Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19101


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Full Text
' *v i *tfM
4T" fll *-'-"T.r*"^rr I ***v
O Lli OSEO m
P.H1.1 A CAPITAJL E UL'GAVl?1?* o^noE SI Per fres raezes adiatitados................ 'YjOOO
Por seis ditos dem.......... ...... i;',j Por um anno dem................. 9060
Cada numero avuleo, do nesmo dia............ VI00

PA-fflBA 1 D JLHO DE 1881
PARA OKSTHO S F4>KA KA PSIOTIXCIA
Por seis mezes adiantados............... 13|$50C
P.r nove ditos dem.......'.......... 200000
Por um anno dem.-................ 27,J10C
C*da numero avulso, da dis3 anteriores........... ~
Propriefcai* ht Mmoel J\$ncixa he Jaria & lijos
O* Srs. Ame-le i'rlasu A C
e Pars, uloi naaaoa agentes
exclusivos de annunolM e p u-
blieacSes na IPranea e lagls-
trra
I
i.)

I
TELEGRAMAS
aVIJO PARTICULAR SO SUBI
NATAL. 6 ce Julho, s 8 horas da ma-
nhS. (Recebido s 8 horas e 55 minu-
tos).
Cbegoa tioniem a eale porto, pro-
cedente do Mamulla, tendo tocado
no porto da Fortaleza, a canbonelra
LAMEGO, sob o rommanJu do capltao-
tenate < nrvninal.
RIO JE JANEIRO, 3 de Julho, s 3
oor.3 e 50 minutos da tarde, [tteeebido
4c i h^rus e 50 minutos, pelo cabo sub-
marino).
Home boje eo na Cmara don
llcpnliiilui.
O Sr. Dr. Vinii-licit Colbo de He-
lendt- apreseoloa um projecto
creando um Tribunal de Helara na
provincia do Pa u ti y.
A mewma Cmara approvou en* *.*
dlaru*tio com ai emendan da com-
minuo o orcamento da Jutlca.
dados era cundcoes vtacs constan? 3 e completa'
mente diversas das dos elementos do ectoderme,
constituirlo um Llheto Interno entoderme.
Mas, a prl.ferai,-So ou reprodueco daa cellilas,
na parte intermedia gerar urna nova cama la
mesoderme. D'esta disposico vem a necesitara
obrigaco de strtm funcgS s differentes. Aasim,
aos do ectocierme incumbe a proteceo e o ejerci-
cio de toda.- as retac, s com o meio ambiente ; aos
do entodermp, as funeces de nntricao, nao ? das
proprias massas, mas anda dos individuos neto
drmico, que Ihes retribuem esse servico, garan-
tiado-lh-3 as condices de seguran? e protceco.
h' a esta virdadeira permutsco de servicos que
se chama polymorphismo colonial, o divi 3o do
traba Iho.
(Continua)
JARTS FFICIt
lid *ga *r* i>^<>a *<* i >
VARIS, 6 de Julho.

% Cmara don reputado* volou o
projecto de iei aobre o ertlco mili-
tar apreaentado pelo governo.
Segundo este prJecto todo o cl-
dadoN franceses sem excepeo al
guma esto obrlgados a um servlco
militar activo de tres anuos.
\gir: ia Ha-:?, filial no PorasnlnK,
rj la Julho i- .1387.
NSTRUCCiO POPULAR
BIOLOGA
(Extrahido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
( Continuaqao )
AS I.KIS DI OKt.lM'.UKI
E' para nos oo ponto eonbecido qae as Eubs'ao-
cias protuplasmatcas LOem existir em mas
ja de pe-quenas dmentoes, as quaes, quando se-
paradas, eonttiluem outrog tantos individuos a
que se da o neme -Je plastidios.
Estes ere-icern at onde Ihes perm'ttido crescc-
rem.ed videra se d>>poisem dnas partes semelhan-
tes forma que ihes aeu origtm ; itto nao mais
do qae o crescimento e nproduccao, carcter ti-
cos dos (tes vos.
Da limitac tao-.anho das massas protoplas-
matieas, rfsu'u u- grandes creanismos vege-
taes e animas s<5 po I ui se- o nstitnidts por urna
accunu! pi i .i' .|u. ;i. i \v queu-js seres elementa-
res (p''lidio?). !)i provfm a Iei da KSsoea
<$o e
Ananaes e pUutat s ce uadt-a v.vts orma-
dat pela rea ule. de n i', b rndirKaot elementa-
res.
A' secieda'e d\ ;e o neme de organismo ; e aos
eletnKutod que > coinpim, o de cleuuuts anatc-
m:co3.
A organisaQio, isto o resultado deesas ajgre-
^r.C'ies de sere3 elementares, iffectua-se desde
que duus plastiJios geme^s, em lugar de se sepa-
raren!, depois da reprodcelo da forma mai, se
renan de qualquer modo.
Os elementos anatomices, plsstidiarios, assim
reunido?, conservara a aua independencia de c-
92o, manifestada na exccncSo livre e independen-
te dss fonecoes fundsmentaes dos seres vivos,
nutricSo, crescimeuto e ;eproduccio,-sem impli-
car com a das fnneces anlogos dos plastidios
visinhos. Tal o fcto fundamental da grande Iei
da independencia d.s elementos anatmicos, hoje
tfta til em pbysiologia.
E', perante esse facto, que se gera a propneda-
de g ral dos plustidios, a tendencia VariabiliJa-
de. Com effeito, independentes entre si, plastidios
a principio iguaes podem dentro erjrl breve, sob a
aeco de forcas incidentes diversas, soffrer modi-
ficacSes em sentidos tambera diversos, por modo
que adquiram funecoes e propriedades novas e
diff rentes, destinadas a inanter por adaptacio, os
organismos duraveis era amas certas condices de
vida que Ihes sao furnecidas pelo meio ambiente.
As modificacoes, assim adquitidas, passam de
paiiafilhcs pela forca da beieditariedade, porque
dividindo-se, as massas prutopl asmticas do seres
semelhantes entre si e semelbantes forma qae
Ihes dea ongem. Vimos jA como d'estes dos fa-
ctores (hereditariedade, transmittindo as proprie-
irades tdqniridas,e adapUcio, determinando a
acquisicaode ostras novas) resulta toda a evolu-
cio orgnica, manifestada na descendencia das
es-ecies.
Para a variacao dos plastidios, Lflae tambera,
de um modo importante, a fida social. as pri-
meiras associaces v vas ocenpam elles lagares
eqaivalentes ficand) portaoto todos os elementos
perfeitameote idnticos. Quando nos adeantamos,
[lorm, na esoala dos seres, verificamos que as co-
cnias, crescendo rpidamente,' ebegam a formar
superficies curvas, especies de Baccos de paredes
rorvas, tomando a dispsi^io qae se observa as
esponjas e na forma embryogenetiea, denominada
por Baeekelgastrula. Aqai, qae, j os plasti
dios nao se conservara collocados todos em condi-
ces idnticas; nns, situados na parte exterior, re-
cebera a acco directa do calore da las e todos os
embate dos agentes exteriores, e tomara ara todo
de caracteres comamos, accentaando-se na forraa-
ca de ama carnada exterior oo tolheto, denomina
doexodsrme on ectoderme ; outros, sitasdos in
fernsmente, protegidos pelos primeiros, accommo-
tfiorerno da Provincia
EXPEDIENTE DO DA 11 DE MAI0 DE 1887
Actos :
0 presidente da provincia, attendeido ao qne
'equerea o subdito suisso Ricarda Caduff, residente
n'esta provincia, resolve, de accordo com o dispos-
to no decreto n. 1,950 de 12 de Julho de 18V1, e
usando da attnbuico conferida pe! art. 11 da le
n. 3,140 de 30 de Outubro de 1882, naturalisur o
referido subdito suisso Ricardo Caduff, afim de que
possa gosar de tjdos os direitos, honras e prerega-
tivas, que pela constiluico competem aos cidadlos
br:iz-.!eiro3 naturalisados
O presidente di proviucia, attendendo ao
qae requen-u o juis municipal e du rrphaos dos
termos reaailos de Baiqae e P-2 Ira, bachan-1 P.ulo
Caetano de Albuquerque, reaolve eonceder-lhe um
mez de licenca, cem os vencimpntos a que ti ver
direito, para tratar de sui sade, devendo o pe-
ticicnario entrar no gso da referida licenca no
praio de trinta dias.
Officics :
Ao presidente da provincia das Alagas. De
cooformidade cora o que solicita o commandante
da Escola de Aprendizes Marinheims d'esta pro-
vincia, cm (.fficio de hoje, sub n. 349, rogo a V.
Exc. se digne providenciar afim de que pelo juiz
de orphos da comarca de Mace- seja recebido o
apreudiz rnarinheiro Porfirio de Anadia, o qual
tendo sido transferido da extincta escola a'essa
pro/inda para d'esta e obtendo baixa do serv
co, por inspecsao de sade segundo consta da avi-
S) do Ministerio da Marinba de 26 do mez prxi-
mo passad.1, nesta data especo ordem para que seja
ello transportado para essa provincia na primeira
cpportunidade.
Inclusa rem tti a V. Ex"., afim trr tonve-
iiieuto destino, a caderneta de peculio da Caixa
Econmica, pertencente ao referido aprendiz.
Offici)U-se ao agente da Companhia Brazileira
de navegacao a vap-r, mandando se dar passagem
por con tu do Ministerio da Marinba.
- Ao brigadeiro commandante das armas.
Sirva-se V. Exc. de nomear urna commisso, para,
na lruua dos avisos do Ministerio da Querr, de
13 de Maio de 1881 o 3 de Outubro de iS5, exa-
minar oo Araeual de Guerra, oito volumes conten-
do 792 metros de panno zui, remettidos pela la-
tendencia da Guerra, com destino ao dito ar-
senal.
Ao mesmo. Sirva-si V. Exc. de providen-
ciar no sentido de ser apresentada com urgencia
ao Dr. chefe de polica, urna escolta de oito pravas
enmmandada por um tenente, afim de conduzlr de
Barreiros para esta capital um criminoso, que
official da guarda nacional, que de ve ser con-Ju si-
do c m toda seguranca, por haver nceio de ser
tomado em caminho.
Ao Dr. chefe de polica Remetto a V. S. a
uformacio da Thesouro Provincial, o. 596, de 30
de Abril ultimo, p de mais papis aonexos, arim
de que exija do subdelegado do distriit) de S r-
tosinbo do termo de A^aa Preta, o esclarecimento
de que trata a mesma informiicao sobre a casa que
serve de c>.deia e quartel n'aqnelle districto.
Ao inspector da Thesourario de Fazenda.
Recommendo V. S. que mande abonar, sob a
responsabilidad)! deta presid ncia.a ajada de casto
arbitrada, na importancia de 973^000, pel.i av'si
do ministerio da jasticade 18 de Abrii al'.imo jun-
to, por copia, ao bacbare Salviaoo Correia de Oli-
veira Audrade, juis municipal c do orphajs no-
m ado paro 03 termos r -nni 1-.3 de Satarera e
Franca, na provincia do Para ; devendo ser leva-
da npportunamente a despeza ao crdito que tem
de ser concedido pelo Thesouro Nacional.
Ao mesan. birve-se V. S. de mandar in-
demniaar o valor de ama escrava constante da
inclusa relacao, libertada cm audiencia do juiz de
orphos do termo de Ex de 8 de Janeiro ultimo,
por conta da 7 quota do fundo de emanciparn.
C.minuuicuu-ee ao juiz municipal e de orphl s
do termo.
Ao inspector di Thesouro Provincial. De
accordo com a intormaco prestada por Vmc. em
7 do corrento sob n. 606, autoriso-o a manjar
pagar a Cantillo Lina do Amaral AragSo, arre-
matnnte da obra de reconstruccao do empedra-
raento da cidade de Jaboato na estrada da Vic-
toria a quantia de 1:203962, importancia da 2*
prestacao da mesma obra, seguado o cert fie .do
que devolvo passado pela repart;:!> das Obras
Publicas em 30 de Abril rindo ; j d Jusida a res-
ponsab lidade do estyloC ommunicou-se a rejiar-
ticaj da Obras Publicas.
Ao mesmo. Deferalo o requerimento, a
que allude a nf.rraaco iesse Thisouro de l de
Abril ultim, n. 567. recommendo a Vmc. que
mande pagar a Flonnda Mara Dias Feij, medi-
ante rxhibicao do ducuinento i stabelecido pelo
art. a50 do reguUmeoto de 2 de Julho de 1479,
os alugueis da caca que serve de quartel ao desta-
camento da povoaco de Maricota da comercE. de
Igaarass 4 contar de 22 de Setcmbro do anno
passado, pelo preco meosal de 5J, ficando assim
approVado o contracto junto por copia, de loca-
fio da referida casa.
Ao commndante do Corpo de Polica,Au-
toriso Vmc. a alistar no corpo de seu cammt.ndo
os paisanos Je que trata n> ffi;ij de 9 do cor
rente mez, sob n. 5052.
Ao presidente do conselho fiscal da Crxa
Econ mica e Monte deSoec^rro Remetto a V. .
para os devidos fins, copia ds aviso de 4 de Abril
ultimo, em queoExm. Sr. minis'ro da fazenda
manda providenciar sobre a creacao de agencias
da Caixa Econmica desta provincia.
Ao director da Colonia Orphanologica Isa-
bel. 8irva-ae V. Revma. enviar secretara
desta presidencia o certificado de bito do subdito
italiano Chiafredo Bricco.
Ao jais de direito interiao da comarca du
Flores. Respondo ao officio de Vmc. de 18 do
mez prximo passado declarando-Ihe qae, segan-
do consta de informsco do brigadeiro comman-
dante das armas de 7 do csrrente, sob n. 243, o
Boldado do 14 batalho le infantaria, Mantel Ju-
na da C-.sta, de que trata o sea citado (.rucio, est
oag > at 30 de Abril, ultimo mez vencido, e de
aoldo at Fcoreiro, tendo de ser remettido agora
o de Marco e Abril.
Portaras :
__ 0 8r. gerente da Compsuhia P>.rnambucana
faca transportar ao presidio de Fernanda de No-
ronh, por couta do Ministerio da Guerra, no va-
por Giqui, um caixio medindo 123B3 conleudo
tardamente para as pracas do 14 batalbio de in-
fartara, alli destacadas.Communicoa-se ac bri-
gadeiro commandante das armas e ao directir do
Arsenal de O uerra.
__ O Sr. superintendente da estrada de ferro do
Recife ao 8. Francisco mande dar transpor de
ida e volta, ds estaco de Cinco Ponas s de Ga-
melleirs, por conta dos passes gratuitos a que o
governo tem direito a urna escolta composta de
oito pracas de linha e um i ffieial, sendo a passa-
gem deste em csrro de Ia classe e a d'aquellas eui
de 3' ; provide.; ciand igualmente para que tcnba
transporte de volta, em carro de Ia catase, o cri-
minoso qae vem acompaubado da escolta, o qual
ffieial da guarda nacional.Communicou-se ao
Dr. chefe do polica.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife so S. Francisco mande dar passagem de
ida, ira carro de 2a classe, at Una, a Joaqun
Miguel Gomes da Cunba.
EXPEDIENTE DO DR. SECRETARIO
Oificios:
Ao brigadeiro commandeute das armas.O
Exm. Sr. presidente da provincia manda declarar
a V. Exc. para seu couh cimento c devidos fins,
que no requerimento do pharmacoutics civil ex-
tractado, Jos da Cruz Santos, encar/egado da
pharmacia da enfarraaria militar, sobre quo versa
a informaco d'esse commando (Taimas, de 22 de
Abril findo, sob n. 215, proferio boje o seguate
despacho :
Requeira ao Ministerio da Guerra.
r Ao inspector do Arsenal de Marinba. S.
Exc. o r. presiiente da provincia nesta data le-
vou ao conhecimento do Exm. Si. ministro da
agricultura, commercio c obras publicas o sssum-
pto do officio.de V. Exc, sob n. 59, de 9 corren-
te.
Ao director do Arsenal de Guerra.De or-
dem do Eim. Sr. presidente da provincia, declaro
a V. S., e:n re:p;ta o s<-u rffl.n de b je, sr-.b n
1084, que ficam da las as prov lencias s::bre > as-
sumpto C( iiaute do citado i fficio.
Ao superintendente da estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco.S- Exc. o Sr. prtsiden
te da provincia manda recu-ar o recebimento do
officio de V. S. datado de bontem, acompaubado
de dous 'xempUn-s do extracto da acta da sessao
da assembla geral dos accionistas em Lendres,
para approva^o de cortas do altimo semestre do
anno passado e declarar o respectivo dividendo.
BXPBDIBNTE DO DA 12 DB MAIO DE 1887
Acto :
O presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de pulida, em officio
de '0 do corr ute mez, sob n. 439, resolve n -mear
Francisco de Assis Mello para o lugar de 1 sup-
plente de subdelegado do Io districto da Ireguezis
de Una no termo de Rio Formcso, em su'>.-tif uicao
do iiiajjr Jos Candido daa Neves, que fallecen.
Officios :
Ao brigadeiro comraandaate das urinas
Aatoriso V. Exc, de accordo com a sua informa-
cSo de bontem datada, sob n. 253, a c*ncedei
baixa do servico do exercito, mediante substitui-
Flix Severinode Souza.
Ao mesmo.Rcstitunido o incluso requeri-
mento, que acottiparihou o offieio desse commando
de ai mu, de 10 do correte, 6ob n. 2.r0, e em qae
o phsrmaceatico Jote da Fonseca e Silva pede ser
coutractado para srvir na enfermara militar, de
claro a V. Exc. que, em vista das informacoes
prestadas a respeito, nada ha qu- d- ferir.
Ao mrsmo.Declaro a V. Exc, paraos
fins convenientes e em additsmrnto ao meu officio
de 9 do correte mez, que para o presiaio do Fer-
nando de Norouha teem de seguir, no dia 14 do
ctalo mez, mais 45 sentenciados.
Mvtatis mutandis ao inspecti.r do Arsenal
de Marinba.
Ao Dr. chefe de polica.-Reitero a V S. a
requisicSo feita em officic de 4 de Abril prximo
findo, no sentido do administrador da Casa de Du
tenco prestar intormaco acerca d precedimento
do reo Manoel Costa do Nascmento que interpoz
recurso de graca da pena de 4 annos e 8 mezes de
prieo e multa de 20 j, do valor roubado, impos-
ta pe) jury do Bonito em 27 de Maio de 1836,
devendo o mesmo reo spresentt.r a piticao que
tem de dirigir ao poder moderador.
Ao inspector da Tbesouraria de Fazenda.
Providencie V. S., entendendo-se com o director
do Arsenal de Guerra, para que pela inspectora
da Alfandega sejam comprados, para o servico dss
salvas da fortaleza do Brum,216 kilos e 360 gram-
olas de plvora, da que honver alli depostala,
pertencente a negociantes derta praca.Commu-
nicou-se ao brigadeiro commandante das armas e
ao director do A- seal de Guerra.
Ao mesmo.Commnnico a V. S-, para os
fins convenientes, qae o pharmaceatico do presidio
de Fernando de Noronha, Jos da Foneeca e BU/s,
participsu bontem ter entialo em 23 de Abril
findo no goso de 30 dias de licenca, com os ven-
c mentos a que ti ver direito, que Ihe conced em
9 do citado mez, para tratar de cua saude.
Ao mrsmoPara os devides fins, commnni -
co a V. S. que falleceram em 1 e 29 de Abril findo
os Rvds. Jo5o Evangelista des Santos L'ma,'vi-
gario encommendado da frrguesia de N ssa Se-
nhora d.is Dores de Triumpho e Ignacio Alves da
Cunha Soutc-Maor, vigaro c diado da de Ncssa
Senhora da Luz, segundo coacta de officio de 4 do
coTi-nte, do Exm Sr. bispo diocesano.
Ao inspector da Saude do Porto.Em res-
posta aos offic s de 2 de Marco e V5 de Abril
ltimos transmiti a V. S. a copia inclusa da in-
formaco n. 27 prestada a 9 do correte mes pelo
dir.ctor das Obras Geracs sobre os ccnceitos do
torreao onde funeciooa essa nspeccSo.
As Dr. juis de direito do 4 districto crimi-
nal da comarca do Reoife.Recommendo a V. S.
que preste intormaco acerca do proceeso de Je s
Joaquim de Carvalh", que interpoz recurso de
graca da pena de 9 anuos e 4 mezes de priso, a
qual lhe tei imposta palo jury deetR cspital em 2
de Agosto de 1870 sendo presidente do tribuna! o
ento jais de direito dt sse districto criminal
Ao director do Arsenal de Guerra Na forma
do bvso do Ministerio da Guerra de 16 de Julho
de 1881, autoriso Vmc. a mandar satisfazer o in-
cluso pedido, que acempanbou o sea officio de
hontem sob n. 1090, concernente ao fornecimeoto
de urna calca de panno fino e collete do mesmo
panno para o tenente rno.rregado do paiol Ja
plvora da Imbiribeira Henrique Carneiro de Al-
meida. Communicou-se a Tbesouraria de Fa-
zenda.
Ao tenente coron-1 Braa Carneii o I/ns e
Mello, presidente da Cmara Municipal do Cabo
Inteirado pslo officio de 4 do corrente mez, dos
motivos que, no intuito de zelar os interesses da
Cmara, induziram V. 3. a mandar proceder por
agentes municipaes a bronca de alguns imposta
per ter o respectivo arrematante ManoelJcaquim de
Mello recclhido.a quantia de 840*000, compromet-
tendoseainda a estregar a que tiver aparadonq,mez
de Abril e declarando nao poder continuar a ser
arrematante por ter sido accommettido de grave
molostia qae o obrigsva a retirar-se imujodiata-
iente para o interior da provincia declaro iV. S.
que approvo o ato acto, e recommendo convoque
inmediatamente a C-tmtira a quem compete resol-
ver sobro a rescisio do contreto rescisio esta, qae
noexbrair de responaabilidade ao arrematante
e o fiador ; se as quantias recelhidas addicionadas
do producto da arre-adaco administrativa torem
inferiores de 1:704*500 preco da arrematsco
dos referidos iropostoa.
Portaras: *
O Sr. agento da Companhia Bratileira de
Navegacao a Vapor faca transportar i. corte por
conta do Ministerio da Gaerra, no vapor esperado
do norte as 10 pracas da companhia de operarii s
militares do Arsenal de Guerra, constantes d
incusa relacao nominal, assignada pelo secretario
da presidencia, as quaes foram por aviso duquelle
ministerio de 19 de Abril findo, transferidas para
o batalho de engenheiros. Commuoieou se ao
director do Arsenal de Guerra.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana de
navegacao taca transportar para o presidio de
Fernando de Norcnha, por conta das paasagens
gratuitas a que o g..vrno tem direito, o escivo
do Alnonrif i.lo J aqnim Pinto de Almeda Juoicr
e sua mulbor.
Igu-il por conta la provincia a 45 senten-
ciados, constantes da relacijunta. Communi-
cou-se ao Dr. ebefs de polica e ao directir Ai
presidio de Fernando de or nh>.
Igual por conta das gratuitas, a J anna M.-.-
ria da Conccico e os loenorea A.fr o e Mara,
mlher e fi'h s do sentencia 1) Antonio Jo: do
Nascmento, couhecido por Pirahyba, que para
alli regressa requisicao do Dr. ch fe de po-
lica.
Igual r, p-r couta das gratuitas, at X \-
gas, a Jo da R cha e Slvi.
Igual, prr cji.a do Miuisteri da Gucr.a,
a presidio de Fernando de N irooha, o 8 liado do
14. batalho do nfautaria, SeaastiSo Nones de
Oliveira, que vai fazer parte do destacamento alli
existente. Ooramunieou-se ao brigai iro com-
mandante d-.a armas.
O 8i-. gerente da Com anhia P.-rnambueana
f.ca transportar na prim- ir-- npp>rtnnilade 4 pro-
vincia do Cear, p-r conta do Ministerio da Guer-,
ra, quatro caiides, me lindo 2,620 deciiaetlOI cu-
sieoa e um fardo pesaudo 16 kilogramnas, con- '
tendo artigas de fardainento para o 11." batalho
de infantana.- -Communieiu-se ao br^gi 1-iro com- ;
mandante das arma?.
O Sr. superintendente da catr 11 -ia ferro'
do Recife ao 8. Francisco sirva-se de man lar dar
pass-s gratait03 de da e volta, en carro de pri
meira classe, cora direito bagagem, ao bacbarel
J i"juin Lobo e sua senhora, at a e-.ticao da
' Escada.
--- Igual em carro de segunda classe, da esta
co das Cinco Pontas de Rbeiro, ao sargento
j do corpj de polica, Manoel Jos Baptista, pro-
videnciando igu lmente sobre a vol i du mesmo
' quando se apresentar.
EXPEDIENTE 00 DR, SECRETARIO
Officios :
t -- Ao 1. secretario da Assembla Legislativa
Provincial.--D* oriem do xn. Sr. prcicsts da
provincia ransuitto a V. S. os decumentos juc-
provincia, recommendo a V. S. que na primeira
opportunidade transm:t:a copia dos carpos de de-
licto dos soldados Manoel Francisco Virissimo e
Ju-. Ferrera de Lima, assassinados nesse pros:
dio no dia 3 de Dezertbro ult''mo.---Commuijieo\!-
6e ao Dr. ebefe de polica.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA, DO DU 5
DE JCLHO DE 1887
An'oni> P.reir da Silva. Sim, pagando o
snpplcaute as comedorias.
Bellarmino Fernn les da Cunha A'meida. In-
it-ferJo.
tos, d3 receita e despeza relativa ao cxerdcio Balbno Firmino -'a R)sa Leal. Sim por dous
findo 3 1885 a 1886, enviados pela Cantara Mu- m'zes.
uicipal de Ouricnry com destino a essa Asscm | Cyrillo Augusto da Silva v'antago. Prejudi-
b'i. i cado.
Ao Dr. uz de drtito do 2 districto cr- Flor-ano Baptista de Oliveira Deferido,
rainal do Recife -Deordem do Exm. Sr. presiden- Gervasio Dias de Arroda Fa'co.Sim.
te da provincia co-umunico a V. S., que nos si us Hsredo Barbato Acjoli. Sim, pagando p p
officios de 10 do cr-rrente n.ez, 'ob ns. 250 e 252, pilcante as comedorias.
toi preferido hoje o seguote despacho : Julio Ayres de Alinei
;
As Sr. director do presidio de Fern >n 1 > i
Noronha para satisfazer a requisicao.
Ao commandinte do corpo de polica. ?
Exc. o Sr. presidente da provincia manda decla-
rar a V. S., que i ,a scieote do as-iump'o de
teu cffijio de bontem, sob n. 5,056.
Ao director dj presidio de Fernando de No-
ronha. --- De ordrm do Exm. Sr. presidente d
da Freitas.Indif rido.
Ludg-ru Francisco de Souzi Pinto.Coucedo.
Maocel Seve Filho.Sim.
Ricardo Fonseca de MederosPr>judicad.
tecretaria da Presiden'ia da Pernam-
"buco, 6 de Julho de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
5 a Secqco. Palacio da Presidencia de Pernambucn,
em 20 de Junho de 1887
0 Presidente da Provincia, usando da autorisayao que lhe con-
fere o art. 9. 8 i.'I, ila Lei n. l*-8i de 30 de Abril do corrente anno,
resolve reformar a Rcpartico das Obras Publicas, ilcletiiiinando
que se observe o sc Itlll I IHFATO
CAPITITLO I
DA CRGANISAfAO DA BEPABTigAO DAS OBRAS PUBLICAS
Arl. 1. A directora geral das obras publicas superintender
lodos os trabalhos relativos a este ramo de servico, comprehenden-
do obras hydraulicas e todas as oulras auxiliadas pela provincia ou
((ue por ella devam ser inspecciooadaa.
Compor-se-lw dos seguinles eni|)ii'gados :
Internos: Um eagenlieiro director geral. chele da repartigo.
Um engenheiro secretario.
Um 1. amanuense,
lu S.vamanuense.
Un desenliisla.
lu DOrteiro archivista.
Um continuo.
I'lil servente.
Externos: Dous engenheiros daprovtncia.
Cm iidiniiistrailor de obras.
Tin l. feitor.
l*m feitor.
Srvenles. .
Art. 2." Os engenheiros da provincia que lambem sao de dis-
Iricto e conductores, conforme a natureza dos servaos de que fo-
ivm incumbidos, poderao ser em maior numero quando o estado
linanceiro da provincia permittir e o augmento de obras publicas
reclamar. Sao empivgos de simples commissao. _
Art. J. Todos os engenheiros residirio na capiial, achando-
se sempre promptos para o desempenho das commissoes, em qua -
quer ponto da provincia que for-lhes determinado pelo directorgeral.
Art 4 Os engenheiros da provincia nao poderao ser uistraoiuos
do servico das obras provinciaes para quaesquer outras de direc-
co, inspeceo ou liscalisacao particular ou de eniprezas udus-
triaes, e s em casos especiaes, quando determinados expresa-
mente pelo presidente da provincia, e quando o servico da pro-
vincia assim o permita, poderao desempenhar commissoes a cargo
das municipalidades:.
CAPITULO II
DAS ATTRIBU'COKS B DEVERK3 DOS EMPREOADOS INTERNOS
seceo I
Do director geral
Arl. 5.- 0 director geral o chefe de todos os entregados da
repartico e engenheiros ao servico da provincia. A elle incum-
bida a geral aclminislrago e inspeceo das obras publicas da
provincia.
Compete-lhc: .
1." Executar e fazer executar as ordens da presidencia, re-
lativas a obras publicas. .
2. Servir de centro a toda a corrcspondencio dirigida ao
overno pelos engenheiros seus subordinados.
8 3 Verificar e corrigir os projectos, orcamenlos e plantas
de obras, cuja execttco lenha de ser proposta presidencia da
8 i Examinar pessoalmeule. quando lhe for ordenado pelo
presdeme, as obras em execuco, dando as providencias que julgar
convenientes a seu boin desempeiiho.
5. Propor ao presidente as obras que julgar de ulilidade
publica, fundamentando seu juizo c indicando es meios de reali-
sal-as. ...
S 6 Informar com seu parecer todas as questoes relativas ao
servico a seu cargo, que liverem de ser levadas ao conhecimento
do presidente da provincia. .
7. Prestar s autoridades e rcpartices publicas as nforma-
cOes e esclarecimentos que lhe forem pedidos, podendo tambem
(Ocitar aqueQes de que carecer para o servico a seu cargo.
S 8. Deferir juramento e dar posse a todos os empregados
que llie sio subordinados.
9. Adtnoestar, advertir, reprehender e suspender al rum-
ze das discipliiiarmeiite os empregados e engenheiros que de
iiualquer modo faliarem a seos deveres, propondo ao presidente a
responsabilidade ou demissao daquelles que tiverem commeltido
faltas graves.
11. Imporaos ooncessionanos, arrematantes ouempreiteiros
de obras publicas, as penas e mullas em que incorrerem.
11 Fazer lavrar em livro proprio lodos os contractos cele-
brados com a provincia relativos ao servico de obras publicas.
8 12. Dar aos engenheiros as instrueces necessanas para o
"desempenho das commissoes de que forem encarregados.
13. Attestar o exercicio dos eni|iregados que lhe estio sub-
ordinados, alim de poderem receberseus leacimentos, enviando ao
Thesouro Provincial no primeiro dia til de cada mez a folha dos
empregados internos da repartico, com declaraco das faltas dadas
durante o mez anterior.
14. Autorisar a compra do que for necessano para o expe-
diente da repartico. ,
l.*i. Examinar todas as contas de despeas com obras pu-
blicas, interpr sobre ellas seu parecer e submettel-o ao governo
quando aquellas excederem s autorisaces dadas, quer pela dire-
ctora, quer pelo governo. para que este, como entender, determine,
ou nao o pagamento. .
s 16. Fiscaltsar, |>or si ou por qualquer dos engenheiros, a
execuco das obras publicas em qualquer parte da provincia, quer
gejam feitas por administraco, emprentadas, arrematacio ou em-
prezas. expeuindo as ordeus necessanas a bem de que se observem
os planos, os preceilos d'arte, as condices de solidez e o aformo-
seamento. .. '
8 17. Abrir, numerar, rubricar e encerrar os Iivros de posse
dos empregados eaguelles com que forem lavrados s contractos.
S 18. Fazer reetilicaces carta geral da provincia, devendo
por sie seus auxiliares proceder s convenientes observaces as-
tronmicas e operacOes geodsicas nidispensaveis ao aperfeicoa-
tneuto da mesma carta.
8 19. Aprescntar ao presidente da provincia, quando por este
lhe for ordenado; um relatorio circumstanciado dos trabalhos da
repartico a seu cargo. *
8 20. Conceder licenga at dez das em cada exercicio linan-
ceiro, com ordenado ou sem elle, aos empregados da directora de
Ohras Publicas, do que dar parte ao governo.
| 21. Cumprire razer curapnr pelos sejis subordinados todas
as disposir&es do presente regulamento.
-Mfe-g 22- 'Apresentar ao governo, pelo menos dous mezes antes da
instailaco annual da Assembla Provincial, um relatorio circum-
stanciado dos servicos la reparti$ao, mSerindo-s* as providencias
que preciscm de medidas legislativas.
Heren II
Do secretario
Art. 6.-' O secretario dirigir todo o trabalho de escripturaQao
e de desenlio da repartico, sob a mmediala determinaco do di-
rector geral.
Conipete-lhe:
i. Redigir todos os officios e actos do director geral, d
accordo com os despachos e indicaces deste.
2 Fazer registrar todos os actos da directora.
$ 3. Faier colleccionar e semestralmente encaderuar todos os
ofllcios da presidencia. .,
g 4. Presidir o ponto dos empregados da repartico que lfie
esto sujeitos
o." Cumprire fazer cumprtr todas as ordens do director ge-
ral, relativas ao sei vico da repartico.
i 6. Dar expediente a todos os traSalbos a cargo da repar-
tico.
7." Informar com sen parecer todas as questoes em que'a
directora o mandar ouvir.
| 8.o Ter sob sua mmediala vigilancia o archivo.
9. Representar por escripto ao director geral contra os em-
pregados que nao cumprirem seus deveres, propondo as penas
que Ihes deyam ser impostas.
10. Expedir e fazer publicar todos os editaes e annuncios
da repartico.
11. Lavrar todos os termos e contractos que tiverem de ser
assignados pelo director, subscrevendo e confenndo as copias ou
certidOes que tiverem de ser passadas pela repartico.
12. Encarregar-se de qualquer trabalho profesional que
pelo director lhe fr especialmente determinado.
Sereno III
Dos amanuenses e do desenliista
Art 7 Aos amanuenses, conforme for a cada um determinado
pelo director geral ou pelo engenheiro secretario, incumbeescrever
inda a correspondencia, registros, copias e mais papis que forem
.necessarios.
Art. 8* Ao (lesetihisla incumbe todos os trabalhos de seu
officio ou de escripturacao. que pelo director geral lhe forem or-
denados.
"rccii IV
Do porteiro, continuo e servente
Art. 9. Ao porteiro. que lambem servir deanmivista,incumbe:
i l. Conservar sob sua guarda e responsabilidade, devida-
mente inventariados em livro proprio, todos os movis, utensilio-
e instrumentos pertenceutes repartico.
2. Abrir a repartico ineia hora antes da marcada para co-
meco dos trabalhos e fecnal-a depois de concluido o servigo.
3." Prover a repartico dos objectos necessarios a seu ex-
pediente, fazeudo por escripto os pedidos ao director geral, que
autorisar sua acquisico, organisando ineiisahiiente as contas que
devem ser enviadas ao" Thesouro Provincial para o respectivo pa-
gamento.
4. Conservar e teres) boa ordem. devidameute classificados
segundo as instrueces recebidas do secretario, todos os papis,
mappas, plantas, desenhos ou livros que llzerem parte do archivo
da repartico. inventariando tudo em livro especial.
5. Fornecer aos engenheiros, rnediante recibo, os instru-
mentos, mappas ou desenhos. cuja entrega lhe for ordenada pelo
director geral.
6." Registrar no livro da porta, no mesmo dia em que os re-
ceben todos os requeriiiientos que entraren) na repartigo, resu-
niindo clara e suointamente o objecto de cada um.
7. Beceber rom a devida attenco e cortezia todas as pes-
soas que prorurarem a' repartico, prestando-lhes os esclareci-
mentos de que necessitem. e guiando-as presenca do director
geral ou secretario: quando por estes procnrarem.
Art. 10. Ao continuo incumbe :
1." Entregar toda a correspondencia da repartigo, fechando
os ornaos e lanzando na caa do correio aquelles que por esse
intermedio tiverem de seguir.
2. Laucar em livro proprio o enderece dos odiaos que dia-
riamente forem expedidos pela repartico.
Art. 11, Ao servente incumbe :
1.* Conservar rom o maior aceio a repaitigo, seus moris
e utensilios, e especialmente as mezas dos empregados, provendo-
as diariamente do que for necessario.
2." Durante as horas do trabalho da repartigo nao peder
se ausentar da mesma. estando sempre s ordens do director geral,
para ser oijcupado em servico da mesma repartigo.
CAPITULO III
DAS ATTR. BUICOJES E I1KVP. ES DOS EMPREOADOS EXTEBNOS
Secc-o I
Dos engenheiros da provincia
Art. 12. As obrigai oes dos engerineires sero as da sua pro-
lissoe as que Ihes sao impostas pelo presente regulamento.
Compete a cada engeuheiro :
i. Desempenhar as commissoes que ordenar o director ge-
ral, inclusive trabalhos de desenlio topographia e sKCripturac>2o.
8 2. Apresentar meiisalniente um relatorio das commissoes
que houverem desempenbado.
3o Organisar os projectos e ornamentos das obras que Ifae
forem incumbidas peio director.
4.* Comparecer diariamente repartico. sempre que achaT-
se' na capital.
5." Organisar um relatorio annual de lodos os trabalhos que
lhe houverem sido commettidos.
6. Confeccionar tabellas de cusi de materiaes e dos sala-
nos dos operarios em qualquer ponto da provincia.
7. Fiscalisar a execuco das obras que forem feitas por ad-
ministraco, contracto ou empreitada, fazendo rigorosamente ob-
servar os respectivos contractos, planos e orcamentos.
f 8 Aponlar os defeitos dos projectos em execuco, indican-
do os meios'de corrigil-os.
9. Auxiliar o Directe: Geral as altnbuices que a Cfte
conlere o artigo 5." 18
10. Communicar ao director geral as infraeces dos contrac-
tDs dos arrematantes de obras, atim de Ibes serem impostas as
respectivas penas ou multas.
g 11. Dar sempre por escripto aos arrematantes ou encarre-
gados de obras asrdeos ou instrueges necessanas para a sua
execugo, dando d'isto parle ao director geral.
12. Requisitar das respectivas autoridades locaes e cmaras
as providencias ou coadjuvagoque carecer para bem desempe-
nhar suas commissoes.
1J. Cumprire fazercumprir as disposig5es do presente rs-
gulamento. *
Art. 13. A effeciividade do suviw dos engenheiros da pro-
vincia ser comprovada por attestado do director geral. com re-
curso ao presidente da provincia, quando o engenheiro se jnlgue (
prejudicado.
<< ao II
Do administrador de obras, feitores e serventes
Art. 14. O administrador de obras executaracourzelo todos os
traba los que lhe forem commettidos pelo director geral, compe-
tindo-lhe especialmente :
1." A iuspccgo e lisealisago do servigo c conservagao dos
jardins pnblicos da provincia, para o que ter sob sua direceo
dous feitores e ser entes.
I Os feitores sao permanen es, de uomeago do administra-
dor de obras, com approvaca) do director geral, que de seu acto
dar p; re ao presidente da provincia.
l Os serventesde adtmsso dos feitores : de dous asis para
cada um, salvo servicos extraordinarios, previamente autonsados
pelo governo.
Ul Estes trabalhos sero pagos por ferias de quinzenas apre-
Kntadas pelo administrador, as mesmas condices de qualquer
outro de administraco.
% 2.* O exame pessoal de obras provinciaes na capital e seus
arrabaldes, que, nao tendo sido contractadas por arrematagao,
possam carecer du reparos urgentes, para dar conhecimento ao di-
3 A direceo. so i as nstas de profissional, de pequeos
servicos de adramistrago. bem como teitonsaco geral jo\i par-
ciaes de obrase quaesquer incumbencias relativas, que me. sejam
determinadas.
I lEtVfl 1
J




-
de fernambueo(Juinta-feira 7 de Julho de 1887





/
| 4.* Distrahir, quando neccssario, da conservac^o exclusiva
a iardins. i terrores, para com miniar de srvenles
ctuar ulnas, que nao exijam pessoaJ fra do conimum.
r Ik-1 interprete c cumplidor de ordem do director ge:
ral em tudo quanto nao pe n-ncer parte tecunrea cu scienlitica
da rtparticiiode obras publicas.
CAP1TTLO IV
DA NOHEACle, DSmSSO, SCBSIIICigO B MAIS V.1NTAOLKS DOS
EMPBEGAD08 K ENOESHIIBOS
Art. 15 Odirector geral deve iojepeiisolif iwntewreagenbeiro.
Elle bem orno todos os engenheiros e administrador de
obras publicas da provincia, sero de livre eacaha e demoli
do presidentwda provincia. ,
Art. 16. Para a acqui?ico de engenheiros, deeenlusla ou ad-
ministrador ser sempre ouvido o director geral. o qoaldar seu
parecer sobre a conveniencia ou acquisico.
Art. 17. O director geral sera substituido em suas faltas ou im-
pedimentos pelo secretario, este pela i amanuense, nao excedeo-
5o a falta ou impedimento o tempo de dea- dias.
Art. 18. Os amanuenses, desenhista. porteirn, continuo c ad-
ministrador de obras sero substituidos por quem odirector ge-
ral nomear. interinamente, nio excedendo a taita ou impedimento
0 lempo ile iiuinze dias.
\rl 10. A designarlo ou nomeato dos empregados sera Huta
pelo presidente da provincia, quando o impedimento exceder a
dez das, no caso do art. 17, e a matee, no do art. 18.
Art. 20. Os amanuenses serao Horneados por concurso, no
quai sero exigida- a- eguintee provas :
8 Io Unan Nacional.
Aiiihemetica.
3 Geographia. especialmente do Brazil.
Art l Os concurrentes ser. o examinados em cada urna das
materias por umacommisso de tres examinadores Borneada pelo
presidente da provincia, e presidida pelo director geral, que (era
O empale do vot equivale reprovacao.
n Sao dispensados de exame perante a commissao os
que provaremter sido approvados as mesinas nial, riasem qual-
qui r faculdade ou curso especial Iegalmeote recoBnepido.
\rt 23.-0 praso do concurso ser de truita das, que corre-
rodadala da pnhiieaco do edltal no jornal ufficial. Findo o
praso ser imbl cada a relaeo dos concurrentes.
Art. 24 Nmgueni ser adiiuttido a coocurso sem provar :
1. Boa lettra
8 2. Bom comportamento.
8 3. Boa sai de.
4." Idafc maior de 18 annos
Art. 25. A condiccao de sade ser provada com atlestado de
trez mdicos Realmente habilitados; a de comportamento com
folln corrida e atteslados do parodio e autoridades policiaes e
criminaes.
Art. 26. A lscripcSo dos concurrentes ser feta perante o
secretario, com[ etindo ao director geral examinar as provas de
habilitadles exigidas e decidir sobre a admisso do concurrente.
A deeiso ttigativa sermolivada,ed'ella haver recurso para
o presidente da irovincia. .,,-.,
A*t. 27. O director geral, os engenheiros, o administrador
de obras e mais empregados da repartidlo, nao podcni accumular
o exercicio de ^aalo^ier ou ro emprego retribuido pelos cofres
pblicos ou poi empiezas particulares.
A aceilaio de outro emprego retribuido 6 considerada como
renuncia do enrr reg de director ou de qualquer outro da repar-
\rt 28 Os ictuaes empregados que accumularem empregos
deverio no presa de trinta dias, contados da dala da expedigao
d'esteResuiamerrto, eptar pelo que mais llie convier.
A nao optan faz presumir a renuncia do emprego da renun-
cia do emprego la reparlico, tanto interno, como externo.
Art. 29 O praso do concurso ser prorogado por vinte dias,
quando dentro dille nao se tiver inscripto mais de um concur-
rente.
Nio havend) roncurrenes, ou sendo reprovailos os que *pre-
seniareni-se. ab ir-re-lia segundo concurso; se ainda nao houver
coneui rentes habilitados, poder o presidente nomear livremente
quem exerca o emprego.
Art. 30. Todos os empregados sero conservados em quanto
bem servirem.
Art. 31. O director geral e mas empregados da reparticao
pereebero os ordenados c gratitica<;ees marcados na tabella que
a este aeompanl a, em quanto nao forana alterados por lei.
Art 32. Cada engenheiro, quando em servico fra da capital,
vendiera como gralificadio de transporte a quantia de Invenios
reisporkilooBlro que percerrer, nao comprehendidos os bilo-
nietrostiansporados por estrada de ferro OU oavegacfo, ondeas
passacens serte dadas pela provincia.
Art. 33. As lieemas c apnsentadorias scro reguladas pela
le islacao provincial em vigor paraos funectonarios pblicos em
eCral (Con'lnua.)
Bepartif o da Polica
2* secc-Jlo.- N 589Secretoria de Po-
lica de Pernambuco, 6 de Julho de 1887.
Illm. e Exm. r. Pmticipr. a V. Exc.
que. toram hontem reoolliMaa Casa de
Defendi os seguint ro in ividuos:
A aiinhaorc'erc Mancel Gregorio do as
cimento, vindo do t ru o da Victoria como
sentenciado a dispoaicSo do Dr. juiz de
direito daa tx cuches, c H -nrique Jorge
Paes Barre to, como pronunciado no artigo
256 do eo.-igo criminal.
A' orden, do Dr. del-gado do 1.- da*
trieto da capital, H uorio Rebello Pejsoa,
por disturbio.
A
Fel
crttari' )Sr. presidente, n> venho retp nder s
obsrrvat:.s do sobre diputado o Sr. Jos Ma:-ia,
poi quanto S Ese. 6 o pria.eiro a confesa ir que a
acia nao c.n'.iniuexactidoee.
Eutietanto, paia que nao conste dos Annuesqae
V. Exc. c muKtteu uui acto arbitrario e ve.lei t',
como diese o nobM depurado que acaba d1 s m-
tar-je, h-mbraici a S. Exc. que aisposicoexpri>ssa
do regiment manda'que a palavra pela ord. m ae
ce ..-., ni oa pMi t'LC-.miubar a discues'', ou
pa-a dirigir a votaeao.
O r. Praxael FitangaEra juntamente a hy
pi'th e.
O Sr lnrrd BaWlte Juu.or (2 secretario)
tBViai .bi.dutaminte uadi-em ^scosbo, a-sc
apeaaa votar um.imples raquerimealo do eacrra
ment da di c.:
Ora, para eoeaminhar a votaco do um reqnin-
oMiuto a'esU od. m, o nobrj ucp'.t.io po ha
I1B
Mica.
A' ord.m o subdelegado du freguezia
O Recite, Rosendo Rodrigues, como va
gabundi>.
A' ord.m dj do i.- disri. to Ja Af ga-
dos, J b L rrrn,. doS-at'Anua,, par dis-
turbios.
Commnni'.'fiU-me o delegado do termo
de Taciuvt que por volta de 11 horas do
dia 25 do m-z prximo fir.do, o iodividuo
de norte Jlo Vietor da Mlva por ama
questao ile roga ferio levemente com um
goipe de (tx da cabe^l de Nicolao J-s
da Silva. Aquella aatoridade tomou ';o-
nheciment do facto, tei proceder a com-
petenie vistoria e deligeacia a captura o
crimino, o qp se.
Hunten p as 4 Loras d;. malrugada,
em um dos compart f* lo ''*
Boa Vista, fi.ll ceu o africano de nome
Jriaqaam, de !)5 annos de i lae:
O respective D> procedru >
competente vis-oria, declarando oa p.-ritoa
ter dodo c o r.ulos pulmo-
nares. O ei iavr oi depositado na igreja
da Sania Ciuz do u.esu.a fr.gutzia, sendo
d'abi tr.nsp il loipwio o cemiterio publi-
co, On e f i Si paitado.
O eid-oao II iefonEO Ignacio do Amara!,
particip u in. ter no aia 28 do mez de
Junbo pnxno peado prestado juraj
to e entrado no erciek do cargo de
legado io termo o Bu que.
de-
ene dar V. Exc. a paUvra ao uobre deputa :
Po U.t Sr. presideu'e, V. Exc. de aeeorio
o regiment enteneu e ento.uliw muit) b.-m que
nao pam d:ir a palavra ao n bxi BtaoO, >t
que uii havia oad em diacusfo
(Apoiav'. se ap irles).
.Mas o que hittj que os nobiea depnfados 'Ja
bancaa IiIhibI, d-sp itados ou dcs^ustosoB anr
'iem qu la ("acto virgen nesta casa durante
esta sete. !) vular-se um projecto ala qoe ho-
vesse tumulto, eu'enderam que deviam levantar
! Caar eclamacoes aiui. que Iracas.
Neetas conducta, o que deveria faxer V. Exc.
em fac do regiment? Dar a palavra pela or-
demaoni.br. Jciutador Mas para que? Pira
.jti o tuiuulto su tornaese au a maior? lasa
so'ria peior.
Um s-r. d, paU doE' urna nov.. tnooria a de sa-
te ptdc a pala\r.. p m crdtm.
O ir. Barro* Barrito Jiu.ior (2 scrcarini
u o uobr- depatado atteuda ao que ac <.
jize-r
Em .ce d regiment, in.io-se proceder vota-
gao, de um regiment deetes, que nao teni cie-
luto, o de puta Jo 10 6 io ter a pakvra pela or-
iiea pata rrqimn votaH BoainaL
O i. L i Si N- pUoisfasnr pao
. teja uivmida em partes.
Sr. B.rros Brrelo Juuiur ( secreta io)
Pois tratanJo-se Je um rrquerim i.to lie cuc
meut-j pdeMSa r< querer que a materia tty. aivi-
dida em pnrte? !! (Apoiadeg, rr.uito bem c ap ir-
te.-). P4l-5'. requerir fomente que a fetacjk) l j
ial.
Ora, eiwe pedido tiuba Bido feito pelo nobr ie
putado auter do requerimente, e portanto u ln-
via mais n da em diacussao.
(At' milis c apartes).
Explicado assim o pr< c dimento correcto, per-
fei-Mii. nte eoneoto de V Exc Sr. prcsid-ute, nao
da Es"ada em
reuibssa ai L'r.
i i l.j mais nada a uccrifcentar em resp-sta ao
O subdeb gado do 1. distn to do termo que c n be depu'ado pelo 2. dittricto o Dr. J M
4 Jo correlata. m Mara entendeo d.verdiser.
. i ,- ,; iMui bim oa maiur. .).
I'jiz municip. 1 respectivo j J_
des inqneritoa p..iei>es procedidoo eerw D1SCURS0 Do sr. deputado gaspar de
do .: do na pessoa do Jlo: nBCimoB\ pruncxciad'
V.]-. Santos pr4os individuos de 22 de abril de 1887.
neme Audr confaoeide por t'njao cr eoa-, Q ftr UmmpHr e Uiummund-Sr. pre-
tro COgnominado rio pretO, facto este qOO fidente, as tyiipalhias < o aprecc que vete ao
tere lugar no dia 20 do saos prximo fiudo! meu tstii 'J rtMotows lea
em torras lo eigenlo Coacffcio.
Hej pelas bon a mmifestou-
ie ; no 2.- an 'ardo predio d. 21 a
ni I tga doRoscrio, darega
tQSAntoni', c qu. r. Ii biUdo pelo acade-
n.i Artbur Pinto.
Eso a n '; : i '-vv> _ondc
bavia fbvp* de ronpi e u'ros objectos
I rineipio de que
r/oo localifado e extinto.
Co;\ pi r>- < u a bomba do Arsenal do
Guen r*rD ""',
gou a funcconi r. O d.n.n> soflMda tn p< -
ovino, c i o p vin'Mo tenes i
estab. le i L p Alb iro & C com r
msze^n ile de istiy.-, 8offrerr;m
algum pr juiz ni o
O digno el 1 g 3o lo 1." dietricto da
capital para all bi d u s | i
dfn.i;i= de modo a nao Imsgmittr-ee o
freo s todo o pn dio.
D V Kx I! m. e Ex
Sr. Dr u,t0
digno presi n^vincii O .htfe
e j n> Domingos Pinto
1,'ZEira vir'u !fi de um i 'litp pici > cmeign va no
regularflento de 6 de Fevereir.i de 1884...
O Sr Prxedes PitangaE' dispiaicao rep tila
do regaiamciito de Abril de 1871.
O Sr. Grspir-de Drummondnrcou-scs vij
ral 1"S professires pblicos direito tnt meses
de oHenado mb rente l o orapreg do mariJo fil-
lecid,-, e mb cruentes ao talieciinento.
Era moa dispMOaO, pottoqu- b.u-fiea, um tan-
to odi a, t. r,|uc em v z de sst ni r-se i. classe,
dis empregai-8 pblicos, liiuitava-se r.peaan,
un raa desta clasae os profesiires.
Pr-eure repsrar iato, fascni> com qoe d'eate
bentficio psatWipusuia CjJasaa viuvi sWeasssO
gaios publeos ou suas famdi**
Assim sabstitai-a disp eitaio reg-ila-
uei>tu por ura* corra qu^ rm 1^85 foi Tftadt por
estn i.Ej-inlilA rm vil ru I de iniciativa miuha.
No ait. 4.3 da le n. 18tJ, est a diaposicj i
que a:bo de auiir.
Ettabelee*u se qu-*, cmqiiauto uao se funlasee
o Htnaspl 'tes Pnccirnurioa Publica, p->r notte
do empreg -.do pnWi;o. a famiii i por elle maiitda
p> rl l> -ri-i a ijrH'iioagarj uoor uto ao emprego.
A dtar o Callooiaacuta do evnpregado, a funi-
,i. i rasb in anuo a gr..tifiei,'ai, gr-.tifi-
eioo que acna perd la pelo emprcgid; qus no
emprego suuccd ase an f illecido.
Ura porguna-se, iala a hypoth:3a d. upprej-
o i iipa o taliecna^ut j do amar gado,
a fa sitia, cin face da diap')S(S) citaJ, ti n di-
i.if i a gratificaejo r
Eia a qneatae.
Sua Exc. o presidenta da proviaciu, asando da
iiiterpri.t-.tao-o utrinal, res-lveu npgativam
c pirque f ram suppriinidaa s cid.iras regidas
p I s prnfessores f -llecidos, ind ferio is peticSes
em que as viuvas desses rcqueriain gratificauoes.
O Sr. PtaxodesPitang.i d um ap.rie.
O S.-. G.sp^ir de DrUmmMdAssim iaterpro-
tnndo a dispojicao legal, praosdea asal o presiden-
te da pn.rieciii ?
Carece me que n3o.
Sr. i'raxcl.a PltangaInterpretcu mal.
O Sr. Qaspar da Drun i.ioi. ivej-in a
Se a gratifieaeS i qoe tem direito a familia d :
rmpregado publico, inbennte ao oropreeo. s -
gut-sc qne supprimido e cinp.ego, a gratifieaca.)
t. at desiijipart eido.
(I S (Joiicalves FcrreiraE' ljgico.
O ;r. Prxedes Plti.nga& cxnclat-ao aforra-
da.
O Sr. Gaspar de Drummond -Anda mais, sea
gratificacio peretbiitl pela familia do eaSprOga-
dj pub'ico, deixa-u df perceber aquello que no
tallecidaaaoceoo noiraprego, claro que desde
que nao h'. a ancceasS1 pelo pro vimento do etnp-e
go, o Oir.i: a gibtifi '!i;o por parte da familia do
embregado fallceido tem d.aparecilo.
C -r. Prxedes Pitanga di um airte.
O Sr. Gaspar de DinuirrendO digno adminis-
trador da pr.vmeii aasin iuterpre'ando a citada
uposivo legal, prucedeu correctamente.
S um espuito prtvcuido dar intcipiets^ao
diversa.
E tt clara 6 a lei, que n2o havia neeoseidade
de ser interpretada, porque principio de herir'
neulicu jurmi.-a que aterpretafle ce. sat u.- cla-
risa .
j DE P santi a int rpr t leSo dada contraria ao
j: pensamento doJejialad r ?
I Penao que nao.
Alxa se tteu em erro, a A'sembla pode rmar
interpr taco autb- mica.
Ab. m.ndo as umilias dos empregados fallecidos
a gratificscSo referent < an empr go, a le proenron
conciliar o interesse pubdeo com o inteivgse p ir-
tienlhi, faser a caridade a familia desvalida, mus
uae. im d. trinmite doa rOtereise pblicos.
Por es-te modo foi qne statni -se que iuiante
bi
do 12* disiricJ
O Sr. l'rmee PitangaEn he agradece cor-
dialoiiuli .
O i Drassniord... fanmeom
ii ,ii lh tribuna (aia retpoi.dtr s cousi-
iii-s p< r S. Exc. artdt-'Zidas >m tustenta^odo o bkssbo anno ft datar do failecimeutoa, o empre-
itquer sntnto, que era ee dcute. gado que eucerdetae deixana Je perceber a grati
i ta u anifttta(ao de minha parte ainda riis fiesco mbi-rente ao emprego.
txpicnvel, atttndfrdo e<-a qre o l'ustre iv.lli ga, Que prtjeioarffi. o que f-uciede M emprego
como opa ateonistSi mura i t.uuir atiitude s- prrdtrado a graofiesoio dorante o aoao, se.lloao
ria e ertteriasa, i a ]i; i fie. ndo os etus nqueri- g' r nomeado j o b a^uo^a con l>c- r
iree.t i-, en. S. En n-;n d< ci.icu, cun pola- Qm-preju so s< ff, a pii viuciaabooando a gra-
vrts i cffronlos : pi n. iui.-.-n.stini da mai-riu de |fic>-cao lamilla do eropregado fullecilo, te a
eelog: s, que midim a impoitancia da oppo- J, tt, -A i ;.da etts, teria de tr.i percebida pelo
8ic3o i' s \iu.'e.cia d 1 ii.uagc-rc, dieiioscsf- qaesaeecdeni ?
frontar, qoe ding' o ao l Cor da revin- Iu ). ii i g. ra, qne te trata de um logar qne
ti- 11 u id.- ; hbi nxndo n gi>it fiece, a proiin-
O f-r. L. unxco de S E' iinia injustica de V. eis ato teapr Ei.-. Has oval ui.: n giatificacSo abou .r, sea
O Sr. G f-j.:.i de Dn.nnitni" N | os. a ne- |t trata ce gis.tificj.ciio u urente ao emprego e
us do Exni. pusidi-nte este f< i buppnmido ?
a provincia, aits qi-'i in. .ir. um i.a (Ciituri do
d Ltmcto I ii p ', o que me trar re
:i buna.
b tcirrulai p'r S Fxc posto que
jUTj,] p. nto 8<- antncanm o
upai., ri- n n b rOsdn u.l ega, ri-
elo, o Esn,. Dr; O eta Ri-
e x,iitteu a tua non .ii.il iaundo
ra i nj n,rd,co (ve 'ao Itm ditcut a
qustte- de drefa, rio destitnidbi i loo lu oa
S. Exc. no ttu rquirimeLto fornul- u qu ^iro
TltCSOnre Provincial lteos. Rssoastcesel Foota por ponto, ad.mpajrin-
\CI10S DO DIA 6 DE JCI.UO DE 1887 do r-. Exe. i.. :rilto, qne seguio.
..h-r Joi-qu.m Are verde de Albuquerque
Praucisco .>oans l-acbeco-'-t^cam
ar ae oIh da portarla de I-'- nca.
X-t-nio Pedr- daa Mcv.a. Certifiqi
Knciaco Antonio lVvar*s.-*o Sr. ihcourei-
ro ra alt^oder opportnoaaiebte.
Adoliho J de Araoj Anatide. Henor.r. Be-
O Sr. I mu di t P.tinga d um parte.
O Sr. Gaspar de Uien.mi i.d t-enbires, son
ii i rasa ota amigo d. s einingadoa j obttsos.
uiur qieliei.ni a hp.ilbe-.s Oaqu-ll s que
(' i qirt'au. na a spidu t>t;i- ednepos da batalba
uui reaome.
: nti s; n iiibiis. :yrr,;t'h:as nos qne
patiin octia oireui ;:. 8etv:cis.
.-- nainiai des (mpregadi publieoe, desaea leis
s< rviCei* que n- u i m a aciividade no labor de
i noidoc.
N umifo de amparar da n seria ge fsmiliae
d' s ierprcuadi a qu fin ci mbissim. aqu presen-
t i i ni pn j i io creiiti.o o Mti.tepio dos Funccio
ntiii a Pblicos Piovinciaee.
...B)Fi Mello Braga e Jote a fcnvidar" 8 Eac. pwa naBaOkenstaaOOklOr-
AngMt de Mello --^.gne-ae. _.. | P".'
Cm o piim iio tim do i qurr'mt trt F. Exc.
pimui.u s.b r. tuque ciiitra lei expresaa, ct im
q-.i si ti i.' iu ii piisdn.tc ds proviicn para in- j Era rma mciEsicace palpitante, qne se impu
deferir a- prOcdes de duisvinvir de protesicica, ,i, | qoe B| 6 n liili i mi 11. di sus n :r'd s-, nqu.rc egadi inbhconli i r, i te o. de luto eB'nli-
ram a grstltWai Sirena nnite da furia, tri-s tsnibim nqnell-- un que a
pibieaa bat-Ihe a porta (upoiadop) hffl giddo a
familia Ci neteinada e desvalida.
P0ia 1 i- in p s,u f i(;ado
- H: .ia Silva Gu-
tharinad- ln e *< R'P dor do Gy-naa, ,
Compnnh.a Ski; sa e Joaqu.m Mamede da
BssaVities-ljilonne n Si contador.
Anuelo Kaph.el C Onaheime A Bexerr,
Pranciaeo Camp.1 Pues* Per reir, Antonio da
Bilva Jnior e Jog ChiispimaiiO da Silva-.-- rJaja
Tista O Sr t)r. proeur^Oor ti cal.
Paulina Wndcrliy Navairu Lina.-Eacriptu
re-ae a aivida.
Dr. Manoel Tavaresda Silva, rfBcio d br. pro
cuiador doa feitos, Lnis Jur uMiro Teiseia e
luf. liiu.eiite o projecto que ch< gru pasear em
S. L xc. que medico, mas qne e nhece mne- j Ja dll(4.ul.4(, pr quu81 unBa.midad. de volea u'. s
tanto o biatnrr quinto tolheia o corjmt pirii.
que cr.uaece tanto do que peculiar me.iiciua,
quanto co'bece de bis e n-gnlair-rotoa Lhereiitea
jurisprudencia, deve saber que a bermeu*uiica
jai-Mica o ty.tima de regras tmdentea in er
pr<-t*v&'' das leis.
Assim S- Exc eabe qu. a interpn tacao quanto
i ng- m pode ser doutrioal ou auth- ntica.
A int. rpretacio auibeoiica aquella, que mana
da autoridad, do legislador; a inieipr. tseo dou-
tr'nal aquella que est a cargo dos junes que
applicsm a lei, so dos adminiatradores que a xe-
aiasd" tbescureim d-.ia (loras Publicas.Haja cotam.
viata o Sr Dr. Bn curador fisc^. VI. pa.ece que,o Mlostoe c, llega nio deseont.-c.-
Officioa do Sr. pio:ur-.dor doe feit s, Gimes a esRrtie de interiretaca > .outnnal, e al aOnut-
, C, Hano.l Antonio Beitrio, te-,'partand.-e, a'sim, da < acola de Justiniauo,
t-ba Per-ira, Joo W-lfrido de
dr. C, Me etros
Jovimano da R' >
Medein s -Informe o Sr c. ntad> r.
__PERNMBUC______
Assembl Provincial
bl8CtT880 DO 8B. DEPUTADO BAHBOB BAB-
BETO, PHONNCIADO NA 8E88AO DE ti
DE ABRIL DE 18*7.
O Sr. larras arres Jaalar (& se
qn c mbatia a legitimdade dista especie de in-
J in. u i luBtre eollega, portanto, nao Justina
ni.la ; sceit* e admitte a interpretacao puramente
doutnual. .
Poi bem, o presidente da pn vinca inlef. ri ido
pelo modo porque o lea a pttico d- duas viuvas
ne proleaaoiea, que reqaereram grat fieai Bes mbi-
re..lea ao emprego daa si-ob faln ci'doa manilo*,
fund u se aa interpretacio doctrinal, e fundou-ae
muito bem.
O Sr Prxedes PitangaFundoo-ae mal.
O Br. Gaspar de DrumioonuVtjamoa.
Ih He u lilnj ficu estacionado e d'fficil de sei
ci nv tessaiin para ci ntribui\ao d fondo do Montepo,
H ouastisanajp de 5 p r cento annualu ente por
parte de mpregadoa publieoB elb s iam ser ao-
bri cairegadi-s de igual e utnbuico, como ofor-m
e o sao anda boje, no orcamento e para fin di-
verso.
Na quasi imposabilidade de fundar o M ntepio,
entio, iembri-1-me de propor a esta assembla urna
medida provioni i- proteet.ia, qne felizmente fji
eoi.veitiUa em lei no ornamento d, 1885 e a de
que tnhe-m.- ocoupado presentemente.
Benial bmWte medida baiae nisoii p- rf-itemento o
in'erasai- parlicu ar i/p.r eompreheudel-o bem, f
que o prndente oeu a iuterpretaeo, ohjecto de
censuras e eri icaa do autoi do requ. riinento.
Um Sr. Depotado V. Exc. d licenca um
aparte.
Sr. Gaspar de Drommand V. Exc. pode
b.>nrar me com os apartes, que qmz
Um Sr DeputadoSi tupre qne o' president>
qnieer negar a grat :6c,cao. o meio est couhecido
eupprimir o empreeo miro.
O .-r. Gaspar de DramaaoodSeria procedente
nata raao, ae p ir veotum eeiiveese no arbitrio do
preaideal- supuriinir oa lagares, que vagoseem.
U presidente s est antonsado suppnmir ca
deiras da iastrucfSo publica e dadas aa endico s
da lei.
Outroa lugares nao pode supprimir sem autori-
aacao do p ider legislativo.
Um Sr. Diputad;Supprimio o Imtituto Vac-
cinieo.
O Sr. Gaspar do Drummond E' engao de
V. Exc; nao attpprimio, apenas deroittio og ms-
dicos empregados d'essu eat ib lecimento. Se a
Assembla marcar qaota para o custeio di Inati -
tuto Vacciuio, oa logara sero providjs; se nao
marcar, comprebende V. Exc. que a falta de con-
sgnavao de verba no orciinento, importa a sup
presao d'aqmlle Instituto.
Sr. Prxedes Pitanga d um aparte.
O Sr, Gaapir de DrummondRespond io, ci-
mofica, o priineiro item do roqiier m-'nto em di
cuaso, pass .ici aoccapar-mu-do aeguudo.
Com ate tem procura -o illutva autor-do roqoe-
rimeato saber que raz3j***Te S. Exe. o Sr. pre-
sidenta Oa provincia para retirar dea empregadoe
do Tbesoaro aa quo aa, que Ihs cram concedidas
pela tomada do cintas daa loteras.
O Sr. Prxedes Pitanga Vejamos emo V.
Exc. responde sao.
0 Sr. Gaspar de Drumra >nd E' verdade que,
em virtude de urna disposiiC/o de le provincia',
assiBte os aorpregadea do T.iei.oaro, inca-nbilo.
da tomada do oootas das !ot-'-rini, uma.gratifiea-
Vo em poroenagiem p'b servico feito da h>ra do
expediente da rep irtico.
Scmelhante servico t m sido leste regularmeate.
Nao Li, portanto, a falta de regnlandade o que
detcr.Tiiuou o acto dj digno admiuiatradur da pro
Viucia.
Outro foi o movcl. 8. Ere a ln.itiindo a pose
bilidade de, na bora do expudi^nte do Th-souro,
fazer-ae a tomad* d'aqullaa cuntas, eatendeu que
u gratificaco, qu i coneelid em virtude do ser
leitoo scrvic' f.a da horado ex pedien**, deve-
ria ecr retiraba. N'.-ata niatiSc ifi.-ioa -io D.-. ins-
pect ir do Thes-Juro. Q ie outro movel animar-a
S. Exc. a proceder assim, aetulo o b*n cnt ndi.lo
intuito de taaer economa !
Se S. Exc. ae miase a empreados publica gr*tficar;Oes extrarr-
rtoa, sos cogitaJ-s oa tai, Inoostaaia era gra-
vea censaras Seria om presidente esb-mjadar,
D' r iulario* prodigo com os dioheiroa publiose ;
mas, precurae.dj retirar grutificaco s por servic>s
extraordinarios, que julga poderem sur fuituj em
hora de expediente, deve antee ser louvado pelo
modo porque va r alisar ec in lostsi.
O Sr. P.-.xedee P.taag d um aparte.
O Sr. Gaepir de DrumaondSe o aervioo ni i
pie -r fsrtD ni hora do expedionte, p >r ser c l ti
pliesdo e r >ubar aoa empregados do Theaeuro,
r in io em'que ellea eitejam oceupiio ern oa
miteresda reparlieii, acrei! > que S. Ex?, bem
informado desta circumstancia, cootinuar a abo-
nar a_gratitic ic', p:r isao que o eervico CQnti-
M iri tambem aer feito como d'antna.
S. Exe. otS i >u ao inspector o Tnesouro man-
dando, que o servico sej i f.ito ni hora lo cape
diente. Se rato fr pojjiv.il, tie.rAoia empngkv
i 13 sem grntifieacao ; dada a iinpoisitu.id ide, se-
r o servici testo osta i oatrVssa s bem assim rc-
:ii n.T.do.
O digno administrador da provincia n.io obi-
linado e nem tem piev-'oeoei coro OOlpS0ga*kM pu-
b.ic w, cotao talsaminte alar lei i n (ap n -.
Um Sr. DiputadoN'.li pareo- !
O Sr. Gaspar de DrummouJ Aceitan Is o dif
fieil encargo de gov.ru .; esta provincia, em ep -
cha da verdadeira praraoio fininceira, coj >i ef
fe too, di* a dia, se fazein sentir es la vez mais
. iv isansea$s, para S. Exc. cuj is intuitos dasae-
Ihorar to pengosaaiiuaol i s > matiif-stos, a ca-
dena presiden.-ial nao cjmmoda.romo para tan-
tos cutres qu3 u'ella tem encontrado largo dos;an-
ci, (irocam se apartes).
Mas, a foT51 de /outade que poderosa alavan-
ea, a rigidcr de principios, o espirito ilc justica e
o i itristisBM de S. Exe. ha de e- nduzl-oao termo
iu aua (i t-l-aiministrac.'io> pi se nprc
corrccti.men e inspirado no bm publie, cjoio
at h j (apoiadoa e ap irt. s)
O tere iro item do requeriminio um simile do
ceiiuudo.
Que vaniagens v:a ju o Ex.n. presidente da pro
vin.ia. suapendeodo a eonuaisesV) n meada pnlo
Theaouro para liquidadlo da eonta do calcara nto
eis o que visa sab.T o ilhastre autor do reqnori-
mento, apresentando aquele item.
Di-se com o servico da calc.mento o mesmo,
n o serv? i da tora a de contas de loteras.
h nre servico feito fra d i h ra do expe-
i e pira iaso p rcebcm os empregad a do
Tbe-ouro, desiguadoa para f zes-o, urna porcenta-
gess .-inuuei- .'Jora.
A .:. que orden u o calcirnento di cidade ln-
qou Bo^re ob pr prietanos urbiuos a contriliaif >
de 15 0/0, dedusidos do re.uiim.nt> anuual doa
predios.
Se una propriotanos paojaraas a eontriboicao,
outroa tem aido tardas e omissos no pg-
inen'o.
D'ihi a formacSo de ura-i divida, p-ira cuj ar-
recadacao, urna le provincial antora >u ao iuapec-
tor do Tbeaouro nomear urna commisao de em-
pregados o'aquella repartico, p-rc.-bendo 10 0/0
jo que arrecadaaae, sendo o a rvieo f--ito fra da
lora di xpedi.nte.
Parece ao presidente da provucia qn.? o servico
podciia faser-se na hora do c-xpedi.nte, e sendo
assim, a purcentagem que era alonada pelo
s-tvco feito lra d'aqm Ha h ra, isto extraordi-
nariam nte, d via cesiar. Seat e.-ntid cffi i u ao
inspector do Tnesouro. O caso mais ou meaos
idntico ao que tas aseumpto.do terceiro tem.
0 Sr. Pitangi-Dam aparte.
O Sr. Gispar de DrummiulOutro nao foi o
movel do acto preaid -uciil seuao economisar em
proveto da provincia, a gratificaco, que por ser
. Iv B, que p .aaariam #ser feitoa na hora or linaria
do Th-iouro, peidariam os empregiJoa cajo car
go est a arr.-cadac i da divida do calamento.
Tudo s.' reduz saber se semelbantc sewoo
. ie ser feito na hora do expediente.
O officio de S. Exc. ao inspector do Tbesouro
nao definitivo, pus depende de nformaco s o c-
ela recimento1 quo a reapeito deve ministrar
a(]Ue le ch fe.
O Sr. Prxedes PitangaD um aparte.
O Sr. G 6par de Drummoud. ') demma apre-
seotado pelu llnatrc autor do r> querimento, nao
observa as regras logicaa d'aquilla forma de argu-
mento.
diieinma deve constar de duna propoaicocs
igu: Imente atacantes. Aquell-1 contra quem pro-
posto, di e8Celh, que faca de qualquer das pro^o-
sisees, sabe-se stmpre mal. P.risso que cm-
aram o dilemma a espa- a de deis gumes, f. re por
qualquer des lados. S Exe. disse i m forma dile-
maiieatu os i iojiegad s qu 'faz. m parte da
i cen u. ;sji> sao neciBtariis :: Tiles, uro, en nao
a se sao 9-m piejuiz de te nao pod. m tr.baihar
no nolameoii durante o expediente, pe nao ao
t eulo o presidente a' a data ie aiu acto moati-
nba i uipregados deBneeetai.ri-s.
ReapondK-n'e o collaga se, dada tn amo a dea-
neeesaidade o'aquo'l.s empregados no Tb-souro,
po liria o presidrDte eupprmr aqulles lugares
sem auto, ioacao legislan va.
O Sr. Lourenco de S d um apirts.
iTrooaSS-se outros apartes.)
O Sr. Gasp-r de Drumm nd e o fisesse, Vv.
Eres, aceusat-o-hiam d viol. nto.
> Sr. Piaxcdes Pitanga d um aparte.
O Pr. Gaspar de Druu.men'!Mai t es empre-
gados nao bao desneerssariea D'elles neci
ii Th'scnro para o serve pubtiwO, e n-m pelo
facto de sirem ueciSBaiioB aquella reparlivo, ee-
gue-ae que o servir;, de arrelam nto da divida de
calcaal nto na ora do expediente, tpodesse ser
feito com prrju'zo dos dems a rvijoa.
(T'ocm-Ee apartes )
Nao inaiatirei mais sobre este ponto, qne ju'go
respondido, bsm como es outroa, de modo a con-
vencer ao Ilustrado collega, antes do requeri-
,rento, de que S. Exc. o piesidente da provincia
ntu comn.eltiu arbitrariedade alguma, dilig-n
cianoo retirar gratiticaioes por aervic"8 que, Be-
g undo p-nsa, p-Uem ser teitos* em hora de exp- -
diente.
O Sr. Prxedes Pitanga.-V. Exe. nao me con-
vence de cousa alguma e nem poda conven-
cer-ine.
U Sr. Gaspar de Dromcaond Sei i|ue diffieil-
mrnm arrancarei de V. Exc. a deelaraco de
acbar-se convicto.
O Sr. Prxedes PitangaPicaro de p os ar-
gaaMNOtos que apresentei.
O Sr. G'spai de Drummond Muito pd V.
Exc. e tanto que. cm o tal-n o de que dispde,
c ur> guir p,- de p argumi-ntos que j eato
morios. Ha de couseguil-o, porm, galvaoisan-
do-oa. (Riso)
Apreciarei, agora, o primeiro item do reqoen-
inenio.
N4o illudi ao collega, quando ao encetar o de-
ba'e, convidei-o" para urna diacnsafto sobre rottr-
p-etaco de lei. A resstost do 4.' item do r -
querimento em disenaso prende-se & ama nter-,
protacS^. Q ir saber o Ilustre collega o que
motivou S. se. o presidente da orsvinei a sus-
pender as gratificacoes de 1') annos de exercicio
no magisterio publico, mandando poateriormento
restituir.
Sou foreado a reraontar-me reforma da in-
strucclo puolici feita pelo neaso colljga, o Eira
Baro de Caiai, quaado presi lento da pro-
vincia.
8. Exc. reformando a instruejai publica, cju-
feccionou o regulamcnto de 6 de Fevereiro de
1885.
Nao i meu intuito prea.ntumeiite apreciar a re
forma de S. Exe Apema farei ligeiras aprecia-
coes sobro um doa pontos da reforma de S. Exc.
Foi em virtude d" uutorisaco o poler legislati-
vo, que S. Exc. fez aquella reforma, cujas basP8
f ram designadas ne art. 5S da lei n. 1810 de
1881.
Diz aquell? artigo (ieado) : Pica o prasf-
dente da provincia tatos isado a rotorm ir a in-
i atrueco publica, revend as lei e regalara u-
toa reap-'etivoa. a
1." Por essa occasio serS) aiceradi's as
i. entrancias, fup.iriraidaa as caJ ras di
a ri .^. a r ;iil .doa os veneimeuto', timpo para
gciitificacao de mrito e aposeata lorias, do'mo-
do que a nhi ao diseuv.lviraento e
servico do SSBMO publie i.
V- poso, que eom re^ac/io -
-mrito -o presidente sallada i ', .penas, aOtO-
ni-a I i a repulir o tenpo. fiirtro, o IHaOtre
collega qu na qua i 1 ;dc de pra: I ito f >z a r -
form-i, exfinguo a giaiifioai;i) ie merlo, sobsti-
tuindo-a pir oaca, sinsplemeoto da tempo.
O -Sr. Prxedes PitangaDe ex re
O St. Acopar de Drummond Ou de 'xicico
com diz V. Er". Postara fisolo ? Asoia ficoa
estabrleeido no regulamento d n retid
qae o uuHessrr pabstaa,- qae eassatotaase qatosa
anuos de FMreieM no magisterio, urna vez q"e<
uS> inoorrevae-cm f .itas ri gusaBMBrtaras, teria II
EOit i.qu I! <
Nto se t.rnaia mus prcia qu o pro fes o
provaase urna es ti idoneidade, m e.-iaient) ou
ditiuccSo entre os demais de sua el .sje. parii ter
dir-ita aea rr.~atirc5i; rr;
A gratifieao4o (emento '1 sappar
O r Praxeiej PitangV. laxe, quer a
tratar do Begu>ameoto da 'i de Per reir o.i j a-
tifie ir o ae^o ds !fs ?
O Sr. Gisp..- Is Dramitta i -.!,; si
correlativos tUo paasO justificar o acti do B
.3r. D'. iro Vi i ite, sema
peal ', o Regulara-iro de de P re r>.
0 Sr. Gaucjatves Pr. Ira -i-i quesideatteu
perfnH i relaeo.
O Sr. Gaspar de Di-uramonit O. -i,
...'.-. i .
npj pira Ttlfi icio .1
piii-. nztingoH a, sabstttaindo-i p r oa i
qu se o o isars
> ooereeimento ?
O Sr. Pi-ixe 1 i i' -i,-'. V. El), .i ves lejas-
'ific.ir o .!, es j. "i S '
Jarlo (J .lar.
O ir. i | :
.
n ;< i. T h ., p rj n.
ds p .
p ira j i '.eai-
deute nao te ib
> di m mi n o a re-
f mn 'o S -. itl. i i 0 |Ute oarto .ue
,io 'ii- ir i i-i V. i
relaeo -um ii n i daqucll* reforma.
i) Sr Pi l
O Sr. (i spu- de Or.ira oj i.l -0 i eto qu i a
gratifieaesVr oo na ritoniopole wrext ieta_. Por
tanto, -i exti scito t.i ex'rbitaa i n intoriaacio,
coooedi le. pe i ti I.
ibed-eidoa,
iqtnvel o artigo ioReurni i
i, : 'i .le 1" vretrz na par', q i i >c a
gratifi ato de .-.t ic o.
O Sr. P ixedea Pitanga d ana aparte.
o Sr. G sp ir d i Drassmoa i Em ico s
tera eonc les ;rtiiea^i
ei in ieio.
O Sr. 'rax Pitang a que b i-
je S. Exe. par depon I 0 n .
gratifi -ac-i i, m in i :' d r a oat
O-. G Oi-uram nii'xili'.M a V.Bac
Nao exacto q-io o preaid. nto J terioSS | c8 )
sohre gratifi;ai,-5 > de ment, p.:!o un lo q S i li o
refer! o nobre uepi'aio.
0 Sr. Proa te Pilonga8o mis fd '.rae
patdvras, qoe s i o com outras aem^-
Ibiute-;, p'.aao a- U ii 0 i V : i I o r,-que-
rimeoto io Dr. Jos Austragesillo toingu-s Lima.
O Br G ispar d i Oro nm n 1 Pji un oliiei i ou
.portara o Tnesjuro, o pres lente pooi
mooslasaatar >a rratfieaeooa de anerciea,
Somelhaote med-da ao poda ter efieito retro-
activo suspen leu 1 ta-.-.b. m o pagamento qu--lies
que j h.viam obtido gratifi;nejs. Tambem nao
devia ser irxsuuolVQ sos que j tinbam pneessado
as gra'ifi aeoea e "uji o I penda apunas
de um eto presidencial.
Como sabe o illuatre collega, as gratificico^s
roqaeridas passam por um pToaesoo, em qu sao
ouvidoa o cins ih) Iliterario e o inspector da Iu
struccAO Publico." Aoj prnfessores, que j tiuham
reiu ndo (zratifica?des, cujos procesa is bwass
feitos, 8. Exc. atrenieu, inane .nlo abjua-as;
mas ni permittio que d'ah p r diunte s- pt
aassim mais gratifcaco'8.
O Sr. Praxder. Pitanga d um aparte.
O Sr. Gisp r dj Drummoud Pois, por que o
presidente i.ssim procede, deve ser censurado?
(Trocam-ac apartes.)
O Sr. Prxedes PitangaPelu contr idiccao do
d apichoa.
O Sr. Gaspar de D-umin indNao ha contra-
dicoo alguma.
O Sr. Praxedea PitangaA eootrodioeo ma-
nifesta.
O Sr. Gaspar ds Drummond Ji expliqu- i a V.
Exc.
O Sr. Presidente Fa?o ver a V. Exc. que a
a hora ist quas linda.
O Sr. G.isp:.r do DrummondPresum ter res-
pondido a t'-dos os itens do requeiimeato era dia-
cuss.i.
Daa lig-iraa apreciaedes que a, resulta que oa
acto platicados pelo Exm. presidente da provin-
cia, tem a sua justificativa completa na lei e
emergiain do pcnsameiito em qu est S. Exc. de
reali8..r pruficuaB economas pora a provincia.
Contin S a-do a-iministrador da proviucia a
pd eeder cnt. rioaament-, como o em feito at
ho S Exc, Tiomein de estado, de irahalh i, au-
xiliado posns taieiitos ; lluairaco, de que dispoo.
pelo patrio'ismo qu- 8bra-.he, est destinado, se
su., a IminiatraOH i lr duradoura, a preatar nus-
sa provincia, o servico mais assignaladn que em
lempos aciuai-s, ella reclama, qual o derep.rar
as fiiaiicas que o acto ae um ministro liberal, act:
atientat'-no da autouamia das provincias e di in-
dep. ndeneia do poder legislativo provincia', gol
pen profundamente.
(Muito bem, icui'o bem.)
London- & Brnzlllan Bank sLi-
mited
Capital do Banco 1.000:000
do pago o00:000
Fundo de reserva 3o0:000
BALAN90 DA C'AIXA FILIAL EM PERNAMBUCO,
EM 30 DE JNHO DE 18^7
Activo
Letras descontadas 95:799*7ti0
Letras, a receber l,16o:39iWe.O
Emnreatimos, contas correntes e
oitras 2,438:697*190
Garantas por contas correntes o
diversos valores 1,066:187*970
Caixa em moeda corrente 4 1:2944480
5,188:371*400
Passivo
Em conta corrente 4"4:32t630
Fixo e por aviBO 1,423:914*^60 1,828:240*590
Garantas por contas correntes e
diversos valores 1.987:119*020
Diversas contas l,37n:o!5 790
Letras a pagar 2:500*000
5,188:371*400
S. E. & O.
Pernambuco, 6 de Julho de 1887.
W. H. Billn, managr.
A W. Haunders, pro accountant.
I lEIffil 1
HnViSTA DIARIA
LlirncaS- Exc. o Sr. prraideut U pro-
vincia, por actos de 5 do coirn e, conceden 0
dias de licenca ao professor de Agaa-Braaea,
1
Plor'aoo Baptiata de Oliv-'irae prorogou por dons
meros a que ltimamente .b'ivera a profo.nora de
Pindoba da S. Vicente Balbina Firmina da Rosa
Leal.
c,il.Ira aapp.. ImiJaPor acto Jo 5 io
corrate, o Eim. Sr. presidente r>4 provincia, ten-
d j em vista oa officioa na. 82 a .26 lo inapector
geral da Iuatrucco Pblica, reolv u, usando da
autor,sa^o couceiida pelo art. 21o doregulamo-
' le G de Fevereiro de 1885, supprimir a 5" ca-
deira de cismo primario da treguesia do Santis-
aim Sacramento da Boa Viat, vaga pelo accesso
qua obteve o piefoasor Pranciaeo Carlee da Silva
Fragoso, e bem assim a aula nocturna anuexa
refc da cadeira em virtude do art. 2- nico da
lo. u. 1,714 le. 28 ie Julho de 188;.
Crusadur UedazaO estado em que se
asSM tote vapor, dast nado ao servico da Alfan-
ii.-ga desDn provincia, reclama seria attencio do
^'.veruo iaamriai. Construido con toda solidez e
el-igancia u m diante quoatia superior a 100 000*
ein 1879 nao suffa-u ut hoje concert algum e
sim pequeuoa reparos, quer na midiina, quer no
eaaeo.
Em i885 .: rsqaisiejaO da iospeel ri i da Aifau-
. .-a f r >iUa os concertos d-; que neceeoitava em oito ou
oovs contoa de is.
Desee facto den inspectora da Alfaniega co-
sseato a S. Exc. o ministro da facetada v
ipinou que foss ui os ooaeertos feitos na corte pa.'o
constractor do navio, que declarara fazer por mt-
i.to toda a obra precisa.
Assim opiuoudo a inspectori i da Alfandega, ti-
aba em vista eeoaomia para 03 cjfrea pblicos,
o sr i .<:;! ha psestaaa ia raaliaaala das
0 a l i3.
E it can ,. Iqjm asaos so pasaados, e
na iaseresi haftn acerca dos
cj i lafftM do cruz or.
Agora con^a ni, quo oa conertoa precisos sJo
ostaatei exi ;cin miior de p z ..
O tor.o de c io, i j:i parte do coataio, a comp tente pregadura, toda
euferrujada praei '. de s-r substirul U-e bom aa-
siin todo o r-.abiril > o oj raillnrea de parafuzos
pi'p-oadii o (..o ado oo eostade d naneo.
Poda te iiser qaa o cruzador est incapaz de
i ; '. 'ti iado.
A' r qoisiolj |, inspeeto.-ia li Alfandego or-
ioaaa, na posan teM.oo. S. Exc. o presidente da
qaa > i- pjj.. ii }j Arse-
o >Sduza vict.r-.iij e orca-
Av-
I Jo liaarde-
rado, qj! catea oacertoa exigen derp?za
a iperbr a troje e itoi ia r'.
-. .v -. p pr i ito da provioei i, selpr i boI-
ipe i .dea eoaii.-cmouto ao
i i : o ,'i -: e:n q la se
i o crusilor .oi ciaesrtM do ci lava.
- qn i p '-i Uainis rio du basada
Mjumi provideauia E idopca. uc.no,se de-
: Meduza siga
;, a i ser alli con-
itap >as v 4 essa
. :1;J
i lo o que p^d i.; i r leitoma f> ai'mente, .
i ..-i..- 'C i in3-
. -niori pola ro.li.e-ij de taea
eo icertos.
;' io rasa m-.i iui-
. w i leal pi.tr aeceasi 11 iodos
it ja em con-
11 pr istal os.
ii tempo quo o Meduza
i Qafador q i a "servico da A>
:, e j i a o .-.-i, segando no; iafor*
va\ia maij de um concert
E---.il. certas i h uni ministr d*
U .o apresaara em providouciar, logo que
ie i i .'i -. -i ne ir r. :;i do estado -
: i .1/ dazi (.in i.
11.
IncoadloA'j 6 1/2 bor ia d* m iahJ la bra-
1 -o ; icotii io u i i i lo 1' -. i; .r do a 'brO-
LtrgadoB tao n. 21, hiv-i inc-nlio no,
our Jos de Andra-
: ( :i I ', a bradar pir soc-
Co p-v:soas da v3nha>aea,
tiveram de : rrombar a porta, p ia n\ i M abri
o aead mico, qu1 estava
profundiasimo e se achava
da tie-it', verifiearam que arder n'am
la sala dedotns urna b^airrioa omeaco,
|uato a qnal estava ama lata cm kjroa-ne, que,
folizmeote, uao l.i attingida pela tago
rdea pi to do so^'bo desala e do quarto, o
q ia! tica por cuna do corredor da escada.
O luccnii grac ia e.oa esforc a ompregados por
to.1 n fot pouco d 'p >ia ex'i
Os Sra. Lopes Alb iro '., estabelocidos com
arinaz ou d-- nnolhad u ni pavimout terreo, tive-
ram um prejuizo de cerca de 2003 de mercadorias
la agua.
Eaercicioa prasieoa Os eatudantes do
5 auno para mais fucilar nte ae tornarem coohe-
38 da pratiea do procesao, resol veram distri-
buir di 8eguiute modo aa aUriboieoes e funeco:
que sao conferidas as peasoas do faro :
Comarca esp-cialjuiz Je direito do coinmcicio
e provedoria, Diogo de Aibuquerque ; juiz substi-
tut i, Jos Ignacio do Espirito-Sa ito f escrrvo,
Ortulano de Abreo : oromotor, Nilo Peeanha ;juiz
do civel e urph is, Mario Araorim ; jura aubstitu-
i. M ui -1 Ke.reTi (iitro ; eacri.-";. .Manoel Gon-
v,!vca Pinto.
Com geraljuiz da^_dreito, HoliodiroGa-
valcaute ; ju.z municipal, Luz urouzaga da Silva;
tor Maximi ano de Pigaejredo; eaciivo,
Moa'e ; jais de pxz S-.uta Rosa e escrivo Lou-
ceneo Caetano.
Trlbami alo JuryHontem, com a'pre-
i .ie43juizes de laato f i abefts a- sesso.
Uompareeoram p'raute o tribunal para aerem jul-
gad03 Fen'cij Joiquim do Reg eCasaiano de Al-
moida do Rosario pronunciados no art. 264 Io
do coligo criminal.
O Se. Dr Lilis Dr i iv .di dos reos,
por occ do coaaeiho t ve de fa-
z r recuso, de um juiz de facto, que nao convinba
i um doa seus clientes, mas c.mvini- o outro
pr -eg-.'o-ae na formaco do dito coosc-lho para
inlgan Jil-io, fi; udo d.-sta sor separa-
do* oa jjigament- a des do s co r-os.
O conseib i compo'-se dos segojutes seahorc3 :
Io^ Cordel"ro doa S nt03.
.1 i| Jos Fernandos da Costa.
H im^neHo Marcelino ds Miranda.
Silverio J o N-p u ueeno Bastos.
\utjnio H miqu Mi ra Jnior.
Gregorio SUrgina Aec oii.
Jaaqaim Luiz C reia de Olive
Joo Demetrio eernandea Viann*.
.Iu i Pires Li bo.
I_-uu.i Fu ira do
M..U el Ai' mi de Albuquerqio Machado.
Dr. ivberto Juli., de Gea Toilea.
P.eaailo o jurarceuto pelo couSelho fsi o reo
igado, Resp ndeu cbamar-se Feicio Joa-
quim do tego, natural do Rio Grande do Norte,
42 annos de idade, caaado, morador na Agua Fra,
jnde reside ha pouco tempo, vive de alm.rrevar,
analph .b t abe estar preso por crime de furto
do um cavallo, nao precieando de escarecimentos
a tal respeito, quo eatitva no Rio Grande do or-
e quando ae deu o facto d_- que aecuaado, que
nada tem a oppor contra aa testeiunhts, que nao
tem motivo.particular a quo attrioi as aecusa-
er que comprara o cavado de que trata o prv
ceeso em bdt t, e que aiob m em boa f v"n-
. e o comproora Aiifooio d Freitas em Agua
Fra.
Das pejss do preciso consta que no dia 15 ie
Juubo do anno pastado pelas 4 horas da Sarde em
Boleco, fn-gu zi da Graca. o io de ajusto eom
Cuaaiano V ndeu, como fen, ao Dr. Jos Dinis
Barretouin ca vallo que fra fiirUdo em Itamb.
O Sr. Dr. Freitas Benriquel d snvolroo a
accuaaco bustentando 0 libel.o, e findou a pedln-
d i a coudemuaco do reo n> grao ra.ixino do art.
264 do eolito por terse dado a cireumstsncia
aggravunie do ajuste.
O Sr. Dr. Drqbvnona apresenou a defeza.
Demoiatrou que a- u constituate nao comnettea
o enme de cstellionato, e nem to piuco o de fur-
to, pelo qu- pe.in a sua abaolvico Houve re-
plica e treplica.
Foi feito o resumo doa debates pelo presidente
do Tribunal. Ocnselho retirou-se para a sala
aocr-ta a 2 horas da tarde e paseados 15 minutes
PVoltoi. traienio a anaolvicao do reo por uoanimi-
dde de votos.
Eutram h .ie em julgaaiento Joao Fraacisco dos
Santos couhecido por Joo da Madama, Antonio
de Oliveira Soares e Manoel Joo einhecido por
Manuel Piloto prenunciados no art. 269 do cdigo
crioou-l-
Por can de roe Lommunicou o
del g ido de Tacarat ao Dr. ebefa de |po'icia
que, por volta de 11 oras do dia 25 do rota fin-
;-;
#*
*

I


Diario de ftsnuiniHiraft--Quinta-.eir 7 de Jim* de 1887
,
i
i

i

do, o individao do nome 3 da Vctor da 84v* pir
urna questio de roe i forio bramante eom ama en-
xada a Sicoi o Jos da Silva, Amdo-Mie utn gol-
pe a* cab ca.
O criminlo evadio-s.
Banco da Brasil O aceioaistasrOeite
banco poden ir roceber o 67. dividendo, razao
de 9t>X) par afielo, n > e.eriptorio de Pereira
Caiaetro & C
Atrtctxno Eo um dos compartimentos d)
mercado da Bia-Viata Mlecm antehontem do mt-
drugida o africana Joaquim, na daiia de 9>
annJB-
ftU vistoria a que proceJ u-3e verificaran o
peritos, qil a marte ion occaaionada por tubr-
culos pulmonares.
Pede occorro Eadoeia Francisca !n-
moa ac>ba do euviuvar, fiemii em eiiri-u i p i
brea.; c:m seis fithoa ra.-norea, rn da Podro Af
fbns n. 31, aeguucb anJar. Podic-aoa que por
caridad : implo aasemo* d > orac&es generosos un
bolo que a auxilie na subsistencia proaria e de.
8CU8 filhjS.
Familia do Sr. Dr. wat e MU va
Mal iatormadoa disoenos hotiteui ha ver fallecida a
Exnn. esposa do Cr. Ri'is e Silva, Tal iiio acn
teceu, pjrm, quem msrreu foi urna filba do mea no
doator, como ge v daa linhas segrate* que nos
dirigi hontem:
Acabo de er na Revista Diaria a noticia do
fallecimeoto do Francisca Honorina de Ratis e
Silva, qoe era minba filba, e nao esposa, c mu diz
a noticia, pelo que apresa, me esa pedir-lhe que
na Revista de amanuS mande carrigir este engao.
Minha filba era casada eom meu aobrinbo Elias
do S. ntoa Aievedo S'ilva.
U Bita de CanutaNj djningo ul-
timo, 3 de coi rente, s 11 hurta da manb tomou
rae a nova mesa rrgedera desta irmaudade, que
de administral a na ano; de 1887 a 1888.
Palleelnaeato -Um telegramma do Mac i
da'ado de 2 do crrente niticii haver fallcido
all o alferes do 2.' batalhSo de iufantaria, Satyro
de Oliveia Ros Porto.
Era o fallecido nosio comprorineiano, ainda
Oa c&vallo a'um galope vertiginoso hartara trao
foi preso
sportoa a tronceira, e n'esaa oocasiai
pelos gendarmes o jom iliaca italiano.
Oa amigas p ihtieos de Sbnrbaro, tan a seiesoa
como italianos, suppoen que todo wro tui una ci-
tada, e que a oodessH nie era a ai a do pie urna
agente da poltica italiana.
Aoibas aa nacoe fizeram um processa uaramirio
dos factoa oeearndia, mas julga se sao iaro lu-
gar a complioacao de gravtdade.
Sbarbiro est eneenaia na eidaia de l/JH).
Irmau.iaie de Ual'Aona da Ure
Ja da Santa Croa -A ra =a reidora desta
iimauJaio tecdo de tazar celebrar a feote, de sua
padroelra aj Joiaingo 21 de Agosto prximo vin-
doaro, om a maior pompa e eapleodor posoivel
ruso veu uouear iuaa ckb nuaoei d'eatre os aeus
memoras afim de reooaer d)3 irmos e devotos oa
teua obalaa para a teilis-tco da raasmi feltivi-
dade, fie mJo aaaim distriouida :
Pregueaia da B i-Vista : iraasa prosura-
dor geral A >tonij AlfM Vitalia, secretar.a Amo-
nio U.'phtel Alvea da Costa, 1D procurador Jos
Mana da A. Franja c ., d riaidores Hiuriqns da
CoaU Carvalbo, Joo Casoiuira da Silva Qouvcia
-e Thuiniz Joiquim de Carvalho.
Freguezia do Santo Antonio e S. Jos : os ir
inaos juis Astoipho Francisco do Mello 'lavares,
chesoureiro Joj Frauc'aeo Uuiaes e o definidor
Joaquim Ramos da Cotia.
Aa mesinas cvcoUto.'a iiro principio a arre-
c 1 oao du3 meamoi obiloa no prximo ilomiu^o
10 Jo correlo, s 9 horas da m inh i.
UOrlrlo fnebre A irmandade de S. Pa-
vo do Reoife, celebra h.>j s 7, em sua igreja, As 7
e meia horas da manha, um otcio solemne em u-
f.agio das almas de seus irmaos fallecid i.i ; com-
rindo aaaim as di.-pjai^o a do compronisso pr
qa i rege.
AHsucnru da* Bnapresadua n .
Commerclo de Pernambaco Reali-
S'.'U s no domingo ultimo a eleico da direcca > que
tcm de reger esta sojiedade no anno do 1887 a
1888, sendo eacolhidos os seguales Sra.:
Q liiBHsai directora :
muito*mocj"e'iun militar brio8ore distincto.' Fra, | Presii-nt;- Mauoel Eugenio da Racha Samico( re -
Polo agente Stcpole, s 11 biras, ra do Iu
perador a. 30, de um oaralk) iatea para carro.
ha pntoai diaa promovido ai posto de alteres
A aeua panntos enviamos as aossas eondolen
eias.
Facnrdade de dlreltoTermiuoa h n-
tem B pr^sj. mareada pela c:.ijregacia de lentes,
para a aproa-'ntaci) das th.8ja pclo3 candidatos
que> se hav a:n inscripto para o concurso a urna
vaga dj lente substituto.
Das seis c indidatos inscriptos um s deixou de
apresentar as thea?s ficanla par issa inhibido do
torras parto no concurso.
Os que apresentaram aa theaes faram os Sra.
Dra. Oliveira Escarel, Apdpho Cirne, Henrique
Milett Castro Fonseca e M .noel r-orteila Filha.
O c jacurao ha de coaK^ar ao da 15 db corrente
aB 11 boma do di a pe. a arguico reciproca dos
candidatos sobre as theaes formuladas.
Aguir em primeiro lugar o Dr. Oliveira Ea-
corel.
Tneiif Oaoequiaram nos com a r?mssa d i
um exesaolar das theaea aprcarntada Faculda-
de de Direito para o prximo concurso os Srs.
Drs. Henrique Milet, Castro Fonseca e Adolpho
Cirae.
Agfadecidia.
Vapar doaulOevo hjje amauhecer
nosso
nhia
escala.
aaewto iqai Palmelra Kecebe
moa nn f ,lh^to com a3 razoes apresentadis aa
' Sajaari-.r Tribunal da R laclo pelos autores : ap-
peilajitea a Baroneea de Griqui e outros.
Agradecemos.
elfit>).
Visa ditoEduardo Firmino da Sdva.
1 .o S.-erciari-----Ildefonso de F. Piah iro.
2.' Dit;Arthur Amorim.
ThSouieiroAntonio E. do CjuIo Soares (re-
cleifo)
Adjunto- Augusto C. Boa-Viagem.
Orador Uiysaes Poace de I>ean.
CiuBiniii>ao de sjradicancia :
PresidenteNereu C. Maciel (re-aleito).
1." Secr-tarioPeiro M. da Costa Reg.
2." DitoSamuel Halhdsy.
VogaesJos Pinto da Costa, Othon Jos da Sil-
va, Joo Calixto Pessoa e A fredo Dprat.
Coismiasaa de e-npre^ns :
PresidenteMauael Ferreira Mandes d'Aaerado.
1. Secretario Cleophas B. de Medeiros.
2. Dita Jco Coelho de Almeida.
Vo<.eaFrancisco A. da Silva Marques, Leoncio
Oiympio Chaves dos Santos, Aotooio Pinto de
Araujo e Carlos Lopes Guimares.
Assembia ge.al :
PresidenteAlolpba Gu:d a Aleoforado (re-eleito)
Viee-ditoJaa rraaeiaeo de Miura.
1. SecretariaFrancisea Cousseiro (re-eleito).
2. DitoAntonio (}. Ferreira de Audrade.
L ni i.
S80 porto o paquete Espirito Santo, da ompa- Sub.ituto do 1 secretario-\gripmo R N. L
ia bUiMra, procedenfe da R:o de Janeiro e Dito do 2- d.toFianciaco C. B.a-Viagem.
s-i Commissao de exame de cantas:
Arthur Augusto d'Almeida, Jos da Monea (Jue-
dea Aleoforado e Francisca d'Auonaciaoo.
Proceaso de alta tralco. Comecoo
no dia 13 do corrente, no alto tribunal de Laipz'g,
o jnlgameuto da procesao do o:to individuos, senda
nlrodacco de Inniiliranle -Nos um subdito francs, outro suiaso o oa s-ia restan
termos da circular de 23 de Dezembro,conced,u-se tea allemes, aecusados de procedimentos qualih
aatorieacio a Aigeio Florita, na qu alidada de cados de crimea de alta traicao, d trajea a contra
agento dos imereasadoi, para introduzir 20 fami- o pas, particularmente pela revilacao de legrados
lias de agricultores na fazenda deS. Joa do Bar- militar.s, e par nduzrein oa subditos allemaea a
reiro, de^ Carlos Affansa S. Figueiredo; 10 fa- desertar da bandeira do imperio, filisndo-se cm
tWa. nade Arapueaia. prop-ied.de de Foaseea ^Ve\^ .._ ulatnria _
._.apu.
ds Qunha, e 15 na de Monte Alver^e, de proprie
dado de Custodio Alberto Teixeira Leite ; sendo
declarado, eutre'.aato, que o giverno imperial so-
mente autorisara a indemoiaacT) do valor inte-
O lib-llo da aceusacao tra?a a historia da sa-
ciedades de gymnastica e das saciedades de tiro,
creadas em Franca desde 1871 pelos Srs. Paulo
Deroulade, Sansboeuf e Paulo Leser, naa qaaes
gral da pasaagem de taes migrantes, qaaodo entraram grande numero de pessoas, eatre estas
istes se acharem definitivamente collocados nos mu.toa habitantes da Alsacia-Loreaa, e as quaes
refojidos essab-lecim-ntoa, com ou sera contracto tiuham doua jarnaes como orgios reconheeidas das
deE^n^ec.loTno8SomJdodeverqnantoae*tas, ConiUiiQdsendo a aoeaiaeio que em 18 de
contnctos, que, em geral nefficaze. pax. coag.r Marc de 1832, na asaembla geral da a.aac.acao
oa immigraute. execuclo leal dos seus compro- das sacted-ies de .ymnast.cado S.-na, annunc.ou
___igrautes _
misis, pdem multas vezea dar eauaa a diasenti-
mentaoa e desgoatos d peaaimo ff :ito na gerencia
dos estibelecimentos de trabalho vre. A lis-ara
e a pontualidale dos administradores, o su tacta
na oreccio des u -gocioa e a,pratica do menew do
trahalho livre multo mia bao do inflar no animo
dos immigrantei do que estentosa e frivola com-
bioaoao de penalidade, ncfBaa para os ro>e e
huojithaute pura oa boas trabalhadoroi.
trruio dui naloa sj-
o Sr. Paula Doru ale qu> fonliva um liga dos
patriotas, euj) fim expas, sendo activamente se-
cndalo pelas sociedades de gymoajtiea, fundadas
loo os seus auapic os, b:m como p -loa seua jor-
nac?. Oa presidentes da no 'a saciodade foram suc-
cesaivamente Henrique Vlacti.i, \iaulia do la For-
ge, diputado, e Paulo,Dersulade, que foi e a al-
ma de toda a empresa, e que tem sido at agora
depuUdo.
A aecusaco aprsenla dados para provar que a
*o7"i Jdo "cZnmercio, de Porto le6re, liga tende a' annnlar o tratada de Fnnefort a^-e-
eleva-ae a 1 '03 toneladas o consuma mensal de cobrar Alaacia-Lorena e a C.I.T propaganja pa
carvao e de briiaetes procedentes di fabrica do ra popularii^r a i Ja de urna guerra de rtvanche.
Arroio daa Hatos, podeado o estabele -i-aouto, en- Segundo os aens estatutos, s o francse po-
tretanto, no a u estada actual, supprir o mercado dein tazer pule da liga doi patriotas mas estn-
com 5 010 t ueladaa por mez. Par ..qualio eou- de a denominaba de franceses a todis os naoitao-
nms o neorre o briqueta mensalaeute oom &J0 tes das provincias annexadas aos rmoa separa-
tooeladas ep'rando-Be que esto consumo se doa que sao na realidado subiitos alienaos,
elevar dentro de pmca tempo ao dobro, por so Em seguida a aecusaco panou a formularas
adaDtar h ie o produao qae & principio se mos-1 queixas que se d.-dosem do processo contra cada
trara de aualidade af. rior a tjdos oa u.-os domes-: um doa oito aecusados, entre os quaes nao figura
t- n nenbuma pessaa de impirtancia, pois dam eao ta-
Conaiderando oa funestos eff it03 da devastaco bricantes, um livreiro, outro empregado n'uma
dos mittos dos quaes j se acham desnudadas as fabrica, cutro director da fabrica e oa dous ree-
cercanias da capiul, lamenU aquella folha que tantes um eontractador de expedico.'i e outro ren-
aiud hAe a lenba seja empregaia como combus deiro. -
tivel por'grande numero de vapores da navegacio As couclusoes do summsno da aecuaco sao as
flivial bem aasiin que seja consumida, de par com mesmas para cada um dos aceuaados.
o carvo, nos servic a da rlirada de ferro de Parto As aecusayoes sao :
Aleere a Uruguayana. *-' A M qualidade de membroi d'uma associa
'uisterio da agricultura acaba de recom- cao chimada Liga dos patriotas, cuja existencia,
o carvo, nos servic
.legre
O EOlUIQ f "
me-idar que na mesma estrada seja preferido o uso ; constituioo e fim deviam permanecer em segredo
do "carvao do Arroio dos Ratos e esta providencia, pira o goverco.
2.a Ter sustentado, tanto pela sua filiaco coma
pelo pagamento e cobrauca de quotas, urna r-mpre-
za destinada a entregar, pela torca, um estado
estrangeiro, Franca, urna parte do territorio do
imperio, i Alsacia Lireua.
O sommario da aecusaco est datado de Leip-
zig, em 30 de Abril passado.
Beuali'N Soelaea H hojea aeguinte:
D i Club Republicaoo Ac idemico, na ra da
Gloria n. 120, as 5 boraa da tarde, para traatar
de assuajptoa relativos a 4* conferencia abalieia
nista.
Directora da obra, de conaerva
cita da* porto*Boletim meteorolgico do
di i 5 de Julbo de 1837 i
aeundo a folha de Porto-Alegre, alem de coueor-
rer para maior consumo do produca obstar om
p-jrt- a devastaco dos mattos com a qual se pre-
oecupam todos os espirites previdentes como
f.cto de conaequencias deoloraven qae cumpre
atol VlU Ia
A este reepeita c:nvm lembrar que, tirada a
limpo a verdade por m.-io le inquento administra-
tivo, couvir impedir pelo menos que .queila de-
vastaco continu nos piaba.., oa que canstituem
riqueza que tod:s oa anaoa podara augment, e
valer, ao pisso que vai sendo eatenliaad. si
pada pela derrubada medida que a ca aclo
ee apossa de ovos territorioa. Lemos, uo^ ha
moito, que, j boje raro em alguna sitios, outr ora
cobortosde urvores, nlo deeorreram muitos annos
at que nos terrenos abertal c ilooisaeo nenhum
pinheirofl>re=si. Este tacto multo grave, e,
em t'ida caaa, dado que oa psderea publicas nao
passam obatar a taina da devastaco dos pinbaes
situados em terrenos particulares, nao devem cer-
tameate agraval-o pala tolerancia ou pela in-
diff.renca, Iratando-ia de terrenos devolutos ou
cedidos a immigrantes
Nao temos cdigo fbrestal nem esperamos que
tio cedo seja stiafeita esta neeessidade publiea.
Hi alguna aaoM procurou o goveruo colligir a
le^ialacao d)S paizes cultos quar.to ao regimeu das
florestas, reas n'isso ficau o zelo da adin1m.tr.i9ao.
O pr ijeato, algum fai org-.nisado, te ve a sirte
qo3 que n sido esbocad ,e para o servic da mi-
acraga. Na) parece oonvenieote aguardar o
futuro cdigo para que ce baja de preservar :i
provmoia do Rio Grande do Sul do penga qu- u
ameac por e*le U,io- Pfi>cure administra.
infarmar-ae bem da verdate dos betoa e, a Jar-ae
qae o mal tenha a iutenaidade que se augura uo-
t ri, nao se demore a provideuoia--.
ConOicio entre a Italia e ulaaa
Acaba de produzir se um incidente entre a Italia
e a Suisaa, semelhante ao que ae produzio entre a
Fni ca e a Allemsnha^m Abril ultimo, p>r causa
da priso de Scbuaeb d.
Ojornaliata italiano, Sbarbaro bav.a-ae re/u-
giado, ha meies na Suiea, em coniequencia de
ter eido condemnada nos ir.buaaes de Itali a
pristo, p ;r caua de escriutos violentos centra o
re e as instituices.
Apelar do sen exilio toreado, c.utinuau atacando
ainla cana maior violencia as ir.stitii ?5-a da scu
pau, e domingo ultima canstava emld.rne, a na
tieia de que Sbarbaro hvi sida preso pelas geo
darioes na fronteira italiana.
Eia como se couta o case :
? brbaro travou relac 8 intirnaa com urna con
daiea, e ambas roeolveram oa te da Al de Maio
dar am -paeseio em canuagem. NViae pisaeio,
6jrm, os oavallos tom.ram o freio oi dentes.
. hclro cabio da almi,fJ., Sbirbaroe a coa-
deas* qae uj sibiom por ootie e diriga a car-
raagem, preoecuparam se mais oom o perigo que
corran, do quo com o loeal ende se achavam.
V
aorae a-a 0 H " Barmetro a O Teaao do vapvir a I a 1
* a
6 m. 220-5 76367 18,02 89
9 24*6 704-092 19,65 83
12 /A"6 765">33 19,35 87
3 t. 26* 0 763-30 -1,78 86
6 , 251 763">67 18 8S 78
Temperatura mxima27,50
Dita mnima22,25.
Kvaponicn em 24 horas ac sol: 3m,Q ; un-
Ora: 2-,0
Chuva12">,3.
Uireeclo do vento : SSW (com interriipco de
52 minutos S) de meia uoit- at 3 boraa da ma-
nb ; WSW (com interropeo de 16 minutoi S)
at 5 boraa e 18 minutos ; SSW at 8 horas e 31
minutos ; SSE variavel entre 8 e SE at 1 hora e
11 minutos da tarde ; SE e SSE alternados at 7
horas e 49 minutos; SE (eom pequeas ioterrup-
coei de SSE) at meia noite.
Calmara durante 3 horas pela madrugada.
Velocidadc media do vento : 2">,35 por segundr.
Neouloaidacie media : 0,69.
Boletim do porto
-1 i 2 ^
4 u
a. 0
a. M.
p. M.
r. >l.
p. M.
Di.
5 de Julho
*

6 de Julho
Hurae
1050 da manb
449 da tarde
1055
4 43 da manha
Altura
0,-38
2,16
0,'49
2, "'51
Pelo agente Pmt\a II heras, rea do Mar
luje de Olmda n. 52, de ca vallas e um jumento.
Pelo agente Guarni, a 11 horas, naa AfBietos,
de movis, qrudraa e pUutas
Pelo agente Bnto, s 10 1/2 horas, a, ra de
S. Joo n. 17, de urna armaclo o mais uteusis
proprios para qualquer negocio.
Sabbado:
Pelo agente Burlamaqui, ao meio dia, ra da
Penha n. 7, do estabeleciinento tabiic de gine-
bra, viuho e vinagre.
flavaa fanear*.-S-rao celebradas:
H>je:
A'3 7 1|2 horas, na erdem 8 do Carmo, pela al-
ma de Argemiro Frandisco L inreiro ; s 7 horas,
na atroja de S. Pedro do Recife, pela alma do
monaonhor Jos Joaquim Camello de Audrade ;
is 8 ho.-as, na matris de Santo Antonio e na da
vll t de Garoelleira, pal. alma de Joaquim Panta-
leo de Barros e Silva.
Amaoh :
A's 7 hora, aa igreja de S. Pedro em Olinda e
s 8 horas na matriz da B>* Vista, par alata de
D. Viviaa Alves Campillo ; a % boraa, na igreja
do Carmo, por alma de D. Gldma Barbosa de
Paria-; s 8 horas, na ordem 3 de S. Praueiioo,
pila alma de Francisca Ferreira de Novaos ; is 6
lj2 hars, no Espirito Santo, pela a!mi de Joa-
quim Fernsndea Ramos.
PamafelreSahidos para o sul no vapor
francez Villa de Santos :
E B. Bartka, P. Petroeconi e G. H. Kng.
Operaran clrnrglcaFoi nratcada no
hospital Pedro II, no dia 6 do correte, a se-
gu n te:
Pelo Dr. Pontnal:
Extraeco de esquiroles (3) grandes das laminas
externas dos ossoa frontal e parietal reerosados.
Caaa de setenea Movimenro dos pre-
sos da Casaj de Detenco do Reflfe no dia 5 de
Julho :
Existiam 374; entraram 9 ; ealiiram 8 ; exis-
tem 375.
A saber :
Nacionaes 344; muTheres 8 ; estrangeiros 13 ;
escravos seateaciados 5 ; dem piooeaiados S ;
dem de oorreceo 8.Total 375.
Arraeoados 337.
Boas 322; doentee 15Total 337.
Mov manto da enfermara.
Tuve baixa :
Jaaquim Jos da C slt Ceibo.
Falleceu :
Francisco de ta1, ou Antonio, coahectdo por Mar-
rece.
.nade lotera do Para Eii o nu-
mere premiados da 3 serie da 11* lotera ex-
trahida em 6 de Julbo :
1922 100:00^*000
3784 15: 619 6:0001000
2384 2:00)*000
4255 2:000^000
3282 1:0'*A1
3655 1:000*000
4293 1:000*003
i.ellohUectuar-sa-rjau .
Hoje :
Pelo agente Alfredo Guicearea, s 11 horas,
roa do Bon Jeaua n, 49, de movis, torquilbas
de ferro, etc.
Eato premiados com 500* :
1100 2941 3761 4248 4571 4680 4693 4903
4924 5051
Apopoximavoea
1921 1:000*000
19 >3 1:030*000
3783 300*000
3785 300*000
Os nmeros de 1921 a 1930 esto premiados
com 20;*.
Os nmeros de 3781 a 379J csta premiados
com 100*.
Os nmeros de 611 a 620 esto premiadas
com 100*.
Oa numeras terminados em 22 eeto premiadas
com 100*.
a nmeros terminados em 84 esto premiados
com 100*.
Todos oa nmeros terminados cm 2 esto pre-
miadas com 60* excepto os terminados em 22.
Tados os nmeros terminados em 4 esto pre-
miados com 50* excepto oa terminados em 84.
A seguinte lotera corre no dia 9 de Julho
pelo pao de 100:000*.
iiieria do Ceara Eis os premios do 15
sarteio da 3 lotera da provincia do Ceer extra-
hida em 6 do corrente :
90i 15:000*080
8310 3:0304000
4662 1:000*000
6851 800*000
Esto premidos com 200* os seguintes n-
meros :
2698, 3116, 5757, 7773, 7895 .;
Esto premiados com 100* os seguintes n-
meros :
550, 1303, 1375, 1579, 1930, 2559, 2728, 3970,
4678, 5590, 6161, 8311, 8619, 8749, 8927, 9187,
9?09.
Approximacoes
5904 303OOD
5906 300*030
8309 150*000
8311 150*003
4661 100*000
4663 100*030
6850 60*000
6852 6O*O0q
Todos os nmeros terminados em 5 < sto pre-
miados com 5*0 JO excepto > premio df 15.000*003-
Todos os uuineroi terminadas em 10 esto pre-
miados com 5*0 O.excepto o]premio de 3:00 )*000.
Todo os nmeros termina ios em 62 esto pre
miados com 5*1 0)excepto o premio de 1003*003.
Todos os nmeros terminados em 51 esto pre-
miados com 5*000 excepto o premia de 800*000
A aeguinte lotera correr no dia 29 do cor-
rente.
Lotera do CearaEsta acreditada lote-
ra eujo premio maar de 15:000*000 ser ei-
trahida no dia 13 do corrente.
Os bi'betes aeham-se 4 venda na Rodada For-
tuna ru 1 Larga do Rosario n. 36.
Tambem acham-ae a venda na Casa da For-
tuna i ra Primeiro de Marco n. 23 de Martina
Fiuza & C.
Lmloria do Eaplrlto SantaA 3a par-
te da 2 lotera desta provincia cujo premio gran-
de 60:000*000, aera extrahida hmanh 8 de Ju-
lho.
Os bilhetes acham-ae venda na Roda da For-
tuna na ra Larga do Risario n. 36.
Tambem acham se venda na Caaa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23 Martin Fiu-
za & C.
1.1.tilla da provincia No di. .
do correte, s 4 boraa da tarde, se extrahir a
7* loteras, em beneficio da matriz da Boa-Vista
do Recife e, no consistorio da igreja de Nossa
Senbora da Conecico dos Militares.
No mesrao coosisrorio estarlo expastas as ar-
ae as espherasa apreciaco do publico.
Lotera da norteA 204a lotera da cor-
te, pelo novo plano, cujo premio grande do....
30:000*000 ser extrahida no dia .. do cor-
rente.
Oe bilhetes acham-ie vouia na Caaa da Fo -
tana ra Primeiro de Mareo n. 23, de Martina
Pinza &C.
Tambem acham-se venda na Rd* do Fortu-
na ra Larga do Raaario n.
Lotera UoUro-ParaA 4 aeiieda 11a
lotera desta provincia, pelo novo plano, eujo pre-
mio grande 100:00041000, ser extrahida no dia
9 do Julho.
Os bilhetos acham-ie venda na Caaa da For-
Uiia rua Primeiro de Marco n. 23, de Martins
Pinza & C.
" Tambem acham-se venda na Roda da For u-
na ra Larga do Rosario 11. 36.
liOteaia da provincia do Paran
A 18 lotera desta provinca,pelo novo plano, cu
jo premio grande de 15:000*000, se extrahir
di. 12 de. Julho.
Bhmea a vonda na Caa da Fortuna, ra
Primeiro de Marco numero 23, de Martins Piu-
la & C.
Lolerla de t-lagoasA 18> parte desta
lotera,"pelo novo plano, ctrjo premio grande
do 10:000*000, ser extrahida hoje 7 do cor-
rente s 11 horas da manb.
Oa bilbetesaebam-se venda na Casa da Fortu
oa ra Primeiro de Marc> n. 23, Martin?,
Rima A C.
Lotera da provinciaA 7 loterc em
beneficio da matriz da Boa-Vista di Recife, aera
extrahida no da .. do correte, s 4 horas d
urde.
Os bilhet-'s garantidos aqham-ie venda na
Casa Feliz na pr>ca da Independencia us. 37
.39.
Tammbem acham se venda na Caa da Fortu
ne ra Primeiro de Marco 28 de Masis F.u-
a&C.
Aesiro eomo na Casa d 1 Or na -va d" Baro
da Victoria n. 40 d- Joo Joaaunc a* Co3ta
Leite e na Rodada Fortuna.aa ra Ltrga do Ro-
sario n. 36.
Lotera da TlUMIlMd) 1 Hili'iiin cojo
pruuiu grande de 20:0)3*030 i-r extrab la
ue di. 14 de Julho 'a 3 horas da tarde.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da For-
tuna rua Primeiro de Vlarco n. 23, do Maitia;
FitlU &.C.
Tamben] achim-ae venda aa R > la di Far-
tana ra Ltrga do Risario n. 36.
Cemlterlo Publico. Obituario do dia 4
de Julbo :
Julia, Peroambuco, 9 mezee, S. Jos; denticlo
Joaquina Feraaadea Ramos, Portugal, 34 annoa,
casado, Santo Antonio ; laryngite.
Severino Fernando, 2 mezes, Bi-Vista; gas-
tro intente.
Jos Antonio Rodrigues, Peraambuoo, 28 annos;
sol.etro, Boa-Vista ; b-wioptiae.
Vicente, Parabyba, 50 aanos, viuvo, Bi-Viata :
gangrena.
Euzebio Rodrigues da Costa, Peraambaca, 48
anoos, solteiro, Boa-Vista; tubrculos pulmonares.
Al-xandrina Fraaoisca Goucalves Gurjo, P.-r-
nambuco, 36 annos, soltcira, Bi-Vista; tubrcu-
los pulmonares.
Julia Paotaleo de Sant'Auna, Peruamhu.'O, 43
anuas, salten-a, U 1 Vista, tubrculos mezenteri-
eos
Joa Gandeocio da Piedade, Pernambuco, 32
annos, solteiro, Graca ; beriberi.
Joo, Pernambuco, 8 mezes, S- Jos ; convul-
so .'S.
Leopoldina Rasalia. Chavea, Pernambuco, 40
annoa, solteira, Poco ; tubrculos pulmonarea.
Joo, Pernambuco, 7 meiea, B5a-V8ta; con-
gssto.
Rosendo Ferreira das Santos Magaa, Rio
Grande do Sul, 28 anus, aokeiro, Bi-Vista ; tu-
berculoa pulmonares.
Joo Bautista dos Santas, frica, 80 i>unoi, sol-
teiro, Ba-Viata; inanico senil.
Beatriz, Pernambuco, 8 meze Santo Autonia ;
bronchite.
Silvana Mara da Cjncoicao, Pernambuco, 56
anuos, aalteira, Graca ; tubrculos pulmonares.
Francisea Honorina de Ratis e Silva, 45 aanos,
catada, S. Jos; cach'xia cncer na,
Mara, Pernambuco, 4 mozes, graca ; rheuma-
tiamo.
Auu Francisca de Alb .querqho o Silva, Per
namhuco, 37 anuos, viova, 8. Jos; tumor do
tero.
Um feto do sexo masculino, S. Jos.
Genoveva Martins Dias, Pernambuca, 25 annoa,
solteira, Graca; tubrculos pulmauares.
Paeifico do Naacimenti, Parabyba, 19 anuas,
solteiro, Boa-Vista; tubreios pulmonares.
Joaquina Mara da Conceiea, Pernambuco, 25
anoos, solteira, Bdt Vista; dyarrha. -
Jacob Jos Maris, Rio de Janeiro, 53 annos,
solteiro, Boa-Vista; gastro entorile.
Manoel, Pernambuca, 48 horas, Bi-Vista; c-
lica intestinal.
Francisco Antonio, Pernambuca, 40 annis, sol-
teiro, Santo Antouio; congeato cerebral.
Antonio, Pernambuco, 20 dias, Santo Antonio ;
gastro iut rite.
Joaquim, frica, 95 annos, solteiro, Boa-Vista ,
tubrculos pulmonares.
INDICARES UTEIS
Mdicoa
O Dr. Lobo Moseoto, de roltfi de sua
viagem ao Rio de Janeiro, couaia na
oxeroicio do sua profissao. Consltuas das
10 s 12 horas da maabS. Especialdadas
'iperaQfJes, parto e molastias do seo horas e
menia3. Ra da Gloria n. 39.
Dr. Barreta Sampaio d consultas de
meio-dia s 3 horas no 1." andar da casa
a ra >"> Barao da Victoria, n. 51. Resi
iinuia ra Sete de Se'tambro n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
O Dr. Castro Jess tem o seu consul-
torio tnelijo, ra do B aobrado.
Dr. Gama Lobo medico operador e par
teiro, residencia riu do B. de S. Borja, n. 26.
Consultorio: ra Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das l horas da manhS s 2 da
tarde. Especialidade : molestias e opera-
ioes dos orgos genito-urinarios do homem
e da mulher.
Dr. Joaqaim L'mreiro m^iijo e parteiro
Consultorio na ra do Cabug n. 14, 1.-
and"\r, de 12 s 2 da tarde ; residencia do
Monteiro.
Consultorio Hontosopatico
O Dr. Miguel Themudo, medico ho-
tnceopatico, tem o seu consultorio ra do
Barao da Victoria n. 7, 1. andar, onde
d consultas diariamente das 12 s 3 ho-
ras. Chamados por esoripto a qualqu :r
hora do dia ou ia noite.
O t>r. Harroa Galmarea
Pode ser procurado no esariptoro deste
Diario das 11 horas da manda s 5 da
tarde, todos os dias.
O Dr. Met muiou seu esariptorio de
advocacia para ra do Duque de C>xias
n. 50, 1." andar.
:roiettria
Francisco Manoel da Sui <& C, djpo.
stanos de todas as especialidades pharm
couticas, tintas, drogas, productos cbimice
a medicamentos homosooaticos, ru do Vliar
quez de Olinda n 23.
Droiarla
Faria Sobrinho & Q. droguista por atU-
cado, ra Mrquez da Olinda n. 41.
Serrarla a vapor
Serrara a vapor e oficina de campia
de Francisco dos Santos Macado, caes
de Capibaribe n. 23. N'este grande esta
beleuimento, o primeiro da provincia neste
genero, compra-se e vndese madeiras
de todas as qualidades, serra-se raadeiraa
de conta alheia, asbim como ae preparara
obras de carapna por machinas e por pre
50 sem competencia Pernambuco.
Caaa de Hodae de J. Baatoa ?& C.
A roa do Cabug n. 2 B, estabeleci-
mento de modas, i.n:ootrara> os fregu^Zs
grande e variado sortimento de fazeodas
de seda, la e algoio, o que de raelbor 83
obtem nos ulereados do Paris e Lyon.
PLBLI iCOES 4 PEDIDO
Onde est o de ?
Conforme promettenaos, vara is continuar
na tareta de deinonstar, que queu n5o sabe
o portuguez, nao se deve arriscar a escre-
ver artig's.
Deixando de parto todas as injurias des-
pejadas, vm solicitadas do Jornal, porque
ellas nao nos attingem, e cahem as facs
desbotadas de quem as lancou, cumpramos
o nosso dever.
O publico, que tem acompanhado esta
diieussio, deve estar I^mbrado, qm ella
travou-se por causa de um==pro6Zemcr=,
que, om allusSo tts censuras que &columna
alugada do Jornal do Recife (en ao presi
dente da provino, a proposit da reforma
do Consulado, frmala m>e no Diario de
Pernambuco, de 21 do prximo passado.
Oepoia de urna demora de tres dias, ap-
parocu no Jornal do Recife de 24 do
comino mes, o autor do artigo ou artigo
sobre o Consulado, offereeendo tambem um
problema, sobre pomada em camuUs, .para
sir r.-solrido, ti"ni.que da-modo algum ae
referiaee ao qu i fui publicaio na D*m-it>.
Sem lli inte problema tworinava assim :
Se, o conheddt idiota QES propoz, no
Diario de 21 do corrente, resolver o difficil
problema,, ganh-ird um pratinho de carur
e lgumas duzias de traques.
Indignados com a aulaa, do iuem se
attreveu a censurar o Ilustre presidente da
provincia, sem saber, ao m;nas, o partu
guz, no Diario de 26, amlya/nio o pe-
riodo com que se conuluio o tal problema,
pergiintainos: < qual o attributo do verbo
propor !
t O que foi que o conhecido idiota pro-
poz ?
No Jornal de 28 do prximo passudo
vol'.ou o autor do alludido problema, e aern
rsponier a taes parguatas, traaserjv u o
final do problima publicad) no Diario
de 21 procurando ra3Strar, qua tambem
ahi havia erroe de gramoatica. Vo dia
29 mostramos o engao em quo se Llu-
ra 7a, pois o que tiuha havido era erro de
irnpressao ou comp tsic", e n2o de grara-
raatioa ; e n'esta nns-ua o ;c sio, insisti-
mos para qm s'c n is reipan iea e a aquellas
perguntas.
D pas de longo e afn aso trabalbo, an-
ual, apparec?u, no Jornal do Recife de 1
do corrente o autor da til problema dizen-
do ; que a orac3o que haviamos c?nsirado
era correcta, e, para que licasse evidente
sua correi^ao, se oncarregiria do fazer a
ordem grammatical; i>firmando mais, qu;,
o vurbo^>ro/?or=n3o tora attributa e que
ignora varaos a differenja existm'e entre
utiibuto o complemento; pelo que elle
ia imcumbir-se de ensinar-nos tudo isto.
Eis o que i est escripto:
Podamos, siraplemeute dizer que o
t verbo propor nao tem attributo ; mas
preciso demonstrar qu3 o tal doutor {que
neto douto) ignora o qua seja attributo,
que leva a sua ignorancia ao ponto (us
t Itvamos a ign .'rancia ? !) de coofuniir
attributo com o complemento do oracao
Vamos explicar o parilo, pando as
oraco;s em ordem gramraatical, porque,
s d'esto modo paleremoj venc-sr as
sombras nuvens, que esjureoem (nuvons
sombras podriam -se' ira t, mea san-
deu ? I) o cerebro enferno do intitulado
doutor.
Ocaco principal: o conhecido idiota
a ganhar uu pratinho de carur e al
a gamas duzias de traques.
a O.-acao condicional: Se (elle idiota)
resolver o diiH:il problema.
OragSc* explicativa : QOE (pu o quil
f problema, elle idiota) proproz no Diario
de 21 do corrento.
rrtriatifW*, agir, m-foma unos >e
uraa boa palrnatorii para castigar dosapie-
dadaraeate o igaoranH. Aates, por n,
deveiuos observar, qu! apesr d ter pro-
mettido nos emin ir, o que seja attributo,
e a differenca entra 1 attributo e o com
plemento de oracd.0, uraa s palavra u 1
disse a respeito.
Arrepcn leu se, sem duida, e deixou
dormir no tint.-iro a explicaclo I
J urna vez procedeu com juizo !
Passeracs, agora, a examinar a ass ver.i-
9I0 d que o verbo=/aro/>or=a2o tem
attributo, e, ser esta a priracira esfrega
que tomar o camellobipecte.
Abra-se qualquer graramatica, de algum
crodito, e, ahi se encontrar, que, nito s^n-
do urna oraclo mais do qua a enunciac2o
de um juizo, lgicamente, estudada, uii>
pode deixar de compr-s; necessariam nte
de 3 partes ; sujeito, vsrbo e attributo ;
isto objecto de que se afirma qu nega
alguraa c >usa, sujeito ; aquillo que se afir-
ma ou nega do sujeito, attributo; e a pa-
lavra, que exprimindo a existencia inteUs-
tual com relacao a um attributo, liga este
ao sujeito, verbo.
Os escolsticos chana a vara, cora muita
propriedade, ao sujeito e ao attributo, a raa
teria da proposicao; e, ao verbo, a forma.
Estis partes chamam-se elementos es-
senciaes ou lgicos da oraco, porque os
outros sao elementos grammaticaes.
Toda proposicao consta essencialmente
destes tres terrao3, diz ura distincto grara-
raatico; quer sejara todos explcitos, como :
Deus b.m; quer se ache o attributo com
binado cora o verbo, como : o sol brilha;
quer haja cllipse do um termo, como : vim,
vi, venci; quer, em summa, seja a propo-
sicao exprimida por ura s vocabulo, en-
cerrando ao mesrao terapo o sujeito, o
verbo e o attributo ; como : neva, troveja,
relampeja, danca-se, cantase, oh oh !
oh e todas as interjeicoes.
Ora, se tudo isto incontsstavel, eomo
ha quera se atreva a affirmar, com incrioel
desembarazo, que o -verbo propdr no
tem attributo? !
O que se pade allegar, que, sendo o
verbo- propdrum verbo concreto, e, do-
designando os verbos concretos o ser, pela
idea precisa da existencia, intellectual com
rel.-.co a ura attributo determinado, taes
attributos esto concentrados e comidos
na rnesraa expressSo verbal.
Mas racionalmente considerados, todos
os verbos concretos contera a idea expri-
mida pelo verbo abstracto -ser -, combi-
nado mentalmente com ura attributo.
E, corao por hto niesrao, qus os verbos
concretos tm os seus attrib tos contidos
na raesuia expressSo verbal, se tem admit-
do, que a palavra attributo, per dundo a
sua 8gnifijasio rigorosa, posa a sar erapra-
gada, como significando, paciente, comple-
mento ou regime, nos verbos relativos ou
transitivos, que sao os que nSo tm um
sent lo completo; e neste caso ost o v r
bd" propor, e com este, outros muitos,
como: receber, ter, trazer, pdr, etc etc
O mesmo nao se pode affirmir com re'
lacao aos verbos intransitivos, "porque estes
ten em si mesmo um sentido determina
do e completo ; por exemplo: dormir,
brincir, nascer, morrer, cihir, viver, etc.
Ai,u lia quo propZe -, propoe algum a
cousa, a : Portanto, quando perguotamoa, no Dia-
rio-de 26 do prximo passado : qual o at
tribu' de vtrbo propor ? tornamos claro o
nosso pensamento, dizendo inmediata'
menta dapois :. o que foi que o conhecido
idiota propoz T
S?, o uutor do tal problema, esti.css'i
familiarisado com estes rudimentos, nao se
teria corapromettido de modo lio vergo-
nzoso.
Assim, pois, quer se toma o termo
attributo era sua significaban- rigorosa,
quer uo, o verbopropvr tem attnbuto ;
no Io caso, como todos os outros vrboa ;
no 2o como verbo, transitivo ou relativo,
qiu% nJta tanda d si me-ii.o u,* sj>atila
dec.ru1iu.4J0 a cnraploto, pstMsa de um
comple.nento ou regwne pira deternioar-
lbe e completar. Ihe o aoutido.
A oracl, qua ce asurara >i, s^ria carres-
ta, se se encontrasae n'illa implcita, ou e-
plicitaracn'e r^sp >sta pira as p?ro-utas
siguite :
Qn;ra propoz ? o conhe.i.-ido idiota.
Que propoz ? un ditficil proolarna.
A quem propoz ? ao -bobo que escreveu
sabr a reforma do Consulado.
E n que lugar o conhecido idiota propoz
um diffiail problema ao bobo?' no Diorio
de Pernambuco de 21 do prximo passado.
pois dest.s expli-acSes avaJie o pu-
bKco a ignoran ia de quera ;,ffir.c3, que o
verba propor nSo tera attributo I
E depois desta esfrega diga, era can-
8'in-ii, o autor do tal problema do Jor-
nal da Recife; Io, a qua so raduzem as
admirares e int-rrogaySas cora que acom-
panhoa a palavra attributo no Jornal da
3 do corrente ? 2o quera di nos devem
pertencer os tirantes e oeulos, de sola, que
nos promo:t'u, se auhasseraos attributj
para o verbo -propor T
Tundo se qubrado a paliaator, man-
damos fazer outra, e amanh continuare-
iuoj a lioSo, exuninando a ordem gram-
raatical, que, da aeu periodo, fez o autor
do problema do 1 Jornal do Recife de 24
do raez prximo pinato.
Oh! quanta apeifH .
O contracto do Hatadoaro
l-.n edietorial de h-iiitem e sobre este assampto,
o eaeriptor da Provincia fasendo exposrcao do qae
ao cantm m urna da sessSo da Cmara Muiiiei-
pal. procura insinuar, que da ininha parte nio
bouvo a divida correcoao quando-na qualtdade de
vareador oinjiisiarie d> Matadouro a\ C:rnira
conta da commisaao de que fui iocumbido, relati-
vamente ao exame e recebim-nto das obras qu no
mesmi Matad juro tea o respectivo cantraetante
Jas Eleuterio de .\r.'Vo la
Nao precisi repellir a torpe nsinuacao eom que
quizeram my.tifisar a> publ.ee e prineipilmente
aa autoridades a quem se aeha aujeita a deciao
deate negocio.
Sau multo cjueeiio aa,u pira qae qiiatqusr
aventaroiro pr:tenda eulamiar-me. A h in-ad z e
haneitidade d;a h > u/mi de b.'oiiii) eat felisnen-
te a ner. da raiva de qualquer diepeitado ou n
trariado, que deseji'milhirar de sort-', agradrado
e satisfisendo aoa olio e eaacUbsi de queu tem
valimaato para eaice 1er melhores cimireas a je-
zea de direito avuU;a o or.-at-w a entrar naqua-
dro destea.
E'. pai n, uatavel que o bem coubecidj infar-
mance da Provincia arg-i.n tuto cun o desappara-
cimento de dicutnentos da Secretaria da Ca'nara,
qniidi esse desappamanato s pde ser a elle
attribuido, o uni que ioter aae tinba uiat; para
dar vso do v<*rdade as au3 aesereoca
Q 1 :ia nao sabe que eeae infera late useiro e
visura oa f ibcieaca de dacumeataa e intarmac5as,
que sirv .m a aeui plannf
Aa diversas questoca Torres paJe.n servir de
exemplo......
Niuga-m acreditir que o eng--Bnero da Cma-
ra se desdiga neje de qee araYneu bintemsem ser
pela presaa de quem pode demittil-o.
Se o documento, que ae diz desapp trocido, foese
ip.erypha, nia seria o en^enbeirj da C unir pro-
testado em tempacoutra elle?
Reatitua o informante da Pr.vineia esse daeu-
mento e elle servir Com a Cmara ac.uil documento' team d-*sap-
par.'cid da S cetaria e naa se pie attribuir cor-
tamente a inim interesal em Uea au'otr.eo -s.
Se qu.z.'aa*, nao insinuar, maa denunciar aa pa-
totas em que H euvalvem cortos boarados eatdes
desta torra, tal vez os que me mordem a turto, n'u
podeasem diante de mim ergier ai cyaicas caras,
onde veja manifestar se a hy.iecrisia sob a forma
a mais deivergonhada.
Sau pobre, mas ua quereria para mim a rttfue'a
dos que nao recuam ante toipesas e deslealdades
para eonscguil-a.
Felizmente a pobreza, se pode ser suspeitada de
independencia, enretanto ordinariamente o aym-
bola c a prova de henestidade e uoaralez no jneio
iac;al em que vivimos.
Procare o infamante Ja Provincia e o eacrptor
desta as patatas, que os raleara e os faaeioim e
deixem de derramar a.as ediis e infamantes insi-
naacoes contra quem lirapi de maos e de eoui-
cieacia.
Nao ser por meio ta torpe e verganhiso, que
os pretendeates, uu ai amigos o protectores dos
pretendentes ao contracto do Matadoura, consegl-
rao expellir a quem all se aeha.
Apelar da habilidade em conciliar interessea
conservadores e hberaes no iutuito de se combina-
rem gregas e troyanos, erabera desleal e traicaei-
rameote para com os propriei amigos, a ver se
conaeguom realisar a grande patota, reservada ao
substituto no contracto do Matadouro, nao acredi-
tamos na paasibilidade da consecucao de semelhan-
te detiderotum. A aldeia anda muito pequea
para nao serem bem canheeidoi os seas caboclos.
S ja, parm, como for, tripudiem, se quixerem e
se Ibes deixarem, sobre a desgraea a prejuixos
alheioa, mas nao eoosentirei, quo de minha hanra
pretendaos faxer meio de canaegnir seua reprava-
das intentos.
Recife, 6 de Jonho de 1887.
Cussy Javenal do Reg.
\'\o faca alarde a socledade re-
creativa S. foo
Pergunto eu Rosa, eociedade recreativa de S.
JoSo, ,1a antiga praca do Captm, qua ido ioi que
eu andel a pedir dinheiro paia a minha liherdade,
ou ae eu ped a al;um socia qae trabaIhaese. para
a minha lib -rdade; a sociedade nao devia pabkcar
no Diario de 1 de Julho dizendo que eu pedir
dinheiro : en estou prompta a contestar em presen-
ci de qualquer socio, contra o que publican a so-
ciedade. Para ganhar a sus gloria nao devia me
coinprometter o sun tallar a verdade.
Barro, 5 de Julho de 1887.
A ex-escrava Rom.
Agradecisnento
O a'iano asiignado cnfeisa-se moito gr^to a
t iin aa pessoas. que coueoneram extinccl da
incendio, hontem manifestado]uo 2o andar do pre-
lio n. 21, rui Larga da Rosario, oertencr-nto ao
eu cunbadtt, Dr. Came de S Perira (aasfnt-),
e cumpnadoeate dever, o abaixo asignado diri-
ge-ee especialmente aos denodados cavalh iros :
Jo.deSouzi Uidriguea, Ayrea de Sjgzi Bap-
tiata e Antonio Pereira R.mas, oa quaes mai ga-
lbardanu: 1' s DnitragarnuD.
Reeif, 7 de Julhi de 1837.
Antiinio Pe'xoto.
CURSO DE PREPARAT3RI03
O acadmica Lemarda Jaao Or-'go participa
aos Srs. eatudantes de preparatorios, que abri ea
sua casa ra D reita u. 4, primara andar, am
curso de francez, portuguez, ai-ithmetica e geo-
metra.
istia Florida de Hurray e Lai
10
Ha vinte annas esta parte, ella tomn o tagar
de t;doa os extractoa e caseneias europea, tanto
aos mercados d'America de Sul co,mo as Anti-
!has, suppnmindo todas as difTerentes qualidadee
deseas chumadas Eau deCologne. O seu daleita-
vel aroma tem ama approxinaacao mais estreita e
aaaloga respiracJo delieada das verdedeiras flo-
res db que aquella nemhnm ontr) artiga en uio
para a mea 1 ou toucad r.
Usada coau urna lavag m iu enxagoamontcp da
boc:a, tila igualmente neutralisa e fa deaappar*-
ier o man goato c balito causado pelo fumo do cha-
ruto, meltnranlo a condicS) e estadad8B deates e
gengivas. "
Coao oABAHTia contra as f*liaicaoo-3. observa-
se h-m que oa nomes de '"^mWrnlf veohaa
estn.nadas ern I fr.atr-HlM .apeldo
livriuho que serve de a jarrita.
Ene ntra ae ^ lelae e
naa. _
Agentes em P.-rnumbueo, Henry rorster oe ^
ra do Commereio u
(.
nsain-




Diario de Pernaiiibiieo---tyuintu-fcira 7 de Jullio de 1387
;
a
lo publico e es erialmate
comiueiiso
O abaixo assignado, r.-sideate na cjla
de d^Palmares, previne ao publioo e cono
espccialidade ao corpo co-nraerci .1, qi'
ningue.u faja nego:io ou traasacgao eo.n
tres lettras de seu ace.to d> dous coatos
de ris cada u.ui, vencid is nos mozes do
Novembro de 1883, 1881 e 1883, existen-
tes em poder do Sr. Antonio Agostinho
dos Santos, outr'ora Antonio Forris do i
Santos, -. 'tu I.nenia nico raap msn'el e
representante da firma Agostinbo Santos
d C, porque ellas fazea parte de uma
esc iptura de byp theca, que Iba aceitei, e
.cha,a-te pagas, couforjie a essriptura de
distracto e quitacSi labradas en notas do
tabellio Al oforado dosta cidado em 9
de Oatubro de 1886.
Fdjo o presante aviso n3o s porque j
estou send > drenan I. i por n.iu-Ile meu
ex amigo intimj por lottras j paga*, como
tamboin porque p>dem ellas app :rtcer em
WtSat de ttreeiros, como j sueeoleu com
una do ex negociante desta ci lade Ve
nuci di Silva Santo*, o qu'. motivou :i
o osa divergencia.
Opportunamonte dtrei noticia do hones-
to e cavalheiroso prioedinoen'.o do 8r. San-
tos, qui costuna w -usar-se a cn'r-gar aos
amigos ttulos de transaocSis j liquid-
das.
Palmares, 1 de Julho de 188'*.
JocLo Barbosa de Carvalho Drwnmnl
Despedida
O baobarel Antonio de Oliveira Cardo-
so GuiaiarSes, retiranio-sa hojo para a co-
marca de Itamb, afi n de asaunir o exer-
cicio do cargo de j iz do direito da mes
mi comarca, e nao lhe sendo possivel,
pelos seus afazeres, despedir-sa pessoal-
* mente de todos os amigos qu : o honrar a a
com suas visitas, o faz polo presento offe
recendo ao mes rao tempo, o seu diminuto
prestimo naquea comarca, aooe o en-
ControrSi s"mpre prompto a curaprir suas
eritns.
Rvcife, 2 de Sulbo do 1887.
lalligraphla
O curso d'esta materia, leceiooala palo
a:adsmico Andrade Jnior ra da Pal-
ma n. 71, contin. a fuucciooar s segun-
das, queras e s.bbiios de c.la semana,
das 7 s 8 horas da noite.
Anda admiitem alguna alu otros para
jalligr.-.pbii alie ua.
Lyceu de Artes e
Officios
A Impeiid Sicielidi abi Artistas M chmeos
i L'berMS do Peruambueo, qu i tern & u cargo
o Lye-u de Arles e Offieioa, no intuito d; ilustrar
as olasses arruten < ma uf i tureira*, manteo]
co:n > ja be d coi'a.-oiii em seu pdacete, ni
Cainpo dis Pruc ni, au'a> d Iversai liugaiis u
S3ecica?, as qaiea fu n a em to ios o fias
utea, da 6 ai 9 horas da uoiti.
Coca o inesmo uiuito inial ? ed. uma pejueu.
e m?d.ata bib'iotheci, que com pitrio'icu dona -
tivos, augnenta-89 de da para dia, e fraoqu l -
da a> publio em gral diariamente, s m 'sm is
horas cima, o asaim como um pequcuo museu
artstico.
Assim. pas, com o mu applaudidj i itento de
tornar b=m e>uh:cidi o progresso dis artes e
officios earre oi, a perfaica) e utilidade dd seus
productos, faz t c n'i'cij sjuj utjr-s, bem
c >mD os lugares de seus eatabjl-.'cim into-, afi u de
facilitar a sahiia e o coasumi delies, promove
odo3 os auusj, para o segundo d.poi o 6o J- art. 2o d h isas i'scatu-
tjs, uini exp s ci> dos iribil ,s il'aaod o udi-djs
e m luufacluras.
E' pira a coaseeu(ao de t) aperfeijoad i qulo
v int.ij jsi fim, que a directjria di Sjelcdalj vem
pjlopresente sjlicicar de to lis tqiollai pissois
que possuem pjr pergamiaho o trabaloo, dua effi
eas coacurreacia expo.jai que ein Nivembto
deste aooo se e3-e:uira em sui sie, Ly:ia de
Art-s c. Officios.
Cimpre tambem a ella tztr coaiijejio:ej os
iliustrea 8iuh)rjs e sooli:*> qo o q liaxt a hjn
i .r com seus pro.lucjs, os scuj dir.'itose
Deveres
1. De vera i nt 15 do dito roez cuviarem ai
amostras de seus ven taveis productos pira .i dita
Ly.:i'u.
" Em toiis 0J obj ictos dor-rlo ae>npnlnr
on;me io autor, ou propr.etar:j d >s m'smu
3. Ser imprescin liv;l e.n tjdj e qoilp r
objecto a iecUrasij di pre^> e lugir de su > i.-
brica oo deposito.
4* Qu'. os cbj'ctjs para i expweio lavein sel
til qual os ostumi fuer e revjh
Ulrelfu
Art. 8o Jo regulamuto di Expj.Mct j Artiatioo-
I idustrial :
S'mente aoa eip vitrinas pira mostra- m ii visitantas os seus
productos.
A directora, co iflein d q I m-jito & : eaf i-^i-
ro para o faustoso resalalo o>i; cjrt.oiia to
pvovei!o3> e lisongoiro a tilas as el.ui'j iilu3-
triae, antecipi Beua d vid 13 ajrii-fl n'nf b.
Secre.arii di Imperial Sicielil: du Ar is a*
Mechaaicos e L o.ti-s de t'e u im 11 >, a oO de
Juaho de 1887.
O Io secretario,
Paenano B ir roso.
Cal de Jagaaribe e iicut e
cal vlrgein
O ubaix ) ..ssiga id > avisa aos Srs. con-
sumidores da C*l de Jaguirib; e S. Bcuto,
qua o Sr. Vicente doN tscimeoto contiui
a ser o nico qu? recebe a ver ladeira cal
de Jaguaribo e S Bento, e as lea expos-
to venda nos sus armaz: s de mate
nacs Pra9 da Concirlia ns. 11, 13 e
15 e toda a cal que nao fr vendida per
intermedio do mes no b'oh>r, n sir
ver.iadtim.
Assim como : que a cal virgim, de que
con'r it*nt"> e receb-dor o mesan Sr. V1.
cente, contina a ser veodHa palo Sr S>
bastilo B-zerra ra do Bjm J-sus n ,
23, a 6t5O0O a barrica.
Jos da Costa Pereira.
Dr. Costa Gomes
MEDICO
34 "Ba do Mrquez d-i O.ioda -34
Prlmi-lro andar
Ueusn'tas d m-1 un ;'n 3 huras da tard.
GliilEEGiO
v
i B ;;..; foniutvrchil
*. orAl,'ijKS MFF1CIAES DA JUNTA DOS COK-
UECTOKE3
Recife 6 de Julho de 1837
Accoes da compaahia do Beberibe do valor de
100/ a lo/ cada urna
Acco s da compauhia de fincij c tecidos, do valor
de 1:10 ao par.
Accoes da compajbia dos trilho3 urbauos do Re-
cife Olind e Beberibe do valor de
2>)Jt 9UU, ex divideudo
Cambio sobre a baha, vis ti, com l|- ,() de
premio, du banco, hoatem.
ijambi sobre S. Paalo, 60 d/v. com 1 1/2 0/0 de
descont, hontem.
Ka hora da oolsa
Veudi-ram-se :
37 accoes da Compauhia do Beberibe.
2 ditas da compaahia d i fiacao e tecidos.
lO ditas da compauhia dos trhos urbanos do
Beberibe Dunda.
c*ffereceram Vender
10 aco a da compauhia de se-
guros Amphitrite de ; 20 i
Antonio Leonardo Kodrignes.
u 9ecrMtar' >,
l.duarj Dubcux.
Muwlmentu bancario
BECIFE, 6 DE JEI.nO DE i S87
PKAgA DO RECIFE
o naocos mantiveruui boje uo balco a laxa do
23 3 8 d. sobre Londres.
Em papel particular h>uve transiecoes a 22
5/8 d.
Frcharam Irmr.
PRAgi. I0 RIO DE JANEIHO
A taxa adoptada boje pelos bancos fo a de 22
i/8 d. sobre Londres.
Em papel bancario ejostou transacto js a 22
7/16 d. e no particular a 22 1/2 d.
As tabellas expostas aqu foram estas :
Do ISTBESACIOSAL :
Em hojienigeo verJade
AcoBtccimentos se dao na vid i hum m i que
emquauto relativos a um s individuo, iuteres-
.m, tedavia a tidos. em geral
Nesla orlem de tactos, eat iudubitivulmeute
a Istricto o da cons.-rvaya; Ja vida, iat) da viJ.i
ccji sa le.
Ha quem diga, de si pira ai, q ic a u liea coi
vie^ao firmo aquella que se fauJ i lias provia
que cada un adquire p ssoalmoute uj amella
que 83 transmiti aoiudiviluo prfaet>s que M
dj com outrem. Ma SMM asierei>, sobre aio
ser mais co que um parad ix< ioaceeitave, miis
do que isso, pois significa a expresjo m:.-. ant-
;:..thica do egoismo.
foisjasto e adm's'vei qu > s icredil osos
em n* mesraos Pois nao liivcr, n'aquI.Vs
que nis roleiam, pessoas que merecam tanta coi-
tianea como a que temos no que experun 'litamos
ou no qnj pres-ueamoi?
A{ucllcs que lercm estas lioh .8, far aoi-hilo a
justica d- cr^r na sinceridade d'el!a3 ; aio 63-
sim ?
Pois abi esta 8 rea,io ta mus lgica SMM argu-
mentos capciosos dos qu; nao ci m nos loquen
tes attestados pasa dos cm f> or dos p-j;c-
eff-tos do PtUoral de Cambar, prepiric-Vo materias componentes j sai, em nadi, ujaivas
Bade e, alin disso, pormittem que es^u nin :-
dio sej o preferido p:Iai aeuh;...a, cro-nc^s c
pessoas de paladar delicaJ >.
Em homenagem verdade, p.'is, rigoroso dever
de quem, como u, sabe das innmeras curas
produzidas pelo Petforal de Cambar, apreasar s;
a fazer publicas easas DMSOtai curas, am de. cjm
isso, prestar relevante .ervif. a hiimanidade.
A voz da verdade
Recife, II de Abril de 18S7.
Dr. Carpir IA
HEOICO
Tem o seu escriptorio ra Duque de Caxias
i. 74, das 12 s 2 horas da tarde, e desta hora
e a diunte em tua residencia ra da Santa
tius n. 1.
ICipeciuiidadesjo jes'las do sea'u'is e crian
t*.Tolcphone u. 326.
Cllegio Prjtaneu
li'raves a da rna da Concordia
n. 13, I andar
Do dia 15 do corrento em diauto acba-
so abara uma casa de eduoacSo e ensiao
sob a denominaba) doColleja Prytanj
toares** da na da Cin^orda n. 13,
1" andar.
Nolla sao cnsinad .8 as primeiras lottras,
tulas as materias que constituem o curso
prej) i ratono para a matricula uoa estnbile-
cimontos dz iustruoyao superior do Impe-
rio, c mais aquellas qae estSo vulgarisa-
dos, como allamao, italiano, scionjias natu
raes, oto.
Hiver tambe o uma aula de es^riptura-
cilo commercial, sob a direoco de um b*-
bii guarda-livros desta capital, pelo que o
director chama a attcnc2o dos Srs. pais
d familias que quoiram seus filhos para o
commcrcio.
Os estatutos admittem quatro classos de
iumnos : i it.-rnos, semi-i.itcrnos, externos
o semi-^xt.rujs.
O professoradj fji oscolhilo dentra os
urais babeis e conbecidos profcssoies desta
cidade, cujos nomes vilo abaixo in lica-
dos.
A ciSiofforeco 03 commodos precisos
para un estabelecimento dcste ganero, e
o director convida ao resp:itavcl publi :o
para lar lhe a honra de a visitar.
Prof8soro8
Portugu;z Dr. Jos Diniz Brrelo.
L ,ti u e francez B'rolerico Ulysse* d'Al-
meida e Albupo'rq ie.
G ometria e historia. Dr. Ayres de Al-
buqoorque Gama.
Rhatoiica.Dr. Maoo3l Jos Rjdrigues
Pinh oro.
Pnilosophia Dr. Arthur Orlando da Sil-
va.
Inglea, goographia e aritlimetica O direc-
tor.
Curso especial
Ail mao e italianoDr. Ayres Gama.
S acucias natur.ies O director.
Kserip'urac3> 'onmer^ial Frodericn U.
de Almiila Alhuquerque.
Ricife, 10 de Juaho do 1837. -O di-
reotor.o acadmico, Tranqaillino Gradan-
no tUMOsSMb
11
EDiES
Perante o Exm. Sr. dezombargador j iz dos fei-
tos da iasenda Jos Manoel de Preitas, no dia 8
du vindjuro m;z de Julho pelas 11 horas da ma
nh depoia da audiencia do mesmo juii se vende-
r em praca publica a casa terrea n. 3, sita a ra
do L'V.amjutj (tregucsia de Santo Antonio) em
armasem oceupado pjr um estabelecimento de nn-
Ih ido cm 3 pjrUs na frente, perteocente a ca-
pelia dua Prazeres du Qaararaprs, avahada por
4:0JO/0 0 o penhorada para pgame ito do impos-
to predial de suas casase cu.tas, assim cuino ser
levado em praea os alugueis, rnnuacs do sobra
Jo de dous andares n. 41, sito a ra du Bam Jess
(Bxeife) avhalo por 20.'000 anu il, c da casa
terrds n 24, ra do Comuii-rcio, (ttieife) avahada
por 400 annual seud) p'.ulioradj ditos allugueii
pagamento do imposto predial, deidjs pelo Moa
teiro de S. Bento a fasenda nacioaal e cuatis.
Recite, 27 de Juaho de 1837. -
O solicita lur da faenda nacional,
Lutz Machado Bottlho
n
Oculista
Nereaao de usxurar i- tixoJito
KCUTE, 6 DE JCLHO de Io8
A trucar
Pei cotado boje, para o agr cultor, acs algjris-
mo3 abaixo, por 15 kil.s :
Hranco, os melbores qae
apparecem no mercado.
regulam de .... 2*200 a 2*400
3. gnrte boa..... 149JO a 2*100
J-* regular ...... 1*700 a 1*8)0
dumidoa e baixoa . 1450J a 1*700
1*30) a 1*400
Atascavado..... 1*04) a 1*100
Bruto....... *90) a 1*000
* Or. Barreto Sampaio, m.'dico ocu-
lta, ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, d consultas de meo dia s
' lloras da tarde, no 1. andar da casa
n. 51 ra do Bario da Victoria, ex-
cepto nos domingos e dias s mtncados.
Residencia ra Sote de Setembro n.
'1 Entrada pele ra da audaJe n. 25.
Consultorio medico -
cirurgictt
O Dr Castro Jess, contanlo m >is de 12 aoa..
'.i escrupulosa observacao, reabre coasiltorio ne-
'i elide, ra do liin Jeaus (aa'a^ra ds i.'rn:
i. i \ I. andar.
lloras de ojMusJsMn
!> din : das II ia da tarda.
De noite: das 7 s 8.
lomis horas da noite ser ct)iatrado o.
dtij tiveija dos Remviios n. 7, arta-aro poi-
'mo eaqaWrds, alea o porco du Or. #**-x>a.
Cara Sanios :
l'crante o fer. Dr joiz substituto dos feitos da
fazooda Liodulplio II bello (Jornia de Arauj i oo
dia 8 do vindooro miz de Julho pelas 11 horas da
manh depois da audiencia e perante o mesmo juiz
se vend>r em pra^a publica os bens seguiutes :
Una casa terrea de tijolu e cal, u. 9, sita a ra
do Baro de Villa Bella (heguezia de Jjauto Au
rono) com porta e janella, pertencente a Aut.nio
Goncilves Ferreira Cisci), tocio di firma Farro-
ra Uasco a Filhj, avahada por um 1:203*0X).
O dominio ntii doa terrenos de marinha ns. 67
DD e 67 EE, situados a ru.i projectada do Hospi-
cio a Scte do Setembro, peruncente a Francisco
de Miranda Leul S ves avallados ambos por 800*
Urna ci-.i coberta de condozr aguada pira os
oivios, cuja se acba uo cata Jo Apolio, perteuceu
te a Bernardo J,t Rjdriguee I'inheiro, avahada
pr 400*000.
O solicitador da fozcuia nac >n..\
^____________Luiz Jachado Bottlho.
Edital ii. 22
De ordem do Illm. Sr. D inspector sao chama-
dos resgate as apolices da divida provocial de
ns 261 a 275, serie A e valor de l:COJ*000 e uros
le 7 % e poi isso, seguulo o registra desli The.
> 'urj, sendo os seus possmdores o Ex-n Sr vl8
con lo de Camp, Alegre (261 a 270), o Sr. Mano-I
Nones da Fonseca (271 a 274) e o Sr. Tueodoro
Unstianaeu (^75), alo convidadJ8 os mejo-os ee-
lores Hfim de apresentarem Das a tbesjurari
Secretaria de Thes.uro Pioviucial do Pcrnain
buco, 1 da Julho de 1887.
O s.cretario,
_________ Aff-mso de Albuq irquc Mello.
ra
Edital n. 779
Concarao para p:-oviinento de
delra d enaiao primarlo
De ordem doSr Dr. inspector geral da Iustrue
-> Publica, se faz saber a quem luteressar poss,
le h-ivnd) expirado o prazo Boarcado p,l< edi-
pcl
p ra
AloodSu
Foi hoje vendido um pequruo ]-Jt--, do
serte de Pernambnco, a 7*XX) pir 15 kdos.
de 1
Ooxprar
Eniradaa de aasnear e atd
M2 DB JUL)
Atucar
Entradas
Barcacas.....
Vapores.....
Va-terrea de Caruar
Animaos
Via-terrea de S. Francisco
Via-ferrea de Limoeiro .
Das
1 i 4
5
6
3
3
Sacc j
1.217
' 234
48
1.509
l.'iOO saceos coin assocar baonoo.
215 pipis com agaardmta,
10 Oit'is com ateool.
Car.'egaram diversos.
Esta o sendo desoach a ios es seguales :
Barca nacional Mimo-.a. diversas artig>s,
o Porto.
Baret su 'ca Sknidia, sigila .
Lj.ir iiicional Loyo, ai socar,
de do -Su'.
Lugar norueguense Chrittiaa
para o Canal,
i'ntacho nacionai looen Crrela, aesucar, para o
Porto.
Vap-ir alleuiao Hjjfnotg, assucar, pi a o R-.o
(.-ande do Su!,
rupur ingles At'ibrooke, ass tu! n. 778 de I de Maio J-.se aun. p ra en
le babilitacao, fiea aaroads novo prazi de 4')
das para inscripeo o> can i.datos o provm.uij
las cadciras mencionadla i.'aqu-lle ed ul'e qi
m virtud de deteimn.cao da presidui.-U da
provincia da 6 de Deaembro o .ni io p issalo, a.
postas em coocttm, devendo os coucurreotes re-
quirer ao mesmo Dr. nsp-ctor a inscripcio, exlii-
omdo os d cumeotos q iu p.ov-m is segmntea re-
queeitos de que trtta o tn. 2- das ut.-accoea d-
16 de Outubrod- 1885:
S Io Maioridade egil.
2" Jdoralidade, e
3a IscncJo de culp i.
Art. 3 O reque=it.s do mugo antecelente de-
verao air provados :
O do 1 por eartidio de biptam .
O do 2o p.-r alicatado do p .rocho ou de quacs-
qu-r auturidadea do log.r o.ila residir o coucur
rente.
O do 3 pela eih bicao de to:hi corrida.
Art. 4'' Sao diapeiuadoa :
1 De exhibir eeriiJao de idade w eanlila-
toa que forem cu Inuverem ti io ruoceiooarioi pu
Ln!C8Cos qaeapreseutaitm alguin titulo u diplo-
ma que nilo obteriam gtm a auiaridadd legal.
2* De apresenUr foin exilia ;s qae exhi
blrem atistalos de proceJimeiro civil e. moral,
pasaadoa p-lis cmaras muaicipaes, Hu'o.idid.s
jn lieiarus e polieiaea das ocaiudes im que bou
ver se achaodo no ixercicio Je empego pub.'ico, exhi
birem attestadjB do respectivo ebefe : e aa edu
candas do csllegi., de crplil casa Je .x.ostoa
pira o B .1 tico.
paia o R o (ian
Elytabeth, trigo,
Entradas
Somma.
Algodaa
aaviua descarga
llares portuguesa Claudias, vari >s g 'eros.
I!; re mcional Marianain'ui, x ir que.
E-cuiu a I lema Fritz, xarqae.
Es cu aa Doruegueuso Reform, xarque.
Li/ar inglez Peggy, bacalbo.
Lugar inglez 6'uer-'eo, bic.ilhj
Liiar nacional MarMio Vil, xirq'ie.
40 j Lirar ingles B anecie, bac .Iba i
-------------Vsp r ingles EUtsn, varma gneros.
3.168 Vi.por loglez Otseo, carvo.
Diac
90 djv vista
h ndrea .
Paria. .
Italia. .
Hau burgo
Portugal
New-York
223/8 22 1/8
425 49
. . 429
526 531
238 240
2*260
Barcacas.....
Vaporea.....
Via-ferrea de Caruar .
Animaes.....
Via-ieriea de S. Francisco
Via-ferrea de Limoeiro .
t .)
5
5
6
3
5
Saceao i
665
15
1.098
109
31
Patata d Aifnuicm
BMftau DC 4 a 9 DE JULHO DB 1887
Somma.'
1.960
Denpaelioai de exiiurlaco
IIEC DE JULHO
Noa diaa 1 5 foram despachados ua Alfande-
ga oa artigos seguintes :
Pura fra do Imperio
Agurdente..... 49 litros
Algodo...... 281.651 kilos
Assucar...... 52-'. 150
Bagos de mamona 4.400
Praochoes de vinbatico. 31
Para dentro do Imperio
,.i .-... redil rJ ihaloj
Asucar brauco (ki.uj
Ai anear masca vado (kiluj
Alcool (litroj ....
Ai-rus com casca (kilo) .
Agurdente e .
Alzod
l.'o Lohdon Bank :
Lcudrea .
Pana. .
Itblia. .
llamburgu
Portugal
New-York
SO djv vitla
22 3/8 22 1/8
425 4 9
429
531
238 240
2*26)

'O Emolish Bam? :
Locdres......
Pars........
Italia........
Hombnrg^......
Liai'eaa Porto.....
Pri.;cipaaa cidadea de Porta-
11 dos Acores ....
ladeira ....
New-York......
SO djv vitta
425
238
""22 1/3
429
429
31
240
245
248
245
2*260
Agurdente
Alcool ....
Assucar ....
Cajurube'oa .
Cera de carnauba .'
Cocos (frncta) .
(Jumara ....
Doa ...
Fariulia de mandioca
Oleo de moclo .
-Veo'de ricino .
Paos de jangada
Rap.....
Resina de batata
Sal .... .
Viuho de jurubeba .
93.4K)irs
4.800 .
377.372 kilos
30caix.s
830 kilos
6.000
10 caixas
150 kilos
100 saceos
60 kilos
90J .
42
173 kilos
1 eaixa
5.000 litros
56 .
(t'loi.....
i. ricii.i (kilu).....
Couros aeccos salgados (kikvj
Ce uros seceos e^picblldJ8 (kilo) .
O' uros verdea (kiiol ....
Cacao (kilol.....
Caf restolho (kilo; ....
Ci.ruaoa (kiioi.....
C't.racs de alf odio (kiio;
Ct.rvo de pedru de Cardifi (toa.)
C'.le Dj.j (kilo) .....
Cuchaba (litro).....
Furinha de mandioca (litro) .
Fumo restolbj em rou (k.
Fumo restolho em lua (kilj)
Fium bom (kilo).....
Fumo em fo:bi bom (kilo; .
Fumo em folha ordinario (kilo) .
Oouebra (litro).....
Mel (litro).....
M;io (kilo)......
Taboados de amarello (duzaj .
145
1-2
006
lO

or>6
400
1*066
460
585
5
400
b.'O
366
JU
16^000
460
7iU
037
1-0
5^0
720
7.0
400
900
040
4 0
100*0 A)
r.i.aiA do Iebeuibb se rMnirioea asacmnla ^e-
i.I ordinaria piia trstar'ia ooa irsumpioa d ti^-
it Ice riua rrapectivos eataturos.
A .iSicu.uli faweeionar om qualqu r nunero
(: accionistv.s presentes.
Com o doscouto de 4 0/ > &*o seudo mas:lui-
das Un TlIESOL'BAKIA PE r aZEXOA KS IIOUS d.i The
sonro d.i v-lor de 2*'MI 11 5. eataopa, bS^Oi) da
7.' e I0*0t'0 d 6.
Iinporta?o
Vspor racional Jacuhype, cnegado da Bhia e
escala em 5 do correte e c.nsigu.'.do a Comptnbi i
ftrnambucana, mmiife "oo :
.^Igudao 665 Buceas ordem.
Barricas Vasias 420..tados a Maia St l zende.
Ferrageus l em-, a Ferreira (iiimues te C.
Peles atados a H. L iodgr Pipis vaaiae 100 a Amorim L uii-'s 6c C 35 a
Jos .ncilves Beicbi.r.
Barca portugueza (laudina, ch gida do Rio de
Janeiro em 5 do correte, e oossigaada a Jos da
Silva Liyo Filho maufi-stcu :
Barria vastos 200a Pereira Caree ro & C, 68 a
Antonio Mtia da Silva, 55 a ordem
Barrieaa bi.it voiuines a Pereira Cirneiro & C ,
550 a Francisco Ribeiro Pinto Gaimaraes, 6'JO
ordem.
CiC0ra8 de Pinho 1:000 a Pereira Carneiro &l
C- ,
Estopim 5caix.s a Jos Joaquin da Costa
Pipas vuela 12 a AaUu o Mua d Silva, 35 i
Ai.'touio Pinto Lapa 6 IqmS-n
Vidro 1 Cbixa a Ferrreira ce IrmSo
Vinhi 8 pipaa e 93 barris ornein.
8 De exame de babilitaclo oa candidatos que
exhibirem :
I. Diploma conferiao pela Escola Normal da
provincia ou de qualquer out:o curso normal pri-
mario do imperio.
II. Ttulos de graos acientificos pelas faculJa
d do imperio.
III. D ploma conferiJ > pelo Gy,nassio Pernam
bueano ou pelo Imp r;al Collegio Pedro II.
S crearia da Instruc^So Pblica de Peruam-
buco, 4 de Julho de 1887;
O seeret rio,
Pergeu'in) Saraiva do Arauj i Gal.a)
O Dr. Ihomaz Garcez Paranhos Montene-
gro, commendaior da imperial ordem da
Rosa, juiz de direito especial do ammer-
cio desta cidade do Recife e seu termo,
cipital da provincia de Pernambuco, por
S. M. o Imperador a quem Deus guarde,
etc etc.
Faz saber aos que o prosen'e edital vrem ou
delle noticia tivercm que se ha de arrematar cm
hasta publica deste juzj depois da r. spectiva
audiencia do da 7 de Ju lu prximo fatuo com
as formalidades e pregues do estylo :
Um sobrado de 3 andares sito ra d Vigario
Tenorio n. 21, fr'guesia de S. Fre Pedro Gon
Calves.com us deo>minaco;s ac^uin'cs : o pivi-
mento terreo com 5 metr. s e 85 ce timetios de
largura, 25 metros e 60 centmetros de compri-
meuto, 3 portaa de frente e 1 armazem; o piim>r.>
andar com3 varandta e aacead is de f-rro, j mellas
par a traveaaa dos Burgis o atraz com frente
para a ra d* mean, i d nminarj-lo, teudo 2 salas,
4 quartos, cosnha interna e todo forrad j ; no 83-
gundo e tr.eeiro andares tem as mesm n accim-
moda^oeo, jn lias nos oitoes e p toril as frente
com i.ppirelhis da Compauhia Iiecif; Drainags
em todos os andares, avaliadi por 12:00 i*'XJ.
E vai praja por execufo qae m^ve Liu.-entno
Pires de Carvalbo contra seu priprietario Fran-
cisco de Paula Oiiveira Villas-B aa. E n4i ha-
vendo lau(idor que cubra o pre? da avatlia^Ko a
arrematagao acra leiti pelo prec-J da adju cacao
com o descont da le.
E pira que chegue ao conh 'cien' > do t >d s se
paesou o presente edital qui ser publicado pela
imprensa e uffixado ni lugar do ostame.
Dado e passado n'usta cidade do R'cife aos 15
de J ii.iii de 1887.
u, Jos Fraiikl.n de Aleocar Lima, subsenvo.
Thom-iz Gircez Paranhn Montenegro.
O De. Tuomaz Qircez Paranios .Mxiteue-
gro, coiDmsn lador da In erial Ordem
da R isa e joiz do diroito espacial do eo>n-
mercio d'est cilale Jo R cife, capital
d proin;ia de Pcrnambu.-o, por S Ma-
gestade o Inpcra lor a qn-ra Deus guar-
de, etc.
Faz sab r aos que o presento e lital vir.m ou
delle noticia liv-rem, que po.- pirte de La Ai-
guiti Coellio C'.itra, lhe fo dirigida a petieSo do
tbeor ae^ointe ;'
I'lm. ; Ex i. Sr. Dr. j iz do comm?reio. -O ma-
jir Luz AlgaatJ C > -Ibo Ci .tra, credor de Aiipij
A-'culy Santiago linn h, p;!a qaaotia de...
1:112*800 oroveneate ic gasa letra sacada p>r
J.iqiiiu M mteiri d* Caz, e .c m pelo auppli-
eado, veueid-. e i 3 hA brd de 1S5J, a!n d >a
juros a -.lia estipulad >s e estn lo h ref.-rid i letra a
terminar o praso p>ru pr'scripco, quT o suppli-
caute, para garanta de seu direito, protestar por-
inte V. Ex ., pe > qw reqie/ se digne m ind ir to-
mar p ir t -ra i seu pr itest ', intim in i > se o su.ipli-
c* io pir i dtaes, pr .ceden io-se a ja^tiGeaco de
iiccrez i di mesni, mircinl, V. Exc. da e hi-a
) ir a ter lujar a j is'.ifi :a;'.a i.
Esp-ia reeebcr roer R c f 18 1: Ao.-ii di
.837. -O s'lieitadV, Mireira Dias
Eituva sellada na f.-rnidi le Cim es'.amoi-
hai iij valor de 200 rea.
Einiis ae iu )e utinlia em dita petjao iqiici-
piada, dep,Hite ra ni meara i od-?3pach> do tbeor
oeguiat' : D-st ibai-la, Com P'de, daaign'Ulio
o ea-envio d. t .if\, 8 de Abril de 1887 Mon-
teue-ro. E' o o,uc se continha e:n dito dcpicbc,
m virtu le Jo qaal f-a teita a distribuica do
tbeor segajintr Ernesto Silva.O ivetra.
E mais se n> contiihi em d ti distribu e"n
.qui copiadi, d-'p i s via-se o termo de protca'o
do theor, f .rma, m >d > e m io -ira seguiat '8 :
A>s 27 de A'inl de 1387, uo meu cartoriop'r-
iiit-e mira e as testemuuhas iifia asaigiadas,
eompareceu i iipplicante por seu procurador Cas
toiio Moreira Oas c oor este foi d'to que rcluza
a termo o pro; 'ato coaita it; da p tica > retro, que
o recia como p irte deste, em que dep >is de lido
asigna.
En, Ernesti Mchalo Freir Pereira da Silva.
Custodio M i.ei.-i O.asJoo Corris dos cantos
Callado Euiae do R 'gi Birros Falco
ma;8 se nao m.....lu em dito term de pro-
itei^la orovineisi
Je 1 a 5"
dem de 6
12-753/831
2.010 8)7
---------------- 11:761-616
elio
[dein e 6
>e 1
Id-o
a b
. 1 a 5'
I le > i 6
Kech'.l'iri) geral
tieetbedona p tiecile Drainagt
153.143.S596
5: ,75*950
1:3344901
testo aqni bem e fielmente opiado do proprio ori-
ginal, depois va-se qu i tendo o respectivo escri-
vo, Ernesto Machado Freir Pereira da Silva,
Jeito sellar e preparar oa autos me os fez conclusos
em 2 de Maio que nelies profer a ienten$a do
tbeor seguinte :
Vistos. Proceda a justificaclo. Seja o deve-
dor inteirado por editaes com o praso de 30 dias
do pioteeto de fts. para nterropcao da prescrip-
clo do titulo de fl.. Custa ex -causa. Recife, 3
de Maio de 1887.Thomaz Garcez Paranhos Moa-
ten-g'e.
E uiiii se nao coutmh i cm dita sentenca aqu
b;m e fielmente copala. Em vrtude la a ntenca
ara) copuda o respectivo escrva i fez pissar o
presente edital pelo theor do qual chamo, cito e
lia por citado o justificado ausente em lugar in-
ca to e nao subido, p .ra qu: corapareca ante este
juze dentro de 30 das por si ou por seus bastan-
tes procuradores allegindoe provando tudo quin-
to fot a oem de seu direito e Justina.
E para que ch 'gu; ao conhecimeuto de todos
inanJ i passar o presenta editil qae s.-r publicado
pela imprensa e affixvlj nos lugares do costuras.
Dado e p tusado nesta cidade do Recife e seu
t rraT>, capital da prov ncia de Pernambuco, aos
6 lias do m-'z de Maio de 1887.
Subscrcvo e a;sigao, E.-ues'.o Michado Freir
Pereira da Silva.
Recife. 20 de Maio de 1887.
Thomaz Garczz Paranhos Montenegro.
2* secfao. -Secretaria di presidencia de
Pera un bu co, em 4 du Julho de 1887.
Por esta secretaria se faz publico, da coa-
f inni lado cora o art. 157, do regulamento
aonaso ao decr-to n. 9,420, de 28 de
Abril do lo85, o edital abaixo transcripto
pondo em concurso coui o prazo de 6) das
os officios de Io e 2 tabelliles e annexis
do t r no de Alaga de Boixo.
Pedro Francisco Correia i Oliveira.
EDITAL
O D.-. Alfredo Serapbico do Assis Carva-
lbo, juiz rnunicipil e d orphSos dos ter-
mos de Cimbres e Alaga de B.ixo, por
Sua AI 'esta le I operial e constitucimal,
que D -us guarde, etc.
F-190 sabir a todos a quam iuerossar
poisa, que a aborto o coasurso por espi-
90 de 60 dias, a contar desta data, para
provimento vitalizo dos offi-.ios de Io e 2-
t b liiil'8 e ano x 13 do termo de Alag
e B.dxo, creado polo decreto- de 30 de
Jineiro de 1834, vagos pir nunca terem
sido prvidos vitaliciamente ; devendo den-
tro leste prazo, os preter lentes aos men-
j .ados ffioios apresentar seus requer-
lientos, priva de exame de suieacia, fo-
Ih co.-rida, certilo de exame de portu-
guz a arithnutha, certi-lao de idade, at-
leatado mlico do capicilade physica, e
u lis docu r.entos que os raesmos preten-
lontes julgarem neceisarios, tule devida-
ineato sellado o conforma os arts. 161 e
218 do decreto de 28 do Abril de 18^5.
E para qua cbague ao conbeci meato de
to I os rnaadei piss.tr o presento eiital, o
q'iil s-r affisido no3 lugares mais pub-
-.os. Villa de A'agi de Bix, 4 da Ja-
ndo de 1887. Eu Francis 10 Procopio dt>
Valle, sserivao iot-rina, oeserovi
Alfrdo Seraphco de Aisis Carvdho.
E ra lis se nao cootinb em dito edital, '
qae clminte copiei do proprio original,
o qual mu report) e dou fe. Alag de
Banco, 15 de Jjohide 1887. Eu, Fran-
cisco Procopio do Val. s, escrivlo int trino,
o eslrevie nssign;i. En f de ver Jale.
O escrivo interino Francisco Prjjopio
do Valle.
Ceriifi ;o qua msti data foi atficalo o
e lital, qua vai por copia, por mira Ma-
noel Calheiro da Silva, porteiro iateriao
dos auli'.arios, no pareo da Ciroari Miai-
eipil, abriodo o concurso pan o proviraen-
to dos ofi ios de 1- e 2 tabolliSas e anna-
xo3 deste tormo. O referido verdade.
Villa de Alaga da Baixo, 15 leJuobo de
1887. O porteiro interino dos auditorios
- Manoel Calheiro da Silva.
<*
6:5:0,851
34:057657
8:169jll0
4ii227067
2;98:365
37141U
3:365*775
carrega-
BECAPITCT.ACAO DO A88CCAH
Para 0 exterior 5.'2.150 kilos
Para o interior .
Somma
377.372
899.522
Vapor capacitado
Vapor francs Yule de Santos, aabi lo hontem,
leviu a carga segrate :
Para Baha :
16 saceos oem cera de carnauba".
liivltleuilo
A Cojipanua dos Tiiiluos Urbanos do Ie.ifs i
(Linda b Bebebibs eet distribuinJe o seu 25 di-
videndo, raaao de 8 0/0
Os iut'-reesadoa devam ae dirigir ao escripto.io
de. compauhia at o dia 12 do errente, c dfssc
di 1 em diaole as tercas e sabbados.
Memorial
Em 18 do correte, ao meo dia, devam reunir
ae, em aaaemola geral extraordinaria, os aiseio
niitas da Comf^nhia de EDiFicAvo,afim de tomu-
rext couhecimeoto da reclaniayao que na ultima
sessao da assem'ola geral levantaram alguns ac-
cionistas sobre a elegbilidado 9o engenheiro An-
tonio Carlos de Anuda Beltrao, que obteve maior
ni.mero dj v.toa para o cargo de gerente.
No da il do corrate, es accionist 8 da Coti-
Bojicira, 5 de jclho db 1887
Para o exterior
No vapor ingles Ashbrooke, carregou :
Para Liverpool, J. H. Boxwell 1.600 saccaa
com 118,787 kiloa de algedo.
Na barca sueca Skanda, axregaram :
Para o Baltic, Boratelmaun & (J. 20J saccaa
com 16,131 kilo de algodo.
Para o ulterior
No vapor francs Ville de San'
rain :
Para Sontos, Amorim Irma o & C. 10 pipas com
4.80J litros de alcool, 150 ditas com 72,000 ditos
de dito e 50 barria com 4,800 ditos de dito ; A
Labille 0 pipaa com 9,600 litros de 1 gurdente ;
Maia 6 Keaende 25 pipua com 12,00*) litroa de
aguaidento.
Pra Babia, T. de Haaen 17 race s com 8L0
kilos de cera de carnauba.
No vapor nacional Peraambuc, carrega-
.'.i: :
Para o Ra de Janeiro, M. dos Santos 30 caixas
ivui cajurnbeba, centendo 3J traicos ; B. C.
Aiau Vieira 6.0J0 eccos, tructu ; F. M. da 8lva
Ae U. 25 caixas com 900 kilos de oleo de ricino.
I'ara Baha, P. Al ves & C. 50 volumes com
1,875 kilos de assucar reto jado.
No vapor nacional Ipojuca, carregaram :
Para o Cear, F. A. de Aaevrdo 3i_. saceos com
2,'50 kilos de assucar branco.
Para Aracaty, J. M. Das 5 caixis com 173
k loa de rap.
Na barcaca Victoria Alagoana, carregou :
Para Maragogy. i. P- Baptiata 2,000 litros
de sal.
errado Hfiutclpal de J
iiiovinieuto deste Mercado no dia 6 de Jolho
o s.i^iiinti' :
'.'ir-i iram ;
33 boia pesan lo 5,233 kilos sendo de Olivei-
ra Castro, 23 ditos de 1' qualidade, 10
ditos particulares.
5.0 kilos de peixe a 20 ris 10.al).'
132 cargas de fariuha a 200 res 26*100
48 ditas de fructas diversas a
300 rs. 14*400
7 taboleiros a 200 res 140J
, 13 Suiuoa a 200 ris 2*600
Foram occupados :
25 coluuuua a 600 rea 150SQ
21 compartimeutoe de ariuha a
500 ris. 10,150)
23 ditos d comida a 500 ris 11*500
95 l/| ditos de legumes a 400 ria 38*200
19 ditoa de auino a 700 res 13*300
10 ditos de Ireesuraa a 600 ris 6;OJO
10 tainos a 2* HKXXJ
10 ditos a 1* 10*000
A Oliveira Castro & O.:
51 talhos a 1*
ESTRANOEIBAS
Abbrook -consig. J. H. Box Blanche S. Brothers & C
Chrieiiaa Elyaabeth W. Sons & C.
Ciaudoai L71A Filho.
fraim H Liadgren & C
Elston Aiamsin Howie e C.
Frita Baltar Oiiveira & C.
(aselle ordem.
H.fluung Pereira Carneiro & C.
N .rs 'man Compauhia T.-legraphica.
Osaeo^i W. Sons & C.
Pggy* S. Brothers Se. C.
Reform H. Laudaren & C.
Skindea W. W. Kbilliard.
Silver Sea-1 J. Patcr & C.
# Ville de San'os A. Labille
O aignal indica ter a em'oarcirea) aahido bija
Vaporen a entrar
DOS PORTOS DO SOL
Sergipehoje.
Espirito Banto-
Tnmara 14
Principe dj Grao Parao 14.
Maanaa No.
Congoa 19.
Pernambuco a 27.
Neva-a 29.
DOS
Camilloa 13.
Paraa 28.
-boj'
P0HTO3 DO KOBTB
198*000
233*7tO
:061*40J
1:295*100
Ileadimeatos iiu>li( os
HEZ DE JULHO
Alfanie.ga
Itenda geral
U 1 a 5
di'm e 6
i>nve ter aido arrecadada nes'e di
a quautia de
Koudimeuto do dia 1 a 5
Foi arrecadado liquido at hoje
Preooa do dia :
'Caros verde de 32.1 a 4OO ris o kilo.
Uaiutarj de 600 a 720 ris dem.
balos de 50J 611 i r anuda de 160 a 28 'is u cuia
ililbo de 281 a 361 ris dein.
reijo de 640 a 1*000 dem.
kaiaiiiiiiru Puiilco
Foram abatidas nc Matadcnro da Cabanga 88
reres para o consume do dia 7 de Julho.
. riendu: 62 resea pertencente a Oliveira Castr...
.V C, c 26 a diversos.
DA EUROPA
Trenta 9.
Sullyo 11.
Plutoa 13.
La Plataa 24.
DE HAMBUROO
Bunos-Ayris a 15.
Sant:s-a 16.
DB NEW-PORT
Financeamauhl.
DE NEW-YORK
Embni c ;c5cm
m
porto em
111.431*503
26:947*442
: 38:378/950
aurtaa no
de Julho
NACIONAE8
GiqaiS0B9g. Companha Pernamaucans.
Jacuhype Companbia Pernambasaua.
Joven Correia Amorim Irmaoa & C.
Loyo Loyo db Filho.
Marianninha Baltar Oliveira & C
Miuicsai Baltar Clveira & C.
Mannho Vil Loyo 4 Filho.
Pirapama Companbia Pernambocasa.
S. Bartholomeui B-.rlhclomeu Lourenoo.
S. Francisco Compauhia Pernambu:ana.
Paranhensea 9.
vapor a naur
Espirito Santo amanb, s 5 hiras da tarde,
para os portos do norte.
Navios entrar
Armidade Londres.
Anne Mariedo Itio Qrande do Sol.
Arielde Terra Nova.
Armandoio Ro de Janeiro.
Cumulesdo Porto.
Erutede Uamburgo.
Emolatorde Terra Niva.
Echode Cardff.
Guadianade Lisboa.
Honb r,'suudle Caidiff.
J. G. Fichle-de MontcvdC.
K.-.talinaie Terra Nova.
Leanderde Terra Nova
Lidadordo Rio Grande do Sul.
Mara-de Terra Nova.
Marioho Ido Ro Grande do Sul.
Marinho IXdo Rio Grande do Sul.
Meta Sophiade Hamburgo.
May Coiy de Terra Nova.
Osearde Santos
Petuniade Terru Nova.
Positivodo Rio Grande do Sul.
Taiwardde Liverpool.
Verittsda Porto.
Withelminede Hamburgo.
Moviolento do porto
Navio sahido no dia 6
Santos'e escalaVapor francs Ville de Santos, >
c. icmsudaute J. Henry ; carga varios gene-
ros.
Obsrvamelo
N5o bouve entr;.da.

*v
,1
riws~i


Diario de feriiaiiibucoHuiuta-eira 7 de Julho de 1887
____MiLA
Arrema'afo
Hoje 7 de Julho, depois da aadim.ua do Exm.
Sr. Dr juis do comm-rcio, vai r'ac* ser arre-
matada por veada a casa torrea com sjti, gran
de quintal, grade-amento de ferro ua frente e por-
tao, sita A ra do Dr. Nabuco d. 16, na fregnezia
de N. S. da Grac, peuborada a Candido Qoncitt-
ves Terrea por eieyuco que lhe promove Joai
Gou;alv^s de Souz i Bero polo mosrao ju-io do
commercio, ejeriv.Io Alinear Lima, coui < j foi
publicado no edital do Diario do di* 19 di Junh,.
prozimo 6ndo.
Sao convidadle os senho es sicios a p ocurarem
os f eus ingresaos para o sarao do di t 23 do cor-
rente, nt sede do club, as quintas-fe'ras e aab-
bad '8, d is 7 s 9 horas da noite, pin m/> da com
missaj.
Secretaria do Club Internacional de Regatas,
5 de Julh) de 1887O 2- sacre'ario,
Pompeo C. Casauova.
Estrada de ferro de Ribe'ro ae
Bonito
Pelo presente faeo saber ros Srs. accionistas
d'csta emprez-1, que ap'nas realisaram a Ia e -
Irada de 10 /0 de suas accoes, constantes das
cautellas ns. 16, 28, 32, 47, 59, 61, 66 e 69, 68,
70, 75, 77, 86, 101, 118, 120, 125, 126, e 127, que,
em face do disposto no n. 1 do arf. 9" dos estatu-
tos fica llu-a marcado o pr.'.ao de 30 das, a contar
de boj.-, car. realisartin a entrada com a malta
de 20 /o.
Outrosim, o accionista que nao realisar suas en-
tradas na forma determinada, perder em bene-
ficio da einpr zi as entradas que j t-nha feito.
Recife, 15 de Junhj de 1887.
O secrefarioda directora,
Jos BeUarmino Pereira de Me'lo.
Confiara do Sen!, r Bom Jesas
da Via-sacra da igrejadaSM-
la Cruz.
De orden do noaso irmS> p-ovedor, s3o convi-
dados todos os nosaos iimjjs para reunirom-se em
numero legal em no'so consistira no du sexta-
feira 8 docorrent-, s Choras di tuda, fifiro de
reunidos *m mesa jora\ direm cumpriin -no ao
disposto no art. 36 o DOMO coropromisso, e deli-
beraren) sobre iv-goiios de interesse da mesma
CO'ifru-.l.
Coisistorio da conf.-aria do S;nhor Boa J.-sus
da Va-sacra, 4 i: J ilho do 1387.
O escrivo iot ria,
Franisio Antonio da Silva B.-iris.
Eilisli M i le Juiuiro
Lia mi
Instituto U.(erarlo Olindon&e
Domingo, 10 de Julho, s 10 horas da manhil,
baver sessao de aseeinbla geral, com o numero
que comparecer, para elriclo da nova direct >ria.
Secretaria do Instituto Litterarlo Olindeuse, 5
de Julho de 1887.O Io secretario, Samuel de
Lima Botelho.
A. P. B.
issodafo Porlogueza de Bene-
ficencia
ASSEMBLE'A GER&L EXTRAOR
DIARA
ai Km quo preeeita o art. 87 dos estatu-
to.-, convido os Srs. socios a compareccrem na cede
sicial domingo, 10 'ocerrente s 4 1/2 hoiasda
tarde, afim de tratar-se da Vevogaco dos auditi-
vos approvados em usaembla geral extraordinaria
de 23 de Noveibro de 1881.
Secretaria da asseutb'ca geral da Asso iacao
Portu'ucza de Beneficencia, de Julho do 1887.
O I. fl*cie:arij,
B. de Aguiar.
0
Cu
Sur. t-or.-. Liv.
De ordem do Ir. Ven. ., convido a todos os
Irms -. daSob.-. Aug -. CSaa. ., a eompare-
ccrem na Sed Soc.-. no dia 8 do correte
mez, pelas 7 horas da noite, afim de reunid); cm
Seas.-. deCongrea.-. tratar-sc da, bem estar
de tolos os Irms. e da Sacie '., nao se alten-
dendo redamacao alguma depois do dia 15 de an-
dante, ao valle da ra da Penb i n. 5.
Secret.-. da Nob.-. Aupr.-. Ciz '. Mi;.-.
doEsp.-. Rif. Bras.-. L;v.-. Pop.*, a...
Pera.
5-7-87. E.-. C O
bees.
15:3
Quinta feira, 7 do irrente, horado crstume
haver sessao ordinaria.
Secretaria do Instituto Archeologieo e Geogra-
phico Pernambucano, 5 de Julho de 1887,
Baptista Kegneira,
1* secretaria.
fcaNOO """
DO
BRASIL
Capital 0,000:000^
dem realizado 8,000:0004
A caixa- filial d'es'e Banco funecionando tem
porariamente ra do Commercio n. 38, saca,
vista ou a praz>, contra 03 s^guintes correspon-
dentes no tstrangeir. :
Londres......... s/N. M. R ithschil & Sons.
C. C. E.
Capital do B*neo....... 1.000,000
Capital reJarl.......... 500,000
FubUo de r.-serv-,....... 200,00 A contar d< sia data e t ulterior reso-
lugSu, eoncoer-se-ha juras de doua por
cento ao auno, sobro os 8al los de dinheiro
depositado em conta correte de muvimen-
toni) mesmi Bm'JO.
K-yebe-ae ta a juf>s p ir p-iio i.is ueterminados, ou su-
jeilo ao aviso pivij do trinta das para ser
retirado, ineinte as cndilo is di que ae
dar coubeciiaento nos i iteresaados.
Peroamcuco, 23 do Maio de 1887.
Heury K, Qregory,
Gerente.
.1 miiiiii
A direc'oria f scient-aos Sr3. subscriptores
da nova emis^So de accoea par o hv intam nto
da fabrica na Torre, que fica marcado o praio de
30 iiaa dcsu data, prs pigameiito d^ priaaira
prestar 1 de 10 por cinto, e nutorisado o Sr. 'Iw-
soureiro Jos Joao de Amorim Jnior, para o re--
cebimento.
Recite, 27 d 1 Junh? de 1887.
Ol directoes,
Munoel J i- da Silvi Ouimaraes.
IIiirique Stira,
Sicretario.
Jos Jlo de Amorim Jnior,
Tbeaooreiro.
DIVIDENDO
De ordem da directora communico aos Sre. ac-
cionista* que no dia 4 do corren te disecara a ser
distribuido no escriptorii da Compauhia das 10
horas ao mei dia o 25 dividendo da Companhia
razio de 8 ,'0. e assim se f ir at o dia 12, ex-
ceptuando o domingo. D'esse dia em diante as
tercas e sabbados s mesmas horas. Ilentica-
ment? serio pagos os juros das aeces prefeicn-
ciaes e das dtbentures.
Escrif torio ua Companhia 1 de Julho de 1887.
O direct r g-rente,
Antonio Cerea Smoet.
S. R. J.
Sociedale Recreativa Javentade
Solemnisaca do seu 2i.o anniversario
Communico aoa seohores aesociados que no da
14 de Agosto prximo se solemniea o 23* anni-
versario de nosaa siciclade, com a installucSo da
banda musical e um b>ile, pxri o qual 6e recebem
nesta secretaria notas para couv.tes, at o da 7
do mesmo mez; visto terein de ser entregues
pelas commisso'a para esee fim nomeadas.
Secretaria da Sociodaie Recreativa Juveutude
1- de Julho de 1887.
Jos de Mediis,
2 secretario
anta Casa de Misericordia do
Reelfe
Na secretaria da Santa Casa arrenda-se os se-
guintes predios :
Ba d) Bom Jess n. 13, 3- audar.
dem dem n. 44, 1- andar e leja.
dem do Vigario Thenorio n. 22, 1 andar.
dem ideo n. 25, sobrado.
dem do Mrquez de O.inda 11. 53, 3- andar.
dem do Apollo n. 24, 1- andar.
Ide da M:da n. 45
Ipem iiem n. 47.
dem dem n 49.
dem dem n. 37.
dem da Lingeeta n. 14,
Beceo do Abreu n. 2, 2-
Secretaria da Santa Casa
Recife, 25 de Ma'o de 1837
O escrivio intarino,
Francisco Garios Castelia.
Companhia do Beberibe
Nao ae tendo reonido os genh>rss accionistaa
em nuov-ro sufBcientc para constituir a assembla
eral ordinaria no dia 1 di corrente rnez, sao de
novo convidados pira a renniio do dia'lldeate
mez, ao meio da, n> 1- andar da casa n. 71
ra do Imperador. Essa- reuuio ter lugar com
quslquer qu3 sej 1 a numero de accionistas pre-
sentes, c uelli 82 tratar dos assuiaptos designa-
dos nos estatutos. Recife, 4 d- Julho de 1887.
Ccciliano Maroede Airea Frreira,
Director gerenie.
Ji Eustaquio Frreira Jacobina,
Director secrttario.
1 a'idar.
r,n1ar.
de Misercordia di
CiiMCiiiuiuerrlal K ileroe
Sarao em 30 de Julho de 18S7
Convido acs seohores socios, quites com o cofre
soeial a enviar, m a esta secretaria todos os dias
uteis, das 7 < 10 horas da uoite, as sus nota:; de
convites pira esta fista. Os inglesaos sero for-
necidos pelo Sr. thesoureiro.
Secretaria d>> Club Commercial Euterpe, (> de
Julho de 1687.O J* secretario,
F. J. de Am riiu.
Companhia de Edilicacao
Asae oblea g-Tal extraordinaria
A' rcquisiclo do 26 accionistas, representando
in lis da quinta parte do c.-pital social, c-jnv.ca-
mos a aesembl.'. geral para reunir se extraordina-
riamente no dia 18 do corrente, ao meio aia, na sede
social ao largo de i'edro II n. 77, afim de tomar
cjuh-eiuientu da reclauac < quo 111 ultima sessao
da ni sin 1 assembla levantarara alguns accionis-
tas sobre a elegibilidad do accionista Antonio
Carlos de Anuda B-ltra 1, que obteve maior nu ne-
10 de votos pir o carg} de gerente; questao tus-
,-ilada quand j j 8C tiuhaui retirado dous tercos
dos aeei niis-as que cjnstituiram assembla.
Recife, 1 do Julho do 1887.
Os directores,
Antonio Vioente Nascimento Feitosa.
Gustavo da S-lva Au'-'iies.
Vie ute Frreira d'Albuqucrqu- Nascimento.
f liesonro Provincial
De ordem do Illm. Sr. inspector desta reparti-
r;ao, tafo publico que 110 dia 7 Jo corrente mez,
pga-se a classe de aposentades, relativamente
sos veneimeotos do mrz de Marco prximo rindo.
Pagartoria do Thesouro Provincial de Pernam-
bueo, em 5 de Jiilh) de 1887.
O escrivii da di-speca,
Sil vino A. Rodrigues.
AD.\n NI8TRACAO DOS CORREI08 DE PER
NAMBUCD, 2 DE JULHO DE 1887
i Rela$8o da correspondencia registrada (szm
valor) que existe nesta reparticeo, por
nao terem sido encontrados seus destina-
tarios.
inna Joaopha Preira.
Anua MaMi df; CeeiySo.
A'.tx-rfcj a. ^ii Dini.
Ad'lgioro OAii '. da Albuquerqnc Vasconcellos.
Atgosy Pre4rio de Biqueira Cavaletnte.
Alfred. TaHIa (2)
Aniuuio A As-'vedo Soar^s.
l:ii-m>j G'nt Tavare3.
Ai/.tio NiMfU Fargta.
AutdiMO Tbeuduro da Costa.
BemTinda A^4Bid do Amir Divins.
Balbi*. Vtmaiufi ,s Santos
Bot*io Lop Cx'tano A'V'fti e Castro Nasimento.
Cario de Arroda Sarapai
Cesar e l'icarra.
Domingos Miranda Roberto.
Eugenio Augusto de Oliveira & C.
Franciso Antauio dos -'untos (2).
Fi .neisco C-jrdeiri do Muanla.
Francisco Joiq.:im de Suiza.
Francisco Jos t\ ni m I .-.
Fr&neisco Rayuimd de Carvalho.
Ouilbermina Mari da Couceico.
Juaquim CordeiroCavalcante.
Joaquim Fern ira Netto.
Joaquim Jos de Campos.
Joaquim Mara do Espirito Santo.
Joaquim Silviuo de Audrade.
Jo iiin-i Baptista de Carvalbo.
Joao Athauaaio de Almeid..
Joaj Alvea da Silva (i).
Joo Alexandrino da Silva IfonteirO.
Joao Daro Pereira de Lyra.
Joo Evangelista Leal.
Joao Francisco d: Oiiveira Godoy.
Juan Michilini.
Joao Mendes da Cunha Aaeredo.
Jos Alfonso da Silva.
Jos A ti'.uso.
Jos C-rlos di Silva Leal.
Jos Gorres de Moraet.
Jos Isidoro Borges Leal.
Jos Joi.qiim Frreira.
Jos Libanio da Silva.
Jos Mend-'s Vi-ira.
Jos Rico de Souza.
Jos dos Sintos Pereira.
Jos da Silva Braga.
Jovencio Francisco da Trindade Gaya.
Leouoc A. B Imont Mafra.
Libana Emilia Cesar de Albuquerque.
Luzia Maria da Cooceicao.
Liberato Benicio Frreira lima.
Luizi Pereick
Laureutino do Reg Barros.
Maria Gomef.
Mana da Uooceifao Anuancia(a).
Marcoltno Alves de Mcura.
Manoel Alves dos Santos.
Manoel Antonio dos Santos Vieira (2,.
Manoel Caetauo Poutes.
Manoel da Costa F^rnandes.
Manoel Jos de B..rros.
Manoel Uartios Pires.
Manoel de Olivtira Bast09.
Manjel S'verino G. de Alencar.
M. u'e Souza Machado.
Nicolina Detti().
Paulo B--nto Zidanes.
Paulino T.rres C^valcaute.
Pedro Baptista da Silva.
Pedro Marinho de Almeida dt Silva Filho.
Pcmpilio de Castio Lima e Almeida.
Raphael Florencio de Oliveira.
Rita Maria da Cooceicao.
Silveriti Maria de Araujo Lima.
Soln Antonio de Miranda Henriques.
Sebastian de S uza Lima.
Un.icio Nunes da Silva Limego.
Umbelino Vieira Lima.
Vera de Lima e Sil v /
Vicente Frreira A4ves.
O 1 fficial,
Deoaato Pinto dos Santos:
PbTIB.......
Hamburgo....
Berlim.......
Bn mente.....
Frankfurt 8/ Main)
Antuerpia
Roma....
Genova. .
aples. .
Miiao e mais 340
cidades de Ita-
lia..........
Madrid..........
Barcelona.......}
Cdiz...........I
Malaga.........I
Tarragonr......I
Valencia e cutral; (
tidadea da Hes I
panha e ilhaej
Canarias ...... J
Lisboa.........\
Porto o mais ci- f
dades de
tugal c
Buenos- Ayres....
afaal video.....)
Nova York......
mais ci-r
de Por-/
Ibas...)
De Rohschild Frres.
Deutsche Bank.
Banque d'Anvera.
Banc Genrale 1
sireneiis.
Baneo Hypote;ario de
Espaa e suas agen-
cias.
Banco de Portugal
suas agencias.
Eng'ish Bank of the Ri-
ver Pate, Limited.
G. Ainsirk & C.
Compra saques sobre qutlqucr praca do impe-
rio .'- do estrangeiro.
R-cebe dinbeiro em conta corrento de movi-
mento com juma a lazo de 2% ao anno e por le-
tras a prazo a juros convenoionarlos.
O gerente,
William M Weboter
THEATRO
COMPt\UI.4 PEH-itRir*M
DB
Mavegaeo eostelra por vapor
f ORTOS DO SL
Macei, Pcnedo, Arajaju'^e Babia
O vapor Jacuhype
Commandanle Esteves
Segu no dia 9 de
Julho, s 5 horas da
t.rde.
Recebe carga at e
_ldia 8.^.
Encommendas, passagens e dinboi.is fretc at
4s 3 horas da tarde do dia 9.
ESCRIPTOUIO
Ao Caet da Companhia Ptrrambueana
________________n. 12
C'HPVH!*! PKfiwnir > *t
DE
Vavegaco Costclra por Vapor
Fernando de Noronba
O vapor Giqui
Comandan te Lobo
_
Segu no dia 9 de
Julho, .jielas 12 ho-
ra; da uiauha.
Recebe carga at o
tia;8.
.18 at as 10 ?ras c:a ir. .nha do dia da
partida.
ESCkaTORIO
raes da Companhia aT*eraaHb^ia
cana o. *8
"
LEl'JPi
De um important- cavallo castanbo, novo, muito
gordo, de raja inglesa, proprio para carro,
bonita estampa. Os Srz. pretendentcs desde j
podem ir ve -o ra das Floree, eecheira do
Sr. Deoiato.
A's 11 horas
lna do Imperador in. 3o
Agente Stepple
No arirazern dn rui r?o Mrquez de On-
da n. 19
O agente GusmSe, autor s,do, far leilSo dos
predios cima mencionados, pudendo os prct?n-
dentes ir examina!-es, e para mais nformatoes
o mesmo agente dar.
Lcilao
H.OYAL MAIL STE.4H MMl
mnm
O paquete Trent
COMPANHIA LYRICA ITALIANA
OE OPERAS E OPERETAS
eupreza. NAGHEL
Direc?o-LllZ NILONE
Quinla-feir;.. 7 de Julho
o luaiur nconlerinenio ilicairnl no
>i>n.- do llrnsil
A apparatoca e phautaatica OPi.ttA MGICA
jm 3 actos c 12 qm.droe :
Viagem La
Mise en-scene do actor I. Hilone.
VISTAS
expressameote pintadas pelo distincto scenograpbo
brasil ir j Dr. (urnciru Vil lela,
Vi-aiuakiiuw e aderecos mvos e riquissi
moe.
E' esperado da Europa no di a
9 do corrente, seguind
depois da demora necessaa
ria para
Macei, Bahia, Rio de Janeiro, Santos,
Montevideo c Rueos Ayres
O paquete Tamar
esperado
do sul no dia 14 de
corrente seguinlc
depois da dt mora
necessaria para
-*. Vicente, iLlsboa, Vlgoe Son
thainptoa
ReducccLo de passagens
Ida Ida e volta
A' -uuthainpton 1 elass-.- 28 42
Camarotes reservados para os assageiros de
Pernambnci..
era passagens, (retes, etc., trucia-ee o
Con sign a tari (i 8
Adamsoii Howie &C.
De movis, forquilhas de ferr, telhas
dezinco, vaso3 o lbarri;ade cimento
Quinta-feira 7 do corrente
A'S II H08AS
Urna mobilia de amarello, 1 dita de junco, 1
toilet de Jacaranda, 1 guarda-vestidos de ama
relio, 1 cama d casal, moguo, 1 mesa de jantar,
1 dita grande do sicupira, 1 banqninha oval de
auiaicllo, 1 guarda vasos, 1 marqueza, 1 pequ.-no
guarda lanfa, 4 eadeinM de tola, antigs, 5 ditss
de amarello, 4 vasos gran i^-s para flores, 3 telhas
do lineo, 24 foiqui.h.. de Trro, l barrica de ci-
mento, 1 cabide, torneado, 1 quartinheira, 1 can-
d.'eiropara kerosene e muito: i otros obj*ctoB.
O agente Alfredo Guimaraeo, com autoriaacSo de
orna familia que se retirou para o Rio de Janeiro,
far leilod s m >v. is cima rr-laeionaoos, ob quaes
foram transjj^iados pra o luiaiom da ra do
Bom Jess n. 49, onde ser edeutu ido o leiio.
Ao correr do martello
jLeilo
Agente Brto
De urna armaco do amarello (uvernizada e eu-
vidracada para qualper neg ci, 1 fiteiro, bous
gneros novos, pipas e barrie e vasios, 1 cesta
para roupa, alguns movis e outros obpctos ; na
casa ra de S. JoSo o 17
Sexta-feira 8 di (jrrente
A's 10 1]2 hora*
S. 3- RA
DO OOMMERCIO-N. 3
1- andar
Dji.ds para
Apipucos.
A' 8 lioran.
todas as linhas e trem para
BIT1I0S
Arsenal de Guerra
De ordem do Illm. 8r. major director, distribue-
ae costuras nos cias 6, 7 e 8 do corrente mea,
s eostureiras de na. 1 a 50, de contormidade
com as diapoaices dos annuncios anteriores.
Seccao. de coatnras do Arsenal de Guerra de
Pernambuco, -5 de Julho de 1887.
FeKx Antonio de Alcntara,
Alteres adjunto
CHAJtGElRS REUNS
Companhia Franceza iIp Xavegn
cao a Vapor
Linha quincenal entro o Il-vre, Lis
boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
O rapor Snlly
Coramandsnte Viel
E' esperado da Europa
at o dia 11 de Julho, se-
guindo depois da indispen
savel demora para a Ba-
hia. to de Janeiro
i- Mamo*.
Uoga-se aos Srs. importadores c carga p 'los
vapores desta linha,queiram apresentar dentro de 6
lias a contar do da descarga das alvareng- fxair
quer reclam:co concernente a volumes, que po-
?'-ntu..- tenham seguido piira os pertos do sul,afirx
ie se podercm dar a tenipo as providencias neces-
jarip.s.
Expirado o referido praae a companhiSoa u se
' p.ponsabilisa por extra k-ios.
Para carga, pai sagns, encomin'-ndas e dinbeire
a frete : trata se com o
AGENTE
Augusta Labille
i RA DO COMMERCIO8
VoiietfSlitosl Brasil i- S.- C
O paquete Finance
rii-se de Mi v fori-
Newa, att o dia II e Julho
o qual seguir uepoa da
demora ne2 -mru p>ra
Baha e Rio de Janeiro
'ar carga, passagens, e encommendas traets-
le ci.ui c?
AGENTES
UampfschilTfahrls-ieselIschan
O vapor Buenos Ayres
Espera-se de HAMBURGO,
por LISBOA, e ACORES at
o dia 15 do corrente, teguin-
do depois da demora necea-
sari, jara
Bio de Janeiro e Sanios
Para passageiros e cara a fr> te irata-ae com os
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & .
RA DO COMMERCO N. S
1' andar
Cmnp&izhJa llrafllelra de Xave-
gaeoa Vapor
PORTOS DO NORTL
Vapor Espirito-Santo
Commandante Joao Mana Pessoa
V.< .-gj.-r,,^,, fien porto? do bu!
at o dia 7 de Julio, <
seguir depois da demora in-
dispensavel, para os port< t
do norte at Manoe.
Para carga, passagens encommendaa e val >r< e
traeta-sp na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
De um cavallo allazo cachito, um dito ro-
dado gordo e andador, e um jumento
esquipador.
A's 11 horas
Sexta-felra, H do corrente
Agente Pinto
No armaz-'m da ra do Mrquez de
Olinda n. 52
Em continuado
Um c .rrinlu de 4 rodas coberto, 1 guarda-louci,
1 mobilia, mezas, cadenas, bancos com ps de
ferro, candieiros para k-trosene e 1 lustre de 3 bi -
eos e arandelas para gaz carbnico e omites outros
movis.
AVISOS DIVERSOS
Alugu-se casas a 8,0 no beceo dos Coe-
.hos, junto de .-i. GoncallO : a tratar na ra d
i/nperatria n. 6>.
Oa abaixo nseigeados mudaram o seneecri-
ptorio de advogado e solicitador, da casa n. 38
ra do Imperador ara a de u. 69 4 mesina ra,
sa!a da frente.
Ma.-i.cl J aquim Silveira.
JiSo Caetano de Abreu.
= i'i-i cisa-Bc de um criado de 10 a 12 annos de
iaaie, para cas de familia ; a tratar na ru i do
Barao da Victoria u. 39, loja.
Cuiupra-be as immediacoes Ua igrija da
Soledade, urna casa terrea ; a tratf.r n-sta ty-
pographia.
Precisa-se de nma cosinhcira ; na tataco
di Jaqueia, siio do Sr. V .le. ca.
Aluga-so ou compra-*- nma easa t rre- i s
iiruu-diacen ''' 'gri-ja da Bol la .o.
Precisa-ge de nma ama para tolo Fervici de
urna pesso. : na ra do 'adre Ibriano n. 10,
segundo andar.
Perga ita-se s> I'hoa. Uamsra 'iuniclpal,
qual a lazao tioa puucos apparelbja da companhia
Drainr.ge desta edade, qu-j perteuvem ;. esta digna
corpora?ao. de cata.' em abandono, e quusi todos
furadoa, e o que est aborto nao se pdj entrar
uelle.
Precisa-se de um caixeiro eom pratica de md-
Ibados : ra da L'niau n. 5 i.
Prev^nfo
Pacific Smmii 3iav?auoi Company
3TRAITS OF MAGELLAN LINE
O vapor Araucania
1^=4
iicnrv fot&t k C.
.1 8 RU' O COMMERCIO
/ anda
N. 8
Vapores nacionaes
(NORTE E SUL)
Rio fleJineira. Santos, RoGm-
0 vapor Vrlndo
Espera-se ao dia
dia 17 ifo corrente
do Ria do Janeiro
c seguir depois
da demora do coe
turne para es por-
tos cima' indicados.
Recebe carga, enccmmendas e passageiros para
os mesmos portos : a tratar con
PEREIRA. CARNEIR1-& C.
N. 6.-RA DO COMMERCIO N. 6
1- andar
Espera-se dos portos do
sul at o dia 18 de Ju-
lho seguindo para
a Europa depois da
demora do costume.
Este paquete eos qne dora
em diante segirem locaro em
Plymonlh, o que facilitar che-
garcm os passageiros com mai
brevidade a Londres.
Para carga, passagens, encommendas c din-
heiro a freta tracta-necom os
AGENTES
Vl'llson Honn Ol C, Umlted
N. 14 RA DO COMMERCIO N 14
. Lisboa e Porto
Lugre portuguez
Jos Estcvo
Ohegar brevemente do Rio de Janeiro, e rece-
bar carga a frete para os roteridos portos sabin-
do dentro de poucos dias ; a tratar com Amorim
Irmaoj & C.
Para o Rio Grande do Sal
Signe com brevidade para o porto cima, ~o
lugar nacional Mart'nio 7' : para o resto da car-
ga que lhe falta, trata-so com on consignatarios
Jos da Silva Loyo & -Filho.
Para o Porto por Lis-
boa
Segu brevemente para os portos indicados a
barcw portugueza Claudina ; para cirga-e passa-
geiros trata-sseom os consignatarios Jos da Sil-
va L >yo & Filho.
Importante leila
De bons movis, excelente piano, quadros
p-'lhos e diversas plantas.
Sexta feira 8 do corrente
A's 11 lioras
No Largo do Entrone-amento prime-ira
casa dos Aflictos. .
(0VVIA\I0 :
Sala de^visita
Urna impirtai.tr mobilia de Jacaranda a Luiz
XV ncdulbao con' 12 Cideiras de guarnida-, 4
ditas de balaceo, 1 sof e 2 duuqm rquee com es-
pelbos, 1 excelente piano completamente novo do
fabricante Ccol Scheeliu Cas I, 1 espelho oval, 6
importantes quadros sendo i da 1* mis que se
celebrou no Brasil, 2 lindos jarros graudts, 2 ditos
menores, 3 suucfas e cortinadas, o par s de
etagers dourados, 1 "lustre de cry.-ial para gaz
carbnico, 2 cscarradeiras finas, 1 a!mofada bor-
dada para sof, tapetes para porta, 1 tapi-te forro
de sala, eucanam.-i.lo registros [e candieiros de
gaz.
A'cova
Um importante t.iil-t de Jacaranda, 1 lavatorio
de dito com pedra, 1 guarda-vestidos de rail de
amarello, 1 consolo com pedra, 1 cabide, lidos
objectos para cima de toilet.
Sala de jantar
Urna meza elstica coru 6 tabo i, 2 importantes
apparadores com podras, 1 gmrd i -laucas (obras de
gosto), 12 cadeiras de junco, 1 quartinheira, 1
cadeira alta para creanca, 4 etagers com jarros,
1 relogio, 1 apparelho de el-ctro-plat,- para cb, 1
dito de faianc para dito, 3 jfiucteirns de cryotal,
i filtio, loucas para almofo e jantar. c pos. clices,
garrafas, galheler, uauaejas, faca.-, gartoe,
colh ris, e cacitos outros objeetcs.
Saleta
Dona apparadores. 1 sof, 1 rreza cm ps tor-
neados, i caixa cm ferramenta.
8 .tao do Ia andar
Urna meza grande de cedro, 1 lavatorio cem
bacia, 5 quadros, 1 s.f, 2 espreguicadeiras seudo
urna de mogno e outra de junco, 1 relogio de p dr.*
marmorc e metal, i2 pares de jarros do faiance,
1 piano do fabricante, Bhudel e Vigne, 1 impr-
tante secretaria de,mogno, 1 cadeira de rosca para
a mesina, 3 venezianas.
Io Quarto
Urna cama para casal, 1 importante commoda
de amaiello, 1 bidet. 1 lavatorio e 2 quadros.
2o Quarto
Ux marquczlo largo, 1 cama para creanca, 1
cabide, 1 estante para livros.
Jardim
Grande quantidade de erotoos palmeiras, bigo-
nias, sapotis e outr..9 muitj.s p'antaa o 2 bancos
para jardim.
O agilite Gusmo, autorisads por urna familia
que njud W-sa para tora da provincia far leilao
dos mov is cima mencionados os quaes sao quasi
novos e de gosto,
A's 10 1/2 horas partir un: tr Santo Antonio tacando em todo:- os pontos que dar
passagens gratis aos concurrentes.
Nincuem compre em hasta publica, boj.-, o so-
brado n. 26, ra do Vigario Tenorio, porque
nao pertence ao executado e sin* a outrem, que
est no sea dominio poste.
Banco do Brazil
Fgase o 67. dividendo a razio de 900D por
accao : no escriptorio de Pereira Carneiro C,
ra do Commercio n. 6, 1. andar.
Grande successo da o poca
OTELLO
Grande oprra do immortal maestra G. Verdi,
representada pela primeira vez. em 5 de Feverei-
ro de 1887, na scala de Milo.
A partitura para piano e canto acabi de rece-
bar o armazem de pianos e msicas, da ra do
Imperad.r n. 55
Casi Vctor Pralle
Tambcm o respeifav.l publico enc,i)'rir um
grande sortimtnto de rimas de .'iver-OK autores
e msicas para canto, piano c diversos instru-
x ntos-, entre ellos muirs novidades
Attenco
Vende-se a bem afregu-'Zdda taverna da ra
Vidal de Negreiros n. 2, pr.pria para principian-
te por ter p.ucos fundos, e o motivo da venda
o dono t'-r duas ; a tratar na ra do Nogueira
numero 1.
Charutos baratos
Em '.milheiroa en a retalho
Amadcres de J. F. de Simas.
Perolas de J. F. de Simas.
Exposicao de Fraucelino II dos Res.
A venda ra do Commercio n. 28.
Ama
Precisa-se de um ama pira cosinhar ; no lar-
go dj Paraso n. 14.
\uia
Precisa-se de urna ama pura todos es ser vicos
d* casii de familia ; i tratar ua ra do Barao da
Victoria n 7, 2- audar.
luga-sc
na fregu-zia da Boa-Vist, ra doj Prazeres n.
48, urna boa casa com 6 qnartos, banheiro e co-
sinba, muito fresca : a tratar na ra da Impera-
triz n. 61, loja dj fazendas.
Alnga-se
a loja do sobrado ra da Imperatriz n. 20, mui-
to propria para neee-io, tendo ni mesma urna
armacao, que o dono vende a pjr preco commodo ;
a tratar na ra do Bom J-.-sus n. 11, 1 andar.
' Licenciado pela Inspectora Geral
de Hygine do Imperio do Brazil.
Piloto
Precisa-se de un a bordo do patacho hxazileiio
Jcvn Correia, para a sua viagem ao Porto :
tratar com o capitao do navio.
Agente Burlamaqai
Leilao
Mabbado 9 do corrate
Ao meio dia
Do estabelecimento e fabrica de genebra,
vinbo e vinagre, ra da Penha n. 7
O agente cima, por maidado e assistencia do
Illm. Sr. Dr. juiz de dircilo da pruvedoria, ven-
der em ieilo, em lote ou a reralhi, genebra, vi-
nho. vinagre, moVv-is e um relogio de prata, per-
tencente a um espoli), a M-querimento do inven-
tariante Jos Nigueira da Silva.
Leilao de predios
Do sitio do B:ccJ do Espiuheiro, n. 1, com casa
de pedra e cal. com frente para tres ras, tendo
3 janellas de freute, portas nos oitoes, com duas
ealas, i quartos, cozinba externa, cacimba, medin-
do 300 palmos de frente e 375 ou 385 ditos de
fundos, terreno proprio com al^umas arvor.s ; em
3 minutos che^a-se estayo do Espinheiro.
Do duas laeis-aguas travessa do Principe
ns. 2e4.
Da casa terrea na estrada do Caxang junto
estuc-o do Zjmbi, com 2 portas do frente em ter-
reno proprio e oceupada por urna taverna.
Da casa terrea sita i ra, D. Maria Cesar n.
31 (Recife), com 2 salas, 2 quartos, quintal, ca
cimba, cosinha fra, terreno proprio, renda 20
mcc3aes.
Da casa terroa sita a ra dos Guararapes n.
31 (Recife), com 2 salas, 4 quartos, quintal, cosi-
nha fra, terreno proprio, rende 3U000.
Femaudcs Vieira ns. 54 e 56 com 14 casinhaa
nos fandos, rende 121/000 meusaes, terreno fo-
reiro.
Kegaada feira 11 de Julho
AS 11 -HORAS
Xarope-Zed
(O CODEINA a TOLU)
O Xsxrope Zed emprega-se contra, as
Irritofoes do "Frito, Tosse dos Tsicos, Tosst
convulsa [Coqueluche),'Bronchites,Constipafdts,
Catarrhos e Insomnios persistentes.
\, PARS. 32, rae Drouot. *a Kliuiur
SenieBles k carrapato
Ccmpra-se grandes e pequeas quantidades :
na drogara de Fn neisco M. da Silva & C, ra
do Mrquez de Oiinla n. 23.
a
Francisca Honorina de Rallo e
Silva
Pedro Gaudiano de Ratis e Silva, seu genro e
sobrinho Elias des Santos Asevedo e Silva, agra-
deccm cordialin.. nte aos amigos, que caridosa-
mentc acompanbaram ultima mocada o-jeadaver
de sua muito, presada filha e esposa^ Francisca
Honorina de Ratis e Silva, e Ihes avisam que na
eegundafeira II do corrente serao celebradas
missas por sua alma na greja de Santa Rita,
pelas "8 horas da raanh ; para o que anda os
convidam. _
t
Joaquim Fernandes Bamos
Eudocia Fi ancibCa Ramos e seus filhes agrade-
cen) a todas as pesetas que se dignsram acompa-
nbar os restos mwtaes de seu sempre chorado
esposo, Joaquim, rVrmudes Ramo?, sua ultima
morada ; e de Irbvo p-dem a seus pareutes e ami-
gos do finado para a&sistirem a m'ssa de stimo
da, que tem de ser resada na igreja do Espirito
Santo, as 6 1/2 horas do di 8.
o. Mara Benedicta de oasa
Bandelra
Sexta-feira 8, do corrente, 1 anniversane do
failecimento de Mana Kenedicta de Souia
Bandeira, n-.-ar-ne-hao inissas 4s 8 horas da ma-
nh, na matria da Boa-Vista.
/
\
I
1
( IHIIH 1




t;
Diario S^rtamfefc*- Quniafcira 7 de Julho
Mug*SQ barato
Ru Veconde d. Itaparica n. 43, armazem.
Rui Corcnel tnaasuna n. 141, quarto.
liua de Sun'''
Ra do Ror:o u. 39
Rus do Calabuuco n. 4, loja.
riata-se na rita do Co cuicrcio u. o, 10 ajuiat
- rio dv Silva ('.iimariltia & C.
lluga-se
o grande litio Tacnruns, no Salgadinho, com baa-
tajutes trras par plantbcoes e muiros arvoredos :
Juem pretender dinja-se fabrica Apollo, ra do
[ospicio. ______
Alir?a*sc
o 1' andar da ra do Vise i.-ide de Inbhuaa n. 73
Citin bous emuiodos para familia, perto d o mor-
cado e cora excelente vista ; a tratar na Ventu-
rosa, ra do Cabug.
Sementes e arrpalo
Compra-Be na fabrica Apollo ra do Hospicio
numero 79. _________________________
Negriftha
Na ra da Alegra n. 14, precian se de urna
negrinha de 12 a 14 anuos de idade, para sarvicc
domestico. ^^^_________^_____.
Engoiumadeira
Precisa-se de>nj*a aiaa-que auKomme com per
teito ; na roa do Mrquez do Herva! n. 10.
Alug
a-se
O t^brado re un andar e sn'ao ra do Bartho-
loaami a. 67, .-l calado e piulad> de dovj e ti m
bees commudos : a tratar na ra larga Jo Rosario
n. 34, botica.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar em casa
de familia de ditas pisaoas, na la Duque de Ca
lia* n. 86, terceiro andar.
Vina
Precisa-se de urna ama para casa de peuca
familia, que compre e saina cosinbar ; na ra do
Bario da Vict..r u. 15, S- andar.
Ama
Prc< isa-se de urna ama ; na ra do Vise ude
de Pelotas (antiga do Ara gao) n. 1, 2- andar.
Ama
Prceiaa-se de urna ama para cosinbar e engjm-
mar : Da ra-da Concordia n. 18.
1
Precisa-se de urna ama ; na ra Bella n. 35.
AMAS
que tenba leite bom e
a tratar na ra do Im-
precisa-se de duas amas, urna pira cosinbar e
outra para servio.a atemos ; a tratar na ra do
Progresso n. i. ___________^_^___
Ama de leite
Precisa-se de urna ama
novo, e nao traga filbos ;
perador n. 52, andar.
"SAUNDERS^BROTHERS~& C, "la7g~doCor-
po Santo 11, t ein para vender :
Cerv japreta e branca, de M. B. Forster 4
Soas.
Dita allemi, Pilstu Be-'*.
Viuh > Shury. Amantillado.
Dita B idcau, S'. Julien.
Whisky, Thiste Blend Scotck Wi.-ky***
Dito ... *
Presuttis de Adamaoa.
Maixena de Bnwui & C.
Ph apto tos, Aiueslosto Safe'y Matonea.
Tintas em misaa, branca de aiaco, de chumbo,
preta e verde.
Zircao.
Plvora da muito coubec:ia e acreditada marca
ER.
SEKOLIM
DeBrons &C, de Glasgow
Este ariigo, preparado por um novo processo
de trigo da mebor qualidade, poesue os elemen-
tos neceasarios para nutricio da criaucaa e doen-
tes, i muito se recommeuda por ser de fcil di-
gestao e gesto muito agralavel : tambem pode-se
fazer urna excelleote papa, misturado em partes
iguacs c m a maizeua Joj meamos fabricantes,
addiciouandc-se-lhr a'gum leite nicos agentes
nesta jra^a, Saundera lirotbers & C, largo do
Ccrpo Santo o 11, primeito andar.
5C 5
a- ?
89 5C 5|
Se 8" l
^*" Zl
Se 5 B a 5
3 s ^
as 9
3 % as
9
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9 as !"g s.
^ L.
ZK
es 0
["3
cao
-arSa*
Tiaar i liana
PAR.A TING1R A
barba e os cabellos
Esta tintura tinge a barba e ns cabellos ins-
rantaneaiDcnie, dando ibes urna bonita cor
9 natura!, r- rcTOSvO o u oso simple? c
rpido.
Vende se nr. BOTICA FRWCEZA E DRO-
GARA de Roaquryrol Fro-es, snecessorea de A.
CAORfi, rut do Baa^-Jesus antiga da Ctu
n. V________________________________
kS PASTILHAS
De ANGELM&MENTRUZ
l'osiiiheir
Precisa se de nm bom jufante para cosioha
no hotel do Caminno ovo.
Ama
Precisa se de urna ama p ra coaiahar
de Pedro Affonso n. 70.
Cosinheira
Precisarse de umi cosinheira pora casa de pe-
quanf familia, em Olioda, ^g s com generoai-
dade ; a tratar no Recife, na eitc3o da ra da
Aurora, cem o Sr Brito bilbeteiro, ou em Olinda
com o Sr. Mareolino na estacac do Carmo.
XAROPE
VIHHOoURBBA
BARTHOLOMEO 8 C
PhaHH. fitrnambuco
Unios preparados le Ji; RUBELA re-
commendados pelos (tedeos contra as
Doenci do Estomago, Tirulo Ttaan
c totoatlao, erda do AapaUta.utc.
15 Annos de bom xito!
EXIGIR A ASBICNATURA.
CONTRA
DefluTj* Oripp*. Broncbltaa,
H-ritacdt.3 do Peito. XAROPE e a PASTA peitoral I
deNAFde DEL ANQRENIER *ftn '1- umaefflcacUoflrta J
verificad pf>r M.-i. Vos da AciukaiiaUe M "lcinada Franca. 1
5em Ofio,' MarjMna nf.ni Codeina >\t-t* aem receio a |
(laocM aaffectAdas de Tos* ou Coqueluche.
PAR8, ra \ivienne, 53, PARS
; EM TODAS AS PARMACIAS
DO MUNDO.
O EXTEAOTO COMPOSTO DE
Salsaparrilha
do Dr. Ayer,
ctirpa i < i;ij;
sro(va Ilr<-litara, o as
affecr ( !.: iini.l.ulcs
o mercurio. Ao
om-
iiiiii.r.'i lo urna -o e
.. '^lagvamlo
Medecina Bsjg'enera-dora,
i ooiuiM>la cota a vcr.'.t.loira SaleoparrUiu Uuiiiliuiu-. d... IjmIob (1. l-if:'.io u c Ferro, u
outn I '' virtudes
coratlt reparados.
A fomiuU proltosao'
ropdlRa, e -l Sai^a-
i.iia no li! AvKK "Un u..;
Remedio Absoluto
as onfermiilaUrs occasionadaa pc-lo estado
o cr.-.o lill alto i.ra.
muito maiaque . que preten neitos, e
im como a
i ai i i. ai
DR. J. C. AYER k CA.,
Iiowoll, Mass., E. U. A.
A' renda nw pttadpaaa pitaiilieilhn a dtpgMlas.
Para p qu-na familia
Alugt-se por c munido preco o soto do i' an-
dar n. 63 da ra do Viaeonde de Ituparica, anti-
ga do Apollo ; no mesnio preciru-so de nm criado,
paga-so bem.________________________
Ao coinmcpcio
O abaizo assignado tem justo e contratado
comprar a taverna sita ra de Oas Cardoso n.
60, pertenceiite ao Sr. Eugenio da Silva Oliveira,
se alguem scjulgar com diieito mesma sobre
qualquer t tul., a presen te-se no prazo do 3 dias,
a contar deata data. Recife, 5 de Julho de 1887.
Joo Aitaberto L j ca
Ueclaraca
O hachare1. Manoel Muyrinck Monteiro de Au-
drade declara que niuguem faca transaceao de
especie alguma c ui o seu irmao Pedro Affjuso
Maynnck Monteirv do Andrade, tm virtude de
seu estado de gaJe, que ha dous meses a esta
parte acba-se compromettida, c mo podem atteh-
tar 03 Os. Afljnso Arlhur Cysnerro de Alba
qterque e Silva Ferreira, e declara mais que
qnalquir letra de seu endoaae ou acei'.e em face
da lei nenhum valor ter. R.cif?, 4 de Julho de
1887.
Manoel Mayriock M. de Andrade.
^olarinhos e puitlios de
s.klluloi Carlos Linden icccb< 'i pelo ultiao vapor, e
vende !i..ratisimo ; un raa do Burilo numero 48.
fliar,acia cealral
Boa dolmueadar n. 38
Jos Francisco Bitteueourt, antigo pharmaceu
tico da | h irmac i frnnceza tua j Bario da
Victoria u. 25, :.vUa a ;i.uj amigos < fregutacs,
que re acha na pharmncia kchhi, Pudo espera
cnliu'.i r u meree. i a enfiacca qun felina i.t
depositarais HB si as trabah is prot|a>ooaoa
Caixcro
Precisa-sj de i"m meniuu com pratica do mo
lhads ; na roa de ilortut u. <7.
AMA
Precisa-so de urna ama para lavar e en-
gommar cm casa de familia : na ra do
Riachuelo n. 13 se dir.
Far8llu fl'j caroco de aigottao
a 400 rs. a arroba
Chrg u t primeira remesua do precioso f ueil.
decarV'o alimeut pura unimacs Je rafa /avallar, vacjum
suino, etc. O caroco de algtdo depjis de ex-
trahida a casca o rudo o olea, o mais rico ali
ment que se poje dar ac animits para os forts.
lcciT eingerar c. m adinuavel rapidez.
Nos Estados Uui loa da AaaeMoa do Norte e nn
Inglaterra tito ero.'regado (eom o mais feliz re-
sultado) de preferencia :o miibo e cutios farelhs
que sao mui'o ma3 curo e ole sao de tanta sus-
tancia.
A tratar uo Bcriit l.arto do Cor
?o Santo, l" andar
TKINSON
PERFUMARA ingleza
t*rnd b mais um lecolo ; xcl toda
9 outrsp^Ioi#n p^riimd^lador riqu'Wto.
TRK7. MKAl.HAS I>| OuilO
PARIZ 1878, CALCUTTA 1-i
nUeilra-ini. x -il''t>riadesaa luaiida*r|9.
SPRIHG FLOWERS
JOCKEY CLUB J45MU
Huoraopio hacnolia
Agu sfimada d<"
LVANDA INGLEZA DE ATKINSQN
ouiros muitus conheciao^ f^r-am-- i>--b si
tiaalifUdr* c odor deleita
Ao coiutucreio
Os h'.'aixo a~~eignados dicleram que cimpraram
ao 8r. J'.aquim Fruueiseo das Cbagas a Silva, o
estabeleuiuiento de miud-aas ru.i da Imperatrir
n. 74, U de qualquer cnus; se alguem se julgar com direito
queira reelauar dentro d'1 trez dias.
Beeif.-, 5 de Julho de 1887.
Fri'ita* T'.vmes C.
P
VEHDS
Vende se urna ca* de tuipa na terreno fo-
r junio a ra de S Jcao ; a tratar na raa da Palma
numero 47.
Puro licor de janipapo
Vndese nos estubekcment< s dos Sra. Albeiro
Oliveira & C, ra da Imperatnz n. 42, e Jos
Joaquim Alves &. O, na do Baro da Victoria
n. 69. Recommenda-ae a peifeicao com que fei-
to calo licor.
Livramento & C.
vendem cimento port'aod, marca Bobine, de 1*
qualidade ; no caes do Apollo n. 45.
WHSKY
UTAL BLEND marca ViAOO
ate ezcellentc Whisky Escessca -env
*q cognac ou aguardcn.e de eanna, para tDrtffic*
> corpo.
Vende-se a retalho nos tu Ihores armazen-:
nolhados.
Pede ROY AL BLEND marca VIADcujon
se e emblema sao registrados para todo o Brui
BROWN3 & C, agentes
Pr eisa-se
de urna menina de 10 12 annn de idade, para
andar com ama ctiaocinha de annos, trata-fe
bemed-se de vestir ; precisa en tambem de ama
senh.ra idos que possa prestar leves aervioos ce
casa, mediante un. pequ no ordenado, ambas para
casa de familii : a tratar na ra Velba n 36,
collegio.
Cosinheira escrava
Precisa-se de um c.siiib iro escravo, para urna
casa de pequMia familia; a tratar no eaes da
Companbia u. 2, criptonu.
atug.iientando a
acucar
a\pparelbf s cconoaiicoa para o cozimeo-
te O cura.. Proprio para n^coho peque-
os, sendo mdico em preco e ef-
fectlvo cm opcra^ito
Pdese ajuntar aos engenlioe existentes
do ayetema velho, melh"rando muito
qualidade quar.tidafie.
4MWBAVAO MJJL'O SIMPLES
Uzinas grandes ou ungenhoa centraeg,
iua;hiu:io i>p no. Plantas cur ipl-.Us oa 'n
separado.
Etjpecitici'j-B e irit'irnij<;5"s c..m
IllOWUft .
5-RA DO OOAtMERCIO-^
Compras por atacado
Precisa se de um criado eaetavo, para ama ca>a
de pequ< na familia ; a tratar no caes da Coinpi-
nhia n. 2, eacriiitorso.
eitoraj de cambar
Agentes e depostanos geraes n^sta provincia
FRANCISCO M. DA SILVA & C.
No artnaaem d" drogas ra do Mrquez de
Oludan.28.
Precoa.: Jfratco 2/580, 1/2 duzia
13(000 e duzia 24/000
Tinta preta
INALTERAVEL
E
COMHI M( ATIV%
PHARMACIA CESTKA Li
38 Raa do Imperador 38
Pe rn asmtico
8erve para tecriptora^io mercantil e d tres oa
quatro copias de ima v i z
\arope de canbdr guaco e bal-
soi reparado pelo, pharmaaeutico Jos Franciscol
BiUertCuart
.' um poderoso p.-oparado para todas as aff.-c-
;6ea doa orgos repiia!oras, como catar;-ho pitl-
monar, astria, joquelut-ue, brruchiu-, : uno
lia, tisiea, le, e.
faaacg 1*000
leposito na Pharmacia Central, iui i Imperi-
dor n. 38. P. ruamiiuc...
iiua
Preeisa-sc ce uina ama para casa de pouea fa-
milia ; na ra do Socego n. 22.
PIANISTA-
Luiz de Britto toca eta reunioes e partidas : a
tratar na ra Sete de Setembro n. 16.
(AVALLO
Vende-se am csvallo de sella bastante gordo e
grande, castanbo andrino, andador de baixo a
meia : a tratar na ra da Boda, eccheira de Jos
de M.
.-i
MST* aBIEKTAl MA OEKTEi BE / IIMCSM
em rival para alvejir e euib .i ...^ .l.-nes
preserTar asje^^-
beciln-Mibu tt ioioi sie:. iula itriuilei
i. E ATKIN30N
34, Od Bond Streot. Londres.
Marca lo Fabrica L' raa" R j-a branca "
obre orna Lyr e Our
. :: maz. -
' i
Criada
Precisa-ao de ama criada que saiba cosinhar e
engommar, tratar na ra do Baro da Victoria
n. 60.
Pedido
I.
Roga-sc pla scgeftc'a v. z ao Dr. Paulo Caela-
no de Aibuquerque a apparecer roa do Impera-
dor n. 81, afim de dar Sjiucao ao numero Cima.
Cofres
O Pelioral CaaaaOar
tenvpreeoa eapeeiaoa pxa a.iull rem grandej porg .-. Distrfbnera se imtrresb'.'
qutan es pedir, eon'endo as eondicoes e vendas :
na ma do Marques de Olirrda j 'iS drogara dos
nicos .-gentes e depositarios .raes
Francisco M. da Silva i C.
Carlos Sinden recebes' e vende barato pt>i icr
de coD9gnar;o tres cofre3, prova de to; i ; na
cua do Baio da Victoria n. *.
PfLLAS
JURUBEBA'
IHTHCL&fl a C
Z*"4. t>. PmambBco.
' Curto a aneaaia, Flores brancas,
. Taita de Meaetruac&o,
neMliladw-oftria eumngaJ
r'rit a aBsignatvixa,
O 8r. Joe Brrelo P.-.es de M. He, genro do Sr.
Jos Ignacia de Avila, teuba a bondade de ir
ra da Di tencao n 16, conclu interebso com o abaixo assignado ; isto j ser
cara dar. Recife, i de Julho de 18o7.
Joe An'enb.Albuquerque Pedresa.
CW pr^osuperi#r
C'irlos Sinden recebcu pelo ultimo vapor e con-
tina a vender seto competencia ; na raa do Ba-
ro da Victoria n. 48, i. ja do aitaiate.
IxWile Malta k'Vm
Prsparado
DE
ni no i c.ms \vi;iJ,t(Min & v
CHIMICOS DE I.ONDBES
Um poderoso agente digestivo e acimilativo ; um
al ment nutritivo, especialmente adoptado p.ra
os eiifermos e nio; uai grande succedanen do
aseite de figado de baoalbo.
O Extracto de Malta de Kepler um alimento
porfeito em si mesmo e coLtem todos os principios
digestivos e nutritivos da cavada, is'.o phospha-
toa, maltosa, d.strina, albmina e o importante
quanto poderoso aece.-sorio digestivo chamado
Diastaae,podeodo-a^ assim dieer que com a in
trodueco do Extracto de Malta, como agente the-
rapeutico, se ha produzidc urna revolugao no trac-
tam rando especiulmeute na dvpcpBa, ulceracao do
estomago, aanen a do eatoiuago, debilidades, cou-
valescencias de er.fcrmidadea rgudas, vmitos e
gastro-enterites das ci tancas, marasmos, affaecoes
tscrofalcsas, tubercalosad. etc.
Unte* aVa>ai 34 Ra do Rosario 34
Pharmacia e Drogara
B \RTHOLOMEU & C. SUCCESSOKES
Pilulas purgativas e depurativas
le .aiiipanli
Estas lilulas, cuj. (^t>panc2o purameute ve
etal, teem sido por mais de i annos aproreitada
:om os melborea resultadas as srguintes moles-
tias : affeccoea da ,>clle e do figado, sypbilis, boa
boes, escrfulas, ehwtt- invaeradas, erysipelaa
^onorrhas.
Mothu ele nxal a
Como purgativas: turru-ae du 3 a 6 por dia, i
ndo-se apis cuda d<5se um pauco d'agua adoca
da, cha ou caldo..
Coiuo reguladoras.- tome-se uui,piluk aojantai
Eetas pilulas, de iuvcrtc-Xo dos pharmaceutic.it
Alrreida Andrade & Fillios, teem veridielum do
Srs. mdicos para sita mulbor garanta, toroande-
>e mais recommendaveis, por scretn uro segu i
ourgativo e de pouca dieta, polo que pwlao. sei
isadas em viagem.
ACHAM-SE V VENDA
> drogara de Furia Nobrinbu <'
*l~RDA DO MRQUEZ HK OLISDA 41
I'iiiiicsch l'errelra de \oiae>
Ro=a de Liu,a Noyes, Autcnio Augusto Pe-
reira da Silva e Drs. Francisco Ferreira de No-
vaes e Jos Ferreira de N. v.is (-^stes aumentes),
viuva, genro e fiib.s Jo tallecido Francisco Fer-
reira de Novaea, bemouino serta sobrohjsc netos.
mandam celebrar mistas por alma do finado no
dia 8 do correrite. sitimo de seu passamento, s
8 horas da roanha, na ordem terceira de S. Fran
cisco. Pedem a todos os -Cus amigos e mais pi-
rentcs o obsequio de nscistirt m a case acto de ca-
ridade c religiao, pelo que se cenfessam eterna-
mente erutos.
Mais iievidatles
Ka loja tas lislras azucs
t Ra Duque de Casias 1
Telcphone 211
Leques transparentes lindas cores a 2/ 2500 e
3A00O.
Cretones da Regata ultima rcvidadea320
rtjis.
Setinetas lavradas todas as cores, dosenhos lin-
dos a 240 ris.
Cortes de cambraias bordadas e com salpicos a
5/500 a peSa.
Setim de Maej, pr<-to e de t. das es corea a
900 e l/OOJ.
Tampos de froubas francezas, grandes e peque-
os a 1/500 o par.
Cortinados bordados e de crochet desde 6/ at
90*000.
Grinaldas com ricos js de Blond, desde 8/.
Espsitilh)s coursca ou com fita de borracha
todo p:i 5 ).
Luv.s de seda i botos, ou arrendadas, putas
cu de qualquer cor 2/000.
Extractos frauerzes finos desde 2000.
Oleo oriza verdadeiro a 900 ris.
Baleias para vestidos melbor qualidade esco-
lLa a 300 ra. a duzia.
Leques a Joauite com eufete lantejolus a
oCOris.
Madapolo americano camiseiro a 6/ a peca.
Chites muito finas e cor segura a 210 ris.
Sargelio trances fino qualquer cor a 240 ris.
Renda hespanhola preta a 3/(03 a guarnicao
para vestido.
MirLs prvtcs e -' torfi-s aa cores a 800 e
1/10).
Camisas icgiozaa para meniuos a 35/000 a
duzia.
Meias inglesas para horneas senboras meninos
desde 3/f 00 a duzia.
Colia de fuetio brancas e de cores a 2/000 e
2/500.
Brim pardo para r rjp de meninos a 330 rie.
Eeguaj de inho intratado parda para vestidos
a HiO ris.
Bordados tapados, transparente, e de fusto
desde 300 res a peca.
E ontras muitas fuzendas que se d muito ba-
rato na loja de
Jos' Augurio Das
4 Revoluto
Aula mata particular
Mana da C de D.'inm.uud participa aos Exms.
p-.is de familia que t ana aula c ni i i s une-
cienar na ra do Aniyau n.'2i, pritueiro andar.
0
Precisare de dta
ria n. 9.
Y*-----------
na ra rio Baio di. Vicie-
Ama e ieite
r-'inlra Prnnciara Louretro
Joo F ro, Leobiua Baptiata Loortiro, Mara Wuderley
da Pootoar* Ljuraiiro, Eufwajme Franeiace Fer-
reira, Olegurio- >evacs Cuatullao, Joao Carlos
Ferreira, Mara Afha Ferr>ira Castellao, Isabel
Benigna Ferreira, Eufrosiaa Lciiguinho Ferreira
e Francisca Candida Ferreira, agiadecem s pes-
soas que se dgnaram acompanhar oa restos m>r-
taes para u .-ua ultima morada, de sua presada t
semprc lembrada irmil, cunhada e ta, Argemira
Francisca Loureiro ; e de n>vo Ibes pedem o ca-
ridjso obsequio de ataietiren as mistas que pelo
eteriu rcpiuso de sua alma mandam resar na
ordem terceira do Carino, fa 7 Ii'3 horas da ma-
nba do da cjuinta-fcir.. 7 de Julho; pelo que
desdo j MUlcc'Pim a sua gratido. Tambem pe-
dem descule.* a aqu'.-l'as p-. atoante suas amizades
que deixaram OB ser e .nvidadaa em consequencia
da prrc'pitac. dos meemos convites.
Vlalutt Alte* Campelko
Ja sus.8 filhf.s e ^enro, agradec m e.rdialmente s
ptssoas que te .i gaarsin lie .ssulir aos ltimos
suffra :os de m aimpre chimda filba, irma e
candada, Vivini Aivna Campero, fallecida no dia
2 do corr nte, e p-de-I ora iiovi.uiciite o caridosn
obsequii) de ata nm i inis;.i quy pela alma da
mlica DsEoda c r na uiatraj cia Boa-Via!a
aeita-feir.. ;i 8 bdraadu unutii, protestando Ibes
eterna grali
%i\iiiia Me < nni;eil
e> m \vcb le Albuqurrque. c unpun
gi!. ;-o rti niatj |i.i.y:ii,(iro de tua ni nea es-
qu ii a s^brinlia, vitrina Ai ves Campello, manda
re.-, r Mr..: irs-a .,e!o p DtOanfa, sexta
iajia -.. da inanb, na igtajBaaia H Pedro
e '' G 'nidt para rase acto de caridade
aos ::s aiiiii; .-, p:utratn-.h' s ba eteii.a gra-
l'rici--ae de urna ama qu ti aba btutiule le- ] surtir.
t% ; oa ra r'i Al(i.':m n 63. gjjaaaj
Uoldlna Bnrb>a "le Parla
Dia 8 du Juifao de 1887, priictii j ni.niveit.rio do
ecu pussasealt'
Vicente Ferreira ca Paixao, .'4*r*Vintima da
Paixo, Jas.ioa Maw. do Suu ananiav Ambui-
dino Sergio ue Furia, caubad.-, irroo e-BMic,
mandam resar uma miren na igreja do Crmo,
que ter legar s 7 horas evnvidam os prenles e ccnbecidoB sens eos da fi-
ad, cenes A ndo-se d tos aos qu"-^aerem o caridoso obsequio e at-
i 4 Ra do Duque de Cavias
Tendo recebido um grande sortimento
de fszendas que vende com 25 [0 de me-
nos d*e que em outra qualquer parte.
Venhain ver para crcr
Daraass de seda a 14U0 o covado.
Setins hses a 800, 13000 e a 10200.
Lionayse faz-uda transparente a i5^000
a pee a.
Organd8 boriados a seda, ultim* mo-
da a 16f)000 a dita.
Etamire bordado, aita n>vidadade a
1040C0 a dita.
Cachemiras bordadas a seda a 700 ris
o covado.
Ditas pretas a 700, 800, 900, 1^000,
1*200, 1(5400 6 1(5600 o d.to.
Ditas de -ores a 800, 4 $000 e 15200
o dito.
Fusi3es brancos a 400, 440, 500, G00
800 o dito.
Ditos de cores a 210, 320, 440 e 500
ris o dito.
Amor da China fazen'da ele novilade a
400 ris o dito.
Lidas alpazss de cores a320rs. o dito.
Lindas lans de quadrinbos 400 rs. idem.
Lines rom salpicos a 640 ris o dito.
Lindos setins de damass a 320 ris, o
dito,
Gurgurinas de listrinhas a 320 ris o
dito.
Z tiros escoceses a 00, 240 ris o dito.
Cretones para coberta a 320, 360, 440,
e 500 ris dito.
Crep idem ilem a 700 o 1*0JO o dito.
C*.mbraia bordada a 50500, 6r5000 e
6f550O a-pega.
Vcludilbo liso e lavrado a 10000 o co-
vado.
Dito bordado a retroa a 10800 o dito.
Cok-haa bordadas a 20, 30, 40, 40500
50000 e 6000 uma.
Cambrau adamascada a 110000 a peca.
Toilets para baptisado a 100 e 140OU
um.
Cortinados bordados a 60, 70, 80, 90000
o par.
Dito do crochet a 50000 o dito.
Meias para homem a 20400, 20800 at
100000-8 duzia.
Ditas para senhora de 30 a 150, idem.
Guarnic.5e8 de veludiltio bordados a vi-
drilho a uma (alta novidado).
Cobirtss forradas a 20.300 e 30 urca.
R nda do Japao a 200 ris o covado.
Madapclao Gema e Pello de Ovo a
60500 a peja.
Damaeco de 12 a 200 rs. o covado.
P^no da costa a 10400 o dito.
Lerjco8 bronces e com birra a 10'Oi),
20 e 20500 a duzia.
Chales de cachemira a 20000 o 10100
um.
Aaquinh; s a 10800 uma.
Fe-hus a0, 30,-40, c>, 60, c 70000,
am.
Muitos otro8 ertigos qu* vudemoscem
25 do menos do que cm outra pal
liem-ique da SH\a Moreifa
Tijolos para assentamento
Vende-se tijolos espeeiac-s pira assentamento
de engeuho : na olaria da casa amaiella ra
Imperial n. 322-8.
bobrado a vender-se
Venderse o sobrado n. 87 rna da Aurora, en
frente a ponte de Santa Isabel ; quem pretender,
pode entender-se com o corrector Pedro Jos Pin-
to, na prava do Cimmercio.
Terreno
Vende-se um terreno confronte a estac&o do
Principe, estrada de Joo de Batros, com 90 pal-
mos de frente e bastantes fundos, e com alicercea
para 3 casa*; tratar na ana d'Apollo n. 30, pri-
eiro andar.
Pcchinclias!
Sao as soguintes que se liquidan na a liti-
ga casa
CARNEIRO DA CU : HA
CACHEMIR ,S aujinanae, lindas fa-
zendas para vestidos a 400 e 480 o covado.
MERINO'S de cures liuc'issimas, duas
larguras a 800.
FUSTZS brancos e de cores a 240,
320 e 400 rs.
EJAMINES con palmas de seda 8
800 e 900 rs,
SETIN maco de todas as corea a
800 b 10000,
CRETONES dob a 240, 320 e 360 rt.
Ezcellente escolha.
FAILES modernos a 400 o 440 ra.
PANNOS para mesa, novos desenhos, a
10200, 104OOe 10800 o ovado.
SAROELINS diagonal, todas rs cores,
a 240 rs.
BRAMANTES de i largars a 900
10200 o metro.
IDEM co linho puro, 4 larguras, 20000.
BORDADOS de cambrsia a 10000 a
pega.
MADAPOLOE3 pelle ue ovo e ameri-
canos a 60200 e 605CO.
ESGUIOES para casaquinhos, 12 jardas
40000 e 40500.
CASEMIRAS para roupas d<: rianjas
a 800 rs. o covado.
IDEM diagonal e de cores, 2 larguras,
a 20 e 20500.
CORTES de fusto para coletea a 10 e
10300.
IDEM d,.- casemira a 20500 e 3000.
CAMISAS inglesas a 360000 a duzia.
GTJARDANAPOS de linho a 30000
a duzia.
LENCOS de setinetas, finos, a 20500
a duzia.
MEIAS cruas para homens a 20500, 40500
e 60000 a duzia.
CEROULAS bordadas a 120 e 180000
a duzia
CROCHETS, guruigao para cadeiras e
sof 85000
GRINALD.\S e veos para nuivas a80
e 120000.
CAMISAS para scuhoraa a 360 e 480
a llusi*,
Si'rtinj-iitj compl'.'to de I I i M zea-
das proprias pr.ra uso rlo.-n; ?tico.
Dao amostras.
As cendas eoi gresso t ai o deseen'o da
praca.
49Ra Duque de Ce Casias ;'J
A FLORIDA
tua Duque de avias n 103
Aimiiti:H
Bonitos quadros oleograp-iics, a 5>00 o
par.
Um jogo a gloria, a 1^000.
Anquinhss a 10500, uma.
Lindo sortimento de cadea de
que me-
mericanas, de 50, 70,
ruana.
Lindas pulseiras
90 o par.
dem de 10, 20 e o par.
Lindos broches de plaqu ui.-riono a 40.
dem desenliando uma thesoura, um peixe,
a 20 um.
Lindas guarniros para toilet, a 120.
Guarnieres para camisa, plaqu americano,
garantidas por dez annos, a 40 urna.
Carteiras para dinheiro, com repartimen-
tos, de 10 a 100.
dem para letras, marcando os mezes de
Janeiro a Dezembro.
Lindas pastas de couro, cbogrin, pellica e
velludo.
Espartilhos de linho a 30.
Lindas i apellas com veos, para noivs, do
80 a 150.
Ramos de flores de laranjeira, de 10500
20500.
Boleas para menina, de 30, 40 e 60.
Meias para senhora a 100 a duzia, com
palmas de seda.
Lencos de linbo em lindas caixas, a 30 a
duzia.
Chapclinas de actim para baptisado, a 60.
Sabonetes de diversas qaalidades.
Para toilet :
Agua Florida e Celeste,
dem Divina,
dem Osea
Pos de arroz Florida
dem idem Osea.
11 ero idm Regina de Gelle Flercs.
Para o lenco :
Essencia Rita Sanglay.
I'em Ixora.
dem Aida Bouqutt de Esposicao.
BARBOZA SANTOS
Leitura para senhoras
Broches nk-ladod e dourados a 200.
B initjs grampea douradoa a 5(X) ris o mago.
Esplendido sortimento de galoes de vidrilbo.
Grande variedade de leques de setim, a 40CO.
Fiisadores americanos para cabello a 3f000
maco.
Setas de pbantasia para cabello.
Bonita c. II. eco de plises a 4U0 rci .
Brincos, imitafao de brilbante, a 500 ris.
Aventaos bordados para enancas a 24000.
Chapeos de fusto e setim para ensacas.
Sapatos de meriu e setim idem, idem.
Meit.a brancas e de cores, fio de Esccia.
Pomada de vaselina deidiversas qna/idedes.
Siibt n.-tes firus de vazeliua e alface.
Extractis finos de Pinaud, Querlain o Lubin.
Lindas holaaa de couro e velludo.
Fi.-ha de la para senhora a U800
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8
ario Pcmnmbncoquinta--feira 7 de Julho de
i
I

ASSEHBLEA GERAL
tlVlRi DEPLTIDOS
DISCURSO PROFERIDO NA SESSaO
DE 3 DE JULHO DE 1887
(( ')
As novas instracfSet formuladas pelo
Cons.lho Supremo Militar n3o s n-pelli-
ram a doutrina errnea dos avisos do 26
de D.z rabio de 1884 o de Julo de 1885
cocno tambera inodifionraro a do aviso de
4 d Outulro do 1659, tomada sobre con
alta da seccSo ile marinha o guerra do
Conselh.. de Estado. E, .vista deasas
iostruccoes ou parecer do Cooselho Suprc
mo Militar...
O Sr. Andrade Figueira : ~E que n3o
ediautou nada.
O Sr. Seve Navarro :--... o Sr. Can-
dido de Oliveira, d3o poden i> sustentar a
doutiina de aeu aviao, cantou a palinodia,
viudo do alto da tribuna do So-nado dizer
qm-. o nobro ex-ministro da Guerra tinha
feito m applicagao da doutrina do aeu
ariio, como si a letra clara e precisa dea-
se aviso podesse ter outra npplicag3o, ou
sentido differeute daquelle, que d>-u-lhe o
nobre cx-rainistro da guerra.
O erro da paite do nobro ex ministro da
Guerra fui tomar ao ferio esaes av8oa o ap
plical-os ao c-ronel Cuuba Mattos a
nente coroml Madureira.
O Sr. Andrade Figueira d um aparte.
O Sr. Sava Navarro: Eu mostrar, i o
contrario.
Sr. presidente, coido bem entendeu o
Consellio Supremo Militar, a Constituida)
do Imperio, np art. 179 4o racenhece
e direito de todo eidadao
qu
brasileiro
coramunicar st-us pens!rment03 por pala
vras e escriptos, e publical os na impren
fea, sera dependencia do censura, cocante
que h jara de responder pelos abusos que
pmicarem uo exercicio desto direito, nos
cnos e pela forma qm a lei determinar.
O Sr. Andrade Figueira : E que nao
tem applioacao a cas..
O^r. Seve Navarro :-Tem toda ap-
plicagao ; nio s ao paisano, como tambera
ao militar, tem appticacX). Nao pode-se
d ixar de reconhecer, que o tuilur Um
ura'duplo cara-.ter a quaiidade; nao pos-
sivcl, portaoto excluil-o do gozo desse di-
reito, que a Constituida > cjnfero o gran
te todo eidadao brasilero.
O Sr. Androide Figueira : -H-i de de-
monstrar isso.
O Sr. Seve Navarro : -O 4o do art.
179 da Coaatituica j nao pode d'ixar de
corapreheo ler todos os militares ; a Con
stituigio nao faz distingo alguna, nem
reatringiu-o, quanto ios militares
Aos poderes constituciones nao per-
mittido siquer suspender, aConstituicao, do
que diz respeito aos direitos individuaos,
excepg3o dos casos ue reb.lli3o ou inva-
ao de inaiigos, como expressaraente deter
minou o legislador conatituiote do 34 do
citado art. 19
O Sr. Anirado Figueira : -Eolio por
quo as resfriccSes fritas aos militares ?
O Sr.' Seve Navarro: -Eu mostrar-1
V. Exc. Apenas respooder3o pelos abu-
O viso de ^850, do conselheiro Sebas-
tiao do Rege Barres, censura qualquer
pr para provocar conflictos e desreapeitar os
seus superiores; o aviao do Sr. Candi lo
de Oliveira, do JS84, prohib aos militares
toda e qualquer disoussSo pola imprema,
ain.la que eeja para justificar se de urna
aceusag3o falsa einjusta, sam previa lioen-
ca do ministerio da guerra.
O Sr. Joaqun) Pedro :Eoi materia de
sarvigo.
O Sr Seve Navarro :Qualquer quena-
ja a Materia ou o assumpto; o aviso do
Sr. con8elh"iao Ca margo tambera prohibe
aoa militares toda e qualquer disoussao
pela imprensa, aiada que para justificar se
de urna aecusagao iojusta.
O Sr. Joaqui-n Pedro : En relag3o a
servigo.
O Sr. Seve Navarro : -Os avisos cia-
dos nao tazara essa distinegao; prohibem
abaolutamente toda a discussao pela a-
preGsa. Para conderanar as doutrinaa-doa
aviaos de 1884 e 1885 dos Srs. conselhai-
roa Can i lo d:. Oliveira e Elautero de Ca
margo, nao preciso do -miro documento
ma'S do que a consulta da seccao de Ma-
rinha. e Guerra :1o Coflselho de Estado,
consulta queserviu da fundamento ao vi-
so do Sr. cons-lheiro Sebaatiao do Reg
Barros, de 4 de Outubro de 1858.
V- Exc. vai ver, Sr. presidente, como
nessa consulta, t3o bem lanja^a pelos coo-
8elh"iros Visconde de Abant, Visconde de
Albupuerque e M moel de; Souza Mello e
Alvim, a questao foi plantada on verdadei-
ro terreno.
Queixara-se entSo ao commandante lo
corpo de engenheiros o major do mescao
corpo, Frauciaco 3 nuario Pasaos, de tol-o
off n iido e menoscabado era urna publica-
co feita no Crrelo Mercintil, do 17 de
Julho d'aquelle auno, o capitao Antonio
J'jao Riogel de Vascone los d'Antas. O
commandante lo corpo lerna a representa-
cao dease major ao conhecimento do aju-
dante general com a 8eguinte inforraacao :
o Rcebi hontem, com data de 23 do
corrente, o offi io que, em original, tenho a
honra d.' apresntar V. Exc, que me
dirigi o m-'jor d> corp do raeu commaa-
lo, b'ran-is o J muario Pasaos, acompa-
nhado do ie n. 195 do Crrelo Mercan'il
de 17 do raesmo mez, an que vera inse-
rida urna correspondencia asaigoada pelo
capitao Antonio Joao Rangel de Vascon-
celloa d'Antaa, para qua eu a tome na con-
si teracao qu- merecer, raaniando proceder
como julgar conveniente ao servijo publi
constitua ura delicio militar, cooseguinte- interpretativa para comprehender os de-
mente nao.era aujeito ao foro militar ; era
um delicto c-mnura, que devia ser pro-
cegsado dj toro comraum.
V. Exc. vai aer agora de qua maneira
opirou a aec^ao de marinha e guerra do
conseibo de Estado.
Diz a seccao : Aa opiniSes do com-
mandante do corpo o ajudant vgeneral do
exercit^, estando de aoer lo com o que at
aqui tem siio praticado naa oll'-naaa com
raettidas era publicado* s itnpressas, afhda
que sejam estas feitas por militares contra
seus superiores, parece sec^So, que o of-
fend,idoj si o foi, deue recorrer aos meios es-
tabeleciilos na lei.
E' nna opiniao bastante autorisada o
insuspeita a esaes conselheiros da seccao
de marinha e guerra do Conselho do Es-
tado.
Opiuarcm riles tambera com o ajuiautj-
generel o o to nman.lanto do corpo de en-
genheiros que o delicto commettido pelo
capitao Joao Antonio Ringel de Vascon-
cclloa d'Antes contra o aeu superior, n3o
era delicto militar e que o ofFendido si por
ventura sentia-se tal, devia recorrerer aos
meios estabelecidos na lei, isto devia re-
correr ao foro eommura.
Mas, opinouJainda a seccao : (l)
Nao pJe, entrotanto, dexar a acost
de ponderar, que aemelb^nte intolligancia
ou diaposicao do cdigo do processo crimi-
nal aura mmente offensiva disciplina
militar ; pois c oxpressaiLcnt > determinado
no art. 1G doa de guerra, do regulamento
do axercito de 1763, organizado para mar.
ter a disciplina do raesmo exercito, que
todo aquella que fallar mal do seu superior
nos corpos de guarda ou as companhias,
ser cartigado aos trabalhuj de fortiticajao;
mas, si na indagac3o quo sa fizer, sa co-
nhjcer que aquella murraurac3o n3o Sra
procedida somonte de urna soltura de lin
gua, mas encarainbada a rebclliao, ser pu
nido de raerte, como cabeca de motim.
Eia, Sr. presidenta, o art. 16 dos de
guerra, do regulamento do exercito de
1763, erganisado para manter a disciplina
do raesmo exercito, condemnando as mur-
murajSes do official militar contra seu su
perior, smente n~s corpos e guardas e
companhia.
Portanto, como applar a disposicao dea-
te artigo a casos nteiraraente diversos?
V. Exc. sabe muito bem que, quando
se trata da punir, n3o so deve empregar
interpretacio ampia o larga, porque in-
co, atim do m?srao capitao explicar conve
ni-ntemante o sentido era qua emprega aa
expreasoea no dito offi.-io mencionadas
a Julgan lo que o o!>j lote desaa offic o
nHo compete jurisdiccao militar, por ser
tendente abuso da liberdo.de de imprenaa
(ai porventura -xiate), em cu jo caso perten-
ce a outro fQrj o respectivo processo; toda-
va juUo do raen dever levar este fac:o
ao conhecimento de V. Exl, para que se
digne illustrar-uie sobre o procedimento que
devo ter a tal respeito.
Como es3a int'ormac3o conformou-se o
ajudante-gout-r. 1 do exercito.
Vi V. Ex quo o commandante do
"sos que comueit rem no us> iesao direito, !corp0 de eDt;?nheiros, levando ao conhec
nos casos e pila forma que a le detr "i- n,ento do ajudante-general o ofBcio deaae
ear, iatp nos c-sos prescriptos as leia ci- m.ij r, qua se iuigava effm lidalo pela pu-
v8 ou militares. Quaes a3> os casos de hlicacio teita pr um dos capitaes do mes-
deliutoa commettilos por militares por meio noo corpo, entendeu que tal officio n3o con-
de pauieacSas iinpres4as, determina 1 >s as tjahd materia snjeita juriadiccao militar ;
leis militares" como infraccSes suboraiua
cao a uoplina do oxerjito ?
lictos dos militaras contra os seus superio-
res, pela impreosa, na dispisicKo do art.
16 dos de guerra do regulamento de 1763,
e ser taes delictos proceaaados no fQro mi-
litar.
Mas, pop ventura, so poieria dizer que
os a<'to8 corameltidos p h tenente-corontl
Madureira e pelo coronel Cuaba Mattos ca-
taran) aob a sinrjSo desa^ ortigo, quan-
do semelhante declarajao ^apecial ou in
terpreta^So foaae dada pelo corpo legislati-
vo ? De oarto quo n3o.
A perferda opiniao da aeccao da mari-
nh e guerra do Conselho do E>:tado me-
receu o cooo parece do chefo do po-
der nxecutivo, o nessa conformidade foi
publicado o aviso da 4 de Outubrode 1859
O aviao de 1859, Sr. presidente, cenau
ra nicamente a murmuracao doa milita-
res pela imprensa contra os seus superio-
res, e portanto nenhuraa applioacao tem
aos evos mencionado, do ooronel Cunha
Mattos e do ten-nte-corouel Madurera.
Elles, cprao'eu j d33e, n3o murraura-
ram era desacreditaran) pela imprensa os
seus superiores, pois como tas nlo poiera
ser considera o3 os deputados a os sena-
d~r s.
E1 a raz3o por me, ha pnuc, eu dissa
ao nobre represrntante do 11 distristo do
Rio le Janeiro, que o aviso de 1859 n3o
tinha applioacao aos o-sos em questao.
N.1o se tratava de rnumuraco, da ma
ledicenci, do delicto contra a liberdado
da imprensa, commettido por militares
contra seus superiores, previsto nesse avi-
s, que, portanto, nenhuma applicacao ti-
nha aoa casos referidos.
Entretanto, o conselheiro Candido de
Oliveira, por occasiao das oacurren'ias que
se deram nesta corta, entre o maj -r Pi-
raentel e o commandi.nte do paquete fran-
cez Gironde, entendeu qui devia mandar
censurar o major Pimentel por ter elle ali
mentado dscuaso pela .-aprensa, so bara
que para defenderse da injusta aecusacao
contra elle levantada palo commandante
daquelle paquete, sera previa licemja do
ministerio da guerra.
Portanto, o aviso de 1884, do coDselhei-
ro Candido de Oliveira, muito mais am-
pliativo do que o de 1859 do conselheiro
Sebaatiao do Reg Barros.
O aviso do conselheiro Candido de Oli-
veira comprohende toda e qualquer discus-
sao pela imprensa, n3o s entre militares,
como at de militar cora paisanos, j sobre
teiraraente odiosa; a interpretaco de va i servico militar, j sobren assumpto alheio
ser naturalraeute restricta lettra da lei e I o aarvigo militar. Anda mais: o aviso
smente comprehender os casos nella de-(do conselheiro Candido de Oliveira prolii
clarados. Perganto : o tenente coronel Ma- be qua o militar venha rapreosa justifi-
Ainda quanlo a discuss.lc pela irapren-
sa seja entre dous militares e verse sobro
materia ou servico que n3o seja militar,
n8o incorram os seus autor m era censura
alguma das !eis militares, e n3o podara
responder pelos abusos que porventura
commettam contra a libriada de irapren-
sa sanio no foro commum.
Perguntarei agora a V. Exc. e aos no-
bres doputados qua combatem esta dontri-
-a, principalmente o nobro deputado pelo
11 districto do Rio de Janeiro : O coronel
Cunha Mattoa e tnente-coronal Madure-
ra incorrerara ne8aa censura f
O Sr. Joaquira Pedro : Nao, da c^rto.
O Sr Seve Navarro : -era ae quer oa
actos por elles praticados, iraportaram in-
fra>'{3o da dis iplina militar, definida no
regulamento n. 5,884 de 8 de Marco lie
1874 publicado, se me nao engao, pelo
Sr. conselheiro Junqueira.
Nesse rigulamant-j lisciplnar, est 'pe-
nas expresa a doutrina qua se l no pa-
recer ou as instru -eSes do conselho su
p-emo militar pelo governo adoptadas.
Acaitas estas instrucc3ss o mandadas
observar no exercito, entendeu o governo,
principalmenta o nobre presidenta do con
seibo, que os militares censurados ou re-
prehendidos estavam no direito de reque-
rer o trancamento das notas.
S. Exc declarou formalmente nesta c-
mara que, desde qua elles requeiessem,
nenhuraa duvida poria era mandar tran
cal-as.
VARIEDADES
rV-
O Sr. Joaqui n Pedro d um aparte.
O Sr. Save Navarro :-S. Exc. reco-
nheceu esse direito quo alguas dos nobres
deputados da opposic3o liberal negavam
formalmente.
Os aobres merabros da opposic3o nao
sao a esto respeito entre si coherentes, era
concordes.
dureira e o coronel Cunha Mattos haviam
murmurado em <-orpo de guarda ou com-
car-se de qualjuer aecusacao, por noais in-
justa que seja, e anda ru-~smo quando fei-
0 Sr. Andrai.-. Figneira :-No esta a
questao
que, tratando-Be de delicto por abuso da
liberdade o imprenta, outro era o foro
competente, por onda se devia instaurar o
resp: tivo proesso; e cora easa informacao
panbia contra seus superiores ? N3o ; por ta por paisano. E' Sr. preaidente, urna
tanto os seus escriptos nao podiam consti-; prahbic3o draconiana, prohibiclo que nao
tuir delictos militares. (Apoiados.) i se contera no proceito do 4o do art. 179
E ser superior do militar um deputado : da Constituicao do Imperio, ora as leia
ou ura Benador, tomados individualmente ? militares.
N3o. S. Exc. cerceou direitos s3gr?doe, di-
O Sr. Joaquim Pedro : Apoi'ado ; nes- t* iodividuaes, qua n3o podia cercear j
sa ponto estaraos de parfeito accordo. porqu, oho be.a sabe V. Exc qua
O fc'r SovoN.varro: Por consequen- t*o "do em materia constitucional, pro-
cia, entndo que os avaos dos conselheiros | o'ido aos poderes politieos restringir e at
Candido de Oliveisa e Camargo b3o ntei-1 suspender a constituyo n) que diz res-
ramente inconstitucioaaes. i P a tae8 direito'' t0P* os casos do re-
_ .... .-. belli3o ou invasao de nimig^s.
Mas, aconselhava a secgSo : ^le) Ura, ; "
i j- j- ;i,t- ., ,.nm nna O conselho supremo militar restabeleceu
a maledicencia do militar para com
O Sr Sevd Navarro : Esta a questao do commaniant do corpo de engenheiros
verdadeira. O governo n3o pode prohibir,
como prohibiu^p bro d 18S4 e le 9 de Julho de 18^5, o ex-
tr.iioiodo U'ii ireito legitimo; oneuhu u .i-
i
ad3i pode ser obrigado a fazer ou dii-
xar de lazer alguma cousa, sino em vir-
tude da lei. Qual a lei, pois, que pro-
hibe aos militares communicar os seuspen-
smenlos pela i oprensa, urna vez que nao
tevantem conflictos aobre objecto de aervi-
eo militar contra militares ? Nenbuma.
concordou o ajndante-general.
E', Sr. presidente, de bistante autori
dado a opini3o des.*e ajudante-general, o
Sr. Barao de Suruby, hornera da inteligen-
cia asss cultiva, de alguraa illustracao e
criterio e de alta patente militar. S. Exc.
concordou cora a opini3o do commandante
do corpo, do que o delicto commettido pelo
capitao Joao Antonio Rangel de Vascon-
eellos d'Antas, pela imprensa, contra seu
sdperior, b ra jor do raesmo corpo, n3o
FOLHETIl
JOSlAUONZA
para
superiores, pela imprensa, n3o pode excluir
os corpos de guarda e aquartellaraentos ;
e o proceaao de3ses delictos militares n3o
por certo o dos delictos contra a liberda-
de da imprensa e aasim cumpriria que se
8olctassi do poder legislativo urna decla-
rado especial ou interpretativa para taes
delictos, isto os de maledicencia doa mi-
litares contra seus superiores, quando cora-
mettido3 por meio da impreosa, fiquem
comprehandidos no artigo de guerra oioa
citado e sejam processados no toro militar.
Como acaba de ouvir esta aasembla, na
falta de lei, na ausencia de diapoais3o le-
gislativa expresBa, a seccSo de marinba e
guerra do Conselho de Estado opinava que
o governo devia consultar ao corpo legis-
lativo, pedindo urna disposic3o especial e
a verdadeira doutrina : entendeu que a
I Constituido do Imperio, no artigo que ci-
i t-'i, comprohendia tarabem em sua univer-
salidade os militares ; que ao uso desse di-
reito oa multares po liara commettar abusos
de duas or leo8 difT-rentes : uns que de-
vam ser considerados delictos cvis e ou-
tros que podiara constituir delictos milita-
res, se, porventura, offenlessem a subor-
dinac3o a disciplina militar, e, somonte
neste ultiao caso, deviam elles ser sujeitos
ao foro militar. E, .oncluio o consilbo su-
premo militar, que s devia ser prohibida
a discussSo pela irapransa entre militares
sobre servio militar.
N) bastante qua a discu3s3o se d
entre militares, preciso tarabem que esta
discussSo versa sobre servico militar.
V. Exc. vio que antes do accordo aceito
pelo nobro pr silente do conselho uns accu
savam o governo de pouca energa, e entre
elles n3o poueos pertencentes ao partido
libaral enten.iiam quo o governo devia
usar contra os militares de medidas de
maior repress3o, que devia sujeital-os a
conselhos de investigado e de guerra.
Outros, como o nobre representante pelo
20 districto da provincia de Minas Go
raes, eLtendiara, ap.zar de conlemnarem
os go vernos militares, que ae porventura
vestissera urna farda, jamis desistiran)
do direito que com tanta energa ellea, mi-
litares, austentavam, emquanto nao lbea
foase dada plena satafac3o e tranca i aa
a8 notas de censura.
O Sr. Affonso Celso Jnior d um apar-
te.
O Sr. Seve Navarro : V. Exc. reco-
nbeceu que era direito legitimo dos mili-
tares usar da imprensa, como haviam usa-
do, o as oircumstaneias em que elles se
so achara ; por coaaeqnencia, hoje V. Exc.
e os Ilustres membros da minora, que
a8sim peDsavara, n3o podara coniamnar o
procedimento do governo le ra-.ndar tran-
car essis notas.
Apenas o Sr. presidente do conseibo en-
tendeu qua era urna quest3o de forma ou
do modo, que bavia o governo manter, a
de n3o mandar ex officio trancar essas no-
tas ; pois que competa aos ministros of-
fendidos requerer o trancamento dellas :
quera tem direito n3o reqaer. O nobre
presidente do conselho entenda o contra-
to incendio da Opera Contlea
(ConilusSo)
A receita do da. de reabertura do *Sa-
lon, offereci la pe soeiodadn dos artistas
s victimas da catastroph", elevou se a...
3:186,5(00 rea fortes.
O Diario Official, di quinta rer, pro
raulgou a lei abrindo ura crdito extraor-
dinario da 200:000 francos ora favor das
victimas do pavoroso incendio.
A 8ubacripc3o ab'rta p lo Fgaro est
em 12:600^000 reis fortes.
0;tava Mirbaau escrevo no Qaulois um
artigo notabil3simo a proposito do iniendio
da Opera Conca. Destacamos alguna pe-
ridos:
u E comtudo nesta tragedia ha urna
nota comi de ura cmico desolador, como
tudo o qua verdaderamente cmico, a
que faz sobre3.-.hir cruamente turnadas faces
mais exoriinarias da naturezi humana : a
vaidade. Ora disto quo eu vou fallar,
embora &rro3te com as rasis speras cen-
suras.
Nunca a vaidade humana se manifestou
como era seguida a este in.endio; e um
observador tem por isso ura vasto campo
para as suas notas. N3o alludirei s tre-
zentas mil pessoas, que, a esta hora, se ga-
bara de ter aasisli lo ao terrivel drama,
tendo escapado custa de um maravilho-
30 sangue-frio e de um herosmo impertur-
bavel; esaes conhecem-se prinsipalraente
pelo tora desdenboso com qu'; fallara das
victimas. Nada direi, tambera, dessos glo-
rias que entre si repartera os verdadeiros
auctores do incendio; paasarei por alto to-
das as patranhas mal urdidas quetodos 03
jornae3, sem excep3o, team acolhido com
ura-. desatienta puerilidade. Limitar-me*
hei a dizer o que pens, o que antes de
mira muito3 outros pensaram, a respeito des-
aa febre de cardade, que eapanta as pes-
soas habituadas a r. ctir.
rio, a saber ; que por terem direito que
elles devam requerer o trancamento das
notas, porquanto smente delera-se o que
justo e licito.
Esta questSo az9.lou-sa de tal forma que
chegou a ameagar a ordem publica, a paz
e a tranquillidade desta cidade inteir, ou
quic do paiz inteiro. As circunstancias,
em que vi i-se o governo, tornaram sa bas-
tante graves o melindrosas.
Continua.

j ludria Dti PLOT E P8f)RU M\L
t|t:\Tt P.lTK
IRHIA
.-i o
.o a.

Esse nouj.ua era Stephan Rjuv.d.
Mas esse Rouval d'sconhecivc-1.
A suas grandes 3019*3 ruivas desapp .
ram ; .0 rosto tem o cara ?rist;:o da
sua euergia feroz.
Nlo est aili o b-nqueiro elegante, o lio-
tadm da boa sociedad?, de ar altivo e do
Como sabe elle sao ?
Por urna carta da Arbaai sua tia,
a Sra. Frmcs. .
Disse-te do ondo vinha essa carta ?
Si 11 i3e Poita de Galles, onde odou-
tor ri;ou.
An I p->r que fi?ou elle em CeylJo ?
Nio posso dizer senao o que sei.
Bi n Eis ahi urna cousa que vai
oorigar-rios > mudar as nossas bateras.
. Por qu-) ? Ainda n3o tempo de co-
mecar-
Nao Mas tirapo de preparar a mi
Bba volta luz Dve comprehender, meu
00 1 (io Sei, qu eu estou me aborrecendo
nesta i:usa.
Qual I En tres das que ests aqui ?
Eu quera ver-te aqui. Por emquan-
to ehega para mira. Eu aqui suffoco. Hei
1 de sabir boje mesmo.
Cuidado icurmurou Clanos, asaus-
laoo.
Rouval cora-cou a rir.
Eut3o pansas que podem-mo reconhe-
1 oet aaan V
Hura nissj o outro. O diab anda
ui ra a odas as horas.
O 'abo I Eile dos nossos, meu ve
Iho. Creio que o servimos com bastante
tiel al- para |ae ella nos s-ja reconhe-
cido.
Elb j nw pagou bem, dissa o hes-
O teu conselho pola ser bora. Mas
permitte qua nao o siga.
Rouval encolheu os hombros.
Como quizeres, meu amigo. Mas fa-
zes mal.
Depoia, mudando de conversa :
Fallemos em outra cousa, disse elle.
E n que para o negocio d* Lo nbardo ?
Procuram os curaplices. O tratante
defende sa bem. H3o de dar lhe vinte an-
cos de deportaso. E havemos de liber
talo era viagam, se bouver raeio. Sabes
que est3o tolos na pista da L ws Jubb ?
- Bravo I E por quem sabes tudo is
80 ?
Por Touraiquet, que bem quiz apa
nhar-me o segre-Jo,
O banqueiro meditou um pauso.
Desconfa de Touraiquet, tornou-elle.
Esse Lagouga come em tolas as mange-
douras. Nao me parece muito seguro.
N3o seguro I Que ests dizmdo ?
Elle tem muitos motivos para nos hervir.
Sa n3o fossamos n*, ella j estara as
gales.
__ Nao importa I N3o lhe confies nada.
Elle desconfa quera L wis Jubb ?
N3o, aera elle, aara Limbardo. To-
dos pensara que um mytho.
Faca-se urna observacao penosa, mas
verdadeira. Se o fogo, tivessa destruido
uraa fabrica, devoraaae trezantoa pobres
diabos, deixadosem pilo, sem lar, sem rou-
pas, mulhercs miseraveis e creaacas mais
miseraveis ainda, a cardade despertara,
iaJu bita voltente, mas nao seria assira fe-
bricitante... Uavcria esmolas, certo,
mas muito parcamente, sem arrebatauoento,
s-in entbusiasmos, aem que fossa at ao
sacrificio. Desgracas semellnntes su :cedem
todos os dias. Diz se : Ah! os desgrana-
dos > e pensase em outra coisa. Mas
agora trata-ae do ura theatro. Por aao a
earidade nao conhece limites ao enthusiaa-'
rao, e desentranba-se em infindes sacrifi-^
cios.
*
Em Vianna, quando foi o incendio do
Ring-Theatre, a dedicagao attingiu a lou-
cura. Houve quera se condamoasse a pri-
va9)-s. Despejaram-se as algibeiras, as
gavetas, as caixas. Aquellas a quera se
acabava o dinheiro... fabricavam notas
falsas; as enhoras empenhavam asjoas
para que a sua dadiva fossa maior que a
das outras seohoras do seu conhecimento.
D.-ram-se as mais extraordinarias combina-
coas, houve em prestimos contrahido3 em
condc8;8 estravagantes e .anormaes, rou-
bos a assossinios. Vianna asaemelhou-sa
antiga Carthago, aonde as mulherea davam
os cabellos para se tecerem as cerdas para
os navios. Alguera que presencou esaa
verdadeira loucura do sacriticio, dizia-mo :
Se esta torrente de cardade nao fossa re-
primida, caberiam mais de cem mil francos
a cada espectador, morto ou vivo Is
Conaintara que eu encontr despropor.
cionada u aa earidade, que sa exerce ab-
solutamente em favor de uro theatro des-
truido e que se queda indiffereute ao der-
ruir de urna mina, sepultando cera horaens,
ou quando ura navio desappareca. oa
quando a guerra leva o luto e a miseria
casa.do pobre.
\
^
1
E' o lutador sombro da revolta contra j janliol muito sombro
cicdido, o bandido poderoso que diri
p bandidos como uaa chefe de exercito
-o seu3 soldados e, oceulto, mais omni
ptenle do que presente. Vendo Clanos
p.:rou. _
=Afinal Pensil que n3o vinhns mais.
O caix demorou me, para visar o
seu livro,
Anda 1 Nao minias. Picaste com
tua tilia ?
n3-.i responoeu. Em que" o s-u
aoior paterno lhe imputadlo oomo um cri-
me, ou,-pelo pelo menos", coico uraa i
Rouval toranu orus :a .. ;r,: :
Boavavi batu-lhe fa nlarmenta no hora
bro.
Ests fij.aio velho, Gmez Coufas-
sa quo ests pensando em casar Carmen
com o Dr. Atbaod. Adivinhei, nao as-
si m ?
Sira, respondes Clanos. E' o meu
mais ardeuto desejo.
Rouval, por sua vez, ficou Brio.
Poia ben meu velho, miuha de
te dizer que tenbe naos pj-eseutimentos.
Toma o meu conseiho renuncia a esse pro-
f.rei '. perguotou Pache
Esse
ha da
juiz deve ser
desembarajar
:o.

..sprimiam o mais vivo
Que ha de n - Quasi nada. Em todo o caso, nads 1 pezar.
de novo. CMj : E' milita simples. Toma o teu
- DisseBt-' quabi nu'h. Q"' sigqi ihao. N3o pequeo, porque liquido.
, quasi. |Tefas,qu*scp miibrs. Leva Carinen cora-
ito pouoacousa Estin boje oern tg0. C >* Ncl, ao qual dareium
o pequeo Darmailly. railbao, o viver algures, na Suis-
- Ah! E que te diaae ali sa, na Alleftanhi, na Rusa, em alguma
'ub couea prevista e esptraa 1 por moraa ctioia^s alegras honestas o de ou
nos. O doutor estar na Fracc* ante
na) mt.- Celanoa- auatoi a eabeca negativamente.
Tanta melhor.
uoi irabecil; nunca
esse novello.
loterrompeu-ae, paasaudo a outra ordena
de ideas.
- Corao viste Darmailly, deves ter tido
noticias fr--scas do todos. Qua faz o ma-
nijo ?
Qual ? O crucial ou o outro t
Primeramente o outro. Cotao se cha-
ma eile T
-- Pouliguen. E' um bruto, que s co-
nhece o seu chefe e o serve cor"o um e3o
serve ao dono.
Rouval, muito sombro, tnbjr franzido.os
sobre uilios.
E' um bruto perigoso, em todo o ca-
so. E' preciso descobrir um .meio de dos
deslazar .nos della, antes qua elle poisa nos
incoramolar.
E o ofliclal ?
Oh I case po nos inquieta 1 N3o pen-
sa sen3o na sua' bella Alice.
Os olhos do agente de negocio brilha-
rm.
Siro, verdade. Nao rao lambrava
que eram noivos... E a ira>3, a bella Re-
nata T
Est restabeecda, mas aiada conva-
lescente. Sahe muito poucas vezes.
Muito bara I Estou informado. Ainda
peisam qua estou de viagera ?
Ainda. O pequeo Darmailly pedi-
me noticias tu s.
Rouval deu uraa risada diablica.
- NotiMas minhaa ? Oh ha de tl as
mais do qua pansa
E, para concluir, accrescentou:
N3o esqueca3 que eu Hevo reappare-
cer no dia era qua Maximiliano ebegar.
Eu ent3o farei ura grande aforco. Entre-
tanto, vou tomar um pouco le ar na quali-
dada de noctambulo.
Clanos ainda tez- um gesto pora d-'mo
vl-o.
Cautela I toma cautela I Nao ta ar-
risques.
Rouval encolheu os hoinbros<
E's um idiota com 03 tms recaios.
Respondo por tudo.
Chegou se eatao ao .-ofre e dello tirou
uraa and&iaa completa de roupa de car-
piuteiro. da b'lbutina cor de castanha, e
poz na cabeya o bono de seda.
Depois, gracejando :
Sa eu deasse assira de cara rapada
attrabiria a attencao. Felizmente tenho
barbas posticas.
E do bolso da caiga trou uns bigod s
pretos a i.oir..vel a-.-nto imitados.
De um vidro, qua saeou do outro bol-
so, pinhou algumas gotas de ura liquido no
bigode.
Dous minutos depoia, o libio superior,
sombreada de uns bigodes magnficos, da-
va-lhe o ar e a jliysiououiia de ura opera
rio que tinha servido quatorzo anoos na
eayallaria.
Rouval disse cora raz3o que esteva ab-
solutamente deseonhecivel.
E para sabir? perguutou Clanos,
meio tranquillisado.
Oh 1 n3o diffi il. Volta gara o ga-
binete. Toma o. caminho da adega e me
deixars sabir, acompanhando-me al o
quarto.
-- Muito bem. Isso fcil.
Clanos tornuu a subir a eseada, abri 9
ulcipioe entrn na sala, emquanto Rou
val, depois de fechar o seu nicho, dosoeu
o segundo lanco da mearaa. eecada e n.-
treu as alegas do palacete por uraa. porta
de madoira hbilmente divis3o de taboaa.
Cinco miautos depois o hespaahol l foi
ter cem elle, levando urna laot-roa ; tl o
sabir de vgar e cora cautela a oseada ex-
terior do servico das adgas, o finalmente o
levou at porta cocheira
Foi com umvago estremecimento de pra-
zer que o banqueiro, tao completamente
disfargado, respir>u o ar muito fro de urna
tardi de Fovereiro e bateu alegremente o
p no asph-lto da avenida.
Erara apenas seis horas e meia da tar
de.
O momento era proprio para fazer a ex-
periencia da roupa e do disfaree, favoreci-
do pelas trevas qua comegavam.
O agento d'i uegooios passou resuluta
mente por diversos grupos, atravessou a
zona luminosa, deixou que duas ou tres
mulhsres lhe fallassera, depois foi sentar se
a urna'mesa da caf, era plena luz do3 bi-
C03 de gaz.
Por toda a parte pode verificar excel
lencia do seu disfaree.
Mas, por que Stephan Rouval, que ti-
nha partido de Pa'riz ura mez_ antes pelo
expresso de Pariz, Ly3o e Mediterrneo,
tinha voltado assira s oocultas, com esses
rao los mysteriosos e singulares ?
Eia o qua tiuba havido.
II
-Quando sabio da est*>g3o de Lyo, Joao
de Tregueru, acompanhado do fiel Poul
guen, tinha seguido para o hotel d'Oraay.
L toiuou doua quartoa contiguos.
Depois de vestir se charaou o gageiro.
Agora, creio que estamos proraptoa
para atravesaar P.riz.
Crea, Sr. commandante, que n3o fa-
riaraos mal so introJuzissomos um pouco
do alimento no porao. Bem sei que 0 se-
nhor est apaixouado e quo os namoradoa
ten pressa. Mas, com sua licenga, eu nao
estau apaixonado, e ha vinte e quatro he-
ras qua andamos sacudidos nos carros da
companhia, e eu sinto as tripas abaladas.
Da tacto, urna boa perna da gallinba ou
ura bite nao seria deraais.
O teneuta deu urna risada
-- Nj quero faaer te jejuar, alora disso
tambem estou coto forae. Depoia, 83o s
dez horas da raanh3 ; estaraos era Dezam-
bro, as senboras aiada devem estar deita
das, e n3o seria conveniente apreaentar-
nos era casa dellas antes da tarde.
E bateado- 00 hombro do gigante :
- Deagaraos, portaoto, e, se n3o tena,
alguna objecgo a fazer, tratemos de re-
parar oa noasos estouegos vazios.
O marojo esfregou as usaos.
Um quarto de hora depois, o oiHoal e o
seu companbeiro estavam sentados fami-
liarmente mesa em frente um do outro,
n'uma sala particular e eucommendavam
um r.-feigao das mais coafortaates.
Joao de Tregueru, orpr3o do pai e ra3i,
era irm3o collago de Pouliguen. A diffe-
renga do posto e de posig3o nao abalou a
sua atf icao reciproca, uraa dessas amiza-
des de que Pedro Lote faz deacripgao tao
aotavel em Meu irmdto Ivs. Tinbam quasi
aompre viajado e combatido ao lado ura do
outro. Quando chegou Franga, Jo3o lem-
brou-se logo da mais cara das suas affei-
g5es, e essa arTig3o era o amor da sua
bem amada Alice.
Entretanto, os dous levarara mais de
urna hora alrcogando*
Ainda nao era meio dia, e, a despeito
da impaciencia que o devorava, Jo3a quiz
espsrar at duas horas para ir casa do
Sr. d'laaac.
Ent3o, para matar o tempo, o official,
paisana, acompanhado do seu alter ego, re-
solve'u r toraar caf ae boulevard. En-
trou no llelier o all eonsumio meia hora.
Feito isto e cada vez mais agitado
medida qua se approximava a hora, Tre-
gueru rasolveu fazer a p o trajecto uo
boulev..rd dos Italianos avenida Bu-
gr aud.
Toraou o -caminho mais comprido, isto
, pela ra Auber, o boulevard Hausa-
raann e a avenida de Friedland
Emfiu, quando chegaram a Passy, fal-
tava un quarto para duas horas. Os Jus^
hoinens. apressaram o pasao.
A' porta, o corag3o de Joao batia que
pareca querer estalar. A violenci' da euio-
g3o foi tal, que teve da apoiar-sc parede.
para recobrar o equilibrio. Pouliguen tam-
bara muito commoviio, olhava-o coa la-
grimas nos olhos.
Alice I la, pois, ver Alice depoia de33a
longa ausencia I essa idea enohia-lho a a.-
ma de urna espacie de perturbac3o deli-
ciosa,
E essa perturbago era tal, qm elle nao
ousava por a m3o ao boto da camoainha.
O ai.ior tem dessas alegras, que paraly-
aaui ap raesmo tempo o penaameuto e u
vontade.
{Continuar sena)

1
Tjp. do JJiario na Di\it de Caiiri n 42. J|
ris


Full Text
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