Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19106


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Full Text
m.....'i '" ni< ni i !..
LliJi OMiy 15
F
PARA A CAPITAL E LI;ARF4 OARE SAO HE PACA PORTE
Por tres meses adiantados............... 6|J000
Por seis ditos idem.......... ...... li^OOO
Por um auno idem................. 230000
Cada numero avulso, do mesaio dia............ 100
DIARIO DE
QllAm-rHEA 13 DE JIEO DE1881
PARA DENTRO E PORA DA PROTOOIA
Por teis meses adiantados..............
Por ncve ditos idem................
Por itm anno idem................
Cada numero avulso, de dias anteriores..........
130500
20,J000
270100
*100
NAMBUGO
Prflpriefcafc* tu JlanoH fruncir a ht Jaxia 4 Styoz
Os Srs. A me lee i'rln *,e it C
ie Parla, os nossos agentes
exclu!vos de anuncio* e pu-
bllcacoes na Franca e lagl a-
terra
TELEGRAMMAS
BH9 ?A^TIC7LAB SO SUBID
RIO DE JANEIRO, 12 de Jullio, a 4
horas e 25 minutos da tarde, (tecebido
s 5 horas e 20 minutos, pelo cabo sub-
a arino).
Budie boje nenio na Cmara doi
Depafados.
O Dr. Pedro da Cimba Beltro apre-
genton um reqaerlmento. rnja dls-
pumiiii leon adiada por baver pe-
dido a palavra onlro depnlado, pe-
II mi o informaron* relativamente a
cania* do adlamento da elelrao de
ii m rereador da Cmara Municipal
do Be rifo.
O Baro de Coteglpe. presidente do
connelbo. responden 6 Interpella-
co. que fol fundamntala pelo aeo
autor, o conaelbelro Francisco tnm-
nen Maclel. annunciada em sesso
de 4 do rorrente, e que tlnba por
um Haber Me o actual a-overno tem o
necessario prestigio para continuar
a merecer a conflanca da naeao.
Sob propona do Dr. Soaso Celao
de Assls Figuelredo Jnior fol con-
signado na acta um voto de peaar
pelo falleclmento do Dr. Jsr Joa-
qulm Taiares Belfort. lente catbe-
dratico da Faculdade de Direlto do
Becife.
O consol h or o ministro da agricul-
tura anab de ordenar a redcelo
de */ sobre a taxa dos telegram -
mas. que forem expedidos em ser
vico da Imprensa.
:u?I}i U 4lA 24 VAS
DAKAR, 9 de Julho.
ss. un. o Imperador e a Impera-
tris do Brasil ebegaram boje aqu
a bordo do paquete francs GIRON-
DE. SS. MM. acham-ae de perfelta
aaude. S. l. o Imperador nao en
Joou. tem bom appetite e est mu
to sallsfelto da vlagem.
RIO DE JANEIRO, 11 de Julbo, s 7
horas e 5 minutos.
O Ein. Sr. Bardo de Coteglpe de-
clarou boj o no *enado que o Braall
lomar parlo a K.vposleo Univer-
sal de Pars de 188t se cata expsal-
eo nsto livor aracler poltico.
RIO DE JANEIRO, 12 Je Jubo, s 5
horas e 00 minutos.
partido conservador at agora
anda nao apresenton candidato a
elelefto senatorial da provincia do
Blo de Janeiro que deve reallsar-se
no da 19 do corrente.
BUENOS-AYRES, 12 de Julho.
E' provavel que por estes das seja
decretado um augmento de direlto*
da Alfandega sobre asauear, taerva-
mate e vnhos*.
i
CATANA (SICILI\]Bl2 de Juiho.
O cbolera-morbus
sua apparico a
lados at boje
ba de raser
oran asalgna-
caaoa.
LONDRES, 12 de Julho.
As grandes potencias da Europa
nao couseguem ebegar a um accor
do sobre a nomeaco do principe da
Bulgaria.
Agmoi!>. Havss, filial em Pernambuco.
12 de Julho .se 1887.
TIRNOVA, 12,*e Julho.
A sobranib nao acceitou a demlsso
do eonselbo de regencia da Bulga-
ria.
PARS, de Julho.
Wa Cmara dos Deputadoa os radt-
eaea dlrlglram urna laterpellaco
ao governo a respelto de ana polti-
ca Interna.
A dlaeusso d'esta InOrpollaeo
termlnou se pela votaco do ansa
ordem do da pura e simples por *S*
contra ItO votos pelo que cansa -
grou um verdadelro triumpbo ao
ministerio Bonvier.
1NSTRDCC0 POPDLAR
BIOLOGA
(Extrahido)
OA BIBLIOTHECA DO POVO B DAS ESCOLAS
AS LEIS D4 OBCilXISAC.lO
( Con limiofflO )
Q lando ba urna certa dependencia roaior ou me-
nor entre os individuos componentes, morph ologi -
eos e pbysio'ogios, d-ae o estado de individua-
lissco denominado cormas.
Q'lando, pmfim, ha entre es elementos compo-
nentes ama completa e absoluta dependencia, a
individaalidade resaltante toma o nome de peosoa.
C mtado estes tres modos de sr nao teem limi-
tes bem demarcados e passam de una para outro j
por transices iasensiveis.
Vejamos agora em que consiste a snperioriedade
e inferJoridade de organisaco. Observando su-
perficialmente a escala dos seres parece-nos que
a escala zoolgica estabelecida dcveria iuverter-
se ; com efleito a monena e os organismos rudi
mentares, manteem se constantemente, adaptndo-
se com facilidade a todas as variacoes do meio,
emquanto o homem. collocado pelos zologos na
parte superior da escala, extremamente maia
difficil em acclimar-se, e necessita preservativos
artificiaes contra as aeces do meio em que vive.
Mas, nao esse o caracterstico por que devemos
guiar a nossa apreciadlo. Sabemos que ama ma
china tanto mais perfeita quanto maior o tra-
balho produzido em um dado tempo.
N >s organismos deve dar se o mesmo. Sabe-
mos j, que, medida que a complezidade decom-
posico das formas orgnicas vai augmentando,
augmenta com ella a quandade de trabalho pro-
duzido, a que damos o nome de energa vital.
Na verdade, se o trabalho producido por urna
forma viva, '.a a ana energa vital, a accumula-
co ou somma das quantidades de trabalho pro-
duzidos pelas formas suas antepassadas, conclue-
so a seguintea lei, que deve guiar nos na determi-
nado do grao di superioridade de urna forma :
A superioridade de urna forma depende da quan-
tidade de trabalhj, su energa accumulada pelos
seres que Ihe deram origem.
A superioridade orgnica consiste na maor pos-
sibihdade de movimentos. E duas causas prnci-
paes a determinam :
i* Conquista de tempo,Uto a distancia a
que a forma dada sa encontra da primitiva forma
que lbe deu origem ;
2* Conquista do ospaco, determinada pelo maor
numero de elementos que a "^inpoem.
Por sso o homcm est collocado no alto da es-
cala zoolgica ; e se nelle faltam apparentemente
os fortes elementos de energa, que se manifeata
em grao muito mais elevado nos movimentos diver-
sos de outroo animaes, porque no homem esses
movimentos, em virtude da le de equilibrio das
energas faneciooaes, cederam grande parte da
sua energa, para darem lugar miniiestaco des.
se ul'imo resultado das condensares successivas
do movimento vital, que se chama pensamento,
As faculdades pbysicas subatituem. no homem
as actividades diversas existentes em cairos ani-
maes, e que Dai elle poseue em to elevado grao.
(Continua)
?ARTE OFFICUt
Goverao da Provincia
EXPEDIENTE DO DI i 18 DI MAIO DE 1887
Acto:
O presidente da provincia attendendo ao que
r.qneren o 2* tabelli', escrivo do civel, com-
mercio, crime, jury eexecuco.-s e oficial du regi-
tro de bypot beois do termo de Palmares, Augusto
Ber nguer de Almeidi A'coforado resolve conce-
der-lhe 3 mezes de licenca para tratar de sua
sade devendo o peticionaria entrar no goao da
referida licenca no ptazo dj 20 das.
O pr<;8idenc* da provincia attendendo ao que
requereu o tabellia > publico desta capital major
Jos Bonifacio dos Santos VIerguIhJo, resjlvs pro-
rogar por 3 eses a liednea, em cajo goso se
acna.
O presidente da provincia attendendo ao que
requereu o teneite da 4* comp^nhiado 6 batalhio
do servico activo da gmrda nacional da comarca
do Becife, Rodolpbo X ivier de S. uza Fonseca,
resolve, de contormidade oom a informacSo do res-
pectivo commindante superior de 4 do corrente,
sob n. 321, conceder ae peticionario 8 meses de
licenca para tratar de negocios de seu particular
interesse fra d'esta provincia.Communicou se
so commandante superior.
0 presidente da provincia attendendo ao qae
requereu o alferes da 5a companhiado 11 batalbo
do servido da reserva da guarda nacional das co
marcas de Olioda e Igaarass Adolpho Baptiat -
da Silva e ten lo em vista a informacio do com-
mandante superior da guarda nacional da comarca
do Recife, de 4 do corrente, sob n. 322, resolve
designar o 2- ba'albo do mesmo servico para o
supplicante ser a elle aggregad). Communicou-
se ao commandante superior da comarca.
O presidente da provincia di conformidade
com o dispoato no artigo 73 do decreto n. 72 de
25 de Outubro de 1850, resolve designar o capi-
tao da Ia companhia do 23- batalhao de infantina
do servido activo da guarda nacional, da comarca
de Caruat, Joao Francisco Pontes para servir de
capito commandante do referidj batalhao. C >m-
municou-se ao comnandante superior.
Officios:
Ao inspector da Tbesouraria de Fasenda.
Com o ofScio de 16 do corrente, sob n. 287, sub-
metteu V. S. deeis&o deta presidencia a mate
na dos de ns. 19 e 20, datados de 12 de Abril, os
qaaes lbe ioram dirigidos pelo collector das ren-
das geraes do municipio de Qaranhuns, e ora de-
volvo, como V. S. solicita.
O 1' refere se a terem sido matriculados os es-
cravos, Severino, de JoSo Domine, italiano, e Dio-
nizia, de Joo Gomes de Mello D, aquelle em vir-
tude de certido exhibida do livro de averbaedes,
e este em vista da propria averbacao.
Sospeitando, porx, o dito collector que taes
averbacoes baviam sido feitas na ausencia da ma-
tricula ou certido d'ondc poderla resultar d mi -
nnir-se a idade desses eecravos e serem averbados
individuos nao matriculados, solicitou tnformicoes
de outrao coilectonas, entre estas, da de Fl ires,
de cajo livro de averbaces, constava ter sido o 1-
matriculado, e da de Atalaia, na provincia das
AUgoas, ebegando-se ao resultado de que esta es-
tar matriculada com um anno menos de idade.
Da informaco prestada pelo collector geral de
Flores \-se que urna escrava, de nome Joaquina,
e nao Severino, est matriculada com o n. 695
O 2." officio refere-oe a ler Mauricio Lipas L matriculado a 29 de Marco ultimo os escravos An-
tonio e Mara, ambos comprados n'aquella provin-
cia, servindo de base matricula as escripturas de
compras, d'onde nao ecusta a filiaco dalles, quando
as relac5es apresentadas deolarou-se que a filia-
9ao era desconhecida.
Quanto ao 1 panto declaro que o collect t de
Garanhuns deve exigir do senbor de Severino prova
da matrcula anterior, j que este nao foi matri-
culado em Flores, miircand) para issj praso regu-
lar, fiado o qual dever dar certido negativa, na
forma de 1. art. 7. do regulamento n. 9517,
annullandc-se a matricula fe'ta.
Quanto a Diomsia, dev r fazer a precisa aver-
bacao, dando lhe mais um ann-j de idade.
Qaanto aqaelle ponto, a pequea divergencia,
que se nota, nao motivo de duvida.
Ao mesmo.Attendendo ao que solicita a
junta classificadora de escravos do municipio desta
capital em officio de 12 do corrente, sirva-so V. S.
de providenciar para que mesma junta sejam
prestadas informacoes sobre a matricula dos escra-
vos, constantes da reUc > junta, com declaradlo
dos nmeros de ordem, quer desta, quer da antiga,
com idade, estado, filiacao, moralHade, aptido, e
quando matriculados ; asaim como si esto matri-
culados filhos ingenuos dos escravos mencionados
no dita relaco; quaes os nomes deses, idade, cor
e data da matricula.
As ditas informaeScs podero aer verificadas nos
proprios livroo presentes da junta, pelo agente fis-
cal, que della faz parte, na forma do art. 28 do re-
gulamecto n. 5135, de 13 de Novembro de 1872
Communicou-se a junta classificadora de escravos
do municipio do Recife.
Ao mesmo. Para o fiel cu i primento dos
S3 3.o e 4.* do art. 13 do regulamento n. 9517 de
14 de Novembro de 1885, sirva-se V. S. de provi-
denciar afina de serem remettidaa pelas respectivas
collectorias Secretaria desta Presidencia, com a
possivel brevidade e devidamente organisados os
resumes das retacos de matricula e arrolamcnto
segundo os modelos G e H do citado regulamento.
Ao mesmo.Communico a V. 8. para os fins
convenientes que o juiz municipal e de orphaoa do
termo de Nazareth, bacbarel Mancel Cabral de
Mello reassumio no dia 16 do corrente mez o exer-
cicio de sea c*rgo.
Ao mesmo.Para os fino convenientes, com-
munico a V. S. que o juiz municipal e de orphaoa
do termo de lpojuca, bacbarel Feliciano do Reg
Barros Araujo deixou o exercicio de seu cargo pir
ncommodos de sade no dia 10 do corrente mez
reaasumindo-o no dia 17.
Ao mesmo.Recommendo a V. S. que man-
de entregar ai thesoureiro da Santa Casa de Mi-
sericordia do Recite, commendador Joaquim Fe-
lippe da Costa, a importancia que existir em de-
posite nessa Tbesouraria proveniente do imposto
de 15 |0 do capital das loteras extrahidas cm
beneficio dos estabelecimeutos a carga da mesma
Saota Casa.
Ao Dr. juiz de dir ito do 2 districto cri-
minal da comarca do Recife. Para os fins conve
nientes e devida exesuco transmiti a V. S. co-
pia do aviso do Ministerio dos Negocios da Justi -
(a de 4 do corrente mez, e a da sentenca pela
qual o jais de direito do Io districto criminal da
capital de S. Paulo julgou o decreto de 8 de Abril
prximo finio,em vista do qual foi perdoade da
peni de gales perpetuas o reo Frederico Ctbrin-
da, condemuado em 24 de Setembro de 1846, em
face das deciioes do jury 'aquella capital.
Ao inspector da saude do p.rto. Para os
devidos efFeitos communico a V. S., que do Exm-
Sr. ministro e secretario de estado dos negocios
do imp rio recebi hontem o seguinte telegramma:
< Deve ter livre pratica navios procedentes das
repblicas Argentina e Uruguay, sahidos depois
do dia lo deste.
Ao inspector do Tbesouro Provincial. -De-
claro a Vmc, para os devidos efieitos e em solo
cao dos seus offici s de 5 e 12 do corrente mez,
sob ns. 602 e 616, que fica approvada a arremata-
ba feita por Joo Rodrigues de Moura do forne-
ciment de cem capotes pira a guarda eivica, pe
10 preco de 26990 cada um e mediante as demais
condices estabelecidas no termo do contracto pro-
visorio, que devolvo.
Entretanto csnvm que d'ora em diante os for-
necimentos de fardamento para a guarda cvica
e corpo de polica sejam feitoa por propostas que
Vmc. submetter consideracao desta presiden-
ci i, fazendo-as acompanbar nao t do parecer do
conseibo de que tracta o artigo 70 do regulamen]
to de 8 de N ivembro de 1873 e do Dr. ebefe de
policia e commao Jante geral da guarda cvica,
quando se tratar de fornecimento a esta guarda,
mas tambem das competentes amostras, devendo
apresentar opportunameute, am exemplar de cada
p-ca ou artigo manufacturado, antes de se i-ffctusr
a respectiva entrega. Officiou-se e remetteu-ae
copia ao Dr. chefe de polica e ao commaudaate
do corpo de policia.
Ao Dr. procurador dos feitos da fazenda pro
vincial.-Transmiti a Vmc, afim de emittir seu
parecer, o incluso requrimento em que o promo-
tor publico da comarca do Bom Jardim, bach irel
flereilio Lupercio de Souza, representa contra o
acto do juiz munieipal do termo da mesma deno-
minar >, bacbarel Vicente Pereira do Reg, dis-
titoindo-o do cargo de curador geral de oprhos.
Acompanbam o mencienado requTimento dous
officios em original, sendo um do juis de direito
da referid comarca, datado de 11 de Abril, sob
n. 5, e outro do desembargador procurador da co-
rda interino de 12 do corrente mez e mais docu-
mentos annexos, o que tudo ser-me-ha opportu-
nameute devolvido.
Ao director do Arsenal de Guerra.Remet-
i a Vmc, em resposta ao seu officio n. 1,084 de
11 dn corrente, o incluso termo de eiame de oito
volumes contendo 792 metros de panno azul, re-
mettidos pela Intendencia da Guena para esse
Arsenal.
Ao sogenbeiro chefe da repartir) das Obras
Publicas. Providencie Vmc para que na noite
de 24 d j corrente, seja Iluminado o jardim do
Campo das Princezas
ao Sr. Joaquim Nones M. Cuutioho, juiz
municipal e de orpbos 2.* supplente em exerci-
cio ua comarca de Nazareth Consulta Vmc. em
i/fficio de 14 do corrente, como deve proceder a
respeito de quatro escravos, matriculados nesse
municipio, perteacentes i D. Maria Thereza da
que fossem considerados livres, visto que nao fo-
ram dados matricula pela propria seohora, mas
aim por um filho desta, aBsignando elle as rela-
coes do seguinte modo : Por minha mai a Sra
D. Maria Thereza da Cunba Beltro, Jos Gomes
da Cnnba Beltro.
Em resposta declaro-lhe que nao ha inconve-
niente algum i m qae o filho assigne por sua mi,
tanto mais se esta nao souber escrever ; pois de-
ve-se t ntender que o fez a rogo, salvo prova em
contrario.
Ao Sr. Francisco Droth > Rodrigues e Sil-
va, vereador da Cmara Municipal de Gamellei-
ra. Em offi:io de 12 do corrente mez, represen-
t ,u me Vmc, na qualidade de vereador mais velho,
que, por falta de reunio da Cmara, anda nao
toratn juramentados os juises de pas do novo qua-
triennio e nao tiveram lugar ao a.rematacoes de
impostos, dando causa a grandes embarazos que
pele oejam removidos. Alm disto, no citado of-
ficio peue Vmc soluco do que essa Cmara di-
rigi me sobre a validado da eleico de rice-pre-
sidente, que considere) milla pelos motivos con-
stantes de meuoffi:io de 26 de Mar^o ultimo.
Em reapoata declaro que, tondo sido a repre-
sentaco devolvida por falta da formalidade exi-
gida pjlo art. 64 da lei i > 1 le Oitubro de 1823
compete lbe quanto antes procednr eleico re-
ferida, visto continuaren) os incoinmodos do pre-
sidente eleito ; devendo empregar os meios ne-
cessarios para comparec ment dos vereadores.
Previn) a Vmc. que o mandato de vereador
obrigatorio ; pelo que se os cidalis eleitos, anda
mesmo sendo suppleut >s, apesar das multas im-
postas, cuja cobranza dever-se-ha promover, con-
tinaarem a faltar, nao apresentaudo motivos de
legitima escusa nos trra 8 do art. 19 da citada
lei de 1828, esto sujeitos a processo de respoma
bilidade como incursos as penas do art. i28 do
cdigo criminal, avista dos avisos de 28 d, Fc-
Ttreiro de 1833, 23 de Junbo de 1831,13 de Mar
c> de 1837, 29 de Outubro de 1833,16 de Dezem
bro de 1861 o 11 de Marco de 1881
Asaim construida a nova Cimara, cessaro os
embrneos de que trata Vmc.
Ao superintendente da estrada de ferro do
Recife ao 8. Francisco.Sirva-se Vmc. de man-
dar transportar gratuitamente de Cinco Pontas a
Uaa quando se apresentarem, ao cnente de poli-
cia, em 1' classe, e a dous soldados em 3' classe,
nao devendo a bagagem de todos exeeder de 150
kilos de peso.
Portaras:
Recommendo a Cmara Munieipal do Recifo
expecs ordens aos juizes de paz e mais communi-
cacoes do estylo afim de que no di i 7 de Julho do
corrente anno se proceda nesse municipio a eleico
de um vereador em suba :i tu icio d > fiaado cidado
Antonio da Silva Ramo* Neves.
Assim respondo ao offiiio n. de 12 deste
mez.Communicou-se ao Dr. juiz de direito do Io
districto criminal do Rcife.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao S. Francisco sirva-se de mandar dar
passes gratuitos de ida e volta para a estaco de
Uaa ao Dr. Jos Austregesillo Ralrigues Lima.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recite ao 8. Francisco sirva-se de mandar dar
passe gratu.to de ida e volta em carro de 2* cas
se para a estaco de Palmares a Joaquina Paes
de Mello.
EXPEDIENTE DO D. 3ECBITAR10
Oficios :
Ao Dr. chefe de policia.De ordem de S.
Exc. o Sr. presidente da provincia recommendo a
V. S. que informe se as duas pravas de policio de
que trata o officio aqu junto, n 2,537, de 25 de
Abril fiado, da presidencia do Para, sao as de no-
mes Raymundo Pereira da Cruz e Aitonio Caro-
lin > Pereira, pira os quaes V. S. solicitou passa-
gens de regresso para aquella provincia em seu
officio de 16 do corrente, sob n. 4110.
Ao meamo.8. Exc o Sr. presidente da-pro-
vincia manda declarar a V. S.aque a consulta feita
em seu officio n. 415 de 30 de Abril findo;|deixa de
ser resolvida palo mesmo Exm. Sr., por ser o seu
aasampto, em vista dn disposico dos artigos 46
e 49 do regulamento n. 120 de 31 de Janeiro de
1842, da exclusiva competencia de V. S
Ao director do Arsenal de Guerra.De or-
dem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia sir-
va-se V. 8. de mandar emprestar mediante a de-
vida canco, para o especaoslo que pretende rea-
lisar a sociedade Monte Pi dos Voluntarios da
Patria no da 24 do corrente, nc theatro Santa
Santa Isabel os objectos que esse arsenal poder
dispensar.
Ao inspector geral da instrueco publica. -
O Exm. Sr. presidente da provine a manda com-
municar a V. 8. que boje proferio, no requerimen-
to de Manoel Fonsec* de Medeiros, aonexo o
seu officio n. 135 de 14 do corre nte, o seguinte
despacho :
Visto estar fin io o contracto, autoriso o sup-
plicante a deixar a cadeira em que serve interina-
mente, mantido seu direito de preferencia, quando
venha> efFectuar-se novo contralto.
Ao presidente da Associsco Commercial
Agrcola de Pernambuco.S. Exc. o Sr. presiden-
te da provincia manda aecusar a officio de V. S.
datado de 16 do corrente, acompi.nhado do exem-
plar do relatorio dessa associac do anno passa-
do lido em assembla geral em 50 de Marco ul-
timo.
EXPEDIENTE DO DIA 20 DE Ui.lO DE 1887
Acto :
O Presidente da Provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de policia em offi:io
n. 467, de 18 do corrente, resolve nomear para o
lugar vago de 1 supplente do subdelegado do
termo do Bonito, Joaquim Lupes da Silv> e para
o de 2" supplente da meaua* delegada Josa Anto-
nio Rodrigues em subatituico de Herculano Lopes
Correia que fica exonerado.
Outro sim resolve nomear para o lugar vago
de subdelegado do districto Lag. Grauded'aquella
termo Joo Martina Ferreira Liioa Filho.
Officios :
Ao conselheiro presidente do Tribunal da
Relaco do Recife. -Transmiti s V. Exc. 11 cor-
lecces^de leia e decisoeo do governo do anno
findo.
Ao brigadeira commandante das armas.
Sirva-se V. Exc. de nomear urna commisso, para,
na forma do aviso do Ministerio da Guerra de 1 i
de Mao de 1831, assistir no Arsenal de Guerra a
abertura de 47 fardo contendo 5891 metros de
panuo atul, remettidos pela intendencia da guerra
*o referido Arsenal.Communicoo-se ato director
do Arsenal de Guerra.
Ao Dr. chefe de polica. .'ac V. S. effecti
vas as suas ordens no sentido da ser entregue ao
subdito italiano Domingos Sorrtntino, o seu filho
menor Raphael, que se acha i lido em Goyan-
na pelo capito Jos Otho i Freir, devendo Y. S.
para tal fino requesitar as provilencias que julgar
convenientes.
Ao inspeotsr da Tbesouraria da Fazenda.
Sirva-se V. 8. de exigir com urgencia, informa-
coes do collector geral do munic po de Palmares
do motivo pelo qual se encontra as relaco;s apie-
sentadas dos escravot novaments matriculados a
falta dos no. 104 e 103, de modc que nao constam
os escravos, que devem ter os su, de ordem de 444
a 447.
Ao mesmo.Sirva-se V. S. de exigir do
collector geral do municipio de Beserros informa
(oes acercajda residencia dos escravos Joaquim e
Francisco all matriculados sob os ns. 351 e 730,
segundo as relacoas juntas, qu< sero opportuna-
mente devolvidas.
Ao meano. -Attendendo solicitaclo con-
stante do offiiio de V. 8. de 18 deste mez, n. 288,
remetto-lha os documentos referentes divida de
200J0U0 de que credor o Di. Joo Bastos de
Mello Gomes, para o fim a qun allude o citado
officio.
Ao mesmo.De conformidade com o aviso
do Ministerio da Guerra de 16 de Julho de 1881,
n'esta autoriso a directora do Arsenal a mandar
sausfaser o pedido de urna calca de panno azul
fino teto pelo alferes adjunto d i mesma directora
Flix Antonio de Alcntara.
O que declaro a V. 8. p:ra os devidos fins.
Communicou-se ao director do Arsenal de Guerra.
Ao director do Arsenal de Guerra.A' vista
da informaco, junta por copia da Tbesouraria de
Fasenda de i l do correte, sub n. 28!, cumpre
aguardar o crdito esperado, i.fim de que pooaa
ser autorada a compra dos ar's constantes da |re-
laco annexa ao tffijio dessa directora n. 1015 de
13 deste mes.
O que declaro a Vmc. em esposla ao citado
officio.
Ao commandante da eicoli de aprendizes
marinbeiros Para que possa o Minirterio da Ma-
rinha resolver sobre a concurre ncia aqu realisa-
da para supprimento e fardo monto escola sob
seu commando, no semestre de Julho a Dezembro
deste anno e de que trata o sen officio n. 335 de
27 de Abril findo, cumpre que Vmc. de conformi-
dade com o que de'ermina o aviso do referido Mi-
nisterio de 10 lo corrate, sob n. 645, remeta
secretaria desta presidencia, afim de ter o conve-
niente deatiuo, copia do contracto ce'ebrado para
semelhante fornecimento no corrente semestre.
Respondeu-se ao inspector do Arsenal de Ma-
rinha.
Portaras :
Remetto a Cmara Municipal di Recife em
soluco a seu officio de 17 de Fevereiro ultimo,
sob n. 10, copia das mformiyoes que prestaram o
engenbeiro fiacal da estrada de ferro do Recifa ao
Caxang e o chefe da repartico das Obras Publi-
cas acerca da demolico do porto do sitio da Ja-
queira, afim de qae a mesma cmara pelos meios
possiveis ciucorra com a metade da despeza da
conatruccao do muro preciso na extenso de 185
metros correntes, alm de outro portSo para ser-
venta do sitio na importancia de 2:800f visto qae
os cofres provinciau nao sapportam semelhante
onu, tanto mais quanto nao ha verba que o auto-
rise.Officiou-se e remetteu-ae copia da informa-
cao prestada pelas Obras Publicas ao engenbeiro
fiscal dos trilhoa urbanos do Recite ao Caxang.
Para resolver sobre o aasumpto do officio de
27 de Abril findo, recommendo cmara munici-
pal de Olinda me transmita segund via do ter
mo de arremataco de impostos desae muni
cipio.
EXPEDIENTE DO DR. SECRETARIO
Officios :
Ao agente da Companhia Brasileira de Nn -
vegac) a Vapor.De ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia sirva-se V. Exc. demandar
transportar corte, por conta do Ministerio da
Marinha o cirurgio de diviso Dr. Tristo Hen-
rique C 'sta, que para alii segu em virtude de or-
dem daqueile Ministerio, segundo consta do < ffi-
ci da inspectora do Arsenal de Marinha de boje
datado sob n. 103.
Ao referido cirurgio acompanba sua mulher D.
Anna Generosa Rodrigues Costa e suas filhas An
ua Generosa Henrigues Costa de dez annos de
idade e Anglica VirginU H-'nrique Costa de seis
annos.
Ao inspector do Thesouro Provincial 0
Exm. Sr. presidente da provincia manda commu-
nicar a V. 8. que na petico do tenente-coronel
Francisco Goncalves Torres, thesoureiro das lo-
teras para o tundo de emancipadlo e educaco de
ingenuos da Col ai i Isabel, sobre o que essa ins-
pectora ioformou em officio de 16 deste nvz n.
621, proferio hoje o seguinte despacho : Preju-
dicado .
Ao juiz municipal e de orpbos do termo de
lranitoPara poder resolver sobre o assumpto do
officio de 21 de Abril findo, recebdo nesta a ere
tana em 17 do corrente mez, oEzm. Sr. presiden
te da provincia recommenda a V. 8. que trans
mitta copia authentica nao a do despacho de pro-
nuncia, mas tambem da sentenca pela qual foi
condemnado as pennas, grao medio do art. 129,
8" do Cod. Cria:., o serventuario vitalicio de
que trata o citado officio.
-- Ao gerente da Companhia Pernambucana de
Navegacao.--De ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia acenso o recebimeuto do ffieio de 17 do
corrente no qual V. S. participa que o vapor > Ja-
Siaribe seguir para os p rtos do norte, at o de
imossim, amanhcs 5 horas da tarde.
EXPEDIENTE DO DIA 21 DI MAIO DE 1887
Actos :
O presidente da provincia de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de policia em officio
n. 470 de hontem datado, resolve exonerar a pe-
dido, Manoel Gomes dos Santos, do cargo de 2
snpplente do subdelegado do districto de Lige
Grande do termo do Bonito.Communicou se ao
Dr. chete de policia.
O presidente da provincia attendendo ao que
requereu Argemira Guilbermina Feitos i Breck n-
feld, professora da cadeira de ensino primario de
Cb de Carpina. e tendo em vista a informaco n.
76 de 6 de Margo ultimo, do inspector geral da
Instrueco publica, resolve prorogsr por tres me-
ses, sem veneimentos, a licenca ltimamente con-
cedida peticionara para tratar de sua aaude
onde lhe convier.
Officios :
Ao inspector da Thesonraria de F .senda
Sirva-se V. 8. de exigir com urgeneia do colle-
ctor do municipio de lpojuca o motivo de nao ter
remettido as relaces n. 50 e 51 das quaes devem
constar os escravos novamente all matriculados,
sob os ns. 241 e 257.
Ao mesmo.Para s devidos efieitos, trans-
miti a V. 8. a copia inclusa do Aviso u. 10 lo
corrente mez, do Ministerio do Imperio, relativo
ao provimento de lugares de substitutos dos curaos
de preparatorios annexos s Faculdades de Di-
reito.
Ao inspector do Thesouro Provincial.Res-
pondendo au officio de 16 do corrate, sob n. 622,
relatiuo tomada de contas da grande lotera dos
ingenuos da Colonia Izabel, declaro a Vine, que es-
tando j tomadas as contas do adan [amento da ex
tracSo da lotera a que se refere o art. 14 do re.ru
lamento de 4 de Novembro de 1836, proseguiuda-Be
nos termos fiscaes quanto a ellas, tem entretanto o
thesoureiro os prasos de que tratam 03 arte. 15 e 16
do mesmo regulamento para liquidadlo, que pode-
ro ser espacados, depois de recolbidos os bilbetes
nao vendidos e saldos em dinbeiro, de modo a se
poder verificar para o que se requer mais tempo
do que o marcado nos regulameutos.
Ao juis de direito da comarca da Victoria.
Em cumprimeoto do Aviso do Ministerio da Justi-
ca, de 10 do corrente, transmiti a Vmc. ptra in-
formar o incluso requerimento em que Bellarmino
Jos Santos Bulco, taoeliio do publico judicial e
notas, eacrivo do crime, civel e commerco dessa
comarca, pede nm anno de licenca para tratar de
sua saude.
Portara :
__ C Sr. agente da Compauhia Brazileira de
Navegaco faga transportar trte, por cunta do
Miuisterio da Marinha, o voluntario para o servico
da armada, Victalno Moreira do Nascimento, que
para all segu a disposico do Quartel General
de Marinha.
EXPKDIET DO DR. SECRETARIO
Officios:
Ao inspector do Arsenal de Marinha.De
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia com-
mnnieo a V. Exc. em resposta do seu officio de
hontem. sob n. 62, que ficam didas as providen-
cias sobre o assumpto do citado officio.
EditU:
2' secoo. Secretaria da presidencia de
Pernambuco, em 21 de Maio de 1887. -De ordem
do Exm. Sr. presiden t da provincia e em obser-
vancia do disposto no art. 167 do regulamento
anuexo ao decreto n. 9,420, de 28 de Abril de
1885, faco publico para os devidos efieitos, que ao
provim nto dos officios de escrivo privativo do
orphos e auseutes e do crime, por distribuico do
termo de Nasareth, concorreram no praso legal oo
Srs. AfFinsode Hollanda Albuquerque Maranbo,
Damio Lopea Pereira Gaimaraes, Francisco Pe-
dro Cavalcante Ueha Manoel Seve Filho, Manoel
Martina da Cunba Seabra, Vctor Vieira de Mallo,
Ignacio Vieira de Mello, bacbarel Alexand-e Cor-
reia de Castro, Alfonso Mariuho Cavalcante, Je
ronymo Olympio Cavalcante de Albuquerque,
Francisco Pereira do Lago e Antonio Graciado de
G ismo Lobo. E fra do mesmo praso o Sr. An-
tonio de Burgos Ponce de Len.O secretario,
Pedro Francisco Corroa de Oliveira.
XPEDIENTE DO DIA 23 DK MAIO DE 1887
Acto :
O presidente da provincia, attendendo ao
3ue requeren o subdito portug ez Camillj Goveia
e Aodrade, residente nesta provincia, resolve, de
accordo uom o disposto no decreto n. 1956, de 12
do Julho de 1871, e usando da autonsaco con-
ferida pelo art. 14 da lei n. 3140, de 30 de outu-
bro de 1882, naturalisar o nferido subdito por-
tuguez Camillo G>veia de Andrade, afim de que
possa gozar de todos os direitos, honras e pr gativas, que pela conatituico competem aos cida-
dos biasi'eiros nituralisados.
Officios :
Ao conselheiro presidente do Supreim Tri-
buual de Justica.Teabo a honra de participar
a V Exc. que nesta data faco distribuir pelos
magistrados de que trata o seu officio de 7 do
corrate mez, boje recebdo, os cincoenta exem-
plar-s da ultima reviao da lista de antigoiiade
dos juizes de direito, que acompinhiram o 'talo
officio.
Ao inspector da Theaouraria de Fazenda.
Remetto a V. 8., para os devidos fins, copia do
aviso de 12 do corrente, n. 1695, p^lo qual o
Exm. Sr. mini: tro do imperio resolve a duvida
opp"sta por essa Thesonraria ao pagamento dos
vencimentos do profeasor interino da cadeira de
philoeophia do curso annexo Faculdade de Di-
reito neiro L 'lo, relativos ao periodo das ferias do
anno lectivo prximo passado.
Devolvo o precesso de quo trata o officio de V.
8., do 1 de abril ultimo, n. 208, concernrnte t,i
ultimo pagamento.
Ao mesmo.Remetto a V. S., para os devi-
dos efFeitos copia do aviso do Ministerio da
Guerra, de 29 de abril ultimo, referente a conces-
so de crdito para occorrer es pagamentos da
despeza feita com o transporte da tropa que se-
guio para o presidio de Fernando de Noronha,
afim de restabelecer a ordem all alterada.
Ao mesmo.Communico a V. 8. para os
fins convenientes, que em 12 do corrente mez o
juiz de direito da comarca de Bom Conselho, no-
meru para exercer interinamente o cargo de p*o-
motor publico daquella comarca o b -liare! Joa-
qun Antonio da Silveira Junio r, que na mesma
data entrou em exercicio.
Ao mesmo.Cummuoico a V. S. para os
fins convenientes, que o bacbarel Vicente de Mo
raes Mello Jnior, promotor publico da comarca
de Taquaretinga, reassumio em 1T do corrente
mez o exercicio de seu cargo.
Ao mesmo. Commuoico a V. S. paraos
fina convenientes, que o bacbarel Frincisco Odi-
lon TaVares Lima, 2 juiz substituto da comarca
desta capital, deixiu em 21 do corrente o exercicio
de seu cargo por ter terminado o respectivo qua-
cronnio.
Ao mesm'.Communico a V. S. para os
fins convenientes, que o bacbarel Augusto Ceaar
Pereira Cal las, promotor publico da comarca de
Bom Conseibo em 15 do corrente mez reassumio o
exercicio de seu cargo.
Ao m'sinoSirva se V. S de exigir do col-
lector geral do municipio de Agua Preta, as cer-
idoes de idaie dos escravos JoseM>ria, all
matriculados, sob os. 35 e 319, com 15 annos de
idade.
Ao mesmo. Sirva-se V. S. de exigir da Col-
lectora Geral do municipio da Victoria as certi-
does de idade dos e-cravos Marimba, Antonio,
Coima, '/. -ferino, Diodata, Baailio e Valenim, all
matriculados sob ns. 13, 71, 118, 268, 350, 816 e
817, com 15 annos de idade.
Ao mesmo. Sirva-se V. S. de informar
porque os escravos Hygiuo e Mauoel com 30 e 33
annos d idade, matriculados no municipio de
Agua Preta, oob ns. 741 e 1317, tem o valor fixa-
do de 900*000 cada um.
Ao commandante do corpo de polica.Ao
Dr. chefe de policia mande Vmc apresentar ama
sha, ao meio dia, du 3 pracas para escollaren]
um reo que tem de responder o julgameoto no
t rmo da Escada.Communicou-se ao Dr. cheto
de policia.
Ao engenbeiro encarregado das obras publi -
cas geraes.Transmittindo a Vmc copia do aviso
do Ministerio dos Negocios da Justica de 15 de
Fevereiro ultimo, recommeuio lhe que organise e
remeta um orcamente da despesa a fazer con a
cap lia a que se refere o mencionado aviso.
Portaras :
O Sr. superintendente da estrada da ferro do
Recife ao 8. Francisco faca transportar, por conta
dos pasaes gratuitos a que a presidencia tem di-
reito, um reo e duas pracas do eorpo de polica, da
eatafo de Cinco Pontas at a da Escada, provi-
denciando tambem sobre o regresso das referidas
prac-is tmente.
EXPEDIENTE DO DR SECRETARIO
Officios :
Ao Dr. chefe de policia.De orJ m do Exm. Sr.
presi lente da provincia, transmiti a V. S. copia
do offijio n 217 de 19 do corrente, com o qual o
director do presidio de Fernando de Noronha fez
aeo opanbar os corp'a de delicto solicitados no seu
officio n. 413 de 29 ie Abril fiado.
Ao mesmo. De ordem do Exm. Sr. presidea-
te da provincia, communico a V S. que deixa de
ser r-'quisitad > do presidio de Fernando de N to-
nba o reo Pedro Flix Antonio, de que trata seu
seu officio n 476 le 21 do orrente mez, p>r j ter
d'alli regressaio a requisito do Dr. juiz de direito
do 2." districto criminal.
Ao inspector da Thesouraria de Fasenda.
O Exm. Sr. prcaid-nte da provincia muida remet-
ter a V 8. a inclusa ordem do Thesouro Nacional
n 63
Ao Dr. juiz de direito do 2." districto crimi-
nal do Recife.O ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia, transmuto a V. 8. opia di relaco
nominal de deseno ve sentenciados vindos do Fer-
nando de Noronha e que ficam a sua disposico.
A este offieio acompanham as guias dos de no-
mes Manoel Francisco da Silva e Manoel Alexan-
dre de Souza, remettidas pelo respectivo director.
Ao mesmo. De ordem do Exn. Sr. presi-
dente da provincia, transmuto a V. S. copia do_of-
ficio n. 216 de 19 do corrente mez em que o dire-
ctor do presidio de Fernando de Noronha, declara
o motivo por que nao fes regreasar para esta ca-
pital conforme V. S. reqoisitou, os sentenciados de
que trata o citado officio.
Ao mesmo.De ordem do Exm. Sr. presiden-
te da provincia, transmiti a V. 8., para seu co-
nhet-imento e fins convenientes copia do officio de
20 do corrente mea em que o director do presidio
de Fernando de Noronha, declara o motivo por que
fez vir para esta capital a sentenciada Faustina
Maria da Coneeico.
Ao Dr. juiz de direito da comarca ao Limoei-
ro.Di ordem do Exm. 8r. presidente da provin-
cia, recommendo a V. 8. qa i devolva o requerimen-
to do sentenciado Serafim Becerra dos Santos a
quem se refere a informaco constante do seu offi-
cio de 17 do corrente mez-
Ao tenente-coronel Joaquim Isidoro da Cos-
ta, commandante superior interino da guarda na-
cioaal da comarca de Bom Conselho.Sua Exc. o
Sr. presidente da provincia, manda aecusar o rece-
bimeuto do officio de 10 do corrente m que V. S.
participa baver na ms&ma dala assumido interi-
namente o commando superior da guarda nacional
dessa comarca.
Ao Dr- promotor publico da comarca de Ta-
carat De ordem do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, acenso o recebimento do officio de V. S.
datado do 10 du Abril prximo Sudo, no qual com-
munica que por despacho do Dr. juiz municipal
de termo de Tacarot foi julgada improcedente a
dei uucia dada contra o tenente do corpo de policia
ilellarmino Pinto de Paiva e outros, inclusive o
subdelegado do districto de Jatob, Ernesto Fer
reir Bello, acerca das mortes havidas as grutas
da cachoeira de Itaparica.
Ao gerente da Companhia Pernambucana de
navegaco costeira.De ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, aecuso o recebitnento do cf-
ficio do 18 do corrente, no qual V. S participa que
essa companhia expedir o vapor Jandosa psra
os portos do sul at Araeaj no dia 27s O horas
da tarde.
"MaW
QUllAM I


Diario fc fernambncoQuarta--feira 13 ile Julho de 1887
5 a Secuto. Palacio da Presidencia de Pernambuco,
em 20 de Junho de 1887-
O Presidente da Provincia, usando da aulorisaco que Ihe con-
fereoart. 9.|4.fr!, da Le i n. I84de30de Abril do corrente anno,
resolve reformar a Repartico das Obras Publicas, determinando
que se observe o aeguinte :
HL4-I 1% ti i:\TO
CAPITULO V
DOS TMAMOOB B HHBBI DA tlllllJll
Art. 34 A nptrlicioiibrir-se-cMtosaedias ntais as-8iioB
da manha e fechar-*e-a e 3 horas atetante.
Art. 35. O director geral, quaaNo enteater canatnieate, pe-
der prorogar o exp< diente por maai'Wiaau duas horas,
Art. 36. Todos os empreados aternos, com exeepeodo di-
rector geral, sao obrigados a signar o livro do ponto a eatrade
e saluda, assigaaado per ultiaao o secretario qae encerrar o
ponto as 9 1|2 nona dajninbjL
Art. 37. Incorrer em falla o enipregadoque etregar repar-
tico depois de encerrado o ponto, ou que d'ella retrrar-se antes de
assignado s 3 horas, sem causa justificada e acceita pelo director
geral.
Art 38. O director geral julgara das faltas dadas pelos em-
pregados, podendo abonar at 3 mensalmente, quando forem da-
das por motivo justo.
Quando as faltas excederem de tres, s por molestia padero
*er justificadas, de vendo o empregado ]untar attesiado de medico
para a peroepefio do ordenado. As faltas nao jueticadas de qual-
quer empregado daro lugar petd- de. todas os seus vencimentos.
Art 10. .' expressameute prohibido aos empregados encar-
regarem-se denogocios de partes ou levai-lhe, sol) qualquer pre-
texto, estipendio algum.
Art. 40. Todos os papis dirigidos repartico sero presen-
Jet ao director geral, que, depou de exammal-os, entregar ao
secretario com a nota o destino ou expediente que devam ter.
Art. ti. Os papis de que trata o artigo antecedente, depois
de lamidos era um protocoilo, sero eaicauinhados pelo enge-
nheiro secretario, que cunipnr as notas e despachos que oon-
tiverem.
Art. 42 Para o servico da repartico, alm dos livros que o
difpcter geral julgar necessario, havero os seguintes:
. Un livro Basa es termos de possee juramento dos em-
pregados; ,
2. Um livro para os contractos que torem celebrados na re-
partico ;
3." Un livro paranelle sor lancado diariamente o ponto dos
empregados:
fe* Um litro para o.assenlamenlo histrico de todas as obras
da provincia, -autorisadas por adminutraco :
5. Uto livro para protocoilo dos papis que entrareui na re-
partico ;
6- Um livro para registro das lcticas cnncedidas aos era-
pregados :
Tivslivros a cargo do porteiro. um para inventario dos mo-
reaB, outro para inventario do archivo e outro tinalmente para as
entradas c saludas de reqnerimentos: um livro a cargo do conti-
nopara ragiatli da data em que os ofrlcios forem expedidos,
sendo ueste registro os oflicios tao smente indicados pelo seu
flamero e destinatario.
CAPITULO VI
DA OBOAMSACO DS F80JECTOB
Art. 43 Ncnltiima obra ser executada a expensas dos cofres
provincial^, sem que previamente seja organisado e approvado o
respecfrnj prejeeto, salvo os e pequea importancia, ou que fo-
rera de grande Brgncja. .
Art. 45. Quando as obras de grande nrgancia torera, indepen-
dente de proiectos previos, ordenadas na capital pelo director ge-
m, serlo ayeitasa spprovarto do presidente.
Art. 45. O projecto (leve romprehcndfr:
i." A planta geral da obra.
| S. As plantas parnaes. PflW e petos necessanOB para
bem se ajuitar de cada rana das partes da obra.
3 O orcamento.
4. As tarifas do Balara Ao peaaoal e dos procos do ma-
terial.
8. A tarifa dos procos de cada unidad.'da obra de diflerenle
especio
6. Urna memoria descriptiva da nalureza e qualidade da
Obra, das circiimstancias lcaos que com ella iiu-rein rclacio, tanto
na parte scii nlilira. como na econmica da sonstruccao, da utili-
dade e conveniencia do sna execuco. acaataasbada dos csclarc-
dmentos e obserracties neeessarias para se poder fazer um juizo
raro da importancia da flbrae do mellior meio de realisal-a
nmiae solidez.
5 7. Ascendiere:-technna> c (Speciaes que se dever ob-
servarna constrpegao, as quaes sedasoraaeri nicamente e na-
turezae rlimenses das diversas partes da eeastaaccaa, a maneira
de as executar, a nalureza. quahdade o dinienses dos matoneas
pjne deaem ser empregados, e tado o mais que posta concorror
para a boa execardo da obra
Art. 46. Quando a< bra ei mprehenda atorros ou eacavaeAea,
aerto osprojecros acempanbados das calcule.- que servirn de
baae aTahflodos votames disaostes en iawdao,no alto dos
quaes ser inscripta a formula empregada nos ditos clculos.
Art. 'i". OsandOSC tratar de execucade -cimcos de cuiiser-
varto de estradas ou de obras de reparo. *uaprimir-se- na orga-
asacao dos projectosostrabaBiBB mencinanos nos |6, i.' o 2.
do art. 45.
irt. 48 .- orcamentos, tarifas de preeos, plantas e dese-
nbos.serao orgamsados coururawsmoietes eacelas, ajae o di-
rector geral determinar, o n anprara le de presidente da aaa-
viin ,
Art. 49. Os desermos, aKm de cuutereui a escala, segundo a
qual foiam feitas. dovern ser clniaii:ente rotados era toda.s as uas
part- ...
Art. 50. Todas a medidas serte eapressas um unidades do
-\-tema mtrico.
Has aquareirasemprogar-e-ao tintas conTeacaraaee esped-
cadas em un mappa, que a repartico far organisar. o em sua
falta, ou quando so iece-siie empregar outras no desenlio, de-
clararse-a oque representara.
Art. H. S durante a execucSo <',< urea obra se reconbecer a
necessidade demodrflcar-sefl prejeeto adoptado pasa a sua cons-
trnecao, o director geral far onanisaroercanento modificativos
no caso das rnodificaqoes. julgadas necessarias, alteiarem profun-
damente o urojecto prnritivo. aleni do orcamento Baodiifatiro, >cri
tganisado noronroj^cto
i ATIXCLO VII
DAS IBIl/b tJKtVTADAS POR ADH1MKTKACAO
Art. 52. Nenbumai bra ser executada sem que previamente
saja posta em coBCurso publico, salvo as motivadas por grande
urgencia, as de pequea importancia e as que por sua natureza,
ae parecerda oirectoria, aprorado pelo govemo, devam ser exe-
cutaaaf pelo rneio julgado mais conveniente.
Art. 13. Lego que l< r rea Ivida a execuco de qualquer obra
por administrado, o presidenteda provincia autorisnra o di-
rector geral a mandar execufa!-a dentro dos limites doorcarnenlo
appravado.
Art. 54. Oh i u.- obeiros da provincia .-eran os nicos incum-
bdoa da en as obras por adnuiistracSo, debaixo^e-aaa
jaanediata ivsponsabiiidade.
Art dministradores, mestres, feitorese mais opera-
n, s. une forem en as obras provinciaes, serlo de livro
i,,,, :.i dos engenbeiros incumbidos da irrreccSe dos
araba!
Art 56. Separamelbor emais econmica exececlo desaas
i bras. i 11 -i i bein b julgarrm preferival osjstema i\f empreHa-
fe jpodero empregar qualquer del
ii 11' -. -ul mettendo-sea priori ao director geral o^^st(maquepre-
tendem adoptar e as ba.- dos contractos i ara essas i uipieitaaaa
Art. 57. Sendo approvado pelo director geral o sygtema de
tipreiada eas reapecuvas bases do contracto, ser elle celebrado
djrectai ente entre o pn pi w ote i beiro, sendo por elle re-
nietlida BBjrB don.era Dma copia do contracto ao director geral.
Art. 58. Os contractos assim celebrados, nao poderlo exee-
der do proco do i k n ente i n da verba autonaada.
Art. 99."KaexecucSo das obras, os engenheiros deila encar-
: ente i planos e orcamentns appro\ados,
devendo no caso de acbal-os inexequive poi qualquer razo ou
convenientes, propAssao director peral as reformas de que care-
ceni.-ticaiido lesnoBaaneis pela despea, qne occasionarem e que
for necessaria para doinolicao das chras feitas i\r mconlro aos
planos pnroTadcs. ou peladespezaexcedente i oreada.
Art. CO. Com luida qnalquei i bi a executada por udmmistraco,
engeubeiro d'ella eneai tetado enviar ao director geral nnn ap-
pa demonstrativo da deapesa frita, eaoedflcaodo a quantidade o
valor dos raateiiaes ema as quantias de.-] endidas como
pessoal equal a taz; o da difleienia.tc ln u\or. entre as quantias
despendidas o a> cicadas. Esto mappa ser acompanhadu de
onia relaco dos Baatenaas que aobraram, indicando qual o destino
eue se lies di vedar.
' CAPITULO VIII
0 PAGAMENTO D/B FF1AS, t MAS >. (.' M1ACT S PAKTICl'LARFS MI TAIifTAS
Art. 61. Raa eff ctuar-se o pagamento das obras feitas por
administra! ;"o a jornal, por trelas ou empreitadas parciaes, de
cooformidade c< ni o art. 57, de\er;.o os engenlieiros ou pessoas
d'ellas enca regadas leu.etKrao director geral, 09 ferias, contas
em duplicata ou attestado, especificando claramente a natureza e
valor das obras feitas.
Art. 62. As ferias, conlas ou attestados remettidos ao director
geral, depois de verificados ejulgados pela directora, de confor-
midade com s autorisac/jes, seroo enviados ao thesouro provin-
cial para effectuar-sc o respectivo pagamento.
Art. 63. 0 presidente da provincia decidir das duvidas que se
derem entre o thesouro provincial e a directora geral das obras
publicas por occasio da vericacSo dos documentos das despezas.
Art. 64. As ferias propriamente ditas devero constar ; De um
resumo das diversas classes de despezas feitas as obras; 2.*, de
ama relacao t.oininal te todos osemfnagarios na obra, cora decla-
raco das cargos, aajRnentos au jomaos do cada um, do total que
Ibes competo e numero f das de tnabatbo; 3.*, dos documentos
dos direrjos fbrneaaanteB de maleriaee ou de quaesquer outros.
-Art.. Os paaornealos sefto 4aMog ao engenheiro encarre-
gado da diroeco das oatas, ou a aarn, aab sua responsabilidad!'.
incumba pagirosaeapratjados,qprioetonaactauores, devendo
alies aeraettoV ao diroctoraTal ai eampajeatesaacibos para o ne-
aeiaaaiat aacantento e regasarisajae no-Aeaoura.
CAPITULO IX
DAS OBBAS EXECDTADAS POR COKTBACT08
Art. 66. Beeolvida a execuco de qualquer obra ser annun
Diada a sua :.iTemataco pela folha ofhcial, aflixando-se, sempre
3ueforpossivel,editaes ou annuncios nos lugares mais pblicos
as cidaaes, -.illas e freguezias ou povoages do municipio a que as
mesmas obras pertencerem.
06 annuncios devora declarar a iiatureza da obra, a quantia
em quo.foi oteada, o lugar em quepodera ser consultadas os pla-
nos eascondigoes eraese aasaciaea, onraso marcado para orc-
cebimento das proposlas. e finalmente o lugar, da o hora em que
deveui ser ellas abertaa
Art. 67. Oprasolixado [>arao recebmiento de propostas nao
ser inferior a lYdias, uem superior a 90 das, salvo disposico de
lei expressa.
Arl. 68. Quandose tratar de alguinuobra de grande impor-
tancia, tanto encarada ]elo seu valor, como por suanatureza, ser
igualmenteannunciada a sna arrematac/to pelas follias de maior
c.irc.nlacanda coi ti
Art. 69. Os projectos c orcamentos relativos s obras e s clau-
sulas geraee o especiaes dos contractos sero franqueadas na di-
rectora geral do obras publicas aooxame dos concurrentes duran-
te iodo o praso marcado nos armuiicws.
Art. 70. As propostas devero dentro do pruso ser entregues
na directora geral, em carta fechada, m cujo involucro se indicar
o nonie do iiroponente e qual a obra a que se refere.
Art. 71. As propostas devora ser assigaadfee polo- arejMBan-
tes com as firmas reconbecidas, e deviTiin declarar a pray uekj
qual se obrigam a exocutar a obra, como o local do sua residencia
o as babilMacOea que possuem para dirigiros trabouios.
nico. Quamlose traanle arivmataco de obras em di-
versas seccSet da raeanaestrada devero os proponealH declarar
o nreco. porque fazem os trabalhos do cada sooco. o nao englobar
todas as obras em uais proco.
Art 72. O proponente, cuja proposta for aceita, nao ser ad-
mitiido a assignar o contracto da obra, sem que prove ter iaito uo
thesouro proi incial urna-caaclo em dinlieiro ou ttulos da divida
publica, eiiuivalente atO/o da proposta aceita, e -em qne tenlia
pago oscom]Niteiites emolumentos.
Art. 73. Oproponente, que deixar decumprirodisposto no-ar-
tigo anlecedente dentro do praso marcadivpelo director.geral, per-
der e direko de coutractar a abra e nao ser mais admit ido a con-
correr s obras da provincia, sem que sua proposla de enlo em
diante sejaacompanhada de (loouniento ou caucSo frita no thesouro
provincial de dinlieiro ou titulo da divida paatUBs ei|uivalentea
10% do valor da obla, conforme o orcamento.
Art. 74. Quando se tratar de obra de grande importancia, s
sero adiniltidos a concurrencia aquelles (|ue uo acto de apresen-
laco das propostas exhibirem documento pelo qual pjraaam ter
satisfeilo em dinbeiro ou lilulos da divida publica a caugo exigida
aos editaes do concurso, sendo essa caucan marcada pelo presi-
pente dajirovincia.
Art. 75. Para arremalaco das obras oreadas em quantia nfio
tBoaaitan a cinco cantos de ris, os-proponentes -o terao de sa-
tisfazeras exigencia:- do artigo 71 e os emolumentos de que trata o
art. 72 i fine, sujeitaiido-se ueste oasoa um descont de lO'/o de
cada pagamento para garantir a oxoi uio do contracto at final.
5 lrico. Sero tambera npplioaveis a este aaao M dis|iosi-
Ces do art. 73. quando o proponente deixar de salisfazer os emo-
lumentos, ou. satisfejtos estes, nao assignar o contracto no ptasn
que Ihe for marcado pelo director geral.
Art. 76. No dia e hora marcados para abertura das propos-
tas, reunidos na repartico de obras publicas o director geral, se
crotarioe mu euipregado do thesouro, designado pelo respectivo
inspector, sero ellas abortas em prosenca das proponentes, la-
vrando o secretario em livro proprio acta de abertura, que ser por
todos assignada.
Quando as propostas Rio dependorein de ullorinros i-xames
liara aatebeJBCar OS aprefenmeia. dever ser logo aceita a que for
mais vanlajosa. lazeiufo-seessa declaraco na acta.
Quamlo. -j.orem, for preciso proceder se a cstudos comparati-
vos daa rmmoatas, o director geral poder adiar a deciso para
mais tardo, lavrando-so nova acta, om que se discuta claramente a
razo de preferencia da proposta aceita.
Art. 77. Havendoduas ou mais proiitWasem completa igual-
dado de condices. serio chamados OS proponemos paja declara-
rem qiiaosasiiiodilicaces que fazoni. atim de celebrar-so o con-
tracto son aaeeDe que haer modilicacOes mais vnntnjeaas.
Art. 78. bao devero ser aceitas as propostas nos seguiasaa
mtes '.
' 4-o As que excederem dos precos dos orcamoetos :
2. As que nao forem organisadas de eonformidade com os
3." e annuncios,
4.' Asque nao iiHerocerem as garantas exigida-:
Mitins Asque as bascan m sobre os procos das proposlas dos
5.pconcurrentes:
i." Asque Harem apiewtadaa per paoooaa que j tenham
deixndo de cumplir UOBtractoS celebrados cora a provincia.
Art 79. Si nndar-.-e o praso jiara alguma arremalaco sem
appareccrrm concuinutes, ser felfeo novo edital com metade do
praso anterior, o. se lindo anda, nao appan cerem, o presidente da
provincia raadar coutractar ccviatguem na por ventura se pro-
piba a amera obra dentro des limites do orcamento oucxeeu-
tal-a por administraco.
Ait M. A acta de preferencia o aciilacan da proposta, acom-
panbada das clausulas do contracto, sera sujeila apjirovaco do
ik nte da provincia.
CAPITULO X
DfS COTRACTOS
Art. M. Os contractos de arremalaco de obra, depois de
approvados, sero laviados na directora de obras publicas pelo
engenheiru secretario, em livro proprio. ttaveodc o arrematante
cumplido a ampeato nos arta 72 o ,:>. Begundo os casoss, sondo
aesigaados aek armnatante e pelo director geral.
Art. 82.Seo propononte preferido deixar de assignar O con-
tracto per inobservancia das clausulas procedentemente instituidas
para celcbrain do contracto, ser de novo a obra posta em con-
curso.
Arl. 8:i Nos d Iitraelos ?e dever designar:
S 1 A nature/ae diraenses das diversas partes da obra, a
inanira de oxecutal a. a nalureza, qualilade e dinienso dos ina-
to'iaes. i|ue devora ~er einpiogados e o modo dos empregar e
preparar.
2." as eptx-as em que as obras devem ter comeco e licar
construidas.
3.' O valor e forma dos pagamentos e periodos em que de-
vem ser effectuados.
8 4. As penas em ana incorrerem os arrematantes, no caso
de violaco de alguma das clausulas gecaes on especiaos do con-
tracto.
I 5." Os casos era que pode ter lugar a resciso.
g 6. O praso durante o qual o arrematante obrigado acon-
Rtaar a obra depois de concluida.
> 7. A^ i lansi.las geraee a que os arrematantes ticam sujeitos.
A es| (ce i \aior da caucas ou a garanlia prestada pelos arrema-
tantos.
Arl. Ki. No acto da assignalura dos contractos so dar aos
arrematantes, mediante recibo, GQpia aullientica de todos os de-
senlies que ((nsiiiuiM ni o projecto das obras contrariadas.
Ait So. Lego depois de a-sig>:ados os cuitiactos serao
remeltidas copias authenticas ao thesouro provincial e aos ar-
Kii atantes.
Art. 86. As cdidices ospecilicadas no presente capitulo e
_uinle nao serio transcriptas no n nliaetos. o uestes sero
apenas meacMaadaa como claaauJat a raes, de eonformidade com
o S 7. do arl. S3, de\endo-se dar conhecimento aos arreaiatantcp
do disposto em taes captulos,
Art 87 Quando (s ((iilraclos forem assignados por procu-
radores, dtvei-io as pncuiau'o ci moi r poderes especiaes para
Be i luif aun. ] HCi-; n (i !o )ela el la a K nliai lar. ( por todas as
dis) i .-un.- do presente nguian eoto, bem ra n:o jara os procura-
('(ie- Kii U'Hin os desenlies, plantas o ci pias relalivas as obras
contrariadas.
Ait. 88. Os piases marcado-nos centrados para ocomecocu
conclus.o das obias tO px dorio ser es| a(adeB | elo presidente da
]u( vmcia. |ior aiotivos jufctose suj^rumenie,-. ouMiidoa direc-
tora. ,
(Continua!
DO DIA 10 DE
S m, median

B8PACHOS DA PKE-11 DtCIA,
JILHO DE 1*^7
Antonio Jo> quim CaseSo.
te recibo.
Abmxo assignados negociantes de jaM
e relogios nest eidade. Em vita das in-
(brmaySes, nao tem lugar o qne r> que
rea-
Antonio Mximo de Barrog Lfite. In-
iorme o Sr. inspector do Thesouro Pro-
vincial.
Abaizo assignados paca de familias
prcprietarHis e miradores na povoi.cJo de
Serra Bn-nea Inftrrr.e o Sr. inspector
jreraJ da instioccao paWioi .
Fielde" Bnthera. Informe o Sr. ins
peotor oo Th. a< uro Prcw. al.
Jos* Joaquim Alvs C. e Paulo Jos*
Altes d C Indeferido.
Jos lgna<-io de Albuqoerqae Trindade
Sun, n eriume reibo.
J m;s dos noiunjentot, e prove que reside
no Brsil ha n-ais de doua ai-nos.
Batbaiel Jet Fiel de Jeau* L-ite. De-
ferido aoBD c-fficio de boje ^l TLesouraria
de FnBenda.
M.jor Lnit Antonio Ferraa.
(a se.
Maneel Valerio da Silva OaimurBcs.
RemetiKio ao Sr. engenheiro Bacal da ee-
trda de ferro do Recife a Ohnda c Bebe-
ribe par lertific r.
Mau..el Lua Pacheco.Prove por qnal
qu<-r dos Qieioa exigidos p^O deurto B.
1,950 de 12 de Jolbo de 1871 que *
in/o r de 21 annoa.
S' b-stiao Antonio Peixoto Gxd. Iba*. -
I Remettido ao Sr. Dr. jaia
.comarca aVe I^uarnasu', pra prestar ao pe-
I elido a consiK r co que n>recer.
j Sebtstifto Ciroeiro R*moa. Ao Sr
juia municipal do turno de Camaru' para
requisitnr o supplicwnie a lempo de peder
o r submettido julgnroento na primeira
, s. safio do juiv
_ I Tbomaa Antonio Guim*ra>e. Iuforme
Forne- 0 gf. nspo' lor oo Tbesi uro Provincial.
yeir lari da Presid-n ia de Pernara
baoo, 12 de Julho de 1>87.
O porteim,
F. Orneen.
Rrparttri* 4a rllela
2*ae'\io. N 6ui) 8eretria de Po-
cw de Pt-ruan.bueo, 12 de Julbo do 1887.
lilao. Eaai. Mr. PaiDcipo a V. zo.
que lorsm hontem reeolhidoa Oaaa de
de direita da DotencAo os seguintis imividuoa:
A' minha ordem, Msnoel Antonio da
Silva, Antonia Andr de Barros, vindos do
termo de Palmares como sentenciados ; e
Joaquina Barbosa da Sil a, vindo do ter-
mo da Victoria como criminoso em Pao
d'Alho.
A' ordem do subdelegado da freguezia
do Recife, Jos Francisco do Nascimento,
conhecido por Bicudo, como vagabundo e
turbulento.
A.' ordem do do 1 data-tato da fregue-
zia da Boa Vista, Christiaae de Souza
Leal, por embriaguez e disturbios; Ama
ro Jos da Santos, Lileat Mara da
Conceicto e Anna Mama da ConaejgBo,
por dialanasaaij.
Deus goarde a V. Exc-Illm. e Esmd.
Sr. Dr. Pedro Vicente d Azevedo, muito
digno presidente da provincia.O chefe
de polica, Antonio Domingos Pinto
IV o vi acial
DESPACHOS DO DIA 12 DE JULHO DE 1887
Manoel Benjaeaiai Penira Canejo. In-
forme o Sr. collector da Victoria.
Manoel Caetano Qomes Bom.Junte
conhecimento de decima do ultimo aemes
tre.
Ponto da secretaria da Assembla. Ao
Sr. pagador para os devi los fins.
Ernesto da Silva Miranda. Facam-se
as notes da portara de l.eeoya.
Offioio do Dr. procurador dos feitos. -
Informe o Sr. Dr. administrador da Rece
bedoria Provincial.
Joaqun Gileno Coelr.o. Registre-se e
fajam-se os assenlamentos.
Hermano Lundgren d C, Companhia
do Bibiib", Augusto Ootaviano de Souza,
Joaquim Ualeuo Coelho, < ffi^io do Dr. pro-
curador fiscal e Beuto t e Freitas Guima-
raes. Informe o Sr. contador.
Martina Fiuza iC. e Maooel Francis-
co Teixeira. Huja vista o Sr. Dr. pro-
curador fiscal.
Jos Antonio de Arauio Livramento.
O aupplicante nos termos do repectivo re-
gula ment deve requnrer por intermedio
da Recebedoria Provincial, juntaudo co-
nhecimento de quitayao d.% quantia de que
pede reatituiyio-
Reeebedorla Provincial
DESPACHOS DO DU 12 DE JULHO DE 1887
Jos Rodrigues Guimrres e Manoel
Jos de Bastas Mello. Informe al* sec
gao.
Eduardo R. Gomes de Mello, do procu-
rador dos feitos, Themoteo Goms de
Mello, Juliana Mara do Espirito Santo,
Manoel dos Santos Falcao e Joao da Silva
Santos. Informe a 1 seecSo.
Manoel Moreira Campoi, Antonio Jos
Martina, Jos da Silva Neves ,e Barao de
Santa Cruz. -Informa a 1* Becgao.
KtYiSTA MAMA
tutorldatle policial For p*rraria da
preaideocia do 11 e proposta di Dr. chefe de po-
lica, de 8 ds corrate, foi exoi erado a pedido o
eidhdao JoSo Bidrigaeg de Barros do carga de 1"
suppleote de delegado do term) de Floresta.
Colleeior de renda* 8. Eic. o Sr.
presidente da provincia teodo era vista a propos-
ta do inspector do Thesouro Provincial comida
em officio de 5 deste mee, n. 701, resolveu por
portara de 41 do corrente ncmear o oidadSo Ni-
colao Florentino Pereira Ficta para exercer o
cargo de collector do municipio de Aguas-Bel-
las, vago pelo falleciaieuto de Arebimedes Caval-
cante de Albuquerqoe.
Tribunal do JnrjHoatcm com a assis-
cenca de 37 jaiees de facto foi aberta a sessio
nestre tribunal.
Conrparecea para ser jalgad: o reo Jos Luis de
Souza Lima, que vea acompinhado por sea de-
fensor o br. Dr. Angosto Carlos Vas de Ohveira,
qne pelo presidente do tribunal to nomeado cura-
dor do reo por ser menor.
Prestado pelo arador o respectivo juramento
formou-se o conselho, qne se compox dos seguintes
enhorca !
Joa Bodrigues do Passo Netto.
Joaqnim Claudio Monteiro.
Be-uardino de Oliveira Coragem.
Tmente coronel Joo Franciscs da Conba.
Or. Miguel Archanjo P. do Bero.
Bento Manoel Viegas.
Dr. Alberto Julio ti-s Tetlei.
Or. Antonio de Anuda BeltrSo.
Manoel Antonio Bodrignes Pinhiro.
Ht'im>'uegildo Maicellino de Miranda.
Manoel Lopes Virira.
Miguel Aut mi da Coata e Silva.
O coDselbo preatou u respectivo juramento e feito
o que foi o reo interrogado.
Bespoadeu chamar-se Jos Luic de Sousa Lima ;
natural deeta provincia, de 17 anuos de idade, aol-
teiro, morador na Ba-Vista, onde reside ha 8 an-
uos, jornaleiro, saber pela copia do libello a cus
porque est preso; que estava no pateo da Santa
Crui, quando se deu o tacto do que acensado;
nao conhecer as teatemunhas do processo contra
as quaes nada tem oppor; que nao tem motivo t
particular que attnba este precedimento cru-
cial, e que em sua detVsa tem allegar, que quem
ierira Manoel Antonio da Silva tora Jos Fran-
cisco do Nascimento conhecido por Jos r*equeno.
Finio o interrogatorio do reo foi pelo escrlvSo
lido o processo. 'elle consta, que pelas 9 hora*
da noite de 30 de Julho do anno passado fra o
reo em compauhia de Jos Francisco do Ni.sci-
mento, conhecido pnr Jo Pequeo, paiaria de
S: v-rino Lyra no pateo de Santa-Cruz, onde tr-
bale, o Uanoel Antonio da Silva, e ahi mandando
chamal o C'ndusiram-a'o at o principio da ra
do Bar&o de S. Borja, outr'ora jo Sebo, onde foi
travada urna uta entr j Souza Lima e Manoel An-
tonio da Silva, aahindo este ferido gravemeote da
Inta. O reo depois de praticar o crime correu
para a padaria de Jo3 PnnNle.io, sea patrio, e
qne na ra de Visconde e G> yanoa, onde pro-
curon bjmisiar se. Foi perseguido por algumas
pessoas do povo at abi, onde p ucos instantes de-
p is foi preso per guardas civios e trazido es-
taca i da treguezia da Boa-Vista, onde se lavrou
auto de flagrancia.
Foi pructdido o eorpo de delicio pelos Drs.
Cerqueira Leita, e Sonza, sendo um dos ferimentos
considerado grave.
Foi proceasado, e pronunciado.
O Sr. Dr. Freitas Henriqnos, promotor, apra-
sentou a aecnsacao. Iniciou-a lando o libello, e
bem a'sim o artigo doCod. Crim. em que se achava
incuroo o reo.
Fea urna looga exposicio do facto.
Disvseelle: na noite de de Julbo do anuo
panado fea o reo frrmeseos ea Manoel Antonio
da Silva conhecido por)Dedal, e um desses ferimen-
tos foi considerado grave pelos peritos, que o exa-
minarais, sendo ellts os Drs. Cerqueira Leite e
Sonsa.
O xceasado praanron logo evadir-se foi para a
padaria de sey patrio Jos Pantaleao, sita a ra
do Viscoud de O yannn.
O acensado pelas 7 horas da noite teve eom o
offeoalido una atercaciu na roa da Imperatns, e
mais larde *e encontrara no pateo de Sauta-Cruz
onde se deu o delicto.
rirodo cercada a padaria de Pantaleao, que t'ran-
qneou rna entr. da a antondade, foi preso o reo e
eoiidosido a eatacio da Guarda Cvica da Boa-
Viaia, onde se lavn.o o auto de flagrancia, porque
o re./ desde o mi meato da pratica do onme foi per-
seg nido por diversas pessoas ate entrar na referida
padaria.
O ri sendo inqacrido persnte o subdelegado
confi-saun o crime.
Dos depoimentos das tntemuniss do processo
consta, qne o reo ji tinba intriga cosa o ettendido
por quektes, de fregnezm de pC.
pelo corpo de dilieto, a que cana:ira inhabilitacao
de servieos per aoai de 10 dias tamben dalle se I
evideniVva.
Que esta gravidade nao se achava destruida
pelo auto de ezame de sanidade feito no offen-
dido, e a reqaenmento do reo, porqae o fra
quasi tres mezes apozo delicto. Fra do praso
legal.
Pelos depoimentos das testemuohaa v se nao
s que foi o reo o autor desses ferimentos, como
tambero, que o offendido levara longo tempo le
cama, e que at ficra aleijado do braco es-
querdo.
Confrontando os depoimentos ans eom os oucros
demonstra que ha entre elles harmona, e que
todos incriminam o reo para quem pede a con-
demnaco no grao mximo do art. 205 do cdigo
erimiual por ter eoncorrido a circunstancia ag-
gravante da noite.
08r. Dr. Vas de Oliveira deaenvolveu a dele-
a comecando examinar o auto de fUgrancia, e
demonstrou, que no caso presento ella nio tinba
ostvido. Entrou immedialsrneato atesta questtto
daixando para rnais tarde mostrar, qae a ecuaa-
lo nao tinha provado a autora do facto ciimi-
noso ao sen curatellado.
Leodo o auto de flagrancia demonatrou paia-
vra por palavra em como nio tinha havido a
priso oa occasio em qne o reo pratcra os feri-
mentos, nem tio pouco, que fra elle perseguido
pelo clamor publico. O proprio guarda cvico
Francisco Soares de Barias, que no auto fignra
como conductor, empregra as expressoes tnha,
ou havia f*rido, tinha corrido tic referindo-se
sempre urna accio passada, e nio de presente,
como se -astivease no local qoando se deram oa
ferimentos.
Neste ponto da sua defeza foi elle interrompido
pelo Sr. presidente do Tribunal. Declarou-lhe o
mesmo senhor, que si o sdvogado tratava da fla-
grancia, como materia de defeza com o fim de
serem feitos quesitos a tal reapeito, que elle os
nio taria, porque consideiava essa questaa de di-
reto, e nio de Iaito.
O Mr. Or. Vaa replioou diauodo, que a queatio
de fltgrancia por elle levantada na defeza deve-
ria tsr quesitos. parque dos debutes resultara o
ventilar ae eaaa qoestio.
OSr. presidente de novo declaran que conside-
ra va a flagrancia questo de direko e qae nio fa-
zia quesitos sobre ella.
O Sr. Dr. Vas bascando na artigo 17 da le da
reforma judiciaria combinado eom o artigo 2o 1 do
coligo do orocesso aggravoa do despacho e prose-
guio na defeza.
Demonatrou, que o aato do eorpo de delicto era
ama peca que nao mereca f, porque fra feito,
como todos nos o sabemos, por pedacos, e em di-
versas occasWWs.
As tintas das assignaturas demonstran] clara-
mente qne aqu<-llo>anto nio foi larrado e assigna-
do na mesma occasio.
Longamente espraion-se em'ama minaciisa ana-
lyse sobre os depoimentos das teatemunhas, de-
aonstrou n'io fallarem ellas com clareza sobre o
facto criminoso.
Demonatrou que o corpo de delicto se achava
destruido pelo came de sanidade, que se tinha
feito no offendido.
Destraio por uaufrigorosa argamentacao a idea
da gravidade dos ferimentos, que deveriam ser
considerados leves.
Tendo demonstrado qne sea curatellado nio f-
cio.
Antes de ser dada a palavra ao Sr. Dr. Freitas
Henriques para t.tzer u replica o Sr. presidente
deiarou, que en a occasiio de por assim diser di-
ferir o requerido pela defesa quanto ao aggravo,
qn mandou se tomasse por termo.
Houve replica, e treplica procurando ambas as
pirtes 6ustentarem es anteriores argumentos ex-
pendidos.
Foi feito o resumo dos debates pelo Sr. presidente
do tribunal e presentados os quesitos ao conselho.
Becolheu-ae este a sala secreta, donde sabio pasea-
dos 40 minuto? trazendo a condemnicio do reo
6 mezes e 10 dias medio do art. 301 do cdigo
criminal.
Hoje entra em ju'gamento o reo Manoel Fran-
cisco do Nascimento pronunciado no art 257 do
cdigo criminal combinad icom o art. 31 do mesmo
cdigo.
LihertaroEm 23 da Junho ultimo o
Bevm, vigario da freguezia da Gloria de Goit
libertou o ultimo dos seus escravos, de uome Ja-
nuario, de 23 aunes de idade e sem onus ou condi
h(io alguma.
Este acto de cirdade e philantropa veio anda
mais corroborar o que j tivemos occasio de iffir
atar acerca do carcter e sentmentos evanglicos
do padre Joio da Costa Bezerra de Carvalho, vi-
gario da referida freguezia.
Orando concertHoje a 8 1/2 horas da
noite realisa-se no Theatro Santa Isabel o grande
concert dado pelos Srs. A aguato H. de Miranda
Jnior e Tito Hygino de Miranda em favor da Sc-
ciedade Pcrnanobucana contra a escravidio eom o
valioso concurso de distinctos artistas e amadores
sob a direccio de Marcellino Cleto Bib.'iro.
O programma do concert atlrahente e d la-
gar a esperar-se grande concurrencia hoje no
Santa Isabel.
A eocraildo fot abolidaDa Austria
e possesies em 1882.
Da Fransa, e pussesses em 1794.
Da Inglaterra e colonias 1834.
Daa Indias Orientaes em 1838.
Da Bolivia em 1826.
Do Per em 1827.
Do Mxico em 1828.
Da Nova Granada em 1849.
Da Venezuella em 1853.
Dos Estados- Unidos em 1873.
De Cnba em 1886.
No Brasil tem sido a seguinte a marcha :
Prohibicio do trafico em 1831.
Leis repressoraa do trafico em 1850
Libertc2o do ventre em 1871.
Libertario dos sexagenarios em 1885.
E' beai provavel que, com as alvoradas de 89
extinga-se completamente no paiz a hedionda
instituicio.
Provincia da Parahvba-Pelo Jaqua-
ribe, hontem chegado, recebemos folbas da Para-
byba, alcaucindo a 10 do corrente.
De ordem do inspector e ebefe da seccio da
caixa econmica da Thesouraria de Fazenda, ns-
tallou-se a 9 a mesma caixa. De accord com o
decreto n. 9738 de 2 de Abril do corrente anno,
funeciona ella no pavimento terreo iesta reparti-
cio.
Cerca de 200 individuos diz o Diario da
Parahyba, estio matriculados, como escravos, no
municipio desta capital, com a declaracio de fi
liacio desconhecida
O Monitor diz haver fallecido em Bananeiras
o acadmico Olavo Bezerra Cavatcante.
Reunlao commerdal esa buranna
Lemos na Gazela de Goyanna de 6 do corrente
o seguinte:
< Oa commercia otas d'esta praca reunirn:-se,
domingo 8 do corrente, no alio da Sociedade Terp-
siebore Goyanoenae, para tratar de nma represeu-
taoio ao poder competente, contra a digposieio do
art. 1. 12 da lei do orcamento vigente.
O Sr. Antonio da Silva L >/o, um dos mein-
bros da coutiaiasio, encarregada da reoresedtacio,
proouuciou um longo discurso, ezpoodo quaes os
primeiros pasaos a dar para a consecucao do fim a
que se proponha a reuniio.
c Em seguida falln o Sr. Irineu Maoedo de Al-
baquerque que discordando em parte dos mee s a
por Loyo, propoz que se pedase antes de tudo ao pre-
sdante da provincia a interpretacio do citado
paragrapho da lei, devendo ser este o pasto inicial
da queatio. A opiniio do Na Macedo de Albo
querque foi geralmente aceita, fie indo ase atado
que a eommissio foase oapital afim de faaer
perante o presidente a devida represantacao.
Promoveu se tambem urna subscripcio para
as dispesas que fosaem feitas, o que repreaentou o
valot de mais de doui con toa de ris.
No dia 4 do corrente foi dirigido um tele
gramma ao presidente, aasignado pela eommiaaio,
em que esta peJia a S Esc. a iuterpretaoio do
art. 1. 12, deixando por isto de seguir p-tra o I
oue constar de msaa cantada t 9 horas e seraio.
A tarde baver ladainba e sermie, terminando"
com a bencio do Ssntissimo Sacramento.
A|aa de caj Becommendamoi a agua de
caj, que prepara D. Anna Velloso da Silveira
Lima e que pode ser encontrada no deposito a ra
do Imperador n. 81. Tivemos occasiio de proval-a
e podemos garantir que 6 muito agradavel.
Somos recoohecidos ao obsequio da remessa de
duas garrafas, com que Cornos presentados.
llintorta Vctor Huaro r*ara os agentes
ra da Imperatris e livrarias desta eidade ac*
bam de chegar os fascculos 4 a 7, da obra sob O
titulo cima, escripta por Cristbal Litran, e que,
em Lisboa, est sendo publicada pela impresa edi-
ctora Noite* Bomanticas.
Ie*Besj A eatfhoneira Tamuga sob o com-
mando do tenente Garvalbaes ehegou heatem
peta janhaao nosso porto.
jlajui ficar estacionadn.
Sfaea;ac*o terea Bscreve o Jornal do
Commercio :
f Est-se constrnindo em um terreno nos fun-
dos do palacete Costa Ferreira, em S. Christo-
vio, um barracio para os trabalhos preliminares
de urna experiencia do balio qne deve ser feita
nos fina de Junho oa em principio de Julho.
0 padre Joaquim Ignacio Ribeiro, qae diz ter
deacoberto o meio de dirigir os aerstatos prope-
se fazer esta experiencia percorrendo em diversas
direccoes esta capital e indo depo-s a S. Paulo.
Pouco lhs importando a forma do blao S Bvm.
corapron, por meio de urna astociaco de negocian-
tes desta corte o balio Santa Mara de Btln do
Sr. Julio Cesar, que estava aqu depositado e nel-
le far a experiencia, levando alm dos appare-
Ihoe propulsores, ama pequea machina de vapor,
modelo sen, construida nesta corte, e sob a sua
inspeccao.
Ir nesta ascensio um aachista que j est
contractado.
O Sr. padre Bibeiro, j requereu o respectivo
previlegio nio e n^ste imperio como nos paizes
estrangeiros.
Vavpor coatelro--Dos portos do norte chegou
hoatem o vapor Jaguaribe da Companhia Pernam-
bncana.
Pouco adianta as noticias trazidas pelo paquete
americano.
Hetioiuo aocial -H* hoje a do Clob Pro.
tector da Indigencia ra Larga do Rosario n. 8,
pelas 5 horas da tarde paracontinnacaoda discos
sao dos respectivos estatutos.
Peala de > Senbora do Careno
em OllndaEscrevem-oos o seguinte :
Algun8 devotos da Sautissima virgem Mara,
cuja iiiCeresaautiss'ma imagem, sob o titulo de
Virgem do Carmello, se venera com fervor na
'g,eJ*i pttrtencente ao aotigo convento do Carino,
desta eidade, comecaram no dia 8 do corrente, s
5 horas da tarde, sob a zeloa i di eccao do dis-
tincto sacerdote o Revd. Sr. padre Julio Mara do
Reg Barros, na modesta, potan, piedoaa noaena
preparatoria de fasta, que ntentam celebrar no
prximo domingo 17 do corrente.
As novenas it-ji sido beai concorridas, e a testa,
que por certo ni) o ser ui-u.s, constar do se-
guate :
A's o horas e mea do predito dia 11 haver
missa re6ada com a communhio gernl de todos os
que pira esta se apresentarem devidamenle pre-
ar dos ; s 10 horas entrar a missa cantada de
tres padres, sendo a orcheatra regida pelo perito
maestro Trajauo Barcelloa, e o sermio confiado a
um distinct) pregador, j bem conhecido na tri-
buna sagrada, o qual generosamente se prestoa
ao convite que se Ihe fes para tal fim. Final-
mente noite terminarlo os actos do dia por urna
Udainha com muaica do orcheatra sob a direccio
do mes-no maestro, e nessa occasio subir tri-
buna um outro nao menos distincto pregador, que
tambem generosamente se encarregou dessa pie-
doaa incumbencia.
< Ao terminar este ultimo acto haver um bazar
de prendas em beneficio das obras da igreja.
Os en car re gados da fasta tem para esta agen-
ciado algumas esmoias, mas, sendo provavel qtu
ru.jaui anda muitos devotos que queiram cen:ri-
bnir, pjderiio eetes enviar seus donativos aos
meamos encarregados da testa os qaaes serio en-
contrados na igreja tojas s tardes, por occasiio
da novena, que sa est celebrando, u
Binliotbeca de Goyanna. O mov-
meneo dessa bibotheua no mez de Junho prximo
pissado, toi o seguinte :
Frequentaram-n'a 191 socios e 22 visitantes e
sahiram para letura das socios 139 volames da
obras.
Forano, cffertados pelos respectivas redaccees os
seguintes jornaea : Gazeta de Goyanna, Provincia,
Diario de Pernambuco, Jornal 4o Recfe, Echo da
Vctoria, Diario das Alagoas e Imprensa Evang-
lica.
Gremio Recreativo Familiar Eita
sociedade rcsolveu em sessio de bontem o se-
guinte :
Installar solemnemente esta sociedade no dia
12 de Setembro prximo, sendo para este fim nc-
meada urna commissao composta do 3 Srs. Jos Cas-
tor de Araujo Souza, \nto iij Raphael A Ivs da
Costa, Francisco Lucio de Oliveira Lopes, Fran-
cisco Valeriano Alves da Fonseca, Z icharias Cor-
rea do EspiritJ-Santo e Cistor Turibio Attrelano
de Souza Lacerda.
E desiguou o praso de dez dias a todos os so-
cios que estivercm atrazados com suas raeasali-
daies a satiafazerem dentro deste praso.
btbertacAea-O Sr. Joaqun Diraaso de
Araujo Lima, proprietario do engenho Lobo, no
termo de G ,tnel!era, alforriou no dia 7 do cor-
rentp, duas de suas eseravas: Mara, parda, de
tnnta e set-' annos e Manoela, parda, de dezoite
annos ; ambts di/ servico do campo, com o nos
de Ibe servirem at o dia 11 de Dezembro de
1888.
E' um acto digno de 'ouvor.
Revlnta do insiidiio rcneolostlca
Distribu i-ae hontem o n. 32 da Revista do In-
stituto Arckeologico e Geographico Pernambucano,
n'un' volume de corea 330 paginas.
Contm o '-i" e 4o Di:cgoa daa Grandezas da
Brasil e muitoa documentos importantes referai.teg
ao lempo do dominio holl.iedez no Brasil.
Agradecemos a offerta qua nos foi faita de um
exemptar.
P4o d'AlboRecbenos dessa eidade a se-
guin'e carta do nosso corr aponiente :
Eucetamos a presente, pedindo eparticio das
Obras Publicas providencias no sentido de ser
juanto antes reparado o estrago em que se acba a
estrada de rodagem desse distncto, no lugar deno-
minado Ladeira das Pedras, a pinto de se tornar
quasi infransit&vel neste tempo de invern, mar-
nente noite. A ponte do Itabyba, que, ha bem
pouco tempo fra concertada, ja ae acha outra vea
turada e com algumas travs podres !...
E' couvtuieuteque sejam feitos com a mxima
brevidade posaivel taes reparos, afi n de evitar-so
qualquer desastre.
> No dia 14 de Junbo, prximo pretrito, falle-
ceu neata eidade, na idade de 85 annos, victima de
antigos padecimencos, D. Rifia Mara da Goocei-
ga>, virtuosa ma do padre Severino Jos Villa-
Nova e do professor Vicente Villa-Nova, a quem
apreaentamos nossas condolencias.
No da 19, na c*p-dia de Santa Thresa, desta
eidade, houve missa do Sagrado (Joraco de Jeans,
tocando asociodadePhilarmoniea Pao d'Albense.
Desde 20 de Junho i-sia d".a, tem cbovida
bastante ; as primeiiib das as chuvas torata co-
piosas, a ponto de ench-r o rio Capibaribe e os ria-
ehos Bobocio, Cursahyi etc. As nottesde S. Joi*
firain aqu bastante fest' jadas, e passaram-se a a
um t incidente desaradavel a lamentar-se.
A lllma Cmara Muuicipai deata eidade de-
siguou um terreno dVvolut que existe ra do
Desembarga lor Prea tj\>ncalve8 para nelle se
edificar a casa de mercad^ Fasemos votes pira
que isto se realise brevemente.
N* dia *8, reassumio o Vxercioio do cargo de
promotor publico desta comVrca, o Dr. Jaaqnim
Pedro Cavatcante de Albuqaerqae, reassaminda
tambem n.-sae dia o exercicio do cargo de dslega-
do luterano, na qaalidade de i" substituto.
A ordem publica ontiui sem alteracia e a
R-cife a mesma eommissio que aguarda respjstal pollcia VaI dll,1Db8,,1do regularmente.
do telegraoima espedido ao presidente
Paqnele InglesPor teiegramm* da Ba-
ha sabe-se ter daili partido hontem s 4 horas da
tarde, o vapor ingles Tomar, pelo que deve *ma
heeer em nosso porto amauhi.
Mala nana likterdadeSob este titulo
oes escreveram noticiando ter a Exma. Sra. D.
Corolina Machado, tnii do Sr. Joaquim Machado
Dias, fiscal da fregoezia de S. Jos, concedido li-
berdade hontem a saa escravisada Mar, de 33
annoa e s-m condicio alguma.
Milagrea de O indaA seladora da oa-
pella doB Milagrea de linda, D. Mara Honorina
do Curan), pede-nos para d> clarar qne asaaobi a
5 1/2 boras da tarde oomeoar o triduo, qne pre-
cede m f-ata de Nossa Seabora do Carao, que se
venera u'aqnella igreja.
No domingo, 17 do correte, sesealisari a testa
Por ora nada ha mais diguo de mencio, por-
tanto, at entra ves. a
Comarca de Timbanba.Esoreven-
nea dalli em 4 do corrente :
Swb a presidencia do juiz de din ico da comar-
ca, Dr. Leurouoo Beserra Vieira de Mello, abri-
se no da 6 de Junho prximo findo, a segunda
sesait ordinaria do jury, ocenpando a c deira da
ministerio publico o Dr. Pedro da Uanha Pedresa;
foram apreaentad- pelo Dr. juiz mnnicipal 4 pro-
ceasos devidamente preparados, os quaes toram
snbmettidos a julgamento pela ordem seguinte :
.Da-6 odebaetiaoCorfeia daRocha.prooua-
ciado no art. 222 do Cod. Uno., por ter com amea-
ci cffeudido a honra de sda propria irma, sendo
fali-meiite eondemnado a 7 aonoa e ti aseses a a
dotar a offdndtda, grao asedio do referido artigo.
I
'
s
'.
-
r .

.
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Diario de PdruambucoQuarta- leira 13 de Julho de 1887
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3



Appeliou da seotenca para a Relaolo da distrieto,
teodo sido a sus defaxa promov Ja pelo Dr. Jes
Beaerra Cavalcante.
Dia 7.Bo Justino Jos Ignacio, raigo Jus-
tino Gga, pronunciado no art. 198 combinado com
O J 2o da Cod. Crim., par ter em 1884, tentado
coatra a vida de um outro indiidaa no lugar Qes
deste termo; foi absolvido por ter o jury reeonhe-
ido a justificativa da defexa legitima, tendo sido
defendido pelo oidado Silvestre Oas Cardosa de
Azevedo Pires.
< Dia 8Foram julgados dous reos ausentes,
Maooel da Rosa, conhecida por Matioel Prito, e
condemoada no grao mximo di art. 257 do Cal.
Crim., no qual estava incurso; e Manoel Jjaquim
de tal, tmnhon conJ mnado no grao mi limo do
art. 201 do Cod. Crim., no qi A estiva prenun-
ciado.
No dia 8 do carrate, no lugar Tambor deste
termo, J >o Barbosa di Silva, tra bal h ador da es-
trada do ferro, toado sido despedido do ssrvioo, por
insolente, dingio-se rancaros-i o easpreiteiro Mi-
noel Marques Maciera, redara iu deste 140 ris,
que Ibe fieara deven Jo o e bi da mesma estrada,
e como nao tivesso Maciera dinheiro na occasi)
para Ibe pagar, deitou mo a taca de pouta que
razia a efota e atirou Ihe diverjas facadas, sendo
que urna delias foi certeira ao braco direito do ag-
gredido e o traspassou de lado a lado.
Maciera sentindo-se grav 'monte ferido, ati-
roo-lhe eom nma pis'ola, ficando o seu aggressor
levemente eriio no rosto pe onde resvalou o pro
jectil. O delegado compareceu ao lugar do delicto
e procedeu n is termos da le i.
Aiada mais No dia 22, no mesmo lugar Tam-
bor, das 7 para as 8 horas da noit-, o individuo da
nome Francisco Borges,raptou urna moja sobrinh i
de seu visinb Bllarmina de tal e depositou-a em
casa do seu amigo Antonia le Abreu. telUrmino
apenas den pela falta da sobriuha e constando-lhe
que rstava d positada eai casa de Abreu, para alli
se dirig' con o intuito de fazel-a voltar para o
lar domestico.
Abreu, porm, resistindo ao reclamo de Bel-
iarmine, atiroulhecom urna espingarda e m.tbu-o
instantneamente ; momentos depois foi tambem
victima omeim; Abreu, que sucumbi golpes
de faco. Nao sabemos anda qicra seja o auto.-
d'esse ultimo enme, purecendo-nos entretanto, que
fura talvex algueo que acompanhara Bellarmino
casa de Abreu, depositario da moca raptada. O
activo delegado desta comarca vai envidando tuJo
para descobrir o criminoso ou criminosos de to
trgica scem.
Agricultura. Com a reapparicao das copio-
sas chuvas do 21 do correte para c, a lavoura,
que estava quasi crestada pelo rigoroso sol de
Maia, reanimou-se de modo a dar n.s as mais li-
songeiras esperanzas de urna colheita espantosa
no presente anno. O Capibaribe raeiriu, que ba-
nba esta cidade, traebordou de suas margeos e os-
tentou garboso um volume d'agua immenso, que
ameacava a caa momento esp.aiar-se por dentro
das ras e aterrorisar os sena habitantes, como por
vexes j tm suocedido, e por alguns das, nao deu
passagem aos transentes Beina portanto gran-
de animaco c contentamento entre os habitantes
deste abeuciado slo a todos agaardam o grande
dia em que seja aberto ao tralego a ferro-va de
Nazareth esta comarca, afm de aproveitarem os
seas productos agrcolas e estarem em commuui
cacito directa cosa essa capital. Seja-nos, pois, bem
vindo esse grande melhoramento.
Sob a direccao do intelligente acadmico Luix
de Franca, auxiliado pelos seus callegas Olympio
Bonald e Jos de Paiva, vai funecionando regular-
mente o Coilegro Timbaubense, importante estabe-
lecimento litterario. Esperamos que os pais de fa-
milias comprehendendo a economa e vantagens,
que resultan) da educacio de seus filbos, dada nes-
te collegio, ende os podem visitar quasi todos os
das, proeurem animar nos mocos que ora temos en-
tre nj e aproveitar-se da sua aptidao e canbeci-
mentoa profissionaea de que dispem, afim de que
a mochado ti nbaubense possa estimular s- ao
cultivo das lettras fazendo aqu inesmo o seu curso
de prepiratorios.
A' iniciativa do virtuoso conego Dr. Tranquil-
lino devem s haver-se installsdo ltimamente aqu
urna conferencia de S. Vicente de Paula, filial a do
Recife, a quai j conta 30 e tantos socios e tem
prestada relevantes servicoa pobresa desvalida e
edifcalo com os seas bous exemplos de ca hade e
religio.
VicenciaDesta localliade escrevem-noe o
seguinte em 10 do corrrnte :
Passauna ligeiram-nte a daruiticias d sta
localidad?.
As nout.-s da S. JooeS. Pedro, pissaram se
aqui com tuseneia absoluta dos folgares anlogos;
a Ia foi apenas assignalada por urnas magras fo-
?ueiias e o cheiro que se exalava dos bolos ; e, a
1 noute, nada mais alm d'uma gigantesca fo-
gueira em frente matriz.
nascimento deste santo, p>rin, nao preci-
S3U ser ar.uunciado por fogueira* conforma succe-
deu com S. Joao em virtule di ajuste que foi feito
entre Mara e Isabel.
"Volt.u ao exercicioda sudelegacia oSr alferes
M. Eatellita de U. Mello.
O Rvm. :-r. vigario acaba de nom ar urna
cominissa > emposta dos Srs. professor Amerieo
Brandas ; artista Elias de Barres e negociante
Ja4o Qoncalv'8 Padre, para agenciar donativos
afim de ser celebrada urna festa em lonvor Nos-
8a Excelsa Padreeira Senhora Sant'Aut ; de
ero- que anda urna vez fique bem assign Jalo o
espirito religioso do povo vicenciano, se nao por
amor ao Rvm. pastor, pela gloria de conquistar a
b.'nco e as gracas da nossa Pa ir .eir.
Em todo o correr de Junb# fhoveu bastante,
chegaud i no dia 24, o rio cosf -gr^ude cchente ;
tem Daixado poneo a pou.-o miis aioda conserva-
se com tnuita agua.
As la vouras estao boas, e espera se urna gran-
de safra ; por ora ha muita fartura de viverea en-
tro os quaes vende-Be a farinba a 200 ris es 10
litros ; milho verde a 160 ris, 50 espigas : bata-
tas a 160 ris 03 10 litras e tudo o mais muito ba-
ratinho.
O que mais est pesando na bolc,a di consu-
midor o prega exc -ssivo do caf quo retaha-se
aqui a li20o klo...
E isto tinta mais depbravel por ver oos que
o solo vicenciano importante par, o planto do
caf, mas os nissos agricultores ferraram-ao s
canoas e nao a deixam por mais que soffram as
consequncias fitaes do <*' apfi^o.
> Em fim Sua lma sua palma.
Estamos com fiscil novo na trra, cuja esco-
lha foi acertada, recahindo n'um cidado que ja
tem bastante pratica da cousa; vamos ter cami-
nhos limpas, ra, alinhamento na edificaeSo que
vai augmentando etc. etc.
As aulas publicas vo indo bem, sendo oota-
vel a supprcsso do ensino de danca, preceituaio
pelo regulameoto,na do sexo femenino, que qlan-
do regida pela iliustrada professora D. Cordolina
Amelia da Paz, tinha lugar s quintas-feiras: ne-
nhum professor tem o direlto de sup jrimir p irtes
do regulamento instructivo: assim lembramos,
apenas p)r amor da espciancos infancia vieen
ciana e nao par querer magoar a digna prof-s-
sora a quem muito resp-Mtam e e at somos grato
pela Ihaneza c m que nos ha tratado.
V esta lembranca com vistas a respertavel
Sra. professora do prximo povoado Tandas ; a
misso do missivista diser a verdsde e na som-
bra desta muito especialmente apreciaremos a
regencias io MssoojMnrio por aqu.
O matulo inuitJtQnp-.-.rre com as bagas do seu
Buor para os cofres da -jcia, tem direito por
tanto a c m, e ver seus Libos bem instruidos e
nSo lavando o tempo a visitar apenas as escolas.
Anglica Em 8 de corrento eserevem-oos
dista loeahdade o seguime :
Vai ter lugfcr a mudanga da ic\f io ssbbado
para domingo cor causa da crea^) >!* do Age '.
A populaca.1 spplaude bastante es^a transfe-
rencia.
As duas escolas publicas vio se impondo
apreciaco de todos, con^txndo os alumnos com
muito adiantameritc ; os sec. ;fssores io in-
ca usa veis na prtpogaco do ensino.
Ag ra temos urna ccela nocturna, reg'da
brilbaot-mente p--l i professor Maurir/.
Knlradax de M Vieram por mar e trra para o mercado do Recife
no mez de Juuho :
AlgodSo
1887 15.903 saccis.
1886 4.303 >
185 4-090
1884 4.419
1883 15.338
Attuear
18X7 48.895 saceos.
. 1886 13.476
ft. 1- 18.478
I lb. 14.461
. 1883 25.878
Proclamas de eaaacaeatot Na ma-
triz de Affogados foram lidos no da 10 do correo-
te os seguintes :
Antonio Patricio da Cruz eom Carlota Mara de
Carvalho.
Manoel Jos de Magalhisa Soares coa Aana
Maria de Albuquerque
Antonio da Cruz Cardsal eom Mara das Naves
Puma.
Maaoel T.vares Moreira com Fdlismiaa de
\raujo Cssar.
Andr Avelino Bodrtgnes eosn Mari Oancal ves
da Lux.
Z 'f-rin i Francisc* daa Cnagas com Maria Va-
lentina da Paixio.
zvirectaria daa oura de rimem
cao do* porloBoietin meteorolgico do
lis 11 d* Julho do 1887 :
do
~=-~ 4
a 's o o
doras Barmetro a O Tensilo do vapor -a 1
6 m. 4^-3 763>63 17,23 76
9 259 7S4'46 18,58 74
12 2703 764-70 19,u7 70
3 t. 27'9 76*05 18,76 67
6 25'-0 76386 17,66 74
temperatura mxima29",00.
Dita minima"M,-5.
L vaporaco em 24 hores ao io!: 6",0 ; sum-
ara : 2",9
Chuva1"",4
Direcc.o do vento : SE, com interrupc5;s de
SSE, de meia nuitr at 7 horas e 40 minutos da
tarde; SE at 9 horas e 15 minutos ; SiE at 10
horas e 15 minutos ; SE, com interrupfdds de ESE,
at meia noite.
Velocidad'; media do vento : 3">,40 por segunde,
(l,n,75 das 4 horas da tardo at meia noite).
Nebuloaidaue media: 0,69.
Boletim Jo porto
11 -
Josepha Maria da Conceiclo, Rio Grande
Norte 50 anuos, solceira, Boa-Vista ; diarrhea.
Maria da Conoieao, frica, 60 annos, solteira,
Boa Vista ; anemia palastro.
gnea, frica, 75 annos, saltetra, Boa Vista
gangrena do p.
Dr. Jos Joaqurm Tavares Belfsrt, Maranho,
47 annos, casado, Ba-Vista ; edema cerebral.
Antonia do Reg Ramos, P.-rnambuco, 20 aosa,
solteira. Boa Vista ; tsica pulmonar galopante.
Um fe toy Boa Vista ; oviabilidade.
Alberto, Pcrnamoaco, 2 m;es ; asphixia ca-
tural.
Anglica Maria da Conceico, Pernambuco, 60
annos, casada, Santo Antonio ; bronobite aguda.
Jos, Pernambuco, 3 m 'xes, d. Jos ; spasmo.
Felizardo, Pcimmbuco, 4 das, Boa Vista ; in-
viabilidade.
Joao Francisco, Pernambuco, 33 aonoa, soltero,
S. Jos ; astbma.
Maria da Coueei^io Costa Lima, Pernambuco,
15 annos, solteira, S. Auto lio ; m ningite.
Agripioo, S. Jos; ttano.
Alexaadre B iptista da Si va, Pernambuco, 52
annos, casado, Boa-Vista ; leso cardiaca.
Viutonna Maria da Uon%ico, Pernambuco, 45
annos, solteira, Baa Vista; diarrhea.
Calistro Francisco de Salles, Pernambuco, 59
anuos, sokeiro, Boa-Vista ; diarrhea.
Uregorio da C sta, Pernambuco, 70 annos, vu-
vo, Boa-Vista ; leso cardiaca.
Jos Vicente Ferreira, Pernambuco, 40 annos,
soltero, Boa-Vista; anemia.
CHRONICA JUDICIARU
S "* 3.2 u t =a i. o P. M. B. M. P. M. 4. Di. Huras Altura
11 du Julho (2 de Julho 813 da manha 233 da Urde 8-43 3 -2'i.da manha 2,m17 0,"82 l.97 0,">93
Dr
De
Operacao clrargioaro bontem praii-
cada no hosjital Pedro II a seguate :
Pelo Dr. Berardo :
Extracclo de catarata senil dura pelo processo
Wecker.
lielldeaiESectnar-sc-ho :
Hojo :
Pelo agente Gusmao, s 11 horas, ra 21 de
Maio, de movis, louca e vidros.
A-.iauhl :
Pelo agente Gusmao, s 11 horas, ra do Mar-
ques de Olinda n. 19, de movis, charutos e livros
de medicina.
Sexta-feira :
Pelo agente Martins, s 11 horas, ra do
Bario da Victoria n. 16, de movis e da armaco
alli existente.
Pelo agente Gusmao, s 11 horas, ra do
Bom Jess n 18, de movis e outros diversos
objectos de casa de familia,
a fnebre*.Serio celebrada*
Hoje :
A's 7 1/2 horas, na matriz da B a-Vista, pela
alma de Joanua Candida da Cmara Freitas.
Sabbado:
A's 11 horas, na capella do engenho Arip ,
pela alma de Jos Camello Pessoa de Siqueira Ca -
valcauti.
Pu**ngelro*Ciega dos dos partos do nor-
te no vapor nacional Jaguaribe :
Dr. Fernando Cela, Jos Ferreira dos Santos,
Adoipno Pageles, Benjamim H. de Carvalho,
Arciiu L'beralino F. Puntes, Silvio P. de Miran
pa, Biuif icio Galvao, Manoel G,m -s do Oliveira,
Pedro Alves da R a, Joio C. Galvo, Dr. Ma-
noel Xavier da Cunha M. Filho, Francisco Car-
neiro da Cunha, Alfredo Jos Vianna, Carlos Da-
vim, De. Cassiauo B. dos Res e Silva e sua se-
nhora, padre Jos Pauliuo de Andrade, Hermano
Luis de Moura Carvalho e sua senhora, Paulo
Lmz C'ircic, capito H. Jesem, Jos de Figueire-
do, Antera de M quita.
Sabidos para o sul no vapor nacional gipe :
J. R. Smith, sua senhora e 2 filh)s, Juventioo
Marinh-j di Silva e Emilio Fiaux.
Casa de BeteacoMovimeuto dos pre-
sos da Casa de Detencao do Recife no dia 11 de
Julho :
Existiam396; entraran 15; sahiram 36 ; exs-
em 375. .
A saber :
Naciunaea 334; mulheres 19 ; estrangeiros 11 ;
escraros sentenciados 5 ; dem procejsados ;
Iiem do correccSo 4.Total 375.
Arralados 341.
Bons 320; doentes 21.Total 341
Movimeuto da enfermara.
Teve baix% :
Antn o Francisco Borgee.
Tiveram alta:
Qjirino Jos das Neves.
Antonio Francisco do 'larma.
Laieria do Cear-Esta acreditad lot*-
ria eujo premio m*ior de 15:0004000 ser ei-
trahida boje 13 do correte.
Os bi hetes acham se venda na Rodada For-
mo ra Luga do Rosario n. 36.
Tambem acbam-se a venda na Casa da For-
tuna 4 roa Primeiro de Marco n. 23 de Martins
Fiuza & C.
Lotera do Esplr lio-Santo-A 4* par-
te Ja 2 lotera desta provincia cujo premio gran-
de 60:0004000, ser extrahida no dia 15 da Ju-
lho.
s bilbetes acbam se venda na Rods da For-
tuna na ra Larga do R.sario n. 36.
Tambem acham se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco o. 23 Martin Fin-
ta & C.
Lotera da provincia No dia 18
da crrente, s 4 horas da tarde, se extrabir a
7" loteras, em beneficio da matriz da Boa-Vista
do Recife e, no consistorio da igreja de Nossa
Senhora da Conceico dos Militares.
No mesmo consisrorio estarlo expostas as ar-
ae as espberas a apreciacao do publico.
Os bilhetes garantidos acham-se venda na
Casa Feliz na pr>ca da Independencia ns. 37
e 39.
Tammbem acham se venda na Casa da Fortu-
na ra Primeiro de Marco n. 23 de Mariis F.u-
satC.
Assim como na Casad Or na -"a d Bario
da Victoria n. 40 de Joao Joaqun a Costa
Leite e na Roda da Fortuna na ra Larga do Ro-
sario n. 36.
Lotera do ro-Par A 9* lote-
ra desta provincia, pelo novo plano, cujo pre-
mio grande 40:0004000, ser extrahida no da
16 de Julho.
Os bilhetes achuin-se venda na Casa da> For-
tuna ra Primeiro de Mareo n. 23, de Martins
Fiuza & C.
Tambem acham-se venda na Roda da For u-
na vrua Larga do Rosario n. 36.
Lotera da provincia do Paran
A 19 lotera desta provincia.pelo novo plano, cu
jo.premio grande de 15:0004000, se extrahir
no dia 19 de Julho.
Bobotes a vonda na Casa da Fortuna, ra
.-'rimeiro de Marco numero 23, de Martins Fiu
xa &C.
Lotera da Parabybaasta lobera cajo
premio grande de 20:0004030 ser extrahida
amanha 14 de Julho -"s 3 horas da tarde.
Os bilhetes acham se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 2, de Martins
Fiuza & C.
Tambem acham-se venda na Roda da For-
tuna ra Lirga do Rosario n. 36.
Ceatlterlo Publico.Obituario do da 10
de Julho :
Francisco Jos de Soass, Cear, 27 annos, ca-
sado, Boa-Vista; entoxicaco palustre.
Domingos Antonio da 8ilva Beirix, Portugal, 62
annos, casado, Boa-Vista; encephalite ebronica
Bernsrda da Silva, Parahyba, 20 annos, solteira,
Boa-Vista; cachexia palustre.
Gualberto, Pemambuc, 4 das, Boa-Vista; t-
tano.
Joanua Benedicta do Rosario, Pernambuco, 30
annos, solteira, S. Jos; tsica.
Joanna Maria Goncalves da Loa, Pernambuco,
22 annos, solteira, Santo Antonio ; tubereulose.
Jeaquim Fermndes da Silva Manta, Pernambu
co, 39 annos, solteira, 8. Jos; tubrculos pulmo-
nares.
Jos Camello Peesoa de Siqueira, Pernambuco,
56 anuos, casado, Bea-Vista ; leso da aorta.
Trihiuial da Relafu
SESSO ORDINARIA EM 12 DE JULHO
DE 1887
PBESIDEXCIA DO EXM. SB. CONSELHEIBO
QDTOTINO DE MIRANDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costume, presentes os Srs. desem
bargadores em nume.-o legal, foi aberta a sessao,
depois de lida e approvada a acta da antecedente.
Distribuidos e pastados os feitos deram-se os
seguintes
JDLOAMENTOS
Habeas corpus
Pacientes .
Mano 'I Joaquina de Siat'Ann*. Negou-se a
soltara, uuaniinemente.
Laurentiao Gomos de Aranjo.Mandou se sol-
tar, unnimemente.
Recursos crimes
De Pa>Io ArlmsoRecorrente o promotor pu-
blico, recorrida o escrivo Joao Joaquim Satyro.
Relator o Sr. (tosembargador Tose ano Barreto.
Adjuntos os Srs. d e Oliveira Maciel.Negou-se provimento, unni-
memente.
Do LimoeiroRecorrente Jos Paulo de Mou-
ra, recorrido o juixa. Relator o Sr. desembar-
gador fires Ferreira. Adjuntos os Srs. desem-
bargadores Monteiro de Audradc o Toscano Bar-
retoEm diligencia.
Agj,ravo de instrumeuto
De Penedo Aggravante Henrique da Silva
Mello, aggravado Jos Guimarles Relator o Sr.
desembargador Monteiro de Andrade. Adjuntos
os Srs. desem bargadores Tavares de Vasconcellos
e conse'heiro Queiros Barros.Negoa-so provi-
meuto, uoauimemeutc.
Aggravo de peticb
Do Recife Aggravaute o cnsul de Portugal,
aggravado ojuizo do commercio. Relator o Sr.
desembargado' Buarq-iu Lima. Adjuntos os Srs.
desembargadores Oliveira Maciel e Tavares de
Vascancellos. Negou-se provimeuto, unnime-
mente.
Appellafes crimes
De Bom JardimApoellajte a promotor publi-
co, appellado Antonia Hanrique. Relatar o Sr.
desembargador Alves Riboiro.Maadau-se a no
vo jury, contra os votos dos Sis. desembargado-
res relator e Buarqu: Lima.
De PalmaresAppollaate Numeriano Francis-
co de Oliveira, appellada a justica. Relator o
Sr. desmbargador Alves Ribeiro. Aanullou-se
todo o precesso, unnimemente.
Do As3emblea Appellante Pedro Pequ-m
Barbosa, appellada a justica. Relatar o Sr. des-
embargador Alves Ribeiro.Caofirmou-se a s Ns>
tenca, unnimemente.
l)a ParabybaAppellante
Candido Peieira. Relator o
Alves Ribeiro.ManJou se a
memente.
De Cimbres Appellante o juixo, appellada
Joaquim Jos de Sant'Anna. Relator o Sr.
desembargador Alve Rib.-iro.Mandou-33 a no-
vo jury, unnimemente.
D' tom JardimAppellante o juizo, appella-
dos Manoel Francisco de Alleluia e outros. Re-
lator o Sr. desembargador Alves Ribeiro. An -
nullou-se o processo de li. 50 v. em diante, un-
nimemente, com urna advertencia ao juiz muni-
cipal Vicente Pereira do Reg.
Appellacoes civeis
Do liecifeAppellante Mathas Lapas da Costa
Maia, appellado Antonio Casemiro de Gouvaia.
Relator o Sr. desembargador Pires Ferreira.
Revisores os Srs. desembargadores Monteiro de
Andrade e Kres Goncalves. Furam desprezados
os embargos, unnimemente.
De PalmaresApoellautes os menores filbas de
Joio Manoel da Foaseca L'ns, app.-llados Fer-
reira Caaco & Filho3. Relator o Sr. desembar-
gador Fires Ferreira. Revisores o i Srs. desem-
bargadores Monteiro de Andrade o Alves Ribei-
ro.Em diligeucia.
Do Recife Appellante Jos Antonio Pinto,
appellado Eiuardo Aloxanlre Burle. Relator o
Sr. desembargador Monteiro de Andrade. Revi-
sores os Srs. desembirgadores Alves Ribeiro e
Tavares de Vasconcellos.Confirmou-se a sen-
tenca, contra o voto do Sr. desembargador Tava-
res de Vasconcellos.
Appellacoes commerciaes
Da Parahyba Appellante Paulino Augusto
Rodrigues Vianna, appellado o coronel Claudiuo
do Reg Barros. Relator o Sr. cooselhero
Queiros Barros. Revisores os Srs. desembarga-
dores Buarque Lima e Toscano Barreto.Foram
desprezados os embargos, unnimemente.
Dj Recife Appellante Dr. Amaro Carneiro
Bexerra Cavalcante, appellada* os herdeiros de
Francisco Accioli du Gouveia Lins. Holator o
Sr. desembargador Monteiro de Andrade. Revi
sores os Srs. desembargadores Alves Rib.-iro e
cooselhero Qieiros Barros. Foram desprezados
Appellacoes criniea
De Macei-Appellante Rernardino Antonio
Bexerra, appellada a justica.
Do Pianc Appelian e o juizo, sppellados
Francisco Jovino dos Santos e outro.
Da PriucoxaApnellaute o jaixo, appsllado
Antonio da Lux Pereira.
Do TraipAppellante o juixo, appellado An-
tonio Jos de Faria.
Da Catlo do Rocha Appellante B.llarmioo
Jos da Silva, appellada a justica.
De Bexerros -Appellante o juizo, appellado
Sebastiio Jur Bexerra.
Ao Sr. desembargador pr.icunidjr da csr :
Appellaco civel
Do Recit'Appellante Dr. Arthur da Barros
Faleo de Licerda, appnlad. s B a'o Maaoel Car-
los da Moura e outr s.
Com vista s partes :
Appellaco commercial
Do Recife\ppellantes Ferreira Guimarcs 4
C, appellado Nicolao Larciprets DI8TB3igOEtl
Recursos crimsii
Ao Sr. desenbargador Moutuii i de Andrade :
Da Palmeira dos Indias -Recorrente u juizo,
recorrido Raymundo Nonato de Barros.
Ao Sr. deseiabargador Alves Ribeiro :
Do PilarRecurrente o juizo, recorri'o Jos
Miguel de J. sus.
AoSr. desembargador Tavares Je Vasconcellos :
De Mamanguap"Reco- rente o juixo, recorr-
do Dr. Pedro do Albuquerque Marauhao.
Ao Sr. conselheiro Qoeiror Barros :
Da villa do Conde Recorrente o juizo, recor
rids Anton'o Alves da Cruz.
Ao Sr. desembargador Buaro,ue Lima :
Da IndependenciaRecorrite o juizo, recor-
rido Pedro de nvera Lint aa.
Ao Sr. desembargador Toscano Btrreto :
Do Pianc Recorrente o juizo, recorrido Ma
Isquias Pereira Barbosa.
Ao Sr. desembargador Delfiao Cava cante :
Do RecifeRecorrente Lourenco dos Santos
Raposo, recorrido Bel I armio Alves Arxa.
Appellacoes crimes
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
De Timbaba App-llaute Jss Thom Fer-
reira, appellada a justica.
Ao Sr. des-inbargadur Toscano Barret) :
De TiubabaApp llanto Joaquim M irinho
Borgcs, appellada a justica.
Ao Sr. desembargador Delfino Cavalcante :
Dd PalmaresAppillanto Antsno An ir de
Burros, appellada a justica..
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel :
Da ParahybaAppellanto o juizo, appellado
Podro Fransisc i da osts.
Ao Sr. desembargador Prea Ferreira :
Da Villa do CooJeAppellante Manoel Cesar
de Souza, appellada a jmttasv.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade r
Do LimoeiroAppellante Fortunato Alves Pi-
uheiro, appellada a justica.
Appellacoes civeis
Ao Sr. desembargador Toscano Barreto :
Da RecifeAppellante Manoel Joaquim Pedi-
r, appellado o juizo.
Aj Sr. desembargador Delfiao (.avalcaate :
Do PilarAppellante o capito Mathias Fran-
cisca do Reg, appellado Juvelica Rodrigues da
Silva.
Encerrou se a essao d 2 biras e 20 minutos
i tarde.
anJ-tr, de 12 s 2 da tarde ; residencia, ao
Montuiro.
CosHtsu torio Hosnoaopatioa
O Dr Miguel Themudo, medioo ho-
moBopatico, tem o sea consultorio raa do
Bario da Victoria n. 7, 1. andar, onde
d consulto diariamente daa 12 i 3 ho-
ras. Chamados por eeeripto a qnalquar
hora do dia ou la noite.
O Dr. Harrea Galniare*
Pode ser procurado no essriptoro. deste
Diario da 11 horas da inaniJ s 5 da
tarde, todos os das.
O Dr. Milet mudou seu esiriptorio do
advocauia para ra do Duque de Caxias
n. 50, 1. andar.
(robarla
Francisco Manoel da 8w dB C ispo-.
*it:uios de todas as espociaiidaues pharms
;>uti.via, tiatas, drogas, produiMs eJiimix
'. ;aediH.muutos hoinoeoDatii'os, ru. lo H -
quea de Olinda n 23.
Drogara
Faria Sobrinho & Q. droguista por at-
cado, ra Mrquez de Olinda n. 41.
Herrarla a Vapor
Serrara a vapor e officina de carapina
de Francisco dos Santos Macodo, caes
de Capibaribe n. 23. N'esto grande esta
ocle oiuo;uto, o primeiro da provincia ieste
genero, corapra-se e vndese madoiras
de todas as qualidades, serra-so madeiras
de conta, alheia, asbim como se preparam
obras de carapina por machinas e p >r pre*
yo scn competencia Peraarabu;o.
Cana A raa do Cabug n. 2 B, estabeleci
ment de modas, en^ontrara os fregaesaa
grande e variado sortimento de fazendas
de seda, la e algoJao, o que de melhor ss
obtem nos -nercados do Pars e Lyon.
ser ajusUiv independia quer de aatcrsaaioqner
deapprovacao da presidencia da provincia o As-
sembla Legislativa Povincial.
Nao se tratava de- emprtitada de obras, pois
que as obras que so tinnam de faxar era asiumpU
secundario, antes um meio da mclhos cuanprir alo-
cacla de servicos.
Nao se tratava tambem da obras di grande
importancia qus devessein ser levadas a eff;ito de
urna vea por meio d urna empresa que se indsm-
nisasse depois m-diant a urna taza cobrada dos in-
t restadas ou fr-guuzes do estabelecinwnto, enja
construccAo se realisisse assin, como por exemplo.
ds nma casa do m rcadi.
Na 1 hypitti isa have a n-cessidada de pre-
Cf-der certa= t iucasive o pregia ou
lietaau); aa 2 da a^provacia da Asssmbla o
ao menos do presiderfu da. provincia.
Nia se tratava tambem de arreadamente de
beus municipaes, como outr'.*u, teodo agora alli a
Cmara oetii administrado..
Esta arrecada p ir seas agentes a receiU da
Matadouro epela s-eroa orea neutana especial na-
ga me a taza estipulada pelos servicos locados.
Ao caso, pcis, nao tem appliccio e mmos cintra
n.im as disposicjs dos arts. 44 e 47 ou alguma
outra da le do !' di Ootubro de 18JS.
Finalmente argumentos raes como os queprodn-
xio a ProuMc/a ja tiveram previa respasU minha
com a que aeim fica taasada
Reeife, 12 da Ju ha lo 1887.
Joi Eleu'erio de Ateuedo.
Pl-BLliJiCOES A PEDIDO
o juixo, appellado
Sr. desembargador
novo jury, nanl-
os embargos, unnimemente
PASSAGEN
De Sr. conselheiro Queiros Barroi ao Sr. des-
embargador Buarque Lima :
Appellaco crime
De Uoyanna Appellante o juixo, appellado
Joaquim Bonifacio Nuues da Poha.
O Sr. desembargador Oliveira Miciel com pro-
motor da justica ad hoc deu parecer aa seguinte
Appellaco crime
De Bom JardimAppellantes o promotor pu-
blico e Joaquia de Albuquerque Gtandra, appel-
lados Jso Barbosa da Silva e outros.
Do Sr. desembargador Pires Pfrreira ao Sr.
desembargador Monteiro de Andrade :
Appellaco crimo
De OravatAppellante Manoel Magdalena da
Costa, appellada a jastica.
AppelacAo civel
Do Cabo Appellantes o coronel Francisco
Manoel de Siqueira Cavalcante e outro, appellado
o B irao de Araripe.
Do Sr. desembargador Monteiro de Andrade ao
Sr. desembargador Alves Ribeiro :
Appellaco crime
De TaquaretiogaAppellante Manoel Sobreira
da Silva, appellada a justica.
O Sr. desembargador Pires Oonealves, como pro-
carador da cora e promotor da jastica, dea pa-
recer nos seguintes feitos :
Appellacoes crimes
Do Brejo da Madra de DeusAmpollante Cae*
tao Jos de Oliveira, appellada a justica.
Do PilarAppellante o juixo, appellado Joa
Jos Cavalcante Ramos.
Do Sr. desembargador Alves Bibeiro ao Sr.
deaembar ador Tavares do Vasconcellos:
Appellacoes crimes
Do Pilar Appellante Francisco Pereira da
Silva, appellada a justica.
Do logaAppellantes Jos Trigueiro Castello
Branco e outro, ap >ellad i a justica.
Appellaco civel
Dj RecifeAppellante o mojar Joaquim Antu-
nes de Oliveira, appellado o juizo.
DILIGENCIAS
Mandou se ouvir o Sr. desembargador promotor
da justica nos seguales feitos :
nula Cotumercial da cidade do
Recife
ACTA DA SESSO EM 7 DE JULHO DE
1887
PBESIDENC A DO 1LLM. SR. COMMEXOAOOR JHT0SIO OO-
HR8 DE MIRANDA LEAL
Secretario, Dr. Julio Cfuimardes
A's 10 horas da manhl declarou-se aberta a
sessao estando presentes os Srs. deputa Jos Oiinto
Bastos, commendador Lopes Mtchado, Beltro
Jnior e Figueiredo.
Lida, foi approvada a acta da sessao anterior,
e fez-se a leitura do seguinte
EXPEDIENTE
Daos ofBeios, de 1 e 2, da Janta dos Corretores
desta praca, este enviando o bol tim das cotacoes
offieiaes de 27 a 2 do mez actual, e aauelle dau-
do sciencia do numero do c itacoes efectuadas
pelos corretores durante o miz prozimo passad).
Sej im archivados.
Diarios otjiaes do ns. 171 a 177. Archi-
vcin-se.
Foiam distribuidos rubrica os seguintes
livros :
Diario e copiador d-- Simpaia J.clh) & C, dito
dd Luix Soa^alves da Silva & Pinto, copiador do
Landon and Braxilian Bank, limited, dito de Se-
verino & Irmao, dito de Pereira 6c Magalhes.
DESPACHOS
Pe tienes :
De Oliveira & Costa, e de Costa Irmao a C,
por seus bastantes procuradores Bailar, Oliveira
k O, quo leudo cumprido o despicho do 10 de
Junho prximo pas ido, pedem que seiam archi-
vados : o distrato da firma Casta Irmao & C, de
cuja firma eras socios Vctor Estauislo de An-
drade Costa, Vicente Ferreira de Andrade Cesta e
Jos Alves de Araujo Rega, ficindo o ex-socio
Vietor Estanislao de Andrade Oo-.ta de possa da
activo, que poder liquidar em seu nome indivi
dual, e obrigado pelo passivo da extincta so-
ciedade domiciliada em Macei ; a o contrato
de sociedade em nome colleetivo da firma Oli-
veira & Costa, di qual sao sacias Vctor Esta-
nisl o de Andrade Costa, e Maaoel Antonio de
Oliveira e Silva, com o cipital de 4:000^000
para o commercio de u libados ra Primeiro de
Marco n. 127, da cidade de Macei. Scjam ar-
chivados, na forma da lei.
De Joaquim Antonio de Aranjo e Agostinho
Pereira Leal, para que se archive o distrato da
sociedade qus gyroo nesta praca sob a firma
Arauja & Pereira, ficaodo o ex socio Leal de
posse do activo e do pstabelecimenta de molhados
sito Praca do Cooda d'Eu n. 15 e obrigado pelo
passivo da extincta soeiedade. -Archive-s .
Da Manoel Alves da Silva Maia, pan. que se
d baixa no registro da nomescao de seu ex-cai-
ro Jos Vieira da Rocha Das.Gimo requer.
Alcancaram o de pachoDeferidaas seguin-
tes peticoes, solicitando o registro de nomeacoes
de caizeiros : Joaquim Duarte Simo-a & C.,
Goncalves Vianna t C, Manoel dos Passos Go-
mes, Joio da Silva Santos.
Da viuva Carol & C, para que se d baixa no
seu ex caixeiro Agostinha Lmz Vieira.D-se a
baixa pedida.
De Jansen & Ebla, para que se archive o con-
tracto de sociedade cm nome colleetivo que sob
dita firma celebraram Victoriano de Aragio Ebla
e Hennque liosa das Meics Janeen, com o cap
tal de 1:6004, que poder ser augmentado, para o
commercio de pharmaea denominadaPovo
sita rna do Vfsconde de Inhama n. 34.Ar
ve se, na forma da le.
Nada mais havendo ai despaahar fui encerrada
a sessao as 11 horas.
O contracto do Hatadouro
III
Com a preoecupacao de demonstrar que foi in-
novada a pror jgaco do meo contracto com a C-
mara a Proeiniia esbafa s eui qu rer c mveacer
ao publico do contrario da que tola convencido,
isto que a miaba insistencia pan que a Cmara
iudicasse os melhorameutos que pr feria ver rea-
lisados no initadauro imparta luuovacao do con-
tracto.
Nao bei de estar repetindo o que j longamente
expux como se etivesse tocando as mesnaas pecas
de um reali j i.
J publiquei em suas integras a miaha petico
sobre a prurogaca, a proposta do Sr. Dr. Jos
Osorio, e a deiiaeraco da (Jamara fundida nesta
prorogaudo o c .ntracto.
Nao padia fioar merc Ja commissao da C-
mara que deva entrar em accordo commig) sobre
os melboramcntos preferiveis e que nunca deo pa-
recer a respeito, o que me induao a dirigir aCi-
mar a policio tambam j publicada reclamando
pela iuJicaco do tac melhoramentos.
A Provincia pretendo que os melhoramentos que
eu iadiqued na citada p.-ticao para facilitar o ac-
Regulameato t ds fulho
O Jornal do liecife ach abusivo, e en nie aue
nao serio o regul inmoto de 4 da c >rre ue m -z
sobre a c.branca do imposto do venda de bilhetes
de loteras dj ourras provincias.
E, entre os abusas e faltas de serie Jado desse
regulamento, enumera :
1." O facto de j existirem antes da actual lei
u. 1884 esses inp.-s-oa, ten do a A-sembla apenas
os augmentad.i, contentan da-se os presidentes com
seas textos claros, sendo sempro cobrados em vr-
tudedesimple.i dispisiyo.-s orcamontarias indepan-
dente de regulamento.
2." Nao ter sido incluido na regulamento o 24
do art. I o da icl) que tambem refere-se a lotera
e tem a mesma clareza do 25.
3 O exigirse licenti previa o ira a venda de bi-
lhetes de t-daa as casis, estab.leeimentas com-
merciaes, ou quaesquer p-ssoas, porque, se a re-
Particio pode denegal-a, importar orna reatriecj
Iiberdade do commereio, e portanto una inean-
stitucio a'idade; 8fi toreada a cancedel-a, urna
I mutildade servindo apeaas
corda camaCimirasobie taes melharameatos sao
os mesmos previstos no contracto prorogado e para
isso cita diff ront:s artigas deste.
Entreunto a mabr parte ou quasi todos dos ir-
figos citados se referem ao servico geral do esta
b.-l cimento e eu os nlo repits na alludida peti-
za ..
Qianto a dos da art. 10 tilles uao correspon-
dem novas clausulas ospecaes qua compreheu-
dem objectos porque me nao obriguui.
Devo notar que a taes clausulas o parecer do
Sr. Dr. Jos Osorio
opinava que se juotasseoutras
INDICARES OTIS
Mdicoa
Dr. Barros Sobrinho d consultas da
meio dia 1 1/2 nu ra do Uar.o da Vic-
toria n. 27 por cima da Pnarmi'.cia F.an-
ceza, e das 2 s 4 na ra do Vigario n. 4,
1. andar*
O Dr. Lobo Moscoso, de voltr, de sua
viagem ao Rio de Janeiro, conntina no
ozercicio de sua proiissao. Consltuas das
10 s 12 horas da manh3. Especialdades
eperai;3es, parto e molestias do s-'nhoras e
meninos. Ra da Gloria n. 39.
Dr. Barreto Sampaiu d consultas de
meio-dia s 3 horas no 1. andar da a*M
a ra ll Bario da Victoria, n. 51. Rp.b\
dencia ra Seto de Setena bra n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
O Dr. Castro Jess tem o seu consul-
torio medico, ra do Bom-Jesus n. 23,
sobrado.
Dr. Gama Lobo medico operador e par-
teiro, residencia ruado B. do 3. Borj& n. 26..
Consultorio: ra Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das 11 horas da manha s 2 da
tarde. Cspecialidade : molestias a opera-
c5es dos orgSos genito-urinarios do hornera
e da mulher.
Dr. Joaqaim Loureiro mol o 3 purteiro
Consultorio na ra do Cabug n. 14, 1.-
formuladas pela Cmara, alm das que j tinaaui
sido assentadas d-asJe a prorogaco do contracto
e sao as deste.
Como um grande achado a Provincia lembra que
no contracto, ora prorogado, obriguei-me a fax-i-
obi ns alm das desuadas nelle at quaotia de
4:00>iJO0. H
Etecutei-as en mnito maior valor desde quu
sempre fix promptamente qualquer altraco, obra
ou servico novo que a Cmara ou os respectivos
commissarios exi^iam, sendo que em um aterro
alli feito e em outros melhir/amentos que realisei
dispenii somma superior aquella quantia.
Devo repetir entretanto que tudo isto que se ar-
ge coatra mim estrauho questi e ia pode
utm ao in no3 cohauestir o rompimanta da proro-
gaco e a suapeosSo da pagamento orno actos de
puro arbitrio a mesma violentos par parte daCi-
mara contra mim, ainda quanda taes faltas foaseu
reaen, piis qua ella reuoubeceu que eu hava cum-
prido o entrado, rjcebcu as obras, levautou a fl-
anea prestada e muito tempo dep.is prorogouo e
a proru*cao so acha em adiantada ^execucio.
A theoria da Prov.ncia ueste ponto de que por
nao haverem as commissojs d.du parecer sobre a
preferencia do3 melhjramontos a realisar em vir-
tude da praregaco, esta caduoou, simplesmento
tui gen'ris.
As commsaoes quedaram-3e, eicepcaa di dig-
no relator de urna d'ellas, qu i cumprio o sen de-
ver apresentando ni penltima ou ultima sessla
da C.mira pissada o sen voto no pareoer que ela-
borou.
E a Provincia na sua s le insaciavel de aggre-
dir mostra-so to contradictoria, que atacando
aquelle voto por ser urna opiniSo individual, nao
tem consciencia da propria ceguaira, que a nao
deixa ver que quem sempre se 1 'mbrou do empe-
dramento do curral para a Cabanga e nao para o
Logiadouro fui o vereador Dr. Barros Reg e nao
a Cimira, e qus tendo-se opposto quelle servi-
co nao eu, mas o Sr. Dr. Jos Osario, urna con-
claso falta de lgica e at do senso comanum di-
zcr que u reeusa da Cmara do empadramento do
curral to'rnou impossivel o accordo, e portanto a
prorogaco do contracto !
Sao dignas da concluso duas considerado s que
fax em apoio d'ella. Em primeiro lugar, a falta
do empedramaoto de um curral contraria aa dis-
p^sto no art. 66 8 da le do 1 o de Outubro de
1828, isto que- as Cmaras protegsro os cra
dores e todas as pessoas que trouxerem seui ga-
dos para es venderem, coatra qitaesq-ier oppres -
bi-
por
Mas par ehicaua nao transcreveu a Provincia
o resto do artigo qn-i diz :
Oppressoes dos empregados dos registros e
curris dos conselhos onde os haja etc. !...
A outra coosideraco urna referencia ao cele-
brrima parecsr justamente na contradiccao que
j tire occ sio de notar, isto qasodo dis para
me expellir do matadouro que as obras nao estao
feiUs, ao passo que dis que esto feitas, para fa-
zer crer que recebo ama taza elevada para abater
urna rez, a mesma que reeebia quando anda nao
tinha feito os 40:010/ de obras : esta parte que
a Provincia transcreve para fund.r aquella cu-
riosa concluso. Que lhe laca bom proveito.
A Pravincii sabe-se dd um modo commodo ds
urna outra Jimculdade.
Parece-!ha que as lcis provinciaes que teem au-
torsad > e approvado os contractos do servico e
obras do matadouro constitoem ilegalidades e
abusos e nao devem ser cumpri las ; de modo que
ua esphera de sua propria competencia a Assem -
bla o que vota na s abusivo, mas Ilegal na
opiniao da Provincia autonsada pos commissa-
rios varredores de rna e por todos quantos a inspi-
ran) e auxiliam em t> ingrata faina.
A Provincia nao confiando muito no seu con-
ceito de Id illegat soccorre se a dous derivativos,
nao atienden do ao qne j anteriormente hava
eu dito.
Alinde clausula tabellia de licifacao para in-
novocao do contracto que nao prende udministra-
co alguma e nao a impedira de obrar ms.no na
ausencia de semelhante clausula ; e soccorre-se
afinal ao srt. 47 da lei do Io de Outubro de 1828
que cbama lei da moralidsde em contraposicao s.
Ie:s provinciaes que em conflicto com aquella de-
vem ser pist.s de parte.
Ora, orno na> ht conflicto algum no caso a nao
ser no espirito obeecado pelo despeito dos raeus
detractor, s basta oppdr-lhes que aquella disposicio
do art. 47 nao tem apptieae.au alguma especie e
isto cu bavia previnido contando com sophismas
mais dignos de um publico que nSo formado s
monte de beacios.
Dous das autes de ser publieado o artigo a qne
respondo disse no Piarte o seguinte :
O servico do Matadouro contractado commigo
constitoe urna simples lecacs* de ser/icos qne para
_ para augmeutar o
papelorio das reparticoes.
4o O facto de constar da lic.nca, alm da data
da concessa, o tempo de sua duraca-, por quanle
tempo, diz o regulamento. E' urna redundancia
ua re laccaa ou arbitrio para a roparticao.
5 Exigir-sa quo a lcehci cantenha os signass
do vendedor ambulante, quando este nao for ca-
nhecido, par dar aso lugar a secnas riiiculas.
6" Temar compitentes para a appreheas} dos
bilhdtes os empregados provinciaes das repartico.-s
de fazenda, os fiscaes das Cmaras Muuicipaes
thesoureiro Jas loter:as provinciaes e autoridades'
policiaes, porque, nesti qualidade podem-se com-
prehender os porteiros e at os s.-rventes das re-
partico s de fazenda e d-se excesaa de campetea-
cia aos fiscaes municipaes, th.eoureiros de loteiias
e polica, oecasionando grandes arbitrios.
Suppomts ter extractado todoa oa argumeui;s e
consideracos do Jornal.
Vejamos azora se sao procedentes.
1 Antes de tudo, nio mitivo para a presilan-
te da provincia nao usar da attnbuicao qua lb
confore o n. 4 Jo art. 21 doactaaddicional, o facto
de seus antecoaaorea terem, p ir qualquer motivo
cleixaiode faz3l-o.
Nao tem relacaa urna ou3i cam outra; urna lei
pJe estar seado executada haje, sem uecessidade
da instruccoes ou regulameutis ajequado, eeatre-
tanto aminha aere n estes pr-siaos.
As duvidas on questo's nao si suscitam "n
epochas certas e determinadas : podem ser levan-
tadas a eut. ir em txocucio a lei, ou muito tempa
depois, -tanto mais quando sa retirara a casas
nov s c ainla nao eonhecidos.
E uatamante tula isto se deu no eisido que se
trata.
A 1; u. 186) da 1885, art. 2> g 29, diaia :
1:003/0W par casa &-. vender bilhetes de
outras provincias, anda qae pagua o impoato do
paragrapba antecedente.
A le nova a. 1884, art. 1 25, elevou esse
impoato a 5.000/000, e acrescentaa : nao poden
do dividir os bilhetes pir ourras casas, sob pesa
de pagar cadi umi tambem 5:00J/O'J0; 200/030
par vende lores ambulantes
de loteras de outraa provincias.
Qialquer destes impostos s ser cobrado,
nao senda proh.bida a venda dos bilhetes da lote-
ras de outras provincia^.
D'isto proveio a necessdade da regulamentacao
j porque a lei suppoa a pissibililade da prohibi-
, ej porque addtou disposicoos novas, que
nao podaos ser exequiveis Bimplesmente samo im-
po3t ;s laucados.
O que sis esaaa outras casas de vender
Ihtes?
Piliae3 da do coutribuinte ?
Compradoras para a revenda dos bilhetes
ellas importados ?
E um vendedor ambulante ?
Estas causas requ-ri.m ama explicacaa.
Era p-o.-iso que o r g ilament > viesa eoraa vea,
defi.iii i sisa de venior bilhetes, expiicmdo como
ella deve ser eateudJt, em qm ondicei o3o
prohibida a vendo, o qtts un vendedor ambulan-
te ; como, quando e onde expoa elle 4 concurrencia
publica a sua mercadoria, e tudo mais de que se
oceupa o regulamento para boa execuoaa da Isa.
Com faria a R-ecebedoria Praviucial o lanca-
mento da taes casas, e priacip limante dos vende-
dores a.nbulantes de bilhetes de lateras?
Ira apaahir a estes pelas ras, cafs ou thea-
tros, para tomar-lhes os aomes qae qaizessem dar ?
E como arrecadaria o imposta afiaal ?
Se tudo isto dispansa regulamentacao, entao nao
sabemos quanda deve presidente da provincia
expedir ordena e DStrucces adequadas a baa exe-
cneia das leis.
De mais, o imposto, accrescentado como foi e
com aa traosfarmacoas porque passau, novo, e
pela primeira vez vai ser oblado.
O que exists tinha suas differeacas d > actual,
e talvez mesmo por nao ter podido ser bem execu-
tadu, loase que o legislador antead -u c inveniente
modifical-o, instituiado dispisicoes novas, qae
obrigam a um mada de cobrancaa tambem
novo.
Se ha veame, se hi arbitrio, sao vexames e ar-
bitrios da lei, que creou um impasto, para ser co-
brado, de mercadorias importadas de outras pro-
vincias.
E, nesta caso, nao agora, mas de anuos, que de-
viam os ilustrados redactores do Jornal do Reci-
fe se collocar trente da opposiciio a esta tenden-
cia de querer cida provincia de par si erabaraoar
a eutrada das loteras da3 outras, cm praveito das
suas proprias.
O mal geral ; nac de Pernambuco somante.
O jogo immoral das loteri ts tem contaminado o
imperio tudo, e cada privincia, comprehendendo
que esta calamidad publica ha de ter um fim, pro-
cura-so aproveitar o quanto pode, dos beneficies
que ellas produzem para suas obras pas, o vi-
co e a desgrana de muit is,e untes que a cou-
sa ae acabe. Dahi vem a guerra mercadoria
estrangeira, que disputa concurrencia a da provin-
cia, e o inventarem -se planos cada qual mais at
tractivo, com o fim de, par todos os meios e mo-
dos, as provincias, e co n ellas os seus thesoureiro,
mclbor depenarem o incauto jogador.
Perdoe-nos o Jornal a digresso.
2. Nao verdade que o 24 do artigo 1 da
lei es teja no mesma caso do 25, tendo ambos a
mesma clarexa.
O facto de referir-se aqmlL peragrapho tam-
bera a loteras nao raxo pura que assim seja.
Trata-se alli de um impisto, que lantado, so
bre casa de garanta de Ddhetes da provincia.
E' um imposto antigo,de natutexa diversa,
para o pagamento do qual nao tem se oflerecido
duvidas, sendo que at o contribninte obrigado
e urna flanea, exercenlo urna quasi thesouraria na
jogo provincial das loteras.
Tem tanta relac.o com a v oda de bilbetes de
loteras de outras provincias, como a sgua tem
relacao com o Vinho.
E" caso era que tambem ha bilhetes de 1 aters,
mas dametma provineia.
Se isto bastasse, para quando se regulamentasse
ama causa regulamentar tambem nutra, melhor
seria re^ulmn'ntsr desde logo todo o artigo 1' da
lei do orcamento, cajos paragrsphos todos se refe-
rem r' 3* O ailtm.nn sobro Ucenco previa uo tero se-
ment nma, mas duas sahidas. E' esaada de dous
ganes, porm do gumes que nio ferem.
\
-


j WTHAil 1
QK3


Diario de Pernambuco


A lieenca p le eer concedida ou denegada ; n >
havendo, por isso, nem inu'ilidade, oem inconsti-
tueiunalidade.
Concedida forjadamente, quando o contribuate
mostrar ter pago o imposto: para soa fiscalisaco
lia instituida.
Denegada, dando-se o caso contrario.
Inconstitucional seria a falta do pagamento do
imposto : para ser pago que elle foi instituido.
Que liberdade de commercio esa de njc so
psgarem os impistos de /ido?
A lei equipara contrabando o bilbete importado
do outras provincias sem o pagamento do imposto
de lie* uca.
Dura lex, sed 'ex.
4 Constando do cjnh'cimnt> d) impisto o
tempo da lieenca, constar tambein do ree'stro.
Mas o m amo se d com 0 numero, data, valor,
nome do contribaintc, lagar do estabelecimeoto e
mili exigencias reglamentares.
A redundancia tera todo o cabimento, para
maior clareza.
E' reproduzir no registro o que se encontra na
lieenca.
Esta fica em mi do vendedor para apreseutal a
aoa hacaea do irup alo, sempre que Ibe fr exi-
gido ; f o registro, na repartico arrecadadera,
per uonveuieucia da fiscausacao e do coutnbuinte,
dad 1 o caso de recurso, e tneamj de perda da li-
eenca, que p le ser substitu-da por um 1 certi io
autta ntica, requerida da repartilo.
5 A lieenca por signaes que t>ru9 conaecido o
vendedor ambulaute que deacouhecido, (o que no
impide \ 1 e l- se f-.c* conheco p-'oi aodoi
cominuna,) na > seno urna garautia aoa pequeos
negociadores de bilhetoa, que fazem d'isao o seu
meio de vida e de suas familias, para que nao a- -
jam xcluidoa da in Juatria qua adoptaram
Sendo a lieenca p-ss.al concedida a individuo
certo o determinado, eat. condicio para u.n dea-
conhecido o melhor meio de nao ser elle pertur-
bado no seu genero de negocio.
Encontrado pelos apprebendedorea Je hilhetes,
o de.-eouhecido teui meio promplo de se faser eo-
nhecido, e, per outro lado, tem a Fazenda tambetn
meio de vitar que com um nome qualquer sej 1
tirada ama liceuct que possa andar de mo ?m
ai", em um momento dado, sendo Iludido o im
posto, multiplicando-se um vendedor ambulante,
qne nioguem sabe quem nem de onde veio,
em muit s vendedores.
Nio comprehendem , alias
uaado nos passaportes e em todos os documentos
de prova de idemidade de pcaaoa, possa dar lugar
a aceas ridiculas.
6o Estranha o Jornal a competencia dos ap-
prehendedores de bilhetes.
Nao bastante explcito com suas interroga-
coes, inaa, parece que desijiva ver limitado o nu
enero dos apprebeodedorea, euxergando na lucucn
bencia da la a muitos a possibilidade de arbi-
trio.
Mas nao o numero de funce oanos cumulati-
vamente como't nt a para o mamo servic1, que
fas apparecer o arbitrio ; uem ha que eatraubar
na facoldade concedida a muitos de evitar e de
nunciar a defraud-.co da Fazenda Proviucial,
mediante recompensas.
Este preceito de direito geral, encontrad,, em
todas as partes, cm casos semelhautes.
Nao ha nsito, a provincia da Babia, f)i expe-
d 1 j pelo 1 Ilustrad o conselheiro Tbeodoro Macbado
o regulameuto de 20 de Maio de 1886, no qial se
l o seguate :
* Art. 19. E' prohibido, nesta provincia, sob as
penas dos arta. 2 e 3. da res Jucao 11. 504,
de 4 Maio do crrente :
> I. Vender bilhetes de loterUs de outras pro-
< vinciaa cu pas estraogeiio, quer em pontos de-
terminados, qier por vendedores ambulantes;
2. Promover o curso das ditas loteras por
avisos, annuncios, ou por outro qualquer meio.
Art. 21. A Hpprehensao de que tratain os '.'
e 2 do art. i da reeolueio n. 2501, podera ser
COMMERCIO
B -Na ovunnert-lal
COTACB8 OKFICIAES DA JCSTA DOS COK-
KECTORES
Red fe 12 de Julho de 1887
Acedes da companhia do Bebcribe, do valor de
100/ a 155* cada ama.
Jaanoio sobre o Rio de Janeiro, 15 d|v. con 3|8
0/0 de descont.
Cambio sobre Para, 30 d/v. core 5/8 0/0 de des-
canto.
mbo aobre Lralrea, 90 djv. 22 9,16 d. por 1/
do banco.
Oitu sobre dito, vista, 2 5,16 d. por 1*000, do
banco.
Cambio sobre Pars, 90 d/v. 421 rs. o franco, do
bau.o.
Dito sobre dito, i vista, 426 rs. o franco, do banco.
<;arabio sobre Lisboa e Porto, vista, 138 0(0 de
premio, do banco.
Sa hora da bolsa
Vend ram-sc :
25 accoes da Companhia do Bebcribe.
ll i-residente,
Anto lio Leonardo Rolr'gaea
V secretario.
Eduardo Djbeux.
Wovlmenlo ban<'itrl BSCIFE, 12 DR JULHO DE 188 i
PRACA DO RECIPE
O mercado de cambio ua teve altrnelo boje,
maniendo os bancos a taxa de 22 i/2 d. a-bre
Londres e dando a 22 9/16.
PRAQA DO RIO DE JANEIRO
Mantiveram os bancos a Uxa de 22 1/2 d. s>
bre Londres.
Sem transaccoes em papel particular.
As tabellas expostas aqu foram estas :
Do Intebxaciokal :
efectuada por qualquer empregid fiscal, ou pela
autoridades pohciaes.
Art. 23. Da apprehenso lavrar-se-ha em livro
espacial na recebedoria e as eollectorias o eom-
o ptente termj, em que declarar-se-ha a quantia
dos bilhetes apprehendidos, seus numeras, va-
lores, loteras, de que provincia, os nomes do in-
fractor e apprehensor, e o mais que comprove a
a infraeco.
Seria um grande bem, sobr^tudo para as clastes
mais necessitalaa lo nosso pas, se os poderes pu-
blica se lembrassem de acabar com as lateras.
Emquanto o mi tasem, por n, deixemoa que aa
provincias tamb m explorem a lucrativa industria
Cada qual quer ser o m.-lhor batqueiro da qran ie
roleta.
Anda a^ora, i m noaaa provincia, ah eat a
Santa Caa de Misericordia eapera do dnheiro
dos viciosos p ira soecorrer os necesaita ios. E' a
lotera urna de suas boas f jatea de renda ;sup-
primil-a ou rcluiil-a a quasi uida, abriudo ourao
livre a concurrencia de outras provincias, antes
de 6e ter cuidado da substituidlo deate imposto do
jogo por outro melhor, seria urna calam'dade para
aquella benfica, instituicao.
E assim outras obras pas.
Se nao fra o theoureiro das randas loteras
de quatro mil contos ter preferido cuidar de si,
autea que d i extraccao da lotera, estara a Colo-
nia Iinbel, o estibelecimenta tal vez mais til da
proviuei habilitado b je para um notaval impulso
no interesae da agricultura e de tantas criancaa
desamparadas
O malfico imposto anda est de p ; embra j
Inte pela vida, porque os jogadores esto caucados
e quasi exhaustos ; aproveitemo-nos d'e'Je, p rtstnto,
na lingua^em commum c vulgar, tirando do vido a
maior somma de bem que for possivel.
0 tenante coronel Hanoet de Aze-
vedo do Nascimento
R E S \OWi:iil
A (azetlha do Jornal do Recife de iO, no-
ticiando a transferencia do tenente-coron I Ma-
noel de Azevedo do Nasciment"-, do 2o ba'alha i
de infantaria para o 21a, disse :
O t.-nente-corjuel muvedo, un militar de
conducta irreprehensivel e qae nes'a provincia tem
sabido firmar ajusta reputaclo, d-que ,'oaa, ad
querida quer na campanba do Para^ii.y quer
as oominiates em que te n servido em temp j de
pas, e isto prova a sua brilhaute f d.i olfioio >.
Amda o auno passado, por occasio da revcl-
ta depresisni presidi > de Fernanlo de Noronn,
foi o teneute corjoel Asevedo incumbido pelo pre-
sidente da provincia de ir all restabelecer a >r
dem, e do mjdo como se tirou deaaa commisao
atteata :; o acto do preaileote mandando lou-
val-o
A transferencia de um militar como o com-
mindan'c Az'-'\ed'>, d-st* provincia pira nutra dr
mi rior >-.,ni g in r.i loigq-iv p en a -r
dala como castigo de algmna falta grave
Na i cjnbecein ia em falta por elle com n1 t'i-
da, nao tem, p ir t-uit xphc-ico rasoavel o acto
do governo, o qii-l pr> voca reparo *.
Que aprecicao deapropoJtada !
A Gizetilha parece-nos, que est enca-
nada .
D-S'-n;j:uemo!-1, com fui lo peio Qj da n -
tieia.
Pra o giverno transferir qialqner militar d
urna para outra prjvinc'a, \> preeisa que elletc-
nba CJmm;ttido algu na falta grave ; fal-o li-
vr .mente, e por principio constitucional, com) d.'-
ve saber a Gazetilha do Jo;u .1 do Recifo a
menos qu-' s- tenha t rnado principio 1 gil, os
apregoadoa naa c liebres reanioes militarea, qu>-
viaem qualquer rtmico dada muita vez p>r uui
motivo muito justo, e conveniencia do servif uma
perseguicij aog adhesoa i jutrinas pregadas
naquellas celebre reuni'8, na imprensa < propa-
gandista > e... no Senado 1
O gazetilbeiro do Jornal do Recife perdoe-
nos dizei-lhe, moatra-se inutto atrasado na clas-
sificacSo das provincias, disendo ser de cath-go-
ria inferior a esta, a provincia de Matto-Qrosso.
Pode sel-o, sob o pinto de vista representativo,
commercial e etc., mas nanea no militar, que foi
justamente do que allddio; pois ha all tres ba-
talbes de infantaria, um de artilharia e um cor-
po de CiVillaria ; tir^a por certo muito superior
(em mais do d'ipl i) que existe nesta provincia,
que apenas consta de doua batalboea de infantaria
urna companhia te cavallaria.
A commisiin ao presidio d Fernando de qou
tai enfticamente falla a Qisetilha>, s foi con
tiala ao tennte-corou-il Asevedo, por se achar se-
ri im'iite doente o m'.jir L'iiz Antonio Ferraz. o
priioeiro nomeado, o qual pedindo dispensa e Icn
bruu o teaeate-coronel Airvedo, cuja indieieii
s toi aceita pela prom 'ssa que faz o maj ir Per-
ras, do fazjl-o acompanhar de officiaes de toda
confianoa, apon laido desde logo o capito Reg>
Barros, tenente Jos Theodoro, alferes Nees e
o u tros.
Porque naj quera a presidencia aoufiar essa
commisb) as ten- ntc-coronol Azevedo, alias mais
graduado do que o major Ferraz e at seu co n-
mtndant-' ?
E' porque estava na conacienca da presidencia
o do general Joa Luis da Costa Jnior, que en-
rao coinmandava as armas, que o tenante-coronel
Azevedo, um hornero de eapirito fraeo, tibio, sem
energa, inerte, indolente e.. .iusenaato ; e que
por si s era e incapaz de lbe suggenr naquelk
cerebro imbotado, qualquer med la til e prove-
tusa !
Por ora, deixamos de oppor ama contradicta
Qazetlha a respeto da justa reputaco de
que gosa neata provincia o lente-coronel
Azevedo, por nao querermjs alludir ao da 17 de
Outubro de 1885; quanto por o adqu-rida na
campanba do Paraguay Oasta trauscr v.v o
at-guiate trecho da ordem di da d> marquoz d-
Uaxias, de saudosa memoria, commandante em
ch fe de todas as forcas brazileiras em operado;a
na Repblica do Paraguiy, n. 200 de 18 do Mn-
c> de 1868 :
Dos senbores
Exoueraces
Va-terrea de Caru.u 1 11
Animaes...... 1 12
Via-terrea de S. bVauciaco 1 11
Via-frrea de Limoeirj 1 7
Entradas
Somma.
Algodao
Diab
Barcacas...... 1
Vapor-a...... 1
Via-feriea de Caraar 1
Aiimaea 1
Via-leriea de S. Francisco 1
Via-f.rrea de Lmoeiro 1
>jn:na.
12
u
ia
19
9
7
485
72
4.981
80
10.233
Sacea*
42
1.374
16
2.235
J.4
4>
4.626
itenparlio* de cxpurtaru
MBZ DE JULHO
Nos das 1 11 tomn despachados na Alfanle-
ga os artigos seguiites :
Pera fra do Imperio
Aguardeute
Algodao .....
Aasucar.....
Bagos de mam na .
Ccus (fructa) .
Couros espichados .
Couros salgadi.-a.
Praochoes de viuhatico.
49 litros
403.800 kloa
582.150
4.400 .
U.OOJ
82
1.810
31
90 djv vista
Londres .
Pars. .
Italia. .
Hamburgo
Portugal
New-Yoik
221/2 22 1/4
422 426
. . 426
523 52S
136 138
2*250
Do Lanos Baaa
90 djv vista
Londres.
Pars. .
Italia. .
Hamburgo
Portugal
New-York
Do Ekolisu Bamx :
Londres _
Psris........
Italia........
Hamburgo......
Lisboa e Porto.....
Principaes cidades de Portu-
g<........
liba dos Acores ....
Ilha da Madeira ....
New-York......
22 1/2
422
523
236
90 d/v
22 1/2
422
523
236
22 1/4
426
426
528
238
2*250
a vista
22 1/4
426
426
'y-a
238
243
24G
243
2*250
Agurdente
Alcool ....
Algodio .
Assucar ....
CajurubeoH ...
Cera de carnauba .
Cocos (fructa) .
Cumar ....
Doce.....
Ka pan adores.
Farinl'.a de mandioca
Oleo de mocot .
.Meo de ricino
Poa de jangada
Rap.....
Resina de batata
Sal.....
Sola.....
Vinho de jurubeoa .
Para dentro do Imperio
.... 143.712 litns
Capito Manoel de Asevedo do Nascimento,
da commiesode major que tinha no 5- de iufan
taria por ha ver declarado a S- Exc. que nao ni-
mio commandar o batalbo, p ir occasio d
ineami Exm. Sr. ordenar que manobrasse com o
inesmo >
O tente-coronel Azevedo, nasceu, tem vivido
e ha de morrer innocente
Cabrion.
< -
Ctilcborro da Gama
I
Nao pa9sa a prjposico to injuriosa piinla-
(o deata provincia que lancou o Jornal do Recife
ha algumis a inannb em sua columna poltica, sem
eoit-stac'i- A opposico que se levaotou ao ro-
vei-uo de Chicharro, da turi.sa e violtnta praia,
como se chamava aqu snteo partida lib'rai, ni
foi porque Chishorro desalojasse de seos arraiaes
os coitos de Isdroes e assassinos qu eram tolerados
p-la anterior situaco nos arrabaldes d ata cidade,
c.mu diz o Jornal.
Seria preciso qu i casa oppoaicao aiia a maior
e mais formidavel que se tem visto nesta provin-
cia, fosee c-imposta de salteadores e assassmos as-
siciados aos coites dissolvidos por Cbchorro.
Ao contrario, nao bouve, iuclusive oa priprios
j .reutea mais prximos do principal chefe deasea
o-iitos, vergoiiha sua, segundo o moni cstaram pu-
blicamente, cao houve quem n>, ao menos innito
ea'ima8S'' a disso'uc-ii de taes coitos.
Essa opposiui, graade, formidavel e to violen-
Paula da .ilfanilesa
SaH >8A DI ll A 16 DE JDLHO OB 1887
Acucar retinado (kilo) .... 145
Aaauear braueo (kilo) .... 126
Aasucar mascavado (kilo) 066
ileori (litro)....... l
Arroz com casca (kilo) .... 65
Agurdente e...... 056
Algodio (kilo)...... 400
lorraeba (kilo)...... l0i>6
Couna seceos a ligados (kilo) 460
loaros aeccoa e>pichados (kilo) 585
Couros verdes (kilol..... 275
Cacao (kilo)...... 4jO
Cato restolho (kuoj..... 320
anssatbs) (kilo)...... 3<>6
C ir i.'-.'a de alfodo (kiloi 014
Carvo de pe ira de Carditt (ro i.) 16*000
Cal boin (kilo)...... 460
Cachaca, (litr.)...... 7jO
r'ai-i'iha de inauioc.a lluro) 037
Fumo restolho em rolo (kilo) 4o5
Fumo restolhi em lata (kilo) 5 0
Fu.ii- bom.(kilo)...... 720
Fu-ii) em folha b un (kilo) 7.0
Fumo em folha ordinario (kilo) *00
iuuebra (litro)...... 200
Mel (litro)........ 040
Mi ti) (kilo)....... 4U0
Tablados de amarello (dua) 100*0 A)
ta que se levantou contra Ch chorro e contra a
praia, quanto violentos tr- furor della, teve por cansa ser esse governo e esse
partido nesse tempo to violento, mmoral e anar-
cbico, como nunca bouvera outro em Pernambu-
co, nem governo nem partido, nem mesmo o da
liga que primou pela mais Infame corrapvo, mas
que nio trazia como a praia todii a populaco so -
resaltada, desde ao amanhecer at alta noite, to-
dcs os que nio coneordavam com as violencias e
anarchias da praia e das autoridades deChichorro,
e qu por isso eram logo chumados guabirs e eu-
jeitos le di vencido.
Essa oppisico, desde a hora em que subir a
praia lusia, como se denominaba o partido libe
ral, (praia no aorta lusia no sul) nao era formada
smente dos guabira ou saquaremas (boje conser-
vadores) ; mas tambero de muita <-ute da pnsaada
oopiaico que ieprovaram deado j piiaoipia os fei-
t-jsda nova situayio, contrarios -.a lires e bonitaa
doutrinas que duraoti tantos sumos de oppisi^o
ensillara o li rrimo partido la praia.
Essa oppoico que assim comecava reforjada
por muita gente que deixava indignada ou desgos-
tosa as fileiras da praia, assoberbava-se cada da
tais numerosa e por iato m lis prov.cva aa iras e
aa vio'encias da prain, que tanto mais se enfure-
ca, quanto mais a abandonavam oa seas adeptos.
Aa eleicdss em que se ubCentuu toda a sorte de
viol.ncias dasautondades e do povjpraieh, linda
mais enfraqneceram e enfurec- ram o partido, por-
que s : dividi em praia nova e praia velh" por
causa de prettnco de candidatos que se julga-
vmcum melhor direito a sua conuroplayao na
chapa.
Quando j muito odiado por suas violencias se
hivia toruado o p-rtidodi praia, deram-se duas
vagas senatoriaes e foi mandado da lrte que na
eludisemos seuadores a Cbiehono e a Ernesto
Ferreira Frang, loua b.ih'auoa Je 4 uem se fizen-
do o panegyrico pan propgar a sua candida-
tura, disiain que na ata (i ibain H h 1 nena de me
reciment igual ao delie. l>e particular, porm,
eram as nComineiiJaeois ou da edite, ou inculca-
das de l, ao ouvido do povo, que se Chiehorro e
Ernesto ni fossen eleitos o partido cibia.
D'ah todo o furor, todo o freoisi, toda a raiva
para faser eleger os dous candidatos bahianos.
Neatas endit -s, sob um verdadeiro d minio do
terror, nlngaem su animava a ir a eli-ico s Diapro-
pri''S praieiros, ou porque elles j eram mu poneos,
ou parque julgassem deenecessariu osen v .to para
Chicborro e Eruestc ". rueerem, raros iam votar;
meia dusia de capanga respoudiain e votavam por
todos os chamados. Anuulladas estas eleico s
pila cenado, como ellas e com maior furor da praia
toram as segundas eleico.-s deChichorro e Ernesto.
Parece-me qne ento j bavia a praia nova, que
depois se assimilou aos guabira.
Eis aqu como foram as duas eleicoes que o Jor-
nal do Redfe lamenta com ferina estranhesa terem
sido duas vezes annulladaa pelo S.uadu, depois da
escolba de imperador (como se o Senado pudesse
conhecer deltas antes da esiolba imperial.)
Porque, poiem, foi este furor violento da praia
de que Coichorro fes-ae iustrum-nto ? E' nece3-
sario sabel-o, porque j vio 40 aunoa.
E' do que nes oceuparem s no anigo seguinte.
Recife, 8 de Julho de 1887.
Affonso de Albuquerque Mello.
Previdencia enrgica
Pedimos previdencia ao Sr. Dr. ch> te de poli-
ca sobre o facto que passamos a narrar :
Na ra da Gloria pass iam diversos capaugaB
aunados de ccete, f-izenJo-noa provoc.yo g atin
de trsvarem um cot.flcto, e i.ito elles f.zem por
mandado do Sr. J^aquim Teixeira PeizotP, por
ter se tornado inim'g., gratuito nosso pelo simples
facto de firmarmoa eom o noseo puuho um aba'xo
aasigeado sobre o procedimei to e c- mportaucuto
de urna viaiuba uossa de uom Adelaide de Vaa-
concellos intrigada d> m.'smi Sr. Peixoto e de sua
familia.
E eomo nio podamos supportar tantos insultos,
viemos pela imprensa responsabilisar o Sr. Joa-
quim Teixeira Pcixoto por qualquer desacato qu;
possamos soffrer.
Recife, 9 de Julho de 1887.
Jos Antonio de Albuquerque Mello.
Manoel Jos de Albuquerque Mello.
Itisiim!
4.800 >
661 kilos
1,051.789 .
30 caix.s
1.150 kilos
6.000
10 caima
835 kilos
2 cuia
100 saceos
60 kilos
5.720 .
42
529 1/2 kilos
1 Caix 1
2.000 litrob
99 meios
92 cttixas
BBCAPITDLACAO 00 ASSCCAS
Para o exterior 582.150 kilos
Para o interior 1,051.789 .
Srmma
1.633.-3
Mercado de astticas* e Algodao
EXCIFB, 12 DE JDLHO DE 1887
Assucar
Os precos, pagos 80 agricultor, mantiveram-sr:
aos algarismos abano, por 15 kilos.
Braueo, os melhores qne
apparecem no mercado,
regulara de ....
3. serie boa.....
8.' regalar.....
Hmidos e baixos
eumenos.....
Mascavado.....
Bruto.......
Rtame......
2*200 a 2*400
1*300 a 2*100
1*700 a 1*8)0
1*500 a 1*700
1*300 a 1*400
1*040 a 1*100
*900 a 1*000
*700 a *8'>0
Algodao
O mercado de a'godo conservou-se na misma
posico de hornea, sem venda.
Estirada* de aasjocar e aiKodao
MBZ DE JLUO
Assucar
Entradas Dias
Barcavas......1 4 11
Vapores......1 i 11
Sac-c.s
4.211
404
rreamcnto
Foi fechado o do lugar ingles ilver Sea, para
carregar na Parahyba, com destino a Liverpool
carocos de algodio na razo de 30/.
Vapor capacitado
Vapor nacional Sergipe, sabido h ntero, levou a
car^a seguinte :
Para Maccid :
20 saceos com cal.
80 fardes com xarque.
30 canas com aab.
75 ditas com a ibonete.
6 ditas com velas.
Para Peuedo :
5 barricas com MtlWtf brunco.
90 fardos com larque.
140 caixas com sabio.
20 ditas com ve/as.
Cirrrgaram diversos.
Navio a carga
Estio sendo despachados es seguintes :
Barca nacional Mimosa, diversos artigog, nara
o Porto.
Barca sueca Skandia, algodi-, para o Bltico.
Lugar nacional Marinho VII, assucar, para o
io Grande do Sal.
igar norueguenao Chrittina Blysbeth, trigo,
para o Canal.
Vapor ingles Paraense, assucar, para Livor-
pool.
Vapor francez Sully ( ebegar), diversos arti-
gas, p.rao Rio de Ju-iro e Santos.
Vapor allerno Hoffnung, assncar, para o Rio
Onnde do Sul.
lai<> A dencarsja
Brigue allemio /. G. f.cht, farello.
Baica allcni Hauta, keroseoe.
linca portuguesa Claudma, varios gneros.
Barca u.cioual Marlanniaha, xarque.
E-cuna ailemi Fritt, xarque.
Escuna ooruegueose Reform, xarque.
Ligar sueco Im-s, varios gneros.
L^ar ingles Peggy, bacalho.
Vapjr mgiez ^1/ice, carvio.
Vapor nacional Mandah, varios jeneros.
Vapor ingles Osseo, carvio.
Hiiileaiio
A COHPAMHIA DOS ThILHOS UbBAHOS DO Re ICE
Olinda Bbbbbibb est distribuiud o seu 25 di-
videndo, razo de 8 0/0.
Os interesaados deveui se dirigir ao escriptorio
da companhia as terfas e Sabbados.
. Memorial
Em 18 do corrate, ao meio dia, devem reunir-
se, em assemola geral extraordinaria, os accio
nietas da Coiip.-NiiiA dh Editicavo,afim de toroa-
nin conhecimento da reclamacio que ra ultima
8esai> da aasem'il. geral luvantaram alguna ac-
cionistas sobre a el- gibilidad do engenheiro Ao-
tinio Carlos de Arruda Beltro, que obteve mawr
numero do vot^s para o cargo de gerente.
Com o descont de 4 0/0 esto tendo substitui-
das na Thesocbaiiia de Kazenda as notas do The
souro do Valor de 2*000 da 5.a estampa, 5*000 da
7. e 10*000 da 6.
Lugre Sueco Ims, entrad) de Antuerpia,
em 10 do eorrente, e corwgnaJo or-lom
man featou :
Cimento 2:74G barrica ordem.
Ladriibo 101 caixas a Doodato Torres
4 0.
Liuga 20 barri tas a Sjarea de Atnaral
Irujioa, 27 e i aixa a Jjaquim Furreira
de Carvalho & C.
Pregas HO barricas a Ferreira Gunna-
iacs &C, 92. ordtm, (59 a W. H.l.i-
day & C.
Velas 40 Caixas ordeui.
Vi'iros 10 barricas orlen. Ditos pira
vidraca 57 caixas a Reis Santos, 154
ordem.
Hiate Nacional Camelia, entrado de Ala
cao em 12 do eorrente e consignado a Ma-
noel Jjaquim Pessoa, inanifestou :
Algodao 2.">3 aai-cas liomes de Mattos
Irmna, 7 a Joe de S Lii'.o.
Peunaa de Erna 1 caixa a Joii > Vi.tor
A. Mathens & C.
8al 30,720 litros ao consignatario.
V as 1 caixa a J se du S L it.a\
Eji o nosso artigo hontem inserido n'este Diario
sob a rubrica A Pedidos e com a epigraphe cima,
alm de mais alguas erros typographicoa, que o
leitor com a simples attenco coirige, paaaoums
um de grave deacuilo, que para facilitar o consi-
derandum do mesmo leitor aq i trauacrevemis e o
r ch < em que isso sueeedeu para m-lhor corr-
girmoa :
Aim de nio ser pirtugueza eata palavra, em
lugar de paco, veio all cons'rangi la, coustran
gendo a Orthographia e a Poetici sd para rimar
com deaaciceg), que por sua ve; eucaixnu-se a
forc* por causa do verbalibrar.
Eis ahi ipsis verbis et virgul s o que transcreve
mos do Binculo de eibbado ptasado pira o nosso
artigo.
Correccio:
Onde se : forcea
Lt-se :a forca
A nesaa erit'c, versa va juacament-' sobre a falta
do accento agudo sobre oique precede o sub-
stantivotorea> qua o leitor, com a contiuuaco
da leitura do nosso urtig, vena; mas que para
evitar j tizos temerarios aqu i ix.inoa correcto.
Poeta Diario.
Collegio de Musaa Se-
nhora da eiilia
Jpara o uxa feminina
Puncciona ra da Aurora esquina da ra
Formosa.
Ducamento impoi-tante (5)
Dia a dia vai mi .'me itanio o consumo do Pd-
toral de Cambar, o remedio soberano para as mo-
lestias do p.-iro e que lio brilhautes provas j tem
dadi da raa grande efficacia.
U jornalismi d-1 quaii toio o Imperio ni) tem
deixado de elogiar este excellente preparado ; a
scieocia cousagrou-o eloqu-ntemente, por meio de
ats-atados valiosos, firmados p >r llastres apost-
los da medicina ; o povo. essa grande torc que
representa a voz de L> us, tem prestado as mais
ekq-ientea provas de recooheeiin"nto pelos benefi-
ci s nrestadoa huinsm lade pelo Peitoral de
Cambar.
E assim devia ser; porque uada mais digno dos
elogios da imprensa, da onaagraco da sciencia e
da gratido popular, do que aqiillo que se destina
cura das e >f-rsnidade* qu>- maisulH gem e maior
mal causam bumauidade.
A.cabitoos de l;- n >s tr.-a mais impnrtautea e
conceitualos jornaes da -te, i Jornal do Com-
mereio, Pait e Gazeta de utida', urna cloquete
prova do que levamos dito, prova que vem juntar-
se s umitas queja tretn sido publicadas.
O Exro. Sr. Baro de Ave lar Rczende, i i,p r
tante tazendeiro, proprietarii da fazenda de Hat-
to-Diintro, na estrada de ferro Leopoldina (esta-
cio de Santa Iaab-1), que liga o ': j, de Janeiro
p'oviucia de Minas Oeraes, dirigio-se, pela im-
prensa, ao descubridor e preptrador do FeUoral
de Cambar, nos termos uiaia liaongeiroa, que con-
atitue um valioso e importante docu oento, cuja
leitura r.-coinmen-lamos a todos quanto se nteres
san pelo bem estar da huinauuade.
ia o documento :
Pira Santos. Mu-i i Kezeude 5 pipas eom '2, (00
litros de agurdente, 100 *acc s com 6,1)00 kilos
te aasucar branco c 300 ditoa c m 18,000 ditos
de dito mascavado ; A- Labule 8JO saceos com
48,00) koi de asuscar mascavado.
Para o Kio d; Janeiro, J. f. B-telho 30 pipas
com 14,40J litros de aguardante.
So vapor americano Finance, csrregaram :
Para o Rio de Janeiro, Mcudes & Pe:.'i-a 1
caixa com 0 koa de capaoadores de peonas e
!'!) meius de sola.
Illm. Sr. Jos Alvares de Scuza Soares.
Atacado de urna forte rouquidao, e sem ter tido
silivio algum com o uso de muitos inedieamen-
toa receitados, experimentei o seu xarope, Pi-
tozal de Cambar, e em pouc:s dias a molestia
cedeu completamente.
Depois d'este facto tenho aconselhado a di-
versas pessoas o seu remedio, e todas teem lo-
< grado os melhores resultados. Queira, pois, re-
ceber miuhas sinceras felicitacoea.
> Bardo de Avellar Retende.
Fazenda do Matto- Dentro, estacio de SantaIsa-
< be>, estrad i de ferro Leopoldina, 18 da Janeiro
de 1887. .
O referido preparado vende-se na agencia
cargo dos Srs. t?raaclco Manoel da Sil-
va St C. ra Marques de Olinda n. 23.
Frasco 2*5^0, meia duzia 13* e duza 24*.
i A xgencia enva a quem pedir, condicea im-
resaas para aa vendaa por atacado.
Ointielro
ElPEDIDO
Pilo vaper nacional ergipe, para:
Aracaj
Ueatliuieatos pblicos
4gaa Florida de Hurray e Lanman
_ *D1
<^Ai aeuboras que desejim e goatam de gyrar e
moverem-se n'umi atmosphera radiante de frescu-
ra e fragrancia, devero sempre usar d'esta rica e
in in na agua na seus toucadores. Urnas poucas
de gottas deitadas no bau. ou n'um c po d'agua
no caso que se deseje dar urna lavtigetn odorfera
ao3 dentes, aehar-se ha ser eminentemente refri-
g rante e summamente saudavei.e para a boa con-
aervsc,o dos dent-'s nao ha cousa melhor; a mes-
M nada n'u n fi to leuoj de cmbrala p r oc
aio de urna visita ou ao ir se um baile, a deli-
cada o deleitavel fragrancia que se diffunde do
lenco, attrabii ai maia attenco do que o raro
birdad de que o mesmo compost i.
Aquellas p-ssoas sujeitaa veitigens e dores
vi lientas de cabeca, quando presjat.es em grandes
assemblaa, achara) uro piompto allivio no uso da
Agua de Florida, a qual faz desapparecer como
por encanto toda aoppressao do espirito, restituin-
d i ao mesmo urna doce e refrigerante suavidade,
alliviundo as idaa, dando ao espirito urna brilhan-
te elc.aticidade e ment novo allivio e vigor.
Cono oabastia contra as falsificado :s, obsrve-
se bem que os nomes de Lanman & Kemp venham
estampados em 1 ttras transparentes no papel do
livrinho que serve de envoltorio a cada garrafa.
Euc otra se venda em tudas as pharmacias e
drogaras.
Agentes em Prnambuco, leury Forster & C,
ra uo Commercio n 8.
Clinica^meiiico-cirurgca
DO
Dr. Fernandes Barros
ile tico iggregado ao hospital
Pedro II
Consult s de 1 s 3 horas da tarda, ra do
Bom Ji-sus (antiga da Cruz) n. 30 Residencia
ra da Aurora n. 127 .
Telephone n. 450
Dr Lopes Pessoa
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R silencia Ku i L rga do Rosario n.
33 Io andar.
Consultorio Ra do Born Jess n. 37
1* andar.
ConsultasDas 12 i 2 horas da tar-
de.
Chamados A qualquer hora, por es-
ciipto.
lie nda (feral
De 1 a 11
dem C 12
HEZ OE JL'LIIO
Alfaniega
211:631,715
12. l-i.K 181
.enda provincial
De 1 a 11
dem de 12
27:721033
4.794^637
Imporiaeo
Vapor naciooal Jaguaribe, entrado dos
portos do norte, eui 12 do correal", con-
Bgaado a Companhia Peraaiobucaaa rua-
uit.btou:
Algodao em rama 168 saccas a Joaqun,
da Silva Carneiro, H a Alfredo Monteiro,
30 a Souza Nogueira & C 66 a Antonio
de Oliveira Maia, 151 a Amonto Irmaos
& C 194 a Borstelmarp & C, 260 a Luiz
Antonio Sequeira.
Borracha 15 barricas a J. Krause & C.
(lera de carnauba 6 saceos a Gomes de
Mattos Irmaos.
Couriohos 2 atados a H. Nis.h & C.,
10 ordem.
Carne 2 engradados ordem.
Couros salgados seceos ISO a Borst'.-l-
man.
Eteiras do palia 2 atados, a Jjaquim
Felippe & Aguiar.
Quinina do mandioca 6 barri-as 33
saceos a Gomes de Mattos Irmaos
Milbo 82 s icos a Luiz Guuc/tlves dd
Silva & Pinto.
Pelles 26 fardos a Aba Steia & C, 2
H. Lundgren & C, 5 a Souza Nogueira
A C,
Queijos 4 caixas ordem.
Sabio arsenieal 6 caixas a II. Sloltzen-
bat-k & C.
Sola 200 1(2 a Gjiues de Mattos Ir-
maos.
Velas 12 caixas a Joaquim Felippe <&
Aguiar.
Vapor francez SuUy, entrad, do Havre e Lisboa
em 12 do cnente e cousiguado a Auguate Labille,
manifeatou :
Carga de Lisboa
Agua do Vida^o 1 caixa a J,s de Castro Mon-
tcio.
U ite de nlivrira 10 caixis i Justo Tcix ira it
C 2) a J,o Ymandes de Alneida.
Albos 20 cauastras a C"nlia Irxa ,a Ji C., 5 a
Doining s Ferreira da Silva ill C.
Balat-a 50 1/2 caixas a Paiva Valente & C, 50
a Goncaivea Rosa & Kcrnand -s, 25 a (Ja- v.tlho &
1, 30 a Siqutira r'.rraz 4 C, 25 a Miguel Joa-
quim Carlos Cardos", 6 a Poctis M- n les & C, 50
a Domingos Ferreira da Silva t C, 10) a Jos
F.rnaodea Liima.
Bagas de aabugu.iro 4 barricas a l'creira Pinto
%C.
Conservas 10 caixas a Justo Teixeia 4 C 55 a
Joaquim da Silva (Jarneir >, 22 a Joo Fernandes
de Almeida.
Cebdae 30 caixa a Paiva Valente A C, 5'J a
Ferreira Rodrigurs 4 C, 20 a Gooealves Bora &
Frroaudes, 25 a Sequeira Ferraz 4 O, 25 a M. J.
Carlos Cardoao, 20 a J. B. du Carvalh -, 10 a Ji ao
Fernandes de Almeida, 50 a O. mingos Ferreira
da Silva t O-, '-> a Silva G/uimares 4 C.
Drogas 6 velumes a Ferreira 4 IrinSo, 3 a Faria
Sobrinbo ti C.
Farello )0) saceos a Francisca S. Pinto Guima-
res 4 C, OO a Silva Guiminies 4 C.
Figos 8 canas aos mesmoa.
Livroa 1 caixo a Jos A'^i.so de Lima e S.
Le guies 35 volumes a Domingos t\ rreira da
Silva 4 C.
Obras de prata 1 caixa a Franciseo Ferreira
Baltar.
Pasaas 3 caixas a Paiva Valente 4 3 3 a Silva
Qunnarea de C.
Pregos 10 barricas a M--. noel dos Sautos Araujo.
Peneirar. 3 fardes a Joaquim Luis Machado.
Vinho 3 pipas a J ;1, F. da Costa, 31 e 21 bar-
ra a Sousa Basto, Amorim 4 C, 23 e 45 a Do-
mingas Cruz & C 2 e 15 a Joc Fernandes Lima
4 C 18 e 11 a Amento Irma' s & C 75 barns a
Domingos Alves Matheus, 20 a Domingos Ferreira
da Silva 4 C, 2 a J. A. Matta Guimares, 1 a
Joaquim Luis Machado, 10 a Cocas Meudes 4 C.,
16 a Gomes de Mattos Irma is 2 a J. S. das Ne-
Ves, 3 a B. Maia 4 C. Dito branca ^0 barris a
Paiva Valente 4 C.
Vinagre 1 pipa a Domingos Ai ves Matbeus.
l'^luort icac
SMCtra. 12 oa julbo o* 1S87
Para o exterior
No vapor ingles Paraense, carregaram :
De 1 a 11
dem de 12
Hecebe-doria geral
De 1
d-ui
a U
m 12
Recebedoria p. u S. Bartbnlomeu Barth ilomeu Lourenco.
S. Francisco C -uipanha Pernambucana.
# Sergipe a C'mianhia Bahiana.
KSTRANOEIRAS
Al ice -coosig. ordem.
Cbrislina Elyaabethi W. Sons 4 C.
Claudioa L yo 4 Filho.
Efraim H. Luudgreu 4 C.
Frita Baltar Oliveira 4 C.
Gazelle or.Iem.
H ifinuog Pereira Carneiro & C.
Hai.za Fonseca Irmaos 4 C.
Iuies ordem.
J. G. Ficbt F. K. Pinto Guimares.
Jos Entevo Amorim Irmaos 4 C.
2:' Q)i >- Mario Amorim Irmaos 4 C.
Oaaeu W. Sons 4 C.
Ptgg>* S- Brothers 4t C.
Paraense lohnaton Pater 4 O.
Plato Stunders Brothers 4 C.
Seform U. Lundgren 4 C.
t-kaodea W. W. Eobilliard.
ailvcr Sea J. Pater 4 C.
Sully Auguate Labille.
284;411/896 80*1 indica ter a embarcacaj sabido hoje.
Vapores entrar
DOS POBTOS DO SUL
Tomaramanh.
Principe do Grao Paraamanh.
Manosa 16.
Arlindoa 17.
Araucauiaa 18.
Il:3il256 Congo-a 19.
550*786 PernambucoT,0,27.
Neva a 2&jj K
11-862/042 DOU pobtos do kobt
Camiiloa 16.
Paraa 23.
DA EUROPA
La Plataa 24
DE HAMBCROO
81:188.509 Bu Sautos a 16.
32.51570
316.929*616
80.5754714
612*7^5
el a 11
Ido n u. 12
Uedje Drainage
4:187.665
315/875
4:533 540
Lu^re poriuguez Jos Estevcto, entrado
do Kio de Janeiro, em ll do correte, e
consignado a Amorim Irmaos & C. mani
festou:
Barricas abatidas 500 volumos.
Barris vnzios 500 orJem.
Pipas vusa 200 aos consignatarios.
Para Liverpool, J. Pater 4 (1. 6.0J0 saceos com
45,000 kilos de assucar mascavado ; E. Barbosa
2(X) saceos com 15,0.0 kilos de aasucar masca-
vado.
Na barca sueca Skanda, carregaram :
Para o Bltico, Borstelmanu 4 C. 100 aseeas
com 7,476 kilos de algodao.
Na barca nacional Mimosa, carregaram :
Para Lisboa, Baltar Oliveira i (\ 80 couros
spiebados com 560 kilos.
Para o interkr
No lugar nacional Marnho 7-, carrega
ram :
Para Pelotas, P. Carueiio 4 C. 550 barricas
com 48,900 kilos de assucar branco e 50 ditas com
5,190 ditos da dito mascavado.
No vapor francez Sully, carregaram :
tlercskdo Municipal de Joa
U movnnento deste Mercado uo dia 12 de J albo
toi o seguinte:
Eneraran) :
37 1/2 bois pesando 4,895 kilos sendo de Oliveira
Castro, 24 1|2 ditos de 1 qualidade e 12
ditosp articulares.
263 kilos de peixe a 20 ris
137 cargas de faroha a 200 ris
16 ditas de fructas diversas a
300 re.
10 taboleirua a 200 ris
13 Suinos a 200 ris
Foram oceupados :
25 columuaa a 600 r
23 compartimentos de arinha a
500 ris.
23 ditos de comida a 500 ris
97 1/2 ditos de legumes a 400 ris
19 ditos de suino a 700 ris
11 ditos de ireasuras a 600 ris
10 talhoa a 24
10 ditos a 1*.
A Oliveira Castro 4 C.:
54 talhos a 1#
5/260
27/100
,,:-')
2/000
2/600
15/000
15/500
11/500
39/000
13/300
6/500
204000
i 0/000
!)-;ve ter sido arrecadada nea't dia
a quantia de
Hend ment do dia 1 a 11
Foi arrecadado liquido at boje
freeoa do dia :
Carne verde de 280 h 400 ris o kilo.
Carueiro de 720 a 8X1 lis dem
Sainos de 560 a 610 ron idoa.
r'i'.nnha de 200 a 28 J 'is a cuia
Vlilho de 26) a 32J ris dem.
Feijao de 64) a 1/00 dem.
222/960
2:387/400
2:810/3 0
A mam
1
Kaiaiiouro Publico
Foram abatidas uv alaladouro da Cabanga 93
rezes para o consume do dia 9 de Julho.
Sendo: 66 reaes perusnceutt a Oliveira Castro,
Vt C, e 1 a diversos.
Embarcacaea surtas no porto en
de dulbo
MACIONAKS
Jaguaribe coosig. Companbia Pernambucana.
Loyo Loyo t Filho.
Lamcgo(canhoueira de gu> rraj.
Marianniuhaconsig. Baltar Oliveira 4 C.
Minitsa Baltar Jl.veira 4 C.
Marinho VII Loyo 4 Filho.
Manlak Companhia Pernambucana.
Pirapama Companhia Pernambucana.
QpR
Vapores a sahlr
Sully hoje, s 3 horas da tarde, para a Bahia,
Rio de Janeiro e Santos.
Tamar amanh, 1 hora da tarde, para Sou-
tbampton com escala por S. Vicente, Lisboa e
Vigo.
Buenos Ayres 16, ao meio dia, para Rio de Ja-
u-.ir) e Santos.
Maoos 17. s 5 horas da tarde, para os portos
do norte.
Camiiloa 17, s 5 horas da tarde, para os portos
do sul.
Navio ti entrar
Armidado Londres.
Anne Mariedo Rio Grande de Sal
Arie!le Terra Nova.
Armandolo Rio de Janeiro.
Bella Rosade Terra Nova.
Camoe8do Porto.
Clutade Terra Nova.
Erutede Hamburgo.
Emol, torde Terra Nova.
Echode Cardiff.
Florence de Terra Nova.
Farwardde Liverpool.
Uonb^rgsundde CaidifF.
Katalinale Terra Nova.
Leanderde Terra Nova .
Lidadordo Rio Gran/ac o; Sul.
Maria-de Terra f
Marinho Ido Kiu _iande do Syt(
Ifoviuieulo do porto
aos entrados no dia 12
Havre e-eseala 22 diaa, vapor trances Sully,
de 1008 toneladas, commmcVinte A. Voisin,
equipagem 28, oarga varios gp.acros ; a Augus-
to Labille.
Liverpool e la17 dias, vapor ingles a Pla-
to, .. Je tt84 toncadas, commandante Henry W.
James, equipa-; ,'.'9, carga varios gneros ; a
Saunders tlrothers 4 C.
Cam?s8im e-escala11 das, vapor nacional Ja-
guarib>, \- tonio Mara Ferreira Bautista, equipagem 29,
carga varios gneros ; a Companbia Pernam-
bucana.
Macu11 dias, hyate nacional Camelia, de
85 tonelada?, meatr- Mauoal Antonio da Silva,
equipagem 5, Cirga varioa gneros ; a Manoel
Joaquim Pessoa.
Maranbo e escala -21 dia, caohoneira de guer-
ra braxileira Lamcgo de 200 toneladas, com-
mandante, Io tem-nte Emilio Carvalhaea Go-
mes, equipagem 48, carga municrs de guerra.
Sahidos no mesmo dia
Rio Grande do Sullugar nacional Loyo ca-
pito Beroardiuo da Silva Th m carga varios
genetos.
Babia e escalavapor nacional Sergipe a cotn-
mauiante Pedro Vlguas, carga varios gneros.




:
.
>
i
I ii' ifi


,
-





Diario de Pernambucotyuarta-fcira 13 de Jnlho de 18
m

EDTAES
Edital ii. 22
De ordem do II'm. Sr. Dr. inspector sao chama-
dos resgate as plices da divida prov0c| de
ns 261 a 275, serie A e valor do 1:C004000 e jaros
de 7 'o, e poi bsj, segundo o registro deste The-
snaru, seodo os seus possuidores o Exin Sr. Via
conde de Campo Alegre (261 a 270), o Sr. Manoel
aues da Fooseca (271 a 274) e o Sr. Theodoro
Chriatiansen (275), sao convidados os inesmos se-
nhores afiui de apreseuUrero-n'as a theaouraria
desla repartilo o levantaren) o respectivo capital
com os correspondentes jaros vencidos no fim de
Jauh i, eessaudo desde j de correr os mesnif ju-
ros.
Secretaria de Thesouro Provincial de Pernam
buco, 1 da Julho d 1887.
O secretario,
Alfonso de Albuqunque; Mello.
Edital n. 779
Coi
corso para provlmento de -
deiratde ensloo primarlo
De ordem do Sr. Dr. inspector geral da lustruu
ci Publica, se fas saber a quein interesaar posss,
que haveodo expirado o prazo marcado pelo edi-
tal n. 773 de 1 de Afaio desle aun, p-.ra came
de habilitaco, fica marcada novo prazo de 40
das para inscripeo dos candidatos so provimento
das cadoiras mencionadas u'aquella edital e qu<>,
em virtudo de determmaco da presidencia da
proviucia de 6 de Dezembro do anuo passado, sao
postas em concurso, ucvendo os concurrentes re-
querer ao mesino Dr. inspector a inscripeuv Dindo os otmme >tu8 que prov- m .8 scguiutes re-
quesitos de que trata o arl. 2 das instruccoes de
16 de Outubro d 1865 :
1 Maioridade lcg.il.
| 2 M, ralidade, e
| 3* Isenco de tulpa.
Art. 3o Os requesitcs do artigo antecedente de-
vero ser prjVMdos :
O do 8 1* por eartidio de baptism .
O do 2o prr attestado do pirocbo ou de quaes-
tiuer autoridades do lugar onde residir o concur
rente.
O do % 3* pela txhibico de tolha corrida.
Art. 4 Sao dispensados :
lo De exhibir eertidio Je idadeos candida-
tos que forem i hiuverem sido funcionarios p-
blicos e os que apreseutarem algum titulo ou diplo-
ma que nao ootena.n in a ni .iorij.id'.' legal.
2 De apresentar folha corniaos que exbi-
birem attestaJoa de procedimeu'o civil e moral,
passados pelas camaris muni.ripaes, autoridades
indiciaras e policiaes Jas localidades em que bou
verem residido nos dous ultimas anuos;^s que
se achando no exercicio de emprego publico, exhi
birem atteatados do respectivo ebefe : e as edu
candas do asllefia >' ; l- ewa Je tpostos
% 3 De exame ue babilitxco os candidatos que
rxhibirem :
I. Diploma confriii p^'a E-cola Normal da
provincia i u le qua'iji-r iiatiO curso i.ormal pri-
mario do imperio.
II. Ttulos :% do imperio.
III. Diploma confer 1" pelo Gymi ?;r> Pernsm
bucauo ou pelo Iinp r-ai (yillegiu Ptli i II.
Secretaria da Iuslriiccn Publica de Peruam-
buco, 4 de Julho Je 1887:
O ser. t rio,
Pergentino Saraiva d- Araujn Galvo.
O administrador da Reccbedoria 'rovincial,
tendo em vista o regulamento de 4 lo corrtnte re-
lativo a cobraoca do imputo por vuda de bilhetes
de loteras le outras provincias, scieutifica as casas
de commeicio e aa pesa aa qu" no municipio do
Recife, quizemn coutiuuar a Acrecer venda
ditos bilhetes de 1 ferias que, at o di 3) do cor-
rente mez, devero solicitar desta reparticio a li-
cenca necessaria, satitfzendo previamente o im-
posto decretado pe- lei n. 1884 e n seo art. 1
25.
Os refractarios o pagamento J- referiio im-
posto sujeitar-se-hao Jo Io de Agosto ecn Uiante
. sanecio dos arta. 8 e 9 do citado regulamento abaixo
transcriptos.
Becebedoria Provincial de Pernambuco, 7 de
Julho de 1887
Francisco Amynthas de Carvalhn M un:.
Art. 8o. A venda dos bilhetes Jo loteras de
cutras provinci- < *n e.-tabeleeimentos ou por pes-
soaa que nao etejiin munidas da c unpetente li
cenca, constitue rl-grsn'f iufraccao da lei e de
fraudaco da reno provincial, ficando sij-ito o
infiactor perda dos bilhetes encontrlos em i-eu
poder, que scri aj p'ehendidos, e ao pagamento
do imposto com a multa de 2) /. que Bao seudo
satisf- ito de promp'o, ser cbralo judicialmente.
Art. 9*. Sao competentes para ff cuar a ap-
prehenso os empralos proviociaes ias repart
(des de fasenda, os fiscaea das e imaras municipios, i Hamburgo
hes urtiro das loterit* provinciana e autoridades Berlim-----
policiaes, devendo estas, alm diato, prestar aera- Bnm
pre o sea concurso, quindo requerido pelo appre
hensor.
Compaiiliia de EdiGcaco
Asaembla geral extraordinaria
A' requisico do 26 accionistas, representando
mais da quinta parte do capital social, convoca-
moa a assemblea geral para reunir se extraordina-
riamente no dia 18 do crrante, ao m-.-io aia, na sede
social ao largo de ledro II n. 77, afiuo de tomar
c nh' cim nto da reclamaco que na ultima sessio
da mesma assemblea levantaran alguna accionis-
tas aobre a elegibilidad do accionista Antonio
Carlos de Amida Beltro, que obteve maior nume-
ro de votos pan o cargo de gerente; questo sus-
citada qnaodo j ae tioham retirad > dous tercos
dos accionistas que constituirn) a assemblea.
Recife, 1 de Julho da 1887.
Os directores,
Antonio Vicente Nascimeuto Feitosa.
Gustavo da Silva Antunes.
Vicente Ferreira d'Albuquerque Nascimento.
Eii BM Of ili
Lm led
CapiUl do Banco....... l.OOO.OCO
Capital realisado......... 500,000
Fundo de reserva....... 200,OOQ
A contar dista data e at ulterior reso-
lufo, conceder-se-ha juros de dous por
cento ao anno, sobro os sal ios de dinheiro
depositado em canta correnfe de movimen-
to no inesmo B meo.
Recebe-se tarobd dinheiro em deposito
a joros por p-rioios determinados, ou su-
jeito ao aviso pivio de trinta das para ser
retirado, mediante as condigSos de que se
dar conbecimento aos i teressados.
Peruamcuuo, 23 de Maio de 1887.
tienry K, Gregory,
Grente.
Estrada de ferro de liibe rao ao
Bonito
pOMPANHIA
JMPERIA I
4KUIROK CONTRA POCiO
EST: 1803
Kdifiaot e menadoriat
Taxat baixat
Frompo pagamento de prejuitot
CAPITAL
Ka 16,000:000*000
Agentes
BROWNS A C.
N. ^ Ra do CsmTnercio N. 5
GOHPAMIA DB SEGUROS
COSTRA FOCiO
:\orlh Brilish & Mercanlile
CAPITAL
cooo.OOo de libras sterllnits
A O EN TES
Adoiuson Howie & C.
J LYRICA ITALIANA
BE OPERAS E OPERETAS
EMPREZA NA GHEL
Directo LUZ I1L0M-
AMMHA
Ouinta-feira, \\ do crrente
la
em beneficio da primeira dama
mel soprano
Pelo presente faco saber aos Srs. accionistas
d'esta empresa, que apenas realisaram nl'ei-
trada de 10 "/. de suas acedes, constantes das
cautellas ns. 16, 28, 32, 47, 59, 64, 66 e 69, 68,
70, 75, 77, 86, 101, 118, 120, 125, 126, e 127, que,
em face do dispoato no n. 1 do art. 9 dos estafo
tos fica-Ibes marcado o praso de 30 das, a contar
de boj, para realisarem a L;' entrada com a malta
de 20 o/o.
Outrosim, o accionista que nio realisar suas en-
tradas na frroa determinada, perdei em bene-
ficio da rinprtza aa entradas que j t-nba feto. _,
lecife, 15 de Junho de 1887.
O aecretarioda dir ecfona,
Jote BeUarmino Pereira de Mello
NORTHERN
*.e liOiiilreii tberdeen
roiaicao floAncelra (Uexembro I **." i
Capit .1 oubsmipto 6 3.000.000
Fundos ac:cuniulaio3 it. 134,34(
teceita animal i
Di premios con'ra fogo
De premios sobre vidas
De juros
BIJA OOCOM!
577,330
191,000
132,000
O AGENTE,
John. H- Boxwell
ik.kio H. 2 i tM >
Estr da de ferro
DE
ibeiro ao Bon'to
Per delib"raca> da directora, sSo chamados os
senhores accionistas desta empresa, para no prazo
de 60 diaa. a contar de boj-, r. c lherem a 6" en-
trada de 10 / de fuas accoes, ms termos do art.
9 2* dos estatutos.
Kicif-, 4 de Juuho de 1887.
O secretario,
Jos Beilarinino Pereira de Mello.

DO
BRASIL
Capital o.ooorooo*
dem realisado 8,000:0004
A caira filial d'ea e llanco fnuccionaado tem
porariamente ra do Commercio n. 38, saca,
vista ou a praso, contra os s -guintes correspon-
dentes no eatrangrir* :
Londres......... /N. M. R.thschil & Sons.
Pars..
Ita-
Frankfurt % Main
Antuerpia ......
O Dr. Joaquim da Costa liibeiro, juiz de [ Genova.........
direito do civel des'a cidade do Recife e Napolea.........
ten termo, capital da provincia de Per-1'
nambuco, por S, M. imperial e constitu-
cional, o Sr. D. Pedro II, a quem Deus
guarde, etc.
Faco stber aos que o pr d'elle noticia tiverem que por este juizo, fiudos que Halaga
sejam os 20 diaa de pregao e 30 Jo praso, tem de Tarragoue
ojer arrematado a quem mais der e maior lance
offorecer no dia 6 de Agosto do 'jrrente o bem se-
Suinte que foi penborado a Joaquim Cavalcaote
e Albuquerque em execucao que Ibe move Anto-
nio Lua dos Santa constante da reape tva ava-
liaco existente em poder e cart.nio do escrivSo
que este tem de BUbscrever, o qual o s<-guinte :
Urna caa terrea de t ipa na fr guezia de rj. Lou-
rCnco da Mat'.a, Bu lugar trras do Engenho Santa
Rita junto a est>.cl) uo mesmo nome, c m 2 por-
tas de frente, 2 salas, 1 quarto, cosmh. fra, tendo
urna puchada de la'lo. c id 1 poi'a de fr-nte, a
qoal estribara, medindo ue treute metros t 30
centmetros e de fundo 5 metros e 5 centmetros,
avalia la por 20010.) I.
E para que cbi'gue ao coi h cimento de tud's
man de i paesar o presente edital que ser atxado
no lugar do costme e publicado pela imprensa.
Dado e passado n'esta cidade do R-cife aos 9
de Julho de 1887.
Eu, Thomaz Ferr.ira Macil Pinheiro, escrivo,
subscrevo e assigno.
Joaquim da Costa Ribeiro, |
Db
Liiii
VENERAVEL CONFRAKIA
Santa Rita De ordem do irmo regidor, convido a todos es
irma s desta ven- ravel cenfraria, para no dia 14
do corrente, s 6 horas da tarde, c mparecerem
em nosso consistorio, para constituirem assemblea
geral, afino de procader se a eleicao dos cargos de
fiscal e conselheiros que se acbain vagos em vir-
tode de haverem recusado os eleitoe.
Consistorio da v-nervel coofraiia de Santa
Rita de Csssia, cm II de Julho de 1887,
O secretario,
Jos do Aniiiatha (J'Sta Pontea
Tribunal da Helado
JJPi la secr< tafia da RMacao se dfdara que foi
designada a sesso do dia 15 do corrente para ter
lugar o julgamtnto da revista criuic n. 13,228 em
ne recorrente a justica publica e recorrido
libanio Aususto da Cnnha.
Secretaria da Relafo do Recife, 12 de Julho
de 1887.
0 secretario,
Virgilio de GiitmSo Coelho.
C. C. E.
Ciu:i Coinmerrlal Eulerpe
Ssro em 30 de Julho de 18S7
Convido acs senhores socios, quites com o cofre
soeial a enviar m a tata steretaria todos os dias
uteis, das 7 s 10 horas da noite, as sos notas de
convites para esta frsta. Os ingresaos serio for-
necidos pelo Sr. thesoureiro.
Secretaria do Club Commercial Euterpe, 5 de
Jalho de 1687.0 I' secretario,
F. J. de Amcrim.
cidades de
lia......
Madrd......
Barcelona ..
Cdiz.......
Valencia e outras (
cidades da Hes I
panha e ilbas j
Canarias......'
Lisboa.........\
Porto e mais ci- f
dades de P>r-l
tugxl e ilhas... )
Buenos-Ayres-----)
Muut. video.....)
Nova York......
De Rothschild Frree.
Deutsebe Bank.
Banque d'Anvers.
Bauc Genrale e
agencias.
Banco Hypotejario de
Espaa e suas agen-
cias.
Banco de Portugal
suh- ageucias.
Bngsh Bnnk of tbe Ri-
ver Pate. Limited.
O. Amairk & C.
Compra saques sobre qualquer praca do impe-
rio e do estrangeiro.
Recebe dinheiro em conta correte de movi-
mento com jures a laao de 2% o anno e por le-
tras a prazo a juros convenciouados.
O gerente,
William M Webster
Fiacao o
de mm
A direcloria faz sciente aos Srs. subscriptores
da nova emissao de accoea para o lsvautam' nto
da fabrica na Torre, que fica marcado o prazo de
30 dias desta data, para psgameuto da primeira
prestacao de 10 por cento, e antorisado o Sr. 'be-
aoureiro Jcs Joto de Amorim Jnior, para o re-
cebimento.
Recite, 27 dj Junho de 1887.
Os directores,
Manoel Jote da Silva Qoimares.
Henrique Sareiva,
Secretario.
Jos JcJo de Amorim Jnior,
Thesonreiro.
AGENTE
Ilignel Jos Alves
N. 7RA DO BOM JESS -N 7
Seguros anarllimuai lerre^tre
Nestes ltimos a nica cempanbia nesta praca
que concede aos Srs. acgnradn isempcao de paga-
mento de pr ^nio em cada stimo anno, o que
equivale a~ -"outo aaaaal de cecea do 15 por
cento em t.v r u-s st
~ SEGUROS
CONTHA PilGO
[he Liverpool & London & (ilobe
INStRANCE C0MP4NY
SaiiEdm BrotUers & i
OMPWIIIA D ECilROS
Companhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Estabelclda em
CAPITAL 1,000:0001
SINISTROS PAGOS
tic 31 de dezembro de aH4
ttarilimos..... I,MO:000$000
Terrestres,.- 3I(:000$000
4 Ra do i'ommreio
. niln fe Brasillao Itaak
Umlted
Ru:- lo Coiaiuerci') a. 32
Saoa* por todos os vapores sobre as ca-
88 do tnesmo btnco j.m Portugal, sendo
e-a Lisboa, na dos Oapllistas r. 75. No
Potto, ra dos Inglez-.a.
V1AR1TIMOS CONTRA FOGO
Companhia Piten!x Per-
nambaeana
Kua do Commerciu l. 8
THEATRO^
Quarla-feira, .5 de Jnlho
* 9 1 /* hura da noite
GRANDE CONCERT
DADO PELO
Srs. Aagasto H. de Miranda Jnsior
eTito Hygino de Miranda
EM FAVOR DA
Soeiedade Pernambiicana Con
tra a Bscravldo
com o valioso concurso de distinctos ama-
dores e artUt s
Honrado con a preaenea de Ese.
o iirealdente da prnvl ca
Director *r. Marcellloo Cielo Blbelro
Programla
PRIMEIRA PARTE
1 llnnyady Lasld. grande ouvertura
bungara a 2 pianos a 8 mus, pelas Exmas.
Sraa. DD. Francisca Cails, Julia Pinheiro,
Luduvioa Lobato e o Sr. Alfredo Schiappc.
T. Eik-I.
2 Jerusalm (J. Lombard!) fantasa bri-
Ihunte para violine, com acompanhacoento de
pisna, p'l-s Srs. Augusto de Miranda Jnior
e Tito Hygino de Miranda. VerdiJ. B.
Lingeic.
3 Huaica proibilu. cunto com aeompa-
nhameuto de piano, pela Ezma. Sra. D. The-
reaa Li vy e o Sr. Amaro BarreroGestalden.
4 roldo, fantasa cara piano a 4 mos, pe-
las Kzmas. Sra*. DD. Eulalia da Costa e Dina
Miranda.VerdiF. Uillema
> Galope a ornaos, p-los meninos Jos de
Miranda, Rubem de Miranda e Tito Fiock.
CBseauz.
6 O patria : O cara patria Aria da
opera I Vespi-n Siciliaui, canto com acompa-
nham> nto de piano, pelos Dr Antonio Carlos
Beltro e Amaro Birreta. Verdi.
7 t rl'ana. fantasa para violino com acom-
panhamento de piano, pelos Srs. Tito de Mi-
randa e Cleudio Leal Filho. -Meyerbeer
Singele.
8 tirando doo do Fausto, para flauta e
clarineto com ucompaohameuto de piano, pe-
los Srs. Jcao Alves da Silva, Mano:l Baud<-i-
ra Filho e Claudio Leal Filho. Gooood
Cavallini.
Intervallo de 15 minutos.
SEGUNDA PARTE
1 Tambauner, grande marcha a 2 pianos a
8 maos, p--las Exmas. Sras. DD. Guilhermina
Porto e Luduvina Lobato, Francisca Caris e
o Sr. Alindo Schiappe.WagnerFaaanotti.
2 A) Lled ohne 1%'ori n. I. Mende
losuhn.(Ad. Grunwald).
B) andante da sonata Op. 14 n. 2. Bee
thoven (dem).
Trios para violinos, pelos Srs. Paulina de
Mello, Tito de Miranda e Atigmto de Miran-
da Jnior
3 Valia em d para piano, pelo Sr. Amaro
Barreta. Rsft.
4 Dlferlimculo para fltuta, violino e vic-
loncello eom aeompanhamento de piano, pelos
Srs. Joio Alves da Silva, Brita ovaes, Go-
mes Ferrss e Tito de Miranda Michelli.
5 Uoli-rt loi que J'aime. Rober le Dia-
ble. Canto com aeompauhamento de piano,
pela Exma. Sra. D. Theraa Lsvy e o Sr.
Amaro BarreteMcy. rbeer.
6 Allegro da sonata em f para violioo e
piano, pelos Srs. M>rcellino Cleto e Amaro
Barreta. B-ethoven.
7 A) Allegro do Io quartetto para 2 violinos,
viola e violoncello.Filippo Filippi.
B) arotla instrumentada para 2 violinos,
viola e violoocello, pelos Srs. BritJ Nunes,
Paulino de Mello, Marcellino Cleto e Gomes
Ferrer.H. Brega.
8 II Guarany. t'autaia dramtica para flau-
ta, violino e piano, pelos Srs. Joao Al'es da
Silva, Marcellino Cleto e Miguel Falca .
Carlos Gomes Ressonico.
Haver trena as liabil de Apipucos e Olinda
e bonds em todas as linhsa.
\JA importantis-ima opera lyrica em 4 actos, mu-
sica do imini thI maestro G. Ooniaetti :
FAVORITA
No intervalla do 2o ao 3o acto da opera, a BE-
NEFICIADA cantar a simpre applaudida ro-
manza italiano
Msica Prohibida
A BENEFICIADA agradece antecipadamente a
valiosa proteceo do illn-trido e oneroso publico
desta capital, quem ficar eternamente agrade-
cida.
A' 8 lidian.
Ronds para todas as linhas e trem para
Apipucos.
Sabbado. 6 de Julho
Aehando-se di- passagem nesta capital o dia-
tincto tenor Sr. Arnaldo Kravacll, a empre-
za pensou facer cousa grata ao respeitavel publico
contraetando-o para dous nicos espectculos. O
primeiro destes espectculos ter lugar sabbado,
16, com a grande opera lyrica
RUY-BLAS
Gabinete Portuguez de
Leitura
Conselho deliberativo
De ordem do Exin- Sr. Visconde da Silva Loyo,
convido es senhores membros do conseibo delibe-
rativo a reonirem-se n**ta gperptaria M prxima
st-xtateira 15 do corn-iue. as 6 1|2 horas da
tard". aGm de ter iugir a seiso ordinaiia do
c nselho, como manJam os estatutos.
Secretaria do Gabinete Portuguez de Leitura
e;ii Pernambuco, 11 de Julho de 1887.
Alfredo C- Cousacro,
2- secretario
Yjpores nacionaes
(NORTE E OL)
Rio da J-uiTfl. Santos, Ro Gran-
de Q3 Sil
0 vapor Arlindo
Espera-se ao dia
dia 17 do iu de Janeiro
e seguir depois
da demora do eos
tome para es por-
tes cima indicados.
Recebe carga, encrmmendaa e passageiros para
os mesmos portas : a tratar con
PEREIRA CARNEIRO N. 6.RA DO CGMMEir.o N. 6
1- andar
Vapor inglez Plato
E" esperado de Liverpool at
o dia 14 de Julho, sognindo
depois da demora necessaria
para
Rio de Janeiro e Santos
Recebe cxrga, encommeniUs e dinheiro a frete
tractor com os
AGENTES
Sauders Brelliers & G.
Praca la Corno Santo n. 11
/ andar
Coiupaooaiia lira- ilelra de Xawe
sseoa Vapor
PORTOS DO SiJL
O vapor Gamillo
Oommandante Franck Codditb
E' esperado dos rtos do
norte at o dia 16 de Julho
e depois da demora indis-
pensavel, seguir para os
i pr.-tng do sul.
Recebe tambem carga para Santas, Santa Ca-
tharina, Pelotas, Porto A!egr<- e Rio Grande d >
Sul, frete modic .
Para carga, paBsgcns, cncommendaa e valoree
trato-se na agencia
PRAGA DO CORPO SANTN 9
PORTOS DO NORTr
0 vapor Manos
1 ara o Rio Grande do Sol
Segu com brevidade para o porto cima, a
gar naciooal Jfai-Mio 7J : para o resto da car-
gi que h'' f. r-, fritas'" eom e consignatarios
jof da Silva Lyi & Filhi.
Lagar sueco lotes
Tendo ch godo a >ste t/oito proc oeate de An-
tuerpia, no dia 10 do corren'e, cm carga geral,
r; at u presente iio se tendo apresentado o sea
consignatario, rogo-lhe pela presente que se apr-
sente sem demora.
Recife, 12 de Julho de 1887.
O espito,
I. Hogstrom

lElLUE
Leilo
Da JrDOVHS, leudas e vidros
A's 11 horas
0 agente Gusmo. autoriaado por urna familia,
que mudou-se para fra da provincia, fnr leilo
dos objectos abaixo menoionados :
Urna mobilia de jacarand a Luiz XIV, eom 12
cadeiras de guarnifo, 2 de braco, 2 de balance,
1 sof, 2 consolos com pedra, 1 espelho dourado, 1
candieiro patente para kerosene, 1 tapete para
sof, jarros para fl >res, figuras de biscuy, 1 ex-
cellente guarda Vistidos de i.marello, 1 impor-
tante coinnoda a Luiz XV, de Jacaranda, 1 mar-
quezo para solteiro, guarda-lcur;a, 2 af paradores,
1 mesa elstica 1 sof de jacarand, cadeiras de
junco, luuca para almoco e jantar, copos, garrafas,
compoteiras, facas e garios, colheres, trena de co-
zinba e mijitos i utros objectos existentes na casa
n. 25 da ra Vinte e Quatro de Maio, antiga Prsia
do C'aldeiieir?.
Commandante 1
> vmiii: in:s mis^uh
mv.% II \mTIW! s
LINHA MENSAL
0 paquete Congo
CornmaDdarite Lecointre
E' esperado dos pirtos de
sul at o dir. 19 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costumo, para Bordeaux,
tocando cm
Dakar e Lisboa
Lembra-se aos senhores passageirot de tada
is classes qn ha lugares reservados p^ra raU
trincia, que podem tomar em qualquer lempo
QFaz-se abaununto de 15 ">/0 em favor das fa
milias composta de 4 p garem 4 pasragens intrfnta
Por excepcio os eriadus de familias que torna-
rem bilhefes de pro.. :;-.m lainbcm d'este abati-
mentn.
Os vales postaos s se da at 6 dia 17 pagos
de contado.
Para carga, passagens, encommendaa e dmber
* frote: tracta-ae com o
AGENTE
ogosle Labille
9 RA DO COMMERCIO 9
Hambarg-SaGaameriKanscB
liaoipfscliilTfahrts-lieselIschaft
O vapor Buenos Agres
Esperase de HAMBURGO,
por LISBOA, e AgORES at
1 o dia 15 do corrente, seguin-
ido depois da demora neces-
saria para
Rio de Janeiro e Santos
Para passageiros e carga a frete trata-se com os
CONSIGNATARIOS
Borsteiman) & C.
RA DO COMMERCIO N. 3
/ andar
MYALIAILSTEA1 PACIBT
GOIPANV
0 paquete Tama r
esperado
do sul no dia 14 de
corrente seguin ic
iepois da demora
necessaria para
m. Vicente. Lisboa, Vlgoe Son
thampton
ReduccSo de passagens
Ida Ida e volta
A' Southampton 1 classo 28 i 42
Camarotes reservados para os passigeiros de
Pernambnco.
fara passagens, fretes, efe, tracra-se os
Coasignatarios
Adamson Howic & C.
M. 3- RA
DO
1-
COMMERCIO -N.
andar
PaciOc Sieam ,^avi<;ation Company
STRAITS OF MAGELLAN LINE
O vapor Araucania
Espera-se dos portas do
sul at o dia 18 de Ju-
lho seguindo para
a Europa depois da
demora do costuma.
Este paquete e os que dora
em diante sepirem tocaro em
Piymoulli, o que facilitar clie-
garem os passageiros com mai
brevidade a Londres.
Para carga, passagens, encommendas e din-
heiro a frete tracta--iecons os
AGENTES
\% llsou Sons A t., Umlted
N. 14 RA DO COMMERCIO N 14
tenenie Guilherme Wad-
dington
E' esperado dos portos do sul
at o dia 16 de Julho, e
seguir depois da demora in-
dispensavel, para os portes
do norte at Manos.
Para carga, passagens encommendas e valeres
tracta-se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTO N. 9
t iiuiams lNis
4'ompanhla Franceza de .\*avega
cao a Vapor
Linha quinzenal entre o Hvre, Lis
boa, Pernambuco, Baha, Rio de Ji;vir>, t
Santos
0 m W 4b Pernamlinco
Ccnmandante Chancerel
Espcra-se dos o .rt-^s do
sul at o dia 18 de Julho,
seguindo depois da indis-
penaavel demora para o Ha-
vre.
Conduz medico a bordo, de marcha rpida
e offerece exccllentes commodos e ptimo passa-
dio.
Aa pascagens poderao ser tomadas de antemao.
Recebe carga encommendaa e paesageiros para
os quaes tem excellentes accommodacoes.
Para carga, paesagens, encommendas e dinheiro
a frete: trata s com o
0
Corrmandmte Viel
E' .isperado da Europn
at o 'lia 21 de Julho, se-
guindo iepoie d indiepen
savel demora para a Ba-
ha. Blo Se Janeiro
e Maolo*.
Roga-se aos Srs. importadores de carga p lot
vapores desta linha,uuciram apreaentar dentro de 6
diaa a contar do da descarga das alvareng il-
quer reclamaco concernente a volumes, que po-
vrutuih tenham seguido para os portes do nul,afin
de se poderera dar a tempo aa previdenciaa neces-
sariaa.
Expirado o referido praso .i companhiloa n se
responsabilisa por extravos.
Para carga, pai sag-nx, encommendaa e dinh< irc
a frete I trata se com o
AGENTE
De 1 mobilia de jacarand a Luiz XV moderna,
com lampo de pedra, 1 dita de dita antiga cem
tampo ce pedr, 1 meia mobilia de junco para ga-
binete, 1 piano de Blendtl, 1 cofre inglez, 1 mobi-
lia de amarello, esptlbos, 5,000 latas vasias para
60 grammas, cemas, marquezas, guarda-vestidos,
guarda-loucas, appsradores, prensas para copiar,
macninas para costura, charutos, vinhos, cognac,
livros de medicina e direito e muitos cutres arti-
gos que serio vendidos ao
AO CORRER DO MARTELLO
Quinta-feira, 13 do corrente
\o armazem da ra do Mrquez
de Olinda n. 19
A's 11 horas
POU INTERVENgO DO AGESTE
Gusmo
Agente Pestaa
Leilo de quatro predios
Urna casa terrea sita ao Corredor do Bispo n. 18,
a qual rende unnual ,300/5000.
Den ti reas partes do sobrado sito ra do Vi-
gario Tenorio n. 12, rendendo 400/OOO, do qual
inquelino o agei.ie Pestaa.
Urna casa tarrea con sotSo, ra Lomas Va-
lentinas n. 4, rendendo annual 300J000.
Urna casa ti rrea, ra Visconde de Gcyanna
n. 107, rendendo annual 300|000.
Quinta feira, 14 do corrente
Ao mcio di em ponto
No armazem ra do Vigario Tenorio
n. 12
O agente Pestaa, antorisado pelo proprietario
d'. s predica cima m< ncionido*, vender por ordem
do m sino senhor, a quem mais der no dia e hora
cima mencionados, por ter de rctirar-se para o
Rio de Janeiro o proprietario das mesmas.
Do dv dos, bal.oes de amarello, 1 cofre prova do
fogo e carteiras
Sendo :
Um importante guarda-vestidos de amarello, 1
grande me-a elstica de 6 tab ss, 12 cadeiras de
amarello, 1 s. f, 2 consolos, 2 ra. d s fiteiros en-
vidracados, 2 ditas para porta, 4 balcoes sendo 2
com frente envidracada, 2 grandes fiteiros para
balcao, 2 carteiras, 1 candieiro de ferro, para gas,
1 cof'e prova de fogo, 1 banco p'ira cofre, 1 gran-
de erpelba e muitos outros movis.
Sexta letra 15 de lulho
A'S II HORAS
Na ra do Barao da Victoria n. 16
O agente Manins t..i leilo por conta de quem
pertencer d s movis, cojectos de armaciio e mais
objectos en>t'utes na loja a. 16 de dita ra.
Augusta Labille
H RIJA DO OOMMBrM'IO-fl
Umied Sietes A rasii X 8. C
0 paquete Finalice
^J,^ E' esperado doa portos
sul at o dia 23 de Julho
depois da demora necessaria
seguir para
Leilo
D
o movis,
la
UJSS,
de co-
N.i 2-
Haranho, Para. Barbados, 9
Thomaz e ew-York
Pura carga, iiassagens.e
frete, baeta-M com -
AGENTtS
vidros e (rcm
siaba
Sexta feir 15 do corrente
A's 11 horas
andar do sobrado da raa rio Bom
J-sus n. 18
towrwoo :
De 1 mobilii de junco branco, com 12 cadeiras
de guarnicao, 2 ditas de br.-.$os, 2 ditas de balan-
ce, 1 sof e 2 censlos com tampo de pedra, 2
lanternas e cssticaes, 2 esiarradeiras, 4 quadros,
2 c ndieiros para gaz, 1 eepelho, 1 tapete, 1 ve-
neziana americana, 1 relogio, 1 cama para casal,
2 bancas ps torneados, 1 lavatorio de trro cem
gaaroito, 1 cabide de parede, 1 dito elstico, 1
marquezo, 1 banquioha cabeccira de cama, 1
cama de louro, 1 cubile elasti-o, 1 cama para
_ criauca, 1 cadeira privada. 1 eapreguicadeira de
junco, 1 cadeira para erianc, 1 mesa para jantar,
3 aparadores, 1 machina de costura de Siuger, 1
D guarda comidas, 1 marquesa, 2 cadeiras de bra-
cos, cadeiras de amarello. cestas para renpa,
loucis para almoco e jautar, copos, talherea, co-
lheres, jarras para agua, mesa de cosinha, bacas,
trem de cosinna e muitos outros objectos.
0 sgente Gusmo, antorisado por urna familia
que retira-se para Mace', far Iriltto dos objec-
tos aeima mencionados Entrega em acto con-
tinuo.
Cspera-se de i
News, at odia 29 e
o qual seguir .o o
demora aec-.'diu' < r
Julho
. d-
Baha, Rio de Vaneiro e Santos
Para carga, passagens, < encommendas tracta-
le com op
AGENTES
cnrv i? i s'er H.
M 8 RU\" ') -OMMERCIO N. 8
/ auda
COHPAXl'riA-BRNAHBtlCANA
DE
.%aTe^a<,o Costelra oor %"aj>ar
I'ORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macu, Mossor, Ara-
caty, Cear, Acarahu e Camossim
vapor Jag'uaribe
Commandante Baptista
II
Segu no dia 22 de
Julho, s 5 horat
da tarde. Recebe
|carga at o dia 21
Encornini udas passagens e diulieiroa a frete at
s 3 horas da tai de do dia da sabida.
ESCRIPTORIO
Qcm da Companhia Pemainb'mi'm
n. 12
AVISOS DIVERSOS
Alnga-se casas a 80." no becco dos Coe-
!., junto de o. (joncallo : a tratar na ra da
imperatris n. 56. ______ __
Compra-se cas luimodiavoes da igreja da
Koledade, urna casa terrea ; a tratar nsta fy-
pographia.
Peco ao Sr. Dr. L. M. da A. o seguinte : fa-
zem 18 mezea que V. S daqui sahio, drizando me
j nessa poca em attribulacoes o que nao ignora,
e calcule que martyric tenho passado devido ao
eeu iniiffercnUdmo ; nao urna pequea qiuntia,
e sim 1:116.4, quantia essa que servio para V. 8.
go?ar ter p scii) ; cnlri tanto estou s^fliendo
anda mais at des nossos correligionarios ; nao
condiz com es tentimentos de um homem que
tambem pai de fauiiis.
Aluga-seoVJ- e 3- andares da casa ra
larga do Rosario n. 37, esquina dtfro.ite da igre-
ja, juntos ou separados ; a tratar no pavimento
terreo.
COS1NHEIRA, pre.isa-se de urna ; ua la
d> S. Jorge n. 139, 2- nielar.
CASA TERREA, aiuga-se a da tiavessa
do Occidente n. 16, R numero 18. *
Preoisa-se de urna am para i .do servico
de urna p;ssoa ; os ra do Padre Elcriano n. 40,
segundo andar.
Offcrtce-se um im-uuio de V a 13 ai nos de
idade para praticar em balcao d taverna, g^ran-
tindo-se a conducta ; quem delle se quier utili-
sar dirija-se ao kiosque da un Nova, junto a
ponte, lado do sul.
Precisase
rcra n. 39, 1
Urgencia
de boas costureras
andar.
na na da Au-

QPD





6
Diario de Pernambucu
ta-feira 13 de Julho de 1887




PHARMACIA PI\H0
?E
S.PINHO & C.
51Ra do Barao da Victoria 51
Esta pbarmacia recerjfemente estabelecida acba se eia cond(,'3;a de satisfazer
oom promplidAo e escrupulosa fidelidade as exigencias doa Sr. JaMKticos do publico
em geral, que encontrar n'ella um completo e novo sortimento de drogas, medica-
Manto, e productos cbimioos, yharoiaeeuticos nacionaes o estrangiros e garantindo se
modicidade de pregos.
^RAPNA AllBj^
ALBERTO HENSCHEL & C.
52--Rua do Barao da Victria~S2
Este acreditado estabelecimento photographico participa aa rtspeitavei publico,
que contina a executar os mais aperfcicoados trabalhoa pelo systema mais moderno e
mais apreciado. Acha-se habirlitado a aalisfazer as mais diffi:eis exigencias, quer em
rabalhos photogropbicos, quer em pintura a ole-1.
Alero de seus trabalhos photograpbicos que sao per demais conbecidos encarrt
ga-se tambem de retratos a oleo para o quo } se acba entre nos d volta de sua va
Piro a Vienna d'Austria, onde visitou aa principaes galeras,, o exim pintor Ferdinand
iereok, bastante conbecido pe perfeicSo de seus trabalbos, desde 1877, quando aqui
esteve em nossa casa e ltimamente o anno passado.
Para satisfacer em geral a todos que honrarem o no-so estabele.i ment com
euas encommendas participa que alera dos retratas, *<*ja qoal f5r o systema, tambem
recebe encommendas para qualquer vista ou paysagem, quer photographicas, quer pin-
tadas a oleo, sendo o enearregado destas ultimas o mili conhecido paysagista o Sr,
Telles Jnior.
Roga se s Exroas, familias e mais psssuae o obsequio de lionr.rem com suas
risitas nosso estabelecimento, onde sempre existe urna magnifica expnsigao dos trabalbos
que executamos e onde tambero os senhores viritantes encontraran lbuneza no tracto,
perfeicSo nos trabalbos e modicidade nos piejos.
C. JBarza,
GERENTE.
CAJIMEBA
PMrERADO VIMIOSO DEPIRATIVO
BPPR07ABO PEA JUNTA DE EYGEIE PIUCA DA GORTB
Antorisado por decreto imperial de 20 ie Jonho de 1883
Composcio de Firniioo Gandido de Figueiredo
EMPBEGADO COM A MAIOB EFFICACU NO 8HECMATISMO
DE QUALQUER TATUBEZA, EM TODA8 AS MOLESTIAS DA PELLK, AS
LEUCOBKHAS OU FLOBES BRANCAS, NA ASTBMA
bronchites (molestia*) da va respiratorias), nos soffrimentos
OCCASIONADOS PELA 1MPBEZA DO SANQE E FINALMENTE
AS DIFFEBENTES FOBMaS DA SYPHIL1S
PropagadorA. P da Cunha
Ai importantes curas, que este importante medicamento tem produzido, attes-
tadas por pessoaB de elevada posicao social, fazem com que de toda parte seja elle
procurado, como o melhor e mais enrgico depurativo do sangue.
Depurar o sanguc, como cndilo de urna circulacSo benfica e effieaz, eis em
que consiste principalmente o meio mais seguro de conservar a sade e de curar ss
molestias que a impureza do sangue O'-casioaa.
O Cajrubba, pela sua aeco tnica e enrgicamente iepurativa, o medica-
mento quo actualmente pode conseguir esse resultado sern prejudicar nem alterar as
fnnc909s do estomago o dos intestino, porque nao contm substancias nocivas, apesar
do vigor depurativo dos productos que conslituem a base principal d'este medicamento.
As muitas curas que tem feito, estao comprobadas pelo tesiemunbo dos dis
inctoa e conhecidos cavalleiros que firmam os attestadoB, que este jornal tem publica
do em sua seccSo ineditorial
Deposito central, Fabrica Apollo, ra Hospicio 79
i em muiu pbarmactrs do Brasil e do ea.rangelro
Vende-se urna pad.ria cem suas pertencas, lo-
calisada do melbur ponto da capital, o proprieta-
rio da mesma vende por ter de retirar-so para
lora da cidade ; a tratar no caes do Apello nu-
mero 67.
a capital Extracto fleMaltafle Klecer
Ama
Precisa-se de urna ama para todo aervico de
casa de pooca familia ; ua ra Velh n. 95.
Ama
Precisase de urna ama ; na ra Bella n. 5.
Ama
Preciea-se de urna ama para caca de pouca fa-
milia ; naiua do Marques do Hrva!, casa nu-
ero 182.
Caixeiro
Precisa-sc de um caixeiro com pratiea de mo-
lbados : na ra Vidal le fiegreiros a. 21.
Precisamos filiar
Pede-se ao mui digno am_'. cd lector da C-
mara Municipal da cidade do Recife, que nos faca
especial favor de nos honrar om ba prcieuca,
afim de darinos cumplimento a urna missao qni
nos muito obngatoria eni beneficio da nossa
mu Ilustrada Camsra Municipal desta mesma
cidade ; ra da Aurora n. 11 mcrcearia.
Prosarado
DE
III MOI i-HS tVFI.I.tONi: & V.
CH1MICOS DE LONDRES
Um poderoso agente digestivo e acimilativo ; um
alimento nutritivo, caj .ialmente adoptado para
os ecf aieite de figado ('<> bacalhso.
O Extracto de Malta Je Kepler um alimento
perfeito em ai OHMIO cantata todos os principios
digestivas nutritivos da c-.-vada, isto pho.pha-
t'-g, miro '' (trina, albmina e o importante
quanto poderoso accesorio digiatvo chamado
Disstas',pjc ifsim diier que coro a n
troducci do Extracto de Malta, como agente the-
rapeutieo, se ba prodoside urna revoluyo no trac-
tamento de certas eatermidadea da nutricao, ope-
rando espcciaJme&t.- na dyspepsia, uiceracit.) do
estomng^, cancro s do iitomago, debilidades, con-
val' .'.encas de e zfermidades gudas, vmitos e
gastro-entente. de eriai>cas, marasm :-, aflVecoe
(scrofnlv.as, tuberculosas, ttc.
I niro (Irpoillo
34 Ra do Rosario 34
Pharmacia e Drogara
B \RTHOLOMEU & C. SCCESSORES

$
Precsanos fallar
Pede se ao mui aigne amigo collector da
Cmara Municipal da cidade do Reciie,
que nos faca o especial favor de dos hon-
rar com sua presenca, am de darmos
cumprimento a urna ibsbSo que nos mui
to obrigatoria e a beneficio da noata mui
Illma. Cmara Municipal desse mesma ci-
dade : a tratar na ra da Aurora n. 112,
merciaria.
AMA
Precisa-se de urna ama para lavar ts en
gommar em casa de familia : na ra do
Riachuelo n. 13 se dir.
Ama
Preciea-se de urna ama para todo servico
ra Duque de Oaxias n. 26, 2- andar.
Ama
ioia
Precisa se de urna ama para cuidar de urna
crianza em urna casa dos arrabalde* desia cidade;
a tratar na travesa do Corpo Santo n. 27, ar-
masen).
Ama
Precisa se de urna ama para casa de bomem
eolteiro ; na ra da Florentina n. 2.
Casa para alugar
Aluga- e urna casa com commodos suficientes
para familia, tem banheiro e portao ao laao, e't
bem conservada e limpa, perto do sobrado gran-
de ; a tratar na ra Imperial n. 42, e para ver, as
chaves estao no hotel da Passagem, na mSo do
Sr. Flix.
Puro licor de janipapo
Vende-se nos estabelecimentos doa Srs. Alheiro
Oliveira & C., ra da Imperatriz n. 42, e Jos
Joaquim A>ve-< & C, ra do Ba lio da Victoria
n. 69. Reoommeada-se a perfeigS) com que
feito este licor.
LEITE NATURAL
Selva,
>k?*e:
AXYELOZ
COTSEBVADO LIQUIDO SEM ALTEBAR-SE
O ALVELOZ, planta da familia das euphorbia-
ceas, que habita os lossos sertoes, boje reconhe-
cido como oro verdadeiro especifico para destruir
as epitheliomas on cancroides, facilitando a reno-
vacSo dos tecidos atacados, e trazendo afinal urna
cura completa, sem outro tratamento que a appli-
ca^io tpica de sua eciva (vulgarmente leit) como
caustico.
Sao numerosos os casos de cura, alguna dos
quaes j levados ao conhecimento do publico, em
diversas publicacors, pelos Ilustrados clnicos
desta capital o no estrangeiro, os Srs. Drs. Alci-
bindes Velloso e Bandeira, e ptimos resultados,
tambem foiam obtidos as foridas e as ulceras
ebronicas de carcter sypbiliticas.
DEPOSITO GEBAL
Pharmacia e Drogara de Bartho-
lomeu l C. Successores
34; Ra Larga do Rosario Pernambuco
Cofres
Carlos Sinden recebeu e vende barato por ser
de coBsignecao tres cofres, prova de togo ; na
ra do Baro da Victoria n. 4S.
Aluga-seo2- andar do predio a. '
sito ra da Imperatris, esta caiado e
pintido ; na lija de fasendss 4 ra Du-
que de Caxias n. 60-A
f
dois Camello Pes^oa de Slqael
r Cavalcsnle
Leocadio.Alves Pontual manda resar urna mis-
e ua capella do eagenho Aripib, s 11 horas
do dia 16 do corrate, pelo repouso eterno de seu
presado amigo Jos Camello Pessoa de Siqueira
Cavalcaote, setim dia d: icu paslamento, e con-
vida a seus parentea phi aasistil-a.
O EXTRACTO COMPOSTO DE
Salsaparrilha
do Dr. Ayer,
.' um :
mentf .: Ta'H Hem\U:i:
affec9es que tem aHinitai)*; co aidades
<'oni:iKloMa, e as ooeMlciida* peld manarlo. Ao
i'iecc o sangn
innliufc on acco randavel o orgsa
rt'juv^uescendo o systema lute'O. E
Medecina Regeneradora,
composta com a verd.vlelra Salsaparrllh dr
Hondura, dos Iodo* i 'v.iasglo o de Ferro, e
outros ingre 1. mudes
* rativi SBldadosa e elentincamente pr arados.
A formula < .Mida da uroflssio
medica, c os i -alsa-
iaiikii.ua iki Do Aviu i.....M um
Remedio Absoluto
para as eDfannidndi .^'cisionadas pelo estado
vicioso do sanguc.
airado no ?r o mais alto practicare!,
iimii.. nal fne qnnlqaer <.uirn picpar.nf.o te su*
elusi, que preten.ic proporcionar igoa
por tant" a DMdeolJul i. Safa! assltn como a
melhor para purificar o sangue.
I'KFI'AUAI>0 PELO
DR. J. C. AYER -k CA.,
Lowell, Mass., E. U. A.
A' renda as principaes pliaimanlM e dragaras.
Alugasc barato
Ra Visconde de Itaparica ti. 4), armazem.
ilgaz.
Ra Coronel Suassuna n. 141, quarto.
Ra de Santo Amaro n. 14, loja
Roa do Rosario n. 39
Roa oV> Calabouco n. 4, loja.
IVata-se na ra do Commercio n. fi, 1 andar
seriptorio de Silva Guimaraes Se. C.
Precisa-se de ama sana para cosinhar e lavar,
prefere-se que durma em casa ; ao 3 andar da
typographia de Diario,
Aluga-se
o grande sitio Tacaruna, no Salgadinho, com bas-
tantes trras para plantajes e muitos arvoredos :
quem pretender dirija-se fabrica Apollo, ra do
H
iospicio.
Alura-sc
o 1' andar da ra do Visconde de Iuhama n. 73
com bons commodos para familia, perto d o mer-
cado e com excellcnte vista ; a tratar na Ventu-
rosa, ra do Cubug.
Alup-se
urna boa casa bita na Tambrmeira, junto da es-
ta(3o, completamente nova e com boro sitio ; a
tratar na ra do Amoros n. 43, ou na ra da
Arnizade n. 10, Capunga. As chives estao de-
fronte, na taverna do r'r. Antonio Arcoverde de
Mello.
Aluga-se
a loja do sobrado A roa da Imp-ratriz n. 20, mui-
to propria para negocio, tendo na mesma urna
armafSo, que o dono vende a p r preco commodo ;
a tratar na ra do Bom Jess n. 11, 1' aadar.
Aluga-se
na ra velha de Santa Rita, sobrado n. 14, as se-
guales casas :
Urna na ra de Lomas Valentinas n. 40, com
bons commodos, quintal e cacimba.
Urna na ra da Amisade a. 32 (Capunga), bom
quintal, c urna pequea na travessa da Pundicao
o. 4 (Fra de Porta) : a tratar das 8 hon s da
manhi ao meio dia, ou das 4 s 6 da tarde.
SAUNDERS BROTHERS 4 C, largo do Cor-
po Santo n. 11, teena para vender :
Cervoja preta branca, de M. B. Forster &
Sons.
Dita alloma, Plisen Beer.
Vinbo Shury. Amentillado.
Dito Bordeaux, St. Julien.
Whieky, Tbisle Blend Scotck W'uky **
Dito
Presuntas de Adamson.
Mai>ena de Browns & C.
Phospboros, Ameitosto Safety Matches.
Tintas em masss, branca de zinco, de chumbo,
preta e verde.
ZarcSo.
Plvora da maita eonhecida e acreditada marca
EB.
SEM0L1NA
De Brons & de Glasgow
Este artigo, preparado por um novo processo
de trigo da melhor qualidade, possuc os elemen-
tos necessarios para nutricio de crin neis e doen-
tes, e muito se recommenda por ser de fcil di-
gestao e gosto muito agr la ve I ; tambem pode-se
fazer urna excellente papa, misturado em partes
iguaesom a maizena dos meamos fabricantes,
addicionandc-se-lhv algum leite. nicos agentes
nesta ora(a, Siunders Brothers & C, largo do
Corpo Santo n 11, primeiio andar.
Cosinheira
4ttenco
Vende-se urna casa de gneros alimenticios,
bem afreguezada, propria para principiante. O
motivo da venda por te de se retirar o dono por
cansa de sofFrment*, para fra da provincia : a
tratar na ra do Bartholomeo n. 41, das 7 s 9
da manba e das 3 is 4 da tarde.
Para evitar duvidas
Os abaixo assigna los declarara que apresenta-
ram as contas de seu devedor Francisco de Souza
Duarte dentro do praso que fraro pedidas pelo
8r. Antonio de Souza Duarte Fvrreura.
Recife. 12 de Julho de 1867.
Araojj Castro &. C.
Jos Barbosa & C.
Lima & Sampaio.
Jos Rodrigues Lima.
ATKINSON
PERFUMARA INGLEZA
aUnuU ti* mii d ac aecxn; excede toda*
as oatras pelo ten perfume delirado e exquisito
Trfz Medalhas db Ouro
PARIZ 187. CALCUTTA 1884
pela cztra- fifia xoeJleQcia.le sui qualidade.
Afamada
ASIA U MLfillt DE ATEIISOI
ir-com.Aravel peJo seu perfume e toa
cofK4ntrapto. Eicede todos os productof
siniiUres vendidos -ob o m Sttacn su tasn msui if atiinm*
o ODtro pl modo d iimi>ir a pelle
*iso penime e prolongado uso.
taitn-u to Ciu di Mi m hncila thMeubi
J. t. ATKlNSON
24. Od Bond Street, Londres.
h Merca de rar.rica Urna "Kosa branca *
obre umi Lyra de Ouro. '
kiosmio
ensta se um k> sqoe na roa Imptnal, na en-; |ig,ao confessam eternmentegratos.
Tado da traVe-C: do Kup.sO. WHaVaaaHaVaVaiaaaaaaaaaaa^aaalaaaSJaaaaal
JoannM Cr.ndldtt m Cansara
"relian
IIanoel Machado Biando, Aroeiina de Fretus
Brando, Rosa da Cmara Freitas, Alexandrma
Candida da Cmara e Silva e Augusto Paulino de
Figutire o, agradecen! a todas as pessoas que se
dignarain acompanhar ultima morada os res.os
mortaes de sua sempre lumbrada segra, mi, filha
e irma, e de nevo convidam aos parentea e amigos
para assistire as missas do elimo dia, qae terao
lugar s 7 1/2 horas da manh do dia 14 do cor
rente, na matlia da Boa-Viat* e na capella de
Apipuces ; por esse aeto de religio c caridade,
drsdn j4 wcham eternamente agradecidos.
>. Baria JuNtin* da Silva
Antonio Mara da Silva, seus genros e filhos
eenvidaro a todos ng eus amigos a asistirem as
missas que maodam celebrar pelo eterno descanso,
de sua sempre lembrada esposa, so ;ra c m3i, I).
Mara Justina da Silva, por eccaslao do trigsimo
dia de sen passamento, que tero lugar quarta-
feira 13 do corrate, pelas 7 1/2 horas da manhJ,
na igreja da Madre de Deus, por cojo acto de te -
Precisa-se de urna cosinheira pora caa de pe-
quenr familia, em Olinda, paga se com generosi-
dade ; a tratar no Recife, na ettaeSo da rus da
Aurora, cem o Sr. Brito bilheteiro, ou era Olinda
com o Sr. Marcolino na estaco do Carmo.
Fabrico de assucar
Apparelhoa econmicos para o cozimen-
te e cura. Proprio para engentaos peque-
os, sendo medie** em preco e ef-
ffeellvo em operacSo.
Pode-se ajuntar aos engenhos existentes
do systema velho, melborando muito a
qualidade do assucar e augmentando a
quactidade.
OPERARIO MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou eogenhoa eentraes,
ma hinismo aperffiyoafo, systema moder-
no. Plantas completas ou machinisno
separado.
EspecificaySes e ioforraaco'eB onm
Brown V.
5-RUA DO COMMERCIO-5
\a tifo perdido
Agr i..', cer-se-hs c recompensar mismo a quem
entregiir ia podara Imperial um lenco de grade
mar. ... com o n m : de Amalia M ura, o qua,
foi perdido na noite de domingo, no Sinta Isabel
O Sr. lodo Baptlnla Ferrelra
Pede se ao 8fc Jjio Baplista Furrtira que ve
uha pxgar a sua bypoiheca, assim como entregar
o que tiu confiauc su ib: i.'atregou, o cumprir o
que prometeu ao Dr. Fulano, isto mais de
anno.
Bae o Brazil
Paga-se o 67 dividendo a razio de 9C00 por
aeco : no escriptorio de Pereira Carneiro it C,
ra do CVmmercio n. 6, 1. andar.
Semeotes k carrapato
Compra-s grandes e pequeas quantidades :
ua drogara de Fn ucisco M- da Silva t C, ra
lo Mrquez de liuia n. 23.
Cit preto superior
Carlos Sinden recebeu pelo ultimo vapor e con-
tina a vender sem competencia ; na ra do Ba-
rio da Victoria n. 48, loja de altaiate.
tirorgies dentistas
- Frederico Vaia e Patricio More ira, tendo se
associado no mesmo consultorio, ra Duque de
Caxias n. 60-A, podeci ser procarsdoa aa horas do
costme.
Semen.es e carrapato
Compra-se na fabrica Apollo ra do Hospicio
numero 79. ^^____
II
PAR.A TINGIR A
barba e os cabellos
Esta tintura tinge a barba e os cabellos ins-
tantneamente, dundo Ibes urna bonita cor
e natural, inofensivo o s>-u uso simples e
rpido.
Vend-se na BOTICA FRANCEZA E DRO-
GARA do Rouqueyrol Fre-es, successores de A.
CAORS, ra do Bom-Jesus antiga da Cruz
n. 2?
M
PASTILHAS
De ANGELIM&MENTRUZ
es-
<*>
m
5"
3
2

e^
O Remedio mais effieaz e
St$uro que se tem descoberto ate
haje para expe'lir as ion trigas.
Roomi.ur HIERES
Cosinheira cscravr*
Precisa-se de um c.ieinh iro esc-ravo, para un
casa de pequea familia; a tratar no eacs da
Companbia n. 2, escripti.ri".
Precira se de um criado escravo, para um can
de pequea familia ; a tratnr no caes da ouipa-
nhia n. 2, escriptorio.
Pendes loNNe oa olTrelN do pello 4):
Usai o melbor remedio, que o PEITORAL DE
CAMBARA', e veris como vo^s) soffrimento 'les-
apparece. Vende-se na dregaria dos nicos ii 'li-
tes e depositarios cernen ni pr vinci-^, Francisco
Manoel da Silva A- C :i ra do Marques de Olinda
n. 23.
Tinta preta
IN ALTERAVEL

COHHIA'ICtTIVt
PH\RMACUCESTBA Li
38 Ra do Imperador 38
Pernaabaco
Serve para escriptura^ao mercantil e d tres ou
quatro copias de tusa v. z
Xaropc de cambar guaco e bal-
samo de T l
repaiado pelo pbarmaceutico Jos Francisco
Bittencoart \
E' um poderoso preparado para todas as affec-
$des doa orgos respiatorios, como catarrho pul-
monar, astbma, coqueluche, bronebite, piicumo
aia, tisiea, etc., etc.
Cada frasco 14000
Deposito na Pharmacia Central, ra do Impera-
dor n. 38. Pernambuco.
Estabelecimento de Hatillos no
pateo do Carmo n, 26
O proprietario desse estabelecimento
achando se com sua saie aggravada e
nao podendo por isso continuar com o pe-
sado trabalbo que tem tido a 22 annos em
procurar a eleval o ao estado em que se
cha em offereoer t.daa aa vantagens que
ae pode desejar. O estabrlecimento ligado
com o andar superior que tambera offe-
rece as raelhorcsproporcSes para casas de
pensoes ou de sade Os pretendentes a
compras do referido estabelecimento diri-
jam se ao seu proprietario na mesma casa.
Pitillas purgativas e depurativas
de Campanha
Estas pilulas, cuja preparado puramente ve
tal, tecm sido por mais de 2 annos aproveitadat
om os melbores resultados as seguintes raoies-
-ua : affeccoes da pelle e do figado, svphilis, bou
>oes, escrfulas, ehagas inveteradas, erysipelas *
{onorrbas.
Modo de m.al-nM
(Jomo purgativas: tomt-se de 3 a t por da, !-
sendo-se apos cada dose um pouco d'agua ado^a
da, cha ou caldo.
Como reguladoras.- torae-se ubi pilula aojantar
Estas pilulaa. de nveiiyAo dos pbsrmaueuticos
Almeida Andrade z Filhos, teem veridietum dos
rs. mdicos para sua melhor garanta, tornande-
jc mais recommendaveis, por serein um seguro
aurgativo e de pouca dieta, pulo que podeu. ser
xsadas em viagein.
ACHAM-SE A' VENDA
V drogara de Farla Sobrinlio di
ll -BBA DO MRQUEZ DE OLINDA 41
PIANISTA
Liiiz de Brtto Uca < m reunies e partidas :
tratar na ra Setu de S< tembro n. 16.
Ao publico e ao eommercio
,; Os abano assisnados jdec'arsm que ne&ta data
disso Vt rain a sociedade que gyrava sob a firma
de Jos de 84 & Againr, roa. do Osos n. 38.
sabindo o S0ii> Jos Antonio Agilini Jnior
pago e s-itistriio de seus n tos a ftQUmt, fieando
o socio Jos de H espousavel pelo activo e pas-
sivo dj cstab.l' tiiaent Kcuifr, 1- de Jolbo de
1887.
Jos Astenia de Aguiar Jnior.
Jos de Si.
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OC P 5f- ^a
NICA TNICA
t FILLIOL DE FILt.lOU
iSTANTANtA para i barka. | ROCADA cara Jar aos cafe*.
Mam v:Jro. Km prayara.;!* branesa
acm Uvagem. sua Cor pnimir.iT
tptsltSfaral en Parts: FXX.X.IOX., 17. rojHi nnf, PiT
*a ftiianH^ca: FRAN U tU SILVA O
PH/aBMaCIA E DROGiSIa
DE
Miguel L. R. da Foospca
oi-Praoa do Commercio-SS
PESQEIRA
N'este estabeleci-
mento encontrar o
publico em gt ral, um
completo sortimento
de medicamentos, dro-
gas, productos chi-
nacos, especialidades
pharmaceuticas nacio-
naes e estrangeiras,
leos, vernizes, tintas
de todas as cores, pin-
ceis e mais artig*os
para pintura.
O proprietario des-
ta importante pharma-
cia responsabilisa-se
pela boa qualidade
dos medicamentos e
drogas de que est
pro vida, e bem assim
pela presteza e asseio
com que sero aviadas
as receitas dos Illms.
Srs. Drs. mdicos que
precia rem de seus
servidos pharmaceuti-
cos n'esta cidade.
to35
35-Praca (i
r2QUEIKA
Ss canco Je ai
a 400 rs. a arroba
Cheg u a primeira remessa do precioso fu re lo
de carolo de algod&o, o mais barato de todos os
alimentes para animis de mea cavallar, vaceum
suino, etc. O carolo de algodSo depois de ex-
trahida a rasca c todo o oleo-, o mais rico ali -
ment que se pode dar aos animaes para os forta
lecer e engordar com aduiiravel rapidez.
Nos Estidos-Unido d Am*ri-:a do Norte e na
Inglaterra elle empiegido (eom o mais felis re-
sultado) de preferencia ao milho e cutros farellos
que sao mui'o muis caro e nao sao de tanta- sus-
taucia.
A tratar no BeclfeA Largo do Cor-
po Mamo. 1 andar
Piran acia central
Ros. do Imperador m. SS
Jos Francisco Bitteneourt, antigo pbarnmctu
tico da pharmaeia francesa ra do Baro da
Viotori'i u. 25, aviaa a seus amigos e fregueses,
que se acba na pbarmacia cima, onde espera
continuar a merecer a confianza, que felizmente
depositaran] em seus trabalbos protessionaea.
DaGOBlaTl
nomtis,__
P1* OLRY
MOLESTIAS og PEIT"
D^CHRGHIT.L
O D' Churchill, autor da descoberta das
propriedades curativas doa Hypophos-
phitos no tratumonto da tisiea pulmonar,
tem a honra de participar a llegas
mdicos, que os nicos Hypophosphitos
reconliecidos e recomrnendados por elle
sao os que prepara o Sr. Swanu pliai-
maceuiico. 12. ra Casliglione, Par .-
Os Xaropcs de HypophosphUoa do
Soda. Cal c Ferro veudera-se em
quadrados tendo o n>me do D' Chi.
no vidro sua attignatnra no envoltorio e
na tira de papel encarna -lo qiu cobre a rolha.
Cada frasco vcr-laii iro lea alera disto a
marca de fabrica da Pbarmacia Swann.
Vendem-sc em toda* aa Phar
Precisase
de um menino de 8 a 9 aunos para vender taba-
leiro, que tcnba pi nu mi, e d fiar,cu da con-
ducta ; na ra
mero 98.
do Visionde dj Albuquerque na-
VmiM-m m Udi i Hrts
< 'olariiihos e punhos de
selluloide
Carlos Liii.Un recebeu pelo ultimo vapor, e
veade baratistimo ; na na do Bario da 'victoria
numero 48.
>

;
nsiKri-





Diario de PernambncoHuarta-fira 13 fie Jnlho de 1887
00:000^000
I
Corre a 15 do correte
Em beneficio da Inslruccao Publica da provincia
Esta lotera dividida em partes
Exlracco da leparte da 1.a lotera
Bilhetes venda na Roda da Fortuna, ra
Larga do Rosario n. 36.
HOSPHATINA
Falires
AIIMENTAgiO RACIMAL
DAS
Mes, Crancas, Amas,
Conoalescentes.
Este alimento, do 011 sabor adradavel, precios?
sobretudo:
Para as Mes, durnnte a gravidez;
Para as Criancas, na oceasio do de. Para es Velhos e Convalescentes.
A PHOSPHATINA constitue o verdadeiro alimente
das Criancas alimentadas no seio ou na mamad eir. "Nenhuma
Fcula, Conserva ou Roa ditos de alimentado para a infancia,
pode competir-Die.
E a ndmintra^ao fcil do Photphato de Calcium, que fortifica a
Crianzas durante o ten crescimento.
VEMAS
Aproveitem
E para acabar os a ligos
seguales:
Madapolo americano de cueto de V4 a peca
eom uro pequeo toque de mofo a 6/500 e 6/000.'
Dito Boa-Vista de 7f por 5*000.
Algedlosioho maro T com pequeo toque de
averia por 5*000 a pasa.
Fustes braocoi, largo, de cuito de 500 e 600
ria a 240 e 320 ri o cavado.
Rico cortea de cambraia bordada, brancos e
de corea a 4*500 e >/000.
Sara de linhe, navidades, eom mm metro de lar-
gura de preco de 800 a 320 ria.
Cretona americano e percaliaa a 240 ria.
Casimira* ftlpon para vestidos de sen horas de
500 a 340 ria.
Toalba* alcoekoadea felpuda* de 4/ e 5/ a
2*200 e 3*500.
Armures de qoadros, de 600 ra. a 860 ria.
Mema inglesas aem costuras, para senhora, de
12|a<6<009.
Zapniros de qnadros a 120, 140 e 240 reta.
Camiea* inglesas para homens, de 60* a 86*.
Setina de toda* a* cores a 1*000 e 1/WOO.
E mu toe outros artigos que se vendem com
igual abatrnoslo.
Loja das Estrellas
56-RA DUQUE DE CAXlAS-56
Telepfione o. 210
4 Revoliifo
1
Mais novidades
i\a loja ('as listras azues
- lina Buque de Caifas1
Telcphone 211
PARIZ, 6, Aveaue Victoria, 6, FABIZ
ItKSiUrlM rtrnmiuoo : FRAN" Bi da SELVA fe C '.
Lotera da Provincia
A cxtracfo da 7.a lotera em beneficio da
matriz da Boa Vista doRrcife, ser 110 lia 18
do snda*" no onsistorio da i^rejade Sossa
S. da nmsflm dos Militares, onde se aeiiara
o expostas as urnas e as espheras arrumadas
cu? or +k HI AIS DORES De o** I
|4^ Elizir,Pe Pasta deatidcios r*/j
RR. PP. BENEDICTINOS
daAbbadia de SOXJLAC (Gironde)
D0M MAGEL0NNE. Prior
3 MEDALHAS IDE OTJEO
Bruielln 1881 \mtrn 18s(
.tx mitin rlrm<(a irajwy',
INVENTADO | |I|A Pe o Prior
i i) uso quotidiaiio do Wlixlr
Dentltrielo doa RJt. PP. Be-
nedictinos, com ilosedealju-
irotla com agua, Di 3vem
e cura a enri braii'iueceos.ortaleceuiioe tor-.
Dando as gfugiva-s perfeita-
menlp sadias
u Prestamos um verdadeiro
servlro.asstgnalando aos nossos
lcitors esle antigo e utillssinio
preparado, o tnelhtr cura-
tivo e o nico prCHerrtUU'm contra 8S
AffeccOcH dentaria*. >
Guada fundada aso IS07
Agente ^f-A^ | 1 fe| 3. HCE HB6DEHIE, 3
Geral: 9 tU # W BORDEAUX
Acha-se em (odasas boas Perfumeras, Parmactat
e Drogaras.
Leques transparentes lindas cre a 2# 2*500 e
MWUi
Cretonas da Regata, ultima novidade a 320
ris.
Setinetas lavradas todas as corea, desenhoa lin-
dos a 240 ris.
Corteo de cambraias bordadas e com salpicos a
5*500 a peca.
Seiim do Haro, pr<-to e de te das as cores a
900 e 1*003.
Tempes deroubas franeeaae, grandes e peque
no* a 1*500 par.
Cortinados bordados e do crochet desde o* at
20*006.
Grinsldas com ricos veos de Blond, desde 8*.
Eapartilboe conraat ou com fita de borracha
todo preco.
.Luvas de seda 4 botes, ou arrendadas, pretaa
ou de qualquer cor 2*000.
Extractos franceses finos desde 2*000.
Oleo oriza verdadeiro a 900 ris.
Baleias para vestidos melhor qualidade esco-
lba a 300 rs. a duzia.
Leques a Joanita* com enfeite lantejolas a
500 ris.
Madapolio americano eamiaeiro a 6* a peca.
Chitas multo finas e cor segura a 240 ris.
Nargelin francs fino qualquer cor a 240 ris.
Renda hespanhola preta a 3*100 a guarnicio
para vestido.
Mirins pretos e de todas as cores a 800 e
1*000.
Camisas inglesas para meninos a 35*000 a
duzia.
Meias inglesas para horneo aenboras e meninos
desde3*f>00a duzia.
Colza de fuetaj brancas e de cores a 2*000 e
2*500.
Brim pardo para roupa de meninos a 330 ris.
Esguio de lioho intestado pardo per* vestidos
a400rib.
Bordados tapados, trousparenie, e de fasta
desde 800 ris a peca.
outras umitas fatendas qae se d muito ba-
rato na loja de
Jos' Augurio Das
LOTERA DO CEARA
15:000^000
i-
EXTRACA) INSTRNFF0RI7EL DO U. SORTflO DA 3/ LOTEBIA
Quarta-feirs 13 do corrente.
Os bilhetes desta acreditada lotera
acham-se venda as seguintes casas: Roda
da Fortuna, ra Larga do liosario n. 36;
Casa da Fortuna, i ua Primeiro de Marco
n. 23
Telegramma o lisia no dia da extraeco
Flos Sanetoriun
Vende-se esta obra em seis voloraes, nova, e
por preeo commodo ; na enoadereacao da Congre-
gaco, casa do Candido Sio.oes.
IdCitura para senhoras
Broches mkelados e dourados a 2*000.
Bonitos grampos dourados a 500 ris o maco.
Esplendido sortimento de aloes de vidrilho.
Grande variedade de leques de setim, a 4*000.
Frisadores americanos para cabello a 3*000 o
maco.
Betas de pbantasia para cabello.
Bonita culltccio de pliases a 400 ris.
Brincos, imitacao de brilbante, a 500 ris.
Aventaes bordados para enancas a 2*000.
Chapeos de fusto e setim para enancas.
Sapatos de meriu e setim dem, dem.
Mein* brancas c de coree, fio de Escocia.
Pomada de vaselina de diversas quatidades.
Sabcnetes finos de vaselina e altace.
Extractos fios de Pinaud, Ouerlain e Lubin.
Lindas bolsas de couro e velludo.
Ficbs de IS para senhora a 1*800.
Sapatos de casemira preta a 2*000.
Tesouras para costura, de 400 ris a 3*000.
Pacotes de p de arroz a 300 ris.
Fitas de todas as qualidades e cores.
Immensa variedade de botoes do pbantasia.
E milbares de objectos propnos para tornar orna
senhora elegante, e muitos outros indispensaveis
para uso da familias, tndo por precoe amiravel-
mente mdicos.
Na Graciosa
RA DO CRESPO N. 7
Miarle & C.
O 4LH Boa do Duque de Caxlas
Tendo recebido um grande sortimento
de fazendaa que vende com 25 "j, de me-
nos de que em outra qua.quer parte.
Venham ver para erer
Damase de seda a 1.400 o .ovado.
Setins Usos a 800, 10000 e a 1 >
LionayEo faz anda tea tu prente a i5#000
apes*.
Organdis bordados a seda, ultima mo-
da a 16,5000 a dita.
Etamine bordado, alta novidadade a
lOjOCOa dita.
Cachemiras bordadas a aeda a 700 ris
o corado.
Ditas preUs a 700, 300, 900. 10000,
10200, 1*1400 6 10600 o dito.
Ditas de ceres a 800, 10000 e 10200
o dito.
FuatSes braucos a 400, 440, 500, 600
800 o dito.
Dito de cores a 240, 320. 440 e 500
reig o dito.
Amor da China fazeuda de novidade a
400 ris o dito.
Lindas alpacas de cores a 320 rs. o dito.
Lindas Une de quadrirbos 400 ra. dem.
LinSes eom salpicoe 640 xis o dito.
Lindos setins de damatss a 320 ris, o
dito,
Gurgurinas de listriuhas a 320 ris o
dito.
Z-firos escocezes a 200, 240 ris o dito.
Crotones para soberta a 320, 360, 440,
e 500 ris > dito.
Crep dem ilem a 70D e 10000 o dito.
Cambraia bordada a 50500, 60000 e
60500 a pe{a.
Veludilho liso e lavrado a 10000 o .co-
rado.
Dito bordado a retros a 10800 o dito.
Calchas bordarlas a 20, 30, 40, 40500
50000 e 6000 urna.
Cambraia adamascada a 110000 a peca.
Toilets para baptisado a 100 e 140000
um.
Cortinados bordados a 60, 70, 80, 90000
o par.
Dito de crochet a 500000 o dito.
Meias para homem a 20400, 20800 at
100000 a duzia.
Ditas para senhora de 30 a 150, idem.
Guarnicoes de veludilto bordados a vi-
drilho a 60 urna (alta novidade).
Cobertas forradas a 2if>800 e 30 urna.
Renda do JapSo a 201 ris o covado.
Madapolao Gema e Pelle de Ovo a
60500 a peca.
Damasco de 12 a 2000) o covado.
Pono da costa a 10400 o dito.
Lencos brancos e eom barra a 10800,
20 e 20500 a duzia.
Chales de cachemira a 20000 e 10400
um.
Aoquinhss a 10800 urna.
Fechos a 20. 30, 40, 50, 60, e 70000
am.
Muitos outros artigos que vendemos cem
25 f0 de menos do que em outra parte.
Henrique da Silva Moreira
RECLAME
A FLOBIDA
Anquinhas a 10500, urna.
Lindo sortimento de caleta de > laque ame-
ruana.
Lindas pulseiras americanas, de 50, 70,
90 o par.
dem de 10, 20 e H0 o par.
Lindos broches de plaqu wmericano a 40.
dem desenliando urna thesoura, um peixe,
a 20 um.
Lindas guai nicles para toilet, a 12fi.
Guarnieres para camisa, plaqu americano,
garantidas por dez annos, a 40 urna.
Carteiras para dinheiro, com repartimen-
tos, de 10 a 100.
dem para letras, marcando os meses de
Janeiro a Dezembro.
Lindas pastas de couro, chagrn, pellica e
velludo.
Eepartiihos de linho a 30.
Lindas (.apellas com veos, para noiva, de
80 a 150.
Ramos do flores de laraofeira, de 10 500
20500.
Bol gas para menina, do 30, 40 e 60.
Meias para senhora a 100 a duzie, M
palmas de seda.
Lencos de linho em lindas eaixas, a 30 e
duzia.
ChapeliofaS de setim para bsptisado, a 60.
Jabonetes de diversas qualidades.
Para toilet :
Agua Florida e Celest-.
dem Divina,
dem Osea.
Pos de arroz Florida
dem idem Osea,
dem idem Regina de Gelle Fleres.
Para o lenco :
Essencia Rita Sanglay.
dem I atora.
dem Ada Bouqunt de EzposicSo.
BARBOZA & SANTOS
n
Mhnichs!
bom ve-
proprio para capas
Na amiga casaCarneiro da Gmfaa
Admiren.!
Setinetas isvradss. lindos padrdes a 280 rs. ao-
vado !
Fustoes brancos, novos desenhos, a 320 e 400 rs.
o dito !
Esplendido sortimento de lindas las para vestidos,
a 400 e 440 rs. o dito I
Cachemires felpudas a 1* a dito 2 largaras.
Mirins pretos e de cres a 00 rs. o dito! idem.
Veludilbos de todas se cores, bordados, a 1*000 a
dito!
Crttones de eres firmes a 240 o dito !
rem.
Damasco de IS, 2 larguras,
de piano, a 2* o dito!
I'anm-s du lindos desenhos para mesas a 1*600 o
dito !
Cortinados berdados, riquissimos, a 6* e7* o par!
Gruarnices de crochet para sof* e eadeiras a 8*!
Camisas brancas inglesas a 36* a duiia !
Ditas de eretope finas a 24* a dita !
Seroulas bordadas a 12* e 18* a dita !
Lencos em lindas caixinbaa a 3* a dita !
Meias arrendadas para senberas a 6* a dita !
Chapeos para senhoras e enancas 2*5tf, 5*
6*000. ^^ '
Espartilbes de couraca a 4* e 5*.
Brim pardo lona a 360 rs. o covado'.
loem branco n. 6, de linho a 1*500 o metro !
Tapetes aveludsdcs a 12*, 15* e 22*.
Sup'riorrs redes com 4 punhes a 12* e 14*.
Colchas francesas a 3* urna.
Cobertas de ganga, 2 pannos, a 3* !
dem de setinetas finas a 3*500 !
Lences grandes de bramante a 2* .'
Cambraia Victoria de 10 jardas a 3* a peca !
dem cm salpicos brancos e de cores a 5*. 550t
e 6*, 10 jardas !
Madapoloes pelle de ovo a 6*200,24 jardas.
Camisas e saias para senhoras por todo o preco.
Bordados de Cambraias finas a 1* a peca.
Fichas e capas de la a 2, 4* e 6*.
Sortimento de casemiras, ebeviots e pannos por
prec s baratissimos.
Grande deposito de faseudas para os Srs. nego-
ciantes do centro, tendo descont as vendas am
grosso.
59 -RA DUQUE DE CAXIAS-59
ORIZ/i I.PCTF CREME ORIZA ORIZP VELOUTf
aos Consummidores
PERFUMARA oriza
PARS 207, Ra Saint-Honor, 207 PARS
IJ*l|'H;l,lil:IHIl^:n:ii^
et>r*i seu etsrceweo e favor publico :
sao fabricados. \ iavidae do sto pertome.
AS SE IMITA OS PRODUCTOS DA PERFUMARA ORIZA
Caem atUnglr ao ku grao de delicadeza e pertelcSo.
fc-. fSfSlZ^&J*!*^ testas imitacOet sendo idntica aos Terda- sk
isV ~,%r,?rZ2!etof. ri*a> s consummidores deverdo se %
*TiU precaitr contra este commerciu tilcito e considerar tomo ^%at
WB> M'fWccao qualquer producto de qualidade inferior WttW
^^^ rftKlido por casas pouco honradas. ^nr
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de (oslo agiaavel e a >:a aeco '.erta con- I
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VKN* PaM BsNHOS. Om rolo iir^ o a lumno, para as pessoas que nao podes Ir aTteby. i
t*ra evxtmr es unitacOei txttfr em todo os producto a
*viAjeo.aV ha. rjorva-. x>-b vioinr
nn atmtmta. m FndDttn mw .rhia-ae n -as 4 RARISMEIxtjT a f tUI /EB a h cy <-.** v. jb .j,d,Cni.


ii u m k i
i de Marco d. 6.
u. ihircs armasene
WHISKY
*^YAL BLEND marca V1AD
Este ezcellente Whisky Escesses -env-
o cognac ou niiHrdcn* 5? cania, para ortific.*
> corpo.
Vende-ee a retal bo
aolhadoe.
Pede BX)YAL BLE.ND marca flADOeujon
me e emblema su rr-gistrados pam todo o Braa*
BROWVS V (,'.. ac-nffls
CAVALLO
Vende-se um cavalio de sella bastante gordo e
grande, castanho andrino, andador de baizo a
meie : n tratar na ra da Roda, eocbeira de Jos
de M.
A' RA PRIMEIRO DE MARCO N. 20 A
(ESQUINA)
Resolvendo liquidar grande variedade
de artigos por preces incontestaveis, ex-
pSem a apreciarlo publica os segnintes ar-
tigos :
Popelines de seda a 500 rs. o covado.
Setins de cores a 800 rs. o covado.
Cambraias bordadas com salpicos de cor
a 6($000 a pega.
Madapoloes de 7 Meias francPBs p^ra homem r 7<5' 00
duzia.
Bordados tapados e transparentes de 500
a 1)J500, com pequeo defeito.
Cortes de ere tone por prejos sem com-
petencia.
2oXem.,raD8Parente8' *"* nVdade-; PREMIOS NO VALOR DE
Ditos de setim a 50000, vale 8*000'
am.
Cachemira de duas la'guras de 1000 a
1(5400 o covado.
E muitos outros artigos que scrSo bre-
vemente annunciados.
Casa de confianca de
FRANCISCO GUR(fEL & IRMA
16
9
200.
80
80
800
2
2
appr.
5000
200
OVJ
50#
20&
154
104
150,5
95,5
12:000,5000
2:000000
1:0000000
1:000^000
6000000
8000000
8OO0OOO
2700000
40:0000009
DKSI'EZAS
lOtftJon
1:20300c0
8000000
4:8000000
3000000
1900000
25:9400000
( Pura cmpletar a dezena do 1. premio
( (excepto a s rte grande).
( P?ra completar a dezena do 2. premia
i excepto a aort* de 2:0000000).
( Para os ious ltimos algarismos finaes
( co 1. premio.
( Para os dous ltimos algarismos finaes
( Ho 2. premio.
( Para todo o algarismo final do numera
{ em que sabir a sorte grande.
Para o 1. premio.
Para o 2. premio.
Imposto geral e provincial, beneficio, sello
e comrnissao etc, 14:0600000
Os premios superiores a 2000000 e esto sujeitos ao imposto
/o como era d'ant> s.
Recife, 18 de Junbo de 1887.
O
15
40:0000000
de 5 % e n5


I
Tijolos pera assenlament
Vende-se tijolos especiaes pira assentamentr
de engenho .- na otaria da casa amaiella 4 ra
Imperial n. 322-B.

I
Participam ao respei'avel publico qn, tendo augmentado scu
uiabelecimento de JOIAS com mais um. secyZo, ao pavimento temo.
com especialidades em artigos de ELECTRO-PLATE, convidan, as
Exroas, familias e seas numeroso* tregeles para visitv stu cstabele
Mtnemo, onde rn. ontraro um riquissimo sortimento de joias de caro e
pr ta, perolas, brilhantes e outras pedrs preciosas, e relogios de ouro
p> ta e nikel.
Os artigc* que recebara directamente por torios os vapor slo
atados pelos mus afimados especial*' 'as e fabricantes da Europa e
EsIsmIos-Ubi' f.
A par das joias de/subido valor acharan urna grande variedade
.: objectos de ouro, prata e el-ctro pate, proprios para presentes de
.'ssamentos, bnptisados e nniversanes.
Nem em relaco ao pr< co, e nem qualidade,
ionsdos, encontrarSo eon urreneia n'esta praca.
os objectos acimb
Terreno
Vende-se um terreno confronte a eatacSo do
Princ pe, estrada de Jlo de Batros, com 90 pal-
mos de frente e bastantes fundos, e cm alicerces
para 3 rasas; tratar na ron d'Apollo n. 30, pri
eiro andar.
AtteriQo
Vende-se a bem afreguezada taverna da roa
Vidal de Ncgreiros n. 2, pr. pria para principian-
te por ter p ucub fundes, e motivo da venda
o dono ttr duas ; a tratar aa roa do Nogueira
numero 1.
Cobrado a vender-se
Vende-se o sobrado n. 87 4 ra da Aurora, em
frente a ponte d Kanta Isabel ; auem pretender,
pede entender-Be com o corrector Pedro Jos Pin
te, na praca do Cimmercio.
Resumo para nio cahir no es
quecimeiito!!
Iuvis'v i C( in missangas Couradas.
Fitas diaphanas a picote muitas outras de mo-
dernas cores i-m todas as larguras.
Laques Jiaphanos 2^500.
Bicce prdos, mesolados, nCme e branco boni-
tas coeccS''*.
CaiiHs para costura 2/500 e 3/500.
EspartilLos par senhorae a preca de H, 5#.
H, 9* e 14/000.
Ditos para meninas (petit ferame) 4/900.
Bonita variedade em uva de seda.
Nova cul ecvSo de cocsTriugadcs pnra vestidos e
plisfs.
E muitos (.otros nrtigtts que por na > fatigar as
amaveis leitoras, nao menciunsmos, p rro, lem-
bramos rambm orna honro? i visita a casa Pedro
Antones & C, n. 63 iua Dique de Cazias. N v .
Esperanr;a .'
i jvramento & (\
vendem cimento port'and, marra Robins, de 1*
qualidade ; no raes do Apn lo n. 45.
THESOUREIRO,
Jos Candido de Moraes.

PEROLAS DO D" CLERTAN
Approva.'- pela Acndoiu-a de Medicina de l\.ri
AS PEROLAS DE TKRFBvAIIt acalmara etn alguns minutos as enxacruecaa a.
VTOLENT-".8 'ORKS DE CABEgA e DOENg S DO FJOAO^ Si a dose de ez c qutr"p
nao producir effe to dentro de algvns instantes intil sera ,->/) !"
continuar. Cadra vidro contem irinta parolas. Para ter o pro- ^L**^***
ducto bem preparado e efficaz, convem exigir a ass:gnatura do: "0 */
AS P32ROLAS D'ETHER sao o remedio, por excellenci, das pessas x-n f
nervosas ujtas is suffocacts, caimbras destomago aos dsmaios, as quats \ dettm ter sempre uto este precioso medicamento. Exigir a asignatura : p S5*
AS PI3ROLAS DE QUININA conteem esda urna dts centtgrammas (dois graos) de sulfato TikltlM
Por tsso effi< acia dellas certa nos casos de febres alem do que nio causam repu-
gnancia, nen fastio e engolem-se fcilmente. As perolas de qainMk conservam-se ^t^arfar^y,
trdefintarneaie sea estragarem -se. E indispensavel exigir a sisnatura : iLC-
me no causam repu-
as de qatnisMk conservam-se
spensavel exigir a sismatura :
Se i4 a varje aa rner Mes M Sbarmaolae.
Fabrioaci* aUoado, Casa L. FRERE 19, ras Jasob, m Pira.
JNtf*.


I


X&xBum nuil iliiirillMWWppiWP^MJpMpgMM^Mp


8
*
icik de Pcriiibico(iiita-lcirik 13 de Julho de 1 >87

ASSEMBLEA GERAL
A proposito da Iraducfo do
canto prlmelro dos Gusta-
das pelo Dr. il. de Coar-
tla
{Commercio de Portugal)
(CondusSo)
A confina entSo era grande no erapre-
hendimento, e a abertura da subscripto
era proposta de modo que, desde o pal icio
at choupana, todos sem d:atincgo de
osthegoriaa, de clasaes, de posicao social
ou de modos de ver poticos, todos con-
corressem para tornar completamente na-
cional o grande commettimento com que
se propoz substituir a modesta tentativa
de alguns songos obscraros do autor do
Eurico.
Preceituou se raais commissao execu-
tiva que nessa ordem de ideas devi redi-
gir o seu manifest ; preceituou-se-lhe mui-
tp assisadamente, alias, que Bao dexasse
de dar nesso documento ensejn a quaes
quer estrangeiros a concorreiem igualnen
to como quizessero e entendessem para
avolumar a subscripgo, ama vez que se
tratava de prestar homenagem aun ho-
mem de lettras cujo nome Ilustre figura
entre os dos socios de tantos Iastitutos,
Academias e corporales scientificas da Eu-
ropa e da America.
Pretenda -se, emfim, e creio e crerei
aempre que com o mais louvavel e patrio-
tico empenho, o facilitar que desde os
mais altos precinctos por onde se de ve sup
por que demore o sentimento do que ,seja
a honra, o brio e a dignidade da nagao,
desde regiSes altissimas onde o zelo pelo
conceito de Ilustrada e culta no convivio
das que o sao, tratando se da patria, nao
deve jamis deixar de ser considerado
como dever imprescriptivel, porque peran-
te esta s considerado, todas as razSes
pessoaes, se porventura podem morar em
to elevados espiritos, e quando as bou
vase, seriara bem terrena, bem mssquinha
e oem miseravel coisa, at ao tegurio onde
vivara os representantes ignorados do povo,
que Herculano tanto amon,todos, confundi-
da a mente e a voritade n'uma s aspira-
gara nobilisaima, congregados para um s
fim o glorificar a veneranda e impoluta
memoria de Alexandre H;rculno, cidado,
patriota e escriptor desapaixmado e inde-
pendente, enviando o snu verbo severo,
fulminante, mas digno de a* fazer ouvir
por onde quer que baja Daveres e Direitos
a cumprir e a respeitar, Amor da Justiga,
ReligiSo da Verdale ; todos, emfim, se
prestas8em voluntariamente, e sem se Ibes
ir pefir que cumprissera o seu dever, a
engrossar com o seu obulo, ou grande ou
pequeo, segundo a condigao e as posses
tambera, a Grande Subscripclo Nacional
de 1880.
Essa subscripclo abrius', e n2o se f-
chou pir ora. Quem nao respondeu ainda
ao appello de ha sete annos, ainda o ple
fazer. Nunca 6 tarde para honrar-se cada
qual a si, honrando a patria no preito
prestado aos que nobreraente a servera
Os retardatarios dos deveres cvicos po-
dem ser amanh os mais Ilustres paladi-
nos da glora nacional. Herculano perguo
toa urna vez: para que presta a ooxa
justiga que so vae assentar sobre un t-
mulo ? Se eu, obscuro reverenciador das
suas virtudes, admirador humilde da sua
exemplar probidade cvica e litteraria, po-
desse esperar que ella me ouvisse atravs
a fria raorUlha que lh-> envolva as cinzas,
responder-lhe bia: essa justiga, assim
mesmo cdxa, serve para salvar as uagSes
perante a Historia do styg na de ingratas,
e do labo de deslembrados os que as re-
presentara.
As obras da capella sepulchral dos Ja-
ronymos nao esto ainda concluidas. Quan-
do o estojara, quan 11, verificada a trasla-
dado das cinzas venerandas d'aquelle a
quem destioada, a commisao execuv
tiver curaprido o a ni mandato, o pago tudo
que houver a pagar, a granle oominisso
constituida nos pagos do conselho da cida
de, ao recebar o saldo que houver por era-
pregar la subseripglo nacional, resolver
provavelmente, o destino delle, consoante
sua importancia e applicagao, qualquer
que ella -eja, que essa importancia psr-
mitta. O maudoto da coramissSo exeou.ti-
va nao v.e alera do monumento material.
A nai,ao, tendo sua frtate quera deve
estar sempre frente a nagao era tudo
quanto diz respeit> aos actos da sua exis-
tencia moral, civil e poltica, dir par esse
tempo qual seja o monumento mais dura-
douro e mais universal do qus o marmore
e o sepulchro que Portugal dova levantar
ao historiador Alexandre Herculano.
Eis, mea amig', o que entendeu dever
responder sua perguntt :
Um dos membros da commsslo excuti-
va do Monumento a A. Herculano, de to-
dos, de certo, o mais obscuro e humilde.
S. C- 11 de Junho de 1887.
O opio usado na pharmacia o thebaico, costuraa.u ter dous palmos ,;e oorapriram-
VARIEDADES
O opio
Do vocabulo grego opos e de seu dimi-
nutivo opion, suppSem derivada os atymo-
logistas a palavra castelhaaa opio, com que
designamos certa substancia ou sueco es-
pesso e gelatinoso extrahido de varias es-
pecies de dormideiras {papaver eomnije-
rum), 9 mui especialmente da branca, por
sera mais activa. Asr.-gi3;s onde mais
se cultiva e beneficia este producto, me-
diante o commercio, sao a Asia Menor, a
Persia, a Turqua, o Egypto e a Iadia.
Quando a dormideira est madura se Ihe
fazem incisSes brsontaes, e destas brota
um sueco resinoso, que, na madrugada se-
guate, recolhom os cultivadores com urna
esptula ou colber, e vilo despejando em
urna vasilha que trazera presa cintura.
O opio assira colhido o superior, ou
da primeira classe, e se chama em lagri-
mis, pirque ao brotar forma gotteiras ao
longo da baste da planta. A segunda
classe o thebaico {Tbebas, no Egypto),
e se obtem pela evaporadlo dos suecos de
cabagaa de dormideiras, resultando ama
substancia gommo resinosa de cor escura,
roxa ou amarella, de cheiro forte e sabor
acre e amargo, ura tanto soluvel na agua
e no aloool, que, ao calor, branla e arde
com o fogo. A el laso inferior e terceira
o meconio ; e se prepara com as cabegas
de dormideiras depois de extrahido o pri-
lu-iro sueco. Este opio o raais birato e
menos effi az ; aua propirgao activ-, com-
parado cora o lagrimas de tres a 10
aproximadamente.
Para obter maior pro lucto, os cultiva-
dores persas usara do facas de cinco fo-
Ihas, collocadaa a distancias guies, e com
estes instrumentos fazem de um golpe cin-
co feridas ou incisc-es na baste da dormi-
deira, deixando durante um da inteiro
brotar o sueco e recolbendo-o, como j
dissemos, na seguate madrugada, pera-
co esta que se fazer ae na temporada do
verao e quando mais intenso o calor.
O opio de milis prego e in:Itior elaborado
o Jo Srayrna, p^io qua sempre foi obje-
cto de muitas faisifi ;aco".'9. O que nos
conta Homero da mos lan^i le Achu-
las, su cede eoiu o vio: euf e mata.
Euprega? como calmante pela therapeu
tica, remedio, ou, pelo menos, lenitivo
pira as domjas humanas } mascado cu fu-
mado pira terem-?e os imaginarios gozos
de svihos agradaveis, oeeasiona todos os
annos a morte de milhares de peasoas.
Como substancia therapeutica serve de
limito aas cephalalgias, Dsomnias e em to-
do o gener li irrita^fSis ; receitado para
uso interno e externo, segundo os casos,
para o que exista mais de 400 formulas,
Por sua energa, como pela varia suscepti-
bilidade dos temperamentos, necessaro
muita prudencia par administral-o com
acorto; s?nto raiater ter-se era conta que
na primavera maia active e ae deve o
diminuir as dses, emquanto nu pi cientes
co>turaados a tora >1 o causa menos effoito,
e preciso > nto ir gradualmente augmen-
tando-ai.
Tomido em quantidade ex'.eaaiva ura to-
xico : sobravera suor, inaegio, nauaiap,
gaatralgia e era seguida ura fro glacial,
rigidez cadavrica, sorano invencivel, e
por ultimo a morte. Si a bebida acaba
de tomar-se preciso provocar abun tantea
vmitos, si j foi abso vida pilo estomago,
se applicam, alera dos emticos, clysteres
de cat sem assucar, rauio forte e queuto,
processo esta que tera salvado rauitaa vi-
das. Os ben ficios midicioaes que de ve-
mos ao sueca elaborado da dormideira 8.1o
mui poiua cousa comparados cora o incr -
vtd numaro de suas victi uas, grafa ara
bc.ao de uns e a estupidez do outros.
Embriagara-se cora opio, mascado urnas ve
zes e fumado outras, na Turqua, Persia,
Japao, China e uas Ibas do Sonda ; pi-
rara no Celeste Imperio onde o vicie pro-
fandou suas raizes e produz estragos maio-
res: Taes sao estes, e em to espantosa
progresso augmentara, que muitoa ternera
a conclusao e total ruina daquelle povo,
apezar da vaatissiraa extensao de seu ter-
ritorio e de incaluultv.'l numero de seus
habitantes.
Por muto tempo exerceram os portu-
guezes o monopolio do commercio do opio
com a China, sendo este trafico entilo nSo
muto activo, si bem qus j proiuziss?
pingues lucros. Porm em 1773 o empra-
bendeu por sua conta a companhia ingleza
das Indias e desie ent3o o protegido pode-
rosamente pela Inglaterra, toi-se desenvol-
vendo a tal ponto que em 1803 importa-
rara os nglezes na China 4,000 graodes
caixas de opio de 72 kogrammas cada
urna. Para os expoitadores, incluidas to
das as despozas, o custo de cada caixa
era, termo medio, 213$, e como vendam
por 1:4203, Ibes reaultava ura lucro enor-
me. Por esse tempo o imperador da Chi-
na prohibi a introdcelo de opio em seus
dominios ; por n oa mercadorea ioglezea
continuarara augraentanio a raportago
como contrabando, depois de subornar
grande numero de empregados infieis.
A tal grao chegou o abuso, que foi por
varias vezea reiterada a probibica, e por
ultimo se adoptar.'.m medidas efHcazes que
imp:dram a entrada da daranosa merca
doria; p6lo que a Inglaterra em 1838 de-
elarou China a guerra mais injusta de
que ha memoria. Desde esse anno o tra-
fico do opio, por for$, livro de todo o
obstacul), adquiru extraordinario incre-
mento. E n 1810 os ir.glezes venderam
China 22,000 grandes caixas ; em 1848,
30,000 ; era 1851, 36,000, e tres annos
depois 67,000. Este foi o mximo, pois
dall por diant; prin ipiou a diminuir, sen
do actualmente a iinportacSi de 40 a
42,000 caixas anaualmente. O motivo de
tal decrescimento nao infelizmente, por-
FOLHETIM
JOS LARONZA
POI*
JACQES DU FLOT E PEDRO MiEL
<( i\Ti PARTE
CARHE\
(ContiauaySo. io n.
15G
'-':
IV
Depois levantarum a lagc central dopa-
gode e descerara o f retro em u^a cova e
o raetteram em urna abertura praticada
para esse fi.n na parede, tendo o cuidado
de collocar o corpo em p- Finalmente tor-
naran) a por a pedra no sen lugar o a s.l
ar.im t -.rabera cora os meamos sellas. I-ito
, a inhamayao realsou se '.ora Ij1<-
regr&s.
Aqui nao pude deixar de inteft
jiiitant!.
Mus, pergunte, nao uso
r,u:

entre os brahmaniatas,
mortos ?
Binnon licsiton um segundo.
Sim, disso ellj, e ess^ a auico rao
tivo de duvida que rae resta. Mis isso aia
da de pouca importancia. Porque acrc-
mayao dos corpos uso geral, mas nao
constante. Sem t llar dos mortos qu? o
Ganges leva todos os lias ao> cratos para
ei mar, ha eastaa privilfg te enter
ram os seus, Alen diss>, o bribraanis .. > i jiorriv-lmente ce. ;'..( s e gengivas verdea
'.juta tantas aeitas quantas familias- Bi
Confessei que ignorava esaaa rainuden
cas, e agradec aos officiaes o sea aeolhi-
raeoto gracioso. Co aprehenda que eu quiz
achar me s p.'.r. reunir e araadurecer as
miobas .s.
Abrevio a miaba narrativa.
Foi com veruadeira emo$ao que vi che-
gar a hora do pbeoo neno extraordinario
que urna populagio inteira esperava Nio
sraente os B-ngh .i-zes de tolas as seitaa
e de todas as linguas, mas mesmo oa ingle-
zea de loda8 as posifSes quzeram assistir
ceremonia.
A's cinco horas, oo momento em quo ura
sol brlbante inceadiava o hsrzonte, fui ao
templo de BoV.ianee precedido por urna
multilao de gente.
Fui recebiio oo o as mesmas acclama-
jSes, aa mosmav saudajSea que na ves-
pera.
Livantaram a pedra da cova em minha
presenca. D;s.i oa cova. Ainda na mi-
uha presenta e na dos meus col'egas Rin-
non, e nados ofE :iaea e os membros do
Civil Service quebraram o lacre da lage do
sepulchro. Trarain o feratra, que leva-
rara para a luz, a fala pasaos do pagode,
afim de que a euo'rae affl tencia do povo
podesse ver.
Quand i o Eareu poareceu, todos cabi
rara de joelhos
Esperamos, <. -u-po na m3o, a roali-
#.ijao do proi-
Afina! tir 'o o cadver ap
paree n.
Cadav-t wj > rapregar o cad-
ver. Es8; vi conbeci, dous an
nos, eheio :e v... e de forya, n2o era
mais, a meus oino-- do que um corpo de
magreza raedonh l cavas e deprirai-
das, olhos encova los! pello rugosa e same-
Ihante ao perga-uinho, transformada em
ura eaptoaio ennegreoido Os
lahios, arpara xevam ver os dantas
O
tiaha
abdo
im riso abo i u oorpo
oou Sa perteucia Uwo raais temida dos I .iSa fr3 visgi< i lo engaa, o
laL : r.ea, aquella que so vota eapociJ j men ntralo dav, tita relevo anguloso aos
tsente i stvqo do culto de BowhaB^t. ji^dos ,|j ;Id itroahia muscular nao
E' n L.-sa casta q*a pertenae, sera todava, |eixava 8eno osso= pJT baixo da pelh das
poder se comparar aboraidav-! sociedad-, p;m,3 e dos .o.o Fualraente, ma" :has
secr<-fa dos 'l'hugs. S.bs, com effr-ito, uu- eaverleadas, em diraroM partea do carpo,
! apenas um do3 noin;s que de- toQMwnm r, demora em lugar
rain loaoa da morte, esposa c irmS do ,r0 e hmido.
Siva 0 Destruidor. P-r O Tliugs, ella I Em sunn;. aftavor que tittha vis-
Khalee e Dourg par* os Ve. t4 u3, era prez u- vermes da patrefac-
l ou in.f. Dourga e a morte ex- j ca ; o isaoj o .odaa aa apparenoiaa,
piadora e, por exteoto, p-"ai.eao*. ptt^i: a na solo em que fora de-
to ; pelas p .redes vura-se eaeriptas algu-
gumas seoteagas de Confu :io, e a atraoa
phera de taes aposentos p :sada, ncre e
nauseabunda. O furaeote prepara cora sin-
gular esmero o extracto di opio, enche o
aeu cachimbo, accende-o na lamparina pr-
xima e aapira a sabor i com delicia a fu-
maga, deitadj em sua es.'ira, ten lo ao
lado urna chicara da cha, oois o primero
syraptoraa da enbriaguez sede ardeata.
Depois sobrevem sorauo agi.ado e nrvoso,
no qual as facaldales do espirito se exal
tara at ao delirio, imaginan lo eada um o
mais a Jeq ia lo a seu carcter o s suas
mtura; propenso*is. Assim, o avaro er
ser dono de inosgotav a riquezas ; o am-
bicioso, que oceupa os ra .is altos cargos do
Imperio ; o lascivo fiage senas voluptuo-
sas, etc. O despertar terrivel.
A estes quairoa fagueiro.s da phantasia
succede estado de prostracSo espiritual e
physica, to profundo tedio de todas as
oousas, que s pode exprimirse com esta
palavra aniquilamento O infeliz, que j
ae tornou eacravo do vicio da embriaguez,
nicamente deseja embriagar-se de novo,
e, si nao tera dinheiro para fazel o, i-om
metter os maores crimes e vilezas pira
adquiril o e sarisfazer a paixo qua inteira
mate o domina. Deua, patria, aciencias,
artea, honra, amizaie, s.lo para elle pala-
vraa va-as de sent io; o ser intelligente e
moral morreu, o s resta o bruto a ib a fi
gura de hoj>em. A essa ruina espiritual
vai unla sempre a mais espantosa deea
dencia: os olhos, mettoa dentro de ura
circulo violceo, appareeem como que "m-
baciados e absortos ; os dentes c as gen-
givas se deteriorara e se corrompe.n ; as
mise os joelims tro ra ira ; o vigir desap-
parece ; o dorso se amelga e dobra; e a
cabeca se uclina para a trra, corno que
buscando a sepultura.
Nem todos os furaautes do opio chegam
a este grao de envilecimento ; os ha que
se limitam a certo numero de cachimbos
por mez ou quinzena; porm ainda assim
deterioram as forjas pbysicas, intelligencia
e memoria. Ao par da progressao no con
sumo do opio tem ido a do roubi, do sui-
cidio, da prostituico e do atsinato na Chi-
na, r.t ao extremo de que amitos publi-
cistas Ilustras da Europa vaticioam para
tempo mais ou menos remoto a morte da-
quella nagao.
Relativamente, em Java nao menor
que na China o consumo do opio : os hol-
landezes o permutara aos iadigenas. Como,
por n, a embriaguez do opio produz s
vezas urna exaltago furiosa que leva ao
homicidio, collocam as portas dos bote-
quns hora ns armtdos cora ordem de raa
tar, ha occasio, a quem intente sahir em
tal estado. Igual prostraco, languidez.
que os china vao abandonan lo aeu fuueato embrutecimeDto e morte prematura ae ob
costume de mbriagir se fura ind i o opio,
mas porque principiaran cultivar a dormi
deira e extrahir-lhe o suo em varias pro
vincias de seu proprio paiz ; e, si bem que
o opio, aisira obtido, seja de inferior qua amortece a s9U8oidade o uao conatante
lidade, fica tambera muito m .is barato e ; d,.8te veneno, produzinlo urna irapreasSo
serva nos fumentes da (Decana, nos da
China e nos de todas as partes. Os que
chegira a idade um pouco avancida sao
olhados como raros pheaomeaos. Tambera
abastece o coas -rao da classe pobre. Nes
ta e na aristocrtica quo se a raa arrai-
gado o vicio : o imperador tem em todos oa
seus palacios salSea para fumar, deeorados
com maravilhoso luxo e constantemente ae
embriaga como o misaro jornaleiro. Tal
exomplo d a suprema autoridade a seus
vaaaalos, e de tal m^do oumpre suas pro
prias lea 1
A nica differeeca est em q te as pea-
soas de ategoria se embriagara em sua
casa e com opio de boa qaalilade e maior
forja, cujos effeitoa sao maia desastrosos
por conter maior quantidade de morpbina
e outraa substancias peraici isas, ao passo
que a plebe usa do opio inferior o concor-
re aos botequioa de fumantes. Estes sao
urnas salas baixas, de ordinario ao nivel
da ra, sombras e hmidas, onde sobre o
selo terroso ha 15 ou 20 esteiras, destina-
das a outros tantos fu a .utos. As portas e
jauellas estSo fechadas continuamente, e
nao ha outra luz alen da de algunas lam-
parillas para accender <>s cachimbos, que
rauito fraca os golpes, aa f'.rilas, queima-
duras, etc.
Urna ra^a condemoada
gabonez;s sao m gente, a dar-se
ao que escreve a Revue genrale.
poaitalo tinba-o predisposto a urna mumi-
i:acao rpida.
D:vo dizer que mate momento eu esla-
va convenc lo de que cada maia bavia a
fazer senao tornar a mettel-o no tmulo '-
onde o trabara tirado.
Os doua irmos Rinnon confessaram-me
depois que tiveram vontado de retirar ae,
nao querendo dcixar-ae mystincar por maia
tempo.
Entretanto o pro gio realiaou-ae.
O mesmo padre que me tinba fallado na
veapera chegou se a mira.
Iaclinou-ae trea vezea com aa raaos pa-
ra diante.
Sahib, disse-.ne elle, abengoada seja
a tua vinda. Dirigate os teas pataca pa
ra o tmulo doaanto. O aanto vai voltar
ao imperio de Viachnu, o Conservador-
Fui obrigado a conter ura sorriso de du-
vida.
Ento, na minha pr.-senca, oa fanticos
tiraram o corpo do fretro e o deitaram so-
bre um leito de cinzas queutes, emquanto
um dos operadores derrama va, cem extre-
ma precaujao, agua fervendo aobre o cr-
neo, que lavava com cuidado, bem como o
rosto.
Durante urna hora o corpo conservou a
sua rigidez.
E de repente, sem transigi, aa logoes
estendendo se a pouco e pouco da cabega
aos membros e ao peto, vi au.cessi- amen-
t desappareaerera as vegetagSea produzi-
daa pola huraidade, qua raanchavara a epi-
demia, e a pella tornou so raen 8 rgida.
Afinal, como causado pela passagera de
urna descarga elctrica, um nico cstrome-
cimento fez vibrar todos oj osaoa, o os
olhos moveram-ae bruacameate di alto a
baixo, 8ob as palpebraa sbitamente dila-
tadas, ficando i ramo veis, com um olhar rao
donho.
A chusma Boltou gritos de alegra.
Julguei que a miaba cabega vaeillava.
Mas era realmente a vida que voltava a
esse cadver.
Os aymptomaa seguiam-se sem nterrap-
g2o.
As mandbulas oontrahidaa abriram se
com um ruido secco como um estalo de
mola que ae disteade. A Iiogua, pesada e
acoca, moveu-se diversas vezes aem emit-
tir so a.
Afiaai, urna voz rouca, cava, que pareca
sabir das entranhaa, voz de um morto, pro-
nunciou urna uniea palavra, de grandeza
aterradora :
- Bodak !
Os
crdito
Tera todos oa inicios das sociedades mais
corrompiddaa e ainda outros que Ihea s&o
especiaos.
Qaanto ao physico o gabonez um dos
especimens raais avantajados da raga ne-
gra.
E' alto, bem feito, os tragos physiono-
mioos sao regulares; menos carregado
de cor que 08 oaturaea do Sinegal. A sua
intelligencia muito desenvolv la, mas a
sua vida le ten ainda maior desenvolv-
meato
Coasidora-ae, sob o pouto de vista do
saber, com, igual do branco aprova-o a seu
modo, fazendo cynicamente alarde dos seus
vicios, os mais asquerosos. Faz um alto
conceito de si proprio, e tanto assim que
nao admitte parida le com os mais pretos,
pelos quaes profesa* o mais sob'rano des
prezo.
Apeaar de tu lo aso, o gabonez, erabo-
ra convencido da sua superiorilade, est
con lemnado desaparecer muito breve-
mente. De di a para dia se accentua de
um modo palpavel a degeuerago e defi-
nbaraento dessa triste raga, era consequen-
ci.i da sua incrvel inercia e do relaxamen-
to inaudito dos seus costumes.
O gtbon-'z consilera todo o trabalbo co-
mo indigni de si. Embriagar-se e men li-
gar sao quasi exclusivamen aaau.s oceu-
pacois predilectas.
Para obter o dinheiro necessaro para a
satisfcelo dos seus vi os e almentagSo da
sua preguiga, nao recua deante seja do
que tor. Vende as filhas ou as irrnas, as-
sira que tira dez anuos, primeira pessoa
que lh'as quer comprar.
Ncsta pipul.glo aviltada reina amis
vergonhoia promit -uilade, o que nSo ob-
sta aiada assira a que o juiz de Libreville,
es teja neste momento tratando de ama
queixa do adulterio.
Ser intil dizer que a queixa da par-
te do auctor u a puro lag > para apanbar
algara dinheiro ao aocusalo, e nSo o do-
aejo de ver vi 'gada a sua honra ultra-
jada.
As raulberes sao p ra os gabinez's urna
fonte de receita, por isso tem tantas quan
tai podem ter. Casar para elle uraa
operagao commercial qua d m.is lucros
do que comprar immoveis.
Cono a mulher equivale a um titulo de
renda, os pas nao a dS-i em casamento se
nao por dinheiro. O marido que paga o
dote, o pai arrecada-o, o que d lugar s
vezes, a siogulrres complicagSis. Com ef-
feito, o divircio st muito ganeralisado
no Gabao, sem ser precisa a intervengao
de tribunal algum ; e quando ara marido
repudia a sua mulher, reclama aos pas o
dote que entregou ; mas coaio as mais das
vezes o dote foi convertido em bebidas al-
coolicas ha muito tempo, os pais recusara-
as a restituil-o.
Resultam dessas recusas proceasos inter-
minaveis.
Os raissionanos tentaram desviar os ga-
bonezes da polygamia, conseguodo algu-
ma cousa, mas s na apparencia.
A renuncia polygamia s era para os
que fingiam subraetter-se a esse preceito,
um modo de dissimularem a sua impos-
sibilidade de comprarem muitas mulheres, e
um meio de melhor captarem a confianga
dos bran ras; mas voltavara aos antigos h-
bitos assim que os seus recursos pecunia-
rios lh'o permittiam.
O gabonez rlesapparecer mas ninguem
conseguir corregil-o dos seus vicios, sen-
do esse um signal caracterstico de dege-
nerago irremediavel. A mulher est aia-
da mais pervertida do que o homem.
Vejamos o qae a tal respeito escreve a
revista cima citada.
Apesar dos seus seios pyrformes e das
suas pernas circundadas por urna iofinidade
de anneis de cobre, a mulher do Grabo
a roa formosa negra fina o graciosa. Sob o pon-
to de vista moral, pelo contrario, t-rri-
velmente disforme, ea negrura da sua alma
iguala, pelo menos, a do seu corpo. Expo
ra todos os seus vicios, sendo urnas vezea
Rod-k, em lingua iadica, quer dizer
Deus, Deus, tal como nos o comprehende*
mos, Et-rm, O.unipotente, Creador, Pria-
cipio de tolo ser. Brahm,ea. umi palavra,
isto a Divindade que ainda uao recebeu
os notnea sy abolios de Brabraa, Via-
chnu e Siva.
A eraogao estava no seu auge.
O vello brahmane morto tnha resusci-
tado.
Ramou Sa j tinba curaprido a promes-
8a.
Daase momento em diante a reviviscen-
cia accentuou-ae. A' rigidez, ao torpor
cadavrico vi auccoder aa manifeatagSes
di. vida.
O corpo reaqueceu-ae nsensivelmente, a
respirago restabe'eceuae, intermitiente a
principio, como as pulaagSea, que em bre-
ve toraaram-se regularas e continuas ; os
labios cobriram oa dentes e aa gengivaa, as
pupilas parecerara mover-ae cora rapidez
creacente.
Eu nao poda maia duvdar do prodi-
gio.
Era chegado o momento de repreaentar
eu o roeu papel.
Vi es olhjs do veluo correr palos assis-
tentes.
Eacontraodo oa meu8, fixaram-8e.
EltSo cora ara movimento penoso do
brago, ankylasado, f-z sigoal k multdSo
que ae afaatasae.
Chamou-mo cora ura olhar. ApproximeiJ
me.
Meu filho, d833 elle em vez to fra-
oa, que pareca uro aopro, voltaate. Fizas-
te bem. Prouetti-te levantar-rao dota-
mulo para defender-te. Cumpri a minha
promessa. Por teu lado, ests dispoato a
satiafazer 3 desejos de u u velho, que a
eapera o teu aasentiment para dormir o
somno que nada mais poder intarrom-
per ?
Muito commovido, respond :Sim.
O brahmaue, ento, charaou e padre que
me tnha fallado.
Murmurou-lhe ao ouvido algamas pala-
vras.
Este retirou-se, desceu cova e voltou,
trazendo na mSo urna especie de vara de
bamb.
O moribundo fez signal aos ioglezea que
ae approximaaaem.
Em voz 8ngularmente forte, diaae aos
capeatadorea :
Irmaoa, Ramou Sa descansou urna
la o maia meia em baixo da trra, afim
de guardar o segredo do mortaa. Con-
invejoaa, outras colrica, depravada, pregoi
gosa e aempre orgulhoaa.
O seu menor defeito a gula. Dos sete
peccados mortaea a a avareza Ihe escapa
Mais viciosa e mais perve tida do que o
gabonez d-ae ainla maia Ja bebida do que
elle.
Assira se explica a Revue Onrali, e nos
na traduego, conven que o digara is, nao
empregamoa corea to carregadaa como
exiatiam no original, e supprimimos algu
mas particularidades qua tivemos por de-
masiadamente livres.
Concluiado, diremos que quando n'uma
raga, as mulheres sao assira, essa raga es
t condemnada, e nada poder sal val-a.
Ha abysraos d'onde nao ae pode sahir
nanea.
vm que esse segredo 8cja revelado a to-
dos, para assira desfazer os ardis e os cl-
culos dos mos.
Ao mesmo tempo abri o bamb.
Tirou delle urna especie de rolo, feito de
panno de Hubo, muiti fino, no qual esta-
vara tragadas linhas regulares em lingua
indica.
Eu, Ramou Sa, sacerdote de Brah-
ma, voltando vida por graga do Pai Su-
premo, tomo todos aqui presentes por tes-
temunhas, que este o testamento no na
babo Jahar Sing, principe de Nagpoor,
morto no exilio, ha dous annos, e cujo cor-
po repousa aqui mesmo entre vos.
Declaro mais, que o nababo morreu en-
venenado pelo homem que se diz sea her-
deiro, o inglez Lewis Jubb ; e encarrego
o Irancez que aqui est de processar o as
sassino perante todas as justigas huma-
nas, emquanto nao chega a hora da justi
g de Deus.
O velho pronunciou estas palavras com
ineffavel magestade.
O silencio era completo, mas todoa sen-
tiam urna emogo profunda.
O brahmane, entSo, dirigio-se a mim:
Aceitas a tarefa da vioganga ? por-
guntou.
Sim, respondi-lhe com firmeza.
Vi que os europeas olhivam me attoni-
tos
Resumo os promenores dessa acea sem
igual :
O velho entregou o testamento a um es-
crivo inglez ; e depois com ama calma in-
crvel no olhar, voltou se para os padres :
Tornera a collocar-me no fretro, or-
denou elle. Agora que vou eutrar na
gloria do Sourya.
A ordem foi puntualmente executada.
Voltaram o velho moribundo para o lado
do occaso. Viroo3 a vida deixar a pouco
e pouco o seu corpo. Afinal, os labios ri
gidoa e a lingua pasada, articularan! eata
ordem suprema.
Desejo que estes despojos impuros
ai jara conaumidoa pelaa chammaa e que as
cinzas aeja langadaa s aguaa do mar.
Nada maia. O ultimo raio do aatro le-
vou essa alma >
Ao chegar a es8e periodo da carta, Ju-
liano interrumpen se :
Sabe, minha ta, que iato' ai parece
muito oom um cont das Mil e urna noi-
tea T
Penao como tu, meu filho, respondeu
a Sra. Francs Porm, por mais maravi-
llosa que seja esta historia, ainda nao che-
A erlanelnhas
.Siiiite prvulos veoira ad me,
(jess)
Venez, enfauts, venez eo foule!
(V. HUGO)
Eu gosto das ciiaocinhas,
As tracas craturinhas
Alegres, raeigas, geutis ;
Gosto de velas brincando,
Trivess-s eavoagando
Qual bando de colibria.
Quanta innocencia e candura,
Que poesa e ternura
N'essas almas cor de rosa I...
Deus formou-as de um sorriso...
Ellas tm do paraso
A magia luminosa.
Quem nunca ter sonti io,
No fundo d'alma ferido
Por ura pezar quo nao canga,
Ura allvio ncomparivel.
No sorrir raeigo, adoravel.
De uraa innocente crianca? 1
N'essa fraqueza de virae,
N'essa luz pura e sublime.
Qu'illumina os olhos seus,
Resplandece Jo poder santo,
A magestade, o encanto
Que receberam de Deua 1
Noa 8eus corpinhos delgados,
N'esses rostinbos rosados
Onde a ddr nao vai pungir,
Germina a seiva pomposa,
A sement grandiosa
Do glorioso porvir !
Por isso eu amo os anginhos,
Meus queridos amorinbos,
Alegree, meigos, gentia!
Gosto de velos brincando,
Travessos esvoagando
Qual bando de colibris.
Maio de 1837.
MANOEL CAVALUANTE DE MELLO FlLHO.
Foroa do habito do irabalh
Felizcs aquelles em quem o habito do
trabalbo se tornou urna necessilade !
Essas fodigas improbas, mesmo para os
jovens, tornara se facis e agradaveis; o
tambera na idade mais avangada, assim
nada maia damnoso do que interrompsr
o trabalbo com oa mais largos descangos ;
e o fecundo t-lento de Vctor Hugo j o
disse: nada mais perigoso do qua o
trabalbo interrumpido. *
Urna vez entregue ao trabalbo o homem
deve ter como inaeparaveis companheiros a
attengao e a paixo. A primeira a roda
que nSo deisa desviar do caminho; a se-
gunda o fogo que aquece. Com estas
fiis aliadas o trabalho ser synoaimo da
felicidade, de riqueza e de gloria ; o tra-
balho se trastormar em obras boas, uteis
e honrosas. Nenhuua cousa grande foi
jamis feita sem constancia e sem pacien-
cia, sem atteugao e sem paixo.
Todos sabem quantas vezes Ariosto re-
fez a famosa oitava t La verginella
8mila alia rosa.
Virgilio empregou muitaa vezea ura dia
inteiro em riraar dous ou tres verso3, e
sabido como Alfieri suava quando escrevia
suas tragedias.
Antonio De Liasalle dizia: < Traba-
lhai sempre com muito cuidado, porque
quem comega um trabalho nao senao o
discpulo d'aquelle qae o acaba.
Perguntando se um dia a Newton como
chegou a fazer tantas deacoberta8, elle ros
poudeu ingenuamente: Com o pensar
sempre no mesmo. E' uraa resposta pouco
diversa da de Poussin quem se espantava
de como elle tinba podido conseguir tanta
evidencia as suas pinturas : t Ea jateis
despersei cousa alguma. A perfeigo uSo
se improvisa dizia um outro pintor, o
Girodet.
(Contino) 3
gamos ao que aos iateresssa. Contina a
leitura.
D.rmailly ontinuou :
f No dia seguinte, dizia Maximiliano, a&
autoridades ioglezas entavam de posae Oo
testamento entregue pelo brahmane. Na
se po lia duvidar da sua authenticidade.
Julgue do meu espanto quando ea soube
qua o velho, instituido herdeiro universal
dos bens do nababo, qua sabiara somma
de cinco milhoe*, iastituia me, por sua vez,
seu herdeiro, cora a condigSo de aceitar a
tntella do joven principe Goulah, sobrinho
de Jahar Sing, menino de onze anuos, de-
ven io eu restituir ao joven principe as
aomraas que constituiara a sua beranga,
quando ea o ju'gasse capaz.
Algumas outras clausulas bavia que re-
sol veram rae a aceitar. Nao posso dizer
agora, mas.bastar uraa palavra para orien-
tal a.
O principe Goulah a nica pessoa na
ludia que pode reconbecer Levris Jubb.
Esse menino, assim como eu, prestoa ju-
ramento, naa moa do velho brahmane, de
vingar a morte do seu tio, o nababo.
Quanio digo a nica engano-me. Pa-
rece que o ex-piloto Attah tambera conde-
ce os disfarcea d' ase miseravel. Mas o pi-
loto desappareceu desde hontem.
A carta tinba ura post-escripto :
Volto da ceremonia fnebre. O oca-
no indi.-o recebeu aa einzaa do brahmane.
Amanhl hSo de trazer-me o joven Goulab,
alumno do collegio indico de Colombo. Ea
o levarei para Franga.
O paquete est de vapor feito. Vou le-
var a minha carta a bordo. Depois, ea o
verei afastar se, 1 intentando nSo ter podido
tomar pasaagem nelle. E' ama demora
apenas de quinze dias.
Ao fechar esta, soube uraa noticia im-
portante, que nao tenho tempo para com-
mentar. Encontraram na praia o cadver
do velno Attah, com trea facadaa. L^ws
Jubb passou por aqui.
Mil beijos minha Berthinha. Lec-
brangas a... qnera a senhora sabe, e um
abrago cordial neaae bom rapaz de quem a
senbora diz tanto bem, aeu sobrinho Ju-
liano Darmailly.
Sau filho dedicado, minha muito bella,
muito joven e muito cara m&i.
Maximiliano Arband. >
{Continuar-tena)
Typ do Diario roa Duque de Caxiat n. 42.

"
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i
rwn


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