Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19089


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Full Text
I
AHNO HIT -- NOIEBO 140
PAR A CAPITAL E LUOARES ODE WAO #B PACA PORTE
..... 6*000
......... .... 120000
Por .rea meses adiantados .
Por seia ditos idem ....
Por am anao dem ....
Cada numero avulso, do mesmo di
0100
SBIIA-FLUBA 22 DE JUMO DE
PARA DENTRO E PORA DA PROVINCIA
Por aeia meses adiantados...........
Por nove ditos idem..........*.....
Por am anno idem................
Cada numero avulso, de dial anteriores ...*....
13*500
20*000
27*000
*100
DIARIO DE
Proprfcate i>* Mmoe flucira Z>* iaria i JUljo*

Oa Srs Amede Prince A C,
ie Pars, silo os nossos agentes
exclusivos de annunelos e pu-
blica cales na Franca e Infla
Ierra
'
TELEGRAMAS
SERVICO PARTICULAR 00 DIARIO
RIO DE JANEIRO, 21 de Junho, s 4
horas da tarde (pela linba terrestre).
Foram agraciados com os ttulos :
Da Visconde de Pereira Franco, o sena-
dor Luiz Antonio Pereira Franco.
Dj Barao de Miranda R-is o constlueiro
do guerra, general Jos de Miranda da Sil-
va Res.
De Barita de Rimiz GalvSo, o director
da Bibliotbcca Nacional, BeDJamia Ramiz
QalvAo.
Todos estes ttulos foram conferidos com
as honras de grandesa.
Foi agraciado com a commenda da Ordem
de Nosso Senhor Jess Chrsto, o padre
Renovato Fereira Tejo, vigario da fregue-
zi de Taquaretioga dessa provincia.
Foi nomeado intendente da marinha, o
ohefe de esquadra B .rao de Ldano, sendo
exonerado o actual.
Foi reformado no posto de marechal de
campo o brigadeiro Agostinho Marques de
S.
Consta ter sido reintegrado no lugar de
director do Contencioso do Theaouro Nacio-
nal, o BarSo de Paranapiacaba, ficanio ad-
dido a mesma reparticSo o Dr. Azevedo
Castro, qua exercia essa logar.
A Cafara dos D put'dos approvcu hon-
tea> em '3a discussio o orga ment do Minis-
terio do Imperio, com urna emenda, que
concede 5:000)5000 ao Instituto Archeolo-
gic Geographico Peroambucano, para a pu-
blicado dos documentos existentes no ar-
chivo do mesmo Instituto.
Foi separada do orcamento urna emenda,
que autorisa o governo a entenderse com
ceberam as prcmessas maia ampias de favores re-
giJS.
Depoia de ser rei, disia aiod Felippe II que
a posee de Portugal Ihe tioba sido ama mercaocia
amito cara. Seas agentes derramavam-se por
toda a parte, no ezercite, na marinha, na magis-
tratura, no clero, na nobreta, e entre os meamos
populares vencendo as conscitnciaa pele nteres
se. abifaodo o patriotismo com dinheiro.
Logo que cotendeu opp rtuno o momento, esta-
beleca-se em Badajoz, 6 mandn que o duque
d'Alba penetraste em Portogel com vinte mil tan-
cas, e se fosee apoderando de todas as fortaleaas,
cidades e po ac8 s in.portsntes, faiendo procla-
mar o drmini bespinhol. Fci mais um passeio
qne nma guerra de invasao a qne o famoso capito
di'8mpenbou. Eiras, os algarves e o alemtfjo,
se lhe foram bumilbando sem a menor resistencia,
Agrade?i a congratulafo que a Cmara Mu-
nicipal de Quipap me dirige em officio de 19 de
Maio ultimo pela promulgado da le n. 3353, que
extingui a escravidio no Brasil, e declaro que
faco ch'gar suas felicitaeoes a S. A. Imperial Ka-
gen 13 e ao gabinete de 10 da Marco, eanforme pe-
de em seu citado officio.
EXPEDIENTE DO DR. -CBRftBTABJO
Oficios:
Ao inspector geral da Instruecio Publica.
O Exm Sr. dea^mbargaejor presidente da provincia
maud commuaicar a V. S. que indeferio hoje o
reqaerimento do prefessor Antonio de Alleiuw
Patricio, de que trata em seu officio n. 12* de 6
de Maio findo.
Ao commBndante interino do eorpo de poli
ca.__S. Ezc. o Sr. desembargador presidente da
provincia manda declarar a V. 8. que fica intei-
depois de pequeo tir.-teio se apoderen de gato' rado do assampto de sea officio n. 229 de hontem
bal, onde se juntara armada bespanhola, s or-
dena do marq'iez de Santa Cruz.
O duque de Braganca nao se noven, deixando
correros acontecimentos. O prior d Crato, D.
Antonio, foi o nico pretndeme coros, que pro-
testando por seas direitos, p?gou em armas, cba-
mou adherentes, enuociou se contra o governo de
rei eetrang-'iro, e fez se acc'atnar em Santarem
pela jhbe amotinada que su lbo mastrava parti-
daria.
Os goveroadores fugiram para Badajoz ; D. An-
tonio parti para Lisboa, e come? >u a org-.nisar
am eiercito d'1 resistencia ; mas s-liados bisonbos
e povileo tumultni io eram forjas para se baterem
contra os tercos disciplinados do duque d'Alba ?
D. Antonio chamon escravos pretos para engros-
sar as fileiras dos adherentes. Desde o principio
do secuto se introduzaui aunualmente em Portu-
gal de vintc a trinta mil escravos de Quin, Zaire
eCongo ; empr-gavam ss de ordinario nes traba -
lhos ruraes, eo Alemtfjo e oa Al^aves continham
entao um numero oretcido.del'ei.
Muitos, porem, se cooaervavam as cidades para
os serv:; igualmente escravos. Esta lepra da escravidSo
duruu em Portugal at a administroslo do cele-
brisado marques de Pombal, que por um decreto
regio, eatabelecea o principio da liberdade do
ventre, da probibico de novos pretos importados,
econaeguio por este ieitio exterminar a escravido,
com o ultimo captivo existente.
Os pretos chamados por D. Antonio, arrancados
a seus senbores, em v-'t de bens preduziram malea
naa suas hostes, porque se tornaram ebrios, deaor-
deiros e labroes. Entretanto O. Ant mo affi?oa-
va por seu procedimento e protesto contra o jugo
estrangeiro quantos guardavam no espirito e no
coiajao a idea e memoria da nacionaticade e o
culto do patriotismo. A maioria do paix, bem que
assustada, e portanto apparentando-se in difirante,
fatigada e resignada a qualquer snrte lbe estives-
ae destinada, nutria eympathias e f.zia votos pela
sua victoria e contra a invaaaJ do solo.
Mas D. Antonio se nio mostrou na altara das
circunstancias. Alm de que o d. epeit > o preci-
pitav-, porque Felippe II lbe nao conceder as
condicos e premios, que elle lbe propuzera, nao
tinha carcter, nem capacidade e nem aeriedade
para imstar, aip.ia que J<- 1 .>oge, ao Mcatre de Avia,
cojo p pe bmUciuuava representar em ama scena
p. ifcitameWfc'iaentica.
(Continua)
PARTE QUICIAL
Governo da Provincia
KXPSDIBNTE DO DIA 6 DH JUNHO DB 1888
Acto :
__O presidente da provincia, attendendo ao
OS bispos brazileiros acerca do augmento que requereu o2 eacripturario daalfandega, Jos
Btrnardino Das da Silva, e tendo em vista o at-
dos vencimontos do pessoal das cathedraes
e das congruas dos vigarios.
* A Cmara approvoa boje em 3* discus-
sao a fix $ao das forjas de mar, e em 2a o
orcamento do Ministerio de Estraogeiros.
Embarcaram no paqueta nacional os pre-
sidentes das provincias de AlagSas e do
Amazonas.
SEBVIGO DI AGENCIA HAVAS
LISBOA, 21 de Junho.
A AsBOciaoao Commer j1 de Lisboa aca-
ba tle inaugurar solemnemente os bustos
dos estadistas Fontes e Agoiar que inioia-
rm es obras do porto d'esta cidade.
BERLIM, 21 d Junbo.
O governo allemSo acaba de expulsar do
territorio dous jornalist&s correspondentes
dos jornaes parisienses.
MASSOUAH, 20 de Junho.
Corre o boato de que Menelk, rei de
Choa, insurgio-Be contra o Negus.
O filho do Negus foi envenenado.
Agencia Havas, filial em P^rnambuao,
21 de Junbo de 1888.
datado.
EXPEDIENTE DO DA 6 DB JCNS ) DI 1888
Actos :
__O presidente da provincia attendendo ao qne
requereu Francisco Augusto Pe.eir d Cesta re-
solve, nos termos do art. 38 do compromUso da
Santa Casa de Misericordia, conceder lhe diapn-
sa do lagar de memoro da junta administrativa
da mesma ?anta Casa. -Coramunicou-se ao vice-
provedor.
O presidente da provincia tendo em vista a
proposti contida no officio do inspector do The-
aouro, de 2 do corrente, n. 255, res 1 ve nomear o
promotor publico bacharel Lupicinio Domingues
Lina para exercer o Cargo de judante do procu-
rador dos fditos da fasenda provincial ro districto
da collectoria do Villa-Bella, vago por ter sido
nomeado juiz municipal e deorphScs do t-rnu do
mesmo nome o bacharel JoSo Landelino Dornellaa
Cmara.Commuicoa-se ao inspector do Thesou-
ro Provincial.
O presidente da provincia resolve, de con-
formidade com a propesta do Dr. ebete de polica
em officio n. 500, de 4 do corrente, suppriroir o
6 districto da subdelegada do termo da Eacada
(Rhinoceront ) fisando o sea territorio anot xado
ao 5* districto.
O presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de polica em .ffiio
n 500 de 4 do corrente, resol ve exonerar, a pedi-
do, o subdelegado do C diatricto do termo da Es-
cada, Libe, ato Jos Marques e nomear para aub-
Btituil-o o cidado Bernaidino de Senna Almeida
Lisboa.Commonicou se ao Dr. chefe [de polica.
O presidente da provincia resolve, de con-
formidade com a proposta do Dr. chefe de polica,
em officio n. 507, de hontem datado, nomear para
o lugar vago de subdelegado do districto da Var-
zea e actual 1 supplenie Estevo Manoel da
Silva.
O presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. ebefe de polica emcffieio
n. 509, de hentem datado, resolve nr.mear para os
lugares de 2 e 3 sopplenies do subdelegado do
2o districto do termo do Ex (Bodoc), os cidadaos
Euphrisio t'ereira da Silva e Luiz da Costa Car-
valbo, em substituida > de Francolino Jos Baptis-
tae Domingos de Hollanda Cavaicante, que ficam
exonerados.
Santo ebegado s 6 horas da menhft doa.portos da
norte seguir para os do sul hontem mesmo s 6
da tarde Communcoa-ss secretaria da Agri-
oalturs.
"* Ao Dr. chefe de polica. Da ordem de S.
Efe. o Sr. desembargador presidente da provincia
cBttmuoico a V. 8. que em seu offiiio n. 561 de 4
d- crrente mes, proferio-se boje o segamte des
pcho: Ao Sr commandante do Corpo de Po-
licia para providenciar.

___-
EMPACHOS DA PBB3IDBNCIA DO DA 20 DH
JONHO DB 18S8
Adolphj Cavaicante Ferreira.Apos-
tilla se.
Companbia Qreat Western of Brazil
Railway Litnitd. Informe o Sr inspec-
tor da Tbesourana de Fazenda
Domingos Ferra Basto.Indeferido.
Herculano Miguel de Oliveir encami-
r.l.e-se.
Bacharel JoSo Zeferino Pires de Lyra.
Passe portara nomeando a commissSo.
Jos Daciano Vieira de Amorm. Pas-
se portara designando o 4o batalhSo para
o supplicante ser a elle aggregado.
Manoel Francisco de Souza.Informe
o Sr. Dr. juiz de direito do 2o districto
criminal.
Bacharel Manoel Joaquim Machado J-
nior.Concedo dous mezes
Manoel Augusto Jordio Coldeiro.In-
deferido.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
baco, 21 de Junho de 1888.
O porteiro,
F. Chacn.
mmin mulu
SAC10SALID'fl?
'
LlIIEUIuSa
DB
PORTUGAL E BRAZIL
PELO
Conselheiro Joao Manoel Pereira da Silva
VIII
/'Coattfit agoj
Dura va a agi'acao, e mingaavam oa dias de vida
do csrdfal. iem que o assampto se resolvesse ;
sentndu elle ad-jar-lhe em torno e apirximar se
o inataote fatal de descer ao epalcbro, contento*-
se COK n. mear cinco governadores para o reino, e
morreo no meio da iodjffrrenca, senao do desprezo
odio dos aens conterrneos.
A maioria dos goveroadores, qne tornaram conta
do governo, propenda para Felippe II. O rei dr
Hesptnba deseovolven ento mais que nanea o te
nebreso plano da intriga, das ameacas e da cor
rapcao ; o clero todo, oa jesuta* e a nobreaa re-
testado medico exhibido e a ioformaclo n. 320,
prestada em 30 de Maio findo, pelo inspector da
Thesouraria de Fazenda, reaove, i,da acord com
a autorisaco contida no telegramma do Ministerio
da Fazenda de hontem datado, conceder ao peticio-
nario tres metes de licenc* com ordenado, no for-
ma da lei, para tractar-ie onde lhe convier da mo-
lestia beriberi.
Offieios :
__Ao brigadeiro commandante das armas.
Aatoriao V- Exc. a contractar nma|delegencia para
o fin indicado em seu officio de hontem datado, sob
n.963, envindo opportunamente^a respectiva'conta.
Ao inspector da Thesouraria de Fisenda.
Aut- riso V. S. de accordo com a sua infi>rma$&o
n. 322, de boatem datada, a mandar por a dispo
s cao do engenheiro encarragado das obras mi-
litares a importancia de HHtM, resto do cr-
dito de 5:00OO0J, concedido pela ordem do The j
sonro Nacional n. 08, de 31 le Decembro do anno
paseado, hfioa d-- oci-orrer a despean com a collo-
cafo de vtnezianaa na Enfermara Militar. Com-
muuicoa-se ao eugenbeiro encarregado das obras
militares.
Ao mesmo.Transmiti a V. S., para os fins
convenientes, copia do officio n. 561 de 17 de Maio
fiado, em que o director do presidio de Fernando
da Noronha commumea o fornecimento de plvora,
cariuchos e gneros, feto pelo chefd de diviso
Eduardo Wande:ik .k, Fortaleza dos Kemedios
e almoxarifado d'aqiut-lle presidio,
Ao meoiiioCummunico a V. S. para oa fina
convenientes, que ojuis municipal e de orpbSosdo
termo de Ipojuca, bacharel Jos Emygdio Oon-
^alvea Lima t-m 2 do corrente mes reaaaomio u
eseMsste de seo crgo.
Ao iuspector dj The*.uro Provincial.Nesta
data indefiro o rrquerimento a que te refere a
informuco n 250 prestada por Vine, a 29 de Maio
nlliffi, em que francisco Fereira da Silva pede
disr&uaa do ,>agammto das auuuidades dus appa-
rrlb s da C/Vuipaohia K- cf- Dramage existentes
as duas meiaa aguus de buh propriedade aitas a
ra do Coronel Suoeauna sob us. 1 r. 3Uommu-
niCou-e ao fiscal da (!omp>ubia Becife Urayuage.
Ao m amo A' vista oa informaoo u. 254
prestada por Vmc. em 2 do corrente, u-ata data,
ndtfiro o requt rimentj tm que C>rlut Alvea Bar
b sa pede dispensa do pagamento da* aouida-
des dos apparelbot da Compauhia Keeite Urajr-
nage rxiBteut' s em quiote mena aguas ae sua pro-
priedade, sita ao quidro n 7 d travesaa du de-
cdeme.(Jouimuuicou se ao fiscal da Compaohia
Recite Dmyuage.
Ao uit de direito da comarca de G yanna.
Para *cr ustmido o r. curoo de graoa do i Igna-
cio ex-Cncravo de Mauoel teierr (JiftValcaOle,
couoeuiiiado a pena de m..i te pelo jury do teru o
de Quyanua na sesa&o de i ae Mmo ue 18 )4, a
qua1 toi couiii.utJa em gm perpetu>8 par deure
lo de 28 de Malo ee 1881, con.em qua Vmc. taca
aprestntar na secretaria Uetla prt aiUeocia a Cd*
tiotu do pruct-aau do mesmo r>, acompaubada de
lufuruiavao por Vuiu. piesta ia, de Cout.-rinid le
com o aviso circular do Mialslerio da Juanean
287 de 28 de Junbo de 1865 e aviso do omisuno
de 22 de Ouiabro de 1886
Ao direct. r do piesidij de Fernando de No-
ronhaConvin que Vmc declare ae a cidade de
Cacbueira, a que ae re tere em seu oflicio u 558 de
8 de Maio buJo, e ua qual toi eoademuado pelo
respeutiv, juiy o crimnau Auuuu Aiv.s de fti-
queira b queiro, ,. da proriacla ua Baha ou
Oo Kio Ur.oJe do bul.
Portariat :
K. metto Cmara Municipal do R-cife. em
olooio ao aeu < tfi >o Ue 13 de Maio ultimo, sob
a. 44, copia da i.tormauao que no d- 28 damnamo
Mti o 249, pre.iou o rugeaswiro O-c-l da estrada
de ferro do Uecite a C.x.ugi qaauo a eonttruc
fio de eatacoes de alienara por paitd da aduii-
mttraoio deaaa estrada de trro.
W
Officioe : "" .
__ Ao presidente da provincia da Geera.-r- Ke-
terando o pedido desta preaidenoia em officio de 8
de Julho de 1886, rogo a V. Exc. que te digne de
providenciar, no sentido de ter torueeida urna cer-
tido do procesao det^Ts Nogueira da Silva, que
interpot recurso de graca da pena de galea per-
petuas, que lhe foi iaopoBta em 21 de Ntvenbro de
1865, em virtade de d'ecitSi do jury do termo de
Saboeiro, nessa provincia.
Para qae o recurso poasa ser encaminbado, con-
vem que a referida certidao teja acompanhada de
informacao do jury da condemuacSo, ou de quemo
succeden no caso, conforme preceitua o aviso cir-
cular do Ministerio dos Negocios da Jnstioa n.
267 de 29 de Junbo de 1865, tendo-se em vista o
disposto no aviso do mesmo Ministerio datado de
22 de Outubro de 1886.
Ao inyector da Thesouraria de Fazenda.
Declaro a V. S. qae ficam jaatificadaa as faltas
de ejercicio dadat pelo jais municipal e de or-
phaos do termo 'de Leopoldina bacharel Manoel
Ferreira Escobar Junicr, de quem trata o seu offi-
cio n. 314 de 26 de Maio findo.
Ao mesmo. Commanico a V. S. qae "falle-
ceu o Rvd. Jcsquim Ferreira dos Santos, conego
de prebenda inteira da cathedral de Olinda, se-
gundo consta do cfficio de 29 de Maio findo, junto
por copia do governador do bispado.
Ao mesmo. Communico a V. S. qae no da
30 de Maio findo falleceu o jais de direito da co-
marca de Taquaretioga bacbarel Jos Tu varea da
Cunha Mello.
__ Ao mesmo. Nos termos da sua informa-
cao de hoje sob n. 329, mande V. 8. supprir o al
mox .rifado do presidio de Fi mando de Noronha
com a quantia de 6:2025877 de que trata o in
cinto orcament >, afim de oceorrer at despetat com
o pessoal e material do mesmo presidio relativas
ao corrente mez.
Ao commandante interino do Corpo do Po>
licia Kecmmendo a Vmc. que ao destacamento
de Palmares mande aggregar duas pravas ao exis-
tente em Agna Preta Commonicou se ao Dr.
chefe de pjlicia.
Ao director geral da Obras Publicas. Ap-
provo a arremataco da obra de reparo da ponte
do Maduro de qne trata o officio de Vmc. do Io
do corrente eb n 106 feto por Amaro Ferreira
Tavares com o abate de 21 *|, sobre o valor do
respectivo orcaonento de 3874^00 qne se redut
quantia de 31)54883. Communicou-se ao hispe
ctor do Tbesuuro Provincial.
Ao engenheiro fiscal da estrada de ferro de
3. Francisco. Approvo a licencia de 2 mezes con
cedida pela superintendencia d ferro ao empregado da coneerVhCao Vctor Jorge
Ferreira, para tratar de sua ssnde conforme consta
do officio n 47 qne me foi dirigido por Vmc. em
2 do conente.
Ao juit de direito de B m JardimFico in
teirado pelo officio de 2 do corrente de ter Vmc.
vrifieado aeren, inexactas as K-.fjrmacOPB que lbe
baviam sido prestadas de continuaren) como scra-
vos no engenbo Condado ob ero-ncipadi s pela le
n. 3,853 de que traa o sen offiiio de i9 do Malo
uiiimoede ter o proprietario do mencionado en
gen bu ae joaiificsdo pesBoalmeute perante eaae
juizu da deiafj que Coutr ai havia.
Portaras :
__ Tr-nsmit:o Cmara Municipal do R-cite
as leinot-s e processos jonloe, rrmettidos pela
Tbesourana de Fazenda com officio de 25 de Maio
ulnmu, o. 3lO, conc rnrates aoa fureiroa de terre
noB de marinba que aseigoaiao os resrectivos ter
mot na s ceo do conteoc-ioso e nos que nio assi
gnaram rermo de aforamento.
Previ io a oxeoia Coaiara de que deveiau ser
reapeitadut o* sfjrameotoa feitns por hquSI re
pirtici at o nUiun do D-iembro de l887 na
coutuimidade Jo aviso emular do Ministerio d
Fatenda de 12 oo referido mez.
- O Sr. g. rente da Ccmpaohia Pernambueaua
de Nav-gag i -c* traospoitar par o preaidio de
Feroaodo de N rooba, pir conta de liea Saotcs.
oa geoero cooatante da reluci aqu juuta, vita-
da pelo secretario do governo desta provincia.
BXFBOliaT* OO DB tOBETABIO
Officio :
__ Ao comoiaBdante daa armas Cooimunico a
V. Ezo de ordem de 8. Etc. o Sr de.en baigad. r
presidente da pr. vincia que por despacho de boje
taaudou catisfaaer o pedido qae veio aooexo ao
officii de V. Etc. de 5 do c rreiite n 971.
Ao agente da (Vmpanbia BrasileaO
Ezm. Sr. dearmbaiador piesdente da pr. viucia
manda accuaar o re bimeoto du offi. io de boniem
emque V.Vxc participa que o Vapor Etptnto-
lleparicao da Polica
2a secsSo. N. 576 Secretaria de Po-
lioia de Pernambuco, em 21 de Junho de
l888.-IUm. e Exm. Sr.-Participo a V-
Exc, que foram hontem recolhidos Casa
da Detencito os seguintes individuos :
A' miaba ordem, Antonio Tooroaz de
quino, vindo do termo de Panellaa, como
cnii.ino80 de morte no termo do Catle do
Rocha, da provincia da Parabyba, e An-
tonio Joaquim, como alienado, at qua to-
aba o conveniente destino.
A' ordem do Dr. delegado do 1 distric-
to da capital, Vicente Nunes Pereira, por
embriaguez e disturbios.
A' oidem do subdelegado da Ireguezia
tecife, JoSo Francisco Soares, por cri-
ffll de furto. **
A' ordem do do Io districto da fregae-
guezia da Boa-Vista, Antonio Luiz Ferrei-
ra da Silva, por disturbios e uso de armas
defeza, minha'diaposigao.
Em additamento a minha parte diaria
de 16 do corrente no ponto relativo as ac-
cusac,3as fritas ao delegado de Limoeiro
sobro o espancamento, que diz ter soffrido
alli o carreceiro Jos Carlos de Oliveira,
no seu trajecto da casa do juiz municipal
para a cadeia; facto este de que anda
boje se oceupa o Jornal do Recife em sua
Oatttilha, sob a epigraphe Limoeiro
offereso ao exarae de V. Exc. a copia jun-
ta do auto de pergunts a que respondeu
aquella individuo, do qual se v nSo ter
elle soffrido offensa alguma.
O Dr. delegado do Io districto da capi
tal, communicou me que hontem nenuum
facto notavel occorreu no mesmo districto.
No dia 13 do corrente, assumio o exer-
cicio do cargo de delegado de polica do
termo do Buique, na qualidade de 2o sup-
plente o cdadSo Jos Vaz Cordeiro Ca-
vaicante.
Deus guarde a V. Exc.-IHm e Exm-
Sr. desembargador Joaquim Jos de
Oliveira Andrade, muito digno presidente
da provincia. O chefe de polica, Francia
co Dominguea Bibeiro Vianna.
crivSo o escrevi.Pergentino de Hollanda
Cavaicante, Francisco do Kego Cavaleaa-
te, Eduardo Correia da Suva.
Secretaria de Polica de Pernambuco,
2 de Junho de 1883.
Conforme.Pelo secretsrio, Francisco
Qeraldo da Silva Barroso.
Thesoar Provincial
DESPACHOS DO DIA 21 DB JUNHO DE
1888
Fre do corpo de polica e contas das
Obras Publicas. Examinem se.
Francisco Alvesde Azeved > e Luiz Pau-
lino de Holanda Vllenla. Liquidada,
escripture-se a divida.
Antonio Rufino de Birros. Informe o
Sr. Dr. administrador da Recebeioria Pro-
vincial.
Jos Nogueira de Souza.Indeferido,
a vista do disposto no art. 38 do regla-
melo de 28 de Maio de 1887.
Oficio do Dr. procurador dos feitos.
Informe o contencioso.
Pbiladelph* Francisca Pereira. Defe-
rido, cando responsavel a contribuido da
decima a casa n. 64 a ra da Ponte Ve
Iba, por achar-sa as condicSes da lei n.
1544, no corrente exercicio e nos poste
riores emquanto pereistirem as mesmas
condic,oes, o que se provar annualmente
perante a Recebedoria Provincial,
Manoel Gfjncalves Pereira Liraa.-~-Fa
cara se as notas da portara de licenca.
Cjema Joaquina de Lima Nunes. De-
ferido, sendo apprevado o calculo da peo
sao de inactividade a que procedeu-se pala
c&ntadoria.
Contas da 1* e 2a series da 10 lotera
da Santa Casa. Approvadas.
Francisco Alves dos Santos, Frei Au-
gusto da Immaculaa C incticao Alves e
Franoisco Olympio da Richa. R-gistre-
se e fa;ara-se os aasentamentos.
Joe Fiuza de Oliveira e JjSo Baptista
de Moraes. Deferido, fcando irresponsa-
vel o novoinquilino dos estabelecimentos n.
18 ao Largo do Paraizo n. 44 A a entrada
dos Remedios, cuja desoccupac&o se prova.
Manoel Joaquim da Cunha. Deferido,
fazendo-se a transferencia das apolces que
ser3o para issso apresentadas a contadoria.
Pret do corpo de polica c Jos Fiuzi de
Oliveira. Pague-Be.
oi'.iau Jos da EncarrasSo. Vo'.te ao
Sr. collector do Muribeca,
Gaspar Cavaicante Peres ampello,'Joito
Gronyalees Torres, Leonardo Pinto de Si-
qui ira, G. Laporte & C. Francisco Gongal
ves Torres e amio Jos Peixoto. Iq-
forme o Sr. contador.
Eduardo Duarte Rodrigues, Francisco
Gomes de Amorim e Francisco Pacifico do
Amaral. Ccrtifique-se.
Contas da 10 lotera da Santa Casa.
Huja vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
Copia.Auto de perguntas feitas a Jos
Carlos de Oliveira.Aos 11 das do mez
de Junbo do anno do nascimento de Nosso
Senhor Jess Ornato, de 1888, nesta ci-
dade de Limoeiro em t sala das audiencias,
em que se achavam o subdelegado do Io
diatricto deste termo o cidadSo Pergentino
de Hollanda Cavaicante e o Dr. promotor
publico, ahi presente, Jos Carlos de Oli-
veira, comigo escrivao de seu cargo abaixo
nomeado pelo dito subdelegado, foram fei-
tas ae mesmo Jos Carlos de Oliveira, de-
pois de prestar o juramento na forma da
lei, as seguiotes perguntas, a requerimen-
to do delegado de polica capitao Antonio
Jos Pestaa :
Perguntado qual seu nome, idade, esta-
do, tiliacao, naturahdade, profiaso, res
den.io e se sabe 1er e escrever ?
Respondeu chamar se Joh Carlos de
Oliveira, de 20 nes de idade, aolteiro,
rilho de Antanio Carlos de Odveira, natu-
ral deata cidade, agricultor, morador nes
ta meaua cidade e que n*o sabe 1er nem
escrever.
Perguntado se na presera do deleg-do
B.fTreu bofetadas no dia 2 do correte
u.z, ou em outro qualquer dia, dada por
algunas- das pravas aqui destacadas ou
por ilguem?
Reap.iudeu que n5o.
Perguntado se em algum*S das vezes
que regrosaou da casa du Dr. juiz mu
cipal Fr-ncisco L^opollo M-nobo de Sou
sa pans a cadeia foi eapaneado, e no caso
ffi iespodeu que nada suffreu.
E uada a paiavra ao Dr. promutor pu
blic., cate nealiuma pergunta dingio
E como ad maia lbe foi perguntado
nem reapondeu, aaaiguou a roo go presente
auto Francisco do Kego Cavaicante, de
pois vai rubricado pelo sub (legado asaigoa-
do pelo meamo, e pelo Dr. promotor pu-
blico, do que tudo dou l.
Eu, Firmino Felisberto Lyra Fldr, es-
ASSEMBLEA GERAL
SENADO
i.*6 SESSAO, EM 29 DE MAIO
PRESIDENCIA DO SE. VISCOKDE DE SEBEO
FRI
Projecto do Senado lettra B de 1888 sobre
habeos-corjius
O Sr. AsTonau Cel*o entende qne, tendo
sido rtcUmada a presenca do n bre ministro da
justica para continuar a discussao do prr jecto,
formulado por si e outros collegas, exigem nio t
a cortesa devida a S. Exc, mas a boa ordem e
marcha regular do debate, que jae o informe de
como elle correu e qoaea sai oa pontos qu- o Sa-
nado deseja ver eiacidadua por aatoridade tio
competente.
E' de bu jpr que o nobre ministro no teoha a
esse respeito todos os esclarecimentot p->r oo lhe
permittirem seguir com attenco os trabaitus da
casa, os arduos deveres do cargo de que digna-
mente ba acba investido, e o orador lamenta n3o
ter 8. Exc. exercido ha mais tempo, prestando oa
grandes servicia qua So de esperar de sea pa-
triotismo, illustraco e espirito levantado.
Vai expr ao nobre ministn qual a questo em
que chamado a intervir, por urna telit inspira-
cao do honrado senador pela Babia, o Sr. t)an-
O prujecto,isto nSo p de ignoial-o !). fcxc.
procura acautelir a reprodueco de abuaos, que
tm tido praticad t em meouscabo do /tabeas-cor
pus, seguramente nma dus r-galias do cidadao
4ue o u>bre ministro muito presa e nao consenti-
r seja iudibriada.
O Sr. DantasApiado.
O sr. Affjuao Celso nao carece lembrar a um
meatre uestes assuuiptos a ampiitude que duas
daa leis mais nota vea do deceonio da regencia,
u cdigo criminal e o cdigo do procesao deram a
esse priucipio, nej as eamelas de que o cercaram,
lo nem cuinbiuadae, t) previdcmes. que era de
esperai toase eatre un o que no pan de orib'em,
correctivo contra todas as violencias, d'uude quei
que ellas viesaem.
Sabe S Exc- que, tranapiantada para o paia, a
bella iustituivo ua deu (raaCM iguaea aOi eo-
ibidos pelua que pnmeiro a cunceberam e realua-
rum. .
Por am desses contrastes singulares de que a
historia i-terece exaudios, all onde tila vingou,
graoa ua.a fraude pattWUU.
U &r. Joao Altredo (presidente do conselhu) -
Hia.
Sr. Affonso Celso aceita a paiavra.. por
uoia fruae P>a, aa ple haver fraude digna de
Wi qnalificativo, aecuudad pelo intereaae pessoal
jo rei, o Habeos Corpus toi sempre o palladiun Jas
llberdaU, uuOncaa, ao paaao qU=J eu.re ..O, adop-
tado por d-llberavao reflcCtida e legitima dos po
d.rea pblicos, raraa tfesea denou da ser lettra
m rta, aproveilando aoa que o luvocavam com
juotica e tuu lameulo. (Apilado).
C mpr.hsnJe o smaio a aiiuaa- do orador. V
habeos copo figura ua legi.iaao inglesa, por-
uu>= um do. memoroa,.la cam-r. dos lords, enear
homeui de
4u
rrado da veribcacao uo eacrutiuio,
BMaM escrupuioa e de mu.us uiauhat, vendo que
oappiov.v certo eoilega exireuiameute gordo,
euteudeu qua o voto du colutso valia por 10 e no-
tou 10, e o oul.o apurador myopa e d.str.h.do re
peno a cifra not apoutameutua, paasando aasim o
biU aor maioria de 3 Votos, (tti.o).
Oa miuiatroa deram pela cousa e reclamaram
quo te prueedease nova volavao, mas a maior
parte dos loros tinnain-ae retirado.
O re o oenaeutio que inaistiasem, por que,
asaevera-se, penda eutj do parUmeotO ama le
tobre taccaaao da corda.
Mas, entre nos, ende aa disposicoes qae conta-
grtvam o habeos Corpus exprimiram a vontade e
a opioio dos legitim s representantes da naci,
na paca de maior influencia das ideas democr-
ticas, nunca foram ellas u oa realidade, principal-
mente depoia do periodo reaccionario, iniciado em
1840
Si nio tivemos senadores oa depatadot, como
oa dous lords assignalados, faltn nos urna magit-
tratora llastrada, independente e destituida de
paixos.
Sabe anda o nobre ministro qae, j pelos pro-
cressos da razio publica e j pelos esforcos da
propaganda liberal, movimento reaccionario teve
de parar e retroceder oiaote da corrente contraria,
e a opiniao impt a restauracai dos antigos e des-
retpeitados principios.
Veio entio a lei de 1871 confirmal-os, e at
eerto pinto deaenvolvel-os, se bem que em entro
oa ri-atringiss-'.
A reatriccan operou se quanto pronuncia. Se-
gando a le actual, decretada a pronuncia nao
tem lugar a conceaaio de habeos-corpus, diversa-
mente da legislacao primitiva.
Sob o seu dominio algumat victimas de pnces-
sos acintosoa acbaram abrigo mediante o habeos-
corpus, apezar de pronunciados, junto de juiaei
cnaciot dos seus direitos e dot seus deverc-s. Ci-
tar o orador o facto/occorri^o com o venerando
ex-presidente do Senado, o Visconde de Abaet,
qae, a despeito de orna pronuncia calla e absurda,
obteve habeos corpus do Supremo Tribunal.
O Sr. Candido de OliveiraApoiado ; e ba tatn-
bem o facto do Dr. Cochrane.
O Sr. Alfonso Celso diz que diversos outros po-
der citar e constato das publicacoes jurdicas.
Como quer qae seja, porm, a lei de 1871 foi
um grande melboramento e se nio restabelecea o
habeos corpus coapletamente, fez o essencial.
Poderiamos, pois, contentar-nos com a sua exe-
cncio fiel, at mais auspiciosos tempos, com a sua
applicacao sincera, escoimada de sopbismas e de
cavilosas int rpr. taques, qae adulterem o sea pen-
sameato e limitem o seu alcano<*.
O di bre ministro, porem, como provecto advo-
cado, pode dar testemunho pessoal de que o direi-
to vigente nao tem sido exactamente executado;
o oobre miniatro pode, melhor arie qualquer ou-
tro, rememorar ua innmeros abusos que impu-
nemente hio sido praticados, torturando se at tJ>
telares disposicoes da lei.
Nestas condicoes, e querendo obstar que taeg
tactos i-t'produzam-s ', o Senado conformando s
cum o parecer de daas Ilustradas cummiseoes de
seu 6eio, arprovjuem 1 e 2* discussao o projecto
sobre o qual o nobre ministro envidado a ma-
nif.star-ae.
Porque o abuso nio tem a coragem da propria
falta e ti acoberta com a bypocrisia da legalidade,
umparando-so lei, cujos prectitoa inverte, torce
c detarpa, o projecto tratou de tornar mais claro 0
direito vigeute, de tirar todo o prctoxto aoa sopbis-
mas que a tem transfrmalo c viciado, supprimia-
do ao mesan) enipi auuici riza > pparente em
que se fund- u juizes e tribuna?? para a negacio
de jus'ica, isto 6, a ommis io, ambigaiiade ou a
obscuridad' da lei.
O projecto explica o ri-clara o direito actual,
naquil'o em que maia fr-queuh-mente ha sido vio-
lento. O projecto providencia da modo que o jura-
mento de bandeira, o alittamento militar, prove-
niente da violencia on do constrangimeuto, nao
obstar a concesso de habeas corpus, d scie que
seja requerido antes de virificada a prac-i; proti
de maneira que ninguem poder fcilmente inuti-
lisar urna pen'cao apreaentada em tempo, allegan-
do ter aido feita inopportnnamente ; previne a hy-
pithese de ser burlada urna ordeio de habeas cor-
pus oa de soltura por falla de auxilio de quem Ih'o
p.issa e deva prestar, ordenando qua o faca effec-
tivo, sob as penas qae estabelece; acautela de
modo qae ees&s mesmas ordena nio aejam Iludidas,
a pretexto de nio estarem revestidas de formali-
dades externas, permitcindo que a< jam expedidas
at per telegrammas, pondo aesim ao servico da
justica esse instrumento de civilis ico, por cajo
meio pode ser instantneamente obedecida e do
qual nio cogiteu a lei, por nio estar anda conbe-
cida, ao serem promulgados os cdigos Criminal e
do Procesao, e ser de insignificante uso ao adoptar-
se a lei de 1871.
O projecto, portanto, pode nio ser completo;
satisfaz, porm, o fim que visou, oecessario,
til, attende a alt-.a conveniencias da administra-
cao da justica, consulta os interesses da causa pu-
blica.
Pois bem, dir ao nobre ministro qae repatam-o
d-snecessario...
O Sr. Joao Alfredo (presidente do conselho)
E contini a dizer que desnecessario.
O Sr. AffoOBO Celso nio pode comprebeoder qae
o seja om pr abusos eacaudulosos, comoos praticados no Fiaahy,
em (ioyat, na Babia...
O Sr. Fern^ndea da Cunha\a Baha, nio.
O Sr. Alfonso CelsoNa Babia, sim'; illudio-se
all, de am modo rev .liante urna ordem de habeos-
corpus legalmente expeaida.
O Sr. Fernaudes da CunhaNio pode fater ama
injusticia tio desairosa s autoridades da Baha,
O Sr. Afronto Celso nio taz injjstifa y coufirma
com petar a merecida apreciapio qoe fez das
atrocidades commettidas em lbeos e severamente
as profl ga mais urna ves.
O Sr. Fernandes da CunhaO chefe de polica
da Babia meu amigo particular; urna autori-
dad.) muito compridora dot seus deveres.
O Sr. Afi.nso Celso t-nteodeque esse magistradj
faltoa aoa seas de veres nesta occaso, e pede li-
eenfa so nobre senador para prosegur.
O Sr. Fernandet da Cauha Nii senhor;
naqut'lle caso nio caba o habeas corpus. Tratava-
se Je vadios e vagabundos.
O Si. ff nso Celso diz que, fossem ou nio va-
dios, ou vagabundea, devia aproveitar-IBes o re-
curso, e nio ser iliudido como foi. A lei ceou-o
para acudir aos pacientes, s jam elies qanm forem.
O Sr. Fernaudes da CunhaContesto.
O Sr. Affonso Celso dit que isso provm da dif
feeuca daa escolas a qua perteucem o orador e sel
illut-e cmt ndor.
O Sr. DantasExcel lente prog'amma !
O Sr. Fernn lea aa Cunba Discutamos prin-
cipios e eaqug mo> oa fct.s. .
O Sr Aons Celaoeat prompto a ei'uecel-os,
couitanto que ae embarace a io reproJu- 90 OO
fuiuro.e toi o que procurou f-r, formulando O
piujecto.
Keatando o fio de suas contideracoes, interrum-
pido pala nbsTVav-a do illustre senador pela
Baha, que alias muuo h inra, dir ao nobre mi-
uiairo'd. juatio, que a illuatre cnote d > gabinete
pareceu Oetueoeasario o pr-j icio, por que, segun-
J 1 .>. Exc. aigumaa de auaa Jisposicoca i-atio Vir-
tualm. nte loinprebendidas n direito actual, 00-
traanioso por elle prohibidas e finalmente as
reataulea aeb-m-ae autorisad.t por .viaoa. NO
ao as oaUvr.t aqu profer Jas, mas icquetHona-
veimeute O seu prnmeuto.
Mas, o nobre miuiatro da justica ha de convir
em que t.es razoes nao proced. m. porqu.nto a ap-
plic.eo aa um priucipio virlualmente eomprehen-
ido uu preceito da le depenJe do modo como in-
terpreta o jai essa Ui, a interpret.c ser* Ma
ua ai, acertada ou errnea, coutorme a Vontade e
a inte ugeucia do eiecutor, o qua a muguem tran-
uu 1 ta e a tados deve aasusUr em um pail que
cotila, como o notto, tanlot magietraaot ignoran-
tea arburarios e apaixonadoa. (ApoiaQus )
O nobre minittro ba de convir m" m qne
facto de uio ser proh.b.d. n-r le. nu-a 'O
med.da aiteenratoria, u^ argumecto que potta
ter com prove.to adJutido peraoto juite oa
oo
XSfflSB-S--
1




2
Diarte de fernambueoSexa-fcira 22 de Junho de 1888
i
Ha de igualmente convir o notare nutro em
ae m providencias fTeWTiftm esaavieos, as
theorias esUbelaoidas por actos do poder execoti-
vo .obre diroito efe. tio fr.ge.s, tio procane. e
transitorias orno i transitorias a po.icio e au-
toridade dos osisaasroo que o. snbscrevem ; hoje
poderoios o festejados e amanha contundidos na
turba-malta do governados e depandente, e
guantas veaes cobertos de baldos !
Garanta de tal ordem nao podan eat.afaeer a
livre e oiaao dos aena di-
um povo iutellgente,
Por ultimo, o notare miniatro noonheear esa-
sigo maia urna verdade, iato 6, quando um di-
reito fr constituido nio por disposicoes positiva
da lei, mu pela dedcese de urna jnrisprudeo-
eia varia, ioeerta e contradictoria, o* por aviaos
inda maia contradictorios, aa infraccae desse di-
reito eneontrsrio eempre fcil impuudode perante
01 tnbunaes, incumbidos de reprimil-as, sobretudo
dada a condescender benevolencia, que propria
do carcter braaileiro.
E por esse modo os attenUdos qae todas lamen-
tam nio teria o paradeiro, que urge por-lbes.
Vllegonse mais com razio, para aer rejeitado o
projecto, na punir todos oa abuso que se possam
dar, deconbecidoa, ni* cogitados e paaaiveis;
mas o nabre ministro e todos compreheodem que
lio longe nio p Je chegar a previdencia do legis-
Sua iaaao,9 j nao faoil, porm, melindro-
sa, consiste em cohibir os factoa ctiminooos, que
ordinariamente sao praticadoa, que commuaamcnte
occorrem, pois nio possivel echar remedio para
males que nia estejam estudadoa.
As legialaca* completaos se e aperfeicoamse
proporeao que a experiencia patentis suas la-
cunas e defeitoa, que s a xecucaa pode revelar,
auggeriodo aa meamo tempa os meios capaaea de
auppril-os. Tal o systema de om paiz, que, a
muitos respeitos, ple ser tamado por madelo, a
Inglaterra.
A aabedoria das leis inglesas o resaltado dos
eaforcos constantes das poderes eompeteut-s, qae
de nano em ar.no, e par sucsessivos decretas tra-
tam de aparfecoal-aa, conforme a pratiea vai
aconselhando.
Ha na Inglaterra assumptos importantes per-
feitamente reguladas por J-jis, em que paucj tein-
po contam-se s deaenas ; alli a aynthsoe da le -
gislacao nao o ponto de partiia ; e a ella ehega-
se attendendo-se aos casos peliculares, regra de
admiravel bom aenso; exemplo, diz um Ilustre
commeadador belga, digna de ser ouvido por todos
os legisladores da Europa.
Poiderou-se, em hostilidade ao projecto, que a
multiplicidade das leis tras a canfusao, a uar-
la das juizeu e tribuaaes.
Mac. nabre ministro tao versada nestas ma-
terias oiilrsc que a multiplicidade das leis um
mal, um erro e um periga, quando successivamen-
te se caitrariam. mutilando e destruala urnas o |
que oatras criaran, ou quaoio propoem-se ellas
regalar, o qae naturalmente est fra da alala
do3 poderes publicas e deve ser deixada liber-
dada e iniciativa particulares.
E' este o vic o qae Speaeer profliga na sea im-
portante escripia, citada palo notarai senador por
Minas G;rae3, que tem par titulo Leis de mai.
rjponcer nao conemna que se promalguem leia
succa^sivas sotare o meamo assumpto, com o fim de
desea volver e aielhorar o direita ; ao contrario,
esse o systema qae prefere e apregoa, apaiando
sua thsaria em smiles da naturea pbysiea da ho-
mem _
EjU tiioorii~ouaiate euo que es organismos uaa.s
aper.eicoados alo ob que resoltam de germana de
simplieidade extrema, destinado a taaccas lmi-
tadissimas e qae Be vo complicando na razia do
sea deaenvolvimento, ao qual correspaadem fuuc-
',033 mais importantes.
O que o carsela em seu oom:ca ? perguuta
elle, sinao um sacco dotado da contractibili-
dade?
O que o cerebro no seu germen 1 Urna ligeira
distensa a da me lula espinhal. E todava sao es-
ses os dous mais impartantes orgaos do homem.
Esta mesma le, aucccscenta o grande pensador,
applica-se ao organismo, chamada socieda-
de. Qualqaer apparelbo, para funecionar bem, nao
deve ser feito per um plano preconcebido e execu-
tado de urna feita pelos legisladores ; mister que
elle resulte pouco a pouco de um germen ; nada
ae Ibe deve accrescentar de novo, antea que a ex-
periencia demonstre a sua neoessidade e conve-
niencia, e nicamente pur cene mutbodo de apal-
padelloa (atmiemea) que se pode formar um ap-
parelho conveuiente.
Asoiui ijae,pode o oradsr concluir cam toda a
segu.-ancH, a multipcidade de leis, que natural-
mente se encadiam e se desenvolveos, e quando se
inspiraua nos intuitos do projectomelhorar o que
se acha instituido, nao siguiflea anarchia, nem con-
iusSo, exprime, sim, o complemento progressivo,
a harmona e perfectiblidade dos preceitos, que
devem reger as aoeiedadM policiada.
Si o projecto incami lato na opinio do governo,
porque nao previne tolos os abusos, na motivo
para rjeitil-i, antea ensejo de prestar b'am servi-
do ao pas e der.on-.Tar a sincerilade do seu pro-
grmala, eosaplat indo o e melhorando-o. (Apaia-
dos).
Nioguen maa habilitado para isso da que o no-
bre ministra da juattoa ; S. Exc. facilaieute obter
de seus amigos na Cmara as alteracoeJ ue jul-
gsr acertadas, (\piialos).
Par par; da oppasi<;i liberal naa dsve S. Exc.
receiar n-nhum embaraca, autes de crer que en-
cautre effieaz auxilio para tudo o qua tvnd;r a dar
maiores garantas s hberdadas ioctividuaea.
Por si, e persuale se int rprt-ir b.'m os aenti-
mentos dos seus carreligionarios da Sen ido, di-
xen Jo que taubem por a lea, aasegura ao nobre
ministro que emendas nesse sentida serio rocebi-
daseara eap-ci:;l agrada.
Uutra attitul: :iia ple riz avil nente tomar o
governo, s*lv> sa dcixar-se levar par ctpricho, o
que o oradar ati latamente na Um ittnbue.
Est o uraJir inf rmado da soiidariedade que
re os to mbros do stajtwd ministerio, ao
menas par -mqu vit i, u par isaa ao ser aproseutad a,
depais de prona iciar-sa contra o projecto o nobre
presilteate Ja ca:;3.'lba, o requerimanto do sau
UlaMaado stmige j >r. Danta, pedinda o campu-
reaunento do bonr d> ministro d j astioa, votoa o
p* mera d-scip iaa partilaria, bm eoavene,ido de
que ia aasim dar entrada no campa a um udv
rio de forc* c a no S. Gxc.
iii-rl stio, parm, e trauqaillisou-sP, par djus
vas.
O primeiro eoasiste (vai dizrl-o com tarto r -
eeio, parque o nobre presidente do cooselii i fez-lhe
j : i,e o propasito d:
as luinioea i: S Eso. ;) o primeiro coasic
ama presi lente di c
S. Exe. diese que naa se uppanha systemitica-
B,eii ul) az questaa qu^i
rcjsits
Parece, partunto, que a aabre ministra consi-
dera o projecto c.ima ums dessas qiesoe que
parlameatarmaate denaminam-se absrtuii, e a res
j cada ministra pie psusar e pro-
- ceder livremeute, sem quebra da saldariedade do
gabinete.
tala asaim, o segundo motivo das esperaneas
do oraior adquire mais forca, porque ou o orador
eata com lido, e uaa calende o que
le, ou o nobre ministro da jdstioa manifestou j
e rn Qfaoasiij a-.l nine a sua opiniia favaravel ao
projecto.____ ^|
rar-se na opi .iio nacional, aeosopaahaudo os im-
pulsos do scalo mfcoora n<*sa, em honra da
noasa poca. O ministerio de honrado conseinei-
ro Jao Alfredo quer trataalhar nesta obra eam de
dicacaa e at sacrificio, e espra a eaoperaeao de
todos os que qusrem a prosperdade do paia se-
jam adversarios, s-jam correlgiouaripo.
Reoolvida a grande questio, sa organuarao
tal vea partidos oovos mais conformes com as in
stUaiodea polticas do Brasil.
O ministerio deseja e lia de caaafgnir esta so-
lidaredade siasiaaal, reataiiraao; o que fir bom
e stiwr e/raf*ecdo, removndo o que o abuso
SMsr estragado, innavaoda no qae fur raim da
siiTTi oriranioajao, e metkorandit-o g*e for mtoti-
saria melbmrmr.
Ora, a ootra eoasa nio ae propo o projecto na
ordem de ideas a qua parteaos, senio restaurar
um grande principio qae est enfraqaecido, e o
aboso tem estragado, okabev corpus, que aaaim
fiear melhorado. (Apoiados I
Canta, partanto, o orador nao a cam o apoio do
nobre ministro para qoe o projecto passe, mas com
a sua illustrada caoperaco pira completal-o e
desenvalvel-o. (Apoiadoa.)
Adseguram-oa os brilhantes tpicas da discurso,
que acaoou da lar, e aio a melhor causa qae tem
hoje dito ao senado.
O 8r. Daute3 Nao devem ser esqoecidos.
O Sr. Affaaso Celso julga que a opinio poaco
favoravel do nobre presidente do cooselho quanto
ao projecto, expliea-so por um phenomeaa de p-
tica. 4tf0 -'-as ,.
E' natural que os notares ministros nio Iiguem
ao projecta a importancia qae Ihe dio o orador e
seas carreligiouanas, apaiadas por duaa ilustra-
das commissoes da caaa. Vem isso do panto de
vista em que o encaram uns e outros ; as cousas
observadas de cima apresentam um aspecta, exa-
minadas de baixo psreeem iutsiramsnte diver-
sas.
Os nobres ministros e< o poder, sau afore*,
olhitn de cima, e coma nio esto disp stos a coo-
seutir qua se abusa contra o habeos corpus, t n
coragem para punir severamente a quem abusar,
entendem nao ser preeisaB novas garantas. Mu
dem de pisicia, veuuim para biixa suppanbam
que est a arcaudo com magstradas. .. nao dir
couao o chefe de polica da Baha, para nia in-
commodar o seu honrado amigo senador par aquel
la provincia...
O Sr. DantasDiga delegado de polica.
O 8r. Affanso Celso... coma oa da Gayas e
Piauby, e logo ver a qne o projeato necessario,
e til e urgente. (Apoiados.)
Nio ha como lludir easa dupla verdade : par
um lado a falta de medidas coma as que, elle es-
tabclece, ou equivalente, mpedio que vietimas de
gravissimos coastrangimintas Uanaes, se apra-
veitasseaa do reeurso tutelar ; par outro lada essa
mesma falta de Ues maJ das ten assagurado a
impuodade dos que dexaram da prever o recur-
so, oa o barlara, quando seu rig Taso devor era
deferil-e e tarnal-o effactivo. (Apoiados.)
Isto nio ple continuar. A oppasicla suggere
os meios que julga acertadas para acabar cam si-
tuacia to deploravel; o governo proceda coma en-
tender. ,
A cada qual sua respansabilidade ; mas gra-
vem-seainda nosannaesda senado as palavras
cam qae o nobre ministro da justioa terminan o
seu discurso do Boethoven :
O ministeria nia tem medo do progiesso, an-
tea deseja secundal-o e auimal-o. C seu mais ele-
vada dever o de restaurar a ordem, de reparar
injusticia, de restabelecar os direitos de todos, de
minorar saffrmantos, de acudir s entermidades
saciacs, finalmente de dar remilia a talas os ma-
les que procedem do defeito das leis ou da m ap
plicacao aellas. *
Seo nobre ministro conseguir realiaaresta pro-
messa, camecanda por adoptar este projuctt, e
trataedo de corrgir-lbe os defeitoa, ver-se-ha cer-
cado, apaiado e applaudida pelos hamena bem in-
tencionados da todas os partidos, por amigos e ad-
versarias DOlitoos.
8-, porm, desmentil-o na pratica, o arador
sent annnnciar-lhe que est reservad i intale-
dvte maior do que a velhiee, sam caasalacia, que
recardou aos membroa do senado, iste ,a iso-
lamento, a saledade .' Tem cancluiio. (Multa
bem ; muito bem)
abaixo do indiapenaavel, qaonr anar-
chia no pas, a Tugabandagem natural oon-
faadida com a miseria aooial, artifi ialaren-
te oreada por lois da exoepcSs, qua o2o
podem ser derrogadas aos poaoos e gaoces-
sivamente, mas ao meamo tempe para qae
o equilibrio se restabeleca pela Iiberade
do trabalho e do solo.
E' arro gravissimo de observajJo, e an-
da maior o de asaeveral-o como argumento
de propaganda, o pensar que o Brasil tem
deffieiaacia de bracos em ralaao a sona
at boje aproveitada pelas culturas.
Com o pessaal que temes no paiz pode-
mos e devenios produsir pslo menos quatro
ou cin ;o v~"Z38 mais do que tem sido a pro-
duccao agrcola at o presente.
Carecemos de p^saaal para povoar este
enorae imparto, mas nao para evitar a di-
minuijao as culturas, o que est longa do
ser a mesma cousat como se pretende con-
fundir.
Mas povoar no atirar manas enormes
de proletarios para as vastas propriedades
de muito poneos; fixalos, anteado tado,
ao solo pelo amor propriedade rustica, ,
finalmente, crear a democracia territorial,
que desconhecemos e sem a qual nao ha
possibilidade de ter ama til o progressita
democracia politice.
Uma populacio iomada de muitos mi-
liio88 do horneas a maior calamidad que
pie existir n'um povo de instituicoas li-
vres, como hoja podemos ter orgulho
de possir, e o maior periga para a tran
quilidade e para as b?H.des publioa?,
pois qua os despatianos das masis aio
mais dolorosos o injustos do qne o despo-
tismo de um homem ; e esses despotismos
vem aampre, desde qua grande numero de
trabalhadores, nao encontrando meios equi-
tativos de vidala pretende arvorar em le-
gislador.
Asaim como temos-francamonte co-ab.-
tido o socialismo vindode cima, asaim pro-
curamos evitar, preven io e indicando, o
seaialismo que uda vir de baixo.
Antes de tudo e cima de tudo quere-
mos libardade e tranquilidade.
O remedio por emquanto fcil de obter
e de immensa utilidale economiza pira o
paiz : mais tarde pie a sua appliaagao
ser injusta e dolorosa.
AGRICULTURA
m
esa cceaiiiaj solame, porgue tratava-se de
' mereeiln de .. utr i"i. de aprneo ao nobre minis-
tra da j'isticSj par sua aseanco aos canselhas da
cor i.
Be..- ai iaglec de dsjartar-ae sobre
aegaui is publieji as festina, cascume aatiqaissimo,
qu. i'-i.iw j sssi^ualava, apprivi i icj. parque
ao jantar j -.:ii..uj fien u nitural nea'.e ii= jotaa
a oecupirem-j da tolo OJ'ussaaaptaj, des le ot
mais simpticas 'j alegres at o* mais elevados e
graves, o aobre ministro j sen
programma no Club Beethoven.
pie en preaeof
s Jo coaselho ento profera o nobre
mioi jastic*, e qi- tana cotna auiheo-ie i
porque foi publicada e 8. Exe. nia reelamou, os
topicoi, q le mia a^raiaram ao orador foraia oat
que -ote* ptra lr, o pareeem-ibe ter ia-
. i io nroj -eto.
Sr. ministro di justio :
sa borneas
de i inm hou-
tena iioji eOa auilas?
oa ? B'o gaveroo ? E'
"* ruada to passagaira como
> ae i aspira nos mais
>'itim jotos d
O mi'iisterio procura uaai'itar o tr-ibtlrto, faser
apbar a justic*, restaurr a natureaa h i
oa >u o craador; dar a
esta naci un carcter da m lis litaardatU e de
flu i aa sua prosperidaie.
O nebro prenaante do coaselho procurou inspi-
o m 'i
E"
Hedida urgente
(Gazeta de Noticias]
Agora, qua feliz e fiaalmeate est de-
cretada a abolicao do elemento servil,
forcoso, urgente e da alta poltica que
o governo diractament? pelos aeus enga-
nheiros e agrimensores e indirectamente
por meio de animacSai e auxilios a empre-
sas e a particulares, decrete e promova a
divisao de terrenos em poquanos lotes, que
aejarn vendidos a dinhairo e a praao s
familias nacionaes e estrang jiras, qua no
queiram ou nao encontrem collocajao as
fazendas.
O projecto a presentado no senado palo
Sr. Bario de Cotogipa risalva u aa parte
importantissima dussa complexo problema.
Em tauapo diacutiremea esae trabalho,
deixaodo apenas desde j oonsigaadoa dois
pantos capita?s, com os quaas nao concor-
damos.
O exclusivismo da nacioualidade nos
nucaos coloniaes, qua devem ser forma ios
promiscua mente de nacionaes e estrangei-
ros, e a forma imparativa da verba desti-
nada a tal servico, marcando se a metade
deata quantia quando nos pareca ser me-
lhor qua se dissasseat meladapara
evitar a posaibilidade de ficar um saldo
sem appli iac5o.
ri aquanto ao assumpto eoi garal, aaa-
.e da pequen t poltica s pansar em
impedir a maaaa enorme de trabalba i
li/rea e libar tos para o trabalho assalaria-
do; alm disso perigomogn conservar,
sem fixar ao solo, milbo3S de homens, sam
cousa algasM do sau, alm de urna trou-
xa, o c) esplend lo lo noaao paiz e a
sgu-i do 1)033)8 ros.
Nai nos illuli-nos; o trabalho assala
ria lo s sar remunerador para o empre-
sario e para o trabalhador quando o pri-
meiro dispuaer francamenta de capital cir-
culante e conhecer os prograssoa da scian-
oia ou ra 3 na da arte qt' lhe
parmtti; u multiplicar a p i o
mesma factor hu nana, com qua hoje faz
oolheitaa relativamente pequea; e juan
do o segundo encontrar no salario o inlis-
peosavel para as suas noc asi ladea, e qua
tara lugtr com o aperfeijaauento das cul-
turas.
Actualmente com o pequeo capital in-
dustrial de que disp5s o Brazil, cam o.re-
acio infundado que mnstram ter os p:
qae possue a capital diaponivel em confial
o garant* do pannor agrcola, prova-
val que e.a muitos casos a trra fiue in-
culta pira un lado e os bracos ahunt-m
i -ios para outro.
ata pheuammo, qua nio setaria Jado,
sa desde vnte" anuos, que se fez a propa
t;anda abolicionista, mais ou meaos iaten-
samante, y> agrioaaltoras e tivesaem pre-
parado, coma ilaviaD, para o trabalho li-
:oiiplato pelo trabalie livre paro)
ua a oapita
verao garal, os govcruoa pro-
via ;iaes, as cam iras muoicpaes eos par-
ticulares e aompiuhits nao oorrigira n o
erro econo oico, danio meios ; isto : '
litan I pra de paqiauos Iotas de ter-
) ao nnmaroso pasaoil, qua nao en
r ra nunaracSo ooniigoa as grandes
culturase
Procurar artifi almanta obter trabaibada-
res baratos, Uo baratos qua o salario que
SCIENCIAS E ARTES
O hypaotlsmo e a setnela
(O Mensajeiro Litterario)
Pareca mentira .o que poda a praoceupa-
cSo. Ha dous anaos niaguam xava a
sua attencao n'um facto coa'naoido j pela
sciencia, e boje; no s as classes miis
Ilustradas, se nao at as mais ignorante?,
disoorrem sobre a sua natureza.
Rcferimo nos ao hipnotismo chamado
somnambulismo, etc. ; o n faz o caso
n'esta questio que nos move a lancar mo
da penna e que hoje objecto do debatidas
controversias.
Coao temos visto propalar erros que
podem ocoasionar grandes males asocie-
dade; como tamos contemplado perturb ;-
cojo deaenvdtment d'um grau tal^ qae
quaai ehega ao inverosmil.
Com effeito, sa nos fixamos nos phono-
menos producidos pela bypnosi, observa-
mos que todos alies slo o producto da um
acto verificado pelos ervos.
Urnas veces slo os sensitivos, a entlo
temos, ou esses estados de sensibilidade
exquisita em que se produzam d6res aga-
dissimas com o s toqua de um objeoto
qualquer, ou marasmo, no qual as picadas
maia fortes nio tem acclo alguma. Ou-
tras vaass interveem os ervos vasoa-me
tores, e temos phenomenos de forja e de
rigidez surprehendentea.
Como o systema nervoso tomn um
deaenvolvimento exsessivo, nio para es-
tranhar que se adivinhem os pensamentos
e as intencSas das domis pesaoas pelo s
facto do contacto corporal ou outra com-
muoicaclo qualquer.
Tudo o que acabamos de expQr nio
poda ser mais lgico e mais raciocinal,
ao meamo tempo o mais natural possivel,
dada a especial situaclo em que se encon-
trara collocados os hvpnotisados, paia as-
aim como vemos diariamente possoas que
charaam a attenolo pala sua grande me-
moria, desenvolvimento gstrico ou excea-
siva estatura, na bypnosi surprahende essa
grande prepanlerancia do systama nervo-
so, qua produz phenomenos que astado
normal nio pode fazer.
Asaim sa explica a grande utilidade
que presta medicina, que obra, alo
como agente nico, mas como auxiliar do
grande agente qua ae chama natureza,
torga vital, etc.
A bypnosi n3o apresenta mais do que
phenomenos j conhecidos E a grau su-
perlativo, nada ha de estranbo nem so-
brenatural ; tudo racional e lgico.
Mas fica iinia que tratar de outro pon-
to, o mais importante da quastlo : o seu
estado especial.
Em qua consista esse estado ? Porque
qua o systema nervoso toma to exceasivo
desenvolvimento ?
Emquanto uis sustentam que sim-
plesmenta por dispo3clo ou propnalo in-1
terna do pacienta, snggarida ou provocada
por feitos exteriores, outros admittam a
existencia de um fiido especial, que de-
termina tal estado.
Eu creio que ambas as opiniSes so afas-
tam da verdade.
Que exista um fluido, nao posso deixar
do o reconhecer ; mas que seja especial,
o que se nio pie admittir.
Sa nio existase uma causa estraaha
externa, nio poderiamos comprabender a
existeneia desse estado espacial em que
cahe o hypnotisado.
O natural, ou antes as lois naturaos,
nio se perturbam sanito por um aganta
externo que se interpoc ou opp5e na-
tureza.
Em tado o effeito ha uma causa. Se
o hypnotismo fosso um phanomeno natu-
ral do individuo, nelle cahiriamos tolos,
uns mais e outros menos e sam causa ex-
terior alguma. As proprias medicinas nio
slo mais do que agentes estranhos que pro-
vocaran determinados phenomenos no or-
ganismo. JB >
a attraoglo ri'nm imn nio oonheoeriamos
qne existe s a nSo fdssa pela propriadade
qua tem cortos oorpos da sa approxima-
rem. Os sentidos nada nos dizem.
Nio queremos alongsr-nos mais, porque
a extenslo d'dm arti6d nio o permute.
Conste, pois, que o hypno)ismo um facto
phvsico-psyeologioo, e que o seu estalo
ha de proporcionar grande utilidade s
sciencias medico-physiol igicas e phyaico-
aaturaes, e que nada tam qua ver com
esta questio o sobrenatural e o extraor-
dinario.
V. Sahdorf.
UKV1STA 1)1 VIH l
c5as mais ou mecos funestas em imagina- s p ,^
altadas e vidas da ideas phanta- ^^ JrUs maapuld-s33a extaruas, 'que
cOas exaltadas
ti .-as e sobrenaturaes, jnlgamo-nos obriga
\ dos a pegar n& penna e f izer frente a essa
mar crescente, que, a nao contal a a te n-
po, pode trazer das de ignominia aos tem-
pes presentes.
Tem-se fallado muito da importancia ou
nio importancia da questio que nos oocu-
p i; tem-sa discutido o perigo que exista de
praticar o hypnotismo por pessoas profa
as ;* mas ninguam se tinha praocoupado
do parigo que existia para as ntelligencas
e para a aociedade.
Hoje, gracas a Daus, paraca que se
coooprehendeu que o vilgo (nio me refiro
s olasse ignorante, se nio tam bem a
muitos qua sa chamara ilustrados, qua,
83m embargo, sa doixam lavar por ideas
absurdas e pbantasticaa, iavadidos por essa
hypnotomania) capaz de sa entregar a
extravagancias e a delirios a qua nenes-
a .rio oppoi' um remedio efficaz, que con-
tenha esse mal que at agora tam augmen-
tado d'uma maneira vergonhosa.
Indigno seria que nos ltimos momentos
do sculo XIX, do scula que so jaota de
mais sabio o illustrada, sa presanceassam
aquellas quadros de preoecupaelo e obscu-
rautismo, em que eram condemnados 03
homens de sciencia, e confundidos os al-
chimistas com os magos e curandeiros.
A.iada ha praoccupacSes, mas preoecu-
pa^-oas muito fundadas najsoeiedade e nos
costumes.
Aos lioajeas de sciencia compete destar-
ral as, motivo porque me julguei no dever
da escraver estas liabas, e dizar o que ha
de verdade na liypnosi.
O hypnotismo como facto novo; e
como novo, est envolto em sombras e obs-
curidades.
Coabecem-so os factos ; mas ignorase a
sia razio de ser, apasar da j muito s- ter
progredido. ____
Como em toio o faoto ou auccesso qua a
razio no comprehaa le, existe no homem
nma prapaalo a hval-u a ama causa so-
brenatural, creio de sarama necassidadee
n'esta questio mais do qua n'uutralar
uma explicaclo, mais ama explicaclo tan-
givel, anda que alo seja nbsolatamente
verdadeira, da natureza e do porque do
hypnotismo. <*________
Na s^ierrh nio sa admittem obscurida-
des. Quanl) nao sa sabe a razio, inven-
ta-sa; d'aqui a hypotheaa. Pois b: n
a-cessarii racorrer hypotbesa na questio
do hypnotismo.
O qua o hypnotismo ?
O resultado da sugg^stlo.
O qua a suggesti > ?
O facto d'uaa paasoa infljir sobra outra
droduziado-lna certas o determinadas san-
sac3 s.
a ato ni) diasamos nada, e acaraos
to s escuras oamo d'antes. Trataremos
de nea explicar melhor.
O hypajatisno nio maia iieal manos
do qua a preponderancia do systema ner-
voso, urna vea submatado a um estado
sapa ;ial.
Nao entraremos na questio da sa so-
nao ou nio.
O que ni) possivel negar, qua seja
un estado paycologico especial, no qual
ao pro luae n pbanomanos qua n'outro ae
al> proluziriara.
To pouco se ple desoonhacer que
essa astada s affaoU o systama nervoso,
avocar o hypnotismo, empra
por si sos sao to innocentes e simples, que
nio se comprehenda como podem ser cau-
sa de phenoraanos to espaciaos. Por
isso o vulgo, ni) venia relelo algura*
entre a causa e o effeito, suppoz no hyp-
notismo a intervenclo de um agente so-
brenatural. J j________
Esta tambem a razio, aleo, d'ouir*
muitas que poderiamos allegar, para dizer
quo no bypaotysmo interven um flailo.
Fluido qua nio eramos tenha nada de es-
pecial, pois o uaico fluido qua at a;ara
se coahece o elctrico, e todos os outros
alo slo mais do qua .maaifcscaguaa diffa-
rantes do masmo. Siba-aa parfaitameate
que a electrieid ide cria a luz e o calor, o
magnetismo, e talvez amanhi sa descubra
qua tambara causa da attraacio material
dos corpas e o nico agente a;tiva do uui-
vera. Sendo ito assim, o hypnotismo nio
pode deixar de ser originado por um agen-
te ou fluido cuja natureza seja elctrica.
Corroborara esta opinilo os teitos qua a
eldctricidadd cria no organismo do homam.
Quando uma passoa est subraattida a
uma acolo" elctrica-, sent como que um
pesadello, um mal estar, ama oxtaclo
nervosa e outros phenomenos, que, ae nio
alo iguaes porque a eleotricidade obra
sera modificaclo algumaslo muito pare-
cidos aos produzidos pela bypnosi. Nio
obstante, a elactricidado cura muitas nffo..-
5803 iguaes a que cura o bypuotisrao
principalmente as nervosas a a medicina
ou medicamento obra cora mais energi s 1
iatarvm a electricidala ni sua atraais
tracao -como sueca ie na hypnasi.________
Tamb m podarijmos citar factoa ujs
quaes a ioflaaacia d'umas paaaoas sobro
outras produz pheaomenos qua ch?gara ao
iccrivel, a que, sam erabtrgo, o cerebro
nio toma participigao alguna, faltos que
attestam mais uma vez a existencia d'um
agante que obra sobra o organismo, e ori-
giu 1 phenooienos e sen3ac3as qua slo
urnas vozes resultado da excitaclo do sys-
tema nervoso, e outras s dependentes de
cansas phyaicas e mecnicas.
Tudo isto prova que a electricidada o
nico agenta do hypnotismo. Mas nio a
electricidade no sea estala natural, tal
qual se conhaca coramuraraeota, mas a
electricidade modificada, espacialiaada. To-
dos nos sabemos qua a magnetisaclo
devida electricidala, e, oomtudo, o mag-
netismo diffarc d'um modo notaval do
molo de ar do mencionado agente. Mui-
tos autoras affirraim qua existe ni carpo
humano a em alguns seres corraataa elc-
tricas, que em alguna animaea sa notara
t'um modo palpavel.
QaojsWo o progresso das soaucias pby-
sioas e*naturaas fr maior, da3cobrir sa-tia,
qua assim nomo estamos rodeados -inte-
rior a extariormeutepor nma infiailada
de area raicrosoopios, cuja existencia sa
nio auspaitava d'antes, estara >a tambara
auboattiios a agentas nvisiveis e ioj.l-
paveisouja existanca nio paroebara os
11)3808 santiloj, mas que mais tarda se
darlo a oonhecer por uma multidlo de
phenomanos que originara.
A los, ae nio fossa pelo orglo da v-
alo, nio sabariamoa a ana extst.ncia (1) ;
("l) Tense tirado proras photographi-
cas em sitios onde o ergio da Meao nio
peroebia a las.
Carpo de policaPer portara da presi-
dencia da 14 do crreme fai nomeado fre Augus-
to da Inmaculada Canceio&o Alves para O lugar
de eapelii d > carpo de polica.
Vaporen A agenaia da compaohia da Seal
Hala teve cammunicacia de qua sahiria hoje do
Rio de Jsnaro o paquete Nile, qua aqu chagara
na quarta-feira, 27 da correte.
E esperado hoje o paquete ingles Trent dos
portos da Europa e no domingo, 21 do corren-
te o paquete nacional Alagis dos portas do
norte.
Servico da gaaroico Eatram haje de
superior de da praca o 8r. capita Pedro Valho
de Si Barreto e ofeial de ronda o Sr. teneate
Jos Garaero Maciel da Silva.
O 14. batalha dn a guaraicla da eidaie.
TulansarloVenfieau hantem praca vo-
luntariamente um p usan >
Palol da s*muerll>elra -*&pteh^ntem pela
mauh viaitaram o deataeam'ntj da Imberiraeira
os tenentes Olegario PinU), Jlaciel da Silva, Xi-
vier da Bntto e Jouathss Barreta, orBciaes do es-
tado-mtior de S. Etc. o commandante das arma.
Tribunal do Jury do tteclfe Fuuc
cionou hontem este tribunal uoai a presenca de
38 jnisea de facto.
A's 10 hars da maaha, presentes o Dr. Joa-
qaim Correia de Oiiveira Anlrale, presidente do
tribunal, Dr. Manoel Clemeatini de liveira ts-
corel, 2.* promotor publica e escrivlo Poreueio
Etolrgues de Miranda Franco, abri se a aessaa.
Foi sao nettilo a julgameata e reo Florencio
Jos dos Santos pronuncalo uo art. 257 da eadigo
criminal par haver em 5 la Abril da aano pas-
salo, no Marcada de S. Jos, tortada um saeca
contendo a quaatia de 5'j perceucnte a Jae
Beato da Naacimento.
Oecupm a cadeira de d.fesa o Dr. Jeronymo
Materno Peraira de Carvalba.
O jury de seut9nc* cimpoa-sa dos seguintes
juizes do faeto.
lanoel Iguacio de Torres Baaliira.
Jo- Tivares da Silva.
Dr. Mamal 8:baiii> da Arauja Pedraaa.
Jos Ldef;nso da Mello.
Jos Luis Iiaaeeaeia Po^y Juaiar.
Flix Uavalcaote da Albuqaerque Mella.
A^astinha Jos das Santos.
Dr. Antonio Jos 'le Almeida Peraarabuea.
Jas Francisca de Paula Kamej.
Ile-iri-jue da Fouseca Coutiuho.
Demetrio de (Jusmio Uoelho.
El.nuudo de iljraea Carvaibo.
Haspoodealo aa interrogataria Sisae o rea que
as testemubas do procesaa uai caahasiam o facto
criminlo que Iba era imputado e prestaran! seus
depoiineutaa a podido da Dr. delegado Osario, e
que fra preso uo pateo do Mareada onda ae
aebava mansa e paeificamaute, alo teula prati-
cado crime alguoo.
O Dr. promotor, obtenda a palavra, daaenvolveu
a aeeusaoo pediudo a coulemnaclo do aecusado
na grao malio d> art. 257 do coligo criminal.
U curador do rea, delusiud a dofesa disse que
a naturia nio estava sulfieieutemeote provada, e
quauda o jury quiaesse recaubecel-a, na paderia
deizar de aceitar a atteauaute da meuoridale.
Becalbido a coaselho a *ala aecrata das con-
ferencias, responden os quesitos que lhe foram
propostos pela Dr. jais da direito, sendo em vista
de auas decisoea coudamnado o reo a 2 masaa a 10
das de prialo e multa de o par cento do valor fur-
tad-a, grao mnima do art. 257 combinado cam u
art 49 do cdigo criminal.
O jury reconhaceu em favor do reo a attanuinto
do 10 lo atr. 18 allegada pala dofesa.
Foi levantada a seaaao, pauco depois de meio
da, senda adala para hije ) 10 hars.
Faileelnaento O honrado Sr. tU. Thomaz
Sarcea Prannos Mauteoagro, digui jais de dire-
to do cammarcio desta capital foi hantem dalaro-
sam'nte sorprebenilo eom a infausta noticia,
qae par telegramma lhe foi traasaiittida, de ha-
ver fallec lo de beribari galipante na cidade de
Leopoldina em Miaa8 Greraes o seu estremecido
filhi Dr. Artbur Qaroei Parauhos Mouteaagro.
For ni lo na Faeuldaia de Diraito dasta cilade
eso 1881, Bada derau hanrosa tridifia, ciercia
ji antes da rormar-aa o car^o da promotor publica
da Tacarat o paiteriormeata rapre3Jatuu a jus-'
tica publica as comarcas da Iguarass e de Pa
d'Albo, haveala-saaa dis^mpanbo de sua miasia
cam iutelligeacia, imparcialidada e aptidla.
Deixii; lo esta proviuea em 1886, fui abrir es-
criptoria de advoeaea na proviuea da Minas-
Qara-s e prefario a cidada da Ljapoldiaa, oude
em pauco te upa souba conquistar amaros as ami-
gos e tornarse sympathiea tolas, qua o co-
uDeeiam e que com ello eatrotinbam relacojj.
Djpiis da havar pela seu trabaiba e marecim lu-
to assumda naquella cidade uma pa3cao hanrosa
e pronettelora de justa raeampaasa ao oeu talen-
to u hanestilada, ais qae a m>rta vem eeifar-lha a
existenaia, qua eantava apaas vinte e pausas
anuos.
Era caaala co-a uaa sanhora desta provincia e
deixa daus tilbinbes.
Aa nossa a oiga, Or Montenegro e a saa Exma.
familia, apresenta nos nissas canlaleueias.
Taeau.'u ProvincialNesta repartiflo
piga-se h si u ve ie:ua: i:aa relitivas aa mas da Maio pnx-
aa finia. -
Compaohia de KdUQcacoPara hoje,
i 11 uaras do da, esta convocada ama reama a
I tablea g.iral extraordinaria dos aeciouia-
tas d.;: cam nabia, alim de sa resolver sobre o
iransoto Ja capital, tratar-ae da racampasicla
di miaa das asaemblas gara: e eleger-sa uma
directiria, iiveulo a reanio sa recluir coa os
aoeij : 1 oampareeerem, qualquer que seja
a soma 1 d) capital aacial represe talo, via'.o ser
eata a te.-eaira caovacaci
Tueaouraria de PazendaTermina
amauli osota raparti^aa o praao Je tres diaa que
fai uriicaia jara os caatractautes da foraecimeu-
to da viveros, toiragasM c ferrageaa aos corpa3
da guaroieia desta praviacia rom assigaar aa
saecaa do canteacwso 03 reapactivos termas de con-
tractos.
ImoisloM Durante o carraata maz estao
em ejbraac :i< Baeabediria Provincial, sam mul-
ta, as d-cma o tala; n Janiis isaawtM UaBi-
ias, escapsia feta dos Ja claasa, qua foram ca-
or leo aa mas prxima paasada.
Chiui unas para iaaa a atceaoao da cantrbain-
n cuja intereise eat na) exeaderam op.-aso,
sab pena Je multa.
tteueral Almeida arreto i'as hoja
M aoaoa do liado o Ex.a. Sr. geasral Jos de
almeida Birreta, actual eenmandan: das armas
JdSta praviacia.
Naturar-da Parabyba do Norte, teaio porbirca
a cilale da Soasa, dalla retiran se muito c:la
para esta pro.'iuei oale oouservaa-se at 1848
na eidsda J Viosoria cooaa oammo
Par Moa poaa eai virtula das luta> eivis quo
sargiram, fai Olla oOrigaJo a retirar-aa para a
erte J/ imperio, 00la alistoa-s, como praca do-
to regmouto de oavailaria.
Por occasia de dcoiarar-oo a guarra eantra o
Paraguay, era elle eutio teaeota da cavaliana e
coma taf aogao a 4t de Marca de ldta, comman-
Janlo um cautingente da 300 praca.
Aa cegar all por oceaaiao de cahir farilo o
eannaulaate da batalba na bitalua de 4 .1:
daioassuaiia o oaanula do 42* de valu:.
d Parnamoaco, s o Jamnia, quilla M-d
nado para coaiai.ular o 34 tamoam de volunta-
rias.
Durante ee cammaulo portou-se sampra com
toda a bravura e diatiueci) e son auto a 21 da
mira Je l grenta batalhaem Loaaoas Valnutiuaa regrassou
ao Brasil, traseudo como atteoulo de saa brave-
ra glorioso forimanto na porna esqaarda.
Ua;alo ao Brasil cama majar graluaia foion-
carragado da orgaaisar o 5 oaUlhlo da iotanta-
ria.
jNa vida militar de 8. Eic. ha phaaaa de vor-
dadoiros glorias, qae devem eacbel o no da de
hoje de justificado orgulho, poi isso que S. Exc.
pdese assim diser, partilo da primeiro degro
na OBoaia hierarchica das posiedes militares, subi
na a am a iogreme esead da gloria, deixando
em cada um d'elles, cama vestigio de sua passa-
gem um groaBO rastilbo de sea sangue.
Ha parm, sobretodo dnas datas immarredon-
raa paraB. Exc. : 21 de Marco e 11 de Deaenbro
de 1868, na 2 teve S. Exe. dnas promoedes ao
mesmo tempo, f promovido capujo por acta de
bravura e maj ir em coinmieao por distiaccio em
combate ; naU* merecu ao aer rendido das lnhas
negras para temar parte no asoalto do quadrilste-
ro mi migo em frente as trincharas de Humaytl
por parte do bravo coronel Fernando Machado a
seguate e honrosa meneao na parte que deu des-
se combate :
Por occaslo de dar parte do comportamento
dos carpas acb meu commando seja-me licito faier
especial raeocao dos galhardos corpas 27 e 34 de
voluntarios que foram os nico que atacaram e
assaltaram a pomelo de Sauce, tendo tido o 34 a
honra de ser o primeiro em asaaltal-a, guiado
pelo seu commandante o teneate de cavallaria ca-
p tao em commisslo Jos de Almeida Barreto, qae
a testa do seu corpa com toda a bravura, deuodo
e presenca de espirita, soube goial-o mostrando
com seu exemplo aos seus soldadas, como se assal-
ta uma fortifieacaa, abrindo assim as portas do
decantado quadrilatero inimigo para entrar o
exercito brasileiro.
Alm-dessas meneos foi S. Exc pelo Duque de
Caxias contemplado em partes especiaos por oc-
casio dos combate do Forte de Tebiquery, Pon-
tee de Suruhy e Toror.
Desda ento tem sempre S. Exc. deaempsahado
commissoes de c-snfianca sendo por oceaaiaa do
graule canflicto que* trouxa como consequencia o
issassiuato Apalcro de Castro, chamado a corte
afjm de a^sumir o commando do 1" regiment de
eavallaria a cujaofiicialidada tai injusta neate im-
putada a autora do crime.
Como commandante das armas, S. Exc. s tem
adquirido syinpitbias pelo seu m.ado franco de
externar-se t pelo culto que consagra a justija e a
verdade.
Nos o comprimentamas no dii da boje.
Diememoi e arle de muoica-O Sr.
Antonio Jas de Azevedo estabeieeiJo cam arma-
sem da msicas, panos e instrumentas, ra Ba-
rio da Victoria n. 13, ubaequiou nos hontm com
remassa do um excmplar das seguintes obras :
Elementos de msica adaptadas ua regio con-
servatorio de Miia, a aqu 00 Oymaasio Provin-
cial, Lyjiu Je Artes e Odieios e Eseala Normal,
compendiadas por Bonifacio Aeyali.
Pequea arta da msica, ca.apilada de alguna
autores par Tnomaz da uuba Lima Cantuaria.
O preco Ja cada um dos lvroa ljS.
Agradecemos a off:rta.
V o> de noivaE' este o noma de uma wal-
sa mimasa, para piano, com^iasiyaa do Sr. Alcxan-
are Braulio F.lha.
E icontrul a-hao os apreciadores no estabeleci-
mento mutieal da Sr. A. J. de Axevelo, ra Ba-
rio da Victoria n. 13, a quem agralecemas o mimo
qua nos tez de um exemplar.
ita*ameoio-Faiieeea uo da 20 do cor-
rente uesta eidado, victima de um kisto, D. Emilia
Je l'i'ua'a Mell digna esposa da nosso estimado
amigo oapitao Spiphamo do Franca Mella, residen-
te em Oala.
Era a finada prendada da preclaras virtudes, e
a saa marte prematura daixi i]jmarso3 em dor
profunda o Jaso'ado esposo e tres inaacantos fi-
Iho.
Nossaa psames ao capitlo Epipbanio.
fia neui mulhcrPelo subdelegado do 1*
d8tricto do Poco da Panella foi preso um indivi-
dua de noma Mauael Apolooio Pereira de Castro,
qua andava n'aquelle Jislricto vestido de mulner,
e at cam anquiubae.
Por diversas noites foi ella visto fiaginlo-se ams
pobre a pedir esmolas, e nessa inaacuute industria
quena ir levando a vida, se a polica nao julgasas
acertado pl-o em seguranca p^ra seguranca da
propriedale alheia.
Entrada de ferro de Bibeiro ao
SoulloPara esta ferro va trouxe o vapor i4u-
thir, mirado aute-hontom de Liverpool, 184 vo-
lumes, senio : 4 caixas com as peyas e accesso-
rias de nma locomotiva de 6 rolas da farca de 55
eavillas, inichinism) de 1* qualiiada da fabriea
de Marciaelle & Couillet, da Blgica, 9 volumes
com as pacas o farrageas para a moutagain de um
carro fachado para auimaes e il volumes para
diveraoa crusamantos da via de garrage com tri-
Ihos para carros da 100 metros oada um, da Metal-
largiqus Socie' Anonynti.
Causta nos que esta empresa espira anda reca-
bar brevemente mais uma lacamotora u diversos
Wagaus para pasaageiros da 1* e 2' claaaes, afim
da augaieatar o seu material rodaata, que alias j
saihciente para o servico do trafago diario de 9
kilmetros qua se acham olfieialmaute abortos.
Boa lembrancaCammaaicaram-nos o se-
guiute :
Apelilo da Sr. capitlo Demetrio da G>. Goelho
moradaraarui la3 Peraamaacaaas, na Capuaha,
o las mais ditinctosabalc.on3U3,o Sr. vareador
capitao Alexaudre Amarico da Caldas Palilha, em
sessaa de antebantem na Cmara Municipal, apra-
santou a pruposta qua n'aquella data, passassa ._
ser a ra das Peruamouaani3 a chamar-se Va-."
nasa da Libardade, > proposta esta que fai appro-
vada. -i
"ipollce* prorlaeiae.a ^nami-nas a at-
lanoi] Jas pasauiiaros d> apolices para o edital do
T.nsouro Provincial,' publieado na sec^laocampo-
teati.
Extrnalo .\octurao Princesa fosa-
belCautina u professor llamara40a empenho
de inaugurar o mais breve passival o Externato
destinado instrucjia de libertos e ingenuos.
Aguarda o da que S. Exc. o Sr. presdante da
pravincia tem. da desigaar, cama o p lia ao Dr.
inspactar da Iostrucaa Publica.
Muita animacia tam tido dis p3S30S3 qua ver-
dadeiramsuta se in ressam par essa santa causa,
e hantem mssmo rieebau um pras mta da livros
da Exma. Sia. profeisara D. fuerasa Jasephln
da Cuaha Salles Maraes, acompaatndo da segaju-
te carta :
lilao. Sr... -Oj bemfeitores da humandade
slo pauoa c raros Adueada grande idea
humautaria de Vt, veuoo eanCrouir cam o mea
diminuto e insigmficanta obula, apresantando oito
exemplaris da (irammatica Po^.u^U'aa pira so-
rem distribuidos pelas alumies Jo Externato
Prioeena Isabel.-a V., etc.Itere** J. da Cu-
nhi Salles.
Tamoem a Etma. professara D. Waidatcades
Telhs associanJo-se a idea, easaia com suas
alumna o Hymno da Iudapeu lenca e para ser
cantado por occasio do sulomuc acto da inaagn-
relo do referido Externato.
O numero, porm, de matriclalos nao se acha
muito crescido, como era Ja esperar, pois que
pauco exceda de rle ; mas provavel que at O
da da iuaaguracao muitas dezenas de alumnos se
apresentarao para recebar o pi do espirito tor-
nando-se assim apto para desempenharem o hon-
roso titula de ciladlo livre.
Cnuio e faeltra Como foi anuuuacia d
proceden esta aociedale litteraria a nova elaiclo
para sua directaria, dando o seguate resultado :
PresidenteJoo da Castro e Silva.
Vice-iiitoAlberto Bargas Pereira.
1 secretarioAntonio Ayres da Freitas.
2o drtoFrancisco de Aiouquorqu! Mello.
Adjunto dos ditosPairo Pareira L na.
OraiorMario Chavas.
Vice-ditoAntonio Franklio Grameiro.
ToesoureiroAlberto Balfari
Foram namaadas s camnusea beguintaa :
De eelacoao Mrio Cnaves (eoiatai), Albu-
quer>,ue Malla e Pedra Meaeses.
Os tbases e jurys Pedro Meneaos (relatar),
Alouqiarque Mello o latoato Madoiros.
Oa synJicanciaAloerto Bargas (rdlator), 0!a-
vo Miraabiae Antonio Mader
Oe cotasPairo Lima (relator), Aa'.au'o Ay-
res 8 Manuel Paulino.
eiii
- rlaje :
Palo ageata Stepple, s U horas no patao do
iio a. 19, da tabeas i hw eanirallo,
partas, ritulis o um cafre.
Pelo a?oa50 Milenta H nDra> *
ruada .irum a. 7i, cam aa.ucar
avariado. ,
Pelo agente Pinto, s 11 horas, a raa ar-
quea da J.mla n. 52, da pauo, mibilia, vidros e
gneros da estiva. j.
Pelo agente Brtto, 4s 10^12 horas, 4 ra do
aagdl n. 48, de 1 piano, i uar-ocu, t'aaaaias
miaJezas, etc.
Amanea : ,
Pelo ag^ute PaaUna, sil baras, na praja o
Con le u'iia a. 12, da acmacao e goaaroa da tsvar-
na ahi sita.
]
b
:
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i
.)
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Diario de fermimbiieeScxta-4cira 22 *!e .nnho de 1888
Peto gente -poto,. *"M "* do l*-
parador n. 16, de predio.
Tek'vi P*", 'u hofc- ImP-
rador n. 19, de dona quadros a oleo.
MI- nanearSerio celebrada! :
X 8 norial, na greja da Paraiao, pela alma de
D. Mara da Concedi Agr ; s 8 horas, na or
dem tereeira do Carmo, pela aIm* *'M* Mara
Seve ; i 8 horas, nu Espirito Santo, pela alma
de Amelia Rosa de Magalhes ; a 7 horas, na or
dem tereeira do Carmo, pela alma de Caetano Pe-
reira de Brito ; is 7 horas, no convento do Car-
mo, pela alma de Jos Maria de Alencar.
A"""*'*
A's 8 horas, na matris da Boa-Vista, pela alma
do Dr. Jacintho Silvano Santa Rosa.
Segunda-feira:
A's 7 loras, no convento de 8. Franeiaco, pela
alma de D. Mai ia da Conceico Agr.
rectora na Ursa* le eoaierva-
ro dos porto* de Pernambnco-Be
eife 30 de Janho de 1868.
Boletim meteorolgico
HoniD S O M [5* Barmetro a O* Teoaao do vapor
i m. 24'2 762-96 18,12
9 237 764>49 19,35
18 254 764-42 20,13
3 t. 25'8 762-78 20,47
6 24-7 762-90 19,65
i
'3
0
a
79
87
85
82
83
Temperatura mxima26*,50
Dita mnima 23,00.
KvaporacSo cm 24 horas ao aol: 2,-1 ; som-
bra : l-,7.
Chova12,-0.
Direccao do vento : SE de meia noite at 4
horas e 25 minutos ; SE e ESE alteroados at 5
horas e 56 minutos; E at 7 horas e 53 minutos ;
E, ESE, SE o SSE alternados predominando SE
at meia noite.
Veloeidade media do vento: 2-,83 por segundo.
Nebolosidade md'a: 0.79.
Dr. Cerqueira Leit, tena o aeu esenpto
rio roa Duque de Caxiaa n. 74, das \
a 2 horaa da tarde, e desta hora ero dian
te em saa residencia ra da Santa Crua
o. 10. Especialidadesmolestias de ae-
ohoraa e oriancas. Telepbone n. 326.
O Dr. Castro Jess, medico e operador
Pratica a lavag aconeelhada. Consultas das 11 s 3 da
tarde em sua residenoia roa do Bons-
Jesus n. 23, 1.* andar.
ccullat
Dr Ferrara, com pratioa nos pnnoipaes
hospitaes e clnicas de Paria e Londres,
di consultas todos os dias das 9 horaa ao
meio-dia. Consultorio e residencia a rus
Larga do Rosario n. 20.
Droiaria
Francisco Monoel da Silva d C, deposi
tarios de todas as especialidades pharma-
ueuticaa, tintas, drogas, productos chimi
ios e medicamentos homeopticos, roa do
Mrquez de Olinda n. 23.
Herrarla a vapor
Serrara a vapor e ojjicinas de campia
de Francisco dos Santos Macedo, caes de
Capibaribe n. 23. este grande estab ele-
amento, o primeiro da provincia neste ge-
aero, compra-Be e vende-ae madeirts
de todas as qualidades, aerra-se madejras
de conta alheia, asm como se preparara.
obras de carapina por machinas e por pro
jos em competencia Pernambuco.
Drogara
Faria Sobrinho & C, droguista
-.tacado, ra do Mrquez de Olinda n
por
41.
P11LICAC0ES A PEDIDO
Boletim do porto
i
P. M.
B. M.
P. M.
Dia
Horas
20 de Juuhe
*
24 de Janho
2 4 da tarde
7-52
223 da manha
Altura
Comarca do Cabo
uiulheres 5 ; strangeiros 8.
17
5
5
585
Casa de lselen^aoMovimeuto dos pre-
sos da Casa de Detenco do Recite no dia 20 de
Junfeo.de 1888:
Existim 296 ; entraram 5 ; tabiram 2 ; czis-
tem299.
A saber:
Nacionaes 286 ;
-Total299.
Arracoados 264.
Bons 249.
Ooentes 15.
Movimento da enfcrmai :
Teveram alta :
Tbomas Congo.
Francisco da Motta Bibeiro.
TiverBm alta :
Jo-. Manoel de Soasa.
Sersfim Alves da Canha.
Hospital Pedro IIO movimento do dia
20 de Junho, deste estabelecimento, foi o seguin-
te:
Entraram
Sxhiram
Falleceram
Existem
Foram visitadas as respectivas enfermaras pe-
los Drs. :
Ferreira Velloso s 10 horas, Cysneiro as 10,
Barros Sobrinho s 7 3|4, Malaquias s 8 1[2, Pun-
tual s 9.
Cirurgio dentista ama Pompilio,s 7 3(4 ho-
ras.
Phirmaceutico eatrou s 8 Ij2 e sabio s 4
horas.
Ajudante do pharmaceutico entrn s 7 li2 o
sabio s 4 1 [2 horas.
Lotera do Par-A2 pirteda 21* lote-
ra, pelo nvj .lino, cuj premio grande de-----
60:000*000, ser extrahida, segundas-feirs, 25 de
Junho.
Cemllerio PablIcoObituario do da 20
de Janho :
Olympis, Pernambuco, 2 aanos, B5a-Vista, sa-
f mpo.
Osio, Pernambuco, 15 meies, S. Jos; diar
-L.
Idalina, Pernambuco, 10 meies, Santo Antonio;
espas o.
sa. Joanna Maris O. Figueiredo, Pernambuee, 31
aflucs, casada, Uraca ; entente.
Manoel Gomes Barreto, Pernamba;o, 4i annos,
casado, B3a-Vista ; vanlas.
Antonio J. Machado, Babia, 31 annos, solteiro,
B3i-Vista; apoplexia.
Joo Grjnoes, Pernambueo, 25 annos, solteiro,
Boa- Vista diarrha.
Joao Soares, Minas Geraes, 60 annos, 'casado,
Bda-Vista; anasarca. .
Kosa Maa 4 Conceico, Pernambuco, 23 an-
nos, solteira, B6a-Vista; tuberculose.
Francisco Antonio do Nascimento, Pernambuco,
86 annos, cssado, B6a-Vista; anemia.
Manoel da Costa Lima, Portugal, 62 anaoa, ca-
sado, Boa Vista ; hepatite.
Jos Elisiario Ferreira dos Santos, Pernambuco,
36 annos, casado, Santo Antonio; asthma.
Emilia de Franca Mello, Pernambuco, 26 annos,
fugada. Boa-Vista ; sarcoma do ovario.
Dr. Jos Domnguez da Costa, Pernambuco, 40
annos, casado, Santo Antonio; insoffieiencia mi-
Manoel Antonio da Silva, China, 60 annos, sol-
teiro, Santo Antonio ; asthma.
Antonio, Pernambuco, 7 dias, S. Joee; ttano
dos recem-naBcidoB.
INDICARES UTEIS
O Dr. Barros ulmaraes
Pode ser procurado no escriptorio da re-
aaocSo d'eate Diario, ra Duque de
Caxias n. 42, 2. andar.
Advogado
O bacharel Bonifacio de AragSo Faria
Bocha, mudou o seu escriptorio de advo
oaoia para a ra do Imperador n. 22, I
andar, onde ser encontrado das 10 hogj
da man. Ti s 3 da tarde.
O Dr. Milet mudou o seu escriptorio de
advoc&cie, para ra do Imperador n. 22.
Medico
Dr. Barreto Sampaio d consultas de
meio-dia s 3 horas no 1.* andar da caat
a ra "> Burlo da Victoria, n. 51. Resi
deacia rna Sce de Setembre n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Joaquim Loureiro medico e parteirt
Consultorio na ra do Cabug n. 14, 1'
anrar, de 12 s 2 da tarde residencia nc
|iont"ir
O Dr. Alvares ChtimarSes chegado da
corte, dedica se medicina em geral, e
com especiaiidade s molestias do coragao,
palmSes, figaco,, estomago e intestinos, e
tanibera s convulses e outras molestias
dan cri^nfas. Reside pra$a Conde d'Eu,
n. 28, 1. andar, e tom consultorio rus
do Bom-Je&us, n. 45, onde diariamente d
oonsultas do meio-dia a 3 horas da tarde,
asoitan gares. Teiepli- ne n. 381.
O Dr. Matheu* \a% medico, mudou a
un residencia para a ra dos Prea n.
83 A, onde poder ser procurado para o
ex2rcicio da sua profisso. D consalta de
11 horas da manha s 2 da tarde na roa
do Barao da Victoria n. 32, f, andar.
luesto forense
O Sr. Dr.'Milet, no artigo qae publicoa no Dia-
rio de 19 do correte, propez-se disentir a ques-
tao de direito suscitada n s autos de inventario do
finado coronel Perminio MesquiM, a saber : quem
devia eer nomeado inventariante, ai a vinva que
nao viva em companbia de aeu marido e reaidia
neata cidade, ou o filho que aempre acompanbou a
seu pai e resida no mismo termo em que devia
fazer-se o inventario.
Mas, esqnecendo esaa questo, S. S. oceup >u se
exclusivamente com o seu aggravo interpoeto do
despacho qua recebeu a appeliacao em um s ef-
feito.
Antes de demonstrar a improcedencia desse re-
curso, devo cooi franqueza declarar, mesmo para
qae amanhS nao me cnsiderem contradictorio,
que, segundo pens, o despacho pelo qual se no-
meia inventariante nao appellavel : contra elle
apenas pode ser interposto o recurso de aggravo ;
posto que esse recurso nao esteja expresamente
concedido por le, elleacha-se autorisado pela don
trina que eosinam os praxietaa e pela jurispru-
dencia seguida pelo Tribunal da Belaco desta
provincia, que maia de urna vez tem conhecido de
aggravoa interpoatos de despachos idnticos.
N a suioj de inventario do fiuado coronel Joo
de S Cavalcaote de Albuquerque suatentei eita
doutrina : nomeado inventariante o Dr. Joo de
S Cavalcaote de Albuquerque, a viuva, sua mai
D. Mara da Conceico Cavalcante de Albu^aer-
quo, nao cunf jrmundo so com essa nomeaca>, in<
terpoz o recurso de appellaco, do qual nao tomou
conhecimen'o o Superior Tribunal da RelacSo, por
julgar ser elle ioadmissivel, em vista do que en-
sinam Araripe Proa Orph. 4' Parte, Ribas Conso-
lidadlo das Leis sobre o Proc. Civil art. 1515 e
Pereira de Carvalho Proc.Orph., nota 50.
Convm notar que a hypoth-se era a mesmi
que se verifica nos autos do coronel Permioio, pois
bavia apenas a separoslo de facto, mis nao de-
cretada judicialmente.
A deciso, porm, deque appellouo Sr. Di. Mi-
let, foi proferida em aggravo, interposto pelos br-
deiros que se julgaram prejudicados c m a no-
meaco da viuva para inventariante, sendo admit-
tida a prestar juramento e a exercer esse cargo
por procuradores, visto residir neata cidade e nao
poder por si administrar o engenho e es outros
bens situados em Ipojuca.
Tendo sido a deciso de que se appellou, pro-
ferida em aggravo, admiasivel o recurso nter
posto ? Me purec; que nao, atientas as disp)sic3es
do art. 132 (a. iei de 3 de D zembro de 1811 e do
art. 127 do Beg. n. 5618 de 2 de Maio de 1874.
Admittido, porm, o recurso de appellaco, de-
via o juis a que recebel-o em ambos es efleitos ?
Eis a qaeato de que o Sr. Dr. Milet se occupou
no artigo a que respondo.
Principia S. S. afirmando com Ramalho (Inst.
Orph. 145) que, em regra, toda a appellaco de-
ve ser recebida em ambos os effeitos e s txcep
cionalmenta no effeito devolutivo smente ; e isto
se d quando a lei o determina expressamente ou
quando a praxe o tem adoptado.
Em segu Ja diz S. S. qae nao ha lei que, na
bypotbese, mande cu autorisa o juis a s rece-
tor a appellaco era um effdito, invocando nesse
sentido a confisso do juiz a quo na contra-minuta
ao aggravo, o accrescenta que tambem nao ba
praxe ae sentada, como pretende o dita juis, porque
ba ccltecgao dos Bireos cnecntram-se decbss
n'um e n'outro sentido.
Concluindo, 8. 8. dis que a tendencia moderna
no direito proeessual acabar com as app. Ilayoea
em um s effeito e que, nao havendo lei, nem
praxe. PODER TEH LOGAR UM TAL O QUAL ARBITRIO
E ESTE DEVER SER FAV0RAVEL A SUA CONSTITUIMTB,
que conta ae Ihe far mais do qu um acto de jus-
tica, UMV OBRA DE MISERICORDIA 1
Eis em resumo o que dis o Sr. Dr. Milet sobre
O seu aggravo.
Para conhecermos a praxe, nao temos nica-
mente a collecco do Direito : ah se encontram
julgamentos em todos os sentidos, e assim a fonte
torna-se i menos segura. Convm, pois, recorrer
autoridade dos praxistas. O que dizem elles sobre
as appellscoes nos processos de inventario T E' o
que cumpre indagar para resolver a questo sem
arbitrio, sem misericordia, porm de accorlocom
a praxe.
Pereira de Carvalho (nota 59, pag. 64 do l.o
vol. Ed. de Didimo Agapito da Veiga) dis :
Asqui-s':8 suscitadas sobre a nomeaco de
cabeca de casal ( exactamente a bypotbese) de
vem ser decididas sumrnariamente pelo ju-z do in-
ventario, que concede- os recursos legtimos e
SEM SUSPENSAO.
No 3. diz ainda elle : este processo ( o or-
pbaaoiogico) summarissimo; nao ADMITTE RE-
DURSOS ALGUNS SUSPENSIVOS; 1,60 1 nota 7. ac-
crescenta : S auapeuder o progresso do inven-
tario e da partilba o aggravo de p: ticao d.'ntr:
das cinco leguas .. Anda neste ponto poder o
juiz mandar o aggravo pm separado, e sempre o
dever faser quando vir que o dito aggravo fri-
volo e s tendente a demorar. Pereira e Souzi
Proc. Civilnota 65 }.
Eosinam tod s os praxistas, como se pode ver
em Qouvi Pinto Man. do App. pag. 119, Mar-
tios Recursos pag. 176, Loureiro, Man. do App.
pag. 103, etc. que, cas candas de partilba, a app 1-
acao drve ser recebida pdi um e effito. Esta do-
ctrina fondada na Ord.Ho L. 4 Tit. 96 e o Sr.
Dr. Met nao a contesta.
Ora, si a appolla^oiaterposta depois do jnlga-
mento da partilba, devet>er recebida em uou ef-
feito, como se pretend e que, aeoao ella interpoata,
no comeco do processo, do despacho que nomeia
inventariante, seja recebida em brnbos os eff-itoa ?
Qualquer que s-ja a tendencia ni derna do di-
reito pr< ceaaual, inconteetnvel que, emqnanto o
precesao orpban'logico fr, como summarissimo,
nao se cemprebende que as appell*c"s n'i-le in-
t' rp"stas jam recebidas em ambos .es effeito.
S por arbitrio, por mericordia se ppder as-
sim pensar.
Recife, 21 de Junho de 1888
Dr. Joaquim Corra de A raujo.
por eicripto nos autos, quando tive de responder
a saa reclamaco e de sea cunhado :
c O coraco dessa mi ebristi aind- tem para
ambos, apesar da tudo, urna nota de pesara
eompaixo, am sentimento de amor o peedo. >
FicanJo, pois, margem esse3 pontos delicados.
responderei dnente ao qae me pessosL
Disse 8. 8. :
Provoco o Sr. Dr. Milet para que declare
qual o mea adiantamento no espolio inventariado,
sendo considerado calumniador, se nao provar o
que allegou a mea respeito. 8. 8. tal ves e steja
mais adiantado do que eu porque receben 300,
estando o inventario apenas iniciado...
Venho acudir ao appello qae me fes o Sr. Dr.
Mosquita no tpico do sea artigo cima transcri-
pto :
O Sr. Dr. Mosquita recebeu de sea pai para sens
preparativos de casamento aquantis kde 1:000',
conforme o declaroa ofinado a sua mulher, poneos
dias antes de morrer, quando com ella convertou
intimamente em saa propris casa.
Deve constar isto das contas dos commissarios
Canha Irmos & C, referentes a essa data e ser,
liquidado em occasio opportuna.
Recebeu mais desde que formoa-se em direito,
at o.fallecimento de sea pai, ama quantia fixa de
quarenta ou eincoenta mil ria mensaes, o qae
consta da conta correte do3 alludidos commissa-
rios, que seasba em poder de sua mi, nao poden-
do eu precisar j a cifra por nao tel-a presente.
Conseguintemente o Sr. Dr. .Luis Meaquita est
adiantado no espolio inventariar-se em quan-
tia superior a 3:000^009, quantia que ser preci-
sada durante o curso do inventario.
Quanto ao adiantamento do sea cunhado Anto-
nio de Soasa L?o, conforme foi declarado pelo fi-
uado sua mulher, e sabe o perfeitamente b?m o
Sr. Dr. Mcsquita, elle da quantia de 20:000
recebidos na occasio do seu casamento.
Acredito ter assim ra^.adido a provocsco do
8r. Dr. Mesquita.
Quanto ao meu adiantamento ds quantia de
300J000, respondo ao.Sr. Dr. Mosquita com o se-
guinte demoastrativo, provado com os documentos
abaixo transcriptos :
Desposas
Alugnel de cavados 20*000
Ao escrivo Porfirio 80*200
Ao solicitador Melquades 50*000
Portadores trena e telegrammas 35*000
2 officiaes de juatica para urna diligen-
cia no engenbo < Ataliia > >-*- 38*000
No car torio do tabelliao Maranho 12 000
Por ordena de D. Elvira ao seu mulato-
Mano el 15*000
Ao Diario de Pernambuco 90*090
portento collegas de aono... at que am de nos
foi Dtel'S, ficando atrasado...
Nao nos formamos no mesmo anno, certo, por-
que en ae Raeharele em 1880 e 8. 8. se formen,
ereic, em 1881 ou 1882.
Mas sempre ti vemos as melhores relacoes; e de-
vido a isso e a sea 8. 3. genro do cistincto Sr. Dr.
Ambrosio, foi qae ea tive escrpulo de aceitar a
cauta, o que naaaifestei mesmo ao Dr. Joio Au-
gusto.
Disse, outrosisa, o Sr. Dr. Luis Mesquita, que
ea lhe bavia mandado propr e ao sec cunhado
* acabar com a questo s.b a condicio de passar
S. 8. e seu cunhado procurado a mim, para tra-
tar tamben em aeu nome doa termos do inven-
tario.
lato nao serio! Nunca fi, ou mandei faser,
proposta algum ao Sr. Dr. Mesquita e ainda
menos ao sea cunhado.
E' muito cynismo mas eu nao devo estranhar
eoasa alguma em 8. 8.
O que ote parece se ter passado entre mim e
am sea amigo que me procurou, antes de haver
qualquer questo no inventario, foi que eu estava
com as melhores intencoea de harmona, e at po
deria servir de advogado de todos i urna vez que o
nico desejo de minha cotutituinte era fazer com
brevidade as partilhas, e nao ser Itaada.
Mas proposta nanea fiz ; e sproveito a occasio
para declarar que nanea me offereci para advo -
gado de pesada alguma; e desafio que appareca
urna s a quem me houvesse offerecido ou feito
insinuadlo dessa natureaa.
O Sr. Dr. Mesquita allegou ainda qae o Dr.
Manoel Joaquim Silveira lbe havia feito justica,
deixando margem o 3* e 5 tena da carta de D.
Elvira.
O Sr. Dr. Mesquita nao comprehendea o Dr.
Silveira, pois este distinoto pai de familia sabe de
tudo, e sabe mais das inexactidoes que 8. S. pu-
blicou no tocante a nao ter estado sua irm, hoje
casada, cm companhia da sua mi. o que alias era
facto publico e notorio.
Mas admira que 8. S. faca meia justica ao Dr. |
Outroeim, tnbo'Mnba esbsw para moer agora,
quero qae V. 8. mande me 60*000 paca moagem
qae o atsucsr vai aos Srs. Cuaba oomo era de
costuae em vida do finado. As anas ordena fica
qoern De V. 8. attenro e obrigadoJoo Pnfi
no da Rocha Goysnna.
k* poblie*
Comarca do Cabo
Qoestio forense
No Jornal do Recife de hontem eacreveu o 8r.
Dr. Luis Mesquita o seguinte :
. Ainda mais : o Sr. Dr. Milet escreveu ama
aatoriaaco que foi por minha mi aaaignada para
o Sr. Antonio Carneiro de Albuquerque, official de
justica d'esta cidade, homem eatranho minha
mi e a nos e conhecido como incapa Je detempe-
nhar licitamente qualquer comniasao, ser imme-
diatamente encarregado da administrsfo do en-
genho Atalaia com safra pendente de colheita e
assucar para veoder-se ...
E mais adiante accrescenta havendo o admi-
nistrador recebido a quantia de 250*000, e tendo-
me dito os trabalhadores do engenho que o empre-
gado de 8. 8. nao lhea tem pago salario, s ae
ocenpado em estragar os cavalloa de estribara,
jaxendo com elles ausencia de 8 a 10 dias.
Foi, certo, official de justica n'esta cidade
para ter meto* decentes de vida para mim e minha
mulher e teda minha numerosa familia; mas
nunca pratiqu i acto algum na minha vida que
mereca o coaceito que de mim fes o Sr. Dr. Mes-
quita, e sobre minha r.'putacSo eu tenho todas
as pessoas d'esta cidade, sendo que de muitas
dellas son procurador e nunca fiquei c:m um vin-
tem de ninguem...
A maioria dos advogados deste foro pode teste-
munbar a minha honeetidade.
Sei que se tem pedido a diversas pessoas cartas
contra mim para destruir o bom c nceito que de
mim fez o Sr. Dr. Manoel Nicols, que me co-
nbeee, ha muitoe annos, e sabe avaliar de minha
honra e de minbas habilitaces para aervicos agr-
colas : felizmente j algumas pessoas se tem re-
cusado a faser-me injusticas.
Quanto aos 250*000 que recebi para despezas
com o andamento dos servicos do engenho, cuja
safra acabe: de colher, deixando apenas no campo
pouco mais de cem pes de lavradores por nao
teretp estes recursos para moagemdeclaro que
depois que tomei a administrado do engenho, ba
mais de um mes, todos os empregados esto
pagos, exceptuando os servicos anteriores sobre os
qua. s tive escrpulos de pagar.
Esta quantia demasiadamente insignificante
O Dr. Jos Eaygdio GoncaJves Lima declara
e fas sciente quem interessar possa, que ac-
tas I ente seu nico proonrador, e de sua mi e
manos, para reeeber os alugueis dos seas predios,
o Dr. Pedio Alfonso da Mello, com quem se pode-
ro entender os respectivos inquilinos, procuran-
do-o no sea escriptorio ras Duque de Caxias n.
54, 1* andar, ou na casa de sua residencia roa
Pormosa n. 4.
Reeife, 15 de Junho de 1888.
Jos Emygdio Goucalves Lima.
Doces, bolos e ornamentaces
de bandejas para as festivida-
des populares de Santo Anto-
nio, loao e S. Pedro.
Eis-me aqui, mena bons fregueses,
Como sempre hem disposto,
A cumprir as vossas ordena
Com tono przer e gosto.
Na ra de Hortas resido
No numero oitenta e seis ;
Sendo que em qualquer dia,
Prompto abi me encontrareis.
Silveira a qaem, noentanto, declarou que havia de'f'" mcagens que fiz, e remessas de assucar
.. 77TV.__ no todo superior a trezentos saceos de assucar, hoje
destruir as falsidadea do documento n. 3 que
justamente a carta do Dr. Silveira !
Total 330*200
Comarca do Cabo
Qaesto forense
Nao respondo ao Sr. Dr. Luiz Mesquita sobre os
pontos do sea artigo, publicado no Jornal do Re
cife de hontem, nos quaes S. S. alludc s saas re-
lacoes com saa veneranda mi.
Deixo S. 8. sobre elles entregue saa propria
consciencia ; apenas ihe repetirei aqu o qae disse
Ver d'ahi o Sr. Dr. Mesquita que longe de me
achar adiantado son credor do espolio da quantia
de 30 200 !
Diese ainda o Sr. Dr. Mesquita :
Tenho, empregado todos os esforcos para
minha mi faser o inventario de accordo cotnnosco,
por m l aconselhaia e nao saber dirigirse na so-
ciedade convenientemente, ella se tem recusado
intervenyo dos parentes e amigos que foram de
meu pai, a ponto de oceultar-sa de nie dos qae a
proeuravam, e mais abiixo accrescentou as
informacoas qu; fmecemos ao nosso advogado
tao todas verdadeiras e dellas podsrei juntar docu-
mentos. *
E', pois, 0,Sr. Dr. MeaquiLa ijugqi dclar o po
blice que ana mi nao saba dirigir-se conveniente-
mente na sociedade 1 E no entinto estranha qae
eu hou7esse dito que 8. S. e seu cunhado haviam
usado at de falsidadea e de armad indecentes
contra sua me e sogra !
Por ventura a aliegaco do Sr. Dr. Mesquita, que
acim ficou transcripta, de um filho para com sua
mi, urna arma decente? 1
Ser porventura decente que um filho v sondar
o espisito altivo de um medies coasciencioso, com
iotuito de declarar este que sua mi desasisada? !
Felizmente esse homem de bem lhe dea urna
formal recusa, pus conhecia esabia aquilatar das
excellentes qualidades de to distincta seohora,
apenas descoahecidas per seu filho !
Eu poderia declinar o nome desse medico qua
to dignamente assim procedea ; mas dirci sim-
piesmente que elle foi medico assistente do fi
nado Perminio e teve occasio de communicar
com D. Elvira, quando o finado esteva aqui na ci-
dade, em companhia de sua mulher, antes de seguir
para o engenho Catende, de propriedade de sea
genro Antonio de Soaza L ;o, onde fallecen ; sendo
digno de notar-se que, nas.vesperas.do fallecimento,
o finada Perminio chegoa a vestir-se para vir para
esta cidade morrer em companhia de saa mulher ;
o quj nao realisoa-se por haver elle, na occasio
de sahir da cas, sido accommettido de am ataque
que foi de fatal desenlace.
Espero que o Sr. Dr. Mesquita nao me obrigar
a declinar o nome do medico.
Si o Sr. Dr. Luis Mesquita entende qae saa digna
mi fraoa de espirito a ponto de nao saber diri-
gir se convenientemente na sociedade, tem 8. 8. em
suas moa o meio de remediar qualquer desgraca
que lhe esteja imminente: requeira sua interdicto,
o que preporoionar occasio para am exame medi-
co; mas antes disto nao tem o direito de iojurial-a
Porque 8. 8. nao requer o exame ?
- 0 txame com toda a certesa seria o mais solemne
desmentido de todas as su s afirmativas e quem sa-
be ? Talves o mesmo. nao acoatecesse] a S. 8. em
quem seafossj feito algum exame, seriam os mdicos
obrigados a reconh:cer Bymptomas de.imbecilidade
congenila ou qualquer ontra entidade mrbida.
Disse ainda S. S. que sua me oceultava-se para
nao reeeber 8. 8. ou ontras pessoas que a proeura-
vam.
E' mais ama falsidade de S. 8.
A Exma. Sra. D. Elvira recebeu cm sos casa a
diversas peseas que a pr.curaram para esees ne-
gocies. Entre ellas o Dr. Ambrosio Machado, o
honrado Sr. Barao de Granito, o Sr. Antonio
Nunea Ferreira Coimbra, socio da firma Cunha
Irmos & C, todos os quaes foram pedir-lhe para
n tirar-me de seu dvogads e procurador... Ella
recusou isso a todos elles, taes tinkam sido as ajo -
vas de attencao e respeito do Sr. Dr. Luiz Mesqui-
ta para comsigo 1
E' certo que D. Elvira estove tres dias em casa
de amas suas parentas ra da Unio n. 3, as quaes
tambem sao parentas do actual presidente do Rio
Grande do Norte.
E o Sr. Dr. Luiz Mosquita sabe perfeitamente o
motivo, pois que este facto teve lugar, quando 8. 8.
entrn em casa d-.-Ua como um tigre... e ento ..
ella teve mdo...
A afirmativa do Sr. Dr. Mesquita nests parte
to verdica, quanto o naquella em que 8- dis que
en nunca o conbeci seno de vista !
Eu matriculei-me na Faculdade de Direito do
Reciru em 1870, e na lista dos estudantes desse
anno fi;ura o aern-J do Sr, Dr. Mosquita. Foms
Felizmente o Sr. Dr. Luiz Mesquita j est re-
cuando e procuraudo explicaooei para a proposi-
cito que aventn da oo existencia de relacoes
entre a sua digna mi e o finado sea pai.
8. 8. declara qae a especie de relacoes, a que
referio-se, deve ser entendida, como relacoes de ne-
gocio. E neste sentido fez publicar u na carta dos
Srs. Cunha Irmos & C, na qual estes honrados
negociantes, respondendo ao 6 queaito da carta de
S. S. concebido nos seguintes termos : < Se meu
pai durante o lempo qae foi committente de V v. Se.
entretinha com minha mi relacSes de negocio, se
escrevia-lhe por intermedio de Vv. Ss. etc., de-
clarara que nao lhes consta cousa alguma a tal
respeito.
Na verdade o Sr. Dr. Mesquita pretenden ca-
coar com os espirites serios.
Qae relacoes de negocios pio existir entre mu-
lher e maride, a nao ser a obrigaco em que est o
marido, como chefe da familia, de conservar teuda e
manteuda sua mulher, fornecando-lhe tudo quanto
ti i precise, urna ves que durante a vida do ma
rido elle o administrador da pesai e bens.da
mulher ?
Ora, D. Elvira viva em casa da casal, teuda e
manteuda por seu marido, o qual com ella eo-habi-
tava, quando vinha para ata airarle e lhe fornecia
todo quanto ella precisava para si e seus tilbos.
que comsigo viveram.
*Em respoata, portante, ao 8r. Dr. Mesqu Ha, e
para eslarecimento do tpico da carta dos Srs. Cu-
nha Irmos & C fajo publicar a s.'guinte carta
doa meamos Srs. Cunha Irmos & C.
que nao ae tem mais bracos escravos
Devo apenas as ferias da semana paseadade
frete de asaucar, madaira e cipo.
Quanto a diser o Sr. Dr. Mesquita que S. 8.
nao me conhecia e nem era eu conhecido de sua
mi tenho a dizer aimplesmente isto :
Sr. doutor.Eu conbeco S. S. desde o tempo em
que S. 8. c-siudava, vivendo em companhia de sua
mi a Exma. Sra. D. El ir;;, a quem vi por
muitas veses S. S.. tratar mal, com gritos e in-
juriase sobre isto posso at jurar,
Reeife, 21 de Junho de 1883.
Antonio Carneiro de Albuquerque.
Illm. Sr. Dr. Henrique Milit.Presente. Em
resposta ao que nos pergunta temos a dizer que a
Exma. Sra. D. Elvira de Paula Mesquita, viuva,
do commendador Perminio M .'squita, recebia em
Vida do masmo a quantia de 200*060 mensaes e
em Miio fiado, recebeu igual quantia para sua ma-
nutencao.
Pode V. S. asar da nossa respoata como lhe ap-
prouver.
De V. criados attenciosos e obrigados. Cunha
Irmos & C.
(Reconhecida a firma),
O 8r. Dr. Mesquita pretenden ainda faser scre-
ditar qua S. S. estava na direccao do engenbo Ata-
jis, quando seu pai adoeceu.
E' falso. O dscumento sob n. 6 prova o contra-
rio.
E assim sapponho ter esclarecido o publico so-
bre o artigo do Sr. Dr. Mesquita.
A 8. 8. nao respondo mais, porque tenho de si
eompaixo e desprso suas invectivas.
Recite, 21 de Janho de 1888.
Dr. Henrique Milet.
DOCUMENTOS
N. 1
Recebi do Dr. Henrique A. Milet, a quantia de
oitenta mil e duzentos ris f80*200j importancia
de ama diligencia feita ao engenho Atalaia, para
serem deecriptos os bens do finado Perminio Fran-
cisco do Paula Mosquita, e de um vivar de auto-
risaco. E como fico entregue paseo o presente
e assigno.
ViHa de Nossa Seubora do O' de Ipojuca, 9 de
Maio de 1888.
O escrivo de orphos,
Porfirio Alves da Silva.
N.2
Recebi do Illm. Sr. Dr. Henrique A. de Albu-
querque Milet, a quantia da vinte mil ris pelo
alugnel de dous cavallos para urna viagem a villa
de Nossa Senhora do O' de Ipjjuca, por espaeo de
tres dias.
Cabo, 21 de Maio de 1888.
Manoel Duarte Vieira.
N~3
Recebi do Sr. Dr. Milet a quantia de dezenove
mil ris (19*) do trabalhj feito no engenbo Ata-
laia do termo de Ipojuca, sendo estas custas s de
minha parte.
Recife, 19 de Maio de 1888.
O official de justica da diligencia,
Candido Elias das Neves.
N?4
Recebi do Sr. Dr. Henrique Augusto de Albu-
querque Milet, a quantia de 19*000, para entre-
gar ao official do juatic* Jos' de Albuquerque
KtrrAo p-ia diligencia que como offiuial de juati
O* Candido Elias das Neves fizeram no engenbo
Atalaia do termo de Ipojuca.
Recife, 22 de Maio de 188S.
Melquades A itunes de Almeida.
N. 5
Recebi do Sr. Dr. Henriqae Milet a quantia de
50*000 para occorrer s desposas com o an la-
mento do inventario de Perminio Francisco de
PauU Mosquita.
Melquades Antunes de Almeida.
uolieitador.
N. 6
Illm. Sra. D. Elvira Liopoldiua, Atalaia, 23
de Maio de 1888.Muito estimo a sads de V. S.
Eu abaixo assignado assignado desde que o seu fi-
nado m trido sabio daqui deste enganho, ao dia 24
de Feverero que fiquei aqui olbando para seus
interesses, e at hoje ainda estou. Como agora
acha-se aqui o 8r. Carneiro, perguuto a V. 8. se
contino ou deixo de continuar.
H. f
A tsica S o nove espanta !... A tsica !
E' como dizer : a morte por pollegadas, urna
urna ; a uissoluco do corpo e da vida, dia por dia,
hora por hora, e afinal, por minutos, por instantes,
isto no tempo ; na materia ainda peior : a disBo-
lncao por libras, por oocaa, por-graos, por atemos,
por molculas, at se sentir apagar como urna
faiaca !
lato chumad os mdicos o periado terci rio, isto
, o periodo sem esperanca, o periodo ujortsl e
fatal.
Pois bam, ee mesmo j i no segando periodo em-
prega-se sem interrupeo a Emulso de Laoman
& Kemp, nao ha perigo de que chegue o terrivel
terciario ; e ccm> cando no primario questo de
poneos das e de poucas garrafas o curativo radi-
cal da molestia.
Isto um facto provado, demonstrado e irrecu-
savel.
Se existe um remedio para a tsica aindi no seu
atado mais perigoso, este remedio a Emulso de
Oleo de Pigado di Baealho de Laoman & Kemp,
a qual preparada com u ui ..a pnm A No-
ruega e os bypopbospbitos de cal, soda e potases
segundo es principios mais acabad;s do sciencia.
Pernambuco
AOS SRS. MDICOS E A DIGNA CLASSE
PHAKMACETICA
As velas Berthaud, contra as molestias
do apparelbo genito urinario, tero, retro,
fstulas, hemorrhoides, etc., sao o medica-
mento mais adoptado actualmente e por
isso indispenaaveis as pharmacias, hospi-
taes e casas de sande. Nao sSo de for-
mulas secretas, ao contrario, pelas sub-
stancias empregadas e doaagem certa, o
facultativo fica desde logo habilitado a
julgar do seu valor. Os depositarios Bar-
tholomeu & C, em Pernambuco, ou o
abaixo assignado, remettem quadros e
prospectos com ezplicacS^s
E. Paulo de Freitas.
Deposito geral no Rio de Janeiro.
A quem sotTre da larynge
O Sr. JaSo Custodio de Andrade J-
nior, fazendeiro em Santa Victoria, (Rio
Grande do Sul), havia j mezes que soffria
de urna forte e incomroodativa roaquidao.
Uaou varios medicamentos sem proveito, e
finalmente oPeitoral de Cambar rea-
lizou a cura, conforme se deprehende da
declarasao aeguinte :
c Eu abaixo assignado declaro, para
bem de todos, que, tendo estado doente,
por mais de tres mezes, de urna forte rou-
quidSo, e depois de ter usado muitos reme
dios, sem o menor resultado favoravel, tive
a feliz lembranca de recorrer ao conhecido
peitoral horneejpat6ico de ca abar, do
Sr. J. Alves de Souza Soares, de Pelotas,
e em peucos dias urna cura radical se ope-
rou em mim.
t Outrosim declaro e atiesto, qua todas
as pessoas a quem tenho aconselbado o uso
de tao benfico medicamento, sao cor-or
des em decsntal-o e tambem em acooaa
lhar sua roceita.
o Santa Victoria, 29 de Novembro de
1876
Joao Custodio de Andrads Jnior.
Dr. Eduardo Silveira
de volta de ana viagem corte contiua
no exercicio de sua profiseo
ConsultorioRa do Imperador n 42.
Residencia-Ra da Aurora n. 47.
Telepbone n. 266.
ELD R0RK"& G.
31 (.c;it Si. Ilelens
LOXBO >. C.
R elvent consignaron de pro-
daits o marobaadises puur ve ote sur les
marches angUis et americain 2 % de
commisaion.
Eiecntent rdres pour. tontea es-
pfe.-ea de marchandias.
SE CHABGE d'operations do banquff et fl-
resinance.
Mudanza de residencia
A Baronesa d'H.rpent tem a honra de comaiu-
niear s familias de unas disci(ul, que mudou-
se da ruado Hospicio para a de Riachuelo u. 16,
cara da familia de D. Isabel Tompson.
Mais perito no trabalho
Da minha predileccao ;
Doces, bolos, faco muitos
Com limpeza e perfeicSo.
Nlo devo fiaar margem
Pois eu aou to conhecido :
E por isso bem confio
Que nao serei esquecido.
Contino como d'antes
A fazer especiaras,
Taes como finos podios,
Semio e mais culinarias.
P3o-de-! e papos d'anjos,
Pastis feitcs com cidrao,
Toucinho ou manjar do co
E empadas de carnario.
Preparo tambem bandejas
Com, ou sem allegme ;
Bolos grandes e miudos
E os disponho em symetrias.
Tudo faj nesse genero
Que se me encommendar
Sendo mdico nos presos
E activo p'rs nlo faltar.
SSo essesos mens ser vigos
Que os prestarei de bom grado
E para este fim me offerego
Para all aer procurado.
Depois de orna tal resenha
Referente a culinarias
Cumpre turnar bom patente
Qu; 89U eu o


Zacharias.
IGUAUSSU'
Dr. Paes Barreto
PROMOTOR PUBLICO
Advogado
E
Dr. Alfredo Gaspar
EspeciaiidadePar tos,
e creancas.
Residencia-
andar.
molestias de senhoras
Ra da Imperatriz n. 18 primeir
Telepbone n. 32G

S
7
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Balthazar da Silveira
Especialidades-febre8, molestias das
enancas, dos orgos respiratorios e das
senhoras.
Presta-se a qualquer chamado para
'ora da capital.
AVISO
i
Todos os chamadas de vem ser dirigi-
dos pharmacia do Dr. Sabino, ra da
Baro da Victoria n. 43, onde se indicar
sua residencia.
HOMEOPATHIA.
DE
CATELAN F&ERES
) GLBULOS, TKTUBAS, CABTEIBAS,ETC.
Vende sena botica francesa
22= BA DA CBCZ=22
l
Eduardo Gadault
Retratista
Aieller, ra Barao da victo-
ria a. 1. Ia andar
Iocombe-se da execuco de todos os
trabalhos concernentes sua arte, as-
sim como lecciena em desenhos e pintu-
ra.
Dr, Barreto Sampaio, medico ocu-
lista, ex-chefe de clinica do Dr. de
Wecker, d consultas de meio dia s
3 horas da tarde, no 1. andar da casa
n. 51 ra do Bro da Victoria, ex-
cepto nos domingos e dias santificados.
Residencia ra Sete de Setembro n.
34. Entrada pela ra da Saudade n. 25.
Leonor Porto
Roa do imperador
Io andar
J&i
Contina a executar es mais figuriaos recebidos de Londres, Pans,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perf. ic* de costuras, em
brevidade, modieidade em preeos e fino
gosto.
i-



"1
ata
VaVl


iario de Pernambuco--
feira 22 de Junho de 1888
Ao publico e com especialidade
ao corpo do c*mm rcio
O Dr. Jos Emygdio Goncslves Lio
por si, na qaalidada de filho legitimo do
finado Jos Antonio Googalves, e como pro-
curador de ssu irmao Francisco Leopeldino
Qonoalvaa Litna e de aua mai D. Leopol-
dina QonoaUea Lina, tactor do sea irmo
menor Manoel Goncalves Lima, declara e
fai publioo qaem interessar possa e com
especialidade ao corpo do commercio d esta
e da provincia das Magdas, onde sen fi-
nado pai teve transaccB-s oommerciaes,
que desde o dia 3 de Maio do correte
anoo se acha dissolvida a sociedade que o
dito sea finado pai tinha na villa de Porto
Calvo, sob a firma social de Joao Goncal-
ves Agr A C, por aooordo amigavel cele-
brado entre os herdeiros do mesmo finado
e o socio sobrerente Jlo Goncalves
Agr, e julgado por senteos do juiz de
dereito daquella comarca ficando d'aquel-
la data em diante todo o activo e pasaivj
da mesma sociedade a cargo do ex socio
Agr, e os herdeiros do dito fiaado coai-
pletamenti exonerados de qualquer respao-
sabilidade proveniente da mesma sociedade.
Recife, 15 de Janho de 1888,
Jos Emygdio Goncalves Lima.
Sociedade Promotora da Coonisa-
Podemos assegurar (8)
InfeliamenU bem oommum, na corte
nesta provincia,
ama molestia terrivel, co-
ndecida pelos nomes de tsica, oonsump-
c5o, doenca do peito, etc
Nao pretendemos afirmar que o Peito
ral de Cambar, deseoberta do Sr. Soarea,
de Pelotas, cura todas as tsicas, porque
at hoje tem sido mpossvel curar este
molestia, quando chegada ao ultimo perio-
do ; porm, podemos assegurar que todos
os doentes que usarem do Peitoraj de Cam-
bara, no primeiro e segundo periodo, logo
sonarlo, com toda a oerteza, grande all
vio e depois a sua cura completa, por meio
de um tratamento prolongado e persis-
tente.
c Petoral de Cambar nao limita a sua
a?c5o benfica s doencas do peito : cura
tambem muitos defluxos, bronchites e tos-
sos que, as mais das vees, quando des-
prezadas sao a causa das affeecSes pulmo-
nares.
Este poderoso remedio cha-se venda
em casa dos agentes e depositarios geraes,
os Srs. Francisco Manoel da Silva & C,
roa do Mrquez de Olinda n. 23, e
20500 o frasao, 130000 meia duziaj e
240000 a duzia.
0o e
A directora d'esta Sociedade, faz publi
co para conhecimento de quem interessar
posa*, que se acba habilitada a prestar
quaesquer informases ou esalarecimentos
aos Srs. agricultores que quizerem iotro-
dazir immigrantes as fazendas e estabe-
lecmentos agrcolas da provioncia, indi
cando-se-lbes os favores que o Governo Im-
perial concede em tl caso, e o modo pelo
que devem dirigirse para obter o numero
de trabalhadores de que nsoessitarem.
Todos os pedidos de informales, bem
como os dos estraiigei'ros establecidos
n'esta provincia, que desejarem a vinda de
parentes com destino a Uvoura e indus-
trias, devem ser dirigidos a secretaria
d'esta Sociedade, n'esU oidade, ra do
Imperador n. 34, 1. andar, onde adiarlo
os interessados sempre quem Ibes forneca
os esclarecimentos necessarios.
Recife, 7 de Junho de 1888.
O presidente,
Visconde da Silva Loyo
O secretario,
Vicente Nunes Tavares.
Frederico Chaves Jnior
HO3KE0PATH.1
39=Rua do Bar3o da Victoria=39
PRIMEIRO ANDAR

Dr. Coelho Leite
Participa a seus clientes e amigos qu
tem seu consultorio na ra Duque de C*
xiaa n. 57 1 andar, onde ser encontrado
de 12 s 3 da tarde todos os di as e
reside provisoriamente na ra do Hospita
Portuguezn. 14.
DtULARACES
EDITES
(i
< AKova Tork *
New York Lifa Insurance Compaoy.
Cimpaahiu Mutua da Sgar.os da Vil i e Mon
te pi dos Estalos-Unidos da A-nerica.
Fondada em 181543 annu de prosperidade !
nica Coaoanhia de Sjguros da Vida estran-
geira autoris!. a fuaecionar ni Imperio da Bra-
sil.
Capital cerca de cen'.o e selmi' *'- -' ^ntus
aeren
Renda annual cerca da quarenta mil nonios de
TtU.
Deposito na corte no Thesouro Nacional.
D tenias tontos 4e riis.
Mais de du .entos mil cantos de riis pagos a vi-
vas e orphos e proprietaro de apolices desde ana
fundaco.
Cerca de seiseenlot cantos de ris pagos no Bra-
sil a herdeiros de segurados em cerca de 5 aoaos
Mediante ama pequea ajinan aaaaalmeate (o
premia na idade de 35 aun ja casta cerca de 40*
por anno porcada oonto de riu segurad o) pode cada
um caatituir imnediatamente a a capital para saa
familia no caao de marte no para si proprio se che
ga ao prazo esoolhido.
Para prospectos e informaco a oa o 8r. Tneo-
doro Christiansen carreapndente representante da
Companhia em Pernaasbaoo u coro Julio Ouima-
r&es agente viagante da Companhia, da ptssagem
por esta capital, qoa pie ser encontrado noes-
ciptorio d'aqnelle seuhor.
Dr. Silva Forreira
Medico e par'eiro, com pratica em varios hos-
pitaes da aropa as especialidades de molestias
de senhoras e da pelle, d consaltas na roa da
Cadeian. 53 1.a andar, de 1 s 3 horaa da tarde
e reside na roa do Conde da Boa-Vista n. 24 I.
Telephone n. 412
B0M1EBC10
Balsa 30111 tsereitsl
Gotav*524 ofmciabs da jokta dos cob-
EK.TOB8
Recite. 31 de Junho de X888
Apolices pro?iociaes de 7 0(0, do valar de 1:000,$
1:035/000 cada ama.
nia hora da bolsa
Veoderam-se :
4 apolices provinciaes.
<. oresidente,
Angosto Pinto de Limos.
O secretario,
Pedro Jos Pinto.
Hovimento banearie
CITB, 81 DI JUNHO D> 1388
-RAG;A O KECIPB
Os bancos mantiveram a mesas tsza de bontem,
24 3/4 d. sobre Londres.
Naiacinscou em papal puticalar.
O mareado fechon firma.
PBACA DO BIO DE JANGIKO
Papel bancario, 24 3/4 d.
As tabellas expostas aqu ioram estas :
Do LoscxM Bau :
SO djv i vista
ondres....... 24 3/4 241/4
?ris........ 384 387
italia.......... 387
2tmburgo...... 476 479
'ortagal...... 214 216
-lew-York ..... 2*040
Do IsrrasiuoiosaL '
W di vista
-jadroi....... 24 8/4 24 1/4
Paxis........ 384 387
Italia.......... 387
Samborgo...... 476 479
Lisboa e Potto..... 211 216
?resies aidades de Porta-
g1- ........ 221
lew-York...... 204'J
Oo Esmlih Baac
90 djv vista
ijmdna....... 24 3/4 24 1/4
Pana....... 384 387
Italia........ 887
riimbnrgo...... 4TS 479
Usboae Posto..... 114 16
rnaoipaes dades de Porta-
D. Jos Pereirada Silva Brros, por mere
de Deus e da Santa S Apostlica, bispo-
de Olinda, do oonselho de Sua M tade o Inperador et.
Aos Bevdma. conagis da meia-prebeida da Ca-
thedral de Olinda aaade e pas no 8anh>r.
Cjmo presentemente es te ja vaga urna cadeira
deprebaoda ioteira da ooaaa Santa Igreja Catbe-
drat por :n.re ot'uril do sea ultimo possaidor,
conego Joaqaim Ferreira doa Santos, pomoa a
coneurso pelo presente edital a referida cadeira.
Oa Bevdms. coneg^sde meia-prebanda da nossa
Cathedral da Olinda, qaa quiserem te oppr esa
cadeira de prebenda iateira, airesentem-se dentro
d" praao de trinta dias, a contar .deata data, com
os seas reqaerimeatos instruidos das habilitacSes
exigidas pala leeislacio que rege a materia e
mais documentos em sea favor.
E feito o concurso, propiremis a Saa Magea-
tade o Imperador tres dos mais benemritos e
dignos, conforme os Sagrados Caonea, Cone.
Trid. e oatraa disposicoss.
D.do e passado no Palacio Episcopal da Sole-
dad-1, sos 18 de Jonho de 1888.
Eu, padre Valeriano a'A'ieluia Correja, eecrivo
da Cmara Ecclesiaatica, que o escrevi.
Arcediago Dr. Luii Francisco de Araujo,
2" governa lor do bispadoem ezercicio.
4* Secgilo :Sacretaria da pcesid*uoia
de Pernambuco, em 18 de Jonho de 1888-
De ordem do Esm. Sr. Desembarga-
dor presidente da provinsia, convido os
autores e editores da capital, das cidades
e localidades do interior desta provincia
para que se dignero de enviar esta se-
cretaria um exemplar dos peridicos, bro-
cburas, folbas avulsas e estampas, de que
trata o offi'io infra transcripto do director
do archivo publico do Inperio. Pedro
Fmutflsju Correa deUliveira.
N 86.CircularArchivo publico do
Imperio. Rio do Janeiro, 25 de Maio de
1888.
Illm. e Exin. Sr. Das-jmdo colligir,
para serom guardados neste archivo co-
mo apreciaveis documentos historeos, fa-
llas avulsas e estampas que se tenhsra oo
cupado da gloriosa lei de 13 do correte
que extingui a eser-.vidSo no Brazil, e
dado noticia das manifestacSea de regosijo
publico em qualquer oidade ou villa dessa
provincia pela promulgado da mesma lei,
tenho a honra de rogar a V- Exc. se dig-
ne de fszer com que a Grazeta Offiaial so-
licite do patriotismo dos redactores ou au-
tores de taes publija^3:s a remesas de un
exemplar, ou directamente a esta reparticjto
ou por intermedio da secretaria dessa pre-
sidencia.
Agradeoendo sinceramente a V. Ex; o
benvolo acolbimento que prestar a easa
mioha rogativa, tenho a honra de apre-
se atar muitos protestes de estima e couside
racao pessoa de V. Exc, quem
D;us guarde. Illm. e Exm Sr. pre-
sidente da provincia de Pernambuoo. O
director, Joaquio Pires Machado Portella.
Thesouro Profiucial
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector desta re-
partioo, faoo publico que no dia 21 de eorr nte
mea paga-Be j classa das professores de 3* entr-
ela, e ao dia 22 (sczta-feira) aos de S," todo com
relacio ao mea d" Maio prximo fiado.
Pagadoria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, em 20 de Janho de 1888.
O eacrivo,
Silvino Antonio Rodrigues.
O procurador dos feitos interino da
Faaenda Provincial, tendo racebido do
Thesouro Provincial a relayio abaixo tran-
scripta dos oontribuintes da Companhia Re-
cife Draioage, da freguezia de S. Jos,
que deixaram de pagar os seus dbitos no
praso legal, relativos ao 2o a 'tneatre do ex-
ercico de 1884 a 1885, declara aos meemos
contribuintes que lhes fca marcado o pra-
zo de 30* dias, a contar da publicarlo do
presente edital, para reoolherem Recebe-
dona Provincial com guia da aecQao do
Contencioso, o que se aelmem a dever,
certos de que, fiado aquello prazo se pro-
ceder a cobranza judicialmente.
Racifr, 24 de Abril de 1888.
O procurador dos feitos interino,
Peiro Jos dt Oliveira Pernambuco.
Re>ac3o dos contribuintes da Racife Drainaga da
freguesia de S. Jos, relativo ao 2* semestre do
exercicio da 1884 a 1885, que deixaram de pa-
gar os eeua dbitos no praao legal.
Jardimn. 38. Mara Olympia de Ol-
vei a Cyrillo 15*194
Porte n. 31. Mara Felippa do Carmo
e outra 15*194
Aotonio Henrique a, 23. Mara Joanna
do Carmo \ 15194
Dita n. 15. Mar i a Josephina Dibiarcq 15*191
Santa Sitan. 22. Mame! Fer.eira An-
tones Villaca 15*191
Dita n. 48. Manoel Martina de Amo-
tim Saita Bita 18*072
Lfita n. 62 Mara Candida do Reg 15*194
Dita n. 08. Manoel Jos de Mattos 27*7j5
Dita n. S D. Manoel Jj6 de Mattos e
outro
Dita a. 83. Manoel Ferreira Antun?s
Villa?a
Dita n. 95. Maximino Jos de Barros
e outro
Padre Munix
dida Qoaca'ves Ferreira
Vidal de N'reros n. 64 Raymunlo
Nogaeira da Costa
Dita n. 154. Rufino Coriolaao da
CosU
Dita n. 168. Rita Mara da Natividade
MsgalhSs
Travessa do Prate n. 7. Rajmundo
Nogaeira da Costa
Lomas Valentinas n. 47. Secaadino
Heleodoro da Cu una
AseampcAo n. 32. Seraphim Clnente
de Sju e Silva
Padre Fbriano n. 22. Sebastiio Jos
Gomes Peana
Dita o. 41. Seraphim Clemente de
Soasa e Silva
Santa Rita n. 46. Sil vera Rita do
Rosario
Marcilio Dias n 108. Theresa de Jess
Asevedo Vianna
Lomas Valentinas n. 45. Theodoro
Antonio de Jess Borges
Imperial n 49. Tbomas Antonio Grai-
maries
Palma a. 92. Tberesa Aanunciada
Villar Maia
Largo do Mendonca n. 86. Theonilli
Curreia da Lima
Santa Cecilia n. 55. Urania Paulina
das Virgens
Dita n. 5 Umbelina Domngues do
Espirito-Santo e oatra
Nogaeira n 40. Vctor Praxedea de
Mello
Igreja de Santa Rita
Secco do Contencioso do Thesouro
20 de Marco de 1888.
O 1 eacripturario,
Caetano otaria de Par.a Neues.
15*194
15*191
1594
15*194
gal. .
Iba dos Acores
!ha da Madeira
<5-V"rk .
221
224
221
MOtt
Jttlta^tt* de Hssjiicur
aii 21 db junho db 1888
i AtsooiaoSo Commercsal Agrcola, registrn os
jrcocs abaixo, pagos ao agrieullor, por 15 kilos :
Turbina pulverisado.
lrn?o 3.* superior .
c 3.* boa .
s 3.* regalar .
-.asnos ....
vassivadj porgado .
broto.
ietame v .
2*000 a 2*100
2*200 a 2*400
2*000 a 2*200
1*600 a 1*900
1*500 a 1*600
1*40 1 a 1*500
1*160 a 1*200
*800 a 1*000
NotaNao ha cctacSo para os asaucares baixos
a hmidos.
Colarlo de Igodiio
H 21 DH JUNHO DI 888
Nao conatou vendas.
tradtaa de ssuear e al*j*dSo
EEZ DE JUNHO
ASSCAR
Entradas
arcccas...... 1
Animses...... 1
Via-frrea deCsraar. 1
Via-ferrea de 8. Francisco 1
Via-ferrea do Limoeiro 1
Soturna
ALQODO
Enttedas
Barcacas......1
Vapores......
Animaes......1
Via-ferre de Caruar 1
Via-ferrea de S. Francisco 1
Via-ferrea do Limoeiro. 1
Somma
Das
& 20
i 21-
18
19
19
Dias
20
20
i ai
4 18
19
i 19
Saceos
4.795
263
1.190
19.538
38
25.824
Saccas
756
3.197
6 412
168
1.860
1.244
13.137
n. 38. Manoel Jos da
Silva Marques
Travessa da Praia Nova de Santa Rita
o. 15. Mara Ignacia da Fonseca
Banks 15*194
Dita n. 17. A mesma 15*194
S. Jos n. 4. Mtnoal Joaquim do Es-
pirito Santo 15*194
Dita n. 48. Minoal B.-s.-rra djs Su-
toa 15*194
Dita n. 58. Mano:! Ferreira Antones
Villaca 15*194
Dita n. 51. Manoal Ignacio de Arroda 15*194
Pescadores n. 28. Mara Josephina Du-
bjuroq 15*194
Imperial n, 13. Manoel Antonio de
Alcntara 15*194
Travessa da Matriz n. 3. Mano 1 Pe-
reir de Magalb^s 15*194
Dita a. 5. O mesmo 15*194
Dita n. 7. O mesmo 15*194
Travessa de S. Jos n. 14. Miguel
Francisco de Soma Rago 15*191
Dita n. 16. O msamo 15*194
Dita n. 18. O meamo 15*144
Traversa do Peixito n. 23. Maiia Ma-
lina de Moraes Carvalho 15*194
Vinte Q latro de Maio n. 37. Manoel
Barbo da Silva Villar 15*194
Coronel Suasauoa n. 172- Luis Pi r ira
de Paria 15*194
Dita n. 51. O m. oua n. 53. O nesmo 15*194
Dita n. 169. Luisa Francisca de
Souso 15$194
Aaaumpc-io n. 10 L;, j; lai T.tj Lu- 9
reiro 30*389
Jardim n. 32 Leonor Romeiro de Al-
buquerque 15*194
Santa C-.cilia o. 3. Luis Pereira de
Para 15*194
Paseadores n. 31. Ljonidas Tito Lia-
reiro 15*191
Santa Rita n. 52. Liisa Benedicta
Fernandas l* 94
Travessa do Po^inha n. 23. Nicolao
Machado Freir 15*191
Forte n. 6. O meamo 30*389
Marcilio Das n. 135 Ordem Terceira
do Carmo 15*194
Limas Valentinas n. 63. A mesma 18*072
Vidal de Negreiros n 52. A mesma 15*194
Padre Floriano n. 16, A mesma 15*191
Dita n. 18. A mesma 15*194
Dita n. 9. A mesma 15*194
Chrstovao Culombo n. 15. A mesma 15*194
Jardim n. 29. A mesma 15*191
Palman. 76. Pedro Emilio Roberto 15*191
Dita n. 78. O mesmo 15*194
Dita n. 80. O mesmo 16*194
Padre Nobrega n. 26. Pedro A ureliano
daC-usMumx 15*194
Padre Floriano n. 29. Pedro G.mes da
Costa e outros 15*194
S. JoSo a. 11. Rita Mara de Moraes
Pimentel 15*191
Palma a. 94. R-sa Alex:udrina Fer-
reira da Silva 15*I!'4
Dita o. 96. A mesma 15*194
Mrquez do Herval n. 133. Rosa Can
15*194
15*194
15*194
15*191
75*973
15*194
15*194
15*194
38*738
15*194
16*393
15*191
15*194
15*191
6*954
15*194
15*194
15*194
54*500
Provincial,
Vapor despachado
Vap. ing. Borgbese, para :
Huil: 8.912 saceos com tarecos de algado.
Carreg. Julio Foerstemberg.
l'auta da tkTaadega
saotaju ua 18 a 23 di junho b 18j8
LVide o Dimrio de 17 de Ju abo
.lavlos carga
Barca norueguense Imacjs, para Liverpool.
Barca sueca Bielder, para Bltico.
Lugar ingles Viola, para Estados-Unidos.
Lugar nacional Juvenal, para Rio Grande do Sai.
Lgr portagaei Bento de Freilas, Para o Poito.
Vapor mgiiz Caxton, para Liverpool.
Vapor ingles Maranhense, para- Liverpool.
\av os descarga
Marca norueguense Brodeene, car vil;.
Barca ingieza Enchanters, carvSo.
Escuna nuruegneose Sverdrup, xarque.
Escuna alleina Johanna, xarque.
L^ar nacieual Layo, xarque.
Patacho nacional l'elotense, xarque.
Patacho norueguense Ceres, xarque.
Patacho diuamarquea Thor, xarqaa.
Patacho nacional Social, xarque.
Patacho nacional Andalusa, xarque.
Importaco
Hiatc nucional Deus te Salve, entrado de Maco
em 21 do c< rreute e consignado a B. Lourenco,
manifestou :
Sal 88:400 litros ordem.
GxportacAo
khoi*i\ 20 oh junho oa 1888
Hora o exterior
No vapor inglez Caxton, oarregou :
Para Liverpool, J. 11. jiwell 1,154 saccas com
83,010 kilos de algodo.
No lijar indina Viola, carregaram :
"^Para New York, J. S. Loyo c* Filho 1,818 sac-
eos com I3i,350 kilos de ssaucar masca vado.
No lugar portugus B. de Freitas, carre-
g u :
Para o Porto, A. Taborda 500 saceos com 37,500
kilos de assuear mascava lo.
No vapor ingles Trent, carregou :
Para Montevideo, L. A. da Costa 15,00 J eocoa,
fructa.
'ara o interior
No vapor ingles Trent, carregou :
Para Santos, L. A. da Costa 1 caixao com 50
kilos da doce.
No vapor nacional Jacuhype, carregaram :
Para Araca'y, A. Ramos 20 saceos com 1,200
kilos de milno ; H. Uiivaira 40 saceos com 2,400
kilos de mlbu; A. Cavalcante 25 caixas com
2,600 litros de genebra e 12 barricas com 360
kilos de assuear branco ; P. Pinto dr. C. 5 barra
oom 480 litros da inel.
Para Coar, Amorim IrzaSos & C. 10 barra
com 900 kilos de sebo.
Para Maco, P. P. Vasooneellos de Castro 3
harneas com 360 kilos de aseucar branco. ,
Para Camouun, Fernaodas & Irmio 1 larrica
Xovas series
A partir do da Io do prximo mez, Be-
rao emtldas seres nominaes contendo 160
bilhetes de secgio, val los em qualquer
ternpo, para s^rem v n.Iilos p'lo prejo de
2O,JO0O.
Resolvendo adoptar tste novo systerna
de serios, sem prejuizo das queja ten si-
do enjillidas e que sssim continuarlo em
vigor tal quil foram estabalecidas, julga a
directora satisfazer o desejo do moradores
das localidades psroorridas p-lo cauinlio
de ferro que, nao obst.nta a grande acei-
tado que l n liJo as srija m:nsaes, n5o
v n n'ellas, pelo facto de nao Brem pas-
S3geirn8 de todos os das, um meio de go
sarem dos grandes abates qu mente ln silo offerecidas uo prego das
passagens aos assignaot^s pela actu-al ad-
iciuiatracao.
E' de notsr que pela nova Bria nomi
nal terao os passageiros avulsos um abate
de 100 % Ofao o dado as sri's men-
saes do 120 biibetes, o a grande vant
validade. Sendo que, pur tal forma, po-
Jerito es passageiros d* 2* classe, com um
augmento de 20 rs. apenas no pr^jo de
cada viagem reonla, ida e Vlta, entre
extremos da linba, gosar de todos os com-
modos d8 1* i-tacse, ricando apenas nos
carros de 2* cUsse, aquellea aos quaes nao
seja absolutamente pjssivel comprar as
passagens a uo diariamente.
Obrigada a conciliar os foterasses da
Companhia com os do Srs. passpgi'ire,
capera a directora quo pela nova resoluto
qui sgora sssiij toma, fiquem patentes os
bons desejos cora que, aempr; que lhe
poisivel procura t-tt-'tider as reclamarles
daqueilea que lhe dio o prazer de a ella se
se dirigirem.
Escriptorio do gerente, 20 de Junho do
183.
A, Pereira SimSes.
Banco de Crdito Real de
Pernambuco
Nos termos da arta. 47 e 48 los estatuto.', a ad-
miaistrfcao e commissao fiscal procedero. no dia
22 do correte, ao meio dia, em urna das salas da
Associaci > Commercial Bentficen" e ao quinto sor
teio das letras bypotbecarias emittidaa pelo Banco,
que tm da ser amortiaadas, e relativas l'e
series e Io semestre d'este anoo.
O Banco deliberen premiar as des primeiras le
tras que furem. sorteadas.
O local franqueado a qualquer accionista.
Pernambuco, 18 de Junho de 1888.
Oj bdinuistrudores,
Manoel Joao de Anoiiin.
Antouio Firnandes Kibiiro.
Luis Ouprat.
SSSSSSSSSSHBSSSSSSSSMSSlSSSSSSSSSWSaSWWB^^Mai^Ma
com 110 kilos d<' aosucar brano e 3 ditas coro 300
ditos de dito refinado ; F. A. Monteiro 6 barricas
oom 615 k los de a asacar oran .'o.
Na bareaja Bem/ica, carregaram :
Para Maragoojy, Vicente Costa ifc C. 10 caixas
com 800 litroa de geoebn-.
R seoes JUNHO
Aifandeya
IRHANDADE
DO
Divino Fspirite Sanio do Beeife
Precisa ontractar ama pessoa para guara e
andador da referida igreja ; quem es ti ver as
condicoes, aprsente saa proposta em carta fecha-
da at as 10 horas do dis 14 do corrate, para
ser devidamcate apreciada em mesa do referido
dia 25, ao meio da. Recife, 24 de Junho de 1888.
Severiano J. D. Cuimaraes.
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector, fa^o
publico, a bem da regnlaridade do servico, que
as averbaces de apolices t sn fario at o fim do
corrate mes, seado que po*r occasiao do pagamen-
to dos juros, o que teri logar no da 16 de Jalbo
prximo viadoaro, os poisui lores de apolices qaa
nio eativerem averbadas t podero recebar os
juros a que tiverem direito depois que forem pa-
gos os daquellas apolices que nao necesaitarem
desee processo.
Outrosim, as apolices que nao forem a verba las
durrnte aquello praso, o podero ser de 4gosto
por diante.
Secretaria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, 2) de Junho de 18S8.--0 oflkial,
Lindolpho Campelb.
Companhia das Ninas do
Vssuru
NSo tendo ua segoada convoea^So se reunido
numero legal de accionistas da companhia das Mi-
nas do Assurui, sao convidados pela tere ira ves
a se reunirem em ass'-mb a geral extraordinaria,
no dia 27 do correte, no iscnptorio da compa-
nhia, ra do Mercado n. 6, &s 12 horas da uoa-
nha, para o fim de rrsolv-'r.-m sobre o provino nto
de meios necessarios para prosegnirem os traba-
ihos c:nt ria establece o art. 63 dos estatutos,
ou providenciaren! como melbor convenha aoa in-
terseos da in.'jtna compauhia, prevenin lo aos
senhores accionistas que a assembla nesse da
deliberar com qualquer numero, no; termoB dos
arta. 40 e 41 dos untamos estatutos.
Re de Janeiro, 12 de Junho do 1883.
Os directores,
J. P. dj Aleucar Lima.
F. C. Nayor.
Bario de Ar-.ujo Maia.
3AHC0 IMIACUL
DO
Prazo de 60 dias
De ordem do Sr. Dr. Inspector geral da ini-
truccio pablie*, e em virtude de decisSo da ore-
sidencia da provincia de 18 do correte, sao con-
vidados es contractrntea para vreuo a esta repar-
tico dentro do praso de.60 dias a contar d'aquel-
la data, assignar os contractos das cadeiras se-
guintes : a do sexo femenino da Barra de Scri-
nbem com Feliciana das Chagaa Guedes Alcofo-
rado ; a da Barra de Jangada com Lydia Al ves de
Punficacao Beserra ; a do sexo masculino de Vil-
la Bella com Antonio Livo de Campos ; a de Be-
l*m de Granito eom Francisco Pedro Goncslveg
Bueno.
S'cretarada Iostruccao Pablica, 20 de Junho
de 1888.
O secretario,
Pergentioo Saraiva de Araujo Gil vio.
Companhia de Seguros
i&tUMt At W\%\i%
AGENTE
Miguel Jos Alves
IV. 1-Bn do Rom Jetat-v. *
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
Nestes ltimos seguros a nica companhia nesta
praca que concede aos Srs. segurados isempcao de
pagamento de premio em cada stimo anno, o que
equivale ao descont annual de cerca de 15 por
cento em favor dos segurados.
Cumpanljia fre Seguro*
CONTRA ?QSa
KORTHERN
de Londres e A bordee a
Posifo fioanceira (Dezembro de 1885)
Captal
BRASIL
dem reullsado l*d,O00:O00d
A cana filial d es'-e il.aco fuuccion. ra do
Coo.mcri.io n. 40, eac.ca. vista ou a praso, con-
tra oa seguiatas correspondentes uo estranzeir<:
Uanco Iiilc ua< lonal
LONDON.. ....< do Brasil,
London office
( ieadoa { Banking Compaoy 1.."
o,u (Breque de Pars &des
Pays-Bas.
'(
fiamburgo.......
erlim..........\ t
Breaieirte........ f
Prankfurt s/ Main (
Antuerpia......./
Soma...........\
genova.........i
aples.........\
Vio e mais 340/
cidados da Ita
lia............
Madrid..........I
Barce'oia .
Oadis.....
Vlalaga. ..
ran-agoru?.
Vsleaci. e outraci
jidade.ii a Hes-
panha t iihas'
Canarias .
Liisboa.........|
r'orto e mais ci-f
dades de Por-
tugal e ilhas...'
dueos- Ayres... .)
tfou ti- video......
Xova York......
Capital subscripto Fundos aecuroulados Reeeita aanaal: De premios contra fogo Da premios sobre vid De juros aS 3.000,000 3.134,348 577,330 191,000 .32,000
0 AGENTE, John H. Boxwett.
conu roso
Lieroal k Mi &
ITTSURAITGS GOLIPATaT
Blackbarn, Needliaoi & 0,
Ra do Commercio n. 3
Deutsche Bauk.
3 .:. fio d'Aavers.
Sane. Genrale ;
ugeneias.
Banco Hypotecario de
Espaa e sa-.s agen-
cias.
Havco de Portugal
suas cgeac'SS.
I
English 11 ink of the Ri-
ver Plat, Limited.
G. Amsink & C.
Compra saques sobre qualquer praca do impe-
rio e do estranger>i.
Recebe dinheiio cm cinta corrate de mov-
nento eom jarnera lazo de 2% ao anno e por le-
ras a prasa a juros c nveocionados.
O gere te, VVilliam M. Weberts
Thesouraria de Faze da
De ordem do Illm. Sr. iopeclor fies marcado o
praso de tres dits, a contar d'eata data, para os
abaixo mencionados vireuo aosignar na eeccao do
contencioso dVsta thesouraria, os respectivos ter
mos dos contractos que fiseram para o forneci-
ment de vueres, forragens e terragens aos corpos
d'esta gaaroicao.
Alheiro, Oliveira & C.
Manoel Joaquim Alves da Costa.
Oliv- ira Castro & C.
Antonio Soarts Raposo.
Manoel Paulo de Albuquerque.
Antonio da Uiiva Ramos.
J.Jo Ignacio Ribero Roma.
Francisco Pinto de Magalhaes.
Mancel Bento Piobeiro.
Candida Julia Cavalcante Rs-e.
Joo Waliredo de Medeiros.
Recite, 21 de Jonho de 1888.
C secretario,
Dr. Antonio Jos de Sant'Anna.
SEGUROS
HUMOS MSftt FOGO
Companhia Pheaix Per-
nambacana
RA DO COMMERCIO N. 26, 1 ANDAR
London & Brasiiian Bank
Limited
Ra do Commercio n. 32
Sacca por todos os vapores sobra as cai-
xas do mesmo banco ein Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos Oapellistas n. 75. No
Porto, ra dos Ioglezes.
1DEMISAD0RA
f 0tupauto le Sttgtm
martimos e terrestres
Estabeleclda em 18S5
CAPITAL 1,000:0001
SINI8TROS PAGOS
de iiezemhr de
1S94
At SI
HaritiQos..... l,i(0:(
Terrestres..... 3I6:000$008
44Ra doConmercio44
Seguros contra Fogo
EST: 1803
Edificios e mercaderas
Tacas batxas
Prompto pagamento de prejuizos
CAPITAL
Rs. G,000:OOtAOO
Renda tturai
Oo dia 1 a '20
[dea i' 21
668:993*606
31.(137 i 802
iteoda fromaciel
Jo dia 1 a 20
dem de 21
73.753*068
3:499*511
703.0314158
77:2581579
.Somma tota!
78J:290037
Segunda scelo ds Alfandega, 21 de Janho
de 1888.
O thesoureiroFlorencio Dontinaues.
O ebefe da seocaoCicero B. de Mello.
Reecbedorla geral
Uo dia 1 a 20 31:321*889
dem di 21 1:573961
33:495*853
Beeebedoria provincial
Oo dia 1 a 20 101:433*595
dem de 21 3:945*854
105:409*419
nerife Oraitsage
Oe dia 1 a 20 5:116*704
dem d 21 75*086
5.191*798
13 matutos com le^umea a 200
riS
Foram oceupadoa :
27 coluinuos a 600 ris
1 escriptorio
24 oompartimentos de fariaha a
50 ris.
26 ditos de comida a 500 ris
114 ditos de leguwea a 400 ris
13 ditos de sainos a 700 ris
10 ditos de tressaras a 600 ris
10 tainos a 2*
1 dito a 1*
A Oliveira Castro & C.:
54 tainos a 1*
aaswni & s
N. 5-RUA DO COMMERCION. 5
2*600
16*200
3U0
12*000
13*000
45*630
Gron6Wier........ Fonseca Irnoaos < C.
Imacos............ J, 11. Bozwell & C.
lugor............ H Nuescb & C.
* J. B. D......... Wilson Sons & C.
Jobanna.......... Bailar Oliveira & O.
* Loyalist........ J. H. Boxwell.
Msrtsnhense....... Johnston Pater & C.
Norsemaon........ Copanhia Telf^rapbica.
Gratar............ Samuel L Johnstoo.
12*600 i Sverdrup.......... Maia & Resende.
6*000
20*000
1*003
54*000
228*800
3:897*500
4:126*300
Mercado llaalclpal de S. lose
O movimento deste Mercado no dia 20 de Ju-
nho foi o sopunte:
Entrarais :
28 bois pesando 4,279 kilos sendo de 0
ra Castro & C, 23 de 1, e 5 de parti-
culares.
440 kilos de pexe a 20 ris 8*880
115 eargas de fariaha a 200 ris 23*000
29 ditas de fructas diversas a
300 ra. 8*700
16 taboleiros a 200 re 3*200
9 suinos a 200 ru 1*800
Sendiaieato dea dias la 13 do cor-
rente
Foi srrecadado liquido at noje
18 do dia :
Gara verde de 240 a 400 ris o kilo.
Caraeira de 720 a 800 ru idem.
Sumos de 503 a 640 res idem-
Fariaha de 0) a 32) ris a cuia.
Milo de 320 a 40J ris idem
Feijio e 560 a 610 ris idem.
matado uro Publico
Foram abatidas ro Sat-idraro da Cabanga 74
reses para o consamo do dia do hoja
Sendo: 47 reses pertencentesa Oliveira Castro
i C, e 27 a diversos.
Etnbarcace* surtas no &>orto
em 9 i de Junho
WAONAES
navios COSSIOSATABIOS
Andaluza......... Amorim I roaos & C.
Carolina.......... Amorim Irmos & C.
Oiqui............ Companhia Pernambucana.
Ipojuca........... Companhia Pernambaeaaa.
Jnvenal........... A. P. Maia.
Jacubype....... Companhia Pernambucana.
Jaguanb'......... Companhia Pernambucana.
Loyo............. Loyo & Filho.
Pelotease......... Balear Oliveira os C.
Pirspama......... CompaDhia Pernambacana.
ESTRANOE1RAS
BATIOS C0H8IGHATAIOS
Anne Marie....... Maia & Resende.
Balder..........*.. Johnston Pater & C-
Bento de Freitas... Amorim Irmios< C.
Brodene........... Fonseca Irmos & C.
Ceres ............ Pereira Carneito & C.
Caiton ........... Blackburn Needhan 4 C.
Encarnacin....... Maia > Resende
Enchantress....... A' ordem.
Social
Thor............
Victoria.........i
V. do Montserrste..
Viola............
Zirita............
Maia & Resende.
J. da S. Cirneiro.
Amorim Irmos A C.
L":yo & Filbo.
Bl-ickburn Needhan A C.
Hermana Landgrin & C.
O signal indica isa a embarcaco sabido.

Vapores entrar
MEZ DE Jl'NHO
Europa....... Trent............. hoje
Norte......... Alagos........... 24
Triestre...... Jokay............. 24
Sul........... Ntle.............. 27
Europa........ Ville de Bahia..... 26
Sul.......... Espirito Santo..... 27
Su!........... Porttieme.......... '1
Vapores sahlr
MEZ DE JUNHO
Cear...... Jacu'iype..........hoje s5 h.
Tamandar.. Jaguaribe.........b' je s 5 h.
Bueaos-Ayres Trent............. 23 s 12 h.
Sal.......... Alagos........... 25 s 5 h.
Soutbamptou. NUle............. 27 s 11 h.
Santos e esc. Vie de Bahia..... 27 s 3 h.
New-Y-.rk .. Maranhense........ 27 s 4 J.
Norte....... Espirito Santo..... 28 as 5
Navios entrar
Fairy...... ...... Swansea.
Mimosa........... Rio Brande do Su'.
Respt............ Cardiff.
Temerario......... Porto.
flovlnaento do POP
Navios entrados no da 1
Mco-22 dias, hiate nacional Daos te Salve,
de 70 toneladas, tnesre Antonio Jorge do Nat-
cimento, equipagem. caoga snl; a Bsrtholo-
men Lourenco. ,.
Navios sahxdcs no mesmo da
FalmouthBarca norueguense J. B. D., capitas)
W. Harn, csrga tatajuba.
BaibadosPatacho ingle L.yalwt, capito JS-
geph V. Kaae, en Isstro.
.
"*
bWsjHsHPI
n


xe

Diario de PernambucoSexta-feira 22 de Junho de 1888
-
CIRCO CHILENO
No largo do Arsenal de Guerra
GRANDE COMPANBU
equestre, gynnastlca, acrobtica, coreographlea, zoolgica,
equilibrista, funambulesca, facetlca e mmica
EMPSEZ1E DIRECCIO
DE
D. HONORIO PALACIOS
-BOJE! SEXTA FEIRA DOB!-
Naravilhosa .uncfol!
Estra de noYOs artistas!!
TOMAM PARTE AS CELEBRES
Estrella do Norte! Estrella do Sul!
Estrella do Brazil! Estrella do Mar!
A familia Palacios e o Sr. Daniel Castro exbibirSo briloantes exerciciou.
Yejam-se os programmas que se mandaro distribuir
PREgOS
Camarotes com 5 entradas.....1^??2
Cairas...... 200O
Geraes........ 1J{)W
Principiar a fanegao s 8 1/2 horas.
O SECRETARIO, COACAE.VES.
Thesouraria de Fa-
enda
z
De ordem do Illm. 8r. inspector, faca publico,
dn accordo com o offieio da inspectora da caixa
de amortisacao de 8 do eorrente, s b n. 213, qae
a junta administrativa da dita repartido rerol-
Ten prorogar at 30 de Setembro prximo futuro o
Sraao pura a snbetuicSo, sem descont, das notas
e 104000 da setina estampa.
Tnesoursria de Fasenda de Pernambucu, 15 de
Jnnho de 1888.O secretario,
Or. Antonio Jos de Sant'Anna.
Compaohia de Edificacfo
ASSEMBLE'A GERAL EXTRAOR-
DINARIA
Nao te tendo hontein r< unido o eatficiento Dame-
ro de accionistas, pele qne nao realisou se a itscm- '
bla geral extraordinaria que trm de resolver sobre o
augmento do capital, de recompor a inetarias aesem-
blas geraes e eleger um director, a qual j duas
vetes fot annunciada, convoco, de ordem da iirec- :
toria, pela 3* ves, os Srs. accionistas afim de reu-
niremae em assembla gere". extraordinaria oe- dia
22 do correte mea, s 11 horas da manh, no es-
criptorio da Companhia 4 praca Pedro II n. 77, 1*
andar, para tratarem o'equelles assomptos, ficando
entendido qae, 6"cund i o disposto no 4 do art.
15 da iei n. 3 ibO, de 4 de Noverabro de 1882,
constituir se bao em tfsembla geral e resolverlo
definitivamente os accionistas que estiverem pre-
sentes, qualquer que seja a aomma do capital so-
cial que p r eiles estej i representada.
Recite, 8 de Juobo de 1888.
Ricardo Meneie,
gerente-
Fabrica de fiaco e te-
eidos de Pernainbudo
Sao convidados os Srs. accionistas da nova
emisso a entraren, no dia 1* de Julho prximo,
com a prestacio de 15 / das quantias qu : sub-
acreveram.
Pagamento no Banco Internacional do Brasil, a
ros do Commercio n. 40.
Eccife, 1 de Juaho de 1888.
O secretario da directo.
Jote Jo&o de Amorim
PORT03 DO SUL
Oyapor Alagoas
Commandante Joo Maria Pessoa
E' esperado dos portoa do nor-
te at o dia 24 de Junho e de-
pBJs da demora indispenaavel,
seguir para os portoa do sul.
__:cebem lambim carga para Santos, Santa Ca
(harina, Pelotas. Porto-Alegre e Rio Grande do
Sul, frete a odico.
As encommndas t sero recebidas na agencia
at 1 hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, passageus, cncommendas e valorea
trata se na agencia.
PRAA DO CORPO SANTO N. 9
DB
avegacio Coste!ra oor Vapor
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo e Aracaj
vapor Jaguaribe
CommandaDte Monteiro
Segu no dia 26 de
Junbo is 5 horas da
tarde.
Recebe carga at o
_ldia 25.
Encommcndas, passagens e dinheiros frete at
as 3 horas da tarde do dia 26.
ESCRIPTORIO
Ao Casida Companhia Pemambucana
n. 12
CHARGEIRS RElNfo
Companhia Franceza de IVavega
cao a Vapor
Liaba qumzenal ontre o Hfvre, Lia-
boa, Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro
Santos
O vapor Tille de Baha
Commandante Roux
EMPREZA DO liAZ
Pede-se aos Senho-
res- cosummidores que
q^eirain fazer qualquer
comunicacao ou recla-
' macao, seja esta eila no
escriptorio desta empre-
za na 40 mperador n
29, oiide tambem se re-
ceber? qualquer conta
que queinam pagar.
Os nicos cobrad jr.es
externos sao os Senhores
Hermillo Francisco Ro-
drigues Freir e Manoel
Antonio da Silva OH-
veira, e quando or pre-
ciso o Sr. Antonio Mar-
Sns Carvalho.
Todos os recibos
desta emprezadevero
ser passado em taloes
carimbados e firmados
pelo gerente sem o que
nao tero valor alg-a.ii.
George Windsor,
________Gerente
* ~ IlRlTTlgOS
CompanMa nra>llelra de Saie
gaco Vapor
PORTOS DO NORTE
Vapor Espirito-Santo
Commandante o Io tenent* Cario An-
tonio Gomes
E' esperado do portos do sol at
o dia 27 de Junho, e seguir
depois da.dcmora indispenaavel
tpara os porto* do norte at Ma-
'nos.
As eiicommaodes sao recebidas na agencia at
1 hera da tarde do dia da sabida.
Para carga, passagens eswoaunendas e valores
traeta-sena agencia
PBA(^ DO CORPO SANTN. 9
Espera-se da Europa no dia
26 de Junho e aeguindo de-
pois da demora neceaaaris
para
Babia, Rio de Janeiro a Santos
Roga-ao aoa Srs. importadores de carga pelos
vapores desta lioba, queiram apresentar- se dentro
de 6 dias a contar do da descarga das alvarengas
qualquer recamaba i concerneute a volantes, que
porveatara tenbam aeguido para os portos do sal
afim de se poderem dar tempo as providencias,
necessarias.
Expirado o referido praao a companhia nao se
responsab:liaa por extravos.
Para carga, passagens, encommendas e dinhei-
ro a frete trata-ae com o
AGENTE
Aopste Labtlle
9-RA DO COMMERCIO-9
compaxuu rSmAwaxcutA
DE
Kavegaco costelra por vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macdu, Mossor, Araca-
ty, Cear, Aearahu e Camossim
0 vapor Jacuhype
Commandante Esteves
Segu no dia 22 de
Junho as 6 horit da
tarde.
Recebe carga at o
I lia 21.
Encommcndas, passagens e dinheiros a frete
at is 3 horas da tai de do dia da sabida.
ESCRTPTORIO
caes da Companhia lnsambu-
caua n. IS
Pacific Sieam Havigalion lompany
STRAITS OF MAGELLAN LTNE
O vapor Potos
E' esperado da
Europa at o dia
m 1 de Julho, e se
guir depois da
demora do costu-
me para Valparai.-o com escala por
Baha, Rio de Janeiro e Honte
Tldo
Para sarga, passageiros, enc.mmendas e inhdei-
ro a frete, trata-te com os
AGENTES
Wllson Sons A J., Limited
N. 14 RA DO COMMERCIO-N. 14
COMJPAAHI tBflAHlCAN*
DK
SaTegac5o Costelra por Vapor
PORTOS DO SUL
T*mandare e Rio Fornii so
0 vapor Jaguaribe
Commandante Monteiro
Segu no dia 22 de
Junbu pelaa 4 ho-
ras da manhS.
Recebe carga at o
_ldiaM.
Encommendas, passagens e dinheiros a frete
at s 3 horas da Urde do da 21.
ESCtPTORIO
Ao cu da Compamkia Pemambucna
n.V
ROYAL H4IL STEAI i'ACKET
C01PANY
O paquete Trent
Espera-se da Europa at o
dia 22 de Junho, seguindo
depois da dentera de eostumt
para
Macei, Babia, Re de Janeiro, Santos,
Montevideo e Renos Ayres
O vapor Nile
E esperado do
sul no dia 27 de
Junho e seguir
.epois da demoro
necessaria par
Lisboa, Ygo e Sonlhampton
Reduccao de pauagen
Ida Ida* voUa
A Southampton 1 classe t 28 t 42
A' Lisboa 1* classe 20 130
Camarotes reservados psra os passsgeiros de
Pernambnco.
Para passagens, fretes, etc., tracta-se m 0i
Amorim Irmos &.
S. 3 RA DO BOM JESS N. 3
jLclliiu
Em contluuaco
l>e firrtgenp, carteiras, cofre prova de fogo,
correntcs de ferro, canos de chumbo, machinas de
costura, chamins, pregos, armacoes iogleaa, pa-
nellaa e mataa entras mercadorias existentes na
casa no 8r. Samuel Power Joosthon os C.
Sexta-feira, do corrate
A's 10 1/2 horas
O agente Qusmo, contina o leilo das merca-
deras existentes no armasen] da rna da Seniala
Nova, na. 40 e 42 pertencentes aoa senbores cima
mencionados, sendo todo vendido ao correr do
martello.
8 5T
5 B
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| = 3
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sil
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co o
B "
I
H
i?
H
T
h
Agente Pestaa
da dois qaadros a oleo om moldara dou-
rada, um dito agindo urna moga naa,
ama cranla e um hornea, um
oatro com diversas mocas e
ama mesa
Sexta felra, do corrate
A'S 11 HOBA-
No armazem ra do Imperador n. 49
O agente Pestaa, vender a quem mais der,
os qaadros cima mencionados, por mandado do
Sr. Dr. jais substituto dos feitos da fasenda, os
quaes se ach.m sob a guarda de A. Ducasble.
Agente Britto
Leilo
De duas carrocaa de duas rodas, um piano, fa-
renda, perfumaras, miudetas, um guarda vesti-
do, um biihar com perteuc-s, dois aparadores, ca-
bids, duas cadeiras de btac> de amarello, duas
ditas de balanco, um sof, fiteiros, urna secretaria
de Jacaranda, cadeiras de junco, duas cadeiras de
vime, um rico toillet, espelbos, oandieiros de ke-
rosene e gas carbnico, loucas, lanternas, copos,
jarros, Debidas e ouiros artigos.
Sexta-feira 22 de Junho
A' 10 12 horas
Me armazem da ra do Rangel
______________n A8.______________
Agente Pestaa
limad Slates & Brasil M- S. S- C.
0 paquete Finalice
E' esperado dos portos de sal
at o dia 5 de Julho depois
da demora necessaria seguir
^para o
Para, Barbado.*. N Thomaz
e Siew-York
Para carga, passagens,eaccm3iendas jdinheir,
frete, tracta-ae com os
---------_______AGENTES
u papra Alliaw
Espera-se de New-Port-News,
at o dia 12 de Julho o qaal
seguir lapj da demora ne-
eaaai.u paia a
Baha! Kio de f anelro e Mantos
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
m com os
AGENTES
Henry orster C.
54 8 __ RA DO COMMERCION. 8
1. aniai
LEIL0E&
Leilao
De 547 saceos com assacar bruto avariado
d'sgua salgada
Sexta felra, 8 de fnnho
A'S 11 HORAS
No armazem dn ra do Brum n. 74
O agente Modesto Baptista far leilo do que
cima se declara, por conta e risco de quem per-
ten cer.
Em seguida
vender 1 bei gordo e 1 carroca de 2 rodas.
Da armacSo, gneros e utensilios da taver-
na sita praca do Conde d'Eu n. 12
Sabbado, S3 do eorrente
A's 11 horas em ponto
O agente Pestaa autorisado por mandado e as-
sistencia do Exm. Sr. Dr juis de orpbos e aosen
tes, e, a requerimento da inventariante D. Anaa
Umbelina Gomes da Costa, vender a quem mais
dr, o estabelecimeuto cima mencionado, em om
ou mais lotes, a ventade dos Srs. compradores.
Agente Stepple
Leilo
De presuntos, figos, bitter champagne e
outras bebidas
Sexta felra, ** do eorrente
A's 11 horas
Agente Pinto
No armazem da ra Marque* de Olinda
n. 52
De om piano, 1 m.bilia d* Jacaranda, 1 candela-
bro, 1 lastre a gas, jarros para fljres, candieiros a
gax, tapetes, vssos cbinesea e do Japio cordoeB
para cortinados de port .i e para camas.
Carteiras, beos, um fiteiro envidracado, 1 se-
rafina, 1 relogio de pared:*, quadros e 1 mobilia de
junco.
Urna mesa elstica, 1 guarda-louca, i appara
dor, cadeiras avulsas, louca e vidros.
Camas de ferro com lastros de rame, maique-
zoes, toiles, lavatorios com pedras, camas para me-
ninos e muitos outros movis.
Sexta felra, 8 do eorrente
Agente Pinto
No armazem da ra Mrquez de Olinda
n. 52
A's ^1 horas
De casas terreas e sobrados, em boas ras
SABBADO, 23 de JUNHO
A's 11 horas
No armazem ra do Imperador n. Id
O agente cima por mandado da inventariante
do espolio do sen finado marido deeemoargador
Franciseo de Assis Oliveira Maciel, e com o alva-
r de licenca, levar a leilo os bens teguintea :
Duas casas terreas sob ns. 4 e 31, na fregueaia
da Ba-Vista ra do Viaconde de Albuquerque,
com bastantes cummodoa e urna d'oilas com so-
t.
Duas casas terreas sob ns. 81 e 85, roa de Santa
Rita Vflhj, fregueaia de S. Jos.
A casa terrea ra de Marcilio Dias sob n. 114,
outr'oj^ ra LH*tn.
A casa terrea n. 18, no Forte, em 8. Jos.
A casa terrea n. 57, roa de Lomas Valentinas,
na fregnezia de S. Jos.
O sobrado de 3 andares roa do Amorim, sob
n. 11, na fregueaia de S. fc'rei Pedro Goncalves do
Recite, rendendo este annaalmente 8684000.
Us Srs. pretendentes, desde j podero ir exami-
nar as casas e o sobrado.
Asente Pestaa
leilao
de um importante sitio e casa no lugar de-
nominado Chacn, n. 49, pertencente
aos herdeiros de Antonio da
Silva & C.
Terca felra. Sil do eorrente
A's 11 horas em ponto
No armazem ra do Imperador n. 49
O agente Pestaa, far leilio, por mandado do
Exm. Sr. Dr. juis substituto dos feitos da fasenda,
de ama casa com 4 ja riel I as e 1 porta de frente,
2 salas, 9 qaartos, cosioha interna, com os oitoes
circulados de janellas, edificado em solo proprio,
com 717 palmos de frente e 1,170 de fundo, bas-
tante arboriaado, servindo de base a cfferta de
1:500000, obtido no primeiro leilao, pelo qual
ser entregue nao havendo quem mais d.
Importante leile
De engenhos, sitios de coqueiros e vaccas
O leilao ser efectuado em frente a
Cmara da cidade de Olinda
A's 12 1/2 horas
Quarta-felra, 4 de fulho do
eorrente anno
O rrente Stepple por mandad > e sssistencia do
Exm. Sr. Dr. juis de direito privativo de orpbos
e ausentes a requerimento do Dr. Jos Vicente
Meira de Vaaconcellos, inventariante dos bens do
finado coronel Joo de S Ca valer nte de Albu-
queique levar a leilo o segninte :
O engenbo Tab a vapor moente e eorrente,
comprehendendo os siting Tubaro, Gangasaary
Sabociro e parte da propriedade Pedreira, na co-
marca de Pitimb na Parabyba.
Urna parte no engenhj It-pirema do Meio, co-
marca de Goyanna.
O engenbo S. Miguel, a vapor moente e cor-
rete, distilaclo alambique da cobre e soas tr-
ras.
O engenho Sousa, as ou't;s denomina Jas Pi-
tauga.
O grande sitio Acab, na praia do Guagir,
com 2U0 ps de coquiros ao poeote de Macei.
O sitio denominado Acah, ao nascente do re-
ferido Maeeio, com 1,000 ps de csqueiros.
Metade do pequeo sitio Oiho d'gua
Urna parte do engenho Tabatinga.
Todos estes engenhos estao situados na comarca
de Pitimb na Parabyba.
Os dous sitios cima, um com 200 pea de co-
queiroa e o oatro com 1,000 ps denominado,
Acah, vo com a base de :0004000 pelos dona
De cerca de 4,000 taboas de lcaro e smsrello, e
cento e tantas portas, 7 rotulas, 1 corre ingles pro-
va de fogo e 1 mobilia de junco dovb.
SEXTA FEIRA 22 DO CORRENTE
A's 11 horas
Ka prara do Mercado de 8. dpai. sos
rundn do deposite de earvo ve-
getal n. 19.
O agente Stepple levar a leilio cerca de 4,OOU
ta joaa entre amarello e Icnro, madeira toda secc
e de primeira quabdade, cento e untas portas e <
retales, 1 cofre ingles prova de fogo, 1 mobilia de
junco tambem quasi nova eomposta de 1 stf, 2"
cadeiras de braco, 2 de balanco, 12 de guarn cao e
2 eonslos com tampo de pedia, todo vai a leilio
por conta e risco de que p- rtencer e sem reserva
de preco; aproveitem esta boa oooasiao,
7IS0S DIVERSOS
Aluga-se a 1 ja da casa n. 46, rna da Roda
com ai maca:, e multo propria para fabrica de cha-
rutos eu cigarros, ou outro qualquer negocio,
muito b:m localisada e j afregu-zada a tntar
aa ra do Cabug o. 16, toja.
Aloga-se nm pequeo chalet, cercado de
lindas flores, em lagar ameno, e mais um quarto
no mismo sitio para homem soltriro de considera-
cSo, e forneoe -se a comida diaria por preco com-
modo; no Caminho Novo n. 128, a tratar a qual-
quer hora.
Aluga-se casas a 84000 no becco des C e
acs, junto do S. GoncaHo : a tratar na nra u>
mperatris n. 7 ">
* Aluga-se a casa da rna Viseonde de Goyan-
na n. 189, as chavea esto na taverna junto ; a
tratar na refinaeio da roa do AragSo.
Aloga-se o 2- andar e solio n. 19 ra Im-
perial, tem agua ; a tratar na ra Duque de Ca-
las n. 119, toja de cera.
Aluea se o 1' sudar da casa n. 43 da roa
Viscjude de Inhama, *em agua e commodos; tra-
ta-se no andar tarreo.
Aluga-ie o 2- andar da ra Primeiro de
Mares n. 18, na loja.
Preciaa-se de urna cosioheira e de umt en-
gommadeira, para casa de familia ; quem ae achar
habilitada, dando Gasea de sea bom comportamen
to, dirija ae ra de Cabug n. 16, loja. Paga-
se bem.
Precisa-ae de urna cosioheira qne entenda
bem de soa arte e durma em casa ; a tratar na
rna do Biachuello, aotigo Corredor do Bispo n.
57, porto de ferro.
Precisa se de duas eagommadetras, sendo
urna de senbora e outra de homem ; na Ponte d
Uchda, sitio em frente a estacan.
Preciaa-se de ama ama para todo aervico :
na Capunga. ra das Pernambucanas n. 38, ta-
verna.
Precisa-ce de ama b >a coainheira ; a tratar
na roa Bario da Victoria n. 39, 2- andar.
Compra se sement de carrapato ; na fabri-
ca de leos vegetaes. ra da Aurora n. 161.
Na padana da ra larga do Rosario n. 16,
compra-ae um cylindro em perteito estado.
Na eogenhoca de Bemfica vende-ae urna
machina a vapor em pcrfuito estado e 90 formas
novas para assucar com aa competentes ta boas de
faro ; a tratar na roa Real da Torre n. Sil. i
Na engenhoca de Bemfica aluga-se baixaa de
capim, na Capunga e na Torre ; a tratar na roa
Real da Torre n. 21.
Na engenhoca de Bemfica, 21 ra Real da
lorie, preciaa-se de ama cosioheira que saia a
roa.
Perguota-se directora da socedade S.
Commercial, como que cooseo te familias dnvi-
doaas daosar no seu salo em dia de recreio ; isto
precisa saber um
Ex-director.
Ao publico ecom especialidade ao
corpo do commercio
Manoel Joaquim Freir, retirndose para a
Europa no vapor traucei, de boje, deixa como
seos procuradores eocarregadoa de todos os teas
negocios, Jos Francisco de Figueired i, Jos Cos-
ta da Silva Maia, Joaquim da Costa Maia e Silva
e Antonio Marques de Oliveira Ramos; pede des-
culpa quelles clj seos amigos de quem nao se
despedio pesBoalmente por falta de tempo, e a to-
dos offerece os seus diminutos prestimos em Por-
tugal, aonde pretende fixar ana residencia tempo-
raria,
Keefe, 18 de Junho de 1888.
mria, Bncaflernagao e typogra-
Aviso
Previne-se a quem interesear posea na compra
dos predios situados, sobrado de tres andares na
roa do Amorim n. 11 da cidade do Kecife, e casas
terreas na ra Coronel Joaquim Cava lante na Ci-
dade de Olinda, pertencentes ao espolio do desem-
bargador Francisco de Asis Oliveira Maciel, qae
sao foreiras a Cmara Municipal d'eta cidade.
Procuradora da Cmara Municipal da Cidade
de Olinda, 19 de Junho de 1888.
Manoel Alcantilado Torres.
Caixeiro
Precisa-se de nm menino que tenha slgama
pratica de taverna a tratar aa ra da Concordia
numero 36,
Ao eommereio
Victorino Jos Pereira de Abreu declara que
desde baje em diante se assignar Victorino Pe-
reira Maia. Areia, 26 de Haio de 1888.
a importante taverna da rna da Gloria n. 54 ; a
tratar com o proprietario.
Ao commercio
Vende-se a bem afr. gueada taverna sita
travesea do Peixoto n. 30 ; a tratar na mesis, ou
na rna da Florentina n. 31.
Excedente morada
Alaga-se a casa de n. 57 roa da Imperatris,
est pintada e esteirada de novo, tem gas, agua,
asseiado banbeiro, gallinheiro de ferro, cbiqaeiro
para bichos, jardim em quintal separado, e outro
grande quintal todo arboriaado ; a tratar com o
proprietario das 4 s 6 da tarde, na referida cas.
Vende-se
o estabelecimento de molhados, sito raa de Pe-
dro Affonso n. 34 ; a tratar no mesmo, ou com o
Sr. Manoel de Soasa Asevedo Peres, no becco do
Peixe Frito n. 3.____________________________
Paul Juiien
Tem a honra decom-
municar ao respeitavel
publico, especialmen-
te aos seus amigos e
antigos freguezes,que
tem aberto a sua im-
portante alfaiataria na
ra da Imperatriz n,
16, onde com satisfa-
cao aguarda as suas
ordens. ________
Chocolate puro em p
e caf cacao
Estes dons preparados, premiados em daaa ex-
posicoes, sao os nicos actualmente feitos segundo
as formulas adoptadas e establecidas al hoje ;
de cheiro e gosto integramente pronunciados e mu
soluves se recommeudam por su* superior quali-
dade. Sao pois fabncad'8 por um pharmaeeuti-
eo escrupulosamente e bem acondicionados cm
latas e etntem todos os principios activos, ao con-
traro do chocolate de outTas procedencias qne
elo desfalcados de principios. E pela grande
aceitacao que elles tem tido, se aedam a venda todoB o eatabelecimeotcs, botis e cafis e em
casa do fabricante, deposito geral ns ra Direita
Q' Costa barato o chocolate : latas de 2"0 gram-
mas, 500 ris ; ditas de 400 ditas, 1O00.
O caf, litas de 250 gramraas, 500 ris.
Boa cozioheira
Precisa-se de um, preferin^o-Be idosa,
a ra da Uni3o n. 55 por traz do Gymna-
sic Pernarobucano.
fVViSO
Guerra Fernandes C participsm aos seus
amigos e fregueses aue mudaram o seu arma sem
de faatndas para a mesma ra Dique de Laxias
n. 47 Vendas em grosso e a retalho, precos sem
eompetencia.
Sementes de carrapato
Compra se em grandes e pequeas quantidades;
aa drogara de Francisco M. da Silva O., a ras
d i Marques de Olinda n. 28.
toa do Imperador numero
Livros de jurisprudencia, direito, litteratora,
(Ciencia e religiio, livros para iustruccSo primaria
a secundaria, livros em branco para escriptura-
cb commercial. tinta para copiar e para escrever,
de diversas cores, artigos para escriptorio e diver-
sos objectos de gesto e phsntasia, papis pintados
para forro de salas, qnartos, restaurante, etc.
Encaderna-se com prestes e seguranca, marca-
se com nitidea cartoes de visita e imprime-se com
perfeijo qualquer trabalho typographico. -
Precos mdicos
_______ludo Imperador as. )l
Boa cosinheira
Precisa-se de urna boa cosinheira, preferindo-se
idosa ; na raa da Umb n. 55, por tras do 8ym-
nasio.
.v'
J|K
Jos fiarla de Henear
Msaricia Maria da Canceico, Jos Mauricio de
Alencar, Candido Mauricio de Alencar, Florencio
Mauricio de Alencar, o bacharel Laiz de Dram-
moad e sua molber D. A ana de Alencar Drum-
mond, mulher, filhos e ;enro de Jos Maria de
Alcocer, convidam a todos os prenles e amigos
do finado, para aaaistirem as misaas qne por MU
eterno repoaso, mandain celebrar no dia 22 do
eorrente mes, s 7 horss da manhS, no convento
do Carmo, segundo anniversario de sen fallec-
ment, e desde j se confeasam gratos por este
seto de religiilo e candarte.
amella Bosa Hagalnae
Carlota B. Magalhes, Clara C Magalbies, Ma-
ria A Magalhes, O'ympio Magalbes, Joaquim
Magalha.-8, Anna A. Magalbes Figueircdo, Tor-
quato B Figueiredo (ausen'.es), agradecer de in-
timo d'alma a todas as pessoas que se dignaram
acompaohar ao cemiterio publico os restos mor-
taes de sua prezada filba, irma e cunhada, Amelia
R- Magalbes, e como ultime servir;) de candado
pedem-lhes para aesistirem as misaas qae mandam
resar per sua alma na igreja d j Espirito Santo,
sabbado 23 do crrente, s 8 doras da manila, s-
timo dia do seu fallecimento, pelo que protestara
sua eterna sratido.
manmatajmmsaummm^a^mmmmmmmmm
t
Dr.
daolnibo Silvano Santa
Bosa
Antonia Rosalioa Santa Rosa, Antonio Augusto
Hollanda Costa e los Herouides Holianda Costa,
viava e enteades do finado Dr. Santa Rosa, convi-
dam aos seus parales e amig.is para assistirem a
urna missa qae mandam celebrar na matriz da
Boa Vista, pelo descanso eterno d'alma do mesmo
Soado, s 8 horas da manh do dia 23 do corren-
te, trigsimo do seu passamento, e desde j se
confessam summamente agradecidos._____________
t
Caetano Pereira de Brlto
Joaqun, Pedro dos Santos Beserra Jnior e
Ercilia de Brito Bezerra, geuro e filba do falleci-
do Caetano Pereira de Brito, convidam a todos 08
prente >mig
urna missa que mandam celebrar na oidem ter-
ceira do Carmo, s 7 horas da manhS do dia sexta-
feira (22), stimo do seu passamento, pelo qae se
confeesam erratas.
Mara da Conceicfto Agr
Maneel Goncalves Agre, sua mulher e filhos,
muito e mu to gratos a to ios os amigos e paren-
tes, especialmente aos Revms. Srs. vigsrio de
Santo Antonio, padre Silva, vigario da Boa-Vista,
padre Augusto, Fr. Augusto, conego Thelesphoro e
padre Grego, pelas provas de amisade que nos
dispensaram, acompanhando o enterro de nossa
prezada filha e irma, Maria da Conceico Agr, e
ao Sr. Rodolpho Olympio Guedes de Lacerds, que
nos coadjuvou constantemente as dias de amar-
gura com os seus valiosos servicos, nosso eterno
reconhecimento.
Pedimos ainda a grses de assistirem as misaas
de stimo dia, sabbado 23 do eorrente, pelas 8
horas da manhit, na igreja de N. S. do Paraiz?,
coofessando-nos eternamente gratos esta prova
de religiio e caridade.
Celestial contraria da Santissima
Trindade
O. Hara da Conceico Agr
De ordem da mesa regedora, convido a familia,
pareotes e amigos de nussa irmS provedore D.
Maria da Conceico Agr, para onvirem a missa
qur esta confraria manda dizr no da 23 do cor-
rente, psla9 7 horas da manba, pelo eterno repoa-
so de sua alma. A mesa regedora desde ja se
confessa grata s pessoas preseutea.
O secretario,
Joao Guedes de Licerda.
Conego Joaquim Ferreir ti oh
Santos
Goilhermina Carolina de Sousa Gomes, Amelia
Guilhermina de Souaa Gines, Anna Joaquina de
Mello Dutra, R ta Mana de Jesos, pungidos de
dor pelo prematuio passamento do venerando co-
nego Joaquim Ferreira dos Santos, convidam aos
parentes e amigis do mesmo finado para assisti-
rem as misaas que pelo eterno repoaso de soa alma
mandam retar no da 27 d; eorrente, pelas 6 1|2
boras da manhi, na igreja da ordam terceira de
S. Franciseo (Olinda), trigsimo dia de seu pas-
samento.
joa snasete
Os filhos e iroaios do finado Jos Maria Seve,
agradecem do intimo dVma a todas as pessoas qne
acompanbaram o cadver de sen multo presado
pai e irmio ao cemiterio publico, e convidam aoa
seus parentes e amigo para assistirtm aa misss3
que mandam resar pelo repens eterno do mesmo
finado, no dia 23 do correte (sabbado), stimo
da de seu fall. amiento, s 8 horas da manba, na
igreja da veneravel ordem terceira da N. a. do
UTUV






6
Diario de PernanUMie~Sexta-teira 22 de Judio de 1888
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Oriental.
YELEDA
0 Aojo do Futuro
B' e vre de sortea para ai noitea festivas de
Santo Antonio, S. Joo e 8. Pedro, mais moderno
mais apropriado que tem Hpparecido ueste ge-
nero. Vende se r-m tjdss as livrariaa e na casa
edictora ra BarSo da Victoria n. 7
Llvrarla Iatiutlrlal
Ffw6SS0r3
Urna senbora competentemente habilitada, com
firatica de 10 annos de profiaso, offerec -se para
accionar por casas particulares e collegios na ci-
dade ou se ua arra baldes, as segnintes materias:
portugus, francs, italiano, geograpbia, piano e
trabaibos de ogulba, mediante estipulado razoa-
vel ; a tratar na ra Visconde de (ioyaena n. 69,
ou ra do Livramento n. 5, luja da borbolet-i.
Aluga-se barato
Baiza Verde n. 1 B.
Roa do Visconde Pelota n. 5.
Ba do Merques de Olinda n. 48, 3* andar.
Boa do Visconde de Itaparica n. 43 2*. andar,
una Visconde do Itaparica n. 43, armaxem.
Baiza Verde n. 1 B
Ba Visecnde de Pelotas n. 5.
rmtfc-se na roa. do Commercio n. 5, 1* andar
es -riptorio de Silva Qoimsraes & C.
Aluga
se
ou vende-se no Parnameirim ou Crui das Almas
n. 10-A urna grande e excedente casa com agua e
gas, tendo um bom sitio, a qual confronta com a
casa do fallecido Dr. Leal ; a tratar na ra do
Apolb n. 30, 1 andar, oa em Fernsndes Vieira
numero 11.
0 Remedio do Dr. Ayer
CONTRA SEZES.
E* nm tnico forte puramente vegetal, e,
pelo conhecimento practico dos seas effei-
tos, Garantido com remedio certo para
as febres malignas. Estas desordena de-
vem a sna origem a um veneno miasmtico
que penetra no sangue pelos pulmoes, altera
o figado e motiva as dlfferentesclasses de
febres couliecidns por Terciarias e
Suatrenarias, Internas, de Prio,
aligrnas, Intermittentes, Remit-
teutes, Biliosas, e Typhoide.
O Remedio no Dr. Ayrb rteutralisa o
veneno miasmtico e explelo do systcma.
Nao contem quinina ora ingrediente al-
gum mineral; seguro 8 inoflensivo. e
maca falla se se usa segundo as direccoes.
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYER k CA.,
Lowell, Mass., E. A.
A' venda as principaes pharmacias e
drogaras.
Alug-a-se
Urgente
Precisa-se de perfeitas costuraras, do
atelier de Almo. Fanuy : a ra do BarSo da
Victoria n. 15, 1. andar.
JA ebegou a segnada reaiessa da*
agiiiia airalina* ineraes de Mou-
dariz em Pontevedra na Heapa-
ntia
ESPECIALIDADES
para molestias do estomago, taes como : dispep -
aia gastralgia, catharro ebronico do estomago,
ulceras simples.
Molestias dos intestinos, taes como : enfarta-
mento do figado, ictericia, clculos buhares, diar-
rba obionica, etc., etc.
Molestias das vias urinarias, taes como : dias-
teses ur.cas. catharro vesical, diabetes sacarina,
albuminuria e gotta. _,
as anemias, chlorosis, psoriasis, prunigos e
dore i artrticas e outras nanitas molestias.
As aguas alcahuas de Mondaria naacem de ro-
chas granticas na temperatura de 180 centigra-
des, sio claras, incolores de ebeiro parecido um
pouco aos de ovos cosidos, sabor alcalino, produ-
aindo um ligeiro sabor picante na occr.eiao de to-
mar-se. Elisa sai classificadas no numero das
alcalinas a bi-carbonatadas de soda.
Estas aguas acbam-se wuda no egtabeleci-
mento do Sr. Antonio Affcnso Simoes, sito ra
Visconde de (Jovanna n. 1 (quatro cantos), em
Boa-Vista.
ou vende-se a casa sita Crui das Almas ou Par-
nameirim n. 10-B, com commodos para urna pe-
quea familia, tendo um bom sitio, e acba-se
limpa ; a tratar na ra do Apollo n. 30, 1 andar,
ou em Fernandes Vieira n. 11.
Alugu
se
as segnintes casas : a da roa do Lima n. 30,
grande casa, com agua, gas e apparelho ; a tra-
tar na Ivtogrsphia de J. E. Puroeli, a rna Mar-
ques de Olinda n. 8.
Pao tenteio
Melle A Biset avisam ao respeitavel publico
que todas as tercas e sextas teiras teem esto sa-
boraso pao ; rna larga do Rosario n. 40.
FABHICA
avapr
Aliga-ss
o sobrado de um andar e sotSo rna Marques do
Herval, traveasa do Pooiaho n. 33 ; a tratar no
largo do Corpo Santo n. 4, 1* andar.
Aloga-se
A casa n. 10 na rna da Fundilo, Santo-Amaro
das Salinas; tratar na lvtographia de J. E.
Purrell, rna do Marques de Olindan. 8.
Ama
Prccisa-se de urna ama para servico domestico
em casa estrangeira : a tratar das 5 horas da tar-
de em diante no becco do Compra Fiado, na Mas
dalena, ultimo sitio do iado da fabrica.
Ama
Precisa-se de urna ama que saiba coeiuhar, para
casa de pequea familia ; na ra Dnque de Ca-
las n. 54, loja.
Ama
p en!
Sem dieta e seui modn-c
caniles ti* costnmes
Laboratorio ceDtral, ra do Visconde
Rio Brinco a. 14
Esquina a ra do RegenteRio de
Janeiro
Especficos preparados pelo phar-
macentico Eugenio Marques
de Hollanda
ApprovadoB pelas juntas de hygiene da
Corte, Repblicas do Prata e Academia de
Industria de Pars.
Elixir de imlilrlbina
Bestabelece os dyspepticos, facilita as diges-
tores e promove as ejeccSes difficeis.
?labo de ananas ferruglnoM e
quinado
Para os chloro-anemicos, d^Vla a hjpoemia
ntertropical, reconstitue os r.ydropicos e beribe
ricos.
Xarope de flor de arnelra e mn-
laasba
Muito rcommendado na bronchite, na hemopa-
tyse e as toases agudas ou chronicas.
Oleo de imiadui ferrngtnoao e ras
ea de laranjati amargan
E' o primeiro reparador da fraqueza do orga-
nismo, na fysica.
Pllulns antc-peridicas, preparadas
com pererlna. quina e Jaborandy
Cara radicalmente as febres intermittentes, r9-
mtteutes e pernieiosas.
Vlabo de jurubeba Mlmplea e tam
beni ferruclnomi, preparadoa
em vlabo de rajii
Effic&zvs as inflamaces do figado e baco agua
das ouchroc'cas.
Viiino tnico de cavilarla e quina
Applicado cns eouvaleeirea'! das parturientes
tierco antc-febri!.
Francisco Muiob ta Suva & c
RA r J MRQUEZ DE OLINDA
Precisa-se de urna ama para servicj domestico ;
na ra Paulino Cmara n. 18 (antiga Camba do
Carmo).
Ama
Precisa se de urna ama para cosinhar
de Pedro Aonan n. 70;________________
na ra
Ama
De Ilvroa de escrlptaraeao
Premiaaa as ezposicss de 1882 e 1885
Manoel j. de Miranda
EncadernacSo, pantacio e especialidades
em cartoes de visita.
39BA DUQUE DE CAXIA839
Telepbone194
Fabrico de assucar
iaehlnluma > abrlrnninn nnnr*
*tewart dr c. de sSlasjsrow
onstruccao da mais moderna 6 aperfeicoada e
de grande duracio.
Moeoda com pressao hydraulica de Stewart que
d a melhor exprselo conhecida at hoje.
Caldeirae com eeonomisador, especialid ade
tes fabricantes.
Fornalhas para queimar o bagaoo verde em di-
reitura da moenda.
Os apparelhos de Vacuo e Triplo sao de syste-
ma moderno como ambem as turbinas ou cen-
trifugo.
Ornamentos e msis informacSes em casa de
Obras PiUtcas
Estando intrausita-
veis as mas da Moda
e Amorim, pedeni os
moradores a earidade
de ser concertado o
ealcamento.
ltenlo
Aluga-se em um predio bem situado um primei-
ro andar com 4 qnartos, 2 salas ezpsoosas e cosi-
nna por IbWOO, e um segundo andarcom os mea-
mos commodos e sotSo por 18*000; na ruado
Apollo n. 75, trata-se narua Larga do Bosario n.
Aviso
Browns & C.
Ra do Commercio n. 5, andar
JcSo Ferreira & C. tendo de liquidar o seo es-
tabelecimento sito ra Duque de Cazias n. 87,
avisa aos seus devedores que precisam receber os
seus debitjs, sob pena de serem declinados os
seus oomes e qu ntias at o fim do corrente mes.
Recife, 16 de Junho de 1888.
____i___________Joaa Ferreira & C.
Viulio verde
O que pode baver de puro, chegou para o Bi-
beiro, traveesa das Cruse n. 16.
Ultima novidade!
0 folgaso
Interessaote colleeco de jogos de prendas e de
penitencias, para as noites de folgares. A' venda
cm todas as livrariaa e nos principaes pantos da
eidade pelo diminuitissimo preco de 200 rs.
Engoniniadera
Precisa-se de urna, que engomme bem e ensa-
boe alguma roupa para casa de pequea familia,
que durma em casa ; na ra do Conde da Boa-
Vista n. 24.
Candeias
As candeias romanas ou pistolas brancas
e coloridas, craveiros, rodinbas, etc, eto.,
preparadas na antiga fabrica da viuva Ru-
fino, s se vendem no armazem da Bola
Amarella n. 36 caes 22 dn Novembro,
tudo pelos preyos que s3o vendidos na
mesma fabrica.
Jacintho Botelho de Amorim Se C, estabelecidos
ra da Olera n. 64, avisam aos seus devedores
" | que venbam pagar seus dbitos, e se o nao fixe-
rem sero chamados por este jornal.
GALERA DCASBLE
PHOTOGRAPHIA E PINTR4
1. premias e medalha de ouro na Expo-
Bipo de Berlim de 1886.
Medalha de prata, Exposicao Univer-
sal de Anvers, 1885.
1. premi, Exposipo Artstica Indus-
trial, Rio de Janeiro, 1882.
Diploma de Progresso e Mrito em di-
versas exposipoes.
Photographias artsticas em todos os
gneros, o melhor que se pode prodnzir, re-
tratos a oleo, precos razoaveis.
Grande colleeco de molduras e varia-
do sortimento de passepar-touts.
NDISTIIA NAOIONAL
COGNAC BRAZILEIRO
DE
A.
M. VERAS &
PERNAMBUCO
c.
Esta ezocellente bebida preparada cata todas as regras da scieneia, de sabor
t aroma iguaea aos do cognac estrangeiro. O Cognac llrazilelro tem feito
grande suecesso pelas provincia do norte e sul.
Prepos da fabrica
Para alugar
Na ra de Marcilio Dias n, 45, sobrado, aluga-
se a casa n. 20 ladera do Varadouro em Olmda,
com 2 salas, 3 qnartos, quintal murado, cacimba e
porto para o becco da Poeira, e a casa n. 4
travessa da fundico, em Fra de Portas, a qoal-
quer hora do da, se encontrar com qnem tratar.
Engenho a arrendar
Arrenda-se o engenho Castor, legua e meia
da eetacio de Bibeiro, moendo corrente, a vapor,
com trras productivas : para informscoes, na ra
Oireita n. 106, tratar no mesmo engenho.
Caixeiro
Precisase de um menino de 12 14 annos, que
d fiador de su* conducta e tenha pratica de mo-
lbado ; na ra do Mutocolomb n. 65, em Afo-
gados.
PEQUEAS GRANDES
urna garrafa...... 10000 10500
Qmaduzia 9(5000 12,O00
O Cognac Braaileiro encontra-se na fabrica, em todos os botis, restaurante,
bilbarese vendas desta eidade, e om B(beribe no hotel do Jo3o e venda do Jacintho.
):o:(
AIcool 40 puri^ca^" "J' "'iifeectado, perfumara para bomoeopathia.
Precisa sede urna ama para cosinbar
na ru ,11 Florentina n. 34.
a tratar
Ama
Precisa se de urna fma para servido domestico'
na ua Barao da Victeria n. 69, 2- andar.
Ama
Precisa Be de urna ama para casa de pouca fa
mi lia ; na ra da Palma n. 29.
Ana
de menino e eostureira : precisase na ra Nova
n. 16, loja de chapeos de sel.
Precisa-se le um ama de meia idade para
comprar e cosinhar, fasendo mais algum servico
de casa de fan Mis, menos lavar e engommar ; na
ra Duque de Caxias n. 14, sobrado, se dir.
, A M A
Na ra de Santa Theresa n. 20, precisa-se de
urna ama que entenda de cosinba e obrigue- se a
dormir em casa.
FABRICA APOLLO
Esta importante fabrica tem sempre a Yenda:
CXGAHHOS
ATTENCAO
8I0CC
P
Estuque e pintura
Evans > Kodngu s Visaos, chegado a esta ca-
pital de volta de .ua viagsm, fus sciente aos se -
nhorss don s de obra, que se acaa czercendo ana
profissao tendente a fu arte:
Pode ser procurado ra dn Bom-Jesus n. 41
ou em ca* do Sr. Francisco Manoel da Silva,
ra da Calis.
Ama e criado
Precisa-se de urna ama que seja boa cosinheira,
e de um criado de 14 i 16 anaot ; a tratar na roa
do Crespo n. 10, loja.
Seres para Santo Antonio,
S Joo e S. Pedro
Cbegsram finalmente as deaejadae sortea de
Berlim, com o s'rtimento maior e mais esplendido
que o anno pasando ; avisamos aos numerosos fre-
gueses, em particular ao corpo acadmico que
este auno vedemos mais birato que o passado a
vista des descontos que noa deu a fabrica ; pre-
cos e sertimento sem campetencia.
Fabrica Vendme
RA DO BARO DA VICTORIA N. 39
Primaveras, papel seda, fumo picado
Selectos
Operas
Universaes
Populares
Goyaa > {amo desfiado
Daniel
Rio novo > > >
O Lmanos >
a


Em meiaB
sita Fabrica.
caixas
Demcratas, papel seda, fumo desfiado
Caporal > >
Cubanos, palba,
Rio novo
Goyaz s
Daniel > t
Cosmopolitas, papel seda >
Ditos, papel tabaco
Ditos psiha >
diversas marcas, fabricados especialmente na Baha para
s
Engenho
DPXJXWXO
Desnades e picado, de diversas marcas, em latas de 5 e 7 kilos.
LEOS
Oleo aromatisado8 para lampsrinas e ricino medicinal, em garrafas.
Dito dito para lampsrinas e ricino medicinal, em latas de 1 e 5 galSes.
Papel de seda especial em pacotes de 10 milheiros, o que ha de melhor ; ca-
ohimbos, ponteiras e um grande sortimento de artigos para fumantes.
A TYPOGBAPHIA
A mais bem montada n'eata provincia, com um pessor.l artstico para as ezecu-
c5ea das obras mais diffioejs e por precos sem competencia, com grande nitidez e Iuxo.
LBWI1)
i^ A/TW^ EIT KM *a
OAZES arrendadas cor de creroe (imitacao de seda) a 600 e 700 rs., o corado*
FUST.0 branco, desenhos, padrSes novos, a 440, 500 ;e 600 rs., o covado
SARGELIM de cores, quaidade melhor, a 240 rs. o covado.
ESGUIAO pardo para vestido, duas larguras, a 360 e 400 rs., o covado.
PERCALES clares padrSes miudinhas, a 200 e 240 rs., o covado.
SETINETA do JapSo fazenda de listra, a 240 e 240 rs., e covado.
CAMBRAIAS bordadas, brancas e da cores, a 50000 e 6|$000, a peca.
NANSOK muito finas, a 160, 200 e 280 rs. o covado.
GUARNICaO de crochet, para sof e cadeiras, a 7(5000, urna.
PANNO da Costa de listra, a 10000 e de quadro a 10200, o covado. f
BRAMANTE de algodSo de quatro larguras, a 800 e 10000, o metro.
BRAMANTE de linho de quatro larguras, a 10800, o metro.
ATOALHADO branco, desenhos novos, a 10200, 10500 e 20000, o metro.
TOALHAS felpudas, a 30500, 40500 e 50000, a duzia.
LENCOS doalgodao e de linho, desde 10200 a 70000, a duzia. #
MADAPOLAO americano com 24 jardas, o 60500, a peca.
BALEIAS para vestidos, a 300 rs., a duzia.
SEROULAS de bramante, s 150000, 180(00 e 220000, a duna.
CHEVIOTH preto e azul, a 30000 e 40000 o 40500, o covado.
BRIM pardo para roupa de crianca, a 300, o covado.
LENgOES de bramante, a 10800, 20200 e 20500, um.
ZEPHYRES de quadro, lindos padrees, a 200, 240, 300 e 400 rs., o covado.
COLCHAS de edres, adamascadas, a 20000, 30000 e 40000, urna.
CAMISAS Jlemls, linho e algodao, a 380000, a duzia; barato.
CORTINADOS bordados, a 60500, 70500 a 80000, o par.
MEIAS crus para Jbomem de 30500 at 100000, a duzia.
NA RA 1. DE MARCO N. 20
DE
AMARAL & C.
49
DEPOSITO
-RA MRQUEZ DE OLINDA-49
ANTIGA DA CADEIA )
Telephone u. seo
Arrenda-ie nm muito bom d'sgua, mcente e
corrente, com trras e extensas traites para sa-
frejar at 2,000 pies de assucar pjr anno, distan-
te urna legua da eidade de Jabiato ; a tratar no
caes 22 de Novembro n. 77 taverna.
CADET
C U P.A
m TRES DAS
pttB?Deaisi7]
PARis
DepWitos na$ principa*
Em Pernambtteo
FRANoo M. da SIL.VA
O.
EXPOSiriON > UNIVM878
Medaille d'Or^tCroiXd*CheTlier
LS PLUS HAUTiS RECOMPENSES
oleo ."gnu i
E. GUDRAY
PCULHEinEMP*JF*'F0>ISOSUItADOCABEUO
Rscommendainos esle producto,
con.1: ndades medicas,
os de quina,
tomo o mais pscrau rtf cneradur que ss eonheeo.
Arisos Recommendados
PERFUMARA DE LACTEINA
Intnwnilili pelu CtMridsSM Miett.
GOTAS CONCENTRADAS para o leseo.
AGUA DIVINA dita agua de saude.
TE8 ATIGOS c'hm-SE NA FABRICA
pars 13, ro d'Ei|b:ci. 13 pars
Depotitoi sa todas at Peiimarias, Pharmacias
e CabelUreJrcs da America.
FABRICA.
79RA VISCONDE DE GAMARAGIBE 79
(ANTIGA DO HOSPICIO)
Telephone OS
\TTENC\
Todas aa encomraendas e correspondencia devem ser dirigidas ou ao Deposito
aa a mesma Fabrica a
Roa Ysconde de Camaragibe n. 79
H.
Ba r de Marco n. 6.
eu
com
PartLipam ao respeitavel publico que,
beleciacnto de JOIAS com mnis urna sene
tendo augmentado seo
io, no pavimento terreo.
especialidades em artigos de ELECTR-PLATE, oonvidf,m a
.bxmas. familias i seus numerosos fregueses para visitar seu estele
cimento, onde encontrarlo nm riquissimo sortimento de joias de oiv a
prata, perolas. brlhantes e outras pednvs preciosas, e releeros de uro<
prata e nikel.
Os artigos que reoebem directamente por todos os vapor sSo
executadoa pelos mais afamados especialista e fabricantes da Europa e
Estados-Unidos.
A par das joias de subido valor achar&o urna grande vaiiedade
Je objeotos de ouro, prata e electro pate, proprios para presentes de
casamentes, baptisados e anniveraares.
Nem em relacSo ao pre^o, e era quaidade, os obieotoe aoim
mencionados, encontrarlo concurrencia n'esta praca.
FORMULA
4SGELIN0 JOS OOS^SANTOS MDRADE
Approvada pela Inspectora Geral
da Hygiene Publica do Rio de Janeiro em
20 deJulhode 1887
Este depurativo de grande efficacia as molestias syphililicas e impu-
rjBB do sangue. Para maior garanta da efficacia deste medicamento, publicou-
te grande numero de attestados de alguns Srs. mdicos residentes nesta
provincia e de muitos cavalheirqs que teera feito uso deste depurativo, em nu
aero superior a 300; notando-se 50 pessoas que se curaram da terrivel beribe-
ri com este poderoso depurativo.
0 uso deste Elixir muito recommendado no tralamento geral as mo-
lestias das senhorase a prova est no bom resultado que ^tem obtido aquellas
das Exm". Senhoras que delle tem usado.
Os adultos tomaro quatro colheres das de sopa pela manhae quatro a
uite. As creancas de i a 5 annos tomaro urna colher pflla manha e outra
i noite, e os de 5 a 11 annos tomaro duas colheres pela manha e duas noite.
Devero tomar banhos, fri ou morno pela manhS e noite. Resguardo regular.
Encontra-se venda na drogara dos Srs. Francisco Manoel da .ilva
x C, ra do Mrquez de linda n. 23 e phaimacia Oriental ra Estreita do
Rosario n. 3. #
MimiM
BVl^Bi


Diario de PernambocoSexta-fcira 22 de Junho de 1888
V
}

BARATO E MITO BABATO
E S NA LOJA DAS ESTKELLAS
56 RA DO DUQUE DE CAXUS56
O proprietsrio destn roui acreditado estabelecimento prflTrao a todas as
Exmaa. familias e reguezes en geral que, as umitas pechinchas que costamam fsBer,
nao sao mais divididas coma suaex-easa des USTRAS AZUES, portanto quero quiaer
comprar por menos que ero outra qualquer parte dibija seA LOJA DAS ESTREL-
LASonde enoontrar5o ara completo e variadissimo aortimento de fazeadas que se
vendem por preyos que nfio Ihe podem fseer competencia.
A ABER.
Fuzentias delciadmirem!
MadapolSo americano com nm metro de largura de 14$ por 7^000
dem idem muito boos e largos de 8(5 a 5$ e 60000.
Algod&o amerioano T., superior a 5)5000.
Cretones para vestidos a 180, 200 e 248 rs.
Gangas adamascadas para coberta a 240 e 280 rs.
Toalbas alcocboadas para rosto a 2^000 a duzia.
Ditas felpudas para rosto a 3(5500 idem.
Gabrdanapos adamascados a 2(5000 duzia, que maravilba !
Bramante com 4 largar, s a 660 e 800 rao metro.
Dito de linho com 10 palmos a 1)56(0 e 10800 idem.
Atoalhado adamascado lindo desenho a 1j5200 idem.
Colchas de 50000 a 20000 e 20500.
Cobertores de 10500 e 30 a 900 e 20000.
Sargelim de todas as cores a 200 e 240 rs.
Cassinetas escuras a 400 e 440 rs. o covado.
Baeta para banbos de mar a 600, 760 e 800 rs o covado.
Bnns de cores para roupas de menino, imitago de casemira a 320 e 400 rs.
o covado.
Lingos oom barra de cor de 20500 a 10200 a duzia.
A\s Exmas familias
Offerecemos um lindo sortimento de merinos com 2 largura* de 10000 a 500
o covado.
Setins maravilbss de 500 a 240 rs. novidade.
Fust*es brancoa de 500, 600, 800 e 105CO a 240, 400 e 10000.
Rendas circaasianas brancas e pretas de 02OO e 10500 a 300 e 500 rs.,
baratissirao.
Linons de cores bordados a -240 rs. o covado.
Rendas hespanholas di todas aa corea por precoi sem competencia.
S.tins dos Alpes de 500 a 200 rs.
Taile de vichy de 320 a 160 re.
Velludo pHOg.fle de 10000 a 4JO e 500 rs., q re pecbinchas ,
dices de linho cora um metro de largura de 800 a 300 rs.
Brim pardo com duas larguras para vestidos de 600 a 320, 360 e 400 res
aproveitem.
Lin Cachemiras felpou para vestidas a 240 rs.
Cezariuas para vestido escoc-zes a 200 rs.
Cortes degurgurSo do seda e velludo de 150 a 600 e 700000.
Liddos cortes do cambraia bordada de cores brancas a 40500 e 50000.
Cachemiras crcissianas novidade de 800 a 400 rs.
Ditas de la eacocezis do 800 e 10 a 400 e 500 rs.
Setins macu de tod*s as corea de 800, 900 e 10000.
Liados vestuarios de fustao e setim para meninos de 4 a 5 anuos 150 e 180
por 90 e 100000 rs.
Ditos elsticos Jersey a 8$, 100 e 140000.
Cortes de cachemira e etamine ricamente bordados a matiz de seda de 600
e 500 a 200 e 250000.
Manoletes de velludo de 500 o 600 a 100, 150 e 250000.
Aos dignos cavalheiros >
Off-T-cemos camisas inglizas n 300 a duzia, que perhincha!
Ditas de meia a 90, 120 e 155 duzia, sao baratas.
Ditas listadas pur*. 12 de 60 a 30500 (regatas).
Collarinbos de linho a 40800, 50 e 60500 a duzia.
Meias ingieras Escocia e II, precos baratissimos.
Brins de linho de cores inalteraveis a 10, 10200 e 10100 o metro.
Ditos brancos de 20 e 20500 a 10200 e 10600.
Ditos pardos para criangas a 240 e 320.
Lindos cortes de collete em fustao branco e de cor a 20, 30. e 30500.
Ditos de fustao bordado era alto relevo a 10000.
Ditos de seda de 100 a 150 por 40 e 60000.
Lencos braucos e com barra a 10200, 10000 e 20000 a duzia.
Cheviote americano de 30 e 40 a 10200 e 20500.
Completos de casemira de 300 por 150000.
Cortes de casemira ingleza de 70 por 40000.
Completo sortimento de caserniraa em cortes e pegas padres integramente
novos e modernos, que se vondem por precos que admira. Aproveitaudo o ensejo
avisamos desde j que temos um hbil alfaiate para executar qualquer pega de roupa
com perfeigao e gosto : tudo ato por pregos que jamis ninguem nos poder fazer
competencia.
A's Exias. noivas
% Os seguintes artigos, que recebidos por um cambio tilo fa voravel, permute
aquisicao de serem vendidos quasi por raetade do seu valor.
Setin branco macu, liso a 10, 10200 e 1#800 o covado.
Ditos lavrados com listas, de rico effeito a 10600 o covado.
Rendas hespanholas de todas as corea a 30 e 40000,
# Ditas <-spanhol: s pretas de seda a 30, 30500 e 40000
Bicos brancos de nho a 10, 10800, 20 e 20500 a pega.
Ditos de cores matizados e liaos a 20, 20500, 30 e 40000.
Ditos de sfda de todas as cores a 80 e 120000 a pega.
Babados bordados a matiz de 20500 a 800 e 10000.
Ditos brancos a 600, 800 e 10000.
Pannos de crochet para guarnicao de sala por pregos baratos.
Anquinbas de pannos, modelos elogantes o 10 a 10500.
Ditas de rame, sy=tema aperfeigoado a 30 o 40000.
Capotas com ricos veos de blonde a 80 e 100000
Meias de seda de lindas cores de 80000 a 40000.
Completo sortimento de meias o de escocia, finitsimas o mordemaa.
- Cortes de cambraia suissa bordada a 300 e 350000.
Riquisaimos vestuarios para baptisados a 100, 150, 200, 300 e 400000
C ropleto aortimento de oortinados bordados a 60500, 70, 80, e 100000.
LidiaBimos cortinados de crochet, desenho de apurado gosto a 180, 200000
e 250000.
Finiasimos leques brancoB e de cores a 80, 100, 150 e 200000.
Para decoro e forro de sala :
Damascos do todas as cores, reps para cortinados, crep da China. Eateiras
brancas e de cores por 10200, alcotifas, tapetes tanto em pega como para guarnicao
de sala de todos os tamangos.
Grande quantidade de re-tainos.
''ELEPHONE 210
PECTORAL DE CAMBARA
Este poderoso e importante medicamento, vende-se em casa
dos nicos agentes e depositarios gperaes n'esla provincia
.FRANCISCO MANOEL.DA SILVA fr C.
droguistas, ra do Mrquez de Olinda, n. 23; aos presos de
2H500 o fraseo, 13^000 1|2 duzia e 24$000 a duzia.
coi as falsiicaces! Ciado con asim]MK'
VINHOdeEXTRACTOoeFIGADOdeBACALHAO
Vende-se
em Mas priMlSM fbarmadu
e Srog-arlas.
Deposito geral .
PARIiZ
Faubourg Uontmartre, 2i
O VINHO de Extracto de Figado de Bacalhao, preparado pelo Sur. CHEVRIER, Pharinaceutico do lr clases,
emPariz, possue ao mesmo tenipo os principios actives do Oleo de Figado de Bacalhao e as propriedades the.-ap* .iticas dos
preparados alcoolicos. E' precioso para as pessoas cujo estomago nJo pode supportar as susbstawias grana O seu effeito,
como o do Oleo de Pig'J.do de Bacalhao, 6 soberano contra as Escrfulas, Racbitismo, Anemia, Chlorose,
Bronchite e todas as Molestias do Peito.
Vende-se
en tedas as principies Piarruacl;
e Drosar-as.
A CREOSOTE de FAIA suspende o trabalho destruidor da Tisieti pulmonar, porque diminuc a expectoracc
desperta o appetite, faz cessar a febre, supprime os suores. Os seus effeitos combinados com os do Oleo de Figado de Bacalhao,
fazem do VINHO de Extracto de Figado de Bacalhao Creosotado, de CHEVRIER, o remedio por
excellencia contra a TSICA declarada ou imminente.
UI ESTADO FERFEITO DE SAODI
o maior beneficio da existencia
Para obt'-r essa itom iiuMimarel empregaes o SAL
PYRETICO de LAMPLOUGH que acommette o Mal
nae Bas raizes, inellioranuo a I>f/e/itao, uesem-
baratando o lntoinnijo. o figado, o> Mina a
s lntrmtiii tem|to reiiorandaoiangut>, suppriniiDJoos humores insalu-
bres e felins, refrescando-o e oiTgenaudo-o.
E" ESTE O HUNDO PRESERVADO! E O
GRANDE REMEDIO contra a mor runo das Molestos
iulecluosas e aialignaa dos clitaus tropicaes e Acal
contraasFebresauurelhscoutr.i- ..i, sarampo,
sede, i jo, vmitos, bilis, durea de voatre,
indieesto, aiedumes, cholera-morbo, erup^oes e molestias
da pelle, altet aco do sau^ac, etc.
O D' W. STEVENS reata: Aps a adop0o d'tlte
Sal, as febres morideras das Antilhas j nao lio
mais horrorosas.
O D' J. W. DOWSING relata: Tenho empregado
esseSal no trattimenlo tie As casos de febre amarella,
efoVj ,<-,! mn so mu t xito.
SALVOU-ME A VDDA EM UMA TEHRA
LONGINQUA, eaoreve C. Fitzsjerald, liscraire.
oulr'ora na Aitiani.i.
THOMAS C. COOPER, Eaquire, Kngcuhcuo M
Rio-de-Jaueiro, escrefe :
Tenlio estado durante 16 anrtos no Rio-4t-
Janeiro,e tenho tornadodttasou tres vezes por stmantt.
e algumas vezes todos os das o Sal Pyrelico dt Uaplosft,
ministrando-o tambera aos meas iUios,e nunca lenho
precisado de medico pura a febre amaretla durante
aqueUetempo.Teiihoeinpregaao muitos operariosetn
meu8estaeirosaquie*eisdentreeUesmorrrilodtntro
de una semana da febre amarelia. Nenhum porm
"aqitelles que tomrdo SAI PYRETICO DE UWIIIOW
morrr&o, nem sequer soffrro da febre anuweUdm
se nao levemente.
O Sr. YONO escreve :
Durante 15 annos tomei esse Sat regularmente todae
s man/is, e durante todo esse lempo nunca tomei
ouio medicamenlo nem to pouco consultes medico.
ilmistrei o sal aos meus filaos, e nunca precisei dt
mandar vir o medico para elles, depois de nascercn'.
Licenciado pela Inspectora de Hygieue
do Imperio do Braxll. .-
IlepasilrlMai/,er/imfiuco:rMCM.iaSlIiVA&C**
SjssWsMI
NO RUIS,
OLERY Vens-ssem toda a turto-
FOGOS INOEFENSIYOS
BAZAR
IO
JPITER
itL-a
(CONFRONTE AO BECCO
DO
DE
AKSENAL DE GUERRA )
FRANCISCO CIPRIANO
O proprleario dest^ importnnte e 8Qrditar]o BAZAR, acuda do faz-?r grande
HVaDljCC\0 NOS PKECOS
convida o illustrndo publL-o desta cidada, eoaipra amsnte dos rolgarea das tradicio-
nacs Qoites.doB gloriosos to
a vir apreciar o .variadisshuo ixirtinaento du fogafl tl>- tu'li<8 as qualidades, fabricados
especialmeiitc para o seu Bazaj* p-l'is mais notaves
FiiciEiuiaoM aEWi'.i a be
os quaes vcnJ. ; pr Lindas pistolas bnnas e de c6rs, crnveiroB, fogu-tes grandes e p-.-quenos, but-ca ps
de diversos tarounhos, rodinhas, v-linhas, ospiguilh'is, traques, etc.
Craveiros, r.hropagus, diubreUB, serpentn cibrus, c.huveirus, ebuva ne ouro, bouquet
brilhan'-, r-'ir.h p. ostr;ll;nh-.s, vulcS^s, fogns d^ Boog-la, pistola traques e u-n s^m
numero de outros iogos proprios para s15o
baioes
VELAS B^RTHi\D DE IkMU W CiCi'fl
Approv'adas pela Eima. lunta Central de Higiene Pnblica e adop-
tadas pelos mais dlstlneos mdicos da Europa e America
As Vean Berlhaud pela bea ceeolha e variedade de bubb furtnulas eao de tal utilidade que
se pode dicer: ccmstitaem uaw botica completa para o tratamento das molestias a que se des-.iuam;
o que dSo acontece com outr?s medicamentoa que, sendo de um e composifSo (embora muito apro-
piada), oo podem cursr a todos e em lodos os caros.
Este novo e importante producto pharmaceutic >, destinad-i p..ra recfitaario dea Srs. mdicos e a
substituir com innmeras vautagena os remedios pnra o mesmo fien at boje empregad is, torna-se in-
dpensavel como complemento dos artiges de que devem dist.dr as fcSi- nharmacias, hospitaes e casas
de shde.
Eatas velas forsm e assumpto de estudos e experiencias serias em divems enic.s de muit s es-
pecialistis, e todas constatar*m resultados admiraveis no tratamento da BLENOHKH40IA. (QO-
NORRHEAS). da BLENORRHEA, hffleego s do apparelho g.nit--uriniri TERO, RECTO, FS-
TULAS, HEMORRHOIDAS, cichtrisacsw de ferid.,s, ere.
Nao remedio d- frmula te^reta, pottsnto os rirs. mdicos rueeitat-u-Uj de accordo c.-m o es-
tado do enfermo. Sao uteis tntnbem psra tratsmentos eirur^ieos.
ImportaDlissimos
VELAS SIMPLES
Frmala de cad.i ama
Acido brico................ 15 centigrsuimig
Bromureto de eamphora...... 20
Cblorato de potmis*....^..... 10
Hydrato de cLLral.......... 10
Iodofoimio puro............. 15
Sublimado.................. 1 milligrama
TELAS COMPOSTAS
Formula de cada urna
N. 1Sulfato de aluminio.... 4 centigrammat
Acido sali^ylico....... 3 >
Tintura de bfnjaim.... 10
N. 2Aotato d<> prata...... 3 milliifrainmas
d>- chumbi.... 4
N. 3Sulf.to o''- lineo...... 3 ceutigremmas
Acetato di chumbj.... 3
Taiinioo.............. 3
Laui'.ii'im de Syde-
nham.............. 10 *
N. 4Iodoformio............ 15 centigrammag
Eucalyptus............ 10 *
N. 5-ub-nitr^.t; de biamutho 20
Copabyba............. 10
de cores e branos com 12 polroaa d ahora, ditos de papel de seda com 4 e 6 paleos
(obra bem feita). Ver SOS e estalos para sortos, etc. ; assim como.
Liadas e encantadoras sorles francezas
verdadeira mndae neste genero, ditas na'ionses, cousa cbij, reeommedaveis pelo 6eu
bom e apurado Boato A ellas 1 a f-IUs I PreQos sem competencias.
PHOSPIIOROS DE BENGALA, DE TODAS AS CORES
a 80, 100 e 120 rs., a canta com 18 pin spuoros.
O propric-tari. deste BAZAR, sempre convicto Je que os seus bons freguezes
corre?ponderSo ao s-u pp lio, desde j Ibes agrdese ... garanto que encontrara,
sempre em sea e!ab?lociuiento os melbores artigos a par de i-auito
Sablimado.................. 1/2 milligramm
AVIZO
mp- Cennertar esjpre sb veles em um lug^r fr scc, e para servir se aellas em tempo
de calor colloca-se em aiua fria. nemellein e baila* com expllcace a quem pe-
dir. Como garanta exija-so sobre o envoltorio das caixas a marca registrada e a firma em
manusciiptoF. Paulo de Frenan.
Rogase aos Sis. pharmaceuticos o favor de reelamirem prospectos o distribuir pelos medieof de
seu conbecimeoto.
Calxa modelo comnnm (de ama h qunlllo) S*-K*:iper.e. modelos
A(*nppoat(orl<>) um # urna 3S" urna aSoco
VBvnn;\!Oi n jm/h
Encontrase as principis pbarmaci^s e drogaras d.) anido
DEPOSITARIO Q&RAL
F. FSLO 2S TaBIAS-fi4 DOS OEIVES132-A
inflis i mi
8-RA DO RANGEL
aos Consummidores
PERFUMARA ORIZA
PARS 207, Ra Saint-Honor, 207 PARS
ferem e successo e favor publico :
1 i* cntiiu srtFilsM oom sao hricados. f i anvlue ds mi irlwe..
MAS SE IMITA OS PRODUCTOS DA PERFUMARA ^IRIZA
em attinglr ao seu grau de deUcadeza e pertelcao.
Qk. A apparencM ex tenor deltas imitacoes sendo idntica aos ?e"?" A
Pa. deiroa Productos Orixa, os consummidores aeverao se JM^
5rft. precaver contra este commerclo illicito e considerar como (
Wmfo. contraracedo qualquer producto de qualidade inferior -fmp
^^S vendido por casas pouco honradas. 4*^
RT-vSAVON ORIZA-.VELOUTE ;
Xemeua do Catalogo lllnatrado pedido franqpeado.
(Cana -pecial para
m unas e firopnsanda Ue preparado* utedicin
RIO DE JANEIRO
A' vendar ua pharmacia 8 Pinh) e em casa dos depsitarL Barlbolomea & C.
Ra do R >sariu 34
S. JOAO
AS PEROLAS
BE
QuininadoDrClertan
Approba'o da Acadenia de Medicina t* Pariz i
Cumtem dez centigrammas (doia graos) de Quinina pura
t U.ispensavel exigir a Firma :
) > FAaOA I
Casa L FREfiE, 19, ra Jacob, PARIZ
^.PIVER em PAj^
r1
1 a
r
\r Unioo Inventos ^*
no *
SA3A0-SCC0*ALFACE
0 melho dos Saines de oncador
*** *****
S-trt*.etr Imitg6oa
rmjorttrT mu priaoi/t*M PtlmaaAu, ^liaisunin Gabalwmnm
DE
FBDCTAsTeII CALDA
DIOSO JOS M SILVA & .
Ihiens Agentes m l'ernambnco
JOS' JQAQUIM ALVES C.
69BOA BiBlO DA TIGIOBIA69 ,
E acha a venda nos prwu-ip.es est; b.-liiai-nt's de molhados dpsta capital
' A saber Paulo Jos Alves & O., Alhero Ovira & C,"Paulino d Oliveira Mai,
OliveiriiSilsa C, Asev&lo M*ia & C, Z ferino Vale te &., A'bino Fernandos & C .
Abrant.-o & C. Guimaratss & Vabnte, Lopes Magalha-a & O., Vas-onnellos
Sobrinhr> & C, Antonio de Souza Duarte Ferreira, Arthur Goncalves Majaes,
Bemardinode Souza Duarte &C, M.noel Joaquim Alves Ribeiro & 0., Manoel Go-
mes da Cunha S; C, R*uios Frreira d C,
Ver para crer
neontestfive luiente d> ndo con. ^era
com "9 s8 re8u,ni(0r'
abo das latas de mar-mellada 1, 1/2 e 1/4 da kilo e as qajrdadea do
doce eru calda tao na seguinteB:
Abacaxy Laranja
Marmello ;j*
pe, gg0 Pera
Goiaba Botina
Ma(,4 Lo0
Manga
CHARLES PLUYil & C. rbceberui mu iaaortaaW iota de biecoutos d'gua
doR, Grcndo So Sh! : v'n'>rr. em Itta de un kilo redados de vintc latas
com ii-onto
Encontr se tambero aa ra do Cotxjoemo i. 24 Balaines da Ly< d, conservas
de diversas qualidaoes, vinbos de Burdennx desde 800O ft f'uzia, Bonrgogn'-, Madei-
ra extro retour de^ Inden, MlrN iaie, Xers o b*r ', etc., Ma.
VERMOUT TO: 1NO e AMARA da BL.VUQUI g melhor dos aperhivos.
CHARLES PLUYM & C.
Hecife
""Xjwwento geneau
Para' os Cavailos
EmDrs Emprsg^oo oom j nuuBelgioai Q ^J03 p.iz^-Bacjs e o Re da Saxona.
uppres*ao do E DA QUEDA l^O PELLO j|E&^\ S B .\L
i S este precioso xop.co o nico que
I substi 1 uc o cauUi-o u cura radicalmen le
I em poucos das as manqaelra, novas
e autigas. as Toroeduras, Contnsoes
i Tumores o InchSc5es das pernas,
' para-pao, Sobre-Canna, 17raquexa C Bn-
\ eorcltameoio das pernas dos potros, etc., sem
' occasloiar nouliuma c/iaaa, uem queda do peito
| mesmo uuranlo o tralameato.
Deposito en Parisi Pharmjcia
GBTEATJ,
K. I V AL.
Os resultaCoa extraordinarios que tm I
obttelo as diversas AfttoccSes ?o|
' Peito, os C itarThoB 3roncniti.',
Koleetias Ja Cargante., Opljtal-1
ma, etc., to dio logar concurrencia.
A cura faz-se com a mo em 3 minutos, sem
aof e sem corCar, nem n spar o pello.
Ra St-Honor6, 275. e eu t, las as Phanueia^
A MELHOR PERFUMARA INGLEZA
PREMIADA COM OITO MEDALHAS.
Os Perfumea The Crown" sSo sammamente concentrados.
Tonglewood, totmola, Boaa branca, Opopanco. I
HcU?tropio branco, Eaaeuoia Bouo.net, FU*e
eira SUvctre, novo perfumo, eirtra oqnoentrado.
c os melhor "m> e yendem-se em.
frascos, tapado* com rolhas privilegiadas.
Awas. de Colonia Ingleza nis-lma. Aeua de Florida. Po Opalino para
Xi" Dentifricio em pata de cereja. ^o^ ^prente
m^di melhor Qnaiidade. Saboneta Opalino ea^"et(^f"
SrtWos da melhor 0naUdade. Saboneta de- Aloatrao e Babone
Caxbol.co. Eaeovas Ihe Crown" pa.a os dentes.
Premiada com 2 SIedali .'"r,lem E?0*0
de A Sf.
ME CROWN PERFUMERY CO.,
177 Hew Bond tr~t, IW-WHI._____,
~,.i v Ag.ur w tem u.lu : l'i.c Jut.
rico em *^<^- -rrf tl0ue,a SELLO AZUL d, HJad. Fjs. j^^
OiUtPropniUiis ; HOGG, 2, ru CasUgUona, PARS,
WLwLwm



8
Diario de PernambocoSeita-leira 22 de -liinh de 1888
_

/
Cautelas do Monte de
Soccorro
Co_pra-se eaatelas de q*, tet, paga-se bem; na praea da Independencias.
22, loja de relojoeiro.________________________
Nao vieram
Roga-ge aos 8rs. Joaqoim ^ivier Croeiro de
Uter e Manoel Xavier Carne.ro da Canta, o
obsequio de apparecer ra Marques do Herval
n. 12. a negocio qoe nao ignsrm._____________
%: andar
Alaga-se o 20 andar e soti da caa roa Pri
5rs?e Marco n. 17, sotig do Crespo : tra-
meira ae Marco
tar na loja.
Sement de carrapato
Comprase s< mente de carrapato ; na ras do
Hospicio n. 79.
VENDAS
eaeoisia
que de Caxiaa d
Nao tcm competido]
Sao bens e baratos
Eoxovae. para baptisados a 7*000, 'e ^
aproveitarem, e tambera para 12*, Ib* e xu ,
igualmente bonitas capotas de sed, toncas bor-
dadas, sipatos de pellurce, setim e merm, finas
meias de seda brsnea e de cores, tamb-m fio de
vend.m Pedro Antones 4 C a ra Dn-
63. _______'

t
Manteiga pura dinamarqoeaa (Copenhague),
em confwcio de msgarioa, c mo geralmente con-
tm as msnteigas de expoitacSj para este impe-
rio, e que to n civo para a sade
A 800 rs. a libra a retalho.
(Aceeita-te devolvida, nSo agradando.
Corpo Santo numera 6 Goimaraes & Valente.
"Cimento Portland
Vende-se superior cimento Portland em barri-
ese de 180 kilos ; no eseriptorio ao lado do Corpo
Santo n. 9.____________________________
Oliveira Campos e C.
Una do Crespo n. SI
Recetaran) pelo ultimo vapor sortimento coa)
->leto de capas de casemira, merino, gorgnrio e
eda, para senhora, o que ha de mais novo, & pre-
co raioavel; receberam mais seda preta e gorga-
.o dem p >r preco baratissimo.
Ferro e aro a 800 re. o kilo ; vende a pharma-
cia Oriental ra estreita da Rosario u. 3.
N. 63
Ra Duque de Caxias
E'o fedro Antunes & C, qotm pede a prefe-
rencia para os seguintes artigos, comprometindo-
se a cao vender Caro, e tambera mandar levar
casa das Exmas. ltitoras qualquer artigo que es
colherem. .
Enxovaes para baptieados preco 7* para liqui-
dar e mais de 1- a 20OJO.
Capotas e toucas de seda para criaocas, sapatos
de pellurce de seda, merino e aetim, meias de seda
branca e de cores.
Finas gnnaldas e veos para noivas, bonitos lo-
ques brancos, ramos de flores de laraojeira, pal-
mas de vidrilhos orancos para vestidos.
Novoe vestidos ponto de malta par enancas,
prec. 7* a 15*000.
Bonitos agrettes de todas as cores, e petit clo-
mile para enfeites de capotas.
Qrampos de pbantasia para enfeites de cabello,
ditos de nicke' para segurar chapeos, alfinetes de
cores para enfeites e segurar veus.
Delicados bicos gansi de cores e prstos, ditos
de linho bordados tedas as cores e brancas.
Pequeos pectes dourados para enfeites de ca-
bello, e tambem a imperial regente para segurar.
Resumo para nao aborrecer
Especial bouquet de nupcias para^ evitar os
21
Oliveira Campos 4 C.
PECHINCHA EM FAZENDAS
Lo de quadros, padrees modernos e cores
lindas, 820 e 360 rs., o covado.
FustSes brancos, superiores, de 400, 500
e 640 rs., o cuvado.
Morgolina branca de listra e adamascada
para casacos, a 600 rs., o covado.
Cretones modernos com ferradursa e an
coras, a 400 rs., o covado.
Fast5es de edres, padr3es lindos e edres
claras, a 500 rs., o covado.
Gorgorioas de cores, padrSss lindissimos
Setinetas branca, preta e de edres de to-
das os presos.
Bastes de c6res, a 200 e 300 rs., o eo
vado.
Fechos, sortimento completo, de 20000 a
60000, uto.
Cambraia branca tapada e transparente, de
30000 a 60000, a pee.
Bramante de linho e algodSo.
Madspolo e algodo, sortimento completo,
a prego baratissimo.
2 I Roa do Crespo -9f
OLIVEIRA CAMr-O. & O
21
Oliveire Campos 4 C.
NOVIDADES E PHANTASIAS
Capas e pellerinss pretas e enfeitadas, de
cachemira, gorgorito e merino.
Veos e capellas para noiva.
Setim e seda branca para casamento.
Cortinados de crochet para cama o ja-
nella.
Colchas de seda para noivos.
Gorgorao preto, livor sas qualidades pro-
cos.
S^das e setins ele cores, lisas, listras e de
quadros.
Merino de quadro, fazenda nova.
Capas bespanholas para theatro a prego
de 20000 urna.
Sortimento de meias brancas e de edres
para senhoras e criangas.
Espartilbos, sortimento completo.
Tapetes para janella e stf, sortimento.
Grandes a.-altifas e esleirs para forro de
sala.
Alm de muitos outres artigos que nos
impoBsivel mencionar.
'I lina do Crespo 1
OLIVEIRA CAMPOS & C.
PAR'Z N'AHERICA
REVOLUgAO DO SECLO
1*Ras do Baro da VictoriaId
(niiga Nsvs)
FAZENDAS E MODAS
Azevedo Irmo & C.
TELEr-HONE N. 200
Os oroprietarios do estabelecimento denominado
PAftIZ N'AUERICA recentemente aberto, cha-
mam a attenco do respe.tavel publico e especial-
mente as Exmas. familias para visitarem o pre-
dito tstabelecimento onde encontrarlo o que ba
de mais moderno e primoroso gosto, pois capri-
charam na escolta das fas ondas ; resolversm tam-
bem adoptar o verdadeiro syatema :
VENDER BARATO PARA VENDER MUITO
Expsito!!
ISa idea
pannos.
Variedades cm cebes
cas
e brinquedes para crian-
Alheiro, Oliveira & C, com armssem de molha
doi ra da Imperatris n. 42, resolvem veader
por preces b&ratismos os seguintes srtigos :
Para a epoeha
Esplendido sortimento de sortes e objectos de
pbantasia para presentes.
Excedentes vinhos finos de pasto, Figueira, Ma
deira, Sherry, Moscatel, Porto, Chambertim, Bor-
deanx e Acor.
Doces de frnctas nacienaes e estrsngeiras.
Fi issimo cha preto e verde.
Mate do Paran.
Completo sortimento de cagnacs, cerveja, ver-
mouth e finos lie rts.
Especial est moido em pacotes, farinha lctea
de Norils e araruta rm latas.
E muitos outres artigo que se acham a exposi-
cao em nosso estabelecimento, por precos com-
modos.
Raada Imperat-iz n. 42
Allicir. Oliveira & C.
Cortes de esebemire a 38, 40 e 44J000.
Lindos mritos de quadros de aeda, covado 2
Merinos lisos de todas as corea, covado 14000.
Riquissimos setins de quadros e listas (alta no-
vidade), covado 14200.
Completo sortimento de setins de cores, cova-
do 900 rs. '
Variadissimo sortimento de velbuh'nas lisas
lavradas, covado 800 rs.
Bonitas cachemires de quadros e listas, duas
larguras, ce vado 1TO00.
Lis modernas de quadros, apurado gasto, co-
vado 600 rs.
dem de quadros, agradareis padroes, covado
320 rs.
Fusioes brancoa, diversos desenhos, covado
400 rs.
Setinetas lisas e lavradas, covado 400 e 503 rs.
Gorgorinas de quadrinhos, lindos padroes, co-
vado 320 rs.
Setins (Flor do bosque), covado 200 rs. ; para
admirar.
Gorgorito de algodo (fazenda ainda i>a> vista),
covado 320 rs.
Z'phiros de quadros, ultima moda, bastante lar-
gos, covado 500 rs.
dem, id dem de listas, padroes claros muito largos (no-
vidade), covado 700 rs.
Id-m dem dem e quadros e furta cores, cova-
do 160 rs.
Baptistas de cores firmes, covado 160 rs.
Nansuc decores garantidas (faaendafinisaima),
corado '80 rs.
Chitas-claras, boa qualidade, covado 240 rs.
Cretones escuros e claros (franceses), covado
320 rs.
Damascos de algodSo, verde e encarnado, bel-
los deseuhe a, covado 500 rs.
Espartilbos a 44500 e 54000.
Leques de setim o que ha de mais mederno a
34'Oe 44000.
dem de papel, bem bonito a 800 rs.
Luvas de seda rendadas a 24500.
Id m idem dem bordndns a 24500.
dem de Eaeocia a 14500.
Anquiobas de borracha e de setineta a 14800
e 24000.
dem de rame diversos modelos a 14500,
24.MX) e 34000.
Fichus de l a 24000 e 24500.
dem idem idem com fios de seda a 34000 e
44000.
Grinaldas e veos para noivas a 84000 e 940C0.
Cortinados de cambraia, bonito bordado a 74
o par.
Ricas colchas brancas de renda a 104000.
Id dem de diversas qualidades a 24000, 24500,
34000 e 44000.
Casimiras pretas, covado 24000 e 44^00.
Cortes de csentir inglesa a 54500 e 04O0.
Brins de liubode cores garantidas (fzenda de
duraco), covado 600 rs.
Sargelim de todas as cores a 240 rs. o covado.
Camisas de meias cruas 900 e 14 urna.
dem alvas de meias a 900 e 14 urna.
Meias cruas para senhoras imitaco de escocia
a 104000 a duzia
dem de cores idem idem a 54500 e 64000 a
dusia.
dem idem eruas para homem a 54, 64 e 7# >
duzia.
Cortes de fustfo para collete a 24O0O, 24500 e
34000.
dem de seda pira idem, fazenda especial a 54
e 64000 um.
E muitos outros artigos que seria en adonho
mencionar.
(Ver para crer)
Bichas de Hambnrp
Vende-se em pequeas e grandes porcoes
rus da Madre de Deus n. 36 A.
AttenQo
Vndese cadeiraa anstriaeao janeo) do acre-
ditado fabricante Tbonet, a 6640J0 a dusia : no
armazem da ra do Bsm Jess n. 49.
Na Loja das Listras zoes
A' roa naque de Caitas si. di
TELEPHONE211
Paseadas de phautasla
E'acssamais barateira em fasendas finas, que
vende por todo preco e da descont a qoem
comprar de 204 para cima. As Exmas. familias
nao devem comprar fasendas em cutra parte sem
primeiro ver, cu mandar buscar as amostras que
deiejarem, as qoaes se da sem penhor.
Herida & auairlat tecido aberto com listas
e quadrioh's de orna f cor, braoco, creme, azul
claro, rosa e cor de canna muito lindo para baile
e theatro a 500 rs., faaeuda muito larga e lindas,
tecido especial para esta casa.
_fques trtimparenlea e da setim com
lindas cores e desenhos desde 24500 at 74000.
Tecldosj de linhi abertos com quadros larJ
gos ou listras, fazenda muito larga, a 700 e
800 rs. ,
Zedroft de linho bordados com quadros ou lis-
tras, lindas edres, a 600 e 700 rs.
Linn bordado, de todas as cores, imitacao
cachemira, a 240 rs.
senda oriental, fasenda fina, aberta em
quadrinhos, a 500 rs.
Engatan pardo para vestidos, tecido de linho
puro e largo, a 360 rs.
Mirlnow infestados preto e de todas as cores,
700, 900 e 14000.
Ssnmc ou cacsasindianas com lindas cores
e desenhos, a 280 rs.
Fzendas diversas
Haiiapuiao enirancado tecido, novida-
de, que se presta para qualquer obra, pecas com
20 varas e sem gomma, a 54500.
Hurlm americano lavado, sup rior ao
verdadeiro csmiseiro, pecas com 20 varas, a 84 ;
tem a marcaListrss Asues.
Algodo paralences, mais largo quem ada-
polaa a 54000.
Algotlo-lntio a 34 e 44000 a peca, pro-
prio para toalbas.
Cretones franceses, claros e escuros, desde
240 at 400 rs.
Cultas finas, percales cores seguras, a 200 e
240 rs.
RatifttaN e funtuo de cor, a 160, 200, e
240 rs
Setinetas Mimo dos Alpes, a 200 e
240 rs.
Linho* e seOros de quadrinhos, a 100 rs.
estreitos e 200 rs. largos.
Bicoa t rancos, creme e de cores, baleias,
grampoa, i.hantaaia, bordados tapados e transpa-
rentes, luvas de seda e pellica, meias brancas e de
cores para homem, senhora e meninos fiebs de
renda para senhora e meninas, cortinados de cro-
chet e bordados, mosquiteiros americanos, crochet
para sof e cadeiras, tapetes para portas, cama e
sof, e muites outros artigos que damos muito ba-
ratos.
Na Loja dsB Listras Azaea
Carvao a 400 rs. a
barrica
Vende-se por es fe resumido preco carvao de
boa qualidade; na padaria de Mello Biset. i
ra larga do Rosario n. 40.
*
Venda de sitio
Vende-se ou permuta se por predio nesta cidadi
um boas sitio coa boa casa, muitas fructeiras
excellente tanbo do rio, boa agua de cacimba
extens&o de terreno para baixa de capim, todc
murad ona frente, com porfo e gradeamento, con
caminho de ferro e estaco junto ao dito sitio, m
Porto da Madeira, conhecido pelo sitio da JosV
Selleiro, junto ao Dr. Ernesto de Aquino Fonse
ca ; qoem pretender dirija-se praoa da lnde
pendencia n. 40, das 11 horas s 4 da tarde.
Vende-se
Especialidades em vinho
Do Porto em barra de dcimo e vigsimo.
Verde em barra de quinto e dcimo.
Virgeros em barra de quinto.
Garante-se a qualidade e acondici mamento.
Milho
gene-
Especial lecao de violetas para os cabellos.
Brevemente lindos leques a Jamaica e grande
sortimento em guarmcSo de vidrilhos de cores e
pretos.
Nova Esperanza
F0LHET1M
TESTAMENTO VERMELHO
POR
XAVIKR DE MONTEPIN
=_=_=_
m:\ parte
_ CACADA OS UEOALHAS
SBSSHBI
(Continaacle do n. 139}
XVI
Apreaenta, sim, doutor
Aueroaram-se da pobre Virginia, e no
ea pesclo de oootornos encantadores ve-
rifioaram a presenta da mesma ncisSo mor-
tfera.
Qaeira mandar despir os cadveres...
pedio o medico.
Os ajudahtes do amphitheatro obedece-
rn irumediatamente.
Nenbuma contuso, nenhu-n vestigio Ae
lata apresentaram os doos oorpos.
Oh 1 oh 1 meus aenhores I ex?lamou
O medico legista. Parece-me que, se ti-
vesse a honra de ezercer as altas fuoccSes
de prefeito de polica, estara dominado
por seria emocSo. Ezistem presentemente
6_ Pars ssassinbs que matam com exac-
tid_o s -ieotitca e urna habilidade que de-
nota longos estados cirurgicos. Em tres
das, tres pessoas asaassinadas do mesmo
modo I terrivel, horroroso I E' qaanto
basta para espalhar o terror pela grande
osdade.
O chefe da seguraaca e o substituto me-
nearan) > cabeca ffirmativameute.
O medico proseguio :
Foi verificada a identidade deste mo-
yo 0 desU rapariga ?
Nao, doutor. Nao se eaoontroa eom
04 teas cadveres papel algnm... nem o
menor indicio, de qualquer natareaa qoe
fMfe... ;
Atteo^o
LIQUIDAQAO PARA ACABAR
Chapeos e* cbapelinas francesas de 12 a liJKXJO.
EDA BABlO DA VICTORIA N. 15, 1. ANDAR
Em porco e a retalho, de pjucos saceos,
ro bem acondicionado.
Fuios
Do Rio de Janeiro, Minas e (Joyas.
No trapiche da Companhia, largo do Corpo 8an-
to n 19. _______________________
Sui generis
Detestamos os artigos bombsticos com
que diariamente se en^hem os joruaes desta
capital, annunciando como especialilade o
que nunca passou de mediocridade. Somos
positivos, e como taes s timbramos em
nSo engaar aos que nos dispensara a sua
amizade e auxilio.
Acabamos de receber nova remssa do
ja afamado e especial vinho
Maduro
na
Ha motivo para sappor que tenba si-
do o roubo o roovel do crime T
Positivamente nSo : nao tocaram nem
as joias da mulher nem no dinheiro que
continham as bolsas,
O homem foi encontrado enforesdo,
nSo verdade ?
Exactamente, respondeu o guarda, e
aqu est a corda em que estava depeudu-
rado...
Por que dependurariam este cada
ver ? dase o medico. Ha nisto qualquer
cousa absolutamente iacompreheusivel para
mim O homem que praticoa essas in-
csSis bastante instruido para soppor que
alguem se deixassa Iludir com tao gros-
seira comedia !
O chefe da seguran a tomara a corda
das mSos do guarda e examinava-a.
Isso deve provir de slgutna cooheira,
disse elle ; aqui estilo residuos de estrib-
banla ...
Meus senheres, tornou o doutor, a
minha missSo attestar que este mo(o e
esta n.panga foram mortos por roao homi-
cida, como Antonio Fauvel, e provavel
mente pelo mesmo assassino.... O resto
compete lhe. Perteoce-lbes a missSo de
procurar os criminosos... Digoot crimi-
notos porqu com toda a certeza elles sao
diversos. Um homem ssinho nSo conse-
guira matar assirn, e, mesmo dado o caso
de serem varios cumplices, Qca ainiauma
cousa inexplicavel para mim.
Qual ? pergunttu o substituto.
Os pulsos e os tornse los esto intac-
tos... Nem eccbymoses nem oootu
sSes... Entretanto, bavia de tornarse
preciso amarrar os ps e as roaos das victi-
mas para obrigal as immobilidade, em-
quanto pratijavam a iociao.
O substituto aventurou esta pergunta :
A pressao operada no oorpo afino de
faser sabir o sangue nSo dissiparia todos
os vestigios f
Oh !.. nao 1 A mais ligeira contu-
so, a menor es oriaclo da epiderme appa-
receria, a pesar diaso...
Eu procuro qual possa ser o movel
dos dimes, pois que nao despojam as vic-
timas, disse o chefe de seguranca, e cousa
alguraa at agora parece me poder servir
de ponto do partida para chegar a desoo-
berta da verdade. Nao estamos mais no
tempo da vergonhosa ignorancia em que os
lwninados, procura de atoit grande obra
cbimerioa, qu-riam aaogue humano para
deitar nos cadiuhos, afim de faser ouro I
no totopo em que mdicos sinistros receita-
vam baaos de sangue I.. Qualquer sup-
posicSo relativa a essas monstruosidadea
nos Amae* da plida, seria absurda. Ma-
Eagcnho
Vende-se on arrtnda-se um engenho a vapor na
f egneaia da Varaea, moent* e correte, com for-
ca para safrejar at 1,200 paes ; e tratar na ra
do Vigario n. 31, 1- andar.
Jos Augusto Dias
Vinhos garantidos
Em quintos, aurrelas e engarra
fado
Figueira superior e vinhs Maduro.
Ciiliaiea vinho branco.
Madeira e Muscatel.
Bueellas e fino do Porto.
Verde superior.
Potto e Maduro para doentes.
Araruta superior.
Mercurio doce.
Ladrilhos em mosaico.
34Madrs de Dens34
Cunlia Iriuaos & C.
Grando e completo sor-
t ment de fogos
Nacionaes
Americanos
Chiuezes
Para salSo e jardins
Atacado e a retalbo
Por precos commodos.
Vende-se na ra do Bario da Victoria n. 61
Loja do Souza
Vende-se
la-se para conseguir um fim... Qual ser
esse interesse ? qual esse fim ? E'-me im-
po&sivel responder a estas perguntas....
Vejo em minha frente urna raurtlhe 1 O
mvsterio parece-me impenetravel 1
E' preciso, no emtanto, que o des-
vendemos, disse o substituto.
Certamente, e o mais depressa pos-
sivel, tendo todo o cuidado de deixar Pa-
na ignorar o que se pasea,
sob pena de
vermos espalbar-se um pnico terrivel.
Deixemos os jornaes diser que um homem
enforoado e urna mulher morta, em conse-
quencia da ruptura de um aneurisma, fo-
ram encontrados no Bosqus do Bslonha.
Nos trabalharemes em segredo.
__ Antes de mais nada, disse o substi-
tuto, importante verificarmos a identida-
de das duas victimas.
Isbo ha de ser provovelmente fa"il ;
as respectivas familias hSo de sem duvida
prevenir a prefeitura do desapparecimento
destes desgragados. Tal vea tanvbem sejam
reconhecidos na sala de exposico da Mor-
gue. Provada a identidade, procuremos
quem poder ter tido ioteresse em commet-
ter estes dous, ou antes, estes trt-s crimes,
poique me parece evidente que quem com-
metteu e primeiro foi quem commetteu os
ltimos, e obegaremos descoberta dos cri-
minosos.
Foi dada orrlem de levar os corpos de
Amadeo e de Virginia para a sala de ex-
posicS e de os eatender sobre os marmo-
res fnebres, junto vidray* 1-gendaria
O chefe da seguranca ordenou que lhe
entreg^ssem a corda a que Ama leu Du-
vernay havia sido susp _so, as joias mo
destas de Virginia a as duas bolsas, depois
de ter elle proprio exan.inado as roupas
para verificar se continham mais alguma
couaa.
O medioottavrou o sen auto e o obefe
da seguranca pedio ao substituto que o
aoompanhasse ao eseriptorio do preieito de
polica.
Este receben immediataroente os doos
magistrados, embora nm tanto sorprendido
da visita Aquella bora matinal.
__ De que se trata, m>-us senbores ?
perguntou Ibes sorrindo. Espero que nSo
venbam annunciar urna conspirarlo contra
a seguranr; da repblica.
NSo, 8r. prefeito, responden o che-
fe, ms contra a seguranca pubiioa.
Urna conspirado contra a seguranca
pubiioa ? 1 repeli o alto funocionario. E'
grave I
Mais grave do que poder sappor I
Explique-se,
E' o qae voa faser j.
especial massa de mandioca para bolos ; na Cam-
b* do Carreo n. 10.
jSJSgBgMSSS)
XVII
Acabam de ser commettidos dous
crimes, proseguiu 'o chefe da seguranca,
dous crimes ligados intimamente ao qoe
foi praticado, ha diss, contra a pessoa de
um tal Fauvel, instigador dos fortos de li-
vros commettidos as bbliothecas do esta-
do e acoutador dos vros furtados.
N5o teria sido esse Faovel assassina-
do por algum cmplice, desejoso de evitar
orna denuncia ? perguntou o prefeito.
__ lasa parecia veromisimil, mas nao
mais adm8sivel hoje, que duas pessoss aca-
bam de ser asaassinadas de modo idntico.
E o chefe da seguranca contou minu
ciosamente o que os nossos leitores j sa-
bem.
O senlior tinha razio, disse o prefei-
to, depois de ouvir terrivel narrajan ; a
seguranca publica*est em perigo. Todos
tm o direito de julgar-se ameagados por
esses attentados misteriosos, cujo motivo
inexplicavel, visto que nao tm por mo-
vel o furto. O qoe pretenden) os assessi
nos T O .oe procuram elles ? Por que ope-
rara ? Se o publico soubesse do que se pae-
sa, espalbar-se bia o terror em Pariz, e a
administrac&o, a cuja frente me aoho, se
ria atacada, nao sabendo como prevenir os
crimes, nem como deitar a mo aos crimi
oosos.
- E' por isso, Sr. prefeito, qae os fas-
tos devero po.* emquauto oonservar-se em
completo segredo.
Em completo segredo ?l ... repetio
o alto persooagera. Ser isso poissivel ?
Po^sivel e fcil, se o senlior quizer
entender sn com o procurador da republ
e obter delle que nio se faja a menor con-
moniH^So aos j irnaes. Consegur-se-ba
com esae silencio deixar de pssostar os pa-
risienses e de afugentsr os estrang-iros.
Procuraremos entao, com tanto mais pro
babilidade de bom xito qaanto os maltei
tcires, julgando garai.tida a impunid>de,
n2o se ho de acautelar. Em orna pala-
vra : Paria saber ao mesmo tempo dos
crimes corxmettidos e da priaao dos crimi-
nosos. Portanto, nJo haver mais motivo
de pnico, e a honra da ad ministrac,o fi-
car salva.
Pnis sim. Entender me-bei com o
procurador da repblica para impedir qual
quer oommuni_cao imprensa ; mas
aviem-se, porque aegredoa desta naturesa
nao podem ser gurdrdos por muito tem-
po. Como certos compostos ohimicos, mais
oedo oo mais tarde arrebentam o vaso que
os*ericeira.
Ha vamos de apressar-nos. Voa en-
O consumo extraordinario que este vinho
tem tido faz-nos acreditar ser este o nico
que fica substituindo esses outros qoe por
abi denomina_--Bairrada, Figoeira, Car-
oavellos, etc., etc. Duas summidades me-
dicas d'esta capital, recommendam aos seus
amigos o oso quotidiano d'estc vinbo, como
mais salutsr economa humana por nSo
ter as composigSes de tantos outros, qua
arruinam a sade da homanidade, trazendo
como conseque.ncias os horrores a orna po-
pola;_o qoe se definba a olhos vistos.
Recebemos tambem o
Requeijo
em latas, de procedencia de engenbos cojos
propnetenos capricham em bem trabalhar
neste artigo, afim de terem a primazia so-
bre tantos ootros similares, coja composi-
c3o dovidosa.
Em ootros artigos como :
SEMENTES DE HORTALiyA
E FLORES, LINGUAS SECCAS DO
RIO GRANDE E
OBJECTOS DE VIME
para isto tao pouco temos competidor. A
nossa casa especialista e as pessoas que
disto se qaeira certificar pdem compa-
recer, com o que moito nos bonrarSo.
A par de ama intinidade de artigos de
primeira ordem, qoe se acbam em exposi-
eo, accresce a amenidade do trato com
que timbramos tratar to ios os que nos hon-
rara com sua presenes, junto a modicidade
de precos sem rival.
na Estreita do Rosarlo n. 9,
junto A igreja
Po^as Heniles & G.
sss___ss___________________-_
A' FLORIDA
Um saldo de 600 pegas de bordados de
muito bda qualidade, cambraia Victoria
proprios para casacos de senhora, vestidos
de meninas, calcas e saias, com 4 e 6 de-
dos de largara, a 10400, a pega.
dem com 4 e 5 dedos de largara, e ama
chave, a 1 metros garantidos.
Grande sortimento de rendas
Bico branco, de linho, a 1^500, 20000,
20500 e 30000, a pega.
dem de cores, a 20, 20500 e 30000,
a peca com 10 varas cada urna.
Polceiras, guarnieres, aneis, brincos e
alfinetes para gravata, todo de plaque ame-
ricano, garante o douri do.
J chegarao os espelhoscara dar
Esplendido sortimento de fl,res finas com peta-
las de seda, folbasjaveludadaa e asteas de borracha
para enfeite de peito, cabeca, chapees e cbapelinas,
tramo a 1*000 e 11500:
Enfeite para chapeo, gorros e capotas, (aigreta)
cem passarinhos de seda a 24000 um.
Lindo sortimento de jarros para enfeite de sala,
toialet e santuario o par 1*000, 2*000, 3*000,
4*000 5*000 e 6*000, todos com lindos desenhos
de p 'rulas em alto relevo.
Livros de sortes para S. Joao e S.
Pedro.
Espartilbos a 30000 qoe se vende a
50000.
Invisiveis prateados a 200 res,
dem dourados a 400 res.
Plics brancos a 400 ris o metro,
dem idem com fr. carnado e cor de rosa a 600 ris o metro.
Contas para enfoitar vestido de todas
as cores.
dem pretas a 600 ris o mago.
Missangas de todas as cores para bor-
dar e para voltas a O e 800 ris o
mago.
Vidrilhos pretos e de diversas cores, pa-
ra enfeitar vestidos e para voltas.
Colarinho3 e punbos de borracha;
Fexoes com msela e liso a 20000
Porta-embrulbo americano.
GalSe?, bi os, palmas e rugas de vidri-
lhos a 20500 e 20OOC o metro.
Franja preta e galSo a 500 e 1&600 O
metro.
Luvas de seda para meninas e*roocas a
20000.
dem de Escocia a 10000 o par.
Xa
RUa DUQUE DE CAXIAS N. 103
Sabo transparente
DE
Clcavcr
tregar o negocio a um dos meus auxiliares
em quem deposito toda a minha confianga
e que a merece Raymundo Fromental
a cujo respeito fallei lhe ltimamente.
Raymondo Fromental nao aqaelle
individuo qae soffreu urna condemnag&o e
a quem se perdoou parte da pana com a
oondiglo de servir-nos ?
Justamente. Seu filho ignora o pas-
sado e nao suspeita da staselo actual do
pai. Raymundo, que dara a vida para
ocoultar-lhe tudo, implora a sua retirada do
emprego e a sua eliminagao dos quadros.
Estou dispasto a pedir ao senhor que apoie
o seu pdido, pois que considaro Raymun-
do, apezar da sua falta, um homem absolu-
tamente honesto. Alm de que, tem nos
prestado grandes servigos. Mas antes que
volte a ser senhor de si preciso que nos
preBle mais um*
Entregue lhe entSo a trela, e quan-
do elle tiver prestado este ultimo servigo
tlleme a seu respeito.
O prefeito renovou ao sea ^subordinado
a recoro mendagao de abreviar as saas pes
quizas, e os dous magistrados retraram-se.
Fora grande o Busto na casa da ra de
Miromesnil quando Angela, apeando-se do
carro com M*rtha, contou ao Dr. Thomp-
son o real perigo que acabavam de oorrer.
Jacques fez co n que a moga tomasse
um calmante, porque urna grande agitagao
suocedia ao desmaio, e urna crise nervosa
parecia immini-nte.
Al.n disso, aconselhou moga qae fosse
descansar um pouco. Ella obedecea com
tanto rnaior prazer qoanto sentia-se morta
de fadiga, e, chegando ao quarto, estn-
deu-se sobre a cama.
Pascal, Angela e Jacques reoniram se.
Nao soube nada de extraordinario
durante o passeio no B >sque ? perantn
o doator amiga de Pascal.
No Bosque, oio... reepondeu ella.
O que nlo iropede que tenba uma noticia
omito intereasante a dar Ibes. Nao procu
rem.. N3o seriara capases de adiviohar.
. Falla 1 disse Paaeal.
O conde Fabio de Chatelux vio Mar-
tha.
__O que haviam previsto realisoa-se.
. bellesa de M*rtha produsio nelle o seo
eff ito. A estas horas o pobra criangola
est lou'io de paixo.
O que se passou entSo T
Urna cousa muito simples e qoe os
senbores j sabem. Para que cumprehen-
dam bastar que ponham um nome em um ___'_r
rosto : o adolescente galante, que, gr.o.s1 p* < *aru> r.a Doqus de
SEDALHAS 1851, 1853, 1855, 1862, 1867,
1875.
'c De prata, Pars, 1878.
De onro, Londres, 1S84.
Vende-se as principaes lojas de miuderas.
Qnimaries Perman
Agentes.
Vinho verde da Bairrada
Por 40*000 o barril de 5-
Vende-se no armazem da ra do Amorm n. 60.
puro e sem confecelo ; vende se por este preoo
por ser de conta do lavrador.
WllSIf
Rojal Blend marca VIADO
Este excellente Whisky Escoces pre-
ferivel ao cognac ou agurdente de cann?
para fortificar o corpo-
Vende-se a retalho nos melhores arme
zens de molhadoa.
Pede Roya I Blend marca Viade
cujo nome e emblema sao registrados pare
todo Brasil.
BROWNS C, agentes.
VENDE-SE
a acreditada rtfinac&o da roa Coronel Saassnoa
n. 7 ; a tratar na ra estreita do Rosario nume-
ro 17.
ao seu viirinho de ses, fez Martha volcar
a si, nSo outro sen&o o filho da condes-
sa. Contava apresental o sua pupila na
prxima segunda-feira, dtranto o sarao K
a spresentagSo est feita.
O que prova mais uma vez que ha
males que v n par-i* :m, disse Pascal rin-
do.
E a senhora julg que o joven conde
ficou seriamente iinpressiouaio? pergun-
tou Jacques Lagarde.
Fago mais do que julgar : tenho cer-
teza, e pode fi da. Eu estidava a pbysionomia do con-
de, emquanto elle soc.orra nos. Primeiro
exprima a admiragSo, e, logo depois, a
paixo. Nao h receio que falte ao sarao
de segunda-feira.
Elle prometteu vir ?
__ Prometteu, ao dizer quem era.
Muito bem. Creio que saria conve-
niente apresentar-rae no seo palacete, para
agradecer lhe o auxilio que prestou-lhes
coa tanta gentileza.
Um carto parece-me suficiente. ...
disse Pas Mil.
Tal vez... Mas que tenbo necessi-
dade de ver o mogo em casa delle e de
travar conhecimeota com a condesas. As
pessoas que camioham luz do da nunca
sao suspeitas, e j que o acaso offrece-me
occasio de entrar na casa, aproveitarei.
Quem aabe se essa visita nao me fornece-
r o meio, que procuramos, de attrahir o
mogo para onde sabem ?...
Recias eotao que Martha nSo soja
attractifo suffi <-nte ?
Martu um attractivo irresistivel,
bem aei ; mas para garantir o bom xito,
preciso nao despresar pre-auco algu-
ma____ acaso serve-nes raelhor do que
juigBS...
Como ?
A condessa de Chatelux receben o
mea convite, mas nao me coohece. NJo
existe a menor pr ponder a essa convite, cuja nica desculpa
ao os nus-os hbitos americanos ea muita
ignorancia dos estyloa p: rizienses.... E'
at provavel o coutrario... A Sra. de Cha-
telux urna dama altamente collooada, e
como tal deve ebaervar striotamente as
oonveni_oias que o meo prooedimnto vio-
la ultr-j _tem nt, estou disso plenamente
convencido...
__O albo promettea vir...
(Continuar te-ha)

I
Caxias n. 4S.
___| ________


Full Text
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