Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19071


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Full Text
ANNO
flMEBO
PARA A tAI'llALfiLUCiAHJi OMDE SAO K PACA PORTE

.
Por tres mezes adiantadoe
Por seis ditos dem.....
Por um auno dem......
x^ada numero avulso, do mesmo da.
64000
12/1000
24,5000
0100
PARA DBHTBO B PORA
Por seis meses adiantados.
Por nove ditos dem......
Por m armo dem......
Cada numero avulso, de das anteriores
13*500
201000
274009
A10G
DIARIO DE PERNAMBUGO
Proprtai* l>t Jttaiwel Jiwxeixfa t>e /aria & lljos
O Srs. Amede Prince k C ',
d Paria, sil' os nossos aa;'ntc-
exclusivos de anaum-io e pus
Ule teftes da Franca e Ingla-
terra.
Os Srs. Wasburne II -rmanos-
de Hew-Verk, Bread Way n.
900, sito os nossos agentes ex.
elusivos de annu dos nos Es-
tados-Unidos.
Aviso
A.os Srs. Assignan-
tes que se acharemem
atrazo, scieatificamos
qu^ devem mandar
abonar suasassig-natu-
ras at o dia 30 do cor-
rente, para que nao
soffram interrup^o na
remessa do Diario do
1 de Outubro.
teTegrammas
sebviso pabticulb s: siabio
RIO DE JANEIRO, 28 de Setembro, s
3 horas e 50 minutos da tarde. (Recebi-
do s 5 horas, pelo cabo subnarino).
O Venado approvou boje em t.' II*-
cns*o o crdito para a* obra do
prolongamento dan entrada de fer-
ro do Hecife ao s?. Franclnco e a Ca-
rnar.
:sa:i;: sa ::ss: 2avas
(Especial para o Diario)
SMYRNA, 28 de Setembro.
\pia regalo acabam de aentir-se
tremores de erra.
Oa eafrago* s de ponca impar
tanda.
DUBLIN, 28 de Setembro.
Xovas desordena e de bastante Im-
portancia acaban* de dame em Bel-
fas!.
*. aatorldadea sao Impotentes
para reprlmll-as.
Agencia Ha/as, filial em Pernambuco,
27 de Setembro <*e 1886.
INSTRDCCAO POPULAR
( t.xtrn/iido)
Oa bibuothkca do rovo k das escolsb
(C'un'n/uOfOOi
CAPITULO VII
ii ut i i i v o i: <
Importancia byglenicaComoj disse-
m09, a hab'tHcao, do meamo mudo que o vestuario,
nm meio artificial destinado a abrigar o homem
e a protgelo. N'ella se passa a maior parta da
nossa vida, e naqu lio meio que se recebem oa
materiaeo da respiraco. A necossidade das per
matacoes gas sas para a reparaco do saDgue e
para aa combustoes orgnicas, aa lea da absorpeo
do oxygenio e da exnalacio do acido carbnico,
mostram quaes as conilicoes a que deve aat3tazer
urna habitaco bygienica.
Dix F. nssagrives : Ha duna e pecies de as-
pbyxia : urnas trgica*, que suspenden rpida-
mente a i ida ; outras lentas, a qu- ae nao d at-
tencao e que matam com mao cert-ira. Estas ul-
timas tet m por causa nica o mo alojainento.
Este aphorismo juit'tiea plenamente a definidlo :
que a habitaco o meio ordinario d t respirac&o
pulmonar.
Sltuaco Para que mu a casa seja bem si-
tuada, preciso que tenba urna tempe atura mlia
em rela;So com o clima, que seja b m Iluminada
rila lu solar e que contenoa urna grande quanti-
ile de ar puro e secco.
O instincto tcm n'eate p-.nto guiada perfeita-
mente es habitantes do campo. Quando aa casas
delles teem apenas umi s abrtura, apreenf ara-
na sempre voitada pra o nasceute ou para o sul.
A exposicau ao sul excelente para o pobre, para
o cultivador, para hs chases menos favorecidas,
habituadas a viver ao ar livie e cuja porta ear
sempre aberta. Convm menos as pjvoacoes, rio
que a acca continua do sol pode ter certas incon-
venientes
E' assim que cenvmque sejam expoatos ao as
cente to.i os edificios, d.ntro dos quaes se pro
duz hospiUcs, os quarteia, ks prisoes. A orientaco
modelo deat.-s estabeleciraeutos deve ser a da ex
posicau de urna tase para o paseme, e da outra
para o punte. A exposica principal a oeste
g raluv nte m. As orientate devem ser asiiui
classificudas, pela ordem d-cr. cente das suaa vau-
tagens : naacente, sul, norte, puente.
sjaterlaes de cwnntruccoes Na edi-
ficacao das casase uecessano escullid raatcriaes so
lidos, leves maos conductores do calor, incapazes de
a')orver'-m a humidade e da produtiietn emana-
coes de gazes del.-teri >a : caler s don terrinos
secundarios c terciario; arria do rio e cal e gesso
de bea quahdade ; tijola bem seccot, e madeims
completamente privadas de bum dade e ao abrigo
da fermentacao.
Eatenao e dtstrlbalcdoSao aempre
as razo s de conveniencia e os meios de fortuna
que determinan a extenso da habitaco. Em
Inglaterra tem-se feito estudos sobre a relac'>
entre a mortalidade que se d n'um determinado
terreno e o numero de peasoas que o habitam ; e
tem-se chegado concluso de que em Londres a
mortalidade cr*.sce em proporcao cono numero d
pessias que vivem sobre urna misma superficie.
No capitulo I, quando tratamos do roame de ar
respiravel necessario a cada individuo, jadisemos
as proporcoes que devem ter as alcvas. Fleury
exig-1 para um bom quarto de dormir 4 metros de
comprimento, 4 de largura e 3,5 de altura. Os dif-
fereutes aposentos de urna easa de habitaco devem
ser distribuidos por forma que nao haja no centro
d'ella, em quartos sem janellas e em corredores,
inassas de ar estagnadas, as quaes se agglome-
ram emanaces mephiticas e hmidas; convm
que em todas as divisoes haja janellas ou aber-
turas .
VenlllaeaoO ar dos alojamentos deve ser
renovado todos os dias de man ha, com as camas
dcscobertas. Essa renovacao deve fazer-se pelas
portas c janellas, c tambem a auxiliam muito os
fxgoes. Os fogoes, tSopouco usados no nosso paiz
devem considerar se inaispensaveis as casas que
teem urna s exp'Sicaoe as que teem quartos in-
ternos sem janellas. Pois que o ar se vicia fatal-
mente dentro das casas preciso que se renov
p I ventil cao. Tal ar, tal sanguediz um
bygienista.
Meamo independentementc das janellas, a venti
cao se opera pelos corredores, onde o ar tenba li-
vre accesso, pelas canas das escadase pelos fo/oes.
As melhores j mellas sao as diipostas, por forma,
que se possa graduar a quantidade de ar entrado
e regular-se a dir.ecSo 0a sua correte, podendo
fechar-se hermticamente quando se queira. As-
sim se evitar a entrada do ar fro e hmido ou a
sua incidencia directa sobre o corpo.
AceloAs babitaco/s devem ser mantidas no
estado do maior aceto. Nao devem permanecer
por muito tempo nos aposentos as ourinas, as aguas
que s rviram para lavagens, etc. O chao deve ser
varrido amiudadas vez s. A lavagem, quando
produz um estado permanente de bumidade, mais
nociva do que til ; nao deve, p >is, em taes con-
dicoes praticar-se com frequencia.
Quando as paredes de um quarto sao pintadas a
oleo ou estucadas, devem ser lavadas de vez em
quando, para as libertar das carnadas de materias
orgnicas que, com 3 t-mpo, all se dispem e se
accumulam. Quando s-'jain caiadas, deve renovar-
se com breves intervallos a carnada de cal.
as forradas de papel, deve este substituir se
com frequencia, sendo completamente arrancado,
raspada a suprete subjacente e tapados todos os
buracos que nella existam.
(Contina.)
?ARTE UFFICiaMr
(DH-ruo da provincia
EXPEDIENTE DO DIA 15 DE SETEMBBO DE 1886
Actos :
O vice-presidente da provincia, d coafor
midade con. a propsta do Dr. chefe de policia, em
offit-io n. 897, de hontem datado, resolve nomear
para o lugar de subdelegado do districto de Ponte
dos Carvaihos, do termo do Cabo, o actual 1 sup-
plente Joo Presciliano da Costa em substituirlo
de Joaquim Barbosa de Souza, que tica exone-
rado.
Outrosim, resolvd nomear para o logar de 1-
suppie te da referida subdelegada o cidadao Aa
tonio Francisco Mendes Cantalice e para o de 2-
supplente da mesma subdelegacia o cidado Ma-
noel Pereira da Silva, em substitaictlo de Francia
co Paes Barretto que fica exonerado.
0 vice-presidente da provincia, de coniormi-
dade com a proposta do Dr. chefe de policia em
orHuio n. 895, de 13 do corr mear para os lugarea de 2* e 3- aupplentea do
subdelegado do districto de Tacaet do termo de
Caruar, os cidados Luciano da Cruz Cordeiro e
Manoel Ribeiro de Souza em aubitiluicao dos ac-
tuaes que ficam exonerados.
O vice-preaide te da provincia, de conformi-
d-de com a proposta do Dr. chefe de policia em
officio n. 897, de hontem datado, resolve nomear
para os lugares r'e 2- e 3- supplentes do subdele-
gado io districto de Arariba, do termo do Cabo,
os cidados Pedro Nolasco de Moura e Bento Jo-
s Ferraz de Oliveira em substituicaj dos actuaes
q ie ficam exonerados.
O vice-presidente da provincia, atteuiendo
ao que requereu o 2- tabellio da comarca de Ja-
boato Joaquim Ramos da Silva Moreira. resolve. BW'* Vapor ue or.iem ao fin. ar. viee-pr
conceder-Ihe tres m-ses de l.cenca para traUr de *!dent da provincia ecuso o receb.mento d. offi
Remetto a Vmc. para copia, o incluso officio do
promotor publico dessa co.narca, de 17 de Abr
desto anno em que expoe a necessi ade que tem
de ilguns reparos a cadea dessa cidade afiai de
que se sirva Vmc. de mandar orear por pessoa
iloneae emetter me opp ^tunamente.Commu-
nicou se ao engenheiro chefe da repartic.i das
Obras Publicas e ao promotor publico da co-
marca.
Ao ju!z municipal e de orphos do Brejo.
O Min sterio da Agricultura, Comosercio e Obras
Publicas, cm soluco a consulta de Vmc. em <.ffi-
ci de 21 de Julbo ultimo, sobre ser improficua aos
effeitos da lei n. 3270 de 28 de Setembro do anno
passado, a falta de comparecimento a respectiva
audiencia des escravos sexagenarios e de seus ex-
senhores, resol veu por aviso n. 16 de 6 ao corrente
que as formalidades di art. 11 3 do regula-
ment n. 9517 de 14 de Novembro do mesmo anno,
s podem ser integramente observadas depoia de
encerrada a matricula e arrolameoto noa termoa do
g 2 do dito artigo, bastando por emquanto que
sejam executadaa as ordena d'aquelle ministerio a
tul respe'to exarados na circular de 23 de Dez-m
bro, a saber : intimac3o aos ex-senhores dos se-
xagenarios para que fiquem inteirados do dovo er
tado dos artigos escravos. A falta da intimacao
declarada na citado aviso-circular nenhum damno
poder acarretar para os libertos que o sao e ficam
sendo para todos os eficitoa legaea, nao subordi -
nados a formalidade de nenhum genero. O que
declero a Vmc. para osfins convenientes.
Mutatis mulandis aos juizes de orphos.
Ao Sr. Juo Paes de Souza Branda o, juis de
paz do 3o districto de Santa Cruz do Bn-jo.De-
claro a Vmc, em resposta ao sen officio de 30 de
Agosto findo, que nao te achando anda provida
cannicamente a parochia de Santo Antonio de Ja-
ca rara uo deve por emquanto proceder-se all o
slistamcnto militar, cumpnndo junta pirochial
de Santo Amaro de Taquaretinga contemplar nos
seus trabalhos os individuos residentis no territo-
rio de que se compoe aquella parochia.
Ao juiz de paz presidente da junta de alista
ment militar da pinchia de Nossa Senhora da
Conceif o de Alagoa de Baixo.Pelo Dr. chefe de
policia, segundo consta de informaco de 13 do
corrente, sob n. 892, foram dadaa as providencias
no sentido de 8r--m apresentadas a junta de alia -
tamento militar dessa parochia as listas de que
trata o paragraph) nico do artigo 14 do regla-
melo n. 5831 de 27 de Fevereiro de 1875. O que
declaro a V_c, para os devidos lina e em reaposta
ao seu officio de 26 de Agosto findo.
Ao juiz de paz, presidente da junta do alis-
tamento militar da parochia de S. Vicente de
Itamb.Teudo sido pelo Or. chefe de polica, se-
gundo consta d informadlo de 13 de crrente, sob
n. 891, dadas as pro vi l-ncias reclamadas por Vmc.
em officio de 15 de Agosto finio, recommendo lhe
que, de nvo faca reunir a junta de alistamento
militar d'essa parochia afim de proceder aos res-
pectivos trabalhos.
Ao juiz de paz, presidente da junta de alis-
tamento militar da parochia de Sant'Anna de Leo-
poldina.Para oa fins convenientes declaro a
Vmc. em resposta ao seu officio de 21 de Agosto
findo, que, aegundo consta de informaco do Dr.
chefe ie policia de 13 do corrente sob nd 93. fo-
ram dadas as providencias reclamadas por Vmc.
no citado officio.
Ao Sr. Raymundo Jos de Siqueira, presi-
dente da junta clasificadora de escravos do inuni
cipio de Ouricury De posse do officio de 14 de
Agosto, recebido a 4 do c Trente, no qual Vmc.
communica ter uessa daia su reunido a respectiva
junta classificadora de escravos, servindo de pro-
motor o adjunto, Jos Armando d Catr* Fritos
e de agente fiscal o coUector das rendas geraea
Dimas Lopes de Siqueira, declaro-lhe que, se hoa-
ver entre Vmc. e este, grao de parentesco, qH o
incompatibiliae para servir como presidente da
junta, devero essas funcedes ser exercidas pelo
seu immediato.
Ao preaidente da Cmara Municipal de Se-
rinhemDeclaro a Vmc. quo, teudo sido publi-
cada em 1 do correte mes, sob n. 1182, a lei que
fixa a receita e despesa para o fu'uro exercicio fi-
nanceiro municipal, nada ha a resolver sobre o as
sumpto de seu officio, a que respeado, de 2 do re-
ferido mes.
EXPEDIENTE DO SECUBTABI0
Oficios:
Ao inspector interino da Theanuraria de Fa-
zendu.S. Exc. o Sr. vice-presidente da provin-
cia manda remetter a V S., para os fias conve-
nientes seis ordens do Thesouro Nacional de na.
189 a 194.
Ao agente Ja Companhia Bahiana de Nave
ga;a> a Vapor.De or.iem do Eim. Sr. viee-pre
sua aade, devendo o peticionario entr r no g >:o
da referida liceuca no praao de 15 diaa.
O vicepresidente da provincia, attendendo
ao que requereram os subditos portugus Manoel
Joo Lopes de Castro Torres e Jos Paschoal de
Carvaiho Rebello, residentes nesta provincia, re-
Bolve, de iccordo com o desposto no dec. n. 1,950
de 12 de Juihode 1871, c usante da autorisaci'
conferida p^lo art. 14 da lei n. 3,140 de 30 de Ou-
tubro de 1882, naturalisar os referidos subditos
portuguesas Manoel Joo L pes de Cuatro Torres
e Jote Pachoal de Carvalho Uebeilo, afim de que
possain gosar de todos os direitos, honras e pre-
rogttiva que pela constituifio c wpetein aos ci
daJaos brasiluiros naturallsados.
O vice-prrsideute da provincia, attendendo
ao que requ reu o proft-ssor contractado da cadei-
ra dr ensiuo primario d Quixaba, Jos da Vera
Cruz Campos, e tendo em vista a informaco n.
211 de 13 de Julbo ultimo, do inspector geral da
lustrncctlu Publica, resolve conceder ao peticiona-
rio, nos termos do art 7- 5 das instrueces de
29 de Janeiro de 1884, dous meses de licenca pa
ra tratar de sua ade onde lhe convier.
Officios :
o Dr. L'rs Silveno Alves Cruz, presiden;
da provincia de Goyaz.Pelo officio a qu* respon-
do, de 14 de Agosto ultimo, fico inteirado de ha
ver V. Exc. na mesma data prestado juramento e
tomado poo3e do eurgo de presidente dessa provin-
cia.
Apreaento a V. Exc. meas protestos de estima
e considerado.
Ao couselheiro Dr. Joo Silveira de Souza,
director int- rin da Faculdade de Dir.-ito do Re-
cifeP- lo ffiuio a que respondo de 9 do corren
te mez, fico scieut; de haver V. Exc. assumido
na mes a data o exercicio do crgo de director
iu.enno dessa Faculdade, de conformidade com o
art. 9 dos respectivos es'a'utos.
A i inspector do Thesoui o ProvincialDe
conf Tinidae Com h informa^oes de Vmc. em of-
ficio de 2J Je Juiho e 1 de Setembro ultimo, sob
iis.34 e 114 autoriso-o a maudar pagar ao arre
matante d obra deieparoa da junte de Serinhem
uo eneren no Uin.Iahy, Uustavo Muncoud, a qu-m-
Iik dr dous couios 'juiuhen'os e noventa e sete
md duzeut>* e sesnenta cerneo ris, eona>ante do
cerificado que devolvo, passado p-1 reparticao
da* Obras Publicas em 18 de Junbo, j deduzi la
i reMoonsabilida'le do estyloComtnunieou-ae ao
engenheiro chefe da r parti^o das Obras Pu-
bl'.c.s.
Ao encar>-egado do Tc'egrapho Nacional na
estaeo do Recite.lufoime Vmc. com urgencia,
qu^l a ra-) que a. t- ruiinou o TcUrdamento dos
Jou teleL'i aniiiMs quo levan lo a recomineudaco
de urgentes e dnignios ao Exm Sr., resi lente da
provincia do Pr em 9 do corrente, s acata fo
r..m all recubid a 1, a 9 h .ras da maah, as-
sim eom> a rnsu porque o tel gra Juna do mesmo
pr. sideui com a dita de 10, em resposta aquel-
lea, s me OVguN s mo- boje.
Ao juis m dneito d comarca de Cimbres
ci era que V. S. communica que o vapor Mr-
quez de Caxias ch-gado boje da Babia e escala,
regressar no da 19 do corrente s 2 horas da
tarde.
Ao agente da Companhia P -rn imbueana
S. Exc. o Sr. vice pr-sidente da provincia fi ou
inteirado pelo ofB;io d- 13 de ter de aegu:r i.ara
oa portoa Jo norte at Cam. ssim o vapor Jacuhypi
di dia 21 do corrente, s 5 horas da tard -.
Ao engeuheiro chefe da repartic i das Obras
Publicas.S. Exc. o -r. vice-presidente da pro
vincia ficou inteirado pelo officio de hontem de
ha ver V. S. mandado lavrar termo de recebi-
ment de fenitivo e passar certiieado de paga
ment a que tem dir to o arrematante da obra de
reparos d* ponte de M itoeolomb pir achar se em
perfeito estado de conservacao.
Ao mesmo.S. Exc. o Sr. vice-presidente
da provincia ficou inteirado pelo officio de hontem,
sob n. 165, de haver V 3. mandado lavrar term >
de recebiinento provisorio e passar certificado de
pagam nto, a que tem direito, o arrematante ia
obra de r- coastrueco da bomba de Catende oa
estrada da V ctoria.
Cireular :
Ao administrador dos corrcios, engenheiro
fncaes da C'inservaQo dos portos, engeuhos sen-
iraes, prolonganento, engenheiro fiscal de Bebe-
i-ib'. De ordem do Exm. Sr. vice-presiden-
te da provincia airva-ae V. S. d- r.-metter a esta
secretaria com a p >ssiv-I brevidade os apouta
meatos do m vimento dessa reparticao do 1* d
Abril para c.
Aj coininandante interiuo do Corpo de Poli
ca. S. Exc. o Sr. vice-presidenlo da pi-oviucia
manda cominuuicar a V. S que n-sta data pr f -
rio o seguin'M despacho no seu officio n. 730 de
hontem, lelat vo ao abono de ajuda de cu.-ta ao al
teres dbsso orpe Joo Bento da Siiva Val nci.
que destaca pra a cidade de Itamb : Remettido
so Sr HswsBMr do Tbesouro Provincial para Oa
devidos efTeitos.
EXPEDIENTE DO DIA 16 DE SETEMBBO DE 1886
Actos:
O vice-preaidente da provincia attendendo
ao que requere i C -ros Jos de M dairoa, empre-
sario da c t de baiib-is saigaaoa nos arrecifes,
resolve ixpedir o segumte :
BBOOLAMCNTO
Art. 1 O estabeiecnni uto le banhos salgados
sobre os arrecifes achir-ae h> disposicato do pu-
blico todo os diaa ut ia e sanctificaaus das 5 as
9 horas da manila e das 4 s 6 .la larde no veri-,
e das 5 1( s 9 Doras da m-uli e das 4 a 6 da
tarde n<> invern.
Art. 2o empresario mantera o numero neces-
sario de escaleres remo i ou a vapor, aen.io O Seu
horario d partida do Cae 22 de Noveinbio, or>i-
niaado e aniiunciado, attenfeudo-se as variante
daestacoe, ulerease do piblico e cunvuienciaa
d> si-rnv'o.
Art. 3 O empresario cobrar o prev-o das aa
signaturas, imnho avulso e pasaagem pea ta -
b lia seguate :
Assiguaturas por nm mez
Urna pessoa menor ou adulta 1?'XX)
Duas pessoas 244''00
Pertencenio i mesma familia :
Tres peasoas 302000
Quatro peaaoas 36*000
De quatro pessoas em diante (cada
urna) 8<000
Um banho avulso eom roupa do ba-
nhista 600 ra.
Um banho eom roupa, calcado e len-
col do esUbelecimento 1/000
Urna passagem de ida e volta para as
pessoas que nao forem banhiata 200 rs.
Por qualquerpeB8oa que for indispen-
savel ao banhista doente, por pas-
sagem e-jnho 3/000
Nos precos desta tabella ae comprehende a obri-
ga^o para o estabelecimento de dar passagem
gratuita de ida e volta os banhistas e de fazer
enxugar as roupaa dos meamos.
Art. 4' O Oanhista que necessitar de dous ba-
nhos por dia, pagar mais 50 por cento de sua
assignaturaSF
Art. 5* As assignaturas sero contadas do dia
1 ao ia 30 e de 15 a 15 de cada mez e pagas
vista, ficando obrigado o assignante a apresentar
o seu carto sempre que lhe for exigido.
Art. 6" As roupaa de banhistas nao reclamadas
oa relindas do estabelecimento dentro de 30 das,
decorridoa da dataem que finda a ultima assigna
tura, sero doadas Santa Casa de Misericordia
do Recite.
Arte 7 O emprezario pioporcionar gratuita-
me te os servicus de pessoa apta para dar banhos
s enancas oa adultos que, por seu estado de de-
bilidade on por inexperiencia precisar'm d" au-
xilio.
Art. 8o O empresario nao se respinsabiliaar
por dinheiro u joiaa que os banhistas trouxer, m
comsigo e nao os depositaren) no escriptono do
estabelecimento.
Art. 9o Ser despedido perdendo o direito de sua
assignatura su pnssagem, qualquer pessoa que,
por palavrus ou gestos offeada o decoro devido s
familias, as que estiverem em vozerias, cantos e
toques de quaesquer instrumentos e as que intro-
duzirem Debida alcoolicas no interior e depen
dencias do eiti belecimento.
Art. 10. Para os banhistas (horneas, senhoras e
familias) mudarem de roupa, haver compartimen-
to independentja e devidamente preparados, nos
quaes nao ae poder demorar mais de um quarto
de hora, quer antes q'ier dtipois do banho.
Os banhistas nao podero usar de roupa que nao
a exigida pan-, banhos de mar, nem agglomerar-
se nos corredores e quartos destinados aos banhis-
tas.
Art. 11. O empresario proporciouar ao publi-
co, mediante ajuste, compartimentos e salas espe-
ciara no meamo estabelecimento, devidameute mo-
biliados para bospedagera de pessoas que carece-
rem de respirar o ar do mar.
Art. 12 Tero direito a banhos gratuitos dia-
riamente, 15 doentes dos estabelecimeatos A cargo
da Santa Casa de Misericordia do Recife, ficando
o empresario obrigado a accordar com o provedor
da mesma Santa Casa, sobre o meio e hora mais
conveniente quanto a sao
Art. 13.- As pessoas que sofFrerem de ulceras ou
qualqnor molestia repugnante ou contagiosa, te-
ro passagem em escale!es especiaes tornecidos
tambem gratuitamente pelo empresario.
N > caso, porin, que ha)a risco ou perigo pelo
estado de debilid de ou excitacu nervoaa dos ba-
nhistas, acouiucyo aera feita custa dos interea-
sadoSj que farAo acompanhar os doentaa do medi-
eoa ou quaesquer ontrae pessoas de ana confianca
para isso neceaaarias.
Art. 14. Fica revogado o regulamento appro-
vado pela Presidencia, em 9 de Outubro de 1880.
Remetteu-se copia ao provedor da Santa Casa
de Misericordia do Recife.
O vice presidente da provincia, em execuco
da lei n. 2,395 de 10 de Setembro de 1873, resol-
ve, para preenchimento das vagas existentes no
9 batalho de infantaria do servico activo da
guarda nacional da comarca do Cab, segundo
consta de informaco do respectivo commandante
superior de 27 de Agosto findo, sob n. 115, nomear
os segnintes officiaes :
2.* companhia
Tenente, Francisco de Paula e Silva.
3 companhia
Capito, Joaquim Bento da Coata.
Teueute, Argemiro Francisco da Costa Feij.
4.a companhia
Tenente, Manoel Francisco do Reg Mello.
5.a coinpa hia
Tenente, Victorino Veris3mo da Coata.
Commnnicou-8e ao respectivo commandante su-
perior.
O vice-preaidente da provincia, resolve no-
mear urna commisao de ayndicancia composta do
cona Ibeire Jco B ip'ista de Castro e Silva, des-
embargador Manoel Clementino Caroeiro da Cu-
nta e coicmendador Joo Ignacio de vledoiros Re-
g, para proceder na Thesouraria du Fazeuda aos
examea e averiguaedea. relativamente ao grave
atteutado, descoberto a 9 do corrente, noa cofres
d'aquella Thenuraria, do qual toi victima a fa-
zeuda nacin.IRi-metteu-se copia ao inspector
da Thesouraria d Fuzenda, e communicou-ae aos
nomeados.
Officioa :
Ao command-nte superior da guarda nacio-
nal da comarcn do Cabo.Informe V. S. se o ca-
pito da 7* compaohia do 9o oatalho de infan-
taria, sob sru commando superior, Joo Rodri-
gues da Silva Duarte, mudou-se para o Recife e a
que tempo.
Ao inspector interino da Thesouraria de Fa-
zenda.Remetto a V. S. copia da relaco dos ob-
jectos perteucentes barca italiana Luizia V, que
se achain depositados no preadio de F ruando de
Noronha, on te 'eve lugar o naufragio da mesura
barca e b m assim da reiaco das pessoas que tra-
balharam nos respectivos salvadoa, afim de aerem
transmitidas Alfandega para os ns conve-
nientes.
Nesta dnta envi ao cnsul da Italia os papis
concernentae ao alludido naufragio.
Fica assun rrspondido e officio dessa Thesoura-
ria de 6 deate mez, u. 044. Officiou se ao dito
con-ul.
Ao metm >. Na ennformidade da ordem do
Thesouro N*cjiial de 28 de Agosto ultimo, n
192, mande V. 4 pagar a Jtaqunn Rodrigues Pi-
ineuteira, -x-praca co 2" batalho de iufantaria,
a importancia de 9*4)0, proveniente da divida de
tardam-'uto de que trata o titulo inclusx
Ao director do Arsenal de Querr. Mande
Vmc. faacr, uo cofre da Thesouraria de Fazenda,
as obra de aerralheiro que, pelo respectivo ina
p-ctor interino, forem indicados nao s no dito co-
fre, como na fechaduras da* portas e grades da
inesma repartic '. Comiiiuuicou-se ao inspector
io.tenuo da Th'^ourana de Fazenda
Ao Dr. juiz de dirsiti da comarca de Flores.
A' vista da inclua copia do aviso do Minis'er.u
di a N- gocios d% Jutica, datado de 2 do correne
mes, tuja Vmc. do providenciar no sentido de ser
reinettiua ."> crelaria desta Presidencia a certi-
d > do pro.^rsso Je Jos Ferr-ira dos Santos, q'ie
pede perdi di pena que est cumpriudo n- ca-
dea desi-a villa.
certido de/e ser acompanhada de informa-
cio do juiz da cond mu>ojio, ou do quema este
ouccedeu ou cargo, couforme prec ita >> aviso cir-
cular do aopra lito ministerio, u. 287, de 28 de Ju-
nbo d 1865.
__A'junta classificadora de escravos do muni-
cipio d. Agua-Bella.N'o pode ser approvada
a n i tic .cao que Vine, envidrara por copia
cuto o oficio ile 3deAgoti. V e pela dita
eupia que f i cla-iticada em primeiro lugar a es-
crava Joaepha, que tem dous filhos livres, meno-
res de 8 annos e o peculio de 50/, em seguida a
escrava Isabel, di mesma classe, com cinco filhos
escravos, menores de 21 anuos, e em ultimo lugar
o escravo Joaqaim, casado com mulher livre e com
peculio de 150/000.
O regular que, se nao ha no municipio escrava
casada com homem livre, em melhores condices
do que Iaabel, pela existencia de filhos livres, deve
ser a esta mantido o lugar qu: Vinca. Ibes deram,
classificando se em seguida todo3 os filhos, corae-
cando pelo mais velho.
Se for a quota insuficiente para a libertaco de
todos, iro sendo libertados pelas seguintea. Neate
sentido procedero Vmcs. a novoa trabalhos.Re-
metteu-se copia ao respectivo juiz municipal.
Portaras:
_ Declaro Cunara Municipal deTaquire-
tnica, em resposta aa seu officio de 2 do corrente
mez, que aa arrematares das impostos desse mu-
nicipi), procedidas no referido da, nao tendo sido
feitas de aceordo com a lei n. 1882, publicada boje
no diario official desta provincia, nao podem ser
approvada, cumpnndo que a mem Cmara po-
nha novamente em praca com a devida publicida
de oa alludiloa impostos para o futuro exercicio
municipal, sendo arrematado cada um de per si e
com adenominaco que lhe d a citada lei 1882.
0 ir. engenheiro director .lo prolongamento
da estrada de ferro doRecifeaCaruar faca trans-
portar amanh pela manh, por centa da provin
cia, cidade da Victoria, o 2o cadete 2o sargento
G incalo Uch-i de Souza Leo quj vai substituir
o inferior que all se acba, viato que tem d s-rvir
de testemunba no julgamento do soldado Viceute
Fcrreira Filho a 20 do corrente.
EXPEDIENTS DO SECRETABIO
Officios :
Ao commandante das armas.Dj ordem do
Exm Sr. vice-presideute da provincia remetto a
V. Exc. oa inclusos pasaes destinados s pracas
de que tratam os officios de V. Exe. de boje data-
dos, sob ns. 460 e 461.
Ao inspector interino da saude do porto.
De ordem do Exm. Sr. vice-preeidente da provin
cia transmuto a V. S. oa telegrainmas, juntos por
copia, de hont m datados d Ministerio do Impe-
rio, relativos a portos livres e suspeitos de cholcra-
morbus.
A' j inta classificadora de eacravoa do muni-
cipio de Gamelleira.S. Exc. o Sr. vice-presiden
te da proviocia, inteirado do qu3 V-. Ss. expem
no officio de 13 do corrente, mtnda declarar que
aguarda a nova dassifi j-ic t >
Ao jmz municipal e de orphoa do terorn de
TacaratuS. Exc. o Sr. vice -presidente da pro-
vincia manda aecusar o recebiinento do officio de
V. S. de 2 do corrente, acouipanhado de urna re -
lacAo dos escravos declarados libertoe neste termo,
em virtud da lei n. 3,270, de 28 de Setembro do
anno p.ssado, po. terem attingido idade de 60
annos.
I.overii* da Proviucia
DESPACHOS DA PBESIDUKCIA DO DIA 27 DE
SETEMBBO DE 1886
Antonio de Sousa Piuto.-Sim, pagando o porte
na Reparticao dos Correios.
Auna Roaa da Silva, Jas Mauricio Alves de
Araujo e bachasel Manoel Gomea Viegas.lufor-
me o Sr. inspector interiuo da Th -sour ,ria de Fa-
enda.
Bellarraina Francisca Lobo Barros e Antonio
Candido Perreira.Sim.
Major E-nygdio Francisco de Souza Magalhes.
R-quira a Thesouraria de .Faaenda para rea
cionar a dividai" no termoa da eircular do Minis-
terio da Fazenda, da 30 le Janeiro de 1871
Fieldeu Brothers.Remettido ao Sr. inspector
do Thesouro Provincial, para mandar effectuar o
pagamento pedido noa termos da sua informaco
de 22 d'este mez, n. 160.
Felippe Manso de Santiago e Leandro Goncal
ves de Souza.Informe c m urgencia a Cmara
Municipal de S. Bento.
Joao Coibo de Bulboes, Joo Fructuoso da Ro
cha, Laurentiuo Alves de Souza, Tbeaiotheo J .a
de Santa Anna e Virginio Paea Bjz- rr t> ^-afor,
me o Sr. Dr. juiz de direito das exocucoYs crimi-
naes da comarca do Recife.
Joaqaim Manoel de Oliveira e Silva.IuJeferi-
do, visto nao ter si o sanecioaada a resoluco da
Assembla Legislativa Provincial, que se acba
annexo o quadr da divida passiva que compre-
hende a importancia reclamada.
Manoel Marques da Silva.N'esta data decla-
ro ao Thesouro Provincial ficar elevado a 40 ris
o prr-co da lavagem de roupa a que se refere o
suplicante. .
Maria Magdalena da Soledade. Encamiohe-
ae, deveudo ser pago o porte na Kepartico dos
Correios. .
Manoel Francisco de PaulaSim, saf.isfeitos os
direitos ficaes e foros em divida.
M nervina Francisca Cardoso. Iufjrnie o Sr.
inspector do Thsouro Provincial.
Manoel Juventino de Saata Rosa. Eneami-
nhese, devendo ser pago o porte na Reparticao
dos Correios. .
Pedro Goms dos Santos. Nao ha que deferir,
vista da informaco do jniz de direito da comar-
ca de Bezerros.
Raymundo fe Almeida Sampaio. Na> tem
lugar, em vista do dispost) no aiiso do Miuisteno
da Guerra do 1. de Marc de 1883
Sorviliano C irreia Maia.Sim, com ordenado,
a contai de 9 do corrente, dat em que o suppli-
cante deixouoexerei.io lacadeira.
Ten-cte Ursiuo Teixeira de Barros.Informe o
Sr. Dr. juiz Municipal do termo de Palmares.
Valerio Franciso Regs. Iuform; o Sr. inspe-
ctor da Thesouraria de Fazenda.
Secretaria da Presidencia de Pern mbuco, em
28 de .-etembro de 1886.
O ajudante do porteiro,
entonto F. Silveira Carvalho.
Reparticao da Policia
Seceso 2.' N 941. S-cretaria da Poli-
cia de Pernambm;.., 8 le Setembro de 1886.
Illm. e Exm. Sr.Participo a V Ex .
que fotam honteiu rei-olhidos na C isa de
etenyio oa seguintea indi vi luos:
A' mioha or ie.i), Atilia Maria, ali nada,
afim de ter destio para o asylo da Tama-,
rineirs.
A' ordrn do subielegado do Rf-if\
Jorge Bstsfauio, pir off ns.s a moral pu
biiea ; Fr derico (Ls Almei la M rqu-s,
como vagabunHo, e 'Al xaadn Francisco
de Oliveira, por listuibios.
A' ordem do d Sante Antonio, ucas
Paz da Silva, Cypriano Fr.n isco il->rtini
dos Santos, Ores --.unci Conrado Brandan,
Bernarditio Alves 4fl Miran 1, ^Finnino de
Jess e Sousa, B rn.r ino Tavares da
Silva e Kstevao Bruno, per e ..briagu z e
disturbios.
4A' oniom do do Io districto da Boa
Viata, Jos M rir. Fontos e Rodolpho Au-
reliano da C. uz O uveia, p>r disturbios ;
B-roariioa M ri. da C"OC i^a., B ll.nui-
na M.ria Fran IsoS do Am ral, Joanna
Mana d CoU'..iVo, Ii,"" z M-ina da Con-
csioso, Cjsme Dau-io L-til do Btrcellos
e Luis J- de Sousa Li na, por embria-
guez e distnrbios.
A' ordem <"o do 2 districto da Crrtos,
Vctor Manoel da Rob.a e Minoel JLsb
dos Anjos, por disturbios.
Deus guarde a V. Exc. Illm. e Sxn
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Soasa LU
muito digno vice-presidente da provison
O chefe de poli :ia, .Intento D>aisotv
PtVto.
Thesouro Prof/inelal
DESPACHOS DO DlA 28 DE SETEMBBO DI
1886
Pret do Corpo de Policia. Examine s*.
Eduardo di Silva Pereira, H.-arique B-rnard*
de Oliveira, M-.m-l da Silva Lipes, Mi-mmI F-jr-
nandes Vellos >, Man .el Antonio dos Santas fj
tes, M noel r ernaades da C >sta a A it mi M tria
da Silva e outros.Voite a Cimnissio L:iiid
dora para de accordo c >m aa informacde* eaaiaar
os aupplieantes ia liquiJ.co, senlo deferidos si
mesmos.
Dr. Jos Hjnorio Bezerra de Menezes. Intxa
o cont.-nci so.
Joo da Silva Villa-Niva, contas do Taetaa
reiro das Obras Publicas e Agostinho Bezerra dk
Silva Cavalcanti.Hija visto o-Sr. Dr Press
rador Fiscal.
Francisco Antonio da Natividade Saldanha
D.'clare o contencioso si foi prestada a fiaoci.
Antonio L-pea R drifraes de Amorim, Doosia
gos Jos Ferr ir & 0. Franciso Angust Perssat
da Costa, Dr. Chefe de Policia, Manoel Gao
(alves Pereira L:ma, Isidoro Bastos de O veira
Alfredo Baptista de S, Dr. Procurador dos Festas
Estrada de ferro do Lira *iro, Francisco S tbsac
do Monte, Aurelio dos Santos Coimbra e Joa sa
Silva Reis.Informe o Sr. contador.
Consulado provincial
DESPACHOS DO DIA 27 DE SETEMBBO t
1886
11 ptico .-s de B nedito de Caldas Bese
do, L'b-'rio Anisio Pinto, Joi Rib-rs ds
Silva Cavalcanti Manoel B.-uto da C -U
Jos Germano B-zerra Juni->r, Ala !im Fsas-
tino Monteiro, Antonio Marnho Falcas
Antonio Lipes de Carvalbo,Abdiaa B -
mino dos Pr^z res, Jos Jaciotho da Silva
Jos Risas dos Stntos, Aguiano Erneck
Baibosa de Oliveira. Ccriique-ae-4 pe
tit;3:B de Frederico Tavora, Mido-1 Ym
reir de Mello 6 petie?! -s de Manael Jjsr
de Magalhes Soares. C r'.ifiqae-se.
Cosme de ouzi Baniein e Joo das
berto Padrinos. Certifique se.
Antonio Be nardo Quinteiro, Moraes
Pinbeiro, B.'llannino Nunes de Andra
Joao Joaquim da Costa L -it -, Br >z Jaooa
rio Fernandes, Azevedo Liges A C, Da
miao Lima Jos Anto'.io Pinto, Viuva GonfalresS
Lirega, L-ip-s & IrmSo Joaquim Jos Be
driguea da Costa Moreira & C, e Piassbe
Silva $ C. Informe al.* secciio.
Jou Rodrigues Pinto, Z icarias Niuso
Coelbo Rodrigues, 3 petico-is de Joio 8s-
raiva e Francisco Antonio Lopes. Cor
tifique-se.
Amorim & Cardoso, Arantes d C, st*
tonio Jos Moreira, Luiz Neuli .res, Daasa
Francisco Pinbeiro, G imes A C, Mase*
Alves da Silva M ia, Eustorgio MsiiSak
& C. e Ignacio B .ptists Fundador. ds
forme a 1.a sercXo.
B rnar.lino Guedes de Aodrade Lo*
Joo N-pomuceno da Costa Canteiro 3 os
tigSes de Sebastiao Pereira Pinto. Co*
fique-se.
-28 -
J-iSo Floriano Coelbo da Silva, Flix e
Arud- Lima, Izidoro TristSo de Cambcis.
Herculano Alves Carvalho, Jos PadrjWi-
zerra de Menezes, Manoel Joquits O
valcanti, Antmio Francisco Brg., Aok
nio Marinho Falca 2 p^ticSes, Joio Jfls
riano dos Santos, Antonio Hsnriqoe Ljj
A. Pinto M g.llies, Jos. Antonio Gs
;h1vcs Pires, Antoni) R.drigues de Ol ra-
ra Egidio de Abren e Lina, o mes-no, 9e
vano Marcelino da Silva, Manoel Frase
co Goncd/es Pire-s, Fram-isco Fer
Lima, G^r Ido dos Mer>s Ferreira
dim, Ernesto de Albuqu-rque Nascii
Jos Pompeo Esequiel, Martins Elires Pao
Barreto, AfFons) F rreira da R ha IxA
e Joao Manoel Rodrigues. Ortifiqosss
Antoni Ju venci & Siqueira, A agu*
do i gusto O taviano de Souza. Aa-edo A'f.
Antonio Lucio Baptista, Antonio Jos S
Abroa Ribeiro, A M. Rocha A '.. Bo
tliolomeu & < i- Succ-ssores, Browns A'C
Bernardino Ferreira Praja, Bario de Ra
zareth e BeltrAo Ir mi A C. Ioforsse
1.a isoglo.
Carvalho Caoba A C. Cont A C., Co
tinho A S uaa, elmiro Gouveia, Doo
gos Jos F rreira A C. Doming s Aro
M .th-os, Francisco Barbuza A C Fraotst-
.0 Cypriano da Silva S>nt"S, F-rreiraSf
maos A C Figueredo fc AUes, Foiu
Inuaiis A C- Fon^eca A C. Ferrar Mss
teiro A C. Ferreira A C. Sucj^essoTes.-
Informe a 1.' Sscols.
.trnecao Publica de Penmas
buco
DBSPACHOS DO DU 27 DE SETEMBBO
1S6
Tito Ta iano M.riz. Simr ssediassi
rsoibi. .
G.apr de Nsei oento Regueira Cocs*
- Si 28
Tneophilo X vi^r Cavalanti de Ajk
querque. D <-'> ido por otB io desta dtst
au reg dir l.i Gynnaaio.
Ag^ Osar "le As r-ie. Defetist
Se- retara da instruoyA" publi de Po>
nambu-o, de S-tembro d- 1886.
O porteiro,
J. Augusto de Metk

?

. '
itHr


mhucoQuarta-feira 29 de Sctera
HtvSTA DIARIA
Aneatl* provincial -H je i 10 ho-
ras da maohi realiseree ha a 1. sesso prepara-
toria da Assembla L-gislativa Provincial, de con
formidade com o ait. 19 do Regiment Interno.
Se houver ou nio numero de depaUdua piecisos
Sara se abrir a sessao, que foi convocada para o
ia 1. de Outubro, far-ae-ha a devida commuoiea-
cio ao Exm. Sr. Di. vice presidente da provin-
cia.
A estas sess5js n-epasatonan de- sa^oonjao
extraordinaria, sajando o dkpona da as* 1 do
mpracitado RagiannVo isas-uo,. servis o pssn-
dente, os viee-preanns'..'SSS3 secretaran da na-
sao antecedente; afir* amistar Sploans,
aue de novo appasios-ieas, snvic* intrtameaa
commissio de poJetas d aseara* sessiav at ese
se nomeie a nova. _
Fechameat ata portMs sfaa **
aeleel asento nsosrsnoils Aseante dla-
posici da lei proviucial n. 1,882 deste auno (or-
c amento municipal) coraecar a ter exeeucio por um
ann >, a cootar da l de Outubro prximo at 30
de Setembro do 1887 : .
> Art. 83Pica prohibido abrir os csUbeleci-
meotoa rnai-eaaa ou casas de negocio nos daimn
gos e das santificados.
11 Neo se compreheude nesta prohibilo :
Ah ca* do mercados, de barbeiros, ca-
bolleireiroa, acougues, hospedaras, cafs, tabaca-
rins, buhares, pharmacias a padarias.
As tavornas, que s podero estar ab-rt oa
ata ao m^io dia. .
8. 2. Oj contraventores presente le ucam
.icos multa de 30 e o dobro na reinciden-
, WnB* T, fot festejad, a radepeud^nrcia do
imperio, toeaudo as duas msicas desta cidade.
So dia 8 ia 11 hora, da noele fallecen nesta ei
dade, o tenenta Jucnndino Barb-.sa da Silva Cu -
lioho, que, ie 3 horas da tarde do mesmo da, bavia
tomado grande porcio de verde francs para ter-
minar a existencia. ,
O finado contava apenas 22 annos de idade,
era um moco distincto, digno por certo de m lhor
sorte.
Sao sabanea o antis* que o tosen a aaasaa
. aar aclarada nio obsana
dos ffaajou asea mortasjp-
balHsaan daste cidade aja*

4
SUJ
ci. -i
Esta disposicao, tao agradavel classe caixeiral,
a d> projeeto n. 4 do 1885, apresetido em 7 do
Mareo pelu ex deputado pelo 6. districto Dr. Joo
Bap uta do Amarle Mello, projeeto que, teudo
sido ipprovado no corrente anos, foi coujuucta
mente redsgidn com a le do orcamento munrei-
pal. ,
tKrnie* no crrelePor portara da pre-
sidencia da pruvincj de 23 deate mea foram Ho-
rneados :
Ag-nte do correi o da cidade de Olinda, Apolo-
nio Atehanjo da Silva Farias.
Ajuuante do correio da villa da Ba-Visia, Je-
remas Jacome de Carvalho.
Enknrqoe-A' bordo do vapar nacional
Pun que hontem seguio para o norte, embarcaram
em eo-emissao do governo, os Srs. Majjr do 2 ba-
talh't>, Luir A-itonio Ferraz, capillo Antonio Ig-
nacio de Albuquerqus Xavier e capitio do 14.
bawlbio Fredenco Augusto Pereira de Carvalho,
que vio cosa destino 4 provincia do Piauhy.
Des-jamos Ihes prospera viageo.
Ao embarque compareceram o Sr. tenente-coro-
ne couimandante do 2 bataibio, diversos officiaes
e CAiitna.
FsnavoH Antonio o BenedictoO Ssr.
Dr. delgalo do 1." districto da capital marcou
hentem ao Sr. Nicanor Bandeira de Mello o praao
de tres diaa para elle apresenur a matricula dvs
escravos Antonio e Benedicto, e nao o fazeudo se-
ria os referidos escravos considralos livres pela
aut oridade competente.
FalleclmenloVictima de antigos pade-
cimeutos, falleceu hontem, pelas 7 \ horasida
manh, o tenente de antigs milicias, Miguel Fe-
reir GeraLies, natural d'esta provincia e que con-
tava 74 aunas de idade.
H i 37 nnuos que era o fin%do empregado na Al-
an-leg-i desta provincia, onde deixou uuna repu-
tadlo il libad a.
A'sua familia apresentattos nossoa sinceros pe-
znntes.
Belalorlo Fomea obsequiados com um
exempiar do relatorio apreaentado, em 30 de Ja
neiro do corrente anuo, ao presiJente da provincia,
eouselheiro Jos Fernandos da Costa Pereira J-
nior, peto Dn Joo Barb^lho Ueha. Cavalcante,
m l*apeotor geral da Inetruccao Publico d'eata
provincia.
E' um trabalho bem elaborado, eacnpto em es
tylo elegante e correcto, rico de udieacoes uteis,
que-pS.MD, anda urna vea, em alto relVo o talento
eapt'iao do seu illustrado autor para o deseaa-
penho do lugar, que dignamente occipa com in-
conteativel proveito para a instruccao publica.
Agradecenro lhe o mimo da offerta.
Esmolas-0 Sr. Ferreira remetteu-nos as
seguinUs para entregarmos:
Ao Iruio Ignacio I#UUU
A Francisca Mara da Asaumpcio, de Cam-
pia Orande 1*
irntUlata Arcnlologlcae 5f ojrrapai
ro PemaathitcaaoPara amanha & hora do
c&atume e ua sua respectiva sede bavera seasao
ordinaria do Instituto Aracheologico e Geogra-
phiciPeTnambucano.
Smry da Victoria -O Lidiador de 2o deste
mead A esta noticia.
. Dwiiio a sessao que teve comeco no da 15 e
foi ncerrada -o dia 23 do corrente, forare julga-
dos os sr-guintes aecusados :
Dia 15. -Floriano Joa da Lu, art. 193.
Advogado Manoel Lydio Alves dos Prazeres. Foi
condemnado a 7 annos.
Dia 16.Jos Laiz de Franca, art. 193. Ad-
vogado, .Severino Arexandre Villarim. Foi absol-
. Dia 17.-Antonio Carntiro, art. 192. Advo-
gado, Maniel Lydio. Sendo absolvido toi appel-
Jos Thomaz de Oliveira, art. 222 Defensor,
Severino Villarim. Foi cond'-mnado a 3 annos.
Da 20.Francisco Valentim Barbusa, art.
193. Teve por defensor Sevariao Villarim e foi
condemnado a 6 mezes e 15 dias.
. Josu Jos de Sant'Anna art. 257. Defensor
S vi i-i i Villarim. Coirfeinnado a 2 annos, 5 me-
zes e 5 dias. _
Dia, 21.Francisco Antooi de Monra, art.
26L Defendido por Severino Villarim fji condem
nido a 3 annos, 9 mezes e 15 dias.
.. Dia 22 Jos Manoel da Paixao art. 193.
Advogado Dr. Alfredo Odilon Silverio. Foi con-
demnado a 4 annos e 8 mezes.
. Manoel Sevirino de Mello, art. 201. Ad\gado
Dr. AI tredo Silverio. Foi absolvido.
. Da 23.AntiaIgnaen do Nascimento, art.
i O. Advogado, Jos de Oliveira Maciel Reg Bar-
ros, foi absolvido.
Bernardo Rodrieuea de Souza e Jos Anto-
nio oe Oliveira, rt. 193 combinando com u art
34 do Cod Crim. Advocado Dr. Elyaiario Augusto
de Maraes. Foram. absolvidos.
Elncerrou se a sessao.
BnvenenamentoAnte-hontem pela ma-
nila rec.beu o acadmico Franklin Ferreira Sam-
paio, ha poucos dias chegado do sol, e no hotel do
Caxsnga, onde? reside, ura presente, constando de
4 macan, 4 laranjas e urna Uta com gela, dizen
do lhe o p>rt.ador do ra smo que mais iogo elle sa-
ber a quimerea pesea que lhe mandava aquella
lembrancft.
Se i-vio-ae o moco apenas de urna das macas e de
um pouco de gela, porm poucos minutos depois
toi acoomm-tiido de vmitos e cabio sem senti-
dos.
Verificon depois o Sr. Dr. delegado do 2.' dis-
tricto que as fructas continhara massa phospho-
riea e sulphato de cobre, e trata de descubrir os
criminosos.
O atado do acadmico grave.
Club Acadmico Silvio Homero
N'eate Club, amanh. s 4 horas da tarde, hav. r
sessi) extraordinaria para encerramento dos tra
b ilhos d'este anuo e eleico da directora que tem
de o dirigir desde o mez de Abril at Maio do
anno de lb87.
Paejaete Ingles Tamar Esta paquete
inglea Ja Real Mala, segundo um telegramma, que
receberam os seus agentes uesta praca, eahio hon-
tem da Baha para a Europa e escalas, as 4 horas
da tarde.
Deve aqu chegar amanha pela manila.
Em transitoO paquete norte-americano
Advanee levou para os Estados-Unidos e portos do
norte 43 passageiros, inclusive um embarcado nes-
te porto.
O PataocoDistribuio-ae hentem o n. 4 deste
peridico Ilustrado e humoriatico.
Puo tranaDeata cidade em 25 do corren-
te acreveram noa o aeguinte :
No da 23 de Agosto, prximo findo abri o
Sr. Vicente Fereira Pessoa Villa Nova urna esco
la particular de instrueco primaria para o sexo
masculino, nesta cidade, i ra Nova, tendo ja bas-
tante frequencia,
No dia 81, na igreja matriz do Divino espiri
to d"ste cidade, as 6 e meia horas da tarde teve
lugar a abertura da devoco do piedoso Mea Do-
loroaj, cojos exercicios teem sido celebrados s
meama horas, em todoa os diaa pelo Rvdm. pro-
Miocho, conego Augusto A- S. de Kuservetter.
No dic 1 Jo corrente, pelo respectivo delegado
litterario, toi nomeada D. Anna ly a Paes Bar-
retto profeasora publica interina desta cidade, du
rante o impedimento da eflectita, que est licen-
ciada.
are lagar n da % a 4 h
ta cosnorriJa* toosndo > taaerat
Phariuunirn f dAlheaac. <>
Eaeaticanqaafermei'i o.dna*ni
porana aanuamo, ossaposta
Hlaadsv a asna s9>tumataaSr-
Brazileiro, que faza parte da mesma
commisso, e com soas palavra^ t -cantea arraocou
muifas lagrimas. VT _
. No dia 12, (domingo) na igreja de Nosaa Se
nhora do Livramento deata cidade, t.-ve lugar a
feala da padroeira, havendomuita coueurreucia de
ada
. No di* 23 efaegou a esta cidade o individuo
Jola Pedro, eooheedo por Pedro CabocU q* ha-
via,siio preso no termo do B-nit, quando condu-
aia> oe cavalloa, roubados do eagenh > .Maeaeas,
deate termo, o qual sendo interrogado pelo delega-
do de polica, fez importantes revetacoea.
A ordem publica contina ioalteraveL
Au revoir.
Besada coral' do Brasil Do discurso
que, em aeaso de 31 de Agosto proxiaio paseado,
pronunciou na Cmara dua Srs. Deputado o Sr.
Almeida N'gueira, colhemoa os seguinles dalos
acerca da re .da geral do E*tado, arrecida i naa
diversas provincias d Imperio, doa quaes se .vi-
dencia qu* Pernambuco (exclusive o muuieipio
neutro) a provincia que rnaa eoncorre pra as
desp zas geraes.
Eil-aa
Muuivipi) neutro
Pe.nambaco .
Baha .
Para .
S. Paulo.
Maranho
Ceara .
Mmas Oeraes.
Kio de Janeiro
Alag. 3
Amazonas
sao La Catbarina
Parafayba,
Paran .
Matto Grrosso.
Rio Grande do Sul.
Sergipe .
Piauhy .
Rio Grande da Norte
Espirito Santo
Goyaz .
tcrtinilara aaclonalDo Sr. Dr.
66.954:110* 00
13.:'72:32y00U
ll.o48:6'#000
10.011:510*000
9.ai:460i00)
2.20U:7O*OO.I
2.IQ:>470*i)U0
1.426:940*01)0
1.231:06 'UM)
1.276:770*000
948:55 '*00
649:560 KW
534:700*000
502:330*000
436:7400.)J
*
422:590*000
280:560*000
205.180*000
181:090*0 I
52:990* M>0
Col
do te ertenaivo a todos oa liberto* inscriptos a
dispnsicao regalamentar a que alludimoa.
Nem no regulamento, entretanto, neis por
outro acto foi autoriaada, como tanto convtn, a
entrega de qualquer titulo declaratorio do esta
do de liberdade. Nada se oppSe a que oa jmaes
de orpbaos expeoan ex-oficio taes ttulos, e en-
tendemos m -amo que semelhante pratica seria
salutar, podendo produzir o bom resultado de evi-
tar constrangimnntos da liberdade. Em parte
nenhana, porra, teem oa juizes procedido por tal
mjdoye, nesasaeireuTnSaociaa, parece noaqne o
g'iversaya asa da gaeantia da liberdade, deve-
rj tiassr asrretoriaa entrega de taee ttulos,
kdandokflbrapalsii* ou aadeia impresso, conforme
da. iii''mBBrar.frito doa eaeravos manumittidos
Wor coatadVfi'ids de atanicipico
Nio asno.* raza que possa ar ipposta
nvesaaaam da. pratisaque asaim anggeriaaa
OnaaV r-ares aa o ssna, sy ansa ate
___asVarn niaala anadsnasja danasna jan
dTcaqiieo deva fazer oecultar. Quando o regu-
lament) de 14 de Novembro exige a apresenU-
cio doa libertos, para que estes fiquem inteir idos
da sua nova condicfo, do seu novo estado, do
n,vo direito que a seu favor foi estatuido. Ora,
o titulo declaratorio da alforria conforma-se a esto
trrtrJf. eonatituimto doeamcito probaron; daqaefe
estado.
A diff'rmca do eaeravo par liberto tio-
profunda pira tolas as relacSes sociaes, que de
toda a conveniencia impedir aquivocoa ua artifi
eios que tendam a confundir squelles dous esta-
dos. O antigo escravo ter muitaa veaas necesai-
dado de invocar a sua categora de liberto e para
oto carece de documento que lbe declare a coodi
cao a que lhe deu direito a idade.
Estamos certas das rectas intenco '8 do go-
verno com relaca) aos direitos outorgadoa lib.r
dade. Elle ter talvez desaoastado algaioas ve-
zes na execucao da recente le d 2s> de S- te.nbro
e aqni mesmo temos feito sentir a hu divergen-
cia em alguna p utos. Reeonheceaaos, eatretaiito,
que varias providencias teem revelado da pnrte
de governo o desojo de assegurar o ifozo daquel-
le creitoa, e contamos que entre ellas poderenma
indicar a que ora sujeitamoa ao seu esclarecido
criterio.
Les], 24 de No
Brrelo Pedano, 9 de
ara a gilva, 1 da Ja-
Mam-e Matan, 2S*
ismii da Oumaa
WdB N'orea*ade
2 de Maio
latino Marques de S mza Flho receb.-u a segu n:.>
comitunicaco o Jornal do Commtrcio da lrto :
Apezar de reeoohecermos a opulencia e vare
dade da nossa flora, devemos sempre augmeat sua importancia, procurau-io aeclimar no nosso
solo p antas de ou'raa regio s, quo t.n attrahido
a attencSo dos induatriaes.
Entre estas cabe nos mencionar agura a alfa
dos Arabos. Spartero da Heapanhia, que vegeta
espontneamente na Argelia, na Tuuisia e na H-'a-
panha, e que eff-rece industria da tabricajao de
papel valiosa mat-ria prima.
Na denominaclo geral de alfa esto comor -
hendidas duas crammineas : o Ligeum tpartum e
a Stipa lenacitgima. Drstas duas a mais impor-
tante a Stipa tenacinima, que vegeta nos sol.e
os mais seceos e ridos, como as areias d > Sal ira
e a grande planicie de Oan na Argelia, collocada
em urna attitude media de 900 metros onde esta
planta oceupa urna superficie to vasta, que g.>-
ralmente se denomina o mar de alfa.
A sua cultura nao ex.g^ cuidados, bistando
semear para mais tarde colber, e a aua vida pro-
longa-se at ees 60 annos. Em eonsequencia da
faetlidade desua. cultura, mesato uos t.-n-joos os
mais ingr.it.s, pedimos a attaoci) dos nossoa agri-
cultoies, quo podero tirar desses terrenos, hoje
deeaproveitados, um resultado retaunerador, gra-
tas importancia industrial de que goza a alfa.
< Alm de for.iecer industria de fabncacio
do papel, importante- materia prima, esta p anta,
desde o tempo de Plinio e Strabfto, empregada
na conteccao de outros objectos.
A' iadustria pastoril ella fornecc taiabem urna
excelleote forragem, que poder substituir a alta-
ra ou luaerna, cuja eultuia os hespanhoes desen-
volvern] prodigiosamente em suas antigs oj!o-
nias americanas, d'onde a importamos ein quanti -
dade conaideravel.
< Em 1856 fizeram-se os primero* eneaks para
utiliSHcao da alfa na fabricaoao do papel, e tendo
as experiencias corre pondido s esperancas do
induatriaes, principiaram estas a importar a alfa
da Argelia em 1862 e tal doeenvolvmento teve
esta exportaoao, que sendo em 1862 de 448. 0) k'-
logrammas, em 1861 f de 3,155,000 kilogram-
mas. em 1870 de 42.218,000 kilogrammas, e em
187i attingio a 60,000,000 de kilogrammas. A'm
da Inglaterra, a Blgica, a Hespanha e a Franca,
vao tamb m buscar actaalmente na Argelia esa
materia prima para satisfazer as neoessidades
sempre cieacentes de sua iadustria fabril.
O consumo da alfa augmenta, como v-M de
anno para anno a brevemente a Argelia ndo p > *er
mais satisfazer a industria, fornecendo a couside-
ravel quantidade de alfa que ella reclam i. Ne-
vos centros de produccao, portanto, devem -se abrir
4 essa exporlacao e no Brazil encontraremos nui-
tas regio e, onde esta planta poder se desenvol-
ver perfectamente, como em sua patria.
A industria da papelaria consom actualmen-
te perto de 2,000,000,000 de kilos de materias pri-
ma por auno, calculados no valor d-i 100,000:000*
e produzindo 1,500.000,000 kilos de papel, carto,
|,ap' l", etc Para oble- esta colossal quantidade
de materias primas reclamadas, os induatriaes, ein
falta de alfa, vo so aproveitar dos trapos, da pa-
lha, da madeira, do pap-l inutilisad. etc.
O papel nao smente destinado para livr >a
e j'.ruaes; a tua utiliaacao industrial tem augmen-
tado consideravelmente e a industria p-nnitte fa-
zer hije inultas objectos com a maasa do papel,
faes cem", quadr.a, placas, gravuras, boto ja de
portas, raspea, rodas para locomotivas, sapatos,
pipas, cobertores, etc. as grandes vas-frreas
dos Eatadoa-Unidos existem mais de 60.000 rodas
de papel comprimido, cuja vantagem tem sido re
e nhecida sobre a madeira.
As tentativaa de acclimacao devem ter por
fim a utilidade aercola, e a alfa parece ser urna
planta de vantagem ecinomica. a dintribuico
dos homens pela superficie da trra em busca de
melhires oudices de existencia as plantas agr-
colas e os animacs domsticos os tem acompanba-
do, acclimando-se perfeitamente nessas novas re-
gioes.
O caf, a can na de assucar, a viuha e o algo-
doeiro, que conatituem actualmente a nossa rique-
za agrcola, sao productos de aeclimacao e repre
sentam grandes dadivas que o antigo continente
tem feito ao Brazil.
- A' vista, portanto, dos maravlhosos resulta-
dos que temos tirado da acclimacao, nao devemos
parar: procuremos adaptar u nosso clima outraa
plantas de valor industrial, enriqueceudo deste
modo, successivamente, a nossa patria pelo aug-
mento de sua produeco agrcola.
Titulo* de alforria.Lf-se na meema
folha :
Eatatuio o regulamento de 14 de Novembro
que, no fim de cada trimestre, a contar do eocer-
rumento da matricula, serao eliminados della e
transferidos para o livro do arrolamento oa numes
dos escravos antigos que, oaquelle periodo, hou-
verem attingdo a idade de 60 annos, adquirindo
por este facte o estado de liberdade. Taes liber-
tos devero ser apreseutadoe aosjuia-'s deorphos
para ouvirem a declaraco de que sao livres, me
diante obrigacaode servidos, lavrando se auto es-
pecial desta apresentaco
Deve esta disposicao comecar a vigorar api
o encerramento da matricula, naturalmente por-
que so entao ser dado conhecer quaes os libertos
sujeitos prestaco de servicos, viste aeren li-
vres sem aquella obrigaco, os escravos sexage-
narios que nio forem dados ao arrolamento.
Quanto aos escravos que ja tiverem completado
aquella idade ou vierem a completal-a at o en-
cerramento du matricula, provideaciau o governo
pelo modo que os nossos leitores conhecem, man-
dando publicar os nomes dos libertos com todas
as indiviJoacdes e intimar oe ex-senhores acerca
da condico dos sena antigos eseravos. Encerra-
do que seja o arrolamento dos libertos, ser pro-
vavelmente ordenado que todoa os arroladog se-
jam apresentados sea juizes de orphioa, tornan-
Iilbertos sexagenariosLooros na mes-
ma to ha :
m Est na mprensa un edital doj'*'so comm.'r-
cial do termo d.i Vassouras, da proviciado Rj
de Janeiro, para veada e ari euala.;ao de varios
escravos, entre na quaes se contara arrulados os
aeguiotes individujs: Braz, 60 anu>>. por 50*;
Ignacio, 61 annos, por 50*; Luiaa, 61 anaos, por
50* ; e Doinngoa, 61 annos, por 50*.
Presumimos andar nis; > qu .Iquer equivoco.;
nem pode ar da outro modo, porque oa qunttu
individuis, assim ofFerec la :i venda, sao tiwea
ipsofacto, nos termos du ultima lei de 28 da Se-
teuioro, por terein attingdo a idada de 60 auno*,
indepeudeado esta sus c .ndicjiu da qualquar non -
ficaca iuumaco, acto ou torina lade juri lu-;i.
A lei .xplicita, nao o mema o regulamento de
14 de Novembre, e o Minist-rio da Agricultu i,
cora grande zelo que muito fulgamos de reconhe-
cer uesta pirte, toin procurado tornar ti carta.a
nova c rios, que a aiuguem 1 : 1). d acjnhicer qua-a os
conseccirios jundicis onu.ide d iquella disposi-
c4j legal. Pela noas i pir'.-. p ir se tratar do di
reito novo, e direito favoravel liberdade, teuus
posto todo o nosso einpenho em esclarecer os ai-
tigos senhores a upeito das tuaa obriffacea para
com os libertos aexagen irios, confian lo que, bem
mteirado J-atas obrigtcees, ai> earecorio elles
de uouhuma coactfio pira, reapeitar, quanio de-
vem, o direito constituido
.. 'Petante doutrina to clnra e t> difundida,
impossivel que nao baja, equivocaetto no editad a
que nos referimos, e que, estamos certos, nao tar
dar a aer corngido pelo competente juiz, mesmo
antes qu" o governo imperial fac sentir a su
intorvenct neate melindroso objecto. Ni) ha
aq u materia para controveisia. Pesaoas livres
nao po lem sor expostas 4 venda, e livrea de pleno
direito sao os antigos escravoi desda a dia em
que attiugem a idad da 60 anuos. L'vre* do
pien-j direito, dizemia, pirque obrigaoao de ser-
vicia nao coostitue condioao de liberdado ou
ulausnla a que esta fique subordinada.
Acreditamos quj a menclo de taes libertos no
referido edital nao ter sido determinada pela cir-
curastancia de erem p jetos ein arrematarjao oa
aeus servicos. Se tal foi o pena .manto d> edital,
0 erro patente, porque a lei d ciaron terminan-
temeut'i que os servicos sao devidoa ao ex-aeehor,
a, pala sua parte, o goveruo imperial j explieou
que os meamos servicos nio poden ser objecto de
tranatereacia, a qualquer titulo que sej i, salvo o
caso de sueceas) uecessaria
Esta m 'sma rxcepcio temol a combatido por
vezes, parque, devendo a hermenutica ser favo-
ravel liberdade nos caso duvid .sb.,ou omissus,
na i seria consentaneo com este priucipio adoptar
a trausiD-aaibilidade dos servicos por auccesaa
neceeeuria, quando a lei nio autorisou este ou ou-
tro modo de trauafereucia. Pan que os servicoa
d>s ing-nuos se considerassem transmisaiveis poi-
stirniinaii necessara, foi miater qua a lei Rio-
Braec i aasim decretasse : O direite conferido
aos a nhores tranafere-se jo caso de succcsso ne-
ceasa.-ia E' claro quj, nio havendo a recenta
lei estatuido outro tanto com relacio aos servicos
doa lib-rtos-sexagensriog, nio pode a obrigacio
ser transferida por aquello titulo nem p>r neuhum
outro.
E' provavel que se tente justificar a transfe-
reacia dos servicoa no cso de successio necessa-
ra pela circumatancia de sorein exigiveis os mes-
moa servicoa como indemnisacao da altorria. A
justifieaco nao seria procedente : 1* porqus
tambem os servicos dos ingenuos constituemin-
demuisacao, e, entretanto, foi preciso que a le os
declarasae tranaferveis por sucoesso necessara;
<>,oporque, se bastease aquella razio para deter-
minar a transferencia por successio necesaaria,
ella deveria prevalecei tambem para a transmia-
sibilid-ide dos servicos por qualquer outro titulo
Nao se trata d-> indagar se a lei foi lgica ou
ni), coherente on incoherente com o seu systema,
branda ou severa no modo polo qual etabeleceu
a expropriacio do escravo. Como quer que me-
raos ser j'ilgada, cumpre acatal-a, e guardal-a e
fazel-a guardar, to inteiramante como nella se
contm. E o que reclamamos, o que devem
Jeaejar e de certo o desejam todos os bous cida-
dos, emfim o que nos tem promettdo o governo
e o que nio poda deiiar de prouaetter.
Supremo Tribunal de Justiea O
Sr. Joo Joaquim da Silva, amanuense deste Tri-
bunal, organisou a seguate relacio dos miniaros
do mesmo Tribunal, que teem fallecido desde 1829,
anno em que toi batallado o mesmo Tribunal, com
i ii di cacao dos dias em que tomaram toase :
1." Jos Albano Fragoso, tomou posse em 9 de
Janeiro de 18^9.
2. Visconde de Congonhas do Campo, dem
3." Pedro Machado de Miranda Malheiro, dem.
4. Antonio Jote de Miranda, dem.
5." Lu Joaquim Duque-Estrada Furtado de
Mendonca, dem.
6 Frascisco Alberto Teixeira Arago, dem.
7. Jos Ricardo da Costa Aguiar de Andrade,
idem.
8. Agostinho Petra de Bettencourt, dem.
9. Joo Jos da Veiga, idem.
10. Joao de Medeiros Gomes, idem.
11. Jos Bernardo de Figueiredo, idem.
12. Lu z da Cruz Ferreira, dem
13 Manoel Caetano de Mello Albuquerque,
idem.
14. Antonio Geraldo Curado de Menezes, dem.
15. Eusebio de Queiroz Coutinho, 16 de Janei-
ro de 1829.
16. Andr Alves Pereira Ribeiro e Cirne, o de
Maio Je 1829.
17. JoSo Carlos Leal, 2 de Outubro de 1829.
18. Jos Paulo Figueiroa Nabuco de Araujo,
10 de Setembro de 1832.
19. Francisco Jos de Freitas, 16 de Abril de
1833.
20. Francisco Carueiro Campos, 17 de Feveroi-
ro de 1835. *
21 Joao Antonio Rodrigues de Carvalho, 27 de
Outubro de 1835.
22. Antonio Luiz Figueira Pereira da Cunha, 18
de Novembro de 1836.
23. Joio Gomes de Campos, 22 de Maiu de
1838.
24. Antonio da Silva Telies, 5 de Junho de
1840
25. Antonio Augusto da Silva, 4 de Maio do
1841.
26. Manoel Pinto Ribeiro Pereira de Sampaio,
12 de Abril de 1842.
27. Antonio Jos de Car\alho Chaves, 27 de Se-
tembro de 1842. .
28. Jos Wernech Ribeiro de Agmlar, 29 de
Novembro de 1842.
29. Jos Mara de Salles Gameiro de Mendon-
ca Peeanba, 29 de Novembro de 1842.
30 Ihomaa Antonio Maeiel Monteiro, 4 de
Abril de 1843.
aw31; f^PJo00 de Pau,a Pareira Drte,28 de
Abril de 1843.
32. Antonia Paulino Limpo de Abren, 19 de
Maio de 1846.
38. Agostinho Marques Perdigao Malheiro, 19
de Maio de 1846.
34. Tho-naz Xavier Garca de Almeida, 19 de
Mato de 1846.
35. Adriano Jos
1846
36. Antonio Pereira
Marcada 1817.
87. Jas Antonio de Siqui
aaudaiW7.
W miao Spiridiaede
SetensJaade 1847.
39. Jatoiiio de Cerqi
de lmX
40\ JJmnnio Jos da
1847.
41. Francisco Jos Alves Carneiro
de 1848.
42. Cornelin FiTrera Franca, 10 de Julho de
1849.
43. C indi do Jos de Araujo Vianua, 30 de Ou-
tubro du 1849.
44. Joaquim Francisco Goncalres Ponce de
L-I >, 7 de Janeiro de 1851.
45. Miguel Joaquim de Castro Mascarenhas, 25
de Pevereiro de 1851.
46. Joaquim Jos Pinheiro de Vasconcelloa, 3
do Fevereiro de 1854.
47. Manoel Ignacio Cavalcante de Lacerda, 24
de Outubro de 854
48. Gustavo Adulpho de Aguilar Pantoj-i, 21
de Abril de 1855.
49. M*noi-l dos Santos Martina Vallasques, 5
de. Setembro de 1855.
50. J.mquim Marcellino de Biito, 12 de Dezem.
oro de 1855.
51. oMfesra> Valeriano da Silva Tavares, 25
de Abril de 1857
52. Ernesto Ferreira Frne.. 9 de Maio de
1887.
53. Mt J s de Oliveira Junju ira, 23 de
Maio de 1857.
54. Amonio Ignacio de Azeveio, 12 de Dezem
bro de 1867.
55. Cypriano Jos VeHoeo, 19 da Dezembro de
1857.
56. Jo$ Mariani, 6 de Ffevereiro 'e 1861.
")T. Antonio Simo.'s da Silva, 31 de Agosto de
1861.
58
1801.
59.
I Machado Nanea, 18 de Setembro de
Manoel Messiaa de L-'io, 25 de Fevcreir)
de 1863.
60. Francisco de Paula Cerqurira Leitr, 9 de
Marco de 1864.
61. Joao Joaquim di Silva. 22 de Abril de
1864.
62- Manoel Rodrigas Villares, 30 de. Abril de
1861
63. Birio de Campo Gruude, 4 de Maio de
1864.
64. J.aquim Viaira da Silva e Souza, 4 de Ju
nho de 1861
65. Auto lio Rodrigues Famandva Braga, 22
de Fevereiro do 1865.
66. D. Jos de Assis Mascarenhas, 10 de Marc;
de 1866.
67. Francisco Miria de Fretas e Albutuetque
25 de Novemoro de 1868
68. Autono da Costa Piuto, 15 de Junho d,
1870.
69. Jeronymo Martiniano Hgaeira de Mello, 12
de Novembro de 1873.
70. Pirmino Pereira Monteiro, 20 do Fevereiro
de 1875.
71. Caetano Jos da Silva Santiago, 23 de Ju
aho de 1875.
72. J"o Antonio de Vasconcelloa, 2 de Outu
Oro roV 1875.
73. Lourenco Jos da Silva Santiago. 30 da
Marco de 1878.
74. Manoel .'os de Fretas TravassoB, 6 de Ju
Iho de 1878.
75. Atf >ns3 Arthur de Almeida e Albuquerque,
4 de Agosto de 1878
76. Jos Pereira da Costa Motte, 9 de Novem
bro de 1878.
77. Jo= Ignacio accoI de Vasconcelloa, II
de Junho de 1879.
78. Manoel Eliaiario de Castro MenezeS) de
Agesto de 1879.
79. Joa5 Baptista Lisboa, 10 de Abril de 1880
80. Francisco Jorge Monteiro, 5 de Fevereiro
81. Francisca Domingues da Silva, 4 de Ou'u
bro de 1882 m ao ,
82. Luiz Carlos de Paiva Teixeira, 26 de Ju-
nho de 1886.
Proclamas de casamentoNa matriz
de Afogados foram lidos no dia 26 do corrente os
aeguiites : ...
Joio Jos Gouveia Neves, com Florismina Joa-
quina Montenegro Vascoucellos.
Joo Flix Bazio, com Rosa Mara da Coucei-
50.
lir|ie>.Effcctuar-se-hio:
Hoje :
Pto agente Burlamaqui, s 11 horas no largo
do Collegio. junto camisaria, de movis.
Pelo agente Brito, s 10 1/2 horas, na ra Di-
reita n. 104, da armaco e gneros all existen -
es.
Amanh:
Pelo agente Svcira, s 11 horas, ra Estreita
de Rosario n. 24, de predios.
PasMaselrosS^guiram para o sul, no va-
por 8 Francisco os seguintes:
D. Thereza Carvalho da Araujo e Silva, n-
Ihoa, Pieri Fidelis, Pieri Danielia, Pieri Benedict,
Domingos Laurla, Manoel Autono, Josepha Mana
da Coueeicio, Ilyppolito Velloso Pederneira, sua
senhora, 2 filhos e 1 criado, Jos de S Leitio,
S'imuel Vz, Jacinth de Mendonca.
Hospital Portugaea- movimento das
enfermaras deste hospital du ante a semana fiada
foi o seguinte :
Existiam em tratamento...... 20
Os nmeros de 14.401 a 14.500, excepto o qus
sahio o premio de 40:000*000, eete premiados
com 200*.
Todas as centenas cajos dous algaliamos termi-
naren! em JJ, estio premiadas com 100*, inclusi
ve a da sorte grande.
Todos os nmeros que terminarem em 4e I
estio premiados, com 20*
Lotera da provincia Amanh, 30
do corren-e, ae meio da, ae extrabir a 3.* parte
da 1.a lotera em beneficio da Santa Casa de
Misericordia ds Recite, pcW novo piano appro-
vado.
No consisto* da igreja de Ncsss Senhora da
Conceicio do* Militares sera ieita a extraeco
pelo systema da macbiaa Pies*.
liiilerlaA 3 porte da 1* lotera da provin-
cia, em benems da Santa Casa de Misericordia
do Recife, pela nova piano, aja prsete gres re
100:000*000, ser eefcah i Jo aannbt 3B Je sana-
te, principiando a extracco ao meio dia.
Os bilbetes acham-se a venda na Casa da For-
tuna, ra Primeiro de Marco n. 23.
tosera Estroordlarla do Yplran-
sa O 4. e ultimo sorteio das 4. e 5." series
deata importante lotera, cujo mai >r premio de
la-m*>m, ser extrahnta brevemente.
Achara ae expoatoa vendaos restes-dos. ti-
tea na Gasa da- Fortuna ra Primeiro de Marco
u.28.
botera ito alaA 3* parte da lotera
n H'if>, do nevo plano, do premie de 100:000*000,
aera extrahida no dia .. de Setembro.
Oa bilht'tes acham-se venda na Casia da For-
tuna ra Primeiro de Marco.
Tambem acharase venda na praca da Inde-
pendencia, na. 37 e 39.
atera da carieA 1* parte da 2 0 lo-
terin da t'drti, cujo premio grande de 100:000*,
extrahida uo dia 1 de Outsbro.
Os bilhetea ach.m-se venda na Casa da For-
tuna rm. Primeiro de Marco n. 23k
Tambem achun-sn vttudtt. na prac da Isde-
peudeacia ns. 37 e 39.
lateciase Mcela de 9O0iO4M>sOOO
A 10' pnrtee da 1'! latera, eujo premio
grande de 280:000*, pela- aovo plano, ser ex
trahida iinpreterivelmeote no dia 5 de Outubro,
a 11 b tia da L-ianha.
IJiisi^tea venda na Casa Feliz da praca da lu
depeudi.neia ne 37 e 39
Tnrauwin acham-se venda na Roda da For-
tuna ra Larga do Rosari u. 36.
Prec-is resumidos.
aunar PnhlkroForam abatidas no
Matadiuro di CasuriL^t 85 rez;'S para o consume
do dia 27 de Set-mbro.
i.i.i: 6S.ma> ]iertenceutai Oliveira Castra,
4 C, e 17 a dive
Mor seda Municipal a %. J*os-0
inuvimont'; deste Mercado no da 28 de crrente,
fi>i u ae.uiote:
huitraran ;
41 1/2 h ua pesando 5,466. I: los.
579 k>l e lu psisa a -o 11*680
KM) .'Hrgwe de t .riuha a 20>> i-*Vi 30*1100
3li dita de frui-taa divrrjasa 300 re. ll'#8:4)
Entraram.
Sabiram curadas......
Ficam em tratamento.
6 taboleivoa ai ris WW
i.'i Su.u a9W>teii
btvSMNi sscu oa les :
20 1 2 columnas a 600 rie 12*3 Hl
2f) c-.mpartimentus de farinha a
50Q ..s. 12*500
'> lta de amida & "' re 11 *90u
68 dit.s de letuiaes a 4tKI ris 272O0
Ifl (i i tos d alinea 700 Mas il*2M
11 ditos .le tresaaras a 600 ria MfiBO
10 talhor a 2* 20*(Khi
3 dito:. 1* 3*000
A k'iveira Castro & C.:
54 talhe a 1$ ria 34* 2 talhoa n 500 ris 1*000
Deve ter sido arrecadda nestee lias
a ((iiaiitiade 215*880
Itendiment) doa dina 1 n 27 deSetem-
brJ 5:460*240
5:676l2o
Fui arrecadado liquido at hojo
Hrecna do dia :
Carui verde a 80 e 400 ris o kilo.
Carneiro d" 720 a 80 ris dem.
S : i. o a 560 e 640 rea alem.
ifanubo de 240 a 320 ris a cuia
Milho de 240 a 320 ris idem.
Fejo de 500 a 640 idem.
Cemlterlo pnblicii Ob"tuario do dia 25
d^ Setembro :
Gaudiana, Pernambuco, 60 annos, aolteira, Boa-
Viata; angina.
OJympia Mara da Concelco, Peniambuco, 3
annos, solteira, Boa Vista ; entero cote.
Bellarmino, PernambucJ, 62 annos, viuvo, Boa-
Vista ; gangrena.
Juveniana Mana da Conceicio, Pernambuco, 13
annos, solteira, Boa-Viata ; cachera p-.lustre.
Muthilde, Pernambuco, 3 annos, Boa-Vista;
bronchite.
Manoel, Pernambuco, meia hora, Santo Antonio ;
ao nascer.
Um feto do sexo feminino, Boa-Vista.
- 26 -
Leopoldina Mara Ferreira, Pernambuco, 24
annes, solteira, Boa Vista; tubrculos pulmona
res.
Firmiuo Adelino da Costa Barros, Pernambuco,
24 annos, solteiro, Boa Vista; tubrculos pulmo-
nares.
Tripbina Jovina do Amor Divino, Piauhy, 45
annos, viuva, Boa Vista ; beriberi.
Januario Pernambuco, 1 anno, Recife ; ente-
rite.
Cosma Frsocisca Daeiana dos Santos, Pernam-
buco, 48 annos, viuva, S. Joa; congesto cere-
bral .
Um recemnascdo. Prrnambuco, Boa-Vista ; nas-
ceu morto.
Thomaz Pereira de Aquino, Pernambuco, S.
Jos ; remettido pelo subdelegado.
Rufino J. Gomes, Pernambuco, 30 annos, soltei-
ro, Santo Antonio; anasarca.

DePitimbAppellante ojniso, appellado Ni-
cacio Antonio de Oliveira. Relator o Sr. deaeni-
oargador PreaGoncalves.Mandou-ie a novo ju-
ry, unnimemente. /
Appellacio civel
De MaceiAppellante Francisco .Vas Pereira,
appellados Cicero, Davino, Jacintho "e outros. Re-
lator o Sr. des mbargadur Pires Ferreira. Revt-
sores os Srs. desembargadoros Monteiro de An-
drade e Prea Goncalves. -Foram despresadof os
embargos, unnimemente.
PA88AGEN8
O Sr. conaelbeiro Araujo Jorge, como procura-
or da coro a e promotor da juatica, den parecer
nos seguintes feito* :
Appellacea criases
Da TeeiraAppellante o jsiso, appellado Jo-
a Antonio (iojies de Oliveira.
Be C'BMiua Grande Appellaate o juiao, ap-
pellado Joaquim Tieira de Araujo Corris.
De Garauhuus:Appellante o juiso, appellado
Francisco Ferreira doa Pasaos.
De AnadiaAppellante Joaquim Jos de San
t Anna, apprllada a juatica.
Da Gloria de G .itAppellante Joo Goncal-
res Pereira, appellada a juatica.
Do Sr. desembargador Toscano Barreta ao Sr
ceaembargadur Oliveira Maciel :
Appellnco ciime
De Pau-llas Apellante Antonio de Sujueira
Cavaleanli, appellada a juatica.
Appel'ace commercial
De CamaragibeAppellante Jastina da Silva
Torrea, appellado H ruiauu Led- bour.
O Sr. desembargad, r Oliveira Maciel como pro
rnot. r da justic. ad h ic deu parecer na
Appellacio erime
Da RecifeAppellaati!. Autono Francisco Car-
ga, appellada a juatica.
De Sr. desembargador Pires Ferreira ao Sr.
desembargador Monteiro de Andrade :
Appellacio crne
De Agua Preta Appeilant o promotor publi-
co, appellado Manoel Jos de Lima.
Do Sr. desembargador Monteiro de Andrade a
Sr. desembargador Pires G me Uves :
Appailaco civel
Bd Iteeife-ApprIUnte a junta administrativa
da Sa ita Casa de Misericordit, appellaao Joo
Anselmo Marques.
Dj Sr. desembargador Pires Goncalves ao Sr
desembargador Alves Ribeiro :
AppoliacHee eriroes
De Ba'reirosApellantes o juiao e Francisco
1-llias Gomes, acpella la :i juetiuja.
I>- SerinbemAppellante o iuizo, appdlada
a juatica.
Do .Ir. d.tsemb trgador Alves Ribeiro ao Sr
c.inselheiio Queiroz Barros :
App'llac:io crirpe
De Agua PretaAppellante Joo Candido dos
Santos, nppellala a juaticu.
Biehargos infringentea
Di RecifeEmbargante o Bario ae Moribeca.
embargado.Ur. Joao Pedro Madaio daFoaseea.
DILIGENCIAS
Con', vista.au Sa uenselheiro procurador da co-
i e prouiot.r da juatica :
Appeli icoea Crimea
Do Catle do R clia Appellante Francisco
Priictaoso da Suva, .pellada a j r=t i;u.
De Assfinhli Ap,ell,:n?e Antonio Alexandre
do as. unento, >:ppednd.: :. justic i.
Do Recif.Appei.iitcs Albino de Barros e ou-
tros, app-diada a jusilla.
Do Teixeira Aopdlante o juizo, appellados
M..noel Jonquiin da Siiveira e outro.
De ItainbeAppellante Antonio Vieira da Ro-
eba, appellada a justic a.
disteibuicOes
Recurtos crimes
Ai Sr ileseinbaigadcr Toscauo Barieto :
De Aguas B-lias--Recurrente o promotor pu-
blico, MSuttidu Antonio Carneiro da Silva.
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel ."
Ue SouzaRecurrente o jaizo, recorrido Luiz
Pereira de Souza Gonzaga.
Au Sr. desembargauur Pires Ferreira :
De OliudaRecurrente Mara Lourenca da
Silva, recorrido o juizo.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
Do PiaucRecorrcute o juizo, rtcorrido Luis
Furtado de Maria Lacerda.
Aggravos de peticao
Ao Sr. dcscmbargad'.r Pires Goncalves :
Do commercio do RecifeAggravante D. Ju-
liana Robiliard, aggravado o Bario de Una.
Ao Sr. desembargador Alves Ribeiro :
Do commercio do Recife \ggravaule Francis-
co de PaulaOliveira Villas-Bess, aggravado Lau-
rentino Pires de Carvalho.
Aggravo de instrumento
Ao Sr. deaembargador A.ves Ribeiro :
De MamanguapAggravant Luiz de Franca
fnto de Carvaiho, aggravado o junu.
Appellacio crime
Ao Sr. desembargador Toscano Brrelo :
De PalmaresAppellante lzidoro Marques da
Silva, appellada a juatica.
Appellaco commercial
Ao Sr. conseheiro Queiroz Barros :
Do Recife Appellaute Joaquim Jos Gomes,
tutor dos menores filboa do Joa Tavares Pinhei-
ro, appellada a massa taluda de Jos Tavares Pi-
nheiro.
Appeliaco civel
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
Do RecifeAppellaute Manoel Silvestre Fer-
reira Bastos, appellado o j rizo de orphlos.
Encerrou-se a sessio s 2 horas da tarde.

INDICARES UTEIS
27
6
. 21
27
Ent ou de semana o Sr. mordomo Henrique da
Silva Moreira.
Casa d> DeencoMovimento dos pre-
sos do dia 27 de Setembro :
Existiam presos 318, entraram 21, sahiram 19
existem 20.
A saber :
Naconaes, 286, mulheres 9, estrsngeiros 9, es-
cravos sentenciados 5, procesiado 1, dito de cor-
reccio 10.Total 318.
Arracoados 281, sendo : bons 268, doentas 13
Total 281.
Movimento da enfermara :
Teve baixa :
Vicente Ferreira Honorato.
Teve alta :
Manoel Jos dos Santos.
[.olera de MaceloA Casa Feliz de San-
tos Porto, vendeu da 9. parte da 13. lotera ex-
trahida hoje, o premio de 40 contos, no n. 14,402
e toda a centena.
Lotera de McelePor telegramma re-
cebido pela Casa Feliz, sabe so que, na 9.*
parte da 13* lotera extrahida em 28 de Setembro
torae nremialos os seguintes nmeros :
H 494 200:000*000
14.402 40:000*000
35.054 20:000* 21.752 10:000*000
16.009 5:000*000
4.370 2:000*000
7.310 2;000*OJO
7.437 2:000*000
12.205 2:000*000
14.855 2:000*000
16.086 2:000*000
17.704 2:000*000
28.091 2:000*000
29.870 2:000*000
Premios de ItOOOa
745 1295 2.743 7.488 10.424 11.182
512 118 14.805 15.272 18.600 19.821 19.928
20 550 22.702 :3.905 24.318 25.041 30.789
31.403 34.149 84.672 36.862 37.867
Anproxlasacaes
493 4000*000
495 4:000*000
14 401 2:000*000
14.403 2:000*000 '
85.053 1:800*000
35.05 1:300*000
Os nmeros de 401 a 500, excepto o quo
sabio o premio grande, estio premiados com.....
400*.
Mdicos
Conanliorlo medlco-clrarsrlco do Dr.
Pedro de alian y le Lobo Moscoao A
ra da Wloria n. 39.
O doutor Moscozo d consultas todos os
Antonio Francisco Eustaquio, Pernambuco, 43 a8 uteis, das 7 a 10 horas da manhi'
annos, casado, Boa Vista; leso cardiaca. I Este consultorio offertce a COmmodida
Antonio Barbosa, Cear, 43 anuos, solteiro, J ^ ^^ ^ ^^ e ^
Boa-Vista : lanogite. r
Zeferino Domingues Moreira, Pernambuco, 35 minado, sem ser presenciado por
Dominga
annos, solteiio, Santo Antonio ; aderse
Amelia Soares, Pernambuco, 24 annos, solteira,
Graca ; tubrculos pulmonares.
Marcelino Ferreira, Pernambuco, 70 annos, ca-
sado, Ba-Vista; hemorrhagia cerebral.
Justina Constanca de Souza Pimentel, Pernam-
buco, 84 annos, viuva, S. Jos ; velbice.
Balbina Gomes Pkdilha, Pernambuco, 25 aunos,
casada, Boa-Vista ; tubrculos pulmonares.
Rita, Pernambuco, Ba-Vista; fraqueza conge-
nita.
Tribunal da llelaeo
SESSAO ORDINARIA EM 28 DE SETEMBRO
DE 1886
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELiHEIRO
QUrSTINO DE MIRANDA
Seeretario interino Dr. Alberto Coelko
As horas do costme, presentes os Srs. desem-
bargadores em nume o legal, foi aberta a sessio,
depois de lida e approvada a acta da antecedente.
Distribuidos e paseados os fetos deram-se os
aeguiutes
JULuAHENTOS
Rabeas corpus
Paciente .
Joio Roque de Annunciacio. Ficou prejadi-
cado.
Recurso eleitoral
De Garanhuns Recorrente capitia Jos de
Barros e Silva, recorrido o juizo. Relator o 8r.
desembargador Oliveira Maciel Negou-se pro
violento ao recurso, unnimemente.
Recurso crime
De TimbabaRecorrente Daniel Pereira ham-
pos, recorrido o juizo Relatero Sr. desembar-
gador Alves Ribeiro. Adjuntos os Srs. desem-
bargadores Buarque Lima e aonselheiro Queiroz
BarrosDeu-se provimento para se annullar to-
do o proceBso.
Aggravo de peticio
Do RecieAggravante J. N. Brindson, ag-
gravados Amor i m Irmos 4 C. Relator o Sr.
deaembargador Monteiro de Andrade. Adjuntos
os Srs. conseheiro Araujo Jorge e desembargador
Buarque Lima.Negou-se provimento ao aggra
vo, unnimemente.
Appellacof s crimes
Do Catle do BochaAppellante Antonio Fer-
reira Lima, appellada a justlca. Relator o Sr.
desembargador Pires Goncalves.Julgou-se nul-
lo todo o processo, unnimemente.
outro
De meio dia s 3 horas da tarde ser o
Dr. Moscozo encontrado no torreio pra-
2& do Commercio, onde uncciona a ins-
peccio de sade do porto. Para qualquer
o"estes dous pontos podeino ser dirigido*
os chamados por carta as indicadas horas.
O Dr. Arihur Imbassahy, medico occa-
lista, recentemente chegado, esta cidade,
d consultas todis os dias, das 8 s 10
horas da raaDhl, sendo gratis aos pobres,
no 1. andar do predio n. 8, largo da
Santa Cruz.
Dr. Gama Lobo, medico operador e par-
teiro, reside ra do Hospicio n. 20, onde
pode ser procurado qualquer hora do dia
ou da noite. Consultas: de 1 s 3 horas
da tarde. Especialidade : molestias e ope-
rncoes dos orgSos genito-urinarios do ho-
rnera e da raullier.
Dr. Barreto Sampaio mudou seu consul-
torio do 2. andar da casa n. 45, a ra do
Bario da Victoria, para o 1." andar, da
casa n. 51, mesma ra, como consta do
seu anuuncio inserto na seccSo compe-
tente. Residencia a ra Seta de Setem-
bro n. 34.
O Dr. Joo Paulo mudou sua residen-
cia e consultorio para a ra do Bario da
Victoria n. 18, 1." andar.
O Dr. Castro Jess tem o seu consol-
torio medico, ra do Bom-Jesus n. 23,
sobrado.
Advocado
O bacharel Benjamim Bandeira, ra do
Impejador n. 73, 1. andar.
O Dr. Henrique MiUet tem o seu es-
criptorio de advogacia roa do Imperador
n. 22, 1." andar.
Tabelllao
O Bacharel Amaro Fonseea de Albuquer-
que, tabelliao do notas interino nesto capi-
tal, communica ao respeitavel publico qu
abri seu escriptorio no pavimento terreo
do predio n. 4, sito a ra do Coronel Fran-
cisco Jacintho, outr'ora de S. Francitco,
onde, com solicitado e mxima lealdad^
-1
i
n
j litflH
I
-----


Uiam Setenibro
t
X
est prompto par deieo^peabar as funo-
j5ea de seu cargo. Reside na freguezia
da a-Vista, ra do Coronel Lsvneuha n.
30%>utr'ora doa Praaeret) para onde, fra
das horas do expediente de sea oscriptorio,
deverao Vengir-se os chamados, para fae-
/ tara e approvac&o de testamentos.
Cearaaltortu llegarte* -dolee trico
Dr. Miguel 'Dtemudo d consultas daa
12 as 3 da tarde em su consultorio ra
do Bario da Victoria n. 7, 1. andar.
Chaados por eaeripto a qualquer hora.
Especialidades partos, febres, Byphilis,
molestias do pulroao e do coracao.
Dr. Lopes Pessoa Mlico.Residen
cia a ra da D. Pedro I n. 9, onde pode
ser procurado at s 9 horas da manba.
Consultorio 4 ra do Bom-Jess n. 37 1.
andar. D4 consultas das 11 as 2 da tar-
de. Gratis aos pobres.
UruK*ria
Francisco Manuel da Silva dt C depo-
sitarios de todas as especialidades pharmb
oeutioas, tintas, drogas, productos chimio
e medicamentos homceopaticos, ra do Mr-
quez de Olinda n 23.
aterrarla a vapor
Serrara a vapor e oficina de carapinv
de Francisco dos antos Maeedo, caes do
Capibaribe n. 28. N este grande estaba e
cimento, o primeiro da provincia a'este ge-
nero, comprase e vende-se madeiras de
todas as qualidades, serra-se madeiras de
oonta alhaja, assim como se preparam obras
de carapira por machina e por precos cem
eor"r"*v,ia.
Drogara
Faria Sobrinho & C., droguistas por at-
tacade, ra do Mrquez de Olinda n. 41.
HBUCUMS 4 l'EOIDO
Thesouraria 'e Fazenda de Per
naubuco
Sobre o facto occorrido o'este repanicao, escon-
t ramas o seguinte telegrama, publicado na Qa-
z;ta de Noticia de 13 ao corrente:
Telegrammai
Pemambuco, 12 de Setembro.
Parece bem averiguado que nao bonve roubo na
Thesouraria, e sim urna apparencia de roubo, para
sacobrir desfalques.
: Nos exames feitos de tempos em lempos, nos co-
fres, s se cootevain os mac s, sem verificacao in
terna, que continbam um on mais contos de ris;
suppoodose agora, que eMea macos tinham notaa
grandes por fra e pequeas por dentro, represen
tanto quantias insignificantes.
' eerto ter o ministro da fazenda pedido o
saldo em cofre, no mez passado, e que o inspector
da Thesouraria respond-u ser necessario para pa-
gamentos a efectuar.
Todas as suspeitas sao de que se trata simples-
mente de um roubo simulado.
Alean do inspector da Thesouraria, foi tambem
suspenso o procurador fical da mesma Thesou-
raria.
0 theaoureiro, Eduardo de Barros Falco de
Lacerda, foi preso por ordem do ministro da fa-
zenda.
A flanea do thesoureiro do valor de quarenta
contos, em predios.
______________igS'OSJ--------------
O senador % iriato de Medeiros
e a The ouraria de Fazenda
de Pernainlmco.
PEDIDO DE INFOEMAOES
Sr. Varalo de Meslelrosj 8r. pre-
sidente, minha attenco foi chamada para um ar-
ligo publicaoo em um jornal que tem sua redac-
sao na lingua inglesa, o Sio News, artigo cuja
tradueco a srguinte :
c Na occaaio em que iamos para a imprensa,
foi posta em nossas mos urna cdula do Thesouro,
das que tinham sido recolhidas, do valor de 10A,
serie C, n. 072623, a qual, apezar de ter sido can-
sellada, litro de noo em circulado. O cancel-
lamento um pouco fraco e passaria desapercibi-
do em non grande masao de cdulas.
E' fra de questo que esta cdula nao poda,
por meios hoaestos, ter entrado em cireuJaco.
Acho o facto to grave, que bou obrieado a pe-
dir sobre elle as informacoe* de que falla o reque-
rimento que von apreeeniar ; e talvez esse facto se
prenda ao ronbo que ltimamente se deu na The
souraria da provincia de Pemambuco. Qurm sabe
usutas centenas de contos de ris nao teriam sido
emittidas por esta Thesouraria de ladrees !
O lar. Luis FelippeProtesto contra a genera-
lidade. ^ .
0 Sr. Viriato de Medeiros O nebre senador
deve entender o sentido em que fallo. Digo per-
feitamente Thesouraria de ladrSes, porm nao
posBivel que *uccedisae aeae facto ca que nin-
guem tivease deMe ctaaneeimeato, e e se dessem os
balances que se deviam dar, constantemente. Una
Tbewuraria que tem empregados deesa especie,
pde-se dizer que os tem da prior especie. (Apar-
tes dos Srs. Luiz Felipoe e Fernandes da Cuaba).
Nao quero dizer que nao existam all alguna em-
pregados honestes ; mas a Thes uraria que tem
empregedos que praticam factos ti. escandalosos
urna reparticao composta em parte de gente da
peior especie.
O Sr. Fernandes da Cunha- Os empreados da
fasenda executam fielmente as erdens do The-
louro. .
0 Sr. Viriato de MedeirosMas como en dizia,
Sr. presidente, nao se ctmprebende cerno se man-
am retirar da circulacao as cdulas de certa se-
rie a depois esaas cdulas apparecem ontra vez em
giro.
Preciso aocrescentar que o jornal a que me re-
fer, o Re News, ama folha muito seria, muito
bem eseripts, com muito criterio e illustracao. E'
um jornal dessa importancia que relata e facto, que
i urna Terdadeira ladroeira, um abuso que est
fra de todas as regras, at meamo lora das re-
gras da ladroeira.
O Sr. Fernandas da CunhaV. Exc. deve refe-
rir se a Thesouraria na qual se deu o facto e nao
inculpar urna elassc iuteira.
0 Sr. Vuiato de MedeirosV. Exc. nao aje
Siuer entender, e ea nao me posso fazer entender a
orea.
Mando a mesa o mea reqnerimenlo.
Foi lido, apoiado, posto em dUeusso e sem de-
bate approvado o seguinte requerimento :
Bequeir que pelo Ministerio da Fasenda, seja
O renado informado dos meios empregados pra
caneellar as cdulas do Thesouro que sao manda-
das 'etrar da circulaco.
Paco do Senado, 18 de Setembro de 188b.
Viriato de Medeiros.
(Do Jornal do Commercio de 19 de Setembro de
186).
CM
Cousas polticas
Entristece e desanima o pensar nos repetidos
desfalques que s. ffre a fortuna publica, por abuso
criminoso dos depositarios, e por desidia dos go-
vernantes.
desamor ao paiz o sentimento commuui, tanto
dos funecionarios que do o detf >lque directo aos
cofres, como dos que firmam levianamente con-
tractos onerosos ; aquellas reveUm, a'm d'isso,
um fermento de drsinoralisaca i, um Hbaixamentu
de nivel moral as classi-s hitas da scciedade, que
oausam serias apprebensoes aos qeu dcsrjam ver
prosperar o pas.
De pouco valer* o eaforco dos bons, qne nao
sio muitos, piuco conseguirlo os que trabaiham e
luctam, e se dedicam causa publica, se a impu-
nidade acorocoar o mos, que fazem desviar em
proveito proprio, em proveito de seus- vicios, a
agua represada para ser dirigida aos pontos em
que pode servir ao bem geral.
N'eetes ltimos aunos, os factos criminosos tem-
as repetido, causando serio prejuizo ao erario, e
causando am prejuizo maior anda moralidade
do fani'cionasmo.
Ha bem pouco tempe nos jactavamos, e pode-
moa jactar-nos ainda com orgulbo, do facto de se-
rem as altas posicoes do paiz postoa de sacrifi-
cios pecuniario para os cidadaos que as erercem.
A grande maioria, bem se pode dizer a totalidade
dos nossos ministros de Estado, sae dos conselhos
da sorda com as mos limosa, volta & vida part
cular mais pobre do que entrara para a vida pu-
blica. Citar nocas* e exesaplos c. nhecidos seria
offeader indirectamente aquellos dequem se nao
fallas** i dizenua que a sagra^geraj, nao fcamue
lunjre 4a verdaie. ___,
No amianto, *s*es mesmos bomenk, reeowoeo-
da e pavad.i mente honestos, se tm a consciesea
limpa do crian de terem anteposto interesaes pes-
so^pecussariss ao* do EsUdo, nao estamen-
tos de .parte da reaponsabUidade pelos prejuiaos
que outros tem sausado.
A sua honestidaie poltica, os seos escrpulos
eomo membros da grande familia nacional, nao se
t sempie conservado ao nivel da sua hoaeatuia-
de pessoal. ,
Peccam primeiro por desidia. O melfaor do
tempo de nossos ministros perdido em futilida-
des. A audiencia publica a todos s pretenden-
te*, as interminaveis conferencias mperiaesque
roubam urna noite inteira de trabalho e impoa a
inactividade no dia seguinte, a bem do descoco ;
a audiencia aos amigas polticos, para curar dis
pequeos interesses pessoaes dos eleitores ; absor-
vem quasi completamente o ministro, que so por
um supremo esforco de vont.de consegue vr al-
gaus dos negocios de sua reparticao ; a trequente
mudanca ie ministerios aggrava o msl, deixando
a cada ministro quasi nica jente o tempe neces-
sario para iniciar a sua aprtndizagem.
D'ahi resulta nao ter o ministro coobecimento
do que se psssa as repirticoes a seu cargo, e
nao poder prevenir os males que nos vio moles-
tando. ..
Ha, porm um m 1 maior. Verificado o delicto
a engrenagem da pequea poltica ata as maos do
goveruo, e o deliquente nao punido com a seve-
ridad que servira de ex implo aos f reos que ti-
vessem de futuro a tentacao de lhes seguir as pe-
gadas .
E assm o mal vai lavrando, e todo o organismo
social ficara coberto de lepra des noraliaadora.
Nao tasemos applicacao ao caso receute de Per-
aambuco, que anda est sendo averiguado; tema*
raos, porm, nota da circumstancia singnlar de j
diser a opinio publica que nao houve violencia e
subtraccao de urna grande quantia de urna so ve-
nias sim desfalques sucoessivos de Icnga data.
Pode ser urna calumnia, e nlo seria a primeira
*es que esta se levantasse contra caracteres puros
mas o que certo, que, pelo menos, taes boatos
indicam que a confianca do publico na moralidade
do funecionalismo o complete, e nao o porque
infelizment, mais de um facto o tem autorisado
a nao confiar.
Osprejuisos materiaes soffridos nestes ltimos
tempos sobem a sommas respeitaveis, que aggra-
vam a penuria j de si consideraveldos cofres ou-
blicos; o prejuiso moral maior anda, e r>nue
sobre aquello, pela ameaca constautede o augmen-
tar pelo pernicioso contagie doexemplo.
Sommem se a estes prejuizos os que provem da
simples facilidade com que se firmam contracto* era
que o erario lesado, e veremos se ha riquesa pu-
blica, se ha prodcelo, por mus frtil que seja o
solo, se ba industria, por mais ativos que sejam os
homens que resistam a taes desfalques. _
Foram de certo bem intencionados os ministros
que firmaran) esses contractas ruinosos, e acredita-
ram que preparavam o futuro, fazendo sacrificios
de momento ; mas nao foram cautelosos, e pelo
menos urna censura se ibes pode fazer, tirada sem-
pre do machinismo de pequea poltica em que
todos el les se envolv m.
Na historia de todas as eonceseo. s tanto aquel-
las que nos absorvem todos os anuos o melhor das
rendas, como das que tem sido rescindidas para
evitar despeza maior; o elemento principal nao
a obra a executar, nao o Oem publico.
Nao se poc em concurrencia urna estrada de fer-
ro ou um engengo central, porque o reclamavam os
interesses das localidades ; nao se fez o bem pelo
bem, a bra pela obra em si, o melhoramento por
amor do progresso.
O que se fez, foi attender a pedidos de influen-
tes, e em tal escala, que sombra dessa norma de
proceder, nasceu, medrou e deeenvolveu-se a plan*
ta damninha da advocacia administrativa.
Muitas dessas concestoes eram relativas a em-
presas hypothetic smente remunnradoras, cujas
finaDc s eram ainda aggravadas, logaem principie
pelos sugadores do que as obtinham. O que os
concessionarios nao tinham de dar honradez do
ministro, que pensava servir o pais, ia ter as mos
do patrono, que bem sabia que eslava cuidando de
si.
O erari' era para esses advogados especiaes,
justamente como para os funecionarios que esban-
jam o que Ibes confiad, foute perenne em que a
condescendencia e a fraqueza os deixam beber a
tartar.
Agora que estavamos vendo os fructos de
taes semen tes.
Ab recises succedem-se, t>s desfalques repetem-
se; e ata parece um escarneo que o nico protesto
com appareDciae de energa, contra taes descala-
bros, seja urna denuncia, teita ao parlamento, con-
tra um ministro qne rescindi um deeses contractos
isto que procurou minorar o mal que estava
tato.
Se estes abusos nao forem reprimidos, se estes
Crimea nao iorein severamente punido, se conti-
nuar a h ver a possibilidade de se repetirem, com
que direito pedir o governo novos sacrificios
naco? Precisamos tentar um grande esforco
para acabar com a escravido, qae nos despresti-
gia e nos entorpece ; precisamos lutar para aca-
bar cora o papel, que nos arruina; precisamos
destruir a reputaco de insalubridad?, que tem a
capital do imperio, e qne r< flue sebre todo o paiz ;
para isso indispensavel tazei sacrificios de toda
a ordem.
Mas como ba de opovo submetter-se s exigen-
cias dos poderes pblicos, emquanto assistir a este
esp ctaculo, emquanto nao tiver a certeza de que
o dinheiro que se tira aos seus gozos, realmente
tmpregado em pro nover o bem geral ?
Cortes por nm lado, por outro fraqueza em re
primil-os ; especulaces e condescendencias bao
de forzosamente levar o espirito publico a urna
suspeita generalisada a todo o funecionalismo, em
todos os seus graos, tirando aos poderes pblicos
o prestigio de que precisara para governar.
E lavrando a desmoralisacio no funecionalismo,
perdido o prestigio das classes dirigentes, arrai-
gada a descrenca no espirito do povo, nao ha na-
cional dade que subsista, e teremos de ebegar, ou
revoluco que um protesto natural e legitimo,
ou a dicthdura, que a revoluco de cima, reme-
dio supremo, mas perigoso, de diffiilimo manejo
para o bem, e com ensanchas larguissimas para o
mal.
Os factos que ltimamente teem oceupado a at-
co do publico, preparam o terreno para urna
d'easas extremidades dolorosas, ainda tempo,
porm, de as evitar, se houver na represso a'el
les a precisa energa, e se esta se inspirar na ver-
dadeira honestidade, no verdadeiro patriotismo,
que nao v nestes casos, nem homens, uem parti-
dos; v uniexmente o inte.esse da moralidade e o
futuro do paiz, que est sendo compromettido.
(Da Gaceta de Noticias de 13 de Setembro de
1686.)
O *r. afos Harlanno
Abaixo o Impeeadob !
Viva o Istraasnoa !
VIII
O positivismo A realidade, a verdade, supre-
ma luz a que tem chegado este Brasil inteiro, nao
s dos que escrevera, mas dos que apenas leem.
Ultimo verb aos seculos a virem, de que exprs-
sao protuuda e pequeo coro do homem futuro
que deve sublime idea lodos os seus triumphos
a sua gloria explendida.
O que o homem das necoes passsdas e, de to-
dos os outroa pavos que ainda jazera no obscuran
tismo, na presuppusta idea de ser creatura de urn
Ueus, ente primeiro, causa prima de todos os ou-
tros seres ?
E' um ente escravo de um senhor que o prende
em todos os passos dentro de um circulo a que
chamara a moral, a velba estulta (ciencia, como se
sent preso o per' por um circulo de carvo tra-
fado em roda delle. () E' um escravo do senbor
a quem adora na etperonea do premio de urna glo-
ria v, cousa que de positivo e real s quer diaer
o nada
Deus o mal, disse o bem Proudon, ouvido com
o apupo dos povos e peosa o Brazil inteiro noex-
plendor da glora a que bem longe esto de attin-
gir as demais nacoes.
E nao ser assim ?
O que se nao pode contestar com xito que o
homem, ou espere o bem da ficcao do co, ou o
procure na realidade da vida, move-se sempre pelo
principio de toda o naturesa animal, em busca do
que Ibe ou Ibe parece ser de mais aprasivel bem.
Uos o incontram nos gozos dos praseres sen-
Bu<.es, outros sob a pressao das mais ten ves do-
rea, qaando se sacrincam p->r urna idea ou por urna
peasoa chara ; mas estes pobres coitadot, forma-
ran) esses entro* sentimento* que o preconceito
chamara aqu e atada por toda outra parto se
cbamam nobres, e se ostentara nelles e se fortifi-
can) para todas es sacrificio*, na triste inf<-l>z idea
de um Deus creador e reasunerador,l na terna
gloria-de todos os nossos nsartyrses, de aossos
sacrificios, de nossos matos.
Pebre gente, pobre bumaaidade, que Tai, toada
um por sua ves, aebar-se em aranoo quand Ibe
caega a ssort^, toado lucrado de haver nascido
e divido,... flagtotos a miserias 1
Nao tom razao Praaflua, as Deas nm mal ?
Triste idea que s sujeita o bomem a vivar na
dor, servindo a bem dos outros, e quasi sempre
em vantagem para alguem.
Nio poisDeus um mal?
Ah 1 aos felizmente cjiegou para nos, os feli-
cissimo* rasilairos, a&o o sscul* das luzes, mas a
luz dos sculos, cuja prima sdaC apagar-se Deus
do sentimento humano, com a mesma facilidade
com qae se apagara com esponja em bebida na-
gua, seu nome eaeripto a crei&o em lousa. A
cousa agora outra.
Apagou-se Deus ; gloria ao Brazil, gloria hu-
manidade.
Acabou-se o mal.
Agora o reinado ''o maior bem, do bem per -
feito, do praser, do ouro.
Se a verdade coma sempre foi, que o homem
move-se pelo que lhe parece bem, presente ou fu-
turo, ou ficticio d'alm da vida, riscado este que
niuguem demonstra, de pura chiroera, invencao
dos padres qae s viven dblla, s fica o gozo do
que real e sensivel para a '-uudusir a elle ; *6
fica, em contrario, dor desu sisa nica para fu-
girmos delta.
Agora sim, s homem tem valor ; nao mais
escravo de um ente da myulogia, a que, imbcil,
adorava, excitando o riso do desprez* dos ani-
sados.
Agora sim, o bomem deve tudo a si, nlo sabio
do barro feitoloucu grossa, ds mos de um creador
incoqnoscivtl.
Nao foi pos creado ; de nioguem depende, nao
tem senhor livre, pode dizer Eu sou !------
Donde vem pois elle ?
Isto que importa !
Elle e basta, o positivo, o real. Vem de
seus pais, que vem cada um de orangotaago, que
vem do macaco, que vem do macaquinfao, que
vem da guariba, qae vem do galo, qae vem do
tigre, qae vem do cao, que vem do oalaugro, que
vem do cantaleas, -qne vem rio orocodillo, qna vem
do sapo, que vem da r, que vem do po^.-tsean,
que vem do pedaeinho de pi seeeo cabido na
correte, sua ultima, ou antas ns sciuteira expresso,
que vem finalmente em ama palavra ds trans-
formismo.
Venha pois do pao, es spottte natura, mas nunca
do barro pela ms de um ente inteligente e vo-
lete, que nao tem principio, nao de algo proveio.
Esta natureza, essa forca pojante e fatal, sem
intelligenea nem vontade, donde vem ella ?
E' a materia que existi sem: rs, eotn suas leis
eternas que se fuuaam todas na attraecao, a qual
combina o sen principio nica do* inflados sumos
em varios corpos pelas differencas de sua collo-
caco.
E a vontade e a intelligenea humana, eomo ea-
hiram da naturesa bruta e fatal ?
E' o positivo, o real, patente; podis cen-
testal-o ?
D'onde veio a vontade e a intelligencia do mi-
thalogo ente que chamaram Daos ?
Mas o homem nao sabio de si, como se diz do
suppo.to Deus, que existi sempre, como pin-
tam : Deus, com poder, intelligencia e vsntade.
Se nao veio pois de si, o bomem, porm do pao e
da natura bruta, d'onde ttrou os sen* dotas todas ?
E pode negar se que a vontade do homem e a
intelligencia sejam ? E' O positivo, e tanto basta.
E o tal Deus quem vio ?
E a obra immensa desta naturesa, e a intelli
gencia e a vontade do bomem nao dizem os devo-
tos que esto mostrando Deas?
E os atimos e os corpos ainda mais nfimos, o
fluido elctrico imponderavel anche o infindo vacuo
qu: m os formara, donde vem ellas ?
De si mesmos ; existem eternamente sem prin-
cipia algum ?
E porque sim estes ; poderiam elles de si mis-
mo existir, sem vontade nem intelligencia, produ
sindo o homem com estes dates, e nao antes Deus
com aqnelles atributos ?
Porque a materia, real e positiva, ombora pao
se possa explicar o inexplicavel e comprehensiva
sempre ; sempre um bem em proveito do homem
ao passo que Deus nunca sendo visto nem de modo
algum sensivel se man testando, apenas urna
idea que s tem produzido mal.
.-ija pois, embra inexplicavel a etermdade da
materia, como o seria a eternidade de Deus, estes
dous principios increados, seja embora ainda
inexplicavel a intelligencia. e vontade humanas
provindie da natureza. da materia bruta e fatal,
como Deas o mal, que sitem produzido todos
os martyrios innateio e dolorosos sacrificios,
claro que o positivismo o bem, a fonty, o prin-
cipio de todos os gozos, de todas as felicidades'
Convencida, pois, toda a aociedade brasiieira
destas verdades, s ha agora que esperar a emen-
da de todos os erros, d'onde prorm tonas as des-
venturas desta tena.
E v Je como so ostenta agora o bomem livre,
ou dos paitidos livres deste Brasil, e meamo mui-
tos, seno tambem quasi todos, ao menos os nuvos
do partido oppost*, embora mais medrosos nao o
manifes'em com tanta franquesa 1
O homem livre, intelligeote e talentoso nada
deve a Deus, que e um myto, creaco dos pa-
dres, nem natureza que cga.
O homem boje neste venturoso Brasil, deve tu
do a si ; por isso se ostenta orgalh-so, diviaisa o
orgukbo e chama tolice a modestia, eomo a qualifica
o incommeMuravel talento do philosopho allemio,
Tobas Barretto, que j chamou (nao sei porque)
de burros a todos os hachareis e doutores, nao obs-
tante serem quasi todos elles da sabia escola do
positivismo. No emtanto aqueile sentimento, a
modestia que o incommensuravel Sr. Tobas, di-
vinisando o orgulbo; chama tolice, para os po-
vos que vivem no obscurantismo a primeira das
virtudes na qual todas ss dessaia assentasa 1
Sim, o orgulbo, o talento que o borne J), livre ('o
tal mythologo Deus, s a ai o deve, faz do ho-
mem outro, o faz senhor de si.
O talento que constitue a forca, de qualqser
genero que elle sejs, ou se manifest ; e valem
mais aos p sitivos productos aquelles que mais se
prestara a reader os gozos e as delicias do edn
da trra. E' por isso que mais presumo, mais
valor tem e na apparencia o curtinho do nosso fu-
turo e maior que todos no positivo, pratico,
prenai ad< s para aos tervir tom a louca de cata e
nao precisa importar do eslraogtnro rei para nos
governar. (Muito bem)
Milita o asa dor too pastido liberal, porque o
mais aaiaatsao dos partid** osnstituconaes e o
mais apto para levar a naci ao gwemo que o
ideal de ttdat os povos livrm. cun esaas ideas
ansa o orador nao podar ser aecusado de rshir
a causa da democracia, nem saesmo se algum dia
ebegasse a ser ministro,cousa alias que nunca
ambicionou, pois nunca seas ministro do rei, mas
da na cao. (Maso besa.)
%w'mr
Na campanha da diffamacao em que se aehsm
empenhados os escrevinhadores da Provincia, nao
teem escapado os caracteres os mais puros, por
isso meamo que nao se curvam aos indecentes
manejos de ama poltica odienta e tacanha, que
n'elles encootra a mais desidida repulsa
'isto eatocertos os homens serios desta trra,
qualquer q .e seja o partido a que pertencam.
Mas para -que nao paire no espirito publico
qualquer suspeita a respaito do modo de proeeder
do Sr. professor Telesphoro Lopes de Siqoeira, to
acrimoniosamente calumniado emoorrespondeneias
que se dizem escripias i'aansJis localidade e
publicadas as edieces da Provincia de 10 e 15
de Julbo dr coi rente anno, cumprimos am dever
de amigo, vindo-em detesa do distiacto prttassor,
que tem para gente que acreve para Pro-
vincia o peccadu^le perteoser a* partido conser-
vador, a caja caasa tom eUe servido sempre cora
a BMtior dsdicacao, meamo nos tempos era que se
era insultado, perseguido, apedrejado at aasas-
sinado so ejercicio dos direitjo politieos, sean que
os sceres d'esses attastados, revestidos da car-
gos de autoridades ou protegidas pela polica e
por alguna magistrados, cegamente partidarios,
fousem punidos.
Nao era possivel, porm, que actualmenteaber-
ta, como esta a ca-raptnha da calumnia e da diffa-
macao, sjlle soapasse sauha d'aquelles que ain-
da boje gosam.das posicoes qne na situaco fiada
csnquistaram pelos seus maadns e tropaltos, des-
de que o Sr. Teleapaorq, pela sua legitima influ-
encia e reconhecido prestigio, tem estado sempre
a frente dos nossos correligionarios n'aqaella lo-
calidade como um baluarte contra os golpes dos
sicarios, que por mais de urna ves bao testado
centra a sua preciosa existencia.
Na: queremos retaliar ; porque, se quizesse
mos, poderiamos ditei que aqu- lies de Ourisury
isnott- m A Provincia as infucinitfaes esw qae se
organisam as correspondencias, sao individuos,
cujoa crimes sao bem oonhecidos, mesmo de seus
propnos amigos.
O Sr. Telesphoro Lopes de Siqoeira durante
longo* anuos de magisterio publico tem sabido
sempre eumprir os seu* deveres com a maior as-
siduidade e telo, e aproveitemento para seus
discpulos, como podem atteater o* diversos di-
rectores que tem tem tido a Instruecao Pubici.
Como pai de nuraer- sa familia, moralisado e re
signado oem a toa honrada pobres, proeura man-
tel-a com toda a decencia, velando na educaco
de seus filboe com todo o cuidado.
Como cidado dotado de carcter altivo e de
crencas firmes, tem sempre procedido de modo a
nao ter sido jamis suspeitado, nem tao pouco
aecusado, mesmo pelos seus mais rsneorosos ini-
inigos, de haver praticado crime algum ou con-
corrido para que toase praticado, quando ni ser
to fcilmente se fasem aes imputncoes.
0 Sr* Telesphoro tem a digmdade precisa para
responder com o mais compl to desprezo aos in-
sultos e invectivas que lhes sao ass&cadas ; pois,
nao deve receiar nm s momento que as calum
nias que lhe so irrogadas possam fazel o desme-
recer do elevado conceito que de s fermam es
homens de bem, e nao recuar um s passo de
seu p >sto de honra entre os nosso amigos de Ou-
rliury, pelos quaes cercado de todo o prestigio
e consideraco, de que digno pelas suas virtu-
des cvicas e elevado carcter.
Recife, 27 de Setembroo de 1886.
Argus.
Bscravos seviciados
Os jomaes d i hoje publicara a parte diaria do
Illm. Ir. Dr. cnefe de poli a, narrando o resul-
tado das primeiras di'igenciaa policiaes em rela-
co ao facto occorrido no engenho Ibura, do Sr.
Nicanor Bandeira de Mello.
Sendo ainda muito cedo para allegar qualquer
deteza ao nve no senhor, at porque nao licito
tolner a liberd: de s autoridades, cumpre toda-
va pedir ao re. petavel publico que nao encare
o facto pois prisma carregado dessa parte ofi-
cial.
Por mais que pareca odiosa e insuetentavel a.
posico do senhor cujos escravos se dizem victi-
mas de sevicios, nlo se pode garantir priori,
que elle nao tenha a mais cabal defeza.
O espirito previnido jamis servio de guia se-
guro em negocio algum.
Espere o publico, espere a justica a completa
elucidaeao do caso, e ver no fim que o diabo n&o
i tao feio como se o pinta.
A verdade apparecer, e esse mo ver, que bor-
rorisa, hade desapparecer, nos o esperamos com a
tranquillidade da consciencia de quem nao com-
metteu crijic.
Recife, 27 de Setembro de 1886.
Aos lllms- Srs- Drs. Julzes de di -
relio eucarregados do alista
tent elcltoral dos distrlctos
da eapiial.
Constando que sepiet^ndom alistar como elei
tores da comarca do Recife, por meio de renda d
aiugueis de casas, de conformidade com o n. 2
2 o do art. 7, do Decreto de 31 de Agosto de 1881,
os 8rs. Martinho Jos de Lyra, Franeiecs Floren-
cio de Mello e Agostinho Florencio de Mello, mo-
radores i a villa de Altinho, apressa se em preve-
nir aos Sra. iuizes de direito da referida comarca,
que nao consintam em semelhante escndalo e des-
rtspeito lei eleitorsl, porque um arranjo, que
certo p-oprietario pretende fazer, para assim dizer-
se ii.fluente, accrescendo que illaquiando a boa
f dos pretensos slistaudos, que julgam nao haver
erime.
Altinho, 22 de Setembro de 1882.
Um eleitor.
() Tobas Barrete.
no
real da vida, d que mesmo o do grande, immen -
so do immortal Tubias, que esvoaca sempre pelas
regioes eteiias, por onde nao chega a mente do*
positivos curtos, e e nao quando deve trra o
chamar de tolo ou burros a todos, porque uingocm
o alcanca.
Por isto 0 nosso bere, o homem futuro, verda-
deiro pratico vero positivista, tundo j por de-
mais ; o que trouxe o verbo, ultima palavra do sa-
ber viver, agradando s turbas, agradando a to-
dos, sendo de todos amado e sempre aplaudido
tstr Viva pois o verbo do positivo pratico, que vai
dar-lbe um throno, fazer chamal o D. Jos I, da
louca grossa, ou Jos o grosso.
Viv- pois o grande D. Jou I, imperador ou re,
o que mais lhe grade, que ser mui breve.
E paremos aqu p para esta materia.
Recife, 27 de Setembro de 1886.
Affonso de Albuquerque Mello.
P. S.E' sempre bom nao faltar nuncao coro,
verbo p-ifundo ou mais celebre pratico cerebro
do positivsroo.
O orador fj interpellado no meeting anterior,
por um amigo, pirque nao se deelarava pela re
publica!
E' parque mais amante da repblica do que
esse amigo : e porque como disse ao seu illus:re
companheiro Jos do Patrocinio.-deveis querer a
repblica e nao repub iesnos; o orador, liberal
como concorre mais para a propagacao das
ideas democrticas, afim de habilitar o povo a as-
sumir a direceo de si mesmo, do que os idelogos
que t pregam a repablica, como idea abstracta,
quando se devem lembrsr deque preciso antes
de tudo destruir as instituiedes anachromcas e m-
moraes que servem de ponto de apoio ao despotis-
mo constitucional, de que a feca do Ypiranga in -
vestio a bastarda da casa de Braganca.
. O orador nao tem ss illusoes do seu illustre
amigo Joaquim Nabuco. que ainda acredita poder
a monarebia ne Brasil ser o ideal do um bom go-
verno. ., .
Para que a monarehia no Brasil podesse ser
mediador plstico que se estabeleca entre as lutas
desencontradas dos partidos, era preciso que mu
duaiemos a familia de Braganca, que hoje anda
mais perigoaa do que hontem, por estar ntrela-
cada com a avarenta familia de Orleans. (Ap-
plausos repetidos) .
Ora, quando tivermos de faser essa suostUu*
cdo que cada dia moto e aw toipJe, devenios eitar
Agua Florida de Marrar Lanrann
, IOO
Ha vinte annos esta parte, ella trmou o lugar
de todos es extractos e essencias europeas nos mer-
cados tanto da America do Sul como as Anil-
inas, supprimindo todas as differentes qualidades
ilessas chamadas Eau de Cologne. O sea deleitavel
areina tem om< approxmaco mais estreita e ana
log nspiraco delieada das verdadeiras flores,
do que aquella nenhum outro artigo em uso pa-a
a mesa do toucador.
Usada como urna lavagem ou enxagoamento da
bocea, ella igualmente n.utralisa e faz desappare
cer o mo gosto e hlito causado pelo fumo do
charuto, melborando a condico e estado dos den-
tes e gengivas. ___
Coso QABSJjrriA coutra as falsincacoes, obsrve-
se bem que os nomea de Lannan estampados em lettras transparentes no papel do
livrinho que serve de envoltorio cada garrafa.
Acha-se venda em todas as boticas e iojas de
perfumaras
Agentes em Pemambuco, Henry Forster a C,
ra do Commercio n. 9.
Muito importa saber o publico qu os gneros
que compra sao realmente os genuinos generoi
que se representara, para assim poder recusar as
numerosas falsificacoes e mitacoes que mundanoi o
mercado, en muitos casos com grave damno da
sade publica. Declaramos, portante, positiva e
terminantemente que pela formula < nginal, co-
mecada a usar no anno de 1829, que o exquisito
perfume conhecido como Agua Florida de
Hitrry preparado, sendo esta indubtavelmrn-
te urna das causa* de possui* elle urna fragrancia
to extraordinaria, to suave, fresca e deliciosa,
to superior a todas.
ronsultorio medico-
cirurgico
O Dr. Castro Jess, contando mais de 12 annos
de escrupulosa observaco, reabre consultorio n*-
ta cidade, rus do Bom Jess (aatiga da Cruz)
n. 23, l.o andar.
Horas de consultas
De dia : das 11 s 2 da tarde.
De noite : das 7 s 8
as dentis horas da noite ser encontrado no
sitio travessa do* Remedios n. T, primeiro por-
to eaquerds, alm do porto d* Dr, Coime.
Repertorio de sai
lea*) sacras do prodeas*"r sjs-daa ate 4)1
da Cmara Municipal da cidade do Ueelfe.
Ir- d
QCAUDAbB
AOTOBBS
BOMES DAS PROAS
s*er*s<,
Hyiuao
Vsperos
dem
fc
Magnficat
Glorias
dem
dem
dem
Idea
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
Ilem
dem
dem
dem
Mera
dem
dem
dem
Mera
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
dem
Solo
dem
dem
Ave-Maria
dem
dem
Credo
dem
dem
dem
dem
dem
lik'in
dem
Iilcn
dem
dem
dem
dem
dem
Te-Dcum
dem
dem
dem
dem
dem
dem
T. Ergo
dem
dem
dem
dem
dem
Novenarios
dem
dem
dem
dem
dem
dem
Ladaitihas
dem
dem
dem
dem
dem
Uem
dem
dem
dem
dem
dem
Antiphanis
S. Regina
dem
S. Mater
V. S. Es-
pirito
S. Santa
Officio
Missa de
LiRequiera
bera-m
ilas
J Jordani
Mercada ute, Vaca, P. Ge-
neratii, assaecsto
Alexandro Nini.
J. Jordani
J. Casemiro Jnior
fGuiseppe Siw>ri
Conti
Colas
Correia Guimaraes
Colas
V. Bellim"
T. Orestes
Felice Resei
T. Orestes
S. Pinto
A. J. Sunes
Battaglia
J. B. Rabeti
S. Pinto
Colas
F. L. Rossi
J. Casemiro
J- fedmi
Badoni
S- Pinto
S. Mercadante
Joaquim Bernardo
F. Eduardo da Coea
M. A. Gaapar
J. Casemiro Jnior
\. Casemiro
Santos Pinto
a
M. J Orternald
Colas
Gonela
C. Gouuod
Colas
de L. Luzzi
Canessa
J. Casemiro
Mercadant e
Rossi
uleread ante
Alesandrino de Souza
Sanies Pinto
M. J. Osteraald
Santos Pinto
Pietro Generali
T. Orestes
Colas
m
Joaquim Bernardo
B
Jos de Lima
Jos Candido
L- Rossi
A. S. Leite
Jos Candido
Jos Coelho
S. Tbeamtt
N. Seabara
Denominada da Matriz
Deteocao
Graca
S. Anua
Dogma da Conceicao
S. Christo
Livramealo
S. Rita
S. C. de Jess
Alexandria
N. S do Bom-Coucilio
Formiga
Espirito-Santo.
Soledaae
Natal
B. Jess Pasaos
Em La
6. Amaro.
Grande
paatraordinaria
Grande
N. 2
. 6
Em L
Santa Rita
Espirito-Sanlo
N. S. da Victoria
Sant'Anna
S. Cecilia
Em D
S. Joo
P. Estanislao
A. Catelam-
Colas
G. A. Azevedo
Manoel Pereira
M. F Chaves
T. Orestes
Colas

Joaquim Bernardo
Colas
J. C de Araujo
B
G. A. de Azevedo
Manoel Pereira
M. F. Chaves
T. Orestes
Colas

L. Lambillote
Colas
J. Casemiro Jnior
David Peres
Morsart
Colas
Orchestnda por
F. L. CoUj
Ni
N.'l
Media
>
Pequea
Oren, e m
A' oegao
N. i
I
. 3
Qaitollis
Qntsedes Quonian
Laaamus
Denominado da matriz
Biepo
N.-l
t
Espirito-Santo
N.
S. Christo
Maria e Jess
N. 1
N. 3
Em F
Em Sol
S. Cecilia
N. 1
N t
Sabatina
a

Grande


Pequea

Extraordinario
i
Grande

*
m
Pequeo
Grande
Pequeo
Grande

Pequea
Extraordinaria
Grande
Flauta' Solo
Soso
Barjtono Solo
Tener Soto e C
Tenor t Barjton a
Coro
Orch. e piano
Oren, e piaoo
Orch. e Bono
Alternada
Despedida
Evaristo Rodrigues Vianni, e sua familia, tendo
de embarcar no vapor Congo, para Lisboa, e nao
se podendo despedir peas talmente, ofazem por este
jornal. Offerecem seus prestimos em qualquer
parte onde se ache.
Reeife, 25 de Setembro de 1886.
Evaristo Rodrigues Vianna.
fianhos de mar
Do Io de Outubro prximo em diante o trans-
porte dos passageiros para o Estabele lmente
de Banbos le Mar, nos arrecifes, ser feito em
am bond martimo vapor.
O b >nd partir de 10 em 10 minutes do caes
22 de Novembro e do Estabelecimeuto de Banbos
com os passageiros qne estiverem presentes na
occasio de cada partida, desde s 5 at s 9
hjras da manb e das 4 s 6 da tarde.
Acha-se em vigor do Io de Outubro em diante
a seguinte tabella de precos de assignatura de
banbos, passagt-ns, etc., approvada pelo Exm. Pre-
sidente da provincia :
TABELLA
Urna pessea menor ou adulta. 12000
Unas...........24000
Tre. ........30*000
Quutro.'.........36*000
De quatro em diante cada urna perten-
cente a mesma familia... *5r
Um banho avulso com roupa do banh;sta #600
Um avulso com roupa, calcado e lencl
do estabelecimento......l#0O0
Urna passagem de ida e volta para os
que n) forera banhistas. #200
Por qualquer pessoa que fdr indispensa-
vel acompanhar o banbiste doente, ^^
As assignaturas s sero centadas de 1* a 30
e de 15 a 14 de cada mes, e pagos adiantedamen-
te no escriptorio do estabelecimento, devenJo os
banhistas tomar suas assignaturas na vespera
dos dias marcados para que possam ser bem ser-
vidos desde o primeiro dia de seus banho*.
Os passageiros que nao forem bauhistas deve-
ro pagar a importancia da passagem durante o
trajete da viagem. .
Nos precos da tabella se comprehende a obnga-
co de fornecer o estabelecimento ao banhista um
compartimento decente, passagem de ida e volta,
pessoa habilitada para acompanhar durante o ba-
nho as criancas, doentes e pessoas debis e mex-
penentes, e enchugar as roupas dos banhistas,
que devero marcal-as com as letras iniciaes dos
seus nomes antes de apresental-as no estabele-
cimento.
Recife, Setembro de 1836.
C. de Medeiros.
N. 2. A EmulsSo de Scott nao um
remedio novo, pois ha longos annos que
est se usando na Europa, noa Estados
Unidos e muitos outros paizes e tem sem-
pre dado os melhores resultados na tsica,
as molestias do peito e da garganta e as
bronchites chronicas.
Dr. Carlos Bettencoart
E.treltamento* da '*" X*.
radicalmente p*ls electrolyse, sem dor. Todaa as
oneracoei de pequea e alte cirurgia. Ra do
Marque, de Ounda n. 34, das 12 a. 3 hora, da
Urde. Residencia, Passagem da Magdalena.
Foi fel i! (5)
A' Sra. Rosa Maria da Conceis!, cas-
tureira, moradora em Pelotas, (Rio-Oniids
do Sul), ra GoDcalrea Chavea, em
1877 achava-se, fazia dens annos, perse-
guida por ama tosse atormentadora, coa-
panhada de dores no peito e as costas
respirayo embaragada, debilidade ea ex-
tremo e finalmente com tedes os sjsnpts
mas de fysica pulmonar. ta*.
Durante todo esse tempo usou de todo
que a medicina acooselba esa taes casos,
porm nenhum proveito colbia e a enfer-
midade segua tempre o sfu curso fu-
cesto.
Um dia lembrou se tomar o Yeitondjit
Cambar, e foi tao feliz que cm ponto teta-
po restabeleceu-segozando hoj^ a mais
vigorosa sauda (Vede o folheto que acom-
panha cada frasco.)
nicos agentes e depositarios geraes ea
Pemambuco Francisco M. da Silva & C*
Ra Mrquez de Olinda n. 23.
i m
Cajurcbba
Este efficaz e inoffensivo preparado, que
nSo contm mercurio nem arsnico e apa
Das uma dose tao diminuta de iodoreto de
potassio, que bem se pode qualificar de
homceopatbica (menos de meio grlo em na
colber de sopa do vehculo), deve aomento
sua maravilhosa virtude depurativa aos T*-
getaes que entram em sua coroposiclo.
Outros preparados qne nlo contm ab
solutamente um tomo de mercurio ou seu
coiopostos, tm tal dse de iodoreto dw po-
tassio, que esta, dissolvida em agua pura,
curara os doentes qne tm sido curados
pelos taes apregoados depura tiv os vega
taes. ^*^T us.
A efficacia do cajurubeba prova-ie: J
4o Pelos innmeros atteatadoa de medi
eos e de doentes por elles curados de
les reputados incuraveis. f*stL.
2? Pela procura que tem ; de modo ajv
zer desapparecer os preparados congene
res que antes d'elle dominsvam a thera-
peutica das molestias syphilitcaa do rhsa-
matsmo e das affecs5es herpetcas.
3o Pela lealdade com que seus autoras
tm fallado ao publico, faaendo-lhe ctmhe-
cer a coroposico do seu preparado, o qae
nenhum outro se animou ainda a tasar.
29
Dr. CobIHo Leta
Medico. rlelroe aerader
Residencia ra dalmpcratrw a. 4^
Consultorio rus Duque de Caxiaa a. W.
D consultes das 11 horas da mana* s S
taAttende para ss csaasadss a qaalqaar
telephone n, 449.
HHITRAH 1


i
IMario
hcotyuai
Casa de commis soes
DE
6. UPME, & C.
t, Roa do Imperador, 1* Mar
Handam vir dos mercados estrangeiros qualquer
iro de mercadorias em condicdes muito suaves,
__j de que sio representantes de diversas casas
nrsdsctoras par ai quaes recebem encommendas
m conals nenbama. rindo as
satacadorisa, conhecimentot, facturat e corres-
I rlturii directamente das fabricas para os Srs.
Mentes, gosando estes das maiores vantageos,
acentos e prasos; entre essas fabricas noto-te:
s. socledade vincola le Bordeaoi.
aaaociacao de grandes proprietarios de vinhedot
para evitar a fraude e expor a venda vinhoi
*"raU Freres ft C de Bordeaux. fabrica
de eoaservas alimenticias e do afamado chocolate
Lmii
ficoraes Seajnln ft C de Cognac; grn-
ala Caaa que se oceupa especialmente de co
Sr^llaler ft Aragn, de Grasse; fabrica
sateos volateis, easencias, extractos, cheiros, para
rogaras, pharmacias e perfumistas, successores de
KAlaari.
Fsurmalnlreau. de Desvres, fabrica de
aaalejos para casas.
atertln Tiaaler. ft C. de Pars; fabrica de
leeros, frascos e vasilhsme para pbarmacias e dro-
arias; especialidade de frascos esmerilhados; re-
eaaaatendamos os novos precos muito resumidos.
m. Hutlnel. de Paris, fornecimentos para
mictographia, como sejam: cartes brancos e im-
areasos, drogas e aparelhos etc etc.
atelwaletle. de Boulogne s-Mer; fabrica de
faxtaas para calcados.
A. iTecomie ft C. de Pars: fabrica de
aatrumento, de msica.
tarledade dea fabricante de por
Miaa, de Vieaon.
>. parla ft C fabrica de placas de ferro
aaaaaltado para nomes de ras, numeracao de
eaaaa, indicacoet de esenptorios, etc etc, foroece-
dsses da cidade de Paris e outras.
C. Telaen ft C fabrica de ladnlnos mo-
a campnula de FlvesLIllei mate-
aal para engenhos, machinas fixas e Iccomoveis,
material rodante para estrada de ferro, poniese
adras construccoes Je ferro.
a Socledade Cooperativa jolver
aal. de que fasem parte boje mais de emeoenta
das principaes fabricas franeexea de que opportu-
laaentc annunciaremos ob nomes.
Dr. E. Ossian-Boiinel
Medico
Consultorio 5 l ua do Mar
quez de linda-Reelle
RESIDENCIA : HOSPEDARA DE D.
ANTONIO CAMINHO NOVO
Aviso
O Dr. K. Osilan Bonnet Medico pela
ftealdade de Medicina de Paris.
Condecorado com a medalha dos hospitaet.
Socio correspondente : das Academias de Med
-iaa do Rio de Janeiro e de Barcelona ; da So-
etsade de Medicina p-atica de Paris e da Socie-
iade Francesa de Hygiene, ex-director do Museu
AaatomoPatolgico da Fuculdade de Medicina
do Rio de Janeiro, tem a honra de prevenir o pu-
blico que durante a sua estada em Pernambuco
fea a disposicao dos doentes que desejarero hon-
ral-o com a sua confianca.
Chamados e consultas de 1 s 3 horas da tarde
at aovo aviso: na hospedara de D. Antonio
Csminho Novo).
Especialidades : molestias das vas respirato
aseoraeSo, estomago, ligado, etc., molestias
cerras, e syphiliticas.
Recife, 6 de Agosto del886.
Conultorio medico-cirorgice
ODr. Estovar. Cavalcante de Albuquerque con
Mi a dar consultab medico-cirurgicas, na rus
da Bom Jess n. 20,1 andar, de meio da as i
as da tarde. Paras? demais eonsulta e visi-
ta e sua residencia provisoria, ra da Aurora
B. 53, lo andar. ,
Eapcciaidades Partos, molestias de creacae
vTtt toseus annexos.
Clnica
DE
Partos, molestias de senhoras e
de erlaneas
Dr. Solo Paulo, medico flggregado do
Hospital Pedro II, desta cidade, coro pra
ica e estudos especiaes as prinjipaes ma
leraidades e hospitaes do mulberes e de
estancas de Paris o de Vieuna d'Austria,
bs Wdas as operac^es obsttricas e ci
mrgicas conceracntes s suas especiali-
dades.
Residencia e consultorio ra do Bario
Ja Victoria n. 18, 1. andar.
Comsultas das 12 asa horas da tarde.
Telepbonc n. 467.
COMERCIO
3oia comincrclal de FernaM-
buco
RECIPE, 28 DE SETEMBRO ?E 188.
As tres horas da tarde
Cotactw oficiacs
Jceoes da cumpa jhia dos trilhos urbanos do Re-
cife Olinda e Beberibe do valor de
200*, ao prec de 120* cada urna.
Mgodao em pluma do Rie Grande do Norte, 6J600
por 15 kilos posto a bordo, frete de 1/2
d. e 5 0[0 por libra.
Onabic sobra Para, 3 d/v. com 1/40/0 de des-
cont.
Din sobre dito, 15 d/v. com 3i8 0|0 de deosconto.
Cambio sobre Londres, 90 d,v. 21 3/4 d. por 1*,
do be neo, bontem e boje.
3bo sobre dito, 90 d/v. 21 3/4 d. por 1*000, do
banco, hoje. .
Jaaibio sobre o Porto, 90 div. 144 0/0 ac premio,
do banco.
Ka hora da Datas
Veudei am-se :
affaccoes des trilhos urbanos de Olinda.
Reptiflcaco
Ha eotacao de bouteui shio Letras hy[;0the-
arias a 905'J0 luaui.. er* '.M'iK).
O pre:i-'eit.-,
Pedro June iia>.
O seitri.'ario,
Candido C. G. Alcc/br ido.
XmHMKNiS PBLICOS
Mes e Scterabro do 1886
ALKAN! EGA
C, Heckmann
Usinas de cobre, iat&o e bronae ee d
Qoliteer Ufer n. 9 Berlim S. O.
Espeef alldade:
Coastracfio de machi-
nas e apparellios
para fabricas de assucar, destilla$5es e re
finacSes com todos os aperte^amentos
modernos._____
DSTALLAgAO DE:
Engenhos de assucar completos
EsUbelecinento filial na Havana sob a
mesma firma de C. Heckmann
C. e San Ignacio n. 17.
tnicos representantes
Haupt Gebru'der
EIO DE JANEIRO
Para informacBes dijamse ai
Pohlman &C
mu io Goniereio 1.10
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Ballhazar da Silveira
mbro de
Dr. Gemoeira Leie
KDICO
Tem o sau escriptorio a roa Duque de Ca-
las n. 74, das 12 s 2 horas da tarde, e desu
hora em diante em sua residencia i roa da San-
ta Crus n. 10. Especialidades, molestias de se-
nhoras e rriancas, telephone n. 326.
}
Especialidadesfebres, molestias das
criancas, dos orgaos respiratorio das
enhoras.
Prestase a qualquer c hamado pa
ri da capital.
AVISO
Todos ^s chamadas devem ser dirig" I I
dos a pharmacia do Dr. Sabino, 4 ra do ) (
Bario da Victoria n. 43, onde se indicar ) j
a sua residencia. j i
O OKB:-
De t a 27
Prm in m
JUaaa raoviacKi.
De 1 a 27
de 38
Tt>h!
769:838*138
I:466.41
8 ).);> -
> 14 Y,b
- '.88::01*38
82:863iOJ
871:167*491
Bfcaaonstrco c!a ren-ia provincinl, arre-
eadada por est r p.irtiySo na s> maDa ci
20a 25 do coireniu mz, discrirninadas
pela forma seguitite :
Leonor Porto
Rna do Imperador n 45
Primeiro andar
Contina a executar os mais difficeis
figurinos recebidos de Londres, Paris,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicaode costura, em bre-
vidade, modicidade em precos e fino
gosto.
Fados e nao palavras
Ao* que te desejam tratar tem comprometter a
laude com preparado mineralgicos.
Nesta typographia e na ra Direita n. 66, 1.
andar vende-se tinturas homeopathicas para ino
fensiva cura das seguintes molestias : asthmatico
anda mesmo bronchitico; eiysipela, enxaquecas;
internitentes (sem o emprego do fatal quinino) ;
tosse convulsa, falta de mengtruaco ; cmaras de
sangue : esfricos ou metrite ; dores de dentes ou
nevralgias, metrorragia; vermifugos, dentifloi
convulsoi'8 das criancas ; tudo manipulado de her-
vas do paiz.
Assim como tratam se escrofulosos em qualquer
grao e goiamatosos.
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medica ocu-
liita, ex-chefe de clnica do Dr. de
Weelter, mudou seu consultorio, do 2.*
andar da casa n. 45 ra do Burilo da
Victoria, para o 1. andar da casa n.
51 da mesma ra. Consultas de meio
dia s 3 horas da tarde. Residencia
ra Scte de Setembro n. 3 A.
Oculista
Dr. Ferreira -ia Silva, con-
sultas das 9 ao meio dia. Resi-
dencia e consultorio, n. 20 ra
Larga do Rosario.
Dr. Fernandes Barros
Medico
Consultorio ra do Bom Jess n. 30.
Consultas de meio dia > 3 horas.
Residencia ra da Aurora n. 127.
Telephone n. 450
I
Imporiacio
Imposto de gyro :
Direitos de 3 '/
Addicional de 5%
Direitos diversos de
20 % sobre fumo
dem d^ 500 rs idem
dem de 100 rispor
coures
dem de 200 ris por
tonelada de navio
dem d.' 50 ris por
alqueire de aal
dem de 5 % de ad-
dicionaes
14:912*004
745*025
-------------- 15:657*929
240*281
48*110
272*400
533*400
12*800
iio& 7
Ocu isla
DR. MATT08 BARRETO, ex-chefe de clni-
ca do Dr. Moura Brasil e da polyclinica geral do
Rio de Janeiro.
Consultorio, ra do Imperador n. oo, 1-andar,
das 12 s 3 horas da tarde.
Residencia, Camrnbo ovo n. 159.
As operacoes sao fritas sem dor, pelo meio do
C:caina.
1:162*068
Eiuorlsro
Direitos de 3 /0 so-
bre o assucar 2:911*388
Idtm de 2 / sobre
aigoiaj 1:988*257
dem de 8 % sobre
aguardent". etc. 2(9*200
dem d. 7 % sobre
couros seceos, etc. 209*580
dem de 20 % so-
bre ditos verdes 72*765
Idi m de 3 /0 sobre
sola e couiinhos 334*864
dem de 100 ris por
sueco uo fabri-
cado na provincia 1:245*900
dem de 100 lis
sobre barrica ,
idem 33*035
dem de 5 7adii-
cioi.aes 348*944
16:819*997
7:323*933
24:143*930
Segunda jeccao, 27 de Setembro de 1886.
O escripturano,
Manod Gome de S.
<.CBW!UOBIA i), 1 a 7
U, a d; 8
J.nsi-udo paoviKciab De 1 a 27
n de 28
33:409 ,"215
2:189*752
35:5'j8*967
28:236*939
585.347
titira iiBATicAt
Ideui d- 2S
'el a 27
28:822*286
32:464*960
116^064
32:581*024
EDITAES
Editaln. 10
De ordem do Illm. 8r. Dr. inspector, faoo pu-
blico que no dia 30 do correte, ir de novo
praca o fornecimento de slimenUc&o e dietas para
os presos pobres da Casa de Detenco, relativo ao
trimestre prximo vindouro de Outubro a Desem
bro, de aecordo com a tabella abaixo transcripta-
do Regulamento de 18 de Marco de 1885 e bem
assim com as do Hospital Pedro IL tambem trans-
criptas, conforme o disposto no art 75 do citado
Regulamento, servindo de base a diaria de
42' ris.
Secretaria do Thesouro Provincial, 25 de Se-
tembro de 1886.
Servindo de secretario,
' Lindolphn Campefifc
TABELLA N. 2
Almoro par* do o *l e-
mina
160 grammas de pao.
56 ditas de assucar refinado de 3 sorte.
20 ditas de caf em p.
Cela para todos oa da* da semana
120 grammas de rao.
55 ditas de assucar refinado de 3' sorte.
20 ditas de caf em p.
Jan lar para domneos, tercas e qnln
tas felras
400 grammas de carne verde.
5 decilitros de furinha.
10 grammas de toucioho.
jamar para segundas e quartas
felras
229 grammas de carne secca.
4 decilitros de furinha.
2 ditos de fcijao.
10 grammas de toucinho.
jamar para sextas felras e sal-
bados
150 grammas de bacalho.
4 decilitros de farinha.
2 ditos de teijo.
1 centililro de aseite de oliveira.
1 dito de vinagre.
Lenbae sal necessario par todos os das.
Os gneros serio de 1 qualidade.
D.urado, de qu*m testamenteira Anna Paulina
da Conceico Dourado, afim de que a mesma seja
indemnisada dus rendimentos vencidos e que ven
cerem de eonformidade com o que foi requerido a
fl. 155 e deferido pelos despachos de ni. 158 e
fls. 170 dos respectivos satos.
Dado e paseado nenta cidade do Recife de Per-
nambuco, aoB 20 dias do mes de Setembro do an-
uo do Nascimento do Nosso Scnhor Jess thristo
de 1886.
Recife, 20 de Setembro de 18fi6.
Eu, Luis da Veiga Phssob, escrivao, subscrevo
Manod da Silva Seg.
Edital n. 9
De ordem 1o Illm. Sr. Dr. inspector, convido
os Srs. Sim jlicio da Silva Coelho. Jos Cordeiro
doB Santos, Rodrigo Carvalho 4 C. e Diogo Au-
fusto dos Rei para assignarem os contratos de-
nitivos das i rrematauoes que fie-am para for-
necimento de artgos de frdamenti ao corpo da
polica, ficando para isso marcado o praso de qua-
tro dias, a contar desta data.
Secretaria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, 25 de Setembro de 1486. Servindo de
secretario,
Lindolpho Campello.
EdIUI n. 11 ~
De ordem do II im. Sr. Dr. i os.lector, faco pu-
blico que no dia 30 do correte ir de novo i pra
C* o servico da illuminaco pub ica do Iguarase,
durante o correte exercicio, servindo de base o
preco de 200 rs. por cada lampeo.
Secretaria do Thesouro Provincial de Pernam-
uco, em 25 de Setembro de 1886. Serviado de
secretario,
Lindolpho Campello.
RacSes e dieta dos doentes do Hospital
Pedro II
Ia dietaCaldos de gallinha.
2' ditaCaldos de carne.
8* ditaCanja de arroz ou sopa.
4* ditaAlmoco. Chiou caf, 115 grammas de
pao ou papas.
Dita ditaJantar. Gallinha com arros e pao.
Dita ditaCeia. Cha com bolachas de 58 gram
mas ou papas.
5* dita -Almoco. Cha cu caf, manteiga e 115
grammas de pao.
Dita ditaJantao. Carne com arros e pirao ou
pao.
Dita ditaCeia. Cha com duas bolachat de 58
grammas.
Tabella das dietas dos doentes dos Hospi-
tal Pedro H
1 gallinha para 8 caldos cem 250 grammas
cada um.
1 kilo do carne para 10 caldos.
I canja de arros com 32 grammas de assucar e
250 grammas d'agua.
1 papa com 32 grammas de araruta, 32 ditas de
assuctr c 250 d'agua.
O cb ou cf na proporco de 4 grammas para
250 d'agua e 32 de assucar.
Um quaito de gnllioha ou 250 grimaas de car-
ne para cada doente.
N. B.O u-eoicc pode esneeder extraordina-
riamente 64 grammas de vmho, 54 de goiabad.i
ou marmelada, aletria ou papa.
Lindolpho Campello
O Dr. M-noel da Silva Rogo, oficial da
Imperial Ordem da Rosa e juiz de direi-
to da provedoria de capellas e residuos
nesta cidade do Recife de Pernambuco,
prr Sua Msgestado o Imperador a quem
Deus guarde, etc.
Faco saber aoa que o presente edital virem ou
delle notic.a tiverem, que depois da audiencia do
dia 29 do correte mes e anu", e preenen-das as
f.prm.lidadeb legaes, ir a pregao quem mais der
o arrendamento do predio n. 9 sito ra Duque
de Caxias, freguexia de Santo Antonio, com dous
andares e pavimento terreo, porespaco de tres as-
nos, 8' rvindo de base o arrendamento actual de
1:200*000 por anno e vai prca a reqaerimento
de Mana Jos Pra? i, leg'Uria de Jos d Costa
DESPACHOS DE 1MPORTAQAO
Hiate nacional S. Bartholomeu,_ entrado
do Aracatjr no dia 27 do corrente e con
signado a Bartolhomeu Lourenco, ma
nifestou :
Algodao 212 saceos ordem, 130 a P-
rente Vianna d C.
Hiate nacional Santo Ambrozio, entrado
do Rio-Grande do Norte, no dia 27 do
corrente o consignado ordem, nanifes-
tou :
AlgjdSd 28 sancas a H. Stolzenbatk &
C, 72 ordem, 25 a Julio & Iraiao.
Barricas vazias 72 i ordem.
Garr.fas vazias 52 barricas ordem.
Sal 8,000 litros orden.
DB'iPAHOS DE EXPORTADO
Kas 25 de Setembro de 1886
Para o exterior
No vapor allema > Cari W., carregaram :
Para Br- mem, H. Nuesch &'C. 514 couros sal-
gados com 6,168 kilos.
N i vapor americano Advance, carregaram :
Para N<\v Yoik, S. Guimares & C 28 barricas
com 2,150 kilos de borracha ; H. Nuescb Ji C.
22,416 pelle de cabra.
No brigue inglez L.icille, carregaram :
Para Ifew-Yk, F. Caseo & Pilho 1,000 saceos
com 75 000 kilos de sssucar roascavado.
__ So lugar norueguensc India, -arreg*ram :
Para N.w York, J. S. Luy Filho 764 saceos
com 57,300 kilos de assucar msseavado.
Para o Interior
So vapor americano Advance, carregaram :
Para o Para, P. da Silveira 154 barrica? com
11.645 kos de assucar branco; Burle A C. 15
barricas era 1.230 kilos de assucar branco ; A.
R. da Costa 1(0 duzias de vatsouras de piassata.
No vapor nacional Para, carregaram :
Para o Par, P. Carneiro e C. 8 pipas e 50
barris com 8,260 lilrcs de agmrdente ; S. G. Bri-
to 71 barricas com 5,200 kilos de assucar branco;
T. de Azevedo Sousa 239 barricas com 15,420
kiUisdeussucar br. neo ; L. 8. Duarte 145 barricas
com 6.390 kilos de sssucar branco ; P. Alves C.
30 barricas com 1,200 kilos de assucar refinado ;
M. J. Alves 20 barricas com 1,449 kilos de a-asn-
car brgneo e 2 caixas com 10 ditos de doce;
Bartholomeu & C Succfssorrs 4 volumes com vt
i bo jurubeba.
O Dr. Joaquim da Costa Ribeiro, diz de
diroito do civel desta cidade do Recife e
seu termo capital da provincia de Per-
nambuco por Sua Mngestade Imperial e
Constitucional o Sr. D. Pedro II a quem
Deus guarde, etc., etc.
Faco saber aos que o presente edital virem, que
por este juiso, fiados que sejam os vinte dias de
prego e tres pracas, tem de ser arrematados, a
qm m mais der e mior lance ofFerecer, no dia 30
de Outubro viodouro, depois da audiencia respec
ti va, os bena seguintes, que toram pen hora dos a
Joaquim Cavalcante de Albuquerque, em execu-
r,o que lhe move Antonio Luis dos Santos, cons
tante da respectiva avalicao, existente em poder
e cartorio do escrivao que este escreve, o qual
do theor seguiste :
Urna casa terrea, de taipa, na freguexia de S.
Lourenco da Matta, no lugar de Ierras do enge-
nho Santa Rita, junto a estacao do mesmn nome,
com 2 p ,rtas de trente, 2 salas, 1 quarto, cosioba
fora, tendo urna puchada ao lado, com 1 porta de
frente, a qual estribara, medindo de frente 5
metros e 30 ceotimi tros, e de fundo 6 metros e 5
centmetros, avaliada por 150*000.
Um cavallo de cor rudada, tamanho regular,
meio andader baixo, avahado por 80*000.
E para que chegue ao conhecimenio de todos
mando ao porteiro do juiso, nffixe o presente edi-
tal no lugar do costme, e que passe a respectiva
certi'So.
Dado e passado n'esta cidade do Recife aos 25
de setembro de 1886,
Eu, Antonio de Burgos Ponce de Len, escri
vao, eacrevi. .
Joaquim da Costa Rtbeiro.
DECLARARES
Delegada de polica do i.dislri-
eto da capital
De ordem do Illm. Sr. Dr. delegado, faco
sciente a Nicanor Bandeira de Mello, que fica
marcado o praso de tres dias, para apresentacao
da matricula, n'esta deleguis, de eeus escravos
Antonio e Benedicto; e caso nao o faca, sero
esset escravos considerados livres pela autondade
competente.
Recife, 28 de ?etembro He 1886.
O escrivao interino,
Jos de Arimatha Costa Pontes.
IRMANDADE
M
N. S. do Bom rio da ma-
triz do Corpo Santo
i;le! Convido pelo presente Udos os nossos rmacs
para se reunirem em mesa geral em nosso consis-
torio sexrn-feira 1- de Outubro, pelas 5 horas da
tirde. afim de elegerem a fu'ura mesa regedora,
para o anno c./mpromissal de 1886 a 87 Nos
termos do compromisso a mesa geral tuneciona
com qualquer numero prente.
Consistorio da iruand d, 27 de Selembrj de
1886.O escrivao,
Manoel Fernandes de Medeiros.
IMSTITUTO
Quinta -feira 30 do corrente, hora do costumu,
baver sesso ordinaria.
Secretaria do Instituto, 28 de Setembro de 1886.
Baptista Regueira,
1* seretaiio.
Para Manaos, P. Alves & C 30 barricas com
1,803 kilos de assucar branco c 2 ditas com 120
ditos de dito refinado.
__ No hiate nacional Camdia, carregaram :
Para o Natal, P. Alves 4 C. 40 barricas eom
2.397 kilos de assucar mascavado e 10 ditas com
750 ditos de dito branco.
No hiate nacional lres, carregaram :
Para Maco, P. Alves & C 2 barricas com 118
kilos de a-.ucar mascav- do ; E. C. Beltre Ir
indo 7 barricas cora 375
vado.
kilos de assucar masca-
MOVIMENTO DO PORTO
Navios aahido no dia 28
New Yoik por escalaVapor americano
Adw 'ice,commandante Jas Lord, carga
varios gneros.
Chicago (America)-Lugar inglez Hanry,
capitao. ..
Manos por escala Vapor nacional Para,
oommandante Carlos Antonio Gomes,
carga vatios gneros.
B-hia por escala-Vapor S. Francisco,
comiuandante Joaquim da Silva Pereira,
carga varios gneros.
Observacao
Nao houve entrada.
VAPORES ESPERADOS
Consalado Provincial
Belacao das differencas para mais encontradas no
valor locativo dos predios urbanos da freguexia
do Recife, que atao sujeitos ao imposto de de-
cima relativo ao exercicio de 1886 a 1887, pelo
lancador Joaquim Tranquilino de Lemos Duarte.
Ra da Restauradlo
N. 28. Casa terrea 333*000
N.60. dem 261*000
N. 55. Sobrado 732*000
Ra de D. Maris Cesar
N. 6. Sobrado 447*'00
N. 8. Casa terrea 249*'KX)
N. 12. Sobrado 546*000
N. 34. Casa terrea 393*000
N. 7. Sobrado 900*000
N. 13. dem 819*000
N. 37. dem 630*1X0
Rus do Visconde de Itaparica
N. 18. Casa terrea 9 0*000
N. 1. Sobrado 1:826 *u09
N. 19. Casa terrea 192*000
N. 33. dem 618*J00
N. 71. dem 144*000
N. 65. dem 200*000
Ra do Pharol
N. 8. Casa terrea 144*000
Primeira scelo do Consulado Provincial, 25 de
Setembro de 1886.
O chef-,
J. X. C. de Barros Campello.
Relacao dos contribuintes comprehendidos no im-
posto decretado no 34 do art. 2. da le n
1,860, com relaco freguesia d Recife, e per
tenceutes ao exercicio de 1886 a 1887, collecta-
dos pelo lancador Joaquim Tranquilino de Le-
mos Duarte.
Ra do Marques de Olinda
N. 34. Dr. Caries Bittencosrt, medico 36*C00
N' 48. Dr. Antonio de Siqueira Car-
neiro da Cunba, dem 36*000
N. 60. Dr. Ermirio Coutinho, idim 24*000
N. 64. Dr. Simos Barbosa, idem 24*000
N 27. Dr. Jacintho Sil van) de Santa
R-sa, idem 24*000
N. 47. Dr. Zeferino Ferreira Velloso,
idem 24*000
N. 51. Dr. E. Ossian Bonnet, idem 36*000
Ra do Bom Jess
N. 20. Dr. Estevio Cavaicanti de Al-
buquerque, medico 24*000
N. 26. Dr. Bra do Carneiro da Cu-
nna, idem 24*000
N. 30. Dr. Fernandes Barros, idem 24*i*)0
S. 23. Dr. Castro Jess, idem 24*000
N. 33. Dr. Augusto da Costa Gomes,
dem 24*100
N. 37. Dr. Lopes Pessoa, idem 24*000
N. 45. Dr. Manoel Francisco Teixira,
dem 36*0 0
Ra do Commcrcio
N. 48. Dr. Constancio Pontual, medico 36000
Largo do Corpo Santo
N. 19. Dr. Raymundo Bandeira, medico 24*000
Ra do Vicario Tenorio
M. 4. Dr. Barros Sobrinho, medico 24*030
Primeira seccao do Consulado Provincial, 25 do
Setembro de 1886.
O chefe,
J. X. C- de Barros Campello.
Relacao dos contribuintes comurehendidos
nos impostas decretados nos %% 15 c 16 do art. 2o
da lei n. 1,860, com relacao a ir guezia do R cife,
e pertenceutes ao ex-rcicio de 1886 1887, pelo
lancador Joaquim Tranquillino de Lemos Duarte.
Arco da Conceico
N. 2. Santos & C fabrica de cigarros
N. 4. Os mrstnos, luja de charutos e ci-
garros
Ra do Marques de Olinda
N. 2. Pontea & Irmao, taverna
N. i. Hermenegildo Alves de Mello,
cabelleireiro
N. 8 Joo Emmanuel Purcell, lytho-
graphia
N. 10. Candido Goncalves Torres, bi-
lhetes de lotera
N. 10. Francibco das Chagas Silveira,
alfaiate
N 24. Tiburcio de Oliveira, loja de
roupa
N. 28 Maia Sobrinbo & C, 1< ja de
BHBMsssaa
N. 30. Jos Antonio Pereira, loja de
charutos
N. 38. Manoel Cardoeo Ayres, loja da
livr< s
N. 44. Albino Silveira & C, loja de
ferragens
N. 46. Joo Antonio de Carvalho, al-
faiate
N. EO. Braga Gomes & C, taverna
N. 52. Antonio Pereira da Cuuha, lo-
ja de charutos
N. 46. Silva & Alves, loja de ferra-
gens
N. 56 A. Reis & Santos, dem
N. 58 Silva & Alves, idem
N. 60. Alfonso de Cliveira & C, loja
de chapeos
Ns. 64 e 66. Miranda & Sousa, loja de
ferragens
N. 1. Jos Pereira Santos, miudesas
N. 3. Luis N nbans, relojoeiro
N. 3 A. Francisco Baptista de Araujo,
loja de fasendas
N. 11. Domingos Manoel Martins, loia
de miudrsas
N. 15 Jo* Antonio dos Santos, loja
de charutos
N. 19. Tnomas Jos de GusmSo, arma-
seni de lei loes
N. 27. Hermes de Sousa Pereira, Suc-
cessores, botica
N. 33. Mauoel da Cunha Lobo, loja de
hatada*
N. 85. A'fredo & C, idem
N. 43. Viuva Asevedj & C, loja de
sellins
N. 45. Costa Pereira & Irmao, loja de
fazendas
N. 47. Nones Coimbra & C, idem
N. 51. Job de Azevedo Braga 4 C,
taverna
N. 53 A. Mendes Jnior & C, loja de
peiles de coures
N. 53. Deodato Torres & C, loja de
Iouca
N 61. Manoel Alves Barbosa, Succes-
sores, botica
200 ris por baralho de cartas ( 62 do ert
Ra do Marques de Olinda
N. 28. Mia Sobiinho & C. 40*000
N. 1. Jos Pereira Santos 40*X)J
N. 11 Domingos Manoel Martins 40*000
1 Seccao do Consulado Provincial, 25 de Se-
tembro -- 1886.
O chefe,
J. X. C. de barros Campello.
Obras Publicas
De ordem do Illm. Sr. engenbeiro chefe da re-
partieao das obras publicas, fca public que em
virtude da .autoritario do Exm. Sr. vice'predea-
te da provincia, no dia 29 do corrente, ao meio
dia, reeeb.-se na secretaria desta-Teparticio pro-
postas em cartas fechadas e convenio, temfte
selladas, para a execucAo da obra de reconstroc-
cio de 750 metros correntes de empedramento da-
estrada da Victoria, na cidade de Jaboalao, orea- N s
da em 3:877*500. / '
O orcamento e mais condiooet ''o contrato te
ac am a disposicjU dos senhores pretendentes.
Secretaria da renarticao das obras publicas de
Pernambuco, 22 de* 8etembro de 1886. *
O secretario,
____Joio Joaquim t attsit>a Ftrtytt-
i
S. K. J.
Editor de Liverpool hije
Tomar do sul amanha
Maranhense de New-York arnanha
Outubro
Pionee de New-Port News a 1
Ville de Rio de Ja- do sul
neiro a 2
Cear do norte a 3
Principe do Grao
Para da Baha a 4
Niger da Europa a 4
Ville de Bhia do Havre H 6
Manos do sul a 7
Tren* da Europa a 10
Bata do norte a 13
Ktbt do sul a 14
Pernambuco de Hamburgo a 17
Espirito Santo do sul a 17
Britannia da Europa a 23
Para do norte a 23
La Plata da Europa a 24
Equateur do sul a 25
Cear do sul a 27
Neva do tul a 29
Soci dale Recreativa Joventode
Soire bi-mensal em 17 de Outubro
prximo futuro
Communicu a todos os Srs. convidados e aoa to-
cios que a soire principiar s 7 horas da noite.
Os iugreaaoa fornecem-sc em casa do Sr. tbe-
sonreiro e os convites na do Sr. presidente.
Roga-se simpncidade as toilettes e previ??'*'
que nao sao admissiveit aggregados.
Recife 21 de Setembro de 1886.
L. Guedes de Amorim,
1 secretario.
Companhia Pernambucana
A companhia pernambucana de navegacao cos-
teira por vapor, tendo de resgatar 263 obrigacea
garantidas, na importancia de 52:600*, convida
pelo presente aos senhores subscriptores deste
emprestimo para assintirem ao sorteio que te
tem de proceder s 12 horas da manha do dia 29
do corrente, no escriptorio da mesma companhia
Recife, 22 de Setembro de 1886._____________
Inspectora de hjgiene publica
De ordem do I'lm. Sr. Dr. inspector de bygiene
e em cumprimsoto do ait. 83 do Reg. do servico
sanitario que baixou com o Dec. de 3 do Fevereiro
do corrente anno, sio convidados os senhores fa-
bricantes de licores, vinhos artificiaos, aguas mi-
neraes, gorduras com- stiveia, conservas alimen-
tares e ontros gneros de igual n turesa, a apre-
sentarem netta inspectora as formulas dos seos
preparados, afim de serem examinadas, para o
que Ibes sao concedidos 15 dias, a costar desta
data.
Inspectora de bygiene publica de Pernambuco,
26 de Setembro de 1886. O secretario,
juilherme Duarte.
40*000
120*000
180*000
30*00o
160*000
96*000
24*000
240*000
195*000
120*000
240*100
240*000
48*000
180*000
180*000
210*000
210*000
240*000
180*008
390*000
180*000
60*0u0
72*000
150*000
150*000
120*000
180*000
300*000
300*000
60*000
24<*000
180*000
180*000
180*000
300*000
300*000
2 o)
Juizo dos feios da fa
zenda nacional
Escrivao Reg Bt-rros
Faco saber a todos que o presente virem e del e
tiw r- m noticia, que no da 1 do vindouro mes
de Outubro, p 'las 11 horas da manha, depois da
audiencia e perante o Dr. juiz substituto dos feitos
da fazenda se vender em praca publica os bent
seguintes :
So irado de um andar com as dependencias da
osa grande das barreiras da cidade de Olinda,
?reguezia de S. Fr. Pedro Martyr, pertenesnte a
Henrique Ferreira Pontes, araliado p->r 800*.
O dominij til do terreno de marinha n. 247,
ra de Santa Rita, freguezia de S. Jos, com
alicerce de lijlo e cal, olhanio tara a ra dos
Pescadores, junto a casa n. 101, perten*nte aos
htideiroa de Antnnes da Costa Reg Medeiros,
iv. I lado por 80*0.10
Urna caaa terrea de tijdo e cal n. 32, tita ra
do Visconde le Peleas, fregnezia da Boa Vista,
com 1 porta e 2 janellas na frente, em muito bom
estado, pertencente a Manoel Paulo de Albuquer-
que, avaliada por 2:500* ; cujs bens sao vendi-
dos para pagamento da fasenda nacional e castas.
Recife, 21 de Setembre de 1886
Eu, Jos Fraueis.o do Reg Barros, escrivao
eacrevi.
Companhia Sania Ther u
Empresarial do abanlerlmenlo
d'atratt e las & Olinda
Dividendo
Por deliberacao da directora fica marcado o
dia 13 do corrate pra nelie se comecar o paga-
mento do 15 divide ido da cempanhia, a razio de
6 0/0. O pagamento, como de costume, 83 effec
tuar pAo Sr. thesooreiro no 2o andar da casa n
73 ra do Imperador, das 8 h>ras da manhi s
2 da tarde at o dia 18, e dahi cm todos os diaa
uteis das 8 s 10 da manha,
E8criotorio do gerente, 6 de Setembro de 1886.
A. Pere-ra Simoes
Santa Casa
da Misericordia do
Recife
Por esta aecret ria sao chamados os pareares
ou protectores das menores constantes da relacao
infrn, para que as va recolh< r ao collegio das
orpbS-. .
Bclaclo das orphas a que se refere o edital
Supra
1 Daina, fiiha de Paulina Maria Ferreira.
2 Maria, filha ie Joanna Baptista de Jesos.
3 Ameli, filha de Anna Am;lia Beserra de Al-
buquerque.
4 Oliudina, filha da mesma.
5 Rosa, filha da mesma.
6 Emilia, filha de Feliciana Vieira da Rocha
Falcao.
7 Maria, filha de Joaquina Mirandolioa da
Silva. ,
8 Grnovcva, filha de Hermina Correa de Lyra.
9 Car. loa, fi'ba de Antora Diniz Bandeira
6 M.lle.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recibe, 13 de Setembro de 1886.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Sousa.
Imperial socledade
DOS
Artistas Mchameos e
Liberaes
De ordem do irmao director, convido a todos 06
irmos que se acbam no goso de seus direitos a
se reunirem em nossa tde sexta feira 1' de Ou-
tubro, s 6 htras da tarde, afim de ter lugar a
assembla geral do mez de Setembro, que deixou
de baver por falta de numero no dia determinado,
H.evendo ter lugar agora com o numero que com-
parecer.
Secretaria da imperial sociedade dos Artistas
Mechanicos e Liberaes de Pernambuco, em 29 de
Setembro de 1886.O 1* secretario,
_______ _______Jos Castor de A. Soasa,
Santa casa
Na secretaria da santa caaa de misericordia da
Recife arrendam-se per esnaco de um tres as-
nos, as caaaa abaixo d claradas :
Ra da Moeda n 45, por 20* mensaes.
dem idem n. 49, 20* dem.
Dita da Linguete, n. 14 1- andar, 16*660 idem.
dem idem 2 dito. 15* idem.
Ra do Burgos n. :t<* idem.
Dita da Madre de Deus n. 10 A, annasea
15*, idem.
dem idem n. 12, 40* idem.
Ra da Guia n. t, 16*660 idem.
Dita da Sensalla-velha n. 132, 2- andar, 15*
idem.
Dita da Detencao n. 3 (dentro do qaadro) 10*
idem.
Hem idem, 8gC00 dem.
Dita do Visconde de Itaparica, n... 2- andar
e sotao, 35* idem.
Dita do Marques de Olinda n. 53, 2- andar
40* idem.
Caes da Uf ndega a. '.
In(lectora de hyglen publica
De ordem do Um. Sr. Dr. inspector de bygiene
e em cumprimento Jo art. 90 do rogulaaento a
que se refere o decreto n. 95u4 de 3 ie Fevereiro
de 1886 coromunico, a quem interossar posta, que
nenbum eatabelecimento. excepto as pbaraxaciat
e drogaras, podei vender medicamentos e dro-
gas, sob qualquer pret'xto que teja, incorrendo ot
infractores na multa de 100* e do dobro na rein-
cidencia.
Inspectora de bygieue de Pernambuco, 26 de
Stembro de 1886.-0 secr.tario,
Guilherme Duarte.
Cmara eclesistica
De ordem do Illm. e Revm. Sr. Dr. provisor e
juiz dos casa entos, faca publico aos reverendos
p.roches e a quem mais interersw potas, que
Narciso Augusto Pereira dos Santos se acha im-
pedido nesta cmara eccleeia4tica, por seutenca
passaia em julgado d i mesmo Illm. e Revm. 8e-
nbo', no processo, que contra o dito Sarcito Au-
gusto Pereira dss Santos promoveu no foro i ecle-
sistico D. Mara J Vieira Biag*, de casarte
com mtra a nao ser a mencionada D. Maria Jos
Vieira Braga, sem reparar o damno causada i
mesma, com promessa de casamento.
Palacio da Soledade, 27 de Setembro de I88h.
O escrivao,
fadfs Valeriano deAlleluia Cerris.
Arremataco
Depois da audiencia que se effectuar no dia 5
de Outubro, iro em hatte publica para eerem
arrematados, com as formalidades e pregues do
esiylo, os ben seguintes
Quatro milbeiros de telhas cosidas, novas, ava-
liad.s em 32*000 o milht-iro e dous milbeiros de
tijo os de alvenaria batida, avallado o mihr.ro em
25*000, eaue tudo pitfaz a quantia oei cojos bens vao prsca por execucao que move D.
Auna Paulina da Conceico Dourado contra Ma-
noel dos Santos Sarros ; este, bens cbarn de-
positados na olaria do executado, roa do Viscon-
de de Goyanns, onde poden ser examinado pelos
%%ngflu.a'da Boa-Vista, 25 de Setembro de
4886.O escrivao,
Alfredo Francisco de Sous.
I

r
wmuo


(
Diario de Pernambnco([aarta-feira
etembro de 1886
(
Sarao em 2 de Outubro
Sao convidados os senbrree socio a procurarem
os seas iogreBf>8 na sede do club, todas as noites,
a contar do dia 8 do corrate, das 7 as 8 lia ao
ns/oa noite, em mao do Sr. thesoureiro.
Secretaria do Club Carlos Gomes, em l de
fietembro de 1886.O secretario,
S P- C Casanova.
* CoosuLdo provincial
Se faz publico a quem interessar possa, que no
dia 30 do corrente terminar improrogavelmente
a cobrancadoB impostos e da dcima, sendo "quel-
les com a multa de 1 0[0, e e*so coa a de 6 U(U,
os quaes depois do dito dia paasaro a serrn co-
brado- com a mult de 20 0|0 pura os primeiros e
de 9 0|0 para o segundo.______________________
~lmb Arles i Offlcios
A Imperial Sociedade dos Artistas Me-
chamos e Liberaes ae Pemambuco, que
tom a seu cargo o Lyceu de Artes e Ofi-
cios, no intuito de Ilustrar as classes arts-
ticas e manufactureras, mantm como j
bem conhecido em seu palacete no Cam-
po das Princezas, aulas de diversas linguas
e sciencias, as quaes, funecionam em todos
os diaa uteis, das 6 s 9 horas da noite.
Com o me8mo intuito rmntm ella urna
pequea o modesta bibliotheca que, com
patriticos donativos, .ugraeuta se de dia
para dia, e franqueada ao publico em
geral diariamente, as mesmas horas cima
Assim, pois, com o mu applaudido in-
tento de tornar bem conhecido o progres-
so das artes e offi'ios entre nos, a perfei-
cSo e utilidade de seus productos, fazer
conhecido seus autores, bem como os lu
gares de seus estabelecimentos, afim de
facilitar a sabida e o consumo delles, pro-
move ella todos os annos para o dia de seu
anniversario, segundo dispute o 6o do
art. 28 dos seus estat itos, urna exposiclo
dos trabalhos d'artes offi ios e manufactu-
ras. E' para a consecuco de tao aper-
feicoado quSo vantajoso tiro, que a directo-
ra da sociedade vera pelo presente, soli-
citar de todas aquellas pessoas que pos
suero por pergaminho o trabalho, sua efi-
caz con urrtncia ExposicSo que, em 21
de Novembro deste anno setfiV.tuar em
sua sede, Ly-eu de Artes e Oficios.
Cumpre tambem a ella fazer conbecedo-
res oj Ilustre senhores e senhojpas, que
a quizerem honrar com seus productos, os
seus direitos e
Deveres
1. DeverZu at 15 do dito roes envia-
rem as amostras de seus vendaveis pro-
ductos para o dito Lyceu.
2. Ero todos os objectos de ver.lo acom-
panhar o nome do autor, ou proprietario
dos mes nos.
3. Ser iropresoindivl ero todo e qual-
quer objecto a declarayXo do preco, e lu-
~ar d- sua fabrica ou deposito.
4. Que os objectos para a Exposiciio
davera ser tal qual os costuma fazer e
vender.
Direito
Art. 8 do regula ment da Expsito
Artstico-Industria I :
Smente aoa expositores permittido
abrir as vitrinas para mostrar bob visitan-
tantes os seus produ tos
A directora conscia de que muito se es-
forcarSo para o faustaso resultado deste
certamen to pro/eitoso e lisongeiro a to-
das as classes industriaes, ante cipa seas
devidos gradecimentos.
Secretaria da Imperial Sociedade ios
Artistas Mechanicos e Liberaes, em 18 de
Setembro de 1886.
Jos Castor de A. Souza,
1' secret-rio.
Preparados
DA
wm MiFACTr/:::
LONDRES
leo le ligado de baraibo e lelte
pepionittatso
Esta preparacao to aaborosa que urna crian-
za promptmente a toma. _
O leite digerido tem a propriedade de quasi m-
-.ciramente disfarcar o oleo e as pessoas de diges-
tio mais dbil podem tomar s^m receio de gran-
de eficacia para afleccoes pulmouares. tsica, toa-
ses, debilidades, etc.
Peptosaoldea de Carne
Um alimento nifogouoso composto de consti-
tuintes solidos de leite bem como gluten do trigo
(livre de gomma).
Recommendado as convaleseencas de qualquer
aoenca, febres, gastrite, dysenteria e toda e qual-
iuer debilidade, seja qual for a suaongem, espe-
cialmente usando scem combiuacao com o ole ode
gado com leite.
Malln*
Um extracto concentrado de trigo, avea e ceva-
3a fermentados. .
Valor diastasico 30 veses o seu proprio peso !
O ais rico agente restaurador at boje eonbe
.ido, alt mente apreciavel n >s css's de d- bihdade.
lmenlo Souluvel de rarnltk para
crlancass
A analyse deste alimento demonstra que os seus
;jnstituintes nutrictivos sao quasi idnticos com o
eite materno, por isto o alimento mais aperfe -
;oado para enanca.
Fornecem amostras gratis aos Srs. mdicos.
Dopesito ra do Barito da Victoria _"__
"SEGUROS
MARTIMOS contra fogo
ompanhia Pbenlx Per-
nambucana
Ruado Coromercio n. 8
IHDEMNISADORA
Companhia de Seguros
martimos e terrestres
Estabelelda em 1^5*
CAPITAL 1,000:000(3
SMISTROS PAGOS
At SI de dezesr de 18841
Martimos..... 1,H0:000*00
Terrestres,. 316:000*000
11 Huj do Comerelo
o SEGURO*
CONTRA FOG0
The Liverpool & London & Glob
INSIIRRANCE C0MPA1MY
H
Londoa and BrasIIian Ba
i.iiuii;
Ra do Commercia n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca
do mesmo anco em Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos Capellistas n 75 N-
Porto, ra dos Inglezes._______________
(OMPANHIA
Imperial
SEGUROS contra FOGO
EST: 1803
Edificios e mercadorias
Taxas baixas
Promplo pagamento de prejuiso
CAPITAL
fU. 16,000:000 000
Agentes
BROWS & C.
N. ftRa do C&mmercioN 5.
COMPAMA DE SEGUS
CO.VTKA FOGO
Nortb British & Hercante
CAPITAL
t:OOO.OOo de libras sterllna
A GEN ES
Adomson Howie&C.
Companhia de EdificacOes
O escriptorio desta
companhia acha-se in-
stallado na piac,a da
Concordia n. 9,conser-
vando-se aberto das 7
horas da manh s 5 da
tarde, em todos os das
uteis.
Incumbe se de cons-
tructores e reconstruc-
c,es.
Recebe se informa-
^es acerba de terre-
nos na cidade e subur-
bios^ a respeito dos
quaes queiram os res-
pectivos donos fazer
negocio.
No mesmo escripto-
rio se encontraro as
amostras dos produc-
tos da olaria mechani-
ca do Taquary, pro-
priedade da m e s m a
Companhia.
MARTIMOS
j
u Lisoa
AGESTE
Miguel Jos Alves
N. 7-RA DO BOM JESS-N.
Segaron mmrMioaom e Cerrefttr
Ke>tes ltimos a sbh
que concede aos Sra. s?gnr-.- i V>&
ment de premio em cada e
equivale ao desmonto e sarcaRS .5 pe.
favor dos segurados.
COMPANHIA Pft lECl-BO
OaTHERV
de liOndro* e Abcrdeeu
PoMice Onancelra (lleieutbro 1885)
Capital oubsciipto 3.000,000
Fundos accuraulados 3.134,348
llecell animal t
D preoaios contra fogo 577,330
Di5 premios sobra vidas 191,000
Do juros 132,000
O AGENTE,
John H- Boxwell
IACOVIIEBDOIIO !S. tO 1 !
inued Slales k Brasil lail S. S. C.
0 paquete Finance
Espera-se de New-Port
News, at o dia 1 de Ou-
tubro o qual seguir depois
da demora necessaria para a
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, encomimendas e dinheira
frete, tracta-se com os
AGENTES
Henry Forsler i C.
N. 8 RUADO CMkEKClO N. 8.
! andar
CHAKIiElRS REUNS
Companhia Franceza de \ a vega
cao a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis-
ooa, Pemambuco, Babia, Rio de Janeiro
Santos
steamer Ville de Baha
' esperado da Europa
ni dia 6 de Ou ubre, se-
guindo depois da indispen
savel demora para a Ba-
bia. Blo de Janeiro
e Mantos.
Boga-se aos Srs. importadores de carga p 'los
vapores desta linha.queirain apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng*' i.-
quer reclamacae concernente a volumes, qui po-
ventura tenham seguido para os portos do sul.afit
de se poderem dar a tempo aa previdencias noces-
sarias.
Expirado o referido prase a companhia nao se
responsabilisa por extravos.
ltecebe carga,encommendase passageiro par?
es quaes tem excellentes accomodagoes.
AgusloF.deOiiveiraH
AGENTES
42-RA DO OOMMERHIO-42
(O PANIIlfc EH HEMMAGE-
RIES HAHITIMEM
LINHA MENSAL
0 paquete Niger
C oniniandante Banle
.^ Espera-se da Eu-
Cy^ ^^^l\_~^^^- do depois da de-
r^jaYJ ^mora do costume
^^JjB BMnnnsB^^para Buenos-Ay
res, tocando na
Baha, Rio de Janeiro e Honte
evido
Lembra-se sos senhores passageiros de tudas
as classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tompo.
Previne se ao ssenhores recebedores de merca-
dorias que s se attender as recUmaces por fal
tas nos volumes que forem reconhecidas na occa
sio da descarga.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
afrete: tracta-se com o
AGENTE
JaOguste Lab He
9 RA DO COMMERCIO-9
BOYAL MAIL STE4M PACkET
COMPAW
0 paquete Tamar
esperade
do sul no dia 30 de
csrrente seguinlo
iepois da demora
necessaria para
Lisboa e Soulharaplon
Para passagens, fretes, etc., tract c &
CONSIGNATARIOS
Adamson Howic & t.
LEILOES
ScxU-feira, 1 de Ontabro, deve ter lugar o
Iftilo dos botes, velas, phar^s e mais salvados da
barca italiana Luizia V, vinda ltimamente de
Fernando e existenK-s no trapiche alfandegado da
Companhia Pernambucana.
Leilao
Hoje 29 do errente
A's 10 hor*s em ponto
No andar da roa da Peona o. 9
De 1 mobilia de amsrello, 2 constlos, 1 commoda,
2 mtr.jueoVs, 6 cadeiras pretas 1 marquesa. 3
aparadores, qundros, jarros, copos, taltos talhe-
res e trem de cosiaha.
2" leilao
I eilao
De quatro meias aguas ra do Socego.
freguezia da B6a-VisU, ns 61, 63, 65 e
65 A, em terreno proprio.
Quinta felra, SO do corrate
A's 11 horas
A roa Estrella do Boaarlo n. 94
O agente Sveira, por mandado com aasieten-
cia do Exai. Sr. Dr. juis da provedoria, e a reque-
rimento do inventariante de D. Josepha de Parias
Raposo, levar a leilao as referidas meias-aguas.
Os Srs. prutendeotes podem examinal as.
3 leilao
Da metade da casa terrea u. 15, e de duas quin-
tas partes da casa terrea n. 11, ambas na ra do
Camai o, e pert'ncentes a j accervo de Antonio
Martms de Carvalho Azevedo.
Agente Brito
O agente cima, mandado do Exm, Sr. Dr.
jais de direito e da provedoria, levar a leilao as
referidas partes das duas casas.
tninta fera, 3O do corrente
A's 11 horas
Aluga-se a casa terrea com sota externa, i
em bom estado, uo pateo do Terco n. 82 : a tra-
tar em Fra dd Portas, ru<* do Pilar n. 56, (aver-
na, depois das 4 horas da tarde.
Eu. abaixo assignado, faco sciente ao corpo
commercial, que tendo comprado o esta'oelecimen-
to de molhadoa do Sr. Borges Moreira & C, sita
ra de S. Joo n. 5, livre e desembaracada, e
nao me respoasabiliso por qualquer debito que
posea apparecer. Kecife, 28 de Setembro de 1866.
Mu noel Becerra dos Santos.
Atiendo
O tenente, encarregada dr paiol da Imberibei-
ra, previne aos aenbores negociantes de plvora,
queiram acompanhar seus pedidos de pessoas com-
petentes para este servico.
Ama
Leilao
Da loja de cabellereiro da ra larga do Rosario
n 22 constando :
De eapplhos grandes, cadeiras de barbear, ditas
de junco, bancas, carteiras, arandellas, quadros,
candi iros a gas e mais pertences.
(Em um ou mais lotes)
Quinta felra, SO de Setembro
A's 11 horas em ponto
Agente Pinto
Na referida leja ra do Rosario n. 22
Leilao
Do casco, mastroB reaes e mais objectos da
barca italiana Luizia V, naufragado na
ilha Rata, (porto da Iba do Fernando de
Noronba) em um s lote, tal qual acacha
naquelle logar.
Sexta/eir Io de Outubro
A's O e f ]t lloras em ponto
No armazem alfandegado da (Jomp&nhia
Pernambucana
Em continuado
urna lancha, 2 botes, 8 remos, 1 chronometro, 1
cabrestante, velas novas e usadas, cabos, vergas,
mastaros, retranca, cabos de linho em pecas, co-
lumnas de ferro, moitoes, cadernaes, pbares, lan-
ternas, agulhas de marear, bandeiras e Biguaes, 1
guincho e outros objectos para manobra e ferra-
mentas necessarias bordo, salvados no mesmo
navio e vindos dalli no vapor da Companhia Per-
nambucana e existentes
No armazem alfandegado da Companhia
Pernambucana
O agente Pinto, autorisado pelo Sr. ccosul ita-
liano, levar a leilao, com licenca de Sr. inspector
d'Altandega, em presenca do empregado da mes-
mesma repartico para esse fim n meado, e por
conta e risco de quem pertencer, os salvados da
barca italiana Luia V, naufragada na ilha Rata
na sua ultima viagem de Cardiff para o Rio da
Prata.
O referido leilao principiar s 10 e meia horas
cu pentu.
A rente Pestaa
Precisa- se de urna perfeita bosinheira ; na ra
do Cabug n. 14, 1 andar, sala da frente.
Sexta-feira 1 de Outubro
Do importante estabelecimento de molhadoa e
do predio onde funecona o mesmo, sito ra Im-
perial n. 29, pertenecnte ao Sr. Joaquim de S
LritSo e outros predios do mesis senhor, abaixo
declarados.
O agente Gustno competentemente autorisado
pelo Sr. Joaquim de S Leito que se retira para
fra desta cidade vender a quem mais der o im-
portante estabelecimento de molbdos e predio,
com commodos para grande familia, sito ra
Imperial n. 299 A.
Urna casa terrea sita mesma ra n. 298, (endo
grandes commodos para familia, agua encanada e
gaz carbnico. Urna sita mesma ra n. 296
com os mesmos commodos para familia. Duas
ditas sitas ra dos Ossos ns. 5 e 7, e finalmente
urna dita sita ao Becco do Macedo n. 7, todos es-
tes predios acham-se livres e desemberacadoa de
todo e qualquer onus.
Serio vendidos ao correr do marlello^________
Agente Bur lamaqui
Leilao
De casas terreas na cidade de Olinda, todas em
bom estado de conservacac, as qcaes acham-se
todas arrendadas.
Sexta felra I de Oa'ubro
a's 11 horas .
Ra do Imperador n. 22
O agente cima autorisado levar a leilao
as seguintos casas: 2 casas terreas ra do
Amparo sob ns. 6 e 26, em solo proprio, 1 dita
ra Nova sob n. 6, em solo proprio, e mais um
terreno ao laoo, todas estas casas sao com bastan-
tes commodos.
Os Srs. pretendentes desde j padero ir exami-
nar as ditas casas.
t'omp&liia IBra.i ilelra de Sa;e
cacao a Vapor
PORTOS DO SUL
O vapor Cear
Commandante o 1.' tenente Ouilherme Pa
checo
E' esperado dos .rtosdo
norte at o dia 3 de Oufu
bro e depois da demora in-
dispeusavel, seguir para
os p'-fns do su!.
Recebe tambem c^rga para Santos, Pelotas
c Grande d > Sul, frete modic .
Para carga, passgena, encommendas valores t
trata-sp na agencii-
PRACA DO CORPO SANTO N 9.
OOHI>tMlI % PEBXAVHl'C.tXA
DE
.tavesaco costeira por vapor
PORTOS DO SUL
gradar e Rio Formse
O vapor Giqui
Segu no dia 29 de
Setembro, pelas 5 ho-
ras da manh.
Recebe carga at o
Uia28
Encju.mrn is, passagens o dinbeiros fete at
as 4 horas d ,.i-.io do dia 28.
ESCRli'TORIO
raes da Companhia Pernamhn
_________cana o. H__________
Lisboa c Porto
Para os portos cima recibe carga a frete o pa-
tacho portugus Commercio : a Iratar com Perei-
ra Carneirj a C, tua do Commercio n. 6.
Di estabelecimento de molhados, sito ra
Direita n. 104
Agente Brito
O agente cima, vender a armacao e gneros
do referido estabelecimento, em um s lote ou rs
talbadairente, vonlade dos licitantes.
Qrarta felra, 99 do corrente
A's 10 1/2 horas
Leili.0 em continua^ao
De movis, 1 pian, miud'tas, fazendas, paro-
marias, copis, eolheres, facas e muitos outros ar-
tigos q'ie sero vendidos sem reserva de pre^o.
Quarta feira 29 do corrente
a's 11 horas
No r.rmazera da ra -o Marqns de
Olinda d. 19.
Por iitcrvfiicao do sgenfe Gnsmao

Agciite Burla maqui
Leilao
De espflhos. jarros, movis, tapetes par.;
sof e diversas pegas de prhta^ de lei e tor-
rentes para relogio.
Quarta feira 29 do corrente
A's f 1 horas
Na casa do Lrgo do Coll'-gio, junto
da caiuiaaria franceza
O agente ichna autorisado, Ievr a leo para
liquidaco, salvas de prata de l--, palit^ire, au-
nis de bri!hntes, aderecop, maracaes, espellio?,
guarda-louc, stfs, camas, jrdir.eir>.s, m-sa els-
tica, carteira, commoda. quirtiuheir, urna estn
te de amsrello cnvidrc>da, lavatorios, lanternas,
maDgas de vidro, machina de costura do p, e ou
tros mvitos meveis e joias que cstarao patentes no
,cto do leilao. ______
"Agente Modesto Bnptisla
Leilao
Quir.t-" feira 30 do corrente
A'S 1! HORAS
Na ra de Morcillo Dias ontr'ora Direita)
n. 82.
O sgen*c Modes'o Baptista competentemente
autorisado far leilSe da armuca, furos, miude
gas e tutros artigos nictentes na l ja demiudesas
da ra de Marcilio Das n. 82,* garautindo-se as
chaves da cosa no comprador da armacao.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se casas a 8*000 no becco dos Coe-
hos, junto de S. Ooncallo : a tratar na ra da
Imperatrii n. 56. ______________________^___
^ede-se aos abaixo notados, o favor de vir
ou mandan m ra do Marques de Olinda n. 51.
Pedro Siqueira, Alfandega.
Frederico Vieira.
Manoel, do Bxncc.
Aluga se os andares superiores do predio n.
51 ra do Imperador, com exeellentee accommo-
dacoes para familia : a tratar com N. I. Lidstone.
ra do Commercio n. 10.
Alnga se a casa terrea em Beberibe de cima,
terreno de Stepple ; a tratar no becco das Carva-
llias n. 1.
Aiuga-se o sobrado da travessa do Livra-
in to n. 10 ; a tratar na ra do Apollo n. 4, so-
brado.
Preeisa-se de um caixeiro com bastante pra-
tica de fazendas ; a tratar ,na ra Duque de Ca -
xis n 48.__________________________
O barateiro vende no pateo do Carmo n. 13
copos finos a 2#800 a duza. _________
Precisa-se de urna mulh-r que seja de con
ducta tena, para morar iom urna senhra e pres
tar algtt-is servicos, dando-se casa, comida e hI-
guma c usa ; tratar na ra do Marques do Her
val n. V3 Na u esma casa vende-se tres malas de
viagem, em bom estado e por pre^o i-m conta.
Precisa bo de vendedores de boles e doce,
tambera faz-se para ene ir-menda, com toda a per-
fe>co, assim como tambem vestidos : quem nuizer
dinja-se ao pateo do Carmo, esquina de Santa
Then-za n. 39. _________
Na ra do Rnngel n. 9, padaria, se indicar
qu-'tn tem um b'>m cameiro e carraca para pida-
ra ou ecchiuient).
Precisa-se de um nxnioo para caixeiro pra-
tieante de loja d.' sapatos : a tiatai na ra Jo
Livrameofo n. 15
Aluga-se
por baratissino preco :
2 andar do sobrado n. 8 ra Maris e Barros.
2 andar do sobrado n. 45 ra do Apollo.
Armazem da ra Pedro Aff inso n. 44.
Casa terrea n. 70, ra de S. Jorge.
dem idem 4 ra de Gkrvasio Pires n. 137 ; a
tratar com o Paulino, ra do Imperador n. 28,
antigo armazem do Campos.
Ao Publico
AGENCIA de anas e criados,
ra das Flores n. 19, (porta
larga).
Regalador da Mari-
nha
Este importante estabelecimento de re-
lojoaria, fundado em 1869, est funecio-
nando agora ra Larga do Rosario n. 9.
O seu proprietario encarregado da Ro-
gularaentacSo dos relogios : Arsenal de Ma-
riana, Estrada de Ferro de Limoeiro, Com-
panhia Ferro Carril de Pemambuco, As
sociaclo Com inercia l Beneficente, Estra-
da de Ferro do Recife a Caxang, Estra-
da de Ferro do Recife a Olinda e Beberibe
e Estrada de Ferro de Caruaru' ; cercado
de intelgentes e habis auxiliares, faz con-
certis por mais difficeis que S'-jam, nSo
s em relogios de algibeira, mas de pndu-
la, torre de igreja, caixas de msica, ap
parelhes elctricos e telegraphicos.
O mesmo acaba de receber variado sor
timento de relogios americanos que ven
de de 74 a 20$ de parede e de mesa, des-
pertadores de nikel. ,
Aos seus collegas vende fornecimeto em
grosso e a retalho : e aceita encommendas
para seu correspondente em Pars.
Acha-se bem montado neste estabeleci-
mento um observatorio pelo qual regula to-
dos os relogios maritimos c terestres.
Recebe asssignaturas para dar a horacer-
ta desta cidade pelo telephone n. 458.
Preyo commodo
Em frente de seu estabelecimento se
acha collocado um relogio, cujos mostrado-
res poderSo ser vistos pelos passageiros da
Ferro Carril, lendo sempre a hora media
desta cidade determinada pelas s uas ob-
serva gues astronmicas.
Antonio Jos da Costa Araujo.
Registrada
Cahirgem de Jaguaribe
Atrio se ra do Bom Jess n. 23,
um armazem onde se vende constantemen-
te a superior cal virgem de Jaguaribe,
acondicionada em barricas proprias para o
fabrico do assucar.
Esta cal, em nada inferior que nos
vem do estrangeiro, vendida p*"lo preco
fixo de 6000 a barrica por contracto que
fez o Sr. Vicente Nascimento com o Sr.
Jos Costa Pereira proprietario do engenho
Jagparibe, cujas pedreiras lhe d o nome
E' encarregado da venda nicamente
nesta cidade o Sr. Sebastto Bezerra,
com escriptorio ra do Boro Jess n. 23.
Comp
ra-se
tamarindo ; na pbarmacia ra larga do Rosario
numero 34.
m*ti8$QB*imti&&l
Cypriano Jos- de abren
JoSo Caetano de Abn u, tua mulher D Maria
Paula de Abreu, Antonio Jos de Abrru Ribeiro
e seus filhos, pungidos de dor, mandam resar por
alma de son presado e nunca esquecido tio. Cy
priano Joe de Abreu, urna missa na matriz de
-anto Autonio, 8 huras da manha do dia 2 de
Outubro vind* uro, trigsimo de seu fallecimento,
na cidade de Lisboa, onde era morador ; e desde
j sgradtcem aos parentes e amigos seu comj-a-
reeimento a este acto de caridade.
-- PrecisH su de um hi>in-ia que entenda de
pl otavoes, para tomar oiuta de um siti.i : a tra-
ti.r na Ttwrf, i.o litio, junto de cuja portie, fiua-
lisa a lmha dos bjnds.
Piecisa-co de um n< nio para criado ; a
tratar na ra do Baro da Viutona n. 54, lija do
muvei.
__ Criad > ou feitor, precisa-se de um : a tra-
tpr na ra do Cabuga 12._________________
__Precisa se d>- urna pessoa pura vender na
ra ; a tratar na ra Augus a n. 230.
Octaviano Francisco P. B, continuando pro-
fundamente sentido com o prematuro pasamento
do seu inesquecivel irmSo, Dr. Joiquim Francisco
P. B., manda resar urna miosa na igreja do Li-
vraraeuto de Ip juca no dia sabbado, 2 de Outu-
bro, a 8 boraa do dia, pelo drrcanso de sua alma,
convidando para assistil-a os seus amigos e os do
Ilustre finado.
Piospioros quodlibel
Saos os meihores que tem vindo a este merca-
do, que se tornam recommendaveis, tasto pala
boa qualidade, como por virem colorados em cai-
zinbas de phaetasia e cem cromos variados. Veo-
de-se por precos mdicos.
nicos depositarios:
Francisco Lauria oz C, ra do Bom Jess n. 61.
Costa Lima & C, rna do Amorim n. 37.
Hotel do Cabo
Firmino Varejao, tendo assumido no dia 26 de
Setembro a gerencia deste estabelecimento, cha-
na a attenclodo respeitavel publico e particmlar-
mente de seus amigos e freguezes, que desta em
diante encontraro sempre boa meta, boas bebi-
das, bonz commodos para familias, banh- s, buha-
res e outros muitos diflerentes jogos, e que a todo
irise rene boa ordem, muitt limpeza, respeito,
sinceridade, e precos ao alcance de todos.
asMlll
AOS
*0tt:#08$0$ft
Rna do Baro da Victoria o. I#
e casas do costme
BllHETSu uUlilTIiliS
O abaixo assignado acaba de vender
1 vigsimo de n. 20,913, com a sorte
de 1:0000000 e 1 dito de n. 16,933 com
a sorte de 5C0000, da 8.* parte da 1.
lotera que se extrahio a 22 do corrente.
O mesmo abaixo assignado convida tt
posBuidor 4 vir receber na confbrm
dade do costume, sem descont algum.
Acham-se venda os afortunado! bi
hetes garantidos da 3.a parte da l-1 lote
ras a beneficio da Santa Casa de Miseri
cordia do Recife, que se excrahir a 30
do corrente.
Presos
1 vigessimo 1|J000
fm quantidade maior de IOO*
1 vigessimo (J900
Joao Joaquim da Costa LU
\os 100:000S000
BILHETES GARANTIDOS
16-Eua do Cabug-16
O abaixo assignado vendeu nos seus ven-
turosos bilhetes garantidos os premios so
guite: 1 vigsimo 2om a sorte 1:000*000
no n. 445, e 2 dezenas cora a sorte imme-
diata da 2a parte da 1 lotera.
Acham-se venda os venturosos buhe
tes garantidos da 3a pirte da 1' lotera da
provincia em beneficio da Santa Casa de
Misericordia do Recife que se extrahir
quinta feira 30 do corrento.
Prejos
1 Vigsimo 1|>000
Sendo quantidade superior
a to 0:000
A dezena 90000
Joaquim Pires da Silva
Gite remedio precioso tem gocado da jeceHs>
(So publica durante cincoenta e sete annos. com-
rcando-se a sua manufactura e venda em 1897.
Sua popularidade c venda nunca foro lio eatea-
sas como ao presente; e isto, por si momo,
offerece a melhor prova da sua eficacia maravfl-
hosa.
Nao hesitamos a dizer que nSo tem deiaadc
em caso algum de extirpar os vermes, quer em
creancas quer em adultos, que se acbarao aflio-
ios destes ioimigos da vida humana.
Nao deixamos de receber constantemente
attestaOes de mdicos em favor da sua emraria
admiravel. A causa do successo obtido por esas
remedio, tem apparecido varias falsificace.-.
sorte que deve o comprador ter muito cuidado,
examinando o nome inteiro, que devia ser
yncfeB.A.FiflTOOCK.
annm
ios 100:000<000
^raga daindependen
cia ns. 37 e 39
O abaixo assignado vendeu da 24 parte
da 1* lotera extrahida hoje, 22 do corren
te, os segnintes premios ; de 4:00 n. 8637, de 2:000,5 emosns. 5011 e
135P9, de 1:000^ n. 8489, de 50# ns.
1719, 2122, 3004 e 23248w _
Acham-se venda os ratees bilhetes
garantidos da 3a parte da ^ lotera a
beneficio da Santa Osa de Misericordia
do Reeifo, que se extrahir a 30 do cor-
rente.
Precos
De cada vigessimo 1(5 00
Em porjao de 100# para cima 900
AuVmio Augusto dos Hant.* Torta
Elixir carminativo e inica do
pharmaceulico Ye as
Remedio qoe cora dyspepsias, gastralgias e to-
das as perturbaeoes ligadas desarranjoa de es-
tomago e ii.testinos. Aeonselbsdo por varios cli
nicosdos mais eonceifuadus de6ta cidade, acba-se
venda exclusiv. mi'nte na pbarmacia americana
de A. Ni. eras & C, ra Duqe de Caxias nu-
mftrft fi7.
tX*OSICAO Ot MBI ISto
rou de coacoMQ
prASMA
palo 0 do
I
*,* etn todas a* PMnucsm.
L.
1
rsic


mu rerwnuiii^^^uirto-ieira 29 de Setembro de 1886

Luz brilhante,sem Fumo
OLEO AROMTICO
Hygienico e Econmico
PARA LAMPARINES

O Vigor 4
Cabello
Ayer
p, (Ayer's Ilair Vigor)
GKSS.IHO SUA
V1WJWDEEC0RIIHIMIS,
t
R)fm BUPA O CABEU.0
TORNANDO-0
MACIQ. H.EXIVEL E LUSTROSO.
nqendo arfo Pul.: >'CIICIA .lUissiIi'' -
Aluga
-se
* laja do predio n. 24 & ra da Imperatris, por
9ft000 mensaes, tem comidos para familia ; a
tratar na ra do Coronel Suasauna n. 201.
Aluga-se
. predio n. 140 roa Imperial, proprio para es
abelecimento fabril : a tratar na ra do Commer
Jo n. 34, com J. I. de Medeiros Reg-__________
Aluga-se barato
ua Visconde de Goyanna f. 79
Ra de Santo Amaro n. 14, loja.
Xna do Calabouco N. 4. loja
J armaiem da ra do Coronel Suassuna n. 141
ttua do Calabouco n. 4, 1." andar,
una de S. Jos n. 74.
Ba do Coronel fiuassuna n. 50, 1 andar.
Gasa tetra da traveesa de 8. Jos n. 23.
Roa da Baila Verde n. 5, sitio cim Tiveiro.
rraU-ae na ra do Commwcio n. 5, 1 andar
jcriptorio de Silva Guimare & C. ^^^^^
Aluga-se
* casa n 1 roa Lembraoca do Gomes, em Santo
lmaro, tem agua : a tratar na raa da Imperatris
. o2, 1. andar.
Alaga-so
ama ezcellente casa pintida de novo, com agua e
gas, e bastantes commodos, para passar a feeta,
oa travesea da ua de 8. Bento n. 4, ou 8. Pedro,
ai Olinda ; a tratar na ra do Commercio nume-
ra 26-A, Recife. ________________1_
Aluga-se
por preco commodo o grande sobrado do caes do
Apilo n. 75, s ndo dous andares, cada qual com
bastantes comino ios para familia : a tratar na
ra larga do Rosario n. 34, pbarmacia.
Aluga-se
a casa sita ra Dir> ita n. 73, com commodos
para familia, quintal grande e cacimba ; a tratar
oa ra Direita n 106.__________________________
Aluga-se
a c sa terrea ti a travesea da Ponte de Ucba,
i margem du Capibaribe, com commodos para
grande familia, litio com arvon s fructferas, todo
murado, agua potavel muito b a, deposito e ba-
nheiro ; quem pretender dirija-se ao sitio do Arco
o no Recife, ra Duque de Caxias n. 30, pada
ra, que achara com quem tratar.
Aluga se barato
o 1- e 3- andares da casa n 84 da roa do Brum,
com muitos crnin dos para familia : a tratar na
ra larga do Rosario n. 34, pharmacia.
Para alugar
O 1' andar roa da Roda n. 17, com muito
bous commodos : a tratar no largo do Mercado
numero 12.
Ama
Precisase de urna ama para cosinbar em casa
e familia : na roa do Imperador n. 73, terceiro
andar.
m
Quem precisar de urna arna para andar com
meninos : dirjase ra de Mariz e Barros nu
ero 15.
Ama de frite
Precisa-se de urna ama de leite, paga-se bem :
a-informar-e, ra Duque de Caxias n. 56, pri-
meiro andar, escriptorio.
Precisa-se
de um criido que entenda de jardim ; na Casa
Amarella, chcara do agente Pestaa, ou na ra
do Vigario n. 12.
Caixeiro
Quem precisar de um caizeiro com pratica de
olhados, deize carta nesta typographia com as
iniciaes F. E. 8.
Para passar a festa
Aluga se busto urna casa no povoado Bca
Viagem, com grande sitio, muito fresca e commo-
dos para familia : trata-se ra larga do Rota-
ra n. 34, pharmacia.
ALCATRAO DE GUYOT
GOUDRON DE GUYOT
O Aleatr ale Gnyet erre para preparar urna agua de alcatra, muito efflcui e agradavel aos
maisdelicados estomago. Purifica o sangue, augmenta o apetite, levanta as forcas e efflcaz em todas as
doencas dos pulmos, catarrhos da bexigoa e affeccos das mucosas.
O Alcatro *f iiuymt foi experimentado com vantagem real, nos principaes hospitaes de Franca,
da Blgica e Espanha.
Durante os calores e em tempo epidmico urna bebida hygienica e preservadora. Lm s vidro basta
para preparar doze litros (Turna bebida salutarissima.
O Alearo de Gayos Al IIII.vriCO vendido em vidros trazend
no TOtulo e ora trez cores a assignatura :
Yenda a vrelo na mor parte daa Pharmaclaa. Fabricaba* em
asacado: CaaaL.. IRKRE i, rae Jacob, Parla.
MAET1NS BASTOS
j'eriHiutbuco
NUMERO TELEPHONICO i H" 3
Agua florida.- Extrabida de flores bra-
aeiras pelo seu deludo perfume, ausvida
de e euas propriedi.de.* benficas, excede
a tudo que neste genero tem appsreeido de
mais celebre. 9t%'
Tnico ametifno. E' a primeira das
preparacoes para a icnservacSo dos ca-
bellos. Extingue as caspas e otras mo-
lestias espillares, -faz naseer os cabellos,
impede que embraDquecam e te grande
vantagem de tornar livrea de habitantes as
cabecas dos que os usam.
Oleo vegetal Compcsto com vegetal
innocente, preparado para am aciar, for-
tificar e dar brilbo aos cabellos.
Agua dentifricia. Exctente remedio
contra a carie dos dentee, fortifica as gen-
gives e faz desapparecer o nao balito.
Vende-se ras principaes casas desta ci-
dade e na fbrica da leos vegetaes ra
da Aurora n. 161.
TFLEPHONE N 33
Tricofero de Barry
Garntese que faz nas-
eer ecreacer o cabello anda
aos mais calvos, cura a
tinha e a caspa o removo
todas as impurezas do cas-
co la cabeca. l'ositivil-
mente impede o cabello
de cahiron de emblanque-
cer, e infallivelmente o
torna espesso, macio, lus-
troso e abundante.
ESPLENDIDO RESTAURANT
Este acreditado tstabelecimento, ltimamente melborado, est em condicoei
de srrvir ao mais exigente hospede, para o que tem magnificas salas, auartos, banbeinot
e restaurant,encootri.ndo-6e n'este, alm das mais exquisitas iguarias, a grande novi
dade
Ostras ctieias porlugoeza
(nica caaa que as prepara) em todas as qusrtas e sextas-eiras, de ll'ur s da ma
nba em diante.
P E tj O S RESUM1DISP MOS
A actual gerencia do Sr. IZIDOEO ALVES PITO-*/.
fina da Madre de Denso. 3, junto Allandega
*atu*~
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada polo inventor em
1S2. E' o nico perfume no mun-
do que tem a approvagSo offlcial de
um Governo. Tem duas vezes
mnis fragrancia qnequalquer outrn
ecluraodobrodo-tempo. E'muito
mais rica, suave e deliciosa. E'
nimio mnis fina e delicada. E'
mnia permanente e agradavel no
lenyo. E' duas vezas mais refres-
canto no bonbo e no quarto do
doente. # E' especifico rontra n
fronxidao e debilidode. ^Jura as
dores de cabeya, os cansagos e os
desmaios.
Xarope ie Tiia le Renter No. 2.
aUTKS DE USAIr-O. DKPOrS DE 8AL \
Cura positiva e radical de todas as formas de
escrfulas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
AeccSes, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perdado Cabello, e de todas as do-
encas do Sangue, Figado, e Bius. Garntese
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangua
t restaura e renova o systema inteiro.
Sabao Curativo de Renter
Para o Banho, Toilette, Crian
Sas e para a cura das molos-
as da pelle de todas as especies
!* am todos os periodos.
Deposito em Pernambuco casa de
Francisco Manoel da Silva & C.
Compram-se predios
O agente de le loes Pestaa est encarregado
de comprar aiguos predios em boas ras, e iecebe
propostas na ra do Vigario n. 12. Recite.
VERDABEIBOT P "D f|V LIQUIDO
PURGATIVO iltl flU IPILULAS
aiCIERNI
PUktLM&i& @TTIM
CE1IBII BE U 0T
l'BCATIF1 LE
TUMTUU HMUIWU K CMU |
Os Purgativos Le Hoy justifleam
sua ieputacao secular e sua superio-
ridae por milhares de curas; hoje sao
adoptados por toda a parte, de preferencia
quatyier antro pata un rpida e pouco
R O Y/uoneroaa da?
MOLESTIAS CHRON3CAS
conhecidas, mal curadas, e consideradas sem
'razao como incuraver".. Nao existe medioacao mais
elflcaz contra os humores, niUiitas ou biles alterada
provocara ou entreteem estas longas affecc5es; nao
reconstuinte mais enrgico contra as reincidencias.
Aftm de evitar as Oontrafacoea :
Se den* recutar oomo inefficax ou perigoto qaalquer Purgativo
: Boy liquido ou em pilulat que nao lah da i 51
rPharmacia Cottin, genro do Ctrurgiao lie Boy ( Ru de Saine
nSo troteado a autgnrtura ao lado tobre o rotulo.
i
PERFUMARA
PARIZ
Segre&o da Juventudo
AGUA LAFERRIERE
Para o Toucador.
POS LAFERRIERE
LAFERRIERE
PARIZ
Segredo da Jnventude
OLEO LAFERRIERE
Para 03 Cabellos.
____ ESSENCIAS DIVERSAS
Para o Hotto. ~*^Bfl Bj^^ Para o Lenco.
PRODUCTOS HYGIENIC03 para conservar a Belleza to Rosto e do Corpo.
.'ioom/Vrnam6iv:FHANlvr rl-> RTI.VA *r-e as principaei Perfninarias e Cahellireiro.________
Cuidada com as Faliiflcces.
AGUA de MELISSAl
dos Carmelitas
BOYE
nico Suucseor dos C-Tinxxolita.e |
Rna de l'Abbaya, a-, PARS
PARS, 14.---------------------------.-----
xia, o Cholera, t Enjdo do mar, Is Flatos, as Clicas, Indi-
Febre amarella, etc. Ler o prospecto no qual ra envolvido cada vidro.
exigir o letrelro branco e preto, em to . qual fOr o tamanno, como tambem a assignatura :
Depsitos em todas as Pharmacas das Amaricas.
SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Plulas purifica!) o Sangue, corrigen) todas as desorden)s de Estomago t>
dos Intestinos.
Fortalecer a saude das constituepes delicadas, e sao d'um valor incrivel para toda as enfermidades
peculiares ao sexo feniinino em todas as edades. Para es meninos assim como tambem para as
pessoas de idade avangada a sua cfficacia e incontestavel.

Essas medicinas slo preparadas smentc no Estabeleciment do Professor Hollow/.y
78, NEW OXFOEB STBEET (antas 533, Oxford ScreetJ, LGNDEE8,
E vendemse em todas as pharmacas do universo.
tf Os compradores s&o convidados res pe it osa mente a examinar os rtulos de cada caca e Pota se nfco tecm
direcao, 533, Oxford Street, sao tmlsicaQoes.
80a acquisico
".f em qulier ganbar diniiriro
_ N'uma daa principaes .uhs desta cidade, neg-
cia-se urna padaria com todas s pertencaa e em
perfeito estado de c mservacao : a tratar na praca
do Conde d'Eu n. 13.
BRONCHITES, TOSSES, Catarros Pulmonares,
DEFLUXOS, Molestias do Peito, TSICA, Asmas
80M RPIDA GERTA PELAS
Gottas Liyoniennes
TROUETTE -PERRET
Com CREOSOTE de FAIA, ALCATRAO de NORBQA e BALSAMO ie TOLU
Este preparado, inlallivel para curar radicalmente todas as Molestias das Vias
respiratorias, recommendado pelas Notabilidades medicas como o nico efQcaz.
o nico medicamento que alero de nao fatigar o estomago, o fortifica, reconstitue e despert
o appetite : duas gottas pela MU), i e tarde bastam para triumphar aos casos maia rebeldes.
DEVE-SE EXIOIB t SELLO DE GARANTA DO GOVERNO FRANCS
Deposito principal: TROT TTE-PERRET, 264, booleid Voltaire, PARS
OeDojitose-n Pernaiiili.tco .-TUAJfVt. da Bit VA *. OM las principis Phjrmjc a
Previne-sc
(- Lais de Barros Csvalcante, por si e como tutor
e seus irsatos menores, previne a qnem iDteres-
aar posea, que o engenno Pavo, sito no termo do
Cabo, nao f. i adjudicado no todo aos berdeiros de
tea finada pai, Manoe! de Barios Netto Cavalcan-
te, e sim eomente parte separada para pagamento
dos meemos, que foi adjudicada viuva invent-
ronte ; oque, se fas publico por constar que os
credoies o querero negociar no todo. Villa do
Cabo, 24 de Setembro de 1P86.
Luic de Barres Cavaicante.
Fastidias vermitugas
de IM eringe |
a melbor especifico contra vermes : deposito cen-
tral em casa de Faria bobrinho & C, ra do llar
qner de olinda n. 41,
g^^Jardini das plaas
MONDEGOTN. 80 !
Pretendendo-se acabar com as plantas qae esto
muito grandes, e dando fructe a 24000, lana
eiras, muito grandes, para enzertar, a 6/000 a
dusia, e sapotiaeiros mais pequeos por barato
ireco.__________________________________________
Sement de carrapato
Compra-se tabnca Apollo : na ra do Hopsi-
cio n. 79.
Frofessora
Precisa-se de nma profeisora para leccionar
portugus, piaa e trabalho de agulba, pera um
eogenbo prximo via-ieraea de b. Francisco : a
tratar na rna D'reita n. 106.
Barbeiro
Paecisa-se de um oficial de baraairo ; na ma
da Lirramento a, 17.
Plalas purgativas e depurativas
de Campanha '-
Estas pilulas, cuja preparaco puramente ve-
getal, teem sido por mais de 20 annos aproreitadat
com' os melhores resaltados as seguintes moles-
tias : affeccos da pelle e do figado, typbilis, boa-
boes, escrfulas, chagas inveteradas, erisipelas e
gonorrhas. jj^.
Modo de naal-aa I
Como purgativas: tome-se de 3 a 6 por dia, be-
bendo-se aps cada dse am pouco d'agua adoca-
da, cha ou caldo.
Como regaladoras : tome-se um pilla ae jantar.
Estas pilulas, de invencSo dos pharmacenticos
Almeida Andrade & Filbos, teem veridictum doi
Srs. mdicos para sua melbor garanta, tomndo-
le mais recommendaveis, por serem am segaro
purgativo e de pouca dieta, pelo que poden ser
osadas em viaeem.
ACHAM-SE A' VENDA
* droiarla de Farsa NobriMhe at C.
41WI* DO MASQKZ DKOLQTDA -41
Aos 100:000$000
23ra Primeiro de Marjo-23
Os abaixo assigrados tendo vendido nos
seus afortunados bilbetea garantidos os ns.
19,939 rom a norte de 10J:000, 19,934
com 10:000^, 22,421 com 2:000^, 6,093
com 2:000,5. 22,235, com 2:0000, 1,118
com 1:0000, 10,098, com 1:0000, 1,680
com 1:0000, 5,725 com 1:0000, 8,318
com 1.0000, 18,165 com 1:0000, 20,279
com 1.00C0, 10,390 com 5000, 4,041 com
5000, 2,203 coro 5000, 23,784 com 5000,
11,503 com 5000, 10,310 com 5000,6,209
coro 5000, 9,62? coro 5000, 23,b25 com
5000, da 2.a parte da 1.* lotera que se
acabou de eztiahir, convidados possuidorea
virem receber integralmente.;* fe
Acharo-Be exposte s venda os afortunados
bilhetes garantidos da 3.a parte da 1.* lo-
tera a beneficio da Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife, que se extrabir quinta-
feira 30 do crrente.
?' fea*- -
PRECOS,
1 vigeasimo 1,10000*
EM fon*k> e 1OO0 |r clava
1 vigessiruo 0900
Manoel Martin Fiuta & C.
Caxang
Alugam-se quartos mobilbados a 15 mensaes'
u antigo hotel de Casanga, assim como tanobem
commodos com cosinha e dependencias para fami-
lia : a tratar na ra Primeiro de Marco n. 25. loja
de joias.
O Dr. Ferrar mudou seu escriptorio para > ra
do Imperador n. 52, Io andar, onde pode eer pro-
curado das 9 horas da manlii s 3 da tarde. *'
MULSAO
de ir
SCOTT
DE OLEO PfiO DE
Figado de bacalho
COM
Rjpophosphitos de cal e soda
Approvada pela fua de Hy
i glene e aaforlsada pelo
fgfi governo
E' o melbor remedio at boje descoberto para a
ilalra bronelillea. eacropbalaa. r-
rblita. anemia, tiebllldade en geral.
defloxoa. loaae cbronlca. e affec^dea
do pello e da garganta.
E' mnito superior ao oleo simples de figado de
bacalho, porque, alm de ter cheiro e sabor agra-
da veis, possue todas as virtudes medicinaese nu-
tritivas do ojeo, alm das propriedades tnicas
reccnstituintes dos bypophosphitos. /''
drogaras e boticas.
tfe BJ Deposito em Pemambuco
A' venda nat
P
Serrara a vapor
Caes do Capibaribe o. 18
N'esta serrara encontrarlo os stnbores fregue-
ses, um grande sortimento de pir.hj de resina de
neo a des metros de comprunenco e de 0,08 a
1,24 de esquadros Garante-se preco mais cont-
lo do que em outra qualquer parte.
Francisco dor Santos Macedo.
Pinito de Riga
Acaba de ebegar pelo bngue Atalanta um com-
pleto sortimento de pinho de Kiga da melbor qua-
lidade e de diversas dimensocs, como sejam :
4 X 12
4X9
3 X 12
3 X 11
3X9
2X 12
e tabeas da mesma madeira de 1 e l~l/2 polle-
gadas.
Vendem MATHUES ASTIN & C, ma do
Commercio .18, 1 andar, ou ao caes do Apollo
n. 51, por precos commodos.
Atten^o
4 quem entregar no 2- ancav do pesdio o. 19 4
roa las Triuch. iras, tres chaves da cofre, senda
duas menores e urna maior, as ^uae? fortn perdi-
das na mesma rna na nuite d X do correte.
Eti?omnia;leir*\
Precisa-se de urna mulher que tenba boa con-
ducta e engomma bem ; a tratar no Maoguin*>o>
em casa do Viasoade da Silva [>>jo.
Polseira encontada
Quem perden nma puUeira no dia da fasta da
Hospital Portuguez, dirija ce o regente do ases-
ino hospital, qu.- dando annuncio, receber dita pul.-eira
([ihii precisar
de meia mobilia de amarello, em bom estado, ou-
tros objectos e um marqueio, dirija-se i Praca
da Independencia n. 40, que achara cosa quem
fritar.
MOLESTIAS D0.PT0
0ODRCHRGHIL
1
Aluga-se urna boa casa terrea com agua e gaz,
caiada e pintada de novo, e com bastantes cem-
modos para familia, perto des banhos salgados e
estaces, sita em Oliuda, rus 21 de aneiro ; a
tratar no largo do Corpo Santo n. 17, 3 andar.
Monteiro
Aluga-se eu vende-se duas casas no arrabalde
cima, sendo urna margim do rio e outra da
povoac&o : a tratar-se em Joo de Barros n. 24.
Estopa para limpar machinas
Vende se a 500 ris o kilo, no d- psito da fa-
brica de Fiaco, a ra do Bom Jess n. 54.
Viole miios!?
Dnram os retratos porcellana, 7000 a dusia :
na roa da Imperatris n. 78.
Compras por atacado
O Pelloral de tambari
tem precos especies para acuelles que compra-
rem grandes porces. Distribu-m seimpressosa
qui m os pedir, contendo as condicoes de vendas :
na ra do Mrquez de Olinda n. 23, drogara dos
aicos i gentes e depositarios geraes
Francisco M. da Silva & C.
FARINHA LCTEA
XAROPE
JE HYP0PH0SPH1TG DE CAL
Empregados com tanto xito para curar a
pL:hislca c as molestia te berculosaa,
vendem-ee nicamente em irascos do* oonj o nome do doutor Catacaiix obra
o vida..
Bob a Influencia dos Hvpopi'oepliitM a
itosse dirainue, o appetite augmenta, as ot-
*5as ti'm".oa vir, ossuorec nocturno-. cessSo,
e o dot n'e goza de um bem estar desusado.
Os hy^ophosphilos que leiSo a m.irc*
de 'abrjea da p/iartnacia 8WASS,
H, ru Csaalione. Pariz. fio o* uni-
os recon/ieci'Io.i e recommendailt>\ pelo
1> CHDRCHILL auto- da descoberta
ie suts propriedades curativa*.
Preco : 4 francos por frasco em rrii;a.
Vtmden-u aai prieips Phar.ocit.
MARCA? REGIS1RADA
is mes m sucasso
21 reci mpensas, das quses 8 diplomas de honra
e 8 medalbas de ouro.| PJKJ^'VMCt''
Certificados numerosos das primeiras autorida-
des medicas. __taic -
alimento rtimpleiw para rianci-
nban de pello
Supre a nfufficiencia do leite materno, facilita
desainamentac&o e a digesfao fcil.
Emprega-set ambem VHntajosamente para adul-
tos como alimento para estmagos debilitados.
DN1CO DEPOSITO ESPECIAL DA FABRICA
PARA TODO O IMPERIO
31C-RUA DE S.PEDRO-31C
Hlo de Janeiro
Caixeiro
Precha-se de am caixeiro de 14 a 16 annos:
na rna do Hospicio n. 84.
Fabrica Caxias
Marca Registrada
Para previnir a ignorancia Je a'guns Srs. fabri-
cuntes de cigarros que umuduli mente esuo
usando do emblema de nossa fabrica, abaixo pu-
blicamoso tbeor do registrado do referido emblema
frito na meretissima Junta Commercial d'osta
cidade, protestando proceder criminalmente contra
quemqncr que procure o'elle tazer uso.
HeglNtro
N. 197. A presente marca por mim rubricada
enntendo a denominac Ca vas, composta de duas
mos apertando-se, de que osam Azevedo & C
firma ccmmercial d'esta pn-.^n, composta dos eom-
merciantes Marcelino Goncnlves de Azevedo e
Autonio Luis da Silva Brandan, domiciliados
n'esta praca, para distinguir os cigarros de seu
commercio a ra do Forte ns. 3, 5 e 7 e deposito a
ra Duque de Cuxias n. 68, foi apresetada a
e gistro as 11 horas da mauh do dia 2 do correte
registrada n'esta danta em cumplimento dos
despachs de 9 e 16 do corrente. E para cum-
prir pteceito da le fiz esta verba igual do
regristro n. 197. Pagou 20,X) de dois pareceres
fiscaes.
Secretaria da Junta Commercial da ciiade do
Recife, 16 de Setembro de 18>-6.
O Secretario Ji//o Guimardes.
Recife, 20 de Setembro de 1886.
Azevedo asa
Admlnlitrtcla : PRlZ, $, oii/srint Uontmutn.
ORANDE ORILLE.Alhe fUda lias d igesl iras .obMracces ao Bk.1 do b*co
oniruccots nsceracs, coDcrs^oss caleulusas da bus.
HOPITAL. Adeceno das TiasJicstirasincoiDaio-
os do estoniano, digcsUo diftkil, inappdMda,
ustralgias dispepsia.
CLESTINS AffeccesdosrDS.ilahiisaarii.
concrw,-OL-sdasourina<, g'U, JiabeUs,albaroiatria.
HAtJTERIVE.Affeccpesdosriss.dsSSJiga^relar
concro\eida,oiiiinj>,to a, dtal ",js,albs.iiiauria.
EXIJA-SE B MU da FOME na CaPSU
Em rtrnamouco, x Agu Jss Konlts .lt Vi. nj.
s'ima nosaeidas. a hio-se en cas de
SUUUSMEN-Y k LABILLE. 9. roa do Com
e SULZER k KOECHLIN, 3i, rna d Crna.
,**Of04>4<^9*_*
e
PILULAS do Dr CRONIKll
de 'OMIftETO de FEM e it 0UIKH I
TRIMTA SJINOaaiKiuEzltotsai
ssataaosaUoonUiUTs d'a*usPUalaa,qasi It44 m temtniot prtcttrtpara a -*gtm* 'cS t tmft.
Palas suas proprlodadas romtou f mvmrmham,,
o losiTxxTo srixici m qtjxwts'a
o mndioamaalC osa -mJLIto ooaum as
rt* tfs stortgo *s*MM imma
Peroa de poeilt
faanfn rmp ihr'al do Samas
Arisceos escrofulosas, s;
HsetH Siral: 9. r u. 6-;iUs-S3izt-4fTul. risa
s a, iiii tmsr" w* *m
'.**jriir< #^>v^><^ ris'OssQ
Aos (gentes dos illtos
Cura certa em 48 horas olas iiiilaiDaco'es
recentes dos olhos, pelo colyrio prepara-
do por Jos Pedro RoHirgtr s da Silveira.
Fmprega e este poderoso colyrio sempre com
grandes vautagens, lias seguintes molestias :
Ophtalmias agudas, purulentas e chronicas, con-
unctivites, etc., etc.
Deposito eral, na drogara de Faria Sobrinho
C, raa do Mrquez de Olinda n. 4.1.
Para informacoes, sedirijam livraria Indus-
trial i roa do Bunio da Victoria n. 7, ou resi-
dencia do autor, raa da Saudade n. 4.
G. Laporlc C.
Com caaa de conmiMoe* A raa do
Imperador >. i<;. i andar
VENDF.M
Elixir deniifricio
nanos dcnlirriria
dos reverendos padres benedictinos de Soulac, c
melhnr denlifncio que tem vindo para o merca-
do (s s duztas).
Aati snounliqne luery para matar ai
morissocas, maiuios. etc. (as duzias).
Visillo de Champagne da afumada mar-
ca Moet dj Chandun em garrafas e meias (s ca
xas).
Vinbo de Chnnpaane,marcaMarquis d>
La Tour Byroa (35 45 a caixa) (s caixas).
Cognac, marca Hildebert ( caixas).
Vinagre aromatice, para a mes, especiali-
dade para familias, garantido puro de vinbo blan-
co (s garrafas).
Nulft parrillsafressca do Para.,
Eau de mliasse dea Carmes, a preco
de factura para liquidar 100 duzias vindas por
engao (as dunas).
Bob Lechaos, grande depurativo vegetal,
(-rnente aos' senhores droguistas e pharmacea-
ticos).
Papel almaasso duplo, liso, proprio para
impresso de obras, etc., etc.
Papel para caria*, grande e variado
sortimento, a precos nunca vistos neste mercad*
(em porco) todos os formatos, e os competentas
Enveloppes tambem a preco sem compe-
tencia.
Cartfteade vlalta de todos os formatos
brancos e de pbantasia, cartoet para o commer-
cio, em Cristol, framlim etc.
Tinta Blue-BlacK. verdadeira de Ste-
phensun, recebida por remessas peridicas do pro-
prio fabricante : precos inexcediveis de baratez*.
ArlicoM de eacriplorio tais como livro*
em branco, copiadores, tintas, canelas, lap, fin-
tetro* e todoB os mais sempre vendidos a precoi
muito baratos para negocio.
.omina arbica de Adriano Maurin fras-
cos grandes e pequeuoe, em caixas de dusia.
Tin la de marcar a roupa, do mesmo fa-
bricante.
A' ra do Imperador n. 46__
Cosinheira
Precisa-se de urna que saiba consinhar bem :
a tratar na ra do Cabut n. 5 A.____________
I^Estif a para bordar
Veiirte-ce rn do Baro da Victoria u. 1.
Cord.
es para piano
Chegaram para casa de Victor i realle, sita
ra do Imperador n. 55, grande sortimento de
oordas para piano e mais materiaes para cencer-
tos do mosmos.
Attenfo
Permuta se o sitio de Ssnt'Anna de Dentro, n
6, com 4 qnartos, duas salas, eos nha e quarto f
ra, quintal morado ctm grande terreno em prolen-
gamento ao muro do fondo ; com urna casa as
cercanas det>ta cidade : quem pretender dirija-
se roa das Nymphas n. 6 qae achara com quem
tratar.
tfesuiao Oelavi.1110 da Silva
OB?alves
Manoel Pedro Goncalves, c seus irmaos Euge-
nio Emigdio da Silva Gonclves, Elysiurio da S.
Goncalves, Umb' lina da S. Goncmves, Amalia
Clrmentina da S. Goncalves, Amelia Tertuliana da
S. Goncalves. Maria das D res da S. Goncalves e
sua tia Mathilde Candida Goncalves, profauda-
mente compungidos com o passamento de seu pre-
sadissimo fllho, irmo e sobrinho. leaalno Oc-
lavlano da M. Boncalvea, mandam ressr
missaspelo deecanco eterno de sua alma na qaarta
fera 29 do correte, 7. da do sea passamento,
s 7 horas da manb no convento do Carino; e
para esse acto de religio e caridade convidaos
aos seus parentes, amigos e companheiros, agra-
deeendo-lhes Hntecipadamentfc^^^_^^--_j_
"^T^odJ^o^tsCKmposTtrasphSsada do mais
doloroso sentimento pelo passamento de sea sem-
pre chorado pai, Bernardino da Ccst;- Campos,
residente em Portugal, vem respeitosatrente con-
vidar a todos os parentes e amigos a sssistirem ai
m'ssas que por sua alma manda celebrar ni ma-
tris de Santo Antonio, s 8 horas da m.-.nh do dia
29 do corrente, trigsimo de sen fall cimento, an.
tecipando-lhw "aseos aineeros^gj^droiineii kt>_
L
npif


Diario de Pernambnco(luarla-fcira
Setembro de 1886
h
* MNflO DE RIG4
.
9
| veb

XTaX9 4t e 3X19 : vende-se na srnim ve-
5V da Suva, cae. Vate Dou. de So-
reabro i. 6.e_
V
r
A llevoluQo
A'na Duque de exiaa, reaoiTeu vender
os seguintes artigos com 25 Yo de m-
noB do que era outre qualquer parte.
Setin dan.a.e a 360 r. o cavado.
Gorgor., de listnnbas a 360 rs. o corado.
L4, coa listrinhas a 640 ra. o corado.
VnatiW* de cores a 320 ra. e cavado.
uSZ* cocea a 900 r., 1*000 e 1#200 o co-
"tarto* preto. a 1*200. 1*400, 1*600, 1*800 e
^di^Usos e levrado. a 1*000 e 1*200 o
ovado* >
Palha de aeda a 800 ra. o corado.
bordada de seda a l*oOU
Casa filial ra do Ca
12
bug .
I? Recebenm novamente um esplendido
Bortimento de chapeos de sol de tolas as
cualidades, para seobora, 160S e bordados,
grande variedad em core ; e para homem
grande variedade em cabos inteiramente
noos, Capeos para enancas, chogar no-
vo aortimento.
N. L". Fabricam-se e coneertam-se cha-
peos de todas as qualidades, com perfei
co e rapidez a roar possirel; pois co
bre-se um chapeo em monos de una hora.
Amostras le rain se em qualquer parte.
Vende -se em gross e a retalho
i, co-
co-
do*
lo ni e ni ola
Trilhos para engentaos
WAGN* PARA CANNA
Locomotivas
achtalsmo completo para en
geulio* de ("dos os lamanhos
Syatema aperfeico^lo
Especijicagoes e pregas no eseriptorio
agentes
Browns & C.
W. 5-Rna do Commercio
N. H Alero do cima H it C, teir. catlmlogos de
un; ; .mplementosuecessarins agricultura, como
uunbem machinas para desean-car algodao, mei
abos para cal, trigo, arroz e miiho; erea de fer-
ro gaivanisado excelente e mdico em preco, pea
oa neuhuma pode trepal-a, nem animal que-
bral -_a_________________________________________
nslrucfo publica
O delegado litterario de Vicencia, conteste, se
pode, com documentos serios, a pobliescao inser-
ta no Diario de hontem, sob a epigrsphe cima.
Eecifc, 6 de Setembro de 1886.
A ros du moral.
Cachemira
"lis escossesas a 500 rs. o corado.
Cambraia com salpicos a 6* rs. a I*?8-
Chitas escuras e claras a 240 ra. o corado.
Linhos escusserea a 240 ra o corado,
tas com bolinhas a 640 e 500 rs. oeavado.
Gaze com bolinhas de reliudo a 800 rs. o
^Lion com salpicoa a 500 ra. >ovd0- Vm .
G,oadcna,,les pretos a 1*800, 2*000 e W500 o
"z'pbiros listrados a 200 rs. o corado.
Cretone. fiaos a 3*0, 360, 400 e 440 rs. o eo-
"setmetas modernas a 360, 400 e 440 rs. o co-
V8.tao branca a 32*. 360, 400, 440, 500, 560,
600 e 800 rs. o ooradu.
Setinetas lisas a 400 rs. o corado.
Ditas larradas a 500 rs. o corado.
Flanella de cor a 40) ra. o coradj.
Flanella branca a 400 e 1*000 o corad.
Chapas de sol de core para aenboraa a 7*0!
""hales de casrmira finos l.9*000 um.
Fechs de la a 2*000, 3*000, 4*000,
e 6*000 um.
Tapete, para janella. piano, sof e cama a 4#,
6*0l0, 7*000, 8*000 e 24*000 um.
fijguiao amarello e pardo a 500 rs. o corado.
Casacoade laia a l^OOum.
Lentoes brancos a 1*80U um.
Brim prateado a 60C rs. o corado.
TimoJs para meninos de 4 a 5 annoa a 5#00
um. .
Lencos a 2*000 is. a duza.
Colchas brancas a l*800uma.
Setios maeao de corea 800, 1*200, 1*400,1*600
e 2*000 o corado.
Setinetas brancas a 500 e 560 ra. ocowlo.
Cortmados bord, dos a 7*000, 9*000 e 16*000 o
par
Camisas njicioiK.es
a ifsoo. a*ooo S500
32== Loja a ra da Imperatris 32
Vndese neate noro estahelecisaento um gran-
de sortimento de camisa branca, tanto de aber
turas e p-inbos de linho como de algodio, pele*
baratos procos de 2*500, 3* e 4*, sendo tajeada
muito melhor lio qor aa que reem do eatrangeiro e
maito mai bem fritas, per aerea cortad poi
um bom artista, especialmente cainiseiro, tambe*
se manda faser por encommundas, a r >ntade des
fregueses : na nova loja da ra da Imperatria n
3 i, de Ferreira da Si Ira.
Ao32
Nova loja de fazer 'as
S9 Rna da Impe =
DE
FERREIRA DA S^,VA
Neete noro estabelecimento encontrar o res-
p jitarel publico cm rariado aortimento de rasen-
da de todas as qualidades, que se rendem por
preces baratisaimos, assim cuino nm bom sorti
ment di' roupas para howens, e tamben se man
da taser p r encommendas, p r ter um bom me*-
tre altaiate ecMmple.to sortiinento de pannos fi"-"
casemiras e brius," etc.
5*000
WHISKY
80YAL BLEND marea V1ADO
Este endiente Whisky Escesses preterir
o cognac on aguarden^ de carina, para fortifica
3 eorpo.
Venda-s" a retalho ans ru Ihcres armasen
tolhado.
Pede BOYAL BLEND marca V1ADO cajo
me e emblema sao registrados para todo o Brasi
BKOWNS i C, agente
\ovas lSinhas
A StO e 400 res o covado
Acabam de chegxr para a loja da ra da Im-
peratris n 32, um grande e bonito aortimento de
lsinbas de cures pa.a restidoa, sendo fazenda de
uiuita pbantasia, com cores clara e escaras, e li-
qnidam se a 390 e 400 rei o corado, por harer
grande porcao na loja de feroira da Silra.
v*ou
10*001
12*001
12*001
5*501
6*50
8*OU
3*001
1*60!
1*UU>
Em quartcs
8obrinha & C.
Apa de Wn
e meias garrafas, rendem Faris
rna do Mrquez de Olinaa n. 41
DEPOSITARIOS
Pinko resina
d>- 3X7 h' 3X12.
'*u!k branco (da Suocia)
l 3X7 at 3X12.
Cimento iaglez
I'VUSCi
VliNOM
a I rmos di. C
09 f
EXPOsigo J9 mn* W78 !
Mdaille d'Or ^CreiuCheTilier
LES PLUS HAUTEX RtCOUPHtEi
Nova Croaoao
PRIMAVERA
E.COUDRAY
Inventor d
PERFUMARA ESPECIAL de LACTEDIA
rj apreciado do tito mundo.
' Saboneta........PRIMAVERA \
i Oleo............PRIMAVERA
| Agna de Toncador PRIMAVERA
| Essencia........ PRIMAVERA
i P de Arroa. ...PRIMAVERA
* FABRICA E DEPOSITO :
I PARS 13. Roe d Enghien, 13 PARS
Aeia-M'eiiMldaupriKpur*fijiri
fianellas e reos a 10*000 e 14*000 nma.
Mrbordadls a5*000, 6*000, 7*OOOe8*030
TspartiIhoB de curaca a 4*000, 5*000, 6*000
e 7*000 um.
Cortes de la para restidoa a 20* 0 um.
Algodo com deas largars a 800 ra. o me-
tre.
Cortes de caaemira para calc> a 3*000 um.
Bramante de linho a 1*800 o metro.
Dito de algodfiu a 1J200 o metro.
Toalha felpudas a 4*000 e 6*000 a dusia.
Almanack da provincia
1888
im Tolune con 4 paginas
2OOQ
A" renda na casa editora. Lirraria Parisiense
n. 7 A, ra Primelro de Marco n. 7 A, Industrial
Econmica de G. Laport & C e Cardoso Ayres.
Salpicas e vino verde branco e
lino
Receben Antonio Duarte 4 rea da Unjfto n. 51,
confronte a estaca ; tornam-Ee recanmendaveis
estee artigos por ter recebido de casa particolar
;de Portngat, rasio por que garante ser espeeiah-
dade ; assim coso tem carne e qneijo do sertao
por presj muito mdico-; o mesmo nabo tambero
se reude em casa de B?rnardino Duarte roa da
Florentina ns. f e 32, em retalho e ancoras. Na
mesma compra-se urna balance decimal, grande.
lt Hua da Imperairl-U
Loja de Permra da Suva
Neste estabelecimento rende-se as ronpsas aba>
io mencionadas, que sao ba- i .i.ae.
Palitots pretos de ;_->r*. aiagonaea e
acolchoadoa, enao razerides muito en-
corpadas, e forrados
Ditos de casemira preta, de cerdeo nwito,
bem teitos e forrados
Ditos de dita, fasenda muito melhor
Ditos de flanella azul sendo inglesa rer-
dadeira, e forrados
Calcas de gorgoreo preto, acolcboado,
sendo fasenda muitr encorpada
Ditos de casema de cores, sendo muito
bem fritas
Ditas de fi.oelU inglesa rerdadetre, e
muito beio ft-itaa
Ditas de brini Je Angola, de muTeskim e
de brim pardo a 2*, 2*800 e
Ceroulas de gregueilas para homens,
sendo muito oesn fettas a 1*900 e
kColleUnhoB de greguella muito bem feitos
Assim como nm bom aortimento de lencos t
Ifjiho e de algodo, meias cruas e collarinhes, efe
to na loja aa ?ua da Imperatris n. 8i
*ea. tetloetae e lsilnhae *t tiO
ra. o cmvskIo
Na loja da roa da Imparatris n. 32, rende-
um grande aortimento d iatoes brancos a 5i
rs. o corado, lzinhas larradas de furta-coret
fVsenda bonita para restidos a 500 r. o coradL
e setinetas lisas muito largas, tendo de todas ai
core, a 500 rs. covado. pecbincha : na loj.
do Pereira da Silra.
Ala-odor-lnho IMinees parta leacei
a SOOri., > e 1#00
Na loja da roa da Imperatris n. 32, rende-
'superiores algodozinhos franceses com 8, 9 e 1'
palmos de largura, proprios para lences deun
b panno pek) barato preco de 900 rs. I*'00
metro, e dito trancado pa a toalhas a 1*S8<>, ai
sim como superior bramante de quatro largura
para lencoes, a l*50t o metro, barato na loi.
di Pereira da Silra.
Roupa para meninos
A 1*. 4*600 e 4
Na ora loja da ra da Imperatria n. 92, *
rende um rariado aortimento de restaarios pw
prios para meninos, sendo de palitosinho e calo
nba curta, feitos de brim pardo, a 4*000, dte
de molesquim a 4*500 e dito de gorgoreo preto
emitando casemira, a 6*, sao muito barates : n
oja do Pereira da Silra.
Obras de Time
Ultimo sroelo
Modelo sperfeicoado em cestas pur compras,
azafates, costareiras, cadeiras pitra enancan, etc.,
etc., rendem par pie;."s coimodio Miirtiis ('.ipi-
tao&C,*m seu armaaem de molhados rt
catreita do Bosario
Malvasia
Vinlio propriu para senhoras
Em barra e a retalho : Pocas liendes & C,
ra estreita do Rosario n. 9.
Aos I.000.000P00
200:0
000
100:000SO0*
LOTERA
Tccidos de linho
A 3oo rs. o covado
Na loja da ra da Impt-rxtris n. 32, rende-se
um bonita aortimento de fasenda de linho para
vestidos, rendo largura de chita francesa, com
muito bonitas cores e palminhas bordadas, pe-
chincba a 500 rei o corado, na loja oe P..-reir da
Silra.
Cabriolet e victoria
Veade-se um cabriolet e urna victoria em per-
feito estado de conserraco e por preco mdico :
na cocheira n. 16 roa do Duque de Casias.
Em fav r dos ingenuos da Colonia Orphanologica Isabel
DA PROVINCIA DE PERNAMBUCO
Extracciio: no 15 iiDiznlirD de 1886.
0 thesoureiro, Francisco Gonfalves Torrea
CARNEIRODACUNHAftC.
GRANDES X0VIDADBS
Li uidacao
Yende-se porta de ferro, gradeamento para
cima de muro, jsrdisn e terraco, bandeiras df fer-
ro para portas exteriores e interiores, de todas as
qualidades, gallinbeiro de ferro, caneca paia bois
e carelios, carrinhos de mo e rodas para carro-
cas, por preco commode : no largo do Forte n. 4,
defronte do quartel das Cinco Pontos, oficina de
ferreiro. ______
Maduro
Yinho puro da uva
O que pode harer de melbor para mesa, em
barr e a r> talbo : Poces Meades S C, A roa
estreita do Rosario n. 9.
r SUSPENSORIO miLLERET ]
" |Dtlco. un tlfasaras toiilis tu enu.
r- Para evitar a* faltiftcacdei,
exiairafirma doinventor,estampada
em tuda sttspeniorio.
FMDAS DE TODOS OS STSTBMAS
___IA> FAR* VABIZS8
MlliBIT.ifiOHlPtC. snraisor.FarH. W. r. ).-i. toM
ROITIlDO
VENDAS
__ Venia do hotel e hospedara Estrella do
Korte, 4 ra Thom deSouz n. 8. O proprietario
ieste hotel tendo de retirar se para Europa por
incommodo de sade, vende por preco commodo
eu admitte nm socio.
Noivos e noivas
Encontrarlo sempre na Graciosa, roa do Crea-
se n. 7, urna rariada colleccio do objectos pro-
prios para casamento, como sejam :
Capellas com reos, de 5* a 25*000.
Grim-lda de flores de larangeira a 5* e 6*.
uigas de seda bra ca a 1J e 2*<00.
Lavas de pellica bracea para senhora a 2*500
Ditas de dita para homem a 3* o par.
'Meias abertas de fio do Escossia para senhora a
1*000 o par.
Ditas de seda branca para senbora a 8*000.
Ditas de fio de Escossia, brancas, para homem
1*500.
Leques brsncos de setim, de 6*, 10* e 15*000.
Graratas brancas de cambraia a 800 rs.
Ditas ditas com laco a 1*000.
Ditas de setim bra neo a 1*500.
Dnarte & C.
, Viuvos e viuvas
Poderao ir Graciosa, ra do Crespo n. 7,
que acharao sempre artigos proprios para luto,
taea coma :
Leque pretos de papel, sesineta e setim.
Vol-as, brincos, pulseiras e broches pretos.
Meias pretas, fitas, bicos de linho, la e seda
pretos.
Guarnicoes para camisa de bomem.
Cadeias de fita, retros e metal, pretas.
Meias pretas para enancas.
Uarte fc t.
Cocheira a venda
Vende-se urna cocheira com bons carros de pas-
seio, bem localisada e afreguesada, por preco mul-
to mdico em raso de seu dono nao poder admi-
nistrar ptr ter de fazer orna viagem : os preten-
dentes acharao com quem tratar roa do Duque
da Casias n. 47.
6|50
12*009
800
?*800
5 UOO
800
1*2
2*m
1|800
4Ui
200
Casa na Varzca
'. Vende-se a casa ecu armacao e utensilios para
verna, sita ra do Sol n. 21, a qunl fica de-
fronte da estaeao ; a tratar na poroacao da Var-
aea, rna de S. Joao n. 9, tarerna.
Vende-se nm teclado mudo
Na praja do Corpo Santo n. 2, armasem de
Tbeo. Just.
Bnrros
r Vndese burro; a tratar
ompasbia do Beberibe, roa
ero 71.
no escriptorio da
do Impera ior nu-
Canoa
f Vende urna canoa em bom estado de conserva-
1 : a tratar no escriptorio da companbia do
beribe, 4 rae do Imperador n. 71.
Expsito central rna larga do
Rosario n.58
Damiao Lima & C, cnamam a attencao das
Exmas. familias para os precos seguintes :
Carreteis de 200 jardas 80 rs.
Pecas de bordados de 200 a 600 rs.
Ditas de um palmo a 2*500 e 3*000.
Fita n. 80 para faxa a 2*500.
Leqves 4 regatas e D. Joannita a 1*000.
Frascos e extracto de Lubin, grandes, a 2*000.
Loques 4 D. Lucinda Colho a 6*000.
Toalhas felpudas a 500 600, e 1*ii00.
Dusia de meias para homem a 3J000.
Ditas para senhoras a 3*000.
Luras de seda a >000.
Meias de fio de seda para menina a 1*000.
Colarinhos de linho a 5C0 rs.
Ditos de algodo a 320 e 400 rs.
Macos de grampos a 20 rs.
Pecas de cordo para vestido a 80 rs.
avUivcis grandes a 320 rs.
Grampos invisiveis a 60 r.
Um leque de setim (novidade) a 6(500.
Rica bolcinhas de madreperola de 1*500 4 6*.
La para bordar 2*800.
Urna capella e veo de 15*000, por 12*000.
Um espelbo de moldura por 5*500.
Urna pulseira de fita per 1*200.
Plisi a 400 e 600 rs.
Urna noneca grande de cera por 2*500 e 3*000.
NA EXPOSIQO CENTRAL
58Rna Larga do Rosario58
Carro depasseio
Vende-se um carro em bom estado ; na rna do
Imperador n. 11.
Fazendas brancas
SO' AO NUMERO
4 o ra da Imperatrlz = 40
Loja dos barataros
Alheiro 4 C, 4 roe da Imperatris d. 40, ven-
den) um bonito sortisaento. de todas esfrw fasenda
abaixo mencionadas, eem csapetencia de precos,
a saber
Algodaor*ac -. de igodaosinho com 20
fardas, pele- barato preco de 3*800,
4, 500, 4* t, 5f, 5*500 e
MadapolaoPecas de madapelao com 24
jardas a 4*500, 5*, 6* at
Camisas de meia com hetras, pelo barato
preco de
Ditas branc ui e croas, de 1* at
Creguella francesa, fasenda muito encor-
pada, propria para lencoes, toalhas e
croul&s, vara 400 rs. e
Ceroelasda mesma, muito bem feitos,
a 1*200 e
Colletinhos f'a mesma
Bramante francs de algodio, muito en-
cornada com 10 palmos de largura,
m-tro
Dito de linho ingle, de 4 largura a, me-
tro a 2*500 e
Atoa i hado adamsseado para toalhas de
nxsa, c>m 9 palmos de largura, metro
Cre nes e chitas, claras e escuras, pa-
drees delicados, d 540 rs. at
Bapiista, oque ba de mai delicado uo
mercado, rs.
Todas estas fazendas baratissimas, na co:Jeeida
loja de Albeiro & O, esquina do becco
dos FerreiroB
Algodo enfestado pa-
ra lenfoes
A Oo ra. e IsrOOO metro
Vende-se na loja dos barateiros da Boa-Vista
n "odio para kaeoes de asa s panno, cea 9 pai-
1 s de larpuraa 900 rs., e dito com 10 palmos a
00 o metro, assim come dito trancado para
malhas de mesa, com 9 palmos de largura a 1*200
t> otro. Isto na leja de Alheiro 6t C, esquina
do ecco dos Ferreiros.
MERINOS PKETOS
A 1*200,1*400,1*600, 1*800 e 2* o covado
A heiro & C, 4 roa da Imperatris n. 40, ven
desa muito bons merinos pretos pelo preco acim
dito. E' pecbincha : na loja da esquina do boc-
eo di s Ferreiros.
Espartilhos
Na loja da roa da Imperatris n. 40 vcude-se
muito bons espartilhos para senhora*, pelo preco
de 5*000, assim como um aortimento de roupas
de casimiras, brins, etc., isto na loja da esquina
de becco dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 2*800 e 3* o covado
Alheiro & C, 4 roa da Imperatria n. 40, ven
dem um elegante sortlmento de casemiras ingle-
sas, de duas larguras, com o- padroes mais deli-
cados para costume, e vendem pelo barato preor
de 2*800 e 3J o covado ; assim como se encarre-
gam de mandar fazer costumes de casemira a
01, sendo de paletot sacco, e 35* de traque,
grande pecbincha : na loja dos barateiros da Boa
Viita
BRIM PARDO LONA
A 820 rs. o covado
Os barateiros da Boa-Vista vendem urna grande
porcao de brim pardo lona, por estar com princi-
pio de toque de mofo, pelo barato preco de SU
n. o covado, grande pechincha na loja da es
quina do becco dos Ferreiros.
Bordado* a IOO re. a peca
A ra da Imperatris n. 40, vende-se pecas de
bordado, dous metros cada peca, pelo barato pre-
co de 100 rs., ou em cartee eom 50 peca*, sorti-
das, por 55, aproveitem a pechincha ; na loja da
esquina do becco dos Ferreiro.
A' Florida
Rna Duque de Caxias n IOS
Chama te a attencao das Exmas. familias para
os pr, eos seguintes :
Luvas de seda preta a 1*500 o par.
Cintos a 1*500.
Plinhos e collarinhos de cores para homem a
1*000.
dem para senhora a 1*500.
Grampos invisiveis a 60 rs. o masso.
Luvas de seda cor granada a 2*, 2*500 e 3*
o par.
Suspensorios p ra menino a 500 rs.
dem amer.canos para homem a 3*.
Muas de Escossia para erianca a 240 rs. o par.
Leques de papel com correte al*.
Fitas-de velludo n. 9 a 600 rs, n. 5 a 400 rs. o
metro.
Lencos de eseuiao a 1*500 a dusia.
Albuos de 1*500, 2*, 3*. at 8*.
Ramea de flores finas a 1*500.
Luvas de Escossia para menina, lisas e borda-
das, a 800 e 1* e par.
Porta-retrato a 500 rs., 1*, 1*500 e 2*.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 8tO rs. um.
Rosetas de brilhantes chimicos 200 rs. e par.
Guarnieres de idem idem a 500 rs.
Anquinbas de 1**0, 2*, 2*500 e 3* urna,
Plisss de 2 a 3 ordens a 400, 600 e 600 rs.
Bicos de cores cora 12 jardas e 2 1/2 dedos de
largura a 3* a peca.
dem corar4dedee a 4*600 a peca-
Espartilbo Boa Figura a 4*500.
Idei La Figurine a 5*000.
Bicos de alencon com 4 e 5 dedos de largura a
2*500 a peca.
dem esireitinhos eem 10 metros a 800 e 1*000
a peca.
Botes de pharxtasia a 200 rs. a duzia.
Para toilet
Sabio de areia a 320 ra. um.
dem pbenicado a 500 rs. A
dem ahatro a 500 rs.
dem de amendoa a 300 rs.
dem deaifaee a 1*000.
Agua ci leste a 2*000.
Agua divina a 1*500.
Agua Florida a 1*000.
Mac .eos de seda a 100 rs.
Meias brancas para senbora a 3* a dusia.
BARBOSA &SASTOS
Expenlo sortiineuto dos "inelhores tecidos em la para veBtidos, des de
500 rs. at 1^000 e 10200 o covado!
Cachemiras de urna s cor, duas larguras, a 1(5000, 1)5400 e 1)5800.
Lindos desenhos em failes, a 4G0 e 500 rs., o covado !
Bonita escolha em setins de corea, desde 800 re. a 2)5000 o dito!
Merinos de todas as cores e preto, aortimento sem competencia, desde 903 re. a
20000; do melhor que se possa desejar.
Esguiao pardo e amarello para vestido a 460, 500 e 600 re. o covado !
Riquissimos cortinados, todos bordados, para cama e casal a 90000, para ja-
nella a 60500. ,
Velludilhos de todas as cores a 10000, 10200 e 10500, o covado I
Guarnic5es de crochets para cadeiras e sof a 80000.
Meias arrendadas p=ira senhoras a 80000, a duzia !
Camisas inglezas para homem a 360000, a duzia 1
Cheviots pretoa superiores a 30500 e 40000, o covado !
Lindos chapeos para senhoras a 60000 e 80000 e para oriancas a 30500 e 40000
Luvas de seda, leques, colarinhos, fichs, lencos de seda e amitos artigos que
ser3o lembrados presenga das Exroas, leitoras.
59 Ra Duque de Caxias 59
THES0URAR1A
DAS
Acha-sc Yenda a 3a parte da Ia lotera a
beneficio da Santa Casa de Misericordia do
Recife que se extrahir quinta f eir, 30 do cor-
rente ao meio dia pelo seguate
4,000 bilhetes a 160000
Beneficio, sello e commis-
a5o......
34:000000
69:0600000
!
314:9400000'
Loja Camacan
Miudezas
Ferreira de Sousa C tendo resolvido vender
todos os seus artigos de miudesas por menos que
em outro qualquer estabelecimento, avisam s
Exmas. senhoras que spparecam neate estabeleci-
mento para assim se convencerem dos presos que
acabara de faser:
Oleo orisa verdadeiro a 900 rs., linha para ma-
cLina a 900 r. a duzia. agulha finas a 60 rs,
pacotes com tres sabonetes 400 rs., am pao de
sabonete fino 700 rs., meias finas para senhora a
700 rs. o par. ^^
Lindo sortimento de bicos finos a 1*200,1*500,
1*800 e 2*500 a peca, legues finos a 8*500, 5*,
5*500 e6*. r^
Espartilhos finos a 4*500, 5*500 e 7*500
Luvas finas de seda a 1*800, 2*, 2*500, 3* e
3*500. .
Grampcs para chapeos o que ha de mais barato.
Bicos pretos com vidrilho.
Alnete a 60 rs. a carta, fitas modernas lisas
e bordada, o que ha de mais fino.
Sabonetes de Reuter, o que ha de melhor para
a pelle, a 900 rs. um, tinto fina para marear rou-
oa a 800 ra. o frasco, lencos brancos finos a
1 *500 a dusia, lindo sortimento de broche para
senhora. ,
Alem deste annuncio teem muitos artigos de
moda, que estao vendendo barato.
Boa Duque de Caxias) n. 66
1
1
1
1
7
Premio de.
Dito de ...
Dito de ...
Dito de ...
Ditos de 2:0000000 .
10 Ditos de 1:0000000 .
16 Ditos de 5000000 .
99 Ditos de 2000000 para
a centena em que sahir
o prmeiro premio
99 Ditos de 1000000 para
a centena em que sa-
hir o segundo premio
de 600000 para
--J2
a centena em que sahir
o terceiro premio
2 Approxim a 9 3 e s de
2:0000000 para o pri-
meiro premio
Ditas de 1:0000000
lOOrf^ ^0001 para o segundo premio
3O:0iXXO 2 Ditos do 0500000 para
10:00000001 o terceiro premio .
4:00; 000,2,400 premios de 200000
14:00000001 para todos os algara-
10:0000000 mos finaes do prmeiro
8:0000000 i premio ....
; 2,400 Premios de 200000
para todos os algaris-
19:9000000 mos finaes do segundo
premio.....
9:9000000 5,140 Premios .
5:9400000
4:0000000
2:00000:0
1:3000000
48:0000000
48:0000000
314:9 40:000
99 Ditos de 600000 para ....
Caso a terminacao do erg-indo premio seja igual a do pnmeiro passar ao nu-
mero immediatamente superior
Esta lotera divide s<> em 20 partes e os bilhetes em vigessimos de 800 ris
cada um, .
Os premios maiores de 2UJ0OOO em cada parte estao sujeitos ao imposto pro-
vincial d 15i e 5[0 addicional sobre o referido imposto.
1 EXTRACCAO PELA MACHINA FICHET
Theaouraria das loteri s, -3 de Setembro do 4886.
f Augusto Octaviano de Souza,
Thesoureiro-
Capachos de esparto
Pintados, de diversos tamanbos, vendem por
preco sem competencia Martins Capito S C. com
armasem de molhados ra estrella do Rosario
numero 1.____________________
%a acquisicao
Vende-se a armacao e bemfeitorias da loja de
fasenda i ra do Livramento n. 10, com Kran.-
tia da casa, por ter o proprietario do estooeieci-
mento de retirar-te para tora da cidade ; a tratar
) na mesma loja.
Papoula i G.
N. 18-fina 10 GaongN18
Tem
Luvas de pellica, pelle de cao, camurca, seda fio
d'Escossia e casemira.
Agua florida e Tricofero de Barry.
Sabonete diversos e curativo de fieuter.
Cambraias lisas, bordadas e abertas.
Camisas e ceroulas de flanella e meia de li.
Camisa sem collarinhos e sem puahos s/c e/p
c/c e c/p.
Collarinhos, punhos, meias, plastrons, mantas,
gravatas de laco.
Leos, espartilhos, perneadores em cambraia,
vestidos de cambraia bordados, boleas tapetes, fi-
xs de seda e de 12, casacas elsticos, casacas de
casemira greoadine de seda e todas de seda.
Alpacas de seda a 600 rs o covado.
"vapor-
e moenda
e moenda com pouco
Vende-se um bom va;
aso ,
da estaco do metmo uome
mperador n. 48, andar.
ipor
a ver no engenho Timba as. muito perto
a tratar na roa de
-

r*
0
6
JOSEPH KRAIISE & C..
Acaban, de augmentar o sen ja bem conhecid
mportatUe estabelecimento rna Io
de niarfo n. l eom mais
om salao no 1 andar lujosamente prepa-
rado e prvido de urna exposi-
(Uif Iras de prati do Ptrli e^Mrtftalr
dos mais afamados fabrieates do
mundo inteiro.
nonvida, pois, as Exmas. familias, seus nume-
rosos amigos e freguezes a visitaren.
o seu estabelecimento, alini de
apreciaren, a grandeza bom gosto com que
nao obstante a grande
despeza, o adornaram, em honra
desta provincia.
ACHA-81 AfiEBTO DAS 1 A'S DA NOITE
9

CAJURUBEBA
Vende se na fabrica ApeU> rua do H8Pi,i0 n- 79 em WUB dlw,t0, ra' *
Cobng n. 14 e ra do Mrquez de Olinda n. 52.
MUTILADO


^^aang^a_

., w nttuiuuv~^*ariA--ietra asb de Setcnibr de 1886
^
ASSEMBLEA GERAL
CAHAItA DOS OEPITlDOi
DISCURSO PRONUNCIADO NA SKS-
SAO DE 9 Dt SETEMBRODE 1886
(CouclusSo)
O Sr. Theodoro da Silva (continuando)
E' deteito das nossas tarifas serem ca-
suaee, diz o nobre deputado; mas nao po-
dem deirar do alo.
Um paiz que importa tu lo, porqao
agrcola, (exporta caf, algodSo, assuear,
gomma elstica, fumo o cacao, mas carece
de tu lo quaotj necesaario a vida), oSo
pode deixar da tur tarifas casusticas, ver-
dadeiros coiigos, pelo grande numero de
seus artiga.
Sr. presidente, desanima fallar em hora
to adiantada sobrs assumpto que fatiga o
auditorio ; mas, senhores, eu nao poda
deixar de demorar-me o tempo que tanho-
me demorado na tribuna, nSo s om atten-
y5o e horaenagam ao nobre deputado pelo
20 d8tricio de Min is, como tambem para
expor os motivos de minha inteira confor-
mida le com a estructura e plino do orya-
mento do nobre Ministro da Fazenda, quan-
to ao modo porque S. Exc, nos apuros
do Thesouro, e-cassaadas as rendas publi
cas nos dous ltimos exercicios e opprimido
pela enor,i.ilad^ do 1,010.000:000,$ de di-
vida fundada, de 74 000:0J0f> de divida
fluctuante, e com os compromissos de ga-
rantas de juros, proeurou attenuar as ai
fliculdadesfiaanceiras. A nacessiiade tem
cara de herego ; os impostos sao duros da
sofifrer, mas S. Exc. foi parco no pedil-os,
recorren lo de preferencia revisSo das ta-
rifas da Alfandega.
O Sr. Candido de Olivejra d um apar-
te.
O Sr. Theodoro da Silva :S. Exc. fez
bem dando-me este aparte. Eu ia-me es
quecendo di accresceutar s miohas desa
linhavadas observayo" s alguma cousa so
bre o thesouro de economas.
A Cmara podia ter votado mais econo-
mas ? Eu nXo digo que sino era que nSo.
O Sr. Joilo Penido : Pode dizer que
sm. A'li est a poltica pequea. Seja
imparvial e severo.
O Sr. Theodoro da Silva : Perdoe me.
A 0*0) ia nSo votou todas as economas
possiveis ?
O Sr. Cndido de Oliveira : Acho que
nSo votou henhuma.
O Sr. Theodoro da Silva : Isso nao.
Sajamos us os. Era vez do oryaraeato des
equilbralo, em maiores proporyoe, como
era d uso eatava plamjado : em vez dos
dficit me dios dos ulti nos anuos em cerca
de 28 000:0000 e do dficit verificado na
liquidaySo do ultimo exe.rcicio,..........
32.5:W:U7M03, tereran* o dficit de...
9.090:0005 a 10.000:000$.
A Caan pjlerii a deveria ter foto
mais e affirrao nem neg ; mas ssmpre obsivo
que j muto parar.
O Sr. Candido de Oliveira : Nao bas-
ta.
O Sr. Th-odoro da Silva : Nao ha na-
da mais difficil mesrao na ordem physiea, do
que fazer psrar a torrente desencadeada.
Na ordem moral tambem o c em finan
cas muito m iU. J> nSo pou^o que se
tenha entrado no p riodo em que todos cs-
t2o de aecordo em ser preciso fazer gran
des ecoaomias, e em que j se pode excla-
mar : parece qua paramos l
O Sr. Jo&o Peni lo : As economas
aqu sao todas em palavras.
O Sr. Theodoro da Silva : Mas ha pa-
ra mo cousa de mor Valia do que as ap-
parendas de um oryamento approximado
do equilibrio ou com pequeo dficit ; a
execuySo della. E, nesta particular, cu,
que conheco o lloarado ministro da fazen
da ha longos annos, e a cujo carcter nao
cesso de rendir o devilo tributo de minha
homenagem pela sua severidade, pela sua
integridade, assim como sou admirador dos
seus talentos e reconheco a sua capacda-
de administrativa, davo confiar, como con-
fio, no honrado ministro, e estou certo de
Sue, valeodo mais a execuySo do que urna
oh lei de orcamento que nao so roove por
si, S. Exc. achara m^ios, perdoem-me a
impropriedade da oomparaySo, d multi
plicar paes e peixes.
O Sr. J..ao Penido :-Ha de multipli-
car, mas despezas.
O Sr. Theodoro da Silva : O orcamen-
to ordinario estava equilibrado com os re
cursos votados, esta a verdade. O que
o desequilibra, mas era pr iporyo"-s menores
do que outr'ora, o-cryaoiento extraordina-
rio, com as tabellas de crditos especiaos.
Mas paremos, liquidamos o que irrecu-
savel, procedamos com o mximo tent,
abstendo nos d'ora em diante de decretar
novas despezas para novos coramettiraea-
tos. Sobretudo conra que fechemos o
livro dos eraprestimos, salvo em dous ca-
aos : para pagar o serviyo da divida pu-
blica ou para realisar a converaSo do pa-
pel raoeia.
Eu oreio qua as finaneas do paiz, em-
bora complicadas, n > sao inconcertaveis ;
no qua nSo craio, Sr. presidente, no fal-
so concert das finaocas das provincias.
O Sr. F. Balisario (ministro da fazen-
da):Quando tiverera juiz>.
O Sr Tneodoro da Silva : Perdoe-me
V. Exc. Tenho receio, Sr. presidente,
confes80-o com ingenuida le, de oejupar
me desta assumpto.
V. Exc. conhece-me de looga data,
sabe que a moderado me natural. Pois
nao reflicto uo estado em que estSo as
provincias do do norte sera sentir me n-
dignaao. (Apoiados.)
Viviam as provincias, ha meio seculo,
na posse mansa e pacifica dos recursos que
tiravam do imposto de importayao
Os presidentes de proviaeias, e conse-
Iho de Estado, ministros, cmaras, nin-
guem puaha obstculo a seraelhante posse
de que se achavana as provincias, tendo
rauitas dellas os seus crcamentos equili-
brados com o produ ;to de semelhante im-
posto, com que constituiam a sua principa
renda. (Apoiados.)
O Visconde de Uruguay, de saudosa
memoria, iiizia em l864: nenhuma lei
provincial sobre importajSo foi ainda re-
vogada.
. dabi para diante tambem nao.
Um dia, porm, o governo imperial cn-
t-ndeu ser opportuno praticar a rude ope
racao cesarana, imitando a pbrase de
quero, a praticou, supprimindocom a incon
scien ia da electricidade os impostas do
importacilo das provincias. (Apoiados.)
Um Sr. Deputado: Um atentado.
O Sr. Joao Ponido:Manda quem
pode.
O Sr, Theodoro da Silva : -Nem com-
petencia constitucional, nem legalidade na
forma houve no acto do presidente do
cons.-lho que o praticou, para tomar tao
enorme responsabilidade, e a Constituisao,
a cuja sombra se inculcava que elle pro-
ceder em nome do ministerio, foi mais
rudemente violada pelo attentado, do que
o Acto Addicional havia sido i t entV.
com a possa uuaca turbada em que csta-
as assemblas provinciaes, lanjando im-
postos provincaes sobre importajSo.
(Apoi?.dos.)
(uem deu ao presidente do con3elho o
dir-ito, sem forma nem regularidade, e
pelo contrario de um modo quasi subter-
fugioso, pelo fio elctrico, de maullar de
facto leis provinciaes, sob a falsa appa-
ren^ia ae mera suspensSo, como elle o
fez?
O Sr. Goncalves Ferreira : -E sem con-
sultar os seus collegas de ministerio. (Ha
outros apartes.)
O Sr. Theodoro da Silva :A esse rule
golpe succedeu a situacjto afnictiva om
que so achara as provincias do norte, e
partculamente a grado provincia da Ba-
ha (apoiados) e a minha provncia natal.
(Apoiados.)
O Sr. Fernandes da Cunba Filho : -
Chamam-so lib-raes p ira melhor exercer o
despotismo. Que presidentas e juizes man
daram para minha provincia 1 Causou in-
dignoslo aos homens de bem.
O Or. Theodoro da Silva : De urna
assentada de um jacto, o orjamento de
Pcrnambu -o teve um desfalque de.....
1,406:000^, pois a tanto elevam-se os im-
postos suppiimidos. A Babia soffreu menor
desfalque em suas rendas; e desde ento
as duas provincias eslbream se na mais >>f-
flictiva situajao, nao poupando esforjos
peniveis e corajosa para dominarem situa-
cao tao aberupta como violenta.
O Sr. Joao Penido : Tmhara a faca e
o qaeijo na roao, podam recollocar as
cousas no seu verdadeiro p
O Sr. Theodoro da Silva : En j disse
urna vez era aparte, de modo fugitivo,
verdade, mas repito agora com mais pra-
cisao, a que ponto, chegarc os apuros da
Babia; nem os Ilustres deputados dessa
provincii, que me libara reminicencias
gratas, lcvem a mal que eu refira
cmara e ao paiz, a situaco em que acba
a sua Ilustrada c grande provincia.
O Sr. Fernamles da Cunha Filho da
ser franco, preciso expor a situaco em.
toda a sua nudez, pira que b'.-ra. se com-
prehenda, em que estado est a zona que
forma o norte do imperio. Nao bastou o
flglloda secca qua pjrturbou a fortuna
privada, seguio se-lhe o desbarato das fi-
naneas das provincias pelo attentado sem
nome Admiro, Sr pr>si late, a coragem
com que as duas maiores provincias do
norte nao hesitar ira em dimiuuir as suas
despezas.
S tivo um meio para nao recorrer a
emprestimos na Bthia, e assim realisei o
meu prograrama, de viver sem pedir di-
nheiro emprstalo par.i servicos ordina-
rios, pois extraordinarios nao coraprehendi,
aujoit iodo a proviaoia da B thia urna
economa que afiLgia a mira proprio.
O Sr JoSo Peniio : Sj o ministro da
fazenda uzease como V. Exc. fez na Ba
ni a, fazia muito bem.
O Sr. Tneoloro da Silva : Mas, dizia
eu ainda h pouco, qne tal a perd de
crdito, ao qual aconseluava quera as ar-
ruinou .que ellas recorres3em para irem vi-
vecdo, em consequencia do desequilibrio
ab-rupto, violento senao brut .1 de seas or-
caraeutos, qua, toado a Babia de
F0LHET1M
um aparte.
O Sr. Theodoro
da Silva : E' preciso
mar urna letra de 100:000?, no dia do
venciraento, dirigindo-se ao orador daquel-
la qaantia, exigm elle que, al u da esti
pulaco do prazo do ven.iraento, a provin
cia se obrigasse, sob sua palavra, no cor-
po da letra, ao pagara> integral; clau
sula escusada, porque a letra tinha prazo,
ou humilbanto.
O Sr. Americo Oto oes : Este facto j
era reprodcelo de outro, a que os libe-
raes tinhana sujeitaio a provincia.
O Sr. Theo loro da Silva ; Eu nao sub-
screvi a esta hurailhacao, que nao era mi
nha, mas da imporcauto provincia da Ba-
ha. E arrancando de to las as caixas do
thesouro provincial a importancia da .. ,
100:000(J, maudei pagar ao credor intran
sige.nte.
Ainda mais. Saiba a cmara, que em
vespera do pagamento dos juros de apoli-
ces dadivila fundada da Babia, houve
um dia em quo nos cofres do mesrao the
Suuro s havia a quantia de 44)000 Era
taca circumstancias, como recorrer ao cr-
dito Y
Para imporera-me a condigao, sob pala
vra de honra, de pagar no dia do venci
ment ? A lico foi dura, a advertencia
proveitosa.
Em minha provincia estao os emprega-
dos pblicos, ha mezes e mezes, sem re-
cebar vencimeutos ; e, quanloos recebem,
Sr. presidente, quer V. Exc. saber o que
succede ? Sao pagos em homeopatbicas
apolices provinciaes, da diminuta irapor
tancia e vencendo juros, espeeie de moeda
que corre
Digo o sem acahamento, porque ver
dade, porque convra mesrao que a verda-
de seja cotihe-.ida, e porque nao deslustra
victima que, aps o attentado, venhain
as consequencias.
O que certo que l estao os emprega-
dos pblicos entregues a duas ganancias :
do forneced >r que adianta aos infelizes o
po de cada dia, 6 usuri subsequente do
do descont do titulo.
O Sr. Lacerda Werneck : No Rio
Grande do Norte pagavam cora aboboras
(Riso.)
O Sr. Tarquinio de Souza:Nao pediu
emprestado, nem solicitou a garanta de
V. Exc
Q Sr Theodoro da Silva : Nto, o Rio
Grande do Norte procedeu com muito mais
reflexao ; no Rio Grande do Norte, que
fez rir a alguna dos Srs deputados,
mas sera razio, houve muito mais criterio
O Sr. Tarquinio de Souza : Faz rir ao
deputado pela provincia do Rio de Janeiro,
o Sr. Werneck. Nos lhe agradecimos.
O Sr Theodoro di Silva: -O pequeo
(io Grande do Norte, que est movendo ao
riso, deu um cxeraplo de hoinbri iade; que
nao deram as outras provincias : restabe-
leceu os impostos. E fez muito bem, pois
qua ficarain as provincias em periodo de
anarchia finauceira.
O Sr. Candido de Oliveira : Perfeta-
menta ; eu a dio que as outras provincias
devam fazer o mesmo.
O Sr. Tarquinio de Souza : Nao ge
nerosa esta desconsideraco com que se tra-
tm as pequeas provincias.
O Sr Theodoro da Silva:-Sr. presi-
dente, escuso demorarme neste assumpto ;
mas digo que imposvel prolongar-se a
situac&o em que se acham as provincias do
norte. (Apoiados.)
O Sr. Affonso Penna: -KestabeleCam os
impostes. Algumas dellas j o fiaeram.
O Sr. Theo toro da Silva:-Diz se que
as provincias do norta esparem pela ds
crminacJIo dos impostos.
O Sr. Aff>nso Peana : -E' esperar at
s k llandas gregas.
O Sr. Theo toro da Silva -Nao me su
j-ito aesti dilacSo sera da, porque ia
teriniaavel a descrimiaacao dos impostos
geraes e provinciaes.
Diz-se tambm qu<- preciso auxiliar as
pi ivincias "ora donativos en diaheiro, fei-
tos pelo Estado. Pela minha parte recuso
peremptoria e formalmente este recurso
(apoiados da deputacSo pernambueaua), por
urna n.z3o muito simples, Sr. presidente,
(quero ser breve, tornar me-hei coaciso,
embora correndo o risco do nao ser bora
comprahendido) por u-?a razSo muito sim-
ples, mas nobre, dizia eu : semelhante do-
nativo hurailhir a provincia de Pernara-
buco, assim como as outras do norta, e aug-
mentar as dependencias da centralisago.
(Apoiados )
O Sr, Rosa e Silva : E de una momen-
to para outro saramos adrados a banca
rota.
O Sr. Theodoro da Suva : -Diz se qua
possivel a cesslo do dous impostos ge
raes para os cofres provinciaes, por exera
po, os de tr nsra3sao do propriedade e da
inlustria c profissSes.
Este recurso nao aceitavel, na fa rarae-
deia; aproveitar, sira, s provincias que
nao tinhara em sau3 orgaraentos impostos
de iraportacao, como Minas, S. Paulo e Rio
Grande do Sul ..
O Sr. JoSo Pennido : Ah Minas tem
urna celebre taxa itineraria. .
O Sr. Tneodoro da Silva: .. ma3 s
s provinci s de Pernarobuco e da Bahia
nao aprveita semelhante cess3o, como de-
monstrara os alg riamos.
Por tal forma de supprimento, com a
puler ter-lhe provocado phraaes speras,
incisiva e cortantes Tcito, foi tafves a
forma mais apropriada ; em abono da ver-
dade, o deaappareciraento dos 10 [, e as-
sumpto proprio para as satvras do Juvenal.
O nobre deputado sabe melhor do que eu
qne, assi n como e vaporara rase, fun lirara-
*e os 10 [ addicionaes destinados s pro-
vincias tambem foram degoladas todas as
as innocentes leis provinciaes sobro impos-
tos, alias nSo revogadas, e sam que de al-
guraas e.xistissem ao menos os autographos
ou originaos no archivo da cmara; exces-
so de enthusiasmo ou de condescendencia,
nSo o sei bem, mas que era exigido para
justifi-acao do acto de omnipotencia.
O Sr. Candido de Oliveira : Mas quem
degolou ?
0 Sr. Theodoro da Silva:Houve um
momento em qua o proprio parlamento au-
nullou todas aquellas leis...
O Sr Candido de Oliveira: O parla-
mento, nao; a Cmara, sm.
O Sr. Taeodoro da Silva : ... at
aquellas do qua nea siquer haviam autho-
graphos na Cmara.
O Sr. Candido de Oliveira : Nao ha
duvida que a Cmara procedeu muito mal,
mas em todo caso o acto nao do parla-
monto.
(Ha outros npartes.)
O Sr. Theodoro da Silva : Abyssus, a
bysmm invocat: ao priineiro acto seguirara-
sa abusos, como seguio-se o estado calami-
toso quo j refer.
O Sr. Candido de Oliveira d um aparte.
O Sr. Theododo da Silva : E' bam
possivel qua eu rae eng nssso...
O Sr. Ca idido de Oliveira: NSo hou-
ve votacao as duas casas do parlamento
O Sr. Theodoro da Silva: Aceito a
expli ;aco, ficaado certo da qua a votacao
s foi da Cmara, engao natural por mi
n"ha parte, ausente, como estivo do parla-
mento; si resurg, 'foi por dever cvico de
reversao de dous imposto3 geraes para os Pernarabucano... o que estou dzendo cora
DE
EIMA ROSA
POR
ZAVIES DEraiEO
sostis:*c: ss a.sois
(Continuaco do u.
X
222)
Pois bern Estou convencido de que
a saa Catbarina c a melhor pessoa do muu
do, mas as mulberes sSo tsgarelas. Re
ceio que ella nao se possa conservar cala-
da e comprometa os nosaos negocios....
E' por amor de sua seguranca, do seu re-
pouso, que eu pens que neste momento
preciso guard r o silencio para com todos.
' para a felicidade do sua roai.
Minha mai, minha pobre mili, balbu-
ciou Eoiraa Rosa, ella entao nao ha de sa-
ber nada ?
Sira, senhora, pnrro mais tarde. Ga
ranto-lha que assim melhor. Dzer-Ihe
agora que a senhora corran oatra vez um
grande perigo... que quizara ra matal-a
oatra vez, havia de atormntala muito
Ella nSo dormira mais Crea me, nao
digamos nada, a gente nanea Be arrepende
de nao ter fallado. Hoje nSo consegu na-
da, verdad-*, mas eu nao desanimo por
to pouca cousa, e nSo sei que me diz que
ofres provin :iaas, resultar qua Peraam
buco, cujo orcamento foi desequilibrado
era l:40:000#, tara le reeeber o produc-
to d>s dous inpistos, que nao rendara
rendam mais que 00 e poucos contos.. .
(Apoiados.)
a Sr. Diputado : Isto seria irriso-
rio.
O Sr. Th odoro da Silva: -. .. e a Ba
hia 300 e tantos contos.
Diz-se, fin ilmanta, Sr. presi lente, mas
ou nao o quero erar, que as provincias ar-
raujora se como pu lerera !
O Sr. Co lho de Campos: E' o que ha
de acontecer.
(Hi outros apartas).
0 Sr. Theodoro da Silva: -Perdoe me.
Isto, Sr. pr-'sidei.ta, grave erro poltico ;
esta p dicica do abandono nao t.-m nome.
(Muitos ap u'a los.)
O Sr. Manoel Portella : N3o pode con-
tinuar. [Ha outros apartes.)
O Sr. Theodoro da Silva : Fra prraei-
ro lugar, observo qua as provincias nao
sao inlepandentes, nao esto sob a forma
de fodoraco, fazem parta do mesrao tolo,
vivera cora elle, nao podem ser abandona-
das p da coramunhSa. (Apoiados.)
O Sr. Joao Penido: A federado
que ha de salvar as provincias e a integri-
dade do imperio.
O Sr. Theodoro da Silva:Dcus me
livre de qua semelhante poltica de abando-
no predomina e tenha possibilidade de ser
adoptada emantida; porque, com a agita
lo qua corneja da propagiada fedentiva,
de receiar qua ella se fortaleca e araaace
a integridade do I iperio, si prevalecer a
poltica do abandono das provincias. (A-
poiados.)
O Sr. Risa e Silva:Si querem a fe
d-racSo, continuem a abandonar as pro-
vincias.
O Sr. Araujo Pinho: A federado en-
fraqueceria todas ellas.
O Sr. Tneodoro da Silva: Apoiado.
O Sr. Alcoforado Jnior: Mas seria a
consequen'ia. Ha outros apartes.)
O Sr. Theo loro da Silva : Mas, Sr.
presidente, parece-me ainda possivel acu-
dir a situaco angustiosa em que Be acham
as provincias do norta...
O Sr. Alcoforado Jnior :Apoiado ;
mito possivel.
O Sr. Theodoro da Silva:... nao exi-
gi lo que restituam s provincias aqti -lies
10 i0 palos quaes p rguntava outro dia o
illustro deputado pelo Rio de Janeiro, meu
amigo e meu mostr, sem saber quj tim
tinhara levado.
A forma de que serviu-se o honrado de-
putado em assu opto qu, como esto, bem
hei de ser bem euccedido. Pergunte ahi
mana se ella nao da minha opiaio.
Sera esperar a pergunta de Emma Rosa,
Sophia respondeu :
Creio que meu irmao tem razSo. Si-
gamos o seu cons; lno... elle nao tolo.
A seuhora est vendo ?
- I'ois bem murmurou a menina com
tristeza, mas cora resignacao, se os dous
sao dessa opioio, nao fallemos mais nis&o
Sal varara-me a vida... cu seria muito in
grata se nao confiasse as suas palavras.
Fare o que me aconselham.
Accrcscentou, cora profundo desanimo:
Eutrt-tanto, p*ra que lutar ? Que vi
da ser a minha de ora em diante, a d s-
peito de toda a esperanja que procuram
dar- ne ? Eu perguuto a mira mcaraa se
nSo tjria sido melhor se me tvessem doi
xa lo l na margen gelada, onde eu nSo
sofria mais, porque, tinha perdido 03 senti-
dos, o onde a mort ia buscar-me ?
E, oc mltando o rosto paludo eotre as
maoa trmulas, Eratna Rosa nao pode cun-
ter as lagrimas.
- Vamos... vamos... nada de ideas
tristes nao ha nada peior para a aaude !
cxclamou Osear, muito coramovido, mas
sem querer parecel o ; a senhora ha d" re-
cuperar a saude, a alegra, ba de tornar a
ver sua marai. Ha d tornar a *l a li
vra e feliz, ha de apertal-a nos bracos.. .
eu Ih'o promatti ei ainda o prometto, e pa-
lavra de Rigola, hii de cumprir a minha
proraessa !
Lamb. era se, tornou Emraa Rosa, cu-
jas lagrimas ainda corriam, que sou tao jo
ven e tenho soffriao tanto .. Nao tenho
eu o direito de acreditar que D-us ate
abandona e que nao devo tor mais nenliu-
ma esperanc* ?
Nao, nao, a gente nao tem o direito
de acreditar nisso cuando tem amigos ao
seu lado, boas amigos o nos somos os
seus I
Tenho njedo do futuro...
Na sua idade I ora essa I
- Se soubessem como raedonho esse
futuro. Se soubessem por que motivo a
morte seri urna libertacSo, comprehende-
iara por que eu a peco.
Oh 1 sbo nunca.
Ah l continuou Eraraa Rosa, melhor
seria que ella viesae... NSo raorrer, se os
meus receios se repisara, ser horrivel.
E a voz da pobre menina aumio-se em
um soluco.
Osear estava con 03 olhos muito ver-
melhos.
Sophia exelamou, enxugando grandes la-
grimas que lhe corriam pelas faces nbai-
xo :
Minha queridinha, voc tambero est
me convertendo em chafariz I Vamos, va-
mos, nata de lgubre. P>-lo contrario,
preciso ver tudo cor de ro8a, ou antes ver-
de. Verla como esses botSaa que breva-
ment vo brotar dos Campos Elysios E'
a iGr da esperanga Eu digo que tudo ha
de correr bem !
Animada por Sophia o o irraSo, Em na
Ros* acalmou-se pouco a pouco, porm na
da podia dissipar a tristeza da sua alma.
O tem r indizivel que lhe infunda a id
de ti ar c-'ga toda a vida, nSo a deixava
um instante.
Acabado o j mUr, trataram de levar a
menina ra Gungaad.
M.-netta foi buscar um carro da praca e
todos partram.
Eraiua Rosa foi installada no saa quar-
to, onde arda um bom fogo, e mettida na
cama por Sophia.
Osear bi'ijuu a irraS e foi para o gabi
neta quo esuolhera para a saa morada, p r-
t> da porta da entrada, como um bom cao
de guarda, na sua casinba.
L ao L Toyer, depis de deixar Fernn
dt> de Rodyl e Ricardo de Gevrey, voltou
p^ra a ra de N vers, onde sabemos que o
seu amiga Rea to Dl.arvillo o espera va.
O desespero do filho do tabelliSo, em
modo e at arrepaadido... porque a mi-
nha experiencia, convence-mo de que o ho-
rnera nSo o que mas o que os outros
querem, ou as circuinstancias determinara
qua elle pareja.. .
(Ha outros apartes.)
Nao tenho satisfajSo com a posicSo que
oceupo. Estoa cumprindo um dever, e s
descanyarei quando o cumprir de todo. A
minha provincia natal foi serapre altiva,
mas nSo turbulenta. Nao c tmp) de fal-
lar, e finio aqui i nada mais, na la mais...
Sara possivel saturnios ou tirarraos as
provincias do estado anormal e angustioso
de suas fiuaucas ?
S. Exc. o Sr. Ministre da Fazenda, tal
vez, sem bem apercebor se do raio de luz
a de eso -ranea quo ha no seu relatoro
tratando do impostos provinciaes, habilitou-
nos a affauar a espectasSo de que a situa-
co das provincias pe melhorar, adopta-
das as suas ideas.
Nos temos a lei de 31 de Ou'ubro de
1835, qui discrimnou as rendas provin-
ciaes e geraes. E' lei defeituosa e man .a,
a tem sido alterada por vezes.
Assim que, por effeto de leis subs3
quant 8 de 1841, 1850 e 1851, pasearan)
para as rendas das provincias impostos que
arara Iberaas, por exemplo, os impostos
sobre s-ges, sobre bens do evento e sobre
herancas e legados.
Pois bem, nada obsta que por lei ordi
naria 8e reforme a citada lei de 1835 que
dividi as rendas geraes e provineiaes, co-
mo tantas vez^s tem sido alterada, para
determinar se que no Brasil as assemblas
provinciaes, lao :em impostos aidicionaes
a'bre a importajSa gerai.
E' o syste na dos lentesiraos addicionaas
da Fra aya e dos Estados-Unidos; systema
justificavel pela sua praticabilidade, corao
b -m o demonstran o nobre ministro da fa-
zenda, no trecho que segua de seu rela-
torio :
Quanto a mira, disse S. Exc, a ques-
tSo seria mais fcil soluySo, si adoptisse-
mos o systaraa dos impostos adiicionaes,
com os correctivos necessarios para nSo se-
rem aggravados em demasa cortos tribu
tos.
Deste syatama j offarecem cxeraplo
os impostos de exportaySo cobrados p-lo
governo geral, com addicionaes cobrados
p-las proviocias. Si este methodo se gene-
ralisasse, a arracadaySo seria simplificada,
urna vez entregue aos inasmos, emprega-
dos; pois ura dos males da arregadaco
dos impostos no Brasil sem duvida, a
grande despeza que requer. Creando o
imposto g-ral com addicionaes e at muni
cipaes, futa pelos raesmos agrates a arre-
quauto contav o qua Be tinha passado, im
pressioiiou e aasustou Renato, que disse de
si para si :
- Se elle nSo a encontrar, capaz de
morrer ou enlouquecer.
E inquira de si mesmo o que de va fa
zer para dar um pouco de coragem e for-
ca mural ao moyo e evitar urna catastro-
phe.
Devia avisar o Sr. Leroyor ?
Essa idea occorreu-lhe, mas elle nSo a
afagOU.
O tabelliSo de Dijon certa mente havia
de qu-rer afastar de Pariz o filho, com o
que s poderia augmentar a sua dor e tor-
nal-a im-uravel.
Renata tentou distrahir LaSo.
Laven o para almoyar a urna graale
casa d< pasto, e depois, toraaado-lhe o bra
yo. obrigou-o a andar.
LeSo dtixou se levar, in lifiNrente, des
cuidoso, sem saber para oade ia, s tendo
mi mente urna ideaa da morte provavel
de Emma Rosa.
O S'.u amigo levou-o ao caf da Vague.
Eaperava encontrar l Sophia, a quera
nSo tinha visto havia dous das, e eontava
coa a al-gria ruidosa e commauicativa da
boa rapariga para operar urna diversSo
Mas Sophia, os nosaos laitres o sabara,
e*t .va seriara -nte occapada em outro lu-
g r, e nSo foi.
Depois te t -r assim matado o tempo, os
dous moyos jaotaram, ou antes sentarara-
a- mesa para jantar, porqua s Renato
oum-'U, e ''oltarara para o seu aposento da
roa de Nevera.
Lego que entrou, LsSo dea boa uoite ao
amigo e fechou se ao sea qaarto.
A luu que sustenta va contra a dr, luta
em que foi vencido, deu lhe urna febre ar
dente.
Daitou se tiritando, os olbos rasos de la-
grimas, medilo tola a extansSo do vacuo
qua lhe produzia na alma o desmorname-
cadaySo, alera das vanUgens ae meior dia-
pendio, gozariam os contribuintca de maior
fanilidade no pagameoto, o que .oonstitae
allivio na mposiayo, .
Estamos em fim de sessa*. ep proroga
gayao, e nao possivel la." .(ar igor ear?
qaeato ; mas creio que todos nos, qt re-
presentamos aquella zona do norte, nio <>o
demos na sesso vindoora deixar de tt'
um s pensamento (ap dados), debellar tr
effeitos do estado inqualificavel de qaa ae
tenho oceupado.
Por minha parte, fayo a aeguinte deca
raySo em meu nome individual ; anteporei
a talo a indeclinavel necaasidade de con '
correr com o mea voto para qua as fiaan
yaa, o crdito e o futuro de minha provin-
cia aejam restaurados. (Apoiadoa.) Ella
bastante altiva para nSo sopportar a posi
ySo de fallida 8am culpa propria. Nada
mais tenho a dizer. (Muito bam; muto
bera. Orador felicitado.)
SESSAO EM 10 DE SZTEMBRO DE
1886
PRESIDENCIA DO SR. GOMES DE CASTRO
1.' VICE PRE8IDESTE
( Continuaco)
Posteriormente, li em um discurso pro
ferido nesta casa qua se hivia dito que eu
tinha mandado comeyar obras no raata-
douro, sera ter crdito para isso. Sorpron
deu-me isto, e immcdiatameata dirig
cmara municipal a saguinte portara, li-
gando, corao devia, a maior importancia
quillo que ae havia allgido nesta cma-
ra, creio q e pjr por parte do honrado de
putado por Minas, o Sr. Candido de 0.-
veira, ou por outro nobra deputado, o qa
pouco importa questSo.
t Ministerio dos negocios do imperio.
Rio da Janeiro, em 2t> de Agosto da 1886.
S. M. o imperador ha por b;ra qu?
a Illma. cmara municipal informe, eora ur
gencia :
< Sa mandou sobrestar na cxecuySo das
obras de augraantos dos tendaes do raata-
douro publico d i Sinla Cruz c outras cjn-
tratadas pela Illma. cmara cora Rissi, Ii-
raSos & Josco80 conforme lhe foi orde
nado por portara de 4 de Junho do cor
rente anno, e quan lo :
No caso negtivo, qual a razSo por
que nSo foi cumprila a citada portara;
Em que estado sa achavam aqu-ll.
obras na data mencionada ;
Qual o estallo actual das mesraas
obras, o seu valor, e so ellas estSo hoja ef
fectivamente suspensas.
A esta portara respondeu a cmara com
o offi io que nSo lerei p ira nSo cansar a
attjny3o da cmara, roas cujo resuno o
sguinta : que o presidente da cmara re-
ceben lo a portara de 4 de Junho, uio
po le reunir a raesma cam ira para tomar
conbecimento delle, o que; s consigui a
21 do mesrao raez, que reunida a cmara,
expedio ella immediatamente ordeas para
que as obras comeyad s f >ssem suspeniM
Esta portara foi expedida pela cmara
e lavrou-so um termo da suspensSo das
obras.
Houva protesto dos empresario! e a
obra eff-i -tivam mte parou, fi -ando nos
aHcercea e eff ctuando-se apenas a deape
za de 5:600,5000.
Moral8craos estes tactos.
Era primeiro lugar o honrado deputado
v que por parte do ministro do imperio
nSo houve a m mor rregularidade.
O Sr. Jofto Penido : Houve a de nter
vir no que da competan ca da cmara
O Sr. BarSo de Mamor (rainistr > do
imperio): NSo houve da parte do minis-
tro do imperio a menor irregulardade.
So mandei comeyar obras nao tendo
crdito para fazel-as.
Logo que souoc que tinham sido infria
gidas as minhas ordens, mandei saspeoder
as obras comeyadas!
E' o caso da dizer, com a devida veaa:
nSo sei como se possa ser juiz com taes
mordomoa.
NSo me compete a mim qualificar o con
cito quer de um, que de outro dos bon
radoa deputados.
O Sr. Loureoyo de Albuquerque:
Isso quer dizer que V. Exc.^So devia
intervir em negocios da competencia da
cmara uunicipal. V. Exc nSo ministro
do raatadouro, ministro do imperio.
O Sr. Laitlo da Cunha: Da sa le pu
blica o
(Ha outros apartes.)
I t
to dos seus bellos sonhos, e pedindo a mor-
te como um allivio.
E emquanto o pobre L 'So deixava-se aba-
ter pelo pezar, como urna criaoya frai-a,
aquella a qn-m elle ama va, aquella de
quera elle julgava-sa separado por um cri-
me, estava muito perfr della, do outro la-
do do u na vi-lla tSo estreita, qua as suas
raaos estendilas quasi poderiara tocar-se.
A febre, entretanto, trouxe a prosiraySo,
e pelo meo da noito o moyo cabio em som-
no penoso, cheio de pesadellos.
Nao succedeu o mesmo ao ex-mscate.
Osear Rigault, depois de ter dormido
melhor do qua urna toupeira, foi desperta-
do p'da criada Mart-tta, que a perguntur
da parte da s ta ama corao a menina Em-
ma R^sa tinha passado a noite, e depois
preparar o almoyo.
Osear vesto-se s pressas, e, deixando
Mari*-tta com a menina, sanio para reco
meyar a sua cayada e terminar a sua ex-
pl raySo dos biirros prximos da prisSo de
S. Lzaro.
Dessa vez subi pelo lado do bairro de
Saint-Dcnis, par indo do boul-vard e reco-
meyando a porguntar.
Chegon ao canto da raa de Chateau-
d'Eau, onde sabemos que Proli tioha pa-
railo na ante-vespera para confiar a um en
tr-gador, que estava habitual menta nessej
ponto, o erabrulho que quera mandar para
a prisSo.
En urna das hombreiraa da porta da cas
ilo mercador de vinho, aituada no canto da
ra, vi i 8a ara oartaz co u astas palavras,
eacriptaa mSo en latra grande e irregu
lar
O ENTREOADOR ESTA* AQU
Ah I ab I disse Osear, se eu nSo ti-
veaso li io a est-, que talve seja o bora...
O ex-mascate nao pensava estar diiendo
a veruade.
(Contina)
Entrn em casa do mercador de vinho,
que estava ao balcio, e parguntou-lbo :
O entregador, fia favor ?
Sahio, respondeu o mercador.
Por muito tempo ?
Ah isso nSo sei ; mas, como elle
sahio ba mais de urna hora e um rapas
gil, de suppor qua nZe tardar muito a
entrar.
Pois bem traga-n?e ura quartilbo de
vinho, urna codea de pSo fresco e um pe-
dayo de queijo Gruyere... Eu esperarei.
Qu ira entrar naqnello gabinete alli
no fundo da sala. O fogo est acceso. Eu
j lhe man larei Mtheua, logo que elle eo-
trar
Mal tinha o mercador de vinho acabado
a phrase, qar.ndo a porta da casa abrio-se
para deixar entnr Matneus. Assim ae chr-
mava o eotr gador.
Eil o, disse o industrial indicando o.
Que ? que querem comraigo ? per-
guntou Mtheus.
Ura cavalheiro qne o procara.
Para um re -ado ?
NSo, respoodeu Osear ; mas voc
talvez poBsa dar me ama iuforraayao de
qua preciso.
Estoa s saaa ordeas.
Venha tomar um copo de vinho coa-
migo. Conversaremos um asunte, e en
lhe pogar-i p-lo preyo de am recado os
del minutos que vou fazelo o perder-
Sou o seu hornera, mea senbor.
EntJ, vamos para o gabinete e tra-
gam nos urna garrafa, em vea de nm quar-
tilbo.
O entregador seguio Os?ar.
Os dous homens eentaram se perto do
f.-gSo, cb-io de carvio de pedra, que
aquecia muito a poqueoa paca.
Foram servidos.
(Continuar se-ha.)
i


Tvp. o Diario nuDoqM 1H
! iimiRPO


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