Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19102


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Full Text
i n 1i; 11 -- j ii tm w
PIRA A CAJ^T^I, E tiem OTWUIE SAO WK P.U#fRT8
Por tres mezes iai.fa3oa............... fvSOO
Por seis ditoa idem!......... ...... 12|>0G0
Por um anno dem. '............. 23,5000
Cada numero avulao, do ni es m o dk.........< 100
'"*"
SfilIA-fiBIBA- 8 I JLI DE 1881
PARA ESTRO K PORA DA PROTIMC1A
Por seis meses adiantados............... 13|550C
Por nove ditos idem.........'........ 20 Por um anno idem................. 270(-OC
Cada numero avulso, de dias anterioras..........; (510'

jproprieimfce if JRanoel Xtgnriroa He Jada i /Hijos
On Srs. Amedo L'rlnee A C
de Pars, aS oa ocasos agentes
exclusivas de aonuocio e pu-
bliracus na branca e I^gl --
trra
I
*>'

TELEGRAMMAS
183(0 PASTICULAS 23 DIASIC
RIO >B JANEIRO, 7 de Julbo, s 4
oras e 45 minutos da tarde. (tiecebido
a 5 horas e 55 minutos, pelo cabo sub-
marino).
Huuve boje sexmo na Cmara don
Dcpuladu.
O Sr. Dr. Bosa c Silva cu i ion
ea urna representaro da Asso-
ciaia o Cornmercial Beneflcente de
Peroambaco. cm que pede a eiCin-
rriu ;l : imposto obre o assncnr ex-
portado. Foi rrmellliln A rommtn-
ao competente a refer Ja repre-
sentarn.
" mc^ni- Sr. deputado emiou
mesa i!ni projerto rit:niiinilo den-
de J dito ImpoNto. Ente projecto
est a Iaciuic todo* o de Pernanbaco.
O Sr. mlnlntro da faaenda respon-
den boje Interpellaeo aonuncla-
da pelo Sr. Dr Pedro da rnnbn Bel
tral que a fundamentos!, relativa a
exrrnrao da ora tarifa daa airan
d<*sa* do Imperio, a eomerar do I
do ferreite anea
Sobre este mesmo a implo falla-
ran! mais a* Srs. eonaetlhelro Fran.
rir<> Bellaarlo. larn de t.unliv c
adrado Flguelra.
Para o proloagamento da entrada
de fe-ro do ReHr> ao S Franelseo,
aeabam de aer nom*a1oii i
Chefe de erra, o Dr. Brasa Tor-
rea t ajmlante de l claaae o Dr-
Theophllo de Vaseoncello*.
gagode dous ou mais elementas ptaatiaiarios, que anne pausado refere-se a urna reatituigo preten
se d o come de meridios.
Vejamos que idea devenios ligar-lhes.
Nos plastidios a individualidde era resaltante
de um facto primitivo iuheren'e s proprieda I s
das substancias bioplasmaaticas. em virtu le da
dida p ir terceiro, aem prova,conveniente, que mos-
trass<* ter sido o dinbeiro emprestada por este.
Qnant i ae que occorreu na municipio da Eeca -
da, v-sc da informago prestada p lo colliet t,
devolvida a esaa Thesouraria. que a quantia de
qual ellas nao pid-in exceder uinaa certas (licen- lOOOl partencia a filha de Roaalina e fdra pVir
boes ; pode diaer-ae que abi ba a indi vi luahdade 1 ella r* coluida para promover-se a liberdade de
t 8


QUITO, 5 de Julhn.

* Insnrrelc arha-ae reducida a
proporcSe* taea. que nao delxa da-
vida aicuma aobre ana prxima ter-
alnaco.
RIO DE JANEIRO, 6 de Julho, s 6
horas e 45 minutas da tarde.
A Cmara doa Oepatados votan em
9.* dlocDMo o oreamento do Uinls-
terlo da duaMca.
Foi eleilo deputado pelo *. dlstrt-
eto dr ,Hinn Geraes o Sr. Dr. Custo-
dio Martin*, liberal.
LONDRES, 6 de Julho.
Oa j irnac* ingleases mosfram-ae
iateirnmenii- mnllfeltos rom o pro-
redlntemt -> "verno de aua naeao
peranlc n qai*l eaypcla.
Teleara-nm nnnunrtam que Slr
Hcbi-j tirumm >- il HOllf ei e pre-
paran 1 para delxnr Conatantlno-
pla.
Conaldera ae que o praao concedi-
do & Porta Ottomana. contlnu'a at
a partida de Conatantinopla do de-
legado Inglea
VIENNA, 6 de Julho.
Sabe-ae que o principe Alexandre
de Battenbera;, recuaa de novo qual-
quer candidatura ao principado da
Balearla.
ROMA, 6 de Julho.
O estado de aaa'de "do Sr. Calmil
aprsenla urna aenslvel melbora.
rVgasuia Ha vas, filial em Pernambueo,
7 i Julho HB 1887.
NSTRDCCiO POPULAR
BIOLOGA
(Extrahido)
DA BIBLIOTHKCa. DO POVO E DAS K8COLA8
AS LEIS D4 OBCSAWISACAO
( Con/itif(io )
| A t aqui an colomaa eram apenas t illectivida-
des sem grande ligacSo de interesses ; nao aot
friam com as matilaeoes que nellas se efiectuas-
sem cada peda?o que se separaese contmnava a
e ntituir am. aova colonia. Nao bavia n'ellas
uii-dade de celo nem de reaeco. Qiando sobre
vem o pMrmorphismo e a diviao physiologica do
trao .Iho, appareee ento a nova lei da solidaneda-
de doa elementos anatmicos caloniaes.
Reunidas doua individuos elementares, dividm-
>, eotre si as faneces vieses de moda que um
deltes s eucarregue de um certo numero dellaa e
o outro daa reatantes, ficaro os dous iodissoluvel-
m"nte ligado, e a sua desuna pode acarretar a
uvrte de ambo.
E' a atas novas unidades resultantes da aggre-
essencial ou nnatumica. N >s meridios, pelo can-
contrario, a individualidade resulta apenas da
unii: ou pacto societario, estabelecido pelas ele
meotos colonias que renaem os seus eaf >rc:s dif
ferentes, concorrenda para um fiui commum ; por
iito se v que a individualidade do meridia de-
rivad* do f'uncei nilisma da colonia, padeodo cha-
ma.'-selhe individu ilidude pbysiologica.
Sobreven) um ontro fael resultante das aggre-
gacoos colsniaea. Em todas estas colonias de pas
tidios cst s adejuiretn ( m possuiam, desde o seu estado de liberdade, de ae
reproduzrem em massas semelbantes) urna nova
propriedade,a de, urna vez isolados da colonia,
irem, pela nimple re,'>roduccaa de novas plaatidios
formar um aggregado colonial emelbnte a colo-
nia de que elle mesmo fazia parte. Esta funccSo,
que a verdadeira reprodaccao pbyiolr-gica,
principio a anagio de todas os individuos da col
na, vai restringindo-se e localisando-se cada vez
mais, medida que o poly..iorpbismo colunial
augmenta.
Da colonia podem entaa separar-se certos ele
mentos que, em todos os individuos da long se-
rio-dos vege'aes e animaos, ee apres ntam cam as
duss formas caracteristicas primitivas das monerns
solidarias : a forma amibaide, representada pelo
ovo ou elemento femea, e a forma fl.gellifera, re
pr-sentada pelo spermatezoide na elemento macho.
EntSo a reproduce.!'', cha:n:.i i sexuada, az ae
com a uniSo dos dona elementos macho e femea,
iato pela fecundacSo. D'eat resolta que, aendo
os elementos reproductores originarios de dous in-
dividuos diff-rentes, eui geral, o* caracteres com-
murin a ambos tenderam a accentu. r-se, temando
urna fizidez cada vezmaior, e a formar deste modo
series de organismos indentieamente confirmados
e apparentemente immutaveis. A eatas seres de
formas chama-se especies. Apparecem como re-
sultado da geracia sexnada.
Esta, por sua vez, prjvio do pilymorphismo
colonial, da divisao do trabnlho, e da solidarieda-
de, por elle gerada as associacoes de plastidios.
O pnlymorphismo, como tambem assentajios, nao
mais de que a consequencia legitima da variabi-
lidade das massas protiplasmaticaa plastidiarias,
e da independencia dos elementos da colonia. Fi-
nalmente ainds, esta independenci tema sua or
gem na limitaco natural do tamanho das masase
protoplasmaticas.
Pelo modo maia aimples ee explica, perianto, a
formacAo das especies, que se perpetan) por meio
da gem cao sexuada.
Com as novas individualidades pbysiologieas,
chamadas meridios, d se o m^smo q'ie com os
individ'.us elementares que os compdein (>s plae-
tidios i. Isto : oa meridios teem tambem um li -
mitc de creso ment. Efectivamente, at um cer-
to ponto a associaco dos elementos plastidiarios
favoravel e vantaj em qu- a addicao de na vos plastidios se turnara
am perigo para a vida commum colonial. E e te
momento chegar farcosamente, por isso qm: os
individuos componentes nao cessain de reproduzir-
se, gerando novoa elementos ; s podem conse var
a sua existencia aquellas colonias em que eises
elementos, constantemente creados, puderem ir
grupando-se em novoa individuos eolomaesme-
ridios.
(Continua)
Petrolina afi"> de ser snbinettido .'onsideraco
dessa Aasembla.Commuuic* u-se a presidente e
ven adores da Cmara Municipal Je Petrolina.
Ao inspector do Tbesouro Provincial.De
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia c .m-
munico a V. f. para os divides fina que no reque-
rimento do thesonreiro das loteras para o fundo
de emancipado e educaco de ingenuos da Col
nia Isabel relativo ao adiamento da grande lotera
de 4,000:001 000 a quo se refere a intormac'io
desse Tbeaonro de 10 do corrente, n. 610, foi h je
proferido o despacho seguinte:
Em vista daa int rmaco_'9 do Thesonro Pro
vincia1 nao ba que daferir.
Consta do despach de 14 de Dezembro do
anno passado que o adiamento entao concedido foi
definitivamente ultimo e nico, obrigando-se o np-
plicante a depositar no Thesouro ou no Banco do
Brasil, na conformidade do art. 7 do regulamento
de 27 de Abril de 1855 a importancia dos bilhetes
__*arte ornen*
l.overno la Provincia
REDIENTE DO DU 13 DE HAIO DE 1887
Actos :
O presidente da provincia, attendendo ao
que requereu o jnix municipal e de orpboa do
termo d.: L'opoldina, bacharel Manoel Perreira
Escobar Junioi, resol ve conceder ln* tres mezes de
licenca, com oa vencimentoa a que tiver direito,
pa'a tratar de sua aaode, Jevendo o peticionario
entrar no goso da refer Ja liceuca no praso de 45
dias.
O presidente da provincia attendendo ao que
requereu Vicente de Mora>-s Mello, professor da
aula pratica anoexa A Escola Normal, e t-ndo em
visti as informadles de 23 d : Mar;a ultimo, do
director da mesma Escola e a de bontem datada,
seo n. 134, do inepector geral da iostruccao pu-
blica, resolvc jubilar o peticionario com a pensio
a que tiver direito nos termas dos arta 153 n. III,
1 o 3 e 157 do regulamento d 6 de Feverer >
de 1885 por contar mais de 25 anuos de excrcicio
envetivo e provar impoaaiblidade, por molestia, de
continuar no magisterio.'Jommnuicoo-se ao ios-
peetor geial da instruccao publica.
O presidente da provincia resolvc de confor-
midade com a prop ist* do Dr. chefe de polica,
em otHcio n. 440, de 10 do corrente, nomeai os
cidadaoa Joaquina do Reg Csvalcante de Al'au-
querque e Rufino Cancu Cavalcante, para exerco-
rem aa cargos de 2 e 3 supplentes do subdelega-
do do 2 districto da 1* delegada de Serinha^m,
na ordem em que se acbam collocados.
Officios :
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Convm que V V. 8. informe qual a lotacila, a
jue ltimamente se tiver procedido dos ofii:iaa
de juatica da tomare i de Jaboato, exe cidos por
Angusto Xavier Carneiro da Cunha.
Ao ineamoMande V. S. ajostar contas e
passat guia aepbarmaceutio do preaidio de Fer-
nando de Noronha, Jos da Fonseca e Silva, qne
ri gressa afim de reassumir o exercicio de seu
cargo. *
Ao mesmo. -Com a informaco, por co^ia,
do engenheiro daa obras militares de bontem, sob
n. 131. transmiti a V. S. para os flus conveaien
tea as inclusas notas do gas consumido com a illu-
mio-.cao da enfermara militar e quarteis da cam-
panhia de cavallaria e dos batnlnaes 2 e 14" de
infantaria, durante o mes de Abril fiado.C>ua-
monicou-seao brigadeiro commandante las amas.
Ao mesmo.Na forma do aviso do Ministe-
rio da Guerra, de 28 de Abril de 1877, dirigid a
presidencia da Babia e publicado no Diario Offi
cial n. 115, de 23 de Maio do mesmo anno, inunde
V. ."v abonar ao commandante d compaohia de
cavallaria a importancia de 2:7200X) para a
compra de 17 cavallos que faltam para o estado
completo da cavalbada'da mencionada compaohia.
Communicon-se ao biigadeiro commandante das
armas.
Ao mesmo. Tenho presente o officio do 12
de Marco, ultimo, sob n. 154, com o qual V S. nub-
mett. deciso desta presidente, a duvida expos-
ta pela conta loria deaoa Thesouraria, quantc ao
peculio da eacrava Kosalina, recelhido colie.-to-
rii geral do municipio da Escada para promover-
se a sua liberdade, e entregue a Prxedes Ro- ali-
a filha daque la, cajo acto foi approvado par meo
antecessor, em 21 de Outubro do anno paasac o,
vista dos avisos de 9 de Oatubra de 1873 u 24 de
Julho de 1874
Assenta essi dnvida na doutrina do aviso dn 25
de Setembro de 1877 e 6 de Novembro do i.nno
passado, em virtude dos quaes os peculios s de-
vem ser entregues a requerimento do senhor ou
do carador do escravo, para aerem applicadi
liberdade deste. .
Em reaposta declaro-lhe, para os fina conve-
nientes, que nio sao anlogos os casos de que se
trata. O avicode 25 de Setembro de 1887 ap-
plicavel a condicoes de ser o peculio pertenesnte
ao eacravo litiertando i e o de 6 de Novembiodo
a-"" i.i
sua mai ; e qu sendo contraria a decisSo do p ci-
to, pr- tenda se conseguir o resultado por outro
modo o que en razoavel, tanto mais, quanto a
Bcnho-a de Roliaana, bavia mais de 3 anuos, trans-
ferir sua nsideucia p.ra o municipio de Gamel-
leira.
Nao proc' dend >, portanto, a duvida, deve ser
igualmente cumprida a ultima parte do oflk-i do
mm antecessor.
Ao superintendente da estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco.A' vista do que Vmc, ex-
poe no officio de 9 do corrente, approvo proviso-
riamente, sem prejuizo da duvida proposta ao mi-
nisterio da agricultura, commercio e obras publi-
cas, em 30 de Abril ultimo, a licenca de 3 mezas,
concedida pela directora desea estrada de fi-rro
ao contra mestre das ifficinas, Robert Weld Charl
tou, para tra'ar de sna saude na Europa, obser
vando-se a respeito o disposto do aviso do mesmo
minibterio, de 9 de Novembro de 1883 C mmu-
nicou-su ao engenheiro fiscal.
Ao juiz municipal e de orphaos dos teimos
reunido^ de Granito e Ex. A consulta contida
no officio a que respondo, de 25 de Setem'iro do
auno passado, segundo verifiquei de informxcoes
prestada- pido Dr, juiz d- din-ito da comarca e
pela Cmara Municipal da Ex, versa sobre o em
prego de medidas tenden'ea melbr fiscalisacao
das rendas do patrimonio do Senber Santo Chris
to do Ex. Sendo assim e tendo o patrimonio ad-
ministrad .r, a este cabe promover o quejulgar
conveniente a rcapeito; vista do aviso do Mi-
nisterio do Imperio de 11 de Fevereiro de 1836.
Portaras :
Para os devidos effeitos cemmunico Cma-
ra Municipal do Ri-cife, que no rccnr.'o de Euge-
nio Lauro Maciel Monteiro, allndido em sua infor
maca) de 27 de Abril, profer boje o seguinte des-
pacha :
Dea provimrnto para declarar sem eff'ito o
acto da (Jamara Municipal do Recife, que nomeou
um es- rivli especial para o juiz de paz da fre-
guezia de N asa Senh ra do Poco da Panella,
quande nao se provou conveniencia de servico
nem que a subdelegada tivesse escrivo que qui-
zease exercer separadamente, nem ainda autorsa-
c2o do juis de direito.
Oa juizes d paz servem cum os escrivaea da
subdelegacia. E, ainda assim, por morte does-
crivSo da subdelegacia qu accumulava as duas
fun co a, o juiz de paz ento em exercicie propoz
Cmara que continuusse, como cstva. servindo
perante o mesmo e escrivo do subdelegado.
Parm a Cmara, nao attendendo a sua pro
posta (de 20 de Dez- moro de 1886) preferio a de
outro ju% de paz, a 7 de Janeiro de 1887, em sen
tido contrario, para que se fizesse nomeaco de
escrivo especial.
Nao ha razo de preferencia da segunda propos-
ta sobre a primvira. importando cre^co de urna
escrivaoia de paz privativa, com embaraco do ser
vic da subdelegacia.
Esta a doutrina que mais se conforma com 8
lei, reulamentos e avisos do governo imperial
(avises de 17 de Margo deste anno, ns. 1, 7 e 9)
A' vista do aasumpto constante do officio n
31 e mais documentos juntos por copU, que a C
mar Municipal do R-cife dirigio-me em 11 do
corrente m>-z repr. sentanda contra o vereador
commissario de polica, recommendn Cmara
que ouvindo ao referido venador me transmita a
sua infirmacoo afim de que possa esta presiJen-
cia resolver a respeito.
Dos d-.us officios juntos por copia de 2 e 3 do
corrente consta que o presidente da Cmara Mu-
nicipal de Strnhem, u pretexto de desobediencia,
suspendeu do exercicio o cargo de procurador da
municipalidade.
Quatro vereadores por isso solicitaran) unri
sesso extraordinaria da Cmara e nao sendo at-
ttndidoa por ter o presidente segundo allegou, auo
roetti Jo o aaaumpto i minba eonsideraco ; toman-
do a delberaco de reunir se no dia que haviam
indicado.
Da acta e u>?',3 documento cons'intes de nm
d.s ditos officios, v s que o presidente preten-
da obligar o procurador a receber c mo dnheiro
de um devedor, um maidado de pagameoto de
custas.
Em mateiia pon uo se jolga por ampliaco
nem por preBumpc>. As cmaras sobre dispoai-
ce p-culiares e expri ssaa de p .aturas nao tem
pela le de Io de Outubro de 1828 a faculdade de
suspender do exercicio dos cargas aos seus empre
gados nem preventiva nem corrrcionalm n' -.
E' mauifesta portanto a irr"gu!aridade e ainda
mais extranbiVcl o motivo que o determioou.
Tambem uo foi regular o acto dos vereaiores
reunindo se sob sua proaria aut.ridade s'rem
convocares embira o finasen) afim de d librar
sobre om acto ille^al d > su presidente.
A vista do exposto recommendo a Ctmara Mi
nieipal de Serinbem que immediatamente faca
restituir o referido funecionario ao exercicio do
cargo e tomando couh cimoto dos f iCtos resolva
como conber em suas attribuicoes solicitando
tambem deata presidencia as providencias que
julgar convenientes caso reconbeca do exame da
questo e do mais que chegar ao sen conhecimeio,
que convenha promover-ae a respousabilidade cri-
minal de alguem.
- Determino a Cmara Municipal de Ouricury
expega as ordena do estylo e oommunicaco.'s aos
juizes de paz afim de qu no da 22 de Julho
vindouro se proceda de uovo mase municipio a
eleico de vereadores e juizes de paz a qual ficou
insubsistente por terem os respectivos trabalbos a
15 de Abril findo, se prolongado alin daa 7 huras
da noite.Communicon-se ao jais de paz mais
votado.
Portaras :
O Sr. gerente da Compaohia Pernambucana
de Navegaco mande transportar gratuitamente
a r para o preaidio de Fernando de Noronha o
pharmaceutico Jos da Fonseca e Silva, sua mu-
Iber e filhas menores de 4 annos.
O Sr. superintendente da Entrada de Ferro
do Recife ao S. Francisco sirva-se de providenciar
brevemente afim de ser transportado gratuitamen-
te em carro de 1 c'asse com direito bsgagem
da estaco de Uua daa Cinco Pontaa Frederico
Uuilberms Mohanpt, quando all be apresentar.
O.Sr. superintendente da Estrada de Ferro do
Recife ao S. Francisco sirva-se de mandar conce-
der trnnaporte. em carro de 3 clases da estaco
das Cinco Pontas de una, por conta das gratuitas
a qne o governo tem direito ao cabo do Carpo de
Polica Camilio Borges da Silveira Tavares e sua
mulher com direito a bagagem at o mximo de
150 kilogrammas.
-OS. superintendente da estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco, sirva-se de mandar trans-
poriar granilaraente em carro de 3* classe a' a
est cao de Ga neileira a duas pracas do corpo de
po.icia de nomes Agostinho Beierra da 8ilva e
Antonio L'iiz Ferreira.
EXPCDrasTB ao na. sccrktabio
Offici.s:
Ao agente da Companha Braaeira de Na-
vegago S. Exe. 8r. pr. sidente da provincia
fi.ou inteirado pelo officio de Y. Exe. de qne o va-
por Pernambuco, entrado boje As 6 horas da ma-
nb dos portos do norte seguir para os do sul
amaoh a 4 da tard .
Ao 1.* secretario da Assembla Legislativa
Provincial.O Exm. Sr. presidente da provincia .
manda transmittir a V. S. o projecto de postaras mas defeaa, e Jos Francisco e Joo Fernandts
addivionaes envdo pela Casoar Municipal de' das Naves, por embriagues e distnabios.
A' ordem do do Io diatricto da Boa Vista, Ma-
noel Joaquim de Moura, por d8tuibios.
A' ordem da de Belm, Antonio Jos Alves,
Francelina Mara da C mceico e Antonio Ray-
mundo Gaimaiea, como Ji-sorleiros.
A' ordem do do Io disticto de Afogadoi, Mara
Rosa, por cff'nsaa moral publica.
O delegado do termo de Bom Jardn) em data
de 1 do corrente, acompanbado do Dr. promotor
publica, do escrivlo e do rcpictivo carcereiro fez
a visita na cadeia publica da comarca e nella en-
contrn 14 presos, sendo 6 sentenciados, 4 p'O-
nnnciados e 4 denaneiadoa, nenhuma reclamaco
fizeram.
Ainda no dia 27 de Junhi ultimo, particlpou-me
o delegado do termo de Taquaretinga, qne acom-
panbado do Dr. promotor pu 'lies da camarca fez
a visita na cadeia publica c ter encontrado tudo
em boa ordem.
Communiccu-me o cidado Thom C irreia de
vendidos e dos que se f ssem vendendo at a poca Araujo, em officio datado de ante h intem, ter re-
da extraccao, prestando immediatamente em se-1 asBumido o exercicio do argo de. delegado do ter
suida contas do estado da lotera. O snpplicante mo de N izareth.
uo tendo prejt-id > essas contas e apenas entrado,
por intermedio de sua agencia na corte, at 30
de Abril, com a quantia de 636:851 {000 para o
Banco do Brasil, o Tbesouro fez tmalas por coi-
pregado commissionado para esae fim, o qual exa-
minando sena livros, pelas proprias declacoea do
snpplicante, verificou, como consta do officio n. 600,
de 4 do mea corrente, qne dos bilhetes que o sup-
plicante tem em seu poder, excluidos os que estla
a cargo de fu agencia na corte, e existem
5:275000, de onde deduz: Ja i.quell quantia em
bilhetes. ainda outraa que e supplic ."te declara
que se aehain na ag ncia d<< Rio Gran 'e u
(50; e aii da 156:576(00C que iliz ter em ordena e le-
tras a receber, deduzido emfiua, tudo quanto esta
per explicar, o producto en dinhi ira na Thesou-
raria de 232:68759)0 e o supp'ic-.uto nao s nj
entrou para o,Thesouro Provincial coto esa:, orno
com quantia nlguma, proveniente dn venda de bi-
lhetes feita na Theaounria. Nestaa condigoea,
confirin-i o citado lespaeho de 14 de Dezembro, 1;
poroue nao po;sivel a -xtracgo da lotera, osup
plic.uie leixa de auferir porcentagena que e teria
no caso de extraccao, sendo abrigado a restituir
aos portadores de bdbetea vendidos os respectivos
valores, liquidando-se lotera, com foi expresso
no menciouado despucb de i4 de De-zeuibro, de
accordo com os arts. 15 a 17 jo regulamento de 4
de Novembro de 1886.
Ao meaoao.O- ord-m d-j Exui. Sr. presi-
dente da provincia eominunico a V. S., para os
fina convenientes, que ao requerimento da professor
publico \l..rtiuhu Jos de Jeou-, a que ae rrfara a
1 uf ruanco^ desse Thesouro de 22 de Margo ul-
timo, u. 516, toi pr-.f-rido b je o despacho se-
guinte :
A gratificagi dj supplieente deve constar s
do acto de sua concessaa (23 de Fevereiro de
1885), conforme a iut'-lligeu>:ia da ao irt. 117 do
regulamento de 6 de Fevereiro do mesmo anno.
Ao director do Arseu >1 de Guerra.O Eim.
Sr. tc.1 1. n' da provm-'ia sendo por despacho de
hoje indiiendo o req-ieriinento dos negociantes Ro-
drigo Carvalho a C., aobre que versa a informa-
c-J dea dir- ctor.a do 11 do corrente, sob n.
1089 ; assim o manda deciarar a V. S. para seu
conbecimcotn.
Ao teneutu Augusto Cesar D:og!, ch fe 10-
rerino da L>noratorio Cnimico Pharmaceutico.
De ordem do Exm. Sr. presidente d provincia
transmuto a V S., em reaposta ao seu otfieio n.
3 de 14 do Abiil fiado os incluios termos 'e exa-
me, servindo de quitag', dos medieamen'os de
que trata o citado officio.
A> Dr. juiz de direito da camarca de Jaboa
to.De ordem do Exm. Sr. p esi lente da provin-
cia recommendo a V. S. que transmita a esta ra-
partiga, o decreto, ou respectiva publica-forma,
pelo qu d o governo imperial fez msrc da serven-
ta vitalicia dos officios da justiga actualmente
exercid'js par Augusto Xivier Carneiro da Cu
nha.
ADDITAMBNTO DO EXPEDIENTE pB 13 DE Sitio DE 1887
Officio :
A promitor publico da comarca de Ouri-
cury.Transmittiudo a copia inclusa do officio que
a mesa eleitorai de Ouricury dirigio-me em 15 de
Abr.l nudo, tenho par fim recommendar a Tmc.
proceda a respeito nos termas da lei c ntra qu-m
quer que coucomu para que tosaem protellados
alm daa 7 li iras da noite oa trbalo. 1a da eleigo,
que por isao ficou insubsistente, procedida no da
5 de Abril findo para v-readorea e juizes de paz.
Provideuciei hoje psra que a referida eleigo de
novo se realiae no dia 22 de Julho prximo viu-
douro.Remetieu-se copia ao juiz de direito da
comirca.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA, DO DIA O
DE JULHO DE* 1887
Antonio Pereira Simoes.Informe o Sr. iuapec-
tor do Tbesouro Provincial.
Amelia Josepbina Nery da Fonseca.Requeira
por interm -dio do inspetor geral e do respectivo
delegado litterario, comf irme preacreve o regula-
mento.
B iro de Ararip-,Informe com urgencia o Sr.
collecto; daa rendaa geraes do municipio do Cabo
sobre as proviJeuciaa recomi nd .daa ?m 13 de
Abril nltimo.
Francisco Salles do Nascimcuto\guarde a
concesBo de crdito solicitado ao Governo Geral.
Fielden Brothers. -Informe o Sr. inspector da
Thesouraria de Fasenda.
Jos Maximiano dos SantosProve ser casado.
Coronel Jos Thomaz Gongalves -Fornega-se.
Bacharel Joaquim Cordeiro Coelho Cintra.
Justifico. Depila de ntalo remetta-se o requs-
rimento Thesouraria de Fasenda, para os fina
convenientes.
Joo Ferreira de Alineida.Indeferido vista
do diapoato no Io artigo Io da lei n. 3270 de 28
do Setembro de 1885 artigo 2 do regulamento n.
9517 de 14 de Novembro do mesmo anuo ficando
salvo ao aupplicaule os meioa judiciaes.
Joo Cbnsostomo Leito RangelIuforme com
urgencia o Sr. Coliector das rendas geraes do mu-
nicipio de Iguarass sobre as providencias recom-
mendadas em 24 ie Fevereiro.
Joo Barbosa da Silva.Informe o Sr. admi-
nistrador do crrelo.
Tenentc Jca Francisca da Trindade.Informe
o Sr. commandante superior da Guarda Nacronal
das comarcas de O.inda e Ignaraas.
Julia Mara Caldas Rocha.Concedo 20 dias.
Leocadia Julia de Castro.Sim com ordenado.
Mana Celestina da Conceigo.Requeira ao Mi-
nisterio daMarinha.
Rodrigo Carvalho & C.Confirmo a multa de
10 por cento sentando os recorrentes da de 20 por
cente, urna ves que por na entrarem como forue-
cimeuto dentro do praso estipulado no contracto,
foi este rescendido a seu pedido por motivo de
forga maior.,-
Ciecretaria da Presiden ia de Pernam-
buco, 7 de Julbo de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
Reparticio da Polica
2'sec5ao.N 591.Secretaria de Po-
lieia de Pernambueo, 7 de Julho de 1887.
Illm. e Exm. Sr. -Participo a V. Exe.
que loram bontem recolhidos Casa de
DetencSo os seguintss individuos:
A'ordem do subdelegado do Recife, Emilio d.
Costa e Manoel Francisco da Hora, por uso de sr
Communicou-me o delegado do 1" diatricto da
capital que bontem, pelas 5 horas da tarde, o in-
dividuo de nem': Joo Francisco da Silva, conbe-
cido por man ta, vagabundo e d' sordeiro, sem
motivo plausirel, jogou urna pedrada em L'banio
Lopes Moreira, estabelecido no largo de Saldanba
Marinbo n. 6, quando Moreira converaava com
Gnilherme Rodrigues da Fonseca, porta de seu
estabelecimento. Perseguido o cffonsor por pea
aoas do povo, pelo inspector de quarteiro Samuel
Tiburcio deObvera ep>r nni guarda eivico, foi
preso c reco'hido Der-'ngao, depoia de lavrado
o c >moeten*e uto de 1 igrancia.
O ofiendido f i vistoriado e considerado levo-
mente ferdo.
Tomn co;ih 'cimento do facto o meam dele
ado.
Hoje, pelas 2 horas da mdrug i a, o cscriptu-
rari da Alfandega, Syri Pedruaa, encontrndo-
se cem o cadete do 14' hatalho, Alfredo de Aze-
vedo Vlai ronheci to por bigodinho, de quem era
amigo, proeairou lvalo para a casa de aeu pai,
ao que se neg'U o meam > cadete, exi-rndo de aeu
amigo 500.>, qu,? Ibe aendo negado a ato moti-
vo para ser dito ^yro Pedros insultad, c aggrp-
dido por Maia, que armado de urna faca fez Ih
um ferimento na cabega e outro no peito, interea-
sando o pnlmo.
Maia tr.itou de fugir, mas sendo \ytwgm:i
por pragas da guarda cvica que a"iidir >n -c" i 1.'
estaco, refugion- e em urna casa a rna r'-ija
n. 7. que foi cercada. Comparecend > o Dr. dele"
gado do 1 d'Btrieti, pela manb, varejan a
mesma casa com as formalidades legaea, e entre-
gou o meamo cadete a urna eacolta do seu bata-
Ibo, que o conduzo preso para o referido quartel.
A [ti lie Dr. d-legadi fez viat ri. r o ofiendido
e procede nos term >s da lei
H -je pelo maulla, ao abrir o estabeleciment i
commercial d-nominada Nova Esperanga, perten-
c?nte a Joo Bezerra a C, sito A ra Daque de
Caxias, um empregade do mesma estabelecimento
va que durante a noite alguem tinh-i entrado pelo
interior.
Examina las as portas vorificou-'e que os la
drea entraran) pelo lado poaterior que deita para
a Praga de PeJrt II, e qu !i ,v -,m aberto as
portaa com chaves falsas, A excepgo do urna in-
terior que foi arrombada. As exteriores nao ti-
nbam vestigios de violencia. Em cerca de tres
coutes avali -se as quinquilh iras roubidas, e
proaegue-se im diligencia, de cuj resultado da-
rei parte a V. Exe.
Deua guarde a V. Exe. -lllru. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicenta de Azevedo, amito
digno presidente da provincia. -O chefe.
ie polica, Antonio Domingos Pinto
HoUfit honte'n ama roanife-tage'o i'iipo-
h^inra aogenoral Mitra, ex-pre-
Thciouro Pro vi acial
DE8PACHOS DO DIA 7 DE JULHO DE 1887
Aurelio dos Santos Coimbra.Iuforme o Sr. Dr.
administrador da Recebedoria Provincial.
Jos Paea da Silva.Deferido, tomaudo-se por
termo a fianga offerecida.
Contas da 12 serie da lotera 24 dos iugenjoa
d Colonia Lab-I. -Hija vista o Sr. Dr. procura-
dor fiscal.
Joanna Francisca da Cruz Braz Bastos.De
ferdo, dando ae baila no debito relativo a decima
do predio n. 5 ra da Victoria no exercicio de
1881 a 1882, visto ter o mesmo -predio passado ao
dominio da r'azenda Nacional em Janeiro de 1881
Jos da Silva L->yo & Filho, Jos Francisco de
i'aula, officio do commandante do corpo de polica,
gerente da Compiubia Santa Tnereza, Joaquim
Manoel de Oliveira e Silva, Manoel Francisco Tei-
xeira e Mara Joaquina de Medeiroa Rangel In-
firme o Cr. contador.
Fre Jos de Santa Julia Bo'elho.Indeferido,
a vista das uformages e por forga do diapoato ua
2> parte do art. 261 do Reg. de 2 de Julbo de
1879.
Manoel Card.ao JniorInform o Contencioso.
Jos Chrispiuiano da Silva.Deferido nos ter-
mos das informagoea.
Rodrigo Jacoroe Martina Pereira, Francisco de
Paula Reg, B.rroe, Pedro Simro da Silva Braga
e Fraucisco de Paola Ferreira d Aununeiago
Deferido, sendo appro vado o calculo da penso de
unctivid i le a que se procedeu pela Contadoria.
^Franciico Victor Caelho e Jos Ba'isano M raes
Faleo K igistre-ae e e fagam-ae aa notas de por-
tara de liceaga.
Joa da Silva Pereira.Deferido, ficando irres-
poosavel o supplicante pelo debito anterior do esta-
belecimento n. 14 ra do Imperador no qual
prova nao ter succedido.
Francisco Campcllo Pires Ferreira.Deferido,
ficando iaenta da contribu igo da decima a casa
o. 4 estrada nova de Beberibe, vista achar-se
uas condigoes da le n. 1544.
Contas do ajudaote do procurador doa Feitos no
Cabo.Approvadas.
Bernardo P. da Cunha Machado, Cimpanhia
Santa Thereza o Manoel Cardoso Jnior.Certifi-
que-se.
Clementino Lopes Guimares.Deferido, ficando
irresponsavel pelo debito an;rior o novo inquilino
que estabelecer-se na casa n. lu F estrada de
Belm, cuja desoecupagao ee prova.
Recebedoria i'roviacial
DESPACH08 DO DIA 6 DE JULHO DE 1887
Luiz de Paula Lopes e o procurador doa fei-
tos.informe a 1 secgo.
Mara Adelaide de FigueiredoEm vista dss
iuormagoca nada ha que deferir.
Jos de S Leito.A' 1 secgo pura os devi-
dos fina.
Maia Sobrinho & CCertifiqne-se o que cons-
tar.
7
Mara Franciscs do Carmo, Francisco Correia
de Resonde e Joo Francisco dos Santos.Intorme
a 1' secgi
Nascimento t Ribeiro. -A' 1* secgo para os
devidos fina.
DIARIO EE PERMiBCO
RECIFE, 8 DE JULHO DE 1887 ,
Noticias do ShI
Entrou hontem tarde o paquete naci
nal Espirito-Saeto, que amanha seguir
para os portos do norte.
Eis a resenha das principies noticias de
que foi portador, alu das offi.iaea, inser-
tas na Revista Diaria e da carta do nosso
oorrespondent da cort, qu" publicamos
sob a rubrica Interior.
Paclflro e Bio da Prata
Folhas de Buenos-Arres e Montevd>
at 24 e 25 do corrente mez
Telegramma de Santiago, expedido a 22,
notici.i qne su deu nova organisa^o nos
minist"ros no Chile, elevando de cinco a
sete os socretarios de Estado.
Na R-publica Argentina, o pider exnca
tivo p^dio ao congrt-8SD autorisajo para
vender em hasta publica 20 guas do3
campos, que formam partfl da estancia
Caroya.
Em Buenos-Ayres inaugurou-se a expo-
sig de bellas-artes.
O governo da Repblica Oriental tinha
reeebiio propostas para a installafSe de
colonias en C-nelones Florida.
Na sessao do senado argentino de 21
foi aprosentada urna nota dogavernador da
provino-i* de Tu^uman, Juan Posse, dtsti
tuido pelo mavimento revolucionario de qu^
j demos noticias, pedindo a ioterven^a-i
nacional o'sqaella pravioeia.
O poder execu'ivo pedio ao congresso
um crelito d.-, 130^XX) pcs'.-s p.ra despe-
zas eom as forjas que gu*rn cem as linhas
militares m Chaco.
A commissai do f.z-nia do senado uru
guayo ,;eu parecer f .voravel ao proj to
de 1-i relativo ao emprestimo para resgate
da divida consolidada
Augmentava e numera de casos de va-
rila em Montevideo, em Paysand e no
Salto.
O Jornal no Cminerco da Rio de Ja-
neiro pubcou os s guintes telegrammas:
Montevideo, 27 de Junho.
A situado sanitaria melindrosa.
A epidemia de diphteria tem augiDcntilo
em gr-ndes propog3 8.
^Buenos-Ayr-s, 27 d. Junho.
B8M0
?-inte era
sidente da rcpiflalica.
P '" ser consideraia extincta a epi
demia >ia varila, que chegra a f zer
diz jas de vict'OatJ durante alguna dias.
M tevdo, 28 de Junho.
O coronel L'torre ch -gnu h'jn Monte-
video.
O Dr. Bustamente h Domeado pr.-si-
ente do Binco Nacional.
Montevideo, 28 de Junho.
Ohegou hoj'' a esta capital o coronel Lou-
renyo Latorre. O ex dictador volta pa-
tria como amigo do gov-m actual. Coni-
ta que i-st resolvilo a arr-idar-se das lutaa
polticas
De accordo co n o senado nruguay ,
o presidente da repblica nomeou o Dr.
Pedro Bostamente presidente do rovo
Banco Nacional.
Pelo uiesmo -Jecreto o governo nomeou
par directores do referido banco oa tres
Srs : Manuel Montano, Duncan Stew irt e
Aleide Montero. Os accionistas elegerara
outros sete, que sao os Srs. : Eugenio
Wititerhaltpr, Domingo Ayaragaray, Luiz
Citterio, Carlos Gowlmd, Emilio Rens,
Jos Nery e Dias Falcon
O co omorcio e a iraprensa acolheram
favoravelmente estas nomeaySes.
Buens-Ayres, 28 de Junho.
O general Ra"edo, ministro da guerra e
da marinha, vai apres-ntar camar do3
deputados um projecto de lei abrindo ao
seu ministerio uro crdito de tres milhSss
de pesos, dividido em diversos exeroicios,
para renovar o armamento do exercito e da
armada
Etao entabladas a8 negociay-s en-
tre o governo na'ional e o da provincia de
Buenos Ayr s, para a incorporac^o" das
villas de Belgrano e de Flores ao munici-
pio da capital.
Fra votada, ha teropos, nma lei n'este
sentido, purera, n.lo teve a;ora a sanecilo
dos resn ctivos presidentes; prov^rel
que seja posta era execuco.
Montevid >, 29 de Junho.
O presidente da repblica general M-
ximo Tajes, visitou hoje o ex-dita dor
corone! Lorenzo Latorre.
O baile dado p la coloni i inglesa, para
festej-.r o jubilen da rainha Victoria, foi
muito concorrido e este.ve esplendido.
Buenos-Ayres, 29 de Junho
O estado sanitario contina bom.
A ordem vai-se restabelecendo em Tu-
cuman.
Os jornaes oceupam s" muito com a via-
gm do imperador D Pedro II.
Sitiago, 29 de Junho,
O prndente Balmacedo acaba de acei-
tar a fi>rmac3.< do seguinte ministerio:
ministro u.. interior, o Sr. Annib-l Zmar-
tu; dos neg .ios estr^ngeiros, o Sr. Ana-
mateo i ; da fazenda, o Sr. Edwards ; da
guerra e da marinha, o Sr. Garca de la
Huhrta ; da justiya, dos cultos e da ns-
trucr-ao publi :a, o Sr. F. L. Cuadra; da
industria, o Sr. M. Montt,
Este ultimo ministerio foi creado pelo
novo decreto.
Rio Grande do Sal
Datas at 24 de Junho.
Ein Sant'Anna do LivrameDto cabio
urna faisi'a elctrica na casa de residencia
do Sr. tenente-coronel Joaquim Maciel de
Oliveira, reduzindo a casa a cinsaa.
D u-se a desgrana de fallecer uoa
ier e D. Guilhe.rmina Nielsen Gundla-
o;anga provenienfe do r:>i e ficarem qua-
8088 quemadas
- FaSieveram : ua capital, Pedro Mid-
ch; no Livramento, o tenente Justino A/-
res Costa, eu> tag, Jos Faustino N tto.
avia na corte este telegramma:
Porte Alegre, 27 de Junho.
I




Diario de fernambocoSexta-feira S de Julho de 1887

Falleceu no dia 23 em Uruguaysrja o
tenente do 6* bstslblo de .infantera Ma-
noel Severo de Castilho.
Santa Ulhlrlna
Na cidade do Desterro fallecen D. Fe
berta de Andrad, sogra do Dr. Duarte
ParanboB Schutel.
Coyas
Datas at 4 de Junbo.
O presidente da provincia fui Ai
Poete visitar as larras da Abbade, vei
M estragas nellaa feitos.
Diz o Goyaz que, requiaVglo do
eonselho de guerra e par iniciativa do Dr.
GuimarSes Natal, auditor do mesma, iu .n-
dou S. Exc. o Sr. Dr. Siloetio Cruz as-
homar do ce mi teo de S. Jos de Tocan-
tins o crneo do alferes Pacheco, fallecido
por occasio do celebre coflicto eleitoral
de 15 de Janeiro do anno passado.
Falleceram : na capital o capitUo
Joto Baaeiata Garaaire, rasaantor aposaa-
tado do tbesouro pro.vio.iual; em Jatahy o
fazeudi'o Francisco Joaquina Vilella ; em
Leopoldina Manoel Joa de Axevedo.
m. t*muio
Datas at 29 de Jnnho.
De 1 de Janeiro a 25 de Junbo de 1887
eatrarsm na provincia 15,745 immigean-
tes, e de 26 de Abril de 1886 a 25 da
Junbo de 1887 23,315-
O Jornal do Commercio da corte d,
tata noticia :
* Os Sra. conselbeiro A. da Silva Pra-
do e Da. Marinbo Frado Jnior e Elias
Pacheco Chaves deliberaram conceder li
Verdade incondicional a todos os seus es
cravos no dia 25 de Dezembro de 1859
f Estamos tambera informados de que,
multas outros fazendeiros da provincia de
S. Paulo pretenden) fizar prazo para a al-
forria dos eecraaos de sna propriedade.
A generosidade dos doadores nao ca-
rece de ser notada nem louvada. AccSes
ka que devem da ser registradas com toda
a singeleza, para que somonte brilhem pelo
sea mesmo brilbo. Nao lhes pode ioavor
augmentar o lustra.
Consta que muitos importantes lazen-
deiros do oeste da provincia promovem
entre si urna sobscripclo que tem tido o
aaelbor acolhimento possivel, no sentido de
fnndarem urna povoa<;ao com o nome de
as proximidades da estxcSo do
entra as cidades de S Carlos e
de lei- eliminando a pena de priaio nos contrate i. ra conter a gente que l se ha de achar manhi,
de locaeo de servicos. Requerimento e prajeclo j nie fallando dos carioso s,e aio d'aqaellea que
ficaram sobre a mesa para serem opportunamenle
apoiados.
Na ordem jo ca votaram-se, em 1* iiscussi',
o projecto do senado elevando a entrancia de al-
gumas comarcat de 8. Paulo, e em 3* discusso
a propoata do gevemo, convenida em projecto de
lei, oulurgando a Sna Magostada q Imperador coi-
sentimento para ausentarse do imperio.
Suspensa a eesaio por cinco m< utos, emquanio
s aguareas a ahogada de 8r. ministro da mari-
nas, eucatea-ee, aa presamos do mas miniatrt,
a 8 discuaaio o projeato de fixacjo e forjas IB
naar para o 8* semestre de 1888. Ocsram oa Sis.
iT*mi (Mas, Ciaasrioto (ministre da marinea I,
Afaseu Celso (pela^* ves) e Bario ae Cotegiaia
fiaaaSo a dcuauao adiada pela hora.
Na casanre, dopois da tritura sa astas ewsi
Lijante, ilsssete e quaJ oraram es Ssa Baria (le
Gaabj Canto, Barros Cobra e Looreac > de AI-
buquerque, passou-se ordem do dia.
Continuou a i! discuaso da proposta do gover-
no, convertida em projecto de lei, oreando a des-
pesa do ministerio do imperio para 1387-1888
Oraram oa Sra. Mattcao Cmara e Alvaro Ca-
os
la
Anapolis,
Cruzeiro,
8o Claro.
No dia 30 do correte inaugura-se
em Casa Branca a Santa Casa de Miseri-
cordia, com a assistencia do Sr. hispo dio-
cesano .
Falleceram: em Capinas, Manoel da
Cruz Almeida e em Jabu, Manoel Vidal
Gonjalves Neves de Carvalho.
Falleceu em Campias o Dr. Cas-
siano Bernardo de Noronha Gonzaga na-
taral da provincia de Minas e ha muito
residente naquella cidade, onde clinicava e
era geralmente bemquisto. O Dr. Gon-
zaga representou a prov'iei. do aeu as-
cimento na assembla geral dissolvida em
1868; em Guaratinguet D. Rita Mara de
Jess Vieira e Antan'o GalvSo do Amaral
Fres e no Jabu, na dad de 88 anoos,
Manoel Vital onjalves Nev que tomou
parte activa na revolucSo le 1842.
Rio de Janeiro
Datas at 30 de Junbo.
Sobre Sua Magestade o Imperador lemog o se
ruiate no Jonal do Commercio ;
Sna Magestade contina a passar sc-m novi-
sde.
Passeion Lottem, 27, antes do almoco apee
depois de carro acompanhado da Princesa Impe-
las!, o principe O. Antonio e semanarios.
ReC'^a oa Sr. senadores Soares Brandio,
Luix~Felippe e Jos Bentc e muitas seuboras
savalbeiros.
Snas Magestadea partirio s 10 horas da
tierra da Tijucn donde viro no bond imperial at
ao largo de S. Francisco de Paula, temando abi
carros da casa imperial que os conduzirao ao ar-
senal de marraba, onde receberSo as peasoas qie
as forrm comprimentsr.
a Acsmpanham Sa>s Magestades a Europa
Srs. Visconde de Nioac, camarista; Visconde
Carapebs, veador de Sua Magestade a Impors-
tt, Visconde da Motta Maia, medico de Sua Mn-
pstsdc, Viacondesaa de Carapebs, dama de Sna
Magestade a imp ratriz.
Nao est anda determinado o itinerario da
viagem de Suas Magestades na Europa.
Depender dos conselbos das notabilidades
medicas que serio consultadas em Pariz.
Durante e dia de bontem feram Suas Mages
tades comprimentadas por muitas pessoas.
Dous encourado8 acompanhario o paquete
at tora da barra, indo no Riachuelo o ministe-
rio
Em artigo especial diz a nirsma folha:
Com e coraco to constrangido nunca os
jraaileins viram ausentar-se os atua imperantes.
De cutras vetes a saude vacillante da
mperatriz determinava a viagem, maso receio por
tao preciosa vida nao assaltava to poderoasmen-
te os nimos cimo agora.
Nao eram tilo inquietadores os precedentes.
Alm disto, per que o nao diramos? sea Im-
peratriz representa a virtude sentada no solio bra-
zileiro, o Imperador representa tambem a suprema
direcco dos destinos da naco, que uo podedei
xar de sentir-se profundamente abalada as in-
ertezas do futuro.
Longe vo os agouros dos que reputam irre-
mediavelmente perdida a saude do Imperador;
uenhuma rssao eestado vi moa para magoar oco-
racs" do sobt rano, dis* utindo eventualidades ain
da cemitas nos insondavtis designios da Provi-
dencia.
O g veruo supremo est confiado s saios j
nao novicas da piinceza imperial ; alliviado do
pesr.do eiesrgo, que nunca niDguem dfstmptnbou
com mais arder, porque nunca ningutrn mais do
que elle amoo a sua patria, deizemos qu tran-
quilamente v o Imp- rader no reponso buscar a
restaur; ci de snas forcas.
Estas evidentemente elle as eegotou prema-
raramente no Bervico do psiz; o menrs que o pniz
lbe deve respeito pela dor que neste memento
aio pode deizar de acabrunhar-lhe o coracao, ven
do-se e nstrargido, pela priaeira vez na sua vi-
da, a deizar de curar da naco para ir enrar da
propria pessoa.
Vi porm em paz o operador, que curando
de si, anda de los tedos que cura.
Purissimas foram serrpre as suas intencOea
sao ha quem o desconheca ; se algnma ves erre u
acia que errar dos homens, a culpa mus foi oelle
do que de nos metmos, obrigando o por vezes a
eiercer um peder que lo utnrpava, mas encon-
trava abandonado, quaedo em abandono nao po-
da deixal-o.
V o em paz o nosso soberano ; Deus o pro-
teja e nol-o restitaa.
Us braaileiros todos un m as suas vozes da
Igreja n'nma prece ardente : Senbor, salvai o im-
perador.
Eis a resnha doa trabalhes legislativos.
No dia 27, no seuade. o !sr de Limare jnetifi-
esu um requerirxeato pedindo infoimatois ao mi-
aisterio da joetica eebre as ratis poiqoeopro
carador da ce.i6a da relacao de Matto Ore sao nio
interpoz o retuiso de revista, para o supremo tri-
bunal de just-ea. do acto daquelle tribunal qoe rt-
fbrznou a sen tinca do jais lubttituio da cesaarca
da capital daqui lia provineia d> clarando livree 134
africanos, cem seus descendentes, imptrtades de-
pon da le de 1 de Nove rubro de 1631 ; e bezo
sssim sobre os motives pelos quaes, sospesso *
toaderaoado o jmz snbttitnto pela sasembla pro
vincial e perdnada a pena pelo peder moderador,
foi o juiz novamtnte serpenao pelo presideste d
rovincia. Sem cbate foi approvado este reque-
ri ment.
Em seguii a crosoEr. TauDiy,eaj:iefintcu usa
re qnenn.ento, peoindo infcimseee's sobre a exe
sucio da lei de 15 de Marco de 187?, e um projecto
A diacassao esu adiada.
No dia 28 no senado por taita de numero legal
nio bou ve aeuio.
Na cmara, depois da leitura da acta e lo
expedionte, o Sr. Turres Portsgjal apresentm
urna repres ntaci- dus moradurea de li,nj Cea ,
sobre a nee^saidade do prolougameato da estrada
de ferro do Sobral.
O Sr Cuaba, Beltrao mandn mesa ama iuti i
[slssaa ao ministro da faceuda sobre a nenas t a
rila.
O Sr. Alves de Araujo fundamentou e enven
tnnss um requeximento de mtarinacOea, que oi
adiado por ter pedido a palavra o Sr. Pe re
Luis.
O Sr. Carlos Peixoto aaviou mesa urna repre-
seatafio- da eamara municipal de S. Jois de > e-
omuceQo.
O Sr. Lourenco de Albuquerque contiuuot a
responder so Sr. ministro da fasenda sobre o l-
tiuio emorestimo.
Paasaodo-ae srdem do dia, foi approvadn o
parecer da commissio de constitaiglo e legislae,io
sobre a eleicao do -Io diatricto d > Kio de Jane.ro
e recouhecido e proclamado deputado o conselmjiro
Carlos Fredtrico Castriota.
Contmuon a discuasZo do orcamento da imjie-
sio.
Oraram os Srs. Coelho Esdrigues, Maneto Iti-
beiro e Juveneio de Agsiar.
Adiacuasi) ficou adiada.
Sob o titslo manifestafSts de apreso, lemoi a
seguinte noticia na aupracitada folha :
A mocidade acadmica brazileira dea bont un
ao Dr. Domingos Jos Freir, ebegado da Eurcpa
a bordo do paquete inglez Neua. urna prova sig-
nificativa de aprecc.
As 6 1/2 horas da manhi, apenas dado o sig-
nal de entrada do paquete, dirigiram-se para bar-
do em 10 lanchas alumnos das escolas de medi-
cina, polvtechoica e militar, cada urna com o i respectivo estandarte e commissoes da escola de
marinba, da academia de S. Paulo, da eswla de
minas de Ouro-Preto, da academia de btllaa-ir-
te-, do corpo medico da ertc, do club republicano
Vinte de Setembro e de sociedades obolici-nistas
e outras.
.. As lanchas rodearam o paquete; sendo nesta
occasio levantados pe mocidade acadmica sa-
thuaiasticos vivas ao .>r. Domingos Freir, que do
convz do vapor agradeca com o lenco sos s :us
discpulos i- manifestantes. Em urna das barcal ia
urca Iv-nda de msica que executou varias pecas.
Oepos de comorimentado a bordo pelos I'rs
Caminho e Lopo Dinis, Qaintino Bocayuvn e Dr.
t rthlaad, o Sr. Freir desceu para a laaba em
que iam es alumnos da escola de medicina e des-
embarcou no caes nov.i do Pbaroux, onde foran. de
novo levantados enthusiastcos brindes ao llutre
medico, orando nesta occasio o 6 aonista h>io-
ckler por parte da escola de medieina e o Dr.
Bento Ribeiro por parte dos mdicos.
Em seguida o Dr. Dommgoi Freir foi aeom-
panhado at o lar^o de S. Francisco de Paula pelo
numeroso prestito manifestante, que paseando pela
ra do Ouvidor comprimentou as redaccoes ios
joruaes-
Falleceram na corte a 27: D. Idalina de Si-
queira Costa Menezes, esposa do Sr. Antonio da
Costa e S, escrivo do civel no Recife, e o joven
Osear de Andrade, filho do Sr. Antonio Vicente
de Acdrade, Io official da secretarla de estranjei-
ros ; e no dia 28, s 10 horas da uiaub, o en.je-
nheiro Americo Brandao.
Ninas (ieraee
Era conhecido na corte o seguinte resultado da
ele icio para um senador, all procedida em 27 de
Junbo:
Evaristo Veiga 3447
Cesario Alvim 3385
Bario de Leopoldina 3372
Fidelis Botelho 3309
M.J. Soares 33'.>5
Carlos Affonso 3255
Baha
Nao tivemos folbas cujas noticias adan ten s
ultimas recebidas.
ain*aa
Datas at 6 de Julho :
N ada ocerrera de importante.
INTERIOR
serio levados all per bem outro sentir, mxime
depois dos artigos que acerca do augusto viajante
nos deram ultuiau.ente a Qazeta de Noticias e
O Pas .
Com effcito, do que ambos dizem, deduz-se que
o imperador nao vai por voutade propria, mas tor-
eado e quasi que inconscientemente, elle que as
duas outras viagens, na plenitude da sua valides,
foi alvo da consideracio do mundo, pela observa-
cao dos dotes eminentes de sua pussoaobserva o
razagota aa viagem que se Iho impoe qoasi
sob a fotmula de u-ca deportacio, enfermo e na
sesse davidosa de sua iategridade mental, ser
abjeeto da cooaaierafio oa motejo de qnem lbe nao
preste oa reapdtoadevidoa por cantos ttulos .
A liaseta, aoaanda oue o Sr. Ferreira Vian-
na pediaao sea navio de smerra para levar ao va-
aa ssundo ox-hesa dnte Estado, aue elle
asa A sua vemtade.aio pode a radar como
pa a modestia habitual do imperador, que, para
nao pesar nos desfalcados cofres do thesouro pre-
fere ir como um particular em um navio mercan-
te, onde, durante um trajecto de mais de quinze
das, vai achar-se entre gente, para quem elle nao
um aymbolo, urna tradiecio.
< A bjrdo de um navio de guerra, accreacenta
aeraerht foiha, cereal o-biam umcaineste ko.aene
que ves tita a farda que elle tsmaes asa, borneas
Sie representam s pntria aos das dfficeia, e qoe
tn com o enfermo a aodariedade doarar com-
mum i trra em que asseemos, e qae tm por el-
le o respeito que se lbe deve, nao e<5 por ser o
primeiro magistrado do pas, mas por ter sido
senrpre um hoatem profundan ote houaado.
Ha um corto desamor em aeixar ir assim
aquelle que tem sido realmente soaeraao, e qoe
durantt a viagem o mais que pode ropos enm-
miaeracio -
Ha, oa vxrdade, nestas palavras a:ga-aa cemsa
que commove. Mas o que ha va de taser o g^eruo,
ou antes o Sr. Cotegipe, sobre sjuem preteadm fa-
ser cahtr o peso de urna grande responsabilidad?,
qoe em boa f nao pede ser-rae attrrbuida, pois
que nao tem voto nem aatortdade moral para aean-
sethar e renos impor semelhante viagem ; qaeha-
vra defazer o goveroo, quando o imperador obsti-
nadamente j tem recusado de outras vesea, e
agora contina a recusar, viajar aoescraageiro em
navios do Estado ; tanto mais qusnto a viagmn
nos paquetes transa t tan ti eos. alm ele mais rpi-
da, feita em melhores eondieoes, pois que sao na-
vios apropriados para a travassia, eom merhores
eanninualos e mais espacosos ?
a viagem em qualquer dos nerssos vaporas de
guerra seria muito mais penosa, mormente para
quem enjda, como S. Magestade, e aio vni com
ba sade.
E' tal a Biistencia em fazercrer na interven
(io do r. Cotegipe na viagem imperial, que
anda no s ju numero de boje o Paiz, em urna das
seccoes f-.cetas, que fazem recordar os boato da
antiga, 'tCeforma, diz que um senador, que nio quis
faliur sobre a licenca, contara que o govemo
isse a princeza :si elle ficar, o parlamento ter
de votar a sua ioterdiccio; pura poupsrmos a
Vosaa Alteza esae desgasto, conveniente concor-
dar na viagm, auxiliando-n ,s a convencel-o ou a
dispensar a sua conviccao.. ; ed'ahi coacluia
o 'al senador, que ni) se devia votar contra a me-
dida para nio incorrer no resentimentoda regente.
E' intil dizer que tudo isto nio passa de in-
venci grosseira.
Nio me retiro ao juizo da Gcrza da Tarde, por
que para essa o imperador horneen liquidado,
para o r.ual nio ha jal vacio, do mesmo modo que
em comeco de liquidacao jase lbe sfigura amonar-
chs pensar este com que est de accordo o Pait.
Mas o que mais revolta nesse systema do molestai,
ferir e abater esse mesmo homem, pelo qual affe-
ctam nutrii respeito misturado de comaeraco,
urna estampa que deu hontem a Revista Ilustrada
trabalho do conhecido Angelo Agustioe, italiano
que eom o seu maligno e perverso lapis envolve-se
continuamente nos noasos negocios polticos, esco-
Ihendo de preferencia o imperador e os seus mi-
nistros para o motivo de suaa criticas e carica-
turas.
A estampa que elle publicou representa o em-
barque do imperador, tendo por baixo a inscripeo
Pobre D. Pedro II.
Permitta me o leitor que nio lhe faca aqui a
deacripeio della, at meamo para nao faser con-
currencia ao Paiz de boje que d'isso se encarregou,
que a ach. pungente de verdade, naturalmente por
que ante o rosto abatido, amargurado, e como
que a pedir ccmpaixo do soberano, figura como
de marmore, sem deixar transluzir nenbum pesar,
o do primeiro ministro.
Essas aprecacoea da imprensa nio tem corrido
revelia dos amigos do govemo ou mesmo deste.
Em artigos de outros jornaes tem sido ellas con-
testadas. Anda no Jornal du Commercio de boje,
um articulista, rebate do tanto as temeridades
aventadas pela Gazeta de Noticias como pelo Pao,
com relacao a incapac lade moral do imperador,
procura desfazer a impressio por ellas cansada
e qu vai-ae infelismente enraizando no ani-
mo publico, e accreacenta:
- A situacao do imperador conhecida : Pro
struu-ofatal enfermidade, pr >pria da constituicio
medica desta cidade, na quadra violenta do ve-
rao.
de
Corrcapondencia do Diarlo
R'ornambiK'o
RIO DE JANEIRO Corte, 29 de Junbo
de 1887.
Summabio- A partida do ImperadorSS. Ma-
gestades detc-ram directamente de
Petropolis para embarcarDespe-
didas no Arsenal de Marraba
Commentarioa da Qazeta de aa-
ticias > e c Paiz acerca da viagem
imperialPorque nio vai S. Ma-
gestade em navio de guerraRea
A molestia apoderou-ae de um corpo eem re-
pouso e de um espirito sem treguas na meditacio
e no estudo. O trabalbo de solapa ment foi r-
pido. A aciencia acbou-ae face a face com o seu
terrivet e eterno adversario. Lutwram e o impe-
rador, bomem da excepcional organisacio pbysica,
de invenciveis energas moraes, offereceu margem
a urna victoria assignalada. Todava, a luta foi
extenuante, e o imperador aprsenla boje a deb
lidade pbjsica dos cemvalescentes. Ninguem
restaura tarcas, ninguem cobra a saude perdida,
no mesmo meio em que tombou no leito, na mes-
ma arena de trabalbo onde passou a infancia, ende
vio fugir a mocidade, onde as cas despontaram
precoc s e nevadas como a senectude :
O repouso e as viagens, eis a medicina. O
imperador decidiu-ae afinal por estes dous expe-
dientes, aconselbados pela seiencia, embora reluc-
tando e querendo voltar aos penosos encargos da
sua mBso providencial e soberaos, imitando Sep-
queira julgar do que vai pela provincia, pelo que
ae passa no seu diatricto.
E' de crer que com reluci aos negocios deste ;
nio lhe tenham corrido as cousas como fra para
deseiar. Mas mal de muitos consol .
Converse o nobre deputado do 8 diatricto do
Cear com todos os seus collegas, e eu nio duvida-
ria apostar em como nio achou um s, que esteja
contente com o que temobtido para o seu districto,
e nem possivel que estejam ou mesmo venham a
ficar satisfeitos, quer seja o actual, quer outro mi
nisterio que venha.
Com o actual systema eteiteral de eleitorado
permanente e districtos singulares urna eleicio
aleas das sacrificios e trabalbo, impoatos a-> leas,
obriga-e 4 tantos e tio variados compromissos, que
impoasrvel desempenhar-se dellea, obtendo do
governa bmb mesmo oa 10 */o ae qua foi forsado s
prometter, pelas circumatasauas da osoasiio. Cada
deputado qaa vem da proesoesa tras utn aaeeo de
pretenfoss de toda a natsvesa qoe se poda ima-
ginar, e o governo, por melhor que seja a sua vou-
tade de satisfazer aos amigos nio pode attender,
por sar cousa materialmente impoi-sivel Una tem o
bom pensar de calarem-se e esperarem; outros arti-
culara queixas as ante-salas, prometiendo romper
em oppoeigio em momento opportuoo que nunca
ebega ; mitres aefaam qoe merbor romper tego
de vos, e atsisn darem sstafaccio sos amigos, finan-
do livres das importunace destes.
Isto que se d agora, teot -se dado desde que vi-
gora o aetasl systema de cleie;:io, e aa de dorar
emqaanto nio for reformado esae systema, contra
o qual j hoatem levaatou-so na Cmara urna voz
qbe por mais de um motiix> me sympstssca.
Nessa mesma diseussio do orgamanto ds imperio,
um digua representante desea provinsia, o 8r. Ju-
vencia ae Agaiar, entre diverseu assumptes de qae
ae oeeapou, faz, eom murta Jastesa, sentir a esa-
veaianota de reformsr-ae s lei eleitoral existente,
qae se sena deamoralisada pilos abasos a qae t
presta; accrescendo que teods ella em vista dar
lodepesdeaeia ao eteitor e so desatado, ficou este
mais dependente do qae no anterior redimen, fi
cou preso por dous elosao eleitorado e ao gover-
no, por amor do mesmo eleitorado. Demais, ob
servoa o honrado deputado, a eleicio por dialrics
de um deputado urna luta renhida, corpo corpo,
de que as coateadores sahem muitas vezes inimi-
gos seseosas ; e qusndo os partidos aio chegam a
um asesrdo quanto a apraseatacio' dos candidatos,
sabdividem-seem fraooo e chegam muitas veses,
por despeito, a suffrsgar ae caadidaturas dos ad-
versarios.
Aates do Sr. Agaiar fallou longaraente o Sr.
Co'lho Roorigues. sobre etversoa servicos qae
correm p-la pasta do imperio, mostraudo-se em
alguna pantos esa deseceorda cem pensar do Sr.
Mamor. Nio sparrvoo oue S. Exc. tivesse con-
sentid aa BuppressiD feita pela commissio dos
75:tXK>#000 da dotaoao do Sr. Duque de Saxe, o
qual, pelo contracto nupcial, nio obrigado a re-
sidir no Brazil teado a princeza imperial filhos.
Acba, porm, que o mesmo duqne nio tem direito
ao dote que pretende desde que o nao recebeu na
constancia da vida conjugal, e optou pela dotacio
annual, eumprinlo notar que S, Alteas casou-se
com o rgimen da sepxracio de bens.
Antes de entrar-se na ordem de dia s Sr.
Belisario, na ses-ao de 27, deu as i zoes porque
nio tixou praso para a execucio da nova tarifa
das arfandegas. Os telegrammas que a esse res-
peito tem viudo da Babia e Pernambuco chegam
tarde. O goveroo nio adiar a exeeue.ii da ta-
rifa.
No Snado discute-ae a fixicio de forcis de
mar, em que teve o Sr. ASonso Celso occasio para
censurar com severidade o Sr. Mae-Dowll por
ter prvido, anda que interinamente, algumas das
cadeiras creadas pelo novo regulamento da Escola
de Marinba, quando na sessio passada tomou o
enmpromisso perante o Senado de nio prover taes
cadeiras e aguardar a approvacio ou adteracio do
m-sino regulamento pelo corpo legislativo. Os
Srs. Caatnoto e Cotegipe deram explicacoes, com
as quaes nio se qui'. conformar aquelle ser>ador.
Hontem nio bouve sessio por falta de numero.
A manhi taitb -m nio haver por causa do embar-
que do Imperador.
Ia escapando-me diser que o Sr. Belisario,
provocado por um requerimento do Sr. Lourenco
de Albuquerqne dea os motivos porque coutractoa
com o Banco Internacional a abertura de um cr-
dito de ous milhoea esterlinoa em Londres, com
condrcOes que aquello deputado pareceram one-
rosas ao tbesouro.
Nio satisfeito com as infermacetes do honrado
ministro voltou o Sr. Lourenco de Albuquerque
bontem questio, com novas argumentos, apre
sent ndo dados que no sen eutender mostrara que
o courracto como elle havia > (firmado, oneroso
ao thesouro.
RtviSTA DIARIA
posta go\erui8ta aos artigos il'a- I timo Severo, moribundo, e repetindo ao seu eeo
qnelles jornaesAnda o orean en-
to do imperio na CmaraMot vos
do voto do Sr. CaminhaQueixas e
dt scontentamentosInconvenientes
dos districtos singularesDiscur-
sea do Sr. Juveneio de Agun.r e
Coelho Rodrigues Diseussio das
foieas de mar no Senado.
Deve embarcar amanh o imperador, e quando
esta ab' chegar j o Gironde que ir diresta-
mente diste perto Dakar, estar muito a'm da
altura do cabo de S. Roque. Nio haver desee
didas i fficiaes. SS. Magestades, acompanbudos
d< s mimbres de sua sunela familia (*; doa se-
manarios, dcsceram da 11 juca depois do almoco,
carro at a rais da serra, onde tomaram o be.nd,
especialmente construido pela companbia di; S.
Cbiystovo para o transporte das peesoas ds. fa-
milia imperial, que es conduzir at o largo ceS
Francisc de Paula. Abi pasaario notamente ]mra
r carro o eeguiro para o Arsenal de Marinba, on
de recebero os comprimenlos de despedidas de
quantos l ae apreentarem.
Entre 1 e 2 be ras da tarde parliram para birdo
do (jiiunde- o qual levantar ferros s 3, i- se-
r acen-panbado at lora da barra pelos encoura-
cadiB Aquidabsn e Riachuelo, indo a bordo
deste ledo o ministerio.
Desta vez eei eom certeza comboiado o Gi-
ronde > : a noticia nao como a qoe deram es jor-
naes, quando se esperava a princesa; isto que
iquellet vasos de guerra iritm rectbel-o Cabe1-
Frio. Nenbuma ordem bouve para isao ; foi rudo
invesc;io, em que alias acreditei e dei cerno ver-
dade aos leitares.
P< r mais que >e tivesce pensado em poupar ao
imperador < incenmi do e fadiga de nona >ocien
cia de defpedida i fficia). que seria longa e peno-
sa, SS. Magestadea nio podero subtrahir-se a
tal iccenmtdce mm elles qneiero fazilo, ji
pelo sei tinento de Delicadeza qne Ibes innato,
j pi rque n irpie grato ao coraco homaro t das
sa mamfi atsooes butadas cem sincera espentaoeidadepoia ac qne
partee, o Aiseiisl de Marraba nao teietpaco pa-
lo) Devo fazer rqni uma reclificncao. Em urna
das tartas pagadas eu ditse : per ler lidoeio fo-
lbas bi m racimadas que a princeza imperial a
teu e rpeso, de pe is de pataarem aiguns tijas na Ti-
jucs, em seguida a sua etiegad, baviam dn.cidt
e se naiallaoei no seu palucio, saa Larsageras.
Nio iaso exacto: Suas Artesas deseeram Igu-
mss vesis para tem so aeu palccio, maa nones
ah ficsiam. Begieesuvam aempre para a Tijn-
cs, d'onde s priacesa nio tem .rredado p de mui-
tos das a i atn pane, aecmpaabaaaO constt ate-
mente tes augusto pai nos paaseoa diarios.
turiin esta expreesiva palavra de ordem :labo-
remut!
Emfim, dentro em pouco, tslves, Acaremos es-
clarecidos. O ti mpo e s o tempo nos poder diser
se ji ou nio aci rtado e proficuo o conseibo dos
homens da acUncia, que tez o imperador ir tr-
ra eatranba em busca do restabelecimento de sau-
de que nio acba na sua trra. Por ora, quaea-
quer qne sejam os vaticinios, as eonjecturas, as
esperaness e os receies, o que nos cabe faser
eternos votis, rogando a Divina Providencia que
prolongue quanto a eate imperio importa a vida
do mcnait-ba que dmante 47 airaos de govemo
qne tem sido fecundo em todos os ramos de pro-
gre secao en ou um s inimigo pessoal; nem
mesmo um deeaffecto.
Pelo contrario consternan!-se todos ante a idea
de que a eua existencia posas achar-se ero peri-
go-
Pcucoteem trabalhado as cmaras denois da
carta anterior.
O dia d> S. Joio, um sabbado, um domingo e
boje dia de S. Pedio pouco deixaram para que
fosee utilisado. Na cmara, em que s bouve
douB das de eestio, tem continuado a diseussio
do orcamento do ministerio do imperio, em divisiu
da ordem do dia.
Como s materia conpnrta debate poltico tem o
govemo de xdo prolongar sea diseussio por mais
das, do que consentir neo outros ortjamentos.
Ti ve ah o Sr. Cninioha opportnnidade de expli-
car o aeu voto c n.rano ao governo, na qm-stio
de coi flanea. E' op.niio sua de que a maioria
do partido conservador anda inquire se realmente
est no poder ; por toda a parte ha um p.utnnde
desalent, e u nobre presidente do conseibo de
i ma tal autceptibilidade, qne nie d aos bous co-
religionarios o direito siquer de pensar livremen-
te.
O partido conservador no Cear tem sido trata-
do cerno adven ario e oradoi boatitisado por for-
ma tal que arredila que toda e mal lbe veio do
seu bol ciiitm., que o mesmo motivo do desaf
fecto de qoe victima a sua provincia.
mnoa agora, na promocioque acaba de fazer
o Sr. ministro da fasenda as refoimas de sua
pasta, fez sentir a poltica bybrida do minatelo,
e nio Oevendo entrar poltica em taes nomeaco^o,
ella entren contra o proprio partido conservador.
Por estes e mais outros motivos, expostos e apre-
ciados, resolveu o orador negar sen S"oio ao mi-
nisterio.
Mrja-me, porm, permittido notar qoe os Srs.
Portugal, Bario de Caaiode e Jaguaribe Filho qae
tio c> Dsiusrados conser vadon se e cearenaes de
bom quilate estejam a apoiar o gabinete que trata
ti* mal ao partido e at 4 provincia, qae victi-
ma do sea deaaffecto ; s meaos qae o h airado de-
putado, argumentando do aueaor para o maiar,
Traaeferencia de cadeiras Foi hon-
tem expedido este acto :
Secco 4.*Palacio da presidencia de Pernam-
buco em 6 de Julho de 18S7.
O presidente da provincia, tendo em vista o
officio n. 166 de 20 de Junbo fiado do inspector
geral da inst uccao pubiiea e considerando que
p-la le b. 1885 de 1. de Maio ultimo foi elevada
villa a povoaejo de Jatob e para ella transfe-
tda sede do municipio de Tacarat, resolve de
accordo com o disposto no art. 22 da lei n. 1,810
de 27 de Junho de 1884 e art. 35 do regulamento
de 5 de Fevereiro de 1885, transferir para a refe-
rida sede do municipio e comarca as cadeiras de
ensino primario dos sexss masculino e femenino de
Tacarat, que deverao ser leccodadas pelos actuaea
profesa ores ; paseando a funeciouar nesta ultima
loealidade a cadeira mixta de Jatob, que regi-
da por professora coutraotada. Pedro Vcene de
Azevedo.
l.icenraPor portara da presidencia da pro-
vincia de 6 do correte foi concedida a professora
de Aguas Bellas, Leocadia Julia de Castro, tres
meses de licenca com ordenado para tratar de sua
sade onde coovier.
Tranaerenelas-Foram transferidos do
11* batalbio de infantaria para o 15 da mesma
arma, Francisco Baptista Torres Mello e deste
para aquelle o alteres Rodolpbo de Castro Menna
Barreto; do 10 da mesma arma para o 8, o te
nente Americo de Albuquerque Portocarreiro; de
7* para o 15, o soldado Avelino Gomes de Lima,
e duquelle para o batalbio de engenheiros, o sol-
dado Antonio Lima do Nascimento'
Ficou sem t ffeito a transferencia concedida
ao 2* sargento do 1 corpo de cavallara Emiliano
Gil, para um dos carpos da provincia do Rio
Grande do Sul.
Foram transferidos para c 3 regiment de
art.lharia, o 2 cadete 1 sargeuto do 1* de arti-
lharia Craegundes Brandio ; para a companbia de
infantaria do Rio Grande do Norte, o 1 sargento
do 10* Eduardo da Silva Tavar.-s.
Foram transferidos : para o 3o regiment de
artilharia o 2* tenente do 4* batalbio da merma
arma Alvaro Fiusa de Castro e daquelle para este
o 2 teuente Antonio Vasconcelos de Meneses;
para um dos corpos da guarnicAo da corte, o ca-
dete do 18 batalh"o de iufantaria, Abilio Correia
de Paula Cesar, para a companbia de cavallaria
da provincia de S. Paulo e o soldado do 2 regi-
ment da rr.etma arma Joo Wilkeoa de Mattoa
Jnior.
Addtdo-Foi addidoao 13' batalbio de in-
fantaria, por quatro meses, o tenente do 17* ba-
talbio da mesma arma Francisca Jos Velho.
Aoylo de Invalido* da PatriaFoi
incluido oeste atylo o eapitio honorario do exer-
Jos Jus'iniano de Oliveira.
dos Aiiezs o Principe n Pedro
Concederain-se seis mezes de lieenc para auseu
tar se do Imperio ac Principa D. Pedro Au
gusto. .
Faeulelailr de DlrelloO ministerio do
imperio declarou de serventa, vitalicia, na con-
furmdade das dispusieres vigentes, o provimento
do arcediago Dr. Luis Francisco de Araujo, na
cadeira de ltiro do curso de preparatorios annexo
Foculdade do Recife.
iprearnlaciei de roneifonPar despa-
cho imperial de 28 do mes fiudo foram apresenta-
dss as tres cadeiras de eonego vagas da satbe
dral da diac se do Maranbao os Rvds. beneficiados
\ ntomo Rodrigues Sudr e Viuiute Ferreira Gal-
vio e o padre Leopoldo Daenase eoo Ferreira.
arqarsaRi elevada (Marquesa aCra-
deasa de Itataaraiy.
JsnisrLS-se no Jornal lio Commercio da
cejte:
O Sr Bario de Cotegipe efiereceu aa sua re-
sidencia, um jmtar ao Sr. Dr. D. Vicente Santa
Crus, ministro do Chile neste imperio.
Antes do jant.r o Sr. Bario fea entrega ao
Sr. Dr. Santa C uz de urna rica caixa de velludo
com as armas impenaes, cunto odo a gri oras da
nrdem da Rosa, e declarou que Sua Magestade o
Imperador bouve por bem dar aquella prava de
amisade e sympathia pessoa ds representante e
ao paiz por elle tio dignamente representado.
Ao jantar estiveram presenten a esposa do
Sr. Dr. Santa Cruz, o Dr. Varas nom-ado mi-
nistro do Chile nesta corto, o Sr. Topin e sua es-
posa, o senador Barros Barreto, o Bario do Cat-
tete, o deputado Araujo Pinho, c Dr. Pedro de
Barros e o coronel Deschampa.
Limite de dlotrletoepollclaePor
portara da presidencia da provincia de 6 do cor-
rate e proposta do Dr. chef de poliess de 2i de
Junho ultiao ioi alterado os limites entre o 6 e
7 districtos das subdelegadas do termo de Santo
Antio, e foi determinado como limites entre os re-
feridos districtos s estrada qoe comees na de ro-
dagem, pasaa petos engenhos Barra e Gsmelleira
e vio encontrar o termo da Glorb. de Goit.
tiitorldadea pollclaea- Na mas i na data
foram nomeados :
Para o logar de delegado do termo de Sant'An-
tio, visto ter sido nomosdo oolleetor o alferes Ale-
xandro Jos Mara de Hollando. Csvalcaute, o ac-
tual 1 supplente capitio Cbristovio Dionisio de
Queiroz Barros e para a vaga por este deixada, o
eidadio Paulino Das Ferreira.
Para o lugar de subdelegado do 6o diatricto
(Boto) Joio Ignacio de Meira Fe rao, em substi-
ttricio de Antonio Mathens de Luceras por nie tsr
aceitado a nomemjHc,
Para o lagar de 2 .upDlebtedo subdelegado de
Cha-Grande, o ctaVdio Galdino Goaaes da Silva,
em sobef itaic/i i de Jeronymo Cromes da Silva, que
nio acertau a nomeacio.
TheaeaO Sr. Dr. Manoe' Clementrno de
Oliveira Escorel obsequotr*n9S com um exemplsr
d .s theses, truens qualidade de canlidato ao con
earso, que -deve ter fugar brevemente, apresentou
Faouldade de Direito.
Agradecidos.
Paqaiese asctosslProireuflnte dos por
tos do sal traegou hoatem ao nesso porto i 1 i/2
horas da tarde o vapor Espirito-Saii'o ds Comps-
ubia Brasileira.
Segu boje a tarde para es portos do norte.
aauhoAmauheceu hontem roubsda s I< ja
da ra Daqae de Casias, denominadaNova Es-
peronese pertencente aos Srs. Joio Bezerra &
C. Avalia-se em tres contos de rts o valor dao
mercadoriss roubudss. Os ladrc.es penetrsrsm na
lojs, srrombondo uma porta e torcodo uma gaa-le
de ferro.
Tribunal do JntryHontem tendo compa-
recido 36 juizes de tacto foi aberts a sessio.
Foram submeftidos julgameir.to os reos Joio
Praneisco doa Santos conhecido por Jjo da Ma-
dama, M .n el Joio cenhecido per Mano?l Piloto
e Antonio de Oliveisa Sjares pronunciados no ar-
tigo 260 do cdigo criminal.
Vieran acompanhados do seu Hdvogado o Sr.
Dr. Materno.
Formou-se o conseibo, que pulo sorteio ficou
compoato dos Srs. :
Vaooel Antonio de Albuquerque Machado.
Manoel Antonio Rodrigues Pioheiro.
Dr. Julio A. de Lune. Freir.
Miguel Antonio da Casta e Silva.
Elysio Rodrigu s de Miranda Flanco.
outoiiio Jos' de Castro Araujo.
Manoel Lipas Vieira.
Julio Alano de C. Oliveira.
francisco Mauricio de Abreu.
Alexaudre Americo de Caldas Braudio.
Joio Demetrio Fernandes Vianna
Dr. Joo Carlos Balthazar da Silveira.
(lando o consalho a prestar o juramento pre-
ceituado pelo artigo 278 do cdigo do processo o
Sr. Dr. Balthazar nio quiz prcstal-o allegando
que nio tinha religiio.
Aceita esta declara cao pelo Sr. presidente do
tribunal foi excluido do conseibo o Sr. Dr. Bal-
thazar e para completal o foi sorteado a Sr- Joa-
quim Claudio Monteiro.
Snedo os reos sujeitos interrogatorio respon-
den um ehamai -se Joio Francisco dos Santos, fi-
lho desta provincia, 20 annos de: idade, solteiro,
morador na freguezia deS. Jos e ha muitos an-
nos ; jornaleiro, analphabeto, sabor o motivo por-
que est preso ; qne eatava a binhar-se junto
praia de Santa Rita quando ae tleu o facto de que
acensado; nao conhece as tes'emunhas e nada
tem qae oppor contra ellas ; nio tem motivo par-
ticular a que attribua a aecusacio e que tem a
allegar em sea favor que nio priticau o crime de
qua aecusado.
O segundo respondeu chamar-se Manoel Joio
conhecido por Manoel Pilot", natural desta pro-
vincia, 18 annos de idade, solt ro, morador na
Boa-Vista, onde reside ha 4 annos, servio > domes-
tica, analphabeto.lsabr do motivo porque est pre-
so, vindo das Cinco Pontos, quardi se deu o tac-
to de que aecusado, nao conhe.:e as testemunhas
que depuzeram no processo, e nada tem que
oppor contra ellas ; nio tem motivo particular
que attribua a aecusacio e que em sua defezs al-
lega nio ter commettide o crime de que acen-
sado.
O terceiro respondeu chamar-so Antonio de Oli-
veira Soares ; natural desta provincia, de 18 an
nos de idade, solteiro, morador em S. Jos, onde
reside ha des anuos; marcineiro; analphabeto;
saber ler e escrever; que sabe escir preso por crime
de roubo; que eatava no caes do Ramos quando se
deu o facco de que aceusado; conhece das teste-
munbas, que juraram s o sargento e o cabo da
guarda civica, e que nada tem, le oppor contra
ellaa, e que allega era ana defeza nio ter prati-
cado o acto de que aecusado.
Antes de se proceder aos interrogatorios e de-
pois de ter se passado o incidente provocado pela
recusa do Sr. Dr. Balthazar so Sr. Dr. promotor,
requer 'U ao Dr. presidente o itdi&mento do jul-
ga ment da cauaa, nio s porque tendo se aberto
a sessio com 36 juises de tacto, pela recusa de
juramento do Sr. Dr. Baltbaz ir. ficara este nu-
mero reduzido 35, como parque julgava de neces-
aidade para o bom julgamento da casa o com-
parec meneo de todos as testemunhas. Destas s
i esponderam chamada duas. Foi indeterido o
requerimento da promotor, e proseguio-se no jul
gamento da causa.
Findo os interrogatorios passou-se leitura do
processo. Dille consta, que os acensados meia
noite de 19 de Julho do anuo passado foram a bar-
caga Santa Mana, propriedade de Ferreira Cas-
cao Si C. d'onde roobaram uma jiorcjo de cobre do
forro da referida barcaca. Sendo os ladres em
tempo presentidos por gente, que se achava n'uma
barca de escavacio pertencente ao melhi rameut i
do porto desta cidade, foram prasos com o auxilio
dos soldados da guarda civica.
O Sr. Dr. Freitas Henriques desenvolven a ae-
cusacio, baseando-se as prova.i dos autos. Lon-
gamente e.tendeu-se ni apreciacio deseas provas,
e do confronto que tes dos depsimentos das teste-
mtfnhas, com as declaracoes dos reos e dos seus
interrogatorios, mostrou serem elles os autores do
roubo de que sao aecueades. Concluio a aecusaci
pedindo a condemnacio dos reos as p as do grao
mximo do art. 269 do Cdigo Criminal.
O Sr. Dr. Materno pedindo a palavra para pro-
duzir a defesa. comecou tratando da opcao de in-
competencia do juno, porquanto os reos, segundo
conatava dos autos nio tinham sido presos em ia
grade, e provada esta, entrn na nnalyse das pro-
vas dos autos. Por esta aualyse deis ostrn, que
seus constituales nio tinham c mmettido o crime
de que eram acensados, pelo que pedio a sus ab-ol-
vic>>. Hauve replica e treplica.
Dursnte estes debates reconbeceu-se, que aa au-
toridades policises J sta cidade se drscudam em
remetter para o juiso proeessante os iustiumentos
com que se praticam os crimes dosquzes tomara
ellas conhecimento.
Findos oa debate o Sr. Dr. Julio A. de Luna
Freir rec^uereu o comparecimento de todas as tes-
temuatias. O presidente de tribunal maudou pas-
ear raaudaeio pora incont menti wren apresentadas
ao triounal assas teetemunhas, que eram todas em-
pregadao na reparticio do melhuramento do porto.
E.nquanto se iuq'iriam as duas testemunhas, que
tinham comparecido, bouve de s : praticar a dili-
g.ncia requerida. Durante a inquirico da pri-
meira tealemuoha quiz o Sr. Dr. Materao. que por
parte de seus constituiutes lossem feitas pergun-
tas, que deveriam ser consideradas em prol da de-
feza. Pelo presidente do tribunal foi indeterida
ea.-a pretencio por > torem os reos renauciado
esse direito, quando consultado* ra oceasiio com
ptente. Coauareceudo mais duas testemunhas,
foram inquiridas.
Foi feito pelo presidente do tribuaal o resumo
dos debates e lidos os quesitos, que foram entre-
gues ao eonselho. O Sr. Dr. Materno pediado a pa-
lavra pela ordem. requereu qm f .aseen feitos os
quesit >s segwntos: i", sosa reos foram presos no
auto da coeometterein o delicto; 2*, ae elles ti
nham aid) presos logo spoa o ciime e perseguidas
pelo clamor publico. Pelo presidente foi indeferido
por j se sobar prejudicada essa questio.
O eousi-lho recoiheu-se a sala secreta, d'onde
paleados 50 minutos voltou fraseado a oondeosns-
oao dos reos 4 sanos 6 meses de priso com
trabalbo, medio do art. 269 do Cdigo Criminal,
oomoi.ado coas o art, 32 io Cdigo do Prooeaso.
O Dr. Materno appellou da sentenca para o Tri-
bunal da Relaco
Entra hoje em julgamento o reo Manoel Fer-
reira da Mello, pronunciado no art. 205 do Cdigo
Criminal.
K eunlfiea SoelaeeHa hoje as seguintes :
Da Confraria do Senbor Bom-Jesus da Va-Sa-
cra da igreja da Santa-Cruz em seu consistorio,
s 6 horas da tarde para cumprirnento do art. 36
do respectitivo compromisso e deliberar sobre ne-
gocios de intoresses da mesma contraria.
Da Sociedade Ccracio Livre Popular, s 7 horas
da noite, em sessio de coagresso para tractar do
bem estar de todos os seus irmios.
Domingo :
Do Instituto Litterario Olindeoee, s 10 horas
da manhi em Assembla Goral, com o numero que
compsreeeu, para a eleicio da nova directora.
Ds AssocJacii Portuguesa de Beneficencia, s
4 Vi hopas da tarde, em Assembla Geral extra-
ordinaria, para tractar da revogaco dos addicti-
vob, snteriormerte approvadoi.
Do Club Litterario Ayres Gama, s 10 horas da
manhi emsua ade, para a 5" conferencia.
Trunos Urbano* do aterir a Olln-
da e Beberlbe O honrado Sr. Dr. Simee,
geraute otaste companbia, pedio-aes a pnblisaeio
do seguinte officio, que dirigi ae subdelegado do
2.* diatricto da Graos :
IUm. S*.Haveuds ha algons das paseados
um rapazUarrancado um signal que alguna pas-
aaeros de segunda classe traziam fra da jsnella
pura distinguirem o cario em que se reonem ;
!;i-:to que hoje serepetio; e tendo eu pelas miabas
iudagacoes sabido que no primeiro da foi autor
do tal ataque um ex wnrusgosli desta cosepsassm
de nome Gracihano de tal, por alcanha Ferru-
eem ; peco-he aata providen-ia no sentido da nio
ser a mesma grofu repetida.
Hoje deu-se o facto ao passar pelo Campo
Graude o tren que sanio s 8 1/2 da manhi de
Olioda, e bem pode ser que o seu autor d no-
tioias exactas dos malvolos qoe por vezes teem
atirado sobre os wagons, ao passar o trem, areia,
pedaadas, ets. Cer do solo coso o qusl me at-
tender, desde j, atrradeco a V. S. a diligencia
que empregar no sentido do reprimir tal abuso
prejudicial tanto a esta companbia como aos paa-
sageiros qae a honrara, eom a sua freqoencia.
Deus guarde a V. S. Illm. Sr. subdelegado do
2 0 distrcto da GracaO gerente, A. Pereira Mi-
maes. n
l/4beriac Sr. Jos Pereira dos Santos Silva, vigariade 8.
Bento, do termo de Maragogy, da psovineja das
Alag-18, tomando em consideracio o pedido de
seu prolado na artima pastoral, eei h .sreaagcm ao
jiiileu sacerdotal do Santo Padre Leio XII, li-
bertou, veepera de S. Pedro, 28 de Junho ultimo,
todos os seus escravisados seguintes : Hercula-
ua, de 40 annos, Anacleta, de 23 anaos, Bertolina,
de-24 annog, e Etelvina, de 19 anuos, sem condi-
V-ic algumi ; nssirn como dispenson de todo e
qualquer serviejo os ingenuos Mauoel e Benedicto,
11 los de Herculana.
Tambem nos informara que o Sr. Manoel de
Souza Mcdeiros, proprietirio do eugenho Sacco,
da freguezia de lonjuea, no dia 1 do eo-rente
declarou libertos todos os seus escravos, com a
condicio p^rm de prestarem-lbe seus servicos
como actualmente prestara, at o dia 30 de Junho
de 1890, data em que principiaran a gozar de ana
liberdade sem man outro onus, excepeo do es-
cravo Pedro, que se acba ausente, o quai s pode-
r gozar na mesma poca de sna liberdade, se
apresentar-se no seu engenuo no praso de G
diae, a contar desta data : dispensando igual-
mente d'aquelle dia em diante os servicos dos in-
geou98 tunos de suas escravas.
tlullicres de sna. vidaMoradores da
ra de Pedro Affonso queixam-se de que nos cor-
redores dos sobrados d'alli, collocam se todas as
n lites muiheres da roa, eommettendo setos e pro-
nunciando palavras torpes, do modo digno da mais
severa punicio.
Reunem-se alii quasi sempre na esquina do
Mercado de S. Jos, accreacenta o nosso infor-
mante.
As familias nio podem mais chegar s ja-
nellas. >
Convm que se providencie de modo a acabar se
com semelhante escndalo.
GaranlinnaEm 3 do eorrente escreveu-
nos o nosso correspondente :
Reabrio-se bontem a inauguracao da estacas
de S. Jco, distante 18 kilmetros desta cidade.
A's 12 horas da manhi chegou a S. Joo o
trem inaugural, sendo saudado com grande numero
de gyrandoias de foguetes e vivas do povo, que
em grande parte se agglomerava na plataforma da
eotat;io.
as ontradas erguiam-se dous grandes arcos
de folhagens, encimados por vistosas bandeiras
onde liam-se diversas saudacoes conmissio de
engenheiros, aos empreiteiros e sub-eupreiteiros,
e ao povo pernambucano.
Declarada inaugurada a estacio pelo lnstre
director, Sr. Dr. Aristides Gslvo, passou S. S. os
seguintes telegrammas :
n Ao Exm. Sr. ministro da agricultura.Acabo
de inaugurar esta estacio, undcima do proln-
gamelo no kilmetro 128, abrindo ao trafego um
novo trecho de 10 kilmetros.O director enge-
nheiro chefe, A. Galvio de Queiroz.
A' S. Exc. o Sr. presieente da provincia.__
Acabo de inaugurar a estacio de S. Joio de Gara-
nhuns, abrindo ao trafego mais um trecho de 10
kilmetros.O director engenheiro chefe, A. Gal-
vio de Queiroz.
Ao Exm. Sr. Dr. Beato Ramos.Est inau-
gurada a estacio de S. Joio a 18 kilmetros de
Garanhuns.Felicito em V. Exc. ao 11 districte.
O director, A. Galvi.
Ao acto comparecern] os engenheiros Joio
Portella, chefe da 3 seecvio, Paulino da Cruz, en-
genheiro residente do prolongamento, Das de Pa-
ria, engenheiro residente da estrada de ferro de
Caruar, Firmino da Morada, Miguel Guimaries,
Julio Vianna, H. Can tal ice, Goncalves Pinto, em-
preiteiro das obras da 3 eeccio, Olympio Loop,
representante do commeutador Castro Rabello, Dt.
Silva Reg, promotor publico de Palmares, Drs.
Cintra, Lydio Marianno, juiz de direito e promotor
publico desta comarca, vigaro Pedro Pacifico e
um grande numero de cavalheiros da capital e
desta cidade.
A banda de msica de Canhotinho tocn na
acto bellissimas pecas do seu repertorio.
Por oceasiio do lauto e profuso almoco pelo
Sr. Augusto Portella Fillo eflorecido aos seus il-
Izstre8 amigos, trocaram-se os seguintes brindes :
Do Dr. Goncalves Pinto ao Dr. Aristides
Galvio.
Do Dr. Lydio Marianno a comm sao de en-
genheiros.
Do Dr. Cintra ao Dr. Goncalves Pinto e Por-
telle. Filho.
Do Dr. Joio Portella magistratura brasi-
leira, representada nos Drs. Cintra, Lydio e Silva
Reg.
< Do Sr. Olympio Loup ao Dr. Portella, ebefe
da 3 seceo.
Do Dr. Joio Portella ao Sr. vigario Pedro
Pacifico.
Do Dr. Lydio ao clero brasileiro, representa-
do no festim na pessoa do Sr. vigario Pedro Pa-
c fieo.
Do Dr. Paria ao Sr. commendador Castro
Rabel lo.
Do Dr. Cintra ao Sr. Portella Filho.
Do vigario Pedro Pacifico ao Sr. Augusto
P. Filho.
Do Dr. Aristides Galvio ao commendador
Castro Kabello, chefe doa empreiteiros.
Compareciendo entio a escravisada Victoria,
pedindo aos cavalheiros presentes uma esmola
para a sua liberdade, que cstava arbitrada em
4004, sendo spenss 1004 o peculio que ella pos-
su'a, o distracto engenheiro Joio Portella abrs
inmediatamente uma subscripcio entre seus col-
legas e empreiteiros presentes assiguando logo
em primeiro lugar o Dr. Aristides Galvio conse-
guindo em breve tempo o Dr. Portella obter a
quantia precisa pela qual foi alfornads a escrava
Victoria.
a Este seto de philautropia da Ilustre commis-
sio de engenbeiros]e empreiteiros veio dar inaior
realce a festa, tornando a mais solemne, e vindo
encher de verdadeiro reconhecimento o coracio
d'aquelles que alm-jam a felicidade da patria
vendo a em breve expurgada desta mancha ds es
cravidio.
Comparecendo anda uma outra esCrava foi-
Ihe anda restituida a liberdade pelo Sr. Olympis
Loup, sement.
Muito proposito I mente deixamos de, em tempe
opportuno, noticiar a prxima inaugurarlo ds es-
tacio de Angelim ; aguardavamos a de S. Jos
para mais circumstanciadsmente dar uma noticia
mala completa dos trechos ltimamente entregues
ao trafego.
A eatensio da linha entre Canhotinho e S.
1
->

t
I

i
T
l


Diario de Pcniambw;
-

Joio de 25 kilmetros, sendo 15 at Angelina e
10*8. Jai*
Nea'e treetu de 29 k'lometroa da 3* aeccao
grande o aaraMate da terra-plenagem. Eia-
tem 84 cortas asada ** parta anea da pe-
dra, sobreaaMwte aras 35 -42 e
U4, que aaa tedo <*e P8** ae ande volume.
Existem ateiroe enormes aiuitaulto** de gran
de exteneo, sendo o maor delles o da Tamroril
que tea 2 uaetros da altura.
Pam sa feer unta idea do grande movimento
de trra plenagem, basta dizer-se que nestea 25
kilmetro* o volume total esevado os crtese
empeatiasoa foi de 471.591.m3030, sendo :
Terra 297.356,m3O0
Padra sjlta 77.461 ^10
Pedreiw 99.764.00J
o que d sobre o volume total urna porceatagem
de 16 % P*ra pedra sotta e de 21 % para a pe-
dreira.
O volume escavado redutido a metros corren-
tes d 18.m3.984 por metro correte.
A bitola nesta scelo como en todo o prolon-
gamento de 1 metro.
Os trunos empregados sao de ferro e do ays-
tema Vignlle.
A mxima deelividade de 0 018 a o raio mi-
nino de curvatura 6 150 metros. O namero de
de curvas vai dimnuindo consideraveltnente.
As obras d'arte primam pela solidez e belie-
aa, oque muito lisongeiro para a peasoal tech-
nico da scelo, a cuja frente se aeha o Dr. Por-
tella.
Notam-se -neste trecho urna ponte de 30 me-
tros denominada S. Sebastia, com os eocontroa
de alvenaria ordinaria de pedra, tendo os cautos
e o capeamento de cantara.
A viga, assentada pelo Sr. Frederico Cox,
de ferro e alma ebeia.
3 pontilhoes de arca
5 pontilhoes asertos.
7 boeiros de arco.
34 boeiros capeados.
49 boeiros abertos.
ti drains.
Existem maia tres muios da austentaco cons-
truidos de alven-iria ordinaria de pedra, coas 8
metros de altura.
Por nao existir agua na xona atravessada
pela estrada, toram "construidas tres represa, em
Canhotinho, Tamboril e S Jlo, todas de alvena
ria ordinaria de pedra com portas d'agua para
esgoto.
As estacoea de Angelim e S. Joo sao cons-
truidas de t jlos e ambas lateraes, ^presentando
um bonito aspecto.
assentamento de trilhos, qae tem sido elo-
giado pjr todos os profissionaes, est feito as
melhores condcoea posaiveis e conatitue para o
pessoal technico da aeceo urna nota de louvor
peloxelo e proficicncia desenvolvidos neste arduo
trabalho que tem sido feito durante a administra-
ca do distincto chefe da 3 scelo Dr. Joo Por-
tslla, e pelo intelligente subempreiteiro Portella
Filho.
O pessoal technico actual desta scelo e a
quem se deve a rapipez com que se vai coniluin-
do o aervico o seguinte :
Dr. Joio Pinto Machado Portella, chefe da
seec, Jo.
Dr Julio da Silveira Vianna.
Dr. Firmino Theotonio da Morada.
Dr. Miguel Jos Pamba Oaimaraes.
Dr. Heracli) C. deCautaliee.
E, por boje, collocamos.aqui o suspirado ponto
riosi.
O clepMldro*Os eWsidros eram conbe-
cidos dos egypcios a quem Cleribio attr,bue a in-
veeeo. No eataiito parece terem sido os chne-
se oa priuieiros que os uventaram, e que 03 c-
tam cono das mais notaveis das suas invencoes,
Do Egypto passaram Grecia e daili para li un
Oa clepsidros eram raros em Roma, mas havia
alguna de grande luxo. Com era necessario re-
novar a agua com frequencia, as casas ricas ha-
via ooi escravo encarregado espacialmeate desta
tarefa, para que, de noite e de dia, os seua senbo-
ret poJesaem saber que horas eram.
Uomecaram depois a introcuzir-sediverso3 aper-
feigoaoKatos nos clepsidros. Estulou-ae a ma-
neita de fazer elevar a agua a determinada altu-
ra por meio de molas, qu i puobam em movimento
certo numero de apparelhos, qae produsiam um
effeito curioeissimo.
Em Gaza havia em fias do seculo VI um relo-
gio desta especie, que era considerado verdadeira
maravilha. As doze horas eram marcadas por
outras tantas figur.s com allegorias aos doie tra-
bados de Herclea. Q*ado bata cada bjra
apparecia um dos trabalhos.
Os rabes chegaram tambem a fazer maravilbaa
com este apertfic Jmente. Entre os presentes
o califa Haauual-tiascbid enrkm a Carlos
Pe* aajtMM Burlaufcqei, aa ttmi *e, roe
Peoha n. 7, do estabelecimento tmbnca
Aataaia
Aa
d geue-
bra, rfnbo vinagre.
Pe agmo Hjtout Baptieta aa 11 lioraa, a
estreita do Rtsario a. 24, de piaa >, airis a
mais objectrn.
Segunda-feira :
Pelo agente Martina, a* 11 hars, raa do
Bom Jess das Crioola* n 30, da aovis, louoa a
vidros.
Pelo agente Garcia, a 11 hars, na povincia
do Natal, A* polaca beasileira PAara.
ia*M raaebre*.-Sero celebradas:
Hjje :
A'a 7 horas, na igreja de S. Pedro em Olinda e
s 8 horas na matriz da Boa Vista, por alma de
D. Vivina Alves Campalio ; s 7 horas, ni igreja
do Carmo, por alma de D. Oaldina Barbosa de
Faria-; s 8 horas, na ordem 3 de S. Prcisco,
p^la alma de Francisco Ferreira de Novata ; s 6
1|2 h>ras, no Espirito Santo, pala alma de Joa-
quim Feranndas Ramos.
Segunda-feira :
A'a 8 horas, aa matriz de Sauto Antonio, pela
alma de D. Genoveva Martina Dias.
psmaageiraa)Cbegados dos portoe do sul
no vapor nacional Espirito Santo :
Antonio Athaaaaio da Araujo, Dr. Democrito
Cavalcante, Licurgo Narbil famplona, Manoel
Gabriel d Birroi, Lwnor BapUsta de Souza e
2 fillus, Or. Manoel Martina dos Santos, Maaoel
da Silva Lamos, Autonio Candido de Oliveira,
Niceli de Oliveira e Silva, Clemente Magalhes
Silveira, Jos Joaquim Dias, Joa* Joaajui.a Dias
Ferreira, Dr. Mizaal Domiugusa a sua aenhora,
2 criada8, 2 pracas de polica, Olindina Amelia de
S Lima.
Directora da eitraa de canaerva
eao doat porto*Boletim
di* 6 d- Julbo de (887 :
9 1 1
doras a-So o a ^3 Barmetro a 0 Teaso do Tapor
6 m. S3-7 tl'4 18,43
9 25'8 765=70 19,01
12 2707 765">51 19,39
3 t. 27'4 763>55 18,59
6 25'3 763">80 18.12
o
"O
9
a
a
83
76
70
68
76
Temperatura mxima28*,50.
Dita mnima23,75.
Evaporacao em 24 horas ao sol: 5">,8 ; som-
ora: 2",6.
Chuva2n>,2.
Direccao do vento : -SE de meia noite at 5 ho-
ras e 28 minutos da maaha ; SE e SSE seguida-
mente ata 10 horas e 22 niatos da raanti ; S e
SSE seguidamente at meia noite.
Velocidade media do vento : 3, 18 por segando,
(4m,07 das 3 horas da madrugad* s 9 horas da
ah)
Nebulosidade media: 0,52.
Boletim do porto
a ra li Bario da Victoria, n. 51. Resi-
dencia roa Sts 4b SdkMabr n. 34, en-
trada pala roa da Saudade n. 25.
O Dr. Castro Tasto tena o seu consul-
torio medico, ra do Boin-Jasus u. 23,
submdo.
Dr. Gana Lobo msjdoo operador e par-
teiro, residencia raa do B. de S. Borja. n. 26.
Consultorio : ra Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das 11 hars da manhS s 2 da
tarde. Especialidade : molestias e opara-
coes dos orgilos geoito-urinarios do hornero
e da mulher.
Dr. Joaqaim Louwiro medico a parteiro
Consultorio na raa do Cabug n. 14, 1.-
andir, de 12 s 2 da tarde; residencia no
Montatro.
Cotmaltorlo Homueopsttlco
O Dr. Miguel Themudo, medico ho-
mceopatico, tem o seu consultorio ra do
Bario da Victoria n. 7, 1. andar, onde
d consultas diariamente das 12 s 3 ho-
ras. Chamados por oeoripto a qualojuer
hora do dia ou ia noite.
O Or. Marros uimurdc.
Pode ser procurado no esiriptoro deste
Diario dae 11 horas da manhl s 5 da
tarde, todos os dias.
O Dr. Milet mudou sau eajriptorio de
advocacia para ra do Duque da Cazias
n. 50, 1. andar.
Orogarla
Francisco Manoel da Uva & C-. dopo.
sitarioB de todas as especialidades pharms
ceutiuas- tintas, drogas^ productos chimiu o medicamentos hoaattop^itioos, ra do M ar
quea de Olinda n 23.
Drogara
Faria Sobrinho & Q. droguista por atta-
cado, ra Mrquez de Olinda n. 41.
Serrarla a Vapor
Serrara a vapor e officina de carapina
de Francisco dos Santos Macado, caes
de Capibaribe n. 23. N'este grande esta
belecimento, o primeiro da provincia neste
genero, compra-se e rendse madeiras
de todas as qualidades, serra-se madeiras
de cont* alheia, ast>im como ae preparan
obras de carapina por machinas e por pro-
co sem competencia Pemambuco.
Casa de Modas de J. Bastos dt C.
A ra do Cabug n. 2 B, estabeleci-
mento de modas, encontrarlo os l'regurzes
grande c variado sortimento da fazendas
de seda, la e algodo, o quo de melhor sa
obtem nos mercados de Paria e Lyon.
se succedemcraaiorme que carilla as assem-
blaa e cmaras qae decidem muita vez de modo
inetsvel queatoes que devem ter por normas as
regraa abatraataa do direito, tive de oppor protes-
tos, de prevaleeer-me de moioa judieiaea, e a te-
oho conseguido fizar valer o meu direito animad)
pelo sentHnento sao que tenho dalle custa de
enormes sacrificios.
E' verdada que felizmente nanea recorr em vio
s garantas que offerece o poder jndiciario e a
administracoas illustradas ajustas.
Tambem aaanrss tai inaalita e traooeiramente
verberadas agota me maativeraan aflija por acto
seu, j acatando devidamente oa devotoa do poder
judicial.
A caviUacao de deatacar trechos de mformacoes
como a de 14 de Janeiro de 1882 para notar que a
cmara opinava que a Assembla provincial sanoa
tudo, legalizando e approvando a innovacao um
recurso de rabulice, porque a cmara se ref jria ao
primeiro termo de contracto lavrado para a inno-
vacao e que a tinba aido assignado pelo presiden-
te por baverem outroa se recusado afim de innuti-
lisai-a, ai) obstante haver sido ella autorisad*,
posta em hasta publica e approvada por actos da
presidencia da provincia. Continuare!.
Recif, 7 de Julho de 1887.
Ja Eleuterio de Azevedo.
IrugMiierim!
3 = -
M.
M.
w.
M.
Dia
6 de Julho
7 de Julho
Hurao
1137 damanh
525 da tarde
11 4 i .
5-29 da manh
Altura
0,>34
2,n>i0
0,48
2, 46
que
Magno, figurava um clepsidro de bronae otrde as
horas eram marcadas por urnas figuras de cavai-
leitos, que appareciam e deixivam cahir urna bol-
sa de ouro sobre urna caorpainha de prata.
At ao miiado do scalo X iuventou se o meio
de medir o tempo, servindo-se de roias dentadas
movidas por pesos, isto o relogio de pesos. Nao
tinham pndula.
Segundo parece, o seu inventor foi um famoso
frade franc-z, Gerberto, que, com o andar dos
tempjs sabio ao tbroao pjniScio uoji o noae de
Silvestre II, e que tendo acompanh.tdo Hesp*
nha o conde Borrel, de Barcellona, visitou as ts -
celas rabes de Cordova, qu eatavam euto em
todo o esplendor, e alli aprenden aa scienciaa quo
a Europa ebrist desconnecia e com as quaes des-
lambrou os seus contemporneos, couaeguindo
chegar ao pontificado.
Depois de Gerberto, n)Voa artifices, frales qua-
ai todos, aporfeifoaraa o machinismo e construi-
rn) relogios de pesos, alguna dos quaes eram ver-
daderamente admiraveis pela cooiplicacao do
seu macbiaismo. Um d'estea relogios eslava em
Lunden, povoacao da Siecia. Doas Civalleiros
vestidos com armadura completa apresenravam-se
quando as horis aoavam, batendo com as espadas
tantos g'lpes como aa horas que tinham de soar.
Depois apreseatava s a Virgem Mara, com o
menino Jraua nos bracas, recebia a visitados rcis
Magos. Duaa trombetas aonunciavam o fim da
ceremonia
Na cathedral da Strisburgo havia no scalo
XVI um relogio, que se considerava verdadeira
maravilha da Allemanba.
Apezar de tudo, os relogios de pesos nao m*r-
cavatn com precisao o tempo at a-i seculo XVI,
em que Galileu inventou o pndulo e as leia cor-
responden tea. Desde entS) a arte de relojoaria
fes progressos admiraveis.
Em 1673 o bollandez Hayghens inveatou a mola
em espiral, que veio a substituir oa pesos ; e co-
ma a arte de fundir e aperfuiciar as pegas tinba
avancada muito, o progresa) foi extremamente
rpido.
lgaalmeote foi rpido o fabrico de relog03 de
aljtbeira. J pe uavm no seculo XV, mas nao
conhecido o seu machiuismo.
Em 1500, Peters Hels eonatruio em Turemberrg
os relogios de bolao em firma de ovo, que ae cha-
maram por esae motivo ovo de Nurembarig. Mas,
antes de Huyghans inventar a mola em espiral,
este ramo de relojoaria pouco avancou. Hayghens
con8trnio estes relogios.
Einl767 o inglez Barlou iurentju os relogios
de repeticio.
Em 1750 tambem o ingle Harrison coostruio
os primeiros chronometroa.
No nosso seculo aao enormes os adiantameutos
que esta industria tem siVido. Ha relogios ao
alcance de t> das as bolsas.
A saude do Kronprlni-0 principe im-
perial da Alemaohafoi operado no dia 8 do cor-
rente pelo Dr. Mackenzie, em presenc dos mdi-
cos allemes.
O eapecialiata ingtez conseguio extrahir ama
part-- da excrescencia que ae tinha produzido so-
bre a corda vocal eaquerda. A operao, a qual
aaaistio tambem a princeza imperial, teve magni-
fica xito, aobre tudo uo moral do principe.
O Dr. Mackonsie espera poder tirar i> resto da
escrescencia p>r algumas outras operaees do
mesui > genero.
O principo parti na quinta-feira d'esta semana
para Inglaterra, onde se demorar algumas ae-
manaa, fim de se aajeitar ao tratamento do Dr.
Mackenzie.
Os mdicos allemaes jalgam que sao se poder
evitar urna operaco grave.
O imperador recebeu, crea do meio dia, o prin-
cip i imperial. O soberano vai melhor, maa nao
fe levanta anda. Os mdicos jalgam que a sua
indiaposico dorar, pelo menos, uus oito dias.
4.ello*M>Ldectasr-aa-hao:
Hoje :
Pelo agente Pinto, ia II horas, ruado Mar-
-]ttwe de Olinda n. 52, de cavallos e um jumento,
Palo agente Gustno, s 11 horas, nos Aflfictos.
de saovvis, quadris e plantas
Pelo agente B.-ito, s 10 1/2 horas, rna de
S. Joo n. 17, de urna armacao e mais uteuaia
proprios para qualquer negocio.
Cana de Uelcorau.Uuviuieuu) SM pre-
sos da Caaa de Detencao do Beeife ao dia 6 de
Julho :
Existiam375 ; entraram 11 ; aahiram 9 ; exis-
tem 377.
A saber :
Nacionaea 344 ; mnlherea 10 ; estrangeiros 13 ;
escravos sentenciados 5 ; idem proceaaadoa 2 ;
dem de corrcccao 3.Total 377,
Arracoados 33 ).
Bona 322; doentes 13Total 335.
Moviineato da enfermara.
Teve baixa :
MaDoel Cancio de A'roeida.
Lotera ilo CearaEsta acreditada lote-
ra eujo premio ma>or de 15:0004000 ser ei-
trahida no dia 13 do correte.
Os bhetes acham-se venda n\ Rodada For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Tambem acham-se a venda na Casa da For-
tuna raa Primeiro de Marco n. 23 de Martina
Fuza & C.
Lotera do Eaplrlto Santo A 3* par-
te da 2' lotera desta provincia cujo premio gran-
de 60:0000.)0, ser extrahiia hjje8ds Ju-
lbo.
Os bhetes acham-se venda na Roda da For-
tuna na ra Larga do Rosario u. 36.
Tambem acham-se venda na Caaa a\ For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23 Martin Fiu-
za &C.
IiOterla da provincia No dia ..
do correte, a 4 horas da tarde, se extrabir a
7 loteras, em beneficio da matriz da Boa-Vista
do Recife e, nj consistorio dn igreja de Nossa
Seuhora da Conccicao dos Militares.
No mesmo conaiarorio estarlo expostas as ar-
ana aa eapberas a apreciacao do publico. |
Os bilbetes garantidos acham-se venda na
Casa Feliz na prva da Independencia us. 37
e 39.
Tammbem acbam ee venda na Casa da Fortu-
nad ra Primeiro de Marco n. 23 de Martis F.u-
ia& C.
Assim como na Casa d > Or na a dn Baro
da Victoria n. 40 de Joo Joaquim a* Costa
Leite e na Roda da Fortuna na ra Larga do Ro-
sario n. 36.
Lotera da corteA 204* lotera la cor-
te, pelo novo plano, cujo premio grande de. ...
30:000000 aera extrahida no dia .. do cor-
rente.
Os bilbetea acham-se venda na Caaa da For-
tana ra Primeiro de Marco n. 23, de Martina
Fiuza & C.
Tambem acham-se venda na Roda do Fortu-
na ra Larga do Rosario n.
Lotera do Grao-ParaA4* seiie da 11a
lotera desta provincia, pelo novo plano, cujo pre-
mio grande 10U:O00*VX)0, aera extrahida no dia
9 de Julbo.
Os bhetes achum-ae venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23, de Martina
Fiuza & C.
Tambem acba'n-ae venda na Roda da Fortu-
na ra Larga do Rosario n. 36.
Lotera da provincia do Paran
A lba lotera desta pro vi ocia,pelo novo plano, cu-
jo premio grande de 15:000^000, se extrahir
dia 12 de Julho.
Biltmtea a vonda na Casa da Fortuna, ra
:'rmetro de .Marco numero 23, de Martina Piu-
sa & C.
Lotera de Alasroas A 18a parte desta
lotera, pelo novo plano, cajo premio grande
de 10:0004000, ser extrahida no di .. do cor-
rente s 11 horas da manh.
Os bbeteaacham-se venda na Caaa da Fortu
na ra Primeiro de Marco n. 23, Martina,
i'iuza & C.
Lotera da Parahyaauta lo>ria cujo
premio grande de 20:0004030 ser extrahida
no dia 14 de Julho s 3 horas da tarde.
Os bilbetes acbam-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23, de Martina
Fiuza & C.
Tambem acham-se venda na Roda da For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Cemlterto publico.Obituario do dia 6
de Julbo :
Fioriauo Joaquim de Sant'Anna, Graca ; ethi-
ea.
Pedro. Pemambuco, 48 dias, Boa-Vista ; de-
fluxo.
Antonio, Pemambuco, 6 1|2 annoe, Graca ; fe-
bre typboide.
Rita de Cassia Tavares Ribeiro, Pemambuco,
83 anuos, viuva, Santo Antonio; eacbexia senil.
INDICARES OTIS
.Mieos
O Dr. Lobo Moecoso, de volta de sua
viagem ao Rio de Janeiro, con o ti a no
oxercicio da sua pronaeo. Consltuas das
10 s 12 horas da manha. Eapecialdades
eperaQoes, parto e molestias da sen horas e
meninos. Ra da Gloria n. 39.
Dr. Barreto Sampaio d consultas de
meio-dia s 3 horas uo 1. andar ds caaa
PUBLICARES A PEDIDO
O contracto do Matadouro
i
cima da moralidade dos contractos, deve eatar
a da imprenta, que nao pode mantel-a nem apa-
rentemente quando espirtos iusenaatoa por movis
nconfessaveis vibram nella diariamente os golpes
ferinos da maledicencia a da calumnia.
Sou forcado esta discusa) desagradavel que
poderla cortar eaa poucaa palavras, limitando a io-
nha explicacao so estado da questo actual que
est pendente de deciso de au:oridadaa superio-
res, conforme a louga exposico que j fiz.
So preciso tocar no paasado para mostrar que
posso reduzir a seu justo valor tudo aquillo de que
paixoea ruma, o espirito de eapeculacao e o calculo
de fins aioda um pouco obscuros, teom laucado mo
para illudir o aeuao publico e imbuir todoa quan-
tos posaain recoabecer o irrecusavel direito, que
defendo com a conaciencia da justica qae me as-
siete sem acobaidar-mecom a altara dos que o ata-
cara e anda menos da imprenaa que empreitou o
servio) feito com o mesmo intuito.
Para aferir a naturesa do ataque furioso de qu
sou victima, basta ver que teve neeeasidade a
Provintia, de considerar como inliguos quantos
juizt-s. pnaideutea e vareadores teem sempre rco
nheeido o mea direito, bastand :-lh: para isso in-
formacoes subterrneas, ministradas com desleal-
dada repugnante e quebra de solidanedade poltica
e administrativa com os vereadores da Cmara
transacta e da actual; ao mesmo tempo que a aa-
lortdade que melhir Ihe servio na faina, mesmo
digna da qualidade das aggressoas que acabo de
aofirer.
Era iiapsiv I destruir os tactos que apontei,
negar o direito evUente que nelles aaaenta e por
iaao Provincia nao foi possivel contestar este u
negar aquelles.
Heprjduzo razoes futeis j refutadas, evocou
reflexes dispersas, destacadas de discuasoes de as
sumptos j reaolvidoa, e recorreu a algarismia de
receitaa e desp' zas imaginarlas, qu- nao teem ab-
solutamente relacao com a questo a resolver.
Nao uiostrou porque o coctracto u) est jurdi-
camente prorogado, que falta ae notava na proro-
gaco para n) prevalecer ; mas, onspurcou o ca-
rcter do todo munuo, dase que as leis nao sao
leis, que oa actos pblicos e os tactos humanos sao
cousaa iadifferentea, descooheceu a aeco dos po-
derse pblicos, o alcance dos direitoa e obrigace9,
collocou urna le geral regulamentar cima do Acto
Addicional Constituico, com a forc* de destrnir
esta, e nao obstante aa suas ideas de descentrali-
sacoprovincial e municipal, Ihe parece qu) apro-
pria idea do direito deve de=-.pparecer do munici-
pio do Recife e ser substituida pela moralidade in-
spirada meama Provincia, para expellir-me do
Matadouro da Cabanga e fazer-me at deaappartr-
cer da superficie deate slo, que o nico meto de
abandonar a defeza do meu direito !
Pore de parte as declamacoea da Provincia,
porqu-s ellas valem oa cooceitos que acabam js de
resumir.
Diacutirei os factos simpleamente e aooutarei oa
actoa e o direito em que me fundo, repetindo o que
a Provincia fingi nao le, porque a reapoata nao po-
da aer dada com a calumnia manejada par espir-
tos trefegos e insensatos.
Vamos sor factoa.
A trovincia articu'a qne so a virtude da patota
expliea o contracto, ora prorogado, de 29 de Abril
de 1882.
Longambote j biatorei que o matadouro j es-
te ve entregue a outroa que percebiam a renda hur-
ta integral avadada em 100.0004000 leudo sido
indemnisados os concesionarios com a qaantia de
40:000*000 pela reaciso.
Em seguida dando mo resultado a adminstra-
ci) do estabelecimento mesmo pelo lado da econo-
ma, os attrvcos ioram p jatoa em praca com obras
nenessariasa faser e d'entre oa que ae propuzoram
a eiecutal-oa fui preferido e lavrado o contracto
de 8 de Marco de 1878.
Innovado este contracto e aubmettida a innova-
cao approvacio da presidencia, psis que o con-
tracto havia sido feito com autorisagi) del la, a
mesma presidencia desapprovou extempornea-
mente um contracto executado aob a t publica d<
admioistiacao e cajas vantag-'na n) tinham an-
da compensado oa onus das obras construidas, ma-
terial fjrneeido e servicos prestad-**.
Ease acto de desapprovafo em 14 de Dezembro
de 1879 mandoa por de novo em praca os servicos
e obraa novas.
Aborta a concurrencia por editaes de 26 de Ju-
lho e 7 de Agoste aprebc-atei nova proposta que
foi ainda preferida.
O notavel presidente de entilo, depois ministro,
o Sr. conselheiro Liurenco de Albuquerque por
actos de 1' e 5 de Marc de 1889 approvou a mi-
nba proposta que foi redolida a termo no dia se-
guinte.
Doos vareadores diasitentes reclamaran) pre-
sidencia contra a innovacao lavrada em virtude de
autorisacao del la mesma para a hasta publica a
a presidencia casaou a innavelo por acto de 12
da Oatubro de 1880, f un lado em preter co de for-
mular suppoatas legaea, isto em qae as propos-
tas deviam ter ido Assembla como no tempo
dos conselhoa geraes inaodttva a lei do 1' de Ou-
tubro de 1828 que o acto addicional revogou nesta
parte !
A Assembla Provincial fez justica a esae erro
approvando a innovacao pela lei n. 1607 de 19 de
Julho de 1881, o que foi reJuzida a termo de 22 de
Dezembro de 1881 e approvada por acto da pre-
sidencia em 29 de Abril de 1882.
Nao inveje a Provincia a miaba situacao que
nao um leo de rosas como Ihe parece ; aaa ser
talvez para os que patrocinarem a nova patota.
Aos actos feitos e desfeitoa por presidentes que
OS ACTOS DO PROFESSOtt FRANCISCO DEO
DATO LINS, PAEA O INSPECTOR GEBAL, E
PUBLICO VEBEM-
Embira.alo em seu orgulho, e confiado na b>a
ndole dos habitai tea deate povoado de Uruc-
merim, quer o professor publico Deodato Lina fa-
zer timbre de arrojados absurdos, que Ihe sao
proprios para celebriaar-se.
Nao accrescento, s)u incapaz de injuriar a
quem quer que aeja. Este meu juiz) biaa-se no
facto que p issi a narrar :
Aos 18 dias do mez de Abril prximo pissad >,
quando chegavam oa alumnos na aula, encontra-
ran) eate profeasor relapso, todo odioso e indigna
do ceno de aeu costume, e entendeu ser proprio
desabafar suaa paixoea com os alumnos. Chamou
um d'ellea para o meio da aala, rigorosamente
castigou-o sem motivos justos e expu'souo "inme-
diatamente da aula, assim como os seus livroa e
maia papis, como coatumava fazer em Canhoti-
nho. Era p.rtauto necessario que a autoridade
competente vistor as9e aa mos do menino, v8to
elle protesaor ter deixado-as ensanguentadas de
palmatoria, mas prevenIo-sj inimizade nao houve
queixa.
Pergunto eu ; ento o regiment manJa qae o
professor pratique deaaaa desordena ? Creio que
nao.
Anda nao saliafeto com o que acabava de pra-
ticar, resolveu cathecismos com a indaatria qae
Ibe propria, chamou a attenoo d) delegado lit-
terario, e conseguio que por copia sua o delegado
i tfieiasse ao inspector geral, calumaiaudo ae in-
feliz menino e retratando a si.
Dixem ter sido o menino eliminado da matri-
cula.
O mesmo Deodato se constitue delegado Ilite-
rario de sua aula, fazendo o que Ibe vem s vea-
tas. Nao existe nos alumnos adiantamento, e pelo
contrario muito atraso. Nem sempre d aula noa
oas e hora do expediente. Est provado que,
quando S. S. pedio que fose nomeado delegado
litterario em Uruc-merim, achando inconveniente
o delegado de Gravata, era porque este nao acei-
tava suas copias, uein tambem seus arranjos e
gorgtas.
E' este o inosmo oelintra que tem aqu prati-
cado escndalos nota vea, apreeentando-se deapi-
o a tomar banho entre aa seu horas quanio esto
no rio lav-.udo roupa e mal co npostaa, sem que
peca que ellas ae retirem. E' intoleravel aeme-
Ibante proeadimento. Antes o cbolera-merbas do
que esta nefando professor em um povoado.
Que juize se faz de um professor que troca urna
boa cadeira como a de Caohotinbo, por esta de
Uruc-merim ? D orovas de seu mo compor-
tamento naquella localidade.
Um abuse de confiaoc-t praticou Daodato em
fazer publicar no Diario de 29 de Deaembro pas-
sado. um annuncio da testa para aer bem onsi-
derado, bostiliaaodo acs canhotenses, e firmando
dito annuncio com o meu humilde nome, sem per-
mjsao minba !
Hei de dar disto ama satisfac) qaellea rea-
pei.'aveis babitautes de Canhotinho. Sa me de-
claro assim para que o publico possa avaliar
das patranhas e industrias que s sao propriaa
de um selvtico qu i nem ao meaos pode attingir
ao mnimo principio de e^ucaco domestica.
Uruc-merim, 2 de Julho de 1887.
o reo que aceitou Eis a razio da retira-
da de Cassiaao, nao tendo lugar preferen-
cia. A preferencia presuppS) no preferen-
te a liberdade de escolher, e o presidente
de jury admittindo a julgamento o reo, que
aceitou o jurado sorteado e mandando re-
tirar o que recuaou, nSo prefero, obeieceu
dispasicao da lei=art. 276 do Cod. do
Proc.
Um jurado.
A' minha prima e amiga
O. Rosa Augusta da Silva Hcgo
COMDRME.NTA
PKLO SBO ASStVEBSAEtO
NATALICIO
Constancia Perpetua do Reyo.
Recife, 8 de Julho de 1887.
Sobre a campa do atnla-e Cisldlno B.
ae Mttiiiit<-i. em o 3- da de sea
ralleeimento.
Tu, que foste na vida um raro exemplo
do amor scieocia, honestidadc,
sentindo o peit palpitar ditos>
pala suprema causat Liberdade ;
Qae sabias presar os patrios feitos,
como fiel e bom pernambucano,
de carcter sinc-ro, eotri-mecido,
sempre afiavel e grato, sempre ihauo;
Que odiavas o vicio, a bypocriaia,
culto rendendo fulgida justica,
qual combtante hercleo e decidido
sempre altivo e valente em meio i lie;
Tombaste, meu amigo, no escuro
deaae profund) abyamot sepultura,
neaae mysterio euo>*me, iaconcebivel
para a humana e iraca creatura.
No verdor de teus annos, nessa quadra
em que tudo risonho e prazenteiro,
e ao modo expansivo e estudioso
o destino ae mostra lisongeiro.
Emquanto a turba vil e ociosa
ahi vagueia mu robus'a e torte,
combando da moral e do direito
sem um dia aiqu-r pensar na morte.
E' assim mesmo o mandojssa comedia
ridicula, sem fim, disparatada ;
a miseria sorrindo infrememente
e a virtude infeliz pateada !
Eu, que soodei a fundo o tea carcter,
tu'alraa aberta aos nobres sentimentos,
genio fadado para as grandes latas
e tambem para os fundos sutl'-imentos ;
Deponho sobre a humilde sepultura
que eucerra o teu corpo, o meu tributo
de saudade por ti, fiel amiga,
engaito em denso e p'raros H>SB>.
7 de Ju!h) d-j IS-7.
Rangel Sobrinho^
SappressSo de cadelras
Nao procedente a censara da Provincia ao
governo pela auppresso da b. cadeira de ensino
primario da freguezia da Boa-Vista e aula no-
cturna anaca, que vagaram pelo accesso que ob-
teve o professor Francisco Fragoso.
Estas esolas eram frequentadas, e nem podiam
deixar de o ser, quando o profeasor que as regia
era dos mais distioctos da provincia.
O untivo da suppresaao, portante, as foi a
falta ds freqaeucia, oras a lei que a autorisou,
quando, como no caso vertente, nao venha do ta-
cto prejuizo ou desvantagena instrueco.
A freguezia da Boa-Viata e outraa da capital
teem, talvez, cadeiraa superiores s exigencias
do ensino ; do qae cssas cadeiras necessitam de
melhor collocaco e diatribuicao, e disto eat tra-
tando S. Exc. o Sr. presidente da provincia.
Se por essa occaaio 8e verificar que em deter-
minada ra ha necesaidade de mais urna escola,
aera para ella removida a de oatro lugar, onde
aeja diapeasavel, de modo sempre qu? a nstrac-
co primaria nao venha a aofirer em cousa al-
guma.
E assim conciliar-se-ha o aervic^) com a econo-
ma, que presentemente, forcada, em vista do
estado dos cofres pblicos.
Para que multplicarem-ae as cadeiraa, crearem-
so tres e mais em urna mesma ra, e depois quei-
xarem-se de que nao se paga em dia \ profes -
sores ?
Servico abundante, maa fiado, nao pode aer
bem fiscalisado, e de todo nao ser satiafator io.
Tribunal do .jury
A proposito de um simples Incidente no
sorteio, que honte.-n se fazia por occasiao
do julgamento de dous presos no mesmo
prooesso, veio o Dr. Adelino Filbo protes-
tando contra a deeisao do presidente do
tribunal.
Parece que, nao ha raz.lo no protesto do
protestante, a meaos que ello queira con-
stituir se inimigo commum dos presidentes
de jury.
Nao esta a primeira vez que, o protes-
tante constitue se censor dos presidentes
de tribunaes ; j urna vez, atacou o Or.
Montenegro, parecendo ter cado curado
com a dose que Ibe applicou aquello presi-
dente ; o motivo do actual protesto nao
parece ser menos ftil, tanto que o protes-
tante depois de apreciar a doutriaa do art.
276 do Cod. do Proc. desiste de tudo, que
escreveu, allegando nao ser ponto princi-
pal do protesto.
Entrando no principal, diz o Dr. Adeli-
no ; decidida a separacSo dos julgamentos,
foi mandado retirar o reo Cassiaao ficaodo
o outro para ser jolgado, sem que nos fos-
se poasivnl descobrir a razao desta prefe-
rencia. O presidonte do tribunal nao po-
do sor responsavel pelo facto do protestan-
te n3o descobrir o que est descoberto.
Sempre que dona reos vio a julgamento
no mesmo precesso e um delles aceita
e outro recusa um jurado sorteado, este
nao pode ser julgado pelo conseibo que
pertence o juiz, recusado e nesse caso fes
Callfgraphla
O curso d'esta materia, lecuionada pelo
acadmico Aodrade Jnior ra da Pal-
ma n. 71, contint a funecioaar s segun-
das, quartas e sabbados de cada semana,
das 7 s 8 horas da noite.
Ainda admittem alguna alumnos para
calligraphia alle.ua.
Instituto f deJuliio
Iuleruatu e cxerunfo
O director deste Instituto participa aos
pais, tutores, correspondentes de seus alum-
nos e ao publico em geral :
Io Que admitte alumnos internos, semi-
internos e externos ;
2 Que se iecciooa alm dos preparato-
rios exigidos para aa Fatuidades do Imperio
aa materias do Curso Normal e a escrip-
turaco mercantil ;
3o Que para melhor ordem e regulari-
dade nos trabalhos do Instituto, acha-se na
vice directora o Sr. professor Vicente Fer-
reira de Araojo Lima, com ?quem podero
tratar de qualquer neg-cio relativamente
ao mesmo Instituto.
O director espera o valioso concurso de
seus innmeros parentes, amigos e do pu-
blico em geral.
Ra de Pedro Alfonso n. 45 Io andar.
O director,
Jote Accioly C. de Albuquerque.
PODEMOS ASSEGURAR [2)
Infeizmente bem commum, nesta pro-
vincia, urna molestia terrivel, conbecida
pc08 nomes de Jysica, ConsumpgSo Doen
ca do peito, etc.
Nao pretendemos sffirrnar que o Peito.
ral de Cambar cure todas as fysicas, por-
que at boje tem sido impossivel curar a
fysica, quando chegada ao ultimo periodo;
porm, podemos assegurarque tolos os do-
entes que usarem do Peitoral de Cambar
ne primeiro e segundo periodo, logo acha-
ro, com toda a certeza, grande allivio
o depois a sua cura completa, por meio de
um tratamento prolongado e persistente.
O Peitoral de Cambar nao limita a
sua accSo benfica, s doencas de peite :
cura, tambem, muitos defluxos, bronebites
e toases que, as mais das vezes, quando
despresadas sao a causa desaffeccoes pul-
monares.
O Peitoral da Cambar acha-se a venda
na agencia a cargo dos Srs. Francisca
Manoel da Silva & C. ra Mrquez de
Olinda n 23.
Frasco 2#5O0, meia duzia 13f$000 e du-
zia 245000.
A agencia envia quem pedir condieSes
mprejsas (paraas vendas por atacado.
CORSO DE PREPARATORIOS
O acadmico Leonardo Joo Grego participa
aos Srs. escudantes de preparatorios, que abri em
ana casi ra Oireita n. 4, priin-.iro andar, um
curao de francei, portugus, aritbmetica e geo-
metra.
E mu I sao de La o man
& Kemp
A EmursSo de oleo de figado de baca-
Iho com os hipophosphitos de cal, soda e
potassa, preparada pela acreditada casa
de Lanman & Kemp de Nova York,
melhor, a mais perfeita, o a mais efficaz e
agradavel que at agora se tem offerecido
ao publico.
' um regenerador poderoso das consti
tuicoes debis e um remedio certo para
todas as affeccoes do peito, da garganta e
dos pulmSes.
Use-se s a Emulsao de Lanman &
Kemp nao confandindo-a com as outras.
Vende-se em todas as drogaras e pbar-
macias.
4gii Florida de Marrar Lanutam
J,Ksta aquella excedente e original agtmde
chairo para o tomador, qae to altameate tem sida
eihibida e exhortada por todoa oa janees pablicoi
da America do Sul, e da qual ae tem vendido tan
tas itpitacea neste paiz. Entendemos qae foi ptw
guardar o podlio contra seaelhantes impaaioiea,
que os propietarios do artigj genuino, depois dea
haverem utroduzilo ha maia de 30 annoa, na Re-
publieas Heapanholaa, Cuba e Brasil; comecaraa
nao ameute mtnofatural-o para este mercado,
como tambem para oa maia j cima mencionadas.
Alm de suas muitaa virtudea, em qualidade de
um delicioso e vivificante perfume, ella toma-sa,
quando misturada n'um poacj d'agaa, ama excel-
lente preparaco para a pelle, assim eomo pode
servir como urna admiravel lavagem para os denbaa
e gengivae, deixando um agradavel e aromtica
cheiro na bocea.
Como qabantia contra as faiaificacSea, obsrve-
se bem que os nomes de Lanman & Kemp venosa
estampados em I ttraa transparentes no papel do
livrinbo que serve de euvoltorio a cada garrafa.
Ene ntra-se venda em todas as pharaaciaa e
drogaras.
Agentes em Pemambuco, flenry Forster c C^
raa do Commercio n. 8.
Dr. Costa Gomes
ii i:nic o
34 -Ra do Mrquez di Oiinda34
Primeiro andar
Censultas de meio dia s 3 horas da tarde
Lyceu de Artes e
Officios
A Imperial Siciel-id-! dos Artistas Mechauicoa
e Liberaos de Pemambuco, que tem a 8eu cargo
o Lyceu de Ariea e Offieioa, no intuito de Ilustrar
aa claaaes artsticas e mauufastureiraa, mantea
como j bem eooheeido em seu pilacete, no
Campo das Prinemas, aulas de diversa liuguas e
scieucias, as quaea fuicciiua:n em todos as dias
uteis, das 6 as 9 horas da noite.
Com o mesmo mtuitamantm ella urna pe juana
e m "desta biblutbeca, que com patriticos dona-
tivos, aog ii-Mita-3o de dia para dia, e franqas t-
da ao publie j em geral diariamente, a m^amia
horas aeima, assim como um pequeo musen
artstico.
Assim. pois, com o mu applaudido iatento de
tornar bem conh;cidi o progresso dis artes e
offieioa entre a), a perfcicsij e utiiidade de seas
productos, fazar onhacidt ssus autores, bea
como os lugares de seU3 eatabelecimantof, afim de
facilitar a aahida e o consum delles, promove
todos oa anuos, para o dia de seu anniveraario,
segundo dispon o 6" do art. 2 dos seus estatu-
tos, urna exp s' i dos trbalo.is d'artes e offieioa
e mauufacturas.
' para a conaecuco de tj aperfeicoad) qua
vantajoa i fim, que a directora da Sociedade vea
palo presente 8olicitar de tolas aquellas pissoas
que posauem por pergaminho o trabilno, sua effi-
caz concurrencia expoica> quo em Novembro
deste anno se eif :ctu ir em sua afe, Lycau de
Art -a e Offieioa.
Cumpre tambem a ella fazer conhecedores os
illu8tres aeuhores e senhoras qu o quizerem hon -
rar com seus productos, oa aeus direitos e
Dever*
1.a Devero at 15 do dito mez enviarem aa
amostras de aeus veniaveis productos para o dito
Lyceu.
2 Em todos os objectos devero acompaahar
o nome do autor, ou propnetario dos meamos.
3.o Ser impr-scin livel em todo e qualquer
objecto a Jeclaracao d) preco e lugar de sua fa-
brica ou deposito.
4. Qu-i os objectos para a rxpnaicao devem ser
tal qual os cistuun fazer e vender.
Oireito
Art. 8o do regulameuto da Expoaicao Artistico-
Iiitustrial :
Somente aos expositores permittido abrir as
vitrinas para mostrarem aos visitantes os seua
productos.
A directora, co.iacia de qud muito se esforea-
rii para o faustoso resulta 11 deate certamen to
proveitoso e liaongeiro a t il.is as clasaes iadua-
triaes, antecipa aeus devidos agradeaimentos.
Secretaria da Imperial Siciedade dos Artistas
Mecbauicos e Liberaes de Pernambueo, eui 30 de
Junhodc 1887.
O Io secretario,
Paterniano Barroso.
Collegio Prytanen
Travessa da rna da 4,'oacordia
u. 13, Io andar
Do da 15 do correte em diante acha-
se aberta urna casa de educacSo e ensin?
aob a denominaglo de Collegio Prytano
travessa da ra da Concordia n. 13,
Io andar.
Nella sao ensinadas as primeiras lattras..
todas as materias que eonstituem c curso
preparatorio para a matricula nos estabele-
cimentos de instruc^ao superior do Impe-
rio, e mais aquelles que esto vulgarisa-
do3, como allemo, italiano, scienciaa natu-
raes, etc.
Haver tambem urna aula de eseriptura-
clo commereial, sob a direccao de um h-
bil guarda-livros desta capital, pelo que o
director chama a attencao, dos Srs. pais
de familias que queiram seus flhos para o
commercio.
Os estatutos admittem quatro clasaes de
alumnos : iaternos, semi-internos, externos
e serai-externos.
O professorada foi escolhido dentro ee
mais habis e conhecidos professores desta
cidade, cujos nomes vio abaixo indica-
dos.
A casa offerece os commodoa precisos
para um estabelecimento deste genero, e
o director convida ao respeitavel publico
para dar-llie a honra de a visitar.
Professores
Portuguez -Dr. Jos Dioiz Barreto.
Latim e francezfrederico Ulysses d'Al-
meida e Albupuerque.
Geometra e historia. Dr. Ayres de Al-
buquerque Gama.
Rhetorica.Dr. Maooel Jos Rodrignee
Pinhoiro.
Philosophia Dr. Artbur Orlando da Sil-
va,
loglez, geographia e arithmetcaO direc-
tor.
Curso especial
Allemo e italiano Dr. Ayres Gama.
Scieocias naturaes O direetor.
Escriturario commereial Frederico
de Almeida Albuquerque.
Recife, 10 de Junho de 1887.0>
rector, o acadmico, Tranquillino Oracin-
no deMelloLitcto.
.
di-
Dr.
MEDICO
Tem o sen escriptorio ra Duque de Caziaa
n. 74, das 12 s 2 horas da tarde, e desta hora
em diante em sua residencia ra da Santa
Cruz n. 1.
Especialidadesoioestias de senhoras e enan-
cas.Tolephone n. 326.
a
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medico oca
liita, ex-chefe de clnica do Dr. de
VVeeker, d consultas de meio dia a
S horaa da tardo, no 1. andar da caaa
n. l i ra do Uaro da Victoria, ex-
cepto nos domingos e dias santificados.
Residencia rna Se te de Setembro b.
34. Entrada pela ra da Saudade n. 25.
J
/



l
1
i


--*!> '


Diario de PerainbacoSexta-fcira s de^ulho de 137
0 Sr. Maaoel Hibeiro
de Carvalho
Urna pessoa cb gada de Graranhuns, e
que tr..z para o Sr. Manoel Ribeiro de
Carvalho, certa quai.ua, pede-lhe o favor
de apparecer ra Duque de Caxi.s n.
91 at sexta-feira o mais tardar.
Recife, 7 de Julho de 1887. ,
Cal de slaguaribe e Beato e
cal vlrgem
O abaizo asslguado avisa aos Srs. con-
sumidores da cal 1 Jagu*ribu e S. Bento,
que o Sr. Vicente do Nusci cuento contiui
a ser o uui.'o que recebe a verdadeira ca!
de J..guaribe e S. Beuto, e as tem expos-
to venda nos sus armazo s de mate
riacs Praga da Concordia ns. 11, 13 e
15 e toda a cal que nao tor vendida p-.r
intermedio Jo tuva no s-nhor, n3 ser
verdadeira.
Assin cono : que a cal virgen, .Je que
contratante e receb^dor o inesino Sr. Vi
cent-, contina a ser vandiia poio Sr. S^-
basti .> Bezerra ra Jo Bom Jess n ,
23, a 130000 a barrica.
Jos da Costa Pereira.
HiMSiiItorio uiedico-
cirurgico
O L)r Castro Jess, cuntaado rn-iis de 12 ana.:
de escrupulosa observaco, reabre consaltorio ns*
ta cidade, ra Jo Bom .Jess (antiga da Cri
o. 23, 1." andar.
Horas de consulta
De dia : das 11 s 2 da tarde.
De noite : das 7 s 8,
as demais horas da aoite sur encontrado u.
itio 4 tavess a dos Remedios n. 7, primeiro por-
Jlo esquerda, alm o porco do Dr. Cisme.
Ur Lopes Pessoa
Medico e operador
Residencia -Ra Lirga do Rosario n.
38 Io andar.
Consultorio Ra do Bom Je*us n. 37
1* andar.
ConsultasDas 12 s 2 horas da tar
do.
Chamados A quuljuer hora, por es-
cripto.
A ti rogado
O b .cuatei Joti i ..us Buo. L.ua, tetn seo
eaeriptorio de adv eai na Villa de Gamelleira;
"poaendo ser procur.-' 'Ui e*a de sea pai, o Ta-
billio Baixa Los
MEDICO HO.HEOPATHA ) I
Dr. Bailazar da Silveira,
)< Especialidadesfebres, molestias das '
1
ii
especial da leafebres, molestias das
eri*ncas, dos orgos respiratorios e das
genhorus.
Preata-se a qualquer chamado para
ora da capital.
I!
VISO

Todos chamad is devem sur dirig- i
dos pharmacia do Dr. Sabino, i ra da j
Baro da Victoria n. 43, onde se indicar
sua rosideueiu,. >

Clnica medico cirurc-ra
DO
Dr, 4lfredo Gaspar
Especiali Ul:Partos, mol-st'.-u i: j-iiiome
enancas.
Resuene;. Ra da Imperutric o, _4, segunda
andar.
Telphone n. 226.
Advogadu
(Foro civil e eccleslastieo)
Bacharel Antonio de Lilis e Sonza
Poutf s.
Ruado Imperador n. 37 /.- andar.
Leonor Porto
Ra do Imperador a. -13
Primeiro andar
Contina -xecatar os mais ditScis
figuriuos receidos de Loudres, Pars,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeieode costura, cea bre-
Ividade, modicilijo ein pr^coi < fino
fg osto.
>\,
dista
Ur. Ksrneir Silva, cnoaaltaa
aas 9 ao neio dia. Residencia e
consultorio, n. 20 ra Larga do
Rosario.
Collegio de Xos^a Se-
iihora da Vulii
Para o sexo femimtto
Christianseo (73), sao convidados pi meamos se-
nsores afim de apreseoiurem-Q'as a thesoursria
desta repartilo e levantaren o respectivo Capital
com os c rreapoodeotes jaros vencidas no fim de
Junh>, ceosando desde j de correr os mesmus jo-
ros.
Secretaria de Thesouro Provincial de Pernam
oueo, 1 da Julho de 1887.
O secretario,
iuaa de Albuquerque Mello.
mitul "779
Conoumu aura proiimeniu de ca-
dt'lrn-. d<- enaljio primarlo
De ordetn do Sr. Dr. inspector geral da Instruc
cao Publica, se fas saber a quem intereasar posss,
que buveudu expirado o praso marcado pelo edi-
tal n. 778 de 1 de Maio deate anno para oame
de habilitaco, fica marcado novo prazo de 40
das para i.ieerpoo dos candidatos o provimento j
das cadeir..., mencionadas u'aquelle edital e que,
i ni virtud ou determiaaco da presidencia da
provincia de 6 de Desembro do anno passado, sao
postas em concurso, devendo os concurrentes re-
c u< r r ao mi-smo Dr. inspector a inser i. co, exbi-
inudo os d.cumeutos que provtm os seguiutes re-
quesitos de que trata o art. 2 das instruc^oes de
16 de Outubro de 1885 :
3 1 Maiondade legal.
| 2" M.ralidade, e
| 3* Iseuco de culpa.
Art. 3 Os requesitos do artigo antecedeute de-
vero ser provados :
O do | 1* por certidao de baptisme.
O do por attestado do parocho ou de quaes-
quor autoridades do lugar onde residir o concur
reate.
O do 3* pela cxhibicao de folba corrida.
Art. 4* Sao dispensados :
1 De exhibir certidSo de idadeos candida-
tos que fori-m u houverfin sido funcciouarios po
blic.-s e os que apresentarem algum ululo eu diplo-
ma que nao obteriaoi sem a nuioridade legal.
2' De apresoutar folha corridans que exhi-
birem attestados de procedimento civil e moral.
p>..-d,.dos p- las cmaras muaicipaes, autoridades
ju liciarias e policiaca das localidades em que hou
ver- m residido aos dous ltimos anuos ;os que
se achandu no exercicio de emprego publico, exhi
birem attestados do respectivo chefe : e as edu
candas do cjllegio de orphas e casa de xpostos
3 De exame de babilitacSo os candidatos que
: i.ibii' m i
I. Diploma cooferiao pela Escola Normal da
provincia ou de qualquer outio curso normal pri-
mario do imperio. t
II. Ttulos de graos scientificos pelas faculda-
t do imperio.
III. Diploma confer Jo pelo Ormoasio Pernam
riueaao ou pelo Imperial Collegio Pedro II.
5' cretona da Instruccao Publica de Pernam-
buco, 4 de Jolho Je 1887;
O secret rio,
Pe:gentinj Saraiva de Araujo GalvSo.
Segunda praf a
De ordem do Illm. Sr. inspector se faz publico,
que as 11 hor,s do dia 11 do corrente raez, serio
vendidas em praca, no trapiche Couceico, as se-
guintes mercadorius :
Duas caixas, marca GL4C, ns. 60,323 e 60,323
bis, viadas de Bordeaui no vapor fraacex Giron-
de, entrado em 3 de Junho ultimo, cantendo f>
kilos liquido de photographias para erta* e 7
kilos lquidos de car taz es demais de urna cor,
abandoaadas aos direitos por O. Laporte & C.
Urna caixa, marca GL&C n. 2, viuda do Havrs
no vapor francez ViUe de Baha, mirado em 6
de Juuho ultimo, contando 207 kilos, 'iquido real
de almau k, do urna r, idem dem.
Terjeira seccio d. Alfandega de Pernambuoo.
em 7 de Julho de 1887.O chefe,
Citara B. de Mello.
DtULAiUCOES
Instilado IJ(I erarlo Ollndense
Domingo, 10 de Ju.bo, s 10 horas da maoh,
havei sesbo de assembla geral, com o numero
que comparecer, para en icio da nova directora.
Secretaria do Instituto Litterario Olindense, 5
de Julho de 1887.O 1 secretario, Samuel de
Lima Botelho.
tNRociacao-Heilico Pharmaceuitca
Perita mbucana
Sao co vidados os senbores socios para a se-
gunda SPStSo ordinaria, que ter lugar ua seifa-
teira 8 do correte. Recife, 7 de Julho de 1587.
O 1 secretario,
Dr J. oe M. Curio.
Funcciona ra da
Pormosa.
Aurora esquina da u
Medico
Dr. Silva Kcrreira, de volta de sua va? 'in A
Europa, com pratica nos boapitaes de Pars, Vi
enna e Londres, onde dedicou-se a esudos de
partos, molestias de sentmras e da pe le, Acrece
os seus servicos mdicos ao respeitavel publico
nesta capital cora d'ella, pii uIj s;r ^nrtrmo
do sen cousultoriuroa da Cade'a n. 53, dd 1 As
3 horas da larde, ou em t>u* residencia t-mp ira
ia Pmte d'U cha 55.
Dr. Guio Lsilfi
Medico, parulrii e operador
Rtudencia rita Bardo da Victoria n. 15, V anda>
Consultorio ra Duque de Caxias o. 59.
D consultas das 11 horas da manu s 2 1-
tarde.
Attende para os chamados a qualquer hur
telephone n. 449.
r'ts
Clnica oieJico-cirurgicH
DO
Dr. Fernandes Barros
Me.lico aggrcgado ao hospital
Pedro II
Consultas de 1 s 3 horas da tarde, ra do
Bom Jess (antiga da Cruz) a. 30 Residencia
ra da Aurora n. 127.
Telephone n. 450
EDITAES
MiftMt;
Menailii do Uto de L-LIlMA DATA 28 DE JUXBO DE 1887
CAFE'
Deposito no da 1 de Junbo
Entradas de 1 a 26. 170.889
dem em 27..... 11.951
f"cndas de 1 a 26 .
Deposito no dia 24, tarde
Nao houve veudaa no dia 27.
As co'ac.'s sao nomiuaes.
Saccas
78.486
182.850
261.336
82.818
Edita! n.
De ordem do IUm. Sr. Dr. inspeetur eo chama-
dos resea'e as plices da divida provincial d'
ns 261 a 275, serie A e valor de l-X0'JiO0l) e jnrof
de 7 %, e por isso, seuud' o registro desle The
souro, sendo os seus possuidores o Ex.-n Sr. Vis
conde de Campo Alegre (261 a 270), < Sr. Manon1
Nones da Fooseca (271 274) e u Sr. Theodoro
Tde breal Weslero o Brall Ball-
1%-ay Company Limited
Aviso
Do dia 11 de Julh em diante sifo postas em
eZ'CUco, previsoriamente, as~seguiutes mod fica
co-s nns loi:!,.-, s.-> m 'pprovadas por S. Exc. o
presidente da provincia.
1KeroseneDevidemente acondecionado em
latas de metal em caixas de madeira, sera cl-.su-
ficadi na faiifa 2 classo 3'-A, go^audo d > abaii-
mento de 20 0/0 quaoao a remjssa for de 3,0!K)
kilos ou mais.
2 Tarifa especial Esta ficac suppriosida,
sendo as merendonas da mesma, classificadas na
tarifa 2 classe 4.
Irmandade de ftanto
Amaro das Salinas
ternaconal
Sao convidados os senhores socios a procurarem
os teus ingresso para o sarao do dia 23 do cor-
rente, na sede do club, as quintas-feiras e aab-
bad >s, das 7 s 9 horas da uoite, em mo da com
misa Jo.
Secretaria do Club Internacional de Regatas,
5 de Julho de 1887.O 2- secretario,
Pompeo C. Cssaoova.
Soc\ Cor/. Lir. Pop/.
De ordem do Ir. Ven. ., convido a todos ns
Irms '.daNob.'. Aug Cas.-., a eomparf-
aatwa na Sed Soc.-. uo dia 8 do corrente
mez, pelas 7 horas da no:te, afim de reunidos em
Ses.-. deCongres.-. tratir-ss ds bem estar
de todos os Irms. e da Seeie ., nao se alten-
dendo reclamacao alguma depois do dia 15 do an-
dante, ao valle da ra da Peuha n. 5.
Secret. .daNob.-. Aug.1. Caz Mac.-.
doEsp.1. Rit.-. Bras.-. Liv.-. Pop.-, e...
Pern. 5-7-87. E. C O Secr. .
1513
O administrador da Reccbedoria Provincial,
toado em vista o regulamento de 4 do corr nte rc-
lativ i a cobrauca do imposto por venda de bilhetes
Je I tenas le outrns provincias, scieutifica as casas
de cnmmeicio e as pess as que ao municipio do
Recife, quizerem cuutiouar a ifferecer veuda
diuM bilbetes de loteras que. at o da 3U do cor-
re r.- mez, deverio solicitar desta rrpartico a li-
eenot necessariH, satisfizendo previamente o iin
posio decretado pela le n. 1884 en si u art. 1
25.
Os refractarios ao pagamento di referido im-
p-jdto dujeitar-se hio do Io de Agosto eai disnte
sanelo dos arta. 8 e 9 do citado regulamento abaixo
trimscriptos.
Reccbedoria Provincial de Peroambuco, 7 de
Jaiba de 1887
Francisco Amvnthas de Ctrvalho Moura.
Art. 8o. A vnda dos bilh-tes de loteras de
culris provinci- era estabelecimentos ou por pes-
sjhb que nao etej cenca, constitue flagrante infraecao da iei e de
frau iac&o da renda provincisl, ficaudo sbjeito o
ilifiactor perda dos bilbetes encontrados em eu
poder, que sero appiebendidos, e ao pagamento
Uo imposto com a multa de 29 /o que nao s>-udo
aitibt-ito de promp'o, ser cobrado judicialuiuute. .
Art. 9. bao competentes para -flvetuar a p- l"lto HO avl8u P,vl" ,,e lrlnt (1"'8 Para iKr
Pelo presente, coi:vido pela segunda vez a todos
os UC8S0S carissimos rmos, compirecerem em
ausso coasis orio, nodoinogo 10 do corrent", pelas
10 1/2 bor 9 da inanba, fim de em numero legal
proceder-, s a eleico pnrn o carijo de juiz do
anno Ci;mpruuiisBal ae 18871888, visto nao ter
aceitado dito cargo o irmo eleto.
Consistorio da capel la de Santo Amaro das Sa-
linas, 5 de Julho de 1887.
O escrivo,
Henrique M da Silva.
EDglisli M o jRlo ie Janeiro
Lifttel
Capital do Banco....... 1.000,000
Capital realisado......... 500,000
Fundo de reserva....... 200,001?
A contar desta data e at ulterior reso-
lucSo, conceder-se-ha juros do dous por
cento ao anno, sobre os sal ios de diuheiro
depositado era cjnta corrente de iuovimen-
to no loesmo Bauoo.
Recebe-se taraba q dinheiro era deposito
a uros por p--rio los determinados, ou su-
C. C. E.
Ciai Commercial Eisteroe
Sr4o em 30 de Julho de 1887
Convido aos senhores socios, quites com o cofre
soeiai a enviar m a esta 8 cretaria todos os das
uteis, das 7 s 10 horas da noite, as sus notas de
convites pira esta festa. Os ingresaos eerao for-
necidos pelo Sr. tbesoureiro.
Secretaria du Club Commercial Euterpe, 5 de
Julbo de 1887. O 1* secretario,
F. J. de Ameran.
Estrada de Trro de Kibe rao ao
Bonito
.Pelo presente faoo saber aos Srs. accin stas
d'esta empreza, que apenas realisaram a Ia e i-
trada de 10 "' de suas accoea. constantes das
cautellaa ns. 6, 28, 32. 47, 59, 64. 66 e 69, 68,
70, 75, 77, 86, 101, 118, 120, 125, 126, e 127, que,
em face do disposto no n. 1 do art. 9a dos estatu
tos fica.Ibes marcado o praso de 30 das, a contar
de boje, para realisarem a i* entrada com a moka
de 20 o/.
Outro-im, o accionista que nao realiaar suas en-
tradns ua forma dotcnalliada, pcrde; em bene-
ficio da empreza al entradas que j t aba feto.
Secife, 15 de Junho de 1887.
O secrefarioda directora,
Jos BeUarmino Pereira de Mello.
Contraria do Senhor Bom Jesos
da Via-sacra da igreja da Sin-
la Cruz.
De ordem do nosso irmao provedor, sao convi-
dados todos os Dorsos un ia para reunirem-se em
numero legal em no-'o euisMtHlo no dia sexta-
feir 8 do correat-, s 6 horas di tarda, afirn de
reunidos em mesa gera*, direm cumprimeato ao
dispesto ao art. 36 'lo a >?so compromiaso, e deli-
b raiem sobre negocios de interesse da mesma
coofraria.
Consistorio da conf.-aria do Seuhor Bom Jess
da Via-sacra. 4 4a Jolho d 1887.
O escrivSn interino,
Francisco Autinio da Silv Beiris.
Recife a Qlmda e Mn
DIVIDENDO
De ordem da directora communico aos Srs. ac-
cionistas que no dja 4 do corrente enmecar a ser
distribuido no eaeriptorio da Compaubia das 10
horas ao mein di o 25 dividendo da Companhia
a razao de 8 a, e assim se far at o dia 12, ex-
ceptuando o domingo. D'esse dia em diante as
tercas e sabbados a mesmas horas. Idntica-
mente sero pagos os juros das acedes preferen-
ciaes e'das debenturei.
Escriptorio a Companhia 1 de Julho de 1887.
O director gerente,
Antonio i'erara Simoea.
bi
DO
BRASIL
Capital '0,000:0004
dem realisatio 8,000:0004
A caixa filial d'es'e Bsnco fuoccionaado tem-
porurixmente ra do Commerciu n. 38, sica, 4
vis'a ou a prazi, conlra os seguintes correspon-
dentes no estrsngeir :
Londres......... s/N. M. Rothschil Sena.
Pars........... De Rothschild Frres.
Hamburgo.
Deutsche Bank.
Berlim..........
Br .mate........
Prankfurt s/ Main \
Antuerpia......
Roma..........
Genova.......
aples........
Miio e mais 340
cidades de Ita-
lia............
Madr.d..........
Barcelona.......
Cdiz...........
Malaga.........
Tarragonp......
Valencia e outras|
-idades da Hes I
pauba e ilhas ]
Canarias....../
Lisboa.........\
Porto e mais c- f
dades de Por-/
tugal e ibas... )
Buenos- Ayreg.... )
Vlunt vdeo......)
Nova Ye.k......
Bauque d'Anvers.
Banc i Genrale e
agencias.
suas
Banco Hypoteeario de
Espaa e suaa agen-
Banco de Portugal e
suas ageucias.
lis firj'ra
178.4c8
TELEGRAMMA
DA ASSOCIAgAO COMKEBC1AL PABA NOVA-Y.BK
(expedido em 28 de Junbo de 1887, de maub)
6'o/e
Existencia verificada 187.000 Baccs
Entrada no da 27. 9.000 >
Entradas em Santos 5.000 *
Estado de mercado Calmo.
Precos nominaea, aem neguis.
Bol! '"iDinercial
?;OTAVJK8 OFFICIAKS DA JUNTA DOS COK-
KECTOKES
Heafe 7 de Julho de 1887
Acedes ua companhia de edific-tcSo, do valor rea-
lizado de 70 a 35| cada urna.
Jauoio aoOre Para, 60 d/v. com 13/4 0/0 de des-
cont.
Si. hora da .>oiba
Venu ram-se :
10 accoes da ct mpanhia de edificacao.
O resioente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
V secretario,
Lduardo Dubeux.
Vuitmenlo llamarlo
BECIFB, 7 DH .JULHO DB 1887
PRAQA DO RECIFE
Os bancos maativvram boje no balco a taza Je
22 3,^ d. sobre Londres, mas dariam a 22 1/2, di
nhriro batido.
Em papel particular, Izeram-se trsnsaccoes, em
pequea escala, a 22 11/16 d.
PRAQA DO RIO DE JANEIRO
Foi b d., firme.
As tabellas expostas aqu forim estas :
Do Iktebjiacional :
Mercado de iiir e .ligodo
BEL IKK, 7 DB JULHO DB 1S87
Antucar
A cot gao d ste piuductc, p^ra o agricultor,
cuntna a regular ais algarismos siguintes, por
15 kilos :
Branco, os melbores qua
apparec m no mercado,
regulain de ....
3.' aorte boa.....
3.* regalar.....
Jumidos e baixus
w.b'IlU.......
vi asea vado.....
Bruto.......
Rtame......
prebenso os empregadus provinciacs das repart
,dei> de tai' nda, os fiscaes das cunaras muiiicipics.
tiles ni i no das loteras pivnciaes e auiuruades
policiaes, devendo tatas, alm diato, prestar sem
pre o seu concurso, quaudo requerido pelo appre
hi iitor.
2 200 a 2100
U9-HJ a 2*100
1*700 a U8KI
1*500 a l*70ii
1*300 a 1*400
1*040 a 1*100
*900 a 1*000
*700 a *8tl0
Alqod&o
Foi boje vend jo um pequeo lote, do de 1 '
sorte do sert5o, a 7*0 0 por 15 kilos, havendj 4c-
pois ofiertas para 6*800.
Entrada* de suoar e alicod
MEZ l.E JULIO
Assuear
Entradas
Barcacas.....
Vapores.....
Via-terrea de Caru,..
An'.maes.....
Via terrea de S. Francisco
Via-frrea de Limoeiro .
Dias
1 6
Somma.
Entradas
Algoddo
1'i.io
Saccis
2.811
' 370
48
2.188
40
5.457
8aeeak
Barcacas.....
; Vapores.....
I Via-ferrea de Caruar
Auimaes.....
Via-tenea de S. Francisco
Via-ferrea de Limoeiro .
Son
SO djv vista
Londres
Paris. .
Italia. .
Hamburgo
Portugal
New-York
238/1 22 1/8
425 49
. . 12.'
526 531
238 240
2*260
1 6 42
1 6 665
1 6 15
1 7 1.102
1 5 155
1 5 3i
2.010
Despachos de exstortacao
MEZ DB JL'feHO
Nos dias l 6 rcram despachadoe na Alfande-
ga os artigos seguintes :
oPtra fra do Imperio
Agurdente..... 49 litros
Algodo...... 67.398 kilos
Assucar ...... 522.150
Bagoa de mammia 4.400
Pranchdes de vinhatico. 31
Para dentro do Imperio
Barca sueca Skandia, algolV, para o Bltico.
Liiii'.r nacional Loyo, aisucar, pai* o R'O Gran
de do aal.
Lugar uorueguense Chrietina Blytabeth, trigo,
para O Cual.
Vapor nacional Espirito Santo, diversas anigos
para os portos Ou norte.
Vpor oui-ncano Finnos, ebegar, algodilo e
uuti'os artigas, p-.i a ua portos do sul.
Vauor allemao ILiffnang, asaucar, pa a o Rio
Grtude do au..
r|i-r ingles As'ibrooke, assucar, para Liverpool.
Nailo A descarga
Barca portuguesa tjlaudina, varios gneros.
Barca nacional Afarianninha, xirque.
Escuna allern Fritz, xarque.
Eacuua nornegueuse Keform, xarque.
L,-ar ioglez Peggy, baualbo.
Lugar iuglez SlverSea, bacnlbo.
Lujar nacional Marinho VII, x'trque.
.u.;ar ingles B'anehe, baCaibj.
Vapor iuglez Elstun, var-us geuer8.
Vajior iuglez Oiseo, curvo.
retralo, iue1ianl<- as cou'licSis d que
d*r CJnbecimento aos it^ressarlus.
Peruaincuco, 23 de Maio de 1887.
llenry K, Gregory,
G-rente.
Do. Lomdob Bank :
Londres.
Pars. .
Italia. .
Hamburgo
Portugal
New-York
.50 d/v vista
22 3/8 22 1/8
425 4 9
429
526 ol
238 240
2*260
L'o EaoLisa abx :
90 djv vista
Londres.......
Psris........
Italia........
Hamburgo......
Lisboa e Porto.....
Prioeipaes cidades de r'ortu-
.......
liba des Acores ....
Ilha da Madeira ....
New-York......
2 3/8
425
26
238
22 1/8
429
429
.31
-40
245
248
-45
2*260
Agurdente .
Aleool ....
Algodo .
Asquear ....
Csjuruboa .
Cera de caiuiba .
Cocos (fruete.) .
Cuiaai ....
Doce.....
Farialia de mandioca
Oleo de mocot .
.'leo de ricino .
I'os de jangada
K.e.....
Retina de batata
Sal.....
Vinho de jurubeba .
111 552 litros
4.800
661 kilos
501.768 .
30 caixas
850 kilos
6.000
10 caixas
150 kilos
100 saceos
60 kilos
900 .
42
264 1/2 kilos
1 caixa
2.000 litros
92 caixas
SBCAFlTULAfO DO ASSOCAB
Para o-xtcriir 522.150 kilos
Para o interior 501.768
ocmma
1.023.918
>alo ilesparhado
Patacho nacional Joven Correia, i sabir, levou :
Paia o Porto :
2.800 saceos com assucar branco.
Carregaram Jos da Silva L yo de Fi.ho.
Katlu m carca
Ecto sendo despachados os segniatea :
Barca nacional Mimosa, diversos artigos, para
o Porto.
Paula d* .tKaadeta
3EMNA DB 4 A 9 DB JCLBO DB 1887
Aasucar retinado (kilo) .... 145
Aaaucar brauco (kilo) .... 126
Assucar ma*cavdo (kilo) aJt>6
Aicool (litroj....... loO
Arroz com casca (kilo) .... 65
Agurdente e ... (i. <>
Algodo (kilo)...... 4i.O
borracha (kilo)...... 1066
Couros seceos salgados (kil.v) 460
lauros seccoe ecpiunaUoB (kilo) 585
Couros verdes (kiui..... 275
Cacao (kilo)....... 400
Caf restoiho ,Ri ;..... 3Ji
Carnauba (kilu;...... 3b6
Car>eas de lfoJio (kiioi 1)14
Carvode pedrade Cardifi (to..) l6OO0
ijafo bom(kili)...... 460
,-. (iMTl)...... 7>)0
tarinUa de mau ioca ^itirul Ocl7
Fumo restoiho em rolo (kilo) i'>
Fumo restoiho em lata (kilo) 5i0
Fuini bom (kilo)...... 720
Fumo em folba bom (kilo) 7:0
Fumo em folba ordinario (kilo) 400
fafeitenra (litro)...... 200
Mel (litro)....... 040
Mlloo (kilo)....... 40
Talioados ue amarello (duza) KK)OoO
Dividendo
A Companhia dos Tbilhos Ubbanos do Re. u?e L
Oli.nda e Uebkbibb est distribuindu o seu 25 di-
videndo, razao de 8 0/0.
Va interessados devem se dirigir ao escriptorio
da jompanhia at 0 dia 12 do c rreute, e desee
da em diante naa tercas e sabbados.
Memorial
Em 13 do correte, a meio dia, devem reunir
se, em aRsemola geral txtraordiuaria, os Maio
matas da Companhia db Edificacao, afim de tuuiii-
rem couhecimento da reclamacao que na ultima
sesco da assem^ls geral lovautaram alguns ac-
cioiiatae sobre a el-gibilidade do eugeabeiro Au-
touio Carlos de Anuda BeltrSo, que obtove maior
numero do votos para o curgo de gerente.
No di* II do correte, os acevomst s da Com-
PAvaiA do Iebehibe se reunirio em assembla ^e-
r..l >rdinaria par tratar-m dos aesumptos desig-
nados uus respectivos estatutos.
A asaembia fuucciouar coto qualqur numero
de accionistas presentes.
Com o descont de 4 0/0 esto tendo substitui-
das na Thesobabia di Fazbnda as notas do The
souro do Valor de 2*000 da 5. estampa, 5*000 du
7.' i 10*000 da 6.
littVorlavao
Vapor nacirnal Espirito Santo,entrado doe por-
tos lo sul em 7 ao corrate e coasignado ao Vis-
con le de Iiaqui do Norte, manifestou :
tsnha 50 caixas a Jcao Vctor A'Tes llutheu
* C.
Bilhar 2 engradados a Autouu J X> de Amo-
rim.
Caf 73 saceos a Billar Oliveira V. ''.
Fumo 100 vo'umes ordem, .'i a lio Ingues de
Para & C, 3 a Gjmea Seara & C.
Mobl'a 3 Tolumes a J. A'exaodreeen.
Mercadoriae .liversaa (r.-export"v') 2 '.") v ilu-
ine a Pereira Caru> iro oi C 2 a G. .-"pialer, 1 a
i. Laporte & C.
?iwii de >lg)d:Io 13 fardos a Joaquim Agos-
t nho i C
Sola 1 ro'o a B'ag* 4 S.
Vinagre 10 barris ordem.
Viuho 1 pipa e 8 bi-riis ordem.
Xirque 500 mal h liilfar Iruioa A C, 353 a
Sauuilers Brolbera & C 25.) a Pereira Carueiro
fct
C>rga da B Azeite de palma 5 pipas a J-lio V. A'TSS Ma-
I lie US C.
Cb->pos 4caxes a A. P. Carneiro da Suva-
Fio de algodo 38 S.CCos a \Ia.liaio 4 Per-ira,
40 a Kara ira Irunio. 13 a Joio Frau.asco Leit-,
1 ellea 67 alanos ordem.
Panno de algo lio 10 fardos a Machad i z Pe-
re. ra, 6 a Olalo J .rJun 4 C., 15 a Souza Basto,
Amorim i- ('., 7 a Joaquim Agoa;iuUo i! li
Ferreira A Irmo, 9 a Goncalves Irmo 4 C 10
a Albiuo Auuriui 4 C.
T, apos 38 saceos a F. J. de Castro Rubedo.
Velas stearmas 150 caixtsa Hulsex Kiuffnaun
S C.
i:\uOrtacao
HHCDTB. 6 DB JULBO DB 1887
Para o exterior
No vapor uigez Asnbrooke, eairegaram :
Para Liverpool, N. Cah 4 C. 50 saccas com
4,249 kilos de aigedo.
Na barca surca Skanda, carregaram :
Para o Baldeo, Borsleluiaau 4 C. 1,000 suecas
com 81,498 kilos de algodo.
Para o interior
No igar uac.onal Loyo, carregaram :
Para o Rio Grande do Sul, J. S. Loyo 4 Filbo
410 barricas com 43,046 kilos de assucar branco.
No vspjr allemo Huffnung, carregou :
Para o Ro (brande do Sul, S. G. Brito 300
barricas com 33,000 kilos de asaucar branco e 100
ditas com 12,000 ditos de dito mascavado.
No vapor francez Vitle de Santos, carrega-
ram :
Para Santos, P. Caroeiro 4 C. 10 pipas com
4,800 litros de aguldente.
No vapor americano Finance, carregaram :
Para o Rio de Jaueiro, S. Nogueira C. II
sacens com 661 kilos de algodo.
No vapor nacional Espirito Sonto, carrega-
ram :
Para Manos, A. F. dos Santos 4 caixas com
viuho jurubeba ; P. Pinto 4 C. 1 pipa e 35 bar-
ris cjui 4,032 litros de agurdente ; H. Oliveira
0 barris .om 1,920 litros de agurdente e 10
barricas com 3o0 kilos de assucar brauco.
r'ara o Para, A. F. d^s Santos 32 caixas com
viuho jurubeba ; P. Cirucno 4 C. 5"pip*B com
-,,00 litros de agurdente ; Baltar Oliveira 4C.
600 barricas eom 36,000 kilos de assucar brauco.
Para o Cear, J. M. Dias 2 caixas Com 91 1/
kilos de rap
InUelro
BBCBBIDO
Pelo vapor nacional Espirito Santo, para :
G. Gomes Mata 4 C 5:000*000
Beruardiuo Lopes Alheiros _3:0(0*0)0
A direc'oria f*z scieute aos Srs. subscritores
da nova eiuia^ao de accoes para O 1- V"'it..m uto
da fabrica t. Torre, que tica marcado o pr..so de
30 oos deata data, para p.gainento da primeira
prestayo de 10 ir ce.uto. e autoriaado o Sr. 'be-
loureiro Jta Jou de Amorim Jnior, para o re
eebuneuto.
K.cite, 27 d: Juubo de 1887.
Os directores,
Maooel Jos da Silva Gunnares.
Henrique Sarkva,
Secretario.
Jos Jco de Amorim Jnior,
Tiieauareiro.
5: ,75*950
1:334*901
e 1 a 6 dem Je Ue&bedoria geral
Oe 1 a 6 Id-.. -.- 7 Heor.bei'tria p- .^-iri-ii
Ue 1 a 6 loeu e 7 liedle Ominare
6:5:0851
42 227.067
12:J96*377
54:623*444
3:35775
373v0ao
3.728 80
errado WuMlctpal de ?*
O mov ment dcste Mercado uo dia 7 de J albo
foi u seguate :
KiiT.iram :
36 bois o a-.ii lo ,G12 kilos sendo de Olivei-
ra Castro, 23 ditos de 1* qualidade, e 2
de 2*, 11 ditos particulares.
438 kilos de pene a 20 ris 8760
65 cargas de fariuba a 200 ris 13*000
25 ditas de fructas diversas a
XI ra. 7*500
7 taboleiros a 200 ris 1*400
12 Sumos a 200 ris 2*400
Foram oceupados :
25 columnas a 600 ris 15*000
21 compartimentos de aricha a
500 ris. 10*00
24 ditos de comida a 500 ris 12*500
'6 '/, ditos de legumes a 400 ris 38600
19 ditos de sui.io a 700 ris 13*300
10 ditos de frewa/M a 600 re 6000
10 talhos a 2* 20*Om
10 ditos al* 10*"Ki
A Oliveira Castro 4 C.:
51 talhos a 1*
Engsh Bauk of the Ri-
ver Pate, Limited.
G. Amsi k 4 C.
Compra raques sobre qualquer prava do impe-
rio e do estraogeiro.
Recebe dinbeiro em conta correute de movi-
mento com jur^s a tazo de 2% ao anuo e por le-
tras a [.razo a juros convencionados.
O gerente,
Willam M Webater
Compauhia de Edificacao
Assetnbla g>ral extraordinaria
A* requisico do 26 accionistas, representando
mais da quinta parte do c.pital social, convoca-
mos a assetnbla geral para reunir se extraordina-
riamente no da 18 1 > corrate, ao mi da, na sede
social ao largo de Pedro II n. 77, afiui de tomar
c nh-cimento da reclamacao que na ultima sessao
da lucarna ass- mula levantaran) alguns accionis-
tas sobre a elegibilidad' do accionista Antonio
Carlos de Arruda Bettro, que obteve maior nume-
ro de votos par- o cargo de gerente; questo sus-
citada quaodo j se uham retirado dous tercos
dos accionistas que cocstituiram a assembla.
Recife, i de Julho de 1887.
Os directores,
Antonio Vicente Nascimento Feitosa.
Gustavo da Silva Antunes.
Vic'ate Ferreira d'Albuqucrque Nascimento.
X Ts-man Companhia Telegraphica.
Gaseo W. Sons 4 C.
Peggyk S. Brothers & C.
Keforma H. Luadgren 4 C.
>kandea W. W. Robilliard.
silver Sea J. Pater 4 C.
O sigual indica ter a embarcac} sabido boje.
Vapores a entrar
DOS POBTOS DO SL
Setgiprboje.
Tamara 14.
Principe do Grao Paraa 14.
Manosa 16.
Arlindna 17.
Aconcaguaa 18.
Araucanaa 18.
Congoa 19.
Pernambuo a 27.
Neva-a 29.
DOS PORTOS DO KOBTB
Camilla 13.
Paraa 23.
DA EKOPA
Trent amui.h.
Sullya 11.
La Plataa 24. ,
DB HAMBURGO
Bu-nos-Ayn sa 15.
S autosa 16.
DE SIVBBPOOL
Plutcamanha.
DB NEW-PORT
Financea 11.
DE SEW-YOBK
Parauhenseumaub.
Ueve ter sido arrecadada nes'
a quautta de
Rendimento do dia 1 a 6
dia
Foi arrecadado liquido at baje
Precos do dia :
Carne verde de 280 a *00 ris o kilo.
Caroeiro de 720 a 800 ris idem.
Sumos de 500 h 640 ris idem.
f'annha de 200 a 240 reis a cuia.
Milho de 260 a 300 ris idm.
Feijac de 500 a 800 idem.
54*00.
212*460
1:295*100
11507*560
Haiadouro Pabtleo
Foram abatidas no Matadouro da Cttbauga 7o
rezes para o consumo do dia 8 de Julbo.
Sendo: 46 rezes perteucente a Oliveira Casti
** C, e 24 avli versos.
El
em
V de Julbo
Jos Candido ae Moraes
Manas Fiuza 4 C.
'2:0)0*000
2:000*000
Headiineatos pblicos
MBS DB JULHO
Alfandega
Keuda geral
U 1.6
dem e 7
138:378*950
30:887/868
Renda prora.
De i a 6
dem de 7
14:7644646
3:463,923
169:266*818
18.228*569
187:495*387
BACIONABS
Espirito Santoconsig. Companhia Braziieira.
Giqui Com; anbia Pernambucana.
Jacuhype Companhia Pernambucana.
Joven Correia Amorim I rmos 4 C.
Layo Loyo A Filho.
Mariaoniuha Baltar Oliveira & C.
Mimesi Baltar ul veira 4 C.
Marinho VII Loyo 4 Filbo.
Pirapata:. C:npul:a Pernambucana.
S. Barthnlumeu Barth lomeu Loureojo.
S. Francisco Companhia Pernambuctna.
E8TRABOB1BA8
Athbrook consig. J. H. Boxwell.
Blanche S. Brothers 4 C
Cbritiina Elysabeth W. Sons 4 C.
Claudina L yo & Filho.
Efraim H. Luadgren 4 C.
Elstou Adamsoo flowie & C.
Frits Baltar Oliveira 4 C.
Gatelle ordem.
H'diuung Pereira Carneiro 4 C.
Vaporea waliir
Espirito Santoamanb, s 5 hsras da tarde, para
os portos do norte
Trentamanb, 1 hora da tarde, para Buenos-
Ayres, cosa escala Dor Macei, Babia, Rio de
Janeiro, Santos e Montevideo.
Jscuhypeamm h4, s 5 horas da tarde, para a
Bahia, tocando em Macei, Penedo e Aracaj.
Giqui amanha, ao meio dia, para Fernando de
oronha.
\a i<>* & entrar
Armidade Londres.
Anne Mariedo Rio Grande do Sul.
Arielde Terra Nova.
Armandodo Rio de Janeiro.
Bella Rosade Terra Nova.
Camoesdo P rto.
Chitade Terra Nova.
Erutede Hamburgo.
Emolstorde Terra Nova.
Echode Cardtff.
Florence de Terra Nova.
Faiwardde Liverpool.
Honb rgsundde Caidiff.
J. G. Ffehte-de Montevida.
Jos Estevodo Rio de Janeiro.
Katalinale Terra Nova.
Leanderde Terra Nova
Lidadordo RioGraude do Sul.
Mara-de Terra Nova.
Marwiho Ido Rio Grande do Sul.
Marinho IX-do RioGraude do Sul.
Meta Sophiade Hamburgo.
May Coi yde Terra Nova.
Osearde Santos.
Petuniade Terra Nova.
Positivodo Rio Grande do Sul.
Veril*sdo P-rto.
Withelminede Hamburgo.
ltoviuicnto do porto
Navio mirado no dia 7
Kio de Janeiro e escala7 dias, vapor nacional
.Ejnrio Santo, de 1,999 ton- adas, commaa-
daute Carlos Gomes, equipagem 60, carga va-
jios geteros ; ao Viscoude de Itaqui o Norte.
Observagao
Nao houve sabida.

1
-
nBiiff


^4
Diario de PemarabaeoSeita-feira 8 de Jnlho de 1887




A. P. B.
Issoriago Purtugueza de Bene-
ficencia
ASSEMBLE'A GERAL EXTRAOR
DIARA
Em fuce do que preeei'a o art. 87 dos estatu-
tos, convido os Srs. s ci.>s a compareeerem na tde
social domingo, 10 ''o correte s 4 1/2 horas da
tarde, afim de tratar-se da vevogaco dos additi-
vos approvadoi em -isspmhla geral extraordinaria
de 23 de Novea bro de 188*.
Secretaria da assembla geral da Associscao
Portuguesa da Beneficencia, 5 de Julbo de 1887.
O 1. secretario,
B. de Aguiar.
Companliia do Beberibe
Nao se tendo reunido os sc-nhores accionistas
em numero sirfficiente pura ccns'ituir a aesembla
geral ordinaria no dia 1 do corrate mes, sao de
novo convidados pira a r- unio do dia 11 deste
mes, ao meio dia, no 1' andar da casa n. 71
ra do Imperador. Esi-a reuniSo ter lu^ar com
qualquer qu2 sej i o numero de accionistas pre-
sentes, e uella se tratar dos assuiopto* designa-
dos nos estatutos. Recife, 4 d>- Julbo de 1887.
Ceciliano Mamede AI ves Ferreira,
Lirrctor gerenie.
Jo. Eustaquio Ferreira Jacobina,
Director secretario.
S. R. J.
Sociedade Recreativa Joventade
Solemnissco do sen 23. anuiversario
Communico aos seahores associadoa que nc da
14 de Agosto prximo se solemnisa o 23.* anm-
versario de nossa s>ciedade, com a installacSo da
banda musical c um b-iile, para o qu .1 se recebem
nesta secretaria notas para convites, at o da 7
do mesmo mes ; visto terem Ue ser entregues
pelas commisses para esse fim nomeadas.
Secretaria da Sociedade Recreativa Juveotude
1- de Julho de 1887.
Jos de Mediis,
2 secretario
Arsenal de Guerra
O conseibo de compras recebe propostas no dia
6 de Julho do corrate auno, at s 11 horas da
manh, para a compra dos urtigos segaintes :
Algodaoziubo, metro 21,660.
Algodao u esela, dem 216.
Algodioem rama, kilos 122.
Aniagem, metros 1,100.
Alpvca preta, idem 18.
Baoueja para copo, ama.
Baca e jarro de louca, par om.
Brim bra.-co liso, metros 7,000.
Brim escuro traucao, idem 22,0-^2.
Batta eucarnada para forro de poncho, idem 100.
Boneta para sargento ajudunte e quartel mestre, t-
Bandas de la pura inferiores, 3.
Boneta de servido inrerno, 1,114.
Bonets de servieo interno para cavaaria, 51.
Boneta de servico interno para a compaubia de
operarios, 27.
Bonets de ser vico externo para a mesma compa-
nhia, 40.
Boneta com lstra e iyra pac musites, 44.

ADMIXISTKACAO DOS CORREIOS DE PER
NAMBUCO, 2 DE JULHO DE 1887
Relacao da correspondencia registrada (sem
valor) que existe nesta repartidlo, por
nao terem sido encontrados seus destina-
tarios.
Anua Josepba Percr*
Anna Mana da Couctic i.
Alberto \ugasro Oinix.
Adelgieio Cabral de Albuqaerque Vasconcellos.
Aagusio Frederico de Siqueira Cavaleante.
Alfredo Varilla (2).
Antonio Je Ase veo o Soar-.-s.
Antonio Gomes Tavares.
Antonio Naces Fargta.
Antonio Theodoro da Costa.
Bemvind* AdeUide do Amor Divina.
Balbina Krau -idea .5 S ni >s
Basilio Ljpe.3 t'.re.ra.
Gaetano Alberto de astro S.Rinanto.
CarIor de Arruda Sampai:
Cesar e Ticarra.
Domingos Miranda Roberto.
Eugenio Augusto de Oliveira t O
Francisca Ant>uio dos -autos (2).
Francisco Cordiri de Muania.
Francisco Joaqaim de Souza.
Francisco Jos Fernn les.
Franeisco Rayoiiiiido !. Cirvalbo.
Ouilhermina Mara da Conceico.
Joaquim CordeiroCvaicauie.
Josquim Fcrn ira rietto.
Joaquim Joc de Campos.
Joaquim Maria do Espirito Santo.
Joaquim Silvino de Audrade.
Joanna Baptist-. de Carvalbo.
Joo Athanas.o de Almeida.
Joo Alves da Sil v. (2).
Joo Alexaudi'ino da .Silva Moot- iro.
I Joao Dao Perera de Lyra.
* Joao evangelista Leal.
Joo Francisco de Oliveira Go ley.
'uan Michilina.
oo&o Mendes da Cuuha Asevedo.
Jos Affousj da Silv.
Jose\ Alfonso.
Jos Crios di Silva Leal.
Jos Gotees de Muraet.
Jos Isidoro Borge* Leal.
Jos Jo-quin Ferreira.
Jos Libanio a.-^Silva.
Jos Meodes Vi-S ira.
Jos Rico de Soma,
Jos dos Sir.is l'eteira.
Jos da Silva Braga.
Juvencio Francisco da Trinlade Gaya.
Leonor A. B Imont M fh.
Libania Emilia Cesar de Albuquerque.
Lusia Mara da Conceicao.
Liberato Benicio Ferreira Lima.
Luizi Persick.
Laurentino do Reg Barros.
Maria Gomes.
Mara J* Cjuc-co Aonaneiacjb.
Marco:ino Alves de Moma.
Manoel Alv> s dos Santis.
Manoel Autouio djs Santos Vivir (2,.
Mauoel Ga'ti.o Poutes
Manoel d Costa F-.-ruand s.
Manoel Jos de Barros.
Manoel Martina Pires.
Manoel de Oliv.ira i oslos.
Manuel Severino G. de Aleocar.
M. de Souza Machado.
Nicolina Detti (1)
Paulo B-nto Zidaues.
Paulino 'IYrrea Cavaleante.
Pedro Baptisfa da .>ilva.
Pedro Marinhn de Almeida Ai Silvn Fiiho.
Pompilio de Castro Lima e Almeida.
Rapbael Florencio .ie Oliveira.
Rita Maria da Uonceico.
Silveria Maria de Araujo L'ra-.
Soln Antonio de Miranda II. urques.
Sebastin de S Urcicio Nunes d Silva L mego.
Umbelino Vieira Lima. *
Vera de Lima a Silva.
Vicente Ferreira Alves.
O 1 fficial.
Deodato Pinto dos Santot.
ftanta Casa de Misericordia do
Hecife
Na secretaria da Santa Casa arreuda-se os se-
guimos predios :
Ra di Bom Jess n. 13, 3' ai:dar.
dem dem n. 44, 1- andar e loja.
dem do Vigario Tbenono u. 22, 1' andar.
dem idem n. 25, sobrado.
dem do.Marques de Oliuda n. 53, 3' andar.
dem do Apollo 11. 24, 1- aular.
Ide u da Meda u. 45
Ipem idem n. 47.
dem idem n 4H.
dem idem n. 37.
dem da Lngaeta n. 14, 1" audar.
Becco do Abreu n. 2, 2- audar.
Secretaria da Santa Casa de Misercordia do
Recife, 25 de Ma o de 18S7.
O escrivao intarino,
Fn nci-eo G mes Castellao.
Bornai*s de brim para viveres, 58.
Coeccao de traslado de calygrapbia, 1.
Cineco de ferro estaohado para tirar aeua, 1.
Centuioes com ferragene, 58.
Cartucheiras de couro pra centuies, 68.
Canudos de f Iba, pintados, para inferiores, 4.
Conloes de la para canudos, 4.
Cantis defolha pintado*,
Correias pia .-..lis, 58
Crrelas pai 1 o potes, teruM 58.
C irreias y*tu marmitas, pare 58.
Caneos de ni- I1 brauco para licar agua, 3.
C^deir^s de brco, de Jacaranda, 4.
Cadeiras de guaraico, ''e j .caranda, 4.
Casemira branca, metrus 2,40.
Caldeira He ferro batido, cata.ili..da, para 50 pra-
Cas, 2.
C i'urnos de couro de be sarro, pares 192.
Esteiras de palha 17.
Espadas com bainhas pura msicos 3.
Flanella alvadia, metros 14.
Guana feixos para arma a C mblaim 6.
Gaoga encarnada, metros 58,40.
Galio dourado de um friso, metro 1,92.
Grava'as de couro en ver msao ,090.
Hollauda de forro, metros 6,800.
Livros impressos de tala) de vales diarias aos
fornecedores, modelo E 10.
Livros im: de vales diario:- ans
fornecedores, mdelo F. ^0,
Lavatorio de ferro pintado, 1.
Luvas de algodao, pares 89.
I Lncos de chita 5,200.
Latas de folba para aparar caf, 2.
Mochil.0 olead.acom laminas de prisio 58.
Mcias de algod, pares 5,8' 0.
Marmitas de folba de urna praca, 58.
Pauoo fiuo msela para msicos, metros 66.
Palas de cinturoes, 58.
Patronas, 58.
Panno fino para fardamento ie sargento ajuc ante
e quartei m- >'re, metros 31,68.
Panno escarale fr. Panno azul para ponchas (igual a a'-.oatra de Ar-
senal), metros 41.
Perneiras de .sola para cavaaria. pares 32.
Reiogio amcricuuo, 1.
Saceos para marmitas de 8 pracas, 48.
Sapato de co' ro de bezerre, pares 5.580.
Sargeliic de irtr, metros 1^
Tamanccs, paree 65.
Talba de barro com Ump, 1.
Talba de barro com torneira, 1.
Previne se que nao serio tomadas em conoide-
raco as propostas que nao foiem feifas na firma
do art. 64 do regulameuto e 19 de Outubio de
1872, ibto em '-upliceta, c m lefeivucia a uiB
o artigo mencionando o uome do propon nte,
a iudicacSo da casa commercial, o preco de cada
artigo, o numero o marca d COUPt\UH PBBXAUVICANA
DK
^avegaco coste!ra por vapor
CORTOS DO SL
Macei, Penedo, Araoaju' e Bahia
0 vapor Jacuhype
Commandante Esteves
cao expresi-a de sujeitar-se muir de 5 '( u0
caso de recusar assignar o contracto bem orno
as de que irataui os arts. 87 e 88 do citado re-
gulameuto.
Outro s:m, previne se mais que sao impronga-
Veis os prazos estabelecidos no respectivo termo
de coutracto.
Secre'aris do Arsenal de Guerra de Pernam-
bucj, 30 de Juuho de 1887.
O secretario,
Jos Francisco Ribero Machi d 1.
Segu no dia 9 de
Jubo, s 5 horas da
tarde.
Recebe carga at t
Idia 8.
Encjmniendas, passagens e dinbeiros frete at
w 3 horas da tarde do dia 9.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Ptrnambucana
n. 12
tOP(.U!& PKB.1AHBIC. %
DB
%'avefiaco Costeira por Vapor
Ferna ndo de Noronha
O vapor Giqui
Comandante Lobo
Segu no da 9 de
Julho, pelas 12 ho-
ras da man ha.
Recebe carga at o
ldia!8.
aras da manh do dia da
ESCF^iTORIO
raes da Companhia Permaoibn
cana o. 12
COIPANY
0 paquete Trent
E' esperado da Europa no dia
9 do corrente, seguindo
depois da demora necessaa
ria para
Importante leilao
Precisa-sede urna cosinheira ; na r stacao I
da Jaqueia, si:io ilo Sr. V>.!e. 5.
OAamMS
CilABFIRS RIIMS
4'ompaahia Francesa de^Iavcea
cao a Vapor
Linha quinzenal entre u H.jyre, Li
boa, Prmambuco, Baha, Rio rlc Jaafiro e
Santcs
0 rapor Sully
Comraanrlsnto VpI
K' esperado da 1110,111
at -lia 11 de Julho, se-
guuido depuis la inJiro^n
svei diunura par- ;. -<-
ti. Klfi J5*lr
e feniu>.
R'jga-st' 'js Srs. impvrtadurca ac o.iga j. lu
vapores desta linlia,uucir:uo apresentar dentro le 6
RR a contar do da descarga das alvarenga -a:-
^uer reclamacSo concernente a volumes, que po-
ventn. k tenharn seguido para os portos do sul,ufia
de se podereas dar a -mpo as providencias neises-
sarias.
Ksptrsisl* naeriiVi pms a companbiica 1 se
-aponsa!'ilisa bot extravos.
Para carga, pa. sagena, eucommendas e diuhi irc
a frete i trata se com o
AGENTE
Augusta Labille
9 KUA DO COMMERUIO9
Vapores nacionaes
iNORTE E OUL)
BiO hj.lnil SitOS, IGfSO-
is o Sil
0 vapor Arlindo
Espera-se ao dia
dia i 7 do c.rnnte
do Ra de Jan :iro
e seguir depois
it demora do eos
tuire para es |wr-
t 3 cima indicados
Recebe carga, ence mmendas e passageiros f ara
os mesmos portos : a tratar con
PEREIRA CARNEIRO 4%
Macei, Babia, Rio de Janeiro, Santos,
Montevideo e Rueos Ayres
0 paquete Tamar
esperado
dosul no dia 14 de
enrrentf seguin le
Idepois da demora
uecessaria para
v Vicente, Lisboa, Vlgoe ou
thampton
ReduccSo de passagens
Ida Ida e volta
A' 3outh*mpton 1 elasse 28 42
Camarotes reservados para os nassageiros de
Pernamboco.
'ara' passagens, fretes, etc., tracta-se os
Consignatarios
Adamson llowic AT C.
COMAIERCIO-N. 3
M. 3- RA
DO
snrmr
Pacilic Sicas] ^avigaliun Couipanv
STRATTS 0 MAGELLAN LINR
O vapor Arancaiiia
Espera-se dos portos do
sul at o dia 18 de Ju-
lho seguindo para
a Europa depois da
demora do costume.
Este paquete e os que dora
em diante seguiren. tocaro em
Plymoulh, o qoe facilitar che-
garem os passageiros com mai
brevidade a Londres.
Para cargh, passagens, encommendas e din-
beiro a frete tracta com os
AGENTES
%Vllson Mons k C, i liuited
N. 14 RA DO COMMERCIO N 14
De bons movis, excelente piano, quadros
egpelhos e diversas plantas.
Sexta feir 8 do correntia
A's 11 horas'
No Largo do Entronuamento primeira
casa Jos Afflictos.
(0\TA\O:
Sala dejvisita
Urna importante mobilia de Jacaranda a Luis
XV medalho com 12 cadeiras de guaToicSo, 4
ditas de balanco, 1 sota e 2 duoquerques com es-
pclbos, 1 excelente piano completamente novo do
fabricante Cool Scheelin Cassil, 1 espelho oval, 6
importantes quadros sendo 1 da 1* missa que se
celebrou no Brasil, 2 lindos jarros grandes, 2 ditos
menores, 3 sauefas e cortinados, 3 pares de
etagers dourados, 1 'lustre de erystal para gas
carbnico, escarradeiras finas, 1 almntada bor-
dada para a<.f, tapetes para poi ta, 1 tapete forro
de sala, eocanameoto registros e candieiros de
gas.
Alci.va
Um importante toilet de Jacaranda, 1 lavatorio
de dito com pedra, 1 guarda-vestidos de rais de
amartllo, l consol com pedra, i cabid -, lindos
objectos para cima de toilet.
Sala de jantar
Urna meza elstica cen G tahoas, 2 importantes
apparadores com pedras, 1 guarda luucas (obras de
gosto), 12 cadeiras de unce, 1 quartinhera, 1
cadeira alta para crean;, 4 etagers com jarros,
1 relogio, 1 apparelho de elctro-plate para cb, 1
dito de faiunce para dito, 3 'fructeiras de erystal,
1 filtro, loucas para almoy. e jantar, c pos, clices,
garrafas, galheleiras, banaejas, facas, garios,
clh. res, e muitos outros objectos.
Saleta
Dons apparadores. 1 sof, 1 rr osa c- m ps tor-
neados, 1 caiza com ferramenta.
Suto do 1 audar
Urna meza grande de cedro, 1 Invatorio com
baca, 5 quadros, 1 s^f, 2 eepreguicadeiras sendo
urna de mogno e ontra de junco, 1 relogio de p dra
marmore e metal, 2 pares de jarros de faiai.ee.
1 piano do fabricante, lihudel e Vine, 1 impor-
tante tecretariH de migue, 1 cadeira de rosca para
a mesma, 3 venesianas.
Io Quarto
Urna cama para casal, 1 importante commoda
de amaiell", 1 bidet, 1 lavatorio e 2 quadros.
2 Quarto
Um marquezo largo, 1 cama para creanca, 1
cabide, 1 estante para livros.
Jardim
Grande quantidade de croroas palmeiras, bigo-
nias, sapotis e oatras moitas plantas e 2 bancos
para jardim.
O agente Gusmo, au'orisada por urna familia
que mudbU-se para tara da provincia tara leilao
dos movis cima mencionados os qua. s sao quasi
novos e de goBto,
A's 10 '/* huras partir um tr-m do Arco de
Santo Antonio tocando em todos os pontos que dar
passagens gratis Ma c. ocurrentes.
Aluga-se ou compra-se urna casa ttrrea n s
immediacoes da igreja da Soledade.
Preeisa-se de unoa ama para todo servico de
urna pesso : na ra do Psdre Ploriano n. 40
segundo andar.
Aloga-se a casa Ierres ra de Luis do
Reg n 33, com qukital grande murado, e gran-
des commodos para familia ; n tratar no largo do
Pombal n. 1.
Aproveitem
pra acabar os a ligos
segu liles:
MadepolSo americano de custo de 124 a peca,
com um pequeo toque de mofo a 550O e GOOO.
Dito Boa-Vista de 7 por 5000.
AlgudSosinho marca T com pequeo toque de
avaria por 5000 s peca.
Fusloes braners, largo, de custo de 500 e 0#
ris a 240 e 320 res o cavado
i Ricos cortes de cambraia bordada, brancos e
0 de cores a 4*500 e 5*000.
i Sur de linho, novidades, com um metro de lar-
i L 2S am qe gar" de P" m a 32 fis.
Cr. tone americano e percalias a 240 ria.
digne-se Catimiras ftlf.ou para \estidos de enhoras de
Pejo ao Sr. r. L. M. de A. o segubite : fa-
sem 18 meses que V. 9. daqui sabio, deiando me
j nessa poca em i.ttribulucoes o que nSo iguora,
e e.aleule qup martyric tenhn pasando devido ao I
seu indiff-rentismj ; nlo um ; p r n. qiii:utia,
e sim 1:116*, quantia esss quo servio para V. S.
goiar e ter pisiclo ; entretanto estou si ffrendo
aiuda mais at des ness s correligionarios ; nao,
tambem pai de familia.
Rnga-se ao Sr. capito V. A. S. B.
mandar restituir aquillo que servio para fin i Jo 500 a ^-0 iis.
sagrado, e nao o fasendo declarar se-ha a hiato-1 Toalhas alcochcadas e felpudas de 4* 5 a
ria desse negocio depois da aeco em juio, para 2*200 e 3*500.
conhecimento do publco._ j Armures de quadros, de 600 rs. a 360 ris.
Aluga-seo2- e 3- andares da casa ra' ,Meias, inSl(a3 6tm costuras, para senh ra.de
larga do Rosario n. 37, esquina defroote da igre- 12 a 6'000.
ja, juntos ou separados ; a tnit&r no pavimento | ePh", <** qnadres a 120, 140 e 240 i6if.
terreo. C misas inclezas par. b.->m.ns, de 60* > o'i*.
rTZZ-----::----------i------jS" ------1-----.. Sitios de tudas as eres a 1*000 e 1*200.
Compra-se Das immednicoes da igreja da' E muitos outros arfigos que se venden.
a tratar nesta ty- gab) abxtnneaU,.
Loja das Estrellas
56 RLA DUQUE DE CAXlAt- 56
Soledade, urna casa terrea
pographia.
Vlleoc-o
4:000,000
Lembro so Sr. J. G. dos 8. J., que tenho e?pe-
rado muitos annos depois do seo dia........ j
a muito est Vmc. na paz,, r -beodo nos thesou-
.'< s provincial e gvral, Com, na pagadura, venci-
mentos. e oecupando boa posiciio, nao se terebran-
do dequem salvou sua vida Hodi mi eras-
tib.
Tclephone n. 210
("aixeiro
Precisa se de um caixeiro com pratica de pada-
ria, de 14 18 annos de Hade ; na ra da Mar-
cilio Das n. 'i.
Agente Burlamaqui
Sebbado 9 do corrente
Ao meio dia
Do estabelecimento e fabrica de genebra,
vinno e vinagre, ra da Penha n. 7
O agente cima, p. r mandado e aesi&tencia do
Illm. Sr. Dr. juis de dircito da provedoria, ven-
der em leilao, em lote ou a reta h j. genebra, vi-
nho, vinagre, movis e um relogio de prata, per-
tenceute a nm espolio, a equerimento do inven-
tariante Jos Nogueira da Silva.
Leilao
N. 6.-RA
DO COMMEROIO
1- andar
c.
N. 6
!
ampfscliilTfilhrts-leselIscha'l
O vapor Buenos Ayres
Esperase de HAMBURGO,
por LISBOA, e AgORES at
' o dia 15 do corrente, eeguin-
jdo depois d demora ne:es-
saria para
Rio de Janeiro e Santos
Para passageiros e carga a frete trata-se cota os
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & C.
RA DO COMMERCIO N. 3
/ andar
Uoaed States & Brasil X- S.Mi
0 paquete Finance'
apera-se de de r-
News, at odia 11 c Julho
o qual seguir depois da
demora nec-jssari-i p Baha e Bio de Janeiro
Para carga, passagens, e encommendas traeta-
e com os
AGENTES
Henrv litskr k C.
Jt 8 RU i OMMERCIO N. 8
/ aiida
Lisboa e Porto
Lugre portug-uez
Jos Estevo
Chegar brevemente do Rio de Janeiro, e re ce-
bera carga a frete para os Meridos portos sahin-
do dentro de .jucos das ; a tratar com Amoim
rraaos & C.
i ara o Rio Grande do Sul
Segu com brevidade para o porto cima, o
lugar nacional MarinKo 7' : para o resto da car-
ga que Ihe falta, trata-se com os consignatarios
Jos da Silva Loyo & Pilbo.
Para o Porto por Lis-
boa
Segu brevemente para os portjs indicados a
barca portuguesa Claudina ; para carga e passa-
geiros trata-se com os consignatarios Jos da Sil-
va Lyo 4 Filho.
Pillo
Precisare de um a bordo do patacho brasileiro
Joven Correa, para a Eua viagem ao Porto :
a tratar com o capito do navio.
Mossor
Sabbado, 9 do corrente
A's 11 horas
Na ra eslreita do Rosario n. 24
O agente Modesto Baptiota, por mandado do
Exm. Sr. Dr. juis do commercio, a requerimento de
Francisco Berenger Cesar de Meoezes, far leilao
de 1 piano de mesa, 1 relogio de parede, 9 cadei-
ras de guarnicSo, 2 ditas de balanco, 1 marque
sSn, 2 consolns e 1 mesa com 2 gavetas, tudc de
amarelio, peohurados a J>- Hyppolito Ferreira.
Edi continuado
O mesmo agente vender 1 piano, 1 mobilia da
Jacaranda, secretarias, cadeiras avulsas, comino-
das, camas para casal, marquesas, guarda-louca, 2
fiteiroa, resmas de papel, caixas com cognac, mai-
xena, jarros, quadros. caudeiros e muitos artigos.
Leilao
Estabelecimento de Banhos no
pateo do Carino n, 26
O proprietario desse rstabtlecimento
adiando se com sua sacie aggravada e
n3o podendo per isso continuar com o pe-
sado trabalho que (em tido a 22 annos em
procurar a eleval o o estado em qu se
cba em offerecer t das as vantugens que
se pode desejar. O eatabeieciinrotu ligado
com o andar superior que taoibem offd-
rece as melhores proporcSes para casas de
pensoes ou de sade Os pretendentes ?.
compras do referido estabelecimento diri
jam-se ao seu prnprietsrio na mesma casa.
DO
Segu com tsda brevidade para o porto cima
o hiate Deiu te Guarde, receb carga ; a traiar
na ra da Madre de Deus n. 8, ou no caes doLoyo
a bordo.
'jricaiy
Segu para o porto cima no da 9 do correte
o hiate Deus te Salve : para o completo da carga,
trata-se na ra da Maort de Deus n. 8, oa no caes
do Loyo a bordo.
mum
Leilao
De um cavallo allazito cachito, um dito ro-
dado gordo e andador, e um jumento
esquipador.
A's 11 horas
Sexta-felra, do corrente
Agente Pinto
No armazem da ra do Mrquez de
Olinda n. 52
Em eontinua^o
Um Corrinho de 4 rodas coberto, 1 guarda-louc s
1 mobilia, mezas, cadeiras, bancos ct-m ps de
ferro, candieiros para kerosene e I lustre de 3 b-
cos e arandelas para gas carbnico e muit.s cutros
movis. ^
Leilao
Agente Bi-ito
De urna armacao de amarelio envernisada e en-
vidracada para qualper neg ci, 1 fiteiro, bons
gneros novos, pipas e barris e vasios, 1 cesta
para roupa, alguna me veis e outros objectos ; na
casa ra de 3. Joo n 17
Sexta-feira 8 do corrate
As 10 lj2 horas
PROVINCIA DO RIO GRANDE
NORTE
NATAL
O agente Gsrcia competenteonente autorisado
levar a leiljo no da 11 do c rrcule a p laca bra-
zileira Phara, c- m todos os salvados, nau-
fragada na proviucia do Rio Grande do Norte.
Leilao de predios
Do sitio do Becco do Espii.he.iro, n. I, com casa
de pedra e cal, com frente para tres ras, tendo
3 jan. lias de frente, portas los oitoes, com dnas
salas, 4 quartos, cezinba externa, cacimba, medin
do 300 palmos de frente e 375 ou 385 ditos de
fundos, terreno proprio com algumaa arvor e ; em
3 minutos che^a-se estacan do Espinheiro.
De duas meias-aguas trav.ssa do Principe
os. 2e4.
Da casa terrea na estrada do Caxang junto a
esi.cio do Zumb, com 2 portas de frente em ter-
reno pr pno e oceupada or urna Inverna.
Da casa terrea sita i ra D. Maria Cesar n.
31 (Recife), com 2 salas, 2 quartos, quintal, ca
cimba, cosinba fra, terreno proprio, renda 20
mensaes.
Da casa terrea sita a ra des Guararapes n.
31 (Recife), com 2 salas, 4 quartos, quintal, cosi-
nba fra, terreno proprio, rende 30000.
Fernandes Vieira ns. 54 e 56 com 14 casinbas
nos fundos, rende 1214000 mensa, a, terreno to-
reiro.
Segunda-feira 11 de Julho
AS 11 HORAS
No armazem da ra do Mrquez de Olin-
da n. 19
O agente Gusmo, autorisado, far leilao dos
predios cima mencionados, podendo os preten-
dentes ir examiual-os, e para mais informacoes
o mesmo agente dar.
De movis, lona e vidros
Constando de urca mobilia de amare'lo, entalha
da e com tampo d pedra, 1 espelho .val, 1 cama
francez't com colxo e cupnla, 1 meia-eommoda, 1
lavatorio, 2 aparadores, 1 mesa elstica, 1 dita
para jantar, 1 sof de amarelio, candieiros, Kuca
para jantar, copos, garrafas, jarros, bahs gran tes
de couro, diversos Flandres e um trem de cosinba.
Terca-felra, IS do corrente
VSH HORAS
Na casa terrea da ra do Major Agostinho Bi-
zerra c- 30, antiga Bom Jess das Crioulas.
O agente Martina, autorisado pelo Sr Jos Lnis
de Franca, vender em leilao os movis cima, ao
correr do martello.
uno cu
Sem dieta e sem modifi-
cafocs d* costumes
Liboratorio central, ra do Visconde do
Rio Br;nco n. 14
Esquina da ra do RegenteRio de
Janeiro
Especficos preparados peio phar-
maceutico Eugenio Marques
de Holianda
Approvados pelas juntas d< hygime da
Corte, Repblicas do Prata e Academia de
Industria de Pars.
Elixir de Imblribinn
Restabelece os disppticos, facilita as diges-
tor e promove as ejeecoes diffi(:eis.
Vlnbo de anana/, rerraixinoMe e
quinado
Para os chlorj-anemicos, de'jella a hypoemia
intertropical, reconstitue o hydropicos e beribe-
ricos.
Xarope de flor de araeira e ma-
tamba
Muito reccmmendado na bronchte, na hem.p-
tyee e as toases agudas on chronicas.
Oleo de lesludas ferra|liioso e rn
a* de laranja* amirca
E' o primeiro reparador da flaqueza do orga-
nismo, na lysica.
Plala* me-peridica, preparada*
com pererlna, quina jsberanur
t'ura radicalmente as f.-br-s intermittentes, -
miitentes e pemicijsas.
\ inio de Jarabeba imple* e lam
bem r.rriminoNo. preparado*
em vinbo de Effieazes as iuflamacdes do figado e baco agu-
das ou chronicas.
viniio leulco de capliaria e quina
Applicado as convalesceneas das parturientes,
retico ante febril.
scg laion Ja Silva k\
RA DO MRQUEZ DE OLINDA
RECLAME
Urna experiencia
0 GRANDE ARMAZEM
DP
LOUVRE
A' RA PRIMEIRO DE MARCO N. 20
(ESQUINA)
Resolvendo liquidar grande variedade
de artigos por presos incoDtestaveia, ex-
pijetn a apreciaySo publica es seguintes ar-
tigos :
Popelines de seda a 500 rs. o covado.
Setins de cores a 800 rs. o corado.
Cambraias bordadas cora salpicos de jor
a 6(5000 a peca.
Madapolfjes de 7|J a peja por 5)5500.
Meias francezus para hornero a 7:V 00 a
duzis.
Bordados tapados e transparentes i e 500
a 1|5500, com pequeo defeito.
Cortes de cretone por precos sem com-
petencia.
Loques transparentes, grande novidade,
241000 um.
Ditos de setirn a 50000, vale 8^(00
um.
Cachemira de duas larguras de 1)5000 a
1)5400 o covado.
E muitos outros artigos que serlo bre-
vemente nnuii-' iados.
Casa de confianca de
FRANCISCO GURGEL & IRMA
Antonia Senbortnba da* VI: gen*
Antonio Fernandes de Carvalbo agradece a to-
dos os amigos que acompanharam os restos mor-
taes de sua sogra ; e de novo os convida para
assistirem as missas que manda esar pelo trig-
simo da do seu passamei'to, na igreja do pjvaade
d Jatob do Brejo da Madre de Den*.
Criada
Preeisa-se de urna criada que saiba co-inhar e
engommar, tratar ua la do Bar So da Victoria
n. 60.
inarii tu Lope* de Medelra*
Constancs J. de Medciros fjages e seus fiih-jf
(ausentes), Honorio Jos da Cunha Lages, Flavia
J. de Lages Fernandes e Augusto P. Fernandes,
gradecem s psseoas que acompanharam ao ce-
n iterio o seu presado nnSo e tio, Anacleto Lopes
de Medeiros ; e de novo convidara os parentes 8
amigos do tinado para assistirem a miisa que por
sua a-mu inandam resar na matriz da Bja-Vista,
sabb do 9 do corrente, s 7 1/2 horas, agrade-
cendo desde j es:e acto de caridade e religiao.
O. tieouveva Mariln* Ola*
Jote Maitnis Das, seu filho e filhas, agradecem
aos -eus parent-s e amigos o obsequio de terem
aconip nhad"> ao cemiterio publico os restos mor-
taes de sua presad filha. D. Genoviva Martina
Dias ; e de novo os eouvidam para a missa i j
s-tiino da, na matriz de Santo Antonio, s 8 ac-
ras a* manh de segunda-feir.i 11 do corrente,
ficando-lhes eternamente agradecidos.
PLANO
PARA
4s loteras ordinarias tiesta provincia
8:000 BILHETES ^DIVIDIDOS EM QUINTOS) A 5000
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se casas a HAIH.Q no becco dos Ce
hos, junto de S. (joncaOo : a tratar na ra d
Imperatriz n. ">S.
Os abano assiguados mudaram O seu etcri-
ptorio de advogado e solicitador, da casa n. 38
ra do Imperador para a de n. 69 mesma ra,
sala da frente.
Manuel Joaquim Silveira.
Ji ao Caetano de Abrau.
= Precisase de um criado de 10 a 12 annos de
iade, para casa de famili>i ; a tratar na ra do
Baro da Victoria n. 39, loja.
Preeisa-se de um caixeiro eom pratica de mo-
!hdos l i ra da Unio n. 54.
1 premio
1 t
1 >
2 premios
3 i
8
16 1
de
40:000^000
80
80 >
00
2 2 appr
500,5
2005
10U:>
50*5
306
20
W
m
im
955
12:000)5000
2:000^000
1:000^000
1:000#OQO
6005000
8005000
800,5000
2705000 { ^ara comP'etar B dezena do 1. premio
( (excepto a sorte grande).
( Para completar a dezena do 2 premio
( (excepto a aorta de ,2:000,5000).
( Para os dous ltimos algarismi s fnaes
do 1. premio.
( Para os dous ltimos algarismos fnaes
( do 2. premio.
[ Para todo o algarismo final do numero
( em que sabir a sorte grande.
180,5000
1:20050C0
800,5000
4:800-5000
300,5000
190^000
Para o 1. premio.
Para o 2.o premio.
PREMIOS NO VALOR DE 25:940^000
DESPEZAS
Imposto geral e provincial, beneficio, sello
e commisslo etc, 14:060)5000
15
40:0005000
Os premios superiores a 2OO5OOO s estao sujeitos ao impoeto de 5 % e nao
/s como era d'ant. s.
Recife, 18 de Junho de 1887.
O THESOUREIRO,
Jos Candido de Moraes.
i
1
t
j mam \


/



M

6
Dtoriti


Feroaijutoucf- ScAlar-teira 8
Aluga-sc barato
Ka Visanos de Itaparica n. 43, aamazesn.
. Coronel Suassuna n. 141, quarto.
Ra de Santo Asura n. 14, loja
Bhn do Rosal n. 39
Ra do CalaboDCo n. 4, loja.
IVatk-se na ra do Commercio n. 5, 1* andar
acriptorio de Sirva, Go>a-sea & C* ________
41uga-se
o grande sitio Tacaruna, no Salgadinho, com bu-
tantea trras para plantacoes e muitos arvoredos :
quem pretender dirija-se fabrica Apollo, ra do
Hospicio.
Sementes e cmapalo
Compra-se na fabrica Apollo roa do Hospicio
namero 79.
Xegrinha
ilusa-se
o 1 andar da roa do Visconde de Inhama n. 73
com bons coinmodos para familia, perto d o mer-
cado e cois excedente vista ; a tratar na Ventu-
rosa, 4 ra do Cabug.
Aluo
a-se
e tobrsdo de um andar e s >t;o roa do Bartho-
lemea ?. 67, est caiado e pintado de novo e tem
bans commodos : a tratar na ra larga do Rosario
n. 34, botica.
ilnga-se
na freguisia da Boa-Vists, ra doa Prareres n.
48, urna boa casa com 6 quartos, banheiro e oo-
sinha, muito fresca : a tratar na roa da Impera -
tria n. 64, loja de faseadas.
iluga-se
a loja do sobrado rna da Imperatriz n. 20, mui-
to propria para negacio, tendo na mesma maja
armacio, que o aouo vende a por psaco coasmodo ;
a tratar na nu do Booi Jess n. 11, aadar.
Ama
Precisase de urna ama para cosinbar em casa
de familia de duas pessoa, na tua Duque de Ca-
xias n. 86, terceim andar. ^^^_^__^_
Na ra da Alegra n. 14, precisase de u na
negrinha de 12 a 14 anuos de idade, para servico
domestico. _____________^^^^^^
Engoimiiadcira
Precisa-se de urna ama que engomme com p;r
ieieo ; na ra do Mrquez do Herval n. 10.
X
>
Ana
Preeisa-ee de ama asa para casa de pooca
familii., qae cosnpre e aaioa cosinbar ; na rna do
Baro da Victoria o. 15, 2" andar.
Ama
Precisa-se de ama ama ; na ra do Visconde
de Pelotas (antiga do Aragao) n. 1, 2- andar.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar ; na ra
de Pedro Alfonso n. 70.
4 na
Precisa-sc ce urna ama para casa de pouea fa-
milia ; na ra do Socego n. 22.
Ama
Precisa-se de um- ama para cosinhar ; no lar-
go do Paraso n. 14. _
Ama
Precisa-se de urna ama para todos os servicos
de casa de familia ; a tratar na roa do Bario da
Victoria a. 7, 2 andar._________________________
Ama deleite
Preciss-ee di' urna ama que t-nba bastante lei-
te : ua ra do Alecrn) n. 63.
SAUNDERS BROTHEBS & O, largo do Vot-
po Santa n. 11, teeoj par vender :
Cervvja prett. e branca, de M. B. Porster &
Sons.
Dita allema. Plisen Beer.
Vinbo Shury. Araeotillado.
Dito Bordeaux, St. Julien.
Whisky, Thiate Blend Scotck Wiaky ***
Dito *
Presuntos de Adamson.
Manvna de BroWas A C.
Phospboros. Amestaato Safety Matches.
Tintas em massa, branca de zinco, de chumbo,
preta e verde.
Zarca o.
Plvora da muito coubecida e acreditada marca
SEMOLIAA
De Brons 4 i, te Glasgow
Este artigo, preparada por um novo processo
de trigo da melbor qualidade, possue os elemen-
tos necessarios para nutricio de crianzas e duen-
tes, e muito se recommenda por ser de fcil di-
gegtio e gosto muito agr avel ; tambera pode-se
fazer urna exctente papa, misturado em partes
iguaes com a maicena dos mesmos fabricantes,
addicioaando-se-lhe algum leite. nicos agentes
nesta araca, S uindcrs Brothers & C, largo do
Corpo Santo n 11, primeiio andar.
Cosinheira
Precisa-se de unra cosinbeira pora casa de pe-
quen; familia, em Olnda, paga se com generosi-
dade ; a tratar no Recife, na ectacao da ra da
Aurora, com o Sr. Brito bilheteiro, ou em Olinda
com o Sr. Mareolino na estacSc do Carmo.
lian titila
PA.RJA TINGIBA
barba e os cabellos
sta tintara tinge a barba e os cabellos ins-
tantneamente, daado-lbea urna boaita cor
e aatural, inofensiva o sen uso simples1 e
rpido.
Vendc-se na BOTICA FRANCEZA E BRO-
MARA de Rooqoeyrol Freres, saceessores de A.
CAORS, ra do Bom-Jesus (antiga da Cruz
n. 2?

t"
re
as
as
cr
es
PASTILHAS
Oe ANGELIM&MENTRUZ
as
&
93
93
33
i

es
O Hentio mal efflcaz
Seguro que se fwn descoberto ate
hoje para expel ir as .on trigas.
ROQIAYROL FRERES
Pr< eisa-se
de urna menina de 10 12 annos de idade, para
andar com ama criaacinba de 2 annos, trata-se
bem e da-e? de vwir ; precisa-se tambem de nma
senhtra idos que pos* prestar leves servicos de
casa, mediante um pequ?no ordenado, ambas para
casa de familia ; a tratar na ra Velha n 36,
collegio._______________________
Cosinheira eserava
Precisa-se de ara eosiaheiro escravo, para nina
casa de pequea familia; a tratar no caes da
Companbia n. 2, vscriptorft).
VINHOoeJURUBEBA
BARTHOLOMEO a C
Pharm. Pernambuco
(.'nicos preparados de Jl'Rl'BEBA re-
commenrtados pelos Mediros contra as
Doenfii do Estomago, Picado Bao
c Intestinos, Verdado Appetlte.rtc.
15 Aliaos de bom esto!
EXIGIR A AESIGIf ATTJR/_
Fabrico lie assucar
Apparelbo econouiicoa para o cozimen-
t e cura. Proprio para engenhos peque-
os, sendo niodicw em pre^o e el
lectivo em operaco.
'ode-e ajuntar sos engenhos existentes
do systema reino, tnelhorsndo muito s
quadadc tio senear e augmentando a
quantidade.
OPERA9O MUITO SIMPLES
Uzinas grande* ou engenhos centraes,
ma ibiniamo apnreicoado, systema moder-
no. Plantas completas ou machio8r:.ft
separado.
Especiticardsa e iatbrosaa^es c. 5RA DO 'JOMMERCIO5
Precisa se de na criasTo escravo, para urna casa
de pequea familia ; a tratar no caes da t'ompa-
nhia 11. 2, escriptoric.
Pcitoral de cambar
Agentes e depositarios pernea nesta provincia
FRANCISCO M. DA SILVA & C.
No asuMSiean ir* drogas ra do Mrquez de
Olinda n. 23.
Precos : Frasco 2580, 1/2 dasia
13f00 e uzi -UOW
Tinta preta
INALTERAVEL

C-OH1M \ltTIV%
P!IAR\CIA CENTRA ,1
38 Ra de Imperador 38
Pernamhnro
Serve par* 'tcnpt^iracaio bm
quatro copias de uma v<-z
rcaatil e d tres ou
i
ediclo
O Sr. Jcb Barreto P.-.es de Melle, gen/o do Sr.
Jos Ignacie de Avila, toaba a bondade de ir
rna da D> teoe" n {'), cou :lu;r o negocio de seu
nter'm-- com o nbairu assignado ; is->j ser
cara dora. R-<-if-. I d- Jolbo de 1887.
Jos Anr ni.. Albuquerqne Pedrosi.
Vude-se
am grande tanque de ierro, aovo ;
do Rosario n, 3ik
na ra larga
Xarope de cambar, gnaco ebal-
saotdeTolti
re parado pelo pbarreaceutico Joe Francisco
bitteacoart
E' un poderoso preparado para todas as affec-
ides dos orga reepistorioe, como catarrbo pul
motiar, asthrna, coqueluche, bronchte, i>"M>nmo
lia, tisiea, Te... etc.
Cada frasco 1*000
Deposita na Pharmacia Central, ra do Impera-
dor n. 38. Pernambuco.
Aula 1111\l pirlciliar
ggMaria da C pas de familia que a sua aula eont'iiiu s func-
cionar na ra do Arago n. 24, priueiro andar.
Sla?
grrugmoqi
JURUBEBA
BAHTROLOMEO a C
Pfmrm. Pernambuco.
Hurlo a Anemia, Flores brancas,
j Falta ae Menstraaca.o,
V. Drbllld des t robre xa de sang-ne
Kacgi
ssignatun
nJ0*Z+rt-e*e&t
AMA
Precisa-se de uma ama para lavar e en-
gomraar em easrt d familia : uu ra do
Rrachielo a. 13 se dir.
As Punas Cathartieas
Do Dr. Ayer.
A experienoiado tnpo, anplicatlo tus T'ilnlas do
I>r. Ayer, Bullados
obtliloscofn umesMUafi. H misd<: quiirtrta n mw
que esta I^llulan obtveram anu pn])u].iri vertal, qn nenhuin ontra roeJaeni purgativa tem
1 rivalUUN
v~ Piulo nn Db, Avrr, pargai
ni*iit o ventre com Biuvfdade, e t-iiiualara e for-
;eslvofl o Jiasiuiilativ<*.
As Pilulas do Dr. Ayer
caram indig< vitam multas
ferias e a Ral ttatdodct, m '
por aqmella>
Para as doen^u' d Figao e Riip,
cajos syinptnnias ni :i> Knf<>rmdadpt* da rwl9a
Ardor e Peso no Estomago, NantM*a Mal",
I>rt? de Cabeca. Hlito Ftido, Fbr- BUtosa
-- OolleSka Dores do "Storaago costas e espaduan,
iiM'havVf* Hydropicas, etc. nada as allivia
rom segiirauva < promptidila como as PiH'LA do
Im;. awk; i> quaes vso w pande utilidade uo
1 uratr" <* i H*n>orrhofsi.
('orno remedio domestico uo ten egoal.
PREPARADAS l'I'Lo
DR. J. C. AYER k CA.,
Tjowell, Mass., E. U- A.
nda Fias piinoIpsaaW piarmacias e rogarla?,
(W prcte superior
Carlos Sinden receben pelo ultimo vapor e con-
tina a vender sern competencia j na rus do Ba-
rio da Victoria n. 48, loja de altaiate.
Pillas pnrgaiivas e depurativas
de Campanha
Estas piluas, cuja preparacao puramente ve
etal, tecm sido por mus de 2 annos aproreitadas
com os melhores resaltados as seguintes moles-
tias : affeccoes da pelle e do figado, syphilis, boa
bSes, escrfulas, chagua inveteradas, erysipelas e
gonorrhas.
Mudo de nsjal-ai*
Como purgativas: tome-se de 3 a 6 per dia, oe-
oendo-se aps cada dsc um ponco d'agua adoca-
da, chi ou caldo.
Como reguladoras : rense-se um pilula ae jantar
Estas pilulas, de inven^ao dos pbarmaeeuticoe
Almeida Andrade & Filhos, teem veridictum dot
.Srs. mdicos para sua melbor garanta, tornande-
se mais recommendaveis, por serein um seguro
purgativo e de ponca dieta, pelo que podern ser
osadas em vi>igem.
ACHAM-SE A' VENDA
" drogara de Parla Sobrlnbe A
*\ -RBA DO MABQCEZ DE OLINDA 41
SUtasaM
no mus,
P ".LERY

PIANISTA
Luis de Britto toca em reunioes e partidas
tratar na rna Sete de Sctembro n. 16.
VENDAS
Colarinhos e punhos de
selluloide
Carlos Linden recebeu pelo ultimo vapor, e
vende baratiseimo ; na ra do Baro da Victoria
numero 48.
Phar'i acia central
Ba do Imperador m. 3S
Jos Francisco Bittencourt, antigo pharmaceu
tico da pbarmacia francesa rna do Baro da
Victoria u. 25, avisa a seua amigos c fregueses,
que se acba na pbarmacia cima, onde espera
continuar a merecer a confianca que felizmente
depositaran) em aeus trabalhos protesMonaiii.
Caixciro
Vende-ss em toda a oarts
da
Precisa-se de dm
ria n. 9.
na ra do Balito da Victo-
. Precisa-se de nm menino com pratica de mo
loados ; na ra de Uortas n. 17.
al
a 400 rs. a arroba
Cheg-_u a primeira remesaa do precioso farello
de carolo de algodo, o mais barato de todos os
alimentos para animaes de rac,a (.avallar, vacsum
suino, etc. O caroco de algodio depois de ez-
trahida a casca e todo o oleo-, o mais rico ali -
ment que se pode dar aos animaes para os forta
lecer e engordar com admiravel rapidez.
Nos Estados -Un dos da America do Norte e na
Inglaterra elle ernpregado (com o maie feliz re-
sultado) de preferencia ao milho e outros farellos
que s2o mui'o mais caro e nao sao de tanta sus-
tancia.
tratar no Heriro Larse do Cor-
po Santo, 1 andar
(JOWS
C 1 los Sinden rrccbeu e VPnde barato pat ser
de ccosignavao tres cotes, prova de tog ra i!.. Baro da Victoria 11. 4H.
Banco do Brazil
Paga-se o 67. dividendo a razo de 9000 por
accao : no escriptorio de Peieira Carneiro s C.,
ra do Cimmercio n. 6, i. andar.
Grande successo da epdca!
OTELLO
Grande opera do immortal maestro O. Verdi,
representada pela :>rimcirn vez. em 5 de Feverei-
ro de 1887, na scals de Milao.
A partitura para piano e canto acaba de rece-
ber o armazem de pianos e msicas, da rna do
Imperador n. 55
Casa Vctor Prallc
'Tambem o respeitav< 1 publico enesntrar um
grande sortimento de prisnas de diversos autores
e msicas para canto, piano e diversos instru-
mentos, en:n- ellos milita novidadis
Charutos baratos
Em .milbeiros ou a retalho
Amadores de .1. F. d- -mas.
Perolas de J. F. de Simas.
ExpoMco de Fi anc'elino H. dos Keis.
A venda a ra do Commercio n. 28.
Cerneles Mt carrapato
C inpra-se grandes e pequeas qsantidades :
na drogara de Fri ncibco M- da Salta 6r C, rna
do Marques de liula n. 23.

EXP0SITI0M ^^ UHIlto1878
Mailli .'OrjjffCroixdsClBialier
IB UM MAUTES RCOUPEHSeS
OLEO db QUINA
E. COUDR A Y
*lmestcppradoprxformosuudoukllo
RscommendaBios este prortudo,
coDsideras'o pelas celebridades medicas,
pelos seos principios Je quina,
a mis poderoso regenerador que steonaece.
rticos Recommlsoaoos
perfumara de lacteika
Iscauwiuda pelas Otebrldadu ledicis.
GOTAS CONCENTRADAS para o lenco.
A6DA DIVINA dita agua de saude.
ESTES ARTIGOS ACHAM-SE NA FABRICA
pars 13. roe d'Enghiei. 13 pars f
Depsitos sn todas as Psr^marias, Pharoiacias
e Cabellereiros da America.
Franelftca Honorina de BatiM e
Silva
Pedrs Gaudiano de Ratis e Silva, seu geuro e
sohrinho Elias dos Santos Azevedo e Silva, agra-
decen! cordialinente aos amigos, que cuidosa-
mente acompanharam ultima mocada o cadver
de sua muito presada tlba e esposa, Francisca
Honoriua da Ratis e Silva, e Ibes avisam que na
segunda-fbira 11 do corrate sero celebradas
missas por sua alma nn igreja de Santa Rita,
pelas 8 horas da manh ; para o que ainda os
convidam.
tuoetmm.
.. W*A
FraniUro Perrelra de IVatraasi
Rosa de Lima Novaes, Antonio Augusto Pe-
reira da Silva e Drs. Fraucisco Ferreira de No-
vaes e Jos Ferreira de Novi.es (estes ausentes),
viuva, genro e filhos do tallecido Francisco Fer-
reira de Novaes, bem como sens aobrinhos e netos,
mandam celebrar missas por alma du finado no
dia 8 do corrate, stimo de seu passamento, s
8 horas da manba, na ordem terceira de S. Fran-
cisco. Peder a todos os eos amigos e mais p-
rentes o obsequio de assistirein a esse acto de ca-
ridade e religio, pelo que se confessam eterna-
mente gratos. _____ ________ ____________
Vliina Alvea Compeli
Josephina Alves de Albuquerque Campello,
suas filhas e genro, agradecem cordialmente s
pessoas que se dignaram de assistir aos ltimos
snffra ;ios de sua sempre chorada filha, irm e
ennbada, Vivina Alves Oampel'o, fallecida no dia
2 do corrente, e pede-lhes novamente o caridos
obsequio de a>sistirom a missa que pela alma da
mesma mandam celebrar na matriz da Boa-Vista
sezta-feira. As 8 horas da manhi, protestando lhes
eterna gratidao.
Vende se uma casa de taipa em terreno fo-
reiro, no beceo do Arraial n. 3, por barato pree,o,
junto a r.ia de S Joo ; a tratar na ra da Palma
namero 47.
iiivramcnto & C.
Tendem cimento port'and, marca Robins, de 1
qualidade ; no caes do Apollo n. 45.
WHISKY
OYAL BLEND marca V1ADO
'.ote ezcellente Whisky EsisBes .env-
o cognac ou agurdente de cauna, paru ortific
> corpo.
Vende-se a retalho nos n, lhores armasen
atol hados.
i ede KOYAL BLEND marca VADcujoa
ae e emblema sao registrados para todo o Braju
BROWN8 ce C, agentes
Mais novidades
Da loja das listras azucs
1Rna Duque de CasiasSI
Telephonc 211
Leques transparentes lindas cores a 2f 2*1500 e
3-tOOO.
Cretones da Regata ultima novidade a 320
ris.
Setinetas lavradas todas as cores, desenbos lin-
dos a 240 ris.
Cortes de cambraias bordadas e com salpicos a
5*500 a peca.
Setim de Mano, preto e de t das as cores a
900 e 1000.
Tampos de froohas francesas, grandes e peque-
os a 1*500 o par.
Cortinados bordados e de crochet desdi' 6* al
20*000.
Grinsldas com ricos veos de Blond, desde 8*.
Espsrtilhos couraca ou com fita de borracha
todo prefo.
Lavas de seda 4 botoes, ou arrendadas, pretas
ou de qualquer cor 2*000.
Extractos franceses finos desde 2*000.
Oleo oriza verdadeiro a 900 ris.
Baleias para vestidos melbor qualidade esco-
Iba a 300 rs. a duzia.
Leques a Juanita com enfeite lantejulss a
500 ris.
Madapolo americano camiseiro a 6* a peca.
Chitas muito finas e cor segura a 210 ris.
Sargeliu trances fino qualquer cor a 240 ris.
Renda hespanhola preta a 3*100 a guaruicao
para vestido.
Mirins pretos e de todas as cores a 800 e
1*U0J.
Camisas inglesas para meninos a 35*000 a
duzia.
Meias inglesas para homens senboras e meninos
desde 3*00 a duzia.
Colia de fusto brancas e de cores a 2*000 e
2*500.
Brim pardo para roupa de meninos a 330 ris.
Esguia i de uoho infestado pardo para vestidos
a 400 ris.
Bordados tapados, transparente, e de fustao
desde 300 ris a peca.
E outras muitas fazendas que se d muito ba-
rato na loja de
Jos' Augusto Das
4 Revoliifao
\ ivinn lies Campello
Jos Joaquim Alves de Albuquerque, compun-
gido pele in :.l: ;., uBSsumenra de sua nunca es-
quecida sobriuha, Vivina Anee Campello, manda
rsar uma mise pelo seu eterno det canco, sezta-
feira, a 7 horas da manhS, o igreja de S. Pedro
em Olinda. Convida para esse acto de caridade
aos aeus amigos, s prott-sta-lhes sua eterna gra-
tidao.
Di
Eimilsio de kepler
Preparado de Buroiigh-. % ell
- me & C.
CH1MICOS IJE LONDRES
Azeite puro e frese de figado de bacalho da
Noruega ro dguc,:o com o Extracto de Malta de
Keplor.
Esta a mais perterra Emuls&o at hoje eonhe-
cida.
F i introdosid na pratica medica a alguna
annos e desde entao o seu consumo tem tomado
um iiicren*iicn to extraordinario que nao ha um
s dia em que seja receitada pelos mais abalisa
dos m> o i Cu do mundo, com preferencia sobre
todas as demais preparaces de igual natureza, pela
certee do ana totemneta n etroaiHgi sao s du*
cranlas como dos adulres, rebeldes muitas vezes
ao oleo de bacalho e h muitas emuleoes mal pre-
paradas.
Assim. pois, a noi-a Kmulso se recommenda
com pred reneia p todas as sues aaltililicadas manifestacoes e em
todas aVecoeedosorgaus reppirHtrriof, romo bron
chites, mquirism enfermidades escrofulosas, tu-
mores braucis. pi-<*cedimento supurativo e na den-
ti^o das creancae, na csx> xia syphilitica, na
perda do appetitte e debiliiiae dos orgos diges-
tivos e em geral em todos es casos em que se fss
preciso o levantamento na nulrico.
Inlfo lepiwllii
34 Ra Larga do Ros-rio34
Pfutrmacia
BARTHOLOMEU A C SUCCESOftES' S
Claldln Bsrbima de Parla
8 de Julho de 1887, primeiro anniverbano do
re 11 i-ahKii eii'o
Vnei,n- Ferreira a Paix>, Mario {.ibosa da
PVixao, Justina Mana do Sacramento, Ascen-
dido Sergio de Faria, cuuhado, irruao e filho,
mianlxm resar uma missa na igreja iiu Ctrmo,
que ter lagar s 7 horas da manba, para a qlial
coDvidam os parentese e uhecidos sens eos da fi-
naCd, confesaudo-st desdv ja eternamente gra-
tos aos que fizerem o csridoso obsequio de as-
sistir.
t
J.inquim Fernandea BaaaoN
EoUacia Francisca Ksmos e eeus filhos agrade-
cem a todas x pes< as que M dignaram ncompi-
nhar os restos mortaes du seu sempre chorado
esposo, Jovqoim Frn ui'les Ramos, sna ultima
moi'i'ia ; e de novo peder a seu prenles e ami-
gos do finado para aseistirem a m>ssa de stimo
dia, que tem de ser reseda na> igreja do Espirito
Santo, as 6 1/8 horas lo dia 9.
. Mana Benedicta le osara
Randelrri
Sezta-feira 8 do correrte, 1 an ni versan do
fsllecimento de D. Maria Benedicta de ttousa
Bandeira, retar-ee-hao missas as 8 horas da ma-
na matris da B a-Vista.
i* 4. Rna do Duque de Caxias
Tendo recebido um grande sortimento
de fazendas que vende com 25 [0 de me-
nos de que em outra qualquer parte.
Venham ver para crcr
Damass de seda a 14UU o covado.
Setina liaos a 800, 10000 e a 1200.
Lionayse fazenda transparente a 15&000
a pesa.
Organdis bordados a seda, ultima mo-
da a 16f$000 a dita.
Etamine bordado, aita novidadado a
lO^OCO a dita.
Cachemiras bordadas a seda a 700 ris
o covado.
Ditas pretas a 700, 800, 900, 1<$000,
1,51200, 1A400 e 10600 o d.to.
Ditas de corea a 800, 10000 e 10200
o dito.
Fust5es brancos a 4O0, 440, 500, 600
800 o dito.
Ditos de cores a 240, 320, 440 e 500
ris o dito.
Amor da China fazenda de noviiade a
400 ris o dito.
Lindas alpacas de cores a 320 rs. o dito.
Lindas lans de quadrinhos 400 rs. idem.
LinoY-8 com salpicos & 640 ris o dito.
Lindos setins de daaasas a 320 ris, o
dito,
Gurgurinas de listrrnhaa a 320 ris o
dito.
Zeliros oseo ezes a 00, 240 ris o dito.
Cretones para coberta a 320, 360, 440,
e 500 ris dito.
Crep idem iiem a 700 e 10000 o dito.
Cambraia bordada, a 50500, 60000 e
60500 a pega.
Veludilho liso e lavrado a 10000 o co-
vado.
Dito bordado a retroz a 10800 o dito.
Colchas bordadas a 20, 30, 40, 40500
50000 e 6000 ama.
Cambraia adamascada a 110000 a pega.
Toilets para baptisado u 100 e 140000
um.
Cortinados bordados a 60, 70, 80, 90000
o par.
Dito de crochet a 500000 o dito.
Meias para homem a 20400, 20800 at
100000 a duzia.
Ditas para senhora de 30 a 150, idem.
Guarnicoes de veludilho bordados a vi-
drilho a 60 uma (alta novidade).
Cobertas forradas a 20800 e 0 uma.
Renda do Japilo a 200 ris o covado.
MadapolSo Gema e Pelle de Ovo a
60500 a peya.
Damasco de la a 20000 o covado.g
Pao dacoata a 10400 o dito.
Lenjos brancos e com barra a 10800,
20 e 20500 a duzia.
Chales de cachemira a 20000 e 10100
um.
Anquinhas a 10800 uma.
Fe-ba a 20, 30, 40, 50, 60, e 70000
um.
Muitos outros artigos que vendemos M
25 <>|0 de menos do que em outra parte.
Henrique da Silva loreira
tlVALlr
Ven-ic-se um cavallo de sella bastante gordo e
grande, castanho andrino, audador de baizo a
meio : n tratar.na ra da Roda, cucheira de Jos
deM.__________________________________________
Attenco
Vende-se a bem afreguesada tsv Vidal de Negreiros n. 2, pr. pria para principian-
te por ter poneos fundtni, e motivo da venda
o dono ter dus ; a tratar na ra do Nogueira
numero 1.
/
Tijotas para assetUanento ,
Venderse tijolos espeaiaes pira assentameat
de eugenho : na olana da casa amsiella i ros
Imperial n. 322-f. ___________ _
Cobrado a vender-e
Vende-se o sobrado n. 87 ra da Aurora, em
frente a ponte de Santa Isabel ; quem pretende,
pede entnder-se com o corrector Pedro Jos Ra-
to, na praca do Commercio. ^^^^
Terreno
Vende-se um terreno confronte a estaco do
Principe, estrada de Joo de BatroB, com 90 pal-
mos de frente e bastantes fundos, e com alieerces
para 3 casas; tratar na roa d'Apollo n. 30, pri-
eiro andar.
OEMM
filia Duque de Caxias n 103
Aiimicivii
Bonitos quadros oleographicos, a 50000 o
par.
Um jogo da gloria, a 1000.
Anquinhas a 10500, uma.
Lindo sortimento de cadea de plaqu ame-
ricana.
Lindas pulseiras americanas, de 50, 70,
90 o par.
dem de 10, 20 e 30 o par.
Lindos broches de plaqu americano a 40.
dem desenhando uma thesoura, um peixe,
a 20 um.
Lindas guarnieres para toilet, a 120. ,
GuarnicSes para camisa, plaqu americano,
garantidas por dez annos, a 40 uma. ,
Carteiras para dinheiro, com repartiraen-
tos, de 10 a 100.
dem para letras, marcando os mezes de
Janeiro a Dezerabro.
Liadas pastas de couro, chagrn, pellica e
velludo.
Espartilhos de lioho a 30.
Lindas capellas com veos, para noiva, do
80 a 150.
Ramos de flores de Iaranjeira, de 10500
20500.
Boljas para menina, de 30, 45 e 60.
Meias para senhora a 100 & duzia, com
palmas de seda.
Lencos de linho em lindas caixas, a 30 e
duzia.
Chapelinas de setim para baptisado, a 60.
Sabouetes de diversas qualidades.
"Para toilet :
Agua Florida e Celeste,
dem Divina,
dem Osea.
Pos de arroz Florida
dem idem Osea,
dem idem Regina de G=lle Fleres.
Para o lenjo :
Essencia Rita Sanglay.
dem Ixora.
dem Aida Bouqu^t de Exposi^ao.
BARBOZA & SANTOS
Leitura para senhoras
Breches mkelados e dourados a 20CO.
B-i'it js grainp ,s dourados k 500 res rico.
Esplendido sortimento de talos de vionloo.
Grande variedade de leques de setim, u 46000.
Fi adures am-ricanos para cab'lio a 3000 9
maco.
Setas de pbantasia para cabello.
Bonita colleccjto de plises a 400 ris.
Brincos, imitacao de brilbaute, a 500 ris.
Aventaes bordados para crianzas a 2(XKJ.
Chapeos de fusto e setim para enanca*.
Sapatos de meriu e setim idem, idtim.
Meias brancas c de cores, fio de E.-c.ci.
Pomada de vazelinade diversas qua'.idades.
Sabonefes fi:i')S de vazelina e altnc.
Extractos bnos de I'maud, Guerlain s Lobin.
Lindas bolsas de Ci uro e velludo.
Ficbs de la para senhora a 1 j8*IO.
Sapatos de casimira preta a 2000.
Tesou.-as para costura, de 400 ris 35'M).
Pacotes de p de arroz a 3(0 ris.
Fitas de todas as qualidades e cores.
Irnuicusa variedade de b-to-s du phaii'an i.
E milhares de objectos propiius para Inranr una
senhora elegante, e muitos oufros irdispi n.-aveia
para uso das familias tudo por precos amravel-
mecte mdicos.
Na Graciosa
RA DO CRESPO N. 7
miarte A C.
Penchas!
fli
\a antig casa Carneiro da (,unha
8
Admirem!
Setinetas bvradas, lindos padrees a 280 rs. o co-
vadj!
Fustoes brancos, novos desenhos, a 320 e 400 rs.
o dito !
Esplendido sortimento de lindas las para vestidos,
a 400 e 440 rs. o dito !
Cachemires felpudas alj dito 2 larguras.
MirioB pelos e de cores a 800 rs. o dito! idem.
Veludilhos de todas xs cores, bordados, a 1J000
dito !
Cretones de (ores firmes a 210 o dito bom ve-
rem.
Damasco de la, 2 larguras, proprio para capas
de piano, a 2 o dito!
Pannos de lindos desenhos para mesas a 15600 o
dito !
Cortinados bordados, riquissimos, a'i j e 7 o par!
Gusrnir;oes de crochet para sofs e cadeiras a 8^f
Camisas brancas inglezas a36j a duzia.!
Ditas de cretone finas a 24J a dita !
Seroulas bordadas a 125 e 18 a dita !
Lencos em lindas caixiuhas a 35 a dita !
Meias arrendadas para senhoras a 65 a dita !
Chapeos para senboras e enancas a 25500, 55 e
65000.
Espartilhos de courtca a 45 c 5.
Brim pardo lona a 360 rs. o covado!
Io'ea branco n. 6, de linho a 15500 o metro !
Tapetes aveladadcs a 125, IU e 225.
Superiores redes com 4 punhrs a 125 e 145.
Colchas francesas a 35 uma.
(I .bertas de ganga, 2 pannos, a 35 !
dem de setinetas finas a 35500 !
Leuces grandes Oe bramaut.e a 25 !
Cambraia Victoria de 10 jardas a 35 a peca !
dem c?m salpicos brancos e de cores a 55, 5550&
e 65, 10 jardas !
Madapoloes pelle de ovo a 65200, 24 jardas.
Camisas e saias para senhoras por todo o preco.
Bordados de Cambraias finas a 15 a peya.
Fcbus e capas de la a 25, 45 e 65.
Sortimento de casemiras, cheviots e pannos por
pri'v s baratissimoa.
Grande deposito de fasendas para os Srs. nevro-
ciantes do centro, tendo descont as vendas em
gross.
59-RA DUQUE DE CAXIAS-58
Alimentag&o racicnal
das MES, CfilANCAS, AMAS S, CONVALESaiENTa*
Por uso til t'HOSPHATIXA FmIH-re.
P^RIZ, 3, Avenuo Victoria, 6, PAHIZ.
fjoslUrta o Ptnt-nbuco : FHAN" M. da SILVA fcC






f


1
flWsrL
4



t

1 < '
Diario de Pernamboco- Sexta-feir 8 de Jaiba de 1887
5*5fe
v7
LIQI9ACA0 DE SEDAS E SETI
COMPRAS DIRECTAS EM PARS E LYON
de reduc$o
A casa de modas de J. Bastos & C, nica que tem o melhor e mais
completo sortimento em sedas e setins.
j
Riquissimas sedas de Lyon, de todas as cores, combinaco velours.
Sedas de todas as coresgorgorees, cortes de 20 metros.
Setins brancos prateados para noivas.
Setins Ducbesse, largos; mais de cen cores.
Damasse de seda pretaespecialidadades.
Setins pretos, largosbaratissimos.
Gorgores brancos e velludogrande moda.
Cortes de gorgores e velludos de seda a 90$>000.
J. BASTOS & C.
2 AHUA DO CABUGA 2 B
U-
M
tu OUIN0!
3>i
DES
OleodeFigadOdeBacalhau
do J3r JDT7GOXTX
lodo-Ferruglnoso-de Quina e Casca de Laranja amarga
Este medicamento fcil de tomar, nao provoca n.iuseis,'
e de cheiro agradavel. Pela sua composico, possue todas as
qualidades que Ihe permittem combater :
a ANEMIA, a CHLOROSE, as AFFECCES do PEITO
a BRONCHITE, os CATARRHOS, a TYSICA
a DIATHESE ESTRUMOSA, ESCROPHULOSA, etc.
Em vista do seu emprego fcil, da sua accao multplice e
segura, da economa para os doentes, os mdicos receium^n'o
de preferencia qualquer outro medicamento similar.
DEPOBITO OERAXi I
PARS, 209, ra Saint-Denis, 209, PARS
YENDM-SE EM T0DS AS PRINCIPASE PHARMACIA5 DO l,TIIVEB>0
:ONFIAR DAS FALSIFICACOES E IMITAgOES
Lflfl.ll I \l
60:000*000
Corre a 8 do corrente
Em beneficio da Inslrucco Publica da provincia
Esta lotera dividida em partes
Extracco da 1.a parte da V lotera
Bilhetes venda na Roda da Fortuna, ra
Larga do Kosario n. 36.
Perfumara- Oriza
L. LEGRA ND, PARS, ra Saint-Honor 207
ESS.-ORIZA SOLIDIFICADA
PERFUMES CONCRETOS
WVENCXOSCIENTIFICA GOM DIPLOMA DE INVSNCXO BM FR4.NCA F. NO'ESTBANGBIRO
Os Parfuniea solidos da BJss.-Oriza
Prfiarai'os por mu ie oa prorisio rito, pastnim ira (ra di coDcenlrago e soavldade at enlao descpnbceido
SSo encerrados, dabaixo da forma de Ijpin ou Pantilhaft, dentro de frasqtiinhos u
vldrinhos fcis de levar comsigo. Esses Lipia-Perfittttes nSo se emapro e pdem ser
substituidos por outros, quando estiverem gastados.
Tm a enorme vantagem de ccmmunlcar o cheiro os objectos pstos em contacto com elles,
sem os molhar e sem os estragar. BASTA SREGAH LEVEMENTE PAR* PERFUMAR INSTANTNEAMENTE
*^**
lPimil85.eaHja*m
4
CAPSULAS IMllWm
*7Ti*
WIEVUTRS fPAT HITADAS) 8. O. D. 9.
Offerecidas debaixo da forma de Doces ou Confetos de fnxctas,
prmltiindo aaum aoa doentes os mais delicados e s enancas de
tora;.r sem enjdo todo e qualquer medicamento.
OEPOSITO GERAt, EM PARS, 36, ro do la Varraria
___. Fm Ptrnamrwro : FA" M. da SILVA & c. _
Expospac de Urerpolj
+Y
S
o toda e cxviaJ.caru.er Bausa Branca, Papel, etc., etc.
DEPSITOS KM TODAS AS PRINCIPAES Manda-s a quem o pedir, Franco de Porte
PERFUMARAS DO MUNDO I o Catalogo dos Perfume, com os prefot.
PIURMACIA PIVHO
ni:
S.PZNHO & C.
51Ra do Baro da Victoria 51
Esta pbarmacia recentemente estabeleeida acba se em condicSes de satisfazer
com proropiidao e escrupulosa fidelidade as exigencias dos Sr. mdicos e do publico
em geral, que encontrar n'ella um completo e novo sortimento de drogas, medica-
mentos, o productos cbimicos, pbarrrjaceuticos nacionaes e estrangiros e garantindo-se
modicidad de presos.
.
A LA REINE DES FLE'IRS
Bamaliietes Notos
L T. PIVEfem PARS
Mascotte
PERFUME PORTE-BONHEtTR
Gotta, Rheumatismo, Dores
SoLugo do Doutor Clin
Laureado da Faculdade de Medicina de Pars. Premio Montyon.
/
Extracto de Corylopsis do Japo
PERFUMES EXQUISITOS :
Bouqnet Zamora Anona do Bengale
Cydon'a de Chine
Steph.mia a'Auali ia
ixc-7otro.e blmcuiu" ania
Bouquet da l'Am it: Rose o H zanl.k Poly lor oriental |
Brise efe "i Saino des Pr*s, etc.
o CONCI .T) CUALI3AI3E EXTRA
'i llMItl aai ui mi i. ii Perfumar!i, Pharniac.aj c Loblil lairo;.
A Verdadeira Solucao CLIN ao Salicylato de Soda emprega-se para curar:
As Affeccoes Rheumatismaes agudas e chronieas, o Rheumatismo gottoso.
as Dores articulares e musculares, e todas as vezes que necessario calmar os
soffrimentos occasionad'/S por estas molestias.
A Verdadeira Solucao CLIN o melhor remedio contra o Rheumatismo,
a Gotta e as Dores.
4423 Um explicaco detalhada acompanha oada frasco.
Exigir a Verdadeira Solucao de CLIN & Cie, de PARS, que $e encontr em P
cosa dos Droguistas e Pharmaeeuticos. m m y-
COLLARES &0T2R
EleeUo-MfmeUoea
DHh "CdhfM Mllfii it eulflt" natra u
OONVTJLSE8
i tai rAMirii mii^m iu iuih>s
Os COLLARES Rf^R.auta* ha mais
i > 28 ana, ilv aa flnai o prur 'o
reaimealaMcratnoas4a* COWULSEs
ajMitmt te mnmm ttmpo m dentado.
Para avttar ar Talatnaoaaa aa laatnoOea. ea>ia-sc .,i<
. .-UiMaHi tesUu. aran 4a r&rtfa i -autraem e o otrdadevo
n
III

Ra Io de Marco n. 6.
Participam ao nspeitavel publico qn, tendo augmentado sen
eutabelecimento de JOIAS com mais urna sec3o, no pavimento terreo,
com especialidades em artigos de ELECTRO-PLATE, convidara as
Exmas. familias e seus numerosos freguezes para v>iUr stu estabele-
cimenfo, onde "n> ontraro un riquissimo sortimento de joias de ouro e
prata, perolas, brilhantes e outras pedrns preciosos, e relogios de ouro,
pr^ta e nikel.
0- ;.rtigc8 qu- -cceb' m dirc.tameate por todos os vapor aSo
xecutados pelos mais af a'os especialistas e fabricantes da Europa e
Estados-Unidos.
A par das joia* do subido valor acbarSo ama grande variedad
e objectos de ouro, prata o electro pate, proprios para presentes de
asamentos, b ptisados e nnivers".rios.
Nem em velarte ao pre^o, e era qualidade, os ob]ectos cima
ien< onados, encDtrarao conenrrencia n'esta praga.
PHARMACIA CENTRAL
38Kua <' imperador38
Tendo pasando por urna completa reforma acha-se montada a aatisfazer com
proir. ptidS as indiitacS-s medicas, tendo para esse fira medicamentos de primeira qua-
lidade t especialidades ph&rmacei *' Jos primeiros fabriantes.
GUILLI
PILULAS
PILULAS <$*n*o do glizii &mco nti-Cotarrhal do Qr GUILLI
OAGE
iliOJAgWW*
W^^^^^^ia.>ia*V^MVV^^Ma

i>Q g- "^)\^ S^ POS DE ARROZ SIMN
"'V' 6abonete Creme Simn
i preparados com glycerina, para a toilette diaria, contra
\ as influencias perniciosas da atmosphera e para dar ao
l rostro : Frescura, Mccidade e Vacieta.
) \ FRUSTKtL AS NUMEROSAS IWTfOCS.
VA J. SIMN, 36, Ru de Provence, PARS
* ^- .P^-il PRINCIPAES PHARBACIAS, PERFUERIAS ET LOJAS DE CABALLEREIROS, 03
moastiar
do Figao
h da Estomago
Cofia
heumatlsma
PAUL
Pfcir"e 1'clase. D'em Medicina de la FacuKid* de Paria
OneO PRPBTETARIO B'ESTE MEDICAMENTO
PRIS, 9, ra de Brenellt-St-Germn PARS
SsUi Plalas rrtt-m 4-Hi io de oni pequeo volume npropne-
"dwni-i>urgaUTa'loEIXJrOuilli, oquI remedio con herido.
Ka mais ile e- ti'a nnis, | _ PU'O .:-.te' D*'uiratio
DESCOIflU F4SiriC*Q0ES, nlalr at LIG1TIJIAS PILUHS GtlLLIF iritatraaai nr PADL SaU.
PRaN M. SILVA C O*.
Febret
Epidmica
Fluioes do peito
tRolestlai
d&t IHuIheres
e -(ss C, zncuji
INJECTION CADET
Hura certa ei 3 das sem outro medicamento
tVAHia ~ r.
T -jPjLMIM

NEVP.UGiaS
Pelos CiUii.S ESPIC
Asp.ra-se a
a expectorac
jmaca iu : penetra in> .
ios oruai
caima o eymplonia nervoso, faclllla
.foJ-
resiilraforios.
Vemla ataradu ei:> aa de J MPIt. s. ra R re. e* Paria
Deposito m Iernanxl>uco : FRAN M. da Sli_VA & C.^
/
l


8



i
ASSEHBLEA GERi
=r
Diario de PcmambucoSexta-feira 8 de Jullio de 1 iS
.u i i \ --------------**=---------------------.----------________
7
DISCURSO PROFERIDO NA SESSAO;
D3I>E JLHO DE 18-
U Sr. Seve Navarro:- O niH^re-
sidente do eonseltro, convidado u* tribuna
do senada por um patritico senador, o Sr.-
eonaelhtiro Sarai/a, .-.fin do hegar a u.u
accordo que solveae /eni quebra e d.gui-
dade, quer por |8*<> do* militar-Ji, quer
por parte do governo, esta questao, que s-.
tomara j ta incan iea-ente ; solicitado
tamb jx por outros senadores para que
jiceitasse a mogo, que iam propor na tri-
buna da cmara vitalicia, nao hesiten era
aceit l-a, afim de mandar trancar as noU
de censuras inflingidas a eases dous ofS
ciaes do exercito.
Desde que esses ofieiaes tinham o direi
to do rpquerer o trancamento das notas,
desda que o governo tinha aceitado como
si a doutrina do Supremo Conselho Mili-
tar, era virtude da qual fiVu repudala a
doutrina dos avisos de 1884 e 1885, em
. que houve villipandio para o governo e
para a alta corporagio do senado em man-
dar o governo trancar essas notas, pedi-
do .11 em virtude da moclo do senado?
O Sr. presidente do conselho tomn a
nacgio do senado como um requerimento, e
resolveu desta forma, da raelbor raaneira
entio possivel, com aeeitagio de todos,
quer da classe de paisanos, quer da classe
militar a grave questao, que tanto preowa-
pou a 8cciedade inteira-
Si por ventura essa mogao fosse regei-
tada pelo Sr. presidente do conseibo, a no-
bre opposicao nio tena o direito devanear
canta da responsabilidade de S.llxe.
as fataes consequencias que d'ahi podes
em provir ? Nao langaria a centa de su a
responsabilidade o esquecimento de um di
reito sagrado reconheeido pela Constitu-
g&o a esses militares, direito que o pr >pno
presideute do conselho havia reconheeido
nesta Cmara ?
Porque censurar entio ao nobie presi-
dente do conselho, por ter aceitado seme-
lbaute mogio? Onde o villipandio? On-
de a falte de dignidadu por parte do pre-
sidente do conselho ? (Apartea.)
Eu nao sei em que houve usurpagio dos
direitos desta cambra. Essa 0109*0 era
porventura da attribuigo exclusiva da
Cmara dos Diputados ou da iniciativa
desta ?
Essa mogio poderia ser apresenteda
Unto na cmara vitalicia, com > na tempo-
raria. Foi aprsentela na cmara vitali-
cia, e portento o nobre presidente do con-
selho entendeu que, sem quebra da sua
dignidate e da desea cmara, poda acei-
tal-a ; mas, em seguida, logo no priraeiro
dia da sessao depo.s desse acerdo, o no-
bre presidente do conselho veio a fsts re-
cinto, e por occasiio da discussao do re-
querimento do Sr. doputado pelo 3o dis
tricto do Rio-Grande do Sul, que ap-nas
pedio copia dos actos do governo, man lan-
do trancar taes notes, deu conte do que
tnha occorrdo no senado, bem como da
roaolugio que tomara, do mandar trancar
cesas notes, explicando com verdade toaos
os facto e os motivos da sua reson ;
portento o nobre presidente do conselho
%imprio as notas do systema constituyo
nal representativo e na 1 faltou com o res-
peito devido a esta cmara.
Como dizer a opposiyio quo esU cma-
ra est desautarada para tratar de quas
tfoes de maior interesse publico em virtud
desse accordo 1
Entende, porteuto, Sr. presidente, que
o acto pr..tiead. pelo nobre presi 'ente do
conselho foi um acto de civismo, de gran-
de prudencia e alcauce.
Opino diversamente do nabre deputado
pelo IIo Jiitricto d Rio de Janeiro, que,
si o nobra presidente do conselho nao acei-
tasse a moya apreseatala no s-.-n.ado, n-
rigaria a ordena publica ; porquanto, diga
n)o< a verdade, nao esteva soienta amea-
cada a existencia do gabinete e a d
jtue/ra dechrOu que nao" fscelava aus
(aja.
f r. S:va Navarro : -O nobre depu-
1 11* districto do Rkj da Jaaeiro
te o governo tinha metes para con-
tar qualqujr movimento, coatando cem 03
corpoa de poli da de Nitherajr, S. Paulo e
Minas, e ainla com o coucurao. da pap-ila-
9^0 desta cidade
Q i era ni) vio e quero nSb sabe q le a
popultyio desta cidade,' cono a de todas
lazas Vio seculo e a civilisa^io e g reour-
sas cota que^)de. contar o Toueuro'Na
ciona!"
. AcsH rjpr sntantes da nagao nao
podeRrpr%segur n6s trabulbos legislativos
com proveito para a causa'pabRca, sam a
presen9a da Priaceza Imperial? Por que
jauil (entar qualqu-r refo'ma as circum
stancias acta 's 'i Nao vejo razio pira m-
sim enunciar-se a nobre oppo^o d -st-r
oasa, e menos para sentir a falta de incoa-
tivo e estimul pelo progi'osr. > s b mu es
tar do paiz.
Si ha abusos e erros da parte da gover-
no e da. m-.ioria que o aUatenta, dover
da opp isiciie profligar com todo o zelo e
interesse eases erros "e abusos, e concorrer
para que seja-n adoptadas as medidas de
mximo prov-ito publico.
Mas, ao contrario, o n>bre representan-
te de 8o districto de Minus Q eraos deca
rou alto e bom soifi, que o sentimnto ge-
tal era o da apa'hia e da indifTerenja, que
nao havia o menor incentivo para tratarse
de questSes do maior interesse publico
que, nSo se de vera tentar nenhuma refor-
ma, nem proseguir os trabalhos legislati-
vos !
O Sr. Lemos : E nao notou que ello
fallava irnicamente T
O Sr. Save Navarro : Elle exprimiu
com sinceridad^ os seus sentimentos, que
entendeu ser os dos mais, e assin nao po
dia fallar ironicament 1.
Sr. presidente, nao posao dcixar, nesta
occasiao, de chamar a attenc&o do g >ver
no. para a^sumpos que diz^m respailo
provincia do Rio Grande do Sul.
Chamarei en prim-uro lugar a attaneSo
do nobra Ministro da Guerra e dos seus
coll'gas de ministerio para a prompta ex
ecu9&o das duaa vi is frreas que do litt jral
da provincia do Rio Grande do S*l se pro-
jectara cidade de Uruguayana.
Essas estradas sSo estrategicis. ^Ilas
.8 provincias do imperio, toi inteiraraonte
ioiiff Tente ; ou, se parventura houv)) al-
gum-as m nifestagu-s de sympalhias e adhe-
63-^s, foi em favor dos militaras f
Nao me consta que acata corte, na pro
vincia do Rio Gr nde do Sul ou em outra
qudquer parte do imp'.iio, hiu^esso re-
uni3es popular-s a favor do governo e con-
tra a classe militar ; ui me consta qu>
dlguma classe social, ou algum cid iJSj,
se oEfarecesae ao governo para constituir
meio de resistencia contra qualquT movi-
mento armado p-->r parte dos militares.
Portanto, o governo uSo podia contar com
essa recurso, assim como com o auxilio
pro npto e effi al dos eorpos policiaes das
provincias.
O Sr. Rodrigues Jnior d um aparte.
O Sr. Se ve Navarro : E' muito li?re a
traduc9ao que V. Ex:. faz das palavras
do nobre miaistro la guerra.
O Sr. presidente, V. Exc. sabe que. nao
pode o governo geral langar mao dos nor-
pos de poli< ia e fazel-os marchar para fra
dus respectivas provine as sem nnnuen i 1
dos poderes pblicos provinciaes : e caso
polesse tal cons3, ordenar, qual seria a
si uayao ea, consequencias de urna revo-
lugao civil qu^ndo esses corpos chegassam
corle, ainda concedendo qae o governo
poderia com a subr-rdinaeao e a disciplina
de taes corpos ?
Tudo concorre, Sr. presidente, para crer
que a resolu9ao do nobre presidente do
conseibo foi um acto de grande civismo, o i dizera respeito bem d parto seguraba
de grande prudencia; e, portento, tratan-1 do Estado, a sao reclamadas por altos in-
do-se de urna 0109X0 de contianya ao ga-
bineta 20 de Agosto, eu nao duvidei dar
ao governo o meu voto de apoio, orno
ainda dou, e darei em toda oicasiac que se
apresentar como aquella.
O nobre deputado qua encetou este de-
bate pir parte da opposiyo, representan
te do 8o districto de Minas Geraes, disse
que achava intil tentar qaalquer reforma,
parque o povo acotumou se idea de que
ha urna entidade que dirige tudo no paiz,
e que o governo devia por meio de um
ou
tiresses publico. O anno passado, quau-
do ive occasiao de fallar sobre o projecto
de tisagao de fo^as de trra, fz sentir
bem claramente esta necessidade.
O governo deve quanto antes tratar de
levar a effaito e terminar essas estradas,
quo traro grande ecoaomia para o The-
souro Publico e ao mesmo tampo fortale-
cerao o Imperio, pelo lado do sul, alm de
serem novas fontes de reeeita geral para o
Estado.
Mas, pe90 tambem a S. Exc, bem
adiameito ou pela combina9ao com seus j como a todo o ministerio, que nao entre-
amigos, para nao fazerem sessao, aguardar I gue a exeeugao dessas obras, sem coucur-
a chegada da Prin:eza Imperial, para rae- reneia, a um ou raaia individuos anim -doa
lhor progredirem os trabafhos legislativos, nicamente p^la idea di ginancia ; mas a
Sr. presidente, muito bom demonstrou o | quem se propuzr faz;l as melhor e por
representanta do 11* districto da provincia pre90 mais diminuto
do Rio de Janeiro qual era o ideal daop- O Sr. Rodrigues Jun'or : -O governo
pos9ao liberal. ^uerc con/encer-cce de nao poda prescindir da cjncurrencia.
que o pyderpessoal, de que essa entilado q gf Kl09ro da luz (.niniatro da guer-
a'Jsoluta e enmonte soberana, que tudo di-, faj _E raaada a(apre abrir concurrencia.
e"a O Sr. Ssve Na-varr^ : -Talvez melhor,
e mais ecoaomia o governo ti-ssc essas
sua
e do
s, qu9
rige e tu lo supenntende ueste paiz,
opinio de alguns conservadores, bem
mo na de muitos libcraes, nao mais urna
v
.. j u_-obra8 por admi istracao : pois tara a
phinge que atormenta o espirito da nobre r -Ion. -n
r ? ^ ., disposicaj ua proviacia do Kio-Uranaa
sicao, que est acostumada a vasar 1 f *^ f ,,.
v ,n- c u Sul engenheiros bastante competentes
os grandes f "tos e as mais perleitas obras ,6 r i.
o *" 1 r,r,Htf>a.> rw.r.u, trant.4 na py^c.i][':i.
podero pr-sa frente da execu9ao des-
da alta adainistra9ao desta paiz, nos mol
! sas obras e realiz il-as com toda a seguran
grande economa de dinheiro e de
des dessa vontede soberana, que deve su-
p^rintender todos os negocios e tudo diri- > t
gir, para falici iade de tados os cidadaos. P
Entende a opposi9lo liberal que sem a1 Nao deixar^i tambem de chamir a at-
chegada da Pnncoza Imperial, pafa della : ten9o do nobra ministro para as colonias
saber o ministro a lei em que ba de vi ver, militaras. Ellas redaman a soiicitude,
intil tentar qualquer reforma, assim es-1 zelo e a attancSo do governo.
mo proseguir nos trabalhos legislativos. A colonia milit.r do Alto Uruguay, Sr.
Taes conceitos por ptrte da oppo^ao! presidente, est progredindo immensamea-
importam ou denunciam grande enfermida I te ; mas luta com cortos obstculos, devem
de de que acham-se aff-.ctados os maiit sa-1 ser removidos pelo governo. O governo
lien es vultos do partido liberal. Elles! davo estender *t alli a linha telegraphica,
confc8sam a ausencia de todo o qu.i ficou estabelecida na cidade da Cruz
sent-.m e
estimulo e incentivo para trataren, das 1 Alta, e mandar reparar as estradas que
ques'oes do manr interesse publico. A se dirigera essa colonia. (Apoiados.)
causa desse mal nao a ausencia da Prin- O governo deve ainda crear urna colo-
ceza Imperial, ou dessa entidade recorda- nia militar na barra do Ijuhy Grande, pon-
da pelo Ilustrado representante do 8o dis-1 to fraco na fronteira do Alto Uruguay e
tricto de Minas Gsraes ; procurem na os \ por onde pode passar fcil e desapercabi
nobres r;presentantes em si mesmos 1 damente o inimigo, no caso de invaslo.
Porventura est o gobern actual Baanie-I Apezar da censura faite ptlo nobre do-
tado, ou sam a precisa fjr9i e prestigio) putado que pr edeutement; o:cup>a a
tao conservadora, perigava alguraa cousa | bastante pira bem dirigir os alt>s negocios 1 tribuna,
deduzinda do
Je mais caro a todos os brasileiros.
O Sr. Joaquina Penido : -O mioiatro da
facto i*e, h iver o
concordado na
pblicos e imprimir admiuistraao do nobre ministro d guerra
paiz urna marcha sab3 e condigna crin as! suppressSo de .artigo que dava autorisa9o
ao governo par^ reforma' essas doloffias,
entender o gabinete qjii e8i8erviyo de
via ser integramente desp-ez.do, crti ao
contrario: quo o honrado Iniistro n^o ha
de desmurar de taogrrnJa) serv9o e, por
meio de pvroj ictos especiaas, ha de tratar
conveniintemntc de re>r*anisir essas Co-
lonias.
Anda chama a atteacio do nobre minis-
tro di gu^rr pin 1 nejussidilo dfl man-
dar construir quarteis ; algumas eiiade*
e lugares da provincia do Rio Grande do
Sul, para a boa acco nt:io lacio das tro
pas.
O Sr. Rib ira da Luz (iiiniBlro'da guer-
ra) La j sa t n construido muitos.
O Sr Seve Navarro : E ainda sao ne-
cessarios outros.
.0 n tbrs representante, que me preceden
na tribuna, levouainia conta do nobra
ministro da guorra o faci, reoantemente
occorrido na cidada de S. Gabriel, de ha-
ver o co nmandanta interino do 1. regi-
ment da artilhari? a cuvallo censurado
em ordem do dia, qiunlo teve de passor o
comraando, a no-ne \r\ > da um offi :ial,
feita, se me nSo P.ngam, pelo c ramandan-
te das amas, pira tonar provisoriamente
o :">mmando desse regiment.
O Sr. Afftnso P.;nna : Nvneado pelo
ministro da guorra
O Sr. Ribairo da Luz (ministro da guer-
ra) : Nao, senhor.
O Sr. AFinso Penn-*. : Ad menos ap-
provada por V: Exc.
O Sr. Rib'iroda Luz (ninist o da guer-
ra) :Tambora no ; foi approvada int)i-
ramente pelo coraraaulane das ai mas.
O Sr. S:ve Navarro : Este ficto no
qu; importa, o que significa ? Um acto
de indis'dpiina do official que o eommett^u
e pelo qual nSa raspansavel o nobre mi
nistro da Guerra.
U o Sr. D'putado: -Esse pou^o.
O Sr. Seve avarro : -Mas quai a cul-
pr que tem o ministro da guerra? Por-
ventura approvou ou encarapou elle o acto
de insubordina9ao desse official ? O illas-
tra representante da provincia de Minas
Goraes devia espirar os factos, devia
aguardar o procedimanto do Ministro di
gu?rra, para en!> accusal-o.
O Sr. Alfonso Penna : -A nomea9ao j
se fez ha muito terapo.
O Sr Save Navarro: Nai acho razio,
portanto, da parte do nobre deputado na
accsa9o ao honrado Sr ministro da guerra
Sr. presidente, o semsor Silveira Mar-
tras aecusou no senado o governo, por ter
feito nomea9o;s para a provincia do Rio
Grande do Su!, as guaes tem recah'do s
mente em ineptos, bebaios e ladrZso...
O Sr. Joaquira Pedro :Um conserva-
dor foi quuem disse isso.
O Sr. S;ve Navarro: -Qual o'conser-
vador autor de to injuriosa, quio injusta
proposi9io ? S Exc. nao o citou, nem
capaz de citar. Esses desvarios sio pro
prios do Sr. Silveira Martina E, quando
assim nao seja, S. Ex;., qi referi na
tribuna do senado tao inexacta e arroja-
da accusa9o, foi parque deu todo o peso
e crdito s pnUvras dess; insensato.
O Sr. Joaquira Pedro : Nao.
O Sr. Seve Navarro : -S. Ex;, ainda
nio disse a pessoa autora de semelbante
proposicio, e, passo afirmar qua nunca
dir o nome da pessoa qua assim enunciou-
se.
O Sr. Joaquira Pedro d um aparte.
O Sr. Save Navarro : S. Exc. nio
capaz de citar o autor de tio inconsciente
assevera9o, qual a de que as nomea9oes
feitas pelo goveruo, para a provincia do
Rio Graada do Sul t n recahido em inep-
tos, beba los e l-drSis. Esta vaga e inau-
dita accusa9ia nao merece seria e detida
refutegao.
Ainda o alludido senador pela provincia
do Rio Grande do Sul 6Z carga ao minis-
terio por ter dado demissio ou dispensa
do serv90 a coraraandantes superiores da
guarda nacioad daquella provincia, a pe
diio do general Daodoro.
Nio me conste, Sr. presi lente, qne o
governo tenha dispensado do sirvitjo a
jo n nao Untas da guar 1 nacional, a po-
dido do general Daoloro, quanda prasi
dante daquella pro^ina, exeep9 do
oronel Joaquim Pedro Silgado...
O Sr. Joaquim Pedro
quim Padro Slgalo,
FCLHETII
Com sua li;en9i,
JOSLARONZA
POR
JAGQES DC FLOT E PEDRO MiEL
Ql'I^Ti PIBTE
Sr. commandante, j Uraa hora passou rpidamente, Joio e
est me parec3nlo que eu aqu son in- Alice nao deram pelo terapo decorrido se-
tru0- I nio quando Renata, esforjando se para
Essa phr-.se tirou os dous mo90s da sua'aorrir, annuncion-lhes a volta do Sr. de
Isaac.
Com effeito, o collector garal, tinha en
trado ero casa.
Joio foi ao seu encontr.
Nao nece-'Srio dizer qu: o acolbimen
to do pti foi cordi .1. Arayou o mogo va-
rias vezas.
CAR HE*
v C mtiuuayVo d j
II
ASnal, comprchend-ndo que nao podia
'- alli diante dessa porta at dominar a
sua emoyio, Joio resolveu se tocar a
piinha.
Eotrou, aabio a es-uda
;- e ahi tocou de novo a campai:
pergunt >a J to, !*j
Um criado abri a porta
- O Sr. d'Isaac T
to% trerai..
d'Isaa
O Sr?
j'ue.
24ess c^so, as
b r-me?
O criado mandou entrar na sa.a o rao, >,
que entregou o s-u cartio de v
A-.t s, por n, qu-. o
, ouviram-e passos iavea. Joio
rio a varillar. Una mii erop:ir
porta. Uai 1 turma a!v-, radial
do grande belleza, d e -nli 11 sa na penura
bra.
Ao nesrao tempo (vio-SW :ma exe.i
dupla.
Joio !
- Alice !
E ra'nina, palpitan'.', cas bn-
o noiv", e este, inebriado, ouco
r, cebrix da beijos as ,n.". sinhas q:i^
ell entregara s ittaa
dignen, que tambem tnha entrad*
extaie.
Rmata entrou nesaa o :casi3o e com a
sua bella voz grave disae :
Bam dia, Jola !
E off raceu Ibf: a lace pra um beijo.
Perdi-m:, Renata, uio ter sido o
^ri iro a cnfopri neut.d-a?
Perdo, coinioo grande, disse ella
com un sarriso.
Treguern eu.tao notou o ar embarazado
do marinheiro Foi 'ornar lhe a mao.
M.nba qu t i i Rmata, minba que-
rida Alice, apr:seiito-lbes meu irmio Piar
rik Pou'iguen, o homc.-n mais forte da
Franja o primeiro ga.^eiro da esquadra.
Pe90-liies qu; o estimara de todo o COTa-
90.
Ai-, coi a sua impetuosidade, poz as
duas mios nss pal uas das mos do oiari-
Cooio ir.naa de Joio, meu tam-
b'm. Quer lar-me nm beijo ?
*t)iilgu.u passou por todas as cores do
[prisma. Fie >a amareo, azul, carmezim,
' a;; rio, li-npou cj.'u as emtea do punho urna
tagraa, qoiz acVr asi cuoaprimento, qua-
si sufj:ou aogolinda a svliva depois con
exolaaiaeao energiea, exclamou :
Pos :.ac, nhora, e nao lho
D.
152
-O coronel Joa-
oomtnandante da
guarda aciOnal da oapitil.
O Sr. Seve Nvaro:-Mas direi a S.
Exc. que nenhura governo, que soub^sse
ser governo, nenbttin pod*ir qu? soubesse
aer paejer, na phrase do mesmo senador,
deix ria de disp rasar o commandante su-
perior da guarda nacional da capitel do
Rio Gran la'do Sal do exer?icio daquella
posto.
O Sr. Joaquira Pedro : Vejamos os
facto*.
O Sr. Seve Navarro : M istrarei incon-
tinanti. .
Esse commandante superior, por todos
os meios e modos, canspirava contra a or-
dem publica e contra o governo do seu
paiz.
V. Exc. testemuaha de que ltima-
mente, por occa8o das exames prepra-
tenos niqudla capital, esse commandante
suparior poz se freate dos estudantes e
de uraa malta de cipangas.. .
O Sr. Joaquira Pedro d um aparte.
O Sr Seve Ntvarro : -... e com elles
desrespeitou nio s o delegado da instruc-
i;ao publica daquella provincia, como tem
bem as primeiras autoridjdes da capital.
O Sr. Joiquim Padro d um aparte.
O Sr. Seve Nivarro : Ainda mais,
esse commandante superior dizia publica-
mente, randa ao povo, o qua V- Exc.
cora horror vai ouvir (l) :
As causas de todos 03 male3 qua es
tamos vendo, o imperador. Da bancar
rota qua se approxi aa, dos attentados e
crimes praticadoa por um governo indig-
no, eausante sua raageetade.
Mis nio posso indicar o verdadeiro
remedio, nem o verdadeiro camiaho a se-
guir. Enteudo que em todo o oaso devera
todos os patriotas rio-grandeases, sem dis-
tincgSes, reagir contra os desmandos e
violencias do governo. E preciso susten-
tar a resistencia, e resistencia em tod is os
terrenos. Todos os patriotas da provincia
devem sa unir para esse tira. >
Esto trecho do discurso de S. Ex;, foi
tomado fielmente e publicado era um' jor-
nal insuspeito aos proprios liberaos.A Fe-
deraecto, de 26 de Julho de 1886. E' um
jornal esse que nio arnigo do partido
conservador daquella provincia; ao con-
trario, lhe inteiramente mfanso, e ami-
go dos liberaes, principalmente do coronel
Joaquira Pedro Salgado, a quem nao cessa
de encomiar, e o coronel Salgado nunca
contestou a autoria desse dis -urso seu, pu-
blicado na Federacao.
Porventura ha ua pader que saiba ser
poder, ba um governo que saiba m nter a
sua digni lade e a immunidade das nossas
institus :s, que deixe de demittir inconti-
nenti um commandante superior da guar
da nacional, que profere publicamente se-
raelbantes propos9es criminosas ? que at-
tente at contra a augusta pessaa do Mo-
narcha? que concita todos os seus patrio-
tas para derriba! o e mudar a forma de
govnrno ? Portanto, v V. Exc. qu^ o
acto do governo, dispensando o comman-
dante supariiir da guar la nacional da ca-
pital da provincia do Rio Grande do Sul,
oi um acto de justiga e de louvor.
O Sr. Joaquim Pedro d um aparte.
O Sr. S;ve Navarro : .. foi um acto
que nenhura edadao bem intencionado,
nenhura ci ladao amante desta piiz e das
suas instituido* a polticas, ddxar d> ap-
provar.
Teuho, Sr. presidente, por demais oceu-
pado a att >a (mino aqu guardando para outra occasiao
as observo s que ainda tenbo a fazer.
fil lito bem ; muito bem.)
VARIEDADES
sabio, reapooderaa)
filhas poderio
E, MMuaou meninas riam, ro-
90U com os Ub'oa a pella assetinada do
rosto de A!i e.
ricar atrs em po-
.idez :

vez, Sr. Pauli-
msga.
t 3.ibi, ia i tirar se.
jgaan.
E o i i i ?ao respeito e as
i me* I iu -aa com sagun-
, do o-
E agora, rapas., doo liceng que vas
. oordeja rataf dos teus neg-
e sahio.
A '^ ve: .paixonadoa foi o
qu: i o'i t de vis st : urna longa erie
'' admirativas, entrecortadas
d* i i it#, le olhares profun
rS e de roaos entrdl^a-
Ests mudado, incu rapaz. Nio te-
ria te reconheeido. Que idade tena t
Vmte e nove aonos, para o servir,
mea caro pai, porque esparo que ma per-
i. itta dar lhe esse nome.
Sem duvida replijou o Sr. d'Isaac,
cuja fronte annuviou se.
Joio nio vio a nuvera
O collector torno j, desj ,ado mudar de
conversa.
E ests condecorado I
Sim, ha dous annos. E, alera disso
sou o priraeiro na lista para o pasto de ca-
pitio.
- Sim I vais indo deprassa.
Tanto assim, arriscou Joio, con um
ligeiro tremor na voz, que me acho perfei-
tamenta preparado para casare estimarei
baiu aproveitar esta lie 09* para realisar a
ceremonia.
O funecionario meneou a cabs9a.
Oh I ests con pressa, rapaz.
Com pressa Aos vinte e nove ao-
nos ? O senhor nio nao falla serio.
E dizes que ests preparado ?
Oi quanto a isso, meu caro pai, eu
o assegnro.
O Sr. d'Isaac sorria paternalmente.
liara compreheadoisso. Osnamo-
rados serapre estao. Eu dizia o mesmo na
tua idade. Mas sa ests preparado talvez
nem todos o ostejara.
O offi ia! interrorapeu-o brusaam -ute :
Nio est preparada I Quem entio ?
Nia aei. Alice, talvez.
Aiice co-a vinte e dous aonos. Ella
m'o disse ainda ha pouco.
O caso estava-sa tomando embaragoso
O Sr. d'Isaac nio podia confesaar o ver-
dadeiro motivo dad suas reticencias ; uio
podia revelar ao noivt que do dote das
duas irmis, nada mais restava. Teria-lhe
custedo muito eoafessar que foi por culpa
sua que essa fotruna p^rielitou. Como sam-
pre, em vez da encarar de frente a difiv
cuidada, preferio adial-a.
Portanto, passanlo a mi plo3 olhos
pareceu desvanecer uras ^if5 raid ide e es-
tendendo a mao a Treguern diase-lhe :
Nio digo que nao, raeu amigo. Mas
dme tempo para respirar. O Sr. maire
e o Sr. cura sao p-*rraan tendes muito terapa para se adorarem. Fal-
laremos nisso un dia destea.
O offieUl teve de contentar-sa com isso.
Mas, dapois do jantar, quando ia reti-
rar se, chegou-se a Rraata e baixinho per-
guntou-lbe :
Minha querida irrai, poderemos ama-
nhi conversar a sos ?
Sim, respoadeu a menina, que tinba
previsto a confidencia.
No dia seguinte, quando Treguern apre-
sentou se, preoecupado, Renata estandau-
lhe a mi para ajudil-o a dissipar a sua
tristeza.
- Entio, que tem ?
Ella sorrio para dar lhe coragem, quando
ella imsroa tinha o cora9o morto, a alma
enlutada pelo deagos.o.
Ah respsndeu Jo3o, quando eu
pensava encontrar a alegrja, encontr so-
mente a d-^pgio Sabe o que seu pai op-
poz bontem ao mea ped lo ?
Nao disse R-nata, quo adivinhava.
c-xquisito, hesitaa-
Achei-o perplexo, nio sei como. Era-
, quer que lh 1 diga, fiquei muito tris
Pois be,n estev
do.
fim, quer que in<
te com a sua attitude.
E, com certa impaciencia :
Porque afinal da contes, eu nio vejo
nenhura motivo para demora. J nio
tio pou ;o casar dous noivos que se amam,
co na nos nos amamos, Alice e eu. Ha seis
ar.nos qne somos noivos. Eu s tiaha a mi-
nba dragona de gurda marinba, quando a
sua querida mai escolbeu-ine para Alice,
que acabava de commungar pea primeira
vez. S u pii tambara era da raesma opi-
niio Estava resalvido que quando ei
voltasse desta viagera cas.ria com Alice.
Ha alguma mndanga ? Nao sou mais o mes-
rao ? Eston em vasperas de ser capito de
fragata, a minha fortuna nio dimiauio e o
roen amor s tem augmentedo. Diga me,
Raaata, voc dava saber alguma oousa.
A' minha adorada w.intinhi
Jeanne. Diea n'et pas loia pnisqae vous :es I .
(V. Hugo)
Filia, tu s a luz s.iiita
Que me alumia os caminhos
Da vida r-heia d'espinhos,
Que a sorte aprouve me dar;
Voc a anis velba ; sen pai sempre te-
ve confian9a absoluta nos seus conselhos
O pobre rapaz tinba se deixado cahir em
uraa poltrona, cora a cabe9a entra as mios,
sentindo necessidade de chorar. Al esta-
va elle, o here de vinte aventuras no mar,
habituado a luter caro os homens e os ele-
mentos.
A bella R-nata, sna duvida. sabia algu-
ma cousa. Mas podia dizar ? O seu se-
gredo apertava lhe o cora9ao e sellava-lhe
os labios.
Com fxtrema delicadeza, ella approxi-
mou-sa della e tocando lhe no hombro :
Vamos, vamos, disse ella rindo, le-
vante a cabe9a, olhe para mira. Oh I um
homem que chora Isso feio E o que
mais chora sam motivo I
Elle levaotou-se, enxugou os oihos, agar-
rando se esperan9a que proiuzio esse
bello riso fresco e sonoro. Beijou-lhe as
mios.
Nao v que o pai, o que quer ex
perimental o, meu dimplorio ?
Quo mais podia ella dizer ?
Accrescentou no mesmo tom :
Socegue. Eu fajo m*u o sau nego-
cio.
Voc ura anjo, Renata, murmurou
elle. Se soabesse como eu desejo vl-a fe-
liz e amada ?
E nio sabeodo os sentimentos qua des-
pertava no corar) da menina.
- Olhe eu s conloo um homem no
mundo digno do amal-a e de ser amada
por voc.
Ella quiz gracejar :
- Ah I E quera essa cavalbeiro des-
conhecido ?
Joio resoondeu cora cnthusiasrao :
E' J irmio ia sua amiga Bartha,
meu amigo Maximiliano Arband.
Joio nao poie ver o rubor sbito que
colorio as feicoes encantadoras da menina.
III
a Sra. Francs
Havia muito tempo qu
nio pareca tao feliz.
Era o principio de Janeiro. As alegras
do Anno Bom parcelara ex -rcer a aua iu-
flaencia sobre todos os cor.120 .s e todos os
rostes.
A despaito do fri a qu> fizia fra, pare-
H
ckl
E'a a e8p'ran9< Herradeira
Qua me consola e allivia,
Que me alenta noite e dia
o meu acerbo pen^r I
. Tu s o penhor sagrado
D'aquelle sublime amor,
Que se fci, d"\x ndo a dr
No fundo do cora9*io !..
E'g o legado querido
Que me fi ou por lembranca
Dos meu8 dias de bonan9a,
Que nuaca mais voltario 1
Tu s a fresea alvorada
Surgi.do bella e louci,
E'a, filha, a luz da raanha
Que alegra o misero enfermo...
E's a eBtrella rutilante
Sorrindo ao nauta f agueira,
A distra^ao lisong .-ira
Que o triste encontra no ermo.
Tu s a gotta de orvalho
Que refrigera o sertie,
Queimado pelo verio
Ine.lem.onte e abrazador ;
O roci matutino
Cheio de grata frescura
Que satisfaz a saccra
Do can9 ido Vjor.
Tu s a fl ir das campias
Que alegra o valla sombro,
E'a, filha, do quenta estio
A suavissima aragem ;
Tu s o sol bemfazpjo
Queaquece o passarinb,
Solitario no raminho
Das selvas entre a folhagem.
E's o colibri doirado,
Adorno da n.tureza,
lieij -.ndo a ti .r da deveza
Que sa balouca no ramo..
E's a arenca de teu pa:,
Meu senho, minha victoria,
Mea porvir e minha gloria,
E's, em fim, tudo qiVeu amo !..
De toa mao os carinhos
Nio te foi dado gozar !..
Da vida no limiar
Te colheu a desventura I /.
E tu, meu anjo adorado,
Nesse transe aterrador
Sorrias, DConscia dor
Que nos trouxe a sorte dura !..
Como Lucifer banido,
Do co rolando no inferno,
Sentiu o pezar eterno
Que o devora sem cessar !..
Assim foi miaba saudade,
Mar immenso de agonas
Na correr de longos dias...
Assim foi o meu pezar I !..
Poi n nia quiz o mo fado,
Que a companbaira roubou-me,
Levar-roe tambara, dixau-me
Soainho e louco de doi-!..
Foi bom qua tal auccedesse : ,
Fiquei, filha, para araar-ta...
Sim, fiquei para amparar-te
Naate mundo engaador I
Pois bem; tal como o avaro,
Z -loso do seu thesouro,
Tem Dans e a vida no ouro
v Que elle esconde com anfan;
Assim, sar minha sina
Perpetuar teu sorriso
E tornar-te um paraso
A vida alegre e I0U9 I..
Mas si o destino inconstante
Z>mbando desta esperan9a,
Quizer, em vez de bonanga,
Reservarte a desventura...
Apezar da muito amar-te,
Mil vezes antes a morte,
Que j levou-me a consorte,
Te abrisse a sepultura! I !
Masoel Cavalcante de Mello Filho
Abril de 1887.
cia que urna eaperanga, um sentimonto de
felicidade aqueca todas as almas.
Era que nesse dia, 6 de Janeiro, a bella
viuva reunia su mesa os amigos mais
intimas : O Sr. n'Isaac, acompanhado de
Recata e Alice, Joo de Treguern e Juliano
Darmailly.
Era u u prato de Svras, foi servido o
bolo de reis, nio como sa usa no norte,
mas moda do sul, conteni a fava tra-
dicional dass a 8olemnidade alegre*
Distribuidas as fatias, toi Joio quem t-
rou do bolo a insignia da sua realeza ephe-
mera
Ser necessario dizer qne elle, immeda-
tamente, associou Alice aos direitos e pre-
rogativas da sua coroi?
Regarara o bolo, um pouco pesado, com
vinbos b -ancos, lmpidos e assuearados.
Por proposta do joven official abriram-se
algunas garrafas da Clicot e Rcelerer. E'
especialidade do Cnampagne exaltar a ima-
ginapao.
Entao comparara as Sales. Darmail-
ly foi particularmente brilhante. Os olhos
de Bartiia nio se tinham atastado delle to-
da a noite.
L vantou se de taya em punho e, cum-
priraentando Treguern :
Bebo, disse elle, sade do nosso
amigo, tanto tempo ausente, esperado pela
amizado o pelo amor, digno uro de outro.
Bebo aua falicidade e sua gloria, certo
de qae essa felicidade iadispensavel
nossa '- que essa gloria augmentar o brilho
do nome sagrado da patria.
As senhoras applaudiram com cnthusias-
mo.
Joio, muito, com movido, apertoa enr-
gicamente a mi de Juliano e diase-lhe es-
sas palavras qua Ine sabiraia do fundo do
coragito :
Creia qua deu o merecido a prego a
urna amizade qua falla assim daquelles qne
favorece com a su 1 preferencia.
E com isto a conversa tornou-sa geral.
Nao foi 8 com o intuito de lisongaar o
amor proprio do joven official, que Dar-
mailly pronunciou em poucas palavraa e
seu elogi 1.
% (Conwuctr se-n.i)
Tro. do Diario ra Duque de Caxias n. 42.



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