Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19109


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Full Text
AUJO LIIJ IDI-EIO
P\U\ A CAPITAL
Por tres mezes adiaotados.
Por seis ditos idem.....
Por ura anno idem.....
Cada numero avulso, do mesmo da
LlARKSI 03UDR *'*. E
PA4JA PORTE
. 6*000
. ijtfOOO
. 230rX)
. *100
--------

SA EFLO 16 DB JIM 1188.
PARA OESTRO B FORA DA PROTIMCIA
Por seis mezes adiantadoa..............
Por nove ditos idem..............
Por im anno idem................
Cada numero avulso, do dias anteriores..........
13^500
200000
27fiLOQ
0100
Proptieitafce fre JHanocl J%mtk6a &*? Jaria 4 .: jos
Srs. Vrxiola :rlnn C
4e Pars, .vil oa naasos agestes
exela-tivos de auadas epn-
blicacdes aa branca e lagla-
lerra
TELEGRAMAS
2:27:;: :AancwAB-s3 subi
RIO t>E JANEIRO, 15 le Julho, s 4
bon.s e 3 ninutos da tarde. (Hecebido
ia G horas e 20 minutos, pelo cabo sub-
marino).
Foi aumento bario cam grandea
O lr *nl !. II nmt'tm. medico Imperial
Foi exonerado do careo de presi-
dente da provincia de Coyas o Dr.
i.ui* Sllverio alteo da Croa i nendo
nomt-nilo para o niiimo cargo o Or.
Fulgencio Flrmlno MimSes.
Bouve boje sesso na Cmara dos
epaiadoi.
Foi rcconbecldo dcpalado pelo |.
dtMrlcto da provincia de Mallo Ur%
o o Dr. Manoel Sperldlao da Coala
Marquen (C).
O eouselbelro Rodrigo (aguato da
ilivn aprerenlou um projerlo alte-
rando a farras da cleicAo doa mem-
broo a* diversa* asscnsblas leglala-
livas provlnclaes.
Segundo eate prnjeeto, a referida
elelco continuara a aer feita por
dlsfrlctos. cujo numero aera entre-
tanto rednaidoameladedoaactoaea.
O vol era incompleto.
O autor do meamo projecto. em no -
aac do governo declarou que a dls-
uinu era aberla.
O conmelbelro Baro de Manaor
apreaealou urna proposla refor-
aaando pa eatatutuM das Faculdadea
de Blreito.
Estando a diacullr-ae o ornamento
da Jnstlea. oa deputadoa de Per-
ambHco apresentaran* urna emen-
da aatorlsdbdoo geverao a pagar aa
espesas, que fas a provincia da
Peruambuco com o menlo e tran-
sporte don ondunir iln, que vo
uosprir enlenea no presidio de
Fernando de Noronba.
-i i....

-Vil
RIO DE JANEIRO, 15 I* Julbo, s 3
horas e 40 minutos da Urde.
i:vm Sr. Fulgencio latee* fot
Momeado presidente da provincia de
Cioyaz.
A testa onclnral francesa de 14 de
dalbo foi celebrada com todo entbu-
slasmo.
Ko Caxi. Fluminense os france
aes aqnl r<-n!ii ntes organlsaram um
concert segut deum grande baile,
asaltos ton.it fornm pronuaclados.
asslstlram a eslt fesla. entre ou-
ros mullos : > i ldad-s naclonaes e
eslrangeiros, os ofSciaes da corveta
norte americana LASCASTER.
PARS, 15 de Julho.
Mr. Cbarles Floquet presidente da
Cansara dos Oepuiados deu a ana
demlss&o. a qual nao tendo sido ac-
ceda, foi depols retirada.
TIRNOVA, 15 de Julho.
Una novo minlaterlo blgaro acaba
de ser constituido sob a presidencia
do Mr. tolln*.
ROMA, 15 de Julho.
O bolera naorbus acaba de appa-
reeer aa liba de ardenta.
LONDRES, 15 de Julho.
THE TIMES dls boje n'um artigo de
fundo que a demora de Slr Drusa -
aaoad Waltl em Constantlnopla tau-
aallba a Inglaterra.
PARS, 15 de Julho.
A feata nacional de 14 de Julho
acaba de ser celebrada como de eos -
lame.
A Cesta foi favorecida por um lem-
po magnifico
As lllamtnacaes e rogos de amado
Uverana um boa xito.
.4 ordena publica nao foi perturba
da em nenbum ponto da cldade.
Agencia Ha vas, filial em Pernambuco,
15 de Julho da 1887.
INSTRDCCiO POPULAR
BIOLOGA
(Extrahido)
OA BIBLIOTHECA DO POVO B t>A8 ESCOLAS
fContinuaQao )
.VOI.t?.4'> PHYa.oeEXBTIC.s. E
KHBHI OUM.lt A
Nao existe a currelaclo entre estas duas se-
ries embryologica e pbydogenetica,mas aioda, a
ce rrclaelo deltas com a serie paleontolgica, pa
teuteada pelos toaseis das carnudas successivas da
crustas do globo e coa a serie de typoa >.ctn*lraen-
te viv s, qae coostitaem o imp rio orgnico actual.
N'estes, estacionarios nos diversos degros da
escala orgnica, houve urna tenacidade inaior em
guardar as proprieJades anteriormente adquiri-
das ; nao foram talvcz solicitados palas for;as do
meio a adquirircm por udapta;ao novas melifica-
(ose d'isso resultou o sea estaciouamentc at mes-
mo nos graos mais rodimeutares da orgiDso;ao.
QiBnto raai? se desenvolva o mando orgnico
atravez das epochao geolgicas, tanto mais se ac-
centuava essa divergencia entre os grupos interio-
res que conservavam intactas as suas pr. preda-
des primitivas, e os seres que, adaptando se de
continuo, iam de modifica;lo em 'Jiodifica;le at-
tingindo novad caracteres especificas.
S a doutrina de Oai win veio laucar sobre este
facto urna verdadeira las. Notava-se j anteB,
havia urna analoga notavel entre as pbases de
des- nvolim nto do ovalo e as formas estacionarias
existentes ; mis nao se sabia interpretar este f ict
entao devers extraordinario. Julgava-se que o
homem pre-existia no ovo, completamente forma-
do, e que o seu descuvolvimento nao era mais do
que ama especie de expausao, simples tffeito do
cresciment'1. Acabamos de ver qae se d exacta-
minte o contrario.
Djs factos observados na evolu^aoembiyologica
e que ora acabamos de expor, deduz-m se aa duas
leis srguintes :
1*.'Todo o organismo p.-ovem inicialmenle
de um plastidio. que pol1 dar, depois, origem a
meridios e zoidios, custa do crescimento simples.
Corrolario : Todas as formas podem ser origi-
nariamente consideradas como resultado de um me-
ridic, repro iuzindo se por gemmaco, ou, o que
o meamo, sao verdadeiras colonias de me-idns.
2' Q lando sobre o ovalo se fasem sentirs
mauifesta(oes da adaptacao individual doj meri
dios, ha urna teudeucia a qae os periodos saeses
sivos, que hSo de ser reprodusidos, se apressem na
su evola(o.
Corollario E' deste aprcesarneuto ou precipita-
do qao resulta a onfusSo apparente, dando lugar
ao desapparecime-to das formas transitorias.
Do pnrallelismo das tres series orgnicas, phy-
lsgenetiea, a paleontolgica e taxonmica, notamos
inda o coroiUrio seguinte, para accentaar bem a
idea peieita destes phenomenos biogenetieos.
Ao passo qau na ontogenia, oa desenvolvimento
embiyjnario de cada organismo, constituindo a
historia da sua evolacfo individual, se ob ama cadia simples, nSo ramificada, umi verda-
deira escala, di se exactamente o mesmo pbeuome-
no na evoluco pbylogenetica desse individuo, isto
, na historia da evoluco psi outologica dos seas
antepasa dos direetos.
Pelo contrario, na historia geral da pbylogenia
de todj js organismo*, ou piylum, comprebenden -
do o deseuvolvimenio paleostologico de todos os
grup a, hi urna evuluaaa ramificada, que, na dizer
de Da: win, e c.nfjrme ja notamos tambera, se pe-
dera reprseBtar por urna verdsdsira arvore. E'
n'esta qae se observom oa gr.i cao e aperfeifoamento, dsndoem resultadp final os
typos morphologicoa actuaea. Esta ultima evola-
(io individual outogenica ; pa-alleU na parte
qae se refere nicamente descendencia directa
desse organismo.
Recapitulaud-, tem s que a historia da evolu(io
ontologica ou individual, de grande importancia
em classificafio, fornece nos os documentos mais
importantes para a historia da genet logia dos
sares, por isso que a ontogenia a repelicaj abre-
viada da phylogenia, cjuf^rme as leis de heredita-
riei-ade e adaptacio. E' sobretuio pira o conhe-
cimento da evolaeo paleontolgica miis aotiga
qae a ontogenia coostitue pira nos um estudo
precioso. E' por^ud abi faltam mais os recursos
de outra drdem, tses orno os toaseis da carnadas,
por isso que esses organismos rudimeotarea eram
mollea e delicados e nao deixaram as carnadas de
trra nenhuus vestigios fosaeis da bu passagem.
[Continua)
TRfOFFICUl.
Governo da Provincia
KXPISIEKTB DO DA 30 DE SA10 DE 1887
Actos :
O presidente da provincia attendendo ao que
requereu a profesacra Ja extrema da ra Imperial
Marcolina Portado da Silva Cabral e tendo em
vista a iiiformacSo n. 190 do inspector geral da
Instrucco Publica reaolve conceder-lhe a contar
de 16 do correute 3 meces de liceuca com ordenado
para tratar de sua sade ende Ibe convier.
O presidente da provincia attendendo ao que
tequereu Ernesto da ilva Miranda profeaaar de
enaino prmaric em Frecbeiraa de Gojanna e tendo
em vista a isformacjlo n. 148 do inspector geral
da Iustruccao Publica resolve conceder-lbe a con-
tar de 20 do corrente 30 dias de lice <* com orde-
nado para tratar de sua sade, onde lhe convier.
O presidente da provincia attendendo ao qae
requereu o subdito portugaes Antonio Fernandes,
residente neata provincia, esolve, de confora-idade
com o disposto no decreto n. 1950 de 12 de Julho
de 1871 e usando da autoriaaco conferida pelo
art. 14 da le n. 3140 de 30 de Outubro de 1882,
natnralisar o referido subdito portugus Antonio
Fernandes, afim de qae possa goaar de todos oa
direitoa honras e prerogativas que pela Constitui-
do competem aos cidades brasileiros natura iaa-
dos.
O preaidente da provincia attendendo ao que
requereu o subdito portugus Vicente Lopes Bra-
ga, residente cesta provincia, reeolv*, de accordo
com o disposto no decreto n. 1950, de 12 de Julho
de 1871, e usando da aatorissco conferida pelo
art. 14 da lei n. 3140, de 30 de Outabro de 1882,
natnralisar o referido subdito portugus Vicente
Loprea Braga, afim de qae possa goaar de todos
oa direitos honras e prerogativaa, que pela Cons-
titu gao competem sos cidadaos brasileiros na tu
ralisadoa.
O presidente da provincia, tendo em vista o
disposto nos arta. 2.* e 3." do regulamcnto de 28
do corrate, resolve organisar o quadro do pessoal
da Recebcdona de Rendas Provinciaes pelo modo
seguinte:
AdministradorBscharel Francisco"Amynthas
de Carvalho Moura.
Cbefe do sceloBacharel Jtfferson Mirabeau
de Asevedo Soares.
ThesoureiroAutonio Aigasto Ferreira Lims.
FielBa harel Urbano bfam.de da Almeid.
Escrivo d receita Manoel Silviao de Barros
Faleo.
1.* escripturarioBacbarel Horacio Walfrido
Peregrino da Silva
2.M eacripturarioa Bacharel Alexandre Bernar-
dino de Figueiredo do Beia e Silva, Joao Pinto
Baadeira e Aceioly de Vaaconcellos, Alfredo Gib-
son e Joao Cesario de Mello.
3.* eacripturarioaBacharel Joaquim Caval
cante Le.l de Barrea, Carloa Augusto Lina de
Soasa, Jos Terrea Campoa de Medeiros e Antonio
Adolpbo Borges Leal.
LanzadoresJps de Pinho Borges, Joiquioa
Tranquilino de Limos Duarte, Felinto do Ivgo
Barros Pessoa e Isidoro Tbeodulo de Mattos Fer-
reira.
PorteiroOelim Coelho de Serpa B'anio.
ContinuasJuliao Li.-jachi de Holhiula Caval
cante e Joao Emiliano de L^mos Dmrt.
Addidos, na contormidade do art. 74 do c t'do
regulameuto, que continuarlo a servir niawuas
respectivas categoras, emquanto ns entran para
o quadro ou nao sao aproveitados em outras reptr
ticoes, para o que obrgatoria a preferencia, quer
como effectivos em caaos 4e vagas, quer mesan
c m) addidis, podendo ser ap.utados se o reque-
re rem ou ex-officio :
Cbefe de sceloJos X*vier Carneiro de Bar-
ros Cnmpello.
1. escripturariorJarh .re Caetano Mana de
Paria Neves.
Agente recebedorJlo Hermenegildo Borges
Diniz.
2.* escripturariot idrigo Jacome Martina Pe-
reira.
3. escripturarios Pedro Similo da Suva Bra
ga, Franciaco de Paula do Reg Barros, Francisco
de Paula Ferreira da Anmnciaclo.
Lncador Antonio Soriano do Reg Barros.
Officios :
Ao Sr. bispo da diocese de Olinda.Em
additamento ao officiode 14 do corrente miz de
claro a V. Exc. Revma. que na comarca de Ka-
nellas, segundo Ijformou o Dr. juis da direito,
anda nao ha serventa vitalicia do officio de pro
motor de capelina e curador geral dos orphlo*;
pelo que estes empregos continusm a ser interina-
mente exercidos por noneaclo do juis municipal
redimido sempre a numeaclo no promotor publico.
Teuho a honra de reiterar a V. Exc. Revma. es
meus protestos de estima e cousideraclo.
Ao presidente do superi >r tribunal da R^-
laoao.Rogo a V. Exc. mand -r extrabir e remet-
ter-me copia do accordlo desse tribunal que con-
ceden preventivamente ordem de hablas-Corpus ao
tbeaoureiro das loteras extraordinarias aa pro-
vincia, tcnente coronel Franciaco Goncalvea Tor-
rea.
Ao desembargador Joaqaim Pires Goncal-
vea da Silva. Accuao o res. bimeuto do officio de
28 do corrente mes, em \ae V. Exc. participa ter
nessa data assumido o exercicio do cargo de pro-
curador da coros, soberana e faz n li nacional do
tribunal da relilo do Recite.Communicou-se a
Theaouraria de Fazeuda.
Ao brigadeiro commandante das srmaa.
Autorso V. Exc. de accordo com a ana informa-
dlo, n. 280, de 26 do corrente, a conceder >baixa
do aerviffo do exeteito, mediante substituiclo, ao
2 sargento da eompanhia de cavallaria Augusto
Cesar.
Ao meamo. \esta data determino ao com-
mandante do corpa de polica que destaque para
as localidades em qae anda existe n praoaa de li-
nb i, igual numero de pravas de po'icia em substi-
tuidlo daquellas, que V. Exc. far recolber a seu*
quarteii logo que tenha se realisado a aubstitu-
clo.
como para isso fique faltando polica forca
tufficiente para us guardas da Cssa de D. tenclo,
recoaia-ndo V. Exc. que expela ordens uo sen
tido de ser de entilo em diante feita aquel le serv-
90 por pravan do exercito.
Ao inspector da Theaouraria de Fasenda.
De coofortnidade com a inclusa proposta, coja co-
pia inclusa reaietto. do guardilo do convento de
S. Francisco, lUtoriso V. S. a mandar lavrar t?r-
mo de contr.cto para o arrendamento da parte do
meamo convento destinada a conpanhia de caval
laria.Caamuaicon-ae ao briaadeiro commandan-
ts daa armas.
Ao mesmo.Cumpre que V. S. determine a
collactoria geral do nmnicipio de Rio Formoao a
reduccjto do valor do eciavo Rogaciano, all ma-
triculado sob n. 542, cim 33 anuos de idade por
909J.
Ao mesmo.Si'va-se V. S. de exigir da col-
tetona geral resaectiva o motivo de Da constar
da relsflo n. 198 as idade) dos escravos matri-
culados 00 municipio d > Rio Formoao, sob na. 896,
897, 898 e 899 e informar a esta presidencia o re-
sultado desta recoaimeu At 1 e de outras foi tas
em officios de boje e anteriores sabr as faltas en-
contradas as reUco.'s a jue se refere o artigo 13
3o do regalamoato n. 9,517, de 14 de Novembro
de 1885.
Ao meamo Sirva-ae V. S. de exigir d col-
lectoria geral do municipio do Rio Formoao o mo-
tivo de nlo constar da relaclo n. 130, a idade e
valor do eseravo Jlo, all matriculado, sob n.
650.
Ao mesmo.Cumpre que V. S. determine a
colle^toria geral do municipio de Rio Formoso a
redcelo dos valores daa esen. vas Mara e Bibia-
na matriculadas sob os, 6 e 207 de 40 e 45 annos
de idade cam o valor do 600 cada nma.
dem sobre os escravos Feliciana c Tbom
ns. 229 e 319, com 49 e 44 anuos S primeira por
6001 e o segundo por 800*.
dem sobre Aoaclcto e Beliaario ns. 29 e 76
com 30 e 45 annos o primeiropor 90)^000 e ore-
guado por 800J.
Ao Dr. inspector da a de da parto.Para
os devidoa effeitoa comasiaico a V. S- que do Exm.
Sr. ministro do imperio tecebi hontem o s-guint
telegramma :
Serlo recebidos en vre pratica navios sa-
bidos portoa chilenos depoia da 18 do corrente. *
Ao Dr. juis de direito do 2* districto crimina
Deixo de attender a solicitadlo couda no offi-
cio d V. S. datado de 1 do corrente, n. 272,
com referencia a remeaaa de ama copia doa tra-
balhos da commisslo ncmeada para proceder na
Theaouraria de Faseqda > a exames e investiga-
coes relativamente ao deafalque descoberto nos co-
fres da Theaouraria, visto que por ora a mencio
nada o:mmisalo nlo apreaeqtou o resultado dos
referid.'s exames.
No entretanto, farei effectiva aquella remesan,
desde que seja-me presente o dito resultado.
Ao administrador do theatro Santa Isabel.
Sirva-ae V. S. remetttr-me urna nota circumatan-
ciada daa despezaa que fas por noite de espectculo
qualquer eompanhia que obtm ou contracta o
theatro, informando me sobre o modo da arreca
duelo deasa recet*, aua applicarjloe preata^ao de
contas.
A inspector do Thesouro Provincial.Sir-
va-se Vmc. remetter-mo urna nota da receita e
despeza do tbeatro Santa Isabel, nos des ltimos
exercicioa financeiroa encerrados e no que constar
do corrente, iocluindo pessoal e quaesquer outras,
informando-me. do modo porque alo prestadas as
contas da administracao, deque trata o Regula
ment de 16 de Msrc-o de 1885, si no fim doa con-
tractos de ooneesalo do theatro ou se por exerci-
cioa, bem como ae easaa contas tem sido regalar-
mente prestadas.
Ao mesmo. Para poder resolver o aaium-
pto do sen officio de 18 do corrente mes, sob n.
629, recommendo a Vmc. que declare qnantaa cor-
netas foram fornecidaa, no anno de 1885, ao carpo
de polica, explicando a divergencia que ha entre
a informadlo constante do citado officio, no qual
Vmc. affima terem aido fornecidaa 18, e o officio
deata presidencia de 31 de Marco daquelle anno,
em que ae lhe ordenou, de accordo com a informa-
co prestada no sea ofHeio n. 465 e pedido do res-
pectivo ommandante, de 22 cornetas.
utro-sim, convm que informe ai na reparti-
clo a sen cargo existe tabella determinativa do
tempa de duraclo, e qual de eada corneta.
Ao procurador fiscal dos feitos da Faacnda
ProvincialTranamitto as islormsooes e mais do-
cumentos relati ros ao recurso de Antonio Joaquim
Cselo afim de que Vmc. informe si o imposto
municipal do J 49 do art 57 da tai a. 1882 grava
em pas o
Qsffo
- Ao(f
de, cmstitumdo um on'.:s real, ou s-
ctivo ao proprietario.
gedor interino do Gyinnisi Pornambu-
ista do qufl Vmc. r^preseon em ofli 'io
rrente inez aut iriso Jes le ja a retirad 1
ousUiitcs aa rel.iclo aunen au pre-
exceptaadoa atA ulterior deliberagio oa
a ns. 5, 10, 21), 21 e 22 e os alumno>
ns. 1, 3, 4 e 5 de accor lo eom o art. 26
g 1 do Eegulamento devendo aquel'os que nlo ti-
la ou tutores ser remettldoi pira a Cob-
ologiea Iaabnl.
genheiro director da r particlo ene ir
regada dj conservadlo dos p irtoo \utoriso Vmc ,
como pdr no cffio de 26 alo crrante, s^b a. 56.
a can'i'.'cir, par meio de concurrencia publias
matriaes n m'S objectas precisos a esaa repart
co e a daa obras g.iraes 111 s mejtre le Julhi a
Dezembro d) corrente nnao.
Designo para fazer parte do reap'jc;iv) eons^lbo
de compras o engenheiro fiscal d 1 1* districto de
engenbos centries Francisco do Reg Btrros.
Com nunico'i se a Theaouraria de Fasenda e i
eagenbeiro fiscal do 1 districto d<: engenbos cen
traes.
Ao corarasndantfl do corpo Far;i Vmc. substituir por pravas do corpo sob seu
commsudo os destacamentos de linha ora existen-
tes no interior da provincia.
Neata data communico eaa deliberacao ao bri-
gadeiro eommandante daa armas, q 10 forneeer
guarda da Casa de Deten; lo em se eff-etuaodo a
substituiclo doa destacamentos.
_ Ao director do Arsenal de GuerraA' vis-
ta da iiformaclo dessa directora, de 28 do cor-
rate, sob n. 1116, a.iroriso V-nc. a mandar satis-
fazer o incluso pedido de urna escoda de tesoura,
com tres degiaos, para o serv; 1 do archivo do
quarti-l general do ominan lo das irmaa. Com-
municou-se ao brigadeiro cemmandan'e daa ar-
mas.
Ao mesmo De sccordo com a inforrnaclo
deasa directora, de 28 di corrente, sob n. 1115,
autoriso Vmc. a mandar fornec r ao 2" batalhao
de infantaria 148 pares de sapat >s, por conta Jo
pedido do meamo batalblo o para pagamento do
Io trimestre j vencido. Communicou-se ao bri-
gadeiro commaadaote daa armas.
Ao collector das rendas geraes do munici-
pio de Floresta. Informa Vmc. em i-fficio de 7
do corrente, reeebido a 18, que, te ido se enierra-
do a nova matricula de eacrav^a, do couformidade
cam o artigo 7 do regulamenta n. 9517, de 14 de
Novembro de 1885, combinado com o art. 15 do
de n. 4835, de 1 de Dezembro de 1871, deixaram
algoaa senbores de mcrevsl-as na dita matricula
no praso marcado, notando-se que, d'entre taes
senhorea alguos slo de municipios difierentes, e
herdaido os escravos no municipio da circuios-
cripci fiscal da colleetoria a cargo de Vmc. no
anno de 1877, nunca os averbaram como seus,
nam p'diram transferencia pura outro municipio.
Informa anda que os referidoa dcnborea matri-
cularan) seus escravjs en outra municipio, fic.in-
do em brsneo as casas referentes s av&rba;5es
quanto aos rajamos escravos, qaa por isso Ihs re-
quereram c rti.ioes, que foram pasaadaa.
Em concluslo consulta se esses individuos slo
oj ni > libert s.
Em respista declaro-lhe que, matriculados os
escravos em outro muaicipio, nlo havia necesai-
dade de o sereno na em que residirn! anterior-
mente ; nem seria itso regular.
A mstcula feita smente no municipio em
qs- 1 rfiavo reside e nlo no du sua residencia
antrior*'
Ai masas por inobservancia de algasias das
disposicees da lei de 28 de Setembro de 1S71 fo-
ram relevadas pelo decreto n. 9517 de 14 de No-
vembro de 188. art. 1<> 3.
Nlo importa liberdade do es:ravo o facto de
haver ata aenbor ba tempoa incurrido em multa
de que feram relavado, ou que houvesse pago.
Ao juiz municipal e de orpblos do termo de
Triunopbo. Cumpre que Vm:. quanto antes re-
meta a esta presidencia a certido de idade do
eseravo Pedro, libertado pela 7* quota do fundo do
emancipscio coma foi racommeadado em officio
de 14 do corrente.
Portara:
O Sr. gerento da Companbia Pernambuea-
na de Nkvego;lo mande dar passagem at o pre-
sidio de Fernando de Noronha, p>r eon'a das
gratai'as a que a provinc 1 tem direito, a Ananyaa
Accioli, mulber dn sentenciado Hiraco Barbato
Accioli.
RIPEDIENTl DO DB. SBCRKTAKIU
Officios :
Ao Dr/chefe de polica.Deordem de S. Exe.
o Sr. preaidente da oroviuci fleclaro a V. S.,
que nao pode ser approva lo o contracto constante
do termo annexo ao aeu officio d 12 do aorreute
mes, sob n 448, visto que nlo ha necessidade de
quarUl as povoado da Boa-Viagem, para duas ou
tres praeas, que all ordinariamente exiatem s
ordens do respectivo subdelegado, as luaes se
nlo tiverem onde se abrigar, convm que regres-
aem para esta capital. Remett-u-se copia ao
Thesouro'Provincial^
__ Ao Dr. juis de direito do 2." iiatricto crimi -
nal.O Exm. Sr. presidcute da provincia minda
commuoiear a V S-, que segunJo declarou-lh< o
inspector da Tbesouraria de Fazeoda em cVio
de 28 deste mez, n. 317, nlo foi pos-ivel cumorir
a ordem do mesmo Exm. Sr. no sentido de apre-
sentar-se hoje, ao meio dia, na Casa de Deten;ao
o praticaote da refer.da Theaouraria, Antonio
Borgea da Fonaeca para o fim indicado no officio
de V. S-, de 27 do corrente, n. 271, viato que o
mencionado praticante eat bomisiado e ignora-se
onde presentemente se ach.
__ \' junta classificadora de escravos do mu-
nicipio d Recife. Do ordem do Exm Sr. presi-
dente da provincia remetto a V.jp. aa informa-
coas prestadas pela Recebedoria das Read.a In-
ternas Geraes acerca doa escravos a que se refere
eses junta nn officio de 12 do cirrente.
__ Ao lente-coronel Thamis Jo^ da Silva
Guarni, commandante superior interino da guar-
da nacional da comarca do Coa.S. Exc. o Sr.
presidente da provincia manda accuaar o recebi
nvnto do officio n 118, de 25 do corrente, em que
V. S. participa haver na mesan data assumido a
commaudo auperior interino da guarda nacional
dessa comarca.
__ Ao commandante do corpa de polica. De
ordem do Exm. Sr. preaidente da provincia re -
commendo a V. S. que, de accordo com a aua in-
formaco o. 5,081 de 25 do correute mez, ta;a
seguir para o termo do B .nito, l(^pt)ra;g do cor-
po de aeu commando, afim de condusirem d'alli
para a Casa de Detenclo, oa sentenciados de que
trata o citado officio. Communicou-ao ao Dr.
cbefe de polica e remetteu-se opia ao promator
publico da comarca do Bonito.
Ao eogeheiro ch ;fe da repartilo daa Obraa
Publicas. O Exm. Sr. presidente da provincia
fica inteirado, pelo officio de hojf, sob n. 113, de
haver V. S. mandado paasar ot-rtifioado de paga
ment da obra da reparos da cadeia de Pao
d'Alho empreitad com Jos Franciaco do riego
pela qusntia de 473*710, por estarem devida-
uoente concluidos.
Ao Dr. juiz de direito da comarca de Cim-
bres,De ordem do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia transmiti a V. S. em soluco de seus 1 f
ficos de 2 de Marco e 16 de Abril ultimo, cpii
do Dr. chefe de policia de 27 do corrente mez,
sob n. 492.
Ao director da presidio da Fernando de No
ronha.S. Exc. o Sr. presidente da provincia
manda declarar a V. S., em s iluclo aos sens ofi-
cios de 20 de Janeiro e -0 de Mar;o ultimo, sob
ns. 86 e 149, quo a V. S. cabe camprr o disposto
no art. 70 do regulamento annexo ao decreto n.
9,356, de 10 de Janeiro de 1885, se a malber de
nonu Mina Rifiaa lo Eapirito Santo e umi fi-
Iha meno- estiverem omprcheodidas no citado
artigo.
Ai miiuji. O Ex n. 6V. presidite da pro-
viucia m u la eojunmiicr.r a V. S que neita data
eiiJaraiutwu ai .tiais:erio da JostiAl a pe'icao
que rea :i no ioh'1 ia ij seu offi:: 1 le 0 Ssas n 29, diri^ilo ao 311:01 raiiiterii pili
crivlo do .almoxanfado desae presidio Jnquim
Pinto de Almeida Jnior.
BXPaOIBNTE DO DIA 31 DE MAI0 DE 1887
Officios :
Ao brigadeiro commandante das armas.
Autoriso V. Exc. de accordo com a sua nforra;-
;lo de hontem, sob n. 287, a conceder ao 2- sar-
geito d eompanhia de cavallaria Augusto Cesar
"SOdisde Hcen;a para ir a comarca de Itarab
tratar de n?g icios de seu particular interesse.
Ao mesmo Em resposta ao officii de V.
Exc. de 20 do correte, sob n. 270, em que trans-
mitte-me um pedida de medicamentos apresenta-
do p la Dr. delegado do cirurgilo m. do exerci-
to para uopriniento da pharmacia militar, em
quauonlo "begam oa que devem aer fernecidos
pelo Laboratorio Cbimico Pharmaceutco da Cirte,
cabe-me dizer a V. Exc. que para ser autorisada
a compra aqu p a r"qui8i;.v> ser feita da a.'cordo cora o aviso io
Mmiste.io da Guerra de 2 de. Abril de 1868, que
approvou o formulario official dos medicamento i,
publicado u i ordem do dia da leparticlo do aju-
dante general n. 615 de 16 d'aquelle mez e asno
ao m-'amo-l).' accordo com a iudicaclo de
V. Exc. em offi .io de 28 do correte s-.b n. 284,
esigni o maj ir commandante do 2- bvte.lhaode
infantaria Luiz Antonio Ferraz para p-i sidir a
commaslo qu, na forma do aWso circular do .Vli-
niaterio da Guerra de 23 de Janeiro de 1884, tem
de dar en consumo na enfermara militar, no dia
4 de Junbo prximo vindooro, s 11 horas da mi-
ubi diversos artigis a cargo da mesma enfermarla
julgaio* ins'-rviv.-is, aegundo consta do citado of-
ficio.
Oque deelaroa V. Exe.pan os fina c invenien-
tes e em resposta ao dito oficio.
VulatU mitandis a Thes-.uraria de Fasenda
e Arsenal de Guerra pira designar um empr gado
e ajudante afim de faserem part da commiaaao
Ao inspector da Theaouraria de Fasenda. -
Sirva-se V. S. de remetter-m; a patente do alte-
res refjrmado do exer.-ito Manoel Gon;alves de
Queiroz e Albuquerqne que acompanbou o ib" .-io
desta presidencia de 7 de Novembro de 1881, afim
de ser devolvila a reparticl) do judaute-gene-
rai, conforme solcita em officio n. 3,0i8 de 17 do
corrente.
Ao mesmo.Cumpre que V. S. determine a
colleetoria ^eral do municipio de Goyanna a re-
dcelo do val ir das escravaa Ma.ianna e Joanna
all matriculadas sob ns. 389 e 419 coco 45 e 40
annos de idade. cuno valor de 600/ c da una
dem sobre B-nedcta n 363 com 45 annos
por 600/.
Ao mesmo Sirva-se V. S. de exigir da
colleetoria geral do muaicipio de Goyanna o mo-
tivo de ter sido all matriculado em 20 de Nivem
bro do anuo patsado por Ladialo Cabral de Al-
buqu rque sob n. 431 o individuo Francisco com
trese annos de idade.
dem sobre Mauricio de 14 anaos n. 180 de
Jos Al ves Pragan matriculad i em 15 de Juabu
de 1886, e Ignacia de 15, n. 329 d; Josa Bezerra
Pereira Lvra, em 19 de Outabro de 1836.
Ao Dr. jais de direito da provedoria de ca-
pellas e residuos da comarca do Recife.Uommu-
ucia V. S. que, nos termos do art. 113 do re-
gulamento annexo ao dec. n. 9,4;, de 23 de Abril
de 1885 e aviso de 29 de Outubro desse anno,
expeco hoje as ordens necesaarias para que o ser-
ventnario vitalicio dos officios de promotor de ea
pellas e residuos e carador geral de ausentes da
comarca desta capital, bacbarel Jalo de Si c Al-
baquerque, reassumi no praso de d iua mezes, o
exereicio de suas funeccies, ou allegue e prove o
qui for a bem de seu direito, devenio por isso V.
S. sustar e concurso de que trata o edita! publi-
cado na Diario de Pernanbeco de 27 do cor-
rente mez e qualquer outra diligencia legal e ue-
cessaria para o rovimenti dos referidos officios.
Ao inspector do Thesouro Provincial N' s
termos da sua ioformaclo de 6 do correute, u.
639, mande Vmc. indemoisaro Ministerio da Guer-
ra da quantia de 780J&X), proveniente de 30
mosquetjs com sabres, 30 bando] ira e 60 bai-
nbas de sola apparelhadas de lati fornecidas p -
lo Araenal de Ga 'rra a guarda cvica em vista da
ordem desta pieiideneia de 22 de Ou'ubro do an-
no passado a que allude a inclusa conta.Com-
municou-se a Tii-'i iur.tra do Faz-rada e ao direc-
tor do Arsenal de Guersa.
Ao comuiandante do corpa de policia. -
Vlande Vmc. apresentar araanbl, 1 de Junbo,
duas pra;as ao Dr. cbefe de polica, afim de es-
coltarcm um criminoso at a comarca de Iguaras-
s.Communicou-se aojDr. chefe de policia.
Ao mesmo. Autoriso Vme. a alistar, con-
forme solicitou, oa paisanos de que trata o seu
officio de hontem, sob n. 60J7.
Ao director do Araenal de Guerra. -Declaro
a Vmc. para seu conhecm?nto e devidoa fina, que
na po'icio de Rodrigo Cirvalbo & O, sobre qae
versa a informa;ao dessa directora, de 28 do cor-
rente, sob n. 1117, profano hoje o seguinte des-
pacho :
Sino, reacinda-se o contracto pagando a multa
em que j ti ver incerrido .
Ao engenheiro fiscal da Companbia Ferro
Carril.Sirva-ae Vmc. de informar c informe lhe
foi determinado em 30 de Setembro do anno paa-
sado si pela gerencia deasa Companhia remettido
ao Theaouro Provincial a quantia de 667/0t0 eom
quo devia ella cancarrer para os reparas da ponte
da ra da Aurora, como decidi esta presidencia
em 23 de Junbo de 1885, viata do or;amento
confeccionado pela Repartilo das Obras Publi-
cas.
Ao Dr. jais de d'reito interino da comarca
de Nazareth. -C>m a informa;!) junta por copia,
do brigadeiro cosmandaate das armas, de 28 do
corrente, sob n 285, respondo ao offijio de Vmc.
de 17 deste mez, relativamente ao individuo Ar-
mando Ivo da^Motta Silvera, que assentou pra;a
nesta capital com lestino c6rte
Ao collector das rendas geraes do municipio
do Cabo.Intorma Vmc. no officio de 27 do cor-
rate que nlo foram dados nova matricula nesse
municipio aeis dos escravos elassificades para a
libertadlo da 7* quota do tundo de emancipaco
por eoteuderem os senbores que asa m deviam pro-
ceder por haver sido a libertacfto anterior a 30 de
Maree, data do encerramento.
A viata disto consulta ai, havendo esta pre-
sidencia determinado em 14 |de Abril que fos-
sem promovidos novos arbitramentos, por sorem
exeessi"08 os valores dados aos escravos, deve aer
appllcavel aos ola matriculados a doutri ia do
aviso circular do Ministerio da Agricultura Com-
mercio e Obras Publicas de 19 do dito mes de
Abril, ou si essa doutrina applicavel aos escravos
classificados, cuja liberta;!) dependa anda outras
diligencias do Regulamento n. 5135 de 13 de No-
vembro de 1872.
Em resposta declaro-lhe que, tendo sido liberta-
' dos os escravos, de que trata, em 28 de Fevereiro
e 4 de Marco, isto en epocha anterior ao encer-
ramento da matricula, nlo poiem ser comprehen-
didas na restricclo do alludido aviso, para serem
declarados libertos nos termos do 4 do art. 1'
da lei n. 3270 de 28 de Setembio de 188S
a liberdade do eseravo irretratavel, e, pois, a
circuostancia de haver sido ordenado novo arbi -
tramen to nio prejudicou de modo algum o goso
daquelle direito, nem alenos ao ex-senbor a ga-
ranta de ser indemoisada pelo justo Valor, que
posteriormente venes ser dado.
Portara -:
informe a Cmara Municipal da villa do
Alti ho si j a; ach i de p. s,e Jo Urna de p -a j e
ineii ias do syatema decimal francs, a que ae re-
ten: a circular desta presidencia de 12 de Novem-
bro Jo anuo p .t-, .i; e o officio da mesme Cmara
Je 11 de Janeiro ultiin >, sob n. 4.
O Sr. agento da, Companbia Brasleira de
Navegaclo a Vapor f>;i transportar a vS.te por
conta d) Ministerio da Marinna, oa voluntarios
para o eurvi;o da armada Joaquim Jos da Silva;
Jjo Fi .n.-iaco Alves a Antonio Ferreira dos San-
tos e bem aasim os imperiaes marinheiros diserto-
res Antonio oarea de S^uza e Geimano Para, 08
quaea seguei para all dioposivli do Quartel
General de Mariuba.Cimmunicou se ao inspe-
ctor do Arsenal de Marinba.
O Sr. gereute di Companhia Peruambucana
de Nuvegaco mande dar pasaagens de r at o
porto da Fortaleza, na primeira opportuuidade, ao
bacharel Francisco Correia Lima Sobrinho, sua
seuhora, su i sogra e una ta, por conta das gra-
tuitas a que o governo tem direito.
EXPEDIENTE DO DB. SBCBETABIO
Officios
Ao supeiiuteudeate da estrada de ferro do
Recife -.o Limoeiro.De ordem do Exm. Sr. presi-
deato da provincia eommuuico a V. S., em solu;ao
de seu officio de 28 do crrente mez, que as pas-
sagens concodidas at a cidade do Lnaooiro, por
portara da mesma data, a duas praeas do corpo
de policia e o criminoso Jos Ferreira Pereira, de-
vem correr por conta da p:ovijc a.
A) Dr. j n2 J i diieito do 2 districto crimi-
nal da comarca 'o Recife. -De ordem da Bxm.
Sr. presidente da pr.,vmcia comuiunico a V. S.
que no seu officio n 274 de 28 do crrente n-'z
profer o se h-je o despacho seguinte :
Ao Sr. director do presidio de Fernando de
Noronha pira satiafszer a reqnieio. >
Ao Dr. secretario da provincia de S. Paulo.
Rogo a V. S. se digna de providenciar crave-
uienteuicntesobrd o asumpto do officio, aqu juoto,
pelo qual nos termos do art. 113 do regulamento
do decreto n. 9420 de 28 de Abril de 1885 e aviso
de 29 di Outnbro deaae anua, intimo a bacharel
Jalo de S e Albuquerqu-, usf'censta residir na
capital dessa provincia, a reasumir o exercicio
daa fuuc;des de promot r de cspellaa e residuos e
carador ger.l 1 ausentes da comarca do Recife,
ou a allegar e provar o que fr a bem do seu di-
reito.
IntiuiaCao :
De ordem do Exm Sr presidente da provin-
cia e nos termos do art. 113 do regula nento ann--ro
ao decreto n. 9420 le 28 de Abril de 1885 e aviso
de 29 de Outubr > desse anno, intimo o Sr. bacha-
rel Jlo le S o Albuquerque, promotor de ca-
pellas e r'sduos e curador geral de ausentes da
comarc i i.a'i capital, p ira que no praso de doUS
mezes, i cantar de h je, reassuma 0 exercicio de
ouaa fun-;oo8, ou allegue e prava o que fdr a bem
le seu direito.
Ai Dr. juiz de direito da comarca de Bui-
que.Rcmetteudo a V. S. o termo de contracto,
que -or opportuuameute devolvido, para locaclo
da urna casa destinaaa para cade;a e quartel da
destac invento dessa vi'la, reommindo a V. S., de
or i ni do Exm. Sr. presidente da provincia, que
infirme aobre a conveniencia Jo citado contracto
e pi ; i do alnguel n'elle estipulado.
Ao presidente e vereadores da Caara Mu-
nicipal do Altiuh). -Reciinmendi a Vv. aa de
ord>.m do Exm. Sr. presidente da provincia, qus
reraettara com urgencia a esta secretaria urna 21
cap:a Jo termo Je arremtta;lo de impostos de que
trata i sea officio de 3 J > crrante mez.
Ao engenheiro fiscal da estrada de ferro de
Rcife a) S. Fraucsca. S. Exc. o Sr. presideuse
da provincia nestt dati deu o conveniente dentina
ao relatorio qie veio annaxo ao officio de V. S. de
28 do expirante sob n. 33.
EXPEDIENTE DO DIA t DE JCNB) DE 1^87
Actis :
O presidente da provincia, de conformidada
com a nroposta do D cbefe de policia, em tH io
n. 496, de 28 de Maio liuio, re3)lve nomea. p^ra
o lugar vago de Io suppieate do delegado do ter-
mo do Triumpba o actual 2o supplente Joii G.n-
calves de Aranjo Lima, e para auDatitu-o o cida-
dao Joa Frazao de Medeiros Aranha.
O preaidente da provincia, tendo em vista o
axp.iaOpeli iiiap 'c;io do Araenal de Guerra, pelo
com naodante daa armas, e pelo inp-ctor da The-
souria de F.z na em offijio de hontem, us. 58,
290 e 329, reaolve de accordo com o decreto n. 2884
do Io de Fevereiro de 1862, abrir um credi'o da
importancia de 20:010/272, p>ra o pagamento de
militares a cargo do Mia'sterio da Guerra, eier-
cici i corrente, cooatiiite da demonstra;!) ..nuera
ao citado officio da Theaouraria do Fasenda, rea
tivo ao mez de Maio ultim sendo o mesmo crdito
distribu io pela seguinte forma: *
S 14 Cupos arrigimentadoa 10:818/617
I 16 tapas 9:100/825
22 Coinmii:oes militares 590/800
10:510/272
C mraunic-ou-se ao brigadeiro commandante das
armas, ao tenente coronel inspector do Arsenal de
Guerra Jlo Nepomueeno de Medeiros Malet, e
remetteu-se copia a fhesourar a de Faz rada.
O preaidente da provinria, de couformidade
cora a propoata do Dr. chefe de polica em ..ffiiio
n. 496, de 28 de Maio fiado, resolve :iom a <;s ci-
dadlos Ant.-nio de Liaboa Lima, Miuoel Antonio
da C'Sta, Francisco Alexandre Pereira da Silva e
Jol) Fereira da Silva, para exercerem oa cargos
de subdelegado, X", 2o e 3* suoplentes do 4 distri-
cto do termo do Triumpho, em substituiclo dos
cidadlos Jos Mathus Nunes da Silva, Joaquim
Ram:s Nogaeira, Jos Flix Cavalcante e Aatonio
Paula dos Santos, qae nio aeceotaram a nomeaciio
antoroimente feita.
O presiJente da provincia de eoofomidade .
com a proposta do Dr. chefe do policia, em officio
n. 496 de 28 de Maio findo, resolve nouiear para o
lugar vaga de 2o supplente do subdelegado do Io
districto do termo de Triumpho o cidadio Lucio
Avelina de Maalbaca.
Outro sim, resolve exonerar do lugar de 3* sup-
plente do subdelegado do Io districto do mesmo
termo Thsmiz Pox Villa Nova e nomear para sub-
stituil-o Jaaquim Rodrigues da Fooseca.
O pre : nte da provincia, attenlendo bs
que requereu o promotor publico da comarca do
Brejo, Bacharel Trajano Alipio Temporal de Mea-
draca, reaolve "onceder-lhe daua mezes de licenya,
com os vencimentos a que ti ver direito pan tratar
de sua saude, devendo entrar no goso da referida
licen;a ni prazo de 25 dias.
Officios :
Ao Sr. sonador Visconde de Paranagua con-
selheiro de estadoTenho a honra de transinittll
a V. Exc, em resposta ao offi.o de 18 de Deseo*
bro ultimo, um:; collecio de leis, regulamentos, re-
latnos e mais documentos referentes a esta pro-
provincia, destinadas bibliotheca da secretaria
desse eonselOo de estado.Digne sa V- Exc. de
aceeitar os meus prot stos de subida estima e dis-
tincta conaideraclo.
Ao brigadeiro commandante das armas.Pro-
videncie V. Exc, se nlo houver inconveniente,
para que hoje as 4 horas da tarde se ache postada
n frente ao ceaiiterio publico a f )rca precisa, afim
de fas-r as honras fnebres devidas no tenente
da guarda nacional Theophilo Alves da Silv pir
occasilo de ser dado o seu cadver a sepultura.
Ao.inspctor da Theacuraria de Fasenda.
Regulando mui terminant 'mente a tabella de que
trata o art 3. do regulamento c. 9,517 ie 14 de
Noveibro de 1885, os valores max m b dos roatri-
culandos, sirva-se V. S. de mandar redusir o d. ..
800/000 dado a cada um dos escravos Vicente e
v


OD
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nm*ssn>snsabslssnn\Bsn^^
VsVBa*BBBBBWsS(BlnBVsBB^^



*
Diario dt fernambucoSabbado 16 t Jmlho de 1887
Raymnndo, matriculados no municipio de G-yaa-
aa b ns. 1,814 e 1,315.
Aj meam A' viata da tai: Ha do art. 3.
do reguluieut> n. H.5.17, de 1885, que regula raui
ierminauti men'e o tn .x>m do presos dos matri-
culan! s, sirva se V S. de indar reduslr o de
600*000 dado a escrova Francolina de 45 annos
deiiaoe, matriculado n MaieinM ii Goyannn
10b n 1,374
Ao mesnioA' vista -tabella da qne trata.
srt. 3. *o reguUm-nloa 9,317 da W ds Baveoa-
bro de 1885, que mu te riamantenseate gula o
nazimo dos prec s do* matriena.! 1 n, sirva-se V.
S. de mandar reduiir o de 9UP800 dado a scra-
Va Antonia, matricu'ada n. ssuoicipio d Osyao-
aa, com 16 anuos, ubi. 1,034.
Ao mesinoCotsmuuioo a|V. Separa o fins
SOBVeuiencs, que o baeuarel Jos Noaaes de tiou-
xa Carvalh >. em 16 de Maio fiado, reaasumio o ex-
ercicio do cargu de jum te direito da eomavea de
Taear.t, renunciando ao resto da licenca em cujo
g ao sn achava.
Ao cnesrao.-Communico a V. S. que Mancel
Cavalcanto de Albuquer.iue, em 18 de Maio fiado
asumi o exercicio intenuo do cargo de promotor
publico aa comarca de Tacarat, para o qual foi
na mesma data nomcado pelo respectivo jai de di-
reito.
__ Ao m.ama.-rCoiuu)Uiiioo a V. t>., par* un
onvenientes, qu'o b .charel Francisco da Costa
Maia Filho, juiz muuicp.l ,e de [orphos |do ter-
mo de Tacarat, em 16 do Maio findo, reassumio
ejercicio de seu cargo, por ter denado o de ju.z
de direito interino.
Ao meemo.Comuiunico &V. S., para .s
fins convenientes que o bacharel Vieente Pereira
do Reg, juiz municipal e ae orpb&os do termo de
Bom Jardim, entroo h utem uo goso de 30 das
que lbe foi concedida de licenca na mesma data
pelo conselheiro piesidiute do Tribunal da Rela-
tao da Recife
Ao administrador do Theatro Santa Izan 1
leudo em vista a uforjoaso da V. S. em ofliciu
de hontem, nesta data defer o requerimento de
Adela'de Naghel no sentido de fazer trabalhar
Bfsse theatro urna companhia lyrica, da ra.nh em
diante, sem prejuiao dos aetuaes empre rioe Bra-
ga Jnior & C, de conformidade com as preserip-
coes do regulamento di 16 de Marco de 1885.
Communicou-se ao Thesouro Provincial a a direc
to-ia do Theatro Santa Izabel.
Ao inspec-or do Thegoaro Provincial.A
lei .n. 1884 de id de Abril do crreme anno, em
leu art. 4, estatu que o anno financeiro da pro-
vincia passar a coincidir com o anno civil, pelo
aue o orvaueuw de receita e despeza de 1887 a
888 sera prorogudo de Io de Juiho de 1888 at
31 de D-zimbra do mesmo anno.
NestaacondicSea, tendo aquella lei adoptumado
aovo syslema de ejercicios, acabando com a pra-
tica de coutaxem-se os annos financeiros de Julho
S Ju, bo, o melbor modo de dar-lho exeeuco nao
c-ntinuar com o meemo systema condemnado,
sinda de 1887 a 1888, annexando-selbe urna se-
mes.re que seria o primeiro de 1888 a 1889, mas
rg..nisar d.ei logo a escnpturaco fiscal de modo
+ que desde Io le Janeiro prximo futuro soja
posto e ateira execucao o novo syBiema, como
mi acontecer na Thesou'aiia de Fasenda, sendo
8*te o pensamento dos legielidorei. provinciaes,
%ue nao tivexam era vita, com a mudanca do re
gimen, seno igualar o provincial com o geral, de
accordo cms a circular de S. Exc. o Sr. presidente
do c< oseiho de ministro, de 6 de Dezembro do
anco paaaado, e art. 28 da lei geral n. 3313 de l
de Outubru.
E com' ueste sentido foram expedidos as circu
lares ns. 5 e8 de 5 e 25 de Abril, do Ministerio
ia Fasenda, determino tambom a Vma. :
1. Que a iscriptursclo do actual ejercicio de
1686 a 1887 contenha os tres semestres correntes
a fiudaiem em 31 de Dexembro deste anno, vigo-
rando, porem para este ultimo a le n. 1884 de 30
2*. Que os quatro mexes addicionaes de liquida-
sao a que te refere o art. 114 do reglamento de
2deJulbo de 1879, principia em 1 de Janeiro
};;jmo vindooro, providenciando Vmc. quabto
ao coropliment da escripturaco, lancamentos e
mcerramentcs e final de ejercicio, de modo que
na anno de 1888 o novo rtgimen (cuba sua com-
pleta execucao.
Por esta forma torna-se desneceesaro desde ja
s crditos que Vmc. solicita per c fficio de 20 de
Maio sob n. 632, eorrendo o supprimento por con
ta do'teiceiro svmestre, que, nesta conformidade,
j mais tarde seri liquidado.
Se, entretauto, alguma duvida a ente respeito
rcorrer a Vmc, dtver traxtI-a ao meu ccnheci
Ao mismo.Devolvo a Vmc. conforme soli-
cita na segunda parte de seu sfEcio de 28 de Maio
aroximo pausado, d 643. as duas inclusas certi-
aVs do Banco do Braxil, das quaes consta que
form alli rfcclhidas e 1. vadts ao crdito da con-
n dista provincia a quimtia de tem contos de
ies cm C0 de Abiil e a de eeteda e quftro eon
tt de ris cm 16 do aludido mez de Maio, de
Tti. i'? ingenuoB da O.lcnia Isabel.
__ Ao mesmo.- >Ja cciiformidadc das ordtns cm
r, mande Vmc. tntr'gar ao dirccUr da Col
nia rphanolcgca Isabel, frei Fid. lis Mana de
Fignaco, a quana que ixistir netsc Tb picv.uitnte do l.in.ficiode 1 Unas, eitrahidas em
favor dis ingdiu'-s da mesma Colonia, como soli-
citou o mcntii nado director em i ficio de 30 de
Maio ncioC mn:unicou-bi ao director da Col-
ni.-. Ovpbaaoli en Imb 1.
- Ao eugeiih iro fiscal da cruipanhia Ferro
. rnlEm soluco a requisicao de Vmc. em " de feUii ultimo c de sccordo com a in-
furr, (3o de reparticao das Obras Publicas Pro
rnc.aedtc!fcic he que uoba cubara? por parte
desta prebidin.il a qu<- a geieuoia da c-mpanbia
F.rro Carril r. ai.-.bi leca provieoiiam. nte na parte
3a ra da Aurcrs, comprthendida entre s ru
Firtrxsa .: Imierbtriz, os caries indipcnsaviin
pra qu., durante a interrupcao do traus.to da
Ptjjteda B'^a-Vts, o servicu das lu.bas da Mag-
h e F. i-iiundi Vieia 8>ja feto pela poute
Ssta Ifchbel, m m tinto que a moma companh:B
ae obligue a nao alterar o ababulam.nto do leitc
i ra e a npor cm pc-ifeito atado o calcam. uto,
logo que ue.a i. irades erueamento deet.s com oa dos Triibos Uibanos do
Bccife ao Caxang C mmunicou se a n-particau
das Obras Publicas.
_ Ao juix municipal e de orphos do termo de
Cimb-esIi.ttiradc do que Vmc expoz no fficio
de 13 e Maio animo. Acerca da idade d menor
Mana libertada ne*-'- termo rreonta da 7 quo
Jado fundo de euiancipxca, d tro lbe que cun-
ore gaviar quinto bntts a esta pr> eidencia o do
-nto a quo- se r. feeo final dj dito cffiei reb
pena da restituivao da quantia p^go pela Thescu-
aria de Fazenda cm 25 de Feveieiro ultimo, v.-
nficande que a dita menor nao ira escrava
_ ..\ -r Francisco Djr..theu Rodrigues e
gilv Pomp-u de Curvalho Si sr s Brandao e Ma-
ntel Autoi.io dos Saut. 8 Feneira, v. read^res da
lamaia Municipal de Gamell.ir Reiterando as
urdens cnutautes do mu officio d" 18 de M-uo
.. dej aro a Vmcs. qu., .c piopositulment au
compareccrem bi spo os vareadores em miona
ara ob=tar que a Cavara fureci De, apexar de
avisados e multados, a nspi us-bilidade crmi-
bjJ em qu : ell-Btenham acorrido n*o impede a
;lBinada dos immi diat. a ; oun.prindo ao pr. si-
dente ..iteim proceder, aacoaf raiid..de do art. 22
{ 4 do oVertto n. 30.9 de 9 de Janeiro de 1881.
Portaras:
,__ q ,^r. (rerente ^a (Jcmpanhia P-rnambuca
laca transportar ao Rio Grande do Norte, ^ por
OdU do Ministerio da Gu-rr, no vpor lyojuca
ioze caixes medindo cinco mil e trinta c- ci .co
docimetros cbicos, teniendo artigo de farda-
jpon'o para a couipaubia de infanlana d'aquelin
mrovineia.__Ci.mmunicou-ee ao director do rse-
^^1 3e Guerra.
_ OSr. gerente da Companhia Pernambucana
f*ca tranuooitar ao pnti.ii. de Kcrnsnao de N -
roana, por cinta do negoci nte Antonio Gimo
lenoa, os eneros coustautes da relacio aqu
iaata.
KXPBD1KBT1 DO DB. 8SCSTAB10
9fficio: _, .
Ao Dr. juix de dneito da provodona de ra
ellai e r.Siiuos 'la rn-.rca d. Recite.S. Exc.
Sr. pr. Bidente da pi. v.i.cia njanda declarara
Vi 8 qifc fitrf fcente do assumpto do seu oflicio
it h 'liten, datan i.
A' C*mr* Muuicipal d. Nasareth.O Lxm.
8i. presidente da pr. v.ncia manda looinunicar a
Cmara Ma.iicipd de N-zareib qu fui nca mi-
nhado por int 'medio do Ministerio do Imperio a
iua tpresentavo ao poder legialativo, enviado
fm 0 oficio a que responoo, de 14 de Maia nodo.
__ Ao diicctor do Arsenal de Guerra.O Exm
Sr. presidente da provincia manda coromunicar a
V. S. que nesta data inctminbou o (,ov>rno g-
ral a petivio que aeompaubon o ea oficio de 24
ie Maioprcximo paado, n. 1113, deJo4Lu-
owat> Cabrat, cumprindo ao supjliaaato ir pagar
no Correio o d< vido porte.
Ao gere te da Companhia Pernambucana
de NavegacSoS- Exc. o Br. presidente da pro-
viacia ficou inteirado pelo offieio de V. S-, de dO
de Maio ultimo, de que esta companhia expedir
ovap.r Ipojuca pata os portea do norte, ateo
Ceara, a 6 do corrente, s 5 horas da tarde.
DESPACHOS A PBEUUKKCiA^ DO DU 14 DE.
jri.HO DE Mt81
i^iiiit H^ongate 3iaqaitn ;V5ftnna.,
R.;taattid3a Dr jaiz e (tirito ck comar-
ca te Taoaaattt*, m de preitar ao poda-
do a consaragita -que meraoec
liento de Frritaa Graimarfces. Sio,
vista aa iatasmafao do fia'Jal do goverao.
Caatino Ciri oa *a Oaaa Moiawa & C.
-R-qu^iram n Ti.esouraria de Fazenda.
que se acha habilitada a effectuar o paga-
meato solicitado.
Caetano Gomes Powell. Em vista da
informaejao nao tem lugar o que requer.
Companhia Pernambuiana, Domingos
Alves ilatheus, Florentino (Javaloante de
Albuquerqu.; e Joao Jos Ribeiro de Mo
raes. -imUtmn o 8t. iospe tor do Tbe-
souro Provincial.
Frederico Columbiano da Silva Quima
aes. Certifiqese o quo constar.
Heorique Jos Menier Remettido ao
Sr. inspector da Alfandega para tomar na
consideracao que merecer.
Hermino Jos de Aa^v-do P^dra
Sim.
Jos Fr njijo das Neves. Junte at-
testaJo .ie r si Ijacia da autoridade poli
Cal OU jildi iaria.
J'iaquim Paz de VasoonJellos.N'go
provimenti., sustentando a deliberaySo da
Cmara Municipal do Recife, qua est de
accardo coro a dispeaicao do art. 2* | 7o
da lei n. 1882 de 1886.
Luiz Paulino de Hollanda Valenga. -
ertifiqie-se.
Manoel Thomaz do Aquioo. Remetti-
do ao Sr. Dr. juiz de direite da comarca
de Bezerros, para prestar ao peiido a con-
sideraclo que mereoor:
Regente do rocolhimanto do S grado Co-
racSo de Jess Junto o ultimo rea
torio do recoluimerrto, por onde consta o
servii; > publico que presta.
BmwWil da Presiden a de Pernara-
buco, 15 de Julho de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
Connando das Armas
N. 364. Quartel General do Comman-
do das Ar as da Peraambuco, 14 de Ju-
lho de 1887. Illm. e Exm. Sr.Com re-
la^ao noticia publicada no Diario de
Pernambuco, de boje, na correspondencia
de Leopoldina, de haver o anspecada do
14. batalhao de intontaria, alli destacado,
Antonio Borges Pereira, raptsdo e de-flora-
do urna menor, cmpreme informar a
V. Exc. que, conformo acaba de commu-
nicar-ae o coronel commandante do roea-
mo batalbSo, em offieio n. 538 desta data,
a 22 de Julbo ultimo e por offieio n. 465.
airigido ao commandante do destacamento
all existente, coocedeu elle licenja para
que a dita praca se casases, visto ter tido
ciencia do oecorrido por parti-ipajao do
dito commandanto do destacamento.
Dtu3 guarde a V ExcIllm. e Exm Sr.
Dr. Pedro Vicente de Aznvedo, muito
digno presidente da provincie. O briga-
deiro Jos Clariudo de Queiroz
Repartivo da Pelleta
2'seccao. N 619.Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, 15 de Julho de 1887.
-Ilhn. e Exm. Sr. Participo a V. Exc.
que lorarc hontem recolhidos Casa de
D t. nc;ao os &eguintts individuos:
A' micha ordena Porfirio Jos da Silva,
por disturbios e cffensas a moral publica.
A' ordero do Dr. delegado do 1." districto
da capital,Joao Alexandrino da Silva Mon
teiro, e SebastiSo Soares Fernandos, por
disturbios.
A' ordem do subdelegado do 1. dis
tricto da freguezia de S. Jos, Jnao Fran-
i isco Jos de Sant'Anna por embriaguez,
e Francisco de Lima, por embriaguez e
uso d<; armas defeza.
A' ordem do do 2.- districto da Boa
Vista Joaqairu Monoel da Silva, preso
cm fl grante por crine de morte Pon iano
Ferreira de Sant'Anna, por embriaguez e
disturbios
Ilontem as 10 lj horas da noite quan-
do parta de estaco da porta d'agus, o
i re ni da via-ferrea de Caxang que seguio
delta cidade as 9 horas e 45 minutos, sal
tou r.o estribo de um carro de 1.a ilasse
um individuo, que desfcixnu um tiro de
pistola no cidailu Jos Alves Tenorio,
nico passageiro que vinha no carro, no
ussen-to unto a porta e adormeeiao.
Ao estampido do tiro o conductor fez
parar o trem e dille saltou com alguns
passageiros que vinbara em outros carros e
uma pruga de p< licia que perjrguiram o
criminoso, o qual f-vornido pela escuridio
da i oite e i.l -arcando uma baix-a de ca-
pim consigui evadir se. O cfffndido fal-
eceu antes de chegar o trem a estaco de
Apipucc-B, faaendo o examo. cadavrico o
Dr Loureiro.
O criminoso pardo, vesta calca branca
e palitt preto, aem chapeo, e susp.-ita-s;
qu' m seja.
Subr o facto ahrio-se inquerito.
Anda hontem, por volta de 4 horas da
tarde, o junto a Venda denominada Bilo-
ca sita estrada de Luiz do Kego, do
2." dis.tri.-to da Boa-Vista, oindividu.de
nome Ideltonso Crreia da Silva, altor
pan io com Joaqun Mauoel da Silva, d.-u
n'este com um chapea de sol que trz J.aqui'u M noel da Silva, tirando de um
sacco que trasia oomsgo, uma garrafa de
aguardante, j.>goU-a na regiSo frontal ie
l.idto.i.o, produzindo-lhe a morte quasi
que lastantanea.
criminoso que sogro do offendido foi
preso e coutra t-lb se procede nos termos
aa lei.
No dia 24 do mez passado e no lu-!
gar Sorra ds Russas do 2 districto do
teriuu de ravat, os iudividuos de nomes
Hermenegildo de Barros e Josquim de tal,
armados ce facas de ponta, teriram coro 15
tacadas a Evaristo Mara dos Sntos, pon-
do se em fuga logo a$s a perptratelo do
crune. *
O subdelegado d'aquellle districto fea
proceder a vistura e abri o competente
oquerito que j teve o conveniente destino.
Deu guarde a V. Ex-;.Illm. e Exm.
8t. Dr. Pedro Vicente de Aaevedo, roaito
aigno presidente da provincia. O chefe
de polica, Antonio Domingo Pinto.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 15 DE JDLBO DI 1887
Mello d Viann. Er.tregue sa pela
porta.
Visconde de Campo Alegre, Joaquim
Antonio de Vasconcellos, offieio do Dr.
chefe de paiicia e do dirktor geral das
Obras Publteas, Jo- Adolpho de Oliveira
Lima, Antonio Jacome de Araujo e fho-
maz Jos de He'.lj. -Informe o Sr. con-
tador.
smente Ayrea da Silva.Certifiqe-
se.
Antonio Feruamdea Xavier de Lima, Jo-
s das tte Ovuira e Baitolomeu & C.
Ao oontadar-para conhecirnento e aa oon-
tencioso para lavrar termo defiotfivo do
contracto.
Ordem Terceira do Carmo e Dr. Urba-
no Mamode de Alneida. Informe o Sr.
administrador da recebedoria provincial.
Thomaz Antonio Maciel Monte*,- Or.
Jos Joaquim de Souza, Manoel Vianna
de Souza Barros, Medeiros d C., Dr.
Padre Jeronymo Thom da Silva, Joao
Walfredo de Modeiros, Joao da Rocha e
Souza e Albino Jos dos Santos. Hxja
vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
Joao Fernandos Vianna. -Facam-se as
not .s da portara de liuenfa.
tecelcdo-la ProTladal
DESPACHOS DO DU 14 DE JULHO DE 1887
Manoel Gon9alves dos Santos, Joanna
Mara de Jess, Manoel Jos Goncalvea
Braga, Manoel Bezerra dos -antos, e Jos
da Silva Pereira. Informe a 1.* secejao.
Antonio Francisco do Rosario. Certi-
fique-se o que confiar.
- 15 -
Jos da Silva Pereira. Deferido em
vista da informago.
Freitas Tavares A C A' I.' seceso
para os devidos fins.
Bacharel Pedro Affonso de Mello. In-
forme 1.a scelo.
INTERIOR
C orrei>oodencla do Diarlo de
rernaitefeaco
KiO DE JANEIRO Corte, 5 de Julho
de 1887.
Scmmabio :O embarque d.' Suas Mageatades.
Chegada dos augusto viajantes ao Ar-
senal de Marioha.Acelamatoes d po-
vo ao ia.p' lau-r, ao partir a galiota im-
perial !)t.-pe:lida da familia impecial
de seu augusto chefe bordaAugu-
-ios divergentes se rea do resultado da
viagem.* Batificaco da confiauca da
cora ao ministerio. Interpellacio do
8r. Silveirada Motta no Senado e expli-
cado do Sr. Cotegipe.Censura d> Sr
Silveira Martin e resposta do Sr. Cote-
gipe.Opposic2o do Sr. Taunay
Ni me enearregarei de descr ver aqu u em-
barque de Suas Mageatades no dia e hora annun-
uiados. Os joroaes o fiseram minuneiosamentc -
os pequeo pormenores amittidos p r uos. fo-
ram dad d par outros. Para bem saber-se de lu-
do qusnto so paesou fra preciso lr o que esda
um de lies refere, que impossivel ao leitur pro
f inciano que, nao tendo presente os joma, a da
corte, ficai coiihecendo a versao que abi r
transcripta.
leso, porm, pouco prejudicari, porque quanto
ao principal, todos dizein u mebma cousa,ccm mais
ou menos palavras.
Ka, que havia visto o imp rador quaud > elle
cheg u tqui de Aguas Claras, tmh* sobre tudo,
cunoaidade em vel-o agra, dewi diaer qae, ap-
prchensivo como me achava por corto boatos que
corriam, fquei alegremente impressionado pelo as
peeto que. apresentava Sua Magestade, a quem
apenas pude ver quand(. rila descia do carro no
Arsenal de Marinba, em companhia da impera-
tris, da princesa imperial e de leu augusto espo-
so e filhos. Via-si-.he no rosto a sua cor natural,
faees coradas, olhar lmpido e phiswoonva expan-
siva ; mas o corpo anda est amito desfeitc.
O povo rodeou-o logo e pelo impulso da onda
fui affastado do lugar em que me bava pistado.
Todos queriam vel-o de perto e cumprimcttal-o,
ao que hua Msgestade esquivru-se dizendn : Aqu
o sol eil muito quinte. E de facto o ealor ra in
tenso e o sol dardejsva sobie a areia fina 10 ter-
reno.
A um individuo que se Iheacercou. quereudo tu
mar Ihe a mo para beij-.l a, observo'! Sua Ma-
gostada : Nao. no consin/o, porque te o feer a um
terei de fazer a lodos os mais que quieerem.
A outro que, cort. jaudo-o resptoso, disse:
Senhor '. Boa viagom ejelis regressoX, respondeu
Obrigado. Assim espero em Deus.
Nao exacto que o imperador, recolhen .o se
sala do pavimento t.-ireo do um dos edificios do
Arsenal, ahi se demorhsse, recebendo cump-imen-
tob de despedida, como disseram alguna jroaes.
Sua Magestade. ac-mpauhad i de todo os mem-
br-s da familia imperial, i ntrou pela porta da di
reita e, atravessauiu sem demorar-so, embota com
dithculdade o salan, qu.- espinoso e >stava reple-
to de peesoaa Cas classes mais elevadas, inclusi-
ve senhras, que davam vivas, diBse : Umadeus
sincero a toaos; nao /aioexctpcao ; n&o tenlu 'em
po para reorber cumpnmettlos pessoaes, e ahio
pela porta da esqaerua, dirigindo-se para o c i. s,
a que achava-se atracada a galeota imp-rial, va-
por, e sempre r.-mpendo por entre grande masa
de povo.
Tal ora esta o to co-npressiya que Sua Magas
tsde a Imperatri, tendo-se desprendido do braco
do Imperador, na i p.idia caminhar, e teve que
aceitar o braco do miuistro argentina, o Sr Mo-
reno, que se acbava prximo e eonseguio abrir
passagem por entre o puvo. Logo que a galeota
o mecou a mover se, rompeu o povo em etrj->d.-
eua acclamaeoes ao Imperador, o qual de p, sob
o toldo no tombadi'ho de ie, agradeca com a ca-
be ca e acenava et>m o chapeo, at a galeota voltar
a punta da Ilha dos Calvo e deixar de ser visto
de trra, cessxndo euto aqu lias auelamacjV-o.
DeB-ie o Arsenal de Murinh* at o paquete Gi-
ronde e em redor deste, o mar eslava coalhadj de
p-qu. as mbarec s de todos os gneros e teitoa.
Quem nao aa prtvinio com anieo. doueia, nao teve
I r.e ir bordo, onde, entretanto, huve enor-
me agglomerac de Mato,
Por foi tuna, no mfio de todo aqu- lie movim-nto
nao bouve lamentar n-nhum sinietro, poia tal
uom." nao 6e p de dar ao .iue aconteceu a tros io
dividuos qae eahiram u'auua, um do cae do Ar-
senal e dous a oseada do Gironde, que paittu-se
coro o p so da ente que lose* em M tasada para
ter.a.
T dos f ram salvos reos etcatere que aohv-
vam uo logar. E#se epis .dio da estada ai) lei-
xou de t. r tea que de jocoso-
Na d. s'-ripvao que de tudo fiseram os reprter
ni i foram omitiidos nem os c-ommodos propa
a li wd para SS. Magestados, s.-ndo a da Gemela
de Noticias a mais mi.melosa de toda.
Diz ella :
Os aposentos destinados aos imperante, ficam
a meio do navio, a bumbordo
E- a. neam-nt* mobiliado e atapetados ; o
po. etodeS. M. o Imperador de-tp. te encar-
nado, e o de S. M. a Imperatri d tap-te asul.
As camas sao de vinhatieo Luis XV. Nos
tes aposentos, que sio espac-sos, ha: no que
frralo de reps asul, com reposteiro da mesm*
faz. uda e c-6r, destinado ao mperad-ir, uma pol
trona estofada de reps auil, du cadeira estofa-
dar-, um espelhj, lavatoio de bordo com p dra
maimeru, cortinas, uma palmatoria de gick-I fixa,
ama cantn, ira cum nm vaso e planta e orna m a
de cabeceira fixa ; no de 8. M a Impratri ha
urna cama cera um neo cortinado de caas, ama
poltrona estofada de reps asul, deas eadeiraa de
pbautasia, um espelbo, uma palmatoria de nii-kol,
urna mesa de cabt-ceira fka com oito gaveta,
uma retrete, um lavatorio de bordo com marmor^j
e quatro pecas, acre, etc.
Sua altta o principe D. Pedro ficou em nm
compartimento lujosamente mobiliado, junto ao
ie Suas Magestade.
As petaias qae acempanham oua Mugestade
ficaram em frente quelies aposeutoe, perfertamen-
te^alojadas.
Oepoia de Sua Magestade percorrerem o
seas aposento) e de elogiar o bSnr"gosto com que
tudo estava frito, e de passear por todo o paquete,
manifestou Sua Magestade o Imperador d.aej a
de sabir 8 tolda e o fez, indo < m sua csmpauhia
Sua Magestade a Imperatriz e rma Altezas.
S. M. o Imperador conven ou animadamente
com diferente pessoss que est> vam a b rdo.
Ha ao couvs um gabinete destinado a -uas
Magestade, luxuosamente mobiliado e que servio
de sala de refeicao a Sua Altea i a Sra. Princesa
Imperial, na ultima viagem
i Neste gabinete estiveram ou imperantes mui-
to tesspo, conversando, e ahi referi Sua Magesta-
de o Imperador peripecias do sua viagem aos Es-
tados-Unido, e, apesar de nao 'oj/iar, disae que
era mais hooem de trra que di mar.
A acea da despedida de liaaii Mageatades de
sua liitia, gnnro e netoa, nao ae ilesnaave.
O imperador que, aimfa que ataido por pallides
que deuuneiava o que Ihe i n i alma, procurara
apparentar fortaleza de animo quando a Pnnceza
Imperial, banhada em lagrimas abraca va repeti-
das veas sua augusta ine, cu o pranto Ihe em-
barga va a voz, e quando elle mesmo a abracou
assim como ao genro, nao pode :onter as lagrimas
que le corietaai abundantes quando abracon o
uetos.
O que e podera esperar da mparial viagem?
Que confianca inspira ella esto relacSo a saude
de Sua Magestade 1 perguntar ) leitor.
Dilfieilpui rem. A ease re|ieito, pelo que te
nho ouvido, nada se poda ter cutio eerto, austra
hia.lo mesmo da instaDidade e contigeucias das
cousas humanas.
Taca e tao divergentes sao o augurios citos,
que ao o lempo, como ja tive occasiao de ponde-
rar, nos dir quem tem rasSo.
Oa proprios sacerdotes da aeie icia mdica que
sao estranbos ao paco, n3o ettao accordes.
Eases, poioi, quasi que nao teem outra base
para sua opiuiao sena) conjectu aa c ioformaces
pouco seguras, poi que es med eos da imperial
cmara, que examinaram o augusto enfe. mo e es-
tndaram a sua molestia, ou por ce ver de offieio e
observase!* do segredo profissional, ou por que
sinceramente estejam convencidos de que a via-
gem deve dar bo.n resultado, t diz 'm ou s po-
lem dizer que centam, salvo accidente imprevisto
e possivel, mas nao provavel com o featabeleci-
mento de Sua Magestade, quo esperam ver regrea-
sar tao forte a robusto quanto se pode sel-o na sua
idade.
Disse-me pessoa que ouvio o Dr. Torres Homero
qae tal o parecer deste, que o emittio com a s-j-
guranca de paiavra de cavalheiro.
Da um distiucto medico conhecido pela seguran-
za dos aeus diagnsticos, que hoja j nao olinics,
perqu tem fortuna para vrver se:n trabalhar, ouzi
na prcpiia oceasio do embarque no arsenal de
marinha, interrogaodo-o eu, qae nao havia rasa
para duvidai-se de qae o imperador cnlhesse gran-
de vantagem e fieaase completan ente restabeleci-
do com a viagem, nico e heroico remedioacres-
centou elleque tinba de ser-lho applicado e a
je ja se deveria ter r*.corrido se pos3ivel fosse,
porque aqu, na nthmospbera em rtue Sua Mages-
tade adoesceu, no clima em que sj nchain oa ger-
mens mrbidos que o accommetteraoo e continna-
riam actuar aoiire o aeu organismo, decidida-
mente elle na, se poder ia curar.
E porque eu lbe observasae qua. ao pueeer de
um sea collega com quem eu conversava, nao era
prudente o Imperador embarcar inmediatamente,
e fazer una longa travessia sugeito aoa incommo-
di>s do cujo, ante de pasaar a'gum tempo em
Minas, onde clima muito saucavel e onde po
deria mesmo fazer uso de aguas ncineraes que acal-
mariam qualqu:r irritaeao de qc i o estomago se
reviatisse, e que devem aggravar-so com o eujoo,
tngauo, reapondeu-me elle; o enj) mesmo po-
do fazer-lhe muito bem.
Ccnbeco os incommodos da haparador, e acre-
dito que dent-o em seis meses elle poder voltar
reatabeleoido.
Devo dizpr que esBadistincto medico, cujo nome
uao posa citar porque isso e o milis que elle dissft
le o em conversa intima, semprojiosito de tornar a
sua opiuiiocoohecida do publico, que Ih'a nao pe-
iu.costuma pasear a estaco do vero emPetropolis
e alli se acbava qaando o Imperador adoeceu e
pode aoofficialmente, mas officioaamente, acorapa
nhar as variadas phpses da molestia. Veremos se
elle acorta.
as
J deve saber o leitor, pe>o io elctrico, que
qae foi pela Princesa Regente ra'i/icuda a confian-
va do Imperador no gabioete com que elle passoa o
governo a aua augus'a filha, realisando a previ-
ajo que enuneiei em uma das cartas pasaadas.
N&o erasmeate na provincias; aqu mesmo
umita, gente que d-vera encarar as cousas com
s..guranca e que polafposico poliiica que oceupa
nao tem liceaca'.de fazer tcaojecturaa aereas, aqui
mesmo havia quem contaase nao e com mudanca
de mmis'erio, como mudanca de -ituacao.
Na spssSo de 1 do corrent'', no senado, taes illu-
ti a ficaram dissipadas
Poi o Sr. Silveira da Motta sodi, na diseussao
das forcas de mar, provecou a*s explicacoes dadas
pelo 8r. presidente do consclho.
Tomando a paiavra, disse aquclle asnadnr qoe,
pra discutir precisa antea saber qual a fiecao por-
qu o nobre presidente do conse no deve congide-
rar-ae no goso da confianca da cor i, ten i j lia vi -
do transmisao dos poderes magestaticos do sobe-
rano para a Regente ; sendo sua opinio que logo
qae o Imperador deixou os'nossos marea territoruias
devia S. Exc. ter perguntado a 'rinc.za Imperial
se quera que os ministres existentes coutmuas-
sem ou nao; se isto nao fe, procedeu mal, e por
isso desejava saber se ha gabinete constitucional-
mente urginisado oa nao.
En sua resposta hbil e resumida, comecou o
Sr Cotegipe por diz-r, quanto ao primeiro pona
que o ministerio devia deixar Sua Alteza tempo
uecessario para prepara.- a orgnnisacao do novo
gabiente, ou mesmo para ao ise'har-ae com MU
Augusto P*i, no caso em que o achass1? conve
nieute. Quanto ao segundo pouto, cumpria nota>-
que em nenhu pa das teis anteriores se mar-
coa praao de conca, portanto nao ha a difieren-
ca figurada pelo nobre senador, e a uo ser a ina-
Cabilidade das cousas, nada justifica aopinio de
q-ie se cncetou novo reinado. D.struda aaaiin
a base da argum-'ntaco do nobre a- uador, j se
v que nao procede a mesma argumentaco na
parte em que disse que o governo devera ter
aconselhado a Prineeza adissolucao da Cmara
|oa Deputados e a adopco de urna nova poltica.
Depoia de varia eonsideracoea nesse seatido,
conclua que quando vieran) discnaau as mate
ras a que ao ligam outra* observaco s do nobre
senador, o governo ^ar a aua opimio.
O Sr. Silveira Martina voltou tribuna para
mostrar qae o Si. presidente do conselho nao o
comprehendeu e insistir nos argumentos produ-
sidos.
Ao Sr. Silveira Martins substituio na tribuna
o Sr. Taunay que maniieatoa-se em oppoaico ao
Sr. Cotegipe por causa do casamento civil.
Deixarei esta questo en mus que ha a dizer
para a saguiote.
O Sr. Cotegipe acudindo promptamente a tribu-
na, comecou por agradecer ao honrado senador a
oppirtunidade que Ihe ofivreceu de dar explica-
coe8 que j teriam sido dadaa se ob precedentea ae
autonsaesem, visto como qae por oceasio das an-
teriores ausencias do Imperador c-8 miniaterioa n .
se julgaram obrigadea a declarar que contiouavam
a merecer a confianca da Regente.; eapoz ligeiraa
eoiitideracota, coneluio declaranao qae antee da
oaitida de Sua Magestade dirigio-se a augusta
l'riaceza Imperial e depasitou em suas micos a de
misso do ministerio ; eoto Sua Alteza parecen
nao aceitar, mas nada disse p altivamente.
Na ante-vespera da partida de S. Magestade
repetio o orador o mesmo pedido* e Sua AU- za
Ihe declarou.com a sua costum di bwvol-ncia,
que nao bavia motivo pelo qoal o ministerio de-
vesse retirar-se.
Neates termos cntendeu o orador quu era do
seu dever continuar a prjstar seus fraco^ servidos
deban* das ordena de Su.o Altesa Imperikl.
Pode, portante, estar tranquillo o honrado ae-
uador, o ministerio nao se impe nem pode impr
ae pessoa que oa exrrce todos os po i.-res ma-
gestatic a. Sua Alb-za tam plena liberda ie ; pode
mudar de miuisteru, ple mudar de poltica como
bom lbe apronver, ten lo sment" em vista o inCo-
nssM do estado.
Acredita com eeU declaracuo ter eatiateito
pergunta do honrado senador por G .yaz.
O Sr. Silveira da MottaFoi muito boa a
minha pergunta.
t O Sr. D.otasE' indispansavel e a resposta
foi satisfactoria.
Esta resposta p&reoeu aattsfater aoa que a dse-
iav.iii, e os oradores que o eegairam oc-cuparam-
a Lo.outr com a mat lia em diacaaso. No da
seguurtc, sabbad.i i de Juibo, f-tta de Siuta Isa-
bel, em que tem lugar a visitacao do boipital de
Vlisericoidia, a que compareca s -mpre o impera-
dor .; sspta eompireeeu.il prn.-eza regjn-c, aaj
nouve aesso,
H ntem, porm, Sr. Silveira Martins, em esti-
rado discurso, criticn com sevendade o prooedi-
mento incorrecto do nobre presidente do cm. primeirament* por ter S. Exc. pedido a demias i
do gabinete .otes de ter ido deerttada a regen
cia, qnaodo e imperador aiada guvarimva, e por-
tanto tora de tempo para que fosae pedi la tal de
taisso e para que nua Alteza pudesse dala ; de-
poi porque, emboraos prec d. it .uoado, que
alias u-j oa ha, valo que as anteriores regencia
fjrain por tmpo tMermioai e tiuham o carcter
de intennidade que falU a actual por ter sido a li
, nc po' tempo indeterminado e poder > r o cometo
de terceiro reinado: o ministerio deber, por isao
e por outra Varia raaoee qae o orador xpeuieo,
nao se ter contentado em pedir demisso e ter a
resposta qoe '-evo, mas apresentar e incorporado
p.-rante a cmara, como m urna nova ituayo
p.ra declarar em nome de qne principio tem de
govemnr d'aqai por diante : nao baatava raen
de Sn Altesa : era preciso que nobre preaideut
do conselho e inspiraste da idea que repvea.n-
ta para vivar.
Km seguida pondera faser a analyse da marcha'
da aetnal adajinistraed, perguntanda se o Sr.
ministro do conselho pretendo lanfar eont d
governo da Regente o erro do paseado, oeaM
ordem de consideracoes falln lsr^mente.
PERHAMBtlCC
Banco de Crdito Real de Per-
JUNHO D2 1'887
Activo
Accionista
Etnprestimos bypothecarioc
Valores hypotbecados
Letras hypothecarias
Remessa de letras hypothecariaa
Letras a receber
Banca Internacional do Brasil
Deposito d'aimiuiatraco e gerencia
Valoree caucionados
Letra hypothecarias depositadas
Movis e utensilios
Caixa
Diversas cuntas
350
1,283
2,752
104
20
23
50
16
9
13
1
1
0
iMQfOOQ
:100dOOS
300*0! ;0
l'K
OOUdOCM
:5tX)000
000*000
:(KX)000
700*000
: 900*00-")
:7564510
;03>542O5
;81i)#423
Rs. 4,636:205*163
Paiivo
Capital
Fundo de reserva
Lucros suspeoua
EmissSo de letras hypothecarias
Garantas de hypoteboaa
Caucao d'adminiatraci e gerencia
Titulo em caucao
Depositan tea
Letras bypoth.'earias sorteadas
Premio de letras hypoth;cariaa aor-
teadas
Juros de letras hypothecarias
Dividen loe :
Hele saldo do primeiro
Pelo segundo razao de 5 % ou
3* p r itccao
Diversas contas
500
2
3:
1,283
2,752
16
9:
13:
17;
6
iOOOJOCO
:492309
496^247
; 100*' KW
300*000
000*000
700*000
900*1000
100*000
250*000
,425*000
580*030
: 500*0)0
:361*612
S. E. e O
Rs. i 636:205*168
Pernambuco, 14 de Julho de 1887.
Os administradores,
Manoel Joao de Amorim.
Antonio tarnanies Ribeiro.
Luiz uprat.
O gerente,
Joao Fernandts Lopes.
hLSTA DIARU
mitaaiai de
mez prximo
9142
8998
8863
8748
8605
8481
Aatorldadew pollclaenPor portara da
presidencia da proviucia de 14 o propoata lo Di".
ebefe de polica de 13 do corrente foram nome.-
dos : l., 2." e 3.' aupplente do subdelegado da.
Laga Grande do termo do Bonito, os cidadaos
Joaquim Chriat^vo Peasa de Mello, Adelino Tei-
soira de Carvalho e Bertino Jos Rib.iro, na or-
dem em que vo collocados.
Vapor nacional A riladoEste vapor,
chegaJo hontem dos portos do sul, havendo sabi-
do do Rio de Janeiro no mesmo dia em que o "Ta-
mar i, naia adiantou sobre noticias.
Entretanto, tendo sido portador de uma caria de
nosao correapondente da Coite, anterior publi-
cada hontem, inserimol-a boje sob a rubrica < In-
terior certos como estamos, de que e Wa om
o maior interesse.
Elelca aenaturlal da lima *
rea--Sogundo O Paz de 9 do oorrsata,
este sejultao eoubeesdo da e\ Wnaa-Graes, precedida em fi do
findo :
M. J- S ras
Bvaristo Veiga
C'-.aario Alvim
Bar&o de Leopoldina
Fidelis Botelho
Carlos Afi'oiiso
Tribunal i do juryA's 10 horas do dia
presentes 9 juizes de facto tai abrta a seasSo
deste tribunal.
Fui submettido a julgamento o reo Jao Fran-
cisco do Na8cimento enhecido por Joao Pequeo
pronunciado no art. 207 do cdigo criminal.
Veio acompanhado ao aeu defensor o Sr. Dr.
Luiz Drummond.
Sorteou-ae o conselho, qne ficou compeso dos
aenhores seguintes :
Antonio Heorique Mafra Jnior.
Antonio Jos de Castro Arauj i.
Joaquim de Meaeiooa Raposo.
Joaquim Luis Correia de Olweira.
T nente coronel Joo Francisco da Canha.
Bento Manoel Viegas.
Dr. Jo) Jo.- Feruandes da Cunha.
Joo Demetrio F. Vianna.
A'exandrc Americo Caldas Brando.
Joa Ignacio Guetes Pereira.
Beruardino O. Coragem.
Gregorij Targino Accioly.
Prestado p lo cnnselho o juramento passou-se
o interrogatorio do reo. O reo responden cha-
mar-se Joo Francisco do Nascimento eeoheciJa
por Joo Pequeo, natural desta provincia, de
Jade de 25 annos, cajado, jomaleiro, analphab.-td,
norador em Agua-Fra nde r.side ha loua an-
nos ; que sabia a cansa de e achar preso, porque
aesostio o proceaso ; que das testomiini. < coobe
cia Joaquim Dias, e Minervino; e que em sua
defjsa tmha a allegar que nao commettera o crime
de que k aecusado.
FiuJo o in-.rrigi'.J'io passau-se lei:ur > do
proeesso. Das pe(j s dest-coasta que na tari.
Je 10 de Agosto do auno paaaado no quadro da
Oarnpat'ira Un ru.i do Coode da Bo*-SU, fr.
uezia deate nomo, o reo eutr ndo es caaa Je M -
uoel Joaqnmde Jeaua para d*alli tirar aua mulher
teve com o inesmo Jeaue uma aiteroacio tentad!..
feril-o nessa occasii.
Jasua deu voz de prisao ao reo, qre se ovadio
.id perseguido at a ra da Coneeico, onde
i preso pordsu* guardas cvicos e evado i pr -
SSSM do subdelegad da B>a-Via. Ahi lavr^i
o auto de flgrncia, e inf irotacao do crim'. -
Proce ieu-ae *u mqueiito e bem assim forma-
,o da culpa acude o reo prosunciado.
Coavm uotar-se que o reo no dia em que com
...etteu o criine. tiuha sahido da Ca
desta cidade, onde acabara de cum
<\
ia de INBnai
prw um* aeu
rom itor peaen-
ic p>r crime de fernnento leves
O Sr. Dr. Freitas H uriques prom
dren a accuaaico. B*aeou-Be toda ella nfa pro
vas d auto. Auaiyndo os depoimentds da
eeateuunttas, qu. r d i uiqu-rit., quer da fj*niac-'i
da culpa, demoustrou, que o ru n tarde d 1
de Agoat> d aun> pascado invadin I.) a, caaa jj
Jeau onde se acha a aua mulher, alm de profe-
rir ameaeas oouu-a nquelie, quiz feril-o cum um
iaea d que se acbava armado
stando provado o faot i e nao tendo circuo-
ste ncia slguma gravante pede a c.mdwniwco
do rao oas pen. do grao medio do art. 207 do
cdigo criminal.
O Sr. Dr. Dummond aiiiou a dafesa tratado
da qoe'o da nao flagrancia u. porgue quer-.
apreseuiar como def sa essa excepco, atas sien
para demonstrar o abuso praticado pelo subdel-
gadada Boa-Vista
Depoi de ter patenteado earamante, que o ro
apa tei altercado com J. aua no becuo da Carra
pat-ii. (6.a ave na ra da Caceioo sem ter
ido pesneguioo pal clamor publica como a le o
xige, eutrou na defeza. Provou com a confronta
cao doa depoimencos, uns com os outros, em com*
ndo havia haro-onia alguma entre ellea, e nem que
uma io fallassn em arma alguma existente no
poder Jo reo. Na. tendo o seu cliente pr*ticado
sriMie algara pedio a oua absolvio.
H-iUVe replica triplica.
Peiie o r.-aumo dos debates pelo Sr. presidente
J i rrbnnal foram preseutea oa queeitos ao eeoae-
Iho, que absolv. u o reo.
Eutr* h .je em julgamento o reo Antonio
Flix de Araujo Lina pronunciado no art. 201 do
codig i criminal.
Ejercicio de tos** O 2o batalbo de in-
fantaria fez ante-bont- m exercicio de fugo sob a
direceo do Exm. Sr. general commandante das
armas.
O oatalho dividio-se em trez compsnbias de
guerra ; uma defenda a posico quo Ihe foi desi-
gnada na extrema occidental da ra do Riachuelo
e as outras atacaram-n'a, comecaado o fogo de
extremo opposta da rus, a cerca de 400 metros.
Uma destas companhias, quando manobron no
sentido de atacar a da defensiva pelo flanco es
querdo, recebeu de sorpresa ao sabir da ra 7 de
--t. mbro e entrar no largo do Hospicio uma car-
ga de cavallaria dada por um m.'io eaquadrao, que
a ultima h .ra e s-m previo aviso, fra mandado
enllocar pelo 8r. general Clariodo c-m posico de
carregar no momeato indicado.
A infantaria que ignorava a ordem sahio-se
muito bem, foruando quadrado com presteza e re-
siaiiudo aa cargas com vigoroso fogo.
Dcatacou-se d'abi uma seceo de cavallaria e
tomando ra do Hospicio f .i proteger a compa-
nhia da defensiva, carregando tambem, quando
nao era esperada, sobre os atiradorea atacantes,
que formarun quadrado e resistiram al o toque
de ceesur togo.
Ao toque de ssaembla, reunio-ae a cavallaria
em trente ao porto do quartel do 14 e o 2 em
columna de batalbo prximo ao trilbo da linba
de Beben be.
Depoia de um pequeo deacanco de 5 minutos
marchou o 2" batalbo at a face do largo oppos-
ta ao quartel, e ahi des-nvolv^ndo em liuha de
eolumnau marchou cm escallo de companhias,
tendo ao toque deinim^o cavallariaformado
trez quadradoa tscallonaios qae recelo rain com
nutrido log cruaado aa secco -a de cavallaria que
sobre elle carregavam.
A cavallaria no principio do exercicio carregou
com alguma hesitacao por ertarem as pracas mon-
tadas qu .si todas em cavullos novos aiuda nao ex-
penmiutaJos ein carga*, nx>s depoia deaenvolven-
se bjm.
A iufentaria nada deizia a desejar. qua- tra-
blhaudo em ordem extensa, quer as oeasiSes
eu gas forinou qua irados para reaia'.ir a caval-
lojria.
S. Exc. o Sr. prcaiden'.e da provincia e uver-
as pessoaa assiatiram o cxercici. das janelUts da
secretara do quartel do 14", e o Sargo do Hospi-
cio, ras do Kiac.u -lo, Hospicio e 7 de Setembro
^nde dlsenv Mvcu-sea uccao, estiveram completa-
mente cheias de pbvo.
O exercicio foi uma piocua lico para offidaes
e pn-cas.
Nosaos parabens a S. Exc, o general comman-
dsntS das armas.
Facullos* de *i rea lo Comecou hontem
o asacara >, arguindo o Dr. Oliveira Escorol aos
piltros candi tatos.
H .jo argiiii o Dr. Heorique Met.
i)iirac a Dramtica FamiliarO
espectculo ineuzal, que devia dar boje eata socie-
dade, fieuj tranaf'ride para quando foaae aunun-
ciado por ter alcecido um don artistas ama-
dores.
Fri'vupziu da l'araes-Desde 13 do cor-
rente rcassumio a regeuea desta fregueaia o res-
pectivo vigario, ccsauiio assim a regencia provi-
sorio, que por aceumulrco exercia o v gario da
freguez-a de Afolados.
tall<-<-iu*"ioc uma afi'ecco heptica
sneeombo ante-hontem tarde o Dr. Deodoro Ut-
piano Cocino Catanhn, bem conhteido e conceitua-
do advogide ni/8 auditorios desta capital.
Era o finado natural desta pr.viucia, qne repre-
asniou na 15", 22 e 23" l.gislatur 8, 186, 1865 e
1878 a 1881, como deputado aasembla legisla-
tiva provincial.
Centava cerca Je 60 annos de idade e formara-
ae em direito em 1850.
Datado de um excellento carcter, era estimado
por todos quantoa o couheciam.
O seu cadver fui hontem tard sepultado no
cemiterio de Santo Amaro.
Edificio da Faculdade Eji seaso.da
Cmara dos Depatados de 1 do orrente e por oc-
BSSo de acr discutido o orcameuto do ministerio
do imperio, foi apr sentada a seguiute emenda :
\ n. 5o do srt. 1, depois das paUvraaes-
[miaiiia na tab lia dga-se sendo : 100^r)0*
para desappropriasio e ebraa de um ediiicio para
s FaculdaJe de Direito do Refe.
S. R. P^jo da Cmara dos Deputados, 1 de
i Jamo de 1187 Joveneio de Aguiar, Tarquinie
I de Soza, c-uriauo do Souza, Manuel Portella, Fe-
lippe de Figueiro^., Jor. Ferreir.', Rosa e Silva,
Alcoforado Juni >r, Alfre-io Correia, Luceoa, Theo
doio da Silva, Bit > R.uiis, Pedro Beltio.
Foi approvada.
.aooina Jo do trem Ante-hontesi
esrea de 10 c 1/2 horas da noute foi assassinado
roai uja tiro de pistola e dentro do trem,que des-
ta cidade p.rtiu aa 9 horas e 45 minut s da nouts
L)ra Apipucoa, o cidado Jo* A:Vea Tenerio. que
exercia a profiaso de guarda livros. ~
O crime foi pra'.icado entre as estacoes da P d'Agua e a de Apipueos, achando-se o trem em
moviuv uto e a victima a ntado m um banco
adormecido.
O Sasassiso tom u o trem na oceasio em que
este se punha em inovimento.
Ao estampido da tiro o conductor do tr.!sa fel-o
parar e neaaa occisio saltou com algu:n pac
geiros, qoe vinbam em oatra carro, e auxiliado
toius d ir um prac i depilicia perseguir-^m o cri-
minoso, que conseguio evadir se, protegido pela
eaeuridao. psr [er-3- r.tugado '-m uoia baila de
espim, d'onJe prov\ =capou-se ao- que
o perseguan!.
O offeodido falle, eu logo dep ns e na estaco de
Apipueos procedeu ao exame cadavrico o '. i -
L.'Ureiro, que venficou 1er sido dado o t.ro obre
o peito uirei'o, cnp^egaudo-se a Carga, constante
de chumo, grosso e fino na parte unt rior da
caixa thoraxica, pcuetrand o chumb; maia grosso .
. t opnlmaoeproduz.nl) h.-morrbagia, qu
i'lgar morte.
O criminoso pardo, vestia cale}* brue e poli-
tot oreto e nao trazia chapeo.
Ha dse, nriancas de quem 8->ja e portauto de
esperar que a polica consiga apaohal-o.
lm* f srrafadaVite-honiem por volta
das 4 h.irua da tarde c juut a v oda den imigada
Barraca}, sita a i strada de Luiz do Reg, do 2*
distru-to ila B .a-Vista, o individuo de uome L ie-
rreia de Liou slt sesada cim Joaqun
4 iuo-1 d. Silva, deu neste com um chspu de sol
que trazia.
Joaquim Mauoel, tirando de um sacco, que tra-
lla comsigo, urna garrafa de agurdente jogou-a
u i r'fio tro ital d Ildefonso, produziudo lbe
isiocte quasi uatautaueau-nte.
O crirainos), que sogro d off adido, foi pres-
e contra elle proaeguo a policia n 9 termos iegae*.
Ferlmentiit No Jia H do mez finio e no
lugar S-r.a uaa tinas.s do 2* districto da Gravat
.os in tividu is de nomes Hermenegildo de Barrea e
Jo i ama d- tal, armados de facas de poetas ferirans
n 15 tacadas a Evaristo Mana dos Santis e p-
acram-ae em fuga.
O aubi. kgado daqulle districto fez proceder
a vietoria no off udido e p.os gue DO reapectivo
iuquento
Toealro Manta IsabelFez ,-nte-hoi'-
tem neu.ficio u'efte T.i atro a pri na-doua msso
a prauo a Sra. M> iolla Forta, seudo caucada a
oelia opera italiaua do inaeM.ro G. Djuizetti, o
Fuoorita.
laeuta de certas faltas mais alientes que se po-
denam n 'tar na p.imeiras rep esentacoes d'essa
pera, foi a- Favorita rcguittruieute Caucada aelos
artiatna que u'e la tomaram porte inclusive a beae-
ficiid.i.
Onuipre, p >rin, d'stinguir entie os artistas que
camarain aut h .iit in. o primeiro tenor o Sr. Ar-
ial i U.vagii, que devendo eatrear hoie, se oJb-
reecu beueticiads para supprir a falta do tenor,
Sr Bruscni, que. n, p.ude cautar por star ia-
coniiu dad i ultima hora.
N) ceulo teito emaioa da favorita e aendo a
pi-meira va qae se apreaent* aa pubii.' d'enta
idade, era merecedor ease artista de toda a iu-
HUgeucia pelas faltaa que p ir ventura coin.net-
t'aa-i.
l> nr. nua agradavel, e boa gesticuiacio,
Sr. A. Ravagli, um teuor de vos bastante eitousa
e suave, cujaa njtaa agudaa sao tiradas sem o m-
nimo eto-, cantando com inteira expressi)
pur > aen ini nt.
Foi ta i agradavel a mpreseao qae lago i i prf-
V"
I


Diario de PernambucoSabbado 16 de Jiilho de 1887
i
ii

meiras nntaa cauaou s Sr. A. R-utagli quo urna
salva de o.lraaa vieturiou-o logo nu priin ira actp.
O do il'sla acto, o concertante do irc>'ir / e a
aria e do do qnarto, turara por tal modo cauta ios
que deixam aera receio entrever u'ease artista uin
boa tenor, capas de se encarregar de icaiorea e
mait fortes partea.
Os artistas, especialmente a beneficiada e o Sr.
Ravagii, foram muito applaudiao.
Hoj ser representado o liuy Blas, e terA o pu-
blico linda mais uui* vea de deliciarse ouvin lo
em bclliaaima opera de Man-hetti. U peono do papel do protagonista foi confiado ao Sr.
Ravaii, cfu Qstiiwri
eni'ttr i
Isabel e era b a Sra. Duraud, repi
aav-ee-laa i op l em tres actos, Juanita.
Koias muaicM. O eataoeleeuneuto de
msicas do Sr. A. J. de Azeved., ra dj Baro
da Viatnia, acaba de publicar a marcha de ua-,
S ipp, pan piano.
E' i ida capic na-1
da usis nos precia i dizer para reco mneu .. asnea.
nova e unthuEatic* a noticia, que torna
Tarabea) aob o titulo Brasi'eira, nena
estab lecimeuto de msicas do Sr. Vie.
successor. unta linda p ilka ara piauo, compasta
pelo Sr. '.sari Doraingues.
Bea i ol as m seuhTes pianista.
Ketioia do Oimcrvaiorio, Da
i'tcebemjs o n. 6 desta revista, cuja siuon.
es'
Errata Lipnim hist rico da photographiu
celeste Obs lgicas uas pi.vin-
5 de pregressj da hs-
trououii. (186 1886)topela do cu duraute o
mez de Ju hj. I asa meteorolgicas na
Baha. Diaria meteoiolo_;e lio mez de Abril de
1887. Resumo da obscrvacjs mc
feitas uo Imperial o 00 ioci de Abril
de 1887. Revista climatolgica do mez de Abril
de 1887.Jornal meteorolgico do mez de Maio de
1887 eui .Santa-Cruz.Reaomo das <.ba. rvayoea
; n > mea a
Maio de 1887.Resumo das obiertAoSta met.oro-
logicas feitas pela i hyJraulica n
ranho nos ra.tzea du Nov 'mbru e Dczeiubro de
188t>.ObaerV;i;o ie simui' incas.
CtuD Internacional de U. ala- V
reuni-a de h ije fiea transferida para o da 30 da
cerreuic n <- j'-- qu id Ciub et.
preparando para o sarao que deve ti lu_;ir n
23 deste mez.
A Moda llluwtradA Deste .xeeilen'c
quin ira a Livraria Flumi-
nense, ra do Mar-- da Victoria, o o. 201 de 1&
do err ata mea.
Tr.-z alm de muitns gravar, i .
text~>, urna estampa ata-tonda e entra Je miljct
boidad is.
tuvnnna Sao urnas honteui a Uazeta de
Qoyaana de 9 doc.rrente, da qaal
aa segu itej noticias :
Ctao -Realisou se, em a uette de 7 da
rente, no esli di Sociedade Taejasichor: fltsjau-
neus.', i cas el( it ir
ceja > Irioea U
do de Albuquerque, ua prxima eieicao provin-
cial.
aj parte na rou-
t, subierevcram na signado que b:\
de aer pa ias e que f >i enureajnt
a immtniaftl-1 eacarregada da se dirigir a.a elei-
tores que deii ram
a candidatura du Sr. .e A'.b iqucrque,
afi'n : prestar m suas .-siguaturas.
Nj desejamos cm txti na ques'ji eleitoo Sr.
Hamd '.a roapeio le j! a atitti I I tt equal-
qner elogio, porque enUuJcm.s que o merit
prec l im-
pr. it-. .
A"ii / !iyaduvida0 algadaj da Parahy >i e
Ri r> .nj do Norte*continua a .. eora
i: vincia de Pernum
iioa.
i te jstoa cm ciiculacio, procediain de tal
nova le do orc'tft
ira> diaaipar da ridae, confirme JA lissem a
ni. anterior, o corpo commereial desta pr ifa
dirigi pn telegr.irami urna couaatta ao Bwm.
p ideu'.j da pr vii.c que I v i s guintc es
que c innuem ;-n. ii^um as timaaiie
coes entre eeta provrncia e >i neg :
p p .i l re BM it vigeutu nao
offercej duviu. ilgodlo p r Pernam
bu 'a exportad* piri as provincias viambas e nao
o entnrque para cata arovinei i exportar.
Se agente fiscal der inteipretif.it> contraria
le ser restituido imposto odebitam ote cobra-
do -
Foieati '. txe. o presidente da
provincia .
Oalgoddo Sei IslandS > di* 4 da crrente,
na praca do Beeife, vcnd'ram-as 2 saccas Je al-
godii l?land ao pr^c de 10* por ar-
roba
i certesa I | maior pretjj se a parti-
di f-sse gruide, porque Balar Seria o numero le
coinyradures que concorreria s i mere ido.
a vista de cao alto preci para eatB tupe de
a'g do, quauJo as outi.o up nas val ra m
. mu.to b m que os Bgrica't re* proi
os teiren e a da
canoa, por serem aatei o que molhot s_- f itam a
m ira do Sea Iilaud .
A -J i! a da- os j
aqui en i v i .3.
Os terrenos q a-H u da b^iru
mar tanta ra;lh ir eeria pai v.cil.jd*a
sust Ladea .
VeuulAes aoclae* -Ha boje s gu
Do Club Protector lu ligencia, s i \[ ba-
res da tarde, a ra do Soc.tio Luga u. 8, em as-
aefnbla geral, para approvavaa d >s >=t*tutos.
Amanha :
Do Monte l'.o dos Typigraplsos de Peroambu-
oo, a 10 horas da maal, i ra do Njgueu .
n.47.
Do c2lnn AlrorreTonists D. J pomene, s li \, da tari", pira 31 cooferauci.
que sera f it id Dr. Phe mar, e-
guinda-ae ama parte recreativa, qu constar da
urna linda poesa recitada pelo amador Souza e da
comedia em nm acto Sinos de i'orneville, pela ac-
triz Ap I 'na ctor Mfma\
Da rmanda-le da B im Jess das Cbagas, As 9
horas da mauha, em seu consistorio, para em as-
tim>fIA gcral t-lcg. os ud**ji faajjcioaarios para
o anuo comproraitaai de 1887 ?. 1888.
Da confraria de S. Benedicto d> coavent i de S.
Fraoci *eo, s 10 horaa da manba, para em itssem
bli geral el.ger os novoa fuucci n i i io anno
comproraiasal de 1887 a 1888.
aunaeehor Pinto de Campos-L-
inos no Commercio de Portugal:
o Por cartea de ura cnvalbeiro noaso aaajgo
residente fm Rama e pelos jornaea da im-smn ci-
dade, tivemos noticia d'este erudito cscriptar bra-
sil, ra e festejado traductor da Divina'Vomedia,
de Diuie.
O illustre prelado sata quasi cinnphtamente
restabilecidn, mas qusrendo \oitar para fdanfi > f i
foi pelos eeus mdicos aconaelhado a estar dous
mezee cm Ualsano, um dos mais saulaveis pon os
du Tyral, afim da II uperar anas antigaa far^aa.
Monoenhor ir residir no magnifica moateiro b nc-
ditino, situado da meia encosta de urna inontanb ',
cort.id de r. guto8 e arvoredoa, onio ae respira um
bello ar e ae gjsa urna formas vista.
o Mona' nb r Pinto de Campos teve a honra de
ser recebido pelo Santa Padre, que o acolheu coma
o pai estremaso a ilho dilecta que eateve em riscos
de se perder em um naufr
L ao XIII que um Iliterato profunda e qu
cou'aece todos ca puaa italianos, recitou muitas
paeaiaa de Daute, iazendo grandea elogios tra-
dueco do Ilustre cscriptor braaibiro. Soa Sau-
aasMk rasa-'Balwndo as oasideracods que r.sa i-
tosam u'e Manseulur Ib fazia relativamente
grave entermidade que ameacou seus diae, dase
que us ni) quera que elle morresse antes de ter
completado a gloriosa empreza da tradueca da, Di-
vina Comedia.
N2a contenta cora todas aa distinccoes que
rdiapensou a M ,n, ubor. Sua Santidad-i expeda-lbe
o seguinte breve altamente honroso, sendo a pri-
me-ira vez qajfl o Pontfice se manifeeta publica-
mente a recpmfo de Dante e doa traducr a
m Leao XIII, Pap .Querido filbo.Sa-le e
bi ixjao apostlica.
Recebemos com o maior agrado o exemplar
que nos <.feraengtee da primeira parte do poema
de Alighisri qne traduzistee, querido, filho em lin-
gos portngueza
Eli' u'.vaiaeat baoemos que es vassos traba-
lhoa n'est genero alcrancaram a approvscio geral
e que o hV e aa regraa em que vos inspirastes e
qae $ estaatea na carta to resp taaameiite
dedieadn c,u i rne dirigistea, devem aer i-onaideradaa
como dign ia de todo o I UT r. Certamente os por-
tu^uezes deveoj estar-vos avwto reconheoidos por
hes terdes aborto tantas thisouros de poesa o de
sciencia a que jantastea navaa riquexaa sua liu-
gin nacioual jA illustruda palo insigue pooma de
Cau.o -
Tambera nos vos agradecemos muitiatim a
desejamos animar-vos afim de que n- m as ditScu
dales, nem os trabalhos vos faoam desistir de
coroardes a vossa bra. E fezendo votas para
qae isto assim ao-inteoa e para qae tenhies nmt
i e feliz existencia, coueedema-vos, atf K -
tujsament > e do intima do carabao a benc > ipis-
tolica com p nb r da u isa esp ca! benevolencia
seo.
Dida -cu Rima, junto de S. Pedro, aos 5 de
Jubo de 18"i7, 10 auna do naaaa Pojatllaado.
XIIL Pap.
A. que.ido filha Joaquim Pinto de Campos
Protouotaro Apostlico, i
C uso se v, f )i subida a honra eom que o
Poutitice iis'inguio o Ilustre prelalo braseiro e
festejado I lo Dante, porquauto a lingua-
gim de ciua Suitidade t m um cunhj aspaesal e
I b iK valencia e de coasideraco,
seu breve ainda mais honroso psia
stoasi uhor Pinto de Carne
Sua S ,i ,rm, na i se limitou a dar-lhe
oublico teMt^muuho de ;ipr?9 > com n carta
que publicamos e tai mais lon$o na aua pa'ernal g-
nerosidale, pai sa qae elevou Hauseuhor Pin'o
de Campos, que ira Pr. lado Retereulario, a Pr>-
ton tano apoetbkeoy cama oremio do seu colossal
ilho.
Tero, sa raalisada o que haviamoa previaio.
Eifectivaminte, se a tradcelo da Divina Come-
dia custou aj distincto eaeriptar grandes caucairas
e 8acntieio8, certo qua Ih: tem proporcionad)
muitos momentos de satistacao e de gloria. Bas
taria o acolbimento de Sua Santid tde e us seus
particulares lavores par o oorapenasr largaa
ii labor de tantis annos, mas aceresce a essas
li itioecS -a ontraa tambera rauito apreciveis
A sim a Academia de Crusca, como j disse-
moa a aublieseoe, riirif{io-lhe um* carta onrosia-
s-ma de f licitacoea peta sui tradaeco, honra que
nouca disp-nsou a neuhum outro traductor da
Dante; a ftnartnaih de Aicadu de Rama raaliaou
urna sesaao solemne, na qual se fea a apologa da
tradnecao de M d- :ada all como a mais fiel e a mais rica de eom-
mentarlos at hoj i publ cada ; e finalmente certo
qu; Basioa dantjfilhos, coma o conde Sodcrini
urofesaor Peletto, vo cacrever acerca d) sea es-
" abilbo.
Nos, gue tao de parta acoeapanhnos Minse-
nh.r Piulo de Camp.a nos seus estudos e ua sua
t do i de t -dos oa dina, iaeilando o aincerament"
peloa aana br. lu-aiea triumobja, ligarais de ver
c 'ufiruiida tuda que previracno.', cora o xito com
pleio da sua m-iiiumcutal tradcela.
Ksl.iiittllcu curtoma Para ccrtis jarnaei
0 padres, oa trajes e a as religiosas sa) bandos
.
Ora, em Fruuca ajaba de ae fiaer um es!
guinies resultad aa.
O elera regular e secular nquelfe paiz conta
m mbr i.
. ? !>i7i) a Im'.i djis foram aecuaadoa.
Os BKdieoa eetrars^oan, que alo 25,000 mui:
menos da metad-;, (ivirarn 18 conJcmnacoes.
()< aivogados e embregados de justica, que sao
20.0JO, tiveram 6i>.
Us banqueiro.i sg atea de n-giofs, que sao
12,13t>, tiveram 75.
As religiosas (meatrea, hospital.iros etc.) sli
85,000.
N m ditos 3 annos nem urna s foi chamada i
tribuui.es.
Ai pnrteiraj seculares, q ie si) ape.iaa 12,000,
tiveram 184 eondemnaco
Apesar de tuda isto, Os} jornaea ath'us, republi-
canos e libralo -8 ciu'inuam a fulminar os coros
religiosos e as sachristiaa, como focos da todos os
er iotas.
EsploracoLe-se no Jornal do C*mmercio
do tti i de Janeiro :
t t cartas particulares qu : os enge-
nnsJrus D.-s. Paulo Frautin e Julio ParanagaA, a
qu m esta c i fia 11 a ex.nl ji-aci) das impirtant s
minas do Assuru, e qne estiveram ltimamente
Beata c rte, regresaando pele interior da provincia
ie barra do rio Parauuas, dependo o rio das Velhaa
dev- le o porto de Jeqnitib, o de embarcaram.
En tolo ente treaho o leito do rio muito oba-
trni i s, havendo cerc* da 90 corredeiras
que diliieulfain a nav- gaca-i e em muitas a torn un
summ-.lente arriaci-'a, ra UM par caute.
Pods-se entretanto tornar o rio navegavel remo-
vendo ees -a obstculos, erabara c;ra algura sacri-
ue ha le aer largamente compsnaalo pelas
vaatagens que d'ahi resultarlo pira o interior i
pr. vine
Da barra do Paraaas seguiram oa eugenheiros
redos em canoas at o rio S. Fraueisco, que
deviam descer at Chi^ue-Cbique, na provincia da
Babia, onda estilo situadas as minas.*
eacraroa sentenciados 4 ; dem p-oceasadas i
Llera ale correccSa 4.Total 372,
Arralados 323.
Bona 304; daentes 18 Tatai 323
Movimeato da enfermara.
Teve baixa :
Joe Antonio de Mara.
(Lotera do CearaEsta acreditada lote-
ra ;ujo premio maior de 15:000/000 acrA ei-
trahida no dia 18 do correte.
Oa bi'hetes acham ae A venda na Roda da Por-
tu is A ra Larga do Rosario n. 3b.
Tambem acham-ss a venda na Casa da For-
tuna A ra l'rimeiro Je Marc) n. 23 do .Martina
Piuza & C.
Lotera do Knpl> lio anta -A 4' par-
provincia cujo preaiio gran-
de 60:000*00, s-rA extrahida no dia 22 de Ju-
ina
Os bilhetes acham se A *enda na Rola da For-
tuna n< rua Lvrga do Botarlo u. 3G.
Tamo
tuna A rua Primeiro ^a Mareo n. 23 Martin Fiu-
za &C.
laolerin da ^oavincl.i SRj da 18
do can cace, s 1 huas de tarde, se extrabirA n
7 loteras, em b nefieio da matriz da Baa-Vista
di liecife.e, ni consistorio da gicji de Nossa
S albora da Conccicao dos Militaros.
No musino ca isisrorio estarlo eipastus as ur
ane as espberas a epreciicaa do publico.
Oa bilhetes guautidos acham-s- y-.-nda na
Casa Pelia uipr.e; da [n-lepeodeoca s. 37
Tammb.'in aeb im ee venia na Casa Ja Fortu-
na.! rm Prira liro Ifl H r i u. 23 de Mariis Pu-
na C.
' Bara
da Vctor i
Leite o ua Boda ia Fortuui ua rua Larga do Ro-
sario u. 36.
lioten.i ria dosta proviuca, pelo novo plaua, cujo pra-
mio grande 40:lH0>J, acrA extrahida hoja
16 de Julho.
Oa biilictc ach:im-ac v-raJan.. Qasa da
a ran Jo Mai\o n. 23, de Martina
Finan & C
Tambem ucham-se A venda na Roda da For'u-
n : A rua Larga da Raaario n. 36.
laoterln da pruvlncia do Paran
A 19" lotera desta uav*fuafs,pete nava plan i, cu
jo preaais grande de 15:000J(X), ee extrahir
no dia 19 de Julho.
Bilhrttes a v inda n i Casa da Fortuna, A rua
.'riraeiri ie. afaveo numara 23, Je Martina Fiu
za & C.
Lotera da Paratij'ttacata lo:mu cujo
er miara.iJ i Je 20:0)0 OJO sari extrahi la
no dia 21 de Julho'a 3 horas da tarde.
Oa bilhetes acham-ee A venda na Casa di For-
tuna A rua Prisa ra de Jare) u. 2, Je >lirtin
Pinza c* C.
Tamb m acham-ae A venda na Rija da Bar-
loa r 11 Lir'.i Ja Risario n. 36.
do Nascmentc,
Maciel ao Sr.
Appeflante Francisco Joige
appellada a justica.
Do Sr. desembargador Ol reir
desembargador Pires Ferreira :
Appellacao c.-ime
De GoyauaaAppellante c promotor publico,
appeilajto Maooel Jo quun d: Sant'Anna.
Do Sr. desembargador Pir>i8 Ferreira ao Sr.
desembaigador Monteiro de Andrade :
Appellacoes ci mes
De BezerroaAppellante o juizo, appeHadas
Manoel Qurino das Santos e lu'ra.
Do PilarAppelJanti o jai rj, appellados Jos
Antonio Rodrigues e outro.
O Sr. desembargador Pires Goucal ves, como pro-
carador da cora e promator Ja justica, deu pa-
r cer nos seguiutes fritos :
Appellacao crime
De Bom JarJim App.-llaut;: o juizo, appellado
Maooel Muuiz Falcaa.
CHRONICA JUDICIARIA
SMreoiorta oa alaran ae caanerta
rao don portnBoletim meteorolgico do
lia 14 d Julho de 1887:
-


= S-n
as
- p ao
.-a a
F
ti ni. i* -3
9 26' l
12 jT6
f 3 t. '"'-*
6 21)'-0
otro a
Oo
765'J9
764 i9J
TtasSo
do ?apor
17,15
19,69
19,87
18,59
18.11
e
s
m
77
71
7;;
Temperatura mxima28",50.
:)it i Baanims.'2o, ;5.
Evaporaclo en 24 horas c sol: S",8 ; A Mas-
ara: 2,7
Cbuvanulla.
Direccjlo dsi vento : -iE de meia n-.ile at 1
b ra e 47 minutos da mauh ; S at 5 horas e 55
minutos ; SbW a'4 7 horas e 57 minutos ; SE,
com peqn-nas rrerrupco-'s de tWE, uf meia noite.
ldta do vento : 2 ",45 por ao^.
Seuuloaniade media: 0,34.
B iletim Jo porto
l' Di. lloras Altura
P. B". B. M. P. M. B. M. 14 dn Juiha 15 de Julho 11 7 da nnnha 533 Ja Urde 0- 0 6 -18 da mauha 1,-94 0,">93 l.n>96 0,-97
ectuar-se-
Hoje :
Pelo aeftnta Pinto, As II horas, A roa do Mar-
ques de Olind.i, Je ama pare'h v de cavalloa me-
lado-.
- Segunda-fe'ra :
Pelo agente Qusmao, aa m-io dia, no armazem
do Sr. Annea, de queijos flamengoa e prato.
Tercn-feira :
Pelo agente Stepple, Aa 11 horas, rua do Im-
perador n. 30, do sobrada de 2 andares A rua
Duque de Caxias n. 90-
Slii raaebreo. -Serlo c- hradas :
Hoje :
A's 9 horas, na matriz da Boa-Vista, pela al-
ma de Domingos Antonio dn Bifva Beiria ; A- 7
ii2, aa greja d i S dedada, pela alma de D. Fran-
citcn4n_Siiva de A. Wasconcellos ; As 7 1/2, aa
matriz a> Boa-Viataena d Onnelleira Aa 9 ha-
de Jos Camello P. de .qaeira Caval*
7 1/2 h iras, no convento tfa Gloria, pela
uardo de Sauza LanJim ; Aa 9 horas,
de S Jos da Extrema, pela alma de
lo Pesaos de Siqueira Cavalcaute ; s
na orJem 3' do Carino, pela alma de
'ran lea da Silva Manta,
da-feira :
haraa, na igreja do Espirito Santo,
ie Xntonio J)S Bsteves Guimares ;
matriz da Baa-Vista, pelalma da
aaquim Tavares Belfort ; aa 7 horas,
ua matriz de S Jos, pela alm. de Felismna Mi-
ria dos Santos Fonaeca ; Aa 7 1(2. na matriz da
Boa-Vista, pala da Joao Alvea Peche-o.
Terca,-feira:
A's 8 horas, na nutria da eidade da Escada,
pela alma da Antonio Marques dcllillanda C-
vale a ne.
PannaselroChegado da Europa no vapor
alleraao Buenoa-Ayres :
A. T. de.Carvalbo.
Cana de Ueleaeo--Movimento dos pre-
sos da Casa de Detentan do Recife no da 14 de.
Julbo :
Existiam 378 ; entraram 8 ; sahiram 14 ; exis-
tem 372.
A saber :
Nacionaei 334; mulheres 17 ; eetraogeiros 11:
ras, pela1
de Jos I
ua capel
Joe Cap
7 1/i
Joaquim I
Sea
A's 7 1^
pela man a""
Aa 8.
Dr.
Tribunal da Aelapo
SESSO ORDINARIA EM 15 DE JULHO
DE 1887
PRESIDENCIA DO EIM. SR. CONSELHEIRO
(i:iXTI\o DE MIRANDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costume, presentes os Sra. desem-
barga Jares em numero legal, foi aberta a aessao,
depois de lida e approvada a acta da antecedente.
Dieta i buido* p I 11 11 m-se oa
egnintea
JULQAUENTU8
Habeas Corpus
Paciento .
Roz-mJo de Arru ia Camari.Negiu-aa a sal-
tura, unnimemente.
Re juraos crimes
Da Villa do CondeRecorreute o juizo, recor-
r io Antonio Alvos Ja Cruz. Relator o Sr. can
aelheirj Queiros Barros. Adjuntos oa Sra. des
embargadores Oliveira Maciel e Tose uio Brrelo.
Ncgou-ae provimento, unnimemente.
Ua Villa B;IIaReca tente o juia), recorrido
Joo Martina Vicira. Relator o Sr. desembar-
gador DelSuo Cavalcaute. Adjuntos oa .ira. des-
embargadorea Mouteiro de Audrado e Prea Fcr
reir.Negju-se provimeoto, uuanimemeuto.
De CamaragibeRecorrente o juiaa, recarriJo
Joio Msrtins Gan.-alves do R ga Relai.r o Sr.
desembarga Jar Oliveira Ma'cicl. Adjunt s -a
Srs eonselbeiro Queiroz Barros e desembarga iot
Alvea Ribeiro.N-'gau-se proviraeuto, uuauirae
mente.
Revista ciime
Roe ;rrente Lib inio Augusto da Cuuha, recor
riJaa j>utica pub'.ica. Relatar o Sr. cousciheiro
Queiroz Barras. Revisores oa Sra. deaembar-
gadorca Buarqna Lima e Tose .id Barreto.Man-
dn so o recorrente a a ivo julgamento, contra os
votos das Srs. desembirgadares Oliveira Maciel o
Toscano Uarreto.
_Appellacoes crimea
De (Joyanna Appellaute o juizo, appellado
Jaa Fulix Carreia de Lima. Relator o Sr. des-
embargador Oliveira Maciel.-M iuJoa-3e a aovo
jury, unnimemente.
Do CorrenteaAppellante o juizo, appellada
Hauarl Francisco Xavier. Relator o Sr. desem-
bargado- Buaiqae Lima.Mandou-se a novo ju-
iy. unauimerneute.
Da QoyannaAppellante Manael Ferreira do
Nascimeuto, appellada a justica. Relator o Sr.
deaeiabargador Buarque L-.ma.Confirmou-se a
sentenca, cintra o voto do Sr. desembargador
Delfino Cavalcaute.
De Taquaretinga- Appellaute o juizo, appella-
do Galdino Gomes de Souza. Relator o Sr. des
embargador Pires Ferreira. Mindoa-se a novo
jury, unnimemente.
De MaciiAppellantes Manoel Ferreira de
Albuquerque e Manoel Nunes Cajaraoa. Relator
o St. desembargador Biarqae Urna. Confir-
uou se a 8-utvnct, uminimeinente.
De TaquaretingaAppellante Jaaquim A.Io-
nio de Mello, appellada a justica. Relator o Sr.
desembargador Toscano Barreta. M-nl-u-se a
urna diligenaia, contra o \oto d> Sr. desembar
,-ador Oliveira -Waeiel.
De AtalaiaAppellante o juizo, appellada Ma-
noel, eseravo. Relator o Sr. desembargador li-
V3ira Maciel.Confino iU-se aaeoteufi, coatra o
voto do Sr. desemOargador Alvea libeiro
Appellacoes cves
Do R-cifeAppellaute Joaquim Vlonteira Que-
den Can Jim, appellado Virginio II irac-o de Frai-
tas. Relator o Sr, desembargador Pires Ferrei-
ra. Revisores oa Srs. deoembargadorea Prea
Goncalves e Mouteiro de AndradeConfirmou
ae a sentenca, unnimemente.
De Garaubuns Appellante Antonio Pereira
da Silva, appellalo Autonio Vcaaneio Percia
Macei. Relator o Sr. desembargador Tasjun.i
Barreta. Revisares os Srs. de.-embargadares
Delfino Cavalcaute u Oliveira UaeieJ. Confir-
mou-se a acntenca, contra o voto do relator.
Do RecifeAppellante Jos Alvea da Silva
I Gotanaraes, ao^eliada a afcut* Cana, da Maeri-
' cordia. Relator o Sr. desembargador :Jires Gon-
calves. Revisores oa Srs. desembargadores Al-
ves Ribeiro o canaeiQ-iro Queiroz Barros. Fo
rara despreaados os embargos, unnimemente.
Appel.'acocs commerciaes
De GaranhunaAppellante Pr.ueisco Das da
Rocha, appelladaa Gomes Maia &. O R.lator o
Sr. desembargador Toscaoa Barreto. Reviaorca
oa Sra. conaelheiro Queiroz Barros e desembar-
ga Jor Buarque Lima.'J ufirra u-ae a sentenca,
unnimemente.
Do RecifeAppellantes Moreira limaos t C,
appellada a companh a de a' Relator o Sr. desembargador Pires Ferreira. Re-
visores oa Srs. desembarga lores Mouteiro de An-
drade e Alves Ribeiro. 'oram desprazados ot
embargo?, unnimemente.
PASSAGESS
Do Sr. desembargador Toscano Barreto ao Sr.
leaembargador Delfiuo Cavalcaute :
Appellacoes crimes
Do PilarAppellante o ju-zo, appellado Ma-
noel Joaquim de Miranda.
De AUga do M .rateiro -Appellante JaSa Ro-
que de Figueredo, appellada a justica.
Appellacao civel
De Olinda Appellante D. Olympia Fonsoca
Gamea, appellada D. Clara Joaquina dos Pasaos
Da Sr. dcaembargador Delfino Cavalcantr ao
3r. desembargador Oliveira Maciel :
Appellacoes trunes
De Nstsreth Appcllaate o juizo, appellado
Alexandre Gomes da Silvera.
Do Rio FormosoAppellante o promo'.oi pu-
blico, appellado Joao Luis da Silva
alejo.
Conflicto de jurisiliccao
Entre os julaes de direito do civel do Recife e
de OJula.
Do Sr. dea embarcador Alves Ribeiro ao Sr.
deaembar adar Tavares de Vascoucellos:
Conflicto de jurisiiccilo
ifcitre oa juiiea Je direito da comarca de Ca-
n iragioe e o dos feitoa da (asnada de Alagae.
Appellacao cival
D Recifo -Appetlanta Lah Per ara dn Faria,
appetUaa Autoaio da Suva 4 erreira Juoior.
DILIGENCIA}
Cam vista ao Sr. deeembaruaJjr promator da
justica as seguintes : '
Appellacoes crimes
Do LimoeiroAppellaute Foituaato Alves Pi-
uheiro, ap i<-llad. a Justina.
Do GaitAAapcllanti o juiza, appellalo Ro
zcuJa d tal.
De Alag i GrandeAppellauti o juiza, ap-
palalo Manoel M udoa Ja Siiva.
Em diligencia no juiza a qu
Appellacao crime
De SeriuhemAppellautes A aguato C imello de
Siqueira e outro, app^llala a justica.
Com vista As partea :
Appellacao crime
De Atalaia Appedaotc o bacharel Antinio
Eustorgio de Olirenra e Silva, appeJaJo Autonio
de Almeida Braga.
Appellacao civel
Do Recife.Vppellante a fazeuda provincial,
appelladaa RJrigues Lua ir. O
distkibi'Oeh
Ag^ravo de instrumento
Ao Sr. desemoargadar Pires Uoncalves :
Do GoyannaAggravanto Joio Ganea Car-
neiro, aggrovado Antonio Vieento Pereirade Au-
dr ade.
Appellacoea crime i
Ao Sr. desembargada!- Alvna ii ib jiro :
De Timbaba App.llautcs Eustrecliua Paula
de Lima u o promator publico, i ppellada a jus-
tica.
AoSr. desembargador 'lavares le Vaseoncellos :
De l'imbab. appellante o juiza, appellado
Joai Francisco do Rosario.
Ao Sr. conselheiro Qaeiros Barros :
Do GaitAappeliaute o juizo, appellado Jos
i; ivalca iti- de Aiaujuerque.
Ao Sr. desembargador Buarajue Lima :
Uc CimbreaAppellante ojuizo, appellado An-
t uno Paulino Terrea Civa'ca.it:.
Ao Sr. desembargador Toscanu Barreto :
De S. Miguel \ppellanti Antonio Barnardo
doa Sautas, pp liada a juatici.
Ao Sr. desemb.irgidor Delfino Cavalcaute :
De Camaragibi Appellante Jis Francisco
de Lima, appellada a jusfiv i
Appeliaco civel
Ao Sr. desembargada Oliveira Maciel :
Do R-cifeApp. liante Joaqoim Saarea Naves,
appellado Miguel Jo3 Barbosa Guimarea.
EncirDU se a Msano s 2 hiraa e 20 minutos
da tarde.
PHLiMfcs i mm
Os presos do i.uiuho de ferro
de Olluda
Eitilo cm greve seasenta e tantos passageroa
immbo de ferao de Olinda porque, eguada
i leueja de um abano aasiguaio publicada no
Jornal do Heci/ed) dia 12 do crrante, querem
queseja reJuzdo do 20f000 a 14 K))o preco das
aaaiguaturaa na 1 claase, e que sejam adoptadas
na 2 claase series .ao portador daedo direito a
trtnta viagona de ida e volta, por n -z, para seram
vtudiJas A razio de 84000, equisaleatemente ao
que estA ostipulado no o.ntructo do cimiuhode
ferro de Cixapgd e estA ah em vigor desde o Io
de Setembro da aun i p tasado. E as razo-s que
allegara em juslificaeo desaa pretnnean, segunda
o mam) abiixo aasig ia lo, sa qu; os precia do
camioho Je ferro de Olila excedem ot de qual-
quer oulr ayatema igual de traosparces da pro-
vincia, e que isto ara erro ecouoicico desde que
est -i companhia em estado de prosperidade, dia-
tribuindo divdendoa de 8 %, faaeuda obras e
t-.ndo a eot-.c.io de sua: acciiea a-;ima di par, e
desda que ella tem par esta forma margem suda-
cien'.e para um augmento de concurrencia pela
diminuir;lo d;s seus precos.
A directora da compaubia, a quem foi preaeute
oaoaxa assignad), responieu, cono se verifica
por nm ofHcio publicada na masino Jornal, h .ratera,
desviando de si para S. Exa. o Sr. Dr. presidente
da provincia o aespacbo definitivo de que e credor
esse desojo t) restriet irae it; Jamouatrado.
E aa rasoes que paraiaaa deu sao, que em lempo
competente fez o S. Ese. urna propasta, seua
igual, pirque se subnetteu As exigencias de sua
pratiea adquerida nesses servicas. ao menos equi-
valente a que os Si s passageroa par esse meio
uiJicaram ; sao, ain la, que esaa propasta, firmada
n'uma autarisacaa da assembla geral dos Sra. ac-
cionistas, no sentido de serem aproveitados os fa-
vores eapantaoeaineute onceJ loa aela As:emb!i
Provincial <.m urna le 1- 832, liecuem suspenso,
por ter S. Exe. imagina lo, par u na nformacao
do Illa. Sr. Dr. cugeah aro fiscal, aer de natureza
inuit. diversa a preteacaa da tolot aquellea que
teem impugnada a tabella d-.-asa liuha farrea.
Assim, parece, que sa vai renovar ura i diacu33aa,
de que tivemos noticia pela ultima acta publcala
de assembla geral da ompanhia; discuasao en-
tre o engeubeiro fiscal e o gerenta e Ja qual a
nica vautagem serA a que sempit sa tira nas dis-
eusso :a olliciaea c.itro :i i, isto fiear cada um
eom a aua opinio depois da gasto de muita ser-
btagem a da muito papel eaoripto. E d'ahi tirei
a coneluao, no meu carcter de accoaiata funda-
dor dessa empreza, de que deveria metter entre
os doua a opinio publica, oa pelo menos a opi-
nio dos imme-iiatamentn internesadoa, accionistas
e paa.-.igoiros, nico meio al Aa de faser pezi na
juizo de S. Exc, que, eoeso jalead;* da causa e
tactor do acor Jo entre a c:mpauhiae o governo,
terdes^ d cidir por ura dos doun lados; como
aeuapre timbera ucoutece para c ira oa altos fuoc-
ciouarios expoetoa a vala de todoi, ao juizo ot
critica da toles, e ao desejo ou nter ase datados.
i ppareco, pois, c ;m este intuito, i eatas columna!
onde todos p dem ter a pala vr.
Como j aiaae a >u >.eeiou;siH fon lador da om-
pauhia e veubo trabalbar era defeza dos eapitaea
que t safa i anaasl empreza erapreg-atu. Nao gas-
tare, poia, r-.tborica no n pracurarei me elevar
uvates artigo i s alturaa de um est'/lo que quando
nao ti vase o encanto de captivar hiuvesae peo
menos o valor de facer se escinde nas fuas roo
pagens o meu inttreste immed a'o
rtei que na vivo n'um paia de b ncios ; se; qu:
as tiradas sobre o interesse gTal, bem publica,
a a grande oerdade denunc. iJa pidos principios
ec inamicoa, resaltara cora as snai .toes feicoes na
mi" Ja geral indiSerentismo ; e ni) virei por
isto, com a miaba demorada insisten ~ia sobre o aa-
sumato, aa minhaa vistas reslrietat no campo das
questoes vaiaadiaaiin ia, aliui. ulandi a ridicula pre-
tencaa de occullar cora palavraa o iaeu verdadeiro
movel. Direi, porm, que para bio garantir os
opeus intereases de aaeioaieta, e tai .te baata, eatou
convauci io qua tertji de co neoar per bem ate.ut.ar
oa verdadeiroe ioteressea do publico que se itilis*
do caaiinba de forro de O.inJa. porque iaegavel
que cas- quNMOnati'ue o obj lot i cao.
Eatrarei, paia, na eatuda testa qieato eapacial
sem me preoccapar cam a rudeza Ja forma e a
attendendo em bem aervir nfranq'ien demau pan-
samento. C >mecando,naoeacrevecei urna introoW-
oao Aireada ; direi o que pauso da grve dos Srs.
passageroa e da sua ae ica Jiret taria.
Nao aeh) razo do ser uessi grve ; e entenlo
ane a tal petico dirigida a directo: ia, e que nisto
ear, urna inarruiuavel coaiiiso deque, omea-
mo que eu jA tsto, pensando oa g viataa. O ap
parecitnento da grve coincide cog o faoto de ter
a directora espontaneamvnte feito novas cernees-
aoea aos passageroa ao meamo tempo que promet-
tia ontras; e a petica eaguniranJo-ae da cabeca
das grristas para ao m is da directora aurgiu
justamente do meio d'aqcrellea que ussim j li aviara
protestado contra a campitencia dos direct<>res,
chamados no eutretanto,logodepeia, paralbes abrir
urna sahida franca e larga.
II ju vase um interesse real, < nao um capricho
ou urna raer.' diversa de espirito para quebrar
a montona de urna viagem de meia hora em ca-
mioho de ferro, e de outra forma veramos proee-
derem os grvistas. Eli a ulo teriaca certaiu -u'e
desappi-oveitado a boa vantade da directo, ia. Ella
dase, no seu aaauucio, qne as mjdirie.
(csuaa occasi nal di grve), aia-ra erara para
at'eu ii.-r aa r.-cumac -a dos aa^igaant-a e paasu-
geiros constantes da liuha E, I go que no jul-
gamento dos greviatas nao tivesse.m sida atten
didas as reclamac :a. o interesse Ih :a dictara
coma primeiro pissoadar a declaraco individaal,
com s gunJo a manifestacao collectiva, como t- r-
cciro o recarao para o poderauperiir, a asaimbla
geral doa aeua accionistas ou a presidencia d i pro-
vincia, miia praprio uo caso presente ; e como ul-
timo pasao, euto, o protesto. Mas u ; aos dous
ou tres, pjia tantos foram... aoa duue ou tres pase ;-
geiros Je prira ara vi.iase que mular nap uJando as aua3 aaaignatuia) qae d'ahi im
diante teriaio poi mea m iiubairo, ae ju il
grande masaa de passageroa de segunda claase ;
paaaageiros que ou s-mpre viajanm em taea
roa ou para cllea, a par aaativos diversos, pcui-
latMament* pasaaram ; e i) seio da ultirao grupo
fj que, eoiaio nos iuf ir n >u o gerente, san;' oj
cora.nissaa queso encarr.'g irara d) aluciar outroa
passageroa de-primeira clasaa quer dentro Jos
trens, quer ais p'.itaf ,r.ais I ia est co'3, viotori-
anJoosqua udici3;s peiaeorpresa oseognim
e pateando os que, firm-ae prevenidos, resp i
pela negativa ; da a ia d .;. i mi >fira e
aempro alegre foi que aabiu, coma m
teaiuinuuh i ocul-ir, a idei* daa b indrinvu au -
nunciaula agrve o qa-, p-ul-raan tora doa car
roe, deram noa primeir03 di ia J s le m z ura aa
pecta i" Je feata, a a ticas da
nhia ; da a io Jellea foi qus sah'n-n -a porta lor 11
das ditas bandeirinhas.
Demaia diato, ah eata pe'ic) do3 gr-viata.-
pnblieada pelos praprioa para exprimir, pai-
ra, todo o bao humor de.lles.
Querem o abitim-ato das paaaagens, nao par-
que sejam mis 118 eirourastiucias fin*nce:ri3 da
passageiroa da liaba; iner n-aoparqae i
pero o estado da caanpaahia que distnbne Ji-
vi i-idos Je 8 0/0; qu-iuJo o dividendo
promisso iuadiavel, qnaado'O ii .-i lea lo ap 1
umjur) d) capital etaprega lo ; querem-no p r-
que ess-a pr >sp ridade eatA evidenciada na coua-
trneeio qne ell 1 t m falio de ibeas novas obras
iadiapensaveis, a ra lis nao ser, m un 1 para fina ir
o estada da campauhia ; qnercm-no p,
suas aeeoes 3; vcnletn c ib aj 1 > m nr tea, eon-
sequencia aUAs da garanta e :,>: ;ii o dia-
triouic;) de divideu I-.j, a mpostos nafas c.nfiuiei
que luapiram as obras novas.
E to ligeirainente caucebiio eaae desj> li;
passageiras lignatarioa, qu-iclles, que ae ut
da liaba f irrea porque ahn 'hes til, a m :-. 1 m
uoa ao preocc 1 >ara a aa -a a 1 J d ; cjtu Ur -i re
verso da medalha ; istj .'-, u n .11 ..ai eogita-
ram da circumatancia Jj 1 aivel aa n.ia
a distribuico de Jiei l-u I s. t c 1 latraccio das
obras exig las, e par a prosperidade
'la eimpanhia, sendo aceitas co n tad.a a arapdo
os prCy-oa qu imp n.i ara, taivez, BOmo cin'ei)
de capitolacao !
A prevalecern] o fu 11 tntentM le urna tal p
tico, veri amas amanha oa moradores do Recife
tamo :m libadas n'uma greve para que a campa
nhia de Bi-b-arbe, par exem 1! >, cuja praaperilade
entra peloa olh ia Je t)Jos, cuj es obras si) enir
mes, e eojos dividendos taemsubido a 10 'OJO...
para que a Companhia de il -biribe fizease baixar
o prefo da venda d'agui; ov lenticanteute para
que a empreza da gaz da nosaa eidade, que tem
enriquecido oa Sra. Ffelden Bro!hers,jA de si ri-
inissimoi, diminnisa 1 o praeo 11 p cubico do ga?;
ou anda o meamo uzease a Canpanhii de ~ mi 1
Thsresa (em Olinda maia p> rt ) d-all -aj emprezaria
do abastecimentj le agua e gaz, que d; BMeoM
foroaa prospera, visto fazer divide lioa e fazer
obras.
A prevalecer case argument >, reaumiremia, a
prosperidade se incorapatibisaria a eada paaai
ciin ella mesmo ; e isto aimpleamente dizcv,
Jes jipar eeria a rasa de sar das c mpaahi 19, por
que nao Ihes iactl oeeui'ar o seu estalo de pros
peridade.
Porque r.z) o oapiiti jiublici, a virdalir,
comprehenaSa do iut"re3so g'ral, encara idos
no animo deises graviata^, exceptuara eaaaa c;m-
panhiaa, uraH igualmente, outraa aindamis pros-
peraa, para inviatir islida:n-'nt! anuir a Con
paabia das Trilhoa Urbauas de Olin la, qae as
t -ra um i h'storia cbea de Iotas e de ditcul la lee.
daud) Ihe o dir;ito de ter como terreio conquista-
do A syrapatbia publica?
Pois nao eo ellas exploradoras de generas de
primeira .ecesaiJade, com a agua e a luz; ge-
neres com as qua es m.-a no nioguom polo passar,
e que p>r isaa paieriam pala sua caresta mono-
paliaadjra offaoJer o interesse da ura publico
muito maia amol e mui'.o mais digno da urna de -
fes* ?
E entilo a esa canpiubia ie trilhaa, que ape-
nas explora u n iTsteoa* de traoaportea, sera ex-
cluir tadas oa outroa iaveatalu at a datado
descobrtmeata do vapor, qua mereceu um des-
udado ataque ?...
Nao, di certo; 8 todo ata raciocinio, emprega-
da aliAa par passageroa que < Jea-jaa a prospe-
ridade Ja companhia a prova qua eea ou pr'-
curam, orao diaaemoi, nease aaaumpto, sem iut-
resse immediato, um alimen'o para as suas pales-
asna, ou s cedem, au se eotregarem a ello de cor-
pe e alma, ato com madrela, A influencia de
urna mana muito g -neraliaada e qua oar eataa 35
paUviaa ae caractenaa;
O caminb) de ferro de todas oa systemas
de viayaa o mais eccnomio ; a relncco de precos
aigmeuta a s acurreni; logo esta reJuee)
aempra pasaivel. e ella urna conlic) inJiapcu-
aavel de proaperidaJe.
Veremaa o valor desset principios no artigo se-
guate. E o f irerao dep)ia de ter estudado c .1
parativaraente oa procos dacatrala de ferro de
Olinda com os da estrada de CaxaugA e a de Ca
ruar, vulgarmeute oppoitoa a de Olinda ; e J -
pois Je ter diatiuguili a i-aaic-i) piculiar a cada
urna das taea vas terreas, par sua natureaa, tora
de coinpnracaio.
Aqui, assim, 'farei ponto, por hoje, compri-
m ratania coriialraente 03 grcviaaa da liuha le
Olinda, a agratccer-lbes o euaejo que me deram
de liquidar cert)sp)ntaa qua de muita audam
baralhadoa, relativamente as inte ico a poras
das companhias nao sanea e do3 deaejos de que
8e acham poaauidoa o: aeai mistas que, sem temer
o epitheto de emperradas teem levantado bar-
reiras a qualq-ier midificacao na tabella dos pre
cas desta to invectvala vi -lerrea, traoo ae
uaio do Recite a velha Olinda, origem de tija a
vida que hoja tem esta ult.ua 1 eidade.
tente, tendo, alm d'isto recorrido para S Exc. o
Sr. Dr. presidente da provincia da delib-racao ear
qae a cmara mandou por em hasta publica svrvi-
5 18 c immige cootr tetados.
E de aeo lado, nerse estado da queato, oui
tem procedido a cmara, que a outra parte no1
contracto ?
Deixando-me de pagar as t iras a qun tenho di-
reito e qua ouscituem, p>r Hssim dizer, am:; pox-
centagem sobre a reaeita do matad-aro que ella
arrecada diaria-; ,,, ,. p[Jit0 8ervic0g e
fato despozas mdispeoaaveis para e. perd-pea da
renda ; e ato a cam.ra taz lesreap-itaudo ma
doa judiciaea, int^rpr.-taudj A aua teico apaixoua
da dee oioistrativaa superior -s, dem.-n
piopositalm-i lie aa iuf irmaco-s que devu reatar
para adecisa do recurso que iuturpus e soluco da
queat) d-: ancusa d- pa,-.ment del.b.:rada depoi*
da inanuc nc 10 e do recurso iuterposto. u
Ainda ag ira a Becretaria Ja Cmara ega-me a
ra da patiflo despchala d- qne cima fallo
aob pretexto de quo o i apacha j est aaaign-.do
por aete vereadorea. falrau 10 quatro, cono ae
aquellea sao constituas m maioria e aa partes
poj3am Seat aetet nao j da cmara, mas lot
caprichos, al de um verea
Mas nao adinin on" "m'-lhinte 1 rma le 1
ceder tenha o a .-in, cmara coatra
mim, quando p,:r.a um observa 1 r impueial pare-
ce que ha em ta 1 1 um ayate na de deprimir a de
detahir d)s proprio J a da C-
mara passa Ja, atacinJase os actos quando nao
ente ae pesaoaa, I 1 auapaitia
a Juv;Ji 1 lucta reapeil orree
de al/uua quando ne.nhun argmpjle seria ae Ibes
pode tazer.
Novoa catois na direcgio do municipio praceoV
rao c xao o seu homonymo oa histeria ?
O tempo ae encam-gara darespond r
O que falten diaer 1 aa 1 terreno em documentas
en <: na d .o, a Provincia
d3ie-o d apej idamente oin todo furar qu cipa,
. r a aua bJia.
E-n taea c alijo a. h 1 ras2a, n-ra argu-n-rata,
nem le, B'm a-., ablt, nem cara ir 1, -aera J
to, u:m juiz, ura.; -, que i lixe n J;
julhadoa n, iadignidade rilieuUra;ri-
te imiguada pela ''romneta para ja lad-
1 para accumnular eontca.0
auppa. ia ni a j iro-
1 ou 1 te op, le aaver ea m las-
empeahida daa regpec'ivaa obngac3<8, ^otregiBr
do obras exaesJaaias ejalgalas.prompcas, in la
qne fui ibrigadi fazerfi-id cara ia-
iuipecci) Jaa commiassrras
aaramesma? A rqspjata tadt. Cait-
1 :r i. .
R cifa, 14 ie Juiln d- 18.7.
Joti Eleuterio de Azevedo.
Cliirrliorro ila Dama
II
Porque, parn, foi ene furor vio-nata da praii
de quo Cbiunorro tes-se inatromanto ?
E' nneeaanrio aabel-a, pa.qua j nio 10 annoa.
i ficamaa de indagar p.-lo presente artigo
E'
O eontracfo do ;uil lionro
Antea de coucluir o qua me falta dizer cm coo-
teatacao A Provincia, techo urgaacia de consig-
nar tactos recentaa que privara as arbitrariedades
de quo estou sendo victima por f irea d.. quero,
posso e mando de dous ontroa vereadires que em
em todo este negocio levado a rebaque a Cmara
Muui-ipal, inapiradoa amente nos seus proorioa
caprichos, m vontale e outros maveis a que por
ora na me quero referir.
Un exemplo. Requer na penltima sasso cin-
tra :icencaa abusivas dadaa para abator-se 1
tora do matadouro da Cabanga e para con:umi
desta eidade para a qaal era trasida a carne em
carracas de aarregar lixo, o que era contrare A
urna le municipal que obriga a fazer o Iransport
do genero em carros eapeciaea ; era cintrarlo aoa
intereases da hygieue. porque s na Cabsnra
ha medico para inspeccionar as tii destina
daa ao consumo; porque a roe'it* municipal do
matadouro soffria grande deafalque e afiaal a C-
mara, ae favoreca a outroa, nao me iuderai.isar-a
do proprio nrejuiao.
A miaba petico foi deten ia, t- man Jo- se aa con-
venientes previdencia, o que deve cmatar da ac-
ta respectiva, e laucado o daspaeh 1 foi aaaiaaaado
por sete vereadores, acban lo-se presentes onz-.
Entretanto j consta hoje da ootickria da Pro-
vincia, folha offieial da Cmara, que ae requer. u
reformar a acta naquella parte, intitulanJo-se-me
de ex-contractante, d ssonheaendo-ae me a quali-
dade a o direito alias na sesao anterior reconhe-
cidoa, de reclamar quaeaquer providonciaa sobr-i
09 servicia que contiui a prestar com o mxima
sacrificio de miuha parte, cumpriudo obrig-ces
de um contracto pror igado e na qual estou manu-
tenido par decreto judicial do magia'rado compe-!
Saviam os eonservadorea, (-hatadoa, entao par
otro Quine) constituido a le da reforma qu: tira>
: ... i lia I paz .. pjli >ia lava
o anbdelegad s, con immmenaa poJer; ha vaos
creado tambara o coosalhi le "alo, oa) pela
taeaio do Acto Iddieional deetrniramann-
tbonomia las provincias.
tfinaa a S. Paulo levantaram-an nm revalucjtc
eontra eataa inatitaoons, e foram vac d e par-
s-giit)i h?rrvei e 1 egalment-ja revolncionarioa.
Po m nta Loaia jna ai Je; 1 o brada di re-
valuo". .
Era tolo o impeno a parti li liberal I iv iniu a
I Inaia, oromectenla quando aubiasam de-
rivar estas iiii!tui;i) is,como astru neatoa de de3-
potisino, qua ellas erara. Aibiui tambera eram os
clamorea danos d)3 praia-haias o.m6ri a g-iarda
nacional da pateu"c. qoando a:a.pre foraa d'aatai
os otfi-iaes -leitoa p'.Oi guardas.
E nao s isto, promet!* a -Imprenta liberal neata
provine, eimj 1 O'nme.-cio a retalbe para 1
- o:V: i.ma qu fiziara p-.,
prograa ma.
Oa eanaervadorca sa riam da ti i) isto ; porqne
com a derrota das luzas, perra.r. m q 1: iseu po-
der se-ia uvoauj, e com a le da reforma e a da.
_ia ir la nacional da patente, estes iaatrumentoa
psderoeoa da poder desptica, com a atcribuicSa*
qu euto t'mbam, eram com> que senhorea dos qae
n) erara de seu partido, e at es superior-a loa
inferiores do seu proprio partido.
Os citj|.-ics de patente chegaram a tio altopa
derio pelo augmenta conataota d^ aujeico dos
guardas, que eaaes er>o quaai ta seas escravos,
como eaeravo de qua'quer mo sealior.
A palicia com seu -x-ireito de s roridads, tolan
eom o poda* !i prender e dar pintada impune-
meu'e, aqui lo por autoridade da le, isto por conta
propria, oa cheles J> partido daa lagares at man-
dando matara quem nao respauii.i h 1 nild-'meate
a seu chamado para vir votar, neatestado da paa
e t.-aniuilidado da Varsovia, tranquillos e satis-
feitoa aeahoree, sera Ibes causar o menor abalo oa
br .d is la oppaaica. ost-entavam oa con3ervadares
a maior coafianca ua perpetuiJade de sua domina-
E' quando, nessa daca calma, sem p-n3.ar em tal,
e.bir.am da repente, sem saber porque.
O delirio do prazer da praia f ii ta grande,
quanto dilori8) foi o jpauto diaciniervado '
Ua ciietea liaeraoa cbegauJo ao poder, viram 'o
qua nao pa liara ou acharara que nao deviam tra-
tar maia daa ret iras .a pra n-it-Jas era qua o povo
du t j ,aes lu 1 lav as airas ta lisoageiras
caperaucaa.
A harem que era mais ommido aervirem-se
daquellas inatituices que foram objeeto da revo-
luc;io de Minas e S. Paulo, porque quem liuha de-
legado e guarda nacional de patente nao perda
euto um Jeputado.
O povj ;'e todas aa elaeses, cavada p Ja impren-
aa da oppoaic) no odio contra os guabra, oa
qu es com os delegados, subdelegadas, napectaroa
de quarteiro, officiaea da guarda nacional, ar-
gn 198 e cboa, foram coni os senhores de umjpaix
conquistado, e cada urna deatas autoridades, unt
a nhor deapatica, aoberba e insolente, bavia tam
bem sida entretido na esperanca da realiaaco da-
iiull.s promesaaa, ta d-a res, do pragramma libe-
ral, da abolico doa delega toa. da le da reforma,
da guarda naeioual Je patate e maia que tais
pela caperauca do commercio a retalho e de pro-
1 ais artiataa. Mas nem de reformaa, nm
de ratalho, nem da artistas, de nada disto trata-
va-se e desdd a ascenco do grande pirtido, que o
era cam Jeito, houve l-)ga o proposito de nao 00-
cupar-8a ello de coasa alguma daa promettdas,
raaa antea de ae servir das arman que ihea deir-a-
ram os conservadores, delega lia, afiliaos de pa-
cent, etc. eta., com os quaes iam fazer as primea-
ras eleicoaa.
Paltaudo se, paren, cam o promettido ao povo,
era preciso dar-lhe alguraa eousa que o entreti-
veaae ou contentasse. x
Deu ae a gente mais ruim, regra geral e Je punca
excepeo, geote capaz da tuli, om 1 noalraram,
oa cargos da de 1 gado, subd.-iegad., inspector de
quart'-iio, e deu se muita pateute de guarda na-
c ju.I, e com estas pateaites e comala polica^ foi
levado o p va aos votos da chapa cm punho, coma
no tempo d..a saquaremaa, guabii: neata prviu-
cia.
A g-ute a quem nao coube alguma pireella da
aut .ridade foi Jada a liberdade da tudo fazer aem
: sp nsabia'daJe algarat; om isto estav satis-
feito o povo, esqueeia-ae de todas aa raformas li-
bertadoras, parqu) stava completamente livre, e
port-iuta nao careca maia dellas, nem tema que
oa guabra mais subiaaem, como Ibes assagura.-am
os eli -f-s.
Cam estes odios, com essas autoridades, com es-ia
i borda Je de factj cm vez das promettidaa pelas
refomaa, o g>.-ru J) partid 1 liv e, que aubia ao
poder abeocoada par toio oahimen de seutimea-
tos iivres, os cinco anuos de governo da praia lu-
aia, foram de om governo de despotismos cm todos
03 recauts J ata proviucia, de toiaa aa violencise,
de todas aa imra.ralidades, da tod a oa Grimas qu;
im.iUaeracute podia uommetter t ido aquella quo se
intitulav*praieiro f) a dimiuaco maia aa .r-
chica de que em fmpja nao revolucioaarioa a his-
toria noa d noticia.
Cimecau aqui a dominaco da miseranda praia*
que tantas sympathias alcancra, cam tantas aie-
soea eagradecia-se na oppoaiao quanto odiosa
se t iruou des Je que subi, coraecoa pea mal-la fu- #
rioaa reaeco, com > nuca aa espern. Foi o cele-
bre Manoel de Sonsa Teixeia que a iniciou e veio
hateros camiuhia por onde havia de pasear o famoso
Chic-horro.
Por urna s portara Manoel de Souza dimittio
uo ce lembro bem se urna ou maia ceatenaa de
empregados pblicos. Da ai cretana s ficou o ofi-
cial maior, Oliveira, porque nao p diam dapen-
aa!-o.
Chicborro, segundo a-, diz, de priucipios a sent-
tos Iivres, e inspirado no odia ontra o arro-
I



I Ittffll 1



3BB


Diario de PemambucoSabbado 16 de Jiilho de 17
cante e deap't co goveruo dua s&quaremis, e
anda maii ovutra os d'aqui, que tulsravam os ar-
raiaes dos ladio 'a nos arrebaldea desta cidade,
tornju-se instrnnjento frentico ia parte ds povo
qu em aome da liberdade contra o adversario e
c^n'r.i aquellea que reprovavatn seu proceder, eom-
metiia todos os desatinas.
O procedimnto de qnasi t >das as autoridades
policiaes era sempre violento e arbitrario. Por
uto todos os horneas dos que nao sao cegoa plo
furor das vingancas, s com excepco dos que
tiubam ioteresae em acomp--nha!-3, abandonaram
este pirtido, e cr-m logo cbamadjs guabeia, e
eram victimas do mesmo odio popular.
O povo, no delirio da completa liberdade de
facto, vivia, sempre excita lo em seu odio pelos
discursos dos ctacfes, para fazel-os esquecer as
. promesas, vivia cm paaaeataa e reoniea, smente
paia ouvir discursos contra os guabers, soltando
gritos furiosos, trazendo sobresaltados todos os ho-
rneas pacficos. .,
O padre Capriatanor frente sempre das reumoea
popufarea, era o orador que mais excitava o povo
contra os guabirs, is'o rata todo os quo nao
appr ivovam aquella furiosa anarcha.
Para que tuio isto ? par., fiar esquecer as pro
ursaas que as folhas da opposico lembrava, e
pa.i i tincar OS atintalos das autoridades da
provincia intaira, que as mesmas folhas publica-
vam tol)8 os dias.
Por tudo iato, q nodo da corte mandaram ele
ger Chicborro e Ernesto senadoras por esta pro-
vinc., se passou a eleieo como j deacrevi. Mas
ni Jescrevi tudo.
Ve do os chf* eno o oartido d. praia estava
reduztdo, fizo** duplicar a aaarchia e o terror,
para faser fugirem das urnas os guabirs.
Por isto as passeiatas, puchadas pelo padre la
pristano, os discursos contra guabirs, os gritos,
os morras, a raiva, o delirio, eram quasi todos os
dias e noitea.
Diiiam baixinho ao povo que se Lbicnarro e
Ernesto nao fossem eleitor, o partido cahia. Por
isto o povo mais se exeitava em sua ira contri os
gnabirs e pelas as historias que para este fien in-
ventavam e contavam nos discursos, como se
achasaetn pouco o quo de ve-dade diziam contra
elles H
E' assim que eutre ontras contavam que o oa-
rao da Boa-Vista vender um h.imem livre para
Cub;. e que este fugira de l e estava all ua reu
nio. E o cidado exhiba se e contas-a a hiatoni
de M venda para C'iba e de sua volts,
Cbichorro, poiando todas as violencias e atten-
Udos de todas as autoridades, e do s-u libral
povo, tornoo-se Dor seu turno e principal alve da
Dais desabrida guerra da oppoMco, e da impreusa
republicana. Esta, mais temivel para a praia,
p-rque nao era guabir, f i perseguido llegai,
violenta e dispoticamente na pessoa de Borgea de
F>nseca, que qnasi a personificava, serviudo para
esta persegnico dos chefes e principaes autorida-
des do partido praieiro, at ao ponto de fazerem
condemnar a Borg"a e lhe roubarem a nrprenaa
E o 3rnal do Recife acha assim aei um facto
tio escandaloso terem sido aunulladaB dua. vezea
" as eleico s destes dous celebres candidatos E de
um sao os servicos, fra d'aquelie da extineco dos
arraiaes dos ladro s, ter aoarehiaado esta provin-
cia, apadrinh ido todos os atteatados, immor.hda-
des, valencias, at roubos e toase ou uao soeote
en Iludido contra o ontro.
E o que que prova o servidos de Chichona a
esta provincia?
E' o facto, ou as conaequencias de anarchia sob a
ordem legal e eonstitoeitnal, que drei nr aeguinte
e nltimo artig> desta serie.
Becife, 15 de Julbo de 1887.
Affonao de Albuquerqw, Mello.
Ejercicio de fogo
Antes de hontem o 14 batalhSo de
infantaria fez exercicio de fogo no largo
do Hospicio, na presenta do Exm. Sr. ge
neral coinmanlante das armas, e Juntera
o 2* batalbao da mesma arma.
Arabos oa batalhSis trabalharara bem :
o 2o batalbao, porra, quer no ataque e
defeza pe infantaria, quer na forra85*0
de quadmdos por companhiaB de gu-^rr-,
para receber o cboqu-s da cavall*ria, este-
Te cima de toda expectativa
Trabalbou cm ordem, e com toda a
pre isao sob 0 enramando do Sr. anjor
Luiz Ferraz e de seu ?j;al o Sr. c pito
Ros;. Jnior. Os Srs. offi u^s comiuau-
dantes das oonpiuhias d: guerra, prova-
rsm estar a par da, inaru cjio moderna ;
emrirn, tolos os deraais cffioaes e pr*9s
tornuram se dignos de kuvores.

S. Exo. o Sr. general deve estar bas-
tante lisongeado por que, tem a certeza de
commandar urna guarjiic&o, cujos corpos
esto a prova de qualquer comtnettimento
de elevada ordem ; e isto devem elUs
forja de vontade de S. Exc, e a a*u
inex^ndivel dedicarlo por tudo quanto
concernente ao exeroito.
O Exib. Sr. Dr. presidente da provin-
cia com sua Exraa. familia, bem como, ou-
tns familias e cavalhuros assistiram das
varrtiiJas da secretaria militar do quartel
do Hospicio o exercicio, e fin lo est, vi
r*m marohar em continencia o 2o batalhSo,
depois do quo rccolheu-se ao seu respeo-
tivo quartel, sem que houvesse o menor
incidente.
Foi urna tarde agrauavel todos, que
assistiram a esse movimento de tropas,
era exercicio nesta capit.l.
15 7 1887-
O veterano.
A' Virgem Sant salina Senhora
do Carino
8ub tnumpiot'idiuui cnnfugi
mus, Hancta Dei Grenitrix :
nostras deprecationes ne des-
pidas in necetsilatibus
ooatriB ; sed a perieulis
cuDctis libera nos semper.Vir
gloriaaa, et benedicta.
Doce Mai, neste bom dia,
Todo graga, todo amor ;
Na mais intima alegra,
O pobre vate, o cantor ;
Vem na lyrs, bem, que rude,
Em holocausto a Vittude,
Era homenagom ao Bem ;
Ferir a corda sonor,
Fater ouvir nesta hora,
Oa cehos que d'alma vera !
Mai Sublim-, Oraoipotente,
Mai dos Anj's, M.i de D^us ;
BraQO que se erguo valeote
Contra a crzala de atbeus ;
Mai Carinhosa e Divina,
Fonte d'onde se origina,
Os meios da salvagao :
Mai dj Carmelo, Mai Pura,
Dai me a pz, d-;i me a ventura,
D .i-me a vossa protec^So I
No vosso dia Sublime,
A tributar-vos louvores,
= Conhejo quo se redime,
O maior dos per-cadores '
Pelo vosso Escapulario,
Fonte de luz e nacrario,
Da vossa graja divina,
Dai-me saude e ventura,
Era quanto a vida me dura,
Depois urna paz benina.
De joelhos intercedo,
Por meus filhiohos tambem ;
Livrai-os, em quanto ondo,
Das males que a vida tem :
Tomai os vossa guarda,
Para que cada un arda
Pela f de boto christao ;
E sejao batalhadores,
E egregios defensores,
Da grande Religiao.
COMERCIO
Mercado de uu< Ayresi
I'LTIXA DATA----30 DE JCRHO DB 1887
O mercado de importac) apr sentara inui pou-
ca alteraco na segunda quinsena do mez de Ju
nh fin de.
A sua marcha fr. mais ou m-noa igual a das
outras quinzenas de que no3 teaios oceupado,
obaervaudo-ee a -mpre iJe itioa phenomonoa, isto
, urna importncl> demasiadamente cr-acida com
rlacao s neceasidadea do mercado, o que dava
lugar a haver rauitaa off-rtaa e limitadas encom-
mendas. .
A aegunda mi nao apreseuta a actividale de
outraa pocas; aeja peloa lioiitadoa.pedidos do coa-
tro, ou ej< pela abundancia de mercadoriaa em
primeira mo, on mcamo por um* e outra cju-
sa conjunctamente, o c- rto que os negociantes
teem-ae abatido de entrar em tranaaccoea impor-
tantes. ,
E nao se pode aquilatar do criterio que ha
guiado os armazenarios, visto nao ser provavel
que se produsa baixa n ;a artigoa.
O preco do ouro tenda a ficar firme, em viata
da procura conatante deate metal pari exportaco,
principalmente para a praca de Montevideo, ende
se desenvolv. m importantea eapeculaea em ter-
reooa, cuj-e capit ica aahiam, em grande parte, dj
mercado de Buenos-Avrea.
O preco domro continuava a manter-se firme,
oscilando entre 138 c 135 0[0 : e tendo sido vota-
do o augmento do capital do Banco Nacional,
que ter de fazer orna nova emiao de papel-
naoe la, provavel que suba anda mais.
Para melborar a situaco do mercado importa-
dor, fas-se mistar que ss entradas diminua n du-
rante algum t m, o.
' A situacSo do ila/4 do Brasil no mercado i
Bacnis Ayres nosoffreu alteraco.
Oa prec-ie eram oa meamos.
Durante a quinzena foram vendidas 500 sacca,
aoe prrgos abaixo, por 10 k I os despachados : La-
vado, i m/ii 8.40 8.50 ; Super'.or e fino, t m/o
8. ,0 i 8.25; Bm e regular, i m/,i 7.53 7.80.
B >I>h rwjBiiter. inl
COTAgBS offiiabs da junta dos cor-
rectores
Recife, 15 de Julho de 1887
AccSea da companhia de edificacao, do valor rea
litad* de 70S a 35| cada urna.
Ka hora da uolaa
Vendtram-ao :
10 accoea da cempanhia de edificaco.
o preaiaeuu.,!
Antonio Leonardo Kodrigoes
U secretario.
Eduardo Dubeux.
Mutlmenlo baurariii
CITE, 15 DB JCLBO DB 1887
PRACA DO RECIPE
Os bancos eatabeleceram boje a tuza de 2 3/8
d.*fobre Londres, dando, porm, a 22 1/2.
Em pa; el particular nSo coostou traneaeces.
PRAQA DO RIO DE JANEIRO
A tasa para todos os bancos, boje, foi a de 22
1/2 f. sobre Londres-
Naca cona'ou cm papel paiticular.
Mai de Elias, Mai Purissiraa,
Vos que livrais todo 0 mal,
Que sois a fonte vivissiraa,
Da Cura Celestial;
Dai lenitivo a urna tia
Que tenbo, que nouto e dia,
Sjffre, soffre sem cessar :
Dai-ltie a snu'le perdida,
Di-lhe, sim, oh Mai Querida.
Diminui-lbe o penar 1
Do Lohdob Bank
L Pana.....
Italia.....
lamburgo .
Portugal
Scw-York .
Do EasLiaa Bamk :
Dondres .......
Paria........
Italia........
Hamburgo......
Lisboa e Porto.....
Principaes cidades de Portu-
gal........
liba doa Acores ....
Ilha da Madeira ....
Sew-York......
90d/v vieta
22 3/8 22 1/8
425 4 9
42u
526 531
238 240
2*260
SO djc vista
22 3/8
422
526
238
22 1/8
429
429
r>3t
240
245
248
245
2*260
As tabellas expostas aqui foram eat ia
Do IlTEHAClOBAL :
Mercado de saincsr e Alsodo
BBCnrK, 15 DB JLHO DB 1887
Assucar
Este producto contina a ser cotado, para o
agricultor, aos Migaramos abaixo, por 15 kiloa :
Uranco, os melhores que
apparecem no mercado,
regulam de ....
B.s gurto boa.....
3. regalar.....
Sumidos e baixos
iomenoa......
Masca vado.....
Bruto.......
Ketame......
2*200 a 2*400
1*91)0 a 2*100
1*700 a 1*8JO
1*500 & 1*700
f*300 a 1*400
Ui4T a 1*100
*90J u 1*i hu
*700 a *800
Algod&o
Foi cotado o de 1* sorte do sertao a 6*t00 por
15 kilos.
Entrada* de assocar e algodn
HEZ DB JULBO
Astuear
Entradas Diaa Saceos
Barcacas ...... 1
Vapores ....... 1
Via-terrea de Caruar 1
Animaes...... 1
Via terrea de S. francisco 1
Via-frrea de Limoeiro 1
13
13
14
15
13
12
Entradas
Somma.
Algod&o
5.608
404
620
146
6.'64
155
13.197
Diaa Saccas
Barcacas...... 1 a 13 653
Vapores..... 1 13 1.974
Via-ferrea de Caruar 1 14 18
Animaea...... 1 4 15 2.259
Via-fenea de S. Francisco 1 12 350
Via-ferrea de Limoeiro 1 12 103
Somma. 5.357
Despachos de exportacao
HKZ OC JL'LHO
Nos dias 1 14 foram despachados na Alfande-
ga os artigos aeguintes :
Pera fra do Imperio
90 do vista
Londres.
Pana. .
Italia.
Hamburgo
Portugal
New-York

223/8
425
526
238
Agurdente
Algodo .
Asaucar .
Bagoa de mamona
,._! Borracha .
22 1/8 i C6cos (frneta) .
* Couros espichados
429
531
240
2*260
Couros salgados.
Doce .
Mel......
Pranchoes de aoarello.
49 litros
405.297 kilos
733.650 .
15.982
1.400 .
11.000
167
6.695
15 kilos
7.290 litros
40
Tudo podis, tuto emana
De Va, a Fonte do Bem 1
Mai do Deus, Mui Soberana,
Mai dos affli tos tambera ;
Mai dos pobres pechadores,
Livrai-a de tantas dores,
Lh prolonga! o viver,
Por Vosso Filb), Mai Pura
Dai lhe saul e ventura,
Vos tudo podis fazer.
Inda Vos peso fricis,
Que o odio que Higuera me vota,
(Tronco q e vera de meus paes,
Alma que Vj mui devota :)
Imitan lo o Vosso Filho,
Do perdao seguindo o trilho,
Elle que bom christao ;
Equ-ja todo o passado,
Como um sonho mal lembrado,
Como urna eztinuta visSo.
E neste dia penposo,
Findando o mal que me q er ;
Me lance olhar piedoso,
( orno urna esraola, siquer !
Que arrependido. hutnilhado,
Ante si, sempre curvado,
As regras do meu deVer ;
Saberei nunca ofendel-o ;
Eu que sempre busco tel o
N5o tratara de o perder.
Vos, Mara Immaculada,
Do Monto Carmelo Flor ;
Mai de Deus, Mai Sublimada,
Mai de Qraca, Mai de Amor ;
No U que a Vossa Igreja,
Os Vossos dotes fest'js,
Na mais sublime alegra ;
Meus p didos attondei,
Oh 1 Doce Mai me vale
Na grandeza deste dia.
S. Jos 16 de Julho de 1867.
Antmio Ignacio de Torres Bandeira.
Conferencia Abolicionista
Ter lugar, domingo, 17 do corrente,
no theatro das Variedades a 12a conferen
cia das qu'i prpraovem as Sociedades Uniao
Federal e Pernambucuna contra a e cravi-
do, sendo orador o talentoso acadmico
Sr. Ak'ebiades Peyanha. A parte recrea-
tiva continua cargo de distinctos artistas
que graciosamente se prestios preenchel a.
As comm8t8^s receberSo cspoitubs era
beneuio dos esuravisados.
Secretaria da Sociedade Pernambucana
contra a esiravida?, 14 da Julho de 188/.
Adolpho Quedes Aleo forado.
\o commercio
Os abaixo asaign* os participara ao res-
peitnvel corpo do coomercio desta praca
< era eape"ial aos S'His fr> gHezes em gn-
r>l, que, deade,o dia 30 de Junho prximo
pasando, diasolveram migavelmente a 80
eiedade que tohara no arraazera de xar-
Asrua Florida de Hurra.r e Lasanaan Pois ahi eat a reaposta maia lgica aos argu-
105 mentos capciosos doa que nao cr.-m nos eloquen-
Ji 14 vai esse tempo em que po meio de bem tes attestados pasaado8 em favor dos prodigiosos
ja l!l VIH CODO I'-UIJJ U t^UO J/V UICIU uo u^iu
elaborados eengenhosoa annuncioa eos jornaes p-
blicos, se aloancava o empalmar-se 3 iatroduzirse
um artigo inferior aceitaco publica. As esaen-
ciaa ordinarias c de urna emana;5o acerba, fabri-
cadas de Joleoa baratea, sao hoje im dia nniver-
ealmente rejeitadaa em deapeito ds todas as im-
preaaaa c rtidoes co aprobativas ; um quanto que
este admiravel e riquisaimo peifuu.e e cosmtico,
composto e eztrahido por urna re peitave e r -s-
ponaavel firmade raraa e delicadas fbre e plan-
taa naturaea e aobremaneira estimailo na America
do Sul e Mxico, de pref reacia n todas ss mais
perfumaras e aguas cheiroaiava grangeando e
adquirindo para si de dia em dianova fama, no-
vos triumphos, por meio de todas as classes do
mundo civiliaado, sem outra recommeniacjlo m ib
do que a sua ncontealavel eice!l-nei i.
Ncnbuma eenhora, que haja espirgido algumaB
gottaa deata delicoaa essencia floral sobre o seu
lenco, ou haja uaado a meama n'un eetado de di-
luidlo, como um coametics; por cuito nao heaitar
um s instante em perfeitamente coincidir com as
acnhoraa e aeuhoritad da America Heapanh la, as
quai-s a teim usado para mais d" 20 inune, me-
diante urna eo nplcta exclusa.' de lodo r qualquer
ootro perfume.
Cono qab^ntia contra aa falaifiacSea. obaerve-
ge b' m que oa nomea de Lanman II Kemp venbam
e8tampadoa em 1.tiras tranapurer tea no papel do
livrinbo que aerve de envoltorio i cada garrafa.
Encentra ae venda em todaa :ia pharmnciaa e
droga riaa.
Agentea em P rnambuco, flenry Forater & C,
ra ao Commercio n 8.
Cal virgem de Jaguaribe
que
sito ra de Pedro iffraso n. 4,
nb a r^ziio social de Lourenco Bustos &
Maia, retiran o so o socio Lourenco Gas
par d<: Bastos psgo e satisfeito de todo o
g.-u capital e lucros; e ficando o socio
Cali-to Alve.8 Az^v.-do M. i>, reponaav. 1
por todo o activo e passivo da mesrua nr
ma, bem co.uo do passivo da extincta fir-
n.-a individual e em liquidacaoInurenjo
Gaspar di B:ietos.
R-cife, 15 de Julho de 1887.
Lourenco Gaspar de Bastos.
Cal'StQ Alvea Azevedo Mai.
Pranchoes de vinhatico. 31
Para dentro do Imperio
Agurdente..... 143.712 litros
Ateo.I ...'... 4-22?,".
Aliodo ...... Dbl klld8
Aatucar......I.S08.906 .
Ojurube'..... .^fa!x,ie
Cera de carnauba l.loO kilos
t'ooa (fructa) .... 15.700
Doce....... 83o kilos
Eapanidorea..... 2 caixao
Farin.ia de mandioca UW accos
Fio de algodo .... 9J5 kilos
Oleo di mocot ....
,'leodc riciuo .... 5.720
PjJ de angada .
Eap ....... 529 J/2 koa
Resina de batata ... nm 1 caixa
Sal....... 27.000 litroa
g0la....... 99 meioa
Vinho dejurubela! 92 caixaa
recaf:tdt.acIo do a8SDC*b
era o exterior Jg.gO kiloa
Para o interior l.duo.wo
Somma 2,042.555 .
Vapor donpacliado
Vapor ingle Paratnce, aabido hontem, levou :
Para Liverpool :
6.410 aaccoa com saquear masca vado.
807 couros aalgidoa.
399 saceos eom bagos de mamona.
Carregaram Johnstou Pater 6* C.
Waiiv>* iV carica
Estio sendo Oapaunuaos ob aeguintes :
Brigue allemao J. G. icht, assucar, para o Rio
Grande do Sul.
Barea portuguesa Claudina, divereos srtigos, pa-
ra o Porto-
Barca nacional Mimosa, diversos artigos, para
o Porto. _.
Lugar psrtugues Mario, assucar, para o Kio
Grande do Sul.
Lugar nacional Marinho VII, assucar, para o
Rio Grande do Sal.
Lugar portugus Josi Estev&O, cauros, para o
Porto.
Patacho noruegaensa Efraim, assuoar, para o
Rio Grande do Sul.
Vapor a leinao Buenos Ayres, couroa, para Bre-
meu.
Vapor nacional Camillo (A c'uegar), varios gene
ros, para os portos do Sul.
Vapor ingles Paraense, asaucar, para Liver-
pool.
%vlon a descarga
Barca allem Hanza, keroaeae.
Barca nacional Marianninha, urque.
Escuna allem Fritt, xarque.
Escuna norueguen8e Reform, xarque.
Lugar sue.-o Amida, varios gneros.
Lugar aueco Imts, varios gneros.
Lugar ingles Peggy, bacalhao.
Patacho ingles Echo, carvo de padra.
Vapor nacional Arlndo, varios gneros.
Pauta da Alfandeaa
SkUANA DB 1 1 A 16 DB JVLBO DB 1887
Aaaucar refinado (kilo) .... 145
Assucar bruuco (kilo) ....
Assucar mascavado (kilo) 066
Alcool (litro)....... 150
Arros com caaca (kilo) .... 65
Agurdente e...... 036
Algodo (kilo)......
Borracha (kilo)...... 1*066
Couroa seceos salgados (kilo) 460
Couroa aeccoa etpichadoa (kilo) .
Couroa verdes (kilol ..... 275
Cacao (kilo)...... 400
Caf restolho (kilo,..... 320
REGS
TRADA
Avisa se aos senhores
mais consumidores desta
que continua ser o seu
de engenho e
3xcellente cal,
deposito geral a
rui do Bom Jess n. 23. Perfeitamente
embarricada e ero podras, cerno a que nos
vflin do estrangeiro e err nada inftrior a
esta, continua a st vendida polo prego fixo
de 6&000 ,a barrica.
Alera do deposito gerl j indicado, sao
tarab m vendedores della os senhores :
Guimares & Valente6 Pateo do G^r-
po Santo 6.
Lopes & Araujo38 Ru3 do Livramen-
tn-38.
Bento de. FreitHS G iiraar2.es & t Rua
do Visconde de Itiparica 51, Re.if:.
Clinies o Dr. Sm.8 a B.rboaa, Esp -
cialidades : partos, molestias de senQoras
f de crianzas.
Consultorio rua do Mtrjuez de OM.i-
\i\ n. 64 '.nsultas de 1 a 3 horas da
tarde.
R sidencia rua da Soh d.ide n 78.
Telephone n. 213.
Em homenagem verdade
Acontec ments se do na vida liuui.m qu--
einquanto relativos a uin s individuo, interes-
aum, tedavia a tdo8. em geral
Neata ordem de faetoa, est indubitavelmente
adstricto i da coDaervaco d vida, iato da vida
,- ni aade.
Ha quem diga, de ai para ai, que a nica con-
vieco firme aquella que a.: funda as provaa ,
que cada um adqnire p-ssoalmente e no aqii'-lla .
que ao tranamitte ao indivi.i<< p-r r^^-t i qe se j
do com outrem. Ma smm aaaercao, aoore nao
ser maia co que om paradoxo inacceitave, innia
do que iaao, pina aignifiea a expresso maia anti-
p .thica do egosmo.
t'oia justo e admiaaivel qn* f acrcditemo8
em na inenuos ? Pois n> haver, u'aqudles
que noa rodeiam, peasoas que merecam tanta cou-
rian^a como a que temos no que experimentamos
ou no que presf-niamoa ?
Aquelles que lerem estas linhis, far nos-ho a
juatica de enr na slnceridaile d'ellae ; nao as-
sim ?
effeitoa do Peiloral de Cambar, preparaco cujas
materias componentes nao sao, em nada, nocivas
sade e, alm disso, permittem que ea8e reme-
dio aeja o preferido pelas aenhoraa, creancas e
peasoas de paladar delicada.
Em homenagem verdade, pois, rigoroso dever
de quem, como nos, sabe das innmeras curas
pr.duzidas pelo Peitoral de Cambar, apressar-8o
a faier publicaa esaaa inesinaa curae, afim de, com
iaao, preatar relevante ervic a humanidad'.
A vot da verdade.
Recife, 11 de Abril de 1887.
Antonio Goocalves de Azeve io e sua esposa re-
tirando-se boje para Portugal e nao pod-ndo, p>'lo
mo estado da mes na ?ua esposa, despedirem-se
pessoalmente daa peasoas de aua amizade, o fazem
pelo present-, pedindo deaculp.i desta falta e ofFe-
recendo aeua serviecs em Lisboa onde vio fixar
aua reaidencia emquanto eativerem fra deata ci-
dade.
Recife, 14 de Julho de 1887.
Precisamos fallar
Ni nbiixo ss'gn id.is hm^.-orea a C.mara
Municipal d > Recite, declaramos aj puolic que
nao se entende comnosco o annuucio que aob o ti-
tulo cima tem frito publie-r nea'e jornal, um tal
Mercieiro da rua da Aurora n 113.
Manoel Lyra.
Lv.it 'danoel Viegas.
Casa de educado moderna
EM
Sciencias, leltras e bellas-artes
RUA VELIIA N 36
O director e profeaeor deste collegio enaiua pri-
meiraa lettrua pelo mulhir systema doa inucipaea
collegioa da cite do imperio, colheu eacrupilosaa
obaervaces.
Recebe raeninoa in'.ernoa por 35*0 KJ men-
eaee.
Primeira lettraa 20.0 menaaea.
P.r cada um preparatorio 3l)X) m"nane?.
36 Rua Ve i ha n. 36
Julio Soares de Azevedo.
DITiB
Juizo dos Feitos d i Fa-
zenda nacional
O escrlwo Reg->
Barros
P. rante o 8r. Dr. ju aubatituto da fizeoda,
Linddpbj H sb II) Uirria de Arauj., ae v nder
um praca puW'ca no dia 21 lo Brrente mes de
Julhi, pelas 11 h.>raa da ma-.ihS, depois da audien-
cia e parante eate juno os heos negninta :
Uu sobrad de um andar n. 74 siti rua do
Marones do H iva', av.liado por Si.'OOi'H, q<>"
toi o rt;iiecnf a Pedro Aor-.i.ioTcix-ira Gum.
Matbiaa Muniz Tavirea.
ta e janclla de frente, 4 metros de largura, 7 e 60
centmetros de comprimento, 2 salsa, 1 quarto,
quintal e cacimba, avallado em 500, para paga-
mento do que deve tazeoda provincial Manoel
Mara Rodrigues do Naacimcnto.
A renda annual do predio n. 71 rua do Vis
conde de Iuhama, avaliada em 600, para paga-
meato do qie deve 4 meema fazeuda Jorge Ca-
ro.
Recife
O predio n 51 rua d-i Bom Jess, com 3 an-
darea, eoto interno, 3 portaa de frente, varandas
de ferro u s Io e 2 andares e janeUas no 3, mede
5 m tres de largura e 15 metros e 65 centmetros
de comprim-nto.com 2 salas e 3 quartoa em cada
um doa andarea, avallado em 5:000, para paga-
OMOto do que deve m>'sma fazend.i Jos Pedro
Vas de Onveira.
O predio n 13 rua doa Guararapes, com por-
ta e jaoella de frente, 2 salas, quintal p-queno,
medindoditu pr dio 4 mitres e 8 centmetros de
vo e 11 metros e 80 centmetros de fundo, ava-
hado em 600*, para pagamento do que deve
m suri fazenda Prancelina Mara Cabral.
A renda annual do predio n. 1 rua do Tuyuty,
avaliada em 12-)*, para pagamento do qu? deve
meama fazend Josa Soarea Pareira Braga.
S. Jo
O predio n. 4 no lugar denominado Via-ferrea,
de tijolo e cal, coberto a telhaa, com porta e janel-
la do frente, 2 aalas, 2 quartoB, cozinhi fra, e
mede 3 metroa e 2 centimetroa de largura e 4 me-
tros e 70 centimetroa de tuudo, avaliado em 20,
para pagamento do que deve meama fazenda
Joa Franciaco de Souza Lima.
O predio n. 23 rua doa Peacadorea, em com-
pleta ruina, c m porta e janella de frente, 4 me-
tros e 44 centmetros de largura e 13 metros o 30
centimetroa de compriroento, aval ado em 3C0I,
para pagamento do quo deve meama fazenda
Benedicto Joa Duarte Cdrim.
Boa-Vis-a
O predio n. 13 em Santo Amaro das Salinas
eom 10 metroa e 20 centimetroa de largura, e 2o
metroa de Cjmprime.it), sitio com doua vivoiros
para p^ixe e mais de 100 pea de coqueiros, tendo
dito predio 1 porta e 2 janellas nos oi:oja, 5 quar-
tos, cozinha dentro e maia duaa caaaa com 1 quar-
to cada urna, 00 valor de 3:0;0 para pagamento
do que deve meama fazenda Joaquina Rodri-
gues d Amorim.
Poco
O predio n. 4, no lugar denominado Encana-
m n'o, com 2 jaoeliaa e 1 porta do trente, o qual
tem 4 tnetr.a e 80antimetroi e de fundo 7 me-
troa e 54 centmetros, com 2 salas. 3 quartoa, C0-
zinba fra e quintal, avaliada em 50; para paga-
mento do que deve mesina fazeuda Joaquim Al-
vea Corrtia.
S. Lourenco
O predio n. 31 no largo da Matriz, com 2 ja-
neilaa e 1 porta, 2 salaa, 2 quartoa, cozinha fra
e mede 5 metroa c 80 centimetroa de trente e 8
metros de tundo, de taipa e em aolo toreiro, ava-
liada em 10J, para pagamento do que deve
m"8ma fazenda Jos Floria'io de Souza.
O predio n. 18 n> largo da Matriz (S. L:uren-
co) com 2 janellas e 1 porta, 2 aalas, 2 quartoa, e
inedindo 5 metras e 70 centimetroa de largura e
8 metroa e 80 centimetroa de comprimento, ava-
hado em 10l)4\ pa^a pagamento do que deve
meam-i fazenda J i= aluatiano Velloso.
O predio n. 26 rua do R .aario (S Lourenc;),
de taipa, e em aolo foreiro, c ui porta e jaoella, 2
aalas, 2 quartn, e meii.idj 4
em Hotoeol .mb daoi. da po^te do masmo nome, comprimento, avahado em 80, pira psKento
avaiad p''"( 0 .0 0, perteneente oa hirdei.os ds que deve meama fazenda Joao Mana tornes
de Lniz de Franca di Cruz Ferr ra. Barretto.
Urna beilied de 4 rodas, em bom estada, hvi- R.c.fe, 14 di Julho de 1887.
liada por 60 >.
Um carro denominado Presiieute, em bornes
tado, avaliado p r 440.
Un carro denominad. B>ia Ata, tamben en
bom estado avahad- por .1503000, to I .a pert. n-
centesa An a Lieii de Onveira e ae a'bam
q, COcbeira u. -i Sita a ruv d. VsC nde le l'ap---
0 aoheirador,
Lun j Freir.
O Dr. Manoel Cabral de Mello, juiz municipal e
de orphoa neste t rmo ?jr S. Mageatade Im-
p r'a', t te.
1 a.a A -u v d vse noe ,.e ...H"- Pa?o sai., r a qu nt>a o pr sente edita! virem
,c.a qh- o, "erie.c-.itea B.itb..Z..r C n.ve ou delle not,cia tiverem que !> do gng-
VWhad h A a v uva D Anna Locia de Oh- te mez, ao meio dia, em caaa da cmara munic-
ve" cu i b l t,a.n penhorad ,. e -lo v nd.dos pal desta cidade, dep.-a dos prego .ae id
vena ."j'o ------------r----------
ya'a pagamento la f .zeuda naemal d coalas.
Recife, 12 le Julho de 1887.
O solicitador da f.z'iid* nacional,
buiz Machadn Botelho.
Juizo zendi
Carnauba (kilo) .....
Canees de alfcdo (kilo)
Carvo de pedra de Cardift i,io i.)
Caf bom (kilo)......
Cachaca (litrj).....
Farinha de mandioca (litro) .
Fumo reatolho em rolo (kilo)
Fumo reatolho em lata (kilo)
Fum-t bom (kilo) .
Fumo em fo!h> bom (kilo) .
Fumo em folha ordinario (kilo) .
Ocnebra (litro).....
Mel (litro).....
Milno (kilo)......
Taboados de amarello (duxla)
366
014
n;ooo
460
700
037
400
6i0
n
72
400
200
040
400
lOOfOJO
Diaidendo
A CoaPAHHli DOS TulLHOS BBAK03 DO RCIFU i
Ouimi b Bbbbbibb eat diatrbuindo o seu 25" di-
videndo, razo de 8 0/0.
Os inttresaados devem ae dirigir ao eacriptono
da cimpanhia as tercas e aaboadoa
eslyb, Ir era prac* por arrendamento trieonal o
engenh) Tabitinea, miente e corrento -a pro-
priedade annexaTabiting- Secca avahadas par
1:5001, sendo o engenho Tabatinga por 1:40#
e a propriedade T-b-itinga-S coa p 100*, e
sendo os arrendamentoa anauaea mediante aa lon-
dices aeguintea : principia o preacit arrenda-
mento no 1 de Maio de 1888 a terminar no 1 de
Maio de 4891, quem o substituir oa renda, 1 K) carroa de canoas
I s-r'iV! t Snlra de 100 teixes cada carro e 10 cannaa cada f:ixe,
ca no or. lh. ju cercado do engenh i : fai cercado a aua cuata
arrematar o a-guinte^ e q congervar limpa e feehadg n;i plantar aJ-
O predio n. 2 na travea. doa Quarteia, com p-., godao ;faroa pagamento. p,r inte.ro no d
Para o Rio Grande do Sul, Q. Brito 700
barricas eom 67,000 kilos do asaucar branco e 300
ditaa com 36,00) ditoa de dito maacavado.
__ No lugar nacional Marinho 7-, carrega-
ram :
Para o Rio Grande do Sul, viuva de Manoel
F. Marques & Filho 277 barricas com 27,566 kilos
de aaaucar branco.
o hiate nacional Bom Jess, carregaram :
Para Aracaty, E. C. Beltro & Irmo 6 barri-
cas cim 483 kilos de asaucar refinado; J. V.
Campello 29 aaccoa com 725 kilos de fio de al-
godo.
= So hiate nacional Deus te Guardo, carrega-
ram '.
Para Mcaaor, P Alvea 4 C. 18 barricas com
1.170 kilos de assucar refinado.
No hiate nacional Jod- Valle, carregaram :
Para Maco, E. C- "Beltro Irmo 3 barricas
com 268 kilo9 de assucar branco.
Na barcaca Natinha, carregou :
Para Mamanguape, M. E. Barbosa 10 aaccoa
com 250 kilos de fio de algodo. _______^^^^
KAporfcico
akCIFU. 14 DB JULHO DE 1887
Para 0 exterior
Na barca nacional Mimosa, carregou :
Far Lsboa, J. M. Dias 720 saceos eom 54.00
kilos de assucar branco c 700 ditos c m 52,500
ditos de dito mascavado.
- Na barca portugu-za C'audmo, carrega-
" Para o Porto, J. S. Loyo & F.lho 40 pranchoes
de amarello.
No vapor allemo Buenos Ayres, carregou :
Pura Bremen, V. Neesen 2,590 coarja salgadoa
com 31,080 k;los.
Para o interior
__ No lugar portugus Mano, carregou :
Pura o R'o Grande do Sal, V. de As-vedo Son-
sa 180 barricas cm 15,210 kilos de assucar bran-
co e 20 ditas com 2,230 dtoa de dito maacavado.
__ No brigue allemo J. G. Fichte. carreg--u :
.- i y i o o1""-"''-- ____________^^^^^^^^^^^ sbbbibb^----------------------------
Fundos pblicos, leltras h^olbecarias, debentures, bancos e companhias
15 DE JULHO DE 1887
FUNDOS PBLICOS
BM1SSA0
391,833:500*000
119:600*000
6,329:000*000
493:500*000
153:400*000
556:000*000
60:000*000
47:200*000
CIBCC
ILiCiO
vil a
338,300:(00*000 Apoces geraes (de 1:000* a 200*)
119:(O0*000|
6.329:C0O*000!
'493:!>00*000
153:-t0*000
556:'100*000
60:000*000
provinciaes
5%
4 /.
4o/0
l'1'
'V.
7/o
7 /.
I0/*
1:000*000
1:000*000
600*000
1:000*000
500*000
200*000
100*000
50*000
100*000
COTACAO
990*000
OBSBBVACOBS
Cada cont
Procuradas
Ttulos ao portador
I.KTTKA* H1POTOECABIA8
VAL0B JI1TTID0
1 283:100*000
____________
LETTRA8
12,831
ViLOB
100*000
denominai;ao
Banco de Crdito Real de Pernambuco
JCBOa K VBSCIHENTOS
7 /o 2 de Janeiro c 1 de Julho
SORTEADASB
BECOLHIDAS
399
COTAQOES
OlOOO
OBSEBVAgZo
DEBEXTUBE8
F.MI88AO IITOLOS
29:000*
41:600*
305:000*
i. 100:000
. 366:200
> 860
. 12.070
. 31.500
108:800*
145
208
1.525
1.090
3.662
430
12.070
904
SriITTIDOS
Todss
Todos
Todos
Todos (em Londres)
Todos
Todos
Todos
Todo*
VALOR
200*
200*
DENOMISAgOKS
Accoes preferonciaes dos trilhos urbanos do
Becife Orda eBeberibe. .
Debentures doa trilhos urbanos do Recife
Olinda e Bebeiiba
JOBOS E VENCMBHTOS
o/0 Janeiro e Julbo
/. Janeiro e Julho
200* Obrigact -> garantidas da Ferro Carril de ......
Perarmbaco......... % Abril e Outubro
l 100
. 100
. 100
2
. 2
200*
Debentures e Bonds da Companhia do Be-
beribe (agua) -i $
Debenture da Great Western (Limoeiro) b
ttecife D'ainage
Estrada de ferro do Recife il Caxang .
dem idem dem........
v.
%
5 /.
10 /.
10"/.
dem dem idem.
Companhia Pernambucana.
7 /. 31 de. Marco de 186?
COTAIJAO
Aopar
182*000
106
.119 a 121
. 77 a 80
CBSERVAgOES
Sem vendas
Rio
Em Londres
Em L mdres
Em Londres
1.a entrada so-
mante
rV


-

i
I 1LEEIVEL j





Di
Hl de PeruambucoSabbado 16 uc Julho de 1887
5
M*io de ci'ia sino, dovendo faaer o primeira ein
Maio de 1390, e na falta de pagamento ficar
obrigada acs juroi da lei ; dar o rendeiro fiador
idneo ao prego da renda e ambjs renuaciarj os
p.-ivile^ios de seos domicilios padeaij ser execu-
tados no do presente coutraeto.
E para que chegue a noticia a todji, o presen-
te edital ser publicada peU imprensa e afiliado
nos lunares do costuine pe) pirtiro deste jaiz >,
o qual dever I vr>r a competente eertidi-i para
ser jii li aja autos.
Dado e paasid > uesta ci iade d > Nasareth aos
5 de Julho de 1887. Eu, Alfonso de Hsllanda de
Albuquerque Marauliia, eienvl) o fis escrever e
abscrevi
Manoel Cabral de M^llo.
DtiCLAiUGOES
__ A junta elassificadora dos escravos ao mu-
Hicipio do Bicife, abaixo assignada, leudo e r<-u
nido no paco d Cmara Municipal, pata ciassili
ci' us escravos que coin preferencia na lei, t<*eui
de ser mauumittidos pa 7* quota do ionio da
emaacipaco, applicada a este municipio, em ob-
servancia ao que estatu o art. 33 do regulamento
a que se refere o Dec. o. 5,135, de 13 de Novem-
Dro de 187, publica a s-guiute relava d ,s escra-
vos coinprebendidjs u> prese.ite classifica^o, oin
os nomes de s us respectivos senhores :
1 Joanna, de D. Coustautiua Fereira da Silva.
2 Antonia, de D. Maria Jos de Jess Peretti.
3 Ernestina, de D. Ludovina Ucboa Carneiro
Campelio.
4 Benedicta, de D. D :!mira Candida de Santa
Anua.
5 Anta, de Francisco Antjnio Carrea Cardoso.
6 Silvestre, do De. Franciico do Paula Correa
de Arauj >.
7 Emiliana, de D. Francisca de Paula Cabral.
8 Joao, de Manoel Horreia de Araujo.
9 Theodosio, de Silva & Alvaro.
10 Franceliuo, de Bar-o da S ilodade.
11 y tintino, de D. Mana do Ciro Carneiro Cam-
pello.
12 Hereulana, de D. Joaquina Emilia da Silva
Viilaca.
13 Mana, de D Maria KlliUaa Monteira.
11 Francisca, da uiesina senhara.
15 Manoel, da mesma senbora.
16 Rosa, do Dr. Joaquim da Josta Ribeiro.
17 Maria Rosa, do mesma senhor.
18 Rita, do r. Francisco de Pau'a Correia de
Araoj.
19 Agostinho, de D. Auna Maria da Cjnceicic.
20 tarcolino, de Francisco Antouio de Oliveira.
21 Maria, do mesmo seulior.
22 Sabiuu, do Dr. Antonio Jaquim de Moraea e
Silva.
23 L'iiaa, do Dr. Luiz Salaz r Moscoso da Veiga
reama,
24 Isabel, d i). Maria Magd .l.narda Avellar.
25 Sebastiana, de Iguacio Alves Mouteiro.
26 Jus:i-ia, Je D. M ira Clara Carneiro Machado
Rios.
56 Sabino, do mesmo aenhor.
Sala daa eejsoes da junta de cUssificiCao dos
escravos ao municipio do Recife, no psy da C-
mara Municipal, 14 de Julho de 1887.
Subacrevo e assigoo. Sala das sesses da C-
mara Municipal, 14 de Julho de 1887. O secreta-
rio, Coriolano de Abreu.Dr. Prxedes Gomes de
Souza Pitanga.Manoel Jos Soares d'Avellar.
Dr. Manoel Clemuntiuo de Oliveira Escorfel.
A junta de clasaificac&o dos oseravo., do mu
nicipio do Recife, para tal fim reuuida nc paco da
Cmara Municipal, declara a quem mtoressar pos-
s-j, que par nao terem sido dados x matricula en-
cerrada no dia 30 de Marc i ncosiajo passado, con-
form: as iaform.io o qu l.c foram min.stradas,
deixaram de ser incluidos na presen. classifioa-
co os escravos segu;
Luita, da 1> Anu : |ii:;.a Cuneiro de Albu-
queique Lacerd.
Lucinda, d- ZaVrioo di Silva P.nto.
Benedicta Jos, de Mareoliuo J^s Parara e suas
irms D. Th resa Francisca da Triniade Pe
reir e D. Ianbel Maria da Trindade Santos.
Sara, de D. Cesara Ribeiro de Si Barrete.
Faustina e Agmda, d D. Maria Alcntara de
Aieveio.
Delpbina e Mi.....I, de Cacfan Pereira de Britto.
Chrisp'm < Mariano, de >. Joanna Baptista de
Araujo Bastos.
la da junta classificadora des escravos do mu-
nicipio do Recife, n ) paco da C-mar Municipal,
14 de Julho d : 1887.
SubBcrevo e aseigno. Sala das sesso.'s da C-
mara Maoieip.l, 14 de Jalh> de 17. -O secre-
tario, Coriolano de Abreu.Dr. P.axeiea Gomes
de Soasa Pitanza.Minoel Jos Soares d'Avellar.
Dr. Mauod Clementinj d'Olive'ra Escorel.
O administrad >r da recebedori provincia
em comprimento das iustruccis de 27 de Julho
de 1883, convida a associacao comaercial e todas
aquellas pessoas que .tiverein existencia ^ ,eg*' e
conbecida para que, na forma dos arta. 24, 25 e
26 das mesmas iustrucedes, se iueumbam da dis-
tnbuioao das tasas constantes da tabella dos im-
postos de reparti(,-o anoexa a lei n 1884, de 30
de Abril do corrate anuo ; para o que lhr?s fica
marcado o praio improrogave de 80 dias a con-
tar da presente data sob pena de ser este traba-
lho f to por esta recebedoria em virtudo d> art.
27 das referidas instrucceB.
Recebedoria Provincial de Pernsmbnco 13 de
Jnlho de 1887.
Francisco Amyntas de Cnrvalho Mouia_.
C. C. E.
Clan Comini'rrlal Kiiterve
.saro em 30 de Julho de 1837
Convido aoa senhores socios, quites cem o cofre
aoeial a enviar m a esta secretaria todos os dias
uteis, das 7 i 10 horas da uoite, as sus notas de
convites para eaca festa. Os iugreasos serio for-
:i ei I s pelo Sr. thesoureiro.
Secretaria dn Club C'mmercial Euterpe, 5 de
Julho de 1S87.O i* secretario,
F. J. de Amcrim.
Aug/. Loj/. Cap/, Ca-
valleiros da Cruz
De ordem do Reso.-. Ir.-. Ven.-, sao convidados
todos os OObr.-. desta Aug Off.-, a comparec -
rem em sua sede p.ra assistirem a sesso de ini-
ciacSo e filiacti, que ter lugar na prxima a -
cunda fera 18 do carrente a 6 1|2 h ras da
tarde. Recife, 15 de Jnlho de 1887, E.-. V.-.
Eduardo Goncalves, 18.#. Secret. .
Monte flHoPipuaFFer
aambucano
Df aceordo com o art. 57 dos estatutos desta
soeiedaie, fica mrcalo o praso de 30 dias, aos
socios em atraso, para pagirem suas meosalida-
des, sob pena de elimiuai^.o, a qual ter lugar
em sesso do coaselho admiuistraiivo de 24 ie
Agosto prximo vindouro.
Secretaria da sociedade Monte Pi Popular Per-
nambjca.io, 15 de Jnlho de 1887.
O 1" secretario.
Benjamn A. Jos da Fonseca.
\~ P C P^
27 Jo.una.de A tonio J t uarte. ** M~* ^* l#
28 Silveria, de D. Maria Gal Moa da Silva Braga ta*oclA^ao dos esatpregadosi no com
29 Leopoldina, de Fraucisc L opoldina da! merclo de Peroambaco
Conipaiiliia do Beberbe
Previno se aos nabscriptores das accoes da na-
va emissao que o prazo pura o pagamento da ter-
c?ira e ultima preatacSo de 40 <>/0 termina *no da
6 do mez prximo vindouro, como foi previamente
annunciado.
Recife, 11 de Julho de 1887.
Jos Eustaquio Ferreira Jacobina,
Director secretario.
ns nwm
R -cba.
30 Vicencia, de Jos de Sousa Nunes Braga.
31 Felippi, de D. Maria Euphrasia de Axevedo
M.ln.
32 Antonia, de Manoel Joaquim Alves dos Santos.
33 Ufir.mdi, de D. Grinauria de Mendonca Abreu
e Lima.
34 Silveria, de D. Jjarpliiua Th-n.ud. Lessa.
35 Francisca, de Auua A. Los Vilella.
36 Geralda, ce D. Maria Clara Carneiro Machado
R -js.
37 Joanna, de D. Isabel Emilia de Oliveira Fer-
reira.
38 Helerdora, de J i t<..c>:ves Tones.
39 Luisa, de D. A ana Marques Avila
40 Ouilbermina, de Jos da Silva Loyo
41 Mana, de D. Mari- das Neves de Miranda Oli-
veira.
42 Vic-ocia, de Joo Jos da -iilva.
4 Fe.ismioa, do bacharel Jueotino de Miranda
Cabral de Vasconcellos.
44 Quitea, do Manoel Carril de Arauj i
45 Athnnusia, domtsmo senhor.
46 Mara, de Manoel Jos da Silva Oiiveira.
47 Quitea, de O. Maria Lopoldia Ferreira
Lei te.
48 Geneic/Sa, de Mano I C'jrrea de Aiajo.
43 Justa, de Ignacio F rreiri Toemu lo L:asa.
56 Autoni.i, de Francisco J.e ia Costa e Silva.
51 Romana, da D. M^ria d is Neves de Miranda
Oliveira.
52 Cecilia, de Joio Jos Ua Silva.
53 Isabel, do Dr. Joaquim da Costa Ribeiro.
54 Antonia, de D. Isabel E nilia de Oliveira Fer-
reiru.
E* Laura, do espolio Je Francisco Vi. ente dos
Santos.
Assembla ger*'
De ordem do IUm. Sr. presidente, sao convida-
dos os seoho-H socio para se reunirera em as-
sembla gen.I, na tele resoeetiva, domingo 17 do
corrente, s 6 horas da tarde, em curapriments
da segunda parte do 1 do art 5 dos esta-
tutos.
Sec-ttaria da associacaa dos empregados no
commerc:o de Peroambuco, 14 de Julho de 1887.
Francisco Couss iro,
1- secretario.
Estrada de ferro de Ribe.ro ao
Bonilo
A directora desta empresa recebe propostas
em carta fechada at i dia 26 do corrente, para
o a-suntainente de trilbos correspondente a cinco
kilmetros da via permanente, sendo preferido o
^reteniente que melbore* vaniag'na off recer, s>b
as condiees expos'as uo esenptorio desta eoo-
presa. Becife, 14 de Julho de 1387.___________
Wecrelri d wesiep*wel confisirlsi
de Benediclo. erecta no con-
venio ion relicioaosi franciscano*
do KerilV. I* de Juln< de I88T
De oo convid idos todoa os nossos irmos que est-
i-e-ein no > iso de seus dneitos, a comrareccrem
no capitaio desta confraria no da 17 do corrente,
s 10 horas da manha. afim de se reunirem em
sesso de assembia geral, e proceder se aeleicio
dos novos eieitos paca o anuo compromiasal de
1887 i 18880 secretario.
Francisco Solano da Costa.
A directora faa sciente aos Srs. subscriptores
da nova emissao de accoes para o Uvantam nto
da fabrica na Torre, que fica marcado o prasode
30 dias desta data, para pagamento da primeira
prestac) de 10 por cento, e autorisado o 8r. 'he-
soureiro Jos Joo de Amorira Jnior, para o re-
cebimeoto.
Recife, 27 d Junho de 1887.
Os directores,
Manoel Jos da Silva Quimares.
Heorique Sareiva,
Secretario.
Jos Joao de Amorim Jnior,
Thesoureiro.
Ra do Bom Jess o. 8
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector, convido
aos senhores possuidores de apolices provinciaes
a vi rem receber os juros a ellas correspondentes,
cujo pagamento ter comeco uo da 18 do cor-
ren'e.
Secretaria do Thesouro Proviucial de Pernam-
buco em 14 de Julho d- 1887.
Pelo secretario.
Lindolfo Camplo.
IU.HiKD.tUG
DO
Senhor Bom Jess das Gbagas
ELEICO
De ordem da mesa reged.ra, convida a todos os
irmios que estejam no goso de cus diretos
comparec rem do consistorio da nossa irmandade
no dia 17 do eorrente, s 9 horas da msnha, afim
de reunidos em assembia geral, proeeder-se a
i leieao dos novos funcciouarlos para o anno com-
promissal de 1887 i 1888. Rec fe, 14 de Jnlho
de 1887. -O secr.-tario,
Toeoduro d. Silva Campello.
?&&&
Veneravel ordem lercera do Car-
mo do Hecif
De ordem da mesa rege dora, cuuvido a todos
os nossos carissimos irmiis para comparece rem
em a noesa igreja, puramuntad s com seas hbi-
tos, no dia 16 do corrente s 10 hins da maoh
e 6 1(2 da tarde, e no dia SO, s 10 b>ras da m i-
nhS, para encorporados, irnos assistir na i rreja
do convento de N. 8. do Carmo a festae Te-Denm
em honra da mesma Virgtm, ea festa de Santo
Elias, para o que tivemos lonvite do R'vm. pa-
die provincial Recife, 14 de julho de 1887
O secretario interino,
Miguel dos Santos Costa Jnior.
Companhia k EiJiiicacaO
Assembia geral ?x(raordiuaria
A' requisico do 26 accionistas, representaud i
mais da quinta parte do capital social, c.invoca-
mos a assembia geral para reunir se extraordina-
riamente no dia 18 do curre te, ao m o dia, na sede
social ao largo de Pedro II n. 77, afim de tomar
conhtcimento da reclamaciu que na ultima sesso
da mesma assembia levantaran alguna accionis-
tas sobre a elegibilidad do accionista Autonio
Carlos de Arruda Beltro, que obteve maior nume-
ro de votos para o cargo de gerente; qnesto sus-
citada quando j se tiohao retirado dous tercos
dos accionistas que constituirn) a assembia.
Recife, 1 de Julho de 1887.
Oj directores,
Anton'o Vicente Nnscii i-.-nto Feitosa.
i-ustav da Silv Aotu es.
Vic uta Ferreira .1' Alb i joier )U Sas-im mto
THEATRO
Esnda de ferro
DE
tlibeirao ao Bou to
Por delib'raco da directora, sao chamados os
senhores accionistas desta empresa, para no praso
de 60 dias, a contar de hoj', r clherem a 6" en
tr*d de 10 '/ de suas acedes, nos termos do art.
9 | 2* dos estatutos.
Recife, 4 de Junho de 1887.
O secret .rio,
Jos Bellannino Pereira de Mello.
^sBssBBBsssBBsssssBsnBssssmnssismnsBsssa)
AXCOS E COMPANH1AS
CAPII
33.000:000*
S 1.000:000]
X 1.000:000
500:000*
20.000:000*
1.200:000*
100:000*
ACCOX
300:000
165.000
50.000
50.000
2.500
100.000
6.000
l.<)00
t 1.200:000
500:000*
99:200
600:000*
4.000:000*
2.000:000*
1.000:000*
1.000:000*
1.0CO:000*
1.500:000*
800:000*
600:000*
200:000*
500:000*
15.000
12.000
2.500
49.6U0
6.000
20.000
1.000
1.000
1.000
15.000
6.000
6oo;
2.000
2.500'
Todas
Toda.
Todus
Todas
Todas
960
Todas
Toda
Todas
Todas
2.375
Todas
3.6*)
1.358
Todas
Todas
Todas
Todas
3.809
300
556
1.444
Todas
'01*
20
20
200*
200*
20)*
100*
KNOMIMAQUCS
surra adas
Bancosi
Brasil........
English Bank of Rio de Janei-
ro, Limited......
London & Brazlian Bank .
Crdito Real de Peruambuco .
Internacional......-
larri
Perro Carril de Pernambuco
Locomotora Perosmbucana.
Estrada de ferro
i 20 Great Western of Brasil Rayl
way Company, Limit.d (Li-
mociro)......
100 Recife S. Francisco .
200* Recife 01 inda e Biseribe.
* 2 Recife Casanga.
100*
200*
200*
100*,
1:000*
1:000*
1:000*
Ribeirao Bonito. .
Xaieiarao
Companhia Brazileira
Companhia Peruambucana
WeRiiros)
Amphitrite ....
Indemnisadora
Pbenix Pernambucaua .
Diversas
FUNDO DB KE-
SEBVA
100* Companhia do Beberibe (agua)
50* Santa Thereza de Olinda (agua
e eas).....-
1:000* Fiacao e tecidos da Magdalena.
JJJEdifieacio.......\
200*
i 10
10
60*
80*
200*
Todab
t 20
Todas
200*
Todas
60*
200*
200*
100*
20"/.
20 /.
20/.
6.754:900*833
* 200.000
t 300.000
2:492*309
61:926*797
ultimo nivi-
DEND")
9* Dea. 86
9 /. De*- 86
9 o/0 Julho 86
3* Junho 87
ULTIMA COTA^AO
6* Julho 84
1.500:299*778
66:527*840
75:873*317
55:187*677
8 */o Junho 87
3 3/4 "/o Des. 86
266*000 (Rio)
15 1/2
18 1/2
80*0 X)
82*500
70*000 (Rio)
30*000
18l9
105
202*000
1 3/8 1 5/S
OB^KBVACOES
Em Londres
dem dem
Procuradas
Rio
40 accoes a c-
mittir por te-
rem e a h i do
em cmico
Em Londres
Em Londres
tr.
6* Des. 86
5 / 1882
i
Todas
200*
Usina Pinto
Tudas
Todas
70*
Todas
30:000*000
12 / De- 86
8 o/0 Dez. 86
10 /o Abril 87
6/.
10 o/0
Jan. 87
Dea. 85
275*'.O0 (Rio)
35 1SO*00.,
335*000
320*000
155*000
40*000
Ao par
65* 35*000
Ao par
IIHHIh LBICA
DE OPERAS E OPERETAS
EMPREZA. N A.GHEL
Direcfao-LU! MIL0.\E
Sabbado, 16 de Julho
t:un-a do I' tenor
AHNALDORAVAGUl
contractado pela empresa, ia sua passagem por
esta capital, para dous nicos espectculos.
A importante e grandiosa op -ra lyrica em 4 ac-
tos, msica do ma stro F. Marchetti:
RUY-BLAS
PERSONAGENS
Mara de Nenbour, rainha
de Hespanha........... Sra. T- Raste'.li.
D. Sallustio de B .^an, 1*
ministro do re......... Sr. A. Migliassi.
D. Pedio de Guevarra,pre-
sidente de Castelba.....
D. Fernando de Cordova,
ministro...............
D. Guritan, conde d'Onato,
gran-mordomo........
L>. Joanna de la Gucva, du-
qu-ra, dama de li .nra...
D Manuel Anas, grande
esendeiro..............
RUY-BLAS, lacaio de D.
SalLstij..............
Casilda, dama de honra da
rainba.................
Um naciere............... S-. Orlandini.
Damas de honra, grandei-, conselheiros, guar-
das e pageos.
poca 1 9
!* S liaran.
Dorids para todas as linhas e trem para
Apipucos.
Sr. C. Cristof jIi -
Sr. S. Peni.
Sr. G. Cidri,
Sra. A. Naghel.
Sr. F. Giani.
Sr. A. t.avagli.
Sra. M. Dalla Porta.
a Jo.iquim Bernardo dos
caiza a Parate Vianaa
Papel 1 fardo
Reis & C, 1
&C.
Panifica 20 caixas a Cassmiro Fernan-
dos & C lO ordem,
Piui.-nta 15 aaooos orlem, 10 a Aran
jo Castro & C, a Joaquim Ferreira de
Carvalbo & C.
Phosporjs 10 caixSes <> Francisco Lau-
ruia d C. 45 a Soares do A toaral lrmSos,
15 a Feroandes da Costa & C 20 a Sju-
za Bastos, Ado i n & C, 10 a Affonso
Oliveira C, 10 a Araujo Castro & C,
245 orden, 5 a Jlo F. da Costa, 10
a Ferreira & Irmao, 5 a Graimaraes Ru-
cha & C, 5 a Domingos Ferreira da Sil-
va 4 C, 5 Fern.ud-8 & Irajos, lO a
A. D Carneiro Vianoa.
Rolhas 2 saceos orden.
Sa 5 garrafas a Joao Feminles de
Almeida,
Vi Iros 500 caixas a Fraucis.-,o Manoel
da Silva & C, 5 volumeB ordem.
Velas 30 caixas a Antonio Jos Soares
& C
Vi Iros para vidraga 50 caixas a Fer-
teira Guimaraes & C 111 a A. Duarte
Carneiro Vianna.
Hendimeatos pblicos
HSS DB JLIHO
Alfanieya
100 aecSes a e-
itittir por te-
rem c a h i d o
'm cmico
Memorial f|
Em 18 do corrente, ao meio dia, devem reunir-
oe, em assembia geral extraordinaria, os accio
nistas da Coutahhia db EdificacIo, afim de toma-
rem conhecimento da reclamaco qne na ultima
sesea > da assembl i geral levantaram alguna ac-
tionistae sobre a el-gibilidade do engenheiro An-
tonio Carlos de Arruda Beltro, que obteve maior
numero dj votos para o cargo de gerente.
Com o descont de 4 0/0 esto sendo substitoi-
as na Tbssodrabia db Kazenda as notas do The
oouro do valor de 2*000 da 5.* estampa, 5*000 da
7. e 10*000 da 6.
Amostras 1 volume ordem.
Acido sulfrico 12 caixas orde.n.
Bitter 10 caixas ordem
Barras de ferro 1,016 ordem, 2,580
a Prente VBiina & C, 1,580 a H Nuescb
A C, 50 e 147 feixes a W. Halliday
Conservas 2 eaixas a H. Nuesch 4 C. 100 a JSo Fernandes de Almeida.
Ferragens 20 volumea a Oliveira bas-
tos & C.
Genebra 80 caixas orlem, 20 a Arau-
jo Castro & C, 100 a Fraga Rocha iV C,,
40 a M. J. Carlos Cardoso, 20 a Joaqaim
T'elippa & Aguiar, 30 a Franciscio Quedes
de Araujo, 30 a Guioiar&es Rocha d C-,
Renda geral
la 14
dem e 15
347.016.>257
37:112 S078
Renda provincial :
De 1 a 14
dem de 15
38.488 ".965
4 3784365
384:128*335
42:8671333
Mportacio
Brigue iuglez Cornucopia, entrado
Gasp em 15 dj corrente e consignado
J. Pater C maaifestou :
de
a
B icalho 2,205 tinas a ordem.
Barca sueca Polatyermn, entrada de
Htmburgo era 14 do corrente e consigna-
da a Fonseca Irmaos & C, maoifestou :
Agua mineral 25 cixas a H. Nuesih
AC.
Cevadinha 5 grraf3'8 a Joao F. do Al-
meida.
Cimento 50 barricas a Affonso Oliveira
& C, 550 a Aotoni Rodrigues de Souza
A C, 350 a Albino Silva A O, 900
ordem.
Cabos 48 rolos a H. Lundgren A C.
Cervej 20 caixas a Joaquim Felippe
A Aguiar, 40 a Araujo Castro A 0., 45
ordem, a Affonso Oliveira A C, 30 a
Francisco Quedes de Araujo, 20 a Joao
Femantes de Almeida.
Louca 32 grades e 1 caixa ordem, 1
dita a Fernandes A Icuaos, 4 a Duarte
A a.
Mercadorias diversas 4 volumea a Netto
Campos A C, 2 orlem, 1 a Conrado
Wachsman.
Plvora 225 harria a Ferreira Quima-
raes A C 200 a Prente Vianna A C,
200 a W. Halliday A C, 200 a Prente
Vianna A C 10 J ordem, 20 a Manoel
Sobres Pinheiro.
Papel de embrulho 57 fardos ordem,
tuju ico uo oiimu i /ti ,>
Ervilhas lOgarralSes ordem, 5 a Joao 101 a Francisco Quedes de Araujo.
? i 1 Parva! <1 i 1 -S fanlria Hfiinft Ha
Fernandes de Almeida. Papelao
Estupim 25 barricas a H. Nuesoh A C. 'Larvalho.
5 fardos a Bruno da Silva
:.c 1 a 14
dem de 15
De 1 a 14
dem da 15
ik1 a 14
dem os 15
Recebedoria geral
426:995*668
13:815*102
1:468*270
15:303*372
Reoebederia p,uAnd 81:491*228
352*953
Recite Drainayt
8i:814*281
5:l07i541
636*958
5:744*499
AMANHA
Domingo. 17 de Jnlho
Festa arlis'ica
da aclria con i -a-caracterista
B. Regina Bnraiidi
Subir i scena pela segunda e ultima ves a
opera cimica ecc 3 actos, msica do maestro Supp:
JUANITA
Opera que alcanjou ub extraordinario
succesao na sua primeira r<-presentacjto.
Ventuarlom e vlila< deslumbrantes.
Mine rn cene a capricho do actor Ii. Ml-
lone.
A BeneOciada agradece d'slma antecipada-
mente a valiosa proteceo do ilustrado e generoso
publico desta capital.
A'a S horas.
Trem para Apipucos e binds pira todas as li-
nhas.
1l
DO
BRASIL
capital a 0.000:000 i
dem realizado s.ooo:ooo*
A caisa filial d'esie Banco funccionAodo tem
porariamente ra do Commercio n. 38, saca,
vista ou a prazi, contra os seguintes correspon-
dentes no estrangeira :
Londres......... s/N. M. R.thschil & Sons.
Pars........... De Rothsebild Freres.
Hamburgo.......j
^rlim..........( Deutsche Bank.
Bremente......../
Frankfurt s/ Main)
Antuerpia....... Banqoe d'Anvers.
Boma..
Genova
aples.........! Banca Genrale e i
Millo e mais 340/ agencias.
cidades de Ita-
lia...........
Madrid..........
Barcelona.......
Cdiz...........
Malaga.........I Banco Hypotecario de
Tarragona......' Espaa e suas agen-
Valencia e outrasf cias.
cidades da Hes I
panha e ilbas 1
Canarias....../
Lisboa.........\
Porto e mais ci- f Banco de Portugal e
dades de Por-/ suas agencias.
rugal e ilbas... '
Buenos-Ayres___) English Bank of the Bi
Montevideo......) ver Pate, Limited.
Nova York...... G. Amsick 4 C.
Compra saques sobre qualquer praca do impe-
rio e do estraogeiro.
Recebe dinheiro em conta corrente de movi-
mento com juros a azo de 2% ao anno e por le-
tras a prazo a juros convencionados.
O gerente,
William M Webster
Santa Casa de Misericordia do
liedle
Na secretaria lia Sanr- M* arrendar se-
guales (iredios :
Ra dj Bom Jess u. 13, 3- '.i.Jar.
dem i.lom n. 44, l" andar p. ivj.
dem (o Vig-irio Thenoriu M, 1 sniia.
IJ.'m idi'in ii. 25. s-brad-.
dem doMmquiS de O.inda u. 53, 3 .mdai.
dem do Apoilo u. 24. 1' an...
lie n da Mu ia n. 4*.
Ipem i lem n. 47.
dem i ti ni n -Ja.
dem idem a>- 37.
dem da Lingaeta n. 14, 1 andar.
Becco do Abren n. 2, 2- andar.
Secretaria da Santa Casa de Misercordia d i
Recife, 25 de Maio de 1887.
O escrivo iutrino,
Francisco G ii-s Castellao.
22 compartimentos de farinha a
600 ris. 11*000
24 ditos de comida a 500 ris 12*000
62 V2 ditos do legumes a 400 ris 25*000
33 ditos de fasendas 400 rs. 13*200
19 ditos de suino a 700 ris 13*30)
12 ditos de tressuras a 600 ris 7*200
10 talhos a 2* 20*(XX
5 ditos al* 5*000
A Oliveira Castro & C.:
54 talhos a 1* 54*000
Deve ter sido arrecadada oeste di
a quantiade 211*000
Rendimcnto do dia 1 a 14 3:049*080
Foi arrecadado liquido at heje 3:260*080
Precos do dia :
Carne verde de 280 a 00 ris o kilc.
Carneiro de 720 a 800 ris idem
Sumos de 560 a 640 ris idem.
rariuba de 200 a 28) 'is a coia
Milho de 26 J a 320 ris idem.
r'eijao de 560 a 800 idem.
Maiatlotaro Publco
Foram abatidas nc Matadooro da Cabauga 65
rezos para o consume do dia 13 de Julho.
Sendo: 46 rezes pertencentea Oliveira Castr .
fe (_!., e 19 a divers m.
Embarrsries unas no
15 de Julho
porlo ei
KASIOSAEB
Mercado *f uutcipal de 9. *
O movimento deste Morcada uo da 15 de J albs
foi o seguinte:
Entraran : .
24 boispessndo 3,195 kilos sendo de Oliveira
Castro, 24 e 1/2 ditos Jo 1" qualidade, 1
dito de 2" o 8 e 1/2 ditos particulares.
615 kilos de peixe a 20 ris 12'~X
61 cargas de farinha a 200 ris 12*200
24 ditas de fructas diversas a
300 rs. 7*.)
10 taboleiros a 200 ris 2*000
8 Sumos a 200 ris 1*600
Foram oceupados :
25 columnas a 600 re. 15*000
Arlindoconsig. Pereira Carneiro & C.
Jaguaribe Companhia Pernambucaua.
Lamego(canhoneira de guerra).
Marianninhaconsig. 4 Baltar Oliveira & C.
Mimosa Baltar Oliveira & C.
Mannho Vil Loyo 4 Filho.
Maniab Companhia Pernambucana.
Pirapama Companhia Pernambucana.
8. Barthnlomeu Bartholomeu Loureoco.
S. Francisco Companhia Pernambucana.
F.STHiSOKIRAS
Armidaconsig. a Fonseca IrmSos & C.
Claudina L yo & Filho.
Efraim H. Luadgrcu & C.
Echo Wilson Sous & C.
Frita Baltar Oliveira 4 C.
Ga selle ordem.
Hoflnang Pereira Carneiro 4 C.
Hanaa Fonseca Irmos 4 C.
Imes ordem.
J. G. Ficht F. R. Pinto Guimares.
Jos Estevoa Amorim Irmaos & C.
Mario Amorim Irmios 4 C.
Ossec W. Sons 4 C
Peggya S. Brothers fe C
# Paraense Johnston Pater 4 C.
Plato4 Saunders Brothers 4 C.
Reform4 H. Lundgren 4 C.
Skandea- W. W. Robilliard.
SOtUa KO LAMARA
Buenos-Ayresconsig. 4 Borstelnaon & C.
# Cornucopia4 Johnston Pater 4 C.
G.'sine4 Pereira Carneiro & C.
Polslysrnen4 Fonseca Irmos & C.
O sigoal indica ler a einWcaco sabido boje.
vaporea 4 entrar
dos roaios do scl
Manoshoje.
Ville de Peroambuco a 18.
Araucaniaa 19.
Congoa 19.
Guahya 20.
Financea 23.
Pernambuco a 27.
Neva-a 29.
DOS FOBTOS DO TB
Canilloamanb.
Par4a 23.
Eoglisl M o lio to Jai
Lio lei
Capital do Banco....... 1.000,OCO
Capital roalisado. ....... 500,000
Fundo de reserva....... 200,OOP
A contar desta data e at ulterior reso-
lucao, conceder-se-ha juros do dous por
cento ao anno, sobre os sal los de dinheiro
depositado em conta corrente de m'.vimen-
to no mesmo Banco.
Recebe-se tambero dinheiro em deposito
a juros por periodos determinados, oa sn-
jeito ao aviso previo de trinta dias para ser
retirado, mediante as cnns de que se
dsr conhecimento aos i iteressados.
Pi-rnamcuco, 23 de Maio do 1887.
Henry K, Qregory,
Gerente.
Estrada de km te Ribe rilo ae
Bonito
Pelo presente faco saber aos Srs. accin atas
d'esta empresa, que apenas realisaram a Ia en-
trada de 10 /a de suas m-coes, constantes das
cautellas ns. 16, 28, 32, 47, 59, 64, 66 e 69, 68,
70, 75, 77, 86, 101, 118, 1,0, 125, 126, e 127, que,
em face do diepost > no n. 1 Jo art. 9 dos e-utu-
tos fica-lhes marcadj o pr;j de 30 das, a contar
de hoje, para realisarem a 2a entrada c:m a malta
de 20 /o.
Outrosim, o accionista que nao realisar suas en-
tradas na forma determinada, perder em bene-
ficio da empreza as entradas que j4 tenha feto.
Recife, 15 de Junho de 1887.
O secretarioda directora,
Jos Bellarmino Pereira de Mello
iSARuIIOS
co
aMIIt l'KKMWBI Ct\
DE
Savegaco Costeira or Vapor
PORTOS DO NORTE
Parhyba, Natal, Macu, Mossor, Ara-
caty, Cear, Acarahu e Camossim
* vapor Jag-uaribe
Commandante Baptista
Segu no dia 22 de
Julho, 48 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 21.
Encommendas passagens e dinheiros a fretc at
as 3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pernambucana
n. 12
(OHPiWniE DEM MEttS.KUE-
i*ir: nAiiiriHEK
IJNHA MENSAL
0 paquete Congo
Commandante Lecoiatre
E' esperado dos portos do
sul at o dia 19 do crrente,
seguinde, depois da demora
do costume, para Bordeaux
tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra-so aos senhores passageiros de todas
as classes que ha lugares reservados para esta
igencia, que podem tomar em qualquer tempo.
,73Faz-se abatimonto de 15 /0 em favor das fa-
milias composta de 4 ptssoas ao mekos e qne pa-
garem 4 passagens inteirai.
Por excepeo os criados de familias que torna-
rem bilhetes de proa, gosum tambem d'este a bati-
mento.
Os vales postaea s se daa at s dia 17 pagos
de contado.
Para carga, passagens, eucomm:'.iidas i dinheiro
t rete: tracta-se com o
AGENTE
4ugusle Labiie
9 RA DO COMMERCIO P
DA EUROPA
Ville de Maranhoa 21.
La Plataa 24
DE HAMBURGO
Santoshoje.
DI LIVERPOOL
Scnltora 23.
DI KEW-TO K
Alliancaa 29.
Vaporea A sabir*
Plato boje, ao meio dia, para Rio de Janeiro a
Santos.
Buenos Ayres h je, ao meio dia, para Rio de
Janeiro e Santos.
Manos amanh, s 5 horas da tarde, para 03
portos do norte.
Camillo amanh, s 5 hars da tarde, para os
portos do sul.
Araucania 4 18, ao meio dia, para os portos da
Enrooa.
Cogo4 19, s 2 horas da tarde, para Bordeaux,
tocando em Dakar e Lisboa.
Navios) & entrar
Anne Mariedo Rio Grande de Sol.
Arielde Terra Nova.
Armandodo Rio de Janeiro.
Bella Rosade Terra Nova.
CamSesdo Porto.
Ciutade Terra Nova.
Erutede Hamburgo.
Emolatorde Terra Nova.
Fbrence -de Terra Nova.
Farwardde Liverpool.
Honb rgsundde Csidiff.
Leanderde Terra Nova
Mariade Terra N>va.
Marinho Ido Rio Grande do Sul.
Marinho IX-do Rio Grande de Sul.
Meta Sophiade Hamburgo.
May Cory-de Terra Nova.
Petuniade Terra Nova.
Positivodo Rio Grande do Su!.
Veritssda Porto.
Withelminede Hamburgo.
Hovimento do porto
Navios entrados no da 15
Hamburgo50 dias, barca sueca Polstyernen
de 327 toneladas, eqn;pagem 10, capito G.
Andersen, carga varios generoi; a Fonseca Ir-
mos & C. ,
Gaspe (Canad)-42 dias, brigue ingles Cornu-
copia de 155 toneladas, equipagem 8, capitn
J. E. Hounsell, carga bacalho; a Johnston
Peter & C-
Rio Grande do Sul e escala11 das, vapor nacio-
nal Arlindo de 631 toneladas; commandante
Jos Francisco de Oliveira, equipagem 31, car-
ca varios gneros ; a P reir Carneiio & O.
Hamburgo e escala 19 diae, vapor allemao
Buenos Ayres de 1564 toneladas, commto-
dante K. Low>-, equipagem 51, carga varios
gneros; a Borstelman
Pelotas 21 dias, escuna allem Gesinf de 8
toneladas, capito J. H. Wogener, equipagem
5, carga xarque e gorduras ; a Pereira Carneiro
4C.
Sahidos no mesmo dia
Liverpool e escala vapor inglea Paraense,
capito G. F. Sidebothan, carga varios gene-
ros.
Maco hyate brasilciro Joo Valle mestre
Francisco H. Canuto, carga varios gneros.
Rio de Janeirobrigue iuglez Cornucopia, ca-
pito J. E. Hounsell, carga bacalho.


1
t



6
m**^ '
Mario PcruaniiHiwSafcbad 16 le Julho de 1887
I
I.
)
Uilftd Sirtes A Brasil X S. i C
O paquete Finalice
E' esperado do porto* i<
sul at o da 23 de Julho
depois da demora .eessari"
tegua para
araaho. Para, Barbado, M
Thouui e \ew York
Para carga, pateageua, o o .la.'Du iiiiber;
" COlE OS
AGENTES
f>P-
0 nw Allianca
Espera-se de N
News, at o da 29
o qul seguir lepo'a
demora necauaii i p;ia
,r-.
Julho
d
Bahia, Rio de Janeiro e Mantos
Para carga, passagens, e encommendas tract-
com os
AGENTES
Heerv twtet & C.
M 8 RUA o .OMMERGIO N. 8
7. aitda
lAKl.aKS RLi \IS
< ompanhia Franceza de Maruga-
cSo a Vapor
Linha quiuzenal :;ntre o Uvre, Lia-
boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro
Santos
Orapr ii Ponto
(.'o nraanduote Cbancerel
Espera-se des oortos do
sul at o da 18 de Julho,
' aeguindo depois da indis-
I peosavel demora para o Ha-
vre.
Conduz medico a bordo, de marcha rpida
eofferece excellentes commodos e ptimo passa-
dio.
As passagens podero ser tomadas de antemo.
Recebe carga encommendas a paesageiros para
os quaes tem excellentes accommodacoes.
Para carqa, pataageua, encommendas e dinheiro
a frtte: trata-se com o
AGENTE
' O nw Mi Ii IpiMo
Con mandt.nte Viel
E' esperado da Europa
at o da 21 de Julbo, se-
guinde depois da indiipen
' aavel demora para a Ba-
ha, Rio 1e Janeiro
e Vasto.
Roga-se aos Srs. importaderea de. carga \. 1 t
vapores desta linba,qoeira.m apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng: ..al-
qaer reclmela concexnente a volamos, qud po-
ypntoiHteahiMs seguido-paob.cs pestes da sul.nfim
de se podercm dar a tempo as previdencias necee-
sarias.
Expirado o referido prase a eompanhii n se
r-sponsabilisa por extravos.
Para carga, pa sagena, encommendas e dinheirt
a frete : trata se com o
AGENTE
H Mk
RA DO CWMERCIO-9
Cossipanhla sVahJaaa de naveg.
efcs a Vapmr
Mawi, Vh Nova, Penedo, Araoaj,
Bstarscis e Ba
O vapor Guahy
Couim andante Martina
* esperada dos Doriar ac
me al Via de Julbi,
e regressar i-ara os mt-
enos, depois da demora docoi-
tume.
Para carga, psssageus,.-ncomineod .aedinbci-
ro a trett, tratare sja
AtfENCIA
TRtta do Vinario-7
Domingos Atoes Maltas
l&UU
Sabbado 16 do correte deve ter lugar uio
luilfto de movis, quadros, relogios e 2 ca valles
mellados para, carro.
Leil
eiiao
De dous cavalloa mellados formando ama
linda parelha.
Sabbado 16 de Julho
Em trente ao iroxiem da ru do Mrquez
de Oiinda
Por oecaalio e em eanainaaco
do lellao
De msvsia, quadro?, relogios, objt-ctos de majo-
lica, 1 flauta, lustre a g<*z, piMihas c m r-dornaa,
1 caracho u oulnjs o bj cetas.
Engeilio (lUbiHly
Arreo 'a-se pw wto aenoa o eng-.nho cima,
situido u* eantare i i Bonito, mo>-te e torrente,
com tol.s ST Bdas iv-rrencas, pe5I safr.jar para
m"i- te 1,50' i '-, dista da estaca > de CVende
lega e euMh ; a r.itar' na ra do Irt-perador n.
61, 2' andar,
Ao eommercio
Os sbaixo a ioain ao cominercio
qm- ne-Bt ri.u corar'; ") o estabeleciipento de
mo h n r S C cito ru d ; Conde da
Boa V.bss a 7!>.
K.cif., 4 iiilhode 1887.
Jeronymo 4 C.
S/*aES de familia
Para 'uediar fraqueea das criancas, deseo-
olver auaa forcas, seu cresc ment e |.reser-
TJ-os das molestias oomrauns idade tenra,
es priD'jpaes Mdicos eMambrco da Academia
de Medicina receiio, cum grande xito, overda
deiro Raoahout dci Arabos de Delangrenier,
de Pariz. Este alimento muito agradavel com-
posto de substaney s regetaes nutritivas e
brtifleantes, se eeeeibt [>or oda a economa
e em vista de suas propriedadee analeiiiicaa,
Oielhora a composicao do leite das oeuhoras
3ue cn4o. e resuura as torcas enflaquecidas
o estomago.
Ototiloi ir. todt$ iCidades do Bmmiltdo fftn^ml.
Leila
De movis louejas e vidros
O agente Brito autonsado pi la Exma. Sra. U.
lympia de Castro Lina, que retirou-se para tora
da provincia, vender em tlai o seguiote :
Urna mobilia de amareilo, 2 espclhg. 1 cama
francesa, 2 marquezoea, 1 mesa de juntar, 3 apa-
radores, meia commoda de jacaraud, 1 dita de
amareilo, 1 cadeira para pian, 2 sofs, 1 jardi-
neir, 2 consolos, 1 marqueiH. 1 quartinheira, 1
cabide de columna, 1 estante, 1 relogio de purede.,
cadt-irae avulsas, 1 carrinbo, 1 e spinjuarda, qua-
droa jarros, candieiros de ksrosine, 2 canarios de
imperio, louca, vidros, trem de eusiuha e muitos
outros objectos
Sabbado 16 do crvente
A'a 10 ]2 horaa
Na ra de Lomas Valentinas n. 98
Banco Paga-fe o 67 dividendo a r. ao de 9000 por
ace;ao : no escriptorio de !' ieri Carneiro & C.,
ra do Commcrcio n. 6. 1" aii
oo
"? Medalha Je Ouro na Expsita o nolveraal 1078 "
" PAHIS sa sV O ssksp Cil hs> PARI9 "
1*0S2?,*1
"W OPDEOS FRANCA) "
-^ Depsitos em todas as te^das de Comestibles- 0a

Le4o
Vade miiiini to Homcaopatblro
tbodo conciso, claro e a"guro de cbrai"
jpaibicair.onti' todas as mi leatias que |
ge'in a especia bumioiH, pttrficuliirment'
De 40 caixas com suptriores qewijos nov^a fla-
mengos, e 28 queijos pratcs, higadua pelo ultimo I )0uells qne- reinara no Brasil pelo
P-r- a ,a i DB, SABINO O. L. PINHO
Segunda-teira 18 d.. corrente tJ 5.a ecllrco
AO ME10 IA
No armazem do Sr. Annes defr: ule da Alfandega
O AGENTE GUSMAO far eilo por couta i
risco de qiium pertenter d >s queijos cima men-
cionados, ls quats sero vendidos em lotes a von-
tade dos compradores.
Atjjusk
teres naeonaes
(NORTE E SUL)
Eio ls J:, Sitos, Rio Gran-
de lo Sol
0 vapor Arlindo
Espera-se no da
dial7 o correte
do Rio de Janeiro
e seguir depois
'da demora do eos
turre para es por-
tes cima indicados.
Recebe carga, encommendas e passageiros para
os meamos portos : a tratar com
PEREIRA. CARNEIRO & C.
N. 6.RA DO COMMERPfO N. 6
1- andar
Stedo. 3avigat4)nCoflpap
STRAITS OF MAGELLAN LINE
O vapor Araacania
Espera-se dos portos do
sul at o dia 18 de Ju-
lbo aeguindo para
a Europa depois da
demora do costume.
Eslepaquete eos que dora
em diante segairem tocare em
Flvmonlh, o qne facilitar che-
garein os passageiros com mai
brevidade a Londres.
Para carga, passagens, encommenda e dio-
Viro a frete tracta-aecom os
AGENTES
Wllson Sons Jt C.. Umlted
N. 14 RA DO COMMRCIO N 14
Importante Icilo
Do acorado de duua andares ra do Du "J
que de Caziaa n. 90, antiga ra
Queimadi), em solo proprio e bem looai
Usado
2re;a feira 19 do corrente
Vi 11 iORAS
Ra do Imperador n. 30
O agento Stepple-, por ma.dudo c assisteneia
do Exm. 8r. Dr. juia de dlrt-ito da provedoria de
capelina e residuos, a requeriment) do inrenta-
riante dos bena deixados pi la fijada Rita Emilia
Rodrigues de Almeida, levar a leilo OKtadu do
dito sobrado cima, e na mestoa oecaaiao vender
a outra metade de aceordo com o outro berdeiro,
sendo a venda p. rUnti do s-.bnirdo todo.
Cs Srs. prctend nted poder > desde j exami-
nar o dito predio, e para qaalquer esciar c-mento
o meemo agente dar.
eoiiaid' ravelmentc augmentada e auoutada.
Vende-ae un'eame'nte em Pernambuco.
PHARMACIA HOM020PATHICA
Pelo Dr. J. Sabio L. Pin o
DO
IMI. IBIiO
43BOA DO BARAO DA VICTORIA
Ao commereio
Oa abeixo aes'gnsdoa participam aoommercio
que ne-stadata veuieram .os Sra. .Jen nymo& C,
bou e stabeleciuiento de molbados a rctalbo, aitj
ra do C'ode da Bot Vistr n.7), qa- ,;yrava sob
a firma de Ciueiro it C livrea e desembsrado de
qilalqll r .1)118
Rceife, 4 de Julbo de 1887.
____________ Carneiro & C.
Leiiao
de bus movis, espelbos gr .r>d,'s ovaea e qua-
drados, Imdbs quadros cem ri-i... gr .vuraa a oleo,
ricos jarros e vasoa para florea, de crystal e por-
cellaua, candelabros e serpentinas de. < l ctro-plate,
objectos de brcuze, talheres, uro
port-n Quarta feira 20 do corrente
t\r.
Agente Pinto
iba* dar e lu
Leililo
J e Jeinqnm Tavares
BelXorl
O e irpo uoademico manda resar miasaa por
alrr.a de su seo I i mestec e amis;o, o
Dr. Jos Joaqiim Tavans Belfort, no dia 18 do
bilharcom sus; corrente, 8 horas da i i hi, ni mafria da Boa-
iM9', oif-.vo din efe imento, 9 para este
acto couvida a fair -lia, a c>iigr<.eao di.a lestes,
amigos, col scipuus do finas] .
O Diario d'amaobS dar e tugare a discrimina-
co do9 mo .-eia.
t
De urna esplendido o grande collecc2o de
cEolos (eerca de 1,200 peis) de toda as
quolidadea, e urna infi. iJda de peia de
roseiraa.
Quinta feira, 21 do corrente
A's 11 ioras
Na rus esas.Palma n. sa
O agente Martina autonaado |peJs> r. Filomeno
Jos de Sonsa, tani leitfo do importante colleoco
de en tas e roseiraa de sea jardiin ra da Palma
n. 23.
AO CORRER DO MARTELLO
Pata acabar
* Ionio Mnnini de Hollnnda
C'.|i-jiI.
Jos :.'e Barros Lm- Wandesle.j o sua EtsaiUs),
eouvid.uii aos parent .i a ,/'* do r ei An-
tonio Marques dcHiila da C para ae-
aiatirem a u;nn nAsea im iWtfa i i r :r'no trige.
aimo da de seu pHssssa i i as tn.;,is da cidade
da Escada, no dia 19 lo eu/rreata s 8 horas da.
manUl'
Con-,: : Srufllelra de .\*ave
:(oa Vaoor
PORTOS DO SUL
O vapor Camilla
Commandante Franck Codditb
E' esperado dos ,rtos do
norte at o dia 17 de Julho
e depois da demora india-
penaavel, seguir para os
r'-tos do sol.
Recebe tamben carga para Santos, Santa Ca-
tharina, Pelota*, F*t> Alegro e Rio-Grande di
Sul, frete modic .
Para carga, passgeos, aicommendas valores
trata-se na agencia
PRAGA DO CORPO SANTO N 9
PORTOS DO NORTE
0 vapor Manaos
Commandante V tenent Quilherme Wad-
dington
E' esperado dos portos do sul
at o dia 16 de Julbo, r
seguir depois da demora ha-
diapcnsavel, mirar os port/s
do norte at Masaos.
VISOS DIVERSOS
Aluga-se casas a 84000 no beeeo i ej- e
ihos, junto de 6. Gom^io : ra di
Imperatris n. 56.
immediae;oes da ignja da
a tratar n.-sta ty-
Compra-se as
Soledade, urna casa terrea ;
pographia.
'lljJ^
Para carga, pakulgear eneommendsvs e valares
tracta-gp na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
Tara o R* Grande do Sil
Segu cem brevidade para o porto cima, e
lugar naciouul MariaKo 7' : para o resto da ear-
Sa que Ibe falta, tratase coa os consigna taris*
oee da Silva Loyo St Pilbo.
Aluga-ae a loj da trave.-si do Livramentb
o. 10 e a casada ra do Brtbolomeu o. 58, oa
ra do Pilar n. 15.
Precisa se de urna cosinheir. : na es:
da Jaqueira, sitio do Dr. Va ei.ca.
O Mr. Pede-S" ao -r. Joo Hfeprietfl P*r* nha pagar a sua bypo'heea, assim como eutieg.ir
o que em eonfianca Iba entreg.u, e cumprir o
que prometteu ao r. r'uiann, iat. mais de
anno.
Precita se de dous criad03 e. da tima ama
para servico de orna pesroa, e venle-ae. tres ve-
neaianaa quasi novas ; na ro. do Imperador u.
31, 2' andar.
Precisa-se de ama boa eosinheira ; na ra
da Aurora o. 81, 1- andar.
Alugs-se por 8*000 msnaaes metade da
casa o. 99 roa do Viscoode de Goyaona, antiga
do Cotovello ; aesim como vende se um par de
consoloa e um marquexio, tudo em boa estado e
por prer/> rssoavel : quem pretender dirija-se
mesma que achara com quera tratar.
= Precisa-se de om Msinbeiro : n% rua da
Imperatris n. 64-A
^ Precisa-se de urna cosinheira e de um feitor ;
no sitio do Dr. Taieaca, pr.ximo da eptai;o da
Jaqueira, na estrada de Apipucos.
Bomemprego de capital
Veade se urna padaria erm sena prtences, lo-
ca lipa da no mi-lhor pinto da capitel. O prrprieta
rio da mesma vende p r rr de retirar su para f-
ra da cidtde; a t-MVr mo Ces do Apollo 67.
Antonio Jone Rsleves liulias
raes
Caetana Maria da Gra^a GuimarCse e s< us fi-
Ihos, Martinho Jos Estoves Giiimares e M'.rla
da Pa, agradecen) muito eoraialm-nte todas as
pesaous que aooinnanharam sua ultima moraia
cs restos inorta.s de seu extsaBSoee tilbo e irme,
Antonio Jos Estivos Guimarea ; o de novo ro-
gara nos seu par. rites e amigos o caridoso obse-
quia de assistir as missas que p-lo rep.mso eterno
do finado, mandara celebrar na ignja d Espirito
Santo, no dia 18 do c rrrntc, stimo dia do see
passamento, pelas 7 1/2 horas ; pelo que antee i-
pam wns acradecimentoa.
Tori.io
Orie-zzal.
0
A
ma
Precisa-se de orna ama para cosinbar e lavar,
prifere-ss que durina em casa ; no o andar da
typographra ds Diario.
Vina
Precisa se; de urna ama para lindar de urna
crianza em urna cssa dos arrabaldes deata r.idade;
a tratar na travesa d < Corpa Balito n. 27, ar-
mazem.
Ama
Precisa-ae de urna ama para odo srrvico de
casa de pouca familia ; na rua Velha n. 95.
Ama
Precisa-se do um ama para caa de pouca fa-
milia ; naiua do Marques do rLrva!, casa nu-
mero 182.
Ama
Precisa-se de urna para todos os 3crvicos de ca-
sa de fmilia
toria o. 7, 2-
a tratar M roa dj Bario da Vic-
andai.
O Vigor
do
Cabello
do .
Dr. Ayer.
Preparado Sob
Bases Scientiflcas
E Physiologicas,
para o
Toucador
0 Vigor do Cabello
Do Dr. Ayer.
Devolve, com o brilho c frescura da juventud*, ao
calitllo grittallio ou hrauru urna rica cor natu-
ral, castanho ou pr A. Pelo seu
uso, ao casco claro cacura, ao cabello fino, amqnanto que
frcquent'.'moiitc curp, acalvicit-, poram Dem sempre.
Impede a qaeda do cab- lio, estimulando o dbil e
enfermo rlgoroaaaantft Keprime o pro-
Sreeso o. cura a tioba todas as
oeuca- ; ro-ineti-
ro para atfonnoaear o caltello das Snhoraa o
Vigor ni ; u'> conU m
guma. f<>T- i rilhante o sedoso na
appare::1 unica-llio um patfODn delicado,
agrad.'wel < permaaacita,
PI;i;i-AKAIK) I'ELm
DR. J. C. AYER k: CA
Lowi-ll, Mass., E. U. A.
A' ventla as piinelpaes pharmaciafl e drogaras.
\l!ga-

a i-ato
tun V sc-i.li! de i! -i irosaa
jaz.
Rua Ccrcnel Boassons o. 141, quarto.
Rua d San n. 14, b ja
Rua do Ros-.rio n 39
Roa do CkL bsaeo n. 4, Ii
Prat^-se na rua do Con.m rdo D 'i, Io aodar
rptorio (I
taarse
inta
Precisa se de rima ama para
do Mrquez de inda n. SO.
m Inhar na ; rua
Ama
Precia i-se de urna mu para o servir^) de
quena familia ; na rua d los, icij n. 27.
pe-
Ama
Precisase de um assjsj qu-t sa ba dsinheir
engommar ; na rua do Rangel n. 44, 2- andar.
lina de Icitc
Prfcisa-se de urna ama de
trsveissa da Mauguoira u. 1.
i iie : a tratar na
AMA
Precisa-sa -e ama ;irea para lavar e en
gommar em casado faitrilia : na rua do
Riachuelo n. 13 se dir
Varopc de cambar guaco e bal-
samo de Tftlii
re parado pelo pharrr.aoeutico Jos Fraucisco
Bit.teiicoit
E' uro poderoso prepanuio para todas es afFec-
.;ea dos orgsos respiatorios, eoun cal. 11 ho pul
mnnar, asthma, coqueluche, bronebite, pneomo
lia, tieiaa te., etc.
(Jada Ir; seo I'XK)
;-puif> na Pharmacia Centr.il, oa do Imjer: -
dorn. 38. Pern.-.mooi o.
% imm &*'______i
2:e ffHffi
3 grande sitio Taearun-i, no Salgadinhc, con, bas-
antes trras para plantpcoes e muitos arvon los :
uem pretender dirija se fabrica Apollo, rua do
oepicio.
Alti^a-sc
sobrado n. 14,
na rua velba de Santa Rit.-.'
guintes casas
Urna na rua de Loin- a Vab minas i. 40,
bona comoioilof, quintal <
Urna :ia ma da Amixade n. 32 (Capunpi).
quintal, c um:1. ptqueua na f'av-- a
c. 4 (Fra ae Portas) ; a tratar das 8 li- i
m nba ao meio dia, ou daa 4 s 6 di. tarde
i cao
s da
i vi ti' iUU
LSS ROY, cr
miiePROUST, SuGar- & Gen:
. "wrame enantlooaosTlnsiss "M seteai .__.
4et*--too.................o*130frM<( *oa*
". .:c ^i^eenciasCognaA "3 loo tnvxM SQ I
*-rrun>aarn to*oeosLioore m 100 frmm 3CO tf
Sunela deRhomon JVTa'i.o. lo (tmcc- bOC>k
Oepoultarloe em r~riui::tb:--
^-r.r,i'3cr 1& jai 3T.X_,irA
\o comniercio
Retirando-me para inteii .r da provincia por
motivo dn molestia, declpro que deixo oome meus
procuradores a meo pai o Sr. Airxandre Americo
de Caldas Brando ; a meu sogro o Sr. Manoel do
Carir o Rodrigues Estevcs, e a meu irmao o 8r.
Julio A. do Caldas Braodao, na i rdem em que
eato eullucadoa. Kecifo. L4 da JuiUo Je 1887.
Demetrio BrandSc.
(irorgies dentistas
Frcderico Maia e Patrien M r. ir., t udo sa
associado ao mesmo consultorio, rua Duque de
Ctixias o. 6') A, potMB ser procurados a horas do
costume.
Cosinheira escrava
Precsa-se de um cosiohi ro escravo, para urna
casa de pequea f-milia; a tratar noeriegda
Companhia n. 2, esci;>tcrio.
Precisa se deomeciadu casi oma casa
de peqoe-na familia ; a tratar no e:;ea la empa-
nhia ii. 2, escriptorio.
renden to*we ou ^olTrel* lo pello 4)i
Usai o melbor remedie, que l'KIT '!: CL DE
CAMBARA', e ve. eia eomo tos soffimeato
apparece. Ven. a-
tes e depositirii.B ;:eraes m pr vii.ci.i, Franoieco
Manoel da Silva Si C rua du Marqueta de. Oiiada
n 23.
^olarflbes epnnhos de
sel Iuloidc
Carlos Lindeo recebeu pelo ultimo vapor, e
veade baratiasimo ; u-. rua do Baro (a Vict ria
numero 48.
A quem interessar
possa
Encentrando hojeeoa un >rli;o no Diario de
Pernambuco de h je, sob a denominav'j (para
evitar duvi ). uc inf. izmcnte envolva o
n sse de meu irmao Antonio de Soasa Dur.rte
Ferreira, respondo que osSrs. Jos Baib-jsa & O.
e Jos Rodrigues Lima i.ij bo meus ere 'ore-, a
i.) ser. m liquidntarios do oca fin. >'n quauto
aoa outros, me'u rms ii'sponder quando julgar
convenien" B eii 1 I i b i de 1887.
Francisco de onza Dua ba;
acia
i
Rua elo luipr a l;. m. 9$)
J t Francisco Bitteneourt, antigo pbarmaoea-
tieo da da
Victoria ..25, avisa aseos tongos erregneaas,
que a* phaiinae ende capera
BOOl nu: i a merecer acoi.fi.. ,. lizmente
doposi Bl -i.. I Bi !rabslh...s ISMSC
Semetiles k eaffaptto
l .npra-se grandes e peq lenas quan
garia de Fn ocisco M. da Silva i C, rua
do Marques '- Olin la n,
Hotel Msbonense
A rua de Santo Amar^ n 40
previne a s^r rrasterosos rregoesea-quetoloa
es dita i. pela ma-
nila ; i I n if n.ii de vacea e tanja
de galinlin.. issim coiio un deariacnt ediassiu-
tos ; foinece-fe c midas p .- ISsigaatsm pe
pri'to maia commodo do qu e m outra qu A\ i r
parte.
Criado
Preciaa-sc de um rua
(Paes- gem dn Magdalena).
do Paysand a.
ai m
ra i avaicaote
Ernesto Gonejalves Penira -Lima e sua familia
mandara-resar urna u.issa s 9horas da ma-iha r*
dia 16 do corrente, na matriz de Glimelleira", por
alma de seu muito presado compadro t amigo,
Jos Camello Pesaos, do bUqaeira Cavxlcante ^-e
convidam aoa parentea e amigos u aos do finado,
para nuvil-a. .^ t
Feliatmiim Maria doa auto
Konieeij
Vlaii'el Venancio Alves Ii Pon >:, Fnueisco
Valeriano Alves da Ponaeea e l-ueioa ramid .
AJvea da ntMiea, esp .3. u filhos, aga lesera
imimo d'almi At : e amigos qu
se dignaram se i oltiata morada oa re
tos mortaea de sua sempre pranteada espoia e
mai, Fehamina atoa Fonaeca ; e do
tMva os coaviuara a sasistirsiD us miases que
aadMB ce.V-Sr.r na ataua de S. Jos, pelas 7
horas da manha de 18 do corrente, selim 1 dia do
Setl I II:- '.I, 1 111 .
Coronel Antonio Marraste de
Holianda < avalcaale
Um amigo d finado Antonio Marquas de Hol-
landa Cavalcsnte, grato sua memoi" manda
resar urna missa por alma do illa ;re finado, ter-
Qi-f-.ira 19 do c,-rre ar-, a 8 12 horas da msuh,
na matriz da eidade da Escada ; para este acto
de caridade e religfo, e mvida a eos filhos, pi-
rentes e amigos.__________
Eagommadeira
Na roa das Calcadas n. 54, lava pee
ma-sn com muita pereico e pieco commodi.
se
Um sitio em Be .cribe, por urna baroaca : srtra-
tar do trapiche VAN \A, Forte do Msttc.
Joiio altea Pacheco
Antonio Alves Pacheco, p,,r si e em ooine de
seu pai, agrad"cem aoa amigos que as dignaram
acom linhar ao rt t .1 mortaea de seu
irmao e rilho, J^o Alves Pacheco c oa convidara
d novo asiim como As maia pea.oas -*o conbeci-
men:o 9b finado a assistir as miasas que por sua
alma UMii i m celebrar oa matriz ia Boa-Vista
secunda (eir 18 do corrent s 7 J(2 horas da
n a-.i.a, 1 li que desde j se u- iifis.sain eTItoa
Prufesiur Jum Kiluaniu tde [Monasi
l.sndlm
Joaeuim Elias de Aibuquerque Reg Barroa,
seriamente SJinpartilb: odo da incommeosur..ve 1
dor que profundamente magfta a, por muitos titu-
los, digna fnmilia Lindim, vem, Exmn Sra. D.
Joaquina das Merta Ferr ira Landim e a teua pre
claros filhos (presentes e ausentes), dar-lhet inti-
mas e sentidas condolencias pelo trespaeso de seu
estremecido esposo, e desvelado pai Jos E. de
8 uza Landim.
Joa Eduardo de Sotiza Landim
Joaquina da Mercs Ferrvira L mdim, bacha-
lel Thomas Landim, Andr Avelino de Souza
Landim, Eloy Nahom do ^ usa Liadiro, Geraldo
daa Menis Fenatta Landim. Pedro Secundiao de
S uza Landim, Maria da Ascenfo Souza Landi
M riada Exaltacao S uza Lindiasi bichireisillaa-
noel (-amillo Ferreira Landim, Vicente de Leinoo
Feruira Laadim e sua aenhora Maria BeroardinH
Cavalcante Landim (ausentes ferides Jo mais
dolcreso soffrimento pela iufau tu noticia da pre
matura inerte de seu esposo, pai o sogro, J^s
Eduxrdo de Souza Landim, professer do Bellc
Jardim, convidam a todos es parutet, amigos e
conhecidos do finado, a tssistirem as missas qne
p r cs 1 'ma a.-o cel'bibdu.i na i^reja da (loria,
ptl.s 7 1| hor a da rutiib da da 16 do corrente,
stimo de seu passamento, coufessando-se desde
j summamente gratoi
UNDEB8 BROTHERS & ., largo do Cor-
pa Santo n. 11, teeag para vender :
C braoea, de M. B. Fer.-te-r si
Sons.
Dita allema, Pilard Ba a.
Vinh.. ~hu'y. Amentdlado.
Dit'. 1! ideaos, 8t, JolliD.
Whisky, late Bten I Seotck Wn-ky***
Dito a a a #
Pit-aur.t a de Adn.
1 Ir w & I L
Phcsphoros, Amesiosto 8:-fe y \latcbe3.
Tin. tasa m a b 1 :. sin hn'i!bo.
preta e verde
7. 1 DB .
Puiaora da muito o h. .editada rr..-ca
EH
8E-M0KA
De Rrons & C, de (ilasgow
i -' p eparpdo por um novo pr g o
d Ir' .; [i 1 ,. .
nufrieao ii
te?, ,,
gesto g si i, avel : tau>b m ;.-ae
taaer 1.. .-1 xe Ueutu u .:. miatnj em partas
igoae- ^111 a m:.i addie 1 I a'gum leste i' ntea
nes'a JURfa, Sanuimia rointr i C, largo
Corpo Santo n 11, primeiio andar.
MAMADIRA-BOMBi
MONCHOVAUT
A nica com vlvula, em qne aunca
o leite torna a descer
ItlHA DE CIYSTAL COM rMAFUI TttaCADt
Medalhat
da Ouro
e
de Prsta
loa Camello Petmoa de Siquelra
( avalcnnir
Amia Luisa de Siqueira !?ava>cat8, Arlhur
de Siqunra Cv. leaur.-, ,l0; Ciq;llo Pese oa de
Siqneira Cavalcante Jnior o Nstor de Sique ira
Csvaiear.ie. enea dona ausentes, msodam 1
orariMiai. lina de seo sempre le mbr.d
mHridoepa1, J s Cannii. Pees a de .-quena
Cavieante, ua cipella de S Jos H Eslrcirw, a
9 horas da DD8I1D ce 16 do orre re, setunj dia
di-seu pas i'iieuio Ao. piioufea e' cnrigos que
qoifrem assistir aeateapto do oaii .ude e reli-
tt'HQ, d' ad j s.- 1 ieeidos.
assssssssssssssss^
Oplnlo do D' BOU CHUT, hidU|
' atrv'.i.lo da Faciillaile de lledicius d Pari ]
medico do II .-eiiil das rrianeas eafermas, no sea i
1 Ii. o Hygiiiia da Infancia :
I a deve ter urna vlvula onde o loite nunca i
ii torne a descer : este o principio da I
! MAMAOEIRA MONCHOVAUT. i
DtMritM m Mtu is pnicipaes Phirmanat e Drogaras
doae C
5
Jos Lopes de Miranda cordialnente ngradece
s pnsspa8 que se digna: am acoanp.nhar os restos
mortaes aua ultima morada, de reo presado co-
nbado Joaquim Fernandes da Silva Manta ; > da
novo as convidam para assistirein as mistas que
pelo eterno repouto de sua 1Iroa, noodam resur
oa ordera teroeira do Cirmo, a 1 JjJ boras da
manha do dia Skbbado 16 do crrante, pelo que
desde j antecipa a sua gratido.
ello P. de Siqueira
Cavalcante
Anna Luiza de Siqueira Cavalcante, Arthur de
Siqueira Cavalcante, J. -6 C*fn>rro '.'. de: Siqueira
Cavalcante Juoior e Nstor de Siqueira Cavalcan-
te, I, esles drus 1 Uiente, aeraderem do intimo
d'alma a todos os parentea v amigos que acompa-
nh ram ao ceini.'erio os uestes mo taea de seu
sempre pranieado 1 sp :se e pai, Jos Camello P
de Sique'ra Cavalcante, a os convidam para a
missa, qoe ter lugar na dia 16 do corrent-, B 7
1|2 horas, oa matriz da Boa Vista, stimo dia de
seo (.a=SHiceoto D. sde j se c nfe-'ain agrade-
cides por eate acto de caridade e reiigio.
Tinta preta
INALTERAVEL

(OHMI > IC TI V 4t
PBiB3f\ClA C
38 Roa do Imperador 3b
Pernambnro
------
berve para tenptiirayao mercantil e
quarro C7pias de urna -.- z

s>>

onmln^o Antonio da Silva
Batata
A viuva e filhos do finado Domines Antonio
da Silva Befriz, agradecern do iutimo d'alma a
todas as pessoas qoe Ibes tisera m o caridoso ob-
sequio de aastnpnahar ultima moiada o eadaver
de s< u idolatrado esposo e pai ; e de nove lhea
rogam para atsittiiem as miajas q>:e pelo repeuso
eterno do animo finado, inaud > resir na matriz
da Boa Vista, pelas 8 horas da manha do dia 16
do .orrente
Vi 11 lio Mmirhca
(PROPRIO PARA MESA)
J o Ferreira da Costa, acaba de re eber p lo
SULY, n va romessa deste im mo viuha
que por ser d exeeliente qualidade e fin paladar
11. receliuneintiivl.
Os Sr-. pii te pinga era casa dos S^s. Justo Teixivru 4 C.
suceeesores ruu da Penha n 8.
4o de .cufiado
A imprenea em (eral e todo* osedalier -n-
olaudem a forma por qne te oVsenvolve o >.o u-
cionism' uesla infeliz tetara ; a desam^idi que
compn.u p:r certo maw e ando por mas os seus iafMias tscravos, qm; v in cora
aquella linguagem, revelando ee qa fe
sentir. Chaam sn mttier .
Eato todos os infelisea libertados e m ooas,
livres d- fact'-.
Experiente.

nLEflffi
-V




Diario de PcmmobucoSabbado 16 ^------
grageas de Ferro Rabuteau
Humado do Instituto de Frange. Prtmio do Iharapeutin
O emprego eru medicina de Ferro Rabuteau baseado na Sciencia.
Ab Verdadeiras Grageas de Ferro Rabuteau sao recommendadas nos casos de
CMoZteAbernia Validas Cores, Corrimentos, Debilidad*, Eegotamento, ConvaUscencxa,
FraZJzadal enancas, Depauperante e Alteracao do sangue em consequeuc*^de
fatigas vipllias e excessos de toda a natnreza. Tomar fraseas dor dia.
B Km Constipac&o nem Dxarrhea, Asstmafao completa.
Elixir de Ferro Rabuteau recommendado as pessoas que nao podem engulir
engulir as grageas, m calix de licor aos repastos.
Xarope de Ferro Rabuteau especialmente para as enancas.
1UJ ^^ yma ixolictio detalhada acomoanha oada trtMO.
\ Exigir o Verdadero Ferro Rabuteau de CLIH & O, de PARS, que se
encentra em casa dos Droguistas e Pharmaceutieos.
YENDAS
Aprov*
Lotera da Provincia
A extracto da 7-* lotera em beneficio d;i
matriz da Boa Vista do B cite, ser no dia 18
do ndante no onsistori da i>reja de Jossa
S.da oiicrk-an m Miltta.es, oad se achari
* expostas asumas easespheras arruinadas
en> r INJECTION CADET
-ora certa ei 3 das sem outro medicamento
- r.
w
NDICAO GERAL
ALLANPATERSIIN tt
K.44--ED i do Brum-N. 44
INI % A K? /AflAO \m BtUO
r
a vender, por prei_ raoJfecw, as segu
Tac didas, batidas e .'aiu-^dr-
Crivac diversos tam at**.
Rodas He .af^ra, id
Ditafl angulares, idem, 'ti
Bancos de ferm com serr i rirc
Gradeamento fax i .rdn-
Varsitidaa de ferro batido.
Ditas do dito fundido, di Hfi
Portasd fornalha.
Vapores de brea de 3, 4, 5, 6 e 8 cara
Moendas de 10 a 40 porgadas de pan;
Redas d'agst*. sjsi-ii*-a-
Er <'\TgaTu-i' 4aC0B tralrio ion perfeii;e e pres*
-. 1 ;" (O
i ;
ouai
QPPPF&SfcQ
'HLGfliS
/piratea:. **>< :k, ::erv*o, ftclllta
expoctoraca e Uvohsa as nincc, a aos ort aOs rcb.-ir.aork*>.
Venda .-...---o ... cc,u -e V^Iicc' m''^T S^^T <>
Deposito em Pernamtuco : FRAN M. da SILVA C-._
f igtr saMs
Frtma}
i^SOLUCO COIRBE
AO CHLORrtYDRO-rSOePHATO DE QAL _
Mk h~" *" reoo_ttt*fnia adopudo por to*s.M Mej'cgM_'wqg. .*
rZuZ* atril. Anetm*. CAU>ro*ti, Ttttca, Che/texto, Jrcro/Uias, nmenmtmt, immfm
VSvS, S&mXtiihlct *u cAHcas, t-tto, DvsptptM. ____
tur*, COIRRE, n, II, "S iftwsWllfij-J
eilem
E" para acabar os a tigfls
seguales:
Madapoln americano de casto de 124 a pee*,
com um pequeo toque de mofo s 550>> e tiJQOO.
Dito Boa-V'Sta de 74 por 5J000.
Algedaosiobo marca T com pi-qneno toque de
varia por 5000 peen.
Fustoei brancig, largo, e custo de 500 a 600
ris 240 e 320 rw o covado.
Ricos corteB de cambraia bordada, brancos e
de cores a 4*500 e 5*000.
Suri de linho, novidnites, oom um metro de lar-
gura de prego de 80 a 3M) ris.
Cretone uinericnnu e ]>ercaliaa a 240 ris.
Casimiras ftlfou para >estidos de senhoras de
500 a 840 ris.
Toalkas alcochoadss e ferpudas de 4* e 5* a
2*200e 3*500.
Armures de qaadros, de 600-rs. a 86'.) res.
Meis ingk'as sem costuras, para senhora, de
12* a 6*000.
Zflftbiros de qaadros a 120, 140 e 240 ris.
Camisas inglesas par. horneas, de 604 :l 36*.
Setios de todas as cores a 1*000 e 1*00.
E amitos outro rticos qae se veadem*com
igukl ubHtim"nto.
Loja das Estrellas
56-RA DUQUE DE CAXIaS-56
Telephone n. 210
FIos Sanelorum
Vende-se esta obra f m seis volumes, nova, e
por preoo coannado ; uh fneadirnacj da C'>ngre-
gacao, casa do Candido Simoes. _____
WHJSK k
nnrea VlflaW
s-iess8* O ^erv
9 canna, pai* Mfe /
n. Ibores armaua
KOYAL BL.KKD
Jrle esnelienle Wsiaky
to coi^iac ou aguarden.* ?'
i pp
V e&liHN n'.-t'bo aos
nu! hados.
Pode RUY AL BdjN)narcn VIADOeujon
a>r e emblema sao registrados Dar todo o Brajii .
HOWN8 k. C., ..^utes___________
AVILL*
Vendc-so uai avallo de sella bastante gomo e
grande, catanho andrino, andador de baixo a
meie : a tratar na ra da Roda, coebeira de Jos
deM._________________________________
Tijolos para assenUuenlo
Vende-se tijolos repociars pura assentamentc
de enirenao : na ulan dn casa amaiella i rus
Imperial n. _2-li.
Terreno
Vende-se um terreno confronte a estaoAo do
Prinope, estrada de Jeao de Batros, com 90 pal-
mos de frente e bastantes fundos, e c.m alicerces
para 3 casas; tratar Da ra d'Apollo n. 30, pri-
eiro andar.
K
A FLORIDA
at
LOTERA DO CEARA
15:0001000
ETBACC1 fflSftR.llrPI_uT_ Di) 14. OfiTBIO Di 3: L0TERI_
a 18 Os bilhetes desta acreditad^ lotera
acham-se venda as seg-uintes casas: Roda
da Fortuna, ra Larga do Rosario n. 36;
Casa da Fortuna, roa Primeiro de Marco
n. 28
Teleiramnwlisia m ilia da extrae
ARCHE
O systema de Tender
lodo com liuro tr-
i/tti'iu Int ianii-
t de oonlianc. ab-
solato nos A_!m
do
RON MABCHt
Casa Aristiie Boucicaut
miWs DE IOVIDADES
P IS
A CS do BON
MARCH tara por
principio de nfio Ten-
der senSo mercado-
ras de optim \ o^iali-
dade. a 16 pelos precoe
ee mais redamaos
,:,.-. _. ExSeahoras que acaba d> parecer o oof
..-idades da Sa-ko, e que mandaremol-o xran
ptAm
> franco de port^
Main anos i meo. a l as amostras de todas a ne*as faiend.isiv.vss.
.......*, *f* "*. J'r,i.>,*prxm*do,, Reda
al un-. .1 roprodun
e na. horneas e rapatm. Mulo e 1 arado, .Sn., Anagea,,
Ua, Lento, < mutupara
.demeia.Chapelinho.ssvl Qm*rda *~,L*~,
trmdm Flore P<"" homem, oenhars me..-,.*, <-.
Iir (;&erU>re,, Artigo, para tnagetu, Mereearia, Artigo.
de Paru, Tapecariag e Mobilim, tic., etc.
Os Annazens do BON MARCH s_o os mais vastos, de meltaor
ordenanca e os mala bem organisados; por isso que fazem parte
das curiosidades de Paria Palos saos engrandecimentos succesaivos.
o BON MARCH tem se tornado um Armaisn NICO NO MUNDO.
i Aparar dos nevos locaea inaugurados no dia 7 de Marco u- p., a
CasVnRo basta para a sua Clientela, a ioi mistar principiar imme-
I diatamente nova a oonsideraveia construcodes^
As noaus remessas para os pases de aln-mar, cuio valor de 26 francos, vio,
I porte ptao atTp^rto deVmlrqae. tos. axpeico. nao podem Mr feUa.
I f,m um vale de reenbolso; pedimos portento noss cl.entela que, quanao nos
fir-.sr qualquer enrommenda, mande-nos tambera a importancia d osta.
0t trmuens do M* HMRCM /to fm Succursae* ou "eprsserrtaafas em
Fianes nem nos pifias esfrana'ros, e rooo as Senhoras que te acautelen,
r-Mitra os nefocianes us uto do metmo titulo no *m de establecer conTuUo
t ieda/;s para par N veod. Uvas BOUCICaUT, cuja marca 6 M-
laente conhecitl* e que ss acho nicamente noe Armazen do 0M mtRCHt,
Interpretes para todos os Idiomas
RECLAME
Urna experiencia
0 GRANBE ARMAZEM
DO
LOUVRE
A' BA PBIMEffiO DE MAR^O N. 20A
(ESQUINA)
R.-a-lvin-'o lioaiclar pmide vwrieda'le
de rt'^08 pj r preces incoriteaUvsi, ex-
p9eui a apn-cu/sAo publica os seguinies ar-
tigos :
Popelines de seda a 500 rs. o covado.
Setins de cores s 800 rs. o covado.
Cambraias bordadas com salpico* dsas*
a 65000 a peca.
MUdapolBe* de 7# '* f* !>fM&
Meias franosu-' para W ai *T#**J a
dazib.
Bordados lapidos a transparente* de 500
a 14500, com pequeo defeifo.
Cortes de cretone por preeos sem com-
petencia.
Leques transparentes, grande novidade,
2*000 Tim.
Ditos de srt a 5*000, vale 8*000
um.
Cachemira de dus largu-as de 1*000 a
1*400 a cov/do.
E cotinua^'o :
Z-'phiros de ama so cor tecido lgr
320 rs. o novado 1! !
Bro pardo liso 320 rs. o covado.
Dito dito tecido de esguilo para vestidos
500 rs. o covado, grande pechincba 11
L*n$os abainbados A 2* a duzia 1 I
Algodoes lisos industria nacional A
a Peca\ .
Camisas de cretone oom pequeo delei-
to 2*000 !
Esleirs americana* m ligeiro toque
de avaria 1*200 a arda grande pe
chincia I '
A rfeos exduivs
Lindissimos cortes de caseoiira par* cal-
ca padr5cs de apurado gnsto 1 1
Especialidades em estrados como sejam:
Ritta Sangalli, Porte Veina, Guarany,
Brisa de las Pampa, et<\ etc
Plastrn de i;ores claras e escuras 1-
sui gfneris na especie e muitos outros
artigos recommendaveis pelo aprimorado
gosto e qutlidade.
SEMr-RE NOVLDADE8
\o armazeua o i.ouvre
DE
Francisco (.argel k Innao
A' RA 'RIMEIRO DE MARIN. 20 A
Esquina
Vende-se um rico piano de tres eordas, quasi
novo, autor Blon, assim como nm toiietde mog
no, tambero obra boa ; a ver na ra da Palma n.
69, junto do sobrad", das 11 h Tas as meto dia.
Vinlio do Dr. Forestier
tolUlMlmiliBBeiicakymfliaKra.
TOMICO RECONSTITTJ1NTK
Remedio sol*erani
"XTBA A
CHLORO^E, ANEWIA. OAHI 3
ArrEccts das vas Dtorri
OaiiBHSA-' CH-.ewiGA''. ^ACHf'^WO.
.1' UAOE,
:*Ht S O ELRESTYPHC'CEA :
i ? 3 A"ES, ETC
O ** Ra di Iu4|ii d <'axlat
Teodo rtn- bi.io um gra de fazendas qje ven l- pon 2a'(
nos de que em outra qualquer ptrta.
Venham ver para erer
DamaBs de seda a 1*40C o .ovada.
Setios lisos a 800, 14000 e a 1 &
Liooayae faz inda tranapar.-a a peca.
Organdis borlados a seda ultitn mo-
da a 16*000 a dita.
Etaraire bordado, alta novidadade a
l0*()C0a dita.
Cackosairas bordadas a seda a 700 ris
o covado.
Ditas pretaa a 700, 800, 900, 1*000,
1*200, 1*400 e 1*600 o dito.
Ditos de ores a 800, 4t000 e 1*200
o dito.
Fustoes brancos a 400, 440, 500, 600
800 o dito.
Ditos de cores a 240, 320, 440 e 500
res o dito
Amar da China faaettda de novilade a
400 ris o dito.
Lindss alpacas de corea a 330 rs. o dito.
Lindas lans de quadrinhos 400 rs. dem.
Lines com saipicos a 640 ris o dito.
Lindos setins de damaass a 320 ris, o
dito.
Gurgurinas de listrinbas a 820 ris o
dito.
Z- tiros escoceses a 200, 240 ris o dito.
Crotones para coberta a 320, 360, 440,
a 500 ris dito.
Crep ideo leos a 700 e 1*000 o dito.
Cktnbraia bordada a 5*500, 6*000 e
6*500 a pee a.
Vi'ludilho liso e lavrado a 1*000 o co-
vado.
Dito bordado a retro a 1*800 o dito.
Colohas bordadas a 2*, 3*, 4*, 4*500
5*000 e 6000 urna.
OambraU adamascada a 11*000 a peca.
Toilets para baptisado a 10* e 14*00C
um.
Cortinados bordados a 6*, 7*, 8*, 9*000
o par.
Dito de crochet a 50*000 o dito.
Meias para homem a 2*40(), 2*800
10*000 a duzia.
Ditas para senhora de 3* a 15*, idem.
Guaroiooes de veludt.o bordados a vi-
drilho a 6* urna (alta novidade).
Cobertas forradas a 2*300 e 3* ama.
Renda do JapSo a 200 ris o covado.
Madapoto Gema e Pelle de 0o a
6*500 a peca.
Damasco de 1& a 2*000 o covado. .
Pao da costa a 1*400 dito.
Lencos brancos e com barra a 1*800,
2* e 2*500 a dusia.
Cuales de cachemira a 2*000 e 1*400
um.
Aoquinhas a 1*800 urna.
Fevbaa a 2*. 3*, 4*, 5* 6*, e 7*000
am.
Muitos oatros artigos que v-ndemos com
25 |, da menos do que em oatra parte.
finque da Silva Xoreira
Cafres
*J. rlu* Nuwirtu r cebea e veod< brto por ser
de coeijuiacao tres cofres, prova fo tog> ; na
roa 0 r5o d* Victori I r> 'i*.
itisiiuia piru ho eahfr no c
luecintcnt!!
Invisiveis oom missaugs dourhdas.
Fitas diapaanas y. picote mulUs outras d mi-
dems eores un todas a* largaras
Li-quea diaphanos i '4*500.
Biesi pure, mcs>-UdoB, ceme o branoo beai-
tas caleso**.
C-im para cesaaM 2*5) o 3JW0.
jimmemsjkfm mtm are-aoras a preS-< lie 4, fl.
TaTfc I**).
Datas paaa meaiBas (petit. raae) 4*006.
Rvaita vastadade m .uvas de seda .
Nova satleevko de eucarmgadoB para vestidos e
liesas.
E moitoe ontros artigas qne por sao fatigar as
amaveis leitoras, nao mencionamos, porm, lem-
bramos tambrm urna honrosa visita a casa Pedro
AntunfS A C, n. 63 na Duque de Carias. Ncv i
Esperaoca '_____________________________________
Livraiaento A V.
-andern cimento port'and, marca Robins, de 1"
anfritide ; m. Ci -a dn Apo".-. n. '.'i.____________
Cobrado a venderse
Vende-se o sobrado n. 87 ra da Aurora, en.
frente a ponte d Santa Isnbel ; auem pretender,
pode entender-ae com o errector Pedro Jos Pin
to, na praca do Commerclo.
Enwnlio venda
o
Vende-se o engenho Murici, com safra ou sem
e(la, situado na freguesia da Escada, distante d
re pectiva estaeio aro quarto dslegoa, podead)
dar si'is c invnbos por da, moente isvaats,
tem duna cisas grandes e duas pequeas, e uuia
casa para farinha com suat p'rienc s, tudo se
vend^ p>r mdico prece ; a tratar na raa o Im-
pi-rador n 61, Si' andtr.______^^
EiCitura para senhoras
Brocb-e n k- lados e iournios a |l0.
B -nit is grainp b dourad'* a & 10 ris o maco.
Esplendido sorticn-nto de ;:al("i8 devidrilho.
Grande variedade dn hquea de setim. a 40<0.
Fiisador^s americanos par cabello a 3*000 o
maco.
hetas de p^antasia par cabello.
Bonita C"llcclo"de plisaos a 4<0 ri'.
Brincos. imitacSo di brilhante, 50<) ris.
Aventaes bordudos para criai tis 2*000.
ChHp.m de fustao setim para enancas.
Supatos de meriu i setim idtm, idem.
Meins brancas e do irs, fio de Eocch.
PomHda de vaselina de diversus qualidadea.
Hb< netes fin. s de vaselina e Hltace.
Extractm finaa de Hmaud, Gi rlain e Lnbin.
Liuoaa bolsa* de aunan e vellorio.
Fx-bs de lii pir senhora a 1*8 0.
tH(i-tos Teson.-HS para costor, de 400 ris B 3*000.
Pac< tes de p de. arros a 3' 0 in.
Filas de tudas a qua'ida'iee eores.
Immensa v-.riedade de b"l8es do pbantasia.
E milhares de object pr ni para tornai
senhaj .legHore, e muit's outi s adMprosi
para, as i das f*ilias, wdo por precos admiravel-
mente modieoe.
Na Graciosa
BA DO CBI&SPO N. 7
Uarle A C.
i'flsa.
. ".dem
laque
'DR
Aaquiul*) a 1*;>00,
L'od'. saTtMattHa de
n aaa.
Lindas pulseiras americanas, de 6*, 7*,
9* o par.
dem de 1*, 2* e 6 o par.
Lindos broches de plaqu menean > a 4*.
dem deaenhando urna thesoura, um peire,
a 2* am.
Lindas guarflicSos para toilet, a 12*.
GuarnicSas para camisa, plaqu americano,
garantidas por der annos, a 4* urna.
Carteires para dinheiro, com repartimen-
tos, de 1* a 10*.
dem para letras, mareando os mezes de
Janeiro a Dezembro.
Lindas pastas de couro, chagnn, pellica e
velludo.
Espartilhos de linho a 3*.
Liadas capailas com veos, para noiva, de
8* a 15*.
Ramos de flores de laranjeirs, de 1* 500
2*500.
Boleas para menina, de 3*, 4$ e 6*.
Meiaa para senhora a 10* a duzia, con
palmas de seda.
Lencas de linho em lindss caizas, a 3* o
duzia.
Chapelinas de setim para baptisado, a 6*.
Sabonetes de diversas qualidadee.
Para toilet :
Agua Florida e Celeste,
dem Divina,
dem Osea
Pos de arroz Florida
dem idem Osea.
Fiem idem Regina de Galle Florea.
Para o lenco :
Essencia Rita Sanglay.
dem Ixera.
dem Ada Bouquat de ExposicSo.
BARBOZA d SANTOS
f^chDchaN!
Na artiga casa Uarneiro da (tinha
Admiren.!
Betinetas lavradas, linios padrSes a 280 re. o co-
vado !
Fustoes bmncoe, novos d^seoboe, a &20e 400 rs.
o dito!
Esplendido sortimento de lindas lo para vestidos,
a 400 o 440 rs. o dito !
Cachemires felpadas a 1* a dito 2 larguras.
Mirinos pretoa e de cores a 800 rs. o dito! idem.
Veludilbos de todas as cores, bardados, a 1*000 o
dito!
Cretonea de eres firmes a 240 o dito bom ve-
rem.
Damasco de la, 2 largaras, propero para capas
de piano, a 2* o dito!
Pannos de liados desenbos para masas a 1 *600 o
dito !
Cortinados bt rdados, riqnianmoe, a 6* e 7* o par
Gusrnicoos de crochet para aofe e eadi'iraa a 8*1
Camisas brancas inglesas a 36 a dusia '
Ditas de cretone finas a 24* a dita .'
Seroulaa bordadas a 12* e 18* a dita !
Lencos em lindas caizinbas a 3* a dita !
Meiaa arrendadas para senhoras a 6* a dita I
Chupos pura senhoras e crianoas a 2*5C0, 5* e
6*000.
Espartilhos de couraca a 4* c 5*.
Brim pardo lona a 360 rs. o covado!
lo'em branco n. 6, de linho a 1*500 o metro !
Tapetes aveladados a 12*, 15* e 22*.
Superiores redes com 4 punb.es a 12* e 14*.
Colchas francesas a 3* urna.
Cubertas de ganga, 2 pannos, a 3* !
dem d. setinetas finas a 3*500 1
Lancee grandes de bramante a 2* !
Cambraia Victoria de 10 jardas a 3* a peca !
dem c n saipicos brancos e de cores a 5*, 5*906
e 6*, 10 jardas .'
Madapoioes pelle de ovo a 6*200, 24 jardas.
Camisas e sn'as para senhoras por todo opreco-
Bordados de Cambraias finas a 1* a peca.
Fichas e capas de la a 2*, 4* e 6*.
Sertimento de easemiras, ebeviots e pannos par
precos baratissimos.
Glande deposito de fazendas para os Srs. nego-
ciantes do centro, tendo descont as vendas em
groase.
59-RA DUQUE DE CA XIAS6
PLANO
PAR 4
As loteras ordinarias desta provintiu
-5 -atQtyuT
>_>-_y __fci____df
Em
Apprado pelo En. sr- presidente na niorn
8:000 BILHETES (DIVIDIDOS EM QUINTOS) A 5*000
40:000*00t
1
1
1
2
8
8
16
200.
80
80
800
2
2
premio
>
s
premios

sppr.


500*
200*
100*
i0*
30*
20*
15*
10*
6*
150*
95*
12:000*000
2:000*000
1:000*000
1-^00*000
600*000
800*000
800*000
270*000
180*000
1:200*0(0
800*000
4:800*000
300*000
190*000
( Par-i cmpletar > dezena do 1. premio
( (excepto a sr/rh- grande).
( Par i corapIetr a dezen do 2 premie
( ex ept. a surte de 2:000*000).
( Psru os dous ltimos algarismos nnaee
( do 1. premio.
( P.-ta os dous ltimos algarismos finaos
i do 2. premio.
Para todo o algarismo final do nurne
em que sabir a aorte grandn.
Para o 1 premio.
Par o 2. premio.


40:000*OW
PREMIOS NO VAL'tR DB 26:940*000
DESPEZAD
Imposto gral e provincial, betw^icio, tdo
e commissao eto, 14:060*000
Os premios supi-riones a 20C* 15 /a cnra0 r d'antria.
Recife, 18 de Juako de 1887.
O THE80UREIR0,
Jos Candido de Moraes.
plVERemjPAZ^
PER FU BAHA Fxtn-fint
COBYlOpSIScojAPAo!
.- a- ^ mm
iCI(T18PSiSiJa?-j\ MS.AUM.. aiCORYLOPSISalJAPal
_ .....nCORYLCrSISfta.^l'il j ii_Ji-r..s.CORYIOPSISsiJaPI
sjttiKll61siW8YLeSI^JAVa I fcis........CflRYLOPSISdiJAPll
........MIIIPiSatJAPXOiMiaU......siCORTIOPSiSiJAPil
i
Va^i^r^
Has
V>nde-se urna rasa a geuers alimenOtos,
bem hfieKu-r ..la, r.pri n- (>iincipin'
m>tiv i da v nda p r te de w retiras u _d^ ao poi
c uta de soffiimeni -. p-ie fia da provincia :
tratar na un do Barth Jomen n. 41, das 7 s 9
da manhft la tarr*j____________
Un pretostiperiar
Carlos Sindei P<" e^D'
tina a ven er
rio da Vici ,a n. 48, loja de .Itmute.
Corre a 15 do corrate
Em beneficio da Instru Publica da provincia
Bata lotera dividida em partes
E\lraccoda V parte da i" latera
Bilhetes venda na Roda da Fortuna, me
Larga do K osario n. 36.
Licenciados pela Inspectora de Hygisne do Imperio do Braa
Cnrm rupUlu a eerSa) jsea
lARSEMIATOdeOURO DYNAMISADO
do Doutor ___OI>iasM3I*
da Chloroaa. Anemia^ toda. a. MotaatUa i fj^^jSf^'0^-** "
mais rebaldaa, ltolasUaa ehronlcaa do PulmOes, o., ic.
__-> Ulsanassaj a-oiV %%m atttrtedo o pee- <*-* aaUom-to e-to-m-n
o r-Asea a fuam |-* -_v*cl*.) ^^^ j0 ^^ F46rt4iBr.
Todo frasco que %io trota*;- a Usrca de Ftmrtoa registrla quttndtwrm^es^a^ tfijf#
deve or rtqoroeejnepU reooaada. ^^~^ Sroesct
Aua, vmn-aou oatuar, ra muuamsftimtt, a*. *r
Depositarios em rer*tmmbu<*>: tttAt K. SILVA '.
T3.
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.


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MM
i i -.
8
Diario de Pernambuco--Sabbado 16 ?!e Jullio de

<*5
ASSEMBLEA GERAL
CASAR % DO OEPUTADOS
SESSO EU 7 JULHO
INTERPELLA9X0
Entra em discusslo a interpallagao ao
Sr. ministro da fasenda, sobra o prazo da
execuglo da nova tarifa das alfandegas,
apresentada Da sesso de 28 de Junbo ul-
timo pelo 3r. Pedro B^ltrao.
O r. Pedro Beltro confessa
que vem para esta discussao j desalen-
tado ; o procedimento do nobre ministro da
fazenda, em relaglo ao objeto qua d.-ter-
ihdou a presento iaterpellagao, vinio
Cmara, quando provocado pela imprensa
e por um requerimento do nobre deputado
por Minas, essa gentileza falhou em reb-
elo aos gran les interesaos que se agita
vam ; S. Exc. antecipou-se s reclamag3as
que se iam levantar e pronunciou um dis-
curso, do qual l alguns tpicos : depois o
nobre deputado pela Baha levantou quei-
xas, lendo um telegramma d'aquella prag*.
assim como outro n bre deputado leu outro
da pra9a do Recita no mesmo sentido.
Offereceu esta interpellaglo, corta de
que o nobre ministro se adiantaria em fa-
zer que ella fosse dada para a ordera lo
dia antes que estivesse em execuglo a
nova tarifa; enganou-se, a interpellaglo
discutida no stimo dia da rxecuglo da
mesma tarifa.
O que determinou o orador a usar do
recurso da interpellacao foi o dever de
orresponder s reclara3es do importante
jomraercio t'e Pernarabu o e do paia em
geral, porque nao reputava o interesse do
commercie distincto do interesse do con-
gumidor, elles se alliam.
Mostra que em todos os tempos as no-
vas tarifas das alfendegas n sido postas
em execugao* dentro do um prazo razoa-
vel para que o-commercio acautele seus
committentes; mas esta pratica foi inver
tida pelo nobre ministro da fazenda.
Aproveita o apanbado que a respeito taz
o Jornal do Commercio e que exp3e, para
justificar o que vem de dizer.
Nota que o nobre ministro, que assim
rompau um uso invariavel, logo em segui-
da procurou amparar se cora o facto de um
ministro da Italia; mas sa S. Exc. quena
adoptar essa pratica, deveria comegar pelo
imposto de 5 % addicionaes, ao qual deu
prazo, quando este nao est em reUcao
com a elevago das tarifas.
Entende que o costume faz le e n-
qustionavel que dar execuglo de tarifas
um prazo de 60 ou 90 dias consttue na
especie lei, que o nobre ministro nao poda
derogar ; roas urna vez que S. Exc apoiou
seu procedimento na autoridade de um mi-
nistro italiano, dovia ento proceder como
esse ministro, foi ao parlamento pedir urna
lei nesso sentido e o ministro nlo fez mais
do que executar a lei do parlamento; se
assim procedesse, o nobre ministro evitara
a grave censura da nobre deputado pela
Babia dizendo ter establecido o rgimen
da sorpreza, que o orador acrescentae
da emboscada.
Demonstra que os direitos de mporta-
glo 85o os -elementos qua influem para o
valor commercial de urna praga, que so
bre a base da tarifa que o importador tero
de calcular as uiercadorias que deve im-
portar ; pois, manifest quanto urna brus-
ca altrnelo no regiment da talita vem
affecUr interesses commerciaes legtimos.
Da provincia de P-rnarabuco receb-u
um outro telegramma datado de 30 de Ju-
nbo ultimo, firmado por urna respeitavel
casa commercial, pedindo o prazo d> 60
dias p>ra ex< cuglo da nova tarifa ; n a-
qaella prag* j ha 1uem 1ueira ltV8r,
cocta de poltica o que simptasraante sal-
guardar ulereases lpgitimos.
Quando se tallou em reum3 s de mee-
tinas contra a nova tarifa, notou se que
isso icfluiria de modo desagradavel, porque
parecera que a questao tomava urna face
politi a ; mas o orador deve dizer que o
commercio da cidade do Recita teve o bom
c-uso do inttrrr e o meeting nao teve lu
representegao ao nobre ministro da fazen-
da e n'aquella telegramma que recebsu
acusa-se a roraessa dessa representag'o,
que mais uro documento contra a prepo-
tencia do governo.
Observa que o nobre ministro disse na-
quelle discurso que se espantava que mn
un paiz como este, em que o cambio fluc
tuava constantemente, se fizesse quslao
da diff-renga de taritas que nlo trarlo ao
importador spuab a de 1/3 /> mas isto
juntar a affic<;Io ao afflicto.
Responde t.o nobre ministro, em reanlo
ao prazo e seus inconvenientes, que o pin-
to da questao saber se S. Exc. pode de
proposito inverter a pratica seguida; e
quinto a contracto de longo prazo feito no
rgimen ultimo, os contractadores tm di
reito de se queixarem do acto que Lies
deve trazar prejuizos.
Encontra ainda outro inconveniente : o
commercio eslava certo que, sa se modifi
casse as tarifis, o nobre ministro procura-
ra na classe commercial auxiliares para a
rofor.ra qua pretenda tazer e o commercio
suspendera suas operag3es; entretanto,
essa pratica tambera nao teve lugar.
P.'-ssa a analysar alguna periodos d'a-
quello di'curse do nobre ministro da fa-
zenda, fazendo salientes alguraas contradic-
g3es.
Advertido pelo Sr. presidente de qua j
possou a bora marcada para desenvofvor a
nterp'llaglo, a orador p3e termo s sais
observaos, reservando-se para ouvr o
nobre ministro.
O Sr. F. Felfearlo (ministro da
fszenda): Sr. presidente, comego por
explicar ao nobre deputado, autor da ir ter
pellaglo, o meu procedimento, no qual
quiz ver, nlo s falta de curoprimento dos
raeus deveres de ministro, como tambem
desattencSo para com S. E>x.
Desejaria, poder pravar no seguiraanto
deate discurso, com tanta precislo quinta
neste ponto, a falta de razio do nobro de-
putado.
A ioterpell iglo foi apresentada no dia
28 de Junho ; o dia 29 foi feriado, e no
dia 30 nlo houve sesslo a que tinha alias
resolvido vir para respndela. No dia
1. entrou em execuglo a tarifa. J v a
Cmara que nao havia possibilidade mate
ral de ter eu respondido interpellaglo do
nobre deputado antes d'aquella execuglo.
Portanto, a nica accusaglo que se. me
pode fazer est contida nesta pergutita :
Porque nlo vieste no mesmo dia 1. a
esta Cmara ? t
Senhores, pareceu-me que, nao bavondo
possibilidade de vir eu oqai durante o pra-
zo da nJlo execucio da tarifa, conviria dar
alguna dias, durante os quaes o nobre de-
putado poderia colber inforraac5es so
bre os inconvenientes que se tivessem dado
e pudessem ter chegado ao seu conjeci-
mento.
Discutiramos j depois do facto e mais
habilitados para julgar do acert ou ne
da medid i que adoptei.
Nao bouve pois absolutamente falta, por
qui n) tive outro meio de proceder.
Vou 1er o primeiro artigo da interpella-
r;ao :
Que motivo de ordem publica dater-
minou a dergaco da pratica constante da
nossa administraQo da execupo da nova
tarifa por um iuopiriivel systema de sor
prez ?
Ao nobre deputado figura se que este
um r ginsen nunca cogitado, impossivel de
ser urna opini^, quando, ao contrario, o
rgimen seguiao ltimamente em tolo o
mundo civilisado.
Nao citei saaent" a opiniSo da Itdia;
h pratica de todas as ajBes civil8t.dt8
Especialis* i o caso da Italia porque so re-
feria a um producto aosso importante, e o
exemplo devii ferir mais do que qualquer
outro, mas nao porque fosse este o uoico.
Este systema, que nem digno de u na
opinio, qu i nao se pode quasi imaginar,
, vu proval-o Cmara, o adoptado em
toda a Europa.
Comecarei dizendo ao nobre deputado
que a pr meira tarifa executada no Brasil
com alguma regularidade, pelo decreto de
2 de Margo da 1841, assigtada pele mi-
nistro da fazenda, o Sr. Miguel Calmon du
Pin e Almeida, depois do Mrquez de
branles, teve exeouco imraedistamente,
sem ne.nbum p. azo.
Trouxe copia densa decreto, que julgo
intil lr perante urna assembla que eo-
nheoe to bera a no?sa legislacSo.
Foi, portanto, j executado no Brasil
aquillo que parece to exraordinario
Mas varaos aos povos europeos. Co-
m"9o pela Allemanha, qua teiu mudado
frequentemonte de tarifas neste ltimos
tempos.
Diz a lei de 30 de M c Art. 1." O chanceller augmentar pro-
visoriamente os direitos sobre os objectos
incluidos ns tabellas 6 a 25 e 9, cora-
tanto que nSo exceda as texis j fixadas
ao projecto nu qua sejam fixadas pelo
reicbstag na 2.a leitura da lei.
f Art. 2." A ordem do chancheller ser
inserida na callelo de lcis e entrar logo
era vigor, cessando de produzir effeito des-
de o dia era que o projecto em discussao
adquirir forca de lei ou for rejeitado.
Art 3. No coso do projecto ser re-
jeitado pelo r. ichstah ou retirado pelo go-
verno, restituir-se-hb os novos direitos co-
brados.
t Art. 4." A presente lei entrar imme-
diatamente em execucao.
A ordem de 31 de Margo seguinte ap
plicou a lei e os novos direitos forara arre
cadados desde entilo. A lei definitiva
de 15 de Julbo do 1879.
Cabe aqui, Sr. presidente, justificarme
de urna a^cusagao do nobre deputado
quando citou o caso da Italia e disseabi
toi o parlamento que votan, e eu decre-
tei por rninha propria autoridade.
a Italia e na Allemanha nao se fez o
que eu pratiquei, isto executar a lei de-
pois de votada pelo parlamento ; ao con-
trario, antteipouse a lei do parlamento por
urna lei provisoria para que os direitos
fossem pagos desde logo. Os direitos fo-
rara, pois, cobrados anticipadamente vo-
tayo definitiva da lei.
A lei de 22 de Maio de 1885, do Impe-
rio AlleroSo como a anterior, toi posta
tambem em vigor immediatamente, menos
quanto a alguos gneros.
Na Austria a lei de 30 de Maio de 1879
augmentando os direitos foi executada do
mesmo modo.
Pego licenga a C mar para lr as obser-
vag3es que a esse respaito se fazera no bo-
letim da logislago comparada, tomo 11.:
c La but avou de cette application an-
tecipe d'una tarif non encor vota est
d'empcher la spnalation d'introduira en
masse, pendant la discussion du project,
les produits pour lesquels le droits d'entra
doivent tre augmentes.
FOLHETIM
JOSLARONZA
Se a Russia uSo o paiz mais civisa-
da Europa, paie-se, ent-etanto, trazer
carao examplo o san a;to noata questSo.
O Sr. B-dtrSo : Mas senpre com a loi.
O Sr. F. Belisxrio (ministro da faaeo
da): Nao, senbor j no caso smente de
antecipacSo da cobraug. iL'.tt trata se de
demonstrar o facto de serem as tarifas
exacutadas penas decretad.is como a me-
lhor pratica para o fisco o para o commer-
cio.
Eis, senhores, o systama alop'ado real-
monta.
H uma excepgSo, a don Estados-Uni-
do?. O presidenta Cleveland no execu-
t>u as tarifas iinmodiatameite, annunci.in-
do-as com grande aatecodei ia. Mas, ha
aqui u ib facto especial. N)s Estados Uni-
dos predorainava uma tarifa proteccionista, quasi prohibitiva. Este r-
gimen, sendo modificado, interessava %
todo paiz, porque objectos que nao podiara
entrar iam ser importados. Ora, uma al-
terago t3o profenda no redimen econmico
de um paiz precisava sr annunciada com
antecedencia. Eis a razia parque essa ta-
rifa uito foi executada i nmediatamente.
Este casa na> se d comnosco Assim
possa assegurar que este systema, que p>
rece de sorpreza, constitua boj > o systema
ordinario de todas as nag33S.
Diz o nobre deputado qio isto deu lu
gar a reclamag8as de todas as nossaa gran-
des pragas comraerci-ies.
Dovb lembrar que. a lei foi votada ha
quasi um anno ; no relatorio do ministerio
da fazenda apresantado amara no dia
8 de Maio vm consignadas todas as alte-
rag3-s mais importantes da tarifa ; portan
to o com mercio esta va parfeitamante avi-
sado. .
Foi por este motivo qua durante o pri-
meiro semestre deste anno, avultou tanto
a iraportago no imperio.
O Sr. Bario de Guahy: Exclusivamen
t3 na corte.
O Sr. F B lia ario (ministro da fazen-
da) : Em quasi todo o imperio.
O Sr. Baria de Guahy : -Pega a pala-
vra.
O Sr. F. Belisario (min s'ro da fazen-
da) : Basta que se attenda ronda, aos
direitos cobrados em quasi todo o imperio.
Mas o nobre deputado declarou que
houve feclamaglo das grandes pragis de
commercio, e diz isso nos seus artigas de
interpellaglo.
Rec-bi, na verdade, urna reclamaglo da
Associaglo Commercial de Pernambuco,
quasi idntica que recebeu o nobre de
putado. Respond a essa e a outro tele-
gramma que ma (ai enviado pasteriormen
! te. Foi a uaija reclamaglo f-ta directa-
elevado a mais do dobra, p -las raz3;s que
exped o anno passado.
Esta imposto era da 32 res por kilo-
grammt e foi levado a 70 ris.
O Sr. Pedro Baltrlo: Pego a palavra.
O Sr. Affonao Clso Jnior: -Pega a
palavra.
O Sr. Ministro da Fazenda:A pro
vin da do Rio Grande do Su!, portanto,
na fez raclaraaglo quinta aa praso da cx-
ejugla, fl a p>r outro motivo, e, na rni-
nha opinila, aam razia, porque o seu pria-
cip*l genero, da commercio fora protegido
contra o similir cstrangaro, e esse genar >,
que C'institue a.expartagli exclusiva do
una provincia consuniia pir todas as
outras do Imp'rio. As oatras provincias
do Inperia poderiara queixar-se da piotei-
glo concedida a urna uoiaa.
Assim, Sr. president as daclaragSes
feitaa, slo am favor do methodo qua adop-
inteiro do Brazil a;ji-
tei
o eommrci
orno melhar.
tou o
E' certo qua nlo deveria confundir o
internase ie alguos commerciantes cam o
intTsase do cjamrji. SSo interjsses
individuaes que ficavam prejudicados (apo-
iados). Isto nlo contesto.
O Sr. Bario de Guahy d um aparta.
O Sr. Belisario (ministro da fazeuda) :
E' o que estou dizendo ; alo os interes-
ses de alguos commarciantes, e na o ia
teresse goral. Um jornal desta capital, o
do Commercio, expliou o caso. O exaro-
plo do Jo'nal d'j Commercio serve para
mira ; o caso fai o seguinte: um navio car
regado de sal, qua en'rando ni porto do
Rio de Janeiro, durante os oito das para
a execuglo das tarifas, teve o beneficio de
8:000(5000. Porque tev-> este beneficio
Porque o importador da sal, nlo foi ven-
del-o pelo prego antigo, mas p la prego
qm teria o genero depois do imposto.
O Sr. Alfonso Celso Jnior d um
aparte
O Sr. Belisario (ministro da fazenda):
Porque ficou esta negociante com a quan
tia? Porque o genero teve immadiatamen-
te a elevaglo correspondente ao imposto.
O que quera o Jornal do Commercio, vi-
nha a sr que se desse um prazo maior,
para que outros nugaciants tivessem tara
bem beneficio idntico, ficando assim o
commercio cora o valor do impasto.
Senho-es, quanda se vota um imposto,
sorapra com oonstraogmeato e pela ne-
cessi lada de entrar o imposto para os co-
fres pblicos. O que se quera porra, 6
que o imposto, durante o prazo de tres me
zes, fo se cobrado em benefi-io do neg
civote. Se a differenga durante os tres me-
zes, fossse ao manos em beneficio do can
1803, da grande acaumulaglo de mercado-
ras no Brazil, toi meu fin provar que,
nlo tendo o con mercio um ponto de apoio
para os seus cal autos, angana-sa senpre e
or i prejuizos para si prapro. Assim, da-
do o prazo de 90 dias, 03 negociantes que
calculara ganhar a difFaranga dos direitos,
pois qua elle3 sempre pretendera erabol-
sal-a, apro8sIo se em fazar encaramen-
las. O calculo falha, porque elles nlo
podan mais como nos tempos orlinarios,
cantar com o escoamento natural dos seus
gneros. Dass'arte, como todos os nego-
cianntes obddtuwm s memas suggestSas
de intaresso, procefam toio3 da mesma
manein, vindo a dar-sa grande a-cumula-
glo de moraadorias, ", por consequancia,
eatagoaglo das gneros e baixa do prego,
perdendo aqu.'lles qui julgvam ganhar.
Em 1803 nlo se tratava de novas tarifas,
mas, como nlo havia ponto da r daglo pa-
ra o calcula de importagla, deu-se a mes-
ma accuraulaglo de raorcadari is, 3urgio
a crise que d'ahi ordinariamento provm.
E' esta razio principal porque em todos
os pases, qua citei, sa tm mandado ex-
ecutar immadiatamehte as tarifas, al.n do
interesse lo fisco.
Nlo 8?i se o nobre deputado notou ou-
Ira contrudiglo. Quanto que 0e refere
lei italiana, j disse por qua foi essa lei
votada no parlamento daquelle paiz.
Sentirei umita so ma tive" esquecido da
responder a siguas pintos do discurso do
nobre deputado ; desej .ra tratar de cada
um delles. Pro urarei considerar todos os
que rae pareeeram exigir uma respos'.a ;
mas se algum me fa.tou, o nobre deputado
reclamar e eu direi as explicagSes neces-
sarias.
Estm certo, Sr. presi tent, pelo que se
v*i observando, que o commercio aceitou
a medida como a mais razoavel, e que, se
um ou outro individuo pode acbar-ae pre-
de
Passo a citar a Blgica, que pela lei de
30 de Maio do 1882 autorisou provisoria-
mente a cobranga da tarifas qua forara
executadas no dia seguinte.
Es-aqui as pal a vr is que I vio na mesma
obra :
Cette l oiavait pour but djouer an-
tant qua possible les maneiv-es das ap-
culations qua en previsin des augmenta-
tiuns ann jn. -s, faisaient entrer en Belgi-
que des quantits considerables de mar
cbandises tin de bnfiaier de l'aart
entre les taxes actuelles et les nouveaux
droits.
E n Franga a lai de 7 de Maio de 1881
lambe u foi executada no dia seguinte ao
da promulgagSo e do mes-no modo as de macj0 0 R0 Grande do Sul, nlo se refe-
27 de Fevereiro de 1882, do 28 de Margo re Ab80|utmente ao prazo da execucio.
de 1885, de 29 de Margo de 1887. Anda A provincia do Rio Grande do Sul in
POR
lACgUES D FLOT E PEDRO MAEL
i :vri p,ibtk
CAIIUIvV
(Cmtinuago Ja n. 159
V
Carmeu respirou.
Maximiliano ainda devia estar vivo.
Varaos l, dissa Larooss, cui vez de
zangar-so, reapdad*-ae .o u calma : Onde
d< ixou o deutor ?
Diga ant-s qua ,i lia quem oosdei-
xou quan o sabio da Australia.
T. vot de ot8e sabio com Nad ?
iOlla peiisou e respondeu lentamente :
Dapois do negocio de WiHiaos:
. aegou tila.
Elle a interrompeu :
Que- negocio ?
Hila o iit-.u, depois sorriu .
E' verdade! Vo. na poia adici-
nhar isso.
Ella ento contou ao pirata o incidente
do porto de Melbourne, o ncontro con a
sltandega, luta de Maximiliano vota S' I
e a sua eVaso das ralos das pira.i.
Caramba I oxrlamou o hespanho
iba que ludo isso umita grave, C*r-
"aoen. Eu bem descaijtiavn qua o doutar
aindi) eetava vivo, porque tinha tran,
, :nasigrior.-va em que coodigSes pdJe logir.
E depois ?..
Depois '! Compreheade que depois
'raa tal aventura, sua gente s re-
Uva desapparecer.- Depois, o naviainglez
caga ao seu yacnt. Pola vo. gibar-
se de pusauir um magnifico nana I Mel-
lemos a chalupa a pique, a em tres horas
tinhainos perdido de vista o inglez. D>s
dias depois desembarca nos noite nt. ba-
ha de Botany. John Harlett precisava
tornar a t> uar o seu nome de Ned Ilobson
para representar o papel de procurador do
banqueiro Lewis Jubb.
E' verdade 1 disse Laronza pee sati-
vo. E a cirtaaa foi boa ?
Muito boa, meu caro. De gragas
sua es'.r. ll-i, Maximiliano em pessoa valtou
a Sydney, para transigir. Bem entendido,
foi outro quem desempenhou o papel de
Ned. Ora, nessas circumatancias escapei,
sem o saber, de ser nforcada, em conse-
quencia de denuncia dada pelo homam a
quem amo.
Laronza f! a narrar o episodio de en-
contr dramtico de Maximiliano com Ned
no becco de Sydney.
E foi por amor de vo. que elle poupou
os outros.
Oh ixurmuruu ella com tristeza, di-
ga antes por Lonpaixlo.
De sarte que nlo tornou a vel-o?
- Nlo! Eu soube que elle tinha sabi-
do de Melbaurna. Voltei para esta ida-
de, resol vendo Ned a acoropanhar-me e
viemo3 03 dous pelo vapor de Singapoor.
O pirata tinha v-iias vezes enxugado o
suor que lf e humedeca a fronte.
.Vliuha querida, disse elle visivelnen
te preoecupado, tr.iz;nlo Ned Hobssn, vo-
. commett-u dpas imprudencias fortaida-
veis.
Du-is imprudeii.ias I Como assim ?
E' muito simples .- a priraeira, pri-
vado-rae do rr<-: bra;o direito l, do ni-
co homaoo, cuja as ordada nlo discuti-
da, depois d.a micli. ; a segunda, parque
oa de ser preciso acauitel o.
Vote o esconder. E depois quem o
ronbet
- Nlo am hooacm asain.
v*o eacsodfc-BS bam.
- Oh I eu, is&a sutra cous. Os que
me coobeoein no !> iiote, nlo me cenhe-
.em no O a nica potaos
qae ri coobec ^reJo temivel.
A mu;a sen fri.
CJ ie qtiw i:i ? perguntou ella.
Elle ez Iha siga ifl se tomasse asen-
tar.
thig < oos os factoa e exa-
nj3 tou .iuiaagas do catastro-
pues que *a ^ m lisa sobre as nossas
caberas-
O que ma doutor tranquidia-
d9 e inquie:a-me m mesmo tempo. Iran-
r.iente ao ministro da f^z-nda.
O Sr. Beltro: -Da Bahia, do Rio
Janeiro, do Rio Grande do Sul.
O Sr. F. Belisario (ministro da fazen-
da) :Da Bahia, depois da leitura que fiz
dosjornaes, vi o telegramma apresentada
nesta cmara pelo nobre deputado repre
sentante do Io districto daquella provincia.
Mas, senhoses, a Assocuglo Commercial
do Rio de Janeiro, qua se nteressa por
todos os aaauraptos, qua orglo do com-
mercio e soli-ita em ?ua defeza, nada
reclamou.
O Sr. Alfonso Celso Juuior : Reclamou
a imprensa.
O Sr. Ministro da Fazenda : A recla-
citareire o caao da Portugal, com a lei 'do
27 de Margo de 1882, que tambem en
trou em exacuglo immediatamente e o da
Russia com a lei de 4 de Julbo de 1882.
Esta lei foi tambem executada immediata
mente, mandando o ministro por telegram
ma para todos os pontos da Russia a or-
dem para entrar em immadiata execuglo.
O Sr. Affonso Celso Jnior :Na Rus-
sia nlo admira.. .
O Sr, Pedro Luis :-fi' talv.z mais
bem administrada do que nos.
O Sr. F. Belisario (ministro da faaenda):
O nobre deputado ba de pormittir que
tome o seu aparte como um gracejo.
quillisa-me, porque a asa ausencia d-noa
tempo para nos preparar. Inquieta-aje,
porquo se o doutor ainda na ebegou por
que parou algures, se nlo morreu, o que
nlo verosmil.
Ora, se nlo morreu, se parou algures,
nlo foi sen motivo. Agora, onde parou
ella ? Eis o que nlo temos tempo de iu-
dagar e que tambem de nada nos servira
saber.
Interrorapeu-ae e rrflectio.
O mais urgente, tornou elle, dissi-
par as suspeitas. As suspeitas mais lerai-
veis neste momento slo as de seu pai, Car-
men.
De meu pai ? exclamou a moga atto
nita.
Sim, mas anda slo muito vagas.
E' preciso fazel-as desapparecer. Voc ha
de escrever-lhe hoja mesmo, dizer-lhe que
estimou a resolugo, que elle tornou, de
mndala buscar, e que vot est se pre-
parando para ir vel o em Pariz.
Ah ento pretenda mandar-raebus-
car ?
- D'aqui a oito dias.
Carmen na pede deixar da mostrar a
sua satisfaglo.
Pobre pai I Querido e bom pai I Elle_
entlo nlo saba nada ? Ainda me ama ?
Oh I que felicidade tornar a vel-o I Vou j
escrever-lhe.
- Espere tornou Laronza. Ainda ha
outra oousa.
Outra cousa. Que entlo ?
Para a sa seguranga, para a sua fe-
licidade, preciso esquecer estes dous no
m-s Lswia Jubb e Jos Laronza.
Ah I hei de esqueotr esees nome3.
E' preciso, tambem, que me veja pela
primeira vez, quando seu pai me apresen-
tar.
Ella o fitou.
Essa barba e esses cabellos ruivos, entlo
tnbam a sua explicago.
Bem, disse ella, nlo o hei de reco-
nhecer.
Em caso nenhum, insisti o bandi-
do.
Em caso nenhum, respondeu Car-
men.
Ouga ainda. Vou dcixal-a. Voc de-
ve pausar mais dous dias em Marselha.
Voces hlo de inacrever-se, voc e Ned,
com os nomes de snbor e senbora Hb.
E' o nome da sua tia.
Est entendido. Depois ?
com.nodou se por julgar elevada a tarifa
ep-eial, e porque na julou bastante ele-
vados es dire'Oee sabr o xarqse estran-
gtro.
O Sr. Joaquim Pedros Pela augmento
do imposto do sal.
O Sr. Miaistro da Fasenda : Respon-
d a um dos deputados daquella provincia,
que me deu coohecimento do telegramma,
que a tarifa especial tinha sido conserva-
da pTfeitamente, e o augmento que havia,
era proporcin! aa aug oento geral, guar-
dando as differengas antenores.
Quanto ao impasto do xarquo, elle foi
Nestes dous dias, u a bomem ba de
vr buscal-a aqu para lav.l-a estaglo.
Esse hornera um personagem muito 00-
nheciio em Pariz, o chafe immediato de
seu pai, o Sr. Stephan Rauval, fundador e
director da casa Stephan Rauval & C.
Bem I E que deverei eu fazer ?
Nada, 80 acompanhal-o, sem dizer
palavra. Trate-o, a principio como estra-
nho, depois como amigo. 0 Sr. Clanos e
Pacheco mora no palacete do Sr. Rouval e
para l que voc vai.
Comprebendeu bera-7
Comprebendi bem, respondeu Car-
men.
- Nesse caso, at mais ver, minha que-
rida. Saia pouen, e sobrotudo nlo v pa-
ra o lado do caes. Esta tarde chega um
vapor das Messageries. O doutor pode es-
tar a bordo.
El';, estremeceu. Maximiliano to parto
della, talvez Oh se se podesse vel-o, fal-
lar-lue quando elle desembarcasae l
* Essa idea apoderou-se do sau espirito.
D'ahi era diante nao pensou s-dSo em
ir para a ponte de desembarque.
Ora, ella tinha vindo por um paquete in-
glez de Singapoor. Era, com effeito, em
Singapoor que ella tinha encontrado e de-
pois perdido os vestigios ie Maximiliano.
Ora, nada era mais normal do que o cal-
culo, segsndo o qual ella suppoz qne o don
tor tinha eb gado a Mara.lha quinza dias
antes della.
Infelizmente, para tila, o seu calculo
foi inexacto.
Uma bora depois, ella eatava informa
da.
O V'por das Messageri< fazia uma qua
renteoa de vinte e quatro horas.
Portanto, suppondo que Maximiliano es-
tara a bordo, nao poria pos 00 c?s da Jo-
lietta senlo no momento em que ella, Car-
men, entrara no trena expreso de Pariz,
Lylo e Mediterrneo.
A moga pensou em tudo isso com pro-
fundo desanimo.
Mas consolou se com a idea de que era
apenas um adiamento.
Iodo ella para Pariz, nfo tornara a ver
Maximiliano na capital. Nlo faltara occa-
silo.
Ao mesmo tempo lembrou-se das pala-
vras de Laronza.
Que signioavam essas palavras ?
Seria realmente possivei que Clanos tf-
tribuiute, nao haveria duvida; mas bene-
ficia sraente aquellas, que esto no caso
de t'iT essa especulaglo.
Portanto a reclamaglo, de que os nobres
deputados tarara a echo, foi daquelles ne-
gociantes que, contando com o prazo, conta
vara com o beneficio, e nlo. vendo realizar
se queixam-se. Mas o imposto nlo vo-
tado, para que o beneficio seja recolbido
por algunas pessoas
O nobre deputado fez um histrico da
execuglo das tarifas, dizendo que tf dos
derara um prazo, inclusivamente o actual
o actual ministro. Assim, referio-se ex-
ecuglo da taxa addicional de 5 t. autori-
sada pela lei de 28 de Seternbro de 1885,
em favor da libertaglo dos escravo3.
Este assumpto tai dismtido longimente
em o anna passado, n98ta e na outra c-
mara. A razio da demora de que me ac-
cusou o nobre deputado por Minas, em
aparte proveio de que surgiram difficulda-
des na execuffto, e tive de ouvr o conse-
lba da Estado, e depois de fazer um re
gulamento p*ra execuglo do imposto. Sen-
do elle um onus qua se 1 .ngara sobre a
uuiversalidade dos orasileiros pira an tm
humanitario, mepireo) que devia recs-
hr no mesmo dia em tolos.
O nobre deputado oitou varias contra-
dig3:s raiahas no discurso que profer. Des-
culpe-me S. Ex*, qua Ih>. diga : ata cen-
sura provm da falta da attenglo s rainh is
palavras.
Quando trouxa o facto decorrido em
judicado nos seus clculos de lucros, ne-
nhum tai realmente prejudcado ; em ge-
ral o onmeroo deve julgar e julga o mais
convenante este systama que hoje se pra-
tica em toda a parta do mundo.
E' o que tinha a dizer. (Muito bom.)
O Sr. BarSo de -uahy sent
nlo poder seguir em todos os pormenores
a interpellaglo do nobre fleputado por Per-
nambuco e a resposta da ia pelo nobre mi-
nistro da fazenda, porque a bora se acha
adan tada.
Antes, porra, de entrar na discussao,
deve fazer corapiehender qual a sua inter-
venglo neste debate, que nlo pode ser se-
nlo a do represantante do commercio, a
quem foi submettida uma representaglo ;
s e exclusivamente. J se v que nlo se
lhe aove dar o alcance que alguna nobres
deputados querem comprehender : a repre-
sentaglo do commercio da praga da Bahia,
bem como a da praga de Pernambuco a da
do Rio-Grande do Sul certamente devem
merecer toda a attenglo do governo.
(Contina)
VARIEDADES
vesae cunhecido o projecto singular, ridi-
culo, de c>sal a oro o doutor ?
Carmen dase da si para si qua, afin-1
de coatas, nlo havia nada de singular nem
de ridiculo no projecto que tanto a sorpre-
hendeu. .
Era muito natural que ella se adrai-
rasse.
Ella voltava da ama viagem aventurosa
pelo mundo, viagem das mais accidentadas,
das mais teopestuosas, durate a qual o seu
destino esteve vinte vezes emmaranhado
com o de Maximiliano.
Tudo indicava que o velho Clanos ig-
norava at entle qua a filha tinha se au-
sentado ile Marselha.
Poda, pois, ter fundado nella as suas
esperangas.
Tinha o direito de suppol-a innwente e
pura como na infancia, de sonbar para
ella- urna dessas felicda les ohiraericas qua
todos os pas sonhara para os rilaos.
A tallar a verdade, Carmen nada sabia
da posico do pai.
Por muito terapo ella o suppoz um in-
dustria rico e honrado, brigado com a fa
milia e retido em Pariz p 'los seus nego-
cios
Quando Laronza a procurou como ami-
go da Clanos, quando abusnu da sua igno-
rancia, surgiram duvidas no seu espirito.
Sau pai, o homem honrado que ella res-
peitava tanto quante amava, tinha", entlo,
relajo -8 coro bandidos reconhecidos, taes
como Laronsa ? A isto, respondeu a si
meama, que se Clanos oonhecia o segreJo
do pirata, era talvez do mesmo modo que
o juiz sabe o segredo do armiooso.
Elia nSo receiou manifestar esse pensa-
miento ao seu temivel amante.
E, ou porque respeitasse a sua igaoran-
cia, ou porque titease receio do velho, La
ronza nlo disse uma palavra que pudesse
dissipar essa ignorancia e esclarecer essas
duvidas.
Carmen, pois, tinha conservado a illu-
slo.
E tanto a tinha conservado, que quando
despedio se de Laronza em Sydney, ella
o tinlsa encarregado de dizer ao pai que
tinha morrido chei* de respeito e de amor
por elle, cheia de remoraos pala falta que
tinha commettido.
E' eacusado diaer que o bandido nlo
disse ao velbo uma ? palavra dessa com
mnoioac&o intempestiva.
Caanlos de cont radlcco
(Concluslo)
Ser obrigado a dar uma carreira pela
ra do Nao ter de louga nam um pires o
morar na ra d Pires.
Chamar o ferreiro para por oa chave
una*>lirigu*ta e morar no boceo da Lin-
guete.
Andar limpo, como Deus quer as
almas e morai no becco dos Porcos.
Andar direito, que nem um fuso pela
ra da Roda.
Soffrer spleen na ra da Alegrim.
Ser ob.'igado a tomar um banho na
raa dos Queimados.
Andar s cabegadas de nota na ra
do Pharol.
Nao gostar de padres, e nem de pei-
xea a morar na ra de Bispo Sardinha.
Ser gordo e morar na rui das Ossos.
Ser turbulento e morar na ra do
Socego.
Ser fri, que nem gelo, e morar na
ra do Fogo.
Pelo contrari', quando tornou a ver a
moga, disse lhe qua Clanos nada sabia.
Comprehade-Be, pois, a alegra da moga
lembinlo-se que vera o pai, tendo certeza
de qua encontrara nos seus bragos o aper-
to consolador do amor paterno. Consola-
va so assim de ter de sabir de Marselha
antes da volta de Maximiliano Arband.
E quaato a eas; casamento impossivel
ella sorprenda-se, acreditando neila e espe-
rando, diz indo de si para si que, afical
de contas, o pai poleria vencer diffi.-ulia-
des que pira elle nao seriam insuporaveis
Assim, o 3'U ooraglo pulava da alegra.
Foi nessa disposiglo da espirito qua ella
achou se, ious dias mais tarde, na esta-
glo, hora da pariida do expr03so.
Stephan Rouval a tinha avisado de
que l a esperava.
Os dous viajantes installaram-se em um
compartimento e tomaram alegremente o
caminho de Pariz.
Ned Hobsou, depois da sua con/ersa
com Carmen tornou o expresso. Chegan-
do a Pariz foi para o hotel Helder, onde
mandou-se ins rever cora o neme de Joba
Harlett.
Cora eff-ito, o yankee igaorava que La
ronza tinha noticia da sua desob;Jiencia, e
como o nona de John Htrlett era s co-
nlieci lo por tres pessoas no mando, espe-
rava que os fareja lores do seu pttro alo
conseguiram deseobril-o. O que o obriga-
va a mular assim de nome, era saber que
Clanos, pii de Curmao, tinha uma lista
do estado maior do pirata.
Durante dous dias, o immediata de La-
ronza ficoa oceulto, nlo sahio. E npregoa
o tempo n?, elaboraglo de um plana cuja
execuglo devia induzir o pai de O ir.neu a
conceder-lhe a mo da filha.
O araorioano pesou tangamente os seas
meios e as suas probabilidades. Dis3e do
si para si qua, empenhado como est tva,
nlo polis mais voltar atrs. Previa as
difficuldade8 que sem duvida surgiriam.
Encarava os pergos terriveis em perspec-
tiva, a colera, o odio do patrio, qua uo
hesitara em desembaragar-se do seu tener-
te, no dia era que prcebesse qua o liona*,
trahido.
Mas tinha tanto amor no eoraglo, Unta
f na sua energa e na sua estrella, lenio
se deixou fluir pelas aonsequancias, quo
a sua razio present", da sua empresa
terrivel. (Continuar-sena)
Tvp |do Diario ra Uwue de Caas n. tt.
1
s

I
latirfl


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