Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19103


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Full Text
J
Ifl-G 111 i M, O 15i
P.IR.4 A CAPITAL E LI.,CR?i, Por tres mezes adiantadoa............... 65000
Por seis ditos dtm........' ...... ii^OO
Por um anno dem.................. 230000
Cada numero avulso? do mesroo dit............ 100
1
SAiriro, cu b : i::.
PARA DEITRO B FORA DA PXOVOCIA
Por seis meses adjuntados..............
Por nove ditos idem................
Pur um anno dem................
Cada numero avulso, da dias anteriores..........
13,5500
20^000
270COC
0100

Pxoyxkbaht tu Mano Hgatfcta t>* aria &
\ob
3a S.-. Aaaede i'rlnae tk C
ato Parla, ii> o*) nossos agentes
exclusivos de nnuacios e pu-
blieacdes da branca e lugl a-
terra
TELEGRAMAS
:sstib: rmwLaS se subid
RIO JE JANEIRO, 8 de Julho, s 4
oras e meia da tarje. (Kecebo s 5
horas e 45 minutos, pelo cabo submarino).
Koa ckiiVii de taontem da Cmara
don Depatadoa fui approiado em 9 '
daraaao o remenlo do Mlalaterlo
do Imperio com aa emeadaa da con
alaao.
l'iirnin Igualmente approvadaa aa
emendan coucedenrJo cem conloa de
re para aa obra* da Faculdade de
Din-lio ;do Recite, e aatorlaando a
deapeaa com a publicar doa lo
tpmenlm de qae fea ultmamele
aequialro o Inalltulo Arcneologico
'n(raphiro Pernambucaoo'
Em aeaao de boje acamara occu
pon ae da 9 dlacisvaao do orcamen-
li do iniaierlo de Ewtrangelroa.
'
..i.. m Maiai aVVaaH
\"jDNTEVID2*0, 7 de Jalda.
r J.Vanqae* da Hepublica no Brazii pedio a aua
demianao qae nao foi arceila.
RIO DE JANEIRO, 7 de Julho, nafta.
n D-.oriarf diplomaticaa enia-
feoladaa entre o Urazil e a* Bepubll-
cm do Rio da Praia eato em mallo
tona camlnbo.
apera ae prximamente urna a -
sarao
PARS, 7 de Julho.
A Cmara doa ftepuladoa repellio
ma emenda ao projeclo de le so-
bre o ervico militar permlttlndo II -
benar depoln de dola annoa de aer-
vic TIRNOVA, 4 de Julho.
* Sobrante deve eleajer boje o prin-
cipe para a Bulgaria.
E* provavel que aera o Duque de
Cobourz.
RIO DE JANEIRO, 8 de Julho, s 6
horas e 20 minutos da tarde.
O 8r. Raro de Canind pronuncian
do um rtlour < na Cmara doa !
pacaduN prop>/. qae aa companblan
debondanejam reponaawela porto
doa ea deaa*trea cauaadoa peloa aeua
carro, lademiiaando para com aa
victima todo oa damnoa cauaadoa.
PARS, 8 de Julho.
Telecramma annunclam quea So-
brante elegeu por unanlmldade para
principe da Bulgaria o Duque de Co
boarr.
Kabe-ae qae a Buaaia moatra-ae
desteoutente com esta uomeaeo.

LONDRES, 8 de Julho.
a Sr. Henrj Drummond WoIT de-
claran ao goverao da Parta Ottoma-
a qae a aua partida de Conitanti-
opla eata Diada para domingo pr-
ximo.
ROMA, 8 de Julho.
f} r mlnlatro da guerra eata pre-
parando tropaa para um corpo rolo-
alai.
Agencia Havas, hiial am Pemambuco,
8 la Julho de 1887.
jHSTROCCAO POPULAR
BIOLOGA
(Extrohido)
OA BIBLIOTHBCA DO POVO E DA8 K8COLA8
,\H LE DA OB.baj|M.4CAO
( ContinuafSo )
Esta reprodueco, qae nao mais do que ama
modifieacao da crescimento, o que se chamt re-
produeco agam, de diviso oa de rebento.
Vello., grupau-se oe elementos plastidiarios
novos em un certo ponto dj meridio existente,
cons'it lera um gomia j ou rebent <, qae em breve,
desenvolvendo se, form : ama nova colonia (meri
dio). A principio estes individuos nuvos, sep*r.i-
vam-se dos pas ; chegou, porm, u:n memento em
que, u by Iras de agua doce, resultando, pe i
centrarlo, urna certa vaatagem da asacciaco d'es-
ees organ'smo3 ur.'rdios, s >. formaram colonias de
genero novo em qae os individuos associados nao
sao j simples elementos plastidiari a mas, sim,
verdadeirai colonias de lastidios.
E' de colonias desta nova ordem, que san for-
mados quaai todos os animaes ; d'ab Ibes vem o
uom de zoidios (derivado do grego xon, animal)
Nos zoidios accentua-se a diviso do trabalho,
augmenta a actividido vita! e a re..;stencia s
causas de destroico.
Urna das causas das inodificaces d'estas no'as
colonias, originaria da propria vida social. To-
das as vez a q -ie d.us ou mais orgtuumos entrara
em relaces constantes,?resultam sempre,para cada
um d'elles, m idifioaco 's mais ou menos importan-
te. Tal a lei da adaptaco reciproca.
Um dos casos mais a itaveis do exeicicio d'esta
lei o que se observa no parasitismo. Q i indo
um animal vive sobre outro, como parsita toff.
raidificac s na sua organisafo, perdendo os or
g^.oe locomotores assim como os que podem servir-
Ibe para procurar e apprenhender os alimentos,
adquirindo em compensaco um maior poder de re-
produccio. U p'in.sitism > nao porfitn, mais do
qae a vida social em que o lucro s bavid por
um d>'s associados.
Com rasao notoa Van B npden, qae em cortos
casos nao isto compU-tamente verdadeiro,s que
muitis vezes se consideravam, como parsitas se-
res que, vivendo em commum com oatros de espe-
cie differente, nao se limitara a tirar d,elles a ali-
meatacan, m ,s pelo contrario, chegam a prestar,
hos 8PU8 nospedeiros, importantes servicia D'ab
vi'io o distinguirem-se, desde ento, doas grapas :
os parsitas e os commensaes ou mutualtstas. Eu
tre .'3t''s ltimos contam-sa as especies de anirnaes
domsticos ; no reino vegeta) segando as recentes
nvPbtigacoes de Born*>t, confirmando ama hypo-
these de Schw.'ndeoer, os liebeos, reputados por
todos os botnicos at aos ltimos anuos como a n
grupo espacial de plantas cryjitcgamicas, nao sao
mais de que o resaltado da associxciio de ama alga
com um cogumdllo.
Os memores de urna colonia de meridios, embo-
la conservando a sua autonoma ou independencia
reciproca, acharase ligados por lagos anlogos
aos que prendera os parsitas e commensaes. Disto
resulta para elles urna serie de modificado;s orga
nicas, semeihantes aquellas q'ie n'aqnelles indi-
camos.
Supponhamos que. as colonias de ra-'ridios (as
das bydras, por ex rapl i), siguas dos individuos
associados so sobara co'locados em ms condicoes
para colner o alimento de qae carecem ; taes indi-
vi d u a morieriam intallivelmente se estivssem
solados, mas tiram aos seus companbeiros colo-
niaes, ib Ih r situados, ama parte da sua alimen-
tacao ; vivera como parsitas-
Eato, dos individuos que assim lhes fornecem
os alimentos, accentaa-se fort"mente a propneda-
de de nutrican, ao passo que perdem gradualmente
as outras propriedades iniciaes das massas proto-
plasmaticas, do mes no modo que am hemem ap-
plicando se constantemente a um mister, adquire
n elle urna grande aptido, perdendo a habilidade
para qualquer oulro otfici E' dea'" modo que,
as colonias inferiores, os iudividuos elementares
eomecam a formar grupos, enoarregado cada um
delles de urna funecao particular da vida commum.
li i os individuo nutritivos, os reproductores, os
sensitivos o os defensores da colonia ; sao j ver
lado iros orgos coloniaes.
{Continua)
'ARTE uFFlClAi
Actos do poder legislativo
LEI N. 3,317-de 20 de jcsho de
1887
Fixa as forcea de trra para o anuo finan
eeiro de 1887 1883
Dom Pedro Segundo, por graja de Deus e
unnime acclasacSo dos poros, impera-
dor constitucional e defeusor perpetuo do
Brazi!, Fazeroos saber a todos os Nossos
Subditos que a Assembla Qeral de^re-
tou e Ni Queremos a lei segniote :
Art. 1." As forgas de trra para o anno
fioanceiro de 1887 -1888, constarao :
| 1. Dos offi iaes das differentes claa-
ses do quadro do eaer^ito.
| 2. Di 13,500 pracas de pret, em
cireumstancias ordinarias e 30,000 ero cir-
cumstanoiaa extraordinarias. Estas forcas
serio completadas na forma da lei n.
2,556 de 26 do Setembro de 1874.
| 3.* Das coropanhias de aprendizes ar-
tilbeiros nao exeedendo de quatrocentas
pracas, das duas companhias de aprendi-
zes militares creadas as provincias de
Minas Geraea e de Goyjz, com o pessoal
que Ibes foi marcado, e do corpo de alum-
nos de Escola Militar da Corte, e das com
panhias de alumnos da Escola Militar da
provincia do Rio Grande do Sul, at 401
praaaa.
Art. 2." O premio, tanto paraos volunta-
rios como para os engajados, ser de 300f$,
dividido em prestacSjs mensaes correspon-
dentes aotempo que ti verem deservirs res-
pectivas pracas, revogado o art. 2o da lei
n. 2,628 do Io de Setembro de 1875 ;
cessando todo o adiantamanto por conta do
dito premio.
| 1. Os voluntarios perceberac, era-
quanto forem pracas de pret, mais urna
gratificacao igual metade do sold de
primdra praca, conforme a arma em que
servirem ; os engajados perceberSo mais
urna gratificacao igual ao sold de primei-
ra praca, e tambora segno a arma em
que servirem.
| 2.' Quando forem escasos do servi-
do, se lhes conceder, as colonias do Es-
tado, um prazo de trras de 108,000, me-
tros quadrados.
| 3. A importancia da contribuico pe-
cuniaria, de que trata o art. Io, Io da
loi n. 2556 de 26 de Setembro de 1874,
continuar a ser de 1:000)5
Art. 3.* Ficam supprimidos, desde j,
o cargo de coronel capella-mr do corpo
ecclesiastico do exercito, e, log que va-
gar, o de capellao tente coronel servin
do de chefe do corpo, como capellao mr,
o capeJo major.
Art. 4. Ficam revogadas as disposicBes
em contraro.
Mandamos, portacto, a todas as atitori
ios a quem o oonhecimento e exeuuc2o da
referida lei pertencer, quf a cumpram
facira cumprir e guardar tao inteiramente
como nalla se contm.
O secretario de Estedo dos negocios da
guerra a faca cumprir, publicar e correr.
Dado no palacio do Rio de Janeiro <'tn
20 !e Junbo de 1887, 66* d* independen-
cia e do imperio
Imperador (com rubrica e guarda).
Joaquim Delfino Ribeiro da Luz
Carta d> lei, p la qual Vossa Vlag?' .-
de Iuperial manda executar o decreto da
Assembl Ger.il, que bou ve por bam s m i
1 iorinr, fizando as forcas ds trra para O
anno t u.ic .iro de 1887 -1888.
Para Vossa Magestad'; Imperial ver
Uh Wallace Mac-Dowell
Transitou em 25 de Junho de 1887
Jos Julio de Albuquerque Barros.
Publicada na secretaria de Estado dos
Negocios da Gu*-rra. em 27 de Junho de
1887.O director, Froncisco Manoel das
Chayas
overuo da Provincia
BXPEDIGNTR DO DA 14 Da MAM DE 1887
Acto:
O presidente da proviueia d couformidade
com a proposta do r. ebete de polica em otfieio
de 11 do crrente mez, sob n. 443, resolve nomear
o actual 2 supplente Antonio Jos Cineia Jnior
e o cidado Antonio Pereira dos Santos para os
lugares de 1 n 2 supplentes do subdelegado do
1* districto do termo de Rio Formoso, ficando assim
sera effeito a portara de 3o de Abril fiudu na p irt
relativa nomeacao do citado Pereira dos Saatvs
para o lugar de Io supplente.
Offices :
Ao Sr. bispi da diocose de Olinda.Trans-
miti a V*. Exc. Revma. em resposta ao offieio de
14 de Abril lindo um mappa daa autoridades ju-
dieiarias desta provincia, faltando a lista de pro
motores de eapeliae a qual depende de esclareui-
mentos, que exigi dos juizes de direito das com-tr
cas.
Tenho a honra de reiterar a V. Exc. 08 protestos
da subida estima e considersco.
Ao inspector da Taesouraria de Paseada.
Tendo sido approvado pelo aviso, junto p r copia,
expedido palo Miniiterie da Manuba em 25 de
Abril ul irao, u. 509, o fretamento do vapor da
Companhia Pernambucana para conduzir os man-
timentos e combastivel necessarios ao pbarol das
Bocas, e sendo contractado esse aervico pelo preco
de 1:200^000, conforme declarou o insp ctor do
Arsenal dr Marinha, em officio sobre o qual V. S-
prest iu a intorraaijao de 12 deste mez, n. 283, re
metto-lhe as coatas apresentadas actualmente pela
dita Companbia na razo do meara > preco, afim de
qae mande effectuar o aliudido pagamento; in-
cluin lo provisoriamente esse debito na demonstra-
ci de insuficiencia de crditos que vai por essa
Thesouraria ser enviada ao referido Ministerio,
nos termos da mencionada ioformacao.'Jurarau-
nieou-sc ao inspector do Arsenal de Marinba.
Ao inspector do Tbesouro Provincial.Oom-
manice a Vmc para os devidos us, que de accordo
com a sua informatao de 12 do corrente, n. 614,
justifiquei, por despacho de boje, as faltas de exer-
eicio do 3 esenpturano desee Tbesouro, bacbarel
Francisco Corris Lima Sobrinbo relativas ao
tempo d' corrido de 7 de Abril ultimo a 6 deste
mez.
Ao inspector geral da Instruccao Publica.
Para dar execuco i. autorisacao contida no 2.
do art. 9 da lei a. 1884 de 30 de Abril ultimo, re-
commendo a Vmc. que dividindo as taclas pri
marias por sexos e mixtas, e classificaodo-as por
catbegolias, faca a destribuicao e coliocuco que
mais coovenba instraeco, sappnmindo as qae
nao sejam necessariaa.
Organiaado assim um mappa das escolas, verifi-
car as que eontinuam prvidas e aa que ficam por
prover, relacionan Jo os profeesores vitalicios aval
sos, por catnegorias, para qae sejam aproveitados
uo provimeuto das caaeiraa, dando a este servico
a amplituie qae Ihe parecer mais acertada.
Ao Dr. juiz de direito de orphus de Igua-
raaa.Sendo da maior necesaidade concluir-so o
aervifo da applicaco da 7a quota do fundo de
emancipado oesta provincia, viat > qae foi deatri-
baida por p rtaria de 24 de Maio do auno paaaado,
sirva-se Vine, de iotormar com urgencia sobre o
resultado das provideucias recommeadadas por eata
Presidencia ao respectivo collector geral; certo ae
qua nao ser auturisado pignmento superior a
600^090 para os cscravos em melhores condicoes,
ae idade.
Cunto que Vm. proceder no limite de suaa attn
buicoes para o prompto resaltado a que recom
meudei.
Mutatis mutandis aos juizes muniuipaes e de
orphaoa dos term a de Barreiros, Gamelleira, Bom-
Conselbo e Cabo.
Ao mesmo. Transmitto a Vmc, a6m de
prestar a iutoimaco recommendada pelo aviso cir-
cular do Ministerio da Guerra, a. 287, de 28 de Ju-
oho de 1365, de accordo com o aviso do mesmo Mi
niaterio, datado de 22 de Outubro de 1886, o in-
cluso recarao de graca interposto pelo bacbarel
Francisco Xavier Paes Brrelo, da pena de 4 me-
ses.e meio de priao e malta correspondente a me-
tade do tempo, a qual Ibe foi imposta por esse jui-
zo em 22 de Julho do auno prximo findoe confir-
mada por accordo do Tribunal da Reacio, de 29
de Marco ultimo.
Ao Dr. juiz de direito da comarca de Boro
Conseibo Reitero a requisico feita em offijio de
35 de Abril preximo fiodo, no sentido de Vmc. re:
raetter Secretaria d'esta Presidencia, copia do
processo de interdiccao do subdito italiano Dumm
gos Rosai, do arrolamento le inventario dos bena
que Ibe pertencem e certidVi da inacripcao da hy-
potb cnsul da Italia.
Ao juis municipal e de orpbos do termo de
Triampbo.Remetta-me Vmc, com urgencia, urna
certido de idade do escravo Pedro, libertada pela
7* quota do fundo de emaocipaco, declarando o
resaltado da providencia recommendada em offiuios
de 10 e 26 de Janeiro ultimo.
Outroaim, infirmar Vmc, aobre o valor dado
ltimamente ao mesmo Pedro; certo de que eata
presidencia nao autorsar pagamento superior a
800*1.
Ao juis municipal e de orphaoa do termo de
Boa-Vista. Declaro a Vmc. para os fina conve-
nientes, que o saldo da 7* quota do fondo de emao-
cipaco nesse termo incluidos os dos anteriores
de 85/432.Commuuicou-se a juota claesificadora
de escrav. a do municipio de Petrooa.
Ao juiz municipal a de orphaoa do termo de
Paot.s. Informe Vmc, com urgencia, aobre o
resultado da applicacao da 7a quota do loado de
emancipado, visto que compre termioar-ae quanto
antea esse servico neata provincia. Mutatis mu-
tandu aoa joizea municipaea e de orphaoa dos ter-
mos de Tatarata e Ouricarv.
Portaras:
O Sr. gerenta da Companbia Pernambucana
faca transportar ao piesidio de Fernando d- Noro-
uha, por conta do Ministerio da Guerra, as pracas
que para all destacara, constantes da inclusa re-
lac&o nominal, aasignada pelo secretario da pres -
deacia e bem assim as pessoos de familia meocio-
nadss na dita relaco.Commuoieoa se so briga
deiro commandante das armas.
O Sr. g rente da Companhia Pernambucana
mande transportar gratuitamente, a pro i, para o
presidio de Fernando d Noroiha a Benta Uauri-
eia da Couceica, mulher do sentenciado Lourenfo
Teixeira Palh i e um filuo meuor.'J ramunicou-
se ao director do presidio.
0 Sr. gerente da Cocnpaobia Pernambucana
mande darpaasagem de r, at Macei, a Manoel
Mara Olympo de Seixas Borges, por conta das
gratuitas a que o goverao tem direito.
EXPEDIENTE DO DB. 8ECBETAB10
Offi .-ios :
Ao Dr. chefe de policaDe ordem do Eira.
Sr. presidente da provincia c > caiuui .> a V.S., que
uo a u officio de hontem, sob n. 454, proferio-se o
seguiute despacho: Ao Sr. Dr. inspector da
sale do porto para informar, providenciando so-
bre esta reclsmacao.
Ao Dr. juiz das xecuco.'s criminaea.De
ordem do Exm Sr. preaideute da provincia com-
munico a V. S., que ueata data providenciou-se no
sentido de ser satisfeita a requisico coatida em
bou officio n. 265, de hontem datado.
Ao 1 secretario da Assembla Legislativa
Provincial.Da ordem do Kxm. Sr. preaideute da
provincia remetto a V. S, afim de ser presentes a
Assembla Legislativa Provincial, a int jrraacao
do inspeetor do Theaouro, de 11 do correte, a.
613, e demaia papis anneros, conceroentes a pe-
tico da Cmara Muai ipal de Calmares, a que al-
lude o offi.'io de V. S., de 30 de Abril ultimo, n.49,
ficando assim satisfeits a exigencia d i mes oa As-
sembla.
Ao inspector do Tbesouro Provincial.De
ordem di Exm Sr. presidente da provincia remet-
to a V. S. para seu coubecimento e fina convenien-
tes o incluso an ny.no dirigido ao meara) Exm. Sr.
cora ~elaci ao roubo qu-' se diz ter h .vi i > Ha col
lectora do Cabo.
EXPEDIENTE DO DA 16 DE MAIO > 1887
Actos :
O presidente J proviueia resolve prorogar por
um mez o praso marcado ao 2." suppleute do juiz
municipal do termo do A'tinho Joao Francisco de
Azevedo Silva, afi n de prestar o juramento d.>
eatyli". Coramunicou-ae ao D.-. juiz de direito da
comarc de Caruar.
O presideole da proviueia, d^ cooformi lad>
com a proposta do Dr. chefe de polica em officio
n. 452 de 13 do eorreote osea, resolve exonerar a
podido Thomaz Pereira Barboza do lugar de sub-
delegado do 3 diatricto da Penba du termo de
Floresta e nomear para suba: tuil o o cidado An-
gelo G mcalves Torres.
Oficios :
Ao brigadeiro comraaodaDte das armas.No
intuito de corrigir o quanto fur possivel a relacao
dos officiaes honorarios contemplados no almanak
do exercito, excluindo se aquellrs que j nao exs-
tirem ou cujo destino ae ignora, sirva-se V. Exc
para satisfazer ao que solicita a repartico do aju-
dante gen>ral em officio circular de 4 do corrente,
de enviar, com a possivel brevdade urna relaco
dos ouia"s exisientec u'esta proviueia.
Ao raesra j.Sirva-se V. xe. de informar so-
bre a iiielu- ca ta de Firmina Codida de Mello,
em que pede dois mez>.'8 de licenca para sea filbo,e
2. sargento do 14. bitalho de infantaria Joo
Car oa de Mello, afim de tratar de negocios do seu
interease oa proviueia da Par>byba.
A mesmo.Fica V. Exe. aotorisado, de ac-
cordo com a sua informadlo n. 258 de 14 do cor-
rente a conceder baixa, mediante subatituicao, ao
2. cadete do 14. batalbo de infamara Leonar-
do Eustaquio Autoaio do Sacramento.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Para os fina convenientes, tranamitto a V. S copia
do officio em qae o juiz municipal do termo da
Floresta, bacharel Jos Mauricio Borges Jnior,
declara o motivo porque dsixou de asamir o exer
cic.o de sea cargo ao termiuar a licenca em cujo
gao se ac'java.
Ao mesmo.Por aviso de 29 de Abril ulti-
mo, u. 709 declarcu-me o Ministerio da Marinha
que devem ser considerados como gratificacao os
adiantamentoa feitos aos nanfragoa do Bbia
perteicmtoa a armada. O que faco constar a V.
S. para os fius convenientes.
Ao mesmo.Sirva-se V. S. de mandar pagar
o valor de um escravo constaute da i.ielusa rela-
co, libertado em audiencia do juiz muuicipal e de
orphus de 18 de Marco ultimo no termo de Tr.um-
pho por conta da 7.* quota do fundo de emanci-
pac>.Communieou-se ae juiz muuicipal e de or-
phaoa do termo de Triumpbo-
Ao director do Arsenal de Guerra.Segando
consta de officio da laten lencia da Guerra n. 957
de 9 do corrente, foram enmarcados uo vapor Es-
pirito Santo, com destino a esse arsi-nal 37 far-
dos coutendo oa 5,891 metros e 52 centmetros de
panno azul, mencin dos no incluso conheci-
mento.
O qae declaro a Vmc. para os devidos fias.
Ao mesmo. -Para satisfazer ao que ao! cita
a preaidencia da pro'iucia do Amazooaa, em offi-
cio de 22 de Abril liado, baja Vmc. de prestar as
informacoes exigidaa p-i majur coemandante in-
terino do 3 batalbu de artilbana a p, no officio
junio por copia, relativamente ao soldado do mes-
mo batalbo Manoel Jos de Sunt'Anna.
Ao coemandante do corpa de polica.Ao
Dr. ebefe de polica mande Vmc. apresentar ama-
cha ao meio da, urna escola de seis pracas do
corpo de seo commands, afim de conduzir tres cri-
minosos que vo respouder ao jury uo termo de
Caruar.Communicoo se ao Dr. chefe de polica.
Ao engenbeiro Lycorgo Jos de Mello.Em
resposta ao officio de Vmc. de 21 de Abril ultimo,
envi Ihe por copia o do inspector da Thesouraria
de Fazenda, sob n. 86, de 13 do corrente.
Ao dueetor do presidio de Fernando de No-
ronhaProvidencie Vmc. no sentido de fazer re-
gressar para esta capital o preso Manuel Francis-
co de Souza, que ahi se acha desde 12 de Setem-
bro de 1885 remettdo pelo Dr. juiz de direito das
execucoea enminaes, e que agora tem de respon-
der ao jury ao termo de S. Beuto.
Portaras :
O Sr. agente da Companbia Brasileira de
Navegaco faca transportar pira o norte a bordo
do vapor Espirito Sanio, por conta do Ministerio
da Juatica, as pracas, os criminosos e o ajudaote
do carcereiro de que trata o Dr. chefe de polica
em officio n. 460, de boje datado, junto por copia.
Commuuicou-se ao Dr. chefe de polica.
O Sr. agente da Companbia Brazileira de
Navegaco faja transportar na primeira opportu
nidade, por conta do Ministerio da Marinha, at o
Cear, com destino capitana do porto deasa pro-
vincia, ama balieira mediudo 8,540 de comprimeu-
to, 1,083 de bocea e 787 de pontal, para 8 remos,
e bem assim os respectivos aecessorios.
O Sr. aoperintendente da atrada de ferro do
Recifc ao S. Francisco sirva-se de mandar trans-
portar gratuitamente em carro de 1* claaae at a
estaco de Una o Rvd. frei Luduvico Damasarino,
providenciando igualmente sobre a volta do mesmo.
O Sr. encarregado do prolongamento da es-
trada de ferro do Recite ao S. Fraocisco sirva-se
de mandar transportar em carro de 1* classe^da
eataco de Una a da Colonia, por conta da provin-
cia, ao Rvd. frei Luduvico Damasarino, providen-
ciando sobre a volta do mesmo para a estaco de
Una.
O Sr. superintendente da estrada de ferro do
Recife ao 8. Francisco s-rva-fe de mandar trans
portar gratuitamente em cairo de 1 classe at
Una, o bacharel Mano-I Claudino de Mello e Silva,
promotor publico da comarca de Floresta, e a um
criado deste em carro de 3* clssse.
O Sr. superintendente da estrada de ferro do
Krcife ao S. Francisco" sirva-ee de mandar trans
portar da estaco das Cinco Pootaa at a de Uua,
em carro de 3 classe, por couta das gratuitas a
que o goverao tem direito, a tres pracas do corpo
de polica.
O Sr. director do prolongamento da estrada
de ferro do Recife ao S. Francisco mande trans-
portar deaca estaco a de Caobotnho, em carro
de 3' classe, por conta da proviueia, a tres pracas
do corpo do polica.
aXPEDIENTE DO DB SECBETABIO
Oficios :
Ao inspector do Arsenal de Marinha.Do
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia com-
munico a V. Exc. em resposta ao seu officio de 13
do corrente, sob n 191, que ficam dadas as pro-
videncia sobre o assumpto do citado officio.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
O Exm Sr. presidente da provincia manda rem-t-
ter a V. S. quatro ordena do Thesouro Naeioual de
ns- 59 a 6
Ao mesmo O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia mana communicar a V. S. que neata data
submetteu deliberaco do Ministerio da Fazenda
o orcamento do reparo de que precias o cruzador
itduza, na importancia de 13-750J812.
Ao engenbeiro fiscal da estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco.S. Exc. o Sr. ^residente
da provincia neata data deu o conveniente destino
aos documentos quo acompanbaram o offi:io de V.
S. de 13 do corrente.
Ao director do presids de Fernando de No-
rooha.O Exm. Sr. presidente da provincia tendo
submettido a considerar) do Ministerio da Guer-
ra, para resolver, o assumpto de seu officio n 169.
de 15 de Abril findo, relativamente aos reparos
precisos na fortaleza dos Remedios; aasim o mia-
da declarar a V. S. para seu couhjciracnto e em
resposta ao citado officio.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA, DO DA 7
DE JULHO DE 1887
Abiizo assigado d is morilor-a e-a Ta-
batinga de S.Liurengo da Matta. -Reaiet-
tido ao Sr. inspector geral da iastrucco
publica para ter em consideracilj ao orga
nisar o mappi de distribuico o eolloeacao
das escolas, de accordo coaa or'em de
14 de M->io ultimo.
Antonio Rodrigues de Souza & C. -
Aguardo a concessSo do augmento de cr-
dito solicitado pela Thesouraria de Faz-.n
da.
Antonio Burgos Ponce de Lon.Sim.
Antonio Jos Padt :o de S. Iufor
me o Sr. inspector do Arsenal de M-ri-
nba.
Buito de wFreitas Guimaraos. Iofor-
me o Sr. fiscal da co nage.
Francisco Furtado de Meudonca. N)
tem lugar o qui requsr, por ser contra a
lei.
Fielien Brothers. Ioform o Sr. iuspec
tor do Thesouro Provincial.
Francisco d Paula Souza Lelo -I le.a.
Franicsco do Souza L<"So Jnior Di
rija s* ao juiz municipal d > termo de Ga-
ranbuns, a que ;i toram devolvidos os pa-
pis, para informar, em 7 de Julho de
1857.
Bacharel H rcilio Luprio de Souza. -
Providenciado nos termo3 io officio que di
rijo boje ao juiz municipal de Bim Jor-
diin.
Honorata. Maria do Sacramento.Infor-
me o Sr. director do presidio de Fernando
de Norouha.
Ignacio Viera de Mello. Sim
Tenente Joao Bernardo do Reg. Nes-
ta data submetto a psticSo do supplicant*
ao conbecimento e decisao do Ministerio
da Guerra.
Jos Gitirana. Sim, com metade do or
denado.
Jos Maximiano dos Santos. Dse.
L'ouilla Ca al.-ante da Costa Varejao.
- Rrsqueira a autoridade judiciaria.
Maximiano Heuriques da Silva Santiago.
-Informe oSr. inspector doTb-souro Pro
vincial
Oliveira Castro 4 C. Djferido nos ter
mos do officio de boje expedido ao Thesou
ro Provincial.
Ulysses Flori.no do Reg Barreto. ~Io-
deferido, em vista das informacoes do di-
rector do Arsenal de Guerra.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buco, 8 de Julho de 1S87.
O porteiro,
F. Chacn.
de Oliveira, preso em fl grante quande
tentara furtar um queij i do estab lecimen-
to commer.iial p-rt n';nte a Alheiro, Oli-
veira & C.
Deus guarde a V. Ex;.Illm. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, amito
digno presidenta da provincia. O ohefe
ie polica, Antonio Domingos Pinto
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DA 8 DE JDLHO DE 1887
Cesara B. Carneiro Campello.Certifique-sc.
joo Joaquim de Siqueira Varejo e Dr. Jos
Joaquim de Souza.'Jumpra-se, regiatre se e fa-
cam-se os aasentamentoa.
Raymuulo Bernardo Liss-'rre, Dr Manoel Go-
mes Viega8, Francisco Corder > Falco Brazil
e Francisco Jos d a Santos Bot dho. Haja vista
o Sr. Dr. procurador fiscal.
Pedro Jorge da Silva Ramos e Eduardo R-'is
Gomes de Mello.Informa o Sr. Dr. administra-
dor da lteccbedoria Provincial.
Frauciac; de t'aula Souza Leo, Joo de Mello
Btrreo, Joo Joaquim de Siqoeira Varjo, Vi-
riaaimo B-zerra dos Pasis, Thomaz Anono
Maciel Mouteiro, F-eldea Brothers e Heurique da
Silva Sautiagi.Ioforue o Sr. coatador.
Kiifiui Anfo lio Baptista.A' Recebedoria Pr i
vincial para attender.
laspectoria geral da Instruccao
Publica
DESPACHOS DO DA 4 DE JULHO DE 1887
Augusta L'jpold na Spencer Netto.Eocami '
nhe-se.
Coa m Augusto Pereira da Luz, profeasir pu-
blico.Eucaminhe-se.
Amelia Spencer Netto doReg, C.valcanti, pro-
feaaora publica.Encamiuhe-se.
Maria Augusta da Silveira, pr fi.8sora publica.
Eucaminhe-ie. J
Mara Antonia da Costa, professora publica.
Enciminh'-se.
Joanua Carolina de Araujo Fgueredo, profes-
ao-a pahliea.Encaminhe se. v
Josepha Florinda Gomos de Araujo,Enearai-
nh. te.
utiii i Auus'o Pereira da Luz, prufessor pu-
Blie E'ieaminhe.ae.
Mauuel Antonio Lete, profesor publico.Cum-
pra-93 e regiatre se.
Ernesto da Silva Miranda, profesaor publico.
Cumpra se e re^istre-se,
O mesin-i. Cumpra-se e registre-.e.
Honorio da Costa Monteire, profeseor publico.
Cumpla se e regiatre-se.
- 7 -
Maria da Natividade Ferreira, pr..fessora pu-
blica.Encamiuhe-se,
Francelina Vieira de Araujo, prof'sa ra publi-
ca.Justifico era rirtude de autorisa9o da pre-
aidencia, de 2 do corrente.
Secretarla da Instruccao Publica de P r-
uambuco, 8 do Juihc de 1887.
O porteiro,
J. Augusto de Mello.
PERMMBUCG
Hepartlco da Polica
2" scelo.N 596 Secretaria de Po-
lica de Parnambuco, 8 de Julho de 1887.
Illm. e Exm. Sr. -Participo a V. Exc.
que toram hontem recolbidos Casa de
Detencao os seguintes individuos:
A' minba ordem, Antonio Ribeiro Ro-
drigues da Silva, como criminoso de furto
de cavados, em Goyanna; Jos Antonio
da Silva, viudo do mesmo termo como cri
ruinoso de Morte em Nazaretb; Z jaras,
escravo, por disturbios ; Manoel, escravo
de Secundioo H. de Andrade, re nettido
pelo subdelegado de B.'lui, por crime de
furto; Antonio Francisco dos Santos e
Virginio Anisio da Costa, remettido pelo
subdelegado da freguezia de Santo Auto
nio, por disturbios.
A' ordem do Dr. delegado do 1 dis-
tricto da capital, Joo Jos Francisco da
Silva, preso em flagrante por crime de
ferimentos.
A' ordem do subdelegado da freguezia
do Recife, Meria Rosa da Conceicao, por
olfcnsas moral publica.
A' ordem do do Io districto da fregu
zia de S. Jos, Joao Francisco, por dis-
turbios.
Ai ordem do do 1 distrioto da fregue-
zia da Boa-Vista, Cosme Damiao Marcos,
por disturbios.
No dia 5 do corrente mez, em um tan
cho pertencente a Manoel do Naaamento
da Fonseca, no da trie te de S. Lourenco
da Malta, falleoeu repentinamente o indi-
viduo de nome Manoel Pedro do Nasci
ment, de congestao cerebral, segundo de-
claram os peritos nomeados pelo respecti-
vo delegado.
Participuu-me o subdelegado do 1* dis-
tado da Boa Vista, ter neata data feto
remeasa ao Dr. juiz de direito- do 4o dia
tridto criminal, do inquerito polieial proce-
dido contra Benedicto Antonio Goncalve*
4ssenbli Provincial
DISCURSO DO 8B DEPUTADO JO K MABIA,
PRONUNCIADO EM SESSAO DE 6 DE MAIO
DE 1887.
O Mr. Jone liarlaCommodo vertam neteio,
diz-ra oa padrea. (Rieadaa)
O Sr. Antonio VctorV. Exc fas-me o favor
de truduzir esse latira ? (Riso).
O Sr. Jos Mana -Quer dizer iato : sioto-me
em difficuldades, nao sci o qoe deva fazer, como
leva comecar.
O Sr. Prxedes PitangaE' segundo Juatinia-
no. (Riao). E' tradneco livre.
O .->r. Jos Mario iato maia o" menos.
i; ,i,!i ci i as, Sr. presidente, as -tramoias, as
marchas e contra-marchas qae a maioria en-
gendra, para que suita o deaejado effeito o sea
plano, dever indeclinavel da minora procurar
todos os meros para inutilisal-o. (Apliados da op
poaico). Este o procedimento que me impoe a
minha policio nesta casa.
Disootio-se no primeiro turno a forca policial, e
foi votad i sem que us houvesaemos aberto debate,
pdese dizer.
Approvado em l1 discusso, immediatamente
pedi, pira pissar a 2*, dispeusa d > intersticio,
ma os nobres di-potado.- rejeitaram o meu reque-
nuien'.o porqu" queriam ter tres dias em que se
na.' discutase lei alguma anuua. afim de ooderem
oeste interregau discutir c votar os aeua projecti-
oho8, s seca filbos dilectos.
Para impedir que sortisse effeito a tramoia doa
n,l). s d.-putadoo, vi-xe forcado a oceupar a tri-
buna sempre que eram ease3 filbotes dilectos pos-
tos em discusso, e consegu o meu fim.
Oa nobres depatados nao concederam a dispen-
sa do intersticio do projecto de forca policial, o
qual ficou dormindo sobre a mesa duraste 3 das \
mus Ss. Excs. nada lucra rara porque en pude fe-
lizmente obstar a p issagem dos aeua projectus.
Nenbum ttrminou, siquer, urna s discusso.
Quando a forca policial voltou discusso foi
justamente no dia em que os nossos tr.-.balhos eram
prorogados a o dia 1U do ostxcnle.
Eu comprehendi, Sr. preslannte, que se deixas
aemos pasaar s< m diacuaao a forca policial no sea
segundo torno oa nebrea deputadoa teriam pelo
meooa oito dias para durante este espaeo fazer
votar esses projectos a que me acabo de referir.
Era por consequencia neceasario entreter a dis-
cusso por algana dias afim de que uo sortisse
effeito o plano de Ss Eres
Foi eff'divamente o que fizemes.
Oruu aobre a materia o nobre deputado pelo 1
districto, e ea fallei em seeuida a S. Exc, mas
desde que nobles deputadoa comprebenderam
que o tempo alus fugia que poucoa das reslavam
para a passagem dos seus projectos, enteodsram
que deviam prolongar a discusso da forca poli-
cial pa a orcarem o Sr. presidente da provincia
a dar nova prorogago.
Eu, porm, insista todos os dias pelo encerra-
mento desaa discusso.
O Sr. Pr. xedes Pitanga Contra-marehou.
(Riso). '
O Sr. Jos MariaDa noasa bancada maguera
mais proterio urna palavra. de sorte qoe es nobres
deputadoa oadaram em secco, e por isso viram-se
forcados a aceitar o encerramento da discnsso,
porque, efectivamente, seria urna cousa inezplica-
v-I, nao fioaria bem, digo mal, ficana pessimameo
te a Sa. Excs., membros da maioria, estarem a
disentir am projecto como o de fuica policial- que
n era impoguado. Dr pois Ss. Excs, nao tinbaa
a qu m responder. Aos doua nicos diacursoa ds
"Ppos-9o, d-;ra-se da parte dos governiotaa tres
ou quatro reapoatas.
OSr. Regueira Costa-Eu:o V. Exc. declara
que isto nao era mais da que ama maoubru p di-
tica ? Que nao hava a menor idea de gravar os
cofres pblicos ?
O Sr. Jo. Mara Nos discutamos tautoquaute
fosse necessario para qoe estivesse termina oa a
discusso da torija policial no ultima da di jiro-
i ogaco, afim de que nao tivessem os nobres de-
putadoa espaeo para discutir e votarem projectos
[W>





Diario de i'eniambucoSabbado 9 de Jullio de 1887



-




r
politices que, srndo favoraveis a Ss. Exea, sao
prijudiciaes asi ncsBta coneligiooarks.
O Br. Costa Rebciro Esta -para mim foi a prin-
cipal razo e d&o a ostra.
O Sr. J B MaraBate nosso precedimeoto era,
ccdiu se diz, ouro sobra azul, assim unamos o til
ao kgiaaaveluttdulce, Da pbraae do velho Ho-
racio.
Ci neeguimos o nosso fim : a sesso ser neces-
sariamente encerrada no termo da primeira proro
gaco. Mas paia que 09 cobres deputados nao poe-
saui levar avaDte o sea intuito, para que fique com-
? lelamente burlada a traruon que preparaa-maio-
ia, necessario que esta distuneo nao safa.hoe
encerrada. Os nobresdeputadea \cm que ae ua
Bao fallasetmoE, seria a tta hura votado em 3*
discusst o pr ojete da torca publica, seria appro-
vada a redatcac e ainda dorante todo tempo da
sesso, de bi je e nos das subaequentes, at 10, oe
nobres deputadea tcnam tempe de sobra paca ta-
er pasear alguna desees projectos, por que fa.eui
tanta questo.
que cuoipre a nos da opposico ? Discutir e
discutir largamente, de modo que at o ultimo dia
de sessao seja V. Exc, Sr. presidente, forjado a
abmetter a debute o projecto de forca polica ,
porque asaim restar aos nobres deputados muito
pono tempo em cada sesso, temp> qie ns ebe-
gax para a-paesagon deseas projectuihos.
V. Bxe. dividir a ordem.do dia em duas par-
tes, sendo urna destinada -discusao de projecto
de lei auuua, e a nutra entSo destinada aos taes
Smjectos de interesses particulares, o que pre-
irivet a discutirtse estiSsprijectoa durante toda a
sessao.
Eis, Sr. presidente, o que a franqueza. Eu nao
tenho netessidade de vir aqu dizer urna f
faser outra. Nao, senhor ; eu teabo as-menos a vir-
tnde da fianqueza, digo logo a cousa como ella .
Sou o contrario das nobres depurad-s que disem
pensar de um modo e procedem de ontro, confirme
as conveniencias de memento. Nao pense V. Ere..
Sr. presidente, que o que me tros esta a> tribuna
odesejode diacutip.
Nu ; p. *> '.ramente nao tenho a pretenfo de
prender pela palavra o auditorio.
O Sr. Antonia. YieturV. Exc prende, senpae
qae falla.
O Sr. Jos Maria- Ainda memo quando eu es-
tivesse disto convencido, na tenho atis aquella
fatuidade que propria,dos me vos ; j au tena
maia o amor, o eaihirsiasuro que se muutraa no es-
pirito d'aquelles que ccineyav a tranepor a vida
publica, e ingenuamente snppoem que serve de
algnma ei usa a 1 xbibico de talento, de i'lusira-
cao. a veibestdade. Nao; eu nao tcnbo mais se
melbante pretento. Eu nada espero, e apunas sa-
tistav-me em cu-soorrer com o mtu mee afora*
para bem servir minba patria e ao meu partido,
e isto eu posio faaer modeBtamento eem exhibir
erudivo, que uo poaeuo.
O Sr. Antonio Vctor-Nao apoiado; V. Exc
*}? est multo modesto.
) Sr. (J.spar de DcommoodComo sempre.
Ortir. Joa Maria Alin de qu Sr. presidente,
a estou convencido como V. Exc, de que as dis-
aesoes n'esta casa uada aproveitam.
Os nebros deputados v-m para aiui, em gera
eoni o prorosita firme de votar p.>r eata ou aquella
forma, a favor 01 contra tal ou qual me i : ni.
faseudo Ibes mossa aa espirito as discussoea por
tais elevadas que ellas sijam.
Diseute-se, n'es'. casa, Sr. presidente, por dona
motivos: cu quando o deputado bastaute uovo e
acredita que suas palavras serio ou vidas com
sxtenco, ou com o intuito que me traz 'ribuna,
que manobrar de modo, que os adversarios ni
posaam obter facilm-nte aquillo qae desejant, atim
de destruir a tramoia que armam.
O Sr. R;gu ira CostaO oobre deputado j est
aaaaado.
O Sr. Jos MariaQual! Eu aiDda posso f.llar
at meia noite. D vez em quando tomo um copo
i"a ia, e vou por diante, louvado Deas.
O Sr. Antonio VctorMas V. Exc assnn pr. j u
;i a sua sa 1''.
O Sr. Jos MariaPrejudica minba sa le, mas
sampro o meu dever. Sr. presidente, urna maioru
dirigida como a d^sta casa, urna materia que ale
ae importa cu'n a lei, que ni) reapeita os direi^-s
de si-u adversarios.
O Sr. Gaspar de DrummoniEst muito ama-
dade de crenjas ; sirva este facto de ensinamento
aos depntados vindonroa, para qne uo eutna
para esta casa, laia de Lnia XVI, de rebenque
em pnnbo, querendo tndo avassallar.
E' preciso que aquelles qae pura aqu vieren;,
compenetrem-se desta verdade.
Um 1 pposicianista qu 1 sabe cumprir o seuJJevf r
que dotado de algnma disposic > e de alguis
recurso intellectual, bastante p^ra impedir a
realisacSo de muttos projectos, de muit a clculos
das maiorias par maiores que ellas sejam, por mais
aguasrida e naos diastatas qae estejam.
Se ua legsalaur vmdourao que nao desejo,
nem de esperar-o partido conserTitdlir aind-* apreaentar-se mata casa eata maiori, os nobraa
diputados que baje ttzem. parte da>assemola a
que tiverem de volear, elisio-m aos novas pratiea
diversa daquelia que segmram este anno.
Devo, Sr. presidente, n'eete memento declarar o
que aais actaou principalmente no uiou espirito
ijra ae:uu'ir a attitude que mantrve. atata cast
as duas segsoes deeta legislatura.
Etz-me mal aos ouvidos, incommodon-se bali-
tante, um aparte que me deu nm Sr. deputad.i,
quando eu orava desta tribuna, no anno paseado,
em 2* ou 3a s -s:\o preparatoria.
Es-e Sr. deputado que nunca tiuha tido asseoto
nt ate recinto, qne era a |-rrmeira ves qoe aqu pene-
Irava, enibora deputadogeral, o Sr Gonoalvea Fi 1-
reir, dnsri que a miaoria nao tvaba direitos. que
aada havia de mais c oquente qne a metade e mii
um, que a materia faziao que bi m Iheapmzia n que
a minora nao restava outro reearso aeuio confor-
?e!.
O Sr. Jos Mura>eio qun nai ha falta de
amabilidad-? abi.
Mas dizia eu : ama maioria qne uo resp -ita os
ireitos da m:n rn, que qinr le-var tado de ven-
Cid, suppnio que ac-ima da forja do numero, -la
atetade e mais um, nada mais existe digno d re a.
peito. seria capaz de tud > pratiear se p>r ventura
nao houvesse n'esta bancada alguna espritus bis-
tante t.rtes para oppor barreita aos des-; bsaM
eiaveis dos nbre deputados Por tsso, sr. presi-
dente, eu nao pesso deixar de oceupar "sta tri
bona, tempre e sempre, quando mais nai fosse,
para cort-ir ih -s as vasas.
J disse a V. Exc. : nao pretendo voltar a esta
asa, e somante o farei se for a isto compellilo.
Digo, se tor canpellido, porque o hoaiem politie 1
Bb pole recasar sena servicoe, e diser d'eate pao
aao comerei e d'esta agua nao b -berei.
0 Br. Andr I1 eertesa.
O Sr. Jote AlariaCabe me portanto dtrer aos
mena ooncidaaoe, quellea que para aqu mi man-
darme, que fu ttnbo conscieucia de que cumpri o
seo d<-ver, muit is vezes at com prejuizo de miuba
5ade. (Apoiados).
Muitas vz s, Sr. presidente, impcbsibilitado de
vir a esta ca?a perqu tu'res afanii-s me pren-
dism, ontras vi7.es tazinde dai> fraquezas forv*,
p(], ate uuetmmodado, todava,
ibnais deiiei ce t-i.n pan ei r, te maiircendo aqu
durante teao o ien|0 d>s s --.o-e, com excep^io
de t.ui. aniea ve, im qoe, confesso, tall 1
eoragein para \ r cumpi'r o meu dever di dej.u-
ti.de. fsti-i do iiiiirma petsea fe miiiba familia, e
qne ne mtito ta:. A' 'X.ipcAo dista nica
vez, eu c ni- iri t- t dat I, p rque, ausen-
te, tu nao poda estar iranqulli, desde qu
poda contar rom a li aldade je u.eus advi rsarii s.
qne uto iinxi lavis e que sao uteiros e Tese ros
em toda a sorte de tr. Uioias ; e k- nem trmpre
tu pude impedir a passeg m de midioas 1
casa, que ii ni prejuocar aos imus < rreligii na-
rios oe qaalqaer di.s distr-cfi s em que dividida
a provinii fi i que tal'-
ra pare descobr:;- a tremeia 1 n para achar 1
de flUstral a
Betirc-me, p rtanto, defta casa c.m a conseien
eia di- que- eu cumpri o meu dever, de qe
pourx i sai que nao ab> ndi nei o manda-
fvm qoe u f i c iifieil. .
ra'vo Vetos psia que aqaee qoe tiver d.- me
sabttituir, leeo n es vi U s pi* qne o repri-
miente do 0 (; Mi ti', lie 'ivrr Oe ocupar
tsta (adeiia.iia *eg S'in unocuia, mais taleB
te-go si m tuvida 00 que < u. .
Prxedis Pitt provavel...
O Sr. Jote Mai 1 ... m id> t-ado acanta publ El r i n,eu pat-
O Br. Piaxeiiee sWarg Tai.to ceno V Exc.
0 8-.J1 t liara... oeei.pi i* ugar ton<
ggji;: u. itnipindr te ftut-divues mi-
lbcr r.o uu- iu itunpri.
Quimqeer, pcKrn, qe> tje, ri r mt-'w qne taja,
aa de han josuce, aifim cno titos is mius
co:l'Ei-s. e: n\ 11 1 < ndite fie qt.-e n animexie-
deu, pirque di lutiii- reetusts difj ni h ; pu-
rea melbor ventade e u. s oiti it vio den.:
aio ter.
O Sr. Pr-xfdis Piftrga V. Exc lim sido
sempre talher indis eaasvel r grande mesa do
par- meu
O Sr. Jos Mii. Ohr'gado a V. Exc
E nem pedia, Sr presidente, deixr de ustim
pncederante a can un que kpretetarka>-M
aesta casaos 1, t r- s di | ntaoi t.ts a asen cao.
Siba da eepric-BO n 1 1 a de p' 11 do cirieiva
der, difpind de tu a o-aietia di nais de 01 us
terv-is, iiguibia. Hip-i-doiu. un. ae iaftVl-
jatmtnte, o re te Uniga t oitpiHa a livi-r iot
ae vmtida, como te ti tu nv s un. jnvo cuquie-
tado.
i a ViUm (ebaibo de cvi Ibas.
O Sr. Jur M'aiii Ft niDii ni, na jirnadaque
smprebeidi can 11 e nliei-me t. Piqunaein-
aiguificante s ptalai^e libiral, ti da ella unida,
leda ella etae-engindo pata onetno pinto snas
vistas, auxil-a 1 ci-it- n uiu ni 1 te oiinnrim
ares, pode cr^oiLai-fe oe que din nstrou, a sa-
sitdade, msiena, que 1 m> ti l pie o i.umeto
tado 5 que 11'om psiUsufOte nn adeve tespi i-
tar osdirei'is o n 1 oiia. aateael-a as toas
jeetts pretei-toet, p' ib do iinirstio etta trun na
encontrar de tib*jo ntHB pra itsistir, impe
dir-lhes a realisavao oe sras imuiti a
Sirva este lae-te de hco aot ImuruS deputados
revinciaes de Firn n but-n, pai que, a eximplo
do que toeceoia na gitiatuias passadi., em
oe- constituanos n.aioria. aquel.es que ettivenm
rm plano aupirur pela tona do numere, cou
uderem, como dev m, a Btnoria, qni citnposta
ie collegas seus, embora tepsrades pela aiversi-1 (16)
Car se.
O Sr. Barros Barrcto JnnKar-Pordoe-me ; neo
sei se foram estas as palavras d.quaJIe illaatie
deputado.
O Sr. Jos MariaV. Exo. eemprehende que
ao ciu pa[.agaio para descrar palavras das
(luiros
0 8r. Barros Brrelo JniorMas nao qusir^
emprestar ao collega que est ausente i alrnci-e que
ua 1 tem.
O Sr. Jote Mariae-Se V. Exo. quer que eu re-
pita as propriae palavras que elle proferto, mande
vir os annaes.
O que verdade qne aquellas palavras soa
ram me mal ai 8 luviuoe ; fizeram-memal aos ner
vee e en repliquei immedtatanii-nte : a maioria na 1
pode govi-rnar sem a minora, e a prova desta
asserc/o q'ie amaub nao ser iustallada esta
assembl 1, porque eu uo quero.
E, 1 fli-etivamente, Sr. presidente, ne dia seguiti-
te, que era o 1* de Mareo, a maioria nao ooiiaagaiu
levar a tffeitco seo intuito, purqae eu nfio oon-
aenti.
Eo estava com a palavra; raantive-me na tri-
buna at pela n.iin. Negaram-ote todos os re-
uursos, nao c utentir-in que eu me retiraese por
2 minutos para a ante-sala afim de tomar urna refei-
vo-
Abatido, canvido, tiesta mesma tribuna, tomei
Utna sopa para alimentar me, afim de 1- v-ai- avante
o meu capricho ; e, Sr. prrsideute, mais urna vez a
maioria deixuu de governar...
Assim, peco aos nobres deputados que tomem
este exemplu como um ensiuameuto ; transmittam-
u'o ana futuras col gas, para que nao eutrea aqu
gomo senbarea eudaes, com ares e conquistado-
res e invernadores, tratan io com desdem, com
p.uco cato aos membros da minor a, que quando
tem ci'nsciencia de si, quando saoe fizer se valer
ao faz cis 1, desduoba completamente da saperio-
riJade du numero, p orqu-, i-mbora se diga s-aipre
que o iiuoi r.o tudo, eu posso t-fli mar que nem
rasara assim succeie.
V*. Exc, Sr. presidente, pode dizer me quand-
termina a 1* jarte da nr.letn do da para que eu
possa regular o b-u discurso?
O Sr. presidente- A's 2 h.ras e 4 rninotis.
O Sr. Jos Mana Enio a acta amauba deve
tizer que a bpbsio abno-se 1|4 de hora depoi:
dn in.-io dia.
Siuto, Sr. presidente, nao ter oavido todo o da _
curso do nobr deputado pelo 9' dis'rico, o Sr.
Regueira Costa, porque iesejaria muito ter occa-
-i; de rendir bomenagem ao talento e illustraca
de S. Exc.
O Sr. Begaeira CostaMuito obligado a V.
Ex.
O Sr. Visconde de TabatiogaFaz-lbe justici.
O Sr. Jote ManaSem duvida.
Entre os assumpt -a de que bs iccupou o Ilustre
deputado, segn 10 estou informado, tratou S.
Exc la.gatneute ia m>gna e inoment-sa questo
do elemento escravo.
O Sr. Gaspar de DrummondEst V. Exc no
mar largo
O -r. Prxedes Pitanga E saboroso.
O Br. Jote MariaEmbora uo tivesse a aatisfa-
V'o di- nuvil-i imagino o que S. Exc. exteruou a
tal respeito.
O Sr. R-gueir* data Disse que era um abo-
licinnista e-aso V. Exc.
O Sr. Jos MinaO nobre deputado deca
rou. como acaba de af&rmar, que era to abolicio-
nista c ido eu sou ; mas p perm'ssao ao nnu
illus.re am'go para contestar esta sua proposiyo
Ou S. Exc uo abolicionista como eu son, ou
S Exc. procura 81 pitar este sentimento elevad >
par condese-uder com as conveniencias do sen
parado.
O Sr. Kegueira CostaTenbo votado uesta casa
por t das as medidas contra a eacravido.
O Sr. Jote Maria- Nettas condives V. Exi.
est em oppisicu com o procidimento do Sr. O.
1 h ti- de polica, que manda a torva publica, mu-
nida de pa, arrombar sem as formalidades legaes
as tasas onde euspeita que exiatem esoravos i-
gidu8.
O Sr Kegueira CistaNette ponto nao concor-
| 1 e m V Exc
O Sr Jote h~: 1 Pos V. Exc abnlici nista,
- eu intri laati i.rti-eti -
i-rij o leis, da nossa civilisyao e da
obm moraliaadt '.- !
O 8r. Kiguijra CostaO acoutsmento u n
LO II II. I-.
O ^r. Jote MariaDe aecerdo. O acoutemen"o
um ctime, mas pueaB-ae if cr mis por eatsVfor-
uia ?
O Sr. Btgoera CcataA minba qnittao uo
de te ina.
O Sr. Jote MuraEntSo de ru ?
O ;"r. J; 11 1 O ata 1 A mi Ira qm t'So se
t <_ c 1 10 nao 1 n iicio 1 nti dut attindt.dis.
O Sr. J-tMinNao ta moa di cuite que &
.-u 1 tiiM ot pioi t-01 ndo de .C-
1 ordo << ni a le ?
Um Si. Di-piiind'Isto mtra couta.
O Sr. Jote I que t quettao. El
p. igii'' ai i':u dju'tde: S. Exc. jus; fita o
;r 11 un-1.ti. 0a poica que a l.trt.b mettas 3a
noite 11.i aCe o lar di asttico, yaibutido pi 1>. nesa
Cu ttnu vo, c-i mo t Itiadir, ti m a ni mi leima
e. para pnnuir o traatintiae, qua quer que
ule stjb ?
O -i K'ii I -i S. Imvir mi.ndhde
111- rito. O pri.'fidio.tnto legal.
C r Ji fe>.War a Mus i.e taso contrario, ia
tn.de h p ,ltia nn,Ldt(i 1 di i todc au
itiitavi 01 tubii, pide jiiitia, aim.didi
g> cu. > ni libar tima pi ra para pitnder os pie-
iiifli.it iiiimi f
0 Br. Regoeir* CostaKette ctae, nao.
(1 Br. iitt MaiiiAiirna bin qi r o m.bre de
piitac, ti n 1. 11. 11| 11:. Mi, mu. (.1 1 ffiBitt que t
ti nntte a piitn Jo eecrtvo de actorao cim a I-i.
('. i ri ^.uiiiti mente S. E>e. iti im Otsaitid.
1 u v Si. i h'te de p- lina, que te entumi i-hete
dos caiaiinies de himens.
^ ?, E>i .. hr. pis-'tip, que o acto do clie-
fe 01 pi iitia tii im natniia. que nao encu ra
jus fu itSo pi i- pute de ttus toiitligionarioB,
que m afteato i.itta tata
1 br. Btsueiri C' >' Mas a polica procedn
*i n. ti das at fi imalioades.
t f-i Jitfeai 1 tu i fiiino que nao biuvp a
1 f m.t lio oe. A. i-oniiarir. inisieradan.. n-
ii. 11 n. f. id.iIii e aiguma, 1 s tgentes da polnia,
qi 1 i* 11 iittiiuiu n. tu tapiti t de eampt ,monnf s
di j t'ii. ntiD Liiin> ae piitks do 3" ai.dar do prt-
. 44 oa tua co lupnaoor, 1 nde te aehat am
blgaM nltlitee, que itpeiavt.m a beia precisa
1 titnt 11 1 ti 1 leira ta luz, e 1 s apprebeii
u. rtu Chkdi tu. 1 t|.i etktuli. trisiiesimu a. s nns-
1 b (ribos, Bcnootii to iur do dia intelises crta-
tuiat, tom at facifl nacileiitas, ot corpos i-ten s
cu tciitutoet. pi bies mulberes que eondusiam em
s< us si ios us tcuk tubos que nao pidiam sir ap-
pr. b nd n oe como itera vos.
O Sr C ta Iiiburer'oi uro espectculo repo
gnaute.
O Sr Jet MarisDepois d'ieto, 8*. presidente,
a parte ifhtial. que nao ixpiime a verdade, adj-
urando tudo e ludas as cirtumstancias, disse que
a lolicia le esta diligmoa, per ti r tidu noticia de
que n'aquelle logar se achavam ladrees, cuno se
es ladioes costumastem penetrar em um prexii
vasio, ^ue eeii para altgar, cuto de da, pi ra
abi bt misikr-'st.
Sr. piesidm e. en vou ler o trpico da parte da
l St estes infeliies esti veesem armados, a diligen-
cis nao teria surtido aquello tffeito. Os escrxvi-
sadoB oa nao teriam sido presos, ou assim teria
sueeedido depois de reiihica luta, d'onde resulta-
rla ficarem estendidos n'aquelle lugar, e com viles
mnitos dos aguasis do Sr. ebeie de polica.
Peliimente, Sr. presidente, do mesmo modo que
no dia anterior, a diligencia nao foi comrleta Ho-
deram etTi divamente prender 20 a 30 homeus,
mas outroa tantos, ou em numero maior, poderain
escapar-ae nos escondrijos daquelia casa, occul-
tando-se eoi urna abobada que fica eobre a es -a-
d.
Felizmente outro tanto do numero, pode por es-
ta, forma escapar-se, all perinaneoendo at ama
hora da madrugada, em que aabiram, tomando im
moxatamente diroaeu tal que nao p d rain ser
apon hendidos pelos oapitaas de malte q ie com
peem a polica desta trra.
H um aparte.)
Garanto ao nobre deputado que eseaparam em
grande numero individuos que abi ae achavam.
^(Apartes.)
Para que, Sr. presiiiiite, catarros nos a dar
espectculos tris'es, que depo -m grauderaente da
nossa civilisaco ? Para que anda a polica dan-
do este espect-iculo triste que bastante depoe dos
nosaos crditos ?
A queatu abolicionista urna questai vencida.
Qu. r queiram, quer nao, a patria brssileira ha
de ficar liyre seas barulho.
Eu nao se-ei braaileiro, se pelo centenaria da
grande revoluco franceza, anda bouver no solo
brasilero un escravo; eu nao aere brassiro,
garanto dtsto trmuna, se em 89, quando se tiver
desolemnisar adata memi-ravel da tontada da
bastilha, anda a patria brasiu-ra tiver de curvar-
se envergonhada. poia mmoe-ha da eacravido.
Acabo de verificar, Sr presidente, que: na casa
na* ha. mais numero para votar; uo haven lo,
portento receio d- que possa encerrar -eo esta dis
cus sao, eu termino mandando uaesa um requer
uiento de idiaii.i'iif 1.
KCviSTA BiARI/
Urandea luteriuJa Betuntiiin u., m
verno nos remetti-ram copia Jo segui.ite acto :
3a secvo. P Jacio da Presidencia de fler-
narabuc.., em 'b de Juah de 1887.
O o. bi I ule da pr vincia, teodo em ista es
qfncios du Tbesuuro Provincial, de 14 e 17 de
Jaaho correire, relativoe ao tbesuureiro das lote
ras c m applicavo an fundo d etaancipavo e
eduoavo de ingenuos da Colonia Isabel, e
Considerando que este funceionario se recusa
aprestar comas d loter de quatro mil oonto-,
que -oo extrabio, conservando um sea peder os
bilhetei nao vend los, e grande parte do producto
dos j vendido*, sendo que eata iinp.irtancia
opiata conhecido utu desfa'que d 232:687900.
o nforme o thvio do Tbeauuro d 14 de Ma-o ul-
timo, n. 6.0, alm do que se ha de apurar atina! ;
Considerando que seudo o dia 14 d) sitado
mez de Maio o marcado para a eitraeeai que nao
se tfidctuou, at o pesent o tbesooruir uo af-
fixou anuuncios, c olvidando os portadores di! bi-
hetes a recebere-m os respectivos valores, n m
cousta m-sino que de qualquer unjo estja cui-
dando dessa iuJemnisHo to a qu obrig^do ;
C insiderando que o Toesouro se..te-se sem
meios 00. rcitivos para chamar aquelle empr-i.'1 lo
ao c mpnmento de seu dever, por isso que, tendo
requerido o (bti o da autoridad" juiiciaria man-
dado de priso administrativa contra elle, ni for-
ma dos arta 21 e 291 do regulaminto de 2 du Ju-
Ibo de 1879 e decreto geral n. 657 de 5 de De-
zerabro de 1349, o Tribunal da K-laya., por ae
corla de 27 de Vlaio, a requerimant) do tueaou-
rer', ooaeedea Ibe habeos-corpus pleno, a jo'giu
ill gil qu' se o constrangesse por estes saatasr:
declarando uo ser o m-s n fu e-cionario do pessoat
e servifo do Th--sonr, em publico o dinheiro gob
asna guarda, visto como a p .d ser assim c 1 .-i
derado o dinheiro que se arrecada para occorrer
depetas veces-arias existencia do Estado e que
pelo contribuin'e rpago obriyatoriamenle e p*r forca
da lei; e depois, por ase rio de i do correte
.i. izando de :ornar c-nhe -intento do agr-ravo in
terporto pelo pr.icurador d..s Feitos do despacho
do juiz que man Inu fi:tr sern etteito sequestro
requerido nos b-iisdo th-s .ureiro ;
Considerando que, neitaa c mdicoes, desligaa-
do-se o empregado de obrigaces que ihe sao no
postas por le e regiilamento-f, n) pode a adm.-
uistraco deixar que c ntiiiue a mesmo as tuuc-
CO--8 e vantaij -n-i do eiopreg;
liesilve, na confoi midade do art. 17, eom r -
fermeias aos arta. 1 4 a 1' do ri gnlamento de 4
de Nov mbro do anno paasado, suspender, disci-
plinar e administrativamente o thesoureiru das lo-
teras extraordinarias da pruvincia, enente-coro
Bfil Francisco Gonoalvea Torres, at que preste
c ata dos Valores confiados sua guarda, restitua
o eusto dos biibetes ais portadles, recolba ao
Tb eouro as imp-.rtaucias uo ret -madae e os bi -
Ibetes qne hcaram por vender, urna ve qoe sua
demisso na > pede ter lagar si nao p ir traude,
pmvada em juico, no exvreicio do emprego, por
for?a da le n. 1832. de 28 de Julbo de ls84.
que deu-lhe o carcter de funeciouano publica vt-
licio.
Pqaete InglesDeve chegar hoje proce-
dente da Europa o vapor ingles Trent que depois
da demora eostamda segu para o sul.
lolvreaIntormam-uoa que o d stinoto e abas-
tado agricultor da municipio de Gatnelleira, Cin-
ciuato Velloso da Silveira, senbor to eugenbo Pro-
gresso, no dia 1 do corrente declaiou que liberra-
va todos oa seua escravos mediante a condico da
prestacao de Bervifos por dous anuos.
CompiDbia do BebertbePelo direc-
tor gerente desta companbia Dr. Cecillano Mame-
de Alves Ferreira. fo-nos remettido o relatono
por elle apresentado assembla i;erai dos accio-
nistas em sessao ordinaria do corrate anuo.
Aunnh publicaremos a integra do relatorio o
os nosaos lettores pod-ro apreciar o que minucio-
samente aln se 1 xpo : acerca dos negocios da Com-
panbia de Betoenbd.
Agradecidos somos ao di-aagerente pelo obse-
quio da reinaaaa de um exeasular.
Trihuniil do JuryTendo naatem cmi-
parecido 42 juizes de facto foi abena a sessao.
Para ser submettido julgamento apresentou-se
o reo Manoel Ferreira de Mello pronunciado no
art. 205 do cdigo criminal.
Nao tendo o reo trazido defensor, e sendo menor
de 21 annos foi o Sr Dr. Emygdio Vianna, advo-
gado doa presos pobres uoin ad curador pelo pre-
sidente do tribunal, e prestado o juramento pas-
Siiu-so ao sorteio do cpusclho, qus tiouu Qomposta
dos seguiutes enhores:
Joaquim Luis de Carvalho Oliveira.
Julio Pires L'ibo
Uiyssea Botelbo da Andrade.
Teueateecoronel Joo Francisco da Cunha.
Paulo d Albuquerque Gama.
Eustaquio Zoferiao Ja Silva Br-ga.
Or. Alberto Julio Gea Tallos.
H-nrique Soares de Azevedo.
Dr. Joo Jos Feroandes da Cunha.
Jos Rodrigues do Paseo Neto.
Bernardino Manoel Vtegas.
Jis Igoacio (iuedea Pbreira.
Tendo o oonsetho prestado o juram-iiito iniciou-3e
o interrogatorio que responden O roo ch*mar-se
Manoel Ferreira de Mello, natural da Porahyoa,
de !8 annos de idad'-, aolteiro, antlphobetn, uxjra
1-ri-mS Luumhi da Matea, ou io reside des I
1877, trabalhador na lav.ura; aabe qne est
preso por ter ferido (\ementuio Joa >Jabrl ;
ignora onde bo achava, quando se deu o facto cii-
minoso de que aecusad. ; conheee al^uiuas das
testemoirbas e que nado tem que oppor ellas;
(pe nao tea) motivo BB/rtlnaJa/ queattributa
>.<:cuaacao ; e qf allegava em aeu favor da nada
ee lembrar por ee achar embriagado quaudo se diz
ter ae dado c facto.
O Dr. Prek-as Honoioues.deseovolveu a acensa.
ca 1 b*seando-se as provus no p.ocaso. Pela
uiova tist-muubal demonstrou, que o autor do
foi iinento teito em Clementiuo Jos Cabral na noite
Je 4' e Juuli 1 do anuo passado ou lugir S L >u-
rencoJ da Matta tt-a o reo. Pelo uorpo de dencto
provou, que esse forimento fra grave. Concluio
a .ecusaco pedindo a con iem mximo do art. 205 do cdigo crnoiual por terem
eoujorriio as circumstancas aggravantes da noite,
e superiondade em arma.
O Dr. Viauna, curador do reo, deaenvolveu a
defeza fasendo urna analyse das provaa doa autos
Eramiuando o corpo do delicio f uto por pea* aa
uo habilitadas, provou, que uo b uve ferimeoto
grave. ,
Patenteou aa impcrfeivoes, que existtam un-
qu i la peca, base principal do proc 'ss 1.
Historiando o tacto demonstrou, q-ie u f rioientj
fdi casual. A regie onde foi elle cito (perua es-
querda, pauso cima do joelho. lad interu ) prova,
que da parte do reo nao bouve a i iteccao ii: ferir
i.abral
De.noustrou mais que o s*u curatellado acha-
Vu-se eu briagado e bem assim ("a 'a'.
Finalisou pedindo a absolvivo d > seu curatel-
lado. que j ba um anno se acha pieso.
Feko o resumo dos debatea entrou o conseibo
para a eala secreta, d'onde voltuu paseados 20 mi
utes trazeudo a absolvivo do reo por perempvo
de aev .
Eutra boje em julgamento o reo Cecilio An-
tonio da Silva, pronunciado no art 201 do cdigo
C'iiBiual.
I.ilit-i larfM 0111 Aiiiin-t'reirt !> col
lector do muuicipio de Agua-Pieta recebemos o
aeguiute :
Sr. redactorSubmetto dsposicao de V. S.
para fius couvenienret, o presente quadro dos es-
cravoe libertados neste inuiiicipio por titulo gra-
tuito le seus senhores, depois da uo\a matricula
al a prsenle data :
Gres rosa, de Caetana Accioly Lina matricula, n.
370, li orlada a 2 de D.-zemoro de 18S6.
Fabi-o, da Francisca d- Paula Cacalcanfi, ma-
tricula n. 500, libertado a 15 de Abril de 1887.
ignez, de luo Flix Nepomuce 10, matricula n.
793, libertada a 12 de Marco de 1-*8T.
Luiz de Franca, de Antonio de Va conoellos
Lns, matricula n. 635, libertad a 13 Ju olio ie
1887.
L.urentiu 1. de Adriano da Cunha Pedrosa, ma-
tricula n. 643, lib-rtada a 21 de Junho de 1S87.
V rissimo. de Adriano da Cun!ii Pe-iroso, ma-
tricula u. 1243, libertado a 27 de Junho de 1887.
Collectori d-t rends gera-i-t eo amaicipio de
t
Remetta-an copia deste acto ao Thesouro Pro-1 A^ua-Preta, 30 de Junho de 1887.Manoel Veri*
vincial para que tenha a devida execoco, e a o Io I tino do Reg Barr ,s .
promotor publico da comarca da capital, acoiapa
nrtado tambem de copias d s otfieios d) Tfteaouro,
para qne promov contra o refer i 1 empregiloa
acvo criminal que no caso cuuber.
(AsMgnad )Pedro Vidente de Atevedo.
I.Id-11raPor poilaiia da presidencia da pro-
vineia de 7 do crrente foi prori gada por do-is
mezes a ic> nva que obteve ultiuiamtnte o 3" .-f-
f.eial da secretaria da inisuia presidencia, Jos
61 tirana.
lururmarca nllifneaDa secretaria
da pri ciil-moa lornm-n.s enviados os teguntes
1 nieles para publicar :
Quaitel (jem-ral do Commando das Armus de
Pera mbue.. 0 de Julbi. de 1887. N. 553-1 lea. e
Exm. Sr.Tenho a benra deapie&eutar a V. Eie.
i nituimacao que u.e pnstou o lente ajud-.nte
d'erdeas d>bte c. ornando, Jot-quisa J rge e Helio
Flho, tebre o ti.ctu de que trata o Jornal do Re
eife de hoje, >m tu*- Giuttnhii, ecm a epigraphe
Procedimtnto abusivo.
A inteiu>viV cu luiente Millo Flho est < m
ii.ti-ne i.ctud uui o que me mtormaiam h je,
ueste quartel general, o maj. r ci mmandante inte-
nno e o espita, fiscal rio bata-b rie iutantaria.
Di as guarde a V. Exc I i Im e Exm. Sr. Dr.
iniri. Viuii'ed. Ai. m do, muito d guo preaidenie
na piovincia.-O brigadeiro Jos Ciariudo de
Queiroz.
la das Ordena d. Qui-rl. I General do Cum-
maiido das Amia ae Pn ambuco, 6 de Julho de
1887.
loasraaaalo
Tendo sido viol- Mi o.- ute atacado na Gaz- tilha
do Jornal do lecfe rie b'j- em orna local sob a
ep en In Tcceaiminto abusivo, em a qual se M
Httril'Ot o facto oe tei caoo 4 ou 5 p-ncadas com
0 rebenque em um cabo de eaquadra da 3" ceu.pa-
dhia de 2 batMbo on iniantaria, Iloefonsn de
tal, na uiai la do oa 3 de cirrente, por oecariau
do txireicio de fijo leito pela bugada comp. 8ta
dos turp 8 2' 1 14 de infautaria e cumpa li.a de
eavalaiia. ci mmandad pe. li'm. Sr csromi Jos
'Iliemuz G nt* I vi b, 1 6<>bas imn.ediari.8 oideua de
V. Exc, .u.ii). .iu.il me paiece ue miu dever,
i.fumaraV. Exc.o ictoirido a eete reagito.
.Na otcaaiao em que a referida brigada f-.zia
urna patada na patio da Santa Ciuz e q: itgieBaava de tiantmit ir urna i.idim de V. Exc.
ae Sr niaj r couian udante mterionuo 2- batalho
fie jnlauti.ria, 1 hi 11 u-i e de encontr ao cavalf.
1 Ui qm eu Un ntava um individuo pardo, em man-
gas tie omisa, ce chimllia eu tamani-Ha, e arma-
do de um (.equino tcete, que t un por um doa
muitis tnporiias que aci intauliaui os Corp s m
guarda de heniaeque tautaa disordens fazeiu
esta cidade, eucu.tiAo que o levou sobre um cabo
do 2- bafaibao de lolantaria.
O fat-tn a qne \ei.ho d'al udir, eu-se c mo j
riitto, quando a brigada f s a parada n l-.rg da
San'a Cius, e nao | or otcatHlo do tiroteio doa ati-
radoree, e por tonse^niiite, em marcha, oonforroe
nrloimaram ledatvo do Jornal do Rec'fe
Deil. p den-, uar ti teu.uiihu es hrs. iu jor Luis
Anti nio Ferrt.z e capito Manoel da Silva li su,
111111 ni dame e fiscal int nnos d'aquelle bata h>.
e isto ba ta para mmba juatificativa.O lenent
Joaqum J- rge de Mello Flho ajudante d'ordeus
uterino.
Para o aserte Segua hoj- aa 4 horas da
tarde para os pyrtoa do norte o p-quete naden I
Etp rilo Santo qne nio peale sabir h. nt' m por
nio ler retenido toda a carga qae em nosso porto
bsvia A embarcar.
tiianeilni delnnrailiiaruFoi man-
dado tikOear O CoDSelho dr luveotig c a que res
pondea o lente cor oel Maou.1 do Asevedo
Naseimnto, commanoaute do 2' batalno da in-
flililajpa
Cursa de Ueuicraphia Para a itvraria
doa Sia. G. Ltporie O, rut do Imperaior,
acabaro de chegar exemplares de im livro int-res-
s-:iite. sob o titulo cima, eacripto pelo Sr. Dr. Al-
fredo Moreira Piuto, prolessor de Historia e Geo-
gr-iphiu, na Es ola Militar da Corte.
Esto livro de luatrueco, que tem 300 psgints e
diversas gravuras, inteicala las no texto, adap-
tado ao novo ptog-amma d.- exan.es.
Escripto com a maior mioucitsidade e clareza
liona s noispensavel a quem e.-tudo. a m-ceria.
Agradecemos a offerta que m fizeraut os Srs.
G. Liporte &, C-, de umexemplar.
Ha to Irlaltee No Paredense, fon de Por-
tugal ile 19 do passado leun s o seguinfe:
* Francisca li sa de Jess, cas. da com Joaqatm
i!,. Pumbal, residente na tregenla de Beiriz do
emcelbo de Varzm, acaba de dai luz, eom toda
a telicidade, trez robustas creanr,aB !
* E' na verdade d gno de ainirago ente sac-
cesso : j .mais quando eei to q ie r Jas as tres
ereaaoai Btao vivs e sao muito s-idias .
Club l'ioi.-iiiir da IndigenciaNo
da 7 do torrente, pelaB 5 horas ia larde, reun .
Se, no sobrado sito ra Larca do Rosario n. 8,
um grande grupo de un pos, em quasi sua totali
dade empiegidi.s pblicos de F .z na, e fonda-
r/im tob esto titulo urna sociedad; de beneficencia
mutua, tomando por nadroeiro o Sagrad. Coraco
de J.sus
Depoia de acclainada a mesa provisoria, oi n~-
11. i.it 1 urna cominissSo para apre^ellta^ na segun-
te reuma', oa estatutos que dovein dirigir 08
t:i.b. boa da asaociaco.
Theatro Sania loabel. Sabio an'e
houiem a se na no ibeatro Sauia Isabel a phau-
tastica e chistosa opera em 3 act.a e 12qu.urs,
ite L-tenier Vaulvo e M rti s e posta em msica
pelo maestro Off-uba.-h Urna vhgem 1 La
Esta opera f i de grande ec to em u .aso seo -
nari nao t pe. s beiissimos e bem t ngidos d.--
seuho. de titas vistas, co ao pe 1 bo.-n des mp- uliu
dos artistas, que, tu lo envidaram para a ditli-I in
terpretav*-' dU8 s us p-peis
ial e-it ve qu -ti V.'V ramente com-
pleta d.- 1 spectad-ires que, p le. p im.-ira vez em 0
nt-Bso palco, ouviram a tbist sa o >era tantas vez -s
e ta 1 bem appiaudid.. nos palto europeas e au-
gli amenc nos.
Se uo fura o prestio aervivo dos macbinis'aB,
que tanto priju/.. eau-aram emprea, rasgando
e inutinsaiido aigumas vistas i.e valor arnstico,
as occas o a de iinitai.oes de quadros e qae to
ma impresso causuu nos olhos dos espectadores,
todo mais f 1 i urna provut-kco de risosu ..almas.
Os Srs. Milone e Ficarra atnla uma vez nnn
prnvaram os seus meritoB de artistas con tu mina
di 8 : aq- elle fas- odo do Vlau Z g Zag XXX r-i
modelo e este de Mu en stop-, subdi'o e ti.-l v .asal-
to uo uiouanlia e pirceptor do biu filho o principe
Capric (Jismn)
A Sra. Ad. le Naghel foi 8" -orno de costil roe,
ci m o fim.-so garbo oe uma artieta inleiligeote
-ytnpathica, uo seu desempenbo de priueije Js-
min.
A Sra. R>6a Belligrandi, na quadade d- prin-
cesa fiamautina, ti Iba de Glcbu IV, o impera Ior
CosmUs, mostrou se na altura de seus Jotes arts-
ticos. Em o seo i tu-11.' do 2 acto com a Sra. Ni-
gbel (principe Jastniu) cantou c un aquell-.- aeiiXi-
mentalism natural de um corar) pir onde pe
ves piimeira passou o liquioo mgico do tracto
prohibido, Foi u na be U aria e t m ensatada.
Oa -rs. Ri p isi e Christofo le (Giob 1 IV e Ca-
pricornio), aahiram-se com grafo e galbardia das
personas que figuravaoi.
Oe id. s estiveram bem eos liados, quer o dos
astrnomo 1 m obsi rvacan, quer os dos habitantes
da la ao cahir da,nev 4 uoite.
Os demais artistas andarn) sotfrivelmeute.
A opera ngraiou aj s os artistas como o dia
tioclo Bcenographo brasileiro Or. Carneiro Villela.
toram por vesea applaudidos.
O enfrecho da upara : O rei van, Zig
sag XXX, canvado peas lucias pjl ti -as e civia
do seu estado, convocou os seas vasallos prava
publica e, abi reunid s, declareu Ibes que abatido
pelos annos e pelo trabalho, era de sua boa von-
tade, abdicar em favoi de seu filho, o principo
Jaamim.
Os subditos erguem bradorosos vivas, accla-
maudo o novo rei emquaoto Zg-zag poni na esv
beca do filho a preciosissima cori qu 1 lhe havia
enatado para o dourainento, o exorbitante previ de
30) i s, proclamao re.
Jasimm que na qualidade de ra, nao poderia
dar uxpaiiso no seu sentimento de forastcirisino,
rocusa com todas s forc.-is a rica offerenda de sea)
pae, oppoudo como objeocoes aa saaa poucas babi-
litavos pira to alto ce.rgo !
O rei immeaauroente sentid 1 pela in'xperada
recusa de aeu filho, desp-rsa os vasallos, e, dtante
de Jaamim e Jo seu fiel su dito Micrn6Cope, inter
pellando-o invetura-o pelo precipitado e mau pro-
t-i dtmeuto que liavia praticado para com elle.
Eia que nesto occasio a la aas .mando no ori-
ente, mostra se brila e pratignea n'jm co n e
azulado.
Jaamim ferido pelos seus raioa concebe exabrup-
to um atrevido projecto de faaer uroi via^em
loa, par., mais de per! 1 apreciar as bdllezaa d -
tanta luz potica !
vcruBcopo principio n-.'sa, mas depois, coa-
gido por Jaamim, pondera aa possibi.idas de urna
viagem Iu*.
O rei ri gargilha lamente pila pretKnv5o de aeu
ti h 1, chamando-o decabeca (erilida depois,
porm, a torv 1 dos planos de Microscope, aeeede-
Ihe ana projectos Kuteatando entretanto a grande
sonata de d.nh-ir-s quu para isa 1 faz-se mist-.'r
d -spend. r.
Mieroscopij faa-lhe ver qne um 1 a...ocho valle
mais do qu: tudo, pensando fiar lis-ra de to im-
beqis mouarcbas.
O rei otci pclla-o sobre o melbor mi ir de coo-
1uccj para ir la : c Mioroseope reaponde-lho
que, aero perigo algum, o principo Jas o;tn p
ir a Ida, se mau lan 1 1 fabricar um grande
caiiho, elle se quizesse baixar a c- .uo.ir.io de
otous.
O ro ao ouvir estas ultimas palavras, lev aa
inua a cabeva, bradau Jo Qu;i-gQaiu
irigoso b -atun'o !
Micros-ipe insiste no b rn resuitaio de um tai
acouteciiaento, o rei. pjin, para experie..
-oiidemua-o a ir em pi imeiro lugar.
Em vista disto o pobre engenlteiro, perdo do to-
0J0 a tramontana, e. SHpplica ao re que o dsap inae
(i'saa empresa, que muito precisa ello de ti
i-- o- geei s u.geute.
0 rei, diisfooiiu lo-lbe a intsnvi.. ain-av- -
norte pelo seu temor.
Elle simula que coro .vco-se pe* subida h ora
rei Ibe havia conc-dido, do s- r, o explora-
ilor de to illust.re empresa, occu.t ... :.) aatret 10
o pnico terrivel ile que (ora wietiai .
Jura viogar se, e seduziiido Jasiuim a 1
seu pai de que elle wlj iieve perder u im 'ai'
tai a loa, ri 1
partir em um mesmo tempo o DO la > no n
J re ainila um tunto liuvidoso das con- '111J1 -
cas de uai projecto arrojado, v- ao observat ri
cnsul' r oa pnucipaes astrolog 'f do paiz, qU'i
loa a e ncloa 1 >, do que nao possivel que a
vayem seja mpossivel, mis que 1 impossiveC qne
stja possivel.
Oepuis de tiio autorisadas opin.o'a o rei decide
partir para a loa ac-ropaohado duaeu filho Mi-
croscope, martyre de uma id ia mal concebida !
Os vass.iil .a sao convidados orna assistir a sor-
tlda, e, cherrado a braza a grande cuUtra do
en rm canho, que continha no seu c mp iJ > b o
o humano combustivel, um ribombo alaano prosta
todos os ereuinstautes por trra, apovoradoa, e
8emi-m irtoe.
Os viajantes, porm, chegam la coro peque-
as contusio-8 e adiiram aqu e alil as iuouin ras
bellezas, de um planeta que suppo on deobabitad -,
qjuaodo Grlobo V, acompaab-ido doa seus, depara
lies, e, grupo a grupo, recmn t an .ios de sur-
pB-ezaa igua a.
Globo IV dLipoe-se a argir os isurpadires do
seu territorio luusr, e iniaga-lbes como all ch---
BasMnat (?)
R'-apjode-lhe Z z-zag o modo pDrqae o fizeram,
e diz-lbe Berem habitantes da Terra, o que Glo-
bo IV toma p .r uma casauada de inn resto, utna
vez convicto de que a Terra 1 01 ip<- 'ameute d-s-
U&bitaia (!)
Cwnveacem-se, por fim, uas e outroa do que sao
realmente ft, reUc mados, ora p rcorrem guiados
por Globo IV, e por Capricorniu?, s u 8 cr tao
privado e talentoso amigo todos oa campos uber-
rimos do Globo lunar.
Z'g-zag levando as mos ao boljo tira uroacaxi-
itha conferido tabaco que off-rete Globo IV e
outro tanto faz Microacope com seu amigo as pres-
sas Capricornios.
Elles aceitam e, ignorando o meio de aorver
aquelle p cheiroso le varo lingua e siltam aqu
e all a esjirrar com todas as Torvas so'ocoi s
pelos ardo-ee lo tabaco.
Tendo o imperador Ccsmus atiradt um ponco d i
conteudo da caxioba ao solo, eis que d'ahi brota
immepiatame-ite um arbusto prenhe de charutos
verdadeins Huanos, j preparados e aceesos.
Ao que exclama MiCf leafrt : ubrrimo c econ-
mico natz o da la !
Prisioneiros do re Globo, Zig-Zag e seua enm-
panhcir"8 teern occasio de apreeiar o mundo as
avessas ou o contrario do mando terrestre.
All tudo disposto pi I. contrario do nosso pla-
neta emquanto estatistica ou forma de governo.
Os menos cond-co.ados sao os mais distiuctos,
oa mata ui-c- ssarios sao os mais temidos etc.
Jasmim ao ver Diamantina (pliantasia) ti ha 1 .
imperador C-emos, (Globo 4o; apu.xoua-se della e
faili-lhe de amor, 1.0 que eia se mostra indiff1
rente pretextau-io ignorancia do que aeja o amora
Jasmim depois de muitas palavras apaixonadas,
d-lh. a com da scieutia do bem e do mal, ella leva-o aos la-
bios e ao contacto aento-so invadida por um sen-
tuni'-il 1 estranho.
Jasmim tal a conhecedora do que ella sent e
Diamantina passa a amal o arde itemente.
Mieoscor.e apaizona le-se apaixonado
pela imperatriz, mulher de Globo 4'.
Este sur prehr nde os namorad;s, oondemna os
8-ductoreB e o rei Z g zag a iivni hibitar por cin-
uo anuos e s m alimento algum a crtera de um
Vulci".
Secuuda eata aentenca um grito de dor por par-
te daqueib a detgravadoa que preveem naqunl .
rulo urna inorte certa, apezar do imperador Coa-
mus garintir-lhea que ua la uo ba penua de
raerte (!)
O iwoer-idor desee na c stinh* de corda at o
fundo do vulco para alli deixar 08 criminosos ;
ao voltar p rir quando elle deu .1 grito de -ala
a curda quebrou-.ee um papel rolando pelos res
Vcio cabir-lbe aos ps
Abrni'io o, recouhece Cosmus a letra de Phan
tasia 1 J -ma tina quu lhe diz: urna fea que
naste- os Bator s viogo m- da ti, sepultan-
ilo t ah para s mprs com todau aa tuaa victi-
mas.
O Vulco, lego api e-se desastre, que quasi
nerdou cabeca do re C ismus ettra em eru#vo
e exi-rateva o p isioneiros.
Uiatna.it.i ,a d-sposa o priucip* Caprice (Ju-
miin) q ie traz'-i para ierra C-uns go.
It'U"ia*N SuelanUa hoje as seguintes :
11. t.'lub Pi tn-t r dn Indigeuc a s 5 horas Ja
tarde na iu. Larga do R -sano n. 8 para apresen-
taeao liccus-i dos reap-ctiv > ent.fu'os,
D'-liieniio K eieativo Familiar s 6 t/j horas da
tas ie em srss da directora- em soa tJe a ra do
Imperad .r n. 19 1 andar.
Ana hi :
D < I-i-Mtuto Luterano Olindenie, s 10 boras
da m 11 ti I em A-s-inhla Gi.ral, com o numero qne
comparecer, par a eleiyio I 1 11 a .lire._-tona.
I). AsanciauA. Portugu- aa de Ben-ficeucia. a
4 '/, h iras da tarde, em Asgembla Geral .extra-
1 rlimriA, para tra'.r da revogaco dos auditi-
vos, nt-ri irmerte aaprovadot,
U 1 i'nib l.inerario Ayres Garra, s 10 horas da
maiih en sua t ie, para a 5' t inferencia.
Da I. mandad de Santo Amaro das Salinas em
su c.insMt .rio a 10 t/j h^ras da mauh nir..
eleico do juis do auno comproeiiasal de 1887
1886. em siibst.ituvo do Buterioratate eleito que
nio aec-it. iu o cargo,
.1 R creio Lramatico Familiar a 4 horas da
tard-- em scss-i da Asseinb a Geral para tractar
de negocios importantes.
(Irn ne cu rrefamenlo A honrada eata
di>a ara J bu U ti vweil earr goiino Vapor ing ej
AnAiiroofce para L.iv rp ail 13,94'J sacos eon aaau-
Car .o-iscavado e 3 19i aaccaa c.m algodo.
E' reamente nm uotavel carrnganeuto.
iisiuiii i rrneolostco e -i-uera-
Pbtco PeniambucaooA' uma bora da
tarde do dia 23 da J nibo, sob a preeideucia do
Exm. Sr Conselbeiro Pinto Jnior e presentes oa
Sra. Dra. Cicero Peregrino, Baptista Regueira, 1
secretario, Jos Hy^iuo, Joo A- de Freitas, D.
JoanBuaaon, Augusto Cjata e major Codeceira, 2
aecretario, foi aberta a sesso e a acta da antece-
dente lula e approvada.
O Sr. Dr. 1 aecretario meneiouou as aeguintes
uffertas :
Pelo conaocio chefe de divieao Picanvo da Costa
trez nmeros da Reviata de Eatradaa de Ferro.
Pela Sociedade de Geograpia de Lisboa, um
numero de aeu Boletim.
Plo Sr. Alfredo de Carvalho um voluroe Map-
paus GeoKiaphie 4 Statistik; um dito, Pluto Bra-
aiiienaia, von W. L. von Eachw.-ge.
Pelaa redaacoea diversos jornaes desta e de ou-
tia-i provincia*.
Paaaando ae ordena do dia foi propoato e ap
provado para socio electivo do Iuatituto o Sr. Ro-
dolpbo de Araujo Albuquerque, natural desta pro-
cia.
Nada mais havendo a tratar-se foi levantada a
aesso.
TaquaretiuKaDeaU localidade eaerevem-
noa a 5 do correte :
Depjis de to liaongeiro estado para esta co-
marca com o principio do invern, veto o sol abra-
s* ior, trazeudo eomsigo molestias proprias de taes
eatacoea fazenio oa eatragoa de que em aeme-
lhantes occisiocii s.-reseutem aa plautac/oss com
ae quaes c mtaram os nossos catingueiros de for-
ma ijue o preuuncio da fartura, parece, tornar-se-
ha em escass-z pira ellos e para oa deu.aia con-
sumidores, salvan lo se, porm d sse cat..clisma a
tertiliissima afora, onde se achu colloeada a nossa
el da-ie.
Entretanto, como Deus nao desampara oa seus
filh s, ao approximar-se o S. Joo, vieram nova-
111 ate as chavas em todo este territorio, servindo
assim do aUlvie a oguna doa o- ssoa agricultores
c de grand-s esperaovas a muitos.
Com a re-lisaco dos tradiccioaaes festejos do
gln-io*jS Joo, no qua) se ostentam impvidos
os tiros de bacamarto sobre as fogueiraa e as iut-
pru-Jentcs r iqnainu, rremos a lamentar am feri-
an o na maodirejta de um festeiro pela rabsu-
tacao da oolatra Je urna pialla e a norte de um
menor de 13 anuos, occaaionada p i paseada que
1 na eabeea com um cabo dateras qao servia
du r.|: 111 1; ij u aaltand) uo acto de i-xplosir
1 grava fernenta; apezar de se repro-
h corven
elles de exomplo, tal a gaoraacii que anda do-
mina a nossa populauo p -lo interior.
\> ste uilnnj ficto tomou conhecimento a po-
llci 1.
Devido anda oitra imprndeneia, motivada
. br garan m li do mez fiado
J-isiiLu.z ueO.i.vi.. com Uaj iim Fer-
i log ..- i ia, por ucca3ii. de eoarar aquel-
le u-oa p ..... 1. iade que, este era deveflorj
iioos em Cea r. urna se.-iiiora D.
Untes, Jos: Liiz. em falta de uma arma qu.lquer
reo irreu 101 s-.ua perteitoa a torres i otear, e com
1. .i* 10 igoq '.i ..1 : Joiqum a ampiar carreira,
a tomar deaf nra c.-.n o cabo
de u na f.oco que uo fui de muito a.;rado para
lo-i Lua.
DaoBedieSo das foreaj eatrejelles para desag-,
gravo de D. Britea, fes-ae eoapo de delicta em
1 resultando ser preso Mmoel Joaquim, o
qualem lerta enxata soff.e as oua-quen-
oiaa do fenment) canino, por ter sido teito por
assim den nniu ijo, recolbendo se J ,sc Luiz
a seas lares a espera que cicatriz o as escoria-
co i a ter os cobres que procurara e
que a nm 'ai desastre o precipitaran.
Quisera deixar no olvido o mivimmto militar
operado ca Verteotes desta com irca a 30 do
mez finio, entre a otciaJade da guarda nacio-
nal dejte mnnie pi, em virtud.) de ordem supe-
rior para ae apreseotar ariada ao respectivo
chele.
\ ida mtis ficil, boje vmha um, amanha outro
e cada um por sua vez ; capitea com divisas de
rana, isto sem duvida pelo esque-
oimento e desaso em que est a cousa c at ouvi-
inos dizer que existiudo muito poucas f trdas da
guarda nacional ret .ruiada, os amigos trataram
deservir uus a os outros, sendo muit) limitado o
num-ro de fardas novas qoe appareceram ; entre-
. t orlen superior ti cumprida embora coat
a alt rnifiva de dia e hora, e boje estamos livrea
o porque passamos vendo diariam nte gen-
te far.lil i, espadar retid-indo etc., cense esti-
vessemis aineayad.13 de nova guerra coro o Pa-
raguay.
P asando deate movii&ento a paLvra evangeli-
>iz, devo dizer-lh que o vigario
desta tregoesia M terminar a leitura da pastoral
ipi S. i-Jxc. o bispi expedid sobre o jubileo do S.
Pilre, fel-a eom tal emuco e postuiij de tal en-
caosiaamo pelas parase* aboliciouistas do nosso
preiado que ;io terminar a predica que fez dep.is
rja referida leitura, houve logo quera se lhe apre-
ne declarando eatar resolvido a libertar urna
uuica escrava que posauia.
Antes asaim. Parabena
seda
(iravas ai f-ibn'queiro da roi'riz de.ta fregne-
zia a os esforc, 13 que actualmente e.nprega o di
gno vigario, esperase que alguno, me ib ramento
se nica na matriz com referencia a c nt-InsSo do
suas obras e ao lastimavel estado em que eatavam
quasi todas as Capelina.
Secum-i- mo-noa todos aquelles que por qual-
meio p.dem concorrer para to utilissimo
fim e ter-se-ha feito uma das mais m- ritorias
obras de que carece esta comarca.
Pe/t petit Vaeaufa son n d. E' assim qae
vai camiubaudo a eroancpac.io n'esta comarca ;
de vagar, airo, m 13 aero arrefeeimento, tanto que,
depois da nova matricula, j i sootaa s c ;m cinco
libertacdes gratuitas aem condico alguna,
No da 27 do mez lindo, designado para abertu-
ra da 2' sesso do jory'deste termo, n pode ter
logar, bem canto no dia segumt-, por falta de
quorum.
S 1 da 29 realisou-se o inicio da eesojo, sendo
presentad a pelo Dr. juis municipal o to proces-
vidam nte preparados, compreh-n-iendo 12
i 3. com 1 odiante se n- :
Nesse dia foi submet ido a julgameate Jos
Constantino d-i Mello, prenuucia 11 n ..t. 257
:. ci in., foi aeu advogado o tecente-eoronel
Jovino Limeira, sendo con lemnado no mximo,
app lluu da decio;
Da 30; compareceu Joa Antonio de Mello,
preso meuor, pronuuciado no art. 222 1 pirte do
coi. crin., t^i seu advogado e curaiir P-dro Pe-
reira oe Araujo Lima, sendo abaolvido, foi appel-
iclo juiz ;
Da 1 do corrente ; foram subroettidoa julgaj
ment 1 Mano 1 Flix da Si'va ( 111-1 :e apresentou
voliintariiui-ire), Mau el F.aacsco Dias (preso)
luae Pi 11 iia .Silva e Jos Joaquim Tbom.iZ (aa-
seut- p), toil 3 pronunciad j3 m um t proc-aso no
i I 2i7 do i-o.l. eiun.1 foi aivogido dos dous pri-
mor 3 -i alteres Joo Alves Bez-rra Cavalcante,
s absolv los uiianinemer
N s .1 as 2 e 3 n > bouve sesso, naqoelle por
falta de quorum e neste por ser doming).
Uia 4 ; fu-aro julgadis os tresprocdssos segua-
les .
Jos ereira de Lima, ausente, pronunciado no
ata 2.7 do uod. crim., revelia, condrinnado ne
max m ;
Mi ira I di Silva do Nascmeno, ausente, pro-
nnnetad 11 m -ano artigo, tendo o mesmo rcaul-
tadn ; e J.apuim Maguo e Manoel Cab.rola, au-
sentes, prouuociado8 00 mesmo artigo, tendo o
referido resultado;
Da 5; f ram julgados oa djus proctasoa ae-
guintes :
Jos Ferreira B irb :sa, valgo Lambaio, aaaea-
te, pronuiieiado no art. 237 do cod. crim., 4 reve-
ii-i, co el- una lo no mximo ; e
Francisco P-reirada Silva conhecido por Chico
V-- ho, pr nuneiado no art 193 combina lo eom o
34 do coi. cnm, foi aeu advogado o alteres Joo
Alvea Becerra Cavalvaute, eendo abaoiviio.
Asstn terminou a sesso do jury, presidiado es
pnmeiros o Dr. Joa Tavareg da Canha Mello,
j ni le direito, e ao ultimo o Dr. Mauoei Tobas
do R go Albuquerque, juiz municipal, oecupande
eira la aceusac 1 o Dr. promotor publico
Vieente d M o raes Mello Jnior.
l'ara ne nao me suppooham contradictorio te-
bre o qu>- bei expendido em anteriores missivaa,
devo declarar que a sffldcncu de procesaos qae
h 1 si lo apreseutados en quasi todas as sesaoes
devida 1. grande nunero qae j existia no car-
t ri -, pois, sao poacoa oa qae ae ten iniciado al-
11 ni amen te. _/
O estado sanitario da comarca lisongeiro a<-
tu .linete.
N -s feraa desta cironnecrpeo tem se vendido
o innb 1 de 20 I 320 rs o fejo de 640 a 800 rs.,
a tiriuha do 200 a 320 rs. por dos litros ; a tar-
a quem assim pro-


I

-____
paBn
"v. *


Mario de Prrfmabttuit--Saljtotdo 9 de Julho de 188?

>
r!/
I


na verte h 400 ra. e a e sol de 60 a-640 r. o
kilo.
O mais oereaes nservam os mesmoe preooB,
poii atoaisa havida naqumlea teui aid> qaas: M-
ahuma.
A athnv'Bpbera Ti poue.0 a puweo bailando, o
Jne aatural nesta erra, durante os meses de
anbo a Agosto o thermometro marca 22 oo ma -
ximo de dia e 14 a noite do minino, centtgrad >.
No cemiterio desta cidade apenas foram inhu-
mados oa cadveres de 1 adalto e 1 prvulo de-
pon da ultima inssaiva que Ihei transmitir
Ulreoiorla da< osr*a de coaaerTt
cato do* porto*Bolecim meTeorologici do
di* 1 de Julho de 4887 -
tatlerlat alo laxoaoA i* paite desta
lotera, peto-iwvo -plano, cajo pmaric grande
de 10:00040 X), ser axtraania ao <"ia .. io cor-
rente s 11 horas da snHah.
Os bilnet-saehain se venda na Casa da Fortu
na roa l'ri neiro de Mares n. 23, Martins,
Prosa a C.
Lioteri da Parahyl)data loleria enjo
premio grande de 'O.-QUIOX) ser eitrahida
uo dia 14 ie Julho 's 3 horas da tarde.
Os bilhetes acham-s i venda na Casa ta For-
tuna a ra Primeiro de Mareo n. 23, de Martina
Fmxa itC.
Timb.-m aehatn-se venda na Roda da For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
lloras
t -
s-
O O SO
2a
6 m. 24-4
9 2:>' 9
12 270
3 t. 27'3
6 85* 1
Barmetro a
l
63'7I
7o5*21
765-18
7637
763-OX6
Ttasao
do vapor
16,79
16,76
1643
17,19
15.K8
-a
as
-o
1
03
73
67
61
63
66
Temp< raura umxium28",0
Dita iii.jim. 3o,75.
Kvaporaco em 24 horas ac sol: 7,1 ; som-
bra: 3,9
Chavauulla.
Direcco do vento : SE variavel entre SSE e
ESE de meia uoitr at 10 horas e 30 minutos da
manila; SE e SSE variareis at 7 horas e 39
minutos da tarde ; WSW e SW alternados (om
interrupvoes de 24 minutos S"*Wj at meia noite.
Velooidade media do vento : 3,7l por segund ,
(5,10 de meia noite at 9 horas da manha).
Nebulosid&de media: 0,55.
B iletim do porto
CHRONICA JUBICIARIA
2
S-2 u
" M 45- Di.. Huras A'tar
h o
a, o
B. M. 7 de Julho 1158 ___ha 0,">i0
P. M. a 6 3 da tarde 2,">30
B. M. 8 de Julho 0 5 da :n..uh.i 0,57
P. M. s 620 2, "38
lieilAtKttecmar-se-hao :
Segunda-feira :
Pelo agente Martina, as 11 horas, ra do
Bom Jess das CriouUs n. 30, de movis, louca e
vidros.
Pelo agente Garca, s 11 horas, na provincia
do Natal, da polaca brasileira Pharao.
Mimnmn fonebre.-Se;7 celebradas:
Segunda-fera :
A's 8 horas, na matriz de Santo Antonio, pela
alma de D. Genoveva Martina Das ; s ,7 1/2
horas, na igreja da Conceicio dos Militares, pela
alma do alteres Satyro Ros de Oliveira Porto.
Paawaseirow------Caegados do sul no vapor
nacional sergipe :
Dr. Joi antas Magalhacs, sua senhora e 1
Tribunal da ttelaco
SESSO ORDINARIA EM 8 DE JULHO
DE 1887
PRESIDENCIA DO EXM. SK. CONSKI.HKIKO
QUINTINO DE MIRANDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A s horas do costume, presentes os Srs. desem
bargadures em uume o legal, foi aberla a sessao,
depois de lida e approvada a acta da autecedente.
Distribuidos e pascados os fe i tos deram-se os
deguntes
JUL6AHENT08
Ag^ravo de instrumento
De TimbaoaAggravaute Francisco Jos de
Andrade, aggravado Autonio Vicente Pereira de
Andrade. Relator o Sr. desembargado- Pires
Ferreira. Adjuntos os Srs. desembargadores Oli-
veira Maeiei e Deltino Cavaloaute. Nao se to
aou conheenneuto do aggravo, unnimemente.
Appell.icdes criin 'S
Do IngaAppellante Feiismiuo Joaquim de
Araujo, appeilada a justifa. Relator o Sr. dea-
embargador Toscano Barreto.Em diligencia.
De lugazeir*Appellante o promotor publieo,
appellado Joao Nicolao da Costa. Relatoi o Sr.
desembargador Mouteiro de Andrade.Mandou-
se a novo jury, unnimemente, com urna adver-
tencia ao jn.i de direito.
De BananeirasAppellaue o juno, apoellado
Verissimo Mendes da Costa. Relator o Sr. dea-
embargador Mouteiro de Andrade.Mandeu-se a
novo jury, unnimemente.
Da Victoria Appellaute o juizo, appellalo
Pedro Jos Goncalves. Relator o Sr. des.embar-
gador Monteiro de Andrade.Mandou-se a novo
jury, unanmemente, com -.'.ma advertencia no res-
pectivo juiz de direitc.
De Alaga NevaAppellante ojuizo, appella-
dos Feiismiuo Mendes de Queiroz e outros. Re-
lator o Sr. dcseiubargador Pires Ferreira.Coo-
rirmou-se a senteiica com reUcio ao reo Fulismi-
no e mandou-se es demais a aovo jury, unnime-
mente.
De S. Juo Appellante o juizo, appellado
Auiao Procop.o do Nascimento. Relator o Sr.
destmbargador Monteiro de Andrade.Mundou-
se a n vj jury, unnimemente.
Do Cabo-Appellante o juuo, appellado Flix
criado, Dr. Mauoel Villas-Boas Patury, Arnaldo i *ntao- Ke7,torc "' desembargador Tjscano
Victeria Baccarine, D.' B*rret<> Conbrmou se a sentenca, unnnime-
'' mente.
Conflicto de iuriscco
Eatrea jutze de direilo do aival do Rsaife e
de Olinda.
AppeHafao crinie
De Bom Jsrdim Appellante o juiao, appellado
Maaoel Muniz alcio,
distribuicObs
Recuses en mes
Ao Sr. deppmbargador Toscano Barreto :
De Paulo AlfonsoRecorrerte o promotor pu-
blico, recorrido o escrtvo Mauoel Joaquim 8a-
tyro.
Ao Sr. dsembargador Dalfno Cavalcaate :
De Villa BellaRecorrente O juizo, recorrido
Joao Martins Vieira.
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel :
De CamaragbeRecorrente juiso, recorridos
Joae Martius do Reg e Joo Cancio do Reg.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
Do Lunoeiro Recorrente Jos Paulo de Mou-
ra, recurrido o juizo.
Aggravo de petiaao
Ao Sr. desembargador Toscano Barreto :
Do Cobj Aggravante Hermino L-iurentino de
Andrade, aggravado Bento de Barros Fej.
Appellacdes crimes
Ao Sr. deaembargadar Delfiao Cava cante :
De PalmaresAppellante Francisco Nunes Ja
Silva, appeliada a justica.
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel:
De Alaga GrandeAppellante o juizo, appel-
lado Mam el Mendi'S da Silva.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
Do PilarAppellante Francisco Mariune de
Souza, appeliada njustiga-
Ao Sr. deae nbargador Monteiro de Andrade :
De SerinbeinAppellautes Augusto Camello
Pessoa de Siqueira e outro, appeliada a justict.
Ao Sr. desembara^dor Alves Ribeiro :
De IngazeiraAppeltante o juizo, appellado
Manoel Jas da C>sta.
Ao Sr. desembargador Tavares de Vaaconeellos :
Do RecifeAppellante Manoel Juveaal Muniz,
appeliada a justica.
Ao Sr. couselheiro Qaeiroz Barros :
He Timbaba Appellante Antonio Francisco
Borgs, appeliada a justica.
Appellacao civel
Ao Sr. deaombargador Buarque Lima :
Do logaAppeliance o juizo, appekados Theo-
tonio Feliciano de Assis Padilha e outtos.
Encerrou-se a essio s 2 horaa e 30 minutos
da tarde.
INDICARES OTIS
Baragli e mu senhora,
Angel Alexandro, 6 Dracas de polica, Jos Cos-
ta da Silva, A. L-'ite e5 tripolantes da barca sue-
ca Imo, que naufragou.
Chegados do sul no vapor nacional Man-
dria :
Serapiao de Araujo Moura, Ezequiel Propheta
do Paraso, e Guilbermina Miria do Sacramento.
Casa de DelenraoMovmento dos pre-
Da ParabybaApoellaate o promotor pablico,
app iladi Martinho Francisco Pereira. R dator o
Sr. desembargador Toscano Barreto.Mandou-
se a novo jury, unnimemente.
De PalmaresApp liante o juiao, appellado
Ars-jiiio Joaquim da Paz. Relator o Sr. desem-
bargador Toscano Barreto. Mandou-se a nova
da Casa de Deten'cao do Recife no dia 7 de J"1?' unnimemente.
JulDO
Ezistiam377 ; entraram 10 ; sahiram 7 ; exis-
ten) 380.
A saber :
Nacionaes 344 ; malberes 11 ; estracgeiros 13 ;
eteravos sentenciados 5 ; dem processados 2 ;
dem de correceo o.Total 380.
Arracoados 338.
Bons 324; doentes 14Total 338
Movmento da enfermara.
Teve baixa :
Antonio junes de Oliveira.
Tiveram alta:
Joao Francisco de Oliveira.
Joo Manoel da Silva.
De OuricuryAppellante u juizo, appellado
Antonio Jos de Magalbes. Relator o Sr. des-
embargador Deluo Cavalcante. Annullou-se
todo processo. unnimemente.
De Caruar Appjllaate Joao Joaquim de
Menezes, appeliada a justica. Relator o Sr. des-
embargador Delfino Cavalcante. Confirniou se
a sentenca, unnimemente.
Appeliacoes civeis
Do Palmares -Appellante Antonio Peregrino
Cavalcante de Albuquerque, appellado Carlos
S:nden. Relator o Sr. desembargador Oliveira
Maciel. Revisores os Srs. desembargadores Pi-
res Ferreira e Monteiro de Andrade.Deu-se pro-
vimento a appellauo contra o voto do Si. des-
Loterla do Sxpirito WaatoEis
nameros premiados da 3 parte da 2 loteria, em
beneficio da instrueco primaria, extrahida em 8
do corrente:
44* 60:003*000
1993 10:000*000
3960 6:000*000
4862 4:00**000
6869 2:0011*000
1767 1:000*000
3^50 1:000*000
Eato premiados com 500* :
4893 5918 6472 65*7
Estuo preiumii-3 com 200*1 :
951 2047 3026 3399 4356 5994 6523 7028
7055 7838
Esto premiados com <00* :
228 432 491 574 1129 1243 2291 2809 2867
3259 3659 3771 603 6171 7351 7003 7887
8529 8767 8861 9402 9592
Approximacoes
4424 1:000*000
-4426 1:000*000
19H2 500*000
1994 50"*000
3959 300*000
3961 300*000
4861 200*000
4863 200*000
6868 145*000
6870 145*000
Os nmeros 4401 a 4500 excepto o da sorte
grande esto pren.iados com 50*.
Os nmeros 1901 a 2000 excepto o da inmedia-
ta esto pie liados com 20*.
Todos os nmeros terminados em 5 excepto o
da sorte grande esto premiados com 20*.
Extraccoes instrausferiveis todas as sextas
feiras.
Lotera do CearaEsta acreditada lote-
ra unjo premio ma'or de 15:000*000 ser ex-
trahida no dia 13 do corrente.
Os bilhetes aeham se venda na Rodada For-
tuna ma Larga do Rosario n. 36.
Tambem acham-se a venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23 de Martius
Fiuza & C.
Lotera do Bnplrlto Sanio A 4' par-
te da 2 lotera desta provincia cujo pre aiO gran-
de 60:000*000, ser extrahida no dia 15 de Ju-
lho.
Os bilhetes acbam-se venda aa Roda da For-
tuna na ra Larga do Rosario n. 96.
Tambem acham-se venda na Casa da For-
tuna ma Primeiro de Marco n. 23 Martin Fiu-
za & C.
Loteria da provincia No dia ..
do corrente, a 4 horaa da tarde, se extrabir a
7* loteras, em beneficio da matriz da Boa-Vista
do Recife e, no consistorio dn igreja de Nossa
Senhora da Coaccicao dos Militares.
No mesmo cousiarorio estarlo expostas as gr-
ane as espheras a epreciac > do publico.
Os bilbet-'S garantidos acham-se venda na
Casa Feliz na pr.ca da Independencia us. 37
e 39.
Tammbem acharo se venda na Casa da Fortu
na ra Primeiro le Maryo u. 23 de Martia F.u-
MftC.
Assim como na Casa d i Ou- na -"a d-' Baro
da Victoria n. 40 de Joo Joaquim a Costa
Leite h na Roda da Fortuna na ra Larga do Ro-
sario n. 36.
tOterla da coreA 204 loierit da cor-
te, pelo novo plano, cujo premio grande de....
30:000.000 ser extrahida no dia .. do cor-
rente.
Oa bilhetes acham-se venda na Casa da Foi-
taua ra Primeiro de Marco n. 23, de Martins
Fina & C.
Tambem acham-se venda na Roda do Fortu-
na ra Larga do Rosario n.
Lotera do rio-Par*-A 4a sei ie da 11*
lotera dus'a provincia, pelo novo plano, cujo pre-
aiii gruDde a 100:000*000, ser extrahida boje
9 de Jalao.
Os bilhetes achiun-se veoda na Casa da l'or-
taaa ra Primeiro de Moryo n. 23, de Martins
Fiuza & C.
Tambem acham-se venda na Roda da For:u-
na ra Larga do Rosario n. 36.
Loteria da provincia alo Paran
A lt> loteria desta provineia,pelo novo plano, cu
jo premio grande de 15:000*000, se extrabir
dia 12 de Julue.
Bilb"tes a vondtaa Casa da Fortuna, ra
Primeiro de Mareo numero 23, de Martins Fiu-
za & C.
og j embargador Mouteiro de Andrade.
De Porto CalvoAppellante ojuizo, appellado
Constantino Gomes Ferreira, seuhor do escravo
Antonio. Relator o Sr. desembargador Oliveira
Maciel, Revisores oa Srs. desembargador da Pi-
res ferreira e Monteiro de Andrade-Csnfirmou-
se a sentenca, unnimemente
Do Recite Asimilantes Antonio Jos de Le-
mos e ou'ros, appellado Antonio de Souza Braz.
Relator. o Sr. desembargador Oliveira Maciel.
Revisores os Srs. desembargadores Pires Fer-
reira e Mouteiro de Audrade. Confimou-se a
sentencia, unnimemente.
De Villa BellaAppellante Jerooymo Theoto
nio da Silva Loureiru, appellado Joo Bjzerra
Lite. Relator o Sr. deaemoargador Delfino Ca-
valcante. Revisores os Srs. desembargudores
Oliveira Maciel e Pires Ferreira. rteformoi-se a
sentenca, coutra o voto do Sr. desembargador
Ulivera Maciel.
Do ReciteAppellante o procurador dos feitos
da fazenda nacional, appellados os herdeiros de
Antonio do Nascimento Da Moreira. Kelator o
Sr. desembargador Delfino Cavalcante. Reviso-
res os Srs. desembargadores Oliveira Ma:iel e
Pires Ferreira.Coafirmou-se a sentenca, centra
o voto do relator.
PASSAQENS
Do Sr. conselheiro Queiroz Barros ao Sr. des-
embargador Buarque Lima :
Appellacao crime
De Penedo A^peilaute Alexandre Francisco
Leite Machado, appeliada a justica.
Do Sr. desembargador Toscano Barreto ao Sr.
desembargador Delfino Cavalcante :
Appellacoes crimes
De IguarassAppeilaute Vicente Ferreira de
Araujo, apoellada a justica.
Do ilu FormosoAppellante Francisco Jos
do Nascimento, appeliada a justica.
O Sr. desembargador Delfino Cavalcante como
promotor da justica ad hoc deu parecer no si-
guite feto :
Appellacao crime
De Goyanna Appellante o promotor publico,
appellado Manoel Joaquim de Sant'Anna.
Do Sr. desembargado! Oliveira Maciel ao Sr.
desembargador Pires Ferreira :
Appellacao crime
De GrvalaAppellante Manoel Magdalena da
Costa, appeliada a justica.
Appellacao civel
Do CaboAppeilan'es o coruuel Francisco Ma-
noel de Siqueira Cavalcante e outro, appellado o
Baro de Araripe.
Do Sr. desembargador Pires Ferreira ao Sr.
desembargador Monteiro de Audrnde :
De TaquaretiugaAppellante Maaoel Sobrei-
ra da Silva, appeliada a justica.
Do Sr. desembargador Mouteiro de Andrude ao
Sr. desembargador Pires Goncalves :
Appellacao civel
IJ. K eifeAppellante Mathias Lopes da Cos-
ta Maia, appellado Antonio Uasemiro de Gouveia.
Ao Sr. desembargador Alves Ribeiro :
Appellacao crime
De TaquaretingaAppellante ojuizo, appella-
do Galdiuo Gomes de Souza.
Do Sr. desembargador Pires Goncalves ao Sr.
desembargador Alves Ribeiro :
Appellacao civel
Do RecifeAppellaute Luis Pereira de Faria,
appeHadu Antonio da Silva Ferreira Jnior.
Appellacao commercial
Do RecifeAppellantes Luiz Goncalves da Sil-
va & Piulo, appeliado Hermano Luodgren.
O Sr. desembargador Pires (ioucaj ves, como pro-
carador da cora e promotor da justica, dea pa-
recer nos seguate* feitos :
Appellacoes crimes
Da Palmeira dos Indios Appellante o juizo,
appellado Manoel Liuieira da Silva,
De BezerrosJ Appellante o juizo, appellado
Manoel Qumoj VasitlagO.
Do PilrAopellaote o juizo, appellados Jos,
Antonio Rodrigues. < ou'ros.
De MaeciApptliante Joo Flix Cabrinha,
appeliada a just:ca,
Do Sr. desembargador Tavares de Vaaconeellos
ao Sr. conselheiro Queiroz Barros :
Appellacoes crimes
De VertentesAppellante Jos Maaoel Bezer-
ra, appeliada a justica.
De Goyanna Appellante o juiso, appellado
Joaquim Bonifacio Nunes da Pcaha.
DILIGENCIAS
0 m vista ao Sr. desembargador promotor da
jaatica o segrate :
Mdicoa
Dr. Barros Sobrinho d consultas da
meio dia 1 i/2 na ra do Baro da Vic-
toria n. 26 por cima da Pnannncia Pran-
ceza, e das 2 s 4 na rui do Vigario a. 4,
1." andar
O Dr. Lobo Moscoso, de volt?, de sua
viagem ao Rio de Janeiro, conotma no
oxercicio de sua proiissio. Consltuas das
10 s 12 horas da maaha. Especialdades
sperayoes, parto e molestias de a-n horas e
meninos. Ra da G-ljria ti. 39.
Dr. Barreto Sampaio d consultas de
meio-dia s 3 horas no 1. andar da casa
a ra lo Baro da Victoria, n. 51. Resi-
dencia ra Sete de Setembro n. 34, en-
erada pela ra da Saudade n. 25.
O Dr. Castro Jess tem o seu consul-
torio medico, ra do Bom-Jesus n. 23,
sobrado.
Dr. Gama Lobo medico operador e par-
teiro, residencia ruado B. de S. Borja n. 26.
Consultorio : ra Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das 11 horas da mauha s 2 da
tarde. Especialidade : molestias e opera-
coes dos orgaos genito-urinarios do hornero
e da mulher-
Dr. Joaqaim Loureiro medico e parteiro
Consultorio na ra do Cabug n. 14, 1.-
andir, de 12 s 2 da tarde ; residencia no
Monteiro.
Consultorio Homosoptico
O Dr. Miguel Themudo, medico ho-
mceopatico, tem o seu consultorio ra do
Baro da Victoria n. 7, 1. andar, onde
d consultas diariamente das 12 a 3 ho-
ras. Chamados por eeuripto a qualquer
hora do dia ou O Dr. Barro Galmare*
Pode ser procurado no esc.-iptoro deste
Diario das 11 horas da manh s 5 da
tarde, todos os dias.
O Dr. Milet mudou seu esiriptorio de
advocacia para ra do Duque de Casias
n. 50, 1. andar.
Drogara
Francisco Manoel da tva dt C-. dipo.
sitarios de todas as espocialidaues pharms
ceuticvts, tintas, drogas, productos chimici
3 meoiiuunieutos hoiiir&upatiuos, ra do M -?
quez de Olina n 23.
Drogara
Faria Sobrinho & Q. droguista por atU-
cado, ra Mrquez de Olinda n. 4l.
aterrarla a Vapor
Serrara a vapor e oficina de carapina
de Francisco dos Santos Macado, caes
de Capibaribe n. 23. N'este grande esta
belecimento, o primeiro da provincia neste
genero, compra-se e vende-se madeiras
de todas as qualidades, serra-se madeiras
de conta alheia, assim como se preparara
obras de carapina por machinas e por pro-
co sem competencia Pernambuco.
Casa de Modas de J. Baato* ?* C.
A ra do Cabug n. 2 ti, estabeleci
ment de modas, encontraran os freguezes
grande e variado sortimento de fazendas
de teda, iS e algodSo, o que de inelhor se
obtem nos mercados de Paria e Lyon.
em canudos, dnpoii pasaando a gastar 10
em pomada e 10 em balba chniroza, ficou
ou nao na raesma poaiciio? E esta pro-
blema termiuou aesim :
Se, o c nheeida idiota que wtopoz
s no Diario de 21 do wrrente, resolver o
t dffic problema, ganhtrd um protinko
de carur e algumzs uzias de tra-
i ques. o
Como se v, nenhuran referencia fez o
autor de tal problema ao que foi publicado
no Diario.
rendo nos perguntado : que foi que
o c mhecido idiota propoz 1 e, depois de
muito trabalho, apparaeJu o aator do tal
problema, e para mostrar que o periodo
com que coucluiu o aliudido problema es-
tava correcto, incumbi re de fazer a or-
dem grammatical do n.esmo periodo, no
Jornal do Recife de 1 do crrente.
Antes nao se tivesse nettido n'isto ; por
que peor foi a emenda que o soneto,
como vamos provar.
Vejamos a ordem granmalical.
i Oracao priocipal :o conhecido idiota
o ganhar um pratinho de carur' e al-
gumas duzias de traques.
i Oracaa condicional Se'(elle idiota]
a resolver o diffioil prob.ema.
Orafo explicativa : -QUE (ou o QUAL
PROBLEMA, elle idiota) HiOPOZ no Diario
de 21 do corraute.
Ainda bem que foi o autor do tal pro-
blema, quem se encarre?;ou de mostrar a
sua crassa 'gaorancia.
Antes de tudo, preciso observar, que
teado-se proposto um problema e sem que
nanhuma referencia se houvesse feito a
outro, publicado no Diario, tres di is an-
tes, concluio-se o mesmo problema (segun-
do a ordem grammatioal feita, pelo seu
autor, do ultimo periodo com que con-
cluio o tal problema) pedindo-se a solagao,
nao do problema que se propoz, mas de
um outro que abs iltame.ite se ignora qual
sonta dos revisores de pro vas do Diurno.
Se se tivesse o cuidado de examinar os
artigos -atanores, em que temos empre-
gado esta palavra, ver-s e-hia ella sem pre
escripia oom um l.
E outros desouidos de impressao se un-
contram no mesmo arigi; assim qua
vez da ma-
seja
PUBLICARES A PEDIDO
Onde est o bode ?
Provado como fiera, em o nosso artigo an-
terior, que o verbo propr- tem attri-
buto, qu' r se tome esta palavra, no sentido
rigoroso ; porque, neste caso, tem o attri-
buto concentrado na propria expressao ver-
bal, como todos os verbos concretos, quer
se repute a palavra -attributo, como signifi-
candopaciente, complemento ou regime,
por ser tal verbo transitivo ou relativo ;
examinemos, hoje, a ordem grammatioal,
que, fez o autor do problema publicado no
Jornal do Recife, de 24 do prximo pas-
sado, do periodo com que concluio o mes-
mo problema.
Para que bem se avalie a ignorancia do
pretencioso problematicista, mister at
tender as spguintes consideragSes :
No Diario de 21 do prximo passado,
e, alludindo as censuras infundadas, feitas
a respeito da reforma do Consulado, for-
mulamos um problema, que, em summa,
era este : um homem tendo T0 filhos, e
gastando com elles Rs. 20:000$, e, depois,
passando a gastar somente 10 ou 15 coa-
tos, fes ou nao urna economa? E tal
problema foi concluido assim : se, o bobo,
que escreveu sobre a reforma do Consula-
do, resolver este problema, ganhar fogos
pata o S. Joao.
No Jurnal do Recife de 24 do mesmo
mez, o autor do artigo sobre o Consulado,
offerecnu tambem um problema soluco,
o qual, em substancia, o seguate : um
homem gastando Rs. 20:000$ de pomada
De modo que, a promessa feita do caru-
r' o dos truques, nao foi para quem resol-
vesse a diffi mldado que se apresentava,
mas para quem resolvesse urna diffi ;ulJa le
completamente desconbeaida!
Para conseguir se esto desidertum, nao
si tornava preciso appareatar um problema,
sobre pomada em canudos, bastara, que
simplesmente se dissesse : gauhar carur'
e traques, o autor do probl-mi publicado
no Diario do 21 do prximo passado, se
resolver o seu proprio problema I
Portanta, a urdem grammatioal feita
do periodo com que se concluio o proble-
ma do Jornal, se fosse verdadeira e cor-
recta daria em resultado a seguinte asnei-
ra : alguem propor um problema e pedir a
soluco de outro diverso, cujos termos silo
absolutamente desconhecidos.
A asneira, porm, resulta de nao poder
o autor do tal problema, encontrar, no pe-
riodo, paciente para o verbo propr.
Admitamos, todava, que hajo idiotas
que formulem problemas, e, depois pec.am a
solucao, n.lo dos que propoem, mas de ou
tros, de cujos termos se ignora ; e, exami-
nemos a ordem grammatioal, que, do pe-
riodo com que foi concluido o problema do
Jornal, fez o seu autor.
Eis o periodo:
Esta nao se atura !
Com 10 r'uzias de puchados bolos, o
autor do tal problema nilo paga semelhan
te asneira.
Se, se quiz pedir a sducao do proble-
ma que se propoz, indicando ao mesmo
empo que outro havia sido proposto, a ora-
cao seria correcta se ae dissesse :< o con he
oido idiota que propoz um problema no Dia-
rio de 21 do corrente, ao bobo que escre-
veu sobre a reforma do consulado, ganhar
um pratinho de carur e urna duzia de tra-
ques, se resolver o que acabamos de pro-
por.
Se se pretenda dar carur e traques, ao
conhecido idiota, se resolvesse o problema
que elle mesmo propoz, entao se tornara
desnecess&ria e ftil formular qualquer
problema, e bastaria dizer: ganhar um
pratinho de carur e traques, o conhecido
idiota, te resolver o seu proprio problema,
publicado no Diario de 21 do prximo
passado.
Ora, depois do que temos dito e prova
doex abundantiaresponda-nos o autor
do problema do Jornal do Recife, quem
se tem tornado merecedor ou antes care-
cedor de tirantes e oculos de sola ?
Estavamos neste ponto, quando lemos o
que screveu o sabio no Jornal de hontem.
Coitado! fazd; leu e nao ontendeu
o que escrevemos no Diario de ante-hon-
tem. Legere et non intelligere est... E,
vem dizendo que fugimos da questao, o
queremos engasopar o publico!
O sabedolente faz urna idea magnifica do
publico desta cidade, que se deixa engaso-
par com tanta facilidade !
Contina a dizer que o verbo propor
nao tem attributo E' o caso : errare hu-
manum est, sed perseverar in errorem, dia-
bolicum!
O que escrevemos, ante-hontem, e, que
nao enteu.leste, foi, em substancia, o se-
guinte, meu san-leu:
Nos verbos concretos, como, propor, e
todos os mais, excepto o verbo ser que
abstracto, o attributo est concentrado
na propria expressao verbal; sendo que,
racionalmente considerados, todos os ver
bos concretos contam a idea exprimida
pelo verbo ser combinada mentalmente
com um attributo
Quando se diz : Pedro ama, se tem dito:
Pedro amante ; PauIo propde; Paulo
proponente e assim por oante.
E, como por isto mesmo que os verbos
concretos tm os sevis attributos contilos
na mesma expressao verbal, se tem admit-
tido, que a palavra attributo perdendo
a sua siguiticacSo rigorosa seja tomada
e empregada, como significando -paciente,
complemento ou regime, nos verbos relati-
vos ou transitivos, que s2o, os que nao tm
um sentido completo; e, neste caso, est
verbo propor.
Pedro propoz: o que ? um problema.
Um problema o complemento, regime,
paciente ou attributo do verbo propor
tomada a palavra attributo, nao no sentido
rigoroso, mas no de paciente.
Coropreheudeu agora ? !
Apostamos que n2o ; e, desde entilo, nSo
ha mcio seno empregar ostirantes e oa
oculos de sola.
O bobo diz no artigo de hontem, com
ares de triumphador : camelobipede, escre
ve-se cora um /
NSo contestamos, e, isto deve correr por
est munirmos-n'os, em
nir-m'o nos.
E, aqu que haveria erro de grammati-
ca, que paiieria ser allegado, se o tolcirao
enchergasse alguma coisa.
Ainda assim qu- et: oh oh 1 oh I
em vez de oh ah eh !
Isto, porm nao para amirar, tratan-
do-se de um artigo longo, como foi o nos-
3o onde posaivel que os revisores dei-
xem pissar estas pcquxns coisas.
Se quizeasemos argumentar neste torre-
no,( e com vantagem, por seren os arti-
gos qu> eacrsvo o bobo e qu itro linhaa,
apenas) notaramos que, em seu artigo do 3
do corrente est manjaioura om vez de
manjedoira ou manjaioira.
E, no de hontem : cIvunUnto, apezar
da repugnancia qu3 nos inspira o TAL saj-
deu, dar-LHES hemos r-spista.... Orao
pronome Ihes refere-ae, na oracao aci
ma, a sandeu. ; e, euta teos; que dar
resposta a elles sandeu.
J fallar bem o portuguez I !
Nao eacreva mais, ou peca a alguem
para eacrever por s, conforme no3 consta
que est resolvido a fazer.
Antea de terminarmos a questao, con-
sista o SABIO, que Ihe dcm)s um a latar
conselho : se for posaivel, procure receber
tudo o qua pagm aoa quo lha 8e-v:ram
de mostrea de p>rtuguez, e, novamente,
entre para a eacola, com gaudo pdo a
bc.
Nao lhe declinamos o no ne, expondo-o
a riaota do publico, com a coudica > de
nunca mais se metter a eacrever artigoa.
R:ceba as noasas prulentes a lmoista-
cSas, que nao se dar mal com ellas.
Se, o conhecido idiota QUE PROPOZ
no Diario de 21 do corrente, resolver o
dillijil problema, ganhar um pratinho
de carur e algunas duzias de tra-
ques. D
Eis, a ordem grammatical, que se fez no
Jornal de 1." do corrate :
Orajo principal: o conhscido idio-
ta ganhar um pratinho de carur e al-
< gumaa duzias de traquea.
Oracao condicional : Se (elle idiota)
< resolver o difficil problema.
Orajio explicativa : que (ou o qual
t problema, elle idiota) PitOPOZ no Diario
t de 21 do corrente.
O periodo comeca : se o conhecido i liota
QUE phopoz ; est; -que, m orn;ao, pro-
nome relativo ou adjetivo domonatrativo
Nib esse p >rm o meu desejo, neo) o raen fin,
N-i augmentare! a affl ec>toae .fB cto.
Desejo m-aui que j Sr. K lly uoia-iiira prova*
de que sao calumniosa tolta aa accasHOoes que
pesam sobre Smce. pirque, n-smi hsbo), Sc.
riera 31B-H iu qaanto doen as Calumnias, quinde
assacadas contra nos porespiritos perverso .
TraUre pjis = de inim.
Vamos ao tacto :
Em Juntu do ..na j passado- retirei-me dahicoai
licenca do goverao; logo ap-t. creio qua em co-
mee.i de Julho,.aomeau o Sr. K-jlly urna commis-
s> de que se fez chefe. C? ooauhi-se essa coai-
missao de dous membros, um ex-emprdgado da
Aifaadyga e outro ainda ella perteuoente e, am-
bos, meus immlgos daeltrados e gratuitos; aa
delles s me devia gratidD pelos f ivores reeebi-
djj e "t.r.. palo mal que ddixei de tazer-lhe.
Chegaado me a noticia de cal fasto dirig mata
o. Ex;, o Sr. inioutrd da f*z;ula e p-rguutei se
ji me havia damittid), parque o Sp. Krity assoa-
ihava assim pr>eeder p,r ordem de S. Exc. e nes-
sa (MOaaiSa fiz ver a 8. Exc. mi o.ide chegava/o
olio senio a leviandaia do jr. Kelly, ehainaado
para tal commiasilo, ato pira ana ya ir aeto
mms, um empregido aiada ineu subordinado.
Declarou m.! eolio S. Exe. que ;al absurda
u3) ord-uara; qu.; o Sr. Kelly Ida havia dirigilo
um reservado (a arm. favorita de Sme. e aceusa
agora o D:. ehefe de polica p r goarlar a segre-
d i de joatioa !) no qual accusai/a "todus compa-
uhias, max>me a d- aguas de Beboribe, de prati-
cirux graves abusos retiran lo da Alfaudega, de
eovolta com objectos livres de direitos, oa'ros que
o nao erm e suooouhj que at a roupa que'os
directores vestiam.
Qie vista dissoS. Exc. em respista ( o 'al
rwervaJo 8 Is Jaiai de que ftlla o S:-. Kiilyj
deeUrant que eaoapstM uo Sr. Keliy orno ias-
pector da roesourtri i por un cobro a eaaes abu-
sos e le talvez i; ,-n. r -. uta houvesse tirad) o
Sr. Kdly a conclusas de que devia minear a tal
commisso, po:m que er* esa exmetacaa muito
forada e que i> orienar-lhe que diss 1/esae tal
commisso a ao maia proae^uiaio em :ti v nul-
tuino iaquerito ou devaasa como disia oSr. rol-
Com efieito aasim fez S. Exc. dirigiodo ao Sr.
Kelly a carta referida c em que falla do despa-
cho do tal carro com s^ua pertancea, resebido pe-
la Gompanhiade Bobenoe e qu terminava orl:-
oauio a dissolu^o da tal Com aioalo di dovaaoa
ou Jevasai lao ujj archi / .s da Alfan-lega.
Uimcidio o recobitaaato, pelo Sr. Kelly,
carta de S. Exc. coin a pablica<;2o ahi, u>J
conjunctivo, e, portaot, refere-se necessa-
riamente ao substantivo que lhe est junto,
e ao qual substitue, o nunca pode referir-
se a um nome que lhe est postsrior e
muito distante.
Nao ha quem ignore isto!
O QUE proaome relativo, resolve-se
emo qual, a qua'; oa quaes, as quaes,
e vem de qui quo quod, referindo-se sem-
pre ao nome qua lhe antecede.
Faz o offi.io de sujeitodo verbopro-
porna oracao que examinamoa.
As.-im no ex: a casa QUE Pedro con-
struio urna das mais bellas d'aquelle sitio ;
o proaome relativoQUE retere-se a casa,
e aerve de auj.-ito ao verb3construio.
Outro ex: a a encadernacao do livro que
me dste muito elegante ; eia oque
referindo se a livro, e servindo de sujeito
dedste.
E, assim, em muitos outros exemploa e
casos, sempre o QUEcomo relativo refe-
re-ae ao antecedente.
E' urna regra que nao tem excepjlo;
porque toda8 as vezes que houver ambi-
guidade no sentido da phrase, empregando-
se o conjunctivo QUE de^e este aer suba-
tituido pelo adjectivoo qual.
Ex: a desobediencia dos Israelitas s
ordene de Deus, A qual materia continua
das queixas de M>yss.
Aqui, como oQ'JEse refereria a
desobediencia e oao a Deus, se empre-
ga -A QUAL, em vez deque.
lato sao rudiniento8 que todos sabem.
Assim, no periodo que examinamoa, o
QUEda oracao do verbopropor s
pode referir-se a idiotaque lhe antecede,
e nunca aproblemaque lhe succede e
est algumas milbas de distancia.
No entanto, o sabio autor do problema,
na ordem grammatical que fez de seu pe-
riodo, reputou oQUErelativo, mas (isto
borrivel!) referindo-se a problema I...
Talvez urna crianca de priraeiras lettras
nao cornmettesae seroelhantu erro I
O que, porm, maia admiravel, que,
segundo a ordem grammatical feita, o
QUE sendo relativo e referindo-se a pro-
desaa
Jornal
do Recife de 1 de Setembro, de um artigo aaai-
guado porinim e em quedu deelarava que. Ere.
n> s uao authorisari, com aisoilhiv o Sr. Kd-
ly, a noineacio de tai ommiasao ooau quo at nao
approvaria semalhante acto.
Eatava ahi bem transaareate o resultvi j da
conversa que eu havia tid om S. Exc. o sobre a
qual fallo agir ptla pnmira ves.
Cabe aqui incidentemente explicar e*ae negicio
do c*rro eseua perteacea, ta> perversa e iuaidiosa-
mente explorado.
Na> couaa d) m;u temp) e deu-33 durante a
adminiatracio de um doi msui hmradis auta-
eeaaore*.
Umi daa conptnhias, creio meamo que a de e-
berioe (fallo de memoria, na ausencia d>a (oju-
mentos) recebeu da Europa um cirro; reto delle
factura em sepralo, foi apreaentad) a despacho
com oa direitjs calculad >a e a conferencia e, pare-
c-ine que tambem a saluda foi dada po hones-
tisaim conferente o Sr. Fiuheiro.
Onde a fraude ? s na maginacao exaltada
de quem pareca vivar respirando a densa athe-
mosphera das regioas do crime mais para raoles-
tar e abater o meu e3pir:t)... como eloquen-
temeute diz em sua defeza o Sr. Kelly em retacas
ai illuatraio Sr. Dr. promotor publico.
E ame. estendeu su* mtldade at fazer crer
em seu olficie que ease facto, com quaato muito
correcto, so havia passado em mioha adminis-
tracao !
Urna gloria porm ficou-ma e multo grande.
Mu tas foram as aecusacoea feitas pelo Sr. Kel-
ly e por seas dgaos companbeiroa truncando do-
cumentos e falseando a ver la le, o Thesouro po-
rm, ana'ysando tao importante peca nao achoa
fundada urna s de taes aecuaacoea ed?clara
muito correcto e mnito honesto o proc-'dimento do
inspector da Alfandega e S. Exc. o Sr. ministro,
por seu despacho, maniou archivar esse ridiculo
parto annonciado por continuados arros da msn-
taoha.
No officio reservado de 29 de Julho (creio) e
cuja minuta deve existir ahi na Th 's jurara disse
o Sr. Kelly logo em comee o qua : om quaato dk-
trahido (o tal relatorio de 14 de Agosto) por mui-
tos dias na Alfandega, com tudo aada havia sof-
frido e servico da Thesouraria porque Smc.
satislizera amos os expedientes.
Como vem pois dizer em su i defeza (Provincia
de 22 de Julho) que durante sua ausencia na al-
fandega esteva o expediente da Thesouraria i
cargo do contador etc. ?
Ah Sr. Keliy, Smc. quando, transudando odio,
architectara contra um seu collega nm edificio ar-
gamaaaado com maldade e despeito, esquecea-se
que tal edificio se derruira e que Smc. seria a
victima de sui propria obra.
Explicado o ponto da defeza do Sr. Kelly e qua
indirectamente me toca va, nada tenho com o mais
que (acrimoniosamente allega e que incumbe a po-
lica, sob cujas vistas est Smc, rcdazir a suas
jastas proporcoes.
NSo duvidarei poim voltar a imprenaa si Smc.
ainda impenitente, isso coagir-me.
Rio, 29-687.
J. Cruv'lo Cavalcante.
blema, representa o papel de paciente do
verbo propor!
Eia a or.-yiio, segando o autor do proble-
ma : que (ou o qual problema, elle idiota)
propoz no Diario de 21 do corrente.
Elle idiota, para o sabio, o sujeito do
verbo propoz ficando para servir de
regime ou paciente do mesmo verbo, que
transitivo, o pronome relativoQUE,
que na bypothese, equivale ao qual pro-
blema.
O ronbo da Thesouraria e o Sr.
A. 1. da Silva leliy
Oevo, obsequiosidad^ de nm amigo, a r. mes-
sa dos ns. 135 e 138 da Provincia, jornal em que
vem publicada a defeza aoresentada, ao juiz cri-
minal, pelo Sr. K lly.
E' essa def-za a 2a edir,ao do requerimeoto, ha
piuco iud teridi, em que o mesmo Sr. pedia ao
governo remoce) ou aposentadoria; ou c.te a
2* edicao Jaquel la.
Nada tenho que ver com esse documento e nem
mesmo me lembrava mais que o Sr. Kelly aiuda
existase no meio da nossa socitdade ; suppunha-o
at, ha muito, d-lla segregado.
Como, porm, Smc. nes^a pseudo-defeza allude
a um facto qne me dix respeito e que constitue nm
dos [asos da via dol roa por ir un ahi percorrida
emquanto, como inspector da .-til mdega, tive a
desventura de servir com Smc, forcoso me ven-
cer a r. pugnancia qae me invade o espirito e rec-
tificar esse ponto, deixin lo que o Ilustre ergio
da justica publica trate de todas as outras em
que fonnigam as inverdades deenvolta com lagri-
mas de crocodillo.
Eu poderia, se nao fosse de coraoao compassivo
e inclinado ao pe-dao, analysir a natureza dos
serv; s militaresto allegados pir Smc ; como
foram desempenhadas as comm'sses de que o iu
cumbio o governo e o proposito sempre mamf sta-
do de crear reputaclo destrnindo a doa seus col
legas ; eu poderia ainda perguutar se quem rece-
beodo inensalmeute 33 '/lOOOei posauudo al* dis-
so urna chcara alugada em N cther y p >r 1 ;0 e
mais outro predio de ni> menor valor nesta corte,
pode, h nao ser por um recurso de rhetorica oa
para abranda juizes lufl-xiveis, dizer que est
condemnado a penuria e baldo de metos.
Contracto do Hatadouro
J cedo eomeca a desembrulhar-se a meada, h-
bilmente urdida para o fim de se accumular con-
fuao e trevas neste negocio.
A Provincia de hontem deu noticia do appareci
ment do documento, que a mesma Provincia tioha
assegurado haver desapparecido !
Nao satisfeitos o informante e escripter da Pro-
vincia com esse facto, que por si s d bem a me-
dida do valer do mais, que disseram, insinuara ain-
da, que o documento descoberto no archivo da C-
mara nao aiUhenco, posto que asaignado pelo
engeuh dro.
Sempre o.veso de deprimir sem fundamento, sem-
pre a i .vianda le de aecusar sem provas !
Dsse a i rovi/tc a :
< Pode-se acreditar qae um profssional scienti-
,' fico no exercicio de um car^o publico, tendo de li-
vrar um parecer em cumprimento do sea dever,
quizesse limitar sea aasigcar quatro liabas fra de
todas as condicoes techuicas e de authenticidade?
Esse facto disperta as mais fundadas descon-
fianzas contra a real authenticidade do parecer. >
Se o escriptor da Provincia nao estivease domi-
nado dos meamos sentimeutos, que o seu digno
informante a portanto tivesse reflectido e se infor-
mado com sinceridade de quem poderia com t 1-li-
dade esclarecel-o, saberiaqne o engenheiro da Ga -
mar nao escreve seus pareceres e sim o respectivo
c adjuvante, que o engenheiro apenas assigna o
pareceres, que manda copiar pelo seu auxiliar;
saberia maia, que o engeuh- iro tem registro de to-
dos os seus pareceres e quaud i mesmo o tal docu-
mento nao apparecesse, elle estava promoto a for-
necer suas notas e assumir a responaabilidade d'a-
quillo que nffirmou em seu parecer e qae ainda
hoje sustenta.
Mas nao, prifero euviredar se p.>r onde lhe
apoutavam e sem mais r. t .-xai, eil-o, aecusar i
malainar a tudo e a todos.
O que a rVooincia nao disse e que convem di-
zer-se que foi a iuatancias miohas, qae se pro-
curoa descobrir no archivo da Cmara o tal docu-
mento e este fei encontrado pelos empreg idos da
mesma Cmara.
Agora a Provincia que tire a limpo, quem tinha
iuter ase em tazer auppor perdido ou deaappare-
cido o documento e com que hourado fim.
Para evitar quaeequer duvidas, requer e obtira
certido do parecer do engenheiro e do reqoeri-
mento do eootractante, que em seguida faco pu-
blicar afim de que o publico fique habilitado a
jalear do raen procedimento e do da Provincia.
Servir isto de ligao ao escriptor da Provintit
para de futuro nao ser to fcil em acceder a ata-
car a reputcao dos que o precisam limpar u
oaos porque nunca desceram a apanhar todo qu*
Ibes offerecem ou querem dar.
Dou p.-r fiuda easa questao no qne me diz res-
peito, salvo se de novo Mr ainda aggreiido, por-
que eutaj nao pider-i deixar, nem soi, como se
deixa, de defender o que de mais caro tem o ho-
mema ton honra e dignidade.
Recife, 8 de Julho de 1887.
Cassy Juvenal do Rege.
Eis o documento :
Illm. Sr. secretario da Cmara Mi>nicijjfcjr
Cussy Juvenal do Reg a bem do seu d.reito pre-
cisa por eertidao o theor do oficio do Sr. Dr. ea-
"
F

Jt


4
Diario de PeniambucoSaLbado 9 de+Jttlht, de it'dt

x

geohei'O diluid'' ao snpp'ieante -ra data de 24
do Ag isto da 1*8i5, qu.nlo c nn'iinwrio da Mata-
doaro, bem assim a pe ti cao que "rginou dito pa-
recer. E. R. M.
Recife, 7 de Julho de 1887. .
Ctusy Juvenal do Rtgo.
(Estira sellada na forma da lej.)
~
D se. Secretaria da Cmara Municipal da Re-
cife, 7 de Julho de 1887.
Servindo de secretario,
Catiro helio.
Em virtude da policio < despacho supra, certi-
fic i s-t officio do Dr. .ngenhcir > pelid por cer-
tido do tbeor aeguinto :
N. 33 Escriptorio do Engenheiro da Cmara
Municipal do Recife, 24 de Agosto de 1885.
Illm. Sr.Em cumprimento o despacho de V.
S. exarado oa p-tico de Jos Eleuterio de A.e-
vedo, de 10 do correrte mes, communico a V. S.
qu-> -i" obras do M ttadouro da Cabanga tarara re
gularraente executadas pelo supplicaote conforme
a diapiaico do seu cintrado que por Sopla acora-
pauh >u a sua petico.
Deue guarde a V. S Illm. Sr. Cu?sy Juvenil
do Reg, 'tierno coramissarie de Matidouro ^u
blico. Joao Jos Feruaodes da Cunha, eugeohuro
da Ca.nara.
Cercifiac mais ser a ptica) tamb~m p;dila por
eertidio do -.eguinte thor :
III n. Sr. presidente a mala vareadores da C-
mara Municipal.Jos Eleuterio de A-v i .
teudo c incluido as obras do Jlatadouro a qua es-
lava obrigado, requer a Vv. Ss. que se digoera de
ordenar que ae d b-iixi. ni fiane* que preaou u
sapplicante para o referido fira. Assim prde *
Vv. S3. deferimrato.
BmiIb 10 d- Agisto de 1835.Jo. E. d Ase
vedo.
(Eitava c ris inutilisada i>a forma da lei.)
Certifico mais que dita peticao tinha 03 aegnin-
tes despachas: si
Ao Dr. engenheiri. Becife, 24 de Agosto de
1885. -Cu Deferido. Paco da Gimar Munieiptl do Re-
cite, 31 de Agosto do 1885.Padre Mello vice
presiiente, Cusay de Bego, Jos Pedro das Ne
ves^Viegas, Daeio, Joao Goncalves Torres, Barros
Re^o, JjOsorio, A. Neves.
O referido verdade eaos originaos me reporto.
Archivo da Cmara Municipal do Recit, 8 de
Julho de 1887. E eu Julio Cesar Cardozo Ayres,
archivista esta paaaei. E eu Leoneiu Quintino de
Castro Lio, servindo de secretario, aubseravi.
(E-tava sellada na forma da lei.)
Alm disto garantimos qn" nSo ex'ste ura e-
pirit'afi em Cajazeira*.
E' urna calumiin mu come e somente digna
do miseravel e ea u .m> I if m -i.-ivista !
Os habitantes Jeaia tid^ie acham se tomad .s
de hirror e indiguaco e profundamente feridos
em :eus n ibres s ntiraeatos religiosos e maraes 1
Anda mais : diiero e clamara ub el orbi, que
se o Apostlo uo publicar o nome do miasiviata,
que merece trazar gravado o ferrete de calumnia
dar, era tido a' ra em duate, o^o por orgiio
da verdade, mas im nomo or^ao da m ntira e da
calumnia
Pedimos parUato jjj Srs. redactor, que p r
amor verdade e a causa di justica, desoase. -
rem o bypocrita miasiviata, publicando este tosco
escript em seu bem c.nceituado jornal, para cor-
r.-cc&o de to vil quo despresivet calum'iiadar.
Cajaaeiras, 3l de M lio de 1887.
Algn Cajateirenset.
I f iirii-uierim
Hoave esquecimento da parte do typographo
da assignatura do artigo c publicado no Diario de hootem, a qual Frar.-
C19CO De)d8t0 LalllH.
llamaran!
lo publico
U Aposto'o de 27 de Abril d-ste mno rraz um
escript, c uteodo urna taonstruosa f^lsidade, ora
a eeguinte epigraphe : Periios e horrores di
fspiritsin > .
Sada temos oui a aaicangaV) qu 1 t'-z > '''
cista do Aposto acerca do espiritism >; mas cios >3
como somos de nossos s.'ntimentos religiosos, nao
podemos ficar silenciosos e dcixar de cout -star ao
energmeno mis^iista de Ctj>seI para o Apos
tolo na corte do imperh.
E' exacto que ni Cajaxeirenses, h:mens iga)-
rantes, e a nossa ignorancia tinto raain des^ul
pavel, quauto vivemos distaucaioi I a f jcos de
lux, mas gracas a iuteir. xa doa costuraos, s aery-
soladas virtudes e s luxes do venerando funda-
dor desta cidade, o sabio co'ora 'ndador Ignacio de
Souxa R 'lira, o j>0V) cajazeirense veri! -ir -
mente catholic>, amante da civilis.cio o o pro-
gresso e se deavaaece em tsr occaaiio dd fazer
bem patente que conserva e guarda no sacra.'i 1
de sua coo.-cieucia a religiSo catbotica, ap)st>lica,
romana.
Portante, s o odio e o despeito poderiam 1 ?ar
o mei-quinha miss'vista de Cajaz iras a noticiai
um faeto inverosmil como o que M v iuseriio
as olumoas do Apolllo
E' falso, talaissim que no dia 20 de Feve-
reiro Unbam-se reuai io alonas eapiritiatas diantc
de multas familias e evocassem o espirito de u no
virtuosa freir que tinha falleca) hi 11 Beses. O
espirito c mmunicou se pir escript diriginlo-sc
de um modo apecialas aenhoras :
Vos sido, irm5os e irasia. Vivi na ton em
estado de virgiudade e de penitencia, como saura
mulher, p irm de nada m- aervi). parque ura 1
tal vida nada apr.veita ao mundo iovisivel. Tj-
nbo de descer de novo s padridoes da trra para
purificarme ; mas aioda nao sei qu 'ait ac que lugar.
Emquanto vivis pensis ; sois micas e forra)-
sas, e deveis imitar as mulberes da grande cidade
de Alhenas. S taim seris alga! apuras....
O Senbor me chama. Adeun.M. U. ti. L.
E' tambera talso, que entao fizessem 11 meses
que havia fallecido urna freir nesta eijade.
' GOMMERCIO
BoUit r.r>ia:ner<');il
OOTAguK8 OFFICIAKS DA JUNTA DOS COK-
RECTO RES
Reafe 8 de Julho de 1881
Acedes da companhia do Beberibe do valor de
10UJ a 155 cada urna.
Jam'ii sobre Para, 15 d/v. cono 1/2 0/0 de des-
cont.
Dito sobre dito, 30 d/v. jom 3/4 0r0 de descont.
Dito sobre dito, 90 d/v. cam 1 7/80/0 de descont.
lambo sobre o Rio de Janeiro, 3J d[v. con 1[4
0/0 de descont.
Oescuut ue letras, 9 0/0 ao anno.
\a hora da uolsa
v'eud rara-se :
30 accoes da Companhia do Beberibe.
10 ditas idem.
10 ditas idem.
O presidente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
V secretario.
Eduardo Dubeux.
fu*intento banrariu
RECIFE, 8 DB JDLHO UE 1387
PRAQA DO RECIFE
Pela manh mantiveram os bancos a taza de 22
3/8 d. sobre Londres, adoptando todos tarde a
de 22 1/2 d.
Se apparecess m tomadores dariam a 22 5/8 d.
Em papel particular coastou pequeas transac-
Soeaa22 11/16.
PRAgA DO BIO DE JANEIRO
Os bancas estabeleceram a taxa de 22 1/2 d. so-
bre Londres.
Eixeram -se trnsateos em papel particular a
22 5/8 d., com tendencia para suoir,
Aa tabellas expostas aqui foram estas :
Do Intebsacios. :
00 dju vista
Ltndres .
Pars. .
Italia. .
Hamburgo
Portugal
New-York
Nao se ple aegar as boaa qua idades que tora
o chefe do partido lib'ral dcate lugar meco
uheci que se Ihe d'-ve ter todo respeito e consi-
deracSo, porra couaideraco esta com limites e
na como teera entendido arios conservadores
desta ilba, em que, por occapijo d- eleico, quan-
do devem por ura de-ver trabalhar a bem di sen
partido, quand) eara ireeera e apresentara si:
com toda a cadenee i ieocia, da ido somente tor-
ea ios adversarios.
C maervalor a, I rabrai vis e npre da eleicao de
25 de Fevereiro d* prximo passado. Amizale a
con-id-Ta;5a que se t ra a ura adversario piliticn,
uiprivaa nin^ju .n l.ixir de votar cintra, a m
ra-'-rao faz acibir era a conviccAo de qaalquer
pessaa. Portinto, se temos aqui ura horae a I
bem como o uoaso adversario, rumbera temos por
nossa ebefe do partida conserv lar o dignlssira i
canseiheiro Juo A'frelo Cjrreia de Oliveira, que
nos merece toda estima e muito alta oasi l-:rn;.X
principalmente p .r* t loa os s:m parantes.
Itamarac4, 4 de Junho de 87.
F.
Novas allomas
Sob esta epigraphe li uo Jornal do Rea.fe
le h je um ora nu i o 11 assin ido pjr ura agri-
cultor, que diz t-r eu, na qualidile de sabio'eg
dj desta cilaie, rae raausiia a pr nder, a pedid i
do senbor, ura es.'r-iv fgido, sjo o preiexto de
uo se tobar 1-jol-tr.Ji na matricula a fiUa;io
do raeirao eserivi, e qu i lea'.* frm* tiihi-me
arvoraio em poder judietario e Hecidiio era ulti-
ma im'a'r-iia, sera appellacSo nem ajgravo.
O ir .i^r: rjlto- p i j atalineute n i retarlo i
fact) c.m) ae pissou, jcaul'anl) o que Ihe pide-
ri o "i 'i 'a*. O f i '-> -i I .' i'i* ra id i :
H poa:ji di.-.s .--.jas:.is'iji.l-'',^i
eia urna praca de pjei i. liieudj ra> que ^ra or-
deiiauca do subdelegado do 4. distnctj policial
de Ipijae., Flix J u li amar i Jnnentel) era
aome Je quera rae ipreseotou a raa'ii ;ula de ura
^scrav) le n un >l.re-toi>, que, se^u.ido diz-a
estava fatji 11 h> n.sia 11 -iiata edade.
Ver.fie. u 1 qoe a r ln;".) apre^-n'tlk na- 91
r fjiia a.Va ui.tr.. ala, a.n a ...i .;, i
4 pracyl que di a uta n Sr. Pin'Ut I ] ie eu MU
aqn lia matricula nao poda -If jtuar a prisao do
eacravo de que ae trtv, pois aquella roteali
boje nada valia.
Dus denois voltou-tne a meara i prac. eOB) .
nova matricula pjr 'a: o esi^ida, e examinando-a
verifi juei que ella tra'ava do nasravo M-r>sl:no,
de 3'd i-inij d 1 i da iilin.ii d je rabeo li e
que, nr.,-rttant i, o nili vidu) i i li^i'a i c ira > ea
cravo cbirai-se Marcelin >, de 19 am-'s ia ilade.
e lilhi de Antonia, e<-escrava de Bruardui <
de S^nna Ribair milito cmh eido ivi ie.1.1
onde reside
Nestaa c i gd m n i > p < li ni a" adjl-o, e eu-
tio resolv tuarever i a-ibi le^id, tisiulo-lhe
ver a'diff r rag. qui je.iota'i u BnUicali, e
em vista da qual na i le va cu See'nir a prtssTki
verb.Imante reqii,itadi.
Eatou certo que o agricultor sigiatario do cita-
do coraraunicado, ora> autoridaie pilicial pijre-
deria do mesma raoi Q i mt > aa titulo de ee-
lebre, que rae orapr ta o honrado agricultor, di-
rei ape.ias que nt> t>'nbo afelicidad- da ter.
Como S. S, tactos cal orea era raiuht viia pir..
merecel-o.
Cabo, 8 de Julho de 1887.
Rotiiio Tolentino de Fi^ueireio Lima.
221/2 22 1/4
422 4 6
. . 426
523 52 S
136 138
2/250
Do Lohdoji Hhk
90 do vista
Londres .
Pars. .
Italia. .
Hamburgo
Portu^a!
New-York
22 1/2
422
23
236
22 1/4
ii!6
426
f>28
.'38
2*250
Uo Eaousa liAm :
Londres.......
Paria........
Italia........
Hamburgo......
Lisboa e Porto.....
Principaes cidades de Portu-
'.......
liba dos Acores .
liba da Madeira .
New-York......
00 djc vista
3* sorte boa..... l.M.JU a 2J100
8. regular..... 1*700 a 1 8 ni
duraidus e baixoa 1*500 a 1*701
ioraeoas...... 1*300 a 1*100
ascavado..... 1*1)40 a 1*100
Bruto....... *90J a 1*000
Rtame...... *700 a *8)0
Algodo
Nao conaton vendas h >je.
Cota-se nominal o de 1* sorte do sertao a 6*800
por 15 kilos.
Entrada* de ainarar e al^udo
HEZ DB JOLIO
Assucar
Entradas Dias Sacos
Barcacas...... 1 7 3.257
Vapires ...... ... .
Via-terrea da Caraar 1 7 i
Ammaea...... 1 8 43
Via terrea de S. Francisco 1 6 3.113
Via-ferrea de Limmirj 1 6 80
Sorama. 6.920
Algodao
ntralas Da. titean
Barracas...... 1 7 42
Vaporea...... I 7 665
Via-frrea de Caruar 1 7 15
Auimae*...... 1 8 1.190
Via-fenea de S. Francisca 1 6 16
Via-frrea de Limoeiro 1 6 31
Sorama. 2.104
lii'ftpat-hoi* de eiporuro
HEZ DE JULBO
Nos dias 1 7 roram despachados na A fauie-
I ga os artigoB seguintes :
Pura fra do Imperio
Agurdente..... 49 litros
Algodio...... 391.910 kilos
Assucar ...... 522.150
Bagos de mamona 4.400
Prauchoes de vinhatico. 31
Para dentro do Imperio
Paulo Pereira
Dizem que vagueia pelas ras e urra-
baldes data cidade um typo conbecido por
Bastos, a vender obras Je Paulo Pereira,
intitulan lose o proprio, (que cjaico) ) e
pi;g.isop:ndo a hu n.uidaile dizendo-se lit-
terato e acadmico !! I
Qt, Sr. acadmico (dan Arabua) nao
s-jii lo oinalista, pro ur.i outro offiio
que ui-llur
Tea s utgO velho (lo Jardim)
Miguel Fon fon..
Programuia da testa da dorio-
so 91. Benedicto, erecta no con-
vento dos religiosos francls
canos da cidade do lecife.
Ve^pera
Sabbado 9 do corrate mez, ao meio dia, nma
salva e diversas girndolas de fogletes, ao son.
da banda marcial, unnunciar ana devotos do San-
to P.i'riarcha a vespera em |ue a confraria deno-
minada com o seu santo no ne, principia a encetar
os actos e solemnidades, hnvendo s 7 horas la
dainha ; a grande orcheafa est c nfiada ao mui
distincto urotessor Joao Policarpo Soares Rosas.
Da 10
A' 4 horas da madrugada baver missa resada
em tendi de todos os irmos e irras, devotos a
pessoas que se d guarura conorrer com o sen ubalo
para o brilbantisma do act i. A's 5 horas ser
annunciada a alvorada pjr urna salva e diversas
girndolas de foguetes despertando a;s habitan-
tes desta capital o dia em que os irmos desta ve-
ncravel conf.cria, revereutes sol- mnisam o grande
norae de seu excelso padroeiro.
Feata
Pelas 11 horas da m>uiia entrar a misaa solemne
bureada tercias. Oocupar a tribuna sagrada o
(lira. Rvra. Sr. couego Antonio Eustaquio da Silva,
oqu.l com eloquencia e erudiceao que Ihe habi-
tual a conbecido peo Ilustrado publico desta capi-
tal, far o panageryeo do excelso padroeiro. As
leo :nin>uo:s das msicas que a orehjstra tem de
ex cutir fi ra ao arbitrio do insiga? professnr.
Anuunciar a entrada d. feata diversas girando-
las de foguetes.
Te-Deum
A's 7 horas da o>ite entrar Te-Deum, oceu-
ptodo a tribina sagrada o III n. Rvm. Sr. Fre Au-
gusta da Inmaculada ConceicSi Al ves, distincto
pri'gador da cipolla imperial. Nos uitervallos de
11 los os actos tocar a banda marcial do 2 a i-
tilha) ile iuftntaria executando diversas pecas
eaerfhidu do seu repertorio.
A mesa regadora uo tendo p)upa lo esforcos
par.i ograprlmrato de au i miaaa, agradece p lo
presente a t jd '3 os irral > e devotos que se digna-
ram coacorrer com sais espirtul.it, e convido a >s
.rrain para paramentadas a.sistirem a toljs o
actoa.
Capitulo da onfraria de S. Benedicto, 8 de Julho
de 18-7.
Secretario,
Francisco Solano da Cosa.
.ia fi.trida de Hurraj e liMiam
f
En con>-queucia da sua grande e vasta pipu-
lariale e justa celebridade em tsdos os mrca-
los la Ara 'rica di Sul a das A itilhas, para o uso
le cij is pases ella tii rxciuaivaraeote ra>nufac-
;. .'ii mus da 20 i.mik; a mesma tem sido
exteniivim rata imitada e co.rraf-ita ajease pala.
Pj n pres ratsm joto o artiga original foi introlu-
zid i, em virtulc io meara> apresentar a dis'inc-
tiva .nava corana-rcial dos proprietarios, pl- fa
eilra -iite a t distinguida pela sua aoparencia exte-
rijr d'.ssaa outras simuladas e fraudulentas com
pnicora.
Os aiguas internos de porf.-itt tenuidad' eii
ni i raeuos fa:il do engao, porquauto a Agu>
le Fi irida de .Vorray 46 Lio neot-m e desen-
if.ilve o aroma or prio das tre.cis odorferas Ai-
re-, e ilaatas dj tr-.p'.co, das qunes ella deriva a
su i o Ha e exquisita corap islu< e a expisicXi a
ar, era lugar de diminuir, uugraeuta a elicaleza
de ae.i a i ar o ii.s, era lugar de produxir uraa ena
n icS .ce ou una orta ti ivia deaigradavel, ca
ra ae n.eee, con eaaes ,i -rto n;a e aguas de ch'i-
ro, ai baratos e fortisairaos de Saaeoei is.
Cuno oabantia ciutra aa falsilei^o-s, obaerve-
se b ra que oa u i nes de Linmn i Kemp veuhuii
eeta n lados era I t'rn r.rauspirentes u< pao A do
Mvrnibo que serve. :1 sat'oltario a Cada g.rr -fa
Ene otra se Venda era todas as pharuiaciaa a
ir i; iriai.
Agentes em Pruarabuco, teury Forater t C,
ra i) Commerc.io n. 8.
Instituto Io de Julho
(nternato e externato)
O director deste Instituto participa aos
psis, tatores, correspondentes de seusalum-
nos e ao publico em geral :
1* Que admitte alumnos internos, seioi-
internos e externos ;
2o Que se leaciona a!m 1 s preparato-
rios exigidos para as Faculdades do Imperio
as materias do Curso Normal e a esetip
uracSo mercantil ;
3o Que para melhor ordem e regulari-
dade nos tr..balboa do Instituto, aoha-se na
vice directuria o Sr. professor Vicente F r-
reira de Araujo Lima, com quem pouero
tratar do qu.-lju-.r neg. ci relativa.uunte
ao mesmo Instituto.
O director espera o valioso concurso de
seus innmeros pan utos, amigos e do pu-
blio em g-r-1.
Ra de Pedro Affonso n. 45 1 andar.
O director,
Jote ccioly C. de AUwquerque.
CURSO DE PREPARATORIOS
O aesdemico Leonardo Joo On-go participa
aos Srs. estudantes de preparatorios, que abri em
sua casa ra Direita n. 4, primeiro andar, um
curso de fr&ncex, portugus, aritbmetica e ge. -
raetna.
Imporlante Jarciararito (3)
As virtudea do PE1TORAL DE CAMBARA
de J. Alvares de 6. Soares, de Pelotas (Rio tiran-
ile do Sul) vantajosamente empregado em todas
as molestias do appari Ibo respiratorio, nao sao
h je postas em duviUn por muitos Ilustres fiihos
da sciencia.
O babil mt-dlco Sr. Dr Garios Marchand, de S
Oabnel, tccuviu ba pouco o eeguinte ao antor
do preparado :
O seu xarope peitobal de cambaba' tem-me
eito muita falta, porque quasi nunca o encontr
no seu deposito d'aqui- Tenbo-a aconselhado n
minha chuica e com elle tenho tirado resaltados
importantes no tratsmento das molestias bro ico-
pulmonares.
Outraa declaracoes importantiasimas de mui
tos distintos mdicos, comprovam 'valiosamente as
v iudes de to precioso medicamento.
O tenor poder aprecial-as no opsculo que
ac ompanba cada frasco e qne vende-se na agen-
cia a cargo dos Srs. Francisco Manoel da Silva
& C ra Mmque de Olmda n. 23.
Fiasco 2*500, meia duzia 13*000 e duzia 24*
A agencia tnvia a quem pedir condicoes im-
preeas para as vendas por arcado.
Dr. Costa Gomes
MEDICO
34 Ra do Mrquez di O.inda -34
Prlmelro andar
Censuitas de meio dia s 3 boras da Urde
Calligraphia
O curso d'esta materia, leccioiada pelo
acadmico Audrade Juuior ra da Pil-
ma n. 71, contini a fuuccionar s segn J
das, quartas o sbbados de cada su-n-.na,
dss 7 s 8 horas da noite.
Ainda admitiera alguns alumnos para
calligraphia alie u.
Lyceu de Artes e
Officios
A Impeiial Sociedade dos Artistas Mechanicos
' Liberaes de Pernambuco, que tem a seu cargo
o Lyceu de Artes e Officios, no intuito de Ilustrar
>.s classes artsticas e raanufa.-tureiras, mantera
como j bem conbecido um seu palacete, no
Camp) das Princexas, aulas de diversas linguas e
scieucias, as qnaea fuucci-uam em tolos os dias
uteis, das 6 as 9 horas da o
Com o mesmo tutuitomantera ella urna pejuena
e ni.d sta bibliotheci, qjc con pitr.ticas dona-
tivos, augii"nt.'i-3P de dia pira dia, e franqu i
da ao publici era gi-ral diariamente, s in'omas
horas aeima, o assim como ura pequeo muaeu
artstico.
Assim. pois, com o mui applaudido atento de
tornar bem conbecid) o progresso das artes e
officios en're nos, a perfeiclo e utilidade de seus
productos, fax"r c nhecido seus autores, bem
c uno os lugares de seus eatabelecimento, afim de
facilitar a sabida e o consum delles, proraove
todos os aiiiios, para o d a de seu anniv rsario,
segundo di- -i li d> nrt. d 10 seas estatu-
tos, urna -xp s cao dos trabalh s i'artes e fios
e mauufactums.
E' para a cousecu^Jo de t aperfeicoad quo
vantajos i fira, que a directora da Sociedade Vem
pilo presente 8 licitar de tolas aqi;hn p;ssoas
que 1 issu- in por pergaminho o trabalno, sua effi-
cuz c mciirreni'ia exporci) que em Novembro
deste auno se ett;ciuar em sua sede, Lyeau de
Artes *. Officios.
Cumpre tarabem a eila f iliustres a :h i'e.-i a aenboraa qa< oquizerera hm
rar com seus proluctis, 03 seus direitoa e
Devere
1. Devero at 15 do dio mez enviarem as
amostras de seus ven lavis productos para o dito
Lyceu.
2 Em todos o' objeetos devero acompanbar
o nome lo Wat, ou proprietstrio da mearais.
3. Ser impr culival em tido e qiulqu'r
objecto a ledara^Jo d) pre^i e logar de aua fa-
brica on depos'to.
4." Qu" oa bj ct is jara a xp >s>cao devem ser
tal qual 03 e.atura 1 f*ser e vender.
Olrcllo
Art. 8o do regularaento da Expasicij Artistico-
I'i'Iustrial :
S imeute ana exp isitores permittido abrirs
vitrinas para raiatar-ra na visitautis oa seus
productos.
A directora, co >acia de que muito ae eaforca-
ro para o fuato9) res-il'alo deste cert^rneu rao
proveitoso elison^ein a tilas aa cla333 inlus-
'riaes, antecipa 9 us I-v! 1.3 agradeciment >s.
Secre aria da Imperial Siciedade dos Aristas
Meebauicos d L'oe.ra-a ia l'e^n irab i >, < n -10 de
Junho d; 1887.
O Io secretario,
Paterniano Barroso.
Dr. Oaraw m
flICO
Teio o seu escriptorio ra Duque ae Caxias
11. 74, das 12 Aa 2 horas da tarde, e desta boro
em diaiiti* era ana re.-idencia ra da S"ot
Cruz n. 1.
Especialidadesaiestiai de senioras e crian-
cas.Tolephonu t. 326.
Aguardeu'e
Aleool ....
Algodo .
Assucar ....
Gajurube>a .
Cera de carnauba .
Cocos (fructa) .
Cumar ....
Ooce.....
Fari.-i -a de
Oleo de mocot .
Meo d ricino .
Pu de jangada
R.p.....
Reaina de batata
Sal.....
Vi ribo de jurubeba .
122 112 litros
4.800
661 kiloa
7-0.703 1/2 .
30 caixus
850 kilos
6.000
10 caixas
550 kilos
100 saceos
60 kilos
900 .
12
264 1/2 kilos
1 Caixa
2.000 litros
92 caixaa
23 1/2
422
523
S36
22 1/4
426
426
y.8
238
243
246
243
252'U
Herrado de aaaocar e AloJ aacips, 8 db julio de 1 i
Assucar
Con'ina a eer cotado, para o agricultor, aoa al-
garismos abaixo, por 15 kiloa.
Branco, oa melbores que
apparecem no mercado,
regulaos de 2^200 a 2*400
RECAriICLACAO DO ASSUCAB
Paru o exteri ir 522.150 kilos
Para o interior 720.7t:3 1/2
Vnpor dcpactiado
Vapor inglex Ashbrooke, aahido hout m, levou :
Para Liverpool :
19 saceos com assucar maBeavido.
3.193 saccaa com algod).
Curegaram Jobu H Boxwell.
\avlos a carita
Eeto sendo despachados os seguintes :
B>rca nacional Mimosa, diveraos artigoa, para
o Porto.
Barca sueca Skanda, algodV, para o Bltico.
Lugar nacional Ijoyy, aiaucar, pas o Rio Gran-
de do Su!.
Lugar norueguenae Ohristiaa B-'ysabeth, trigo,
pa*4 o Canal.
Vapor mcioiai Espirito Santo, d^ersia artig.3
piraos pirtos di Ujrte.
Vapor nm ricano Pinince, i chegar, algidio
outros artig >a, p .rn os portja do sal.
Vapor alle.u.io Hijfn'Uig, aa-ijor, pi a o Rio
raude do Su!.
Vaii.i. denearx*
Barca alloma Hausi. kenaeas.
Barca portuguesa Claud'na, varios gneros.
larca nacional J/ariuU'ii/i'iu, Xirque.
E>cuna allera Fritt, xarque.
Escuna norueguense Reform, xarque.
Lujar inglez Pejgy, bac.tlho.
Lugar inglez SlverSem, bac*lbo.
Lar nacional Marinho Vil, xi.q'ie.
L'ii;ar ingles B'anc'te, bicilno.
Vapor nacional Sc-gipe, varios gneros.
Vapor nacioual Mandaba, varios gneros.
V'ap r nigl-'z Elstm, varos gneros.
Vapor inglez Oueo, carvo.
Paula da liranitea
SEM'.SA DB 4 A 9 DE JDLHO DB 1887
Aiaucar retinado ikili) .... 115
Assucar braueo (tiloj .... 126
Assucar raaacav. lo (kilo) 066
aleool (litro)....... I0
Arros com caaea (kilo) .... 65
Agurdente e...... 0J6
Algodo (kilo)...... 4ii0
Borracha (kilo;...... 1506'i
Cou.-.is seceos ailgad.s (kil&j 160
Gouros aeccoo e^pichados (kilo) 585
Couros verdes (kilol..... 275
Cacao (kilo)....... 400
C.f .-estolho vki -,\..... 320
i...... 366
Uar.'CJS de alfodio tfeiwj 'H4
Carvo de podra de Cardift (toa.) lt>'j'J0
Caf bom (kilo)...... 460
Cachaca (litro)...... Vo0
Farinba de mandioca (litro) 037
Fumo resfolho em rolo (kilo) 'j
Fura) restolrio em lata (kilo) 5>0
Puras bom (kilo)...... 720
Fumo em folba bom (kilo) ... <-0
Fumo em folba ordinario (kilo) 100
lenebra (litro)...... '200
Me! ilitro)........ 040
Miini (kilo) ....... liO
Taboaloa de arai.cllo (dozla) -0/.)
Dividendo
A Companhia dos Tu irnos Urbanos do Kk. ikk
Olinda b Ijebebibk est distribuiud j o seu 25 di-
videndo, razo Je 8 0/0
Os iuteressados devera ac dirigir ao escriptoru
da companhia at o da 12 do c rrente, e dease
da em diante naa t oe.. a sabaalos.
Memorial
Em 18 do correute, ao meio da, de vera reunir-
se, em ansemola geral extraordinaria, os acei i
matas da Compinuia db Edificaco, afim de toma-
rem couhecimeoto da reelamaco que na ultira
sesso da asserabla geral levautarara alguna ac-
cionistas sobre a el-gibilida ie do engeubeiro An-
tonio Carlos de Arroda Beltro, que obtuve uiai-r
numero do v-t.a para- u cargo de gerente.
No da il do corrente, oa accionist a da Com-
panhia do ioESEiiiBB se reuuiro em aasemla ge-
ral ordinaria para tratarem dos assumptos desig-
nados nos respectivos estatutos.
A asecr.bli funeciouar com qualqupr numero
de acciouiataa presentes.
Com o descont de 4 0/0 catVi tendo aiibaiitu:-
das na Thesoubabia db r'AZSNDA as notas do The
souro do valor ue 2/u.A) Ja 5-* estampa, 5^000 da
7.' e 10/1000 da 6.
Advogad
(Foro civil e eccleslastieo)
Bacharel Antoaio do Lallis a Soosa
Pont s.
Ruado Imperador a, '67 1.- andar.
Cliaica medico cirurgea
o)
Dr, Alfredo Gaspar
sp ;:i i!i 1.1o *u*CJt, a il '1CH II mirn
enancas.
Residencia Ra da losperatria u. 4, segun.K
andar.
Telephone n. 226.
c ala, em S do correute, e consignado a Domingos
Al Vfs Maiheut., iDnuift-atou :
Algodo un rama 142 suecas m Pereira Garneiro
Jl C.
Assucar 404 saceos a J. s de S Leii >.
Barra vasios 590 oruVui
Pelea 11 alados >. U. Luu 'gren G 27 a J.
H. Boxwell, Ollas cortidas 1 alado a H. Nuesch
&C.
Sol 381 1/2 aoa uiesmos.
ISaVaMrtje&0
OIKM, 7 DB JULHO DB i )V
Paru u exterior
No vapor ing!ez AtitbrooLe, carregaram :
Para Liverpool, J H l'oxiveil 20 aaccaa com
13,904 kilos de aigcu, N. Ch iu 150 Bac-
cas cam 1 ',6j8 kn -a de algodo.
Para o interior
No .gar nacional Loyo, carregaram :
Para o Rio Grande do bul, J. S. L yo & r libo
i>)0 barricas com 42,115 kilos de aBsucar branco.
No vapor nacioual Espirito Sonto, carrega-
ram :
Para Manos, F. A. de Azevedo 25 voluracs
om 6i5 kilos de assuear refinado e 15 barricas
com 1.010 kilos Ue assucar branco.
r"ara o Para, iraorim Irmos 4 G. 737 barricas
com 49,993 kioa de assucar branco ; V. da s>:-
veira 1: 0 Oarneas com 10,630 kilos le assucar
branco ; P. Garneiro 4C. 400 barricas com 21,015
kiloa e aaaucar branco ; T. de Atevedo rjouza
100 barricas com 6,400 kilos de assucar branco ;
V. T. Coimbra 500 barricas com 40 551 1|2 kilos
de ascucar braueo ; F. A. de Axeveuo 400 bain
cas com 26,720 kilos de aaaucar branco ; J. M.
Oas 10 pipas e 50 barris com U,b00 litros de
agurdeme e 200 barricas com 11,599 kilos de
asa-car braucO j P. Alvea 4 C. 6j voiumcs com
1,3 0 kilos de aaaucar retinada ; F. de Moraes 15
barricas com 1,500 kilos de assucar mascavado ;
Feroandes Irui; 5 barricas com 400 kilos de
doce.
Para Maranlio, F. de Vl.racs 2 pias com 960
litros de agurdente.
No biate nacional Bom Jess, carregaram :
Para Aracaiy, P. Alves C. 10 oarricas cim
1,176 kilos de assucar branco j E. U. Beltro c
Irmo 5 saceos cota 375 kilos de assucar branco.
No biate nacional JoSc Valle, earregou :
l'ara Maco, Ueleodoro Rabilo 5 barricas com
3 75 kiloa de aBsucar branco enditas com 300
ditos de dito rehnado.
Na barcaca D. tiinh, carregaram :
Para o Natal, P. Alves i ,320 kiloa de ascucar refinado.
Para Macabyba, E. li Bellru 4 Irmo 10
sacos com 750 kilos de aaaucar branco c 24 bar-
r icas i om 1,228 ditos de dito retinad >.
Oculista
!>r. Brrelo Varapalo, medico ocu-
lista, ex-ebete de clnica do Dr. de
Wecker, d consultas de meio dia s
3 horas da tarde, no 1. andar da cana
n. 51 ra do Bario da Victoria, ex-
cepto nos domingos e dias santiheados.
Kesi teueia ra >Sete de Setembro h.
34 Entrada pela ra da Saudade n. 25.
Clnica inedico-drurgica
DO
Dr. Fernandes Barros
Mlico hijgregado ao hospital
' Pedro II
Consult 3 de 1 s 3 horas da tarde, ra do
Bom Jess (autiga da Cruz) n. 30 Residencia
4 ra da Aurora n. 127.
Telephone n. 450

De 1 a 7 Id i 8 Hecebedoria p.voinsiat 54:623^444 12:177*919
66;OU363
> 1 a 7 I ie 8 treite Urainaue 3:728 8-0 232 .-378
3:96124
Serrad Hj-Jtir!;* dl Ju
O raov:mente deste Mercado uo dia 8 de Jalho
foi o se Knir.-.rnin :
32 bois f.ea.nii 4,865kilos sendo de Oiivei-
ra Castro 24 ditos de 1 qualidade, 8 ditos
parti eularta.
1119 kilos de pene a 20 ris 22380
74 cargas de taaba a 200 ria 11 sai
30 ditas de tructas diversas a
3(Ki ra. 9*000
10 taboleiros a 200 ris "000
7 Sumos a 2tX) ris 1*400
roram ocenpados :
25 columnas a 600 ria 15*000
26 compartimentos de arinha a
500 ria. 13*000
23 ditoa de comida a 500 ris i 1*500
H6 V2 ditos de leguines a 400 ris 38*400
19 ditos de suino a 700 ris 13*300
10 ditos de tressuras a 600 ris 6; 000
10 tainos a .* 20*00.
9 ditos a 1* 9*000
A lnveira Castro 4 C.:
51 talhos al*
Jcve ter sido arreeakda ueste
a quauria de
Rendimento do dia 1 a 7
dia
51*001
229*780
1:507*06(1
1:736*840
Foi arrecadado liquido bt boje
Precos do dia :
Garu verde de 280 a 400 ris o kilo.
Qamejro de 720 a 800 ris idem.
a nuoa de 500 a 640 ris idem.
ar:uba do 200 a 280 'is a cuia.
Milho de 26o a 320 res idem.
e;.ao de 500 a 1*00 idem.
Maiadoaro Palslco
Foram abatidas no Matadouro da Cabanga 93
reces para o consumo do dia 9 de Julho.
Sendo: 66 rexes pertenceute a Olive ira Casirn
.V C, e 1 a divera..s.
Cal de Tagaarlbe e *4. Beato
ca virgem
0 abaixo assignado avisa aos Srs. con-
sumidores da cal de Jaguaribe e S. Bento,
que o Sr. Vicente JoNascitneoto contina
a sr o nico que recebe a verdadeira cal
de Jaguaribe e S. Beato, e as tem estpos-
to venda nos s us armaze 8 de mate-
riaes Praf.i da Concordia na. 11, 13 e
15 e toda a cal que nao fr vendida por
intermedio do mesmo senbor, nao ser
verdad ira.
Assim codo : que a cal virgam, de que
contrit.nti e receb.dor o mesmo Sr. Vi-
cente, contina a ser rendid* pelo Sr. Se-
o-istrio Bezerra ra do Bom Jess n.,
23, a 6,5000 a barrica.
Jote da Qotta Pereira.
Leonor Porto
Una do Imperador n. 42
Primeiro andar
Contina a executnr os mais difficeis
figurinos recebidos de Loudres, Pars,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeico de costura, em bre-
vidade, modicidi le em precos e fino
1 g osto.
Dr. L.oj>es Pessoa
Medico o operador
R- 8dencia -Rui L>rga do Rosario o.
38 Io andar.
Consultorio Ra do Bom Jess n. 37
1* andar.
ConsultasDas 12 2 horas da tar-
de.
Chamados A qualquer hora, por es-
cript.
Dr. Ferr-aira da Silva, consultas
das 9 ao meio dia. Residencia e
consultorio, n. 20 ra Larga do ?4
insano. ) |
Medico
Dr. Silva F.-rreiri, de volta de sua viagem
Europa, com pratica nos hospitacs de Paria, Vi
enna e Londres, onde dedicou-se a estudos de
partos, molestias de senharas e da pelle, oSerece
os seus servicos mdicos ao respeitavcl publico
neata capital e ora d'olli, pid-nlo s^r pro?urado
do seu consultoriora da Cadeia n. 53, de 1 as
3 horas da : arde, ou em sua residencia tempora-
ia Ponte d'Ucha 55.
MEDICO HOMEOPATHA
j Dr. Ballhazar da Silveira
Especiad dadesfebres, molestias dss
eriancas, dos orgaos respiratorios e das
senhoras.
Presta-se a quaiqner chamado para
fon da capital.
VISO
fi
|
{}
I
I
Todos "s chamados devem ser dirigi-
dos & pharmacia do Dr. Sabino, ra da
Baro da Victoria n. 43, onde se indicar
sua resideucia.
Advogado
O bacharel Joao Paes Barreto Lina, tem sen
escriptorio de advogacia na Villa de Gamelleira ;
pooendo ser procurado em casa de seu pai, o Ta-
utlliaj Baixa Lina.
Importaco
Vapor nacional Sergipe, entrado da Babia e ca-
UtnUetru
BECKB1DO
Pelo vapor nacional Sergipe, ae Peuudo, par* :
Ridrigues Pana C. >.40|000
Readiaieaioi pblicos
HZ1 DB JULHO
.l/audeya
Keud> jforsl
U 1 7
Idem -o 8
d>nda provincial
t*B 1 n 7
I'lera ue 8
lo'J.j66*8l8
26; 778,-127
18.28*569
2:632 807
196:044*945
20:860*776
e 1 a 7
lucra -e 8
ecebeduria geral
216.905*721
6:722*116
1:439*705
8:161*821
Embairarei
S
porlo em
unas no
de Jullio
SACIOKAES
Espirito Sautojona.'g. Companhia Braziieira.
Oiqui om, anbia Pernambucana.
Jacuhype Ixinpanbia Perumbueana.
Joven Corris Amorim Irmas & C.
Loyo Lyo < Fabo.
Marianuiiha Baitar Olivcira 4 C.
Munrsa-ri Baitar Jl.Veira & C.
Marinho Vil Loyo 4 Filho.
Manlah Companhia Pernambucana.
Fira;.ama Companhia Pernambucana.
8. Bartbolomen Bartholomeu Lourenco.
S. Francisco Companhia Peruambucana.
Sergipe a C ui::,nhi Bahiana. k
ESTRANOEIRAS
* Aehbrook -consig. a J. H. Boxwell.
Blam.be 8. BrotbeisC.
Chriefina Elyaab.-iha VV. Sons 4 C.
Claudiuaa L yo A Filho.
Efraim H. Luudgren 4 C.
Elston Adamson Hi-wie t C.
Fritz Baitar Olivcira 4 C.
Qaselle ordem.
H. finung Pereira Carueiro 4 C.
Hanaa Fonaeca Irmos 4 C.
Norseman* Companhia Telegraphica.
Osseo W. Sons 4 C
Peggy* S. Brothers de C.
Keform H. Luudgren 4 C.
Skandea W. W. Robilliard.
Silvcr Sea J. Paier 4 C.
O signal indica ter a embarcacao sahido boje.
Vaporea entrar
DOS POaT08 DO SDL
Tamara 14.
Principe do Grao Paraa 14.
Manosa 16.
Arlindoa 17.
Aconcaguaa 18.
Araucanasa 18.
Congoa 19.
Pernambuco a 27.
Neva-a 29.
DOS P0BTO3 DO NOBTB
Camillo a 13.
Paraa 23.
DA EUROPA
Trentboje.
Sullya 11.
La Fintaa 24.
DE HAMBURGO
Buenos-Ayrtsa 15.
Santosa 16.
DE LIVERPOOL
Plutohoje.
DB NHW-1'ORT
Financea 11.
DE MEW-YORK
Parauh-nsehoje.
vaporea aatiir
Espirito Santo hoje, s 5 hars da tarde, para
os portos do norte.
Trtut hoje, 1 hora da tarde, para Buencs-
Ayr-'s, com escala por Macei, Bahia, Rio de
Jantiro, jautos a Montevideo.
Jacuhype hoje, s 5 horas da tarde, para a
Bahia, tocando em Macei, Penedo e Aracaj.
Giqui hoje, ao meio dia, para Fernando de
orouha.
Xaiio a entrar
Armidade Londres.
Anne M>.ricdo Kio Grande do Su),
Arie!de Terra Nova-
Armandodo Kio de Janeiro.
Bella Risade Terra Nova.
Camoesdo Porto.
Clutade Terra Nova.
Erutede Hamburgo.
EmolnUrde Terra Nova.
Echode Cardiff.
Florence de Terra Nova.
Faiwirdde Liverpool.
llonb rgsnndde Caidiflf.
J. G. Fichte-de Montevideo.
Jos stevodo Rio de Janeiro.
Ratalinale Terra Nova.
Leanderde Terra Nova
Lidadordo Kio Grande do Snl.
Mara de Terra Nova.
Marinho Ido Kio Grande do Sul.
Marinho IXdo Rio Uraode do Sul.
Meta Sophiade Hamburgo.
Hoviuieato do porto
Navios entrados no dia 8
Babia e escala13 dias, vapor nacional Sergipe
de 411 toneladas, eoinranndanie Pedro Vigas,
equipagem 27, carga v* rioa genero ; ji Domin-
gos Alves Malheua.
Aracaj e escala8 dias, vapor aacional Man-
da h de 222 toneladas, commandante Antonio *
Francisco Pestaa, equipagam 18, carga varios
gneros ; Companhia Pernuribiicana.
Ntw-Yoik 46 das, barca ailem Hans- de
498 toneladas, i-apao H. L r-iiiiu, equipagev
12, carga k-roseui ; a Fonaeca Irmos C.
Sonido no mes no dia
LiverpoolVapor ingles \shabro k:,commiB-
daote A Wilaon. carga algodo,
V
?
I
J
*\



Diario de PernaiaftucoSabkado 9 *k Julko a
<-onsultorio medico-
cirurgicu
O Ot Castro Jeaua, eontaado niM= da 12 n
de escrupulosa obaorvcao, reabre consultorio
ta cidade, ra do IV, n M'ju (kAtiga da Crui
n. '', 1. andar.
Horas de consultas
De dia : das 11 da 2 da tarde.
De noite : das 7 e 8.
Naa demais hora* da noite aor oncon'-
tio tavess a dos Remedios n. 7, prinn-iro por-
to esquerda, alni 'o portao do r. Co3me.
^^
Dr. M Leiti
edirn. panelro e operador
tendencia ra Bardo da Victoria n. 15. i attda
Consultorio ra Duque de Carias B.
D consulta das 11 horas da minn aa 2 Js
tarde.
Attende para os chumados qualqucr h n
telephoue n. 449.
Collegio de Nos^a Se-
nhora da enha
Para o sexo femitno
Funcciona 4 ra da Aurora esquina da ra
Formosa.
EDTAES
Bdital ii. 22
De oriem do Illm. Sr. Dr. inspector sao chama-
dos reagate as apolicea da divida provQCH| ae
na. 261 a 275, serie A e valor d 1:0003000 e juros
de 7 /, e por aso, segundo o rrgistro desfi The-
maro, sendo 08 spus poaau;riores o Exoi Sr. Via-
conde de Campo Alegre (261 270), o Sr. Manuel
Nanea da Fonseca (271 a 274) e o Sr. Theodoro
Christiansen (7), sao convidad >s os inejojos ge
nhorea nfim de Hpresentirem-u'as a th-scurari.
desta reparticao e levantaren! o respectivo capital
com 03 c rreepoodentes jjros vencidos no fim de
Junhi, cessando desde j de tomar os meamos ja-
ros.
Secretaria de Tbes uro Provincial de Pernam
ouco, 1 da Julbo de 1887.
O secretario,
Affuuuo de Albuqiii'rque Mello.
Edita! ii. 779
ConrurNo para proilmealo de ra-
l-irn- d< eaiiino primario
De ordem do Sr. Dr. inspector eral da Iostruc-
{Jo Publica, se faz saber a quem iiueress que havendo expirado o praco marca Jo pela edi-
tal n. 778 de 1 de Maio deste aun > para exame
de babilitaco, fica marcad. novo prazo ue 40
das para uaerpeao dos cm lidatoa ao provimento
das cadeiras mencionadas n'aquelle edt.,1 e que,
em virtude de determ naci da presidencia da
provincia de 6 de Dezembro do anno pasando, sao
pcatas em concurso, deveudo os coucurreutes re-
querer o mesmo Dr. inspector a iissripcao, ixbi-
oindo 08 d cumeutos que prov m us si-gumtes re-
quesitos de que trata o art. 2" das iustruccoes de
16 de Outubro de 1885 :
Io Maioridade legal.
2* Moralidade, e
3* Isencao de culpa.
Art. 3 Os requesit< s do artigo auteetdenle de-
verao ser provados :
O do | 1* por eertitiao de baptism .
O do | 2o per attestado do p-roerjo ou de quaes-
qoer autoridades do lugar onde residir o concur
rente.
O do 3* pela exhibiere de toiha corrida.
Art. 4* Sao dispensados
10 De exhibir certido de idadeos candida-
tos que forero ou houverein sido funcciouario* p-
blicos eos qae apreseiitmem algum titulo mu diplo-
ma que nao 0Dteria.n s.-in a maioridade lezal
|g 2 e apreaontar folba corridaos que exhi-
birem attestadoa de proc- lunen'o civil e moral,
passados p las Cmaras inuuicipacs, au'oridades
jadiciarias e polica -s das localidades em que hou
verem residido nos -iuua ulMn >s anuos-,os que
se achando no .xerfcicio de em prego publico, exhi
oirem attestid .s lio respectivo ebefe : e as edu
candas do ollegio de orphs < casa de xpostoa
L3 De exame de babilitacao os candidatos que
birem :
I. Diploma conferiao pela Cacla Normal da
provincia ou de qualquer out.o curso i. orina I pri-
mario do imperio.
II. Ttulos de graos scentificos pelas faculta-
das do imperio.
III. Diploma confer 1 > pl Grmnaaio Peroam
bucano ou pelo Iaip-rim Cullegiu Pedro II
Secretaria da luatruccao Publica de Pernam-
buco, 4 de Julho de 1887;
0 seeret rio,
Peigentiuj Saraiva de Aruj "Jalvo
O administrador >\ Keccbedona t rovincial,
tendo em vista o regnUmentu de 4 do corr ute re-
lativo a cobranca lio imputo por v-uda de biibctes
de loteras de oatras provincias, scieutifica as casas
de commercio e as pess as que no municipio do
Becife, quizerem coutinuar a cSericer venda
ditos bilhetes de luienas que, at o dia 30 do cor-
rente mez, devero solicitar desta reparticao a li-
cenca necessaria, satisf izando previamente o im-
posto decretado pela lei n. 1884 e.n atu art. 1
25.
Os refractarios ao pagameuto d- referido im-
posto sajeitar-se ho r.o Io de Agosto en diante
sanecao dos arta. 8 e 9 do citado reguiameuto abano
transcriptos.
Becebedoria Provincial de Pernambuco, 7 de
Julbo de> 1887.
Francisco An.y.iibas de C Art. 8C. A venda dos bilhetea de loteras de
oatras provincias em entabelecimeuto ou p^r pes-
soas que nao estejain manidas da competente Ii
cenca, constitue flagrante infraccao da lei e de
fraadac2o da renda provincial, ficando sejeito o
infiactor perda dos bilbetcs encontrados em seu
poder, que sero appreheadidoa, e ao pagamento
do imposto com a multa de 20 / que nao sendo
aatiaf-ito de promp'c, ser cobrado judicialmente.
Art. 9e. Sao competentes para effectuar a ap-
prehenaao os empregados provinciaes das reparti-
eses de faxenda, os fiscacs das c.-.uiaras muoicipaes,
thesoureiro das loteras provinciaes e autoridadea
policiaes, devendo estas, alm disto, prestar sem-
Ere o aen concurso, quando requerido pelo appre-
:nsor.
Comi goral
Malas a eepedr-ae hje
Pelo vapor Espirito Santo, esta adminiatracao
expede malas para oa portoa do norte, recebsndo
improesos e oh.ectos a registrar at 2 horas da
tarde, e carla9 minaras at 3 horas oa l 1/2
eom porte di
Administr...;: dos coricioa de l'enainbu.O, 9
de Julho no 1887.O administrador,
4fono do Reg Barre*.
Monte de So i cono de Pernam-
buco
<.ai auiido pelo goterno Imperinl
Tendo de venfiear-se no correte mor a pres-
cripcSo dos saldos da penhoica vendidos, corres-
pondentes a cautelas de ns. 4685, 4706, 4722,
4801, 4813, 4826, 4848, 1866, 4870, 4879, 4887 e
4*89, na forma do art. 40 do Reg. de 2 de Abril
de 1887, canvido os pissjido'es a virem receber
ditosa Idos, autes de darse cumprimento dia-
posicio do artigo citado. Recif'. 2 de Julh) de
1887.O gereute.
Felino D. F.-rreira C>elho.
iitecebedo ia Provincial
Alterado encontrada para uiaia dos predios
urbanos da frrguezia da Boa Vista re-
lativo ao exercicio de 1887 a 1888, pelo
lancador Jos de Pinho BorgeB.
Tambia n. 26. Cosma Maria do Es-
pirito Santo, outr'om eccupado
pela proprietaria e b. je arrendada
Gil internacional k Kegatas
Sao convidados oa senho.es soens a procuraren]
os teas ingressoa para o sarao do dia 23 do cor-
rente, na sede do elub, as quintas-feiras e sab-
bad s, das 7 as 9 horas da noite, em mo da com
minio.
Secretaria 9o Club Internacional de Regatea,
5 de Julhj de 1887.O 2- secretario,
Pompeo C. Casanova.
THEATRO
SANTO ANTONIO
Congresso Dramtico Benefieente
DOMINGO
?
DO CORRENTE
por
216000
360000
Dita u. 9. Jos Teixeira, cas terrea
arrendada por
V'aconde de Albaqnrqa n. 36. An-
tonio Jos Coiraio, casa Mrrtat
arrendada por
Dita n. 60. Antonio G-nc^lvea ie
Azevedo, c.sa terrea arrendada p 'r
Dita ii. 94. (Jenoveva Joaquina da
Cunha, casa terrea arrendada o>r
Dita n. 98. Angela Bapfista lioucal-
ves Lima, casa terrea arendaaa
por
Dita n. 148. Vicente Auteui i do Es-
pirito Santo, casa terrea arrenda-
da por
ita u. 152. Maria Eupbrosina do
Freitas, capa terrea arrendada por
Dita n. 154 Aufooio Perrtir.i Aleu-
des, casa terrea arrendad por
Dita n. 178. elfina de Sonsa Duar-
te, casa terrea arrendada por
Dita n. 181. Manuel Antonio Santia-
go Lsssa, easa arrendada Dor
Dita n. 103. Olindiu Si'iili. rinha de
Oliveira, casa terrea arrendada
por *
1' se uo da Recebedoria Proviucial, 4 de Julho
de 1887.
O chele,
Jefftrson Mirabeaa de AzeceJo Soares.
isorinrio Heiiiro Pbarmavculira
l'ernambiiiana
Sio CU viaioa os seu!i .res s cios par.i a se-
cunda sesso ordiuanu, que ter lugar na sexta-
feira 8 do correute. Recife, 7 de Julbo de 1887.
O 1 secretario,
Dr J. de M. Cario.
528*000
213*000
333*003
273*000
333*030
300 000
393*003
273*000
393*0.0
216,5000
Recife a OH e SBerbe
DIVIDENDO
De ordem da directora communico aos Srt. ac-
cionistas que uo diaM do corrente comecar a ser
distribuido no escriptorio da Compauhia das 10
horas ao mem da o 25 dividendo da Companhia
razSo de 8 "/o. e assim se far at o dia 12, ex-
ceptuando o domingo. D'esse dia em diante as
tercas e sabbadoa as mesaiaa horas. Idntica-
mente sero pagos <.a juros das acedes preferen-
ciaes a das debenturei.
Escrip'orio -a Companhia 1 de Julho de 1887.
O director gerente,
Antonio Per tira Slmoes.
Depois que a orchpstrfc da sociedade dirigida pelo insigne maestro, o c Antonio Mar
tina, tiver executado o bymno s cial. o presidente abrir a si-aa&u imigoa, fiua esta a ii ni stra Mea-
r a linda overtura^denominada FOR^A DO DESTINO, escripia e ofiFereeida pelo dUtincto profes-
sor, o consocio Joaqaim Gonsagn, meama aociedale, segnindo-so a representar~.o do drama em 3
aetoa, intitulado
Maldi^a Paterna
Finslisando o espectculo com a espirituosa comedia em 1 acto
lima noite perdida
l>&
DO
Banque d'Anvera.
Banc Genrale
agencias.
e suas
Tbe ti cal Weaisern o Branil Hall
nv Companv l.imiteil
Aviso
DtliLiAtES
Conferencia Abolicionista
Domingo 10 do corrente a 1 hora da tarde, no
Theatro de Variedadea ter lugar a 11 confereu
cia, das promovidas plns sociedadea Unio Fe-
deral e Pernan.bu-ane ejotra a Escravido
sendo orador o lluatrado Dr. Albino Meira.
Havei a parte recreativa do costume.
As commisses receberilo esportulas em benefi-
cio doa escravisados.
Secretaria da Socii dade Pernambucaua Contra
a Escravido 8 de Julbo de 1887.
Adolpho Goedes Alcoforado,
Si cretario.
Instituto enterarlo Olladeose
(Domingo, 10 de Julbo, s 10 horas da manlia,
baver sesso de assembla geral, com o numero
que comparecer, para einco da nova directora.
Secretaria do Instituto Litterario Olindenae, 5
de Julho de 1887.O Io secretario, Samuel de
Lima Botelho. __________________________
Conimando das Armas
E' convidada a apresentar-si na secretaria do
quartel general, D. Janaaiia Carolina das Anjoi,
afim de receber o espolio e o titulo de divida de
sea filho, o ir. 29 cadete 2* sargento do Io bata-
lbo de artilharia a p, Alfredo Hemeterio Ribei-
ro, tallecido na trte a 25 ae Janeiro ultimo ; do-
eamentos qae for&m remanidos pela repartico de
ajadante general para Ibe aerem entregues.
Secretaria do Commande das Armas de Per
aambaco, 8 de Julbo de 1887.
O alteres Jos Eiisiario dos Santos,
Secretaria.
Do dia 11 de Julbj em diante aelo postas em
ex cucao, previsoriamente, as seguintes mod fica-
cois u.s tarifas, i Soiin approvadas por S. Exc. o
presidente da provincia
IKetoseocDevi'iruieotc aeoodceioaaoV) em
latas de metal em c&ixaa de madeira, sera clasi-
ficado oa taiif 2 clasae 3'-A, gosaodo do aboti-
mento de 20 O.'O quaudo a remesa for de 3,000
kilos ou irr-.'S
2 Tarifa especial Esta ficai suppiinida,
sendo as 'nercadjnaa da av sin., cl-.asitica'las na
tarifa 2 cluss- 4.
BRASIL
Capital -o.ooorooo*
dem reallsailo s.ooo:000*
A caixa filial d'eatn Banco fanccionwado tem
porarinmente ra do Commercio n. 38, saca,
vista ou a prazi, c-.utra os a-3guiut.es correspon-
dentes no estrangeir :
Londres......... s/N. M. Rothschil & Sons.
Paria.......... De Rotbschild Frrea.
Hamburgo.......\
^BtUm..........( Deutace Bank.
Br mente.... .. /
Frankfurt a/ Main)
Antuerpia.......
Roma...........
Genova.......
aples.........
Mo o mais 340
cidadea de Ita-
lia..........
Madrid..........
Barcelona..... -
Cdiz...........
Malaga.........
Tarragona......
Valencia e i:.-.-. I
.idade8 da Hea I
panha e ilhas ]
Canarias......
Lisboa.........\
Porto e mais ei- f
dades de Por-/
lugal e libas... I
Buenos-Ayres.... )
Montevideo......)
Nova York......
Compra ^aques aobre qualquer
rio e do eatrangeiro-
Recebe diobeiro em conta correntn de movi-
mento com )tir< s a lazan de 2u/(i o atrn e por le-
tras a praao a juros c nvencioimdoa.
O gerente,
William M Web-ter
Tant> na recepeo coioo oos intervallos tocar a bindi marcial do eorpo de polica ae me-
lhores pecas do seu repertorio.
Principiar s 7 horas.
Pedc-se aos Srs
bondade de procura! as ra Duque de
, que
de Cax
aa n 24, lojs.
os asignaturas, que tenh m a
S. R. J
Sociedade Recreativa Joventade
Solemnisaco do sea 23. anaivrrsario
Communico aos senhorea ase ociados qae no da
14 de Agosto prximo ae solemniaa o 23 anni- :
versaro de uossa sjciedade. cem a inatallucao da
banda musical e um biile, para o qual se recebem i
nesta secretaria notas para coiivitea, at o dia 7
do mesmo mes; visto tereni de ser entregues
pelaa commiasss para eaae fim nomeadaa.
Secretaria da Sociedade Recreativa Juveutude
1- de Julhos.de 1887.
Jos de Mediis,
'>.' secretario
COMPANHIA DE EDIFlCAQAO
Ocscriptorio d'csta
companhia a ha-se
fuiccionando no largo
de Pedro II, 11. 77, 1.
anda..
Imcumbe-se median-
te contrato < a paga-
tOPi\HI\ PERMVprCiNA
DE
Vavegarao costeira por vapor
fORTOS DO SL
Macei, Penedo, Aracaju' e Bahia
0 vapor Jacubype
Hommandante Fsteves
Segu no dia 9 de
Jubo, s 5 horas da
tarde.
Recebe carga at o
Idia 8.
Encommendas, passagens e dinbeiros A frete at
as 3 horas da tarde do dia 9.
ESCRIPTORIO
Ao Cem da Companhia Perrambucana
n. 12
DE
\:ivesavo Costeira por Vapor
Fernando de \oronha
0 vapor Giqui
Coroandantf Lobo
Segu no dia 9 de
Julho, peias 12 ho-
ras da manha.
Reci^be car.TH at o
dia;8.
Passagc .8 at as .10 '.3ras da manha do dia da
partida.
ESC^TORIO
c.e* tim Companhia Prartkn
toa o. IS
Banco Hypoteeano de
Espaa e suas agen-
cias.
Banco de Portugal e
suas agencias.
Eug is'i H:mk ot the Ri-
ver Pate. Limited.
(r Am8ii k & C.
praoi do impe-
Companhia do Beberibelllcnto cra prestares
e re
pre
Nao se tendo reunido os senhorea accon8tas flIC COnSlTUCCOeS
em numero aufficiente para constituir a asaembla
Irmandade de iianlo
Amaro das Salinas
Pelo present', cotvido pela aegunda vez a todos
os BS8SOS carissimos irmos, eomparecerem em
noato consistorio, no domingo 10 do corrente, pelas
10 1/2 horas da manha1, .fim de em numero legal
procoderuios a eleico para o cargo de juix do
anno comproicissal de 18871888, visto niio ter
aceitado dito cargo o irmao eleito.
Consistorio da capella de Santo Amaro das Sa-
liu,.s, 5 de Julho de 1887.
O escrivao,
Henrique M. da Silva.
MUM o ii sJaneiro
Ullt.
Capital do Banco....... l.OOO.OCO
Capital reuluado......... 500,000
Fundo de reserva....... 200,OC
A contar deU data e at ulterior reso-
luto, conceder-ae-ha juros de dous por
cento ao snno, aojare os salios de dinheiro
deposita i<> frn nint corrente de roovinjen-
tO DO me-IUII B "-'>-
R-.-eba Ubi iinlKiro em deposito
a uros por p-riolos aeterminadoa, ou su-
jeito ao aviso ptvio de triota das para ser
retira .lo, mediante as condic^s de que se
d.r conbeciineuto aos i^teressados.
Pernamcuco, 23 de Maio de 1887.
Wenry K, Oregory,
Gerente.
Companhia de Edificacao
Assembla g^ral extraordinaria
A' mpfaiflil do 26 ..ccionislHH, representando
mais da quinta parte do capital social, convoca-
mos a asaembla geral para reunir se extraordina-
riamente no dia 18 do crrente, ao meio dia, na sedo
social ao largo de Pedro II n. 77, afiui de tomar
conhecimento da reclamaco que na ultima sesso
da mesma assimbla levantaran) alguns accionis-
tas sobre a elegibilidad do accionista Antonio
Carlos de Arroda Beltra >, que obteve maior nume-
ro de votos oara o cargo de gerente; queslo sus-
citada qaaodo ja se tinham retirado doiw tercos
doa Hcciouiataa que constituirn a assembla.
Recife, 1 de Julho de 1887.
Os directores,
Antonio Vicente Nascimento Feitosa.
Gustavo da Silva Antones.
Vicente Ferreira d'Albuquerqu" Nascimento.
Estrada de ferro
DE
Hibeiro ao Bou to
Por deliberaei da directora, sao chamados os
senhores accionistas dcsta empreza, para no praao
de 60 dias, a contar de hoje, rec lherem a 6" en-
trada de 10 '/e de suas acepes, nos Unnos do art.
9 | 2* dos esututos.
Recife, 4 de Junho de 1887.
O sec/etario,
Jos, Be'larmino Pereira de Mello.
C. C. E.
C'liiii Comraerrlal Eulerpe
Sarao em 30 de Julho de 1887
Convido aos senhores socios, quite* cora o cofre
soeial a enviarcm a cata secretaria todoii oa dias
atis, das 7 a 10 horas da noite, as sus iotas de
convites para esta fceta. Os iogreasos sero for-
necidos pelo Sr. thesoureiro.
Secretaria do Club Commercial Euterse, 5 de
Julho de 1687.O 1 secretario,
F. J. de Amcrim.
auta Casa de Misericordia do
Reeife
Na aecretaria da Santa Casa arrendase os se-
guintes predios :
Ba d> Rom Jess n. 13. 3- andar.
l-.-m ideai n 4, l" an 'ar e loj*.
dem do Vigario Thenono u. 22, l- andar.
dem idem n. 25. sobrad >.
dem do Mrquez de Oliuda n. 53, 3- andar.
dem do Apollo o. 24, 1- andar.
Ide n da Moda n. 45
Ipem dem n. 47.
dem idem n. 4'.'.
dem idem n. 37.
dem da Lingseta n. 14, 1' aodar.
Becco do Abren n. 2, 2- andar.
Secretara da Santa Casa de Miaercordia do
Recife, 25 de Maio de 1887.
O escrivao iotSrno,
Pi ancisco Gomes Castellaa.
A. P. B.
fVssoc acao Porlogueza de Bene-
ficencia
ASSEMBLE'A GERAL EXTRAOR
DIARA
Em face do qae preceila o art. 87 dos estatu-
tos, convido os Srs. aocios a eomparecerem na tde
social domingo, 10 'o corrente ka 4 1/2 horas da
tarde, afim de trafor-so da vevogacao doa additi-
vos approvadoi em assembla geral extraordinaria
de 23 de Novea bro de 1884.
Secretaria da aasembia geral da Aasociaco
Portuguesa de Beneficencia, 5 de Julbo de 1887.
O I.0 secretario,
B. de Agaiar.
\i rteito
A directora fa* scieote aos Srs. aubacriptorea
da nova emiaso de aecea para o levantam nto
da fabrica na Torre, que fica marcado o praso de
30 das desta data, para pi;amento da primera
preatacao de 10 por ceuto. e >.ur .risado o Sr. the-
soureiro Jos Joo de Amorra Jnior, para o re-
cebimento.
Recite, 27 da Junbo de 1887.
Os directores,
Maooel Joa da Silva Guimarea.
Henrique Saraiva,
Secretario.
Jos Jco de Auiorim Jnior,
Thesoureiro.
THEATRO
PANHIA LBICA
DE OPERAS E nPERETAS _
EHPREZA N A.GHEL
Directo LUZ MIM)\E
Sabbado. 9 de Julho
Segunda e ultima repreaientaco
da to applaadida e apparatoca OPERA MGICA
em 3 actos e. 12 quadrst:
A.
Viagem l^ua
oltt. A eino-. aa no se brigada a transfe-
rir de hontem para h,je este espectculo, tendo
qae reformar e concertar parte do importantiaaimo
acenario o do macbinismo; assim como por indis
posico da actrii Roalna Bellegrandl.
\'m h Hars).
Donds para todas as nhas e trem para
Apipucos.
geral ordinaria no dia 1 do corrente roes, sao de
novo convidados para a reuni io do dia 11 deste
mes, ao meio dia, no 1 andar da casa n. 71
ra do Imperador. Esta reuiiao ter lu^ar com
qualquer que seja o numero de accionistas pre-
sentes, e nella se tratar dos assumptoa designa-
dos nos estatutos. Recife, 4 de Julbo de 1887.
Ceciano Msmede Al ves Perreira,
Oir> ct ir g->renie.
Jo. Eustaquio ferreira Jacobina,
Director secretario.
SEI.UH0S
MARTIMOS contra FOGu
Companhia PheuK Per
naiubucana
Ra do Commen'.io u
(jtjlPANHLA^
jMPERIA I
DK
i^iaiiOM contra rov-o
EST: 18C3
Edificios e mercadorias
Taxas ba:as
Prompto pagamento de prejuitot.
CAPITAL
tia. 16,000:1X10*1100
BROVVNS k O.
N. 5 Rita do Commercio i
construe^ocs
d*os, cujos projectos e
ornamentos sejam ou
nao confeccionados
pela companhia.
| Xo cscriptorio se en-
jcontraro seimpre, as
|amostras dos pro nie-
tos da fabrica vapor
doTaquary. trnd sem-
pre a venda: tijoli-s
massi^os de alvenaria,
ditos para la dril los,
diversos formatos, te
Ihas romanas, trance-
zas, de capote comen-
caixe. de crista; canos
'' H4ILSTEAS ni/
DatrAn.
0 paquete Trent
E' 'esperado da Europa no dia
9 do corrente, seguinds
depois da demora eceassa
ria para
Macei, Babia, Rio de Janeiro, Santos,
Montevideo o Rueoos Ayres
0 paquete Tamar
esperado
do sal no da 14 de
carrente seguinJo
depois da demora
necessaria para
. Vicente, Lisboa, Vlgo e Son
thampton
Reiuccao de passagens
Ida Ida e volta
A' Southampton la clss 28 l 42
Camarotes res.rvadoa para os paasag- iros de
Pernambnco.
'ara passagens, fretes, etc., tracta-se i' "" oe
Consignatarios
idamson Howic &C.
S. 3- RIJA
DO COMMERCIO-N.
! andar
3
Pacific stea m 3iavigation Cooipany
STRAITS OF MAGELLAN LINE
O vapor Ara ii cania
Espera-se dos porU do
sul at o dia 18 de Ju-
lho seguindo para
a Europa depois da
demora do costume.
AGENTi:
Miguel Jos Alves
N. 7RA DO BOM JESS-N 7
seguro marilimoi r errelre
Neatea ultimoa a unicsi mpaubia neata praca
que concede aos Srs. seguradrs iaeropco de paga-
mento de orr-rmio em cada stimo anno, o que
equivale ao >-jouw aunual ae cerca de 15 pur
cento em favor da seK^.'ados.
SEGUROS
CONTRA FGGO
Fhe Liverpool k London & Globe
INSURANCE COHPANY
aidurs Brotiiers & C.
< OnfA.\IIIA Oii KECilRON
NORTHERN
ae liondreit Iberdeen
l'.mirao Onanrelr(liMi-m6ro ISS5)
Capital oubsciipto
Fundos accumulados
BeceKa aonnal
Dd premios con*ra fogo
De premios sobre vidj.s
De juros
Este paquete e os qne dora
em diante segoirem tocaro em
e curvas de diversosjPIymoath, o qae facilitar che-
diametros, ornatos va-
riados e fijlos fun-
dos de diversos forma-
tos.
Para vrndns c en-
conicndas, no cscript-
rio central.
Harem os passageiros com mai
brevidade a Londres.
Para carga, passagens, encommendas e din-
heiro a frete tracta-iecom os
AGENTES
Wllson Mons *& C, United
N. 14 RA DO COMMERCIO -N 14
Lnned Sutes k Brasil 8. ii C
0 paquete Finance

ARiTS
CHARI.EITRS U\m
4'oinpanhiaFranc<;za .\a -v.
cao a %'a|>or
Linha quinzena! entre o Hvre, Lis-
boa, Pernambuco, Rabia, Rio de Janeiro e
Srmtoa
0 ?apor Sully
3.000,000
3.134,34
Com mandante Viel
E' esDeradw
da Curos
577,330
191,000
132,000
) AGENTE,
John. H- Boxtoell
BU/% UOCOMMK.-ICIO M. 1* ISOlB
Companhia k Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Estabelcida em t 5
CAPITAL 1,000:000
SINISTROS PAGOS
\t 31 de dezeiobro de iSS4
Martimos..... ,110:0008000
errestres,. 316:000^000
at o dia 11 de Julho, se-
guinds ilupoil da ;i:J':pen
aavel demora para a Hm-
bla. Rio de Janeiro
e Mar.lo.
Koga-se aos Srs. iinporti.uores de carga p 'toa
vapores deata Iiaha,queiram upresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga Jas alvareng; ,-:i;-
quvr rclamacao concernent? a vo.umi-a, que pi>-
v:ru. teoh&in aeynido pam us portoa do sul,iirii:
dse pod. mu d a a ii:inpoa.i pr^videueiu neces-
sarias.
Expirado ni ii se
respousabilisa por OUitiu.
Para carga, p>itsng a frete : trata s com a
AGENTE
Aligaste Labille
RA DO COM M KRCIO -9
Vapores nacionaes
(NORTE E 0UL)
Rio lid Meira. Santas, Rio Brsn-
Espera-se da-N* ort-
News. at odia 11 e Julho
o qual aeguir cp) .- da
demoraflec^oaani p'ra
Babia e Rio de Janeiro
. Para carga, pasaagens, e encommendas tracta-
!> m os
AGENTES
Henn trster k C.
M 8 RU \ O 'OxVIMERCIO N. 8
/ aiida*
44-llua do i omuirelo Q yap0r \pIlldo
CO^TIIA FO-O
Brltish Mercanlile
CAPITAL
1:000.00o de libra sterliu: s
A GEN 7 ES
Adomson Howic & C.
Londoa Llmlited
Ra io Comaiercia a. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca-
a8 do mesmo bancu em Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos Cipallistas d. 75. No
Porto, na dos Ingleses.
Espera-se no dia
dia 17 rio ctrrente
do Rio de Janeiro
e segnir depois
da demora do cus
tnme para es por-
tos cima indicados.
Recebe carga, enccmmerdas e pdssageir^s para
os meamos portos : a tratar eo
PEREIRA CARNEiRO A C.
N. G.RA DO COMMERCIO N. 6
1- anclar "
Piloto
Precisa-se de um a bordo do patacho brazileiro
i Joven Coneirf, para a ana viagem ao Porto :
a tratar com o capito do oavio. /
DampfschifiTahrts-GeselIschaft
O vapor Buenos Ayres
.spera-se de HAMBURGO,
"por LISBOA, e AgORES at
o di 15 do corrente, seguin-
iii- depoa da demora neces-
arin para
Rio de Janeiro e Santos
Para pnssageiroa e carga a'fri'te trata-se om os
CONSIGNATARIOS
Bcfrstelmann &
RA DO COMMERCIO N. S
1' andar
Companhia Bahlana de navega-
cao a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Babia
0 vapor Sergipe
Ccmmandante Pedre Vigna
Segu impreterivel-
uente para os portos
cima no dia 12 de
Junho, aa 4 horas da
tarde. Recebe carga
nicamente at ao lj2
dia do dia 12.
Para carga, paesageas,. neommendasedinhei-
ro a frete, trata-ae na
AGENCIA
7Ra do Viyario7
Dominas Alves Mathens
Para o Porto por Lis-
boa
Segu brevemente- para os-portos indieados a
barca portuguesa Claudina; para curga e paasa-
geiros trata-se com oa consignatarios Jos da Sil-
va L yo Fiioo.
r
V

X
i
pairan


tt
Uiai*i -Sabbado 9 de 1887

cz


I

Vapor inglez Plato
' esperado de Liverpool at
o dia 14 de Julho, scgaindo
depois da demora necesaaria
para
Rio de Janeiro e Mantos
Recebe carga, encommendas e diabeiro a frete
i tractar com os
AGENTES
Samders Brtlhers & G.
Praeado Corp Santo n. 11
/ andar
Lisboa e Porto
Lugre por tugue z
Jos Eslevo
Uaegari brevemente do Kio de Janeiro, e reee-
ber carga a frete para og rtendea portoe sahin-
do dentro de poucos das ; a tratar com Amorim
raaao C.___________________________________
Para o Rio Grande do Snl
Segu com brevidade para o porta cima, o
lugar oacional Manho 7J : para o resto da car-
ga que Ihe falta, tratase com os consignatarios
Jos da Silva Loyo ce Filbo.
Mossor
Segu com tada brevidade para o porto cima
o hiate Deus te Guarde, recebe carga ; a traiar
na ra da Madre de Deus n. 8, ou no caes do Loyo
a bordo.
>recaly
Segu para o porto cima no da 9 do corrente
0 hiate Deus te Salve ; para o compieto da carga,
tratase na roa da Madre de Deus n. 8, ou no caes
do Loto a bordo.
LEUDES
Agente Burlamaqui
Sabbado 1 do corrente
Ao nielo da
Do estabelecimento e fabrica de genebra,
vinho e vinagre, ra da Peuba n. 7
O agente cima, por mandado e aaaistencia do
lllm. Sr. Dr. juiz de dircito da provedoria, ven-
der em leilo, em lote ou a retalh). genebra, vi-
nho. vinagre, movis e um relogio de prata, per-
tencente a um espolio, a requerimento do inven-
tbante Jos Nogueira da Silva.
Leilo
Sabbado, 9 do corrente
A's 11 horas
Na ra estreita do Rosario n. 24
O agente Modesto Baptista, por mandado do
Exm. Sr. Dr. juiz do commercio, a requerimento de
Francisco Berenger Cesar de Menczes, far leilo
de 1 piano de mesa, 1 relogio de parede, 9 cadei -
rae de guarnic&o, 2 ditas de balance, 1 marque -
sao, 2 consolos e 1 mesa con-2 gavetas, tudc de
amarello, penhorados a Joio Hyp|iolito Ferreira.
Eoi conlinuii'ao
O mesmo agente vender 1 piano, 1 mobilia da
Jacaranda, secretarias, cadeiras avulsas, comino
da, camas para casal, marquesas, guarda-louca, 2
Steiros, resmas de papel, caizas com cognac, mai-
zena, jarros, quadros, candieiros e muitos artigas.
Leilo
Precisa-se de ama co'ainbeira ; na estaclo
da Jaqueia, sitio do Sr. Valeioa.____________
Aluga-se ou compra-se usa caaa ttrrea n 8
immediacoes da igreja da Soledade.
Preeisa-ae de uaua ana para todo aervioo de
uraa pesso* : na ra do Padre Floriano a. 41)
segundo andar._______________________
Aluga-se a eut terrea roa de Loig jo
Reg n 33, oan quintal grande motado, e gra i-
des eommodos para familia ; a tratar no largo do
Pombal n. 1._______________________ ______
Peco ao Sr. Dr. L. M. de A. o seguinte : fa-
sem 18 meses que V. S dsqui swhio, deixando-nie
j nessa poca em attribulacoes o que nao ignota,
e calcule que martyric tenho pasaado devido ao
seu indiferentismo ; nao urna pequea quantia,
e sim 1:110*, quantia esas que servio para V. 8.
goiar e ter p isico ; entretanto estou si.uranio
anda inais at des nessos correligionarios ; nlo
condiz com os eentimentos d- um homem que
tambem pai de familia.
Roga-se ao Sr. capitao F. A. S. B. digne-se
mandar restituir aquillo que servio para fim to
sagrado, e nao o faiendo declarar-ge-ha a histo-
ria deSBu negocio depois da aecu etn juiao, para
eonheciinento do publico.
Aluga-se o'2- e 3- andares da casa ra
larga do Rosario n. 37, esquina defronte da igre-
ja, juntos ou separados ; a tratar no pavimento
terreo. ^___^__
Compra-se as immediacoes da igreja da
Soledade, urna casa terrea ; a tratar nesta ty-
pograpbia.
Alnga-ae a casa de S. Pedro-nove, em Olin-
da, muito grande e fresca ; a tratar na ra do
Mrquez do Herval a. 23, loja. Ks. mesma caa
precisa-se de urna mulher eapaz para fairr (.1-
cuns servicos, dando-se comida e algum o dena-
do ; vende-se cinco quadros da historia de Ruma,
coloridos, e alguns livroa ; e tambem se off rece
um moco de ejemplar conducta pare guarda-livros
oa caizeiro de algnm armasen, escreve, l e coa-
te muito bem.
Precisa-se de runa boa eosinbeira, que dur-
ma em casa, para casa de familia ; a tratar na
ra Nova n. 39, loja.
Aula particular
Mari Julia da R. Cruz, alomna mestra titula-
da pela Escola Normal, tendo aberto um curso de
primeiras lettras para ambos os sexos, offerece os
seus servicos aos senbores pas de familia. Ei-
sinar tambem trabalbos de agulha, etc, por
preco commodo : na ra estreita do Rosario u. 3,
primeiro andar.
Aluga-se
urna boa casa sita na Tamarineira, junto da es-
tacao, completamente nova e com bom sitio ; a
tratar na ra do Amorim n. 43, ou na ra da
Amizade a. 10, Capunga. As chavea esto de-
fronte, na taverna do Sr. Antonio Arcoverde de
Mello.
Vende-se um piano de tres cordas, unperfeifo
< atado, qnasi aovo ; a ver na roa da Palma n. 69,
junto do sobrado, e a tratar das 11 horas ao meio
dia.
Eegenho Guian dy
Arrendase por cinco annns o engenho cima,
situado na comana do Bonito, moente e corrente,
com todas a* saas peit ocas, pode safrejar para
mais de 1,500 pies, dista da estacio de Catende
legoa e me i a ; a tratar na ras do Imperador n.
61, segando andar.
Eugriili venda
Vende te o engenho Murici. com safra oa sm
ella, situado na fre roezia da Lacada, distante da
respectiva estacio um qusrtc de legoa, podendo
dar seis caminos por dia, moente e corrente,
tena duas cti grandes e daas pequeas, e urna
casa para tarinha com suas pertencas, e tudo se
vende por medico preco ; a tratar na ruado Im-
perador n. 51, 2- andar.
DO
PROVINCIA DO RIO GRANDE
NORTE
XA1.4L
O agente Garsia compatente mente antorisado
levar a leilo no dia 11 do corrente a polaca bra-
ziltira Pbara, c m todos oa salvados, nau-
fragada na provincia do Rio Grande do Norte.
Leilo de predios
Do sitio do Becco do Eapinheiro, n. I, com caaa
de pedra e cal. com frente para trez ras, tendo
3 janellaa de frente, portas nos oitdes, com duas
salas, 4 quartos, cczinba externa, cacimba, medio
do 300 palmos de frente e 375 ou 385 ditos de
fundos, terreno proprio com algumaa arvores; em
3 minutos chea-se estsco do Eapinheiro.
De duas meias-aguas i travesea do Principe
ns. 8e4.
Da casa terrea na estrada do Caxang junto
estaco do Zumb, com 2 portas de frente em ter-
reno proprio e oceupada por urna taverna.
Da casa terrea sita i ra D. Maria Cesar n.
31 (Recife), com 2 aalaa, 2 quartos, quintal, ca
cimba, cosinha fra, terreno proprio, renda 20
mensaes.
Da casa terrea sita a ra dos Goararapes n.
31 (Recife), com 2 salas, 4 quartos. quintal, cosi-
nha fra, terreno proprio, rende 30*000.
Femandes Vieira ns. 54 e 56 com 14 casinhas
nos fundos, rende 124*000 mensaes, terreno fo-
reiro.
ttegunda felra 11 de lulho
AS 11 HORAS
No arreazem da roa do Mrquez de Olin-
da n. 19
O agente Guamao, autonsado, far leilo dos
predios cima mencionados, podendo es preten-
deates ir examinal-os, e para mais iaformacoes
o abetino agente dar.
1 tililo
De movis, loun e
AtteiifAo
Vende-se um bom estabelecimento de molhados ;
para infirmar, ra de Marcilio Das n. 14, com
os Srs. Teixeira & Miranda, fabrica de caf.
Pos Sanetorum
Vende-se esta obra em seis volumes, nova, e
por preco commodo ; na encaderoacaj da Congre-
gaco, eaea do Candido Simoes.
ueBUCK,
?.RADEL
-O'.r^A TOOAS AS
:;:lhstsiyias omnarias
isracumurr
Catarro cnrotHco da baxiga.
t-ritavdo do canal da urttrm
Molestias da prstata,
tcoMUnancla da Urina,
Arela na urina, ate.
-5W'3x!N, Piirmaceatn-Chiniiec,
Pr.-SS, 51. KCUffivM, \% PARS
vidros
Constando de ama mobilia de amarello, eatalha
da e com tampo d- pedra, 1 espelbo oval, 1 cama
francesa com colxo e cpula, 1 meia-commoda, 1
lavatorio, 2 aparad para jantar, 1 aof de amarello, candieiros, louca
para jantar, copos, garrnfaa, jarros, babs grandes
de couro, diversos Fiandrea e um tnra de cosinha.
Terca-felra. If do corrate
A'811 HORAS
Na c8a terrea da ra do Major Agoatinho Bi-
zerra c. 30, antiga Bom Jess das Crioulaa.
O agente Alai tina, autoriaado pel<, Sr Jna Luis
de Franca, vender em leilo os movis cima, ao
correr do martello.
Leilao
Da armsyao, gneros, ut-nciliog e dividas,
da taverna sita a ra de S. Joil.i ?. 1
oa cidale de Olinda.
Ter^ajeira, 12 do corrente
A's 11 horas
O agente Gosina autonsado pelo Sr. Jos Te-
ir de Farias ti leilo da armaco, gneros e
dividas da taverna acieaa oeneionada para paga-
mento de credores.
1'eitoral de Cambar (3)
Descoberta e prepararle de Alvares de S.
Soares, de Pelotas
Approvado pela Exma Junta Central de Hygie-
ne Publica,auctorisado pelo governo imperial, pre-
miado com as medalbas de ouro da Academia Na-
cional de Paria e Exposico Brasileira- Allem de
1881, e rodeado de valiosos attestados mdicos e
de muitos ontros de pessoas curadas de : toases
simples, bronchites, asthma, rouquido, tsica pul-
ooar, coq ueloche, escarros de sangue, etc.
Precos as agencias : Frasee 2*500, meia
dusia 13*000 e dusia 24*000.
Precos as sub-agencias :Frasco 2*800, meia
dusia 15*000 e dusi* 28*000.
Agentes e depositarios geraes nesta provincia
FRANCISCO MANOEL DA SILVA & C,
ra Mrquez de Olinda n. 32
VERMIFUGE COLMET
CHOCOLATE oom SANTONINA
nrULlTEL im snlrilr u L0HBRI615
Isl Vermlfnc-o i ninaUi pelo
| sta utor igrtliTel t eaanrnalt iwMoii.
Eiiir i tuitntti/rt:
[PirH.Pb'-COLMTT-i'iABl. hNrMiti^nH^K'.mTUr'
Alu^a-se barato
ttua Visaoode de ItapacMa n. 41, armazem.
gaz.
Ra Coronel Suassuna n. 141, quarto.
Ra de Santo Amar n. 14, loja
Ra do Rosario n. 39
Ra do Calabouco n. 4, loja.
tVatb-se na ra do Oowsiejrcio n. 5, 1* andar
uriptorio de Silva Guimariea C.
4higa-sc
3 grande sitio Tacaran, no Salgadinho, com bas-
tantes trras para plaiitacoea e muitos arvoredos :
uem preteuder dirija-se fabrica Apollo, ra do
[ospieio.
Semenic e mrapalo
Compm-se na tibrica Apollo roa do Hospicio
numero 79.
Negrinha
Na ra da Alegra n. 14, piecisa-se de urna
negrinha de 12 a 14 ani.-i s de idaie, para servico
domestico.
Engommadeira
Precisase de ama ana que encorme com per
teivli ; na ra do Mrquez do H-rval n. 10.
Alu^a-se
o 1* andar da rna do Visco de de Inbama n. 73
aem bous eommodos para familia, perto d o mer-
cado e com excedente vista ; a tratar na Ventu-
rosa, rua do Cabup.
Aluga-se
na freguesia da Boa-Vista, rua dos Prazeres n.
48, urna boa casa com 6 quartos, banheiro e co-
sinha, muito fresca : a tratar na rua da Impera-
triz n. 64, loja de fazendas.
Aluga-se
a loja do sobrado rua da Iopi-ratriz n. 20, mui-
to propria para negecio, tendo na mesma urna
armaco, que o dono vende a por preco commodo ;
a tratar na rua do Bom J sus n. 11, 1 andar.
i-------
Precisa-se de um-
go do Paraizo n. 14.
Ama
ama para cosinbar
no lar-
Ama
Precisa-se de urna ama para todos os servicos
de casa de familia ; a tratar na rua do Baro da
Victoria n. 7, 2- andar.
Ama de leite
Precisa-se de urna ama que tenha bastante lei-
te ; ua rua do Alecrim n. 63.
SAUNDERS BKOTHERS & U., largo do Cor-
no Santo n. 11, teem para vender :
Cervtja preta e branca, de M. B. Forster &
Basas,
Dita allem, Plisen Beer.
Vinho Sbury. Amentillado.
Dito Bordeaux, St. Julien.
Whieky, Thiate Bien Scotck Wisky***
Dito *
Presuntas de Adamson.
Maicena de Bri wus & C.
Phosphoros. Amestosto Safety Matches.
Tincas em massa. branca de zinco, de chumbo,
preta e verde.
Zarco.
Plvora da muito conhecida e acreditada marca
EB.
SEM0LINA
De Brons i (',. de Glasgow
Este artigo, preparado por um novo processo
de trigo da melhor qualidade, poesue os elemen-
tos necessarioE para nuinco d- crianzas e doen-
tes, e muito 6e reccmmenda por sBr de fcil d-
gesto e gosto muito agr fazer urna tice Dente papa, misturado em partes
iguaes cjm a maizenu dos meemos fabricantes,
addicionaudc-sc-hw aiguin leite nicos agentes
nesta iraca, Saunder* Brothers & C., largo do
Ccrpo Santo n 11, primeito andar.
,*
* / *
todu av floras qae 9. ^U \
foleguD rgaocii V
FRANGIPANNI
Opopo&ax ? Psldium
Oarisslma ? Oaradia
Vende-ie em todas
as Ptrfumaria *t
)&.e Drogaras 0-Z'
^2*d Strt^/ *
M ** *
Cosinheira
Precisa-se de um cosinheira pora casa de pe-
quenr familia, em Olinda, paga se com generosi-
dade ; a tratar no Recife, na estaco da rua da
Aurora, com o Sr Brito bilheteiro, ou era Olinda
com o Sr. Mreolino na eatac do Carmo.

02
Mari \w
PAR.A TIN t IR A
barba e os cabellos
sta tintura tinge a barbi e os cabellos ios-
cantaneamente, dando- lhes uina bonita cor
e natural, inofensivo o sea uso simples e
rpido.
Vende-se na BOTICA FRANCEZA E DRO-
GARA de Rouqueyrol Fre-es, successores de A.
CAORS, rua do Bom-Jeeus (antiga da Cruz
n. 2?

PASTILHAS
De ANGELIM & MENTRUZ
os
Cts
wa
as
5

p
Fabrico Apparelbos econmicos para o cozimeD-
ta e cura. Proprio para engenhos peque-
Dos, sendo mdico em preco e ef-
cclivo em operaco.
-'orle-se ajuntar aos engenhos existentes
do svatet/.a velho, roelhorando mnito a
qu .iilado do assucar e augitientando a
quHQtidade.
OPERAgO MUITO SIMPLSS
Usinas grandes ou engeDhos centraes,
Dia-biniaflH ap'ifeicoa.fo, systema moder-
no. Plantas completas ou roachinisruo
separad'!.
EapeuificafBea o tBMrissaeBM ci>tm
BroWD V.
5-KUA DO COMMERCIO5
0 Remedio mais effica e
Seguro que se tem descoberio ate
hoje fiara expe'fr as Ion trigas.
ROQIAYBOL HIERES
Pmisa-se
de urna menina de 10 12 annoe de idade, para
andar com urna criaucinha de 2 anuos, trata-se
bem e d-se de vestir ; ptreiau se tambem de urna
senhora idos que poss prestar leves servicos de
casa, mediante um pequ.-no ordenado, ambas para
casa de familia ; a tratar na rua Velha n 36,
collegio.
Cosinheira cscrava
Precisa-se de um cosinheiro escravo, para urna
casa de pequea familia; a tratar no caes da
Companbia n. 2, escriptono.
t'lllll
i1
lif
III I.I1I2
:>:000S000
AVISOS DIVERSOS
Aluga-ae casas a 8VH<() ao teco* dos O*
ibos, junto de S. lioocalto : a tratar na rua d.
Imperarrii n. fw_______________________^
Os abano asaignados mndaraiu o seu etcn-
ptorio de advocado e solicitador, da casa n. 38 a
na 4o Imperador jara de n. 69 i mean rua,
sala da frente.
Mainel Jtaquim Silveira
J: 2o (Jaetano le Abren.
m Precisa-se de am criado de 10 a 18 anuos de
Oade, para cas* de familia ; a tratar na roa do
B*rSo da Victoria n. W, lojs.
BILHETEX .Ui\THKts
r^rac^a da independen
eia ns. e
O abaixo assignado veodeu da 6* lote-
ra extrmhida 00 dia 8 do corrente a aorte
de 1000 em o n 3084.
ApproxitnajR u 6229 con a sorte de
1029, outra de 300 n. 3-195
Aubatn su veda oa f<
garartidos (a 7a lotera t
matriz da Boa Vstn, que
(fiando fr sti'iun: iada.
PREgOS
Em por^o
Inteiro
A retalho
Inteiro
Antonio Aiiguto cu* t'i
O Sr. Jos Barreto Pr.ea de Mcll*, genro do Sr.
Jos Ignacia de Avila, tei.ha a bonaade de ir &
rna da D< tencao n 16, eon.lu'r o negocio da sen
ioterease com o i.baixo nasi^uado ; istojser
cara dura BeetrV, 1 d Joiho de 1867.
Jo* Antunio Aibuquerque Pedrosa.
Vende-se
um grande tanque de ferro,
do Rosario n. 38.
na rua larga
Precisa-se de um criado escravo, para urna casa
de pequea familia ; a tratar no caes da Compa-
nbia n. 2, F8criotorio.
Peitoral de cambar
Agentes e depositarios geraes nesta provincia
FRANCISCO M. DA SILVA & C.
No armazem de drogas rua do Mrquez de
Olinda n. 23.
Precos : Frasco 2*580, 1/2 dusia
13J00O e duzia 24*000
Tinta preta
INALTERAVEL
OHlll MCl'IIVt
^1VR\1\CIA CENTRA
38 Rua de Imperador 38
1'ernambiKO
Serve para escripturac,ao mercantil e d tres ou
quatre copias de urna vrm
Xarope de cainh.tr goaco e bal-
samo de Tol
re parado pelo pharmaecutico Jos Francisco
Bittencoart
E' am poderoso preparado para todas ss affec-
;ea dos orgaos rerpiiuforioa, como catarrho pul-
moaar, asthma, coqueluche, bronehite, pnenmo-
lia, tisiea, etc., ete.
Cada frasco 1 JOOO
Deposito na Pharuiaet:. Central, rua do Impera-
dor u. 38 l'< inamnuco.
0 PEITORAL de CEREJA
Do Dr. Ayer.
As enfermidr.'lps mtis dolorocas e f.'itn*-- In ;_-:ir-
ganta e tioa piihudM, onlinarlMaente detei
c, tendo \u>r pr:i
DMDltBijV ncfa d enn '
mente se tratSo com o rABedloeonreniente. BDren
O progre&so pode tm MI0BMMO : :-
Hamttamaao u Tohm dio redi
ido de T-arin^Itis. Aathnuh Bwomthtta,
AMV'rc* J'uliiiin:ir a Tisira.
Todas as familias 0 Peitoral de Cereja do Dr. Ayer
em casa para o oh L*de, A
perda de um so dia, pode em muitos rasos accarre-
tar serias consequencias. Por tanto nao se deve
perder tenipo preefoao, experimentando remecDoe
de effica<-ia' dDTkl s enfetBnl-
aiioderado syslema e se arraiga profunda-
osUBta,
reme'' rtoe aciivi. em aev efftto, e este
renedio *' -m dnv-la al.L'ua.a <> I'i.iTOKAli i'i:
Obreja i" B. Al KK.
rKn'Al:A!>o i'ii.i
DR. J. C. AYER e CA.,
Lowell, Mass., E. U. A.
A' venda as ppincipaes pharmacias e drogaras.
0\\ prcto superior
Orlos Sinden receben pelo ultimo vapor e con-
tina a vender sem competencia ; na rua do Ba-
rao da Victoria n. 48, loja de alraiate.
Pillas purgativas e deporavas
de Campanba
Estas pilulas, cuja preparacao puramente ve'
getal, teem sido por mais de'2 annns aproveitadac
com os melbores resultados as segiiintes moles-
tias : afi'eecoes da pelle e do figado, sypbilis, bou
boes, escrfulas, chagas inveteradas, erysipelas e
gonorrhas.
Modo de Nal-an
Como purgativas: tome-se de 3 a 6 por dia, be
sendo-se aps cada dse um pouco d'agua adoca-
da, cha ou caldo.
Como reguladoras ; tome-se um pilula ae jantar
Estas pilulas, de invengan dos pbarmauenticoe
Almeida Andrade ic Filhos, teem veridictum dos
Srs. mdicos para sna melhor garanta, tornande-
je mais recommenriaveis, por serem um seguro
purgativo e de pouca dieta, pelo que podem ser
asadas em viagem.
ACHAM-SE A' VENDA
*>a trotara de Faria Mohrliitio A
*l BBA DO MRQUEZ DE OLINDA 41
/V/
^olarinhos c punhos de
selluloide
Carlos Linden receben pelo ultimo vapor, a
vende baratiscimo ; ni roa do Baro da Victoria
numero 48.
Fmllo l) camode alio
a #0 rs. a arroba
Cbeg 11 a primeira remessa do preciosa farello
de careco de algodo, o mais barato de todos os
alimentas para animats de raca e-avallar, vaceum
suino, etc. O caroca de algodo depois de ex-
trabida a casca e todo o oleo, o ais rico ali-
mento que so pode dar aos animues para os forta-
lecer e engordar com admiravel rapidez.
Nos Estados-Unidos da America do Norte e na
Inglaterra ille em-regado (com a maii felii re-
sultado) de preferencia ao miiho e ontros farellos
que sao mui'o mais caro e nao sao de tanta sus-
tancia.
A tratar no Recife6 .nriu do Cor-
^^^^^^ po Sanio. I" andar
[1
Carlos Sinden receben e vende barato por ser
de consignaco tres cofres, prova de togo ; na
rua dn Baro da Victoria n. 4^.
NICA I TNICA
DE FILLIOL. DE FILLIOL
OISTANTAMCA para barfea. J ROSADA p*r> r >ot c
mi iTgem. ana COr primitiva
(Hltaferil Parlar riLUOL, 47. rua Tir-nas, PisV
la 4*r- Olalo
Precisase de dm
ris n. 9.
na rua do Baio da Victc-
Paga-se o 67. dividendo a razo
aeco : no escriptorio de Pe:eir Carneiro
rua do Commercio n. 6, 1. andar.
I
Sem dieta e sem modifi-
cagdcs d, eostumes
Liboratorio central, rua do Visconi?
Rio Brtiicio n. 14
Esquina a rua do Regente Rio de
Baneo to Brazil i_ .. Jandr\ .
io de_9#ooo por tsppeilicos preparados pelo par-
,'arneiro c C, i- ai
maceulico Eugenio Marques
Grande successo da epftca! **
\ Approvados pelas juntas d bygi'-ne da
/\rtfYY~1X ~f \ Corte, Repblicas do Prata e Acad-.-mia de
Grande opera do immortal maestro G. Verdi,
representada pela primeira ves. em 5 de Feverei-
ro de 1887, na scala de Milao.
A partitura para piano e canto acab de rece-
ber o armazem de pianos e msicas, da rua do
Imperador n. 55
Casa Vctor Pralle
Tambem o respcitavel publico encentrar um
grande sortimento de pianos de diversos autores
e msicas para canto, piano o diversos instru-
mentos, entre elles'muitaa novidadts
diges-
PIANISTA
Luiz de Brifto teca em reuaroes c partidas : a
tratar na roa Sete de S'terobro n. 16.
zet bilbet'->
jeneticio da
* extra hir
24700
3,5000
Fort<.
DAY& MARTIN
fo fctdor*, de Sut Hijmtiji 1 ,/ da fafMarra,
a tnntt a O Hnrint SrMaasMa.
GrtAIXA GRILHANTE LIQUIDA
GRAIXA.pstaUNCTU0SA
0LS0 par ASS8X08
Uj*o m* aseBorta sann mai.r'sntli #
DBPoarro okrai. km uimi
*, High Helhor*. 97
ktahdMi flK E. M BMaf
Eslabeletifienlo de Kanhos no
pateo do Carino n, 2<
O proprietario deese estabeleeiTiierito
achaodo ae com tua sade aggravada e
n5o podendo por oso ooutinua-- co.n o pe-
sado trabalbo que tem tido a 22 annosem
procurar a eletal-o o estada em que ae
> clia em off re er t das aa vantegens que
se piSfe .es- jar. O estht>-leiroento liga-to
cora o and^r supnricr que tambam offe-
n-ce as mellcrt 8 proporgSes para casas de
pens3e8 ou de a, de Os pretdndentes a
compras do referido eatibelecinsento din
jaro seaoaeu pr priet rio na mesma caen.
Charutos baratos
Em ;milheiros ou a retalho
Amadores de J. F. de -Minas.
P. rulas de J. F. de Simas.
ExposicSo de Francelino H. dos Keis.
A renda rua do Cemmercio n. 28.
Semeotes de carrapato
Compra-se grandes e pequeas quantidades :
na drogara de Fn neisco M. da Silva ce C, rn8
do Mrquez de Olinia n. 23.
Eiiiiilsao de Kepler
Preparado de Burough<, Hull-
enme fc C.
CHIMICOS DE LONDRES
Azeite puro e fresco de fijado de bacalho da
Noruega m soiuca.i com o Extracto de Malta de
Kepler.
sta a mais perfeita Emulsao at hoje eouhe-
cida.
Foi introdusida na pratica medica a algnns
annos e desde entilo o seu censumo tem tomado
um incremento tao extraordinario que nao ha um
6 da em que aeja receitada pelos maia abalisa
dos mi dicoa do mundo, com preferencia sobre
todas as demais preparacoes de igual natureza, pela
certeza de sua tolerancia n > estixaag) nSo s das
creancaa como dos adultos, rebeldes umitas vezes
ao oleo de bacalbo e a minina einuku.-s mal pre-
paradas.
Assim, pois, a nossa Emulsao se recommenda
com preferencia para o tratamento da tsica em
todas as sues multiplicadas manifestares e em
todas afiecces dos orgaos respiratorios, como bron
chites, raquitism enfermidades escr< fuloaas, tu-
mores branos, procedimento supurativo e na den-
tico das creancas, na caxexia syphilitica, na
perda do appetitte e debili.iade dos orgaos diges-
tivos e em geral em todoi es casos rm que se faz
preciSD o levantamento na nutricSo.
nico dppoaillo
34 Rua Larga do Rosario34
Pharmacia
BARTHOLOMEU & SCCESORES
Industria de Pars.
Elixir de Imbirlblna
Restabelece es dyspepticos, facilita a
toes e promove as ejeccoes difficeis.
Vlabo de ananas ferraginoao e
quinado
Para os chloro-anemicos, debella a hypoemia
intertropical, recoustitue oa hydropieos e beribe-
ricos.
Xarope de flor de araeira e mu
(aaaiba
Muito reccmmendado na bronehite, na hemap->
tyee e as toases agudas ou ehronicas.
Oleo de lesladua ferroglnoa* e rmm-
cas de laranjaa aniaic
E' o primeiro reparad' r da traqueza da orga-
nismo, na iy.-i.-a.
Plala anie-peridica), preparadas
com pererina, quina ejaborandy
Cura radicalmente as f-brea intermitteot.es, e-
mittentes e perniciosas.
Vinbo de jurubeba implo e (aa>-
bem rerruglnoaio. preparados
eni iniio de caj
Efficazes as inflamacoes do figado e baco agu-
das ou ehronicas.
Vinbo Inico de ca pilara e quina
Applicado as convalesceucas das parturientes,
retico ante febril.
iscc Miiobi da Silva & G.
RUA DO MRQUEZ DE OLINDA
diada
Precsa-se de urna criada que saiba cosinbar
engommar, tratar na rua do Baro da Victoria
n. 60.
Franelaea Honorina de Batlu e
Silva
Pedro Gaud.-mo de Ratis e Silva, seu genro
sobrinho Elias aos Santos Aievedo e Silva, agra-
decem cordialmente aos amigos, que caldosa-
mente acompanbaram ultima mo'ada o cadver
de sua muito presada filha e esposa, Francisca
Honorina de Ratis e Silva, e lhes avisam que na
tegunda feira 11 do corrente serSo celebradas
raissas por sua alma na igreja de Santa Rita,
pelas 8 horas da manh ; para oque anda oa
convidan).
D0ENCASdo ESTOMAGO
DIGESTOES SiFFICEIS
Vyspepsis, rtattralqizs, Anemia,
Perda de Appeiie, Vmitos, Diarrbea,
DebiLaade das Criancas
CURA SEGURA B RPIDA PELO
ELIXRBREZ
TONICO-DIC -IVO
eow fhiiiia, Cty epttina
Adoptado em toa 0 Hospitaea
WEDALHAC AS wP03lQ5ES
PilIS.r UBmyere.HeeaUaasisWursuciu.
Aninuia Senhorinlia das Virgena
Antonio Femandes de Carvalbn agradece a to-
dos os amigos que acompanharam oa reates mor-
taes de sua sogra ; e de novo os convida para
assistircm as missas que manda usar pelo trig-
simo da do stu passameoto, na igreja do paveada
de Jatob do Brejo oa Madre de Dens.
rarHa*arai:~33B
1
4:000,000
Lcmbro uo Sr. J. G. doa S. J., que teubo espe-
rado snu'Io annoe dep la do sen dii........ ja
a muit est Vmc ua paz, recbeni.o nos thesou-
.-'B provincial e geral, como na pagsdoria, venci-
meutoa, e oceupande boa posico, ni 1 se lenbran*
do de quem salvos sua vida .. Hodi mi ceas-
tib.
Caixeiro
Precisa-se de um eaisetro com pratica de pada-
ria, de 14 14 annos de i ade ; na rua le Mar-
cilio Das n. '. ______^^
Pianada central
tana do lasperados- n. **i
Jos Francisco Bittencurt, antigo pharmaceu
rico da pbarmacik francesa ras do Bario da
Victoria U. 25, avisa eeus amibos e fregueses,
que se acba oa pharmacia cima, cade espera
continuar a merecer a eenfiaaea ane feliamcnt-
depositaran! em seus trabah s profeaiionaea.
Anacli (o Lapes de Hedelr*
Cinstancz J. de Medeiros Lagea e seus filbo
(ausentes), Honorio Jos da Cunha LigPF, Flsvia
J.de Lages Femandes e Aagujt-r F. Feruanda,
agradeeem s p^-ons que i- -in ao oe-
miteriont. ii pie,;. :3 rinio e 'i A eleto Lepes
deMH-n. s ; e ,( novo e, man, o invitas
amitos do tuhi uij a que por
sua a ina uiai.Jaui r.-s-.r na ii-aiiz ; Vista,
sabb do 9 do corrate, s 7 1/lir.i-. M.-rade-
cend. dewle j > neto .ie canda ei 1S0.
I fjlenaveva Marln Blt>.
J t Mhitiua L*'.s seu filbo e. alnas, ajr-o-eesa
aos i-eus |aillliit'ii e amigos o obac res*
Bcomp nhado ao a unterio publiao os iv.-r oaar-
taes de sua presad filba, D. Gennviva .Martina
Das ; e de novo os couvidam para a roiaaa d
si fimo dia, ua matriz de .Santo aatunio, # 8 ho-
ras da manha de segnnda-feira 11 dj corrate,
fieando-lhes eterpameirte agradecidos __________
aValBaal aVaVasaS
:Ji
1
nfin




V
Diado de PernanibucoSabbado 9 t)e Jnlho de IHH7
ai**1"* w wC D^.%,.^
jtPtV LBiar, P e Pasta deatifricios
J
*AI________________
RR. PP. BENEDICTINOS
a. Abbadia de SOULAC Gironde)
DOM MAGDELONNE, Prior
2 MEDALHAS IDE OUKO
BruielUs 1860 Ladres lili
As milis elevadas rrcuiniieiisus.
INVENTADO
XO A-NKO
O uso quotidiano do auixlr
Sentifrlcio dos Bl. PP. Be-
nedli tlnow, com dose de aljfU-
mas ni agua, nrcvem
e cura a carie dos denles, em-i
branque-ecos, fortslecendoe tor-J
nando as geuglvas perfeita-l
ni. nte sadias. *
a Preslamos um verdadeiro
srrvli'o..~.s-if.'ualaD(lo aos nossos
lcilorcscsicantiKo e utlUsslmo
o melhor cara-
ira e Milico preserrativo contra as
-i//''.<* ilrntariiis. >
Casada tunuadj em 1807
Agente CaTst^ II I |k| 3.HU B0SE1IE, 3
Geral : 9LUUII1 BOROEAUX
Aaha-se em todas as bota Perfumeras, Phzrmaciat
e Drogaras.
4 A mam a% Pelo Prior
lO /SriUTeBOUKSAUD
YENDAS
Vende se una casa de taipa tn terreno fu-
reiro, no breen do Arraial n. 3, por burato preco,
junto & ra de 8
numero 47.
JuSo : a tratar na ra da Palma

r'
PLANO
PARA
As loteras ordinarias d'estn provincia
Em
bnnvM ptla En r. iresi n yriop
8:000 BILUETES (DIVIDIDOS EM QUINTOS) A 0OOO
-40:0000000
1
1
1
j
3
8
16
pn-raio
i

premios
de


i
80
*.
800
2
2
ppr.

i

"000
2005
ioos
500
300
20,5
60
150
50
12:0000000
2:0000000
1:0000000
1:0000000
6OO0XX)
8000000
8000000
2700000
1800000
1:2OO0OCO
8000000
4:8OH0OOO
3000000
IO0OOO
Livraniento & C.
v ide ; no caes do Apollo u. -l.i.
------------------------------------r------------------
WHISKY
iiOYAL BU ND ataa ViADt
tare excellent. WUtlw cassee 6 ..en.
o cognac ou aguarden.* de canoa, para rortiiiur
corpo.
Vende-se o, I bares MHB i
oolhados.
Pede ROY AL BLfc.Nl> mure VIADO cujo a
ae e emblema sil" r> jotrados jar todo n Braai
BROWS V C.. 4VILI-
Vende-Be um cvallo de sella bastante gordo e
grande, castanho andrino, andador de baixo a
mi io : n tratar na ra da Roda, Cocheira de Jos
de M.
Tijolus para assentamenlu
Vende-se tijolos especiis pira assentamento
de engenbo : na otaria da casa amaiella ra
Imperial n. 322- B.
'chura para senhoras
Brochas nikelados e doarados a 24000.
B>nit >s grarop.is douradoa a 500 ris o maco.
Esplendido sortimento de irdoes de vidrilho.
Grande variedade de I-ques de c-'im, a 440 0.
Fi itad.ires americanos par cabrllo a 34000 o
maco.
Setas de pbantasia para Cabello.
Bonir eoMtiectn de plie s 400 ri-.
Brincia, imitaba de briinaute, a 500 ris.
Aventaes bordados para enancas a 24000.
Chapeos de fustao e setim para enancas.
Sapatos de ineriu e setim idem, i ;em.
Metas brancas e de cores, fio de Esencia.
Pomada de vazelina de dirersas qua'.idades.
Sabcnetea fiaos de vaselina e trace.
Extractos linos de Pinaud, Gu rlain e Lubin.
Liirias bolea Je cuoro e vello o.
Pichas d> 148^0
Sapatos de cas-mira preta 24000
Tesouras para costur.i, de 4'X) ris a 34000.
Pacotes de p de arroz a 300 ris.
Pitas de ludas i quadades e cores.
Immci)8a variedade i. bi r s dcphautasia.
E miiharea de objectos propiios para tornar urna
senbora elegante, e muitos ou'r.s indispensareis
para uso das familias, tudo por precos admiravel-
modi oh.
Na Graciosa
RA DO CRESPO N. 7
Uarle A C.

TNICO FEBRFUGO REGENERADOR
VINHO....JOHANNO
00
'DOUTORl
Quina, Coca, Extracto de Carne e Hypophosphito
atecommendao-no nos casos que neccssllao tnlcoa para reconstituir e regenerar
o organismo arruinado por molestias, excessos, natureza do clima. Anemia, Cnlorosis,
Amenorrnea, Cacnekla, Fluxo branco, que tanto arruino a saude das mulhcres.
Pobreza de Sancas, Praqaexa rreral, Debllidade, etc.
H. V17IEN, Droguista, 50, Boolovard de Stracbourg1, em PA3XS

SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO H0LL0WAY
( Para completar n dezena do 1." premio
( (excepto a enrte grande).
( Para completar a dezena do 2 o premio
( exi-ept. a sort* de 2:OOO0(KX))-
( Para os dous ltimos algarismos finaes
( do 1. premio.
( Para os dous ltimos algarismos finaos
( do 2." premio.
( Para todo o lgurism.. fie al do numero
( em que sabir a urtfl grande.
Para o 1." premio.
Para o 2. premio.
PREMIOS NO VAL' K DE 25:9O0OOQ
DESPEZAD
Imposto geral e provincial, beneficio, sello
e corn i issiio el 14:0600000
('s prvmua &up riores a 2000000 s estao ujeitos ao i nposti
15 /e como era d'anteg.
Beoife, 18 de Junho de 1-87.
O THESOUREIRO,
Jote Candido de Mora es.
O Ungento de Holloway nm remedio VnlaUirel pat os males de pemas e do peito', tambem pa
as feridos antigs ch.igas e ulceras. E famoso para a gota e o rheumatismo e para todas as enermi-
dades de peito na se reconhece egual
Para os males de garganta, bronchites resfrlamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pell nao teem semelhante e para os merabros
contrahidos e junetnras recias, obra Jomo por enoanto.
fesas meijicinas sfto preparadas smenle no Estabetecneneo do Professor Hollowav,
78, NEW OXFORD STREET (antes 533, Oxford Street), L0NLRES,
ven Jetnse em todas as pharmac-s do universo.
jt3f Os compradores slo convidados respeitosamentc a examinar os rotlos de cada caixa e Pote, se nao teem
direcffo, 533. Oxford Street. 3 falsitkacoe.
i
40:0000000
5 % e n50
FILULAS DIGESTIVAS DE PANCRETINA!
de
Pkarmacetifico de 1a Classe, Fornecedor dos Hospitaes de Pan
A Pancreatina imprerada nos hospitaes de Pars, o mais poderoso t
tivo, quo se conhecA, visto como tem a propnedade de digerir e
tornsr asskailaveia nao smente a carne e os coi-pos ^oi'uu
, o anido o as fculas, \
Quaiquer quo seja a causa da iniolerancia dos alimentos, alterac3o, ouB
oa de sueco gstrico, inAumacS i, ou ulcerai
ido intestino, 3a5 plalas de Pancreatina de Dere^-19 -.>- resultados e s

Falta de appetite.
Mas dig> sices.
VomitoE.
F er :a estomacal.
So i
rWGRLvVniA 05
r.ia.
Di.irrhaa.
atera.
Gast::
a
I .
Le
" :
ft
Lotera da Provincia
Ser breve annuneiado o dia da extrac^o
a 7-a latera em beneficia da matriz da Boa
Vista d R HV, m c^nsistoria da jS^eJa de N,
S. da ineki^ dos Militares, onde se achara
o cxpos*?s asumas easesplier^s arrumadas
e Mrdem nuineriea aprecia^i. do publico.
Mais novillada
Dia luja as fistras azies
i Una Duque de Casias- i
Telepbone 211
Leques transparentes lindas cores a 24 24500 e
Cretonee da 'Regata ultima novidade a 320
ris.
Setioetas lavrajaa todas as cores, degenhos lin-
dos a 240 ris.
Cortea de cambraias bordadas e con salpicos a
54500a peca.
Setim de Maco, preto e de tedas as cores a
900 e 14000.
Tampos de fronbas francesas, grandes e peque-
os a 14500 o par.
Cortina-ios bordados e de crochet desde 64 at
204C06.
Grinaidas co:n ricos veos de Blond, desde 84.
Egpartilbos cjuraca un com fita da borracha
todo preco.
Lavas de seda 4 botoes, ou arrendadas, pretal
ou de qualqoer cor 24000.
Ext: netos franceses finos desde 24000.
Oleo uriza vcrddeiro a 900 ris.
Baleixs para vestidos melhor qualidade esco-
Iba a 300 rs. a duzia.
Leques a Joanita com enfeite lantejolss a
500 ris.
M&dapol&o americano camiseiro a 64 a peca.
Chitas muito finas e cor segura a 240 ris.
Sargelin trances fino quaiquer cor a 240 ris.
Renda hespanhola preta a 34C09 a guarnico
para vestido.
Mirins prctos e de tod..s as cores a 800 e
141-0).
Camisas inglesas para meninos a 354000 a
duzia.
Muas inglesas para horneas seuhuras a meninos
desde 34-c>00 a duzia.
Colxa de fustao brancas e de cores a 24000 e
24500.
Briui pardo para roupa de meninos a 330 ris.
Epguiao de linho infestado pardo para vestidos
a 400 ris.
Bordados tapados, transparente, e de fustao
desde 300 ris a peca.
E outras muitas fazen-las que se d muito ba-
rato na loja de
Jos' Augusto Oas
A FLORIDA
Ra Duque de Casias n.
M
A Revoluto
PAR17,

ADMINISTRA': \0 :
8,Boulevar.' HonUnartt, PARIZ
PASTtLHAS digestivas faBrtcadas en.
Vichy Ci ::.<*5Sars extrahulos lasFonte3.S&o
i ada vcl c a na aeco e r*rta con-
ira a Azia e as DigestSes df/lceu.
SUS DE VICHI1 PARk BaNHOS. Umrolo pan OBI Lanbo.paraac pessoas que n&o poden kraVtet?. j
Para evitar ai trnttacet exigir em todos os producios a
MARCA. r>A. COMr. I>E VICHY
P+tt iintttmx m Puooetoi arim/ .. hie-M am rasa-, da HARISMCNY LAB1M.B. I, naU ew
e SUI /ER A f O' r--- -.: Ha Cnu.
^
^WfflM All^
r4
Li
PHARMACIA PIVUO
DE
S.PINHO & C.
51Ru; do Barao da Victoria 51
Esta pbarmscia receufemente egtabel. i aeha b em condieO 8 He satiff'azer
eom pr> mpiico e escrupulosa fid ;li al exigencias ilos Sr. medios > do publico
em g-Tr-.I, -1U-- eaeoDlrar n'tll um erntipl to p nooo sortimento de -irogas, medica
Rientos, e pro u tos chimicoB, pherwaoeati iooaes straogiros e garantindo-se
tnodiciaade de precos.
XAROPEd reinvillier
O^ Laureado pela Academia de Medicina c&O
^*a^^y-N^ Caialhelro da Leoio de Honra **+*"$&
O P'aospbato de ca a .substancia mineral mss ariunaanf do organismo e toda vea CmanUdade nurmal lmlnue resalta urna aT-ccu orgnica grave.
Ual.s <: cinco mil curas, a mor parte iti'.'.'.i la seofl Pn-rejaorea e mc-Ucos da* Faculdades
forao obua.is ailliiiamentc e flzerioc/tti que o X irope. ito af Heinrillier fosse clas*ltlcado
Como o eapuClBco mala seguro costra a Tnica pulmonar, Bronctait* hronlca, Anemia,
aach.taino, xfbiliJade do Oranlauio, 0 Xiiiu/if do t>' Uriu.rin.-r amiLrta'rauu
dlartainotitu is cr'an :as billta a dentlcao e o ercaclm<-uto: ut* mies e mi' du lette torna <
tefe orjellior; impedc a carie e queda dos denles tao frequeulea do^-ols Ja prenliez.
DeTMtto: Pbarmatla VXatBMQTIB, 8, Plaoe da la MacKMtelM, VAJUX.
Em Pemambuco: FU AS- M. da Si i. VA &> ", um r/neisaai Phannacias Ofofriat.
PHARMACIA CENTRAL
38Rua di Imperador38
T>ndo paseado por urna coipl-ta reforma acha-se montada a ^atisfazer
EMatptidao as in.ii a<,5e8 medicas, tendo para pss< fim niedicm-'uto8 de primeir i
ade e espeeiadades pharmaeer*' 4*b primeim fabriuani'B.
^ou.
qua
6
viettm
1^2
|r.B4anr>i*t*
HDicamsvto Ae uta frusto agradael, adoptada cont rrmaide exlt ha
ao aVDSwe uelc meflioias McJIcum de Parts, cura o Lufluau, f^ii-, oem,
CoMnw <, -jaa a 4c -M+. dea W~ mrtmmrim a 1* cxaajl.
DE
ALBERTO HENSCHEL & C.
52-llua do Banio k Victoria-52
Ec* r- i! do utabel eimenl o respeitavei pabiieo,
que ( itua ;. x 'i atar os iu..is a|i i pelo 'oderno e
maii i. Ach lirlitado a & M^zer ns mtis diffi -eia exig-nciis, quer e;;
rabalbos pliot- gropliicos, quer em pin'u. .
Al i. de us trabalhos ph'ogrtipiiciS qne afta por lemais conbei > i enuarrt
ga-se tambem da retratos a olea para o ju-- j ee a sua va-
gem a Vienriii d'Austri >, onii- viaitoll is pii .; I i hs, o eximio pintar F-rdinard
Pierck, basiao le pLi p raeicfto de seus ir b lb< i qaande aqui
stevu em sa e ul'i ai I i uto p -salo.
P i gatisf ser g ial todos que li o no so e^tabclo imento con
fuas e ve !n dos fetratos, trjt qua! fdr o svaterea, tamben
recebe en quer uist ou p yahgeq .'i r pliotogr-| hi as, quer pin
tadas ai g i | : vs. gista o Sr
Telks Janior.
Boga s* i i '
i ,, i x >b
qu-1 QXecat mo- e s s- uhoxes vi.ii.-.t ao'toiiti-, -z\ no tracto,
perfei{fta nos trabalhos nos pre
C, farza,
GERENTE.
SUSPENSORIO MILLERET
Elstico sem Cordoes
Para evilar as contramoies
xgir a marta do Inrtwm tm/>rtmida
fu cada ntpnMOrio.
Hpiih para Varimem
TflOdaa daaUi o* a ff^ai e w-la.
MILLERET,
FUNDAS MILLERET
A Casa MlUeret rtrvmmenda a
-.: l-'u mas iimitiimiiiis
--i- t'iimlum invisirriH,
eonlrr ai kemiaa e au/ndurai as nui.
mula
CIfTUBAS PillA A BARUCA E 0 DauJmi).
LE QONIDEC, Succeaaor, 49, ra J.-J. Rousseau, PARS
OF.POMTOS KM TODAb A> MR1NOIPAES PHARMACJAS
VINHOgilb rt SEGUN
Apvrovado Dilav Academia de Medicina de Fria-n^
MAIS DsT 8ES8ENTA ANNOS DE EXPERIENCIA
Vlnho de urna efficacia 'ncontesta vel ci mo Antiperiodico para cortar as Febrem,
e como Fortificante na <'".'*>*<<<<*. Itebiltitule do Snn<,m>,
Falta 'te JUeiuitruaean I sur pi>efencifi IHgemte di]fice-i,
M^iijeriiiflnilen ikiiihhih, Debiliiliuie.
Pharmacia Q. 8EQUIN, 378, ra Sairjt-Honor, PARS
Dep i, V I v ,\ e C*.
o 4. IIna d> Duque de Canias
Tendo recebioo um grande sortimento
de fazendas que vende com 25 [0 de me-
nos de que em outra quaiquer parte.
Venhaui ver para erer
Damass de s< la a 14U0 o covado.
SetiiM lisrs a 8U0, lflOOO e a 1^200.
Lionay8e fazanda transparente a 55000
a peca.
Orgacdis boris '03 a seda, ultim mo-
da a 16$00 a dita.
Etamine bordado, alta novidadade a
lOjJOCOa dita.
Cachemiras bordadas a seda a 700 ris
o covado.
Ditas pretas a 700, 800, 900, l^OOO,
10290, 14100 e 1(5600 o dito.
Ditas de -ores a 800, i^OOO e 1^200
o dito.
FustSes brancos a 400, 440, 500, 600
800 o dito.
Ditos de cores a 240, 320, 440 e 500
ris o dito
Amor da China fazenda de novriade a
400 ris o dito.
Lindas alpa-as d<; cores a320rs. o dito.
Lindas lans de quadrinhos 400 rs. idem.
LinSca o o sf' -os 640 ris o dit.
Lii js setin^ damasss a 320 ris, o
dito,
Gurgnrias de liatrinhas a 320 ris o
dito.
Z firo caco ez s v 200, 240 ris o dito.
Crotones pan (rabota a 320, 360, 440,
e 500 ris dita,
(Jrep i .. id i i.!: a 700 e lfiOOOo dito.
(J. mbraia bordada a 55500, 65000 e
6fJ5U0 a pe9.
Veludilo liso e lavrado a 15000 o co-
vado.
Dito bordado a retroz a 15800 o dito.
Col has bordadas a 25, 35, 4&, 45500
55000 e 6000 urna.
Cambiaia adamascada a II5OOO a peca.
Toilets para baptisado a 10| e 145000
um.
Cortinados bordados a 65, 75, 85, 95000
o par.
Dito de croubet a 505000 o dito.
Meiaspara homem a2|{W0O, 25800 at
1050' 0 a duzia.
Ditas pira senhora de 3^ a 155, idem.
GuarmcSes de veludbo bordados a vi-
uriiiio a 65 urna (alta novidade).
Cobertaa forradas a 25800 e 35 urna.
R nda do Ja pao a 200 ris o covado.
Madapdo Gema e Pellc de Ovo a
60500 a pea,
Damasco de 13 a 20000 o covado.
Pno da costa a 10400 o dito.
Lencos brincos e eom barra a 10800,
:.') .- 2550O a duzia.
Chales de cachemira a 20000 e 10400
uro.
Anquinhi-s a 10800 urna.
Fe.hus a 20, 35, 40, 50, 60, e 70000
am.
.Muitos outros artigos que vendemos com
25 i, de menos do que em outra parte.
lleni i(]iie da Silva Moreira
proveitem
E' p:ira acabar os a tigos
seguales:
amerii-a o de custo de 124 a peca,
eom uir. petj n toqi/i de. mofo a 54500 e 64000.
Dito B a V sf ae 74 por 54000.
A'g. dosinho marca T com pequeo toque de
avarin por 540OO peca.
. osioVe braaeca, l.ri_-o, de costo de 500 e 600
ris m -40 e 320 r.s .evado
Riecs corta de <- irbraia bordada, brancos e
d. ores a 44500 e !)4(>e&.
Sur de liaiSe, n ividatakj eom um metro de lar-
gor de pnc de 800 320 ris.
Cr toa americano r percalias a 240 ris.
C .-imoin. 'i \ retidos de senhoras de
500 /iO iiH.
. ,-h,-.aiis e felpudas de 44 e 54 a
24900 3451 0.
Armares de qoadroa, de 600 rs. a 360 ris.
Metas inalesas rtm ci aturas, para senhora, de
124 6 (01.
Z-i.'biroe de quadn s a 190, 1.40 e 240 ris.
(J urnas m^iizas par homens, de 604 a 364.
(i. lins de t. das as e rea a 14000 e 1400-
E muitos outru arti^us.que ae veodem com
iaroal abi.tm auto >
das Estrellas*
DE
viniiti:ii
Bonitos quadros oleograpuicos, a 5(5000 o
par.
Um jogo da gloria, a 1000.
Anquinhas a 10.rOO, urna.
Lindo sortimento de cadea de plaqu ame-
ricana.
Lindas pulseiras americanas, de 50, 75,
95 o par.
dem de 10, 25 e 35 o par.
Lindos broches de plaqu americano a 40.
dem desenhando urna thesoura, um peixe,
a 25 um.
Lindas guarnieres para toilet, a 120.
Guarnieres para camisa, plaqu americano,
garantidas por de? aunos, a 40 urna.
Carteiras para dinheiro, com repartimeja-
tos, de 10 a 100.
dem para letras, marcando os mezes de
Janeiro a Dezembro.
Lindas pastas de couro, chagrn, pellica e
velludo.
Espartillios de linbo a 30.
Lindas capellas com veos, para noiva, de
85 150.
Ramos de flores de laranjeira, de 10500
20500.
Boleas para menina, de 35, 45 e 60.
Meias para senhora a 100 a duzia, com
palmas de seda.
Lengos de linho em lindas caixas, a 30 e
duzia.
Chapelinas de setim para baptisado, a 60.
Sabonetes de diversas qualidades.
Para toilet :
Agua Florida e Celeste,
dem Divina,
dem Osea.
Pos de arroz Florida
llera idem Osea.
I lera idem Regina de Gelle Fleres.
Para o lengo :
Essencia Rita Sanglay.
dem Ixora.
dem Aida Bouquet de ExposicSo.
BARBOZA d SANTOS
f
!
i-,*
Loja
6 RA DUQUE DE CAXlAS-56
TYlqilione n.2I0
tMHattt
Pr* "LERY
sms-m en toA a a arto
** : A ES 5
Xd antea casa tariieiro da l.unha
niircni!
Setinetas 'avradas, lindos padroes a 280 rs. o co-
vado !
Fustoes brancos, novos deeenhos, a o20 e 400 rs.
o dito !
Esplendido sortimento do I 11 i.is las pra vestidos,
a 400 e 440 rs. o dito !
Cachemires felpadas a 14 a dito 2 larguras.
Mirins prc os s de cores a 8u0 rs. o dito! idem.
Veludilbcs de todas as core;, bordados, a 1 000 o
dito.'
Cr< t nes de cores firmes a 240 o dito bom ve-
rem.
Dam.-i-eo de 18,2 largona, proprio para capa3
de piano, a 24 o duo!
Pannos d-' lindos desenhos para mesas a 14600 o
dito !
Cottinadns b rdades. riquissiun.s, a 64 e 74 o par
Gutrnico-s de crochet par* s fia e cad--iras a 84!
<.-- 111.-.H.- 1 lineas inglezap a 364 a duzia!
L>it: .'c rr.-t.ne finas a 244 a dita !
tieroulas b ruadas a 124 e 184 a dita !
Lencmi pm linrfsa caixinhas a 34 a dita !
U.ia tarii K0 :a s> ufi-.rna a 64 a dita !
Chapeos pan :' i-s e oriancas a 245(0, 54 6
64000.
Esa'tilb < '- ii'aca a 44 e 54.
Biini uard Iva* a 360 rs. o covado!
I em branc n. 6, de linho a 1*500 o metro !
Tai des aveiu d a a 124, 154 224.
Su, riores redes Colchas francesa i k 34 urna.
C' be-tai- de nmip 2 pannos, a 34 !
Ideu. .1. seli.ietuo hu,.b a 34500 !
Lenco, s grandes de bramante a 24 !
Cambraia Victoria de 10 jardas a 34 a peca !
dem fin salpics brancos e de corea a 54, 54500
e 64, 10 jardas !
Madapoloes pelle do ovo a 642C0, 24 jardas.
Camisas e s^ias para senhoras por todo o preso.
Bordados de Cambraias finas a 14 a peca.
Fichas e capas de la a 24, 44 e 64.
Sortimento de casemiras, cheviots e pannos por
precos baratissimos.
Grande deposito de faiend s para os Srs. nego-
ciantes do centro, tendo descont as vendas em
groaso.
59-RA DUQUE DE CAXIAS-59
RECLAME
Urna experiencia
0 GRANDE ARMAZEM
DP
LOUVRE
A' RA PRIMEIRO DE MARCO N. 20
(ESQUINA)
Resolvendo liquidar grande variedade
de artigos por precos incontestaveis, ex-
poem a apreciacito publica os seguintes ar-
tigos :
Popelines de seda a 500 rs. o covado.
Setins de cores a 800 rs. o aovado.
Cambraias bordadas com salpicos de cor
a 60000 a pega.
M&dapoloes de 70 a pefa por 50500.
Meias francezas para homem a 70000 a
duzia.
Bordados tapados e transparentes de 500
a 10500, com pequeo defeito.
Cortes de cretone por precos sem com-
petencia.
Leques transparentes, grande novidade,
25000 nm.
Ditos de stiro a 55000, v*le 80000
um.
Cachemira de duas larguras de 10000 a
10400 o covado.
E muitos outros artigo.-* que serSo bre-
vemente annuticiados.
Casa de contianca de
FRANCISCO GURGEL 4 IRMA
Terreno
Vende-se um terreno confronte a estacao de
Principe, estrada de Joao de Batros, com 90 pal-
mos de frente e bastantes fundos, e com alicorees
para 3 casas; tratar na roa d'Apollo n. 30,pri-
eiro andar.
bobrado a vender-se
Vende-se o sobrado n. 67 ra da Aurora, eat
frente a ponte de Santa Isabel ; anem pretender,
pode entender-se com o corrector Pedro Jos Pin-
to, praca do Cimmercio.
Attenco
Veade-se a bes*, afree/uesada ta venia da ra
Vidal de Negreir., n. 2, pr>pr*h par. principian-
te por ter poneos fundo:. j da venda
o dono ter duas ; a tratar n. -ua de Nogueira
numero l.
ntisto
\


8
wj>
i1*

-
*,

ASSEHBLEA GEKAL

ciniRi O DBPITADO
.RESUMO DE UM DISCURSO PROFE-
RIDO NA SESSaO DE 38 DE JLT-
NIIO DE 1881
O Sr. Juvenolo de guiar diz
que,
i>
?'

tomando a palavra, desatt-n le aos
anselhos da cons.denea, qu o levara or-
dinariamente a arred-.r-se !a tribun, dei-
xando-a aos mais aotorUadoa.
Vem curoprir os deveres a que se julga
obriza .o para com o paiz, cujos interesses
Ihe nao podera ser iudiffjrentes; para com
a sua provincia, que sinceramente
mece; para eom os seus amigos polticos,
a\x- '. distinguiram com o mandato que
mais urna vez lhe dou u n lug..r ua Cma-
ra ; finalmente para com o governo, a
quem deve dizer a verdade.
A stuajAo pausada, depois de f-ita a re
forma eleitoral, .lias otra dos dousparti-
dos, recahindo e:a desoladora eaterifidade,
coromett u a serie de erros que se compl*-
taram com aquelks a qu deu origem a
questAo servil, a que o partido liberal,
forjado pelo apeito das ecamataocias,
se apegou como recurso extremo para man
ter-sa no poder.
Depois desse largo poriodo, d todo
perdido para o progresso o desenvolvimien-
to do paiz, cujos gran i-s destinos si re-
tardara, con ;entraram-se os anhelos do
orador na sitaajito, que surgiu em 20 de
Agosto de 1835, com o ministerio quo con
tava em
a expender, diz n
inverter a natnreza do trabalbo do gov ir-
no, mas o de s i auhr a sua 'actividsde
para que fija o q: se na prebende na
espli ira de sua aceito.
A reforma eleitoral acha-se incontesta
m ntc desmoralisada.
Est boje coademiada a li*, da din-
sao das provincias em circuios eleitorans,
e o orador a eo nbate com sineeridsde ti.n-
to maior quanto coata no d^stricto qae o
el'g.'U amigos, cujo auxilio, cuja dsdieacAo
nao lbe faltaro amanhil.
A nova lei te?- sm vista dar indepm-
cia ao eleitor e > leputilo; mas M o
eleitor, em o novo rgimen, e muito mais
indep^ndente lo que no antigo, o d;puta
do fieou muito mais dependente do
qu era, ti :o preso pir 'loas los --ao
eleitorado e ao governo, por aro.r d*st"
me8mo eleitorado. Demais, a eleicao ]>or
districto urna luta renuida e ardento de
que os contendores sahem muitas vezes
inimigos pisones ; e quando os part ios
nao ehegaiu a accordo quant apresen-
tajao dos cao Idatos, sublivitiera-se em
faccSsa e chegam multas v.zes, por cies-
a suffragar sa candidaturas dos ad
seu seio estadistas experientes,
peito,
versarlos.
Com o syst^oii actual, a poucos 8<*r
dada a reeleica i imposta pela Constituido
ao depuUdo qua entra para o raioisteric, o
que traz em barajos orgauisajo dos ga-
bi etes, que, nao sabe o orador se j fica-
ram alguraa vez podem fioar compoutos
com os mais provavelroente r^elegiveis,
nao com os mais aptos
u.o intuito de Inorar o interior" laqudle velhoV casaro {
na acredita qu a provincia de Pernam
buco tem o direito de pe !r que' se cons-'
trua un edifi lo apropriado sua Facul-
dade.
Parece que realmente o norte, se nAo
est abandonado, comj dizia ha pouco o
nobre depntndo pelo Para, tem merecido
pou o.
A este proposito letnbfa-se de-pedir no
ti-jias da commissAo nomead* o anoo pas-
sado para estuiar o beriberi naquelU parte
do imperio, a a r-sp-ito da qua nenbuma
palavra se en eontra no relatoru. do nobre
ministro lo imperio.
Deseja saber pirque a ooraroissAo nao
portio pira all.
Entre os assumpts sobre os quaes pede
a attenjo do governo nao deixar de par-
te a questAo servil
O orador taz extensas consiaerajSss
acerca desta questo, rebordando a sua
historia e apreciando o- acontec mentes
que se segalram s leis que moditicaram o
estado servil.
Entende que na situajo a que as cou-
sas chegaram do interesse geral tranquil-
lis .r a sociedade brasileira e preparar de
modo efficaz a substituijAo do trabalho es-
cravo por meio de previdencia legislativa
em que s*. marque brevo prazo para a ex-
tinejo da propriedade servil. E eonclue
fazendo votos para que, dentro desta mes-
na situacSo, caiba ao partido em que mi-
lita a felicilade e a gloria de dar a oasa
magna questSo a solujo definitiva que
ella exige.
vou dar as raz598 porque nS&tde Wfil :urso para proviment do
f>Ro dfti*flr do xrntav f*t\ntr* t\ nmivrtn. hp.npfio.io vacrrt *
Cumpre, portanto, alterar este systoma,
apt.does rnaaifeatai, esp^ranjis P^'ee" ou alar^n'd 08 d3trictos e acabando com
dorss, tendo frente urna gloria do part- 8 PRr,ltiriio. ou
do conservador, o velao chefe que pelo
ckefe novo havia sido sagrado o chef'f dos
chefes, o pontfice da grey.
Kntao antolharam-se ao orador gratas
conquistas.
Eram difficeis as cirjumstancias, mas
por isto mesmo propicias .o patritico em-
penbo-de regenerar o paiz.
Sabe que nao tarde para que o gover
no raetta hombros eropreza ; mas sb'
tambem que tempo de que o faca. Si
nieto ha sofregruidao, a sofreguidio dos
bons desejos do oradop.
O paiz sent impulsos para caminhar e
progredir ; sent que para isto possue ele-
mentos, e os contempla com a tortura do
condemnaoo toythologe, que mirria fi-
me e sele, tendo ao seu alcance truv
t i agua.
Lavra por todo o paiz desc-renca profun-
da ; e, porque nao quer ver o partido a
que pert-nce envolvido as ce-suras que
todos levantara, conjita-o, na pessoa d >
goverao, sabido do seu sio, tlho dos seus
esforj'-s, para que eropregue toia a acti-
vidad-, p >nha em contribuicao todo o pres-
timo de que dispoe, afim de reparar os ma-
lea 1-gados pela situajSo transacta, e ern-
p-ehender novos comroettimentos. K pre-
ciso cominhar; taes comnettimentos nao
nao destam da ndole do partido conaer
vador, que o verdadeiro partido liberal
no Brazil, e hilo de valer-lhe ttulos de
crdito
Antes de particularizar os sssunpts
para qu tem de pedir a attencao e os
desvelos do g-verno, .-.proveitando a up
portunidade, dir em relajao s oos iv ,-
c3s feitas hontem no senado pelo Si con-
selheiro Affonso C^ls> a proposito do o*u
fragio de um pequeo navio de guerra, la-
mentavel su-cesso que acaba de occorrer
no norte, que, segn lo cartas recebidas,
aaba que as condijSs em que se du o
ninistro nao era possivel haver ord-m no
modo de saldaros nautrag-s.
Tendo estas informa^ pletas, entende que do lea dever tornal
M publica1?, para que nao se fi.ca a aeju-
ssjSo de falta de presteza nos soccoiros
ie a provincia do orador devia prestar.
Pelo que toca administrajao da provin-
vi est cr*o de que o Dr. PeHro Vi;eu-
te, que Co solicito no desempenho dos
Seus deveres, nao t r ^eixado de tora,r
todas as providencias ao su alcance.
Voltando s coasideracoes que comeyara
o segundo escrutinio, ou voltando ao tvpo
constitucional da eleijao por provincit.
Tambem canoa de reformar o systoma
da eleiclo de (c-putados povinciaes.
E' igualmente necossario acabar com
certas incompatibilidades cleitoraes, exivge
radas em paiz, como o no&so, em que nao
abunda pessoal habilitado.
Se estivesse presente o nobre ministro
do imperio, p?dir-lhe-ha que se ententes-
se cora o seu collega da fazenda para que
esti atiante os seus planos de regenera-
cao de tinanci8; o orador assim se expri-
ma porque na i pode aereditar que quillo
^ue at hoje tem feito se limite.a os pla-
no de S Exc.
Urge que o goverao ;oasagre seus cui-
dados iastruejao publica, que da com-
pleta que er, pirnou-se i nprestavel, pelo
inflase das refirmas liberaes, para tuja
:ondeiuneco bast; terem ellas adoptada
a liberdade de frequeucia nos cursos su-
periores, rgimen que produzio os tristes
resultados que 3- 'ondensam no trabalho
que ltimamente publicou o 3r. conselhei-
Aflfonso Celso.
O orador demoa-se cm fazor sentir as
funestis consequ -ncias desse reg non
quanti vida escolar.
A's relaj5)s e:.tre ss mestres e os estu
9EMDO
DISCURSO PRONUNCIADO NA SES-
SAO DE 9 DE JULHO
CONGRUAS AOS VIGAEIOS ESTRANGEIEOS
O Sr. Siqnelra tiende- Sr.
presidente, nSo tomei parte na discussSo
deste projeeto nos dias anteriores, porque
logo no cornejo, foi-lhe proposto adiamen-
to ; e, tendo este sido plenamente justifi-
cado pelo nobre autor do requerimeno,
estando eu disposto a votar por elle, e slm
disso, emendando que a discussao do adia-
mento suspenda a da materia principal,
reservei-me, para no caso de" nao passar
o requeriraento, tomar parte na discussao
do projecto, justifijando o meu voto, con-
trario a elle. E' o que venho fazer.
Antes porm de cornejar, o Senado m*.
ha du permittir, que volte apresentac&o
posso detrar de votar contra o projecto
Eu o considero in8ufficnte, inexequi/el
e fnutil.
J todos os nobres senadores que tra
fallado sobre o assumpta, prncipalrnente
o nobre presidente do conselho, sustenta-
ram egtas mesmas idis, a insufficiencia e
inexquiblidade, e por conseguinte a inu-
tilidad do pmjecto.
O Sr. Affins > Celso : Proposito qu>
nao t-oi procedencia ilguoia. Pois ento
n5o l>a lei contra os bispos e contra os pa-
dres, que uao cumprem o seu dever, quan-
do ha contra os senadora*, Oootta os re-
presentantes da najSo?
O Siqueira Meodes : Eu desenvolve-
re! a minha these o projecto insufl
ciente ao tm qui se pretende, inaxequivel
e intil.
O art. 1 do projecto, mandando obser-
var o alvar das falcuda les, j em exeju-
j3o, em virtude da lei de 22 do Setembro
do 1828, altera, entretanto, a legislajao
oio smente civil, mas tambem a canonina.
Pelo alvar das faculdades de que trata
o projecto no seo art. 1 estavam regu-
lados os provimento8 n3o snente dos be-
nefi.-ios coro cura de almas, como dos be-
neficios simples. tolo cm su nma
Mas, os legisladores de cntao tiveram o
''.'ilado de, reconhieendo a conveniencia
da harmona entre os dous poderes, inserir
nessa lei as disposij3es cannicas.
Por esse alvar os provimentos doB bene-
ficios por apresentajao, co no era em Por-
tugal donde o heamos, tambera erara fei-
tos por propostas do bispo a apresentajao
do monareba.
Nao se marcava ontSo prazo para o
concurso, porque isto j eslava providen-
ciado no direito cannico onde expresso
que, vaga urna parochia, o bispo, si tor
nec ssario, notnear um vigario para re-
gel-a interina ou provisoriamente e no pra-
zo de 10 dias, abra concurro afim de ser
escolhido, vista das provas dos exames,
quera esteja no caso de ser o pastor per-
petuo. Nao maroou, porque mpossivel
determinarse, o prazo dentro do qual os
bispos deviam propor ao governo os preten-
deres ou candidatos, ou como quer que
se chamem, que se tivcisem mostrado ha-
bilitados no con jurso; entretanto que o
projecto fez urna alterajSo este respeito
e exige o impossivel marcando arbitraria-
mente 30 diss.
Eu disse que o projecto desnecessario,
beneficio vago.
Primeramente, senhores, cmo podo o
governo saoer. qu-.n lo se comphtaram os
15 dias depoia que se fizer o concurso era
qualquer um lugar fra ds. Corte? Mas'
quando elle siibi, quand9 se tenha isso
co nmunica 1 j, pergunto : ser possivel aem-
pre apresentar-s; a proposta dentro dos
quinze dia ? Nto. muitas "ezs ser met-
mo de conven!-n la que ella se demore.
O concurso para to los aqu-dles que se
julgarera habibltados. Supponha-se, por
nxemplo, qu; -ntre os que se apresentam
comparega un que nao er.. da diocese ou
esteve por longo temp 1 fr<. della, gosa da
melhor opinio no bispado, distinguiu 16
pelo ezarae, tendo o direito ser colUdo
em Io lugar; mas concluid) o concurso ha
una. denuncia contra elle, qu? faz vacillar
o bispo, tendo necsiidade de pedir infor-
maj338 para -i. 1 comm:tte.* a injustija de
preterir a este deixandode o propor a vista
da denuncia, sendo esti falsa neto aos ou-
tres, apresentrnlo em primeiro lugar aquel
ia se porveaturi real o t&:to que denun-
ciara ra. Continua.
VARIEDADES
dante
e s destes entre si : instrucja>
aeale/ni'a; seriedade do exames, qua se
conVerteraro em verdadeira lotera,o que
tudo a Faculdate do Recif;, em virtude
ia t-rma de proeder que trajou sua
miuii* 1 iln 1 riiiainri de reformaapurou
na prati.a para demonstrar a raprestaoili
; dade do que se innovara, e assim nao silo
justas os argaicSes ao corpo docente dossa
Kcuidado, que at se procurou m
est.belecendo entre
S. Paulo um confronto em que prmeira
caba o juizo desfavoravel, quando certo
que,
do requenmento, para rectifaoar um engao ng temos ,9B faca 89 executal-
que houve em relajao ao pensaroento que :r
ti ve, quando dei um aparta ao nobre autor I ^ de h fa ( pstg8 re|a53 da
desse requerimento. Pedia elle o ada- cnm q ^^
ment por 30 das, e eu disse em aparte Q ^ de overenJ.se 08 beneficios por
que melhor seria at que se mudasae a si- meo de apregen 50) e3ta regulado nao
sraente pelo alvar das taeultades, como
pela lei de 1828, de psrfeito accordo com
tuojo poltica.
Pareceu, si uo a todos, a alguns dos
nobres senadores, que eu pretenda dar a ; ^ d 8 8 canonic;8 marcando-se at
a esse projecto um carcter poltico, tanto ; 6Q dia8 q eon que me responderam immediatamente que arain,(lore8 de7ein S9r reiig0308 quan.
nao era questao polit.ca, P<> o projecto ; t(> Mr Qg qaae3 dtVBm 3.r tam.
eslava assigoado tambero polo Sr. senador ^ nom9ados ^ conoilio d0(!e8an0i ,
Oorrea. a| dawem oa bispos propor annualmente
NAo foi este o meu pensaroento; apenas ^ ^.^ e,c u aoa 1(,gl8iadore8 um,
uve por finman.fostSr a minha admira-, cr,.um8tan jao por ver no dominio conservador esUr-, ao cve, ra q ov;mento> 8 e8ta3
se fazendo escavajAo de quantas id es- ^ ^ eat^ & estao em seu pleno vigor,
travagantes, entenderam em outros teropos nntil ^ ^^ o saado p38 qua
apresentar, mas que depois os propnos au- q t y0 b da Caniara trata de cou-
alsmar, tores, reflect.nlo, reconheceraro a necessi /^ diyer3a>
dado de ficarem ellas sepultadas eterna-
mente ni archivo do Senado ou mesroo ou
mesroe no da Cmara dos Srs. Deputados.
se est;
que

Tf
f|'
iU^a
TSM
JOSLAKO\Z\
protestou logo contra a re-
mrm->, a prim-ira preferio tirar-lhe a liui
p > a v^lor pela experiencia.
Em materia de instruejao publisa, a pro-
vincia de Pemambuco tem m estrella ;
8ofifreu horrores com relajao instruejao
primaria; e sin la agoa o presidente, Dr.
Pedro Vicente de Azeved, por um acto,
que todos pplaudirara, acaba de reme i*r
gravea males, oriundos do dominio liberal
O orador des-.reve" o edificio em qua
est Facul Jade do Recifa, para mostrar
a sua imprjprie-lide, e diz que o Sr. mi
nistro do imperio tem procralo, acceden-
do s solicitajoes do director interino, rae-
Sira, sim, exclamaram simultanea-
ib iite Alice e Bertha.
Joo nao te ve remedio. Nao era hornera
que se fioste rogar ; narrou, pois,
zi o episodio do ataqu
A innovajAo neste ponto de que estava
tratando consistiu em marcar-se ao bispo o
O Sr. EscragnollaTaunay: -Naoapoia- P20, dentro d. qual elle deve propor ao
do : essa idea tem feito o seu caroinho, o governo os pretmdentes, que julgar habt-
adoptada por todas as nacBea civisa, \to***, P^ consegumte, no caso de serem
r I prvidos.
"O Sr. eiqueir. Alendes: -Este foi o Mas, senbores, como executar esta dis-
sentido do meu aparte, isto que este fre 1 pesijao T
nesi pelas reformas exageradas era mais Diz o projecto (l) :
desculpavel ua situajAo liberal, Jporque as- Art lo A pr>postade que trata o art
sent mais na intole d sse partilo que pro-
clamou reformas ^ou revolujio, do que no 1828, para a expedijao de cartas de apre
2o S 11 n. 2 da lei de 21 de Setembro de
POR
jr*s !H FLOT **ED80 M\EL

t|l!\Tt IMRTI
u u'' siogel
IKW\

n.
153
II
UTJc
do ataqun do
Jlindouttan pelos piratas malaios. Insisti,
u.r amizade, na en;rgia desenvolvida por
Maximiliano, mas passou modestamente
eo si'encio a parte que elle mesmo t:nha
tobado ujcombite.
Isso nao tazia conta a Joao.
Mas esse Lirouza, perguotou, nao
foi essa a primeira vez que o senhor o eu-
>u 1
Nao, responleu JjSo Tive ocosiSo
de o entor ar e nao a aproveitei.
Treguro teve de responder a muitas
p-rgunts*
Foi-lhe predso contar por miudo a pri
meira Iuta que teve de sustentar con o
; bandid 1 e explicar o motivo por que o ti-
poupado.
E depois nSo o encontrou mais ?
Perdao. 'Jos quinze dias depon da
I aventura do Hindoustan, indo eu reunir-me
programma conssrvador.
O Sr. Escragaolle Taunay : SAo ideas
sociaes, quenil) psrtencem exclusivamente
a este ou aquello partHo.
O Sr. Siqueira Mentes : Feita esta re-
sentajao de benficos ecclesiasticos, ser
remettida ;.o governo pelos bispos, gover-
nadores dos bispados ou vigarios capitula-
res, at quinze das iepois de ter sido tei-
to, nos termo do alvar de 14 de Abril
Amor ao campo
Salve, florestas virgens, rudes sorras.
Templos da iinmorrednura liberdade!
Salve) tres vezeasalvel emteusasyloa
Sinto-nie grande, vejo a Divindade !
(f. tavakes)
Amigo, o campo o oinho do poeta !
(CASTRO ALVES.)
Eu amo o cimpo como adora o ninho
O passarinho dos vergeis em flor,
Amo estas raattas, este co sereno,
Ocliraa ameno que me d vigor.
Amo o pomposo despontar do dia
Que da leera vein encheir minh'alma,
Amo os encantos d'esta natureza,
Esta tristeza seductora e calma.
Amo dos bosques o perfu ne agreste,
Amo o celeste gorgiar daf aves,
Do prado as flores da campia a relva,
Amo da selva rumores suaves.
O valle immenso, o matagal aombrio,
O claro rio que ondeando corre,
O canto extenso do namb aaudoso
Que m ivioso suspirando morre ;
As frescas auras, o luar soberbo
Que o mais acerbo padecer mitiga,
A endecha triste do camponio rude
E do alade a meloda amiga;
Os bandos frios, o leito espumoso,
O saboroso piqui da matta,
Os olhos negros da linda morena,
Meiga ajucena que sorrinrio matta ;
O sol ardeute, as crystalinas fontes,
Dos altos iBini's o perfil austero,
A flor silvestre que sustenta o ramo.. .
Tud'isso eu amo com amor sincero 1
Amo a neblina do serr empinado,
O ndio gado que no aprisco muge,
O porte altivo da gentil p&lmeira,
A cachoeira qu'espaUana e ruge.
Amo os trabalhos da agricultura
Que de fartura vem encher o lar,
Amo os regalos d'esta liberdade,
Bens que a cidade n'.o me pode dar.
Aqui s'expaade a pbantasia rlente,
Aqui conteute o eoraca 1 palpita,
Aqui se goza a fortaleza rude,
Do nma sa le quasi qu'infinita !.. .
Eu amo o campo como adoro o ninho
O passarinho dos vergis era flor,
Amo estis mattas, este co s:reno,
O clima ameno que me d vigor.
Maio de 1887.
Manoel Cavalcante de Mello Filho.
jetia iaduzil-o a contar,
racefites aventuras martimas, em que teve;a divsao en-ontrmos piratas na
d" latar com Jos L .ronza.
__ J|eu caro commandante, alase elle,
eontaraavme que anda existem ptraUi
nesta poca e que o senhor os cneontrou.
- Pirata \' Scm duvida existem e eu
-mhejo. Oihe, se :, doator A*ba
tivesse aqui, poderia dar lhe informajo^
minucioaaa sohre os feitos e a edit
nesses tratante,
Bertha levantou a voz :
Sera duvida. Maximiliano es:i
D03. Contou a aggressao que scfijU.
*E da qual s es;apou, grajas su a
iterveojAo, Sr. da Treguern, accrescen
a Sra. Francs om um olhar reconhj-
1
Ah 1 disse Jato, Arband contou-lhe.
sao ? 1 muito amav^l, tanto mais
< u nAo fiz mais do que camprir o meu de- discutir na presenc* das meninas que alli
E'certo que >i chegui a tempo estavam.
eom os marinheiros-. Se ebegasse dou*i Tamb^u o fn nte u, espontaueamen-
minutos mai- tar tfado uno I te, tods as iaormxjocs que podia foi ne-
- eJto da cadveres. i cer.
nbo, o negocio foi serio V Js.-es bandidos sao personagens sin
i D*rmsilly. Igalarea Vi vem era communidade, obtde-
Tudo qu.nto h. do mus serio, meu (^n ;0 (!b.Tupulosamente a ama senha e a
caro ami a antaridade inflaxivel, elle que nunca
Aqui e Sr. d'saac interv. quizeram sujeitar-se & lei social. Sao re-
' verdade, meu caro Jlo, vec jrutados entre tolos os povos, na escDria
cancanos con*au iari;mo mais J,a8 n^-s civilieadas, mas a maior pirte
narrasse uso mais por ratdo do qucosjda8 8Ua forj" conpoe-se de chins e de
jornaes o fizefaro. I ujalaios.
altura
Jas Malvinas. Dossa vez n3o nos derara
combate. E itritanto consegu metter a pi-
que um os seus juncos. N3o posso af
firmar que Lironza estivesse sua frente,
raas 'iesmnfiei muito que sim. Nao dovia
Cftar longe.
E sabia, insisti Darmailly, que esse
bandido foi capi'So de longo curso ?
__ Soube por elli mesroo. Elle expli-
civs ssim a pureza do seu accento.
Perfeitamente I murmurou o mojo
entre dentes. Ento nao um roytho.
Juliano teve por um momento a idea de
pedir mais roiaudeneias, especialmente so-
bre a mulher singular, cuja presenja junto
aos piratas as cartas de Maximiliano coita-
vam. Mas, nao s Joo podia nada saber a
respeito como era assumpto escabroso para
Em vio as esquadras das naj3js polica
das exer.em urna vigilancia activa, illes
conseguem illulii a. As enseadas da Indo-
china e de Born -u abrigano as suas esqua-
drilhas.
Tem esconderijos na8 ilhotas perdidas
da Micronesia, naa trras virgens da No-
va-Guin e da Nova-HolUnta, a despeito
da vigilancia incesaante dn Iaglaterra. Dio
a mAo os Mroris, aos Fidjianos antropo
pbagos, aos eonvicto da Australia. Con
tam-sechronica singulares, narrativas es-
tranhas do 8-u poder, da sua vida oceulta,
das suas cidtfdea escondidas as roat 18 e
as florestas. Tiram odro s mancheias
nos riachos aurferos que nos desconbece-
mos e quando nao s obtem viva forja,
comprara as suas escravas nos mercados
da Persia e do golfo de Osman. Disto nao
posso duvdar. Un dia destes Pouliguen
lhes contar o que vio as casas abando
nadas de Nicobar, os vestigios incootesta-
veis do rapto, do roub', deixados por es
sea bandidos ero toda a superficie do glo-
bo.
Todos prestavam attenjSo
Joao contnuou, animando se com as re-
cnrdaj3es :
Musulraano8 ou pagAos, adora lores
de Bu dba ou de tetichf s, os homens que
compSim as quadrilbas dessa organisajao
tero un culto commura, o culto da volup
tuosidade estranha que 83 ceva de orgias
e violencias, que os faz procurar com te-
raeridade furiosa a realisajAo dos soahos e
dos pssadellos que bes susoitaro o hachich
o o opio.
Sao daquelles que abrero o proprio peito
para agradar deusa Kouanyn, que se
deitam em baixo das rdas do carro de Jug
gernat, que se fazem enterrar vivos, roas
que se commovem ainda meno3 coro os sof-
friaento8 dos seus semelhantes, que igno
raro o que se.*ia a compaixAo, o medo, o
pudor, a probidade.
as suas narrativas cheias de imagecs,
naa suas vsSjs extticas, evocam a mira
gera de uro lugar de delicias, o nome de
urna cidade de prazeres sensmacs, que nin-
guem sabe dizer s) pertence s reg.oes do
mytho oa se urna realidade, um lugar
certo, algures debaixo da cupo'a do firmas
mente.
E qual essa nome; qual esse 1 -
gar pbanta8tico ? perguntou a Sra. Fran-
cs, muito interessada.
A essa cidade dXo ornme de Ora
Linga e eu nao posso explicar a origem
mytbica ou mystica desse nome.
Entretanto, interrompu Juliano, es
ses homens, dias o senhor, ob dcem a
urna senha. Pensa que easa aenha da-
da p do chefe de que fallou ha pouco, por
esse branoo, esse Laronza, to estranho
aos seus costunes, s suas crenjas I
Joao hesitou anees e responder.
A sua perguuta uro pouco embara-
josa, meu caro amigo Nao sei nada mais
preciso esse respeito. NAo posso affir-
mar que Laronza commanda todas essas
quadrilbas. Mas reio que boro numero
dellas jbedecem e dependero delle directa
ou indirectamente.
U tratante que eu tive em meu poder
nAo qualquer couaa. E' hornero de urna
audacia terrivel, de intellig^ncia prodigio
8a, marinheiro consummalo, tctico de pri-
meira ordem, e que se dispuzesse de um
exercito europ-m, podia estabelecer um
verdadeiro imperio nesaes mares.
Mas um hornera desses nAo se pote
contentar com esse imperio exerddo sobre
subditos que lhe sAo inferiores. De que
lbe serve dominar esses brutos, se l nao
ple ter, no seio desses povos meio selva-
gens, algumas das vantagens mais precio-
sas da civil8ajao ?
__ Sou da sua opiuio a esse respeito,
repondeu JoSo. Mas, a lib-rdaJenao va
le nada ? Nao o be= mais precioso ?
Darmailly sorrio.
__Sm duvida. Mas, ainda coro o ris-
co de parecer subtil, insistirei nesta dis
tincjSo. L'berdade, tinba elle na Europa,
coro a condijlo de ser horoom honrado,
submisso ao direito das gentes e s leis do
seu paiz Se, pois, elle violou essas leis,
foi porque essa liberdade n5o lhe bastou,
porque quera licenja para obter aquillo
qne a seu novo roo lo de vida nao lhe po-
de dar e que tem de conseguir pela violen-
cia.
E' muito justo, mas ende quer che-
gar ?
Siiiplesmente a isto : Proscripto, ba-
nido, Laronza nao deve ter cortado todas
as suas rdajSjs eom a Europa.
O tenente pareceu sdmraio
Nao acha suficiente as relajSea que
mantera com os pobre* navios mercantes e
vapores de tolos os tara anuos, quede mui-
to boa voat*d presoindiri&m dessa amiza-
de?
Tolos riram do gracejo.
Entao, disse Juliano, pensa que o Sr.
(JitSr 00 h irror i^ualar-:ne a natnresa,
Porm e .11,1 su etn vSo, que no in u peita
* mais t&curidadc, ha mais triatea !
(Bocaoe)
Como um croe fuaerario
iob as mil eonstellaj3:s,
Cobrem o azul celeste
Eapnss-1*, negros vulc3ep.
Abriram se 33 cataractas
Do co, em deusas cascatas
Desaba a chuva na trra ; ,
As aguas espada naudo,
Descero ao valle roncando
Pelos pmdores da serra I
O rio engrossando alaga
A veig, o prado distante,
As ondulado -s suaves
Da campia verdt-jante ;
Da c ta lupa o bramido
Se ouve como um gemido
Longo, forte, atroador;
E a cantilena senil
JJos sapos e insertos mil
Completa do quadro o horror !
E' urna noite de Junho,
Noite fra e invernosa,
Da mais medonha tristeza
Negra imagem pavorosa !
Ao rouco bramir do vento
Bate n'alma o pensaroento
Cheio de vago terror !..
E da saudade o aguilbAo
Vem magoar o oorajao
Do tristonho scismador .'..
E a chuva cabe em torrentes,
E rebrame o temporal
Batendo os campos e o espajo
Nes azas do vendaval...
Dos arvoredos frondosos
Curvam-se os caules vijosos
Ao perpassar das rajadas,
E das altivas palmeiras
As soberbas cabelleiras
Se retoroem desgrenhadas!..
Quo differente esta noite
De urna noite de verAo
Quando a la esplendorosa
Brilha na vasta amplHSo !
Nos jardins brotam as flores,
As brisas fallara de amores,
Tudo luz e poesia. .
SAo noites foitas pVamar-se,
P'ra se folgar e cantarse,
Noites de pura alegria.
Todos por certo preferem
A bella noite de estic
A' fra e medonha noite
D'inverno triste e sombro ;
Aquella dos namorados,
Dos felices desposados
D'aquelie que pode amar ;
Gorrero brandas como um rio...
Eu tambero as aprecio,
Tambem gosto do luar.
Alas como nao tenho amores,
Eu amo a noite d'inverno ;
Ella a viva imagem
Do meu padecer eterno !
Gosto da furia dos ventos,
Da lucta dos elementos,
Da chuva em deusas cohorte;
Essa tristeza me agrada
Traz-roe alroa amargurada
Sensajo.'s vivas e fortes !..
S tu, pois, bm vinda, noite,
Escora noite de Junho 1
Foi o mez ero que eu nasci :
Trouxe da tristeza o cunho...
Bem vinda tu qu'ero meu peito,
Ao duro pezar a feito,
Geras estranho prazT i..
Que s horrendase eonhece,
Mas n'est'alma que padece
Mais horrendo, .o soffrer I
Manoel CAVALQA|tfB de Mello Filho
Noite de 22 de Junho de 1887.
Jos Laronza contentas^ .-ora os cumpri-
mentos que troca com os commerciaas ?
Assim parece, e eu o creio.
Entao, -esse pirata nunca sabe das
reg3ea onde reina ?
Para que sabir de l ?
Oh 1 por muit<)8 motivos, entre ou-
tros para rever essa gente que tosqueia
tao imprudentemente. Elle principe e
senhor. Nao pote elle, com um pseudo-
nymo visitar a nossa trra, percorrer o
nosso territorio e as noas8 grandes cida-
des, incgnito T
Dessa vez to 'os pr 'star.nn attenjAo a
Darmailly.
Tinha elle pronunciado essas palavras
ero to a de ui. a interrogajAo que j tinha
resposta
Comprehenderam que elle sabia alguma
cousa.
Ah I meu caro Juliano, exclaraou de
Treguern, parece saber muito mais do que
eu dos costumes, dos actos e dos gestos
desse Laronza
O futuro juiz abanou a cabe ja.
Infelizmente I ainda nSo sei bastan-
te, meu caro amigo. O que eu sei, a Sra.
Francs sabe to bem. como eu ; e, olhe,
vou lhe disar tudo. Q lando o senhor, ha
pauso, narrou o seu ultimo encontr com
os pirataa, estive para dizer que o senhor
onganava se. Jos L ronza nao estava
t-sta dos piratas que o senhor atacou e
perseguio no go.fo de Ornan.
Como sabe ?
Repito, como sabe minha ta e como
poderia saber a menina B irtha. se nSo ti
veas irnos julgado prudente occultar-lbe cor-
tos factos, para nAo assustal-a.
Oh I exclamou Bertha, um pouco
perturbada, ento ha alguma cousa que po-
de assustar me T
A Sra. Francs olhou para o sobrinho,
como para lbe pedir silencio, e dirigindo se
menina assustad* :
Tranquilase, Berthi, disse ella sor-
rindo. Essea receios nunca foram serios.
B, a fall.r a verdade, o que Maximiliano
escreveu antes urna desconfianji do
que a certeza de uro perigo.
- Mas ? insisti Bertha.
E fallando cora vivacidade :
Sr. Juliano, pe jo lhe que aos dig 1
tudo quanto sabe.
O mojo nSo quiz protongar mais o desa-
socego daquella a quera araava.
Minha senhora, disse elle eo 1 calma,
as cartas do senhor sea mano u -iem s
mente isto, que "Jos Laronza, cuja pre-
senja o Sr. de Treguern julgou notar no
Ocano Indico, estava nessa data ero ter-
ritorio inglez, em Singapoor, e que mais
tarde, por um capricho singular, achou-se
com o doutor era territorio australiano.
Ah Laximiliano escreveu todo isso
Sim, e eu o julgo observador sagaz
denjais pa-a ser induzido a erro serio de-
mais para communicar a outro conjecturas
iufundadaa. *
Illudio assim as perguntas mais etqhara-
josas, resolvido a interrogar mais minuuio-
saraente o official, quando estivesse so-com
elle.
Bertha deu-se por satisfeita com essas
explicaj3es. Talvez ella tambem preten-
desse mais tarde voltar a esse assumpto in-
teressante.
Nessa occa8o levantaram-se da mesa.
Pouco a pouco a conversa geral fez es-
quecer o incidente.
E como, afiual de contas, s havia os-
peranjas e boas noticias, a conversa foi
alegre.
S Renata conservou um vi tambre de
tristeza na sua bella fronte.
IV
No dia seguinto, pela mauha, Darnjailiy
foi ao hotel d'O^say. A sua conversa da
vespera com Joo de Treguern o tinha
preoecupado toda a noite. Elle era dessas
naturezas que se dedicara completamente.
Para elle era um dever descobrir o myste-
rio. Demais, achava um verdadeiro at-
tractivo neasa profiaso policial que offere-
ceu-se repentinamente sua actividade.
Comprehendeu que nAo podia socegar an-
tes de descobrir a palavra desse enigma
terrivel, cujos meandros pareca.a cercar
os entes a que a tia e elle tinhara votado
urna affeijAo sincera.
Nao querendo perder tempo, foi apanhar
o tenente ao sahir da cama, afin de obter
delle as particularidades que, na vespera,
julgou dever calar, ou por modestia, ou
porque receiava ser importuno.
E' claro, dizift o mojo, que esse ofi-
cial sabe mais a respeito desse Laronza do
que quiz dizer. Se materialmente pos-
sivel que o pirata tivesse podido ir, no
tempo indicado, de Pariz a Singapoor, pa-
rando no Ocano Iadico, nao havia mais
duvida sobre o fim a que quera chegac.
, (Continuar-se-nx)
Typ- do Diario ra u iv de Carias a. 42.
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