Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19105


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Full Text
aj jo un hh isa

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4

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PIRA A C1PITAL JE LIGAR**?* OKI>E SAO IB PAGA PORTB
Por tres meses adiaatados............... 60000
Por seis ditos idem.......... ....... 1/0000
Por um anno idem................. 23)5000
Cada numero avulso, do mesmo dia............ 0100
-m, 12 E M1881
PARA DEWTRO K FOltA OA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados..............
Por nove ditos idem................
Por ura anno idem................
Cada numero avulso, de dias anteriores..........
I
1350t
20^000
27CO0
(5100
DIARIO
NAMBUGO
PraprfraK Z>* Mano Smncvcfo U Jara i -illjo*
Os Srs. Anaede j'rJooo t C
c Parla, ci o ncasos agentes
excitativas) de onuaelos e pu-
blieacdes na Franca e Ingla-
terra
TELEGRAMAS
anco FAUTICLAS SO SUBI
PARAHYBA, 11 de Juiho, s 3 horas e
20 minutos da tarde.
Cbegnram a eate porto, proceden
(es do Rio brande do Xurit' nontem
a cannoneira LAMEGO e boje o vapor
JAGUARItiE da .Conspanbla Pernam-
bucana.
RIO ~>E JANEIRO, 11 de Juiho, s 4
Horas e 15 minutos da tarde. (Receido
s 6 horas, pelo cabo sub aarino).
Teleiranmai recebidos de Dakar
dao a noticia de ba er all cbegado
con excellente va geni o paquete
francs GIRONDE, em que Ki'rultm
Suas Majestades Inaperlaes. qae
paoaiu bent.
Hoje nao houve sessito na Cmara
dos Deputados par falta de numero.
Foram tranferldos : para o com-
ssando do tl. batslbao de Infante-
ra o do t da mesina arma, len-
te coronel Manoel Aievedo do >
rmenlo i e do dente para o daqnclle
o coronel Frederico Cbrlstlano Buyz.
Foi tambem transferido do 3. ba
tamao de Infantera para e 9. o ca
plluo Esta individualidad-: i-xtendu-sc dej le a c ilouia
rudiinntar, at &o i etado mais c implexo di vita
lidade, em que o animil supei r, apenar di con-
stante renovamento das suas partea, adqoire a do
cao da sua existencia, di cu, possainlo o qin chi-
mamos consciencia. A este ultimo caso da indi-
vidualidade dase o nome de in lividuo ptycho-
logici.
Nua colonias livres, op'olymorphismo acc.i tuau-
do-se, a fuso dos orgos interiores dt mesu.a na-
tareza trazendo um maior numeio de elementos
aiffer utes ou h-terogeneos, cujo numero 8) fixa,
a as i id como o tamanho do organismo, do ai todo
urna energa vital maior, e orna tendeacia indi-
vidualisafi. Os iffereates orgos reaginco uus
sbreos outros occasionam as adaptaco.'S raeipra-
cas, tomadas por uvier para base da anatoma
comparada, sob o nome de correlacin dos o-gaos.
Entre o deaenvolvimento o a actividade de todos
os orgos deve baver um equilibrio aecessario
| tal a lei de Geoffroy Saint Hilaire.
Por outro lad", a energa total de um organsmo
constante, de modo que segundi a lei de Li-
mares., a energa de um elemento augmenta a casta
da diminuico da energa doa outr.s, por modo
que ficaestabelecid; um equilibrio constante entre
a actividade e o desenvolv nento dos orgos
Vemos pas, qu a principio, individuo e urgi
sao modoa de ser de urna mesma coisa, cbejzando
a turnar-se dizer se u.aa dada forma orgo ou
individuo.
Este ultimo, a reunio de individuos morpho-
Ingicoa vivendo assouiadoa a ma dentei. Quando a independencia doa elem otos
aaaociados abauluta ou relativa, forma-ae a co-
lonia propramente dita.
(Continua)
ARTE OFFlClAi

:-
nTdiltfM -m-
PARS, 9 de Juiho.
Urna mu tt do enorme acclamoo e
companboa al a estac&i do caml
nho de ferro o general B iitaniter.
O ex-mtnlstro da guerra deiiou a
capital para Ir a Cbanmonte resi-
dencia do commaniiante em ebefe
da 13 corpo do exerclto.
VIENNA, 9 de Juiho.
a Duque de Cobuurg acceita O pon-
i de principe da Bulgaria,aem todas
s g andes potencias europeas ap-
provnrem a eacolba da sobbami.
LONDRES, 9 de Juiho, noite.
A Cmara dos Cammuns volou em
S.' leltara o cuebcitios bill
PARS, 10 de Juiho.
Todos os Jornaes republicano* cri-
tican! Moteramente a man reatar
feil: ao geno al Boulanger.
CON3TANTK PLA, 10 de Jalho.
bir II Oruniuiond %%'uin* entalla-
dor Ingles ajiuu a sua partida.
TIRNOVA, 10 de Juiho.
O conselbo de regencia
ra deu a sua demlsao.
da Bulga-
Agnaoia lia va j, lial
11 de Juiho de 1887.
em Peruana buuo,
IHSIRDCCiO POPULAR
BIOLOGA
(Extrakido)
OA 8IBU0THECA DO POVO B DAS E8COLAS
AS IEIS D4 OHti IMSiVl
( Continuas&o )
A funecio apparece, a corneo, como proprieda-
ie geral da substancia protcplasmatica ; depois,
Das colonias, cornaca a lim tar se em nma dada re-
gia", onde msis tarde o conjuncto de individuos se
transforma em orgio destnalo exclusivamente a
execotar aquella tanecio. Os orgaos, empand-
se conatitacm duaa ordena de individualidades aba-
tractaa ou nao reaea : oa aystemaa oaseo, nervoso,
etc., e oa apparelhos digeativo, circulatorio, etc.
Ha pois na realidade duaa ordens de individuos :
Individuos morphologicja, aqueles que, podendo
ter vida propri e independente, se asaociaram
para conatitnir es organiamoa. Silo oa plastidioo,
meridios, zoidios, etc.
Individu ib pbyaiologicoa, aqnellea que noa orga-
nismo executam fnnecea, por vezea dotados de
orna cerU independencia,mas que a accentoacia
de uaia certa forma, e de certaa propriedadea, im-
pede de voltarem vida aatonoma, iedepeadente
e isolada. Sao os orgioa, apparelhos, ayatemas,
tecidoa, etc. ....
E' a renniio deste* diveraos ndividuoa, a sen
turno rormados das primitivas individualidaa mor-
phologicaa, doa elementos anatmicos,que consti-
tue o verdadeir i individuo animal ou vegetal.
,te a unidade resultante da aaaociacSo de
t'ementos protopiasmaticos subordinados a anida-
de total, e recebendo d'ella as condicoea actaaea
de existencia, por modo que se firme um todo ca-
pas de ter vida propri e de reprodaxir associacea
que lhe aejam semelbantes.
Ciorcrno da Provincia
EXl'BDIBNTE DO DIA 17 DE MI0 DE 1887
Actos :
O presidente da provincia attendendo ao quo
requeren o subdito pjrtugaez Abel Pires de Car-
valbo, residente nesta provincia, resolve, de con-
tarmidade com o decreto n. 1950 de li de Juiho
de 1871 e asando da autirisacao conferid* pelo
art. 14 da lei n. 3140 de 3J de Outabro de 1S32,
naturalisaro referido sub Jitoportugez Abel tires
de Oarvalho, afim de que posa gozar de todon os
direitos, hinraa e prerogativas que pela eonstitui-
cocompjtem aos cidadit brasileros naturasisa-
M
O presidente da provincia attendeudo ao qae
requeren Arthur Machado Freir Pereirada Silva,
3 iffi;ia da Secretaria da Presidencia, e tsndo
em vista o attestado medico exhibido, resolve con-
ceder-lbe doua meses de licenct com ordenado para
tratar de sua saude onde lhe convier.
O presidente da provincia attendendo ao que
requereu o Or. Pedro da Cunha Souto-Maior, pro-
tesaor da ca i-ira de lingua italiana do .Gymnasio
F rnambucaoo, e tendo em vista a informaca: de
10 do correte mez do respectivo regedor, resolve
prorogar por tres meses, com metale do order ad j
a hcenca ltimamente concedida ao peticionario
para tratar de sua saade onde lhe aonvier.
O presidente da provincia tendo em vista a
proposta contida em ofiLio do inspector do Theiou-
ru Provincial de 19 deste mez, n. 615, resilve
nomear oa cidadaoa Lauriado Arsehno de Ver is e
Joo Lucio de Freitas par, na ordem em que ae
acbam, exerc.rem os cargos de collector e eacri vo
da collectoria de Correutes, creada por portara
de 29 de Abril prximo pasead j.Communico i se
ao inspector do Thesouro Provincial.
O presidente da provincia attendendo ao que
requera Frederico Augusto Neiva Jnior, 3' ini-
cial da scelo do contencioso do Thesouro Provin-
cial, resolve conceder-lhe dez dias de liceaca
com vencimento na forma da lei, para tratar de
sua saude onde lhe convier.
Oficios :
Ao conaelheiro presidente do Tribunal da
Rel*eio do Recite. -Transmiti a V. xc em
original o incluso reqoerimento do sentenciado An-
tonio Jos Cor re i a, acompanhado de um oficio do
juis de direito da comarea de Caruar, datado de
5 do corrente m z e de urna certido do esenvo
do jury do termo do mesmo nome, afim de que V.
Exc. srvase de informar sobre o que siliciu o
m<-smo sentenciado com relami a respectiva g lia.
C >m a iuformaco diguar ae-ha V. Exc. de de ;ol-
ver-me os referidos documentos.
Ao brigadero commandaute das armas.Para
que V. Exc. sirva-se designar a priso militar, de
que trata o juis de.direita do 2 distrceo criminal
no oficio de hjutem datado, remetto-lhe copia do
dito oficio, o qual versa sobre a priso adminis-
trativa do tenente-coronel Francisco GjDfalves
Torres.
Sobre oaasumpto dirijo-me tambem aocomrcan-
d .ute do Corpo de Polica. Commanicou-seao Dr.
juiz de iireito do 2 diatrieto criminal do Recife.
Ao inapector da Tbesouraria de Fasenda.
Para oa devidos fias communico a V. S qne o pro-
motor publico da comarca de Bom-Conselho, ba-
cbarel Aagusto C^aarPoreira Caldaa, interromp 'U,
por motivo de moleatia, Jo exercicio do sea cargo
no dia 12 do corrente m z.
Ao mesmo.- Para os fina convenientes, decla-
ro a V. S. que em data de 10 do corrente mi s o
juis de direito da comarca de Iguarass nomeoo
para servir interinamente o cargo de promotor
publico da mesma comarca o cidado Arcenio Ai-
gusto MagalhSes visto o tffactivo bacharel Joao
Bnptista Correia de Oliveira ter entrado no goso de
licenca.
O aerveutuar o interino entrn na mesma data
no exercicio do cargo.
Ao meamo. C immunico a V, S. para os fias
convenientes, que o promotor publico da comarca
de Taquaretinga, bacharel Vicente de Montes
Mello Jnior deixou no dia 10 do do corrente, por
doente, o extreicio de seu cargo ; sendo nome ido
pelo respectivo juis de direito para exercer o
o mesmo cargo durante o impedimento do serven-
tuario tff ctivo, o tenente corono! Jovino Limtira
Dinoi, que preatou joramanto e entrou em eier-
cicii no referido dia.
Ao inspector do Thesouro Provincial. De
accordo com a informaco prestada por Vmc. em
oficio de 14 do corrente, sob n. 620, e parecer fis-
cal que acompanha, responda Vmc. ao thesour uro
das loteras do fundo de mancipacao e edneacao
de ingenuos da colonia Isabel, qae devende o
mesu>o ter em seu peder, no dia em que nsse The-
souro tomou lhe coutas para conhecer o estado da
grande lotera de 4 mil contos, fuodauo em suaa
proprias declaraces, a quantia de 785:6951)00
em bilbetes, sem contar os existentes em ana agen-
cia na Lo;-te, e dedusindo dessa quantia tudo
qaanto dis estar em m> de tereeiros, em bilbetes,
ordens, cootas, dinbeiro etc. qae nao explica, ain
da ilevia existir nos cifres da thesouraria, por
vendas de bilbetes efectuadas, a quantia de.....
32:637^90 0
E, nao tendo recolbido eaaa importancia ao T.i ;-
aouro, dentro do praso que lhe foi marcado, legil-
mi ate proceden a junta de fasenla requerendo ao
juiz criminal a priso administrativa dsquelle the
aoureiro c mindando proceder aequeatro em s:us
bens.
Outro am responda mais ao referido funecior. a-
rio qae nao existe tal direito a qae se refere de
tirar para ai porcentagem as loteras antes de
serem extrahidas .
S da extraccio qae lhe provm porcentagem
sendo uto seaompto aobre qae nao exista a meior
da vida.
E aaaira, portento, qae de todo ioacetavei, a
declaraco qae fas de que a referida importancia
de 232:687/900, qae tudo qaasto apurou pela
venda de bilbetes, ficou-se com ella e gastou-a
por c n"a de sua porceut gein respetiva.
Naj com a porcuntugem nestas condicoj9 quo
se oscorrem as deapesis ;o:u us extract a delote-
r-'aa, por quanto, para ellas, os respectivos thesou
reiroe tecm necessidade de ftzerem fundos pro-
prios, urna vez que oprodusto da venda doa bilbe-
tei, emquanto nao ae faz a extraccio da lotera,
constituem depsitos confiados a guarda dos mes-
mos thesoureiros.
Se o da grande lotoria, de queui se trata, tem
aoore a porcentagem algum direito, este mera-
meute eventual, depeadendo da condicas que po-
de oa nao se realisar, direito que s ento ha de
nascer, sem que posea, ?m caso algum, ser ai-
querido antes*.
O facto de haver thesoureiros qui disponham
das futuras porceatagens em despease das loteras,
com assegura este que amitos fazem, constituir,
sendo exacto, um abuso e mesmo crim: que nSo
firma precedentes para que s jam immitados e re-
produzidos c.m sciencia do governo.
Pouco importa a alli'gacJo do tbt soureiro de
que anda menbuma grande lotera foi liquidada
acste pjiiz; nao motivo para que o uo seja esta,
desde quo a le sseim o reclama e o regulameeto
expressamente o determina.
Ao mesmo.Responda Vmc. ao oficio junto
que a 11 do corrente dirigi a esta presiden-
cia o thesoureiro das loteras extraordinarias de
emaucipicJi e Colonia Isabel cm que reclama con-
tra a snepenao disciplinar que lhe foi imposta por
Vmc, dt-clarando-lhe que nao c2o procedente? as
euas allegacoes, nao s quando assegura ter ha-
vido falta de rasi para a suspensao, como na afir-
mativa de que esta, b tras prejuisos cansa pu-
b'ea.
V-e das informacoes de Vmc, por cfB:io n.
619 de dia 14 que o referido thesoureiro, quo tem
prestado suaa contaa, naa pequenaa loteras, sem -
pre com atraso, deixou de prestar as das series 12,
13 e 14 das loteras n. 34 da Colonia, e das partes
7,15, 21 e 22 da de eoiancipacao, tendo o praso
de 60 dias das contaa andado a 2, 9 e 16 de Abril
em relaco a primeira e a 8 do corrente com refe-
rencia a 7* da segunda, pelo qae, ainda quando
eatija actualmente prestando ae da 9a, 10a e II"
series da 24a, prevalecem os motivse da suspensao
declarados no regulamento de 4 de Novembro de
1886.
E quaito ao prejuiso a causa publica a que se
refere, se entender-se pelo facto de ne se extra-
hir, por sao, ae loteras a seu cargo, s-ibe Vmc
qne nao obstante a saspenso, ellas nao se extra-
hiriam, ama ves qne nSo ba presentemente plano
de accordo com a lei e ordena em vigor, pela qual
posea ser poeta a venda al&uma daqnellae loteras
por nSo ter o mesmo thesoureiro sugeitado ap-
provacJo no praso uc lhe foi marcado.
Ao commandante do Corpo de PolicaPro-
videncie Vmc sobre o qne se refere o juiz de di-
reito da comarca de Cimbree na parte de seu o-
cio, por copia junta, dirigido a esta presidencia
em 16 de Outuoro de 1886, com relaca ao desta-
camento de Alagoa de Baixo.
Ao juis de direito do 2 diatrieto criminal da
comarca do Recife.Reitero a exigencia feita em
12 de Juiho ultimo, no sentido de V. S. providen-
ciar para que seja ministrada a certido do pro-
ceses do reo Ludgero Francisco de Aquino Cesar,
qae impetra perdi do resto da pena de 14 aanos
de priso, iiie lhe foi imposta p lo jury d'esta ca-
pital, em 18 de Junbo de 1877.
Ao engenbeiro chefe da Reparticilo das ObraB
Publicas.Incluso rem-'tto a Vmc. o oficio do Dr.
ebefede p.l.cia, sob n. 367, de 16 de Abril ultimo,
solicitando os concertos de que precies a casa qae
serve de cadeia na cidade de Jaboato, afim de que
Vmc. proceda ao respectivo orcamrnto.
Portara :
O Sr. superintendente da estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco, airva-ee de mandar dar
iiaseag ra em carro de 3a classe, da estacao de Cin-
co-Poutns a de Ipojuca, a Mara Julia, por conta
das gratuitas a que o governo tem direito; prov
denciando sobre a volta da mesma opportuna-
mente.
EXFEDIEHTS DO DB. SECBETABIO
Oficios :
Au collector das rendas geraes do municipio
de Garauhuna.De ordem do Exm. Sr. preaidente
da provoaia aecuss o recebmento do oficio de 21
de Abril, com o qual V. S. rem. tteu 240 relacoes
da n.'Va matricula d'ease municipio, encerrada en
30 de Marco prximo paseado, afim de serena ar-
chivadas n'esta secretaria, de conformidade com o
' 3 art. 13 do regulamento n 9 517, de 14 de No-
vembro de 1885.
Id-?m ao de Buique, relativo a remesas de
161 relacoes, com oficio de 23 de Abril:
dem ao de Taquaretinga, r lativc a remeasa
de 95 relecea com oficio de 5 de Maio.
dem ao de Bom Conselb relativo as rela-
co s de 359 raer vos matriculados nesse munici-
pio e 179 no de Aguas-Bellas, alm de 2 arrolada
no ultimo.
dem ao de Palmares relativo a remesas de
262 relacoes com oficio de 10 io conente.
dem ao de Ouricury relativo a remesaa de
59 relacoes com oficio de 26 de Abril.
Ao aaente da Companhia Brsaileira de Na-
vegacao a Vapor S. Exc o Sr. preaidente da
provincia ficou inteirado pelo oficio de V. Exc.
de que c vapor Espiril,-Santo entrado hontem s
6 horas da manbS dos porros do sul, seguir boje
s 6 da tarde para os do norte.
Ao Sr. agente da Compsnbia Babiana de
Nivegacao.S. Exc. o Sr. presidente da provincia
fieou inteirado pelo oficio de V. S. de que o va-
por Prtnctpe do Qrio-Para entrado 16 da Baha
e escala regresaar a 19 a 2 boraa da tarde.
Ao inspector da Thesouraria de Fasenda.
O Exm. Sr. presidente da pr vincia manda acen-
sur o recebmento do oficio de 30 de Abrit seb n.
254 com o qual V. 8. remetten ae relac5es doa
eecrovos matriculados e arrolados nos municipios
do Agua-Preta, Aff gados de logaseira, S. Jos
do Egypto e Victoria at 30 de Marco prximo
paseado afim de serem srcbi vadea nesta secretaria,
de conform dade com o 3 art. 13 do decreto n.
9517 ds 14 de Novembro do 1885.
Ao secretario da Assemb'a Legislativa Pro-
vincial.O Exm. Sr. presidente da provincia
manda communicar a V. S. que nesta data exa -
roa o segainte despacho no sen tfficio de 13 do
correte a. 54, pelo qual foi remettida a relaco
nominal doa deputadoa qae acompnnharam ae eea-
ses dessa Assembli ate o a Iludido dia 13.Re-
mettido ao Sr. inspector do Thesouro Provincial
para os devidoa effeitoa.
Ao engenbeiro chefe da Repa-tico daa
Obras Publicas8. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia ficou inteirado pelo oficio de hoje sob n.
107 de haver V. S. mandado lavrar termo de rece-
bmento provisorio e passar certificado de paga-
mento a que tem direito o arr< matante da obra de
reparos das tres bombas em segoimento ponte
Je Motocolomb por concloso da mesma obra.
Mello. Inforoae
da Recebedoria
ao Sr. inspector da Thesouraria de Fazen- j turniaa Prudencia da Cruz, Jos Xavier da
da para mandar pagar, da ac>:ordo com a Cunha Alvarenga, Ismenia Genuina Dias.
sua informayao de 6 do jrrente, n. 422.
Feliamiaa Augusta das Neyes. Informe
o Sr. inspeutor do arsenil de marinha.
Francisco Pereira do Lgo. Sim.
Joao Pinto da Silva.Informe o Sr. di-
rector gsral das Obras Publicas:
Jssepba Florinda Gomes de Araujo
Joanna Carolina de Araujo Figueiredo.
Apostille se.
Luiz Paulino do Hollinda Valeos*.
Nao ha que deferir, nos termos dos officios
da inspectora geral da InstruejlD Publica,
de 29 de Marco e 6 do corrente, sob na.
2,107 e 177.
Mara Augusta da Silvcira e Mara Aa-
tonia da Costa. Apostilla se.
Miguel Dias de Amori n Estoves.Re-
medido ao Sr. inspector da Thesouraria
de Fazenda para mandar attender, de ac-
cordo com 8ua informaban de 6 deste mez,
n. 427.
Vctor Vieira de Mello.Sim.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buco, 11 de Juiho de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA, DO 9 DIA DE
JCLHO DE 1887
Bacharel Alejandre Correia* de Crasto.
Sim.
Anizio de Moraes Saboia. Venha por
intermedio e cern infarmagZo do comman-
dante da escola de aprendaos rnarinbeiros.
Augusta Leopoldina Spencer Netto, Ame
lia Spencer Netto do Reg Cavalcante e
Cosme Augusto Pereira da Luz.Apos-
tille-se.
Companhia The Great Western ef Bra-
sil Railway Company Limited. Remettido
Hepartiro da Polica
2* secreto.N 605 Secretaria de Po-
cia de Pernambuco, 11 de Juiho de 1887.
-Ulm. e Exm. Sr. -Participo a V. Exc.
que ioram recolhidoa Casa de Deten-
gao os seguintes individuos :
Nj da 9 :
A' minha ordem Manoela Archanja do
Nascimento, como alienada, at que tenha
o conveniente destino.
A' ordem do Dr. delehido do 1- distria-
to da capital, Pascoal, estrangeiro, por da
turbios.
A' ordem do subdelegado da freguezia
do Recife, Damiao Dias Ramos, como va-
gabundo ; Munoel Francisco de Oliveira,
por crime de furto ; e Jos Carneiro da
Cunha, por crime de defloramento, dis-
posicjlo do Dr. delegado do 1* districto.
No da 10 :
a' minha ordem, Affonso Pereira da Sil-
va, por disturbios e uso de armas defecas
A ordem do Dr. delegado do 1' distric-
to da capital, Pedro,Jos de Alcntara, pre-
so em flagrante, por crime de furto.
A' ordem do subdelegado da freguezia
do Recife, Tertuliano Gomes e Belsario
Baptista, cerno vagabundo;).
A' ordem do do 2' districto da fregue-
zia de S. Jos, Apolinario Jos dos Praze-
res e Damiana Mara da ConceicSo, por
disturbios.
A' ordea do do -v}Btricto da freguezia
da Boa Vista, Ovidio Henrique de Assis,
por disturbios e uso de armas defezas;
Raymundo Alvos Baptista e Joo Jos Fir-
mino dos Prazeres, por disturbios.
A' ordem do da Magdalena, Severino
Jos dos Reis, Antonio Gomes de Lima o
Joao Francisco da Silva, presos em fl>
grante, por crime de ferimentos.
A' ordem do do 1- districto da freguezia
de Afogados, Manoel Ignacio da Silva, per
embriaguez e disturbios.
Communicou me o delegado do termo do
Brejo, em officio datado de 6 do corrente
mez, ter naquella data acompanhado do
Dr. promotor publico, do eserivSo e do
respectivo carcereiro, feito a visita na ca-
deia publica da respectiva comarca, na qual
encontrn 24 presos, sendo 20 senteoca-
dos e 4 indiciados em diverses crimes.
Nouhum reclamadlo fizeramv
No lugar Remedios do districto da Mag-
dalena, no dia 9 do corrente, na olaria
pert ncente a Jos Aurelio de Oliveira,
foi encontrado o cadver de Joo Barbosa
de Barros, pardo, trabalhador da referida
olaria.
O subdelegado Jaquelle districto tomou
conheciuiento do facto, fez proceder a vis-
toria declarando os peritos ter Barros, fal-
lecido de epilepsia.
Hontem pelas 2 horas da madrugada,
ainda no lugar Remedios do mesmo distric-
to, Severino Jos dos Reis, na occasi&o
em que espancava sua amasia Casimira
Mara da ConceicSo, foi aggredido por An-
tonio Gomes de Limae Joao Francisco de
Lima, irmaos da offendida e travando luta
com os meamos, della reBultou sabir os ag-
gressores com diversoB feriroentoB.
Foram presos em flagrante os aggresso
res e a aggredido, abrindo o respectivo
subdelegado o competente inquerito.
Ante hontem pelas 8 horas da noite, foi
preso em flagrante e recolbido Casa de
DctencSo o individuo de nome Pedro Jos
de Alcntara, quando pretendia furtar nos
pares de sapatos no estabelecioiento de
Cypriano Baptista, sito ra do Rangel
n. 4, da freguezia de Santo Antonio.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, muito
digno presidente da provincia.O chefe
de policia, Antonio Domingos Pinto
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 9 DE JCLHO DB 1887
Rufino Francisco Baptista. Ao conten-
cioso para attender.
Jos da Cruz Freitas, Fielden Bro-
thers, Manoel F.gueira de Faria <& Filhos,
Joao da Rocha de Souza & C, Dr. Jos
Joaquina de Souza. Dr. padre Jeronymo
Tbom da Silva e offi :iaa do director geral
das Obras Publicas. Informe o Sr. con-
tador.
Jos Elias de Oliveira.Informe o con-
tencioso.
Anna Cesar de Almeida Pesaos, Ma-
noel Figueira do Nascimento, Julia Candi-
do do Reg Barreto Alvarenga, Mara Sa-
R'gistre-se e fream-se os assentamen
toa.
Themotheo Gomes de
o Sr. Dr. adminietrador
Provincial.
Dr. Paulo Jos de Oliveira, director da
Colonia Isabel e Hermenegildo Eduardo do 11882
Rgo Monteiro. Entregue-se a quautia 11883
em deposito.
Walfrido Barreto de M:'lo R^go e An-
tonio de Barros FalcSo. Haja vista o Dr.
procurador fiscal.
Recebedoria Provincial
DESPACHOS DO DIA 8 DE JULHO DE 1887
Avclino doa Santos Coimbra, Francisco Bezer-
ra Cavalcante e Manoel Fernandos da Coeta.
Ioforme a Ia seceo.
Marcelino da Costa Mello e Wlam M. Webater
A seceo para oa devidos fina.
9
Antonio Soares Raposo e Jote da Coa Ferre
ra.nlfoime a 1 seceo.
Aoacleto Ferreira de Souza,Sellados os docu-
mentos ter despacho.
11
Joaepha Alexandrina Porto Cirrein. Certifi-
que se.
Joo Ferreira VitalA' 1> aeceo para oa de-
vidos fina.
Vctor Neesen, Felppe Benicio e Pedro Jorge
da Silva Ramos.Informe a 1 seceo.
DIARIO BE PERMMliCO
RECIFE, 12 DE JULBO DE 1887
Noticias do Norte
O paquete norte-americano Finance troa-
xc-nos nontem as seguintes noticiaa do norte :
Amazona.
Ditas at 23de Junbo.
Conatava imprenaa de Manoa que a pre-
sidencia da provincia devolveu assembla pro-
vincial es projectoa, que extingua a comarca do
Rio Negro, que autoriaava a contractar a eona-
trueco de um trapiche e qae garanta juros a um
banco commercial, bypotheeario, etc.
Foram nomeados : administrador daa capata-
zias da recebedoria provincial, Henrique Coelbo
Machado da Fonseca ; procurador fiscal interino
da Tuesou'aria de Fazenda, o Dr. Jos Rodrigues
Vieira.
Falleceu em Manis D. Firmna Pacca, m
do Sr. Jos Raymundo de Souza Pacca.
Para
Datas at 3 de Julha.
Continaava a berib t a fazer victimas na
capital.
Na ra Nova de Sant'Anna d-'u-so, em a
madrugada de domingo, 26 do pasaado, um gran-
de conflicto eeguido de scenas de eangue.
Dou8 individuos eepancavam a ama mnlher,
quando acudiram duaa pracae de polica montada,
apeando-se a de nome Leandro Alves de 8 uzi,
que, de espada desembainhada, atirou-ee sobre os
deeordeiroe, no que foi imitada pela outra, que, de
cima do cevallo, distribua prancbadae em Sodas
ae di rece, oes.
Recrudeacendo a lucta, oe turbulentos reagiram
de faca em punho, travando-se ento um terrivel
conflicto, do qual reaultou sabir gravemente terida
no psaioco a prac,a Leandro Alves de Sonsa.
A outra praca, de nome Euphrosino Jos Maia,
luctou valentemente, conaeguiado, a golpes de es-
pada, dispersar oa valentoea.
Q lando compareceram maia duas pracas mon-
tadas, j o conflicto tinha terminado, Lineando ae
as trea na pista doa deserdeiros, que nao foram
encontrados.
No mesmo dia os Sre. Drs. Joo Ucha e Ma-
rianno de Aguiar, procederem o corpo de delicto
no paeiente, julgando grave o terimento.
Leandro acha-se recolhida no hospital de cari-
dade, sendo grave o sea estado.
Sob o titulo Pag, d a Provincia do Pa-
ra eata noticia :
Naa trras da Laranjeira, pouco cima do si-
tio Bursjuba, da propriedade do noaeo amigo Hi-
lario Motea, no rio Guajar existe um individuo
d.i nome Jos Dias, qae di-se criminoea profie
sao de pag.
< Exerce-a aos olhoa da polica do lugar, pro
digalisando banhoa de fortuna por sommaa avulta-
das oa em troca de grandes lates de borracha.
> A' nonte, principalmente, rene all graude
numero de peasoas, que vo tirar a mae do corpo,
pagando semiore quantia superior a 20.
Illaqueada aaeim a boa f daquelle povo ig-
norante, Jca Di*e vai paseando vidafolgada, en-
carecendo aempre aa virtudes do seu estrepitoso
marac.
a O pag j proprietoro de urna tasca, tendo
tid-i o cuidado de abril-a depois de se haver pro-
cedido ao laofainento de impoatoa
Sempre um fiaorio o tal doutor.
No dia 26 pela manh fl jetuou junto ao tra-
piche da Companhia do amazonas o cadver de
Francieco da Costa Cardoso, immediato do vapor
D. Pedro II, victima de nm desastre, conforme j
BOticiamoa.
Em adiantado eatade de putrefaeco, o cadver
eetava desfigurado, aposentando urna contaso
na cabeoa.
Procedid O corpo de delicto, s-'guio-se o enter-
ramiento que fdra feito pela cempanbia.
No rio Imboraby, diatrieto de Braganga, foi
asaaasinado o cearense Manoel J. de Lima.
A' s ultimas noticias, era deaconhacido o au-
tor dease crime.
L-se na sapracitada folha de 2 do corren-
te :
Na altara da ilha de S. Joo, a escuna Joa-
quina, qae ha dias deixou o nosao porto, apanbou
um temporal, que eatragou-lhe qnaai codo o vea-
me, di'ixando-a sem governo.
< A escuna arriben para e noseo porto, sude deu
entrada hontem.
Q lando a companhia do Sr. Palacios dava
funeco no Cireo Coemopolita, no da 30 noite,
desabou parte de urna bancada, qae atiroa com
espectadores aobre o chao, facundo muitos contun-
didos.
No furo Maracpuc, districto de Abaet,
tallecen urna muiher de nome Eugenia, qae conta-
va 12-1 annos de idade.
Falleceu na cidade deBragaoea, Pompilo R.
de Oliveira, Antonio Cyriilo da Costa e o tenente
Manoel Miranda da Luz.
A importaco dos principaea Toductoa da
Amazonia daiaate o mes de Junho findo foi eata :
Borracha, kilos 454.017
Cacao, ditoa 810.313
Oleo de copabyba, ditos 963
Ucuuba, ditos 345
Castaoha, hectolitros 9- 9' 4
Salsa, kilos 535
Guaran 40
Uruc 221
A Alfandega no mez de Junho ultimo, ane-
es don 763:991*762.
O rendiineuto deesa repart cao em igual mez,
no ultimo quinquennio, foi o seguate :
1882 782:6841960
1883 834:548*193
1884 520:704*206
1885 577:423#44
1886 845*377*381
No mesmo mez a renda da recebedoria provin-
cial attingio a 160:123*798, decompenJo-ee as-
aim :
Recebedoria 143:504*426
Ver o-peso 8:245*897
Camaraa do nter or 7:467*675
Santa Caaa 907*300
Em igual mez, no ultimo quinquennio, a renda
da recebedoria aprcaenta os egaintes algaris-
mos;
181:851*402
121:987*378
1864 141:309060
1885 121:110 172
1886 126:511*667
A collectoria da dcima nrbana arrecadou no re-
ferido mes a quantia de 85.2 9*823, sendo.....
83:459*58 para a caixa iffcctiva a l:8i0j45
para a addicional.
Maranho
Datas at 6 de Juiho.
Chegu no dia 3, s 4 horas da tar
de, de urna visita aos pbares, o Dr. presi-
dente da provincia
Os officiaes dos diversos batalbSes da
guarda nacional da capital, devidamente
fardados, apresentaram-se no dia 30 do
p'issa lo ao Sr. tenente-coronel Raymundo
Coelho da Cunha, commandante superior
nterin, e convidados por este foram cura
primentar o Exm. Sr. presidente da pro-
vincio, qu i os recebeu com toda a corte-
sa
Na porta de palacio tooou a banda ds
msica io 5., entrada da oflLialade.
Ao embarque do Dr. Francisco Jos
Vi ve iras de Castro, presidente da provin-
cia do Piauhy, que realisou se no dia 28
5 horas da t .rd<*, corapareceu grande
numero de amigos e correligionarios, que o
acumpanharam em vapor e lanchas at a
Ponta de Arei, ao sorn da msica doa
educandos artfices.
Em sua passagem pela Casa da Praca
saudou-o esta mesma banda e subiram ao
ar gyrandohs de foguetes.
Na rampa foram-lhe feitaa as honras do
eatvlo por urna companhia do 5. batalhSo
de infantaria.
O Sr. Henry Airli, vce cnsul in-
glez na capital querendo solemnisar o jubi-
leu da rainha Victoria, deu no dia 28 una
espleddido baile na casa d sua resitencia,
ra de Nazaroth.
- A Alfandega reudera no mez passa
do cerca de 190:000^000.
Plauby
Datas at k3 de Junho.
Laos na Epocha da ultima data a
8eguiote notici, sob o titulo grave atten-
todo :
t No din 28 do mez passado, na villa de
Livrameoto, escapou de ser victima de ba-
camarte o Sr. J i.'o Pinto Nogueira, que
alli exerce o cargo de Bublolegado de po
cia.
< O facto nos foi referido da seguinte
maneira :
c Achava-se o Sr. Nigueira em sua
casa, das 10 para s 11 horas da noite
d'aquelle dia, quando ouve alguem bator-
Ihs porta. Perguntando quem era, res-
ponde-lbe o sicario, em voz baixa e natu-
ralmente simuLda, ser o portador de una
offi\:ios.
< Abre o Si. Nugueira una jan-lla, e
mal apparece, ouve o estampido de um
tiro, cuja carga vai pregar sa inteira e.n
urna das folhas da mesma janella, fijando
a dever a conservaco da vida ao acaso
que nSo guiou-lhe os passos para a porta
onde o assassino esperava vel-o appare".er.
c Tendo chegado eBse lamentavel atten-
tado ao conhecimento do digno Sr. Dr.
chefe de polica, esto promptamente orde-
nou ao delegado da villa da Unio, alfere
Segisnando, que s -guisas at o lugar do
delicto e procedesse as deligencias necea-
surias e conducentes ao descobrimento da
verdade.
A resultado de tars degencias, mas j no*
consta que o fa-Jto foi verifi:ado tal como
acabamos de expolo, lecahindo, quanto a
autora, graves suspeitas sobre um Sr. Flo-
ren io Joaquim de Souza, ioimigo de No-
gueira, por ter este em certa occasiSo pro
curado na qu .lidade de aut irilade p licial,
aplacar lhe os mpetus de desordeiro.
c A victima, poro n, bastante odiada
pelos soberanos da loialiiade.
f D^ase odio resultante segundo se diz,
do facto de ter o Sr. Jos Pint) Nogueira
em 1885, feito a la sobre un crime que
se procurava sepultar as entranbas da
trra, no intuito da evitar se a accSo da
justica, qae afic.il alcancou o criminoso,
punindo-o com a p;n- de ga!* perpetuas,
nasceu apSs o inaudito attentado contra a
p-.-ssoa do referido Sr. Noguera a suspi-
tade que o Sr. Jos di Freitas n2o en
extranlio a este fadto. Esta ligeira suppo-
sico, que alias natural, attendendo se a
que o Sr. Freitas vota odio enc3rnicado
victima, dispertou contra esta a idea de ua
processo por crime de calumnia.
Dizem nos que, para esse fim, as tea
t'muohaa j ae acbo allieadas e devida-
mente instruidas.
c E' doloroso assijtir-se o triste espect-
culo da persegu 9S0 a pert and o entre as suaa
malbas de ferro a victima de um barbara
attentado para expol a como algoz da re-
putaco de um sea inimigo poderoso e
obeio de raneo r !
< Aguardamos, no emtsnto, informarles
mais minuciosas que nos habilitem a ras-
lbor esclarecer o publico sobro o mons-
truoso attentado de 28 do mez findo e o
processo por crime de calumnia que m
pretende instaurar contra a victima. >
A Reforma de 17, sob o titulo cris*
horroros publicou o seguinte :
Posto que incompletos, chegara-aoa a*
mos mais detalhados esolareoimentos r-


*m

Diari dt- Fernn, buco---Terfa-fcira 12 de Julho de 1887

Utivamcnte i o brbaro seviciameato da in
felis Militana.
c Esteva o illustredo Dr. jais do direito
da comarca de Oiras dando audiencia,
guando sella apresentou se a desgrscada
trsaendo ao pesclo urna gargalheira de
Cerro pezando vinte cinco libras e da qual
endiam grossaa comentes que, tnmroscan-
do se-lhe ao corpo como una aarpeata, \nm
pren der-se-lhe a ranal ura.
t Chamado imn*ediannenta una fcrrei-
ro, foi a pobre aiviada da treraeaia car-
ga, com a qual aadoa m desoita teguas
p, que tantas afta as tjue vedaaau da
fasenda Garoelleira, era fteos :onda ora
teu $enhor Oeiraa.
c Procedido e corpo de delicto pelos dis-
tinctos facultativos Drs. Aurelio Lavor
JoZo do Sacramento ficaram verificados
as estupendos castigos inflingidos a pobre
vnlher, para quem pedimos a clemencia
dos bomens e a justica dos tribunaes. As
naoagas, afolladas e retalhadas a chicote,
estavam em carne viva! Qs'putaa e tor-
ABaejlua apresentavmn sigoaes de terem
lido naeiaados tic&o de fogo /
<3ansava iadignacAoa vista desea mar-
Itt de urna instituido que expira e da
coaardia de um monstro que affronta as
lea e a so.-iedado contando com a mpu-
aidade, que ja coraega a cereal o com e
sen silencio deshumano.
O Dr. juiz municipal norceou carador
da escrava nosso Ilustrado amigo Dr.
Franeisoo de Attdrade Botaliio, a quem
pedimos toda cautella afirn de nao ser le-
vada a effeito a obra iniciada no sentido
ie ficar impune uoa tao taemeado crime I
Tendo vista do corpo de delicto o Dr. pro-
OMlor da eotaarca primo do criminoso,
yjyaaeu, apeaar da evidencia do crime,
que fossetn os autos archivados!
Faliziaante o Dr. juiz municipal man-
das que estes fosanm igusluiente com vis-
ta ao Dr. Botelho, para allegar o que no
oaaa coobesse.
t A opinio publica de Oeiraa, a velba
ndade da pax, da boa sociedade e das
aak honrosas tradiyoes, est revoltada
soe* juata rasaV aiaute de um urime tio
brbaro quanto cobarde, exercido contra
ansa raalher e eacrava victima inconsciente
da serte que a fez iraca e da lei que a fez
Man direito 1
A 12 do -crrante fallecen u capital
D. Marcelina Gosaalcea Pereira que foi
casada vom o nosso fallecido amigo capi
ta rfistandislau Pereira de saudosa me-
avoria. Eia urna seobora de altas virtuies
i auito raspeittvia e querida.
tviSTA DIAR.
^ Atntoridade policial. Par portera da
nranideoeta da provincia, de 9, e propeat* do Dr.
fcaJe e polica, de 7 do corente, foi exonerado do
sargo de Io supplente da delegado do termo da
ja-Vista, Joaquim Aotooio Teizeira Jacobina.
Ir FsHlecmen>--H,ntem s6 horas da ma-
abieuccurcbo a amigos padecimeotot o Dr. Jae
Joanuim lavares Beifort, lUustrado late da Fa-
ealdado de Direito.
Nascido eml8 de Marco de 1840 nafreguesia
a Victoria da capital da provincia do Maraubio,
fot alli os seus primeirot estudos e mais tarde es-
tadou o curso completo du Imperio! i .ollegio de Pu-
dro II, na corte, conquistando o diploma de ba-
nnarel im lettras, que lbe foi conferido em pre-
mio de sna applicacio e ntellig- ncia pouco com-
atnm.
Matriculado na Faculdade de Direito deata pro-
vincia em 1857, eonseguio formar-se em 1861, e
ies annos depois defend u tbeses e fci-lhe confe-
rido o grao de coutor fsra alcanzar um lugar na Congregacio dos
lentes, fa diversos concursos em 1870 e 1871,
neo afinal nimbado lente substituto por carta
erial de 2i de Dexoibro de 1871, de cu jo lu-
gar t. mou poete em 3 de Fevereiro de 1872.
Vagando a cadeira de econc ma p< litica p> lo
lalltcimento d Dr. Aprigis Gmmaiies, foi jara
accupal-a Demeado p r carta in.) erial de 8 de Ou-
tnrro de lfccO e impostado tm 22 de Janeiro de
18.
Por duas vetes foi eleito depntado a Assembla
eral, pela provincia do Maranbao e no foro
etta cidade era considerado cerno um dos mais
istir.ctoa advogados.
Dotado de iu-xceaivel talento e de otpint pro-
grtssivo e allaneiro sebe por aturado e cous'ante
fbtudo adquirir grande tomma di ci nhecimeutos,
que o hab litaram a detemp nbor is cargos de que
era investido com prificiencia e illustraeao.
Quer na cadeira de medre, quer na tribuna po-
ltica, a sna pal avia era ten, pie ouvida cim inte-
icase e admiradlo.
Ha algons annes, dergostos e revezes polticos
e sibretudo tifIiim par alteraco de soa tauce e desarrsnjo de eeus
egccioe, acabinnbavam-o'o e debatiam lbe o
sspirito
'Ullimamentr o rlolorosissimo golpe que Ibecausou
a ]nin.aiuia morte de tua it>tn mecidafilhaeggra-
vcu-lbe ib EiffiimintbS e abitvion os seuB dte
de izifctencia.
Herdeiro de grande fortuna, nao poude ou nao
son be cinserval- a, de modo que deiza na mais
Mtreo.a p< breza a sua desolada familia.
O enterramento ifli eiucu-te hintim metmo b
4 boas da taide no Omitirlo de Sixto Amnto,
tndo sabido o ferttio da ua da Aurora e tendo
acimpai.bado pir todo o corpo academice, jila
eengrega^ao dis UlIis dtsm baigadcris, pnfes-
sores do curse de preparatorios e < utrss multas
pesoas.
Dama d Aurirs al o e. n.iieiio f tindualdo n,o pclis i'in t ot; e lentes da h-
taldade.
Junte e.o tumnlo pr psrle do 5 amo. Jai ten Feneira, de 4o Euelidea
Qoateiro. do 8o. Lujes G'icalvis, oo '<>, ficen,
Ctear, do 1*, t-ypbimio F. Ic(. pelo Limit Lit
ti rejiu Ac-adi mico, Mt.n< el Bi'tencc urt, per alguns
tmig'sda cok na bsbiti a. haile Baibeea, pela
ol na m neira, hund Olive la, pela bicn.-
daCe r>cient)6ca e Luterana, l'nstn SiUa.
Fiairam se tan bm: < tvir i Dr S>i1pv, e 08
jCadtmicos Ctetitru L pe i T 1010
D aunad*s do nmn petar ie o infausto acen-
ec.mento da mirt ce tfi' nutne c'caro, spre-
rnttmos a tua Licnsilavil ltmilia nistas undo-
iencias.
> Alelo forrltrePeante creecido cunero
de iijV lados xalitinre bintim peln mtnbi.
Knfirme fdia annuniiado, noctn\eeto do i.iuc
delta ct pital, o ffii ii fui I n | r i n> do c ue
Astro senador Aniinu I nt. Cb'tboiro da Gaaa,
U presidente oesta piivmcia, tindo sido antes i<-
lebradss diversas mistas
All compareceram os bomens nait prcemimntes
do partido lib-rat, n taigot, parantes e tt acmi
radores do illuttn tinado. ,
Ha ctpella-nr d. nf:eftcso tenplo eign'a se
asa imponente que se via i utrfti ? oln
do finado, peilticmie a< b sri'al Pedn II. tuja
rimeira pedra tbe attealkia quand .lendei te
data provincia.
p, la ci mn irtao, qne se rcsD|nnba da frt ci-
rocis Luis (esano d. Bego e b Silva e Mancel Autinii Vn, .ii loynundo
d* Natividade baldanba e J.n nymi' Jo Fnei
is, foran diatribnid'a a p trato e um ib< cu Bu gra| bici' oo finado.
A' hbil (irna do f-i Dr, Waxin. ano Lop Macbadi' hl n i.finio este Ltbcfi >, trabalho oe
que te sabio perfeifam* P'e.
Faceiilde' de DirelloOs sloirnis da
Faculdade rea< lverm *ettir-e de lueti dorante
tito das m oim nitrno de pritubdo petar pi K.
Mteeittentu do no estimado mettre, Dr. T\aree
elfort.
Pelo metmo motivo deiiarssi de dar anta os eol-
i< gat do finado.
__ De coi .tuisnidade cnu avilo imperial de 18
ds Oatabro de 1860, a I.o. te b.je tu p. nti t i t
Irabalhoa da notsa F>culdadde de Dntiti pe..
allei >>< oto do ente caib. dratieo Dr. JitSJoa-
jtiBu Tarares Beifort.
MelhoraaienleConstantes queizaa erum
feitas contra as insupportiveis exbalacoes das ti.r-
getas de eegotos da ra Pnmeiro de Marco, esqui-
na da ra do Imperador.
C>mo procidencia alguma foste dada, resolte-
lam os Srt. Josepb Kmnse & C, ettabelecidos
com toja de joiis na refunda ra, mandar faser a
ana cuita a obra precisa para tornar a sargeta,
que fie do lado da merma leja, em condiedet de
arlar ir ao fin a que destinada aein cauar
Mieastaaado.
OAr. daatatorks Obaas Tablicas aatzilion-
nistean'dtatatc tiaseuH deepeaa caasKairam as
Sra. JbsepbBaausa st C. realisar uot raashoramea-
to ptastscj.
Jtne o pedan- astUico ato qoar a mi paste
attetator a easaas atge atas qoe pear de pasta*
impastantes ato de aodealiaaval ncceaatdade ta
benaCcaa pusstto. 4 precia, ajua-avtnaativa
IvH>erlarar-a-() Era $r. Sirao dv Arari-
pe declar u pur um documento que assignou lber
tar 47 eacravos no dia l9 de Janeiro de 1890 se
elles se conaervarem em aua eempanhia a sata
data, e dispensar os servicios de 15 ingenuos na
mesma date
jLa {ut^faa ^HMM't^a jub gujucun &tf m su a
companhia sos Eic. Ibes dar moradia, trras
paraxrabalbarem, e o salario qne ffir estipulado
Sata Irtoertacea'No dia 1* do correle
mea os Srt. Dr. Aristidea David Madeira, seu ir
mao o Sr. capitao Joo David Madeira e a Exma.
tira. D. Anna alosa de Jetos, reapeitevel e digna
mai de ambos e todos abastadoa agricultores da
freguezia de S. Jos da Agona de Agua 1 reta
concedern), aob a condico de prestacAo de eer-
vioos at 31 de Deaembro de 188i, liberdade a
IoJjs os seus escravisados, conforme se v do do-
cumento qne abaizo publicamos.
Acoando-te preaeatea no da 1 do oorrente no
eogenho Santa F os ditos libertadores e taendo
oa aeus patentes, tambem agricultores, Jos Ceci
I i ano da Bocha e Honorio Francisco das Cbaga
Fcireira, do que baviam elles deliberado, imme-
diatamente coBcederam, na mesaaa eonformidade.
a liberdade acs seus escravisados.
Applaudimoa estes jcIob, que vio beneficiar a
mua de sesenta ereaturaa, falvez :
Eis o documento :
Os abaizo astignadoa declarara pelo presente
que, desta data por oante ficarao libertos os seat
escravisados (exceptuados oa fgidos e oa que
abandonarem o trabalbo) mediante a condico de
prestacAo de servicos por dous annos e meio. Os
fgidos, apreaentando-te tos seus senbores abaizo
assignadoB, gotario d s meaaioe direitae, sendo,
porin, contado e tempo da data en que se apre-
tentarem por diante. Os qoe abandonaren) o tra-
balho, ou se autentarem do poder dos meemos
abaizo assignados, desta data per diante, nao po-
der i contar o tempo cima eetipnlado, qne fica
entendido ser a constante permanencia cem ot
meemos abaizo Resignados.Eugenbo Santa Fe,
1 de Jubo de 1887Anstides David Madeira,
Anna Rjsa de J-sus, Jofio David Madeira, Jas
Ceciliano aa Rocha, Honorio Francisco das Cha-
gas Ferreira.
INtSjsrstaesas Ae naaa da atanha de
ante-houtem e no teu eneenbo ti*nta-F de Agua
Prete, falleceu de febre puerperal D. Josepha ur-
sulina de Vasconcrlkis Madeira. estremecida es-
posa do Sr. capito Jco David Madeira.
Era a finada utaa aeahora dotada de excellentes
qualidaJes que a t, rnavam estimada de quantos a
oonheciam.
Oito das antes de aaa morte muito se rigosija-
ra com o acto de qoe damos noticia em outro
lugar, pelo qual aaaaogra, espato e canhadot con
cedern) a hberdad; a aeus numerosos escravisa-
dos.
Deizou dez filaos, o ultimo Jos quaes naacera a
24 do mea findo.
Ao sen desolado aspase apreaentamoa aa nosaas
co ndaienciaa.
Osscrat Fallecen nesta cidade, no domingo
ultime, o auligo comaerciante desta praca, Do-
mingos da Silva Beiriz.
O finado era subdito portugus e homem dotado
de ezcellentet qualidadwi,^peio que era geralmente
a timado.
Paz a sua alma.
Linterna MaalcaDistnbuio ae o n. 194
detle peridico Jure e huoiorialice.
ai smliiiei esn OllndaNo domingo
e por occasiao da eonferencia abolici nista do
club D. Jos o Sr. Pedio Jorge da Silva Ramos
eonceaeu liberdade *em onus algum aos seus dous
nicos escravisados Pedro e Gervasio.
Registramos com pranr este acto depbantrc-
pia do digno cavalheue.
risU dkta--Ete sociedade, como foi ao
ouncia. o, reaJiaou no Jom ogo a sua segunda con-
ferencia com grande concurso de espectadores.
O programma foi a risca executado, eendo en-
tregase duas artas de liberdade, de que cima
damos noticia.
Qmr a conferencia, quer a parte recreativa es-
f iveram na altara da festa.
Eete club, que aiada cao foi Batallado, muito e
muito tem feito em piol da santa cauaa que abra
cou.
Parabens, pois, a sua directora provisoria.
Tribunal do JuryCom a preseuca de 37
juites de facto funccuucu este tribunal.
Foi jn'gadn o reo Lonnnco Jote Francisco co-
nbeeioo por Zruuedegue pronunciado no artigo 192
di cdigo crimnal.
Kao ter.do trasldo defensor foi lbe dado o Sr.
Dr. Enygdio Vianna, advogado dos pobres
Foimou-se o conseibo, que se compoz dos senbo-
res :
Manoel Antonio de Albcquerque Machado.
Je se C'aetano da Silva.
Jote Caudido dos Santos.
Miguel Antonio da Costa e Silva.
M. Antonio Rodrigues Pinheiro. .
Julio Pitee L-bo.
Autini. Heunqoe Mafra Jnior.
E ysio Rndiigues Muanda Franco.
J. iio Jote F< mandes da Cunha.
J' s Ignacio Gued>B Pereira.
Dr. Jubo Augusto de Luna F.eire.
Ignacio Ferreira ds Santos.
Depi is de prestado o jutameuto pelo conseibo
pattou te ao iu:i rrogat- rio que rbtpondeu o reo
(h; mm-te L urente Jet Francisco eoubecido por
Z guidigue, com 23 annos de loade, solteiro, mo-
rador na B' a Vista, onde reside ba 6 annos, tra
la'badir La laviura, analphab to, sabe p iqu.
est | n to visto ter ni el ido copia do libello, qu-
erala n tua da Bella autora, quando se d. u o
lacio de que acc-usado; que nao conhecia aa tes-
|i muibat, que dtpur-ri m s bn o f cto, e a nada
to < pp< r ei itra ellas ; que nao tinba motiv
i ai titular que atiril Ua a > ci usi $". ; que S sub-
co i-pboii da Boa-Vista tinha lbe m vontade; que
nunca ti ve rilas com Luis de Fi anta ; que m,
sua riefiii. dtclaisvs nao ser lie o autor do feri
m'nto feite un ranfa, e que produziu-lbe a
aria.
Das ptjte do pioei tse consta, que pelas 9 boras
da noite de 19 de Juibo do anuo pasaaoo o reo
n ra una facada em Luis de Fu oca Bajoaa, que
2 das depois fall> lea de tal fenmento.
O Sr. VI, Fieitas Hennque, i n m- tor public
oi sana mu a aeeiaatao batendo-te ras pr< vas
do puesto. L< u o nurpo di delicio, e bem asaln.
oiveitos deponiintiB daa testemu has, que oepu
zt rt u ra n i.fn ntaoo desloe i oo aa nalavraa
oo i fli iidioo piucos mi .entes ai .- o <- i fluto de
n i ntir' u, qne o autor do le nn i ti. f6.a Zeguedi -
gue para qu' m pediu a ci ioeu.u>ta da pena do
eio mximo do aifi^o 192 do i-i digo criminal,
islo a torca por te teien daoo as ciri umstauciat
quali ticativas ajuste, e < lab. aeada, t- b< m aasim at
aggravan'et da ni-ite e tuper i ndado em arma.
O >r. Viaaca, defensor di i- tpiesmtiu a de
feta. que ci i.aittiu em negar a su>otia do fac ao
teu em nie fcatoandi te i m um o> pi lao.eito de-
moiiHn u, qae loia Feliaaido scravo, qu.m ferira
i Lela 'ie Frai te, pelo que peaiu a absolvifao do
t>n ii naiiiuinte.
H ove iipi-ca, e treplteii.
Pe- pieeidenie do mbuaal f i feito o resumo
i), s debate., e apeter-t doa t qu> aiti t i.o e nae-
Ibo qoe te i*< ilion tala ttcri l. o'iode v. Ir. u
40 ni oos di peit uaiendo a coiidemiia^ao do re<.
28 Mii'Ot 4 neiet de prit&i Binpk a, miuimo
00 Hito 19; do (i oigo i rm mal.
H'je i lia i n jupi n i nti o i.i J-i Luis dr
t-i uta L ma ponui.ciado no sr igo 205 do cdigo
ciiminal
I aola aheaeoada-Etorevim-not coa
esta i \ igitihe :
lindo, por eecasilo da hfncao Coa iboi ''n
gi ja o Pi to pi r S Exc. Bem.a e Sr D. Jote,
Bn a una.ittii d>- t uloias p. estado- ie ao hunia-
uittno soto oe pean i sait.iks sd prol dos iapii-
of,.^ ifereeido o pr docta, na iBip< rianeia oe
20# tueieoade Ave L't titas, vm tsta toen da-
de por ule eio, ni- ti paito:tai o teu agrade-
e n.eaio aa aistinctat ei boiat. cono i mbem fa-
ter publii-j o finv qoe leve esta abebctuda quan-
tia. avendo na raa da Casa Forte orna eacra-
vieada, de nome Laurenca, que tmha 80d de pe
cutio, e como a sua senhora s quizesse libertal-a
por 300J, a sociedade, por intermedio do Ilion.
Sr. Jos Barbosa de Carvalbo, que tSo bondoaa-
mente a isto prestou-se, conseguio que s sapra-
eitada escravisada fossa libertada pela quantia de
1#> A, o que de fseto effectuou-se, concorrendo a
sociedade com a quantia que recebera da referida
commissio, que junta ao peculio da escravisida
prefez as 100/, quej te achara em poder da te
hora de Lamenta.
< A looindadaaaproveita este enseje para dar
ta bradoaaw sanatabres das ras Cumpina da
Casa Forte e Ctddaweiro, aela folicidade de j
ate) il asta s at aajar Remedios do districta da
Maajdalenawaabbado, aa olera do Sr. Jos
Aaaalio da^tteaWa,fui enaontrado o cadaaer de
Jofa Barbara de Barros, asabalaador ds mei
olassa, Snstaado asnoicaa aitndade
va marroswteceu de epiteeeia.
FerlmenlutNoaupracitado lugar espan-
cava ante hontcm, a 2 horas da tarde, Sevenuo
Jos Rodrigues a Casemira Mana da Conceica i,
Juando intervieram dous irmios deeta. Antonio
ornea de Lima e Joo Francitco da Silva, tra-
vo n ae lata a bou ve f crimen t a.
Foram presos os trea homens e esto s*ndo in-
q oeridos.
i;iemenlo aervll. Da Recebedoria de
Rindts Geraes recebemos o msppa em seguida
demoustrativo do estado do elementotervil nesta
provincia.
Os algarismes, que indicara comparativamente
o numero dos eaeravoa existentes boje e o que
exittia em 1872, fornecina largot fundamentos
para detido estudo sobre a influencia, que para
ebegar se a este esuitado ezerceram a le de 28
le Setembro de 1871, os entimeotoe de pblan-
Iropia e geaerotidade d.s pernambocanoa e o p -
derotittimo e efficaz concurso das aasociatoes
abolicionistas, que promovern) e promovem a
eztinecio da negra mstituicAo.
Deve se levar-em eonta o creteido num ro de'
libertaedee, de que ltimamente tem dado ncticia
a impreasa desta cidade e que nao se acham in-
cluidas no seguate mappa:
MUNICIPIOS
3a
Kecife .
Aguas Bellas
Agua Preta.
Alag* de Baizo
Barreiros .
Beserroa
Boa-Vista .
Bom Conselbo
Bom Jardlm
Bmito .
Brejo .
Buique
Cabo .
Cabreb
Caruai
Cimbres
Escada.
&x& .
Flores.
Floresta
Gamelleira .
Garanhunt .
Correntet .
Gloria de Goit.
Goyanna
Granito
Gravat
Iguarass .
Iiigaaeira .
Ipojuea.
Itanb
Jaboaao
Leopoldina .
Limoeiro
Murtbeca .
N^tareth .
01 inda. .
Ouricury
Palmares
Panellas
Po.d'Alho .
Petrolina .
Quipap
Kio Foimoso
Salgueiro .
S. Bento
SerinbSem .
Tacarat .
Taquaretinga
Timbaba .
Triumpho .
Victoria
Villa Bella .
MATRICTLA
1887
DE
H
Total
16.022
546
2.68T
681
fl.078
1.745
2J9
1 291
8.557
3.M2
2.838
1.785
4.436
2d7
4.122
1.982
5.318
175
324
1.023
1.384
1.383
1.167)
3.106
175
469
2.649
1.184
8.398
1.69o
3.923
309
1.753
6.545
912
533
1.495
12)0
2.740
T72
451
2.756
245
937
3.645
414
583
1.683
114
3.684
1.078
921
87
784
105
610
318
26
179
614
401]
443
1.091
120
391
321
44
191
486
197
28
2u3
772
96
478
873
398
785
59
326
213
1.544
112
48
564
162
699
152
85
613
38
163
582
63
95
542
867
348
Total
107.434 18.260
1.124
92
T14
116
496.
324
34
180
734
489
579
807
147
420
393
62
256
410
236
43
246
852
91
5401
778
419
560
73
864
199
1.652
128
61
519
161
723
173
69
611
39
177
479
95
128
555
892
411
18.50
2.045
179
4.568
221
1.106
642
60
359
1.348
810
1.02
397
1.898
267
811
717
3.330
6
447
896
433
70
449
1.624
187
1.018
1.651
817
1.345
132
690
442
3.196
240
109
1.083
323
1.422
325
184
1.124
77
340
1.061
158
223
1.097
95
1.759
769
40.642
Anda nao veio o retomo da ultima matricula.,
relativamente aos municipios de Ex. Granito e
li .i zeua. Em 30 de Junbo de 1886. neste mu
nicpio existiam 1.129 csciavos, e a 20 de Junho
de c5 existiam em Ex 133 e tm Granito 124.
Os i ser a vos decsts municipios son mam 1.386 ;
e admittida a by, othese de que fossem t dos ma-
l iculadc.a ultimt mente, feriamos : 42.028 eacra-
vos zistei.tts (tu Peraamboco em 0 de Ma co
de 1887.
Di moostracSo des libertos arrolados nos
difftrentes nmniripirs da provincia de
1 11 iiii buco em 1887 :
MUNICIPIOS
R eife .
Aguas Bellas
Barreiros
H. zerros
Bonito .
Hr.jo .
Bu que .
Cab > .
C'mbres.
tacada .
Kz .
F orests.
G melleira .
-ramio .
Giona de Goit
G yanaa
liunr..s; .
liifazeira .
Ip juca.
I nuil .
Ja bati
L- polaina .
Limoeiro
v azar th
Olmda .
Panellas
HA d'Aibo .
P> ir lina
Q .ipap
Kio Formse.
M-iinbl m ,
TaCara I
Tu ii mp he .
Victoria. .
Total. ,
ARROLADOS
H.
5
2
10
5
10
22
1
2
4
1
11
21
2
9
1
3
8
1
1
2
1
7
7
G
M. Total
151
H9
11
2
17
8
4
12
1
31
9
19
1
5
6
2
16
24
5
10
1
6
16
1
3
4
3
1
12
13
16
2
13
bti
Ipin ia-te, talla de dtoit, s- iu> UiUUiTipi.io
de ti, Gitnti r lnpaieirs, atsim Como o aezt
dos anotados no Botntr-, Escada e T lum^ho
Nos demait municipio! da proviocia uenbum
ie aoo foi aprrtentaoa jara andamento de f-
xaimiarioa.
Tbeaini ktnta latbrl.Ser boj can
tada neste tbeatro pela cotrpanhia da Sra A Na-
lid' a mimosa e p- pillar opereta do fettejaao usa
earro rjupp, Juanita
A disltibuic&o daa partea tu p r tal nudo felta,
que aogura um bom desemp-uhn.
Segundo nos intormaram o goirda-roopa e o
n.itf-i n-tcene inteirameote novo e de apur i
gusto.
Masnalla) Or. Coa este titulo acaba o
Si. Gustavo Adoipbo de publicar em folbei a urna
,< esia em veaos alezandnnot, que dedic u aj C'luO
Abolio-ionitta D. Jos.
Agradecemos a offetta qoe not fiteram de um
ex ni piar.
tiiigretta Dr a na a I iva leaeOcenle
C< nt' toie anunneanji esta s. ei'jaae par icaUr
qoe no doaiingo ultimo e< atol lea o tea 3 anni
vertario, tolen.nison-0 com urna aeaaio Iliteraria
em que tomaran) parte alm de seu ( rador, o do
Monte Pi e o da Sociedade Dramtica Nova Tha-
lia e levando sc-na no tbeatro Santo Antonio o
drama ialdifSo paterna e a comedia Urna noite
perdida que nos diversos socios do corpo scenico
ucumbidoa de suas representaooes eucontraram
fiis interpretes.
A comedia principalmente de um grande chille
e de' faser rir t handeirat despreqadas. No cor-
rer do espectculo foram oa socios diversas veres
chamados scena e bastantemente applaudidos.
Ao eomeear a sessio fez -se ouvir pela orebestra
o hymna nidal asaim cerno na recejyu das fami-
lias e fl.sasaerVHllos a banda do arpo de p
losau
O tbeaare iatoaamente illumitavio e cosa bas-
tante gosto decorado estere renleelo de eonsadav
dot que ttaaaam real'nente ntoaaiaste agradtwel.
Protigssaaw mucos do Caanjreita
sociedad* ptaaedeu ante-boaasan a -eaaryo du na
nova directora para o anno du 1887 a 1888, fican-
do esta assim composta :
Presidente, Dr Jos de Moraes Quedes Aicofo-
rado, (reeleito).
Vce-presideote, capitao Manoel Joaquim Bote-
lho.
1.* secretario, Pedro Rygaard.
2 o dito, Dionysio Maciel Montei.-o.
Thesuureiro, Samael Monteiro de Lima Bote-
lho.
Orador, tenente Manoel Jos de Saot'Aona
Araojo, (reeleito).
Adjunto de radar, Valdiviuo da Rocha Wan-
derley.
(Joutelheiros, Adelino Antonio Guimaraes, Anto-
nio Martina Pereira.
Commissao de comas, Marcolioo Cat&d, Jos Al-
ves Fernandes e Custodio Jos da Silva Pessoa.
(aluno. A'a 8 horaa da noite de aabbid >.
foi preso en flagrante e recolhidj Casa de De-
ten^o, Pedro Jet de Alcant ra, na occasio em
que pretenda furtar ana pares de sa patos no esta
Delecimento do Sr. Cypriano Baptista, ra do
Rangel u.4, freguesia de Santo Antonio.
Polka). Com o nome de Aurora, acaba de
publcar-se no estabelecimento de msicas do Sr.
A. J. de Aaevedo, nota linda po ki para piano,
eompoEco dj Sr. acadmico Francisco B. da C.
bales.
Agradecemos a ofieria que nos fez o editor de
um ezemplar.
^'atarelbEm 8 do corrente escreveu-noa e
nosso correspondente o seguiute :
Vamos aqu sem a menor altemcSu publica.
O estado sanitario da comarca o mais lison-
geiro pQssivel.
A tranqnillidade publica contina nalteravel.
Com as ultimas chuvas que temos tido os nos-
sos agricultores aognram urna boa colheita na fu-
tura safra.
Estere ultiman ente aqu o actor Soares de
Medeiras com a soa troupe dramtica dando-nos
duas lepriees as miles de 3 e 5 do corrente, com
dous escslbidos espectculos, prop ircioaando-uos
assim duas agradxbilissimas | noites, a nos que
aqu nao temos neuhuma distraeco queprup.r
Clone aos comrcaos de Nazareth alguna momentos
ae recn.iaco.
< O Echo Dramatic >, sociedade de habis ama-
dores, que de quando em vez faculta va-nos repre
aentad8 aliia eecolhidas o bem desempenhadas,
meamo vai ltimamente desanimando, e muito
bre ..e tere moa de nos ver privados desse recreio
instructivo.
E' digno de lastima qoe n'uma cidade como
esta, commercial e populosa, nao exista um theatio
as prop rcoea de aceitar companbias dramticas
ua altura da do Sr. Soares de Medeiros. No em-
tanto acreditamos que pira ser realisado este de-
a.deratum pouco sacrificio dispensaran) aquelles
d'aqoi que isto quisessem reslisar.
O actor Soaret de Medeirae f aqui muito
bem aceito e deixou entre ni a boa impressio que
pelas suas. maueiras distincUe soube prodigaKsar-
nos.
victoriaDesta cidade recebemos o Lidador
de 9 do Crrente, qoe traz as a guiut-a utidas :
As obras da matriz vao em pmgresso.
A orre do lado do norte j recebeu a cruz e a
do lado do sal j acba-se quasi concluida.
O illustre Sr. vigario da freguezia promove os
meios para que ditas obras nSo fiquem parausa-
das, e trata de agenciar denativos para a conclu-
ao das mesmas.
O povo victoriensp, que essencialmente reli-
gioso e progresaivo, devo contribuir para que as
obras da matriz prosigan) e .nuito breve ebeguem
a seu termo.
Mais um pequene esfore) e tudo fiea- con-
cluido.
Ha nesta comarca 10 escolas publicas servidas
pe ia aegaintes professorea e protessoras.
Cidade. Aurelian > Augusto de Vasconcellos, J.
Alves de Souza Bandeira, '. Rufina Amalia Fre
re de Albuquerque, D. Joanna Carolina de ilou-
querque Figuereido.
Cha Grande.Jos Ribeiro de Fonseca Braga.
8. Joo. Cosme Augusto Pereira da Lis e D.
Josepha Florinda Gomes de Araujo.
Calcara. D. Mara dos Santos Moreira.
Alagoa Cumprida- D..Anna Mara da ConceicAo
Nep muceno.
Pedra Branca. Antonio de Alleloia Patricio.
Matricula e frtqueucia das escolas.
i* cadeira, sezo masculino, 47 matriculados, 38
de frequencia.
2* cadeira, dem, 66 de matricula, 43 frequen-
tea.
1 cadeira do sezo feminino, 33 matriculados e
28 de frequencia.
2 cadeira, idem, 56 de matricula e 40 de fre-
quencia.
Escola de Caicara, 24 de matricula e 18 frequen-
tes.
Escola de Alagoa Cumprida, 80 matriculados e
60 de frequencia.
Escola de Cha Grande, '9 matriculados e 21 de
frequencia.
Escola de S. Jcio, do sexo masculino, 54 matri-
culados e 34 de frequencia.
Do sex feminino, 36 de matricula e 31 de fre-
quencia.
Escola de Pedra Branca, 22 matriculados e 18
frequeotes.
A Victoria que conta urna populacho de 40 mi|
simas, tem apenas 449 mil peesoas que frequen
lam as aulas, que procurara apr- nder I
Eis mais um dado para provar a necessilade da
obripatoriedade do enaino.a
HeunlAu nodal -Ha manbS a doC'ab Pro
tector da Indigencia ra Larga do Rosario n. 8,
pi las 5 boras da tarde para cuutiun c i da discus
tao dos respectivos estatutos.
H-diriK-ii de una mal egeneran)
ilude- !- uina rain lia O De. M Mae'k-nz
o ctlebre medico ioglez, que foi a K nim operar e
principe imperial, deixi u all a* uuas bagagens
eom ordem de as fazerem expedir para Londres.
A iu peratrii sabendn d sio, fez iutroduzir n'uma
das mallas um nagnifico estoj. de viagem, cuj-.s
frascos de erystal, montados em ouro cinzelado,
t< m gravados os retratos de tada a familia imperial
allema. Na tainpa do estoj > l-ae n'um escudo de
ouro as seguintes palavrat : A imperatriz Au-
gusta ao c- lebre medico de seu fill-oa,
Proclamas de caaaaaenio -Foram li
dos, no domingo lO do crrente, na matriz da Boa-
Vieta, os seguirles :
Jeio Sergio de Menezes com Josepha Pereira
da Suva.
Viriato Ztvier da Silva Brito com Elvira Etel-
vina de Bnt" Metquita.
Esteva L pi'B, Maciel Monteiro eom Jotima
Constancia dos Auj ia
R doipno Layine oom Mara Adelaidede Moraet
e Silva.
llano Cavalcante do AV go Albuquerrue com
P.
B.
P.
i*
Velo cidade media do vento : 4'",24 por segando,
(6 06 das 7 horas e 30 minutos da manba at 3
bjras da tarde).
Nebuloaidade media: 0,50.
B 'Ifitim do porto
Sin
M.
M.
M.
M.
Dia
10 de Julho
11 de Julho
lieiiara- Eectuar
Hoje :
Horas
752 da manba
2 da tarde
8 5
2-18 da manh
Altura
226
0.-71
2,"'1()
0,-88
Mara Jos, Peruambuco, 16 mezea, Bos-Vista'
escrfulas.
Bernardina, Peroambuco, 45 das, Santo Anto-
nio ; convnlsoes.
Thomasia Mara do Nascimento, Peruambuco,
72 annos, viuva, Graca ; diarrha.
Mana, Pcrnambuco, Boa-Vista ignorase.
Pelo agente Piado, s II honas, de chapeas de
Jtalba a variados.
Pelo agente Brito, a 10 1/2 boras, A roa sis.
Pedro Alfonso n. 43, de fazendea, movis, etc.
Quarta-feira :
Pelo agente Guarnid, s 11 horas, ra 24 de
Maio, de movis, louca e vidros.
Quinta-feira :
Pelo agente Pestaa, ao meio dia, ra do Vi-
gario n. 12, de predios.
Mlnaan tuaeSres.Serio celebradas:
Amaeni :
A's 7 1/2 horas, na igreja da Madre de Detw,
pela alma de D. -Mara Justina da Silva.
Quinla-teira :
A's 7 1/2 huras, na matriz da Boa-Viata, pela
alma de Joaaaa Candida da Cmara Freites.
PataaselroaChegados do norte no vapor
americana Pinanee:
T. S. Lea, J. N. Martin i.
Sabaos para sul no meamo vapor :
P. Francisco, Joaquim Mata, Francisca Maia,
aua senhora e 1 fiho, Jos Antonio da Rocha, An-
tonio Jos da Racha, Sil verio Fernandos de Arau-
jo Jerga Filho.
Sabidos para o sul no vapor nacional Ja
euhyp :
A. M. Mafra el filhJ, LaizaMoreira Alves e 2
nados, Manoel o. de Souza, B. Busk, Manoel de
Vasconcellos, Rodrigues de Moraes, Antonio For-
te, L. Correia de Oliveira. Jos de Oliveira, Ma
neel Jos, Jos de Paula, Joaquim Alves.
-- Sabidos para Fernando de Noronba no va-
por Gi'/ui :
i "apiti) Feliciano Jos Freir da >jilva e 1
criado, tenente Jia Bernardo da Reg, Dr. Pe-
dro Delfiao de Aguiar, 2 eadetes, 4 beribericas,
20 sentenciados, Angela B. de S^usa e 8 pealas
de Imha.
Operaeteti eirur.-ieaaForam pratica-
das no hospital Pedro II, no dia 9 do correute, as
segniutea:
Pelo Dr. Malaquias;
Amputaoio do dede indicador da mao esquerda
a retalho palnar, com reeeocii da cabe?* do pri-
meiro metacarpiana, reclamada por fenmsnto de
serrs.
Pelo Dr. Pontnal:
Operacio de Eatbandcr, sendo resecado as 7a,
8 e 9 costfllas na eztensio de 5 centimetres a
primeira, e 4 as 8 e 9*, rrclamada por fstula pleu-
ral onaecutica a operario do einpyeina.
Na dia 11 :
Pelo Dr. Eatevio :
Hernotamia reclamada p.ir hernia orural estran-
gulada.
Cana de DeleucoMovimento dos pre-
sos da Casa du Deteocio do Recife no dia 10 de
Julho :
Existiam 376 ; entraram 23 ; sahiram 3 ; exis-
ten] 396.
A saber :
Nacionaea 351; mulheres 20 ; estrangeiros 11 ;
sscravos sentenciados 5 ; idem processados ;
dem de correccio 4.Total 396.
Arravoar!o< 337.
Bous 320; duentes 17.Total 337,
Movimento da enfermara.
Ti vera baiza :
Antonio Gomes de Lima.
Severino Jos dos Res,
Jos nntoniu de Mana.
Jos Bi.rbosa da Silva.
INDICARES DTEIS
dieoa
Dr. Sarros Sobrinho d consultas da
meio dia 1 1/2 oa ra do Bario da Vic-
toria n. 27 por cima da Pnarmacia Fran-
cesa, a das 2 s 4 na ra do Vigario n. 4,
1. jta-iar
O Dr. Lobo Motcoso, de volta de aua
viagem ao Rio de Janeiro, conatia no
oxercicio de sua profissSo. Consltuas das
10 s 12 horas da manh3. specialdades
eperagSes, parto e molestias de s-n horas e
meninos. Ra da GrUria n. 39.
Dr. Brrelo jampaio d consultas de
meio-dia s 3 horas no 1. andar da casa
a ra li liaro da Victoria, n. 51. Resi-
dencia ra Seto de Setembro n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
O Dr. Castro Jess tem o seu cnsul-
dorio medico, ra do Bom-Jesus n. 23,
obrado.
Dr. Gama Lobo medico operador e par-
leiro, residencia raa do B. de S. Borja n. 26.
Consultorio: ra Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das i 1 horas da manh s 2 da
tarde. Especialidade : molestias e opera-
c5es dos orgos genito-urinarios do homem
e da inulher-
Dr. Joaqaim Loureiro medico e parteiro
Consultorio na ra do Cabug n. 14, 1.-
andsr, de 12 s 2 da tarde ; residencia no
Monteiro.
Contnltsrlo tnotttempatio
0 Dr. Miguel Themudo, mudi jo ho-
asopatico, tem o seu consultorio ra do
Bario da Victoria n. 7, 1. andar, onde
d consultas diariamente das 12 s 3 ho-
ras. Chamados por escripto a qualquer
hora do dia ou la noite.
O Ur. Barrea .uimanie
Pode ser procurado no esoriptoro deste
Diario das 11 horas da manba s 5 da
tarde, todos os das.
0 Dr. Milet inuiou seu esiriptorio de
Mara Jos de Carvalbo.
nirrnuria dan obran de rontrrit
itii dttn purloardxetim meteorolgico do
10 i InHto i K7
a-at
dora^. S & 2 Karemetro a Tenaio i
0 do vapor 1
6 m 54a * 764-77 13,43 7
9 26'-l 7W0 17,81 7u
12 v6"-6 76">66 18 73 73
8 t tO- 4 764 6 *V3 76t2;t 17.60 72
ItUlp. I Mil. Ui.lUI.---Jl",O0j
Dita minnan'a*, 6.
EvapiiracAo em 24 oras ao sol: 7,1 ; i tom-
ara : 8",5
Uhuva-0.5
ir. cciii no vento : SE e 8SE variaveit de nreia
.. it a 10 bomt e ti minuto ; >E com pequeas interru-
PV s do CsE at meia noite.
Lotera do CentraEsta acreditada rota-
rla sujo premio ia r de 15:000^000 ser ei-
trahida amanbi 13 do corrente.
Os bi'hetes acham se venda ni Rodada For-
tuna ra Larga do Rosario n. 86.
Tambem acbam-se h venda na Casa da For-
tuna ra Frimeiro de Marco n. 23 de Martina
Fiuza & C.
Lotera do Enpit Ito-tiaato-A 4' par-
te da 2* lotera deeta provincia cujo premio gran-
de 60:000*000, ser extrahida no dia 15 de Ju
Iba.
Oe bilhetea aobam-se venda na Rada da For-
tuna na ra Larga do Rosario n. 36.
Tambem acham se venda na Casa da For-
tuna ra Pnmeiro de Marco n. 23 Martin Fin-
ia & C.
Lotera da provincia No dia 18
do corrente, s 4 oras da tarde, se extrabir
7* loteras, em beneficio da matriz da Baa-Vista
du Recife e, no consistorio do igieja de Noasa
Senhora da Couccicao dos Militares.
No meamo consisrorio estarlo expostas as ur
ane as espheras a upreciacao do publico.
Os bilhet'-s garantidos aebam-se venda na
Caaa Felis na praca da Independencia us. 37
s 89.
Tatnmbem acham e venda na Casa da Fortu-
oa ra Pnmeiro de Mareo n. 23 de Martis F.u-
sa & C.
Asaim como na Casa d Or na a d" Bario
da Victoria n. 40 de Joo Joaquim aa Costa
Leite c na Roda da Fortuna na ra Larga do Ro-
sario n. 36.
Lotera do lirio-Para A 9 lote-
ra tiesta provineia, pelo novo plano, cujo pre-
mio grande 4O:U0000, ser extrahida no dia
16 de Julho.
Os bilhetea acham-ae venda na Casa da For-
tuna roa frimeiro de Marco n. 23, de Martins
Fiuza & C.
Tambem acbam-se venda na Roda da Fortu-
na ru i Larga do Rosario n. 36.
Lotera da proiinria do Paran
A Ib* lotera desta provincia,pelo novo plano, cu
jo premio grande de 15:000/000, se extrabir
hoje 12 de Julho.
Hilbi-tes a vunda na Casa da Fortuna, ra
i'nmeiro de Marco numero 23, de Martins Fiu
ta H. C.
Lotera da Parahybacata loleria cujo
pnmo grande de 20:0ii0000 ser extrahida
no dia 14 de Julho 's 3 horas da tarde.
Os bilhetes acbam se venda na Casa da For-
tuna ra Primciro de Marco n. 2, de Martins
Finaa &C.
Tmbem acbam-se venda na Roda da For-
tuna ra Lirga do Rosario n. 36.
Cemiierlo Publico. Obituario do dia 7
de Ju'ho :
Curmelia Carolina de S. F., Pernambuco, 70
annos, casada, Recife; entente.
Andr Ferreira dos Santos, Pernambuco, 41
anuas, casado, S. Jos; tubrculos pulmonares.
Isab'-l Mana de Jess, Cear, 45 annos, viuva,
S. Jul; diarrha.
8
Mara, Pernambuco, 3 das, S. Jos ; ttano in-
fantil.
Pedro de Aloanrpra, P.rnacibuc, 19 annos,
s.ilt-iri), Bn-Vistn : rnenmatismo sjpbilitico.
J auna C. da O-m-ra Freitns, Peruambuco, 37
annos, viuva, Pdco ; tubrculos pulmooarea.
Luis Jo- de Sonsa Lima, Pernambuco, Belm ;
fobre.
Mana Jos da Conceicio, Pernambuco, 50 an-
nos, viova, Boa-Vista ; tub reulos pulm innret.
Joseph Rita da Aol-dade, Peruambuco, 35
annos, tolteira, Bda-Vista; tubrculos pulmo-
nares.
Agostinho Beato Jos, Pernambuco, 45 annos,
so teiro, H*i-Viata ; ttano traumtico.
Manoel, fWnambueu, 16 horaa, S. Jos ; occlu-
lio congenial.
9
Manoel Francisco dos Santos, Portugal, 49 an-
nos, sslteiro, Boa-Vista; entero co'ite.
\nna Felicia Bram-o Ouimiri a, Pernambuco,
67 iniius. vinva, Boa-Vistn; d-gen-resseiieito.
Anna Mara da C n ce Icio, Pernambuco 40 an-
nos, eolteira, Boa-Vista ; hemorrbaia cerebral.
Cordolina Mana do Asaumocio, Pernambuco, 72
ann<<8, vluv, B, a-Vista ; leaio caulaca.
Francisca Mnriada Conceicio, Pernambuco, 40
annot, viuva, 8 Jos; pneumona pernicioaa.
Mara Braudio do Livram nto, Pe nambaco, 29
annot, talteira, s. Jos; girtro i-uterite.
Mana, Pernambuco; aspnyxia ao uaacer.
Olvaapia, Pcinambaco, 7 meaos, Santo Aotcnio;
entente.
Quintoo, Ptraamboco. 6 annos, Reeife; ttano
expon taneo.
advocada para ra do Duque de Casias
n. 50, 1." andar.
arrogarla
Francisco Manuel da twt 4t C ispo.
sitarios de todas as espocialidaoes pharma
jQUicas, tintas, drogas, productos ciiijnisi
3 medicamentos homaBOpaticos, ra do Mar
quez de Olinda n 23.
Di-ocaria
Faria Sobrinho & C. drogaisia por atta-
uado, ra Mrquez da OUnda.n. 41.
errarla a Vapor
Serrara a vapor e oficina de carapina
de Francisco dos Santos Macedo, caes
de Capibaribe n. 23. N'este grande esta-
belecimento, o primoiro da provincia neste
genero, cempra-se e venda-se madeiras
de todas as qualidades, serra-se madeiras
de conta alheia, assim como se preparam
obras de carapina por machinas e por pre'
co sem competencia Pernambuco.
Cana de Modan de J. Baatoa dt C.
A ra do Cabug n. 2 B, estabeleci-
mento de modas, encontraras os freguezes
grande o variado sortimento de fazendas
de seda, la e algodio, o que de melhor se
obtem nos mercados de Pars e Ljon.
piBLiawm PMI
.{huiii !
Na Binculo de eabbado ultimo vem o Sr. Ltd*
Sael vulgo poeta bintr.ulo, como muito bem o ap-
peilidamot em contrap tando e sunrento apa urna longa e difficil cami-
nbada de trop 503 e quedas pelas fragosidades de
u. lgica escabrosa, >rrastanda o pelado venan-
lo de urna critica deedeada.. (Elle foi quem nos
pedio que usasse d'este termo tal vez por achala
muo applieavel a si, o que agora e com cabimen-
to aprouve-noa fazel-e).
Vejamos a carga que traxia :
Logo na 4" linba do 1 periodo eecreve K Brion
paralellifique, do modo porque abi fica escripto,
isto accreacendo um 1 onde devia omittire omit-
tindo onde devia acerescer.
lato expIic-88 assim : Elle ouvio fallar algn-
res que parallelificar se escreva com dous II, mas,
ignorando ondo e como, fel-o inadvertidamente.
Foi infeliz na aventura grammatic.l e anda
mais na synonimia que deu ao verbo parallelificar
porque estejamais significar comparar, accepcie
em que o tomou, upuohaiando-o mortalmente por
duas vetes.
Quasi por sobre este vocubulo t.o gravemente
ferido, encaixou o barbiero umaque les em lu-
gar de;s qae refn- r-se-ia do mesmo insdo,
como pron i oes da mesma natureza que si >, a a-
criptores diario, com a diff-renva, pornj, defor-
ma. p>r aer a d'este ultimo mais correcta e suave.
E esse mesmo rabicador que, no 4 periodo da
aui encyclopedia de bestialidades, referindo-se a
uns versos que demos a honra de lh'os dedicar,
diz :
a Carnee-1 o p emi com urna asneira grammati-
cal : o verbo v^raejar em accepcio transitiva.
E porque nao?
Ora teu homem, ou o seohor nio nos enfeuden
ou eolio...
Veraejar sabemos que um verbo neutro
ou intransitivo,} nio na accepcio em que o tome-
mos, na qual o nais curio da vitta, o maie myept,
vel o-ia claro e perteito trnsitivo.
Ouca-nos Kabrion w Cabran, e depois fique aa-
beodo mclhar mterprutar o pensameuto dos escri-
ptores : Versejirloinmos em accepcAo de
encher de versosAualyse agora a oracAo e dga-
nos se o verba vera jar pede ou nio complemento
directo.
E nio fica n'ee'a bv'pothese real e immediata
nasa > argUm-nto! anda mesmo que o verbover-
sejar istivesse all empregado intransitivamente
autorisados por Julio Ribeiro, dir-lhe-iamoa qne',
muitoa vernos intransitivos para animr oo re-
faraar a expressio se fazem acampanhar de um
suba-autivo do mesma radical em r lacia obiecti-
va; o qual subswntivo, que elle ch^mapleanat-
tuo, raras vetee apparece b na sentenca; ds
ordinario acompanhada de um attributo que Ihe
determina a siguificicio. Tes ti entre muitot
outro, brincar, ciminbar, vestir, etc., que dis-N
brincar mos brinquedoscaminbar longo ca-
iniuhovestir ricos vestidos etc. Veraejar est
no ni sin 1 caso de qual^uer oro dos verbos acimt :
vert jar versas bons ou mos, oinf irme quizermot
qoaliScar, aervudo esss substantivoversosde
c implemento directo.
emais, accretcetitan outrot autores e entra
el lea Cal las Aulete, qui raro o verb transiti-
vo que nio pussa ser emp egado com) iocransitive
e viee versa : prtanla antes de te aoalvaar qual-
quer o:acao, deve-83 procurar entender bom o sen-
tid 1 ; parque s asuro se pode canheeer em q
aecepcAo est temido o verbo.
Ccinyreb- n leu, teu /ulano 1
No caso negativo seja 11 soco, parque estaos
dispistos, aindn qne a mariello, a metter um ponas
de portugus na toa tachla.
Nio admira, pnua, que elle pretendesse faaer-
oos urna critiea panianmente fundamentada, quan-
da puncas linhas adeante dit o teguinte : Alen
de nio ter portuguesa etta palavra (re eriudo-as
a oe.ro) vero alii eeottrangida, constrangeudo a
orth igraphia e a paetica s para rimar com desm-
f>ueoo (is*.) aia nosto) que por sna vet man
xou-te faret (rola attencio i eatas ultimas pala.
Vrasi por cauaa do veiba-librar (!7)
Eis ah um cato te nio no fondo, ao menos aa
forma, semelhanU a aqnelle un den lagar i ta

^
*


/

%
I
i
K
-
>.

I tllilVH 1


f
Diarin de PernambneiiTer^a-ieira 12 de Julho de 1887
3


/


estulta censara relativamente i parf-ita e cabivel
applicacao que demos ao verboveraejar.
Eneaixou se seguido de um complemento directo!
Era praatso qas o ujaito da ora**, fosse um
ente aaiim* ato oeicmcei ; que a part-
colase--nao estivessepassivaudo o verbo eacai
xar para que este pdense ter ara complemento di-
reato.
O sobstantiviforca est lli precedido do ar-
tigoa e como tal servindo de objecto accio
de um sujeito animado a presa pelo aopco bes-
tial do deue Asueira.
O adme aocento aguloou artiga, ou
pronome, ou adverbio,etc., conforma a su* appli-
caco, na oracao; aili, po ui, uia* con traeca;
da prepas ca1aem lugar dea a- que por
contraccao de por ase fez-pelapar melber
eupbonia.
Logo oadevia estar ortbographcamente as-
slgnaUdo pelo decenio agudo, aflea d? servir de
complemento cireiimataueial da modo ao verbo
encallar.
Foi encaxado de que modc?
A' broa, isto pela forr;.
E o descocad' cabio redondament,' n>. lodac il
do sen bestunto ..
SAgora vamos ao desacocego, ai tal sujeito que
elle ani-.nou ; p le ser que seja urna individuali-
dade para %ns deaconhecida mis... parecen n
que o cabeca de Jaca, quts cscrever deeassoeega e
esci'fveu desacocego (ae o typographo fez-lbe o fa-
vor de tuar oeeJilhaa nos o completamos
SMastituin io o primnr.)z par as.
E' ponta ou ca'icca ?...
Emquanto a pretendida critica que elle suppoc
faier nos por termo* collocado a palavraexordio
em ultimo lugar etc., dcxunas a apreciado do
leitor sensato a inteiresa com que o usemos ; p :
dindo-ibe entretanto, que nao a leve para o domi-
nio da o trigonometra, porque issi s faz qnem
cnadranytl/ar.
O tal conteto que em seguimento elle citou a
proposito do caso ^?), est de fazer rebeutar gar-
galhadas dobradas de quem, at boje uem de leve
siquer sorrio.
Est bem. contado, est4, o mogo tem geito para
historias...
Puff!
Sobie a significacao do verboaguardarres-
andemos em poucae palavrasfj muito e muito
Jm em: regado no lugar em que o encaixamos.
Agora tambem nos responda.
Onde que sao mais perdoaveis os lapsos e des-
vos, ua prosa ou no verso ?
Ja sabemos porque ella disse que era na prosa ;
porque estando acastumado a asneirar em verso,
para o que o seu horscopo lbedjtou cora urna neta
de agua doce, encentra grandes difBcuidades na
prosa e euto quer previamente peroar-se dos
erros e frc-.?>3 commettidos e por commetter por
meio d sta firma de manifestarlo.
Foi pela primeira vez que se ouvio dizer sene-
melhan'e barbaridade! As licencas taram crea-
das para o v tjj e disso tolo mundo sabe; os
lapsos e desvios, parm. nunca foram e nem sero
permittidos senao pela ignorancia de quem os
adoptar.
Emquanto a theoria dok seguido deh
temos a dizer-lhe :
E' exacto que esta orthographia oriunda do
Helleno, mas tambem incaatestavel que este
sjstema to impraticavel em todo seu rigor,
como o systema da onhagraphia phonetica.
Iramos muito longe se, palavra pjr palavra,
quizessemas aubmeter a urna analyse lgica e
grammatical, mas estamos dispastos a nao fazel-o,
deixand > a boa comprcheneo de cada um dos nos-
sos leitores'o fastidioso incommado de pospar a
cada urna dellas um (!) ou um (?)
O tal d-scocado realmente bravi) tanto que
elle confessa na su exomologesis que os coseos
escriptos Ihe t-ern pacificado a consciencta.
Registramos jubilosos em o cauhenho das nos
sas boas aeeo s asM mitagre que acubimos de
operar.
E' mais urna virtude de que se ufana a noss i
lonsciencia n> ste mundo de vicios e de torpezas.
Nao pouca servir s> do promplo attivio aos
ardores de urna cooscsncia attribolada.
J rstamos com o braja dormeate de dar com o
ferrao na testada do animalaco e elle anda sus
tenta a th-'ona dos magros, verdade, porm
verdadeir s alexandrinos, pretextando (triste
evasiva I) haver emoregado aquello qualieativo
por modestia (!)
Paff! p ff! p.ff! poff! pufP!
Por modestia (? !) podia f*ze'-o um individuo
que nos considera -o sapaleiro e si o Xerxes ?
Por modestia (! ?) quem diz que a discussao
estahelecida alm de roubar o tempo intilmente,
apenas concorre para salientar o facto da desi-
gualdade do terreno e de contendores ?
E' um verdadeiro histrio o Leda S iel,; nao sabe
o que diz e nen o que quer dizer.
temaventurado pobre de espirito, porque ser
ten o remo do co !
Poeta Diario.
Onde est o bode ?
UNo Jornal do Recije, de 10 do corrente, vclton o
autor do problema publicado ne mesis Jornal, de
24 do mez prximo p^ssado; c, como era de es-
perar, como ultimo recurso do desespero c taboa
de salvacao, com urna tremenda descomp > ura.
Egao nos qoeixamos, porm, visto termos a culpa
de nao nos haver eccorrilo, em tempo. a astign
e sabio proverbio: quem om porcos a mistura
Jarcio come
Pode-se dividir o alluiido artigo, que, pela vez
prim-ira, deixou da ser de qitatro linhas, seui dei-
xar, todava, d; ser indecente injurioso, em 3
partes distiuctas.
Na primeira, } autor d'elle injuriuj, esbravejou,
insultou; na segunia, procurou, aias debalde, de-
fender-ie dos erros crasaos de grammatica, que
tem comm"ttido, sem cjIIoc >i a questo em seus
devidos termos; na terceira, apegaodo-se a um
engao manifest de nossa parte, commettido no
artigo de 9 do corrente, prorompeu em urna
plos) de exclamac5es aesorenadas, como 6e tivera
inventado a plvora !1
Precisamos, tambem, responder por partes ; e,
vamos cemecar pela ultima.
(jando para mo*trarmoe, que ohdbquando
pronome relativo, referc-se sempre ao antecedente,
demos os seguintes exemplos : a casa que Pedro
eons'ruio urna das mais bellas d'aquclle sitio :
a encadernacao do livro que me diste muito ele-
gante, nao p d;amjs absolutamente considerar o
queem ambas as oraco s, como sujeito dos
verbosecnstruioedste
Preoccupado, com o que queramos demonstrar ;
isto que o *o refere-se sempre a um nome
que Ihe antecede, e nunca a um que Ihe succede,
diswmo^sujeito, em lugar de dizermoecom
pigmento
E' principio corrente, que oqos, quando pre-
me relativo, fax, na orac&o em que se acha, o
oficio, ora de sujeito, ora de complemento.
Poi um engao manifest, e, tanto mais evidente
quanto, em imbos os exemplos figurados, o complemento dos verbosconstrio e dste.
E, s por preoecupscio, nos escpou semelhante
equivoco, o qual nSo devia ter provocado por parte
de sabio articulista Untas interrogacoes e dmira-
oies, como se tivesse fe.to um grande invento.
O que nao fez, porm, f)i mostrar, que oque--
nao se refera aos antecedentes itero e casa; o
qne consticr.ia exactamente o objecto de nossa dr-
BSMtMfla.
He cor.segusse fazel o, que poderia ezultar e
entoar os l.ymuos da victoria.
E, para venticar-se, que, os Iludidos exemplos,
y foram trazidos para o fim que alluiimos, basta
lr-se. o qae logo em seguida dissemos :
E, assun, em muitos outros exemplos e caeos,
s'mpre oque coi o relativo, refere-se ao an-
t tecedentc ; urna regra que n5o tem exeepcSo ;
parque todas as vezes que bouver ambigui fad-
no seutilo da phrase empregando-sc o c>njuiic-
tivoqueleve este ser substituido pelo adjec
tivoo qual
Ex: a desobediencia dos Israelitas s ordent
de Deut- a de Sioys.
Aqu, cont o que -refere-se a detebedien-
ca.-, ni RDeui, se empregaa qual -
cm vez deque
Asstm, portanto, s por um equivoeo, considera
mos o qecom sujeito d s verboscomtruio e
dste, ]u ni lo, em ambos os exemplos, "1U serve de
complemento de taes verbos
Nao p >r este lado, que, o autor do problema
sobie pomada em canudos, se ha de justificar ou
tagir da nussa argumcntucjio.
O que ^duairavel, porm, que soccorrendo se
ao q J' vendo ser manifestamente um oo-
gino, tenha o sabio articulista aventurado o se-
guinte ast to : o^s oraces em que entra o pre-
uome pussoal, oque -relativo nao pode ser
suj- ito.
Pois bem; nos seguintes exemplos: < o livro
que me foi dado por Pedro : bem e.-sripto
Joo que me ama ou que vos ama, muito t om
qual o sujeito dos verbos -fi>i -wamxt, se lio o
relativoquereter'ndo-se a Pedro no pri narro
exemplo, e a Joio no segnnto?
E assim podenamjs figurar muitos outros exem-
plos.
V-se, portanto, a que proporcojs fica red asida
aquella asseveracao.
Respond la, asaim, a ultima parte do artigo do
no8so sabidolente, estivemos muito tempo r.flac-
tindo, se devenimos acompaubal o no terrena dos
desaforos, e, resolvemos nao fazel-o por umitas
cansideracoes, sendo a mais saliente a seguime :
Ao repetirmos a leitura das injurias, oom que
nos preaen:eou, quem nao teve e nunca ter nuti-
vos para justificar suas aaneiras, chamamos o uosso
criado, e Iba dissem >s :
Ola! J>, dise-me: o que tarias se encontr-sses,
por ah, alguem que te insultasse com taes e quaes
epithetoe?
, se te perguntassem, se o verbo propir tem
ou nao nm attributo, bem com >, sa oquepro-
nome rulativo, refere-se ou nao semp.e ao noma
que Ihe anteceda, o que diras ?
u paseara uui* laacompostura, eenhor, por
nao comprehender o alcance de taes perguotus, e,
suppdr que se me insultava.
Bem, dissemos nos: vai-te ; s um criado iotel-
ligente e estou muito satisfeito comtig).
Dasieentao, resolvemos uo responder aquillo
para que o nisso cria'do cinha prompta respista,
oceupaudo-nos somante d'aquilio para quaelle ufu
achu soluca, seno na descompostura.
O uosso papel deve c >m cir onde terminou o do
nosso criado.
E, assim fiea respondida a parte injuriosa do ar-
tigo do Jornal do Recife, de 10 do corrente.
Passemos, agora, ao que fas propriam-'uts o ob-
j-cto de toda controversia entre nos e o tabi
do Jornal do Recife, que, conforme assoalha, seo-
do alias inexacto, um dos mais assitoos reducto-
res da columna alugada do dito Jornal
Antes, porm, devenios ujs regosijar por ver
que, o tal redactor j acha respeitavel a pessoa
do Presidente da provincia, quando, no entretanto,
tantas injurias lli-. irrogou, fasenlo a censura da
reftrma do consulado !
Que couscie.-ia elstica t'm o tal articulista I
Quando Ihe temos aconselhado que nSosemetta
a escrever artigos, pjrque, Seamos penal isa los,
vendo a imprensa emporealhada, j, com despr >pj-
sitadas dcs^ompjsturas, j cam urna linguaqem ele-
gante, como d testemunho cloquete : < os cum
n >vos encargos.
Occupem 'o-ins, porm, com a questao princpal,
e tornemos bem saliente c etaro de que se trata ;
o que motivou a diseu3sao, e sobre que ella versa.
Attenda o publico.
No Diirit de 21 do prximo paesado, alludindo
ao que com tanta cloquencia e verdade se disse a
re3peito da r-tormt do cmaulado, formulamos um
problema, e, o concluimos assim :
Se o bebo que escreveu sibre a reforma do
consulado resolver este problema, ganbar figos
< para o S Joio.
No Jornal do Recfe de 24 do masmo mez tres
das depois, appareceu tambem um prool.jma,
cuja concluso era a seguinte :
> Se, o conhecidj idiota que raopoz no D ario
de 21 do corrente, resolver o ditficil problema,
ganbar um pratinho da carur o algumas du-
zias de traques.
No Dorio de 26, sob o titulo, onde est o gzlo ?
referinlo-nos a sem dhaute problema, perguata
mos : qual o attributo do verbprop)' ?
Qie foi que o conheci lo idiota propoz ?
Cumpre aqui obse-var, quj, tendo sido santiica-
do o da 24, somente a 26 bouve jornaes, ficando
assim respondida a arguico, que se nos fez, no
Jornal, da ante-hontem, de termos passado lous
das para fazjrms taes perguntas.
D'esta data (26) at o 1. do corrente, bou ve di-
versos artigos, de parte a parte ; nos a pedirnos
resposta qu lias perguntas, e, o nosso antago-
nista a eaqtrifmr-as de dal-a ; at que, aSnal, no
Jornal d'csse celebre da 1. appareceu elle e
disse :
Podamos simplesmente diser, que o verbo^
preptr kIo tem ATTaiBsro ; (attenda se bem
para esta asaeverac.i i do nosso sabi* antagonis
ta) mas preciso demonstrar que o tal doutor
(que nao douto) ignora o que seja attribto, e
que leva a sua supina ignorancia ao P'Ut i de
confundir attributo com o complemento de ora
cao. o
1) -vemos observar, que, aiuda hoje, esp rumie
pulaa explicacocs promettidas !
Vamos explicar o periodo, contina o pboblb-
maticista, pondo as oraces em ordem gramma-
' tical.
Oraclo principal : o conhecido idiota ga-
nhar um p-atinho de carur, e algumas dtizias
" de traques.
Oracao condicional .-Se (elle idiota resolver
o dffieil problema.
Orafio explicativa : que (ou oal pao-
blema elle idiota) propoz, ao Diario de 21 do
correte.
Pedimos toda attenco para esta oracao expli-
cativa, do sabi o autor do preblem i do Jornal do
Reciji.
Depois deste histrico, estamos habilitados para
mostrar quaes os pontos sobre que versa a dis-
cussao, e, para Ia ordem na argumentaco, po-
demos estabelecer tres qnestos :
1.O verb> -prtportem ou nao attributo ?
2.E' possivel, que, quem formula um proble-
ma, peca a soluco, nao do que prope, mas de
outro, publicido em jornal diverso, o ao qual ne-
nbuma referencia se fez ?
3". Est correcta a ordem grammatical, que, do
periodo com que concluio o problema, fez o autor
d'este?
Com relacao a primeira questao, o sabio proble-
maticista diz categricamente : Podamos sim-
plesmente dizer qu* o verbo -propornao tem at-
TBiBrro.
J, em d ns longos artigos, publicados nos Dia-
rios de 7 e 9 do corrente, mostramos, a saeiedade,
que o verbpropirtem attributo, quer se tome
esta plavra no seu sentido rig>roso, quer,se a re-
pute co no significando regime, complemento ou
paciente.
No Jornal, de ante-hoatem, veio o autor do tal
problema, e, disse :
10=_qUe os termos, sujeito, verbo e attributo, nao
sao termos necessarios toda oracSo, logicamante
estudada.
2i. que, nao ha verbo que peca attributo, de.
pois de si. >
Cancordou, todava, qne o verboproporsendo
transitivo oa relativo pede depois de si um com-
plemento, regime ou paciente.
E, a raso porque; nao tendo os verbos tran-
sitivos ou relativos um sentido completo, pracizam
de um complemento ou regime para determioar-
lh s o sentido.
Ora, o accordo em que est comnosco o sabio
articulista, a respeito do facto de pedirem os ver-
bos transitivos uto complemento, importa urna
confiesa de sua parte, que o comprometi redon -
damente ; porque; sesxlo certo que, nos verbes
concretos, por ioso mesmo, que taes verbos lm os
nt tribu tos espcctivos concentrados na mesma ex-
presso verbal, se tem admittido tomar a palavra
attributo, como significando regime, complemento
ou paciente, o verbopropor (que um verbo
concreto, como todos s outros, except i o vei bo ser,
que abstracto) sendo inccntestavelmente transi-
tivo oa relativo, pede depois d- si um regime, com-
plemento, paciente, ou attributo, tmala esta pa-
lavra, no sentido que acabamos de explicar
Por enfissio, portan'. i, d> proprio articulista, o
verboproporptdedepois desi (ja que faz quea
tio de taes expresadas) attributo, turnada a pala-
vrs, comofequivaleudo a regime oa paciente, per-
dendo, entlo, sua significar;! rigorosa.
Por outro lado, timando-se a palavra attributo,
na sua significacao rigorosa, como significando,
aquiilo que se afirma oa nega do sujeito, o verbo
proportem ou nao attributo?
Nao ha quem posso negal-o.
O verbpropor,como todos ss verb con-
cretos, tem um attiibuto, concentrado na mesma
expresso verbal.
Q jando s i dii: Pedropropoe se tem dito :
Pedro proponente ; do mesmo molo qu \
quxndo se diz : Paulo ama, se tem dito :
< Paulo amante; e, nssim por diante.
E, nem poderia ser de modo contrario; porque
nao ha orncao, que, lgicamente estudada, p ss,
deixar do conter tr.-s termos, sujeito, verbo e
attributo ; quer elles estejam todos claros, com :
eus poderosj ; quer se ache o attributo com-
binado com o verbo, como : o sol brilba ; quer
seja a proposico exprimida por um s v icubuio,
encerrando ao me.mo tempo o sujeito, o verbo e
o attnbut, como : nsva.chove, troveja, c em todas
as interjcices, oh 1 ab I etc. etc.
E, absurdo seria pausar de outro midi. desde
que se attender para o qae se deve enten 1er por
um verko;e, se considerar que papel elle repre-
senta na oracai.
o Vsrba 4 a palavra que, exprimilo exis-
o teneia tolaUasluBd cesa relac a um attributo,
liga este ao suj ate.
O verbo exprime urna reraeio, e sem os termos
aos quaes elle serve de relacao, impeesivt 1 a sua
existencia.
O sabidolente do Jtrnml io Recife teve a eoragem
de afirmar, em seu artigo, da ante-hontem, que
pode haver=vrrbo=s m sujeito e -m attributo I !
Qual o papel qae represeuta o verbo ?
E', exaetam-nte, eomo diziam, muito bem, os Es-
colsticos, a fl5rma de que o sujeito e o tributo
Bao a materia.
Peder haver forma sem materia ? absoluta-
mente nio ; do mesmo modo que impssBval ha-
ver materia sem forma.
Os dous tenn is se suppoem.
A palavrachoveiraiida para exemp'o, est
no mesmo Casoqu-: oeva, troveja,3,quilquer das
interjaices, qua, constituindo urna oraca >, tem iu-
cluido em um s vacbalo os tres elementos, su-
jeiti, verbo eatmbuts.
Assim,pois, o verbo -proportem um attributo,
concentrado na mesma exprestSo verbal, como
verbo concreto; e, pjr isto mesmo, como verbo
transitivo, pede depois desi attributo, porque, esta
palavra perde a sua siguificacilo rigorosa, para
significar complemento, regime on pacienta
E, f ita a diati.celo entre a palavra attributo,
tomada em sua aciapcao rigorosa, e, a mesmi pa-
lavra tomada no sentido de com ule oento ou paci-
ente, a que se reduzem os di em as formuladas
pelo autor do t il problema, no Jornal, da aute h >n-
tem?
Q lando, no Diarii de 26 do prximo passado,
pedimos attributo para o verboproportonuuiis
esta palavra no sentido de paciente, tanto qae
inmediatamente depois, disssemes :
Qae foi que o conhecido idiota propoz f *
Mas o sabio, que, alias ignora, ao que parece,
estes rudimentos, diz no Jornal do Ia do corrente,
com incrivdi desembaraco : o verbo propor
nao tem attributo ; quando, mesmo na acuep^ao
rigorosa desta palavra, tal verba tem attributo,
concentrado na mesma expresso verbal.
E quando assim argumentamos, se nos diz, sute
fugimos da questo !
Risum teneatis...!
A_ora, aprecia o publica a eoragem do nosso
problematicista. Diz elle no Jornal de ante-hon-
tem :
Attributo, mea doutor, nio ha vebbo que opeyi
< depois desi; isto foi e ser urna grande as-
neir .
E' preciso ter muita paciencia para supportar
semelhante ousadia !
Tomada a palavra attributo, na aceep;lo de
complemento, todos os verb transitivos pedem
um attributo, poique pedem complemento ou pa-
ciente.
Mas, tomada a palavra attributo, em sua accep-
clo rigorosa, significando, aquillo que se afirma
ou nega do sujeito, o verbo abstractosr peda
ou nao depois de si um attriDdto ?
Nao ha quem aja capaz de dizer que nao, a na >
ser o illustradissimo autor do problema do Jornal
do Recife.
E a razio obvia.
Sendo o verbo abstracto, o qus designa o ser
peia idea precisa da existencia intellectual oom
relaco a um attributo qui^quer, ao contiajio dos
verbos concretos, que designim o s-r, pela idea
precisa da existencia intellectual com relaco a um
attributo delermipado, comido na expresso verbal,
mister que veuha depsis do verbo abstractoser
o attributo, para que se suba o que se afirma ou
nega do sujeito
Quando se diz : Pedro ; as casas sao ; os h-
meos foram ; os psixes sao ; prec so que venha
depsis do verbo, sao, foram, alguina cousr
que mostree determine o jue Pedro o qae sao as
casas, o que turamos bomens, o que os peixes sao
ao contrario, uenhuui juizo se tem externado com
aquellas proposicoes inteirainciite abstractas e sem
significacao real e positiva.
Assim, o verbo ser, nao pede s, exiga depois
dejsi um attributo, tomada esta palavra ua aciep-
co rigorosa.
E, agora, digam os entendidos : o que fui e
ser urna grande asueira ?!
E', certameute, o affirmar-se qae : uo ha
verbo que peca depois de si um attnbu'a.
O que anda muito interesa inte, o dilemma
em que suppe collocar nos o articulista.
Os elle : ou o verbopropor tem attributo coa-
centrado na propria expresso verbal, e ento ui
pede depois de si attributo; ou pede depois de si
attributo, significando esta palavra regime, com-
plemento ou paciente, e ento nao tem o attributo
concentrado.
Que tal ?! E' realmente urna lgica invejavel !
Se o sabedolente fiser a distineco, que, alias
suppoa no dilemma, entre a palavra attributo, no
sentido rigoroso, e attributo]no sentido de cumple
ment, como amplamente temos explicado, (e j
em ditferentes artigos) ver que semelhante dilem-
ma otlerece a mesma resistencia, qus um castello
de cartas, ou urna blha de sabio !
Repetimos, o verbopropor como verbo con-
creto, tem um attributo concentrado na mesma
expresso verbal; eu prponho, equivale a-eu sou
proponente; mas, por isto mesmo, que um verbo
concreto, e portanto, sopaos a concntratelo do
att'ibut >, se tem admittido que esta palavra perca
a sua significafo rigorosa, e e seja equivalente a
regime, complemento oa pacieite, nos verbos
transitivos oa relativos, e,neste sentido, o verbo
proporpede depois de si attributo, porque pede
paciente, regime ou complemento.
Em taes coodicoes, cabe-nos perguatar a que
ficam reduxidas as seguintes affirmacoes do illus -
Iradissimo articulista :
1.* podamos diser simplesmente que o vero
proptr nao tem attributo ( Jornal do Recite
de 1 do correte).
2.a attributo, mea doutor (qae amabilidade !)
nao ha verbo que o pecadepois de si, (havera
algum que peca antes de si ?) isto foi e ser urna
grande asneira ( Jornal a de 10 do corrente).
Fique registrado, pois, que j houve um sabio
qae dissesse que o verbo abstracta ser na pede
depois de si um attributo !
Cs eutros verbos, a excepcao do verbaser,
sendo todos concretos, ,no pedem depois de si at-
tributo (no sentida rigoroso da palavra) porque
j o tem incluido e concentrado na mesma expres-
so verbal.
Felizmente o sooto c nfesss, que estamos firma-
dos na grammatica pbiloaopbica, quanlo afirma-
mos em nossos artigos, que, racclonalmenta con-
siderados todos os \erbos eoncr. tos coutm a idea
exprimida pelo verbo abstracto ser, combinada
mentalmente com um attributo.
Combiuando-se as duas seguintes propoaicoee do
nosso novo grammatico : 1* podamos simplos-
mente diser que o verbopropor nao tem attributo ;>
2*: uo ha verbo que peca depois de si attributo *
rerulta que, na lingua portuguesa, nao ha verbo
que tenha attributo.
Esta cooclustlo necessaria e lgica de taes
proposices.
Os verbos concretos nao tem attributo, tanto que
o verbopropor nao o tem, pela 1" proposico ;
o verbo absiractor ser uo pede depois de si attri-
buto, pela generalizada da 2* proposico ; logo nao
ba verbo que teuhi attributo.
Ora veja o publica se isto se atora I 1
Demonstrad", como parece-nos, a saciedade, que
o verbopropor ten attributo, e o absurdo que
resulta da affirmaco contraria, passemos a 2> das
questes que cima indicamos, e, que, tambem faz
prt da controversia.
Para nao nos alongarmos demasiadamente, na o
taramos longos cooamentarios a respeito ; apenas,
pergautaremos aos que tem bom senso :
Ha alguem que se lembre de propor um proble
ma, e peca, depois, a solacio, ni i do problema qua
propoe, mas de um outro, ao qual nanhuma r fe
rencia (faz, publicado 3 dias antes, em outro j r-
nal, e falto por individuo diverso ?
Se se deseja a soluco de um outro problema,
nio preciso ter o traba'ho de formular problema
algum.
Qu -m organisa um problem, e otfereoe um pre-
mio, para que se rasolva a difficuldade que se
aprsenla.
Pois bem; fique gibando o publico, que, o nasso
eximio grammatico, levou, trez longos das, crgani-
sanJo um prob'ema sobre pomada em canudos, e,
alia!, cjucIuu, pedalo a solucSu de outro diver-
so, completamente d-sconhecido, porque a elle ne-
nhniaa referencia fes !...
lato serio e decante ? 1
Q lem assim proceda, nao dem,uotra ter urna
intelligencia privileg ada t
N i mesmo um sabio, em toda a extensa) e
comprehensu desta palavra ? !
E, temos notado, qua, apesarda termos em dille-
rentes artigos, nos oe. u >a lo d'este)pont->, que tan-
to caracterisa o talento io nosso grammatico, at
h je elle nio tugi i nem mugi a respailo, tal vez
porque nio tivesse encontrado em Gr'ivet a res-
posta.
Pcis bem ; qua Tira e revire o Orivet, e respon-
da-nos, o qae simplesmente iiedimis.
Todo o absurd i, porm, prive n de nii ter o
grantmat esta, dado paciente a o verbo propor,___
no perlada coas que concluio a tal problema, que
tanto Iba tem distado !
Vtndo-seacocado per nos pira que inlcasse
qual o paciente d i alludido verbo, procurou faser
urna ordem gvammatieal do tal periodo, que aln
de importar o absurdo qua a paitamos, um mimo,
um pr.mor, orno vam s provar.
Para abstermo-nos de repatHooes fastidiosas, pe-
dimos ao leitor,o obsequio de alteudxr pa a o peria-
do a qua nos refarisn >, assim como para a oriem-
vrammatieal, que alludimos, periodo e ordem trans-
criptos neste mesmo artigo.
E, como no artigo, deaute-h mtem, tamoem, ni
se encontrou em Ou sel resposta p*ra as nassas
censuras, a respeit i, teitas ni D.ar.o da 9 lo eor-
reut, tranacrevemos para aqu o que ah dis-
semos.
O periodo come; t.- se o conhecido idiota qsa
pbopoz ; esteQua,--na oraclo, preme relativo
ou aljeciivo demonstrativu, e, portanto, retare-se
necesariamente ao substantivo q ib Ihe eat june
to e ao qual substitue, e, nunca ple ruftrir-ae a
um nomo que Ine osti pist-rior e multo distante.
Na i ha quem ignore isto !
O--que -pron une relativo rejolve se em--o qual,
a qual, as quaes, osquatse vem de-qui qui quod,
retarindo-se sempre ao ama que Ihe autcede.
Na oraclo qua exa-ninamos taz o oficio de su-
jito do verbo- propoz.
A regra de que o--q vo refere-se sempre ai antee danta, e nuuea ao
consequente nao temexcpQu pissivel ; mismo
porque; quando bouver ambiguidade ni santido
d pbrase, empregaudo-se o cinjunctivo--o;>ie--pa-
ra ref rir-se sempre ao auteceleutc, pur n, mais
distante, deve ser elle substitu 1j pe!o a ij activo -
o qual.
Ex.', a desobediencia dos Israclistas as ordens
de U !J8,- aqutl materia cmiinu* das qaeixaa
de M yss a.
Eis o conjunctivo- que--substituido palo adjae-
tivo-a qual -porque elle se fussa empregado se
referen a desobediencia, e nio a Deus, que Ihe an
tecede immediatbnente.
Esos principios sao iucoutestaveis.
Assim, no periodo que examinamos, o--ge--da
oracao do verbo--propoz--s pls referir-se~a--
idiota- que Ibeantecede, e, nuuea, absolutamente
nunca a- -problema que Ihe succede, e, est al-
gum >s leguas de distancie..
Ni eutauto, o sabio autor di problema, na or-
dem grammatical, qne fes de sen periodo, reputou
o--que --relativo, mas (isto aimplesmeite horri-
ve') referindo-se a problema !...
O qu-, porm, mais admiravel, qae, segan-
do a tal ordem grammatical, o- que- suida rela-
tivo e rcterindo-se nproblemi -representa o pa-
pel de paciente do verbo--propor !
Eis a oracao, so.undoo autor(do problema : que
(ou o qual problema, ello idiuta) propot no D.ario
de 21 do crrente.
Elle idiota, para o qramma'co, o sujeito do
verbo -propoz--, ficaudo para ttzer ooffijioda pa-
ciente do mesmo terbo, que iranstivo, o prono-
me relativo- que, que, na bypothase, equivale a--
o qual problema.
Quanta belleza, e quanta novidade na lin-
gua I
Do que temos dito a respeit a da mimosa ordem
gramatical, podemos dedusir duas p.'rguntas, que
quizeramos ter urna resposta franca.
1." O quepronome relativo, em um periodo da-
do, pode rtfenr-se a um nome que Ihe succede ?
2. Na oradlo, em questo, oque, pronome re-
lativo, ou nio sujeito do verbapropoz ?
E, o que respond u o articulista a nassas censu-
ras a r su ato, no Jornal di ante-hantcm?
Nio so trata va da descamjr, e, passou como
gato por brazas ; lizendo : qual erro porque
anda nio se comprebe: deu o periodo !
Bem dito e bem resol vid o; da facto, o tal perio-
do tem suas dilfi;uldades, e, parece ter, como se
cas'.uma dizer. denle de coe'.ho '. !
E, aiuda sa diz que fugimos da questo II...
O que pravoca certamente o riso a seguate
juatificaclo : colloque-se as oraces em ord-m
grammatical, e ver-se-ha quaa queriere-te a
problema, qua Ihe succede, e nio a idiota, que Ihe
antecede 1 .'
De modo que, mister, em um periodo qualquer,
por as oracoea em ordem grammatical, para se c;-
nbecer a que palavra se retare oque -pronome
relativo I
Essa esplendida, e canstit ic urna novidade !
Ora experimentemos o procusso, e vejamos o re-
sultado :
Ex. c a casa que Pedro construio urna das
mais bellas d'aquelle sitio Tal como est o pe-
riodo o- que refere-se a casa que Ihe antecede ; e,
temosa casa a qual casa, Pairo construio.
Agora empreguemos o invento ou o processo do
nosso qrammalico, que consista em collocar as ora-
(oes em ordem grammatical.
Oraclo pnncipil;a Casa i urna das mais bel-
las d'aquelle sitio.
Resta a oraclo explicativa :que Pedro con-
struio : vem o substantivos io -ser o anteceden-
te deque ; e, portanto, oquerefere-se a si-
tio, e nao, a casa.
E, eis aqui Pedro construa lo, nao a casa, mas
o sitio ou logar onde est a cisa !
E esta ? !
Experimentemos outro ejemplo:
0 homem que sabio teta prestigio.
Aqai o pronome relativo -que refere-se a ho-
memqae Ihe antecede ; e a oraclo fica assim : o
homem, o qual homem sabic, tem prestigio.
Empreguemos, porm, o n>vo metholu; d'esde
ento, fafam '8 a ordem gran: matical, para poder-
mos coubecer a quem se refe/e a pronome relativo
que.
Oraclo principal : o honiem tem prestigio.
Resta a uraclo explicativa ; que i sabio *
Eis ah 0 8U03tautivo=pr33tigio=servindo de
antecedente do pronome-oue-, e, a oraclo ou perio-
do sa transforma n'este : o homem tem prestigio, o
qual prestigio sabio.
Nao est bonito, meu graiu nalico, tudo isto ? !
E, somos nos que fugimos da questo !
Ser' Grivet, qua da, que, para canhecer-se a
que aome se refere o pronome relativo, em um pe-
riodo, precisa collocar ai oraces em ordem
grammatical ? !
E' impossivel, porm, que um grammatico do
peto, do que formulan o prcblema do Jornal do
Recife, tenha avanzado seaaelhante aserto sem
razio.
Vejamos um outro exemplo :
A casa que f ai construid i por Paula de pedra
e cal. a
Tal como est o periodt, o que refere-se a
casa.
Empregoemis, parm, o processo novo.
Oracao principal: a oua depedra e cal;
resta a oraclo qua foi construida par Paulo ;
e, coma o substantivo cal o i.atece lente de que
temos : a csa de pedra e sal, a qual cal ro con-
struida por Paul.
Oh diab j nli foi a casa que foi construi-
da por Paulo, mas sim hu'.'.
Muita bam i o nevo processo, que altera compl-
tame ite o que se pretenda di er !... .
Vi-jamis, porm, seo tal methodo appcado ao
periodo, cm questia, d resultado diverso.
Se, o conhecido idiota (, ne propoz... ; eis o
que, tal cuma eit o per odo, referinda-se a
idiota -, e servindo de sujeito do verbopropoz.
O couhecida id ota, o qual idiota propot...
<; vem referir-se aproblemaqae a palavra,
que, na ordem grammatical, Ihe antecede, e, perde
a qualidada de anj-ito, par t tornar-se paciente do
verb)prupoz; parque; si continuar eomo su-
jeito; resulta que; o prca ama o qual problema
propoz.
Seria gaiato um problena propondo alguma
cousa !
Alm d'isto, resulta o aasurdo intoleravel de
propir-sa um problema, e, a final, pedir-se a solu-
elu de outro diverso, o que. muguem, de criterio
a bom senso, far.
Assim; ou o relativoqierefere-se a prob'e-
ma, e, d'esde eniu, temos, que ni i sa quer a so-
lucio di problema que se pope, mis, de catro
que se gira ; e, o qae era sujaito torna-se pa-
ciento, o qa nio de'a ser las melhores coasas ;
ou, o que, refere-se effactivam-nte adioa,
que Ihe antecede no pefiode, tal como eit enun-
ciado ; e, enlio, resulta, quo o verba propozula
tem picieate. na oraclo, nii se sabendo a quem, e,
0 que, o c nih 'ci 11 iiiota propoz.
Bonito processu que d taes resultados I!...
E-cjlha o nosso gr.imm%ico o que prefere no
tal periodo, o absurdo iutoii ravel, ou o erro imper-
doave I 1
E, agora, diga-nos, com tuda desembarazo, que
fugimos da questo I
E, no emtanto, o autor do tal problema ousa af-
firmar, sem corar, que fugimis da questo, e que
s faz mos descompor I
G
proverbio : dise antes qua te
sta multo d*
D'p is de todo quanto temos provado, veja,
em coa ciencia, oproblematic s'm, sa pode levantar
a cabeca diante de queta -abe 1...
Audacias fortuna ja val I..
Tribuual do fury
Sob esta epigraphe, um amante da instituido,
clama contra o Hr. jais de direito presidente do
tribunal por um acto que, segundo dis, implica a
pistergaca dos inauf-nveis direitos do cidadia e
c lusequeute violaclo da nossa Ciasttuisao.
Esta postergarla consisti em nao consentir o
presidente que, um cidadio acatholico preenchesse
as tuneces de juiz de facto, cidadia bem concei-
tuado na nossa soeiedade, que coherente cum oa
seus principios uhilosophioos, recusan se prestar
juramento religioso.
A critica que altera o acto criticada, perde todo
o seu valor, porque nio pie aer imparcial : o Dr.
Baltbazar ni> sa negou a prestar juramento reli-
gioso, declarou que, nio preetava juramauto catho-
lieo parque nio o era, e fasendo-lhe ver o jaiz que
o jurado obrigado pela I i, a prestar jurameofo
catholica ou confirmo a religio, que profeasa, a
manos qua essa religia protiibi o juramento, o ju
rado declarou que deixava de prestar, nio porque
professasse religila que o prohibase, mas po que
alo professava religio algumaera atbi.
Ora, exigindo a le o juramento em regra e par
excepcao, somante quanlo a religio d > jarad o
pruhibisse, claro que, ella suppoz no jurado urna
religis e senlo o jury tribunal deconsciencia exi-
gi o juramento para garanta da acert lo juiga-
ment. Nio teudo a le previsto a exeepcla verifi-
cada no caso verteute, euteadeu o presideote qae
era mais jurdica sortear outro juiz aos termos da
le, do qae admittir um que esta va fra della.
E' inexacto qu o Dr. Mater. o dsse lieco ; e
que elle fez foi referir o facto de, qaanlo juiz sub-
stituto tendo presi lido o jury, admittir o mesmo
jurado coa a deelaracao do mitivo de nao prestar
jurara rntoe esse processo subindo ao Superior Tri-
bunal da Ral agio, nao se t-r levado cm c nta no
julgamento se incidente.
Narrar um facto nio dar licl>, naos o Dr. JIi-
teroo, qua C-uscieacioso, assumio na nccasia
ares magistra ,'s, d'ondc ao manos se pad ase infa -
rir que, nio dando pretenda dar.
A paixii desvair : o idolatra, temando sempre
pelo seu dolo, v em tudo um inimgi: descanse,
ante-critico.
O presidenta do tribunal presa muito a institu'-
cio do jury, e cam suas luzes, otelligencia o io-
teireza, alm de urna luuga praHea procura erguer
Espasaat do cowim.adMt eia uavaliaria D.
Justina Rocha.
Esposa do Sr. Jaaquim Tertuliano de M-
deiroa.
D. Marta F-licia de Arauja e Silva,
tsposa do Sr. Na-Deriano Barbosa da Sit-
a.
Juiz'a protectores
Os III*. Srs. :
NegrauisMue Augiwto Libille.
CoiDroandador Henriqua Bernardea de OM-
>-eira.
De. Virgilio de Gus.bao Coelho, secretan*
do Tribunal da RelasSo.
Negociante Julio Cesar Paes Parreto.
Dr. Manoal Gomes de Mattos.
Dr. Manoel Francisca Teixeira.
OJorica Raposo da Cmara.
Nejo liante Maaoel Joaqnim de Soma
Motta.
Dito Mano.'l -ilireira Cornpas Jnior.
Dito Carlos ila Paula Lipes.
Juizas protectoras
As Esrns. Sras. :
Esposa do Dr. Vianua.
D Luiza Ferreira de Almeida.
Esposa do Sr. Antonio Duarte Carneiro
Vianna.
Esposa do negociante Domingos Teiaxeira
Bustos.
Esposa da negociante Jas Joaqnim Al-
ves.
Juiz protector
O Illin. Sr. Dr. JJt Ganjalves Pinto.
Juizas protectoras
As Exulas Sras. :
Eposa do Sr. Carlos Alberto.
Condesad da Baa-Vista.
Consistorio da devocJo de Nassa Ssnbo-
ra .lo Feliz Parta, na capaila da Jlo de
Barros, 24 de Junho de 1887.
O secretario,
Jos Joaquim de Oliveira.
A coinmisso
enaaregic
0 da desta
o tribunal a altura que m re:a e d que digao. r ir" '.
A verdideiraliberdid) harmaoisa su com as la- ?*l.no'' Joaqaim de S.;nt Anna.
zas do secuio em que vivs nos, j tinha sida pro | CJilon Jas de Mello.
pnmar
clamada pela Uunstituifio na art. ", quand i BBft-
dava tolerar todas as relig.es. isao em 1823, dis-
pisico garaatida por diversos artigos doCad.
Orm. e do Proc.
Estamos ao fim do XIX scalo, verdade, se-
cuio das lusas, coma chaina.o oa dilacrantes, das
luses, c rto, pira os que dallas sabem e podem
aproveitar-se: a luz muito grata para os qua fa
sem della uso com parcimoaia, ingrata para os que
se encandeiam, ingratsima para a mari ousa.
O inin'go c mmum.
Par Alteas
A minha chara amiga a fsma. Sr. D.
Joanna B izerra de Meinezes
Pelo dia de sea annioersario natalicio.
Nao ha cores bastante vivas, nem um
estylo bastante sublime, cam que vas pos
ai manifestar a sensaclo forte de alegria
qae me a:ho possuida nesto dia tilo solem-
ne para vos.
Eu sou apenas urna pobre peregrina
neste mundo de illusSes, nada vos posso
offerecer hoje, oflfjrejo vos unidamente a
minbaeteroa gratuito, meus humilles pro-
testos de alto reconhecisento e considera-
(3o.
Neste dia de festa para vos inflixionada
pela gratidao, como un sdemne testemu
nho de meu profundo reeonhecimento, nio
manchando esta virtude fraja e interes-
seira lisonja, eu apenas tenbo dizer-vos
minba chara amiga, n'uma expresso pura
e santa de contenta ment, como deve ser
a de urna verdadeira amiga Eu vos
saudo. -
Aeeitai portanto, o msu coracSo cheio
de amizade, aeeitai um aperlado abraco
desta vo3sa tao diminuta amiga desta ami-
ga que vos considera urna. irml. e que vos
consagra um amor fraternal.
Eu vos saudo. -Eu vos abraco.
Ambrosina Leonor Martina.
3 de Julho de 1887.
0 Dr. deu Faria
Breve res,,asta
Por incommodos de saude deivxei de res-
ponder a dous srtigos, publicados na Pro-
vincia falla abolicionista. Nao tinha cer-
teza qual o autor de semelhante e nojenta
descompostura ao meu bim primo e amigo
o anciao Dr. Faria. Agcr.a, porem, que fui
sabedor, ter ojautor de semelhante informa-
ca, o bem conhecido ex juiz de direito de
Timbaba, bacharel Maciel Pinheiro, que
com o sea nojento artigo quiz intrigar ao
meu prente deao, com o Exm. venerando
bispo de Olinda. Pego ao publico que sus-
penda o seu juizo com rilagao ao deao,
para mais tarde eu collocar o bacharel Ma-
oiel Pinheiro, na lamargir em qae sem-
pre se besunta, o publico qua me espare.
Racife, 11 de Julho da 1S87.
Jos Antonio Albuqiterque Pedrosa.
Naiiel i de
Por alma de Jaao Fran .isoo Rages Duar-
te, manda-se rezar na igreja da Glaria,
urna missa na quinta-feira, 14 da crente.
Elepi)
Das juizes e juizas que tem de festejar
Nossa Senhora do Feliz Parto neste anno
de 1887.
Juiz por eleigao
0 Illm. Sr. izarlas Lourengo Gomes.
Juiza por ehiclo
A Exma. esposa do Sr. Francisco Botelho
de Andrade.
Juizes pordevocao
Os Illms. Srs. :
Commendador Joao do R--go Lima.
Negociante Gregorio Laurenco Gomes.
Dito Serafn Ferreira Maia.
Dito Barnardino Ge mes de Carvalho.
Dito Candido Alberto Sodr da Motta.
Dito Pedro Vitcll.
Tenento coronel Francisco Faustino
Brito.
Negociante Jos Gomee da Oliveira
dade.
Juizas pordevogao
As Exmas. Sras.:
Esposa do negociante Henrique de Araujo
Saraiva.
Esposa do capitfto Joaquina Antonio Perei-
ra Bastos.
Esposa da negociante Adolpho Pcieira Car-
neiro.
Esposa do tenente-coronel Fran?isco Bule-
treau.
Esposa do negociante Justino Moura.
Esposa do Dr. Manoel Clementino de Mes-
quita.
Espasa de proprietario Ricardo Games da
Luz.
D. Amelia Cunha.
do
Pie-
Tertuliano Ja> Siqu-ra,
Manoel Antonio dos Pasaos.
Previdencia enrgica
Pedimos providencia ao Sr. Dr. oh efe de poli-
ca sabr o fa:t i qae ptssamas a aarrar :
Na ra di Gloria passnam diversos oapangss
armados de ccete, fizenli-uas provocaci s afi-u
de travarem um canfleto, e isto elles fazen por
mandado da Sr. J*aquim Teixeira Peixoto, por
ter se tornado inimgi gratuito nojsa pala simples
facto de firmarmos eam o nassapuuha um abuza
aasignado sobre o proeedim; to e ompartamauta
de urna vis.uai aossa de uami Alelaide da Vas-
concellos iatrigada da m:sm> Sr. Pcixito e de sua
familia.
E eomo na p .demos suppartar tantos insultos,
vientos pela imprensa resp insabilisar o S -. Joa-
quina Tcixeira Peixito par qiilquer desacato qus
passamos soffrer.
Recife, 9 de Julho da 1887.
Jos Antonio de A'buquerqai Mello.
ilanoel Jos de Aloujuerque Mello.
Kiia Florida de Hurrsty e Lanman
1*9
Atravs de toda \meriea Uespanhola, deade o
norte do Mxico at ho estreito de Magalhaes, este
perfume tido i considerad i como a agua aroma-
tica a mais fina e delicada-
As seuhoras braaileiras, nao s d'ella fazem aso
como o mais delicioso perfume; mas, sior tamben
babitualmente o usam n'uma forma de diluicaa es-
mo um expeliente meio pira alvejar e conservaros
dentes e dar um suave e agradavel gosto ao pala-
dar. Servindo de modesta e agralavci advertencia
recommendam i8 aos s -nhar-.-s, que a mes na usada
debaixo d'esta mesma forma, e bavendo salpicado
seu fato, isto depois de haverem gosado as delicio-
sas fumacas d'um bullo charuto de Havans, os tor-
na apreseutavtis na presenca e soeiedade do bello
sexo.
Aqaelles do sexo barbudo e qae teem ama pello
delicada, acharo com o maior prazer, que esta
agua urna verdadeira delicia, usada depois de
haverem feito a barba, pois que ella faz dissipar
toda a ardencia do rosto.
Como oabahtu contra as falsificacoes, obsrve-
se bem que os nomes de Lanman & Kemp venham
estampados em Lttras transparentes no papel do
livrinho que serve de envoltorio a cada garrafa.
Ene ntra se venda em todas as pharmacias e
drogaras.
Agentes em Pernambuco, flenry Forster & C^
ra do omuiercio n. 8.
Lyceu de Artes e
Officios
A Impeiial Sacielads Jas Artistas M^ehaaieog
e L'beraes de Pernambuco, que tem a sea cargo
6 Lyceu de Artes e Officios, no intuito de illustrar
as clasaes artiaticaa e mauufactureiras, mantera
como j bem conhecido em seu pilacete, ne
Campa das Princesas, aulas de diversas lingaas e
scieacias, as quaes fu ccianam em todos os sfias
uteis, das 6 as 9 horas da noite.
Com o mesmo utnitsmaatm ella ama peguen
e m d-sta bbliotheca, que com pitrioticas dona-
tivos, aug nenta-se de dia para dia, e franquea-
da ao publica em geral diariamente, s mesntu
horas aeima, e assim como um pequeo muse*
artistico.
Assim, pois, com o mui applaudido atento de
tornar bem conhecido o progresso das artes e
officios entre nos, a perfeicaa e utilidade de seas
prodactos, fazer conhecido seus autores, bem
como os lugares de seus estabelecimentop, afim de
facilitar a sabida e o consuma delles, promove
todos os anuos, para o dia de seu aaniversario,
segundo dispds o !" do art. 2 dos seus estatu-
tos, urna exp '8>cao dos trabalhas d'artes e officios
e manufacturas.
E' para a consecucao de tao aperfeieoado quio
vaotajosa fim, que a directora da Soeiedade vea
pelo presente solicitar de tolas aquellas pessoas
que possuem por pergamiuho o trabalao, sua effi-
caz concurrencia exponcaa que em Novembro
deste auno se efectuar om sua sede, Lyceu das
Artes e Officios.
Cumpre tambem a ella fuer canhecelores oa
Ilustres senha'es e selfcoras qu? o quizerem ho*
rar com seas pro lacios, oa seus direitos e
Deveres
l.o DeverSo at 15 do dita mez enviareis as
amostras de seus ven lavis productos para o dito
Lycpn.
2 Em todos os objectos devera a acompanhar
o nome lo autor, ou proprietario das meamos.
3. Ser impr. sciulivel em todo e qualquer
objecto a declaraca da preca e lugar de su* fa-
brica ou deposito.
4. Que os bjectos para a *xposicao devem se
tal qual os costuim fizer e vender.
Olreilo
Art. 8o do regulameoto da Exposioao Artistiee-
Industrial :
Smente aos expasitores permittido abrir aa
vitrinas para inostrareui aos visitantes os sena
productos.
A directora, co iseia de que muito sa esforfa-
ra para o faustoso resultado deste certamen tio
proveitoso e lisongeiro a todas as clasaes indus-
triaes, autecipa seus devidos agradeeimentos.
Seerc aria da Imperial Soeiedade dos Artistas
Mchameos e Liberaes de Pernambueo, em 30 de
Junho da 1887.
O Io secretario,
Paterniano Barroso.
CoIIegio de NoS>a Se-
nhora da enha
Para o sexo femimiur
Faucciona
Formosa.
roa da Aurora esquina da i


Diario de rcraubucuTtrfa-teira Vi de Julho de l'J-T










A iaprenaa e peitoral de Cam-
bar* (4)
D'entre ai inuitas apreciares que este impor-
tante medicamento tem continuamente merecido
to i Tiialismo de quaai todo o imperio, offerecemca
ag^r ao publico a opiuio insuspeita de um Ilus-
trado orgo que v a lux da publicidade na cida-
de do Rio-Gr nde do Sul.
Eil-a:
Sabemos de um aatbmatico, dia o Artist.-, que
regularmente, urna v> i pirmei, era accommettido
i' ataques que o matilisavam p'r aiguns das.
Entretanto, no espaco de oito meses que tem usa-
do do Peitoral de Cambar de Souia Soares, o seu estado de sade nao tem
continuando a soffrer os rudes golpes dajuella in-
commodativa enfermidade.
Escrevendo estas linbas, o fazjmos na crenca
de que prestamos um servicj humamiade aot-
fredora.
Apontamo8-lhe o Peitoral de Cambar, que
nao conteudo na sua preparaco cansa alguna no-
civa, tem produsido curas admiraveis.
Instituto Io de Julho
(iQteruato e externato
O director deste Instituto participa aos
pais, tutores, correspondeotes de seus alutn-
oos e ao publico em g ral :
1* Que airaitte alumnos internos, semi-
intciQ >s e externos ;
2" Que se leooiona alm des preparato-
rios exigidos para as Fatuidades do I nperio
as materias do Curso Normal e a eserip
turac&o mercantil ;
3 Que para melhor ordem e regulan
dade nos tr..bulbos do Instituto, acha-se na
vice directorio o Sr professor Vicente F r
reir de Araujo Lima, com quena pojerS)
tratar do qualquor neg ci relativamente
ao mesmo Instituto.
O director espera o valioso concurso do
scua inuumeros parentes, amigos e do pu-
blico em gr-l.
Ru de Pedro Affonso n. 45 Io andar.
O director,
Jos kccioly C. de Albitquerqiie.
CURSO DE PREPARATORIOS
O aeademio Le.uardo J^o Orego partieipi
aos Srs. estudantes de preparatorios, que abri em
sua cas* ra D reita n 4, primeiro andar, um
eurso de francs, portaguez, arithmetica e ges-
saetria.
Clnica do Dr. Silva Ferreira
Especialidades. molestias de 8enb.ras e de
pelle.
Consultas de 1 s 3 horas.
Ra da Cadeia n. 53.
Residencia temporariaPonte d'Ueha n. 55.
TELEPHONE417
Dr- Lopes Fes.* o a
Medica e operador
Rsidencia -Rui Larga do Rosario n.
38 Io andar.
Consultorio Ra do Boin Jess a. 37
1* andar.
C insultas -Das 12 s 2 horas da
de.
Chamados A qualquer hora, por
cripto.
Ur
P3
COMMERCIO____
B l*a commerclal
COTAtJKS OFFICIAK8 DA JUNTA DOS COU-
BECTOBE3
Heetfe. 11 de Julio de 1887
O presidente,
Antonio Leonardo iwdrimes.
O secretario,
Eduardo Dubeux.
Acces da companhia do Beberibe, do valor de
1004 a 155^ cada urna i
Cambio sobre landres. KJ d|v. 22 5j8 d. por 1*,
do banco, sabb >do.
Sa hora da Jo!oa
Vend ram-se :
50 accoes da Companhia do Beberibe.
14 ditas dem.
Navio* A carga
Esto sendo despachados os seguintes :
Barca nacional Mimosa, diversos artigns, para
o Porto.
Barca sueca Skandia, algod, para o Bltico.
Lugar nacional Marinho VII, aasucar, para o
Rio Grande do Sal.
Lagar norueguense Christina Elysabeth, trigo
para o Canal.
Vapor nacional Sergpe, diversas artig o sal.
Vapor aliemao Hoffnung, assucar, pa a o Rio
Grinde do Sul.
<>tmenlo bancarlo
aacirs, 11 dk julho de 1387
PRAgA DO RECIFE
A taia oficial continuou a ser boje de 22 1/2 d.
obre Londres, dando, porm, os bancos a,22 */16
Nada Izeratn em papel particular.
PRAgA I>0 RIO DE JANEIRO
Os bancos mantiveram a taza de 22 1/2 d. so-
bre Londres.
Nao constou trausaccoas em papel particular.
As tabellas eipostas aqui foram estas :
Do Imtbbsacional:
90 djv vista
Londres....... 221/2 22 1/4
Paria........ 422 46
Italia........ 426
Hamburgo...... 523 52S
Portugal...... 136 138
New-York...... 2*250
Do Lohdos Han* :
M) d/v vista
Londres .
Pars. .
Italia. .
Hamburgo
Portugal
New-York
22 1/2 22 1/4
422 4 6
. . 426
523 528
236 238
2*250
Consultorio medio-
eirurgieo
0 Dr Castro Jess, contando mais de 12 arnoi
de escrupulosa observacSo, reabre consultorio ties-
ta cidade, ra do Bom Jess (antiga da C mi
n. 23, 1. andar.
Horas de consultas
De dia : das 11 as 2 da tarde.
De noite : Jat 7 as 8
as demais horas da noite ser encontrado n
sitio 4 tavessa dos Remedios n. 7, primeiro tor-
ci eoquerda, alm o porcao da Dr. Cosme.
MEDICO HOMEOPATHA I
Dr. Ballbazar da Silveira u
Especiali dadesfebres, molestias das '
enancas, dos orgias respiratorios e das > <
HahofMi
Prestase a qualquer chamado p fora da capital.
I

VISO
!
Todos r-a chumadas devem ser dirig
dos 4 pharmacia do Dr. Sabino, 4 ra da
Bario da Victoria n. 43, onde le indicar
sua residencia.
irciioifli
Medico, parlelro e operador
tendencia ra Bario da Victoria n. 15, 1 atuUn
Consultorio 4 ra Duque de Cazias o. 59.
D4 consultas das 11 horas da manni s 3 di
larde.
Attende para os chamados a qualquer hur
telephone n. 449.
~ elisia ~}j
Dr. Ferra-a da Silva, consultas
das 9 ao meio dia. Residencia e
consultorio, n. 20 ra Larga do
Rosario.
Clnica mcilieo-cirurgici
DO
Dr. Fernandes Barros
Medico aggregado ao hospital
Pedro II
Consultas de 1 4s 3 horas da tarde, ra do
Bom Jess (antiga da Crus) u. 30 Residencia
ra da Aurora n. 127
Telephone n. 450
Dr. Carpir Lie
MEDICO
Tem o seu escriptorio 4 ra Duque de Caz as
n. 74, das 12 a 2 horas da tarde, e desta b ira
em diante em sua residencia ra da Ssnta
Cruz n. 1.
Especialidadesaoestias de senhoras e crian
cas.Tolephone i. 326.
Entrada de aitacar e algodo
MES DE JULBO
Assucar
Entradas Dial Saco
Barcacas......14
1 4
1 4
1
1 4
1 4
Vapores
Via-terrea de Caruar
Animaos.....
Via -torrea de S Francisco
Via-frrea de Limoeiro .
9
9
9
11
7
7
Somma.
AlgodSo
Entradas
Barcacas...... 1
Vapor* s ... I
Via-fenea de Caruar 4
Auimaes...... 1
Via-fenea de S. Francisco 1
V a-firr>a de Lim_eirj 1
Somma.
3.I36
404
477
60
2.7-J5
80
7.752
Calllgraphla
O curso d'esta materia, leccionada pelo
acadmico Andrade Juuior ra da Pal-
ma n. 71, contint a funecionar s segun-
das, quartaa e sabbados de cada semana,
das 7 s 8 horas da noite.
Ainda admittem alguna alumnos para
calligraphia allemS.
Leonor Porto
Ra do Imperador a. 45
Primeiro andar
Contina a ezecutar os mais difficais
dgurinos rec?bid s de Londres, Pars,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicao de costura, em bre-
vidade, modicidade em precos e fino
goato.
Medico
Dr. Silva Ferreira, do volta de sua viag Europa, com pratica nos hospitacs de Paris, Vi
enna e Londres, onde dedicou-se a estuJos de
part s, molestias de senhoras e da pelle, efierece
s seus servicos mdicos ao respeitavel publico
oesta capital e ora d'ella, pid nlo ser procurado
do seu consultoriora da Cadeia n. 53, do 1 s
3 horas da tarde, ou em sua residencia tmpora
n P.n'e d'Ueha 55.
m
b
!!
Oculista
Dr. Baneto Sampaio, medio ocu-
lista, ez-chofe de clnica do Dr. de
Wecker, d4 consultas de meio da as
3 horas da tarde, no 1. andar da casa
n. 51 4 ra do Bario da Victoria, ex-
cepto nos domingos e das santificados.
Residencia ra Sote de Setembro n.
34. Entrada pela ra da Saudade n. 25.
Clnica medico-cirurg'ca
DO
l
Dr, Alfredo Gaspar
Espeoiali UleParto*, mi'estias ie seahoraa e
.-riancas.
Residencia Ra da Imperutrii n. ,4, segunde
ndar.
Telephone n 226.
Cal de Vaguarlbe e S. Beato e
cal vlrgem
O baixo rissignado avisa aos Srs. con-
sumidores da c^l de Jagu.ribi o S. Beato,
que o Sr. Vicente do Nusciaaeato contii.i
a ser o nico-qu recebe a verdadeira cal
de Jdguaribe e S. Bento, e as tem expos-
to venda nos seus armaz: s de mate
riacs Praca da Concordia ns. 11, 13 e
15 e toda a cal que nao for vendida per
intermedio do mes-no senhor, nij sr
verdad tira.
Assim como : que a cal virg^ro, de que
contratante e recebedor o mesmo Sr. Vi
Oeate, contina a ser vendida pelo Sr. Se-
o^stiao Bezerra ra do Bom J-sus n ,
23, a 6^(000 a barrica.
Jote da C-otta Pereira.
Das Saetas
9
9

11
7
7
12
1.028
16
2.227
2-11
45
3.589
Depacboa de eiporlaco
HEZ DE JULHO
Nos das 14 9 roram despachados na Alfande-
ga os artigos seguintes :
Pura fra do Imperio
41 litros
Algodo ..... 396.321 kilo*
Assucar..... . 522.150
Bagos de mamona . 4.400
Cocos (fructa) .' 11.009
Couros salgados. , 1.810
Pranchous de viuhatico. f 31
Para dentro do Imperio
Agurdente .... 126 912 litros
Alcool..... 4.800 .
Algodo . . 661 kilos
Assucar..... 925.699 1/2 .
3ajurubeba .... 30 caiz*
Jera de carnauba . 1.150 kilos
L'cos (fructa) . 6.000
Jumar..... . 10 calzas
Doce...... . 835 kilos
Espanadorce. . . 1 caiza
Farinha de mandioca . 100 saceos
Oleo de mocot . 60 kilos
Jico de ricuo . 5.720 .
Paos de jangada . 42
529 1/2 kilos
Re=ina de batata . 1 caiza
Sal ..... . 2.000 litros
Vinho de jnrubeba . . 92 caicas
BECAPITOLACAO DO ASSUCAR
Para o exterior 5. 150
Para o interior 525.6 9 1/2
kilos
Do Ehoush Bahk
00 djv vista
Londres....... 22 1/2 22 1/4
Pars........ 422 426
Italia........ -.ii
Hamburgo...... 523 r>.8
Lisboa e Porto..... 236 238
Principaes cidadei de Portu-
gal.......... 243
liba dos Acores .... 246
liba da Madeira .... 243
New-York...... 2J250
ercado de assacar e Alaodfto
aCIF, 11 DE JCT.HO DE 1887
Assucar
Contina a ser coado. Dar o agricultor, ajo
algarismos abaizo, por 15 kilos.
Branco, oa melbores que
apparecem no mercado,
regulam a* .... 2*200 a 2*400
3. serte boa..... I90 a 2J100
3. regalar..... 1*700 a 1*8 K>
fluinidos e baz s 1*500 a 1*70-)
iooiciios ...... *30u a 1*400
aacavado..... 1*040 a 1*100
Bruto....... *90 a 1*000
Retsae...... *700 a *S i'j
Algodo
O mercado de algodo tem estado paralvsado,
nao se podecdo firmar a cotaco, que fica depen-
dente das circunstancias do negocio.
Somma. 1.447.849 ./2 .
Vapores despachado*
Vapor aunncauo Financt, sabido he ntem, con-
duaio :
Para Rio de Janeiro :
9 sachas com algodo.
4 amarrados cem sola.
1 caiza com espadadores.
1 caizao com caleiras nacionaes.
10 -aizas com oleo de ri.ino.
Carregaram diversos.
Vapor nacional J^euhype, sabido hjatea, levu
a carga seguinte :
Para Macei :
60 fardes com zarque.
200 tijolos.
1 barril com agurdente.
1 Bacco com assucur branco.
Para Peuedo :
100 fardos com zarque.
38 barricas com assucar branco.
8/2 ditai com dito dito.
Para Aracsj :
160 fardos com zarque.
Para Babia :
4 saceos com cera de carnauba.
1 caizao com doce.
Carregaram diversos.
Vapor nacional Siqui, sabido h ntero, levon :
Para Fernando :
5 barricas com assucar branco-
3/2 ditas com dito dito.
160 sacos com dito mascavado
98 sacos com farinha de mandioca.
66 ditos com caf
4 diloj com carvo animal.
2 ditos cum sal.
1 dito c 119 fardos com zarque.
(Jiir.egaraia diversas.
Xavlo despachado
Lugar nacional Loyo, 4 sabir, leva a carga se-
guate :
Para Ro Grande do Sul : *:
1.520 barricas com assucar branco.
mo.'d ditas com dito dito.
207 ditas com dito mascavado.
Carregaram Jos da Silva L ji 4 Filbo.
Mavlo* 4 descarga
Brgue aliemao /. G. f cht, farello.
Barca allem Haitza, kerosene.
Barca poriuguea Claudina, Varios gneros.
Barca nicional Marianninha, Zirquo.
Escuna allema Fritt, zarque.
Escuna norueguense Refortn, zarque.
Lugar sueco Im s. varios gneros.
Lijar inglez Peggy, bacalh4o.
Lugar inglez ver-Sea, baclh4o
Vap^r inglez Atice, car vi.
Vapor inglez Paraense, varios gneros.
Vapor nicional Uandah, varios gneros.
Vapor inglez Osteo, carvo.
Pauta da Airando
SfcH .NA DE 11 A 16 DE JBI.HO DE 1887
Acsucar retinado (kilo) .... 145
Asaucar branco (kilo) .... 126
Asoucar mascavado (kilo) 066
A cool (litro)....... 150
Arroz com casca (kilu) .... 65
Agurdente e...... 056
Algodo (kilo)...... 4 Borracha (kilo)...... 1*066
Couros seceos salgados (kilo) 460
Couros seceos epichados (kilo) 585
Couros verdes (kilo)..... 275
Cacao (kilo)....... 400
Caf restolho (kilo)..... 320
Carnauba (kilo)...... 366
Cargeos de alfoJo (ki Carvo de pedra de CardiU (toa.) 16*000
Cat bom (kilo)...... 460
Cachaca (litro)...... 700
Farinha de mandioca (litro) 037
Pumo restolho em rolo (kilo) 4U5
Fumo restolho em lata (kilo) 60
FWM bom (kilo) ...... 720
Fumo em folha bom (kilo) 720
Fumo em folha ordinario (kilo) 400
(lenebra (litro)...... 200
Mel (litro)........ 040
Miino (kilo)....... 400
Taboados de amarello (dasla) 10*0o0
DUidetsdo
A COMPAHBLA DOS TalLHOS UrBAEOS DO I>E'. 1KB i
Olinda Bbbbbibb est distribuiud o seu 25 di-
videndo, 4 razo de 8 O/O.
Os interessados devem se dirigir ao escriptorio
di c mpaiihii h je, 12 do crrente, e desse da em
i iie sai t"rca e s-bbj.los.
Memorial
Em 18 do correte, ao meio dia, devem reunir-
se, em assembla geral extraordinaria, os accio
Distas da Companhia de Edificacao, afim de toma-
ran conhecimento da reclamaco que na ultima
sessao da assembli geral levantaram alguna ac-
cionistas sobre a elegibilidade do engenbeiro An-
tonio. Carlos de Arruda Beltra >, que obteve maior
numero do votos para o cargo de gerente.
Com o descont de 4 0/0 esto endo subs'.itu-
das na Thesodbabia de Fazehda as notas do The
souro do valor de 2*000 da 5.' estampa, 5*000 da
7." e 10*000 da 6.
luiportavo
Hiate naeional Dona Antonia eutraio de
Mossoi tm 10 do coireute e coasigaado a Bar-
tboiomeu L-'urcnc^ manifestou :
Sal 350 alqueires ao consig atario.
Vp.:r inglez Paraense ntralo de Sew
York e Baltimoreem 9 do correte e consignado
a J. Pattr & C., mauifcstou :
Carga de Baltiuore
Bsnba 25 bar is a Quimares Rjcha C, 50 a
Praga Rocha t C, 50 a Juo Frruand-s de A'-
meida, 50 a Paiva Valentc & C, 26 a Gomes &
Pereira, 25 a Araujo C-.stro & C 20 a E-naty
Rodrigues & r\, 50 a Fernandes da Costa & G .
100 a Souza Basto, Amorim Si C 50 a Soares de
/imaral Irmios, 100 4 ordem.
Farinha de trigo 3,003 banicas a Machado Li-
pes C, 2,0'JO a H. Fost r & C.
Toucioho 10 barris a Araujo Castro & 0., 15 a
Antonio Jos Soares Ai 3., 20 a Souza Basto,
Amorim < C
Carga de New York
Candieiros 1 b irrca e 1 caiza a Vianua Castro
& C
Farinha de trigo 109 barricas 4 ordem.
Ferragens 3 volumes ordem, 4 a Samuel P.
Jola ton & C.
K-'rosene 500 ?aixas a Soma Basto, Amorim &
C-, 50J a Soares de Amara! Innaos, 200 a Paiva
Valente 4 C.
Dr. Costa Gomes
HEDICO
34 Ra do Mrquez d-> Oiiada 34
Prlmelro andar
Censultas de meio dia 4s 3 loras da tarde
idvogari .
(Foro civil e eccltsiastieo,
Bacbarel Antonio d; Lellis e Sonza
Pont. s.
Buado Imperador n. 37 i.- andar.
EDITAE
Edital n. 22
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector sao chama-
dos 4 resgate as plices da div da provincial de
na. 261 a 275, serie A c valor de l:COO000 e juros
de 7 / e por ieso, segundo o rigistro desls The
souro, sendo oa seus possuidore o Ez conde de Carnpi Alegre (261 a :!70), o Sr. Mnnoe!
Nones da Fonseca (271 a 274) e o Sr. Theodoro
Christianaen (275), sao convida los os ineimes se-
nhores afim de apresentarem.ii'as a thesouraria
desta repartieo e levantarem o respectivo cipital
com os c rreepondentts j .ros vencidos no fim de
Junh ceesando desde ja de coirer os mesm i ju-
ros.
Secretaria de Thes uro Provincial de Pernam
buco, 1 dd Julho de 1887.
O si cretario,
Affonso de Albuq'i rqae Mello.
Edital II- 779
Conciirao para pro vintenio de ca-
delra -, d<- envino primarlo
De ordem do Sr. Dr. inspector geral da Listruc
cao Publica, se faz saber a queui interessar posas,
que bavendo ezpirado o prazo marcado pelo edi-
tal n. 778 de 1 de Ala.o dcste auno p ra eiame
de habilitaco, fica marcado novo prazo de 40
das para inicripeo dos candidatos ao provinornto
das cadeiras mencionadas u'aqutlle ed'til e que,
em virtude de detcrminucao da presidencia da
provincia de 6 de Uezembro do anno paasado, tai
p: atas em coucurso, devendo os concurrentes re-
qaerer ao mesmo Dr. inspector u inserpcao, >-shi-
Dindo os documentos que provea os seguales re-
queeitos de que treta o art. 2 das instiuccoes de
16 de utubro d 1885 :
S i" Maioridade legal.
I 2* Moralidade, e
\ 3* Iaeiico de culpa.
Art. 3 O requeaiUs do artigo antecedente de-
vero ser prvidos :
O do | 1' por certido de baprism .
O do 2 por atteatado do procbo ou de quaea-
quer autoridades do lugar onde residir o cuncur
rente.
O do 3 pela ezhibiciio de folha corrida.
Art. 4 Sao dispensados :
10 De ezhibir certido de icadeos candida-
tos que forem ou houverem sido fuDCcionario^ pu
blic s c os que apresentarem algtm titulo ou diplo-
ma qae nao obteriam s- ra a miioridad", legal.
2* De apresuotar folha corridaos que ezhi-
birem attestados de proced raen'o civil e moral,
passados p* las cmaras muuicipaes, au'oridndes
judiciarias e polica, s das localidades em qae hou
verem residido nos dous ltimos anuos; os que
se acbaodo no izercicio de emprigo publico, ezbi
birem atreatndus de respectivo cuefe : e as edu
candas do ollegio de orpbs e casa de izpostoa
3 De ezame de babiliucao os candidat c qae
xni birem :
I. Diploma conferido pela Encola Normal da
Mach na do coalnr.i 1 eatota jrdem, ditis para
desear, car algodo 15 caizia a Rodrigues 3aut>a
Ticidos de algodo azul 3 caixas a Olinto Jar
dim & C, 3 a Luiz Antonio Sequeira.
Vapor aneticaoo Fiasnce entrado do N w
York e escala, ira 11 do c. rreote e Consignado a
H.-ury Forster 4 C, manifestou :
Agua florida 25 caitas a A. D. Carneiro Vian-
ua, 2 a Paria Sobrinbo & C.
Bauba 50 barris a Joaquim F-rreira de C-irva
Iho 4 C,50a Douiiog Cruz & C, 0)a Joaquim
Duarte Simoes c( C 50 a Paila Valentc 4 C,
15 a J o Moreira & O
Brea 50 barricas a Francisco Muaoel da Siva
4C
Caudieir a 1 caza ao consignatario. 7 a Anto-
nio D Carueiro Viauna.
Cabos dw manilla 1 rolo a;s CJUoign itarior, 44
4 ordcin.
Drogas 10 voljmes a Faria Sobriubo 4 C, 7 a
Francisco Man el da Silva 4 O
Jolas 1 caiza J. Kraus: Si C.
Eatupa de calafetar 24 fardos i ordem.
K.-roscne 30 caizas aos consignatarios.
Farinha de trigo 103 barricas aos consignata-
rios, ICO a Jobustou l'-.Ler 4 C.
Machina para descarocar hlgodo 20 caizts a
Pereira Carueiro & C., 5 a Albino Silva & C.
Mcrcadonai li'ersaa 4 voloium.sa J. K-ausc
iz. C, 27 4 urde n, 6 aos consignatarios.
Miizena 50 caizas a Joaquim Duarte Simos 4 '
C, 50 a Joo Moreira t C-
Peize 10 caizas a H. Laodgren A C
Pinnas i caiza a t'ere.ra Carueiro & C.
Roili .a 1 v .lum a Joo Sab a > de Lima Pi-
nho.
Relogios 9 vi lum s 4 ordem, 7 a A Lab^rly. 4
a Bedel 4 David.
Tecidos diversas 10 v.lomes a Machado &i Pe-
reira, 2 a Cnmer Fr y 4 C.
Touciuho 30 barris a Domingos Cruz & C.
Vidros 5 barricas a Joo Sabino de Lima e Pi-
nbo, 6 a C >orado Wacbsman.
provincia oa de qualquer out.o curso normal pri-
mario do imperio.
II. Ttulos de graos scientificos pelas faculda-
dis do imperio.
III. Diploma conferido pelo Grmaasio Pernam
bucano oa pelo Imperial Collegio Pedro II.
Secretaria da Instrucco Publica de Pernam-
baco, 4 de Julho Je 1887;
O secretario,
Pe:gentino Saraiva de Araujo Galvo.
O administrador da Recobodoria Provincial,
tendo em vista o regularaento de 4 do corrente re-
lativo acobraoca do imputo por vnda de bilhetea
de loteras de outras provincias, scieutifica as casas
de commeico e as pess as qae ao municipio do
Reeife, quizerem coutinuar a tler ci r 4 veuda
ditos bilbetes de loteras qn6, at o dia 3) do cor-
rente mez, devero solicitar desta rrpartici) a li-
cenca necessaria, satisfazendo previamente o im-
posto decretado pela lei n. 1884 en sea art. 1
25.
Os refractarios ao psgamento d) referido im-
posto sujeitar-se ha i do 1 de Agosto em diante 4
sanelo dos arts. 8 e t do citado n-gulamento abaizo
transcriptos.
Recebedoria Provincial de Pernambuc, 7 de
Julho de' 1887
Fraocieco AiLyuthaa de Orvalho M ur;.
Art. 8. A v- udft dos bilh-tes de loteras de
cutras provincin em e.-tabeli cien "utos ou por pes-
soas que nao estej-nn muuidas da competente li-
cenen, constitue flagrsnt infraccao da lei e de
fi-au lacio da renda provine!!, ficando stjeito o
infi actor perda dos biihetes encontrados em ^eu
poder, que sern aipiehen lidos, e ao pagamento
do imposto cotn a multa d* 20 o/o que nao orndo
satisf- ilo dr> promp'o, ser cobrado judicialmente.
Art 9*. Sao comp tentes para 'ff-ctuar a ap-
prehenso os einpregadoa proviuciaes das reparti-
ces de faz nda, os fiscaes das ctniaras muuicipaes,
bes uri-iro das loteras provinciaes e autoridades
policiaes, devendo stas, alm disto, prestar sem
pre o seu concurso, quand requerido pelo appre-
b nsor.
O Dr. Joaquim d'i Costa Ribeiro, juiz de
direito do civel des'a cidade do Raci/e e
seu termo, capital da provincia de Per
nambuco, por S, M. imperial e constitu
cional, o Sr. D. Pedro II, a quera Deus
guarde, etc.
Faco saber aos que o pres'ote edital virera ou
d'eile noticia tiverem que por ei-te jaizo, lindos que
scjain os 20 dias de prego e 30 Jo praso, tem de
ser arrematado a qurm mais der e maior lause
ff Tecer no dia 6 de Agosto do correte o bem se
guite que I .i p-ob irado a Joaquim CaValcante
de Albnq ierqie em ezecuco quj Ibe mnve Anto-
nio Luiz dea Sat s eonstante da respeit va ava-
liaco ezisten'e ere p:der e cartorio do escrivi
que este tem de subscrever. o qual o seguintc :
U na e-i ia terrea de t ioa na {< guezia de S. L'i-
ren(;o da Mat'.a, no lugar Ierras ao Eugenho Suta
Rita j .uto a est:.caj do meimo uane, cora 2 por-
tas de frent'-, 2 salas, 1 quart", CJsinh. fra, tendo
urna puchada de lado, c m 1 porta de fri nte, a
qua1 es trinar: a, inedindo de frente 5 metros t 30
ceutimetroa e de fuudo 5 ractroa e 5 centmetros,
avalista por 2 O/OW
E para quo ehegue ao conh 'cimento de tnd' s
mande i passar o presente edital que ser a trizado
n i lugar do costume e publicado pela iraprensa.
D.id s passado n'esta cidade do R-.-cife aos 9
de, Julhi e 1887
Eu, Thomaz Ferrara Maciel Pinheiro, escrivo,
aubscrevo e assigno.
Joaquim da Costa Ribeiro,
.tunda |iionnc!al
De 1 a 9
dem de 11
22.771 1U
4.949962
27:721 083
26). 405/818
e 1 a 9
dem e 11
ie 1 a 9
Id ra di. 11
1 a 9
lien a. 11
Recebf-doria geral
9:5984386
1:712*87
11:3.1*256
Recebedoria p jjinciai
Recijr Drainagt
72:217741
7:750*452
79.9681196
4:5O0766
695/624
4:8963'0
Biigue aliemao J. Ci Picata, entrad.) de
Montevid', em 10 do correte e consignado a
Francisbo Ribeiro Pinto Cuimares & C ma-
nif atou :
Farello 2,501 vacoas aos cousignataiios.
Bm>wtncio
aneara, y oa juluo db 1887
Para o exterior
Na barca nacional Mimosa, carregaram :
Para Lisboa, S Guimares Se. C. 1,768 couros
salgados com 11,907 kilos,
No vsp ir ingles Trent, carregarau :
Para Montevideo, Costa 4 Fernandes 11,000
cocos, fructa.
Para o interior
' No vspar allemo Hoffnung, carregou :
Para o Rio Orande do Sul, S. Q. Bnto 200
barricas com 22,000 kilos de a3aucar branec.
No lugar nacional Martnho 7-, carrega
ram :
Para Pelotas, viuva de Manoel F. Marques 4
Filho 500 barricas com 45,222 kilos de assucar
Ora neo.
No vapor americano Finance, carregaram :
Para o Rio de Jaueiro, Guimares & Valente
2G0 latas com 4,000 kilos de oleo do ricino.
No vapor nacin.I Sergipe, carregou :
Para Penedo, M. C. Lopes Vianna 23 latas com
3i0 kilos de oleo de ricino.
No vapor nacional Jacuhupe, carregaram :
Para Baha, A. Uliv-ira t C. 1 saceos com 300
kilos de cera de carnauba e 1 caizao com 80 ditos
de doce ; Pchlma 4 C. 1 a ,cc > com 75 kilos d
aaaucar branco.
No vapor nacional Espirito Santo, carrega-
ram :
r"ara o Para, F. M. da Silva t C. 10 caizas
com 500 kilos de oleo de ricino ; Amorim Irmcs
4 C. 2 caizas com 75 kilos de doce ; J. C. de
Mello 1 caiza com eapauadores de peana.
No hiaie nacional Jo&v Valle, carregaram :
I'ara Maco, M. A. Si-uua & C. 2 barricas cora
180 kilos de assucar refinado.
Mercado alanlcipal de 9.
O movimcnto deate Mercado nos dias 19 e 11 de
Jo Iho foi o seguiute :
Eniraram :
81 bois pesando 12,785 kilos sendo de Oivei-
ra Castro, 56 ditos de 1 qualidade, 2 de 2
e 23 ditos particulares.
266 kilos de peize a 20 ris 5*320
130 cargas de farinha a 200 ris 26*000
38 ditas de fructas diversas a
mi r*. 11*400
20 taboleiros a 200 ris 4*000
23 Sumos a 200 ris 4*600
Foram oceupados :
50 columnas a 600 ris 30*000
49 compartimentos do farinha a
501) ris. 24*500
45 ditos de comida a 500 ris 22*500
1 -'8 i,-2 ditos de legumes a 400 ris 79*400
38 ditos de suino a 700 ris 26*600
22 ditos de tressuras a 600 ris 13*200
20 talhos a 2* 40*(XXJ
20 ditos a 1* 20*000
A Oliveira Castro 4 C.:
108 talhos a 1*
18*(XX
415*520
2:174*700
2:590*0 JO
Jtve ter sido arrecad^du ne' a quautia de
Rendimento do dia 1 a 10
Foi arrecadado liquido at hoje
Presos do dia :
Carne verde de 240 a i00 ris o kilc.
Carneiro de 720 a 800 ris dem.
'iinoj de 560 a 640 ris dem.
Farinha de 200 a 28J ris a cuia
Milho de 260 a 320 ris dem.
Feijo de 640 a 1*00 dem.
Maiadouro Publico
Foram abatidas av Matadouro da Cabanga 93
rezes para o consumo do dia 9 de Julho.
Sendo: 66 rezes pertencente a Oliveira Castro,
't C, e 27 a diversos.
IllilLKA'OES
FfflliMe de Droito
De ordem do Ezm Sr. couselheiro director in-
terino, faco piblico que de contormidade com o
aviso imperial de 18 de Outubre de 1860, scro
suspensos amanh oa trabalhos lectivos desta fa-
culdade, em conseqoeocia de ter fadecido boje o
lente cathedrat'co Dr Joi Joaquim Tavares Bel-
tort.
Secretaria da Faculdade de Direito do Reeife,
11 de Julho de 1887.O secretario,
Jos Honorio B. de Menezes.
" VENERAVEL CONFRARIA~
W
Santa Rita de Cassia
De ordem do irmo regid ir, convido a todos os
irmILs desta ven-ravel contraria, para no dia 14
do corrente, s 6 horas da tarde, ci-mparecerem
em nosso consistorio, para constituircm assembla
geral, afrm de proceder se a c-lcicao dos cargos de
fiscal c conselheiros que se achum vagos em vir-
tuie de haverem recusado os eieitos.
Consistorio da veoerave confraria de Santa
Rita de Cassia, em 11 de Julho du 1887,
O secretario,
Jos de Anmatha Cota Pontea.
Gabinete Portuguez de
Leitura
C nselho drlib-rativo
De ordem do Ezm. Sr. Viseondo da Silva L .yo,
convido os seuhorea membros do conseibo delibe-
rativo a reunirem se nesta secretaria na prxima
sezta-feira 15 do corrente, s 6 1(2 horas da
tardi-, afim de ter Ingar a sessao ordinaria do
c niaelbo, como mandam os estatutos.
Secretaria do Gabinete Portuguez de Leitura
em Pernambuco, 11 de Ju.h) de 1887.
Alfredo C Cousseiro,
2- secretario
Aaaoclaco Medico Harina, cun a
Pernambucana
S b i presidencia do Illm. Sr. Dr. Alcibiades
Velloso^ reunio-se esta associacao no dia 8 do cor-
rcute e depois de approvada a acta da sessao an-
tecedente, e lido o ezpediente feram apresentadas
pela mesa e approvadas pela casi os pontos que
'eem de ser discutidos na priraeira seeaao de Agos-
to, os quaes sao os seguintes :
A nevropatbia cerebro-cardiaca coastituc um
estado de alicnaco mental?
Qoal o seu Jiagnostico diflcrencial?
egundo os c nbecimeutos da physiologia patha-
logica poderi actualmente precisar-se a sede des-
ta ni jl.'atia ?
Chiluria intertropical, sua genese e seu trata-
miento ?
L vantando-se a sessao a 8 1/2 da noite, mar-
cando-se o dia 15 do corrente, s 7 horas da noite,
para a seguiute reun i i.
dominando das Armas
E' convidada a aprrsentar-s? na secretaria do
quartel general, D. Janaaria Carolina dos Aujoe,
afim de receber o espolio e o titulo de divida de
seu filho, o Sr. 2o cadete 2o sirgen^o do t bata-
Iho de artilbaria a p, Alfr-d-i Hemeterio Ribei-
ro, fallecido oa i tes 25 de Janeiro ultimo ; do-
cum-utos que foram remettidos pela repartieo de
ajudante general para Ihe seren entregues.
Secretaria do Cimmanda das Armas de Per
nambuco, 8 de Julho de 1887.
O alfiTcs Jos Eiisiario dos Santos,
Secretaria,
EmbarcnrGes surtas no
11 de Juluo
porto ena
Oinnelro
BZTBDIDO
Pelo vapor nacional Jacuhype, para
Macelo
Aracaj
Pelo vapor nacional G'qu, para
Ubi de Fernando
liba das Boceas
Henduieuto* publico
SU DI JULUO
Al/aniega
Senda geral
10 1 a 9
.i m c 11
212:211*642
29;473. 09J
NACIOXAES
# Qiqui:onsig. Companhia Pernambacans.
# Jacuhype4 Companhia Pernambueana.
Loyo Loyo Filho.
Marianninha 4 Baitar Oliveira 4 C.
Mimes*4 Baitar Jl veira & C.
Marinho VIl-4 Loyo 4 Filho.
Man lar1 Coin.iaubia Pernarabucan i.
Piraparaa Compaubia Pernambucana.
S. Bartholomeu B.irth lomeu Lourenco.
S. Fraocisco Compaubia Peruambucana.
i Sergipe-4 Cjmpanbia Bahiana.
BSTRAROKIBAS
i Al ice -consig ordem.
j Cbrisna Elysabeth4 W. Sons 4 C.
I Claudica4 L yo & Filho.
; Efraim4 H. Luadgrea 4 C.
# Finance4 Heury Forster & C.
: Frita4 Baitar Oliveira 4 C.
2:400*000 [ G iselle4 ordem.
12:000*000 Hoftnung-4 Pereira Carneiro & C.
: Hacia4 Fonseca Irmos 4 C.
5:857*985, Imes- ordem.
180*000 J- G- Ficht4 F. R. Pinto Guimares.
', Jos Estevo Amorim limaos & C.
Mario4 Amorim Irmos & C.
: Oaseo4 W. Sons 4 C
PeggyA S. Brothers s C.
Paratnse4 Johnston Pater 4 C.
Reform4 H. Landgrn 4 C.
8kadea-4 W. W. Robilliard.
Siiver Sea4 J. Pater 4 C.
241:684, 735
0 iignal indica ter a embarcaci: sabido hoje.'
Vap.ircM \ entrar
DOS POBTOS DO SUL
Tamara 14.
Principe do Grao Par4a 14.
Manosa 16.
Aindoa 17.
Aconcaguaa 18.
Araucauiaa 18.
Congoa 19.
Pernambuco a 27.
Neva-a 29.
DOS P0BTO8 DO HOBTB
Camillasmanh.
Parao, 23.
DA EUOPA
Sullyboj .
La fintaa 24
DB HAKBUaaO
Buenos- Ayrrsa 15.
Santos-a 16.
DE LIVUroOL
Plutohoje.
Vaporea a aablr
Sully hnje, s 3 hars da tarde, para a Baha,
Rio de Jaueiro e Santos.
Sergipehoje, s 4 horas da tarde, para a Baha,
tocando em Macei, Villa Nova, Penedo, Ara-
caj e Estancia.
Tamara 14, 4 1 hoja da tarde, para Sonthamp-
ton com escala por S. Vicente, Lisboa e v'igo.
Buenos Ayres 16, ao meio dia, para Rio de Ja-
neiro e Santos.
Manos 17 s 5 horas da tarde, para os portos
do norte.
Gamilloa 17, s 5 horas da tarde, para os partos
do sal.
Va vio* a entrar
Armidade Londres.
Anue Mariedo Rio Grande do Sul.
Arie!Je Terra Nova-
ArmandoJo Rio de Janeiro.
Bella Rosade Terra Nova.
Camoesdo Porto.
Clutade Terra Nova.
ratede Hamburgo.
Emola torde Terra Nova.
Echode Cardiff.
Florence de Terra Nova.
Farwardde Livespool.
Honborgaandle CsrdifF.
Katalina le Terra Nova.
Leanderde Terra Nova
Lidadordo Rio Grande do Sol.
Maria-de Terra N)va.
Marinho Ido Rio Grande do Sol.
Marinho IXdo Rio Grande do Sul.
Meta Sophiade Hamburgo.
May Cory-de Terra Nova.
Osearde Sant:s
Petuniade Terra Nova.
Positivodo Rio Grande do Sal.
Veritisdo Purto.
Witbelminede Hamburgo.
ttoviuiealo do porto
Navios entrados no dia 10
Montevideo24 dias, brigne al'emo I G. Fi-
chte, de 232 toneladas, equipagetn 8, capito
H Gouhofi, carga farello; a Franoisco R. P.
Guimares.
Santos15 dias, lugar portuguez Mario, de 231
toneladas, equipag. m 10, capital Jos Manoel
Coclho, em lastro ; a Amorim Irmo 4 C.
Rio de Jmeiro-12 das, lugar portuguez Jos
Estevlo, do 288 toneladas, equipageii 9, capi-
to Joaquim C. Baia, carga cascos vanos ; a
Amorim Irma s & C.
Antuerpia55 dias, lugar sueco Imts, do 251
toneladas, equipagem 9, capito Augusto Hogf
trom, carga varios gneros; 4 ordem.
Mossor16 dias, byate brasileiro D. Antonia.
de 60 tone'adas, equipagem 5, mestre Joo M.
de Souza, c.rga sal; a Bartholomeu Loa*
rene?.
Navio entrado no dia 11
New-York e escala18 1/2 da-, vapor americano
Finance, d 1919 toneladas, equipagem 62,
commandante E. C. Baker, cirga varios gene-
ios; a Henry Forster 4 C.
Snhidos no mesmo dia
Babia e escala-Vapor brasileiro Jacuhype,
commandante J aquim da Silva P. reir, carga
varios gneros.
Fernando de Noronha Vapor brasileiro Giqui4
commandante Sousa Lobo, carga varios g-
neros. .
Rio de Jan iro e escalaVap ir americano ii-
nance,. commundante E. C. Bak r, carga va-
rios gneros.
ObservacSo
Nao houve sabida no dia 10.

)


X
V
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isdasAsMdkaaMas,
iiflml



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Diario de PernarabucuTerfa-lcra 12 de Jnlho de 1887
^H
Recebedoria Provin-
cial
Reanlo das diff-rencas para mais, encon-
tradas no valor locativo dos predios ur-
banos, sitos na freguezia de Santo Anto-
nio, que estilo sujeius a> imposto de d-
cima, relativo ao exerekio de 1887 a
1888, pelo lancador Joaquirn Tranquili-
no de Lemoa Duarte.
Largo do Paraso
N. 19. Joaquim Jos da Silva Gui
maraes 273*000
Ra de S. Francisco
N. 58. Ernesto Demetrio da Costa
Amorim 3.13 000
N. 13. Paulioo de Oliveira Miia 213/1)00
Ra Je Mt do Reg
N. 4 Nicolau Rodrigues da Cunt* 381*000
N. 38. Ordem 3. de 8. Francisco 333*000
N. 5. Thom Rjdnguea da Cuuha
e outra 1:600*000
N. 7. Omesmo 1:000*000
Ra da Ilha do Carvalho
N. 17. Manuel Joaquim da C sta
Carvalho "000
N. 31. Mara Pereira da Silva Pi
nheiro 351*00q
Ra do conselbeiro Per*, tte
-S 8. Irmandade do Santis9m> Sa-
cramento de Santo An'onio 249*000
N. 56 Jos d. Silv.i Moraes 594*000
N. 17. Manoel Joiquin Gomes Fer-
reir 849*000
N. 23. Antonio dos Smtos Viein 490*00)
TravessA da run Bella
N. 6. Jjo Jos de A'norim 393*000
N. 3. Jeronymo Silgado de dstro
Guimares 237J000
Ra de N'tto de M.ndonca
N. 7. Irmandade do Sautsaimo Sa-
cramento 141*0 ;0
N. 9. Amsma 144*000
Ra do Maj.r Agostiuho Beserra
N. 34. Jos de Azevedo Antunes
Guimares (506*000
K. 44. Manoel Ribero de C&rvalho
Jnior e cuTo 303000
N. 8. Antn o Jo= F.-rnanles 219*000
Ra 28 de Seternbro
N. 14. M.noel daCosta Diniz 156*0.(1
N. 16. Man tl Jos Bst< M lio 156*000
N. 5. Herdeiros d>" Joo Manoel de
Oliveira Miranda 156*000
1. 8 lho de 1887.
O cnefe,
.efferson Mirab'au de Aievedo Son
Monte de So. corro de Pernani-
buco
tsrintlilo pelo goieraa Imperial
T'udj de verifiear-se no corrente, moz a pres
c-ipeo dos saldos da penhoios vendidos, corres-
pondentes s cautelas de ns. 4685, 4706, 4722,
4801, 4813, 4826, 4848, 4866. 4870, 4879, 4887 e
4989, ua forma do art. 40 do Reg. de 2 de Abril
de 1887, convido os possudores a virem recetor
ditos s Idos, antes de dar-ee enmprimento dis-
posico do artigo citado. Reeif 2 de Julho de
1887.O gerente.
Felino D. F.rreira Coelho.
Circular n. 13
Goipliiu de Trilios Uraiios iio
Recite a Oliili e Mi
DIVIDENDO
De ordem da directora c-iranm-ico aos ^rs. ac-
cionistas que no dia 4 do corrente comecar a ser
distribuido no escnpturiu da Co'opauhia das 10
horas ao meio dia o 25 dividendo da Compinhia
raxo de 8 %. e assim se f-ir at o di* 12, ex
ceptoando o domingo. D'esse da em dinte nae
tercas e sabbados s mesmas horas. Idntica-
mente sero pagoa os juroa das acedes prefeien-
ciaes e das debenturet.
Escriptorio a lomjanhia 1 de Julho de 1887.
O director gerente,
Antonio i'erara Simoi.
Theaonrarla de Pase da de Per-
iiziuiiuco, s dedalbode 1999
0 ci ntador, servindo de inspectur, teudo em
vista o que ponderou a csutsdoria na informaco
prestada em 27 de Juuho r centemonto fiodo a
proposito de um offi'io do colleeor de Bom Oon-
seibo, declara aos seubores ollectores das ren-
das geraes da provincia, pura sua intelligen;ia I
de vid a observaucia :
1 Que os juizes, quacequer que sejam, nao
teem competencia ara dar-Ibes ordens, podendo,
porm, nicamente fazer-lbes requsicSes em ter-
mos, por meio de otfi-iot, para pagamento de pe-
culio de escravos e embestimos do cofre de or-
ph.is p juros respectivos.
2 Que n^sses casos, devem os meamos juizes
declarar o uome e a tiliacAo do orpho. a data do
emprestimo, a .ua importancia, quanto pertence
ao orphao c a queu> se d-ve entregar.
3 No Cusa de nuioridade, casamento ou bito
do or. hito, devem declarar a data de qualquer
dest's acontecim -ntos, afim de se contar os juros
al a vespera ; devenlo-se considerar que, a X-
cepcj disto, os juros s se pagarlo de annot
competas e j vencidos ;
4 Quo os peculios somente vencem juros at a
vespera da emaocip c?o do cscravo, e s devem
ser entregues a este quando se libertar ou ao seu
ex-seuh r
5o Finalmente, que quaetquer diligencias a que
as autoridades queiram proceder uas collectorias
devem rer prviamette autorisadas pela presiden-
cia da provinci.i (a quem as mesmas autoridades
se dirigirlo) por intermedio dest Thtsourara,
na forma do decreto n. 512 de 16 de Abril
1847.
Manuel Ant ni o Cardoto.
Companhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Estabelecida em I 4&&
CAPITAL 1,000:000*
SINISTROS PAGOS
At 31 de dezembro de 1884
Martimos..... 1,110:0008000
Terrestres,.
44 Una do
316:0008000
'nniinrelo
AGENTE
Miguel Jos Alves
N. 7-RA DO BOM JESS-N 7
Secaros marlllmus e eerretresi
Nestes ltimos a uuica companbia nesta praca
.jue concede sos Srs. scguradi s isempcao de paga-
mento de premio em cada Betuno anno, o que
equivale a.- danoato auuual de cerca de 15 por
cento em favor dos se? ..idos.
SEGUROS
he Liverpool & London & lobe
de

DO
BRASIL
Capital 0,000:0003
dem realfsado 8,000:000
A caixa filial d'ese Banco fuocciouando tein
poranamente roa do Cou.mercio n. 38, saca,
viuta ou a prazi, contra os seguiutes correspon-
dentrs no eetrangeirj :
Luidres......... /N. M. Rithschil Sjus.
Companhia de Edificado
Asseuobla < rA extraordinaria
A' requisico do 26 accionistas, represtntando
mais da quinta parte do c- pital social, convoca-
mos a assembla geral para reunir se extraordina-
riamente no dia 18 do crrente, ao meio dia, na sede
social ao largo de i edro II n. 77, afitn de turnar
conhecimentu da reclamac&> que na ultima sessio
da meama ass< mbla levautaram alguna accionis-
tas sobre a elegibilidad do acciouista Antoni i
Carlos de Arruda Beltro, qn- ubteve maior nume-
ro de votos para o cargo de gerente ; questj sus-
citada quiodj j se tinham retirad i dous tercos
dos accioniaias que constiiuimm a ass. mbla.
Recife, 1 de Julho .le 1887.
Os directores,
Antonio Vicente Nascimento Keitosa.
Gustavo da Silv Antunes.
Viente Perreira d'Aibuqucrque Nascimento.
r*4.t*i.-
Esri da de ferro
Paris..........
H-imourgo.......
Berlim..........
Br. mente.....
Frankfurt s/ Main
Antuerpia ......
Roma...........
Geno va ........
Napol s........
Miiilo e mais 34P)
cidades de Ita-
lia..........
Madrd..........
Barc-lona.....
Cdiz...........
Malaga.........
Tarragona......
Valencia e outrasf
.-idades r!a Het I
pantia e ilhas I
Canarias....../
Lisboa.........\
Porto e mais ci- f
dades de Por-/
lugal e ilhas... ;
Buenos-Ayre.. .. )
Montevideo......)
Nova Yoik
De Bothschild Frrcs.
Deutaebe Bank.
Banque d'Anvers.
Bae. Genrale e s
agencias.
Banco Hypotecario de
Espaa e suas agen-
cias.
B.nco de Portugal
suas agencias.
Englisb Bank ot the Ki-
ver Pate, Limited.
G. Amsirk & C.
Compra saques sobre qunlquer praca do impe-
ri-) e do estrangeiro.
Recebe dinheiro em couta corrate de movi-
mento com juros a laio de 2% o anno e p >r le-
tras a praxo a juros convencionados.
O gerente,
WiHiam M Webeter
m 6
(OMPIIUII D
i a
NEGIRO
THEATRO
l
DE
iiibeirao ao Bou to
Por delib'-raca da directora, sao chimad os os
senhores accionistas desta empresa, para no praxo
de 60 das, a contar de hoj, r^c lberem a 6" en
trada de 10 / de us aecoes, ucs termos do art.
0o J 2' dos estatutos.
Recife, 4 de Juuho de 1887.
O secretario,
Jos Bellarniino Pereira de Mello.
O. J
Sociedade Recreativa Juventude
Solemnisaclo do seu 23. anuiversario
Communico aos senhores ass ociados que no da
14 de Agosto prximo se solemnisa o 23 anui-
versario de nossa sociedade, com a instsllacio da
banda musical e um baile, p.ri o qul se recebem
nesta secretaria notas paya convites, at o dia 7
do mesmo mes; visto terem de ser entregues
pelas commissoes para esse fim Horneadas.
Secretaria da Sociedade Reere-ativa Juvsutude
1- de Julho de 1887.
Jos de Mediis,
2a secretario
Santa Casa de Misericordia do
Eteelfc
Na secretaria da Santa Casa arrenda-e os se-
guintes predica :
Ra do Bom Jess n. 13, 3- andar.
dem dem n. 44, 1- andar e loja.
dem do Vigario Thenono u. 22, l andar.
dem dem n. 25, sobrado.
dem do Marques de Oiinda n. 53, 3' andar.
dem do Apollo n. 24, 1- andar.
Iden da Moda n. 45
Ipem dem n. 47.
dem dem n 4 '.
dem dem n. 37.
dem da Ling eta n. 14, 1- andar.
Becco do Abreu n. 2, 2- andar.
Secretaria da Santa Casa de Misercordia d>
Recife, 25 de Ma;o de 1887.
0 escrivao intSrino,
Francisco Gomes Castellj.
MiSuTeIlfoTliii
Capital do Banco....... 1.000,0X0
Capital realisado......... oOO.OOO
Fundo de reserva....... 200,00 A contar desta data e at ulterior reso-
lucio, conceder-se-ha jaros de dous por
cento bo anno, sobre ns s:. los de dinheiro
depositado em eonU crrente de inovimen-
to no raesmo Banco.
Recebe-se tambeji dabeiro em deposito
a juros por parilos determinados, ou su-
jeito ao aviso pivio de trinta das para ser
retirado, mediante as condigS-s de que e
dar conbecimento aos i .teressados.
Pernamcaco, 23 de Maio de 1887.
enty K, Gregory,
Gerente.
A directora fas scieute aos Srs. subscriptores
da nova emissao de acedes para o levantara nto
daf.brica na Torre, que fica marcado o prsto de
30 dis desta daU, para pagamento da primeira
prestaco de 10 por cento, e autoraado o or. tbe-
oureiro Jts Joo de Ainorira Jnior, para ore
et ouiieuto.
Recite, 27 d- Junbo de 1887.
Os directores,
Manoel Jos da Silva Guimares.
Henrique Saraiva,
Secretario.
Jos JcSo de Amorim Jnior,
Thesooreiro.
fJoMPANHIA'
ic/:
JMPERIA
DE
MEt ROS CONTRA FOtO
EST: 1803
Edificio* e meroadoriai
Taxas baixai
Prowtpto pagamento de prejintoi
CAPITAL
rU. 16,000:000*000
Agenta
BROWNS&C.
iJ. H.-Ra do CemmercioN.
IB
G01P1NHIA
(OXTHA FOt-O
i\orlb Brilish & Mercanlile
CAPITAL
t:OOO.OOo de libras sterlinas
AGENTES
AdomsonHowic&C.
Lndou A Braslllan Hank
Umlted
Roa Jo Oommercb n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as un-
ta do mesmo banco em Portugal, sendo
e:a Lisboa, run dos Capellistas d. 75. No
Po'to, ra dos Inglezea.
SEGURO^'
MARTIMOS contra fogo
Cimhi ahla 8henl5 a-er-
niuftut'.sna
Ra. do Commcrciu ti. 8
LYHICA TtLUIU
[fiiS E HPEREJAS
eupreza N A.GHEL
Diccfo LUZ M0\E
Terja-feira, 12 do crrenle
Alta novidade!
JUANITA
Opera cmica em 3 actos, em que tomam parte
iodo o aiiuinn ri companbia.
No 3' quairi, entrada triumphal das trjp-is
francetss e em que cantar-se-ha por toda a com-
panhia
A Marsellesa
O -Mu, io todo nevo e riquissimo, confec-
cionado na casa VICINELLE, de Mi lio.
0 acenario todo novissimo e em parte pintado
pelo scencgmphj italiano lonlana.
Grande coraparsaria 60 p"8soas eru scena.
S hors.
Trem para Apipueos e bonds para todas as li-
nhas.____________^^^_^^^^_^_
Quarta-feira, 15 de Julho
A'a 8 1/1 Hora* dnnolle
GR4NDE CONCERT
DADO PELO
Srs. Misto IUe ir* Jnior
o Tilo Hyp b Miranda
EM FAVOR DA
Sociedade iern;iiu ucan Con
tra a Kscravldo
com o valioso concurso de distinctos ama-
dores e artiet ib
Director Sr. Marrelllno CleCo Blbelro
Programma
PRIMEIRA PARTE.
1 llunjady L.Anal6. grande onvertnra
hngara a 2 pianos a 8 mios, reas Exmas.
Sras. DD. Francisca Calla, Julia Fiuheiro,
Luduvina Lobatoe o Sr. Alfredo Schiappe.
T. E.kl.
2 Jernualm (J. Lombardi) fantasa bri-
Ihante para vio'in, cora acompanhamento de
pian, p 1.-fc Srs. Augusto de Miranda Jnior
e Tito Hygino de Miranda. VerdiJ. B.
Lingeli.
3 Huaica nrolblta. canto com aeompa-
nhamento de piano, pela Exma. Sra. D. The-
resa Levy e o Sr. Amaro BarretoGastalden.
4 rol do, fantasa ra piano a 4 mSos, pe-
las Exmas. Sra. DD Eulalia da C>sta e Dina
Miranda.VerdiF. Billema
5 Galope a 6 mos, pelos meninos Jos de
Miranda, Rubem de Miranda e Tito Fiock.
Desseaux.
6 O patria : O cara patria Aria da
opera 1 Vesperi Siciliani, canto com aeo-npa-
nham< nto de piano, pelos Dr. Aotouio Carlos
Beltiao e Amaro Barreto. Verdi.
7 africana, fantasa para violino com acom-
panhamento de piano, pelos Sn. Tito de Mi-
randa e Cleudb Leal Filho. -Mtyerbeer
Singele.
8 rande do do Fausto, para flauta e
clarinelo cc.m acompauhaaiento de piano, pe-
los Srs. JoS) Alves d Silva, Manoel Bandei-
r Filho e Claudio Leal Filho. Gounod
Cavallini.
Intcrvallo de 15 minutos.
SEGUNDA PARTE
1 Tamnauaer, grande marcha a 2 pianos a
8 mos, pelas Exmas. Sras. DD. Guilhermina
SUKTIIK.IX
de LondreR e iberdeen
roMiruo Onneelra(l>eettibro Ia)
Capital oubsciipto i 3.000,000
Fundos accumulados 3.l34,34<
Becelta animal t
Da premios con'ra fogo De premios sobre vidas 191,000
Do juros 132,000
O AGENTE,
John. H- BoxweU
l DO COHMBaCIO N. 1' *
Thesouro Provincial
QDe ordem do Illm. Sr. inspector desta reparti-
co, fajo publico que no dia 12 do correte mes,
paga-se a classe de profjssores de 3* entrancia e
aulas nocturna--, relativamente aos veneimentos
do mes de Marc prximo tin io.
Pagadoria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, em 11 de Julho de 188T.
O escrivao da despea,
Silvino A. Rodrigues.
C. C. E.
(la tommerelal Entente
Sarao em 30 de Julho de 1887
Convido aos senhores socios, quites com o e fre
social a enviar 'm a esta secretaria todos os .lias
ute das 7 s 10 horas da n.ite, as sus n >'-> de
convites para esta festa. Os ingresaos se:a lor-
necidns pelo Sr. (hesoureiro.
Secretaria du Club Commereial Euterpe, 5 do
Julho de 16870 1' secretario,
F. J. de Amcrim.
Vapor inglez Plato
-
MARTIMOS
i!
OMPAMIIK DEM .nii^i^As.ti-
RIE NAHitlMIS
JNHA MENSAL
0 paquete Congo
Commandante Lecointre
E' esperado dos portos de
sul at o dit 19 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume. para Bordean,
tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra-se aos senhores passageiros de toda
*s clnsses que ha lugares reservados para esta
igencia, que podem tomar em qualquer tempo.
"jFuz-se abatimonto de 15 /o em favor di i 'i
milias compobt.i de 4 pissoas ao ineios e qu.. p i-
garem 4 paseageus inteiras.
Por exceptu os criados de familias que torna-
ren) bilhetes de proa, gosam tambem d'este a bati-
mento.
Os vales postaes s se dae at e dia 17 pagos
de contado.
Para carga, passagens, encommendas e dmhor
a frete: tracta-se com o
AGENTE
4ogoste Labille
9 RA DO COMMERCIO 9
E' esperado de Liverpool at
lia 14 i Julho, segaiado
depo.s da demora necessaria
para
Rio de Janeiro e Mantos
Recebe carga, encommendas e dinheiro a frete
a tractar com os
AGENTES
Saoiders Bnlhers & i.
Praeado Corpo Santo n. 11
1' andar
DanipfschinTahrts-GeselIschaft
O vapor Buenos Ayres
Esperase de HAMBURGO,
por LISBOA, e AQORES at
o dia 15 do corrente, seguin-
do depois ds demora necea-
' sara para
Rio de Janeiro e Santos
Para passageiros e carga a frete trata-se com os
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & CT
RA DO COMMERCIO N. S
1* andar
Vapores nacionaes
(NORTE E CUL)
Bio io Hu Santos, Rio Grui-
do do Sol
0 vapor Arlindo
Espera-se ao dia
di 17 ''o corrente
do Rio de Janeiro
e seguir depois
ida demora do eos
turre para 8 por-
tos cima indicados.
Recebe carga, enccmmendas e passageiros para
os mesmos portos : a tratar co-ii
PEREIRA. CARNEIRO & C.
N. 6.RA DO COMMERCIO N. 6
1- andar
Porto e Luduvina L.bato, Francisca Caris e
o Sr. Alfredo Schiappe.WagnerFasanofti.
2 A) Iiled obu IVori n. 1. Mende
losobn.(Ad. Grcnwall).
B) Andante da sonata Op. 14 n. 2.Bee-
thoven (ideui).
Trios para violiuos, pelos Sre. Paulina de
Mello, Tito de Miranda e Augusto de Miran-
da Juaior.
3 vaina em d para piano, pelo Sr. Amaro
Barreto.Rft.
4 Illa rrliinrulu para fliuta, violiao e vic-
loucello com acompanhamento de piano, pelos
Srs. JoSo Alves da Silva, Brito Novaes, Go-
mes Perras e Tito de Miranda Mtchelli.
5 Bobert lol que J'altne. Rober le Dia-
ble. Canto com acompanhamento de piano,
pela Exma. Sra. D. Ther.sa L:vy e o Sr.
Amaro Barreto. Meyerbeer.
6 Alli'icro da sonata em f para violino e
piano, pelos Srs. M ircallino Cleto e Amaro
Barreto. B-etboven.
7 A) Alleaxo dj Io qaartetto para 2 violinos,
viola e violoncello.Filippo Filippi.
B) Oarotta instrumentada para 2 violinos,
viola e violoncello, Dlos Srs. Briti Nunes,
Paulino de Mello, Marcellino Cleto e Gomes
Ferrer.H. Brfga.
8 II diaran}, tantaoia dramtica-par* fliu-
ta, violino e piano, pelos Srs. Joio Al 'es da
Silva, Marcellino Cleto e Miguel Falca .
Carlos Gomes Ressonico.
Haver trens as linh>s de Apipueos e Oiinda
e bonds em todas as liabas.
Companhia Bahlana de navega-
cao a Vapor
Macei, Villa Nova, lrenodo, Aracaj,
Estancia e Babia
0 vapor Sergipe
Ccmmandante Pedro Vigna
Segu impreterivel-
rnente para os portos
cima no dia 12 di
Junho, as 4 horas de
Itarde. Recebe carga
nicamente at ao 1|2
dia do dia 12.
Para carga, pMsageiis.encommendasedinbei-
ro a trate, trata-se na
AGENCIA
? ttua do Vigario 7
Dominas Alves Malheus
ROVALMAILSTEA PACKET
COMPANV
0 paquete Tamar
esperado
do sul no dia 14 de
cerrente seguinlo
iepois da demora
'necessaria para
9. Vicente, Lisboa, Vlgoe Son
thampton
Reduccco de passagens
Ida Ida e volta
A' Southampton 1> classe 28 i- 42
Camarotes reservados para os passigeiros de
Pernambnco.
Para passagens, fretes, etc., tracta-se o
Consignatarios
Adaiusoii Howic & C.
S. 3- RA DO COMMERCIO N. 3
1- andar
fumplii llraillelra de Nave
pacana Vapor
PORTOS DO SUL
O vapor Camilla
Commandante Franck Cndditb
E1 espera'(u dos rt'>sdo
norte at o dia 13 de Julho
e depois da demora indis-
pensavel, seguir para os
po-tos do sul.
Recebe tambem carga para Santos, Santa Ca-
tharina, Pelotas, Porto Alegr.; e Rio Grande d,
Sul, frete modic .
Para carga, passgens, encommendas valoree
trata-se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTN 9.
PORTOS DO NORTE
0 vapor Manos
Commandante tenente Ouilherme Wad-
dington
E' esperado dos portos do sul
at o dia 16 de Julho, <
seguir depois da demora in-
1 i '' dispensavel, para os portos
do norte at Manos.
Para carga, passagens encommendas valoree
tracta-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
lAHilRS IllilS
companhia Franceza de Maveg
eo a Vapor
Linha quinzenal entre o H.vre, Lia
boa, Pernambuco, Rahia, Rio de Janeiro e
Santos
0
CornmaDd; nte Viel
E' esperado da Enrops
at o dia 21 de Julho, se
guindo depois da indispon
savel demora para a Ba-
bia. Blo de Janeiro
e aanlosi.
Roga-se aos Srs. importadores de carga p-'ios
vapores desta linha,auciram apresentar dentro de 6
das a contar do da descarga das alvareng.
quur reclamace concernente a volumes, qua po-
ventu t tenham seguido para os portos do sul,afia
de se poderero dar a tempo as previdencias neces-
sarias.
Expirado o referido prase a conpanh'o:. n se
responsabilisa por extravio*.
Para carga, patssg ns, encommendas e dinheire
a frete : trata se com o
AGENTE
AuguSlc, Labilie
9 RA DO COMMERCIO-9
Para o Porto por Lis-
boa
Segu brevcmiute para os portoe inliralosa
barca portugueza CUiudina; para curgu e passa-
geiros trata-se com os consignatarios Jos da Sil-
va L yo & Filho.
Para o Rio Grande do Sul
Segu com brevldade para o porto cima, o
lugar nac-ioual Marinho 7' : para o resto da car-
5a que he falta, trata s com os consignatarios
os da Silva Loyo & Filho.
iElLOES
Pacifle Steam ^avigaon Company
STRAITS OF MAGELLAN LTNE
O vapor Araucania
Espcra-se dos portos do
sul at o dia 18 de Ju-
lho seguindo ^ para
a Europa depois ds
demora do costume.
Lcilo
Agtnte Britto
De um piano, madapo'es, algoio b, cambraias,
chitas, popelinas, lencos, meias, chales, chapeas,
brim pardo e outras tasendas, n.oblias, camas
francesas, guarda-ve-tido, guarda-bnca, mesas,
malas novas aadios, jarros, espelhos, secretarias,
commodas, relogios de p&rede e de algibeira, es-
pada, candieiros de k rosene, 1 csrrinbo e ontros
artigos.
No armazem ra de Pedro Alfonso
n. 43
leryi feira 12 do corrente
A'a 10 1(2 horas
"~ Lcilo
De cbapos de palha, avariados
Terca feira, 1 do corrente
A's 11 horas
O agente Piut levar a leilo por conta e
risco de quem pertencer cerca de 50 chapos parte
da caixa A O 4 C n. 7,201 e O H 4 C em baixo,
deecarregada de bordo do vapor Ville de Pernam-
buco, com a vara d'agua do mar.
Em continuaco
Diversos movis, quaros, jarro e vasos para
floree, caudieiros i gas e calcado) i variados.
leilao
De movis, Ioo e \idros
C nstando de urna mobilia de amare'lo, entalha
da c com fairjpj d pedia, 1 espe.ho U'.1, 1 MOM
francesi com colxo e cpula, 1 meia-commoda, 1
lavatorio, 2 aparadores, 1 mesa elstica, 1 dita
para jantar, 1 sof de amarello, candieiros, louca
para jantar, copos, garrafas, jarros, baLa grandes
de cjuro, d.versos Flandres e um tnm de eosinba.
Tereafclra, I* do corrente
AS II HORAS
Na casa terrea da ra do Maj r Agoatinho Bi-
zerra c. 30, antiga Bom Jess das Crioulas.
O agente Martina, autrrisado pelo Sr Jos Luis
de Franca, vender em leilao os movis cima, ao
correr r martello.
Lcilo
Este paquete e os pe dora
em dianle seguirem tocaro em
Plymoulh, o que facilitar che-
garem os passageiros com mai
brevidade a Londres.
Para carga, passagens, encommendas e din-
heiro a frete tracUiecom os
AGENTES
Wllson Son d C, Umlted
N. 14 RA DO COMMERCIO -N 14
Da srmsjao, gneros, utentilioB e dividas,
da taveroo sita a ra de S. Joao n. 1
na cidade de Oiinda.
Terqa-Jeira, 12 do corrente
A's 11 horas
0 agente Gusoii autoiisado pelo Sr. Jos Te-
xeira de Farias fai leilo da arroacio, gneros e
dividas da taerna cima mencionada para paga-
mento de cred-res.
Lcilo
Do movis, louyaa e viJtos
4|u >rta ft Ira IS do corrente
A's 11 horas
O Mgente Gusioo. autorismi.. por urna familia,
3ue inu'i u-se (ara lora dn piuv-n i... fura leilao
os i'.bj-'dos abaixo weu:-iuii>i'l08 :
Urna mobilia de Jacaranda Luiz XIV, com 12
cadeiras de guarnico, 2 de braco, 2 de balando,
1 sof, 2 consolos com pedrB, 1 espelho dourado, 1
candeiro patente pura k.>r sene, 1 tapete para
sof, jarros para flores, figuras de biscuy, 1 ex-
cellente guarda vestidos de amarello, 1 impor-
tante commoda a Luis XV, de Jacaranda, 1 mar-
quezao para solteiro, guarda-louija, 2 amparadores,
1 mesa elstica, 1 sota de Jacaranda, cadeiras de
junco, louca para almoco a jantar, copos, garrafas,
compoteiras, facas e garios, coiheres, trena de co-
zinha e muiros ootros objectos existentes na casa
n. 25 da ra Vinte e Quatro de Maio, antiga Prsia
do Caldeireiro.
Agente Pestaa
Lcilo de qnatro predios
Urna casa terrea sita ao Corredor do Bispo n. 18,
a qual rende annual 300000.
Doas tercas parea do sobrado sito ra do Vi-
gario Tenorio n. 12, uniendo 4C03000, do qual
inquelino o agente Pestaa.
Urna casa terrea con sotao, ra Lomas Va-
lentinas n. i, rendendo annual 300J000.
Urna casa t< rrea, ra Viaconde de Goyanna
n. 107, rendendo annual 300(M)0.
Quinta feira. 14 do corrente
Ao meio dir em pinto
No armazem ra do Vigario Tenorio
n. 12
O agente Pestaa, autorisado pelo proprictario
dos predios cima m> ncionido?, vender por ordem
do mesmo Bcnhor, a querr. mais der no Jia e hora
cima mencionados, por ter de retirat-ae para o
Sio de Janeiro o proprietario das mesmas.
AVISOS DIVERSOS
Alug>-.-se casas a 8000 uo becco dos Coe-
los, junto de S. Goncallo : a tratar na ra da
mperatriz n. 56.______________
Compra-se as immediacoes da igreja da
Soledade, urna casa terrea ; a tratar nesta ty-
pographia.
de ama mobilia, 1 piano, jarros e vaso
par ftiv i quadroa para oleo,
cbje tos mi lie, eiras, mesas, e
muitos i uttoi .'nevis
Terca feira 19 de Julho
Agente Pinto
Ra do Mrquez de Oiinda n. 52
Por occasiao do leilo de chapeos e calcados
avariados, e um carro para menino.
Peco ao Sr. Dr. L. M. de A- wegointe : fa-
sem 18 mezes que V. S. daqui sahio, deixando-me
j nessa poca em attribulacoes o quesHo ignora,
e clenle que martyric tenho passado devido ao
seu indifferentismo ; nlo urna pequea quantia,
e sim 1:116^, quantia essa qu goiar e ter pssicao ; entretanto estou sefltendo
anda mais at des neeaos correligionarios ; nao
condiz com es sentimentos de um hornera que
tambem pai de familia.
Aluga-seo2' e 3- andares da casa ra
larga do Rosario n. 37, esquina defro :te da igre-
ja, junt. 3 i-u feparados ; a tratvr no pavimento
terreo. ______________________________________
Aluga-se a casa de 8. Pedr;-novo, em Oiin-
da, muito grande e fresca ; a tratar na ra do
Mrquez do Herval n. 23, loja. :Sa meama casa
precia-se de urna mulher eapaz para fazer al-
l'ucs Eervici-, dando se comida e algum o dena-
do ; vende se cinco quadios da historia de Roma,
coloridos, e alguns iivroa ; e tambem se offerece
um moco de exemplar conducta pars guarda-livros
ou caixeiro de aigum armazem. escreve, l e con-
ta muito bem. _
COSINHEIRA. pre.isa-se de bou ; ua ra
de S. Jorge n. 139, 2' andar.
CASA 1SREA, aiuga-se a da tiavessa
do Occidente n. 16, Rtcife ; na ra 1* de Marco
numero 18. ________^_^__^
=3 i'recisa-se" de um criado ds boa conducta
pi ga se bom ordenado ; a tratar no aterro da
Boa Vista n. 3. ____________^_^^_^____^_
l'rersa-sc d>- nona ana para todo ser vico
de urna p^ssoa ; ns ra do Padie Fl riano n. 40,
segundo andar.______________
__ PERDEU-SE do pa eo do Paraizo e igreja
do Espirito Santo, urna pulseira de ouro, lisa, com
o dietico Recordaco ; gratifica-se a quem a ti-
ver achado, no seg'indo andar da ra de Santa
Rita n. 13.
PHaliCIa E moHiHir
DE
Miguel L. R. da Fonseea
.l-Priica do CoiiiiiiiM'do-.K
PESQUEIRA
Neste estabeleci-
mento encontrar o
publico em geral, um
completo sortimento
d^ medicamentos, dro-
gas, productos chi-
ra icos, especialidades
pharmaceuticas nacio-
naes e estrangeiras,
leos, vernizes, lintas
de todas as cores, pin-
ceis e mais artigos
para pintura.
O proprietario des-
ta importante pharma-
cia respoasabilisu-se
pela boa qualidade
dos medicamentos e
drogas de que est
provida, e bem assim
pela presteza e asseio
com que sero aviadas
as receitas dos Illms.
Srs. Drs. mdicos que
precisare m de seus
servidos pliarma ce uti-
cos nesta cidade,
PREyO CMODOS
35-Praca CnimMS
rSQEIRA_______
Ama
Pretil. de 00 BeU" *t5'
nairi


I II

I

Diario ye Peruaiiiinai Terfm-teira 12 4e Julbo de 1887


\
Lenco perdido
Agradaeer-se-ha a reoooiponsari roesnjp a quem
entejar o piara, Ip*-ri.l um lenao de gwde,
arcado com o nome de Amalia Moura, o qual
fi perdido na noite de domingo, no Santa Isabel.
O Hv. uo Baptiia Ferrrlra
Pede-ae ao t Joio Baptisu Ferreira que ve
aa pagar a eua bypoiheca, sssiui cono entregar
qaeea eonfianoa ae Ihe entr.gu, e eumprir o
qme prometieu ao ;Dr. Fulano, iato mais de
Precisa-se
ao um aeaioo de 8 a 9 muios para vender tabo-
tero, que t-nba pai ou mi, e d 6anc* da con-
na ra do Viaionde de Aiouquerque uu-
ro98.
\iua
Precisas* de unta ama par* cuidar de urna
Crianca em urna casa nos arrabaldes desta cidade;
% tratar na travesa do Corpj Santo n. 27, ar-
Wl
f
Resumo para nao cahr do es
qneclmento
Invisiveia cota mi manga douraiai.
Fitas diapbaoAs a picot e muitaa outraa de mo-
derna* cores em todas aa largura*.
L-ques diapbaoos 2/500.
Bicos pardos, mesolados, cresta e hraaon boai-
tas coUecce*.
C-ixas para coatura 2$500 e 3*500.
Espartanos para sinhoras a preoo de 4$, 5$.
7/, 9* e 14/000.
Ditos para meninas (petit-femme) 4$030.
Bonita vsriedade em Nova colieccSo de encarrugados para vestidos e
plisas.
E amitos outros artigss que por nao fatigar as
amaveis leitoras, nao mencionamos, porm, lem-
bramoa tambem orna honrosa visita a caaa Pedro
Aotunes & C, n. 63 ma Duque de Caxias. Nova
Espranos !
Cofres
Carlos Sinden reoebcu e vende barato por ser
de coDsignaco tres cofres, prova de togo ; na
ra d<> Bario da Victoria n. 4S.
CUIDADO COM
AS FALSIFICACOES'.
PARA
O LNCO O TOUCAOO
E O BANHC
Joanna
Candida da CsMHSkrav
Presta*
lianoel Machado B.aado, Arceliua de Freitus
Brandao, Rosa da Cmara Fritas, Alexaudnna
Candida da Cmara e Silva e Augusto Paulino de
Figueiredo, agradecen! a todas as pessoas que se
dignaran) acompanhar ultima morada os rea os
Mortaes de sua seinpre lumbrada scgra, mi, filba
e irma, e de nevo canvidam sos parentes e amigos
iara assistire as missas do .timo dia, que tari
ligar s 7 1, aort da raanba do da 14 do
rente, na matriz da Boa-Vista e na capella
Apipucos ; por esse aato de religiao e caridade,
desde j se acham ete'-naiornt" agradecidos.
O
Vade mrrnm de Homceopathlca
Metbodo conciso, claro e seguro de ebrar
hoacejpatbicamente todas as molestias que
affligem a especie humariH, particularmente
!aquellas que reinam no Brasil pelo
DR. SABINO O. L. HINHO
!sM edlceao
consideravelmeiitu augmentada o annotada.
Vende-se nicamente em Pemambuco.
PHARMACIA HOMCE JPATHICA
erao i \
cor- )\
, de H43-
3
DR. \lll\0
BA DO BARAO DA VICTORIA43

A policia
O. Daria Jafttln* da Silva
Antonio Maria da Silva, seus geuros e filbos,
eouvidam a todos os seus amigos a assistirem as
missas que maodam celebrar pelo eterno descanco
de sua sempre lembrada esposa, so -ra c mi, D.
Maria Justina da Silva, por eccasio do trigsimo
dia de seu paBsamento, que tero lugar quarta-
feira 13 do correte, pelas 7 1/2 horas da manba,
aa igreja da Madre de Deas, por cojo acto de ie -
ligiao se confesaam eternamente gr'.'o't
O abaizo aesignado previne mesma, afim de
csptursr o criado de come Joaquim, que evadio-si;
h j conduzindo um bahu com iouca de almoco
que levava para minha casa, os sigues sao :
semi-branco, cabellos grandes, falta dous dentes
na frente, gambeta, roupa de algodSo branco da
Babia, cbapo de palha ; da elie ter vindo da
Parahyba recentement ; gratifica-se a quem cap
turI o e levar i ra Nova n. 39, loja.
D. J. Sf-ve.
Aluga-sc o 2- andar do predio n. 39,
sito raa da Imperatrii, esta caiado e
pintado ; na loja de fazendas & ra Du-
qi-e de Caxias n. 60-A
AMA
Precisa-se de urna ama para lavar e en-
gommar em casa de familia : na ra do
Riachuelo n. 13 se dir.
Ama
Precisa-se de urna ama para todo servioo
ra Duque de Caxias n. 26, 2- andar.
Ama
Lotera da Provincia
A cxtracpo da V lotera em beneficio da
matriz da Boa Vista do Recife, ser no dia 1.8
do andante no onsistorio da igreja de Nossa
S. da Concefo dos Militares, onde se achara
^ expostas as urnas c as espheras arrumadas
m orden, numrica apreciadlo do publico
PH4RM4IA PI\H0
DE
S. P I N H O & C.
51Ra do Baro da Victoria 51
Esta pbarmacia recentemente estabelecida acba-ae em con '.(5*8 de satigfazfr
com promplidao e escrupulosa fidelidade na exigencias dos Sr. mdicos e do publico
em geral, que encontrar n'ella um completo e novo sortimento de drogas, medica-
mentos, e productos cbnicoa, pharmaceuticos nacionaea c eatrangiroa e garantindose
modicidade de precos.
Rim 1 de Marco n. (.
Parrieipam ao reapeitavcl publico que, tendo augmentado een
estabelecimento de JOLAS com mais um<* aecgao, no pavimento terreo,
com especialidades em artigos de ELECTR-PLATE', eonvidam m
Exraas. farnilias c aeua numerosos freguezes para visitv seu estabele
cimento, onde an- ontrarKo um riqissimo sortimeolo de joias de ouro e
prata, perolas, brilbantes e outraa pedrs preciosas, e relogios de ouro,
prata e nikel.
Os artigas que recebem directamente por todo* os vapor sao
executados pelos mais afamados especialistas e fabricantes da Europa e
Estados-Unidos.
A par das joias de^subido valor acbarSo orna grande variedade
le objectos de ouro, prata e electro pate, proprio* para preaontea de
jaaamentoa, baptisadoa e anniversHries.
Nem em relagao ao preco, e era qualidade, os objectos cima
mencionados, encontrarao concurrencia n'esta praca.
CAJLRIBEBA
PR4PERAD0 \l\H0S0 DEPURATIVO
ppbovdo na mtk de hygishb publica da bortb
Aulorisado por decreto Imperial de 20 e Jnnho de 1885
Composcio de Firmino Candido de Figueiredo
EMPREOADO COM A MAIOR EFFICACIA NO BHEDMATI8MO
DE QUALQUER TATUREZA, EM TODAS AS MOLESTIAS DA PELLK, AS
LEUCORRHKAS OO FLORES BRANCAS, NA A8THMA
BRONCHiTES'(inoles(ls das vas respiratorias), nos soffrimentos
OCCASIONADOS PELA IMPCREZA DO SANQUE E FINALMENTE
AS DIFFERENTES FORJIaS DA STPHILI8
PropagadorA. P da Cunha
As importantes curas, que este importante medicamento tem produeido, attes-
tadaa por pessoas de levada posicjto social, fazem com qae de toda parte seja elle
procurado, como o melhor e maia energii-o depurativo do aangne.
Depurar o eanguc, como condiyao de urna circulscao beneea e efficaz, eia em
qae conaiste principalnente o meio maia seguro de conservar a sade e de corar as
molestias qua a impureza do eangue o"casiona.
O Cajrubba, pela sua acco tnica e enrgicamente depurativa, o medica
asento quo actualmenta pode conseguir esse resultado sem prejudicar nem alterar as
fciMCcjJ'ia do estomago e dos intestinos, porque nio contera substancias nocivas, apesar
do vigor depurativo dos proiu"toa que conaiituem a baso principal d'eate medicamento.
Aa maitas curas que tem feito, eeto comprovadaa pelo teatemunho dos dia-
iactoa e oonheoidos cavall. iros que firman os attestados, que este jornal tem publica
do em sua scelo ineditoria)
Deposito central Fabrica Apollo, raa Hospicio 79
DPEDJNru^XWCDSXJGO
l ena sssulia* atarnaacr do Brasil e do esiranarlro
Precisa-se de urna ama para coeinbar e lavar,
prefere-se qne durma em casa ; no 3" andar da
typographia de Diario. ______
Pedido justo
Pede-se ao Sr. admiuistrador das obras publicas
o favor re mandar colloear o lampe&o qu- se tirou
da pr.aio n. 13 do pateo do Carmo, que fas esqui-
na para beeco da Bemba, p>ra colloear na es-
quina n. 1, afim de Iluminar aquelle beceo e parte
do referido pateo, pois que estando em coustruc-
cao o predio n. 13, toroa-se aquelle lugar urna
emboscada, a ponto de viveiem os moradores quelle lugar assustados por caus dos moleques e
vadios que all se agglonieram. Avista do exposto,
esperamos ser attendides.
A vizinbanca
Ca a para alugar
Aluga-tc urna casa com commodos sufScientes
Eara nmilia, lem banfaeiro e porlo ae laao, et
em conservada e limpa, perto do sobrado gran
de ; a tratar n* ra Imperial n. 42, e para ver, as
chaves est&o no hotel da Passagem, na mSo do
8r. Flix
Puro licor de janipapo
Vende-se nos estabclt-eimenfos dos Srs. Alh-iro
Oliveira t C., ra dii Imperatriz n. 42, e Jos
Joaquim Alve ft C, roa do B>5o da victoria
n. 69. Recommenda-se a porfeicSo com que
feito este licor.
Aula particular
Maria Julia da R. Crnz, alumna mestra titula-
da pela Escola Normal, tendo aberto um curso de
primeiraa lettras para ambos os sexos, iffereee os
seus servicos aos senhores pais de familia. En-
silar taiiibein trabalhos de 'galo*, etc, por
prec commodo ; na ma estreitA do Keeario n. 23,
primeiro andar.
Ecgcnho Guian dy
Arrrnda ae por cinco annos o engenho cima,
sitnado na comarca do Bonito, moente e corrente,
com tudas as suas pert-ncaa, pode safrejar para
mais de 1,500 pace, dista da estacan de Catende
legoa e meia ; a tratar na raa do Imperador n.
61, segundo andar.
LEITE NATURAL "
(Selva)
ALVELOZ
CONSERVADO LIQUIDO SEM ALTEEAE-SE
O ALVELOZ, planta da familia das euphorbia-
ceaa, que habita os nossos sertoes, boje reconhe-
cido como um verdadeiro especifico para destruir
as epitheliomas ou cancroides, facili'.ando a reno-
vacio dos tecidos atacados, e trazendo afinal urna
cora completa, sem outro tratamento que a appli-
ca^So tpica de suaseiva (vulgsrmente hite) como
caustico.
SSo numerosos os casos da cura, alguna dos
quaes j levades ao ecubecimento do publico, em
diversas publicacrs, pelos Ilustrados clnicos
desta capital c no estrangeiro, os Srs. Drs. Alci-
biades Velloso e Bandeira, e ptimos resultados,
tambero foiam obtidos as feridas e as ulceras
chronicas de carcter,syphiliticns.
DEPOSITO GERAL
Pharmacia e Drogara de Barlho-
lomeu X C. Successores
34, Ra Larga do Rosario Pernambuco
Emulso de hepler
Preparado de Bnroagh, Wcll
come k. C.
CIlI.MICOS DE LONDRES
Azeite poro e fresco de fijado de baealbo da
Noruega va soiuco com o Extracto de Malta de
Keplor.
sta a mais perfeita Emulsao at hoje eonhe-
cida.
Poi introdusida na pratica medica a alguna
annos e desde entSo o seu consumo tem tomado
um incremento t&o extraordinario que nao ha um
b dia em que seja neeitadj pelos mais hbalisa
dos m' die. t'o mondb, com preferenei sobre
todhs a iltuinis pri-paraces d'- igual ne'uress, pela
certeza de sua tolerancia nj estomugo nao e das
creanca? como dns adultos, rebeldes muiss vezes
ao uleu de baralho e a muitas emuUO-s mal pre-
parada!.
Aasini, pois, a nos^a Emuho se reeommeoda
com preferencia pira o tratamento da tsica cm
todas as Bues multiplicadas mamfcstBces e em
todas atiYctoesdesoiga'd retpirat'Tios,como bron
chites, n.quitism enfermidades escrofulosas, tu-
mores b.ancos. procedimento supurativo e na den-
tico das creancas, na caxixia sjphilitica, na
perda do uppetitte e debilidade dos igaos diges-
tivos e em geral ro todos os casos rm quo se fsz
precia l o Itvantaniento na nulrico.
Unlro depoallo
34Ra Larga do R"Sario34
Pharmacia
BARTHLOMEU A C SUCCESORES
0 Remedio do Dr. Ayer
CONTRA SEZIOS.
vesetal, e.
pelo coabeciineuto practico dos >cus effo-
toa, GaSAifriDO cono re :i? as febres malignas. .is de-
ven a ana origen a n
que penetra no saogne pelo* pulmSea, altor i
do c- motiva as dUarente* claatx 8 de
nkacidaa i w Terciaras e
Quatrenarias, Internas, de Fri,
Malignas, Intermittentes, Remit-
ientes, Biliosas, e Typhoida.
Q Baameo do Da, Lim asraHa* <
SnntlOO e e.-;ielc-o ilo systdlia.
Nao eontein (minina nen Ingrediente al-
gum mineral; ( segnro e looflenaivo, e
alln se ae uaa segundo a din
rRi:PAi:\Do HU
DR. J. C. AYER k CA.,
Lowell, Mass., K. V. A.
A' venda as prlncipaes plnrmacias e
ilrogarhi-.
A luga se barato
Ra Visconde de Itaparica n. 43 armazem.
(na,
Ra Coronel Suassuna n. 141, qjarto.
Ra de Santo Amaro n. 14, loja
Ba do Rosario n. 39
Ra do Calabouco n.4, loja.
rraU-se na ra do Coinmereo n. 5, Io andar
icriptorio de Silva (inimurSes & C.
Aluga-se
3 grande sitio Tacaruna, no Salgsdinho, com bas-
tantes trras para plantsces e miiitoa arvoredos :
Jnem pretender dirjase fabric*. Apollo, ra do
lospicio.
Alusra-sc
o 1* andar da ma do Visconde de Iuhsman. 73
com bona oommodos para familia, perto d o mer-
cado e can excedente vista ; a i ratar na Ventu-
rosa, ra do (Jabug.
Aluia-se
urna boa casa sita na Tsmi.rir.eira, junto da es-
tacao, completament" nava e c m bom sitio ; a
tratar na ra do Amorim n. 43, ou na ra da
Amizade n. 10, Capunga. As chavea estao de
fronta, na taverna do ^r. Antonio Arcoverde de
Mello.
liiga-se
a loja do sobrado ruu da Imperatriz n. 20, mul-
to propria para ueeacio. tendo ni mesma urna
armaco, que o dono vende a p ir prego commodo ;
a tratar na ra do Bom Jess n. 11, 1' aodar.
SAUNDERS BROTHERS & O., largo do Cor-
po Santo n. 11, teem para vender :
Cervejaprete-e branca, de Al. B. Forster &
Sons.
Dita allema, Plisen Beer.
Vinho Shory. Amentillado.
Dito Bordeaux, St. Julien.
Whisky, Thiste Blend Scotck SVieky ***
DitO a a o o *
Presuntos de Adamson.
Maicena de Browns & C.
Phosphoros, Amestosto Safely Matches.
Tintas em massa, branca de zinco, de chumbo,
preta e verde.
ZarcSo.
Plvora da muito coohecida e acreditada marca
EB.
SEMOLIM
De Brons & de Glasgow
Este artigo, preparado por um novo processo
de trigo da melbor qualidade, pnssue os elemen-
tos necessarios para nutncSo de enancas e doen-
tea, e muito se recommenda per ser de fcil di-
gesto e gosto muito agranavel ; taiobcm pode-se
fazer urna exceliente papa, misturado em partes
iguaes om a maiaena dos meamos fabricantes,
addicionandc-se-lbe algum leite. nicos agentea
nesta oraca, Saunders Brothers & C., largo do
Corpo Santo n 11, primeito andar.
Cosinheira
Precisa-se de umi cosinheira pora casa de pe-
qaenr familia, em Olinda, paga se com geoerosi-
dade ; a tratar no Recife, na ettico da ra da
Aurora, com o Sr Brito bilhete.ro, ou em Olinda
com o Sr. Mareolino na estaco do Carmo.
Fabrico de assucar
Apparelhos econmicos para o cozimen-
te e cura. Proprio para engenhos peque-
os, sendo mdico em preoo e ef-
feellvo em o per a cao
r/ode-se ajuntar aos engenhoa existentes
do ayatema velbo, nelborando muito a
qualidade do assucar e augmentando a
quantidade.
O PERAgO MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou engenhoa centraea,
maihinisrao apprfeijoailo, lystsma moder-
no. Plantas completas ou macbinismo
separado.
Especificado a e inforraacSea com
Browns V.
5-RA DO COMMERCIO5
Pedido
(irurgfe-denlislas
- Frederico Maia e Patricio Moreira, tendo se
associado no mesmo consultorio, A ra Duque de
Caxias n. 60 A, podera ser procurados as horas do
costme.
Semenies e emapnto
Compra-se na fabrica ApoH* a. rna do Hospicio
numero 79. ___________________^__
Mi itidiei
PARA TINGIRA
barba e os cabellos
sta tintura tinge a barba e es cabellos ins-
tantneamente, dando Ihes urna bonita cor
e natural, inofensivo o seu uso simples e
rpido.
Vende se na BOTICA FRANCEZA E DRO-
GARA de Rouqueyrol Fre-es, siiecessorea de
Bom-Jusus
CAORS,
n. 2?
ra do
(antiga da
A.
Cruz

PASTILHAS
De ANGELIM & MENTRUZ

as
15
cT5
fr<
a.
5.
:3
5S
0 Remedio mais efficaz e
Seguro que se tem descoberto ale
A/a para axpe'lir as Lo trigas.
Koomnoi HIFRES
Precisa-se
de urna menina de 10 12 annoc de idade, para
andar com urna eiiancinba de '- annoa, triiiu-se
bem e d-se de vestir ; precisa-se tamben) de urna
senhera idos que possa prestar leves servir,' de
casa, mediante um pequ.-uo ordenado, ambas p.ira
casa de familia ; a tratar ua raa V-. ili.. 36,
collegio. ________________^
Cosinheira cscrava
Precisa-se d' um cotinh iro < sravj, parw raa
casa de pequea familia ; a tratar no ca s da
Companbia n. 2, escriptono.
Precisa se de um criado escravo, para urna casa
de pequea familia ; a tratar no caes da Compa-
nhia n. 2, escrintorio.
Pende (oiiNe ou NolTrel* do pello 4):
Usai o melbor remedio, que o PEITORAL DE
CAMBARA', e veris como vosso soffrimento des
apparece. Vende-se na drogara dos nicos agen-
tes e depositarios geraes na provincia, Francisco
Manoel da Silva & C ra do Mrquez de Olinda
n 23.
Tinta preta
IN ALTERAVEL
E
COtlHI Mt I IVA
PHARMACIA CENTRA I
38 Ra de Imperador 38
Pernambiiro
r-
'#5
Serve para eseriptursco mercantil e d tres ou
quatro copias de urna v z
\arope de canib.r.. guaco e bal-
samo de Tol
re parado pelo pharreaceutico Jos Francisco
Bittencoart
' um poderoso preparado para todas as affec-
;6es dos orgSos respiatorios, como catarrho pul-
monar, aithma, coqueluche, bionchite, pieumo
lia, tisiea, etc., etc.
Cada frasco 1J000
Deposito na Pharmacia Central, ra do Impera-
dor n. 3H Pernamhuco.
Estabelecimento de Banhos no
paleo do Carmo n, 26
O proprietario dease estabelecimento
achando-ae cora sua saia aggravada e
nao podendo per isso continuar com o pe-
sado trabalbo que tem tido a 22 annos em
procurar a elvalo ao estado em que se
ucha em offre<:er todas as vantagens que
se pode deBejar. O estabelecimento ligado
com o andar superior que tambera offe-
rece as melbores proporgo'os para casas de
perjsSes ou de sade s pretendentes a
compras do referido estabelecimento diri-
jam-se ao seu pr< prieta rio na mesma casa.
O Sr. Jos Barreto-P-.es de M He, genro do Sr.
Jote Ignacio de Avila, tenba a bondade de ir
ra da Detenco n. 16, coodu'r o negocio de seu
iuteretse com o abaixo assignsdo ; iato jA ser
cara dura. Recife, 1 de Julho ce 18b7.
Jo Antonio Albuqu>:rque Pedrosa.
1882, Bordeaos: Uodtina dt Brome:
hloM Mtaaiha a Prsta; Roche-
Ion : Htiiflo -,' Htdilht il Pnla.
grandtmoat'o 1883.Amitrdam:
Meitiht dt PrtJ aoumus. 18S5,
Ex|boelolodTrabalho:4t/fn;M lo
FARIHIIIN
Alimentano Rio
i d jnad>,<-i M ..Cas e ;kMikitiM.
A rAEIlJH \ MI.OT o n.cllior auxiliar
da ama de loitc naallineii'i^iviiascrlanclniias.
Experimentada com o rcnhor ezilo as Jrechoe,
Hospitarsf Asylo- I e- i'.rlaneas.
pessoas ldO-sa*.'. frjas c ai que
Oasu-itls. G.i.stl Slnoa, Prlso do 'redtre rebeldes, e Ud*g
as AiTocc^us >-ic to estomago
supportu a a para a pro-
dueco ila fo-ea ^
Elltllt A AHC>. REC-1ST8A31: A TIBOt*
PltarmaciitM tl:.l\.im Bcf&eattmifrrjjt)
a Ptrnambuco : l*an- X. dk Sil Va*. C.
ATKINSON
PERFUMARA INGLEZA
ritmada ba maii b am scalo; t xcede todas
ajomtraspelo tea perlame delicad) e xquuito-
TiiKi Mkd4Lm*s dk Ouro
PARIZ 1878. CALCUTTA 1.S84
peUeztra-r!naxre|l',nc4de *ui lualiJadt.
GOLD ME01L BOOQ T
ESS. BODQCT | VVOOD VIOLET
TREVOL [ CKYPf.E
oatros muiloa p?r(us>ffi oonhe< idos pela nu
qualidade e odor deleitavo) e exqtrii'o.
EM IE TOILETTE M LlUiCS l( ATMl0S
incotoparavfi pira rfresetr e saDnxar a p^lle
e pela Dexcedirel escolha de Perurcea
pan oleoso. Arlfoi noTopre>aradof pe
InTonlore xchiflttramt' it.
bui(rt-u ftuf Mu ts KpgHiait 14 t fiftrie&Ha|
J.AE ATKINSOn
24, Cid Bond Street, Londres.
I Merca de FabricaUrna Bo:a branca"
obre urna Lyra do Ouro.
x\luga-se
na ra velha de Santa Rita, sobridc n. 14, as ee-
gnintes casas :
Urna na ra de Lomas Valen as n. 40, com
bons comaodoe, quintal e cscimlta.
Urna na ra da Amisade u. 32 (Capunga), bom
quintal, c urna pequea na travesta da Fundicao
n. 4 (Pera de Tortas) ; a tratar das H hon a da
mxnh ao meio dia, ou das 4 s (. da tarde.
Piluias purgativas e depurativas
de fampanha
stas pillas, cuja preparaco purameiite ve
com os melbores resultados as seguintes moles-
tias : affeeces da [.elle e do ligado, syphilis, bou
ooes, escrfulas, chagas inveteradas, errsipelas e
tronorrhas.
Modo de aaal-ait
Como purgativas: tonv-se de 3 a 6 por dia, I*
3cndo-se apos cada dse um poico d'agua adoca
da, cha ou caldo.
Como reguladoras t tome-se un pilula aojantar
Estas piluias, de invencao dns pharmacenticoc
Alrreida Andrade z Filhos, teem verdietum dos
Srs. mdicos para sua melbor garanta, tornndo-
le mais recommenda veis, por screin um segure
purgativo e de pouca dieta, pelo que poden, ser
asadas em viagem.
ACHAM-SE A1 VENDA
Va drogara de Farla Nobrlnbe A
*l RBA DO MRQUEZ DE OLINDA 41
PIANISTA
Luiz de Britto tica em reunites e partidas
tratar na rna Sete de S'tembro n. 16.
Ao publico e ao eomuiercio
4 Od abaxo assiiinados (drc'aram que Desta data
dissoveram a scciedade qne gyrava sob a firma
de Jos de 84 & Agaiar, i ru dos Ostos n. 38,
sahindo osoeii Jos Antonio da Aguiar Jnior
pago e sitisfeito fie seus Ju?ros e capital, ficando
o socio Jos de SA esponsavel pelo activo e pas-
ivo da estubuK cimento. Ktoife, 1- de Julho de
1887.
Jos Antonio de Aguiar Jnior.
Jos de S.
A FLSalDA
Anquiuhaa a l($f>00, utoa.
Lindo sertimento de cadea de laque anae-
r ana.
Lindas pulseiras amercanaa, de 5|J, 7)J,
90 o par.
dem de 10, 20 e -5 o par.
Lindos broi'li-'a o plaqu 8mfiiicno a 40.
dem deseuhando urna theaoui a, um peixe,
a 20 um.
Lindas guarnis5?s para toilet, a 120.
Guarnidas para camisa, plaqu americano,
garantidas por dez annos, a 40 urna.
Carteiras para dinheiro, cora repartimen-
tos, de 10 a 100.
dem para letras, marcando os mezes de
Janeiro a Dezembro.
Lindas pastas de couro, chagrn, pellica e
velludo.
Espartillios de linho a 30.
Lindas '.apellas com veos, para noiva, de
80 a 150.
Ramos de flores de laranjeira, do 10500
26500.
Boleas para menina, do 35, 45 e 60.
Meias para senhora a 100 a duzia, cora
palmas de seds.
L'-ny i8 de liaho em lindas caixas, a 30 e
duzia.
Cbapelinas de setim para baptisado, a 60.
Salmonetes de diversas qualidades.
Para toilet :
Agua Florida e Celeste,
dem Divina,
dem Osea
Pos de arroz Florida
dem idem Osea.
Ilero idem Regina de Gelle Flerea.
Para o lenc,o :
Essencia Rita Sanglay.
Irera Ixora.
dem Ada Bouquet de Exposir^So.
BARBOZA SANTOS
PechDchas!
Na antiga casa arneiro da tiunha
Admirem!
Setinetas 'avradas, lindos padroes a 280 rs. o co-
vado!
Fustoea brancos, novos desenhos, a S20 e 400 rs.
o dito !
Esplendido sirtimento de linias las para vestidos,
a 400 e 440 rs. o dito !
Cachemires felpudas U > dito 2 larguras.
Miritis pretoa e de cores a 800 rs. o dito! idem.
Veludilhos de todas as core?, bordados, a 1 $000 o
dito!
Cretjnes de cores firmes a 240 o dito bom ve-
rem.
Damasco de 13,2 larguras, proprio para capas
de piano, a 25 o dito!
Pannos do lindos desenhos para mesas a ltOO o
dito !
Coi tinados bordados, riquissimos, a 6 e7 o par!
Grusrnicoes de crochet para sof? e cadeiras a Sf
Camisas brancas inglezas a 3t a dusia.'
Ditas de cretone finas a 24f a dita !
Seroulas bordadas a 12$ e 18$ a dita !
Lencos em lindas caixinbas a 3$ a dita !
Meias arrendadas para senhoras a 6$ a dita !
Chapeos para senboras e crianzas a 2$5C0, 5$
6*000.
Espartilhos de couraca a 45 c 5$.
Brim pardo lona a 360 rs. o covado!
Inein branco n. 6, de linbo a 1*500 o metro !
Tapetes aveludr.d-s a 12$, 15$ e 22$.
Superiores redes com 4 punhes a 12$ e 14$.
Colchas francesas a 3$ urna.
C bertas de ganga, 2 pannos, a 3$ .'
dem de setioetas finas a 3$500 !
Lences grandes de bramante a 2$ !
Cambrsia Victoria de 10 jardas a 3$ a peca !
dem c m ealpids braneos e de cores a 5$, 5$50O
e 6$, 10 jardas !
Madspoloe8 pelle de ovo a 6$200, 24 jardas.
Camisas e saias para senhoras por todo o preco.
Bordados de Cambraiaa finas a 1$ a peca.
Ficbus e capas de la a 2$, 4$ e 6$.
Sertimento de casemirss, cheviots e pannos por
prec 3 baratissimoa.
Grande deposito de fasendas para os Srs. nego-
ciantes do centro, tendo descont as vendas em
grosso.
59-RA DUQUE DE CAXIAS-59
CASA FELIZ
hs :;:ooosoo
XSl*aaKTE ABA^TIOOI*
t^ra^a da independen-
cia ns. e
O abaixo assignado vendeu da 6* lote-
ra extrabida no dia^ do corrente a sorto
de 1000 em o n 3084.
Approximaffto n. 6229 com a sorte do
1029, outra de 300 n. 3495.
Acbam-ae venda os felizes bilhetca
garantidos da 7a lotera a beneficio da
matriz da Boa Vista, que so extrahr
quando dr annunciada.
PRECOS
Em porcSo
Inteiro 20700
A retalho
Inteiro 30000
Antonio Augusto ifis Santo* Port .
19
a 400 rs. a arroba
Cbegon a primeira remessa do precioso fsrelk
de esreco de algodft, o maia barato de todos o
aliment s pura animis de ruca cavallar. vaccm
snino, etc. O careco de algedito depois de ex-
trabida a casca e todo o oleo-, o mais rico ali
ment que se pode d*r aos aniones para os forta
lecer e engordar com admiiavel rapidei;.
Nos Estados-Unidos da America do Norte e na
Inglaterra elle em-legado (com o mai? feliz re-
sultado) de preferencia ao milho e i.utros farell .s
que sao mui'o mais caro e nio i-5o de tanta sus-
tancia.
A fraiar no ReolfeO liarse do Cor-
po Naaio, l asidar
Ama
Precisa-ae de un* ama para
tolteiro ; na ra da Florentina r .
casa
2.
de homem
':
J
i
i.
m
:

s
i
mm


Diario de Prniamlroiw--Terca~fcira 12 de Jolho de 1887

>

,
60:000^000
Aproveitem
E" pra acabar os a ligos
seguales:
Corre a 15 do eerrente
Ero beneficio da Instruccao Publica da provincia
Esta lotera dividida em partes
Extracco da I.* parte da I." lotera *
Bilhetes venda na Boda da Fortuna, ra
Larga do Rosario n. 36.
Molestias Nervosas
Capsulas do Doutor Clin
Laureado da Faouldade d* Medicina de Ptrit. Premio Montytn
As Capsulas do Doutor CLIN ao Bromureto de Gamphora empregao- ;e
as Molestias, as de Cerebro e contra as adecenes seguales:
Asthma, Insomnia, Palpitacoes do Coraco, Epilepsia, Hallucinaco,
Tonteiras, Hemicrauia, Afeccoes das vias urinarias et para calmar toda
especie de excitaco.
un Urna explicado detalhade acompanhe cada Frasco.
Exigir as Verdadeiras Capsulas ao Bromureto de Camphora de CLIN A C'S
de PARS, que te encontro em casa do Droguistas et Pharmaeeuticot.
^GMPHIA Alg^
ALIIEHT0 HENSCHEL & C.
52-Rua do Barao da licfcril tt
Este acreditado estabelei.iueut < pli tegn-phico participa ao pspeitavei publico,
que contina a ezecutar oa niais aporfeicoadas trabalhos pelo system mais moderno e
mais apreciado. Acha-s* liabirlitado i. sv.isfazer as mais diffi'eis exigencias, quer em
rabalhos photogropbicos, quer em pintura a ole .
Alm de seus trabalh-is phoogr, ili-*-. s qun sZo por demais conbecidos enearrt
ga-se tambera da retratos a oleo para o que j ge acha entre nos de volta de sua ria
gem a Vienna d'Austri., onde vistoll as piin ipae*g;ljrir9, o eximio pintor Ferdinacd
Pierck, bastante conbecido pela p^rfeicao de seus trabalhos, desde 1877, quando aqui
estevo eru nossa casa e ltimamente o anno paseado.
Para 8atisff.zer em gral a todos que honrarem o no so eatabelecitnento com
eoas eaco:nmndas participa que alm doi retratos, seja qual for o syatetaa, tambem
recebe eneorooaendas para qualquer vista ou paysagem, quer pbotographicas, quer pin-
tadas a oleo, sendo o enoarregado deatas ultimas o mui conheeido paysagista o Sr.
Telles Jnior.
Roga se s Exraa?. familia i e maii pessoss o obsequio de honrarem com suas
visitas nosso estabeleciment onde s^n-pre existe unri magnifica expolelo dos trabalhos
que executamos e onde tambem os Robores vi?itautes encontracao lhaneza no tracto,
perfeicao noB trabalhoa e modicidad nos precos.
C. Barzet,
GERENTE.
*****
VERQaOElROS GRAOS qeSAUDE do OTRANCK
l* LICENCIADOS PBI-A INSPECTORA OERAL DE HVGD5NK LO IMPERIO DO BRAZO.
4 Aperientes, Estomachicos, Purgativos, Depurativos
;ontra a Taita de appetlte, a Obstruccao, a Eniaqueca, as Verttajems,
/# as Conajestoea, etc. Dote ordinaria : 1, I a 3 oraos.
12 Desconfiar a- late Kxigr o rotulo Junto imprimido em francs
oad.u^kiun^diagSl3 e 0 Sello da Ob*-> fas Faincaites.
a-m pajuz. Phaxmacta 1EROT Dfpotitoi es Ioiji u t-lKlms raarsacUi.
folarivihos e punhos de
selluloide
Carlos Linden reeebeu pelo ultimo v.-por, e
rende baratiaiimo ; n* ra do Barao da Victoria
somero 48.
Sadeira-bqmba
MONCHOVAUT
A nica com valni/a. em que nunca
o leite torna a descer
I01HA DE CITSTAL COM rAIAFUSO TOMEAIO
Medalhat
de Ouro
e
de Prata
Oplplao do D IOUCHUT, tente I
! rei!.i.lij i! K.v-nluds de hVicina de Paria ]
Bfldiro >lo B ranla* enfermas, do sea J
\ litro llugiriw ta liifiintiu :
mUrna *vramadelra bem acondlcionnada 1
deve ter tama vlvula onde o leite nunoa i
! torne a descer : este o principio da I
MAMADEIRA MONCHOVAUT.
suscitas tstai id tr.ncipaei Planudas i Drstartai
Banco Pagase o 67 d vijen-lo a r> sao de 9*1 0 > p i
telo : n efciyt rio de Pereira Carneito & C, a
raa do C.inmrrcio n 6, !. nniar.
Senieiites k cairapalo
Coospra-se grHiides e pequeas qnantida les
aa drogariH de Fr> nciaco
de Marque d. Oiin 1 n. 2S.
da Silva C ruH
Chf preto superior
Cario
tiaiji a vi
rio da Vi
sisa reo-beu pi'lo ultima vapor e cn-
er seas eos : coca ; na ra du la
rn. 48, I' j de altaiate.
Piar icii central
Ba lo ImpriRlor O. *
Jaa Fi: ii'isto Hitteoii.urt, antigo pbartneeu
airo da ph-rm.i trancen', raa do Bar da
,on u. 25, hvisa a aeus amigos e freso*sea,
4ie ae <-ra u. pbarmicia aoini". Bada lp>ra
sontinnMr san c- r l
dapositarmo bsj .-. u* trablb..8 proteniouaii.
Sen. dieta e sem modifi-
cayoes i\ eostumes
Laboratorio central, ra do Visconde
Rio Brneo n. 14
Esquina a ra do RegenteRio de
Janeiro
Especficos preparados peo ph;ir-
maceutici) Eugenio Marques
de ....huira
Approvadps pelas juntas do bygime da
(!0rte, R. publicas do Prata e Academia de
Iiiduatria de. Pars.
Elixir de Imblriblna
ReBtabelece ca dysp'ptieoe, facilita aa diges-
teu e pT-ut'W' as (jercoos ditBceia.
liahii de aiiaiiHB ferrucinono e
quinado
Para ca cb'oro-anemieos, debolla >^ bypoemia
intertropical, reconstitue o hydr>picoB e beribe
lisos.
Xarope de flor de aruelra e au
luna bn
Mui'o i'ccooiUH'nailu n broncliite, na hemop-
ly e Das to-ecs xpudas ou tbronicHi.
O, o de leNluduft ferruilnoao e ru-
ral de luranjaa ama lila
L' o piiineiri np.irnilir da lruqu za do orga-
cHin I1-. ly-ii'H.
Pllulna aiile-prriiKlii'ii. iirepiirailn*
rom prrrrlai, quina Jalioranily
( ui radie "i! as ti bn i inurmiiiei.ieB,
mi'ientrg e peinicinrai.
* i. no de Jurubeba imples e lam
bem fermiii:.>', pirparadoi
em tinim de caj
Kfficazea nae u.fl.mandes du figado e bago aga-
di- ou ohriiiiieaB.
% i b<> lu'.lrn de pilarla e quina
, retu-o ante febril.
Fnncisc MJifii Hit Silva & C.
KUA DO MRQUEZ t OLINDA
VENDAS
sol)rado a venderse
Vndese o ?obrado n 87 roa da Aurora, em
frente a ponte de Santa Isabel ; quero pretender,
.Me entender-ae coui o urrertor Pedro Jos Fio
to, na praca do Ciojmereio._________________ _____
iaivramento & !.
vendein violento port'and, marra Bobina,t de 1
qualidade ; no caai do Apollo u. 45.
Madapoiao aaiericauo de cuito de 124 a peca,
com urs pequeo taque de muf > a 5450(1 e 64000.
Dito Boa-V.ata de 74 por 54000.
AlgadSeainho marca T com pequeo toque de
avaria por 54000 a peca.
FustSes braooos, largo, de custo de 500 600
ria a 940 e 820 rsii o covado.
Ricos cortes de eambraia bordada, brascos e
de corea a 4*1600 e 54000.
Sur de liubo, novidades, com um metro de lar-
gura de prego de 300 a 820 rii.
Cretone americano e persaliai a 240 ria.
Casimiras ftlfoa para vestidos de senhoras de
500 a 240 ria.
Toalhaa alcochoadas e felpudaa de 44 e 54 a
24200 e 34500.
Armures de qoadros, de 600 re. a 360 rii.
Meiaa inglesaa eem costuras, para lenhora, de
124 a 6 000.
Zepbiros de qaadroi a 120, 140 e 240 ria.
Camisas iaglezas par homena, de 604 364
Sitios de todas as aeres a 14060 e 14*00.
E muitoa outros artigoi que se veadem com
igual abatimeuto.
Loja das Estrellas
56-RA DUQUE DE CAXIaS-56
Telephoiie n.210
4 Reviiluco
novidades
Na loja in fislras azucs
1 Ra Dafne de CIstfl
Telephone 211
Lequei tnnsparentss lindas idres a 24 24500 e
3-^090.
Cretones da Regata ultima novidade a 320
rii.
Setiuetaa lavradaa tolas aa edres, deseuboi lin-
dos a 240 rii.
Cortes de cambraias bordadas e com salpicos a
54500 a peca.
Seiim de Maco, preto e de ti das ai ceres a
900 e 14003.
Tampos de fronhas francezas, grandes e peque-
nos a 14600 o par.
Cortinados bordados e 204C0.
GrrinaldaE com reos voa de Blond, desde 84.
Eipartilhoa cjuraga ou com fita de borracha
todo pree i.
Luvaa de seda 4 botoee, ou arrendada*, pretas
ou de qualquer cor 24000.
Extractos franceses finos desde 24000.
Oleo orisa verdadeiro a 900 ria.
Baleiai para vestidos melbor qualidade esco-
Iba a 300 rs. a duiia.
Loques a- Joanita com eufeite lantejolsa a
500ris.
MadapolSo americano camiseiro a 64 a peca.
Chitas muito finas e er segura a 240 ria.
Sargelin trances fino qualquer cor a 240 ris.
Renda hespanbola preta a 34C00 a guarnicao
para vestido.
Mirins pretos e de todas as cores a 800 e
1400).
Camilas inglesas para neniaos a 854000 a
duiia.
Meiaa inglesaa para borneas senhoras a mininos
desde 34500 a duzia.
Colxa de fustio brancas e de efires a 24000 e
24500.
Brim pardo para roupa de meninos a 830 ris.
Esguiao de liubo infestado pardo para vestidos
a 400 ria.
Bordados tapados, transparente, e de fustao
desde 300 ris a peca.
E outras muitaa fa. ... muito b
rato na loja de
Jos' Augusto Das
O &H Roa di El iique fe Caxlas
Tendo recebido uta grande sortimento
de fasendas que vend : com 25 *[0 de me-
nos de que em outra qualquer parte.
Venhaia ver para erer
Daroass de seda a 1400 o ovado.
Se ti u Iwrs a 800, 10OUO e s 10200.
LioDayso fazenda truisparente a 150000
a psea.
Organdis bordados a seda, ultima mo-
da a 160000 a dita.
Etamine bordado, alta novidadade a
1O0OCO a dita.
Cachomiras bordadas u suda a 700 ris
o covado.
Ditas pretas a 703, 800, 900, 10000,
10200, 10400 e 106OC o dito.
Ditas de cores a cW, 40000 e 10200
o dito.
FustSes brancos a 400, 440, 500, 600
800 o dito.
Ditos de cores a 240, 320, 440 e 500
ris o dito
Amor da China fazenda de novidade a
400 ris o dito.
Liadas alpacas de cores a 320 rs. o dito.
Lindas lans de quac rinbos 400 rs. idem.
Lines com salpicos a 640 ris o dito.
Lindos aetirn de damasss a 320 ris, o
dito.
Gurgurinas de listrinhas a 320 ris o
dito.
Z-firos escocezes a 00, 240 res o dito.
Cretones para coberta a 320, 360, 440,
e 500 ris dito.
Crep idem iiem a 700 e 10000 o dito.
Cambraia bordada a 50500, 60000 e
60500 a peca.
Veludilbo liso e lavrado a 10000 o co-
vado.
Dito bordado a retroz a 10800 o dito.
Col. has bordadas 20, 30, 40, 40500
50000 e 6000 urna.
Cambraia adamascada a 110000 a pega.
Toilets para baptisaio a 100 e 140000
um.
Cortinados bordados a 60, 70, 80, 90000
o par.
Dito de crochet a 500000 o dito.
Meiaa para homem a 20400, 20800 at
100000 a duzia.
Ditas para senhora de 30 a 150, idem.
Guarnieres de veludilbo bordados a vi-
dril bo a 66 urna (alta ovid ule).
Cobertas forradas a 20800 e 30 uina.
Renda do Japao a 200 ris o covado.
Madapoiao Gema Pello de Ovo a
60500 a peca.
Damasco de 12 a 201)00 o oovado.
P; to da costa a 10430 o dito.
Lencos brancos e com barra a 10800,
20 e 20500 a duzia.
-Chales de cachemira a 20000 e 10400
um.
Aoquinhas a 10800 urna
Fe.hus a 20, 30, 40, 50, 60, e 70000
am.
Mui tos outros artigo t que v ndaroos c m
25 i de menos do que em outra parte.
Jkxr
Casa Aristide Botuicaut
ARMAZEHS DE HOVIDADES
PARS
A Casa do BOK
MARCHE taro por
prinoipio de nSo ven-
der genio mercado-
ras de ptima quali-
dade. at pelos procos
os mais reduzldos
Oeystema de vender
todo oom fsiaro />e-
O/rrette e inteiramen-
te da conlianca ab-
soluto nos Armazens
do
BON MARCHE
Temos a honra de partiopar as Ex*" Senhoras que acaba da parecer o nosso
I Catalogo Ilustrado das Novilladas da Sazo, e que mandaremol-o franco de porte
I a todas as possoas que o pertirem.
Mandamos tranco, a quem pedir, as amostras da todas as nossas faznndas novas,
como : .Seras, Peludos, A, Pannos, Estofas noOos, Tenidos imprimidos, Retidas,
-:-coes e reproduccoee
Trajas de senhoras
U Tapetes e Estofo* par
i para Mobilia, e tambem os ilbuns, descripco
de nossos modelos para : Toilettes novas, Mantas, Vestidos e Ti
roduccoei
jo de senhora.
e meninas, Fatos para homtns e rapases, Moda e Toncados, Saia*, Anayoas,
Peiitemdorrr. />..... BvMfBi bmsmess, fuipa l.ranra feita. Lencos, (.'omisas para
honicns,Me-'y e teeidos d poitfo de meia, Cltaptinhosdeso, tivardacloivae, Leas,
Gravatas, Flores e 'tumis, Calcados para nomens, senhoras e meninos, Camas,
Lences, Colchoes, EnxergBes, Cobertores, Artigas para viagens, Mercearia, Artigas
de Pars, Tapetaras e Mobilia, etc., etc.
Os Armazens do BON MARCH sao os mais vastos, de melhor
ordenanca e os mais bem organisados; por isso e que faiem parte
das curiosidades de Pars. Pelos seos engrandecimentos succesoivos.
o BON MARCH tem se tornado um Armazn NICO NO MUNDO.
Apezar don novos loeaes inaugurados no dia 7 de Marco u. p., a
Casa nSo baata para a sua Clientela, e loi mister principiar imme-
diatamente novas e oonsideraveis conetrucsSes.
Asa
porte
sem un
tizer qualquer encommenda, mande-nos tambem a importancia d'esta.
O armaren* do ION MARCHE nao tm Succarsaes ou Representantes em
I Franca nem nos paz/es estrangeiros, e rogo as Senhoras que se aeaafelem
contra os negociantes que usio do mesmo titulo no fm de estabelecer eonfuso,
e especialmente para por na venda Lusa B0UCICIUT, cuja marca umversal-
mente oonhsc/da e que se achSo nicamente nos armazens do B0H MARCH,
em Parla.
Interpretes para todos os Idiomas
PLANO
PAR
As loteras ordinarias d'esta provincia
m
Em
Apfio pelo El. Sr- presidente da morira
8:000 BILHETES (DIVIDIDOS EM QUINTOS) A 50000 40:0000009
1
1
1
2
3
8
16
premio
*

premios
de




Vende-se um piano de tres cordas, em perfeito
< atado, quasi novo ; a ver na ra da Palma n. 69,
junto do sobrado, e a tratitr das 11 horas ao meio
dia-
Atten^o
Vende-Be am bom estabelecimento de molbados ;
par inf rmar, i raa de Marcilio Diaa n. 14, com
os Srs. Teixeira & Miranda, fnbrica de caf.
FIos Sanctorum
Vende-ie esta obra em seis volumes, nova, e
por preco commedo ; na encadernaco da C ngre-
gacao, casa do Candido SimSes.
F eitura para senhoras
Breches mkelados e dourados a 2^000.
B iiit i gramp s dourados a 500 ris o maco.
Esplendido sortimento de saldes de vidrilho.
Grande variedade de |. ques de setim, a 440*0.
Fiisadores americanos para cabello a 3*000 o
maco.
Setas de phantasia para cabello.
Bonita collfccc2o de pliss's a 400 ris.
Brincos, imitaoao de brilbante, a 500 rii.
Aventaes bordados para criancas a 24000.
CbHpos de fustio e setim para enancas.
Sapatos de meriu c setim idem, idem.
Meias brancas e de efires, fio de Escocia.
Pomada de vaselina de diversas quaUdades.
Sabcoetes finos de vazelina e allacc.
Extractos linos de Piuaud, Guerlain e Lubin.
Lindas bolsas de o uro e vellndo.
Fu-bus de l pura senhora a lat8"0.
Sapatos de cas- mira preta a 2atfk<0-
Tesouras para costura, de 400 lis a 3^000.
PaC' tes de p de arroz a 3< 0 ris.
Fitas de todas as qualidades e cores.
Imoiensa variedade de bntfies de phantasia.
E mi I bares de objectus propiiui para tornar um
senliora llegante, e muitos outra indupi nsavei
para uso dat familias, tudo por prefos amiravel-
meute mdicos.
Na Graciosa
RA DO CRESPO N. 7
lluarle A C.
WHISK>
BOYAL B1JND >narca vi.
icellrnte Whisky Kscesscs 6 -
toe. piarden^e de canua, para ortr
c.irpo.
V nde-ae a retalho nos u Iberes ^nnart
aol hados.
Pede BOYAL BLEN) marca ViALHicujon
h- emblema sio registrados oara todo n Bra .
KWI1W\!> V f!.. Hif.ntes
C.4VALU
Veode-se am c-.val o ue sella bastante gordo e
grande, castanbo andrino, audador de baizo a
avia : a tratar ua roa da Roda, cuebeira de Jos
de M.________________________________________
Tijiiles para assenta racnlo
Vendt-se fijlos especia'-s pira a8ientament
d.- ene- nbo na olaria du casa amaiella a ra
Iuip. nal n. 322'B.
Terreno
Vende-se um terreno confronte a estacio do
Princ>p<>, estrada de Joo de Batroi, com 90 pal-
mos de frent.- e bastantes fundo, e Com shcerces
para 8 casas; tratar na ra d'Apollo n. 30, pri
eiro andar.
AttenQo
Vende-se a bem afregu.nda taverna da ra
Vidal de Nigreiros n. 2, pr pria para principian-
te por ter p ucus fundos, e mot vo da venda
o dono tr duas ; a tratar na roa do Nugueira
o 1.
Henriqae da >iha Mereira
RECLAME
l na experiencia
0 GRANDE ARMAZBiM
80
80
800
2
2
appr.
*


5O0i
2000
1000
500
300
200
150
100
60
1500
960
12:0000000
2:0000000
1:0000000
1:0000000
6000000
8000000
8000000
2700000
1800000
1:2OO0OCO
8000000
4:8O"0OOO
3005000
1900000
i do 1." premio
( Para completar a d
( (excepto a sorte grande).
( Para completar a dezena do 2 o premio
( (excepto a sorte de 2:0000000).
( Para os dous ltimos algarismos finaos
( Jo 1.a premio.
( Pra os di.us ltimos
( ( Para to-io o algarismo
Jgarismos finas*
final do numere
(
e:i
Pmb
Para
que 8ihir a serte grande.
i 1. premio.
o 2. premio.
DO
PREMIOS NO VALOR DE 25:9405000
DESPEZAS
Iropost g?ral o. provincial, beneficio, sello
e enmmissao eto, 14:0600000 4O:O0O5OOt
Os premios superiores a 2000000 s estao sujeitos ao imposto de 5 % e n3*
15 n/o como era d'antes.
Recife, 18 de Junho de 1887.
O THESOUREIRO,
Jos Candido de Moretes.

LOUVRE
A" RA PRIMEIRO DE MARCO N. 20 A
(ESQUINA)
Resolvenrlo liquidar grande variedade
de urtigos por preces incontestaveis, ex-
poem a apreciacao publica os seguintes ar-
tigos :
Popelines de seda a 500 rs. o covado.
Setins de cores a 800 rs. o covado.
Cambraias bordadas com salpico* de cor
a 60000 a peca.
Madapoloes '^e 70 a jeja por 50500.
Meias francezas para homem a 70' 00 a
duzia.
Bordados tapados e transparentes de 500
a 10500, oom pequeo lefeiio.
Cortes de cretone por pregos sem com-
^Leqes transparentes, grande novidade, j acham-Se Yenda DAS S^gUllteS CaSaS .* Roda
20000 um.
L0TER.A DO CEARA
15:00000
EXTBACCAn IN8TRANSFBBIVEL DO 14. SOBTEIO DA 3.a LOTERA
Quarta-feira 13 do corrente
Os bilhetes desta acreditada lotera
Ditos de setim a
grande
50000, vale 80000
um.
Cachemira de du.s larguras de 10000 a
10400 o cov.do.
E muitos outros artigos que serSo bre-
vemente annuneiados.
Casa de conlianca de
FRANCISCO GUR3EL & IRMAO
da Fortuna, ra Larga do Rosario n. 36;
Casa da Fortuna, ra Primeiro de Margo
n. 23
Tetegramma o lista no dia da extracco
[??????^^??????????i*
DE MSEHIATO DE ODRO DINAMIZADO
DO DR ADDISON
0 MAIS ENRGICO *0 MAIS ACTIVO DOS RECONSTITUINTES
O ARSENIATO DE OTJ'tiO soimpo a todo aquello que for cuidadoso do seu boni estado desade. Com dous granulos por
dia, volta o appetite, as forras a.tgmentao e urna sade perftita succede rpidamente um estado inquietador.
AIIEM1A, ES60TAMENT0, MOLESTIAS NERVOSAS, MOLESTIAS DE SENHORAS
O Arseniato o Ouro dynamizado do Doutor ADDISON, resultando da combinaeo de dous medicamentos heroicos,
combate victor: isaiuento a Tsica, Bronchites chronica3, Asma, Rheumatiamos chronicos e todas as Molestias que
resultSo do s<|o.amento do Bystema ervos.
N3o tora rival nos EnfraquccmentoS |U6 al:' :!.; lonoas moteatias. Suaspropriedades tonici loras daiftef
vacuo torniso-ni' iioerior ao Ferro contra Anemia, Flores brancas 6 as Nevralgi-s.
As Febres que re1 ri snlfal | inino redem ao Arseniato de O; : o .
O Arsenirit re '"...-o iras SS mull
pa u iM.in cimente i
atraveasar i dada critii
e comniunica tima no va j u ventude.
Desconfi-sa da. Contrafacdes
oej;L-se.iVEEiDADEIRAETIQUETTA
corno a MABCA DE FABRICA assim
comoa as-ignatura 27 OT/ e a do Snr.
NICO PREPARADOR
Milhares de Doentes "evrm hoje sua
curaaosGra::-,: mtodeOaro
do D' ADDI^O-.. tnnuitteros attestados fo-
rjo dados, cit&romos aqui alguna.
--------------toe--------------
O FRASCO I 8 francos, am Franca.
EM VENDA NA
Pharmacia GSLIN
31. m Rocuectoian. ei Pirt
Depositario geral que manda franco contra
um mandato-postal.
Dimsitos b< Jfet-nasMfeMca .*
rRAa-cuco M. da SIXVA A C",
s nss principesa Phsrmacit; t: rsslL
****
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

fuflfri


_
8
i do Pt; !;!c-~Tcrga-lcra 12 d. Julho de I S7
ASSEHBLEA GERAL




SKNADO
DISCURSO PRONUNCIADO NA SES-
SAO DE 9 DE JUNHO
COSGBAS AOS VICARIOS ESTBASGEIB08
(Ooncluou)
O Sr, Siqueira Mendes (continuando) :
A' vista di analyso qaa tenho feto, Sr.
presidente, nao pesso deixar de concluir
que o projecto intil, pois temos leis que
regalara a maten, inexaquivel quanto
accrescenta a comoaiasao, alm do que j
eatava escripto pelos nossos antepassados
que deviamos respeitar e respaitariamoH,
se porventura nao comegasseraos desde o
bergo a receber educagSo contraria aquella
que deviamos receber.
Nos podamos, quanto educagao do-
mestica que se d boje entre nos, lamentar,
como j Cicero lamentava era seu tempo a
falta do respeito s caos dizendo : Fuit,
fuit ista quondam in bao republiaa vrtus...
inquo suo protio fuga senilis erat.
O meio de conciliar as cousas nao pode
ser o arroxo, como quer a nobre corams-
sSo.
Nmguem disse aqu que os bispos se
oppSam a obedecer lei, o que se ez foi
mostrar que esta medida nao pode ter for-
ja di lei para leval-os ao cumprime ito
daquelle dcver, por isso mesmo que va-
mos legislar sobre aquillo para que nao
temos competencia.
Era todo caso melhor seria adoptarlos
o projecto tal qual veio da Cmara. Esse
trata nicamente da estrangeiro que nao
pode receber congruas, trata da congrua,
que com o que se est todos os dias le
yantando questoea de que ninguem devia
lembrar-ae, porque urna migalba.
O que vene ura porocbo interino ? 3000
por anno ; tenho at vergonha de dzel o ;
o com isto se langa em rosto aos parochos
dizendo-ae que recebara dinheiro dos co
fres pblicos I
Pois bem, tiren essa congrua, j que
o governo te ve o arbitrio de reduzil-a de
600$ a 3005, por seu acto proprio e ex
elusivo, acabemos cora ella; concordo an-
tes cora esta medida, porque fica salvo aos
bispos o direito que tm pelos canone3 de
noraear parochos, e o governo
que intervir pelo fact de ser
parocho interino ura estrangeiro. Dizem
que a religio nio tem patria e entretanto
quer-se fazer crer que o estrangeiro nSo
pode exercer ura acto espiritual em nosso
paz
Se, pois, senhores, for apresentada a
emenda no sentido de nao se dar congrua
ao parocho interino, de nao se reconhecer
como vigario ou empregado, se nao o pa-
dre collado e por conseguinte a verba que
vem no orgamento se entender que para
collados, votarei por ella, porque trata
daquillo que de de Cesar s, trata do
dinheiro, da moeda cunhada com ainscrip
gao ou cora o busto de Cesar, nao treta
do que espiritual, nao trata das func
c3es dos parochos quo no podem ser da-
das seno pelo bispo, que o pastor de
sua diocese; fique a elle livre o direito de
encarregar a cura das almas a este ou
aquella pastor, e ao governo o direito de
nao dar seu dinheiro, sua meeda cunhada
seno a quem elle qaizer.
Dizia eu que ninguem declarou qua os
bispos se opporlo directamente. O que se
disse foi que o resultado desta medida
aera nenhuin, porque na bypotbese figura
da de ser apres.ntado ura padre que o bis
po nao propoz, este nao deve collal-o, e
eu quero ver quera dar o poder de ordens
a esse padre. A collajao nao mera for-
ma'ida.e, eu j o disse.
Criti'ou se tamben aos biapas por da-
rem provia3s annuis, obrigando os pa
dres a tirarem todos 03 annos provisto
'para pederera exercer >ua> funches, pia-
se-so que os hachareis formam-ae, advo-
gam, fazem tudo quanto querem, mas 3
padres precisara todos os annos de Una
provisto. Sanhorea, eu j apraaente aqu
a disposicSo do direito cannico, sobre o
poderes que o padre rea be, os quaea sSo
UD8 de ordem ou ministerio e outros de
rgimen ou de jurisdi-yj.
O bispo tambara pustor dos pastores
de seu rebanho, responsavel pelos actos
dos padres que So subditos, o a noasa
i 2o tem
nomeado
con8tituic&o do arcebispado recomraenda
a maior vigilancia, o maior cuidado aos
bispos a commetterem eases poderes aos
padres, irapSera Ibes mesmo o dever de
examinal os muito embira tenhara sido ap-
provados mais de urna vez ; e esta a
razio porque os bispos em visita t,n a
obrigacao de examinar O parochos coila-
dos ; e se sao parochos interinos e 89 to
das os das se est dizendo que cases pa-
dres Bao imm dalo d suaa parochiaa, o bispo deve r- s
tringir o mais passivel o terapo que lhas
d para exercerera as ordens, afira de li-
vrar fa;ilm?nte suas ovelhas desses Iabos.
O exercicio parochial, eu j disse, de
jurisdiccSo que os parochos recebam do
bispo ; suo committidos aos parochos esses
poderes, por isso que os parochos sao au-
xiliares dos bispos, e deraaia, porque os
bispos sao as suas dioceses tambara jui-
zes e legisladores.
Desde que nSo sa rene o conailio pro-
vincial, cada um dos bispos na sua diocese
julga o legista ; portanto o que temos nos
de tomar conta aos bispos, a ura porque
entende que nao deve dar permissao para
0 exercicio das ordens, ser>ao par um
anno, a outro porque entende que no
deve dar essa permissao senao por 2 an-
nos, e a outro porque entende que nao a
deve dar senSo por tros. Se cada um del-
les o legislador de sua diocese, a elle
compete dar leis, elle e quem faz o re-
gulamento, e por conseguinte acho rauito
prudente que nSo d essa faculdade por
maior tempo do que por um anno
Quanto quelles poderes que vem das
ordens, o padre tem o direito da ex*r-
cel ob sem limitacSo de tempo; por exem-
plo, o de dizer missa elled eve continuar a
ter. Leu porsra o nobre 8 nador por San-
ta Cathrrina urna permissao concedida por
1 anno a um padre para dizer mssa.
Senbores, todos os dias |estou ouvindo
dizer : f Esta trra est sendo invadida
por padres estrangeiros e at ladrona e
assassines >; ora, desde que um padre es
trangeiro, pede permiss&o para dizer missa
parece-me prudente que o bispo nao Ihe
d licenca, senSo por um anno, para ver
se com effeito o padre criminoso como
quelles a que se tem aqui denunciado.
Sr. presidente, pens que tenho justifi-
cado o voto que dou coatra a emenda do
senado. Aceitara antes o projecto, mas
prefiro, como j disse, urna emenda ne-
gando completamente congrua a quem no
for parocho collado, seja ou nao seja es-
trangeiro, porque assira ao menos fi.-ar
salvo o direito da igreja.
Quanto emenda do recurso a corda
das suapensSss ex-informata conacien-
tia urna cousa de que ninguem mais
se poda lembrar. Basta saber que a sua-
pensao < ex informata conscientia > urna
pena espiritual, nada tem com o temporal,
para se ver que nSo pode haver recurso
para ninguem ; affecta s ao espirito,
um acto de consciencia do bispo que elle
o5o tem direito da revelara ninguem. Por
conseguinte nao praciso dizer cousa algu-
ma a esse r^spei'.o ; voto contra.
mais vulto do nosso paiz, aquella que re-
ne a urna alta inspiracao potica ura ele
vadissirao sen ti ment patritico, a quo ira-
mortalisou os feitos heroicos dos nossos
gloriosos antepassados, levantando um ver-
dadeiro monumento memoria Ilustre dos
aossos grandes des-.obrdorea e vabnteB
cabos de guerra.
Esse aervigo registramol-o com profun
do reconhecimento, anda mais parque a
traduccSo do Dr. H. de Courtois earae-
radissima, sendo um verso, o que d maior
valor e torna so mais apre .iavel o seu no-
tavel trabalho.
O opsculo, a qun nos estamos referin
do, contera un -amento a traducaa do
Primeiro Canto do grande poama e veio
agora a luma poi urna dedicada larabran-
ga do seu autor, que nSo quiz deixar pas-
ear se.n commeraoragao o dia do hontem,
o nolvidavel 10 de Junbo, que ha seto
annos foi commemorado com urna fasta
nacional, que cou nos annaes da nossa
historia contempornea.
Segundo declara o Dr. Cou.-tois, no aeu
Pvefacio, j tem traduzidos os dous pri-
raeiros cantos dos Lusiadas e conta tra-
duzir toda a obra :
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BIBLIOUIAPIIIA
So a tanto me ajudar o engenho e arte
diz o modesto escriptor, que pelo que d
Hgora a publico provou bem qua tam pul-
so bastante robusto para levar a eff-ito tSo
orrojado eraprehendimento.
No mesmo Prefacio confessa o traductor
dos Lusiadas, que n&o ousaria nunca fazer
correr mundo a sua tradueco se nao foa
sem o apoio eficaz e aa pertinaz ;s instiga
c3es do seu e nosso amigo o Dr. Francis-
co Ferraz de Macedo o bem assira as rei
toradas instancias no mesmo sentido dos
Srs. Dr. Antonio Augusto de Carvalbo Mon-
teiro e Franaisdo do Alraeida, aos quaes
tolos nos devemos igualmente muita gra-
tidSo por terem contribuido para o nosso
grania pico receber maia esta horaena-
gem da um menaageiro Ilustre, e tao il
lustre qua opaz de cooprehendel-o.
O que, porera, o Dr. Courtois n2o no8
diz no referido Prefacio, e que nos sabe-
mos, que elle, como sincero admirador
dos nosaoa melhores escriptores, tem com
pleta a traduce^; do Eurico de Alexandre
H'.-.rculano, urna traJucylo futa com es-
mero e com entbusiasmo Essa tradcelo,
segundo oucimos, j tem ui.ia historia.
Em Lisboa (iizemolo com peztr e com...
vergonha) nao encontrou quem a editaaae ;
e era Franca aceitavam n'a e publical-a-
hiam, mas cora urna un a cndilo a de
ae mudar o titulo da obra. Era vez de Eu
rico, pretendiam oa edictores que so cha-
masse ao livro : Os amores de um padre.
O Dr. Courtois, que um escriptor cir-
cumapecto e honesto, entendeu em sua con-
scien-ia que nao podia admittir uraa tal
propoata, regeitou a e inetteu a traduc$ao
na gaveta da sua secretaria.
Deve ella alli ficar ? Podemos nos con-
sentil-o ? NSo procurar a patritica com I
rolea) do monumento ao grande historia-
dor fazer publicar essa traduegao que equi-
valer primoira pedra para outro monu-
mento anda mais duradouro do que a fa-
5. S. ^ S
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A proposito da tradueco do
canto primeiro dos Lusia-
das pelo Dr. II. de Cour-
tois.
{Commercio de Portugal)
Meu amigo. A proposito d-. excellente
traduccao do primeiro canto dos Lusiadas,
pelo Sr. Dr. Hanri de Courtois, refere-se
V". no seu numero que aaabo do 1er vr-
sao, que este mesmo Ilustre traductor
francez levou a cabo, do Eurico, de Har
culano, e exigencia doa edictores france-
zea acerca da mudanza do titulo, preten-
dendo clles qua na tradcelo o immortal
poema-romance se chamasse O.i amores de
um padre.
Pergunta V. depois se a tradcelo do
Sr Dr. Henri de Courtois dev^s ficar na
gaveta da secretaria deste apreciavel ami-
go da litteratura portugueza, e sa < a pa-
tritica commissao do monumento ao gran-
de historiador nao procurar fazer essa tra-
dcelo, equivalente primeira pedra de
outro monument) anda mais duradouro
do que a famosa capella dos Jeronymos
destinada a guardar 03 restos martaes do
solitario da Valle de Libjs ; monumanto
f texte en regard), por David A. Cohn.
Precede d'une Introduction par S.
< Exe. J. da Silva Mendes Leal, minis-
< tre plnipoteniiaira de Portugal en
i France. Paria, Librairie Franyaiae et
t Anglaiae de J. H. Truchy. Ch. Leroy,
f aucceaseur, 26, Boulevard dea Italiens.
u Sr. David Cohn segundo creio,
um nosso estudioso e applicado compatrio-
ta pertencente ao corpo diplomtico portu
guez, A introdcelo de Mendes Lual foi
traduzida e publicada na Gazeta Commer-
cial de 9 de Novembro de 1884, acompa-
nhando um retrato do auctor do Eurio,
dizendo nessa fulha onde esta introdcelo
appareccra, e eitando-se o norae do tra-
ductor do romance e a livraria que dera a
tradcelo.
Qifando, em urna das primeiras sessilcs
para ae tratar de guardar as cinzas do auc-
tor da Historia de Portugal em juizo pro-
prio, se resolveu dar audaciosamente o
carcter de nacional subscripyao modes-
ta de que dous ou tres sinceros amigos de
Herculano ae haviam limitado a propsr a
abertura entre o resto delles, para se eri
gir no cemiterio dos Prazerea um siugelo
mausoleu quelle que consumir o melhor
dos annos a levantar nacSo pjrtugueza
o monumento representativo da sua glorio-
sa genealoga, despido de crendices e em-
bustes, verJadeiro e histrico, em urna pa
lavra ; foi a mesma voz uctor8ada qua
fizera ouvir aa eloquentea, aa levantadas e
aa sirceramente convencidas raz3es que
determnaram essa resolucjio, que lembrou
a conveniencia de se traduzir o indubita-
vel reconhecimento nacional em um monu-
mento mais duradouro anda do. que as
mesmas peoras do sepulchro. Este oe-
via-o a nacSo ao preclaro esmerilhador das
suas origens, nao vulgar, trivial, cora mu m,
senao graudioso e verdadeiramente monu
mental; digno, emfim, das venerandas
cinzas do maior portuguez moderno.
Aquello, porm, destinava se a representar
perante as nac5es cultas, o Ilustrado tes-
temunho do apreco consciente em que a
na;ao tinha o seu grande compatriota. E
esse testemunho, s a tradcelo de todas
aa obras de Herculano; da sua Historia,
ao menos, feita na lingua mais universal
que co mundo se maneja, a lingua fran-
cpza poderia prstalo effiaz, condigno,
correspondente, eo>fim, em tudo ao que se
pretendia.
No entender do preclaro homem de es-
LES LUSUDES DE L0DI3 DE CAMSBS EDI-
TION eOMMEMOBATIVO DD 8EPTME AN-
NIVEBSAIBE DV TBICESTESAIBE DE CA-
MBES, TBAIH'TION E VEB3 FBAN5AI8
POB LE DB. HENBI DB COBTOIS
L'aboa Iraprensa Nacional1887
iCommercio de Portugal)
Una b>a nova para oa amantea daa let-
tras patrias e u-na preven95o aos collec-
cionadores de caraonianas o subtitulo
desta noticia, copia fi"l do rosto de um
eleganta opsculo de 79 pagnaa, trabalho
typigrapli co priraproso das Iraprensa Na-
cional,
Ji havi irnos ha das annunciad'. esti
publicasao e foi coa grande prazer qua a
recebemos, par especi il fia asa do seu es-
clarec to autor, dstincto litterato francez,
o Sr. Dr H nri de Courtoia.
D veo, s conrear por lhe agradecer o
preciaso -niraa e o sito stvco qu; prea
toa nter .tura portugu za, dando na lin-
gua <\u* t-"mo3 coma universa
moaa capella nos Jeronymos c'estinada a : qU9 80r alvo da adraiacSo uniraral, por
guardar os restos mortaes do solitario de
Valle de Lobos, monumento que ser alvo
da admirado universal porque di ante delle
todos os povos do mando se curvarSo re-
verentes a publicacao as linguas estran
geiras das obras de um dos maiores es-
criptores que Portugal tem tido?
Ah ficam essas interrogajSas. Oxal
que diante delle todos os povos do mundo
ae curvarao reverentes a publicarlo naa
linguas estrangoiras das obras de um dos
maiores escriptores qua Portugal tem
tido ?
Como membro, amia quo de todos o
mais obscuro, da coinmissao execativa do
monument* dos J:robyoaos, e sem que a
rOLHETlM
JOSLARONZA
POR
JACQES DU FLOT E PEOUO MAEL
obra
M !\T PAUTE
CIRHE*
(Continuaclo da n. 155)
IV
Ora, a cart t nao era utis carta b.nal
Estava chea de minuionoi;s, que J0K0
poz em ordem.
Depois dos cumprimtntos o da} p^rgun
tas usuaes, Arband entrava logo na narra-
c3o.
E8 o qne contava :
Dimorei-me, pois, oito dias, minha
querida e ex-.cliente si*nhora, mas esaes
oito dias foram cheio3, desdo os primeiros
dous. NSo quero perder o vapor, que, em
vez de levar-me, levar esta carta.
Tambera os fados que vou narrar fa-
lta a pena de st conhecido3.
Lembra se talvz do que eu. lhe dissj,
ha dous anno, do meuenaontro, aqui mes-
mo, cora essn mystcrioso brahmane, que
confiou-me cou&as tao sigu'arcs Refer-
Jhc er>t3o a 1. inha primeira emocao, dppois
aa mii. a duvidas e, finalmente, o pouco
oredi* i ae dei, em ultima analysc, a essai
revelac3-s.
NSo sei que singular intervenyao da Pro
vid. ia fez ma volur a este logare iuspi-
ron-ni a desejo de demorarme em Ponta
de GaUcs. O que verdale 6 que tire
urna voaUde iovencvel d>? rever estes l-
ate pagode, e o volha, cujas pala-
vta3 myateriosas tanto me tinham impr-s-
que tenham respoata e que ella aatiafaca j urgeaca qUe ae dave enthu8aatica p3r-
aos votos do todos os admiradores do gUta de V. ma consiuU conc-rtar com
grande escriptor e de grande portuguez. 108 meuJ dignos collagas uooa respoata mais
Voltando versao do Canto Primeiro desenvolvida, parece rae poder no emtan
dos Lunadas, como nS) noaao proposito to responder o seguiota :
fazer della urna critic rigorosa, e apenas O 2Jrico j foi traduzido em allomao e
noticiar a sua apreoueao, para quo oa lei- francez. Da traduaeju alie"1* V1 um
torea apreciem ae juato o alvorojo eom axemplar de L^ipsick, editor Brckauss, so
tado que, propondo taes alvitras como que
ndduzia alli o sentir mesmo da nacao
frente de cu jes destinos tantaa vezes tem
estado j, a subseripcao a que propunha
franca, audaz e confiante expansividade
poderia ser destinada a estea dous fina :
ao primeiro delles, em todo o caso.
A gloria de auctoi da Historia de Por-
tugal er 1 a gloria da nacSo portugueza,
proclamava-se naquells reunido, tao since-
ra quanto entusisticamente* D'aqui, a
nacessidade de dar subcrip$ao nacional,
afira de que ella podesse amplamente res-
ponder aos d us encargos a que ia ficar
sujeita, tal margem e amplitude, que, pelo
que toca a monumento fun -rario, longe
de testemuabar apenas a vivida fidelidade
de alguna amigos de alm da campa, te-
presentasse, pelo contrario, o reconhecimen-
to da nacd.o inteira. Pelo que diz raspeito
ao monumento iitterario proposto a par da-
quelle, a tradueco frauceza de todas as
obras de H -rculano as posses da snb-
scripjao devoriam assegural-a.
(Contin&a)
VARIEPADES
que sau lamas o trabdlho do Dr. Courtois,
vamos trans-rever a tradueco daa trea
primeiras estanciaa, das quaes, por Berem
das mais condecidas, nao damos o original
como se encontra no opsculo de que nos
temos oceupa lo.
Ei8 a traduccSo daa trea primeiras es-
talas :
sionado, quant > 03 seas bous conaelhos me
tinhara servido
Lago que aqui chegoei, fui ao pago Je de
B imhanee Um velho piloto malabar, cha-
mado Attah, que cora os seus cabellos
brancos taro o ar de um tratante perteito
e v'z em quando, e hoja especialmente,
qua a idade o obriga reforma, exerce a
profiss&a de coch. iro, disse-me em cami-
nho qua o brabraaoe tinha raorrido. Mas,
couaa extraordinaria, disae me elle cora um
aorriso royiterioso :
O brahmane raponaa ha quarenta
diaa na leu tmalo, os sem fiis velam dia
e noite, porque elle tem de reviver.
Pensei que ella zamba va de mira
Ests douio? parguntei lhe.
Elle abanou a cabaca cora o mea no sor
riso.
O brahmn- um santo. Lile pro
metteu r-vi ver. D'rrai) na teraeira lu,
antea que Sourya lhe chegaaae aaa olhos.
O Mahalcva n2o o pode levar todo inteiro.
Eu sorri ao ouvir enunciar essa crenca.
A India p r exc l.enjia, o paiz das
3Upcrstc3:8, a trra da? maravilhaa. Po
reo, por mais habituada que eu estivesse
s supersticSas, nao era poasivel prever o
que me csp-Tavr..
Cjntinuai a ir rr>g r Attih !
Tu dizes qua o brahmane deve re-
suscitar ?
Sim, S.'iib. Eih mesmo o disse.
E quan io dove elle reauscitar ?
Qaando un francez, um medico, que
elle conheceu, approximar 8e do aeu t-
mulo.
Eu senti-me p rturbado e eommovido.
Ab 1 E sabe.* o nome desse francez?
Sim, Sahib. Chama-se %Dr. Arband.
Tiva ura sobres lto, agarrando lhe o bra-
co.
_ O Dr. Arband sou eu.
O rosto do llamara looaou sbitamente
urna expreaaao da aorpreza e do venerado
qu-isi religiosa.
Ah disse lia entao o senhor vm
chamal n ?
Comprehende, t. iha excellente senhora,
minha admiragao, n5o procurare: deacra-
ver a vivacidade dos sentimentoa de toda a
especie que rae sgitaram nessa momento.
B te de uraa JmystificaQao, e esse prosenti-
mento vago, que rauitas veze3 precursor
rae nSo trabe a memoria, na excellente li-
vraria do Sr coaaelheiro Jayma Muniz.
Da traduegao francaz poa^uo um exera-
plar, com retrato de Herculano gravado
por Heitor (?).
Esta traduc;ao de 1883. T*!^ por
titulo Alexasdbe Hebclano -Eurico
< romn po na -traduit du poi tugis (avec
cantos de toda a sorte, ruidos mair^ou me-
nos discordantes, caminbei sobre um ver-
de aconteciraentoa gravea na vida, eu tinha dadeiro tapate de folhaa e flores,
pressa de conhecer a verdade.
Entretanto o boggy ahegou eo fim da via-
A noite de S <#oo
Accenderam-so as fogueiras
Era louvor de S. Joao,
^'0 espago sam mil bombas
Era honra ao Santa Varo.
Pur toda a parte se prest
Do povo a nocturna festa
Ao fl imejar doa tig8 a;
Rompam gritoa de alegra
D'entre a immenaa vozeria
De poaaeasa multid5:a.
Aqui -um grupo de rcogos,
De bacamart -s na m5o,
Disparara tiros raedonhos
gera.
Tornei a ver o lugar era qua ae passou
o drama mysterioao e terrvel que presen-
ciei, a morte dj nababo Jahar Sing. Iada
guei de nm behra que velava porta da
quinta, absolutamente desarta. Soube en
t3o que a moraia do nababo e todoa 08
seus bens eatavam aequestradoa, em conse
queucia da inoerteza quanto aos herdeiras.
Ura inglez tinha se apresentado como le-
gatario dos bena do defunto ; e imagina o
que eu aenti quando aoube que ease inglez
chamava 8e Law'.a Jubb. Tinha pasaado
por Ceyao 8ais mezas antes e tinha apre
sentado um te8taraento em regra. Mas, a
requeriraenta do brahmane, bavia opposi
gao execugSo desse testamento, em no-
me de um menino, sobrinho e herdeiro le-
gitimo de J^har Siag. Julgava-se, porm,
quo o inglez teria ganho de causa, porque o
brahmane no tinha nenhura documento
authentico para apour a aua opposigao
Depois, Ramou Sa tinha raorrido, ou
ante?, para fallar a lingua dos fanticos
hindus, tinha adormeaido.
Sabe, talvez, qua Ceylao e a Iadia me-
ridional 83o povoadas, sobratudo, por seitaa
budhistas.
Entretanto, o brahmanismo, por sua an-
tiguidade reconhocida, por sua qualidaae
de religilo mSi do budbismo, tem o res-
peito de todas as crengas que delle deri-
vara.
Depois que o velho adormeoeu, o aeu
tmulo tinha ae tornado, de algum modo,
um lugar de devogUo e de peregrinagao pa-
ra todos.
Logo que corren a noticia da minha che
gada, fiquei sendo o objecto de uraa ver-
dadeira ovacao.
Urna chusma enorme veio ao meu en-
contr, e no moraentu em que, impellido
por um aantimento que muito se pareca
coai amor filial, eu toraai o oaminho do pa-
gode, um verdadeiro cortejo seguio-rae.
Attah tinha dito o meu nome multi-
dao.
Ent2o, por entre os grito de alegra,
O pagade rstava guardado par cera fiis,
que esperavam a cada hora o grande acon-
te aimento. L estavam elles, prosteroa-
doa, com a fronte sobre as lages, rendan-
do-aa regular.aente na sua pa adoragao.
No momento em qua entrei, un delles, nm
velho, levantando ae, dirgo-sa a mim, e
d8ss-rao em voz guttural :
Feringhi, o nosso rito oppSe-se a que
entres, a esta hora do dia. Eatretanto, s
bem vindo. A ras aba, antea que Sourya
ae deite, retiraremoa o aanto do aeu tmulo
e elle sahir para to abengoar 3 confiar-te
as suas ultimas voatades.
Despedi-me dos meus compinheiras ba-
rulhentoa, promett-nfo voltar no da ae
guate polas cinco hars da tarde. Entrei
outra vez no raen boggy e vo!tji para Pon-
ta de Galles, l o raeu primeiro cuidado
foi procurar os offi:i*es inghzes. Estes
reconheaeram-rae e receberam-me cora a
mesma cordialidade que antea. Nao pudo
recuaar o seu convite o estime! encontrar
l o meu joven amigo, Dr. Rinnon, rmo
do primeiro medico da eatago, e que de-
pois da minha passagam tinha aido promo-
vido.
Contei a aorpreza por qu> tioha passa-
do.
Elles nao manifestara m o menor signal
de incredulidad!'
Sim, meu caro, disse Rinnon sorrin-
do. Sabamos tudo sao, e n8o lhe occul-
to que todoa aqui e8peravam a sua volta
com impaciencia.
Mas, eatSo, disse eu, sem diasimular
a minha incredulidade, oa 8enhores acredi-
tara nes8e graaejo fnebre ? Vim pedir-
Ihea o aeu conseibo, parque n8o pretendo
autorisar com a minha presenta uraa sce-
na de chirlatanisno, par mais hbilmente
preparada que seja.
Oa ofBaes e mesmo o mu joven col
lega protestaran!.
N2o conmetta seraelbanle falta, dou
tor. Faria a esaa pobre genta urna daafei-
ta, que ella nSo raerese. E' com a maior
boa, f do mundo que elles o oonvidaram e
com a maia viva impaciencia que, ba
Que roncara como nm trovao I
No seu folguedo enlevados,
Nao lembram se os desalmados
Dos sustos que v3o causar...
Tinem no cano as varetas,
Fere o cSo aa espoletas...
E o tiro ecba no ar !. .
Alli um bando faoero
De traversas moreninbas
Cantam ao sora da viola
Melodiosas modinhas ;
Outras, voz do piano,
Sapatim no baiano
Com requebros de matar !. .
Outras, em fim, jogam dados,
Procurando de seus fados
O futuro duvassar.
Alera ferve o samba ardente
Da populaga febril,
Essa danga tao lasciva
Do nosso charo Brasil.
Ao m das p linis qu'echdam
As vivas cantigas sam
Pejando a vasta ampdao. ..
Atiram-so as embigadas
Doudejantes, ostouvadas,
E sob os ps treme o chao !...
Maia alm duas phalangea
De jovens endiabrados
Gritara, berram que faz nlo,
Aos busca ps agarrados.
Como em campo de batalha
Oada columna 8'espi.lha
Circulando a vasta praga j
Ronca o fogo a'enroscando,
Mil tagulhas espalhando
Por entre a branca fumaga...
E cresce a festa estridente
Da noite de S. Joao ;
Todoa brincara, todos gozara
Da pttoreaca funegao.
Come se o bom railho assado,
Inda quentinho e tostado
Ao rescaldo da fogueira,
A fritadinha eheirosa,
E a cangica saborosa
Sob nm copo da Figueira.
Que saudades me desperts,
Noite de tanta alegra !
Como infundes em minh'alma
Suave melancholia !...
Recordages do passado
Se avivara, e magoado
Qeme triste o cora gao...
E, como nm aorano diatante,
Ougo a fila delirante
Da noite de S. Joao...
Sim, d'e88a noite ditosa
O retumbante alarido
Fchoa dentro em meu peito
Cumo um aentido gemido !...
Nao sei. .. nao posso gozar
O prazer qua soe brotar
No seio da muliidao 1. ..
Todos brincara porfa,
Mas p'ra mim essa alegra
S pateca urna irrisao I I
Noite de 23 de Junho de 1887.
Masoel Cavalcante de Mello Filho.
seis|8eraanas, esperara esse dia, na maia
rigorosa penitencia.
Anda hesitando, abanei a cab'ga.
Realmente, como qua 03 senhores,
europeus civilizados, instruidos, podem dar
tanta importancia a casas pratiaas Ora,
antes de tomar uraa resolugao quero ouvir
a sua opiuia sobre a morte real ou sup-
post* desse brahmane.
Elle morreu ou est aira plasmen te em
estado cataleptica ?
Esta pergunta fiz ao proprio Rinnon.
Raspondeu-me com a maior sinceridade :
Se da minha opiniao que quer, eu
a reaumire em duaa palavras : A deapeito
da promeasa do valho e da esperaoga dos
seus fiis, creio que araanha as3stiremos a
urna mystificigao imaaensa.
Isto acredita que o brahmane est
morto ?
Seguramente, se a nossa sciencia
nfillivel.
Ab I Foi o aanhor quem o tratou ?
Sim, meu irmSa e eu.
E pode fazer o favor do contar me
como foi essa morte ?
O doutor contou-rae por audo tudo
quanto se passou. Ramou S, j muito
velha, sento que ii morrer. Mandou cha-
mar os medicas ioglezes, e coraquanto se
entregasse a elles, disse com un sorriso
calmo, quasi sceptioo :
Mancebos, sei que v3o tratar-mecom
todo o cuidado, com toda a sagacidade,
mas tambera com a inaredulidade da gente
da sua raga e da sua regiao. Mas nao
hao de impedir que ea morra, ou ante3,
que durma algum tempo no seio de Bow
hane-? ; depoia hei de acordar entre oa vi
vos por um espago do tempo muito curto.
Fiquei estupefacto. Um sorriso subi-
me aos labios.
E, naturalmente, disse eu ao meu col-
lega, o senhor nao prestou attengao a es
8&a palavras, devidas ao delirio o hallu-
cinacSo.
Rinnoa respoadeu-me no mesmo tom :
Oh meu oaro amigo, nos, talvez,
nao tenharaos tanta f na sciencia, como o
senhor. Estiraos, pelo contraria, muito dia
postoa a acreditar na existencia de factos
anormaes inexpliaaveis, cuja ultima pala
vra talvez nunca noa sej 1 reveala. Ai-
D3
I
O ce ns -O
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**
cresentou que era impoasivel ver em Ra-
mou Sa ura hallucinado ou um delirante.
Eaae homem era muito instruido para um
indio. Tinha urna no-gao muito clara de
mal de que morreu e conversiva a reapei-
to comooseo, diagnosticando perfeitamente.
Sim I E qnal era o aeu mal ?
Um abae8so no ligado, molestia com-
mum neat&s regi5es.
E' verdade, disse eo, e desaa mole8-
tia nao so salva ura em cem.
Fiz varias outras perguntas ao meu col-
lega.
Elle raapondeu aempre com a maior ama-
bilidade.
O brahmane morreu com todoa os
seus sentidos. Sab* que elle.... morreu
cerca da urna hora antes do sol posto, o
que paraca 8er uraa coadig3o si ne qua non
da resurreigao. As auas extremidade8 es-
tremidades eatavam friaa deade a manhS.
Vio 03 preparativo8 para o seu funeral.
Envolvern! o cora tiras da p;.nno, mette-
rara no fretro, um fretro de tecar, perfu-
mes de toda a qualidade, cobriram-o com
urna mortalha, depoia m.tteram o no oai-
xo, onde, pouco a pouco, o corpo inaenai-
bilisau-se. A respiragao dimiouio progrea-
sivamente, a rigidez aacentuou se, os den-
t 9 cerraram se, as pupillas fixaram-se e
perderam o brilho. Afina!, exhalou o ulti-
mo suspiro e logo cesaarara todoa oa phe
nomenoa vitaea. O coragSo deixou de ba-
ter, o pu'ao desappareceu, e nenbum balito
embacou o espelbo.
Entretanto, com permissao mesmo do
defunto, n8o permitamos que se feohaaas
o fretro Ben3o no dia 8eguinte. Tenho vis-
to muito8 cadveres, e nunca vi 08 signaes
da raorte mais claramente acentuadoa Ao
cabo de quarenta e oito horaa comegou a
decomposigae. EntSo, nossa viata, pre-
garan! o caixao e o lacraram com doa
sellos.
{Continuar sena)
Tjp do Diario ra Duque'de CaxiM n. 48.

OD-


Full Text
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