Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19072


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Full Text
AIIO lili --3IBBO 224
m
*
i
-\
%
7
PIH.1 A tAfllAL ifi LlfcAHK U.\t A PACiA POKfE
64000
124000
244000
4100
Por tres meae-8 amantados
Por seis ditos dem.
I *ar om auno dem.
.a numero avuiso, do meimo da.
(jUKTA-tMA l-J UH. XBIiUUlifll UU ItNte
PARA Dfc.VIH B PORA O A PHOVWUA
Por mis meses adianudos.....
Por nove ditos dem.......
Por tua anno dem......
Cada numero avuiso, de das anteriores.
181600
2U#000
27 wue
UO
DIARIO DE
SNMBUGO
ProprtfiraHe ir Manotl itfiuctra He Jaa & lljos
Oa Srs Imede Prince 4 C.%
de Pars, s8 os nnioo agonic-
exclusivos de amiiin io e pu
Ule -coes da Franca e Ingla-
terra.
Oa Mra. Waobupoe II rsanos-
te Hew.Vopk, o.d Way n,
SI, s&o os no os af-ntns ei.
elusivo de annu elos as Es-
tados-Unidos.
TELEtRAMMAS
SEBVICO ?A3IIKLA3 DO 5IARI0
RIO DE JANEIRO, 29 de Seterjbro, as
3 horas e 45 minutos da tarde. (Recebi-
do s 5 horas e 15 minutos, pelo cabo
subnarino).
Honi.-m. por ona-iao de orar no
Senado o Mr loaren Branda, o 8r.
oiist'iiieiro Brillarlo de Mouia. mi
nlairo rt faiimi. iinliirou que ero
Junio que fuaxe inml II<;<> o impon -
to aobre o aaacar, nao agora, po-
rtal, altelo o catado unaucelro do
imperio.

mi::: n ..usa savas
Especial para o Diario)
VIENNA, 28 de Setembro.
O na mero de canoa de rkoleranor-
bna eua Boda-Pemli fol 30.e o ue ca-
sta fuiae 13. na anima l llo-
ra.
SOFA, 28 de Setembro.
O general Kauloar. encorreando
do neaectoa da Rnonin, aprt-aeniou
as ua rredenciae e peulo ao che
fe do goverof. qn ma*-eaem novo
prono para e -ftVciuarem o elel
caes da fraude aemola.
Agencia Hauas, tilial am Pernambueo,
29 de. Setembro ie 1SH6.
INSTRDCClO POPDLAR
l tJxtmhido)
DA BIBLIOTHECA DO POVU B DAS E8COLAa
CAPITULO VIII
EX.EMCICI OS P>BOPISSOES
(ConclusoJ
Exerclcin en eral0 ejercicio in-
dispeuaavel ara a c gaarruatn da anude,e a
falta de x-rei'-io que inm'as p-sso8 ricaa, apro-
veitaudo sedo privilegio, que podem gozar, de nada
fazerem deven urna grande parte das suaa Jo n-
oa8. O exerciet umder i lo augmenta a actividad*
dos rgi>-, tor-i. diirit sutil fcil, a circula
a sua infl i-ucia, deseo** dvem se oa osios, o peit>
e os msculos. No h ;mein a anarch* o exerciciu
teii) -r ina b fa.-il.
A" era uto i iudi*peuoav"lqo* ande, corra, pule
e se agite no seu bul.co infantil, aece.erando a
respiracao, augmentan > a .n-rgia dta f reas vi-
deaeuvolv ii I i ,u iirgXua e tavilitnido > eres
cimento. C rntudo, para que >>8 ex-rcicios e agi-
tac&o oro losara os ae.i- eft -it -s salutar a nao de-
V3in eff~CoUar.se era e.pacos acanha loa, mas autea
ed> grandes si'ous'iu .aram-lhor anda, aoar livre.
De todo* m mi i loa ie ex-ireiciu, o que melhor coo-
vm a <>da e n'e s-in contest.cio a marcha
variada, em uleno ar, no campo, uaa raatt.is e no3
prados, e sobre un terreno ligeiram ute acciden-
tado.
Bepoooe. Stano -0 exereicio torna fa-
talmente indiap.-nsavel > repouso, cuja neceaaidade
eempre na r-io directa d deapenlio d forQ>s
por aquelle produzi lo D* tod pouso o mais salu'ar e un .completo o omno
Dentro d ras ^aveis limites de duraco, reataura
\i forcas, imprime Ihea nova energa e reanima a
actividade do cereoro e doaaeutid'8.
Q lauro rnaior tem ai lo a fadga, maior a neces-
sidide do reponso: e o nmM inun\oeure abate e
gota as f .reas. Mas Uinbem, quajdo eate x-
easivamente prolongado, int.rpece o corpo h im-
bota o --apiri o. A duracao do sumn deve ser re-
gulada segundo a idade, o temperamento, o sej.i,
genero de vida, ei.
S-m que poasa f irmular-e relu'a,
erto que em geral c.iuvin : 10 a 12 h ir.s de aom
O as crean^aa p-quena; 9 aegund- infancia ;
8 aos adolescentes ; 7 a a adultos. Os velho fa-
rao bem, se d.nnirein mu -8 que eataa 7 h >raa
O aoeaiio da uoite milito mata til e reparador do
que o do da.
ProfloeAs profisso-s sao verdadeiroa
habito-, adquindoi e eon-taot-a. Caia i>rufi-aa
tem ii -ina liygi-iue especial, que da r-oneito, fant
40 genero de traballio de c ida urna o mi ao mei
em que ex rci la. D principios e precitoa qu
lemos ap iweutd-i no dicurao deat- livrinnu muitoa
abo raiAo poder aoplicar a differente prufi->
adea. A falta le espafo nao nos pe m'.t- tratar
em especial da bya'i-ue singular d di uaa.
C .naidaradaa tiyjieniOHmeute, devem hI as bh
dassi&eadaa do aeguiute molo: pr .8a-o>a i'el
iee'uaes, profia^oes se leutaiiae, pr.tio-5a a-cia-a
.BagwT da, religi is-*, ir.iiit-res, etc.), on.fis o-
nxercidaa em mei^s insalubres (temper-.tura eleva
Sa, minas, almos oh'na '-arrgala de prin-ipioa ex-
tranhua, etc) A hy cenpar ae 'auto do piysico cuo> do m >ral .leu.
&' p la inatroecao e pela loflueucia da vi-la de fa
alia que se ebegira, dea nv >lve i lo-se u 11 a u -
So d> dever, a oeooficiar iti a aau le do corpo.
CAPITULO IX
: 11 ociEnins
J*pula^Ao Par muito tem o ae arretoi
eos a uied' la iK p "ler d> uta -atad era dada
ra aua maior ou ma .r uopulacolo. H je, o me-
r estado das lea s -ciaes tum m s'rad> que b .
eatroa elem uto* pan cal avali .l aiudo oapnu-
cipaes : a riqueza, a instrueco, o estado moral e
intellectual da c llectividade e as auas coudicoei
de salubridade e robuate*.
Para o intereae das naco -a, preferivel q^ue o
augmento da populacho se faca antes pela d mioui
cao dos bitos, do que por accreacimo no dos nas-
cimentos. A creanca em nada contribue para a
soinma do b-m estar socitl. A socio lad-< tem que
proporcionar-lhe ante-ipaoea, dj qne n'una caaos
na i indemniaadaporqie graude a mortalida-
da as pnmeiras i ladeae n'outros caaos a o
tardiam-mte.
Quandoba caresta de subsistencias, ha menos
casamento e augmenta o numero dos bitos. A po
puiacAo tende a crescer em omito maior propir-
cio do que as subsistencias. D irwin traduaio eate
f-cto pela seguinte le: A p ipulacio eresce em
progresado geomefric. emquanto aa substancias
a crescem em pr >gresa> arithmetica Maltbue
dase :0 crescim-nto do nume o de bomens ca
minha como orna lebre a toda a ve| cidade ; >' das
subsistencias faz se cm a leotidio da marcha de
una tartaruga D'aqui resulta um preceito de
bygiene social, que deve oceupar u.uito a atiene^"
aos legisladores a dos governoa. E' que importa
promover que p >pulacio sejam accrescivais oa
gneros alimeuticios mais n-ceasarios, por precos
eompatv-is com oshiv-res das elasses menoa
favorecidas ; que principalmente nec -saario,
p r leis e reguUmentos convenientes, obter que
na > excedam certos limit a os prejoa da carne e
do pao.
FamiliaPara bem se comprehr-nder a la*
floencia da familia sobre a saud dos individuos,
..eria nec-ssario estu lar com > ella constituida, e
o pap'l de cala um dos aeus membrosem preseo
?a dos oofros e perante o c >rp i social. O homein
> a mulher teem destinos sociaes diversos, c noo
claram ute o demonatram a aua estructura physi -
ca e as las diaptaicea p-yeb 'lgicas, inteiram'-n-
te diff re tes. Ao bomem perteucem a actividad-
o comman lo, os arduos trabtlh profisaionaei a
vida publica ; mulher, os cuidados do lar, a
criaca > d'a f h is, urna existencia toda de aenli-
me 'to e de doces desvelos O trabalho fra dolar
para a uou her a deanrganisacab da familia, o
abandon i do fiih i na crche ou em mos mercena-
rias, a alteraco aa saude da mai e, c mo conae-
quencia, a futura gerac prejuilicada.
O eatado da familia reflecte se no da sociedade,
e por iaso este aasumpto intereasa rao de perto a
nygiene .ocial Trab.lbos estatisticoi molernos
pr. vam que a infl lencia aalutar da'fami'ia tende
a diminuir a mortalidade, c as dapnaiooes para a
loucii-a, para a ocioaidade e para o crune. E'
effectivamente maior o algariamo da mortlidade,
o doa alien,d s, o dos suicidas e o dos criminoa *
nos md > vi luo8 Solteiros e iuvosdo que nos casados.
Minera e lauoraiielaNtuitas causas
c nc ricm para que u > sejam sequilas na prati-
ca as presc ipcoea da hygieiie, e para que, por con
s-guiute, a doenca, a deterioracao orgnica, e a
mortalidade, devast-m a humanidade em muit-
maier gr > do que o p derum fazer. De todas
easas caus,s, as mais poderosas sao a ignorancia e
a misen*.
Sao ellas orig'-m de innumerosos males, prejud
cam conaideraV' lineute o bem estar social e sao um
ternvel instrumento de degradacao p ysica e de
morte. ProVa-o b m a mortalidade comparada das
diff rentes traec 8 da populayo, segundo o seo
grj de mia^na >u un de instru-^o D' que se iiijpS--,,, : ao by^iemsta. de conseihar que
se trate de extirpar <.u, pelo menos, de attenuar, o
hnrrivel caera da mii-erla e da ignorancia ; ao
economista, de indicar os meis pelos quaes ae deve
chegar a eaae resultad > ; ao go.ern, de por em
pr-tica as indicaudea que a sciencia foruece a tal
re-poto.
?ARTE UFFICIfii,
Governo da Provincia
DE
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DA 28
SETEMBBO DE 1886
Capi So Augusto Pre lerico Pereira de Curva
Iho. Sfl pode ser atteudido em vista do que dia-
pe o aviso do Ministerio da Querr Je 30 de Ju-
ibo de 1877.
Eugeiiheiro Antonio Pereira SimesInforme
com urgencia a Cmara Municipal de Oliuda
Euzebiu da Cunha Beliro Ioforme o Sr. ins
p.-cior da The' uraria de Fazenda.
0 m amo I lem.
Peiippe Vi .reir la Cruz Nao t-ndo o snppli-
canre a idad- etegida pelo decreta u. 1950 de 12
de -lu'ho de 1871, nao pode ser atten ii-lo.
JjbA Nicolao Kerieira O unes E--nmettido ao
Sr. inspector d Ttieaour Provincial para atten
ler, noe termos da sua informacao n. 165 de 25
do correte.
Jos M miz Texeira Guimaraes.Informe o Sr.
insp-ct .r do Thes uro Proviocial.
Manuel J >a de Me.Jetr .s. Informe o Sr. Dr.
jinz de direito das ezceucoea crimiuaea du teci e
Mana Joaqun < loa Santos Abreu e Sdva Or
deno que ueio Tnesouro Provincial o jim entre
gue o aooplic.nte os documeutoa cujo pagameuti
fue -m ffectuadoa.
Man aj Praociaco Tvares.R.queira aojuia
C onpet nfe.
S-cretaria Ha Pr-sidenci-i di Pernam-
bueo, ein 29 le de Set-mbro 1886.
O ju l. ute iio portero,
Antonio F. da Siloeira Carva'ko.
Repartlcao da Polica
Secvo2.* N 94 i. S-retara da Poli-
iaiie Pernambuio, 9 le Setembro de 1886.
-lllm. e Ex ii. Sr. Parti.ipo a V Ex..
que f'.iam honteiu reolhidys n Casa d>
eteuyAo os guimea iudiviluos:
A' ininh. orl.-.u b .charel t-.iuirdo d* Barros
Palca-de Ln-erla, pre, adinini-.tr tivaineute p n
urde.ii do Exia mo stro da fnzeuda, em virtude
do deof Ique .-nc ntra lo nos c -f rea da To souraria
deata provincia: J >o L-ourio dos .Santos, reme.t-
ii lo pelo aubd I -gi.i.i do Io distrioto de S. -los;
Jo Mar'mti., eacr-vo. le rVa .ci co Jo- Leit .
p ir distu baos ; J -s. J >rg -, em v rtu le du requi-
aiyao dj.uao do comm r. 10 da provincia laa Ala
a6.s.
A' orlem do Dr. de|.-gido do 1* liatrict. da ca-
p.ral, Mauel Pranciaco da Sl'Va, por di turb os ;
Ant'ino e ri u -lict., ea.-rav .a de Nicanir Btudei-
r. de Mello, p ir ae acharein ae viciado-.
A' or i ni d s ib i'-i g idj de S .uto Antonio, Va-
leriano ti .ph .ei d .a tte.ia e Jo .una le t.l, por uu-
lurb' .a.
A' or m lo lo Io liatricto de S Jos, Toeoge-
i.'s lo Prreira Crine,, p ,r diitu-bi .a
A" -.ren do do "'ereo, IJ.ailio los lia Santos
e Irineu O m d Ao Ir .Je. por disturbios.
.H -nt- m, as 8 h >raa di u .uto na ruado conae-
heiro rVr-tn, depoia de hav- rem aliercado. p r
in it'Vos que ae ignora, os invi lu de nomo Aututu
Marcelino, Luiz Cirlld- B lii .ualO Man n?I F r-
r ira, |_>a-.a,raui a iaa de tac o, resultando sabir
o unono fend i 1-v malla,
O uo le galo ,ompec nte .iro'.'edeu na forma
I 1 i c ntra oa i|.-i.,queutes, que con=egur.m
p >r a em fuga aps o criut .
N da 23 o c -ir jt-, Aa horas da manha, p r
ccasiio e s-r t ita pe. carceieiro a reviata 0a
cidea do e mo le s. it^uto prea >.hi retji-
Ihi'l is, in nu u n de 7, .ggrediram o in -amo Car*
i-e ri o, a qn io .Itra'aram horrivolao-U'e eoo.i
eguiraiu veaair-ae, nao oMtaute a reaisieucia
aprea n'ada p-da guarda da cadeia, compesta pe
as de 4 pracaa, urna das quaes foi lerda leve-
mente.
Oa presos esta vam todos armados, sendo una
cam cauivete-punhal e os demaia com achaa de
lenha.
Cmco dellea foram logo capturados, faltando t3"
aom-nte os de anies Francisco de Paula Macario
e JoSo Ferreira de Mello, indiciados o primeroem
ci me de homicidio e o segundo no de tarto de ca.
faltas.
Por se acbar pronunciado no art. 257 do Cod.
Crian foi capturado pelo subdelegado do 1- dis-
tricto de Pesqueira, o iudividuo de nume Alezan-
dre Jos Monteiro.
Pelo eubdelegado do 2* d stricto da Gloria do
Goit., f i rem-ttido ao juiz > comp-tente o nquerito
policial a qu proced u contra Rosendo de tal, por
h,ver ciaualmente ferido, c un um tiro de espi
garda, a umacrianca de l anno de idade.
Nesta data mando elimiu.ir da guarda cvica o
cabo de nome Rufino Rodrigues de Mell., que
servia na 5* pstcao, por haver bontem feito um
teriinento no paisano JoSo de Deus. por questio
dej go.
L) us guarde a V. Exc. lllm. e Exm.
Sr. Or. Ignacio Joaquim de Souza LeSo,
muito digno vice-presidente da provincia
O chefe de poli a, Intento Domingo
Pinto.
Thes uro Provincial
DESPACHOS DO DA 29 DE SETEMBRO DE
1886
Jos Muniz Teixeira Guimaraes, commisso de
t-studoa da molestia da cania, Francisco Gomes
da i I va, Man el Firmo de Ol veira, S'uaa' Daa
* C, Ma..oel J.-a Pereira los d fficio do Or.
procurador d .8 Fetos, Petrnnilla Aurora de Mell",
Francisco Minervino l'ardoso e Benjamn N-rciso
da Fonseca Stares e Silva.Informe o Sr. con
tador.
Field.-n Biotherse Jos Nicolao Ferreira Go-
mes.Junte se copia daa informa^oea.
Sebaat ao Meude8 Pereira de Carvalho.Certi
fique se.
Francisco Anto-io de Natividade Saldanha.
Eufregue-se a quantia em dep .sito.
B .liar Irmos & C, Manuel Clementino Cor-
rea de Mello, Antonio Geraldo do Reio Barroca
e Simplicio da -.Iva Cajlho. Haja vista o Sr. Dr
procurador fiscal.
Pret do corpo de pslici, Alfredo Ferreira Gua-
ma-, J ao Luiz deja e Jos Nico'o Ferreira Go-
mea.Pague se.
Alfredo Ferreia Guamao.Ao Sr. contador
para juntar aos papis a que ae refere a auppl
cante, e infermar a respeito do requerido.
Jos Faustino M:nnho Falcio.Iuforme o Sr.
collector de Aguas-Bellas.
Consulado provincial
DESPACHOS DO DA 28 DE SETEMBRO DE
1886
Gaspar da Cunha & C, G. L porte & C, Gon
calves Oas C, Heorique Luis Ferreira C,
Heurique Xavier de Arauj i Saraiva de Mello,
Isabel Marn Ferreira da Silva, Jos Tavarea Car-
rer, Julio Four-temb rg & 0., o m su.o, J. o.
Machai" Evi.ngelho, Jos Pedro Kodrigu-a, Joa-
quim Maxnnianu Pestana, Jaciulh > de M deir s
Barbosa & C, bachar.-l Jos Vicente .Meira de
Vaseoncllod, J.aquiio Duarte .Simes 4i C Jna
Paulo Boteibu, Jjo Fe'ix da Rosa, Jos Duarte
Pereira, M,ia & K-zende, P.dro Antunes % C,
Pinto Oliveira ae C. R. de Drusiua & 0., aV-dri-
gu.-a A. (Jousseiro, R ingues Saraiva C, Silva
Marques i 0., Sod- da MotU & Fiho, -ilva at
Alvaro, S.ntoa v C- Tiburcio le Oliveira di C.,
e Widome Carvall .Informe al. arres.
R beiro & Almeida e Joo Bezerra &CA'
1.a r.ecco para oa devidna nos.
Joo Peizoto da Fonsec-.Defsrido, de accordo
com as iufurmaces.
KtiViSTA DIARIA
amaeubla Prolnclal Fum-eiouou
honfeui, sob a presidencia do Ezra. Sr Dr- Ignacio
de Barros Barreto Jnior, em 1# aeaaao prepara-
toria, aeb,n lo-se preseutes 10 Sra. depuiados.
Serviram de 1 e 2 a- cretarioa os Sra. Feneira
Jacobina e J..ao dr Oliviira
O Sr. 1 secretario procedeu & leitura do se-
gu nt'- expediente :
Cinco oi -ios das mesas e'eitoraea de S. Bent-.,
Canboiiuh., Paoellaa, Qipapa e Bonito relativaa
& rteieAn de um deput.ul provinci I pelo 9* da
tricto, procdida em 20 ae Ag-ato ultimo. A'
c 'inmisa" de conatitiiicin e p -d- res.
Ou r> da j inta apuiaiora do 9* districto re
metiendo a acta du apuracao dos vins da elei-
cA- proceoida eui 9 d- ate mea para um diputado
provincial pelo m -sino districto. A' commiaao
de c instituido e p .derea.
0ra-am p la orden os Srs. Prxedes Pitanga,
J.r Mara e Pe reir Jacobina, pediudo o pri-
meiro que se c onpietasse a c mmissao ae conati
tmea. e p oleres, visto h, ver n cidade a jenas
uin doa inemhr-'S da referida commias ; o segun-
do qne r Sr. presidente n m-asse urna ctmintaaS
ad-hic; o terceiro para que ae elegesse nova
c iinmiari'i.
N> leudo o Sr. presidente accedi io a nenhum
dos iiedrdos, declarando que esperara o cure pare
cim' uto do, membros da o>mmi> eleita, o Sr.
Ferr. ira laotiin* d'-ciar-.n que, na sesso de oo-
j recorrera de aua deeisao.
Orou anda t>ela ordem o Sr. Joo de Oliveira
pediudo ao .sr. presidente que recunederaaae a
ine-ni'. deciso.
Em s-gind, levant-u-ee a acssao.
Cotaar* Municipal do Kerife Ha-
v- mlu em seasio de h .n'em requ. nao o Sr Lr.
G a L'avalcauli que ae pruoe.lesae a um exatne no
cofre deata r. parncio, em acto c ntiuuo foi proce-
d i p.r u ua couiuiiaaa cump isla do Sra. Dr
G6.a Oavaieauti. Iiao inguato e cnmmendador
Jor> Can lido de M >r .es.
*E,ta conimiaaa. veri tic u xistr no cidra a
qu .utia de 53:77'|, oen lo em apoliees da divida
publica g ral n muoiei.ial e a. cea da cm; a-
nnias do Beber be e .Santa Thereza 36:75'*. m
liciim utos a adiaii'am nt'S a c npregadoa 3.6144
e o ra-taute ein d".h i'o.
> onapaonia de Edifleaco Ti vemos
lio .t ni .. a. i.-fica. le i vi,itr a u/iportaiit f-
nnca .la T..rr amo CardOaO, p rt ncnwe a esta
nova > bem fonda neniada cOiiia.ubia, qu ac tor
na cada vez mais, d.g .a 4* ""a 'juvauao que ihe
tem sido dispnsala p >r mnitos.
O t rre.'.o em qu- al* anua la a fabrica muit
-Tteuo e ti a 4 m ug m lo Uaplbarioe. T alo rile
le barr. exce leute e propno p.ra a tabrica-
pi*.
O edificio ampln, "wm ventilado e achiK-s
u'e le einpregad.s cein operarlos.
s'aOr cnu-3 all tj I .a de to loa os f'-itio, te
Ihas, j.rros, puraroa e quarliuhaa. Oa obj cto
le .Se-cio s. teitus c m a uuznna p -rfenjo e
igua-s a-a iueliiar-B que aqu s- t-eui unuoriad
da Europa FaO.ieini-se tanityem telllas franee-
Zia, lij. os fiiadoa, Canoa, tijoloa de Varioa forma-
toa e le baa lomaiiaa
O fabrico do lij no feito por urna machina
vap.r.
Para facilitar o trabalho tem a C inpauhia aa
i-entad* urna i I- de trilboa de foro ou re fuuc-
^iatuo carr.a aproprialo* puxa loa p A -n dos oria operario* da fabnaa, ha outroa
Oeai externos.
HonroaoA directora da AaSbciacaO Com-
mercial Agrcola, tendo ddo o discurso do d'puta
do Francisco de Assis Rosa e Silva, res I ven, em
seasSo de 27 do correte, minear nma c para recebe l-o qumido aqu chegar ; fazendo parte
d esaa coinmiaaa a meama directora, e m-iis os
'ra. : Dr. L-nriodo d" Moraca P.orviro o coa-
mendadorea Franniaco Ribeiro Pinto Guimaree,
Luis Jos da Silva Guimaraes e Demetrio Baatoa,
qae para -case fim foram nomeados p lo respectivo
^resid'-nte da mesm, directuria. N'esta occaio
dirigiram quelle d-putado um officio, cuja inte
gra vai publicada abaixo :
Associacao Commercial Agrico a de Pcrnam
bueo, 27 de Sr-tembm de 1886.
lllm. e Exm. Sr!A Asaociaco Commercisl
Agrcola, por sua direc ria abano asaignaiia,
vera congratular ae com V. Exc. p lo importan!'
discurso que, --m sessao de 10 lo correte, proferio
V. Exc. na -/amara temporaria, em defeza da la
voura J'eata, provinci infelizmente to desprote-
gida dos O. leres pblicos.
A frai-quesa com que V. Exc. discuti to
noinentoso aaaumpto, e asjudicioaas considera-
(dea adduzdaa am abono dn alvitre que de prefe-
rencia julga dever acr adoptado relativamente as
tarifaa das estradas de ferro, aos impostos lae-i-
dos sobre a exportactt i do aasucar, e, finalmente,
uecessidade da discriminaeo das diversas im
p sires do Ea'ado, desprrtaram n'.-stn directora
a maia agradavel emoco, em vista do vivo inte
nase que V. Kxc. mosrra tomar pela pro-penda le
da provincia que 1 te servio de btreo.
o E m iior ainde seu jubilo, por ver que V.
Exc, procurando acautelar o futuro de su, provin-
cia, u > deseurou oa mteressea das demaia, como
digno r.-pr. 8' utan'e, que da navio.
A Asaociacio Commercial Agrcola, s- mpre
3'.licita pelo pr..gr. 8=0 la lavoura, no p 'da dei-
Xar em olvido ti aaaigoalado rerveo ; pelo que
deliberou mandar trauscr ver na acta da sessao
de hoje o officio que era dirige a V. Exc. em tes
temunho de profundo rec nheeiment" pelo ncy-
snlado patriotismo que V. Exc. tem revelad i no
deaempenbo do mandato com qno o hooraram na
aeus comprovincianos, >*8ja confiauca procura
to dignamente corresponder.
Deus guarde a V. Exe. lllm. e Exm. Sr.
Dr. Francisco de Assis Rosa e Silva, diguissimo
deputado Ass.-rab 6. Gorat por esta provincia.
Bario dr Nazsreth, presi lente. Franci-c .
F uatino de Britto, vi ce-presidente. S buatio
Maooel do Rago Barros, 1. aeci etano. Joaqun"
da Silva Salgucr..l, 2." secretario. Carlo8 L u
ren^" Gon. a, ihetour im. >
Medida nauliarlaaO inpector de hy
giene puonca, Dr. Viatbeus Vaz d Oliveira e
.. membro da inspectora Or. Au-rusto S-r phioi
da Silva viaitoram os co-ti'gis das ras Fonaosa,
Seto de Setembro, Becco do Carnario e Qoe'mado
i u ti oan do 08 resp' ctivos propri- taos a laZerem a
limo'-za e a e I bora me n toa tecUamads pela by-
gi ne.
Emeneoonieato Acerca do envenena
ment de Fraiikiiu P. ireira ^ampaio, de que de
mns noticia h'lteme que por conveniencias dei-
xam- 8 de r.-prudusil o tal qnal noa foi dado pelo
uoeso reprter, urna pesaoa int- r. asada e que noa
menee todo crdito pede nos para retifical-a aa-
aim:
A resp.ji'o da noticia que oa Sra. deram hn-
tem a .bre uvenen .ment de Franklin Ferreira
Sair.pai., sHiho a rlecarar lh a que > presente nao
foi drstinaGu ao acadmico Fr.nkon Ferreira 8..o
paio maa a um seu companbeiro que estava au-
sente ua occaaiio da entrega, ficando guardado
em poder d'elle desde s 11 Horas da manha at
Aa 2 da tarde que tii quando elle aervio-se de
urna uii-.ei e tendo-a achalo com ino gosto pro-
curou modifica! o comeudo um poiico de geia-n-
C'.ntrando nVate o -acamo goato ; em seguida ap-
pareceram Ibe vomit. a e dores agudas que fel-o
peruer os sentidos.
A polica tomou conhecmento do faeto e trata
de descubrir o criminoso.
Meteoroltlbo de Rendeii Eo'ie oa
mais vilum-sos uieteorolthoa coiihecidos conta-ae
o que,em 1816, foi examinado p.r Martina na lo
calidade deu.-minaaa Bendcg, que demora a 7 le-
guas da villa do Vi inte Santo, m provincia da
Baha. Eate famoso m.-teor"lnhu, analyaado por
Wollaaton, mencionado em todos oa catlogos e
livros da rapecialidade, sendo considerado c mo
das mai-.res maesas de ferro cahidas n > g obo,
II. cerca de ineio seclo tentou o governo fazer
transportar para o M'-seu Nacioual o notavel me-
t< oroiuho, loas todo o e.-f rc-i entio empregado
conseguo apenas ataatal o 200 metros da locali-
dade onde tahua ui poca desconnecida. Com o
louvavi'l empeubo de ubter a tai respeito dados
positivos, di igio-se o Sr. Or. Ladislao N--tto ao
Sr. Or. R cha Das, director do proloogamenro da
estrada de f- rro da B.hia ao S Francisco, por
iucumbei.cia deste ch. fe. foi o meteorolitho exami-
nado in litu peio Sr. eiigeubeir-. V.ceute Jos de
CarVaiho Juuior que, p lo v lume e peso especifi-
co, o av.lou em 8 toneladas. O m mr dimetro
da enorme maaaa de 2-*,15, hav-n lo o s.'breditn
rugeubeiro levantado a planta e eztrahido amos
trae do met o- clitho que o 8r. Dr. La.lial'o N.tto
acaba de reeeber pr int-rmedo do Sr. Dr. Ay-
roaa Galvo, Io eugenheiro daqnelle prolorrga-
uient >.
Pode ser estimada em 10:00 H a despeza ne-
c'Saaria ao tramp'-rte d. metenr, ith > para > Mu-
seo N.ci'-na1, e, qu ludo lato lr pr,tiuavel, po--
suir rale uoaso eatab lecimeut. a maior mansa de
ferro expiisla p t um Mu^eu de U atona Natural
0 inuaeu de Paria i...aaue um aerolith terrugi -
so, do peso de 01 kil igrammas, a- ha lo em 1866
.in urna pa ocie do Chile ; a maaaa de ferro, do
peso d 625 kilogramm -a, que se acbava desde
te.upo* i.uu.euioriaea ua porta da igr. ji de Ca'lle ;
o a.rol'tbu acbado por Pallas na Sin nacn 1719,
.-uin o peso actual de 519 k logrammaa, e o d
7811 k lugiaiainaa que Servia .le i loio na igr ja de
Charra*.'lo Mxico. O maaeu de L .odres po-aue
urna masa ue f rro. de 635 kiiograiomas, acbada
un rocina.u, da Reputioc. \rg.-uriua. Os ino-
reua de Viei.aa e M ilrid pi.sauem outT's aeroli-
ih de p.-ao p uco maior ou menor do que oa aci
ma indcanos
Alm do da Babia, existen rloua outr a meteo-
r .l.'boa giganiesca : um de 1000 kdograii-.maa,
, 15 m nos uealtura, uaa inont.uh.ia d> ri Am
rolla, na Chilla, e outri de cerca de 15,00 kdo-
giainm s u, planicie de Tucumao, na tt-puulica
Argeni.na lid. Baha est catalogado <-Oiu >
p.-a de 6, 5 kilogaminas.
lie lutra-uiaasas d>-ferro de 10. 15 e 2tl0'0
k"ogrm nao (entre as quaes se c mtam 25 000
k-l {isminaa de ferro achados em 187i na pf.v...
na de Hauta Camarn., e divi idoa em 14 v .lu
ue 8 or.eutailos em I uha recta) nao se ach bem
d tennin.da a natu.eaa para q.| pja.-am a-r
rla-s fi -.O a na or.l- m dos acrolilllos.
Ijatoraao- U 'i' tu, vetea d 10 horas da
iiia..b., .vli ulo-ae J,i' Caetan. d.- Ou ira, ua
o'ir i d qual elle ineMie, na ra de S J -rge da
fr> gnezia d-. Recifc, a'h ch- gou o arriata earpiaa
cjnhe.io i oelii jip ludo de R miiiho, a iratfando-
a de raso-a C'm u primeir-i, .-om qu-m se achiVa
le.-p-.tad jjorh.v-.-o deapel 10 da ui'lliw oia,
ferio-o levemente uo br^o squ. r.l i co u um aro-
i|ua, depilad qu e.ad o-ae, sendo o tendo viato-
ri.d.. pe... l>r. Cosa Ooui s.
X Mutual Inda I ..-al tuui-al c ubecim nto do f icot
e ..roC'-oe no- t rmos -la -ei.
Fernuenio levSo domiuga ultimo e s
8 uoiae la u ol a a iMVain em caaa de u.ua ca
mt'vi, '"a roa lo C ...eihero Pereite, md
VI.IU -a A 't'-nio Alar rlOlio e L'l'Z Ciar lid qu .11
do ah <'beg ram, pedm lo agua. Dionisio *1 man
P.rr.orae Eua bul de ta. ; l'ah au,g rio uina al
terca io eui que-, toin ud parte Antonio Maro I
Inio, dea urna 'aOiCala rui Dionisio e a, menua
occaaiio fer ndo-o com urna puubalada na regio
toraxica esquerda.
Aps o delicto o criminoso evadio-se e a victi-
ma foi vistoriada pelos Dra. Jos de Mianda Cu-
rio e Antonio Carreiro da Silva O subielegado
da fregu.-zia de Santo Antonio tom >u conhec-
mento do fado e procede nos termos da le.
Rrunlao norialHa h .je a seguinte:
Oo Recr io Infantil N>ve de Agosto, na respec-
tiva sede, (Instituto Acadmico) .massembla ge-
ral, para coucluso da approvacio dos novos esta
tutos.
Innarrelcao e fuga de preoNo
dia 23 do corrout-, lya, occasio em qu- a carce-
re>ro da cadeia da villa de S. Bento fa:ia a ue vs
Bar i revista na meama calei, os presos all r-eo-
Ibilog, em numeru de 7, aggrediram no e o mal
trataram horrive monte, c us'giiiuii fugirem de
pois, apesar da reaiatencia opp 8ta p-la guarda
omposta de 4 pragas, das qu.es urna sabio leve-
mente f-iida,
Oa presos es'avam todos armados, sendo um
com canivete-puuhal e os demaia com acbas de
I'"nba.
Cinco d'-lles foram logo capturados.
Arneoal de aSucrra Conform o respec-
tivo ed'tal d"'s.a rupariico inserto naseceo c-un
ptente, distribuem-ae c aturas as p ssas inscrip-
tas, sob os ns. 51 a 100, do da 30 do corrente 2
de Ontnbro prximo.
Comoanbia Pernambacana de na
ii'Kur conaeira por v.pnrEm lugar
Coiupet' ute publicamos buje o numeru uaa obng i-
coea garant aa que foram resgatadas em numero
de -'63.
Bofre doa ariitaHn fm, s 5 1/2
horas da tari- tr-.var.nn ae de razea na ru .
Ooqu- de Caxias. esquina da ra do Ouvidor, on-
de existe urna tflviaa de ferreir>, o erapr.-gulo da
mesma Fulano Borges e Jos Gu*lbert da Silva,
inarcin-iro, em raaio de ir eete reeeber de Bir
ges a quautia de 24.
Borges. que HI le 4a va nada dever a Silva ati-
ou Ihe afiual com urna chave de parafusos ca-
ber; e o feri. levemeute.
0 off'iis r foi preso em fligrante pelo offendido.
Tiiealr de OlindaA sicirdade dram-
tica -Vlelp iB'-ne Oliudense, realiaa no S'.bbado, em
seu theatri'.ih ', um espect-iculo de grande gala ein
aoiemnisaco de u 8 aanversarlo com o app,-
ratoso drama em cinco actos, do Si'. Joaquim
Candido da Silvera Carva'kooo ou afilha da
adultera.
A eatorcos da directora e dos sajios de scena,
segundo nos iuform,m, deve ser uina testa digna
d'aqu-l'a incan-avel sociedade
Monte de Soceorro de rernanaau
Ca O CoiiSelho hacal, atteud.-udo a incoiiv ni l-
ela de se effee'uar no lia 30 do correte o aouun-
Ci ido inlo de joias, por nao cnnvir aos itit.-iess.-3
.10 estabelecuie.ito e d s mutuarios, e em virtud,
de haver grande numero de caitellas nao resga-
tadas, faz publico que se cha transferid o o dito
eilo pira o dia 14 de Outubro prximo vind mro
s 11 horas da inauha, tendo em exp-aivo das jotas
tr.-z das antea.
Tiirairu ImperialLemos no Jornal do
Commercio da corte de 22 de Setembro o se-
gu ni.- :
Nenhum artista brasilein>, que nos conste,
i.ossue tantos e ti 1 valiosos ttulos ufficiaes da sua
c mpeteuvia artstica Como Carlos de Mesquua, e
que realisou ante h- ntera o seri- cO'rC-rio u'cwi
teatro.
No conservatorio de Paris, estabelecimento di-
rig to pela., maiores i'lustreoes musicaes do ae-
cu o. fea Carlos de Mesquita um curto brilhaute,
obtendo primi-.ir.i8 premios que, conferidos a um
estraugeiro, sio auda mais raros e apreciaveia,
p .r provarem a justica interesa com que foram
toou<-d,rf"S.
Cnm > ae nao bastassem, porm, os premios da-
dos por t> conspicuo jury, Emilio Uuraiid, ex-pro-
fessor do harmona do conservat rio de Pars e au-
tor do Tratado de harmona ma's perf. to e com-
pleto que tem app.iecid ., escreveu o aeguiute na
pi unen a pagina do exemplar que ottereccu ao noaso
artista :
1 A mn exeellenf lve Carlos de Mesquita, 4
celu qui, juaqu'a ce j mr, a I- mieux c uipiia les-
irit decet ouvrageT moignage d' stime et de
aympathe de son bien dvi.u et affectioun pro
fet.8- ur timile )urand.Paria. Juillel 1882.
dasseuet, o muaico actualmente de m,ia voga
em Fr. oca e cuj eatyio tem exercido decid'da in
fl i-ncia uo de todos os mestres modernos, SaOT
v u na frente do exemplar da aua "bra prima o
Cid, que offereceu ao seu discpulo M.-aquita, a ae-
guiute led'C,'-.ria :
< A mon Uve el arni Cario de. desquita ion af-
fectionne J- Manenet. 30 Non. 1885
Meaqii.ta, pola, u.io U111 aproo nz de talento,
mis um m>'8tr- offi.almenteconaagrado 1 m Frauca
como tal, e um meatre aquem Ourand e Masse-
ue ded eam estima e adinir..ca .; e ae inaiatimoa
sonre a existencia de too honrosos d euin.-ntos de
Cari '8 de Mesquita, p rque nao teui"8 mais que
o animar com/ diaui,.ul mas aun aprecial-o des-
affr utad .m ute cuno meatre.
O 0000 rt. de ante-hontem coutava, no seu
prograinma, pecas novaa para ios e de subido va
lor. A aua liatribuic" nao f, porm. bem.
ca'cu'ada. A Serenada H-tnyara de Joo irea.
p.ca que a orvheaira tocou e al oifej u mal, ape
aar daa auas mimosas bellezas, ui 1 pr-pria para
abr-r um conc- rt<>, n-m li 1 p >uco o Hymno a Vie
tor Hugo, d- Saiut-Saeus, V-ax O neceaaario brnh
para o techar.
. Pasaeinos ainda o Romance de Arlegim, pit
tor- sea comp 'Sieao do Via anual 1 que ni 1 aervio
.ute-hont 111 a nio para off-recer umis urna prova
le que nao tem a orCheatras, e tr.tvinoa daa c.-m
pnaHes de C-rlo- de Meaqinta, que, ante-h nteiii.
nos oftereciam eapeeial int reaae.
a A pr.iu'ii- peca do iioaao artista, que ae ex -
cutou. o o ueUio, para VI .Im 1 e piano, tocad
p..|o aumr e p 10 vi .limita Wnfe E' 11.na pec-
.Mimosa, artiatic mente traba hada naquelle -a
yl vaporos e iu lee-o", de qU'- apparec m ulti-
nam nt- muitna xemplar 8. A n ea, apezar a,
uiag a ral exei-uci., que tev foi in .deradamente
.ppOiU-lida.
A segunda e.tnp-a vio de Mequit, foi a sua
Suile. iiar' "re.hrat.a, .ont.-ndo tres uumeroa :
l'r eludi Oraeo e Marcha.
O t'reltutio nma peca seria, escripia com
i.uit f licioa i- e trata la p r meatre largameute
ilcial" 11 .s firiiiulas da escola ni il.'rua. S u
te ae, nesta pea, claram ute a li flo-ii'-ia le Mas-
seii-1, o que era uievit.Vt.1. a ue Waguer. O
futur. dir 8 eafa u timi i flletiea se. provei-
o-a ou uialefi-aao 11 aso J'V n comu-ant r. Para
,6s, nra-il.-iros, que u .as uiliaVUI aqueridse llu-
.iiiiilo, pm uui s .1 ar 1 -nt e br>ln.mte : q le apre-
rlam-a m.lea miSIC" que los falla aoS S-lirolos, d'
que a quen a .ana ma, a mamita de Wagn r
inl.. muel a de fu u.o e parece 11.a que .. c nti
.dar a -..-r p .r mu l" teilip 4iu la a,-i.n. u Pre
ludio, ligeir.me.it t cad. ewign am ; agr 1 .u
.. muiioa e 1 fi- .11 a neute appau li lo.
A Oracao, qo- a h aegUe. pee. tamh m d.-
hi laV.a, oe.u que a ch inos d nina taclar.
hy 111 oa, 'iil'- a Cla tormula arrhaicas, con
o.iti-aa .xtr.maiu.iiteali uta.laa, Si-. entre; ..tt-,
iiidevl-o a iuiie.eiii.ea a .s que rncetam a carreira
que, h ai 'am-., n s ni- Htif que preten
U'in ,eg,. p.uan 4 bre t.al.s ,a m.i iraa, ea-
iyio, e eavoia. .uiigaa moo ruaa. Nao h. me.-
tr de nota qUe .o teuki p-g" tr.bu'.o lie tico,
ao t. ular oa o. metros paas-e ua ai te do com-
pr.
. A .HurcAa ilt m-i p-c* deata /Me, vulgar
deoi.a iioi.uile 1 .8 aleil'e Uo iy U a i. SalV.-
se. p ..n, p*r u-a ceito vigor de ms ruiueuia
aja.
Qm concert para piano a orebeatra foi a al
tima composicio de Carlos de M squita que 1
cutou; peca severamente escripia, ma que o 1
publico nao psreoeu .preciar.
Em resumo, M-squita apresenta-ar masieo
perfeito e artista inspirado, eap^cialmeote. para OS
povns que l n urna estbeais musical diff reate da
nojsa. Em todo o caso, pode honrar muito Bra-
sil c>m aa suas composicoes, qao impresm >n,rio
aqu, se vierem precelidat p-l m elogios doesrrao-
geiro. Estudou conacienciosameot-; fia o qae aa
Ihe poderia exigir c .mo p-ga da prot- ecio de Sat
Magestade e sacrificio que para o faaar eaiolar
em Paria fes toda sua digna f .india.
Tanto Ca los de Mesquita c .ma Jos Whrta
qne toco magistralm- nte a Fantasa apnzonaim,
it V'eux-teinpa, foram muito appiaudidoa, pelo aa-
mer"o auditoria que envhia ante-hontem o Th-a-
tro Imperial.
Poco de Calda Do Sr. general Cinta
de Mug.lh'a receben o Jornal do Ccmmertio s
seguinte noticia, datada da 1.a;..idade acuaa, ea
11 do corrente :
H nt.-m a locomotiva transpoz o viadocto qae
fica a tres kdo u.-tros deata localid.de; h je as
est enllocan lo a superstructura de uta. pjota
que fica a dous kilmetro, ; amauba, d nal igo. a
p .uta d '3 trilbos tirar a estacao >-r noil, -so*
bre ella oa passageiros, em t.em de lastro, j ps-
dm descmbircar oa p .vo.cao. Enpreit-oro*
compaohia, encarando sus intercaes c>m b-a
aeuso dign a dos maiores el .gio*. 'm ministrarte
aos passageiros, e iudep udeute de paga aa* a**c-
co-a nio abenas aa trafe o, toilas ai f ci-Jales
a aeu alenue. Aquelles, pois, que e aeuiirea jp-
primi los pelos iniasmaa da aiuiospbera do Kto im
Jau- iro, ou pelos cuidados enerva lores Ja lula
pela existencia, que srmpre eu.-rg.ca o,a gran-
des cidades, aqu lm agora ab-rt. com > fac ac
cesso de dous uiai de va ge ., este lugar d- re-
p .uso e restanracn de f icas p'.ysic. e moraea.
Nossas monta uha de Minas '-st.' c roo qae
Ihea abiiudo os bracos e off r>cendo Ibes s.ut,
ua sua temperatura fresca, na limpidez das araat
d suas cscalas, na pur.-x de seu ,r s,tarafe]
qui com as salubres emanav-s na lira da>
Campo.
Viver aem saude inferior a m-irmr. Aqswl-
l.-a p .i, que ae aeutirem a m ella, u<> d^vem aditr
< utiliaar-ae do precioso reaervatorio qo- aqu bes
fica nb-rto de amanhi em I sote. Ja p.-ta la-
tino ensiuava qu aquelle que ada a vida para
ainanbi um inaensato, qu-- o a b 1 aquelle qat
comecnu a viver desde hout-m.
0a aeguiutes vera .8, em que elle enaina ise,
deviam estar prea ntes meo t i de t atoa aqa-S-
les quo transpuzei'am ; am-rade da vida -rtiav-
ria do homem :
Cras tffvicturum, eras dices Postme, s-masr
Dic 'mhi craa istud. Postme, quando venit t
Ho ie j,m vivcre, Po-tnm-, serum est;
lile sapit qii^quij, i'm.uui', vixit her >.
0 homem em saude ou levement- enfurua,
transpa bem a distancia entre o Rio a ua Poca
em doua das de viag.-m ; p->ra aquell a qaea
d'.us dias inteiros de estrada de ferro foretn muito
fatigaut s, coovir dividil-oa em tre em quatro. No primeiro caso dormi.'ia pnraeir
ooite em S. Paul>, a segunda noa Poc a; no se-
gando caso a pruneira na Cach > ir.., a -eguada
e-n S. Paulo e a te#a-ira aua_Jiu'a: no t rg ira
raso, a p'imeira na Cach eirs, a a-gunlaen *.
Paul", a terceira na cidade de Mogymmm e a
qarta nos oco*.
11. aqu uns seis h'iteis, e entre esees o a
empreze, c m cozmha francesa, ond se pafa
diaria de 5 ; o das Familias, r un co/.ioha uinet-
ra e paulista, onde se paga a d>- i$ : o do Nbo-
nli, com c. zinha e diana deutira*. O aliannaa
qui simples, p.rm excellent-, aobretu lo o uM-
Ihor de lea para os que nec. ssitam r ataar.r Bar-
cas que S leite de vacca, o qual costa razia
.Ir 120 rs. a garrafa. H., iufelizioeot-, taita ooa-
si absoluta de verdur .* e fru.-ta., taita tanto am
sensvul, qcauto, uo rgimen aumentar 'los <-a-
fennos, as substancias fraseas, tiradas lo retas
vegetal, sio consideradas b j aba locamente ia-
dispensaveis A abertura da estiada provaveJ-
inente remediar aso
< Quauto a recursos para pasear a. 14 o IS
h .ras que ae leva acordado, aquella qae se si
div- rtir eom a vista d p .iaag.-.is silv.-strea, eass
a c 'Q-i, com o colleccionar nhject -s le historia aa-
1 urai, -om pasaeios a p e a ca vallo, ha de enea
irar O priblrma de difficil 8 lucio, s bre od > p ar-
que is inais celebres autores, qne trataram de ea-
t.uea balu-area3, recomioendam qu o pri.aaar
preceito a observar, a c 'ndic time qua non da
oaude, deizar o cerebr 1 em r'pna.i abiljt ^ a
portanto, nada de le tur.* corr^ap-m lencia 00
qua-qu-r outra coma que n .s picuda aao coi da-
dos e luta ordinaria da existencia. Iufelism*--te
ell-lli eiisina Como qde um filho do s calo
XIX ha de passar easas 14 ou 15 botas dada
aem ler (ornaes t cartas.
No entretanto, o preceito parece qne estriav
!'luiente verd.-leiru, poia >m que o infringe ais
uniu"diatoeute punido, com insomuia* e pefar-
bacoea da digearao. A proposito da nao leitara,
correspondencia de cartas ..u qaaeaqaer ou'ro
qU pre dam o c- reb-o aos cul,doa d vi.la or-
dinaria, ene .iitr.-i n'um deaae* eserip orea a se-
guate ingenia iba- rv.ei.. d'zelle : o* c.raja-
ros, as gailinha*, os cavados, 's galos, ele, ala
raras veses acomraettid >s de enfemi la.lei qae
nio fjain uif- ccioS'S, ao paao que o h -mea. ie-
pnlo lia .le muit superxiren meio* hyg-aieoa,
raiaa Veze. > OaOnar sua existencia, seta qo! a*aa
grande parte della te-iha sid > iniirilisad. por BTSV
Icarias. A rai-i principal qo eases anisa**
i p.asu.'ia um oerfurbt-lbr to forte da santa
com o cerebro humao 1 .
Oeiiar em caaa a person.l.d, le aaoaL e re-
vestir se de umi exclusiva-e-i'e leli.-'da o eoV
tnd. de .sa das -.guas, qu nao dar s.a la a
qu-m o ni- fiter, ma a facii de pee itu-r da
tu' de .X rutar ; ref.-re Semn, que am p- liatra
le Alhenas queixand. ae S-.-rat. a de que a< via-
g n~ Ihe nio tr uxeram proveiio, o philnaophf fc
resiKind ra : Isa- ni 'l mr p rqne
lera forca b-stant- para libertar-*! da ua pro-ra
C lllpalit'ia
Ni-, hav.ndo aqu C meertoa r partidas .=si*
vari, qu l*at ^ae a.to.ihe ha para i-a qo*. f-seas
estacoe* baiurareaa, fica o homem 11 tad sola-
'lira J"B p sae."s e ha qui a gil -S eapte WV,
* eoivereaga-.e lo'ur. d iv oa q.e 'io xei-
t-m o c.-.rbio. da traalo* a q'ie a- refer .ctaa
ai-oiifelhiu aquelle g nerod- I f ra'ora qn- dsav
rr. ve a iiaiur-za inanimada, "B lirr.-s dn e-
I .aophia, cuj .s e^cri..tor.s um.trer.m o -
c da m.ior p.rt d-a "bjec os ti'S n..s-aa pnixaV-s
e desrj *. L-uibr.re lei'T, en r rale, ubi 10
as Calta de S- lleca e Lueili". O- Eusaioa .le '
taigne, .. qu d-ve aer aeuipr-- or.*ip.
inaepar vel t -!> h -aera qu pasaon u* 40 afs-
II .s, o v lh Ho a vi", .lea ectaa, m -aa ni' sxm*rev. Caieg-r urna 1 vrana na ala a
viag 111 aq01 >* Ii'.i'- a a ni. p.-suena
Qo n' a ni d> de usar das agua-, rae-ln
m.-iitu- que se devain ou nio t'.n.r cui.juiHotaa;
t'-, rxio.e u 11 X'-r l-in- untad i aobr-
m uha, As-r.a e Saiaaa, san r gra* q ? aa
gr.11.rp i.r s- apoli'-alO a e.ta*, e qaa 1 > P*
uto.----Th W leimg piar a ,o .r-l >pria*B
etc., by Enia.1 I Onnaaiui, La. Ir 18*. E-a *>
tor, poin, 'os' .a qae o ira aoe-uti ** a do-a-
te deve ,r j 1-1.4. a ,eu ala? J" OB
m. parque um r up. ,o t.-iv"** &*i* f~"
lo aif.iaie, e que al sO pO I. S*l
c. i ..ra i ; e veno ex e.u aqu d-a*
pr fl si li,-, Om P .Iro ra i.ou "* l"
depr iiua ua i caliiude, e .s L ita, ta-aliaol

Wm~\
MUTIUU


nutr** <
de rcrnamhiiM(hJinia-fcira 30 d ScteniW de IN88
*

empresa, a riles compete fasel-o e sao mais que
competentes par isso.
Hiendo o autor destas liabas do libertado
ti, de um inveterado en en namento palustre,
algou dever ebainar a atteuco dos enterco-s para
_.:.< J. ..H^ n.... lhe* futa ab'-rtO aOBl
O maanea! de saud- que Ibes est ab.rto aq
no alto das moatanhas de Minas acouselbal-os
que venham buseal-, confiados no velho aforis-
mo := In balneio sala. Tal fo o motivo porque
escrevi esta noticia ^
Un drama ai Paria -O. jroaa. fran-
eea^tratemeafcars^^inawr^a-^ca do ter-
rivel drama qas as ds* qnarfcMteira.ait.maem Pa-
ris do qu;l a*gens*. *** nosdruuxe aoticsal
pelo telegrape. I
Na ra de Ahmny osaste urna cas* abitada per
molheres devala a> rsa, e ..bestia no bairro
pelo come de M.tel Brutea d.
N segundo andar saia asa rasariguisa tn
eiroha, elemate, a idadade 2.suios, hama-
da L-a Heritier.
Ha eoisa de omannn, conheceu por infelicidade
am rapa chamado Mario Blanc, que era criado de
om b..tel na mesma raa.
N.a pnmeiros temos mostrou-se multo tt-C
tuoso para com a Lea; mas n. tardou multo tein-
po que moktrasse os seus ruins instmclos.
Mano era um vadio e um preguieoso, o qnal de
sejv apenas viver cust* dn sua awM, se
dedicar-se a especie alguma de trabalho
Na bavia da em que se ni suscitassem grave
qu^sto-s, em que tiveram de i.itervir repeta ve
xm diversas p ssoas da visinh.nca.
En consequencia d'uina d'estas altercacoes, Lea
decaueiou o amante i po icia, sendo elle preso e
puvlamnado a 3 mea s de cadea.
l-no Blanc, coucluidoo tempo da prisfto, sataio
de Maxas em 24 de julr-o ultimo e tratou de pro-
corar a amante, encontrando-a n'uma nt.ufe nc
boevard Maganta. A pobre rapariga na quiz
oavil-o, e, cena muitotmbalho, enuseguio refugiar-
se na ua casa, erCa pande ao seu perseguid r.
.Varias eutrac v- xes a ene ntmu depoo, Mario na
rea. e, per ameaeas, conseguio apanhar Ibc algum
diaheiro. em.comtudo, tomara reatar com ella as
saas antigs rejacte.
Nao se sabe, p "n, como que Blanc c-ms-gum
atr -usir-se na habitaco de L h; o que certo
que, a fina de UM-ia hora de ter entrado m casa
da rapariga, ou vi rain se fortes gritos pedindo sue-
co-ro, e que d-apertnu a aU-nuio d vismhanca,
que tratou de arrmbr a porta, mas que fi oin-
pttl reeuar apressadaineute dante do revolver
COin que Mano a ameacava.
A infeliz Lea ni eesva de gritar par que lhe
aeu usen), pois que a qneriam matar
Momentos depois nao se ouvio mai rumor.
De repente abrio-se a j meta do quart que da
"Tiverarn baila :
Pedro Felix.Autonio.
Antonio de 8ou*a Alraeida.
Tevealta :
Vicente Ferreir* Hannrato.
Operare* clruralcaa-F'iram prat.ee-
das no hospital Ptdro 11, no da 29 do corrate,a.
teguinte :
Pelo L)r. Malaqnias: ... _i
Exiracco da parte laterior interior do parietal
Muerdo,>> 8 ..Mseteos de exiaoso sobre 4 de
EJguiT.ari*-da par fractura, produzi*. *or
.uetd* c^axo, com grande mpre,s*ao aarebral
para a ra, e assomu
a e|U um homem meio lou-
maugas de camisa e o olhar desvair lo, o
qnal a itava em cima do trau.-euiit-s urna cabeca
de mulber. cujo sangue eahia ua calpada.
Aetti couiinu o assassiuo at .u a c-beva da vic
tina, pelos cabellos, ao pe.toral da jaoella, e di
paren no prnprio peit 4 tir-s de revolver.
Mario Blanc acabava de vingar-se da BU
amante, e ao lO'im > tempo de faxer justiQa por
Us prepriag mie !
Conde de PariaO conde e a condessa Panz. o duquajBJiduqneaa de Chasrres e seus fi-
Ihc* featejaram O egunlo anniversano natalicio
do principe Fernaudo de Oreaos, ultimo filho do
con l de Pariz.
ielo entre JornallalaaVenficnu-se
no din 10 docorr-nt.- u.n duel entre os Srs. Ale-
lan Ir Hepp e TWraud, ambos redactprea do
Vo taire de P iri
rt arma escolhda foi a -spada.
Ao tereeiro ataque > Sr. Alexmdre Henp rece-
ben tuna eatecada H seu adversario intr.-duxiudor-
e ih- a espada ne braco, einqu^nfo qu^ a sua es-
pa la roca va de raspjto ligeiramente o ante-braco de
Tissertnd.
r cedendo se ao exam* da fenda, Alexandre
He p reconheeea e le commuin accordo queso
aevia suspender o combate.
A- testemunbas do primeiro eram os *rs Adol-
ph Tavnir e Adnae K.gar, e de Tisserand,
$u-iii FirniT e Vctor v(ason.
Imuta < arcertadaA's manobra da
9 d usa de mf .nteria em Franca dover assis-
tii urna c mpanhia do aereostatas.
B-tH companbia sigui de Versailles para o pr-
qu- de Chalis, em vieud.n, onde asta aetoalmnte
auh aiordeus do ooinmaudaiite Benard.
Em t-guida ai>s exercios, a que asistirao3 ofi-
eiaea do eslado inai.ir general do mimstr >, partir
a*nu>panai>t de que e tnta para as nianobra
Diirante as manobra fara aseencoes e expe
ri^pciaes necpssariaa o majr da 3 reparticao,
par o esludo e apailieacoeataetici; o comman-
danle Friburgo, do da u'erra, para a
pb.Mgraphia, e o capito Bralet para a telegra-
ph'a.
lana nois eita na Buaala-r-A seifa
da mjr/e vtrmelha, ulnmiwente descoberta, f,i
ertial. eosn o tii -le g-r extr^inameate buioaiiia-
ria para os seu adeptos : abreviando o soffri-
menta d h.ine ni.
Pr.renea a mxima de que o deixar padecer o
praxiuio commetter um peecadu mortal, visto
que e apreseiitava a D-u o esaectacul) da dr
prd..ii.da das mas ore.tura. FuQ.lando-e
De^te pruicipi os philantropicos sectarios mata-
va..... d> Btes.
Denoiniua-se ass iciacao de mxnrte vermelha,
, potqu-, os seus eiecut iies vest in se de veruielb.
estiHt;ulani a siims 'i tmi >s com um laco da me-
ma r, eollocando as previaineiite cobre urna e
pet-ie de catafalco, Iluminado apena com nina
lamoada de aarite.
Dscobrio-se ata n'va aberraco moseorita,
grayas ao amr ceoiutal de um individuo natu-
. ra' \ Saranfoi, cu a apaga cabio nurtalrarote
doen e. ioueiihavain-e ein livral- de todos o
seu- in les a m&i e a ir ni do murido, mas. este ao
ver que ni havr-i oii'ro mei, requereu s auton
. dad--, que em seguida toinaram conta d > facto.
t .--ti presos cerca de 4( membros desta sei-
ta de -breViar a vi la... dos outrr.8.
Oa iraai n Mul*a Eis o qu faxem
dos presas na canta de N uf haies (Suissa.)
Enaina se um bon rucio a eada um, e depois
de < rto tempo aquelles cuj comportam'-ntu bono,
5o p>st s Aa orden de um inestre, sujeitos vigi-
lancia da polica e de um inrmbro do comit vuluu-
tario. Este comit composede 140' membros
activan, eciti o meio de urna populacho de------
100X> miividues O prisioner, que esta as
siin IrlMIXOd imii Uberda4e provisoria, deve to-
das is af manas apr'h' iitar-r a> aiministralor do
eoasMho o qual recebe mformacoes do mestre da
offie'iia e da polica.
O a iinmistrador enva um extracto destas in-
form co^i ao goveinador da pnso e deste modo,
Be < inoortauento do vigi do continua a eer
, boin, val-- -lhe dai.do gradualmente a liberdade
e um. pos icio na s.ciedade, cm as vantagens
ad iieioiacs da experiencia, da disciplina a do co-
nhecinnt. de urna industria, Sr. Lavelexe,
descr. v.n lo este systeina, diz que um cunti
suisso est em muita cou^a, adiautado um secu-
lo i m re aefto s restante p*rte do globo.
Lelies.-Eb\ctuar-se hio:
Moie :
Pelo agente Silrra, s 11 horas, ra Estreita
de lt.s,nn. 24, de predi >8.
Fe/o agente Brtc, s 11 1/2 horas, na roa Pedro
Aftons ii. 43, de faz. ndns miudezas e movis.
. Ainanbi :
Pelo agente Brito, s 10 1/2 hora, na roa Di-
reiU n lOi, da ermacio e genero do estabeleci-
ment ah sito.
_ Sabbado:
Pe, agente Brito. 10 e 1/2 horas, na roa de
Pedro AtF>nao n. 43 -le predios.
Peh a,enle Martint, s ll horas, na roa da
mperairiz n. 52, da armacio e fazenda da loja
ahi sita.
raanaprelre* Ssguiram para o norte nc
vapor uaiunal Para :
Maj'ir Luz Antonio Ferraz, capitio Antonio
Ignac de Albuquerque Xavier, Fredenco Au-
5at Hereira de Uarvaiho, Lui M. de Cerqueira,
os AntonioJacome, Joio Fernsnde Paz, Anto-
nio Francisco de Souia, Joaquim Muni Vieira,
J. A Batista, Wilon, Franciaco G. Marques
da Fonseca, Edmnndea Punchard Samuel Agne
e sua seohora, Manoel Bibeiro do Carvalho, J.
Maia Sobrinho.
Sahido para New-York, no vapor america-
no Adoance :
Geo Warren.
Casa de DeteneaoMovimento dos pre-
oa d da 28 de Setembro :
Existiain presos 320, entraram 12, sahiram 9,
exist- m 23.
A saber :
Nacionaes, 288, muiheree 9, estrangeiros 10, es-
ertvoa sentenciados 5, procesiado 1, ditos de cor-
reeca 10 Total 823.
Arracoados 981, sendo: boas 868, doentes 13
Total 281.
Movimento da eniermaria :
d._
Dila*du ni^ea-aeracahage-nico^^
||gr- un nrovasieia saasje, mu
do i-Mtaate, ao me*d.,. a- 'ir.-l|"faTm-
da 1 aUeaa em sMlsensao da .anla'C8a >
Miseaurdia do tUeite, pal aa P* PP,
'"So consistorio da igreja de Nossa Senbora Ha
Conce.cio dos Militares sra teita a extraeco
Dlo svstema da machina Pich.
Loterla-A 3 p,r.e da 1- lotera da provin-
ia, em beneficio da Santa Casa de MiMricordia
do Reert-, pelo o-rv pmn,), eujo premio *"*
100:0.O#0U0,aer exUabida boje dU do corren
te, principiando a ex trace 0 ao meio da.
Os ohetes acham-se venda na Caaa da en-
tuna, ra Primeiro de Marco n. 23.
Loierla KrsMrdlara do Vplran
Km O 4. e ultimo eorteio das 4. e & senct
desU importante lotera, cuj mi -r premio de
I5i ):000*(i00, ser eatrahida breveaienta.
Acbam se (sxpostos A venda os restos dos ti-
\ es na Casa da Fortuna i ra Primeiro de Marco
D ..cria .l lo-A 3. ra* da loteii-
, ;Hrt5, d novo plauo. lio pr-mio d-, 1O:OUO#000.
sera extrahida no dia de S-tembro:
Os bilhetes cham se Venia na Casa da ro.
runa ra Prim-iro de Vlnrco.
Tambem achain se venda na praca da Inde
pendencia os. 37 e 39.
Lotera da drteA 1 parte da 2 0 lo
ierra da cor te, cuj premio grande de 100:000*.
ser extrabida ainanbi 1 de Outubro.
Os bilhet ach m-se vuda na Casa da for-
tuna ra l'riuviro de M\rco u. 23.
Tambem acbain-se venda na praci da lude
pendencia na. 37 e 39.
Lotera de KaseM de SttO<>*>*<
A 10 parte da 1 lotera, cajo prem
grande de 'l'0:000#, pelo nuvo plano, eri ex
trubida impreterivelmeete no dia 5 de Outubro,
s 11 hra da inanbi.
Bilbate imd* aa Ca Foli Pt*? da la
depend nc i a ns 37 e 39.
Tamb.-m acbam-se venda na Bxda da tor
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Preco resumido.
Haisduuru jiliUw-iFonm ahaUda n.'
Vlatadouro d CaOanga 87 rezc para o consume
Jj da 30 de Setembro.
Seudo: 7' rezes pertencentaa Qlivejra Castre,
J C e lh divera.
Herrado Municipal de Joe-U
movimeuto deste Mercado uo da 29 do correte,
fe i o se quinte :
Entraram
321/2 bu pesando 4.&80 kilos. .-lCA
H&> kdos de pei^e a 20 res < \
64 cargas de flrinbaa.200ris 4*8 31 dita* de frucUs diveraasa 300 rs. 10*2' 0
e medicamentos homcBopatK), ra do 1. r-
ques de Olinda n 23.
Herrarla a Vapor
Serrara a vapor e officina de carapino
de Francisco doa autos Ma-iedo, caej do
Oapibarioe tt. 28. N oste gr in h mt t)- e
imento, o primeiro da provincia n'8te ge-
nero, compra-Be e vendase maleiras e
todas as qualidades, aerra-se madeiras d-
eoaia aifetia, assim como e pr< param obre'
le earassirft por machina e por procos ceu
eoaannfcfria-
IHaocarta
Mara S&rinh>.& C-, droguislas por at-
tajstdu, ra do fllarqu z HMiwuMs \ mm
feuum calque ii>iiu<-<<-
A eveutuaiidade de uui c tencao daquelles que reCoiihecem a oeuevolencia
alheia, nio justifica o receio dos que emmudecem,
paca ua> proclamal-a
Se o m rito e o demento das actes att*s'am a
moralidad'1, ou a decadencia d >s cestu nes, o pa-
negyrico d'aqaelle e a oondeipnacio d. ste, Jo fac
torea igualm nte cvilisadon-a.
O reconheciment publico do primeiro edifica
pra'ica do b-m, assim cmo dtCoroy* ao vip'o
6 uboleims a 200 ris J^K)
11 Suin..a200iis 2*J0
Foram occuaados :
aW/2 columnas a 600 ris 12*300
-'> c mpartimeutos de farinha a
500 ris. 12*500
24 ditos de comida a 500 ris 12* O0
711/2 ditos de legumes 40 ris 28*6 l07
16 dttosde suimia 700.iis ll**1
11 ditos de tressyras a 6W) r .6*600
10 tainos a 2* 20*OiKI
3 dito a 1* 3*000
A Oveira Castro & C.:
54 talb s a 1* ris 54*000
talbos a 600 ris 1*000
Deve ter sido arrecadada nsate dia ^^ ^^
a quautiade 205*200
Bendimento dos das 1 a 28 de Setem-
bro 5;6?6*120
Foi arrecadado liquido at hoje 5:881*32u\
freco do .dia :
Carne verde a -*80 e 400 r o Julo.
Caroeiro de. 720 a Spi) ris dem.
Su o a 560e 640 ra* dem.
Kannha de 240 a 320 ris a cuia.
Vlilho de 240 a 3O ris dem.
f" io de 500 a 640 dem.
vemiierio publico.-Obituario do da 24
de setimbro:
R uiana Francisca de Jess, frica, 80 annoo,
solteire, Bo-VUta ; tubrculos pi. mulares
Jos, Pcrnambuco, 12 das, Boa-Vista; iutero-
colite
Manoel, P rnambuco, 5 das, Santo Antonio ;
ttano ds recem nascidos.
Miguel P- reir Giraldes, P-rnambuco, 74 an-
nos, caa.do, Santo Antonio ; yante ebronica.
NDICACES UTEIS
MedicoN
0 Dr. Arthur Iinbaesahy, medico occu
lista recentemente chegado, esta cid*de,
u consultas todis os das, das 8 s 10
horas da manba, sendo gratis aos pobres
no 1. andar do pr Santa Cruz.
Dr. G'imu Lobo, medico operador e par-
teiro, reside ra do Hospicio n. 20, onde
pode ser procurado quulquer hora do dia
u da noite. Consultas: de 1 s 3 horas
da tarde. E*pecialidade : molestias e ope-
ruedes dos orgaos genito-urinarios do ho-
uiein e da tnullier.
Dr. t-irrato ampaio mudou seu consul-
torio do 2. andar da casa n. 45, a ra do
Barao da Vi-tona, para o 1. andar, da
casa n. 51, mesma ra, como consta do
seu ao'iuncio inserto na seced compe-
t-nto. Residencia a ra Sete de Steiu-
bro n. 34.
O Dr. Castro Jess tem o seu consul-
torio me iico, ra do Bom-Jesus n. 23,
sourado.
Advocado
O Dr. Henrique Millet tem o seu ea
oriptorio de advogicia ra do Imperador
n. 22, 1." andar.
Tabelllao
0 Bachard Amaro Fonseca d. Albuquer-
que, tab'-llio du notas interino nesta capi-
tal, cominunica ao respeiUvel publi.-o qu
abri seu es riptorio no pavimento terreo
do predio n. 4, sito a ra do Coronel Fran-
cisco Jacintho, outr'ora de S. Francisco,
onde, com solicitude e mxima lealdade,
est prompto para desempeobar as func-
c3es de seu cargo. Reside na freguezi
da Boa-Vista, ra do Coronel Lamenha n.
30 (outr'ora dos Prazeres) para onde, fra
das horas do expediente de seu oscriptorio,
deverao derigir-se os chamados, para fac-
tura e approvaco de testamentos.
CoiiNu torio ailopattco doalmelrleo
Dr. Miguel Themudo d consultas das
12 s 3 da tarde em sea consultorio ra
do Barao da Victoria n. 7, 1. andar.
Chamados por escripto a qualquer hora.
Especialidades partos, febres, syphilis,
molestias do pulmao e do coracao.
Dr. Lopet Pessoa Me i ico.Residen
cia a ra de D. Pedro I n. 9, onde pode
ser procurado at s 9 horas da manh.
Consultorio ra do Bom-Jesus n. 37 1."
andar. D consultas das 11 s 2 da tar-
de. Gratis aos pobres.
rosarla
Francisco Manoel da Silva dk C Ibdo'
itarios de todas as especialidaaes pharm.
oeuticas, tintas, drogas, productos chimics
a censura do ultimo.
Nenhuma razan ha, pois, que justifique a repro-
vacaV> de merecidas hisaana, quaea a* que tem
conquistado o E m Sr. Or. Ignacio Joaqjiiim.de
Soasa Liao uo seu estadio polir.cj, mxime gran-
jeadas, como ioram, no deaeu.peiilio de fuoc^es
importantes.
Sa fosse precise prov^r or m>tivos d or iem
di rersa a justic- do apeco i ividf S Exc, para
bonal-o. ahi estariam os servais prusrados em
commisses de oulra uaturez-t.
A abenegacao e y des nteiesse por elle revela-
dos, quer na ges'ao da emor-sa incumbida do
basteciuieuto di asna a esta edad que." na di-
rrcco da caixa fil al do Banco do Brasil nesta
provincia, nao foram ainda obliterados da Ulfenjo
ra de S--U8 cotnpromisso-.
Odesempenho dessas commisHoes p rmoio con-
digno coufianca que usprrou aos ulereas* i s,
fai sempre a prenccUpacao conoante de S. Exc ,
me d'esi'arte soube copiar a estiua e o recuhe
cimento de tod-.s.
Nao porm, necessarij recorrer a este ser-
vicos para fazer sobresahir o mvrito de lo dis
tinelo cavalheiro.
Na rea de sua vida publica, otfer.ece elle outsos
de mais fino quilate para a i.tencio dos elevados
predicados qe lhe servem d i ap^n 'gio-
Cabendo-lhe, p-r impedimento d > pr -sidentaat^
fectivo da Cmara Mumcipa exercic^o interyo
desse cargo, nunca descur.i.u, i-abem todo, a de-
feza dos direit is de seus umnici|ies.
Guarda vigilante do (latrim uno municipd, nao
permiltio que f>se i-lle maloar^taio, ou tiv. ss
siqoer applicacj diveisa d'aqueila a qne era des-
uado.
Conhecendo ainda, p> 11 defi encia a rec.it-..
as difH.uldades com que I itava aquella corpuragio
para satitfazer seus comprnos is,,6 ren|ir al-
tuna me horaineutos urgeures, S. Exc. liberten-.
desse estado vexatorio, ceutiabindo um eui|iresl-
ino com o Banco do Brasil, que lhe firu. ceu o ca-
pital necessano para ocorrer Aquellas despezss,
Dediante. a percepc'j de flin juro mdico, e po
messa de lenta amortizacjio.
Infelizmente, segundo informac de pessoas
fidedignas, depois quu o Exm. Sr. r. Ignacio Joa
4uim retirou-se do exercicu desse cargo, a Cai^a
ra Municipal nunca maia hourou a sua obrigacao.
Essa noticia seria mais desenvolvida, se_a iss
nao ae opp.z.ssem as H nidadas proporc,5es de
urna nublicaco desta ordem.
Eleito membro da Assembla Provincial, e de-
putad,o g ral em mais de urna I giolatura, S. Exc
coufirmou, no exercicio do mandato, as previsoes
de seus constituimos.
Pensando ao eove de outros, nao deu profajoas
a sua surte per esta proya deaprecu recebida de
aeus coucidad'is, temendo a majXiina responsabili-
dade da invest tura de tamauha boma.
Admoestado pela experiencia de (ue os deveres
do cargo lhe desiguariam muir v* poBicao hostil
ao mteresse particular de um ou outro dos que o
elegeram, previa as hesitaedes de aeu espirito nes-
ses momentos, posto ufLo teceiaas,er p^r pellas as
soberbado. m
A essa coijfianca que tinjia ,si,8oql)M4le
acmpre corresoonaer, nao s. loportjdo a rnter^sse
publico ao particular, oem angariando.proslitos
e admiradores por mal entendidas coatemporis*-
ces no esereicio do^nandato.
Dedicado cagsa do paja, e sofreg pelo adian
tamento de suas instituicoes, nada o preoecup >u
tanto, durante o seu estadio parlam-ntar, quauto o
desejo de contribuir com o seu esforc individual
p-ia. execucao fiel do systema de governo que
nos re O seu voto, em todas as queg/o's. dennnciou
constantemente a existeucia de um i crenca pro
tunda, arraigada m seu espirite, depois de.m ai-
tado estudo \ e nunca, urna cooperario inconsciente
para a reitura das leis.
O silencio que guardou as discusses, absten-
do-se de esclarecel-as com a luz que aclara -Ih" a
imaginaco ; e de communicar as inapiragoes que
determ.navain su s resoluc s, jamis toi aynpto-
ma de falta de con'enso intellectual; mas. um ef-
feto apenas da timidez inveucivelque o afasia da
tribuna.
Que) pratica com S. Evc. e sabe dos successos
de tod( a os s-us ensaios, fcilmente se capacita de
aeu espirito culto e esclarecida inteligencia para
expor, e quie.a me.is ventajosamente do que muiros
que abusam da triouna, o que quer, e o que pensa,
qu. r tallando, quer escievendo.
E aqu ca>.e exclamar : quantos nio teem sido
tao uteis a sua patria, edificando mais pelo exem-
do que com a pk-lavra ?
O alto c.uiceito em que tido S. Exc, nao
avallado somentep >r essas provas de coorderc>,
recebidae de seus cou.pro' lucanos; eutras de-
monstraces mais significativas ainda teem sur
fragadu sua benemerencia.
Mais de urna vez, o seu nome tem sido inscip
to em listas apre8entada8 corda jara a escolha
dos representantes vitalicios da uacao. E d'gnos
de provas iuequivocas de to honrosa prefer n:ia,
o tui' nte aquelles que se mpem ao respeito e
confi^nc* de seus coutempp503.
Outras credenciaes igualmente nobiliarias, snao
de mais aita valia, acreditan) anda S. Exc. junto
aos caracteres probos, apreciador. 8 i oparciaes da
pureza da intenco daquelles que nao tranteuram
os interesses da causa publica.
Essas credenciaes sao os emineutes predicados
que tem revelado passuir em to suoido grao, no
desemperno ao alto encargo de que o iaes'io a
ecufianoa imperial.
Assumind-, na quadade de seu 1' vice-presi-
dente, a adininistracao da provincia, .ase diatiacto
pernambucano, veio mais urna ven por em prova
sua ai tido para a vestidura de to momeatosa
iucumbencia.
Ahi, respeitando os marcos miniares que extra
m.m a oolitica da adaiuitraco, nunca se arris-
cou a transp.l-os, para sacrificar as aras 'aquel-
la o que t na u tuna deve leceber honroso culto.
Na superintrndencia dos diversos ramos do pa-
blico servico, jamis foram autagonicas as apre-
ciacoes de S xc nem repassadas da parcialida-
de que tudo deBuatura, aquilatando a convenien-
cia ios (actos pelo matiz de seas autores.
A confm-cao da independencia, sempre man-
tida p.r S. Exc. em tolas as decibes, nunca eiva-
das do fanatismo partidario, irausuda de sua re-
cusa 4 saneco do orcamento provincial, e de ou
tras leis, emb .ra adoptadas por urna corporaco
p ditica, em que dous tercos de seus membros com-
mungam mesmo principios do governo.
Sobresahe tambem no curto espaco da adminis-
traco de S. Exc, o zelo que tem revelado pela
manutenco da ordem publica e s.guranca indivi-
dual.
Nao escapa tambem auteci-ieo d> o1: rvador
attento a actividade de S. Exc. ua verifieacao jlo
desfalque havidu ltimamente na Theeourna Ge-
ral, e bem assim o seu empeuho ua d scoberta d..s
verdadeiros responsavns.
A suspenso immediau do inspector e do the-
soureiro d'aquella repattico, e posteriormente, a
i tenco pessal do ultimo, vieram ,.r S Exc. a
salvo da cenaua to justamente feU Aquelns que,
por timids, ou contemp aces rrprov>,d.i8. bnte-
ram o cumpriiueuto do dever, e tu n-,m-se deat'ar
te eonniveutes uo crirae, que nunca relr.c d se
cosju com a iuercia da auiuridae ua sua r pres-
su, au no reconheciq^nlo du qu- o coinnwltein
MI supponha, porm, e oleilor que o awr llea-
se-asaripto, exprimindo se acates taurinos, irrogue
MjOViidjuria aquelles jEuuaciiuiari s, cuj^i r^poasa
blksasle pela defraudis*j do.uirio pa ic,n*o af
fi*ttaa>em coutesta iii.-in aaiii h- oiuc.^j,, c.m
tufjiaainas paiavras, 0itt %mkmm ldnr.fi" assilJn
lnMassxnbas reoutadVs* {ara mk'cus *.o p.ai#r.
Finalmente, dotadj de prompta iutuico, e espi
rito eminentemente pratico, o bxm hr. r. Igna-
cio Joaqun) ojo eonbece nutra uorina para seos
actos, a.m d'aqueUa que lhe olferece a l< i e o.
dictames da razo.
Possuido da responsabilidade que lhe ommuni
ea o cargo que desempenha, pr. {ere os lab.res do
estudo mortlhcaute das Variadas queatea con qu
enteude a admiuiatraco, ao comm do xpediente
de c.nfial as ao exame albeio, e a Seuitiea d w qm
repetem sei viUnente o que s Ihes sug^erem,
ou asaignain iucwisientemenie o que ausburevem.
Tod a ees- Conceito proVam incouttst^velmen-
te a justica com que S. Exc. julgado ; mis, s-
fo-se Beceseario counnal-n p.r t.atemuiiho, m
da maia inauspeito, este assomaria na propria im
prensa .opposicionista, nue, apesar seu, nao o tem
recusado.
As aecusacoes levianas, ahi diariamente levan-
tadas contra a actual iicimmisti.ic i ; a myst h-
oacao proposital na ineu<,'o aos Uetos; a t.isa t
com que sao denunciado?, e as reiteradas contri
d'ccoas em suas apreciacoes, u&o c. rroborain me-
nos a verdad.- desse juiz >, e a carencia de ju-t -s
motivos para fundadas censuras; nem .leixain 0
tue&mo temp de acceu uai- a edoeaC^kO leteituoaa
dos partid os, que cunveriem em dever pjlitico a
diff.uiaco ea mentira.
Na ausencia Ue 'ae motivos, a intolerancia ou,
antes, o desvairameuto da paixao partidaria, no
proposito de apuear essa aJiuinistraC/io, outro x
pedieute nao tem adoptado senao o de adulterar
os acontecimientos que incrimina, quiudo de pre-
ferencia u. Ib1! apraz i ivental-os
To irresistivel, pirin, a f rea da v-rdiide
que, quanto maior a densidade das trevas que a
cereain, tanto mais deslumbrante af.parcce a Iu.
que ella de si irra lia.
Essas palavras que pareeeram a elgnem dictadas
pelo sentimeiito de agradar a S. E* ; i quj ln de--
to, como nao encampa encomios n> in louv.ini
.nhas, foram s .tneut.: inspiradas pelo dej de om-
inar a pratica do bem, u desperr-.r, p-la recorda
i;o d' aegoe uobres .. g^nerueas, ama justa m
laca) uo c-ravo d'aqu-lies q ic, pela sua poaiciio
aceial, padem ser vieja a seu paiz.
E' Vaae o nico da da pre-eu e_pub ca^ao. e,
pjr isso, pm.oo 'mu 'rta que ella graugeie, ou nao,
o assentimeito d^ S. Exc.
A historia, qu,in lo registra ein seus flatos as
virtu es ou oa ui unes, nao conta taiub in c in i
iinnueucia ou a rejrovago dVquelles, cuj feios
applaude ou. condeuiua.
Jiutininims.
da maoli me ai-hava tranquillo vi ch> gar a mi-
ntu piria um saig uto de polica com 8 ou 10 p>a-
Cj b, diz'udo me que, o ju z de direito da comarca
meu rancoroso innuigo pessoal, exigi que um
rapas de m nba familia, fosse a oua prea-mc. ", rjs-
p "ndi lhe quu em tal nao conseutia, pus inimigos
cuino soin .s, e nao sendo esse unaj cniniuiao,
considera va essa sua ordem, < 0 no v-rdade ro in
u.to a imtn dirigid ; e perguut >u lo eu anda ao
sargento, quai u motivo el semelhaute desatino do
juiz de dir.-ilu, reapouleu-uie que por t-r ama
nbecido tacriptas ua porta de sua vasa algumas
palavras ridiculas 1
Ora! Hulera dar-se laaior violeucia de um juiz
de direi'o ? !
S um verdadeiro iaeacisado poieria assim
pro :eder 1
r-ossu ajeeverar ao publico que o majgo, a quem
o juiz Ilude, a-ia dh-iiite infamia, n j lem seuti-
m utos ineiMs nobree, Uo que diaria sur or tv
reir Lima psiiieipalmeiiie ae com oueHrasse da:
posic i, que oceupa na s ci-dade.
Oe foi r. al r.-r. m escripto em sua porta taes pa
iavras quem lhe asseverou ter eid. pessoa de mi
nh f .mi ia ? ,
Ni toi urna rude violeucia mandar o Sr. Mo-
r ira Liiuia aaim aggredir a um bomein oas ioi-
uhas cu Iico a, ^ p>ra aaiistas-r a iras do ba-
charel Kegueira Costa e as de aeu pred 1 co mu
ico, pr autor interino ? !
Ueaiimiulo a noticia da seena repr.-aen'a la
palo juiz L)r Juaquun .Moreira Lona, ilire maia :
tez ir a BJa p egen^a a. pr f.-aaor de msica Ma-
uoel E .unrdo mallratou-u, coin palavraa iniunosas
chamando u de camilla cmn seus dUciprnoa, man
dou-me l.zer por elle que o Ttparlhji de quem diz
elle ser en chele, era ajunca pcssua capaz daquella
.Utalllla !
Im..ie uata-nente demirtio .Man >el Eduardo de
senvo do criiue e or.leuou a pn-o de music >a
sus discpulos vio e llmente e aem o menor mo ^
tive !. .
Maulou O S.ubJ-1' gido proceder a um termo de
b io viver de u.n d-il-s (o que motixOC am em-,
pin rao dado por em induiluo m promotor mi-
n..o insub udinoii o destaCun nr i, d.termiiiaud.'-
Ih que nao obe.l,e esse ao neiega lu 4e policii em
ex- r.c.'io, p .z em ai.rma tola villa, e, mn i ,nd .
tocar sua msica tintosain nte. armou divers. s
Cap.ugas, recelando qu ; p d-legad> vjes.-e dea-
afrintar-.se de .-ua violencia !
A tres momo- se aitnb ie taes exploaies do Sr
vloreira Liiin, o priineir. ter sido nuineado Bis-
tre de CspeDa Man o-I E lu irl t, o aegu.d i t.r sido
deinitti 1 le lelegajo lilterari .l.-ra villa o b'-
C i ir I H 'jiieira C isla, -eu amig > dadle do e o aeu
ierceiro a deinissio do le .:_'. I 1 p .licia instru
inanta 0 -ii le si.8 JOall .braa !
\ e i .iiblici) qu- d sjrd.'iis pratici.las por urna
autqriiale que devia ^ier o.suat.cutaelMu da od. m
publica ?!
i-'.r .gira lim;t>-m<' O esa ligeira n iticia.
[i.mito, -3 de i. lembro ue IrSSb.
J vig .rio,
fo q" m da i .'.'/o (ipaleante
mmmmmmmm i w
Nao obstante a falta de forca publica necesaa
ra para o servico policial em tod a provincia, a
lei ha sido respeitada, o criminoso nao tem avas
salado a autoridade, nem o susto e o pavor ac -
bardado os nimos, ainda os mais tmidos.
-e, alguma ves, os dyscolos e o turbulentus
provocaran) disturbios, e quieram alarmar o es-
piritos, a celeiidado das resolucoe de S. Exc, lo-
go que "8 factos eram denuuciado a adopoo de
providencia acertadas ; e, finalmente, a escolha
de pessoal idneo e apto para o servico policial,
lograran frostar os effiitos dos orimes projec-
tados
A prudencia de seus avisos, alliada a energa
das denberacS s, restebelecea sempre nessas ou-
casies a soberaaia da lei ea cootianoa na auto-
ridade.
t]jca explicafo necessaria
Para quo nao passe incoluuie a grit" dos carac
tenes que.vivem babujaudo ua reput.ciio alheia,
exp^rei o que oocorreu acerca da p.lvura que tu
apprchendi la em meu estabelecimento ra im-
perial n. 377.
No sabDado, 2f> do corrento, pira satUfalar a>
pedido de fr guez-s meus, residentes em S. Ben-
to e Caruar, comprei 3> o^rris de plvora.
Como os Dirtadon-s deviam oeasi; in-ain-i dia
. uiduzil-oB a seu deano, fiz retirar do paiol da
linbisibeira oa m smis barr, depois da licei.ca
dos Drs. chefe de polica e director do Arsenal de
Guerra, conduzmdo-os, em canda, para o meu ar
masem, afim de ser entregue ao portadores que
all os esperavain, para seguirem immediatamente.
-Oecorreu, porm, q le por causa da mar, co-
mente chegou a canoa 8 horas ua noite, qua ;d .
j qs portadone se bavkim retiraao para votarem
na segunda-fcir.a 27.
Recolbida a polyw ao armazem^para.ni> ir ao
fnad', no a cano* abrira,agua ; um mea inimigo,
fioial dV> mesmo sj^ofo,rfoi denunciar que dli na-
ta entrado am c,ntr&ando de polvoca-
-Nasa m^ama aoite, o anoaeie^ado de polica
cercou o armaren e no d*~egunte dau busca,
apneehendeado a plvora jdespeito de minba
pMid'-rao acerca da neceasidode da .permanen-
cia d'eila all at o dia 27.
Oa barra forum remettidos pasa a Imbiribeira,
mas o encarregado do paiol nao quia rcabel os.
De volta, a canoa, que os levava, foi ao fundo,
aalvando-se 08 tripolantes e as pracas de polica,
devido ao soccorro prestado pelos empregadjs do
paiol.
Alguma plvora retirada da agua foi d p lis
conducida ao m-'U armazem ; mas em tal estado,
de imprestabilidade, como venficon o fiscal, que.
tive de linical-a ao mar.
Na te'?i fera, 28 suffri nova busca, porque o
meu gratuito inw'go d<*ouncira que hava no
mea armasm plvora exposta venda; mas
nada toi encontrado.
Cmhecu bastante as posturas da Cmara Mu
nicipal e nunca tive plvora em meu armatem.
O que oecorren foi um caso de forca maior, por-
que nrelsmente nao posso fazer mar a miuha
feicao, nem tenho prestigio perante as aut..rida-
oes, como tem o meu gratuito inimigo, assoalhan-
do isso.
Nao ha o menor perigo, descaece o eresado,
que talvez ainda sapporte igual aecusacao, om
ideutico prejuizo, ,po8 -teve de restituir o valor
da plvora, que j bavia recebido e anda, ^lm
disso, ser incommodado e molestado, aem mo-
tivo.
Explicado assim o que oceorreu, aguardo para
meu inim'go essa vinganca, que vem pela ordem
dos facioaum dia atrs do outro ; e nao mais
voltarei i. imprensa.
Recife, 2tf de Setembro de 1886-
Eduardo Jos de Mello,
Telegrama passado ao Exm Sr
sciiiilor LuizFelippe
SeaadorXulz Fellppe.
Corte.
V. Exe. tem sido urna voz vigorosa em
favor dos opprimidos, nao deixe passhrseiu
reclamo vehemente o negocio do Ibura,
pr-ca sem cessar providencias Exm. Se
nao o fizer ha de diz^r se que V. Exc.
dominado de par.-ialidaie ciimioosa.
Um dever de gratl lo
Eu faltara so cumprimento de um dever sagra-
do, se nao viesse por este meio, j que outros me
f.ltain. dar uro publio t. stemunho do meu mais
pr-fundo reconhec ment ao digno facultativo, o
lllm. Sr. Joan Paulo da Silva Brito.
Com a muiha saude perdida ha mais de teia
anii'-s, s ffren lo continuamente e luctando sem-
pre, ainda mais se havism aggravado ltimamente
meus ncommodos com o app recimeoto de urna
bronchite trrrivel, que ameacava seriamente miaba
existencia.
Gracas, porm, s capacidades, ao talento,
llustraco e aos esforcos do incancavel Sr. Dr.
Joo Paulo, h je vejo-me completa mente restabe-
lecida e de toda livre de meus soffrimentoa.
Nao ha, de certo, moeia de valor bastante su-
bido, que pague o servico inapreciavel da salva-
cao da pro,.ra vid ..
tssiin, pois, perde-me o lllm. Sr. Dr. Joo
Paulo, se, com esta confisso publica de suas
aptidns medicas, eu possa, de alguma sorte, ferir
sua reconhecida modestia; mas, entendo que cum-
pro meu dever.
Kecife, 30 de Setembro de 1885.
Mara Amalia da Silva.
Foi Tel z! (.>;
A' Sra. R sa Marn da uuee:-o, r>yf
tureira, moradora em Pelotas, tio-Qrandsi
do Sul), ra Goncalv* 1877 achava-se, fazia o ^ aaoo- pe.
guilla por uma toss< atormentadora, cosa
pauh da de dores no peito e as ce *ss
respiraco erubaracada, debiliiade esa S-
treino e finalmente mm todos os sycop*^-'
mas de tyaica pulmonar.
Durtu-i todo esse t-lupo usoo de t 'da
que a medicina acnnselha em ?ae case"
porm nenhu u proveito colhia e a enfer-
ni'la le segua empce o seu curso fo-
-eajo. |
Um dia lembrou ae tom r o Peitoral d
i amb ir, e f ii tao feliz qu em p.uco teo-
po restabeleeeu-ae g z.nio ii .ji a mais
ig .rosa saude (V le o f Iheto que acom-
p .lilla cada frasco.)
nicos Kgent s e depositarios geraes em
Fe-iiambii o Frani>iao M. da 8ila dr C*
-.Ra Mrquez de Olinda n. 23.
Cajurubba
Este effieaz e iin-ff. dsivo preparado, que
oo contiu ni ti uno nem arsnico e ape-
nas un a dose tao diminua de io mreto de
pntassio, que bem se pode qualificar de
lion-oe .paiiiica (n.eiuis de meio grao em uma
ollier de sopa do vehiculu), deve sement
toa mar- illiusa virtu la depurativa aos ve-
retaeg que entram em sua i:nnposii,o. '
Outros prepralo que aXo cont.n ab-
anlut iiii' ote mo alomo de mer urio ou n ns
Ui.pi.stos, t o tal lise :, mdoreto de po-
ta sio, .{Ue esta, dissnlvi'la em agua pura,
curri. os doenes que t n si o coi
pelos taes apreg a ios d purativos vege
taes.
A effiyu-ia do cajurubeba prova-se: -'
4o I'eii.g innmeros attestados de anadi-
os e de (Ini-nt- s por ellea curados de ma-
les reputados in ur vis. j. -|
P la pro. ura que tem ; de modo a fa-
z r desauparecer o prep rados ongene
res, que antes d'.-Ue miu.iiiavam a ihers-
I p. utica das saolojtti i sy(.l.ilti- .s do raen-
,i,at S :n> < l > Ci,5 s h"TpClii'HS.
:i Tela l'.li;. em f..llado ao publjoo, lazeiiiiu-llie coabe
er a composicau io s. u preparado, o que
ii' nliiiiu nutro ne ;.ni nuil aioda a taler.
,'/
r
'ados V
Dr. CDBltiO Lbb
Aurelia fenn Verrelra da Uva
8.a ANNIVrBSARlO
SABBADO D OCMHRO DE 1886
%Ktait l-'liniili lie Murra; A' l.inini"'
199
Em consequencia da sua grande e vasta p .i i
iar.iaile e justa celebn lade em todos os mercados
n'A uerica do Su e das Antilhas, para o uso de
cuj >s paizes, ella toi xelusvamenl- manufactura
.da, ha mais de 2 anuos : a mesma tem sido ex
tensivamente imitada e contrateM nesta pas
P .rm presentemente o artigo original foi imr du-
sid eem viriude d > mesmo apre-entar a dstiuc-.
tiva marca commercial doa propietarios, pole fa
cutente ser diatiuiruidapela sua auparoucia exte-
rior dussas outras simuladas e tr-uiduientas,Com
pos.(oes. |
Os .signaos .internos >Ie pe-feit genujdade.ao
.muito rneq.s fcil deingano, .nprquauto a 4fta
de.Florida de Muriay e-Uanman, tuin e deseflvel-
ye o aroma propri i das fr seas e.-darife^aa flje
plantas do trpico, das qoaes ella deriva a sua
bella e exquisita comp icio, e a exposico a ar.
ein lugar de diminuir, augmenta a delicaJea de
seu fino aroma, em lu<"r d- produzir uma einana-
c) acre ou uma C- rta effl ivia desegradavel. Como
acontece, cun esses perfumes e aguas de clieiro as
quaes s> prepralas e comuostas com olees bara-
ta e fortissiinos de esseucias
Como oar&ntia contra as falsifieaces, obsrve-
se bem que os uomes de Lanman & Kemp veuham
estampados em leitras trauspareutts no papel do
livrnih" que serve de nvnltorio. cada garrafa
Acha-se venda em tudas as boticas e lujas d.
perfumaras.
Agentes em Pernambuoo, -Henry Forster & C,
ra do Commercio n. 9.
Ai centrario dos vanos medicamnti8 quen"
passando em muitos casos de cornposios ante-
scient'fic .8 eincimiativeiBmantidos perante o
publico a forca de profusos annuncios, quaudo pos
tos propriamenfe prova c .mo aperientes salsa
parrnhas, purificadores, reguladores ou promoto-
res da s-de, se averigua serem ab8 lulamente in-
uteis, oXarope rte Vida de Reuler, w.
tem continuado de auno ein anuo gauhaulo sem-
pre na estima de todos os facultativos observa lo-
res, e p-rfeitane-te garantidos pelo?.factos que
recommeiidairos n uso deste Valioso preparado a
todos quantos si.ffram de doeur-as proveniente de
impurezas do sangue, pr.-ao do ventre, tempera-
mento bi'ioso, ictericia, febres, dyspepsia e todas
as affeccoes do figado e dos rius.
Banhos de mar
8*000
600
KOou
200
3*000
Nao moa intuito criar odiosidades contra a
pessoa de quem venho oceupar-me, mas, sement,
traser ao conbecimento do publico a quanto, a ma-
ligmdade a m disposieao pretende reduxir o
padre.
Mo dia 23 do crtente mes, quando ss 9 horas
Di Io de Oiitubio prximo em di ante o trans-
porte dos passageiroa para o Eslabele 'imento
de Banh >s le Mar, os arrecifes, sera feito em
am h mi martimo vapor.
O b md partir de 10 em 10 minutas do caes
22 de Noveuibro e do Esub-lecimeoto de Banhos
com os passageiroa que esiverem presentes na
occasio de cada partida, desde s 5 at s 9
h .ras da manh c das 4 s 6 d* tarde.
Aeha-se'em vigor do Io de Outubro em diante
a seguinte tabella de precos de assignatura de
banbi.8, passag. ns, etc., approvada pelo Exm. Pre-
sidente da provincia :
TABELLA
Una pesase menor ou aumta. 120rK)
Duas...........24IUO0
Tres...........30# Quatro..........36*UU0
Ue quatro em diante cada uma perten-
cente a mesma familia.....
Um banho aviiiso com roupa do banhsta
Um avulso com roupa, calcado e lencl
do estabelecimento......
Urna paasagem de ida e volta para os
que n' forein bombistas.
Por qualquer pessoa que fr indispensa-
vel acompanhar o banhista doente,
por mes.........
As asaignaturas s scro esntadas de Io a 30
e de 15 a 14 de cada mez, e pagos adiantadamen
te no etcriptorio do estabelecimento, d-veado os
banbistas turnar suas assigoaturas na vespera
dos das marcados para que possam ser bem ser-
vidos desde o primeiro da de seus banhos.
Os passagejros que nao fon m banhistas deve-
rao pagar a nportancia da passagem durante o
trajecto da viagem.
Nos precos da tabella se comprebende a obriga-
co de fornecer o estabelecimento ao banhista um
compartimento decente, passagem de ida e volta,
pessoa habilitada para acompanhar durante o ba-
nho as criancas, duentes e pessoas debis e inex-
penentes, e enebugar as roupas dos banhistas,
que devero marcal-as com as letras iniciaea dos
seus nomes antes de apresental-aa no estabele-
cimento.
Recite, Setembro de 1886.
0. de Medros.
N. 3. Mais se tendes filhos debis que
por falta de appitite estao doentes, dae-
Ihes a Emulsao de Scott
E' maravilhoso. come em pouco tempo,
ao totnarem-na, restabelecem-se e como
recuperam a energa e a sade.
li'dirii. |iiiil-iro uperailor
Residencia ra aa Imprratrit m 48, 2.- andmr.
i oiisiiir rio a ra llmiu .lel'axias n. ;>9.
I);i consulta* das 11 horas da manh 4s 2 da
Carde.
Atiende para .s chamados a qn-ilqner bota
teiephone n 449.
Consultorio medico-
0 r Castro Jetas, ti ui.u lo mais de 12 anaos
de escrupulosa obterTaeio, r.abre cons iltorio am-
h cidade. roa do Bum Jess (aatiga da Obi i
n. 2d, l. andar.
Uora de consultas
D- da : das 11 s da mde.
De noite : iIhb 7 s 8
as demais horas da noite ser encofrado ns
aitio travesea dos K-mdioe n. 7, prim. iro sor-
to esquerda, alm do ponao do Ur. Cisme.
O Dr. E. Osilsn Bonnrl Medico pela
Fm-ul lude de Med.ciua de Pars.
C. ndecorado cm a metalba aos hoapitae.
Socio correspondente : das Academias de Medi-
cina do Rio de Janeiro e de Barcelona ; da So-
cjedade de Medicina p-atica de Pars e da S.ioie-
oade Francia oe Hjrgiene, ex-direetor do Musca
Aiiat.'inoPatolgico da Fneuloade de Medicina
do Rio de Janeiro, tem a-honra de prev. mr o pm~
blico que duraule a sua estada rgi Pernamboco
tic i a dispisico dos doentes que d.-sejarem boa-
ral -o com a sua Coufiaiica.
Chamados e consultas de 1 s 3 horas da tarde
at novo avi-o: na hospedara de D. Antonia
(Calliillhi. Novo).
K^peciadades : molestias das vas respirato-
rias coraeao, estomago, ligado, etc^ molestias
nervas. e cyphliticaB
Recife, 6 de Agosto del 886.
Tasa de commis oes
DE
&. LA?0S!B & C.
46, Ruado Imperador, I* aodar
Mandam vir dos mere .d s estraiu-eir-.s qoalqasf
genero de merca don i o em condices muito suaves,
alm de que sao representantes de diversas casas
productoras para ns ques reeebem ucomroenda
em comtnlMM" nnriiinaa. rindo ss
mercad ras, conhecimentos, factura e sarita
poiid.-ncia directamente das fabricas para os Srs.
clientes, gosaudo esies das mai s vauugeae,
descuntos pras>a; entre essas fckriras n to-se:
A ...< iiMlHrte vincola de J-riirati,
associacaide grandes proprietarios de nuhedos
para evitar a fraude e expor a venda visaos
paras.
I.ouit Preres dt C. de Bordeanx fabrica
de conservas alimenticias e do afamado chocuiaU
Louil.
eoraesi esalti C. de Cognac; gran-
de i asa que se oceupa especialmente de eo-
gnat.
Pellasiler *raoo. de Grass"; fabrica
de leos vulateis, essencias, xtractos, ch-iros, para
rogaras, pharmaciase perfumistas, suectasores de
E. Alziari.
Fourmalnlreanx. de Desvtei, tsbricade
asulejos para casas.
Berln TiMMier. dt C. de Pars; fabrica de
vulri.s, frascos e vasilh^me pra pbarmacias e dro-
garas; especialidade de frascos esmenlhado; rs-
commendamos os novos prec >s muito esumidoe.
D. liulinel. de Paris, fornecimentos svrs
photographia, como sejam: cartues brancus e iw-
pressos, drogas e aparelbos etc etc.
Belvalftte. de Boulogne s-Mer; fabrica d*
formas para calcados.
A. Lecomle dt C. de Paris: fabrica de
instrumento, de msica.
Socledade dea fabrcame de pav-
ee lana, de Vieixon.
E. prla dt C fabrica de placas de ferro
esmaltado para nomes de ras, numeracio ds
casas, indicacoes de esenptorios. etc ete, foros
dores da cidade de Paris e outras.
C. Telaen dt C. fabrica de ladrilhos sm-
saicos.
A companbla de Flvea tille* ssats-
nal para engenhos, machinas fixas e lecossoreis.
material rodante para estradi de ferro, poetes
outras coostruccoes de ferro.
A Sociedad Cooperativa nlver-
aal. do que fasvm parte hoje mais de cim
das principaes fabricas franceses de qne
mente annunciaremos os nomes.
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medico
litta, ex-ebef de eliaica do Dr. ds
Wecker, mudou ten consmtorip, do %.
andar da casa n. 46 roa do Bario da
Victoria, para o 1. andar da essa a.
51 da mesma ros, Cootaltas de tsftie
dia s S horas da tarde. Resideacia
roa Sete de Setembro a, S A. \
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1
Diario de PmiarohnroHiiiit-rmN 30 fc Setemfc-ro de-IKKi
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tUtirio iwdko-eirunikii
O Dt\ "steva> Cavalcante de Albuquerque 0011
, rs_a di coQsnlUk uiedico-cirurgieas, a na
di 4 >, 1 andar, de mea di i *
' i tard. aras? demas consulta e tib -
ua residencia provisoria, rus da Auror
, J, 1 andar.
FEspeciaidade Parto*, molestias de cresc-a*
*d* nlj.t Wseus aoaexos.
C, lleckmann
Usinas de cobre, iat&o e bronze oe d
GoliUer Ufer n. 9 Berlim S. O.
Kspeelalldade:
Construirlo de machi-
mas e apparcllios
para fatii icas de assucar, destillacSes e re
fioacoes cora todos os aperleyoamentos
modernos.
INSTALLAgAO DE:
Engenhos de assucar completos
Eetabelecimoato filial na Havana sob
mesraa firma de C He<-krnann
C. e San Ignacio n. 17.
Inicos representantes
Haupt Gebru'der
EIO PE JANEIRO
Para informales dijij arase ai
Poli I man &C
Una do Commereio o. 10
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Ballhazar da Silveira
Especialidadesfe brea, molestias das
crianjas, dos orgios respiratorio das
oenhuras.
Prestase a qaalquer chamado par
r* d* Cipital.
AVISO
Todos oa chamadas devem ser dirigi-
dos pharmacia do Dr. Sabino, rua do
Bario da Victoria n. 43, onde 'indicar
a sua residencia.
i
B
{

Leonor Porto
Rua do Imperador n 45
Priraeiro andar
, Contina a ejecutar os mais difficeis
I. figurinas r.-cebidus de Londres, Pars,
iriso* e Rio de Janeiro.
Prima en perfeijaode costura, em bfS-
vidade, modicidade em prejos e fino
gosto.
Fados e nao palavras
Aos que se desejam tratar sem comprometter a
saude com preparados mineralgicos.
Nesta typographia e na rua Direita n. 66, 1.
andar vende-se tinturas bomeopathicas para ino
fansiva cura das seguales molestias : asthmatico,
anda mesmo bron.-hiiico; eiysipela, enxaquecas;
ioternitentes (sem o empreo do fatal quinino) ;
toase convulsa, falta de roeugtruajao ; cmaras de
sangue : esfricos uu uietrite ; dores de dentes ou
nevralgias, metrorragia; vermfugos, denti jio e
csnvulsdes das crianzas ; tudo manipulado de ber-
ras do paic.
Assim como tratam se escrofulosos em qualquer
(rao e gommatosos.
udital 11
De ordem d U m. Sr. Dr insjector, fceo pu
blicu que no dia 30 do correte ir de novo pra
ja, o servij i da illuiniiajio pub ica de Iguaraa.-,
durante o correute exerciein, servindo de bae u
preco de 2"0 is. por cada lamp-io
Secretar a d. Thesouro Provincial de Pernam
uco, em 25 de Setembro de 1886. Serviado He
secretario,
Lindolpho Campello.
Edita! rw3J
5* praja
De ordem do Illm. Sr inspector se fas publiei
que as 11 horas- do dia 1 de O .tubro vindouro s rao
v< odiaos em praja no trapiche Juneeijio, 12 ki
logra minas e 7<>u gramolas de coral m raices e
em obras, e 750 grarouias de fitas de seda lisa,
nio especificada, apprehi-ndi ios n" da 2deJu
iho do correte auno, a Achules Giomo, passa-
geiru do vapor francs Ville-de Victoria.
3" seceso da Alfandega de Pernambuco, 28 de
Seiembro de 1886. O chote,
Cicero B. de MeMo._____
Edital o. 749
De erdem do Illm. 8r. Dr. inspector giral, se
declara ao profesor Antonio Nobre de Almeida e
Castro, Humeado por portara da presidencia da
provincia, de 22 do corrente, para reger a cadeira
de eusmo primario de ti- lgalas, que lhe fica mar
cado o piaso de 6o das, contados da data da
u' meajio, para d- ntro delle entrar em exercicio
da mencionada cadeira.
Secretara da instrueeao publica de Pernam-
buco, 28 de Setenibro de 1886 O secretario,
Perg-n'ino S. d Arauj i Gal vio.
Edital n. 10
De ordem do Ill b ico que no dia 30 do orre ite, ir de novo
praja o fornecimento de alimentaco e dietas para
os preses pobres da Casa de Detencao, relativo ao
trimestre protimo viudouro de Outobro a Decem
bro, de aecordo com a tabella abano transcripta
do Regulamento de 18 de Marco de 1885 e bem
Hssi-n com as do Hospital Pedro 11, tambern ti ana -
criptas, c norme o disposto no art 75 do citado
Kegu lamento, servindo de base a diaria de
42 ris.
Secretaria do Thesouro Provincial, 25 de Se-
tembro de 1886.
Servindo de secretario,
Lindo'pho Compeli.
TABELLA N. 2
lffloco para lo mana
160 grammas de pao.
55 ditas de assucar refinado de 3* sorte.
20 ditas de caf em p.
Ceta para todo* os das da emana
120 grammas de i o.
55 ditas de assucar refinado de 3* sorte.
20 ditas de c> fe un p.
lanlar para dominsos, 'ercaseqain-
! feira
400 grammas de carne verde.
5 decilitros de ferinba.
10 grammas de toucinho.
Jamar para sesundaN e martas-
feiras
229 grammas de carne secca.
4 decilitros de farinha.
2 ditos de fcijao.
10 grammas de toucinho.
Jamar para senas reirn e sab-
badaa
150 grammas de bacalbo.
4 decilitros de farinha.
2 ditos de teijo.
1 ceiitihiro de aceite de oliveira.
1 dito de vinagre.
Leuhae sai necessario pura todos os das.
Os gneros serio de 1 qualidade.
Dito em vergalhio SeXtaVaJo, dem.
Dito o vcrgaiha i oitavado, dem.
Dito em bol a, dem
Dito em vergalhb vitrads, dem.
' 'ito para molas, dem.
Aldrabas de ferro, urna.
Ditas de metal airurello, idem.
Ditas de lato chatas com ou sem cachimbo,qaal-
quer dimenso, idem.
Ditas de lati chatas com pegadeiras, qaalquer
dim--ns<>, idem.
Ditas de lati redondas com ou sem cachimbo,
qua quer diin-usio, dem.
Ditas de iat:l> redondas com pregadeiras, qaal-
quer di uenso, dem.
rame de Cubre, k'lo.
Dito de chumbo, dem.
Dito ne ac,", idem.
Dito de fero, dem.
Dito de lati, idem
Dito de ferro m-ia canoa, idem.
Dita da Parahyba, um alqueire.
Dita amarilla, dem.
Dita de mol lar, hectolitro.
Arbolas de ferro, ama.
Ditas de ferro galvauisadas, idem.
Ditas de lati, idem.
Argola de metal, urna.
rmelas de borracha, dem.
Vrruelaa de ferro galvanit idas, idem.
rmelas de m< tal, dem.
rmelas de ac, dem.
Arruelas de cobre, dem.
Arcos de ferro, kilo.
Arcos de rabeca, dem.
Arestas de ferro, idea.
Arestas de cobre, idem.
Ancinh .s de cobre, i es. _
AssentaJores para forjas, idem.
Aunagro, dem.
Acas ou pegadeiras de lato, qualquer dimenso,
dem.
Acas ou pegadeiras de lati com cachimbo, cpual-
uer dimensi >, idem.
Azul ultramar, kilo
Amarello francs, idem.
Archotes alcatroadoa, cento.
Arco de pao para barril, idei...
Dr. Fernandes Barros
Medieo
Consultorio rua do Bom Jess n. 30.
Consultas de ireio da -i 3 horas.
Residencia rua da Aurora n. 127.
Telephone n. 450
Di. Cemnein Leite
H rl*H O
Tem o seu escriptorio a rua Duque de Ca
xias n. 71, das 12 as 2 horas da tarde, e desta
hora em dimite em sua resideacia i. rua da Sau-
ta Crac n. 1(1. Especialidades, molestias de se-
nhorao e criancas, telephone n. 326.
Ocu isla
DR. MATTOS BARRETO, ex chefe de dioi-
ca do Dr. M iura Brasil e da poiycliuica geral do
Ru de Jan' iro.
Con'ultori", rua do Imperador n. 65, 1-andar,
das 12 s 3 horas da tarde.
Residencia, Camniho MuVO n. 159.
As operacoee sao f itas sem dor, pelo meio do
C.caina.
EDITAES
O Dr. Joaquira da Costa Ribeiro, jiz de
dir'.ito do civel desta cidade do Recife e
seu tenne capital da provinoa de Per
namLui-o por Sua Mugestade Imperial e
Constitucional o Sr. D. Pedro II a quera
Deus guarde, etc., etc.
Faco saber aos que o prastnte edital virem, que
por este jino, fiudns que s>jam os vinte dias de
pregio e tre prCas, tem de ser arrematados, a
qaem mais der e Balar lance otierecer, no dia 30
de Outubro viudouro, depois da audiencia respee
tiva, os bens seguntes, que toram penhorados a
Joaquim Cavaicaufe de Albuquerque. em execu-
^io que lhe inove Antonio Luis dos Santos, cons
tante da respectiva avaliacio, existente em poder
e cartono d.. esrrivio que este escreve, o qual
do thejr segumte
Um casa teir Lourenco da VJa:tu. no logar de trras do enge-
nho Sauta Rita, junto a estaco do uieem i nome,
com 2 p.rtas de treute, 2 salas, 1 quarto, coxinba
fora, leudo urna puchada ao lado, com 1 porta de
frente, a qual estribara, mediado de frente 5
metros e 30 ceutim< tn.s, e de fundo 6 metros e 5
centmetros, avallada por 150*000.
Um cavallo de cor rodada, tainanho regular,
meio andador baix >, avahado por 80#(j0.
E para que ebegue ao conbecimento de todos
mando ao porteiro do juico, offixe o presente edi-
tal no logar do c^stume, e que passe a respectiva
certidio.
Dado e passado n'esta cidade do Recife aos 25
de, setembro de 1886,
En, Antonio de Burgos Poooe de Len, escri-
riSo, escreFi.
Joaquim da Costa Ribeiro.
' Edital n79 ~
De ordena lo Illm. Sr. Dr. inspector, convido
a Srs. Simplicio da Silva Coelbo. Jos Cordeiro
dos Santoa, Rodrigo Carvalbo*Q e Diogo Au-
gusto dos Res para, assgnarem os contratos de-
fioNos das. rremataces que fiseram para tor-
asrisaroto de artigos de fardament) ao corpo de
posMta-ficaado para uso marcado o praso de qoa-
tro das, a contar desta data.
8 retara do Thesoaro Proviacial de Pernam-
bocO.SfcpaSetambro d 1 iBik- Seao,e
iimsjtssy.
Linolpho Campsllo.
RaySes e dieta dos doentes do Hospital
Pedro II
1* dietaCaldos de gallinha.
2* ditaCaldos de carne.
3* ditaCanja de arroz ou sopa.
4' ditaAlmoco. Chou caf, 115 grammas de
pi i ou papas.
Dita ditaJantar. Gallinha com arroz e pi.
Dita ditaCeia. Cha com bolachas de 58 gram
mas ou pupne.
5* dita -Almoco. Cha ou caf, mauteigae 115
grammas de pao.
Dita ditaJaatao. Carne com arroz e pirio ou
pi.
Dita ditaCeia. Cha com duas bolachas de 58
gramixas.
Tabella das dietas dos doentes dos Hospi-
tal Pedro H
1 gallinha para 8 caldos com 250 grammas
cada um.
1 kilo de carne para 10 caldos.
1 canja de arroz com 32 grammas de assucar e
250 grammas d'agua.
1 japu com 32 grammas de araruta, 32 ditas de
assucar c 250 d'agua.
O cha ou caf na proporcio de 4 grammas para
250 d'agua e 32 de assucar.
\3a quaito de gallinha ou 250 grammas de car-
ne para cada doente.
N. B.O o eaicc pode esneeder extraordina-
riamente 64 grammas de vinho, 54 de goiabadu
ou marmeada, aletria o>. papa.
Lindolpho Campello.
DECLARACOES
Conselho de compra da repar-
tico de marinha
Supprimento de sobredientes e materaes aos na-
vios de guerr fuodeados no porto desta capital
e s dependencias deste Arsenal.
De or i' m do Exm. Sr. chefe de divisab Jos
Manoel Picaneo aa Costa, inspector deste Arsenal
e capitn do porta desta provincia, face publico
que no dia 12 de Outubro, s K horas da man'a,
se contracta em conseibo, vista de proposlas
apieeentadas em cartas fechadas, por tempo de 6
meces, a contar de 1 de Janeiro 31 de Jnnho
vindouio, '< supprimento de sobresaleut s o mate-
raes aos navios de guerra fundeados Do porto des-
ta capital e as dependencias deste Aratnal.
As amostras oeverio ser apresentadas at a
vespera do da em que tem de se reunir o conse-
lho.
Os objectos a contractar-se sio os seguntes:
Abastecimento do almoxarifado
Bandeira nacional de 20 12 paooos, urna.
Bandeiras de laQio de 4 pannos, idem.
Bandeiras de signaes de 2, 3 e 4 pannos, urna.
Baudeiras de gurups de 2, 3 o 4 pannos, idea*
Bnm brauco, metro.
Briin de buho para veame, idem.
Bi nzio, dem.
Brim da Rusia, idem.
Baetilhi ou fl mella branca, idem.
Barmetro de aneruyde, idem.
Barum ro de aueroyde da Paget, idem.
Barmetro de Buurdou, idem.
Barou>etro de Bu be, dem.
Batmetro de Frontn, idem.
Bi.mhas de pressio completas, de qualquer dimen-
si'>, dem.
Bombas de mi para extrabir agua dos poroes,
idem.
Ba ancas com conchas de metal horisonUes,
dem.
Balaceas hydraulicas para suspender, idem.
Blancas para mesa com coucas, dem.
Balasca rouiaua, dem.
Balanzas decimaes de madeira chapadas de metal,
par 50, 100, 150,200, 300, 400, 500 e 1000 ka.,
idem.
Bracos de bataneas, idem.
Baldeadores, idem.
Baldeadeira de tulla, idem.
Baca de ferro, idem.
Baca de ferro agatba, idem.
Bandejas de ferro, dem.
Bandeja de pao, idem.
Banis de gal, idem.
Barra de pao ferrados, grandes, idem.
Brriide pao ferrados, pequeos, idem.
Baldes ferrados, pequeuus, idem.
Baldes ferrados, grandes, idem.
Baldes de sola, idtm.
Baldes de cinco, ioem.
Baldes de ferro agatha, idem.
I maculas, dem.
Barquiuhas de patente, idem.
Barro i'omuiutu, hectolitro-
Barro batiuga, idem.
Badames, no..
Be1 maces de ferro, kilo.
Belmaces de atiio, idem.
Bigornas de lati, dem.
Barro commum, kectolitro,
.to tabalinga, idem.
Badames, uoi.
Bdlmaces le ierro, kilo.
Dito de lati, idem.
Bigornas, idem.
Borracha em lenco], dem.
Dita em lencol com lona, idem.
Dita em lencol encarnado, id&n.
Dita componud, dem.
Dita em len$ol vulcanisada, idem.
Dita em lencol sortida, idem.
B toes de fen o para correias de machina, idem.
Dit a de ni tal apra caixilbos e vidros, idem.
B .rbiletas de ferro, urna.
Ditas de metal, idem,
Br .cas de ac para cratacas de diversas dimen-
soes, idem.
Ditas de carritel, idem.
Breu, kilo.
Brochas chatas, duzia.
Ditas luglecas de 0, 00, 000, ama.
Ditas trancecas de ns. 1 a 16, idem.
Ditas pira caiar SS, idem.
Jilas para pintar, idem.
Ditas de pouta ns. 1 a 4, idem.
Brafadeiras de bronce, dem.
Ditas de ferro, idem.
Bridas de ferro e de metal para canos, idem.
Barrotes de pmho da Suecia, metro corrido.
Ditos de piuho de Riga, idem.
Bronce d. ferro, idem.
Bronze, dem.
Broucil, grammas.
Bules de fulha, um.
Bandeja de pao, urna.
Baldeadeira de foihi, idem.
Bules de fulha, um.
Bracos de batanea, idem.
Bagottas SS, urna.
Ditas de ferro, idem.
Ditas de ferro esmaltado, dem.
Ditas de cobre para graia. dem.
Ctelos para cortar carne, uoc
CincoUteira Carretel de barquinha, um.
Correte de rame galvauisado, kilo.
Cu mu rea, pe le.
chimb s de lati, ura.
Caainhus de pa?^n^, d.nVrentcs numeres, um.
Canas de tarraeh* Whitsvorth, legtimos, de dif-
frent.8 nnneroa e diversos, dem.
Catracaa de diversas dimeoso idem.
Catracas com maniv-lia, idea.
Cal virgem em p, kilo.
D'ta em pedra. dem.
DiU de marisco, hectolitro.
Dita bisucs, litro.
Dita preta, dem.
Dita de Lisboa, dem.
Dita de Jaguanbe, idem.
(Jadeados d- ferro, um.
Dit s de lati', diversas dineasoes, aro,
Campu.as para olbaes, idem.
Cera da feria, kilo.
Dita Granea, idem.
Cincas azu s, kilo.
Colla da Baha, 1* qualidade, kilo.
Dita de pellica, dem.
Dita oe pintura, idem.
Clcheles do metal para correias, cesto.
Ditos de ferro para corda de tripa, diversas di-
m- ii-oes, dem.
Colheres de ferro-para pedrero, urna,
Couipassos de ferro, um.
Compasaos d" volta, dem.
t''nn,iiMSi>8 de cent.ar, idem.
Dit b de mola direita, dem.
O.rreias de borracha, inerro.
Ditas de si la singella de Tuke, idem.
Dita de bo'a dobrada de Tuke, dem.
Ditas ou fieiras de algodo de 4, 6 os 8 dobras,
dem.
Corda de tripa, idem.
Corda de borracha, idem.
Cuuhas de ac, urna.
Cordel para pedrero, una.
Cobre em chapas, kilo.
Cubre eui barra, idem.
Cobieem vergalhio, idem.
Cobre em flha para forro, idem.
C un e doce, um.
Cobre ero vario, idem.
Cobie em fulba, dem.
Cobre em leue,ol, idem.
Chumbo em lencol, dem.
Dito em barra, dem.
Cravus 'le cubre para correus, idem.
Chaves de fenda ou parafazo, urna.
Chaves de tarracha, idem.
baves inglesas, mem
Cimento Purtland, barrica, ama.
Dito nydrauiico, kilo.
Chapas de trro liso galvansado, orna.
Ditas de dito usado gaivauisado, idem.
Corr-ntes de rame, kilo.
C uz. iro, um.
Commentadures, um.
Curta fio de ac, dem.
Cavilbas div-rsas, idem.
Colber para deireter metal, idem.
Carcaneis, idem.
Chaves para porcas, idem.
Cadaic >s de liuho branco ou encamado, largo e
estreito, peca.
Dito de li encarnado, idem
Catracas differi nciaes, dem.
Ditas com carritel, idem.
Carrinhos de mi americanos, de ama roda, idem.
Ditos americanos de duas rodas, idem.
Curvas pequeas de madeira de le, decmetro cu-
bico.
Ditas ditas de mad ira de le, por forma, idem.
Carnauba em velas, kilo.
Cr, dem
Cravos .erro cssto.
Canoa de chumbo, kilo.
Caibros de qualidade, um.
Caldeirio de trro estanbado, kilo.
Cobertores de la. um.
Concha de baiaue.a. par.
Caderoaea broi. :eadus SS, um .
Correia para ca xa de guerra, urna
Agulhas para bitacula, preco d'uma.
Agulhiu, dem.
Agnlha para lona, idem.
Agu ha para bnm, idem.
Ampulhetas cm armacao de metal, 15" e 60",
dem.
Ampulheta com armecao de madeira, 14" e 60',
idem.
Amarras'de ferro, i iem por kilo.
Aucoras de ferro, idem.
Ancuretas, dem.
Ancore tas, dem.
Arrebem, dem por kilo.
Aimotulias de cobre de ns. 1 a 7, ama.
Ditas de tolba, de ns. 1 a 7, dem.
Ditas de ferro, idem.
Argas para maea de ferro, galvanisadas, idem.
Azul da Pereira, kilo.
Alg.'dio em rama, dem.
Dito branco, dem.
Dito em fio, kilo.
Ax-ite de sebo, litro.
Alvaiade de sraeo, idem.
Dito de chumbo, dem
Ac- ite de pene, idem.
Alcatrio da Suecia, barril.
Agua ras, kilo.
Agulhas inuio palomba, cento.
Ditas de palombar, idem.
A la vaneas, urna.
Alvies, idem.
Alicates de ac, redondos, idem.
Ditos de ac, qoadrados, dem.
Ditos de seo de cortar, dem.
Ac quadrado, kilo.
Dito em barra, idem.
Dito fundido S S, idem.
Dito em vergas, idem.
Dito batido, idem.
Dito tundido em ario S S, idem.
Dito em verga talo redondo, idea.
CoDcbas de ferro para cosinha, urna.
Ditas de ferro agatba, dem.
Cbamins ou tubos de vidro para lampeos de ke-
rosene ou oleo de colga, diversos, idem.
Castigaos de balanco com globo, idem.
Cascas de COCO, idem.
Cestos do Porto, grandes, idem.
|)it s pequauos, dem.
Caixas de guerra com vaqaetas, idem.
Colchetes commuus, grosa.
Ditos para correias, duzia.
Cera preta p Dita amarelia, id. ra.
Dita em pao, dem.
Dita em velas, idem.
Dita virgem. dem.
Cadarco de algodio branco, peca.
Dito de dito largo, dem.
Dito de liuho, dem.
Dito de dito largo, dem.
Di'o de algodio encarnado, idem.
Dito de la encarnado, dem.
Dito deli pr Cortinas de damasco de li, urna.
Ditas de damasco de li iho e seda, idem.
Ditas ue damasco de seda, dem.
Carmn, liquido ingles, vidro grande, um.
Cadeiras cum asseuto de pao, duzia.
Cera em arch tes, kilo.
Ladcira com assento de palha, urna.
Dita com asseuto e encost de palha, idem.
Caneco.- de pao ferrado, um.
Ditos de pao, idero.j
Ditos ou pucaros de ferro agatha, idem.
Camas de ferro reforjada* de 1",52X64 e.......
1,98X66, idem.
Cuicho de capim de 1 ",550X666, idem.
Dito de crina vegetal 1",845X660, idem.
Calleras de ferro para fogo, kilo.
Cestas para papis, urna.
Ctoo de lintio Dranco, kilo.
Dito de manilha, idem.
Dito de cairo, dem.
Dito de rame, Krupp, idem.
Dito de couro, dem.
Cruks de ferro, um.
Colheres de ferro, ums.
Cum pateos para deseo ho, om.
Caivetes fiuos de RoJgers de 2, 3e4folhas,
idem.
Caoetas, dosis.
Casearolas de ferro ettanhada, kilo.
1 Ditas de ferro, idea.
Ditas de ferro esmaltado, idem.
Chaleiras de terr eataohado, idem.
O
Dedaes de reuocbo, um.
Damasco de li, metro.
D tu dito asul, dem.
D.to dito de la < s.di, dem.
Dito de sed' i i Jum
Debastad .res, It'em.
Desamuadores, i em.
Desbastidores, idem.
Diam nte para cortar vidro, idem.
Dohradicas de ferro refirmadas de juota, compri-
das, de qualquer dimensio, urna.
Ditas de dito quadradaB para machina, de qual-
quer dimensio, id- m. .
Ditas de dito batido, quadradas, de qualquer di
meosio, idem.
Ditas de(latio,compridas, de justa, com eixo do
uieaino metal, reforcadas, de qualquer dimensio,
idem.
Ditas de la'.io, compridas, de junta, com eixo do
mesmo metal, reforjadas, de qualquer dimensio,
id-m.
Ditas de dito, compridas ou de junta, com eixo do
mesmo metal, nio reforjadas, de qaalquer di-
mensio, dem.
Ditas de dito ^uadradas, reforjadas, de qaalquer
dimensio, idem.
Ditas de dito quadradas, nio reforcadas, de qaal-
quer dimensio, idem.
Ditas de dito quadradas reforjadas, para machi-
nas, de qualquer dimensio, idem.
Ditas de dito reforjadas para madeira, idem.
Ditas de ferro, dem.
Ditas de metal, idem.
Eoxoire em po, idea.
Dito em pedra, idrm.
Esmeril us. 1, 1 1|2, 2 e 2 1|2, 3, e 3 1|2, idem.
Espirito de vinh de 37 a 90 graos, litro.
Estanbo em verguiuha, kilo-
Dito em barra, dem.
husadas de ferro, urna.
Ditas de dito calcadas de ajo, idem.
Ditas da pi nta, dem.
Engenhos ou machinas de furar, de ns. 4, 5, 6, 7,
8, 9, 10, 11 e 18, dem.
Euxa para Garapias ou doriteira, idem.
Duas para ditos ou doriteira, com cabo, idem.
I lita para carpmte iro, com cabo, idem.
Estopa da trra, kilo.
Dita de linb i, dem.
Escpulas de ferro, dem.
Dita de l.tau, dem.
Dita de laio com airad, idem.
Escalas m'tricaa, idem.
Estis com p i cas, idem.
Estampas para rebio, idea..
Esco.as de ferro para (impar limn, idem.
Ditas do rame para igual fin, idem.
Lug.-iih >s para Catracas, dem.
Eipaiiadcres de cabellos, um.
Ditos de p unas, ni. m.
Escarradeiras de ferro, dem.
Ditas de f rro agatha, idem.
Ditas de luuja, iJein.
Duas de p.rcellana, idem.
Ditas de folha, dem.
Lucera lo ou oleado para mesa, idem.
Dito ou uleado para mesa, dem.
Dito ou oleado para o cqo, idem.
tsteira" de coco, dem.
Erquadro de ajo, qualquer dimensio, idem.
bstopa de algodio, dem, kilo.
Dita ingle a, dem.
Estovas de aran-e para tubos de caldeira, qual-
qu r dimensio, idem.
Ditas de cabello, dem.
Di i as inglezas, dem.
Dius de rame, dem.
Eapumadriras de folha, ama.
encerado para encapar, metro.
Esmeril em p, kilo.
V
Flammulas de navio de 9 metros, urna.
Dita de escaler de um metro, idem.
Pelle SS, metro.
Fio de vela de urna aualdade, kilo.
Dito de li, idem.
Dito de algedo, idem.
Tateixaa, kilo.
Porquetas de ferra, ama.
Ditas de metal, dem.
Pacas para cozinha, idea.
Foges de ferro para navio com duas caldsilM vo-
lantes de 6, 8, 10 e 12 furos, um.
Dito* de dito macsso des, 8, 10 e 12furos
d% caldeira, idera.
FrUideiraa de trro esmaltado, un.
Ditas de ferro esianhado, i
Pun I de vidro, am.
Dito ds fulha, *em.
Faces grandes e pequeos, idem.
Fio de ebre, kilo.
Forj.s p.rtateis com ventiladores ns. 1 e 2, idem.
Ditas ditas com deposito d'agua n-. 1 e 2, idem.
Ditas cyliudricas inglesas ns. 1 e 2, idem.
Duas portateia para caldeiras, diversas dimensoes,
dem.
Ditas ditas de Grofer Fils, idem.
Fo'has de Flandres grandes, Charcool, mares
X XXXXX, Caixa.
Dias dita grandes K ke, marea XXX,XXX,
idem.
Ditas dita pequeas K.ke, maros X,XX,XXX,
idem.
Ferro de "calcar, um.
Dito de soldar, id-m.
Dito de cortar para calafate, idem.
Folhas do aj para serra, lima.
Ditaade ajo para serrotes, de cortar metal, idem.
Foro.oes, iaein.
Furadores de correia, idem.
F mes, urna.
Flor d enxafre, kilo.
Feces de uuro, dem.
Fe I tro seeco, idem.
Fogareiros de ferro, idem.
Fechos de ferro, qua quer dimensio, om.
Ditos de dito meio fio, de embutir, para fechadores,
em baix i e em cima com dobradijas, qualquer
dimensio, idem.
Dito de lati i simples, qaalquer dimensio, idem.
Ditos de dito de paleto cubertos, idem.
Ditos de dito d.- junta e meia, fio de embutir, para
armario e portas, idem.
Ditos de dte com sargelas, dem..
Ditos de dito c>m arauha, idem.
Ditos de ditos de em-utir, idem.
Ditos de dito de botio, coberfos, idem.
Ditos de dito de m las de atsrrachar, idem.
Ditos de db de juntar com targetas, idem.
Fechaduras de ferro para armarios e gavetas,
qualquer dimensio, urna.
Ditas de dito para gavetas, duas lingnetas e duas
voltas, qualquer dimensio, idam.
Ditas de dito de enfalbar, para portio, com ou
sem insjan-tas, direita ou esquerda, qualquer
dimensio, idem.
Ditas de dito de caixio para portio, eom ou sem
macanetas, oireita ou esquerda, qaalquer
dimensio, idem.
Ditas de dito com ferrolbo para caixio, qaalquer
dim nsio, idem.
Ditas de dito de b 'roba, qualquer dimensio, idem.
Ditas de dito francesas, qualquer dimensio, idem.
Ditas de dito de embutir, de lanceta, qualquer di-
mensio, dem.
Ditas de dito com trinco e majaneta, qualquer di-
mensi idem.
Ditas de dito de tambor, qualquer dimensio,
dem.
Ditas de dito de lanceta para portas de correr,
qualquer dimensio, idem.
Ditas de dito de agorja, com e sem canbao, qual-
quer ditn-nsio, dem.
Ditas de dito de broca, com tres chaves,at 0M20,
0,080, dem.
Ditas de lati para armario e gavetas, com e sem
canbao, qualquer dimensio, idem.
Ditas de dito de enfalbar para portas, com maja-
ne tas de pao, vidro ou porcelana, direita e
esquema, qua quer dimensio, idem.
Ditas de dito de enfalbar para portas, sem maja-
netas, qualquer dimensio, direita e esquer-
da, dem.
Ditas de dito de caixio para portas, com ou sem
majauetas, direita e esquerda, qaalquer di-
mensio, idem.
Ditas de dito com msjanetas de vidros ou porce-
lana, qualquer dimensio, idem.
Ditas de dita de duas entradas de urna e duas
chaves, qualquer dimensio, idem.
Ditas de dito de embutir com caixio, qualquer di-
mensio, idem.
Ditas de dito de embutir canastras, qualquer di-
mensio, idem.
Ditas de dito com trincos e macanetas, qualquer
dimensio, idem.
Ditas de dito de tamborete, qualquer dimensio,
idem.
Ditas de dito de lanceta para portas, qualquer di-
mensio, idem.
Ditas de latid de agorja com ou semeaohio, qual-
qil. r dimensio, idem.
Ditas de ferro, idem.
Ditas de metal amarello, idem.
Ditas com majauetas (fraueexa) idem.
Ditas de metal sortid -s, idem.
Ferro em chapas BB, kilo.
Dito em vergHlbi >, idem.
Dito em barr> BH. iilftn.
Dito em caotooi'iras BB, idem.
Dito ingles era barra, idem.
Dito inglez em vario, idem,
Dito mglec em lenjol, idem.
Dito ingles em cantoneiro, dem.
Dito L Win.wr em chapa, idem.
Dit Lawmoor em vergalhio, idem.
Dito L wrooor em caotooeiras, idem.
Dito L wmoor em varia, idem.
DitJ La wmoor emleojol, idem.
DitoL wmoor em barra, id-m.
Dito da Su ca em barra, idem.
Dito de dita en> vergalhio, idem.
Dito patente em barra, dem.
Dito patente em v rgalbio, dem.
Dito para arcos, id Dito p ira grelhas, i lem.
Dito xadrez em chapa, idem.
Dito miza, idem.
I lito inglez em vario redondo SS, dem.
Dito iuglez em vario quadrado, idem.
Dito da Suecia em vario redondo, idem.
Dito proprio para grelhas, idem.
Fechos pedreses, um.
Foies SS, um.
Ferrolhos de metal amarello, idem.
Ditos de ferro S, idem.
Kerosene, lata.
la
idem.
LJ de cameiro, pello.
Lixa de paira branco
Dita de pap-l, idem.
Dita de peixe, idem.
Dita de vidro, idem.
Dita esmeril, idem.
Lubrificadores, om.
Lmha de coser, kilo.
Dita de crivo, idea.
Dita crua, dem.
Dita para p..nu i, idem.
Dita canhamo, idem.
Dita alcatroada, dem.
Dita de b.rca, idem.
Lati em chapas para todas as dioences, dsa
Dito em vergalboes, idem,
Dito em folha para ferros, idem.
Dito em lenj-.l, dem.
Limas inglesas quadradas de 0.1C1 a 0,960,
ducia.
Ditas inglezas chatas 1/2 can na, speras abas-
tarda de 0.101 a 0650, idea.
Ditas inglezas parallellas bastardas, de 0,101, s
0,550, dem.
Ditas de 3 quiuas bastardas e speras ds 0,101
0,550, idem.
Ditas inglezas manrea chatas 1/3 cansa de OJO
a 0,550, dem.
Ditas inglecas maurjas parallellas de 0,101 iflMi,
i lem.
Ditas de quinas maurjis do autor P. .lacheen Se
0,101 X 0,0, 0,00 X 0,100 e 0,200 X 0,01
idem.
Ditas ameadoinas insurja do mesmo astor d
0,100 X 0,009, 0,200 X 0,011 e 0,200 X 0,01
idem. 4Q
Ditas cylindricas maurjas do mesmo astor 0.10
X 0,: 00. idea. *
Dit'-s lancheiros murjas, do mesmo autor 10,890
X 0,125, idem. ^^
Ditas curvas de 0,101 a 0,550, dem-
Ditas de 3 quiuas do autor W. Wales ds 0,101 s
0,650, id-m.
Ditas de 1/2 caonas chatas e bastardas do tasas
autor, 0,101 0,5t0, dem. lO
Ditas parar, lies m urjas e bastardas do tasas*
autor, 0,191 a 0,550, idem.
Di'as speras do mesmo autor, de 0,101 s 0,56
idem.
Ditas auiendiciras do mesmo autor, de 0,101,'
0,550, idem.
Ditas de ajo, urna.
Dimatoi-s inglez s quadrados, i de 0,101 s 0,66 i
duzia.
Ditos inglezcs redondos de 0,101 s 0,560,1
D toa cyliu incoa de 0,i00, idea.
Ditos, um.
Llames de cmara direitos, duzia.
Ditos de cmara curvos pela toras, idea
Dii.i s curvos a pegar, dem.
Ditos sicupira, um.
L na di Kussia larga, metro-
Dita estreita, idem.
Dita ingleza, larga, idem.
Dita estreita, dem.
Dita de Algoaio nacional, idea.
Latriuas de ptente, idem.
Ditas de Stem & C, idem.
Ditas de Taylor, idem.
Linterna de patente, urna.
Dias de rede vidro, idem.
Ditas para inachioas, idem.
Ditas com reflectores, dem.
Ditas porta bsjo, idea.
Ditas retanguiar-s, idem.
Lau.p O.-s de cubre para machios, idea.
Diti-8 mchel .dos, idem.
Ditos de vistas, idem.
Lampannaa de soldar, idem.
Lavatorios de ferro, um.
Ganchos de lato, oa.
Ducs de ferio, idem.
Canopes com ferro, idem.
Goivas para calafate, idem.
Ditas para carpioteiro, idem.
Ditas cbanfradas para deotro, qualquer dimensio,
idem.
Goi vetas, idem.
Grozas de ajo, dem.
Gaxeta de alg .dio, kilo.
Dita de linbv, dem.
D'ta elstica patente, idem.
Dita de algodo para condensadores, idem.
Dita pat.iite, idero.
Gis em pedra, dem.
Gomma laca clara, idem.
Ou- seas ing ezas branca e preta, idem.
Gesso, idem.
Grades de rame de cinco, metro.
Ga aahoa de trro, um.
Gutta percha em pauuo, kilo
Dita em fio, idem.
iiraminhos, idem.
Genipapo em toros, decmetros cbicos.
Dito em taboas, idem.
Guarda fechos, um.
Galhardeies de siguaes, um.
Gomma arbica m pedra, k'lo.
Godeto para desenh -, um.
Grisetas para lampcoes, idem.
Garfos para csinha, idem.
Dito de ferro, dem.
G .tos coro sapatilb), idem.
Ditos singelos, idem.
Ditos dobrsdos, idem.
Di'os de tourel, idem.
Globos de vidro, dem.
Ditos de vidro para lampeos, idem
Grisete de folba, um.
Gis crayon, cana.
D tod-to encarnado, dem.
Graxa do Rio-Grande em bexigs, kilo.
Hostias, urna.

Indicadores de vidro de qualquer comprimento de
0,010, 0,013, 0,016, 0,019, 0,022, 0,025, 0,028 e
0.032 de cireumstancia para caldeiras de ma-
china, um.
Indicadores de Richards, de qualquer comprimen-
to e espessura, dem.
ndices alphab ticos de 25 a 100 folhas, idem.
Ilhs de metal, ansia.
Jal de crow, kilo.
Dito de aples, idem.
Jaoccoes de barro, diversas dimessoea, urna.
Jacaranda, pranchoes, decmetros oubieos.
Dito violeta, idem.
Jarras ds madeira para agua, urna.
Ditas de ferro agatha, idem.
Ditas de ferro, idem.
Ditas ds folha, dem.
Juntas de metal para mangotes e I
qualquer dimensio, id
Mealbar branco para garete, kilo.
Dito alcatroado, dem.
Mangotes de borracha para bomba ton siete
um.
Ditos de lona para bombas, completo, idea.
Mangueiras de lona com esgumebo e compute
tarracha pata bombas, dem.
Meruin, kilo.
M.uiilios para caf de Fry, de 6, 8. 10, ISi, 14 1
18 e 20 kilos, uno.
Machado para cortar carne, om.
Medidas de ferio decimaes para seceos, jogo.
Medidas de ferro decimaes para quidos.
M did'S de cstanh i para seceos, m.
Medidas mtricas de tolfaa, trrno-
Manoui Mecbrometroa.de qualquer autor, idem.
Morim, metro.
M .i; o- -tas ou mol-atas de lati, ducia.
Maj.netas ou m .letas de vidro, idea.
May netas a moletas de porcelana, id
Ma joro-tas de madeira, idem.
Machado, Mein
Machado com cabo, idem.
Marreti de ferro, i lera.
Marretoes cal jados de ajo, idea.
Majos de f. rro, idem
Majos de ferro ca-jtdos de ac, idea.
Malhog de ferro, idem.
Malhos de chambo, dem.
Matij s, idem.
Martello de carpinteiao, idem.
Marteo de pedrero, idem.
Martello de cubre, idem.
Marteilo de machista, idea.
M- tal iriuutc, ki o.
Mete I patente, dem.
Metal em fi'a, id m.
Metal cm to-ha, dem.
Massaricos, um.
Mordente, k lo.
Molas ou fechos de ajo, um.
Mandril, indem.
Manilhas de barro, urna.
Macetea de ip, dem.
Malh >s de ip, idem.
Moiioos brouseados, idea.

Navalhas para marinhtiro,
Nai.km ingles liquido, vidro.
Nankin em pao, 2 dragues, pnmeira qsslid
pao.
Niveis de p.mmo, um.
O
Oleo de craina mineral, litro.
Ocu os de alcance, um.
( Oleo de linhaja, kilo.
Ocre, idem.
Ouro do Porto, milheiro.
Onro em pi, livro.
Oleado para mesa, metro.
Oxidj de ferro, kilo.
r
Ps de ferro, ama.
Ps de ferro com pouta, idea.
Ps d ajo, idem.
Ps de ajo cum ponte, idea.
Pane/laa para derreter chombo e breu, i4eas.
Pedraa le aliar, idem.
Pedras de amular, idem.
P dra de rebelo, idem.
Pedia de ro. er tintas, dem.
Pedra rara limar ser ras, idea.
Picoea le ajo, dem.
Puchadores de madeira, idem.
Puch idores de metal, idem.
Puchad..r. s de vidro e Luja, idea.
Peueiras de rame e ferro, idem.
Peneiras de rame de ferro galvansado,
Peneiras d rame de lati,
Peoeiras de cabello, idem.
Peneiras de palha, dem.
Peneiras de sed* com tampo,
Peneiras de rame, idem.
Peoeiras de seda sem tempo, dem.
Pedra pomes, kilo.
Pedra podre, idera.
Palha para a mobilia (amarilho preto) 1.a s
dade, ns. 1, 1 1(2, 2, 2 1|2, 8, 810, 4 e
idem.
Plombagioa, idem.
Potassa em pedra, idem.
Pixe da Suecia, litro.
Pramos de pedreiro, ua
Pinoeis, duzia.
Ditos enesstoados, dem.
Ditos escupi, idem.
Ditos para desenho, idea.
Ditos para aquarella, idea.
Pruraos patentes, idea.
Ditos de chambo, idem.
Pinceis escopeiros, idea.
Ps de cabra, usa.
P de martim, kilo.
Dito de sapat, ii
Pos leves,, idem.
Ditos preto, idea.
Paos de ip para cabos,
Daos dsquiri, idem.
*
1 UTHhDO
^at



ario de PernaiiibHiV~ift*Jnta-.fera 30 de Sctcmbro de
iiM de ierro, ama.
PIsM^s, idem.
Ptai completm, idem.
Poatas de pi com cabeca, kilo.
Ditas de pao, com cabeca, idem.
Pregos de cobie batid-, idem.
Diloi de cobre de embutir, idem.
Ditoa de brouse, idem.
Ditos de cobre para forro, idem
Ditos de cobre de tslhainar, idem.
Ditos de ferro p ra forro, idem.
Ditos de trro de p-'SO, idem.
Ditos de ferro, grandes, cents.
Ditos de fe.ro, pequeos, kilo.
Ditos b^teliiobos, d.m
D>ts de ferro, de batel grandes, idem.
Ditos Je ferro, d.- batel pequeos, dem.
Ditos de ferro, ripaes, dem.
Ditos estopares, dem,
Ditos d" ferro, eaibraes, idem.
Ditos de embocar, dem.
Ditos de nuco, idem.
Ditos de ferro gaivanitados, idem.
Ditos de cobre, ripal.
Ditos balotases, idem.
Ditos de ferro, de costado, idem.
Ditos de costados, galvanizados, idem.
Ditos de cobre de batel, idem.
Ditos de cobre, de estado, idem.
Ditos de cobre para forro, idem.
Ditos de ferm, de gurnicao, iuetn.
Ditos franceses, idem
Ditos de ferro, de toaih>, ceoto.
Ditos cabeca de poro-llana, om.
Ditos cabeca dourada, dem.
Punco a, idfOS.
Paraiusos de ferro om pareas, qualqaer dimen
io, idem.
Ditos de porca com espelbos, idem.
Ditos de ferro de cabera chata, differeutes dimen-
ai'.i, grasa.
Ditos de ferro, cabeca redonda, dierentes dimen-
sdes, idem.
Ditos de lati, de cabeca chata, difierentes di-
ntensOcB, idem.
Ditos 88, uro.
Ditos de meta! amarello, idem.
Panno fino verde, metro.
Papelao asbert, dem.
Pmceis d<> Malta, um.
Dita de seda, idem.
Platina em barra, kilo.
Prsncuosde cedro da Baha, decmetro cubico.
Paos corvos de perola vermelba, idem.
Ditos de perola branca, idem.
Pecas de pinbo de Riga, de diversas espessuaras,
metro corrido.
Paa 10 de 12, damasco para mesa, metro.
Dito de linho, damasco, dem.
Pell. s para caiza de guerra, idem.
Peses de ferro, jogo.
Ditos de metal, idem.
Pratos feudos do ferro agatha, um,
Ditos travdgsis de trro dito, idem.
PaLellas de ferio atado, kilo.
Ditas de ferro, estanbadas, idem.
Ditas de ferro, esmaltadas, dem.
Ditas de folha, ama.
Piassava, kilo.
Pharol para topes, nm.
Pharol para os lados, verde e encarnado, dem.
Passadeiras, ama.
Patescaa de pao 88, idem.
Pasos para mesa, metro.
Peilede marroqnim, ama.
P&osphoros de seguranza, dosis.
Pucaro de folha, nm.
Prato travesea ds felha, idem.
Dito redondo de folha, idem.
Pavios para lampeoes, kilo.
P.lle de earneiro preparada, ama.
J
Qu artolas para escaler, urna.
Ditas p ra lquidos, idem.
Ramos de faia SS, dem.
Seiogios de parede americanos ea ingleses, dem.
Regua mtrica de metal, idem.
Sipas de soco, duna.
Rebotes de ferro, kilo.
Ditos de ferro galvanijado, idem.
Ditos de ferro gaivanisado em amarel lo, idem
Relites de w bre, idem.
Bebolos com caiza de madeira, idem.
Dit Raspas de ferro, dem.
Repechos, dem.
Roidanas cem rodizio de lati, idem.
Roug, kilo.
Rata" re. idem.
Registro de lati, um.
Registro de metal amarello at o "330 de dame
tro interno, idem.
Ratoeiraa, urna.
Saceos de condcelo, nm.
Ditcs para car vio de pedra, idem.
Salinmetro, ilem.
Sapatilhos de ferro, idem.
Ditos de b onse, idem.
Ditos de metal, idein.
Sab >o em pi, kilo.
Sebo em velas, idem.
Dito ciado, id.-m.
Stearinus em velas, dem.
Ditas em archotes, id a.
Sondoresa, idem.
Sorras sem fiui, urna.
Ditas bracaes, idem.
Ditas circulares, idem.
Ditas de mo, idem.
Ditas de voltear idem.
Ditas mechanicas, idem.
Ditas de desdi brar, idem.
Serrotes braca s, idem.
Ditos de costas, ide n.
Ditos de punta, id. ra.
COMERCIO
toia eoinmereial de Per-
l>uco
RECIFE, 29 DE SETEMBRO VE 188b.
.18 tres huras da tarde
' wuvoe o&naet
Accoes da compaahia dos trilbos urbanos do Re-
cife Olinda e Brberibe do valor de
20ui, ao prec de J2U* cada urna.
Letras hypoihecarias d- banco do crdito real de
Pernambuco joros de 7 0/0, do valer de
10u0 0 a 96*500 arta urna, com juros.
Ditas de dito, de juro de 7 OjO, do valor de 10C1 a
t3f cada urna, sem juros.
Cambio sobre Londres, 90 dtv. 21 7/8 d. por 1*,
do be neo. ^^
Dito sobre dito, vista, 21 5|8 d. por 1*000,
do banco.
Cambio sobro Pars, a vista, 440 rs. o franco, do
baUCO.
Cambio sobre Hainburgo, vista, 545 rs. por R.
M. do banco, v
Camcio -sobre Lisboa, 146 0/0 de premio, do
banco.
Sa bora da o!&a
Veuduiaui-sr :
46 acedes da compuuhia des trilhos urbanos de
Ulmda.
ti letras iiypothecariaa a 96*500.
47 ditas a p>0u0
^ U presidente,
redro Jos tinto.
secretario,
Candido C. O. Alcoforaio.
Ditos de tracar, idem.
Ditos de cortar, idem.
Ditos de mi, idem.
Ditos para cortar carne, idem.
Mola preparada e grostada, meio.
Dita bruta, idem.
Dita preparada a inglesa, dem.
Dita preparada i francesa, idem.
Dita inglesa, id' m.
Dita da trra, idem.
Dita pr parada a La val, idem.
Sndalo, idem.
8-ntu- de drago, idem.
Seccante de ainco. idem.
Dito de chumbo, idem.
Sida f rte, idem.
Dita Iraca, id' in.
Servio para fosees, nm.
Saceos de lona, idem.
Sebeante de onro, kilo.
Safras de ferro calcadas, ama.
Sebo em velas, kilo.

Trmelas de ferro, nma.
Ditas de la io, dem.
D.ias de lt*o com chapa e pegadeira, idem.
Trincos de ferro, idem.
Ditos de lati, idem.
Trieos de lati o>m mucanetas do mesmo metal
com molas de alfnchas, idem.
Ditos de lati com macanetas de medeira, dito,|di-
tu, idem.
D tos de lati com macaneta de lenca, dito, idem
dem.
Talhadeiras de ac. idem
Tariachas de madeira, idem.
Di i as de 20, 30 e 60 furos, idem.
Taibas ou apparelbos de ferro para suspender, do
autor Weston, de 50 > a 5,00o kilos, idem.
Tesouras para cortar metal, idem. *
lesoaras de trinebeiro, idem.
Tornos de ferro de bancada, kilo.
T irnos de mesa, um.
Tornos pequeos de mo, idem.
Ditus de mesa e machinas da furar, kilo.
Ditos mecnicos, idein.
Ditcs paralleos, idem.
Ditos de mesa americanos, idem.
T rqueZ'-g, ama.
Tradus de roscas de todas as dimensoes, idem.
Dit s de coiber de todas as dimenses, idem.
Trinquetas de lati de molas co r macanetas de
pao, louea ou metal para atarrachar, idem.
Tranquetas de ferr, dem.
Di cas de metal, dem.
Trena mtrica, idem.
Triui-h-.8 para carpintero, idem.
Ditas para pintar, idem.
Tranchas, dem.
Telas de rame, metro.
Telas metailicae, dem.
Tunos de barru, dem.
Ditos de ferro, idem.
Ditos de ferro para caldeiras, idem.
Ditos de lati para caldeiras, idem.
Ditos de lati para estis de caldeiras, kilo.
Diros de cobre, idem.
Ditos di chombo, idem.
Ditos de metal, dem.
Ditos de borracha, idem.
C.uis uu maugueira de borraeha sera rame, me-
tro.
Dib'3 ou mangueira de b rra"ba com rame, idem.
Ditos ou mangueira de lona de 0",001 ale dimetro
interno e metro corrido.
Telbas de vidro, urna.
Ditas nacitin-.es, ceuto.
Ditas francesas, idem.
Ditas de barro, idem.
ias de zmeo SS, urna.
Tij coa de alvenaria, ceoto.
Ditos refraetai ios, idem.
Ditos de ladrilh", dem.
Ditos moaaids, quadro.
Ditos prensadores, ceoto.
Ditos ingleses, nm.
Tachas de acj, kilo*
Ditas d'- boi'ba, dem.
Ditas de .neo, idem.
Ditas de cobre, dem.
Ditas de ferr.', idem.
Trinca!, idem.
Terra de ame, cra e qaeimada, idem.
Tubos de tinta, franceses, bisiiagas, nm.
Tinte asul ultramarina, kilu.
Dita amarella preparada, idem.
Dita branca de zinc >, idem.
Dita bianca de chumbo, idem.
D ta p-iba, dem.
Dita pr> ta preparada, idem.
Dita verde preparada, ideui.
D.ta encarnada pre, arada, idem.
Dita azul pr> p-.rada, idem.
Dita rozo-terra, idem.
T rnoiras de estanbo u. 1 a 10, ama.
Ditas de metal curvas, idem.
Ditas de metal, idem.
Tr>.n.-feridores, idem
T..rr-dores par cal de 6, 8, 10, 12, 14, 16, 18 e
20 kilos, idem.
Tinta sardiuha, idem.
Dita inglesi, dem.
T redas francesas, metro.
Tranquetas, caiza.
Thermometri'S, dem.
Ditos de Caaell com caiza de cobre, idem.
Ditos centgrados, conforme o autor, idem.
Terrina de trro agatha, idem.
Terrina de f Ib, dem.
Tap. ta de dem.
T pete para escalar, metro.
Te fel, idem
Travesearos de capim ou de crina, um.
Di'i.8 de pal ha.
Ta heres de ferro, idem.
Tinas para sondur< ja, urna.
Ditas para b ldeacio, dem.
Tigelina de foiha, i iem.
IOS PBU
M. M >S t'tnbro de 1886
A LEAN:.-EGA
a*a**aaaBaaa*amafammafi
DESPACHOS DE 1MPORTACAO
Vapor iugiez Maranheage, entrado Je New-
Y .ik, no dia 29 do correute e consignado a J. Pa-
ter t C, manifestou :
Banba 425 barris e 5 caizas ordem.
Carne 25 barris a H. Luudgren & C-, 25 a Joao
Mor. ira 4 v,.
Dr gas 96 volumes a Francisco Manoel da Sil-
va 4C.
Fannha de trigo 700 barricas a Pereira Carnei-
ro A C, 75 a H .Nusch & C.
Feriageus 8 calzas a Rer & Santos, 43 a Mi
randa & SoUZa, 17 a Wlllaui Hailiday & C., 12 a
Samuel I*. Jonnstoii fi C.
Keroreue 1,000 c.izas ordem.
M-china p^ra desCarocar algudao 44 caixaf a
R. is & Santus, a Samuel P. Jubuston S C.
Meri-ad.rias diversas 7 volumes ordem, 2 a
.J"> Augusto d s Santos & C, 15 a H Htolaem-
ba.k C, 1 Maooel da Ouuh Lobo, 40 a Paiva
Vaieute c C, 40 a Amonio Duarte Carneiro
Vianua.
Na|itba TOO caizas a H Stolzemback & C.
Pr. 2 40 barris a R is 4 Santos.
R ni ts para crru 8 i a B-.ltar Oiivcira & C.
K' lugu 4 v mines ordcui.
T ueiuho '0 barra ordem, 20 a Antonio Jos
Sua'es i C.
RmrDA hk;
De 1 a 28
dem *M 29
Haau* rauv aciai.
dem as 89
788.3043S2
33:0.7.776
.. 10.'
2:93. 514
821:542/158
------------------ 85:800623
TwtsJ
aCK-IRDOBU ''
29
1 a 28
907:342781
35:598*967
3:258461
38:857^428
')ri'--?J''.i:os DE EXPUHTAC0
fc-r. 28 .le Setembro de 1886
Para o exterior
Xo vapor al lema i Cari W., carregaram :
Para Br uieiu, 11. Nusi.ii 4 C. 36 saceos com
216 kilos de cera de Carnauba.
Para Brem n, H. uesch & C. 4 couros salga-
dos entn 4s kiius ; V. r^leeseu 700 couros salgados
ccn 8, 00 kilos.
= Nu vapor ingles Tamar, carregararr :
Paia Suuihampt iii, J .). Alves 4 C. i barricas
c ni 16'- kilos de polvilho.
Na barca portuguesa Allianga. carrega-
r m:
Para o Porto, VI. LLia 4 C. 30 saccas com
1,910 kilos de algodao.
Para u Interior
He Vapor nacional Para, carregaram :
Para Mauao-, J & Lima 20 barricas: com 776
kil..s de assucar branco.
Paia o Pai, F. Mmteiro 10 cascos com 3,200
iiris de agu>.rtente ; J. M. Das 217 barricas
com 12,721 kilos de aasucar branco ; F. M. da
4 C '0 caicas com 700 kilos de oleo de ri-
cin i; L. O. da Silva 4 Piuto 0 caizas com 700
kilos de oio de ri no ; R. Valente 40 naceos com
2,450 kilos de fefjo.
No hiate nacional De te Guie, carregaram :
Para Ataiaty, E C. Beltrio Irmio 1 barrica
coui 80 kilos de aasucar refinado.
Travs de qualidade, idem.
Taibade-ras, ido.
Tiuteiros de estanho, idem.
Toros de geoipa jo, dem.
Tabeas de pmbo ame-icano differentes espumas,
metro quadrado.
Ditas de pmh da Sueeia, metro corrido.
Dita de pinbo de Rig", dito, dito.
Ditas de cedro da Beba, dec. cub.
Ditas de amar- lio de assoalho, idem.
Ditas de costado de pi carga, dem.
Ditas de costadinho, dito idem.
Taboa de ce l.o para ferro, idem.
Taboa de cedro de 0,095, idem.
Tab a di cedro de 0,019, dem.
T~boa de lonro para asoalho, idem.
Ti ba de pao carga de 0,013. dem.
Tboa de pao carga de 0.025, idem,
Taboa d pao cartea de 0,037, idem.
Tab.a de pi costado, idem.
Ti boa de pao costadinho, dem.
Taboa de amarello para torro, idem.
Taboa de amarellu de 0,025, idem.
Tab ja de amarello de 0,019, idem.
Taboa de amarello de 0,087, idem.
Tab de am ir. lio de contado, idem.
Taboa de amarello de costadiuho, idem.
Taboa de pinbo da Sueeia de 0019, idem.
T.. b a de pinbo da Sueeia de 0,025, idem.
Taboa de pinho da Sueeia de 0,035, idem.
Tab a de pinbo da Sueeia de 0,075, idem.
T-boa de iouro para torro, idem.
TaOoa de pao carga de 0,019, dem.
Tiuoa de pinho da Snecia de 0,037, dem.
T.boa de pinho da Sueca de 0,050, idem.
Trs de gempapo ue 2,64 a 2,30 de otmprimento
e de 0.55 0,65 de dimetro no topo mais grosso
e que nio teuham nos, um.
V
Vidros curvos para phares, brancos e encarna-
do, id. m.
Vidros de vidraca, brancos e de cores, idem.
Vidro olho de bu, idem.
Vistas di os o, idem.
Vassoaras de piassava, com cabo, idem.
Vassuuras de piha, dem idem.
Vassouras de feziua, idem.
Vaquetas para cai.a de guerra, idem.
Veio de ru, um.
Verrumus de roscas para calafate, idsm.
V, rrumas de colher, idem.
Verrumas para carpintero, idem.
Vaquetas de sola, am.
Vn m bra co de noneca, kilo.
Verme dr c^lner, idem.
Veiniz branco f.aucez, encorpado, idem.
Veruiz amarello, dem.
Veruiz de pincel, branco e preto, vidros grandes.
Veruiz de queimar nos, kilo.
Venus de alambre, dem.
virniz brancu e preto de 8. Freir, ridro grande.
Veruiz seccativo inglt z, kilo.
Vemiz copal, idem.
Veruiz metallico, dem.
Verms crvstai, dem.
Vi miz Beit Biauk Japn, lata.
Veruiz Bert Weuinirag, idem.
Verde Par, kilo.
Veruiz de coaltar, idem.
Verae composto, dem.
Dito nativo, dem.
Vi rde francez, idem.
Verde ingiez, idem.
Verm<.lhio da China, idem.
Vidros para vidracaa de 0,002'>, 0,004, um.
Ditos ingleses de 0,0020, 0,004, idtm.
Ditos da B. hernia, dem.
Ditos lavrndus, idem.
Ditos estrellados, idem.
Ditos de cores lisos, idem.
Di tus de c res curvos, dem.
D.tos upacus, idem.
Daos para eapelhos, idem.
Ditos musseliuH, dem.
Di us redondos pura vigas, idem.
Vlvulas de borracha, idem.
Ventiladores para fejas, dem.
Vigas de guarab, massaranduba e de outras ma-
deiras de le, aec. cub.
%
Zarcio, kilo.
Z uci em barra, idem.
Zi co em folha, idem.
Z cu rendado, idi m
Ziuco ingles em barra, dem.
Coartles
l.* Todos os artigo* seao de primeira quali-
da-ie.
2 Serio entregues pelos fornecedvres oas p >r-
(&M que Ihe fureui pedidas p> lo afinozarifado e
peloa navios (le guerra, no prazo de 3 das Conta-
dos da data em que os pedid, s torem despachados
pe) Ex i o. Sr. inspector
3.* Os geueraa ficaiio suj-'itos approraci.i ou
repiuVacau do perito que fjr uesignado paia ex.,-
m.nal-ue.
4.* O turuecedores pagaran as multas da 10
por ceuto do valor dos gneros nu caso de demora
das entregas e de 20 p<-r cunto no de falta de
entrega, ou lejeicii por m qualidade, indem
uieand.i ueste caso a tasenda nacin il da diffe
renca que se der entre > s preces ajustados e us
por que f. rem comprados "8 gneros nio torn ci-
os ou njeitadoy, salvo se for substiinidos por ontro da qualidade contractada
5 U pasainento da importaucia dos ferneci-
meutus ser feito pelt Thesuuraria do Faznda, i
vista dos ducumentoa que ubtiverem os fornevedo-
res, e depois de satisfeito o sello provincial.
6.* Cunt.rme o aviso circular do Ministerio da
H rinha n 172 de 28 de Janeiro do correte ano
o fomec-dor ficaii sujeito a maia 60 das de aup
primento, alm du prazu estipulado no contracto,
sem que esta circunstancia Ihe d direito proro-
gac" do ajaste.
7 O objectoa fornecidoa t serio pagos no mes
seguime.
No hiate uacioual Bom Jess, carregaram :
Para Macao, E. C. Beitru 4 lnnio 8 barricas
com 631 kilos de assucar maacavad.
- Nu hiate nacional lres, carregaram :
Para Mossur, A. Figueiredo & C. I caiza cem
30 kilos de doce.
Na barcada Tree Irmaos, carregaram :
Paja Macabyoa, Amoriui Irmios & C. 135 sac-
eos com feriuha de maudioca.
MOVIMENT~O PORTO
Navio entrado no dia 29
Ni w-Yutk por escala25 das, vapor io
glia Muranhense, de 960 tout-ladas,
comnan.laDte F B. Tregarten, equipa
geni 3, carga varios gneros ; a Jotius-
U>D Pater d 0.
Navios sahidos no mermo dia
PuiUdelphia Barca italiana Pirrotta, ca-
pitio M. Anatra, em lastro.
Rio Formoso o Tamandar Vapor nacio-
nal Mandahh, eommaniante SouzaLobo,
em lastro.
Rio Grande do Norte Hyate nacional Ca
melia. Mcstre Manoel Antonio da Silva,
carga varios gneros.
Obtervafdes
Nenhuma proposta aera recebda sem que o
proponeute delta declare pur extenso, sem claro
alpim, emenda, entrtlinha ou rasura, o preco de
cada penen.
2 Nao ser aceita proposta sem que o neg
ciaute declare que se sujeita ao pagamento da
multa de 5 por cento do valor pruvavel de ferne-
eimento durante o prazo para que este annun-
cudo, se nio comparecer n sta screUria para
sseignar o contracto, ao prase de 3 dias, cntad a
daquelle em que for notificado p. la imurensa,
cumo determina o aviso de 28 de Dezembro de
Iota,
3 Conforme o recommenddo em aviso de ll
de Maiu de 1880, nio serio admittidas as propos-
tas dos negociantes ou firmas Sociaes que nio a-
presentarem os documentus seituintes :
Certidio da matricula da Junta Cominercial.
Bilhete de pagamento da imposto de industria
no ultimo semestre.
Cen mo de contracto social ezhibido do regis-
tro da Juota Commercial.
4.* Nenhuma proposta ser recebida depois do
dia e hora designados neste annoncio.
5 Os pr ponentes apresentario os documentos
exigidos pelo aviso de ll de Maio, cima refer jo,
tres das antes do prazo marcado para o recebi-
mento das propottas, para a necessaria v~rifi
caeio.
Secretaria da inspeccio do Arsenal de Mariana
de Pernambuco, 29 de Setembro ds 1886.
O secretario,
Antonio da Silva Azevedo.
Delegada de polieia do l.distri-
cto da capital
De ordem do Illm. Sr Dr. delegado, facn
sciente a Nicanor Bandeira de Mello, que fica
marcado o praso de tres das, para a presen tacu
da matricnla, n'esta delegacia, de aeua escravos
Antonio e Benedicto; a caso nio o faca, serio
esset escravos considerados livres pela auturidade
competente.
Recife, 28 de Setembro de 1886.
O escrivin interino,
Jos de Arimatha Costa Pontea.
IRMANDADE
M
N. S. do Rom> rio da ma-
triz do Corpo Santo
Elelfo
Convido pelo pn sent Udos os nnssos irmios
para se reunirem em mesa geral em ooeso consi-
torio sex'a-feira l- de Outubro, pelas 5 horas da
tirde. afitn de elegerem a futura mesa repedora,
para o snuo cumpromissal de 1886 a 87 Nos
termos do compromisso a mesa gi ral tunecioua
com quaiquer numero presente.
Consistorio da iruand de, 27 de Setembro de
1886O escrivio,
Manoel Fernandos de Medeiros.
INNTITtJTt
Quinta -feira 30 do Correute, hura do costume,
haver sesso ordiiiaria.
S. cretaria do Instituto, 28 de S -t'-miro de 1886.
Baptista Regueira,
1* seeretaii'i.
Maata Casa da Misericordia do
Recife
Por esta secret ra su cba-nados os prenles
ou protectores das menores constantes da retacan
iufra, para que as vi- recolh. r ao c llegio das
orpRV.
Bel a ci das orpbis a que se retere o ediral
Supra,
1 Dunina, 6 ha de Paulina Maria Ferreira.
2 Mara, filba le Jimnna Baptista de Jess.
3 Aineli, filha de Auna Amalia Bezerra de Al-
buquerque.
4 OliudiiM, filha da mesma.
5 Risa, fiha da mesma.
6 Emilia, filha e Feliciana Vieira da Rocha
Palcio.
7 Maria, filha He Joaquina Mirandolina da
Silva.
8 O'noveva, filha de Hermina Corroa de Lyr.
9 Carolina, filha de Antonia Diniz Bandeira
de M Uu.
Secretaria da Santa Casa le Misericordia do
Ree-fe, 13 de Setembro de 1886.
O escrivio,
Pedro Ro Inpues ae Soasa
(om anhia iPernam ncana de
navegiicocoieirapo vapor
N i sorieiu a qiia se pro'edeo, boj ', ptra o reo-
pat-de 261 obriga^o'S garantidas, toram cun-
templ dos os seguates nmeros
91 a 95 811 a 815
116 a 120 826 a 830
121 a 1*5 836 a 840
136 a 140 846 a 850
141 a 145 861 a 865
171 a 175 991 a 995
1H6 a 190 l0l a ll-'3
201 a 205 10-'6 a 1030
236 a 240 1041 a 1045
2S1 a 285 1116 a 1120
33ti a 340 1141 a 1145
341 a 345 1246 a 1250
361 a .165 12% a 1300
4til a 405 13 1 a 13 426 a 430 1306 a 1310
471 a 475 1346 a 1350
496 a 500 13:. 6 a 1360
546 a 550 1426 a 1430
551 a 556 1436 a 1440
566 a 570 14S1 a 1485
6U1 a 605 1491 a 1495
611 a 615 1586 a 1590
641 a 645 1596 a 160)
676 a 6 0 1611 a 1615
691 a 695 1701 a 1705
701 a 7-5 1726 a 173a
761 a 765
Arsenal de Guerra
De ordem do Illm. Sr. major director, distribae-
se costuras nos das 30 de Setembro, 1 e 2 de
Outubro do correte anuo, as costureieas de ns
51 a 100, oa forma do cosame.
Seccio de costuras do Arsenal de Guerra de
Pernambuco, 29 de Setembro de 1886.
Flix Antonio de Alcntara,
Alteres adjunto
Juizo dos te ios da fa-
zenda nacional
Escrivio Reg Barros
Faco saber a todos que o present virem e ""el e
ti v ri m noticia, que n-> da 1 do vindouro mes
de Outubro, pslas 11 horas da maohi, oepois da
audiencia e perante Dr. juiz substituto dos fetus
da fazenda se vender em praca publica os ben-
seguiotes :
Ko irado de um andar com as dependencias da
casa grande das birreiras da cidade de Olinda,
regueria de S. Fr. Pedro Martjr, nertenc-nte a
Heunque Ferreira Pontea, avaliado pr 8004.
O dumiui i til do terreno de marinha n. 247,
ra de Santa Rita, freguezia de S. Jus, com
alicoree de lijlo e cal, olhanlo iaia a ruados
Pescadores, junto a casa n. 101, perten'ente aos
herdeiros de Antunes da Costa Reg Medeiros
hh liado por 80*0.10
Urna casa terrea de tij lo e cal n. 32, sita ra
do Viscoude de Pelo'as, frefenezia da Boa Vn-ta,
com 1 porta e 2 janellas na treote, em muito bom
estado, pertencente a Manoel Paulo de Albuquer
que, avaliada por 2:50 'i ; cujns b-ns sao vendi-
dos para pavura-uto da fazenda nacional ecustas.
Recife, 21 de Setembr* 'le 1886
Eu, Jos Fram-is.-o do Reg Barros, escrivio
eacrevi.
Santa
casa
Na secretaria da santa casa de misericordia du
Recife arrendam-se per es ac de um i tres an-
uos, as casa ab-ixo d. claradas :
Ra Ha Moeiia n 4-J, pr 20* mensaes.
Id'-m id. m o. 4^, 20i idem.
Dita da Linpiieta n 14 1 andar, 16*660 idem.
dem dem 2 dito. 15* id*-m.
Ruh do Burgo n. ""* idem
Dita da Madre de Deus n. 10-A, armasem
154, idem.
Idem idem n. 12, 40* idem.
Ra da Oi'ia n !5, 16*660 idem.
Dita da Seuzalla-velba n. 132, 2- andar, 15*
idem.
Dita da Detenca) n. 3 (dentro do quadro) 10*
dem.
11-m idem, 8g< 00 id. m.
Dita dn Visconde de ltaparica, n... 2- anda
e sutio, 35* idem.
Dita do Mrquez de Olinda n. 53, 2' andar
40* idem.
Caes da Uf. ndeca o.
VAHHiF.8 ESPERADOS
Editor de Liverpool boje
Turnar d 1 kuI boje
Maranherue de New-York Outubro boje
Finance de New-Port News amauhS
Ville de R) de Ja-
neiro do sol a 2
Otar do norte a 3
Principe do Grao
Para da Bahia a 4
Niger da Europa a 4
ViUe de Bahia do Havre a 6
Montioi do sol a 7
Trent da Europa a 10
Bauia do norte a 13
nt* do su: a 14
Pernambuco de HamburL- a 17
K/iri'u Santo do sul a 17
Britannia da Europa a 23
Para do corte a 23
Lo Fala da Europa a 24
Equateur do sul a ?5
Cear do sul a 27
Neva do sal a 29
Os po88Udo>es tiestas obrigaco-s sio convida-
dos para ricebereui as suas respectivas imp r-
taneas nu eacriptorio da cumpanhia, onde tam-
b-m su pagos us juros referentes a dito empres
limo do semestre que tiula ainauhi.
Recife, 29 de Setemhr. d 18H6.
lousuLdo provincial
Se faz publcu a queui iniereanar possa, que no
dia 30 di corren te terminar improrogavelmente
a cubr iucadus imp stoS e da deciin->, sendo aquel
les com a malta de 1" 0|0, eeme aoa a de 6 0|0,
os quaes depois do dito dia passaro a serem co-
brados com a multa de 20 l [U pura os pnmeiros e
Oe 9 0(0 para o segundo.
De ordex do Illm. Sr. commaudaute, ser
erber na secretiria da escola de apreudizcs ma-
riuheir is, no da 12 de Outubro pr.,xim, pelas
11 horas da manh, prnpnsta fechada para o for-
iieciioento de fardameuto mesma escola, durante
o semestre de Janeiro a Juuho de lfc.87, com de-
ca rae "i i dos precos por extenso :
Bouet, cal( e camina de panno ; calca, camisa
e c.pas de brim para bonets ; calQa e camisa de
algodao msela ; cobertor de la. lencos de seda,
aoeo e maca de lona; eolebio para maca e sapa-
tos pri-co por peca.
0 contraante obligar se-ha com a sus ascig-
natura a 'o las as dispusivoes de lei, ou regula-
inento qui; n gem os fornccim utos e contratos do
ministerio da marinha.
Para mais Dturuiacoe?, os iuteressados devem
dirigir se escola de aprendiz" marinbeiroe.
Recife, 29 de Setembro de 1886.
Jos Elizfu C. de Almcda.
S. R. J.
Soci daile Recreativa Juvenlude
Soire bi-raensal eio 17 de Outubro
prximo futuro
Communicu a todos os Srs. convidados e aos so-
cios que a soire principiar s 7 horas di noite.
Oa iugressoa fernecem-se em casa do Sr. the
soureiro e os convites na do Sr presidente.
R>pa-8 simplicidade as toilettes e previ"
que nio sio admissiveii aggrepados.
Recife 21 de Setembro de 1886.
L. Quedes de Amorim,
1* secretario.
Imperial sociedaile
DOS
Artista** Mecha nicos e
Liberaes
De ordem do irmio director, convido a t^dos os
iru os que se acham im go^u de seus direitos a
se reanirem em nussa ie sexta feira 1 de Ou
rubro, s 6 h ras da tarde, nfiui de ter lugar a
assembla gerai di in- z ue Setembro, que deizou
de bav> r por falta de nuu.ero no da der- rmiu-do,
devendo ter lug .r ag ira com o numero que com
parecer.
S-cretaria da imp nal sociedade dos Artistas
Mchameos e Liberaes de Pernambuco, em 29 de
Setembro de 1886 O 1 secretario,
Jos Castor de A. Souza.
Arrematarn
Depois da audiencia q ie se efectuar no dia 5
de Outu'-ro, rio arrematados, com as formalidades e pngdes do
estyio, os beni s-guintes
Qiarro miih'-'iu- de telhas cosidas, novas, ava-
lia-s em 32*0*0 oinilh. iro e dous milheiros de
tijo "8 de alveuiiia batida, avahado u ini'h ir em
25*010, e que rudo pifas a quanfia de I7S*.
iuj.ia bens vau praejt por nzecucio que tnovo O.
Auna Paulina da Conceiciu Daurado contra Ma
noel dos Santos tarro ; este bens se acham de
positados na o'aria do ejecutado, ra do Viscou-
de de Groyaiiua, oude podem ser examinado pelo
preteno- nte.
Freguezia da Moa-Vista, 25 de SeUmbro de
1886.O escrivio,
Alfredo Francisco de Kouza.
LycBQ lio Artes e Ota
A liuperi.-.l Sociedade d->s Artistas Me-
cbanicos e Liberaes teui a seu cargo o Lyceu de Artes e Ofi-
cios, no Intuito de Ilustrar as t-Iasses artis
ticas e roanufxctureiras, roantm como j
bein condecido em seu palacete no Cam-
po das Princez>.s, aulas de diversas linguas
e sciencias, as ques, fun -cionam em todos
os diai uteis, das 6 s 9 horas da noite.
Com o mesmo intuito m >ntn> ell una
pequea e modesta bibliotheca que, com
patriticos donativos, uugmeuta se de di
para dia, e franqueada ao publico em
geral diariamente, as mesm8 horas cima
Assim, pois, ';aiD o mu applaudido in-
tento de t mar bero conhecido o prog-es-
so das artes e uffi ios entre nos, a perfei-
cao e utilidade de seus productos, f*z> r
conhe ido seus autores, b'-m como os lu-
gares de si us estabelecimentos, afm de
facilitar a sabida e o consumo delles, pr>-
move ella todos os anoos para o dia ue seu
anniversario, segundo rlispjje o 6o do
rt. 2 dos seus estat tos, uma ezposifio
dos trabamos d'artes uffi ios e manufactu-
ras. E' p .ra a consecuySo de tao aper-
feigoado quio vantajoso m, que a directo
ra da sociedade vem pelo presente, soli
citar de todas aquellas pessoas que pos>
nuein porpergamiriho o traballio, sua effi-
caz con umncia ExposicSo aue, -m 21
de Noverobro deste anuo se efftuar em
sua sede, Ly-eu de Artes e Oficios.
Cumpre tambem a ella fazer cunhecedo
r--s o* Ilustre seuhon-s e seohoras, qu-
a quizer seu* direitos e
Dereros
1. Deveriin at 15 do dito mez envia-
em as amostras de seus vendaveis pro-
ductos para o dito Lyceii.
2. En todos os objcctosdeverSo apom-
pan bar o nomo rio autor, ou proprietario
.ios raes nos.
3. Ser imprps.'indiv! em todo e quai-
quer objecto a declaradlo do prego, e lu-
;ar d- sua fabrica ou deposito.
4. Que os objeoUM para a Expo3c2o
d ivem ser tal qu:il os costuma faaer e
vender.
Direito
Art. 8o do r-gulamento da Exposicao
Artisti' o-Industrial:
Somante aos expositores permittido
abrir as vitrinas para mostrar aos visitan-
tantes os seus pro Iu tos.
A directora conscia de que muito se es-
forcarao p.ira o f'austaso resultado deste
certamen tio pro/otoso e lisongeiro a to-j
das as classes d lus-riai-s, aoiocipa seus]
devidos agradecimentos.
Secretaria da Imperial Sociedade ion
Artillas Mechanicos e Liberaes, em 18 de
Setembro de !86.
Jos Qastor de A. Souza,
! secretario.
Cmara eeclesiasH

De ordem do Illm e Revm. ;r. Dr. #roviaor a
jnis dos casa entos, faco publico *vrrhi-jt
p,roehs e a quem mais nter __ posea ^C
Narciao Augufto Pereira do* Santos se acu. a-
p"dido nesta cmara eceleeiaitica, pur s^ure "a
passa la em julgado d > mesm > Illm. e Bevm. b
nbor, no processo, que contra o dito narciso Au-
gusto f*eeira das Santos promov u no foro '-ecle-
sistico D. Maria Js Vieira Biagt, de casar-*
com uutra a nio ser a menen nada D. Maria Joa
Vieira Braga, sem reparar o damoo cansada i
mesma, cm promessa de casamento.
Palacio da Soledade, 27 de Setembro de 1886.
O escrivio,
Valeriano de AU' lua Correia.
Sai o em 2 de Outubro
Sio convidados oss'-nh res socios a procuraresa
os seus ingressos na sede do club, todas as noilsa,
a contar do dia 28 do correte, da* 7 es 8 1(2 ao -
ras da noite, em mi do Sr. th-soureiro.
Secretaa do Club Carlos Gomes, em 27 de
Setembro de 1886.O secretario.
P. C Casanova.
Preparados
DA
n
Vi
LONDRES
leo de Otado de baraibo e lelte
pe|>itonl*to
Esta preparacau ti saburosa qne uma ensa-
ca promptamente a toma.
O leite digerido tem a propriedade de qaasi ia-
teiramente disfarca o oleo e as p-ssoaa de digea-
tio mais dbil podem tomar s- m rece de grao-
de eficacia para adeccoes pulmonares, tsica, toa-
ses, debilidades, ere.
l'epioiioides de Carme
Um alimeuto nifug imso c-mposto de consti-
ruintes solidos de leite bem cumo gluten do tngs
(livre de gomuiaj.
Kecommeudado nas convalescencas de qualqaer
i- enva, tebres gastrite, dysenteria e fc-da e qual
quer debilidade, seja qual for a ana orgem, espe-
ein 'mente usando seem combiuacio com o ule ode
figado com leite.
alllaa
Um extracto cmceutradu de trigo, avea e ceba-
da fermentados.
Val. r diastasicn 3>> vezes o teu pmprio peso !
O mais rico agenre restaurador at boje eoobe-
eido, ait mente pieeavel n s sm s de d- bilidade.
tlimenlo Sfoulatel rarnlrk vara
c. lanras
A aualvse deste aliuieolu demonstra que os seos
c mstiiuiites ouirictivos sin qunsi idnticos como
leite mateino, por isto o alimeuto mais aperfei-
coado para criaucii.
Kuruecein amostras gratis a -s Hrs. mdicos.
Uuposito ra do B-irio da Victori i n.
PW ll.ll Al)
CISlliFOLIll
EHPREZA M. & B.
Grande Gowili'a Epstrii
DIRIGIDA PELOS HABIS A TI"TA8
LUI1SA E PALACIOS
KOJE
(Jninla-fira 3o de Setembro 1
hEDco espectculo
Mais um1 riumplio pela
Companhia
eiAiuitfiou
DOS
PR0G AMMA
Acabando o espectculo com a eraci
mima intitulada
0 URSO E 4 SEYriMLA
1M0
pauto-
PUNCOS
Camarotes com 5 entradas lOiOOO
Cade i ras 2*"00
Oeraes 1 000
AVISO
O espectculo entrar s horas do coi-
tmue.
H .ver bondi especiaes paraMagdalena, Ais-
gados e Fernand-a Vieira.
Thcatni de01in Sociedad** NeipnmenrOllaSrase
Espectculo d* gala
SARRAi'O, DE OUrBRO
BU SOLEMNISAgo DA FESTA DO 8 ASRIVIBSAKIO
Dais.....ii cu au especraculo o fJY.VINO MEL-
POVIENE cantado em scena aberta por nma iute-
ressHnte juven.
Seguir-se ha pela orchestra uma linda ouver-
tura.
Representar-se ha o apparatoso drama amaja-
do por Joaquim C. iilveira Carvalbi, intitulado :
Ros oa a Glha da adultera
DENOMIN.QA')DOS ACTU8
1* A snsp-ita e a denuncia -- Dr toe a pr>
sio. 3- A aupplica e a r-pulsa. 4' A i infamia.
5- 0 perdi e o castigo.
Urna banda marcial tocr nos intervallos.
Trem depois di espectacul-i pan o R ctfe.
CoznecarA aoraa
martimos
Pacific Nieam IHavigalion Companj
STKAJTS OP MAGELLAN LDE
Paquete Galicia
Espera-se dos portas
do sul at o dia II de
Outubro seguindo pa-
ra a Europa depois da
lemora do costil mu
Esle paquete e os que dan
em diante segairem tocaro eu
Hymoutli, o qne facilitar ebe-
rarem os passageiros con nais
brevidade a Londres.
Haver tambem abatimente no preco daa pas-
sagens.
Para carga, passagens, e encommeudas, tracta-
iecom os
AGENTES \
WllMat som c, EJated' .
S. 14- BADO0OMMERCIOTN. 14
-
I
1
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/e
a^)^
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Diario de PernambnroHuinta-tA 30 e Sctembr de 18K6
^b a Bra llcira de *e
>.* a Yapar
PORTOS DO SUL
por Cear
imandante o 1.' tenenU Ouilherme Pa-
cheeo
E' esperado dos .rtosdo
norte at dia 3 de Outu
bro e depois da demora io-
diapensavel, seguir par
.os f*ns do sul.
Receoe uunoein carga para Santos, Pelotas
e Grande d i Sul, frete modic .
Para carga, pass^ens, encommendas valores t
tr*r""- na atrnei'
PRACA DO CORPO SANTO N 9.
Coaapaaltia ifaiil i
?ao a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia Bahia
O VAPOR
Principe do Gro-Par
Commandante J. F. Teixeira
E' esperado dos oo'wr aci
ma at o da 3 de Outubro
' e regressar ara os mea-
l mos, depois da demora do eos -
turne.
Parx caiga, passagens, encommendas e dinheiro
i fretu racta-se na agencia
7ttua do Vigario 7
Doming s Al ves Maliros
nDTvdDsr austraco Blif
E' esperado do sul no dia
8 i" Outnhro, segsindode-
po>s da demora necessaria
para
Babia, Rio de Janeiro e Santos
R.cebe ciTgn e encommendas a frete mdico
tractar com os
AGENTES
JOHNSr^N PATER & C.
RA DO r.O MEPCIO N. 15
coaP4^au pRa.Vi-aaucA**
DE
SavcgarSo Tostelra aor Vapor
PORTO- DO NORTE
VIAGEM EXTRAORDINARIA
?ssor
U0VAL1AILSTE41 PACIE1
COMPANY
0 paquete Tamar
esperado
do snl no dia 30 de
cerrante seguin lo
lepoit da demora
necessaria para
Leila
Lisboa e Soolhampton
Para passagens, fretes, etc., traet
CONSIGNATARIOS
Adamson llowic &t.
LILOES
lei
Sexta-feira, 1 de Ontubro, deve ter Ingar o
.^ilao ds botes, velas, ph*r<-s e mais salvados da
barca lUliana Luisia V, vinda ltimamente de
Fernando e existentes no trapiche altandegado da
Compaubia Pernambucana.
ifflO 1-ilao de predios 'rua Imperial annunciado
pira Sexta-feira 1 de Outubro, ser envernado a
venda dos mesmo*, na agencia de leiles ra ao
Vibrio n. 12. as 11 horas em ponto, e nio na ra
Imperial conforme se tinha annunciado.________
Da arraacSo de aroarello, cofre, calvados,
fazeodas e ut-ncilios da loja da ru da
Imperatris O- f>2.
Massa fallida de Jo&o Francitco Paredes
Porto
Sabbado t de Outubro
A'S 11 HORAS
0 agente Martina far leilo a reqnirimnotodo
curador fiscal da massa fallida de J"o Francisco
Paredes Porto, e pn mandado do Exm. Sr. L)r,
juiz especial do commercio e em saa prese nca,
da annacu, cotie e mercaduras existentes em
dita loj.
O balanco pode ser examinado em poder do
agente.
11.997
Leilo
Leilo
Quinta feira 30 do orrente
A'S 11 HORAS
Na ra de Marcilio Dias (outr'ora LHreita)
n. 82.
O agente Modesto Baptista competentemente
autorisado far leilae da armacn, jarros, mrade-
eas e nitros artigos -listentes na l'ja demiudesas
da ra de Marcilio Das n. 82, garantmdo-se as
chaves da tasa o comprad da armacao.
Mo
(Em directur)
O vapor Pirapama
l
De quatro meias aguas ra do Socego.
freguezia da Ba-Vista, ns 61, 63, 65 e
65 A, em tur-no propino.
tilinta felra. SO do eorrente
A's 11 horas
A ra Entrena do Konario n. 14
O agente S:veira, por mandado e com asisten-
cia do Exm. Sr. Dr. jais da provedoria, e a reque-
rimento do mventariante de D. Jnsepha de Farias
Rapos", levar a leo as referidas meias-aguas.
Os Sr. prctondentes podem exaroinal as.
3 leilo
Henrj
Sogue no dia 1 de
Outubro, as 3 horas
da tarde. Receb*
carga at o dia 30.
Encommendas passagens e dinheiroe afrete at
1 hora da aide do dia da -tari ida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pei~iambur/ina
n. 12
llitd suies & Brasil Han N. & Iv
0 paquete Finance
Espera-se de New-Port
News, ate o dia 1 de Ou-
tubro o qual seguir depois
da demora necessaria para a
Babia e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, eucomntendas e dinheir i
a frete, tracta-se com os
AGENTES
Forsler & C.
N. 8 RUADO COMME.K01O M. 8.
1- andar ^_____
Compaubia Francesa de Naveg-
Co a a por
Unha quinzenal entre o Havre, Lis
ooa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro
Santos
Sleiei TI le 1 i Janeiro
Espera-se dea onrt* do
snl at o dia 2 de Outnoro
' seguindo depois da indis
i penaave! demora para o -
are.
Conduzem medico a bordo, sao de marcha rpida
e offerecem excellentes commodos e ptimo passa-
dio. ,
Aa passagens podero ser tomauas de antemao
Recebe carga encommendas e parsageiros para
os quaas tem excellentes accommodacoes.
ste amer Vie de Bahia
E' esperado da buropa
n dia 6 de Ou.ubro, se-
guindo depois da inJispen
save demora par a Ba-
ha. *!> le Janeiro
'e amo.
Roga-se aoe Srs. ii-portadwres de carga u 4o
vapores desta linha,queiram presentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng
quer reclamacao conceruente a volumea, que po
ventura tenham seguido para os portas do sul.afin
de se poderetn dar a tempo aa previdencias neces
sarias
Expirado o referido praso a companhia nao s
responsabiiisa por extr;vios.
Uecebe carga", encommendas e passageiro par<
sa quaea tem excellentes accomodacocs.
JaBsusi F. de (liveira k i
Da meta.de da casa terrea a. 15, e d^ duas quin-
tas partes da casa terrea n. 11, ambas na roa do
famai", e pertncentes a> accervo de Antonio
Martius de Carva'ho Ae^ed .
Agente Brito
O agente cima, mandado do Exm, &r. Dr.
juia de din-ito e da provedoria, levar a leilo as
referidas partes das duas casas
Quinta feira. O do correte
A's 11 horas
Leilo
De faaendas, miud zas, diversos movis, 1 im-
portante serafiua, l arm nica, 2 cofres, jama,
qnadros, relogi -s, espelh s, cantieiroa, tancas, 1
lustre de vidro para gaz e muitoa outros artigos
qnc eataro vista no armazem ra de Pedro
Affonso n. 43.
Agente Brito
A's 10 12 horas
Vende mais urna vacca com cria.
Leilo deflnilivo
Da artna^ai e resto de gneros do estabe
Jecimflnto H molhaHne, ito & ra Direita
n. 104
Agente Brito
O agente cima, vender a armauao e restos de
gener >s ao c rrer do inartello.
extaeir i de Outubro
A's 10 1/-J horas __________
Leilo
Do casco, m&stros rea-s e mais objectos da
barca italiana Luizia V, nanfr-gado na
ilha Rat-, (porto da ilha io Fernando do
Noronlia) em ura s lote, tal qual s acha
nuquelle lug-r.
Sextafeira Io de Outubro
A" to e i* horas em ponto
No armazem altandegado da Conipi.iilii
P.maiiibu ana
Em renliiiuafaO
urna lancha, 2 botes, 8 rem s, 1 ehronometro, 1
cabrestante, velas nova e usadas, cabos, vergas,
raastarns, retranca, cabos d linno em pecas, co-
lumnas de ferro, moit. s, cadeniaes, phares, lan-
tenias, agulhas de marear, bandeiras e Biguaes, 1
guincho e outros objectos para manobra e ferra-
me:itas necessarias a bordo, salvados no meamo
navio e vindos dalli no vapor da Companhia Per-
nambucana e i-xistentes
No armazem alfaodegado da Companhia
Perna-nbucana
O agente Pinto, autorisado pelo Sr. cnsul ita-
liano, levara a leilo, aun licenca di Sr. inspect' r
d'Altandega, em presenca du empregado da mes-
mesma repartico para esse fim n mead-, e por
con'a e risco de qu^-in pertencer, os salvados da
barca italiana Luizia V, naufragada na ilh Rata
na sna ultima viageui de Oardiff para o Rio da
Prata.
O referido leilo principiar s 10 e meia horas
i-3i peutj.
Agente Pestaa
DE
1 > IOS
Urna casa terrea n. 278, ra Imperial, e ama
casa terrea ra do Oaaometro n. 1.
Agente Brillo
O agente cima, vender as referid casas pela
maior < ff rra, ao correr do martel lo.
Sabbado, de Outubro
A's 11 horas
Ra de Pedro Affonso n. 43
Monte de Moccrro de Pe mam
buco
LKILAO DE JOIAS
Este cstabelecime-ito far leilo no dia 14 de
Ontubro, por intervenco do agente Martina, ra
do Bom Jess n. 3. s 11 horas da manb, do<
objectos que nao forem resgxtadoa at a v. apere,
das s guintes cautellas, a du.h> iro de contado.
11.128S.is casticaes prata baixa.
11.388Um cordi', um par de rozetaa e urna
cruz, ouro de i< i.
11.610Urna carente e medalha para relogio,
ouio de lei.
11.611Urna pulseira, um par de briicos, duas
pecas de dito, um par de rosetas, doua
aunis e urna medalha, ouro de le.
11.617Um broche, dous pares de brincos, urna
loneta, um tranceln), ama volta de dito,
dous aunis e um casto, ouro de lei.
11.618 Um par de rozetas de ouro e um annel
com aniantes.
11.620 [La pnlseira e um broche, ouro de lei.
11.629Urna eorrente e m nm relogio, ouro de lei.
11.632Um aunel de ouro com brilhaute, urna
pulseira, urna eorrente e medalha para
rel-gio, uuro du lei.
11.633Um par de rozetas e um annel de ooro
enm hrilhantes.
11 634Un par de rozetas de ouro com brilhan-
11.995 Uoia corrVute e medalha para rt-logi,
urna dita exa broche pequea medalha,
nm tranceln), um ioneto, nm dedal e um
relogio, pequeo, onro de lei.
Um emblema da Cono-ico, um cidao,
nma grgantilba ouio de le.
11.998Um correntio para relogio, ooro de lei.
11.999Um tranceln), nma medalha e nm annel
onro de lei; cinco moedmhas de ooro em
b toes.
12.000Um par de rosetas de ouro com brilhan-
te, am annel a m nm dito, nm annel com
nma esmeralda e circulo de briibaotea,
ama pulseira, nma volta de ouro com me-
dalha, e qnatro annea; oor-i de lei.
12.001Um cordo com dona bentinhos, onro de
lei.
12.004Um alfinete de onro com brilhante, am
12 300Um eorrente e aiaete para relogio, onro
de lei
Rtcife, 16 de Setembro de 1886.
O gerente e gnarda-livrna,
Felino D. Ferrara Codho.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se casas a 8401/0 no heoco dos O*-
Ihoa, junto de H. Qoncailo : a tratar na roa da
Imperatrif n. 56
"ede-ae ac abaixo n itados, o fvor de vir
ou mandan m ra do Marqnes de Olinda n. 51.
Pedro Hiqueira, Alfandega.
Prederico Vieira.
par de r. setas com ditos, um abito com "anoel, do Banco.
pequeos ditos, nma correte para relo- j Alaga se os andares sup-riores do predio n.
- 51 roa do Imperador, com excellente* aveommo-
dacdeg para familia : a tratar com N. I. Lidstone,
ra do Commercio n. 10.
f;io, d. us dedaes, e dous relogio ooro Je
oi; um trancelim e ama redoma ouro
4'
.is.vrKK
Rl IA DOOOM M E KfilO -4t
A~0 PAJMIa E* BAB-
R:n H.alCITIllISft
LIN11A MENSA L
0 paquete Niger
Commandante Kaiile
Espera-se da Eu-
^^JH^^^^' do depois da de-
fj^Cg B mora do costume
^*^^^j( BaWBa^^para Buenos-Ay
rea, tocando na
Babia, Rio de lanelro e Monte
tevidea
Lcmbra-ae sos senborcs paesageiroa de todas
aa claasea qn<- ha lugnr.'S reservados para eata
agencia que podem tomar em qitalquer tempo.
"Previne se to ssenhnres recebederes de merca-
dorias qu. reeUmacea por fcl
tas nos volumea que forem recoubicidas na occa
aiai da descare;.. A,nk,e
Paracarga, i aneummeiirtaa -idinn'.ir
-,t,: tracta-see,o^,
iogisle Lab lie
9 RA DO COMMEiIO9
Lisboa c Porto
'ara oa portoa cima recebe carga a frete o pa-
tecbo portng'iez Commercio : a datar com Perei-
ra Ccrnei > C, roa do Comcncrcio i. 6.
Sexta-fjira 1 de Outubro
Da importan-e estabelecimentn de molbadis
do predio onde funce ona o ineauM, sito ru Im
perial n. 299, perteneente ao Sr. Joaquim de MA
L ito e outros prediga do ok-buij senhor, abaix>
declralos.
0 agente Pestaa competentemente autorisad
pelo Sr. Joaqiiim de S Leito que se retira pra
fra deuta cidade vender a quem mais der o im-
putante eatabeleciinento de molhtdos e predio,
com commodos para gr. Imperial n. 299 A.
1 a cisa terrea sita mesma ra n.298, tend.
graudes ci.mmodo para fainl ia, agm eocaosda e
gaz carb mico. Data sita menea ra n. 2%
com os meamos <; mmodi.a para fninilia. Du!
ditas sitas ra dos Oasoa ns 5 e 7, e. tinalrocnle
urna dita sita ao Becco do Maado n. 7, todos es-
tes pr dios aebam-se livres e dt-sernbi tajados di
todo e qnalquer onus.
Serio vendiiloa ao corr r do mar'.ello.
Agente Burlamaqui
Leilo
De casas terreas un cidade de Olinda, todas em
bom estado de eotifervaca*, s qcaea acham-s-
todas arrendadas.
Mextii fiira 1 lo Ouulro
l'a 11 horas
Rua du L:>per O agente cima iiioi6tfu levar a leilo
as seguintos casas : 2 casas terreas rua do
Am >aro aob ns. 6e 26, em solo proprio, 1 dita
rua Nova tob n. 6, em soio proprio, e mais um
erreno ao taco, todub estas rasas bao com bastan
es commodos.
Os Srs. pretendentes desde j p.-.dero ir exami-
,s ditas casas.
11.646Uiua palccira, urna eorrente para relogio
e dous b loes, un de le.
11.649Um jarro e bacia, urna tijella e nma tam
na de aaeucareiro, prata de lei.
11.654Ura annel de -uro com brilhantes.
11 6.5Um par de brincos cravejadoade brilhan-
tes.
11.659Urna eorrente para relogio, onro de lei.
11.666Um trancelim, urna medalha, um par de
brincos, um dito de rozetas e tres anneit,
ouru de lei.
11.674Um trancelim, dous parea de rosetas,
nma medalha, seis botdcs s quatro ai.neis
ouro de lei, e nm relogio de ouro.
11.687Urna salva, um paliteim, triota e duas
colheres e ama concha para sopa, prata
de lei; um copo, prata baixa.
11.702Dea annea e un a ernz, ouro de lei.
11.705Um relogio de ouro.
I i.7loUm tr .n.-elim ouro de lei.
11.729Urna eorrente para relogio, onro de le.
11.734Um annel de ouro com brilhante.
11.746Urna eorrente para relog>o, um annel com
um brilhante e um relogio, onro de lei.
11.747Unta crrente para relogio e dona anneis
ouro de lei; um anni I com um brilhante
pequeo e duas meedaa de ou:o, de 1(>4
cada urna, em boto s.
11.761Tres tranceln* e um relogio, onro de lei.
11.763Uui'i pulseira, am alfinete, am par de ro-
setas, um dito dito contendo brilhantea
pequeos, ouro de lei; moa nlv peque.
na, nm paliteiro e nove colheres pana
cha, prata de lei; onxe colheres para sd-
pa, prata baixa.
11.764Urna eorrente e medalha pera relogio e
um relogio, ouro de lei.
11.769Urna volta de cordo, ama dita de tran-
celim, tres prca de argoloes, dous ditos
de rozetas, urna eras e urna teteia, ouro
de lei.
11.784Urna pulseira, am alfinete, ouro de lei.
II .790Um annel de ouro com brilhaute.
11.795Urna volta du onro com medalha e um
cordo, onro de lei, ama cruz, ouro
baixo.
11.796Ura par de rosetas de ouro com bri-
lhantes.
11. "'97 Urna eorrente e medalha para relogio, e
um relogio, onro de lei.
11.798Um annel de ouro com brilhantes, um
par de esporas de prata.
11.803 -Unta eorrente e medalha para relogio,
ouro de lei.
11.805Urna volta de trancelim, deus emblemas
da ConceicSo e Espirito Santo e urna
cruz, ouro de le.
11.823Urna medalha e um par de rosetas com
brilhantes.
11.825=Un annel de ouro com nm brilhante e
una volta, ouro de lei.
11.832Dous pares de brincos, dous alfioetes,
um corda i e tres teteias, ouro de le.
11.842Urna eorrente e medalha par relogio,
ouru de lei.
11.852=Uraa eorrente e medalha para relogio.
onro de lei-
11.871Um trancelim e um par de brincos (in-
c mpleto) ouro de lei.
11.873Um ot-culo de ouro.
11.874Um annel de ouro com brilhantes, um
pr de rosetas c m ditoa, urna cruz com
ditos, um fio de perolas, urna cnente
de onroe um relogio, ouro de lei.
11.883Dous casticai.-s, pr-.ta de lei.
11.884Um alfinete, luna pulseira pequea, um
par de brincos e urna medalha. ouro de
le.
11 88-iUrna volta de trancelim. our de lei.
11.904Uina pulseira, um broche e um par de
brinco* de ouro de lei, Com brilhautts.
11.910Um relogio, >uro de lei.
11.927Um coi rente e medalha para relogio,
onro de lei.
11.938Um par de rosetas de ouro com bri
Ibnntes e um aune! com ditos, urna cor
rente para relogio, e um n legio, ouro
de iei.
11.946Urna eorrente dupla com medalha para
re uio, ouro de lei.
11.95"Um coroo, ouro de lei
11.951Lu alfinete pequeo, um par de rosPtas,
duae voltaj je trancelim, um replendor e
baixo; am paliteiro, am par de caaticaes,
prata de lei; vinte cinco colheres e dona
maracaes, i r >ta baixa.
12.008Urna pulseira e um alfinete, ooro de lei;
ama cruz de oa.o o um annel com peque-
os brilhantes.
12.009Um par de rosetas de ouro com brilhan-
tes, e urna aalva, prata de lei.
12.018Dous annea de ouro com brilhantes, tres
medalhas, ama correte para relogio,
cinco anneis, ama luneta, e um relogio,
pequeo, onro de lei.
12.024Um alfinete, am par de brincos, um dito
de rosetas, am cordo, ama med Iba pe-
que a, quatro boto s, tres anneis, um
dedal e urna moedinha ouro de lei.
12.025Um annel de ouro com brilhantes, urna
pulseira, um alfinete, um par de brincos,
e um dedal ouro de lei; urna pulseira, um
alfinete e am par de brincos, ouro baixo
12.028Urna pulseira, urna voita de cordo, um
medalha e ama cruz ouro de lei; ama
pu'seira ooro baixo ; e ama cruz crave-
iada de diamantes.
12.C36Um par de brincos, am cordo, onro de
!*<; dezoito colheres, prata baixa.
4-2.055 Um relogio de ouro.
12.061Urna eorrente para relo rio, dous parea
de brincos, dous ditos de rosetas, dous
alfinetes, um cordo, duas voltas de tran-
celim, onze teteias, tres boies, um ann> 1
dous artrs, ouro de lei; doze moedi-
nhas de onro em botdcs e um relogio ouro
de lei, am paliteiro e trese colheres para
cha, prata de le.
12.065Um par de rosetas de onro com pequeos
brilhaiitee
12.067Um traucelim. ama medalha, nm par de
bricos, um dito de rosetas e am annel de
ouro.
12.079Vmte tres colheres, prata de lei.
12 082Urna pulseira, ouro de lei.
12.083-Urna pnlaeira, nm alfinete, um par de
bnucos, ouro de lei.
12 084- Um rel-gio, onro de lei.
12.089Urna crrente para nlogio, cinco teteias
e um relogio, ooro de lei.
12.090Um broche do ouro com brilhantes, ama
Alaga se a casa terrea em rVberibe de cima,
terreno de Stepple ; a tratar no beca) das Carva-
lhaa n. 1.
Ainga-se o sobrado da travesea do Livra-
mento n. 10 ; a tratar na roa do Apollo n. 4, so-
brada
O barateiro vende no pateo do Carmo n. 13
copos finos a 24800 a duna.
Na rua do Rangel n. 9, padaria, ae indicar
qu-'tn tem am bom carneiro e carraca para poda-
ra ou encbmento.
Preeisa-se de nm bornea que entenda de
pl otaces, para temar canta de um sitio : a tra-
tar na Torre, no itio, junto de cuj i pirto, fiua-
lisa a linha dos bonds.
Precisase de um menino para crudo ; a
tratar na roa do Bario da Victoria n. 54, lija de
movis.
Criado ou feitor, precisase de um : a tra-
tar na roa do Cabag a. 12.
Precisa-ae de ama pessoa pira vender na
rua ; a tratar na rua Augus a n. 230.
\ luga se a casa terra com sofa externa,
em bom estado, no pateo do Terco n. 82 : a tra-
tar em Fra de Portaa, ra do Pilar n. 56, taver-
na, depois das 4 horas da tarde
Eu ahaixo assignado, fac > nciente ao carpo
commercil, que tendo compra lo o estaielecimen-
to de molhados do Sr. Borges Moreira & (_!., sita
rua de S. Joo n. 5, livre e desembaracada, e
nao me resnoasabiliso por qualqoer debito que
possa apparecer. Recife, 28 de Setembro de 186.
M-noel Beserra dos Sanios.
Na rua do Rangel n. 34, 1 andar, se pre-
cisa de ama mulher de meia idade que aaiba co-
sinh'ir e fazer o servico de casa de familia.
Precisase de um caixeiro com bastante or-
tica de fasendaa ; a tratar roa Duque de Ca-
las n. 43
E co. as mancas
4o commercio
Ama
dus ciuzcSj ouro de lei.
11.954tima volta de ouro. urna medalha. um
traneilim, um alfinete, urna chave para
rel.igio e gma cruz, ouro de lei.
11.961 Urna eoirnt-' e med .Iba para relogio,
ouro de lei.
11.971D us alfinetes, nm ptr de brincos, urna
medalha, um crucitixo, um cordo, uro
rlednl e um annel, ouro de lei.
11.974-U.na eorrente c medalha para relogio.
onro de lei.
11.975 -Um annel de ouro com brilhante e um al-
filete cout ditos.
11.976Urna crreme para relogio e um nlogio
peni n-, ouro de I-i, um paliteiro, prat.
d- l-i.
11.981 Uo.a pulseira, our-, de lei.
11.9&7Dous alfinetes, um poofeiro, dous > m< io
paws de boto s para puuho a quatro b .-
toes para abertura, "ur- de lei.
11.988-Um lintel de onro coas brilbanfea, tres
o i b com dito, uma volta -.le emo c m
duas mc brincos onro de ei, seis m i diuhas di our
com bo'o s.
11.990Um nuar] de noro com um bi lbante.
11.991 Dous aifiMta, leudo in nm um brilhan-
te, U'na volta de oOTO, dBi mica de r..-
setas e urna cruz, oaro de. lei.
11.992Urna pu'seira Ue oum oura um brilhante
e uuri volta, curo du lei.
11.994Um pa- de rosetas de onro eraTejadas de
brilhantes, um annel aun dito; ana salva
e um paiitciro prata de lei.
A1 nga-se o prelio n 28 roa Velha, tr seo,
com bms commodos, agua e gaz ; a trsar no
- mesmo, das 11 horas s 2 da tarde,
eorrente para relogio, nm cordo, onro de '________________________________________-
le. I Antonio da Coita Camp >. snnmamente pe-
12.091Um par de brincos e nma cruz de ouro nboradj & tolos aquel les cavalleins que se dig-
com brilhantes e urna pulseira, ouro de oaram aasistir as missaa, que por alma de seu
lei. presado pai, mandn celebrar no trigsimo da de
12.093 Um alfinete, nm par de brincos, nm dito sea passatnento, vem do intimo a'lina agradecer-
de rosetas e nm annel, onro de lei. Ibes muito este obsequio, asseguraado-lhea a sua
12.094Um par de rosetas de onro com brilhante sincera e eterna gratido
e um anu-l com ditos e diamantea.
12.098Daas pulseiras, am trancelim, ama volta
de oaro, um medalno, am alfinete, um
par de brincos e dous anneis, oaro de,
le>. i Sao os mais engracadinh >s que tin vindo a
12.099Um alfinete de ouro e um par de brincos, este mercado, os vestuarios de casemira > de brim
ouro de lei. que receberam Pedrosa & C rua do Baro da
12.101Dous alfinetes e dous pares de brincos, Victoria n. 41 : Peirinho, Joqumh., Q.iincas,
uro de Ir i. Quinquim, No, Nosinho, Zumba, Zumbinna, Ne-
12.1"2Urna pnlseira, onro de lei. i co, Nequinho e Antoninho, venham todos muni-
12.103Uina pnlseira de ouro com perolas e tur- rem-se dos ricos e el-gantes vestuarios, e oque
nuezas. i mais influe ao oa precos commtidos, pelos quaes
12.1' 4Ura relogio de oaro de lei. 'se esto vendendo, roa do Bario da Victoria
12. li 5Um alfinete para seuhora e nm relogio, anmerj 41.____________________^..___^_
ouro de lei.
12.106Urna cruz de ouro com brilhantes. um fio
de perolas, nm trancelim, ,nm dedal, oaro
de lei ; um paliteiro, ama concha para
sopa, vinte e quatro colheres, prata baixa, Os abaixo assigaados declarara que disaolveram
12.107Una pulseira de onro com brilhantea, amigavelmente a sociedade que tinnam na loja de
quatro anneis com ditof, um correntio calcados, sita praca d* Independencia ns 32 _e
orna coreante com medalha para relogio. 84, retirandj-ae por mutuo accordo o socio Fignei-
nma gargantilhn, ama pnlseira, doua alfi- redo pago e s itisfeito de seu lucro e capital, e
netes, dous parea de brincos e um relo- desonerado de qnalquer reapoosabilidade, ficando
gio, onro de le. activo e pass'VO coutorme o balanco procedido,
12.108 Urna eorrente e medalha para relogio, a cargo do socio Alvea. Recife, 26 ae Setembro
uro dr lei. de 1836.
12.109Uma volts de trancelim, dous pares d Joaqnim Antonio Groncalves de Pigueiredo.
n setas, dous alfinews, tres botoes, um Ad -Mno Lacas A>ves Pequeo,
coraclo de cornalina em onro de lei. j g. ~T~T ', ~
12 110Urna pulseira, ouro de lei. I tOSHinCTti
12.118Ura annel de ouro e ama pnlseira brilhantea. Na rBa do Aragio n. 14, se precisa de urna co-
13.121 Um par de brincos, urna chave, nm par sinheira.____________^____________________
de butea, um annel, ama argolla, ouro da ] *raaS
lei i;IIIXCiro
12.123Urna correte para senhora e um relogio, .
onro de lei. Preoiea-ae de nm caixeiro de 12 a 14 anuos,
12.127Urna o.r ente para relogio, ouro de lei. ni pratica de padaria ; na rua da Imperatris
12 129Um relogio, ouro de lei. nomero 41____________________________
12.132 Urna pulseira, um nroche e nm par de
brincos de ouro com briihant< s, duas pul-
seiras cravejadas de diamantes, fios de
perolas, um alfinete, um par de rosetas
com diamantes, um fio de perolas, nma
eorrente e nm ri logio, onro de lei.
12 133Um boto de ouro com biilbante.
12.140 -Urna ernz de ouro com brilhantes.
12.145Um a-rente de uro para re.ogio.
12.152Um cordo, um par de brincos, am dito
de rosetas, am alfinete e duas medalhas,
ouro de lei
12.163Duas correntes para relogio, oaro de lei.
12.168 Uina cruz de .uro com brilhantes.
12.178Um par d brincos, nm laco de ouro para
gar>rantilba, nm par de argoloes, urna
peya de brinco, ouro de lei; doua relica-
rios, um par ue argolas, urna cruz e urna
peca de brinco, ouro baixo.
12.186U'ia eorrente > medalha, ouro de lei.
12.187Urna co'rente para i elogio, urna medalha
oeqiwna e um annel, ouro de lei.
12.188Urna puisei'a, nm alfinete e um par de
rosetas, our du lei.
12.190Dus pnlaeiras de ouro e nio par de rose-
tas com bruhintes.
12.191Um'raiicelioi e urna medalha, ouro de
|e.
12.201Dous anneis de oaro com brilhantea
grandes
12.202 Um annel de ouro aun um brilhante e
um trancelim, ouro de lei.
J2.203Duas pu'seiri-s e um broche, ouro de lei.
12.207Ura par de rosetas com brilhantes, um
pulseira, tele p' e,a8 de curo para cinteiro,
ouro de i; um assueareire, um pali-
teiro, um gaifo, 13 colheres de prata.
12.208Urna salva, um bule e urna colher de
pra'a.
12 212Urna corr-nte e medalha (com diamante)
e uin reiogio, onro de lei.
12 216Um p*r d- rosetas de ouro com brilhan-
te-, 6 bote de moedmhas.
12.217 Um :el gio, ouro de le.
12.220Urna gargantiiha e urna medalha, oaro
e I
12.229 Un moeda de ouro de valor de vinte
in i es eou laco de ouro.
12.230 Urna crente e sin- te para relogio, nm
par -i- arg lo.-s, nm bioebe, urna meda-
lha e dona re|ogi..8, ouro de lei. nC(J
12 231 Um corr- nte e medalha e um relogio, | ^
Uro de lei.
12.235Uoia cu 8' ira, dous alfiotes, um par de
iirincos e um annel, oro de lei.
12.239Un'- velia de trancelim, urna cruz, um
dedal, urna medalha e um annel, ouro de
le
Na rn da Aurora n. 149 se precisa de nma
ama para eosinhai e lavar para casa de pequea
familia. ^^^^
Aluga-se
Na travessa do Principe n. 7, nma casa com 2
salas, 2 qnartos, coairba fra, quintal e cac.mba :
a tratar na rua do Atalbo n 7.
Capul!
m de Joaqulm \aburo n. 9
Em 1* de Ontobro ha para lu^ar-se um qoarto
grande e indep-ndente, contortavelmente mobilia
do : a tratar no me mo.
E' o .
12.249-Uma correte eoin medalba para relogio msino, na fysica
a relogi', ouro de lei.
12.250 -linas juls di r setas, ouro de lei.
12.252Tres aun. i de ouro, dius pares de rose-
ta", >'.,m brilhant-s, uina pulseira. um
p r'a relogio, umu corren#e para relogio,
do iclogi->s, um dit> guia perolas e qua-
tro moedas de ouro de valor Je cinco mil
ri-.
12.''66 U'ii aun. I de ouro am bnlhante.
12 267 -U n pliteiro, prata de 1 i.
12 27/UL" i a coi r-me e medxlba para relogio,
or de I. i
12 2 hSUm pnlseira, uma medalha e uma cor-
rete i ara relogio, ouro de lei.
12.299Um pulreira, um aln, le, um par ed
brincos e am unue', ouro de iei.
Remis p curamr
Se ni dicta esem modifi-
ca^ocs de costumes
Laboratorio central, ma do Viconde |d<
Rio Braneo n. 14
Esquina da rua do Regente .Rio de
Janeiro
Especficos ppip irados pelo phar
maecutico Eugenio Marques
de Uollanda
Approvudos pelas juntas de hygiene da Corte,
tepublicas do Prata e acude lia de industria d>
Pariz.
Elixir de imbiribina
Restabelece os dyspeptieos, facilita as diges
toes e promove as ejecaes difficies.
Vinho de an.inaz terrugiooso e quinarlo
Para os chloro-anmicos, deberlas hj pia-mi*
j intertropical, rtcoustitue os bydropicos e benbe-
arope. de flor de arueira e mutainba
Muito recomm'udado na bronchite, na hemo;
tyae e as toases agudas ou chronicas.
Uleo de testudus ferruginoso e cascas de
larnjas amargas
primeiro reparador da fraqueza do orga
Regulad' r da Mari-
nha
Este importante establecimiento de n-
lojoaria, futidado em 1869, et fanecio
nando agora rua Larga do Rosario n. 9
O seu pmprietario enearr>-gado gulamentacSo dos relogioa: Are-n! ; Ma
rinha, Estrada de Ferro de Limo-rro, Com-
panhia F. rro Carril de Pernambaco, A>
oriac^o Cominercial Beneficente, Eatra
da de Ferro do Recife a Caxang, Eatra-
da de Ferro do Recife a Olinda e Bebente
e Estrada de Ferro de Cantara' ; reircsA
de intelligentes e habis auxiliares, fax con
certos por mais diffi eis que fjtn, ni.
s em relogioa de al^ibeira, mas de pend i
la, torre de igreja, caixai de msica, sp
parelbes electri'OB e tel-graphicos.
O mesmo acaba de recebar variad* sor
'imento de ndogios americano* que vea
de de 7ri a 20t5 de parede e de mesa, des
pertadores de nikrl.
A os se us collegaa vende forneciaeto ea
grosso e a retalho : e aceita encommendas
para seu correspondente era Paria.
Acba-80 bem montado aeste eatabelaei-
iiento am observatorio pelo qual regula fa-
dos os relogios matimos terf stres.
Recebe asssignatoras para dar a boracer-
ta desta cidade pelo telephone n. 458.
Preco cDmmodo
Em frente de sea esuHecimento se
acha collocado am relogio, cujns mostra la-
res poderSo ser vistos pelos paasag'ima da
Ferro (barril, cendo sempre a hora media
desta cidade. determinada pelas a as ob
SvrvacS 8 astronmicas.
Antonio Jos da Costa Araujo.
annm
.as 100:1)00*000
^ra^a daindependen-
cia ns. 37 e 39
O abaixo assignado venden da 2* parte
1a 1* lotera extrabida boje, 22 Jo corren
te, os segnintes preroijs; de 400>'#raj f
a. 8637, oe 2:0UOfi emoens. 5011 t
135"9, de 1:000,0 n. 8489, de 50U# aa
1719, 2122, 3004 e 23248.
Acam-se venda os feiis-s bilbetea
garantidos da 3a parte da Ia lotera a
beneficio da Santa Casa de Misericordia
do Recife, que ae extrahira a ."iO do cor-
rente.
B*re<-oa
De eada vigessim H 00
Em porcao de 1005 para cusa 900
Autouto Augusto do* .v-* rtft9
Elixir carminativo c tnica k
pharmaeeutico Ve as
Remedio que cura dr'pep*ias, iratrni?iaa e t
das aa pertnrbaeoes librad.a deaarraajoa 4e as>
tomaito e intestinos. Aronaelbado pnr rarira eC
nicoa doa maia conceituidos desta cidade, aefcu-et
venda exclnsiv- nv nte na pharmacia amenauaa
U A k. .eras A C 4 rua Duque de Cazata aa
Pilulas ante peridicas, preparadas com a
pereriua, quina e jaborandy
Cura radicalmente as febres ir> a mittentes, re
mittentea e perniciosas,
Vinho de jurubeba simples o ta.nbem fer-
ruginosi, preparados em vinho de caj
Efficazes as inflammacocs do figado e bac<
agudas oa chronicas.
Vinho tnico de capilria e quina
Applicado naa eonvaleacenvas das parturientes
urctMO antefebril.
De.pesito : Francisco Manoel da Silva t C.
Francisco Manoel da Silva & G.
-RUA MRQUEZ UEULINDA-23
Pe oral de Cambar {*)
Descoberta e preparacS" de Alvares de 8.
Soares, de Pelotas
Approvado pela Exma Junta Ostral de Hy^ie-
iie Pub'ica, autnrsa miado com aa medalhas de oum da Acad-mi Ma-
nonal de Paria e Exp 1881, e rodeado de v* i** ttestado nv-dicoa e
de inuitoa outr a di p- aas curadas de : totas*
imples, broocllites, atthma, ruquiil >, tiaiea aal-
mouar, coqoeiache, eacarr-a de saogoe, cte.
Precos as agencias :Praacca 2*500, asaia
dnsia I3'0ii0 dnaia 24'(00.
f'recoa as snh-ageneia :r rasco 2 dusia 15#W> e du.i. 28VOl). _.__._
Aeent.s d- p-wtarioi- x-iaea et proviaaaa
PKANCIS O MAMOEL O SILVA C, 4
rua Marques de Olinda u. 23.
Faria d'agua
Cbegou a nova frinha d'-gua, par o
ermasem do Vas.oncllos; ni da Auro
ra n. 81.
t
O* abaixo asignados, pai, roai e irruios
do fallecido Kdbrto Bell., con.-teraa4as
pelo facto luctu m do trespasso 'esse saa
pre8>disaimn p-.rente, .gra'!e em oro tuda
a curdialidade < pessoas que fiz ram o ca-
ridoso obsequi' de .omp r> c- r ao enterra
ento do mesmo sea fillio e ir-uio, e de
novo rogam s pesso a assisiiren. a bibsh fnebre de 7 dia, que
ser resada na matris da B.a-Vi-ta no dia
1 de < 'utubro, s 7 horas da manhl.
Antecipavlamente s- confessam gradeci
Hos por Phte novo favor.
M noel Joaq;ii;n B<*llo.
Anna M..ria Mag'alena B lio.
Lercadi Alexan i rio Bello.
ADna Paulina Brllo
Gri-gorio Bello.
typitau Jos ate ,%ir-ei
M-uoel da Tiioda ie J eretti, sua molBer e :
rma mand-.m ceiebrr uma miaaa na ra.i'ria de
- auto Antonio, sabido 2 de Ou abro, *a 8 huras.
trigsimo dia do faliecimento na eula-le de Lis-
boa, do seu presado to e amigo, Cipriano Jos
de Abr. u, e aifrad-rem o cempareenm-ato das
p as 'teB"-mi d> _____________
P
MELHOR EXEMP1AR ENGONTRUHI 1

I mm
*------------------------------=---------------------
J
r


Extracto Composto
iscrofulas
pro\eni<>i:Us d'ellas e para
Dar Vigor ao Corpo
Purificar^ Sangue.
>"er*..dDlJC*TT,ll[.IM...t,m,
Alaga-
se
a loi* do predio n. 24 rus da Imperatrii, por
3W000 meosaes, tem comi-.adi.s para familia ; a
tratar na roa do Coronel Soassuna n. 204.
Alus
i predio n. 149 4 ra
belecimenio fabril :
-se
propno na
Cor
Imperial,
a
t 'rafar na ra do
sn. 34, asm J. Ir>de Medeiros Reg
ra es-
mmer-
Ahiga-sc barato
&aa Visconde do Qnyanaa N. "
CurnneJ Suassuna n. 141
1,. andar.
J
Ra de riaqto Amaro u. 14$ loja.
Ba do Caiabuuco^N 4 I ja
3 armasem -da. ra do
Ra do Clbucr n 4,
Ra de S. Jos n. 74. '
Rqa do Coronel Suassuna a. 50, 1" andar.
Casa terrea da traviesa de S Jos n. 23.
Roa da Baixa Verde n. 5, sitio ctm, viveiro.
Prata-se na ra do Commercio n. 5, 1* andar
iptorio de Silva Guimares & C.
Aluga-se
, n 1 roa Lembranca do Gomes, em Santo
majo, tem agua : a tratar na ra* da Imperatriz
; 32, 1. andar.
Alnea-so
i exoellente casa pintada da doto, com agua e
fas, e bastantes comm. d. s, para pasear a festa,
aa traversa da iua de S. Bento n. 4, ou S. Pedro,
wd Olinda ; a tratar na ra do Commercio nume-
ro 6-A, Recife.
Alaga-se
por preeo eommodo o grande sobrado do caes do
Aa lio n. 75, s ndo dnus andares, cada qual com
bastantes commoios para familia : a tratar na
raa larga do Rosario n. 34, pharmacia.
Aluga-se
eaaa sita ru Dir- it n. 73, com coaimodos
i familia, quintal grande e cacimba : a tratar
ra Direita n 106.
Aii
luga-^e
a esa terrea si'a 4 ir-v. s?a da Ponte de Uch*,
i, margen-, do Capibaribe, com commodos para
Tande familia, litio com arvores fructferas, todo
rado, agua putavcl muito b a, deposito e ba
nh. iro : quem pretender dirija se ao sitie do Areo
M no Recife. ra Duque de Casias n. 30, pada
ra, que achara com quem tratar.
Alug-a-se
par baratissitro prec
2* andar X* andar do sobrado n. 45 ra do Apollo.
Armazem da mu Pedro Aff Casa terrea n 70, & ra de S. Jorge.
dem id^m & ra de ( rvasio Pires n. 137 ; a
tratar com o Paulino, ra do Imperador n. 28.
aatigo armazem do Campos.
Aliiga se barato
W 1- f3- andares da casa n 84 da ra do Brum,
osen mmto c."min dos para familia : a tratar na
ra larga do Rosario n. 34, pharmacia.
/% MM %
Opern precisar de urna ama para andar com
msaiaos : dirjase ra de Mariz e Barros nu
16.
' -------r~"
Ama
prfWta !
ai.da, sal
Ama de Mtc
Precisa-se de urna ama de leite. pagase bem :
aicformar-te, ra Duque de Canas n. 56, pri-
mevo andar, escriptorio.
Caixeiro
Quem precisar d um caixeiro com p.-atiea de
colbados, deixe carta nesla typographia com as
iniciaesF. E. S.
t*ara passar a festa
daga s>' barato uuja casa im puvoado Bi:a
Vi.gem, com grande sitio, rauitn fresca e comino
do* para familia : trat.-se ra larga do Rosa
ra c. 34, pharmacia.
Pastillias vermfugas
Precisa-se de urna perfefa bosinheira ; na ra
4o Cabug n. 14, 1 andaij Jala da frente.
Luz brilhante, sem Fumo
OLEO AROMTICO
Hygienico e Econmico
PARA LAMPARINES
A
^i
Diario e hw^*i*..,..|cira 30 de Setembro de IHM
jSBSlSlHlHl
MAETINS BASTOS
pernambuco
NUMERO TELEPHONICO I fcf 33
Agua florida. Extral.ida de flores bra-
sileiras pelo seu delicado perfume, suavida-
de e euss propriedades benficas, excede
a tudo que neste genero tem apparecido de
mais celebre. F',
Tnico americano.E' a primeira das
preparac5es para a tcnservacSo dos ca-
bellos. Extingue as caspas e outras mo-
lestias espillares, faz nascer os cabellos,
impede que embranquecam e tem a grande
vantagem de tornar livres de habitantes as
cabecas dos que os usam.
Oleo vegetal- Composto com vegetal
innocente, preparado para amaciar, for-
tificar e dar brilhp aos cabellos.
Agua dentifricia. Excelente remedio
contra a carie dos dentes, fortifica as gen-
gives e faz desapparecer o mo balito.
Ven.d se as principaes casas desta c-
dade e na fabrica de leos vegetaes ra
da Aurora n. 161.
TFLEPHONE N 33
Tricofero de Barry
Garante-so que faz nas-
cer ecrescer o cabello anda
aos mais calvos, cura a
tinha e a caspa e remove
todas as impurezas do cas-
co da cabeca. Positiva-
mente impede o cabello
de cahir ou de emblanque-
cer, e infallivelmento o
torna espesso, macio, lus-
troso e abundante.
iV1NH0 E GRAGEAS
s
DO
DOUTOR
EXTRACTO NATURAL DE FIGADO DE BACALHAO
Premiado on nia-dalbaa de 0ro -
PELA ACAr^MlA NACIONit
Ordenadla no* boapltaea da Franca. America,
Administrar sob forma mu fac! e aaradavel mrin> .i
tviaa-iu awira o. chairo,a sabor nauseos d'esie; alem Vtiao"?.^ canti,rM '
tem urna superiondale incontestavel sohre o olA ^,,,,. .."*' Pf"*"*
pode ser usada durante
omnente servico prestad*
" "este producto.
Graliliea-se
Inglaterra, Bomla, tic.
te 'almVe'lnentM mnti*' do oleo
Superiori.la.le incontestavel sore o ole noruii^rf!*!* Prec," P">paracA
grandes calores em quanio o.uso daquel.e imuoasivei i.i *f
ge o Doutor VIVlrJN;.. experiencia 7em mK,^-1^
Exigir a firma do inventor H. VIVIEN em rtii. Z i '
pSX 8.n. o ^, F.'taS!Ka,V,iSd2S 3S'.'ES&"' "*
a
P
S
i quem entregar no 2- waetur do preilio n. 19
ra las Trinfh iiaa. Ir. s ob*VP| r e fre, srudu
d.nis m>iK>r>->e uu.a maiur, >-s qi.au tur perdi-
das na mi'sm ru un u^ r- d 25 do i- neute.
GMULSA
En
r
omina 'cir*
""""""--W-TM-H
Hura rpida e orto, pelo
ARSENIATOdeOURO 0YNAMISA00
do Doutor -&r>r>isojv
da Chlorose, Anemia, torlu w Moleetiaa do Svataic-i narro m- .
ma um, Moleaua. tronica, dos PuTn^aetT^to?^0 "
rulotes lctraoc maHea. tem UUdo o pod cum.lro dest. medicoslo d*tor.n
o prmvnro nuil enaguo dos recorut.lutnl*^^^ owUaram-
'RASCO e FRANCOS |B1 nwJo>w)
Toio /trajeo uue tifo trouxer a Marca ie Fabrica registrada e auUinatwra^/ZS- "* Mrlcinf
Uva ser rlgorosamenU recusado. ^^> *""
9AMMB, fharmacla G*x.lJf. roa Boohaebomart, Sa. *Zs~^
Deposito em Pernaxnbuco : FRAN" M. da SILVA &
.
de
Producto
un
o.

Em casa de todos os Perfumistas e Cabelleireiros
da Franca e do Extrangeiro
V/AILiifw.

s iegirdt noz especial
PRBPARAOO COM BISMLT11U
Perfumista
, Pajas
A.^iia Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
1829. E' o nico perfume no mun-
do que tem a approva<;ao official de
um Governo. Tem dnas vezes
mais fragrancia que quolquer outra
e dvHra o dobzo do tem po. E' muito
mais rica, suave e deliciosa. E'
muito mais fina e delicada. E'
mais permanente e agradavel no
len90. E' duas vezas mais refres-
canto no banho e no quarto do
doente f> E' especifico contra a
frouxidao e debilidade. jura as
dores d desmaios.
larope Se Vida de Renter No. 2.
Prerisii-e de una inuh-i que leuha b>>a con-
duela e ciip.....o- b-io ; a lrr.r no Mauguiihc,
em casa do Viaeonda d:i ttlva L y >.
Puiseira encont idi
Quem perdru urna puleeira no dia da festa do
IIes-
mo hospi.'il, qu>- dando 'a f.giiMes > pagando este
aaauncio, rectherA ditapul-eira
l|urm precis
de meia m->bilia de anmrello, ra b m estado, ou-
trus object"8 e um innruurzV, dirija-se Prsc>
da Independencia n. 40 que acbaia, com quem
tr.tar.
Oc r'iLL c/l.
UISTANTANApar>. .rta,
84 na i"-3. sem prever' 4. *
hb levegeo.
Dt FlbhlUL
kM't ir 4.SC
incoa
na COr primitiva
bpos'tcierel a Parla: riLUOL, 47, riu (ir -ut, PUB
la J'eruuutc .C9 FaAM" M. da SILVA O*
mwm
TNICA
DO ENCASdo ESTOMAGO
OIGESTOE8 DIFFICEIS
Dyspepsias, Gastralgias, Anemia,
Perda de Appetite, Vmitos, Diarrbea,
Debilia.ide das Cnancas
GURA SKQLKA S RAPIHA PBI.O
ELIXIRGREZ
TNICO-DIGESTIVO
com 011 i na, Coeu t Pepsina
Adoptado era todos os Hospitae8
MEOALHAD AS EXPOSigOES
PARS, r la Broyre.34, e en todu as Pharmacits.
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Fijado de aealliao
COM
!ly|io|ihos|ihilos k n\ t soi
i|i|irov;iila pela Inata de Hj
glene e aulnrUada pelo
governt
E' o nielhcr r-m dm aie h-je desenberto para %
talca lirunchiieM, <-><- ophula. r-
1 bllra. siD-niin, ehllundr rmirral,
leflu!!. Kiaac rlirunlra e ttltt C^ttm
n> pello e E' muito siip.rinr au ni.o simples de figad da
->acalhc, porque, alm de ter cb iro e sab-T agra-
laveis, possue lodas as virtudes medicinara e n-
ritivas ao oleo, alm Uas propriedades tooieaa
wnustituiut' s da hypofbt>sptiiu>s. A' vanda a
rogaras e boticas.
Deposito em Peraamboco
WORSONs PEPSINA
_t.W^?^>10A""B,T0 a?. u,n Kusto agradavel. adoptada com grande eaito ha i>j>,
maji. de 20 annos pelos meliioies Mdicos de Pariz, cura os Ueuxot. e~ie, roste,
^raa da Garganta. Calarrc ealeunr. tmueo 4a -i.ua. das Vku imna-14 e la H*.naa.
JC
I
de
P% *l
': .
*a
- IN/ILLBit
Laureado pela Academia de Medicina ^
'37-,C., Cara/fca/ro dtLegi&o de Honra ^^^0^
Remfiljo inailiyel e auradayel
PARA COHBATTbB A
INDIGESTO
Sob a forma de
'BASCOS, POS
H CLOBULOS.
VCHDE-SEno MUNDO INTJRO.
PltkPAItADOS DE
Pepsina Minsnn
Muito recoTme/iOadas
pelos or/nc/paes Mdicos.
MORSON & SON
Soilatmpioii Kow, Rnssell-Squn
L.ONDON
S3R

wpcsIUriosea Paraamico : FruirM. *SILVA a c*
auei
0 Phosphato de cal c a substancia mineral mala abundante do organismo e toda 1
quanliaade normal Ulmlnue resulta iirnaairocoac orgnica grave.
Mais de cinco mil curas, a mor parte justificada pelos Hrufessores e Mdicos das Facilidades
rorao obtldas ultlmamcnle e Ozerio com que o Xarope do I' Krinrillier fosse classIUcado
tomo o especifico mais seguro cosita a Tiaiea pulmonar, Bro iclilte bronlca, Anemia,
Bacblttamo, Debilidade do Organismo. 0 tarop do !> Ueiniillier administrado
diriameut i i crincas (acuita a deniii^o e o creacimento as m'ies e amas de leite tora 0
aulle moiiioi 1 tupe le a carie e cueda dus deates tao irequenlea depols da preuuea.
OapoaaU..' Pharmaola VTaBNQtTS, 8. Plao* do la tfagdaaeln*. PaJtXL
Em Pernamtmco. FRAN- M. da Hth y A a O, a aaa pnac/,MU Phsrmsclss e Dnfcrttt
airrxs db csAi^a sepozs de sa-0.
Cura positiva e radical de todas as formas da
escrfulas, Syphilis. Feridas Escrofulosas,
AffeccSes, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perda do Cabello, e de todas aa do-
encas do Sangue, Figado, e Kius. Garante-se
que purifica, enriquece e vitulisa o Sangu
restaura e renova o systema inteiro.
Sabao Curativo de Renter
SABONETEdeALCATRO
'aaa a Toiun-ra. os banbos cuidados k naa Aa crianca
Btta 9ABONETMC verdadeiro antixeptlcm, O mal efflca para a cura da) toda*
MOLESTIAS 04 PELLE
SAPO CARBONIS OETERGENS
acat tmaas vruntast cum o e>Aro 1 iliiio.Mry Hk.t.lu,i:\s afim de proieuei-ot contra
o SARAIHPO, a VARILA a a FEBRE ESCARLATINA
*_*# ^y^*' ?!*i5Ls;12_!l^"'!g"ialos. .Pgj0 i^rP^ medloo lnlclro porque previ? em a
Bslea
ISTIAS KPIDEMIOAS e CONTAGIOSAS e te adaptoa quolquer Cima
MAKUA UK FABKICA >"xi KNVOLUKHOS B MOS PAKS
Dejjoalto e-aral 1 "W. "V. WRIGHT C _ Em. Pernamh-aco Fraa TVT. da silva & O"
JLV^ADEL.'.-,
COMTP TOOAI *
OLESM^VIASORINMS
SPBCIAUlum
Catarro enronioo a sxiga,
Irritando do canal de ujtra.
Molestias de orostatc,
incontinencia da rlas,
Arla na urina, ote.
SWANN, PharmansutiM-Chimics, |
A3I3, It, a.JA curiGUMs. tt, PARS 5
-

s
taplra-se a fiaiaca que penetra uv peiiu dirima o syinptoma nervoso, facilit
a expector^ao e favonsa as funecoos dos oivaos respiratorios.
I* eaa eaaa e a EnPIC. f 1, ra swiautn. efn Paria
Jarentfarw a JP^rmatetbueo XMAJ V- M.dmm'1. VA do C-w
DAY& MARTIN
remecedor, de Su Majettide a ai.-.aa tfa Intitterrt,
do Eureito a "J Mirlnkt britiinict.
GRAIXA BRILHANTE LIQUIDA
GRAIXA..PASJTAUNCTUOSA
OLEO para AEREIOS
E UWa4* naxasurm ptn.i auna'incis j*
sao tois ts lrmn.
DEPOSITO QKRAL BM LOKORII
9, High Holbom, 07
aa hrtealasi : maJC- b. Da tUTA I
Para o Banho, Toilette, Criar.
cas e para a cura das moles-
tias da pelle de todas as especies
em todos os periodos.
Deposito em Pernambu-.o casa de
Francisco Manoel da Silva & C.
Compram-se predios
O sg^nte d- leildes Pestaa est encarregado
de comprar atguns predi..* rm bms ruas, e ecebe
proposcas na ra do Vinario n. 12. Recife.
Serrara a vapor
raes do CapSnaribe n.
Caixeiro
* ** Precia-se do um csixriro de H a ti anuos
esia beirnna t-iicnulriiraoos s< tibores fregu- na ra do HuepL-i > n. 34.
Boa ici|iiisi:;io
r*f* em qii'zt-r isnhsr dinheiro
N urna das principas .uhs dvata cirisde, neg
'1* se um padnri c-m i.aia. as per'eiicaa e em
perf-.f..^,,!,. o-h c .nservaeTi., : H tratar na praca
*> Condi d'hu 11. 1S.
de ^cring
Oj&elhor especifico contra v. rmt-s : deposito cen-
tral em casa de Faria Sobrinhn & C, roa do Mar
I de 'linda n 41,
Profesara
Precisa-se de um prof ssora psra lecciooar
fortaguex, piann e traba ho de xguiha, para um
engeobo pcuzwio va larrea de 8. Francisco : a
tratar na ru D'reita n. 1(6.
Barheiro
f^p^JardiiD dus plaas
MONDEGO N. 80
Prermd.-ndo te acabar ei m aa plastas me 1
- m vas..s o ..-' jarditn, vend .-> ,,- a ti.eiros
multo grandes, e dand.. frtete a 2*fOlO. Imm*
gfims nntai grandes, par
duzta, e apotlaeiroa mais
prt-c".
<'iu.r',.r, u G.500:i >
pequen s
Sencnle de earrapat
i iua do Hopsi-
iw. um grande s.-rtimento de pirhj de resina de
ini-o a dea metros de comprimenro e de 0,(18 a I
',24 dr esquadros Garante se preco mais como-
io do que >;n 1 u;ra qualquer parte.
^_________Francisco d >r Sant. 8 Mac. do.
Pinb de li;i
Acaba de chegar pelo brigue Atalanta um com
p'< t 1 8ortimento de pinho de Riga da melbor qua-
lidade e de diversas dimeneo- s, t'..uiojsejaai :
4 X la
4X9
3 X 12
3 X 11
i X 9
2 X 12
e tabeas da mesma madeira do 1 e 1 1/2 polle-
gadas.
Vendem MATHUE-J AUSTFX & C, ra do
C mmeri-io .18, I andar, ou no caes de Apollo
n. 61, por prec<>8 c .mmodos.
Monteiro
Aloga-se eu vude-se dnas casas no arrabalde
aciiia. pendo di na n p ontra da
povoagfin : a tratar-e mi: >i Barros n. 31.
VlDteLDDOs!?
Duram ns retratos p. rellana, ~i'i)i! a duzia
na ra da Imperatri* ;. 78.
Fabrica 'axias
tonl s para piano
Chegarsm para casa de Vctor 1 rralle, sita
ra do Imperador n. 55, grande sortiiri.iito de
curdas para piano e mais materiaei para cencer-
tos io mi sinos.
Attcn^o
Permuta ep o sitio de Sant'Anna de Dentro, n
6, com 4 quart. 8, dnas salas, coi nba e quarto f
ra, quintal murada com grande terreno em prol.m
^amento ao muro do fui,do ; com urna casa as
ci rcanias dett cidade : quem pretender dirja-
se ra das Nympbas n. 5 que achara cm quem
tratar.
liirf
Registrada
Compra 8e A fabrica Apoll
ci n. 79.
Precia*-se de um official de barbeiro ,
do Ltvramento n. 17.
na ra
Caxang
Alugam-se quarfos m.ibibados a 15* menaseg'
tu antigo hotel de Catanga, assim como tamben
comalidos com roainha o d. pendencias para fmi-
Bajatratar na ma PiiraaMods JUrcon. 25 loja
Pillas p!!f-..iivas c depnralhas
de (ampanh.
Estas rutilas, ctij:. preparafao 1 raaeiite ve-
letal, tem aidj por mais de. 20an;
SOB os melhores resultados as segnintes moles-
tias : ff.Tco. da lie e d.. figado, svphiJ s, boa
boes, escrfulas, thag^.s inveteradas,"erysipelas e
gonorrhas.
Modo C-rnr, purgativas: fonv-se de 3 a 6 p-:r dia, bc-
oendo-sc pos cada dse um pmico dagaa ados-
Alten^o
Atoga-te urna boa casa terrea com aga e gas,
Mils e pintad ci novo, e com ba atantes cum-
aaMey para familia, t erto d s banbos salgados e
eatafoes. tita em Olincfa, roa 31 de aoeiro
tratar ao Wg(Mai Cory* &ato a. 1?, ,3
cha ou caldo.
Com.. regaladoras : torae-st um plala ao jantar.
h-tas p.lulas.de invencao ds pharmacenticos
Almeida Andrade & Fdlios, leen veridictum dos
Srs. medico* para enn melbor garanta, tornndo-
se mais recommendaveis, por seren um seguro
porgan e de punca dieta, pelo que piden, ser
iSHdaa em v aeem.
ACHAM-KE A' VEVDA
pefrocnrla de Parln Nohrlnho C.
*1 BDA DO MAHQDEZ DB OLISPA 41 '
fia rea Itegislrada
Para prevmir a ignorai eia de s'gans Kre.fbri-
can'es de cigarros i;ue fraudul. ni mente eeuao
tizando d<-emblema blicamos" thenr do r.-rriatrado do r. f 1 id embl. aw
i> i tu ua inciclissiu.a Junta Cuinmei.ial u'osta
cidade, proi.btando proceder crimina mente coatra
ucr que procure o'.-l'p faaer us .
Refislro
N. 197 A presente marca por mim rubricada
unntenu adeauuioacau Cavias, nmnotla de nuap
mos apertando-se, de que LSam Azevedo & C.
firma ccmmercnl dVsta prac., coupo.-la dos com-
merciantes Marcelino Gonfalves de Azevedo e
Antonio Luiz da Silva Brandan, domiciliados
n'esta pra<;a, para distinguir oa cigarras de seu
commercio n nudo Forte ns. 3. fi e 7 c deposito a
ra Duque de-rCaxias n. 68, foi apresetada s
egistro as 11 horas da oiauh. do dia 2 do correte
registrada n'esta daeta em enmprimento dos
despachuo de 9 e 16 do corrente. E para cum-
prir pr.ceito da lei fig esta verba igual di
regris tro n. 197. Pagou 20u0 de ois pareceres
fiscaes.
Secretaria da Junta Commercial da cLade do
Kecife, 18 de Setembro de 1&>6.
O riecretario Julio Quinarn.
Recife, 80 de Setembro de 1886.
\ Azevtd'j }U.
liil lirgem de Jagnaribe
Ai.rio eo ra do Bom Jess n. 2o,
Um .rnii.zein onde se. vende constantemen-
te a snp. rior cal virgen de J.-guaribe,
acontli' ionaia < m barricas proprias ji-.ra o
fabrico do 1188I! ar.
Kst cal, em nad.i inferior qie nos
v. ni d' ~!rnng-iro, vendida p^lo pre90
fixii .e. ,5()0 a bariiea per coi.tr.ici que
f z o Sr. Vieente Nascimento com o Sr.
Jos Costa Perda uoprietsrio do engenho
Jnguaribe, .ujns pedreiras Ihe d o nom
t' encarngado da venda uni"amente
net.; (dase o Sr SebastiSo lieserra,
com escriptorio ra dj Bom Jess n. 23.
G. Laporle & .
Com casa de rom mi afien rna do
Imperador n. i<;. 1 andar
VENDr.M
Elixir denllfricia
Hassa dentifricia
dos reverendos padres benedictinos de Moulac, o
melbor dentifricio que tem viudo para o merca-
do (m s dnzias).
Anti-mountiqne 4)uery para matar as
m.-risancas, maiuins. etc. (s .luz a.-J.
Vlnbo de Cbampagne da afamada mar-
ca Muel & Cbaudun em garrafas e meias (e cai-
cas).
Viaeiio de Climpane,mariaMarquis de
La T.ur Byron (35 45* a cana) (s caixas).
C(nar, marca Hildeb.-rt (-0 caixas)
Vlnasre aromtico, para a mesa, especiali-
dade para familias, garantido puro de vinho bran-
co (s carrafas).
SnInr parrllliiifreara do Pari.,
Eau de. mliaiMe dea Carmen, a prego
de faciir para liquidar 100 duzias vindas por
engao (As duzias).
Hb Lecbaui grande depurativo tregetal
( omeute aus aeubores droguistas c pbarmaceu-
ticos).
Papel almanxo duplo, liso, proprio para
impresfo de obras, etc., etc.
Papel para carian, grande e variado j
soi tmenlo, precos nunca vistos neste mercado
(em pnreo) todos os formatos, e os coiiipeteulee
Enteloppes tambem a preco sem compe-
tencia.
tur Hiende inila de todos os formatos
bran.-os e de pnantasia, cartoes para o commer-
cio, em Cn.-tol, fiamliin etc.
Ti 1111 Hlue Black, verdadeira de Sle
; ti- us n, recebida por r. 111 ssas peridicas, do pro-
prio fabrcame : picos inexcediveis de Baratesa.
Arliii.><> de encrlplorlo t>..s c mu livros
em bronco, copiadores, titilas, caetas, tupis, tin-
teirot e todos os mais seuipre vmoidos a piecos
ujuno baratos para negovio.
l-ummii arbica de Adriano Maurin fras
es cr'U'ies e p< quenoi., em o-ix. de duzia.
Tinla de marcar a roupa, uo mesmo fa-
bricante.
A' ra do Itnporidr n. 46
ni
Aos IO0:O00SO0O
23roa Primeiro de lar^o23
Os abaizo aseignados tendo vendido noe
s.-us afortunados bilbetes garantidos os na.
19,939 coro a sorte de 10J:0(X', 19,934
coro 10: com 2;000. 22,255, com 2:000$, 1,118
com 1:0000, 10,098, com 1:0000, 1,680
com 1:0000, 5,725 com 1:0. H'0, 8,318
com 1.0000, 18,165 com 1:0000, 20,279
coro 1:0000, 10,390 coro 5000, 4,041 com
5000, 2,203 ero 5000, 23,784 coro 5000,
11,503 coro rOO0, 10,3iO coro 5000, 9,52? com 5000, 23,>325 com
000, da 2.* parte da 1 lotera que se
acabou de extrahir, convida os possuidorea
virero receber integralmente.
Acharo-se expoetos v ndaos afortunados
bilhetes garantid) s da 3.* parte da 1.* lo-
tera a b.n< ficio da Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife, que se extrabir quinta
feira 30 do correte.
PRECOS
1 vigessimo 1000
Em por .-i. de 1(M)0 par taM
1 vigessimo 0900
Mantel MarHiu Finta & C.
fiSilllBIf
AOS
IOO:8O0$8ad
Roa do Baro da Victoria n. 4
e eaaas do i-ooiune
BUHETHu ^BANTiaOS
O abaixo assignado acaba de vender
1 vigsimo de n. 20,913, eom a sorte
de 1:0000000 e 1 dito de n. 16,933 com
a sorte de 5 00000, da 2.a parte da 1.
lotera que se extrahid a 22 do corrente.
O mesmo abaixo assignado convida ao
possuidor vir receber na conformi
d de do costume, sem descont algum.
Acham-se venda os afortunados bs-
betes garantidos da 3.1 parte da 1.a lote-
ras a beneficio da Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife, que se ex.rahir a 30
do corrente.
Presos
1 vig-ssimo 10000
:oi qnanlldade malor de I 0#
1 vigessimo 0900
Joo Joaguim da Costa L eis
Aos 100.000S000
Ao Publico
16-Lua do Cabug-16
O abaixo assignado vendeu nos seus ven
turosos bilbetes garantidos os premios se
guite: 1 vigsimo 3om a sorte l:000a000
no n. 445, e 2 dezenas coro a sorte imme-
diata da 2a parte da I* lotera.
Acham-se venda os venturosos bilhe
tes garantidos da 3* p*rte da 1* lotera da
provincia em beneficio da Santa Casa de
Misericordia do Recife que se extrabir
quinta feira 30 do corrente.
Prefos
I Vigsimo 10000
Sendo quantldade superior
a l u:ooo
A dezena 90000
Joaquim Pires da .SiYta

Com
pra-se
tamarindo ; na pharrracia ra larga do Rosario
numero 34.
Phosplioro.s quodliliel
SSos 03 meJhcr. 8 qn^ fom vindo a este merca-
do, que se tcrnHm recommendaveis, tanto pela
boa qualidade, roo por virem colorsdos em cai-
xinhas de phactasia e cem cromos cariados. Vtn-
de-se por precn* nodicos.
nicos depositarios:
Francisco Launa Costa Lima & C, ra do Ara rim n. 37.
Cypriaaao los de ibrra
Joao Ca-tano de Abi.u, tu mulber D. Mara
Paula de Abreu, Antonio Jos de Abren Ribeirs
e sens filhos, pungidos de dor, mandam reaar por
alma de sou presado e nunca esquectdo ta Cr
priano Jos de Abreu, urna m.as na mstria dt
anto Antonio, 8 burts da manha do dia 2 de
Outubro viod. uro, trigsimo de seu tallecimento,
na cidade de Lisboa, onde era morador ; e deade
j agradtcetn aos parentes e amigos sea comps-
recimento a este acto de caridade,
oaMIttMBMBMiLMa
A(;i:\(iA de amas e criada*,
ra das Flores n. ls, (porta
larga).____
Hotel do Cabo
Firmino Varejao, tendo assumido no dia 26 de
>'etembro a gerencia deste estabelecimento, cba
na a attencaodo respeitavel publico e particular-
mente de seus amigos e fregueses, que desta em
diaute encontrar.) sempre boa mesa, boas bebi-
das, bonz commodos para familias, banh s, bilba-
res e ontros mnitosdifierentes jogos, e que a ludo
iriso r.uue boa ordem, muit-i limpeza, respeito,
sinceridad.-, e precos ao alcance de todos.
Contestar, perder lempo e pa-
leVVFl
Vista, s 7 Loras da maaha Je 3 de Oatnbro, or
A casa que tem maior e melbor sortimento de !;, de sen presado pai e amigo, Antonia Asi.
mems de seda, fio da Eseossia e de aigodo, de ^g j gi|va, fallecido no dia 27 do carrala. /
ores, a de Pedrosa C ra do Bario da ddade de Pao d'Alho.
Victoria n. 4L Os precos agradis. ______^_________ ______________} rrrrm-
Dt. JoSo Antones de Araujo Pinbairo (auate),
Machado, Lopes & C. e Jos Mara Palmeira de
Freitas, mandan reaar miasas na atril da Boa-
i
EXEMPMR ENCONTRADO
^^aV^NNBRlRHRHRJRNlNRl
NNNNRRNRRHBNJN^NRNRBNNNl
QHifiEr


1
p
Icario de Fepnniiitmrw<|in
>
,110 DE IIG.I
4X9e 8X'; w*-*;*-";rr8ri*a!,*'
maco da dilva, caes Vinte Dous de Jio
Casa filial ra do Ca
i*uga n. 12
; RecebTani ni aoriiinento de ckapene de Bul de todas as
qualidades, para senhora, lisos e bQrdados,
grande v*ri<-dade em cores ; e para borneo
grande variedade ena cabos inteiramente
no.os, chapeos para criancas, cbegar no
TO 8ortj meato.
N. L\ Fabricam-se e concertaro-ee cha-
peos fio e rapi'Z a roai r pos.-ivcl ; puia co
bre-se un chapeo em nimts hora.
AiDOi-tra* levam B'" etn qu Iquer p>rt .
Vende se em grs e a relulho
Ac; Sbniei es Ge eiiggfiio e oaros
Tomeni nota
Trullos para monillos
waGONs para canna
Liiniiiiiilivas
ach'i'ln complei para ep
geuhoN de < <.<>. imu;i.iho.*>
SysK'iua aperfei^oatta
E*pecijica aavntes
Browns & C.
IV. & lina do commeiutio
N. K Mm do a-una fi & V leu; cain-lugoBde
bu ptflBirntimi nninprirs a agricultura, apar*
rfmbim machinas par desear sho-s para cat, trigo, arros e uiilhn; cerca de fer-
ro ga.vanisado eieelh Dte e m.dico em preco, pe
soa nenhuroa pode trepai-a, ncm animal que-
bral a. _______
Instrucfo publica
O delegado litterario de Wencia, conteste, se
Dd>, com documento serio, a publieacio inser-
ta no Diario de hontem, sub a pigraphe acuna.
Recite, 6 de eteu.bro de 1886.
A v.z la moral.
ie yjnn '
Em quartcs e meiaa garrafas, vendem Paria
Sobrinhj & C. ri'a do Vtarquec de Oliuua n. 41
DE.'OSITaKIOS______________
Pinho resina
de 3X7 aj 3X12.
'inh) braiico (da Sueeid)
de 3X7 at 3X42.
Cimento ins^lez
VENDE vt
I' u e a fr in o m fc C .
CREAQAO PARIZ
SEM
RIVAL
SUAVIDADE
Con o e ntragao
CREME OSMHEDIA
sabo.vetb; extuacto\
AOUA DO tOUCADOS
POS DE ARROZ
COSMTICO. BRILHANT1NA
OLEO, POMMADA, VINAGRE
K
A Pertnraaria OSMHEDlh assegura aot
Clientes fIBIS
imatsdi tttrnt i Cor ta igual
A lievoluco
A' ra L)uHue le (.xias, rcBulveu a vender
08 segumt b artigos nos no que ero outra qualquer parte.
Setma damaaa a 36 rs. c vado.
Gorg.nn-a ae listruihas a 860 rs. o covado.
La com li.irii.bas a B40 is. o covado.
Kuaioes de cr.e a 320 rs, o avado.
Merinos de cores a X) rs 1*000 e 1*200 0 co-
"erins pretos a 1*200. 1*400, 1*60, 1*800 r
mSlmSSm e *.* a 1*000 e 200 o
covado. ,
Pniha de seda a 800 rs. o covado.
Cachemira bordada de seda a 1*500 u co-
vadx
Las escosseas a 500 rs o eovado.
Cambraia com saipicos a 6 rs a peca.
Chitas rs.-uras e clras a 240 rs. o covado.
Linhos esesseres a 240 rs. o covado.
Las com bolinba a 40 e 500 rs. o cavado.
Gue com bolmhas de velludo a 800 rs. o co-
vado. ,
Linn com sa'picus a 500 rs. O covHdo.
G.osdeuaples pretos a L*800, t#*M) e t*500 o
covado.
Z' pbiros listrados a 200 rs. o cevado.
Cretones 6uos a 320, 360, 400 e 440 rs. o co-
VH$etnetas modernas a 360, 400 e 440 m. o co-
VHK'etao branc* a 32, 360, 400, 440, 500, 560,
600 e 800 rs. o covad...
Setmetas lisas a 4<>0 rs. o covado.
Dits Uvratlas a 600 rs. o covado.
Flaaelia de cor a 40 rs o covad).
Flaneila rano, a 400 e 1*000 o covada.
Chapus de aol de cores para aennums a 7*500
um. ^^
Chales de casf mira finos 9*000 nm.
Pechs de la a 2*000, 3*000, 4*000, 5*000
e 6*000 ura.
Tapete- para janella. piano, sof e cama a 4*,
6*0 0, 7*000, 8*000 e 24*00 um.
Enguio amarello e pardo a 500 rs. o covado.
Casad* de laia a i .'* 00 usa.
Lencoes branco* a l*8iiO um.
Urim prateado a 60C rs. o evado.
TimS.-s para meninos de 4 a 5 anoos a 6*000
um.
Lencos a 2*000 is. a duzia-
Colchas brancas 8 1*800 mna.
8etins ma^o de coies 800, 1*200, 1*400,1*600
e 2*000 o covado.
8erinet8'bramas a 500 e 660 rs. o covado.
Cortmaojos bord. dos a 7*000, 9*000 e 18*000 o
par.
Cxpellaa e veos a lOiOOO e 14*000 urna.
Colchas bordadas a 5*000, 6*000, T*000 e 8*0 O
MHrV
Espartilhos de curaca a 4*000, 5*000, 6*000
e 7*000 um.
Cortes de 1S pura vestidos a 20*0 0 um.
Algodio com duas largaras a 800 rs. o me-
*** non
Cortes de casemira pnra calca a 3*000 um.
Bramante de linh< a 1*800 o metro.
Dito de ala-dio a IfiziMi o m- tro
Tualhas lelpudaa a 4000 e 6*000 a duzia.
i ni isas n.u'ioiun's
A V&OO. S*4MNp m 8*5 32^>-- L ja rila da liuperatris b 32
Vende se ueste novo es'ai'ele.iiueiiro um gran
de boruip-'ifo de caminas branf S, tanro dr atx-i
turas e p iiihus de iinhu couio de alirudio, pelot
tarat.w precos de 2*600, 3* e 4*. sendo tas.-na,,
muito melhor qu- as que veein do estranaeiro >
aiiiifu mais be.m f itas, p um b-'ia artista, especialmente cnmiseiru, tamban
M uiHiidu tazer p ir eiiC'iiiiuii--iidas, a v ntade dot
fregueses : oa nova luja da ra da (mperatris u
3 de Perreira da Silva.
Ao 32
Nova luja k hir as
9 Itua da Impe = 3
DE
FERREIRA D^ S.^VA
Nete novo estabel. cimento encontrarA o re*
p -itavel publico um variad- sortimento de tasen
das de to I s as qualidades, que ie venden, p,>
presos baratiasimos, assira cuinu um bum s >rt>
inentj, de r. upas par humen, e famrx-m e mar
da taser p r encouimeudas, p r rer um bom mea
tre altaiate e enripelo sorrimento de pauuos fin
casemiras e brius, etc.
Li iiliico
V-ende-se portoas de ferro, gradeamento para
cima de muro, jardim e terraco, bandeiras d fer-
ro para portas ezteriores e interiores, de todas as
quaiidades, galiiiiheiro de h-rro, carrog pa a bois
e cavallos, carrmhos de mi e rodas para carro-
cas, por preco cominode i uo largo da Forte n. 4,
defronte do quaitet das Cinco Puntas, oficina de
ftrreiro.__________________^_____
Yiuvos e viuvas
Poderio ir .4 Graciosa, 4 ra do Crespo n. 7,
que acfaaro sompre artigoa proprioe para luto,
taea como :
Leques pretas de papel, ettneta e etisa.
Vola*, brincos, peisau-ss e broches pretos.
M'-ias pretas, fitas, bicos de linho, 1S e BSjda
pretos.
tiuarciooe para camisa de hontem.
Cadeias de fita., retroz e metal, pretaa.
Meias pretas para enancas.
I o arte ft C.
cu Pt,-mmbueo FHAH" M. da SILVA C"-
wr^py^^n^r^r^fv^r^i^^'r^r^p^r^f^rf^roM^w^^
De Figado de Bacalbau Pancretico
X>B DEFRESNE
TODOS OS QUE PiDECEH MOLESTIAS DO PERO
Devera lar o neguinte
Este oleo lem o aspecto de um creme branco
que se pode diluir no leile, cha, chocolate oa
Caf. Possne todas as virtudes e propriedades
de lo precioso remedio, e tambem tona-sesero.
repugnancia algum.i pelos doeutes mais deli-
cados ', gr.icas a efficaz addico da Panero*
tina, chega no eslom.-igo, digerido de ludo,
a nunca provoca nauseas nem diarr1 ea.
Depois de ora semnumero de experiencia*
pra'icadas nos hospitaes da Corte, este medica
trienio obteve a approvacao dos mdicos da Ka
euldade de Pars. Hoie em dia. todos os medi-
co receitam o Oleo de Figado Pancre-
tico de Detresne, como nico remedia
Sara curar radical ment:
.tUniATISHO, K ACniTMSUB
tsica iti.mo.*ak
t mais afTecces que impedem os effeitos da
nutrico e assimilaco.
(M TODAS AS rHARMACIA
Ar.-tA*i"r.^-*---m*mm<***M^
%$&
Cosinlirira
Precisa-se de urna que saiba ci nsinhar bem
a tratar na ra do Cabula n. 5 AN
VENDAS
Ven la do hotel e horpedaria Esfrelh do
Korte, ra Th-m deS-uz< u 8. O propnetari
deate h >trl tendo de remirar se para Europa por
incoinmodo de sale, vende por pr'Co coiamodu
a adnitle biii sucio.
>ir^Esupa para bordar
et-le-ae ra do Bario da Victoria u. 1.
GRANDE
Lili) P
Expsito central roa larga do
Rosario n. "8
Damo Lima & C, chamam a attencio das
Ezmas. familias para os precos seguintes :
Carretel de 200 jardas i 80 rs.
Pecas de bordados de 200 a 600 ra.
Ditas de um palmo a 2*500 r 3*vXX).
Fita n. 80 para faza a 2*500.
Leques regatas e D. Joaunita a 1*000.
Frascos e eitractM de Lnbin, grandes, a 2*000.
Leques i D. Lucinda Clho a 6*000. .< ''
Toalhas felpudas a 500 600, e 1*00. -
Ouaia de meias para b'-mero a ^"'"K
Ditas para senhoras a 3^*01""
Luvae de seda a 2*000
Meias de fio de sed- T08.
Colannbos de lio
Ditos de algou'
Macos de (
Ptcas de .
itrtiv is grande .
Grnanos invisiveis a 60 rs.
Um leque de setiuj (novidade) a
Ricas bolcinhas de madreperola de 1*500 o#.
Li para bordar i 2*800.
Urna capeila e veo de 15*000, por 12*000.
Um eapelho de mol lora por 5*500.
Uma pulseira de fita par 1*200.
Hlist a 400 r 600 rs.
Urna boneca grande fe cera por 2*600 e 3*000.
NA EXPOSIQO CENTRAL
58Hua Larga do Rosario58
US
Carro depasseio
Vende se um carro em bom estado ; na ra do
Imperador n. 11.
oivos e noivas
Encontrarao serapre na Graciosa, ra do Cres
po n. 7, urna variada colleccio de objectos pro-
prios para casamento, como .jam :
Capellascum v. a, de 6* a 25*000.
Grinaldas de fljres de larangeira a 5* e 6*.
uigae de seda bra ca a 1J e 2*' 00.
Luvas de pellica branca para senhora a 2*500
o par
Ditas de dita para bqmem a 3* o par.
Meias ab'rtas de fio de Escossia para senhora a
2*000 o par.
Ditas de seda branca para senhora a 8*000.
Ditas de fio de Escossia, brancas, para hornera
a 1*500.
Legues brnncos di setim, de 6*, 10* e 15*000.
Gravatas bramas de cambraia a 800 r.
Ditas ditas com laco a 1*000.
Ditas de aetim branco a 1*00.
_____Duarte dk C.__________
Vende-sc nm teclado mudo
Na pisca do Corpo Santo n. 2, armasem de
rbeo. Just.
Burros
Vende se bnrros ; a.tratar no escriptorio da
compaubis do Beben be, i ra do Impera ior nu-
mero 71.
taiiva
Vende nina canda em bom estado de eoaservm-
c*o : a tratar no escriptorio da companhia do
ttaharibe, 4 ra do Lnparador b.vI.
II-Kna Luja de Pereira da f>ilva
Nef-fe estabeleciinento Vndese aa roupas aba1
b mencionadas, que so ba- as.
Palitots pretos de oia)rr,naes e
acolcbuados, sen cordadas, e forrados V^(i(
Ditos de casemir preta, de cerdio muito,
bem teitos e forrados 10*IH
Ditos de dita, fazeuda muito meihor l*0<>
Ditos de flaneila azul sendo inglesa ver-
dadeira, e forrados 12*1 >
Calvas de gorgorio preto, acolchoado,
sendo fazenda muitr encornada 6*6(>
Ditos de casemia de aeres, sendo muito
bem f.-itas 6*6i>
Ditas de fianella inglesa verdadeira, e
muito bem bofas 8*01
Ditas de bnm de Angola, de muleskim e
de bn asado a -i, 2*500 e 3*<>
Oernulas de greguellas para bomens,
sendo muito bem fetas a 1*200 e 1*61*
Colletmboa de greguella muito lm feitos l*uu>
Assim oomo um bom sortimentn de tenyos 0-
l'nho e de algudio, meias cruas e cullsrinhws, e<
to na loja aa *ua da Iniperatris n .Hi,
A es. setlneas e lasluba* a. >
r*. o catado
Na loja da roa da lmp'iatris u. 32, vende-.
um grande lortimentu de ivatdea braecoa a ftt
ra o covado, liziubas lavradas de turta-coret
fr senda bonita para vestidos a WHI r. o cuvad
e se.t metas lisas mu i tu largas, tendo de tudas a-
cures, a 500 ra. covado. peahincba : os lo.)
do Pereira da Silva.
.Igodaosinho francs para lenco*-
a tHM rs.. e lA*oo
Na loja d ra da Irora-raTris u 12, vende-
superiores alg idiosinbus franceses com 8, 9e 1
palmos de largura, proprioe para leocoes de ui
o panno pelo baratu preco de "00 rs e 1*1 "00
metro, e dito trancado pa a toalhas a 1*28", ai
8m como superi'>r bramante de quatro largura
para lencoes, a 1*500 o metro, barato na loi.
dj Pereira da Silva.
Roupa fm meninos
a I*. iAsom e A
Na nova toja da ra da Iniperatris u. 32, t
vende um variado sortimeuto de vet jarios pr>
prius para meninos, sendo de palitosinho e caic
oha curta, feitos de bnm pardo, a 4*000, difj
de mnleequim a 4*50 e ditos de gorgorio prat.
emitando casemira, a 6*, eio muito barati s ; n
oja do Pereira d* Silva.
Fazemlas brancas
80* AO NUMERO
40 roa da Imperairlz = 4o
Loja do barataros
Afteiro & C, ra da luqieratriz n. 40, ven-
dem um bonito sortimento de rodas estas faseadat
abaizo mencionadas, sen eompesunsia de preoaa,
A SABER:
AlgodioPac*' de Isodioainho eom 20 *-*>>
jardas, pe o- barato prevo de 3*800,
A, -Ir-OoO, 4* < bj, 5*600 e
Mada polioPecas de madapolio com 24
jardas a 4*500, 5*. 6* at
Cnmisaa de meia com hstras, pelo barato
preco de
Ditas branc >s e cruas, de 1* at
Creguella fraoceza, fazenda muito eneor-
pada, propria para leDCoes, toalhas e
ceruulas, vara 40(1 re. e 5(X
Ceroniaa da mesma, muito bem feta,
a 1*200 e l***
Colletiuboa ra mesma *K
Bramante fruocez de algodio, muito cn-
corpado, com 10 palmos de largura,
int.rj *2
Dito de linho inglu^, de 4 larguras, me-
tro a 2*500 f ~- 2UJ0.
Atoaihado adamascado para hiffaa de
mesa, eom d palmos de largura, metro 1|80
Cr. i oes chitas, claras e escuras, pa-
droes delicado, d 240 rs. at 4U'
Paptista, o que ha de mais delicado no
mercto, rs. 201'
rodss estas fazendas baratissimas, na cochecidb
loja de Alheiro & C esquin do becco
dos ferreiros
Vlgodo entestado pa-
ra !enfoes
A ttOo rs. e 1 Amm> o metro
Vende-oe na loja dos barateiros da iJoa-Vista
n rodo para lencoes de um s panno, com 9 pal-
1 s de iarpuraa 900 rs., e dito com 10 palmos a
00 o metro, assira com dito trancado para
na Inas de m< sa, com 9 palmos ue largura a 1*20
: i;tro. lato na leja de Alheiro ot C, esquina
do ecco dos Ferreiros.
MERINOS PRETOS
A 1*200, 1*400, 1*-0, 1*800 e 2* o covado
A heiro & C, i ra da lmperatris n. 40, veo
dem muito boos merinos pretos pejo preco acim.
dito. E' pechincha : na loja da esquina do bec
co di s Ferreiros.
Espartllhos
Na loja da ra da Imperatriz n. 40 vcude-se
muito bons espartilbos para senhora*, pelo prec
de 5*i'00, assim dmo um sortimento de roupa
de casimiras, brine, etc., isto na loja da esquina
de becco dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 2*800 e 3* o covado
Alheiro & C, rus. da Imperatriz n. 40, ven
dem um elegante sortimento de casemira ingle-
sas, de duas larguras, com o padrSes mais del
cados para costume, e vendem pelo barato prec.
de 2*800 e 3| o covado ; assira como se encana
gam de mandar faaer costumes de casemira a
;<), sendo de paletot sacco, e 36* de traque,
grande pechincha : na loja dos barateiros da Boa
Vista.
BRIM PARDO LONA
A 320 rs. a covado
Os barateiros da Boa- Vista vendem urna grandr
porcio de brim pardo lona, por estar coro princi
po de toque de mofo, pelo barato pr.-co de 32(
rs o covado, grande pechincha ; na loja da es
quina do becco dos Ferreiros.
Bordados a lOOrs. a pe;a
A ra da Imperatriz n. 40, vende-se pecas de
borda io, dous metros cada peca, pelo barato pre-
co de 100 rs., ou em cartio com 50 pecas, sorti-
das, por 5f, aproveitem a pechincha ; na loja da
esquina do becco dos Ferreiros.
6|50
12*001
1*801
HIHKV
KO^AL BLEND marca VlADO
Bate ezc*lient<- Whisky Ssceasa* pretet-v.
o caiKiiac ou aguarden-e de cauua, para fortifica
corpo.'
Vende-se a retalho noa b. Iheres armasen
no I hados.
Pede ROY AL BLKND marca VIADOcnjon.
ne e emblema sio r gistraduB pava todo o Brasi
BROWNS V C, agentes
Novas ls.nhas
A 3O e 400 res o covado
Acabara de cbegar para a luja da ra da Im-
peratriz n 82, um grande e botuto sortimento de
i nhas de c res pa:a vetid mulla phantaeia, com cores claras e eecussa, e li-
quidam se a 820 r 400 ei o covado, por haver
i ande porcio ua loja de Pereira du Silva.
Obras de vime
I I limo k'iixo
Modelo apeifiiu.'-iadu un ci-stas para compras,
abatates, cusuiienaa, iader-8 para eriancae, etc.,
etc., vendem por piecus cummodos Martin Capi-
tn & C, ui mu armasem de molbado A rui
tstreia do Koaario
Aos 1.000:000^000
200:0 cWoo
100:000S00#
LOTERA
M.alvasia
Vinho propriu para senhoras
Em harria e a retalho : P cas Mendes & C,
ra estrei'a do Kosalio o. 9.
Trcidas de linho
A OO r. o covado
Na laja da tua d Iuip ratru n. 32, vndese
um bonita sortimento de tazendns de linhj para
vestidos, endo largura de chita fnnccza, com
nuito bonitas cores e palminhas bordadas, pe-
hincha a 500 reis o covado, na luja oe P- reir da
>ilva.
Cabrio I et e victoria
Veode-ee um cabriolet e urna victora em per-
feito estado de conservacio e por pr QO mdica :
-na cocheara n. 16 ra no Duque de Casias.
Maduro
V.i.ha puro da uva
Oque p ie havir de melhor para mesa, em
harria e a r lalhu : Poc,s Vleudea & C, i ra
eslreita du It Bario n. 9.
A' Florida
Ra Duque de 'axlas n 103
Chama te a niie.icio das Ezmaa. familias para
os pr eos seguintes :
Luvas di aeda preta a 1*500 o par.
Cintos a 1*500
Piiohus e cullarinhos de cores para hornea a
1*(H> i.
dem para senhora 1*6"0.
Grampos inv tai veis a 60 rs. o masso.
Luvaa de aeda cor granada a 2*, 2*500 e 3*
0 par.
Suspensorios p ra menino a 500 ra
dem amer.cauos para tiom> m a 3*.
Nielas oe EcruBBia para enanca a 240 rs. o par.
Leques d- papel com correte a I *-
liu.de velludo n. a 600 rs, n. 5 a 400 ra. o
metro.
L-ncns le eagniio a 1*500 a duxia.
Albuns de 1*500. 2*, 3*. at 8*.
hi-m 8 de fiares finas a 1*500.
Luva- di E-cuasia para meaina, lisas e borda-
das, a 800 c 1* o par.
P r a-retrat a 500 ra, 1*. 1*500 e 2*.
Feotes de n.k-l a 600 is., 700 e 8 0 rs. nm.
Rosetas de brilhanie: chimicos a 200 ra. o par.
(juarnico s de dem iiem a 500 rs.
AiiHuinlias de 1*6'-0. 2*, 2*500 8* urna. i
Plisas de-2 a 3 wrdei.s a 400,500 e 600 ra.
. Mu. de c.res com 12 jaroaa e 2 1/2 aedo de
largura a 3* a pec.a
dem com 4 dedos a 4*500 a peca.
Esportilla) Boa Figura a 4*500.
I le La F gorme a 5*000
llicos da "leucou com 4 c 5 dedos de largura a
2*500 a peca.
dem ustaeitiuhos com 10 metioa a 800 e 1*000
a peija
Boioeb de phantaia a 209 rs. a duzia.
Para toilet
Sabio de arela a 3.'0 rs. um.
Mem pheDieadu a 500 rs. um.
Id- m alcan a 500 ra.
dem de amendoa a 300 rs.
dem de al face a 1 i 00.
Agua c* leste a 2*000.
Agua divina a 1*500.
Agua Florida a 1*1)00.
Mac eos de .-ena a 100 rs.
Meias brancas p -ra aenhora a 3* a duzia.
BARBOSA d> SA\TOS
Loja Camacan
Miudcxas
Ferreira de Souza i C tendo resol vido vender
todos os 8CUs artigos de miu lezas por menos que
em outro qualquer estabelecimentu, avisam
Cimas, senhoras que apparefam neste estabeleci
ment para asaim se couveucerem dos precos que
acabam de farer:
Oleo orsa verdadeiro a 'O rs., linha para ma-
china a 900 rs. a duzia agulhsa finas a 60 rs ,
pac tes com fres aab. netea 400 r., um pao de
sa bonete fino 700 rs., meias finas para senhora a
700 rs. o par.
Lindo sortimento de bicos finos a 1*200, 1*500,
1*8' 0 e 2*u00 a p 5*5i 0 e 6*.
Espartiibos finos a 4*5"0. 5*500 e 7*500
Luvas finas de seda a 1*800, 2*, 2*500, U e
3*500
Gramp s para chapis oque ha de mais barato.
Bicos pretas eom vidrilho.
Alfiprte a 60 rs. a carta, fitas modernas lisas
e bordada), o que ha de mais fino.
Sabonetes de Reuter, o que ha de melhor psra
a pe le. a 900 ra uro, tinta fina para marcar rou-
na a 800 rs. o frasco, lencos trancos, finos a
1 *500 a dusia, lido sortimento de broche para
sene ora.
Alem deste annuncio teem mnitos artigos de
moda, que esto veriden lo barato.
Ra iiuque de Casias si. O
Em fax r dos ingrimos da Colonia Orphsmologica Isabd
DA PROVINCIA DE PERNAMBUCO
Extrecceo: no dia 1S de Dezemhro le 1886.
0 thesoureiro, Francisco Gon^alves Torres
privilegiado da Casa Real de Espanha
e do 2. i r Rainha de Italia.
Oaea Po.
O zea Sache t.
Oaea Essencia.
Ozea Agua de toilette.
Ozea Vinagre de toilette.
Ozea Agua para os dente.
Ozea Pasta para os dente*.
Ozea Oteo.
Ozea Sabo.
Ozea Pomada.
Ozea Fixativs.
Ozea Cosmtico.
Ozea Brilhantina.
Ozea Cold Cream
Estas exquisitas preparaces sao muito apre-
ciadas na rnaie distincta oociedade pela deli-
cadeza do sen perfume.
W? Rl EC ER'S
TRANSPARENT CRYSTALSMP
(Sabf- > transparente cristalino)
reeonliscido como o mais pereito do todos os sabaos de toilette pelas suas
propiedades hygienicas, pelo aeu aroni.'. e pela sua larga duracao.
, Dopti i i j ;.rc4.... i Perfumaras Farmacias, dea.

LOTERA
AwX*T9-^>
ALAGOAS
CORRE N( )IA 5 )E OUTBRO
IHTEAHSFEEIVEL! ISTBai,u;::.I7E! #
O portador qaepossuirum
vigsimo desta importante lo
teria est habilitado a tirar.

Capachos 4c esparto
Pintados, de diversos tamanbos, vendem por
preco sera competencia Martius Capitio C. com
armasem de molhados ra estreita do Rosario
numero 1.
Cochcira a venda
Vende-se urna cocheira com bons carros de pas-
seio, bem lncalisada e afreguesada, por pre^o mui-
to mdico em raso de sen dono nao poder admi-
nistrar p- r ter de faser urna viagem : os preten-
dentes acharan eom quem tratar a ra do Duque
de azias n. 47.
hijioulu k C.
N. 1B-IU llfl CaUflSa-N 18
Tem
Luvas de pellica, pelle de cao, camurca, seda fio
d'Escossia e casemira.
Agua florida e Tricofero de Barry.
Sa bonete diversos e curativo de Reuter.
Cambraia lisa, bordadas eabertas.
tamisas e ceroulas de flaneila e meia de li.
Camisas aera collarinhos e sern punhos s/c c/p
c/c e c/p.
Collarinhos punhos, meias, plastrn, mantas,
grvate de laco.
Lenco, espartilbos, penteadores em cambraia,
vestidos de cambraia bordados, boleas tapetes, fi-
xs de seda e de li, casaca elsticos, casacas de
casemira greoadine de seda e todas de seda.
Alpacas de seda a 600 rs o covado.
~VAPOR~
e moenda
Vende-se um bom vapor e moenda com pouco
uso ; a ver no engenho Timbo asan, muito perto
da estacao do metmo uome ; a tratar na roa da
mperador a. 48,1* andar.
10:0061)000.
Os bilhetes acliam-se a' ven-
da na Casa Feliz, praca d; In-
dependencia ns. 37 e 39.
Corre no dia 5 de Outu-
bro 1886, sem falta
Os ptaprietarios do muito conhecido estabeleeimento denominado
MUSEU DE JOIAS
sito a ra do Cabug n. 4, communic).m ao respeita^el PUBLJl.O que receberam
grande sortimento de joias 1as mais modernas e dos mais apurados gustos, como ti
bem relogios de todas as quaiidades. Avisam tambein que .ODtinuam a receber por.
todos os vapores vinds da Europa, obje.ctos novos e vendem por muito menoa que es*
outra qualquer parte.
MIGUEL WOLFF & C.
N. 4RA DO CABUG----N. 4
Compra-se onro e prata velha.
CAJURUBBA
Vende-se na fabrica AplR ra do Hospicio n. 7i> e em sena depsitos,,roa
Cobng o. 14 e ra do Mrquez de Olinda n. 52. Jflsl


MELHOR EXEMPUR EWOTMO
ltflB }


^ .mu.., r ri;nmimMii3i.-^^v eir SU de Setembro ASSEIBLEA GERAL
8ESs\o ME tO DE SETEMBRO DE
1886
PUESlflESCU. DO SR O >HiE DE CASTRO
1. VICE-PKFSIDB.VTE
(ContinuacSo)
O Sr. Birlo de Maraor (ministro 3
imperio): Estes apartes cora referen-ia
terv.-ncSo do governo nos negocios da
cmara rauniipal da orte, e da compe-
tencia deMM cmara para tratar de todos
as asKumptos e at de sanear a idade,
discussl, p.rmittara os h rarados diputa-
dos que -liga, o dislocada que me leva-
riam n uitn trage.
Aguardemos p .ra quan lo se discutir
reforma uiuni ipal e varemos en lo at
onde pode Vg..r a interferen ia do g>
?orno e a compete icia ds cmaras.
O Sr. Loureuco de Albuqu-rque : Cer
oeando cada v-z mais as attriouicoes da
oanara.
O Sr. Bario de M mor (ministro do
do imperio): Se V. Exc sustenta ess
opioiio, como quera que eu maudass-
respons-ibilisar a ctmarapor d sooediente ?
io sei eo.no se pissara eoaoiliar os dou
ooDceitos.
Pass-mos, t-enhores, O sgundi ponto de
accusacio do honrado deputa lo por Minas.
Diste S Exc. que eu, contra que tinha
enuii'iado no Senado em 18*2, noraera
ama eommisslo soo a dir co do eng^-
aheiro Revy, e eslava fazeado despezas
seno aui<>rBa$lo.
Taiiioem o nobre deputado nao tem ra-
6 Sr] H. Sallas ;,-fega -ist ?
O Sr. Bario de M .mor (ministro do
imperio;: Nio neg o f*cto, oa* V Ex.
nio tem razio no que .'isse; a comraiaoio
est t-m exerciiio, e por un>a v< rba spetial e .ut<>nsada.
O Sr Affonso Celso Jnior: Esta
questio que o Sr. Re y nlu tem contrato
aesignado.
Sr. Bario de Mamoi (ministro do
imperio): Estm respnndrndo ao nobre
deput.do por Minas. A desp- za f it
pela v rba M-lhoraro ritos sanitarios da
uOite verba qu- que pila prorogativa ero
rigor rege urna 3.a parte na forma da le,
e que < st expr ssa no oream.rato.
Port.oto, ja v o nobre deputado que te-
abo v. rba no ornamento para essa despez.
e que, desde o momento em qoe easa ver-
ba se extinguase, eu dissolvia a co ..mu-
slo.
hunao teria nomeadoacommissao Revy.
sem verba imito -xpr^ssa na orea,tent.
O honrado deputado tan.bein c-ensurou n
regulan., nt. de 3 d F-ver- iro, por nao
ter d^posto sobre as esas de prostituiolo;
especie que o humado deputado analysou,
e com murta r-zlo mostrou os perniciosos
eff-itos, que d'ahi advinhnm.
Snh -res, quando eu trtava de reorg*-
3ar o regulamento de 3 de F-vereiro, veio
dis.-ussio a ndasln desta disposiclo.
lias eu tmha li "o em uoi outincto hygm
nista urna opiniio qoe me aut-risou a bos-
trariar a de alguna d0 coll .boradores do
regulamento, io- luin o a di*paicio que o
nobre deputado quizera ver n'- lie.
A npiniio do distincto hygieoista o se-
guinte :
t Talvea ni" haa, em materia de liy-
nene publica, qu-Hiio mais delicada au
mais .iifBeil de r-solver do qu a da pros-
tituido publica. r>ara uns esta um mal
necesaario e urna salv .guarda til; para
oatros, pelo contrario, c.rastiiue ura peri-
goso esedho pra a inor..hdade e seguran-
za publica.
Eu, que tinha presente esta opiniio,
para mim muito v-l.os*, tioe de aoce opiniio dos coll.borad res do r gulamento,
,ue .-i.tend m que esta nAerU m poli
oial e quo nada tinha que ver com 08 re
gula oentos sanitario*.
C rao nio costumo opp6> minha opiniio
de pr.diasionaes, e pr fissionaes tio ha
bilitatos como aquelle que .ullaboravam
coiuiii'go no r.guUment., concordei e eis a
razio p >r q e ni< t'oi i... luida a Jiaposi
oio : se pr jeedi bera, nia 8"i ; em todo o
caso declaro o nobre diputado que o as-
8U" pto teve itiseusso por occasiio de or-
gansar o regulamento.
Sr presidente, li que estavam designa
das horas certas pra as da ordena de da desta a .gusta cmara,
devendo s 2 hi-r comecar a discassio
do orca-n. nto d fazendn- Eu precaria
um actD al de iucivdi'lad*, se proloo'tasa
este debate al o do te-upo qu-1 par -lie
foi marcado Portanto, Hprovitr-me kei
dos 7 rainu os que restan para f zer alg i-
.nas consideraos-a gera^s a respjito do as-
su npto em discussio.
O reronhe imento da neoessidade palj
Unte de dotar esta grande capital com
m -lhoraiuentos sanitario nio de hoje,
data do s-'i-ulo passadi.
Em 1789, a cmara municipal, entio
senado da amara, j propuuha a mlicos
deata tidad'- it-ena, para qus elh8 disses-
s-.n sobre os .. eltiorameatos a emprelien-
d. r nest capital, que entio era, como a
ca nara sabe, a vigsima parte do que
hojrt.
No cornejo deste sequo, em 1812 os
Drs. Manoel J.aquim Marn-iros, Antonio
Qom-s e Antonio Joaqui n da Me. leir >
apresentaram relatoiios e trabalhos refe-
r--nt^8 ao misino assuupt i.
0 Sr Affi.iso C Iso Jnior: Ht cou
sa m.is autiga ; d'sd* 1797 que 8' r-cl>
mg o arrazamento do morro do Castwro.
O Sr. Brao de Mam >r (miniatr do
iiaperi": Correram es anuos do svulo
actual, e desde entio os governos, b(U ou
mal avisados, seguiram o conselho do non
rado deput.do pelas AI>g>as : cruzramos
bric/>s nada fii-raia.
Foi auente era 1875 ou 1876 s^nho
res, que se coniecou a faina dos relat irios,
conforme menciuaei no principio do ra-u.
lis urso. Esta naos chf galos a 10 de Si-
te ubro de li86, e a.-h-trao-nos'hoje como
em 17^9. nada se tem omprehcdi lo, a
oio ser desbocar a'guma valla de aguas
infectas e aterrar pequenoB -pantanos !
Ha^ qu>tra ou cloc annos, Coman lo a
improba Urefa de, no sanado cumprir um
dos deveres que eu enten lia d- ioM mo
fOLHETIH
DE
EMMAJROSA
ZAVI25 n mmn
i r.ontinaacf'o do n. ili )
X
Bberam, depos o hornera da chapa fez
ceta pnrguoU :
Podamos agora sab-r do que se tra-
kf
_ Voc nao fci hontem interrogado por
tm dos agentes da segur-oca ? coraecou o
ex-roaljte.
B ; mas fui porque eu nio est-va
aqni. O dono da .-aaa dis8-rae que d..us
noli iaes tinham viri'io peguntar por mim.
En tin'ha ido ver um ca>.-rda da t-rra,
qu eat doente era Moi.tiouge. O senhor
tainbem da polica ?
Ni>, meu camarada; entretanto, ve-
oko pro.ural-o cora o mes nu fim que os
" e agentes, o estimo multo ter chgado
m. iro.
Ah ufa!,o senhor et mo enredan
do. Qu qae juer saber ?
loto : ante-b..nt m alguem entregou-
ibe hu eiiibrulho para levar a urna detenta
aa prisio de S L Sira, senbur.
rocoto, qual era o bradar contra a inercia
dosgover.'os (nio lio a respeito dessa ener-
ga miro tpico dotrabalho do Sr. Jos Lou
renco de M galhies para nio 0*119*- a at-
t^i.yio da cmara), profer naquelU casa
nio sei quantos discursos, creo qm 18.
como reioi.lou ha pouco t rapj all o hon-
rado senador pelo Maraobio o Sr. Franco
de S.
Su noraeado ministro do imperio. P-r
gunto : teria expli :acio que cu cruz tsse
os bracos diant-; de um aasumpto desta
n-tu-eza ? Di modo algura.
Eia aqui, senhores, de onde vera a tal
dea fix ; era qui insisti 0 honraHo de-
putado pelas Al >goas. Com pertinaci-,
ora asistencia, verdade e tenho erapre-
gaio todos os ni'-ios ao meu alcance p r
..oiiveucer aquellas que n--m a iotuieo
im da necossidade d sse servioo, afira de
comeqarmos a faz^r alguma cousa de posi
u v o de nao per mane erraos as raas dos
relatnos e dos pareceres.
Qual o comeco d-st* tarefa, senho-
res E' isto que prapmho ao parlamento
que comeoe uos por estufar dit.ilhada-
iu-nte os 8-r'ic .a mais urgentes para oa
111.-lt.or oentos desta c .pital, maudemos ta-
zer os orgameot'8 necessirios e venh:mos
ao parlamento lizer: DiVbinos come-
car por isto. E' a questio que o gover-
00 vos pro^Se.
Se a .amara dos senhores deputados e
o senado eutenderera q'ie nio devem con
ceder este crdito a> goveroo, que nos di-
vemos esperar o verio, aua coraeca da ma
neira porque j o est.inos seutin lo, que
devemos entrar as scenas de desolacio e
de iagrimris, que se r--pro uz'.mq no esto
em todos os cantos desta capital sera d r-
mos uraa providencia positiva a esto r-
peito, o parlamento as-umir a responsa-
-.ili-lade do facto. Perante o paiz eu te
r-i s Jvo a minlia resp-nsabililade, restan
do-me apents afiaoyar-vos que nio ne-
nhuraa utopia, oenlium esbnj .ment dos
dinlieiros pblicos, aqudlo que pr-teudo,
tarefa moit-i modesta, tarifa cujo dispen-
dio era de M >nge pode oflfender ao esta-
do fnanc iro do p dz.
OSr. Affraso GaUo Jnior: Mas V.
Exc limitar ae-ha a o sso?
O Sr: Bario de Mi mor (ministro do im-
perio) : Cora licenya.
... S-nhores, nio o despendi de
300:000A, que hio de ser empreg.dos era
estu I '8 muito proveit >aos, da raaior etnc .-
.ia, era or;amentos para obras que ha ve
rnos de empr hender, qu*r queira.uos quer
nio, que ha de perturbtr as (inane >s do
paiz, e, quinto raaior despea as pertur
b8se raora-ratanea nente, tenho convigio
pr funda d que, nio o despendi de. .
3iXI:0'Hl4. mas o de 30, 40 50 e.......
';0,000:000-5, seria urna def. za toda pro-
s -ar sentio um abalo co.no se a faisca
de urna pilha elctrica forte o tivesse to-
oado.
Ah exclamou elle cora alegra. Nao
8'i o que rae avisa va que eu to ja aorta-
do.
- Qu tem o senhor cora isso ? pergun-
tou o entrega lor com um comeco de dea
C0iina0,'M.
Q1- tnho eu cora isso ? repetio o ir-
raio d'- Sophia.
Sim.
Olhe, vai comprehender. Suppooha
mos por ura momento que voc preso
p-la poli.-ja, trata o como o ultimo dos pa-
tifes e enceirado ern M^z8, tudo pelo cri-
m- de outro 1 Qu pensara ? Que pensa-
ri* ? Qno dira ? Que f .na voc, meu ca-
ntarada ?
u torcera o pescoco da cousa ruin
que me tizess" isso.
P..ra t.-ri" r-lhe o pescoco, s-ria pre-
. iso tl o seguro, e se voc" nio o tivesse
segur... ?
Eu o procurara.
r'ois beio justamente o que es
tou fazendn, e por Nf) que o interrogo.
Sei que o bandi o man.lou um embiulho a
S. Laz-ro por um entr g lor, e eu diss-
con. os ra.-ua boiS-s, que se eu consegusae
descubrir esse entr gador, elle poderla di-
z.-r ie alloma cousa que me puz-sse na
pista dj acelerado.
Que di.bo I exclamou o honem da
chapa, lando na mesa ura murro vigoroso.
Hein ? diss*. Os ar. Que isso ?
S- eu soubesae esta ranlii.
O que ?
- Isao que o s nhor acaba de dizer-
11 e. .
Entio?
En io ha meia hora, eu voltava de
levar un re alo 4 roa Bm.parte e encun
trei o s'-u horaein.
- Aqu -lie que lhe deu um pac -te para
levara urna pr .lUcbVa: graoJos r-.i.ii|iswi
riara da sanid -.acio da oabil ^ I oporio
e das suas 01 lados raariti ns,^igva d-pois
de compensar muito larga neate o despeo
dio qu > o Estilo azosse auteriorm-ate p*r
conseguir tal fin.
E lepos perganto : como se preteu 11
sustentar qu a inspictiria de hygie te
(nio me redro ao ministro do imp-rio, por-
jua o plano por ora da in-ip t ira de
liygi-ne : eu nio lia mais do qut a lopial o
a d trine s'gui.n-nt.), cora > se pre en le
snsleut .i- que a iiape-tori de hygHiie pu-
blisa pdio 30,UOO:Ul)041, ao Estilo, qu r
p.-rturb >r coo.pl'ta.ne.ute as tiaanc is e ie
val o bancarrota 1
Do Eit-do, senhores, nio se exige um
r*al; o que a inspaito. ia de bygiiue pro
pSe um einprcsti.uo, cujo servioo deju
ros do amortsaolo ser f ito por urna ren-
da de sua n-tuieza rauaicipaly qual o ira-
posti pre'ial.
O imposto prelal sraquanto importa?
Em ties mil e tantos coatoa. O servido
le jurse amortisacio nio polem p.asar
de d ma mil e tantos oont >s. E como se
obrireste tesfalqua que hije da renda
g.-.ral, pela qual se passar a fazer ctt ser-
vico V peig.iatarlo. J um iliustrd ninis-
tr>> .ia f.izeu la, que nio suspeito a >
honrados dep-itados, o Sr. "Onselbeiro Affon
so Celso o in lioou uo s.-u relatono de 18S-1.
II1 com -ff ito ah tauti raat ra tributa-
vel como S- Exc ia li -ou que poder no-
brir p feita.n -nte este p -qo-no desfalque
que h-i de aoffrer a rea ia g ral com a per
da do imposto qa: .ili*s ul lhe pert noe.
Eis p iriaate, o plano qu.s o givern
4 iluptou, mas cuja ex.'-ucio, repito, nio
devenios iniciar aera aut-iris.clo opp >rtuna
lo parlamento, e sera se proeder aos es
tu los, aos orea ueutos e aos planos deta
lalos das obras indcalas no tr..b Iho da
inspe toria
Ao p-irl meato cabe agora decidir era
sua saOedoria se de ve deixa.r o guv-roo
desrmalo, ou se deve couced<^r-lh >o ere
lito pedido.
T -olio concluido. (Muito bem! Muito
bem I)
Sr. Aflf.nso Celso Jnior : Fallou bsra
mas esquec-11 se do contrito do Sr. R vy.
O Sr Barl> .e Mt uor ^niaistrodo ira
perio) : J expliquei isso.
i discusslo tica adiida pela hora.
de
u.^'1-*8 '" ,,e,,5 s l0 de Setarabro
188o. Maramdes Fig ira.
Fi relujs* 4 fixa orlioiria o im-
posto que a irmandade de Santa Cruz dos
Militares ptg* actual.a mt pelos predios
l sua propredade aa cida le do Rio de
Janeiro.
Sa,a da sessSas, 10 de Siterabro de
1886. Paulino <'Jiavs~. Qastrioto.
t F.c-i o go/era) auto, isa lo pan man
dar venler era bisU pnnli a os oarapos
o galo d8f,z,a!3 nacionais situ .dos na
ilha de Mar j, da provin di do P r, l.g.
qu ter nio o prazo do arrendamento e
d pus da eutrega legal por parte djs ar
rea I alarios
A venda ser
".ora
SBCEITA
Continua a 3.* dis salo do projecto or-
eando a r-ceiti g ral do Imperio no exar
icio do 1886-i8-il.
V o mesa, saj lulas e entr ira era dis-
cusso conjunctamente cora o pr>j ?cto as
seguinte eraeod s :
Com parecer f.voravel da co.nraisslo de
ore, imeutos:
Fica o gverrao autorisado a sentar
de direitos de mp >rta>;lo os materiaes d 8
talos construidlo da ostra la de ferro
Rio Parlo, oa provm 1 de S Paulo.
o Sala las 8es.s5'3, 6 di S-t-inbro de
1.S86 -Ridriqo Siloa. Oiraldo de Re
zende. DuarU de Azeoedo. Ahneida
Nugueira.
a Fica o governo autorisado a pagar'
aleuda quantia p di la pela coramisso>
para pagamento de dividas de exerjioi-s
lindos, ao iniuisteiio la agricultura, en
virtuie le reS'r-ci esttb'lecida p-lo art.
18 da lei de 188 a s.mraa le 30.000*
e o juro que se liquidar devdt a J >i
Etcligoyeu, nos termos da cundigi W
eontrauti que fez p.ra obraa n ;anal de
L ge o Grande na provincia d M.ranho.
Paljo da cmara dos d-piltados, em
10 de S te.obro le 1886. Lou e 150 de
Albuquerque. Cario* Peizto Silva T varr*. Gwihy. Mittoso (lmala Ro
drigo Siloa. -Lttceaa. Pereira di Silva.
Vn mesa, slo li las e remettidas
coraraissao dj orcaraeuto as seguiutes
emendas :
As di vi las provenientes d- i >n pseos,
vencidas ha ra >is de 10 anuos, e nio >'X-
ee-lentes de lOOjjl, serl consideradas pres-
.riptas, e os devedores dmenos de b^0$.
por impostos v.-neidos ha raais de cinco
annos, serio relevados los juros e multas,
se recolherem a importancia do principal,
durante o exeroici 1 d -sta lei.
f Sala ds 8oss3 18f56. A (loellft Ridrigue*.
< Os emolumentos .-.obrados as capita-
nas dos p.rtos ti-arlo fazendo parte da
receita do Estado, ti ando o governo auto-
risado a marcar or leados e grati eoes
aos secretarios dentro dos mit-s das ren-
das dos respectivos emolumentos.
E u pessoaverdadeira e u-.'ural, e at
me leuibro do nomo da presaAngela Ber-
nier.
Nao se le o brou o seguir ?
- Ao! nio. Si eu tivesse de seguir
to los aquellos que me derara pacotes pira
entr-gar !.. P.sa-i por elle... ro-ei-o...
Ah eu o recooheci b -m E oll reconho-
.iv. I... olhos mais brilhanti'S do que cha ra-
mas.
E' elle o hornera de M .rselba !
disse Oa -ar Rigoult. Sim, sim, reconbe-
civel...
E para onde ia elle ?
P.ra o la lo do c-s.
E eu que vnlio de l e poda tl-o
encontrado I Que eaiporismo I Se a gente
soubesse o S'-u nome.
- Ah vo bera sabe que ell nio
traz o n.me es -ripio na testa.
Quando lhe entreg .u ess parte pa-
ra Aiig la B-rni>T, que lhe sae elle?
Nada de par'icuUr. Simplesmente
que eu devia ir prisio de S. L >Saro, e
elle pagnu-me 0 P cado.
Elle estava de p-ilet d* pelles ?
Estava. OoUiM rica e luVaS. Ah '
um suj iito muito chic.. ura j.nota gr*
no.
E' M'nguUr murmuruu o ir nio d
Sophia. Isso ni. se parce nada com a
es ripcio dada era aaa do pastelleiro da
aveulia de Cllcl.y
Eu airino que elle, esta"* vestido
assim, e que u hom-m 10 ha pouo, o ho-
(iiem -la ra B .aparte, ira aquelle que m
eniregou o e.ubrullio.
Acredito p-rf itainente; mas tudo isa
f z 11 na mich-r lia dos liibos na minha
c b.,- ...
Uepois do r fl -tir um ou dous eegun
do, Osear *c n oceiiiou :
A menos qu- foaae aquelle que s
? sto do o n-'ir p ra g.v. ruar o rro.
- Como da ? por^uiuou o entr.-g-dur.
Ob I nada. .. f dio commigo raesuio.
feita por faz n la
todos as suas p rteoc.8 e a qun mais off
recer sobie os procos das avaliacSes pro-
esdrlaa pelos e opreg dos en arre idos de
cebi nento delUa e .pprovadas p-la jua
ta da Tneaouraria de Faz-nia da provincia
do Para
Payj da -amara- 9 de Sterabro de
18 S i. Cruz.
O r. Pe-eir da Iva p.ra ma
uit-nt.r sua adhesl> ao ministerio estava
r.-s ilvido a guard .r o sil ;n :io, poup m lo
terapo caraira para pasiarm a me li-
las redaraalaa pelo servio. publico, cc-
teutan lo se era eoadjuval-o nos traoallios
das coraraiasS 18, co u qu 1 fftra hmralo p'
l-s aeus illuaties coll gis. Ma a disoussa .
do c.n; .m -iito da re.-.eira te u corr lo p r
forma que na qu didade de presideute da
co omissio respetiva e relator da reo iu
julji um dever rigoroso d;fnlar a pro-
p..-sta.s apreaentadas
Quando subi ao poder a a itual dmiuis-
tr.f^io, gravi8siraas erara as c rcu ostanciis
lo paiz, era re ci a suas fa meas, as
sumpto principal e mais importante da i-
t.iaclo. A divida publica que en Janeiro
!< 1878 att ngin em todas as suas verb.s
700.UO:O.MJo, fra-.-co dispensada, monta
r j perto d*/! OU0,OJ0.000i. Dficit
de -0 30,000:00 J) mauaes, e o do ulti-
mo exeroici > de iSH 1385 orgaalopor
43.000:00^ JUO. As desp-zas nio se po
diain da ch-ifre diminuir e s piulatinaraen-
te, e ellas s .brepoj iro as f.rcas da re-
eita. S para os juros e amonizaoi 1 da
divida publica eran precisos cerca de....
41,000:0005. a 3 parte das rendas. U o
p -saoal nu 01-rosissi no, o qu mais c na
raras excepcSes mal retribu lo, o coovi-
lando a -obica dos precea lentes a erapre
gas pblicos, quereudo a mxima parte da
popula;io vi-er a cuita do Eatalo"
A divida flujtuante to ara a..... ...
100,000.000J. O cambio elevado a 17 e
17 ly, tr .z-mo uo estalo cer;a de 8 a
9 000:000)5 annuaes de prejuizo.aos p .rti
cuLres so orna in alcu avl e s iransacS -a
mcrcaiitia eatorvos e perdas, qu^empobr-
ciara o paiz e diminua o os Valores le sua
prodcelo e pequea industria. Obnspu-
dicas euprehendidas sera o neceaaari. en-
tino e sera essos eatulos nevos, oa com
proraisso8, os mais fortes lo nados pelo 'h
ouro: a'gumts sera 3- p der susp nd-r,
e umitas oong.d.s se.n se Ihes descobnr
tio cedo 03 r.-sult >d .8 esperados. T .1 foi
1 illuslo en're na as empresas ds mohe-
c las de estradas de ferro, que ulti naraent"
le uli-u, es -.rcVtU artig.s no Jornal dos
Debutes de Pariz censuran lo a exagera-
cao das obras publicas no Brasil. Careca-
se de arripiar carreira.
En 1878 o ministro da faz rala, exigi
e obteve n -vos irapoatoa que p >u o adun-
tarara : O Sr. Pirimgui era I88 pi iu
aididonaes nt importadlo,
de p-neo servirlo p>r se di-
minuir o irapoati de alguns generoa de ex-
portacl', qu cahirara iningu* d? recur-
sos. OSr. Lifaytte era 1883 recUmou e
nio alnanc-'U irapoatos novos, ins'gailiian
tes que fulo po liara dar lhe vantagms. Aa
airase precipitavara as iiaac.s p.ra sua
ruina, sera que apjarecesae ura plano me-
ditado de reorgausaclo e rae'h .runeato.
Tomando couta o actu d miniaterio, ga-
ranti urna p >liti.;a moderada e firmou a
onhar^a -publica abdada part uUrmeiitO
pdo ministerio presid lo p-lo Sr. Dratas,
i-nlevalo pela prop.ganda. O 8 orctir.
da f iz -u la raanfeatou logo estucos e plano
fixo, no -lesejo de levantar as fi.ancia.
Essepl.ao nio se refaria a u n a "-
sumpto ora 1 o de s-us anta teaaorea For-
mava uraa serie de medidas, que se lig-
v.-im para o b un xito, e simultneamente
se ir desenvolvenio com o te upo e o pro-
gresan relativo.
Tratou de diminuir as desposas da ad
iniui-.tricio no quvs ("p-ndia -lo gi#-'r-io. e
se aera to tas tem p .dido cooa -guir ap-zir
d >s melhores desej >s, muitas vai 1 gran lo,
tornando menores osg.stos publieoa.
Ao lado disao, para alijar o ere li*,o pu-
blico abalado no exterior e no interior, pelo
crahecmeato que htvia da pessiraa itui-
clo tinaaceira, conecou por ura e opreati
rao estrangeiro, af n de se hbil.t .r na Eu
r >pa pira 18 lesp-zas e faz-r deao ia-jar o
p .iz, pagando no thoaour > por algu n terapo
saquea e remesis de dii.h-iro, qu'avas-
sallivaii o cambio e o fiziara oa aut e de
uabir cora a con -orren -.ia do governo.
Conseguio ura .-x elleote e.uprestira de
6 railhS-ss de llbr.s sterlioas, cora condi-
00-s mais vaniajosas, porque ai tir nou
em favor do th-8ouro d ma principios noves,
lireota relacio do ministro da f .zonda com
o banqueiro, e I (. .nenia de coraraisalo
que os negociadores r-oebiam de mo bei
jada, e s ah poupou ao thesouro mais de
700:0000000.
Acreditado pela operaclo fd'Z realizada
lev mtou aovo eraprestnuo d-^ 50,0J0:0J0/J
ao interior juro de 5 [0 e tio diatraraeu-
te foi promovida que, ao p isso que encra-
tr.ni ro.;urao, para matar p.rte da divida
flu Uante, habilitou-se para ff ctuar a
conversio de toda a divida conaoli Uda de
O '[, ganhanlo o thesouro cora esta pro-
videncia cor a d-< 3, (00:0DJ|5 por aaao, o
que uraa grande dimiaaitjio aa desp aa
onjara.-ataria.
Forte cora estes resultados obtidos apr^-
seutou se s cmaras, pedio reda -el 1 da
desp za posaivd, roorgauiaavio de alguns
s^rvic.s pblicos, eleva,1j da remita pelo
m-lhoraueuto de impistw, e re mlhiment >
gradual do papal me ta era cirmlacio,
_uj i superabuu iau i. a caus priacip.l
a .1 sj la do cambio.
O orjaraento da d-spesa nio sabio an-
da do parla.neato ao gosto inteiro do ora
lor ; m nor-s a-u a talvez
, u>jw>go a'ii- 3 .anc 86 tivessem pO-
di lo laz-r iiiI i ; mis aa or nostan .-i >s
slo ditfi ;eis, era que nos acharaos, o obsta-
vaiu sera duvi la. rala votados oa novos
i upoatos, e o r-joolbi n-iut i do papel-rao
da, appirece, e nio poda d-ixar de appa-
i-euer ura dficit, que nos piraeiros seis
uezes se conservar porque ollas vio dei
x.nlo j nos orfa oant ia, naa que era ex
.r -icio est.radi lo d.-z-dte raezea ser di
minui lo, e .lepois muito mais reduai lo pelo
progr.fsso das ousas.
Us dficits nio aa debellara logo e irara^-
liataiuenti; as fiamcaade tolos os paizes
levam terapo a coucentar-ao quando arrui
natas como as nossas se achara.
E' pre-.ifO pa eoeia pers veranea, firme-
za, terap, syateina ig lal e proseguido
igualme-ite para se coos guir tal desider-
tum. (Muitoa apoiados.)
O aobre d-put* lo por Minas, que iniciou
esta terjeira discusslo, a;ouaou de retnt.-
clo, pirque ni. se diminuan os direitos de
exportaclo do piz.
Nio se podera applicar os prin -ioioa se
rilo s gun lo i>8p>-'.as e aa circuraatandaa.
O prin ipio ptimo, a proaduocio nacional
exportaila nlj dave pagar oa direto ; o
raeio de favorecel a.
O ininiatro da f'izenda pnblicou era 1881
um livro em que mos'rava a aec^saidad.-
lo se extinguir impostos de exp rtaclo
p .ra allviar a lavoura ; elle orador prop>
era ls82 e.ueala ao ornamento diminuin
do 2 [t a .b-e o eat e o assucar que p.a
sarara.
mais 10 |0
que tambe.a
R' graa-i-i "vi no ata imposto : mas
elle re de 17,000:00.^, uo estado d
penuria do thesouro, coran evtnguil-o ?
Vamos ra"lhorando oa outros iraposios, e
qu tudo po 1er.nos dispensar os de expor-
tadlo, que ae irlo dirai uindo paulatina-
raen'e, subatitunnos, como por exempl
era Franca e Blgica, p .r equvaleutea de
industria, consumo, ou territorial. Con v.o
diz-r que este i nposto de exportaclo foi
est.bel-cido porque outros nio parecerara
possivea de prati.-ar-ae, que se apphcasse
aos pr >du -tos agrcolas.
O principio ptimo, o orador o adop-
ta, mas preciso ooeasiao apropriad.,-
hoje impoaaivel deaftloar-se a receita de
17,000:0 0$. O parecer da coinraisaio o
declara, lamentando nio pofer extinguir,
ao n diminuir, ne substituir-se por ouro,
esse iwijosto. Amia ha. .abi ivtmUci ?
A pratica exige condicSta p .rticuUres e
deoppor uuidade, oio o rigor dos princi-
pios, t 'erabra o n bre oppositor pira
comper '-nisto? Com > reduzir o
dficit o los os raaia i rapos
tos fferece meios al-
.8.)
a rapftafos
le oDrados e approradoa em
alo ha iuvida que se polen le
eccS -8 de interesses losados, te*.
pos tos polen 8 ir contestado*, o
nojeas.tro o sacrifjic.
coraraminio geral, e apre
conhe :er se frantiaraente a a>cei..*u
.lecliaavel de pratical-o.. Nlo^ M j,
c atiouir na vida loa erapresti ooa, -.
vagitar, e como o ia livi luo prestes a fV
dcisar correr .8 .usas at o dia f .tl
ruioa. Cu npre urg-ute oeate proril-nci
o salvar o pdz. Fa^io-se HlHif Hj.
boa voat.de I H a contitnct a aiautro,
sust-nte se, e ooadjave-se. (Muit*s apda-
doa.)
O orador nunca f-apoltica om finanfu.
tra 1867 le ubrou algunas ideas ao Boa-
do Z icarias de Oea. Era |-S8i Pr->P>
ao Sr. P.ran.gu Vanos i np ato* qis
agir alo approvaios, e que entio lio
nio a;cit.u. EaruUef.lU ef.llm .-
pro co no braadeiro e oio como par .ida
no. ^Maito bera.)
Qitessio ell^s ? Lfvara os a lalo* oa
b.g.gjra do mra.ario de 6 d- J inho
como preciosa ncute disse ura h >nr .do de-
putiio f Nio. O ora lor tratou j e a lS-i
da revisio das tarit.s ..It'tudeg es para ni-
vel .r os seus valores offi^iaes ais val .res
reaes do ra-r.;alo e livuio miu la ucute
bte assu opto, ulo no s--ati lo protooor,
mas ao tisj.,1, posto que eati a to .nuito
coa Iju vara as niiusiri >s smil.r q le >-
ra ;cam a ser prati adaa entre n6s. L o-
brou o i uposto do sal, o do b o tas .d-
coolicas f.0n:ada* ao p .iz, cora -s-epfia
l .s propri.-dades e pro luccio rustica,
como eugeuhos do canoa, etc. O i ap >>t0
lo Sil entrar ni nu ero dos propostoa
p-lo Sr. Celso, ap-z.r de miae r, e o
ras ahools fji apr.iv ittd) na r I t i do
Sr. Lat.yettj c.u 1884. A revisio tu ta-
rifas lora a grande ala van :a le que M
a irvira o Visoou le de [t.b.r.hypr.
var log a receita a mais 10,OOJ.OO | O
sal em tola a ptrte le mu.i lo p-gai up>s-
to, e se Mioas des--j t alli/ialo, p.rioeo
f.z p.gr a pretxto do laxa tio ra..t; na
mitrada le sua provincia, al iqui 40J r.
boj;.)l)Jrs. p.r ik los, u>'ni r*. p klo
do que agora pe .e p.ra o g -tal ? Os viouoa
e o alcools, I go que sao .-X-j-pt .alo* tut
ltimos quaodo taori;afos aos eugmbos
nge.ihooas ruraes, deve o p.gar t'.ori^-
do8 ua* cidades oo.no indust 4, e sio t
artidciae* ; log qu; orat-abio rotulo ta
qualidade e f .brioa, e nio el-rae..t* dt
co.up tsi^ao uacioo ti, podera continu r o ao
e.u lodos os pa z^s do mua lo, mas page-
se co uo iu lustru, e uio te uara a cu.-ur-
rencia dos vmlios e al.-oola estrangeiroa,
porque aui taraban S; augoentt na rvi
sio d .8 tantas em COiopeusacl, ;J O di
que era v u ere ir n.i ..If.ud-gas -x rao
.i..s q labiales, para nao dn-r entrar os
uocivos saule e i.l.siti -ados cora ingre-
dientes p -rigosos. -
Relativa uirate st.nf.s, o ora-lor cha-
ma a att nc.1j para s-u di urso la l-^'i,
era que prov u que oesaas t.rit'is, saiido
de Valores inferiores aos dos merca ios,
preju Jlcava.u o ttiesouro en mais uo -O "(,,
lora um m-io para r baix.r o .-p.-to,
quando raras sio as n .cS s que r--c bem
m nos tributos de entr-da io que o B as,
cujo termo me lio s-; calcula 30, e 65 de
ai liconaes, 48 e 112, i-niretauo re-
colhem 40 ao mais, e emretauto Fr .ny*,
Italia, Alie i.ai.ba, II sp.nha, Pirtug I,
Estados-Uldos, Kussia, Aus a, .uultO
mus rxig-.u pela o.p .rtaci.. Havemoa le
ser OeucV.dos p.ra Fra que f.zem pagar mais do que al o o
uosso fumo, assucar e c t por dir-ito* do
entrada 'i Os tatadon-Cosos crear.m o
aliiuentam sua in lUstpfa com o reg ooa
p.ote.-tor. O mes uo lasem as domis i.a
cSes. Inglaterra e que uio precisa, por
sua suu..co excepcioual e i.ibricas a I mi
raveis e aera rivaes no mun lo. ^io nio
queremos uin-iius tiscae-i. ( potados.> Ms
nao queremos tambe.u ab ra loa r o futuro
da luiusiria oacioual o favorecer eatian
geira. (Apoiados.)
HespouuiiUs assim as prin;.pa;s obj c-
c5 -s, ir .ta o orador do papel raoeda. E
iuuout-stavel que ha supe.-abundaocia:
logo que U7.-0/.V ;rtivel, toru* so por isso
a causa primaria principal da box. do
cambia, depreciando se as not O. dficit
orcam.'ut .rio concorre, mas iudire tam ra-
to. Portu-i, U sprahae ou ros p.iz-a ea-
toroein-ae com dficits o.gamentar os, ha
Era su.nraa, se tomar a encontrar o
jeitiiib'. te.n ceriez i de o reconhecer 'i
Entre mil I e de longe.
Vo quer grabar duzentoa francos ?
Pois isso ouaa que se pergunte ?
Que preciso fazer para isso ?
Muito poma cousa. E' possivelque,
an lando por Para a>s seus recados ou por
aqu, do lado da prisio, encontr esse fre-
guez...
Isso poasivel...
Pois bem. ae quer ganhar os duzn-
tos frau os pro-u -ttidot, pre iso seguil o.
uli o perder de vista, ir toda a parte
lie for, a p, de carro, piuco importa ra-
mo, at Vo. ter o-rt-za de que elle che-
gnu casa. Compraban 'eu ?...
C .mpretieud, e ha de se fazT, se
for possivel.
- Entio, tenlo certeza de ter a lebre
volt fio lapa, wa me procunr.
Ui.de 'i
Vo tem ura canhenl.o ?
Si o, respond-u o entregidor, Uranio
I bolso ura caderuo e mu lapis. Aqu
est.
XI
E .to, disse o x-raas ate, eaereva :
) cida'io O^c.r Rg.ult, ra Qun-
gaUlt n. 21-
E> escripto.
E prouetie-rae seguir exactamente as
recoma ndaoSes que acabo de fa*er ?
Prometto e h i de cumprir a in nha
palavra, mas se os policiaca que vieram
I...ni io vilt.rcm hoje OU aiilanhl para me
nti rrog reui, que levo faz r ?
E preciso diz-r il.-s tu lo quanto sa-
be e oda o -cuitar, excepto aqudlo que me
diz respeito e esta i-ouversa que ti ve moa
juutos.
Est entend lo, nio lhe failarei a seu
seu respeito...
Use r ton.ira :
E a-, por acaso, appirecer a ocea
silo de 8' guir o sujeito era questio, s a
. do r .sultado, p irque sere
^, n .j lb ha de pg*r as alvcaras.
Ple contar cora isso...
Acabaram de esvaaiar a g.rrafa, de-
poia o ex-maacate metleu u na raoe..a de
cera 8oldoa ia ralo do en:r-galor, accrea-
cOutando :
Isto para pagar o seu tirapo per-
dido.
Obrigalo, senhor, responden o entre-
ga lor riudo Por eati preco to ura per-
der meu tempo todo o da.
Osjar s thio da casa do meroador de vi-
uho.
Eis bi ara lajo a-ra.do, peosou II-
afaatau lo-se, mais isso nio basta. Se eu
rae sitistiz-sse cora ilo oouia cous-., seria
f.cd de contentar. R fli-taraos : para ser
, uoutrado na ra Braap.rte tio cedo,
ur-ciso que o meu tratante more neste
ba rro. Talvez a ra B.ra .parte sej o seu
.a oinho n.btu.l p.ra sahir e voltr p.ra
.-.asa. Pois bera, hei de por rae l le pl ra-
li i, 0, cora os diabos, bel de mostrar qu-
t.rahs padenda I Nada me ha de .es.tni
mar. ri'i do faz -x sentinella, qualqu.-r
que s.-ja o te.upo.
O irralo de .Sophia intcrro.i.pen-8, Co-
^.a lo a or.-lna e tor.iou ora ar p nsaiivo
om dficits Oiyamentar os,
anuos, mas sua mo-.da corren te nio est
depreciada.
{Conir.a.)
-' '
deSeiUpentiO '10 papel de iugnuua quera
passar para o de pri ueiros p p-i o xbter
um contrato em Paiiz mu uu tu.-atro do
irania OU de qu-.lquer cousa, i-onU-a ab-
soluta ueute com a gran Or. Aug-lo P Toli e UAO .UVIJaVa i|UO ello
ciupr>-g-sre esa infliecia p.ra 3,-r'il a,
Oilqu.nio fosse imposeivel eXplic-r por
que elle iuteresseva-su por ella, visto como
ticava de g lo quau lo ella quera man tes-
tar Ib -., aute -.ipadameute, a sua gr. lio.
Quera que a norte j t.vess- pa-sado
oara ir ent-n ler-se cora a drecMra dio
theatios de Baiigi:oUes e de iloaaai rtre
Pebs ouze oras da maubi, c^ido-ao
vest to co u um* elegiocia .superlativa, ui-
rigio-ae esa p..nicul..r desaa dir-.iura,
viuva de um artiaia de t.lento, que ln ti-
nha deixado uma fortuna muito regular e
a direc io d ases dous theatros.
Q.audoJ.anua Uoit.l eutrou em casa
d.lla, Paolo Uarnala s o sru -ollabora i.
na p-ca loediu : O Crine do P. L. M.,
j IA estaVal.
Uuraote a noite tabara con-duilo o ter-
cero ajto do sen drama o acaba.am de o
ter.
Autora e dir tora discutiam a dismhui-
<;! dos pap is lase acto, -ra que appa
Se que o entr gador nl s-< eng- riciam dus uo-aa persouagens fenran.as,
u rcdoiidarneute, p.Misau lo qu ro-oniM- quaodo enad* aunan lou i m qu a
(J.n sobrenido de p 1- ara. Jo moa O-rtil dos jav fall.r-lne.
- Ella ulv. % nos sirva, porque urna
b lia rapargt, exiauou P-ulo D.rnala,
raas muito tola. Eotr- tanto podwaoa ri-
on
oeu o p-Ts.ra -gera
leo, Iuvhs, um soj ito muito hio. Pod-r
esse ^er o cAur'nido da estrada P. L. M. ?
e o outro tii.li. as mos pr^tas e cali .saa,
8-guuda a padeira da v/mi la de Clieliy. .
Quanto my-i eno em m lo isto Qu- oa-
brulhida I Nem o diabo seria o.paz de
ot-uder isto I E.rttm, v rvuos, e quo u
nio arris a era ga-iha" n-m p-rde. Era
to io o ao, vou iustall*r ura p quen ub
.ervatorio d'.m le. p .saa v r
pasas p-la na Bon parte.
K o ex-mascate dnigio-se para o baW
do Instituto.
Joauna D p.-ri noutaf. Bw pp I "0 tera uma ace-
a no acto, verdade qoe seeo multe
important-*.
- Bsra I repli ou a dirw tqr, ae rila
erve-|lie, d na lolp-de que a fafawo* O-
sai.r, ae t-lta quiz r com mar se cd.a Oa
. g me qur pequeo oraen*do par noite.
^Continuar-se-ha.)
Tjf. do Diario raa L>a<|at cU| Casia*
a. A
ME1H0R EMEMPLAR ENCONTMHJ
t^B^^^^^^^Biv-- jiis '"i 'i- ^mmmmwsmsmmmtmmmsMwmmssWmW


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