Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19099


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Full Text

i i i.....1 1U K i) 153
-------------------.------ *- ^
PARA A' CAPITAL* H UAJMaW O \i>U SAO fll .PA*>* {pbftV
Por tres mczea adiantados............... *6<5000
Per seis ditos dem......... .,..... 20OOO
Por um anno dem................. 230OO
Cada numero avtilso, do mesiuo dia............ 100
Ifl
1
EtyHlfiU 5'EL JLHO DB1887
PAMA OESTHO E SORA 1>A PROVI3CI4
Por seis meze'e adiantados......-......... 13,$50C
Por nove dito idem................. 200000
Por um anno idem................. 270100
Cada numero avulso, de das anteriores. ........... 0100


Propgate ift AXmoel J\$Mcixa t>t -tarta fuljo*



i



,:
Os Srs. Anaede seriase A C
te ParlM, &Ij os notisoai agentes
oxclimives de annuaclos e pu-
blicacdes na 'rauca e lugl ,;-
trra
TELEGRAMMAS
^savigc mtiwlab so biasio
KiO DB JANEIRO, 4 de Julho, s 4
oras e 15 minutos da tardo, (liecebido
s 5 horas e 35 minutos, pelo cabo sub-
marino).
iioje bouve ewno na Cmara doa
Depmados.
O conaelbelro Pranciwco Autunea
Mariel annonciou ama Interpella-
co ao presidente do onswihu. la-
rao de Coleglpe obre ae o foierno
lent o neceaaario prestigio para con-
tinuar a merecer a cooianca da na-
co.
Proceden-de deleito da reapectl-
a meaa. que flcou aanlm compoata
PrealdenteDr. (ukiiiio Olymplo
tome de Caatro. deputado pelo a."
diatrlcto do Haraobaoi
1 Tlce-preaidente Or. Henrlqne
Pereira de Lacena, depatado pelo
J diatrlcto de Pernambnco :
t." lito -arro Jp(.uaiij. depuiatlo
pelo I." diatrlcto da -labia:
8. AtoBr. Antonio Coelbo Rodrl-
gue. depatado pelo i diatrlcto da
rauby i
I secretarlo Dr. Joao Ferr Ira
de Araujo Plnbo. depatado pelo 1."
diatrlcto da Babia >
? ditoDr. J <.< Luiz Co.-llio e
Campea, depatado pelo l. diatrlcto
de Sergipejt
3 ditoDr. Manoel Ambroaio da
silveira Torrea Portugal, depatado
pelo I." diatrlcto do Ceara i
I ditoDr. Arlatldea Aagaato mi-
tn, depatado pelo 3. diatrlcto da
Rabia.
>a ordem do da a meama Cmara
oecapoa-ae com a 9.' dlacuaado do
orramento da jnatlea.
PARAIIYBA, 4 de Julho, s 3 horas e
21 minutos da tarde.
Cbegou boje o paquete nacional
PERNAMBUCO, que boje meama aegul-
r para oa portoa do aul.
~i

2a 4.&S2S. 3A74S
BERLN, 2 de Julho, noite.
. M. o imperador (iailberme par-
lira para Ena segn Ja reir pr-
xima.
BELGRADO, 3 de Julho.
O&overnu aralo naandoa Aa gran-
de potencia iia Europa ama circu-
lar diplomtica a qual declara que
procurara empre manter hoaa re-
larde* com at iiolenciaN eatrangel-
raa.
PARS, 3 de Julho.
O governo de *i brltannlca recu-
sa conceder novo praao a Porta t-
loniana para eata facer conbecer
*uaa Intencbea a reapelto da conven
cao relativa a6 Egypte.
RIO DE JANEIRO, 4 de Jalho, s 6
horas e 35 minutos da tarde.
A Cmara doa Oeputadoa reelegeu
iio|e a meama meaa
TIRNOVA, 4 de Julbo.
A obranl acaba de reunirse.
MADRID, 4 de Julho.
uiaturbloa gravea deram ae em
Barcelona e Valenea.
Oa deaordelroa tocaram fogo em
Inversos postes da ilfandega. por
causa do aug
bre o gado.
tent doa dlreitoa ao
Agencia Havas, filial em Peroambuco,
4 de Julho de 18*7.
1NSTRDCC0 POPULAR
BIOLOGA
(Extrahido)
>A BIBUOTHECADO POVO K DAS B8COLA8
DtBUI\P)HO
( Coninuafoo)
Estas nio poden repetir-M exactamente pela
mesma ordem de sueccsso para dr, da mesma
especi m:'.i, um producto igual to que, antes, della
resultara.
Por vezes mesino,esta especie original suecumbi o_
na lueta pela vida.
As especies nascem, crescem, modificam-se t
m.riero, deixando lugar a entras,e ficando ape-
nas, quando fossilisadas as carnadas da croatas
terrestre, cono documentos da historia dos orga-
nismos.
Ainda como consecuencias naturaes da tbeoria
temos que, na ordem do successo das carnadas,
devem apparecer organismos cada ves mais com
plexos, e que carnadas intermedias devem couter
especies tambem intermedias.
justamente na historia paleontolgica dos
seres que reside urna das rasures provas do dar-
vinismo.
Na verdade, a Paleontologa verifica ser. in os
organismos m limenares que ezclusivantente se
encontram as priuieiras carnadas da superficie d ,
globo, enquanto as carnadas mais mordena va >
apparecendo organismos vegetaes o animars cada
vez mais complexos.
Se, como objectam es adversarios do trausfor
mismo, nao se ene ntra nos documentos fosseis
toda a longa serie evolutiva dos seres vivos, fcil
de comprt hender, cerno as constantes agi'coes
da superficie do globo, os efteitos da accao vulca-
nica, ttc, contribuem poderosamente para o des-
apparecimento o cbliteraeio das formas fossilisa-
das.
Mu t s seres dos nfimos na escala, constituido
apenas por partes moliese gelatinosas, dtformam-
se sob a preseo das carnadas sobrepostas, e de-
compoem-se sem deixar vestigios.
Aa acedes mechauicas e chimicas e tendem tam-
bem constantenmente a destruir os fosseis forma-
dos no eeio das rochas.
Nao deve, pais, admirar-nos a irequencia das.
lacuuap, se atttndermcs mais ainda a que a pa-
leontologa urna tciencia recente, que, por asim
dizer, apenas comecou os seus trabalhos, e que,
por outro lado, estando cinco stimas partes da
superficie do globo cobertas por maasas de agua,
que oceultam a riquissima populacao viva e fossil
do fundo, b ficam livres s pesquisas do homem
os dous stimos restantes, embaracados ainda pelas
montanhas cobertas de nev ou de lavas.
Oe traba hos mordernos da paleontologa teem
vindo confirmar a tbeoria. 0 Dr. Falconer deseo
bre na America a ligafo descoubecida entre o
mammoutb, o mastodonte e o t-lephante ; Hayden
encontra as turmas intermedias entre o cavallo
actuul e o cavallo fossil; Huxley mostra-uos como
as aves de.codera doa reptis, facto confirmad
pela descoberta de urna especio de lagarto com
pennas, o arebeopterix. tvor fim, no estudo do
ampbioxus, o primeiro dos vertebrado.", demonstra-
se que elle f rovein, com as ascidias, de ama or-
gem commum ; Owen desconbre a passagem entre
os ruminnnt' a e os pacbydermes ; cte.
As outras provas dodaiWinismo sao : a presen-
ta dos orgaos rudimentarca e os phenomenos em-
briolgicos.
O i ergSos rudimentares, legados de pas a filhos,
atropbiadcs pela falta de exereicio, sao apenas,
nos seres actuaes, documentos,,ou restos da orgu-
nisa(o p.issada dos seus maiores.
Na especie humana, por exemplo, o homem pos-
sue uaammillos, comqnanto nao possa pr porcionar
amamentacao, e ambos os sexos possuem no
canto interno do olho urna pequenina prega (resto
de urna terceira palpebra, que su eucontra perfei-
tamente desenvolvida em outros inammiferos, as
aves e nos reptie).
Os phenomenos embrionarios (como veremos
adeante) prestara theoria da descendencia provas
ainda mais significativas, historiando na evolu-
c,o do feto as pbrises por que piis-u a sus evo-
luco orgnica.
(Continua)
PARTE lUTlWAi
niuiNfcrju do Imperio .
Foi dispensado da commissSo em que se
chava oa s cretaria do Imperio o Dr.
Gustavo Adolpho de S. '
Hlaisterlo da Agrien I tur i
Foi comeado o chele de seccio do pro-
lorjgamento da estrada de ferro do R cife
ao 3. Francisco e estrada de ferro do Re-
cife a Caruaru, oDgenbeiro Joao Bezerra
de Mello, para o lugar de Io engeuheiro
das mesmas estradas de ferro, com o ven-
cimento que Ihe competir
Ministerio da Guerra
Foram classifioados nos corpos abaij
xo declarados os tenentes, 2o' tenentea e al-
feres das tres armas do exercito promovi-
dos por decretos de 17 do torrente.
Arma de artilharia 2o batalhao : 2C te-
nente Fabio Patricio de Azambuja; 3o ba
talhao ; 20S tcnent-s Antonio Flix de Sou
za Amorim e Joo Baptista Velasco ; 4o
batalhao : 2C teneote Joao de Siqueira Me-
nezes.
Arma de cavallaria3* regiment: alfa-
res Oiilon l'ratagy draziliense, SebastiSo
Dias Toledo, Lelo Antonio da Rosa e
Gasparino do Castro Carneiro Leao; 4
regiment : aleres Raymundo Nunes (Jor-
rea ; 5o regiment : alteres Alfredo Pretx-
tate Maciel da Silva.
Arma de infantaria Io batalhao : alfa-
res Viceote Cornelio de Campo ; 2o bata-
lhao : alferea Satyro Ros de Oliveira Por
to e Augusto Fabneio Ferreira de Mattos;
4 bataliio : alteres Manoel Rodrigues de
Macelo, Arthur da Lara Ribas a Joaquim
Vieira da Rilva; 5o batalhao: alteres Car-
los Augusto de Suuzu e Cassiauo Pacheco
de Assis; 6 batalhao: a'feres Bernardo
Guedes da Fonseca, Jos Cesario Lipes
de Oliveira, Adolpho Jos de CarvsJbo,
Besjamin da Cunha Moreira Alves, Joao
Eiuygdio Ramalbo e Fernando Jos Farias
Costa ; 7o batalhao: alteres Frederico Gui
lberme Pinto de Gouva e Candido Oulci
dio Pereira / 8* batalhao : alferes Juven-
cio de Souza Medeiros, Marcos Curios Ma-
riano de Campos e Alfredo Carlos de Ira-
cema Gomes ; 9 batalhao : alferes Marce-
lino Jos Jorge, Francisco Flarys da >>uz
e Julio Augusto de Mello e Silva; 11 ba-
talhao : alteres Francisco IJaptista Torres
de Mello ; 12 batalhao : alferes uarte
Alleluia Pires ; 14 batalhao : alferes Fran
cisco de Paula Fernandes Barros e Joa-
quim Aboini Potangy ; 15o batalhao : tu-
nen te Jofto Francisco da Silva Castro, al-
feres Rodolpho de Castro Menna Barreto,
Iguacio Antonio de Mensies e JoaohimS s
dos Reis ; 16 batsihao : alferes Antonio
da piedada de Mattoc, Manuel da Silva
Pires Ferreiri e Beato Joaquim Soares;
17 b.>talbao : alferes Ladislao Telles Fer
reir e Abilio Augusto de Noronha e Silva;
18 batalhao : alferes Carlos Germano da
Silva, Cypriano da Costa Ferreira, Camillo
Bmndao, Ral Germano da Silva, Jos do
Nascimento Nunfs, Luiz Ferreira Prestes,
Luiz Ferreira Soares, Rufino Evangelista
da Silva, Jos Anniano Bezerra Cavalcan-
ta Aleibiadea Aristids da Azambuja
Cbral; 19 batalhao: tenente Antonio
Correia de Olivi ira, alferes Antonio Car
los Pereira, Amador de Camargo Barboas,
Alfonso Dias Uruguay, Jos Augusto Pe-
reira Leita e Alfredo Fernandas da Silveira;
20o batalhao : alferes Antonio Ferreira dos
Santos Azjvado, Antonio Pedro Santarem
e SeOastiao Francisco Alves; 21 batalhlo:
alferes Lucio Alves de Souza, Vicente Ra-
bello Leite Sobrinbo a Arthur Phrente da
Costa; compachia de Segipe, tenente Joao
Paulo Junqueira Nabuco de Araujo.
Foi tumben? clasificado no 4. batalhao
de nrtilhsri.i a p o 2. tenente Adriano
Saveriano de Miranda, que, por decreto de
11 do corrente, reverteu primeira classe
do exercitn.
Foi nomeado o capitulo-tenente do
corpo euclesiastico do exercito, padre Fi
delis Capalbo, para exercer o lugar de ca
pellao i a escala militar do Rio Grande do
Sul.
Expedio so ordem para que pelo che-
fe do corpo ecole siastico do exercito se ja
contractado um sacerdote, afim de servir
como capello da escola de sprendizes ar-
tilheiros, em substitu'cao do capelllo tenen-
te do mesmo corpo, padre Diogo Jos de
Sant'Anna.
Ao capitao do 8. batalhao de infao
taria Francisco do Paula Castro, que se
acha preso para responder a conselho de
guerra, concedeu-se por menagem a cidade
de Cuyab, conforme pedio.
Ao conselho supremo militar decla-
rou o Ministerio da Guerra que, vista da
f de cfficio que acompanbou a portara
de 18 do corrent, deve ser passada a pa-
tento de tenente reformado do exercito a
Jos Ferreira de Campos Jnior, afim de
que a viuva'do mesmo ofnVial possa habi-
litar S1. p^rcepcJlo do iceio sold que lhe
competir.
Foram transferidos : para o 3. ba-
talhao de infantaria o alferes do 1. da
mesma arma Pedro Carolino Pinto de Al-
meida; para o 2. batalhao de infaut.-ria
u 1." sargento do 6." batalh'.o da mesma
arma Jos Luiz Brasiliense, a para o 7.
ainda da mesma arma o 1. cadete do 5.
tambem de infantera Carlos Antonio Pe-
reira Macado Jnior.
Foi approvada a propoota que do 2.
tenente do 2. regiment de artilharia a
cavallo Arthur Henrique de Oliveira Bar-
bosa faz o respectivo commandante, para
exercer o cargo que interinamente oceupa
de quartcl-raestre do mesmo corpo.
Foi approvada a designayao que fez
o commandante do Asylo da Invlidos da
Patria de conformidade com o disposto no
art. 19 das instrucefjes de 21 de Abril de
1867, do tenente Firmino de Oliveira Men-
dos e do alferes Antonio Avelino Nobrega,
ambos honorarios do exercito, para subal-
terno dasduas companhias do mesmo Asylo.
A' vista do parecer da junta militar, que
inspeccinou de sade o 2." tenente do 3.
batalhao de artilharia Francisco Baptista
daf Silva Pereira, que veio da provincia do
Para, soffrendo de beri beri, deve elle con-
tinuar addido ao 1." batalhao da mesma
arma, onde se acha, fazendo servicos mo-
derados.
Foi desligado para reunir-ee ao seu
corpo o 1. tenente Lauro Nina Sodr e
Silva.
Verficou novamente pmca no exercilo,
de accordo com o aviso de 21 de Agosto
de 1883, o ex 2." cadete do 2. regiment
do artilharia Hcleodoro Ferreira de Amo-
rim, devendo, porm, reconhecer-se de
novo 2/ cadete.
-'in k
Joac Francisco Correia Nao tura tocar, visto
que a peona imposta ao supplicante termina a 28
de Setembro de 1888, seguudo inforraou o Dr.
juiz do din-ito das execuces crimiuses do Recfe.
Joaquim Bufo Bed Joi Theophi e Marcalino Soares Ferrtira.
RerjUf-iram Thesoursria de Fazenda.
Luis Eustaquio da Concei^ao Pessoa.Apos
til le- 8''.
Liberata Mara da ijonceicao. Apostillse.
Misael Domingues da Silva.Concedo.
Marcolno da Cmara Jnior.Deferido com o
odelo desta data Thesouraria de Fasena.
iiaebbrel Manoel Antonio dos Passos e Silva.
loioime o Sr. inspector da Thesouraria de Fa
senda.
Manoel Autouio de Souza.Remetti-Jo uo Sr.
inspector da Thesouraria do Fazenda para os de-
vidos fios.
Manoi-1 Arthur do Cunto e Manoel de Moraes
Pimentel.Nada ba que deferir.
Manoel Clementino Correia de Mello.Informe
o Sr inspector do Tneaouro Provincial.
Miguel de Q.ir.z Ara-ral.Informe c Sr. juiz
de lireito da comarca de Iguarasa.
Mana Joi.qnina Barbost Magaihaes.Apos-
tille-se.
Manuel Candido Fernandos Pires. A postille-
se.
Manoel Ferreira Guedes.Apastille-se.
Pedro Ivo da Silva. Informe a Cmara Muni-
cipal de Garanhuos.
Ulysses F lorian o do Reg Barreto. Informe o
Sr. director do Arsenal de Guerra.
Secretaria da Presiden a de Pernam-
bnco, 4 de Julho de 1S87.
O porteiro,
F. Chaconr
Pelo subdelegado do 2 districto da Boa
Vista, foram remettido3 para esta reparti-
lo, 4 facas de ponta, 2 compassos, 1 cai-
vete o 1 punhal, tomados a individuos
desur leiros daquello districto.
Deus guarde a V. Exc. Illm. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicenta do Azevedo, muito
digno presidente da provincia. -O chefe
de polica, Antonio Demingos Pinto
OIAiO M PERMasUCC
ileuai'tieilo da Polica
2" seccSo.N 583 Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, 4 de Julbo de 1887.
Illm. o Exm. Sr. Participo a V. Exc.
que foram recolhidos Casa de Deten-
erlo os seguintes individuos:
No dia 2 :
A' ordem do subdelegado da freguezia
do Recife, Antonio de Araujo, por crime
distrieto da fregu-
Francisco da Silva,
Governo la Provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA, DO DIA 2
DE JULHO DE 1887
Antonio de Barros Falcao.Informe o Sr. inspe-
ctor do Th-'sonro Provincial.
Antonio Joaquim CascSo.Dou provmento ao
recurso smente para determinar, como determino
Cmara Muuiepal do Rceife que conceda a li-
cenca requerida plo recorrente, efim de elevar o
muro do quintal de su casa, n. 1, sita Praca
do Chaco, alturi fixada pelo art. 57 49 da Ici
n. 1382, de 10 de Sstembro de 1886, p
Cmara, a pretexto de f ha de paramen
posto de ezrcicios anteriores, cuja cobruca deve
promover pelos meios legaes, nao pede impedir
que o rt correnta eleve o muro, e conforme po-
screve a le, sem que se iffectuo aquelle paga
anto. Neg provmento ao recurso quanto a
parte em que o recorrente se julga isento da obri-
gac&o do satisfazer o debito do anterior propie-
tario, porquanto o imposto decretado pela citada
disposicao do le, recahindo sobre propriedade
imm"vel constitue oniu real dos termos do art.
6* 4 da le g'-ral n. 1237, de 24 de Setembro
de 1864, subrogando, purtauto, o recorrente no
pagamento dos impostos relativos ao predio que
com proa.
Amaro Francisco Pereira. Neg provmento
ao recurso interposto, porque a contribuicio, de-
cretada pel art. 57 49 da lei n. 19% de 10
de Setembro do 1886, recahindo obre um immo-
vel constitue um onus real, nos termos do ait.
6 4a da lei geral n. 1237, de 24 de Setembro
de 18*4, no qual ficou subrogado o recorrente,
sen-ij, pir'f.uto, obrigado ao pagamento de impos-
tos relativos ao predio que comprou.
Caetano Gomes Porvell. Informe o Sr. briga-
deiro commandante das armas.
Canuto Pontea Simes.Deferido por officio de
hoja ao i ispeetor do Thesouro Provincial.
Delrniro Sergio de Farias.Indeferido, em
vista das iofjrmsces.
Ernesto da Silva Miranda.Sin?.
Gaspar Antooio doa Reis.Apostillase.
Dr. Jos Joaquim de Souta.Seja aposentado
com os vencimemos a que tiver direito, visto con-
tar mais de trintaannos de servico.
Major Jos Francisco Kibeiro. Requeira
Thesouraria de Faxenda.
de ferimentos
A' ordem do do'l
zia de S. Jos, Jos
por disturbios.
A' oriem do do 2- dist icto, Manoel
Luiz Peres de Carvalbo, por disturbios.
Nidia 3:
A' mioha ordem, Jos Amaro dos San-
tos, Joaquim Jos Rodrigues, Francisco
Ferreira da Cunha, Antonio Jos Ferreira,
Bernardina da Fonseca Nazareth, como
turbulentos Manot-1 Salustiano de Mello,
conbecido por Solt o Nico, vindo de Pal-
mares, como pronunciado ; Salustiano Bis-
po de Farias, Manoel Vellosa Wanuerley
da Melbh Joaqun Fernandes da Silva,
Antonio Ferreira do Nascimento, Francis-
co Elias Gomes, vindos do termo de Bar-
reiros, como condemnados.
A' ordem do subdelegado d districto de
Belm, Jos Felippa da Costa e Antonio
Vicente Ferreira, como desordeiros.
No dia 29 do mez de Junho ultimo, ^uo
lugar Corcuranas, do 2- districto do Lo-
reto, do termo de Muribeca, foi encontrada
em sua propria casa, o cadver de urna
mulher de cor preta a do nome Julia, re-
presentando ter 35 anuos de idade.
Da vistoria que fez proceder o respecti-
vo subdelegado verificou-se ter ella falle
cdo de tubrculos pulmonares.
Ante-houtem, pelas 12 horas do dia, o
cbtraeiro Joaquim Ferreira de Andradc,
palrao e dous do bote n. 10, acompanbado
de 4 remadores, foi a bordo do vapor in-
glez Britania, buscar pasaageiros, e ao re-
gressar trazendo no mesmo boto Antonio
Pin e Pedro Santos, hespanbaes, e 2 por-
tuguezes de menor idade, aconteceu ao
approximar-se barra, rebeber o referido
bote umjforte vagalhao que o fez virar e
cahir na agua os passageiros, que foram
salvos, a i^xc'pjao do hespanhol dd nome
Antonio Pon, que falleceu.
O subdelegado da freguezia do RScife
compar '. cu ao lugar do sim'stro e deu as
providencias em tal emergencia, bem-assim
os cnsules de HespaDha a Portuga!, quo
tambem con/parecerem a couduziram para
os respectivos consulados os subditos de
suas naco>'-3, fornecendo-lhes roupa3, etc.,
etc.
Ainda ante-hontem, pelas 8 horas da
noite, no Pontal da Cabanga do 2o distric-
to da freguezia de S. Jos i, o individuo do
nome Huilhermo da tal, ferio com urna
tacada a Germenegil lo J>s Antonio do
Sacramento, pondo-se em fuga logo aps
o crime.
O Subdelegado daquelb districto tomou
conhecimento do faoto, fez transportar o
nSdim* 'ferid0 P*ra ho8P'tal Pedro H onde. .fo
"L.^. Hpv vistoriado pelo subdelegado do Io damelo
da Boa Vista.
Sobre esse facto abrio-se o competente
inquerto.
Participou-me o cidadito Antonio de Vas
concellos Florencio, em officio datado do 23
do mez prximo fiado, ter naquella data
assumido o exerekio do cargo de delega-
do do termo de Caruai, na qualidade de
Io suppknte.
A s 8 horas da noite de 2 do correte, o
individuo Jos Manoel de Sant'Anna, mo-
rador n'ura raucambo na estrada do Ma-
duro, 2o districto da freguezia da Boa-
Vista, procurou o respectivo subdelegado
afim de queixar-se de um seu companheiro
de casa, chamado Joao Alves, conhecido
por Joao Amarello, que o ferira, dando lhe
duas facadas, urna sobre o peito esquerdo
e outra em urna das nadegas:
A referida autoridade fez recolher o of-
fondido ao hospital Pedro II e procedeu a
inquerto contra o delinquente. que- eva-
di se
Em dati de 16 de Junho prximo fin-
do communiceu-me o cdado Pedro de
Araujo Albuquerque, ter assumido o res-
pectivo exereicio de delegado do termo de
Pesqueir, na qualidade do ;2 supplente.
RECIFE, 5 DE JLHO E 1887
noticias do Snl
. O paquete allamo Argentina, foi porta-
dor das si-guintes noticias, alero das offi
ciaes, insertas na sec5ao respactiva :
Pacifico o Rio da Prata
O Jornal do Commercio do Rio de Ja-
neiro publicou os seguintes telegrammas :
Buenos-Ayras, 25 da Junho.
O estado sanitario contina a melhorar
sensivelmente.
A varila vai rpidamente desapparecen
do.
Amanha a Cmara dos Deputados
deve comecar a discutir o projecto de lei,
apresentado -pelo ministro da guerra e marinha, general Racedo, que torna obri-
g-torio para todos os cidadaos argentinos
o servigo militar.
Santiago, 25 de Junho.
O presidente Belmaceda confiou ao Sr.
Annibal Zanartu a missao deorganisar no-
vo ministerio.
Montevideo, 26 de Junho.
Acaba de fallecer o coronel Olavo, pre-
feito martimo da capital.
O ca.-fclheiro de Martuscelli, ministro
plenipotenciario da Italia no Rio da Janei-
ro, embarcou hontem para Buenos-Ayres.
Foi apresentado rauni ipalilade um
projecto de illuminacSo da capital por luz
elctrica.
Santiago, 26 de Junbo,
No estado actual dos partidos polticos o
Sr. Zanartio luta com serias difficuldades
para formar um ministerio qua consiga
maioria na cmara. Espera sa, entretanto,
quo o novo gabinete seja submettido arua-
nhS saneyao do presidente da repblica.
*. Paulo
Datas at 26 de Junho.
Em Santos a colonia ingleza festejou o
quinquasimo anniversario da ascengao ao
tbrono da rainha Vic oria.
Estiveram illumoadas as residencias da
muitos suditos inglezes, consulados, bancos
a casas do commercio.
Brevemente ser feita a primeira cha-
mada dos accionistas da empreza de boods
am Santos, da qual concessionario o Dr.
Joao Eboli.
Uomecar dentro de pouco tompo o as-
sentemento de trilhos para Paquet.
O Sr. BarSo da Cunha Bueno offere-
ceu a quantia de 400j para soccorro dos
enfermos atacados de varila em S. Car-
los do Pinhal.
Corre all urna subscripcao para soccor-
rer os variolosos e pmjerta-se a construc
lo de um lazareto provisorio.
Tom sido bem sucoedida a idea da
fundadlo de um lazareto para variolosos
em Capivary, tendo-se conseguido 1:300$
eem o menor esforjo.
alo de Janeiro
Datas at 27 de Junho.
, Sobre a saude da S. M. o Imperador
diz o Jornal de Commercio o seguirte :
< Sua Magostada continua a passar sem
novidade. Hontem (25) passeou antes do
almojo, e s H horas sabio em carro, indo
s iuas caixts d'agua, ondo o Sr. major
Freitas, engenheiro do districto, deu todas
as explicaj3;s sobre as obras a executar e
quo sao indispensaveis.
c Cora Sua Magestade foram tambem a
prineeza imperial, o prineipe D. Antonio,
os Srs. Viseonde da Motta Maia e conse-
Iheiro Tito de Mattos, regressando a pala-
cio s 3 horas da tarde.
Recebeu o Sr. desembargador Muniz
Barreto e sua senbora e as Sras. D. Aman-
da Doria e D. Mara Avellar Tosta.
< SS. MM. Intperiaes desceram da Ti
juca no dia 30 do corrente, em carro da
casa i ropera!, tomando na raz da Serra
o bond especia!, que esonduzir ao largo
de S. Francisco d * D ahi sahir em carr > pira o arsenal
de marinha, oada receberSo o ministerio o
as pesaoas que os foram comprimeatar, so-
guindo depois na galeota a vapor para bor-
do do paquete Oironde.
< Sua Magestaie continua a passar bem.
Passeou hontem (26) a p antes do al mogo,
acompanbado dos ssmaoarios. Ao meio
dia sahio de carro com S. M. a Impera-
triz, S A. a Prineeza Imperial e o princi-
pe D. Antooio, indo a cavallo S. A. o Sr.
Conde d'Eu e os principes D. Pedro e D.
Luiz. Neste passeio acompanharam Suas
Magestades e Altezas os semanarios e a Ba
roneza da Fonseca Costa. Sua Magestade
recebeu os Srs. Bario da Mamor e con-
selheiro Rodrigo Silva. Grande numero
de senhoras e oavalheiros foram recebidos
por Suas Magestades a Altezas Imperiaes.
Nesse mesmo dia 26 recebeu os Srs.
commeadador Joaquim Norberto e Dr.
Franklin Tavora, presidente e secretario
do Instituto Histrico Brazileiro e Ibes de-
claron que o Instituto pde,comejar as suas
ses808, accrescentando que, com algum
desean jo, caria prompto para auxihal-o
nos seus trabalhos.
No dia 26 n3o bouve sessu na C-
mara dos Deputados, pr falta de numero,
roas houve no Senado.
O Sr. Silveira da Motta raclamou contra I
relativos, em discurso que dias antes pro-
ferir o Sr. Affonso Celso, o qual explica-
ra a razao por que os omittira.
O Sr. Nunes GoDjalves justificou uro re-
querimento pedindo informaj3es sobre a
falta de vbservancia de disposijSes regla-
mentares no concurso pata o lugar de ai
junto de clnica obsttrica da Faculdade
de Medicina da < orto. Fallou o Sr. Barao
de Mamor, e foi approvaio o requerimeu-
to.
Na ordem do da, em 2a discussao, a pro-
posta do governo, convertida em projecto
de lei, outorgando a Sua Magestade o Im-
perador conse nti ment para ausentar-se do
Imperio. O Sr. 3 rao de Cotegipo reque-
ren, e o Senado concedeu, uispensa do in-
tersticio para a 3* discussao da mesma
proposta.
Foram approvadas duas proposijSes da
Cmara dos Dc-putados, concedendo licen-
ja a magistrados ; e, depois de algumas
observajfjes dos Srs. Ondido de Oliveira
e Ribeiro da Luz, foi tambem approvado
em 3* discussSo o projecto de fixajao da
forjas de trra para o 2o semestre de
1888, sorteando-Be a eommisnao que tera
da apresentar a Sua Magestade o Imp ra-
dor o autographo do decreto leguLtifo,
submettido Bancjao imperial.
Na Ia discussao do projecto do Senad>,
elevando a 2a c 3a entrancias varias co-
marcas da provincia de S. Paulo, oraram
os Srs. Meira de Vasooncellos, v*" _ira da
Luz, Nunes Gonjalvea, a, pela segunda
vez, Meira de Va3concello3 e Ribeiro da
Luz, ficando a discussSo encerrada o adia-
da a votajao para a sessao seguinta.
- NSo houve sessao na Cmara dos
Oeputados por falta de numero.
Constava quo seria graciado com a
gra-cruz da ordem da Rosa o Sr. D. Vi-
cento Santa Cruz, enriado extraordinario
e mioistao plenipotenciario da repblica do
Chile, neste Imperio.
- Effectuara-so no dia 26 nos salSes do
Club Naval urna reuno militar, convoca-
da por cenvite doa Srs. general Deodoro
da Fonseca, coronel Madureira e major
Dr. Benjamn Constante
Apezar dos graves incommodos que tan-
to o acabrunham, cornpareceu o Sr. mare-
chal Viseonde de Pelotas, qne presidio
abertura da sessao, pr Periodo por essa oc-
casiSo algumas acertadas e patriticas p-
lavras, ^e foram acelhidas com applauso.
Nao poden io demorar-se, por ^ssim o
exigir o seu estado de saude, o Ilustre ma-
rechal passou a presidencia da reuoiSo *o
Sr. general Desodoro o ratirou se, ssndo
acompanbado a' porta do edificio por
urna cornmiasao di honra,
Continuou a ssao, achando so presen-
tes varias altas patentes do txercito e da
armada e grande numero de offici es do
ambas as classes.
Do que mais ocuorreu durante a sesstta
e dos intuitos manifestados pelos dignos of-
ficiaes qua usaram da palavra, d evita a
acta, que em seguida publicomos :
" A's 11 1/2 horas da maoha, reunidos ns Club
Naval oa Srs. marechal do ezereito viseonde de
Pil-tas, marechaes de campo M. Deodoro da Fon-
seca e viseonde de Maraeaj, brigadeiro Sevena-
iio da Fonseca, capitaes de mar e guerra Jos
Marques Gumarts, Custodio Jet de Mullo e E.
Wandenke k, coronis Felinto G. de Araujo, J-s
Semeo, Cunha Mattos e muitos o tros cfficiaes
superiores e mais patentes de mar e trra em nu-
mero de 150 ; o Exm. Sr. viscoude de Pelotas, to-
ma nd a presidencia da reuna), convidou os Srs.
capitao de mar a guerra Custodio de Mello e te-
nente-coronel Carlos Frederico da Rocha paia to-
rnaren} asiento na mesa, e dsse que agradeca a
lembran^s de seus companheiros de armas de o
convidaren! para presidir reuniS), a que adhe-
ra de coraca. Que estiva convenc 1 j do que
da uuio das claeses e da formscao dos clubs de
que se tratara n-sultariam benficos pr-veitos
nao b para as mesmas cias30s indi vidual lente
/aliando, como para o paiz em geral; que espt-ra-
va que os poderes pblicos aproveitassem os cen-
tros militaros para o servico do estado ; agradeca
a gentileza do Club Naval, traqueando suas salas
para a rennio ; e fazia votos para que os centros
militares progredissem e sitiabzessein aos fiua de
sua creayao.
a Pedio, e.o vista do seu estado de saude, que
o Sr. marechal peodor> o substituisse na presi-
dencia, com a neceas ana veaa das pessoas pre-
sentes.
O Sr. marechal Deodoro, assumiudo a presi-
dencia, nomeou urna commissaa para acompanhar
o Sr. viseonde at porta do edificio, suspenden-
do-se por momentos a sessSo. Reaberta a sessao,
deu a presidencia a palavra ao Sr. tenente-coro-
uel Madureira para proceder leitura do projec-
to de estatutos
Os Srs. capitao Marciano A. Botelho de Mi
ealbes e eirurgio-mr de diviso Severiano da
Fonseca sropuzersm que se discutissem engloba-
damente os artigos do projecto de estatutos.
O Sr. capitao de mar e guerra Jos Marques
Guimaraes, tomando a palavra, dase que convi-
; ha qne ficasse bem assentado que, alm dos in-
teresses das classes militares, os centros deviam
ter muito em vista os do paiz em geral, procuran-
do pelos meios legaes fazer com que as classes
militares assumissem a posigj que lhes compete,
coiicorrendo con as demais classes sociaes na go-
veruicao do-p is ; e abundou em cousideraoes
sobre o estado da uacao, com as quaea mostrou a
conveniencia de serern postas em pratica suas
ideas.
O orador foi m ji'o apoado dorante todo o
seu diseureo. ^
O Sr. tenente-coronel Madureira diz qiie est
de perfeito accordo em todo com o precedente ora-
dor, mas que julga couvenieot3 primeiro que tudo
tratar-se da conetituicao do cintro.
0 Sr. coronel Cunha Mattos observa que'es-
t, do acord con ob dous oradores que o aotecc-
deram, mas que julga que deve ficur bem asen-
tado que os otficiaes do exercito presentes, que
iniciam esta reuniao, tomam o corapromieso so-
lemne de envidaren! todos 03 s:ua estiraos para
que os offijiaes dos oorp>s das provincias e dn ar-
mada, sejam, como ju9to, Bdmitticos n* Impe-
rial Irmaudade de Santa Cruz dos Militares. Nes-
se sentido faz coisideraces, uo intuito :e provar
que nsso nao haver seno vantagem para ir-
mandade.
Esta idea foi muito bem recebida pelo auJi-
torio.
Seguio-se na tribuna o Sr. major Benj tem

1
I
1

\J or. Oliveira ua iviona rociaiuou uuuir ocjjutu- -*..--- '". -z-*-----
a emissao de alguna dieres, que lhe eram I C5nstant, que aceiten a idea sem prBju,zo da crea-


T"^r*

_
Diario dt fernamboco---Ter^a-feira 5 e Julho de 1887


^

r



tio do montepo de que trata o projeeto de esta-
tutos.
O Sr. capitio Serzedelo, tomando a palavra,
ditee que senta que a occasiao uo loase oppor-
taoa para ftaer^kacorsos; ee o fosee, comecaria
felicitando esa psttri pela nova era que a come
car para ella, atMctas as generosasespantosa que
acabava de apreciar. Ja se torna va neceasario
que as classes militares se uniesen para conquis-
tar a alta pesico que devem oceu+ar o pas ene
gerencia de seus proprios destia, sssbi^a
vicos e pela sua tn neceBaario.aantiaao osad o r,
duas clatses, ptame, dsjsssaio tanpo amata pasar,
vivemos no reg asta doasnniriimo e tentes, pare?eodo risaver-.o intuito detsUsearae
rincipios ; de eataixsaatr canses LBitanres, do
ignas, pelas preamtde SBBMn; tesVe saroriicie>,aia
mais alta eonaidesmjsa disipa! sas punteos. Cama,
porm, a occasiao nt i n Minea, peanas araar
guras slo grande* rteBabntosnotiam longos,
pede a prompta appiovaco do projeeto de esta-
tutos.
Este discurso foi interrompido repetidas vetes
por apartes de adseio.
Segiiose a app'rovaco dos estatutos e, por
nrpaaia -Au g* *>n ttnunfi H"*"*'" ^ l.ima, faj ola* iQ7-H.lS(i^fl9i
.cclamado presidente o Sr. marechal Deodoro, e
por lie es owibtd os o* ostra nneaibroB daaduasi-
.4*0, que finta aesm corapost*:
Vce-preaidunte;, capitio de mar e guerra
Custodio Jos se Mello.
1* secretario, coronel Jos Bemeo de Oli-
i~ iiatiiasiin. mpitn Mmniinn | Rntrlhi ir
Magihfia.
Theeoureiro, major Benjamn Constant.
'.'ommissao de impreusaCapites de mar e
atara, Jos Marques ttuimaraes e E. Wanden-
*j.k e teneute-eoroeel.Madureira.
Commssd de rcdsc{io de estatutosTean
te coronel" Madursirs, capito Sersedelo e 1* te-
nante-da armada Benjamn de Mallo.
O Kr. tunaste-coronel alad uretra diz queJbe
parece occj.siao.azadapara propr q"e, por sela-
maxao, seja nomeada urna commisso incumbida
da apresentar a imprensa hvre e independate,
dasta corte,* a expresaio dos sentimentoe de gnrti-
flio da elasae pela brilbante defeaa dos seus dirci-
toa durante a questo mililar, e que lhe valexam
as iras e os mais revolcantes deestes por parte dos
escriptoiea governistas.
Aceita a idea, ficou a commisaio comporta
dos tira. Viscoade de Pelotas, general Deuduro c
capitio de mar e guerra Custodio-de Mello.
. O Sr. capito 'de mar e guerra Custodio de
Mello, presidente do Club Naval, nota que o Sr.
Visconde de Pelotas, ao estimrr a peaidenaia da
reunio, diaeera que tgradeoia a gentileza com
que o Club facilitara as aeu sales para a .ate-
sante reunio, mas que o Club Naval nio itera
mais do que cumprir o seu dever. Que, ao ser
elevado pelo Club posifio hrurosa em que o col-
locarom, te ve ocoasiaa de eapor aa saas idaa-so-
bre a conveniencia da forniacao de centr< s daal!
aados a vigiaren celos interesses da cjasaae da
naco, e que, portanto, torna-se dvanecessarid ga-
rantir a sua adheto a esta reanio. Que entende
-que estes centros teem mistad elevada, e qae
aproa i oocbbo para felicitar, ao chafe mili-
tar e ao paiz pelo que se passe ; que ser o pre-
nuncio do engrandec ment-da patria, como est
convencido de que com {andamento Mchkee dizia
aa parlamento stMemao, por occaso da di acsalo
da lei de aeptenatoque a orca das ueeoes est
dependente da forca publica. Espera -que desta
reunio resulte o levantameato dos chefes milita-
res, e que sejam elles consideradas devidamente
na goveros^odo estado, dora em diante.
Tcimiaa declarando que em breve tempo sur-
g'j&o a vultos brabantes dos generaes Pelotas e
eodoro, como autores de grandes b.-neficha fritos
ao paize que a potterrdade Jhe ser agradecida.
O orador foi muito tpplaudndo e recebea re-
petidas talvas de patata.
Foram r.obida pela mesa maitas adheaee
de officiaes que nao puderan comparecer por di-
versos e justos motives.
Assumio no da 25 o comuando do erozador
Imperial Mar Me i ro o enpilo-tcuente Joo Car
loe da JOonseca Pereira Pinto. <
Na eneeadade Mocangu reaiUou-sc no dia 25
o ultimo ezercicio de torpedos da semana
Fot laucado um torpedo Wbitebead aobre un
alvo tadeiido, diatanoia de 500 metros.
O toreado fez e percurso em liuha recta, indo,
poioo. pascar cerca de dous mttros jireita do
alvo, por causa da influencia da ruar.
Dirigic o ejercicio o commsnd-nte geral interi-
no, 1 tenste Macedo C. imbra.
A's 8 borss e 1/4 da maub de 25 fallecen na
corte o antigo e estimado corrector de fondos p-
blicos di* uoaea pr.ci Jorge Natnan.
ConL-Vh 63 aones de idatie e hava mais de 30
nnoe qne resida na corte onde aoubera conquis-
tar grande numero de amigos.
Btnn terae
Datas ai 26 de Junbo.
O Dr. Francisco de Pauln Alvereng, distincto
medico mineiro que r:-sidia e clinieava em sua
provincia bavia inais do cineceuta annos, fallecei
28 do eorrente, na idade de 85 anms.
O Dr. Alvaeaga, que era irmo^lo marqoez de
Sapucaby, torn1 u ee tambtm cci.hecido como bom
latinista e litterato, e deizou mnitos trabalbos ma<
nuscriptoe que intereesam medicina brasileira.
Em sua ultima eienrtao pela estrada de ferro
Leopoldina, Bas Msgtstades imperiaes visitaram-
o dh oidade do Pornba.
I |.lrliu HaB|o
Datas at '. 3 de Junbo :
A presid i.ca da pioviinia appiovou proviso-
rihBMrte urna pertura da cmara municipal da
Vic'oriH, probibindo o corte do mangue as proxW
midades da capital, num permetro de d uc kieme
troe.
No dia 2 de Jnlbo prciimo ser*aolemnemente
icitallada, na B'iira da Itapi mirim, a ic-cie lade
BibliotbeCHiia Propagador* da Instrucco.
No municipio de Vianna, foi inaugurada na fa-
zenda do Sr. Jote Rodrigues Berinude urna ipei-
fei^cada machina movida por va per para moer cana
e fabricar assucar.
PrciMguem activarrente as obras da estrada de
ferro de It em Julho proziuw.
Foi inaugurado o sei vico da lluminaco pabli
ca na villa de Bil vente.
NoCscboeiro de .'anta Leopoldina, o allemVi
Mathias Schi.ff-r, que assistia a urna derrubada
foi apar ha do por um gresso tronco, merrendo ins
tanta ni ament.
Na capital, o italiano Severo Alejandre, estan-
do alimpar orna giriucha ve lia, que suppa^ha
desc8ir< pada, di iti u kerosene no envido da arma
approzrmando-a da loz, foi victima da expleeao.
Est em pessimas condicoes a cadeia publica
da Viet-ria..
Falleceram : na c pita I, Maacel Vieia de Mat-
tcs, chele oe t fazenda ; no Cachoeiro de Santa Leopoldina, Jos
Francieco da Silva.
Babia
Datas at Io de Juihjo.
Sobo titulo Dr. DmiagoaFreir, lemos na
Geutla da Baha de 28 do pastado a seguate
ncticiM :
Este nosso illutre ccrof atricta, orn' ment do
eorpo docente da tacaldade de medicina do Hio de
Janeiro, pasaou bontim por esta cidade a bordo do
Neva, de regresao da Europa, onde se achava ha al-
gum tempo.
Do eorpo academice de ncssaj''aculdade rece-
ben o distincto profeBsor orna brilbante e bonrr-
sissima manifestago de aprtco a seus grandes
talentos e acs relevantes servicoa que scicucia
tm prestado como sabio eipeiim malista,
A's ? horas da manha parti da ponte da Com-
panbia Bibiana, para receber o Ilustre hospede
am vapor exnbandeirado, levanio os acadmicos e
ama comissau dos lentes da Fac-oIdade composta
dos Srs. DrB Virgilio Dsmaeio, Victorino Pereira
Maia Bit'euccurt.
o vapor tocata una banda de musies.
penas d> fcmb> reaiam, eeguirsm para a fa-
cnldnde de medicina,onde foi o Sr. Dr.DomingoB
Freir tecebiJo pelo Sr. ccnstlheiro director e
zoait prcfi ssores, toraodo nrssa occasiao o hymno
naciinal urna banda que l se acbava, e prortss-
pendo m estripitoFoa vivas ao illustre profesaor
o corpo acadmico.
No aalo oobre da Faculdcde, para onde foi
envidado o Dr. Freir, pr nunciarain discurscs
saudande-o os Srs Drs. Virgilio Damasio, Victorino
Pere'ra.
Usou da palavra o aeadrmico Souza D orador p< r parte de tevs collegas, e concluio cflfc-
recendo-lhe um rico e elegante carto de onro,
i,rn i dita de dia a dedicstcnaAo Dr. Do-
mingas Freir os altrmnrs da Fscoldade de Medi-
cina d* Bha henjenagem so genio.
Becitaram rresias os aeadesDicos Oaarino
Freir e Oitnisio Fausto.
. O 8r. Dr. Domingos Freir, manifettamente
commovido, agradeceu acuella esplendida mani-
fest cao.
Em seguida, depois de visitar o ed.flcio da Fa-
ca Idade, oSr. Dr. Freir, aecmpsnhado peloaaaa.
nifestauti s. seguio para e hotel doa E$trangun,
ondefoi-lbe efferecido lauto almoco, durante o
qual levantaram-se varios brindes, aeado o de
honra ao illustre profesaor pelo Sr. Dr. Virgilio
Damasio.
- O Sr. Dr. Freir Filhojediu permisao para
a asase uiaa*J*.utde addzataaair um^o corpo aaa
ikaantco, BjtffTiisziiaBniirslsi isasjr*----------*""T*"
AAs SrBraasaagresaan o 8r. Dr. "reir
Basado dooHtva^
AaRec ilMi yrovapcui] zafada no maa A
naabo lHIMItr
O.reudBjasrnio >do prisa sito saBesjtse de NKa
MS7 trtm2Um*ta.
aWmjdcMegaado seaasstsre ^doaneasno eaaasario
iBig-reiiji pea ssuss ae*aamda-BBBsneaSzai-------
136:621*167.
Kendimento do ezercicio de 1885 a 1836......
1.095:787049.
Dito do ezercicio de 1886 a 1887 987:987 JU25.
Differenca para menea no ultimo dos dousezer-
"F-liecu na dia 2S, na capital o"Br. ^fcrnaldo
Martina Ramos, juta do orpaaaa da cidade da Ca-
t:v .. qa--------a...a.,a e m digno ifilho do
coramendador Rodrigo Jos Ramos.
Malicia* da ropa
O paquete francs Niger, chegado bontem da
BuTopa, tTouae-nos folbas de Lisboa at28 do mes
prximo nodo, dea das mais adjuntadas em datas
s de,que lora portador o paquete ingles Neva
Eis a resenba das mais importantes
aalsn inarin.
roriugai
noticias da
Datas at 23 de Janbo.
uBtieamofl.aoba rubriea Exterior,
nosao cofretpoodoBts de Lisboa.
a arta do
abre tseaeinotBore veju-ne* o seguint-ie sapra-
eiado correapondente :
N urna earta dirigida ao principe Valon e da-
tada de Panam aos 18 de Msio, D. Carros de 3o-
urbon diz que pereorre ha urna semana o isthmo
de Panam, admiraado'a (mea gaaadioaa do Sr.
de Leaeeps, e pede a principe que v teatemanJiar
a sua admirago.ao'Sr. de Lesaf ps.
principe Va'ari annaocid que D. Carlos
saudade por toda a parte por manirestacoea res-
peitosas, e que teve em Colon um acol basa nato
muito sj>mp*tbco.
A tanhoneira Legaspi, que estava fuudeada
as aguas de Cadix levantou ferro a 20 do cor-
rente de manBS para ir a Tnger lwvaaos presen-
tes da ramha reg-nte io eoMao Muley-llaasan.
Fareee aue no conceibo de masa i tros, celabeado
a 19, o.gabineteresolveu tazer jiprovar o orea-
ment cum tempo sufficiente para qne a le seja
promulgada antes do Io de Julbo ; ee as oppoat-
coes adoptan mmeios de cbstraecao, gowraio
propor prorcghvo das sasedes pelo aapaeo de
tempo que encender conveniente, declarando se
metmo a cmara em sesso peruanente at se ob-
ter o resoltado que o goveruo desi ja.
Caleula-se que o orcamento das reeeMaa oeen -
para tres setBoee acamara des depasadoa.
O dfabaae sobre as re foi mas snilitares de ve, com
certeza, comecar na cmara por toda esta sema
a.
Notiein rindas das Canarias menoroaam o
cacto de ter o vapor degaeria Voroanodeiaadoaso
Rio do Oro, na sua ultima viagtm, um reforjo de
16 horneas e urna peca Krupp de 8 centmetros.
A necessidade deste reforco fazia-se all sentir,
principalmente depois do.*ltrsotaque, pana ba-
ter os indgenas que tentaram assaltar a faltona
hespanbola pela porta que fiea proxiina da praca
e que muito fraca.
Corra o boato de que varias tribus do interioi
estavam deerddaa a atacar a feitoria, uo iodo-se
para ieo s tribus da baha de Arguun.
As accoes da com-anhia de tabacos, a quem
ltimamente foi adjudicado o mcn}polio do tabaco
em Hespauha, cotam-se com um premio Jde 55 par
cento.
Nao ha vendedoraa.
O cardeal Ma niag, primaa catholioo de In-
glaterra, segundo annuacam de Loodres, colUcou
e benzeu no dia 17 a primeira pedra de urna nava
igreja heepanbola, que, sob o patrocinio da tega-
co de Hespanba, e pera os usos religiosos danta,
te orraecou eoastruir am tieorgo-traet, Mao-
eheater-square, de Londres.
A nova igreja posta sob a invocaco de San-
tiago e vai erigir-se em frente da igreja antiga.
Assistiram ceremonia os iamotes D. Antonio
f D. Eulalia, o ministro de Meapanha, Br. Mazo,
com todo o pessaal da legaco, o co sul geral, Sr.
Montejo e o vice-consu!, Sr. Avmdanbo, grande
numero de individuos da colonia berpanbola e
ir.uitos eatholicos ingleses.
Regresaou de Ar..njuez Sua Mageatadea ra
nba re g' nte, companhada de seas fihos, do mi
ntstro do fomento, dos altos dignatarios do palacio
e de grande numero deiamllias aristocraticar, que
lhe fasiam companhia naque-lie rpal sitio.
>a s. cso de 21, da cmara dos df potados,
o Vitconde de Campo Grande, pedio explioacoes
ao ge.vt ino acerca dos bjatos que teem corrido em
Madrid de ter o goverao bespanhol accedido aos
re gos de Portugal, aeeitando modinV .coes ao pro-
jeeto do respectivo tratado relativamente aos ga-
dos.
Perguntou se 08 credores hespanhes ficaram
prejudicados exactamente no momento em que
existe na cmara um projeeto estabe'ecendo um
imposto extraordinario obre aa gad s de proce-
dencia estraugeira.
Ceuaurou o governo, que, estando nicamente
autorisado a pror. gir o tratado, se ju'ga com fa-
culdades para iutroduzr nelle modifieac;c>e8 essen-
ciaes; e annoncion que interpellar os ministros
dos negocios estrangeixos e da fi.zcnda, se as 6uaa
respostas o nao satisfiseiem.
Na sala das sestoes nao estava presente nenhum
dos ministros.
Franca
Na esso de 16, a proposito da recente inau
gurafo d.'B trabalhos do canal emprebendidos pela
Alie manha do Norte com o Bltico, o Sr. f'elattre,
da extrema < squerda perguntou ao governo se pre-
\ as Ce.'i sequencias eouime rciaee e estratgicas
desta e bra, e declarou que desejava que Fratrea da
sua parte construase tambem um canal para ligar
o Ocano ce m o Mediterrneo.
O Sr. de Heredia, ministro das obras publicas,
respoud.u que o projeeto deste canal nSo est
anda amaaurecklo; cuttaria mil e quinhentoa aoi-
Ihoes de tranco e o reudisaeirto do trafego nao co-
briiia es juros do capital emprrgado; poia urna
cpe raco mu to onerosa, que o governo dever es-
tudar com muita attcneo e .cuidado.
Em seguida, fallando acerca do projeeto de fa-
zer dr Paria porto de mar, disse que, na sitoacad
finenceira ae toal, o governo nao pode pensar n'uma
empresa to dispendiosa; deve abandonal-a a ini-
ciativa da industria particular, se que esta se
pode abalancar a ella sem a cooperaejo do Esta-
do.
O Sr. Steenakere, niembro da rraio das esqoer
das, intc.rogou i ministerio erbre a demorada
aprese ntacao do rclatorioda etnsmistao encarrega-
da de > xuminar a proposta que tem por fim esta-
beleeer uj a taza tobre o8estrang*>iros.
O Sr. Rtnvier, presidente do coaselbo, respon-
den que o g veno tem de feruular expresaas re-
servas a este respeito, porque os tratados de com-
meicio garantem aos.ubditos das uaces contrac-
tantes o livre ezercicio da ras proSaso, quer te-
jan c mmercianteB, quer aejam o di rarioe ; a qoes-
to pois milito delicada e eonvm nao pronunciar
exprestoes que possam perturbar as relacoes da
Franee com as outras potencias.
O Pr. Steenaekers propoc ums mocad convidan-
do a respectiva commisio a apresentar o seu pa-
recer ; masa cmara rejeitou a moyao, e paason
a diecutir o projicto de lei militar.
Foi rejeitado o eutro projeeto ao Sr. Keller, da
din ita. para Be manter em vigor a lei 1872. A
discussi' ficou p' ndente para o dia 18. Na ses-
eto de 17 diteutio-se o proj-cto de lei dos delega
dos dos mineiros.
A cmara dos depu'ados oceupeu-se um
d>stes ltimos das da questo do pd. Per decreto
dr 29 de Marco d'esfe anne ggravou se a taza do
imposto sobre os oreaes eitrangeiros, sua en-
trada ib Franca, e c depuiadoa do Cber e do
Nivre coovidaram o governo a tuspender a sp-
pliocjlo desea tsza, que de 5 francos. Beapon-
deu-lbe o ministro da agrieoltara que a sabida no
preco dea eervaes paBsageira, por |ue aa prxi-
mas coheita proirtrttem ser abundantes, e que,
por isso nao ve razio p-ra suspender-se a taza.
Os referidos deputadoa aubtre tteram cansara
urna propaata de lei pronunciando a tnapentid
dos novos direitoa duanarrae. Pedirsm, tambem,
a urgencia, que loi rejtitada.
r }
E' de presumir que esta diacusej em peavspe-
ctiva uo venha a ser demorada. AUegam es au-
tores da proposta que o aggravamento do imposto
fes aubir coosideravalcoeute o preeo do p&o ? Pois
sien mas a alta nao geral; os toffrimezads locaes
e restrictos nao sao .motivo para que ae derogue
urna lei que foi havida, com razio ou aem ella,
como lei de prolecco agricultura toda. D'ahi
se deriva a necessidade de proceder com verdadei-
ro conheciaaento das condicoes econmicas do paiz.
Nao dtversm todas as larcas da administra-
co tesater, isaV'Ste a este proposito o Temps
atara para a asuataV) antelligente, -perspicaz, avisada
^e8aasaaak)ssBsa|asBaagrisBdas, aommereiaes e inius-
sbiaes, trazi romees tudo e Arrisca a ser aeaso,
jaaventi isiitmrzasato na raareha do governj.
AaasBBBsfasndado paaUi meato irauo-z encarre-
a daJsVmaBareaar sanee a piopostu para a*np-
ssoMsaaarfaianfzto dasrcultaa pprjvou, sut-aaa
a aatzafHo, SBsJsajtaaBSaal fai-aaae aa de^sajsnt-
aajasur saasnura.
O parecer aasignado pela maioria da commis-
sis. A minora nao coacorda na separacad da
igrejas e do estado e assigaou vencida.
No prujdcto aatabeleceni-se aa b^set am que a
sepaiayo pode ser etfrctuada. Os actnaes mi
uis'.ros do culto, que ficarem sem collocacd as
igtejae -das eapetBraas namiiiaiililsi aungiaaas,
NeebaatW jensoes vitalioias. Ob edifieioj rezigia-
as kam pertejeendo aw aejua uotuies proprieta
rios, o eatado ou -o municipio, q le podecad arren -
ial-e aos cultas pira astas celebraren nelles os
seus officios. Fica ats-muuic-pi.-s a faualuaie i
irapfir coUectae para as deapeaas do emito ; mas
niaguem ser obligado a pnaal-as pina culto qne
uao soja o seu
A separaco das igrejas e do estado em Franca
nina das gran les tefonnas dentnraajicas do pro-
gramma republicano ymas a Btnaado putiea nao
et de fcej pasa ella. Se o goaeroo.a adootts-
8i', romper- se-hia logo toda a alliatie>a, com a di-
reita. dea fzzcr disentir e versar,orre o risco de
rauitos rrpoblicanos, que Aoje voiam eom elle, se
separare m e votarem com aa traccoes a vaneadas
posdo tal vez o miaiaterio em minora.
Ncstes termos c evidente que nao pode, inda
desta vez effectuar-so a separado. O iprajeco
approvado pela eonunisad vai ser mandado para
a mesa mas est eondemnado-a matrer nos timbas
da presidencia, ou na votsajio da enmara.
Picar para ontro governo mtis reformista e-que
nao teuha preeieao da viver do apdo da din-ita.
Ha das hoavr. oh cunara ^noaza uma sea-
sao ttmiorraota. Entrara am dnesesad o pregecto
da le militar, obra do general Bialanger m cei-
luborac* com a eonunisad de guerra, e trstava-
se dd resolver a urgencia. Para nao por etn nsao
as disposicoss -mais -esaeaciaes d i pr.fjecto, a q i
os gi apet meDarcniess recusarum por ventura o
seu voto, o governo separou silammas ideaais dis-
DOticota, c nverteodo-as em projectos indepeud- li-
tes. Os radianes, qae defaodem a obra do gene-
ral fionianger, reqaerecam a urgencia. E' oestu-
me o governo dar a ana opiuio ; mas, desta vez,
para nd ae expr a uin cheque o ministerio nao
obedecen ao creame. A extrema esquerda e es
querda radtaatezigieaiu a dec:araco. O ministe-
rio da guerra, porm, limitou-se a dizer que ca-
uiara pie pertoncm diousir d Ufatsneia.
O tumulto tornou-se eato formulavel. Doa
bancos dos radicaes p nCiam as mais violentas in
veetrvas. O Sr. Floqiret pretenda dominar a tem-
pentade, mas a sua ve perdia-se a'urn ioieroo de
excJamafes e apostiophee, que uem a siaeta da
presidencia consegua abitar. O governo ouvio
coisas amargas, por va da eua alliatrea com es
reacciouarioa.
Dominado, emfim, o tumulto, o presidente pz
votaco a urgeocia, sendo esta approvada por 359
votos contra 202.
O governo tez bem em nao se pronunciar, lias
ter-te-hia arriscado a levar um chnqae. Mu tos
republicanos da sua tnaiocia votucaui coa oa radi-
caes a urgencia do projeeto.
A Correspondencia Poltica, de Vienna disse
ba diae, muito formalmente, que tem motivos pira
i ilirinar qne provavel o retirar-se da presidencia
o Sr. Givy, sendo substituido pelo Sr. Feny.
Jn Vienna, porm, nao se deu crdito noticia,
posto que o referido jornal costume ser bem infor-
mado.
O eooteibo superior de guerra approvou oa
quatre projectos do general Kerrou, que no dia IB
baviaaa sido apresentado: ao coneelho de ministros.
Beltrlca
O parlamento approvou j, por 81 votes contra
41, o projeeto de lei acerca daa tortificaades de
Mota.
Serenou momentneamente a agitacao social na
Blgica. Oa operarios pegam, pjr toda a parte
uo trab.lho, reconciliando-se com os palroee. a,
como o mal ebronico e, por tanto permanente, os
effeitos a'elle bao de ser tambem permanentes.
Qualquer dia rcapparece a grve, euasce a.agi-
tae^o e a luta.
Reeeioso o governo belga de qae oa governoe
visinbos ae aasuetem eom o que se est pascando,
e poasam lembrar-se de intcrvir, maiidou aos seus
agentes diplomticos que explicase m as cortea
estrange-ias e por meio da impreusa as verdadei-
ras e-asas das grves. O governo insiste em affir-
mar que devido tudo erise industrial e nd a
motivas polticos.
Corre u vos de que o principe de Bismar.-k pre-
tenda chamar a attenco das potencias para a
grande agaco socialista da Blgica, e oSr. Baer-
uaert trata de c uve neer os governosde que a Bl-
gica nao tal o foco de anarchia, que o cbancaller
allemo v nella.
D'gam, porm, os ministros belgas o que qnize-
rem ; a poltica o motor prracipal da agitarjao
operara, embora baja causas econmicas qne con
e< n am tambem para ella. Urna vez qae as mani-
festacoes se fazem ao grito ete amnista e suffragio
universal, a poltica eutra u'ellas. B aem pode
deizar de entrar, porque a causa social de sua
eaaencia p .lrica. A victoria o'ella, se am dia ior
victoriosa, imoortar a traneiorma(o completa das
instituicoes polticas que governam a Blgica. A
n v..lucio social incompativel com o estado mo-
derno tal como elle existe nos paizes monarchicos.
O operario belga nao descanca emquanto lhe nd
saticfizereen as aspira^oes polticas, dando-Ib o
direito de votar. Se/ia portanto, de mais bom sen-
so poltico, reformar o art. 470 da ConatitucSo,
que fecha as urnas ao voto do operario, pura que
este se sirva da lista em vez da revolta, do que
contar historias aos gabinetes estraogeiros acerca
de urna agitacao que, tendo origem as soldadas,
as horas de trabalbo, etc., etc., uem por aso dei-
za de ser poltica na sua easencia e nos seus fias.
liaMa
A imprenta europea oceupa-se, com muito inte-
resse, ba mis de dous meses da preconisada con-
ciliario entre o papa eo goveruo italiano.
Timou agora esta questo um aspecto, decisivo
talvez, porque d'ella se tratou no parlamento e abi
se fizaram declara;es da mais alta importancia e
siguificaco.
Urna interpellacddo Sr. Bovio, deputado da ex-
trema i squerda, deu lugar s mais terminantes
declaraces de dona ministros, embora moderadas
qoanto possivel.
O ministro Zanardrlli dec'are u que era partida-
rio indefective da liberdade de eonseieneia ; que
ap.licaria a lei daa garantas com benevolencia e
moderaeed : e que mais nada tinba a tazer.
Segundo a opiuio geral, Zinarde.li um libe-
ral Je rija tempera, e ao mesmo te mpo um hornero
de bt m, de quem a igreja nio pode receier perse-
guiedee, mas que tambem ua tara igreja con
cesedes em qu atoes de orincipios.
O uiiiiiatro Crisp, fallando em nome do gover
no, rendeu a mais franca hi menagem < iutelligen
ca do Sun mo Pontfice. Declarou que tambem
qu- r a leal ezecuejd da lei das garantas, mas nao
admitte que se discuta a chamada quietad roma-
na, visto que na Ilaiia, difse elle, nao pode haver
maia que uco Sob -ano, que o re. .
t-abe-se que o ministro Depietia penaaacsae res
peito ce ra. Crisp ; e por mais da urna ves tem di-
to que nao poer-'Vel ir alm da lei daa.garantas;
mas que nao des java persi guices nem violen-
cias ce utra a igreja.
Estas deelari ccV's, approvadas sem discoaaid
pela cmara inte ira, se nd mataram a chamada
questo romana adiaram-u'a por certo indefinida-
mente. Pelo menos, isto se infere da attitude pa-
cifica da santa s, que, sem aceitar dogmtica-
mente os faetca consumados, se resigna de f Tal n teicjao actual da poltica de L-o XIII
O ministro da guerra italiano, apreacntou s
cortes um irejeto de le autorisaodo um crdito
de 20 milh&es, para as despezas militares na
frica.
Communicam de Roma para Berlina que o
governo italiano estfatendo preparativos de ver-
dadeira importancia para emprehender no prozi-
mo Setembro urna acyo enrgica, e decisiva con-
tra a Ab'tjinia.
O Jmrmal del LibaU dm que o Sr. Ftourens
incumba o conde da Ui,uf de perguutar ao Sr.
Depretis sena sua retposta interpellacad de am
deputado sobre a questo de Masauab, tinba real-
mente feito a declaraco reprodusids pelo joruaes
eom raspeito Zula e Iba D-eti; e qae o Sr.
Dapretis respendeu que a sua declaraco /ora re -
produzida inezactarnonte e proinetteu enviar ao
Sr. Floureng o texto exacto desea declaraco.
Inglaterra
Festas da natareza d'aquella que a Gran-Bre-
tanha prepapou ltimamente para celebrar o ja
bleu da rainba Victoria, na febre de mais expan-
sivo enthusiasmo, sao rarissimas na historia. An-
teriormente actual soberana t trea moaarebaa
iugleaee teem podido celebral-a; Hanrique III em
ltVi, Mdaardo III em 1377 e Jorge III m 1810
A aosnnl soberana, raiaha Ao ireiao-anido da
stssttaaate Llanda, defenBora-a'T e impar
deu attaie Junho de 1837,san tio-arei Oni-
IbermdftJ. Conta hoje pottnuiotaa aunes iaonm-
pletoitsusn dia 20 de Juaao fez dt*uuotit|uedaa
oceupaanunatono inglez.
jasnaObdias, em Tusas lananaijeiu:
soea inglesas, j foi celebrado e jubilen ; porm a
ceremonia verdadeiramente oficial em Londres
effectuou-se ao dia 21, dia decetado de gala e
durante elle aenonservaram fecaadss os tribaaaes,
as reparti(es publicas, a bolsa, as lejas o rma-
seos commcrciaes,
ante aia, -X^cdeea asmnavesau cmnpletasuent>e
embaudieintda, lampa vezada, iguarnneida de neu-
dates, m.-.atareos, coras, fliret; e aoite as illa -
minae^iea c fogos de artificio formavam um coa-
juasto pbaatastieo dealinabraate. Em todos ea
goandea paeqoea ioram Itneados faros de srUfi -
ci, oque atacis i fes ee ad em 1856 per ooo
tj da aasigaatuva do tsatado de paz eom a Ras
sia, e em 1813 qaando easou o principe de Gallea.
A's K) horas o meia da norte aecentreram-tegran
des ageitas no aeamo tempo nrog aietibaooa
das priaeipaea mantaaaas da Inglaterra, Sscae-
aia ; Irlt oda.
A ceremonia solemne de aoco de gracas foi ce-
lebrada naabbadia de Westminster, astrstmdo a
raiaba Victoria. A rainba anbio dopataoio de
Backwigbam ro^qaipagem de gala, aoompashada
do todos os djgnitarios da corte.
Serviram para este cortejo oito magnficos ho
noverianos, quedep>is da ulCrma abertura do par-
lamenta, ha dez aaaoa, maca mais saUram.
O cortejo era maravilbsso e a decovaoao das
maa, aduriravel. So em Saiat-James Street oa
habitantes nVram urna subscriptao de mil libras
sterlroas para orosmentar ae casas.
Em Weetmioter ti.-M. B. -apparoceu em aorlette
de gala. Naenutoto, na pattagam do palacio
Backingham para Aba-uve iaempequent gala ;
visto a pragmtica exigir que S. M. nao se apr-
seme em grande-gala em oarroagem deseflbtrta.
A soberana quevaadj porm nao o pavo a vista,
rtsolvi u qne todo o cortejo tosse am peejuen ga-
la.
Pelas ras da pissagem do cortejo elevam-se
estrados, cnstando cada logar oito libras sterli-
naa.
Aatiaticam aa cereaMniae -as aaguiates c abe-
oaa coroadas: re e rainba dos belgas, rei da Di-
namarca, rei da- Grecia, rei de Saze, princ
pe herdeiro e princesa da Allemanha, gran-Juque
de Ueeae, principe herdeiro da Austra, .principe
berJe.ipoe prineeza de Portugal, grao-duque Ser
gio da Ruasia e sua esposa, a gr duquesa Isab 1
Ferdoronna, neta da raiaha de logia tem e ama
maravilba degraca e'nelleva, o prineipe real 4a
Bneeia, Kabar.Pueb, o Msxrajag de lodosa, o
prineipe de Sk> e raiaha de H .w ,i.
O principe de Sio, o rei de Kpiolaoi, a rainba
de H-.vrai eos principes indios, cujos trages sio
de tnna t^om extruordioarfa borda dos a oure
e crave-jades de pedrera', tireram dse hospedar
em sotis por j odAavcr lugar nos palacios in-
gleses onde se alojassem.
Alguna magnates da corte britaunica offerece-
ram oa seus palaeica para hssparlar nlgaua mem-
ores daa tJuailnu reaea.
mais e um enez que ae aodava traba-
lhaido ua deeoraco da abbain de We>tminster,
para o que a Cmara tinha votado vinte mil libras
s tarimas.
Na >eoostraecd dsa galeras e tribunas proviso-
rias avuve todo o cuidado em poupar aa eaculpiu-
ras e arabescas peecioBos da famosa baslica, que
desapparecaram quasi todos sob a profu^o daa
decorar/oes.
A cor vermelha predomina. O tapete que co-
bre e age Jo do templo desde a oteada reserva-
da ao cortejo ateo docel que eneima o throno, foi
fabricado expressament paraba ceremonia ; mede
12 ps de largo e tem a todo o comprimeoto, se-
brv fondo rermelhe, as estrellas da Orden do Ba- \
abo.
A' noite a raiaha deu recepcio no palaoin.
A festa daa creaocaa foi atereasantiaaima e con-
stitaio o verdadeiro don do jabitea.
Realisau te a 2 em Uyde-Park
Vinte a trinta mil creaneas reanir-m-ae all, on-
de Ibes foi servido uro cha, precedido e seguido
das mais attraheutes diversoas.
Por ordem da rainba, as bandas rgimen taea abri-
lbantarsnv a festa.
A raioba -attavesaou o parque para ter alguna
minutos de convivencia com a popalaco iutantil
O cha foi servido em grandes barracas pintadas
e armadas a capricho, e foi acorapa-obado de carnes
iras, fruetae e doces. Cada um das peqaenos con-
vivas tinba direito a levar para casa a sua.
chavena, adornada coro dois retratos da rainba,
um de 1837, outro de 1887.
Deviam effectuar-ee em Juiho dua9 revistas,
a primeira militar, a 9; ea segunda naval, u 23.
A revista militar realisar-ae-hia m Alderahot,
e tomariam parte n'ella orna diviso de cavallaria,
18 bateras de artilheria, ama iivisSo de engenha-
ria, os alomaos daa escolas ailitavee, a brigada
das guardas a p, urna brigada de infantera li-
,eir* e artilheria de mariuha, quatro brigadas e
infantera de lin!ia e dos de milicias, desesete
companhias do trem c o estado-maior do corpo de
facurtativos.
Foram sutorisadoB a comparecer tambem na
revista sessenta e dois regimentoe de volunta-
rios.
Isto deve perfazer um total de 80:000 homeos,
commandados pelo daque de Cambridge.
A revista naval deve ser em Spithead.
Ser constituida por 80 couracados 20 grandes
cruzadores, 60 canboneiras e 60 torpedeiroa. II
de ser imponente.
Depois da revista baver una das de mano-
bras.
Em Wiodaor as festas foram to brilbautca
como em Londres. lato explica-se porque a rainba
fez de Windsor a sua residencia predilecta.
No parque feri aseado tus boi inteiro.
Seis mil crianzas cantarais na presenca da rai-
nha o God ave the Queen.
No Tamisa bouve regatas e festas veneziana.
No dia 22 qaando a rairxna regresaou de Londres,
foi descoberta diaote d'ella a saa estatua em mar
more, do escolptor Bocbm, frita por subacrip-
Em Doblio o principe Alberto Vctor represen-
toa a familia real as fastas do jubileo.
O coaheeido industrial irlands Sir. Ed. Guiu-
ness, offereceu perto de trea mil libras para a coa-
atruc(o da am hospital.
Na Escota fundou-se urna grande sociedade su-
jos lucros servird para custear a permanencia em
paiaea quentee dos individuos attreitos a doencas
do peito
Em Birmingham, votaram-ae duas mil libras t
para illuminacjdes denotativas nis caixilhoa das,
vidracaa do palacio da Justic^.
Notan curiosas: Para o baile qne haveria a
28 de Junbo em Guildhall, tioham-te fcito cines
mil convites.
As senhoras inglesas cffereaeram a rainba, por
aubscripoo, urna estatua do seu defuacto marido,
o prineipe Alberto.
.ot s mais extravagante-a conoepcoes o enthu-
siatuio dos ioglezes palo jubilen da aua querida
raiuha, a que se explica pela muita asteicad e res-
peito que aquella naci podeosa tribu sua
augusta soberana a quem deve tanto da sua proa
pertdade actual.
- As autoridades reoeberam por intermedie da
polica e dos seus gantes no estrangeiro avisos
autonsadiasimos, que nao deizam a monor duvida
com reaperto a existencia de urna conspiraco dos
dyoamitistaa paara cernear a desordena e coaraet-
ter varios attentadea durante as restas do jubi-
len.
As nformaedes diziam que o partido da dyna-
mite, tinba tudo preparado para levar a efKito
esses attentados, e que asuzplosdas d-vism rebro-
tar durante urna semana, mas principalmente 21
de Junbo, da da grande solemnidacie religiosa e.
effica na abbadia de Westminater.
Sem embarfo, ha metes j que as autoridades
prevendo isto, exerciam nma vigilancia rigorosa
sobre os tenanos e os dynaraitisfas, nao so na In-
glaterra e aa Irlanda, ma nos Eatado-Unidos e
ees algunas eapitacB da Europa, d'onde se sabia
que partira o golpe.
Grapas a estas precaoedes ai tu tan dados ti
uhain pleno conheciment das preparativos feitot,
e d;s autoras e agentes do trama, estando a po-
lica enearregada de os vigiar e mallograr-lhes os
planos tenebrosos.
A imprenta foi incunbida de tranquilisar o
espirito publico ; apezar disso, o receio era grande
em Lmires.
Tolos os portos ingleses sojcuidadoBameate vi-
giados.
Tambem se receiavam manifestacoes aoti-in-
glesas na Irlanda, em coosequencia de aa festas
coincidirem_com a approvacio da le para a re-
pressio do crime u'aquella ilha.
Na sessio de 17 de Junbo. a enmasa dos com-
mnus continuonat depois das 5 horas da tarde a
discusslo do lili coercivo da Irlanda. A ansa
hora, sendo instsrndo-e encerramento da dissuaeio
os paroellistat tevantatam-ae e-aahiram da asa.
Poeto voltead o nrt. 3, foi approvado por
332 vo'oa coatra 163; mas -as gradstoaianos,
Llepoia de votaraaestsatvigo,raacaramte tambem
da sala e nao vsttaaamtnait. Em ataida tomau
approvados todos os trea artigos sem eseatinio,
vista que na sala b estavam os conservadoras e
s unionistas.
A cmara passoo depjia a discutir os artigos do
bil do orcam*nto das nceitas.
O Daily-New commeotand a sesso do dia 17
nacomsra det onrminne, diz fue roaneira por-
que te eacerrou o debate sobre o bul coercivo
iguobil, ft\B nao passe u de ama fare>a patroevua
da pelo governo
erB 4U0 milicianos de Tipperary, ao^aaberem
do regresao do Sr O' Brido, reauiram-ve 17 de
eaaabi para o irsra etperar, contra a vontade dos
oaes, e rsefberam-nd com apon a e vivas
e *
Lega-agraria.
O Sr. O' Brien agraateseu setas demonstraedet,
c mgratulauoo-si de que as primeiraa boas viadas
Se reoeba ao ragreatar irtanda, santvtsnan daa
cas militares da rainba.
Os irismdezes celebraram tambem, a seu
aaodo ojubil'u da rmperatriz raioha.
Foram dirigidas cartas de osante, tarjadas de
proto -a-w menxbraa do GraHan Club de New-Ytr k
peto eontdbo da Liga Nacional Irlandesa, puraum
meeltng que deveri i realiaar-ae em cominm racd
doj irlaudates que peroceram no ea Ja tai so e oaa
enxovitt, durante o reinado da rainr-1 Victoria.
N tese meetinq deveria ler-se ama peroraeo do
padre Mac-Gryan.
Trasuntos pertoatgeM oatholicoe, entre es
quaea se contam varios Ior is,reeuesrhm o convito
para a "eromjmia do jebilleu rra abbn lia real de
Wastminster.
Este procecmeato muito commeatado, en
vista da nasssstsaaa do naoeio do papa ouelie
aoto eolesMre.
Principia! pernote o supremo tribunal de Leipzig
o julgameufodo processo da alta traico instaurado
contra oetnembros 4a Ligaeio fraaceza de patrio-
tas da Asara-Lirena.
Oa eeua.l"e eustentam que sao iiinoceiites do
delicto que Ihes mputam.
Em todo t c-eao. nnoceutes -eu eulpaeras, o Sr.
de ttismerok toara pelo pcwr des eaminhot, acola
sob o ponto de vista allemo, e bem ae v*. oe
tem aiite's lis m-.-iros do que h imena de beta c
pru tente cemeibe.
Tolos oa qn apreemn jetamee a indcle e o
temperrmeuto dos alaeiaou Hiraam croo a vio
lerrem -a p-rsegoiei eii os pewres mena de
ehamal-08 at :;remio germnico. P-eeiero f*el->
callar ; mas nem por reto econseguir gtnbar-trret
o animo. O que se tem passado n Francia com
respeito a deina religiosas deveria ter aberto
os olhos ao grande efaanceller allemo.
Desd-i que osatacam e se tenia preeerevel-as,
den-ae-lbes urna energraineperaeta. -'Aasimacon-
tece al-D, em assumptes patriticas. Teado-se-
Ibes nrgiedo o ref jgio pelo .tnico do protesto,
revle-se com ou.a iuteneida le que uo abona gran-
demente a pericia aem aaagaoidade dos senhoree
da Alrocra-Lorent.
As expulso .-a coutnuam oa Alsaria Lorena.
O Sr. Lalanc deputado no Reichttng andirector
de urna fabrica e outro individoo, reoeberam ordem
para sabir de Vlaihoose no praso de 48 horas.
H* diae fas autoridades I lemas pareeem re-
dobrar de severidade. Foram apprehendidas em
oiae as livrarias ns obras publicadas durante este
anno em Franea com respeito a Allemanha ; ebe-
garam mesmo a reclamar dos livreirca os nomee
das pesa-jas a quem j tinham sido vendidos exem-
plures deseas obras.
A sessio do parlamento geral da Allemanha
uo est longe de seu termo.
O acorhimento que fizere ao artigo 1 do proje-
eto de lei tributando a agurdente, tal comoaa-
hira da cotamissio, ora. j rrm indicio seguro de
que a cmara ceeitaria o eonjanto desse pr. jecto.
Perguotava-se qual seria, no mom-nto do escruti-
nio, a attitude do centro catholico. Qual birvia
de ser ? Absolutamente conforme os desejos do
governo, que nada tem, por a jora, a temer
daquelle lado.
Oa primeiros 45 artigos stbre os alcoolea fica-
ram approvad/s na sesso do dia 11 de Junbo,
de vivissimos debatea entre oa progressietaa e os
nacioaaes liberaee.
Apenas se deixou reservado o artigo 13 sobre
importe ifuppleweulares. Tendo o ministro das
financaa, Sr. de Scholz, declara qae o goveruo se
reservava o direito de estabelecer outros impotos,
0 Sr. de Ricbter perguntou ao ~r. Miquel o que
devia pensar do que elle the dissera na sesso
precedente, afirmando que os nacionaes libertes,
durante esta legislatura nao consentiran] em votar
nouoa inopes toa. En to o Sr. de Benngsen, em
nome doa liberaes-nacionara, interpellou cal .'rosa-
mente o ministro e tom u lhe conta das suaa pa
1 vras, as quaes eonetitoiam ama verdaieira vio
lacio do paejo ajustado entre os seus amigos e o
governo.
O Sr. Richter alcancou tambem novo triumpbo
ao observar que o parlamento baviaj approvado
900 milhoes de impostos porque se agitara diante
aos sena olhos o espectro da guerra e a imsgem
terrivel do general Boulaager, qae desappareceu
sem tambor nem clarim, e, nao obstante, vo pe-
dir-se novos impostos ao reichsttg.
A sesso levautou-se em meio de graodissima
agitacao.
' digno de notar-se neata reforma tributaria
que ella dar ao governo, se aa suaa previsdea ae
realisarem sommas muito superiores s necessida-
des actuaes da administraco. Daqai procede que
oa progresistas contam propr ama rebana eor-
respandente em vanes impostos, especialmente no
caf, com o proposito de tornar mais eeonomica
urna bebida que ad como o alcool, nociva
saude poblrca. 0 gabinete, porm, que nao
abunda nestas idaa.
O Correa da Bolta, tolha progressista, anteci
pira ae a dizer o que pensava das disposicoea do
governo.
Na8 circunstancias presentesescrevia elle
nao ha a esperar o deaaggravamento de impostos
ou de taxaa aobre o povo ; deve antea asperaraee
que os r cursos de que o governo actualmente
uo tem necessidaie se utiliaaro em crear noves
privilegios para aa classes privilegiadas .
Este juiso muito significativo n'um jornal
relativamente moderado.
Pataea Bnixo*
O parlamento h llandez, retornando a lei elei-
toral, elevou o nunero de 130.000 eleitores, qae a
Hollania tiuha, a 300.000.
O re da Hoilauda odultou oa individuos im-
plicad, a n>.b tumultos de Amaterdam em Julho de
1886.
Este acto de clemenci i produzio a mais sym
patbica imprcsso no povo neerlandez
itiktrlu HaiiKria
A 19 de Juaho, noite. un Duaaazendahely,
Hungra, a populaca muito exaltada cem as ele
coes supplementares, d.itou fogo ao bairro des ju-
deue deizand) arrninadns e sem abrigo o lenta
familias judaicas.
Bala
Esperam-Be gravea decisoes em S, Petersburg,
se o sulto ratificar a convenejio aoglo*turco, re-
lativa ao eypto.
Oaily Newa em Odeaaa di noticia de reinar
grande actividade em todas as estaedes da via
frrea trauacaspiao, os commandantes militares
paiejem esperar ordeua de mebilisaco das suaa
tropas ; aa aut ri ladea russas nao coosentem que
os estraugeiros atravestem aa estradas militares
quo coaduzem i Arm-uia turca.
Conforme infurmaedea de S. Peterabargo, de
foate segura, desmentida da maneira mais for
mal, a noticia de urna prxima entrevista dos tres
imperadores, noticia que os joruaes allemes pu-
blicam ha das a esta pirte.
tsrlenle
Pelo que respeita mudanca de attitude da Al
rnanba am presenca da questo blgara e a ad
beed desta potencia s tentativas da Turqeia e
da Inglaterra para ooter urna aolucio de iatermi-
aavel negocio, Sord de Brmellaa coatesta a eza
ctido das noticias do Tampt e a modificaco que
a ella lhe parecen significar na poltica oriental
do gabinete de Berln.
Nao obstante, a folba de -Paris reportar-te i
authentioidade das suaa ioformacoes e completa-
as com as qae lhe traasmitte o seu correspondente
de Coustsntiaopla.
A Porta recebea de Berlim a nota que a con\i-
dava a suomett-r approvaco das potencias um
cao lidato ao throno do principado. Entretanto,
como o governo havia anteriormente iniciado ne-
goeisyiea em 8. Petersburgo, offerecendo-lhe a
formaco de um governo provisorio em Sophia,
<"m axol jso dos aetoaes regentes, a Porta rece-
bia tanrbem decorrtdas 24 horas ama nova missiva
doflr.ale Rol Hits para que nao seguisse as m-
dioaeoBsda primeira aem qae chegaase urna com-
mooicaaao da Rusia, a qoal podena demorar-se
Jis ou res das.
Tal eoamuoicacio faoil de prever que ser
negativa ou dilatoria. Estad qae poder conhe-
oer-e o aISaito dos eonselhoa de nterveoco activa
-taea Por*a*ceitou da lagatema o aoa quaes ad-
aeero'potrttvauente s AllOTHiirrtra.
De Conatantinopla transmttem ao Ttmps, que a
Porta Ottomana acaba de reeeber a respoata da
Rusaia s novas propostas que lhe haviam sido
teitas relativamente questo blgara. O gover-
uo do czar declina a transaeco oferecida pela
Rusiia a sabor, que tari* pr levara raaepcia a
ceder voluntariamente o seo logar a ama asfminis-
traco com a qual oa ministros russos nao tivee-
sem escrpulo de tratar, tlo obstaate, pava pro-
var o seo desrjo de contiibur para a aolucio das
diffieuldade3 oulgaras, o governo de S. Petersour-
-go apresenUr eom venia das pitenciue^m can-
didato ao throno do principado, e este se dirigir
a Sofa para all aasamir o pod r e preparar a sua
eleicao. C 4-se qae dueorrere bastan tea dma an-
tes que se eaiba como os diversos gabinetes aco-
Iherio esta propesta qne a Ru ;sia formulara ante-
rior,neute.
Nao deve dissimular se, commeata a folha fran-
cesa cima re ferida.que anda quando as poten-
cias aajsa a sua adheaid a este plano, o candidato
rusto, o ebegar a Sofa, encontrar-se-ba n'uma si-
tuacio pergosa, e que tropecando na opposico,
que cerUmeute, bao de mover-lhe os borneas poli-
ticoj deeapossados : a maior parte das olciaca
blgaros, o seu advento pie ser oausa de compli-
cacSes muito gravea.
A criee ministerial servia, destala pelo ad-
vento do Sr. Riatteh, parece destinada a ezerc urna seria ioflaencia no deaeolace da queitad bul-
gara.
O re Mitn poaooren de que feleitar-<*>, omo
sabido, do seu accordo com a Auatria-luugria,
por occasiao da ultim guerra e otra a Bulgaria.
4erera He agora rermente, amdaadode fent'-,
bastar um ponto de apoio no eatado que, pelo mo -
meato, o maia formidavel adversario da regencia
hurgara ? "
A XiaMta da Alltmmnhu do Jfortt, muito opti -
miau, poe em relevo que o programma do novo
ministerio, cumpreh-ude as boas rel.c-8 com to-
dns'aa poteneiase urna redueede d*s despesas.
PJe, por isso, cootar c m a opprovacio univer
til,accrescenta a f ilha do Sr. de Bsmarck, e
eom tanto mais rasad, quinto eerto que o pro-
graaniaa do novo gabinete s trata de cwesiues que
offerecem novas garantas para a trauquillidade
des estadas Jh ur p> Oriental, a
En Vieuna, a mpreaso diversa, a sent-
meiitos russo philoe do Sr. R-stitch sao bastaate-
mante coubecidos ei a sua ch'gada ao poder um
verdadeiro tonatempo para a Austria.
Eaperava-se at ultima hora, dizeai de Vieo-
T, que H-wia O'nbinaead ministeiial nio vidgas-
ee. Mije, que ella um meto contornado, im-
prensa mamteata o desejo de que o Sr. Riatitch
serba anteprjr os interesses do svu para a suaa
atfdicoes pesaaaea. Em todo o raso, a Austria,
acoetumada a dominar e a faser aceita* os seus
TOrrtvIhoa em Belgrado, ha de tir de certo boas
sasoee para uSo oetar sutiafeita.
Compre accrcscentar que a regencia Bulga-
gara decidi te, por ultimo, a convocar para'3 de
Julho a asaembiea nacional em Tiraova.
Qjer isto dizer que temos urna resolocd viril,
cojos resU' tados d2o podem deizar de ser uteis
Bulgaria.
A Europa tem-ae divertido tanto costa de Ha,
que justo que ella ae divirta am da tambem
casta da Eoropi.
Que far a aaaemb.a nacional ?
Provavelmente o que a regencia lhe indicar.
E qoal sur plano desta ?
Faser ae reconhecer como governo legitimo ds
paiz, dando aasim a forma democrtica s inatitui-
c;5as blgaras,oa promover eleico de om prin-
cipe s m previo aasentisaento da Europa ?
De qualquer das modos, a regencia ter mostra-
do deereio -e energa.
Parece que a Porta e a Inglaterra a animen a
proceder assim, e que a Allemanha nio Iho pora
*8rnrbem obstculos.
irela
O sulto da Turqua pedio ao representante es-
pec'al da Inglaterra que modificasse a convencao
ueste sentido :30 as tropas turcas pidero inter-
vir no Egypto, dado o caso de rebentarem deeor-
dens, e as tropas ioglezas nao poderiam intervir
aem qae o sulto pedisse.
Sr Henry Drummoud Wolff recueou-ae formal-
mente a acceder a este pedido.; mas estava pro-
curando urna formula que poasa satisfazer o sul-
tio.
Na Inglaterra, o que maispreoecupa actualmen-
te a opinio publica a convaucio anglo-turca e
as modificafoes que nella pretender introdazir a
Franca e a Russia.
Mus esta preoecupaco em nada altera a velha
ieugma ingleza.
Aguardam-se severamente es factoe, sem ezei-
tacoes e sem rhetorica.
E' sabido que lord Salisbuiy deseja achar am
meio oa um pretexto para que termine a oceupa-
co iaglena no Egypto comtanto tjue este meio
seja compativel com a dignidade da Inglaterra *
mas nao menos eerto que lord Saliabury, acce-
dendo a couvencao negociada ltimamente em
Conatantinopla, descontenta muita geute, princi-
palmente os seus amigos.
A opjos cao ao alludido tratado anda nao re-
bcutou clarameute, porqoe por ora sao deaconhe-
cidoa ea tc-rmoa precisos em que est redigido : mal
desde que a eonveucad for publicada, inevitavel
e violenta a opposico que se vai deeencadear con-
tra ella.
Na Inglaterra ha um partido poderoso, auxilia-
do par grandes ar^eatarioa, que abertamente
h-etiI a que a Inglaterra tome qualquer eempro-
misso de evacuar o Egypto.
Este partido-raciocina assim i
' Pomos nos que restabelee;mos a ordem
Egypto.
E se o asanos bs, ni foi eem soliotar pre-
viamente a cooperacid de outra potencia, igual-
mente iuteressada.
Agora propem-nos que.nos retiremos.
* Mae aquelle reatabelecimento da ordem cua-
tou-noa caro e anda nos cust^ caro, para que nos
retiremos sem que noa compensem as nosaas fadi-
gis e aa nosaas perdas de horneas e dinbeiro.
Nao pretendemos annexar o Eeypto; mas
comprimoslanosaa missao e consolidaremos no val-
no
I- do Nilo a nossa influencia, por forma que nada
a posea abalar. *
E' evidente que todos oa que assim peoaam, que
sao muitoa, desejam o bom xito da oppo-ico que
a Franca e a Ruasia fazem couvencao, porque
esse ezito manteria o s'alu qu*.
Sea couvencao viogar cora a adbesd daa po-
tencias a Inglaterra evacuar o Egypto dentro de
tres annos, e nao poder tornar a intervir all, se-
nil dada a eventualidade de graudes perigos inte-
riores ou exteriorea.
Se a convenco nao vingar, o utatu quo lar,
verdade, engrossar o partido qae o desejn; mas
ae ditreuldades oa dispendios que lie importa,
ajgravaro a aituaco poltica.
Em qualquer doa caaos, o partido conservador
o partido de que chefa lord Salisbury, tura maia
ou menos prximamente, de deixar o poder.
Asseveram de Londres que o al arriara de
Salisbury dirigir iastraeose a sir H. Drummoud
Wolff para obter a todo o transe, autes do dia 2t
de Junho, a ractificaco do convenio anglo-tarco.
DirBcil empresa.
Nu mez de Novembro ultimo a Porta compro-
mettia-ae com > embaixadoi francs a aadaasig-
oar convenci uenbuma eom a Inglaterra sea
consultar a Franca.
A 12 de Maio deate anuo o au'to prouiet'ia aa
enviado especial da Gr-3retauha raetificar a i
de Juuho o tratado que em certo modo (regulariza
e legitima a taaaia da Iuglaterra naa margena
do Nilo.
J 8 v que os dous compromiasos couiradi-
zum-ae, ai) a uegacd um do outio, e nao este e
nico inconveniente to que tropecam aa negocia -
opea altimadas em Conatantinopla.
A questo do canal de Suez era ao mesmo tem-
po tratada em Londres entre o Sr. Waddington,
embaizador fr incez, e lord Salisbury.
Accordes os dos atore a noutralig&co do iat"
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Mari te RIhmuAiibuTcpp--teF 5 te Jslhe de 1887
3


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c*m-ie ironas, ostenta-ao corap>rao, celebrara ss
exequias airauladae, mas no fundo, de n'aqoetle arraiaea.
E eir cora: se explioa a srores* qsre prolniiu
a declsmtefe do 8r. Antonio de Serpa, na soasan
da cmara Hila de 21, de que nao viohe preparado
mo, desde o momento ein.que a Inglaterra ajusta va para tomar p irte ne Jebaree sobre o prt/jeeto da
Jora a Porta urna convenaao destinada a dar-lho o conversio. Segura neote, ai occn-rancias da con
no acarea- da empoaicjU da comoxiteao qae de-
via velas pela neutmluiade, cuja una, estava fi-
lada em 12 kilmetros de cada lado das margen
da canal a tire de eanhiio, -houveram de ras-
pender todos os preliminares.
Poditttweilea concluir pela iatestialiaaeae da iash-
maudato de reoecupar a Egypto no dia e da ma-
neira que bera Ibe approuvesee ?
Nio; queua dia o Egypto, dia canal martimo de
Saew
O sultio deve estar iutoirado do >o effeito que
produzio tata convenc!> eutre os da sua p.ivm-
*
Os cheiks arabos, ouvidoe en todoe os assuino-
tosrelatives ao mundo muaienico africano, protes-
taran! unnimemente contra a supremaca conce-
dida a lug aterra n'ura piiz tai iutim im ote liga
d i com o Iiilam.
De oais, nao aonmnts a sorto do Egyoto qna
est en> jogo. mis tainbem o equilibrio Mediter-
rneo que a Franca tem intereses em conserrar.
Depoia da ter sido expula, do Egypto consenti-
ra e'la em deixar-80 expula ir tambera do Medi-
terrneo oriental 1
EXTERIOR
Corresponden -la do Diario de
Pemambiico
PORTUGAL Lisboa, 23 de Janho de
1887
Na sesso Ja cmara dos deputados de 21 deste
mea o eloqucntissioio orador da raaioria, Antonio
Candido, pediudu a palavra pira nm assumpto ur-
gente, dase, por entre appKuscs que u'aquelle
da se eslava ce obrando o jubilen do S. M. a
rainha de Inglaterra e impepatrs das Indias. Asi
altaa virtudes detta s-.uhora, qu<> ba 50 anuos go I
Terna a na^ao ingleza, receben agora um tributo
universal de amor e de justica a qu*: el a tem se.
gurisaim > direito S. M a rainh t de Inglaterra
est ligada pelos "laces do sangue familia real
portuguesa, nossafiel alliida dea le muito lempo;
e que por esta razi > toma va a liberdade de propV
cmara que votasse hom nagens e fel citacoei ,
sugusta soberana que, auto as fclicitaco '3 dos sea i
subditos e o reupeito de todo o mundo, v passar o
ultra i dia d* seu glorio!" cineocn'eairio.
Foi mais um triumnho oratorio pira o Sr. Anto-
nio dolido.
Falln em s gila o Sr. Barros Gomes, minis-
tro dos negocios eatrange.iros. dzeudo que euupri i
um gastoso de' er, aasoci.audo-sa en nome do go-
verno s palavras eloquentementc proferidas pelo
Sr. Antonio Candido.
Sao autigas as rolaces de tamizad-e que pren-
dera os dom psizes, tendo essas relacoes raices nos
factos culminantes da historia de Portugal, e o
S;overn o nio poda deizar de associar-se s mani-
estaces qne a soberana da Gri-Bretanha, rodea-
da de principe;, est rcccbcndo da cacao inglesa.
As palavra do Sr. Barros Gomes foram eoafesf
tas de applausos.
O Sr. Consiguen Pedroso, diputado republicano, \ teates.
deelarou que se abateve de votar a proposta do Sr
Antonio Cradido, porque es'e momento b storico
corresponde ao dilacerar pungente qu'aweuc
dividir a naci iugleaa. Falla so ao pomposo
cortejo de principes, e nao se falla do povo que
afra !
Nao so assoc'oa manisfestaclo, proseguid o
tu-trado orador republicano, porque o momento
rae estamoj) afravensaudo nao nm cumulo do
feliei iad -s para a I'iglaterra.
O Sr. Julio de Vilhena (regenerado:) asso bu-
s en nome dos deputados que o apoiam, s con
sidcracpcs do Sr. Antonio Candido, e, considerando ,
clave do dia 19, em casa do Sr. Bocage, desequili-
braram-lhe o organismo, e ainia teremis vero
Sr. S-rpa regressar para a redaeco do Jornal di
Commercio (le quo proprietwrio o r. conoie Bur-
ny) a de que rivera a prevenoio d-j se despedir
s temporatiamenie
Oj pr jcessos sjgmdos para a elaioao do aetnal
chelo d) partid i progresista, depois da morte de
Anselmo Branncamp, firam mais curiaee t tive-
ram o xito que a grai i m noria do partido pa-
reca desejar, sead> unnime a votaoii, qu d-u o
basti do eominau lo ao Sr. conselheiro Jos Li
cirn > de Castro.
Julgo ter-lbesdito que 8. A B. o principe
O. Carlos, Hc.mpanhido de sua esposa a Sra. D.
Amalia, duqaeza de Bruganc* foram para Loa-
dre representar os soberauos de Portugal as fes-
tas da jubieada rinhi Victoria. N'AquelU eerte
SS. A. ItR. foram recibidos com as honrai-
devidns sua alta jerarcllia c tiveram da s ibera-
I na Gr Bretanhi o mais aymparbico aeoihimeiito.
El-rei D. Luis esteve h i dias em Teos p ira
assistir s manotas e exercici is de engenhariu,
com polios dias antes hivia estado no pily^ni
de Vendas N iv is para pr senciar os exorcicioi an
nuaes de artilheria.
Tambem ha tres dias estovo o soberano oresi
dindo a urna festa industrial em Lisboi. di-
recc > da comianhia do gaz deliberara conferir
premios acuelles dos seus operarios e engenh liroa
que se houvessem tomado merecedores desea dis-
iuv.o. El-rei proferio nesta solemoidade pala-
vas de grande estimulo pira os laureados, e lig-
nou-se conferir-lhes por propriaa maos as mida-
Ibas com que foram ngraeaad s pela direccio da
companhia.
Terfa-fdr* (21) houve um esplend! i l il.i'
na leg$io ingleza nesta corte, para commerairar
o jubil; da rainh i Victoria. Suas Magesu.dos
as-iatir im ao baile.
Parte da prxci de toiros de Tootnir deaaboo ha
dias, por occasi) de umaorrili, ti and i cinco
pemoas mortas e htvenlo grande numero de feri-
montos, muitos d'elles gravissimos.
Trata-se em L'sb do fundar.um inMlllo
pi, afim de ser-in educados os cegis, em confor
miilade con o* m.'th idos e priceasos mais acredita-
dos l fra. Pira esse fi n celebrou-s^j ha pou-
cos d.as. as salas do Gomnerch de Portugal, ras,
Ivens, um i reunia j en que o Sr. Carvalh fea
urna expiaieSi muico onceituiJa e persuasiva do
assumpio. Deoois d) seu discurso, o Sr. Jame,
organista, e cautor da espella traocesa do S. Leria
e um dos antigos alumnos do instituto dea cegos,
de I'.ria, ex^cutou algaua truchis no org>, na re-
beca e no piano, toaianlo tamben parte no con-
cert du is seu horas cegas, suu dise.paias. Os
instrumentos apropriadoa para o d-aeuv >lvinento
intdlectual e artstico Joaeeg.a eslavam expostos
e foi am curiosamente examinados poloa assis -
0 peusamento vsi adqmrinJo de dia para das
novps e importantes adheo;a, sendo para admi
rar que em Li-Ddi nao haja aiuda urna institu
cao deotas, em harmona com os importantes apf r
feioain ;ntos que a philantropia aliiada olea-
ca, teai conquistado uestes ltimos temposem fa-
vor desses desberdados a qnam a fatalidade pri-
vn da vista.
FallecdU em Liaba, vietim de urna c;n-
gejlo erebral, o Sr. Augusto Neuparth, professir
do Real Conservatorio do Muaica. O fallec J>
artista, eminente na sua espeeialiJade, fazia parte
da orchestra do real tbeatro de S. Carlos e era
muit estimado. Foi imponen' o funeral, aeudo
o pirlum nto portuguii como rr presentante do
psiz, n3o pode deixarde asao3ar-sj maulo deicnorine a qnantidada de pesaois qn) Ihe piestu
S. Exc ,.uao aeudo este o nom -nto asado para se ram a3 ult'raae henrao. Viam se sobre o fretro
tratar das questes p.litjas. I rauitas o:is, a sabir : do director e proteasores
As represeut icojs da naci partugu za, conti- do 9oa8erVdtorl ^"^ de Liti. a A.ssoca9ao
nuou o leader da minora, dev m acorapanhar n-s-! Musical Vin'e e Qaatro de Ju-abo, do Monte-pio
te mouieito o representante da dynastia de Bra- Philarmonico, da irmaodad de SaiU Cecilia, da
gane a as saudaco.-s que ueste momento dirige
soberana da Inglaterra.
Sendo approvada a mocaj do Sr. Antonio Can
dido, a cmara resolveu pr proposta do Sr. Jos
Lnciano de Custro, presidente do cunselno, que ae ertenaao Ja palavra, e
dsse eonhecimento da resolncao da cmara ao Sr. i caosau_p-..fuu 11 s ua el
dv S. M. Bntannica
faiii.lia Vieira e dos con Jos da G;vaz de Lim
A banda da guarda mnnicipil segua o fretro,
que era transpirtado n'una carreta, m lio -
grado artista era urc hnmem d; bera em toda a
a su iuesp-rida morte
ministro, nesta corte,
Na cmara do pares foi o Sr. Costa Lobo quem
propiz ana se lanciss; na seta um /oto de eot
gratulaco pelo quiuqnagesimo aimiversario do
reinado da rainha Victoria.
;_ A cmara approvou por unannnidade,
Na cmara dos parea foi app.-ovado o orea
ment rectificado, que j tinh ootiJ j approvacao
na cmara dos deputados.
Houve apenas de notavel qne tendo-se dado
para orden Jo dia o projecto da conversa), aa le-
vantasse logo o Sr. coise'heiro Antonio ds Serpa
Pimentel para declarar que ua i vinha preparad*
para discutir ease projecto, pelinlo, por iaao,
cara
Foi agraciado c*m o titulo de birlo de
| C;emente, o Sr. conaeioeiro Clemeute Jos dos
Santos, chete da taehigrapbia da cmara dos de-
putados e autor da Historia P>rlim>ntar em
Portugal o, trabtlho de oauito alcance poltico' e
historie j, que serve de valioso subsidio a todos a
quaesquer estulta que bajam de fazer as sobre a
nossa historia contempornea. O titulo fui urna
bomenagem b-m merecida ao mer'to, perseveran
(a e respeifabilidade do agraciado. S; alguma
ha qae admirar nisto, ter-se conferido a um ci-
dado de tantos e tao c ;m orovadoa servicia u u
ttulo mbiiiario quo j n nguem ambiciona. Mes-
mo ao titulo de visconde ae est tazendo cara.
fiador J--d Suva Loyn Janar,- hoarad coas
merciiute de nossa praea.
Bav wagera'dosejaenie a'stee nossM oontairo-
vmcaanos, agrudeaeuios Ihe a fiasai daovisita do
deepedida qae nos fiseram.
sjjaraar m por volta de 1 bora da Urde, reinando pessiuio
teerp no uta*, a tal ponto qoa raaos mariobeiros
e aa fundrtara vu 11 d E tropa o pq i -tu i.igi n Bri
tan/iia d liaha do Pacifioo, d-u-a-.i um triste
ae mt.-eimanto era frente ao forte do t'ieai.
O aoalev Verdel.m, patrio Joaqni n di Au Ira-
de, tripolalo por quttro catraeroa, regreasava do
r-ferid i paquete coas quatro passageiras e suas
uairagens, qiand>, na p issagera da b trreta, foi
apaahado por una vaga, que o fea subua-.rgir im-
raediataraedle.
Vendo o que aonteea o deateraida horaera do
mar, Jos Antonio G irrua, CJnh-eid i valgarin in-
te pelo appellido de Carola, e que all estava, no
aee esca'er Esperanza, a aervioo da Agencia da
Companhia, correu logo ssjsjtMOOiirrJ dos infelisos
nufragos, aos quaes salviu, com excepta apeona
de um, que nao voio mais tooa d'agua.
Recolbidoa os oito na Esperanf, prestio-lhes
oa primeiroa s leorroa m'dicoi, c un a raaio-^soli
ctuJo, o Iilm. Sr. Dr. los Fernandos de Barros,
ajuiante do inspsetor da Sai lid) Porto, p no
seu eaealer alli estiva favnbjm e eoabava de fi-
zar a visita sanitaria.
Tamhera alli se achava o aseajer da Alf andega
om o Lira. Sr. r Lipes Netto, ajulaate nt. rio
di guarda-rar, e qu' tnandoi seguir dito oscaler
un nedi atara ut. < para prestar os uec issarios soc-
eorros.
Tanto por eat c un i pilo oscaler de Sal',
foram ap i ihad is e recibidas ao Picio as baga
gen-i dos infelizcs ps ageiros.
E erara estes : Pedro S. Incopeto e Antonio O.
Beiro (raort.i) heap niliea, e os' menon portugue-
guezes U Cidi-cuira e M. dis San', .a.
Be ro erabircar i era Vig i e vnha aqui esparar
o primeiro vapor afira lo seguir pira o far. E'
s -nsnte o que d'elle se sabe.
ub lelegalo da fregosla de S. Frei Pedro
Gonv o ao ehegarnu todos o* sealere L'n-
gu-'ta, t jiuju c mil iiji ;aio do sinis'ro e deu as
prov I "ici ia em tal emerg'acia necossarias, bam
a uno o Srs. consoles do Portugal o H spanha,
qou all cora uree'rara, ondizinli paraos res-
pBftivoa consulados os sabinos de suas nac5;s,
toruei'iiuli lh:s roupt c oraraodos
Conelnini) n io podent >s deixir de elogiar nao
no a hura isitaria e corajosa.aooae que pratieou o
amestrado marojo lisbo tense, Sr. Jo3 Antonio
Cor-eta, bm cono a d) catra'iro ncional Jos
Oaroeiro, que, aecun lando os esforois de aeu dig-
no patrii e c*. npanh-*iros, ora naco nminenle
de sua pripria vi la, atirou ae s oulas fnrosas
era s leeorro doa iotelizes.
Trltsunel lo Jury -Iloutera cora o compa-
re; ment de 40 juizes de facto houvee;io sendo
sujeitoa Juliana-uto o ri Joai Mondes, onheci-
do por Barb i de Ojro,pronunciado no art 269
lo odign criminal.
Voio aeompauhado do seu alvegalo o Sr. Dr.
Alelino 'unior.
O couselho do sentenca corapoz-se dos seguin-
tcs S'inh >oes;
l)r. Jola Jos Fernandes da Cunh i
Dr. A'berto Jolio Goes Tellos,
Heariqi; Soares de Azeveio.
('ranciaco Mauricio de Abreu-
Uiyi'es B.telh) de Audrade.
Grvaaio Targino Aocioly.
Emilio Rid.'iguts de Miran i-i r'i'iti ).
B'rnardmo de Oiiveira Coragem.
Joaquim Caudo Minteiro.
ara ira que tal discsiao fi KM reservada para a I Ultisnameote ningnem ae contenta a ralo com o
seosio se"jiute. : titulo de conde ou marques. A imprensa de todos
Ora, como os oosbos leitorea catarlo lemn.ados, os partiloa teee elogioa ao merecimi-nto do Sr.
ha dias o mesino estadista havia-ae despedida t.-m- ClesaoBte Jos doa Santos, e as cmaras, gregos
porariamente dar! 7"i ; 'o>-ni/ do Commrr-' e troyanos, pr mais de umi vez teem tributado
co, cuja dreccio poltica exenta, cora o pretexto i 'ouvores aoa i aportantes trabalbos que tem pu-
ostensivo de que preciaava estudsr a I rado of as- o'"0*-
sumptos financeiros. A ifevdufSo de Setembro, antigo orgao do
Viavelment-, commentam aa folhisr govcrrra partido rgrneradr desde muitos annoa, folha
mentaes, o que se passou no domingo ultimo (19) Va teve P,r fundadores Jos Eatevo Ci bo de
em casa d> Sr. conaelbeiro ButMaa^ du Bocage, Magalhies, Mendos L"ite e Antonio Rolriguea
den Ihe volta ao milo. [ Samaaw, e que representa aopiniio da parte maia
Effeetivameiiteno domingo c kbrou-se segundo1 indepcodeute daquelle partido, deelarou que ae
eonelave regen -rador, era casa daquello cavalhei- colloa lealm-nte ao lado do Sr. Barjona de Frei-
r, eendo com 'oata a nssembla dos vahos mais I u- E3aa i" proprias pilavras, que as ac-
sali ntes daquelle partido e que tintmm aido mi- tua-s circunstancias s) multo significativas :
nistros com o fallecido ebefe regenerador Fon tes I Na reuniio de hontem, em casa do Sr. Bar-
Pereira de Me lo, viato que, na reuniio celebrada j o*5 d* Bocage, alguna doa cavalheiroa preaentea,
no dia 13, em caaa do mesrao cavalheiro, para se desatienden io ao cooselbo prudente do Sr. Barjo-
<
ch;g tr a um accordo sobre a eleicio de om chefe
para o partido regenerador, nada se tiuha delibe-
rado.
Nio teve, todava, melhor xito o conclave, do
da 19.
Estiversm alli preaentea 12 doa aatigos minis-
tros que aervirara cora o fallecido chefe do partido
regenerador, faltando alguna, entre os quaes, o
Sr. And ade Corvo, que enearregara o Sr. Bocaga
de deelarar que eHe aceitara o reaoluolo da maso-
ria, e por parte do Sr. Tboraas Ribeiro. qu-, em
carta -deearou que, se nio bou vase uuaaimidade
na resoWca, reservava a sua liberdade de proce-
der como julgasse conveniente.
Resolveo-se que se propuzesse ao partido o Sr.
conaMdheiro Antonio de S rpa Pisaentel para
chafe.
O Sr. casiselheiro B irjuaa de Freitas, deelarou
entao que senta divergir desta resolucio, bera
como os seus amigos eia nome dos quxes tambera
f-.llava, e que, quando o partido, ou a representa-
(ai regular d'elle se reuuisse, explicara a razio
da sua attitude.
Parece que o Sr Barjona acceutuou que, no seu
entender, qu.alquer resolocl i d- unitiva tomada
agora, traaaa inevitavelmente a seiso do partido
regenerador. Acompanaaram-no nesta declaracio
os nssris conselheiros Jayme Monis, e Sanches de
Castro.
Amtma-se que haver pioxim mente um i con-
vocarlo di Centro Regenerador, dos deputados e
p-.r-s d'quolle partilo, que o tenhara sido uestes
ltimos aunes.
Esta narracio succinta, a que omitto aos prorae-
n:res qu as folhas rainisteriaee, radiantes, accres-
centararn, bistante, a meu v,-, para fuer aen-
tir que a ecisio existe cque o partido regenerador,
tal como fra, forte, bomigeneo, predominante
pormuito8 annoa nos destinos do paiz, deixou de
existir.
Ha grupos ; abundam chefes ; eis o seu mal
A ebefia do Sr. A. d STpa ser minada p'lo
grupo barjonado s tal cb' fia lograr a votaco
nesaa asai-mbla partidaria quo est psra ser con-
vocada.
Mas o Sr. Lopes Vas tem os aeus amigos tara-
b u ; o Sr. Hintz Ribeiro sobre o mrito indsco-
tivel'de qne dotado, tem ambiques e pirsce que
se euttiteva para chefe, apezar dos seus poneos
anuos. Os veteranos do g-n-ralat > potic i dagrei
regeneradora nio acceitariam, de b^m grado, n
conimindo dao novicia, por maiorea privas que
teoham dalo d suns aptidSe- par'araentire, ad-
m:nistrtivas, oa finatlceiras
E' por isso que a imprensn progrr-ssista, em
coro, figindo-se d lorida e condoida pela sorte do
p iz, en'Oa o deprofimdit do partido regenerad r,
larai-ntundo apparencements aquellas divisos e
dircordiRS que, evidentemente, vio aaeegursr ao
p.....i progressista o pndet p ir dilatado terapo,
por iss-> qae o partido progresaista aeiutlraent
diap de elementes de governo o de predominio
(tpezar doa seus erros) que o partido adveren, ou
para melbir dizer, qoe as fracades e pmtmlhas re-
generadoras ni > teem agora aem tera)* to cedo.
Ler um jornal progresssta, ter todita. Agu-
na de Freitas, decidiram que ae procedesse im-
mediata escolha do obele do partido, apesar de sa-
berera que esta deliberscio importava a scisio
d'elle.
n Era esta scisio qu-; o Sr. B irj mi de Freitas
quera evitar, custa de todos os sacrificios de-
corosos, p arque a conaiderava tanto maia deplora-
vel, quanto, neate momento, ella a se traduzia
1 em vautageua para o partido representado no
poder.
Por taes e lio ponderosos motivos est lius-
tre hiraem de eatado sustcuUu serapre que o
adiamento era o unicj alvitre aeeitavel e oppor-
tuno.
Prevaleceu, porm, a idea contraria, com to-
das a suis coosoquencias, cuja reaponaabilidade
pesar aobre quera us provocou.
Lastimando o erro pratieado, nos temos, mais
urna vez, enaejo de prestar bomensgem ao alto
criterio e bom Csnselho do Sr. Barjona de Freitas,
a cujo lado iealraeote nos collaeain is. >
Aa folhas progreaaiataa transcrevem este artigo
e fazera-lhe es devidos commentarios. A sita
ci poltica do Sr. conselheiro Antonio de S rpa
Himentei no partido regenerador vai-so toreando
cAda vez mais precaria.
Vio adiantadas as obras da perfuraglo do
grande tunnel, que tendo principiado nos Ares
das Aguas Livres, vira desewb car era frente do
tbeatro de D. Mara II junto ao R co. No tira
de Junho terminarlo oa espectculos no Rec.eioB
e Colyseu, onde actualmente est cantando urna
soffnvel comp inhia du zarzuela, muito superior
outra, que anteriormente alli fuucconava.
A conatrucclo do novo tbeatro da* Avenida vai
proseguido com rapidez.
Fallecen ante-bontem, era Listo i, o Sr. Jos
Carlos U'.ieill, irmio maia Velbo do Sr. visconde
de Santa Montea e Jorge Turla lea O'Neill.
Foi nomeado veaaor de S. M a rainha o
Sr. visconde da Aas :a. Agraciado com o titulo
de bario de S. Miguel de Seid, o Sr. Nano Cas-
tello Brauco, filho do Sr. visconde de C'rrea Bu
telho, o grande ro nanca ta e polygrapho Camillo
Castello Brauco.
L.
hviSTA DIARIA
l.lreneaPor portara da presidencia de 2
do correte foi pr erogada por 30 dias a licenca
ltimamente c mcedida ao profeasor da Estrada de
Frecheiras, em Goyanna, Ernesto da Silva Mi-
randa.
Senador CbicborroA commissi) no-
mcada para promover nesta cidade urna maeites-
tacio de pesar pela sentida morte deste lluste
aanador, reaolveu mandar celebrar raiaaaa e offici
fnebre no convento doa religiosos franoiacanos
no dia 11 do corrente, trigsimo dia do aeu talle-
ciiLe'n .
Embarae-No paquete francez Niger ae-
guiram u utein para corte o Or. Eduardo Sil-
veira, distiucto medico desta cilade e o commen-
Juli > Alcioo de Castro Oiiveira.
Ad dpho Candido G. Alcoferado.
Eustaquio Zeferino da Silva Braga.
Sendo o r> sujeito ao interrogatorio respondn
cbamar-ae Joao M n lea dos Santos, 53 anuos de
idade, natural das Alagoaa, casado, calafate, anal-
phabeto, que aabe porque aecusado, e que nio
preciaava de esclar^oimoatos; que estiva era saa
caba quanio ae don o roubo da que aecusado ;
que ni i conhece as testomunhia que dep>aerara
u> proceso, e quenada tem, qui oppor contra el-
las ; que a seu advogado dexava o cargo do de-
monstrar a sua incuipabnJado no crime, quo Ihe
imputara ; e nuJtnente, que j estove em Fernan-
do de N'oronha comprindi a pana di 8 anuos de
gales por crim de roubo.
Das pecas do procedo conata que na noito de
12 para 13 de Mu i Ji anuopassado foi pratieado
um roubo na venda de Antonio Fernandes L-.-ni,
que na loja do sobrad) n. 6 da rui da Santa
Cruz na Bca-Vista.
Os ladroes praticando um arrorabamento ontra-
rara na venda d'onde aubtrabiram dtnhjiro, joiaa,
a outroa objectoa de valor.
Peito o ex trae, e bi.m aasim o inquerito policial
veio-se ao eonhecimento de que tinhara sido auto-
rea d-ss roubo Julo Mondes conhecido por Barba
de Ouro, Cariolaoo de tal, e Casuaa da tal.
Instaurado o proceaso foram prenunciados B irba
de Ouro e C-.riolano.
Feita a leitura do proceaso foi dad a palavra
ao Dr. Freitas II nr.que. promotor publico que
doseuvolveu a acensadlo.
Lendo o corpo de delicto, os dopoimentoe'das tes
temunhas produsidoa noidquerito, e na formacaVo,
daculpi, demonstrou qus houve um roubo, e que
foi elle pratieado pir J.io Mondes, conhecido por
Barba de Uuro.
Aualysando, e confrontando essea dopoimentos
raostrou, que nio s oreo praticara esae crime,
como, que anteriormente navia feito ajuste com
Cariolaoo, Caauaa para tal fim.
Deelarou que o rea useiro e viseiro na pretina
de tal crime tanto qu i ji cunprii a pena de 8
onnoa de gales era Fernando por crime de roub,
como tarabem, que se acha presentemente no cura-
primento de idntica p na, qne Ihea foi imposta
pelo jury da Victoria desta provincia.
Demunstrou, que o facto delictuoso foi pratiea-
do noate pelo que pede, que o reo seja eondem-
nado no mximo do artigo 2*39 do cdigo cri
minal por se darem as circunstancias aggravantes
da no'te, ajuste e reincidencia.
O Sr. Dr. Adelino Jnior pedindo a palavra pa-
ra apresentar a defeza do sen coostituinte deela-
rou, que antes du entrar na analysa do prooeaao
cumpria-lhe protestar contra a theoria, qne a pro
motoria publica queda plantar, quando trouxe
tola dadiaousaio a pena, que seu constituinte ji
cumprio. Nae ss deve fallar ncaac pasaado, por
que si aeu cousti'uinte cootrahio urna divida para
com a 80ciedade j a saldou com o com primento
da pena.
Couu-ciou para o seu constituinte o periodo da
regeueracio, pois, que eaao um doa fina da pe-
na. PJe elle garantir, que sisea coostituinte
tor condemnado ni* ser esaa conderanaioo. devi-
da ao delicto de que ora aecuatado e aira origina-
do desse pasaado, que tio desfigurado e medonh o
apresen tara.
Desde do inicio deste processo que a se falla
ein o reo ter cumprido sentenca em Fernando !
De simples palavras taz-se qu silo o quoetao
do grand monta !
Tendo o reo respondido em s;u iuterrogatorio,
que dexava cargo do seu advocado o demons-
trar sua inculpabilidade no facto de que aecuea-
do, quando ae Ihe perguntoa ee tioba relos a al-
legar em sua dt-reza, pela promotoria fii iato en-
carado, como um tacto de longo atesnee, e qne
demonstrava a perverai Jade do reo!
Mas a promotoria, quando tal disae, nio atten-
deu, do certo, para a impreaslo, qne esn t id a os
reos causa o cempareeioaento perante um tribunal
resp itavi-l como este, onde os mais civiiisadoa
succumbsm, quanto maia o reo, qae um hornera
ruttico e analphabeto !
Entrando na defeza do seu coostituinte pro-
porcio, que ia lendo a di'fcza eacripta, qne por
elle foi apresen'ada no jmzo formador da culpa
foi ccmmcntando a.
Demonstrou, que de rodas aa testemunhaa urna
nica se diz de vista o esaa nica nio pode fazer
prova.
Aualysando ease depom.-nto e coufrontando-o
com os demaa, mostra que se acha elle em cou-
trndicfio comsigo mesmo, bera como com os
demais.
Demonstrando, quo ueabuma parte toraou o seu
constiruiite no roubo pratieado na venda de Fer-
nandes Lima pede aoa juises de ficto, quo com-
pem o coneelBo a ab'otvielo do seu constituinte.
Houve replica e treplica.
Pelo presidente do Tribunal foi feito o resumo
das debates.
A's 2 1/2 horas da tarle o itrou o conselho pa-
ra a sala secreta d'onde fiada meia hora, voltou
traseodo a condemnaco do reo em 8 annos do ga-
les, multa de 20 por ceuto do valor roubado, m-
ximo do ait. 269 por terera occorrido as crcuraa-
tancias aggravant s, do Jaste, noit.-, e reinciden-
cia.
O reo appelloa da sentenca.
Entra boje eu. julgamento Antonio Bibiano
conhecido por Hespanba.
Vaiutiiaeca de direas* O rainistm i do
I imperio dirigi aos directores das facoliades de
diroito da S. Paal e de R*8cife o aeguioto aviso
com data de hontem:
Era refareaoi ao offl.no di 21 de Maia nltirao,
declaro a V- S. pira os deviaos eff titas, que o art.
37 dos estatutos do 28 de Abril de 1851. na puto
em que eriga dos cindidatoa aoa lagtres-do m i-
giaterio da fiooHade de diroit i qne ap^eieatera
certidli de baptisrai ai ini'.revereui-se par* os
concursos, est prejudicado p lo art. 23 do leo.
n. 7.247 de 19 de Abril de 1879, o quil ae aoba
era execucao noa termoa do aviso de 21 lo Marc
segrate, porquanto, esa vittul'o do proceito alli
eontido, deixou de subsistir o motivo da indicada
exigencia.
Hrtso de omcitare fj naaaiaterio do im-
perio deelarou ao director i uto rio di Faculdal-
de Direito do Recite que, cuidando o gjvarno de
promover a reforma los curaos jurdicos, opposu-
namente tomar em cons'deraco o req rtm-uto
era q le eatudantds do 5* ano i desta f icu1 la Id p--
dera se restaure a antiga pratiei de oooterir o
grao de baoharol era o inearao lia a todos os ba-
ch ir -landos."
Hcitreeenia.;!! aos lente* da s?a-
ciatdade de Mdlclaa da BabiaO mi-
nisterio do imperto reraetteu a se icio doa nego-
cios do imperio do conselho de estad afiao le 4 11
consulte com o aeu parecer, servio lo d: relator o
conaelheiro Joio Alfrdl > Cirreia de Oiiveira, o?
papis r lativos representayio em que a raiio-
ria dos lentes da Faoui I ido de Ms iicin da Bi-
hia peda fiquera sam effiito os aviso de 24 la Jj-
Ibo e 18 de Outubro do auno passado. poloakquaea
o governo determino,!, visto julgar inauffi -ientea
as priva exhibidas, que o rrocadessea novoa
concursos pira pro vi mantos de lugares du prepi-
ralir da referid ifaculla i i.
Canamisso Europa O Sr. ministro
do imperio dirigi ao directord* Facu! Iad d Ms
dieina do Rio da Janeiro, o r. Barao de Siboia,
o seguiute aviso:
Avteadenli a conveoi-ncia d roatri^ir, s : n
pnajuizo do -'nsino, aa dsp'Zia resultantes da or
ganisacio dada s ficuldadesde m i 11 do ira-
peno pelos estatutos quu baixarira com o dae. 11.
9,311, da 25 d 1 Outubro da 138, prinaipilm 1
quanto conatituiclo do pe so destina aoa 3-rvicos que se releeionia ora o
enaiti 1 ver 1 ideiramente profiou 1, resolveu o go-
verno enearrear a V. Exe. da escodar ma con-
gneres institutos da Europa os radhiraraantoa
que pira taes fins possara adoptar-se entr 1 na, o
em pirticalar o aya ten 1 de diatribuicli a fiajali-
sacao dos trabalh is praticos, aisira como os mioa
a que uaquellea institutos se Javera o iateresse e
o apro.eitam uito dos alunaos em rolaoio aos ea-
tud s anatomioos e cuitara te ihuiei. m
Alera diato, carapre que V. Et:. exereisuaat-
tenclo aobre tulo miis que eouveuh applicar-ae
aoaiisinodas noasas facilidades.
A' proporclo qao V. E3. fiear h.oiiitado a i -
forrau o governo a resp uto das providencias con-
sentaneis ora a ralh>r ordera do enaia1, dever
expor circuraatanciadaraent i era reiac-rios, que se-
rio dirigidos a este miniaterio, a resultado das suas
observactos, formulaudo as propootas que cooside
rar mais adecuadas ao fim que $ governo tem era
vstu ao confir-lbe esta ornroslo, corto de qu)
V- Exc. nao poup.ri esforcoa para corroapoulj;'
ao pen3amento que adeterminou.
No intuito de facilitar o desempenho dos encar-
gos da mesma comrassio, cujo praso nio excede-
r a 14 raezes, na presente dita recomnenii aos
nos3os ministros na Inglaterra, na Franca, na Ita-
lia, na Blgica, na Ademanha e na Austria e ao
nosso cousul g-ral na Suissa, qui pre;ten a V.
Exc. o auxilio que carecer.
Fiualmente, providencio para que, a contar do
Io le J.ilh 1 prximo, sejam p igoa a V. Exc. na
delegada do tbesouro uaciouil, era Londres, os
venctra ntos que Ihe corapetem na qoalidade da
director e lente da Faeullade da Medicina do R o
de Janeiro.
1'i'ai providenciar) luforraira-nos
que h intera ao passar pela ru 1 da Aarora um carro
fnebre de 6* classe, cou'lusindo calaverea do
Hospital par o Cemiterio Publico, aouteou qu:,
ou por impericia do conductor, ou por Irapresta-
bilidade Jo cano, oa anda por exocsso na lotolj
do mesmo, um do3 quatro fretros que o carro cou-
dnzia, cabio, desraancbou se e cadveres rebo
lar :in pela ra.
Tio triste espectculo fez aglomerar alli muita
ge te que una voce reprovava o syatena crapregado
para o transporte d os cadveres.
Ni 1 esta a primeira vez que ato sueoeda e
para que se nao repita necessaro, mas mesra
muito necessaro, que providencias aejam dadia.
Paaaelo militarRialiaou-ja aute hon-m
como ba viam oa noticiado o pasa tio militar dos
orpos da guarnilo, at a Cipuoga
A brigada composta da corapauhia de c iva 11
ria, 2o e 14 batalhoia do iutantaria, aob o com-
mando do Sr. coronel Gonealves, marchou do
largo de Santa Cruz ondo so reuni, s 4 3/1 h >-
ras da madrugada quaudo chegou o Sr. general
enraman lante das armis e seu estado-maior
Ao inareh r a brigada houve ligeira neblina,
que f 1 depoiseogrossando de modo que s 6 ho-
ras quando ebegou igreja de Nossa Seohora da
Gracn, onlc tiuha do ouvir misaa j chovia copio
smente.
Nio obstante a chuva, o estado do camioho que
logo torneu se mi e a m archa do cerca de 6 kil-
metros a forca cb -gou era mu ti boa ordena mani-
festando olficiaes e practa admira vel aatisticao.
O soldado qne v serapre i sua frente o general
que o omminla, compartilbando daa meara is fa-
digas sem qae obstculo algum embar ce Ihe o
passo, nio pode deixar de o acompanh ir onde quer
qus elle v, porq n s tera diante de s o de ver e
o chefe nm quem confia.
Depois da missa que foi cele inda 7 h oras da
manhi, tormou-so a brigada na matriz e retiro i-se
a 7 3/4.
Durante o trajecti des le a Lstaneia at rui
da Aurora, mesmo debaixo de ebuva, fizerara os
corpos exercicio de fogo por corapanhias succesBi-
vas, cobrindo a frente urna seeejto estendida em
ati'adorea.
Folgamos em reeonhecer quo j temos soldados
na guarnilo da Pernarabuoo, e offieiaes que sa-
bem secundar o seu chefe.
Apesar do mo terapo, oneorreu muita gente
igreja da Graca e em todas aa ras pir onde paa -
aou a brigada viam-ao as jmellas completamente
chalas.
O Sr. General Clarindo dissolveu a brigada s
9 1/4 huras ua ra da Aurora reeolbendo-se os
corpoe a seas quarteis, mnniou louv.tr es of&ciaes
e pracaa pelo modo digno com que se portarara e
dispensou as formaturas para parada e exercicios
por aeia diaa.
Contra o enjdo do marO Dr. Mensa
aein, professor em S. Petersburgo, admiuistron
com bons resultados a cocana contra o enjdo do
mar, tomada no momento do navio levantar a an-
cora e continnada em duaa ou tres horas.
A sua formula ehiorhydrato de cocana, 15
ceotigr. alcool rectificado pira dusolver, qaanbm
sals, agua destillado, 120 gr.
lilberlaciio No dia 29 do raes passado o
Sr. Manoel da Cunha Branda> e aua eso osa, con-
cedern) liberd.de sem onus algara a eua eaeravi-
sada de nome L'Oaor, de 38 annos de idade.
Uest-jaraos ardeutemenf; nolieiar fictos igaaes
a este todos os dias.
FacadaNosabbalo s8h>ras da noito e no
Pontal da Cabanga do 2 districto da fregnezia do
S. Jos, Guilherme de tal ferio com urna facada
a Hermenegildo Jos Antonia do Saoram-nto, pou-
do-se em fuga logo aps o delicto.
O respectivo subdelegado tomou conhec ment
do facto e mandou transportar o fendo para o
hospital Pedro II, onde foi vistoriado p;lo ea}>
delegado do 1* districto da Boa-Vista.
Doas farad a -Foram quantaa Joio Alves,
conhecido por Joa 1 Amare)lo, dea ante-hoatem en
seu companbeiro, Jos Manoel de San .'Anua, mora-
dor em um mucambo na estrada do Maduro, 2y dis-
tricto da fregueala da Bo i-Vista, urna aobre o
peito eaquerdo e outra era urna daa nadegaa.
A autendade daquelle districto mandn rec -
Iher o ferdo ao hospital Pedro II e proceden ao
inquerito contra o delinquente, que se posera ao
fresco.
Perro-wla do Rlbelro ao Bonito
Para esta empreza vieram no vapor Ji/son en-
trado hontem de Londres. 2,901 volumes cora ma-
terial fixo para a construcco desta ferro-via, ten-
do cbgado anteriormente quautidade de mate -
nal rodante pelo vapor alleraio Cear entrado era
Junho prximo fiodo.
Contaste material, sem coaltar o queja se acha
encommendado, brevemente ser abarlo ao tra
f. go aerea da 12 kilmetros da referida estiada,
quo esto promptos e nivelladoa para receber o
material tecbnico.
O gerente desta empresa, Exm. Sr. Birlo de
Serinhii-m, nio tem poupado eaforfooa para a
prompta exeeucio das obras e a elle se deve a ra-
pidez com que se faz o trabaliio deesa cons'ruc-
clo, e o oroximo trafago da estrada com o quo
amito lacrarlo oa lavradoroa d'aquella ubrrima
zona.
Beabo-Na milrugada do 2 do corrento, a
1 hira e tanto, entraran na laIro3a em cisa do
gerenta da Companhia d-i Oliaha, ni visinhi ci-
dado, lev-aal-o-lhe entra uutros- obja;t> um v c -
deia e relogi > de ouro, patn"; inr'es, n. 2203,
debeob-'rto, teiilo na tarapi iteri or grivala a fi'
na do.m-ara; gerente:.4 P. Si'n&u EUyenkeiro
(sic). Estaulo o Sr. Siraea ao: orla lo pres julio-os
e por isso nat nraln vire eliea nio c iraool etir ira a
pr^za. Entre 09 obj-o;oa rouoilu la/inn tam-
bem parta de ura appirolho de eleetro-plae para
alraoc.o, um bule e ura asauoareiro lavralison
raraagens. '
t-miiriaca 1 tlerstpenae de resto-
qnea Pelo represe itante desta compinhia fii
assiguido o comptante contrajto, ni forma das
clausulas annoxas aa dec. n. 9,757 do 28 do cor-
rente, para o servio 1 da rebocagem por vapor uae
bar-.u de Citingoibi e S. Christivli e Eataueia,
da provincia- du S^-.-gipe.
A subvencii anima' se- de 24.0)), dev-il
o contrato vigorar pir can annoa o polillo ser
prorogado por guil pirindo a a assim aprouvar ao
governo. Foi expressamente declarad-, qua de ne-
nham privilegio gosar 1 e nproza para o sorvico
eontractado.
Transporte gratuito don viabot) na
cioatmos Estatuto a lii vigeuc: do orjinaato
quu tri 1 trausport! gratuito nn riu-firn-u do
Estado oa vinh 13 ni'u.-a>a j iojoto, pirlo.ii-
do o favor po praao Je li:u amu cratidos da
data di primeira r ;ui 31 para M raercili3 de
jmsuino interno. Tend Aiaelrao 4 C, reqmri-
10 til trauaoortu pi a estrili di f-rro D. Pairo
11 pira o vinhi qui fabriciram no miaioipio de
S. Jlo d'EI Ri e ex.iortaraui pir* ostioort 1 a
para nutrs postM do irap-rio, deitbirM o raais-
torio ii ag-calturi ou/r o piroea.- do ra'uiat-.ri o
do imperio icorc das initruecois propostas pala
directora iiqu-lla estriii, pin :x;:u;io 11 t-1
fordi di.qj'siclo lat!. pir eateai-w o objea >
cora intersea di sauie publici.
l<- BrellR-jeeb mis de Par? esta impor-
tante revista qi 1 alli se publici. O naraoro qu
temo i a vista e dat ido de 15 do m n finio o coi
tm variados aasuraptos, como se v lo segain'e
sumnirio :
Ttg.irauos do 5 ao 15 Juio.
otra ourrier de Rio do Janeiro (Cirrj3pou
di ice urticuliere).
Ech 13 part >u-
Chroujue. pirisieauaAnd-ian Deaprez.
Lo ay.ra 1 n n gratioa et da eo oiin'ionau
Bread (sait ).Dora Luis,
Riniera.-it ia cinj prlaciptles doatnoj.
Li baria de Cotegioe.
L?C'iraat rol du icrd (suit) .Vtr-d M.re.
E nigfitou.
Tirag; ios ob'igitin3da 1* corapigaia g 1-
la des Chanins de lar brsili-na.
Noovelles doa provinjes.
Nos livres.
R'vue eo nn::- ialsD. N.a'.
Rivii fin inc ere.
Moov ra nt mritirae.
R -k ii- lu Aoaerlealae Da mesmi
procedcnc ractbaraoa esta reviat* poltica, eco-
uomioi, Sjaujoi.-a o coranoreial, cujo aanoino
o seguiute :
Mssaga da praloato di la Rpjblqui En-
de histouque et seientifiqu! de li Biuquo de la
Provi11.ee, a- Cari 13 Miria la i ni\n ni-
grants .; ni,- 1 itipmlqi; A-ja iri-ij. par Lraia
GuilaineCurrier d'A n.iqoaRivaa e.norai
ineRevua fiuaac .e Vrts. scianjes et taita di-
vera.
Agrad iconos.
Agua* aellas Dtala de 27 do raz finio
recebamos do nosao eorrespondate o ssguinto :
Anda priocoupi o nosio espirito o filleci-
mento do Dr. Archinuias Carvtciate de Albu-
querque, sepultad 1 no da 15 do corrate.
SuOstituind0-0 como corresponden! 1 deste Dr
aro passo 3 noticia !bj aa ojjurr'noiaa ra i;s im-
portantes.
Cuiebnu-se nt mttriz o exereioto do maz Mi-
riaao, cora a miguificeieia eo decoro devidos, hi-
vendo todas a3 noit'S um granle concurso de
fiis.
A piUvrado ptrocho fez-sa sompro ouvir n'a-
quelles actos. No dia 30 d'aqaelle mez hrave m;3-
ai cntala e proc'ssi 1, tarnmanio oa fa tejos a
noita cora ladainbi e bencao doSmtlsaimo Saara-
raento.
A easea actos asaistio a pequea biuda de m-
sica aqui existente, qui durante o trajecto di pro-
cisaa 1 executou ura variadiaaira 1 repertorio.
N^o da 15 do crrante, tendo de reunir se a 2a
sesalo da jury dosta conuei, api as cora o ir : -
ram 29 juizea de tacto, pslo qui foi a aesa> adia-
da para o dta aegmuta, procedeado o Dr. jai de
direito o aorteio aos supplentes. No dia lt reuni-
se e foi auo.n-tt. lo o julgun: iti o reo Alexiudre
le Albuqu>-rqne Cavalcante, palo crime previsto
no art. 257 do cod. crim. O reo teve por patrono
o Sr. Possidonio Bezerro, e foi absolvido unaai-
raente
Da accordo cora os coaturaas da trra foi o dia
de S. Joio muito festjalo. Dj cada canto ouvi-
rara-se detonir enormes tiro3. A uoite entio foi
urna das raiis espleudidas quo ae tam viato nesti
l.calidale, diversos fagos, divartimentos prandiam
aattencio de tolos. No da seguinta houve mis-
sa, durante a q al subiram diversos girndolas de
fogos.
Nrsae mesmo dia foi beato um quadro do cora-
cid da Jeaus do quil fas aquisicio o padre Luis
de Moun com esraolas por si arrecadad is-quaado
aqui esteve de oriem da Sua Eso. R-vrai., [.re-
gando o E/angalho O acto da baocio foi proas
dido de diversas pecas executadaa pela b inda de
msica da Iocalidile.
Dapiisdesso acto o Revui. puoobo fea aoutir
a ueuessidade de um qoa 1ro do Coradlo do Mara
e para aquisiclo do misino encariegou o cap tio
Jos Faustuo Mariano Falulo, de agenciar es-
raolas.
Basta por ora qu i esta j vai por demais longa.
VictoriaRecebemos o Lidador qae tras as
seguintes noticias:
A semana paseada no sitio Caramello desta co-
marca falleceu o Sr. Antonio Goncalves da Sil-
veira, e deixou libertos to los os seus escravos em
numero de tresMatbildes, de 24 annos, Mara do
26 e Jaeintho de 50.|
Souba morrer platicando urna anclo louvavel,
No dia 22 at o dia 28 do pasaado choveu
bastante nesta cidade e em toda comrca-
os agricultores esto contentes.
Directora daa obran de conserva
ciio doa portoaBoletim meteorolgico do
lii 3 de Julho de 1887 :
Amacha :
Pelo agente Brat, a 10 1/2 horas, rus dar*
8, Jalo n. 5. daarm ici- euitoaaiUoadatvernaaa
sita.
Pelo aa-ent* Pmto, a 10 horas, roa- da Impaj.
ratria n. t, do movis, loucajo vidroi.
Pelo agento Pinto, 10 1/2 horasf iruadfcln-
perafriz n. 6, de m iveis.
Pulo agante PesUoa, a o meio da,i ruado Vi-
gario n.-12, de um sitia era terreno prop.-i.
Quieta feira :
Pe 1 agenta Alfredo GoimHriea, s 11 horas,
ra do- Bom Joaua n. 49,"de novois forquaihas
de ferro, et.
H*Maa fanebresi-Serio celobradas:
Araanh :
A'a 7 horas, ua igreja di S. Pclro, pela airas
de Manoel Pelro Francisco de Paula; s 8 horas
ua igrejai da. Pdnh^ pela alma de Joaquim. Pa-
tatelo de Birros e Silva.
Qiinla-teira :
A'a 7 1|2 horas, na ordera 3" do Carmo, pela ai-
ra 1 de Argararo Francisco Liureiro.
PaaaasjelroNChegados da Europ no va-
por ingina l a ni :
G. C. Liisse, Agistinho Netti, AmoniQ Bsi-
ro, Pairo S. ioeognito, B Cidecoirae M. ios San-
tos.
Chegadoa d* Europ no vioorfranees Ni-
ger :
Ca'abria Vineenzo, Mechle Bmlelly, Nicola
Ctntisan, Celara Vineanzo, C-'aria D a 'uico
Payano S iv yro, Fo*ie G. Micha li, N .-isa Gio-
vani, T. Tobranzei-., Cnur-tta A it nes, CUeeati*
na Gi.corno, Masalla Gniij^jope, Chareta, -Vrraa e
Miria, Aveuada An-ieafc, M-irteo Ola, E. ziVaeta,
Praiii:ci Bocnation-j Gi3ippi, Ru ir Mara.
Ait.11 1 i) S Farra 1, D Al01110 doa Aojos, Ma-
eoi Mi:ba!j daCwU o sai sinhora, Palerm
rVaaeiser, Cirnz) Francisco, Fauletta Bitao, Li-
ca Ri-ohaei], G inri de Pietroe Paal Cierie i.
Sii'Li mino ni 11 *nainiai i|SJaj
D. C.thuriui. L n^ oil.e Birth-ieray -'opolea
Dr. Antonio Co-lho du Si \ibuiuar juo, M*aoa
da Aibsqoarqua, coranndilor Ji3 di 8 iva
Loyo Jnior e su senhori. Dr. Eiaardi Silvera,
Di. L111 Ci I ce i >Sib 11 Lt iro.
Caegilos u sal ao vapor frauciz Viile da
Bihia :
Rtraoi Antonio, Duraul Enibe e D. Cuitan-
Q* Liiza la-Ciati e l criadi.
Sihi lu pie* a Siripa no ra-sno vapor:
I'.oro B)ni;r, O. Am'ii O.ii'jir 1 e D. A.
Am 1 iroua e 1 m mor.
Sahiioa pira a Eirop no vao r alhmio
Argeotioa* :
MuojI Roieguji Cirraia, Lua Cardoso M.
stVmiea, Alolpbo Werdr, Fi-n.-iaja Iili D.r-
dalin e 1 fibi. Paul W.flnm, II. W..-, Cn.
Piaplon e C. Riueh.
Chogilo loHivre no vapor Fiancaz Ville
da Santos :
Jos du B-ilto Biat;a.
Proclama* du calamentodorara li-
dia no da 29 la Junho, u raitriz da Bi-Viata,
os s-guiatea pncl iinaa di casaraanto .
Lmreir.ao Budrigaes Delgado com Paulina Ma-
ria Doarte.
Marcoliui Pireira da S Iva cora Enilia Iaabel
dos Santos.
Bieharel Antonio Pedro de Aleucastro Araajo,
com Iiilim Pitanga.
Rololpho Liyrae cora Mi i* Alelaide de Mo-
raus e Silva
ll.isiiiial Portasaez O raovimente das
enfermaras deste hospital na semana finda foi o
seguiute :
Existiam em tratamento....
Sshiram- curad oa:. -.........
Fallecern!................
Ficam era trataonato.......
23
2
2
19
23.
sabirara 3 ; exis-
estrangeiros 13
processados S
loras 30 a- 0 v 0 Sr Barmetro a 0 762-47 7<3>7;l 763-01 761-68 76 '11 Tinsio do vapor 19,04 19,20 19,67 17,96 18.88, 9 0 al a 3
6 m. 9 12 3 t. 6 22-8 233] 256] 26"- 3 25'-4 91 89 80 71 78
Temperatura uiaxira* 6,7
Dita mnima22,25.
Evaporacio em 24 horas ao sol: 3m,5 ; som-
ora: 1,8
Chuva14",3.
Dreccio do vento : SE do meia uoitr at 4
boraa e 40 minutos da manhi ; 8SE at 8 horaa e
55 minutoa ; SE e ESE seguidamente at 10 horaa
e 56 minutoa ; SE (com interropcao de 3J minutos
E) at meia uoite.
Velocidade media do vento : 2m,60 por segundo,
(3=,85 das 3 horas da tarde at meii niite).
Nebulosidade media: 0,74
Boletim do porto
-1
a a
7. a
a
i. 0
f. M.
?. M.
i. vi.
?. M.
Dia
3 de Julho
4 de Julho
Huras
921 da manhi
338 da urde
9-28 .
3 -33 da manila
Altura
iaettae* taectuar-ae-n 10
Hoje :
Pelo ageute P.oto, s 11 horas, "ra do Mar-
ques de Olinda n. 52, de 50 dusas de arraaedes
para chapeos.
Pelo agento Martina, s 11 horas, ra larga
do Rosario, de m.veis e diversos objectos pro-
prios de escriptorio.
Pelo agente Alfredo Guiarles, s 11 horas,
ra do Bom Jesns n. 49, de canas com arroscan
de chapeos de sol.
En'rou de semana o Sr. raordomo Antonio Nu-
iles da Cruz.
Ca*a de DeiencMovinrento* dos pre-
sos da Casa de D efenclo do Recife no di 3 de
Julho :
Existiam 371; entraran) 14
era 382.
A sabor :
Nacionaes 350 ; raalber-s 8
eseravos sentenciados 5 ; idem
d^ra de correerjio 4.Total 382,
Arraeoidoa 334
Boas 317; doentes 17Total 331
M^vira-nto da enfermara.
Tiveram alta:
Senhirinha Mi-i 1 da L n 1.
Jos \raanoi 1 Medrado.
Floriano Jos 03 Santos.
taoterla do Cear-Esta acreditada lote-
ra sujo premio mi'or do 15:000^000 ser ex-
:rahda amanhi 6jdo correute.
Os bi hatea acham-ae a venda na Casa, da For-
tuna ra Primeiro da Marco n. 23 de Martina
Fiuza & C.
Tambera achara se venda na Rola da Fortu-
na ra Lirga do Ro3ario n. 36.
Iioterla do Espirito Santo-A 3* par-
ta da 2a lotera dosta provincia cujo preoaio gran-
de 60:0000X), jera extrahida no dia 8 de Ju-
Ibo.
Os bilhetes achara se venda na Casa d* For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23 Martin Fia-
sa Su C
Tambem acham-ae venda na Rola da Fortu-
na na ra L irga do R isario u. 36.
Lotera da provincia No dia
do corrente, s 4 horas da tarde, se extrahir a
7 lotera, em beneficio da matriz da Boa-Vista
do Recife e, no consistorio da igreja de Nossa
Senhora da Coaecicao doa Militares.
No mesmo consisrorio estarlo expostaa as ur-
aue aa eapberas a cprecacio do publico.
laoterla da corteA 204* lotera da cor-
s, pelo novo plano, cujo premio grande de....
30:000*000 ser extrahida no dia .. do cor-
rente.
Os bilhatos acham-se venda na Casa da For-
tn a ra Primeiro de Mareo n. 23, de Martina
Fiuza 4 C.
Tambem acham-ae vauda na Roda do Fortu-
na ra Lirga do R isario n.
Lo 1 cria do Hro-Para.A 3> seiie da 11'
lotera desta provincia, pelo novo plano, cajo pre-
mio grandej 100:000^000, ser extrahida amanhi
6 de Julno.
Os bilhetes acham-so venda na Casa da Fer-
;uiia ra Primeiro de Marco n. 23, de "Martin
Fiuza & C.
Tambem acham-ae venda na Roda da Foru-
na ra Lirga do Rosario n. 86.
Lotera da provincia do Paran
A 17a lotera desta provincia,pelo novo plano, ca-
jo premio grande de 15:000iti900, ae extrahir
hoje 5 da Julho.
Bilh^tea a vonda na Casa da Fortuna, ra
Primeiro de Marca numero 23, de Martins Fia-
se & C.
Molerla de AlagoasA 13 parte deata
lotera, pelo novo plano, cuj o premie grande
do 10:00a!0 O, ser extraada no dia 7 do cor-
rente s 11 horaa da manhi.
Oa bilnetesacham-se vftida na (Tasa da Fortu
aa ra Primeara de Marco n. 23, Martina,
Fiuza 4 C.
Lotera da provinciaA 7> loteric em
beneficio da matriz da Boa-Vista di R-.ife, ser
extrahida 00 da .. do corrente, s 4 horas da
tarde.
Os bilhetes garantidos acham-ae venda na
Casa Felis na pr.ca da Independencia us. 37
e39.
Tainmbem achara tit venda na Casa da Fortu-
na ra Primeiro da Marco n. 23 de Martis F.u-
sa&C.
Asaim como na Caaa d Oor na -. d" Bario
da Victoria n. 40 de Joio Joaqutm aa Coata
Leite e na Roda da Fortuna na ra Larga do Ro-
sario n. 36.
dolera da Parabybae-ata lo-eria cujo
premio grande de 2O:0K)OJ0 ser extrahida
no da 14 de Julho 's 3 horas da tarde.
Os bilhetes achara ae venda na Caaa da For-
tuaa ra Primeiro de Marco n. 23, de Martina
Fiuza & C-
Tambem acham-se venda na R oda da For-
tuna ru Lirga do Rosario n. 36.
Cemiterio Publico. Obituario do dia 2
de Julho :
Luciano Jos Bernardo, Babia, 49 annos, soltei-
ro, Boa Vista ;_lesio cardiaca.
buco, 42 annoa, ca-
Antomo de Barros, Per;
sado, Boa-Vista; carcini
Manoel Correa de
nos, aolteiro, Boa-Vuta;
Antonio Ajo do Ntsc
annos, aolteiro, Boa Vista dH
Vivina Aivea Campello, fknarabco, 22 annos,
solteira, Afogidos; tuberculoir\fclBas)iV\res.
uco, 21 an-
oaares.
mbuco, 18
QrcffiQ



Diario de PernambocoTerfa-fcira 5 de Jullio de ISS7


f
Oarolin de fcf. Trinli id* Moreira, PtrnamHuco,
f7-nuo- Santa A'itouii; feble- rypi le.
Alara Joaqun* da f"nceic8/>, Pemambuco, 3)
annos, tuv, Grae- i
Joi Evangelista fereiia .lleudes. Peroambuco,
24 annos, solteiro, S. Jos; tubrculos pulooooaree.
Uaria da Crui, Pemambuco, 65 annos, solteira,
Boa Vaca; elephantiases.
Joa >. Pemambuco, 6 dias, Rocifs; ttano dos
reeemnascidos.
L i>s, Pemambuco, 22 das, S. Jos ; astbma.
Joao, P Francisco Ferreira de Novaes, Portugal, 68 an-
uos, casado, Bja-Vista; rysipela.
Raymundo Nostato Carvalh) de Mello, Pernam-
baeo, 38 annos, solteiro, Afogados ; scyrihoBe he-
ptica.
- 3 -
Juaqnim Barachode Souz, Pemambuco, 38 an-
aot, criado, Graca; coag-'st cerebral.
Rimo Birbalbo djs Sioto3, Pornambuco, 25
anuos, osado, B>a-Vista; tubrculos pulmooares.
Mara Carlota da Conceieao, Pemambuco, 32
annos, ctalo, 8. Jo*; hepatite.
Auacleto Lipes de Medeiros, Ala;oas, 40 au-
nes, solteiro, Baa-Vista; lesao cardiaca.
Remanidos pela polica :
Paulino, Pemambuco, 3 das, 3. Jos.
Mara, Pemambuco, 4 meses, Graca.
PERNAHBDCG
BoiC'i lilffitfioul 19 Brasil
C-pit.l Rs. 20:003:000,5000
dem realisado 8:000:0000003
Kaianro
DACAIXa FILIAL EVf PERNAMUUCO, Etf
30 DE iUNEIJ DE 1887
Activo
Latras d-scontad >s 48.394/100
Cantas corren tes caucionada* 66.9954670
Caisa?, Matris e Fi'iaes 85.194*310
Diversas agencias 560.800*990
Valoree depositados 4.00JJ000
Diversas c .aus 21.689*350
Lotraa a rec-ber 119.063*240
Cana :
Ein inoeia correte
Rs
Paetivo
Dep sitos :
Cuntas correales de
movimento....... 537.553-. l'0
Ditas ditas con
aviw............ 133 000 0)0
Letras a premio ... 122.159.800
Diversas garautias
Diversas ag-ncias
Caizas, matris e filiaes
Diversas ceotae
723.347*650
1 629.485.810
792.712.96Q
4.000.000
31.359.110
682.289.750
119 123.990
redo, faltando com participielo o Sr. dpu'.io
Be Itrio Jnior.
Lida, foi approvada a acta da seaso anterior,
e fea-se a leitu.a do segunte
sirimwi
Offieio de 25 do correute da junta dos correcto-
res desta praca enviando o boletim das cotaces
offiaiaes de 20 a 25 do presente mes.Para o ar-
chivo.
Diarios ofiu-iaes de ns. 165 a 170. Archi-
vem-se.
numero 11 do Jornal dos Economistas.Sej
archivado.
Foi am distribuidas rubrica os seguales
livros :
Diario de Pereira Carneiro & C, dito dJ* En-
glish B ink of Rio de Janeiro, limitad, diario de
tbidas, dito de ea'rad&s e coma correute do
agente de leiljs T iui n Jos Jo (Juimio.
DB8PACB0B
Petieoes :
De Jos Auouio de Figueiredo Jnior e Jos
de Uliveira Dmiz, solicitando que se d pjr ex-
tiucta a fjauja por elles prestada a> ug-nte de
leilo.'s da cidade da Parahyb a, Joao Ferreira da
Silva, que ha mais de uu> anno deixou o ejercicio
do offieio e reside na cidade do Recite. -Concede
se a desoneraoo solicitada, ficando todava os
supplicantes obligados por todos ojeff-itosda
flanea, que subsistir por tempo d i seis m 'ze<.
como determina o art. 11 do regulamento n. 858
de 25 de Nove/obro de 1851.
De Domingos Teiuira Basto, Jos de Oliveira
Basto e Jos Antonio Tetzeira Basto, para que
seja archivado o contracto de socielade cm com-
maadita que celebraran) sob a firma d Teizeira
Basto & C. com o capital de 60:030*, seudo o
tundu em commandita de 20:00 ) para o com-
mercio de ferragens e uuulezas a outros artgos
ua cidade de Macelo O pri n'iro dos associados
o commanditario e os dios ultiunj silidarios. --
Archive se, na forma da le.
Dj Francisco Jos de Oliveira Rodrigu's, eor-
retor geral desta prac pediudo pror-gicao por
mais uui sirio da liceoca cm cujo gozo sn acha
para tratar de negocios de sen particular 'nteresai
em qualju'r proviucia do imp;ro.---Co.Tn ra-
quer.
De Joaqunn Antonio de Arauj > e Agostioho
Pereira Leal, para que se registre o distrato da
firma Arauj a ce Pereira, em vrlude do qu il fiea
prrteucendo ao socio Leal o cst ibeiceimento e o
activo e obrigado pelo passivo, retiran lo cio Araujo pago do seo capital e lucros -- 11 ij i
vista o Dr. fiscal.
Continuam sobre a mes i es papis de AseveJo
4 C. e Santos & C. sobre o registro e baiza de
marca de conmereio.
Nada mais ha vend a despachar foi encersedii
a sesso as 11 horas e 10 inmotos.
Ao Superior Tribunal da RelagSo, a
quem est affocto esta negocio, por uoi
conflicto de jurisdiojao aborto por este jui
zo, esperamos que fazendo Justina her-
deira e ao muito digno juiz da comarca do
Ricife, lance fra ao intruso Jos Nuoes.
Voltarei breve para levar ao conhoci-
inento do publico de quant > capaz Jos
Nunes de Oliveira.
Olinda, 28 de Junho de 1837.
J. C. C. Monteirj.
Rs 1:629.435.810
S. E. & C.
Pernambueo, 4 de Julho de 1887.
( \s*grn*d s) W M. W-hsfpr,
l'U
C Fe Cuddon,
guarda-livros.
PIULICC0ES4PEI0
CHRONICA JUDICIARU
*uo(a Commerclal da cidade do
lleclfe
ACTA DA SESSO EM 30 DE JUSHO DE
1887
PBBSrDBNC A DO ILLM. SR. CIMMENDADOR XTONIO CO-
MES OE MIRANDA LEAL
Secretario, Dr. Julo Guimardes
A's 10 horas da manha declarou-se abertt a
-sess > estando presentes os Srs. depota los Olnto
Bast,a, comm^nlid >r La es Miohido, e Figuei-
Mercado do Rio de J .nelro
CLTIMA DATA -25 D8 JL'SHO DE 1887
C*FE'
Stecii
Deposito no da 1 de Junbo 78 486
Entradas de 1 a 24. . 156.033
5.65'J 161.661
240.147
Vendas de 1 a 22 . 76.088
Dia 23 :
E- .. i s-Uuidos 3.32.".
Diversos 768 4.0d3 80.181
E'oposito no dia
.4 tarde 159.966
>4o houve vendas no da 24.
I.turante a semana (inda ven'le:am>sc 16.903
sacias que induran 2.667 do dia 24.
t.l co'ac6-'s sao nommaea.
II psito no di 24, tarde, 163.003 saccas.
TELEGBAMMAS
DA A530CIACO COMXEBCIAL PARA Sur.1V I
(-ixpeiiJo em 25 Je Junho de 1887, de iniuha)
Caf
Existencia verificada 168.000 saccas
En rad.s nos das 23 e 24 ll.OX)
En:radas em Santos ... 3.000 >
Estado de mercado Cl.u.i.
A' tarde
RIO DE JANEIRO
Vendas para os Estados-Uni-
dos, xntlgas..... 11.000 saccas
Vendas para a Europa cuu-
tros pases durante a ger-
mana ....... 3.0C0 -
Embarque* durante a semana
rara (8 Eitados-Unido,
era navios -de vela 30.C00
Embarqn-s durante a seuiaua
para es Estados-Unidos,
em um vapor..... 2.0(13
Embarques duraute a seuiaoa
para a Europa e. mais pii-
zrs...... 4.(00
' Fr. le para os Estados-Uoidos
por vapor......30 c. e 5 0/0.
Frete pira os Estados-Unidos
ve-. ...... 15 shil!.
SANTOS
Existencia de oanh i 140.000 saccas
Entradas durante a ssaana 8.00D
Veudao para os Eatados-Uo-
Qos durante a setnaua 19.000
Venias para a Europa doran-
te a seman...... 20.OJO
Embarques para a Europ
duraute a smaua 38.003
Estado do mercado Paralysado.
Prc^o da good average Nominal.
.Ol'AVES OFFJC1AES UA JONTA rX CK-
KECTOKE
Recite 4 de Julho ie /8S7
Algdo de Nazareth 1* or-, 7*000 por 15 ki os,
sabbsdo.
Dito de dito mediano, 6* por 15 kilos, sabbado.
Dito de dito de 2' sorte, 5*000 por 15 kilos,
. abbador
Cambio sobre, S. Paalo, 60 d/v. com 1 1/2 0/0 de
descont.
i) presiden*.,
Antonio Leonardo Rodrigues.
o secretario,
Eduardo tnuz,
_^
TYstvtosi A r/ra
Eolio sendo despachados os aeguntPs :
Birca naicional Mimoia, diversos artgos, ;>ara
o Porto.
Barca nirnegueuse Stanley, asurar, paia Mon-
i real.
Ligar noruegnens" Ckristina Elysabeth, trigo,
. o Canal.
cao nacional joven Correia, assu'ir, pira o
l'jrto.
ir naeioual Pernambaco (4 .'begar) varios
ros.
i igii'i Author, assaear e oulros artgos,
p ira L' ver pool.
r ingles Ashbrooke, ssaucar, para Liverpool.
Ao Superior Triinnn! da \\*fo$h
Comarca d Olinda
IUMORALIDADE
Pie Jas Nunes do Oliveira apresen
tar-89 em juizo dm'ro das asta dias de no
jo, requer.-ndo inveut.irio da finada D. Um
belina Oominbas do Espirito-Sinto, viuva
de Albino B-tzerra do iVfoura, p. domicilia-
do na comarca do R'cife, desde 1884, ten-
do all Ba nica e legitima herdeira o ja-
sada ?
E poda o juiz aceitar saroelh .nte peii
gao, deferir jur; manto o no osar inventa
rante ao intruso J >s Nunes ?
Em jue carcter pretende Jos Nunes
conseguir f*zer esse inventario ?
Na7 ainla viva e moradora na fregu-
sia d* Graj a mulher de S. S V
Couo apresenta documento en juzj,
declarando ter a mesma D. U ubiliu i, v-
vidj em sua compaohia lia mais de qua-
renta annos ?
Barca inglesa Saigon, guano.
Parea nacional Mimosa, zarque.
Escuna allemS Fritz, zarque.
Escuua oorueguense Reftrtn. zarque.
Lujar ioglez Peggy, bacalii".
Lugar ingles Silver-Sea, bacalho.
Lugar nncional Loyo, zarque e gorduras.
Lugar nacional Marinko Vil, zarque.
Lugar ingles B'anc'te, bacalbi.
Vap.r inglez EUt-M, varios gneros.
Vapor ioglez Otseu, carvo.
Paula d llfanilcft
8k.M'NA DE 4 A 9 DB JULII J DS 1887
Assucar refinado (kilo) .... 145
Assucar brauco (kilo) .... 126
Assucar mascavado (kilo) 066
Aicool (litro)....... I0
Arroz enm casca (kilo) .... 65
Agurdente e ... 056
Algodo (kilo)...... 400
Borracba (kilo)...... 1*066
Couros seceos salgados (kilo) 460
Couros seceos espichados (kilo) 585
Couros verdes (kilo)..... 275
Cacao (kilo)....... 4U0
Caf reatolho (kilo)..... 320
Carnauba (kilo)...... 366
Carocas de a!,-odao (kilo.) ... 01
Carvo de podra de Cardifl (toa.) 16*000
Caf bom (kilo)...... 460
Cachaca (litro)...... 730
Parinba de mandioca (litro) 037
Fumo retstolho em rolo (kilo) 4u5
Fumo reatolho em lata (kilo) 5'0
Fuin* bom (kilo)...... 720
Fumo em folha bom (kilo) 720
Fumo em folha ordinario (kilo) 400
(ieneora (litro)...... 200
Mel (litro).......' 040
Milbo (kilo)....... 400
Taboados de aossarello (du;*) I0*0jO
Prwter tib
Pela prest- ia e immediatibilidads com que es-
urevemos a uossa ulnmi resposta ao poeta bino-
cdo, epijraphada Sictranseat, foi-noj imposivel
ser mais extenso.
Pretendamos, com i dttWBSM, ni perder tempo
em aualyses, ate., mis, renuo: a-ido o dito, empu-
uh moa o bistur, e, estendilo o cadver do* S
para moer ua mesa de podra, e stira do de
desinfectantes, vamos, com todo cuidado a urna
disseccilo anat imica.
Dis S. S. no primeiro periodo de bou artigo-es
pecimen : Nunca passou por urna cabeca cabrio-
nica o pmsamenti de um commettim^nto to au-
daz como o qii3 obraram os mon maniacos bino?u-
ladoa.
Ah que eahe i : O quanta species !
Est duro esse ervo de ser cortado !
Appliquem-lhe, pota, ljda;nha de todos aquel-
les treohostnhos que foram inventados para o caso,
pormquo j eram muitos conhecidos de onde lh' '8
tirn o seu apocripho autor, excepto aMistred
terminado pela lettra d, quando a ter-
eeiras p-;ssoas dos verbos latinos, e, sem ex vpcio,
acobam por -t que tem o som de -d.
Pobres tvpogra;>hos e revisor, vos sois o acco
das beiti ilidades alheins 1! .. Sempre >s vosos
nicos capases de ta-s e tantas blasphemias de
todo o da .' !
Miseret me tui !(assm est cer ).
S. S. pedio-nos com tanta indinac3o qif nito
fossemos de encontr a arM de Hora.-r) o de Qiiri-
lilianoe no emtaato com tamaita ostenta^ao cor-
roinpeo-lh'-s o idiona vernculo !
Teoba paciencia :com uin hypurcr.tico, hyper-
critico e meio : pedio-nos a prosa por esmola, e,
attendeodo qje nao ss de?e negar esmolas aos
p.brea de quem o reino do co, domo-las.
E' o caso de : peor a cmeod i do que o soneto
Nao v depois clingorar que lh-; filiamos esse
trechinho; porque Iba provaremos que o nosso es'
conferme os ruJimeutas orthographicos, a i envs
d> de S. 8. que screveo peorp-e i o-r (!) pa-
lavra esta que nSo encntrala nem no. antigos
e nem nos modernos lexicographos !
Consulte, dentro outros muitos, um do3 melbo-
res dcciouarios, o de J. I. Koquette, de Iradnc-
co de J. da Fonseca, e lera as pjs 730 s uas
21 lionas, a duodcima palavra :peor, adj de
2 g. signficaulomais mo, justameute o que S.
S. quiz escrever
Cheguo as mos ao bolo sea pedagogoiiici-
pulo.
Seria o typigrapho ou o revisor? (Cmita-n-is
que o revisor o proprio eseriptor).
A vinganca que S. 8. considerou de aba'-, de-
cisiva e completa, rans:!revendo os noss s verana,
u3o o ; e o leitor comnoseo p-nsar se equifrou-
I ir a transcripcao ao original.
Alli ha palavras que mi aio nossas e outras
elidilas, e omittidas muito propositaluionte.
Seria o typographi quem o fez ou < revisor ? ...
Einquanto a observacao que aos fez do traoalb,
que teve em moldar magros, i verdide, porim v r
dadeiros alexandrinos; ah iocorreo uagrande c.-i-
me de lesa-imputab:lidad", aleunhando de ini-
_r.,8 vcidadeiros alexandrinos .
U na daj duaa : ou os alexandrinos nosito ver
dadeiros e, n'este caso, silo m igros ; ou o su, s
n':i-i esse epilhef., demagrosnio t'in razio
<1: s-r.
Una cousa nao p)d-er e doiz.ir d^ sr a
u^n uiesmo tempo. C .-uteste -no3 css-" principo
axiomutico.
Se considera, p>rm, o (ypo magro o un'eo ver
Jaci'-iro. calar-ncs eraos, p rrque, n'este caso, S.
S ser o cumulo da verdade.
Kmrailat de ax>.i MBZ DB JONHO
Assucar
Entradas
liarcaeas.....
Vapores .
Via-terrea de Caruar
Ari.ma'S.....
Via-teirea de S. Fraucisco
Via-ferrca de Limoeiro .
Dias
1 30
A 30
30
i 30
30
Mismo mes em 1886
Somma.
Saceos
19.255
67i
74
86.283
913
48.89o
13.476
Nis podem ser ni attr i buidos os aaonymos e
postaes desaforados, que teem sido dirigidos,a si;
nenhuma parte tomamos n'isso, o, A fe de cava-
Ihcir.i, que somos inimigos do anonymato.
8), i.gora poin, nos achamos apertaslos u'este
circulo estreito u obscuro no' muito pelo nosso
grado.
S. S. levou Ledo-Sael pia baptismal e d'ahi
btirou-o aos quatro ventos com o seu Caleudarico
e verdadeiro nome, mas, isso somento fez depois
de, por muito tempo e sombra do pseudonymo,
caturrar, desapiedadamente, o animo alheo, com
o seu i lexgotavel ealepino do sandicese fatui-
dades.
E aiuda assim nega ser o Cabrion ou Kabrion.
Pelo dedo que oe ouheca o gigante : quem ler
o Cabrion comC -, ou o Kabrion com K e ler
Ledo Sael, Leovigildo Samuel ou aimplesm .n:e
Ledo, perfeitaiaente concluir que todos elles sao
pessoas distinctas, porm urna s verladeira a
fatua presumpgdo.
Q.ial o movei que lev* 8 S. k escreverpsaho-
logia somIc-h-o. O kseguido ddh se-
nhor pahnitoria poida ? S. S. nao sab que o
b ua p;.Uvra pschologu raerain ni; para, p;-
cedido doctomar o som do k
Onde S. 8. me apont essa orthjgrapliia/.--
brionol igica {11)
Ora, sen fulano, quaud nao souber as deriva-
coes dai palavras na > as empregn--.
E'mui: feio um critico, criticad orUhavet,
criticando.
E esse o hroe, o versjtas'ro que nos manda
de'xar a potiia e agarrar a Loj cu, quan o til
nem na propria prosa obs iva a lgica !
Por sobre quem cahi>j o I. ico ? !
Poeta-Diario.
ludo esquecem
A' muito obriga a m educacio poltica : quando
ete uaiz, qua vive sob o regimeu dos dficits or-
camentnrios, atravessa a mais grave cris.! tal-
vez das que tem vencido Uesde a indepjadeucia;
quando os lavradores de ezportacao no norte e
tore- m-se as vascas de morte ingloria, fall ., capitaes e de preuos remu aeradores para os pro
duetis; quando tolo parece estar em 1 tigio, at
dtiia da patria; quaodo a infillivel u prozima
trasforinaco do trabalb) ezige a mais pru lent
inanifestacio do peusamentu; quaulo o patriotismo
de todos chamado postos para encamiuhar a
uacao na estrada de seus grandiosos destinos, da
qual, iufelizmente, se ha por vezes distancalo ;
quando to seria a situacao nacional, parece que
era tempo j de encararmos eom animo prudente,
varonil u generoso o presente, que est preparando
o futuro, que ser auaab u preseule do uossos
fi'hos, que dever sera patria ezpurgada dessaa
miserias partidarias que Iba hilo gasto os horneas,
que nos tem tornado ridiculos pygraeua em pre-
seuc.a dos vultos masculos que a 7 de 8 tembro de
1822 toraaram-oos um povo livre e tadadi Jargoa
destinos. Entretanto, com dr o recoubecem s,
parece que os velhos habitas nao sao esqueoidos,
que nesta provincia o partido em opposicu nao
eocolho ineios para aggrcdir os ad/ersari.s, que
t)dos os recurs.'S sao aproveitados, alada qatudo
veiihnn da deslealdnde, em piejaizo da marcha
regular dos negocios pblicos, anida que ditfieul-
ii: n a f irmaoau da opinio uu contrariem a vr
a ule des factos.
E' iissim que os jornaes da opp i-i;i buseain,
diariainente e p:r mivus quiesquer, teiar o inte-
gro administrador, ao qual em bt hora torna*, u iu-
liados os destiuus desta imprtanlo parte do im-
perio, i
Sab mo nos o sabjn todos, que a opposico,
..i-icorrciid i a estrada cs'rategic* que tscolueo,
nai escreve para a parte sensata d* populaba>
|) -marab;, na, mas pra oo qu- leem os seus jir-
uaes fra da provincia; sabemos nos a sabora todos
que es li uncus da ordera, os cidadaos pacficos, -o
im gos das instituicoos, os qua respeitam a prob.-
li-ie ua adiDinistraco, a moderadlo no partida-
r sid>, os que nao comprebeudem qu: at suprema
dministraco da provincia suborduiem se os actos
..(i nmistr.-itivos aos iuieresses p diticos, s-.b/m to-
dos estesque o Sr. Dr. Pedio Vicente ba pau-
tado Beus actos pela mais escrupulosa moieraco e
justica, que se ba erguido mesmo altura do fiear
Differenca para mais......35.419
Algodo
ntralas
Dias Saccae
Barcacas.....
Vapor8.....
Via-fenea de Caruar
Animaes .
Via-t -riei ae 9. Fraucisco
Via-terrea de Limoeiro .
1 30
l 4 30
1 30
1 A 30
l 3 >
1 i. 30
Mesmo mes em 1880
90BMM.
1.926
4.5.18
151
4.12'i
.371
2.731
15.903
4.303
lluiimenl llamarlo
BEC1FE, 4 DE JULHO DB 1887
PRAQA DO RECIFE
O da de hoj-? foi da pouco movimento.
Os bancos affizaram a taxi de 22 3/8 I. s bi
Londres, havendo transaccoos era ia.pei partieu r
a 22 1/2 d.
PRAgi 1)0 RIO DE JANEIRO
Foi mantida a taxa de 22 1/4 d. sobre Lon-
dres.
Nada fizeram em papej particular.
As tabellas ezpoatas aqu foram catas :
Do Imternaciosal :
Uiff re.ica paramis......11.600
Dcspacbos de exportaco
MBZ DB JL'LHO
Nos dias 1 e 2 toram despachados ua Af.iude-
ga os artgos seguintes :
Pera fra do Imperio
Algodo...... 1 'A. 125 kilos
Assucar ...... 495.150
BagMS de mamona .. 4.400 *
Prauches de vinbatico. 31
Para dentro do Imperio
Assucar...... 686 ki lis
Doce....... 150
Paos de jangada ... 12
l BBCAPItULAtoO DO A8SUCAB
Para o interior 6S6
Somma
495.836
90 dlv vista
Londres .
Pars. .
Italia. .
iiamburg.
Portugal
New-York
Do Loaooa Bajtz :
22 3/S 22 1/8
425 429
. . 4211
626 531
238 240
2*260
90 djo vista
Londres .
Pars. .
Italia. .
Hamburgo .
Portugal
New-York .
22 3/8 22 1/8
425 429
429
526 531
238 240
2*261
Mercado de asaacar c nlgod&o
' BBCrPB, 4 DB JLUO DB 1887
Assucar
Os precos, pagos ao agricultor, continuare a re-
gular aos algarismos seguintes, por 15 kilos :
Brauco, os melhores que
apparecem no mercado,
regulara 0> 2*200 a 2*400
3. sorte boa..... 1*900 a 2*100
3 regalar...... 1*700 a 1*8K)
dumidos e baixaa 1*500 a 1*700
Jmenos...... 1*300 a 1*400
Mascavado..... 1*040 a 1*100
Bruto....... *90-> a 1*000
Setame...... *700 a *800
Vavlosi A deaearrfo
nconal AfarianntHta, rirque.
Algodo
Nao consten vendas boje.
O de 1 sorte do nerClo eota-ec, nominal, a 1}
! por 15 k'loe.
Ui vf dciilo
A COMPAHHIA DOS IbILUj BB.NU. DO RlC' ll'd"
Oli.ndz k Bbbebibb est distribuiade o seu 25a di-
videndo, razio de 8 0/0.
Os intrressados de vera se dirigir ao escriptorio
da companhia at o dia 12 do c Trente, c desse
dia cm diante as tercas e sabb,;lja.
Memorial
Em 18 do correute, ao meio dia, deve n reunir-
se, em assembla geral extraordinaria, os aecio
Distas da Cohimhhiz db Edifica1o, afim de toma-
re uo couhecimento da reclamac) que na ultiui.
sc-Bso da assembli geral levantaram alguus ac-
co. listas sobre a elegibilidad. do engeoliciro Ai-
tonio Carlos de Anuda Beltro, qu ob ve maior
numero do votos para o cargo de gerente.
Com o descont de 4 0/.) esto sendo substitui-
das ua Thesoubaria db Fazenda s uot 16 (i Til'
souro do valor de 2*000 da 5. estaiapa, 5*000 da
7.'- OOO da 6.
mportaco
Vapor allctnao Martha, ntralo do Trieste em
2 de Julho e consignado a Boistelmanu -Si (.'..
manifestou :
Aseite de oliveira 4 barra e 1 caiza ordem.
Farinha de tritfo 3,000 barricas a Machido Lo
pes & C, 300 a H-nry Forster & C.
Passaa 56 1/J caizaa e 320 1/4 a Amorim li-
maos & c.
Vinho 1 caiza ordem.
Barca nacionul Afariana'.nAa, entrada do Rio
Grande do Sul em 3 de Julho e consignada a
Baitar Olivair* &. C, manifestou
Qraxa em bezigas 3,000 kilos,
Xirque 180,000 kilos aos consignatarios-
Vapor francez Niger, entrado dos portos da E-t-
ropa em 4 do corrate o consig.iado a Augusto
Labille, manifestou :
Agua mineral 13 caizas a Francisco Maooel
da Silva C.
Amostras 2 volumes a diversos.
Ameizas 11 caizas a Goncalvea Rosa 6t F.r-
nundes, 6 ordem.
Bolo s 1 caiza a Prente Vianua & C C ,
Cognac 120 caix.s a Salsa).' K mil'.;, mu &
10 a Salzar & C, 13 a Augut > Reg & C
Clich 1 caiza a Ojuies ue M .tos Irmi's.
Chapeos de sul 1 caizao a francisco Xiver
Ferreira A C.
Conservas 8 caixus a C. Fluyo ic C, 10 or-
dem.
Ciuros 1 caixao a Conrado Wachsmin.
Ferragens 1 volume ao aesmo.
Pitas 1 caixa a Angelo Raphael & C.
Impressos 1 eaixo a Francisco Man el d: 8 1-
va Jt C
Jotas 1 caixa a J. Krauxe & C
LivroH 1 caixao a Aotoiio Dumingues Lima z
Companhia.
Mercaduras- diversas 1 volume a A Fonseca &
Silva, 1 a G- Laporte & C 1 a Autou.u Doraia-
gues Lima jomes de Mattos Irmia.
Maut -ga 2 caixas a C Piuyii & C.
Massas alimenticias 4 caixas a J. B. de Carva
'lio, 5 a Goncalves Rosa $ Fernaudes, 3 a C
Playo 4c C.
Porcelana 1 vo-ume a Lauriu-lo de ol .neo Pi
uheiro.
I'apel 2 caixas a Cirvallio Cu.iha & C, 2 a
iiudrgues de caria & C, 1 a Prente Vinaria &
i"., dito de embrulho 75 tardos ao coosignatario,
40 a Sousa Basto, Amorim & C.
Palles 1 volume a S. Girard.
Feotes 1 caixa a Gomes de Mattos LrmSos.
Perfamariaa 1 csixa a Conrado Wacbsmtu.
Q.ieijoa 120 caixas a C. Pluyn & C.
K-jupa e chapeos 1 caixao o Visconde da Cam
po Aleare, 3 a Joo Luis dos Sautcs.
Viubo 25 caixas a Cxrvalho & C-, 25 ditas e 5
barris ordem, 2 a Rouqaayrol Frfre*, 8 a FoU-
t qu au 'reres.
Kiport.jvo
aacira, 2 db julho db 1887
Para o exterior
No vapor ingles Ashbroo'ce, carregou :
Para Liverpool, J. H. Boxwell 1,175 saccsB
com 81,947 kilos de algodo e 449 saceos com
33,675 kilos de assucar mascavado.
No patacho naciooil i. Correia, carrega-
ram :
Para o Porto, J. S. Loyo & Filho 1.60J saceos
com 120,000 kilos de a.sucar brauco.
Na barca nacional Mimosa, carregaram :
Para Lisboa, 8, Goimures Se. C. 31 prsnchdes
de vmhatic j.
Para o interior
sjjoito certas censuras do amigos, nao habitua-
dos cueoutrarem tanto despreodimentc em um
homem poltico; mis a divisa do partido apeiado
do poder 29 de Ag serie de tactos qu i o precpitaram no desagrado
nacional, dapois de ter quasi anarchiaado o pas, a
sua divisa em opposico foi sempfe em Pemam-
bucoaggredir sem criterio o goveruo, ferir por
todos os raeios os sena delegados, alur os alcerces
'leste grande edificio, que no poder nunca soubera a
fortalecer.
E se nao assim, como ulo encontrara t'causa
coas serias contra o criteroso administrador ?
O facto do Pirapama, que todos deploramos,
esie naufragio, qu tem servido de thema ag;res-
sivo opposico, catastropbe que deu-se fra das
ajfins da provincia, quando motivo extraordinario
nao obrigava a admiuisiracli iotervir em nego-
cio que nao era de sua competencia n >s essos com-
muus, quaulo a viagem d i navio nao tinha sido
por S. Ezc. ordenada, com eert'as R&i a 'einaco
seria; alera de que ha eua silo cabilra.'iite >l s-
trui-l. pala iaipreosa, com buei irroiasaveia.
As ntormas as reoartico's pr-.iviuciaes? Mas
esta3 ho sido realisaias com o tira o-iico do dini-
uur as despezaa da provincia, coj t reeeita, fedu-
ziia palos csbanjain utos di ultima sif.r-ic' e
polo acto Ilegal do p>der executivo que arrau
cou-nos parto importante de nossa r'iida, nio com-
p Ttava esse luro de :> asoal, que nal tinha en que
ocenpar-se
i esa taes reforma* servais h-uv ss uo sido
desorganieados, ou parcialidiie u lm.uiscrat-.va se
tiveste exhibido, bom ; mas, s m quererm >s descer
individualidades, pod mo^ affirm;r|ue mais
de um amigo oolitieo da sttaaeaa f i disp'nsido,
seudo conserv idos adeptos iiicr.iiisigi.itos da oppi-
sco, os quaes b-rntein, VatTido-se das posicooi,
que oceupavam s ainda oj.'Upam, mu;to prejodi-
carai uo partido consrvai r.
Nem tal isenci de aiuino do 8. Ei->. redazio-se
A dispensar conservadores d--s-.rap irados, min-
gua de protec^es espeeiaes: alguus conhecemos,
de aptidoes provadas, intimamente ligados iu-
1 tencias do partidoque foram nao reformas des-
oceupados por S. Eze., em leape.ito ao direito de
antiguidade.
Administrador econmico, at rednsif a gratifi-
cacao deseu offi:ial de abiu?te; hauera laborioso,
at chamar si os mais osigoifioaotea papis de
sua secretaria, aob cujo ex;nii-'ntc eat diaria-
mente curvado; moderado P'Jr indolo, que couae-
guio leduzn- A ui;s as tradiociouaes e lo igas proro
gacoea da Assembla, em bsnefi.-io dos cofres
exhaustos c aero nrejuizi das lea iulispausaveis,
S. Ezc o Sr. Dr. PeJro Vicente nao pala cm or
terio ser aecusado por su i correeta adiiiaistraclo
nesta proviuci, na quil mais veio firm ir os ere-
ditos da que gozou na do Para, quando a adrai-
nistrou.
Tamb'm alli havia urna opoosic > vg>rosa;
nunca, porem, 8. Ett tii a: usa lo por h ver re-
luzido as desposas di profnela, p>r ter f:to jas-
tica sen a'tencio A amibos, por ter re.soiviio de
aeaord.o cora a l", pir s- b iver mantidu ni altura
de Mit.ir la 11 intoiliij'iiife, iliastrala, oaergiea i
iiiipen leo'e, p >r pairaren lhmojph-jra saperior
a I pequ-ii s inte ess-s q i: -. git i u uu ucio do-.
partidos. BatarSa na g;ran-la provinoia d norte
aiai desligad >s da Irisi ^>s do pastad> 08 ho/-
mein polticos?
8i na fossem to finn-s as n tasaa 'Tencas sobra
os destinos deste paiz, descreriacnos do fu'uro de
urna najii, euj is bouieus puo icos o aqoees que
tem tido m- uto em s:u parlnm uto ludo aacriti
cam baixa poltica e Dlrga partidaria.
Um pernambuetno.
4ngeltca
R!.! u 3; tere;a-f-iri, 7 da cor/inte,
s G 1(2 horas da tarje a installaySvj de
uuia escola -notumn p-irticular nost'. po-
V l..(| ).
Apesirdo en-olti nos veis dasi;nplid-
uiilade, ii o :to r-jjorg'tTU ero csplend r e
bnlhantis no.
A' espe<:iayil > -e i alumnos e graude
numero d* c-valheiroa entre os qui^s fi
guraratn os Srs Ifanoel Oomentiao liez-r-
nerrsiio Haulclpail d U movimento des'e Mercado oca dias 3 e 4 de
loliio foi o se^uinte :
En'rarain :
81 bois pesui-lo 13.3)6 kdos s-. i lo de Olivei-
ra Castro, 56 iitoa'dtj 1 qu iiidade o 27
ditos particulares.
369 kilos le pene a -2"l rB 74386
117 cargas de t'annba a 800 iis 23|il00
47 ditas de iructas diversas a
80 rs. 14*100
20 taboleiros a 200 re 4*000
22 Suin >s a 200 res 4*400
Foram oceuoaiios : \
50 columnas a 600 ris 30*000
44 compartirn itos de farinha a
tW'ris. 22*0 JO
4(1 ditos d.> comida a 500 riB 20*000
186 ditos de legumes a Miris 1474040
38 ditos de saino a 700 ris 26*60J
20 ditos de tressuraa a 6(H) ris 12*0W
21 tal los a 2* 40MUU
21 ditos a 1* 21*030
A Over* Castro 4 C.:
108 taliios a 1*
ra da Menezes e Maooel Bernardo Vieira
da Mello ; ro'u o Sr. professor Jos de
Mondoaga Maarity, recitando em seguida
os termjs da regule ment que confeccio-
nar para a boa xaiiutdnclo da ordom e
mili :ia escolar.
Ficen elidas as formalidades que o caso
exiga, a Sr. professor encerrou os exar-
cicios escolares a 9 ij2 da noite, depois
de ter eordealments agradoaido aos convi-
dados, com especialidale aos dous caval-
leiros aaim no meados qie durante os tra-
balhos lii; prestaram ssu valioso auxilio.
E' realmente, mais ura servijo relevante
prestado a ciusa da iustru^ao e particu-
larmonte aos habitantes deste local, j to
penhorados pira com o Sr. Miurity pala
eS ien:ia, gosto e adiantamento que tnm
conseguido angariar-na escoh diurna, j
por suas inaneiras uffaveis e attrabeatas
pira o alumno, j por sua scieowii pedag-
gica qua nos leva a classifi;-! o na ordem
dos que constituom a glora da Escola Nor-
mal da provin -i-i.
Se tivesssmos o profesorado composto
d mulos a ell'* semelhantes, Bao onta-
rie.ru >3 hoja tauto atr-izo nos nossjs esta-
beleci nentos de instrucglo.
J' para admirar que o govemo provin-
cial tendo em vista a grande f equencia
que se tem dado uas aulas diqui, nSo pro-
curo faz-r dcsspparecer o resentimiento
quj ellas desde sua creaci) exparimentam
com a talle de movis e utensilios escola-
res.
N 'ss'! sentido e pela voz immensa de
Guttemberg, pedimos ao Exm. Sr. presi-
dente e dignissimos daputados provinoiaes
queiram prestar nos sua valiosa coadjuva-
co do que tinto neijssita o bam estar pu-
blico.
Em circumscripco territorial de ubar-
tialo prodigiosa, apezar as irregularidades
iuvi-.-uaes destas ltimos annos, esta salu-
tfera povoicAo detiuha a falta de auxilio
u is transportes de sua grande producfo
agrcola.
lustitua-sa beneficios pblicos^ prestem-
nos a provincia seu concurso, j com urna
vu-ferrea por* os fias cima dito, e urna
agencia ri cerreio qua inhibindo a ioter-
vencao ce teroeiros ai entrega das corres-
pondencias que nos silo rcmettidas das
agenciis mais proxi-nas, frneija-nos as no-
ticias igra lavis das principies folhas da
capiul, qu o Angel vas sabalo do maras-
mo em qm j.iz presantamita, dar sua
fronte o reatada aos bilbs raos do sol -la
oivil8acao.
Os angelicanos.
Cinara rapes
E' tipoia ou esquife Sr constructor ?
Move-sa ou nSo ? Nao capaz, apesar do
sett ptquiuo cnnoX Cresc, "appare-ya, po-
nha se e.a p, para discutirmos a construc-
ca do Guararapes.
Deix-t se de ponidas, se nSo entendo da
cousa para que alvorou-se em constructor!
Ser preciso que o Dr. Cari na v bus-
cal-o da baixo de vara?!
Gilvaz
Plutoa 13.
La Patea 24.
Pantos-a 16.
Financea 8.
DE HAMBURGO
DE MEW-PORT
DE NEW-YORK
I'aranhensei 9.
Vaporen alilr
Pemambucoboje, s 5 horas, da tarde, para os
portos do sul.
Ipojucaboje, s 5 horas da tarde, para o Cear,
tocando na Parahyba, Natal, Maco, Mossor O
Aracaty.
. ve ter sido arrecadada uestes dis
a iiuautia de
li'.'ndim- oto do dia 1 e 2
Foi arree lado lquido et haje
Precos do da :
Oaru verde de 16 ) a *03 ris a kilo.
Carneiro de 720 a 8.1) ris ideo.
S unos de 560 a 610 ris idem.
fannba de 24' a 320 'is a cuia
ilillio le 26) a 32 I ris d*m
I j&O de 64 I a 1*'XX) idem.
HaiAiloui HuUilc
Foram abatidas nc vlatadouro da Cabauga 92
resea para o eousueuo do dia 5 de Julho.
.V'n lo: 66 reres pertence.itea Oliveira (Ja,tro,
\t C, c 26 a dvers .a.
Na barcaca Rainha o Sul, carrgoa :
Para o Natal, J. F. de Alm ida 42 pios de jan-
gada.
Na barcaca Correio de Natal, carregaram :
Para Maco, Porfirio P. V. de Castro 3 barricas
com 351 kilos de assucar brauco e 1- dita com 92
ditos de dito refinado^
Para Mossor, S. Nogu 'ira & C. 3 volumes com
240 kilos de asBncar brauco.
Kendlmeutos pblicos
HEZ DB JULHO
Alfandega
lie u d t'eral
I) 1 a 2
Iii.'ui de 4
ieuUa provincial :
De 1 a 2
Idem de 4 -
60:5263l
22;973999
6123942
3;828372
8i;50Ji3.0
9:9521314
-C 1 a 2
Idean de 4
. 1 a 2
de 4
1 a 2
I i t a oa 4
Hecebedoria geral
Hecebedoria p.ooinziai
Recite Drainagt
93;452<634
2:8I5025
1:4044795
4:249820
15:916588
9:2001184
25:1161772
i.-440/501
2:342*907
Etubat eacfteai urtasi no porto
EN 4 DE JC1.BO
Ashbrook (vap. ing) consig. J..H. Bozwol.
Author (vap. ing) a S. J ihiston.
Blanche (lg. io?) S. Brothers & C.
Chrislioa Elysabeth (lg. or.) W. Sons & C.
Efraim ( at. or.) H Liudgren & C.
Elstou (vap ing ) Adunon H >wi-- s C.
Frita (esc. all.) Baitar Oiiveira 4 C.
Gaielle (vap. all.) ordem.
Giqui (vap. nac.) ''oji anhia Perntrabuciu.
Hottuug (Irig. all.) 4 Poreira Carneiro & C.
Ipojuca (vap. nac) Companhia Poroam'oucana.
# /. B. I), (bare ing.) ordem.
Joven Corroa (par. nac) i A r.orim IrmSos & O.
Loyo (lg. nac.) L yo & Filho.
Marianniiha (bare. na) Baitar Oliveira* C
Mimes i (bare. nac) Baitar 'Jl v-ira & C.
Marmli) Vil (lg. nac.) Loy & Filho.
* Martha (vap. all.) Borstelman & C.
# Niger (vap. franc.) Augusta Labille'.
Norsemau (vap. ing.) Companhia Telegraph ca.
Osseo (oarc. iug.) W. 8on3 & C-
Pcggy (lg. ing) S. Brothers C.
Pirapama (vap. nac ) Companhia Pernambucana.
Rvform (esc uor.) II. Lundgrsn se C.
Saigon (oarc. ing.) ordem.
Skandea (birc. suec) W. W. Ribelliard.
Stanley (oarc, or.) Fonseca IrmaoB & C.
8. Barthnlomeu (oat. Bao.) & Bartholoomi Lou-
reoco.
lvac tiea (lg. ing.) J. Pater & C.
S. Francisco (vap. nac) Companhia Peruam
bucana.
* Ville de Babia (vap. franc.) A. Labille & C.
Ville de San'os (vap. franc.) A. Labille
O signal indica ter a embarca;" > ihilo hoja.
Vapore a entrar
DOS POBT0S DO SU-
SergipeatnaDhi.
Espirito Santoa 7.
Turnara 14.
Mauosa 16.
Congoa 19.
Pemambucoa 27.
Neva-a 29.
DOS POBTOS DO NOBTB -
Pemambucohoje.
Camilloa 13.
Paraa 23.
DA EUROPA
Trent-a 10.
Navio* a entrar
Aru-iiiade Londres.
Aune Mariedo Rio Grande do Sul.
Arielie Terra Nova.
Claudios du Rio de Janeiro.
CameaJo Porto.
Eru'.ede liamburgo.
Emolatorde Terra Nova.
18S'.KX> Echode CrdifF.
Guadianade Lisboa.
Honb rjsuud4e Csrdiff.
407*280 J- G. Fichte-de Montevideo.
--------------, Katelinale Terra Nova.
209*280 Leauderde Terra Nova
Lidadordo Rio Grande do Sul.
S13180 Maria-de Terra N>va.
Mariuho Ido Ro Grande do Sul.
Mirinho IXdo R'o Grande do Sal.
Meta Sophiade Hamburgo.
May Cory-de Terra Nova.
Mu vi iuciiIo do porto
Navio entrado no dia 3
Liverpool e escalas18 das vapor ingles Bri-
tania de 2719 toneladas, camas-andante G. Mas-
sey, equipagem 93, carga varios gneros; a Wilson
S nos s C.
Terra Nova34 dias lugar ingles Peggy
de 247 toneladas, capital H. Prjwan, equipagem
8, carga bacalho a Sauudera Brothers & C.
Rio Formoso e Tamandar6 horas, vapor Na-
cional Giqui de 223 toneladas, commandante
Sousa Lobo, eqoipagem 29, em lastro ; a Compa-
nhia Pernambucana.
Pelotas-22 das, barca nacional afaanni-
nha de 23o tonelladas, capitSo Francisco Dias
Cos*a, carga xarque ; a Baitar Oliveira j C.
Santos e escalas -9 das, vapor Aleoslo Ar-
gentina d i 15l toneladas, commandante W.
Reteike, equipagem 49, carga varios gneros ; a
Borstelman 6 C.
Sahidas no mes no dia .
Valparaso e escalasVapor ingles Britania
de 2749 toneladas, commandante G. Massey, car-
ga varios generes
Hamburgo e oacalasVapor allemao Ar-
geutina de 1551 toneladas, commandante YV.
Reteike, carga varios gneros. '
BlticoBarca Noru'ga Heros do 593 to-
neladas, capitao Th. Thorsea, carga algodo'
Navios entrados no dia 4
Bordeaux o escala13 dias, vapor francez Ni-
ger, > de 2357 toneladas, commandante Morte-
maud, equipagem 128, carga varios gneros; a
Augusto Labille.
Sautoi e osala9 das, vapor trances Ville de
Baha, > de 1003 toneladas, commandante Len
Siberi, equipagem 31, carga varios gneros; a
Augusto Labille.
Guayuoas (uo Mxico) 97 idias, barca inglesa
,-aigou > de 767 toneladas, capitao Morris
Jones, equipagem 15, carga gnano ; ordem.
AracatyO das, hiate nacional Deus te guar-
de, de 75 tuneladas, mostr Antonio Jorge do
ascimeato, equipagem 5, carga asi; a Bartho-
lomeu Lourenco.
LondresS6 dias, vapor inglez i Elston de
1140 toneladas, commandante Th ornas Robar-
tson, cquipaeem 23, carga varios ganaros ;
Adamson Hiwie C.
Havre16 dias, vapor francea Villa de Santos, a
de 1008 toneladas, coromindante J. Hanry,
equipagem 36, carga varios geueros; a Augus-
to Labille.
Navios sahidos no mesmo dia
Havre e escalaVapoi francez Villa de Baha,
commandante Len Siberi, carga varios gneros.
Buenos-Ayrea e escala-Vapor trances Niger,
commandante Mortmand, carga varios gneros.
Montevideo Vapor allemao Martha, com-
mandante E. Eekert, carga varios geueros.
LiverpoolBarca inglesa J. B. D. capitao
E. Daguell, carga algolao.
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Diario de PemambucTerfa-fcira 5 de Julho de 1887
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De um carccre laucado ujb horrores,
Vosso biupo de ser nos no dcxamoa.
Tanto la, com aqu, onde es furores
Das einpoladas ondas que surcamos,
que au rugir, aos roucoa estridores
De Austro fero, de Bureas arrostauos,
Lj'iucarf m-n s, ia mceino, affirmareinoa
Que vosso l'ai (te eer uo dejaremos.
Grande hornea! apostlo heroico!
Yalente, deat< inido Machabeu!
Xu dizHS oais do que um eatoieo,
Cujo valer jimais eaui .recen :
Se ruje o Mistral, te ruge o Siroico,
Se brame terainent* o grio Nei>,
Qua nada disto, saiba a impiedade,
D um biepo abatir a heroicidad*.
i)jr\iv, grande Athanasio brasileiro,
Ao sotn das harpas ce.i,>, diviuas !
Ao rtb.nho que gume f .rastfir
Pir eates valles, iogreint-a collidns,
Como pastor que fuste e pregoeiro
Das de Cbristo evurig licas di urrinaa,
Protege, livra dos vurates lobos,
B fuige entre milboes de b.dios globos.
Recife, 1-7-7
Ferrolo.
Onde est o galo 1
Voltou inda, no Jornal do Recife, de 3
do corrente, o autor dodifficil problema
publicado roo mesno Jornal de 23 do pr-
ximo passado, eoui muitas outras barriga-
'las de asneiras e sandi oes.
Desta vez, paren, ^peaar de ter pro
mettido, no Jornal de 1." do corrente, dis-
cutir coin seriedad* (risuia teneatis.. .!) e
abandonar o terreno dos desaforos, desera-
bestuu, sentindo a n fustigado, e nao sabendo
para onde correr.
E, era era para menos, desde que,
mntalo de espiras e rebenque, mostra-
mos ao publico no Diario de 2 do corrente,
qual o valor da cavalga tura, que se raet
teu a acrever artig >a 1
Prometi nao vcltar a ijiprensa ; nos,
porm, nao o deixaremos, visto no ter
qnerido torrar os nossos conselhos.
Havemos de castigar eeverainente ao
pardavasco insolente e pretencioso 1
Para que se roetteu eto camisas de onze
varas f I
Bem o prevenimos, que : quem ntto pode
com o tempo nao inventa modas.
Tomamos a peito a tarefa de eneber de
ridiculo as anfractuosidades que tera no
rosto.
Tenha paciencia, portanto, porque, o.n-
quauto no nos cancar o braco, vamos
azorragando-o.
O homir.uoculo, no Jornal de 3 do cor-
rente, dia que o problema que formulou foi
uro flautei); de roodo que tomou ao serio
o que inserimos no Diario do 21 do pr-
ximo passado, prometiendo -lbe fogos para
8. Joo, se o resolvesse !
Fas pena, e, ao i;i ou-> Lempo, causa
njo tanta estuped>z I
Do qu? diisc o burrtgo, no Jornal de 1.
do corruuti-, c do c\w mostramos no
Diario -de 2, ficou liquidlo, que, o pre-
mio prj : etti.ai no -difficil problema pu-
blicado no Jornal le 24 do prximo
passado nao era p .tu qu.ru resolvesse o
mesuro problem-, mas sim gara quem re-
solvesse u.n outro, publicado ero outro
jornal [Diario), -a ao qual nenbuina refa-
rencia foi f.'ita 1
Que prvo I...
K depois ven o basbique, dizer que fu-
gimos da questlo ; e, o que mais grave,
admira-se que tenh.mos dito, qua o verbo
propSr de accAo trausitiva, e, por
tanto, pede depois do si uro paciente, attri-
buto ou complemento objetivo 1 I
Estamos vendo, quo era a martillo, o
lonturciro compreln>nde o que attribut,
paci n! ou complemento ebjectivo de um
verbo transitivo I
Depois de .urna engarrada de injurias,
diz o camelobipede, no Jornal de ante
hontem: a queetao 6 a S'guinte. ,
e, quando so espera qu desembuche, con-
tina no mesmo trote, e... adeus ques-
flo!
Nao Ihe daremos o realejo e o macaco,
que promettemos no Diario; porque no
nos respondeu, o qus ganbaria, quem resol
vase o publema aobropomadas em canu-
dos -que formulou no Jornal do 24 do
prximo passado, visto que a proraessa de
carur e dos traques, foi feita a quem
resolvesse o problema publicado no Diario
de 21 de Junho, conforme bellamente ex-
plicou no Jornal de 1." do corrente.
-ti- '" --------I! '
A* memoria do Jnolyto blt>o bra.i
leirw, D. Vr. Vlisl Mara doncatve*
de Ollvelra
{9. ANNITE8SABIO DE SBU PASAmjrTO-----4 D JULJp)
T nao mjrreste, nao! Vives anda !
Qje iinport a colera d> inimig teu?.. .
H iineai,Bucciimbes p'ra reugir na historia I
Martyr,succumbsa p'ra tetargir no io .
Padbb J. Ramos Filio.
A sacrosanta empreza que na trra
Da Santa-'Jrui, hcie, tu commetteate,
Abatnndo o claugor dessa audaz guerra
Que contra a F sargio de occiso a leste;
O"brado :A' postos! que deit e que encerra
Um bvmno, nao humano, mas celeste,
Cantar eu vou, se da niaos&o divina
Me ensopares na luz sublime e dia*.
Tu foste, invicto, oteaodado atril -ti,
O mais forte esteio da oliud; na igreja;
Da terje impiedade a negra setta
Teu peito na> toepa; nesta pelej
Sahibte vencedor; da gloria a meta.
Fizeste tocar a brasilia igr ji.
Antes de ti qusl outro brasilero
No curvou-se a Cesar? Fost^V^primeiro.
, A tuba bellissaa fende os ares,
Soaudo por campia, valle, m nte ;
As onda? trinspS i dos proprios mares,
Muito am atroando do Acheronte I
No eo abar teai fcitos singulares
Imigj nao existe que os affroute,
Sentinella avaucada da Israel,
Cjni-ssor da Fe, o' n vo Danocl !
Dj solio episcopal losle arrancado;
Do tribonil barra conducido;
Mas p r Pilatos sendo iuterrogado,
Tu nada respoudeste, aposi'io fido,
Do hummi Kei, do Hei crucificado!
Nos horr.r. a de um careeie mettido,
Aioda mais heroico te mos'.raate,
A magcbtsa fronte mais aleaste!
Djs 8 os labios a palavra alHiia
Sacrjjauta, evanglica, diviua;
Brot iudo don seus labios, pareca
Brotarem d urna fon te crysulina
As aguas puras A sua voz s I ouvia,
Qual alv D.i sombra masm T, onde 8 via,
O martyr, escrevendo, aaeim dizia:
Se de Siao os filhos desditosos
Do Cenbor entoar se riuueavam
Os cantios ouaves, maviosoa,
S porq'ie m ierra earrauha vagueavam,
P'ra o Pai estremecido qua" Btudosos,
Nao se t.ruain os das que passavars
Com elle juntamente is filhjs q'ridoa,
Agora poli', .usencia lau senilJ. sY!
Juizes bemfeitores
Boas fortn as gargalbadas que demos, I
quando, len'oo que o idiqU rterevea no Jos Ferreira da C
Jornalfia 3 do corrento, gvnos quo
elle est convencido de que o problema que
publicarnos no -Diario de 21 do proxi-
ii) passado mesoio muito difficil !
Imaginamos o trabalh j e o tempo quo
g.istou procurando resolver o tal proble
ma ; e, afinal, nada conseguindo disse ;
po's bom, vou tambem formular um pro
bl--ma ; e, depois de g ande esforz, para
s.bcr como se desempenbaria da tarefa,
reparou em u s canudos de pomada, de
que usi para espichar os enroscadoe ca-
ballos; e exultou I
Fez um problenin, e, como tivessemos
dito que um homein gastava 20:000$.,00
coin 10 filhos quo tinha, o casiuurro achou
u i individuo qui g-stava 20:000^000 (I!)
com pomada em canudos !
Qun talent) I
E' do jaez de un hujeito que conhece-
mos, que, suppondo ser o quoijo uoia frus-
ta, comprou um, e plantou o esperando co-
llior muitos queijos 1 !. .
E como j estamos muito fatigados, e
com as esporas cnsanguentadas vamos dei-
xar o bpede em um bom pasto, para mais
tardo, tomar nova esfrega, sendo que s
continuar emperrado, empregaremos o fa-
cbo.
Se tornar manso e mostrar alguma
habilidade lbe incumbiremos, novamente, de
aecusar alguns ris, na qualida'ie de pro
motor para fazer rir ao publico.
Rsolveraos mudar o titulo dos nossos
artigos, e, d'aqui por oante, em vez de
Onde est o arto? sera Onde est o bode;
o cantronos a e-t) uia jir.isa o verso I
.)r. MhdwI Barreto Sampaio.
Dr. Joio Pedro Maduro da Foneca.'
Rovd. capito padre Leonardo Joo Orego.
Kevd. conego Autouio Eu.taquio.
Negociaute Serafi-n Ferrnra Mnia
Hajor Frauciscj Anuuio Hibuquorqi; Mello.
Negociante Vicente A Ivs Macbdo.
Dr. Cl 'm-otiiu de Mezquita Wauderley.
Commendador Francisco Justiniano da Castro
Ka bollo.
Justiniano Cavalcsute Albuqu.'rquj Mello.
Juicas bernieitoras.
''.saB
A co.miiis8ao r-n".arregada da manifesta-
cto de przar pelo sempre sentido passa
ment do Exm. conselheiro senador, An-
tonio Piute Cbichorro da Gama, attendendo
a qus l'.it<.r tempo, e podem dcixar de
ser entregues convites especiaes a todos os
liberaes e Apreciadores das eminentes qua-
lidadi'8 d'aquelle Ilustro finado, pelo pre-
sente os couvida para assistirem as missis
e officio fnebre, qu-) pela alma do mesmo,
e s 8 hor..8 do dia 11 rio corrente, tri-
gsimo do referido passamento, se vao ce-
lebrar na igreja do Convento de Nossa
Smhora do Carrao desta cidade.
Sendo notorios c g ral ncute reconheci-
dos o rivisno, iledicac.o e servicios presta-
dos por tilo distio 'to, quinto preclaro va-
ro, causa da liberdade, o I nperio, e
esp3.ialm-!nte esta provincia, a commis-
So jula s dispensada de os encarecer,
rogando a todos os amigos qne h O. Luiza, filh i do Sr. Dr. Migu. 1 de Figueiia
Faria.
Esposa da Sr. Dr. Ermirio Cesar Coutinho.
D. UinQchna, esposa do Sr. majar Jos E ias de
Olivara.
D. Anna Marques de Amorim
Esposa do Sr. camarista Joo Jos de Amorim.
Esposado Sr maj >r Jos Joaquim Coelh).
Eiposa do Sr Dr. Antonio Ch rmont.
D. Amelia Franca Mello, cspisa do Sr. Epiplii-
nio Franca MjIIo.
Eipojad.Sr. Dr. Jos Mirianni Carneiro da
Cunda
Filha du S.'. Baitboiomeu Valeriauo dos Sautos.
Mordoraos
Negoeiant Minxl Joaquim Souza Mo ta.
Ne;ocant Negociante Victorino de Almeid t Kabello.
Negociaute Francisco Lauria.
Negociante Jos Gomes Quiches.
X';OL'nuti' Bernurdiuo Qames de Carvalbo.
Capital Joio da Ci'ha Migalhaes.
Negociinte Candido Albe.-to Sodr da Motta.
Joo Jo de Cirvalh.i Maraca.
Neg! carite Uenrique Saraiva a; Arauj > Mello.
M jrdomao
Viscondeaia de L yo.
D. Annunciada Camilla Alvos da Si v .
Viuva do >r. Luiz Ferreira d>* Almeida.
Viuva do Sr. Flavio Goncalves Lima.
D. Ani '..ia (jimba, viuva do Sr. Antjnio Pereira
da Cuuha.
D. Uemetena de M iras Carvalho.
Condessa de Ba-Vists.
Esposa do Sr. Dr. Miguel Jos do Almeida fer-
nambui'o.
Esposa do Sr. capitftu Maujei Autouio dos Santos
Das.
Espisa do Sr. negociante Antonio Goacairos
Fraga.
Consistorio da igr.'ja do Nossa Sonhora dos
Affl otos, 4. de F.vereiro ds 1887.
Mainel da Costa Pereirn,
Secretario.
Padre Zsferino Ferreira Velloso,
Vigario da freguezia.
do Livramento (freguezia de Santo Antoni") rm
armazem oceupado p r um eetabelrcimento de mo-
Ihado com 3 portas na frente, perteneente a ca-
pelia dos Prazerea de Gaaraiapes, avaliada por
4:0X)0 0 e penhorada para pagamento do-impoa-
to predial de suas casase cusas, assim coin* ser
levado em prsca os singuis, vnnuaes do sobra-
do de (lous andaros n. 41, sito a ra do Bom Jess
(Recite) avallado por 2O.'#0OQ annuaiy e da casa
terrea > "4, ra do Conunercio, (R -v.ofe) avaliada
por 400i n ul ti'od > p uborado dit ia all.uguel
pagamento do" impost i pr, dial, .c-idos pelo Moa-
teiro dn S. Bento (snda naeloaal r custaa.
Recite, 27 de Junho de 1887.
O solicitador da fazenda nacional,
Lutt Machado Bote.lho
Jos Clariudo do Qaeiroz, commendador
daO.deai do S. 13mto de Aviz, Gava-
lbeiro das do Cruzeiro e Christo, con-
decorado com as medalha- de mrito
militar, combate naval de Kiacbuelo,
Argentina do Corrientes e (Ja npanha do
Paraguay, com o passador de ouro n. 5
e brigadeiro eominandnM das armas de
Pernambu^o.
Faco saber ao Sr. capollao tenente do Corpa
Ecclesiastico do Ezercito padre Gervasio Antonio
Nogueira. e a todos squelles que poderem o qui
zereui fazer chegar ao sen couheeimento, que,
n) tendoell.1 omparecido no dia 23 de Juoho
ultima, em que findou a licenca de 3 mezes que
obtuve para tratar d-i sua saude ni provincia do
Maranbo, foi declarado au3cnte em ordem do dia
n. 196 a esta guarnico, de hoje datada, o, como
tal, chamado por edital, para que se aprsente
dentro do prazo de 2 rorree, conta.- desta data
sob pena de proceder-ae a respr-iti de sua falta nos
t'.rnua da li i do 26 de Maio de 1835.
E pira qu o referido soaste, fiz Iavrar o pre-
sente que aasignei e fiz sellar com o sincte das
armas imp-riaea e qu-: ser piblicado noa jorna.'s
desta cidad
Qairtel General do Commando das Armas de
Pernambuco, 1 de Julho de 1887.
(Assignado) Brigadeiro, Jo$ Clarindo de
Queiroz.
De ordem do Sr. Dr. juiz dojcjmmercio, faco
publico para coobecimento dos interessados, que
a 2a reunio das credorea da massa fallida de
Caetano Ramos & C. que tinha sido marcada para
o dia 6 do Julho, em razio de havor ni dia 7
cluico para um vereador, ter lugar no referido
dia 7 ao meio dia visto ter sido adiada a meama
eleico.
Recife, 2 da Julho de 1887.
rscrivo interino,
Eneas do Re^o Barros Falco.
Prolonpmenlo da estrada de<
ferro de Peraambuco
De ordem do Exm. Sr. director engenheiro chefe,
ae faz publico que a comecar do dia 10 do cosr
rente, vigorar nVsta Estrada o s- guinte horario :
Ida
ESTAQUES
TBBM DE PASSA
GBIKOS
Tarde
Una.............
Ba-Sorte........
Calende..........
Jaqueira.........
Uolonia .........
Marayal.........
BarroB...........
S. Benedicto......
Quipap........
Agua-Branea.....
Canhotinbo.......
Angelito.........
S. J 'Jo..........
-o
1.15
1.32
1 5t
2.20
2.26
2.37
3.2
3.26
3.57
4.20
4.59'
5.23
T3
*
a.

1.31
1.48
2.18
2 25
2.35
3.0
3.23
3.54
4.18
4.b6
5.2!
5.44
TREM DE CARGA
Manha
a
-
6.
6.31
7.3
7.52
8.4
8.28
9.48
10.20
11.12
11.53
12.57
1.42
as
60

6.27
..58
7.47
8.1
8.23
9.6
10.15
11 2
11.48
12.52
1.37
2.18
Thesouraria de Fa-
zenda
De ordem do Illm. 8r. inspector, faco publico
que perante a/seasi5o da judIh do din 7 do corren-
te so recebem propostas at as 11 boraa da ma-
cha do mesmo dia, para o fornccimeiito de expe-
diente desta repartico no s< mestre corrente de
Julho Dezembro.
Os pretendentes deverlo presentar as respec-
tivas an.ot.tr.ib de papel, tinta, pennas, lacre, etc.
Theaouraria de Fazenda de Pereambueo, 4 de
Julho de 1887.0 secretario,
Luiz Emydio P. da Cmara.
DO
BRASIL
Capital 30,000:0004
dem realisado s.000.-0004
A caixa filial d'ese Banco funceionando tem-
porariamente ra do Couimercio n. 38, tdca,
vista ou a prazo, contra os aeguintes correapon-
denti s no estrangeirt :
Londres......... s/N. M. R ithschil & Song.
Paria...........
Hamburgo.......\
Berlim..........f
Bremente........!
tolla
ESTAgES
Prograuuia
da grande festa da Excelsa Virgem
do Carmo
A tihdic-d -mil e (Aimposa festa da Excelsa Vir-
gem do Carmello, que anoualmrnte aolcmniaada
no dia 16 de luhi d .ida u >, ueste convento
do Carmo do Recife. pr cedida da mais importante
I novena, com grande e estuoenda concurrencia de
I fiis de todaa aa claasea at da maia alta aocifda-
de, aera celebrada n > corrente tino com mais e8-
plendor, como am la nao tero aido.
N> diM G d > mez de Julh<\ pelas 4 horas da ma-
nila, depois da musa offeie ida p ir todos oa pro-
tectores c devotos, ter lugar < benclo da bandei-
ra, que ser levada pelos anj ia e acompanbada pir
toioa oa devotos, cantando o hymno dd louvor a
Santissima Virgem, primando pla modestia c pelo
verdad' iro espirito de devocao.
A'a 5 horas da tarde do rnesmo din 6 do corren-
te mez de Julho, comecara a solemne novena e na
tarde do dia !5 havtr vspera, pregando o Rvm.
Fr. Augusto, e s 4 boraa da manh di grande dia
16, no proprtti altar da Santissima Virgem, haver
missa apDicada pelos meamos devatoa, e a 7 bo-
raa, anda outra missa pira communbo goral, fi-
cando livre que possam oa femis aacerdotea cele
brar at a h ira da entrada da festa, a qual impre-
sol-iiiiit.s-r aquello a'ito com sua presene i, I tenvejmeutc cpui"9ir pelai 10 horas e ra-ia.
dando assim mais una priva de sus gra-
dSo, p*tri itismo" c relieioti tade.
Luiz Cosario do Rgo.
8 baatil* Alvea da Silva
Jos Riymundo da Na'ividade Sal tanba.
Manool Antonio Vicgas
Jeronjmo Ji.se Ferreira.
Elel^o dos devotos qne fecni
de festelar \osia Sleahora da
r-iedade. no dia 81 de fnlho
de iNO
Juizes p;r rlpicao
Dr. Jo Goncalvea Pioro.
lrigaieiro Jos G'anndj de Queiroz.
Padre Dr. Eitanilo Ferreira d- Carvalho.
'adr.' Julio M iria Ban Barroa.
C o- un J 't rboaiaz G mcalves.
Tenente Altr-do Gumes I>al.
Negociante Julio Cesar Paes Parreto
Juizaa por eiiico
Esposa d. Sr. Uenij. nin A u :s Jo di Fonaeca. i
D. Maiia da Glori i viuv.i di Sr. Antonio Pedro
Souza S01.res.
Esposa di tunate Ehrcu'ano Jos Rodrigues P
nheiro.
Espoaa do capito J io Justiniano da R -cha.
Esposa do .naj ir An" nio V.lella Cii'ro Tavarer.
Espoaa do capito Joaqaim At -u.o Pereira
Basto 1.
Juies por devu^Jo
Dr. Joaquim Francisco Melli Cav..lante.
Ten-lite coronel Fran:'is'-o Faii.-tino de Britto.
Capito Frac.cc.ino R idriguea de Uoura.
Manoel S.!bast:5o d Arnnj ) Pdro'i.
Dr. Man iel Oroa de A^Jo Fcrra >.
Neaociante Jos Antonio da Mota Gu'niarea.
Negociante J is U ui h iiv ira P.eda ie.
Negociante Joaquim A-jostiuh .
Negociante Ant ti.i Dx*rtt d' Fi .*ii--eido.
Dr. Jote Alves C'Valcure.
Tenente Feliciasimo As 'vedo e Mello
He. millo L'ns Chav-p.
C 'rouel Luis Cosario da Reg.
Tenent-- Antonio Jote de Sonsa Silva.
Major Leopoldo Birg^a Galvo U.'ht.
Major Cleomenes Lipes de Siqu -ira.
Aff mso do Reg Barros.
Empregado publico Joiquim Tertuliano da Me-
t iros.
Neg;ciaut' Joo Feruand^a de AzeveJ > Valoo
gueiro.
Juizaa por de*' ca >
E-posado bt. Francisco W ilion Tavares de Lima.
Esposa do Hr, Viente L cino da Coda Campello.
Esposa do D Antonio Pfeira Simo;s.
Espisa d) Sr. Vicente Ferreira de Sant'Anna
EspS'. do nc-;;,eiante Bento de Fnotas Quimares.
E-iposa uo ii. gjjinte Francisco Bote ho de An-
drade.
Eip.iB do Sr. Jol Cleaacutiaj Baariques da
Silva.
Espesa do gorianto J So de A piioa Foos ci.
Etposa di teiieutt-coron-I t'erreira Lima
Es.-:G5a do Sr. Lupe,
Juiz-'a protectores
Rvm. vicario Z'ferino Ferreira Velloso.
Rvm. con-'go Joaquim Ferr. ira djs Siutos.
Rvm coneg padre Manoel J ao Gomec.
Caoito E-nato Alves Pacheco.
N .'iciiiire J.is de ."i-uza Agaiar.
Commendador H-'nriques Bernardo de Oiiveira.
J aquim .)o- G calves Beltro.
Jos Luiz de Mello.
Joo Demetrio F<-rnandea Vianna.
Dr. C^ciliuno Mame 10 Alv.a Ferreira.
Dr. Manoel Fianciaco Teixeira.
Negociante Jos da ailva Moraea.
Rvm. padre Ignacio Franciaco dos Santos.
Negociante Antonio Soar. e R .pouso.
Nogociante Jacitho Pacheco Pmsoa.
Pbarmaceutico Agoitinlio Jos Soares.
Negociaute Tneotonio Flix < Mello.
Capito Ficr. ncio Rodrigo da miranda Franco.
Dr. Aotcnio ?i ria Paria Ne\'. e
Dr. Ayrea de Albu^aerque Garwa.
Juiaas protect'ras,
Esposa do Sr. capito Manoel Jos do Bastos e
Mel'o.
Esposa do Dr. Jn Augusto do Rsgo Barros.
Esposa do negociante Alfredo Alvea Martina.
Esposa d o) pi io ) 3> Rodrigues de Moura.
Esposa d> neg .i-ianic I r Franciaco de Figuei-
redo.
Eapoaa do neg eiante Dr. Manoel Gomes do Mat-
t03.
D. Mara Rita da Cruz Nevea.
Esp isa do Sr. Odor ico -Raposo da Cmara.
D. Tuerea R.indio Bibeiro.
Perante o Sr. Dr juiz substituto do8 feitoa da
fazenda Lindolpho Hsbollo Corris de Arauj o no
dia 8 do vindouro miz de Julho pelas 11 horas da
manh depois da audiencia o perante o m smo juiz
ae vender em praca publica oa nena aegniutea :
Un casa terrea de tijolloe cal, n. 9, sita a ra
do Baro de Villa B.dla (fregueiia de Santo An-
tonio) oom porta o janella, perteucente a Antonio
Goncalvea Ferreira Caseao, socio da firma Ferrei-
ra Caaruo r Filh->, avaliada por um 1:290^030.
O dominio til doa terrenoa de marinba ns. 67
DD e 67 EE, situados ra projectada do Hospi-
cio a Sete de Setembro, per.tcente a Francisco
de Mirand i Leal Sevcs avahados ambos por 800.
Urna etc i cobert de condiizir aguada par, os
navios, cuja se acii i n i ca. s lo Apollo, perteneen-
te u Bernardo J u- Rodrigues Pinheiro, avaliada
por 400*000.
C solicitad, r d< fnzeuia nac mal
Luix Machado Botelho.
Perante o Exm. ftr. dezembargador juis doa tei-
toa da fazen la Jos Manoel de Fr. itaa, no dia 8
d.i vindouro mz de Julho pelas 11 boraa da ma-
nh depois da audiencia do mesmo juiz s vende-
spjs do Sr. > FraiKijco'Jac'uth) de Sampaio.' r em prnes publ'Ca a casa terrea n. 3, aita a roa
Assistir o Exm. e Rvm. Sr Bispo solemnemente
[itraroentado de capa mngna, eom aasistencit de
Rvm i conegos eaUetffutisof, do clero religioso e
secular desta capital, lentes di Seminario e os se-
minaristas do curso teolgico, oj Exms. Srs. pre
Bidente da provincia, commandante daa armas,
chefe de polica e chefes daa reparticocs publicas.
O pregador ao Evangelho o Rvm. padre Antonio
Ferreira de Novaea, vigario da Victoria.
Logo depois da nati, dida a b?ncio papal, ter
lugar a pr icisso, que p"rcorrer gmente o pateo
do templo.
A'a 7 horas da tarjo d me-nn i dia, depois da
Iluminada a igreja, haver o Te Deun Laudamos,
pregando o Rvm. commendador Manoel Moreira da
Gama, vigario da freguezia de Santo Antonio dea-
ta capital.
No dia 20 do mesmo eorr. nte mez, pelaa 10 ho-
ras da manh, t. r lugar a festa do Patriareha
Santo Elias, pregaudo ao Evange'ho o Rvd. Fr.
Pedro, c por todo o oitavario da Santissima Virgem
estar a igreja aborta das 7 a 8 h iras da noite,
para ser visitada, u rec berem os devotos os Es-
capularios ou Bentinbis, N^oeiando-ae i confraria,
c t.:mb m a>uhar.Ma > Jubilen cni.t-'did > Ordem.
Ca-uio dj Recif:, 2 do Jaih- de 1887.
Pr. Alberto,
Vigario provincial.
Calligraphla
U curso d'i-sta materia, lec.-iotiada pelo
acadi-rni.o Andrade Jnior ra da Pal-
ma n. 71, contini a fu accionar s segun-
das, q-1-.rtas e sabbados de cda senana,
das 7 s 8 horas da noite.
Anda admitiera alguns ala nnos para
calligr.-.phi i alie nS.
agua I lu Ida de urrav e Lanraan
SOO
Aa o uli i a> (le csto acostum idaa a usar pos
de arroz, que e farem eutumec-r o rosto, fechan-
do oa p.-os da p;llc, privan! i a evaporadlo da su-
perficie ; obrara i com juico em por iuteiraim nte
de parte com Ihaote ingrediente, ubstituinlo em
acu Ittgan cate puro cosmtieo fliral, o aual nao t
p-riuma a pdle com urna fmgraacia ta i fresca c
de'eitavel com o respiro e ebeira das Aires meio
abertas; mas, sim tamban faz remover tolas as
maeuUs que desfeiain a f rm sirn das felco-s,
dando aos vasjs auperficiaca um aspicto aaudavel
e vigoroso, reatituiado a feiv a a primitiva cor
r.ibicnuda i" ina-ia, indo-lhe. urna pura c linda
transparencia e ela^ticidaie.
Todasjessas aguas adstringentes, pos c pomma-
das, etc., do da, nao faseic mais do que arruinar
a pelie e estragar a formosura, contamiuamdo mais
tarde ou mais cedo a propria sa le, emquai.to que
a tendencia desta agua s-.udavel e aromtica, in-
teiramente o posta. Quando misturado n'um p.iu-
co d'aguj, toriia-s ; um exc lienta e exquisito meio
de livagem, paraos drmt-'a e gengivas, dando A
bocea ca-' paladar U'n delicioso g isto aromtico.
Cono oarabtia contri as filsifi acos, obsrve-
se b. m que o no-nes de Mnman Kmp venham
estampados cin I (tras transpirantes Di papel do
livridbo que serve de covolto.io a cada garrafa.
Ene ntra se venda cm tolas as pbarmacias e
di':r irina.
Agentes em Pernautbueo, lleniy Forster & C,
ruu ao Commcrcio n. 8.
2' se.'cao. SecioUru da presidencia de
Pernambuco, em 4 de Julho de 1887.
Por esta secretaria ae faz publi o, de con-
formiiade com o .".rt. 157, do regulamento
annexo ao decreto n. 9,420, do 28 de
Abril de 1885, o edital abaixo transcripto
pondo em concurso com o prazo de 60 das
os oliicios do Io e 2* tabelliSes e annexns
do tTino de Alaga de Baixo.
Pedro Francisco Correia de Oiiveira.
EDITAL
O D.\ Alfredo Serapbico do Assis Carva-
lho, juiz tnuni 'ipil e d' orphoa dos ter-
mos de Cimbres e AlagOi de IJiixo, por
Sua Blogestade I nperial e constitucional,
que Dous guarde, etc.
Faco saber a todos a quera iateressar
possa, que fi a aberto o concurso por espa-
co de 60 dias, a contar desta data, para
provimento vitali-io dos offiios de Io e 2
tabelliS-8 e aun-xos do termo de Alagi
de Biixo, creado pelo decreto de 30 de
Janeiro de 1834, vigos por nunca torem
sido prvidos vitaliciamente ; dovando den
tro este prazo, os pretendentes aos meo-
cionados officios apresentar seus requer
mentos, prava de examo de sufBciencia, fo-
lha co/rida, certido de exame de porta
guez e arithraatica, certido de idade, at-
testado medico de capxdade physi.a, e
mais documentos que os meamos pr.-tcn
denles julgarcui necessirio9, tudo devida-
meute sellado e confor.ne os arta. 164 e
218 do decreto de 28 de Abril da 18-J5
E para.que chguc ao conhecimento de
todos-raandei pascar o presente edital, o
qual ser affixado nos lugares mais publi
coa Villa de A'agi de B i 4 de Ju-
nho ie 1887. Eu Francisco Procopio do
Valle, sscrivSo in> rio, o eajrevi
Alfredo Seraphco de Assis Carvalho.
E mais xe niUi co'itinha em dito edital,
que belmente copiei Jo propno original,
ao qual me reporto e dou fe. Alagoa de
Baixn, 15 de Junbode 1887. Eu, Fran
cisco Procopio do Valle, esjrivo interino,
o es revi e assigu-i. En f de verJade.
O escrivo int-rino Francisco Proaopio
do Valle.
Certifico que nesta data foi atusado o
edital, que vi por copia, por tnim Ma-
noel Calbeiro da Silva, porteiro uterino
dos au !i:orios, no paco da Cmara Muni-
cipal, abriodo o concurso pura o provimen-
to dos offi ios de 1* e 2 tabelliiles e anne-
xos deste termo. O referido verdade.
Villa de Alaga de Baixo, 15 de Junho de
1887. O port-iro intriao dos auditorios
Manoel Calheiro da Sdva.
S. Joo.........
Augelim........
Canhotinho......
Agua-Branca ....
Quipap........
S. Benedicto.....
Barra..........
Marayal........
Colonia.........
Ja |Ueira.........
Catende.........
Hi-Sorte........
Una.............
TEEll DE PASSA i
OEIBOS
ManhS.
* T3 9
te o i 3
M.MM )
7. !
7.221 T.20
7.47 7.44
8.24 8.22
8.53 8.45
9.14 9.11
9.31 9.29
9.56 9.54
10.7 10 6
10.13: je.n
10.39! 10.36
10-56 10.55
11.12
TREM DE CAKOA
ManhS.
a
o
-
8.
8.41
9.30
10.34
11.20
12.7
12.42
1.25
1.46
2.25
3.14
3.45
01
o
8.36
9.2tt
10 29
11.10
12.2
12.37
1.20
1.43
1.55
3.9
3.41
4.12
Frankfurt s/ Main;
Antuerpia.......
Roma.........
Genova.......
aples.......
Mo e maia 340
cidades de Ita-
lia............
Madrid..........
Barcelona.......
Cadis...........
Malaga.........
Tarragon?......
Valencia e outras
cidades da Hes
panba e ilhas
Canarias......
Lisboa.........
Porto e mais ci-f
dades de Por-
tugal e i Ibas...)
Buenos-Ayrea.... )
Mouti video......)
Nova York......
De Rothachild Frres.
Deutsche Bank.
Banque d'Anvers.
Banei Genrale e
agencias.
Banco Hypoteaario de
Espaa e suas agen-
cias.
Banco de Portugal e
suae agencias.
English Bank of the Ri-
ver Pate. Limited.
G. Amsirk ft C.
Compra saquea sobre qu-.iquer praea do impe-
rio e do cstrangeiro.
Recebe dinheiro em conta corrente de movi-
mento com jures a lazo de 2% to anno e por le-
tras a prazo a juros conveocionados.
O gerente,
________________William M Webster__________
EDgli lMj of Bio He Janeiro
Oa trens de passageiroa s ci garo a Angelm
e S. Joj doaa vezea por smana : as tercaa e
aextas feiras.
Oa trena de carga far-se ha dnas ve8 por se
mana e sao facultativos.
Secretaria do Prol-ngamento da estrada de
ferro do Recife ao S. Franciaco e estrada de ferro
do Recito a Caruar, em 2 de Julho de 1887.
O ecretano.
Manoel Juvcndo de Siboya.
(Ia pra?a)
De ordem do iHra. Sr. Inspector se faz
publico qua s 11 boraa do dia 7 do cor-
rente, 8"iao vendidas em praci no trapi-
cho Couccicao as seguintes msreadorias :
Duas caigas marca G. L. fe C, ns.
60,3J3 e 60,323 bis, viodas do Bordeaux
no vapor francez Gironde, entrando em 3
de Junbo ultimo, ciiendo 5 kilos liqui-
des de pliotigr .piias p.n cartas o 7 kilos
de cartazos do mais de urna cor, abando-
nadas aos dircitos por G. Laporte & C.
Urna dita, marca C. L. 4C, n. 2,
idera do Hivre no vapor tran ;oz Ville da
Baha, era 6 do mesrao mez, contendo 207
kilos, liqui lo real de almunaks de urna edr
idciu idem.
3a Sejijao d'Alfandega do Pernambuco,
4 de Julho de 1887.
O chefe,
Cicero fi. de- Mello.
DIVIDENDO
De ordem da directora ommunico aos Srs. ac-
cionistas que no dia 4 do corrente comecara a ser
distribuido no eacriptoro da Companhia daa 10
horas ao meio dia o 25> dividendo da Companhia
razio de 8 %. e assim se far at o dia 12, ex-
ceptuando o domingo. D'esae dia a< diante as
tercas e sabbadoi s mesniaa horas. Idntica-
mente serao pagos oa juros das accos preteien-
cises e das debentare*.
Escriptorio a t-omfnihia 1 de Julho de 1887.
O director g.-rente,
Antonio fereira Simoes.
Recife Draina^e
A companhia faz publico, para conhecimentt
dos interessados, que coUocou no mez de Junho
prximo fndo. os apparelhos abaixo declarados :
Boa-Vista
Ra do Conde da Boa-Vista n. 24 F, apparelho
n. 10,952, casa terrea.
dem idem n. 24-G, pp irelb i o 10,953, casa
terrea.
dem idem n. 24-, pparelho n. 10,951, ensa
terrea.
dem idem n. 21-1. apparelho n. 10,955, casa
terrea.
dem idem n. 2-J. appar-'lh n. 10,956, casa
terrea.
dem ideo: n. 24-K, ppirelho n. 10,957, casa
terrea.
dem i l.-m n 24-L, npparelbo n 10,158, casa
terrea
dem idem n. 24 M, apparelhj n. 10,959, casa
terrea.
Ra de Gervasio Pi o. 89-A nppsreK>Bt.
10,960, casa terrea.
Ra Capibaribe u. 40 app relho n. 10,961,
casa tarrea.
Recife, 4 de Jullu de 1887.
E. Bmrherhood,
3erente interino.
Lilfii


1.000,000
500,000
200,00 Capital do Banco.....
Capital realisado.......
Fundo de reserva.....
A contar desta data e at ulterior reso-
lucao, conceder-se-ha juros de dous por
cento ao anno, sobre os saldos de dinheiro
depositado em conta corrente de movimen-
to no mesmo Banco.
Recebe-ae tambe u dinheiro em deposito
a juros por periodos determinados, ou sa-
jeito ao aviso ptvio de trinta dias para ser
retirado, mediante as condicS^s de que se
dt.ra conhecimento aos_ interessados.
Pernarocuco, 23 de Maio de 1887.
Henry K, Oregory,
Gerente.
"THEATRO
p
DE D
EMPREZA
m aB/IIH.
i LYRICA iTALiANA ,
Ul E OPERETAS
NAGHEL
Dirwf-LI IZ MIL61
AMVMIA
Onarta-felra, 6 de Julho
O manir
aconieeimenio iiieairai no.
Xorte do Brasil
lilJJ
.:. -!ES
9iisli:ii o I.literario OUndcnse
Quarta-feira, 6, s 7 boraa da noite, haver ees-
lio do coosclho iidm'nistrHtivo.
Secrotaria do Instituto Litterario Olindense, 4
de Julbo de 1887.O Io secretario, Samuel de
Lima Botelho.
Companhia de Edificado
Assembla gral extraordinaria
A' requisicSo do 26 accionistas, representando
mais da quinta parte do eapital social, convoca-
mos a nsaembla geral para reunir so extraordina-
riatncite no dia 18 do corrente, ao meio dia, na sede
social ao largo de redro II n. 77, afim de tomar
conhecimento da reclamaco que na. ultima aessao
da mcama asarmbla levantaran alrruns accionis-
tas sobre a elegibilidad lio ncerinista Antonio
C*rlos de Arruda Bltra ', que obtevo maior nume-
ro de votos par^ o carg) de gerente; questo BU8-
citada qnaod) j se tiuuam retirad i dona teryos
doa acciouistaa-que constituiram a assemblta.
Recife, 1 de Julho de 1887.
Oa directores,
Antonio Vicente Nascimento Feitosa.
Gustavo da Silva Antones.
Vlc nte Ferreira d'Alboqnorque Nascimento.
Companhia do Beberibe
Kilo so tend.i reuoii oe senhsrs accionistae
em uumi-ro aufficiente p.ra e ns'ituir a assembla
geru] ordinaria no dia 1 d errante ajes, sao de
novo convidados pira a rtiaai do dia ll deste
mez, ao raeio dio, m 1- anlar da casa n. 71
ra do Imperador. Esea reunio ter lu quslquer qu? sej i o numero Je nccionutis pre-
sentes, e nella se tratar doa assuinpos designa-
dos nos estatutos. R-cife, 4 d- Julho de 1887.
Ceciliao Mamede Alves Ferreira,
Director 'i'inie.
Jo. Eusfaq ;io Ce.-r'eir Jacobina,
Direet r secretaiij.
A directora fax aciente aos 8rs. subscriptores
da nova emissao de aceea para o l<:vautam''iito
da fabrica na T rna-cado praio de
30 diaa desta data ito da primeara
prestaco de 10 pr ni .i ido o Sr. fbe-
soureiro Jus Joo io A :: -., Jnior, para ore-
cebiiocnto.
Recita, 27 d Junho de 1887.
Os liietoicc,
Manoel Jos da Silva Guimurcs.
Henrique Sareiva,
Secretario.
J; s Joao de Amorim Jnior,
Tuesoureiro.
S. R. J
Sociedade Recreativa Javentode
SoleuinisaijSo do sea 23." auaiversario
C -miminico aoa senBor-'a asiciado3 que no da
14 d? Agosto prximo so solemniza o 23 anni-
versari le no~ja siciedade, com a installuco da
banda :: ijical o um biile. par. o 411-! se recebem
nesta st-.r '.aria loas para convites, at o da 7
do mesain mes; visto terem de ser entregues
pelas cocimiaasa para esse fim nomeadas.
Secretaria da Ssciedade Recreativa Juvcutude
1- de Julbo de 1897.
Jos de Medida,
2o secretario
A app iratoea o phantastica OPERA MGICA
am 3 actos e 12 quadros :
Viagem La
Mise en-scene do actor Li. Milano.
VISTAS
expressameute pintadas pelo distncto scenographo
brasil, ir" Dr. Carfieiro \ llila.
tesiuario* e adereces n.vos eriquisai-
mos.
A' 8 liora*.
Uonds para todas as linhas e trem para
Apipucos.
martimos
CHARfiEURS REUNS
i'ot-.t^.iit'ia Fraaceza -
?o a Vapor
Linhrt qninzenal entre o Hvre, Lis-
boa, Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos
ti vapor VUIe He Santos
Com mandante Henry
E' esperado da Europa
at o dia 6 de Julho, se-
guindo depois da indispen-
savel demora para a Ba-
ha. Uto p Mantos.
r Roga-eo aos Srs. importadores de carga p.'loa
vapores desta litiha,quciram apresentur dentro de 6
iias a contar do da descarga das alvarengur voal-
quer reciam^cao concernente a volumes, qud pe-
v.-un.!, enham seguido para os portos do sul,afim
de se poderem dar a tempo es providencias necea-
sariaa.
Expirado o referido praso a companhiioa n se
responaabilisa por extravos.
Para carga, paisagms, enwmneqdaaa dinhoirc
a frete : trata se com o
AGENTE
Aupsle Labille
9-RA DO COMMBRCIO-9
Lisboa e Porto
Lugre portuguez
Jos Eslcvi)
Chegar brevemente do Rio de Jan' iro. i ;c-
ber cargi a frete para os roteri loa portea s .lija-
do dentro de pouecs dins ; a tratar com Asr.orim
Irm5o3 & C.

f_



W
*W

wr
h
Diaria e _'ttmuiklMix C'tf<|HM^>a ..a Se. aavofa-
Mao-si, Villa Nova, Jreuedo, Araoj,
Estancia o Baka
0 vapor Stergipe
Gcmmandante Pedro Vigna
E' esperado dos Dorios aei
ma at o da 6 de Julbo,
' e regressar para o* ies-
mos, depois da demora doco
* turne,
i'srn carga, pasagens, encoaimendas e dinhei-
ro a tret trata-se na ,
AGENCIA
7titta do Vigario 7
DomingvS Alves Mathens
~ COMPfVHI* PFBSVium
DE
Htevegaeo coselra por vapor
'ORTOS DO 3UL
Macei, Ponedo, Aracaju' e Balita
0 vapor Jacuhype
Comraandante Estoves
Segu no dia 9 a*
Jtuho, 8 5 horas da
-tarde.
Recebe carga at 8
lia 8.
Eacsalmeadas, passagens e dinbpiros frete at*
As 8 horas da Urde do dia 9.
ESCRUTORIO
Ao Caes da Companhia Pernambucanu
n. 12
_______________________.------.-----*--------------------
COHrt.VII _U.titl:CA
DE
HaTega^So Coste!ra por Vapor
Fernando de Noronba
O vapor Giqui
Comandan te Lobo
Segu no dia 9 de
Julbo, pelas 12 lio
- ras da maah.
Recebe carga at o
ldia;8.
PassagcuS at as 10 '.aras da munba do dia da
partida.
ESGL__TORIO
cae* da Conpaahla Per_a__n
cana 11.________
R0YAL1M STE4 PACkLT
mam
0 paquete Trent
E' esperado da Europa no dia
9 do corrate, seguinda
depois da demora necessaa
apara
Macoi, Babia, Rio de Janeiro e Santos
0 paquete Tamar
esperado
do sul no dia 14 d(
enrrente seguink
Idepois da demora
necessaria para
. Vicente, Lisboa, Vlgoe Son
thantpton
Reduccao de passagens
Ida Ida e volta
A' Southamptoa 1 classe 29 42
Camarotes res. rvados para os passageiros de
Prrnambneo.
faca paaaageiie, (retes, ere, traeta-se o*
Consignatarios
\ liuiison Howie .
N. 3~ RA DO C0MMERC1O-N. 3
1- andar
Hoj.*, 5 deve ter logar o leilo de 3 volme
a variados d'agua te mar, sendo 2 com garnicoes
para chapji, e 1'cosb ealgtdw_______________
O leilio da movis, baa das, pertences de
oollegio annunciado por intervencj do agente
Pinto para qi_rU feira 6, deve ter lagar no ar-
mazem da ra do Imperatris n. 6 ; e_ coutinua-
co a armaaao balaao o 1 uisbilia de jungo.______
Leilo
De movis, quadros, relogios, jarros
e muitos outras movis
Terca-feira, 5 do correte
A' raa da Imperatris n. 6.
Agente Pinto
No armazem da ra do Mrquez de
Olinda n. 52
__ir^-
Da 2 oaias marca LB&C o TH em baixo,
ns. 8,496 e 8,497, com 50 duaias de ar-
roaces para ohapos, avaluadas
Te rea feira. do correte
A's 11 horas
Roa do Marques de Olinda n. 52
O agenta Pinto levara a leilao por eonta e risco
de quem pertencar, ae 2 eiz is aeime menciona-
das, avariadas d'agua do mar e descarregadas de
bordo do vapjr allemao Cear, e 11 horas do dia
cima dito em sau armazem a rus do Marques de
Olinda n. 52.
Ea footinuaco
Urna eaiza com esledos avariados, latas com
carne em conserva e differentts me veis
Leilo
Do. 3 caixas com arrnacSes para chapeos
de sol e outros artigos
(AVARIAi-OS)
Terca fera. do corrate
A's 11 horas
No armazem da ra do Bom Jess n. 49
POR INTt-RVENgAO DO AGENTE
Alfredo (.maraes
leilo
Leilo
De 1 sieretarhs de Jacaranda, 1 cofre de fVrro,
1 aparadores, 1 qjoartinheira, 2 fiteiroa para porta,
1 quartinheiro de p, 1 grande fitoiro de amarello,
2 grandes eapalhis, 1 qnadro, 1 cami de ferro
para ereaaea, 1 cindieiro de ferro pira gas, 2
messs graodee, 1 armacu de amarello, 1 dita de
louro e urna po-oao de garrafas vazias que sendo
'uio vendida
Ao correr do martello
Terca-Jeira, 5 do crrente
A's 11 boraa
Na laja dv sobrado n. 33 da ra Largd do
Rosario
Por intervencao do agente
Martins
Agente Pestaa
Leilao
Do importaata sil*- esa larrene proprio, bem
arborisado, excellente agaa de beber, com tres
casas ns. 60, 58 e- 58, na estrada do Arrajal con-
fronte a ratafia da Cata Aatarells, com 270 pal-
mos de frente 414 da tesba,
O agente Pestaa vend r por couta e risco de
quem perteaser <* qasm aix'n der, na dia
Quarta fdra 6 d corrente
Mo nielo dfa
No armazem uta do Vigario Tenorio
n. 12
C_;*'.-.*: Binuilelra de MaTe
gacCoa Vapor
PORTOS-DO NORTt
Vapor Espirito-Santo
CommandaaU Joao Marta Pessoa
W espirado dos portos do su!
at o dia 7 de Julao,
I saguira depeie-da detaara in-
dispi-nsavel, para os pprt>,
do iwrte atA Msnos.
7
Para carga, paasageni eceotnaiendm va! ns
trcta-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
PORTOS~DOSUL
O vapor Pernambuco
Corumandant* o capujo ele fragata Ped o
Hyppolito Duarte
E' esperado dos ,.^rtos do
norte at odia 5 de Julho
e depois da demora indis-
pensavel, segair para os
I p^-ros do sul.
Recebe tambem carga para Santos, Santa Ca-
tharina, Pelotas, Porta Alegre e Rio Grande d >
Sul, frete modic .
Para carga, passgens, cncommendas e valores
trata-se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTN 9.
COWPAMHr* PBM*lC\t
DE
SavegaeSo c ostelra oor Vapor
PORTOS DO NORTE
Paraht/ba, Natal, Aiacdu, Monor, Ara-
caty Cear
0 vapor Ipojua
Comstioniinte Mooteiro
Segu no dia 5 de
Julbo, as 5 hor.>t
da tarde. Recekt
ga at o dia 4.
Encommendas passagens e dinherroe a fret* ate
is 3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Periamt"finin
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------_------------------------------------------.---------------------------------------
Muro! Slates k Brasil 8.8. G
0 paquete Finance
Kspra-se de X v
News, at odia 1 le Julbo
rA qur.l sguir 9po- ri.
tftemornncc'-mr' i pra
Babia e Rio de Janeiro
ra carga, pajgageua, e encona manda a traata-
ecom os
AGENTES
Heary furstr & C.
II 8, RA u<) i.OMMERCIO-N. 8
__n) l.-andm
Leilo
De mpves. laici, vidroc, ;:.iDroa a gas, eput-
dros, mobilia de junco, masas, cadeiras, b .neos de
jurdim, sotas americanos, classvs, bancadas, guar-
da-riiupat, mesas grajstM e mu! .s outros obje-
etos de coM-gio.
Quarta fclra do corrente
J Agente Pinto
No sobrado ra la Imperatriz a. 6
Por "i-r_MsrittiT s diretitee os letss princi-
piar o Jeille
A's 10 horas m ponto
~.......Leio
De um piaoo, uma mobil:.., bancos ameri-
canos, camas de ferro
e rotulo ai'wo mov.is 'k collegio
Sendo :
Un> piaon do Qissiiot A Fil.-, 1 mobilia com 1
sof, 1 j^rdiaeir, 2 consol>>, 2 e ideiras de bra-
cos, 2. dtr bataaco e 12 ao gaarmcao, i cadeira
para piano, 1 estante paa msica, 11 cadeiras
de faia, patsdhs, 2 espreguic idSirus de uuco, 1
cadrira de balando de junco, 2 cadeiras, 2 guar-
da-roupas grandes. 1 cama de tfrro com lastro
de palbiohaj 1 toiltt, 1 commoda-secretria, 1 se-
cretaria i'e amarello, 3 quadros douraa., 1 sot
de juoeo, 2 espreguifadeiras, 1 cantoneira de
amarello, 1 custoreira de Jacaranda, 1 guarda-
roupa, 1 mesa para jogo, 2 ettagera, 2 quadros, 1
cama americana, 1 cabida, 2 bancos de jardim,
2 reposteir f e aneas, 1 candieiro de metal, 2
abantadas, 3 escarraaems, 1 tapete grande de
sala de visita, 2 ditos manores, 2 bascas ameri-
canas, 1 pedra para dssenho, 15 bancos america-
nos, 20 bancos para rstudos, 20 cadeiras ameri
cauas, 3 bancos envemissdos, 3 mesas de jantar
sendo 2 grandes, 2 xopatadores, 1 armario da pi-
nho, 8 bancos de amareflo, 1 mesa com ps tor-
neados, 1 sof, 2 cadeiras, 1 commoda, 12 cadei-
ras de junco e 34 camas de ferro.
tuarla tetr<\ 6 de Jolho, IO
e mesa sioraa
0 agente Pinto levara a leilo, por mandado e
em presenca do Ezm. Sr. Dr juiz de direito es-
pecial do CEcmercio, os movis e mais objectos
cima mencionados, pur execuco que muv. m
Albeiro, Oliveira & C, contra Manuel Alves
Vianna.
De urna armat'io e uteasilios da venda sita rna
de S. Joao n. 5
Agente Brifo
Quarta feira. 6 do oorrente
________!___.*'* BO??Jt_____
Leilo
De movis, forquilhas de ferr, telhas
de zinoo, vasos e 1 barrica de cimento
Q*tn*a-/e/rrz 7 do corrente
V 11 HORAS
lima mobilia de loiurello, 1 dita de junco, 1
toilet de Jacaranda, 1 guarda-vestidos de ama
relio, 1 cima di casal, mogno, 1 mesa de jantar,
1 dita grande do sicupira, 1 banquinba oval de
amirello, 1 guarda vasos, 1 marquesa, 1 pequeo
guarda lonca. 4 cadeiras de sois, amigas, 5 ditas
de amarello, 4 vasos grandes para flores, 3 telhas
de stnco, 24 forquilhas de ferro, 1 barrica do ci-
mento, 1 cabide, torneada, 1 quartmbeira, 1 can-
dieiro para kerosene e muiros outros objectos.
O agente Alfredo Guimares, com autorisacjto de
urna familia que se retiron para o Rio de Janeiro,
far leilo dos movis cima relacionados, os quaes
foram transportados pira o armazem da ra do
Bom Jeaus n. 49, onde ser effectuado o leilo.
Ao correr do martello
Importante leilao
De bons movis, excelente piano, quadros
espelhos e diversas plantas.
Sexta feira 8 do corrente
A's 11 horas
No Largo do Entroncamento primeira
casa dos Aflictos.
(U\VIA\0 :
Sala de visita
Urna importdute mobilia de Jacaranda a Luiz
XV nedalhai com 12 cadeira de guarnico, 4
ditas de balauco, 1 sof e 2 duoquorques com es-
petaos, 1 excelente piaoo completamente novo do
fabricante Cool Scheelio Casad, 1 espelho oval. 6
importantes quadros sendo 1 da 1* misa., que se
celebrou no brasil, 2 lindos jarros grandes, 2 ditos
menores, 3 sanefas e c-.rtinadoa, 3 pares de
etagers duurados, 1 "lustre de erystal para ga*
carbnico, i escarradeiras finas, 1 almotada bor-
dada para sof, tapetes para porta, 1 tapete forro
de sala, eocanamento registros ,o caudieiros de
i"- ..
Alccva
Um importante toilet- de Jacaranda, 1 lavatorio
de dito com pedra, 1 guarda-vestidos de rais de
amarello, l consolo com pedra, 1 cabida, lindos
objectos para cima de toilet.
Sala'de jantar
Urna meza elastica.com 6 tabo.s, 2 importantes
apparadores com pedras, 1 guarda-loucas (obras da
gosto), 12 cadeiras de juuca, 1 quartinheira, 1
cadeira alta p*r ereanca, 4 etagers com jarros,
1 relogio, 1 apparelho de electro-pate para cha, 1
dito da faiance para dito, 3 fructairae do erystal,
1 filtio, loucas para ahaoco e jantar, copos, clices,
garrafas, galhaleiras, bandejas, facae, garios,
colh.res, e muitos outros objectos.
Saleta
Dus apparadores. 1 sof, 1 ii.cz* com pie tor-
neados, 1 eaiza com ferramenta.
Soto do 1 andar
Urna meza grande lio cedro, 1 lavatorio com
baca, 5 quadros, 1 sof, 2 espreguicatleiraB sendo
urna de mogno e otra de junco, 1 relogio de p'dra
marmore e metal, .2 pares de jarros .de faiance,
1 piano do fabricante, lihudel e Vigne, i impor-
tante secretaria demogno, 1 cadeira de rosca para
a mesma, 3 venesianas.
1 Quarto
Uuia cama para casal, 1 importante commoda
de amaiello, 1 bidet, 1 lavatorio e 2 quadros.
2" Quarto
Um marqueso largo, 1 cama para crean;, 1
cabide, 1 estante para livros.
Jardim
Grande quantidide de crotons palmeiras,.bigo-
nias, sapotis e outras muitas plantas e 2 bancos
para jardim.
O agente Gusmo, autorisad por urea familia
que mudou-se para fora da provincia far leilo
dos movis cima mencionados os quaes sao quasi
noves e de gosto,
A's 10 2 horas partir um tr Santo Antoni > tocando eui todos os pontos que dar
passagens gratis aos concurrentes.
Leilo
Do grsndc hotel denominado Centro Po-
pular sito a raa de Hortas n. 24 e di-
versos movis, Ioui;a8j vidros, e trem do
coainha existentes no 1." andar do
mesmo sobrado.
Quarta-feira 6 de Julho
A's 10 1|2 horas
CONSTANDO:
Hotel
De 2 grandes mezas com tampo de pedra, 2 fi-
teiros, 24 cadeiras de junco, 2 etagers de colum-
nas, 1 relogio de parede, cabides, qoadros, espelhos,
2antepars, lencas, c pot, clices, garrafas, talhe-
res, cclhere, trem de umsuha, registro encaua-
aento e candiciros de ^as.
DiTersas qnalldades de bebidas
1 Andar (moradia)
1 mobilia de Jacaranda maasico, com 15 cadei-
ras de guarnico, 4 ditas de bracos, 2 ditas de ba -
knco, 1 sof, 2 conaoloa com pers e crpelbo,
1 rrlogio de prele, 4 etagers. 2 lanteroas e c: s-
lifaes, 4 quadros, 5 par s de jarros, 6 bolas de
vidr-, 1 trete aara s< fa, 1 cama francesa. 1 bi-
det, 1 cozjo. 1 > sb le, i cseai rideiras, 1 commoda,
i sof, 5 machos, 1 mesa para jantar, 2 apparsdo-
, res, 3 quadros, 3 pares le "jarres, 1 espriguicadei
ras, 1 quartinheira, 2 cadeiras de balunco, 1 la-
vatO'io con. [ edra, canilieiros para k-roz?ne, lou-
cas para almoco e jantsr, copos, garrafas, clices,
jarras com torneiras para sgua, messs, trem de co-
zinha, e muitos outros objectos dd aso domestico.
O agente Gasmo, aatonsado far leilo por
eonta e ritao de qnem p -rtencer dos objectos exis-
tentes no hotel, os quse <"'ro vendidas em um ou
mais lotes; e assim oono os movis existentes no
1. andar da casa de mo-adia.
Scmcnics e mrapalo
Com rn-te na fabrica Apollo 4 ra do flospicia
?amero 79
Jegrtnlta
Na ra da Alegra o. 14, precias-se de urna
negrinha de 12 a 14 snt domestico.
Criado
Precisase de irm criado que entenda 'i; jar-
dim ; na- roa do Mrquez do H'-rval n. 10.______
Engoniniadeira
Precisa-se de urna ama que e.igomme com per
ieiyo ; na ra do Mrquez Hu H-rvnl n. 10
"PHofflM'HTBOuttir
DE
Miguel L. R. da Fonscca
3S-Praj?a do Commerclo--35
PESQEIRA
N'este estabeleci-
meiito encontrar o
publico em ge ral, um
completo sor ti ment
cte medicamentos, dro-
gas, productos chi-
micos, especialidades
pharmaceuticas nacio-
naes e estrangeiras,
leos, vernizes, lintas
de todas as cores, pin-
ce^ e mais artigos
para pintura.
O proprietario des-
ta importante pharma-
cia responsabilisa-se
pela boa qualidade
dos medicamentos
drogas de que est
provida, e bem assim
pela presteza e asseio
com que sero aviadas
as receitas dos Illms.
Srs. Drs. mdicos que
precisarem de seus
servicos pharmaceuti-
cos n'esta cidade.
L
AVISOS DIVERSOS
A'.uga-ac- casas a 8a000 no beoco dos Ce
hos, junto de S. Goncallo : a tratar ua ra di
Imperatriz o. 56. __________
' Os abano assignados mudaram o sea escri-
ptorio de advogado e solicitador, da casa n. 38
ra do Imperador para a de n. 69 mesma rus,
sala da frente.
Manee! Joaquim Silveira.
Jeo Caetano de Abren.
_ Precisase de am criado de 10 a 12 annos de
idade, para casa de familia ; a tratar na ra do
Baro da Victoria n. 39, loj*.__________________
Compra-se uas immediacSea da igreja da
Soledade, urna casa terrea ; a tratar neata ty-
pographia.
Preciaa-se de orna cosinheJra ; na estaca
da jaqueii, sitio do Sr. ValerCsn _____
Aluga-se por 84000 measaes metade da
casa n. 99 ra do Viscande de Gyanos, antiga
do Cofovello ; a3tim eemo vende-se um par do
conaolos, tres cadeiras e um marqueso, tudo em
bom estado e por preco rasoavei : quem preten-
der dinji-se mesma que achara com quem
trstar.
3S--Praca a GbbwifcIo35
FESEBA
Doce superio.* de eaj
secco
Tem para vender ; na ruado Bom Jess n. 35,
sanate.
(liiraiiiiNi
Poemst
Acaba de receber a Livraria Econmica, ra
Pnmeiro de Marco n. 2.
Livros de inslrucriio
Perdeu-se a caderneta n. 6,811 ; quem a
acbon queira res'ituil-a roe Imperial n. 19, 1'
andar.
= Oflerece-se orna senho: a de boa conducta
para ceser f m casa de pequea familia ; quem
pretender dirjale ra de Hartas n. 63.______
Aluga-se os compra-se urna oasa trrrea na8
imtntdiacoee da igreja da Soledade.
fn aisa-se de urna ama par todo servir; > de
urna pessoa : na ra do Padre Floriano n. 40,
seguado andaj.
Wode-se urna caaa por preco modioo. de
pedra e cl, propria pats pequea familia, no
PeitaSa ; quem destar dirijs-se ra larga do
Rosario u. 42, qao aehar com quem tratar.
Vende se urna Casa de taipa em terreno fo-
reiro, no beceo do Arraial n. 3, por barato preco,
junto a rna de S Joao ; a tratar na ra da Palma
numero 47.
Ama
Precisa-se do urna um. para cosiubar e engom
mar ; na ra da Concordia n. 18.
~~1
Precisa-se de ama ama ; na roa Belia n. 35.
SEGUNDO O
Novo progrmala
Vendem-se
"Va llirnra 3. Laporle A- C.
Ba do Imperador n_ 46.
Anda restam-nos alguna exemplares das duas
ranssrmis obras ee Hiatos ti da vida de padre H. Pi-an
elaeo do Xavier
Pelo padre Joao de Lucen, (do nnvo programma),
4 vohimes8<000.
Viyaaea. un l.tnboa edlflcada
Poema heroico de Gabriel Pereira de Castro (do
^novo programma/. 1 volume300J.
Precisa se
de ama senbora que saiba ensinar portugus e
piano, para am engenbo que dista quatro leguas
da estaco de Una ; a tratar na ra do Apollo n.
28, 1- a dar. escriptorio.
I. 193:
Roga-so p-la segunda v.-z ao Dr. Paulo Caeta
no de Albuqnerqne a-pprccei ra do Impera
dor n. 81, afim de dar sotofo ao numero cima.
'.M
aixciro
Precisa-se de um menino com pratica de mo
Ihatlcs ; na rna de Hortas n. 17.
tosiiiliciro
Precisa-se de um bom ajumante para cosinh.i :
no tiotel da Oaminho Novo,
Eng'aillo- Payan
Arienda-se este .ngenho, meia legos distante
da c.idade do Cab>, com boas terrs, e tendo pre-
pon oes para safrejar 1,500 2,'X'O pes, vende-se
tarjb m a safra : quem o pretender dirija se i
roa di Alegra u. 46.
Ao commereio
Os abaizo aesignados declarain qoe compraraoi
o Sr. Joaquim Francisco das Chagas e Silva, o
estsbelecimento de miud zas ra da Imperatris
n. ti, denominado Bdi F, liVre e desembaracado
de c ualquer onus; se alguem se julgar com direito
qoe ra reclamar dentro de trez dias.
Eecife, fc de Julho de 1887.
Freitas Tavares C.
sa Ulvs- ROY, en Hitan Ifr^,
milePQUST, Sacr Genn.
alL.i.
rertomn enanuoo uoa ?tahoa a *ra ,^ M
dtaa-oo.................lMn-nai -~SF
K9toc-s>*-BnclaOonn-wlMfrs-cca EOOsr
rfu_?9*parato4_a>Liooram 100 fcason 900 l
.'-iinciadeI\hi_nc3(iTa*ia. IKbMm 6O0*
repoaitarlo.i em P-t nmwtbueo
J ?_ O Vigor
do
Cabello
do
Dr. Ayer.
Preparado Sob
Bases Scientiflcas
E Physiologicas,
para o
Toucador
0 Vigor do Cabello
Do Dr. Ayer.
Devolve, com o brilho e frescura da juTetitude, ao
cabello _;riKRllio ou bntnco unta rica cor natu-
ral, caslai.ho ou preto, como se deseja. Pelo seu
uso, ao casco claro ou rAxo pode dar-se urna cor
escura, e groseura ao cabello fino, cmquanto que
frequenumentccuraacalvicie, porem hmd sempre.
Impcde a queda to cabello, estimulando o dbil c
enfermo a crescer viforosamcni \ [eprimo o pro-
(rresso e cura a tinha e caspa, curaudo quasi todas as
aoeuc.'i- | pericraneo. Como Cosmti-
co para afocmo*ar o cabello das Srnborai o
Vigor nao lem rival; n cont?m axeite ou tintl al-
fruma. torna o cabello suave, bi ilhante e sedoso na
appareiicia, e < oiiiMtiniea-iho um perfume delicado,
agradwel e permanetite.
1'KJCl'AR.VDO PELO
DR. J. C. AYER xo CA.,
T.owoll, Mass., E. U. A.
A' venda as priocipaes pharmacias e drogaras.
AMAS
Compra-se
um exeinplar de cad om dos romances :
Casamento e Mortalha.
Amor com Amor se Paga, c'e Jaita Cesar L"i.l :
na eneadernacS1 de Manni-I Jonqnim de Miranda,
roa Duque de Cazins n. 39.
Carlos Sinden receben e veade barato por sr
de coosignace tres eofrei, prora de fogo ; na
ra do Bario da Vietark n. 4S.
Prccisa-se de duas amas, ama para cosinhar e
outra para eervirps internos ; tratar oa roa do
Progresso n. 4.
Para pequea familia
Alugn-se por commodo preco o s-oto do 1 an-
dar n. G3 da ruado Visconie de liaparica, anti-
ga do Apollo ; no mesmo pr<-ci>a--n de nin criado,
psga-se bem.________________________________
Puro lieor de janipapo
Vende-se nos eslabeifciment s dos Srs. Albeiro
Oliveira & C, raa da Imperatriz n. 42, e Jos
Joaquim Alves & C, ra do Baro da Victoria
o. 69. Recommenda-se a perfi'ico com que fei-
to este licor.
Ao commereio
O abaizo assigoado tem justo e contratado
comprar a taveroa sita ra de Dias Cardoso u.
60, pertenceute ao Sr. Eugenio da Silva Oliveira,
se aiguem sejolgar com diieito mesma sobre
qualquer titulo, apresente-se no prazo de 3 dias.
a contar desta dala. Recite, 5 de Julho de 1887.
JoSo Aoeberto Lipes.
Declaraca
QO hachare! Manoel Mayrinck Monteiro de Au-
drade declara que ninguem fac trunsaeco de
especie algnma om o seu irrao Pedro Aff iueo
Mayrinck Monteir de Andrade, em virtude e
sea estado de sale, que Ir. dous ir,ezs a esta
parte acba-se compromettida, c mo podem attes-
tar oj Drs. Alfonso Artbur Cyaneiro de Alba-
q erque e Silva Ferreira, e deciara mais que
quslquer letra de seu endosa ou acei :e em fase
da lei nenhum vatarfterft. R- eife, 4 de Julho de
1587.
Manoel Mayrinck M. de Andrade.
AMA
Precisa-se de urna ansa para lavar e en-
gor mar em casa de familia : na rna do
Riichuelo n. 13 se dir.
Ptrcisa-se
de usna raannador 10 lSanstoe d* idade, para
andar com nma criancinha de 2 asios, trata-se
btai e d-se de vestir ; precisase tambem de urna
senhc ra drs qp possa prestar leves servidos de
casa, mediante uui pequ no or!eiid, ambas para
casa de familia ; a tratar ua roa Veba n 36,
collegio. _^________________
Pliar.acia central
Ra dolmpe>ador a. 38
Jos Francisco Bitteueourt, antigo ptrarmaceu
tico da phsrmacia francezi ra do Baro da
Victoria a. 25, avisa a seus amigos e freguezes,
qoe se acha na pharmacia acimn, oude espera
continuar a merecer a couBauca qu felizmente
depositaram em seus trabalhos protessionaes.
(riada
Precisa-te de urna cruda que saiba cosinhar e
engommar, tratar ua roa do Baro d Victoria
n. 60.
Pedido
O Sr. Jos Barreto Pae de Mell-, geuro do Sr.
Jos Ignaci de Avila, tenha a boudade de ir
ra da Detenco n. 16, conclu-r o negocio de sea
interesse cem o abaizo aasignado ; istoj ser
cara dora. Recife, 1 de Jolho de 18b7.
Jos Antonio Albuquerque Pedrosa.
m$om
Aluga se e 2' andar do sobrado rm da Guia
u. 62, ci-m bastantes commodos, caiado e pinta-
de ; e por 16|j 0 a casa t-rrea n. 4 da travpssa
dos Guarnir* : 'r'ita-se rm ra da Guia n. 62.
Clw preto.superior
Orlos Sinden receben polo ultimo vapor e con-
tina a vrnder Eern competencia ; na rttn do Ba
rao da Victoria o. 48, loja de altaiate.
iMMADEIRA-BOMBAl
MONCHOVAUT
__ nica com vlvula, em que nunca
o leite torna a descer
ROLHA It CirSTAl COM KIAFUSO TOMUII
Medalhas
re Ouro
e
de Prata
Oplnlio do D' BOUCHJT. lenta I
f arregado da Facultade de Medicina de Pars el
mediro do Hospital das rrianfas enfermas, no isa I
| lirro Hitgirum tta Infancia !
Urna Mamadelra bem acondicionnada 1
a deve ter urna vlvula onde o leite nunca i
I torne a desear : este o prlmiplo da I
I MAMADr.IRA MONCHOVAUT. >
ItstsitM ib tas t irlKtstM Ptaraselai i Dnsirlis
Ama
Preiia-se do ama ama ; na rna do Viscrade
de Pe. tas (antiga do Arsgo) n. 1, 2 andar.
DabGtlattTA
no mus,
CUIDADO COM
>G FALSIFfCACOES'
fC6 /o LBHCO O TOUCADOS
E O BANHO.
im
-# MedaJha de Ouro na Expsito universal 1878 "
-~* ~',
a
a
# BORDCOS fFRANfA) V
-4) Depotitos em todas as tend -s do Ctrr.estibldt. V
+ >
Colarinhos e punhos de
selluloidc
Carlos Linden receben pelo ultimo vp"r.
veade baratistimo ; na.ra do B.irao da Victori
numero 48.
Vinlio diOr. Forestir
: __a oiTiiciBo:! e le cascx da Laraaiai amarp.
TNICO RECON3TITTJINTK
Remedio soberanc
cos i
C'.ORO'E. AMCSilA, CMMC DOS OS.
aFFECCfl las v r.F.siiVAS,
DIARPHr>'; CHfiONICAS, BACHIT'SMO.
:eeiLIDADE,
- Rt- TYPHOIDE:
ZS, ETC.

J Silva
Mana da Peuba Luna e Silva, Manoel uom;s
de Barros e Silva e Amalia Eudocia de Bi.rroa e
Silva, summamente penalisados pelo fallecimento
de seu marido, iimo c cimbado, Joaquim Paita-
leo de B:iiros e Silva, mai.dam resar missas por
sua alma no dia 7 de Julho, s 8 horas, trigsimo
du seu passamento, naa matrizes de Santo Anto-
ni > do Recife e da villa de G amelle ira. Para ease
acto de caridadu eril'yio, convidam os seas
amigos e patentes, prctcstando-lhes oseo r^co-
iihccimeuio.
asitonla j'iilj.n huir das Virgen*
Antonio Fefnandet de Carvalho agradece s to-
dos es amigos q'e acomppnbaram os r<-st s mor-
ti.es de su sogra ; e de novo es convida para
aesistir. ib as missas que manda resar pelo triga-
simo de JatobA doBrej i:i Visare d- & u ^^^^^
idalina dr Siquoira da Casta
e S
Antonio de Burgos Ponce de Len, tendo re-
ceido a infansf nctieia de haver fallecido no
dia 28 do passsdo, na corte d imperio, sna pre-
sa a ti, ldalioa de Siqueira di Costa e raaa-
da celebrar nlgumas mi.--, pr sua ama aa
matriz de S J.fc, no d 4 dn eor>Hde, s 8
horus da mtitiS-, stimo dia do seu fa I lee; ment,
para cujo acto convida seu parentes e pesada da
sua miae, e desde' j confessa-sc grato.
Francisco Ferreira de Sovaea
Rosa de Lima Novaes, Antonio Augusto Pe-
reira da Silva c Drs. Fiauciscu Ferreira d So-
vaei e Jos Ferreira de.Novkes (estes ausentes),
viuva, g^nro e filhos do tallecido Francisco Fer-
reira de Novaes, bem como sens sobrinhos e netos,
mandam celebrar missas por alma do finado no
dia 8 do corrente, stimo de sea passamento, s
8 horas da manb, na ord< m terceira de S. Fran-
cisco. Pedem a o'os os =eos amigos e mais pa-
rentes o obseqnio de ascistirem a esse acto de CS-
rdade e religio, pelo que so confessam eternsv
mete grate
triemlra Fisnoinn Lonretro
Joo Ferreira L arerr, Lenidas Tito Lonrei-
ro, LeobinaBaptisfa Lonrt'io, Mara Wanderley
da Fontoura Loa eiro, Eufrosina Frsnciscs F-
rt-ira, Olegario >oves Castillo, J?ao Carlos
Ferreira, Mara Afra Ferreira Castellao, Isabel
Benigna Fi-rreira, EnfV=ina L>"iguinho rerreir
e Francisca Candida rV;ir. i.j, agraJecem s pea-
soas que se dignaram acompanhar os restos mor-
taes para a sua ultiir.ri niorhda, de eua presada e
sempre lembrada irm, cunhada e tie, Argemira
Francisca Loor Iro : e de nevo Ihi's pedem o ca-
rid. so ibaeqirio de atsitin m va u.iseas que pelo
eterno rep >aeo de sua alana mardam resar na
ordena terceira do Carmo, / s 7 li2 horas da ma- ,
nb do da quinta-feira 7 de Julbo; pelo que
desde j nntccipam a s-m gratido. Tambem e-
dwn desculpa a aquillaa ptssoasde eua amicade
que deizarnm de ser convidadas em consequenoia
da prrcni'itgV. dqa meamos ei.nvitee.
lonqnim ranruipo de Bsrrds
eStliaa
Wenceslao Tavares Lima convida todos os
parentes e amigas para ouvirem urna.;, mjssua qae
por alma de seu presado amigo e lunbado, Pan-
tnieo de Hirros e Silv.i, msnda swaf m dia
do corrento', s 8 frrfM do dia, na ,'. S .
da'Peoha, e desde j,l agrdate aoa.qaa aompa-
r*c-rem ......
OI_6llY Vem)9-ie em Uda isirt .
^Ssnoei l-ecr KTuacisoo ue Kauu ui i dialmena
ts agradece pessoa qae se dignarsia icompa-
nhar i b restos nvrtaes de sua muito presada es-
posa ; e de novo as convida para assistiVem a
mitma dJ sitimodia, na i dia
& cncsvrnite) 7 horas da manaa, pelonas
desde j 6 cciafrssa grato.
I
J

i
j mara i
__.
}




I
V-
7

-Trifa-
ilnga-sc barato
Ka* VmmmmU) de IMpttma. 49, .....
Roa Coronel Suassuna n. 141, quarto.
Rn deSaato Anwns.14, lojs
Roa do ntini. 19
Boe o GaJntooajfo a. 4, Jojn.
rrsU-iu a* run do U*i*mer*Jo n. 5, 1' andar
aaariptorio de 811 va GruimarSe. aV C.
Aroa
laa-se d nana ama para eoilnhar em 'casa
te fciaMia de daaa nesseas, a* iaa I>aqne de Ca-
las a. 86, teroairo andar.
4llW
lie acucar
Aluga-se
grande sitio Tacaruna, no HNlgadinho, eoai
tantea terraa para plantaeds e rouitos armredoa :
t pretender dirjase fnerioa Aporto, m do
Altura-se
o 1 a**r dr, na do Viw de bona commodoa para familia, perto d o mer-
1 e cosa exM> ate via(B ; a tratar na Vento-
roas, a rna do ahug.
Preciaa-ae de ama ama que aaiba
roa dai Orneen. 6, 1' andar.
aoan
luna
Preciaa-ae de urna ama para casa famtlk, croe compre e atoa cosinbar ; na rna do
Bario da Viatatia o. 15, andar.
Ama
Alufc
a-se
sobrado de um andar e soiao ra do Barta.-
ieraeu o. 67, est catado e piatado de ooto e tem
besa comundos : a tratar na ra larga Jo Rosario
n. 34, botica.
aa grande
as Caldfir
Aliiga-sc
sitio onntendo as principis fraetae,
ildfireiron. 9, com boa casa de vivsods (qae
foi do firjado Mhuiede). lendo agua e gas, a qual
confronta coro a casa do Dr. Alce forado ; a tratar
na raa do Apotro* 80. 1 andar.
AS MES DE FAMILIA
9tm> remediar a fraqueza das enancas, de
volver suas torcas, aeu crescimentc o preear-
Yal-os das molestias communs idade tenra,
os principaes Mdicos c Mentaros da Academia,
de Medicina receilo, com grande eiito,ovorda
-deiro Raoahont dos rabes a Delangrenier,
de Paaiz. Este alimento muito agradarel com-
poeto de substancias re^etaes nutritiTas e
fortificantes, se espalha por toda a economa
e em vlta de snas pronriedades analpticas,
nulhora a eemposicio do leite das senboraa
Jae crio, e resUura as forcas enfraejuecid-s
j estomago.
/fotemtO(*Ctf39s Precisa-se para casa de pequea familia, da
ama ama qae lave e cosrnbe bem, dando flanea
sua conducta; tratar sso faiteo do Collegio ou
prava de Pfcdro lia 6, 1- andar, das a* a 3
horas da tarde, nos dias nteis,
Apparelboo econmicos para o cozimen
te e cura. Pnrpro para erigen ho* peque-
nos, arado -Modlet* em preco e el-
lectlvo em operacio.
fede-te a juntar aos engeahos existentes
do' systeraa velho, melhorando muito
quadade do aiaucar e augmentando a
quantidade.
OPERARIO MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou engenhoa centraos,
marinismo aperfeicoado, systema moder-
no. Plantas completas ou machiuismo
separado.
Especificarles e informacBes oom
Brown C.
5-RUA DO COMMERCIO-5
Oasa pura vender
Vende-ss urna aeqoesa easa ssntendo 2 salase
2 quartos, a roa do Alecrim n. 9 ; a tratar na raa
do Boro Jesns n. 38,1* aadar, ou na travessa do
Pcizsto n. &5.
Ama de teite
Preciss-se da ama ama que tenha Mte bsm e
aovo, e nao traga filhos ; a tratar na raa do Im-
perador n. 52,1- andar.
o$Hiheira escrava
Precisa-se de um cosinhehro c.cravo, para tima
casa de peqnena familia; a tratar no oses da
Conpanbia n. 2, seriptorto.
Precisa ge de nm criado escravo, para urna casa
de peqneaa familia ; a tratar -no caes da '.'mpa-
nbia a. 2, eseriptorio.
t^eieirtM k carrapalo
Ocmpra-ee grandes e pequeas qaanudadss :
oa drogara de Fn ncnco M- da Silva t C raa
do Marqne de OHnla n. 23.
Ao romnieirio

Os abaixo assignados particjpam que nesta
data dissolveram amigavelmente a sociedade qae
tiaham no estabelecimento de malbados a retalno,
sito ra Imperial n. 133, aob a firma de (Jomes
& Silva, retirsndo-se o s>cio Fructuoso Antonio
I da Silva pago e satisfeito do -que loe toeou aa
, dita dirstrraeao, fi cando o socio Manoel Gomes de
Preoisa-se de aran esinheire, pora ea-a de pe- Paiva de pone do activo e responaavel pelo pas-
oaenr amilia, em (Hinda, pagase 0001 eaeroei- sivo da eat'ncta firrsa
dade ; a tratar no Recife, na ettaeao da asa da Recife, 21 de Juobo de 1887.
Cosinheira
Aurora, ecm o Sr. Brrto bilheteiro, ou em Olinda
com o 8r. Wareolino na estacSo do Carmo.
Manuel Gomes de Paiva.
Fructuoso Antonio da Silva.
4Z[EJB0C
MiLLops
fTRGE*
perM
sw
Terreno
Vende-se nm terreno confronte a estacSo do
Principe, estrada de Joao de Batros, com 90 pal-
mos da frsate e bastantes fondos, e eem alieerces
paca 3 casas; tratar na roa d'Apollo n. 30, pri-
eiro andar.
Tititura para senhoras
Broches nikeladas e dourados a 2*1000.
B mitos f raropoe dourados a 500 ria o maco.
Esatendido sortiajento de galoes de vidrilho.
Orando variedadde leaaae da setmi, a MOCO.
Frisadoras amvricaaos para sabeilo a 3*1000 o
Lotera da Provincia
iff05/r0 QERi.
ja ooa MICHEL uOClVtB
4 WKE, mtm t> ICE frrtn
Km Ptmambuco:
{.VUZrR "TtVABS fe.
as
Setas de pbaotasia para cabello.
Bonita otlcelo de plisse a 40f> ri.
Brineoa. imiUcao de brrlaante, a 600 ri.
Aventase bordadas para etnaneas a 2*1000.
Chapeos de fustas e aetim para crianoas.
Sapatos de aneriu e sstim dem, dem.
Meias brancas e de cores, fio de Escocia.
Pomada de vaselina de diversas qua'idades.
SabonetcB fiaos de vaselina e alinee.
Extractos finos de Pioaud, Guerlain e Labia.
Lindas bolsas de couro e velludo.
Ficbs de IS para seohora a 1*T800.
Sapates de ossemira preta a 2*1090.
Teseaws para costura, de 400 ris a 3*1000.
Pace tes de p de arroa a 300 ris.
Fitas de todas aa qualidades e corea.
Inmensa variedade de botoes de pbaotasia.
E (silbares de objeetos propttos paca tornar una
seabora elegante, e muitos ostros indis pensareis
para use das familias, tudo por precoa admiravel-
mente enodieos.
Na Graciosa
RA DO CRESPO N. 7
___________Datarte t C.___________
hobrado a vender-se
Vende-ae o sobrado n. 87 4 ra da Aurora, eea
frente a ponte de Santa Isabel ; qoem pretender,
pode ntender-ae eotn o eorrector Pedro Jos Pin
to, na praea do Cotnmereto.
bricrir o rotulo
MICHEL LOQUES,
t*n
-tilo
soLuise ssomnt
Exigir w
IMH
AO CHLORHYORO-r VOSPHATO DE CAL
Mda pe a eras o dos recoastltalntea adoptado por todos os Medico* da L
nasa M, A mema. Cmlprvm, ntica, CmcktCHa, s7*ero/MM, metntume,
ttot, Cresctmeno Mf$c at cranpu. Fatuo, DytKptia*.
rara, COIRRr, _?i.2>. "_* Ckavata-fbtt. HsNitsim iriislsM Fbsnaadts.
i;0:O0OMIO<>
Tima preta
INALTERAVEL

roMtii -vic ti v \
PHARMACIA CESTRA L,
38 Ra do Imperador 38
Pernamboeo
Serve para eseripteracao
qoatro copias de urna vea
ntil e di tres ou
Cftitella
Compra-se em grande ou pequea porcao; na
roa larga do Rosario n. 34.
Corre a 8 do corrente
Em beneficio da Instrucco Publica da provincia
Jsta lotera dividida em partes
Exlracco da .."parte da V lotera
Bilhetes venda na Roda da Fortuna, rna
Larga do Losario n. 36.
INJECTION CADET
ura certa em 3 dias semoutro medicamento
Xarope de camluir ^uaco e Ual-
sume de Toli
reparado pelo pharmaceutico Jos Francisco
Bittencoart -
E' um poderoso preparado para todas as affec-
^6es dos ergeoe respiratorios, como catarrho pul-
monar, astbma, ooqaekicne, broaebite, pa.osoo-
iia, tiaiea, ttcn etc.
Cada frasco 1*1000
Deposito na Pharmacia Central, ra do Impera-
dor n. 38. Pernambueo.
VENDAS
Livraiiiciito & C.
vendem cimento port'and, marca Robins, de Ia
aakdade ; as oaee do ApoUo o. 46.
JTAUIM r. P*ul**mr*

AL.WPATEHSON C
a vender, parfjra* nodice. p s*jni ferrageno.
1C Jjk., B"ftd6 >. _......
Orivac diversos tamanboe.
Rodas do 8pora, dem, datu.
Ditas angalartjs, dem, idem.
Banco de ferro com serra ciJar
Grad'ument para iarciiin.
Vuraaidas de ferro batida.
!)tas de dito fundido, !< ro
Portasd firrnalfea.
Vapores de 'broa daw, 4, 5y 6 e $ ca- dio
Aloenda d 10 a 40 pollegadas i f.
Rodas d'agna, systeina Leandro.
Encarregaia-se de concertiw, e nsseotamsoto to mHhinisao
trabauV perfeicSo e preBtoa.
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As Verdadeiras Grageas de Ferro Rabuteau s5o recomniendadas nos cajsos de
Chlorose, Anemia, Plidas Cores, Corrimmtos, Debilidad*, Esgotamento, Convalescenaa,
Fraqueza das criancas, Depauperamento e Alteraco do tanque em consecuencia de
fatigas vigillias e encessos de toda a natareza. Tomar 4 a 6 grageas dor ha.
Nem Constipapao nem Diarrhea, Attimilacao completa.
Elixir de Perro Rabuteau recommendado as pessoas que nao podem engulir
ongulir as grageas. Um calix de licor cjs repastos.
Xarope de Ferro Rabuteau especialmente para as criancas.
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Exigir Verdadelro Ferro Rabuteau de CLIN A C,a, da PARS, que m
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EsfroiSo de liuho intestado pardo para vestidos
a 41*0 ris.
Bordados tapados, transparente, e de fuatao
desde 300 ris a peca.
E rutrne muitas fazendas que ae d muito ba-
rato na loja de
Jos' Aagutlo Dias
-Pcehinchas!!!
Sao as 8eguinte8 que se liquidara na anti-
ga casa
CARNEIRO DA. CUS HA
CACHEMIRAS auomaaas, lindas fa-
nendas para veados a 400 e 480 o covado.
MERINO'S de cores lindiasimas, duas
larguras a 800.
FUSTOES branoos e de cores a 240,
320 e 400 ra.
* EIAMINES com palmas de seda a
800 e 900 rs,
SETI maco de todas as cores a
800 v. 1^000,
CRETONES finos a 240, 320 e 360 r.
Expeliente e.oolha.
FAILES modernos a 400 e 440 ra.
PANNOS para meas, novos desenbos, a
15200, l400e ld800 o covado.
SARGELINS diagonal, todas as cores,
a 240 rs.
.BRAMANTES de 4 largaras a 900
10200 o metro.
DEM de linho puro, 4 larguras, 20000.
BORDADOS de cambraia a 10000 a
PO-
MADA POLOES pelle de ovo e arneri-
earjos a 60200 e 60510.
ESQUIOES para caaaquinhos, 12 jardas
40000 e 40500.
CASEMIRAS para roupas de criancas
a 800 rs. o covado.
DEM diagoDfl e de cores, 2 larguras,
a 20 e 20500.
CORTES de fuatae para coletea a 10 e
1^800.
DEM de casemira a 20500 e 30000.
CAMISAS inglesas a 360000 a duzia.
GUARDANAFOS de nbo a 30000
a dusia.
LENCOS de setinotaa, finos, a 20500
a duzia.
MEIAS cruas para homens a 20500, 40500
e 60000 a duzia.
CEROULAS bordadas a 120 e 180000
a duzia
CROCHETS, gurriicao para cadeiraa e
sof 85000
CRIN ALDAS e veos para noivas a 90
e 120000.
CAMISAS para senhoras a 360 e 480
a duzia,
Sortimenta completo de todas as fazen-
das proprias para uso doau etico.
DSo amostras.
As rendas em grosao tm o descont da
praca.
49Ra Duque de Go Casias59
A FLORIDA
Ra Duque de Carias n
IC
ADMIRE
Bonitos quadros oleographicos, a 50000 o
par.
Um jogo da gloria, a 10000.
nquinhas a 10MX), urna.
Lindo aertimento de cadea de plaqu ame-
ricana.
Lindas puiaeiras americanas, de 50, 70,
90 o par.
dem de 10, 20 e 30 o par.
Lindos broches de plaqu americano a 40.
dem desenhando urna thesoura, um peize,
20 un.
Lindas guarnirles para toilet, a 120.
GuarnicS'.'s para camisa, plaqu americano,
garantidas por dez annos, a 40 urna.
Carteiras para dinheiro, com repartimien-
tos, de 10 a 100.
dem para letras, marcando os mezes de
Janeiro a Dezerobro.
Lindas pastas de couro, chagrn, pellica e
velludo.
Espartillios da linho a 30.
Lindas capellas com veos, para noiva, de
80 a 150.
Ramos de flores de lararrjeira, de 10500 e
20500.
Boleas para menina, de 30, 40 e 60.
Meias para senbora a 100 a duzia, com
palmas de seda.
Lencos de linho em lindas caisrs, a 30 e
duzia.
Cbupelinas de setim para baptisado, a 60.
Saboni tes de diversas qualidades.
' Para toilet :
Agua Florida e Celeste,
dem Divina,
dem Osea
Pos de arroz Florida
dem idera Osea.
I.lem dem R-gina de Gelle Fleres.
Para o lenco :
Esseoci.. Rita Sanglay.
L'.em laor.-ii
t.jolos etpseiaea p.ra asentaniento Uj Ai(f %,aaWt de Expoisao.
sa amaiella ara* .t,Wv^, e. % rvvs
Assocar retinado
Vende ae na retinara da ra do Coronel Suas-
suna n. 7, em arrobas por preco commodo, e em
kilos, 1 .orle a 240 r?., 2--200 rs. e 3" 160 ra.
_______________T. leqbone348. _
Tijulos para assenlaaienlo
3, Vende-w
de ens/enho : na olana da casa
Imperial n. 322-B.
Ser hfia\e unnuueiado o (lia da cxtrafo
a V lotera em benefiei da matriz da fina
Vafita^aRfife. iw Ciuisistorio da gpeja-d R
S. da ^neci^o dos fiHteres. onde se adiara
o expostas as urnas e as espheras arrumad is
en^ ordem numrica aprecia^at. 4o publico.
Mtm PERFUHAl Em-Hni V
rOopytopsisw>jAF
. atetmersis do jipjfef u um...- ce yl.hu. ja?U
. mC0RT10PSIS doLflO j noMikmn.. mC8RYLBPSIS di Jfil
t-CSSYLOPSISioIkViO I ja........CORYLOPSISd. JAPaJ
..a.COBvLIPSlSJAPAPaiai.......j.CfiTUEfl*n.Jirl
LOTERA DO CEARA
o
SiTEIO Di 3." LOTERA
E
14.'
^uarta-fera 6 do corrente
Os bilhetes desta acreditada lotera
acham-se venda as segnintes casas: Roda
da Fortuna, na Lar^a do Rosario n. 36;
Casa da Fortuna, ra Primei.ro de Margo
n. 23
Tetegramma e lisia m ilia da extracto
t
OleodeRgadodeBacalhau
do Dr JOX7CK>TTaC
iodo-Ferruginoso tte Quina e Casca b Laranja amarga
Este medicamento fcil de tomar, nao provoca nruseas,
e de cheiro agradavel. Pela sua composico, possue tofis as
qualidades que lhc permittem combater :
a ANEMIA, a CHLOROSE, as AFFECCES do PEITO
a BRONCHITE, os CATARRHOS", a TYSICA
a DIATHESE ESTRUMOSA, ESCROPHULOSA, etc.
Em \nsta do seu emprego fcil, da sua accao multiplice e
segura, da economa para os doentes, os mdicos receiuin-n'o
de preferencia qnalquer ontro medicamento similar.
Dgvoarxo oeh =
PARS, 209, ra Saint-.Oenis, 209, PARS
yf.SUUI-it ES TOVaS AS IT.l.NCIPAEi PHARMACIAS DO UNIVERSO
DESCONFIAR DA8 FALSIPICACdCS E IMITACOES
NAO HA SERIES
LOTERA DA PARAHYBt
Qoe iwita i Meo u Brasil e n\vt do seis gremios
E\lncfo no dia 14 4o crrente
PLANO
premio
500^
200
1OU0
50^
20:0005000
2:0006000
1:000 l:000t$000
,s00f>000
1:2006000
1:0005000
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Mll-S
)''T1 il 0*H)
i- \tg* lo R
23OO00
2 ditas idem, idem
premio
HQ 2."
1005 2000000
~ Hitas idem, idem ao 3.
premia 4< 0 80J00t
?9 prciii. s para n ePntfrta
em qu.i sahir o primeiro
prenii .10(5 l:iS.">r)00t
99 dit^s para n dem do
-rgondo p t> 100 99^0000
999 ditoa pira < n.\ Ha
ul'in-a |pttr '-ni que ea-
liir priii.rir p.i emi- 50 -4. )95?'.J00
L :t-. ra do B >r
iij 3; ili.rtins Fuzh & C ra PiIhac.
.J qui n nn'8 aa .Silvi.. ra dn Cabug ti. 16 : Antonio Augu?
i ds lrrd^p n I a
ao
la
'os
B.XUBZA & SANTOS
Licenciados pela Inspectora de Hygiene do Imperio do Brazil.
Cur rnpUlm aeran jxl
ARSENIATO OURO DYNAMISAOO,
do Doutor ADDISOIV
da Cbloroae, Ansmia, tolu x. Mslta, d* JlOm. narros*, iM at
nuil rebeldaa, Molestias ottronioas (toa PulmdM, t, ato.
Aa maioras illnsrrafeas medlcaa t*m UcMado o podw ooraUrb desta madlcaaisato a daclartm-n'o
O prmtro o nuil tntrgico io* rwonaifuinla.
O FRASCO : S FRANCO* (BE niAMOAl yrt
Todo frasco ave nio trouxcr a Marca de Faorfctt regitTra&a e a autgnature^r^li.
dev aer rigoroaamanta raoosado ^^^
PARS, Vkarmaota aaun, ran KactiMbanart, 5* ^/
Depositario! em Pemmm!n*<*>: rRAHC" M. HlXVA V.
nico Ftbriotnte
duts
PHARMACIA CENTRAL
38Kna do lffljjerador^8
prompti
idade 'i
passano por urna pleta reforma achvfe montad a
dSo as odieecS'a m-dioiw, (ondo para esse Sm moda.
i *' -40}r$ primeiros fabricante.
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8
Diario de FernambticoTcr^a-feiru 5 r Julho de 1
i

L




VARIEDADES
O Incendio da Opera Cmica
Uno tereeiro maehinista, que tambera se
ocontrou, era j cadver e horrivelmente
calcinado.
Anda um outro corpo, intaraniente ear-
bonisado, foi encontrado pelo Sr. Carva-
lho, que reconheceu Girus, o cbefo dos
machinstas. O director da Opera Cmi-
ca era acompanhado. por seu filho, um of-
fical de cavallaria, qu-- teve tamben .pro-
digios de coragem.
Um operario, refugiado no telh'ado do
tbeatro, corre precipitadamente para a es
cada. Cae e fica espetado nos ferroa de
urna jtnella.
O commiesario do polica Veron estava
de aarvigo no tbeatro. A rapidez do si
nistr apavorou-o; mas em seguida ara-
ee ao primeiro foo do incendio, de onde
foi necessrio arrncalo forca.
A' meia noite espalha-se o,beato] e con-
firma so que ha urna duzia de tnortos e
vinte feridoa
O cadver de um raachinieta, de nome
Josse enoontrando e transportado pelo
empregado de polica Thibault para a
ra Choeetrl, onde ba j um ferido e ui>
morto.
Na ra de Richelieu, na esquadra cba
mada da Bibliothaoa, ha tres mortos : dos
homens e ama mulher.
Urna multidao enorme estaciona alli.
Perto do mairie "Dronot, onde consta te-
rem sido transportado di verses cadveres,
ha igualmente muita gente.
Aa portas de todas as pbarmacias do
bairro, ra Favart, ra Grammont, etc.,
esto fechadas e guardadas pela polica.
Todas recebera m grande numero de fen
dos.
No recanto da ra Manvaux, e do bou
levar, um espectador das galeras conta
como logo desde o comeso do incendio;pro-
curra salvar-se.
Suffocado pelo fumo cahiu, diz elle, e
s pode chegar escada, arrastandote so
bre cadveres. ,
De todas es esquadras de polica e de
todos ca hospitaes chegam macas para
transportar feridos.
OS ARTISTAS
Como disemos, foi maravilbosa a con-
ducta dos artistas. Grabas ao seu saogue
fri, a maior parte do publico pie esca-
par ao primeiro signal de incendio.
Soulacroix refere assim o que se passou
na sala :
Era durante aa pri ueiras scenas da Mi
gnon, quando se dansava a walaa. Todos
os artistas estavam em scena-
Soulacrouix, que repreaeatava o papel
de Larte, reparando em dois coristas que
olhavam para cima, drigiu tatnbem iostin-
ctamente o olhar na mean direago, e viu
um friso a arder. Nao quiz dar o alarme,
mas levou Mlle. Merguiller para fra do
paloo No moamo instante, Taskin tran
quillisava o publico : mas os espectadores
coraegaram a fugir.
Pasaou-se um momento ndescriptivel.
Oa actores, os figurantes, coristas e as bai-
larinas fugiram espavoridos.
Soulacroix conseguiu. escapar se por urna
janella do. seu caraarira, ssrvin o se de
ama corda cono n3, que encontrou no ca-
marim de Talazac, e que prendu ba-
laustrada .
Outros artistas fagiram conforma se
achavam em scena. E o que valeu para que
% desgraca nao foase maior, foi o estar to-
do o pessoal a representar, a d que, co
rstas, figurantes e bailarinas, eujos-cama
ria ficara muito altos, teriam sido victi-
mas.
A doloroso impressao que a todos cau-
sou o pavoroso incemdo da Opera Cmica
foi augmeotando do momento a momento,
proporgao que se averiguava ser o nume-
ro das victimas muito superior ao que a
principio se suppunba.
Na dia segnint9, nos diversos postos de
polica, 10sis de cento e ciueoent* psssoas
toram alli para saber o destiao de outras,
que tinham deaapparecido, e quo provavel-
mente tchan morrilo no tbeatro.
Desde o alvrecer at as duas horas da
tardo nao cessou de estacionar a multidao
pelas ras de onde so podiara ver as rui-
nas enegrecidas do theatro.
Foram adoptadas todas as pro/ideoeias,
e prohibido o transito de oarruagens por
aquelle loia. Os crpinteiros levantaram
urna paissada para solar completamente
as ruinas.
NO DIA seguiste
A'a 6 horas da raanhS os bombeiros es-
tavam senhores do incendio e comegam a
inundar o rescaldo.-'
>eia hora d-'pois, esses homens, que
desch i 9 horas daveaperauo tinham dea-
oangado am momento,-e dos quaes nem um
so. desfalloceu ntf.trabalho, foram .rendidos
por outi'os. Seis bombas a vapor com os
jactos combinados foram empregadas em
apagar todo o incendio.
PRACA BOIELD1EU
Esta praga offerece um espectculo ex-
traordinario. Na atrapalhago des priraei-
ros minutes, retirarara-se para alli os ob-
jectos mais heterooltos e que devetiain ser
de mais f cil combusto. Assim, viaro se
grandes raontiss, em que havia cadeiras
partidas, tambores, urna cora real, caf-
teiras, espadas, farrapos de vestuarios,
eto., etc. Ao lado, arrastados na lama,
havia cipas de mulheres, ginrda-soe?, =ha
peus, enchendo completamente a ra Ma-
rivaux.
M. Guillot, juiz de instru-co, encarre-
gado do inquerito, dirige se ao posto da
Bibliotbeca nacional e em presenga do pro
curador da Repblica pro -ede ao reconhe-
cimento da identidade dos cadveres. II.
Carvalho trata de o auxiliar n'esse traba-
Iho.
Quitro bailarinas, absolutamente carbo-
nisadas, silo reconbecidas pelas joias que
aiada conservara.
A's 10 horas a meia, o coronel Couston
volta a tomar o coramando o manda esta-
blecer contra a paredo de edificio urna
escada de sal vacilo. Os bombeiros, ape-
zar do fumo, soera e penetram no int-rior
do theatro.
DESCOIiERTA DE CADVERES
Ao cabo do alguna instantes v n-s: ap-
pareoer na cornija com um primeiro cada
ver. que elles eevolvem n'um pao e que
descera por meio de cordas.
ez minutos depojs outro cadver, que
desodo da raesma forma.
Voltara para dentro, mas reapparece
logo um bombaro a gritar l de cima que
se vm na sala m dtos mortos a que nao
podem chegar.
Os dous cadveres sao eolio ados n'ura
esquife e transportados ao posto da ra
Drouot.
A's 11 horas estabalece-se do lado da
ra Favart outra escada, por onde sobem
M. Gragoon, o coronel Cjustra, e, apezar
do pergo, percorrem em volta do tbeatro.
No momento em que chegam cornija
do amphitbeatro, os bombeiros retiram
dous cadveres, um rapaz e urna rapariga
muito abracados um ao outro.
DKZOITO -MORTOS
O fogo contina e preciso inundar sera
interrupco o tacto principal. Os bombei-
ros, que fizeran esforcos sobrehumanos,
julgam terminada a sua tarefa siuistra.
Visitarara todos os caraarns, que estao
absolutamente intactos, o gabineto de M.
Carvalho, onde nSo chegou o fogo e pre-
preparam-se pra desear, quando, ao pas-
sarem diante do uotequira, um delles em-
purra a porta. Apezar do seu saogue fro
recua hororisodo. Estao alli dezoito cada-
veres, empilbados, em altitudes extraordi-
arias. Ha dezesste mulheres e um ho-
rnera, os quaes, em vez de tomarera pela
escada, refugiarara se alli, o alli toram aj-
phzxiados. Os corpos nao offerecem o mi
or signal de carbonisacSo ; os rostos estio
inchados pelo calor e ennegrecidos pelo
fumo. A pello, em alguns pontos,J-ist le-
vantada, dcixan.lo ver horriveis feridas
em carne viva. Os vestuarios deases dou-
graoados estao completamente intactos. Al-
gura s conservara, anda na mao 03 bino-
culos o os leques.
Ess3 espectculo horrivel.
Os cadveres foram desodos um a um e
depostos no grande vestbulo, onde os vera
buscar um carro funerario, que os trans-
portar ra Drouot
A's duas horaB ebega M. Berthelot e
visita os es 'orabros era companhia dos of-
ficiaes dos bombeiros
GOLPE DE VISTA
Alguris jomalis'.as que foram autorisa-
do-! a subir ora o ministro Berthelot, des
crevem assim o que presencearam :
N3o s= po^a faznr urna descripcao ex-
acta dessa enorme desgraja. O palacio
apenas ura buraco escancarado, em quo
so vn fumar objettos extraordinarios:
pranchas carbonisadas, pedacos de estu-
que, fragmentos de frisos dourados, cujo
reflexo di uroa nota extravagante, farra-
pos de tecidos briihaotes apezar da agua
que os encharca.
Do tecto Dende, desmantellado. torcido,
o famoso panno de trro, que, na confu
silo geral, niiigrtera ae lembrou de faz?r
descer.
Da sala, restara alguns camarotes da
suspensos
Camarotes
segunda galera, que parecera
no espago. E' ora ura deases
que se vm tres aiaverns que p..recem
sentados. Os ajentos fsram queima^os,
mas por um phemomeno que se nao pode
explicar distan.ia a que estao, os tres-
inortoa conservaram a posiclo que tinham
quando foram asphyxiados. Alli estilo car-
bonisados, como se assistissem a um espec-
tculo phantastico.
Esta visao terrivel e a mais conster-
nadora de tudo n que podemos observar.
NO POSTO DA RA DROUOT
No entretanto, alguns momentos de*pois
ainda so deparou um espectculo mais lu
gubre c mais horrivel. Era o que ofivre
ca o posto da ra Drouot, onde estavam
estendidos os vint e oito cadveres en-
contrados durante o dia. A sala, que a
que serve de domitoro aoa guardas, mal
allumiada pelos postigos do cima. Foram
dalli tirados os leitos, e os cadareres esten-
didos em duas filas sobre o sobrado. A
sala, porera, tilo estreita, que es ps dos
cadveres se tocam, deixando um to pe-
queo espaco, que preciso galgar por
cima delles Um cheiro infecto espalha-se
na sala, apezar dos desinfectantes colloca-
dos entre cada victima.
S quatro foram reconhecidos. Como
disaeraos, as mulheres sao em maior nume-
ra. Conservara ainda as joias e as flores
cora que se enfeitarara. Urna iell.is apor
ta um leque na .sua mao crispada. Na pri
meira fila, ao pao verraelho, farrapo
d'um bastidor, cobre urna rapariga, que
parece urna muraia, teado a cabeca e o
corpo absolutamente negros e como secca-
dos. Na segunda fila, ha um dssgracado
no mesmo estado. Est litteralmente co-
zido. A]carne destaca se dos ossos. Ao
lado, v-ae um volumo informe envolvido
n'ura pedaco de lona. Um guarda levan
tu o panno, o v se ura cabecinha negra
poaco mais grossa que um punho, presa a
ura esqueleto completamente carbonisada.
Faz horrjr.
No dia seguinte ao desastre, s dez ho-
ras e meia da manb, aootovellavara-se
porta dezenas de pessoas, que,
que ha.a 6 cadveres expostos,
por forja entrar.
No vestbulo, UQ8 50 artistas pedem an-
cosamente que Ihes deixem ver es mortos,
entre os quaes receiara ir ver os rosto do
urna irraa, d'um pai, d'um marido. A por-
ta do posto est rigorosamente guardada.
Nesso momento, duas familias exaninam
os corpos, e o inspector, Sr. Honorat, deu
ordem de aguardar a sabida pellas para
deixarem penetrar outras.
Os sois corpos estao deitados ao lado
una dos outros, junto urna esquina. S
as cabecas descobertas. O espectculo
horrivel. Parecera as estatuas de bronze
do outros tantos suppliciadoa. As cabecas
FOLHTIM
JOS LA RONZA
POR
sabendo
queriam
Voceraecj foi ao pisto da ra Ri
chelieu ?
- J... Nao estala I
E Uto dito era meio de arranco* lanci-
nantes. De repente, cae n'um deliquio,
desamparada. Dois jorros de saogue sal-
tam-lbe do nariz.
DBCLARACSES DO MEDICO DE SERVlCO
Na noite do ministro, o medico da serv
co no theatro era o Dr. Alfredo Guiilon,
quo estava nura dos fauteuils do bal.lo.
Foi dos primeiros a observar um clarao vi-
vo as bambolinas da scena; mas somo os
artistas niio manif^stavam o menor indicio
de inquietaglo, o doutor nao fez caso
Todava, deu tambera conta de que al-
gumas fauihaa cniara no tablado do palco,
exactamente na occasiito era que o a jtor
Soulacroix levava para dentro mademoi-
selle Mergnllier.
O doutor ia ento a levant .r-se, ainda
tranquillo, para entrar no pal o, quando
u~n cornejo de pnico se produziu na sala.
Os camarotes despejavara-se atabalhoadu-
mente.
Foi euto que Taskio, com um sangue-
frio formidavel, dirigiu ao publico algumas
palavras tranquillisadoras, que o Dr. Guil-
lan repetiu aos espectadores mais prxi-
mos dello. Ricoramendau Ibes s r.mi la le,
desto lado da sala a evacuacto seguiu sem
desordera
Alfredo Guiilon, quo foi um dos ltimos
a sair, admirou o estranhou que nao tives-
sem (l"s:ido- o panno do ferro destinado a
isolar *Scena da sala. Ease panno, des
cido, teria imped lo certaraente a correte
de ar quo se eatabeleccu entre a chamic
do lustre e o palio. Assim, ao contrario, a
tiragem levou o incendio s galeras, de
que o fogo so apoderou n'um instante.
Guiilon presin os primeiros soccorros
aos espectadores a'vi asphxiados, e fel-os
eonduzir para" fra. Depois entrou na ph >r-
raacia Mialh, para onde eram transporta-
dos os mortos e os feridos. Foi a essa
pharmacia que oa outros mdicos do thea-
tro foram juntarse lhe, justamente a tem-
po de o substituir, guando elle, tendo in-
troduzido ura p n'uraj baca de inemiio,
caiu, magoando muito o joelho O filho do
Sr. Quilln, e*tud>ntn do medicina, accor-
reu tambera promptaraento a auxiliar seu
pae.
A primeira pessoa que transportaram
para a pharraacia era urna pobre compar-
sa, ainda com alguns signas* de vida, mas
que 8UC"iirabiu ao cabo de alguns minutos.
Uos cem espectadores levantarara-se e
sairam logo.
Foi entilo que Taskin diss3 textualmente
Por qunra sSo, raeus senhores, nSo
se a88ustera. S* o perigo fosse grande, nao
estavamo s aqui.
O Dr. Treile calcula que, com o seu
sangue-frio, Taskin salvou mais do 3
estilo totalmente tisnadas, e os labios ex- pessoas. Gracas sua allocucilo transquil-
cessiv mente alongados por urna inspira- liaadora, o publico coutinuou .saiudo, mas
9S0 suprema,a derradeira. sem a menor preeipitacao- O proprio Dr.
Preside ao acto um raedi:o, que auxilia Treille confessaque tambera da sua parte
a conhecer oa corpoa. No momento era recunmendou presenta de espirito aos es-
que se approximava delle, conta o re pectadores. A esposa e o filho tinham se
porter do Fgaro levantava diante d'uraa levantado fel os tornara as3entar: Nessa
mulher de idade a cabeca d'uraa rapari- occasiao, dois tercos dos espectadores esta
ga. vara ainda absolutamente aocegados.
A pobre mulh-r tem tantas e tao espi- i)e repente, atravessa o palco ura espes-
sas lagrimas a empanar-lhe os olhos, que g0 penacho de fumo; urna longa serpente
nao pode ver nada. Mesmo o rosto dos e f0g0 devora n'um abrir e fechar de
cadveres impossivel de reconhecer. olhos os ceua de lona; urna fumarada pa-
Ella tinba oa olhos pretos, balbu vorosamente negra invade todo o theatro;
ca para o medico a malhersinha ; veja, as cbararana sobam a lamber as cornijas,
senber. Ento tudo procura salvar-se, allucina-
O medico tenta limpar o p fuliginoso, damente. O doutor toga com a familia,
que encobre os olhos... As palpebras as escadarias, a multidao espavorida dis-
IACQES D PLOT.E PEDRO Mi EL
t 11 A BT P4MTE
% PEKRGIil'IViO
. (C:
IX
a. 149)
..
Attentos narraco do doutor, os ho
raens da alfandega deixaram fugir o navio
su.speito e voltaram para Mclbourn?.
Vereraos que Ned Hobson nao estava
morto.
E o Belboorsw, Maxirailiauo apresontou
logo a sua queixa aos magistrados.
1 Telierriente, nnssa magnifica Australia
a polica como se p !e.
A denuncia que Arband dea de Laronza
ru cumplios tcou sera eiTeto.
us detectives n.ais espertos da Nova Gal
les, os quaes, habituados aos modos dos
convictos, seguiram logo urna pista falsa.
Era evidente que o yaelit pirata- tiniia-ae
feito ao largo e aproava para as costas da
Nova-Gun.
Dez dias passaram se nessas pesquizas
infructferas.
Maximiliano, cansado e aborrecido, que
ra sabir de Melbourne.
Tinha-se aberto cora o Sr. Whatson o o
seu advogado.
Este qua o tinha uxilado muito as suas
pesquizas, d'sse lbe ira da *com um va-
lumbre de pezar.
Meu caro amigo, devo pedir lhe per-
do.
A mim exolamou Maximiliano.
Sim. Custava rae muito vel-o re-
nunciar a lata, abandonar urna herang c
resolver vender trras pelas quaes sem du
vidt alcanzar bora preco, mas que antes
de dez anqoa ho de valer o qundruplo do
que Valam boje.
De modo qae?
D'? rsodo que tenho lhe occnltado urna
offerta do seu 'jorap9tidor Lewis Jubb, que
poria logo fino demanda.
Ab ex itoo 1 Arband, quasi jub
loso. Podere ir-ie 5rabora? Vejamos a
propoit !
- Eil-a, respondoa o impassivel hornera
da lei.
Tirou de urna pasta de marroquim urna
carta cora o carimbo de Sydney.
Ha cerca gou aqui dirigida ao senhor, era casa do
Sr. John Whatsoc, 'as m'a entregou logo.
Tera de perdoar-me nao lhe ter eu, ha
mais tempo, corau>uoicado o sou contedo.
- Eotivgo.i .t carta a Maximiliano.
Era a carta que L .vis Jubb eacreveu
por conseina de Carmen.
veera-lhe agarradas aos dedos I
A rapariga tinha os olhos convulsiona-
dos e rateiramente brancos
O medico levanta ento o panno que
cobre o cadver. O vestido est em fran-
galbos O doutor pega n'um pedaco de
renda e mostra-a mulher. Nao a reco-
puta murro a vantagem de sair primeiro
A' porta am rapaz excese i vamente pal-
udo, em cabello, aorca-se do doutor e
brads, no cumulo do desespero :
Miaba me e minha irmS ficaram l
dentro I...
O doutor, que o nao con hacia, julgou
nhece. Passam a mostrarl-be outro cada- prudente aclmalo, e retorquiu-lhe
ver. NSo senhor, esto salvas.
Ha um, iujo corpo juvenil e gracioso o casa ; j talvez l as encontr.
panno molda fielmente, e que parece dor-1 O desgracado partiu a correr.
O
..orra a
que queriam sabir. Ouviara-se gritos afilie
tivoB pap I mam! noraes, 'gritos, um
horror Os horaans raettiam os longos na
bocea por causa do fumo J s mulheres
desapnrtavam os corpetes dos vestidos para
espirare m.
OUTROS PORMENORES
Encontrara so as rainss e sobre os ca-
dveres dos espectadores das galeras "mu-
tos relogios e dinheiro. Todos esses relo-
gios osto parados entra 9 horas e um
quarto, e 9 horas e 20 minutos A asphy
xa de va ser instantnea.
O corpo de raaderaoistlle Feni bailari-
na da Oper:' Cmica, foi reconhecido gra-
cas a um acaso quasi milagroso. A po-
bre rapariga est inteiraraente calcinada.
Todos os si-us vestidos sao reduzidos a
crazas, salvo ura pedaco de maillot cor de
rosa no qual ella tinha bordado o come.
DURANTE A NOITE
O eapo .ta-ulo qu ofFerecera as ruinas do
theatro incendiado, ainda raais horrivel
duranto a noite. Os guardas paaseiara
alli, de todos os lados, silen osamenta.
De espago a espago, ura official a cavallo,
seguido de ura corneto, faz a ronda. A's
2 horas da noite, naa ras quasi desertas,
ouve so apenas o grito de ura vendedor de
le jornaes, apiegoando a quinta edigo d>
dia de urna folha.
No nnsto em que esto 03 cadveres,
sente-s^um fro glacial. A luz de urna
tatema, vm-se entre outros, o de urna
zmbor.i que denota ter 50 anuos- A ea-
bega est preta, e os labios eontrahem-se
de urna mane-ira horrivel. Em volta do
pescogo tem ura cordo de 01ro cravejado
de perolas. as raaos e as orelhas
scintillara brilbantes. A raio dircita as-
senta sobre o peito. As luvas foram
queimadas, mas sobro a palma das mos
von-se tre3 vergSes esoarlates foitos pelos
bordados das luvas.
Junto delle est urna menina, pouco
d sfigrada. E' de urna grande formosura.
Os seus vestidos, a despeito da agua, ain
da conservara una certa elegancia. Tem
ainda o leque preso cintura, e as ore-
lhas brilham-lhe dous preciosos solitarios.
A OPINIAO DE M. STEENACKERS
Perguutando-lhe um reprter porque
motivo fizera ha pou-oos diaa a aua inter-
pellagSo, M. Steenackers respondeu :
ou n'outro' qualquer dia. Ha mas de
dous annos que esto ao facto das tres con
digoes qua apresentava a Opera Cmica,
sobo ponto de viatt de asseguranga dos
espectadores e sobretudo do pessoal.
Sub pelas escadas de madeira contor-
nadas o tortuosas, verdaderos caminhos
da morto, n'ura caso de incendio. Suba,
pelo ter visto, o pergo, collossal que offe-
reeia esse edifi;9 secco e carcomido, pres-
tes a inflammar-se como um ralho de pa-
Iha, sem deixar urna sahida s victimas.
Fiz sentir o astado deesas coisas, sem con-
seguir que totnasse : >r.ta das miabas obser-
vacSet.
Emfira, ha tres semanas, succedeu um
caso, que so poda ler nos jornaes. Um
bambolira, durante un entreacto da Etoile
du Nord, cahio, feriado urna dangarina e
ura chefe raachinista.
Como a situago se torna va de dia para
dia mais perigos 1, decid-rae a nterpellar
publicamente.
EM SOCCORRO DAS VICTIMAS
Ninguem se recusa a prestar agora o
seu auxilio em favor das victimas do ia
cendio.
Madama Nevada, que se acha em Lon-
dres, telegraphou d'alli dizeodo q^e esti
prompta a ir a Pars dar ura concert de
caridade em beneficio das familias d'aquel-
les desgragados.
A gentil cantora Fidel Davries pr^sta-se
tambera a soccorrer com a concurso do sea
talento.
E de todos os lados, j por parte do
governe, do municipio, dos outros tbea
tros, dos particulares e da imprensa, se
tratara de organisar cnmraissoes de soc-
corros.
hornera todo vestido de greto, pallido e
triste. E' M. Bauju, um negotianto d
Pars, que asaistia com a mulher e a fiiha
ao espectculo da Mignon. Sabio do tbea-
tro persuadido de que o seguiara as duas
senhoras ; mas-depois verificou o contra-
rio. Desde esse momento permaaece all,
s, com os olhos xos no vestbulo era que
so araortalhara os cadveres n'ura lengol.
Cada vez qu: um nov cadver apparece,
o desgragado approxma-ae, atravessa o
grupo dos funecicnarios, que se afastam,
rospetando aquella dor, langa ura olhar
sobre o corpo que mettido no esquife e
volta ao seu posto, sacoudindo a cabega e
solugando.- .
imitarara-se a por sua dispoago Comecava pelo irvariavel : Decir Sir
. j.j.j....... -.:_____... J. v__C'.\
caro senhor.
Maximiliano !eu a ."ia avide.
1 ;*ro snhor.
Sendo oorigado a sabir raomentanea-
mento da Australia, (as-jo^liquidar as nos-
sas posis5-.es respevas. Venbo, pois,
propor-lbe a entrega dos meus diversos
^aditoa^mediante o pagamento pelo se-
rair.
Outro tem os membros arrancados, pos-
tos ao lado, rijos como madeira.
Ao lado da amante de um mogo de ca-
ra a rim, cujo cadver fra ji reconhecido,
e que se torca de desespero, pedindo que
a matassem, via-se urna mulher de cerca
de trinta annos, que espera va anciosam en-
te a vez de entrar. Urna irm della era
figurante na Opera Cmica. A noite do
sinistro foi a primeira em que ella deixou
de entrar em casa.
De cada vez que um polica saia do pos-
to, a supposta irmS exorava-o :
Veja, veja por amor de Ueusl
deve ter no brago um bracelete de prata.
nhor da quaota do oitenta mil libras es
terlinas, importancia do capital e juros do
que me deve a heranga Roch.
o Se aceitar esta offerta, teri a bondede
de entregar a dita somma, mediant: qui-
tago geral e desistencia da minha parte,
no Sr. Ned Hobson, meu representante
em Wellington Street n. 24, Sydney.
Estava assignada Lewis Jubb.
Maximiliano tcou attonito.
EntS->, ha um mez que esta carta es-
t aqui ?
Pouco mais ou menos, respondeu o
advogado.
Arband cabu-se. R rbetia.
Ha um mez, disse elle, chegnei a
Sydney e cahi as mos dos bandidos.
Esta ctrta desorenta-me completamente.
Ento porque ?
O mogo enjolheu os hombros.
Ob por nada, ou por muito pouca
cousa. Prova-me que eu tinha me enga-
ado as michas supposigSes quanto aos
ultimoB aconteuimentos.
Ento quaes eram as suas supposi-
g3 >s ?
Maximiliano, deu ama risada.
Simplesraeote isto : que os bandidos
trabalhavam por oonta de Lewis Jubb.
Qual I disse o advogado. Realmente
a nossa polica bem mal feita, mas, em-
fira, ainda pode evitar essas enormidades.
Alm dis8o Lewis Jubb p le ser o aeu
competidor, um homem porigoso, Be qui-
zer; mas dahi a ser um tratante vulgar a
distancia grande. E' chefe de urna casa
de commercio importante, successor e con-
tinuador o tio, homem honrado que todos
nos conhecemos e que foi amigo intimo do
seu prente Jos Rooh.
Maximiliano poda ter respondido que
esse Lswis Jubb tentara mandar assassi-
nal-o na Franga, qua envtnenara o Jahar
Sing, depois de ter envenenado aeu pai
O QUE DIZ UM ESPE6TAD0R
M. Paulo D que conseguiu salvar-se,
diz assim :
e Vi muita gente atirar se do alto
das galeras sobre os fauteuils da orches-
tra. ,
Quasi que se nao poda andar, tal era o
aperto, e, caso extraordinario, das gale-
ras inferiores, subia-ss para as galeras
superiores, na esperanga de alli se poder
encontrar urna saida. Os homens procura
vam as mulheres; nns queriam subir para
as salvar, reas erara repellidos brutalmen-
te. Na escada, uraa multidao de^ especta-
dores passavam por cima da cabega dos
Paulo Ai band, e fiaalraeote que na estrada
de Melbourne, ura raez antes, tinha deixa-
do vestigios da sua pasaagem na faca im-
pregnada do veneno da euphorba.
Maa outra i ia surgio-lhe na mente.
Ainda urna vez as iniciaes L. J. derara-
Ihe que pensar. Esqueceu-se de Lewis
Jubb para s lerabrar se de Laronza Jos,
e inquiri a si mesmo se, desde a Fran-
ge, nao era com Jos Laronza que teve de
ha ver-se.
Deixeraos isso, disse elle, e fallemos
dos meus interesaos.
Com muito prazer, meu caro cliente.
Que faria em meu lugar ? pergun-
tou o doutor pondo a mo no brago do seu
conselhairo.
O outro abanou a cabega.
Se me interroga como amigo, eu lhe
direi : Faga o que entender. Se como
cliente, respondere : Dona railhi5es nao ae
atiram assira aos caes. Dispute a aoa he-
ranga toda.
O mogo hesitou durante oito dias.
Dopois resolveu bruscamente :
Pois bem ; 'utemos, disputemos, dis
se elle afinsl ao sea advogado.
No dia seguinte recomegou a demanda.
Ora, logo querecebeu a carta de Lewis
Jubb, Maximiliano es roveu para a Fran-
g, anunciando que tinha transigido ; na
mesma carta avisou a sua partida pr-
xima.
Passaram mais tres raezes sem que a si
tuacao m.lhorasse.
Os juizes mostravam ra vontade e de
ijoravam o andamento da causa.
Ninguem convence um magistrado inglez
de que am subdito britaaaico, lutaado com
um estraogeiro, po3sa estar absolutamente
em erro.
O mesmo advogado Glaine aconselhou a
Maximiliano que acabasse com a deman-
da.
Tem continuado a reraogo do entulho
as ruiaas do theatro incendiado. Para
evitar as exhalagdes pestilenciaes, M. Gi-
rard, chef: do laboratorio municipal, au-
xiliados por 4 erapregados, ordenou que
na agua das bombas fossj misturado chlo-
reto de cal e chloreto de zinco, com que
se rega continuamente o entulho. Gr>gas
a taes precaugre3, a athm03pbera que rei-
na era torno do theatro tem sido sensivel
mente desempestada.
Desde a manb seguinte ao incendio,
aue s) i., junto pallissiJa qaa .:erca o
theatro, e em face da porta por onde saem
os cadveres, que vo apparecendo, um
PREVENC3es EM CASO DE INCENDIO
Segundo a opinio do coronel Coustou,
deveui adoptar-se as seguintes providen-
cias uos theatroa, afira de evitar uraa ca-
tastrophe como a quo suocedeu no racen- .
dio da Opera Cmica.
Nota-se diz o coronel que, logo que
se produz o pnico, o espectador que en-
trou n'um tboatro por urna determinada
porta, trata do se salvar por essa port?, e
s por assa porta. Se nao esti ver absoluta-
mente senhor de si, e dotado de ura gran-
de sangue fro, o qu? caso rarissimo,
procipitar-se-ba raachinalmente para o cor-
re ior que atrjvesaou o para a porta que
transpoz quando entrou na sala. Ainda
que uiante de si tivesse urna sahida mais
franca e de um percurso menos longo, o
receio do desconhecido levava-o a despen-
sar esae meio de salvago.. Por 3so, so
theatros devera multiplicar os corredores,
as portas de sahi la e as casas de venda de
bilhetes.
Os espectadorea penetrariam empequenos
grupos nessas entradas; e, logo que um
incendio ae declarasse, evitar-se-hia o aper-
to, porque cada pessoa tornara pelo aitio
que j conhecia. Se se quer que o panno
de ferro aeja ura solador ett;az, preciso
abandonar os apparelhos de que se ser-
vara nos theatros de Paria e estabelecer
pannos de ferro, que se desenrolera seme-
bantes aos que ha nos estabeiecimentos
de modas Alm d'isso, para que esses
pannos possara mais efficasmente ser sola
dores, conviria abrir grandes orificios no
tecto da sala e no tecto do palco. Era
caso de fogo, seriara descobartos esses ori-
ficios, e declarando se sempre, como se
declara, o fogo no palco e nao na sala, fi-
caria esta isolada completamente do palco,
entre o panno de ferro e as paredes de
podra.
Para habituar os bombeiros de servigo
a manobrar rpidamente com o panno de
ferro, esse panno dover ser coberto de
annuucios e desodo urna ou duaa vezes
em cada representago, n'um entreacto in-
determinado.
Quando rebeotasse o fogo no palco,
cahiria o panno de ferro, e o contra-regra
ou qualquer artista, viria bocea da sce-
na e declarara que, por inlisposigao s-
bita de um -actor, se interrumpa a re-
presentago, restituindo-se o dinheiro no
bilhetero. O theatro seria evacuado tran
quillameote, gragas disposigo doa cor-
redores e sabidas
Tambem se deve attender aa portas dos
camarotes, as quaes devem abrir para f-
ra ; mas de modo que t quera como que
colladas parede para evitar contus3es
as pessoas que vo fugindo.
O ENTERRO DAS VICTIMAS
' Os funaraes, que no dia 30 se celebra-
ran! no templo do Notre Dame, por alma
dos mortos no incendio, foram feitos com
extraordinaria pompa.
Essa ceremonia revestio o carcter de
urna grande maoifestago de piedade em
que tomou parte toda a cidade de Pars.
Desde as 9.horas da manb que o povo
comegou a invadir os arredores da igreja.
A polica adoptou a tempo todas as provi-
dencias para facilitar o transito. Desde essa
hora, a praga Parvis apresontava um as-
pecto animado e imponente. As janellas do
hotel Dieu estavam oceupadas por cente-
nares de rras da caridade e por grande
numero de enfermos convalescentef. A's
10 horas comegaram a chegar as coramis-
sSes dos diversos theatros de Paria trazen-
do coras. Mais tarde ebegaram, precedi-
dos de grande numero de guardas, os car-
ros funerarios, que conduziav os mostos.
Formavam urna g,ando fila. Minutos de-
pois vierara os destacamentos dos boujbei-
ros da cidade.
Maximiliano, pois, transigi.
Mas, por conseibo do hornera da lei, fez
mais uraa viagera a Sydney, afira de pa-
gar pessaalmnto i casa L:\ris Jub b.
Dessa vez foi por trra.'
No eacriptorio do ban o de Jubb, per-
guntou pelo Sr. Ned Hobson.
Dlsserara lbe que o Sr. Ned Hobson es
tava ausente.
O primeiro caixeiro, pois, entregou a
Maximiliano a desistencia do Lewis Jubb.
O mogo, por maior segurangj, mandou-a
registrar por todas as autoridades locaea.
Mas, cumpridas essas formalidades, Ma-
ximiliano precisava demorar se anda tres
ou quatro raezes p.ra levantar todos 03 em-
bargos.
Resolveu, pois, voltar para Melbourne
pelo caminho mais longo, percorrendo as
trras que dependiam da heranga Roch.
Foi de Sydney que escraveu Sra. Fran-
cs. O rapaz enganou se no seu calculo
quanto ao tempo.
Havia entao dous annoa que tinha sabi-
do de Branga.
Por uraa curiosidade muito natural, an-
tes de eahir da cidade, Maximiliano quiz
ver o theatro do attentado que tinha soffri-
do.
Entrou, pois, pelas ras.
*Maa, alm ie t^r chegalo, tarde na
sua primeira viagom, e a scena ter-se pas-
eado noitej o carro que o tinha levado
nao Iba permittio examinar oa lugares.
Era vo Maximiliano percorreu a costa
at a distancia de doze ou quinze kilme-
tros, nada descobrio.
A praia e a rocha erara as uoesmss por
toda a'parte. A palhoga tinha desapare-
cido.
Dous agentes de policia, postos aoa
disposigo, a pedido dos detectives de Mel-
bourne, o acompanharam neaae paaaeio.
Continua.
Na volta, Maximiliano agradeceu o des-
pedio-se.
Ora, ea que, vultando um beeco'dcaer-
to, vio um homem a vinte pasaos na sna
freute, que pela estatura 3 o andar reco-
nheceu logo.
Era John Harlett, ou antea Ned. Hob-
son.
Arband verificou que o sea. revolver es-
lava armado, e sem dar tempo ao bandido
para fugir, correu-lhe ao enoalgo.
- Afinad, tratante, ests seguro bra-
dou elle. Nao morraste ?
Ned Hobson parou.
Nao fujo, replicou elle. a
E fazes bera.
Ento, em too profundamente irnico :
Mestre John Harlett, disse Arband,
deixasle escapar urna occasiao nica ; maa
eu nao to deixarei escapar.
E com urna risada acorescentou :
Fars boa figura na ponta de nma
corda, meu rapas.
Ned encolheu os hombros.
- Bem, disse elle, .mande-me para a
forca. Seria melhor arrebentar-me os mi-
los.
Ob I nao, mea rapaz. Quero que to-
da a quadrilha aeja preza, a cmegar por
ti e acabando por Joa Laronza.
O bandido deu uraa risada insolente.
Jos Ease est longe, e voc ainda
nao o apanhou. Mas como qur quo se en-
forque lula quadrilhaora vsz do-chefe
ho de enforcar mulher, vot beai sabe,
aquella que o ama tanto, pobre mulher.
Maximiliano estremeceu, nao se. tinha
lembrado.
Carmen disae elle ; enforoar Cal-
men 1
Sem duvda I Cora todos oa outros.
(Continuar-se-ha)
Typ. do Harto roa Duque de Caita* jk. 48.

f

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