
a quautiade 224*000
Rendimento do dia 1 a 15 3:260*080
Foi arrecadado liquido at neje 3:484*080
r'rcv 18 do dia :
Carne verde de 320 a 400 ris o kilo.
Carneiro de 70 a 800 ris idem.
S unoi de 560 a 610 ris idea.
rariuha de 200 a 28 J 'is a cnia.
Milho de 26) a 320 ris dem.
Feijo de MU a 800 idein.
watadouro Poltico
Foram abatidas ot Matadouro da Cabanga 108
res- 8 para o ooosui] i i dia 17 de Julho.
Sendo: 84 roses pertenceutea Oliveira Castro,
fe C, e 25 a diversos.
Embarcactes surtas no porto era
IB de Jullio
NACIOXAES
Arlindoconsig. 4 Pereira Carneiro 4 C.
Jaguaribe4 Coinpauliii Pernambucana.
Lamego(eanhuner* I-; gui-rra).
Marianninha-ciisig. 4 Baitar Oliveira 4 C.
Man s Compa .hia Bratileira.
Mimesa4 Baltar Jlveira 4 C.
Marinho Vil4 Loyo 4 Filho.
Vlaniab4 Companhia Pernambucana.
Pirapama Companhia Pernambucana.
S. Bartholomeu4 Bartholomeu Lourenco.
S. Francisco4 Companhia Pernambucana.
ESTINOEIBiS
Armidaconsig. a Fonseca Irmos & C.
Buenos-Ayres4 Borstelntann fe C.
Claudina4 L yo 4 Filho.
Efraim4 H. Lundgren 4 C.
Eeho4 Wilson Sons 4 C.
Fritz4 Baltar Oliveira 4 C.
G.'siu-; 4 Pereira Carneiro fe C.
H flnung -4 Pereira Carneiro 4 C.
Hausa4 Fonseca Irmos & C.
Imes 4 ordem.
J. G. Ficht4 F. R. Pinto Guimares.
Jos Estevao Amorim Irmos 4 C.
Mari., 4 Amorim Irmos 4 C.
Neptuno 4 orJem.
Osseo4 W. Sons 4 C.
Peggy4 S. Brothers & C.
. Plato Saundera Brothers 4 C.
Pola'y -ruen- Fcnseca Irmos fe C.
Reform4 H. Lundgren 4 C.
Skanda4 W. W. Robilliard.
SSBTA NO LAXABA')
Ii.binconsig. ordem.
O signal # indica ter a embarcaci sahido hoja.
'apures entrar
DOS PORTOS DO SUL
Ville de Pernambuco-amauh.
Congoa 19.
Guahya 20.
Araucauiaa 22.
Financea 23.
Pernambucoa 27.
Neva-a 29.
DOS P0BTOS DO NOBTE
Camilloboje.
Paraa 23.
DA EHOPA
Ville de Maranhoa 21.
La Plataa 24. ,
DE HAMBUUOO
Santosboje.
DE LIVERPOOL
Scultora 23.
DE RBW-rO X
Alliancaa 'i.
Vaporea a aablr
Manos boje, s 5 horas da tarde, para os pop-
tos do norte.
Camillo hoje, s 5 horas da tarde, para os par-
tos do sul.
Araucania amanh, ao meio da, para os portos
da Eurcpa.
Cougo4 19, s 2 h,ras da tarde, para Bordeanz,
tocando em Dakar e Lisboa.
Ville de Pernambuco 4 19, 4a 3 horas da Urda,
para o Havre, tocando em Lisboa.
Navios 6 entrar
Aune Maricdo Rio Grande do SuL
Ane!de Terra Nova-
Armandodo Rio de Janeiro.
Bella Rosade Terra Nova.
Camoesdo Porto.
Clutade Terra Nova.
Erutede Hamburgo.
EinoUt,rde Terra Niva.
Florence -de Terra Nova.
Moviuieno do porto
Navios entrados no da 16
Rio de Janeiro e escala6 dias, vapor nacional
Manos, de 1,9j9 toneladas, commaudants
Guilherme WaJdiogton, equipagem 60, carga
varios gneros; ao Visoude de Itaqui do
Norte.
Paspebiac (Canad)-15 dias, patacho ingles J|-
b\m, de 150 toneladas, capito Abraham La
Ruez, equipag< m 8, car^a bicalho : orden*.
Sabidos no mesmo dia
Santos e escala Vapor ingles Plato, comman-
dante Henry W. James, carga varios gneros.
BlticoBarca sueca tandea, capito E. O.
Foblberg, carga algodo.
AracatyHiate nacional Bom Jess, mestre Cle-
meutiuo Jos de Macedo, carga varios genero.
MacoLugar nacin .1 Neptuno, capito Manoel
Jess dos Santos, em lastro.
Montevideo -Brigue allemo Hotfnung, capito
R. Fucks, carga assuear.
Rio de Janeiro -Patacho uglez Robim, capito
Abrahan Le Ruez, earga baca l l. >.
Obsrvamelo
O lagar brasileiro Neptuno era o que outr'ora
chamou-se Gatelle (allemo) entrn oeste porto
arrbalo com agua a berta aqui foi vendido e ta-
mou ento o nome cima.



I


'*-- m
" T"
k
'o,
iario de Pernambuco---Donihigo 1 de Jmlho de 1887
Recebedoria Provincial de Pernambuco, 7 de
Julho de 1887
Francisco Amynthas de Cirvalho M"ura.
Art. 8o. A venda dos bilbetes de loteras de
tatras provincia 3 em eotabeUcica"nto ou por pes-
foas que nao estcj un manidas da competente I i-
cene, coustitue flagrante infraecao da le e de-
raudacj da renda provincial, ficaudo si.jeit> o
infiactor perda dos bilbetes emoutradus em teu
poder, que sera-j a reprehendidos, e ao pagamento
do imposto coin a multa de 2d >/. que nao sendo
satisf- ito de promp'o, ser obrado judicialmente.
Art 9. Sao competentes para Efectuar a ap-
preheuei o empregados proviuciaes das reparti-
~ s de faz nda, os fiscaes das cmaras muuicip .es,
ooreiro das loteras provinmaes e autoridades
policiaen, devendj ratas, alm disto, prestar sem-
re o seu Cuncurb, quaudo requerido pelo appre-
aensor. _____^^^_^____^___
Edital n. 22
De ordem do II lm. Sr. Dr. inspector sao chama-
dos resgate as apolices da divida provincial de
na. 61 a 275, serie A e valor de 1:100*000 e joros
Te 7 % e por issj, segundo o registro deste The-
muro, sendo os seus possuidores o Exm Sr. Vis
eonde de Campj Alegre (261 a 270), o Sr. Manoel
Nuues da Foospca (271 o 274) e o Sr. Theodoro
Christianseu (375), sao convidados es inejirus se
n torea t.ti n de apresmitirem-u'as a lli-aourariu
Jesta repartii;iO o levantar.'m o respectivo Capital
Mm Oa c rre.-pondentes juros vencidos no fim de
Juuh >, censando desde j de correr os mearnos ju-
cos.
Stcretaria de Thesiuro Provincial de Pernam-
ou:o, 1 d* Julho de 1887.
O secretario,
Aff jubo de Albuqueniue Mello.
Correio geral
A. E. C. P.
Malas a expedirse hoje
Pelo vapor Uanot, esta administracao expede
malas para os por tos do norte, recebendo impres-
eos e objectos a registrar at 1 hora da tarde,
e cartas (.ruinaras at 2 horas cu 2 1/2 com
porte duplo.
Pelo vapir ailemio Buenos Ayres. esta admi-
nistraco expede malas para o Eio de Janeiro em
directura, recebendo impressos e objectos a re-
gistrar at 10 hoias daminhl, e cartas ordina-
rias at II horas ou 11 1/2 coa porte duplo.
Administraco dos correio de Peraambu :o, 17
le Julho de 1887.O administrador,
Alfonso do Reg Borres.
Morlsruo do* empreado no con
merclo de l'ernambuoo
Assembla geral
De ordem do Illm. Sr. presidente, sao convida-
dos os senbores socios para se rcunirem em as-
sembla geral, na sede respectiva, domingo 17 do
correte, as 6 horas di tarde, un cumprimente
da segunda parte do 1 do art. 35 dos esta-
tutos.
Secretaria da associaci. dos empregados no
commercio de Pernambuco, 14 do Julho de 1887.
Francisco Cousseiro,
1 secretario.
THEATRO
Edital ti. 779
Consulado de Portugal
em Pernnilhueo
Por este consulado s fas publico, que tendo
fallecido ab-intesfato o aubdite portugus Manoel
Francisco dos Santos, foi o seu espillo arrecadado
em conformidade cota o que disp5e o decreto n.
855 de 8 de Nsvembro de 1851, actualmente em
Concurso para protlmenio de ca
delra ii enulno primarlo
De ordem do Sr, Dr. inspector geral da Instruc- ..
alo Publica, se faz saber a quem iuteressar possa,
que bavendo expirado o praso marcado pelo edi-
tal n. 778 de 1 de Alaio deste aum p.ra came
de habilitaco, fi :a marcada u das para inscripeo dos candidatos ao nrovimenfo
das cadeirus mencionadas n'aqu "lie eJ tal e que,
em virtuie de determinaco da presidencia da
provincia de 6 de Oezembro do anuo passado, sao
postas em concurso, devendo os concurrentes re-
querer ao mesmo Dr. inap.ctor a inscripeo, exbi-
bindo os d;cu:ne'itos q'ie poV'in os segumtes re-
qoesitos de que trata o art. 2' das instruccoes de
16 de Ontubro d 1885 :
1 Maioridade legal.
| 2 M ralidade, e
3* Ijencio de culpa.
Art. 3 O requesitos do artigo antecedente de-
terjo s"r provados :
O do 1' por eertido de baptism .
O do 2o per attestado d > p iroebo ou de quaes-
juer autoridad-s do l.ig^r oiJe residir o concur
rento.
O do 3' pala irifcrsMnio de folha corrida.
Art. 4 Sao dispensados :
1* De exhibir eertido de idadens candida-
tos que forem < u bjuverem sido funecionarios pu
Micos e os que apreseutarem alg'iin titulo su diplo-
ma que nao obteria.n s-m a miMridade Uval.
2* De apresentar folha c Millaos que exhi-
birem attestados de procedimen'o civil e moral,
passados p las cmaras municipaes, autoridades
jodicianas e polirarRj das localidades em que bou
Verem residido nos dous ltimos annos ;os que
se acbando n> ixercicio de emprego publico, exhi
birem attestados de respeetivo chefe : e as edu-
candos do cjllegi i de oipha t c isa de xpo.itos
| 3* De exame de babilitaco os candidatos qne
fxhibirem :
I. Diploma confirilo pala Escola Normal da
provincia ou de qualquer outio curso normal pri-
mario do imperio.
II. Ttulos de graos ecientficoa pelas faculda-
d do imperio.
III. Diploma confer lo pelo Gymiasio Pernam
aacanoou pelo Imp'r;al illegie Pedro II.
Secretaria da Instruc^o Publiea de Pernam-
dco. 4 de Julho de 1887;
O secrtrio,
Pe:gentinj Saraiva da Araujo Oalvo.
vigor.
Consulado do Portaal em Pernambuco.
Julho i 1887.O chanciller iatersao,
Agripina Lima.
16 de
L'tiCLAitClJES_____
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector, face
riblico que no dia 21 docorrente mes ir de novo
praca, c nforirie determina o Exm. Sr. Dr. pre-
sidente da previuci en 13 do correte o servico
da illumiuae'io de Iguart.st, correspondente ao
ao correte semestre de Julho D. reu.br -, ser-
lindo de base o prec de 77 rs. por lempeo
Secretaria do Thesouro Provincial de Pemam-
ssatO, em 16 de Ja'ho d S^
oficial,
Lindolfo Campe'Jo.
Baneo de credilo real de Per-
nambuco
Este estabelecimeiito, de accordo c >m o art. 54
dos estatutos, paga o seu 2 dividendo razo de
5 0/0 sobre valor das entradas realizadas do
capital, ou 3(000 po: aeco, todos os das uteis,
desde ss 10 horas da manh s 4 da tarde, im
sua sede ra do C nnnereio u. 34. Sesee acto
yeto entregues as respectivas acedes.
Becife, 16 de Julho de 1887 O arente,
Joo Fernandee Lipes.
SaaU Casa de Misericordia do
Recife
Por esta secretaria sao chamados os prenles
on protectores das menores abaixi declaradas,
para, at o dia 30 do correte, apresenlal as n >
eollegio das rpbis, afim e serem abi admiltidas.
visto acharem-se inscriptas em pnmeiro lugar, no
.respectivo quadro.
Laura, filtra de Miguel de Souza Galvo e Isa-
bel Mara da Silva Galvo.
Sydronia, filha de Ci'me Damio Feppe da
Silva e Constancia Mana di Caan).
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Becife, 16 da Julbo de 1887.
O eacrivo interino,
Prancisco Gomes Castellao.
Thesouro Provincial
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector desta re-
aartico, faco publico qne no da 18 do corrente
mes, paga-se a classe de profesores de 2a entran-
tes, relativamente aos veneimentos do mes de
Marco pxoximo lindo.
Pagadora do Thesouro Provincial de Pernam-
mco, em 16 de Julbo de 1887.
O escrivo da despeca,
Silvino A. Rodrigues.
Terceira pra?a
De ordem do Illm. Sr. inspector se faz publico,
que as 11 horas da da v.0 do c irrente mez, sero
vendidas em praca, no trapi< he Conceicio, as ee-
tuintes mercadorias :
Duas caixas, marca GTojC, na 60,323 e 60,323
bis, viudas de Bordeaux ni vapor francs Sriron-
de, entrado em 3 de Jonho ultimo, conteni 5
kilos liquido de photograpbias para cartas e 7
kilos lquidos de cartazes de mais de urna cor,
abandonadas aos direitos por G. Laporte & C.
Urna caixa, marca GL&C n. 2, viuda do Havre
no vapor francs Vttle de Baha, entrado em 6
de Jnnho ultimo poniendo 207 kilos, 'iquido real
de almanuks de urna cor, idem dem.
Terjeira seceo dt Alfaodega de Pernambuco.
em 16 de Julho de 1887.O chefe,
Cicero B. de Mello.
A junta clasificadora dos escravos ao mu-
nicipio do R-'cife, absixo assiguida, tendo e reu-
nido no paco da Cmara Municipal, para classifi-
ca' os escravos que cora preferenca na lei, teem
de ser manumittidos p^la 7 quota do fundo de
emaocipaco, applicada a este municipio, em ob-
servancia ao que estatu o art. 33 do regulamento
a que se refere o Dec. o. 5,135, de 13 de Novem-
Oro de 1872, publica a seguin'e relaco dos escra-
vos comprehendidos na presente clasaificacao, com
os nomes de seus respectivos seohores :
1 Joanna, de D. Coustautina Fereir da Silva.
2 Antonia, de D. Mara Jet de Jess Peretti.
3 Ernestina, de D. Ludovina Ucboa Carneiro
Caro pello.
4 Benedicta, de D. Delmira Candida de Santa
Aona.
5 Aut, de Francisco Antonio Correa Cardoso.
6 Silvestre, do Dr. Francisco de Paula Correa
de Araujo.
7 Emiliana, de D. Francisca de Paula Cabral.
8 Joo, de Manoel Hurnia de Araujo.
9 Theodosio, de Silva & Alvaro.
10 Francelino, de Bario da Siledade.
11 Quiotino, de D. Mara do Carmo Carneiro Cam-
pello.
12 Herculanu, de D. Joaquina Emilia da Silva
Viliaca.
13 Mara, de D Mana Miliiina Monteire.
J4 Fraucisca, ia mrsma senhar.
15 Manoel, da mesm.- seuli.ra.
16 Rosa, do Dr. Joaquim da Costa Ribeiro.
17 Mara Rosa, do mesmo senbor.
18 Rita, do Dr. Francisco de Paula Correa de
Arauja.
19 Agottinho, de D. Anna Maria da Conceicao.
20 Vlarcolino, de Francisco Antonio de Oliveirs.
21 Mara, do mesmo senbor.
22 Sabina, do Dr. Antonio J-aquim de Moraes e
Silva.
23 Luiza, do Dr. Luis Salaz .r M acoso da Veiga
reta-a.
24 Isabel, de D. Maria Magdalena de Avellar.
25 Sebastiana, de Ignacio Alvos Mouteiro.
26 Justina, ie D. Maria Ciar Carneiro Machado
liios.
27 Joanna, de Autono Jos Duarte.
28 Silveria, de D. Maiin Galdina da Silva Braga
29 Leopoldiua, de D. Francisca Leopoldina da
Rx^ba.
30 Vicencia, de Jos de Sonsa Nunes Braga.
31 Felippa, de D. Mara Eupbrasia de Azevedo
Mello.
32 Antonia, de Manoel Joaquim Alves dos Santos.
33 Oemiuda, de D. Grin-.uria de Mendonca Abren
e Lima.
34 Silveria, de D. Josepbina Themud > Lessa.
35 Francisca, de Ann A. Lins Vilella.
36 Geralda, de D. Maria Clara Carneiro Machado
Rioe.
37 Joanna, de D. Isabel Emilia de Oliveira Fer-
reira.
38 Heieodors, de Joio Goocalves Torres.
39 Luisa, de D. Anna Marques Avila.
40 Guilbermina, 'e Jos la Silvj, Loyo
41 Maria, de D. Mari., da Neves de Miranda Oli-
veira.
42 Vicencia, de Joo Jos da Silva.
4 I Fe-ismiua, do bacharel Juveotioo de Miranda
Cabral du Vasconeellos.
44 Quitea, de Mmoel Cirnia de Arauj5.
45 Atbanasia, do mesmo senbor.
46 Maria, de Mano I Jos da Silva Oliveira.
47 Quiteria, de O. Mara Leopoldina Ferreira
Le i te.
48 Generosa, de Mano 1 Correa de Araujo.
40 Justa, de Ignacio Feneira Themu lo Lessa.
50 Antonia, de Francisco Jos da Costa e Silva.
51 Romana, de D. Maria dts Neves de Miranda
Oliveira.
52 Cecilia, de Joo Jos da Silva.
53 Isabel, do Dr. Joaqun) da Costa Ribeirs.
54 Antonia, de D. Isabel Emilia do Oliveira Fer-
reira.
55 Liurs, do espolio de Francisco Vicento dos
Santos.
56 Sabino, do mesmo senbor.
Sala das sejso.'s da junta de el issificaco dos
escravos do municipio do Recife, no paco da .C-
mara Municipal, 14 de Julbo de 1887.
Subscrevo e assigno. Sala das sesoes da C-
mara Municipal, 14 de Julbo de 1887.O secreta-
rio, Coriolano de Abreu.Dr. Prxedes Gomes de
Souza Pitanga.Manoel Jos Soares d'Avellar.
Dr. Manoel Clementino Je Oliveira Escorel.
Estrada de ferro de Ribc.ro ao
Bonito
A directora desta empresa recebe propostas
em carta fechada at 1 dia 26 do corrente, para
o aesentaments de trilhos correspondente a cinco
kilmetros da via permanente, sendo preferido o
pretndeme que me loores vautagens off -recer, sob
as condicoes expostas 00 ecriptorio desta ej)-
pren. Recife, 14 de Julho de ls87.
Companhia de Edifcalo
Assembla geral extraordinaria
A' requisico do 26 accionistas, representand)
mais da quinta parte do capital social, convoca-
mos a assembla geral para reunir se extraordina-
riamente no dia 18 do corrente, ao m io dia, na sede
social ao largo de Cedro II n. 77, afim de tomar
conhecimento da reclamaco que na ultima sesso
da mesma assembla levantamos alguns accionis-
tas sobre a elegibilidad' do accionista Antonio
Carlos de Arruda Beltro, qne obteve maior nume-
ro de votos par< o cargo de gerente; questo sus-
citada quaod 1 j se tiuhaui retirado dona tercos
dos accionistas que constituirn) a assembla.
Recife, 1 de Julho de 1887.
Os directores,
Antonio Vicente Nascimento Feitosa.
Gustavo da Silva Antunes.
Vicente Ferreira d'Aibuqucrqu Nascimento
IRMANDADE
DO
Sonhor Bom Jess das Chagas
ELEI^O
De ordem da mesa regedora, convide a todos os
irmos que rstejam no goso de teus direitos
comparecerem no consistorio da nossa rmandade
no dia 17 do corrente, s 9 horas da manb, afim
de reunidos em assembla geral, proeeder-se a
elecao dos novos funecionarios para o anno com-
promissal de 1887 i 1888. Rcfe, 14 d". Julho
de 1887. -O secretario,
Theodoro da Silva Campello.
LYRICA
BE OPERAS E OPERETAS
e >iprez a N A GHE L
Direc$aO~LUIZ illLO.M'
Doiiiin^o, 17 ille Julho
Fesla arlis'icu
da actriz coiri.ia-caracterista
9. R$gina Dtirand
Subir scena pela segundn e ultima vez a
opera cmica era 3 actos, msica d> maestro Supp:
JUANITA
Oprra que alcancou a a extraordinario
suecesso na sua primeira rpreaentajSo.
Vemonrlos e vixlst* deslumbrantes.
Mine en cene a capricho io actor E.. Ml-
lone.
A Reneflrlada agradece d'alma antecipada-
mente a valiosa pruteceo do ilustrado e generoso
publico desta capital.
NORTHERN
! Londres e IDerileeii
rosleio flnaaeelra (Uesembro ihh)
Capital oubsciiptc
Fundos accumulado8
Becella aun nal 1
Da premios con'ra fogo
De premio* sobre vidas
De joros
3.000,000
3.134,348
ROTALIAIL STEASf PACPT
COHPANV
Vapor La Plata
Trem
nhas.
A'N
par Apipucos e bmds
* Horas.
ara todas as li-
A directora fas sciente aos Srs. subscriptores
da nova emisso de aeces para o levantam nto
da fabrica na Torre, que rica marcado o praso de
30 das desta data, para pagamento da primeira
preataco de 10 por cento, e autorisado o Sr. ihe-
oureiro Jos Joo de Amorim Jnior, para o re-
cebimeoto.
Recite, 27 de Junho de 1887.
Os directores,
Manoel Jote da Silva Guimares.
Heorique Sareiva,
Secretario.
Jos Joo de Amorim Jnior,
Tbesourero.
Ra do Bom Jess n. 3
O administrador da recebedoria provincial
em enmprimento das instruccoes de 27 de Julbo
de 1883, convidas asscciaco commercial e todas
aquellas peszoas que tiverem existencia legal c
conhecida pira qne, na tor-na dos arts. 24, 25 e
26 das mesmas instruccoes, s-> incumbam da dis-
tnbuico das tazas constantes da tabella d >s im-
poatos de repartico nnmii a le n. 1884 de 30
de Abril do corrente anno ; para o que lh'-a rica
marcado o praso improrogavel de 30 das a con-
tar da presente data sjb pena de ser este traba-
Ibo feto por esta recebedoria em virtude do art.
27 das referidas instruccoes.
Recebedoria Provincial de Pernambuco 13 de
Julho de 1887.
Francisco Amyntas de Carvalho Mouta.
C. C. E.
Clab Commercial Ealerpe
Ssrio em 30 de Julbo de 1887
Convido aos senbores socios, quites cun o cofre
social a enviar m a esta secretaria todos os das
uteis, das 7 10 horas da noite, as sus notas uc
convites pira esta f. sta. Os iugressos scro or-
necidos pelo Sr. tbesourero.
Secretaria do Club Cmmercal Euterpe, 5 de
Julho de 1887.O i secretario,
F. J. de Amcrim.
Terfa-feira, 19 de Julho
A grande opera lyrica
TKOVADOR
Brevemente em beu-ficio da
Sra. T. Bantellt.
1* dama-sopra n
RUY-BLAS
577,330
191,000
132,000
O AGENTE,
John. H- Boxwell
BIJA OO (HMK.K.IO X. *B 1 t\IMH
/ndou* Kr- Ihu aank
l!m!. J
Ra do Commercio n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as us-
as do mesmo banco ein Portugal, sendo
em Lisboa, ra do Capallisus v. 76. No
Porto, ra dos Inglezes.
COMPANHIA DE EDIFlCAOSO
Oescriptorio d'esta
eompanhia a cha- s e
fuiccionando no largo
de Pedro II, n. 77, 1
amia .
Imcumbe-se median-
te contrato < a paga-
mento em prestares,
de construc^oes e re-
construefoes de pre-
dios, cujos projectos c
ornamentos sejam ou
nao
Baha, Rio
video e
E' esperado da Europa no dia
23ou 24 do corrente,3eguinds
depois da demora necessaa
ria para
de Janeiro Honte-
Itueuos lyrc,
0 paquete Neva
E esperado
do sul no dia 29 de
enrrenfe seguinlo
depois indtmrrt
necessaria para
Lisboa e
Reduccao c. passagens
Ida Ida e uolta
A' -i uthampton 1 class 28 42
Camarotes reservados para os passigeiros de
Pernambneo.
fara passagens, fretes, etc., tracca-se os
Consignatarios
Adauis^aHowie#('.
S. 3 RA O COMMERCIO N. 8
l" nndar
Paciflc Steam Navigaon Company
STRAITS OF MAQELLAN LUJE
O vapor Ara u cania
Espora-s do? portas do
sul at o dia 22 de Ju-
lbo seguindo para
a Europa depois da
demora do costume.
Este paquete eos que dora
em diante seguirem locaro em
confeccionados I Plymouth, o que facilitar che-
11
DO
BRASIL
Capital 0,000:000^
dem reallsado 9,000:0004
A caixa filial d'es'e Iliaco funecionando tem
porariamente & roa do Commercio n. 38, saca,
vista ou a praso, contra os segumtes correspon-
dentes no estrangeir* :
Londres......... s/N. M. Rothscbil & Sons.
Estrada de ferro do Re-
cife Caruar
De ordem do Illm. Sr. director, faco pub i-"
que a datar de 24 do correte ficara rstabelecido
at a nnva estacao provisoria da Serra, no povo-
o Russinbns, o tiafvgo d-'sti estrada de ferro,
que por motivo de forca maior bavia s:d j sus en
ao, entre S. Joo dos Pombos e Cascavel.
At S. Joio dos Pombos o horario ser mesmo
anteriormente em vigo*. De Pombos Russinhas
ir btver trem as segundas, quartas e sextas-
fairas, partiodo o mesmo trem ao meio dia e re
grasando de Rassiobas a 1 hora da tarde.
Secretaria d iprolongamanto da estrada de ferro
do Rrcife ao 8. Francisco e estrada de fero do
ecif & Caruar, em 16 di Julho de 1887.
O secretario,
Manoel Juveacio de Saboia.
A junta de classificacao dos escravos do mu
Inicipio do Recife, para tal fim reunida no paco da
, Cmara Municipal, declara a quem interessar pos-
sa, que por nao terem tilo dados i matricula en-
cerrada no dia 30 de Marco prximo passado, con-
forme as informacd.8 quo Ihe foram ministradas,
deixaram de ser incluidos na presen.a classifica-
cao os escravos seguintes:
Luisa, de D. Aona Joaquina Carneiro de Albo-
querque Lacerdt.
Lucinda, de Zcferino da Silva Pinto.
Benedicta e Jos, de Mar Jolino Jos Pereira e suas
irmas D. Thr-resa Francisca da Trinlade Pe-
reira e D. Isabel Mara da Trindade Santos.
Sara, de D. Cesara Ribeiro de S Barreto.
Faustina e gueda, de D. Mara Alcntara di
Asevedo.
Delpbina e Manoel, de Caetano Pereira de Britto.
Chriap'm e Marjanna, da 0. Joanna Baptista de
Araujo Bastos.
;~^Sala da junta classificadora dos escravos do mu-
nicipio do Recife, no paco da Ctmara Municipal,
14 de Julho da 1887.
Subscrevo e assigno. Sala das sess's da lia-
mar Municipal, 14 de Jalh) de 1187. -O secre-
tario, Coriolano de Abreu.Dr. Prxedes Gomes
de Sonsa Pitanga.Muo<:l Jos Soares d'Avellar.
Dr. Manod Clementino d'Ove'ra Escorel.
Loj.\ Cap.-, Ca-
valleiros da Cruz
De ordem do Resp.-. Ir/. Ven/, sao convidados
todos os OObr/. desta Aug/. Off/, a compan-cc-
rem em sua sede para assistirem a sessao de ini-
ciaco e filiacVr, que tir lugar na prxima a-
gunda-feira 18 do corrente. s 6 i|2 horas da
tarde. Recife, 15 de Jnlho de 1887, E/. f.-.
Eduardo Qoncalves, 18/. Secre. .
iontclMo Papular Per
nambucano
De accordo com o art. 57 dos estatutos desta
sociedade. fica mrcalo o praso de 30 das, aos
socios em atraso, para psgarem suas mensalda-
des, sob pena de eliminacao, a qual ter 1 igar
em sessao do conseibo administrativo de 21 Je
Agosto prxima vindouro.
Secretaria da sociedade Monte Pi Popular Per-
nambucaao, 15 du Jolho de 1887.
O 1- secretario,
Benjamn A. Jos da Fonseca
Aug.
Pars..........
Hamburgo.......
Berlim..........
Bremente........
Fraukfurt 8/ Main
Antuerpia.......
Roma...........
Genova.........
aples.........
Milao e mais 340
cidades de Ita-
lia...........
Madrid..........
Barcelona.......
Cadix...........
Malaga.........
Tarragonp......
Valencia e outras
cidades da Hea
panba e ilbas
Canarias......
Lisboa.
Porto e mais el
dades de Por-?
...)
De Rothschild Frres.
Deutacbe Bank.
Banque d'Anvers.
Bans Genrale
agencias.
e suas
:|
lugal e ilbas.
Buenos-Ayres.... )
Montevideo......)
Nova York......
Banco Hypotecario de
Espaa e suas agen-
cias.
Banco de Portugal
suas agencias.
Engiis'i Bank of the Ri-
ver Pate, Limited.
G. Amsirk & C.
Compra saques sobre qualquer praca do impe-
rio e do estrangeiro.
Recebe dinbero em conta corrente de movi-
inento coin jun>s a iario de 2% to anno e por le-
tras a prazo a juros convenconados.
O gerente,
Wil.iam M. Webster
i
Lil'M
J
Capital do Banco....... l.OOO.OCO
Capital realiaado......... 500,000
Fundo de reserva....... 200,00?
A contar desta data o at ulterior reso-
luyao, oonceder-se-ha juros de dous por
cento ao anno, sobre ns salios de dinheiro
depositado em conta corrente de tnoviraen-
to no mesmo Banco.
Recebe-se tumbe n dinheiro em deposito
a juros por periodos determinados, ou su-
jeito ao aviso pivio de trinta das para ser
retirado, mediante as condic5as de que se
dar conhecimento aos interessados.
Pernamcuco, 23 de Maio de 1887.
Henry K, Oregory,
Gerente.
Compnhia do Beberbe
Previne-se aos subscriptores dr-s aeces da no-
va emisso que o prazo pura o pagamento da ter-
e-ira e ultima presraco de 40 % termina no da
6 do mez prximo vindouro, como foi previamente
annnnciado.
Recife, 11 de J ln de 1887.
Jos Eustaquio Ferreira Jacobina,
Dinctor treta rio.
Santa Casa de Misericordia do
Recife
Na secretaria da Santa Casa arrenda-se os se-
guintes predios :
Ra do Bom Jess n. 13, 3- audar.
dem dem n. 44, 1- andar e leja.
dem do Vigario Theoono u. 22, 1- andar.
dem idem n. 25, sobrado.
dem do Marques de Olinda n. 53, 3- andar.
dem do Apollo n. 24. 1- andar.
I de r. da Moda n. 4'.
Ipem idem n. 47.
dem idem n. 49.
dem idem n. 37.
dem da Liogeeta n. 14, 1- aodar.
Becco do AHreu n. 2, 2- andar.
Secretaria da Santa Casa de Misercordia do
Recife, 25 de Maio de 1887.
O escrivo iiitarino, ,
Francisco Gomes Castellao
COMPAHHIA DuiiliT
CONTRA I O -O
\ortl) Brilisii & Mercantile
CAPITAL
t:OOO.OOo de libras sterlinas
A O EN TES
V ti omson Howie &C.
SEGUROS
MARTIMOS CONTRA FOGO
Compnhia Pheutx Per-
nambncana
Ra do Commercio u. 8
QnpnCi sbws rHK
ie Lisboa
AGENTE
Miguel Jos Alves
N. 7-RA DO BOM JKSS-N 7
Seguro miiriilmoa e Icrrealrest
Nestes ltimos a nica compi.nbia nesta praca
qne conced- vos Srs. segurados i lempeo de paga-
mento de pn-mio em cada stimo anno, o que
equivale ao deoconto annual de cerca de 15 por
cento em favor dos segurados.
Compnhia de Seguros
martimos e terrestres
Estabelcida eni in.
CAPITAL 1,000:000,?
SINISTROS PAGOS
At SI de dezembiro de 884
Haritimos..... # .,11 (
Terrestres,.- 316:
44Ra do C oiflinrelo
(OMPANIA
MPERIAi
1EGUROS CONTB4 FOGO
EST: 1803
Edificios e mercadorias
Taxas baixa'
Prompo pagamento de prejuitos
CAPITAL
Rs- 16,000:000*000
Agentes
BROWNS & C.
N. 5Ra do CsmmsrcioN. i
SEGUROS
CONTRA FOGO
Fhe Liverpool & Loiidon k Globe
INSURANCE C0MPA\
Saiisrs Brot k G.
< OHIMMIII Dfi sEM'ROM
pela eompanhia.
No escriptorio se en-
eontraro sempre, as
amostras dos produc-
tos da fabrica vapor
do Taquury. tend sem-
pre venda: tijoh-s
massivos de al venara.
ditos para ladrilhos.
diversos formatos, te-
llias romanas, franco
zas, de cap< t > com a-
caixe, de crista; canos
e curvas de diversas
dimetros, ornatos va-
riados e fijlos fun-
dos de diversos forma-
tos.
Para viadas c en-
comendas. no escripto-
rio central.
ilRTMOS
COHI'A\III.t l'EBVll81Cl\t
DE
Savegacio Costelra oor Vapr
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maeu, Mostor, Am
caty, Cear, Aearahu e Camossim
> vapor Jaguaribe
Commandante Baptista
garem os passageiros com mal)
brevidade a Londres. (
Para carga, passagens, encommendas e din-
heiro a frete tracta ne com os
AGENTES
Wllson Kous A C, Limited
N. 14 RA DO COMMERCIO N 14
Vapores nacionaes
(NORTE E SUL)
luiJiuiM. Sais, Rio Gra-
de do Sol
0 vapor Arlindo
Kspera-ae ao dia
dia 17 lo cerrente
do Rio de Janeiro
e seguir depois
da demora do eos
turne para es por-
tes cima indicados.
Recebe carga, enccmmendtts e passageiros para
os mesmos portos : a tratar co%
PEREIRA. CARNEIRO & C.
N. 6RA DO COMMERCIO-N. 6
! andar
CHARfiElRS I;M\IS
ompnnhla Fraaceza de Marega-
cao a vapor
Linha quinzenal entre o H.^vre, Lia-
boa, Pernambuco, Baha, Rio de Janeiro e
Santos
0 nw villa de Pniico
CommanjBnte Chancerel
Espera-s dos oortoa do
sul at o dia 18 de Julho,
seguindo depois da indis-
pensavel demora para o Ha-
vre,
Conduz medico a bordo, de marcha rpida
e offerece exccllentes commodos e ptimo passa-
dio.
As passagens podero ser tomada* de antemao.
Recebe carga encommendas e paeeageiros para
is quaes tem excel lentes accommodacoes.
Par carga, passagens, encommendas e dinbeirt
a frete: trata se com o
AGENTE
0
Segu no dia 22 ne
Julbo, as 5 h;ir .-
da tarde. Recet
carga at o dia 21.
Encommendas passagens e dinheiros a frete at
as 3 horas da taide do dia da sabida.
ESCRIPTORIO
Cae* da Compnhia Pemambuennn
n. 12
OflPA\HIB DEN HGStSUK
RES nAHTEME
LINHA MENSAL
0 paquete Congo
Coraaiandante Lecointre
E' esperado dos portos de
sul at o dic 19 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Bordeaux
tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra-se aos senhores passageiros de todat
as classes que ha lugares reservados para (st
agencia, que podem tomar em qualquer teinpo.
QFax-se abatimonto de 15 /0 em favo^ das fa-
milias composta de 4 pessoas ao mehoa e que pa-
garem 4 paseugens inteiras.
Por excepciio os criados de familias que torna-
ren! bilbetes de proa, gosnra tambem d'este a bati-
mento.
Os vales postacs s se do at e dia 17 pagos
de contado.
->Jara carga, passagens, encumm'indaa dtnheir
* rfcte: tracta-se com o
AGENTE
iugnsle Labiiie
9 RA DO COMMERCIO 9_________
Cni|: t a lira. Ilelra de .\Taven
avoa Vapor
PORTOS DO SUL
Corrroanrl. nte Viel
E' esperado da Europa
at u dia 21 de Julho, se-
guindo Uepois da indispen-
' stivcl demora para a Ba-
i liia. Rio 'e Manto*.
Roga-se aos Srs. importadores de carga pilos
vapores desta linha,queiram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvarengu: -j-jal-
quer rcclamtcao concernente a volumes, qnd po-
vrntui u tenhara seguido para os portos do sul.afim
ie se poderem dar a tempo as previdencias neces-
iarias.
Expirado o referido prass a companhoa n se
- 'oponaabiliaa por extravos.
Para carga, pai sagena, encommendas e dinbeirt
a frete : trata se com o
AGENTE
Augusta Labilie
9 RA DO COMMERCIO-9
(Jimeri States & Brasil M- S. & G
0 paquete Finance
E' esperado dos portos do
sul at o dia 28 de Julho
depois da demora necessaria
seguir para
Haranho, Para. Barbados, a.
Thoinaz e Xew-York
Para carga, passagens,ene in nendas dinheiro
* frete, tracta-se com oj
AGENTES
0 vapor Aloca
spera-se de liv-PorN
News, at o dia 29 e Julho
o qual seguir aupjis da
demora necioaarii p i'
O vapor Camillo
Commandante Fraock Codditb
E' esperado dos tos do
norte at o dia 17 de Julho
e depois da demora indis-
' pensavel, seguir para os
pn-tns do sul.
Recebe tambem cirga para Ssntos, llanta Ca-
tharina, Pelotas, Porto Alegro e Rw Grande d)
Sul, frete modic .
Para carga, passgens, onconjmendus e valores
trata-ae na agencia
PRA^A DO CORPO SANTO N 9
: Baha, Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, e encommendas tracta
se com os .
AGENTES
Heurv Forster & C.
N 8 RA
jO COMMERCIO -N.
1.' anda/i
rara o Rio Grande do Sui
Segu com brevid.de para o porta cima, o
lugar nacional Marinio 7J : para o resto da car-
ea que Ibe falta, tratase com os consignatarios
Jos da Silva Loyo t Filho.




rit!n
i


v- r*T
____
6
Diario a rcrnaiiiimi-iiDomingo 17 CvnpMfefta Bahtana de mTega
a Vapr
Maoei, Villa Nova, Penado, Aracajn,
Estancia Bahia
O vapor Guahy
Comm andante Martina
' esperado dos oorcor aci
ma at o dia 20 de Julho,
' e regressar para o* mes-
mos, depois turne.
Para carga, pasHagvs.onconitnendssedinhei-
ro a frete, trata-se na
AGENCIA
7tiua do Vigario 7
Domingos Alves Malheus
LElLf
Le'Iao
De 40 caixas com superiores queijos noves fla-
ineogos, e 28 queijos pratos, chegados pelo ultimo
v*pr.
Segunda-teira 16 do corrente
AO MEIO DIA
No armazem do Sr. Annes defronte da Alfandega
O AGENTE GUSMAO far leiiao por conta e
risco de quem pertenter d js queijos cima men-
cionados, os quaes serio vendidos em lotes a von-
tade dos compradores.
Importante leilo
Do sobrado de dous andares ra do Du
que de Casias n. 90, antiga ra do
Queimado, em solo proprio e bem loca-
lisado
lercafeira 19 do crrante
A'S 11 HORAS
Ra do Imperador n. 30
O agente Stepple, por mandado e assistencia
de Exm. Sr. Dr. juis de direito da provedoria de
eapellas e residuos, a reqnerimento do inventa-
rame dos bens deixndos p-la finada Bita Emilia
Rodrigues de Almeida, levar a leilo metade do
dito sobrado cima, e na mescoa occasio vender
a outra metade de accordo com o outro herdeiro,
sendo a venda purtanto do sobrado todo.
Cs Srs. pretendentes podero desde ji exami-
nar o dito predio, e para qualquer eaclareciniento
o mesmo agente dar. _____________________
Leilo
De uoaa esple-dido a granda colleccjlo do
cretoe (cerca, de 1,200 pein) de toda a,i
qualidades, e urna iufinidade de peis du
roseiras.
Quinta teira, 21 do corrente
A's t horas
Na roa da Palma n.
O ligante Martina autonsado Jpelo Ka FilomeD<>
Jos de Soasa, tara leilo do importante collecc-o
de cretas e roaeira de seu jardim ra da Palmi
"' w'ao correr do martello
Para aeabar
AVISOS DIVERSOS
Eugeilit (iulanily
Arren1a-se por cinco anuos o eugenbo cima,
astaao na camarn do B >nito, a ote e corrente,
com toda* aa suaa pertenoaa, pide safr^jar para
miade IfiO pies, distu da eataco deCa'eade
1'gMeoFit; a tratar na ra o Imperadar n.
61, g- aadar,__________________________________
Ao conmiercio
Os abaixo aeaignados participan ao commercio
que nesta dala compran-m o estabelecimento de
mo.had.is de Carneiro S ('., sito ra do Conde da
Boa Vista a. 19.
Recite, 4 da Julho de 1887.
Jeronymo C.
Leilo
De mobilia, piano, guarda-vestidos, guarda
loucae, ixeias elsticas, ap aradores, latas com
fcjl-chinhas, latas com fumo, latas com ervilhas,
garrafas com cognac, vinhos, quadros, jarros,
miudezas e amitos u!rcs artigos.
Terea-felra, 19 do corrente
A'n 11 horas
No armazeni da ra do Mrquez de Olin-
da n 19
Por intervenc3o do agente
(iiismAo
Leiiao
Aluga-se casas a 84U00 no beeco doe Coe
hos, junto de d. Goncallo : a tratar na ra di
Imperatris n. 56._____________________________
__ Compra-se aas iasmediacoes da igr<-ja du
Solad-de, ana essa terrea ; a tratar nesta ty -
pographia._______________________________
A luga- se a leja da rave.g* do Livrameuto
n. 10 e a casa da ra do Bartholomeu n. 58, na
ra do Pilar a. 125._______________________
Precisa se de urna cobinheiri ; na estaba j
da Jaqueira, sitio do !> Va eme.
O Sr. Joo -aplala Ferrelra
Pede-ae ao Sr. Joo Baptista Perreira que ve
nha pagar a sua h-potbeea, assim como entregar
0 que em confianca se Ihe eutrig>u, e cumprir >
que prometteu ao jDr. Fulano, isto mais de
anno. "_________________
Preeisa-se de dous criado* e de nasa mi
para servico de urna peatn, e vende-se tres ve-
nesiaaas quasi novas; na ru do Imperador a.
31, 2- dar._________________________________
Preciaa-ae de usaa boa tosiuheira ; na raa
da Aurora n. 81, 1- andar.___________________
__ Aluga-se por 84000 mensaee metade da
casa n. 99 raa do Vbconde de Uoyanna, antiga
do Cotovello ; assim como vende se um par de
consolea e un marquesa, tuclo em boca estado e
por preeo razoavel : quem pretender dirija-se
mesma que achara com qu<-m tratar. _
= Precisa-se de urna cosiubeira e de um ieitor ;
no sitio do Dr. Valeaca, prximo da eataco da |
Jaqueira, na estrada de Ap'pncos._______________j
__Aluga-se o sobrado sito estrada de Joo
de Barros n. 27, con cernodoe para grande f -
milia, tem agua egu encanados; a tratar na
1 ja do annel de osro, ra do Cabng.___________
= Vende-se as principaes livrarias desta ci-
dde methodoa jara plantar cosa rantsgfl caca j,
caf e fumo de Havana, e frm do benenciainento
para exportaco, por Juio Fernandes Lopes
Preeo-H 00.
,V'/ j

Vademcum a Homceupathlro
Metbodo eoneise, ciara e seguro de ebrar
bonceopatbicamente todas as m> lestius que I
iilHigem a especie humana, particularmente ^
aquellas que rrinam iu> Biaail pelo
dr. sabino o. l. finho
5.' ediccao
coDsideravelmente augmentada e annotada.
Vende-se nicamente fin Pernamboco.
PHARMACIA HOMCEOPATHICA
Pelo Dr. J. Sabin L. Pinto
DR. IftlXO
43BA DO BARAO DA VICTORIA

Ao commercio
Os abaixo assignsdos participara no commercio
que uesta data venderam nos Srs. Jeronymo&C,
seu estabelecimento de molhados a retalbo, sito
ra do Conde da Boa Vista n.79, que gyrava sob
a firma de Caneiro & C, livres e desembarado de
qualquer onus
Recife, 4 de Julho de 1887.
Cmaro & C.
5C
rs
o %
4*
&
f.
9
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar e lavar,
^refere-ee que durma em cssa ; no 3 andar da
typogrsphla de Diario.
Ama
Precisa-se de urna ama para todo servico de
casa de pouca familia ; na roa V;lha n. 95.
Ama
Precisa-se de urna para todos es scrvicos de ca-
sa de familia ; a tratar na ra du Bario da Vic-
toria n. 7, 2- andar.
Ama
Precisa so de nma ama para eoeibar na ; ra
do Mrquez de O.inda n. 50.
Ama
Precisi-se de urna ama para o servido de pe
quena familia ; na ra do Hospicio n. 27.
Ama
(irurglcs dentistas
Frederico Vlaia e Patricio Mo-ira, tendo s
associado ao mesmo consultorio, ra Duque da
Cxxias n. 60 A, podm ser procurados as horas dt
costume.
Cosiiihcira escrava
Precisa-se di um cosinhiro eseravo, para una
caaa de peqni na familia ; a tratar no caes da
Companbia n. 2, escriptono.
0 Remedio do Dr. Ayer
O.NTIV SKZES.
1".' r.. tal, o.
i
tos, l conio ra to para
OS di -
vem
|
lo e motiva as iliff :
. i.i:. por Terciaras e
Quati-enarias, Internas, de Fri,
Malignas, Intermitientes, Remit-
tentes, Biliosas, e Tjrphoid.3.
; Ayi:u w utralisa o
unatlco i expele-o do avatema.
rinu n 'mi'p e iii'i_s_ivo, e
lado as dircccocs.
DE. J. C. AYER e CA
I^owcll, Mass., K. U. A.
A i enda aas priucjoacs pharmaciaa e
Aluga se barato
lua Visaonde de Itaparica n. 4>, armazem.
gas.
Raa Coronel Suacsuna n. 141, quarto.
Ra de Santo Amsro n. 14, loja
Ra do Rosario n. 39
Rus do Calaboueo n. 4, loja.
Trata-se na ra do Commercio n. 5, 1* andar
eriptoro de Silva iuiaiirVs A. C.
Precisa se de um criado eseravo, para ama caaa
de pequea familia ; a tratar no caes da Compa-
nhia n. 2, escriptorio.
Penden loase ou -oiTrel* d pello 4);
Usai o melhor remedio, que o PITORAL DE
CAMBARA', e veris cohkj voj soffrimento des-
apparece. Vende-se na drogara dos nicos agen-
tes e depositarios geraes na pn vincia, Francisca
Manoel da Silva d( C A ra do Marques de Olinda
n 23.
Trica-sc
-: p
Um sitio e*n Be erbe, por urna bareaca : a tra-
tar no trapiebe VIANnA, Forte do Mattc
CONTRA
1 5 filir^
g & VI -J* /-**s
c~>
de bans movis, espelhos grandes ovaes e qna-
drados, lindos quadros com finas gravuras a oleo,
ricos jarros e vasos para florts, de cryatal e por-
oellaua, candelabros e serpentinas de electro pate.,
objectos de brese, talhres, um bilbar com aeus
pertencese bancos para jardim.
CONSTAN -JO D:
ala de jaalar
Um bilbar com todos os seos porten..*, 1 mobi-
lia de Jacaranda em 1 safa, 2 consol* com pe-
dras, 2 cadeiras de braeos e 12 de gaarnieao, 2
consolos avulsos, 2 espelhos grandes com moldura
de j caranda, 2 cadeiras de bakaneo, 4 jarros de
alabastro, 2 venesianas para portas, jarros para
fores, quadros dourados e I piano de Weidons-
lanfer.
Sala de Jant .r
Um aparador grande, 1 guarda-louca, 2 etagers,
1 mesa elstica com G taboas, 24 cadeiras de guar
icio, 1 relogio de parede, 1 guarda comida gran-
de, jarros para ceniro de mesa, garrafas, copos,
porta-licores e galhet.iros de phaiitasia.
Sala de ilta
Urna mobilia de faia envernisada a cera, cons-
tando de 1 sof, 1 eouwtaleira, 2 poltronas, l
cadeiras de guarnicao e 2 duukerques com tampos
de pedra e espe h s ao encasto ao alta (nadeira
fusca), 2 espelhos dourados grandes e ovaes, 2 di -
tos grandes para canslos, lindos quadros a oleo
eom finas gruvnras, jai ros e vasos de crystal e
porcelana para flores, candelabros e serpentinas,
guras de Biscuits, esearradeiras graades e ob-
jaetoe de bronze.
Urna mobilia de junco, obra da gusto, 1 aiaa
forte de Otto Bors, 1 estante pira mneiea, eoreitei
de mesa e 1 asesa de joga.
ala de delraa
Mma mobilia de mogoo com 1 sof, 1 jardinerrn,
2 consol-:. 4 cadt-iras de braco e t de gu-rin-
teo, 1 candelabro, jarros de pedra, ditos de erys-
al e porcelana, tscarradtiras.
oitjecitiK fe electro-piale
Salvas, bandejas, porta-gelo, bales, jarros chi-
nezes, pratos para parede, candelabros, casticaes,
facas, garfos, colheres, 1 porta-garrafas, galhetei-
ros e muitos outros artigos.
aarlM
Camas francesas, guaran riupa, guarda-vesti-
dos, toilets, lavatorios, commudas grandes, 2 mar-
qatos, 1 sof, 1 mesa redonda, 1 cama de mog-
no e 1 bereo.
Objeeloa aislo*i
Tres venes:ans de caixu, 2 bancos americanos
para jardim, 4 ditos grandes coos pea de ferro e
sssentos de madeira e 2 ditos menores.
Quarta feira, o de Julho
Ho sobrado da ra du Barao de S. Borja
d. 55 '
Antonio Gon^aves de Azevedo, em visgem pa-
ra a Europa, com sua familia, faz leilo por inter-
vencio do agente PINTO, dos movis e mais ob-
jectos cima mencinalos, existentes na casa de
sua residencia ra do Baro do S. Bora n. 55.
Os referidos movis e mais objectos sao todos
ovos e de gosto, por terem vindo ltimamente da
Europa.
A's 10 horas e 5 minutos partir o bond que
dar passagem gratis aos concurrentes ao leilo,
o qual principiara !\s 10 1/2 horas em ponto.
Edj coiliniiiirilo
Veader o mesmo r. gen te. urna vaeca de rs$a
touriD e um cavallo de sella.
l_eilo
De movis, 1 piano forte, espelhos, qua-
dros, loabas e vidros
Stndo : 1 piano forte, 1 cadeira para piano, 1
mobilia de junco com cadeiras de bataneo e con-
soles de pedra, 1 bonito espelho oval, 7 quadros
leotjrapbias representando um, a liba se teman-
do de Noronha, 4 ala rs, 2 bustos, 3 pares de
jarros, 1 pir de lanternas com pingentes, 3 lancas
para cortinados, 2 esearradeiras finas de porcela-
na, 3 ditas de metal, diversas msicas, 1 cama
francesa com cortinados, 1 lavatorio de amarello
com gaarnicSo du porclana, 1 guarda roupa de
amarello pequeo, 1 cabide de columna, 1 mei ac-
moda, 1 espelho, 8 pares de cortinadJipara portas
e 7 pannos de crochet.
Urna mesa elstica de amarello de 5 taboas, 1
guarda louc>, 2 apara ores de columna, 12 cadei-
ras de junco, 1 sof de dito, 1 dito de amarello, 1
reiogis de parede, 1 commoda pequea, 1 banqui-
ahs, 1 cama de ferro, 1 dita para enanca, 1 lava-
torie de ferro e baca, 1 tap-te para sof, 2 cabl-
ees de parede, 1 banca de amarello para escrip
torio, 1 baca grande para bauho, lou^a de jantar.
dita psrrfalm. c >, 1 aparelbo de metal para cha,
ETatas, comDoteiras, eab.des. clices, copos, ta-
res e outros muitos uwveis.
Quartafeira 20 do corrente
AS 11 HORAS
No 2a andar do sobrado a. 9 da Praca do
Conde d'Eu
O agente Martina autonsado por nma familia
que se retirou para o interior da proviaei, fura
leilo das movis, pianos e mais objectos existen-
tes em dito sobrado, c s qunes serio vendidos aoJ
correr do martello. J
_. Bronohlt_,
, _TitaoBe do Paito, o XAROPEoaPASTApeitoral
<_t__T_deD___IREKlER5So Sm Ogio. Storphkna nem Cuna dt-oe stm reoeio ii
cr-mp kra4m Tosae ou Coqueluche.
TAU1%
Virtfttmr. 8, PAKI
B KM TODAS AB PHAHMACIAS
XM> UI7WDO.
PHABMArTfA E DROGAN.
DE
Miguel L. R. da Fospcj
."iS-Prsi'a do Connoercto-SS
PESQUEIRA
N'este estabeleci-
mento encontrar o
publico em ge ral, um
completo sortimento
d? medicamentos, dro-
gas, productos chi-
micos, especialidades
pharmaceuticas nacio-
naes e estrangeiras,
leos, vernizes, tintas
de todas as cores, pin-
ceis e 'mais artigos
para pintura.
O proprietario des-
ta importante pharma-
cia responsabilisa-se
pela boa qualidade
dos medicamentos e
drogas de que est
provida, e bem assim
pela presteza e asseio
com que serao aviadas
as receitas dos Illms.
Srs. Drs. mdicos que
precisaren! de seus
servidos pharmaceuti-
cos n'esta cidade.
PREQOi C0MM0D0S ,
35--Praca M Coinmerco35
<%
r* -_j
Dr. Jas Joaqolm Tavares
Belforl
O cjrpo acadmico manda resar missas por
alma de seu sempre prauteadto mestre e amigo, o
Dr. Jos Joaquina Tav.irea Belfof t, no dia 18 do
correute, s 8 horas da niunha, na matriz da Boa-
vista, oitavo dia de seu fallecimento, e para este
acto convida a familia, a congregacao dos lentes,
amicros. collegas p discpulos do finad >.
t
Antonio Marcr~r ale llollamia
Cavalranle
Jos de Barros Lius Wanderley e sua familia,
convidam aos parent-s e amigos do coronel An-
tonio Marques de Hullsuda Cavalcante, para as-
sistirem a urna mies que mandan resar'no trig-
simo dia de seu passamonto, na matriz da cidade
da Eseada, no dia 19 do corrente, s 8 horas da
maahf'
Antonio lo* Eatevea (.ulma
rftea
Caetana Maria da Ora^a Ghiimaraes e s< us fi-
Ihos, Martinho Jos Estevas Guinaraes e Maria
da Pas, agradeceui uiuito corailuiente todas as
pessoas que acompanhsram sua ultima mora Ja
cs restos mortavs de seu extremoso filho e irme,
Antonio Jos Eeteves Guimares ; e de novo ro-
gam aos seu1 par- ntes e amigos o cardoso obse-
quio de assistir as missas que pelo repouso eterno
do finado, mandam celebrar na igreja Espirito
Santo, no dia 18 do corrente, stimo dia do sen
pase amento, pelas 7 1/2 horas ; pelo que antee i-
parn 'US Hcrad-'rimnt.us.
Preeisa-se de urna ama que taiba cosinhar e
engommar ; na ra do Bango! n. 44, 2' andar.
Vina de leite
Prccisa-se de urna ama de Uite ; a tratar na
travessa da Manguoira n. 1.
Aluga-se
AMA
Precisa-so lo urna ama para lavar e en-
gommar em easa de farali. : na ra do
Riachiulo n. 13 se dir.
Ansia Hara de A
1* annivrrsario
Manoel Lopes de S convida a todos cs seu i
parentes e amigos para assistirem as missas. que
por alma de sua presad* mai, alinda celebrar no
dia 19 da corrente, na igreja da Madie de L)eus,
s 7 h ras da manba, 1 anniveisirio de seu pas
ssmrnro ; antectpaodo os seus agradecimentos ii
todan as pessoas que assistirem a este acto de re-
t iSo e chridade.
relia-tina liarla dea Santos
Ponsera
Manccl Venancio Alves da Fonseca, Frsncisco
Valeriano Alves da Fouseea e Luciaa Orsmida
Alves da Fonseca, esposo e filaos, agradecen) do
intimo d'alma todos cs parentes e amigos que
se dignaran) fecorapanhar a ultima inorada os re-
tos mortaes de sua sempre *ranti'ada espoia e
mii, Felismina Maria dos Santos Fonseca ; e de
novo os convidam a aisk-tirein as missas que
miudsm celebrar na matriz de S. Jos, pelas 7
horas da manba de 18 do corrente, stimo dia do
st'U rassao ente
i-
Joan Alvea Pacheco
Antonio Alves Pacheco, por si e em aome de
seu pai, agradecen) aos amigos que se digoaram
acompanbar ao ceaiiterio os restos mortaes de seu
irmo e filho, Joo Alves Pacheco c os convidam
de novo assim como s mais pessoas do conho-i-
inenio do finado a assistir as missas que por sua
almamandnm celebrar na matriz da Boa-Vista
se^unda-feira 18 4o correte s 7 1|2 horas da
manba, pelo que desde J se c. nfessam gratos.
Coronel Antonio Marquen de
Hollanda avalraaie
Um amigo do finado Antonio Marques de Hol-
landa Cavalcante, grato sua memoria, manda
resar ama missa por u'ni.i do IIu tre finado, ter-
ca-feira 19 do corrente, ils 8 1,2 boraa da manhS,
na matriz da cidade da Eseada ; para este acto
de caridade e rcligio, convida a seus filaos, ps-
rentes e amigos.
Pomada Anti-Ophtalmica
daViuvA FARNIER
E-U POMADA, 001 :? anno <
' a-Iouiriu p i^ni canwrrado o piimiro l-igar n Ti
sr. viriinlo .i- mu relalono da KacoU -U* IW_
l^ari-. I"i aotoniada a venda por mu Decreto
pedal <-m 1807.
T": 11 norato deexpem "<* rontinoadoiOnv \
. BMtMBO .ira A OPJVr.ttf.Jfff t 1'llllLE.U.i
'i;*s, >j/tfsalJ JT0braifl*.a < Jfll-. O sen I
bom xito nfaUivci n^s Ophtt
Dere-se exigir
a A$tignatra
em frente *
Deposite gral em THIVIBRS'Cf rdogne), Franca,
em caa de TH!trX.!X*. __
tm Pirnembueo: Fran H. da Silva A O*
---1ClPA.MPHARWACI._a
a 400 rs. a arroba
Cbegcn a primeira rameasa do precioso fsrello
de careco de algodSo, o mais barato de todos os
alimentos para aniuiaes de ra;a cavallar, vaezum
juio,'. ate. O careco de algodao depois de ex-
trahida a casca e todo o oleo-, o mais rico ali-
mento que se pode dar aos animaes para os forta-
lecer e engordar com admiravel rapidez.
Nos Estados-Unidos da America do Norte e na
Inglaterra elle empregado (com o mais felis re-
soltado) de preferencia ao miiho e outros farelbs
que sao mui'o mais caro e nao sao de tanta sus-
tancia.
A tratar no Recife Largo do Cor
po Sanio, 1 andar
Emulso de kepler
Preparado de Bnrongh<>, Well-
c>iue &. C.
CHttBOO DI LONDKES
Azeite puro e fresco de figado de bacalbo da
Nosega m seracao eom o Extracto de Malta de
Kepler. g
Esta a ais parfeita Emulado at boje coshe-
cida.
Foi introdusida na pratica medica a alguns
annos e daade cutio o seu consumo tem tomado
um incremento to extraordinario que nSo ha um
s dia em que seja receitada pelos mais abalisa
dos m< dicos do mundo, com preferencix sobre
todas as demais preparacoes de ig al natureza, pela
certeza de sua tolerancia no estomago nao s das
creancae como dos adultos, rebeldes muitas veces
ao oleo de bacalhio e a muitas emuUoes mal pre-
paradas.
Assim, pois, a nosia Emulso se recommenda
com preferencia pira o trtame )to da tsica em
todas es BURS multiplicadas maiirestar*' e em
todas sfiecfoes dos orgaos respiratjrios, couu bron
chites, raquitism enfermidades escrofulosas, tu-
mores braucos. piocedimento supurativo e na den-
t?ao das ereancas, na cax. xia syphilitica, na
perda do appetitte e debilidade dos orgaos diges-
tivos e em geral em todos os casos em que se fas
preciso o levantamento na nutricno.
nico depoMllo
34 Ra Larga do Rosario34
Pharmacia
BARTHOLOMEU o grande sitio Tataruna, no Salgadinhc, com bas-
tantes trras para plantad-oes e mui'v s arvoredos :
Soem pretender dirija-se fabrica Apollo, ra do
[ospicio.
Aluga-se
na ra vi iba de Santa Rita, sobrade n. 14, as se-
guintes casas :
Urna na ra de Lemas Valentinas n. 40, com
bons commodos, quintal e cacimba.
Urna na ra da Amizade n. 32 (Capunga), nom
qnintal, c urna pequea na travesea da Fundicao
a. 4 (Fra de Ponas) ; a tratar das 8 hor: s da
minh ao meio dia, ou das 4 s 6 da tarde.
Ao commercio
Retirando-me para a intenor da provincia por
motivo de molestia, declaro que deixo come meus
procuradores a meu pai o Sr. \U xuudre Amerito
de Caldas Brando ; a meu sogro o Sr. Mtnoel do
Carmo Rodrigues Esteves, e a meu irm.io o 8r.
Julio A. do Caldas Braudao, na ordem em que
esto colicuados. Recifo. 14 de Julho de 1887.
Demetrio Brandao.
Xarope de cambar goaco e bal-
same de Toli
n-paiado pelo pharmaeeutico Jobo Franciseo
Bittencourt
E' um poderoso preparado para todas as affec-
{es dos orgaos respiatorios, como catarrho pul-
monar, astbtna, coqueluche, bronchite, pneumo-
na, tisiea, etc., efe.
Cada frasco l'OOU
Deposito na Pharmacia Central, raa do Impera-
dor n. 38. Pernambueo.
Colarinhos e piuilios de
selluloide
Carlos Linden recebeu pelo ultimo vapor, e
vende baratiesimo ; na raa do Baro da Victoria
numero 48.
Pliar acia ceatral
Ra dolsnpeados o. 38
Jos Francisco Bitteucourt, antigo pharmaeeu-
tico da pbarmaeia franceza ra do Baro da
Victoria u. 25, avisa a seus amigos e fregueses,
que se acha na pbarmaeia cima, onde espera
continuar a merecer a confianca que felizmente
depositarais em seus trabalh-a protessionaes.
SemeBtes k carrapato
Compra-se grandes c pequen s quuutidades !
oa drogara de Fn neisco M. da Silva (se, C, roa
do Mrquez de Olinla u. 2\\.
Cnado
Precisa-te de um ra de Pay5f.nd n.
(Passgem da Magdalena).
SAUNDERS BROTHERS & C, largo do Car-
po Santo n. 11, teem para vender :
Cervija preta e branca, de M. B. Forater &
Sons.
Dita nib mi, I'il-n Be*r.
Viubo Shury. Amenfil!ado.
Dito Bordeaux, B*. Jaliea.
Whitky, Thiste L eud Scotck W'isky**
DltO uno *
Presuntos de Adamson.
Mai7( na de Brcwus & C.
Phosphbros, Amesiosto Safe'y Matches.
Tintas em mas>s, branca de zinco, di! chumbo,
preta e verde.
Zarco.
Plvora da muito conhecida e acreditada marca
EB.
SEM0L1AA
De firons k C, de dlasgow
Este artigo, preparado por um novo procesas
de trigo da melhor qualidade, possue cs elemen-
tos necessarios para nutn^o de ensacas e doen-
tes, c muito se recommenda por ter !e fcil di-
gesto e gosto muito agr Javei ; Uu>b m pjde-se
fazer urna excellcnte papa, misturado cm partea
iguaes com a maizeoa dos mismos fabricantes,
addicioni.ndc-se-lhe algum leite. nicos agentes
nesta orafa, Saunders Brothers & C, largo da
Corpo Santo n 11, primeiio andar.
Tinta preta
IN ALTERAVEL
i
COMHI MCATIV* \
Um liana
PARA TINGIRA
barba e os cabelles
Esta tintura tinge a barba e os cabellos ins-
tantneamente, daudo-lhes urna bonita cor
e natural, inofensivo o seu uso simples e
rpido.
Vendc-se na BOTICA FRANCEZA E DRO-
GARA de Rouqueyrol Freres, successoreu de A.
CAORS, ra do Bom-Jesus (antiga da Crut
n. 2?
PILLAS do Dr CUONl^fl
* jOMMfr* de ramo i *TRIKrA SMNOBU bom xitoMdnaS _a
e_ ltot m mrmmnt prtcUri pmrj a -jnt -wl U h
! i proprMdado Miau tutmltomi,
o sosvasTO a vmwaua* Q-rsm'A
liivdloimtDV __. vitro o_t_
Mm 4 iUos-aja Oh/wosa tMm*
ares de apoai/ti
CaasifS rmp-ihrr-'n- rrfr fe Sanos''
a* MpssNs IsmI : 9, m di OTarili-Saiit.rratn. riB
_i Mraaaksfeo: f_M- H. da *A A
mr _a^_sTS '^J.vSi5v*r> *>
Peitoral de m\v\ (5)
Descoberta e preparayao de Alvares de S.
Soares, de Pelotus
Approvado pela Exma Junta Central de Hygie-
ne Publica,auctorieade pelo gnvemo imperial, pre-
miado cun as medolbas de curo da Academia Ma
cu,nal de Taris e Exposico Brasileira Allem de
1881, e rodeado de valiosos attestados mdicos e
de muitos outns do pessoas curadas de: tos es
simples, bronchites, aathma, rouquidda, tsica-puK-
ooar, coq ueluche, escarros de saugue, ele.
Procos as agencias : Freses 2500, meia
dusia 134000 c dusia 24*000.
Precoa as aub-agencias :Pra ico 24800, meia
dusia 154000 e dusit 284OO0.
Agentes e depositarios geraes nesta provincia
FRANCISCO MANOEL DA SILVA & C,
ra Marques de Olinda n. 92
r PHARMACIA CENTRA L
S 38 Ra do Imperador 38
Pernambueo

Alimentadlo racional
as MES. CHIANCAS, AMAS COirVALESCEMTBB
Por uso d I'UHHPHA TIXA Ftt I ii-res.
PARIZ, 6, Avenue Victoria, 6, PAR1Z.
dspositaras un Pernaiibuco FrfAN M. da SILVA t C?^
Serve para escripturacao mercantil e d tres oa
quatre copias de urna vrz
Fabrico de assucar
Apparelhoo econmicos para o cozimen-
te e cura. Proprio para engenbo peque-
os, sendo madlc* em preeo e el-
fectlvo em o pe rueo
i'ode se ajuntar aos eDgenbos existentes
do svstema velbo, melborando muito a
quadado do assucar e augmentando a
quantidade.
OPERAgO MUITO SIMPLES
Uzinas grandes oa eagenhos ct atraes,
ma;hinsmo apirfcijoado, systema moder-
no. Plantas completas ou machinisma
separado.
EspecificasSes e informajSes eom
Browas C
5-RUA DO COMMERCIO-5
Aviso
Emilio Hillion, Engenbeiro Mecnico, cngarrl-
ga-se de montar novoe apparelbcs, dos melhores
fabricantes franceses, e cs mais apperfeieoados,
pelas condicois e preces seguintes :
O aseocar ser fabricado pelo systema Bro
cheton e Billion igual ao da Urina Pinto.
Oarante-seno mnimo 9 /<> de asencar eris-
tallisado de todos ts jactes, e 10 / c de repressao, aogmentando os prt-cos abaixo de-
clarados.
O- trabalbo des apparelbcs ter prr 24 ho-
ras, se aproveitaro os edificios existentes, com
pequf as reformas ; os proprietarks darao todo
material, como : tijolos, cemento, cal, areii, ma-
deira, etc. ficando por conta do empreitorio todo
mais trabalbo.
Preeo dan Uainsut
Peitoral de cambar
Agentes e depositarios gerses m sta provincia
FRANCISCO M. DA SILVA & C.
No srmazem de drogas roa do Mrquez de
Olinda n. 23.
Precos: Frasco 2580, 1/2 dusia
____________13|000 e duzia 244000
Semeiues e cmapato
Compra-se na fabrica Apollo ra do Hospicio
numero 79.
~LET~MTOAL~
(Selra)
DE
ALVELOZ
CONSERVADO LIQUIDO 8EM ALTKKAR-8K
O ALVELOZ, planta da familia das ruphorbfa-
crss, que habita os nossos sertocs, boje reconbe-
cida cusi um verdadeiro especifico para destruir
as ppitheliomas u eanerrides, facilitando a reno-
vado dos tecides atacados, e trazando afiaal urna
cura canaleta, sen oafro tratnmento que a appli-
cagao tpica de suasoiva (vulgarmente* leite) como
caustico.
Sao numerosos os casos de cura, alguns dos
3uaes j levados ao cenhecimento do publico, rm
iversas publieacoes, pelos Ilustrado clnicos
desta capital o no esirangeiro, os Srs. Drs. Alci-
biades Velloso e Bandera, e ptimos resultados,
tambern foiamobtidos as fen'das e as ulceras
chronicaa de carcter fyphilitJc-is.
DEPOSITO GERAL
Pharmacia e Dro^aria lomeo S C. Snccessores
34, Raa Larga do Rosario Pernnmbuoo
r.
u
M
_
a3
3 a
-?
i i,

II
100 tonnel.
125
150 .
20
f
9.000 k.
11 250 .
13.500
18000 .
28
i!
110
140
168
225
cae.

H0:000400t
190:0004000
15U:OOU400
JCO.U04000
Vende-se
o sobredo de um andar na ma da Lurangeiran.
26, freguezia de Santa Anteoio ; a tratar aa ral
do Hospicio n. 23.
53 Para qualquer explcalas, dirigirse na
Aripib t-u Usina Bosque.
Sitio na Magdalena
Veade-ee ou aluga-se urna casa e sitio na Mag-
dalena, juato do largo do viveiro ; a tratar na
Livrara Econmica, i ra Primeiro de ilaraa
numero 2.
0 viubo Mourisca
4rarfa*-l nttliria
Este delicioso e tao aprecia-el vicho de mesa,
acaba de ebegar pelo SuUy e acba-sr a venda n
estabelecimento de Justo Teixeira & C. Successo-
res, ra da Peubn ]d. 8 umeos poasuk'ores.
Mudanza de escriplero de advo-
gado
O soregado Lab Lopes Castello Braneo madoa
seu escripu rio para 3 1 SDdar, segunda sala, do
sobrado n 2 da ra estreits do Kosario, -oda
pode ser pTocuTsd s horas do costume, das t Iff
em diente.
Egwnwadeira
Ha rna las Calcadas n. 64, lsva-se e engo*.
mase aom muita perfeicao e proco comniedo.
V



H

IMario de PernainliucoDominga 17 de Julbo de SS7
M
liUIlIH
bMH
iHM
Belleza Hygiena Saude
ULTIMA (WIDADE PRECARAO* CONFORME OS PROCESSOS SCIEMIFICOS "> MAli APESFEKJ0A008
*v + V & ******
_> j& dT .J^-%*v t? T *v SUPERIORES
PJFjf

1 A*v
>>!
,*
AJON, Perfumista, 62, B de Strasbourg, PAR8
tfKltartM a fitmtmbuoo : FIA*- M. MTA*ff* B Was principaks Casas dk pkhpumaRi
flatTs
Lotera da Provincia
A extracto da 7.a lotera cm beneficio da
matriz da Boa Vista do Rrcife, ser no dia 18
do andante no onsistorio da Rreja de Nossa
8.da ionceyo dos Militares, onde se achara
o expostas as urnas e as espheras arrumadas
en? ordeni numrica apreciado do publico
VENDAS
Aproveitem
E' p^ra acabar os a tigos
$fB ilHA DE BOMBA
i 4U9 CHETRIEn
*Mct>tUo Kl, AleatrSo.
owtfco baltmm/aj, o qu* mu/to
0 OLEO df FIGAM
K MCtlAO FE8MJCINOS0
mtlf prtptncia qm permito
atmip'ttrir o Ferro sem pro-
4-iir P.-sio 4a Teatra, *
iBCommjdo
DIMSin (trl P1US
11, rustrs* -lnartK, 11
BRANCO. LOIRO
FERRUGINOSO
<*S
//ElffllER.'
, .. de l* ^>*V>*^
DIPLOMA BE BOWkM
E1CTITAOO POR TOiil Al
OelebridadM H*die*|l
DA rRAHQA IDA CUBOfA
MOUSTUirOO PEITO,
AFFECCOES ESCROFULOSA
CHLOROSIS,
ANEMIA, OEBILIOADE,
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MONCHITES. RACHITISM
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LICENCIADOS BBLA INSPBCTOIIA 1>B HYOIENK DO IMPEBIQ DO BBAEn.
PHARMACIA PIMO
seguales:
Madapoln americaae de eoato de 124 Pc,
com uia peqneao toque de mofo h 5*50 i e 6*000.
Dito Bi. Viu de 7J por 5*000.
Aidaosinho marca T com pequeo toque de
a varia por 5*1100 > peftt.
FaaioVa braoo s, largo, de costo de 600 600
rea a 240 e 320 ris o eovado.
Ricos cortea de cambraia bordada, branco* e
de cores a 4*600 e 6*000.
Sur de liobo, nnvidades, com um metro de lar-
gara de preco de 806 a 820 ris.
Cretone americano e percaiiaa a 240 ris.
Casimiras ftlpou para vestidos de aenhoras de
500 a 240 ris.
Toalhas alenchoadaa e felpuda* de 4* e 5* a
2*200 e 3*500.
Artnurea de qoadroa, de 600 ra. a 860 ris.
Meias ingieras aem costuras, para senhora, de
12* a 6 TOO:).
Z-iphiros de qnadro* a 120, 140 e 240 reta.
Camisa* ingteaa* par homeus, de 60*, a 36*.
Setim de todas aa corea a 1*000 e 1*200.
mu i tos outrot artigos que se veudem com
igual abatimeuto.
Loja das Estrellas
56-RA DUQUE DE CAXIaS-56
Telephone n.210
FIos Sanctorum
Vende-se esta obra em seis volomes, nova, e
por preco commedo ; na eocaderaacao da Cougre-
gaeao, caea do Candido Simoe*.
WHISKY
!
DE
S. PINHO <& C.
51Ra do Barto da Victoria 51
Esta pbarmacia recentercente estabelecida acba-so era condicSes de satisfaser
ora pr.n escrupulosa fidelidad* as exigencias doa Sr. ,'meHicos e do publico
m gerl, ojo enaoDlrar n'ella qm (ou)plnto e noo sortimento de drogas, medica
nientus, e productos bjaiico, pAarioaceutinos nacionaes a wtraogiros e garantindo-Re
niodicid; la da precos.
SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO HOLLOWAY
1
O Unguonto de HollowaT i um remedio inftdlivel paf* os males de pernas e do peito l Vimbon pu |
as fendas antigs ohagas c uloeras. E famoso para a gcta e o rheumatismo e para todas as enfermi-
dades de peito na> se reconhece egual
Para os males de garganta, bronchtes resfrlamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante e para os membros I
contrabjdos e juncturas recias, obra Jomo por encanto.
------ .
Cesas medidoes aio preparadas lente o Esubdecimento o Professor Hollowav,
78, XEW OXFOiD STSJST (antes 633, Oxford Street-, L0HD8ES,
E vendera.se em todas as pharmac s (Vo universo.
' O compradores slo convidad respeiiosamente a examinar os fotutos de cada aura e Pete, se 0A0 '<=>
dinegao, J13. Oxfotd Street. sSo Unficacoas.
III
J
OOOOOOO OOOO OOOOOOOOOOOOOOO i
TJnico Succesaor
EAN a. ua CROIX^ aQS CarmelitaS
DE
MELIS8A dos CARMELITAS
BOYER

14, Itiut de VAbhaye, 14
CONTRA. :
Apoplexia ^ Flatos
Cholera Colicaa
Eojo do mar Indigestoec
Febre amartlla ote
Lsr o prospecto no qml ra enioliida
cite fldro.
Deve-eo exigir o letreiro branco preto,
em todos os vldros.
seje q*iaj for o tamanbo.
PARW
AS
FALSIFICAgES
e
Exigir a iVsslgnatut-a
DEPSITOS EM TOBAS AS PHARMACIA
DO Un vera.
>oooooooooooooooooooo*>ooooo
LOTERA do ceara
15:0001000
EXTRAGQA i INSTRANFFERIYEL DO 14. SORTBIO DA 3." LOTERA
a 18 do eorrcntft
Os bilhetes desta acreditada lotera
acharn-se venda as seguintes casas: Roda
da Fortuna, rua Lar^a do Rosario n. 36;
Casa da Fortuna, rua Primeiro de Margo
n. 23
Tdegranima o lisia no dia da i
>00<
TNICO
FEBRFUGO regenerador
VINHOootorJOHANNO
DO
'DOUTORl
Quina, Coca, Extracto de Carne e Hypophosphito
Recommendo-no nos casos que necesslto tnlcoa para recoaatitutr e recaneratr
o organismo arruinado por molestias, excessos. nalurera do clima, Anemia,Ctaloroala,
Amrnorrhea, Cacnexia, luio branoo, que tanto arruino a saude das mulhcres.
Pobres de Bangue. r"aqaeza geral, Sebiiidade, etc.
S. VIVXZK, Crojuiat*, 60, Bottlovwd la Straabourar, em PARS

VINHO MARIANI
DE COCA DO PER
AJTS que fol experimentado nos bospitaes de Parla,

preacrlpto diariamente cora xito psra comlutcr a Anemia, ctiloroa
Msratrt&ea ma, BColeatitu daa ia respiratoria* e Mjalraquecl-
maBto do orsrsVo vocal.
Os itleo rt4omM%endnm-no de Pefoot /rocas e delicada, emhaiaUU piai
oo VHko* e Crinncns.
E* o Reparador dei PerturaacoV digestiva
ttiu
O rORTIFICANTB por BXOEUL.BNOIA
O VINHO MARIANI MCOMTRA KM CAta DI
,*i- Varia, 41,swkrari lusnuio; aVew-T*rk, 1, sM,il'.Kmt
Em Pemambuco : rranalsoo VL. da SIXVA A O.
frjgrijijijijijiJVAAJiJi/lft^
HOY AL, BLEND marea FIADO
Eate exceHeato Whisky Gaeaaaea e um
*- cognac ou agurdente de canna, para orti&ea
j corpo.
Vende-se a retalho nos tu Ihores armarem
aaelbwdos.
Pode BOYAL BLEND marca VIADOcnjoa,.
ate e emblema so registrados para todo o Brad ,
_______BROWNS Se C, -gentes
IVII.U
Vende-se um cavallo de sella bastante goruo e
grande, castanho andrino, andador de baixo a
meia : n tratar na rua da Roda, coebeira de Jos
de H
lijlos para assentamento
Vende-se fijlos especiaes para assentamento
de epgenbo : na ojana du casa amaiella 4 rua
Imperial n. 322.B.
Terreno
Vende-se um terreno confronte a estacao do
Principe, estrada de Joao de Batros, com 90 pal-
mos de frente e bastantes fundos, e cem alieerces
para 3 casas; tratar na rua d'Apollo a. 30, pri-
ciio andar.
RECLAME
Urna experiencia
0 GRANDE ARMAZGM!
DO
LOUVRE
A' RUA PRIMEIRO DE MARCO N. 20 A
(ESQUINA)
Rceolrondo liquidar grAndf* vrorodft'lo
de artigos por preces iucontestaveia, ex-
p5ern a apreciacao publica os aeguintes ar-
tgoa:
Popelines de seda a 500 rs. o covado.
Setins de cores a 800 rs. o corado.
Cambraias bordadas com salpicos de or
a tfJOOU a peca.
MbdapolSes de 74 a pepa por 550Q.
Meias francaaes para koruein ttlffijO a
duzi.
Bordados tapados e transparentes de 500
a 1($500, com pequeo deleito.
Cortes de cretone por precos sem com-
petencia.
Leque transparentes, grande novidade,
20000 um.
Ditos de sotirn a 5^000, vale 8000
uro.
Cachemira de duas larguras de 1)000 a
10400 o covado.
Km tooliouavo :
Z -piiiros de urna s cor tecido lgr
320 rs. o covado I! !
Brim pardo liso 320 rs. o covado.
Dito dito tecido de esguito para vestidos
500 rs. o covado, grande pecbincba 1
L-ncos abainbhdos 20 a ouzia I
Algodoes lisos industria nacional
a peca.
C uiiisas de cretone com pequeo defei-
to 20000 !
Esleirs americanas com ligeiro toque
de avaria 10200 a jarda grande pe
chincha I I !
.ti't'goK exclusivos
Lindissimos cortes do caseroira para cal-
ca pdio-s de apura-io g-st" I I 1
Especialidades em extractos como sejam:
Ritta Sangalli, Porte Vrine, Guarany,
Brisa dejas Pampa, eto. etc
Plastrn de eores claras e escuras
sui g--ner8 na especie e rouitos outros
artigoa recororoendaveis pelo aprimorado
gobto e qu- IHade.
SEMfRE NOVIDADE8
\o armazem Jo Louvre
DE
'Francisco Gurgel & Irmo
A* RUA PRIMEIRO DE MARQO N.20 A
Esquina
Biini empreg de capital
Vi ade se urna padan c> m aeus pertenecs, lo
vallada no mrlbor p uto da capital. O prnprieta-
rio da misma vende p-r t-r di- retirar se para f-
radacidade; a tratar ni Caes do Apollo o. 67.
Clu preto superior
C-rlus Sinden recebeu p>lo ultimo vapor e con-
tina a veti.ier sem eompelencia ; amado Ba-
ti da Victoria n. 48, luja de altaiate.
I.ivraiiicnto A C.
Vcnlein cimento port'aml, marra Robios, de 1*
qualidade ; nq cava do Apollo n. 4.
Vinho llourisca
(PROPRIO PARA MESA)
J Fi-neira da Costa, acab dr receber pelo
SCLY. va remessa Arete iiupi rtaalitsimo vinh"
|e p.ir sit d- ei.-ellente qu> lidade e fioo paladar
t i na reeommendMVfl.
Oa Ara. apreciador, a encontrar eata f xcpllen-
te pinga m casa dos Hti. Juato Teixeira & C.
succeasores 4 rua da l'enba n. 4.
43 Ra da Duque de ruin
Teodo recebido um grande sortimento
de faxendas que vende com 25 *r0 de me-
nos de que em outrt qualquer parte.
Venham ver para erer
Damaas de seda a 10400 o covado.
Setins har-t a 800, 10000 e a 1 >
Lionayse faztnda transparente a 150000
a peca.
Organdis bordados a seda, ultima mo-
da a 160000 a dita.
Etaroine bordado, alta novidadade a
100000 a dita.
Cachemiras bordadas a seda a 700 ris
o covado.
Ditas pretas a 700, 800, 900, 10000,
10200, 10400 e 10600 o dito.
Ditas de cores a 800, 10000 e 10200
o dito.
FuBtCes brancee a 400, 440, 500, 600
800 o dito.
Ditos de cores a 240, 320, 440 e 500
ris o dito
Amor da China faeenda de novidade a
400 ris o dito.
Lindas alpacas d cores a320rs. o dito.
Lindas lsns de quadrinhos 400 rs. idem.
Lin3es coro salpicos a 640 ris o dito.
Lindos setins de damasss a 320 ris, o
dita
Orurgarinas de listrinhas a 320 ris o
dito.
Z -tiros escoceses a 200, 240 ris o dito.
Crotones para coberta a 320, 360, 440,
e 500 ris dito.
Crep idem idem a 700 e 10000 c dito.
Cambraia bordada a 50500, 60000 e
60500 a peca.
Veludilbo liso e lavrada a 10000 o co-
vado.
Dito bordado a retroz a 10800 o dito.
Colchas bordadas a 20, 30, 40, 40500
50000 e 6000 ama.
Cambraia adamascada a 110000 a peca.
Toilets para baptiaado a 100 e 140OOG
um.
Cortinados bordados a 60, 70, 80, 90000
o par.
Dito de crochet a 500000 o dito.
Meias para homem a 20400, 20800 at
100000 a duzia.
Ditas para senhora de 30 a 150, idem.
Guarnieres de veludilho bordados a vi-
driJho a 60 urna (alta novidade).
Cobertas forradas a 20800 e 30 urna.
Renda do Jap&o a 200 ris o covado.
Madapolito Gema o Pelle de Ovo a
60500 a peca.
Damasco de 13 a 20000 o eovado.
Pao da costa a 10400 o dito.
Lencos brancos e pora barra a 10800,
20 e 20500 a duzia.
Chales de cachemira a 20000 e 10400
um.
Anquiohas a 10800 urna.
Feahus a 20, 30, 40, 50, 60, e 70000
am.
Muitos outros artigos que vendemos com
25 |0 da menos do que em outra parte.
A FLORIDA
Amquinhas a 10500, urna.
Lindo sortimento de oadea de plaqu ame-
ricana.
Linda* pulseiras americanas, de 50, 70,
90 o par.
dem da 10, 20 e 30 o par.
Lindos broches de plaqu americano a 40.
Idea desenhando urna thesoura, nm peixe,
a 20 um.
Lindas guarnieres para toilet, a 120.
GuarnicSes para camisa, plaqu americano,
garantidas por des anuos, a 40 urna.
Carteiras par* drnheiro, com repartimen-
tos, de 10 a 100.
dem para letras, marcando os mezes de
Janeiro Deaembro.
Lindas pastas de couro, chagrn, pellica e
velludo.
Espartilhos de linho a 30.
Lindas capellas com veos, para noiva, de
80 a 150.
Ramos de flores de laranjeira, de 10 500
20500.
Boleas para menina, de 30, 40 e 60.
Meias para senhora a 100 a duzia, com
palmas de seda.
Lencos de linho em lindas caixas, a 30 e
duzia.
Chapelinas de setim para baptiaado, a 60.
Sabonetea de diversas qualidades.
Para toilet :
Agua Florida e Celeste,
dem Divina,
dem Osea.
Pos de arroz Florida
dem idem Osea,
dem idem Regina de Gelle Flores.
Para o lenco :
Essencia Rita Sanglay.
dem Ixora.
dem Ada, Bonquat de Expoaiclo.
BARBOZA & SANTOS
Peflchas!
Na ant.g Admiren.!
propno para capas
Setinetas lavradas, lindos padroea a 280 rs. 0 eo-
vado!
Fustoea brancoa, novos desenhos, a 820 e 400 rs.
o dito I
Esplendido sortimento de lindas las para vestidea,
a 400 e 440 rs. o dito !
Cachemires felpudas a i a dito 2 larguras.
Mirtilos pretos e de cores a 800 rs. o dito! idem,
Veladilbos de todas aa corea, bordados, a latOOO
dito!
Cret-nes de edres firmes a 240 o dito boro 7e-
rem.
Damasco de 12, 2 larguras,
de piano, a 2 i dito t
Pannos de lindos deseohos para mesas a 14600 o
dito !
Cortinados bordados, riquissimos, a 64 elfo par!
Gusrnicoes de crochet para sof* e eadi iras a 8#!
Camisas brancas inglesas a 362 a duzia !
Ditas de cretone finas a 244 a dita !
Seroulas bardadas a 12J e 18*" a dita !
Lencos em lindas caixiabas a 3* a dita!
Meias arrendada! para senburaa a 6* a dita !
Chapeos para aenhoras e criancaa a 2ji5C0, 5f e
6jt000.
Espartilhos de couraea a i e 5.
Brim pardo lona a 360 rs. o eovado?
Iiiem braaco n. 6, de linho a 1*500 o metro!
Tapetes aveludadt-s a 124, 154 e 224.
Superiores redes com 4 punhes a 124 e 144
Colchas francetai a 34 urna.
C bertas de ganga, 2 pannos, a 34 !
dem de setinetas finas a 34500 !
Lenet-s grandes de bramante a 24 !
Cambraia Victoria de 10 jardas a 34 a peca !
dem c m salpicos brancos e de cores a 54, 545M
e 64, 10 jardas !
Madapoles pelle da ovo a 64200, 24 jardas
Camisas e sias para aenhoras por todo o preco.
Bordados de Cambraias finas a 14 a peca.
Piehus e capas de 12 a 24, 44 e 64.
Sirtimento de casemiras, cheviots e pannos por
precos baratissimos.
Grande deposito de faxendas para os Srs. nego-
ciantes do centro, tendo descont as vendas em
grosao.
59-RUA DUQUE DE CAXIAS59
i:


PLANO
PARA
As loteras ordinarias desta provincia
Henrique da Silva florara
Cofres
Appniu jilo En. Sr- presidente pionicie
8:000 BILHETES (DIVIDIDOS EM QUINTOS) A 50000
1
1
1
2
3
8
16
premio


premios
*
>
de
4O:OOO0OOt
Carlos Sinden receben e vendo barato por ser
de consignaoo tres cofres, prova de togo ; na
rua do Barao da Victoria n. 48.
Hi'Mimo nato calafr do e
quecimento
Invisiveis com missangas douradas.
Pitas diaphanas a picote muitas outras de mo-
dernas cores em todas as larguras.
L'-quea diaphanos 24500.
Bicas pardos, meE'ilados, cierna e branco boni-
tas collecca-s.
Caixss para coatow 24500 o 34500.
Eapart'iLavsnara seuboras a preco de 44, 54.
Ditos pasa meninas (petit-feosme) 44000.
Bonita vanadade em i uvas de seda.
Nova col,ecc2o da enearrugtdos para vestidos e
plig&es.
E muitos outros artigas que por nao fatigar as
amaveis leitoras, n2o mencionamos, porm, lem-
bramos tambem orna honrosa visita a casa Pedro
Aotunes & C, n. 63 toa Duque de Cuxias. Nv.
Esperanca t
200.
80
80
800
2
2
appr.
5000
2000
1000
500
300
200
150
100
60
1500
950
12:0000000
2:0000000
1:0000000
1:0000000
6000000
8000000
8000000
2700000 ( Para wmPiete>T B dezena do 1." premio
{ (excepto a sorte grande).
( Para completar a dezena do 2. premia
( fexnepto a sorte de 2:0000000).
( Para os dous ltimos algarismos finaos
1800000
1:2000000
8000000
4f 8000000
3000000
1900000
( do 1. premio.
( Para os dous ltimos algarismos finaes
( do 2. premio.
( Para todo o algarismo final do numera
( em que sabir a sorbe grande.
Para o 1." premio.
Para o 2. premio.
Vende-se nm rico piano de tres cordas, quasi
novo, autor Blon, assim cono um toilet de mog-
no, tambem obra boa ; a ver na rua da Palma n.
69, junto do sobrado, das 11 horas ao meio dia.
Cobrado a vender-se
Vende-se o sobrado n. 87 rua da Aurora, em
frente a ponte do Santa Isabel ; quem pretender,
pode entender-se com o e.rrector Pedro Jos Pin-
to, na prava do C iinmercio.
Leitura para senhoras
Breches nikelados e dourados a 20000.
B nit is gramp s dourados a 500 ris o maco.
Esplendido sortimento de galoes de vidrilbo.
Grande variedade de laques de setim, a 4*01 0.
Pi itadores americanos para cabello a 300 l o
maco.
Setas de phanfasia para cabello.
Bonita Ci'll> tcao de plisss a 400 ri*.
Brincos, imitacao di- brilbante, a 500 ris.
Avi uia.-s bordados para crianzas a 24000.
Chapeos de fastSo e selim para ciiauvas.
Sapatos de meriud e serun basas, idem.
Meias brancas e de cores, fio de Esc cia.
Pomada di vaselina de diversas qua'idades.
Sabcnetes finos de vaselina e altace.
Extractos finos de Puiaud, Guerlain e Lubin.
Lindas bolsas de couro e velludo.
Picbs de 12 para senhora a 148"0.
Sapates de cas- mira preta a 240 0
Tesou.-as para costura, de 4i) iis a 34000.
PaC' tes de p de arroz a 3< 0 lis.
Pilas de todas aa qualidades e cores.
Imuiensa variedade de b'tVs de phantasia.
E milhares de objeetns pmpn- s pata tornar urna
senhora legante, e muitos outi s indiAp- nsaveis
par uso da familias, tudo por precos aQmiravel-
meote mdicos.
Na Graciosa
RUA DO CRESPO N. 7
Uarte A C.
PREMIOS NO VALOR DE 25:9400000
DESPEZAS
Imposto geral e provincial, beneficio, sello
e commissao etc, 14:0600000
Os premios superiores a 2000000 s esto sujeitos ao imposto
15 /o como era d'anies.
4(M)OO0Oe
de 5 7o a
Recife, 18 de Junho de 1887.
O THESOUREIRO,
Jos Candido de Moraes,
CAPSULAS
IYIathey-Caylus
Preparadas pelo DOUTOR CLIN Premio Montyon
As Capsulas Mattnay-Csyrlus com Envolucro delgado de Gluten nao fatigao nunca
o estomago e s5o recommendadas pelos Professores das Faculdades de Medecina e
os Mdicos dos Hospitaes de Paris, Londres e New-York, para a cura rpida dos :
Corrimentos antigos ou recentes, a Gonorrhea, a Blennorrhagia, a Cystite
du Collo, o Catarrho e as Molestia da Bexigas e dos orgaos genito urinarios.
HI4 Um txpliotsio detlhada acompanha ctda Frasco.
Exigir o$ Verdaderas Capsulas Mathey-Caylus de CLIN & C<, de PARS,
que te acho em cata dos Droguistas e Pharmaceutiooe. _^
60:000^000
Corre a ^2 do corrente
Em beneficio da Inslrucc^ Publica da provincia
Esta lotera dividida em partes
Exlracco da V parte da 1.a lotera
Bilhetes venda na Roda da Fortuna, rua
Larga do Rosario n. 36.

m
m *
APPKOVAQO DA ACADEMIA DE MEDICINA
toda*
'O quinium Labarraque um Vinho eminentemente tnico et febrfugo destinado a substituir
outrat preparacoes de quina.
O quinium Labarraque contem todos os principios activos do$ vinhos raais generosos.
O qu nium Labarraque prescripto com vauageta aos convale^entes 4e doeocas graves, u parturienta* c
toda as pessiias fraras ou debilitadas por urna febre lenca.
Tmido cora as verdadeiras pilulas de Valiet, sao rbidos effeltos que produi ao* cato* de etUarote, *
sm*, cores paludas.
tm razao da efficeci do Quinium Labarraque, prejrivel _yj* C^& n jbt*
OBU o ero coto de licor, no hm da refcicao e as pilulas de Vallet antes. ^^JfKsl** yS^P**' 1000****^4
Vend-*e na mor parte das pharmacias sobe a assign*|ura: f 7^
Fabi-ioaoo e atacado : Casa L. FRERE


y*M--s
"-m

8
Diario de Pcrimmtmco-Doniiogo 17 de Julio de 1887

ASSEHBLEA GERAL

C41ARI DO DISPUTADOS
SESSO EM 7 JULHO
INTERPELLA9X0
(Continuago)
O Sr. F. Belisario (ministro da fozeoda):
A do Rio-Grande do Sul nao reclamou
contra o prazo.
O Sr. Bario de Qualiy responde que re
clamou contra a tarifa; se o silencio da
praga do Rio de Janeiro prece se' argu-
mento a quo liga importancia o nobro mi
niatro, talvez teuha sua explicugao ni facto
de que aqu na corte, por maior que fosse
O sigylo do nobre ministro e da commis-
sao tirada do fis:o com qu'in S. Exc.
oooferenciou, n\>deixcu de transpirar que
se trata va de aug mentar a tarifa das al
fandegas ; por coosequencb, o commercio
do Rio de Janeiro, mais feliz que o do or
te, podo preparar-se para recebar a n
tarifa.
O nobre ministro Jasa qus o parlamen-
to o tinha autorisado a reformar as tarifas
aduaneiras, de modo a equiparar os preces
da antiga tarifa com os pregos do marca-
do ; mas o parlamento nlo disso quo essa
retorma sa fizesse de surpreza ; o commer-
cio estava habituado a haver um prazo
depois de conhecidas as alteragSes as ta-
rifas ; esperava, portauto que, pelo menos,
60 dias lhe fossem concedidos ; eis o rao
tivo porque fez a sua reclaraago.
Nao acompauliar o honrado ministro da
fazenda em todas as citago?s que fez ; mas
deve ponderar cmara ; que tratando-se
de reformas feitas na Europa e em relacao
a um paiz como o Brazil, a applicagao nJto
pode ser plenamente justificada; dase
m&is a circunstancia quo todas as refor
mas na Europa silo mais ou menos discu-
tidas antes de se porem em execuco o
com a facilidade de eomraunioagcVs, o
commercio pode livrar se ds onus em que
esttja empenhado; emquanto no nosso
paii ato muda omito de lingua ; o nobre
miuistro s fazia bem se prourasse adop
tsr os hbitos e costumes da Europa que
mais se asseruelhassen com os nossos.
Tratando 'do commercio da Baha, de-
"cLra que sobretudo um ramo desse cora-
mero o ruis prejudioado, como de-
monstra ; o nobre ministro disse que essa
medida, posta tilo precipitadamente em vi-
gor, nao aff octava o consumidor; mais vai
prejudicar urna classe que fez anua clcu-
los com urna tarifa diversa; por tanto,
a medida nao foi ferir senao essa cIhsso
que representa a importado do artigos de
primeira necessidade.
Faz diversas consideracSes, mostrao
do o prejuizo de contratos feito-, calculan
do so a tarifa que existia; quanto o com-
mercio supporta com as differengas de cara
bio e quanto deve supportar com a rapen
tiua pena imposta pela elevacao d* tarifa,
em que quasi todos os artigos foram consi
deravelmente augmentados, ebegando al-
guns a ser prohibinvos ; finalmente torna
saliente o inconveniente de nao se terem
seguido os precedentes, sempre que se. ha
tratado de reformar as tarifas aduaoei-
TaS.
Termina declarando quo a discussao da
interpellac&o veio um pouco tarde, nra o
assumpto lhe pareceu digno de urna inter
pellagilo, desde que sao decorridos set*
iias depois que a tarifa b acha em exa
cugo; seno tivesse sido sorprendido pelo
discurso do nobre ministro, nao tomuia a
palavra ; assim como, quando receb-u o
telegramma da praga do commercio da Bi-
hia, entente se hia com S Ex:., mas
dopcis da declaragao formal do nobre mi-
nistro, nao lhe r-stava outro alvitre seno
apresental o cmara ; por isso entende
que nao questao para interpellagao, mas
asaumpto para o protesto que em norae
de uma classe, cujas tendencias ordeiras
e esfergos pelo desenvolv ment da nossa
riqueza slo ra-e.onhecidos, devia merecer
um pouco de mais attengo dos pobres
pblicos.
O r. Andrade F gaeira n2o pre-
tenda tomar parte na disjnssao, mas a
marcha que a ibsjh tomou obriga-o a
triouna.
O nobre ministro da f*zeuda fallou etfl
iritsresses do commercio, mas nao dccla-
rou quaes os motivos do iuteressa publico
que red im avara a raoiiia posta em vigor,
que nra meamo se justifica p*la convenien-
cia de boa arrecadago da recolta.
A praxe constante entre nos tem sido
marcar um prazo para a execugllo da ta
rifa, e cono o orador n"o oocheoe, se os
houve, os motivos de ioteresse publico que
determinaram o acto do nobro ministro,
torga lo a crer que S. Ex;, foi apenas
movido pelo mero prazer de reformar pra-
ticas antigs.
O precito legal, que d ao cidado o
prazo necesario para que entre no pleno
conhecimenfo d-* um l^-i, sem ser colhi lo
de sorpreza, uo foi altralo.
Ac!:resce que a tarifa nao foi publica la
no Diario Official; 6 esae u-n deleito an
tigo, porem, muito irregular, o o orador
entende quo nSo deva ser obrigatoria uma
lei que nlo publicada officialmente para
qua chegue ao conhe:iraento daquelles a
quem possa interessar.
Andyaando a nova pratica do nobre mi-
nistro o orador raostra quo os exemplos
de paizes estrangeiroa, invocados por S.
ExC, nSo 83o procedentes, mas entre nos
tudo vago.
Uoia tarifa nSo tem por missSo fazer
negocios coromer iaas ; puramente fiscal.
Mostra como a nova tarifa nao traz van-
tagens nem para o theaouro nem para os
consumidores, salvo com prejuizo dos ne-
gociantes e neste ponto o orador mostra a
pouca equidade da nova tarifa.
O nobre ministro faliou nos interesses
do commercio em geral, mis o orador en-
tende que o governo nao deve ser patrono
do commercio de exportacjto; se alguma
cousa se dave ganhar, que o thesouro
arrecade mais se as encommendas sao ex-
excessivas.
Tem aseim lavrad i o seu protesto.
O Sr. Rodrigues fautor (pda
ordem) requer prorogaca* da aesslo por
meia hora.
Consultada a camtra nao concede a ur-
gencia.
vir
SENADO
DISCURSO PROFERIDO NA SESSaO
DE 27 DE JUNHO DE 1887
PBOJECTO E REQUEKIMGHTO SOBRE LOCA-
5A0 DE SERVICIOS
O Sr. Escragoolle Taunay : -
Sr. prasidente, uma das principaes e
mais proficuas attribuigS ;s do podr legis
lativo verificar a utilidade que resulta da
applicaco das leis, reconbecen io as van-
tagens ou desvantagaos que deltas ema-
nam. No priraeiro caso, gaoham em pres-
tigio e forja moral; no segundo, devem
ser revogadas, pira conveniencia de todo o
Estado.
Entre aquella* que sa relian nesta ulti
ma classe, figura, acredito bem que em
primeiro lugar, a lei de locacSo de ser vi
eos de 15 A respeito da sua applicagao prati a,
tonli"-me pronunciado em varias occasi3*8,
com bastante enargia e mostrado os gran-
des inconvenientes que, sobretuio para o
bo;n nomc e a reputago d Brasil, della
resultim. Com effeito, j foi o assumpto
motivo do longas e dcsagradaveis questocs
ioternacionae8, c ainda hoje p5a em sus-
peiyio a nossa boa f e lealdade na exi
gencia do cumprimeato de contrautos.
Essa lei de 15 de Margo de 1879, o
reflexo das leis anteriores, de 13 de S-
terabro de 1830 e 11 do Outubro da 1837,
e nunca foi regulamentada.
Ap-Zir dessa circuinscauoi de gran io
peso sera duvida, leve execuglo em uma
prwmda do Brazil, ainda que nica, de
entre tolas, e abi se tomou causa, senao
de perturbagao, como as anteriores, das
boas reUgoas que o Brazil deve sempre
manter com paizes Europeus, e sobretudo
com aquelles qua sao os centros donde po-
demos tirar o elemento inJispen avel ao
nosso progresso : a immigragSo, palo me-
nos, deu lugar a muitas queixas e recla-
raacSS prti'uUr::.
U-fii-o-m provincia de S. Paulo All,
durante nao poucas anuos, os fazeadeiros,
eu suas rulacSM com os immigrantes io
troduzidos, a que davam o noooa da col
ojs, procurara n fef respeitar em suai
iB-tllioUo di-pos;7' 1 essa li de 15 ds
M.rg>rt: Ci'y, e, entretanto, elles pro-
prios reco:ih?ceram quanto ella casusti-
ca, pois, procurando attender a todos os
casos de duvida e prevenir todas as hypo-
theaes, presta-sa a interpr otagSas p^rigo-
sas, dando forga exagerada ao poderoso e
desprotegendo o fraco.
Por esse sentimmto innato de justiga e
sinceridade nos brasilairos, os grandes pro-
prietarioi foran oe primairos s considerar
a lei si n3o caduca, pelo menos di applioa-
gSo pratioa inoonveniente damnosa.
No entretanto, Sr. presidente, os raus
effaitos moraes que emanara dess lei, ti la
por nulla, continuara a produzir se, e elles
se manifestam principalmente na Europa
e, mais do que era qualquer outro p*iz do
velho continente, na Allemanhi, que nos
deve mandar un dos mais preciosis facto
res da nossa prosp^ri lado e grandez.
V. Exc. sabe quo ks perturbagSis cau-
sadas em oossas legagSas internacionaes
pelas ferrenbas lais do locagSo de servigos
de 183') e 1837, levaram o goveruo prus-
siano a promulgar varias dispoaigrj?s qua
em nada erara honrosas & lealdade o tino
poli tico do Brasil, apreaentanlo nos como
um paiz quo quera t.to smente chamar a
si europeus, para enganal-os o usufruir-lhea
o trabalho, equiparndoos a negro cap-
tivos.
Essas dijposigo's ou avisos chamados
Von der Heydtquasi qua terminantemen-
te prohibiara a sabida de emigrantes com
destino ao Brasil.
Pois bem, a emenda e os termos destes
avisos, datados da 3 d > Novorabro de 1879
e conhecidos tambera pelo nome d; res-
criptos von do^Ieydt, so por tal forma
incisivos e penosos para nos, que os bona
amigos do Brasil na Allemanhatm procu-
rado por todos os meios conseguir do p ir-
la nento alleraao, do Raichstag, sua revo-
gagao. Nao tem ella aido possivel porque
os pensadores e polticos allemiles, e prin-
cipalmente o grande chanceller Principe
de Bismark allegara que at hoje o Bra
sil no procurou moditaar as leis de loca
gao de servigos. V. Exc. v Sr. presiden-
te, que esta uma questao muito importan-
te ; tem repercurs3o na Europa, onde ha
sido razao e base de estudo e meditagSo
de ura hornera, que pode-se bem dizer diri-
ge hoje os destinos do todo o mundo civ
lisado.
O Sr. Affonso Celso: Cujas iitengSes
sao bem conhecidas. O cuidado que Bis
mark dispensa a este assurapto nSo tan
to pela lei brasileira, mas para prosperi
dade das collonias allomas.
O Sr. Escragaolle Taunay:Em todo
o caso devemos tirar base a esta objaegao,
e sinceramente n^sta ponto me colloco cora
toda a isempgao de espirito do lado dos
polticos allemSes. Estao no seu direito,
acautelando grandes interessea moraes dos
seus compatriotis.
O Affonso Celso: -Nao devemos admit-
tir estas razoes que sao infundadas ; as
oossas leis sao muito mais liberaes e ga
rantidoras do que as alleras. (Ha di ver
sos apartes.
O Sr. Escragoolle Taunay; Mas, se
nhores, consideremos que sa elU mo'ivo
nicamente, de falsas apreciag5as a oosso
respeto nos paizes mais civilisado3 da Eu
ropa, e se nao tem tido applicaco possi-
vel entre nos, para que conserval-a?
O Sr. Afifonao Celso :Refrmala, se
m.
O Sr. Viriato de Medeiros : De que
servo a lei T Sa nao serve para nada aca-
be 89 com ella.
O Sr. Escragnolle Taunay : -Appalio
par* o raeu distincto collaga que ae senta
rainha esqurda, o Sr. conselheiro Pra-
do. S. Exo. deve bem lembrar-se que me
esore/eu a eate respeto uma conceituosa
carta, declarando que na prorinia da S.
Paulo esta lei era uma inutilikle e que
nao tinha mais appli:agSo, servin^o to
somenta de espantalho psra aquellas que
quizessem vir pira o B-asil.
O Sr. Ignacio M >rtim : -Ni pirte pa-
nal.
O Sr. Escragoollo Taunay :A parte
panal justamente a pe Ira do escndalo.
O Sr. Affonso Celso : Pois reforme-
mola por ato e na palo que pansa o Sr.
B8marck.
O Sr. Eacragnolle Taunay : -Depois de
disp>8ig538 casusticas, traz a nateria pe
nal un verdadeiro luxo de regras de todo
o ponto contrarias digaidada do homens
jus so prondem por contractos feitoa na
Europa e'quo cahom na armadilha deesa
le, ^aando elle3 nlo conliacem nem po-
dem connecer as co-ic/Jcs do paiz, o ge-
nero de agricultura para que se contratan,
03 hbitos da gante no meio da qual vera
viver, e o modo de aliraentagJto a que vio
ser sujeitos.
O Sr. Alfonso Celso : Mas na Europa
prendom-se homens por culpas ainda rae
ores.
O Sr. Escragnollo Taunay Estes con-
tractos lavrados e asignados na Europa,
peraute as lea e a moral pablica nlo. t
valor ; s5o de facto nullos e rritos. Ap-
P'dlo para o sanado, composto de eminen-
tes jurisconsultos.
O Sr. Viriato da Medeiros : Sao ver-
dadeiros -guet pens. (Apartes )
O Sr. Escragnolle Taunay : Os ho-
mens assim contratados igooram tudo,
lei, a lingua e os costuraos; nao tm
FOLHETIM
JOSLARONZA
POR
JACQES BU FLOT E 'EDRO VIAEL
(|{\TI PARTE
cmwB
( Gantiuaafo i > n. 160)
V
Atinal de centas, pensava ehe, teobo vis-
to a morte muitas vt*a c muito de porto.
Quo rae pode a< peior do que is-
.'... Ora, en nanc aroei sanao uma
\ /, Nuncf. amei senSo es3a mulher...
:k langado o dw\*. Agora ir: avan'.c.
E sa L ronza me descobrir, 99 pro
f.ozer-me mal, lia de encontrar hornera: to-
ruarei as minhas precaugo*?*.
laso queria dizer qu? Ned Hooson nSo
recuaria ante una don>ioc!', so essa meio
xtrcuo lhe 8ervit3e para obtet a oo de
Carmen. Esta.
, mes commettidos nos marc da Socii -.
Australia por Jos L ronza ou or Lews
Jubb.
> obefe loa piratas estava, por cosc-
qaencia, sua m?r
Bastara que o yankee diss3
! vra e Loronza s-ria entregae justiga io-
gleza. E 'verJadc qu-'Ned Hobson expu
nlu se tambera a (tsar perdido, porque ti-
nha aido cumplico cm todos os crimes de
Lewis Jubb. Mas a parada da partida da
era de valor to subido q-io elie arria
oava-se.
. O americano, poitanto, nao heaitou mais.
Como tinha dito, tantas vezes se vio era
prest-nga de peiigos 03 mais inesperados, os
mais uicdonhos que, agora, considerando
toda a gravilalc da tentativa, sentia-se
con forgas p>ra chegar ao fi.n.
Ora, ease fim ra a roao da filha de C-
lanos.
Ned entencieu que devia ir directamente
Cisa do velho hsspanhol.
Tomada cata resolugao, deu ordem a ura
criado do hotel que lhe fosse buscar um
carro da praga e mandou que este o le-
vasie casa da avenida de Wagram que
Carmen tinha Iba indicado antes de sabir
de Mirselha
Preoccupodr oom o modo porque devia
apraneotar-si a eUnos, o yankee nSo re
paro'i qu< ata individuo trajando como um
operario tinha lamb-m tomado um carro.
N3o reparou, igualmente, que este carro
segua o "sruo caminho qua o seu 6 que
parou po'J"0 l da casa principesca
ero que roorov o pai daquella que elle que-
ra paro SU3 mulher
Durante o traj-.'.o, Ned resolver que
se apreac^tari ao S3U futuro sogro como
negoci.nt; americano rico. Elle ternaria es-
saria ling;ingi n apropriada.
O porteir o d: su aptaoao palacete indicou-
lhe nm stibulo, hall immen-
so, no qaal u^a meia Juzia de criados de
ca'goes estavam disposigSo do banqueiro
Staphan Rouval.
Nada alen da d ragao interior da sala
attrahio o su- attengru, o nosao homem nao
pareceu \ o dirigindo-se ao criado
iiue c.vi m*it perto da entrada:
_. Quro fa!. O eeu patrio, disse
om tom a?pero.
A iolorpeliaj utemente nlo era
o gusto do criado, qua nao se moveu.
A quem chama raou patrao T O Sr.
Rjuvul, sera duvida?
Ned Hobaon n*o conbacia esse nomo.
PergUDtou a si mesrao se n2o so teria en-
yo rj te o velho Clanos
tambera teri m idado de nome.
Quandc 9 Ji^punba a sabir, o persona-
gen mysteroso que o tinha seguido e que
entrou atrs de'la sera que o porteiro tra-
tase? de o fazer parar, approxitnou-se del-
O Sr. Viriato de Medeiros : Esta lei s
serve para metter medo.
O Sr. Escr. gnolle Taunay : Esta lei,
como bem diz o nobre senador, s serve
l> in metter medo aquelles que querem
emigrar para o Brasil, e de pjJerosa
as maos dos inimigos e desafectos da
nossa nacin lidade. D Ui, mais razo js de.
juizos de.-ftvoraveis a nosso respeto.
(Apartes )
Corao pode semelhant: lei, com suas dis-
posigojs draconianas na parte penal favo-
recer mmigragao? lato um contraaen-
ao, 1 Pois se os resultados depois de ap-
plicada um certo numero de annos raos
traram quanto ella inerfijaz, deffi iente,
perigosa ? Est hoje abandnala, .tira la
margem.
O Sr. Bar2o de Cotegipa (presidente do
conselho) : -EntSo nao faz mal n> O Sr. Escragoolle Taunay : Faz mal e
muito. V. Exc. v qua ella quando menos
um pretexto fai'ima para continuas in-
justiga8 feitas ao Brasil. Mas assira raes-
mo ha anda alguna fazendeiros que bem
desejanam appli :al-a.
a
1
minima idea do nosso systaraa de viver e
pela simples asaignatura opposta machi-
nalmento a un contrato vn-so um bello
dia sujeitos a ser mettidos, elles e suas fa-
milias, n'uma cadeia, de envolta com as-
sassinos, oebados, ladr3?s, m8eraveis e
gatunos. Esta possibilidade horrorosa.
O Sr. Affonso Celso :Reformemol-a
por estas razSas e nao pelo quo pansa e
diga o Sr. Bismark, porque ella faz peior.
Os argentinos metiera na cadeia homens
por qualquer cousa.
E' um rao costume qua temos depri-
mir as nossas cousas.
O Sr. Escragnolle Taunay : -O cdigo
rural argentino nSo estabelec* penss de
prao p^ra as quebras de contrato de loca-
g5o de sarvgos, mas tSo somente par os
delictos ruraes
O Sr. Affonso Celso : Nao senhor. Es-
tab-lece penas pela infracgSo de contratos
de loeaga\> de servigos.
O Sr. Escragnolle Taunay : Pego ao
nobre senador que conaulte o cdigo rural
de 1779.
O Sr. Affjoso Celso : -Fallo da lei de
locagao de aervigoa do municipo de Bue-
nos Ayres: priso por qualquer cousa e
multa.
O Sr. Escragnolle Taunay : Multa por
por infracgSo de contrato do locag2o de
servigos ; ^riaJlo por delictos ruraes cri-
mes da roubo de gado, escalada de mu
t?r conhecimento das desagradareis recia-
magSes internacionaes em que nSo repre-
sentados um papel l muito digno Sao
factos por assim dizer racantes, datara de
1856 a 1857, em q o tveran lugar recia-
mag8:s dos eoveroos pru?siano, belga e
8U8SJ
O Sr. Affonso C-lso : Nao tinbam fun-
damento neohuin. O nquerito a que pro
ceden o conselheiro V ddetaro o provou.
O Sr. !-s;rangnoile Taunay : Nao
apoiado ; nao da historia. O qua consta
da historia que fomos obrigados a reco-
nhecer que nao soffreu uma ou nutra fami
lia, mas dezenas de familias h>viam sido
anear :eradas. E esta a verdide. Nao ha
dous annos ainda a Sociedade Central de
Iraraigr^gao te ve que protestar.
Emquanto vigorar a lei da locagao de
servigos la 15 de Margo de 1879 nSo pa-
dem>s contar ora uma carrente franca de
immigragSo, sobretudo allemX. Acabi-ae
com case espantalho. Deamoralisado, era-
bara, incute me io
Pego instantemente ao parlamento que
olho cora atteoglo para eata qUistlo qua
muito grave. Quando vejo os Estados Uni-
dos roceberem 12,000 inmigrantes n'ura
s dia ; quando vejo a Repblica Argn
tina estar acolhenio era seu seio para cima
de cem mil europeus, por anno, fico pasmo
de ver os nossos polticos muito anchos e
contentes com o resultado mnimo, mes
quir.lu, ridiculo, apresentado pela nona es-
tatista, do total de 20 o poucos mil im-
migrantes E conseguidos por que meios,
aenhores T A poder de dinheiro, pagando-
s.>lh?8 a passagem integralmente da Eu-
ropa at ao ponto do estab leeimanto 1
Tnho em nlta estima o nobro ex-.uinia
tro da agricultura, o distincto collega, Sr.
Conselheiro Antonio Prado ; mas sempre
afiancei a B, Exc. que o systema por elle
seguido no seu ministerio nao era era po
dia ser o mais conveniente para o fim que
ello tinha era vista ; S. Exc, pur n, tei-
mou (riso) e afiangava qua fechara o ex-
ercicio cora mais da 40 mil immigrantes.
Entretanto, no seu relaterio obrigado a
confessar ao parlamento qn; no conse-
guju introduzir no paiz mais de 23 mil ira-
di zar muito me
le, e depois degfazer um sign .1 de ntelli-
gencia ao criado, dirigi lhe a palavra:
O Sr. Stephan Rouval est ausente.
Mas, se V. S quer, o Sr. Clanos e Pa-
checo, socio do Sr. Stephan Rouval, est
oua disposigSo.
Ned Hobson medio o seu interlocutor.
Pareceu lhe singular que esta primeira
vista o tratas-) por cVossa Seohoru.
Alm disso nao tinh 1 libr, e ura gran-
de bigode preto denotava que nao fazia
parte do pessoal do servigo. Esse hornera
tinba comprebenddo que era americano e
alm disso desconfiava que procura va C-
lanos.
Essa intervengo nredou o bandido, en-
tretanto nao perdeu a cabega.
Quem o senhor para dirigir me as
sim a palavra ?
Un doa secretarios do Sr. Clanos,
banqueiro, para servir a V. S.
E, dizendo isso, o agenta, porque nao
era outra cousa, que Loronza, desda Mar
seiba, tinha posto no encalgo do seu te
neote, o agente, dizemos, indinou-se pro-
fundamente e tomou ares de quem receia-
va t'-r sido indiscreto.
A sua nonfusio pareca tao naturd, q"e
Ned Hobson osquec-u as sus suspeitas.
E' possivel que seja verdade, disse
elle de si para si. O tratante talvez co
nhega oa hbitos dos americano. Demais,
nlo tem ar de muito fino. Procuramos sa-
ber dell* o que significa essa associagSo de
Rouval e Clanos. O velho ter deixado
L ronza ?
E accrescontou em voz alta :
Tenho negocios com o Sr Clanos.
Quero, pois, icompanhal-o at o seu gabi-
nete. Entretanto, dosajava saber, antes,
ha quanto tempo existe a sociedade do Sr.
Clanos, que eu conhego, o do Sr. Staphan
Rouval, que nSo conhego.
O agente, que tinha recebilo as suas
ordena, respond*u evaaivamenlo :
- Ha apenas tres mezes qua se estabe-
leceu a sociedade.
Oh I pensou o yaokee, como que
Carmen nSo foi avisada V.. Isso muito
bom para mira, porque prova que Calmos
nao serve mais a Laronza.
migrantes, o qu-: quer
nos do qua aquillu que haviam conseguido
os ministerios aotoriores. (Apartes). S.
Exc. d como causa disso a epidemia que
ento reiuou, mas, por Deus, nessa mesma
poca a Repblica Argentina qua via as
suas estatiatic .s consideravel augmento de.
immigrantes, lutava com o cholera. Fecha-
va os seus portos iniraigragao e esta r-
rompia. Qual o ooss > papel, porra ? Pro-
curavamos chamal-a a nos, mostrando o
raou estado sanitario daquelle paiz, e os
immigrantes declaravam que eatavaui prora
ptos a arrostar os perigos da epidemia as
parantes e em um paiz qua lhes pareca
mais proprio para a felicidade e prosperi-
daie do europeu activo e trabalhador. (Ha
varios apartes.)
O Sr. Viriato de Medeiros : Fizeram
muito bem.
O Sr. Affooao Celso := A verdade
que a propagan a contra nos feita aqu
mesme. (Apoiados e apartes.)
O Sr. Escragnolle Taunay : Senborea,
a grande propaganda dizer-se a verda-
de ; preparar o paiz, nao perrrittii sor-
presas.
O Sr. Affonso Celso : Mas attribuir a
ros, violencia, emfiro, o que da lei com- j uma |e de ig50 factos occorridoaem 1856,
nio sei que seja verdade.
mura.
O Sr. Viriato de Me Iniros Como em
toda a parte.
O Sr. Escragnolle /Taunay : A lei bra
sileira, entretanto, estabele.-e penas de
prisao de 5 a 40 clisa, podendo, ebegar
ao dobro, ato a mais de dous mez-s
por falta de cnmpri nento de torefa de tra-
balho .' E tu lo a vontade de quem aluga
os servigos, de quem paga, is'.o do rico
e do mais forte. Isto una lei mais que
draconiana, pmosissima e deteatavel. E
para que guar lal-a, quando hoje nao exis-
te sen!o no papel ?
O Senado deVa estar aera inteirado das
senas dolorosissirats qua por alguna an-
nos se darara na provincia da S. Paulo
pelo de^ejo de .pplicar-sa a tal lei de lo-
cagSo de servig >s : familias inteiras foram
raettidas na cadeia. Felizmente a repro-
dcelo de taes factos j iaopossivel.
O nobre senador por Minas Geraes deve
Depois tomou, dirgindo se ao emprega-
do :
Muito bem, leve me para onde est
o Sr. Clanos. Preciso fallar-lhe j.
Quera direi que est qui ? pergun-
tou o agente, que tinba visto o nome de
John Harlett no livro do bote. Helder.
Jonh Harlett, esquire, nagociante de
NovaOrleans.
O empregi.do nelinou se de nove e pra-
cedeu Ned Hobson pelos corredores e es-
cadas.
Parou n > terceiro andar no fundo de um
corredor.
- E' aqu, disse elle.
Ao mesrao tempo apoiou duaa vezes o
dedo na boto da campainha elctrica, o
que iodioava a Clanos que chdgava una
visita perigosa.
A porta levou bastante tempo a abrir-
se.
Afiual abrio-se e o empregalo disse em
voz alta, pronunciando distinafmente ca-
da syllaba :
John Harlett, eiquire, de Nova (r-
leans.
Ned Hobson, entSo, entrou na pega que
serva de gabinete ao pai de Carmen.
O velho, nomquanto ainda muito robus-
to, contentou-se cou levantarse pouco da
sua poltrona, quando vio o yankea.
Este oomprehendeu que Clanos estava
prevenido.
Entretanto, sem nonhum prembulo co-
oicou a conversa :
Venho incommodal-o, para, fallar de
cousas serias. Ha dias, achei-oe em pre-
aenga da menina Carraao, sua filha e...
Aqui o socio de Stephan Rouval iuter-
rompeu Ned Hobson. Ouvindo esse per-
sonagem que lha tinba sido indicado corao
suspeito, pronunciar o norae da sua filha
querida, u raisaravnl equaceu o seu papel.
Entregou-s: sua effui&o paterna.
Como I O senhor ple dar me no-
ticias de mjnha filha, de minlia Carmeu...
Ah I sej. bem vindo.
Assim dizendo, Clanos levou a ra3o*
fronte. Jo tendo no muad > aenSo uma
affeigSo sincera, aquella que tinha dedicado
filha, que a mulher lha tinha dado, o tra-
O Sr' Eacr^enolla Taunay : Maa eu
j n5o disso ao senado que esaa le nada
mais do qua rcfl-xo de outras anteriores ?
(!onse'rvou sa na parte penal todfc o trava-
raento de dispoBigS s ferrenbas, armando o
rico e o poderoso o ntra o pobre e o des-
protegido.
Sr. presidente, qua a queato muito
importante, n\o pode reatar duvida algu
ma. Ainda em uma correspondencia da
Allemanha, inaerta ha pouoos dias no Jor
nal do Commercio, l se o seguinte (le) :
f Embora seja excellente o clima do S.
Paulo e perfeitamente sadio, nao convra,
diz a autor, a provincia de S. Paulo ao im
migrante, por ser a provnda da grande
lavoura do caf e offerecer condigfas eco-
nomizas defavoraveis pequea cultura.
All e que nasoeu o systema dos contractos
de parceria, que criginaram t3o graves
abusos, motivando e justificando o famoso
rescripto Heydt. Gomtudo, embira fisas-
s^ muito a quam do que fora pira desjar,
a I -i de 1879, que pretendeu refirmar os
abusos nos contractos (\. looagJo'de servi-
gos, lei -da qual a so iedala Central de las
migragUo fo^a primaira, a pedir a reviso,
nio ha ainda assim, mo'ivos para ranntar
na provincii de S. Paulo o rescripto
Heyit.
V. Exc Sr. presidenta, v qua ai-
surapto que agita 03 espiritos na Allema-
nha. N'o supponharaos que os centros
emigratorios nao olhera com atteogao para
os factoa, por mnimos qua paregara ser,
que se dao nesta paiz o em quantos pre
claam d o migrantes.
Ha pouco tempo o nobre 8"oador pela
provincia do R>o Grande do Sul trouxe ao
conhe manto do parlamenta aquella ten-
tativa de u n inepto delegado de policia-
quo araeagou, do alto da aua petulante au-
toridade, derrubar, era nome da Constitu:-
g3o, as torres de um templo protestante, en
Santa M-.ria da Bocea do Monte. (Apar-
tes ) Bem ; o govorno proce leu parfeita-
monte; estou prompto para fazer juatiga
irauediataraente aos esforgos do gabinate
actual.
Mas aquello facto occorrido em Santa
Mara da Bocea do Monte j repercuti
longe. Os synodos evanglicos reuniram-
8e e vilo presentar ao parlamento uma
raclamago, pedindo que as religirjas que
nao sao do Estado S'jara mais respeitadas,
nilo estejam coutioua.Tente ameagadaa com
o rigor das leis, porque ellas vivem da*
uondecendencia8 das autoriilaies. Varaos
e venhamos o art. 5. da ConstituigHc
deve desgostar muito essas setaa, essas
religiSes.
O Sr. Ignacio Martina : Nao apoiado.
Ura Sr. Senador: N'esta pocha ora
de gran ie progresso.
O Sr. Ebc-r-gnolle Tounay : Ms hoje
obsoluto, inconveniente. Pergunto, po-
rra : Qual a architeetura da Consti-
tuigSo ?
O Sr. Affraso Celso: -Qual a per-
seguigJo qua se tom feito n'este paiz a ea-
taassitasT (Ha outros apartes.)
O Sr. Escraguolle Taunay : Por aca-
so nlo perseguigo a simples possibili-
dade de derrubar umi casa de oragio ?
E que imparta que olla tenha torres?
Quanto mais condigno o templo, rnelhor.
Entao querem que os outros orem a Deas
em choupanas, cm catacumhas ?
O Sr. Cruz Machado : Observe ae o
artigo pelo seu espirito e n3o sa impottetn
com a lettra da pocha.
O Sr. Escraguolle Taunay O go-
verno attandeu devidamente para o espirito
da lei, e por isso, repito, nao rae mereca
scuao elogios pala solugao que deu a esse
negocio bem delicado, que poderia ter to-
mado serias proporgS'8.
O Sr. BarSo de Cotegipe (presidente do
conselho) : Nao houve solugo, porque a
facto nao se deu.
O Sr. Es.Tignolle Taunay: Si V-
Exc. nao tivesse na presidencia do Rio
Grande do Sul um administrador de espi-
rito adi-nta lo, naturalmente o tal delegado
de polica levara por diaote o seu estu-
pendo e insensato attentado, que cobriria
Brasil tolo da ridiculo.
O Sr. Bar3o de Cotegipe (presidente da
conselho): Isto q3o se deu.
O Sr. Escragnolle Taunay : Mas en-
tSo como se inventara cousas d'essas*
Pois esse delegado no amoagou o synode
evanglico que ia mandar derrubar as tor-
rea porque a religiao nao funecionava den-
tro da lettra da ConstituigSo ? NSo decla-
rou isto ?
O Sr. Barao de Cotegipe (presidente d
conselho) : Declarou onde ?
O Sr. Escragnolle Taunay : O nobr*
ministro do imperio subi logo a tribuna e
deu se pressa em tranquilisar ao Sr. sena-
dor pelo Rio Grande do Sul, declarando
que mandara sobrestar qualqu-r orden, na-
quelle sentido. Applaude por isso muito
Sr de Mamor.
O Sr. Barao de Cotegipe (presidente da
conselho): Nao, senhor; ntandou o pre-
sidente informar, e esta declarou qua o
facto nSo se tinha dado.
(Continua.)
t.nte esqueceu se de tomar as precaugS-s
que Rmval lbe tinha proscripto.
Ned Hobson fcilmente pereebeu a per
turbago que tinha causado.
Lembrando-se qua jogava a ultima car-
iada, tratou de conciliar os interesaos do
pai com os do noivo.
Com o desembarago doa seus compatrio-
tas, puebou uma cadeira e sentou-se ao
lado de Clanos, quo se deixara cahir ua
sua poltrona.
E, depois de n ti ctir um instante tor-
nou :
- Tive, cora effdto, o prazer de encon-
trar a senhora sua filha... em Maraelba...
onde eative a negocios.
Clanos interrompeu a de novo :
Estava era casa da ta, sem duviia?
- Perfeitamente, meu caro senhor ; foi
l que travmos conhecimento. Nao na-
cessario dizer a qua feliz acaso consegu
entrar em casa da sua cunhada. O quo
verdade que, primeira vista, sua filha
deslurabrou-mo com a sua belleza e cora a
graga. E', pois, cheio de adrairagSo pelai
qualidades da sua filha, que venho pedir-
lhe a sua mSo.
O banaueiro, por certo, n5 o esperaba se-
melhant epedido.
Fieou*, pois, .Iguns minutos sem polar
articular urna palavra.
A impassibilidade da visita, que estava
a seu lado, charaou-o realidade.
O senhor pede me a nao da minba
filha, respoadeu elle. Mas eu nao o co-
nhego Domis, quem lhe disse que esta
aenna estava disposta a c tsar ?... Nao,
nlo posso consentir. Carmen est promet-
tida a outro.
O americano tinha previsto essa respos
ta. Adivinhou que Caanos quera dar a
filha ao Maximiliano Arband. Mas estava
resol/ido a ser audaz.
Sim, sei que o seuhor diapoz da rao
da ana filha, responden elle. S;i mesmo
que o senhor quer que ella case com um
medico da mariuha. ..
O bespanhol s tinha fallado dos seus
projactos a respailo de Carmen con o seu
socio Stephan Rouval. O seu interlocutor
nRo era, por oerto, feticairo. Como podia
elle saber que o pai destinava dar a mi
da menina a um medico da raarinha ? Era
evidente que Stephan Rouval tinha feita
revelagSS a John Harlett e que por con-
sequeiicia o banqueiro conheca o negocian-
te de NovaOrleans.
Foi esse raciocinio qua induzie Clanos
a perguntar ao yankee :
Conhece o meu socio e amigo Sr.
Stephan IRouval ?
Nao.. mas conhego o Sr. Clanos c
Pacheco.
O hespanhol estava cada vez mais enre-
dado.
E como me conhece ?
Dessa vez a voz do velho tremeu. Tinha
cruzado as raaos e eos as pupillas arden-
tes fitava o personagam sentado defronte.
Mas tinha um adversario valente.
Sem desconcertar se, Ned Hobson rea-
pondeu :
Eu o conhego, como conhego o san
patrio Jos Laronza, cujo cumpice tena
sido. Porque, com elle commetteu cri-
raes I... Cora elle roubou I. Com elle
aasisainou I.. Sai tudo e por isso que
lbe pego, e sa necessano, exijo a mSo da
sua filha.
Dizendo isto, Ned Hobson tinha-se le-
vantado.
L ratamente, Clanos passou a mSo por
baixo de ura mago de papis que estava
em cima da sua secretaria, e pegou em
um revolver ao qual recorra" em casos ex-
tremos.
Sabemos que o velho hidalgo tinha uta
vio-or e uma energa pouco comrauns na
sua idade.
Logo que se sentio armado, levantou se
bruscamente e entilo acbou-se face a faca
com o americano que, por seu lado, tinha
tirado do bolso um punhal.
Ambos rirara de modo a fazer medo.
Tiahaia adivinhado um ao outro. Tinhira
tido a mesma idea : alcangar pal htimi-
dago aquillo que a persuasSo nZo lhes do-
dia dar.
Encararam ura com o outro, medrado aa
orgas e oa maioa.

i


I


it
(Continuar tena)
T/p. do Diario roa Duque de Caa 42.
% I *


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