Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19094


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Full Text

/
IIIOLIIT IUIBBO 145
PABl A CAPITAL E LUGARES OXDH NAO SU PACA PORTE
Por tres meses tdiantados .
Por seis ditos idem.....
Por nm anuo idem.....
Cada numero avulso, do mesmo da.
6000
124000
23JOO0
4100
QDINTA--FEIBA 28 DE JUMO DI 1
_
PARA DENTRO E FRA DA PROVINCIA
Por seis meses adiantados .
Por nove ditos idem.....
Por utn anno idem.....
Cada numero avulso, de diaa anterior
134600
204000
274000
4100
DIARIO DE
NAMBUGO
Prtrprietafc tftJR&nod S\%\xtk6a tft aria JM)og
t
AVISO
Aos senhores assig*-
nantes em a trazo, ro-
gamos o obsequio de
mandare m satisfazer
seus dbitos at o dia
30 do correntef para
nao soffrerem inter-
rup^o na remessa
do Diario no 1. de Ju-
mo prximo.
TELEGRAMAS
BIO DE JANEIUO, 27 de Junho, a 7
horas e 40 minutos da tarde (pela linha
terrestre).
Na Cmara dos Deputados foi approva-
do boje em 3.a diaeussSo o projecto do
Senado sobre aponsentadoria de magiatr a"
dos.
A Cmara occupa-se com a 2.* discus*
sSo do orcamento do Miniatdrio da Mari-
nha.
O conlheiro Antonio da Silva Prado,
ministro de estrangeiros, esperado boje
PARTE OFFICIAL
aqu.
**_Uma brilhacte
rada.
recepcSo Ihe est prepa-
SER1TJC0 DA AGENCIA HAVAS
CONSTANTINOPLA, 26 de Junho.
O embaixador da Inglaterra junto a
Porta Ottomana reclama dogoverno da Tur-
qua a reforma da administracSo da Alta Ar-
menia aoo de nSo dar mais pretexto de
de desordena aos agitadores russos.
BRUXELLAS, 26 de Junho.
Le Ntrd (orgSo offijioso da chancelle-
ria russa) annuncia a formaco de comits
ni diversas cidades russas para a cons-
ttucjSo do Camioho de Ferro de S. Peters-
burgo a Pt-kim atravessando a Siberia.
-7-* Senado conceder a companhia que se
construir"j^ra este fm a concesao gratuita
dos terrenosVa Sibaria.
BERLIM, A. Je Junho, noite.
O Reichstag adoptou unnimemente e
sem discussSo o projecto d'enderezo ao so-
berano.
Hoje mesmo teve lugar o encerramento
da seuaSo extraordinaria do Riiohstag.
Nao honve menagero.
ROMA, 26 de Junho, noite.
Sua Santidade o Papa Leo XIII acaba
de publicar urna encyclica sobre a liber-
dade.
LONDRES, 26 de Junho.
A moco opresentada hontem na Cma-
ra dos Communa pelo Sr. Morley a respei-
to da severa repressao na Irlanda, foi dis-
cutida e repellida por 366 votos contra
273.
Agencia Havas, filial
27 de Junho de 1888.
em P.-mambu o,
IMPIDO PPQLAtf
LIIIEEAIUBA
DE
> PORTUiU BRAZIL
aCmsellieiro Joo Hanoel Pereira da Silva
vm
fContnu ac a#J
Nio tardou em appareeer om segundo, denomi-
nando ee Kmbttn L>. Sebastio. Era mais perspi-
eas e astuto qne o piirr.eiro Cbamava ae Malhena
Alvares, nascera na liba Terceira, era Gibo de
OBI pedreiro. Eatabelecido em Ericeirs, tmha mas
semelbaocas phiaieas c;m D. Sebastiio, e sabia
aaa aventaras, imitava seas gestos e ton* da voa,
e falluva de parucnlatidadei da batalba famosa
1*1678.
(Continua)
Ministerio da grlcultnra
Foi designado o engenheiro Eugenio
Ferreira do Aodrade para servir de auxi-
liar do engenheiro das obras do ministerio
do imperio.
Foi dispensado o engenheiro JoSo Soter
Tompson Viegas do lugar de chefe de sec-
eso da estrada de Porto Alegre a Uru-
guayana por nlo serem mais precisoa seus
servicos na mesma estrada.
Foram removidos: o engenheiro JoEo da
Silva Oliveira, do lugar de ebefe da oommia
s3o de medijao de lotes e fistsbelecimento de
immigrsntes as tx-colonias Conde. d'Eu,
D. Isabel e Altredo Chaves, provincia do
Rio Grande do Sul para idntico cargo na
do Casteilo, provincia do Espirito-Santo, e
desta para aquellas o respectivo ebefe en-
genheiro Jos Mootaury do Agolar Leitao,
percebendo oada u u os respectivos venci-
mentos e bagagons.
Fei nomeado Dgenheiro residente do
prolongauocnto da estrada da ferro do Re-
cife a S. Francisco o engenheiro Julio da
Silveira Vianna.
Foi nomeado chefe do trafego do estra
da de ferro do Recife so Caruar o enge-
nheiro Alfredo Fernandos Das.
A' presidencia da provincia de Pernauc-
buco dirigi o ministerio da agricultura, a
7 do correte, o aviso segainte :
liten. im. Sr.Em reapoate ao aea
ofiiuio de 2 de Abril ao qual aoompanbou
nm raquerimento da companhia da estrada
de ferro do Recife ao Limoeiro propondo
modifioacSes as tarifas e regulamento da
mesma estrada, declaro a V. Es;., para
spu conbecimento e devidos effaitos, que
fcam aceitas as reduccSes relativas ao
transporte de mercadonas e animaes, e
bem asaim approvadas provisoriamente, a
titulo de experiencia, as operabas concer
nentes aos csrros de passageiros, sendo,
poro, cobrada a paiaagem da nova 2*
classe razio de 26,3 ria por kilmetro
e nao a 30 ris, como propoj a compa
uhia.
Aa alludidas tarifas deverlo, pois, vigo
rsr com as seguintes modificares :
1.a Fioam supprimidos os carros de 1'
clasao, subaistindo os de 2a e 3a, que se-
ro considerados de 1* e 2a, oobrando-ae
naquellcs 48 ris por kiiometro, e nestes
26,3 ris tambem por kilmetro.
2.a Fioa reduzda a tarifa n. 2, classes
1, 2, 2 A, 3 e 3 A pela seguinte forma,
fijando rovogado o art. 32 de regulamento
quanto ao abatimento para o pesa, o uni-
formidades os frates para os grandes e
pequeos productores :
Artigos de valor, como porcellana, fa-
zendas de seda, mobilia, etc., de 590 ris
a 133 por tonelada e kilmetro ;
Mercadorias e artigos fabricados impor-
tados, de 396 ris a 133, ris, idem,
idem ;
Merciarias e artigos importados, de 297
ris a 133, idem, idem ;
Productoa do paiz e artigos communs de
importado, de 226 ris a 133 ris, idem,
idem ;
AlgodSo e productos para a exportacSo,
de 166 ris a 133 ris, idem idem ;
Aasuoar, de 166 ris a 133 res, idem
dem :
Farinha, milho e productos de horticul-
tura, de 166 ris, a 113, ris, dem idem ;
Cavallos, de 70 ris a 57 ris, por ca-
bera e kilmetro ;
Bois, de 42 isis, a 3H,8 idem idem ;
Cabras, de 12 ris a 10,5 ris, idam
idem.
Trena especiaos =Fica redusido o prego
de 2520 a 14 por kilmetro percorrido
pela machina desde o deposito at a sua
volta, pagndose sien d'iaao, o frete dos
carros ou wagons conforme as tarifas.
Deus Guarde a V. Exc. Rodrigo da
Suva.
Foi offi Palmenta publicada a cuujmuni-
cae&o, pela qual o presidente da Confede-
racSo Suissa notificou ao goveroo do Bra
zil haver o imperio allemSo adherido
onvencSo Postal Universal, quanto ao
territorio de Togo (frica Oocidental) que
se acha debaixo da proteccao do mesmo
imperio.
Por decreto n. 9.963 de 6 do cor-
rete obteve permiss&o D. Mara Luiza
Bandeira Cabral para, pelo prazo de uro
anno, efectuar as pesquisas e explorado -s
necesBarias ao descobriment de jasidas
aurferas no municipio de Bmganga, da
provincia do Pata-
Por decreto n. 9 966 de 13 do cor-
rente obteve pTuaisa i Lucio Freitaa do
Amaral para effi -Mar as pesquisas e ex
plorufc-a necessarias ao desuobrimento de
jazidas de ouro e de ootr s mineraes no
municipio de Portel, da provincia do Para.
E' de um anno o prazo concedido para
taeB pesquisas, as quwes poderlo abranger
o permetro de nm mil bao de metros qua-
drados, situado em qualquer ponto do mu
nicipio. Determnala a existencia da ja-
miaaao
lavra de urna data mina-
da repblica do Paraguay e desta para
aquella o secretario Pedro Candido Affinso
de Carvalbo.
Ministerio da Fazenda
Foi nomeado corredor da Caixa de
AmortizacSo o ejudante Thomas Fortunato
Saldanha da Gama, e para este lagar JoSo
Autonio AI vea de Conti Jnior.
Foi concedida a JoSo Francisco de
Oliveira Godoy, por despanho de 8 do cor-
rente, a demis8So, que pedio, do lugar de
praticante da Tesouraria Fazeuda da
provincia de Pernambuco.
ra Lenidas Benicio de Mello, conforme
requereu ; pare o l.'batalbSo de infantara
o alferes do 10 Leopoldo Jos Ortiz da
Silva e para este batalhSo o alfares do 15
JoSo de Deus Moreira de Carvalbo.
Foram tambem transferidos : para o
batalEai de engenh'roa : do 1.' de infan-
tera os soldados: Ignacio Tavares de Fa-
rias, Firmino Pereira da Costa, Aureliano
Goocalves de Lima, Vicente Ferreira Se-
gundi; Manoel Evangelista de Abreu,
Luis Antonio de Carvalbo e Ezequiel Tar
ginio ; do 7.* soldados : Francisco Manoel
de Jess, JoSo Pereira Lima, Z icharias
Cor.cia, Florencio Antonio Baptista, Cy-
Pelo Mioisterii da Fazenda foi expe-
dida aos inspectores de thesourarias de. fa-,pri-"^..Moxandrino, Manoel Trajano Fer-
seuda, em 12 do corrente, a seguinte cir-lnahtrf e Manoel Silverio da Cruz ; do 10,
cular. I snspecada Jos Antonio de Moura e Bolda-
JoSo Alfredo Correia de Oliveira, presi- dos Manoel Jos de Lomos, SimeSo de
dente do Tribunal do Thesouro Nacional,
communica aos Srs. inspeotores das the
sourarias de fazenda, para aeu conheci-
mento e devidos effeitos, que foi proroga-
do at 30 de Seterobro proxirao futuro o
prazo marcado para a substituido, sem
descont, das notas de 104000 da 7.a es-
tampa.JoSo Alfredo Correia de Oliveira
O Sr. ministro da fszenda expedk,
em data de 8 do corrento, aos inspectores
das Ibesourarias a segainte sircular :
t JoSo Alfredo Correia de Oliveira, pre
sidente do Tribunal do Thesouro Nacional,
deciara aos Srs. inspectores das thesoura-
rias da faaenda, pera oa Jevidoa affaitoa,
de conformilade com a deliberAcSo do mes*
mo tribunal, tomada em seaaao de 26 do
mez prximo passado sobre um pedido de
indemnisacSo de desposas feitas na Alfan-
dega de Pernambuco pelo eonsul de Sua
Magestade Britannica na cidade do Ra
cife como pagamente do imposto de pha
roes e da cmtribuice para a oasa de
candado, da mesma a que foi obrigad
o navio italiano Savina, quando abi ar-
ribou para desembarcar a tripolacSo do
lugar ingles Harriet Uphase, naufraga-
do em alto mar, qne, nSo tendo sido pre-
vistos as disposicSes consubstanciadas nos
arta. 596 e 632 da conBolidac&o das lea e
regulamentos das alfendegas e mesas de
rendas, os casos de arribada forjada, por
motivo humanitario proveniente de salva$3o
de vidas, nos quaes juato que nSo se ag
gravem com desptzas nos portos os sacri-
ficios que as embarcac5s arribadss fize-
rem para esse fim, nSo devem, d'ora em
diante, ser cobradas as eBtscSes fiscaes as
taxas de que tratam aquellas artigOB ; com-
tanto que as embarcarles arribadas se li-
mltem o d sembarcar os nufragos e nao
facam nos portos quaesquor transac^oes
commerciaes ou ontros servicos de aeu in-
teresBe.JoSo Alfredo Corroa de Oli-
veira .
V.
sida, obter o conoessionario a per
necessaria para
ral.
Por aviso de 12 foi autonsado o pa-
gamento de 8t>87-9 Companbi*
Nortb Brvsilin augar pelos juros contados
desde o dia ~{ de Satembro, em que foi
oficialmente reuebido O eogeobo central d-
S. Lourenco da Matta, da provincia de
feruambaco, at 31 de Deseuibro prximo
passado. ^
-------- m ----------
Ministerio de Estrangeiros
Foi r-movido o secreta rio aa leg.cao
imperial na repblica do Uruguay Hann
que Carlos Ribeiro Lisboa para a legaofto
Ministerio da tierra
Foram classificados :
Na arma de artilharia : no 1.a batalhSo,
o 2.* tenente Jos da Cunba Pires ; no 2,
os 2.' tenentes Jos Goncalves de Almei-
da e Jos Marques Guimaraes ; ao 2. os
tenentes Marcal Figaeira o Francisco Ser-
gio de Oliveira ; e ao 4., os 2.' tenentes
Augusto Cincinato do de Mello Barreto.
Na arma de cavallaria : no 2. regimen-
t, o tenente Joaqaim Francisco Ga;elha.
Na arma de infvutaria : no 5. batalhSo,
o tenente Leopoldo de Souza Salles; no
6., os tenentes Antonio Hungra Rozik de
Andrade e Augusto Carlos de Jess Mei
relie 5 no 16 o, tenente Antonio Luiz Fa-
gundea de Souza e no 20.", o tenente Tno-
maz Rodrigues da Fonseca.
O captSo reformado do exercito Fran-
cisco Xavier Barreto foi nomeado para o
logar que j exarca ateneamente de pe-
dagogo da companhia de apprendizes art-
fices do Arsenal do Guerra da provincia
do Rio Grande do Sul.
Foi approvada a proposta do com-
mandante do esquadrSo da provincia de
Minas-Garaes, do alferes Francisco Lou
renco de Souza Reg, para o lugar que
nterioamento exarje de quartel-roestre do
mesmo esquadrSo.
Foram transferidos :
Para o 4.' baUlhSo de arlilharia o 2.
tenante do 1. bataliiSo da mesma arma
Jos Camillo F-rrrira Rabello Jnior ;
para o 8. batalbSo de infantara o tenente
do 20. da mesma arma Manoel Vicente
de Pinbo. e para o 1. de infantara o ana
pecada do 1. regiment de cavallaria
Agripino Galdino de Souza ; para o 1
batalhSo de infantara, o l. cadete 1.
sargento do 15. Deo lecixno Senna Das;
para o 11., o aoepecada do 5 o J<'So Cae-
tao de Sousa, e para a guarniySo do sul,
o particular 2 o sargento de 1.' Pedro de
Mello Soares.
Pra a 1' companhia do 1.' batalbSo de
infantara o capitSo do 10. da referida ar
ma Minervino Ttiom Rodrigues e daquel-
le para este corpo o Cbpi'So Floiismuudo
C illt no dos Res de Araujo Ges, para a
2a companhia.
Para o 1.' batalhSc de artilharia a p o
2." tenente do 4 da (resma arma Leopol-
do Rangel e d-quell para este corpo o 2
tenente Antonio Baptista da C>fcta Jnior;
para o 1." regimt-uto de cavallaria o cade
te do i batalbao de ariilhari- C*-lso Frei-
re, e para a guarm^So do sal, o soldado
Sebasu&o Pereira da S Iva e corueteiro Se-
baati&o Cbrispim de Mello, ambos do 7.*
de infantara.
P.ra o o 2.- batalbao de artilbaria a p
o capitSo do 3.' n gitnento da mesma arma
Carlos Augusto Br.ailairo de Carvalbo, e
ilaqut-lie para este uerpo o capno Prdro
Guiluermn Alvea da Silva ; para aquella
arma o alfares do 16- batalb&e de intauta-
Amorim Vianna, Evaristo Simules de Car-
valbo, Antonio Jos da Silva Custodio,
Philomeno Pereira de Oliveira e Silverio
Peroira da .Silva.
Foi approvada a proposta feita palo
commandr.nte do batalbSo do eogenheiros
do tsente Joaquim Loarenco da Silva
Ramos para profasajr da escola regimeotal
deste corpo.
Foi designado para aarvir na colonia
militar do Chapec o capellSo tinenta do
corpo ecclesiastico do exercito padre Diogo
Jos de Sant'Anna.
Conoedeu ae "por menagem a cidade da
Parahjba ao capitSo Joaquim Pedro do
Reg Barros.
Fot, mandado considerar, com sold por
inteiro, nos termos da segunda parte do j
lo do art 9* da lei n 648 de 18 de Agosto
de 1852, as reformas concedidas ao 2o te-
nente Firmino Xavier Vieira da Costa e
alferes Tbestonio Jos de hoasa.
Mandouse abonar ao operario das obras
civis e militares do arsenal da marinha da
corte Miguel Joaquim da Silva, a gratifica
9S0 de que trata o art. 159 do regulamen-
to dos arsenaes, por oontar mais de 20
onnos de bons servicos.
Foi nomeado cmmendante das armas
da provincia do Amazonas o tenente-coro-
nel do corpo de eogenheiros Iunocenoio
GalvSo de Queiros.
Ministerio do Imperio
Por servicos prestados ao Estsdo foi
elevado a Marques o Visconda de Paran
gu, pgraeiados nom 03 ttulos d* : Vis-
conde de S. Luiz o senador Antonio M r-
clliio Nanos Gonjalves ; Visconde de
Oui*p i reto o senador Affonao Celso de
Asis Figueiredo; Visconde de Beaure-
ptira Roban o tinenta general Hemique
de Beaurepaire Roban; ViaconJe do Cru
zeiro o senador Jcronymo Jos Teixeira
Jnior ; Visconde do Bom Conaalho o se-
nador Jut Bento da Cunba e Figueiredo
Viscone da Lamare o senador Joaquim
Raymundo de Lamare, todos conselbeiros
ie Estado ; Bario de Loreto o conselheiro
Frauklin merico de Menezes Doria e
com u de Muritiba o desembargador Ma-
nual Vi ira Tosta; con a gran cruz da
orJem do Christo, os cooselbeiros de Es
taio Manoel Pinto de Souza Dantas e La-
fayetta Roliigues Pereira.
Coucedeu-se a exoncragSo quo podio o
bacbarcl Antonio Luiz do Mello Vieifa do
lugar de profaaaor de pbilosophia do curso
de preparatorios annexo faculide Je
direito do Recife.
Foi nomeado secretario para a presiden
uia o Rio Grande do Norte o bacharal
Clao Florentino Henriquea da Souza.
Concedeu-aa o crdito de 2:OOU4, sol
citi.do pelo presidenta da proviucia de Scr-
gipe, para oscorrer 3 deBpasaa com soc-
corroa aos indigentes ao omraettidos de
feb es typhi'cas ni municipio do Iubaicna.
Deu-aa conhecmeuto ao miniaterio doa
negocios da fazenda.
Ministerio da f ustlca
Por decreto de 6 do correuto foram no
mendos para a gu-.rli nacional da comarca
de Cururipe, na provincin de Alagoaa :
Coron-1 com man tanto superior, SimSo
da Silva Rea.
Mjor ujudante de ordena secretario ga-
I, JoSo Baptista de Castro o Silva.
Ciipi'ftQ quartel mostr, Vicente Alves
da Gama.
Por- decretes de 13 :
Foi nomeado o juiz do direito Epsroi-
nondas de Souza Gouveia pir-i o lugar de
desembargador da RelacSo da Fortaleza
Foram declarados avulsos, por nSo ta-
rem reassamido o exercicio de suas func-
fiea, depois de fiodas as liceo9as que Ibes
baviam sido conced'as:
O juiz de direito Manoel Flix Gitirana,
da comarca de Sant'Anna do Paranabyba,
na provincia de Mtto Groas 1 ;
O juis de direito JoSo Vieira da Cu oh,
da comarca de Cavalcanti, em Goyaz.
Foam removidos os juizes de rtireito :
J.iaquim Ignacio Silvnra da Motta J-
nior, da comarca do Santa Chnstina do
Pinhal, de 2a ntrancia no Rio Grande do
Sul, para a da capital do Espirito Santo,
de 3 ;
Oly opio Pinheiro de L'rooa, da comar-
ca dr fj. Sebaatiao, de 1* entrais, em
S. Paulo, p-ra a de Soure, de 2', pv
Para;
J.s Ferreira Nobre Formiga, da co-
mer a da Sdedade, de 1* enirauci-, par
a de Santa Cbiistioa do Piubal, de 2a, am-
bas Do Rio Grane do Sol.
Forano aeagnadaB para nellas terem ex-
ercicio :
Ao juis re direito Jlo dos R^s d
Sous* Daniaa Filho acum.rca d S 1= .ie, de 1" entrela, no Rio Grande do
Sul;
para o
Aojuiz de direito Antonio Bezrra di
Rocha Moraea a d Stnt'Aana do Pata-
nahybj, de igu-.l cntraaou, om Matto
Groaao ;
Ao juiz de direito Clemente de Oliveira
Mondes a de Cavaloante, de igual entra-
is, em Goyaz
Foram nomeados juizes de direito:
D* comarca da Floresta, do l'entr.n-
ca, em Pernambuco, o bsch.rcl Alcibia
des Cavalcsnta de Albuquerque;
Da da Fr-.no*, de igual entnnaia, na
provin"ia de S. Paulo, o ba har.l Luiz
enguato Ferrsira ;
Di S. SebastiSo, de igual eulrlhcia,
na mesma prornsb, o bicbarcl Anaata o
Teixeira de Sousa Bittencsurt;
Da de S, Jos doa Pinhaes, de igual en-
trancia, no Paran, o bachacel Joaquim de
AmeiJa Faria Sjbr.iho.
Da do Pilar, de igual entranci?, em
Goy.z, o bacbrel Eiairdo Augu.-to No-
gmira do Camargo.
Foi exonerado, a ped lo, o bacharel
Luiz Besana*, do lugir de 3* juiz substi-
tuto da corte.
Foram Teconduzido3 os juizes munici-
paes e de orpbaoa :
-Bacharel Juvencio da Silva Pereira e
Souza no termo do S. JoSo do Principe,
no Rio de Janeiro ;
Bacharel Joaquim Guedes Alooforado
no de Canana, em S. Paulo ;
Bach>rel EaperidiSo Zimiro de Sousa
Lopes no de Bo.ufim, em Minas Geraes.
Foi removido, a pedido, o' bacharel Ed-
munlo Muuiz Barreto do lagar de juiz
municipal a-de orphoos do tormo de S.
Borja, no Rio Granda do Sul, para o de
3 juiz substituto da corte.
Foram nomeados :
O bacharel Luiz Antonio Viein
termo da Purficac^o, na Babia ;
O bacharel Alexaodre Pimentel de Bar-
ros Bittencourt para o da Tapera, na Ba-
lii ;
Foram nomeados alfares do corpo mili
tar de policia da corte :
O 2 sargento do mesmo corpo, Manoel
da Silva Maoei ;
O tenente honorario do exercito Manoel
de Faria Lemos.
Por decreto de 15 foi pVrdoado a Pedro
Domngues Correia o reato da pena de um
anno de priaSo e multa correspondente
metade do tempo, imposta p -lo jury da
capital da provincia da Parabyba, a 24 de
Fovereiro deste anno, por critne de fari-
montoa.
O seguinte aviso foi expedido pelo mi-
nisterio dos cegocios da justic* a 16 do
corrente:
Illm. e Exm Sr.Com o oficio n. 130
de 28 de Junho do anno passado submet-
teu essa presidencia decisSo desse mi
nisterio a representado documentada, que
davolvo, do curador geral de ausentes da
comarca da capital, com referencia relu
tanoia do encarregado do Portugal em cumpnr o mandado expedido
para pagamento de sua porcentagem na
arrecadacSo dos bons de raz pertencentes
ao espolio do subdito portugaez Antonio
da Silva Pontea Guimaraes.
Em reapoata, de Jaro a V. Exc que,
quando a arrecadacSo, guarda c liquida
cao da haranca pertencente aoa cnsules,
nao tem lugar a porcentagem marcada nos
arts. 82 e 83 do regulam nto n. 2,433 do
15 de Junho de 1859 para 03 curadores
de heraocas jacentes, a qual s devida
quando forera tiles encarregados daquolle
trabalbo na falta de agentes consulares.
Deus guarde a V. ExcA. Ferrexra
Vianna. Sr. presdante da provincia de
Pernambuco.
Ministerio da Marinha
Pot decreto ae 6 do correnu foi jubilado, con
servando as lunras de 2* tenente da armad-, Jos
Beroardioo Das Medrooho, auxiliar de deseobo
top igraphko e de manuba do Io anno do curso
superior da Escola Naval.
Em 7 do cone )to foram nomeadrs :
O 1" tenente Maooel Ignacio Belfort Vieira pura
eommandar a canhoneira Guarany e Manoel uar-
te dv Albuquerque Maranbo pura servir de e-
crevente a bordo do patacho Aprenda Marinheiro ;
para servir na cauh.nei a Traripe o ottciai de fa
senda de 2' clnsse Jaciofbo Autumo Madeira, em
aub.titmco do de 3' clasaa Pedro Antonio da
Si'va.
Fui exonerado do commanJo da canhoneira Af-
fovo Celto, o capit)-teneute da armada Arthur
de Asevedj Tbumpion e nomeado para sabstituil-o
o capito de fratrara Jos Carlos Palmeira.
Em II do corrente :
Foi nomeado Francisco Tiburcio de Oliveira es
ere vente do eocouragado Bahia.
i oncederam s as seguintes licencas :
De irt-s meses, com o meio sold, ao 2o tenente
Ant. nio L-ite Cbermunt para tratar de seus inte-
ressea no Pr.
De quatro meses, com o sold, ao 2 cirurgi..
Dr. Alexaodre Benaldy, pasa tratar da saude
onde ibe cuuvier.
frovideociuu se afim de que o ex-impenal ma-
rinhairo Cunri.do Alvea de Moura seja admittido
n A-yio dos Iavalidus.
r/ermittio se ao imperial marinheiro de i* cas-
t JUu Pnmtiro assignar se de ora em diante,
Ji.a" Angelo Cuslodu da Abreu.
Em 15 do crrente :
fui nourrado o 1 tenente Francisco Jos Viei-
ra, con>o r< q lereo, do cummiodo da Escola d.e
Aprendises Marmheirus de MatioUrosso.
Fui uonieadu Ljureooo VilUa Boas para exer-
c. r lug^r de Aquiduban.
M-nd.u se admittir no Asylo dos Invlidos o
JS-imperial maiiuheiro Luis Jos do Naseimento.
c>-^utoriaou se o uu^rtel-geueral a realiaar a bai
xa dos apr'-udiai-s oaani.b.-iros B mitacio de Si-
qa<-ira Keiiiiea e l-emendo de S4 Brito, proceden-
la oa Eoola da Baha, que foram julgadoa nca-
pase* d .ervico.
OKSPACHOS OA PKKS1IIKNCIA DO DIA 26 DP
JUNHO DE 18o8
Antonio Frauoia-o Jatob Canato.
Ente gU' -se, mellante recibo.
Autonio Firmiuo de CastroAo Sr.
sommandantc do < :rpo de poli ia para con-
1 r biix.i do servigo, depos que o sup-
plcant', iodVnoisHr a Fasenda Provin.i_l,
o que se neb s dever-Ihe.
Alaxondre Alvcs Freir Informe o
Sr. inspector do Thesouro Provin- ial.
Augusto Ab<-1 Pciso'.o do Miranda Hen-
riquea.Infrme o Sr. juiz de direito a
comarca de S-lgueiro.
Campos 4 Ferreira. Sim, com : s re-
triis do estylo.
Eustorgio Muerdo & C. -Eacaminhe-se,
devendo sr psgo o porte no Correio.
Francisca Traoquica Botclho da Ca-
nha.^NSo tern lugar.
Jos Joaquim A!ves & C. Sm/ ctm*
as r 8trccos do estylo.
Secretaria da Presideneb d- Perntoi-
buco, 27 de Junho de 1888.
O porteiro,
F. Chacn.
------ M OttO ^ -------
Repartico da -'olida
2a secicao.N. 60 Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, em 27 de Junho de
1888.-Illm. o Exm. Sr.-Participo a V-
Exc, que foram hontem recoihidos Casa
de DeteucSo os seguintes individuos :
A' ordem do Dr. delegado do 1' diatricto da ca-
pital, F>lippe da Paixao, Autonio Quslberto Go-
mes, coobecido por Veiu-usul e Jos Francisco de
Sousa por disturbios.
A' ordem do do 2' districto. Amonio Lyra da
Silva, por disturbios & mmba disposic&o.
A'ordem do subdelegado da freguesia de Sao-
t -A.tmio, Elias Emiliano da Costa Fiado, por
disturbios.
A' ordem do do 1- districto da fregoesia de S.
Jos, Manoel Francisco da Paixio, Antonio da Cos-
ta e Silva, Galdino dos Santos Gloria e Luiz de
Franca Oliveira, p r disturbios.
A' ordem do do 2' districto da Boa-Vista, An-
tonio Victal Moreira, por embriaguez e distur-
bios.
Communicoa-me o delegado do termo de Pes-
quera ter no dia 19 deste mez, capturada o indi-
viduo de nome Angelo Alves Feitota, pronuncia-
do no termo de Alagoa do Montoiro em crime de
este.
O delegado do termo deSanto-AntSo, participou
que na noute de 23 do correte, no lugar Manes,
d'aquelle termo, o individuo de nome AntSo Fran-
cisco da Luz disparou casualmente um bacamar-
ta que tioha na mo, empiegaodo-se toda carga
na aulla esquerda do dito individuo que instan-
tneamente morreo.
Aquella autoridade tomou conbecimento do fac-
i, abri sobre elle o competente inquento.
U Dr. delegado do 1' districto da capital por of-
ficij de tuja commuuicoo-me, que, hontem a 7
horas da naute, no becco dos Patos, da fregnetia
de Santo Antonio, o individuo Jos Alexaodre da
Silva, conhecido por Jos Bala, ferio com urna ta-
cada o braco direito de Dioaisio J js Ferreira,
evadindo s em seguida.
Aquella autoridade apparecu no lugar do cri-
me, compareceod" o respectivo subdelegado que
tomou conbecimento do tacto e abri o competen-
te inquento.
O ofendido foi vistoriado pelo Dr. Barros So-
brinbo, depos do que foi transpertado para o Hos-
pital Pedro II afim de ser medicado.
O otfuaor ioi preso logo depois, pelo subdele-
gado da fregoesia da Graos, e recolhido a Casa
de DatencSo.
Pelo mesajo Dr. delegado foram remettidas a
esta roparticSo 8 facas de ponta, I caivete, 1 na-
valba e 1 pistolla.
Participou-me o delegado do termo de Olinda,
qae hontem 1 hora da tarde, no lugar Porto da
Madeira, fallecen repentinamente Raymundo Na-
nee da Fonseca, cabo de policia all destacado.
O cadver foi hoje vistoriado pelas Drs. Jos
Flix da Cunba Meneses e Gama Lobo, que decla-
raran ter dado causa a merto urna hemorrhagia
cerebral.
Procedeu-se a respeito nos termos da lei.
Em additamento a minha parte diaria de 25 do
corrente e como complemento de quanto alii disse
com relacao a publicacio inserta na Provtneia de
23 sob a epigrsphe Timbaba < flereeo ao exame
ae V. Exc. a informaco por copia janta minis-
trada pelo Dr. juis de direito da comarca, a quem
euvi tambem sobre o assumpto. D'ella ver V. Exc.
que o subdelegado questionado nada msia fes qae
atteuder a rrquisicao qne lbe havia sido feita pelo
fiscal da respectiva cmara municipal, procurando
organisar a feira de modo que nSo soffresaem os
negociantes do largo da mesma.
Deus guarde a V. Exc.-Illm e Exm.
Sr. desembargador Joaquim Jos de
Oliveira Andrade, muito digno presidente
da provincia. O ebefe de policia, Francis-
co Dominguet Ribeiro Vianna.
Juiso de direito da comarca e Timbba, 24
de Junho de 1888.
Mid. Sr.Aecuso recebido o officio de V. S. de
himirm dat do, a que acompanh-u o retalho da
Provincia do me^mo dia, afim de que en informe
o qoe b de real all publicado, sob a epigrapbe
Timbiuba, o que passo a satisfater :
A teira desta cidade, segundo o coatume, tffec-
tua se em um largo denominado da f.-ira, cede
existe a maior Lrca do commercio ; succede, po-
rm, que, tendo nestes ltimos tempos augmenta-
do cousideravelmentj as feras, a ponto de nao
comportar em dito largo, sem grande atropello,
0 p.'Vo e grneros que emeorrem, ti m dado lugar a
recammeodacao geral (a excepcao dos commer-
ciantes do referido largo) para que, como medida
de utilidade publica, se espalhe a feira por outras
duas rnas que saiem do mesmo largo, e c nata me
que ueste senlido j se frs represeolacSo a C-
mara Municipal, que tendo promettido runir-se
extraordinariamente para tratar desse negocio,
ne realisou at o presente essa reunio.
No sabbado atrasado dia de feira, se me apre-
seut-a urna corumissSo de negociantes do largo da
feua. me communicaDdo ajue o subdelegado havia
arbitrariamente e contra a vontade da Cmara
Municipal mudado a feira do lugar do cobtume e
que a.sim me peaia providencias contra esaa aeto;
em vistn do que, maudei cbamar o referido subde-
legado e fiscal da Camar Municipal e intormei-
me delles o que havia a respeilo da represei.tacao
d predita cimmiasio :dise-me o pnmeiro que,
a eoDVIM do segundo, bnvia ido a teira e dito ao
povo que ae espalb ss. mais p.ra as outias duas
iu.s,j mencionadas, eo tes junfamen-e como
fiacal, que procurou organiear a fira de modo
que o commercio lo largo nio siesae a s Brer ;
esie por ua ves affirmou-me o que cabava de
.uforaar a referida autoridad", accre8ce::tandO
mais que havia fero aquelle convite p r ordem do
pres. Jeme da Cmara, que ihe hnvia diio que ba-
veodo .mpussibiiiiad^ de r.uoir se a mesu.s an-
te, daqu. lie di, elle fi.cal pedirte auxilio ap-
1 ca, caso fossi- necesaario, uio para mudar a fe-
r-, como flectivameute nio est mudada, e Htm
p .ra espalba mais o povo e geoeros pelas outras
OUas rUaS. ,
Eut. acoos Ibei a aulondaie p.-licial que nao
uterviesso cu negocios de teira em quanto C-
mara Municipal uia ras.lv. 88e o aeomoU,conforme
juanea e aspiracio geral; e o fi o mnor
^~
l
-i-
a>
>


2
Diario
rnambncoQoiata-fdra 28 de Junho de 1888
sW-S?
vislumbre de receio de que
para ae'nu de sangue, como
I


i

di i a Provincia,
a prova qae.a feira bentem reals >u se sem in
tervenoo da qaalqaer aoturidade, correado todo
regularmente a a contento de todos; en'.reUoto
espaihada por iniciativa do proprio povo.
Eii o queme compre informar a V. 8., que me
mandar mas orden.
Deas guarde a V. S.Illm. Sr. Dr. Frauenco
Domioguea Bibeiro Viaaaa, iztai dgao ce*,
policii de Parnaaibuei.O jiia deaaei'o, Le*
renfo Beserra Vimra de Mallo.
Secretaria de Ptdscia-dc Peaeembaeo, 27 d* Ju
abo de 1883.
Couforme. Peu .secretario. E
aa Silva Barro$o.
The<*ar rrTlnclal
DSSPACH08 DO OU 26 DE JWHO DB
1888
8imi-> Jos da EncarneciVolte ao Sr. Dr.
procurador fiscal.
S>uza Barbosa 4C.Satisfaoam a exigencia do
parecer fiscal.
Ag'stinho J~a da Costa.Jante cbnheciraeoto
da deci na do iil'imo teawstre e prov que 1865
1866 pagavam aa casas em questio decima inferior
a 13*500.
lar ia Salom dos S.atos Dacia, Cecihano Jos
Rib'ir o d- V se .ncellos, Francisca Euphresia da
Coocecio Candida Franeisea de Menezes Mo
raesLiqaidads, eseriptare-se a divida.
Matbias Jos Gomes e Vulpiauo Jos da Mel-
aoInforme o Sr. contador.
Gercioa Mara de Barros Correia, Bita de Jess
Basto e officio do Dr. procurador dea Jeitos.Ha-
ja vista o Sr. Dr. procarador fiscal.
Dr. Lupicinio Domingos Lins.Cumpra-se, re
gislre-se e facainsu os aasenUmeatos.
viiRiO D PERMAl"' ')
rtriCIFb, 2S DE JNHO DE IS66
noticias do sal do Imperio
O paquete nacional Vspirilo -Santo entrado hu-
tem foi portador das seguales noticias a m i .i
ofBei es, i isertas na secoio respectiva, e das
coost intT da carta do nosso c>res?oodent"?. qae
publcame* sob a robri -a Interior i
Pacifico e Uto da Pi ala
D.dJ de Bueao-j-Ayreg at 8 o de Moutev.Jo
at 9 de Jamo.
No Chil, o ministro da faienla ia submeUer
ao congreaao varios prejeetis de lei suopnmiudo
li versos .rapis.ca e mudando etfeetuar o paga-
ji to Jos directos Ja altaudega era papel moeda.
A imprem, rais'r-tv: s' favoravcl a iceliiuats
medi la.
De Lima co-nmunicaram para Santiag (' Chi-
le, que de da para dia se aggravav* a sitaaco ua
capi .1 pero, ji, jo i eslava rciaaadj a raise.ia.
Aos empregidos civis policii o tr pi nio era
pagn os rasoectivoa "eneimen'oa ; dah grao te
effervece ca e deseonrevaraen > geni. Receiava-
se ojia i a tol, o momento rebeutaassem desordene
a.ias.
C-mrrai-s a noticia do triumpbi d> Dr. Aai-
?a"> Ares eiudi'a'j 4 preaid'nc'a da Bo'ivi*.
Era vos correte all que o general H 'leid iro
Camacbo ira para a Europa.
Jj.uiavo.oa i: Saeta que j .ueral N.rouo
Camauro tiuha sido preso po* ordm do presida
te. aom '-ohan m itivo pUaaivel.
A mensagem do presidente do Cbile, apresenta
Ja ai aeaai do abertura do cougresso, anuuuc u
que dentro de breve temo i aa ajustaran) as b
z a de um tr .'alo de limites oa a Bepjsliea A"
geutiaa e aeccrescaatendi que, ao passo que esta
repblica exporta para" Chole siMWes, cst: nada
expi-'a pira aquella, oei'1 oi'a sala f-.tja sena
me 1 'ae,ii Ji) ic^i! i rea.
loioroi Jo,.j.3 jjo > rauda io poi 3i.O0O.O0q
e as deapesas ordinaria e extraordinaria em......
11.000.0JO do qud reiil.i um rxc.'sao dtqa.'lla
sobrs estas d-. 9.0)0 0J).
A realado exiroiaio le 1839 calculada em
46 003000 e a desp' i em 53 OJO OJO, comprebeu-
dejlj 7OIOOJ0 deatiaadia eonstruejao de ferro-
carril autoriaalos.
A exportac) foi no exercicio passado de....
59.CW003 e a imoirtacji d'48.503 000, contra
nm total t- 95.500 000 em 1887.
A divida externa de i) 000.000 e a interna de
6.500.030.
Foi deatituido o ehefe de polica de Santiago,
por ii >tives que se relacionara om o partido de-
mocatic i.
Mu capital argentina, os bancos nSo queran)
descontar, atienta a aituacao tcnsissima da praca.
En C'rdoba seutia-se grande falta de meio cir-
sdaasej ficando por taao quasi parausadas aa
traoaic^es eimmeiciaaa.
N > Bosario de Santa F o commercio assignava
um voto de agradieimeuto ao deputado Eacalaate
por ter apr-seatado ao eongresao um projecto de
lai mandando eauaUau certas pontos de Martin
Gircia e outros do Rio Paran.
A> senado argentino dirig) o poder execativo
urna m 'nat { m pediado autirisicSo para comprar
ea. Moatevido um predio para a leaca> argn
tina.
Spanlo o diario porteobo Li tfaeion, as oo
difieacoes da lei de promocoes que projeeta o mi-
nistro da gueria eleva-se a quatro o ouia ro de
tcaeatea-geueraes em Cindicovs de prestarem aer-
vicoactiv), fixanlo-se o de geoTaea de diviao
em doss ou o dobro do que autorisa a lei actual s,
coaaeguinteraent", t imbem no dobro o numero de
doae gene.-aea de brigada.
Na -cmara doa representantes Ha repblica
orieatil foi interpelado o ministro da juatica,
culto e ina'racvio publica sobre a applicacio in-
devidad) dinbeiroa do emprestimo para acn
atruccao de edifieioa escolarea. Fallou o Dr. Terra
em defosa do decreto que deu motivo queato
e no sea dispara > mamfestou-se em termos seve
ros coatra o inspector nacional das escolas Jaco
bo Vareia. Beapoileram ai ministro os deputa-
doa Bamires e Oten, rebateudo o primeiro os ar-
gumentos do poler execativo e fase ido o segn io
a defeaa da directora da instracci i publica.
A mocito adoptada quasi unnime nente pala
cmara, embora reoubeceodo os motivos patri i-
tieos que guiaram ao poder exeeativo, condemioa
o deereti aliulido.
No dia 3 do crrante mea, escreveram de Bue
nos Ayres ao Siglo, de Montevideo :
Nesta capital deram-se 12.891 bitos -iurauv
o aano le 1837 (32,23 por milhar de habit ntea.)
O Dr. Norerto Peros tomou para thema da
digicr: iyio eaa: mmaro, qaa noa dio pnme.ro
lugar na estatistica mirtuara das cidides do
mundo.
Foi publicado na Repblica Oriental do Uru-
guay o decreto que approva a convenci sanita-
ria internacional e o respectivo regulamento, ce-
lebrados e asi ^nados nesta corte a 25 e 2rJ de
Novembro do auno passado, e que autorisa o go-
yerno para solieitar a adheao dos outros gover-
nos Bulameric.uia aoa pactos estabeleci los, se-
gunda o estiplalo no protooollo da referencia.
A directora do banco nacional, por cinco votos
contra trea, appro/ou o pireeer da commisso es-
pacial acerca da emsso nica, aconselhando que
alo se p-;c o privilegio.
A noticia prolasio na bolsa ama baixa de 8 a
l')[s uaa a :cej di Biri;) Nacional.
A cauar-i dos repreaJntaatos oceupou-se, na
sdsai do 29 do paaa>do, coa a primeira diacuaae
do projecto de Lacass relativo conatracoio de
am ferro-carril da Colonia a Sao Jos. O ministro
Herrera combaten o dito projecto, defeodeado urna
coneessao anloga de Barreto e pedio o adiamanto
do projecti Lacaie. A cmara votou quasi un-
nimemente contras emelhante preteaclo, appro-
vando o pnject*.
O Jornal de Comntreio da corte puoli :ou os
segu ates telegaam aas :
La Paa, 10 de Juabo.
Foi coavoealo, em ssasio extraordinaria, para 7
de Agosti iroxim o parlamento da Bi'ivia.
Os ladrdes asaaltaram a cathedral da cidale le
Sucre, de onde roabaram muitos objectos is
valor.
Buenos- Ayres, 10 de J
O cpvrui apreaaotai ao aeualj argantiuo um
projecto de lei sobre a^aafveocSo sanitaria.
M i te video, 10 de Juabo.
O director geral da iostruccio publica acaba da
pedir su a demiatio.
O general Mximo Tajes, presidente da Rep-
blica Oriental, foi agraciado com a gri-eras da
ardeai da Isabel a Catbilica.
La Hjton censura o ministro da juatica e toma
o par.ido ao director da iastrureci) piblica.
O unjeobsiro Maillart apreseitou ao giveroo
e ao parlaiauto uruguayo a projecto de eoa-
struecto de ata vaato palaeio para os poderea
execojvo, legitlativo e iudioiario. A despega
de einco milbot de peao.
O parlaanento deve reunir-se aaaaobi para
examinar o projecto da reviaio da c inatituicio.
Assumpcio, 10 de Junho.
Na cmara dos deputados eomecoa a discusao
do projeeto sobre colonisacSo.
Buenos Ayres, 10 da Junho.
Na entrada do Riachuelo am vapor foi de en-
contr a urna em bar cae Jo. Esta foi a pique je
aqoelle offreo grandes avarias.
11 de Jaaao.
fiwspeitiia aaadico argentino Taariot que asea
saeea paaaagera do rogarte Sile, aqoi chayado,
asava com febre amasaUa. O naesagero de uase
Garca proaeatou, affieaaavodo sotfvcr ella do figa-
do. Por ata aop ita asandaa-se ficar em easer-
vaeSo aquello paajoete.
Montevideo, 11 de Jambo.
Corre o boato de ame o Dr. Herrera y Obes,
ministro do interior pedio demisso. A aausa
oassa liiitisinao fot wr-ae o ntasidente da B -
publica recusado demittir o iaspsctjr das es-
colas.
Dia se que a esposa do general Santos partir
brevemente para Pars, onde val encontrar-se
ciQi seo marido.
Valparaso, 12 de Juana.
Deram-se desordena de certa importancia na sa-
nada de Snere.
*K autoridades anda nao consegairam repri-
mil as.
Um individao,'anaado de um panbal, consegnio
ferir o deputado Ofoetn, qae fallecen momentos de-
pois.
O asssssiao fo preso.
Baeoos-Ayres, 12 de Junho.
As aegociac s entaboladts entre os governos do
Chile e da Bepublica Argentina, a respeito da
qoestito de limites, deram em resultado a aasigna-
tura de um aecrdo amigsvel qne salvaguarda ca
iuterejaea das dnas n-.co s, tomando por linha di-
visoria o grao 22 de ltitude at encontrar o rio
Pilcemayo.
12 de Junho.
La Nacin publica que a passageira do paque-
te Nile tallecer buje victima de febre ama-
re li
Continaam as mearnas medidas sanitarias.
Montevideo, 12 de Junho.
O parlamento uruguayo julgou objecto de deli-
bernci. o projecto da reviso da oonstituico. E'
provavel que o-Dr. Terra ministro da mstrucc).
peca demisso do cargo.
Buen a-Ayres, 12 de Juabo.
Os passageirus do paquete ingles Nile foram so-
jeitos a uva quareutena severa, porque a sade
do porto reeonbeeeu os aymptomas. da febre ama-
rella em uuia passageira.
Bealisa-se amanba no Polytheam a primeira
representaco do Othello.
12 de Juabo.
A pasa.geira d < -ViZe, em quem se notram
symptomas de febre amarella, morren esta roa
ubi.
Os passageiros foram transportedos para a Ilha
de Martiu Grarcia, onde devem submetter-se a
urna qnareatena de 10 das.
As negociado s diplomticas entre a Bepublica
Argentina e a rtolivia, por causa dos limites da
feonteira, acabeun *o *^c hom sito, dnvido a
urna couveocao amigivel. -^tBBBMsinawsBsai
Montevideo, 12 de Juabo.
Pnsson no parlameato Urugnay por 33 v tos
eontra 13 o projecto da reviso da Constitu-
cao.
O ministro da Hoapsnba junta Bepublica
d i U -uguny foi nomeado ministro em Asaamp-
co.
12 de Junho.
Os jorones atacam vivamente ao'miuistro da
jusuca e auateotam o director geral da instruccao
publica.
C)ire o boato de que o ministro da instruccao
pub ica vai pedir a sua demisso d'esta pasta.
Acaba de tnudar se nesta capital ama sociedade
protectora dos animaea.
0 crusalor Irajano deve partir a nanh para
Buenos-Ayres.
Buenos-Ayica, 13 de Junho.
O premio do ouro t 50 (,.
O Seuado argentino approvou a compra de ama
casa para a legaco, em Montevideo.
Informado is aqu recebidas pela va Gal vestm
-anuncian) que ei M o Imp rador do Brasil gas-
tn em Milo 80,000 pesos e que em Aix-les
Bains melh rou scnsivilmente e tem pasaeiado de
earro.
Montevideo, 16 de Junho.
Na Cmara doa Deputados continuou a dscus-
s> sobre a coneessao Licate. O Dr. Herrera y
Obes, ministro do interior, deixoa de faaer opposi
cao a esse projecto.
Foi organiaal uma sociedade protectora dos
aoimasa
Montevideo, 14 le Junho (5 b. da tarde).
Haver domingo prximo uma grande festa no
hospital da Cari-Ja Je, em co jmemoraco ao sent-
oario da fund ici>,deaae eatabelecimento.
Corre que vai ser creado brevemente um tribnn ti
militar.
Contina o conflicto entre os ministros da jusfi-
(a e da natruccio publica, e o director deste ser-
vico.
O Sr. Reua, direetor-gei-en^ do Banco Naci
nal, pedio h je a m demisso. O conselno de
admiu's rac-o recuaou unauim-meute a demisso.
Os jornaes sostentam vivamente a causa do Sr.
Reua.
14 da Junho (7 b. 45 m. da aeita).
O ministro Ja instruccao publica psdio demis
sao. Julga-ae ter sido aceita. San candidatos
a > lagar oa Srs. Aguiar, Beioigio e Castellano.
Buenos Ayres, 14 de Junho.
llavera amanh orna reunio da associaco
da imprenaa para resolver sobre o modo de rece-
ber a couimisso da imprensa brasileira.
As autoridades sanitaria!, devilo ao bito de
febre ainarel a a bord) do Nile, vai augmentar o
praso das quareatenas eos navios procedentes do
Rio de Janeiro.
Gs teiegram .as aqu recebiJos sobre a doenoa
do Imperador da Allemaoha sao oontradictorioa.
Oa boletins da medico! hontcm publicados em
Barlim sao aoimadores ; o Imorerador passou uma
noite tranquilla; teve pouca febre de manh e v -i
recuperando as foroxs, conforme am telegramma
da La Nacin.
Telegrammas de Londres asseguram qae peio-
rou seasivelmente o estado do imperador, que a
febre tem augmentado, que aa toreas t n diminu-
Jo, que tem tido desmaios e que aa cartilbagens
epigl itea de'xam passar rs alimentos coa diffieul-
dade.
Tol -^r.imoaas da va Gilv'stoa d;zsm que oa
botetius "fficiaes dao o estado do imperador eomo
muito perigoso e qne o principe de Bsmarck, o
principe imperial e denaia membros da familia im-
perial foram chamados a palacio.
JA' ultima hora foi recebido um telegramma em
que se disia que o Dr M-ickansie alimenta o im-
perador com o reme do Wiaky e espera qae o en-
t ruao dure amia tres mases.
Montevideo, 11 de Junho.
O Dr. Tem, ministro aa-iaatraecao publica, iu
siste no seo pedido 1 lo, ana havjado poi
aibilidade de permanecer na pasta.
Valparaso, 15 de Junho.
Fallocea em Santiago o eseriptor e dplomata
Dr. D. Jos Victorino Lastarria, qae durante par -
te da guerra do Pacido sapa 'sea'.ou o seu pas
aas repblicas platinaa e ao imperio do Brasil, e
H"!*! "i,-,i')iu,ar e dio'oTiafa Dr. D.
Demetrio Laotarna, que lamben tol enviado ex-
traordiaaro i min-'o o'e nponten:aria no Bra-
sil em 188.'.
Buenos-Ayres, 15 de Junho.
Fallecen, em Saatiag, o esenotor Latarria.
. O coronel Urubur narchou contra os indios do
Chaco.
Cahe abundante nava nos Andes.
Moutevido, 15 de Junho.
O Dr Damivioso Terra pedio demisso do car-
go de ministro da instracoo publica.
Nao ten lo obtiio exoaeraco do lagar da direc-
tor-gerente do Banco Nacional, o Dr. Raus conti-
na a exarcel-o com applaaso geral.
A sessio da cmara d>a d'putados foi prorog.
da at Jalho prximo.
Montevideo, 16 de Junho.
A deniasi) io nimstro laja
Dr. Terra foi aceita.
Contina a orise ministerial.
O jornal El Siglo dia que o lagar do ministro
da iastrucoo publica ser preeaohiio pelo Dr.
Martin Berinduagae. M
16 de Junho. i\
A imprenaa desta capital aguarda a ebegada da
eommisso da imprenaa fluminense om grsades
preparativos id testas Projecttm excelle ite has
paiagam, aoires, banqjetea,foata campeatro e as-
salto de esgrima e de gymaaitica.
O Dr. Varella pre- oaoi offarocer re-
ferida eommisso uma soire.
A cantora A. Patti recasa-se a ir ao Rio do Ja
OSr. Pisani, redactor da Pairea Italiana, e Pe-
relli, redactor da Natione, bateram-se sm oello, a
sabr, fieaodo aquella levemente ferido.
Montevideo, 16 da Jnnho.
O Sr. Berinduague foi nomeado m rristro da jas-
tica e da inatracelo publica, em substituico do
Sr. Dr. D. Terra.
Buenos-Ayres, 17 de Junho.
Foi inaogorado, no Bosario, am hyppodromo.
Montevideo, 17 de Junho.
A asesara dos deputados approvou o projecto
Laca sea.
O Dr. Martin Berindoagce acaba de ser no-
meado miaistro dos negocios da juatica e da ins-
truccao potica.
O ior aidente da repblica do Uruguay aceitou
a demisso do director e de todos os membros da
direcoao da ostracoo pnbliea.
Esteva esplendida a festa commemorativa do
centenario da fundaco do Hospital daOaridade.
Acharam-se presentes o preaidmte da repblica
cedos os ministros, grande numero de senadores
e deputados ; monsenhor Yargui, bispo do Uru-
guay, e a eorp iraco ecolesiastiea ; o prefeto ; o
presideote da cmara municipal de Montevideo
todo o corpo diplomtica e numerosos offioiaes e
aeaaados.
Nenhuma deaordem no correr da festa, que se
rjalisou com parteita harmona.
A procisso das criancas dos collegios foi mu
to c. acorrida,
Bnenos-Ayres, 18 de Junbo.
Comecoo, na cmara dos deputados, a discos
ao do projecto de le creando colonias indge-
nas.
A adopeo deste projeeto duvidosa.
Moutevido, 18 de Junho.
A imprensa desta capital applaulo a aomeaco
do Sr. BenaJuagne para a pasta da jaatica e da
insirrrcco publica.
Coaduna a baixa das acedes do Banco Nacio-
nal.
E' provavel que o Sr. Ayarraguray eeja nomea-
do gerente daqueile banco.
Realisaram se brilhant s fest'-jos para solemai-
sar o centenario da randaco do hoa^f.al da cari-
dade. \
Hmve Te Deum, ofHeianio o arccbip'ii aais--
tirauj a essa solemuidade o presidente d. r publi-
ca, o corpa diplomtico e muitaa ostras peasoas.
Buenos-Ayres, 19 de Juabo.
O premio de ouro 50 1(2 0,0.
O vap r Provedor ir a Montevideo buscar a
eommisso di mpren^.i flimineas;, afina de con-
dusil-s a esta capital.
La Nacin dia que esta eommisso ser rece-
bida cerno meosageira da fiaternidade dos dous
povos, solidario; no progMtta m libsrdade.
Aesnarado n approvou o projecto
aobre a creaco de colonias inJigeuas.
Coosina a cabir omita aeve na regio dja An-
des, in'crrompcodoas < oimnuuicacoes.
Montevideo, 19 de Junho.
Tem tido igeira alta as acedes do Banco Na-
cional.
O Dr. Terra, ex-mioislro da joalici, publie u
um artigo violento contra o presidente da repu-
publica o o Dr. Herrera y Obes ministro do inte-
rior.
D.i'.s at 13 de Junho.
Cahiram ebuvas torrenciaes em Pelotas e Rio
Grande nos dia3 10, 11 e 12 do csrrente.
A este respeito diz o Diario do Rio Grande :
evido ucessante chuva torrencial destes
tres das, a estrada de ferro tem soffrido diverso?
estragos, que motvaram a irregularidade e a sus-
penso do trafago de boje.
O trem Jo Rio Grande, por ha ver desmorena-
do parte d > aterro, em frente uo Prado Rio Gran-
dense, t sahio dalli a o meio dia e 5 minutos, che
gando a esta cidade s 2 e 49 minutos.
< Este trem regresaou para a cidade visinha a
l e 8 minutos.
O trem que vinha de Bag, chegando esta-
co do Hio Negro, teve de retroceder, por have-
. m igualmente desmoronado os aterros all exis-
tentes e bem assim em Nascentes e Candiota.
O desta cidade para Bag nao fuaccioooa por
se baverem reeebido ooticias do mo est.do da li-
nha,
> Afim de tratar da recoastrueco das part-s
damnificadas aagoio aoje en trem especial, a per-
correr a linha, acompanbado de outros emprega-
3 Sr Dr. Nicolao V Chivea Birc.os, euge
nheirn fiscal
Cenata-nos que estes raparos tomar o alguus
das de trabalho, dura.it" os quiea ficaro nter-
rompidas as eommuoic^ooeo pata o iatarior^s
R -fer o Onse de Jun'to d: Ja^uaro ; A
No dia 6 do correte, a 11 horas r* noite,
no logir denominado Buena, o subdelegado de
um los diatrictos de Cingnaa, Celestino de tal,
frente de ama escolta de cavallaria, atacou a ca-
sa do cidadn Honorac > Luis do Cont, hornern ve-
Ib > c morigerado, chete de numerosa familia.
Oa assaltantea, une outro qualificativo ao po-
l m merecer, em grande grita ameaoavamn'o,
disenio-lne que abrisse a porta da easa sob pena
de incendiarem-n'a se nao o fisesse inmediata
mente.
Aberta a porta, o suodelegado e as pracag
qae compunham a escolta violaram o domicilio do
velno indateso ehefe de familia, levando o terror
ao seio dista : e em seguida, arrastando o infelis
anci para a ra, dirigir in-ili- oa maiores im-
properios, maltrataran)-n'o com pancadas, corta-
racn-lbo a barba, deram-lhe ponta-ps, exigindo-
!ha que disesse aie eatava Francisco Couto .3o-
brinbo, a quem proeuravam!
Nao contentes com o qae liaran) feto, d'pois
ia terem abandonado sua victima, foram outras
cajas, onde pratioaram toda a sorte da violen-
cias.
Sob o titulo Mgica Fisc-il publica o Diario de
Jaguar&o oseguiute :
Cinfoime ja ootieieooa, foi apprehe.idiia jun-
to casa de D. Felisbioa L;ivas urna carroca com
c ntraua lio constando de 10 fardos de aseodas.
Nessa oceasio foram detidos e postos iocom-
mnnicavais na cadeia Antonio C.etano Pereira,
seu filho Justino Caetauo Pereira, Antonio Eduar-
do Martina e o oonluetor Delno Pinto.
< Interrgalos no dia seguate pelo administra-
dor da mesa de randas geraes, declarou o Sr.
Caetauo que sen fi.ho, como inapector de quar-
teiro, tend visto passar aquella corroca, sahio
para ubserval-a, desconfiando que houvesse con-
trabando, e elle, como pii, sahio auxiliar o fi-
licidio de Joaqun Firmino de Arauj > Oonha.
Caaticuam a funecioaar como presidente do tri-
bunal o,Dr. Jos Cnstodio da Caoba Canto, e co-
ma promotor ad hot o Dr. Beojamim Soares de
Aaevedo.
Ccmecaram os debates s 6 horas da tarde. Em
seguida tomaram a pilavra os advogadoi da de
fesa Antonio Cintra, Raposo de Almeida, Bodri-
go Lobato e Basilio Machado.
O jury de sen tenca fioou compoito dos oda-
dios :
Joo Jos do Niicimento Jnior, AmericoQm-
calves Bairral, Jos Marcelliuo da Costa, Jos
Galva de Fraoca, Baphsel Aatonea Garcia, Pe
dro Jos Das de Soasa, Joaqaim Jo- Pinto, Joa-
qoim Xavier de Araujo Sobrinho Jcs Joaquim
Vieiri de Vlattos, Jos Aoemsto da Rocha Ca
pos. Adotpho Pereira da Fo-useca e Jas Emilio
de Oveira Cardse.
Apseseataram se os i censad oa Joai Maaael Pe
reir da Silva, Jos Henrique de Alvarenga, Jos
Bernardo da Silva (vulgo o Prateado), Joo Bo-
drigaes Bueno (valgo Joo Bar bisa) e Maaoel
Joaquim Gonoalves (valgo Maaoel Valeiro).
Os prejoisoa causados pelo temporal que de
sabou ha das sobre o bairro do Baohiro sao cal
atados em 50:000*, de 10,000 arrobas da cat
que cahiram das arvorea e rodaram.
Assomio de novo a redaoco da Qtzela do
Pavo da capital o Dr. Mans de Sousa.
O Visconde de S, Loureooo iustall m na sua
fazenda da Cachoeira, no Banana', uma colonia
que dcpomin.u Nova I'a ia. E' o primeiro fa
xeodeiro que oaquelle muoicipi) ratrodus o syate
ma de trabalho com colonos estrangeiro3.
As rendas geraes da provincia ea Abril fo-
ram no valor de 1,689:271*840.
Um individuo tentn assassnar o ehefe da
estaco do Banbaro, ua linha terrea do Rio Cla-
ro, disparando-lhe am tiro, qae o ferio na cabeca.
a Penha do Bto do Peixe a segunda taima
dos implicados no asaassiaato de J-aqu m Firmi-
no foi toda abslvida pir oaaoiaidade.
Catn fingidos e ioteroadis as p-ovioeias de
Minas e Goyax os ultimia implicaioa n; i julg i
manto nio teve lagar e i* I Lipn. Mal-
miao, Joaquim Clan lio, Samuel Al ves de O.i-
vura, Joo d; S ma De fi i > Uses de M>r;ea
Na Rib'ra de Iguape t-m haviJ-o grande
eochsnto, prodozindo deatraico de preiioa e crea
eente desmoronamento.
Consta Oazetx de Bot.ueat que ser au
gorada no da 17 deste mes a eataoo denominada
Victoria, na li:ih i Soroeabaaa, distao'o daqa;lla
cidade duas leguas.
Na noite de 12 do corran'e. ni faseudt Ibi
cba, municipu la Liaeira, travaram ae de ra
zoca Marco i Rodrigues e Josa da t-.l, ambu em
pr-gadoa naquella laseoda ; dando aqaelle urna
faeada neste, de quo resultou-lhe a mVr^e imm :-
Uiatamaate.
O assasaino, que hespanhol, a tem apeoaa i3
anua de idade, fii preso e acha-se reolhilo ca-
deia da cidade.
Em Mogy mirm trata-ee de oiyan'zir uma
compaubia que tem p r fi o i-var a tffeito a com
trucyo de uma linha de bou la a vap ir daaa
c dade oarao bairro da B-sica.
Tem aprarecido naaofUa cilidealguuj pr
i.. iii..ii.., .s .. ila .-.-i..
Oa prim ir;a t raa da Resaca, da tii'nli di
Sr. Tibirif, onde c:usti que eat graaaanl
Ibo; e tenio suapeicado qae a carroca trazia mer-
ueiro jmjuaato grassar all a febac amirdUa,
cadonas de contraban io, elle e sea dito filho ata-
t-aram o vehculo faaeodo tugir algans individuos
que j cuatadiavam, e appreheuderam a mesma
carroca.
Poaco depois apparecea o subdelegado de po
late, com algumas pracas, e pir sea turuo fea a
appreheaaio do vehculo e carga, prendando a el-
los aporeheosoras e o eooductor.
O inspector Joatlm C. Pereira oavegou oas
meamas aguas, e o eooductor Deifico co firmou
as deciaracoes de ambos.
De tuno isto resulta qaa o eootrabandisU eon
verteo-se em appreheosor de saas propr..- merca
dorias, e como o appieneesor tem direito ,io valor
das mercadorias apprehendidas, aegae-ae que o
Sr. Caetaao e seu filho recebero, se o subdelega-
do nao Ibe sabir aos embargos, a importancia da
cirga cintrabanieaia.
- Realmente eate un meio oogeohoso de es-
capar sanecao penal e evitar a parda das mer-
cadorias, e o qae mais ioteressante qae, se-
gundo nos ntormam, o autor dessa comedia fiscal
o proprio Sr. Jos Bernaidiao, que foi ao mesmo
tempo easaiador dos pipis.
Na Cmara Municipal de Jagoaro, no dia
7, foram ouvidos na formajo da colpa dos onve-
aeoameatos de Joaquim dos Santos Soasa os Sra.
Dra. Carlos Barbosa GonoaUes e Diogo Fernan-
dos Alvares Fortuna, qae declararan) que labora-
vam em duvidas sobre a causa da morte di meamo
e nao poiiam affinnar que toase devida oa nao ao
enveneu amento. 91
No dia segointo foi ioqusriio o Sr. D.-. Argollo
F rro, qoa liclarou nada saber e nem ter conbe-
cido a Joaquim dos Santos Sousa, a qae apenas
procedaa i autopsia ao sea cadver, e uada poi i
diser por ae ter fe i te am rpido exime.
Sobro sata saaa apto esareve o Diario:
Dassa forma foram concluidas as iuqairicoes
das testemaahaa naste celebre proeesso, e do con-
juacto de todas as provas ficou mtaifestn que o
leagracaio subdito pirtoguez fallocea ea.'aaeua-
do pela sua intelis esposa, qae de tad) se caque-
cea, inclusiva qae era fiiht dessa trra em qae as
mulheres primim pela boulade do oracii, para
s se lembrar qua davia auniquilar de qualqoer
forma o lao> qae a preni.a qoelle desgraotdi.
Ftllecaram: em Bag, o faseadeiro capital
Joo Pdrreira Sobrinho; e em Santa Viatoriay D.
Clara MaceU 3
i .. Paulo
Datas at 19 de Juuho.
Na Pa.iha do Si o do Peixa entrn om jul-
aqu da molestia.
Appareeeram tambem a'guua e isos ni3 mmi
diacea da fazenda da Sra D. Hiria Sertorio.
D u so oes*a cidade o aeguiate desaatr: :
Achando-83 Beraardiui Henrique Lipes, ua
Perraria Lopes, em companhia do vario3 am'gos,
f. atojan lo Santo Antenio, ao aecender um m r-
teiro. este fes xp'oaSi. fernio-o gravemente em
urna p'-rnae em oatras partes do corpo.
No domingo a 3 hiras da tarde, no bairro
do Bromado, em uma vala de Jos Diaa, Manoek
Solidario de Souza, trava ido so de rasoas om
um amarada de Lucas de Siqueira Frauc i Netio.
desfecbra-!fae om tiro de eapiogaria, em defea
sua e de um seu irmi Joaquim S ilid .n i.
L se no Carreto Paulistano :
Sabe-se por carta de ama peasoa da cidade
de Batataes, que na madrugada de 7 do correte
alguna individuos, que, por ora, nao sao conheci
dos, puzeram fogo na casa de negocio do Sr. Hei
tor Marques de Arantes, cidado muito ea :imado
e conceituado negociante nnquella ciiade.
8erviram-se para laso de ama taquara pela
qual fizara-a earrer, para dentro da casa, agua
raz mu taimada para communicar-se ao depoait,
de t gurdente, o que feltztneate nio conseguirim,
sendo apenas queimados Darte do sialbo e di ver-
nos objectos que estavam peadorados ao tecto, pus
qae o fogo, nao secdo pequea >, attingi oa.
A autoridade tomou couhecimeato e ji se
procedeu ao respectivo auto de corpo de delicio,
sendo os prrjuisos avahados em 3:O00J
Do Amparo escreveram Provincia :
E' grande a falta de bracia aqu, e tal qae
pa?a-se a todos os trabalhadores o salario de 30
a 35| por mes, sem muta attenco ao sea mere-
cimento real. E, cono nao ser asaim, se a colbei
ta est em meio de meta le perdida !
< A maior parte dos cifesaes nao foram limpia
cor tempo e o cafe vai cahindo no mata crescido.
No bairro da Areia Branca ha ianum-ros
prejaisos, tudo por falta d; bracos e dtfieuldade
de se obter iinheiri pira pagar aalarios.
Os taaendeiros que esperavain olher 10 e 8
.mil arrobas, talvea uo colhan 3 ou 4 mil.
Foi assassiaad) oo carado de Alambary, mu-
nicipio do Binaoal, a praca do corp de pilicia
da capital Joo Mariano Xavier, por um preto
de nome Angelo, ex escravo de Jos Bebello Bo
a, daqueile maniciqio, dandi-lhe ama facada no
peito, ao lado es^oerdo.
Disem que o soldad j Xavier tentara tomar a
faca do dito preto, qoaudo eate aiteotou coatra o
mencinalo Xavier, fasenli-lhe ferimeitia que
causaram-lhe a morte.
Bota daJawo, ffpoaa de Jor Breves dos Santos,
e na capital, > Auua Vicenea da Aaambuja, o
teoente-ijoronel Dr. Tbomi Fernandos de Castro
Madeira, q le tii jais miaicipal em Caxiaa, redigio
o Tribuno em Becih e msrchou para o Paraguay
coa 300 homens pagos saa casta. Esta va ago-
ra empregado na repirticlo das trras e coloni-
saco.
Em Campias fallecern) : na idade de75an-
nos, D. Barbara de Oliveira Pontea, D. Helena de
Sampaio Pasaos e D. Antonia do Prado Vascon-
celos; em BenanaID Adriana G-iu.es do Espiri-
to Hanto; em Iguape Jos Franciseo Canee! I a ;
no Eap'rito Santo do Pmhal o vgario Dr. Jos
Daniel de Carvalhi Montenegro e ni Bio Claro D.
Bita B^nelleta de Camargo.
Hlaa (ieraea
Datts at 19 de Janho :
Trabalhava regaiarmente a Assembla Le-
gislativa Provincial.
Segundo o /ornal do Ccmmereio da corte f
ra paga no Thesouro Nacional a quantia de.....
93:000*100 so procurador dos propietarios das
^'gamento a saguuda turma dos implicados ne ho-
As folhas de Campias referem o seguate :
* Ha poaco tempo o Sr. Candido Garca, boia-
deiro, residente na Franca do Imperador, recebeu
uma carta remettida desta cidade por am sea co
ahecid), tambem resideote na Franca, da nome
Ricardo Carejoda Cuohi, carta em qae este lhe
propaahs nm botn negocio: dar-lhe 30:000j de
notas falsas, por 5:0JO da verdadeiras.
Caniid i (Jarcia, vindo depois a esta cidade pa-
ra negocios, avisoa do caso ao Sr. delegado de po-
lica.
Nessa mesma oceasio, encoutroa se aqui Can-
dido Garca com o Sr. Joaquim Antaoes dos San-
tos, fieando combinado entre os dous preoderem
os industriosos, que eram, aim de Ricarlo Care
jo, Francisco Lame do Santo, Jordo Jos Loo s
e Jordo Leme de Soasa.
Para isso, combinaram aceitar o negocio propos
to pelos larapioa. ficando estes de faserem a en-
trega das notas falsas hontem, a 9 horas da sai-
ub, na latrina daConoanhia Pauliata, junto
plataforma da va frrea di Mogyana.
A easa hora, com efleito, chegoa pelo trem de
S. r/aulo, Jordo Leme de S tosa com om aacco, e
logo qae desembarcoa Bictrio Carejo, Francisco
LLeme do Santo e Jordo Jos Lopes fizeram-lhe
signit!, dirigindo-se para a latr'-aa.
Alli, qaindo os 'srapios faz-ara a entrega a
Candido Garea, este fes signal, acudindo a orde-
aaaca do Sr. delegado de polica e mais algunas
peasoas queja eatavamprevenidas.
Fo-am presos Bicardo Carej, Francisco Leme
do Santo e Jordo Jos Lopes, consegualo Jor-
do Lime de Soasa eacapar-se, logo que se' vii
deacoberto. ______-^^^
Foram. appreheu ii 1 folb.i que estavam com oa larapioa, ha ve o do em
am delles ama paira embrolhada em papis, e oa
oatra ha va pie itea de papal am braio, exacta-
mente do tamanho das notas, tendo na parte su-
perior ama nota verdadoira e compltamete nova
em cada picote.
Ja pacotes eram seis, simulando um delles ser
de notas de 10J, outro das de 5, d ms das de 2j
e outro3 doos daade l*0JO.
Na revista que foi feta aos presos, encontra-
ran] se alguus papis qua se ralacioaavam com o
plano doa gatunos contra Canudo Garca.
Ni algibaira Ja Fnacis Leme do Santo fo-
ram encontradas dentro da am eavelipe daas no-
tes iuteirameote o ivas, sendo uma do valor de
20j o outra de l1 Nitaralmaate. easas notas
eram a anoitra da fazenda.
A excepeo de Bicardo Carejo, parece qae os
lutaes gatunoa usim de aomes suppiatoa, piis fo-
ram apreaaotiioa por Carejo a Ctnlido Garea
sob oatroa nomea, dauli Friniiso Lame do Siato
pelo nime Miguel de tal e Jos Lopes pelo nima
de Manases.
Peraute a polica leclir-.-im oa gitanos que
nio se conheeiam, nsm oaobacum tambem a Can-
dido (Jarcia.
A'i 3 L*2 horas da tarde, foi preso na platafor-
mt da estacto qumlo priaurava tomar o trem
para S. Paali, Jiri) Lame di Sojxi, ) socio que
da minhi cineguio esoaoir-ge.
Fallecer: em Pooo de Caldas, D. Maria
trras adquiridas pelo governe aas proximidaJes
da eidade de S. Joio dl3!-re para o es'.abelec-
meato de oacleos coloaiaes.
Aa trras foram etcolhidas e ajustadas por
uma commieaio naniada pal) Ministerio da Agri-
cultura e coaposta di Sr. Dr. Aaralaoo M. de
Carvalno Mouro, deputado do districto a qae per
tence aquella cidade, e coronel Custodio de Almei -
da M>.3i52s : o portante capitalista alli resi-
dente.
F.-ram medidas e demarcidas pela comaia-
aai te engeoheroa de que & ehefe o Dr. Armenio
le Figaeiredo.
i Eatio sitaada margem do rio das Mortea,
acerca de cinco kilmetros da cidade de S. Joo
d'El Bei.
Fiaealisou o proceai) daa eaeriptaras de ven-
da e effectiou o pagamento o 2o escripturario do
Thesouro Autooio Joaquim de Souza Botafogi.
Sem aeren di qu-idt le igual s da matt. da
Minas, ao eatatanto aa trras adquiridas das
ra^lh-irea d '3 eimp s de al*m SCintiqaeiaa.
Prestam-se cultura d >.; genaros de pequen i
laviura, i da vinna, di trigo, di fumo, dos cereaes,
ete
T; n na eidade de S. Joo bom e fcil merca-
do para a maior parte dos s-us productos ; e aahi-
da para oa outros na estanta da farro Oeste de
Miaas. cujas tarifas sao r Musidas.
n- n-:ta nos que o Sr. conselheiro Bolrig)
Si va pretnd1 fundar all uma colonia mixta, lo-
ca'isanii colonos -llemas,' b-lgaa e italianos.
Oa precis p rque nm a 1 (airidas as trras
foram os mais rizoiveis aendo digo) de louvor o
esfiroo p-rsevi-rant e escrupu oso deaeovolvido
pelos Srs. Dr. Moar) o coronel Cu atedio no des-
empeoho deste servio1, qne importa um gran i
me.hiramenti para o s u fl irescente dis ricto.
nio de Janeiro
Datas at 20 de Junbi:
Nidia 11, no Seoaio, d'poia de ^pprovada
a redice io do pnjeeti sobre a libeidide do culti
publico de tolas as eitaa relig'osia, i Sr. Viriat >
ie Medeiroa juatifieiu um requerimmte, qua sem
debite foi approvado, pe iin lo copia da lista d is
pr-coa dos aetuees vaoorea laompiabia United
'" liatl SUamt Skip.
r Uaulio da D ivein jaatificou outro ra-
qnerimeuto, que tambun foi approvado aemdia-
cuasi, solictmi copia do decreto qu perdo u a
PreVit Jean-Pierre a pena qat lhe foi imposta pe-
11 jory de R zeoic em 1875.
Cmtiouanl) a dis2Ussio do reqaerimehto do Sr
Siraiva 8 ibre a estrada da ferro da Baha, e, con-
janetam "nie, do ad litamsnti pelo Sr. AffinaoCel-
si. jrar.m os Srs. Saraiva e Joi Alfred', e ficou
o debate adiado pe i hora.
Ni sedea do dia foi approvada, em 3* diacus-
>, a p iposieo da Cmara doa Deputados an
torteando o goveruo a couooder meio aoldo a D,
Ambrosio i itisa de Je na.
N'i lene do pr.-jc;ti dereapiaU 4 falla di
throno, oraran os S:a Thomiz Cieloo, Silveira
Mirtina e Avilla. A diacussi ficou adiada.
Na Cmara nao h mve aesso por falta de nu-
mero.
Na da 12, uo Senado, proaeguo adiacassai do
requerimento do Sr. Saraiva sobre a extraa de
ferro da Babia, e conjunctanante o a Hitamente
di Sr. Affinso Celso. Orou o Sr. Thimaa Coelho
e fi :ou a liscuaao adiada pala hora.
Cinli.ij.iod) o debate do projeeto da respista
falla do thrino orou o Sr. Affinso Celso. Encer-
rada a discasso, foi appravado o projecto com as
ementas da eommisso.
O proj -cto do Sea ido r''ativo a bneos da emis-
sai entro o em 1* Jiseussao, que ficou encerrada
depois de algumas oba 'rvacoes dos Srs. Teixeira
iunor e Silvira di Mitta
Na Cmara, foram jalgaloa objeo'oa da deiibe-
racaj os projectos :i. 24 do Sr. Affoaso Celso J-
nior, abolindo a pe is de morte, e n. 25 do Sr. Jo-
s Mtrceiiuo, sobre dese'ntralisacio balearia e
auxilios lavoura.
Foram ldos e ficarim adiados por terem pidldo
a palavra oa Sra. Joi Herique, Moro e Figuei-
ra, diversos reqaerimentos do Sr. Affinso Celso
Jnnir, paliado intormices ao governo.
O dr. Bidrigu>a Peinto tuudamentou um re
qaerimeato sobre a le do recrutamento, tasendo
obs-rvacos 3ibre elle i Sr. miostro da justica.
Fallaram anda na hora do expediente os Sra.
Americo do Sousa a Zima.
Na erdem do dia ficou encerrada a 2" diaeusso
da pi)posta do goverao fixaodo 'a foroa naval pa-
ra 1889.
O Sr. Biaa c 8ilva requeren a spantelo de am
additivo para ser ouvida sobre elle a comssiaaai
de mariuha e guerra, requerimento que foi appro-
vado depois deorarem os Srs. Affoaso Celso J-
nior, Boea e Silva e Matta Machado, sendo rejei-
tada uma emenda do Sr. Affoaso Celso Jnior.
A proposta adoptada em 2' diaeusso para pas-
ear a 3, foi remettid-, eommisso de redacoo.
Foi remettida eommisso de orcameuto e con-
tas urna proposta do poder executivo abrindo ao
ministerio da marinha o crdito de 442:303^129
para diversas verbas.
Na 2* parte da ordem do dia entrou em discua-
ao o or^tmento da despeza do Mioisterio do Im-
perio, orando os Sra. Mariano da Silva, Mattoso
Camira e Matta Machado.
A discaas" ficou adiada pela hora.
A 13 nao houve'sesso ao Seoado.1
Na cmara, os Srs. Matta Machado e Esperi-
diio Marques fiseram algumas obsuBVacea sobre
a acta Ja sessio eateeei-.it -, qae cea seguida foi
approvada.
Na hora do expediente, foram li los e acarara
adiadoa, por t r m pedido a palavra os Srs. Co-
cbrsoe, Freir de Carvalho, Liaito da Cunba e
Coelho de Beaende, requetintentos apresentados
pelos Srs. Affinso Celso Jnior e Beltro, pedin lo
informacas ao gov.ru j.
O Sr. Affoaso Celso Janor, referindo-se ao seu
projecto de auxilio aos expisitoros brazileiroa na
exposioo univerail de Pars em 1889, reqaerea e
obteve urgencia para ser o meamo projecto dado
para a ordem do dia, diserico da mesa.
O Sr. Zima pedio para ser inscripto para a
discusao do pr.jocto de resposta falla do throno.
Depois dealgimia cousideracoas do Sr. Maciel,
qaa declarou em seu nome e no de seas correligio-
narios inscriptos desistir di palavra, passoa-sa
ordem do dia.
Na discasso da resposta falla do throno ora-
ran) os Srs. Zima e Daarte de Asevedo, fieioio
adiada a discusso.
N 2* parte ontiaaou a discasso do oreamento
do Miuisterio do Imperio. Oraran oa Srs. Olivei-
ra Bibeiro e Joo Peoido.
A discusso fieoa adiada pela hora.
Esgotou-se a orlem do dia.
A 14 ao hiuva aesso no Sead
Na cmara, depois da leitura da acta e de ex-
pediente, foram lidos e fioaram adiados, por terem
pedido a palavra as Srs. Beato Ramo e Carlos
Peixoto, requerimsatis dos Sra. Beltro e Affinso
Calsi Juuir peiinii informioes ao goverao.
O Sr. Affoasi Cela Jaoior lea liguas doeamea-
tos relativos ai ii|uerito a qne sa proceden na
casa de deteoco ajbre aonatruecio daa slita
ras, pe lia 11 a loserclo deaaaa documentos no
Diario Oficial.
O Sr. Paun Primo fundameatou am requeri-
mento de informices sobre negocios da Parahyba,
reoueriraento qua fieiu aliado por ter pedido a
palavra o Sr. Soraao de Soasa. ,.
Preqaeberam a aira do expediente os Srs. Ri-
irigiaa Peixoto e Jos Po apeo.
Na primeira pirte da ordem do dia coatiauoa a
diaeusso do prijecte daresooati 4 talla do toru-
no, orillos Sra. Mieiele Janquaira Ayras.
A tiiaauasi fieou aliada.
Continuou a i" liseusao do oreamento das des-
peis do Vlmisterio do l apeno, orando o Sr.;
Bernardo ia Mendinoi Sihriaho.
Foi remanid i & esmnissi de orea neuto jis ad-
litivodi Sr Affinso Celso Jaaior, subvencionan-
do co n 3:000-1 measaes a empresa tbeatral qae
fiser represeu'ar ama peca de autor brasiletro e
coasedendo am premio de 3-0X1* ao autor da
mesma composioio.
A discasso ficou adiada pela hora.
Eagotou-se a ordem do dia.
A 13, no Senado, foram lidos os pareceres da
eommisso de marinha e guerra, opiuando pela
adopoi da proaoata do governo qae fita as forcas
de trra para o auno fiaaoceiro de 1839, cosa u
emeadas approvadas pela cmara dos de potados ;
e da eommisso de pensoes a ordenados, opinando
pala adopcio da proposiclo desaa cmara, a qaa)
approva o decreto qae clava a penso de Fcliisr-
do Jos da Silva.
Sobre a acta do da 14 fes o Sr. viseonde do
Bom Conaelho redaraicas, declarando ter-se aeha-
do presente & aasso ; ao que responden o 8r. pre-
aideate, mostrando ter sido o comparecimento do
Sr. senador postener a deelaraeio de que nio po-
da celebrar saa aesso p w falta de numero.
Approvada a acta, tambem o foi a redaoco da
resposta.
Bequ leu em seguida o Sr. Silveira da Motta
que fosse communicado ao Senado a resolacio do
cnnselho de estado, reunido a 13 do correte, sobre
a consulta a respeito da ioterveocio dos governos
proviociaes as queates de verificarn dos pode-
res dos membros das assemblas legislativas das
provincias.
Orou sobre este reqoermento o Sr. Correia, fi-
cando a discusso adiada pela hora o oom a pala-
vra o Sr. Tbimaz Coelho.
Na ordem do dia foi approvado em 1* diaeusso
o projeeto do Senado relativo a bancos de emisso.
Pelo Sr. Visconde doyCrozeiro foi requerida dis-
pensa de intersticio/, a o Sanado concedeu.
Seguindo se em f" discasso o projeeto do Se-
nado sobre a fundaco de colunias agrcolas, jus-
tificou o Sr. Silveira da Motta um requ rimeuto
de adiamento, para qae o projecto fosae s com-
miaaes de legilaco e de commercio, agricultura,
industria e artea. O Sr. Viscouda d Ouro-Preto
enviou emenda para que a remessa s commissoet
se fiaessa sem ptejoiso da 1* disoussi. OSr.
Canudo ae Oliveira juat.ficou am addtameoto,
afim de que se convidasse o Sr. ministro da agri-
cultura p ia asaistir ao debate. Pelo Sr Kibeiro
da Lu toi anda justificado outro requerimento,
diando a discusao at prxima segunda-feita.
Oraran os Srs. Candido de Oliveira, Bibeiro da
Las e Corris, e, depois de algumas observ ices
do Sr. presidente, sobre o modo da votsc) dos
requera) otos apreseatados, recauheseu-ae ao
haver na casa numero pulficieate de senadores
pira se proceder votaci. Por isao ficon eu3er-
rado o debate dis reqaerimentos e reservada a saa
votaco para a sjsao seguate.
Na Cmara, depois da leitura da acta e do ex-
pediente, foi lida ama atatpeU cao do Sr. Cesada
Alvitn i) S-. presidente do ciuelhi sibre aa me-
diiaa qaa n goverpo pretcnd adoptar para debel-
lar a crise da lavoura assim como sobre o que
penen a respeito di movimeato repablcioi qae
se Vb operaado uo piis. Ficiram adiados, por
terem pedido a palavra os Sra Daarte de Azeva-
loe C krane, os requerimientos apr.seatudis pelos
jrs. Alfonso C'lao jumor e todiiguei Peixoto.
I'rceachu i h ira .. rf,-. Affoaso Celso Jnior.
Si sedeas io dia, depois de or.irem 03 Srs. pre-
siieate ao conseibo e Loutenco de Albuqusrqae,
le-rradiii discusao do projeeto da raaposta
A faii 1 do thr mo, que foi adoptado e iramedrita-
uiente redigdo e approvado.
Cintiuaou n 2* discuasi do ore -,-r.ent o d im-
perio.
Oraram oa 8r3. Costa Pereira e Custodio Mar-
tina.
A discusao ficou adiada.
Eagoteu-sa a ordem do dia.
A li nao bonve a sao era nenhuma das dnas
cmaras.
S. A. a Princesa Imperial B'gente digoou-se
receber na segunda-teira 18, 1 hira da tarde,
uo Pico da cidade, a deputauo do senado qae
tem de presentar mesma Serenisaima Princesa
a resposta falla do throno.
A deputaco compe-se dos Exms. Srs. senado-
res : Maooel Francisco Correia, Visconde de Ca*
valeaut, Visconde de S. Luis do Maranho, La-
fayette Bodrigaes fereira, Domingos 00.c Noguei-
ra Jaguaribe, Luiz Felppe de Sousa LeS'o c Fe-
lippa Flanco de S.
A 18, nao houve seaaio uo senado.
Na cmara, dep .3 da leitura do expediente, fi-
caram aliados por terem pedido a palavra os Srs.
Mattoso, Xavier da Silva, Carlos Peixoto, reqae-
rimentos dos Srs. Alfonso Celso Jnior, Custodio
Martina, Pedro Luis e Affinso "en 11.
O Sr. ministro da justica promatteu apresentar
u je o s u relatorio, caja demora foi davida sas-
peoso dos trabalh.s da imerensa naciinal por oc-
easio dos ltimos f-'st-jis.
Foi appr.vada unauimemeite uma mielo pre-
sentida pelo Sr. Affoaso Celso Juaior, exprimiado
os seatimeatos lt ornara pela mirto do imperador
di Allemanha e laudo o pezama ao povo allemio.
Depois dealgumta obsarvacaa dos Sra. Rodri-
gues Peixoto e Affinso Peana, pissou-se ordem
do dia.
Foi encerrada a 2* diaeusso do orcameuto do
imperio, a requerimeoto do Sr. Pasaos Miranda.
Indi proceder-se a votaeo dos diversos ariigoe
da proposta, o Sr. Daarte de As?velo requeren e
a cmara approvou, fosse eusprnaa a sessio at
que voltasse do paco da cidade a deputauo qae
fra entregar a S. A. a Princesa Regente o auto-
grapbo da resposta falla do throno.
Beaberta a aesso 1 hora e 35 minutos foi va*
fado e approvado o oreamento, sendo separado
ra constituir projeeto a parta o additivo do Sr.
Affinfo Celso Jnior subvencionando a empresa
theatral que fizer repieaentar pecas nacionaes e
nstituiado o pr.--n.io de 3:000/ para o
composico preferida.
Na 3 discusso ia proposta i) ",.-cerno, con-
vertida em projecti do le, fixaufVas forcas na-
vaes para 1889, oraram os Srs. airo BeltrSo e
Aodrade Figueira. /
A discasso fieou adiada pela-fcira.
Esgotou-se a orden do dia.
A 19, fiaalmeote, ao senado, o Sr. Bario de Co-
tegipe justificou am projecto de iaderaaisaci) aos
ex-possuidorea de escravos, projecti que vai pu-
blicado na carta de nosao c rrespini ate.
Procedendo-se votaco dos requerimantos l-
timamente offereeid is sobre o proje ti de funda-
co de col )oiaa agrico'as, foi approvado o requeri-
meoto do Sr. Sveirs da M itta com o additamen-
to do Sr. Visconde de Ouro Preto. A materia prin-
cipal foi approvada em 1' discasso.
Approvada ama proposico da cmara dos de*
potados aobre a aotizaidade de posto de am mi-
litar, segaio-se a 2* discusso do projecto de ban-
cos de emisso. Oraram os Srs. Visconde do Cru-
seira e Pereira da Silva. OSr. Riheiro da Luz,
antes da termiuaco da hora, roquer u adiamento
at aesso seguate, e, nio ha vend niero pa-
ra se votar, fieou, segundo o regiment, adiada a
discusao.
Na^camara, depois da leitura do expediente, fo-
ram lidos e Acarara adiadoa, por terem pedido a
palavra os Srs. Carlos Peixoto, Fernaades da Ol
veira e Felppe de Figueirda, os requerimentoa
dos Srs. Affinso Celso Jaaior e Affoaso Peana.
O Sr. Joio Manoel tratou de negocios do Bio
Grande do Norte o a Sr. Affoaso Peana pedio pro-
vi (encas contra o jogo desentejado oas bar-raqui-
nhaa da prare da Acclamacio.
Na ordem do dia, na 3 diaeusso do oreamento
da despesa do ministerio do imperio, oraram os
Srs. Bodrigues Peixoto, Costa Aguiar, Mauc 1 Bi-
beiro e Affoaso Celso Juaior.
A discusso ficou adiada pela hora.
Sob a presidencia de S. A. a Princesa Imoa-
rial Begeote e achaodo-se presente S. A. o Sr.
Conde d'Eu, reoniram-se ao dia 13 s 6 horas da
tarde, no paco da Boa-Vista, os cooseiheiros de Es-
tado Visconde de Paranaga, Dantas, Corris,
Affoaso Celso, Aodrade Figueira, Lafayette, Pau-
lino de Sousa, Jos Bento, Beaarepaire Bohan e
aues Goacalves, para consultar sobre o seguate
ponto.
Oecorren io qne se apresanera com o eleitoa m en -
bros de umi aaaembla legislativa provincial c la-
dios em numero superior ai fixado pela lei e que
por divergeocia quaoto verificacio de poderes
dividain-ae em duas turmas, cada uma das quaes,
sustentando a validada dos respectivos diplomas '.'
pdenlo pelo numero deseus membros representar
a maiorii, preterida sr coaaiierada a reooheida
como assembla legitima.
Qail deve ser o procedimeoto do presdante da
provincia em qae o tacto ae realiae?
Que providencia da ordem administrativa oa le-
gislativa compre tomar para resolver as duvidas
qae se suscitaren) com relelo aos diplomas doa
membros das assemblas provinciaes, quaudo estas
csrpiraces nao as resolvam.
.0 conaelho da estado tratou deste assnmpto at
s 10 horas da noite.
Aut irisado pela lei da 20 de Ootabro de 1837
para entregar ao Sr. Duque de saxe, segundo as
clausulas do contracto matrimonial, e as leis de
29 de jetembro de 1810 e 7 de Julbo da 18S4, 9
dote proiaattid? saa fallecida esposa, a Sra. D

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LeopoMina, ra o governo desempenbar-se do en-
cargo aa forma do parecer das seccoes ru,lld,s
da faawnda e imperio do conselho de Estado. Ef-
feotnar se ha o pagamento pelo padrio monetario
da lei de 1846, gubdividida a importancia de uaa-
neira que quota pertenoente aos principea, D.
Pedro e O. Augusto, Ibes aeja entregue amapoli
ce da divida publica, e a do usufructo do Duque
d-8xe sjo convertida em titulo de crdito, cuja
alienaci > ficari pendente da annuencia do govern o
imperial.
__ 4" c "intente directora em Laare remet-
ten o npe- endent da ferru-via de Santo a Jun-
diahy, a 1 do mee ultiim, por conta dj Baldo do
trafego, a quantia de 97:959/180, ao cambio de
24 1/a.
Por tazas de telegrammas arreeadaram a
eat-.cdes telegraphicas do imperio, no correr de
Fevereiro, a receita de 68:316/780._
Foi agraciada pelo papa L o XIII, com a
ccmmcnda da ordem de 8. Gregorio Magno, o 2.
offiial da secretark de estraogeiros Pedro Pinheiro
Guimaries Jnior.
A bordo do paquete allemia Valparaso che-
gara da Baha monseuhor Spolverini, internuncio
apcstoleo na corte.
Sob o meteorito do Pendego u.li chegado no
Arliudo diz o seguate o Jornal do Commercio de
16;
Conforme o quo havia resolvido na vespera o
Sr. Dr. Li liaio Netto com o Sr. Bario de Ivi-
nbeitua, por ordem de 8. Exc. o Sr. conselbeiro
ministro da marinb i desembarcou hontem no arse-
nal d'i qaellc ministerio o famoso meteorito do Ben-
deg, que alli deve ser preparado de modo a mos-
trar par pequea face poilida a ua estructura io
terna, dep.is do que ser transportado para o jar-
dn) do Campo da Acclamaco, de onde, depois de
satisfeita a cunosidade publica, ser reeolhido ao
Museo Nacional.
H je pela manhi 8. A. a Princexa Regente,
em companhia dos Srs. Marquex de Paranagu, Dr.
Ladislao Netto e commendador Jas Carlos de
Carvalho, visitara o meteorito, que nao p queno
numero dejfragmeutos.aioda que de pequeniuaa di-
memocs, foi cedende no en longo trajecto aos cu-
rioso e at ac devetos e feticero, vidos por
guardaren) qaalquer pequea paroella deste pre
ente do t). .
Na dia 18 s 2 horas, da tarde, 8 A. Impe-
rial a R gente e seu esposo, scompaabados des
Sr. Mrquez de Paranagu, chefe de esqoadra
Jco Mendos Salgad,, Baro e Baronesa de Loreto
foram a o arsenal de marinha ver o referido meteo-
rito B oa quare.;! 3 blocos de p rphiro que formain
om volnmeda quasi dez metro-1, que sao destina-
dos ao leu pedestal e foram extrabi s de umi pe-
dreira existente perto da Serra da Itiuba.
Alm do Sr. ministro da agricultura tambis
foram ver estes ebjectes mu tas pessoas, a quaes
o Sr. inspector do arsenal amavelmentc franqueou
a viea.
O Sr. Antonio G m?s Brandia socio la firma
Brando & C, na ra dos Ourives, apreseuUa se
no di 15 au Dr. chite de polica o fez Ihe a se-
gninte queiTii :
ludo ao Nuc hondn & Baiilian Bank buscar
dinheiro ahi receben 1:100* em n tas de varios
\alcrc-. L.,i:(5,.3IP. l. t.-gUt"'-
pagar um deep*chae ahi foram Ihe appreheodidas
du&s nctab de 2003, que venficou se eercm falsas
Voitou com um empregado da alfondega ao bar;
Cfl citado, ond- foi-lbe respondido que squelle di
mhnirrt pertencia a um inaco e que tinba sido reoc-
bi-ij h leu meemo no banco.
O Sr. Dr. chefe de policio, m-indou tomar por es-
cripto as declar^ees de Bra..dio e vai proceder s
nece-s.i'.an pesquis u.
No da 15 s 7 h iras da manhi Franciseo
L pee de Campas Scares, de 20 annes de idade,
solteiro, < mpregdo na lo}* de barbero da ra do
Cattete n. 196, auieidou-se disparando una.tiro de
revolver na regia > parietal d ri ta.
So res praticou tio desesperado acto no s u
qu-ita de dormir, oude foram encontradas vaiia
cartas dirigidas ao seu patro e alguna amigos, as
qnaea dtelaroii quj tijha t maio a resolucS) de
whlfTiil se por vur mollograda uma violenta paixo
ara .-osa.. _
Purordcm do sub legado da fieguisia da GIj
i.u. Soares foi r;met, o [.ara o hospital du Miso
m .di onde fallectu = 10 h^raa da manha.
N i ui.smo da, s 6 horas aa tarde, Joo
Espiedla da Veiga S.briiho, bmzileiro, filho de
Margarid* 8osa Espiuicl^, suwilou se atirando-
se ru do 2' andar da casa n. 47 da ra do Ro
ario, onde resida.
Vei^u Sobrinho, que cont.v apenas 18
de idad.-. fractuiuu o erauej. Foi chamado o Dr
Ei Vidiga1, qu decan u a queda mortal. Com
iff meia bora depois fallecen.
f\ao pude I-zer declaracoee; :ua mai, poroi,
declara que lo s-ii i de ataques epilpticos e
an .va deeg pfvso da vidi. Hontem, tarde, e-
tev.' j .ndo c^ita com elles, dapois esteve j-
ntlli e a| D se de um momento em que es-
tava :, F: ,:io a t>e ra.
O Dr. Luiz i ria, subdelegado d frgueza da
Candelaria, tnmou conhecimento do facto.
A Gazeta do Povj, da cidade de ^mpos,
noti q.ie suicidou se em S. Franeisca de Paula
o[tzendeiioL mardo Mi obles Barre o, constando
qu- i cau34 d 3te suicidio foi ter ficado profun-
elauj ote detgost-so aquello agricultor por have-
uoo cb seu* ex escravoi abandonado a iazenda.
Fallecen na ci-t no dia 12 a D. Delminda
Msndej de Fn-itas, espoe do commendador Jos
Rbeiro de Frei.tas, negociante desta pr9a e na
fazeuda da Boa -Ventura, sumidouro d Paqu-
r, o Dr. Jjquim Teixeira de Macedo, chefe
. ae seceo na secretaria dos estrangeiros.
Caujou no dia 13 profundo pesar na sociedade
flauoiu use a noticia de que 1 hora da madru-
e da havia fallecido o antigo e estimado corretor
' s Henrique Ilarper. Era ncmeroaa a
roda "de -. ns hmigo, porque tees se tornavam
qntntoB co\\elle tratavam, attrahido por sua
pbysivnomi* ympatnica, por suas maneira ama
veis e lhanea\ g carcter.
Na sua loogav da csmmercial conquistou non
justamente conceituado.
Servio por algum tempo na directora do Banco
Industrial e do extncto Banco Nacional e era
desde algnns anaos cnsul da Repblica do Per
__Falleceu no dia 13 D. Loopoldina de Uliveira
Figueiredo, esposa do coronel JoSo .Bautista de
Figueirtde.
__ No da 15 falleceu o commendador Candido
Matheus de Faria Pardal, decano dos profeasores
pblicos desta crt'.
Nascido a 10 de Janeiro de 1818 dedicou-se
desde verdea anuos ao magisterio, cujas funeces
exerceu como professor da 1> escola publica da
fregueiia de S^nta Rita e da cadeira de desenho
do Imperial Collegio de Pedro II, alm do ejer-
cicio do mesmo ministerio em importantiss.moa es-
tabeheimentos pirticularcs de eneino e no eeio de
algumas dsa uossas mais distinctas familias.
Ao c mp'i tar o mximo do tirocinio legal no
magisterio jubiknse, sendo nissa occaaiSo galar-
doado pelo governo imperial.
Nomeado pela municipalidade para director de
iu^s escolas, ainda celias teve o benemer-to cida-
dio ens jo de i r em relevo a suas sptides em
tSo difficil como espinhoso cargo.
Exercm vario cargos de ilaico popu'ar e de
nomeatao do governo.
Servio cui diversas commissoes importantes.
Como professor, exerceu iaourneras vezes o
cargo de examinador quer nos exames do profes-
orado, quer nos de preparatorios, conquistando
em todo a merecida fma de um carcter recto o
justiceiro.
Procedendo se ao arrolamtnto da pcpulacao do
municipio neutro, ainda niao proyou a ua re
conbecida dedicado pela Chusa publica.
Eminentes homens de Estado, jurisconsultos,
medico, professores, emfim todas a claases so-
ciaes contam muitos e distinctoa membroa que
sena i.lnmus, attestavam na smitade e considera-
gao que Ihe dispenaavam a gratido de qne era
diguo-
O commendador Pardal lega o exemplo de uma
Tida longa tod destinada trabalho e cari-
dad-a que tSo bem sabia exercer.
Em sigoal de sentimento pela ua morte foram
usjuneas aa aulaa das escolas municipaea.
__ Na tarde de 17 fallecen a corte, o pernam-
buc-.no Joac Paulo Firreira Das, proprietario da
Imprenta Industrial. Exerceu o lugar de pagi
ador do Correio Mercantil, foi depoi nomead
Vfcdor da c*Ba de correceo, cargo que deizou para
oceupar o de administrador daj.Tvpographia Na-
cional, tendo ervido ao Estado tVca de 32 snno*.
rn condecorado com os hbitos das ordena de
Chiibto e da Rosa.
-- Falleeea a 18 o corte astao Lua Henri-
que de Escragnolle BarSo de Escrsgnolle, filho do
de de Escragnolle e D. Adelaida de Beaure
ipai:re.
' Naacido a 16 de Abril de 1819, seguio a carreira
dat armas, fea estudoa completos e foi claisificado
no estado maior de 1.a ciaste.
Rpida ena a earreira de Luiz Escragnolle,
que gozou aempre da eonfiaaca e estima do sen
chefe, especialmente da do Duque de Caxias, se
impertinente snrdea o nao obrigae em 1865 a
reformar-ae no poato de tenenta-coronel.
Retirado vida particular, foi em 1874 nomeado
director da faaenda nacional de Tijuoa, lugar em
que den provaa de anas grande qualidades de
administrador e de artista.
Por na dedicacao e ef jroo toi aquella ponto
traneformodo em um dos mais belloa sitio do
arrabalde* desta corte.
Aos importantes trabalho da faaenda nacional
da Tijuca ligau para empre o sen nome o Bario
de Escragnolle que se dedica va com amor a bot-
nica eorrespondendo-se nes.ia especialidide com
diversos sabios da Europa.
ltimamente toi consagrada ao seu nome uma
nova orchida.
Com a morte do Bario de Escragnolle perdeu o
paiz nm dedicadissimo servidor e a faaenda na-
cional da Tijuca um director que deixa de si inol-
vidaveis recordacSes.
O Bario de Escragnolle tinha o.habito de Avia-
Eapirlto nIo
Data at 13 de Junho.
A' Provincia eacreveram de Santa Isabel, em
data de 8, o aeguinte :
Hontem, pelaa 4 1/2 horaa da tarde, cheeon ao
cemitero desta fregneza, ^ondundo por diversa]
pesoa, o cadver de Uuobolina de tal, parda cla-
rav de 20 annoa de idade, pones mais ou menos,
mulher de Carolino Custodio de Souza Lobo, e ha
vendo indicios de um crime, o subdelegado de po
licia, Jos Victorino Pinto, que ae acbava presan-
te, ordenou que se procedesse a competente carpo
de dolido antes de ser sepultado o eadaver, e as-
sim verifieou so ter sido a morte proveniente de
pauladas p' las vestigios encontrados : an brecha
na cabeca do lado esquerdo com 5 centime'ros de
comprimento, fermentos no brafo direito, o rosto
denegrido e o corpo todo espancado.
O autor do crime, segundo dizem alguns dos
couiuctorws, pela desordena que reinava entre
squ'lle casal, suppoe se ser o proprio mHrido.
Caro'.ioo un acomp johou ao cemiterio o cadver
de sua mulber.
Na fr.gueza de Santa Issbol f l'eceu ut ma-
nb de 3 deste mes, com 61 annos de idade, o
subdito allemo Jos Christo.
F ello um dos primeiros immigrantes chega-
dos proviuoia, esUh 1 o ndo se na ex colonia de
Santa Isabel, em 1847
L g i sua familia uma solida fortuna.
O Jornal do Commercio da corte publica o
seguinte telegramma:
Victoria, 18 de Junho.
Com as caldeirus a variadas, sem poder ti aba
lhar, est fundeado fera da barra o novo paquete
Lodario, da Comp-inhia Nacional de Navegacao a
Vapor, procedeut de Stettin, cam escala por Lis-
boa c I b i de 8. Vicente.
O capillo telegraphou piraf Ki !c J.nsi.a pe-
dindo i' hocador.
D'qui seguio um pequeo rebocador, com um
pratico, par* ver se coas gue traz'.r o paquete.
Este vapor vinha para o Rio de Janeiro e des-
tina se u- v'^^ci deMontevido e Mitfo Grosao.
Babia
- Wa me beio^n folh .a.
Alacoa
Datas at 26 de Junho.
A convite dos Sr. Dr. Leite e Oitcica e Mes-
sias d*GumSo runirar-se a 24 divereoa cida-
do3 no lio da EacoU Central para fundaco la
soci 'dad t 1 .Jora da agricul oa.
Poi ; nado prrsideote o Dr. Roberto Ci-
Ibeir^L ;u eonvidou para secretarios ao Drs.
Diegu- s e J os Paulino.
Fucram se ouvir os Drs. Oiticica, Messiap, An
tero e Noli-eo eo eapito Biennand.
Poi nooiiada a c mnisso organisadora dos es- ,
tatuto que ficou comp.sta dos Drs. Dieguej, Oi
ticica e aiosaiaa.
Ar-aubl d-.remos noticias um ouoo mais cir
cuin;t'uciada8.
No dia 21, ua v 111 da Imperatria, Pedra de
tal vibrou selvagcmeute seta tacadas contra um
si u iiinao, quo morro piucas horas depois
Fall cora a 19 a tenente Joao Trujana do
Molla.
EXTERIOR
Sua flagala de o Imperador
(Jornal do Commtrcio da Cort )
Escrevem-r.os de Paria :
Os Srs. Bario d>- Peneda, nossa ministro em
Londres, a Souza Correia, ltimamente acreditado
nato da Santa S, somonte Ib puderam ser ad-
mittides pr aenca de Sua Mogestad; o Impera-
dor.
Sua Magestade estava no leito com a cab'ca
cercada de gelc.
A' 20 Cuosentiram oa mdicos, que Sua Ma-
gestade se levi.ntasse para repausar em ;tma chai
telongue
< Uesde que o Imperador torneu a ti, pedio por
veses noticia do Brasil, inqueriodo pela falla do
throna e pelo projecto da emancipacio.
Segundo as preecripsooa medicas, 08 cama-
ristas reBponderam cam screnidade que oeohuma
noticia havia, posto que desde a tarde de 13 de
Mio constasse por diveisas telegrammas echar-se
extncto o captivera no nosso caro Brasil. E'
precisa telegraphar, dzia o Imperador, pedmdo
noticias *.
Moatriva Sua Magttade vivo interease por
conbwer o an lamento da questio.
ajuaud'o Sua Magestade pareaia ter, entrado
em eonvaleacenc, sobrevieram symptoonA-de in-
cipiente paralyaia bulbar, sendo logo chamado
Charcot. que tinba regressado para Paria.
Na manhi de 21 julgaram os mdicos desea
perador o estado de Sua Magestade e foi chamado
um sacerdote "para ouvil-o em coofissio. Resi-
gnado e tranquillo, o Imperador declaron que de-
sejava receber o ultimas Sacramento, os quaes
Ihe foram administrados polo arcebiapo de Milo.
Depois do meio-dia cemec^u Sua Magastada a
melborar.
No dia 22 entendern) 08 medico que devia
ser commuoicada ao Imperador a noticia da cx-
tlncco do captiveiro. Foi a Imperatria quem ae
incumbi desta missa. Grabas a Deus l gracaa
a Deus !* Sxclamon o Imperador, e acto continuo,
accrescentou : Eolio, nio ha mais escravoa no
Brazil? Nif, nio bi miis. disae a Imppratriz.
Grande povo !... Grande povo !... exclamou
de novo o Imperador.
Ap3 momento de silencio, ditae o Impera
dor:
o E' precisa teleoyaphar j a Isabel, mandando
Ihe a minha bencio e os meus agradecimentos a
todos que cooperaram para este resultado : na-
ci inteira *.
a Em seguida dictou o telegramma aeguinte :
Don grabas a D u pela abolicia da eacravidio
no Brazil. E' uma graode alegra para o meu
eoracio. Felicitacdes a ti e a todos os Brasilei
ros >.
gem do Dr. Semmola, qne oasoa faael-o abaonrer,
em 24 horaa, duas grammaa de eafaini.
Alii este tratamento nio foi applicaoa ae-
nio apa exame profondo do gravea accidente
proveniente do enfraqueciment dos centros bol-
bares, que repreaentam o maior papel no diabetes.
Em Setembro de 1861, o professor Semmola,
entio muito joven, dirigi ao Instituto de Franca
uma memoria acerca do grande perigos que pa-
dem correr oa verdadeiros diabtico por effei.o de
intermitientes affeccoas bulbarea, as quaea aa ve-
ses se tornam fulminante, e, de acedrdo com o
Dr. Jacqnot, aconaelhava o tratamento pela stry-
chnioa.
O imperador por mai ta tempo den; ae bem com
este tratamento; mas, como dzia Semmala, nio
pela repencio de saquea qne se junta fortuna, e
quando alguem est arruinado, deve faser econo-
mas para viver. D. Pedro f&aia o contrario;
quants mais se lhe.airunava a (sale, mais a des-
penda. Contra os efleitas do esgotamento agudo
e ante a ameaca de paralysia bulbar, qual aema-
nifestou hontem, nada mai podiaa sthrychnina; <5
o citr.ta de cafena podia dar resultado.
Meia tio violento, porem, nio pidem ser r-m-
pragados todos os da. Todos os medico consul-
santes de accordo com o Dr. Semmola na efBcicia
do tratamento, mas ao mesmo tempo concordio em
que a cura definitiva do imperador gmente pode
ser esperada ap3 i ntareconstituido do systema
nervoso obtida principalmente pelos meio da by-
gieno, e observada cam a mai completa obedien-
cia os conselhos, alias antigoa, do sabio msdico que
provou. em eirenmatancia tia graves a seguranoa
dos aeus diagnisticoi-
Cbegamo ao ltimos ideidentea.
O Dr. Charcot gosa, ha muito da confianca
da familia imperial. Haver oito anuos, foi cha-
mado a Brux illas para tratar da imperatriz do
Brazil. Por ocoasio da erige de 5 d* Maio, achan-
do-se em Barcelona, onde tora tratar de um cen-
te, foi dalli chamado por telegramma, e apeaar das
dirficuldades, eslava a partir, quando por outro
despacho foi avisado de que podia demorar-so'. A
11 de Maio, sobreviodo complicacSes, mandram-
os de novo ebamar.
c O Dr. Charcot, por exagerada modestia, pro-
cura eclpsar-se o maio passivel. Elle declara-se
feliz por reatemunhar que, ao envea do occorre
roda do imperador da Allem viha, perfeito o ac-
cordo entre os quatros mdicos do imperador do
Brazil. ^.
Acabo de ver o profeBsor Giovanm, director
da c(iuica gera! tm Padua, homem tao instruido
quio modesto, e de aspecto muito sympathico.
Na sua opiniio, nio para receiar actualmente
nenhuma recabidu, mas nada pola prever, sendo
mui pergoxi o diabates para hamem cansado
(surmen) e a D. Pedro.
O que mais aterrou, na caso presente, foi o
estado Byncopal sem pulso, para assiua dizer, 9 si
circumitancias extraordinarias desta molestia, que
burla oa dado habituaea. No casa ordinarios
do diabetes, sao para temer o coma-oiabetic e
c rtaa .rmas de amollecimcnto do cerebro. O
phenomeno mais curioso e mais extraordinario foi
o ata^u" e a paralysia do buba com desordene
circulatorias e respiratorias.
Qi.utj ao futuro, o iut .i a ante para o Bra-
sil ser conheoer qual o estado intellectual do im
porndor, Inimigos seut no Brazil (pois quo, coma
todos os outros soberanos, tambem D. Pedro tem
inimgos polticos) pretenJ m que a molestia Ihe
tirou a inteligencia e que D. Pedro est soffr.ndo
de aa.o'.licm.nto da cere centra i sta asserci > O imp-rador tem toda a
p nitude des seus m ios.
t Anda hontem, a d speito da crse, a intelli
g ncia era be muito iuaida. Ao chegar Charc -t,
foi logo a cmara do imperador que acordando, e
dando-lhe a m3a, disse : Cama vai doutor T O
qu- fiz.sti'S ant- -bo tem ?
i Dei o minha tica \ Magestade.
Bem, continuou D. Pedro, eoque ba de novo
pela academia?- A qs.pm nomeou ante-hontem o
Instituto ?
i Nio sei, Magestade.
Dar ves hei eu a noticia. Foi mineado B\i6y-
pera o lugar do general Perrier. E qual foi o ul-
timo t.'abalho d Academia ?
o O Dr. Charcot declar u cada sab.T da sesaio,
a que nio tiuaa podido asistir por se aehar a
camin.o de Pars parr. Mi Isio mostia quanto
hom o c( T '<" "*u de D. Pedro.
Declaron mais S. Exe. que estavam em elabo-
racio os projecto de crdito a^ricoia e de reprec-
io da vagabundagem tem nenhum carcter espe-
cial com re I acia aos eacravo*.
< A Cmara encerrou hontem a disentas do pro-
jecto de reanoata falla do tbrona, depois de fal-
larem oa Srs. presidente do conselho e Laurenoo
de Albuquerque.
Comqaanto o Sr. presidente do conaelho nio
fisesee mai do que accentoar e ratificar a deca-
racSe que fiera no Senado, o discurso de S. Exc.
oa Cmara tem nm alta valor, como documento
oficial do plano da linha de conducta, que o go-
verno pretende ter.
Quanto a reformar o plano do Sr. presidente do
conselho consiste em desenvolver os principios li
beraes da consttuico do imperio.
Quanto suas retacees com os partidos exis-
tentes o goverao doelarou queuio faria conchaos
com o partido liberal e que nio se conservara no
poder, se nio tivessa o apoio franco e decidido da
maioria dos seus correligionarios.
Anda S. Exc prometteu mais ama vea apresen-
tar na primeita opportuuidade possivel os projec-
tos, de que f--.Ha o discurso da ca;a, e incidente-
mente declarou que essas projectos ser.am todos
no sentido liberal.
R'gistrames com prazer estas declaracSss.
Mas o que indispensavel e urgente que ellas
se tornem pratica.
O Paiz no seu holetim do da 10, alm de faaer
um reaumo do discurso do Ilustre pernamhu--m -,
fes mti es seguinteB consider coes :
Poucos discursas terio sido ouvidof eom tan-
tos sigaacg de approvajio eympathica, cma o
proferido hontem na cmara vitalicia p lo Sr. pre-
sidente do conselho.
A. palavra do honrado senador peroambucano
era esperada com ansiedade. Depois da decreta-
cia da lei de 13 de Maio, S. Ere. f". provocad-,
par diversas vezes a diaer quaes as r formas
que tinba em vista realisar e se estava resolvido
a percorrer a estrada da poltica desassombrada
do progresso que tio patriticamente encetara
e o:, a Im da abolico. A ducasso da projecto ue
reepast. falla do throuo devia ser o mome ito es
colhii/ para uma nova ripr^sentacaa, ou antes,
para a contirmacii do pragramma do ministerio
10 de Kareo e o Sr. conselbeiro Joio Alfredo nio
deixou escapar o enaejo que se Ihe ofierecia. >
la m
INTERIOR
Postoque j sejam canhecidaa d;3 nosso Ieito-
rea algumas particularidades da ultima crise ner-
vosa de qae foi accommettido S. M. o Imperador,
e da qual, segundo telegrammas de Ax-l-.'g-Baius,
se acha felizmente restabelecido, outra encerra,
anda nio publicadas na Brazi1, a aeguinte com-
munieacaa telegraphicamente dirigida ao Fgaro,
de Pars, pelo seu especial correepondente de
Milio :
Sua Magestade o Imperador do Brasil foi ac-
commettido, a 22 de Maio, de crise nervosa muito
mais terrivel do que a primeira.
< Acabava de acord ir. tendo passado mui tran-
quillamente a noite, e havia tomado na cama o
sea caf, quando te gento mal.
Teve uma f -rte syncope com parada (da ar-
riti), fazendo lembrar o gravitsimo pbenomeno
conbecido pela denominas^ de Cbejn-Stak: (no-
me do medico que descobrio esse phenomeno).
Estava quasi moribundo.
Correndo acamara, reconh.ceu o Dr. Semmola
a gravidade du mal e o pengo imminente, e pre
screveu immediatas Injeccoes bypodermiea de
ether anlpburico, que o Visconde de Motta Maia
tinba st-mpre preparadas para o caso de neces3-
dhde. Acto continuo, sahindo da cmara, decla-
ron i Imperatriz que nio havia minnto para per-
der quanto administracio dos ltimos Sacra-
mentos. No emtanto, applicou uma injeccio
bypodermiea de 50 centigramo de cafena, e,
em meia hora, o enfermo reenperou completamente
oa sentidos e pode preencher com admiravel sere-
nidad oa seas deveres religiosos.
a Ao par e paeso que se repttiam aa iojeecdes
de eaieina, tornavam gradualmente ao eu car-
cter aorsoal aa funecoes circulatoria, respiratoria
e drmicas,
O Imperador deve realmente a vida i cora
Correspondencia do litarlo de
Pernaubuco
RIO DE JANEIRO.Corte, 19 de Junho
de 1888
c'l'MUAB.10 :Discursos do presidente da canselho
no Senado e Ba Cmara. Impresaio
producida Juizo da imprensa.Dis-
cussoea no Senado e na Cunara. Da-
cursos do Sr. Juuqueira Ayres e Vis-
conde de Ouro Preto.Resposta a falla
do tbrono.Lei de tarcas navaes.
Orcamentos do imp>rio.rVjecto aa-
bre bancos de emisto-a.Thoatro na
cioual.Exposijo de I89.Reunao
do can.e'.ho de estado. Anda festas
da abolicio.Festa das esiolas.Fes
ta da Munieipalidade.Corda cvica ao
Sr. presidente do conselho.Reformas.
Descentralisacio administrativa.
Organisacio judiciaria.Manifest da
conselbeiro Paulino de 8ousa.Ban-
quete poltica.
Oa discursos proferidos pelo honrado sr. presi-
dente do conselho, no da 9, no Senado e no dia
15 na Cmara, constitu m o focto mais notavel da
vida parlamentar destes ltimos das. Bellas ova
Soes parlamentares, elles sio ao mesmo tempo do
cumentos polticos do mais alto valar pelas decla-
rares que encerrara, pela franqueza e coragem
cvica que es ics^irou. Pronunciados quando se
discuta o voto de grabas, em uma discusaio essen-
cialmente poltica e em que se costumam debater
em nosso parlamento os grandes interesaos que se
prendem a direccio da poltica geral do paia os
discursos do Ilustre presidente do conseiba, vie-
ran opporlunarn ;nte ratificar as declaracoes go-
vernamentaes feitas na falla do throno.
Em termo3 claros e precisos o chefe do gabine-
te 19 de Marco defini ainda uma vea os intuitos
polticos que tem em mente, del u ou as normas
,'de conducta que pretende seguir no governa e
apontou as reformas e melhoramentos que conta
introdozir na publica administracio. Com aquello
tino e elevada orientacio que Ihe sio geraiWute
reconhecidos, o digno estadista mostrou qual a
verdadeira missao do partido conservador, defen-
deu-se brlhaotemente da pretendida incoherencia
poltica de que o aecusavam os seus adversarios
a tracou coiu adequada jusuza do vutas o uitida
comprehonso das nosaua ucc iidadea o verdaiei
ro pragramma de governo a seguir, aempre de
accorda cm os reclamos da opiniio. Inspirndo-
se nos verdadeiros dictames da poltica seieutifics
aquella que sabe ter ua devid consideracio, como
elemento capital, factor ndiepeaaavela expe-
riencia, a opportondae, as exigencias inelucta-
veis dos acontecimentos o honrado senador per-
nambucano deixou suficientemente demonstrado
que o nobre e generosa partido de que chefe, nio
pode ter por legenda o immobilismo e par symbolo
o marco miliario impaasivel. aempre o mesmo,
apezar das mudancas e transformaos qae se
operam em torno.
Estes dona discursos a cuja confeccio presidio
O mesmo pensamento poltica produziram a melbor
impreasio, quer no parlamento, quer na imprensa,
que sio ob orgos mais autorisados da opiniio.
Referndo se aos discursos do Sr. conselbeiro
Joio Alfredo assim se pronunciou a Gazeta dt No-
ticia! :
< O governo falln hontem. No Senada o Sr.
presidente do |conselho f- z um discurso notavel
pela clareza eom que expoz aa ideas do gabinete,
oa antes, com que ratificoa as que foram enuncia-
d s no discurso da .ora,
Com relacio competencia do partido conser-
vador para fazer a reforma gei vil, 8. Exc. lembrou
ao Sr. Candido de Oliveira todos os precedentes
nessa questio, desde Euzebio de Queiros at o
viaconde do Rio Branco.
S. Exc. podia accrescentar ainda que os libe
raes, tio cioaos das prerogativas das idaa do seu
partido quando estio em opposicio, no poder nio
realisam reforma algnms, por dissideocia entre si
e maia de urna vez, como na eleic,io directa e como
na lei de 1885, t a-ge abrigado sombra do par-
tido conservador par firmarem com es seas ne-
mes, nio reformas liberaos, mas leis conserva-
doras.
Esta a verdade.
O Sr. presidente do eone!ho manifestoa-sa a
favor das franquas provinciaes, at o ponto em
qne ellas nio oompromettam a integridade do im-
perio.
Nio ha negar que o discurso do illaStre mi
nistra produzio grande sensacio. Por alguna mo
montos reinon completo silencio no recinto do se-
nado, silencio justificado p la indecis-lo da oppa
sicio liberal, que o apoiara e applaudirs, e pelos
resistentes, a quem talvez camp tisse levantar al
gumas allusoes feitas por S. Exc. E'justo diser
que, depois das palavras do 8r. Joio Alfreda, pa-
reca que outra cousa nio havia a fazer senia cu-
cerrar a disousoSo, e assim se teria feito, se o Sr.
presidente da mesa, irresoluto, nio repetas-, tal-
vez meia duzia de vezes que nio havia orador in-
scripto, foi entio qaa o Sr. Franco de S pedio a
palavra. Ern resumo, pode dizer se, o discurso
de S. Exc. foi urna intimacao aa Sr, presidente do
conselho para bo declarar libar..!, ou a efieetnar
aa reformas c mpletam untares da lei de 13 de
Maio e eutregar o poder a a seas adversarias.
So'o qualquer aspecto porque es cenaideremos,
o recentes dBcarsoe do honrado presideo.e do
conaelho ci dignos da attenci-i publica, parque
encerris o pensamento do governo aobre a direc-
cio que pretende imprimir aos negocios pub icos.
Nest-: ponto releva sobretodo notar a franq
das d.claracoes gavein.montaee qae foram enun-
ciada sem ciecumioquioa, sem nebulosidades pro-
piias para oecultar o ponsamento, sem preten^ooo
a amphigouri, mas ao contrario claras, precisas
e tei minantes. Se outros mritos nio tivessem
aquellos dous documentos cffioiaes bastava-lh j
estea franqueza e sinceridade quo os inspirau.
No senado e na cmara foi discutida e votada
a respo-ta a falla da tbrono. Emoenhaiam-se no
debato varias oradores e entre files torn-iram-ee
salientes na cmara o joven epatado bahiano o
Sr. Junqueira Ayres e no aeoado o provecto par-
lamentar o Sr. Visconda do Ouro Preta (Affaoso
Por uma exeepcio ~6i"~riag80s velhos estylos
parlamentares u discusso do votf>.g""aSs8i ee0
anno nao foi tio demorada coma em Si ante-
riores.
A cmara tem discutido a lei d; torcas de mar
que provavelmeute ser encerrada boje e j iui-
cion a discusaio dos ornamentos, comecanda pelo
do imperio a 15 do corrente, estando j annnncia
do o de estrangeiro8 par i ordem do dia de boje.
O 8 nado tem disentido o projecto sobre bancos
- e cmito apreaeutado o auno passado pelo
Sr. Viroonde do Cruzei-o (Te xeira Jnior) e j
-nvioula cmara -o prejecto do Sr. Silveira Mar-
tins sobra liberdade de cultos.
Na e.irr, :ra em s.-ssio do dia 14 o Sr. Alfonso
Celso ju.i ir apreseiiton um projecto additivo ao
orame: to, c.ncedeudo o premio do 3:000/003 -o
empresario de thatro qee fuer representar uma
peca de escriptor nacional e outro de igual quan-
tia ao escriptor brasileiro, autor da melbor peca
representada.
Em seoso de 18 foi este additivo aeparado afim
de formar projeeto especial e a requerimento ao
Sr. Carlos Peixoto foi approvada a dispensa de
intersticio tfira de ser dado para ordem do da.
Como se v este projecto tem em vista favore-
cer ao theatro nacional uctuolin nte tio ub-tido
pela concurrencia estrangeira. O que domina en-
tre na o theatro francs com o sen inexgotavel
repertorio em todos os gneros desde a operetta
at o drama classica, desde a canconet& a' a alta
comedia. E' sem Juvida Uuvavei o.patn ;tico in-
tuito do digno parlamentar favorecendo a arte
dramtico nacional afim de levantal-a do abati-
mento quasi nullidade a que se acha reduzida em
no3so paiz.
Na sc3sio de 11 a commissio de orcamento do
cmara dos depurados apresentou um parecer, con-
cluindo pelo seguate projecto sobre o auxilio a
commissio central brasileira da Exposicio Un
versal de Pars :
A assembla geral reaolve :
Art. 1. E' o governo aatorisado a despender
at s quantia de 300:000/ para auxiliar a com-
missio eentral brasileira para a exposicio univer-
sal de Pars, e aoa expositores braaileiros qae
concorrerem a essa exposicio.
Art. 2 O governo poder realisar para t*\ fim
as necessarias operacoea de crdito.
Art. 3. Ravogam-se as disposicoes em contra-
rio.
Sala das commissas, 11 de Junho de 1888.
A. J. Henriques, presidente. Malta Machado,
relator.Carneiro da CunhaDuarte de Azevedo.
Rodrigue Alves.Mattoso Cmara.Lourenco
de Albuquerque, cam voto separado.A ffonto Pen-
na, dem.Olympio Vallado, idem. >
Aqu na corte, a commiaaio que se constituio
sob a presidencia do Sr. Visconde da Cavalcanie,
delegado especial no Brasil do Comit Franco-
Brasileiro, tem continuado a fanecionar regalar-
mente e tem reeolhido grande numero de adhesoes.
Aa provirpias de S. Paulo, Miase e Babia far-se-
hio representar n'aqaelle grande certamen indus-
trial.
O governo imperial est disposto a prestar todo
auxilio, todo o prestigio moral ao sea alcance a
este nobre emprebendimento da iniciativa indivi-
dual dos brasleiros. E' inn-gavel que a noasa
comparecimeato aquella grande festa internacio-
nal de grandes e incslcnlaveis resaltados para
o nosso paiz e nem uma propaganda n s parece
maisrfficas em nosso favor, para o desenvolv-
ment da immigraraio do que esta.
No dia 13 reunio-se no paca de 8, Ghrstovo
o conselho de estado em aesso plena sob a presi-
denci de 8. A. a Princesa Imperial Regente.
Sobr o assumpto la consulta ao conselho de es-
tado disse o Faiz do dia 14 :
Consta nos que o ebjecto priucipal da renniio
do cons. ILo de estado foi a consulta sobre um pro-
jec;o do governo, relativo reforma de legitlacio
que vigora para as aaseaiblas provinciaea e c-
maras mnaicipaes. Essa reforma, cuja conati.u-
cionalidade oa inconstitucionaiidade devia ter sida
ohjecto do parecer do conselho de estado, diepoe
sobre a verificaclo dos poderes dos membros da-
quelUs eorparaces e prov os meios de evitar es
conflictos que tem havido entre os dt legados do
poder ezecutivo as provincias e o poder legisla-
tivo local- *
Oficialmente ainda nio consta qual o objeeto da
ultima sesiio do conseibo de estado e este facto
dea lagar a uma reelamacio feita no Senado pt lo
Sr. Silveira da Motta a quem respandeu o Sr.
Correia. a. versa > corrente, confirmada tambem
palo /orna! do Commercio a que se referi o Pats.
Temos anda que registrar duas festas que se
celebraram para cominemorar a promulgacio da
lei de 13 de Maio.
A primeira festa da escolas foi assim des-
cripta pela Gazeta de Noticias do dia 11 e teve la-
gar no dia anterior :
A's 111(2 horas desfilan o precita doa alum-
n.-g e alnmnas das oselas publicas,
Oovido
Abriam a mareras tres profesores pblicos; le-
vando um menino o estandarte da escolas (publi-
cas da corte. Em s.-^oida vinha asna banda de
msica, qae preceda as escolas da tregaasia do
Sacrameato, 3" de,8. Joe>e3' de. meaiaos da
Lagos.
Todos os alumnos e aseasnas levavam os dis-
tinctivoa das escolas e pequeas bandeiras de di-
versas nacionalidades.
Em seguida 2* banda de msica, vinham a 2*
escola de meninos do 8. Jote, 1* e 2* da freguesia
do spirito Santo, 2a do Eagenbo Nava, 2* de
Santa Rita, escola de manaos e m -ninas de Santo
Antonio, a da freguesia de S. Cbristavio, a 3* de
meninos do Sacramenta e 1' de meninos de
Sant'Aooa.
A Sra. professora da 1* escola publica da roen i-
na da freguesia do Espirito Santo, em breves
palavra, saudou oa redactores chefes da Cidade
do Hio a desta folha.
No theatro D. Pedro II, chegada de SS. Aa.
a princesa imperial e o Sr. conde d'Eu e dos prin-
cipes do Grram-Par e aeus-daos irmios, o povo no
atrio, vctonou a augusta familia? e outro tanto o
fes ao entrar ella na tribuna imperial.
A orchestra tocou o bymno nacional, fiado o qaal
0 Sr. professar Couy levantau vivas a S. M. o im-
perador, a S. A. regente e naci.
A symphooia, primorosamente executada, foi
appl&udida, e entio desdobroa-ee aos olhos dos
numerosissimos espectadores pas o theatro D.
Pedro II estava lateralmente cheio orna das mais
brilhan'.es e cammoventes aceas a qne temos as-
aitida,
O palco estava cheio d enancas de ambos os
sexos, com seus farmosos estandartes, sandando a
liberdade e aquella que tinha espontauaamente Iba
dado a maia euergica impulaia.
Em nomo do professorada, o Sr. Luiz dos Res
recitou nm discursa perfeitamente adequado so-
1 mnidade do acto.
Em seguida, aquello numerosa pessoal infantil
cantau com a maior correceo um hymuo e uma
marcha.
Estes dous cores agradaram immensamente.
Depois diversas meninas e meninos rocitaram
pa -si a sendo para notar a primeira, que disia os
versoa com tal nitidez e ti> boa, que mais pare-
ca uma verdadeira artista do que uma nteres-
aante crianca.
Na segunda parte fizeram-se algnns ejercicios
de manobras de paseo e formatura, e rudimentos
de gymnaatica de escolas.
Ainda aqu as alumnas foram superiores aos
alumnos, cm firmosa, garba e elegancia.
Este importaotissimo assumpto da gvmnaetica
acadmica as escolas da Brazil merecer-no a-ha
um pequeno estad Improprio deste lugar.
O 8r. Xavier Cony, antes dos exercicios, parti-
eip.-u que o Sr. Affouao Celso Jnior, orador ofi-
cial da festa, nio poda camparecer par motiva
justificado, e pedio ao Sr. Jos da Patrocinio para
preencher aquella lacui a
O nosso collega, n'um rpida e curtissmo dis
.urso, sabio tanto, foi tio elaquente. 3o nobre de
ideas e tio babil, que nio conservamos memoria
de, entre decenas de discursos, que d'elle temos
ouvido, Luv r nm que o possa igualar.c ainda me-
n.a exceder.
OSr. Frazio disoe ainda algumas palavraa a S.
A. a regente, beas como algumas firas. profissoraa
i-am poesas.
Cantou se "nm outro coro, e com o bymno na
ci nal e calorosos vivas conclua- e a brilhante
festa, que muito haura clasae doa Srs professo-
res.
A segunda foi a festa da mnicipalidade que
p h13ou-bo no dia 13 do Junho, um mes depois da
sanecia da grande lei. A festa da enmara muni-
cipal da corte constoa de duas parte : cffirta de
urna cad-a eviea ao Sr p-eeidente docmselhae
Te-Deum na igrej-i de S. Francisco de Paula.
E a como a deaerevsa o Paiz do dia 14 :
A cmara municipal fez hontem as suas fes-
tas offieiaes para sol'-m lis r a lei qu ab lio a es-
cravidio na Brasil A's 10 1/2 liaras da Bfgaht
os Srs. vereadores Dr. Ferreira Nobre, presidente
da edilidade ; Dr. Constancio Jardim, vice-pre.-
dente ; Dr. Torquato Cauto, Jos do Patrocinio,
Thomaz Rabello, commeodadorea Oliveira Rosa
rio e Sonto Carvalho, Drs. Das Ferreira e Cardo -
go FoBes. Francisco Goncalves e Firmo de Monra,
e o Dr. Magarbes Castro, secretario, dirigiram-se
Secretaria da MiTitef.' ,S d"s legocios Estrau
geiros, onde as esperava o ministerio- Depois de
proferir ama ligara alloeuci',o D'. FerrV>a a-
bre entregou ao Sr. presidente do conselho ii3-
liada coi di de oaro de graode valor artstico, agra-
decendo o Sr. ouselheiro Jlo Alfredo, que dissf
recebel-a esmo incentivo a nov ;s commettimentos.
A'b 11 h ras da manhi comecou na igreja de
S. Francisco de Paula o Te Deum laudamos, com-
parecendo a princesa regente e seu augusto espo-
so. Snas Altezas foram recibidas porta do tem-
plo pelos Sra. Drs. Nobre, Jardim, Cardoao Fontes,
Torquato Cont e Das Ferreira, commundadorea
Rosario e Scuto Carvalho, Jos do Patroeinio, Ra-
bello, Moura e Magalhies Castro, e tornarain lu-
gar eequerda' da capella-mr, sob o dacel impe-
rial. O Sr. conde de Santa Fe, depois de fazer
orscic ni capaila do San'issimo Sacramento, oceu-
pou o solio, assis'ido pelos conejos Oouvea e Si-
m io.
------X-------------~
Alm do tirocinio exigido para o juisido de di-
reito, a necessidade de exame perante ama eom-
missio presidida na corte pelo presideute do Su-
premo Tribunal de Jattrca, e as provincias! pelo
presidente, desembargadores, um advogado illas<
tre, procurador, da eorda, etc.
A 2* entrais ser prebeaehida pelaantigai-
dade absoluta dos juzes de 1", e a 3" do mesan
m do, eos* faeuIdade doa juises reqoerereos.
A creacio de relacoes em todas as provincias.
Organiaaeio o ministerio publico, tendo per
ebefe o procurador geral da corda com assento no
Supremo Tribunal de Justica. Augmento doa
procuradores imperaes em numero de 21.
A organisaclo do ministerio publico complexa
e entende com todos os ramos do poder judiciaria
e administrativo. E' completamente independen-
te em sua accio do poder judicial.
Nest a parte o projecto muito ampio e quasi
regulassentar.
Reorganisaeio do habeas Corpus em sentida da
mxima liberdade e repressio das autoridades que
arbitraren.
Distriboicio das causas voluntaria a aprasi-
mento da parte. Abolicio di pena de morte e
substituicio da pena de gales pela do prisao coas
trabalho. Autorisacio para a revisio do cdigo
do proc<880 e do cdigo commereial.
Augmento doa
nesta proporco :
venaimentoi dos msgistrsdos
Ministros do Supremo Tribunal de
Justica
Desembargadores
Juises de direito :
3> entranea
2* .
1 *
12:000*000
9:000/000
7:000/000
6:000/000
5:000/000
Concluida a .due Maria, o iota la pelo profes-
sor Cuoba, suba tribuna sagrada o monsenhor
R-.ymunda de Britto, cuja sermio foi um admira-
vel triuuapbo de oloqueocii religiosa. Findo o
sermio, foi entoado pelo mansenhor Amorim, pro-
commissario da ordem das Minimoa de S Francis-
co de Paula, o Te Dew/i, que terminou 1 1|2 hora
da tarde, sendo Suas Altezas Imperiaes acampa-
uhadoa ao carro com as formalidades cam qu
foram recebidas.
O templo, que eslava luxuasamente'decorado,
caiitinha grande numero de pessoas da me'hor so-
ciedade e todas as alumnas das escalas municipaes
com os seus estandartes. Prestou a guarda de
Uonra o 10 batalhio de infantina
O Diario Oficial e os outros orgios da imprensa
continuam a registrar diversas congratolaces,
mensagens e telegr .mmas enderara-tdas a 8. A. a
Princesa Regente e ao Sr. presidente do conselho
pelo grande acontecimento da abolicio.
Arespeita da prejectadas reformas que tem de
ser submettidas ao parlamento e qae depoia das
recentes declaracoes do nobre presidente do con-
selho sia snciosamente esperadas, correm varias
versoes. Cromos com algum fundamento que ellas
serio em breve apresentadas.
Sobre a reforma administrativa pablicou o Paiz
o seguinte :
Consta-nos que breve ser apresentada as-
aembla geral ama propasta do poder executivo,
descentralisando certo servicoa administrativos.
i elo que se dis nio essa propasta uoo p.ojecto
de autonoma para as provincias, mas um plano
de esnceasoes das legitimas aspiracSes das partes
integrante do imperio a conhecerem dos negoci.s
que Ibes sio privativos. Infelizme ita esse plano
parece nao ser muito largo.
O governo desiste das nomeaco .< de _,r..nde nu-
mero de fuucctonarios que tem exercicio as pro-
vincias, paseando-as para respectivos presidentes.
Estes, porm, nio podorio nomeal-os oa demit-
til vs Bctu .udieneia do um conselho provincial,
compasto de membros nomeados pelogoverno garsl
e provavelmente tirados das assemblas provin-
ciaes.
Ainda boje publica a Gaxeta de Noticias as ba-
ses da reforma judiciaria qae tem de ser apresen-
tada pelo Ilustre ministr da justica. Segundo
este autorB8ds orgio do jornaiismo fluminense,
que parece estar bem informado, sio estas as
ideas capit-ies do projecto elaborado pelo Ilustra-
do 8r. Ferreira Vianua :
Reorganisaeio dos juises de paa, dsndo-lhes
competencias para feitos civeis de valor nio exce-
dente de 200/ e o preparo dos proeessos dos pe-
queos delictos.
Creacio de tribunaes correcclonaes. O tribunal
ser presidida por um jais de direito e se compo-
r de quatro juradas, para julgamento dos crimes
commuos.
Oa escrivies destes tribunaes se:io os da polica
e das subdelegacias.
Para conslituicia de termos judiciaes lembra a
necessidadi de 250 jurados e razoav.l distancia
do termo visinha.
SuppresBio da difierenca da juizo especial e ge-
ral e dos juises substitutos e supplentea, e de juises
municipa-s.
Manutencio das actuaes entrelas com alte-
racSes na sua clasaificagao.
Para nomeacio de juis de direito exige o pit
jecto quatriennioquer como como advogado, ad-
junto, supplente de juis de direito, ou membro do
ministerio publico.
Creacio dos lugares de adjuntas dos josesd e di-
reito com a nomeacio dos presidentes as provin-
cias e do ministro da justica na corte sob propos-
ta doa juises de direito perante quem ti verem de
servir.
Parece, peis, que vamas entrar em um periodo
de grande actividade parlamentar e bom que
assim aconteca porque a calmara destes ultimes
das j vai impressiooando d'sagradavelmeute a
a opiuiio.
Quanda o paiz atravessa um das mais difficeis
periodos de sua vida publica, quando todas as clas-
ses'toeiaea sentem os effeitos de uma crise sccial
e econsmica das mais pronunciadas, na epocha de
tr."\nsic- porque paseamos nia uecomprehende que
sji outro o procedimento da parlamenta e do go-
verno que devem ser os prmeiros em empnbar-se
pela solacio, fovoravel ordem publica e s n-
stituic5:s nacioaaei, dos graves e temerosos pro-
blemas que se levantam em nossos horisontes. O
momento actual des mais propicios ao empre-
bendimento das reformas pedidas pela opiniio e
em nenbuma occasiia a solicitude do parlamento e
do governo foi mais urgen t m-nte reclamada do
que actualmente.
Urna grave respousabilidade, um grande dever
do b )iira e de patriotismo pea sobre o governo e
a represt-atacia nacional. 3B
A um e entra cumpro desemp uharem-se delle
eeguindo as elevadas iogpiracoes da alta y. litica,
da scieocia, da justica, da utilidade. E' pieciuo
ouvir a vos da razio, da experiencia, do ocnso
o inmuno, e da lgica e dar tregoas s ridiculas
suggestSes do amor preprio incoufessavel, da po-
liticagem pequenina e acanbada.
O Jornal do Commercio, do dia 17, publicon em
sua soecio inedictonal, urra carta reunir.. te do
Sr. canselheiro Paolino d Souza e dirigida io ex-
deputado geral o Sr. Dr. Leandro Becerra Mon-
triro.
E' um docaratoto poltico de grande alean ae,
que proiazio sriu impressio em todos os eirculos
polticos 2 tem sida diversamente commentada por
liberaes e conservador a
Nelle o Ilustre senador flumimnse traca o seu
modo de ver*os actoaes acontecimentos e delinca
a sua conducta presente e futura ante os tactos
eontemparaneoB que julga debaixo do ponto de
vista em que se cllocou-
Quer ua f rma.quer na fundo a carta-manifest
do Sr. Pt.ulino de 8ou u2a deamen'.e geug pre-
cedeuteB de homem publica e es seus proeessos de
chefe palitico.
A Gaz-la de Noticias, do dia 18, em artigo do
seu redactor-chefd o D.\ Ferreira de Araojo, com-
prida mente analysa e Comra nta aquelle documen-
to qua A importante nio b por si mesmo como
por suas conaequencias.
Diz o Pait ^ue a maioria conservadora do Se-
nado e da Cmara dos Diputados ofi'erccer no dia
24, uo sali do Cassino Fluminense, um banquete
ao Sr. cous Iheiro Joo Alfredo, presidente do con-
-^lho--~-
Eseolh^if?\?SITSHe da do anniversario onoms-
tico do Lustro estao'.;.:., qttWN*. v.' -?eu? conp-..
Iigionarioa acceotusr o apreso em que o teem
como chefe e como dedicado e preetigioeo amigo.
O facto mais importante da sessio de hoje no
Senado foi a aprescntiiCa > io projecto de iudemni-
davio do Sr. Baria de Cotegipe. Em um longo
discurso fez o Ilustre estadista a justifica(io das
deas comidas no sen projsc.o.
O Novidades, orgio opposicianista que se publi-
ca tarde, d, na sua ediccio de heje, a integra
do pr jecto. Eil-a :
A. Ass mbla Geral Legislativa :
Art. 1 O governo emittir apolieee da divida
publica na importancia de 203.000:000/ para in-
demuiaacSo des ex-proprietari- s d s soravos exis-
tentes at o ia 12 de Maio do corrente anno.
i.9 Os ditos titulo serio do valor nominal de
1:000/, 500/ e 200/; vencerio o juro ancualde
3 "Jo pago em semestres vencidos; poderio ser
transferidos do moda porque o tao es dentis ap-
lleos gerses e seria amortisados na rasio de 1 %
do capital da emisaao no fim de cada anno civil,
par sorteio quando estiverem aa par ou cima
delle, oa por compra ou mercado no caso con-
trario.
| 2. A indemnisaco ser feita pelos valores da-
dos aos escravoa no art. 1 30 da lei n. 3270 de
28 du Setemb o de 188 > com a deduecio que lhes
couber nos termos ds 1 do art. 30, correspon-
dente ao tempo decorrido desdo a data da meema
le at aquelle dia.
Aos ex-proprietarios dar-se-hio tantas apohees
quautas represeutarem o valor da udimuisajao a
que mostraren) ter direito vista das provaa que
o governo exigir, sendo pagas a dinbeiro as frac-
coes inferiores a 200/.
Art. 2." A emisaio ser feita medida que se
fdr liquidando o direito de cada credor mas o jaro
ser coatado para todos desde o 1 de Janeiro do
futuro anno de 1889 e a primeira amortisacio se
efieetuar em Ju'ho do mesmo auno.
1 Ao pagamento dos jurse amsttfcs ci ci-
ma decretados serio applicadas as seguiutes ren-
das : ^^
l.o O producto integral da taxa de 5% addi-
cionaes aos impostes geraes a que se refere o art.
2' n. II da mencionada lei n. 3270, excluidos os re-
lativos propriedade servil ;
2.a O do sella doa bilhetes de lotera e o doa
cheques ou mandados ao portador eonapn hendidos
no | 5 n. I da tabella B. do Reg. n. 5,946 de 19
de Maio de 1883.
2 Para occorrer aa servica do pagamento doa
juros e amortisacia correspondente ao anno de
1889 bem coma s deepezas da impresaio e emis-
aao das apolices.o governo lancar mi do saldo qae
no fim do corrente exercicio se verificar existir as
contas da> depsitos provenientes do fundo de
emancipacio e dos 2/3 da tax-. dos referidos 5 "/.
addici naes que se destioaram a libertacio de es-
cravoa, na trma do art. 2 3 da citada lei de
1885, passando os remanescentes para a conta da
ndemnisacio de que trata esta lei.
Art. 3 Os recursos votados no Io ao art.
precedente terio applicacao especial ao fim desta
lei. A proporco que se realisarem saldos, o go-
verno os empregar na amortisacio de maior sosa-
ina daa apolices emittidas.
8 nico. Se ao contrario o preducto desses re-
cursos torna-se inconveniente para o servicoa
qne destinado, o governo poder aupprir o de/lcit
com bilbetes di Thesouro t obter do poder le-
gislativo os fundos indispensaveis.
Art, 4. Se na execncio do dieposto no art. 1*
verificar-se que o direito ere ditorio dos ex-pro-
prietarios de eecravos excede da somma de 200
mil contos alli fizada, o governo solicitar da as-
sembla geral autorisacio para realizar a indeos-
nisacio do qae restar pelos meios que forem entio
decretados.
Art. 5 Ficam desde j rmettidas todss as di-
vidas provenientes dos impostas a qne era snjeita
a propriedade servil. Aos qne tiverem pago a ta-
xa de escravoa correspondente ao tx rcicio cor-
rente ser restituida a metade da respectiva im-
portancia.
Art. 6.' O governo expdir regulamento neees-
sario para execocio desta le, podendo impor a pe-
na de commisso aos que dentro do preso de dona
annos nio provarem o seu d-.reito ndemnisacio.
Art. 7. Ficam revogada ai disposicoes esa
centrario .
I
/

V
J


-*rT&*
Diario de Pcranibnco^uiia-fVira 2^ de Junho de 1888
REVISTA DI1RI1
xpoaicAo sJalveratalL>a aecreUria da
presidencia da rorot'incia nos tai remettida para
publicar o segu
Cammissao psrnatnbucana para a rpresenta-
lo da provincia na Eipoaiglo de 1889.23 de
anno de 1888Illm Eun Sr Commanico a V.
Exc. qua hontem as 3 1(2 horas da t.rde, reuni-
dos os membros di commisso, oomsada por eaaa
presidencia para promaver a representaca da
provincia na Exposioo Universal de 1889, foram
iniciados oa trabadnos.
Os Srs. Eugeua Chalina e Eugenio Gatschet
alo aceitaran o encargo, nio declarando, entf e -
tant>, quaea oa motivos de ana recuas.
A cammissio, alm, de sai presidencia, que
formar a eommiaai) ceatral, subdividiu-se, para
melhor regularisscaa doa trabalhos, em duas com
aaisao -s, coaa coasta da relaoao anoeza.
t termlaou ae preaciadir d; qualquer auxilio
pecaoiario do Estado, solicitando, porem, o de ou -
tra qaalqaer naturesa e o apaio oficial para que
levase a efteito o atil tentamen, de qu foi enear-
regada a predita cammisso.
Por iaso pee3 a V. Exc. que se digne solicitar
de talas as autoridades, inclusiva o commiodante
d> presidio de Feraando de Noronba, a acqosioS:
e reooessa de productos comaaissSa; providen-
cian 1j para que o transporte se taca gratuitamen-
te nHS linbas frreas ede navegacio, e a designa-
cao da no elifici* publico pira nelle serem collo-
cado os obj -etas que farem senda arrecadados.
A omaT'ssSo em breve destribuir instruc-
edes impressas ; pedala tambem a V. Exc. que
estas sejam trias nitcidis pelo corraia, llvre de
parten, baoa com qualquer lorresponiencis da
comaisa) cao aa autoridaiei e particulares.
Todo o expediente e correspondencia est a
car roa Waiderley Arauj a.
Confiando na effi;ai auxilia de V. Exc. a com
missao esaera qu a provincia de Peroambuco
ser caodigutm ate representada na Expasicia
de 189.
Dau guardo a V Etc.Ulna e Em 8r. des-
embargadar Joaquim Jis d Oliveira Au Irada,
mai diga) presidenta d* praviacia.O presilente,
Vi*4indda Silva Loyo
Presidente Visaoade da Silva Laya, vioepresi-
deute commendador Jola Fernn les Lapes, tha-
soareiro J neph K-iuse, Io secretario D.\ J s
Eaataqaio Ferreira Jacobiot, 2* secratario Dr.
Viceote Ferrer de Barros Wmd-irley Araujo, au-
xiliares Dr. Jlaionl uj Jj lories Piaheira.
1* commissSo : .* lasos id 11 br Antonio Gomes de
Miranda Lial, Ja5a J ;s Rodrigues Mandes, capi-
taa Fabio Temporal. Aodr M.ria Pinheiro, coro-
nel Jos Fiuz* de Onveira, Jos Mira de Andra-
de, cdpita Jaaquim Aives da Fonseca.
2" commissa : coronel Carbiniano de Aqaina
Fonaeci, Heoriqae Burle, cironel F. Bilitreau,
Julio Furstenberg, Fransisco Gargel do Amaral,
Bario de Casa Forte, Francisco Hibairo Pinto
GuimarSta.
Manoel Igaacio de Torres Bandeira.
Antonio Arthur Moreira de Mendonos.
Candida Jos da Silva Guimaries.
Dr. Manoal Sebastiano de Araujo Pedros*.
Demetrio de Gusma Coalho.
Hanriaque da Fonseca Cautinho.
Manoel Joaquim Machado.
Joaquina Candido de Oliveira Marques.
Dr. Antanio Jos de Almeida Pernambaoo.
Euadini Radrigea N igueira Lima.
Tbom-tt da Gama Lobo.
Interrogado o reo, que negoaa autora d i pri-
me, fe* o esenvia a leitura do processo.
Canaca doa actas ttr o to, no dia 15 de Maio
da anno pas-ado, na ra do Bispo Cardoso Ayrea,
fraguan* da Baa Vista, ferido gravemente a Joo
Caetano Ferrara conhaeido par JoSa Galapo.
O Dr. promotor, desenvulvendo a aeeusacla, pe-
dio a coodemnaoao do acensado no grao medio do
art. 205 do cad'go criminal.
Em seguida o patrono do rea d lusio a defeza
d> sea coastituiate, negando a gravidade dos fen-
meatoa.
Tamban allego? em favor do :a as attenma-
tas da m uoridade e embriagaai.
Nao h>uve replict.
Tendo o jury do seateoea eos suas rrspastas aos
quesitos que Ibe foram propostos, coufirmida a
autora egravidadi'- das ferimsntos com a circam-
stancia a'teauaate prevista na 10 do art. 18, foi
o rea cjodemoada a 1 aonie 2 mus da prisie e
malti correspooeeata a matada do tempo, grao
mu.na do art. 205 combiaalo cam o art. 49 do
cdigo enminal.
Em segunda lagar fo: ju'gaio o rea JoSa Fran-
.iaco d S'lva, pronuncalo no art, 201 di cdigo
crim nal e acensada de haver em 6 de Julha do
auuo paaaado nalargo da Stldaoh* Marinha, farido
ca.n uu>a pedrada o n.gac reira.
Foi a.ieita,oslas pirtes o mesma canselbo de
gaotenc-i que do novo prestou o juramento legal.
laterrogido o roa cinfeasou a autora do delicto.
Fei.i a icitura do proceaaa, o Dr. promotor dea-
eav.lvau a aecusicia e podio a condemnscaa da
ce uida na grao media do art 201, depais do que
o patrono do roo, o acadmico Jo Boptista de M
deiros, dedusio a defasa do s:u coastituiate e pedio
a sua abaalvicio
Racaloida a aa'a secreta, reapandeu o jury de
aeoteocs. aos quesitos que Iba foram propostos e
tendo confirmado a antora om a cireumstaacia
attenua -te da m noridade, foi o reo eondemnado a
um mes de prsa e multa eorrespanden'.e a metu
de do tempo, gra mnimo do art. 20t do cdigo
criminal.
Foi levntala a aesaia as 3 l/ horas da urde,
sendo alia Ja para boj t as 10 boras.
FatlleclmeotoVotihantem, 1 hora da
tarde, fallecen no Porta da Madeira, victima de
umi hemorrbigia cerebral, o cabo policial do des-
tacamento dVIi, R.ymualo Nones da Fonseca
Era o finado nm homem eatimida par todos
quantaa o einh".ciaua, bo esto e considera 1> por
seua superiores.
i) ixa ni miseria e o.-phanlade viuva e cinco
filhos.
Recife, 23 de Junho de 1888 -Dr. Ferrer, 2 V*P0'M ** ** ""
eeretario Hoot-m chegiu ds partos da sul o paquete m-
Cooata.nos que para a mesma commiss fa I cional espirito Sonto, que baje tarae segou
ram uomeados os cavalheiros W. Webater e A. P' osdo norte
, t II je pe i manba chegar tambem dos partos do
"rwle> arKao-Entram hoja de.' paq^teingle. .Vite. As malas que tem de
superior de dia da gnarnicaa o Sr. capito Ernes
to Alves Pacheco e crucial de randa o Sr. alfares
de cavallaria JoSa Po da Fonseca.
U 11" bita'bla de inautaria dar a guarnicSo
da cidade.
Fortaleza do Bruna Apresentou se
boa tem aa qutrtel general, viudo da cite da In-
P'-io afim 1 isbiinvr o eo amando da fartalea do
B i ii, par i | le f.-a ltjntsate i ornea 1>. o co-
ronel de esudo-maior de 2* clasae Joio Evaoge
lista Nory da Fonaeca.
Hooiem m -Sido S. S entrn em exercicio de
suas fdneces.
Medico da sraarnlcao Cbegou hantem
no paquete nacional Espirito Sznt), valo da pro-
vincia de Alagas, o 2 cirnrgiio do corpa de sau-
de do exercito Euclidas Aivaa Raqnio, que vem
servir na gaarnioia des'a provincia.
TransferenciaPorprta' de 18 d>
corrate in- ji transferida pira L' r.-gunaa-'j
de cavallaria ligeira o 2 oa1.it' da-campaabia da
mesma armt deot provincia itiua-i Mchalo da
Silva.
llmanak do exercitoFoi hantem dea-
[ levar para a Europa techar-se-hSo s- 8 horas da
Club loiernaclonalNo s bbado, 30 do
correte, baver 003 saldes deate clob a reanila fa
m liar do costume.
O respectivo director tem ampregado esforcos
para que asa reuaiSo, a ultima deste mes, teoua
o maior brilhantismo paaaivel.
Na mesi da sata di leitura ba joraaes da corte
o de todas as provincias do Imperio, al o dos da
Europa.
A 1 hora da madrugada estara a postados em
frente ao clu banda da liuba da Magdalena e na
ra Formoaa tum para Apipucas.
Tribunal do Jury de OllndaFoi
houtein jalgada ness camarca, Vicente Ferreira
Biptis'a pronun Hado na art. 193. combinado com
i ai' 31 di eiJigi criminal. Foi sen advaga l
o Dt. li'i-iaacio Peregrina da Silva, qua acompa-
nbou a formacSi da culpa.
O Dr. promotor publico, desanvolveado a^eja"
sacio, prav.u a criminalade do r/1,, Vacsorrea-
do se aa processo, oode.-$->- nfrai'exama feito porj
doas distinctos (tVajos. '
Oa debatSs pralongaram si c. o jury, descUssi-
tnbnido pelo quartel general "' "^*hl'afet^O''cr.e. pnni a ccSo, appelanio desaa
Ihoes, companhia de cavallana e delegad, do cor- ; ^ Df ju^ d djre
roo.de ladeoalmanak miliUr^e^re.poodente ao I 0emmmtrn procldeoola.-Enviam-
anno corradle. j n)g geguinte:
l'ommlaaodpexamedemirhlnas i Caladla vai tom inda incrementa um abuso
. ci Sr. d.seinoargadar presidenta a. i. .v..i io^usl ficavel que vai ocasionando desastres que
Cia foram nimeafos pira a eammissaa encarroga padem traier cons-qu 'ocias serias; refermo-nos
da de examinar o michiniama deatinada aos enge- a corridas de cava1! ai em ras e estradas das ar-
nhos centraea di Palmares os enganheiros len-
te Olegario Pinta, A'freda Das e Fraacisco do
Reg'' Birros
Trlbnaal do lury doSecifeFuaccio
rabaldes deata cidade.
No domingo ultimo um de dous individuos que
vioham em disparada em fren'e ao s:fio da Dr.
Osario, em direccao pauta da ra do Dr. Nabu-
nou hantem es'.e ti banal cam a preseoca de 37 ; CJ) u0 pajeada conter e desviar o animal da mi
juisaa de facto. do a eutrar no laito da referida ponte, precpitou-
A's 11 hars da manhS presentes os Srs. Dr. g9 Q0 espaco oceupada palos trilhos, nSo morrendo
Joaquim Correia de O iveira Anlrale, presidente cavallo e cavalleira por um quaai milagre.
do tribunal, Dr. Manoel Clemeatiao de Oliveira Hontem, tarde, na travessa da Estrella, cam-

Escorel, promotor publicoe capito Florencio Ro-
drigues de Miranda Franco, eicrivo, verificadas
u cdulas e feta a chamada, foi ab >rta a sessSo.
Foi julgado orea Candido Pare ira da Silva,
pronunciado no artigo 205 do cdigo criminal, oc -
capando a cadeira da defesa o Dr. Jerooymo Ma-
terna Pereira de Carvalha.
O jury de anntenca campos-aa doa seguinteB
juisea de facto :
Jos Lais Innocencio Pogy Jnior.
preheudida entre Parnamerim e o Arraial, foi vic
tima da ama deaaatrosa queda o menor Flix Jo-
s Marques Bacalho, o qual estando montado, foi
alirado ao chao com o animal que cavalgava, pelo
violento encontr que soffreu de um dos taes cor-
redores a cavallo, e levado para ana residencia em
rle por peaaoaa presentes, fioando aem sentidoa
ate aa 8 horas da noite ; de enta para c nao sa
besaas como paesen.
A estrada do Roiarinho tambm frequente-
MMERCIO
ifalat oom taereial
COTA^OBa OKMCIAK8 DA JONTAj DOS COK-
BOTOEB8
Ssojfs. 27 de Junho de /S8S
Apo'.ices provinciaes de 7 0(0, 1:035#000 cada
canto.
Cambio sobre Landres, 60 diy. 24 15(16 d. por
1#V d b.nca
Dito sobre dito, vista, 24 3(4 d. por 1/000, do
banco.
Descont ae letras, 8 0/0 ao anno.
Na hora da bolsa
Venderam-se :
2:0004 de apolices provinciaes.
<> nresidontc,
Augusta' Pinto dt, C:mo3.
') searetari o,
Podro Jos Pinto.
Hoviruealo bancarlo
aaorors, 27 oa junho d 1888
FRAC A DO RECIFE
Os bancos em garal, contmuaram a cacear v
25 d, senda poneos os tomadores.
A tarde o mercado affYoniou um poueo e o papel
particular foi passado a 25 d.
O moviuoento foi pequeo.
PKACA DO RIO DE JANEIRO
Os bancas saccaram a 25 d.
Pape! particular muito escassa.
Aa tabaas expostas aqu foram estas :
Do Locos Baon :
Jotactao de assuear
u 27 di ji-XBo di 1888
A Auooiaf&o Comnercial Agriosa, registran os
araeos abaixo, pagos ao agricultor, por 15 kilos :
* 25 24 3/4
1 380 383
383
472 475
Portugal ....... Sew-York...... 212 214
202D
lo lamiiNAOioau.:
90 din vitta
Loadret....... 25 24 3/4
?mris........ 380 383
italia..... . . 383
Jfmbarp; j. . 472 475
Lisboa o P rto..... riacBa-s cilais? da Portu- 212 211
gal........ 219
Sew-Ycrk....... Do Eaai^sR las : 2020
% vitta
25 U 34
Pars....... 380 389
Italia........ . 383
472 475
Lisboa e Ptrto . 812 214
Prineiraes uidadea de Porta-
gal........ . . 219
liba dos Ajares .... 922
Una da Madeira .... . , 219
aras-York..... 34020
Turbina pulverisado.
IrsnriJ 3. superior .
i 3." boa .
3.a regular .
i .j .
4asoavada purgado .
bruto.
24000 a 2410
24200 a 24100
240)0 a 24200
146JO a 14900
14500 a 14600
1140) a 14500
14160 a 14200
4800 a 14000
NotaNao ha ectacao para os asaucares baixog
3 hmidos.
Couvo d su 27 di junho oa 1888
Nao conatou venias.
O de 1> sorte do sertaa cota-se nominal a 64300
por 15 kyfos.
Kntradias de aaauear e alsrndito
EEZ DE JUNHO
ASSUCAR
Entradas Das Saceos
Sarcccas ._ 1 26 6.564
Animaea ..."#.. 1 26 303
Via frrea deCaruar. 1 86 1.466
Via-ferrea de 8. Francisco 1 25 23.90)
Via-ferrea do Limoeiro 1 25 80
Sofuma 32.313
aujodAo
Entradas Das Saccaa
Barcaeas...... 1 26 1.297
Vaporee...... 1 26 3.197
Animaea ...... 1 4 26 6.628
Via-ferre de Caruar 1 25 239
Via-ferrea de 8. Franoiau. 1 25 1.712
Via-ferrea do Limosna- 1 4 25 1.501
Somma 14.574
Lili mas cota tides de freta-
men(o
Carreganda aqu, para :
Liverpool (em vapor)issuaar a 10 o 5% e al-
godo a 3 16 e 5 /o.
Canal acucar a 20/ e 5 /, (nominal).
Eatadoa-Uuidos i!>::car a 20/.
Haltico -aigodio a 7/16 e i
Carregando em Mace., para :
rialtico algodio a 7/16 a b*/,. '
Vapor despachad*
Vap. nac. Jaguaiibea, para :
Mace : 310 fardos de xarqoe, 2 barritas com
asacar braoco e 1 caixa com sal.
Penedo : 60 fardos de xarqoe, 9 barricas e 4/2
ditas com assucar branco a 60 caixss oom sabio.
Araeaj : 120 fardos os Xaique.
Carreg. di varaos.
mente theatre doaaaa corridas para ames'rar c-
vallos, alm de outros lugares.
Nio precisa enearaeer o perigo de pratica to
abusiva. Agora pnvideneiaa
A amencia de Jalao de'aaa Por ser
santificado o dia d'amaub ter lugar boje a au-
dieacia do juiao de pas da treguezia de Santo An-
tonia, no lugar e hars do costume.
ocledade laliterarla Concalvea
UlaaDomingo, s 10 hars da maob, em sua
sua seda, ra Mareilio Diasn. 3, haver reuniia
dassi Bociedade, em asjemb't geral, afina de pro-
ceder'se a leitura da relatorio meoaal, a caja
apreientaca, em virtula dos estatutos, obrigado
o seu presidente.
ImpreosaDo Rio de Janeiro lecabemos
hontem ass-i^uintes pnblicac'S !
A Eslagdo, jorul de modas parisiensea, n. 14,
do 17a anuo, pablicacSo da casa H. L mbaerts i
C, cam d>ua figurinas uolorilos.
U.iiio Meiiea, fascculo 6o, archivo internacio-
nal de scieacias medicas, publicado sob a direceo
do Dr. Viei'a de Mello.
Jornal dos Economistas, a. 11, revista qunsenal
ce que redactor e proprietario o Sr. Silva Fi-
gueir.
BMiographia Brasileira, revista meoaal da im-
prenaa brasileira, n. 4.
A IUustraf&o, publicada em Pars, pelo Sr. Ma
rianuo Pina, n. 8, 5 ano.1.
Agradecemos.
CopiaraNa dia 19 do carrate foi captu-
rado pala delegaca da Preguici, Angelo Alves
Fetasa, pronuujiaio no termo ie Alago* do Mou
teiro em crime de morte.
Accidente o nurteEm a noite da 23
do co.-rente, no lugar M .ues, do termo do Santo
Aota, AutSo Francisco da Lus disparau casual-
mente um bacamarte, com que aandava S. Joo,
empregdodo se Iba na axilla eaquerdd toda a car-
ga. A marte foi iui>tantanea.
A polica tom m canhecimeoto da fact-.
Faca 1.. Vntiihjii'em, i 7 h raa da u lee
no beeco nio, Jos Alexandre di Silva, conhecido par Jos
Baia, ferio com urna t >Cd4a no braco direito a
Dionisio Jo; Ferrm, evadinfi 8 em seprnida o
criminoso, que pouco depais foi preso pelo .ubie-
legado da fregaexia da (iraca.
O terida fai racolhda por ordem Ja r sp:ctiva
aotoridafe ao hospital Pedro II.
ExposIcAo luierl de ParlaTer-
mina em 15 de Jaldo prximo, diz o Jornal do
Commercii, o praxa dentro do qual devem sor sub-
mettiios approvaco da administraco superior
da Exp.sico de Pars os pl.ns da eonstruecaa
de qualquer edificio no Camp< de Marte.
Va trabalbas devem comecar em prioeipio de
Agosto a em Outubro devem estar concluidas as
obras p.ncipaes.
S ndo fataes estas prazas, a cammisaJa franca
brasileira v-as em serios apuros para satiafazer a
taes exigencias e oo arriscar-se a perder os es-
treos faltos e aa despeaaa adiautadas com u fim
de assagurar a represeut.caj do Brnzii uu grande
feata industrial de 1889.
Com os olhoi volrados para os poderes pblicos
que so tem m mirada favoraveis a este peoaamento
auxiliando a iniciativa particular, a c-ammiasaa
caba de tomar a resp.uaabiiidade de abrir con
curro, peiin lo a i.rahl'e^ -a eompetaaiaa planos e
orcamento para o pivilba brasileira, no terreno
j reservado, para o qual a seccAa brazileira da
mesma commiasa uiaroou a despesa approximadu
da 400,000 francos.
'. pas, urgente resolver sobre o projecto spre-
sentado aa parlaminto autorisando o crdito da
300:0004000 para auxilio doa expositores n :Cio
naes.
Sem este auxiiio muito provav.l que a repte-
seataclo da Braz fique limitada da briosa pro
vincia da S Paulo, que, obtenba on nao spoio dos
poderes publica', levar expaaicao com os p-o
iuctos de sua iodaatris, pro va eloqu^ota de sua
usada inici itiva.
O yiinis'erio da Guerra expedia a segua'
circulars repartied'S do m^mo Ministerio, na
dia 12 do corrate :
Illm. e Eim Sr. Solicitando a conamUsa! Cen
tral brasileira -.rgauisa>ld esta Corte para a Ex
pisica Univ^-r;al a'1889 cm Paria, que sejam
autarisarl* tadas as i'nirtcor'a Eub.rdia-.das a
>'rt!*Minutario a concorrar oa medida de seu tra-
balho e suas forcas a essa grande testa da civili-
sacS-a e progresso, declaro a V. Exc, para s-!U
eoobeeimeito e. ri s convenan eo, que co cedida
tal autorisaca'i, .preveainlo-o de que, secundo
comojuniea a in s raa cammisaao, em offio de 2
do correot-, para couveuieuta escalba doa artigas
que devam all fi,-orar, efTaetuar ae-ha primeiro
uesta cdide umi expaaiclo pr p.rataria,. cuja
abertura est marcada para o dia 11 di oVam
br > proximo"f5toro.
Deus QoarJa a V. ExeIhomaz Jjs Coelho
de Alnada.
Prado* e corr laA directora do Jo:-
key-Oiub, acaba da iatrduzir no Ra de Janeiro
urna das bis pralieas do tirf francez, evitando
aa m-?ma temp> u fue'ldad' de combinacSS en-
tre joekaya e algun proprittariaa pouco escrapu
1 osos.
O processo o segunte :
D-'iutidoa os daz oor centa da eociedada, o pro-
ducto total das poulet vendidas para o segundo
lugar, ser dividido pelo numero de poule de se-
gundo vendidas para os aoimaes qua tiverem che
gado, quer em primeiro, quer em segunda lugar, e
proporcionalmeate eotaco da c ida um.
ueste modo, as pessoas que tiverem poule de
segundo en um animal que tr vencedor no pareo
(isto que ebegar em primeiro lugar), ganharo,
como ae realmente elle boa vase chegado em se
gunlo; e bem assim as pessoas que tiverem poule
de segundo no animal quo ebegar ifictvamente
em seguodo lugar.
Na caso de baver no pareo dous vene dore', por
motiva de empate, conaiderar-se-ba como segunda
o animal que ebegar immediatameotu depois d'elles,
e, verificada esta bypothese, o rateio para as pou
(es do segando se tara dividalo o producto total,
depois de deduzidos oa 10 % da aociedade, pelo
numero depoules de secundo lugar que forem ven-
didas nos tres animaea.
Dada a bjpathese de empate de doas aoimaes
em segando lagar, o rateio ae far peloa portado-
rea de poues de aegundo d'eaaes dona animaea, e
bem assim peloa portadores de poule de aegundo
do animal vencedor.
O rateio daa poule de segando ser annunciado
ao pnblice tres minutos depois de apregoado o ra-
teio das poues de primeiro no mesmo pareo.
E' este o processo. Para melhor orientar os
nossos leitores, damos em seguida nao s urna mais
ampia explicaco, como tamb:m um exemplo, qua
diasipar qualquer duvida qaa por ventura poaaa
persistir :
Depois de deduzidos oa 10 % da aociedade aba-
ter-se-ha do producto total das poues de segundo
lugar o valor d'aquellas que foram vendidas para
os animaes que chegaram em primeiro e segundo.
O resto ser dividido por dous; e cada urna das
daaa quotas, dividida pelo numero da poule de
segundo lugar vendidas em cada um d'esses ani-
maea, dar* o lucro r spectivo, que, junto a 104000,
capital de poule, pretar o rauio.
ESEMPLO
Dispotain um pareo os cinco animaea: Sal-
vatus, Dignitaire, Phryna, Rabelais e Bona-
parte.
Vendem-se para este pareo 1.140poues da se-
gundo lugar assim distribuidas :
aalvatus 180
Digoitaire 400
Pbryui 170
RabelHis 280
Bi apar te 110
Producto total das poule vendidas
Deduzidos 10 / da eociedsde
1.140
11:4004000
1:1404000
Resta 10:2604000
Abate ndo :
1O valor de OO poule de segun-
do lagiir vendidas em Dignitaire,
que ebegou em primeiro lug'ir
(l:C0J4000j ;
oo vaioY de 180 foule de aegun-
do vendidas em Salvatus qua cha-
gou efectivamente cm segunda lu-
gar (1:8004000);
Tem-so o abdtimento total da 5:8J0,i 00
Resta 4:46J0)J
Dividindo se este resta por dous teui-sa. ...
2: 304000.
O lucro da poule da segn lo logar ein U
tairo portaut da 2:2304'.0), .divididos por 400
ou 54500, que, juntos a 104000, capital da. pi'ila.
do o rateia da 154500 para DioZuil
O In.To da paule de S.lv.itua ignalm ti de
2:2304000, que, dividid-,8 por 180, dS 1 124300, 00
o rateio de 224300, u idicionados rs lOJtOO, ca-
pital da poule
Trovadores Assim se dcuomiuam na ai-
g.rro i1 fumo picado, ort aaborMO, l.-.n) i.j
Fabrica Amir, das Srs. Lareg t 'J saceossar s
de Jo3o Gorrcaivea, o hespiubol, roa larga do
Rosario n. 8.
E' urna nova marca de cigarr .s, que muito a;ra
darao por certo aos fumanres.
Agradecemos aa ainoatras qu das ref ridoa
Trovadores nos enviaran oa fabricanUa
ProveJor de S. Pedro T.-rca.felra,
26 do crrente, teva logar no consistorio da igreja
de S. Pedro dc.-ta cidade, a (liicao da provedor da
irmaudade do mesmo titulo, de c nt'.irmi iada com
o respectivo compromiaao, senda alent para o re-
ferido ca'ga o Revd. c n go Dr. Auauaa Correia
de A01 ara1.
Peala Us S. Pedro Apomolo H je s
6 3 1|2 hova'a da tarde cantar-se-bao veaperas so-
ii'-nui's grande orebeatrn em honra < Prncipe
dos Apostlos em eua igreja desta cd-ide, a ama
nb a 4 e l|i da midru'ida .c s 7 da manba
baver uiiaaas residas, sendo esta ultima aco.epi-
ubuda dccsn'ics sagrados, eutrauio as 10 e 1|2
a mssa solemne, precedida do canto de Tercias, e
oanlo ho Kv.mgolho o Revm. vigario Amcrico S.
de Novaes e M. Avellins, cenelninda-se a fe3:ivi-
dade com o Te Deum Liudamus, precedido de ser-
mi pelo Revm. provedor Dr. Jeronym 1 Th im da
Silva, s 6 a 1,2 da tarde.
Durante todos oa ac<03, pira assUtir aos ques
se ach couvidado todo o clero regular a secular,
tocar urna batida de nauaica militar.
o dia 30 s 7 boraa da manila se cbiitar na
mesma igreja urna misa. em boma de S P-.u! o
Ap ibtob.
A irmandale, apezar des gr>n(?3 m ihT.man-
tos que tem feto em sua i^rej', ni o aaapou 'sf ar-
is para celebrar a feata de seu oraga coui todi a
pompa interna, sem cxteri.ridale de giraudolas.
Circo ClillenoPoi extraordinaria a coa
curreacK de espectadores que 1 trl ram antehm-
tem ao Circo Chilena, aitualj no urg do Arse-
nal de Uuorr, para aaaiatir o b" espectculo dado
pela grande compai.hiaequo tre, gyoastica c aero
por urna iotereis-tate enanca da 3 a 4 annos de
idade, recebsndo ambes prolongados e merecidos
applauaos.
Sao dignoa de serem apreciados oa trabalhr-s da
campanilla doSr. Palacios a quem desejamaa que
tenha sempre noites Mises como a de antehontera.
A Iniuniria aaaiaearelra na Beigl
caPor circular de 6 de Daseiubro exigi das
diversas legacoaa o Ministerio da Agricultura in -
formaces coucernentes industria assucareira,
considerada pelos seua difForentea aspectos. Dea-
ta incumbencia acaba de desempinbar-se a lega-
foto do Brasil em Bruxellas com a remessa da in
tereasante monographia eseriota palo Sr. Dr. la-
bor da Cunba, secretario da mesma legacao o es
pirito bem preparado em estudoa econmicos.
Alm de coosideraco :a d? ordem geral compen
d'au aquel>e trabalh 1, em exposic.lo clara e matho
dica, tudo aquillo que pode contribuir para conhe-
cimento exacto daa condicoes da industria assu-
careira na ecio daquella laboriosa e inteligente
niica que, forca de actividade e de engenho,
logrou transformar o solo ingrato da patria, as
auas duas tercas partea, em terreno dos mais pro-
ductores da Europa, capas da alimantar a papu-
laco mais densa qua se canta na globa.
A Blgica importa e exporta assucar mas, em
quanto a importacio dimioue, a expirtscao taa
augmento. Ao p>sso que aquella (aseucsr de cun-
as) desceu de 25,072 toneladas em 1850 a 9,100
em 1886, a expartaca elevou-se de 26,883 tonela-
das : em 1866 (asuear bruto) a 87,99 em 1866.
teuio attingido no ani.o prximo passado 94,690,6li
kilagrammaa.
la Jornal do Comnacrclo Iifarmim
qae o Sr. conaelhoiro Barao de Arinos, enviado ex
traordinario t ministro pleaipot-iiciario di Brasil
em Pariz, acudindo ao app:;lo que Ibe foi dirigido
pelo Centro da I idustria e do (Jomm -rai 1 da As
sacar, o vi.-mete recomneniado pilo Miintcno
da Agricultura, acabt do assagurar qu na 1 tar-
dar a remetti-r directora da ref-rida ass-'.ia-
;.io os diversos typos da ussucar proimi'.oi ou
consumidla na Franca, fazenda os acomp-iiih-.r de
iufirmicoas quanto aos procos, coasuma o origera
Por intervencio da nosso il!ustre diplmala cju.z
encarregar-s" gratuitamente rfu sobredit* rem-ssa
o Sr. A- Lerouge, da affierie de la iiule, ps
sod das mais habilitadas e c m,'e:ontJ3 para ute
fim.
Nesle c ima em tilos .5 r.un 3 de srvica, qu
muito frequeutameate Ihii tao camm triio;. a 1 sa
corpo diplomtico e uonsirur tem dado D>-oVaad
aclarecida e patritico z lo. J por oceassiia
ds expisicai de caf iedias a eff ito cm 11 a
raioa pases eetr ngiiroi por iniciativa e s b a di-
receo do Centro da L voura e do OooMBsreio,
hciiju beinpre esta aasoc.i.cio da paite d,qu 1 1
nossos o ge o lea a m lia d .lie.Ji c saliaita flOOPe
rucio.
Convenci Po(al Col vernalPor
camnuniaaca 1'1.' presidenta ria caafedflraadj da
Sainan tnu iioin I (la eooii'. ii a f deral, fo! n.tltcali
o g.veruo.ii Brazil de iiiv'r ujteiiloa Jo A le-
ga pasta', universal pelo tarnti-
ri 1 (! liisbiU qua se i ha'dear-i > da
potecci do Loo no Al imo.
A a Aj, lili nive.ica cnti i all ca vigor a
a i; ir do 1 de Ou'.uDio,
Jircocrorr ii :a couserva
r^> dfe 26 .1 Juih. :a IW&.
K.il" -r-iln.M.'O
S -

S c -
' 5
-a S
P
6 ID. 8P7
9 B4*8
12 2f'6
3 t. .'7'-2l
0 26 -i!
Barmetro a
0*
i'eiisao
Jo vapor
"3

C
B
763 -'59 16 0
761 "61 18,73
W391 1813
m&i 1S 27
10 jj 17,81
88
80
66
63
66
lemparatui'a mxima',00
Dita mnima21,
v-.;oraioo am 24 b-.-raaa-- sol: 5,<*2 ; sum-
ara : 2-\8.
Churamillo.
Dr.'eea do vento: SE,ESEe SSE alterndss
predominando E durante todo o dia.
V.iloai.iado media do venta: 110,93 p:r aogund .
Nao i'osidade mi'a : \ul
B. letii do porto
y--------------------------------------------------------------------------------------------
S
:3 Di. 11 r >s Altaia
A. M. 26 de Junha 031 da tarde 0,""32
P. M. 652 2,47
!. M. 27 Ja Janho 0 40 aa manbi 0,-57
.'. M. 7-14 2,-51
Hlasss fnebresSerAo celebradas :
Uoje: *
A'a 8 horas, no convento de S. Francisco, pela
alma de D. Mara Aonuuciada do Car nao Rocha
Costa ; a 7 boras, no mesmo convento, pela alma
de Manoel Jos Machado; s 6 horas, na igreja
do Terca, pela alma de D. Miquilina do Espirito
Santa.
Sabbado :
A's 8 har, oa matriz da Boa-Vista, pala alma
do eugeuheirc Joo Beserra de Mello ; s 7 1|2 ho-
ras, na igreja do Espirito-anio. 1 I ilma de D.
Maria Francisca de Mollanda Cav. i >'e.
PaaaaaelroaCbagadosda su vapor na-
cional Espirito Santo :
J0S0 p. Ujir.B, Ur. J. J. Das da Paria, Frede-
rleo Vieira, D. Marinom Gonealves Rocha e 3 fi-
Ibas, Antonio de Praitas, Antonio da Silva Cunha
Jnior, Jos PaC'ueco, Joe srlva, Thomat, An-
tooia Al vea de i!, .oool J, E. Nery
da Fonaeca, sua senbora e2filbot, 13 pracaa do ex-
ercito, 3 cx-dtas, I praca da i.i 11, 11 aanteo-
ciados. It 1I1 ig 1 d jag C \ irtins,
Luis Jas da Ouvaira Junquera, C amante Euge-
nio, D. I>iua A1 va i da Mallo, D Mara P. da Cruz
e 1 fi ha, Artbur Simo'a, Antoaio Sobriabo, An-
tonia da Silva oLeite, C. Franeac, Justino da'Silva
Torres, Antonio Feliciano da Silva, Em lio de Me-
dairos, H. Renato, Dr. Euclii s Alves RequiSo, sua
senbora e 1 cnuda, Luiz O. Monttiro e Marcelina
da Canceica.
Operaco clrnrsrlcaFi praticada no
bo.-pital Pedro II, no da 27 do crrente, a se-
gunte :
Pe* Dr, Malaqnius :
Ligatura iu loco daa art rias raiial e cubital
do ante brac 1 direito, reclumada par ferida per-
forante em forma da aedeuho, da fuce anterior do
mesmo ante-braco.
tiupllal Pedro II OJmovimonto do dia
6 da Jan.! 1, desta eiitabeiecimeoto, foi o segun-
te :
En-raram 19
axbirsm 8
Piillrccram 1
Existem 538
Pirara visitadas aa respectivas enfermaras pe-
1 s D.-3. :
Barros Sabrinho As 7 1|2 hora', Ferreira Vel-
. 8 Cysnciro s 91i, Malaquias s 10, Pon-
ual; 9 IrJ:
Ciiur.'iaa deutista Numa Poaipilio, s 8 no-
1
PbarmaecaUco eutiou s 8 l|2esdhios 4
hoiiis.
Ajud8ute do pharmaceutiao cntroa s 7 34
sabia s 4 1(2 horas.
IdOterl* do Para A 3> parta da 21a lote-
ra, uelo aovo lino, cuja p.-emio grauda e de....
60:00 >4000, s.rextrahida, seguudaa-feire, 2 de
Julno.
aU

IVavIa despachado
Barca sneea Bildcr, para :
rtussia :_ 1.941 suecas cutu ulgodo.
Carreg. Jobnstoo Pater & C.
Pauta da Alfandega
ssmasm oa 25 a 30 de junbo oh 1888
iVide o Diario de 24 de Juabo
Navioa a carga
Barca narueguensa Imacie, para Liverp >ol.
Lugar uicional Juveaal, para RloG-randa do Sui.
Lugar portugus Bento de Preilat, Para o Poito.
Navios a d carja
Barca ogiesa Enehanters, carvao.
Hatea francez 1 Penehn, carvao.
Escuua al'.euaa Johanna, Xurque.
Lugar nacional Layo, xarque.
Patacho nacional l'elotemt, xarque.
fatacbo noruaguiiuso Crea, xarque
Patacho dinamarqus Thor, xarque.
Patach 1 nacional >'ocia(, xarque.
Patacho nacional Andalusa, xarque,
Vapor ingles Chastwjrth, cstva. I
lxparitt^a
Kicrra, 26 na jumo oa 1888
tara o exterior
Na !r portugus B. de Frettas, esrrega
ram :
Para Lisboi, Aoarim IrmSos & G. 200 saccoi
com 15,000 kilos da assucar mascavado ; Tava-
res de Mello Ge oro & C. 602 saceos com 45,150
kilos de assucar mascavado.
i'ara o imertor
No brigue dinamarqus Atine Marie, carre
garam :
Para Pelotas, alaia & Rezeodo 1,500 cocos,
(saeta.
No patacho norueguense Sverdrup, carre-
gou :
Para Pelotas, F. QalvSo 1,500 cocos, fructa.
\'o lugar nacional Juvenal, carregaiam :
Para Rio (tande do Sul, Amarim Irmea & C.
200 barricas com 21.806 kilos de assucar branca e
e 50 ditas com 5,963 l\ ditos de dito mascavalo.
No vapor austraco Jokay, carregaram :
. Para Babia, Maia & Rezenda 8 aacco'a com 480
kilos de cera do carnauba.
No vapor fraaces Filie de Bahia, carrega-
ram :
Pra Santos, H. Burle & C. 1,600 saceos com
96,0iK) kilos de assucar branca e 1,400 ditos ctm
81,000 Jitoa de dito mascavado ; A Labdle 600
sacaos cem 36,0J0 kilos de assucar brancq e 500
ditos com 30,000 ditos ie dito mascavado ; P.
Pinto o u. 25 pipas e 50 barris com 16,840 litros
de agaardrnte.
Pata Rio da Janeiro, J F. da Costa 2,300 co-
cos, fructa.
No vapor nacional Espirito Smti, csrrega-
ram :
Para Manis, P. Pinto & C. 40 barris com
3,840 litros de agurdente ; H Oliveira 25 barri-
i.eiitr*Eteetuar-ae cao .
H je :
Pelo agente Pinto, ao mc'o dia ra Nava n.
23, de urna carroca e boi.
Pelo agente Ousmo, i 11 horaa, ra Mir-
stica de qu empresario e director o Sr. Hia- quez de 0;inda n. 48, da gneros da estiva e
rio Palacios.
Foram exhibidos pela c mpanhia novoa traba-
lhos qne muito agradaram aos espectadores, ten-
do todos os artistas dado s partes de que so eu-
carregaiam prrteito desempenha, sendo ao ter-
minal us bastante applaudidos e par divarsas ve
zea chamados pata receberem novas ovaces.
Entretanto, nao potemos deixar de fazer osen
cao dos diffjciliinos trabalhos executados sabr am
rame par urna artist- e 08 do trapezio volante
plantas.
Pela agente Stepple, s 11 1/2 boras, na ra do
Imperador o. 16, de predios.
Pelo agente Pinto, s li boras, ra Marques
de Olinda n. 52. de movis, louca e vidros.
Pelo agente Alfredo Ouimares, s 11 horas,
ra do Bam Jess n. 49, de parte da um predio.
Sabbado :
Pelo agente Bntto, s 10 1|2 horas, ruslda
Imperatris, de um piano, movis e vidros. Jk,

cas com 1,417 kiles de assuesr branco ; P. Alves I
& C. 20 barricas com 00 k loo da assucar refi I
nad a.
Para Par, P. AWes & G. 25 barricas com 1,500 j
kiLs de assucar refinado ; M. Auoorim 25 pipas !
com 12,000 litros de agurdente ; J. S. Loyo oe
Filho 1,600 barricas cm 120,89 kilos de assucar
brauco.
Para Ceur, P. Alves A C. 10 barricaa cam 600
kilos da usacar refiuado
.No hiate oacioual Dcus le Salve, carrega-
ram :
Para Mcssai, M. Amorim 50 saceos com 3,000
kilos de milho; A. M. da Silva 10 barris cam 600
litros de mel ; P. Alves & C 1 bairica com 109
kilos d-> aosu.ar brauc .
Q Na vupor nacional Jiguaribt, carregaram:
*jPara Penedo, P. Alves & C. 0 barricas com
3^8 kilos de assucar refinado.
Na barcaca Nazinha, carregaram :
Paia Mamanguape, P. Alves 4 C. 11 barricas
com 660 kdos de assucar n finado.
No hiate nacional Correio dt Na'.al, carre-
garam :
Para Macabyba, M A Senna & C. 10 barricas
com 671 kilos de assucar retinado.
aeeebeiluria provincial
Do dia 1 a 26 130:6574050
Id jan de 27 5:298i5U
do Rio de Ja-
Uinhei o
BECEB1O0
Pelo vap. nac. Espirito-Santo
neiro, para:
Jos Candido de Moraes 24.960*000
Martins Fioza os C. 4.000*0)0
Bernardino Lapes Alheiro 2000*000
Joaquim Prea da Silva 2.0001000
boxpbdido
Pelo uiii nac. Jaguaribe, para,
Penedo 3.000*000
is>e*dioieatoa pblicos
UBZ DB) JL'MIO
Alfandeya
ikenda erai
o dia 1 a 26
dem dr 27
814:^02*861
26.99U865
Xerda provincial
Do dia 1 a 26
dem de 27
87:313!574
3.210*906
841:194*726
90.524*430
Sommi total
931:7)9'208
Segunda secoo da Alfandega, 27 de Junho
de 1888.
O thesoureiroFlorencio Domingut.
O ehefc da secoab Cicero B. de Mello.
Reeebedorla eral
Do d 1 a 26 37:067*601
dem de 27 2:919*501
135:955*561
Hectfe Orainage
'>e dia 1 a 26 7:617*341
:e 27 609*210
------------------- 8:226*581
Mercado Mualdpal de ** lose
O movimeDto deste Mercado no dia 26 de Ja
nho f.'i o segainte :
Entraran :
31 bois pesando 5,171 kilos sendo de Olivei-
ra Castro 4 C, 17 de 1, o 7 da parti-
culares
17o kilos da poixe a 20 ria 3*520
51 cargas de farinha a 200 ris 10*5JO
11 ditaa de fructas diversas a
300 ra. 3*300
10 taboleiros a 200 ris 1*800
9 suinos a 200 ris 2*200
11 matntos com lezumes a 200
ria 16*200
Foram ceenpados:
27 columnas a 600 ris 17030
1 escriptono 3'K)
31 compartimentos de farinha a
500 ris. 14*500
29 ditos de comida a 500 ris 34400
86 ditos de egumes a 400 ris 12*600
18 ditos de sainos a 7C0 ris 12*600
10 ditos de tresauras a 600 ris 6*000
10 tainos a 2* 20*00u
1 dito a 1* 1*000
A Oliveira Castro 4C.:
54 talhes a 1* 54*000
JBR1SPRDDEHCIA
O adji.c it;rio nito est snjei-
o & pcaade prisa.
CONSULTA
Ern exe^ugflo que Pedro rnovis coatra
Patito Iba foram adju tica ja ein pagdtien-
ia 11111 fnzn'.i e duas situado s.
Oa baos adjudicados esM'ira a iiopor-
(nnaia da divida ce.rca de 30:000OJO.
As iuas situad a, totalmente separadas,
o distDotsa da faaeoda, firam adjudicadas
oa vaktr de 18:01)0^000.
Pedro convencido de que a adjulicajao
daa duis aituaco a era ociosa, parquanto
0 valor doa ouir.aa o ein aJju li.:aios, ab-
atrac^ao feita das Etua^5;s, exceda aiada
a /"oportancia da divida em p-rto de
12:000^000, app:ll >u da sentmga pora
TriiauDulda R-la;.io, e supposto toa.e aap-
1 cll ijo racebida gmente no efaito devo-
lutivo, no quiz tirar carta de adjadi.'scSo,
dcixaudo assim de entrar na pos3e dos
b^ns adjudicados. Nj emtauto Paulo ra-
quereu 411 sa expadisso mandado contri
Podro para dentro do tres dias oonsigaar
1 cxjcaao dos b.-ua adjudicados, sob pena
de pr8ao.
U juiz dfario a p ticas de Paulo, e nao
tend'J Pedro consignada o valor do excesso
no prazo marcada, maniou passar maula-
do de pristi contra elle.
Trst-i-8- do urna ex^cuyao por divida
hypotiiec ria, portanto a questo regu-
l-ui 1 pela Regulamento n. 737 de 25 do
Novambro de 1850.
PERGUNTA SE :
1.
O credor adjudicatario, que nos termos
expostos deixa de consigo .r o valor dos
bma adjudicados, pode ser preso at que
faca o deposito ?
2.
A dispoaic&o do art. 525 do Rigola-
mente de 25 de Novembro de 1850, que
i
ff.


Norte......... Pnuwi&uco .
Europa....... Niger.........J
Sul........... Finance......;*.
Europa....... Fi'.'e de Moni Midi
Europa....... La Plata-----i/.------
Su!........... Maranh&o.........
Sul......... Tamar.............
Sul........... VilledePemambuco.
Sorte......... AlUonca...........
N^rto......... Manos...........
Sul........... Alagos........... 16
Europa...... VMe de Maranh&o 17
Sul.......... Portugal.......... 18
Europa....... Tagua............. 21
Sul........... Trent.......
Norte......... Espirito Santo..... 23
Sul........... Pernambuco....... 26
199*320
5:156*740
5:356*060
Rendimento dos dias 1 a 25 do cor-
rente
Foi arrecadario liqnido at noje
Freces do dia :
Cama verde de 200 a 400 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ria ideas
Suinos de 560 a 640 ris idem.
farinha de 20) a 32) ris a ria
Milho de 36) a 40J ris idem
Feiao de 560 a 1*400 ris idem.
llatadur Publico
foram abatidas n" Mitadouro da Cabaoga
ceses para o cuosui. ao liojo.
Sendo: 55 reses pocteueaLes a Oliv ira Caatio
c C, e 28 a diversos.
Vapores u entrar
Snl......
83
HEZ DE JL'Xa
, N/-.......
Europa.
Sol..
39:987*102v Sal........... Cawilia
MEZ DE ITLBO
POOi............
Vaiparao......
hoje
1
3
4
Halas expedir se hoje
PARA EUROPA
As do vapor ingles N.e, para a Europa, fe-
chara 30 correio a horaa da inanh.
PARA O SUL
Aa do vapor francez Villa de Babia, para o
sal, fechain s 3 boras da tarde.
PARA O NORTE
Aa do vapor nacional Espirito-Santo*, para o
norte, fecham s 3 horas da Urde.
Va vio s entrar
Bertha............ CardifF.
Cyphcr ......... Swonses.
Plid.............. Cardiff
Fairy............. Swinsea.
Mioiosa........... Ria Qranda do Sul.
Ok ann........... Hamburgo.
Respit............ Cardiff.
Moviuieuto do porto
Navios entrados-no d a 27
Rio de Janeiro e escala1 das, vapor nacional
Espirito-Sint*., de 1,939 toneladas, oominan-
dante Carlos Antonia Gram-s, equipag-m 60,
car(ra varion genero*; ao Visconda de Iuqui
da Norte
Triestre e escala25 dias, vapar austraco Ja-
ki. de 780 toneladas, comalindinta Q Casia-
vich equip igam 25, carga varios gneros; a
Johnsto.i Patcr de C.
Porto-Alegre29 dias, palbabate nacional Pinta
l0, de 122 onelidas, capitaa Paulo Nunas
Querr, equipigam8, carga farinha de miadio-
c-i; a Pereira Cirneiro & C /
aldco12 dias, hiate nacional Auroea de Ma-
co, d 52 toneladas, meatre Francisco Falippe
u Carlos Aitamo de Araujo.
Sahidos no mesmo dia
Ara;u.ja e escslasVupar nieianal Jaguaribe, *
commimlante Alfredo Mooteiro, carga varios
gneros. '
Buenos-AyresVapor ngl-s Buraleu, com-
mandante James Dingle, carg varios gana-
ros.

*--^ +
[
^m^m*r~r


Diario de PcrnambncoQuinta-feira d

i
i
i
I
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H
ujeita prisSo o eaocuudo qua oo :ulta
bens para nSo sereuo penhorados, ou deixa
de possuil-os por dolo, e a do art. 555 que
oommiaa a meama peaa ao arrematante
que nSo pag-i o prego da arrematado den-
tro de tres diaa, podem ser applicadas ao
credor adjudicatario, quo nSo consigna o
valor do excesso dos bens que Ibe s&o ad-
judicados, ou por outra, a piisao ple 8>r
ampliada, por analoga, alera dos casos
expressamente declarador era 1-i ?
3.
A negagSo da c-brta de adjadicag&o nlo
a nica coacgSo de que se polo langaa
mo para obrigar o credor adjudicatario r
Consignar o excesso do valor V (Pere-ra e
Souza, sota. Paulo Bxptista, cto.)
4."
H< algura ar-sto, acerca da questSo su-
jeita, no fdro commrrcial ?
PARECER
I.
Nao ; o credor adjudicatario que deix
de consignar o excesso do valor dos bens
adjudicados nSo ple ser preso st q'ie
faga o deposito ; porque a prisSo, sendo
asteria penal, s por lei expressa, ex scri-
ptura legis, pode ser decretada.
2.
Assim que nSo podem.ser applicados no
caso de adjudicoslo os arts. 525 e 555 do
Reg. n. 737 de 1850, quando niesmo se
d (o que negol iientidade de razSo ou
analoga :
Porquanto era materia penal nlo ha u-
terpretagSo extensiva ; tudo ttricti juris.
3.
Nao ha outra sanocSo para o facto de
nao consignar 83 o excesso do v-lor seuSo
os raeios ci-'is, que coroprtirem contra o
adjudicatario,
N2o me consta arresto algn?, e a hypo
these me pare e nov e imprevista.
Esta hypotbese nasce do absurdo e vio-
lencia cora que o juiz violando os princ
pos do rcgim"n hypithecario, fundado no
art. 239 do Regulamento bypothecario e
exemplificado no art. 240 1, edjudicou
o niesmu credor*. spcz>r da oppo8cao_del-
le, as duaa situagSea separadas e diatinctss
da fazenda, quaado o valor desta j exce-
dia a importancia da divida, sendo assira
elle obrigado a urna reposigSo de 3O;OO0j5! I
abyssus abyssum invoeat.
Corte, 16 de Agosto de 1871
Consfclheiro Nabuco.
AO 1 e 2o QES1TO
A comrninagSo de prisSo era nossa le-
gislagSo civil un meio de compaliir, s au-
torisado em casos exaepcionaos e definidos.
NSo ple, sera abuso, ser ampliada por
analoga, qoe alias nSo se d entre a hy-
potbese da proposta e as previstas na lei.
AO 3.
A negagSo da carta de adjudicacSo (Pe-
reira e Souza, Processo civil, nota 865)
effleaz para o fia de cbrigar ao ajudicata-
rio reposigSo do excesso do volor dos
bens adjudicados.
Sendo a adjudicacao ura pagamento em
bens, a suspenso ao titulo obsta posse
do exequente ; para conseguil-o, hade elle
entrar cora a differenga entro o valor dos
bens e o quantum da execugao. Determi-
na-o a isto o proprio interesse.
A0 4.
Nao tenho em minha pratsa nenhum
caso de prisio compulsoria para forjar a
reposigSo do excesso de bens adjudicudos
E nSo me consta qm neste sentido ha ja
aresto no f6ro commercial desta corte.
Salvo melhor juizo.
Rio de Janeiro, 16 de Agosto de 1871.
Paulino JosSoares de Souza.
l.c
NSo ha disposigSo algnraa que mande
.oceder contra o credor adjudicatario com
a pena de prisSo, para coagil-o a con-
signar em deposito o excesso do prego da
---na adjudicacSo. Nem a legialagSo ci-
vil, Ur^Jomraercial o autorisam. (Lei
de 20 de jVrao de 1774, lei de 22 de Fe-
vereiro de l*9 e outras disposigSas ; D--
cret-j n. 737 \\ 1850, art 561).
2-*
A pena de prisSo striti juris, e odio-
sa, como declarou a propria Lei de 20 de
Junho citada e o Assento de 18 de Agos-
to de 1774. Portanto, inaropliavel, por
maior quo seja a analoga Abolida a
prisSo por divida civil, essa ficou re-
duzi'la aos casos expressos em direito.
Sam que baja, portante, disposigSo termi-
nante e positiva, que a conceda, no caso
respectivo nSo tera lugar.
NSo procede, pois, o argumento qu) se
deduz de ser isto permittido a respeito do
arrematante. Quanto a este a lei civil e
a commercial sSo expresis
3.'
Quanto ao credor adjudicatario o reme-
dio nio se lhe pas3ar carta de adjudica-
cao, sem que faya o deposito do exaesso,
como se l no eximia praxista Pereira o
Souz&, Pro3 Civ., nota 855, se o valor,
etc., e j'er deutriaa no foro.
O regulamento commercial citado orois-
so a este respeito. (V. art. 561 ) Mas
O art. 743 reooette-se em tal caso ao pro-
cesso civil, que alias neste ponto, nSo foi
alterado pelo citado regulamento.
4."
Se ha algum aresto no foro commercisl,
nSo posso com oertesa dizer. Mas, ainda
que baja em sentido contrario opiniSo
qoe exponho, parece-me qoe ser apenas
am facto, e nSo sS doutrina de. jurispru
dencia ou de direito.
Sa.vo melhor juizo.
Rio do Janeiro, 16 de Agosto de 1871.
A. M. Perdigao Malheiro.
Concrdo com o douto parecer supra.
o, 18 de Agosto de 1871.
\ A. Figueira.
AO 1 QESITO
. Pelo Direito Civil, Lei de 20 de Junho
de 1774, o arrematante que nSo faz em
tres diai deposito do prego doa bens em
Sue lngara em prega, preso. E pelo
lireito Commercial, Reg. n. 737 de 25
de Novembro de 1850, art. 555, d-se a
mesla disposigSo.
NSo, pelo que fica expandido.
AO 3."
Sim, como cima se mostrou.
AO 4.
Positivamente nada rae consta.
E' uieu parecer.
Rio de Janeiro, 16 de Agosto de 1871.
Joaquina Saldanha Murinho.
AO 1.
Tratndose de urna execugSo" por divi-
da bypotbecara, e conseguintem<'nte regu-
lando-so ella pelo Decreto n. 737 de 25 de
Novembro de 1850, nenhuraa duvida pode
haver acerca da questSo proposta ; por-
quanto o citado decreto em nenbum dos
seus artigos coramina a prisSo para a pre-
sente bypothese. Pelo contrario tratando
no art 561 do caso em que o valor dos
bens adjudicados excedo a importancia da
divida, apenas se limita a impr ao credor
a obrigagSo de consigoar o excesso no de-
posito publico geral'.
Nem se poderia deixar de considerar a
prisSo ero tal caso como illegal e criminosa
( Cod. Crim art. 181 ), pois que estara
fra dos casos previstos -as leis.
Accreace que nem se quer as leis do
processo anteriores ao citado decreto se en-
contra a prisSo conminada para o csso de
que se trata (LMs do 20 de Junho de 1774,
M 20 a 29, de 22 de Fevereircfde 1779;
Aviso de 18 de Agosto de 1774).
AO 2.
Entre a bypothese sujeita, e as dos arts.
525 e 555 do citado Regulamento n, 737
I
r
v
x
E' ella applicavrtl hyp itb<-83 do art.
561 do m.sraa R<*g-, qu .ndo o credor a
quem foratn aju b^ns, >teixa
depositar o ex:es> vida?
NSo; porque nem o direito civil nem o
commercial est-beleceno prisSo n?sta hypo-
tbese ; apenas os praxistas ensinam que
neste caso se nSo passa carta de adjudica
gao no credor
Preteniem alguns supprir a onissSo do
direito nesta bypothese, appcando a dis-
posigSo cima mencionad', pe!o prin ipio
de que onde se d a mesma raaSo d se a
mesraa disposigSo de dir. ito ou por analo
gia, como diz a proposta.
Bamelbante principio, por o, repug-
nante a direito na applioagSo ^ue Iba que
rem dar, porque o direito, era tal caso,
geralmente recebdo, o seguinte :
As leis ou disposig5S que restring^ra a
liberdade natural, as que estabelecem pe
naSj e prescrevem certas formalidades, de-
vem ser interpretadas de maneira que se
nSo appliquem a casos, aos quaes ellas se
nSo estendem.
Se alguma lei ou diaposigo foi estabele-
cida por considerag5es particulares, cootra
as regras de direito commum, nSo deve ser
applicada alera dos casoc que ella previo.
Se a disposigSo contraria o direito com-
mum nSo deve receber cxtengSo nem de
ura caso aoutro, nem de urna pena a outra,
nem de urna causa a outra.
A prisSo em 6aso civil, entre nos, nSo
sanSo urna excepgSo odiosa ao direito com-
mum, e consequentemente nSo deve ser
appli:ada senSo ao caso previsto, nunca a
outro por analogia Seria dar ura perigo-
so arbitrio ao executor. Nem se segu
que o silencio do legislador nnsta caso fsse
omissSo ; parece antes que elle nSa quia
impor, pela falta de deposito, a prisSo, re-
conhecendo differenga entre o ar rematante
e o adjudicatario, este forgado a receber
os bens, e aquello coropra-os espontanea
mente, tan.o mais quanto o legislador sen-
tira a n'. v'ssidade da prisSo era caso civil,
que 98 legislagS s do mundo civilisado vSo
modificando e supprimindo.
Assim entendo que iontra o credor de
que Be trata tauto mais quanto elle nSo
tirou c.rti de rdjuiioagSe, o appellou plaa
razo s expostt.8 na consulta.
Ao2.
Est respondido, \endo eviden'eniente
inapplicavel o art. 555 do j citado Ragu-
laraento.
AO 3-
Est respondido.
A0 4.#
NSo tenho noticia de aresto a seraelhan-
te reapeito.
Rio de Janeiro, 16 de Agosto de 1871.
O desembargador. Joaquim Jos Pa-
checo.
As dispasigo-js odiosas nSo se ampliam.
As impoaigois penaes se restrngem aos
casos expressamente consignados. Estes
principios que a jurisprudencia teineatabe-
lecido, nSo podem deixar de Ber observa-
dos, sem manifest perigo. E tanto o
respeito que a taes principios tra consagra-
do os no8sos tribunaes que, entrando em
duvida s? aos quacompravam bens de mas
sas fallidas em leilSo publico, poda eer
applicada a disposigSo do art. 555 do Reg.
n. 737 de 25 de Novembro de 1850, que
autorisa a prisSo do arrematante, que no
praso de tres dias nSo paga o prego da ar-
reraatagSo, tem sido resolvido pela negativa,
sob fundamento de que nessa bypothese
nao a prisSo autorisada, pois que s as
arrernatagojs por sentenga tera ella lugar.
( DecisSo de aggravo. ) Entretanto a sa-
molhanga das especies nSa pode ser mais
positiva. Assim pois, e attendendo a qua
nem na disposigSo do ar. 561 do citado
regulamento se estabelece a comminagSo de
prisSo, e nem as dos arts. 525 e 555 do
i mesmo regulamento sa abrange alm das
pessas diatinctas do executado, o do arre
matante; e mais considerando que arrema-
tagSo, e adjudicagSo nSo podem de modo
algum ser confundidas, e tanto que na pri-
meira transmittiu se a propriedade a ura
3." comprador, e na 2.a apenas se realiza
o pagamento de uro credor ; respondo :
AOl.*
NSo. Contra -o adjudicatario que nSo
deposita o excesso do valor dos bans re-
lativo o da divida ba um nico correctivo,
prival-o da sentenga de adjudicacao, e
assim da possibilidade de dispon dos bens
adjudicados ( Pereira e Souza, priraciras
linhas cives nota 865)
E isto mesmo se deprehende das pala-
vras consignadas no citado art. 561 das
quaes se conclue claramente qua a adju-
dicagSo em tal hypothes?, nSo tica perfeita
e acabada, e nSo ple, portanto, produzir
effeito algum legitimo, se o credor ero taes
circumstancias, nSo consigna o ex i'-sso no
deposito publico.
ao2.
nSo existe verdadeir analoga ; e, quando
houvease, nua a se podara ampliar a prisSo
a asna nSo expressa'iiente previst >s pelas
leis (Assentoa de 4 de Maio d 1854, 8 de
Agosto de 1753, 23 de Novembro de 1769.
Paulo frag. 155, | 2 Dig. Da reg. jur.
Lei 17 Tmpenalibus causis benignius nter
pretandum est).
A0 3.
A negagSo da arta de adjudicagSo o
meio c activo de quo sa costuraa langar
mSo para se obrigar ao credor adjudicata
rio a cumprir a obrigagSo imposta pelo art.
561 do oitado Regulamento n. 737.
Era todo o caso, alera dos meios mera-
mente (vis, nenhum outro lcito erapre-
gar-se.
AO 4.o
NSo rae consta que exista algum aresto
acerca da questSo sujeita. E, quando exis-
tiss ero oppisigo doutrina exposta,
seria manifestamenta contrario as leis, e
conseguate mente sem o menor valor jur-
dico. Cunst. 13 cod. De sent et intert.
(VII, 45... non exemplis, sed legibus judi-
candum est.)
E' este o mau parecer.
Rio de Janeiro, 17 de Agosto de 1888.
entonto Joaquim Ribas.
O credor adjudicatorio nSo ple ser
preso at que faga o deposito do excesso
do valor dos bens adjudicados por duaa
razSas peremptori .8 : Ia, porque nSo ha
lei que autorisa: 2*, porque nem ple ha-
ver lai que consagre tSo montruisa iniqui-
dade.
O Ragulamento n. 737 de 1850 refere-
se ao arrematante que um comprador
voluntario, e nSo ao adjudicatario forgado
pela lei a receber o pagamento em bens.
Estas daas condigo ;s sSo profun i "ote
distinotas, e conseguinteraente aa regras
de direito applioada* a una, nSo podem
alcangar a outra.
A adjudicagSo ara meio exorbitante
da solugSo de divida, revoga os ajustes do
devedor cora o credor ; isto a lai feta
pelo contracto j e, se a esta violencia, jus-
tificada at certo ponto pela impossibilida-
de do pagamente, na forma do contracto,
fosse permittido accrescentar a de prisSo
do credor por nSo consignar o excesso da
adjudicagSo, dar-s hia a inqualificavel ni
qailade de tratar o crador, com a dureza
que se dispensou ao devedor.
Pra tornar m*i claro o msso pansa-
ment daremos uro expropio.
Tanto o devedor como o credor nSo tera
dinbeiro era monda ; o devedor entrega os
b.ns, e nao ba qu".m os arremate em pra-
ga, pilo que sSo adjudicados ao credor,
poria entre o valor da exacngSo e o da di-
vida ba um excesao a repor. O devedor
foi dispensado de pagar ero especie, e nem
pela f-ilt-i d dinbeiro iaiorreu ero cons-
trangiraeato de prisSo, porro o credor
que est no desembolso, e tem direito ao
pagamento em especie, nSo s se obri-
ga a recebel-o era bens, corao ae pretende
punil-o par nSo ter dinbeiro para dar ao
devador a diffarenga 1
O credor adjudicatario nao compra os
baos, e mesmo nSo teve vontade de com-
prar, forcam-no a reaebal-os, sem indagar
se elle tem ou nSo dinbeiro para repoBigSo.
Se fosse possivel e le^al applicar a pana
de prisSo, como se pretende ao credor ad-
judicatario, no caso da proposta, o hornero
que em regra geral prefere serapre a li-
berdade fazenda, resignar-se-hia, no
caso de ni j ter dinbeiro para a reposigSa
a fijar no desembolso, e at a deixal a
prescrever.
Aceres jo que as disposigoja penaes nSo
podem ser ampliadas, ainda por analogia,,
quanto mais em manifesta diffarenga.
A jurisprudencia nSo poda sanecionar
semelhanta interpretagSo, e se por ventura
nos annaes do uosbo foro existe aresto
(que nSo oonhego) no sentido de applicar
ao credor adjudicatario a prisSo, como ao
arrematante rerasso, um erro que deve
ser extirpado, e nSo imitado.
Urna lei que tratasse com gaaldade, con-
digojs tSo desiguaes, violara abertamente
os principios de justiga, e se tornara por
sso indigna do respeito dos povos.
A lei confiando na industria e activida-
de do credor, e na ana conveniencia de em
bolsar-ae da divida, adjudicou-lbe es bens
do executado, certo de que elle acbaria os
meios de aa pagar, sera prejudioar ao 'de-
vedor, J nSo leve a pena de forgal-o a
comprar, e de esperar pelo seu pagaraeo
to at que possa tornar o devedor a diffe
renga.
Se o crador nao tira a carta de adjudi-
cagSo, ti :a no desembolso, mas se a este
soffrimento accrescentar o de prisio, o di-
reito transforma-se era causa de soffrimen-
to corporal. Parece-me que as ideas, ou
pelo menos as tendencias do nosso tempo
conspirara para tornar melhor a condgao
do devedor*
Assim pens ter respondido
pontos da proposta, sujeitando
recer a outro melh-ir.
Ro de Joneiro, 16 de Agosto de 188.8.
Dr. Antonio Yerreira Vianna.
regra de direito aue a arrematacao setocoosgo Lm'i sappcsra de joaihis a D. Maria
raga co H ainheiro vista (Pereira n souza
nota 865) a prisSo nSi impasta ao arre-
matante por elle ser comprador, ihh por
se considerar depositario do prego, e que
se ter no u re mi aso,
E' a adjudicagSo ama venda forgada
que o juizo fz por autoridad* da lei, e
entSo, nSo tendo esta sancgSo panal para
a cobranga do prego, deve elle ser repeti
do pelos meios civs ordinarios, e com a
garanta da oousa vendida.
A recusa da carta de adjndicacSo, de
qua falla Pereira e Souzanota 865, nSo
a coacgSo feita ao credor, mas sim indica
gSo de nSo estar o davedor em ino^a da
entrega dos baos vend los in solutum (ad-
judicados), em quanto o fisco nSo estiver
pago pelo deposito.
Essa carta o titulo do dominio trans-
ferido judicialmente ao adjudicatario, e
que representa a posso syrobohca, qua
este depois converte em real pela omissSo
judicial, que toma, quando aparfeigoa a
compra p?lo deposito do prego.
Rio, 18 de Agosto da 1871.
Joaquim Jos de Azeuedo.
(Jornal do Commercio de 17, 18 el9
de Agosto de 1871.)
PtJBLlClCOES A PEDIDO
Novan crimen
a todos os
o meu pa
SO DE PARECER
ao 1."
Que o credor aljudicataro pelo faeto de
nSo con*ignar o excesso do valor dos bens
adjuii-aio), fija privado de sa lbe passar
sentenga da adjuihagSs, e nSo sujeito a
prisaj : nota 865de Pereira e Souza
Priraeras liabas sobra o pro^essso civil.
A0 2.
Que a disposigSo dos arts. 525 e 555
do R-'gulamento n. 737 de 25 de Novem-
bro de 1850 nSo se applica ao caso expos-
to na proposta, sendo certo que preceitos
severos, como esses dos citados artigos de
regulamento commercial nSo se podem es-
tender, e ampliar.
AO 3
Est prejudcado.
AO 4.
Nao me occorro aresto em contrario
opiniSo emittida.
Rio de Janeiro, 16 de Agosto de 1871.
Z. de Groes e Vasconcelos.
RESPOSTA
NSo me parece que o exequentu adju-
dicatario possa ser prea> por falta de do
psito do excesso de prego, semelhanga
do que dispSa o art. 555 do Rag. n. 737 a
reapeito do arrematante, pirque a prisSo
urna pena, e como tal nSo pode impor-sa
por interpratagSo extensiva sem lei que a
commine na especie occorrida, donde se se-
gu que, sa a le decreta a prisSo para o
arrematante, e nada dispeo em refereneia
ao adjudicatario, claro que ella s tem
lagar no primeiro caso. Demais come a
(DE FES A) '
i"
Conozcamos boje 8ob a doloroai impresas) que
nos deixu o artitro de antebontcm, do Cathohai !
A pozar de convencidos da mi f con que ence-
tou a camp*nhi o fingido vingador da moral, nao
podamos acreditar, que chegaasa t>o prato de af-
firinar com ar de seriedade aa maia revoltantes
inexactiddea I
Em relacSo carta, teve ainda o Catholico a n-
dizivel c ragem de asaeverar, que o conego Luiz a
deixan ua typographia eom a recommendagli ira
plieita ou explcita de nSo a deixarem copiar, nem
meamo por tabeilitto publico, e quando convidado (I)
a consentir qua fosse delta tirada urna publica
forma, apressou-ae em retiral-a da typographia,
aem ao menoa tel-a deixado exposta all pelo tempo
suficiente para que alguem do interior a podeaae
exHiniaar I
Tudo iaao faleo, revl'antem.'nte falso, como
ainda bontem deixamos provado.
O conego Luis uo recommendou exobeita nem
implcitamente que a redaccao deste Diario con-
aeotisse ou nio em extrabir-se copia da carta. O
Ilustrado redactor principa! fii qu m, na auseaca
de qualquer mccmmendacao a esse respeito, enten-
deu qne nao devia contentar ueaaa copia, ou fosse
por taballio, on pir un simples particular.
O conego Luis iguotava o que ae passava a es e
respeito.
Qio S Kvma. recebease convite para esse fim, 6
falB), e ae o Catlico fosse escrupuloso, ante a
nosaa conteataoao, devia provar o que affirmou.
Q e essa carta esteve oa typographia o temp
suficiente para ser lida e examinada,4 o diasemos
e basta attenderae que o aaigo do Catholico teve
lempo at para decoral-a, e tao bem decorada, que
reproduzio-a ipsis verbis et virgulis.
Elle proprio destr; o effeito qua armn eom a
su* infiel narraca i a respeito da estada da referida
carti na typographia, excepto no ponto em qne
8. S. lamenta que nio permanecase ella all at
que a gente do interior poiesse vel a.
Nos entregamos ao bom aenso de cada um o va*
1 it desta ultima parte da aecusaco.....
E sao assim os cen: i toa do Citholico !
Porm, aonde esso ente tenebroso ae revela tal
qual a natureza o formou mais adiante, quando
i. S. nSo se pejou de escrever, que o casamento
de Mara Amelia, a infeliz moca, foi ama traicao
do conego Lui ao sobrinho do Sr. conego Graciano
de Araujo!
Temos o plano de referir com todos os seas de-
talbes a historia desae casamento, historia sem
cuj conhecimsnto nSo ao ple fizer jaiio acerca
desse romanea com que o Catholio esta entreten-
do a unosidade publica.
Mas, a justa indignacSo, a dolo-osa sorpresa,
que nos donara diante d'aquella affi.'magSo,
obriga-nos a preterir a ordem de exposigio, para
bradar desde logo :E' falso! Basta de sacrificar
a verdade!
E quer saber o Catholico com qua prova robus-
titsima, iaatacavel, vamos desmascaral-o ?
Advinhe !....
E' com o testemunha, que invocamos, do Sr. co-
nego Joaquim Graciano de Araujo 1
A S. Kvma. fazemoa am appella de honra, para
qne diga ao publico quem teoe a ideia desae casa-
mento ; quem eacreveu ao seu sobrinho; quem o
receben e boapedou, quando elle chegou do sertio ;
quem teve emfim, a direccao nesae malfadado en-
lace.
Temos fundadas rases para acreditar, que S.
Bvota. nio faltar a esse appella.
E tal a confianza que nos merece a vardade
dos factos, que outros tambera conhacem, que des-
cansamos latisfeitoi com a victoria eamagadora,
que, nesse ponto, obtivrmos aobre o ernel e tena-
cisaimo algos do conego Luiz.
Afioal, podemos, ufanos, e mais celo do que ei-
peravamoa, dar ao publico ama prova concluiea-
tiaaima de que o Catholico, como que allucinado
pelo odio, ji perdeu a transmontana, va dando
por paos e por pedras e, talvel, (quem sabe ? Deus
o ampare em ana quia) acabe noordendo-se a si
meamo, como faz a caacavel, quando fustigada,
uao pode atngir a quem a persegue !
Partndo da affirmacoes falsas, falsas nSo podem
de que, anda mais, nSo ae aperceba do ridiculo com
qne avoluma o effeito imaginado de certos fastos,
que invoca, e de urnas tantas interjeicoas de que
usa.
Contase de um da nossos politices, de grande
espirito, que tem o astro de metter a ridiculo o
que nao pode combater com argumentos serios ; e,
em certa ceoaaio, qaerendo engraniecr irnica
mete nm banquete, fallando no parlamento, deu
d> susada c:it->acSo voz, olh;u em roda de si, c
dase eom > r mysteri "qtitsi aoletrando a pala-
vra : b.uie ni mesa at queijo !...
O CaPdico o est pvrodi iud aem notar, porm,
a difl Traes -o oausi.
Aquelie poltica, que assim procede, entre-
tanto, incapaz de ridicularisar o seu prximo, com
a uteucao de augmentar a sfflcgao ao tfH'Cto.
Aquelie poltico, ainda m-smo quo tivesae a
tarofa iograta de aperta- aa guelas a alguem,
Eab -na tasel o de modo, que nao eacaodaliaaaae a
socidade ; mas o Catholico tSo refractario ao
iLfljxodtases seatmentoa generoaoa, qoe dSo besi
tou om aggravar as dores moraes d'aquella que
bontem era Beu amigo iutimo, e de cuja innocen-
cia elie nio pode duvidar, ainda qua todo mundo
dnvide.
Um da se dario as razoes porque assim peoBa-
moa e nos exprimirme.
Entretanto, repetimos : nio lhe pedimos treguas
nem commiaerscio.
O'oedeca ao seu triste fadario !...
Pela milsima ves repete o Citholico, que o co
neg Luis nio devia ter querido a prova que lhe
forneca D. Msria Amelia, da sua innocencia
Porque ?
O contrario pensamos d;, o contrario pensar
quem r. tetir.
Pois que melhor prova, no caao de qua aa trata,
a respeito do qual diffieilimo obter outras, acei-
tara o conego Luia, do que a retraotacio d'a-
quella, que laucara lhe a injuriosa impotaclu ?
Poia, sa em direito essa prova tem todo valor,
porque desprozal-a ?
Se, ni coaceito da qualquer pessoa o desmen-
tido a si mesmo, do aecuasdor, reputa-ee a ultima
palavia sobre o valor da occuaaco, pirque nSo
aceitar essa prova? .
Mas, ponhamos de parte estas eonsideracoes,
par psrguotarmoa ao Catholico:
E que outra prova maia prompta hava sfo caao
sujeito ?
Ou entende o Catholico, que a victima nio devia
usar de neohuma dcfea ?
sso, nio; rairqaa agora mesmo o Catholico,
aecusa o conego Luiz de nio se d ff.-nder, e pre-
tende tirar partido do sea silencio.
Ora, o Ca/holico, oa caao temoa dito, o ente
mais perverso do mando, ou j est zombando dos
seas lei toras.
Amelia, qoe lhe dease a fallada carti.
O Catholico esmpras se em faltar verdade!
Nio nos demoramos em refutar maia essa tn-
juria, desda qoe outro fim, seoio injuriar, teve
elle, traiendo para a imprensa, como facto verda-
de ir o, o que imaginoOi para deprimir ainda mais
do carcter da ana vctima.
Engana-se, porm, o implsaavel e odiento acca-
sador !
Sem a prova directa do crime; aem a'guma
outra prova ao menos, alm do qne o Catholico en-
tende qne prova, o conego Luiz tem o direito de
ser acreditado, qaanlo afirma que innocente !
Ainda meamo que a infeliz moga Brease outras
muitaa deel-iracoes contra o cjiie.ro Luiz, ana pa-
lavra nio seria bastante, tanto mais quanto ella
retractou-se, e sua mi acrediten na innocencia
do indgitado (Sensor.
Malicioso, e antevendo o effeito que a carta de
O. Mara Amelia devia pr.'duzir, o Catholico den-
se presea em commantal-a ; e, no ponto em que
D. Mara Amalia declara que sua mii ficara con-
vencida da verdade, usou do ridiculo, dando a
perceber que a mii de D. Mara urna pobre te
ahora
' esse am juizo falso, como outros, que o Ca-
tholico emittio.
A mii de D. Mara Amelia e maito es paz de
apreciar as razoes que su* filha produzira e, como
senhora banesta, sua opiniio nio pode deixar de
infliir no julgamento.
J v o Dublieo que sao iuumiraveis as falsida-
des do Catholico, cj i pbarizaico z?lo pelo inte-
resta da moral e da igreja, pi> o justifica de in
verter os factos, e faltar conacientemeut ver
dade.
A tenscidade eo > que elle persegue ao Beu ami-
go da vespera, a facilidade'com qu? aceitou con-
tra elle am boato infamante que resabia sobre
tres outras pessoas, tudo denota, que esse Caftoit-
co visa um fim oceulto, que vale o dinheuo eo
trabalho que elle despeado nessa campanba de d.f-
tamacio
Para o simples desaggravo da mar!, nngaem
acredite qoe hojeem dia nenhum catholico dojaes
desse que aceusa o conego Luz, dispenda tanto
trabalho e tanto dioheiro eom a publicacao de lon-
gos artigos.
Nio ; o que o Catholico pretende o publico sa-
ber depois, quando nao restar mais neubum pon-
to de sua aceasac&o para retatar.
Por h je baeta attender-se para as anas falai-
dades :
A que se refere a recimmendaclo implcita ou
explcita de nio consentir o conego Luis na copia
da carta ;
A do convite para consentir nssa copia por ta-
belliio ;
A revoltante nexaetidi) da que o conego Liis
arm ira urna traico ao marido de D. Mara Ame-
li i, forjando o seu casamento ;
A historia da obtencaj aa carta por meio de sup-
pliea feita de joelbos ;
E o maia que agora podemos dispensar.
O Keva. Sr. conego Graciano nos permiUir
que lhe demos a palavra, para dizer quem te lem-
brou do casamento do seu sobrinho com li. Mara
Amelia ; quem dan todos oa pasaos nesse sentido ;
quem supperon as ligeiras diffieuldades que se le-
vantaram ; quem escreveu ao dito seu aobrioh i,
eto.
E, ae S. Revma., porjqualquer motivo, nio poder
ou nio quizer acudir ao noaao app 'II >, entio nos
desemp-nharemos logo do compromisso de referir
minuciosamente os antecedentes desse casamsnto.
Espere o pnblieo.
Kecie, 27 de Janho de 1888.
OTBO CATUOLICO.
Comarca do Cabo
feuesto forense
NSo posso deixar de oppor algumas oon-
sideragjs ao artigo que o Sr. Dr. Millet
publicou, no Diario de hontem, sobre o
aggravo interposto para o Supremo Tribu-
nal da RalagSo, nos autos de inventario do
finado coronel Perminio Mosquita.
S. S. principia confossando qua discutio
somonte a materia do aggravo, aguardando
o recurso de appellagSo para entSo oocu
par-se com a questSo principal, a saber, si
devia ser nomeada inventariante a viuva
ou o filho.
Essa eonfissSo justifica perfeitamente o
ligeiro reparo que fiz por ver abandonada
a questSo priucip il, sem duvida alguroa a
mais importante, e tratar-se aomente do
aggravo que est submettido ao julgamento
do Tribunal da Relagio.
Era seguida notou oSr. Dr. Millet, trans
cravendo a sentenga proferida pelo juiz
municipal de Ipojuca, quo ahi derara-se al-
guns equvocos sobre a natureza da possa
da viuva, meeira, cabega de casal, nSo
obstante ser a meama sentenga, no concei-
to de S. S., perfeitamente jurdica.
O Sr. Dr. Millet, tornando saliente o erro
commettido pelo referido jais, foi injusto
para oom elle oa pelo menos devia aerea
contarfui eu quem o induzio a comroet-
ter esse erro, invocando o Alv. de 9 de
Novembro de 1754 e o Ass. de 16 de Fe-
vereiro de 1786 para justificar a posse,
que disse ter minha oonstituinte.
NSo apreciarei os fundamentos da tele-
nda sentenga : aguardarei a appellagSo, os
documentos e as juafijago'aa que S. S. dia
apreaentar opportanamente; por boje, me
ltmit&rei a demonstrar a improcedencia das
consideragSes feitas em favor do aggravo.
Diz o Sr. Dr. Millet que o despacho pelo
qual se nomeia on destitue inventariante nSo
aggravavelo transcreve para demona-
tral o o disposto nos arts* 15 e 26 do Reg.
n. 143 de 15 de Margo de 1842; nSo era
precisa essa .itagSo, porquanto S. S. re
conbace que ou fui o primeiro a declarar
que o aggpavo nSo estava determinado em
leie era aoraente autorisado pela doctrina
dos praxitas e pala jurisprudencia do Tri
bunal da RelsgSo.
S S., confundindo inteiramente o que
esoravi, disse que eu invoque para provar
a alra88bilidado do aggravo, o julgaraen
to proferido nos autos da inventario do
coronel JoSo de S, e citei -Ribas -Cons^-
daclj Proc. Civilart. t.5l, Araripa
Proa. Orph. e Pereira de Carvalhonota
59. Iavoquei aquelie julgamento, fundado
oessas citagSaa, nSo para provar qua era
adraissivel o aggravo, mas que nSo cabia
appellagSo do despacho pelo qual ae no-
meia ou destitue inventariante.
Bem v o Sr. Dr. Millet qua as citag3es
feitas pelo accordSo proferido no inventa-
rio do coronel JoSo de S sSo procedentes,
convindo a esaa respeito obervar tSo so-
mente que a nota de Pereira de Carvalho
a qua sa allude a que tam o n. .59" e
nSo 50, como por engao foi dito.
Acrescenta S. S., o ara demonstrar a
admissibillade do recurso de appellagSo
que, o Dr. juiz de direito do Cabo declarou
proferir a deciaSo em primeira instancia e
ser ella appella vel.
Esse argumento nSo procede : desde que
ojuiz deu povrnentoao aggravo, a.-ua de-
ciaSo nSo podo deixar do ser considerada
oomo proferida em segunda instancia, era re
curso, e conseguintemento a appellagSo nio
admissivel. Que importa que se dissease ser
aopellavel o despacho pelo qual se nomeia
inventariante ? Qual foi o praxista que j
firmou com a sua autoridade seraelbante
doutrina ?
Os julgamentoa que eu conbego, pnfe-
ridos pelo Tribunal da ReiagSo deata pro
Da'traTvolUnte ioexaotidlo do catholico qajvinoia, se oppSam a eaaa solugSo ; o accor-
dSo a que j me referi, negando provimen-
to appellagSo interposta pela viuva do co-
ronel JoSo de >, e outros firmados por jai-
zes muito competentes, oonvenoem de que
a praxa aqu seguida contraria a que se
pretende estabeleoer nos autos de inventa-
rio do coronal Perminio.
Para demonstrar que nSoproceiem aa ci-
tag5:8 quj fiz.uo intuito de provar que, sen-
do summarissimo o processo orphanologico,
nSo sa admitiera recursos suspensivos, o Sr
Dr. Millet diz que a nata 59 de Pereira de
Carvalho relativa a questSes sntr.i coher-,
deiros qua pratandeo o oargo de inventa-
riante e nSo ae applica a bypothese em que
um dos herdeiroa coatesta viuva o direi-
to de exercer esse cargo; e quanto aos ou-
tros praxistas, cujas autoridades invoquei,
diz o Sr. Dr. Millet quo a doutrina dalles
restricta s appellagSjs int apostas* de-
pois da partilha nSo sa applioa s que
torera anteriormente mesma partilha.
Para patentear o engao em que S. S
labora basta advertir que em a nota "
Pereira de Carvalho principia firmai)&o
regra de que ao conjuga sobre vi veprfe, noa
termos da ord. L. 4 tit. 95 e 'JGVcompete
ficar em posse e cabega de oasjJ dessa nota, sam fazar distjogSo alguma,
diz elle : as qest5es suuscitadas SOBBE A
NOMEA9AO DE CABERA E.E CASAL DEVE3I SE
DECIDIDAS SCMMARIAWENTE PELO JIZ DO
INVENTARIO QCE CONCEDER OS RECURSOS
LEGTIMOS E SEsb SCSPENSAO.
Como pois bfijrma-se que Pereira de Car-
valho oogitou upicamente do caso de co-
herdeiros pretohderem a nomeagSo de in-
ventariante y
Tambam l nao proaede o argumento do
Sr. Dr. Millet, distoguiudo appellagSes in-
t jrpoatas no fio e no coroego do inventa"
rio. Porque rasSo as appellagSas as sen-
tengas que julgam as partilbaa sSo rebebi-
das em um s efiaito? Porque o proaesso
orphanologico sumraarissuno. Se easa
a rasSo, corao esque.rel a quando se trata
de 8aber em que effeitos deve ser reoebida
urna appellagSo interposta no conego ou no
meio do processo ? Si a naturesa do pro-
cesso que o determina os effeitos em que
devem ser recebidos 08 recursos, a solugSo
deve ser sempre a mesma, quer estes sejam
interpoatos no comego, no meio ou no fim
do processo. Essa a doutrina jurdica, que
s menta por ujsericobdia poder ser es-
quecida. ,
Racife, 27 de Junho de 1888.
Dr. Joaquim Correa de Araujo
Harayal
Tando deparado no jornal do Recife de
19 do andante, com urna noticia sob a
epigrapbe Delegado Litterario, em que bus-
cam ferir me, vejme forgado a dar urna
reaposta.
Kilo ligara o menor aprego a essa pu-
blicagSo, nSo obatanta as ipverdadea qua
conten, se ella nSo tivesse tido lugar na
Gazetilka.
NSo eamolei o titulo que, qual osso de
garganta, empacbou o misaivista.
Tendo era minha propriedade, ha 8 an-
ues, urna escola, em que meusfilhos apren-
de m e os estranhos vera beber o nctar
da inatrucgSo, entenleu a presidencia da
provincia, nomear-me delegadol itteraro do
Marayal e Barra de Jangada, o que acei
tei. Aonde o meu crime ?...
NSo me temo de accusagSas gratuitas,
aei desempenbar quer na vida publica,
quer na particular a minha missSo, portan-
to sa o homem inepto e estrangeiro marty-
riaa os professorea com exigencias deseora-
munaes, que so raoatre o miasivista, de vi-
zeira erguida apresentando os factos, para
ter conveniente reaposta.
NSo busco polmicas, roas quando en-
tenderem ataear-me, encontrar-me-hao sem-
pre prompto, nSo para represalias, porque
as deteato, mas para mostrar-Ibes a verda-
de em toda a Ba nudez..
Marayal, 25 de Janho de 1888.
Domingos Marques de Freitat.
>
Mito do Di Espirito-
Sobre a minha declaracio do Diario de 26, vie-
ram os Srs. Silvae Guimarie 1 ne Jornal\ie boje,dan-
do saas explcacoa,nio tenham Ss. Sa. receio de (o
barco) logo ser dirigido por outros, e eu volto, nio
costumo desfaser o que faco, se canso duvidas,
Ss Ss. risqaa a minha firma do livro do termo, ou
mania-mi por pessoa de sua confianga queeu ris-
carei; para mim est acabado; nio foi ser o]meu
pretndante ser cordato, mas sim a falsidade, as-
sim como foi o Sr. Avila no mes no assento pelo
mesmo Sr. Ouimaraes.
Ao sen conaelho, miabas violas sempre estao afi-
nadas, tanto dio alarma os gazotos como outro
qualquer, muita gente boa se diverte, nia serio
Ss. Ss. os ltimos, muitos nio e se divertem del-
tas validos O futuro a Deua pertence.
Oxal que Ss. Ss. as alturas em que aa achara
nio v a piqae a ni qua Ss. Ss. navegam na neio
dos ocanos e sejam salvos Ss Ss. nos asiohavres
da minha viola ou da outro fabricante.
O artista nio tem d: que temer.
Sou pobre e tenho hoara em ser.
Por hoje basta.
R?cife, 27 de Junho de 1888.
Mi^ael Prancisc de Asis.
Despedida
Vicente de Moraes Mello e Sofa Gui-
hnrroina de Mello, sgundo para cidade
da Iguapa em S Paulo, e nao podendo sa
despedir peasoslmente de todas as pessoas
que os bonraram cora sua amisade fazem-
no pelo presenta offerecendo-lhes all o seu
diminuto prpstimo.
Reoife, 27 de Junho de 1888.
W. 3
Excelaior!
As falsificacoes abundam. Aa imitacoea aug-
mentam cada dia. A fraude nio ceaaa ; porm a
legitima Agua Florida de Murray &'Lsnman, ou
antes o Perfume Universal, nio suecumbe jamis.
Ao contrario, cada dia maia populir, cada dia se
affirma maia no publico a conviccao de que nio ha
Agua de Colonia ntm perfume de toucador fran-
c-% que possa comparar-ae-lhe em fragancia, de-
licadeza, durabl iade, e sobretodo neata s-enera-
lidade de uaos e applicagoea qui lhe ha valido seu
svmpatbico diatinctivo.
No banbo, na baciaTo^ copo dos dentes, na toa-
Iba, no lene), naa roupaa e na atmoapherado apo-
sento, a lgitima Agna Florida de Murray & Lan-
man a nica e sem rivfl sobre a trra.
------------
Dr. Roberl P. RawiiosoB
CIRRQIO DESTISTA
Tem aberto o au conauttorio provisoriamente,
ne l- andar da oaaa o. 20 da ra Primeiro de
Vlarc, onde ser encontrado das 10 a 4 turas da
tarde.
B
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I -



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nta-feira 28 de
A comraisiao abaixo assignada encarregada do
enterro do alteres Joaqoim Francisco da Bocha
agradece a todas as pessoas que auxiliaram ao
asekao enterro.
Becife, 27 de Jooho de 1888.
Tente Frederico Siarinho d* Mello Tavares.
Jv&o Marta da Crta Mello.
Alfredo Jote de Mello.
Jos Samico da Silva.
Porgado a ir cidade da Barbalha, na provin-
cia do Ceara, afim de tratar de peuoa de miaba
familia, deizo enearregado de minha clnica,* do-
rante o pouco teaspj que espero estar ausente, o
mea collega e amigo Sr. Or. Matheue Vas.
Deapeoo-uie dos meas amigas par este meio,
Tisto como nao p^aeo faael-o pesaoalmeote.
Recite, 25 de Junh de 1888.
Dr. Barretto Sampaio.
Dtseocamnharam se des acedes da Companbia
do Beberibe de ns. 7,122 7.130 e 8,250.
Boga-se a qoem as tiver acbado o favor de as
entregar 4 ra 1 de Marco a. 13, aonde ser gra-
tificado, querendo.
raide novidadeGrande novl-
Mici\8copijs de crystal para algibeira
Objectos^nnito interessantes e indUpensaveis
para escolas vcasas particulares, bem como para
os estudos de botnica, znalogia, etc.
Sio incontestavWaente estes microscopios de
ctthI. \ A
Aagmentam mais de mil veses cada objeeto, o
que fcilmente p_.de veritear-se.
Cbm nm microscopio dewaa, obtenda-se a Se-
dis augmentada do object eliminado v ee
qnanto surprebendente, maravilbtso e a til.
Basta cclL-car-se dentro de cada nm dellea
qnalquer qnantidade de p de queij' para ver-se
o sea grande resultado, e quantos insectos contm
elles ; ou qnalquer outro objeeto pa/a tambem ver-
se o su grande e estupendo effeito.
Ciuta cada nm a insignificante quantia de mil
ris, faaeado-ae um grande abatimenlo por atacado.
A' venia em casa de H. Philipsoo, ra do
Imperador n. 61, Io andar.
Ao publico
O SOUZA agrade ;e a todos os que lhe
deram a preferencia em se suppnrem dos
acreditados fogos do sea estabelecimento.
Aproveita esta ocasiao para scientificar
que tea resolvido vender em Iiquids$3o
para a noite de S. Pedro e por qualquer
preto e para f-i.-bar conta.
JV. B.Sao bus recomm^ndaveis oa
archot?8 eleefricos para este da, assim
como os caras duras, quu est vendendo a
10000 e mafo.
AO SOUZA!
61-RuaBarao da Victoria-61
Secretarla da In*trucce Pabll
ca, de Junho de 18 S 8
Prato de 3Q dio
De ordena do Sr. Dr. inspector geral da Iostruc-
cio publica, e esa vista de decisao da preaideacia
da provincia de 11 e 18 do correte, fac> saber aa
proraaseraa publicas, Ernestina Victorina Beran-
ger, que fot removida da eadeira da Batajha, para
a da Torre, Joanna Angosta de Albuquerque Jas-
me, da eadeira da Piedad?, para a da Batalha,
Idalina dos Santos L al, da eadeira da Barra de
Serinbiem para a da Piedade, e que marcou-se-
Ibes 30 dias de praso para aaaumirem o exercicio
daa novas cadeiraa, as daas primeiraa a contar do
dia 11, e a ultima do dia 18 do correte.
O secretario, Perrentino Saraiva de Araojo
Galvao.
EDITAES
O Dr. Jcaquim Correia de Oliveira Andrade, juix
de direito de orpbos e ausentes nesta comarca
do Becife de Pernambuc, por S. M. o Impera-
dor a quem Deas guarde, etc.
Faco saber sos que o presente edital ':ren, que
te do se arrecadado o espolio do finado marinhei-
u brasileiro Antonio Loral, sa chamados 03 seus
legit mo= anecessores a se habilitaren) heraoca
na forma da lei.
E para constar, mandei pasear o presente, que
ser publicado pela knprenaa e afftxado no lugar
do cuatumr.
Dudo e paseado nehta cidade do Recifj de Per-
namlju..-', aos 28 dias do mea du Maio do anno do
naacimento de rosso Senhor Jess Cbristi de
1888.Eu, Luis da Veiga Peasoa, escrivSo o es-
crevi.
Joaquim Correia de Oliveira andrade.
bLLARACOES
A M:. e Aog.\ Caz.'. Maf.. d.\
Esp.\ Rit.\ Braz.\
Soleniza no dia 29 do correte, o 18
anniversari" d.*. 8.a. P.-J com Seas.*.
Mag*. as 7 horas da tarde ; para a qnal
Convida a todos oslrs.-. a comparecerem
em noss. Caz.*. %,: val.', d.*. S.\ Ant.*.
na ra da Penha n. 3. 2* andar.
Secret.-. d.\ Nob.-. e Aag Cas/., 27
de Junho de 1888 E. C .
O Irm.-. Secr.-.
1513 Gr.\ Symp.\ 17.-.
Monte-Po Popular Pernambu
cano
aanembia geral
De ordem do nosao irmo director, convido a
todos oa irmaoa deste Monte Pi a comparecerem
em ana sede no dia l* de Julho prozimo vindouro,
s 10 bcras da maob, para em assembla geral
aisiatirem a leitnra do relatono e balancete do
semestre corrate, de conformidade com o art. 6 '
de bossos estatutos.
Becife, 28 de Janbo de 1888.
O 1 secretario,
Henrique de Almeida.
Monte Pi dos Volunta-
rios da Patria
Avsembla geral
)e ordem do Sr. presidente, convido aos senbo
res socios a eomparecerem s 5 horas da tarde do
dia 2 do mee futuro, na sede de nossa aociedade,
para em aeisfto de asaembia geral eer impossada
a nova directora, e tratar-se de asaumpto de in-
teresee social.
Secretaria do Monte Pi dos Voluntarios da Pa-
tria, 27 de Junho de 1888.
O 1* S'ere tari o,
Antonio A. Moreira de Mendoncs.
~ IRM.4XD vDB
DE
Nossa Senhora da Luz
Por ordem do irmo juix, convido a todos os
notaos car88im a irmos 4 co nparecerem em nos-
so consistorio domingo 1 de Julho, s 3 horas
em ponto, para, leunidoe em mesa geral, eleger-
mos od irmo para o careo de secretario, visto
ter pedido exonera cao o irmai que o ezercia.
Secretaria da irmandade de N. S. da Luz,
erecta na igreja doCarmo, 27 de Junho de 1888.
O secretarij inteeino,
Salviano Luis di Siqueirs.
I (mirara de N. S.,do
Rosario
Esta contraria maada celebrar no dia 30 do
correte ama mi asa pelo descanso eterno de sna
irmt D. Jacintha Mara da ConceicSo, s 7 horas
da maiihi, e convida a tu a farrilia para assistir.
Consistorio, 21 d. Juriho de Junho de 1888.
Ulyates A. do Espirita Santo,
Secretario.
Comi goral
Mala* a expedir-te BOJE
Peln vapores Espirito Santo e Fifs de Baha,
este para os portos da Babia e Bio de Janeiro, e
aquslle para es do norte, esta administraoio ezpede
las reeebendo impreBSOs e object i a registrar
ate 2 toras da tarde e cartas ordinarias at 3
horas ou 3 1|2 eom porte duplo.
Adjsuauatraeio as eorreios de Pernasssjao, 28
de Joabo de 1888 O adoiaiatrador.
Aonto do Reg Bmne:
PP.OLONG AMENTO DA ESTRADA DE
FERRO DE PERNAMBCO E ES-
TH\DA DE FERRO DO RECTFE A
CARUARU'
Fornecimento de materiaes de construo
(3o, graza, az te, ferrag^ns, tintas, chum-
bo, ferro, folba de Flandres, kerosene,
lanterna p^ra sigoaes, movis, plvora e
artigos diversos.
De ordem do Illm. Sr. director, faco
publico que no dia 5 de Julho prximo
futuro, reoebem-se propostas, aa secretaria
dest-s estradas ra de Antonio Caraeiro
a. 137, para o forneoimento de materiaes
de construejao, artigos diversos, etc., du-
rante o segundo semestre do corrente
anno, conforma as relacSes que os props-
neat s dovem examinar, todos os dias
uteis, nesta secretaria, onde encontrarlo
tambem as bases para os respectivos con-
tractos.
Os proponentes deverSo apresentar-se
na repartido s 12 horas do dia marcado,
trazendo as suas propostas fechadas e de-
vidament: selladas, datadas e assigoadas,
as quaes especificarlo cada um dos arti-
gos com o respectivo preco, se.u rasuras
ou emeodas, e acompanhadaa das compe-
tentes amostras.
Todas as propostas aposentadas at
aqu lia hora sero .bertas e lidas cm pre-
seng dos concurrentes, nao sendo receba-
das outras nem retiradas qmesquer das
recebidas depois de aberta a concurrencia.
Cada proponentu ^r previamente a
caucio do 10# an th-eoararia (testas es-
tradas, pir poder ser admittido a concur-
rencia, fi 'ando enfendido que aquelles que
forem preteridos para o fornecioecnto de
quaesquer artigos, que se recusarem a as-
sign ir os respeoiivoi contractos dentro do
pr.zo de 3 das, a contar da data do aviso
que por esta secretaria lhes for dirigido,
perderSo u direito as quantias entregues
em cau;2o.
S serSo aceitas as propostas de neg
ciantes matriculados, que se habilitem com
os respectivos documentos al o referido dia
e bors.
Recife, 2b de Junho de 1888.
O secretario,
Manoel Juvenc o de Baboya.
Fabrica de fla^o e te-
cidos de Pernambudo
Si) convidados os Srs. accionistas da nova
emisaao a entrar' m, no dia 1* de Julhu prozimo,
com a preeacao do 15 % das quantias qu l aub-
Bcrevtram.
Pag.mcotj n) Banco Internacional do Brazil,
roa do Cuomwrcio n. 40.
Becife, 1 do Junho de 1888.
O secretario da directo,
Jos Joo de Amorim.
Faenldade de Direito
D; ordem do Exid. Sr. co^selbeiro
director interino e de conformidade com
srt. 119 do rogulamento compl.mentar
dos estatutos, se repete o edital relativo
ao ooncurso cuja ingeripeao ser encerra-
ia aa 2 horas da tarde do dia 2 de Julho
prximo vindouro.
Faculdade de direito do R^cife.De or-
dem do Exm. Sr. conselueiro director in-
terino, fago publico que fi:a m-.rcadj o
prazo de 6 mezos, cootados da data deste
para a inscripto dos que preteuderem con-
correr ao lugar de lente substituto desta
Faculdade, que se acha vagn por ter pas-
sado, a catbedratico o Dr. Tobas Barre
to e Menczes.
Pelo que, todos os pretendentes ao re-
ferido lugar, poderao apresentar-s i desde
j nesta secretaria para assignar seus no-
mes no livro competente, o que lhes per-
mitido fazer por procurador, se estiverem
a mais de 20 leguas desta cidade ou tive-
rem justo impedimento: devem, outro-
sim, apresentar documentos que mostrem
sua qualidade de cidadSo brasileiro e que
estao no gozo de seus direitos ci vis e po
uticos; isto certido de baptismo, folha
corrida no lugar de seus domicilios e mais
o diplo de dontor ou bacharel por
urna das Faculdades de Direito do imperio
ou publica forma justificando a impossibi
lidade da apresentacao do original, e na
mesma occasiao poderao entregar quaes-
quer documentos que julgarem coavenien-
tes, ou como titulo de babilitacSo ou como
provas de serviris prestados ao estado,
liumaoidade au setenis, dos qu4s se
lh'-s Dsssar reeibo, tudo de conformidade
com os arts. 36 e 37 do D::t. a. 1286 de
28 de Abril de 1954, e 111 e stgui .tes do
de n. 1568 de 21 de Fever,ir de 1855.
E pira que ch-guo ao coubecimento de
todos, mandou o mesxo Ex o. Sr. couse-
lheiro director jat riuo affisar o preseote,
que ser publjlsJk> n..s folbas desta cidade
e as da <6rr#
Secretaria da Fc-aliad-j de Direito do
Reoif-, 2 de Janeiro de 1888.
CAssignado) O secretario Jos Honorio
Bezerra de Menezes. Secretaria da Fa-
culdade de Direito do Recife, 23 de Juohe
de 1888.
O secretario,
Jos Honorio B. de Menezes.
Companlia do Beberibe
Convida-se aos seohores accionistas desta com-
paobia a rennirem-ae em asspmb'a geral ordina-
ria no dia 2 de Juihi prozimo vindouro, na fima
do art. 26 dos estatutos, afim de tomar conbeci-
meuto da gesto doa negocios desta companbia,
durante o anno social prximo passado, para o
que ser apresentado o parecer da commissSo fis-
cal/cuja reuniio tSCtuar-se-ba no lagar do coa-
tnme, roa do Imperador n. 71, Io andar. Na
sama occasiao se proceder a eleico da nova
meta da assembla -eral e commiaslo fiscal. Be-
cife, H de Junho de 1888.
Cecilia no Msmede Al ves Ferreira,
Director gerente.
Jos Eustaquio Ferreira Jacobina,
Director secretario.
CIRCO CHILENO
No largo do 4renal de Guerra
GRANDE 4 Oni-AMIll
equestre, gyanastica, acrobtica, coreographlca, zoloogica,
equilibrista, funambulesca, facetiea e mmica
EMPfiEZA E BIRECCO
DE
D. HONORIO PALACIOS
Maravlhosa funcfo
ALTA NOVIDADE
O mar successo desta temporada I I
EXPOSiGAQ
Da cabeca mumifi ada do primeiro guerreiro indigena
Para rnais detalhes vejara se os progrmalas.
TOMAM PARTE AS CELEBRES:
Estrella do Norte Estrella do Sul
Estrella do Brazil! Estrella do Mar
A familia Palacios e o Sr. Daniel Castro ezhibirSo brilhantes exercicios.
PRESOS:
Camarotes com 5 entradas.....IC'iJOOO
Cadeiras...... 2000
Geraes 10000
Principiar a funccRo s 8 1/2 horas.
O SECREARIO, OXCALVEft
Prazo de 6 dias
De ordem do Sr. Dr. inspector geral da ins-
truccao publica, e em virtnde da deciao da pre-
sidencia da provincia de 27 do corrente mes, con-
vida a contractante Amelia Carmelina de Souza,
para no prazo de 60 dias, a contar daquella data,
vir a esta repbrticao aesigaar o contracto da ca-
deira de ensino primario de Belmonte, em Villa .
Bella.
Secretaria da Instruecao Publica, 25 de Junho
de 1888.O secretario,
Pergentiuo Saraiva de A Gilvao.
il
STEA'i
ROY MIL
0WPANY
Vapor La Plata
AKKT
Eapera-se da Europa at s
dia 6 de Julho, seguindo
depois da demora do costum
para
llahl-. Rio de Janeiro, Monte
vdeo e Buenos Ayres
O vapor Nile
esperad d-.
sul n> di -8 lie
Junho e E<*gtr
depois da dentn,
necessaria pas
Lisboa, Vigo e Soalhaiupton
0 paquete Tamar
E' esperado dos pr-
tos do sul at o dia 8
de Julh" e segui-
r d pois da demoia
inece.saria para
. rcente, JLlsboa, Vigo, An
(aerpla e Nouthompton
Reducq&o de passagens
Ida Ida e vo:ta
f. 3oothampton 1* ciasac 28 42
A" Lisboa i classe l 20 30
Camarotes reservada para os paasigeiros
Pernambncc.
."ara pasMgeus, f.-'. ">a, ele, trac'a-e
AGENTES
de
iiiori Iriuaos &C.
si. 3- RTJA DO BOM JESS
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Q. a. a. o. a. a*
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:0irec mente a. a. O.
para Euro- > ?
pa 0 Kio a- 7 se.
da Prata. i
r s _ ^- n-
to V O u to
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a o a a to a
i c D o-O X 5' S p 5' as e o' f |
ti 9 o> S te 1 -a $
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I
o <
I"S
" 2
s <-
g. 3

RES HARITIHE1
LINHA MENSAL
0 paquete Niger
Commandante Banle
E* esperado da Europa no dia 4
de Jniho e seguir depois da
demora necessaria para
Baha, Rio de Janeiro, Dueos
%j i-es e Montevideo
Lembra-se aos senhores passageiros de todat
u classea que ba lugares reservado para est
irencia, qu' imar em '.ualquvr tempo.
Provino-s.i a..a senhores receaudorea du merca
dorias que a se attenderA a reclamacoea porral
tas nos Totumes que forem reoiihecids na occa-
siao da descarga, asaim como uevirao dentro de
48 horas a contar do dia da descarga das al varen
gas fazerem qualqu-r reclamaco conernentes a
volumes que poverutura tenb m seguido para os
portoB do sul, afira de podarse dar a tempo as
providencias cec .r88.
i... i -ytrgji, pas8U4qu, ancomm~: das e dinh s frete : tracta-sc c, u o
AOrENTE
igiiste Labiile
a RIJA DO COMMEROIO 9
conaftartrla DtraiiJeira de Hav-
gavo fi Vapor
PORTOS DO NORTE
0 vapor Maranhao
Commandante j captivo de fragata Pedio
Hyppoltto Duarte
E' esperado dos portee do sal at
o dia 7 de Julho, e seguir
.depois da demora indispensaveL
9 porto do norte at Ma-
naes.
As -ii' ommsndas sao recebidas na agencia ate
l hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, passatrena acomini:ud*a u valores
ract.i-sena agencia
PRAgA DO CORPO SANTO N. 9
PORT03 DO SUL
O vapor Pernambueo
Commuadane Francisco Antonio de
Abatida
E' esperado dos portr.s do nor-
te at o dia 4 de Julho e de-
peie da demora indispensavel,
seguir para >s portos do sol.
Kcc.j!. ir, fKinbrrr carga nera Santos, Santa Ca
tharina, Pelotas, Por'o-Alegre e Kio Grande do
Sul, frete c odico.
As encouiuibodas e Bcro recebidas na agencia
at 1 h ra da tarde do dia da sabida.
Pmu carga, passagens, cncommendas e valores
trata se na agencia.
PRAQA DO CORPO SANTN. 9
J i >J Status k Brasil M S. S- C.
0 paquete Finance
E' esperado dos portos do sul
at o dia 5 de Julho depois
da demora necessaria seguir
_^para o
Barbados, N. Thoinaz
e Wew-York
Para carga, paasagens.e icmoondus jdinber
frete, tracta-se com os
orajorAlKa
Eapera-se de New-Port-News,
at o dia 12 e Julho o qual
seguir lepois d demora ne
,'-asari:'. paia a
Babia. Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, e encommendas traca,
m com ou
HeRry tmiw k C.
:>I 8 RU. DO COMMERCIO N. t
1. andm
aciic Sleam ^avigalion tiompany
STRAITS OF MAQELLAN LINE
Agente Stepple
Leilo
De casas terreas e um sobrados du trez
andares
talla felra. S do corrente
A'd ll'lj H'JRAS
No armazem ra do Imperador n. 16
O agente cima por mandado da inventarente
do espolio do seu finado marido decembargador
Francisco de Aaiis Oliveira Maciel, e com o alva-
r de licenca, levar a Itilo os bens ti-guintcs :
Duai Casas torreas sob os. 4 e 31, na freguexia
da Boa Vista ra do Visconde de Albuqnerque,
eom bastantes commodos e urna d'eilag coas so-
tes.
Daas casas terreas sob ns. 81 e 85, ra de Santa
Rita Velhs, fregueiia de 8. Jos.
A casa terrea ra de Marcilio Das n. 114, ou -
tr'ora roa Direita.
A casa terrea n. 18, no Forte, em S. Jos.
A casa terrea n. 57, ra de L.mas Valentinas,
na freguesia de S. J. s.
O sobrado de 3 andares ra do Amorim, sob
n. 11, na fre .-uesia de S. Prei Pedro Goncalves do
Becife, rendendo este annualmente 888^000.
Os Srs. pretendentes, desde j pode examinar
os ditea predios.
Leilo
qua-
De movis, Iou(a, vidr, crystaes,
dros e vseos para flores
A saber
Um piano forte de Boissc t Fila & C, ama mo-
bilis de jaesrand, 2 cadeirea de balanco, 4 qua-
dros douradi.s, 2 transp* reott's cbioeies, 1 raen
redonda, cortinados para cumas e janlias, 4 tapete
de sof e 5 de qorta, lmappa, 1 cama franceza, 1
ocmmoda, 1 marqueta-, machias de costura,
mala, guarnlco -i para toili t, 1 despertador, urna
mcaa elstica, 1 guarda-loaea o vidra?'io, 2 ap-
paradores, louca para.cha e juntar, ecpca, cxlice,
garrafal, eompitoras, 1 tachj, mu do cosinha c
outros objei tos de casa de familia
Quinta feira t do corrente
A'8 11 horas
Agente
No 1 andar do sobrado da ra Barao
Victoria n 23
Esquina da Canxbba do Carvw
Pinto
d Leilo
Da ^pirte do predio n. 31 a ra do Auo-
rim, cora 3 rndares e sotao
Quinta feira 28 do corrente
A's 11 boras
No armazem da roa do Bora Jess B. 49
O agente de leiloes Alfredo GuimarSes levar s
leilo a 5* parte do sobrad > de 3 andares e sotSo
Uosm do Amorim n. 81 por alvar do Illm.
Exm. Sr. Dr. juia substituto dos Fut.s da Fa
zeada Nacional, a parte cima mencionada, quD
fdra penhorada pela Fasenda Nacional para pagu-
mfnto da metma, pertencente ao Sr. Manoel Jcs
Luiz Ribeiro.
Leilo
De lindas palmeiras e gr nde quantidade de ero-
toas, 9 caixas com ciHisna para sopa, diversos pro
suntos de fiambre, 1 factura de ricos jarros para
fLres, 1 dita de endieiros para gsz k rosene, 1
mobilia de amarello com tampo de pedra, 2 appa-
radores de Jacaranda n>Rse:co, 2 ditos de amareo
com tampo de pedra, cadeiras de junco e amarel-
lo, camas francesas, mesas elsticas, tuiiets, guar-
da-ioucas, ancoi.:.a com vinag.t-, caixaB com pn-
pel almaco, reemas de papel para mpresso, cai-
x ib com ph aphores e muitoa ontros obj-'ctes qno
eero vendidos sem limites,
Quinta feira 28 do corrente
As 11 horas
No arm&zeu ra do Marqu>z ci Olinda
n. 48
POR INTERVENQAO DO AGENTE
Gusiuo
Agente Britto
eilo
Para,
vapor
Vapores nacionaes
EMPREZA NORTE E SUL
Rio de Janeiro, dantos, Rio
Grande do Sul, Pelotas e Por
to Alegre-
O paquete Camillo
Eapera-se ao dia
4 de JLUO
dos portns cima
e seguir depoi-
da demora do eos-
turne paraca mes-
Potos
mos porto* cima indicados.
Recebe carga, encommendas
os meamos portos
e passageiros para
a tratar com
PERIRA CAR1YEIRO fy C.
N. 6RA DO COMMEBCIO-N. 6.
/ andar
' esperado da
Enreda at o dia
1 de Julho, e se-
Euir depois da
emora do costu-
me para Valparaso com escala por
Babia, Rio de Janeiro e Monte
Tido
Para carga, passageiros, enc.mmendaeeinhdei
ro a frete, trata-se com os
AGENTES
tvllfcou Sons J., Limited
N. 14 RA DO COMMERCIO -N. 14
LElLUf
tu
Be 1 plano, movis, espelho e
loucas
O agente acisna autorlsalo par ama Exma. fa-
milia, qu.' mudou di residencia, far leilo do sc-
guintt
Um piano, 1 mobilia de Jacaranda, moderna cem
1 sof, 2 contlos com pedrus, 4 caderas de bra
So e 12 de puarnicSo, 1 de Jacaranda. 1 t ilet, 1 mesa elstica, 1 guarda
louca, 1 qu'.rtioheira, 1 cama de amarcllo com
lastro de rame, cadeiras de amarello e junco, 1
caminba para criar y.,1 cmmoda. banqoinhas, ta-
pjtes, jrros, laaternse, fi.--i.as, quxdros, relogio
pa.a parede, espelhcs, facas, colheres, lencas, vi-
dros, trem de cosinba e cutros objectos.
abbado, SO do corrente
A's 10 1|2 horas
Boa da Imptratrii n. 78
Importante leile
De engenhos, sitios de coqueiros e vaccas
O leilclo ser efectuado em frente a
Cmara da cidade de Olinda
A's 12 1/2 horas
Quarta-feira. 4 de Julho do
corrente anno
O agente Stepple por mandad i e assistencia do
Exm. Sr. Dr. juiz de direito privativo de orphos
e ausentes a requerimento do Dr. Jos Vicente
Meira de Vasconcelos, inventariante dos bens do
finado coronel Joo de S Cavalernte de Albu-
queique levar-', a leilo o seguinte :
O i-ngenho Tab a vap r m ente e corrente,
comprehendendo os sitioa Tnbaro, Gangas sary
Saboeiro e parte da propredade Pedrera, na -co-
marca de Pitimb na Part.byb*.
Urna parte no engeuho Itaprema do Meio, co-
marca de G.yanna.
O engenbo S. Miguel, a vapor moente e cor-
rente, distilsco alambique de cobre e saas tr-
ras. .
O engenbo Soasa, as mattas denominadas Pi-
O grande sitio Acab, na praia do Guagir,
com 200 ps de coqueiros ao poente de Maceio.
O sitio denominado Acah, ao nascente do re-
ferido Maeeio, com 1,010 ps de coqueiros.
Mefade do pequeo sitio Ulho d'tigua
Urna p ite do engeoho Tubatinga.
Todos estes engenhos esto situados na comarca
de Pitimb na Parabyba.
Os dous sitios cima, um com 200 pea de co-
queiros e o outro com 1,000 ps denominado,
Acah, vo eom a base de 2:000*000 pelos dons
Agente Stepple
2* leilo
AVISOS DIVERSO?
Alnga-ae a I j" da casa n. 46, m rioda
:om ui_jitf:i, e u.uito propria ua de cha-
ratos eu cigarros, oa outro qualquer negocio, e
amito bem locahaada e j afn-gueada a trntar
nj ra do Cabug n. 16, ioja.
- Aluir-i-ae c. a
ous, jauto de S. GoncutJo :
Jiperatris n. 76.
a Ccc
a tratar ua rea da
Aluea se o 1- andar da casa n. 43 da roa
Vise.nde da I-ih .'na, *em agua e commodos; tra-
ta-se no andar terreo.
Aluga-ee o 1 andar do sobrado n. 6 ra
da Pinna, por 18/000 menasea ; a tratar com A.
A. de Soasa Agoiar, roa do Amorim n. 49.
Aluga-ae o soto da casa n. 103 roa da
Aurcrn, com mobilia ou sem ella, e com agua para
bauh e bsnheir ; atrt--r i a mesma casa.
Precisa-se de ama cosinheira e de ama en-
gommadeirs, para caaa de familia ; quem se achar
habilitada, dan 1 fiatca desea bom comportamen-
to, dirija se ra de Cabug n. 16, loja. Paga-
se bem.
Precisa se de ama cosinheira que entenda
bem de sua arte e durma em casa ; a tratar na
ra do Riachuello, antigo Corredor do Btapo n.
57, porto de ferro.
Precisa sa de urna perita cosinheira para
casa de familia a haUr na ra Baro da Victo-
ria n. 46.
Precisa-se do boas eostureiras : na rus do
Lcperadcr n. 44, 1* aedar.
Comprase sement de carrapatj ; na fabri-
ca de leos vegetaes. ra da Aurora n. 161.
Na padaria da ra larga do Rosario n. lg,
comprase um cylindro ens p .-lcito estado.
J.aquina, ex-eacrava di: Jos Gom-.s Mina-
do-, do sertao do Pianc, chama seus fihos Luis,
M .noel, Tbeotonio e Mara, no Recife, onde resi-
de com anas Gibas Luisa e U.obeiina, no Pombal,
sitio 13 de Miio, er.trecte a padaria a vapor.
Pede se aos credores da masaa fallida de
Caetano Remos & C. queiram apresentar oa Svua
tituba, afim de screm clastificados, dentro do pra-
zo de cito dias, no largo do Corpo Santo, armazem
da Tbeod Just.
ira
Prccisa-ae de ama engommadeira que saiba la-
var e rngommar e maia eerv;cs domsticos para
urna casa de pequ-.na familia ; na ra do Livra-
rcento n. 24,. 2 andar
Precias-se de urna ama qup lave e engomme
ronpa de homein com peifeicio ; na roa Primeiro
de Mirco n. 16, 2" andar (..ntiga do Cresp -).
Ao eouuuereio
Jutquim Cavalcante & C. declarara que nesta
data venderam ao Sr. Job ui.n Goocalves Fraga
o sen estabelecimento de roa Coronel
Saassnna n. 7, vre e desembarazado de qualquer
inns. Recife, 86 de Juubi de 1888.
Joaquim Cavalcante & C.
Hoje eauaiili
Pogos para salo cjar-
dim
nsr acabar
A livraiiu Pansieuso ra Primeiro de Marco,
vende sem reserva de preco para liquidar, vis-
to nao ser esse o s,u gene'o de neg co. Vo ver.
Fin, ivaniciga ing.eza
Vendc-te a 00 ra. a libra rm caaa de Artbur
M agres, ra da Aurcia n. 85, e Antonio Dua te
roa da Uuiao c. 54, fumaren: do Ethoaynr, con-
>rcnte a estafas, lataa de diversos tamaitos.

Manoel Francisco de Paul, D. Fmaeisca de
Paula Figu. iredo Gama e J itquin Ribeiro da
Gama, marida e ennbados de D. Mara Francisca
de Hollanda Cavalcaut^, agradeem do intimo
d'alma a todas aa peseoaa 'que aaaistiram e acom-
panbarbm o en'trro d.-i mesma fallecida, e de novo
convidam as mesmaa pi ssoaa, bem como as da sua
amiznde e da finad, para assistirem a miaaa e
memento do stimo dia, a quil ter lugar no dia
aabb^do 30 do eorrent p;-!a? 7 1[2 horas da ma-
nh, na igreja do E-p;nto Santo, pelo que ficarao
eternsm?i te aerad' cuins.
Iquelloa do Eplrl(c JBanfo
Jos dos Santos Moreira t sua Jml a. Fran-
cisco dos Ssntos Moreira e sua faJplia, Henrique
da Silva Moreira e sua familia, Indo recebido a
infanata noticia de baver fallecido em Portugal
aua txtrimoaii mi e irm, convida a seus paren-
tes esmig.8 para assistirem a algumas missas
que por sua alma mandara rizar quinta-eira 28
do corrente, trigsimo dia do seu pasfamento, na
igreja de N. S. do Terco, pelaa 6 ho-as da ma-
nh, por cuj> acto de caridsde e religio ae con-
feasam eternam ote gr tos. _^______^_^__^_
- ^iHRBK>MaflraBK3nnBc^39nn]nna
Celestial confraria da Santissima
Tridade
S2
Dt Mara Anaanciada do Caroso
Bacba Coala
De ordem da mesa regedora, convido a familia,
parentes e amigos de nos .a prestimosa e sempre
lembrada irmS D. Mara A. do Carmo Rocha Cos-
ta para assistirem a miaaa com officio solemne
que cata confraria manda dizer no dia 28 do cor-
rete, pelaa 8 bor>s da manb. A meaa regedora
deede j grata as peaacaa prccei.t a.
Consistorio em mesa, .'6 de Junho de 1888.
O s. cretar'j,
Joo J. 8"*8 de Lcerda.
1 eilo
De uma boa carrooa com 4 rodas e nm
boi novo e gordo
Quinta felra, 98 do corrente
Ao meio dia
Agente Pinto
Por occasiao do leil&o de
sobrado da roa Mova n. 23.
movis ros frente do
Do casas e sitio
Quinta feira. & de Julho
A's 11 horm
No armazem ra do Imperador n. 16
(Bem emprego de capital)
O agente cima, por mandado e assistencia do
Exm. Sr. Dr. jais de direito dos feitos da fasenda
levar a hilio qaatro importantes casas terreas
com fn nt. de azuleijo, roa Imperial sob ns. 168,
170, 172 e 174 ecm porta o j-nella de frente, ca-
da uma com 2salas, 3 quartos, cosinba fra,quintal
morado, cacimba e porto eom tbida, em solo
toreiro. Um importaste sitio e casa* no terceiro
becco no Pombal, freguexia da Boa-Vista, com
bastantes cemmodoa, fra quartos para criados, co-
cheira cem sota, cacimba e tanque e diversas ar-
vorrs de fructoa, cojos bens sao pertencentes a Jo-
s Moreira da Silva e penhorados pela fasenda na-
cional para pagamento da ae-ma.
Oa Srs. pretendentes desde j poderlo ir exa-
minar as referidas casas e sitio.
Celestial confraria da Santissima
Triada de
Manoel Jun Mamado
De ordem da meaa regedora, convido a familia,
parentes e amigos do nosso carias mo irmo ex-
provedor oommeadador Manoel Jos Machado,
para ouvirem a missa que esta confraria manda
diser no dia 28 do corrente, pelas 7 horas da ma-
nsa, pelo eterno reponso de ac alma.
Consistorio da celestial cenfraria da Santissims/
Tridade, 26 de Junho de 1888. /
O secretario,
JnSn Jaein'ho Gn- des da La'erda.
Eosreonearu rfouo asexcrrsi de
Mello
Alguns amigos do finido engmbeiro Joao Be-
cerra de Mello, convidam aos parearles e amigos
do mesmo finad assistirem ss missas que por
sua alma maudam resar sabbado 30 d3 corrente,
s 8 horas da manh, na matriz da Boa-Vista, tri-
gsimo dia de sen passamento.


^
|
r
..
";"-

--'~ -i-^sr.-^.
1
J


Diario de fernambncoQuinta-fcira 28 de

MURAL DE CAMBABA
Este poderoso e importante medicamento, yende-se em casa
dos unicos agentes e depositarios geraes n'esla provincia
FHAMCISCO MANOEL DA SILVA & C.
droguistas, a ra do Mrquez de Olinda, n. 23; aos presos de
2S500 o frasco, 13$00 1|2 duzia e 24$000 a duzia.
as falsiflcacoes! CiUilo an u itiiHMii
ATKINSun
PERFUMARA .fGLEZA^
timada himu ue am scalo; exceda todu
tkQBtrMpeW frinniedcado e exquisito.
Trx Muuuui dh Ouro
PAUZ 178. CALCUTTA 1884
pela extra-flM oel'ci.cia de u qiulidaJ*. .
Perfumea moa fvo* de Albn son
FAOJUKA et CVMBDiVM
de raro e peculiar perfarr: os.juie 'en Jo tido
repstra'loa poden ser ubudoj por iatemedto
de seus Inventores oa Agentes d estes.
AGUA DE COLONIA DE ATKIMSON
em rival pelo tea perfume esuacooce.urajio.
Excede locas os productos similares vendidos
sob o metmo nome
AGUA FLORIDA DE ATKIKSOIf
delicado perfume para o lee^o distillado de
ama escolba exquisita.
lMMtn-M m Cm as laeM M Istiati e Tibriftittt
i. A C. ATKINSON
24, Od Bond Street. Londre.
Marca de Fabrica Urna "Rosa branca "
sobre ama Lyra de Ouro. "
Molestias Nervosas
Capsulas do Doutor Clin
Laureado da Faculdade da Madioina de Paria. Premio Montyon
As Capsulas do Doutor CLIN ao Bromureto de Camphora empregao-se
as Molestias, as de Cerebro e contra as affecQoes seguintes:
Asthma, Insomnia, Palpitares do Coraco, Epilepsia, Hallucnaco,
Tontearas Hemicrania, Afeccoes das vas urinarias et para calmar toda
especie de excitaco.
lie Urna explicado detalhada asompanha oada Fraico.
Exigir as Verdadeiras Capsulas ao Bromureto de Camphora de CLIN t\ C'S
Vde PARS, que se encontro em casa dos Droguistas et Pharmaceuticos.

GRAGEAS
de Copahiba, Cubeta
Ratanhia e Ferro, Bismurfo \
lcatr&o, Terebenthina, 4"
-FORTN
injcc
Hyqfitca e rteseriado
IffygJantoa e Prserndora
tem causar
accidente aJgum.
As GRAGEAS FORTN, forao as primeiras que obtiTeram a approvacSo da Academia
de medicina (1830) e que adoptaram-se nos Hospitaes. Curam as molestias secretas,
oais rebeldes sem fatigar os estmagos mais delicados.
A INJECQO FORTN sempre recommendada como o complemento da medScaclo.
Dapoaatoa n fnwimtHM I ntal- M. da SILVA O*. bu prinolpaM Paarmaolaa.
n


O xnelfaor
PURGASTE
o
0 P0 DE ROG
i on/ino* ac.cc
legitimo sellado
com am rotulo
impresso em
OUATRO CORES
Nao ha Purgante
algum que tenha
sabor mais agradavel
Casa L. FRERE
19, CU jMtt, PillZ
I
i

i
,
Jasas, PillZ L
INDUSTRIA NAr.lOt^U
COGNAC BRAZILEIRO
DE

4. M. VERAS k C.
PEJANAMBUCO
Estn 'xcellente bebida preparaba cam todas as regras da bswbqm, de saboi
NBMJgaaeaaos do ; gnac sstsaqge.ro. O Cognac Brazllelro tem fetr
io -esso pelas provincia do aorc.' e sul.
Presos da fabrica
GRANDES
1,5500
120000
bilb
PEQUEAS
Urna g rrafa. 1)5000
Jraa duzia...... 9(5000
O Cognac Br-.zil- iro encontra-se na fabrica, em todos os hotr-is, re staurr-nta.
r,-' vsodaa lesta akhtde, a em Bc-.beribe no hotel do Juao e venda do Jacintbo
):o:(
iol 10a purJHr1" J nfeectado, perfumara psra hamceopatnia.
ATTENC
(IBHTO 10 LSOflI)
GAZE5 arrendadas edr de creme (iinitaco de anda) a 600 e 700 rs., o covado*
FUSTaO branco, deaenhos, padrSea novos, a 440, 500 e 600 rs., o envado
SARGELIM d > edrea, qualidude nelhor, a_24' rs. o covado.
ESGIAO pardo para vestido, duas larguras, a 360 e 400 rs., o covado.
PERCALES laras padr3ea miudinhas, a 200 e 240 rs o --ovado.
SETINETA do JapSo faaenda de listas, a 240 e 240 re., o covado.
CAMBRAIAS bordadas, brancas e dd efees, a 50000 e 6,5000, a peca.
N\NSOK muito finas, a 160, 200 e 2W rs. o covf^o
GUARNI^aO de crochet, .par* st-f e indeiras, a "4000, urna.
PANNO da Costa de str, a 1#000 o de qu. ro a 16200, o covado
BRAMANTE de algodSo de quatro larguras, u 800 e 15000, o motto
BRAMANTE de linho de qu^tre larguras, a 16800, o metro.
ATOALHADO br-rn, d^s-nho-. noo^, a 1 TOALHAS f Ipodas. 36500, 46500 e 56000,
TiNC do IgodSu e da nh., esde 15200 a 7#0OO4 a duzia.
MADAPOLAO smerict.no com 24 jardue, 6^500, | peca.
4ALEIAS psra vestidos, a 300 ra.t s uzia.
SEROULAS de bramaat.-, i 15600C', IH&' (JO 226' 00, a dusi.
CHEVIUTH preto e azul, a 36000 e 46000 c 46500, n covado.
BRIM pardo ptra roupa iranoa, >00, o v
LENCOES de brs.p^nte, a 16800, 2200 e 2600, u .
ZKPHYRES d qu. Iro, lindos pdro-s, 20 240, 300^ 400 rs., o oovado.
COLCHAS r i, adam.S'- d s, a 26000, 36000 e 46000, urna.
CAMISAS allerols, linho e algodSo, 386')00, a duzii<; barato.
CORTINADOS bordados, a 66500, 765 MEIAS cru8 para howm de 36500 r t 106000, a duzia.
ISA BA 1. DE MARCO N. 20
A. vC\. ^> *&*.
DE
AMARAL & C
Ferfumaria- Oriza
L. LEGRAND, PARS, ra Salnt-Honor, 207
ESS.-0RIZA SOLIDIFICADA
PERFUMES CONCRETOS
INVEN9X0 SCIBNTIPICA COM DIPLOMA DE INVKNIJO BM FRANf A E NO ESTaANOBIRO
Os Perfumes solidos da Esa.-Qriza
rrf^utdcs por meio _ Sao encerrados, dtbalxo da fauna de JLpin cu PastUha, dentro de frasquinhos u
v' hos fcis de levar entosigo. Esses iMpis-Perfumea nao se evaprSo e pdem ser
ios
Tm
sem os 1
por or/tro; jrem gastados.
raottgun 'Je communicar o chairo aos ohjectos fii'.'.os em contacto com alies,
e sem os estragar. BASTA ESFRESAR LEVESEKIE PAR PERFUMAR tNSTANTANEAMENTE
o**

toda e dualquer Bouta Branca, Papel, etc., etc.
DEPSITOS EM TODAS AS 1'HINCIPAjIS Mindi-se a quem o pedir, franoo de Porte
PERFUMARAS DO MUNDO
o Cara/ojo doi Perfumee, com oe procos.
8
rnni Ticurii
BU
prlaclpaee
Pharmaclas
licenciado pela Inspectora de Ifygi'ne do Imperio do Brazil, adoptado com grande
sito ha mais do 30 Annoi pelos melhores Mdicos de Parlz, cura os efluxos, Grtpe,
Totee, Cotarro smi'nonar, Irritace* do peito, das Vas urinaria* e da Berva.
MU'Dcao!...
Atibo bo respeiuvel pobl/o quo a tinturara
frarceza do pateo de 8. Pedro ?. 6, mo Jan-Be par
0 pn'dio da rna de Hortas n. 16, onde 14 vos es-
peru com toda dignade. Aeeim como f.quelle que
tiver objecto arele eitabeleciniPato com n prtzo
fie no qaal n i toba sido resgatado, C. mo j
ficon dito, en darci m-iqu nze das para seren
wrcu rn toda urgencia, de aecurdo com o
jiill .. asBHodo di ate leferido praso ser
, ven tu pi,. u p _'ai"nfo da tintnra, iito con-
tsD-, d" Hatw deste ancuoc Me^.ivi, 6 da Juuhj de 1838.
Aniceto Lopes Corris do Nascimento.
Vai reabrir-se
A Penslo Acadmica sita a roa da Imperatric
O. 15 2o andar, que t a te ve por algnm tempo seb a
elireccio do Sr. Dr. Ascenso Mascarenbas, tendo
paseado a n vo director e interroropido as eaa
fanecoes em ccns^quenela da grande reforma por
que est passnndo reabrir ee-ba n.i^dia 1 de Jn-
Ibo prox'mo.
Os Srs. acadmicos poderla desde j se preve-
nir, entendfndo se com o Sr. Alfredo Coelbo na
leima Pu&o oa no Caes do Capibsribe n. 16.
*yEstoque c pintara
arift" Rcdrigu s Vianna, ehegado a esta ca
pitaiVte volt de tua viogem, fas seiente aos se-
abor;s dones de obra, que se acoa (zereendo Ma
profiapSo tendente a Pa arte.
Pode ser procurado ra do Bom-Jess n. 41
-oe em casa do Sr. Francisco Manoel da Silva,
nada Ca-Jeia.__________________________
Pi lenteto
Mello & Biset avisam so respeitavel publico
qae todas as teryai e taitas teiras team este se-
seras p"ii ; ma larga do Rosario o. 40.
Excellcnte morada
Aluga-se s casa de n. 57 rna da Imp tatrii,
est pintada e esteirada de novo, tem gas, agua,
asseiado banheiro, gallinbtiro de ferro, cbiqneiro
para bu-bos, jardim em qeintal separado, t outro
grande quintil t'do arborizado ; a tratar c. m o
proprietario das 4 s 6 da tarde, oa referida cas.
Precisa-se de dasa criadas para casa d peqae-
Da foiLia, uina p ra Dgcmiar, errnmar i casa,
t e ... eaiV. bj mo-
nos fazer fogo, ambas asst-iadas, paga se bem, e
se o ezigirem tero o tratamento de ezcellencia :
tratar na rna di Vigarb n. 4, 1* andar.
Ctilorose, Anemia, Catnarro pulmonar, Bronchite ehrenica,
atharro a Bexiea, Phtisica, Tosse conoulsa, Oyspepsia Palidey
Pardas semtnaes, Catharros antigs e complicados, etc
BXmlflvard Dena'n. i., em VAX.VI- e naa priacirac* Phamis eif -
FABRICA APOLLO
Esta importiBle feria tem sempre a
G X C3t *A J. Uta. CJ S
veas
Primaveras, papel spda, fumo pi.ado
Selectos
Operas
Universaes
Populares
Goyaz
Daniel
Rio novo
Othotrjanos
s
c

>
fumo desliado

>
t
demcratas, papel seda, fatuo desliado
Caporal
Cubnos, palba,
Rio novo
Qoyas >
Daniel
rtaemop. litas, papel seta
Ditos, papel tabaco
Ditos p.lba
Copeiro
Precisa se de am copeiro e tambem para com-
pras, para ama casa de familia no Manguinho ; a
tratar na rna Nova n. 13, leja.
Caixeiro :
* *.
Precisa-se de nm caizeiro com pratica de pa-
daria, dando fiador de so* conduata ; no Cami-
nho Njvo n. 91.
__.-^____^^*.
4o commercio
O abaizo assigmdo declara que nesta data c;m-
proa aos Srs. Jonqnim Ca vadeante !i C o sen ea-
tabeleeimento de refmaria uto ma do Coronel
Snasonoa n. 7, livre e desembarazado de qual^uer
odos. Red fe, 25 de Junta de 1888.
Joaqoim Qancalve Praga.
Peqae>aia pernio
ReesJse-se bjspede, dando-se casa e pomida com
b m tratamento por preca commode ; no Cacaiuho
Novo n. 128, a tratar durante o dis.
Em meiss caizaa, diversas marcas, fabricados especialmente na B~bi.:> para
ista Fabrica.
DPXJXVXOS
Desliados e picados, de diversas .arcas, ei latas de 5 e 7 kilos.
ormeos
(leo aroroatisados para larop.rias e r mo medi;inl, em garrafas.
Dito dito para lamparines e ri.ino m em latas de 1 e 5 alSes.
nx-vsDBaSas^
Papel de seda especial em pacotes de 10 rrilheirop, o quo ha de melbor ; ca-
chimbos, ponteiras e um grande sortimento de sttigos psra fumantes.
TYPOGMPnA
A rosis bem montada n'esta provincia, .ora um peasoal artstico para as execo-
oes das ebr s mais diffic-is e por prejos sem coirpetencia, cora grande nitidez e luso.
DEPOSIT il I FABRICA
49- RA MRQUEZ DE OLINDA 49 ; 79 -RA VISCONDE DE CAMARAGIBE-7
ANTIOA DA CADKIA ) (ANT1GA DO HOSP.CIO)
Tclephonc n. 390 Telephooe u. 8
Todas as encommendas e correspondencia devem ser dirigidas oa ao Deposito
oa s meama Fabrica a
Ra Vsconde de Camargibc n. 79
0 Remedio do Dr. Ayer
CUMK.i
E' n tnico forte paramenl i rcgetal, e,
pelo conlu'cimeuto practico dos seas effei-
tos, Garantido com remedio certo para
as fc'n ns de-
vem a sua origetn a um vaBer.o Miasmtico
que penetrano saii^ue pel altera
o ligado e motiva as Qiflrentea classes de
conbeoidas por Terciarlas e
Quatrenariae, Internas, de Prio,
Malienas, Intermittentes, Remit-
teutes, Biliosas, e Typhoido.
dio do Dis. Atf.p. noatralisa o
\i eco miasmtico e cxoele-o do systcma.
n quinina ncm ingrediente ai-
ral; seguro c iaoflensivo, e
legando as direcc^es.
TliEPAHADO PELO
DI:. J. C. AYER e CA.,
l.owell, Mass., K. U. A.
A* veuila as principacs pliarmacias e
drog
Bo cosinheira
Precisa-se de ama boa cosinbeira, preferindo-se
idosa ; nt. roa da Uuiio n, 55, por traz do Gim-
nasio.
Serles para Santo Antonio,
S Joo e S. Pedro
Chegiram finalmente as desejadas sortes de
Berlini, com o s rtimento maior e mais espirad ido
qu o sano pasa.ido ; avisamos sos numerosos fre-
gueses, em particular ao corpo acadmico que
este anno vedemos mais b rato que o passado a
vista dos descontos que noa dea a fabrica ; pre-
ces e s rtimento sem campetencia.
Fabrica Vendme
RA DO BARAO DA VICTORIA N. 39
Eoa ctt-ziiiheira
Precisase de ama, preferin^o-se idosa,
a ra d UniSo n. 55 por traz do Gymna-
sic Pernan bu'.sro.
Nao vieram
Roga-ge aos Srs. Joaquim Xavier Carneiro de
Lacer e Manoel Xavier Carneiro da (Jouba, o
obsequio do apparecer ra Mrquez do Herval
n. 12. a negocio que i.io ignoram.
rimbba
Antonio Emigdio Barbosa Gomes declara aos
seus freguesas e ao respeitavel pnblico, que no da
9 de Mkij de 1888 mndju se para a cidade de
Timbha, c all Be aeba cem faseudaa, mindesas,
chtf ic, calcados, molhad s e ferrageu, vende
barato, d spaeha com pr mptidSo, agrado e sio-
erridade a to'd s geraimente que frequentar o sen
estabe'ecimento.
5 PATEO DA. PETRA 5
faixeiro
Precisase de um n enino com pratica de taver-
na e que d fia 'or de toa conducta ; a tratar na
ra do Capitn Lima n. 68, em Santo Amaro das
Salinas.
aixciro
Precisa-pe de nm minino que tenba algum
pratica d- tuver-a a tratar na rna da Concordia
numero 36,
Jacintbo Botcih de Am hu & O,estabelecides
rna da O lo/i h n. 64, avisam aos sr-ns de vt dores
que veubaur. pagar seus debit e, o se o na
rem eero chamadas por est j mal.
fize
iMANI&DEIRUBQMI
MONCHGYAMT
A nica com vlvula, e ne sunca
o lelte torna a ;
IIHA DE eYStAl COM PAEA -.JO
flledathas
de Ouro
e
de Prata
Oplnlo do D' BOU CHUT, lente I
'agregado da Facnltade de M medico do Hospital das crianras enfermas, do sen J
i livr.-i IIy y i e lia
o lima Hamadelra bem acondicionnada 1
deve ter urna valvnJa onde o leite nunca i
torne a descer : este o principio da I
| MAMADEIRA MONCHOVAUT. >
DstMittt a leti ai priicipaes Pliarmacias e Brsgarlai
Epgommadeira
Precisa se de urna, que engomme bem e enea
boe signan roupa para casa de pequea familia,
que durma em casa ; na ra do Conde da Boa-
Vista n. U.
Licenciado pele. Impectorli de Hyene do Imperto do Brull.
CAPSULAS de SNDALO CITRIN:
de
ivr o
PreparaoSo ..lguma S mala etfioai contra ac
E S T I A. S SBOK.ET AS
to que os /rnosos Capsulas ttniveramlmenUt rreomtnttnttatta petos SfeaMeee.
fcm calx (com loitrucooea compleu para o traiainento) cur oralmente dyn&j* nm aemma.
BF4.VK, eoJTfl A C: m UVEHroofcT EFX.V8, ,J5?f/EB btTWBMh em LONDRES
VERDaDEIROS GRAOS deSAUDE do PrFRAHC
* UCKNCIADOS PELA INSPBCTORIA GE1RAL DE HYQIKSB DO IMPERIO DO BJUZ^
,* Aperiente, Eatomachlcoa, Purgativo, Dupuratlwoa
jontra a ralta de appetlte, a Obatrmcco, a Snxaqneoa, as Vortlsew,
as Conireaitde, ote Vote ordinaria : 4. 1 i 3 graos.
ar &< i r-xlgir uto imprimido em rranc
cadartee^^onSe0te 0 Sfilll da Vull (ill FabriCMtk
am rauz, Pnannaola IIEOT ItttittM ta Uai as (^MlaN rUmacUf.
MEDALHAS de OURO e de PRATA.
niplotnas de Honra na ExpoHcteti
Pee : 1865, 187, 1885, 1888, 1887
OS
Incontinencias de Urina
COM At
GRAGEAS GRIMAUD

oltiei
\luga-se barato
Baiza Verde n. 1 B.
Ra do Visconde Pelotas n. 5.
Ba do Mrquez de Olinda n. 48, 3* andar.
Rna do Viaccnde do Itaparica n. 43 2*. andar.
Kua Visconde de Itaparica n. 43, armazem.
Bana Verde n. 1 B
Rna Visconde dr Pelotas n. 5.
Pratk-se na ra do Commereto n. 5, 1' andar
esi-i-iptnric de Sliva (iuimarie & C.
Aluga
se
ou vende-se no Parnameirim ou Cruz das Almas
n. 10-A nm grande e ezcellente casa com agua e
gas, tendo um b m sitio, a qual confronta com a
casa dj fallecido Dr. Leal ; a tratar na ra do
Apoil n. 30, 1- andar, oa em Fernandes Vieirs
numero 11.
Aliiga-s^
oa vndese a casa sita Cruz das Almas ou Par-
nameirim n. 10-B, com c mm dos para urna pa-
queos familia, tendo nm bom sitio, e > cba-s
limpa ; a tratar na ra do Apollo n. 30, 1 andar,
ou em Fernandes Vieira n 11.
Alug
-se
as seguintes casas : a da ra do Lima n. 30,
grande casa, com agua, gas e apparelbo ; a tra-
tar na lytographiu de J. E. Puroeli, ru Mr-
quez do Olinda n. 8.
Aluga-se
A casa n. 10 na ra da FundicSo, Santo-Amaro
das Salinas ; tratar na lyt grapbia de J E.
Purnell, rna do Marques de Olinda n. 8.
Aln-se
o magnifico s.br-.do n. 21 ra da Uiiiao ; a en-
tender se ra da Imperatriz n. 19.
Ama
Precisa-se do urna ama para co i. hur para
casa de p oca familia ; a tratar na ua Formes*
numero 37.
Ama
Precisa se de urna sma para cosinhar ; na rna
de Ptdro Sonso n. 70.
Ama
Precisa se de erna oa para aervico domestico :
na ra Barao da Victoria n. 69, 2- andar.
Ama
de menino e costareira : pr isa-se aa rna Nava
n. 15, loja de chapeos de sol.
Ama
Precisa-se de urna ama para comprar e cos*
nhar ; a tratar na ra de Pedro Aff ns .< n. 22.
Precisa -se de urna ama de m< ia idade, que seja
boa coaiubeira ; na ra Vidal de Negreir js nume-
ro 13JL______________________________________
AMA
Ma ra de' Santa Rila n. 83, se precisa de ama
ama para cosinhar.
Amas
Ferro-Ergotadas
tpprorades por diiertae Sociedades de Medlclnt
de Frenes e do Cstrengeiro.
Bmpreg-adas ha znals de SO anno
nos Hospitaes, Asylos, Colonias peniten-
ciarias, sempre com feliz xito, as Affcccbes
Chloroticos e Anmicas de toda especie.
Fallida e6rem.
NOVA MEDICAClO PRECIOSA E UN
PAEA CURA
INCONTINENCIAS DE URINA
Venda em Sroito ni Casa de GRIMAUD FILS
3, rus Riera, Psris-Auteuil.
Km Anuataii.- FRAkr M. da SILVA C.
i nal raracipAB* piiarhacia
'rolessora
Urna senbora competntemente hbil...Ha, com
pratica de 10 anmsde profisso. '..flvree -se para
leccionar por casas particulares e collegios na ci-
dade ou seus arrabaldis, as seguintes materias :
portngnez, francs, italiano, geograpbia, piano e
trabalhoa e gnlha, nediaite estipnhoao rasoa-
vel ; a tratar na ru e de (joyaena n 69,
ou rna do Livrament n 5, loja da borboleta.
Nada ra Conquista n. 21 precisa-se urna ama
para eosiobar e ontrs para en^osmar e mais ser-
visos de caea de familia, que durma em casa.
Ama de leite
Piecisa-se de urna ama de leite ; a tratar em
Santo Amar.) das Salinas, no b.irrscao. ______
Nuita alllip
Na ra das Trincheiras n, 16
avisa-se ao respaitavel
publico que acha-se
aberto um deposito de
massa de milho de to-
das as grossuras por
pre^o mais barato do
que em outra qual
quer parte, assim co-
mo cat moido e em
carolo, e assucar refi-
nado e em caroi
rantindo-se a boa quai
lidade dos artigos ci-
ma mencionados. Pe
de-se as pessoas con-
sumidoras dos gene-
ros cima declarados
que venham verificar
a verdade deste an-
nuncio, que nao dei-
xaro de agradar-se.
Compra-sc
am peyeh grsnde,. da clnmo : quem o tiver,
dirjase rus da Impera tris n. 16.
vso~
Ouerra Fernandes C. participsin "aos seas
amigos e fresuest 3 que mudaram o sea arma sem
de fazmdas para a mesma ra Deque de Caxias
n. 47. Vendas em grosso e a retalho, precos sem
eompctenci .

r
'



1
[Mm 1
- .f..__..;.._

j


*m.

Diario de PemambiiroQointo-feira 28
de Junho d<
t^r.'^
e 1888
Paul Jiillieu
Tem a honra decom-
municar aorespeitavel
publico, especialmen-
te aos seus amibos e
antigWfreg'uezes, que
tem aberto a sua im-
portante alfaiataria na
ra da Imperatriz n.
16, onde com satisfa-
cao aguarda as suas
ordens.
Sement de carrapato
Comprase si mente de carrapato ; na rna da
doepicio n. 79.
Cosinheira
Prec-isa-se de urna cosinheira para duas pea-
loas ; a tratar na roa Dir> ita n. 31, armasen).
Esliipilhas usadas
Do Rrhzil, compra em qualquer quantia
ERNST HAYN
Berliro, Allemanha, Friedrichstr 1081
Ama e criado
Pa rna Formosa n. 8, precisa-se de urna cosi-
nheira e de nm criado.______________^^
Atlenco
Tendo fallecido o readeiro do eogenho Jundi
Merim, sito na comarca da Escsda, traspassa-se
o arrendamento do dito enpeobo ora grande aba-
timiento, e vende-se a presente safra, se jnlgar
conveniente ao novo reodeiro ccmpral a : a tratar
no Rccife, 4 rna da Croa n. 11, on na rna Impe-
rial 1^289.__________
Fabrico de assucar
MtrliinUmo do* alirlranio Dnnca
Stewart A C. de *iia*ow
onstrueeo da mais moderna e aperfeicoada <
de grande duraco.
Moeoda com pressao bydraulic de Stewart qne
d a melhor exprsalo conbecida at hoje.
Caldeiras com economisador, especialidade
tes fabricantes.
'ornalhas para qneimar o bagaco verde em di-
reitura da moenda.
Os apparelbos de Vacuo e Triplo sao de syste-
ina moderno como ambem as turbinas on cen-
trfugo.
Ornamentos e mais informacoee em casa de
Browns & C.
Roa do Commercio n. 5, 1* andar
Sementes de carrapato
Compra se em grandes e pequeas quantidades;
aa drogara de Francisco M. da Silva & C, i rus
d) Marques de Olinda n. 23.
Ultima iioviaade!
0 folgaso
Interessante cUecco de jo^os de prendas e de
penitencias, para as noitet de migares. A' venda
em todas as ixrarias e nos princ'paps pentos da
cidade pelo diminuitissimo preco de 200 rs.
Cautelas do Monte de
Soccorro
Compra-be cautelas de qualquer joia ou bn.ban-
ces, paga-ae bem ; na praca
22, loja de relojoeiro.
Independencia n.
VENDAS
21
Campos k G.
Vende-se nma'oommoda, nma estante, urna
cadeira de piano, de Jacaranda, milito boa obra,
moilos pea de crotons lindos para enfeites de sala,
e alguna livros ; ni C< minha Novo n. 128.
Vende-se refinsco do A ogado roa D-
rita n 29, propria para principante por tar pon-
eos fundos ; a tratar na mesma < n na ra d> Ro-
sario n. 45 (Boa-Vista), om Jot Luis Alves V*i-
lella. O motivo d* venda o socio* nao quere-
rem continuar.
N. 63
Ra Duque de Caxias
' o Pedro Antunes & C, quim pede a prefe-
rencia para os segointes artigos, comprometindo-
se a dSo vender caro, e tambe mandar levar a
casa das Exmas. It i toras qualquer artigo que es -
colherem.
Enxovaes para baptisados preco 7 para liqui-
dar e mnis de 12* a 20*000.
Capotas e toncas de sda uari' eriancas, sapatos
de pellurce de seda, merino c setim, meias de seda
branca e de cores.
Finas gnnaldas e veos para ooivas, bonitos lo-
ques braocos, ramos de fljres de laraujeira, pal-
mas de vidrilbos brancas para vestidos.
Nivoi vestidos ponto de malba para criancas,
prec 7* a 15*000.
Bonitos agrettrs de todas as cores, e petit elo-
mil- para enfeites de capotas.
Gmirpos de pbantasia paia enfeites de cabello,
ditos de nickel para segurar chapeos, alfinetes de
cores para enf.it a e segura- veus
Delicados bteus gansi ue oreB e pretos, ditos
de linho bordados tudas as .ores o brancos.
Pequeos peutes dourados para enfeites de ca-
ballo, e tambem a imperial regente para segurar.
Resumo para nao aborrecer
Especial bou'uet de nupcias para" evitar os
pannos.
Variedades cm tbes e brinquedos para crian-
fas.
Especial Icco de violetas para os cabellos.
Brevemente lindos loques a Jamaica e grande
sortimento em guarna-So de vidrilbos de cores e
pretos
PECHINCHA EM FAZENDAS
L*s de quadros, padiSes modernos e cores
lindas, a Q20 e 3<50 rs., o covado.
FustSes brancos, superiores, de 400, 500
e r?40 rs., o cuvaio.
Morgolina branca de listra e adamascada
para casacos, a 500 rs., o covado.
Cretones modernos cotn f- rradaras a an
coras, a 400 rs., o covado.
FuetSea de (Ores, padroes lindos e edres
claras, a 500 rs., o covado.
Gorgoritas de cores, padiSes lindissimos
Satinetas branca, preta e de cores de to-
dos os pregos.
Badates de edres, a 200 e 300 rs., o co
vado.
Feehua, sortimento completo, de 2(j(000 a
60000, um.
Ca braii branca tapada e transparente, de
30OUO a 60000, a pega.
Bramante do linho e algodao.
M dapolao e algodao. sortimento completo,
a prego baratissimo.
9 I Roa do Crespo -8 i.
OL1VEIBA CAM; OS & C
21
a importante taverna da ra da G'oria n. 54
tratar oom o proprietario.
Na Loja das Lslras kim
s
Vende-se
espeeial musa de mandioca para bolos ; na Cam-
b* do Carmo n. 10.
Oliveire Campos k C.
NOVIDADES E I HANTAS1
Capas e pellerinas pretas e enfeitadas, de
cachemira, gorgorSo r merino.
Veos e capellas para noiva.
Setim e seda branca para casamento.
Cortinados de crochet para cama o ja-
nella.
Co'chas de seda para noivos.
GorgorSo preto, divetsas qaalidades e pre-
sos.
e de
Nova Esperanza
Bichas -lie H^ataif^o
Vende-se em pequeas e grandes porcoes ;
ra da Madre de Deus n 36 A.
Sabo transparente
DE
Cleave.
prego
Alleuco
Aluga-se em um predio bem situado um primei-
ro andar com 4 quartos, 2 salas expacosas e cosi-
nha por 16^000, e um segundo andarcom os mea-
mos commodos e soto por 184000; na ra do
Apollo n. 75, trata- se narua Larga do Rosario n.
34.
MEDALHAS 1851, 1833,1855, 1862, 1867,
1875.
. De prata, Paria, 1878.
De ouro, Londres, 184.
Vende-se as priocipaes lojas de miudeas.
Guimares & Perman
Agentes.
Attenco
Vende-se cadeiraa austriacao (junco) do acre-
ditado fabricante Tbonet, a 66f0'J0 a dusia ; no
armatem da ra do Bom Jess n. 49.
Superior carne doser-
to
Vende-se no armaiem de molbados de Fran-
cisco Cardoio da Silva Pinto, ra da Imperatriz
n. 23. No mesmo estabelccimento vende-Be cb
de primeira qualidade, queijos flamengo a 34000,
viobo collares a 600 ris a ganafa, dito do Pasto
a 440 ris e cutros muitos gneros que se garan-
te e por menor preco que em outra qualquer parte.
Ra di Imperatriz n. 3, Francisco O. da Silva
Pinto.
Cimento portland
Vendtm em harneas do 150 u 180 kilos Quima-
raes & Va lente
6 Corpo Santo 6
^BSMMaBSMBSSMSIB1S1SSMS]
fOLHETlM
TESTAMENTO VERMELHO
POR
Sedas e sotins de cores, lisas, listraa
quadros.
Merino de quadro, fazenda nova.
Capas hespanholas para theatro a
de 24000 urna.
Sortimento de meias brances e de eflres
para senhoras e crianzas.
Espartilhos, sortimento completo.
Tapetes para janella e sef, sortimento.
Grandes aoaltifas e esteiran para forro de
sala.
Alm de mnitos ontros artigos que nos
impossivel mencionar.
%1-ltua OLIVEIU CAMPOS & C.
A' rna Duque d* Casias n. ai
TELEPHONE 211
Fase odas de phantasla
E'a cosa mais barateira em fazi-ndas finas, que
vende por todo preoo e da descont a quem
comprar de 204 para cima. As Exorna, familias
nao devem comprar fasendas em cutra parte sem
primeiro ver, cu mandar buscar as amostras que
deeejarem, s quaea se dito sem penbor.
Henil a u' tullirla decido aberto C m listas
e quadriuh a de orna s cor, branco, creine, aml
claro, rosa e e theatro a 500 rs., faseuda muito larga e lindas,
tecido especial para esta casa.
I.cqne transparente* e de setim com
lindas cores e desenbi s desde 2500 at 74000.
Tccldos) de linh) abertoa com quadros lar]
gos on listraa, fasenda muito larga, a 700 e
800 rs.
Zeflros de linbo bordados'com quadros ou lis-
tras, lindas cores, a 600 e 700 rs.
Liimtn bordado, de todas as cores, imitacao
cachemira, a 240 rs
Beoda oriental, fazenda fina, aberta em
quadriuhos, a 500 rs.
Esguio pardo para vestidos, tecido de linbo
puro < largo, % 360 rs.
tirinas infestados preto e de todas as cores,
700, 900 e 14000.
Nsdiuc en caesas indianas com lindas cores
e desenhos, a 280 rs.
Fzendas diversas
Madapuiao eniraocado tecido, novida-
de, que se presta para qu.lquer obra, pecaa com
20 varas e sem gomma, a 54500.
orbn americano lavado, suprior so
verdadero camiaeiro, pegas com 20 varas, a 84 ;
tem a maieaListrs a mee.
ilitudo para lences, mais largo quem ada-
polS a 54000.
AlKodAoslnito a 34 e 44000 a pees, pro-
prio para toalbas.
Cretiinf s franceses, claros e escaros, desde
240 at 100 rs.
Cssltan finas, percales cores segaras, a 200 e
240 ra.
Batistas e fastao de cor, a 160, 200, e
240 rs
Setlnetas Mimo dos Alpes, a 200
240 rs.
l.lniioa e cfiros de qaadrinhos, a 100 rs.
estreitos e 200 rs. largos.
Blcos > rancos, creme e de tres, baleiae,
grampos, pbantasia, bordados tapados e transpa-
rentes, lavas de seda e pellica, meias' brancas e de
edres para bomem, senbora e meninos fiebs de
renda para smhora e meninas, cortinados de cro-
chet e bordados, mosqoiteiros americanos, crochet
para sof e cadeiras, tapetes para portas, cama e
sof, e muites outros artigos que damos muito ba-
ratos.
.Na. Loja das Listraa Azaes
Jos Augusto Dias
lii m
Ferro e seo a 800 rs. o kilo ; vende na pharma-
cia Orieutal ra estreita da Risario n. 3.
Venda de sitio
Vende-se on permuta se por predio nesta cidadi
um bou sitio coa boa casa, omita fructeirat
ezcellente banbo do rio, boa agua de cacimba,
eztenso de terreno para baiza de capim, todi
murad ona frente, com pnrtSo e gradeamento, oon
caminbo de ferro e estacio junto ao dito sitio, n-
Porto da Madeira, conbecido pelo sitio de Joi
Selleiro, junto" ao Dr. Ernesto de Aquino Fonse
ca ; quem pretender dirija-se 4 praga da lnde
pendencia n- 40, das 11 horas s 4 da tarda
Vende-se
Especialidades em vinho
Do Porto em barris de dcimo e vigsimo.
Verde em barris de quinto e dcimo.
Virgeros em barris de quinto.
Garante se a qualidade e acondicionamento.
Milhu
talbo, de piuc
ido.
Fuios
Em porcao e a retalbo, de piucos saceos,
ro bem acondicionado.
gene.
XAVIfcR DE MONTPIN
*U.l\Oi PARTE
\ GACsVifA DAS UEOALHAS
(Continuacao do n. 144)
XX
___ Voo ajudar-te, minba boa Magdsle
C8... Desee adega erequanto eu ponho
a mesa .. entendo disso t5o bem como
tn...
___Muito bem, disseRaymundo s sorrir ;
ramos dividir o trabalho...
E emqaanto Magdalena foi bascar o vi-
cho, pai e lbo estenderara a toalha muito
alva e arrumaram os pratos.
A velha criada voltou trazendo urna gar-
ris e um pedayo de carne fra.
Depois trouxe mais : pao, fruetas e
qaeijb,- finalmente, todos os elementos para
urna colcao frugal, mas suficiente.
Ab I diese de sbito o moco, tirando
do bolso urna caizioha ; nao esquejamos a
receiti do Dr. Thompson I...
Tirn da caixinba duas plalas pratea-
das e engulio-as rom um golo de viobo.
Magdalena, disse Ravmundo, nSo te
esquejas que Paulo deve seguir um trata-
mento rigoroso.. Elle ba de communi'.ar
te bb nstriic^Ses esciiptas, que a respeito
receben do doutor.
___Aqu eslSo.... accrescentou Paulo,
estendendo velha criada um papel do
brado em quatro ; um nuuoa acabar de
titauas, como vers... Ah I mioha pobre
Magdalena, vais ter muito trabalho commi-
go I...
Como se me fizesse rossa o traba-
lho I -rsplicon Magdalena ; demaia, tenho
praser qstido trabalho para o senhor ou
para sea pai.,.
Acabada a refeiclo, que nio foi demo-
Aoompanha me,
Vamos...
rada, Paulo levantou se em primeiro lugar.
Raymundo imitou-o.
Fica sabendo minba, boa Magdalena,
que Fabio de Chatelaz vem boje jantsr
comnosco, disse o mogo, e previno-te tam-
bem que elle tem expeliente appetite. ...
Trata de arranjar lhe bons pratos.
Fique descansado... nao ba de ter
razao de queixa...
Olba que elle dorme c.
Bem, lar se-lhe-ba a cama, garan-
to-lbe que fuar tao bem accoamodado co-
mo no palacio da Sra. condessa, sua mSi.
A que hor^s qaerem almccar ?
Ao mei o dia; juntaremos s seis.
E sabem o que deviam fazer, sa qui-
zessem mostrar-se gentis ?
O que ?
Iriam pescar ama bella peixada para
esta tarde... alm de enfeitar o jntar, o
Sr. Fabio gista muito de peixe 1
E' urna boa idea .. Acomp*
meu pai ?
Certamen te..
Paulo munio-se de seus spetrechos de
pesca e, acoropanhado de Raymundo, diri
gio-se para o bote, que acbava-se amarra-
do nos fundos da casa.
Ernburcaram, subiram at o sitio em
que Paulo te ve de desembarcar para fazer
provisao de sea, dea erara em seguida o
Mamo e f orara funde ir no embar -adouro,
ponto predilecto do moco, e que elle pre-
fera a qualquer outre, o pela maior das
razSes.
Fura lli que pela primeira vez Martha
lhe apparecera atravez da ramagem dos
s-lgueiros, graciosa > vaporosa como urna
hainadryade ou como urna ondina.
Approxim-ndo se daqaelias margens qu?
tantas reeorda^Ses lhe despertavam, Paulo
sentio, mo grado seu, pulsar lhe violenta-
menta o corceo.
Embora sonbesse que o Pequeo Cas-
telio esteva deshabitado, nSo poda desviar
os olboB delle, na constante esperanza de
atravez da sombra das grandes arvores,
sobre a areia tourada das alamedis, entre
os canteiros vardejantes, divisar um vulto
adorado .
Nada appareceu.
Amurao o bote, Paulo atirou ao Mar-
no dous ou tres puohados de -iseas, prepa-
ron as bobas, den urna a Raymundo, e
ambos puzeram-se a pescar. .
R-pentinamenle o manoebo tornou-se ta-
iturno e pensativo.
FromenUl que obaervava-o furtiva e in
oeesantemente, nSo deixou do perceber a
sbita transformado dos seus raddos e da
sua physionomia.
Ou me engao muito, disse elle, ou
foi aqu que Paulo vio a malher a quem
AS
Enfermidades Secretas
BI.ENORRHA.GIAS
GONORRHEAS
FLORES BRANCAS
CORRIMIENTOS
recentes ou antigos sao curados em I
poucos dias em segredo, sem rgi-
men nem tisanas, sem cncer nem
molestar os org&os digestivos, pelas|
e injecQo de
KAVA
DO DOUTOR FOURNIER
Ca&a Piluia tem grasado ft .*tumt",
pillas, 5 ra. imjeco, 4 rs.
PARS, 23, Placo da a Madeleine
^BlMedTi Je ODRQ, Paria 188S
a acreditada rtfnacao da ra Coronel Saessuna
n. 7 ; a tratar na ra estreita do Rosario came-
ro 17.
Ok.-illP.tKTl
R*** OLERY
Do Bio de Janeiro, Minas e Groyaz.
No trapiche da Companhia, largo do' Corpo San-
to o- 19/
m generis
Detestamos os artigos bombsticos com
que diariamente se en-bem os jornaes desta
capital, annunciando como especialidade o
que nunca passou de mediocridade. Somos
positivos, e como taes s timbramos em
nao engaar aos que nos dispensara a sua
amizade e auxilio.
AcabamoB de receber nova remnssa do
ja afamado e especial vinho
Maduro
Vende-se
a armacao, c- ('<' e utensilios da loja a ra Duque
de Caxias n. 43 ; a tratar na m^sma.___________
Oliveira Campos e G.
Roa do Creapo n. SI
Beceberam pelo ultimo vapor sortimento com
-leto de capas de casemir, merino, gorgurac *
eda, para senhora, o que ha de mais novo, a pre-
co raaoavel; receberam mais seda preta e gorgu-
lo, ">dem por preco baratissimo^________^__
MacIriM a vapor
Vndese urna machina a vapor, de torca de
seis cavallos, horisontal, txa, quasi nova, por pre-
co barato ; a tratar no escnptoiio da companhia
do Beberibe^____________ -
Em Timbaba
Vende-se a casa n___da ra Direita da cidade,
com commodc8 para familia e estabelecimento com-
mercial; quem a pretender dirija-se ao largo da
Matriz n. 13, na mesma cidade. ^^^
Vende-se em toda a osrta
ama.
Talvez essa ..mor seja a minha
perdigSo, mas que me importa ? Tudo fa-
rei para salvar meu filbo I...
Paulo conservava-se sileccioso.
Pescava com evidente desinteresa, nao
prestando a menor importancia aoa ata-
ques do peixe isca, parecendo esquecer-
se de que nSo estava s, absorveu-ae as
suas meditares.
Creio, pensou Raymundo, que ebe-
gada a oocasilo de interrgalo...
Depois, em voz alta aocrescentott :
Se continas assim, meu querido fi
lho, haremos de cuatar a apanbar a peixa-
da que Magdalena reclama, tanto mais
quanto en son um pescador inteiramente
calouro I...
Arrancado sua meditac3o pela voz do
pai, P"ulo estremecen como quem acorda
em sobresalto.
Em que pensavas tu ? perguntou Fru-
mental.
Em cousa alguroa, meu pai estava
cochilando.
Com os olbos inteiramente abortos I...
Ora, meu filbo, ptssou i bora dos grandes
segredos, visto que conhago o pensamento
que domina tua alma. ..
Falla-me, pois, cora toda a franqueza.. .
como se deve fallar a um p i. M me
lbor amigo Ainda agora, toda a tua al-
ma achava-se junto d'ELLA, nao verda-
de ?...
Paulo soltou um longo suspiro, que as-
semelrava se a um solu;o, e abundantes
lagrimas jorravam-lbe dos olbos.
E' verdade, meu pai... murmurou
elle cora vos abafada, sim, toda a miuba
alma unto d'ELLA.... E' urna cousa mais
forte do que tu .. (uizera eaquecer...
Nao posso Emprego vaos estorbos par
atugentar da minha memoria esBa imagem
que me encanta e que me mata!. .. para
impr silencio ao men corajo I.. As mi-
nhas tentativas sao inuteis.. O meu cera-
gao resiste... a recordado mais forte
do que tudo!..
Vamos, Pacto, meu filho, meu que
rido filbo,-disse Raymundo, pegando as
mSes do mancebo ; s humera ... tem cc-
ragem... s forte... Amas.... Coropre-
bendo perfeitaraente esae sentiraento, para
que te censura por teres detx- avassalasse o teu coragao.... Eu- tambem
amei. amei muito... Dara a minha vi
da, sem hesitar, pela mulber que. amei, e
essa mulber fei tua mai; mas quando co-
oheci-a ella era livre, podia corresponder
a minha ternura, nenham obstculo nos se-
parava ; ella abia que o noeso mutuo
amor devia terminar peto casamento, & ca-
minhavamos para esse fim oom o coragao
ch*o de espewBga e de f... Sabes, ao
ilillio
Vende-se milho de boa qualidade, em porcao e a
retalbo, no trapiche da companhia ao largo do
Corpo Santo n. 19.___________________________
Bois de carrosa
Vende-se bois mansis e gordos, habituados ao
trabalho de carroca,; a tratar na companhia do
Beberibe.
O consumo extraordinario que este vinbo
tem tido faz-nos acreditar ser este o nico
que fica substituindo esses outros que.por
J>i iaaaiiiiium..BM cavellos, etc., etc. Duas aummidades me-
dicas d'esta capital, recommendam aos seus
amigos o uso quotidiano d'eate vinbo, cerno
mais salutar eoonomia humana por nao
ter as composigSes de tantos outros, qua
arruinam a sade da bumanidade, trazendo
como consequencias os horrores a urna po-
pulagSo que se definha a oihos vistos.
Recebemos tambem o
Requeijo
em latas, de proceaencia de engenhos cujos
proprietarios capricham em bem trabalbar
nesta artigo, afim de terem a primazia so-
bre tantos outros similares, cuja composi-
gao du vid osa.
Ero outros artigos como .
SEMENTES DE HORTaLICA
E FLORES, LINGUAS SECCAS DO
RIO GRANDE E
OBJECTOS DE VIME
para isto tao pouco temos competidor. A
nosBa casa especialista e as pessoas que
disto se queirara certificar pdem compa-
recer, com o que muito nos honrarSo.
A par de urna infinidade de artigos de
primeira ordem, que se acham em exposi-
go, accresce a amenidade do trato com
que timbramos tratar todoB os que nos hon-
rara com sua presenga, junto a modicidade
de pregos sem rival.
A' FLORIDA
Um saldo de 600 pegas de bordarlos de
muito boa qualidade, cambraia Victoria
proprios para cssacot de senbora, vestidos
de meninas, caigas e satos, com 4 e 5 de-
dos de largura, a 1400, a pega.
dem coro 4 e 5 dedos de largura, e urna
chave, a lfJOO, a pega j todos com 3 1/2
metros garantidos.
Grande sortimento de renda*
Bioo branco, de linho, a 10500, 20000,
20500 e 30000, a pega.
dem de corea, a 20, 20500 e 30000,
a pega cora 10 varas cada urna.
Pulceiras, guarnigr3s, aneis, brincos e
alfinstea para gravata, tudo de plaque ame-
ricano, garante o dour. do.
J chegarao os espelhoscara dura
Esplendido sortimento di- Aires finas com pta-
las de seda, folbasjavcludalas e asteas de borracha
para enfeite de peito, cibeca, chap* e cbapelinas,
ram-. a 1*000 e 1*500:
Enfeite para chpeo, gorros e capotas, (aigreta)
com passariohos de seda a 2*000 um.
Lindo sortimento de jarros para enfeite de sala,
toialet e santuario o par 1*000, 2*000, 3*000,
4*000, 5*000 c 6*000, todos com lindos desenhos
de pirulas em alto relevo.
Livros de sortea para S. Joao e S.
Pedro.
Espartilhos a 30000 que se vende a
50000.
Invisiveis prateados a 200 ris.
dem dourados a 400 ris.
Plics brancos a 400 ris o metro,
dem idem com froco de seda azul, en-
carnado e cor de rosa a 600 ris o metro.
Contas para enfeitar vestido de todas
as corea.
dem pretas a 600 ris o mago.
Missangas de todas as corpa para bor-
dar e para voltas a 500 e SOT^rSs o
mago.
Vidrilbos pretos e do diversas cores, pa-
ra enfeitar vestidos e para voltaa.
CoIarinhoB e punhos de borracha;
Fexues com meada e liso a 20000
Porta-embrnlho americano.
Galoes, bi'-cs, palmas e rugas de vidri-
lbos a 20500 e 20OOC e metro.
Franjaa preta e galao a 500 e 1$600 o
metro.
Luvas de seda para meninas e mogas a
20000.
laem ae escocia a i#ooo o par.
Xa
RUa DUQUE DE CAXIAS N. 103
t
1 ;
menos, meu pubre filho, saapes30a a quem
amas tem o direito de amar-te T...
Julgo que sim... espero que sim ..
balbuciou Paulo.
Mas nSo tena certeza ?... perguntou
Raymundo.
_ Nao.
___Quantas vezes fallaste com ella ?
Urna nica...
E dessa nica entrevista, dessa ni-
ca conversagSo depende boje a tua felici-
dade ?...
E' verdade, meu pai. .
Nao achas isso insensato ?
E' insensato, concordo, mas aa-
aim..
NSo interrogaste essa moga sobre
quem era, se podia dispr de si, se podia,
sem tornar-se culpada, corresponder ao teu
amor com igual amor ?
Nj...
Por que ?
__ Estava sob o encanto da sua pea-
usa... Olhava-a, asenta va-a... NSo pen-
sava em interrgala... Alm disso, nSo
ousaria tanto...
Que idade representa ella T...
A minha, pouco mais ou meaos...
Acreditas' que pertenga a alguroa
classe elevado da sociedade ?...
__Nao acredito... tenho certeza que
sim. Nao ha a menor duvida ..ada
tioegao das auas maneiras tao grande
como a sua belleza.
Onde encontraram-se ?
Aqu...
Aqui? reoetio Froraental.
E' verdade, meu pai.
E Paulo dominado por profunda emo-
gio, contou o que narramos j aos nossos
leitores.
Terminada essa narragSo, Fromental
perguotau :
Ella morava entao alli naquelto pro-
priedade, em frente a na ?
Paulo meneou a cabaga affirmativamen-
te.
Mas, proseguio Raymundo, urna vez
que nao ignoramos onde ella morava, po-
dias saber quera era ..
___ Entretanto esta chcara pertence a
alguetn, e ease alguem deve ser conheci-
do..
- Sem dnvida, roas foi-me impossivel
saber-lhe o nome. Hoj > a propriedade es-
t deaoceupada... e eu nada sei. a easa
ignorancia faz-me morrer lentamente.
___ calma te, roc filho .. Foste sim
plsmente desastrado... Bastar me-b3o al
gumas horas para obter as informagdes que
aevem esclarecr-nos...
Julgas isso, mea pal? perguntou
Paulo vivamente.
Ca rvilo a 400 rs. a
barrica
Vende-se por esfe resumido preco oarvao da
boa qualidade ; na padaria de Mello Biset.
rna larga do Rosario n. 40. i

a Estreita do Rosarlo
Junto Igreja
Po<;as Hendes l C.
a. ,
Parece-me que nao ba a menor duvi-
da.
Pois bem I obtm essas informagS^a
desde j.
Nada mais fcil... Esta propriedade
est sem duvida no districto de Saint-
Maur, nSo 4 assim ?
Exactamente.
Pois bem, leva-me ao ponto mais
prximo do caminbo de Saint Maur, e da-
qui a menos de urna bora trarei a decifra-
gSo do enigma que perturba-te a vida...
Paulo desamarrou o bote, empunhoa os
remos e exclamou :
Ah I meu pai, como s bom !
E desoeu o Marno com a embarca-
gao at-s represas do canal.
N3o tem mais do que seguir o canal,
meu pai, disse alie atracando ; a proprie-
dade est destacada na estrada, solada de
qualquer outra babitagSo...
At j, meu filbo. Volta a pescar
tranquillaraente, porque virei depois aju-
dar-te.
E Raymundo, saltando para teira com a
agilidade de um rapaz, foi costeando o ca-
nal.
Conseguir o que pretende ? mur-
murou Paulo, vendo o afastar-se. Trar-
me-ha algum-i calma, alguma esperranga T
Tornou ao ponto de onde sahira e c*>uti-
nuou a pescar, porm a sua continua pre
occupagSo nao lbe pejmittia cuidar da li-
nba ; nao apanbou um peixe sequer !
Raymundo andava depressa.
Cbegou ao fim do canal, estrada de
Gravelle a Saint-Maur, sitio muito pouco
frequentadn, parou defronte da propriedade
denominada o Pequeo Castello e exami-
nou-a attentamente.
O porto e as portas aohavam-se herm-
ticamente fechadas.
Deve b*ver um porteiro ou um jardi
neiro, pensou Fromental; nao se pleassi u
abandonar uraa csa que parece importante
a bem tratada.. U.n tal abandono parece
ri indicar que os proprietarios partirara
sem t>'PgSo >le volcar... e ainda assim a
concluso seria illoglua, por (ue nesse caso
desejaiiain vndela, e para vender bem
preciso mostrar... Varaoa ver...
R.yoiunilo approxiinou se do portao e
puxou p< lo cordo da campainha, que re-
tii foitemento no interior da proprieda-
de.
Com A oabega baixa, a escutar, 0 pai de
Paulo esperou.
O ruaur extingui se ao longe e estabe-
leceu-se um grande silencio.
Nuiguora, murmurou Ryraundo.
To.ou de novo e esperou anda sem ob-
ter m lbor resultado do que da primeira
ve.
Royal Blend marca YUDO
Este excedente Whisky Escocez pre-
ferivel ao cognac ou agurdente de canna)
para fortificar o corpo-
Vende-se a retalho nos melbores arma*
zens de molbados.
Pede Royal Blend marca Vlad,
cujo nome e emblema alo registrados para
todo Brazil.
BROWNS d C, agentes.
Nao tem competidor!
Mauteiga nara
cao de
ra dinamarquesa (Copenhague),
sem confecf S de msgarina, c imo geralmente con-
tm as manteigas de esportac) para est impe-
rio, e que to n icivo para a sade
A 800 rs. a libra a retalho.
(Acceita-se devolvida, nao agradando.
Corpo Santo numera 6 Goimaraea & Valeate.
Engenho
Vende-se ou arrenda-se um eogenho a vapor na
f eguesia da Varsea, moente e correte, com for-
ca para safrejar at 1,200 paes ; a tratar na ra
do Vigario n. 31, 1" andar.
nssassnM
:.-.
f
E' singular, p-nsou tile. Entretan-
to a casa nao est deshabitada, cono Paulo
suppe, ha Unto tempo, porque vejo aqui
pegadas que no tem com certoza ("
dias... '
Dizendo isto inclinava-se para o cbo e
examinava o sulco muito pronunciado que
baviam deixado as rodas de um (""
Os proprietarios desta --acara con)
certeza njto estilo longe, r' ^etio Fromen-
tal, roorm em Pariz, s^pyfado parece, o
devem ter estado aqui v/tem ou ante-
hontem.
O instincto do agente de polica come-'
gava a pr-se em acgSo.
O pai de Paulo continuon :
Se houvessem outras chcaras prxi-
mas a esta, ao menos poderia colber infor-
rnagoes. .. Mas nao ha meto, o solament
completo I... Pouco importa I... assim
mesrao hei de saber... se a casa habi-
tada, devem ir s compras em Saiot-Manr
ou a Gravelle... Vou a Saint-Maur e a
Gravelle.
Raymundo comegou a caminhar em di
reegao de Gravelle, quando avistou um car-
teiro rural, iraraivel no meij da estrada,
a exsminal-o curiosamente.
XXI
Fromental dirigi sa a esse hotnem a
disse-lhe, oomprimentando-o :
Ple ter a bondade de informar-ais
se aquella casa realmente o Pequeo Cas-
tello ?...
E' o Pequeo Castelo, sim, senhor...
responden o carteiro.
Ella estaos limites da sua -distrU
buigao T
Est, sim, senhor.. .
Poda entao dizer-me a quem perten-
ce ?
Quanto a isso, n8>, senhor... Per-
tenceu a outr'ora a um tal Sr. Lambnef,
que vendau a quando deixou aterra... As
pessoas que a ooroprarara estiverara nella
penas quinze dias e retirarara-se, a? qae
parece, para uraa long-i viag!m ; pelo me-
nos o que disse m-- um empreit-irJ p
Joinvil!*, que exe utou no Pequeo
tello diversos trabalbos. /
E ignora o no.ne deases caaifrai
res ?...
Ignoro, sim, senhor.
(Continuarse ha

u
-
Cas-
do
Ute^'
I
:1
I Typ. r Diario ra l>uu_ue de Caxias n. 48.,
KKHH 1
sarir^-"^"^^^
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' '^"' mS
J


Full Text
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