Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19077


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Full Text

AMA HIT HOMfifiO 128
PABk CAPITAL E LUGARES OSDE IAO SE PAi PORTE
..... 6,J000
; ; ;::.'.'.'..... 125000
....... 230000
Por tre mees adiantados ....
Por seis ditos dem......
Por am armo dem ......
Cada numer avulso, do mesmo da. .
0100
QliINTA-FEIBA DE JUNHO DE 1
P.VHA DENTRO E FRA DA PROVINCIA
Por seis meies adiantados............... 13500
Por nove ditos idem................ 20O00
Por um anno idem................. 270000
? "Cada numero avulso, de das anteriores ... *....... 100
DIARIO

Ihroprittafc t>t Mmo anorta tft aria S\os
Os SrsjAmede Prince le Paria, sao os nossas agentes
exclusivos do annunelos e pu-
Mleacdes na Franca e Ingla-
terra
PARTE OFFICIAL
t
I
''I

(
TELEGRAMMAS
SERVIGO PARTICULAR 00 DIARIO
RIO DE JANEIRO, 6 de Junho, as 4
Loras da tardo (pela linba terrestre).
A Cmara dos Deputados approvou hoja
em 3.a discussSo a projocto de lei sobre a
fizado das torgas de trra.
O Dr. Alfonso Celso Jnior deputado
por Minas G.'r&es, fez boje urna nterpea-
580 ao gabinete acerca do peneamento do
governo sobre a representarlo das cama-
ras municipaes, que pediam a reforma do
art. 4. da Constituido.
Rjspondeu-Ib9 o conselbeiro Costa Pe-
reira, ministro do imperio.
lo Senado foi elto 2 o vice presidente
senador p :1a provincia do Para, Fus to
Augusto de Aguiar*
SERVIGO DHGECIH HAYAS
.BIX-LES BAIN3, 6 de Junho, tarde.
O estado de saie de S. M. o Imperador
D. Pedro II contina a melhorar.
Oa mdicos roostrartf-s" raais esperanjo-
SOB.
PARS, 6 de Junho.
O Sonado adoptou a proposta j votada
pela Camgra dus Deputados, autorisando
a compsjshia do canal do Panam a emittir
obriga;Ses com premios.
BERLIM, G de Junho.
Aviso? de Postdam ancunciam que a
sac de i?. M. o Imperador Frederico III,
vai melhorando cada dia.
S. M. receben boje a visita do principe
de Bismar k.
ROMA, 6 de Junho.
Assevora-se que o principa Amadeo- Du-
que d'Aosta, val desposar a flba do princi-
pe Jeronymo Napoleao.
Agencia Havas, filial em Firnambuio,
6 de Junho de 1888.' "
WSSm WfBLU
VASOVAUDAS& LIMA I
LIHISAIBA
DS
P0RTGG4L E BRAZIL
Conselheiro Joao
PBLO
Manosl Pereira da Silra
VII
{ContinuacaoJ
Uin ou cutro feto glorioso anda ccmroetteram
portngneies 'aquell-. s psrageas, no reinado da D.
ioi, III, ifl'8 o geral des governadores, comman-
dantes de armadas e genera?* de tripas, pareciam
homeus b;m diversos j dos famosos baroes, que
sciencia e pericia militar reaniam qaalidades ho-
nestas, virtudes raras e iotelligencia esclarecida,
e que boravam a patria, scus nomes e o das fami
liga com rasgos de cava heirismo, generosidade,
desinterease e valenta admiravel.
Verdade que ana, como Affonso de Alboquer-
que e JoSo de Castro se finaram as Indias, na
maior minera e abaulono ; outros ao hospital em
L:sboa como Duart* Pacheco, nio poneos foram
devora don pelos mares, pelos cafres da frica,
como Frt-nciseo de Almeida, em qnanto que a ge-
raeio de governadores ultramarinos que D. JoSo
III preparen e educa e seas snceessores anda
Utilisaram, pareca talhada mais para enriquecer-
te e voIvt 4 patria cobertos de infamia, e repleto
de dinh-'iro E' qae a podridio patenteava j as
Ulceras do oorpo social que se esbroava, e nao po-
diam os particulares deixar de acompanhar-Ih a
ruina e a destruieao.
A ioqaisicio em Portugal segal: as pisadas da
de Hesp> nha que se nao contentava com os pe
menea arbustos, que eram os cbnstios novse a
srraia miada, mas que onsou arcar contra as pa-
poulaa biiihantes e as arvores frondosas, que eram
os nobree e os proprios prelados das mais altas ca-
thegorias. Estendeu igualmente a ana aecio a
factos qi' pareciam alhcios sua competencia,
entreu no csntaeciinentp de feiticeria, -sortilegios,
egromaiicias, seperstic s e outras miau den cias
da vida domestica e dos nimos traeos.
1 rocuroo adviuhariutencft s intimas, reenditos
pentameiitOJ, explicando a seu modo o menor ges-
to, a marii pequea falta, a palavra mais innocente,
eempresrando-ids criminosas a aoeio c phyies
tois insignificantes. .
Como tsespar-se sua perseguirlo 7 Victimas
forneceu lhas a no.gi-tia>uia fornecen lh>.s a pro
pna on.veraidade de Coimbra-! Mullos sojeitos
conspicuos pelo saber, pWos servaos, pela* virtn
des, pela posicao, firan arrancados de suas aajs,
raterrsldjs nos ergastalos da inquisielo e subn-.et
tidos a froce>sose julgam^nte. Dct protessors
que se tioham mandado burear ao estraogeiro para
lecci nar na U nversidxde, nns foramA-h'Bsdos a
fugir, e outr. s arraaUdns i inquis^ i/fapotando
e opioie* e palavrs ditas e pronancianau em
partiioUr tu em publico, qu<< pareciam coofrarins
GOVERNO DA PROVINCIA
RELiTORIO con que o Eim. i. Tice Presidente. r. Igia
co loaquim de ttouzi Leo, pisaou a admlnls
traco da provincia em itt de Abril de 1S8S ao
Exui. Presidente, Desemnargador loaqalm fos
deOlivelra Andrade.
( Continua$ do n. 126 )
ENGENHOS CENTRAES PROVINCIAES
Em 12 de Novembro do anno passado foram contractados dous eogenbos
centraes de typo maior, de conformidade com o art. 16 da lei n. 1.860 e portara d'a-
quella data, um no valle de Pirangyeinho com o cidadSo Joaquim Virissimo do R go
Barros e outros no de Serinhaem com Gaspar de Menezes Drummond.
Por portara de 7 do correnta, modfiquei, .a pedido dos coutracUnt s, anclan
sula 3 ', permittindo que as obras fiquem concluidas para a safra de 1889-
Foram igualmente contractados, com o com mandador Jos da Silva L^yo
Jnior, em 29 de Dez^mbro, dous engenhos, um de typo maior no valle de Goy-nna,
e outro menor no de Maribeca; e. em 20 de Janeiro ultimo outro de typo maior com
com o bacharol Joao Z -ferino Pires de Lyra, no municipio de Palmares.
Pelos motivos constantes da portaria.em seguida transcripta ficaram subrogados
os concurrentes de eogenbos centraes no direito de despropriaySo por utidade pu-
blica provincial :
5. secgto. Palacio da Presidente de Pernambuco, em 25 de M rjo
de 1888.
t O vioe-presidente da provincia attendendo ao que requereu o commendador
Jos da Silva Loyo Jnior, contractante do estabelecimento de um engenho central no
municipio de Goyanna, tendo em vista as nformsco'as prestadas a respaito a 19 e 22
do correnta mez pelos Drs. procuradores fiscal e dos feitus da fazenda provineial, e
considerando sobre a impossibilidade em que o peticionario e outros emprezarios da
fundacSo de iguaes fabricas ficaram de satisfazer os cOmpromissos contrahidos com a
provincia para a realizaco de um melboramento de grande utidade publica, si nao
puderem desapropriar os terrenos de dominio parti ular, predios e bemfeitorias, que
forem necessarios para a exeaugSo das obras dos referidos engenhos centraes, resolve,
usando da attribuicSo conferida pelo art. 24 4. da lei de 12 de Agosto de 1834 para
execujSo do art. 16 da lei provincial n. 1.860, de 11 de Agosto de 1885, e em vir-
tuie do art. 1. da lei n. 509, de 29 de Maio de 1861, determinar que o referido
commendador Jos da Silva Loyo e outros qmesquer cidadSos, que tenbam tambera,
contractado ou hajam de contractar o estabelecimento de engenhos centraes, fiquem
subrogados no direito do desapropriar por utidade publica provincial, de acefirdo com
as leis em vigor, os terrenos de dominio particular, predios e bemfeitorias, que forem
necesaarias para a execugao das obras contactadas, assent .ment de linhas ferreos,
abertura ou melboramento do estradas ou caminhos, cuja sarvidSo, e as demais de que
traeta o art. 1. da lei n. 129, de 4 de Maio de 1844, forem necessarias fundacSo
cu funcjilo dos referidos engenhos ; correndo as despezas de desapropriacSo por conta
dos contracta ntes.(A asignado) -Ignacio Joaquim de Souza L9S0. 1
Nomeei o engenbeiro Manoel Marques de Albuquerquo MaranhSo para o cargo
de fiscal dos eogenbos centraes de Goyanna e Muribeca, percebendo metade dos ven-
cimentos da clasula 11.* do contracto, com relaylo a cada engenho quando comejarem
as obras de cada um.
EMPREZA DA ILLUMINAQAO A GAZ DO RECIFE
At agora nao apresentou a commiss&o nomeada por portara de 17 de Agosto
do anno passado a avaliacao da obra d'essa empresa, para execucSo da lei n. 1.901
de 4 de Junho do mesmo anno.
Por portara de 18 de Janeiro foram approvadas as plantas apresentadas pela
6mpreza para a construcco de um novo gazometro, ficando a mesma empreza obri-
gada a apresentar todos os documentos que comprovem as despezas inherentes a essa
obra".
Em 26 de Marco, a requerimento de propietarios e moradores do Encanamento,
eos Parnameirm, mandei collocar os 12 lampeos da illuminagSo publica, dos quaes
traeta o 52 do art 2." da lei n. 1.884
FUNDO DE EMANCIPAgAO GERAL
At o presente teem sido libertados por conta da 7.a quota do fundo de eman-
cipag&o, destribuida a esta provincia pelo aviso do Ministerio da Agricultura de 6 de
Abril de 1886, 367 escravos, incluidos 34 do municipio do Recife e 2 em Tacarat,
cujos pagamentos j loram autorisados, 9 no de Boo-Jardim, dos quaes a indemnisa-
cSo pende de decisSo do dito Ministerio desde 28 de Outubro d'aquelle anno.
Excluidas essas ultimas 45 libertacSes, as que tiveram lugar por conta das sete
quotas destribuidas attingiram, at 31 de Dezembro ultimo, ao numero de 2.537, na
importancia de 1.221:2180170 alm de 73:5035624 de peculio e juros.
Houve tambera duas libertacSes no municipio de Panellas, de cujos valores,
arbitrados na forma da lei, o colleotor geral appellou para o Tribunal da RelacSo, que
ainda nao'se decidi definitivamente.
MATRICULA DE ESCRAVOS
PaHf cumprimento do aviso do Ministerio da Agricultura de 18 de Outubro do
anno passado exigio-se informales relativas aos es-'ravos qm depois do encerramento
da matricula em 30 de Margo do anno passado at 31 de Dezembro ultimo, attingi-
ram idade de 60 annos dos que foram libertados pelo fundo de emanciparlo, a
titulo onerosa ou gratuito ou condicional e bitos.
As informacSas colindas at agora deram o seguinte resultado :
Escravos de 60 annos .....'.... 68
AlforriaB gratuitas ClV
) a ttulos oneroso ........ 350
1 pelo fundo de emancipacao ....... 46
1 por titulo particular ........ 176
j condicionaos ......... 437
bitos. ... ..... 124
Alm do que consta deesas informara, muitas das quaes nao so fidedignas,
de Janeiro at boje centenas de alforras tem Sido rogistradas pelos joroaes d'esta
capital, a titulo gratuito oa condicional; de sorte que o numero dos escravos d'esta
provincia, que em 30 de Margo do anno passado attingio a 41.122, actualmente
muito Inferior.
ESTATISTICA DE FILHOS LIVRES DE MULUERES ESCRAVAS
Tendo o Esm. Sr. Ministro da Agricultura, Cammercio e Obras Publicas em
aviso de 4 de Outubro dv anno passado, exigido informag3ss do numero de nlhos lvres
de mulheres es-iravas, com reUgao data em que informassem as estagoes Aseses
encarregadas da -matrcula, foram taes oformagSes solicitadas por intermedio da
Tbesouraria de Fazenda. _
Dos dadfs colhidos consta que matricutaram-se em quasi todos*os municipios
36.807 ingenuos, fallecern) 8.545, acompanh-ram as mes alforriadas 367, entraram
nos municipios 1.342, sahiram 2.175, e existiam as datas em que intormou Oada
collector 27.062 ingenuos.
SECRETARIA DA PRESIDENCIA
A' 7 do eorrente, o bacharel Pedro Francisco Correia de Oliveira, "renunciando
harel Nilo Rodrigues de Miranda.
Encsminhe-se, devendo ser pago o porta
o 1 partigUo doB Correios.
Francisco Ferreira da Silva.Informe
o Sr. inspector do Thesouro Provincial.
retara da Presidencia do Parnam-
bacio,, 6 de Junho de 1888.
O porteiro,
F. Chacn.
(Continua)
o resto da licenga com que se achaga, reassumio o exerocio do cargo* de sacretarjo da
presidencia.
Para o lugar de offieial de gabinete, toi, a lf de Novembro do anno passado,
nomeado o bacharel Manor-1 Jaaquim Silveira.
Ainda urna vez retiro com satisfagSo que a Secretaria, composta de pessoal
habilitado e activo, leal e zerosa no cumprimento de seus deveres.
COJtCLUSAO.
Taes sao os factos, qu algu ra*ia dignos de referencia.
Tenbo a honra da co^primentar a V. Esc, desejando, sinceramente, que
V^ Exe no deaVmpenho da honrosa incumbenjia que receben do Governo Imperial,
pnssa, scjj embaragos e sem diffi uldades, promover e realizar os beneficios, que esta
gr-ande provincia re lama para sua ma'or prosperidade o imoortaneia.Dens guarde
a V. Exc Illm. e Esm. Sr. deaembrgador Joaquim Jos de Oliveira Andrade,
presidente da provincia.Ignacio Joaquim de Souza LeSo, l.' vice-presdente.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 5 DE
JCNHO DE I808
i Professwr Antonio de Allelaia Patricio.
lndeferido.
Carlos Alves Barbosa. lndeferido.
orth uan da dngmMa^e-tholioos e i disciplina. 7., ,, ^j,,- d_
JoS B*rn-r(
portara na forma requerida.
Profcasora Rita de Jess Bastos.Iufor
me o Sr. inspector do Thesouro Frovn
cial.
Alferes Ludgero Francisco de Souza
Pinto. Informe o Sr. commandante supe-
rior da guarda nacional da comarca de
Pao d'Albo.
Repartlco da Polica
2 secgSo. N. 510.Secretaria da Po-
lica de Piirnambuco, em 6 de Junho do
1888.. IUm. e Esm. Sr.-Partioipo a V.
Exc, que foram hontem recolbidos Casa
Je Dek'MigSo os seguintes individuos :
A' alatli ordiro, Joc Vicenta da Silva, vindo
ds Pa.\hyba, a espera de eommimcacao official.
A' o utm do subdelegado da freguexia do Bo-
eife, Mnthias Obsom, a requiso do cnsul da
Suct'a-'e N ruega,e Joaquim Qaldiuo de Lima,
cerno vagabundo.
A1 ordem do do 1 districto da freguexia de S.
Jos, M-inoel Fraociao da P^ix.'.o, Francisco Ma-
noel Juqaim, Viceuts Joaquim de Sant'Anna e
Mana Francisca de Barra Wanderl 7, por era-
briugmi e disturbios.
Em additamento m'nha parte diaria do Io d>
eorrente no po.ito relativo so que foi publicado na
Provincii de 30 do mez passado, debaixo da ru -
brca ama liberta suplila la, apresjnto a V. Exc.
com mi cumpra, a informaco junta por copi 1,
qu a tal respeito prestou me e delegado de Santo
Anta >, e aeotnp inbada do auto de perguntas fe-
to a liberta em questao.
Hontem, segundo communicou-me o Dr.delega-
do do 1 districto da capital, o individuo de nome
Pedro Celestino de A'meid, residente ni ra da
Eitaco, do Io districto de Afogad.s, dirigio-se
casa du Ja.- Luis do Nascimento, becco do Sabi-
no do m smi districto, e lahi tentou suicidar-se
com urna corda, o que nSo levou a effeito por ter
sido soccorrido a tempo pelo m smo Jos Luis do
Nascimento e seus c.mpanheiros de casa.
O fae'o deu-se da seguinte torna :
Pairo Celestino entrando sorrateiramente na-
quella casa e sem que fosss p.escntido cceult u-
iC em um quarto que fechou a chave e dando com
a corda um u no pescoco cabio.
A> estampido da que la correram Jos .Luis e
scus Cjtnpanbeiros, e arro-nbando a parede do
quarto pxlcram n'eile penatrar e salvar o suicida.
O sub 'elegido do dist icto compareceu no lu-
gar e interrogando a Podro Celestino, este deca-
rou ser I--.vado a por termo a sens das por desgas-
tes que lbe dava a malher com quem era casado.
Deu8 guardo a V. ExcIllm e Exm.
Sr. deaembargador Joaquim Jos de
OliveirdAndrade, muito digno presidente
da proXpia. O cbafe de polica, Francis-
co Dormites RiJ>en* Vianna.
Delcgaeia de polica do termo de Santo AntSo,
lo de Junho de 1898. lm. e Exm. Sr.f asso
s ma s de V. Exc. o auto de pergunt a f-ito
pret Liisa, ex eserava de Antonio Alves, resi-
den'.^ ec*>8..J-o do< Pombos, uerca do facto de
qua trac Provincia de 30 do prximo passado
miz, sob epigraphe Urna liberta tupliciada
Prosigo no inquerito sobre o mesmo facto.
Deus guarde a V. Exc. Illm. e Exm. Sr. Dr.
Francisco Domiogues Ribeiro Vianna. muito dig-
no chufe de polica de t%rnambuco.O delegado,
PaidiniDiat Ftrreira
Auto de perguotas feito a L uta, ex escravs de
Antonio Alves. Ao 1* dia do mes de Junho de
1888, nesta eidade da Victoria de Pernambuco, em
casa da residencia do delegado de polica, o cida
do Paulino Dias Ferreira, onde eu cscrivao fui
viudo, pelo mesmo delegado foram teitas a Luisa
as pergantas que adianto segaem :
Pergaotsdo qual o seu nome, idade, estado, pro-
fissao, naturalidade e moradia ?
Respondeu cbamar-se Luisa, de 24 annos de
idade, solteira, ex eserava de Antonio Alves, na-
tural da comarca de Lmoeiro e moradora em Fio
cheiras desta comarca, com a profisaSo de agri-
cultura.
Perguntado se depois do dia 13 de Maio ulti-
mo em que foi extincta a escravidao o seu ex-se-
nhor a conservara no captiveiro ?
Respondeu que chegando a noticia da liberdade
dos escravos o seu ex-senhor assim lbe deelarou, e
a BUa ex-senhora pedio lbe que n&o sabase da casa
pois lbe daria comida e vestidos, porm a respon -
dente que tinha o sea psi morando bnge e doente
apesar de prometter sua ex-senhora que nao
a abandonava, fea o designo de deixal-a, e recelan-
do que sahindo com o dia nao o podesse fazer,
pois lbe viobam com mais pedidos, resolvea sahir
a noite sem nada ihea diser e foi assim que na
noite le 27 do prximo passado mea de Maio sabio
de Frecheiras, onde se acbava com a sua ex-se-
nhora no sitio, e foi para Alagda Dantas onde mo-
rava o seu pai.
Que 14 ebegando, no da seguinte com pouca de-
mora chegou o sen ex senhor scompanhado de um
sea cunbado e de um outro hamem e perguntou-lhe
por om dinbeiro que diaia ter el a respondente na
1 ciHBiai) da sabida rtubado.
Ella respondente disse que nSo tinha tirado sal
dinbeiro e o s>-u ex-senhor com os sens compa-
obeiros deram busca na casa onde ella se acbava,
nada encontrando, a conduzirtm para outra casa
onde por ordem de sea ex-senhor toi amarrada e
ameacada para descobrir o dinbeiro, onde com ef
feito Ihe obrigaram a dizer que havia roubado esse
dinbeiro edado para guardar a seu pai.
Perguntado quanto foi o dinheiro que se dis
roubado 1
Respondeu que a seu ex-senhor dis ser 90000
que se achava no quarto de dornida da sua casa
em um segredo na parede, porm que ella nanea
aoube desee dinboiro nem to pouco o tiroa.
Perguntado se anda boje nao confesa ju ao sub-
delegado do 4* districto desta comarca ter tirado
esse dinbeiro ?
Respondeu que disse, porm fui com medo que
realisassem as ameacas de sea ex-eenbor quando
viesse para esta eidade e o que agora declara
que a verdade.
E como nada mais disse nem lbe toi perguntado,
depois de ser lido e achar conforme assigoa por
nao saber ler a interrogada, Tbeodomiro Cbristo
vio do Nascimento Valois, com o delegado e as
teBtemunhas aban >.
E eu, Maximiauo Delgado de Arauj 1 Nanea,
escnvSo eserevi. -'suliuo Dias Ferreira.Theo
domiro Cbistovio do Nascimento Valois.Joa
qmn Francisco de Salles.-Bernardino Jos ne
Mello.
Secretaria de Polica de Pernambuco, b de Ju-
nho de 1888. TJ
Confirme.Pelo secretario, Francuco heraldo
da Silva Barroso.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 6 DE JDNHO DE
1888
Aureliano Augusto de Vascon^ellos e
Leovigilda Mana da Silva Cordeiro. Li
quidada, eseriptur-se a divida.
Padre Joao Eneas Ferreira Campos.
R'gistre-se e tagam-se as notas.
Dr. Carlos Eugenio Durche Mavignier,
j-Luiz dt P.ula Lopes, J0A0 da Costa Bas
tos e Souza Pereira A C. -Cerfiqao e.
Joaquim Alves Barbosa, Fielden Bro-
thers, Sophia Guilhermina de' Mello, offi-
cios do Dr. procurador dos fetos e colle-
ctor de Ouri-jury. Informe o Sr Dr. con-
tador.
Ponto da Benretaria da Instruigao Pu-
blica.Ao Sr. pagador para os devidos
fina.
Tamaa Alexandrina Monteiro Lopes.
Fagam-se as notas da portara de li renga.
OfBoio do Dr. procurador dos fetos.
Enforme o contencioso.
Enedino Gongalves Ferreira da Luz,
Antonio Arc lio de Souza Costa, Walfndo
C'Tvalbo da Cunha Miranda e Francisco
Avilla de Mondonga. H-ja vista o Sr.
Dr. procurador fi;al
Jos Ferreira da CostaProve a des
o cupacao e junte conhecimento de decima
do ultimo semestre.
Antonio Jos de Faria Machado.En-
tregue-se pela porta.
ASSEMBLEA GERAL
.:i-Illi DOS DEPUATaOS
SESAO EV! 24 DE MAIO DE 1888
PRESIDENCIA DO SR BABAO DE LUCE NA
E' lido e apoiado um requerimento do Sr. Cus -
todio Martina, sobre a retirada do Sr. Dr. Hurta
Barbosa, presidente da provincia de Minas-Gr-j
raes.
O Sr. Costa Pereira (ministre do impe-
rio) dar succiotas exp'icaco-a sobre a materia
do requerimento do nobra deputado por Minas-
(iera-s, o Sr. Custodio Martina ; esse requerimen-
to a reprodcelo de outro que na sesea de
b -ntem do senado fui apresentadu pelo Sr. Lima
Duart e ao qual respondeu o Sr. presidente do
conselho ; a explicacao, pois, que taa de dar nao
pode ser outra se na> aquella dada pelo Ilustre
che fe do gabinete.
. Observa que o presidente da provincia de M-
nis Qeraes manifestou urgente necessidade de
retirar-sj daquella administraba) por motivo de
saude ero relagSo a pessoa de sua familia ; nao
podendo o goverm conceder immediatamente a
exoneracao pedida, tornando se cada ves mais
urgente o motivo alegado por aquello adminis-
trador, eatendeu o governo que devia autorisal-o
a passar a administracao ao respectivo vioe-pre-
sidente. Quanto exoneracao assumpto de que
O governo vai tratar.
O Sr. Araoju fce tem a honra de enviar
mesa ama representaco dos artistas de eon-
stiuecao naval e de operarios do arsenal de mari-
nba da provincia da Baha, os quaes redamara
contra a injusta desigaaldade dos seus vencimen
tos em relac&o aos de outros aroenaes de mari-
nha Espera que a nobre commissao a qoe hi de
ser submettida essa representaco a tom r na
devida consideraco.
Lida na mesa a representaco remettida a
comtiissJo de peusojs e ordenados.
O Sr. Iluarie de Axevedo aproveita o
ensrjo de oceupar a tribuua para requerer a in-
verso da ordem do dia de amanhS, discutindo se
na 2" parte o projecto de lei de torcas de trra e
mar.
Quanto ao motivo que o tras tribuna, porque
a cmara municipal da villa de Paranapanema o
incumbi de commuuiear cmara dos Sr*. depu-
tados qae foi al 11 recebido com grande jubilo o
acto que extingui o elemento servil na Brasil ;
por isso pede ao Sr. presidente, como o mais ele-
vado representante da cmara dos Srs. deputa-
dos que se digne aceitar os sentimentos daquella
corpsracao.
O Sr. Presidente: Acommuncacao da cmara
municipal da villa de Paranapanema recebida
com especial agrado.
Posta a votos a inversao da ordem do dia de
amanhS, para serem discutidas na 2 parte as leis
de furcas de trra e mar, approvada.
O Sr. atronso Cela o Jnior deseja
saber do governo o que hwe verdade no que an-
nancaram algn* joroaes, de ter o ministro bra-
ileiro, junto a Santa S, protestado contra ama
eneyelica a respeito da abolicSo dos escravos, por
ordem expedida pelo 8r. Bario de Cotegipe a 10
de Marco ultimo.
O Sr. Rodrigo Silva (ministro da agricultura)
agradece ao nobre deputado a attencilo que acaba
de ter com o governo ; alarma cmara que o
noso ministro junto a Santa S nao tes procesto
algum sjbre a eneyelica a respeito da abolioao do
elemento servil.
O Sr. Coelno Bodrlgae pedio a palavra
no expediente qumdo ainda nao tinha sido julga
do prejudicado um proj~cto que apresentou hon-
tem ; por conaequoucia, deixana de tomar a pala
vr* se nio fosse a circomstancia que oceorreu na
publicado dos projectos que offereceu 4 considera-
do da cmara: apresentsu em primeiro lugar o da
reforma da constituica e em segundo lagar o do
complemento da lei de 13 de Maio, os ,'iaes foram
lidos na mesa na ordem em que foram apresen-
8 Nota, entretanto, que em todas as folhas foram
esees projectos publicados na oruem inversa 5 tem
motivo para nao deixar passar este facto, porque
de proposito offereceu em primeiro lugar o ds1 ro-
tor us, da constituido, articulando ideas que na 4
annos manifestou na cmara 5 em segundo lagar
offereceu o outro projecto que era a condensacio
de orna emenda que offereceu i le de 13 de Maio
correte, a qual retirou da mesa para nao demo
rar a pasag*m daquella lei. .. .
Eisa razio porque julgou-se oom 0 direito de
apresentar um projecto de conformidade com a
emenda que hivia cfferecido.
ORDEM DO DI 4.
FORCASDETERBA
Contina a 2' disenssio da proposta do governo
convertida em projecto de lei, fixando as torvas de
trra para 188.
(Entra no ealo e oceupa o sea lugar o Sr. mi
nistro da guerra.)
O Sr. Passo. Miranda val responder com
coosrrangime-to .0 n..bre deputado pelo *<'-
iric.odo Paran; .n.eripto na qaal.dade de mern-
b oda commissao de mannha e guerra para .as
tentar o pr.jecio qne se discute, nio p-.dia suppor
que TI vase de oceupar a tribuna em questdus de
polnica local ; entretanto, a cmara Ouio o noOre
deputado que, antes de tnaer censura ao ge0
aobre os factos relativos eleicio da assembl,
provincial do Paran, failoO sobre poltica geral e
obre a lteoaiu que o actual ministerio tem dado
administrag 1 publica.
Vai oceupa.-te d s puntos prmcipaes desse ais-
Cirso, bem que reconb.c qae o nobre deputado
looge de faaer gr ve. censuras ao guverno, m.slrou
que e.t.- pr..edeu com o maior criterio ; maso n
bre deputado emittii receto* pelo tuturo du nosio
pas, vendo i beiro de ura abyamo e tasendo res-
Duosavel o ministerio actual por todo isso que .
Ete. imagina, disendo que o partido conservador,
rusentado pelu ministerio da 10 de Mario, tem-
as eullocadu i freuW de ama propaganda auarcni
ca. (Co O orador uio .abe de qae reforma qui. fallar o
nobre deuuudu; ae trato de..a grande reforma
que a naci aoumu om tantas dwnoaatr.coes de
jubilo e applausos, S. Exe. tio responsavel como
a maioria, porque collaborou c:m ella na respectiva
votaeio.
Ptrgunta quaes sio as outras reformas revolu-
cionarias do ministerio de 10 de M re', serio as
consignadas na falla do thicno? Mas a diffusSo
do ensino publico por todas as classes sociaes ser
ama reforma revolucionaria ? A creacio do minis-
terio publico e de tribonaes correccionaes, a imosi-
gracio em alta escala, o desenvolvimento do tra-
bilho iivre, a creacio de bancos pira auxiliarem
a lav.-nra, serio reformas revolucionarias ? A ni-
ca reforma de carcter liberal a que se refere a
urna reorganisacao ax lis adaptada s cmaras mu-
nicipaes.
Mostra que essas reformas indicadas na falla do
throno sio as que se acham amadurecidas no espi-
rito publico.
Entender que o partido conservador do p le re-
formar c usa alguma e deve estar voltado para o
passado, i um erro.
Ha reformas que constituem verdadeira aspira-
cao naeional e um partido no governo nio pie es-
tar em divergencia com a naga >: o partido con- -
servador reforma para m?lh;r e aperfeica ; op ar-
tilo liberal reforma com mais precipitaba), antes
que as ideas estejam amadurecidas ; melhorar e
aperteicoar o meio d- conservar melbor e o qae
fas o partido conservador ; j v portanto, o no-
bre diputado que nio polo chamar de revolucio-
narias essas reformas.
Julga ter considerado todo quanto disse o nobre
deputado a respeito da poltica do ministerio de
10 de Marco.
' Passa a responder i celebre questio da usaein-
bla provincial do Paran, en qu i o nobre depu-
tado ora aecusou, ora elogiou o governo, conclu-
iiido pedindo providencias para nao continuar
aquella provincia no estado anormal em que se
acha.
Ouvio todos os factos allegados pelo nobre depu-
tados e dec ara que nessa exposico, desdeocome-
(o do processo eleitoral at o momento da reuniao
dos deputadps' provincaes, nao vio um s acto de
intervencio official, apenas o nobre deputado quix
inhibir o governo de faser n.m:acoes de juises, s
pelo facto de proceder a urna eleicjlo.
O orador tem sempre aecusado o governo e os
presidentes de provincia, quanlo da intervencio
d'elles resulta a perda de umaleicio ; mis o no-
bre deputado declaren que o seu partido obteve
triumpho completo; se assim b, qual a aecusacio
feita ao governo ?
O Sr. Alves de Arauj o, respmde que as frau-
des que se deram.
O Sr. Passos de Miranda, entende q te se houve
fraude, esta deve ser punida, mas nio se acense o
gov rno que nada tem com essas eleicoes; nem o
nobre d-putado allegou neohuma intervencio por
parte do vice-presidente d.i provincia qu '3; acha- -
va eiu exercicio.
Depois de diversas consideraco.'s a respeito, o
orador mostra que o nobre d -pu'ado veio corte
que'Xar se ao Sr. B.rao de Cotegipe, retirando-se
tranquillo, certo de quoum novo presidente ispara
o Paran.
Respondenlo ainda a diversas consideracSes do
nobre deputado sobre este assumpto, termina jus-
tificando o acto do presidente da prorincia do Pa-
ran, adiando primeiro e segunda vez a respectiva
assembla pruvincisl, para ver se os nimos se
tranquilisavam e oa partiios vinham a um accordo,
de modo a poder funecionar regularmente a mesma
assembla.
Quanto s observacss do nobrre deputado a res-
peito de melh iramenos da sua provincia e da crea-
cio de colonias mili .ares, o orador est certo que
s governo tomar na devida consideracio s pedido
de S. Exc.
Tratando desse assumpto, pede ao nobre minis-
tro qae olhe tambem para-as fronteiras do norte e
qne lance suas vistas para os factos qae se esto
dando no Rio Braneo que fronteia com a colonia
inglesa : os tratados celebrados entre os dous go-
vernos impo-m a nentraldade desse ponto, de modo
a nio poder nenhum governo occupal-o ; entretanto
a Inglaterra oceupu nio s essa parte contestada,
como invadi o territorio brasileiro, creando aldeias
e enviando missionarios que se oceupam da cathe-
chese de indios brasileiroB.
Entendeu-se a este respeito com o nobre Bario
de Cotegipe e S Exc. mandn examinar todos os
fictos qne a imprensa do Amasonas tinha allegado
a respeito ; o distinoto militar qae foi fronteira
faser esse exame brevemente apreseutarum rela-
torio circumstanciado dos factos que all se tlm
dado.
Pede por isso ao nobre Sr. ministro da guerra
que attenda para aquella fronteira, porque tem
muito medo qae os ingleses pretendain oceupar a
provincia do Amz)nasou a regiio do Rio Braneo.
que centm riquezas naturaes inialculaveis.
Lenbra que o nobre Duque de Casias mandn
levantar na fronteira de Tabatinga um quartel,
assim cumo mandn faser outras obras militares,
que boje estio em ruinas, pelo abandono ; asaim
como ha no Rio Braaco um forte, construido nos
tempos colooiaes, que est desmoronado e a sua
guarda de duas pracas e am cabo.
Urna oatra providencia que o orador reclama do
nobre ministro da guerra sobre o estado de in-
disciplina em qne se acha o 3 batalhio de arti- *
Iharia ; aa desordens que alli se deram em 1884 en-
tre essa torca e a de polica, is o-se repetido.
Agradece ao no ore deputado da oppoaicio, qaer
pela"provincia do Cear, qaer pela do Paran, que
e trataran de assumptus geraea e a respeito da
administraoio da guerra. SS. EExes., se disseram
alguma consa, toi em abono do nobre ministro, que
tem dirigido brilhantemente os negocios de sua
pasta. (Muito bem.)
O Sr. Thomiiz Coelno (ministro da
guerra) graUece especialmente aos Ilustres re-
presentantes das provincias do Cear e do Paran
a extrema benevolencia com que trataram o mi-
nistro.
O nobre repres otante do Cear oceupou se com
o estado de disciplina do exerjito, perguntando se
o governo poda confiar nessa disciplina : o ora-
dor pede assegarar ao nobre deputado que -o go-
verno tecn a mais decidida cooauca no espirito
de disciplina do exercito ; ha pouco tempo ainda,
qnando a polica toi obngada a recolher-se ac
quartel. a torca de linha dest. capital dea o maior
esterna..bo de disciplina e de snbordiotcao.
^Naotooto a disciplina militar c.ae o exercito
nreoisa, cas de ioBtruccio pratiea ; por isso 0
goverao procura org.nis,r escolas militares sys-
TercaticB, anos de d. atribuir icstrucco pia'.ica ao
neieito, niu rsquece ido o que di ucn nutavel es-
cnptor; qae f >ram os prutessores das escolas mi-
litares da Piu-i que der*m os bnlhaates resal-
tados da sua umm* camoanha, e uio tanto 0
nnerfeico-iuienlo das respectiva, armas.
Cita.do ex^mpiosdac^mpanh* da Russia con-
tra a Aastr.., m *tr. que uio to. UU a sar/v
noridade do armamento, ma, a coufiane, b3.lata
que.ep.Ourou.ncutir no suida lo allesai *
que a ni a.ma uo tinha rival; observando-SO
entio que iuf.nt.ria reMellio con.tnUmente SS
carga, ds c.v-iiari., sem necessidade deformar
atfadradue. ,
Be.ponde ao nobre d-putado pelu Cear, que
ai. se deve estran ar que o guveroo nao tenhs
realis-do um. ref -maque tem sido teutala e nio
vanada De' dff n'. miuisterioa aue 10
m-s o pUuo d*otd.r .cha sen. le do orc.mea'
to vigeute.
R poude ao nobre deputado pelo A.*-*
que aguarda Matorto du Othc.al que f<"'*^
nar a^frontera. d,qoe ,, W ^ZZT
pruvidenciar coiiVBineu.'-aieoKi
m* com reluci 4 provincia do Paran.


Bitrio e ftr ^coQointa-feira 7 de Junho de 188S
Nao sabe ee ne.ta lig lasegm at-
tode.- a '8 pantos a que se referiram oe aobres de-
potados : bu forem necessariss oatras intarmscoes,
r a tnbuaa.
De coaformidade com o piano aanexo o relu-
toiioda seu aut'ceseor; sob eaae plano e com a
experiencia de alguna offices geoeraes, pretende
o orador levar a eff-itu a reorgancelo dai foreai
militares.
O nobre depatada desoja s .b?r da qae mei
dispara o goveruo para coin pistar o otares da
ex. reitj ; decUra qae ai elaras qae notnm nos
seriamente a ad-
quadros do exereita prejeeujain serian
aaistrao&i da guerra : quasi t.dos o carposea-
ta incompletos fem reUtorw o orador infar-
na O que ha a raapeiro, alB oaudo que esta .po-
"ado, p.ruma sane de aH.t.maafc.8, que a le. nao
tem ia lo os rasuitoios esp ratea,
Partaato, o govaroo, visto qua o recru amento
f.rei'ia nao est derogado, ver re-ha o dora ne-
oossid-da de recorrer eaae extremo para com-
ple'or o ex-rcita; mas camo o recratameuta for-
-ad'u se presta a abusos deploraveis (apoliioa),
dea-ja que o pider l-gislat.va estataa providen
ci.s para qae a aotoridade qus mandar proceder
i i crut ment, sej* abrigada a rospeitar as pre-
i.ripeaos di le de 1874 e que aquella qu soiul-
ar ioj ntaraoate retratado piaaa Mr asearso para
o ju.x da paz do resp ctiva distnota ; assiin, o re-
craUmeata f )rgaio p ir dar o carecer od.aso que
a popul.ico Iba empresta.
Nio pola doixar da tomar em consideraga o
voto do nobre relatar da commiaso, qae ae as
signan veacida quinto disposigo do artigo 2*.
Ld o que disaa em sao relatono em relago ao
pr ojio la valantarios 8 encajados, quj caaviria
l iel -jer easa pagameato em tr> prestagoas,
asn lia qua diaiiainenta r tiram se pragaa dos
oraos e sai davo a imodo porque falto o pi
ginota das jntificgoeai
J.t dis.e aonabre deputado pelo near qae o
Wcr0j i; tem motivo para nao ca ifiar jo espi-
rito de disciplina do exercito, assim eomo c-nfir-
m q*s as nossaa iasti'aioes se acbam firmadas
no fla ie todas oa braaiMro*.
R-spaode ao nobre d potada pelo Pirana, que
ni ha duvida, preciso olhar sriam-ot para aa
oossaa fronteiras e attender sobra todo ao eatabe-
leciioeuto de coinmunicogea com o cen"rue tanto
maia ae deve attender a este sarvico, quai.du saa
realisajaj mp.riar tambem no dse ivolvmoato
dos m:reaaea iniustrisos dasaas reg-Ses.
Psrid.tr tejtJinu'iho aa nobre deputa lo de qu
O astail m jiar j di gu rra uo t.m deaeurado
esas assamoto, o oralor l um plano di novas co-
loniasc de v.acio qua j* tem eslabd-aido e qae
ae.-edila satisfar 4 aapir.co da provincia do Pa-
ran i.
Observa qao o desempenho Jesses trabamos tra-
ri algaia mcirgo ao tbaaouro ; entretanto, com
peqoeoji hreebaa le estradas de roiagem, qu po-
daraos r oastruidas peltsaoaaoa, soldados dirigi-
dos por um offioial daengaabeiros, nproveitan lo-
ee oa ros navagaveis, aeredi a que em biev.i ser
povoido O uosso litoral do Paran Motto
3ros*o.
Pasea a responder aa nobre deout td> i lo Par,
em relacao ioj premias aqjs se julgam com direi-
to i volantn js qoj se apreseatsram depoia do
cora >lato o axarcita.
L': ) -ao deum de seas Ilustres antecessores,
prov leaciaado para qot, at aegunda ordem, nl i
sa reeab bimi maia voluatariu, admittindo-sa s
meu'-o qaaltai que ranuaeiassem t reapaetiv i pro -
m }; uoaoda, porm, qua daatro da piacoi das
breme! eiaroa em um cirp que o v>iuatarioi
adiiiis vio >raaacher a era rec'amam o paga-
meato loi premios; p>re>ui, j txpadio "ama circu-
lar iui:iiaalo que aejaot atteadidas oonvaaiente
m:a'.e esas reclamados.
O Mr. Mo Dutf'II nio pretenda tomar
parto n'ate debita, reaervando-sa para a discusso
do voto ia gracis a qaal Iba pareoe que nao pie
djixar da ser adiada n.-3ta Cmara, como o foi na
entra.
Djm vaa-a, pirm, i'ata proposito as aecuaa
j5as f lias h)ntam ao g ibi i 'te passada pelo noore
deputai) u r. Cati. Ni) pie, porm, tratar
disto sem dasampaobtr-se de um compromisso que
est da p; asaim aprov^ita a largueza do debat-
e oocopando-se da quiat> do elemeuto servil mos-
tra coma a emineipaco devia ter sido grajual e
com iademaisaco ; esta -opinii em nada preju-
d:ci o ioj que dea a favor da lei 3,353 de 13 de
Maio, porqua dapais disacoutecimentis de S. faulo
e R-o de Janeiro a neeassidada da abolico imme-
diata era indielinavel e at.l.
Perganta o orador sa o gabinete 20 de Agosto
sinda nao eat em temuo de recebar da historia a
verdadeira juetiea?
De nui la lo, argaiam-n'o de ser de resist acia ;
de oatro, eram os nobres deputados pelo 11.a dis-
tricto do Rio de Janeiro e 6 das Alagas qae o
etacavsm, porque tiohi sido crimiaosainent: in
diffreote diante da propaganda que se desenvol-
va.
A verdade est no fundo desses dous pensa-
mentos contradictori n ; o cono qae o governo
dea para 8. Paulo todas aa providencias necea-
jaras apesar das diffi ul Jadea em que se achava
pela revcgacSo do art. 60 do cdigo criminal para
ab >a observancia da lei.
Q.iant a nao haver obstado a propigaoda em
auo, marcha, o orador faa appelio ao Br. Audraie
Figu>-ira ; ae o onarfl depatado entende que aqq.'lle
problema so.-ial, looga de ser entregue ao Parla-
asento, devia caber iniciativa individual, por que
increpa o goveroo?
Faz votos para que a urea lei aymbilise a res-
taaracio da l*galit->ae, e pasea a responder aa Sr.
C.n'aj, juatifieaido e defeniendo os actos argi-
dos do governo passado.
Eii.-ao.ilo aa untarte da proposta, v o,ue o pri-
meiro fnc'o a ootirae a compisicij da torca, o
moda d formal a ; actualmente ni; se pode desa-
jar arreg.mentar o efectivo do exercito, que, pelo
plano, poier clevar-se a 34,000 bomans em p de
| guerra.
Nao du.-n'e a ereac) das brigadas, mas parece
t que a brigada m'xta nao encoutr t apoio algum no
projeeto das daa f >rcis amgimentadas.
Diz o projeeto que para cmjpor a forca o go-
" verao laucar nao dos meios da lei de 1874; o
. recrutainent > forcaio est em vigor emquanto nao
83 fia r o alistam^nto geral do Imperio, o primeiro
ior'.ei), o que nlu ser posaivel emquanto o Paila
manto antonaar oa meios especiaes para o alicia-
m:nlo de voluntarios.
red ao nobie ministro que atienda bem para
sb iaenc-s a ubaervar, andgamente o rcut i-
B.'n'o era un acto de pu-a adminiatrnca', mas
depoia le 71 veio o reuurso de habas-cor pus para
tolb.-r a cca/> do g>verno.
Deseja saber como B far o recrotam otj; se,
Como no:, ti rm is das antigs dup.aip a, sa com
quera o Sr. Carlos AffmtfD, Uto e nis parj-
ebias que nao obaervasiem o alistamantu ? Qivea
as iaenco'a qua o ministro vai restrictar no novo
regnlain Por'ultimo, chama a attencao do nobre ministro
para as ejimias militare*, principalmente a de
Pedro II cujo estalo j desereveu e caja impor
tanci em r^la^io aos 'imitas do territorio br-
ro nio pode ser contestada.
A taita de eapeilo all maita satasivel.
SCENCIAS E ARTES
A ve|eiae.ko onsairssrlad na seN
UeaeawolwlMasolo nurmal
Eotra o nuiooroaos vegetaes oivinai-
oom o fin de atilidade ou para oroaoien-
to Bar diffi I euooQtrar aai e qaa n5t)
tivesse soffrilo iqiijaySaa, maia oa me-
aos ouai de virer iateiramente arfijial.
Eis um exomplo antro mil: prooiuvi a
origem de una de noaaaa plaataa comesti-
veis, daa maia uaadaa univeraalmento : a
vulgar cendra. Aohareii urna omb^lifera
de meaqainha appareu ia, com folbaa ra-
ubiti-jas e de rais delgalisaima : herva m
qua aupsrubunda no mitigo como no novo
mando e que em nada \8e parece com e
lgame ventricoio tatito raais eati.nado em
noaaaa meaaa, quanto maia app>rente o
estado pletorico da sua raz morbi la.
O botnico, o erudito, nao faa oaao deata
monatraoaidade, rcaultado do ezceaao da
eatrame e da rega8 r t :irdaa. Para elle,
a aaoendento ailveatre, Daucus eenora,
a verdadeira planta, a planta no estado
normal ; e, emquanto o jardineiro julga
ter ajudado a vegetarlo, o botnico enten-
te que ella foi contrariada. E tem alga ua
rasao, porqti", abandonada a ai mea.ua, a
cendra daa noas.-.a borlas tornar em piu-
co teinpo ao aeu estado pri.aitivo.
Nao som<-nte oa o fia de utilidadj
directa que procuramos, ba muitoa saou
loa, o meio de achar variantea ao deaen-
volvimento regular doa orgaa8mos vego
taca. Nuunoroaaa piantaa decorativas s sj
tornara aprnoiadas quando offareca-n fl)
rea duplas, isto quando oa aeus m>ia
iaiportaut s orgSos ae acbam atrophialoa,
ou quando aa auaa florea sao coloridas por
> divcr8o do de estado aolvigs.n, ou
maia aiala qaand o t >lhaa e caula ten al
quiriJo, p la cultura, formas e d uensoes
qua nada tem de natural. Sao autras tantas
ujonstruo*idaiea, que oa proceasos cui la
liosamente eatudados, com o auxilio as
vezas d i acaso, trazeos luz do dia.
Oa chinezea que aa compraiem em tor-
turar as memnoa para Ihea diminuir oa
ps, nao podiam deizar da atormentar os
vegetaes, tornando oa produ'\'3;s exquai-
taa. Foram ellea oa inventores doa fructoa
aem oarocoa, doa oaroyoa sem fructoa, daa
arvorea sem folbas, daa folbaa matizad ts,
daa plact.3 unaa. Muito engeabosos e pa
centaa, tomaram grande avanco n -ata arta
singular da corrigir a uaturuza^ e emquan-
to os noaaoa jardineiroa ae orgulban pela
eabibiyao de um bello arbusto, bem vivo,
iiuito robusto, maia c.rregado- de florea cu
de fructoa do que seus congneres, o hor-
tisultur de Sao-Hai offaroco aoa aau3 cuen-
tea ijouaas completamente oppoataa. Ven-
dar vos ha, por ezemplo, paqueuina plan-
ta cre8cando em vaao pequeniasimo. Isao
voa lenobra vagamente eaaea ps de mage-
ricSo qua as pessoaa privadas de jardins
collocam as j mellas, mas na realilade
um carvalbo auao, ou para melbor diz^r,
um carvalbo cujo deaeovolvimanto foi im-
pedido ; alias teria 20 metroa de altara,
porque elle tem maia de um sculo da
exiatencia. Qoaea sao oa meios embrega-
dos para ebegar a reaultado tSo curioso ?
E' o que nSo poderiamos dizer. Qaanto ao
matiz daa folbas, nao ba nenbum mysterio
nisso.
Privai urna planta de qualqu-r, orarida
de, e ella tornar-aa ha branca, amarei
la ou veruielba, porqoe soraente oa raios
aolarea lh< podem dar a cor verde, que
a normal; apenas, ae o regime continuar,
ella morrer ethica encanecen io de todo.
Dai lbe, pelo contrario, durante urna serie
de geracSea, exactamente o que lhe na
cessario para conaervar-ae entre a vida e
marte, e desta lenta agona resultar ama
monstruosidad" capaz de transmitir de pai
a tilho o aeu albinismo.
A isto accreauentaremoa que por meio
de methodoa aemelbantea obteinos racaa de
coelhos, de ratos e de ratinboa brancoa
com olhoa vermelboa. Convm notar tam-
bam que todaa oa animaes domsticos,
sem excepcao, sao aajeitoa ao albinismo.
Sao aa i'oclieiraa, oa eatabuloa e os galli-
nbeiroa a cansa disso ; all ba menea raios
solares do que eoj co aberto.
1 ------=
regiSo, quaai todas oriundas do Cab
B a eperanc'i, da Nava-Hollania i
Nova-Z laadia. Tambem d Ewcalyptw
tova tamanha voga o j o aha de por i
de todo, porque no pod.ria aer substitui-
do, de origem australiana'e florease entre
nos no invern, offeresando alias a parti-
cularidade da floreaoer cunda voz no ve-
r8o, ao raenoa em parte. Tonda a observar
tumaa da patria adoptiva.
E notemos que a maior parte doa Eaea-
lyp'.us, que floreaom entre nos, proaedem
de somcut -a importadas da Australia. Nao
iuvilojo que, quando as plantajes pi-
dereo provir de somentaa indigenas, a bil-
la arvore ni? deizir, palo correr do te ji-
po, de fliroaoer no invern.

Plantas ha qua, por causa bam singular^
nao poieriam deixar a patria de origem
aem fcarem condemnadas a fenecer sen
deacdod ncia. A B-unilba d-noa bom ex-
ampio deate pbenomeno.
Florgsce mui fcilmente, maamo na Eu-
ropa, maa oa seus fractoa, a n fr.ni de
oompridss vagena de agradvcl aroma, nio
ao deaenvulvein naturalmaote smlonoM:-
Xtea e naa Aatilbas, sua patria de origem,
e cata a razao : O pri ueiro exomplar
dt, Bauniiha foi introduzldo na Fr mea, em
1793, p-lo jardineiro Miller, e a^guniocre-
mos, foi 038 cercanas de B >r !os qua se
logrou a principo aclimal-a. Oa Baunilnei-
ra de Brdeos tirarain-ae mu las que toram
transportadas para a liba da Rounio. onda
a pLnta proapera admiravclmente, ton 'o-uc
constituido ramo importa.t-i de corn ii.roio.
Q lando a planta foi eapatriada, rec
ceu-ae que, nao se tando ,on ra K) a f cua
d esta acuna por pequea opara^ao cirurgi
ca qua coasista cu rasgar, poata da
agulba, a delic i la membrana.
Esta operagao .inla feiu diariam nt'
em toda a parte onde se cultiva a Bauni-
iha, e aem ella ficariamoa redazidos ao uso
da Bautiilha ailraatro do Alaxico.
E' provavel qua o jar din iro Mili r a
aeus auoceaaorca iguorassam a causa desta
particularidade. Foi Daiwia quem ola
xplicou.
A Bauniiha perteace grande familia daa
OrcbidaaB e a cada membro deata grupo
exquiaito tam espacial oirurgilo encarr-ga
do da mencionada operacSo. Estes oirur
g>38 eSo aimplos insectos, e, coma nota-
vel, cada eape io da Orchidea tem a pu i
eapc.ia de insecto.
A conformajao da flor tal que 'outro
individuo seria incapaz do operal-a.
E' evidente qua o iaseoto um prdtico
iatetrameste inoons ;iente, porque a fro-
quer.ta a fldr co n o nico fin d: axtrab r-
Ihe o nctar, e lbe deatra os orgaos, e p
obter maior qaantidade de alimento.
Oomprebcnde-se, portanto, fcilmente a
raza o porque o jardineiro Miller nao con-
segua o deaenvolvi nento daa vagena da
Bauniiha. F.>ra neceaaario, ao importar a
planta daa matta8 virgaaa do Mxico, tra-
zar ao mearoo tempo o operador, couaa
mus diffi-ii porqua, conven diZal-o, o in
secto nem aequar conheoido.
idarel.gijj; e que fs;uio i
prajwr toda a bu.aiuiJade; o Brasil apnlauda,
sem Ulves olaar n'eila, como en, contemplo, um
..padra) das glorias d-s Mara Sautissima:
um novo tropheu da religiaosobreoeatadj, e deste
abra a naci ; um refljx) vivo, e solemne da amor
de Mara Ssatissuna e.-u prol d'cates iufeliies, que
tsfmiam sob o duro ergastula da eacravidia; e
anda urna uova victoria de aeu amor sobra a du-
res de alguna coraooes, que fascinados pir vis e
condemnavea iateieaae; viam na realisaoSo
d este f<-it\i gran obo, negras novena de pango,
meJonbas e horren'as tempestades !
Emquanto, aenhorea, qua bem longa de tudo isto,
s euxergo, neste feito glorioso do immorredouro
gabinete 10 de Marco, urna nova r* de folicidade
para o Brasil, um nova triumph > da reiigiao, um
man accentuado passo dado m pro-
gresao, am aovo raago da proticco .^n r Jo Ma-
ra danttasima, em favor dos miao.oa cptivis, i iiveira, couseguiram r^iliaar, sob os auspicios
que, sem duvida, naato mea da bonoos, 1 da serenissima princesa imp.rial, cajo uiagmi-
ram eselhjr decapitar a sua proteeoSo, imploran | mo ouracao abrazado n'estas chammas ardentes
do-a com vivaf; taato mus quanto este magna- 'da caridaJe, quo e a religio sab: acceni r n>
peito dos vardadeiroa devotos de Mara Santissi-
m? Quem n>s dir que nao fosse Mara ban
tissima quem defundiase tambem esses no'ores
seiitime.^tos, assim na patritica Cmara dos De-
putaioa, com u) venerando Senada bras leiro J e
qoe d'ulii eapalhandj-so, cima faiscas elctricas
prodtuiac esse quisi conflagracao da caridade,
que despertada pela vos anglica e sampre subli-
me, cheia de unejao do sopramo ehete da igreja
e.lhjlica, o imm.rtal L ai XIII em sua lumiaoa-i
ueyelica, ha pouco publicada ;'e logo repercutida
le eMedevcria ser m-
^^^^Bs sVv<. humanidade
. m aos dir, senhores, qaa nio fossom es-
ees oxtremis de amor ? Eas?s rasgos d'essa ea-
rid.da, que ella tanto symbolisa ; que incendidoB
dianta de vossas contiuuas suppcas, durante
trinta e am das, nio interrompiios, e das lagri
mas dos miaeros captivos? Quem afervorase >o
coracli da naci esses bailas aentimsntos, que
vieram encontrar b je em vossjs feitos vitali-
dade?.....
Q iem noa podo negar, que nio foaae ella quem
aecandaaae aasim uo coraoao doa immo-reior ia J >-
s Boaitacio, Eusebio de Qoeiras, Rio Braaco,
Dantas, Nabuco, Jos Marianna, Ruy Barbosa,
Jos do Patrocioio, Affmso Celso e tuntas antros
apostlos do abolicionismo, que h>je reunidoa ao
iuclyto e benemrito Pcrnambucan presidente de
gabinete 10 de Mareo, J-o Alfredo Oorreia da
nimo feito foi executado no dia 13 da Maio, mes
que ella consgralo, e qu? ella dastiaa para
derramar no meio dos fiis o'ffliv'os do aaaa
gracas !
Assim, poia, encarado o feito asoaasseata ti,
i ciytogabiuetelO do Marco; na pjaao uom:d;v
consideral -c oatra cousa mais, qn i um i aova eorea
da glorias offerecida pjrDeua a Maria Santiaaima,
fasendo raalisar-se esta lei sa iu?a" da
escravido em tofo o Brasil, neste mes de il-.o,
j to caro ao cor
to, da boje em aati asaiga! .'do, a qu i devjr em diversas dio jases, pa'.as de seas nio menos aa
Orav'u sacra
Qoe compoi e recitou na igreja matrii de S. Jos
na cidade do Recite por cecasio do ejiaJera-
mento do mez Marianno, Fr. Pedro da Pucifiea-
9o Paes e Paiva, religioso da Ordem Carmeli-
tana da provincia de Pernambaco.
Dedicatoria
Augusta e Serenissima Prioecsa Imperial Re-
gente
O He. Sud ale Mfaeira, antes d> res-
panl t >t i ii ii>re?i-'pu'.alj pelo far, asa da pala-
Vra para eojai i -rar a ultima p irte do seo discuxno,
da qual dis.-orda abao utomeuto.
App'au le a resolucio do governo qaanto ao re-
erutam joto, e, I .age de acreditar qaa el a 1 vtate
a C3leum 11* (ii se recaa o nobre daputalo. moe-
ra eo n i r, ir.ia-sa ella aeasanna naa actaaes Bar-
eumstaocias pala accumulaci dos libertia, ora
daaocca >ados as gran les capitae; maia er
as de coocital-os ao trabalbo clavar celeuma
Se as profiloieaa lera >rarem.
Ecteala qae o recratameati no foi abolida at
aoje por le algo.na; a propria legUlaoai le 1874
antev o, revig>ron-o; e ae, cjmo prava, ene
2o eati revogalo i diriit, muico tasan t<
seto, pnqae aa aatoridales re.oettdin projoa >
ntoriiilia aaoeriires que os mandan assentar
prac*; o recrutarnaato Jiafaroado.
Aerelicv qua mus nx;ts ser execatar o regi-
asen legal do recrutamin'o do iiafarcil-o, poia
Tem cuitar ais e itrea puaiieos premios que sao
pagoi iudevijameoie.
Depot* je mMirar qie as difB;uliades opposta*
fr*1". Sf- '** >Wji1 o4j proeelam, coaclae tra-
tan lo di pilma geni.
ala h.r, o tr. presideate designa a se-
gaiote arlem do lia para 6 :
Apraaeitaolo de propastas, inoscoss e re-
querimnt)s.
2.' Jiaiuaso da pioo-uta do governo fixando aa
tareas da trra para 1*9.
A's 9 biras oa aas :
8. iiaussio dt oropoata do governo fixando a
foroa nivil pan 1833.
Lavaaw-ae a sesij s 6 hjrsi ds tarde.
Poder so-hia formar vasta bibliotheca
com ab obras referentes ao tranaformiamo
daa piantaa, por meio de eatrume abundan-
te, rega forjada, aementeira antesipada ou
retardada, mergulhia e^plantsyo por es-
taca.
Evitamos fallar desata pequanaa intrigas
qua o re da criaco faz no reino vegetal.
Existe, porem, meio maia aimplaa, poato
que muito traidor, de causar perturbado-s
energioaa nu des n volv meato normal daa
plantas, e pensamos que, alguna pormeno-
res acerca de8ae objeoto vaiem bem u na
i;s8*rt.cao aobra a cultu da eenora.
Nos trubalhamoa, comamoa, passeamos
iur.mt: o na o no geral dormimos noi-
t-. E' palo menoa oque devsriainoa fa
zer.
Os vegotae8 occupam-83 do presante e
do futuro durante o vera) e dormem du-
rante o invern. Nio ha reflexao n-m abu-
S a eenba pontunlmente observada.
Soliente oeoorre qu), emquanto no nosao
hemiapbeno boreal certa espacie flores :e
em Junbo, no hemisphero austral dorme
na mes na pooa, vindo a florescer em De-
z "nuro.
bu-tea costa nes datan de urna eternida-
de de ssjuIjs. Estes loagia das o estas
lougaa noitaa de seis mea-a toro>m-ae urna
u-.aaaai lade. E' de rigorosa uejaiaiJade.
co o eff uto, que a primeira aeiva aujn. du
E' o maia pequenino das vossos subditos ; o mais
humilde e obscuro dos filhaa do Carmela; deste
Claustro f ernauabucauo; que foi outr'era a mo-
rada s berco dos 8. Carlos, dos Fr. Pedro de Cnry-
sjpolia, dos Canecas; que boje, em sen bruebo-
K-ante descambar, deixa anda escapar urna opaca
s imbra d'aquell s antigos brilhos ; daquelles n;bres
e patriticos seotimeotos, na obscura nihilid Je
d'este, qae toma a sabida honra de voa pedir ticen-
Ca, para offertar vos, este humilde eimperfeito tra-
Dalbo, qae e reveUa dous seutimentosamor a
reiigiao e amor a patria; que symbolisaodo um
voto de apreco e admiracAo a vossa angosta pes-
soa 4 tambem am te-temunho Bolemne de congra-
tulaco ao vosso immrredouro governo ; ao pas
uiteiro e mais que todo a eata reiigiao santa do
Ustada pelo magno triampho, qae ella acaba de
Hsaignalar, em todo o pas, neste mes consecrado
aa glorias da raiuha do co ; a qual va meama
aeieniasima senhora teudes dado aa mais inequ-
vocas provas da miior crenoa ; congratalando-me
assim com V.sa Imparial Magestade, com a reli-
ligio com o pas ioteiro ; com todos os denodados
apostlos do abolicionismo; rii posso calar aqu
mesmo n'esta humilde dedicatoria; os nomes
augustos de entre mu tas glorias abolicionistas las
diversas provinciasos nomea immoredourosde
tres benemritos parnambucauos : o digno presi-
deaoe do gabinete 10 de MargoJoo Alfredo
Crrela de Oliveira; Joaquim Aurelio Nabuco de
Arauj j ; Jaa Manan Carneiro da Cuaba; os
quaea podem ser apontadoa no estrangeiro ; como
ua Babia o immortal Dantas ; no municipio da
curia uy Barbosa e Affoaso C-lsoe Jos da Patro
ciuio, que podem ser .decantados no eatrangeiro ;
cuma oa denodados aportlos do abolici-mismo,
iueiy:oa paladinos d liberdade glorias do Brasil
uVstu feito immorredanro.
ciim, S.b riua b luOoi-.a ; este imperfaito e obsen-
eur- trabalha; espurgado da suhs muitas impar
teicoes, pelo onlbo dos ames augustos, qoe elle
cucarra; e anda peta nabresa da idea que ayuthe-
t.aa; qae nada Vaie ; quando se atiende aseu uu-
tnor, maa que muito importa p-lo qua sig-
nifica, visto como symboliaa am novo padro das
gionaa de Mana Santiaaima assignalado no sea
mes da b ny ja ; cam profundo ac lamento a vosaa
in-jg sale offjr-ce, dedica e consagra na malar
duaao Je euihusiasma o de V. M. Imperial humi*
liaaiuao subdito e capelio, Pr. Pedro da Purifieafao
Paes e Paioa,
raote a primavera, ^ deaca Jo novo ; que
>e t dores ; qu as ae neotsa amatarecam 1 u
tamiuta e aiala mais lentamente pene
trin qo aeio da trra para dar nova
pUnta.
O que aoooteoa quando transportamos
le u o para outro hemispberio eataa eacra
voa da ratina ?
Algioias especies dedicadas nanea ae
prest m a taes metamorpboses; aasin
qai nunca poderam vivar entre nos nu oe
ruin plantas australuaas. Oatrs exigem
ui U los ospe jiaes para, noa mesas de Da-
se obro e Jineiro, obegare n a flireao- uaaaas estufa. Ha, aman, typos robustos
qu sapportam bam a acoli o.yio e se
uostram oooM admirados de nos apresan-
Ur a suafliresoencia no rigor do invern
e a co aoarto.
Eitio ueste oaao aa niuaaroaaa especies
le Atacitu, impropriamente deaomiaadaa
Minj$a$, qao taato proaperam neata noaaa
Qui me creaoit reqmevit in tabernculo meo : Aquel-
la qoe me cruuu; tes em mim sea aautuano.
(' ooi ficcl. cap. 24 v. 12)
Convidada para vir hoja, a face dos altares, fa-
ss- voa a patilla traducoao de vosaos piedoaoa
seutimentos!
I-nuaerecidamente escolbido pelo vosso mui dis-
tiucte e virtooso parouho, para aer boje o obscura
interpetre de vasa is UtVoroaas caracoaa, e ao meama
mapa baca panegerista das glorias e virtudes
iWa virgen, qae ostenta eom tanta profuso oa
tnosouros de suas grabas; oa esmeros de sua bene-
ficencia, osdaiiqaias desea ooraco oa extremos de
, ,oeu amar !
U'eata virgem, que seria preciao regetar a au-
I jn Jada das Escripuiras; oblitirar a f da tradicco
para d-.-scoubecar n'ella um primor d'oOra das miaa
divioaa I..,
tm uoa momento to solemne como este, em que
eeao.m aiaJa, em toda o Brasil, oa gritoa de ale-
gra; as bymoas de loavor; os Moiauaa ao Eterno
pala faustoso aeuatecimenta ; que registrando- nos
auaaos da historia, ama nava pagina de gloria,
acaba de extinguir, para sempre, na n.cio brasi-
leira, a negra uo loa ia escravida, eam que se va
m lonbameute dotaruwsada; entra as deaats na-
edaa; a nassa abara patria, o Brasil !
lim um mom .ato, tio aolamn v em que se con
fuuiem anda ss eab ia de alegra de toda auaci
com oa hymaas de louvar ; com que par trinta e um
diaa, nao lutarramp Ja tendea taita repercutir as
aOeOaJaa deste templo, emboara da rainba do co
nao posao, nem devo, aabiada, agara, a esta cadsi-
ra sagrada calar to faustaao, quio miuumentaao
acoatecimeuto; qi considero um dos mais bellos
ser apontadi, como um mouum'u'.o das gloras do
Mana ; pela viitoria qua eaba nelle da obter a
religiSa sobre o estado, e este sabr tola a u
qua adormecida n a bracos do maia i inihiiiiaiii
indiS'rentiama, nSo qu-ria onvir a v d-. v.r
qua echoando desda Be'm at ao Gjlgotaa, ,
d'abi desde os labios do primeiro sp ist.I- ata a do
ultimo doa sacardnes ; t>c fea tainbj-n, moit ta va
ze?, ouvir e ha penco mais de meio sieulo, o .a 1 .-
blos d) immjrredouro Jai Baufacio ; depo s
a Eus bii ds Qiairoz, Rio Braucj, Torres H.-
nieuj, Dutas, N.b oa, Ruy Bubis*, Jo= Mara
n>, Affj.ioo Celso e ao dj b nbi-
cano Jaio Alfredo Correa de O... com
a.mravi'l deial), fel-a ecbo I > a Bwaail,
cniseguindo ex'inguir, para sempre em noaaa pa'i
a escravido, samante mantiJa p v- goveruos retro-
giadas o quo propoaitalmeuia tacuanij ot olhoa
deixavam de ver a fraudosa arvore da 1:bardad-,
sementada cam o singue de ChrUto, na^cida as
eminencias do Galgothi ; para abragadas ao errj
asufruindo srdidos interesaos manterom essa Je
testavul iastitaioa; n faado e fatal Inga lo daa
primairos fundadjres da nossa metropo^o !_
Assim, pois, senhares, olhaado bornete :i-ata
immaredou.-o aot> do mciyto gabinete 10 de Margo
um novo floro daa glorias de Maria Sautissima,
celhid) no 13 de Mo ; eu nao prescindir-i dalle
asalis em muu humilde discurso e por isso m?sma
uo duvidarei unir j ostea bymnjs do alegra de
toda a n:cio hrazileira, aos cnticas featit'a^d da
louvor e beag'i, com que vindes agora, s. fase
dos altares, faaer-lba a oaia siac^ra eblaca de
vossos coragoea, a voa&a m-.is erdcntff cnisigra-
gao!
Eaquecendo, poia, miaba i na
empresa, ra j omegar o ten p*.aegyrica ; enli-
gando os bymuos do prazer^ os gri:os de li
de tola a uagi brasileira, a.a vossos muu
lauvor, aa ferv-r de vossaa oragSes, a) arlar d.
vusaoa corsgoes, com ua grandts virtudes o por-
ten) s da ixaltaoa, Don que o Toda Pode oso a
diatiagaii do entre as de:o lis fihas de Isra-.-l ;
ieixanda ver nella real isa las C3t3 palivras, qu.;
tjrn'i por thoma : Q'ii me creaoit requieoit in
tabernculo meo.
Datado isto, pas, aenbares do enlevo de vos-
aos coraca-'s, da meloda do vossos cnticos ; dos
extasa e efflivios de vassa3 oragoja teeerai um i
humilde palma, que, a seus pea, agora depositan-
do em seus altares, em vasaas njm.-s, lhe off^reca
rei como am paludo teatemuabo de vosaa consa
gracao ; ama imperfeita traducgSo de vossos co-
rseos ardeutes !
Eia aqui, pois, senhares, j delineado todo o
grandiosa asaumpto do humilde discurso que ides
ouvir.
Elle disperta a vosaa pie lado pdi sua natureza,
a vosaa attengo pel suami;nitude !
E por isso meamo na voa p go nem attengj,
nem benevo'.--icia, pois que vossa ilinatrucao e
piedade sao dallas a maior garanta !
Virgem Santissna A causa vossa, sustentai
o humilde orador.
Sem o vosso auxilio jamis conseguir o raio de
luz de que tanto necessita para tJo arrojado tea
tamen !
Silabar sacramentado E' em nome de Vossa
Santiasims mai, filba e eapasa que elle vos sup
plica nm raio daquell* la com qu : illumiasstea os
apostlos !
Um s vosso reeio, e tai) cousogair.'..
Vai principiar, senharea Ni> abasar de
vossa benvola attengio .
Principio
Quem dira, sonhores, que boje, depais de am
bataibir de paueo mais de m".io sculo, ni vissa-
mos j derrocada a formidavel Baatilha da escra-
vida, por aquelles mismas que eram outr'ura seas
mss denodadas defensores, e da am modo to
grandioso, quao glorioso ; sam o derramas-nta de
ama s gota de saogue, sem o carpir da urna s
desgraga ? E at, ao eontrurio, na maio dos riso i,
acelamsgo'S e appiausos da nago inteira, qae re-
gorgita da praz -r na raalisaga de to grandioso
feito, qae j todas proclamam ama aspirago na-
cional !...
Oh 1 prodigio ncomprehinsivel .' Oh triam-
pho inaudito da prateego de Maria I S ta! Re-
iigiao santa tens destas maravhis S tu ope
ras taes prodigios I...
S'm, senbores! Qi-'m? sino esta rainha de
misericordia paderia operar tamanbas maravilbas ?
Onde? sino nestareligia santa se podem de-
parar taes portentos f...
Deixai! seahores! que a impiedade, qae xomba
da todo, negu Providencia e a Maria Santissi -
ma a saa valiosa intervenga o nos grandes feitos
da humanidade!
Porm na, que aprendamos noa livros sagra-
das, qae Deus a origem e tonta de tolo o bem,
n> podem ia jamis deseonbeeer sua ma aviai-
vel nos verdadeiroa beneficios, assim na ordem
physics, coma moral! Donemos a impieiade,
que na b-ilo sentir de Lacordaire, a negago
da verdade, assim como a eotibra o coatr'apoio
da lusl Vallemos ao asaumpto I Quem, sano
esta reiigiao santa, que pr if-.-aaamoa, poleria ope
rar to grandes milagros? Sim! Nio nesta
reiigiao saata qae eaaautramis a mai* aublim.-, a
mais ridente e magestasa figura, qua D.'os tragou
e coucluio em todo o vasto e magaiico painel da
naturesa, offarecida cantampUgi do mando e
veneragao dos homensT
Nio n'esta reiigiao sublime qasiij>paramis a
operaoo mais baila, mais p rfeita e attrahente,
que as mios do Creador effactuaram, o quadro
maia sublime, mais arrebatador, meihor acabado
e o mais sorprebandente do B-t no artista ? Ima-
gem, que um completo tranaumpto do co sobre
a terral Espalho Easenea divina sob a forma
humanal A nota maia ooojr qua solta a har-
pa celeste O caato mais temo e doce, qae em-
' is biapos, entre os quaes" muito sa avantajou
a da virtuoso biapo d'esta, O. Je s Pereira da Sil-
va Barros, C jo Ja de Basto Agostinlio, em sua
brilbau'-e pastoral do 25 do Maros ultimo?
Q i un n s poda antate/, q*6 fiase Mara Sa'i-
tiaai ii aha proluzido e'sti eapantasa ma
ravi'ha, far.auio, que esta id', at bem poaeos
das to doOcllada e por ama grande mofara, se
ojnvertesse em ama aapiragli nacional, tornando
asaint os suas mais acrrimas prafigadoros, seus
mais d-'ndalos apostlas e Jet mores, de modo
que, quando esperav^aioa grav s reluctancias da
parte d; alguna proprietaria, SO f vemos de ad
mirar graudes rasgia da abaegagao, eu um
numero Ecmpre ing-n'.e d.' espentaeeas alfjrrias!
D\> i le, p ia, senharea, provc.io esta to oapantoaa
malanga? Qiex llummou eat a espiritis obse-
esdoa pela srdido interesas?... Quem fortifi-
co aquejes terranstaa da boatem, que e viam
na sua m> ventada pangos, prejuisoa, i
trophes, abalas, co.ivulao;a aoeiaes, perdis e
maia pardas ? Qoem encheu de tanta abn-.-g-ig
e corugem qneies apastlos do abolle.anismi,
qae nuaca trepiJiram de arrostrar os m-M-ar.s pe-
r gos em d-fesa da sua causa ? Q na ene r rj >a
o benemrito pern.m'ouaau >, o ineiyto presiJente
da gabiuete 10 do Vlargi. c con elle a tidoa im-
mirreioro g.biue'e, para, affrantand oa perigos
S bea desHnhavam levar a eff Cu esto mjuu-
mentso projeeto ?
Quem acceuiu na peito augusto da Saroniasi-
m i i'riucea Impari-.l Rjg -nte, esta chainma da
caridade qua a iiz s luceiouaado eata lai aur-a;
rer, uao b, na caraeo da patria, da historia,
como at meama na da eternidade, sea nom: an-
gust jl to imm N.j tai Mana Sautissima ? A advgala dos
stfl t .a ? A mi ' doa infelises ? A libertadora ios captivos ? A re-
dcinptora do genero humano ?
Nl> foi ella quom fez que l na Vacticana se
b a vas jub im: e edificaut do sup-emo
oh .' da Igreja i o Baattaaiaai Pi-p* Lao
Xlll ; (uo fallando aos coragis Jai o ivas e mas-
rr.iulo-lhes os deveres que Ihus imponham a reli
gi;ij c a caridada ; proluzia esta caafligr fie;
abantase maJauga no caragio dos ficta, Ali !
senbores, para qua negal-o?
Para deaaonh'cer eata vardaJa sublimo, se
ra preciso, trancar as pirt-aa da careca ; cer-
rar aa onvidus voz da razia: abafar ; sup
plantar meinu todos *s impulsos da conscienai .'
Assim, p js, canfeaaemos todas, senhares E' a
Maria Sautissima nicamente depois d: D'oa. a
qusm devemos tamanba ventara Sim, conrese-
mos Oa humens foram apenas instramentas,
verdade que gloriossimos, de que se servio a Di-
vina Proviienci i para conferir Maria Santiaai-
ma, mais esta grags, em aeu mez de bjngaaa; mais
este uovo pudra da glorias do mez de Maia I
Agradeeeado, pois, aa Todo Poderoso, to alta
) beogios; ?s v.saas grecas ; para qae pos-
sainos am dia, todos, guiados por vos, eatoar nos
Reos aa Eterno bymuis de louvor !
B vos dignos diseipobs de Cecilia, fervorosos
devotos di Maria Sautissima, juntai meloda de
voasas vozes s do ministra do altar, e i-utoai ago-
ra na tcrrs.comm^ louvorea mil ao Eterno.
>iu.
riNis
VARIEDADES
llab.ldade Itrlandeza
Eis um carioso in i lente' que mostra
at onle o patriotas irlandezaa lovam a
sua habilid .,a e o iiludir a. politija de lord
Siliabury.
Gomo aabilo, o.depatada irlande
O'Brion est sendo processado por forca
das leis exoppcionaes .-ootra a Iran la a
por ter comparajj> i: uo neeting ia Liga
Nacional, a&s prohibida. O pro-
cesSo corra no tribannt da Lmgsea liavia
dea diaa, quaaio foi ioterroaipiio por un
noi'JVne extraorJimrio.
No uudecimo dio, ao principiar a su-
dian.'ii n juizo, soube o presidenta do
tribunal qua dorante a noite individuos
deseoahacidoa haviam penetrado no carta-
rio da es^rivS) e roubado os autos.
A pronotoria teve do requerer novo
processo, que to nou a principiar com gran-
de g'Uiio doa irlandezaa e amofinaejio das
antoridaoea miniatorides.
Faceclas
L'j eo ute da eaqudra, conse-
lbero e prenhe de i nportancia, orienou a
sabida de um dr-3 seus navio, e, dando
ao reanactivo co.nmani'inta aa suaa ias-
truci3as, esoreve n'um dos artigas :
Dar parte t' l.graphics, qundo hou-
ver teleg.-apho, do -ii 11 cheg..da o da
sahilade qualquer ios partos; e qiaudo
uo pud qriphar ta vespeva.
Esta f.a lontbrar aquella nutra, j tnaito
>nhoi a, ci'um governador de diatriato
um frica, qu diaia n'u u oIHj. a um
uommandantr) de um dos navios de guerra.
t Incluso rem?tto a V. Es;, dois bos...
Datns gloriosas
A escravido tai abol!a ; aa .\ustr3 a
suas posa sao"-a em 1782; na Franca e
possnssSca em 1791; na Bolivia em 1827 ;
no Mexi:o e t 1828 ; na Inglaterra e as
coionios em 1834; naa Intiis Oriantaes
o:ul88; ds Hava Granada em 1819 :
na Rcpublhi de Venezuela.em 1853; nos
ista'io3-UoiJo3 era 1863; na Ubi de Cu-
b. "io 1886 ; no I operio do Brazil em 13
aie Maio de 1888.
REVISTA DUiUi
baln a aurora daerengo; am ir, eneauta, enle-
vo, graga, perfame, suavidale e harmioia I Cre-
atnra de belleza to peregrina, que Osos mesma,
que a formn, parece eoutemplal-a extasiad o; coa -
tente desse primor de sua oora; eulevada em toda
a saa gran lesa; sobrauc-nra ao mal para prev-
, na vanguarda da progresa e da civilisago
dos scalos parvir; pira aer o aao paarot, seu
ideial! Virgem'singular, pjrteutoaa; em cuja
aeio encaruou a plemtudo do 4 servio de aautuano ao iinin irtal; palala diser :
Qua me creaoit requieoU in tabernculo meo.
A Virgem, emdin, senbores, unjo ame am
som melifluo desferido da adna la lyra, mais qu
am som, urna meloda; mais que urna meloda, um
carmen; mais que am carmau, ama epopa ; mai.
qae ama epopa, o maior das poemas; mais que
nm poema, um aasombra, urna rJ-mpgi >, par ser
a Mi do ttddeinpcor. Sin, sanbOr >a ( &' n'esta
reiigiao santa, qae prateaaam ia, ijue deparamoa
esse epitoma dos palotivdtules e oeiieaas divinas !
gasa resumo, esse oimpl uo das gragas, que ds-
varis servir de santuario ao Otos viva, folxnla
disar : Q me creavit requitoit in tabernculo
meo l
Sim, sanh'rea! n'essa ral^i-o siat* qu
deparamos eate abyairn de perfe--
gen adoiravel, qae se abana a"-coasiiadora dos
alfl atoa, a mi dos pea alores, a rademptora dos
captivas, a ao-rademp ara lo genera humana. Mi-
ria daatisaima aqua.ta, que aoraaada de amor pala
humanidade, nao duvidau para libertar o genero
humano io eaptivniro .de domjuia, saenfiaar a -u
propria Pilbi, o mata .'Speeioao objeoto de suas
.laceadas, levaado-o ella m urna, pela aso,
ventura, iauvemos a Maris, qae o sanctaario de
Dos vivo fant-j e origem de todo o bem 1 Re-
couh--gim'os neste peito glorioso am novo padro
da suas glorias .'
P, i iino8-lhe, pois, que continu a dsrrsmar sa
bre o I apeno do Brasil a sua prateego, prolon-
gando os das da existencia preciosa de uosso
adorada Monarcha, que se nos augura anda em
estado milindroso.
Ab senharea Nao ha qae varillar Por to ia
a parte Maria Santiaaima se nos aprsente sob os
mais expresaivos symbalos da boadade. Aqui em
urna Judith. All em ama Bather, que foram am-
bas libertadoras de sea pa?o : Esta por seus en
cantos o sabedoria : Aiaella por sua caragem e
heroicidale.
Agradecemos pois ao Tada Poderoso essa im-
m-msa felicidade; nao davidemos attribuil-a
Maria S ntissima, parque sempre de suas mos
dadivesas que recebemos as merci' de qae heve-
mos miater, pois Ella, segundo S. Pedro Oa
mio, a quem Daos confian todoa os theaouros de
anas benefioenciaa, grag ,a e raiaericurdia -. In ma-
nibus Ejis sunt tketauri miaerationum Domini.
Qaereis aiala mais proras do poder, da banda*
de e amor de Maria S .ntissima ?
Recorrei aos monumentos seculares de todoa os
povos : Iaterrogai a eata multido de infelises :
Ouvi todoa os fndrea : Oirigi-vos e escitai a
todos os neis, que as circumstauciaa mais ditfi-
ceis e criticas tcem recorrida a Ella,-pbteud)
sempre seu vaUmeata :
Aqu Ella se deixa ver acalmando as tempesta-
des, abrandanda o furor e impetuosidade das oa
das ; all sustentando e embaiando a espada da
justiga Diviaa, j prestes a descarregar-se s>bro
ciaades condamnadas ao castigo da desalago.'
Mas ab 1 aechares I Para qae me hei de can-
gar? Ei falla diante de ama aasembla podero-
sa e illuatrada, que maior que eu mesmo, reconhs-
ce e canfeasa sea alto valimenta diante do Todo
Poderoaa, e qne em testemunba dssse reconbeci-
men'o, vem agora, mesmo, na maior effuso de
prazer co nagrar-lh? seas caragoes repassadoa da
amor 1
Ujubecendo j a inutilidade desta minha de-
manstragao aute o testemunho que eata-s agora
mesmo exbibiada, da preferencia eo vos conv.do
para qua supliquis Maria Santissima, que nao
uesse d illnminar, assim, o carago anglica da
Serenisaima Princesa Imperial R-igante; e .ra i o
de seas Ministros, Senado e Cmara doa D -putadoa
para que poaaamos ver, em breva, completada a
grande bra da rehabilitags ia nossa uaga-,
agora comegala com a extinegio ds escravido ;
pois, qae tas se miater aioda, que este pavo, haj i
nb rto da eacravilo, seji-o amanhl tambom e
sem demora, da o-ioaiaade, e ignorancia em qua
jaz, mioiatrandu-S'o Ibes trabalbo, que o pi
earp ira!, e instruegao, que o pao do espirito
inlispensaveis vida e udcessario para o naaso
engrandecimeuto ; afim de que passamas am da,
todas, como tibas de am mesmo Pai, termos igual
direita no festim das gragas.
Assim, pois, devotos de Maria Santissima, reca-
becmdo neste feito glorioso, qao o Brasil tolo
appianl ; um novo padro da suas glorias ; re-
verente manta praatrados aos seas pea, affaVacai-
Iba, c.m o mais profundo acatamento, a oblagio
sincera, qae ajors vindes faser de vossos fervs-
r^SJS caragoaal
Co laagrai-iha a vosas vida toia inteira ; vossa
alma, voaso s r !
Mi amabillisama I Eis-ma profandamante hu-
milhada a vossos ji, coma o inliguo iaterpreta
doa tiea saatimantoa; obaaura traductor das ar-
deotes opragoas doaca multido de devotos de um
e oasr. Sax ., q ion-ate m/manto aqui coalasi loa
palo a 'U moi virtuosa a zaloao proparochJ, veam na
n.urudiao de jrazer ; applaulindi, coramina,
eata grao la victoria, qae Usos acaba da ean-cs-
ler-vji ; tasar-vos a oblago sincera de seas ba-
tan 1 -a aargaa a eoaaagrar-se a vos.
Eiiea tasem suas, as miabas humildes palavras ;'
e eu, m ua. aa seus fervorosoa caragea; oa seus
piadoaoa sentisa otos ; para reunndo-oa aa ardor
de suas arago.s; a meloda dos hymaos qaa ago-
ra vas entoei ; as glorias qae vos cireuml.m, te-
oer-voa urna humilde gnoaida de Airea, qae,
ueste momela, dapiaita, em nomo de todas ellea;
aas vasas pos em vossos altaras I
Nao vas dedigaais de acceital-a Sai ; quan-
to aquem de va tal offarenda Ms ella to-
naira, paore a paquelas, verdade, mas sin-
eera e verdadeira.
E va qua atteudeis maia a naturesa das dadi-
vas, qua a sua (arma grtndesa,* eoaitai-a
ragago do vasso amor, a diftuadi, sobro todos, as
Ciu irda nacioanlFoi nomeado Thsoto-
nio lienigno Pereira de Qiairoz pira o pasto de
capito da 6 componhia do 38 bata ho da infan-
taria do aervgo activo da guarda naii mal em
subttuigo da capito M noel G 'rreia de Caatro,
que transfera sua reaideocia para a provincia da
farahyra,
lubllaeoFi jubilada a profcsiora Maria
Herm na dos Pasa .s Lima com a peuata corres-
pan lente ao ordanado a quetivur direito por adiar-
se pbyaicameuta impjsaibilitada de continuar na
magisterio publico.
Aposentador!*Fui concedida sp.senta-
dorja cam vencimento praparcional aa tempj de
serviga sffecliva ao collector das randas provia-
ciaesdo municipio da Ol nda, Maniel Jos de Paiva
Pioto, visto achir-33 impos3bditado do contionar
no exeroicia d> sea cargo, canfarm declarou a'
junta medica provincial.
nlerlnituiente Pai nmada de accarda
com a propasta do i)r. inspector do Thesouio Pro-
vincial para oxercer interiuamente o .lugar vago
da 3o eacriptarario da cantadaria da mesmo Tha-
aouro, Adolpbo Targino Acciali.
lilcen^aaForam concedidas as aeguintea li-
cengas com ordenado :
Da 30 diaa ao Dr. J .g Austreg^aillo Borigaes
Lima, professor da Escola Normal, para ausentar-
se deata provincia :
De igual tempo a Frsnciaeo Alexandrino de
Peala Rocha, profeasor da cadera de ensino pri-
mario de S. Beato, para tratar de sua aaude.
Oe dous mex-s e para o metmo fitn a Julia Ma-
ra Caldas Rocha, professora de S. Bauto.
OOlcio de Justicia Foi prvido o cida-
do Laurentina Ferrcira Villa Nava aa serventa
vitalicia dos offirios de 2a labellia do publico, ju-
dicial e notas e do escriv.li do civel, cammercio,
orpba.a e ausentes do terma de (iaranhaus.
Vapor do SOI E' amanhl qn> deve che-
gai- o paquete nacional Pernanbuco Jos partos do
sal, pois s aeate antehoutam a tarde delxia o
porto da Babia.
Fernando de Koronba Para este pre-
sidio saba amanh a vapor Jacuhype da Camaa-
nhia Peruambncaoi e tocar as Ricis para all
daixa' mantimanfoa.
Tentativa de nuicldio Ante-hontem,
Pedro Celestino de Alm.-i Ja, morada ra da Ss-
tago do 1 diatricto di Afogaloa, e itrou sem aer
visto na casa de Jaa L nz do Niseim oto, oo becco
do Sabino e oceulto n'u n qiiarto tantou suicidar-
se enf ireanda-se com urna corda.
Ouvinlo o baquaar do corpa, Jo Luis e seus
companheiros, arrombanlo a pardc do quarto,
chegaram ainda a teaipo de savar o infelis, qaa
declaron autondade quarer d -r coa da vida em
virtode de desgoatos quo Iha dava sua esposa.
FalrelmealoNo da 30 do mez paseado,
A 1 Oora da madrugada, falleceu na cidade de Ta-
qoaretin^a, victima de urna apop.exia atnica fl*-
mienta que ba meses o atacara, o juis ds di-
reita cfaqualla comarca, D.-. Jja Tavaras da Ca-
oba Mella, natural da cidade da O yanni.
Era o finada dotado de nobre carcter, horneas
verdadeira, infatigavel trabalhsdor e honrads-
simo.
Cinta va mais de 50 aonos de id 'de e fra depa-
tado provincial por esta provincia as legialatarss
de 187S a 18S1, sendo-o tambem antea pela da Pa-
rabybi.
Daixoa nam:rasa descendencia.
A seus dignos parentes enviamos os noaaoa pe-
sarais
PaanasnemtoaVictima da ama congesto
cerebral sueenmoia aute-hintem, a 8 hars da
noite, o major Justino Jos da Soasa Campos, di-
rector da Asylo de M-mdicidade e ex-guarda-li-
vras da Cumpauhia Peroambucana.
Natural da Parabyda, a finado, qae tiuba 50 an-
ni3 de idade, ha mais de v.nte qua filara n'esta
cidade a sua residencia.
Dotado de ameno ca aeter, eatimavam n'o de
veras todos qaantos o conheciam.
Como filbo e como irmo, como pae, esposo s
amigo era inexcedivel.
O aeu eadaver fai hoatem, tarde, sepultado no
ceiaitsrio publico de Saato Amaro.
\us seas parentes apreaeutamoa aa nossas con-
dolencias.
Faeeea, hontem, s 9 hiras da raanb, na
Ka-aaiia a"t*, para onda tinha i lo em pr cura de
m-:b i i a de fabra typbiea.
1'aoaVi 18 anuos e era caaada oosa O Sr. Joo
Coasiaiitioo tioueaives da Silva, a quem damos
peaaaes.
__ Aote-bontein noite e na piviagio da Ve-
da-CJraodr, onde resida, auaeumbia a um* tyaiaa
d* laryuge o padre Joj Mormanagilda las Cajs-
deias.
ra o finado nm bom e virtuoso sacerdote,
aioda maito mofa. '
Poi hoatem tarde o sea corpo, que ficara de-
pdaitada aa matris de Afagados, sepultado no Ce-
miteno Publico da Santo Amara
OMseris- No grande sali do Oiub nter-
aaaTVnai d boje am concert a conbeeida piaaista
Exma. Sra. D. Germana Pina Vieira, oosa o coa-
K-


.
i
,*

f
r


Mario de Pernambneo(tninfai-feira 7 de ,(nnho de 1888
uno de aigomni disciputas do 8r. Jcio Rapoao.
O pragramma 6 o teguinte '
1 oarte Campana. Barcarola a 3 vosea pelas
Exwaa. Sras. DD Mara Fonseca, Maria Luir
(Juimaraes e Vieira. .
Lint. Valaa da opera Fausto pela Exma. 8ra.
I). Ge-iB" Vieira.
(7artos Gome* -Ballata da opera Gaaraoy pela
Exma. 8ra. Clotilde Silva.
Gastal Doni.Mueic proibita pela Exma. Sra.
D. Carolina Qaimariea.
A. Napele&o.Tena lindos clbot qaatro mios
pulas Exorna. Braa. DD. Luia Guimares e Ger
ana.
Verdi. Traviata pela Exma. Sra. D. Anna Sala-
sur.
Carlos Gom's Dnetto da apera Guarany, pela
Exma. Sra. D. Gertrudea Bapoao e o Sr. Joio Re-
piso.
S parte. JiJenia.Fantasa a qaatro miot
pillas Exmas. Braa. DDa Derlcndino Ferreira e
Clotilde Silva.
Botoli.L'Alba pela Exma. Sra. D. Maria Fon-
eca.
Guereia Respoata a ncn m'amava, pela Exma.
Sra. Gertrufea Raposo.
Gottchalk Pasquinada-piano, pela xma. Sra.
D. Clotilde Silva.
DonUetti.Bettly, aria, pela Exma. Sra. D.
Luisa Quimaiaes.
Fe-diFi-xa M destino, pela Exma. Sra. D.
Carolin. Guioi.rSes.
Verdi Trova:or, dutto, pela Exma. Sra. D.
:de Silva e. Vi ir-,
Soetedatle de ImnUtrtto e Coro
fancor'or descuido deixeu bootem de ser
5ublwdo o nome do Dr. Jo. Eustaquio Ferreira
acibina entre os dos directores desta sociedade.
Viagen Maravllhoas a. .Livrara
Quintas desta cidade rec btu o 2o volme do ro-
mance de Julio Verne, intitulad) Um heie de S
muo, obra premiada pela Academia das Seicn-
tas de Franca, tradosida por Podro Guilhrme
dos Santos Das e edietada pela conbecida casa de
David Coraza1, do Lisboa.
Agradecen s o cxemplar, que nos rcmctteu o t-'r.
Quintas. I *
Santa s no Sacramtnlo da Boa-
Vi* laHoje as 6 be ras da tarde ha reunio dos
irmios da ira ndate do Sacramento da B-Viat
para eleico da nova mesa regedora ero cumpri-
mento d^saiis. 39 a 56 do respectivo compromiso.
RecebeJorla Provincial Durante o
mes corrente esta reparticio recebe, livres de mul-
ta, os imp' stos de decima urbana e de industrias
e pr'fisto-s, decretados pela le n. 1884.
Thc^ouraria de Faznnda Ncsta re-
partida, re.'ebem-sc h je Aa 11 horas Jo da pro-
postas para s< r eontraetada a conatrueco da bas"
aobre qu" d ve repouasr o guindaste a vapor, que
tem e Mr asaenUdn na Aifandega.
Cuuifiautila de EillOcacio Ha] boje:
reuc'ao dos accionistas d sta C mjjuubia era sea- |
So da assembla geral extraordinaria, a qual e
so verificar com o comparecimento de accionistas,
que re.r.i utem pelo men:a dona tercos do capital
social, visto tra'^r-BO do augmento desse capi-
tal.
usna Sen: ora do TercoHa hoje s
6 boina da tarda reunan dos irmios e mesarios
da irio.indadc de N .'SS'i Seahora do Torco, no res-
pectivo consiat rio.
Tbrsonrn PeovlnclalPerant a junta
deptu r. parifeS i :r b je do novo a piafa a arre-
eada{ii> do pedagi-j de diversas barreirus, sendo a
arcnir.tac3.i relativa ao tempo de 1 de Julh pro-
xirro au ultimo de Deiembro de 1891.
Sociedade Recreativa Jnvenlnile
U sarao bimestral desla stetedada e r alisar
na n-. uta de 10 do corrente pira cujo brilhantismo
saaito sci eaforca a respectiva direceo.
f*br cu de papelAots-houtem s 3 ho-
ras da tarde foraiu inaugurad, s ero Beberibe es
trab*lbua pn fundaoio de urna fabrica de papel.
Consta nos que testad.sta impurtonta empr^zn
ae acha o diaiiiieio engenbeiro Dr. Luiz da Ko-
bregs.
Ele eavalbeiro ac-ba-se no Rio di Janeiro or-
ganiaando a c u panbia, e ceperudo para vir to-
mar a diree. rrabalhos.
Felieitsm s a nossa provincia por mua este
aeib. raice uto para sua induatna.
A fabrica val s. r edificada ero terreno do sitio
do Sr Stepple, p rto da p nte daquclle poveado.
xearkiio a lisia de liamaraca De-
Vem ter partido bortem pelas 5 horas da triaba
eso trem vp cial at a cidade de Ulinda afim de
tojfr condueco npropriada at a liba du Itama
rac o Exm. Sr cetMtM c^mmandanie dss arm^s,
que, aci mpHub.idu por a a estado-maior os tcneDteB
Oleg rii. Pinto e Jonatbas Barreto, e commandan-
te da companhia de cavallaria, vai em eommuso
do governo examinar e mvenlnrar o material exis
tente no Fute situado na mesrea ilbs, bem como
Kv utar a re*p Mocieitade Pblloniallca II ji hiver
es^o p-.r elcicio da uova directora desta 8o-
Ciedtde, as l horas do da no lugar d> costume.
CastboilnboCootrariaudo o qoe a res-
pt-ito de frtirea nessa povoacao nos tem commoni-
cado o nesso corr tp ndente de Cinh tiuho e de
8. Bento, tnviou-noi urna rclamacSo o Sr. Seve-
lino Vieira, negociante alli resid ute, qaal da-
mca pubyjcidade, e aguardamos que o nBso cor-
retpnuJerite a tcrcsi na devida c,nsidcracjo :
Leti'lo ni Diario im trecho da missiva do
Ilustre correspondente de 8. Bento em que diz
baver n.. rndo, e- no dia 18, d z< asis pess > s, do
vcii.ito nfgro ; nptesso-me em vir rectificar essa
i.otinn, por quanto, viudo eu dalli bootem, e cnio
0:0, nao p. aso eub8crevrr essa noticia, tanto
tois que graas&ndo alli febres palustres ba cerca
de deus meses, e s se centava at 4 do corrente
11 CB803 fataes, mas de febres propiamente
ditas.
Devo aiada accresceotar, que a epidemia
est dim nuimlo de intenaidade e sao menos fre-
qotrites oa ci.a a.
E' o que nos compre diser a bem da verdade
e dos intereases comroerciaes de Canbotinho. >
sarectoria aaa ourat ae mairrvs
cao doa portea de Femara smeoRe
cfe d- Juuhu do 1888.
PaaaacelrosSabidos para o sol do vapor
braeileiro Etpirio Santo:
Arthur Willimar, sua senhora o 3 filos, Dr.
Propicio Barreto, Dr. Francisco Percioo do Car-
mo e ana senbora, Jos Froncisco dr Silva Braga,
Dr. Francisco Ignacio Pereira do Carmo e sua se-
nbora, Julia Koblet, H. Felippe, Osear Destimar,
Julio Francisco Lobo, Joaquim do Bogo Barros,
Francisco P. do Silva Jnior, Jos de Barros Ta-
veira, capito Joaquim Jos de Agniar, Eduardo
Rodrigue, Heleaa Balsemo Bodri^uas, Antonio
Coimbra Jnior, Apclonia Silva, Flora, Antonia,
Augusto Peres, Jos C imbra, Pacheco. 2 tenen-
te Adolpho Vittjr, Paulino, Maooel Fioriano Cor-
ris de Britto, Marciano Angosto Botelho de Ma-
galbas e 2 filboa, Fabricio Antonio de Soasa,
Ado da Costa e Silva Moraes, Manoel do as i-
mento Suva, Flix D. 8>beiro Pessoa, Jos Fran-
cisco Teixeira, Ubaldina Uabslma dos Pra*< re,
Maria da Conceicao Jess, Joaquim Mendss, Fran-
cisco Sanguine, Francisco DasCarneiro, Ignacio
e 2 criados. ,
Hoapltal Pedro IIO movimcnto do da
5 de Junbo, deste eatabeieeimento, foi o aeguin
te:
Entraram 25
Sahiram 13
Falleceram 0
ExiBtem* 577
Foram visitadas as respectivas enfermaras pe-
es Drs. :
Cisnero, s 9 horas.
Barros Sobnnbo, s ~< 1(2.
Berardo, s 10.
Malaquias. s81|2.
Pontual, s 9 12.
Simdes Barbosa, s 101(2.
Cirurgiao dentista Numa Po npilio, s 7 3(4 ho-
ras.
Pbarmaceutico entrn s 8 1[2 e sabio s 4 ho-
ras.
Ajudante do pharmaceutico entrn s 7 1|2 o
sabio s 4 horas.
Lotera do ParA 1 pirte da 19> lote-
ra, celo novo (lao, coj-i premio grande e de....
SO:OO0OOO, aera extrahida, segunda-feira, 11 de
Junh ".
Cemllerlo Pablico Obituario do dia 5
de Junbo:
Antonio da Silva Agueds, Portugal, 39 annoB,
>, Bi Vistt ; gastritc alcoolica.
Jos Antonio Pinto Serodio, Pernambuco. 50 an-
nes, ac l'eiro, R -cife ; cancro gstrico.
Manoel Liis Salgado, Portugal. 36 annos, sol-
teiro, li .-Vi^ta ; .uberculos pulmrnares.
Maris Amelia Alves da Silva, Pernambuco, 20
annos, solteira, S. Jos; febre. *
Manoel Jos Gomes da Silva, Parabyba, 30 ac
nos, solt'iro, Graca ; enterte.
Manoel Vicente, Pernambuco, 58 annos, casado,
Boa-Vista; indicardite:
Manoel, Pernambucc, 1 auno, Santo Antonio;
rachtitmo.
INDICAQOES OTIS
Boletim raeteorologioo
r XI
o
IsM gs s
5 p 5>
6 m 246
9 24*7
18 240-7
8 t. 26*-7
26" 8
Barmetro a
0*
761">70
762"90
76293
76li'3d
cl"75
TompiTiiiuri! ihmziidh27-.0J
Dita minimn24,00.
Kvap' r.ico em 24 horas s/> sol: 4,*4 ; som-
bra :
1,1.
DireccS Jo vento: Variavel deSSE a E, predo
minaouo >E durante todo o dia.
ida media do vento: 30,15 por segundo.
Nul "' -idade media: D.65.
B.oletJto do porto
5 s a tr Dij 5 '- Jnrihs 6 e Jniiho II ras Altoi a
P. M. B. M. P. M. 2-21 da tarde 8-14 238 da mnhil 2.-20 Q.-74 2,a23
f>e''A>-"i
_ H
Vetaos, 11 horas, ra do Im-
pera Ir n. 49, de predios.
i.t, Bntt.', s 10 1|2 horas, amado
Eaojrel n. 48, de 1 pian faz uda* e movis.
AaaM'h :
Pelo ag-nt Burlamaqui, s 11 horas, ra do
Ieapvra ior n. 22, de predios.
ic, Juam.. < 11 bras, m Msr-
qu- 2 d Onoda n. 48, do g^w-ro de estivs.
PiJo -,t- i* 10 1(2 h. rae, ra da
crystaes.
Mi-an faoebreaSero celebradas :
iiiat.is da Madre d. Deu
>e D A
i* 1 I,
_ Air-..' -
a's ;
l*o pe.
oamatrit d<- Saoto
pela alma de D. faiisaioa Barbosa da Srfa
i
ainiu
10
O Dr. Barros Snlmaracs
Pode ser procurado no escriptorio da re-
rlaeclo d'este Diario, ra Duque de
3xias u. 42, 2. andar.
Advocado
O bacharel Bonifacio de Arago Fafia
Rocha, mudou o 8'iU es:riptorio de advo-
catia para a ra do Imperador n. 22, l.
andar, onde ser encontrado das 10 horas
da tnanLi a 3 da tarde.
O Dr. Milet rnudou o seu escriptorio d
-.dvocaeia, pira ru do Iatperador o. 22.
Medico*
Dr. Barreto iampaio d consultas
dia s 3 horas no 1." andar da r
ra Ht'g :* Victoria, n. 51. Res;
i^ncia roa Sota de Setembro n. 84,
jada pela roa da Saudade n. 25.
Dr. Joaqmm Loureiro medico e p
'onsultorie na ra do Cabug n. 14, 1'
.udar, de 12 s 2 da tarde residencia n<
Monteiro.
O Dr. Alvares QuimartUs ebegado di
ortei, dedica ur medicina ero geral, o
'om especialidad^ s molestias do coracSt-,
pulcoSes, figado, estomago e intestinos, e
tambem s convuls3o3 o outr.-s molestias
las criancas. Reside praca Coade d'Eu,
q. 28, 1. andar, <* tem consultorio ru*
do Bom-Jn&us, n. 45, onde diariamente d
lonsultas do meio-dia s 3 horas da tarde,
aceitando chamado em qui>lquer desaes lu-
gares. Teleph ne n. 381.
O Dr. Matheus Voz, medico, mudou a
sua residencia para a ra dos Pires n
83 A, onde poder ser procurado para o
ezercicio da sua profisso. D consulta de
11 horas da manhl a 2 da tarde na ra
do Bario da Victoria n. 32, 1. andar.
Dr. Cerfueira Leite, tem o seu escripto-
rio ra Duque de Ctxias n. 74, das 12
a 2 horas da tarde, e d -?ta hora em dian
te em sua residencia ra da Santa Cruz
a. 10. Especialidadesmolestias de se-
nhoras e crianjas. Telephone n. 326.
O Dr. Castro Jestu, medico e operador
Pratica a lavng.'ra do tero quando e como
aconselbada. Consultas das 11 s 3 da
tarda em sua residencia ra do lioai-
Jesus n. 23, 1. andar.
Orcallata
Dr Ferreira, com pratica nos principaes
hospitaes e clinicaa de Pars e Londres,
d consultas todos oa dias das 9 horas ao
meio-dia. Consultorio e residencia a rus
Larga do Rosario n. 20.
Drogara
Francisco Monod da Silva d C, deposi
tarios de todas as especialidades pharma-
jeuticas, tintas, drogas, productos chimi-
os e medicamentos homeopticos, ra d<
Mrquez de Olinda n. 23.
aterrarla a vapor
Serrara a vapor e ojjicinas de carapina
le Francisco dos Santos Macedo, caes d
Capibaribe n. 23. este grande estabele
cimento, o primeiro da provincia nest ge
oero, oompra-se e vende-se nadeirt
de todas as qualidades, serra-se madej
ie conta alheia, aasim como se prepai
>bras de carapina por machina c-
;os em competencia Pern*t tnbuco.
Drogara
Faria Sobrinko & C, drogniata pm
taoado, ra do Marques do Olia ia n. 41
esoandalo da annunciada tdidariedade com o ac-
tual gabinete; e I he retorquem, por sua ves, es-
ees meamos patriotas :
A le est feita, seos resistencias ; com i p ia
entender-se o apoio teu do partido-liberal ao
gabinete.
A Provincia parece ter dado peremptoria' res-
posta ao incisivo trecho do Jornal do Bee/e, e
pois de-bom estylo, que Iha concedamos 'a pri-
inasia, na ordem das coosideraedes, que vamos
expendeodo:
O abolicionismo ao meamo te ayo, demol-
dor e reformador. E' preciso destruir tudo o
que i mo e levantar o novo edificio da proipe-
ridade da patria.
O liberalismo nio sacrificar no altar da opi
nio publica a sua fiha dilectaa DESCE.ntra-
LiSAgl administrativaque eat brilbondo no
progrmala ministerial, como urna estrella de
primeira grandesa. >
Toda a queatlo, que nos oceupa o abssrve,
como a todo o pas, nao ha digfarcar, 6 a federa-
qao.
A luta, que vai travar-se enrgica e fornida-
vel, nao nao [ole ser, jamis, entre os e.da-
coa partidos, que seacbam aba; latamente gasta
e coasumidos; a camp nba, que se avisinhn, cu-
jos primeiros clar.'s j brozoleam no hor'is-aw
"da patria, ba de ferir se entre a feiemcSo e a re-
pblica de um lado, e a itnp -niteuta e carunzoja
aristocracia do outro.
Ao Udo iestes aitimoa aseociamae todna oj b
tinados da junta do couct; os monarchistas do
direito divino; os emperrado, que resutem ao
rei, para meihor tervirem ao rei; os idelogos, em
fim, da m.narcbia absoluta e retardada.
Ao lado da repblica ach-so b jm e natural-
mente, o partido democrtico a vanead o, que tunta
solapar e por por trra a VELn.v CARTA e com ella
todas 88 isenco -e, todos os privilegios, inherentes
ao rgimen hereditario representativo.
Fiualm n:e, pela federado e frente delta est
o ministerio actuac^eomo o mediador plattioo, que
ba de ganhar todas as poules da estroidosa victo-
ria do njvo espirito liberal opporlunitta.
Todos os ei^naes, indicativos do almi-jado in-
tuito, esto j manifeatar-se, com incrivel cele
ridsde !
Anda, pouco3 dias, eram oe redactores d i
Jornal do Recife, que ae apreasuravam solcitos
dar-noa a boa nova do Congresso Liberal de S.
Paulo, on .e su acbavam representados todos o
distritos eleitaraes da provincia.
dando couta desse estrondosn aconteeimento,
nlo dbizou, alitt, de causar- nos estrauheza aa
hpr<-eiacoes d Jornal, que precederam a noticia
do meBmo congreeso, no qual tom&ram parte ho-
mens respeitaveis por sua poscSo social, talentos
< ii fl ieu<'ia, nSo e n'aquella provincia, como em
todo imperio, accrescentando o Jornal'. < deseas
> deliberaedeb irradiadas em todo o pais podem
< surgir (taes) cunsequencias para a organisaco
poltica da na;So e/aturo da instituido monar
chica. *
Pa bem, todo o meu uforco em politiea ha
OMasj^s anuos tem consistido em que usa dicta-
dura atfaetoma inspire as necessidades do uosso
Povo, aterhoje privado de tudo, de elucaco, de
aranwsyaiaue ella comprehanda qua a verda-
"ra nacSo brasileira muito diversa das elaitt
V*' se/azem representar que cmam in'ereue na
vida poltica do pais. E' para as necessidades
moraes e materiaes da vastissima carnada inferior
que formam o oosso pavo e das quaea a abolilo
ea primeira,... qua eu teuko trabalhado para
oltar aa vistas da dictadura ezfsteu
En jiunca denuncai o nosso goverao por ser
peisoal, perqu? con os nossos eodumes o governo
Se. 4 de88r,8*a>Pr i* ""'o toiipo
soai, toia a queatao eonsistrado em saber se a
pessoa central ser o monarcha qnenomeia o mi-
uistro, ou o ministro que /is a cmara. O qU;
u s-mpre z foi aecuaar o g iveroo peasoal de
nao sr um governo pessoal nacional, isto de
lo servir-se de eu poder oreocas da Providencia
que ibe deu o throno em beneteio do nosso povo
m rePr8aentSSj, sem voz, sem aspiraed
Agora porm oque ae v, Sr. preaidepte, esa*
dictadura de Cacto asaumir o carcter de governo
nacional... promovendo a abolieo, e oor ato
qao eu enteudo que, longe de merecer as cenan-
faa, as ir3nias e at ultrages que esto sendo ac-
cuinuiadoa... eobro a ia cabeoa, a pnneesa impe-
rial m-rece a mazi,nV*rti,j2o do n aap powo.
Nos m^ses em q-u \t5Reralo! bu o
!'nPer"' u faz r lolie ua pa
is, ua p; fja um. ia 8u
oracao de yementoa i CMa
a,,li que, com t da a sua
ezponeujia doo h ,,-n3as e d,a c-usaa. ssq p.i
nao p6da couaJio>i completAmenlo em 47 annos
do reinado.
Nao ha naiik Mis bello, Sr. presidenta. A
simples intuicSo J un* brazileira, que nao
mais do que qualquer de nossaa rmiis, com a
mesm aingeleaa, a meama hone^tidade, o meamo
cannho, escreveu a maia bella pagina de una
historia e Ilumina o reinado lateara de seu pai
ls71 todo delle, 1888 todo d-lla............
... A quem ae deve essa mutaeao to rpida se
nao a prneesa imperial. Os grandes peneamtntos
veemd coragio... e Umb?m o- grandes reina
dos, cemo eata curta regencia qu,; em tj ,
tetnp i deu ao aentimento da patria outra docura
c a p.iavra humanidade outra aentidn......! J
(Do diaeur o do8r.-J. Nabuco na atasoda cma-
ra de 7 de Maio de 18S8)
Gomo oa gaucoa do Capitolio, eu levanto o alar-
ma acaldando a guaraico e a sentiaellas, que
dormera avisando que o inimigo j escala as inu-
ralhas da fortaleza.
Sao aquellas tidoa oa horneas de boa vont.ide,
todos oa Braaileiroa que todos presam aa noaaaa
libardadei, tantas ou quintas, tanto ou quanto mal
ou b m garantidas, e uoas e melhorea garsntias
deaijiin q pr:ciram alcanzar.
A tedia ellea ,io
quxlqu>>r partido, ou aejam os liberaea ou oa con
O que, porm, e asbre tudo, mala forprehendeu- servadorea, pela monarebia constitucional repre-
nos e como que d- anorteon-nos foi a aeguinte, ca- eatutiva, ou sejam oa republicanos, pelas instini
tbegorica declaracSo doa liberaes do partido libe- <> 'a pura e maia ou menos directamente emaai-
ra I do Jornnl do Recife :
O p irtido liberal ciu todo o pais pareen en-
trar em urna nova va ; largoa horiaontes se Ihe
abrem Quanto a nos, que nao temos o medo
da liberdade qualquer que aeja a stU mam
das da e'eico pupular.
E o iuimigo, eaao trcmendam'nte pengas >, que
se acerca e ae approzims da princesa imperial
com mil louvores, dando tudo a e la, aasim o que
loe p rtenc-', como toda a maior parto dos aervi-
graTde
festacao PotiTir.A, conomiea su civil, nao no j eos qu por seu pao foram prestados
assustam as dtltberacoes do Congresao Liberal. c -usa da aboclo'e os do pov-j.
Uiante de lo capii hosaa declaracSes e e3tra- | E' o ininigo perig so esse quo aasim ae acere
ntaoa couceitcB doa demcratas, que eserevem o ] di princesa proclamando a dictadura da realeaa,
Jornal do Recife, tem o publie sim, ou nio,-o di- por aer impoiaiv. I a libardada ou aa formulas a na-
reito de inquerir, e elies, aim, ou nao o dever de titueioaaea com os costumes do nosso povo, pelo seu
repponder : se aceites n/ederaco, ou a repblica, | estado, pela exlensdo de nosso territorio.
ou finalmente o absolutismo ? rJaae qua arraata urna grande cauaa e que pre-
Sim, desda quj cao ae ple comprebender, p r t ne fazol-a mm n.":, 1-vaudo oa liberaea p rque
nimiamente triste e deaprezivel, que sejam ellea liberal procLmou se aempre, c oa aeua por tal mo
una meros ex tiradores, completamente deapidos ti\o dedicaba, austenta-n qua anda o. e
logo franco, cartas aa Mesa
III
> A poltica, que ficasse estaeienada diante de
urna coi quista feita, acabara por perder t dos
os aeua tractos.
O -rovimento febr 1 o ardente; preciso
nao eaquecer, antea de tudo, oa verdaderos in-
* tereaaea da patria.
ARISTIDKi LOBO
Eis ah o conselho de um p.iin,.:. Mocero, e que
d< ve aer seguido com reapeito e c nfinca.
Em ontros termos, o que proclnma igu-.l len-
te o intrpido senador Dantas :
Eu, desde agora, ponbo-mc 4 dispoaicao, de
qu m quer que eateja no governo, para ooaii-
auar servir as idaa liberaea.
J aquim Nabuco, diaute d -sses orculos da de-
>nc erecta e acompanh-indo-Ibes o prestigioso io-
fl uiciua b aeutencas, que bi SmiE eznradaa;
Nos temos de fioar solidarios, at sua c mplela
re*aajo, oor essa poltica abolicionista, repre-
stnt da pelo actual gabinete. >
Entretanto, j o diasrmoa, o Sr. J. Nabuco
aasaadpsmente verberad p los patriotas do Jor-
nftl do Recife, como o boie expiatorio, pelo enorme
de patriticos a.'iitimentos, instante e iuevitavet
le se declarem, a?m mais reboce : qual o
SEU PARTIDO.
Mascaras baixo.
Bem vemosqua nao tendea mido da liberda-
d-, qualquer que ssja. a sua manifes'Jica pAitica
E pas aee.itaes o governo repiblieano, que
o grande ideal e a extrema manitestacij poltica
entre todos os pe vos.
Por igual, nocoademnaes a forma federativa,
on ae manifest ella pelos moldea da monarchia,
ou aob a forma republicana.
Esus deduc5o;a e8to rigorosamente cantidaa
e decorrera, como um colorario obrigado da vosea
arrojada ueercio.
Maa vos a is un aristcratas, que queris domi
nar o partido liberal nesta provincia ; e como aoia
republicano /
(A Provincia)
Maa vos aoia c u:tituint8 e declaradamente ini-
migos da Regente, pelo golpe de Estado, que der-
ruboaco pod-r o Bir.io de Cotegipe e cntregou
o p >der ao eonselheiro J.io Alfredo; e como sois
absolutistas ? !
Por fim de conta, vos sois figalal, adversarios
do gabinete acta', em cojo programla brilba
como urna estrella, de primeira grandesa, a des-
centralisacio administrativa; o como sois federa-
listas ? !
E dest'arte vos dezaes ficar, mudoe quedo, ante
ease movimento animador, que abi vm, camioho
fora, electrizando todas aa energas do sent-
meuto nacional!
Vede : Federac* para aubatituir o enorme va-
cuo deizado p.da abolido ; muitoa chafes do sena-
o ::r, como S'mpra foi.
Ease que preteade atrabir oa coos rvadores,
pfoclarnand) que oa aeua lib raes abolicionistas
le ficar unidos aos conaervadores para fase-
rem juutis "B u.'formas que nio diz quaea aejam,
o qua nao podem aer ns boraes que eats povo nio
pode ter por mo.it> femp).
Ej.-e que cooduz a toda a gente que ae queiza
da centr iliaauio, proclamaado que, feita a obra da
abolicJo, vamos fazer a federadlo, a awhonomia
das provincias, com outr s tintos reguloa de vara
em puoho aobrr eate pivo, que por ma>to tempo e
pode viver aob a dictadura, "que por seu estado,
por nossos costumes por muito tempo no> pode a :
livro.
Ss e que arrasta es republicanos que acreditara
que ella o seja petoa elogios que urna ou outra
ves t'.-m dado a essa ou aquella repblica, iae
screditam que a autbonomia ou federacio das
provincia', t pode aer om ardil para nos condu
sir r publica.
Easo que aeduz a todos os homens nio bem fir-
ma em suas opimea e principios, proclamando
quo a dictadura que 6 o que podemos ter na mo-
narohia, a repblica tambem o que noa p le
dar.
Ease que chama dictadura a monarebia aba lu
ta ou dispotica e hereditaria para equiprala
dictadura na repblica.
Eise que proclama o rei de direito divino, pro-
clamando qua o podar pessoal que o imperador
sempre ezeiceu aun nacional, creacao da Pro
videnciaque Ihedeu o throno para beneficio de nos-
so povo.
Ease que pretende dominar a pnneesa pela maia
isto e seria questio para a historia, e nada serve
para a ques'o que ge levanta, para o p a nossa liberdade amates.
Nio basta tio piuco clamar que isto intriga,
pois pela imprensa, i grande lu do grande da
nio se intriga ; que todo mal entendido ou empres
tado oa falsamente imputado peosameuto pela
propria impreusa ae desfas.
Vinde piia qneatio, resignados e calmos, que
o homo da imprecsa'nao se ira contra oa aeua
ataquea, e menoa coutra as apreciacca fetas com
a maior calma.
Viade dizer a-, o vo:-ao amigo tem raz^ quanJs
proclama que eite povo por seu estado, que nos por
aossoa coitumes, podemos 'viver aob a dictadu-
ra da menarchia, isto s:b a monarchia abso
iuta.
Viada explicar a que veio e que quer dizer que o
poder pessoal de que o imperador nio soube servir-
se coi caract.r nacional, como a princesa servio-se,
o qu: veio e oque quer diser que este poder
creando da Providencia, que d o throno ao rei
para beneficio do n >;o poyo ?
Vinde : tenia uan subida a confiaaio, co-
mo j o fez e eat fazendo o articulista deste Dia-
rio que defende o grande amigo, aecusando o es-
c avagiemo do Jornal o o Sr. Ulysaea de est-
pidos.
Vinde e dizei : jago franco, e carta na mesa.
Eate povo so pida viver sob a monarebia abso
luta do direito divino, oa aob a dictadura do pre-
aidenta da repblica se a-tivermos ?
Prociamou iato o 8r. J. Nabuco ou n^j ?
S nio, como exolicaes, e que significam eaaaa
suas palVr-0 ?
Tem elle couaa differente em ente 2 Parque
entio estes diafarces, a quem iretende engaaren
trabir, princesa ou ao povo ?
Aqui mo ba-para onde correr, m^ns charos ami-
gos do Sr. Joaquim Nabu-vo.
Ou julgaoa este povo incapaz da libarlade,
capis eS de viver aob a monarebia absoluta, ou
o julgaea capas das liberdades de que tanto ou
quanto gosa e daquellaa a que maia aspira.
Neate caao nio podis mais acomp ,nhir o Sr.
J. Nabuco ou elle voa enganiu fingindo-ae libe-
ral, ou vos vos engsuaatea o auppondo o qua elle
nunca externan. Se p rem pensaes com elle, iato
, que ate povo por muito temoo incapaz da
liberdade, ide, fase b?m em coatiauar a aeooopa-
nha!-o.
M .8 tomai um conaelho de velho jornaiiata ; no
voa enfnrecaee, nem ianeeis impreperics, n'urna
questio em que as iras nio podem fazer bem.
Da minha parte nem tudo izto nina aceuea
co ; nao o aecuso de aer mooarchiata de direito
divino do rei sem tr-mbolho, pois cada um
tem aeu gosto, sua opiniio ; nem de anniohar por
tantos amos tao bem oeculta esta mauba, poia
cada um usa de aeu geito."
Apenas v nho mostrar os perigos qus a nos to-
dus pretende coaduzir o grande orador fasendo de
u i f. re ., um mercado, oflerecendo princesa im-
parial o azourragu que da mi dos aenborea da
eacravoa ae tirava, libertando-oe, para com elle do
alto do seu throno da Providencia recebido, nos
tanja, quando ao Sr. Nabuco paiecer necessario e
em carcter nacional.
E' peior do que um presente de gregos o que
elle offerece princesa, essa realeaa absoluta so
hre este povojocapaz da liberdade ; eate povo
que, contra todoa oa esforcos do governo, o collo-
aen galhaidamente o applau lido peloa brazileiros
todos, nessa cad ira, nesga tribuna d'onde, para
meihor adorar o aol que ae levanta, langa eens
raioa fnlminantea a noaaaa mais charas liber-
dades I
Oh que muito que pensar tado iato faz me, e
muito que dizer ainda tenho.
Recife, 3 de Junho de 1888.
Affonso de Albuquerque Mello.
Aos Srs. offieiaes da parda na-
cin 1
Tendo signa? ofltcia> s da guarda aaeknal rea-
maa-ae no domingo prximo pastado, no intuito
. *Dr?c"r 8e a urgente neceaaidade que ha de
instituir-ae nma aeaociavio que, sendo reciproca-
men'e benefieente. tenha tambem por fim selar
todas aivantageos que ao* meemos offieiaes ca-
ben em face da le ; foi tal idea aceita por muito
til, havendo sido aeclamada a directora proviso-
ria abuixo EM'guada, a qual rem pelo presente
envidara todoa os sena collegas qoe adberirem a
semelbante proposita a cemparecerem segunda
rcunio qoe t.-r lugar no prximo dcnungo 10 do
corrente, aa 4 boraa da tarde, no predio n. 5 da
ruado Padre Muir, utiga Largo do Mercado.
A directora infra deixa de eosamentar o pede-
rota alcance da prtj'etsda asaociacio, orna vez
qu.- bem evidente a sua dupla utilidade em fa-
ce de um c rto desprestigio qoe tem abalado a
importancia da elevada errporacao.
Recife, 5 de Junbo de 1888. j
PresidenteCapitio Stbastiio Muniz Basilio' Pyr-
rho.
^e preaidente Capitio Mkcoel Jce Monfciro
da Franca.
1* secretarioAlteres Francisco da Asis Ferrei-
ra Mgalbies
2 ditoTencnte Gaspar Anlcnio dos Res.
Theaouteiro Capitio Jos Aifiedo de Carvalbo
Jnior.
OradorCapitio Belisario Ternambuco.
A o publico
rotest; entra o 8r. J. s Franeiseo Pedroeo de
Carvalho pelo acto exponte neo que praticen aor-
rateir." mente, no8 bena alheiis!!! Fazendo elle
inventario, e tendo 5:000j000 no engenbo Grmel-
leira, nio tinha qoe mandar valiar aqueile enge-
nho, ou os pertences que o faz nocente e corrente
(poia nio aio d'elle) para aesim segmentar 8:000^,
(trabalno da nrva deeeoberti.) !! 8r. Pedroao
borron-ae todo o stnbor nada maia tinba a fa-
zer, que entrar com oa 5:030000 para sen inven-
tario. Purm entend u, que aasim pagara cuas
dividaa, e dara dote a aeua fi.hcs ; p r iseo o pra-
ticon. Vmc. ccmmetteu dona crimre! I pnblico
e particular; ate est explicado; aqueile foi Vmc.
I"aar o mogistrado, pela bra f dea av liadores, os
quaea nenbuma reaponsabilidade teem ; pois ava-
liam vodoa es bens que o invtntariante aprsente,
sem estes exigirem documentos oa pravas, que
Ibes pertencem. h
Se sqnellea pertr-nc s fosacm seas, o senhar
mondaria citar te dos os coneenhores ; e se aeaim
fosee, o Sr. nio faria o que fes.
Tenho algumas m&ximas importantes e crimi-
nosas do Sr. Pedroso ; ae quaea nio relato agora,
porque aio prejudica ai a consenhores, e a seu
tempo poderao aer aprendidaa no proceaso. Sr.
Pedreas colloque naa moendas, a bolandeira e ro-
dete de madeira, e tire os seos de ferro; poiz
aempre Irab^lharam com squelles.
At logo.
Recife, 3 de Junbo de 1888. gSSagfr
Francisco Alves de Moraes Pires, ^
Procarador de urna conaenhora.
PE2H3 S3G1OTD3
E's no Brazil o primeiro
Aceita pois meus louvores
Jarinia d..s>'jo trceiro
Tenha embora iguaea primores.
S tu excelso, monarcha
P es rasgar o vea
Dos arijos tirar a mascara
Dos da trra, e nao do co.
Imploro a Deas te d cara
Alivio em teas soffrimeatos
Em ti conheco ternura
Aos fraoos das valimentos.
No ceroiterio onde lido
De tristeza e sotidSo,
Estoa mais que convencido
Que tem m sorte o vilio.
Vi. 91
Para reataurar o ca' ello.Esfregue-se o casco
da cabf (a com orna eteova um ponco-dnra at qoe
se ponha ene malo pela friecio e applique-se im-
mediatamente o T nico Oriental com aa saios at
produzir sua abaorpcio.
Repita se jeta duas vezea semana. No fim de
dona ou trea mes'-a o novo nasciment do cabillo
ser viaivel, como se aa raizea nio eativeaaem mor-
tas.
Para extirpar a caspa.Empape se toda a ca-
beoa com o Tnico e eafregue se at formar ama
espuma branca c mo sabio.
Repita-se iato durante 6 ou 8 dias, e depois ase-
sa diariamente nma ptquena quantidade de Tni-
co Oriental. lato tufBc'ente.
Ainda que simples, ai ee obeervsm fielmente
estas instruccVs, se obter um esplendido cabello,
consegoindo extirpar toda a caspa e dtmaia gffec-
c?8 do casco da caneca.
de aacolhem para nio aerem menoa reformistas, indigna lisonja, proclamando que sempre aecuaoa
do que o proprio governo.
Entretanto oa liberaea do Jornal do Recife es-
tio a insinuar, (aem que oapplaudam, ou o
eondemnem) que a scentelha republicana inflama
os partidarios republicanos, e que estes, portada
parte, surgem e engrosaam as tuaa filas.
Se nio queris alietar-vos esaa ardente e
enrgica falange, nio tendea que contar com os
chef s liberaea egostas e refractario', porque es-
ter, deciuida e fatalmente, ou ficarao acorrenta-
dos junta do couoe, ou precipitar-se haj nos bra-
cos da democracia.
Ms oa redactores do Jornal do Reife tetio de
assistir a essa impetuosa evoluclo social como co-
participadores d'ella, euearands oa renitentea e
obatinados, como ana tantos cegoa e egostas, que
ae reserva-n o direito de aticarem laminarias, co-
mo fazem oa tartofoa polticos de todoa os tempos.
Ha ah, bem sabemos, no Jornal do Recife, ama
pleiade de enrgico? e vigorosos espiritos, que nio
deixavam de empmhar as apuradas pennaa no
tnumpho da sagrada cau.a emancipadora da nos
sa chara patria.
E' certa, entretnnto, que nio deizam de causar
aprebensoes e justas deaconfiancas as suas heei
tac5s.
Por denais tem o paiz ama preva irrefragavel
da obatiuacio, que Ibea notamos, quando ae trata
de dar um passo mais adiantad-i na marcha as-
cencional da nossa poltica cornqaeira e miqui-
oha
Nao foaa- o honrado conaelheiro Joio A'fredo o
dpo-it.rii' do poder, e os lluatres escriptorea ae-
riatn eoranlaeentea diinte de tudas eesas manites-
ta{8w, que estio a applaudir e glorificar o seu no
me e unmaculado carcter.
E' ti inpj deenaarilbar essas armas aggressivas
de dif mjcio c de alicantinas para abrir espac
diacuaso calma e esclarecida em faver e honra
da patria.
J urna ves conjuramos os Ilustrados redacto
rea a que e-jiin francos e leaca em- face da nova
poca, qua ae t.bre a todos oa espiritos amigoa da
librdade.
Pela federacio daa provincias que devemoa
empenhar todas as noaaaa energiaa aa ma inti-
mas e vivaces.
fc' ah quo fica bem o vosao inceseante e vigo-
r-so caf orjo.
Sim.
O Sr. J> quim
IV
^abuti
. O meu Ilustre amigo, deputado pelo Rio-
Graude do Sul, f-.ll u n-.a d.a ill>galidade do ec-
tnai eabin. te. O que quocoutttuu tal illegali-
? Ter a Pr n-ceza Imperial demittido um
mininteriai que o ultimo dia da aeaai i
paaeada <]a o .a cmara ? Mas nio o
demi'tio el>a por f ctos aupervenieatea e inspiran-
I -n- t- loca no pensamento da.illas-
tre maior. novo gabinete veio encontrar
o maia seguro p 11 nesta cmara ? Ha muiio
t-mpn. Si '', que eu abandonei o cami-
nhi.t. subtu maca -que se adap-
turn ii rodas airaa^oes pusaiveia.
Pelo estado do nosso povo e pea extensSo do
n neo territorio, i tm-i oor muit) tempo, s.b
a mona cbia ou a.b o rei.ub'ica, que viver sob
urna dictamr d.- fct i. Ha de haver sempre urna
vi'ntade direcrora, s-j de uiou.rcha, aeja do pre-
aidente : E-ia a verdade, tudo o maia aio puras
fic-coea a.-ra nrnbum r aliiade a que corrtsp n-
dasn no piz.
o poder pessoal desea pai por nio aer nacional,
exaltando u della por aer nacioui.1, pelo servico que
fasia c asa da ab .lico, negando ao pae e dan
do todo a filha, desse servijo qua na maior par-
te a aeu pae e ao povo p -rteace.
Esse que offerece princesa a realeza absoluta
ou ai m coustituicio, eate presente de gregos, jal
gsnlo-se apoiado nessa canda que j tem pir im
mensa, para ser elle seu dominador, verdadeiro
dictador, o B'goiurck do novo reinado, como om
Pombal, maa aem pensamento, de D. Jos.
E' esta a fortaleza quo j escala, ou tenta es-
calar o toit pensant futuro Bismarck, o grande
propagandista da abolico, julgando-ae por este
servioo aeohor deata povo de quem nio foi maia do
que a expressio, para fazer valer sua potencia an-
te a princesa imperial. *
E' esta a fortaleza que elle escala, oflerecendo a
princesa imperial a dictadora aobre este p >vo por
seu* costumes, seu estado e pela exlens&o do nosso
territorio, por muito tempo incapaz de toda a li-
berdade ; oflcrecendo-lhe a monarchia abso-
luta.
E' o grande orador da abolicio, Joaquim Na
buco, quo hoja pretende quebrar a escada por on-
de subi tio alto e ao Capitolio que j o julga por
ti tomado por aatalto.
Os sena innumer a amigoa, tantos que tio oor-
dialmente tanto conviveram com tile, tanto com
elle ao entretiveram em conversas e discursos va-
res e pblicos abre causas dos aentimentos, i.iaa
e principios livres, nio querem ae resignar a du-
resa da cruel verdade, fecham os olbos para nio
ver e ae enfurecem ao ouvir a affirmati?a contra-
ria ; nio querem ouvir que o grande umigo, o
grande ebefe em todas as couaaa de liberdade, cu
converteu-se ao corcundismo ao juigar s: ehega-
do ao cume da gloria, sommidade Jo poder, ou
nunca teve nenhum aentimento livre, ezplorou urna
questio, ama causa para se levantar por .lia, co
mo immensamentc alevantado j se er achar.
Nio ae resignara dureza da cruel verdade qua
fecham ca olhoa para nio a ver ; e, ceg .a, coga
mente continuam a seguii-c e disem que tado isto
8o intrigaa doa de-peia-i a eacravocrataa h je
vencid.'S e deapeitadoa.
Maa ato nio defender ; levantar accasacio
contra aqu llea que moatram a verdade doloroaa e
clara; nio a desfarca ; vio esf rc> para desviar
aattencio da triste idea, da cbaga edionda que ia
grate, traicceiramente so ubre no coracio da pa
tria, deste povo heroico no momento solemne e
g'oricio em que elle vai ver coroado da maia bri-
Ibante aureola oa sena esforcos de tantos annos,
os seas eafirccs de um povo de aentimentoa li-
vret, capaz de as exercer aa liberdades de que go-
sa e a que atada muito mais aspira.
Nio d fesa quando se mostra o perigo, a
amenes, entra aa noaaaa liberdadea preaentee e
futums, no defeza dzer que 6to v.m de tal que
toi eecravngista, que iato entriga.
Nio hj. questio alguma dos eacravoa que fo-
ram, para rn a occupar de qi.em erelavagiata por
ve ntura houvette sido. Mal nenham noa pode fa-
zer o tel o alguein sido muito oa puco.
A questio O outra, a questio que ae levanta,
perigosa ou santada Providencia dirina ou da
eoberania do povo outra.
E' da dictadura do rei, da monarchia absoluta
e por tanto dispotica ; se a o que podemos ter
por muito lempo, ae tio cedo oio aeremos capases
das uberdaoes constiUoionaet na monarchia oa na
repblica,
A qu- atio eata, e nio ae o Sr. Ulyases Vianna
e o Jornal do Recife foi esclavagista oa aio ; qoe
Cabo.
M. J. do.R. Barreto
O desmancho da dTerenp
Entre a noite e entre o dia,
Entre a proaa e a poesia,
Entre o morrer e a nascenca...
Entre o laro e entre o escaro,
Entre o presente e o futuro,
Ha alguma differenca T
Do circulo a quadratura.
Os Begredos da natura,
Quem foi que j decifrou ?
Pois desse problema o X
S com um pedeco de gis
O Slssaes j desmanchou.
Dr. Lambugem.
Despedida
O abaixo astigaado ex-commandante daCom-
pauhia de Bombearos do Recife, nio tendo podi-
do pela p re a tesa de aua viagem para a Corte, pea
80almente dirigir-se a todos quanto Ihe dispensa-
ram attenco e eavalbeirismo durante oa poucos
meses que permanecen nesta provincia, por eate
meio Oeapede se e ff.irece naqnelie lugar os seas
diminutos e inaigaificantea prestimos.
Capitio J. J. Aguiar.
Bronchiles das crianzas
Eu abaixo assignado att'sto que, soffren-
do dois albos cceus, de broacbite rebelde,
ficaram completamente carados Com o co-
nbecido Peitoral II'rcotipatbieo de Camba-
r, descoberta e preparacSo do Sr. Joe
Alvares do Sonza Soares, de Pelotas
Cidade de Jaguario, 30 de Noverobro
de 1877. Js Domingos de Jess Rraz
(Negociante )
Paslelaria AfgemiM
Roa da lavperatrlz a. 51 a
N ata caaa ba todoa oa diaa graude varedade
de aasados, recbeiadoe, massas e doces finos para
lunchs, a qualquer hora do dia ou da noite.
As sextas feiras ia vatap e carur fetos com
a maior perteicio e asaeio, moda da Babia.
Preparam-ae almocos e jantarea para casas de
familia, bem como banquetea e chas para par
tifas O proprietario incumbe se tambem de eo-
mbar em qualquer casa que tenha de dar oan-
quete, nanio, etc.
Doces, bolos e rnamenarees
le baadfjas para as festltilda-
des po. alares de Waut Anto-
nio, i>tio e fe). dPedro.
Eis-rae eqai, meus bons fregaezes,
Como sempre bem disposto,
A campriraas voseas ordena
Com todo prazer e gosto.
Na raa de Hartas resido
No numero oitenta e seis ;
S-ndo que em qaalqaer dia,
Prompto ah me en o trareis.
Mais perito no trabalho
D* minha predilecto ;
Doces, bolos, fuco muitoa
Com limpeza e perfei(So.
No devo fi;ar margem
Pois en son to conhecido :
E por isso bem confio
Que n3o serei esquecido.
Contino como d'antes
A fazer especiaras,
Taes como finos podas,
Serelo e maia culinarias.
Pio-de-l e papoa d'anjos,
Pastis feitcs com oidrio,
Toucioho ou adujar do co
E empadas de camarSo.
Preparo tambem bandejas
Com, oa sem allegoriaa ;
Bolos grandes e miados
E os dieponbo em symetrias.
Tudo fac nesan genero
Que se me encornoiendar
Sendo mdico noa pr t;os
E activo p'ra nSo faltar.
Sio esees os meas ser vicos
Que os prestarei de bom grado
E para este fiui me offereco
Para alli ser procurado.
D'pois de urna tal resenba
R-fenitt.' a culinarias
Cumpre tornar bem patente
Qut bou eu o
Zacharias.
} IGAttiSS'
Dr. Paes Barreto
PROMOTOR PUBLICO

E
Advogado j
ELDER, JtORKE & C.
31 ureaf Sl.HelCnS
LMH)N H. C.
R civeot t onsisnatloas depro-
duita t mar' hanmaes p- ur veote sur les
nrrehs anglais et americain 2 */ ^8
commissmn
Exeruleut ordres pour toates ca-
p -8 <1- mar.-handis-s.
kk COABOE tPoperatiotu de banqoe et fi-
nanci.-r-8
:
Kredericu (naves Jnior
HOMGEOPATHA
)39=Bua do Barao da Victoria-*
PRIMEIRO ANDAR
lili El
1


Diario de PeroambucoQnnta-feira 7 de Junho de 1888
A be da BuuiasJdade (>
E' fac reoonhecer as propiedades cu
ntifu do Peioraldeca-bar des
oobert do Sr. S. Soares, de Pelotas, con-
Sao ctarrhos, brooch.tes, heraoptys.a. e
oatros estados mrbidos da membrana pul-
monar e a sua poderosa eficacia nos va-
nos prios periodos de fysica.
S0b a influencia d'este poderosissimo re-
medio v se cessar os esoarros de aangue
e as expectores aangoinolentas ; dissi-
pam se as tosses mais rebeldes e tambem
desaapparecem as oppress5es, d6res do
peito e alteracSes da voz; pouoo a pouco
desenvolve-se appetite, reapparecem as
forjas perdidas e, n'uroa palavra os doen
tes experimentara urna mudanca muito no-
tavel e, por assim diser, tornam vida I
Os nicos agentes depositarios geraos
Francisco M. da Silva & C.
Parecer da Eima. junta de hy
g>ene d Rio de Janeiro
Oa preparado! do 8r. Luii Carlos de Arroda
Mendei iio similares a taatoa outroa que sio ge-
ramente recoahecidos, recetados e nio encerram
principios nocivoa que oa eoudemnem na pratica
medica, podendo aer otilisados como aqoelles nos
meemos caaos, mas nao constitaem novidade algu-
ai a nao aer, que na sua preparacio entrem qua-
ai exclusivamente plantas do paiz,-cajas qualida-
dea elle pode melhor verificar e garantir do que
empregando productos importados do estrangeiro.
Junta Central de byaiene publica, em 21 de
Maio de 1883.
O presidente interinoDr. Jos Benicio de
Abren. Agentes cm Categaases, Costa S-brioho
ftC.
Na corte, Silva Gomes & C.
Una cousa ver e otra con-
tar
A procura, o consumo e o conceito de todos os
^arados do pbarmaceutico Lun Carlos, e isto
rido a especialidade de cada medicamento
para o fim que destinado.
Das pilulas Sudorficas peit.raes tem havido
muita procura porque curara em poneos das oa de
(luios, bronebites e constipado '8 que sio sempre
as causas dos incommodos pul lunares.
O Anti-rheumatico Paulistano est provado ser
o remedio seguro contra toda a especie de rheu-
matiemo, assim o Licor Antipsorico com es pos I
depurativo ou com as pillas f"tas dos meamos
pos sio os dois deporativos maia efficazes contra
a syphilis de qualquer especie.
Os pos anti bemorrboidarios tanto ae vendem
5ae incalculavel os beneficios que tem dado a
omanidade.
Assim o oleo calmante para as dores de barriga
das enancas, dores de ouvido o nico prompto
allivio.
Grandes dep< si t s naa casas de Silva Gomes <
C. -Corte e Francisco M a noel da Silva 4. C. em
Pernamboco.
iNeta York
New York Life Insurance Company.
Companhia Mutua de Seguros de Vida e M n
te-pio dos Estados-Unidas da America.
Pndala em 184513 annos de prosperidade I
nica Companhia de Seguro de Vida estran
geira autorisada a fuoccanar no Imperio do Bra-
aiL
Capital cerca de oenlo t setenta e cinco mil conto
dertu
Renda annual cerca de quarenta mil eontot de
rit.
Deposito na corte no Thesouro Nacional.
tomento eontot de rii*.
Mais de du entos mil oontos de rit pagos a vin-
vas e orphios e proprieturio de apolices desde sua
tuodacio.
Crea de teitcentos eontot de riis pagos no Bra-
sil a herdeiros de segurados em cerca de 5 annos.
Mediante urna pequea somma aonualmeote (o
premia na idade de 35 annos custa cerca de 404
por auno porcada eonto de ru segurado) pode cada
nm constituir immediatamente am capital para sua
familia no caso de morte ou para si proprio se che
ga ao prazo escoibido.
Para prospectos e informaedes com o Sr. Theo-
doro Christiansen correspmdente representante da
Companhia em Pernamboco ou com Julio Quima-
r&es agente viagante da Companhia, de piBsagem
por esta capital, que pode ssr encontrado no es
ciptorio d'aqu. lie senhor.
Clnica Mlct-cirna
DO
Dr. ilf.edo Gaspar
EspecialidadePartos, molestias de senhoras
e cranlas.
ResidenciaRoa da ImperatrJa n. 18 primeir
andar.
Telepaoae n. 996
Dr. lilva Ferreira
Medico e partairo, com pratica em vanos bos
pitaes da Europa as especialidades de molestias
de senhoras e da pelle, d consultas na roa da
Cadeian. 53 1.a andar, de 1 s 3 horas da tarde
e reside na roa do Conde da Coa-Vista n. 24 I.
Telephoi e n. 412
DLiJLABACQES
Prazo de 30 d'as
r^XT^i
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Balthazar da Silveira
Especialidades- febres, molestias daa
enancas, dos orgaca respiratorios e daa
senhoras.
Presta-so a qualquer chamado para
'ora da capital.
ATI O
Todoa oa chumadas deven) aer dirigi-
das pharmacia do Dr. Sabino, ra da
Bario da Victoria n. 43, onda se indicar
sua residencia.

:$
Oculista
Dr. Barrete Sampaio, medico ocu-
lista, ex-cheie de clnica do Dr. de
Wecker, di consultas de meio da a
3 horas da tarde, no 1. andar da casa
n. 51 roa do Bario da Victoria, ex-
cepto nos domingos e dias santificados.
Residencia ra Sete de Setembro n.
34. Entrada pela roa da Saudade n. 25.
HOMEOPATHIA
DE
CATELAN FRERES
|GLBULOS, TINTURAS, CABTEIBAS,ETC
Pende te na botica franceta
22= BA DA CBBS=22
Dr. Coelho Leite
^Participa a seuB clientes e amigos que
tem sea consultorio na ruaT)uque de Ca
xias n. 57 1 andar, onde ser encontrado
de 12 a 3 da tarde todos os dias e
reside provisoriamente na ra do Hospita
Portugus n. 14.
Eduardo Gadault
Retratista
Atelter, roa Baro da vicio
ri* a. 91.1 Andar
Incumbe-se da exetuco de todos os
trabalbos concernentea 4 sua arte, as-
sim como lecebna em desenbos e pintu-
ra.
Leonor Porto
Roa do Imperador ai,
Io andar
4&i
Contina a exec-utar os mais difficeis
figurinoa recebidos de Londres, Pars,
Lisboa e Sio de Janeiro.
Prima em perfeico de costaras, em
brevidade, modieidade em preces e fino
gosto.
Pe'a inspectora de=ta alfandega se fas publico,
que acbando-so ai mercadorias contidas nos vo-
lumes abaixo mencionados, no caso de aerem ar-
rematadas para consumo, nos t- rmos do tit. 5.
cap. 5. da consolidado das leis das a'fandegas
os seos donos ou consignatarios deveri deepa-
chal-as c retiral-as no praao de 30 dias, sob pena
de, fiodo elle, sren vendidas por soa conta, sem
que Ibes fique direito de allegar contra os efteitos
desta vene* :
Armasrm n. 2
Urna caira da marca JP n. 118, contendo 91
kilogrammas de algoio estampado, violo de Li-
verpool no vi< por infles Orator, entrado em 13 de
Abril de 1887.
dem idem, urna caiza n. 131. contendo 91 ki-
logramuias idem itera, vindo de Liverpool no va
por ingles Euclid, entrado em 27 de Abril de 1887.
dem idem dem, du*e eaixaa ns. 133 e 135, can-
teado 179 kiMgrammis, idem idem idem.
' Arcnazem n. 4
Um paoote merca Joaqaim Luis Pereirs, sem
numero, contendo amostrxa sem valor, rindo de
Hamburgo no vapor allcajib Uruguay, entrado em
16 Ae Abril de 1887.
dem dem idem, urna caia marca B. Livra-
inento, sen) numero idem, drogas idem idem
dem idem idem, sem numero, contendo 25 ki
logrammas de gementes id in idem idem.
Armasem n. 5
Urna caiii marca SUA e diamante B no centro
ns. 41/57, jooteudo amostras de looca, vioda do
Liverpool no vapor ingles Actor, entrado em 14
de Ajril de 1887, co aignado a Sousa Basto Amo
rim & C.
dem dem idem, tres caizas marca JP ns. 125,
128 e 130, conteni 260 kilogrammas de morim
de algodSo estampado, idem idem idem, consig-
nado a J. A. Fern.ndea.
Armazem n. 7
m saceo marca AC&C, sem numero, coutendo
50 kilogrammas de alpiste, vindo de Hiimburgo
ne vapor allemSo Uruguay, entrado em 17 de Maio
de 1887.
dem idem id m, um encapado marca JI "vi, sem
numero, eoitendo 46 k'lcgraminas de jumo nacio-
nal em rolo, vindo dos portos do sul n) vapor
americano Finance, entrado em 23 de Maio de
1887.
dem idem idem, urna caiza marca AJSC n. 95,
sem valor, vinaa do Havre no vapor francet VMe
de Cear, entrado em 26 de Maio de 1887.
I :em idemideo, um euenpado marca Leal & C ,
sem numero e sem valor, vinio dos p3rtos do sul
no vapor nacional Mandos, entrado em 30 de Maio
de 1887.
3 secco da Alfandega da Pernambuco, 5 de
Junbo de 1888.O chef,
DomiDgos Joaquim da Fooscca.
Nesta estoclo e na seccSo da pagadoria, paga-
se boje ss seguintes folhas ;
Arsenal de Marinha (empregados).
Meio aoldo.
Diversas pensdet.
Pagadoria da Thesouraria de Paienda, 7 de Ju-
nbo de 1888.-0 escrivo
___________HeliodoroC. de Oli reir Coragem.
S. lis J,
Sociedade Recreativa Juvcntude
Scientifico aos Srs. socios que fica suspenso o
expediente d'esta ociedade nos dias 6, 7 e 8 do
correte, pe ijtallecimento do consocio distincto
Antonio da Silva Aguida.
Secretaria, da Sociedade Recreativa Juvcntude
$ de Junho de 1S88.
O Io-secretario,
Maooel Joaquim Baptista.
Alfandega de Pernaaibaio
O Ezm. Sr. Dr. inspector, em face do art. 169
da consolidacao das leia das alfandegas e mesas
de rendas, determina a tolos os senhores despa-
chantes e caizcircs-despachantcs, que no prazo
mprorogavel de 15 dias sjam reformadas as suas
flaneas, sob pena, se o nio fizerem, de serem eli.
minados do respectivo qaadro.
Terceira aeecSo da Alfandega de Pernambuco
29 de Maio de '888.O chefe,
Domingos Joaquim da Ponseca.
Arsenal de Guerra
Dr. Mello Gome:
MEDICO PARTEIRO OPERADOR
JS
MMERCIO
Balsa cammcreial
JOTAgOK8 OFFICIAE8 DA JUNTA D08 COR-
KKCTOKK8
Renfc 6 o> Junho de 1888
Cambio sobre Londres, 90 div. 24 1[4 d. por 1( 00,
do banco.
Cambio sobre Pars vista 394 rs. o franco, do
banco.
o presidente,
Augusto Pinto de Lemos.
O secretario,
Pedro Jos Pinto.
Hovimento bancario
BBCnTB, 6 DE JUNHO oa 1888
PRAQA DO RECIPE
O mercado de cambio manteve-se na mesma
posico de hontem.
Os bancos saccaram a 24 1/4, constando tran-
saccOes em papel particular a 24 3/8.
24Ra Larga do Rosario24
(-Eout'na, por cima do Annel de Ouro)
Onde pode ser procurado a qualquer hora do
dia e da noite.
ESPECIALIDADES : Pebres, molestias ;dc
senhoras e des pnlmoes, syphilis, cura e opera
(oes de eatreitamentos e offrimentos da uretra.
Acode a chamados para tora da capital.
TELEPHOSE374
olacaa Je al^odo
mu 6 oa junho oa 1888
Mereado frouxo.
As offertaa para o de Ia sorte do serto foram
de 6^550 pot 15 krloa.
Kntradua Je assacar c algadSo
EEZ DE JUNSO
A8SUCAR
Entradas Das
Sarccoaa...... 1 5
Animaes...... 1 6
Via frrea deCaroar. 1 4
Via-ferrea de S. Praucisoo 1 e 2
PRACA DO RIO DE JANEIRO
Papel bancario, 24 1/4.
As tabellas expostaa aqtu foram estas :
Somma
ALQODO
Entradas
Baicacas......1
1
1
1
1
.niiuiaes .....
Via-ferre de Caruar .
Via-ferrea de 8. Francisco
Via-ferrea do Limoeiro.
Dias
5
6
4
e 2
4
Soturna
Saceos
2.942
195
474
1.087
4.628
Saccas
80
1 016
10
198
301
1.605
Correio gral
Malas a expedirse hoje
Pelo vapor \ilie de S. Nicols, esta administra-
cao expede mtlas para os poitos da Babia e Sio
de Janeiro, recebendo impresaos e objectos a re-
fistrar at 11 boras do dia, e cartas oid'uarias at
2 horas ou 12 1|2 com porte duplo.
Administracio dos eorreios de Peraambu :o, 1
de Junbo de 1888.O administrador,
Atonto do Reg Barre:
Santa casa de misericordia do
Recife
Na secretaria da santa casa da misericordia d>
Recife, arren a se p respag de um tres.annos
a cas i n. 8 Pasaagem da Magdalena.
A rommist-o de compras d'este arsenal, precisa
p*ra o 2.o semestre do correte anno, na forma des
artigos 95 e 96 do regula moto em vigor, do se-
guinte :
Arithmetict por Castro Nuoes urna.
rame de latao, kilo.
Idi m tie cobre, idem.
dem de f-irro, idem.
Acofundido,quadradode di versas espessuras, idem.
dem, sexiarado de diversas espessuras, idem.
Ilem, batido cm barras de d Serenes larguras,
idtm.
Id< m, para va::as, idem.
dem, para lilas, idem.
Arcos de ferro de diversas dimenco.s, idem.
Arcia para moldar, idem.
Ares de p, um.
Algaraviz, idem.
rame cm vergumbas, kilo.
Alvaiade de finco, deas,
Amarello fraocez, idem.
Azul ultramar, dem.
AzeiU- de carrapatn, litro.
Idra de coco, idem.
Agua-rz, idem.
Baodeiras i.-nperiaes dofi.'ele com 2, 3, 4, 5, 6, 7 c
8 palmos, urna.
liruchas de el fferentes nmeros pira pintar, idem
Bandejas p qunas para copos, idem.
Bacia de louca, idem.
dem de ferro estanhade, idem.
Bala' ca decimal, cem forea at 100 kilos, idem.
dem oriaontal para cima de mesa, com forca
at o I kilos, idem.
Badaucs sertidos, um.
Buha de barro, urna.
Chave inglesa, idem.
Costado de amarello, um.
Ilem de pao cargo, idem.
dem de louro, dem.
CostaJinho de amarello, idem.
dem de louro, idtm.
dem de Ao car^'o, idem.
Costbd de ijewMfdj idem.
Cstadiuho de sienpirt, id(m.
C.bre em lancol, k'lo.
Chumbo em lancol, dem.
Cadinhis do lapes de diflereotes nmeros, um.
Colla da Baha, kilo.
dem branca, id. m.
Ci, idem.
Cabo de Hubo nao, idem.
Carvi de pedrs par* forja, id m.
Idtm de e k, idem.
Cibo de liuho branca, idem.
iJem alcatroado, idem.
Cravos de ferro aortidos, cento.
Canos de chumbo Dar encaoamcato, de d-ff ren-
tes dimeiiO'8, kilo.
Copo de vidio, um.
Cartr.s de a, b, c, urna.
Ciscader encabado, nm.
Crayoos para p:4rs, idem.
C mpi.f.s sertidos, dem.
Clariadcr, idem.
Desbastador cera ferro, um.
Dobradijas de trro de cruz de deferentes tama-
uho, urna.
Deabattadores sortidos, om.
Do Lohdob Bahk
jondres.
Pars. .
balia. .
Samburgo
Portugal
Sew-York
90 d/v vitta
24 1/4
391
486
219
M
394
394
490
2*1
2/08J
Do IsrraBBAOioiaL:
Londres.......
Pars......
Italia........
Samburgo.....
Lisboa e Porto.....
Principaes cidadea de Portu-
gal........
lew-York......
90djv vitta
241/4 24
391
486
219
394
394
490
221
226
24080
Do Eaausa Baaz :
Londrei. ......
Psns. .*....
Italia.......
lambareo ....
LiiDOa e Porto. *
rriacipaos cidadea de Portu-
gl........
'Sha dos Acores ....
Qha da Madeira ....
!fcw-York......
Sd/v
24 1/4
391
48o
219
vitta
:A
394
394
490
221
226
229
226
2/.080
Cotm^&m de Minear
m 6 oa junho db 1838
A Aucciag&o Commerotal Agrcola, regutrou oa
Pteeos abauo, pagos ao agricultor, por 15 kilos :
rubina inlverisado.
Blanco 8. superior .
3.'boa .
8. regular .
Snenos .
Masca va lo purgado .
broto. ,
stotame .
2*000 a 24100
24200 a 24400
24000 a 24200
14600 a 14900
14500 a 14600
14400 a 14600
14160 a 14200
4800 a 14000
NoraNao ha cotacio para o asentares baixos
e fcnoidoi.
*avla despachada
Vap. nac. Espirito-Santo, para :
Bshia : 200 barrcas com assucar branco.
Rio de Janeiro: 109 saceos com assucar brac-
eo, 30 ditos com dito mascavado, 70 saccas com
algodo e 26 saceos cem cocos (fructa).
Carreg. diversos.
Paula da Alfan smiau d 4 9 de ju.nho un 1888
Vide o Diario de 3 de Junho
Aavlos a carga
Barca nerueguense Carie hlanch, pira Bltico.
Barca nacional Marianmnha, p ira Pelotas.
Barca norueguense Imae:s, para Liverpool.
Patacho portuguez Elyta, pira Lisboa.
Patacho norueguense Zjritza, p.ra Rio Grande
do Sul.
Vapor inglea Seholar, para Liverpool.
Vapcr nacional Arlindo, pira Rio Orando do Sul.
Xav os a descarga
Brigue dinamarqus AnneMarie, xarque.
Escuna nacional Carolina, xarque.
Escuna norueguense Sverdrup, xarque.
Lugar norueguense Harald, gorduras.
Lugar nacional Loyo, xarque.
Logar portuguez Bento de Freitas, Varios gne-
ros.
Patacho nacional Pelotease, xarque.
Patacho holUnde; Margarethe, xarque.
Patacho norueguense Ceres, xarque.
Patacho dinamarqus Thor, xarque.
Patacho nacional Social, xarque.
Importaclo
Vapor francs Pille de S. Nicols, entrado do
Havre e Lisboa, em 5 do correte e consignado a
Augusto Labille, manifeatou :
Ca'ga do Havre
Aiul -jos 30 barricas ordem.
SAmcstras 5 volomes a diversos.
Aua mineral 10 caixas a Rouquayrol Prres, 4
a Paria Sobrinho C 20 a R. de Drusina & C.
Aseite 1 eaixa a C. Piuyn & C.
Cognac 25 caixas a Jos Joaquim Alvet t C, 10
a Oliveira Silva St C.
Cachimbos 1 eaixaa J. T. Carreiro, 2 a Candido
Sobrinho z C.
Conservas 5 caixas ordem, 5 a Carvalho & C.
Chocolate 1 eaixa a Jos Joaquim Alves 4 C, 2
i orden.
Caixas de msicas 1 ordem.
Chapeos, 3 caiiS a a AdJpbo & PerrSo 1 a Ro-
drigues Lima & C.
Couros I eaixaa a Brega & Si.
Ditos e calcados 1 caixio a Albino Croa & C.
Calcidos 4 caixes ordem, 1 a Perreira Barbo-
la & C, 1 a Cesar Lopes C, 1 a Francisco Ra
moa da Silva.
Drogas 1 caita a P. P. Leal, 8 a Francisco Ma-
aoel da Silva A C, 2 a Maaoel Alves Barbosa
Su cees sor.
Pi 1 caixa ordem.
Ferrageos 4 vo'.umes a Albino Silva & C, 2 a
Antonio Duarte Carneiro Vianna.
Lixa 1 caixa a Via no i Castro & C.
Livros 1 caixSo R. M Costa & C, 1 a O. La-
porte & C, 3 a Joao Walfredo de Meder-s.
Manteiga 15 barra e 20 meics ditos a Qoncalves
Rosa & Fernandos, 70 e 145 A ordem, 60 e 85 a
Paiva Valente & C., 50 c 65 ao consignatario, 35
e 50 a Scusa Basto Amorim & C., 6 e 8 a Paulo
Jos Alve A C, 10 e 30 a R de Drusin -te C,
30 e 40 a Domingos Cruz ft C-, 30 c 50 Fernaudes
da Costa ft C, 16 o 16 e !0 cxixas a Jo-.quim Fe-
lippe & Aquiar, 26 a Perreira Rodrigues & C,
18 a P. de Aadrade, 77 ordem, 10 a Amorim Ir
roaos & C, 12 ao consignatario, 20 a Souza Basto
Amorim & C, 13 a Pernandes & Irma/os, 17 a Do
ming.s Cruz & X
Mercadorias diversas 35 volumsa ordem, 2 a
Maia Silva & C, 1 i A. O. Lima & C l a Cam-
pos & P. rreira, 9 a R. de Druzina & C 3 a A.
D. Carneiro Vianna, l a H. Fouqueau, 1 a Fran
cisco Qurgel & Irmao, 1 a Pap.ula & C-, 3 a Ma-
noel Joaquim Ribeiro & O, 2 a Maia Sobriuho i
C, 1 a H. Naesch &C, 1 a QuimarSes Irnao &
C, 2 a H. da Suva Moreira, 1 a J. P. Ponte?, 1 a
Oimes de Mattos Irais, 1 a Minoil da Cuoba
Lobo, 7 a Prente Vianna & C '! a Quimarcs
Cardozo, 1 a Eugenio Ooncalves Casca >,-2 a R.
d Drosina & C,6 a Stdasar & C-, 1 a Francisco
Laulia i C
Materiaes para engcnbo^O vjiumes ao consig-
natario.
Objectos para chapeos de sol 1 caixSo a J. Per-
reira ft C.
Pianos 1 caixao a J. da Suva Moreira.
Perfumara 1 caixa a Odilon Duarte & C.
Papel 2 caixas a Maia Silva fie C, 1 a Gomes
de Mattos Irmos, 1 a R. M. da Costa c C, 2
fardos ordem.
Queijos 12 caixas a Domingos Perreira da Sil
va, 100 a C. Pluyn &. C, 10 a Sousa Basto Amo-
rim ft C, 10 a Browas & C, 12 a Goncalves Rosa
& Pernandes, 11 a Domingos Cruz & C., 1 a R.
de Druzina & C.
Tinta 1 caixa aos mesaos.
Tecidos diversos 3 volumes a Mouhard Haber
A C, 2 a Narciso Maia & C-, 11 a ordem, 5 a F.
de Asevedo & C, 6 a Olinto Jardim & C, 4 a R.
de Carvalho & C. 8 a Machado ft Pereira, 4 a D.
P. Wild & C, 8 a Rodrigues Lima & C, 8 a
Bernet ft C 1 a J. M. Cario, i a Luis Antonio
Siqueira, 1 a A. da Brito & C, 1 a Aadrade Lo-
pes t 0,1 a R. de Druzina & C, 1 a Goncalves
Irmao & C.
Vidros 2 barricas a Deodato Torres & C.
Vinho 4 barris a H. Burle & C, 12 caixas a
Carvoihe 4 O.
Velas 5 oaixas a Jos Joaquim Alves & C, 7 a
Domingos Perreira da Silva & C.
Carga de Lisboa
Azcite de oliveira 50 eaixaa a Franciseo Ribei-
ro Pinto GuimarSes & C, 15 a Perreira Rodr-
gaos & C.
Bagas 1 caixa a Martina Viega & C, 4 barricas
a Pinto 4 C.
Batatas 200 caixas ao consignatario, 107 a
Perreira Rodrigues ft C, 50 a GuimarSes 4 Va-
lente, 20 a Pernandes 4 Irmaos.
Ceblas 20 caixas ac meamos, 50 a Perreira
Rodrigues 4 C, 15 a Costa 4 Medeiros, 20 a J.
B. d Orvalho, 10 a Carlos Aives Barbosa, 20 a
Araojj Castro & C, 35 a Paiva Valente V C.
Carne Companhia.
Drogas 6 volamos a Joaquim Felippo & Agniar,
1 a Faiia Sobrinho & C, 14 a Francisco Maooel
da Silva & C.
Pedras 24 volumes a H. Bernardo de Oliveira.
Vinho 5 pipas e 70 barris a Domingos Alves
Malhrus, 8 e 82 a Souza Basto Amorim & C, 30
barris a Jo2o F. Ferreira. 5 a Pinto A1 ves & C,
5 a Ka ha.-1 Oas 6t C, 3 a M irtiaa Viega* 4 C ,
12 a Pocas Meodts ft C, 20 caixas a Bernet 4
Companhia.
Hiatt! nacional Aurora II, ntralo de Maco em
5 dojeorrente e consignado a Carlos Antonio de
Araujo, manida!- u :
Sal 32 000 litros ordem.
Dobradioas quadradoa de forro (par), dem
Dobradicas de lato (par), idem.
Doctrina ChristI, por Castro Nones, exemplar.
anchada encabada, urna.
Escopro, um.
Espirito de vinho, litro.
Esqaadro, am.
Estanho em vergainhas, kilo.
Espooja para pedrs, em pedacos, grammas.
Enchada, urna.
Encb de fusil, urna.
Espanador de palba, um.
Encham de madeira de qnalidade, idem.
Espanador de p.nna, idem.
Porm5es sortidos, idem.
Ferro ingles redondo de diversas dimensoes, kilo.
Ferro ingles quadrado de diversas dimeusoes,
idim.
Ferro inglez em barras de diversas dimemde,
idem.
Ferro em lencol de differentes nmeros, idom.
Ferro sueco em barras de diffjrenies dimensoes,
idem.
Ferro sueco quadrudo de differentes dajensoes,
dem.
Ferro de cantoneira de differentes dimensoes,
idem.
Ferro de varanda, idem.
Ferro sueco redundo, dem.
Fio de algodSo da trra, i3m.
Fio de vella, idem.
Fechaduras de ferro para gavetas e arir-arioo,
urna.
Fechaduras da ferro de diversos Umanfaos para
portas, dem.
Fecbadura de lati para gavetas e armario?,
idem.
Ferrolho pedieiro de diversos tamanbo?, um.
Frrrolho de l.tio para gavetas e armarios, idem.
Paci para cosiuba, id m.
Fooce encabada, nma.
Fouce, dem.
Facas e garl a (talhr) um.
Fita de cadarco, metro,
Fitbjo-'s de 890 sortidos, um.
F-'rro para garlrjw, sortido, id m.
Ferro com capa plaina, idem.
F>rro par p', sortido, idem.
Ferro sem capa pura plaiua, dem.
Qarlopa, sortida, urna.
Gomma arbica em caroc-1, kilo.
Gomma lacea, ii in.
Gramtnatica Portuguez-i por Castro Sanos, urna.
Geometra por Abilio, dem.
G>V8, sortid-is, idem.
Grosa meia-cana, sortidas, idem.
Grosa, grande e pequea para ferrador, idem,
Gz, gremios.
Historia do Br.isil p-r Salvador, urna.
Jurro de leuua, nao.
Lima ingiera triangular, botarais de 4 a 8 pol-
ledas, uaa.
Lima inglesa triangular, murgas de 4 u 8 p?llega-
das, idem.
L:u>a inglesa chata, battarda de 4 a 16 pollega-
das, idem.
Lima iogleza meia cun, bastarda de 4 a 16 polle
gadas, idem.
Lua iug'csa mea-c!>B, murga do 4 a 10 pollo
gadas, idem.
Lima Dgliza chita, -r.urca de 6 s 10 pollegadas.
idem.
Liaoato iugl.z bastardo redondo de 4 a 12 p lio
gadis, uo>.
L'uaatuo uigl-s bistardo qualrado de 6 a 12 p 1-
Irgadsr, idem.
Lvro de Prioieira Leura, idem.
Livro de. 2 leitura, um.
Livro d.' 3* leitura, um.
Livro de bystema mtrico, um.
L.vatorio,de lirrj, om.
Lixa esireril (fjllia), um,
L;x de d ff-re. t:s nmeros (fo:h<.). ama.
Mutullo cjm c,ibo,dc differentes taminbos, um.
Machado encubi Jo, uu-.
Mi.'.'ka ii-ih-i eccibada, urna.
Maibo de ferro, um.
Normas pira rteipta, culleecio, urna.
Ol<'0 de liiilnc-i, k'lo.
Ocre, k lo
Ocre i'e arruda, kilo.
Pinina, sortidas, urna.
Prussato marello, k lo.
Perafuaos d<; latao da diff.rentes tamanhos, um.
Pregos ripaes, centJ.
Preg-ia frauceses de differentes tamanhos, k- lo.
P Pregos Oaiteit, resto.
Par-fajo de ferro com porcas, um.
Fiiratus-o de ferro para madeira de differentes ta-
manhos, um.
Palha de junco de os 1, 2 e 3, kilo.
Pedra para coatas ou aidojias, urna.
Prancbo de pinho, diverso?, um.
Prancbio de amarello, um.
Prancbio de pao Cirga, um.
P, urna.
Pranchio di sicupirs, um.
Peso de lati, terso, de 1 1,000 grammas, ter
no.
Uinkelro
XPDIDO
Pelo vap. nac. Espirito-Santo, para :
Rio de Janeiro 31 800*000
Bevdioieotos pblicos
s oa junbo
Alfandega
Pincel para pintar, de differentes nmeros, um.
Pincel paracaiar, de diffdrentes nmeros, ua.
Peso de ferro de 50 gramaas 10 kilos, temo.
P4 de ferro, urna.
Peneira de rame, urna.
Boxo trra, kilo.
Serrote, sortido, um
Sabio, to.
Herrte de ponta, sortido, um.
sorra brscal, urna.
8eccant* feges do curo, k lo.
Secc.nte bianeo, kilo.
Berra de volta, sortida, um.
Serra de d-jsd.brar, ucea.
Sfrrcte d fixa, sortid.', um.
Torques, sortidue, urna.
Taboada, urna.
Torno de mi, de differentes timanbis, nm
Tincal, kilo.
Trado, sortido, um.
Tij.l o para limpar faeae. um.
Travadeira de R50? orna.
Taboa de p'.nho da Suecia, de diversas dimensoes
urna. '
Taboa de pinho americano, de diversas dimen-
soes, orna
Taboa de pinho de Riga, de diversas dimeoeoB.
urna. "^
Taboas de amarello de as:oa!bo de 0,n>35 a o m40
de largura e de 5 6 de core, rimeoto, urna'.
Taboas de amare'h com 0,35 0.40 de largura e
6 6 de coaopriineuto e com 0 27 de grossura,
urna.
Taboas de amarclo de forro om 0,m35 40 de
largura e de 5 4 6 de cooiprioientn, urna.
Taboas de louro de ssoalbo com 0,30 i 35 de lar-
gura e 5 a 6 de cimprmente, nma
Tabeas de l uro de ferro com 0,25 30 de larga-
ra e de 5"> 61* de cjmprim?o!o uaia.
Taboas de pau-oarga com 0,27 de grossura, 0,30
0,3o de largura e de 5m 69 de comprimento,
urna.
VerrunjiS sort-.das, cma.
Ver ie cromo, k'lo.
Verde trances, ke.
Verniz copal (Irasco), um.
Verniz jipooez (frasco), um.
Venia pieb-, litro.
Vella de carnauba, urna
Vasfouras de pihsaava, chapeada, urna.
Vassournba de piassava para vasilbamr*, urna.
Vasscuia de timt ou mato, urna.
Zarcio, kylo.
Zincj era folhas 4: diversos nmeros, kylo.
B^'Ses^randei de metal amarello, um.
rSotoss pequeos de ra. t:l amarello, nm.
Botes grrndcs de metal prateado, um.
Baldes pequeos de metal prateado, um.
Koi.' grandes, p'etos de oseo para blusa, um.
Botes pequeos pr>toa para blusa, um.
B.toes prquenoa brancos de osso para calcas,
gr.sa.
Bot s pequeos de osa >, pretos para calcas,
gr,:a.
Bots grsndes, de osso, fin--., um.
B.toes pequen s de csso branco, faos, um.
Botes gr-iudes ae obm preto, finos, para calca,
um.
Bot.s prqueocs de osso, pretos, finos para calesa,
um.
Cclchetea pretop, pir.
C'-lcbetes granies para c3s d' raleas, pir.
Tiras de :!a pira gollas, de 0,50 de comprimenta,
urna
Coii pequ-:n, doun.da para divisa, nma.
Ccrdio de Ii encarnada e branca, metro.
O forneciuento dos artiges cima, ser feito
por pedidos pniciaet*, conformo as exigencias do
a* rvioo, devinto sel o de prompto.
Previoe-se que nao serio tomadas em considera-
fio as propostas que nio forem fetas na forma do
artigo 61 do Rt-guUmeoto do 19 de utubro de
187!, em duplicar, com referencia a um s artigo,
mencionando o nomc do propnente, a indicaoio
da casa eomtnercial, o preci de. cada artigo, o nu-
mero e marca das amostras e finalmente declara-
vao rxpressa de sujeitar so a malta de 5 j0 no
caso de recusar issiguar o respectivo contracto a
as demaia de qae. tratam ca rticos 87 e 88 ds Re-
gulam-nto cm vigor, devendo ditas propostas e
amostra ser apresentadas nesta secretaria as 11
horas da manha do da 8 do corrente mez.
Secretaria do Arsenal de Guerra de Pernambu-
co, 5 de Junho iie 1888.
O secretaiio
Jos Francisco Ribeiro Machado.
Coapanhia do Beberibe
Cmvide.-se aos senhores accionistas virem re-
ceber o dividendo o..... do semestre terminado em
30 do mez prozimo passado, na razio de 54000
por aecS), ou 10 0,0, cuj pagamento ser feito
diariamente, das 11 horas da manhi s 2 da tar-
de, at o fim do corrente mez, e ao depois aos
sabbadca somonte, poim a? mesmas horas.
Recife, 14 de Maio de 1888.
Jos Eustaquio Ferreira Jacobina.
Director secretario.
Renda geral
Do dia 1 a 5
Idea ce 6
135:663*350
42:790*159
Renda provincial :
Do dia 1 a 5
dem de 6
14:934 '1.7 4
3:915; 801
177:853/509
18.850*275
Experta^15 o
BPCZ:*, 5 OB JUXHO DB 1888
t^ra o exterior
No vap-r ii>y.< Seholar, carregaram :
Para Liverpool, J. Pater & C. 3,000 taceos Com
225,000 kilo* de assucar mascavado.
Na baicu nuru garam :
Para Bltico, Bo.stclman k C. 400 saccas com
31,185 kilos de aigoJo.
t-ara o interior
Na batea nacional Marianinha, earregu:
Para Pelotns, J. M. Diss 750 barricas com
57.675-kilos de assucar branco.
Para Rio Grande do Sul, J. M. Dias 900 b mi-
cas com 76,036 kilos de assucar branco.
No vspor nacional Arlindo, csrrgaram :
Para Pelotas, A. C. da Silva 50 pipas cora
24,' 00 litros de. agurdente ; Piuto Ferreira 4 G.
18 pipas e 10 barris com 9,603 litros de aguarden-
te ; Este vio Guimari-s 5 pipas com 2,40 i litros )o da 1 a 3
de agurdente; P. Piotj & C. 10pipas com 4 800 Ideai dc 6
litros de agurdente.
Para Porto-Alegre, P. Pinto & C. 20 pipas oom
9,6!'0 litros de aguarden".
Para Rio Grande do Sul, P. Pinto C. 10 pipas
com 4,800 litros de agurdente ; P. Caraeira &
C. 60 pipas eom 24,000 litros de gurdente.
No viipar trances V.llc de S. Nicols, car-
regaram :
Para Santos, P. Alves k C. 10 pipas e 25 bar
rs com 12,000 litros de agurdente; E. Barbosa
500 saceos con 30,000 kilos de Besucar branca :
Amorim Irmioe & C 300 saceos com 18,000 kilos
de assucar branco e 7(0 dit s com 42,000 ditos de
dito mascavado.
Para Rio de Janeiro, H. Burle & C. 555 saccas
com 40,018 kilos de algodo.
No vapor nacional Espirito Sanio, carre-
garam :
Para Rio de Janeiro, Amorim Irmaos &, C. 70
saccas com 5,384 kilos de algodo, 139 saecss com
10,425 kilos de assucar branco e 30 ditos com
2,250 ditos de dito miscavado; P. Moreira da
Silva 150 caixas com medicamentos.
Para Cear, P. lves e C. 81 volumes com
4,860 kilos de assucar refinado.
No hiate nacional Apody, carregaram :
Para Mossor, E. C. B.Itrio 4 Irmia 12 barri-
cas com 612 kilos de assucar refinado c 10 dits
com 661 ditos de dito branco.
Na barcaca Nazinha, carregaram ;
Para Mamanguape, E. C Beltrio 4 Irmao 6
barricas com 300 kilos de assucar refinado e 3
ditas com 224 ditos de dito branco.
No vapor aacional Jaguaribe, carregaram :
Para Cear, P. Al vea os C. 50 barricas com
3,700 kilos de assucar branco e 2 saceos com 150
ditos de dito mascavado.
Para Macio, P. Alves 4 C. 8 barricas com 916
Sommi total
196:703*784
Segunda Boecio da Alfandega, 6 de Junbo
de 18S8.
O h-jsouTcriroFlorencio Domingues.
O chefe da aeccioCicero B. de Mello.
Recebedorla geral
Do dia 1 a 5 4:193*847
dem de 6 4:454/825
8:618*672
Kecebodorla provincial
Do dia 1 a 5 10:314*235
a 6 4:084*555
14.400*790
Precos do da :
Carne verde de 280 a 400 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Sainos de 500 a 640 ris idem.
Fannha de 240 a 400 ris a cuia.
Milho de 320 a 440 ris idem
Feijio de 640 a 1600 ris idem.
atado aro Publico
Foram abatidas nc Matadouro da Cabanga 93
rezes para o consumo do dia do boje.
Sendo: 65 rezes pertencenles a Oliveira Castro
& C, e28 a diversos.
Vaperes entrar
MEZ DE JUNBO
Sul........... Pernambuco.......auanhl
Europa...... Tamar............amanhi
Sul......... Elbe.............. 10
Sul.......... Vle de Macelo.... 10
Norte......... Maranhao......... 13
Norte......... Finance........... 13
Sul........... Advanee........... 14
Hamburgo..... Buenos Ayret...... 14
Europa...... Vle d Pernambuco 15
17
Sul........... Equateur.......... 19
Europa....... Trent ............. 23
Norte......... Alagos........... 23
Sul........... Ni/e.............. 24
Europa........ Villede Bakia..... 26
Sul........... Espirito Santo:----- 27
Heclfe Oralnage
1:999*534
6.12,231
2:601/825
Mercado Hnoiclpal de 9. los
O movimento deste Mercada no da 5 de Juuh
id o seguiute:
Eutraram :
35 bois pesendo 4,971 kiies sendo de Olivei-
ra Castro 4 C, 27 de 1, e 8 de parti-
ou lares.
182 kilos de peixe a 20 ris
127 cargas de farinha a 200 ris
23 ditas de fruclaa diversas a
300 rs,
15 taboleiros a 200 ris
10 suinoa a 200 ris
10 matutes com legume a 200
ris
Foram cecupados :
26 columnas a 600 rea
1 ewriptoro
28 compartimentos de farinha a
500 ris.
28 ditos de comida a 5U0 ris
82 ditos de legum.ee a 400 ris
18 ditcs de sainos a 7cO ria
10 ditos de freseuras a 600 ris
10 tainos a 2J
1 dito a 1*
A Oliveira Castro 4 C.:
51 talaos a 1J
3*640
25*1400
6*903
3*000
2*000
2/000
15*900
300
14/000
14*000
32*800
12*000
6*000
20*000
1*000
5400U
kilos de assucar branco.
Rendimento des dias 1 4 do cor-
rente
Poi arrecadado liquido at aoje
213*140
801*780
1:015/320
Vapores sabir
MEZ DB JUNHO
Santos e esc. Pille de San-Nicolas hvje s 10 h.
Norte....... Pernambuco .,..... 9 s 5 n.
Buenos Ayres Tamar............ 9 i Ib.
Fernando... Jacuhype.......... 9 s 12 h.
S uthampton. Elbe.............. 10 a 11 h.
Havre e esc. Ville de Macei..... 11 as 9 h.
Sul......... Maranhao........ 13 s 5 h.
Noite....... Advance........... 14 s 4 n.
Sul........ nance........... 14 s Ib,
Santos e esc. Buenos-Ayres...... 15 s 2 h.
Santos e esc. Ville de Pernawi*:o. 16 s 3h:
Norte....... Para............. 18 s 5 h.
Bordeaux ... Equateur.......... 19 s 12 h.
Buenos-Ayres Trent............. 23 s 12b.
Mavf-^ entrar
Aurorta......... Ra de Janeiro.
A. D. Bordes...... Rio de Janeiro.
Henrique.......... Rio Grande do Sul.
Henrik Vergeland.. Rio Grande do Sul.
Hermnd........... Rio Grande do Sul.
Isabaden.......... Falmout b.
Pietre Alcides..... Rio Grande do Sol-
Tigre........,----- Rio Grande do Sul.
Movimento do porto
Navio entrado no da 6
Baltimcra-4? diss, lugar americano Glad
Fidings, de 626 toneladas, capitao Ro*
bert Robera, oquipageru 10, carga fa^
rinha de trigo e brea; ordem.
Navios sahidot no mesmo dia
AracafyHiate eacional D. Julia, mestro
Laarentiao Fructuoso da Costa, carga
varios gneros,
Aracaty Hiate nacional D. Antonia, me$>
tre Jo3o Francisco do Nasciraento, car-
ga varios gneros.
/



i

I
MIUH
j


Diario de Pernambnco--Quinta-(eira 7 de Junho de 1888



Matriz de Sjor
* eral
Por'ordem do nosso irmo jms, convido pela
segunda vos aos irmos da veneravel irinandade
do SS. Sacramento da matrii de 8. Jos, c m-
parecercm em nosso ccnsibtorij oo domingo 10 do
corrate, pelas 10 horas damaob, para reoaidos,
proceder-se a elcicjto dos funccioaarioa para o
dbo ecrepromissal de 1883 1889.
Consistorio, 6 da Junho de 1888.
O rsrrivo,
H odoro C. Ferreira Rabello.
IRMAIDADE
DO
SS. Sacramente da Boa-Vista
Meta eral
Nao teado comparecido numero lega! de irmacs
ao din annunciado para a eleico da nova mesa
regedora desta rmandade, de novo convido pela
terceira ves, por ordem do noseo iru>sV.< juiz, a
todos 08 nossos irmaos a cimpares-recn no nosso
consistorio no dia 7 do corrate, pelas 6 horas da
tarde, pata cumplir ai determmutoes do nosso
compromisso, arta. 39 56.
O eecrivo interino,
Jos Francisco de Figoeiredo.
Companhia de Edificado
Aos Srs. accionistas possuidores das accoes d
nmeros abaiio-declaradss, couimunico que ter-
mincu h je o secundo praso p..r* o recolbimento
da ultima prestaco, e que Ih -s fie marcado novo
praso de 30 diss que terminar a 9 da Junho vio-
donro para o recolbimento da alludida preatacSo
mediante o juro de 20 per eesrto, cjufjrme deter
mina o artigo 8 dos estatutos.
1.78* a 1.796-1.881 a i.8851.796 a 1.806
1.186 a 1.195-1.856 a 1.860.
Becife, 9 de Maio do 1S88.
Ricardo de Meneaos,
Gerente.
Rccebedoria Provin-
cial
O administrador da Recebedoria Provincial, na
forma do rfgulatnento de 38 de Maio do snno pas-
sado tac o b'icj, para conbecimenro dos respecti-
vos contri buintes, que durante trinta dias uteii,
contados do 1' de Jonbo prximo, serio arrecada-
dos per esta repartco, livres de multa, o- ropos -
tos abaizo mencionados, decretados pela Id n.
1884 e relativos ao 1- semestre do exercicio de
1888.
Uecebedoria Provincial de Pernambuco, 24 de
Mato de 1888.O administrador,
Francisco A. de Carvalho M ura
Impo8tos a que ee rife e o tdital supra
Dcima urbana.
25 OtO sobre a renla doa bens de raiz perten-
eentes a corporscoes de ma m rta.
20 0,0 sebre o valor locativo dos predios onde
ae exercerem nesta cidade quaesquer industrias
00 profissdes.
Q10 O|0 sobre as casas de eommercio, industrias
on prospoes fra da cidada on em seas arrabal
dea.
12 0,0 sobre escriptorio de advogado, solicita-
dor, cartorio e consultorio medico.
200*000 por pessoa que empregar capitaes em
descont de letras.
1:000*000 por casa de garanta de bilhetes de
loteras.
24500 por tonelada de alvarenga ou canoa.
80 rs. por litro de agurdente ou aloool, qaer
paro, qaer transformado em licor, qae fer retalha-
do em qnalqaer parte d i provincia.
54, 10/ e 204 por estab.lecimento commercial
on industrial do imposto spplieado ompanbia
de booibeiros.
3 0,0 multiplicados por 10 sobre estabelecimen-
tos commerciaes a rctalho.
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector, fajo
puWicoque no iia ? de Jonbo prximo vind
ir de novo praca, de aocordo com as bases ap
provadas pelo Ext. Sr. desembargador presidente
da provincia e com o abate de 10 0|0, o pedagio
das bsrreiraa aba xo declaradas, sendo a arrema-
tacao relativa ao espac a correr do 1- de Jolbo
prximo futuro ao ultimo da fteaembro de 1891.
Oatrosim, os precos infra sai cirres>ondentea a
uoi anno e delles j foram deducidos os 10 0,0 de
que cima se trata, e os concurrentes devem se
habilitar licitacao.
Casanga 2:810*700
Giqui* 5:245*100
Magdalena 3:6004000
Ponte dos Carvalhos 4764100
Morenos 1:4764900
S JoSj 1:6204900
JaboatSo 2.692*>00
Eogenho Cousseiro 9004000
Secretaria do Thesouro Provincial de Pernam
buco, 30 do Maio de 1888.-0 oficial,
Liudjlpbo Campello.
Thesooraria de Fazenda
ompanhia de Ediflcafo
Assembla geral extraordinaria
i De ordem da directora e porque por falta de
oficente numero de accionistas nao realisou-se
hontem a assembla geral extraordinaria convo-
cada para o dia 23 do corrente mea, de novo a
conveco para o dia 7 de Junho prximo futuro,
devendo esta segunda reunio effectaar-se na
hora e no local e para'os meamos fias j annan-
ciados.
* Oatrosim, chamo a attenco dos Srs. accionistas
para o 4* do art. 15 da le u. 3150, de 4 de No-
vembrode 1882, que rege as sociedades anonymas,
o qual determina que no caso de tratar-se de
aogmento do capital so pode a assembla ser vali-
damente constituida ae acharem-se representados
n'ella, pelo menos dona teres do capital social.
Recife, 24 de Maio de 1888.
Ricardo Menetes, Oerente.
Este club dar no dia 16 de Jonbo correte o
aeo sarao, com o anal solemniza o sexto aniver-
sario da creaco de sua bibliotbeca musical. Os
senhires socios podem procurar na mo da Sr.
thesoureiro os seos bilhetes, a contar do dia 4 do
correte em dianf, das 7 s 8 1[2 horas da noite
na ade do club. Mi sao admisaiveia aggrega-
dos.
Secretoria do Club Carlos Gomes, em 4 de
Junho de 1888.O l- secretario,
Pompeo C. Casanava.
8. R J.
Sociedade Recreativa Javentode
Sarao bim slral em 10 de Junho
Convites para este sarao, at sabbado, na se
cretaiia deeta sociedade ; ingresaos todos os dias
em mao do thesoureiro. Nao sao admiasiveis sg-
gregados.
Secretara da Sociedade Recreativa Juventade,
2 de Junho de 1888. 01- secretorio,
Manoel Joaquina Baptisto.
Fabaica de fia? ao e te-
cidos de Pernambudo
Sao convidados os Srs. accicnistas da nova
emisso a eotrarem, no dia 1 de Jnlho prximo,
com a prestaco de 15 % das quantias qu: sab-
screveram.
Pagamento no Banco Internacional do Brasil,
ra do Commercio n. 40.
Recife, 1 de Junho de 1888.
O secretario da direccao,
Jos Joao de Amorim
~" IllTlANDVItE
SE
tea Senhora do Terjo
Da ordem da mfsa regedora, convido o todos os
nosses irmo3 e ineesrios a comparecerem em o
nosso consistorio s 6 horas da tarde de quinta-
fera 7 do correte, para em reunio de mesa con-
juncta, tratar mais de astumptos nao previstos no
compromisso que nos ge.
Consistorio, 4 de Jjnho de 1888.
Miguel dos Santos Costa Jnior,
____________________Secietario.
C. C. E.
Club Commercial Eoterpe
Acbando-se designado o dia 16 do corrente
para ter logar o sarao desteclub, pede-se aos te-
nbores soaios queirtm dar as saas potas de con-
vites at o da 15 do r.ferido mez.
Secretoria do Club Commercial Euterpe, 2 de
Junho de 1&88.O l* secretario,
Frcderico Vieira.
Arsenal de Guerra
De ordem do Dios. Sr. major director, previne-
te s costureiras deste arsenal, que pessuem guias
de i. 401 450, que nos diaa 5, 6 e 7 do cor-
rente mes, sarao distribuidas costuras, devendo
as propriaa costureiras vir receber as menci nadas
coatoras.
SeccSo das costuras do Arsenal de Guerra de
Pernamboeo, 5 de Janbo de 1888.
PeJix Antonio de Alcntara
Alfeiea adjunto.
De ordem do Illm. &r. inspector faco publico
que, at s 11 horas da canhl do da 14 do cor-
rente, recebem-ae paopostas, em cartas fochadas,
nesta Tbecouraria, para o f.rnccia-.cuto dos arti-
go* de expediente, abiixo mencionados, ao Arse-
nal de Guerra, durante o semestre de Julho a
Desembro d'este anno, o qual ser centractado pela
junta desta repirtico, que se reunir no referido
dia e bora.
Cadernetaa em branco de papel fiume e pautado
coi 50, 100 e 150 tolbas, nma.
Cacetas finas, dem.
Caetas entre finas, dem.
Caivetes finos, nm.
Eovelloppes para oficios, timbradas, idem.
EspnluUa de ossn, ama.
Presilha para prender papul, Cuixa, urna.
Gomma arbica, frasco, um.
Lapis do Faber, ata,
Lapis ds duaa odres, idem.
Lapis de borracha, idem.
Lscre encarnado, paos, um.
Livro em braneo de papel hollanda, pautado, for-
mat> Ca com 50, 100, 150 e 203 folhas, um.
Livro em braneo de papel fiume pautado com 100,
150 e 200 folhas, idem.
Livro em branco do papel holUnda pautado, for-
mato C roo com 50, 100, 150 e 200 folhas, um.
Livro em branco de papel hollanda pautado, for-
mato Ec com 50, 100, 150 e 200 folhas, um.
Livro em branco de papel h llanda pentodo, for-
mato Raisin com 0, ll 0. 150 e 200 folhas, um.
Livro em branco de ppel hollands, formato Jes
com 50, ICO, 150, 20U e 250 folhas, um.
Livro em branco de papel hollanda, formato Co-
lombier com 200, 250 e 300 folhas, um.
Livros em branco de papel hollania pautado dos
mesmoa formatos e com as mesmos nmeros de
folhas com cnca.iernaco inteira de couro, um.
Papel fiume pantado, resoa.
Papel fium? liso, idem.
Pupcl inglez rosado e branco para oficies, idem.
Papel ingles rosado e branco timbrado pai a ofi-
cios, idem. '
Papel hollanda formato Carono, Ecu, Caret, Rai-
sin, Jesu e Colombier, fulbas, urna.
Papel mata borro carto, tolhas, idem.
Pennas de ac Perry, csixas, dem.
Pastas de oler.de de diverses tamanhos, idem.
Raspadeiras para papd, idem.
Tinta iogleza para escrever, boioes, um.
Tinta brasileira, S-irdinha.buioes, idem.
Tinta preta para escrever, garrafas, urna.
Tinta carmn, frasco, um.
Em 2 de Junho de (888
O secretario,
Dr. Antonio Jos de Sant'Anna.
Tliesouraria de Fazenda
De ordem do Illm. Sr. ospsctor, faco publico
qae at o dia 7 de Jonbo prximo vindouro, s 11
horas da menta, receber se bao propostas em
cartas fechadas, qae serao a bertas na sesso da
junta desta the'Eonraria, nesse mesmo dia, afim de
contractar se a execucao da base sobre que deve
repoosar o guindeste a vapor que tem de ser as-
sentado na alfandega.
Os proponentes podero se dirigir secretoria
desta thesooraria, afim de, previameate, examina-
ren! a respectiva planto e consoltorem o orcameu-
to confeccionado pela reparticSo das obras publi-
cas geraes.
Thesooraria de Faxenda de Pernamoco, 28 de
Maio de 1888.O secretorio,
Dr. Antonio Jos de Sant'Anna.
Obras do porto e geraes
De ordem do Illm. Sr. director engenheiro da
repartigo das obras da conservaclo dos portos e
obras geraes de Pernambuco, de conformidade
com a autorisacao de S. Ezc. o Sr. desembarga-
dor presidente da provincia, de 30 de Maio cor-
rente e na forma do art. 1 do decreto n. 2,926
de 14 de Maio de 18S2 e 18 do decreto n. 2,922
de 10 da mesma data do Regulamento do Ministe-
rio da Agricultura, Commercio e Obras Publicas,
facemos sciente a quem interesaar posas, qae no
dis 9 de Jonbo corrente, ao meio da, na mesma
repartilo recebem-se propostas para o toroecl-
mento dorante o semestre de Julho a Desembro
do corrente anno, dos seguintes objactos, e mate-
riaes necesaarios s obras do porto, obras geraes
e obras da ponte Boarque de Macedo.
Art 1 Os proponentes deverao apresentor as
saas propostas em cartas fechadas, competente-
mente selladas at a bora cima mencionada, sen-
do que depois nao serlo mais aceeitas.
Art. 2o Os proponentes de verlo apresentor as
amostras doa objectos propostos.
Art. 3* As propostas deverlo ser feitns segun-
do o systema de pesos e medidas, discriminando a
qualidade e quantidade conforme a rclacao abaixo
especificada.
Art 4 Os fornecedores se obrigarlo o facer o
forneeimeoto a tempo e a hora em que Ibes fr
pedido, sob pena de pagarem 10 "/o ds malta, so-
bre o valor do forneeimeoto e de 20 % se effe di-
vamente o nlo fizerem.
Art. 5 Os fornecedores serlo obrigados a en-
tregar os objectos pedidos nos lugares que forem
designados, mediante recibo, que ser passado
pelos empregades competentes naprimeira via do
pedido, qual acompanhar a canta, que dever
ser tirada mensalmente e entregue na repartilo
at o. dia 15 do mes seguinte ao do fornecimento.
Art. 6. O carvao para as dragas e vapores ser
fornecido a bordo, na quantidade de 10 a 20 tone-
ladas em embarcarlo desaa arqueaclo competente-
mente verificada.
Reanlo dos objectos
Ac batido, kilo.
Ac batido em verguinha, kilo.
Ac bexiga, kilo.
Ac fundido, kilo.
Agulhas de cocer, grandes e pequeas, urna.
Agua rc, litro.
Alcatrlo, litro.
Almotolias da iolha de 1/2 a 5 litros, urna.
Amartllo, kilo,
Alvaiade de cinco, kilo.
rame de la lo, kilo.
Ann:e de ferro, kilo.
rame de cobre, kilo.
Areia de fingir, litro.
Arrebem, kilo.
Azeite doce, litro.
Aceite de Garrapato, litro.
Asarla de peixe, litro.
Axul ultramar, kilo.
Azcis de manteiga para machios, litro.
Baca de leuca, urna.
Bacia de barro, urna.
Baldos forrados, um.
Balde de ferro galvanisado, um.
Bandeira nacional de dous pannss, urna.
Barril pequeo, um.
Brea, kilo.
Brim, metro.
Brocha, o. 8, urna
Brocha pequea, orna.
Cabo de linko, kilo.
Cabo de manilha, kilo.
Cabo de Cairo, kilo.
Cadernaes bronseados, pollegada.
Cadernaes de cylindro, pollegada.
Cadernaes ferrados, pollegada.
Cadiobos, nnmero.
Caibrn de qualidade, metro.
Caldeira sortida para derreter breo, kilo.
C-.ldeiro para vernis e alcatrlo, uso.
Cal preta, litro.
Cal branca, litro.
Calque em panno, metro.
Calqoe em papel, metro.
Caetas ama.
Canda urna.
Gantoaeirade ferro sortido, kilo.'
Calino de chambo, kilo.
Can io de b irro Je diversos dimetros, um.
Carvlo N< w Costb, kilo.
Carvio Ctk kilo.
Carvlo Cardiff, idem.
Carvlo para ferreiro, idem.
Cavinhos de mo, um.
Curilbas, urna.
Cera ama relia, kilo.
Cimento Portland, in^l s, idem.
Cimento narca Lomoor, idem.
Chave iogl-za, ama.
Chumba em barra, kilo.
Chumbo cm le c,!, idem.
G bro para Krro do c-.nno, idem.
Cobre veibo, idem.
Cobre em varas, idm.
Colla da Bi'-.ia, idem.
din uto Portland marea Pyrand, idem.
Cimento Toriland marca Elephant, idem.
Cimente VVon Fh, idem
Ciavos ou reb'tct, idem.
Couro ci, um.
C rda para andaime, pr(a.
Correia do &Ai ingiera, singela, metro.
Correia de sola inglesa, dobrada, deor.
Corrente de ferro, kilo.
Cr, idem.
Enveloppes pequeos, caisa.
Enveloppes para oficios, cento.
Escala de madeira, orna.
Escaler de 4 remos, nm
Escapola de ferro, orna.
Escova inglesa, idem.
E cova para tobo, idem.
Esquadro de faia, um.
Estanho ein verguinha, kilo.
Estopa de algodlo, idem.
Estopa de linho, idem.
Estopa de emberiba, idem.
Fatecba, idem.
Feltro, idem.
F<-rro iuglez, sortido, idem.
Ferro em lencol ou chato, idem.
Ferro em chapa marca Lemoor, idtm.
Ferro sueco em barra, idem.
Ferro sueco em vare, idem.
Ferro biuto para tundir, idem.
Fio de algodlo, idem.
Fio de la, idem.
Fio de vela, idem.
Porqueta de ferro,'urna.
Gato de ferro syogelo dobrado, um.
Graxa do Rio Grande, kilo.
Jangada, orna.
Jarra de madeira ferrada, idem.
Lampelo, um.
Lati cm lene'1, kilo.
Lapes de borracha, dosis.
Lapes de duas cores, idem.
Lima chata, pollegada.
Lima triangulares, idem.
Lima muraa, idem.
Limatlo ingles, kilo.
Lnha alcatroada, idem.
Linha de barca e sondagem, idem.
L'xa de vidro, papel, folba.
Lixa de esmeril em panno, folba.
Livro em papel almasso pautado de 50 a 200 fo-
lhas, um.
Livro cm branco, papel de 60 a 200 folhas,
um.
Lina iogleza de Ia qualidade, metro.
Machado de ac, um.
Metal composiclo em folba, kilo.
Mialhar alcatroado, idem.
Mialhar braico, idem.
Moites bronceados, pollegada.
Moiio-s ferrados, idem.
Oleo de linhaca, litro.
P de ac orna.
P de f-.-rro, patente, alvado inteiro, idem.
Palhas de coqoeiros, cento.
Papello, folba.
Papel sem fim, prc*.
Papel matta-horrlo, Mha.
Papel almasso pautado, resma.
Papel rosado pautado, idem.
Papel carr, folha.
Papel Jes, idem.
Parafaaos de ferr, dosia.
Parafosos de metal, idem.
Pedra de granito, lastro de navio, tonelada.
Persovejo, caixa.
Pea de cabra, um.
Peonas de Perry, caixa.
Pennas Mallat, idem-
Penoas finas para desenho, dem,
Piassava, kilo.
Picareto, orna
P preto, kilo.
Porcas de ferro de diversas dimeosoes, idem.
Pranchoes de pinho resinoso 0,075X0,225, metro.
Pranches de pinho da Soecia, 0,075X0,225, idem.
Pregos caibrar, kilo.
Pregos de ferro batel grande e pequeo, idem.
Pregos franceses, idem.
Prego de sinco, idem.
Pregos ripar, idem.
Pregos de cobre batel grande e p-queno, idem.
Pregos com arrollas galvanisado, idem.
Presilbaa de diversos amauhos, caixa.
Prussiato de potassa, kilo.
Quartinha de barro, ama.
Quiry, um.
Raspa de ferro, ama.
Raspadeira de cabo de ojso, dem.
Rebolo de pedra, um.
Regoa de faia, orna.
Remo de faia, metro.
Roxo trra, kilo.
Saceo vasio, um.
Sapatilba, ama.
Seccante feces de oiro, kilo.
Seccante de cinco, idem.
Sola inglesa, idem.
Taboas de amarello de 0,0125 de grossora, metro
linear-
Taboas de pao carga de 0,025 de grossora, dem.
T.iboas de pinbo resinoso, dem.
Taboas de cedro, idem.
Taxa de cobre, kilo.
Tapete pira escaler, metro.
Tecido de rame de lati, idem.
Tijolo formato ingles, um.
Tijolo prova de fogo, idem.
T.jolo de alvenaria batido, milheiro.
Tijolo de alvenaria grossa d'agua doce, idem.
Telhas de barro curva oacionaes, idem.
Telbas de cinco onduladas, kilo,
Tesoora, urna.
Tiocal, kilo.
Tinta branca em massa, idem.
Tinta verde f m massa, idem.
Tinta carmim, frasco.
Tinta preta Stephens, botija.
Tinto nacional, idem.
Tinteiro de vidro, nm.
Trave d sicopira verdadeirs, metro linear.
Trave de emberiba preta "de 8 a iO, ama.
Trave de emberiba preta de 10 a 12, idem.
Trave de emberiba preta de 12 a 14, idem.
Trado de colber, pellegada.
Trado de rosca, idem.
Taboa de pinho da Soecia, metro mear.
Teihas de ferro galvanisadas, orna.
Trena de. a?", idem.
Trena de fita, idem.
Trena de ferro, idem.
Tubo de vidro para nivel d'agua, um.
Tubo de vidro para nivel de caldeira, idem.
Urupema, ama.
Vassooras de piassava, idem.
Vassoora de timb, idem.
Verde chromo, kilo.
Verde francs, idem.
Vermelhlo, idem.
Vernis de alcatrlo, litro.
Zarclo inicies, kilo.
Zinco em folha, idem.
ReparticSes das obras do porto e geraes, em 4
de Junho de 1888.
O Io eecriptarario das obras do porto,
Manoel Duarle Pereira.
O escriturario das obraa publicas geraes,
Joaquim de Medeiros Rapne.
LXDEMSADORA
martimos e terrestres
Estabelecida eml85
CAPITAL 1,000:0001
8INI8TROS PAGOS
At SI de Deieaikra m *
Martimos..... M.0:0M$000
Terrestres..... 316:000^006
44Ra do Commercio44
cosa roso
le Unn & Lioi & Gloe
riTSUHAITCE GDMPA1TY
Blackbum, Needham & 0,
Ra do Coromercio n. 3
ara
London & Brasilian Bank
Limited
Ra do Commercio n. 32
oacca por todoB os vapores sobre as ci-
*aa do mesmo banco cm Portugal, sendo
em LisbSa, ra dos Oapelliatas n. 75. No
Porto, ra dos Inglezes.
SEGXJEO S
martimos comisa fogo
Companhia Phenlx Per-
nambacana
RA DO COMMERCIO R. 26, 1 ANDAR
" Companhia de Seguros
JiAtMt &t fisUi
AGBNTE
Miguel Jos Alves
N. 9siaa ao Rom Jeas-\. v
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
Nestes ltimos seguros a nica companhia nesta
praca que concede aos Srs. segurados isempcio de
pagamento de premio em cada stimo anno, o que
equivale ao descont annual de cerca de 15 por
cento em favor dos segorados.
Companljia tic Seguro*
contra rasa
NORTHERN
de Londres e lberdeen
Poso financeira (Dezembro de 1885)
Capital subscripto 3.000,000
Fundos accumulados 3.134,348
Receita annual:
De premios contra fogo 577,330
De premios sobre vidas 191,000
De juros 32,000
O AGENTE,
John H. Boxtoell.
O yapor Advance
E' esperado dos portos de sul
at o dia 14 de Junho depois
da demora necessaris seguir
para
Para, Barbados, 8
Thomaz e Xew-Vork
Para carga, p&ssagcna.eucrniiiendas jdinheir-
4 frote, tracta-se com os
AGESTES
llenrv orsler & .
N 8 RA DO COMMERCIO -N. 8
1.- anda*
Companhia Franceza de Mavega
cao a Vapor
Linha quinzenal entre o Hpvre, Lia-
boa, Pernambuco, Baha, Rio de Janeiro e
Santos
0
Seguros contra Fogo
EST: 1803
Edificios e mercaduras
Taixas batxas
Prompto pagamento de prejuizos
CAPITAL
RS. f 3.000:00000
iwni c
K. 5RA DO COMMERCION. 5
BANCO INTERNACIONAL
DO
BRASIL
Cap tal
20,000:0004
dem reallsado 19,000:0004
A caixa filial d'este Banco funeciona ra do
CooLmereio n. 40, sacca, vista on a praso, con-
tra os seguintes correspondentes no estrangeirs:
Banco Internacional
do Brasil,
London office.
Loado* sft Cosas?
( Banking Compaoy L.l
(Brtique de Parla t des
PARS.
Samburgo
Berlim..........\
Bremente........(
Frankfnrt s/ Main (
Antuerpia.......)
Roma..........."
nenova.........
aples.........
Milito e mais 840
cidades de. Ita-
lia............
Madrid........ i
Barcelona
Cadis____
Malaga. .
Tarragona
Valenci. e outrae S
eidade:. >'a Hes-1
Snba i. iihas |
narias....../
Lisboa.........\
Porto e mais ci-f
dades de Por-
tugal e ilhas... J
Buenos- Ayres... .)
Montevideo......
Nova York......
'( Pays-Bas.
Deutsche Bank.
Banque d'Anvers.
Banca Qeaeraia
agencias.
Banco Hyp&tecario de
Espaa e suas agen-
cias.
Banco de Portugal t
suas agencias.
English Bank of tbe Ri-
ver Pate, Limited.
(i. Amsink & O.
Compra saques obre qualquer praca do impe-
rio e do estra,ngeri>.
Recebe dinbeiio em conta corrente de movi-
mento com jumara razio de 2% ao anno e por le-
ras a praso- a joros convencionados.
O gerenteWilliam M. Weberts
MARTIMOS
RES ARITIME9
IJNHA MENSAL
0 paquete Equateur
Commandante Minier
E' esperado dos portos do sul
no din 19 do corrente, seguindo
depois da demora do costume,
para Bordeaux, tocando em
liakar e Lisboa
Lembra-se aos senbores passageiros de todas
is classes que ba lugares reservados para est*
ir'-ncia, que podem tomar em qualqcer tempo.
Faz-so abaumento de 15 /0 em favor das fa-
miliaa composta "3a 4 pessoas ao menos e que pa-
garem 4 pastagens mteiras.
Por eicepco os criados de familias que tonaa-
rem bilhetes de proa, gosam tambem d'este abati-
mento.
Os vales postaes e<5 se dio at e dia IV pagos
de contado.
Paiu jarga, passajens, encommondas e dinhsir.
t freto : tracta-se cem o
AOENTE
iognste Lable
9 -RA DO COMMERCIO~9
Laiied States & Brasil H S. i C.
0 paquete Finance
Espera-ae de New-Port-News,
at o dia 13 le Junho o qual
seguir depo'a da demora ne-
leeaaria para
a, Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
ifl com os
Commandante Lenoruiand
Esperase dos portos do sul
no dia 10 de Junho seguindo
depois de indispensavel demo-
ra para o II VRE, tocando em
LISBOA.
NTRARA' DENTRO DO
PORTO
Condus medico a bordo, de marcha rpida a
cffere.'e cxcellentes commodcs e ptimo passa
dio.
As passagens podero ser tomadas de ante-
mo.
Recebe carga, enco j mendas e passageiros para
os qaaes tem cxcellentes accomrnodaco?s.
Para carga, pat sagena, encommendas e dinbeirt
a frete : trata-se com o
AGENTE
0 vapor Vffli Ai FsmMco
Commandante Sebire
Espera-se da Europa no dia
16 de Junbo e seguindo de-
pois da demora necessaris
para
Babia, Rio de Janeiro e Santos
Roga-sc aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta linha, queiram apresentar se dentro
de 6 dias a contar do da descarga das alvarengas
qualquer recamoslo concerneote a voluines, qae
porveatara tenham seguido para os portos do sol
afim de se poderem dar tempo as providencias,
necessarias.
Expirado o referido praso a companhia nao se
responsab'lisa por extravos.
Para carga, passagens, encommendas e dinhei-
ro a frete trata-se com o
AGENTE
Angoste Lable
9-RA DO COMMERCIO-9
COMPANHIA PBBlfAlsTBlXAMA
DE
Savegaeo Costelra por vapor
Fernando de Noronha
0 vapor Jacuhype
Commandante Estoves
companhia Brasileira de Have-
gaco Vapor
PORT03 DO SUL
O vapor Maranhao
Commandante o capitbh de fragata Pedio
Hyppoltto Duarte
E esperado doa portos do nor-
te at o dia 13 de Junho e de-
.psis da demora indispensavel,
.seguir para os portos do sul.
cebera r.aino>m carga para 8antos, Santa Ca-
tharina, Pelotas, Porto-Alegre e Rio Grande do
Sul, frete mdico.
_ As encommendas t serlo recebidas na agen-
cia at 1 hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, pssssgens, encommendas e valorea
trata-se na agencia
PORTOS DO NORTE
O vapor Pernambuco
Commandante Francisco Antonio de
Almeida
E' esperado dos portos do sul at
o dia 8 de Junho, e seguir
.depois da demora indispensavel,
,para os portes do norte at Ma-
naos.
As encommendas sao recebidas na agencia at
l bora da tarde do dia da sabida.
Para carga, passagens encommendas e valores
tracta-se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTN. 9 "
LEiLES
Segu no dia 9 de
Jonbo pelas 12 ho-
ras da manhS.
Recebe carga at o
Idia 8.
Passagt,us at as 10 horas da manh do dia da
sahida.
ESCRIPTORIO
eme da Companhia Pernaaibo
cana n. H
Sexta-feira 8, deve teve lugar o leilSo de mo-
vis, crystaes, quadros, objectos de electro-plate e
do Japao no 1.* andar do sobrado ra da Impera-
tris n. 53.
Agente Pestaa
Leile
D3 casas terreas sitas ra de S. Fran-
cisco n. 25 e ra do Fogo n. 25, per-
tencentes ao espolio de D. Candida Ma-
a Ferreira o D. Anna Joaquina Fer-
reira.
QUINTA FEIRA 7 DO CORRENTE
A's 11 horsa em ponto, no armasem ra
da Imperatriz n. 49
O agente Pestaa, autorisado por mandado 6
com desistencia do Exm. Sr. Dr. juiz da provedor8
de residuos e capellas, vender a quam mais der
as referidas casas.
Agente Britto
Leilo
De 1 piano forte, chitas, algodes, brins, mada-
polSes, zephiros, grande sortimento de miudesas,
camas francesas, 1 guarda-lonja, 1 gaarda-comi-
da, fiteiros, malas, 1 guarda-vestido, cadeiras, ma-
las, 1 mesa elstica de janeo, jarros, copos, focas,
ferragens, bebidas e cutres artigos.
Quinta-fera, 9 do corrente
A'a 10 1/2 horas
Ra do Rangel n. 48
ROVAL MA1L STEAfi PACKET
COIPASV
0 paquete Tamar
Espera-se da Europa at o
dia 8 de Junho, seguindo
depois da demora de costume
para
Baha, Rio de Janeiro, Monte
video e Buenos Ayres
0 paquete Elbe
esperado do
sol no dia 10 de
Junho e seguir
epois da demora
necessaria para
m. Vicente, Usboa, vlgo e Son
thampton
ReduccSo de passagens
Ida Ida t volia
A Sonthampton 1* classe t 28 42
V Lisboa 1* classe t 20 30
Camarotes reservados para os passageiros de
Pernambuco.
Para passagens, fretes, etc., tracta-se cero os
AGENTES
Amorim Irmos &C.
A. 3- RA DO BOM JESS-N. 3

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(Directamente
para Euro-
pa do Rio
da Prata.
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De boDB movis, faos crystaes eleotro-
plates, quadros, jarros, um gamSo com
podras de marfim e outros mvitos objec-
tos de ossa de familia.
Agente Pinto
NO 1. ANDAR DO SOBRADO DA RA
DA IMPERATRIZ N 53
Sexta felra, 8 do corrente
CONSTONDO DE
Sala de visita
Urna linda mobilia com 1 sof, 2 dunquerkes, 4
cadeiras de bracos e 12 de guarnicSo Luis XV,
4 cadeiras de bataneo, 2 ricos quadros, 6 capiteis,
6 Jarros grandes de porcelana, jarros e pratos chi-
neses, 1 tapete de carneiro e 6 de 12, mesinhas
douradas de centro, portachapjs e porta charu-
tos, 2 lindos cachepots, figuras de biscuits e 1 lus-
tre de ervstal com 3 bioos, 1 almofadas, 24 pannos
de chrochet, 6 laneas para cortinados.
Vma excellente secretaria e nm tinteiro grande
de electro-plate e 4 transportes chineses.
Primeiro quarto
Dous guarda-vestidos com 2 espelhos cada nm,
vidro bisante, 1 liado toilette com pedra e espelho,
vidro bisante, 1 porta joias de crystal.
Segando quarto
' Urna cama francesa, 1 capola e cortinado, 1
I lindo lavatorio, com moda com pedra e espelho, 1
guarnicio de crystal, 1 mesa de cama, 6 cadeiras
italianas, 1 tete a tete.
Sala de jantar
Urna mesa elstica, um neo bouffet com pedra
e espelhos as portas, 2 quadros ovaes, 1 relogio
pndula, 1 mesa oval, 19 cadeiras de juneo, i
etsgers. 2 drvans, 4 cadeiras de palba, 4 vasos
para flores, 1 lustre de crystsl e arandelas a gas.
Objectos de elelro pate
Uros fructeira de centro de mesa, 1 bandeja
grande, salvas, 1 galheteiro, 1 porta conservas, 1
p e escdva, 2 portas-garrafas, 2 cestas, porta-
guardanspos, descanto de facas.
Ccmpcteiras, copos e clices de crystal edr de
rosa, ecpjs, garrufas, fructeiras, porta queijo,
compoteiras, tudo de crystal, Iouq, vidros e mais
cbjectos de casa de familia.
Sexta felra. 8 de Junbo
Djalma Mnreira da Silva, tendo de fascr urna
viajem, fas leilo por ntervenco do agente Pinto,
dos novis e mais objectos da casa em que residid
ra da Imperatris n. 53.
Os referidos movis e mais objectos do electro-
plate, do Chile e do Japao, tornam-se recommen-
dades pelo eeu apurado gosto e ptimo estado de
conservaclo.
O leilao principiar s 10 1/2 horas.
I
li
?
3" o
a"
Leilao
De 136 mantas de touainho inglez do primeira
qualidade, 4 barra com vinho de Lisboa, 3 cai-
x5es com phosphoros, 2 caixas com superior papel
almaco pautado, eonhetea com sci, cairas com vi-
dros de cSres, grades e gigos com louca surtidas,
movis bvuIsob, eamas para crianca, toilet,
mesas elsticas, guarda loos, aparadores, camas,
cofres, jarros, espelhos, relogios de ouro, cadeins
de dito e muitos outros objectos.
Sexta-feira 8 de Junho
A's 12 horas em ponto
No armazem da rus Marques de Oliada
d. 48
POR INTERVEXQAO DO AGENTE
diusnisio
iracajii
P*trcho nacional Sergipe
Sahira em poneos dias para Aacaj, para onde
recebe carura ; trata-se com Pereira Carneiro *
C, roa do Commercio n. 6, 1 andar.
Agente Burlamaqui
4- leilao definitivo
Sexta feir, 8 de Junho
A's 11 horas
No armszem ra do Imperador ll. 22
De duas casas terreas ra do Fogo n. 25
e igual numero a de S. Francisco
O agente cima, por mandado e assistencia do
Exm. Sr. Dr. juis de direito da provedoria, vende-
r em leilSo as duas asas cima, pertencrntes ao
inventario da finada D. Candida Alaria Ferreira,
a requerimento do novo invmtariante, servindo de
base a offerta de ltfoOfOCO por cada oma^obtida
no 3 leilio. .
Os Srs. pretendentes podem exsminsr as referi-
das casas.
bUbbm
RsbibbMbbbVI



6
PeroMRbitco(tniuta-feira 7 de Junlio de 1888
iatadH, balan;, pe-
de pared**,
todo existente ra do
Agente Stepple
Leilo
De oaaas terreas, armacao de loare pinta-
da, batanea, pp08, medidas, carteira,
mocho, relogio de prede, 5 pipas para
deposito e mais obje toe.
Ter?a felra, 19 do corrate
A'a 11 horas
No armasen! rae do Imperador n. 16
O agente f-cima por mandado do Exm. Sr. Dr.
jais enastillo dos feitos d tienda levar a lei-
12o orna armacio de loaro piolad, bi
SOS, medidas, carteira, motn, relogio
5 pipas para deposito todo ex.stent
afaratlis do Herval n 73.
Acia terrea n. 287 da estrada do Encsnami;-
p ccm porta e jnella, 2 slas. 3 qu.rtos, graDde
quintal, na fregu do Poco, perteneente a Ma-
nee! Braga.
Tres casas terreas de tmpa no poveado da s.
Loor-neo ra Matta seb ns 5 A, 5 B e 5 C, per-
tenceoWs a Gabriel Compeli. Tndo penhorado
pela farenda provincial para pagamento a mesm..
taaenda de imposta e castas.
Os Sr. pretendentes desde j poderao ir exaasi-
nsr as referidas casas, armaco e maia objectos
existentes._________________________^___^__
Agente Stepple
Leilo
De boas casas terreas e bons sitios ero
Oiinda
Terca fera, IS do corrate
A's 11 horas eaa ponto
No armazn ra do Imperador n. 16
0 agtnte cima com o alvar de licrnea e tuto-
risacAo da inventsriante do espolio do finado des-
embargador Clivei.a M*ciel, levar a leilo :
Urna grande casa terrea com bastantes commo-
dos tob o. 28 roa do Sol, na praia de S. Fran-
cisco erm bom jard'm e bem plantado e todo cer-
cado.
A casa terrea de taipa seb n. 34 uesma roa e
praia.
A casa terrea sob tj. 11 ra do Bario da Ta-
carona, cntr'ora Passo C-stelliano, com 2 janellue
de frente e porta e com commadoa para grande fa
milia
Tcdaa estas eaeaa lorusm-se reeommendaveis
aos Srs. pietendmtes, visto ellas terem bastantes
cemmodos e fiearem perto dos bmihcs salgados.
Os Srs. pnten ientes desde j podero ir exami-
nar as referidas casas, ealgnma -xpliacaoo mes
ano aget'te estar prvmpto para dar roa do Im-
perador n. 16.
Ao comniercio
O sbaiio asaignado, tendo neata data josto e
eontraciado eem oa Srs. Rodrigues Ferreira C.
a compra do stn deposito sito ra da Deteneio
o 17, livre e deaesnbaracado ; se algnem se jul-
gar prgudicado, reclsme no nraso de trea das.
Becife, 6 de anho de 1888
Joti Joaqnim Martina,
~" Engominadeira
Precisa ee de urna, que engomme bem e ensa-
boe alguma roopa para casa de pequea familia,
que durma em casa ; na ra do Cando da Boa-
Vista n 24.
Caixeiro
Precisa-ae de nm menino com pratica de taver-
na e qae d fiador sua conducta, prefere-ae na-
cional ; a tratar na ra Luis do Seg n. 47-0,
em Santo Amaro das Salinas.
Engfnho
Arrenda-se o engenho Santa Rosa, tosente e
corre ate ; a tratar no engenho Carapsty, ambos
na freguecia da Loa.
Cosinheira
Precisa-te de ama cosinheira para pequea fa-
milia ; na ra Angosta n. 282, andar. ^^^
Sienta Casa
Arrenda-se o sitio n. 1, no Parnameirim. com
casa de vivenda. O aitio extenso e muito arbo*
lisado : a tratar na sec etaria da Santa Caa.
Attenc,o
Vende-se um esabelec'mento de molbadoa, com
piii:i fundos e commodos para familia a tratar
na rna Imperial n. 279, onde se dir o motivo da
venda.
Aluga-se barato
Roa do Merques de OlinUa n, 48, 8a andar.
Ra to Visconde de Itaparlea o. 43 2*. andar.
<4ua Viaconde de Itapnrtea n. 43, armazem.
Roa de Bom Jeraa n. 47, 2. andar.
frata-se oa na do Commeren a, >, l andar
esoriptorio de Silva ( uimar'js & C.
Aluga-se
O 2' n. 66 e o 1' de n. 18 rna de Marcilio Das.
O terreo n. 27 e o 3* de n 3 roa da Penha.
A casa n* 1 travesea da Hora,
dem 28 roa de Nanea Machado, no Espinhe>ro,
cm bons comraodos.
A tratar na rna do Hospicio, numero 33.
Alugv.,
se
as sogaintes casas : a da rna do Lima n. 30,
grande casa, com agua, gaa e apparelho ; a tra-
tar na lytogrsphia de J. E. Pnrceli, rna Mar-
ques de Oiinda n. 8.
se
o sobrado de nm andar e solio tua Marques do
Herval, travessa do Poctnno n. 33 ; a tratar no
largo do Corpo 8anto n 4, 1- andar.
Aluga-se
A casa n. 10 na rna da PnndicSo, Santo-Amaro
das Salinas; tratar na rytcgrapbia de J. .
Purcell, roa do Marques de Ulinda n. 8.
Aluga-se barato
O sobrado n. 67 ra do Bartbolomrn, com bas-
tantes accommodacts para familia ; trata-se na
rna larga do Rosario n. 34, pharmacia.
Ama
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se a 1 ja da casa n. 46, a rna da Roda
com Etnaeo, e muito propria para fabrica de cha-
rutos ou cigarros, ou otro qualquer negocio,
muito bem localisada e j afngu- sada a tratar
na ra do Cabug n. 16, loj*.
Aloca-se a casa terrea n. 129 da rna das
Cinco Pontas, c no 3 quartoa, grande quintal e
est limpa, e a da rna Imperial n. 198, por 164 ;
a tratar na rna d > Pilar n. 56.
Aluga-se casas a 801KA) no neceo dos
Ifcos, junto de S. Goncailo : s tratar na rva d
mperstris n. 7jf
Aluga-se o s >brado n. 46 ra da lloc
com boos com modos e muito fresco ; a tratar ns
ra do abtiga n. 16, loja.
Alugam-ae dnaa casas b m tratadas, sitas
ra Diieita dos Afogados ; a tratar com o Dr
Pinheirc, no pateo da Sonta Crui n 3.
Alnga-ae o 1 andar da ruu ae 8. Jorge n.
120, tendo agu,
aeeanin roa n. 131
gas e terraco de mar more ; na
Aluga-ae o 1 andar do sobrado n. 12 ra
das Larangeiras.
Precisa se de nm eriado de conducta afian
cada, para vender tabjleiro; na rna da Matris d
Boa-Vista n 3.
Prei-ha se de nma para cesiuba e eogominar
para cusa de pouca familia ; na ra do Kangel
numero 37.
Preeisn-6e de noaa ama iai moca, para ee
sinhar : na padari da ra larga do Rotario nu-
aoero 16.
Preciaa-se de urna ama ou de- um rapaBinho
para servigo de casa ; na ra Viaconde de Albu
querqne n. 28, 2 andar.
Preciea-ee de urna boa eosinb. ira ; a tratar
aa rna BrSo d^ Victoria n. 39. 2- andar.
Ruga-ae de njvo aoa senhores eetndantes que
venham saldar ea aens dbitos com a casa n. 16
ra do Imperador, para evitar a chamada pee
soal.
Criado
Precisase de nm r pas at 15 annos ; na tra
'essa do Oorpo Santo u. 27.
Ao Triumpho
[toa Daque de Cax"as
numero 49
ato* & C.
B'AZENDAS BARATAS
Camisas bordadas para senhora 4/500
Sai as dem dem idem 4/000
Fnstio braneo superior, covado J400
Mritos de eores, duas larguras, covado 600
Merinos felpudos, duas larguras, covado /800
Merinos de quadros, modernos, covado 700
Cachrmirss de quadros pera vestidos, co-
vado 4440
Ditas idem idem idem, covado 5'20
Cretnes modernos fines, covado 360
Etamine de quadros, fasenda nova, eovado 700
Redes amencacas, grandes 4/500
E outras mnitaa faaendas que se vender muito
barato
Vinhos garantidos
Em quintil, anrurela e engarra-
fado
Fiqueira inperior e vinho Madnro.
Collaiea e vinhj branco.
Madeira e Muscatel.
Hucelias e Sao do Porto.
Verde superior.
Poito e Maduro psra oente?.
Araruta superior.
Mercurio dooe.
Lidrilhos em mosaico.
34Madrs de Deus31
Cunha Irmos & .
tm eleitor
Ctmpra ae 8' meute de urrput > ; oa libr-
ea de leos vegetaes. ra da Aurora n. 161.
Arrendase o engenho FerMidade na comar-
ca de Palmares, me ente o cerrante, com motos
bons terrenos e proporces para satrejar da 1,600
a 2,000 paes annuaes : a tratar no engenho Barra
do Dia. estaco de Agua Pret.
Traapassa se o arrendamento do engenho
Contra- Acude, sito na comarca de Jaboato, e
staate da estaco de Mcrenoa du?s e meia le-
goas ; a tratar no mesmo engenho.
Vende se nma mobilia de Jacaranda em per-
fcito eslado, constando de 1 sof, 2 cadeiras de
'braco, 2 ditas de balan?: e 15 de gaarnioao, 2
consolos e 1 jardinera, com tampos de pedra mar
more ; na rus Dnque de Cazias n. 60 A, loja.
Vende-se nma taverna bem afreguesads,
com poucos fundos, propria pera nm principiante ;
a tratar no largo do Mercado n. 15.
de 8. Jos t avalcante, at de
que the nesram por merte de
Marianna
cinco orphos,
au filho e ora Balbino Rabello da Silva Cava!-
cante, e sua mulber Eulalia Carneiro da Cunbs,
que sem o menor recurso compungida v as neces-
sidades que vo atravessando os referidos or
paitas ; \m em nome da homnnidade implorara
caridade, pnblica em soccorro destes infelises in-
nocentes, ja qne nao se Ihe trm attendido aos
maia jufti s reclamos, qne tem feito administra-
cao da Santa Casa para que as recolha em sen
rio.
A impetrante moni ra das Carrccas n. 32.
Ao Exm: Sr. Dr. joii de dircito
da fizenda proviacial
O predio n. 17 da estrada do Giqui Jaboato,
penhorado pela faseoda por dcima, foi vendido
com a falsa dec.'acaco de ruinas e pretendero II-
Indir a faxenda con fils^a deenmentos para obter
a baiza do imposto.
VoHr. dooter ao lugar, se quixtr garantir os
iateresses que esto si,b sua guarda.
Acba-se nesta prsca de Pernambuco um deitor
viodo de outra provincia c mo immigrante e com
destino d" nao maia volcar, vendo-se sem nidios de
vida, implora humdemente a- s il rostrados e geae-
rosos pernambucanos, um arrimo para sua subsis-
tencia resta pruca, elle nao hbernl ne-i conser
vador, amante e fie 1 ao aen protector, o homem
de qualquer p/rtido qne o proteger ter sempre ao
si u lado nm p de graea, qaer aun um geito para comprar urna
casa para a familia e geito para estubelecer um
negocio, para ir pagando anoualmente os juros
Com emissao do capital.
Se este artiga encontrar hmeos generosos e ca-
rios s em qualquer partido, ele aleitor ser cha-
mado por esta mesma fclha o fim proposto, e se
uo, julgar se ha ceaoarado este artigo e oom ello
ambos os partidos.
aMStUfi
NO Mal;
Precisa-se de urna ama
servicos de casa de familia
n. 3 da rna do Vigario.
Cosinheira
Precisa se de urna cosinheira que cosinhe com
perfeico ; na rna Marques do Herval n. 10.
Obras Publicas
Estando intransita-
veis as ras da Moda
e Amorim, pedem os
moradores a caridade
de ser concertado o
calamento.
Criado
Prccisa-ee de um menino .de 10 12 aunes de
idade, para compra e mandados, que aeja fiel e
de boa conducta, paga se bem ; a tratar na ra
Velba n. 36.___________________________________
7"^n irqir
FABRICA
De llvroa ese earrtpturac&o
Premiana as ezposices de 1882 e 1885
Manuel j. de Miranda
Encadern' cao, pauta cao e especialidades
em cartoes de visita.
39RA DUQUE DE CAXIAS39
Telephone194
para cosinhar e mais ** clieajosi a estinda ressteaaa das
no 3- andar da casa
Ama
Precisa-se de urna ama
capa de pequea familia ;
n. 24, 8- andar.
psra engemmar, para
na rna do Livrameuto
Ama
Precisa-se de nme tmt para engommar e fascr
mais outros servicos de casa de pequea familia :
na ra BarSo du Victoria n 67.
Ama
Precisa se de nma ama para lavar e engommar
na ra do Raogel n. 9, padaria.
Ama
Precisa-se de nma ama para cosinhar ;
Duque Je Cazias n. 6, 2- andar.
na ra
Ama
Precisa se de urna ama para criancas ; na rna
das Crdulas (Capung.) n. 2 B.
Ama
Precisa-se de urna ama ; na travessa do Quei-
mado n. 9, 2- andar.
Ama
Precisase de nina cosinheira ; a tratar na roa
Marques do Herval n. 12.
ala
Precisa-se de urna pora casa de familia, na roa
do Cabog n. 2 C.
Ama
Precisase de urna ama; na tua de Pedro Af
fonso n. 58.
81
Uta!- em toda i mrts
Fabrico de assucar
laihluiimo doa *tt>rirstnto Banca
lewart V C. te aiStogOOT
onstrucco da maie moderna t aperfeicoada e
de grande duraco.
Moeada com preseo hydraulica de Stewart que
d a melbor expresso conhecida at hoje.
Caideims com ecocotrisador, especialidade de
es fabricantes,
Fornalhas para queiniar o bagaco verde em d-
reitura da moenda.
Os apparelhoa de Vacuo e Triplo sao de syste-
ma moderno come tambem as turbinas ou cen-
trifugo.
Oroamentos e msis inormacees em casa de
Browns & C.
Ra do Commeroio n. 5, 1* andar
AMA
Precisa-se de nma ama ro*.ra lavar eengommaT ;
na ra da Imperatris n. 57.
^AJfttAT
Precisa-se de urna urna que cosinhe bem, para
casa de familia e que durma em casa dos patio _-s ;
a tratar na ra Barao da Victoria n. 7, segundo
andar.
"STma
Na roa de Santa Tberesa n. 20, precisase de
nma ama que entenda de cosinha e obrigue- se a
dormir em casa. -1
Amas
Precisa-se de duas amas, aendo urna pars cosi-
nhar e outra psra engommar ; a trata n? na da
UniSo n. 13.
Ama e criado
Precisa-se de nma ama que seja boa cosinheira,
e de um criado de 14 16 ancos ; a tratar na rnr.
do Crespo n. 10, loja. *
Trastes usados
Vende se barato 6 caaeiraa de guarnicio, 2 de
balanco, 2 consolos, 1 mesa redonda, 1 msrquesa
e 1 bsnea, tudo de amarelb, e urna machina de
ce tura, original espress ; na travessa dos Expos-
tos n. 18, cfficina demarcineiro
agaasaicallnaa mioeraes de Moa
darle em Pontevedra. na> Hespa-
nhst
ESPECIALIDADES
para molestias do estomago, taes como dispep
sis gastralgia, eatbarro chronico do estomago,
ulceras simples.
Molestias dos intestinos, taes como : enfarta-
mento (io figado, ictericia, calcules buhares, diar-
rba (ibronicu, etc., etc.
Molestias das vas urinarias, taes como : dias-
teses uncB8: catharro vesical, diabetes sacarina,
albuminuria e gotta.
as anemias, chlorosis, psoriasis, "prnnigos e
dore- artrticas e outras trnitas moleste s.
As aguas alcalinas de Mondatiz nascem de ro
chas granticas na temperatura de 180 centigra-
des, ,so duras, incoloros de cheiro parecido um
pocco aos de ovos cosidos, sabor alcalino, produ-
sindo um ligeiro sabor picante na ocecsio de to-
mar-se. Ellas sai classificadaa no numero das
alcalinas 3 bi-carbonatadas de soda.
Estas aj;uas acham se venda no estabeleci-
meiito do Si. Antonio Aff- nao Simoes, sito ra
Viseonde de 'J.vanna n. 1 (quatro cantos), em
Boa-Vista.
Boa cosinheira
Precisa-ae de urna boa cosinheira, preferindo-se
idoea ; na ra di Unio n. 55, por traz do Gym-
nasio.
Egos P8 coram!
Sem dicta e sem modifi-
caedes de costuraes
Laboratorio central, ra do Viaconde
Rio Bronco n. 14
Esquina a ra do RegenteRio db
Janeiro
Especficos preparados pelo pilar
niaceatico Eugenio Marques
de Hoiianda
Approvados pelas'juutas de hygiene ds
Corte, Repblicas do Prata e Academia <
Industria de Pars.
Elixir de Imblrlblna
Reatabelece es dysp'ptccs, facilita as diges-
tor e promove as ejeecoes difficie.
%'iatne de nanas ferraglnoae e
quinado
Para os chloro-anemioos, d > a hypoemic
intertropical, reconstitue os .lydropicos e beribe
ricos.
Xnrope de flor de aruelro e asa
tamba
Muito reommendado na brouchite, na hemopa-
tyee e as toases agudas ou chronicas.
Oleo de tealodna Orrasrlnono e ras
eaa de laranjaa aioargai
E' o primeiro reparador da i raqueta do orga-
nismo, na tysica.
"lula ante perlodlra. preparada*
rom pererlna, quina e Jaboraady
Cura radicalmente as febres intermitientes, *e
uiitten'es e perniciosas.
r:iilio de Jnrobeba simples e larn
besn ferrnflnoso. preparados
eru % tari de raja
EfBcazes as infl-imacoes do figado e baco agua
das ouchioiiiras.
Vi.-bo toulco de rropllaria e ania
Applicado as couvaleeceneas das parturientes
tierco ante-febril.
. PECHINCHAS!!
SSo os seguintes srtigos por menos de 40 % de sea valor, cujus precoa admira,
os que em seguida appreaentatnos.
A saber:
Batistas e nonzace, de c6res firmes, s, 160 e 200 rs., o covado.
Merinos lisos, urna b.rgura, todaa as <3res, a 200 rs., o dito.
dem idem de duas larguras, J2 para, a 500 rs., o dito.
Setinetas rnoerras, padr3es de phentaaia, a 240, 280 e 320 rs., o dito.
Zfiros de quadriubos, bastante b.rgo, a 2(0 e 240 rs., o dito.
Brins de cores pura roopa de enanca, a 320 e 360 rs., o dito.
Brim p.rdo lona, superior, a 320 e 360 rs., o dito.
dem de linho de edres, padiS s novos, a 800 ra., o dito.
Casimiras diagonal, preta, a 1*5800 e 2^200, o dito.
dem de cores para costumes, a 2#500 e 28( 0, o dito,
Cheviots, superior, preto e aaul, a 34000, o dito.
Pmnos da tdrea para mesa, a 10400 e 1I700, o dito.
Atoalhados de algodao, duas larguras, lisos e bordados, a 16200, o met1..
Bramante de algod&o de qui.'ro larguras, a 800, lj$000 e l$200 o dito.
dem de linho puro idem, a 16800, o dito.
Guardanapos de linho, a 20500, 3,5500 e 60000, doma
Lodcos de algodSo o linbo a 10800, 2000 e 3*000, a dita.
Meias iDglezas para hornera e aenboras, a 30000, 40000 e 50000.
Camisas de cretonas finas, francezas, a 240000, a duzia.
dem brancas, iuglezas, a 360000, a dita
SeroulaB bordadas, de bramante, a 120000? 160000, a dita.
Cobertas de gnga, torradas, a 20500 e 30000, urna.
Lences de bramante para cama de easal, a 20000, um.
Tapetes avellududos, grandes, para quirtoa e salas, a 80000 e 160000,
Cortinados ricamente bordados, e 70500, 80000 e 100000, o par.
Cambrai s bordadas para bercos e camas, a 800 rs., o metro.
Fus'ao branoo bordaio, a 320 e 400 tb o covado.
Madepolao americano, superior, n 6^00(>, 24 jardas.
Algoriao ci para toalhas, a 30000, 30500 o 40000, a pega.
Fi.- s do 15, modernos, a 20000, 20500 e 30000, um.
JEBxovaes para racamentos
Grinaldas e veos para as Exuias. nnivcs.a 90000 e 100000.
Damascs e setius branca, a 900, 10000 e 1>00.
Espartilhos, leques e luvis part todoa ra presos.
Saias bordac'as a pregas sem coropeoncin.
Toalbas de, labyrintho, riquissimas, a 3000(0.
Deposito ele fazendas para es Srs fazundeiros.
As vendas era grosso teem o descont da prar;a.
59- ra Daque de Caxlas 5
Loja de
Pereir &
Magalhes
ORES
Cariro fia Cite & C,
SUCCESSORES
de
o
A M VER A S & C
HEDlCAMOini FUNDAS E TIMTit'
, TOsM AS QUAIIDASES
1&
PHARMACE TICOS^^
^Rua do Dupe do Caias.S 7 Xa HilMIEO-f HAHMA'
] ESr-EClAliOABW
a
i la Silra k C
RA r O MRQUEZ DE OLINDA
Cosinheira
Preciaa-se de urna para provincia viciaba ; exi
ge-Ee perijia ed so preferencia qoe ja tiver
servido em c&sas estrnngeiras : a tratar na ra do
Commercio n. 20, V andar.
Despedida
Mdame Inlia Kobli-a tendo se embarcado para
tratar sua ssde e nao tbe sendo possisel despe-
dir-se pcssoalmente de t, das aa passoas de sna
amisade, o |ue fas ; el i presente aviso, e eflorece
Ibes o tu limitado ; r_.-'imo em Paria, dorante o
pouj tMiipo qae all pretende demorar-sePara
Ploee Brita n. 8.
O Sr. Kiblcs pnvmn ao mesmo tempo que con-
ramo do negecio na ruu do Iji
ll, i andar.
fiRtura indiana
Para tioeir instantneamente a barba e os ca-
bellos bronces e grisallas da oauis bella cor preta
caatasbo : vende-se na de
ftonquayroL Freres
tana da CrtaE=
Heurtqne Jos Lopes
Francisca Pereira Lipes, Joaquim Hyeine Lo-
pes, Francisco Miunlio Lipes, Amelia L ipes de
Carvalho, Julia Cunsa'ica do Csnno Lopes.
Emilia alaria doCarmo Lopes, M- ra Lopes, Ama-
lia Maris du Unrrc I, p g (ausent. J, Zef rins Lo-
pes da 8iiV8, Joaqnim Framco das Cbagss e
Silva, Jo^qa'm Albno dks Chupas e Silva, Joo
Francisco de Carvalbo, Zilmra Jesiphinade Ae-
vd>, Amelia Leopoldina de Grvaiho e Alvaro
HyQ0 Lopee. i laos, iin.S, ennb do, pen-
ro, ora -e netis do Enasto Henriqne J-.s L-pis
*gradecem intima e .'Ori ren te p e amig s qn ao .mpsubamm ultima ro-
tada o ci-rpo do seu nranfesrlo rsp: so, pui, irmSo,
tio, cunbado, toafro -, a'6, e convidam-os a
assistir s missne qn a do mesmo fus. m
celebrar ua mfi nio, as 7 1/2 h .-
rss da nMntia de quiota-feira 7 do crrente, 7o di
do 6tn passamentn. 'ip-esBando-lhet riesde j* seu
rec nhecrmentu cto de ca i la
de ehi linIK.
Pellststses Wurtton da Wlva
3iso cas
Jos Avelino B i-bosa da Silva, Pe'.ioi-iil.i Bar-
bosa da Silva, vfer-. Barbos,, d* S Iva, Uaiina
BMrbosa da M lia Bntbos da Silva e
Numeriaao Barbosa da Silva c uvidam a todoa os
parentes prs niswdsj para essusi-
rem as miasaqar msndsm celebrar pela alma de
sua presach Felismioa Barb, s da
Silva, s 7 l|2hj,ae da rnurtiJ do dia 8 djcor-
rete, big assammto, as matrises
de Santo Aofom > S. Jos, pelo que se Cofipssam
sammarr ei>
A WELHOR PERFUMARA IKGLEZA
PREMIADA COM OITO MEDALHAS.
Os Perfumes The Crown" sao srunmamente concentrados.,
Tanglewood. Mathlola, Rosa branca, Opopanaco,
Holiotroplo branoo. Ensenla Bouquet. Flores de
Hacelra Silvestre, novo perfume, extra concentrado.
Estei iao o melhores perfumee que ezistem, e vendem-ee em
fraecot, tapados com rolhae privilegiada*.
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ingles da melbor qualldade. Sabonete Opalino. Sabonetas inglesas
sortidos da melbor Qualldade. Sabonete de Alcatrao e Sabonete
Carblico. Escovas The Crown para os dentes.
Premiada com 2 Medalhas de primeira ordeno na Ezposico
de Adelaide em 1887.
O catalogo mostrado envia-ae gratis a qnem o pedir. As ordena recebidas
por intermedio de cazas commerciaes de Londres serio promptameote
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Contra a carie e amollocmento e dores de dente.
Grrande sortimento de perol', p:-8tilhfts, granulos e pilulas dos rrtelborcs fubrt-
cantea europeus e americanos.
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Aguas mioeraes de todas as quac^des.
Para photograi*hla e homueopathla
\lcool rectificado e desinfectado, onimi jmente puro.
A Pharmaeia Ameri.ann tem uraa secr^ao bomceopathica onde ae encontrar
alrn dos medicamentos preparados com todo aceio e segundo oa formularios habene-
manicos mais acreditados, crteiras, vidros avulsos de todoa os tamenhos, globales
inertes e medicamentosos, tinturas de plantas indgenas e exticas.
Receben medicamentos directamente de todas as fabricas da Europa e America
MedinalacSo por procos coromo xa e a qualquer hora do d's o da noite.

Parti pnm ao respei'.avel publico qne, tendo augmentado aen
eatabeltiixtnto de JOIAS cora mais urna seccSo, no pavimento terreo.,
com espeoii.lidadea em srtigos de ELECTRO-PLATE, convidam as
Exroas, familias e seus numerosos freguezes para visitar seu estabele-
cimento, onde em ontrarao um riqnissiroo eortimento de joias de onr- t
prata, peroles, brilbantea e outras podras preciosas, e relogios da aro,
prata e nikel.
Os artiges que reeebem directamente por todos os vapor ajc,
executados pelos mais afamados especialistas e fabricantes da Europa e
Estados-Unidos.
A par das joias de subido valor acharSo urna grande vaiiedadt-
ie objectos de ouro, prata e electro pate, proprios para presentes de-
casamentos, baptisados e anniversaries.
Nem em relacSo ao preco, e ero qualidade, oa objectos acirn
mencionados, encontrarlo concurrencia n'esta praca.

Ifo. 1.
FUNDIGAO fi
4LLANPATEIIS0.N
N.4--Eua do Bnun-N. 44

i
liNTt a es rAfio ts amm
o Cerragenc:
l'fetn para vender, por preto mdicos, as
Tachas fnadidaa, batidas e oal-ieadas.
Crivacos e diversostarnanhos.
Rodas de espora, idem, tdera.
Ditas angulares, dem, idem.
Bancos de farro com sorra circular
Gradoammij oara i&rrliui
Vars'utas de tr-rro batido.
Ditas de >iito tundido, de lindos
Portasd fornarha.
Vaporoa de torga d* 3, 5, 6
aloendus le l" a 4 pocgadas o p
Rodas d'agu*., ayatema Leandro.
Encarregam-ae , bilbo com perfeigao e presteza.
OBurSfaiOJ'i UOaoteSB
FORMULA
rFsr>.
4JGBLIX0 JOS DOS SANTOS MDRADE
Approvada pela Inspectora Geral
da Hygiene Publica do Rio de Janeiro em
20deJulhode 1887
Este depurativo de grande eficacia as molestias sypbiliticas e impn-
exa di sangue. Para maior garanta da eficacia deste medicamento, publicou-
i6 grande numero de attestados de alguns Srs. mdicos residentes nesta
provincia e de muitos caralheiros que teem feito uso deste depurativo, em nu-
ero superior a 300; notando-se 50 pessoas que se curaram da terrivel beribe-
ri com este poderoso depurativo.
0 uso deste Elixir muito recommendado no tratamento geral as mo-
lestias das seuhorase a prova est no bom resoltado que ttem obtido aquellas
las Exm". Seuhoras que delle tem usado.
Os adultos tomarao quatro colheres das de sopa pela mana e qnatro
ioite. As cranlas da i a 5 annos tomaro urna colber pela manb e outra
i noite, e os de 5.a 11 annos tomaro duas colheres pela manhe duas noite.
)evera tomar banhos, fri ou merno pela manh e noite. Resguardo regular.
Encontra-se venda na drogara dos Srs. Francisco Manoel da Silva
* C., ra do Mrquez de Ulinda n. 23 e pbarmacia Oriental ra Estreita ti
.osario n. 3.

v>
'"
I

i
i


Diario de Peroambneo((uinta-fcira 7 de Janho de 1888
A | titzaicaa m c-
traque idas por un empobro-
cimeco do sangae a guana-o
medico aconta Iba o ompreajo
do ierra, supportSo som cn-
sacoa 'gamasGTTASCCNCfttT- ADAS
de FERRO BRAVAIS, da
pre fe i enca a gaaaaqtxar on-
tro* preparado* ieriugmoeoe.
OFERRQ
BRAVAIS
prodoi lurtmmrmm,
Mimpnni****rrir nrfYnr
rfasa, om oonatipacao. JVao
tta sabor ti/Q-um, asm chairo,
a n&o communica chetro nem-
Jtius tagua,neaaaovinho.aezm
a ouaiouar ijquicfo oom que
Sido r tomado. NUNCA
NNEORECXoi DMNTKB.
fl FERRO
BRAVAIS
Aa Ctfrea pmlUdmm, affaiaao
(lo eommon antra aa aapaano
momento da tormacMo, a 4MO
iiiio, u C'hloi-uuiy,, i.r/ucei'a-
dorow da mor parte das a/l-
aoaa ahronlcaa, afio comba iiimm
cora a maior efUcaciii palo
omprago regular do FERRO
InAVAIS.
0
BRAVAIS
H entune a o tan tur a
colerac.ao que. perdeu
pela molestia.
NUMEROSAS IMITACOIS
Exigir a Q ma
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Imprimida vermellia
toJNttt ii atr iiru u V-.
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chimbo, ponteirss e um greoic snrtinvnt) de irtigos para fumantes.
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A mais bem montada u'umia provincia, rom um pessoal artstico para as execu-
tm dei obrs mais diffi: is e por prec s s-.m co potencia, com grande nitidez e luxo.
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(
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i u
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nertlc'.lnoa, com dosc de aljai-
mas gottas rom agua, pi^vem ,
e cura a carie dos entes, ein-1
brauuueceos.fortalecendoe tor-l
nandi. as genglvas pcrfeita-l
mente Badlas. 1
a Prestamos nm verdadelro'
servlco.asslgnalando aos nossos
leltores este antlgo e utllisslmo
preparado, o melhor cura-
tivo e o nico pre*ervativm contra as
Affecce dentaria. >
Caada fundada em 1*07
Agente SS aT^ I 11 Hi 3' RCE BD6IHBr, 2
Geral: 9bUUIH BORDEAUX
Aeha-te em todttuboat ttrfumtrtt, Pkvmwiat
e DropriM.

ATTENCAO
(DITO 10 L81VIE)
CACHEMIRA de deas 1-rgnras, matis-iM, a 800 rs., o cova*>.
CAMBRAIAS brancas, bordadas, a 50000 o 55500, a pesa.
MERINO de c6rea, duas larguras, a 800 e ld(>00, o covado.
SETINKTA japoneja, fazenda nova, a 240 re., o covaao.
ZEPHYRtS di quadro, p^drS^s novos, a 200 e 240 rs., o covado.
LANS com meslas de seda, a 600 rs. o cova lo.
SANSUK muito finas, padrBes novos, a 280 rs. o covado.
PERCALES miudinhas, pudrSes novos, a 240 rs o 'avado.
GAZES arrendadas cor de creme a 600 e 700 rs., o covado.
FUSTAO branco, desenbos lindos, a 440, 500 e 600 rs., o covado
ESGUIAO pardo para vestido, a 360 e 400 rs., o covado.
FICHUS de malha, imitacSo de seda, a 2*500, um.
3ARGELIM ds tedas as cores, a 240 rS. o covado.
BICOS de c6r. s, matisados, a 2,5000, 25200 e 20500 a pe?.
LENCOS brancos para crianca, a 10200, a duzia.
LENCOS de linho de cores, 20400, a duzia.
COLCHAS de cores adanuscadss, a 30500, ama.
MADAPOLaO americano com 24 jardas, o 60500, a pega.
CORTINADOS bordados, a 60500 e 80000, o par.
TOALHAS f-lpudas, a 30500, 40500 e 50000, a duzia.
ESPARTILHOS couraca, muitn finos, p. 50000, 60000 o 80000, o um.
LENCE3 de bramante, a 10800, 20200 e 20000, um.
CAMISAS inglezas de flan; lia, 50000, urna.
BRAMANTE de algodao de qaatro larguras, a 800 e 10000, o metro.
ATOALHADO b.rdados, a 10200, 105OJ e 20000, o metro.
LEQUtS transparentes, grande sortimento, a 20500, um.
SEROULAS de bramante, e 150000, 180( 00 e 220tiOO, a dams.
LUVAS de seda, co mbotS s e arrendadas, a 20000, o par.
-CHEVIOTTES preto e atuLdo, a 30000 e 40500, o covado.
BRAMANTE de linho de qu>,t o larguras, a 10800, o metro.
GANGA adamascada para cobnrta; a 320 e 360 rs., o covado.
COLCHAS brancas de fualSo, a 35500, urna.
PANNO da Costa de listra, a 10000 e quadro a 10200, o covado.
TOALHAS grandes felpudas para b*aho, a 10500, urna.
GUARDANAPOS de linbo, para cbi, a 20200 e 20800, a duaia.
GUARNIQAO de crochet, desenhos novos, a 7d000, urna.
SETIM Alaco de todas as c6res, a 900 e 10000, o covado.
RICAS grinnlias oom veo de blond, a 80000, 90000 e 100000, urna.
FKJHS de I, todas as cores, a 10000 e 10500, um.
ZEPHYR kzenda muito larga, a 400 rs., o covadoJ
BALE1AS para vestidos, a 300 rs., a duzia.
CAMISAS aUemas, linho e algodao, a 380000, a duna; pechincha.
COMPLETO sortimento de bordados e ntremelos.
EXTRACTOS diferentes quididades.
TNICO de puninan, a agua de kananga.
Para para baahos de ma"
COSTME para boorm a 80KX).
, t senbora a 100000.
menino a 50000.
BOLCAS de palh para o mesmo fim.
NA MJA 1 DE MARfO H. 26
HASA
DE
AMARAL&C.
TOSSE CONVULSA
CUBADA PELO
Xarope de Mr. Bourgeois
Este xarope 6 o nico coraposto infallivel para a cura do coqueluche ou tosse
convulsa, como se evidencia das seguintes considerabas feitas pelo finado Dr. Joaquim
de Aquino Fonsea :
A pertiOCla que spresenta a tose convulsa n'aquellcs que della soffrem
faz quo por vezea eu'icumbam os doentes, sem que os madioamentos applieados onn-
sigam resultados f-ivoraveis, sendo essa aff-cclo tnto mais grave, quanto menor a
idade dosacco.nmcttidos; p'ir isso novas preparaco'js s2o constantemente annunjiadas,
sem que a app jaco conforme o que dellss se diz.
Tendo eu encontrado em um dos peridicos frvneezes de m^dioiaa a noticia de
um sirope preparado por Mr. Bourgnois de Faverdsz, pharmaceuii -.o eatableoido em
Saint Just (Loire), o parecendo me fundado o que se dizia de sua virtude therapeutica
contra a tosse c.mvulsa, em consequemi das substancias que entravam em sui com-
pesicao, pan ao Sr. BrthoIimm Franciso de Souza que ra.indasse preparal o, segun-
do a formula que eu lbe confiavs, afim de qu"- polcase applisal-o a tres doeotes de
dez mezes a cinco annos de iiade, que eu tinh era casa de um amigo; e com cff ito
esses doentes n3o tardaram em ficar restab leoidos, e desda entao essa xarope tem
apresentado o mesmo resultado, sendo notavel o que ltimamente se deu com urna
men.ua de 14 das de idade.
O xarope de Mr. Bourgeois de Faverdaz nao proveitoso smente na tosse
convulsa; tenho-o appli-ado oom satisfatorio resultado as toss^s intens8, e nao im-
proficuo na ssthms. Ainda nSo live ^f-asiao de arr^pender me de hovel-o applieade :
seu8 resultados sSo tSo lisong^iros que, depois de seis roeis de exparioncia, me animo
a recommendal-o aos meua c U'gs oomo um meio, de que podem lanc-r mo com
vantagem, quanto se achtrem as condic5' em que me hei visto; devendo scores-
centar que essa prsparagao tem adquirido voga no deparlamento em que est estaba-
lecido Mr. Bjurgeois de Faverdaz, tornando se tao p.pular qu^, apenas all sppare-
cem meninos con tosse convulsa, que por vezoa reina epid-raicamint-, seus paes
se apressam de cmpralo. <
Posso i Afirmar que o xarope contra tosse convulsa no p oparacSo de cbarla-
tlo e quo no departamento, em que existe a phsrmacit de Mr. Bourg?ois do Favor
daz, Lile applieado por todos os medidos, (pie alli se acham estabeheidos e obtem
excellentes re.ultados deesa preparacSo.
10 d. Agosta de 1857.
Dr. Joaqun, de juina Fonseca.
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PHARMACIA E DROGARA
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Licenciado pela Inspectora de Hygiene do Imperio do Brasil
Este Medicamento, de sabor agradavel,
adoptado pelos melhores Mdicos de Pars
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S O R T E
A MYMKIA FRNflEZA
Moa Primeir de liare9
Participbaos seus freguezes e ao puhlico amanto das venturosas noites de
santo mm, s. Mo b s. ppdro
que est sabir do prelo o mais lind e o mais importante Hrro de sortea, que
at hoje se tem publicado, intitulado
I......
que alm de ter urna linda colleccao de sortes cujos assumptos sao:
1. Se cara-dura 7- qae wnhar.
2.
Se eanivete-bilansa ou caivete em
pesada.
3. Se bonito.
4.o Se estimado.
5.* Se fabulista.
6. O que ser no futuro.
60:0001)000
Intf aaT&C'S ^
poa3$000 on 20:000c50i) por l$000
Lotera extraordinaria de S. Paulo
Extracto
El O DE JUXHO D2 188
INFALLIVELMENTE
NSo tem series 1 Todos os premios sao pagos pur inteiro
PLANO
1 premio de...... 60:003|q^
1 dito de...... 21:000*0'
1 dito de...... 12:000*000
1 dito de...... 6:000*X)
1 dito de...... 3:OUO*(00
3 ditog de 1:500* 4:500*000
10 ditoa de 600* 6:00040! 0
15 ditos do ... 300* 4:500*000
30 ditos de ... 150* 4:500*0 )0
60 ditos de ... 90* 5:400*000
99 ditos para, a centena do 1-
premio.....30* 2:970*000
99 ditos idem do 2- premio 21* 2:079*000
99 ditos idem do 3 premio 124, 1.-188*000
99 ditos idem do 4- premio 6* 594*0000
10 000 dit s psra a terminado do
1- premio.....3* 30:000*000
10.000 ditos idem do2- premio 3* 30:000*000
2 approximacocB do 1- premio
3:000*...... 6:'00*000
2 ditas do 2- premio 1:200* 2:400*000
2 ditas do 3- premio 600* 1:200*000
2 ditas do 4- premio 300* 600*000
100:000 bilhftes a 3*000 com 20.S27 premios
Todos es premios sao papos sem descont algum na thesouraria das lateras provincises de 8
Paulo, ob na corte, ma da Uruguay toa n. 23.
Chama se a atrenca do poblieX) pan este importante plano. nica lotera em qna nm bilhete
ioteiro do custJ de3*'0 d dir.iti a 60 000*, e com 1* reenbe-se o premio de 20:000*000.
A EXTliACgAO E' INTRANSFERIVEL
ADMIN1STRACAO :
PARIZ, 8, Boulevard Montmartre, FARIZ
pastilhas digestivas fabricadas em
Vlchy com os Saesexirahidosdas Fontes. S3o
de
tra
i cosi agradavel e a sua accao e cera con-
i a Aiia e as DigestGcs dir/tceis-
SAES OE VICHY PARA BANHOS. Om rolo para um banho, para as pessoas que nao podem Ir a Vichy.
Para evitar as imitaces exigir em iodos os productos a
MARCA DA OOIVIJP. r>E VICHY
Em Pernambuco, o ProdncU acim uh*o-< em cuu ie SULZER A KOCCHLIN,
35. m da Crol: Aua. labille. ^^^
-rtDRON GUYor
Pharmaceutioo, 9, ra CTaoolD, ataxia
O OOUDRON GUYOT serve para pre-
parar agua de alcatro a mais agradavel.
O GOUDRON GUYOT lev sido expe-
rimentado com grande xito nos Hospitaes
de Franca e Hespanha as enfermidades dos
PULMES e GARGANTA
mCATARRKQS da BEXIGA
DISPEPSIA
O GOUDRON GUYOT oonstitue na
pocha dos calores e em tempos de epidemias
a bebida a mais hygienica.
As CAPSULAS GUYOT ontem alca-
tr?o de Noruega puro. As dosos sSo de duas
a r.alr.i c;ip-ul:is no momento das refeic^ies.
As CAPSULAS GUYOT Kcommwdio-
se as enfermidades seguintes :
TOSSAS TENAZE8
TISiCAS, BRONCHITAS, ASTHMA
RESFRIAMENTOS
As CAPSULAS GUYOT ao brancas
e cada urna lava inipressa em preto a firma :
absolutamente inclispenaavel
exigir a Firma
XSCRXPTA EM TRES OORE8
Fabrica : Casa L. FRERE, 19, ra Jacob, PARIZ
' IM0ST1IU CUAL
COGNAC BRAZILEIRO
DE
A.
M. VERAS & C.
PERNAMBUCO
iis regra da sciencia, de
Cogaac Brazlleiro tem
sabor
faito
Esta exc.^elleote b'bila prepirada cam tod
uroma igaaes aos do cognac cstrangiiro. O
eranre successo pelas provincia do norte e sal.
Presos da fabrica
PEQUEAS GRANDES
. 10000 150C
9lCO0 120000
fO Cognac Brazil- iro encontrarse na fbri?a, em todos os botis, rest^urants,
.-> vendas dest cidado. e em Beberibe no hotel do Jo\> e venda do J-iciutho.
Alcool 40 puriearl'- mfeectado, perfumara para homoBopathia. t
(Jma garrafa.
Orna duzia
, J Cognac Bi
.libares^ vendas desta cidado, e
S*O
REPUGGMANCfii
HA
paba Tosua o
BROMRETO!DirP0TASS|0
8. Com quem casar.
9. Se viajar.
10. Se ser patriota.
11.a Se tem alguma lambugero.
12. fie se livrar da m&o-oeeulta.
Contm mais em a sua segunda pirte o seguinte :
Charadas, log>gripho, epigrammas, enigmas, ancdotas, anexms, pensamentos,
sortss, madrig.^'8, problemas, combinas numricas, anagramroas, aphonsmos inlios,
dirtnbafBes, iabuUs, j gos de ociedade, cansonettas cmicas, contos amorosos, versos,
urna importante bodarra^a o ou'ras muitas couass mais.
Um roame in-16.% tondo na oapa liodameute litograpbada o retrato
doCARVDURA...........,- '_ -*000
A mesma casa tem venda outros interess^ntes livros de sortes
0500
0500
0400
0500

COM -A.
Pastilhas i. POISSON com Chocolate
Estas Pastilhas, de sibor agradavel, esto licorosamente dosadas.
Cao-a Pastilha conten, 25 centigrammas de Sal (urna colherada).
Deoosito creral: L. POISSON, W, 26, Avenue de CourBevoie, em Asmff es, perto de Pars.
VKNUKSB F.M TODAS AS PRINCIPIS PHARMACIAS ________
1
O futuro revelado .
A sybill mod-rn .
A bruiba do Catuc
E a fada .
Gotta, Eheumatsmo, Dores
SoLugo do Doutor Clin
Laureado da Faeuldade de Uedicina de Pars. Premio Montyon.
A Verdadeira Solucao CLIN ao Salicylato de Soda emprega-se para curar:
As Affeccoes Rheumatismaes ooudas e chronicas, o Rhenmatismo gottoso,
as Dores articulares e -aculares, e todas as vezes que necessario calmar os
soffrimentos occasionados por estas molestias. =i.Mmamo
A Verdadeira Solucao CLIN o melhor remedio contra o Rheumatismo,
a Gotta e as Dores.
Urna explicacio detalhada acompanha oada frasco.
Verdadeira Solucao de CLIN & C, de PARS, qu* se enoontra nr
cata dos Droguistas e Pharmaceutxeos.
It
Exigir a
PECTORAL DE CAMBARA
Este poderoso e importante medicamento, vende-se eai cana
dos nnicos agentes e depositarios geraes nesla provincia
FRANCISCO MANOEL DA SILVA t C.
droguistas, ra do Mrquez de Olinda, n. 23; aos precus tle
2S500 o frasco, 13000 1(2 duzia e 2#000 i^draia.^
jlQiln pnra qq ffllcifipflPBQ I
atkinson
perfumara ingleza
fia Miiini.rt oRguno
fkM?. 1878. CAIXUTTA \-M
Da quiUdade.
60LD MED4L BODQDET
E8J. BWMET 1 W.iOB VIOLE?
THEYOl I eYPRE
ontn mullos perfu^ies conheciJos peta na
qatlidade t xlor dlitrl c exrur^l'o.
EU II TOaCTTE It ItmiKCE ATUKII
incont^artTel p ira refrescar e .uavis^- a peln
e pela inexcedivt! escollia H0 Perfumes
(aoUqco Arligol dotos preparado *laj
lnveotorec axclsiram^ate.
bMNln-u aa Cm; de Mis (> Voeiuta liknaual
i. m E ATKlfiSON
34, Cid Bond Street. Londraa.
^-MarcaeFaiir.ca Urna'- aosabraa"
obra tuna Lyra de Oveo.
ILHBB


8
?ucoQninta-feim 7 de .!unho de 1888
Cosiobcira
Precisa-ge de urna cosinbeirs que entenda bem
do offieio, para um engenho ero Scrinbiem ; a tra-
tar Da ra di Bom Jesna 4, eeeripcrio.
Seinentes de carrapato
Compra se em grandes e pequeas qaantuiadee;
fea drogan* de Francisco M. da Silva A C, a rus
i Marine* de Olinda n. 28.
Sitio
Aloga-se osprsca de Pedro II, n. 6 : andar, um
excellente sitio na estrada do Encanamento,
poucos minutos da estacao de Parnsmtirim, c m
boa cas de morada, que tem souitos commodos e
agua ene-mada ; a tratar ora o r. Joa V. Mei-
ta de Vasoucellos, das li horas do dia is 3 da
tarde.
Precisa se contratar um sacerdote para capel-
ln de umR irmndide desta cidade, a tratar M
Beciie, mi. do Mrquez de Ulinda n. 3, loja.
Pharitfaceulico
Quem precisar de um pbarmaeeotico pode diri
gir-83 a nra da Aurora n. 41, 2- andar, onde se
eacoutrarf. com quem fallar, at o dia 8 deste
mei.________________________
Cautelas *Jo Monte de
Soccorro
Comprase cautelas de qualquer joia ou brilban-
paga-se bem; na prava da Independencia n.
loja d- reloj oeiro.
~kwm ilnimu!!!
A crianza felpuda!
Urna familia de pobre* sertanejos p,-..-.. .o
em sea wio urna crianes de tres meses de idnde
totalmente f' Ipuds, um pbenomeno do seculoXIX
a p5e em txposicao todos os dias de >.unbo
das 0 borne oa manb ao meio dia, e das 2 da
tarde s 9 horas da noite, ra da Imperatriz n
6. 1. aadar
Para alujar
Na ra de Marcilio ias n. 45, sobrado, aluga-
e o sitio da Magdalena n. 8, com grandes com-
modos e agua encanada ; a casa n. 20 ladeira
do Veradcuro era Olinda, com bom quintal, ca
Cimba e pjrto p?ra o beeco da Poeira ; o as casas
ns. 4 e 12 a trav asi da fundica cm Fra de I or-
ts?, a qualquer hora do dio., se encontrar com
quem tratar.
Batedor de assuca
Na ra Br3o do Triumpbo n. 68, precisa-se
de um que seja perito. _______ _____
Ao Coelho L
Novo eslabelecimento de fazen-
das Anas e novas
J>6 Brn da Imperairlz 5G
A loj i do Coelho acaba de franquear suas por-
tas ao distintiasiino publico desta capital. Con-
fiando na benevolencia do publico, especialmente
na das Exm s. familias, o Coelho, para conquistar
protecco e concurrencia, nao adoptar o syatema
em voga, de falsos reclames. Esos conquista elle
espera fascl-a com elementos rusia efficazes : li-
sura nos negocios, sortimento caprichos e varia-
do. Em artigos de fantasa e fazendas da melbor
qualidade, fas o Coelho a sua especia I ida i*
Ao Coellw. pois!...
Te'.ephone. n. 489
Tnico
Oriental.
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s-
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a. o

H
OQ
(/)
0 PEITORAL de CEREJA
Do Dr. Ayer.
Ap cnfermidades niaits d* irosas e fataes da gar.
gauta e dos pulmoes, ordinariamente deseuvolveni-
g^, tendo por principio -luenas, cajos
resaltados nao sao dimeis de enrar se prompta-
mente se tralSo com o remedio conveniente,
o progresso pode ser engaoso e a demora fatal.
O KesfrlMos e as Tos se a dio reciprocamente o
resultado de Laringitis. Asthma, Bronchltig,
Affeccfio Fulinonar e a TUica.
Todas as familias que tem enancas devem ter
0 Peitoral de Cereja do Dr. Ayer
em casa pnra o usar em caso dt necessidade. A
perda de um sdia, pode em mutos caeos accarre-
tar pcrias conseqt:- se dere
Scrder tempo precioso, experimentando remedios
e eficacia dnvlosa, emquanto que a onferini-
ciado se apodera do systema o se arraiga profundar
mente, eatto que se neoessita tomar neswe instante,
o remedio mais certo e activo em sea cffelto, e este
remedio sem duvida alguma o 1*-itoiial vb
G'EBKJA DO DE. ATElt.
PBEPARADO PELO
DR. J. C. AYER e CA.,
Lowell, Mass., E. U. A.
y venda as principies pharmaclag e drogariat
Gazela Gastronmica
1ELEDA
0 Anjo do Futuro
E' o livro de sortes para as noites festivas de
Santo Antonio, S. J( ai e S. Pedro, mais moderno
e mais apropriado que tem npparecido neste ge-
nero. Vende s- em tjdas as livrariaa e na casa
edictora ra B .rao da Victoria n. 7
Llvrarla iDdaalrlal
i lyDosra-
economioa
Sement de carrapato
Compra so s> mente de carrapato ;
Hospicio a. 79.
na ra do
Arrenda-sc
M secretaria da saota casa o sobrado n. 24 rus
do Impe rador:
1' andar e soto 600*000
Loja__________________4004000
Pao tcoteio
Mello & Biset avisam ao respeitavel publico
que (odas as tercas e sextas reirs teera este sa-
borpeopSo ; ra larga do Rosario n. 40.
CRIADO
Precisa-se de nm criado ra do Cabuga n. 11,
1- andar, esqui* da das Trincbeiras. Sendo de
bsa conducta e trabtlhador, ser acceito e se pa-
gar rasoavelmente : a tratar oaquella mesma
residencia.
F0LHET1M
TESTAMENTO 7EBMBLH0
Boa du Imperador nnmero 19
Livros de jurjsprudeneia, direit>, litteratura,
iciencia e religilo, livros para iattrucc3o primaria
a secundaria, livros em branco para escriptnra-
;So commercial. tinta para copiar e para escrever,
de diversas coreB, artigos para escriptorio e diver-
sos objectos de gasto e pbantasia, papis pintados
para forro de salas, quartos, restaurante, etc.
Encaderna-se com prestesa e seguranca, marea-
je com nitides cartoea de visita e imprime-se com
perfeicao qnalquer trabalbo typograpbico.
PrecoB mdicos
Bas do Imperador ss. 93
Professora
Urna senbora competentemente habilitada, com
pratica de 10 annos de profisso, offerec -se para
leccionar por casas particulares e collegios na ci-
dade ou ama arrabaldes, as seguintes materias :
portugus, francs, italiano, geographia, piano e
trabalhos de agulha, mediante estipulaca ratoa-
vel ; a tratar na ra Visconde de (oyaena n. 69,
ou ra do Livramento n. 5, loja da borbolcto.
Aos sapateiros
lea r o n p i' i i d ii r
Formas para calcados, o mais lindo gosto, cera
de rubioi e escalas, fita para botas, machinas para
eolebetes.
Aos commerclantes
Tamancos a 320000 o cento. ditos a imiacao a
70*000 o cento.
8 no basar do Livramento n. 19
Bernardino da Costa Maia & C
J se achando publicado o n. nico da 6 tpocha
desta Gateti, previne se ass Sra assignantes que
deverS-j procurar por toda esta semana, no Caf
Ruy, a ra do BarSo da Victoria n. 56, os ejem-
plares que pretenderen], visto como as respectivas
offertas devem ser distribuidas de sccordo com o
telegramma de 60:0 )0 da provincia do Gram-
r'ar do da li do correte mer, urna vt z que, se-
gundo consta, nSo baver antes do dia de b. Joao,
outra de igual importaneia.
VENDAS
Mocnda
Por 250*000 vende-se urna moenda com 20 poi-
legadasde panadura, e nm rodete com 8 palmos
de dimetro ; na ra larga do Rosario n- 11,
POR
XAVIER DE M0NTEPLN
SECIWD "i PARTE
A CACAA DAS MEDALHAS
iContiauasSo do n. 127)
VI
Elle ecrrespondeu a esses comprimentos
por Uih ligeira inclinado de cabeja,
acompanhad de gracioso aorriso, atraves-
oa o salilo em toda a bus largura, abri a
porta que condazia ao vestbulo e disse al-
gunas pslavras em vo baixa do menino
encarregt.do da distribuicSo dos nmeros
de ordetr.
Jaeques Lagarde vestira-se como se ti-
tsso de ir a urna renniZo : gravata bran-
ca, casaca e o collete moito aborto sobre o
peito da camisa milito aira.
Este trajo, que tSo poucas pessoas sa-
bem usar com diatiocfSo, barmonisava-se
p: rfeitamente com o corpo delgado e flexi-
vel e a sua cabeja intelli^ente, que a bar-
ba cortada em forma de ferradura, moda
americam, n3o consegua tornar nem feia
nem vulgar.
De novo atravessou a sala, em sentido
inverso, dirigindo-se para o sen gabinete.
Raymundo, acompanhado pelo filbo, to-
tncu-Ihe a passagem.
Jaeques Lsgarde reoonheceu-o logo pelo
homem com quem bavia conversado dias
antes na casa de pasto da ilba.
Ah 1 o senhor 1 disse lbe elle es-
tendendo mo, qae Raymundo apertu.
Agradeco lbe a honra que me d e a con-
fianca qa em mim deposita.. Lembrou se
da nowa conversacio ? Tambem eu, como
v, nSo me esqueci della. Qual o sen nu-
mero de ordem ?
O numero 1, disse Raymundo son-in-
do. Estamos aqu desde antes do meio-
dia.
Ten lio muito prazer que seja o se-
nhor o primeiro a quem vou dar os meus
conselhos, e nSo terei que commetter ne-
nhuma injustica para recbelo immediata-
mente. Este mojo seu filbo ? accres-
centou o medico designando Paulo.
E', sim, senhor, responden Fromen-
tal.
Parecame reconbecel-o, embora nSo
o visse senSo de passagem.
Paulo inclinou-se.
Queira entrar no meu gabinete, pro-
seguio Jaeques Lagarde, levantando o pe-
sado reposteiro que velava a porta e fazen-
do passar diante delle o pai e o filbo, com
os quaes desappareceu.
O pseudo Thompson, com a sua boa ap
parencia e seus modos oortezes, bavia feito
primeira vista a conquista de todos os
seus futuros doentes.
Sente-se all, disse a Raymundo, e o
senhor, aqui, perto de mim... Vamos coa-
versar larga e seriamente. Uomecarei por
dizer-lhe, com toda a franqueza, que desde
o dia pouco remoto em que o vi, o senhor
mudou muito... o n2o a seu favor.
E' com sorpresa que o oujo affirmar
que me vio, murmurou Paulo, porqun nSo
me lembro de modo algum de tel o en-
contrado.
O senhor nSo teve occaaiSo de dar
pela minba presenca. Vio de bastante
loftge, e foi durante a sua ausencia que
disse a seu pai quando me paremia necee
saro tomar certas precaujS's para dar lbe
as forjas que Iba faltam e combater os
progressos da anemia de que est accom-
mettido.
E' a doenca da moda, Sr. doutor, a
doenca chic, retrucou Paulo rindo-se.
Por mais chic que seja, espero v-
brar-lhe um golpe, do qual no se ha de
levantar. Preciso estudar o sen aangue, e,
para analysal-o, permita que lbe extraa
urna gotta.
Preciso tirar o paleto ?
Oh I intil I... Dme a sua mSo,
Qual dellas ?
Pouca soporta.
Paulo estendeu a mSo esquerda.
O doutor pegn nelia, epertou com forya
um dos dedos, o annulsr, entre oa seus,
depois, com nm alfinete de euro, icou a
extremidad*
Sabao Lessive Pbenix
' sabio de nova especie para lavagfm de ron-
pas. assim como de^narmore, metaes, ia ssoslhoa,
pintoras e loucas, limpando quaesquer; manchas,
inclusive as sedas e fhnelas conservando tudo
em bim estado Vendem Amorim Irmos A C,
em seu escriptorio. e tambem em ontros depsitos,
ajretalbo, em pacotes ou em caizas nteiras, a
vontade dos cempradores.
A imperia9 Regente
Pestes de phantasia para enfeilar um bonito
penteado, lindos aigrettes para enfeites de cabello
e chapeos, ultima uovidade, receberam Pedro
Aotunce & C., 63 ra Duqu: de Cazias.
_
Vende-se no largo da Pas dos Afogados as ro-
das inutilisadas de um bond de bagagem ; a tra-
tar no mesmo logar, todos os dias, as 9 horas da
manhS.
Atten^o
Vende-se cadeiras austriacao (junco) do acre-
ditudo fabricante Tbonet, a 66/JO a dusia ; no
armasem da ra do B-m Ji'suj n. 49.
Oliveira Campos e G.
Ba do Cre*po n. 91
Becebfram pelo ulthra vapor sortimento com
->lao de capas de casemira, merino, gorgurc e
eda, para senhora, o que ha de mais novo, a pre-
oo rasoavel; receberam mais seda preta e gorgu-
:lo, -"^deB por preco baratissimo.
wi'iif
Rojal Blend marca YUDO
Este excedente Whisky Escocez pre
ferivel ao cognac ou agurdente de cauta
para fortificar o corpo*
Vende-se a retalho nos melbores ara
zena de molhados.
Pede Royal Blend marca Tlado
cujo nome e amblema sao registrados par
ftary&o-a OOrsTa
barrica
hosTeooMe.POr "" ""nudo preoo carvio de
Vende-se ou permuta Be par predio nesta cidadi
um bom sitio .o boa caaa, muitas fructeu
ezcellente banho do rio, boa agua de cacimU
ezteusao de terreno para baiza de capim, tod.
murad ona frente, com portSo e gradeamento, ooo
caminho de ferro e estaclo junto ao dito sitio, n.
Porto daMadeira, conhecido pelo sitio da Joa.
selleiro, junto ao Dr. Ernesto de Aquino Foose
ca ; quem pretender dirija-se praca -da lnde
pendencia n- 40, das 11 horas s 4 da tarda.
Vende-se
em vinho
Do Porto em barris de dcimo e vrgesimo.
Verde em barra de quinto e dcimo.
Virgeros em barris de quinto.
Garntese a qualidade e acondicijnamento.
Milh
italho, de p.'uc
>do.
Fuios
Em porcSo e a reUlho, de piucos saceos gene
" bem acondicionado.
Do Rio de Janeiro, Minas e Goyas.
No trapiche da Companhia, largo do Corpo San-
to n. 19.
Yinho verde da Bairrada
Por 40/000 o barril deS-
Vende-se o armasem da ra do Amorim n. 60,
puro e sem confeccSo ; vende se por este preco
por ser de tonta do lavrador
Sui generis
todo Brasil.
BROWNS 4 C, agentes.
urna gotta-
extremidade.
Appareceu immediatamente
zinba de sangne.
Jaeques recolheu-a n'uma lamina de vi-
dro, que collocon debaixo de um microsco-
pio de forja de augmento consideravel, e
com o auxilio desae microscopio poz-se a
eatudal-a, nSo como um charlato que
quer illudir o publico crdulo, mas como
hornero de scieneia muito serio e conven-
cido.
Deixemol-o entregue s suas consoiesi-
eiosas investigacSea e vamoa transpdr o fi
miar do quarto visinho, muito semelhante,
como d8semos, a urna pbarmacia.
Nesae quarto a;hava-se Martha, sentada
diante de urna mesa, sobre a qual estava
am monte de caixinbas com rotulo e um
velumoso registro, ainda complotamente em
branco, cujo destino conbecemos.
NSo tendo nada a azer naquelle me-
mento, a moga lia distrabidamente nm ro-
mance emprestado por Angela.
Ouvio o doutor entrar no seu gabinete,
ouvo fallar, mas nSo poie peroeber de mo-
do bem distincto as palavras que elle stro-
nunciava, e s quaes n3o-prestava alias at-
tencao alguma.
Comecaram as ccnsultas. .. disse ella
eomsigo.
E continuou a leitura, espera que nm
doeute viesse entregar lbe, ao mesmo tem-
po que o prego da consulta, urna receita
para tranBorevtr no registro.
De repente estremecen.
O aom de uma voz que nSo era a do
Dr. Thompson, chegava aos seus ouvidos
c fazia-lLe putar o coragao.
Parecia-lbe reconhecel-a.
Poz-Be*a escotar cora atteocSo devora-
dora.
A voz calou-ae, e o doutor tornou a fal-
lar, mas desta vez Martba ouvio muito
distintamente o que elle dizia.
Quando acabou, a segunda vez, aquella
que aiabava de impressional-o tanto, ou-
vio-ae de novo.
Um tremor nervoso agitou todo o o cor-
po da orpli.
Tinha agora certeza de nSo se engaar,
julgando rei-onhncer asa voz.
Era a do joven pescador das margena do
Mamo, que lbe bavia levada o sen livro,
com o qual tinha conversado durante Lrgo
tempo e no qul, desde aquello dia, pensa-
va sem censar*
Era, emfiu, a vos do deaconbecido que
ella amav, e qu, por um acaso prodigio
so, tora-va a eoooutrar alii, perto della, no
Detestamos os artigos bombsticos com
que diariamente se en'bera os jornaes desta
capital, annnnciando como especialilade o
que nunca passou de mediocrMade. Somos
positivos, e como taes s timbramos em
nSo engaar aos que nos dispensara a sua
amizade e auxilio.
Acabamos de receber nova remessa do
j afamado e especial vinho
Maduro
O consumo extraordinario que este vinho
tem tido faz-nos acreditar ser este o nico
que fica substituindo esses outros que por
ahi denominara--Bairrada, Figueira, Car-
cavellos, etc., etc. Du&s summidades me-
dicas d'esta capiial, recomroendam aos seus
amigos o uso quotidiano d'este vinho, como
mais salutar economa humana por nao
ter as composic^es de tantos outros, qus
arruinara a saJe da humanidade, trazendo
como conBeqnencias os horrores a urna po-
pulacSo que se definba a olhos vistos.
Recebemos tambem o
Requeijo
em latas, de procedencia de engenhoa cujos
proprietarios capricham em bem trabalhar
neste artigo, afim de terem a primaza so-
bre tantos outros similares, cuja composi-
cSo duvidosa.
Em outros artigos como :
SEMENTES DE HORTaUCA
E FLORES, LINGAS SECCAS DO
RIO GRANDE E
OBJECTOS DE VIME
para isto tSo pouco temos competidor. A
nossa casa especialista e as pessoas que
disto se queiraui certificar pdem compa-
recer, com o que muito nos honrarSo.
A par de urna infinidade de artigos de
primeira ordem, que se acham em exposi-
cao, accresce a amenidade do trato com
que timbramos tratar to :os os que nos hon-
rara com sua presenca, junto a modcidade
de precos sem rival.
ua Estrella do Rosarlo n. O,
junto igreja
P(ps Hendes & G.
A' FLORIDA
Um saldo de 600 peess de bordados de
muito boa qualidade, cambraia Victoria
proprios para casacos de senhora, vestidos
de meninas, calcas e saias, com 4 e 5 de-
dos de largura, a 1|>400, a peca.
dem com 4 e 5 dedos de largura, e urna
chave, a 10500, a peca ; todos com 3 1/2
metros garantidos.
Grande sortimento de rendas
Bico branco, de linho, a 1(5500, 2,5000,
2.S500 e 30000, a pega.
dem de c6res, a 2fi, 20500 e 30000,
a peca com 10 varas cada urna.
Pulceiras, guarnigSes, aneis, brincos e
alfinetes para gravata, tudo de plaque ame-
ricano, garante o doun.do.
J chegarao os espelboscara dura
Esplendido sortimento de fl >res finas com peta-
las de seda, fulbas|aveludadas e asteas de borracha
para enfeile de peito. cabeca, chapeos e chapelinaa
ramo a 1*000 e 14500:
Enfeite para chapeo, gorros e capotas, (aigreta)
esm passarinhos de seda a 2000 um.
Lindo sortimento de jarroa para enfeite de sala,
toialet e santuario o par 1000, 2000, 3/(00,
4/000, 5/000 e 6/000, todos com lindos dtzenhos
de perulas em alto relevo.
Xa
RUa DUQUE DE CAXIAS N. 103
F MAIS BABATO
Na Loja das Lslras Azues
* rn Boque de Casia* a el
211
Tinta de impressao
Vende se superior tinta de impressao em latas
de 1, 5 e 10 librss, rus Baro da Victoria nu-
mero 7.
YENDE-SE
a acreditada nfiaacao da ra Coronel Suassuna
n. 7 ; a tratar na ra estrella do Rosario nume-
ro 17.
_ -fcYENDE-SE
a importante tavema da ra da QLria n. 54 ; a
tratar com o preprittario.
Sabo transparente
DE
ClCiITCi
gabinete de consuulta do Dr. Thompson.
Elle vinha consultar.
Entilo tinha urna doenca a combater 1...
Precisava de tratamento.
O coracSo de Martha tornou a palpitar
acceleradaraente, mas desta vez foi de dr
e angustia.
A orpha procurou traoquillisar-se, per-
suadindo se de que era victima de urna se-
melbanca de voz, mas nao consegua.
Se eu podesse ver I murmurou olla.
Levantndose inmediatamente, e ap-
prozmando-se da porta com preoancSo,
debrucou-se e encoston um dos olbos no
buraco da fechadura.
Via, mas o circulo que abrangia a sua
vista era limitado, e exactamente naquelle
momento o doutorjacabava de chamar Ray-
mundo e Paulo psra junto do microscopio,
e os tres personsgens nSo se achavau no
pequeo espaco abracado pelo seu olbar.
Nem por isso a moya deixou de ficar no
seu posto de observacSo, attenta, anciosa,
trmula.
O'don ter falla va.
Olhe, meu rapaz, disse elle a Paulo,
designando o microscopio, e descreva o que
MED4LUIS 1851, 1853, 1855, 1862, 1867,
1875.
' De prata, Pars, 1878.
De curo, Londres, 1>:84.
Vende-se as principaes lojas de miudesas.
Guimares & Perman
_^_____________Agentes. __________^^
AttenQo
Vende-se ra obras seguintes, todas em bom
estado :
Como Atravesse a frica, por Serpa Piato,
10/000, 2 volumes, encadernado.
A Igreja e o Estado, por Qanganelli, 4 volumes,
por 15/000, encadernado.
O Paator e a Ovelha, obra rara, 1 volme, por
10/000.
No escriptorio deste Diario se dir quem
vende.
(rando c completo sor-
t ment de fogos
Nacionaes
Americanos
Chinezes
Para salSo e jardins
Atacado e a retalho
Por presos commodos.
- Vende-se na rus do Bario da Victoria n. 61
Loja do Souza
Compra Tartajosa
Vende se por necessidkde o palacete ao lado da
igreja do Bmfim em Olinda, sobrado elegante,
eom gradeamento de ferro, tendo quasi que um
sitio com excedentes fructeiras, tendo a grande
vantagem d'agua do cacimba para beber e de
gasta : quem qnizer poasuir urna linda e agrada-
vel morada, muito em conta, perto da estacao de
Carmo ; entenda-se com o Illm. Sr. Dr. Jos Ho-
norio, em Olinda ou no Recite.
Boa acquisi(o
Negocia-se urna boa armacao envidracada, fitei-
ros para amostras, armacao ingless, registro de
gas e candieiro, tem agua encanada e morada
para rapas solteiro ; garante-se a chave ao com-
prador da loja ra Duque de Caxias n. 89; a tra-
tar ra praca da Independencia n. 35.
Vende fasendas finas por todo preco e di des-
cont quem comprar de 20/ para cima, to
Exmas. familias nao devem comprar em o*tre
loja sem primeiro verou mandar buscar asamos,
tras que se do sem penhor
Fazendas de novidade
Tecldoa de linho bordados com listras a
quadros, fasenda muito larga e de lindas cores
Wa rs
Seiias da Macu. preto e de todas ascOre
liso ou de listas a 800, 900 e 1/000
deTe*"aa-4y^,de8e wS'tmtiSw^ Pret e detodM M0m
Etaaline de core e com listas cor de ceas
A DUU rs
Enguio pardo infostado paravestidoaaMO
e 400 rs.
Einon bordado, uma s cor 240 rs.
Vellodlono preto e de todas as cores
contas a 1/800.
*end* hespanhola com bicco, preta ou branet
Cassaa Nansuc padrSes miudinhos a 280 rs
Crochel; branco e de cor, desenhos
psra cortinados a l/UOO.
rlnalda* com ricos veos
104 e12/000.
COSS
litidpt
de Blond a 8/.
320, 36C i
Alpes fasenda de listas assetinadt
EO de quadros, pairoee novos a
400 rs.
escuros, claros e miudi
Mimo do
a 300 rs.
Melladas lavradas de lindas cores a 240 rs
Fumo branco a 320, 360, 400 e 500 rs. qua-
liaade superior.
Fazendas diversas
Bramante de 4 larguras a 700 e 1/000 si-
perior qualidade.
HadapolAo americano Listas atues com i
e meio palmos de largura a 6/500 com 20 vara
garantidas.
Algoclo americano muito larga e super;
para lenc,s a 5/500 a peca, mais tstreito a 3/50S
e 4/000.
Cnllas o cretones
nhosa 200 e 240 rs.
Cassas indianas de cores a 160, 200 e 24T
ris.
Eiuhow lisos e de quadrinhos a 100, 120,15X
e 200 rs.
Itrim pardo para roupa de meninos a 300 s
o\) rs.
Casinetas escuras imitacao de casemira s
.500 rs.
Baeta asut Cncorpada para ronpa de banho s
700 e 800 rs.
**.' cla*drinhos, padroes novos, a 300,320
o60 e 400 rs.
Creps de lindas torea a 500 rs.
Eencos brancos e de cores a 36, 1/200 i
1/500 a dusia. '
Toalbas felpudas e alcoxoadas a 3/500 5/ e
6/000 a dusia.
Helas de cores, brancas e cruas para senho-
ras, homens e meninos desde 2/800 at 6/008
melbor qualidade.
Enrliovaes para baptisados completos
10J 12/000.
Cortinados bordados para cama on janelli
a 6/ e 7/000.
Panno da Costa, de quadros ou listas a 1/30C
o covado.
Aioalnado aviado, lindos desenhos a 1/801-
e 1/500.
Cuardanapos a 2/000 a dusia.
Paulo fioava mesmo em frente della, em
plena luz.
Ao ver-lhe as faces paludas, as palpe
bras arroxeadas, os labios descorados, nSo
pode couter duas lagrimas.
E' elle mesmo 1... disse ella eom-
sigo. Maa, ai! que mudanca Como a
sua doenca deve ser grave I
O senbor diligente ? perguntou o
medico ao moco.
Sim, Sr. doutor, gosto de estudar.
Estudou ltimamente muito ?
Muito verdade.
Quando camioha depressa ou se en-
trega a algum esforco extraordinario, nSo
sent palpitacoes de coracao 7
Sinto, mais ou menos fortes, segundo
a rapidez de andar ou a soturna de esforco
empregado.
Fica s veze3 triste sem motivo, fa-
tigado sem razo, caprichoso e irritavel ?
muito
Lnvss de seda ou pelica a 2/000 e 2/500.
Bicos brancos cor de crema, e matizados
2/000, 2/500 e 3/000 a peca com 11 metros.
Con tas lapidadas para enfeite de vestidos pis-
tas e de todas as cores a 500 e 800 rs.
Bordados, babados e entremeio de fustito i
transparentes a 300 rs. a pega com 3 metros.
Espartiihoa cosraca e americanos a 3/56
4/, 5/ e 6/000.
Grande qnantidade de chitas em Fetalhos qs
vende-se por qualquer preco.
Pintados a oleo com rica moldura e cordSe*
por 25/000; esli expostos alguna retratos para
o publico e as Exmas. familias verem o quants
sao lindos e baratos e fcil a qualquer pessoa ter
nm em sua sala de visita.
Para encommendar bastante maada
um pequeo retrato em cartio de visita, nao ia-
porta que seja antigo, direndo a cor: dos olhos e d
cabello chega um lindo retrato dse ado.
Agencia de artigos americanos t carimbos ds
borracha.
Na Loja das Listras Azaes
Jos Augusto Dias
vir.
O mogo collooou um dos olhos no orifi-
cio superior do apparelbo, disposto quasi
como um ooulo do um nico tobo, e exa-
D'inou com enriosidade a gotta de sangue
collocada na lamina de vidro.
Entio ? perguntou o pseudo Thomp-
son.
Panlo responden :
Vejo uma gotta d'agua, no meio da
qual est um globo vermelho.
Formando pouco mais ou menos um
duodcimo da gotta, nao assim ?
E'.
Pois bem, a parte vermelha um
glbulo de singue envolvido em um liqui-
do inoolor, que deveria ser sangue tam-
bem, mas que n&o senSo urna serosidade
resultantante da anemia. Sai agora a quan-
tidade de sangue. Venha aentar-se de no-1 val-o
vo ao meu lado e conversemos. Como T
O doutor volton para a sua poltrona.
Paulo lentou-se a sen lado.
Martha cootinuava a espiar para o in-
terior do gabinete pelo buraco da fecha-
dora.
Vio passar corpos, cujas cabeeas fioa-
vam fra do circulo do seu raio visual j
di-pois tendo-se esses oorpos sentado, vio
os rostos.
Isso acontece-me a mind..
a miudo...
Pois bem I slo esses os maia frequen-
tes entre os svmptjmas geraes da ane-
mia. O seu aomno agitado ?
Quasi todas as noites...
-- E, alm disso, a sua respiracao
entrecortada e o seu pulso desigual... Nio
sendo muito forte a sua conatituicSo, os
excessos de trabalbo desenvolvern fcil
mente no seu organismo, e a muito tempo
j, a anemia, mas cousa que nio deve
ioquietal-o. .. Tomo o compromiaso de cu-
ral-o, e rpidamente, rinda que pouco quei-
ra prestar-se ao tratmento ..
Sr. doutor, arguirei pontualmente as
suas indicsc5:s... Tu lo quanto me disser
que faca farei.
Nao duvido, mas nao somente da
obediencia que preciso, tambem da sua
oeofianca... Tenho necessidada della, com-
pleta, sem restriogoes. .
Asseguro-lhe, Sr. doutor, que tenho a
nelhor conlianca em ai...
N3o basta dizer-me, preciso pro-
Bespondendo me com inteira franque-
za, quaesquer que sejam as perguntas que
lbe faca. .
Estou prompto...
Vamos ver .. Fiquei dolorosamente
sorprendido com a mudanca operada no
sea aspecto n'um lapso de tempo de oito
dias apenas.. Julgo poder affirmar-lhe
I que a brusca alterayo da sna saude, muito
visivel na sua pbysionomia, n&o pro.m da
anemia.
Raymundo olhou para o medico com es-
panto.
Elle tambem, pensou o mancebo, des-
confia da existencia de alguma dor secre-
ta. .. E' o que se chama adivinhar.
Paulo estremecer.
Martba, offegante, retinha a respiracao
para melbor poder ouvir.
Meu querido filbo, proseguio o pseu-
do Thompson, com verdadeira unec >, um
medico nm amigo com quem a gente de-
ve abrirse sem reserva, como com um con-
feasor... Nao se deve oceultar cousa algu-
ma a este, se se pretende a cura das mo-
lestias da alma, nem aquello sa se quer a
cura dos padecimentos do corpo... Ora, o
senhor oceulta nos alguma cousa, a seu pai
le a mim... Tem uma dor, um tormen-
to... um desgoato takez .. Vamos, faca
um esforc e responda francamente.
O senbor engana-se, doutor, murmu-
rou Paulo constrangido, nSo tenho nada...
absolutamente nada...
Jaeques Lagarde meneou a cabaga."
N3o me pode persuadir disso, met
filbo... tornou elle; o meu oonbecimento
dos homens permitte-me 1er na sua alma e
no seu coragSo t3o correntemeate como
n'um livro .. Ao lado do mal phyaico por
mim assignalado e fcilmente curavel, se o
senbor quizer, existe o soffrimento moral,
que nao posso tratar, visto que ignoro a
sua natureza, mas cuja existencia verifi-
que!, a que mata-o...
Peco-ihe, Sr. doutor, supplioo-lbs,
dase vivamente o mancibo, nSo me inter-
rogue ...
Raymundo interveio.
Meu querido filbo, exclamou elle, qua
mo espirito impelle-ta obstioacio no si-
lencio ? Nao comprehendes que trata s?
de salvar i a vida, de restituir te a sau-
de ?.. Eu tamb>m adivinhei qm soffrias
uma doi-, um desgoato, um tormento...
Meu pai.... meo pai gaguejou
Paulo, o sechor tortrame...
{Continuarst-ha)
Trp. do Diario roa Duque de Caxias n. 42.
s


Full Text
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